Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16510


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Full Text
ws-
*w
ANNO L. MJMERO 215

if
PABA A CAPITAL B LUG IRES 0\DK H AO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis ditos idem.................. 129000
Por um anno idem................."'''. 24*000
Cada numero avulso.....V........... 9320
DIARIO DE P
TERCA FEIRA 22 DE SETEMBRO DE 1874
^-----..
PARA DC: ATRO E FOBA DA PROYlftCIA.
For tres mexes adiantados................. 09700
Por seis ditos idem................ lS9i*0
Por note ditos idem................ SQRM6
Por am anno idem................. 21*000
PROPRIEDADE DE MAN0EL FIGUEIROA DE FARIA A FILHOS.
n. Gersrdo Antonio Ahead Filfaos, no Ptri; Goncslves A Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose" de Oliveira d Filho, no Ceari;
Pereira d'A lmeida, em Mamangnape ; Carlos Auxoncio Monteiro da Franca, aa Parahjba ; Antonio Joae" Gomel, na Vil
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; JoJo Antonio Machaeo, noPilardau
io de Leniuj Braga, no Aracatj ; Joiu Mria Julio Chr'os, no Assri; Antonio Marqaes da SiWa, Ratal ; Jose Justino
Penha; Be'armino do Santos Bolcio, em Santo Ant ; Domingos Jose" da Costa Braga, em Haiareth j
;; Aires d C.,na Bahia; A. Xavier Leite 4 C. r Rio Janeiro-
IS5T3UCCiO fopulae
Eleiuentos ale pliysica
LIVRO SEGliJIX)
Hydrostallca
CAP1TULO I
I'ltBSSOES TRANSMITTIDAS E BSMLIUAS PBLOa LI-
QUIDOS
Objecto da hydroseatica. Da-se o
nome de hydrostatica, oriuodo de duas palavras
gregas qae signilicara equilibrio da agtia, a parte
da physiea que trata das eondicoes de eg lilibrio
corpus.
Tratarcmos primeiramenle das pressoes trans-
rmltidas pelos liqu dos, e depoi* das suas eondicoes
de equilibria
Caraeierei* pariipulares dun liqui-
dos. -0 primeiro caracter essencial dos liquidos
c a extrema raobilidade de seas moleculas, mobi-
lidada que toroa patent' quao pequenae a forca
do cohesao que une essas moleculas, visto como.
oedendo ao nub km esforco que tende a move-
las, ellas escorregam immediatamente umas sobre
asoutras.
E' a essa grande mobilidade das moleculas dos
liquidos que ti devida sua fluidez.
Outro caracter essencial dos liquidos e uma
qr.asi completa incompressibilidade.
Quanlo trataraos da porosidade. vimos corn
effeito que a compressibilidade desses corpos era
lio pequena que, durante muito tempo, passarara
elles como nao possuindo essa propriedade.
Foi so em 1823 que Oersted, phisico aueco, de
momtron rigorosaraeule, com o aaxilio de um pirelho a que chamou phsometro (ijue meJe
a pressao), que os liquidos sao ompressiveis.
Erapregaado o mesmo apparel ho, achou-se depots
que, sob Bra* pressao igual a da atheraosphera, a
agoa destillada pode ser comprimida, isto e, relu-
zidaem seu volumeda quarenta e nove m llio
ujsimas paries,o querepresoota pouco mais on
men3s um vigesimo de litropara urn metro eubico
de agua.
0 inercurio, sob ideatica pressao, poJe ser com
luimido dez vezes mais do que a agua destiilad*.
A essas duas propriedades typicas, eonvem jun-
lar que os liquidos sio poroscs, elasticos e impene-
Iraveis como tolos os outros corpos.
As provas da sua porosidade ja forara adduzidas,
i( laud) iratamos d'essa propriedadegeral ; a su-
elasticiiade e urna consequent da sua compresa
gibiftdade ; quaolo asi impene-rabilidade, obser-
va-se-ha sempre que n'ellesse margulna ou tin
merge nra corpo solido qualquer.
Com effaito, tendo-se am wso qualquer cheio
da ira liquidode qaalquer na'.ureza, se nesse li-
quiit4a{roduzse~dma sabstaa^ia sulida, em quo
o liqaido nio possa embeber se, observa-se que
e^te trasborda, e, medindo-se o volume do liquido
tia:bordado,acha-3equ*e elje rigorosaiueule igual
a volume do corpo immergido.
A extrema mobilidade das moleculas dos liqui
d !, e sua impenetrabilidade, jondazem ao se-
tuinte principio :
Prlacipiodeigualdaae de preMsno
..u principio de Pascal.-Os liquidos go-
z im de urna notavel propriedade, de que nao des-
fiuctam o3slidos, e e que todu e qwlquet pies-
S'io exeradt cm um punlo de ma massa, Hans
mitte-te, com amesma intmudade, nao so no sen-
t:do dessa pressao, mas latnbcin em tbdas as airec-
cJes. .. .
I'or exemplo : fupjonhamo3 um vaso cyitnan-
60 guarneciJo com alguns tubos, em diversas po
s c B9, e supponhamos esses tab >s fechados por
rt^o/o5 on piitoes, susceptiwis de escorregarem
nos tubos com atlrito doce e braado.
Eitando o vaso cbeio d'agua ju de outro qual-
iiuer liquido, logo que 9e exerce uma pressao
uualqi
for. jura deDtro do vaso,
dos us outro.s se moverem
c-eorreganJo nis paredes dos re-pectivos lubos.
D'abi se conclue, pois, one a pressao se trans-
initie era todos os sentidos ; e boon assim, pela
)Ssc-rvaQao, como se vera d'aqui ha pouco, se ve-
rifies que, em igualdade de supsrficie, a reurida
i.ressao se trausmiite com a mesma iniensidale,
iihstraccSo feita t.davia do peso do liquido e do
altrito dos embo'os.
lal 6 o principio da ijuaUade it pressao, que
iambera e denomiaado-prYn;i;.-' de Pascal, pelo
facto de ter sido dado a conhecer por Blaise Pas-
cal, celebre escriptor e physic, traojfi, mirto em
|65S,eqae foiqi;mprimeirooLrvou ophenome-
no a tracou-lhe as respectivas leis.
{Continua.)
rAME OFFICIAL
cjaalquer sobre um dos emboloa, irapellind.'-r
de
ve-se imcontinenie to-
de dentro para fOra,
renda das mesmas pro >rie lades ; assim corao o
niipo.i i de transfcrencia de coniratos so e relati-
vo aos que slo feitos pelo pteiidente da provincia:
e imp J-to que se cobra sobre os lucros que aufe-
rem os cootrataotes, quando passani ou transfe-
rein a outros os referkdos contra tos. Tambera nao
' um iiuposto novo.
0 iujposto do i 57 6 de craa?ao de annos pas-
sados.
0 do 3o foi estabelecido em 1838, e recaho so-
bre raoveis e objectos vendidos em leilao -
Fioalmente o imposto do g 50 nao ioi lancado
sobre os titutos da divida public*, e sim sobre o
seu valor r- alisado em numerario.
Para evitar se que a arrecadaQao do imposto do
solio de beraocas e legaaos seja illudida, consli-
tuiudo-se legados unicainente em apolices, Coi o
imposto adoptado, para que toda a vez que os le-
gados constaretn de apoliees, sejam estas vendidas,
e de seu producto cobrado o imposto.
Bern ve V. Exc. que por este modo nio se veri-
Hca o caso de depreciagao dos titulos citados ;
evita se apenas am meio de illudira lei e de de-
fraudar os direitos da provincia.
Peilas estas ponderacdes, peqo ainda venia a V.
Exc, para manifestar que na decretacio do im-
post) sobre generos importados e sobre materias
tributadas pelos poderes geraes, nao me parece ha-
ver exorbitancia de altribuir^oes por pane da as-
semblea provincial.
0 imposto de consumo arrecadado, como se faz
nesta provincia, nao constitue imposto de impor-
ta^ao, porque so affecta a parte das rnercadorias
importadas, que ficam na mesma provincia, para
serera eonsummidas, e nao as que sahein para
roercados estraahos.
Na consults do conselho de estado de 12 d-* abril
de 1856, esla firmado o principio de que-o im-
posto laofado sobre materia tributada pelo e9tado
so e offensivo a renda geral, quando e exagerado,
de modo a desviat a demands dos generos. Toda
;i vez que o imposto nao produzir esse resullado.e
nao der lugar a diminuiQao da renda nacional, nao
6 oTensivo a constituicao.
Alem disto predomina no espirito da assemblea
provincial a opiniao emittida pelo Dr. TavaresBas
tos em seu livroA provincia, de que o impos
to de consummo, e sobre moteria tributala pelo
estado, nao e inconstitucional.
Assentada, como esla, esta opiniao, nao me seria
facil iulluenciar a mesma assemblea n'outro sen'.i-
do, principalmente quando a proviucia carecia de
augmento de rendas, e nio ha materia alguraa
que ja nao esteja sujeita a impost) geral.
trato
lliaist >i-io da Tazeuda.
Palacio da presidencia de Pe.-nambuco, em li
de agosto de 187i.
lilm. e Exm. Sr.De posse do aviso de 31 deju
llio proximo findo, que >. Exc. S3 dignou de diri-
feir-me em caiacter reservado, pe;o vcBia paraex-
f&t a V. Exc as razoes que me levaram)asanccio-
nara lei desta provincia, que fixa a receila e des-
pe:a para o exereicio de 1874 a 187o.
Prestando a rt ais respeitosa a'.tencao as obsc-r-
vaeSes produzidas por V. Exc. n3 supradito aviso,
carapre-me infor.nar a V. Exs. que as taxas so-
bre bxportacao de productos agricolas e indus
triaes, marcadas nos i a 6, 10 o 11 do art. 10
da referlda lei, nao soffreram a'.teracao ; s5o as
mesmas ds leis aa'.eriores, menos as dos S5 i e
2, que tiverani diminui5;lo d um quarto por
cento.
0 pensamento dorninanle n assemblea provin-
cial na decretaciio da referida lei era o de ir redu
7indo aquellas "taxas ate chegar a abolicao do im-
l>osto de exportacao, peus^ment: este que estava
d e inteiro accordo com a administracao.
No estado das iinaccas da provincia nao
t-ra possivel fazer redacsau sensivel na taxa deste
imposto, qae conslitue a rna:3 abandaote fonte de
sua receita.
Era relacao, porem, aos imposlos dos g 8" a
13, 63 e 61, lan^ados sobre o ^ousummo de gene-
ros importados, devo declf.rar a V. Exc. que esses
imposlos, a excepjao do 6o 13, vem de leis an-
tenores.
0 imposto sobre bebida* espirituosas, vinagre,
fcabao, fuuio, chamios e rape foi creado em 1836 ;
e nao 6 so ne; ta proviueiu que efie existe ; mm-
las ontras o votam annu?.1 ment-.1 em seus respec-
tivos orcament)?.
0 imposto do s 13 tevc u:.i;. razao vaiioia para
tuT adoptado, e onsiste eilan- ensaio das novas
irapesicoesque deyem subsii'.uir as de exporlaj-ao,
que se deseja abolir.
Os generos tributados naqoMle paragrapbo sio
exestamente os que obliveram d:minui(ao na im-
iijiicao geral, e por isso podiam supportar am
imposto rninimo sem aggravar os consumido-
res, nem lfugentcr a saa demanla no nosso mer-
cado.
Quanu ao imposto soore o ^onsammo ae vi-
nho, qae era de 30 reis por litro, foi reduzido a 25
0 imposto do 25 sobre as propriedades de
ccrporacjjes de mao raorta ni) recahe sobre a
iransferencia, como por am erro typographic se
li" aalei n. l.lil pufalicada na D\avio dc Pcrnam-
V"co de 19 de j;muo ultlruo, uias sim sobre a$
Nilei na assemblea muito pronuociado desejo de
abolir o impost) de exportacao, e de reduzir as
taxas elevadas das iraposicoes existentes, uma vez
que possam ser abertas novas foates de renda9 por
meio de taxas miaima*.
Eis a razao por que nao contrariei o imposto so
bre generos de primeira necessidade, que era, co-
mo disse, am ensai >, e a-^sentava em taxa minima,
que nao podia aggravar os consumidores.
E de certo isto aconteceu, porque os sobrednos
generos apezar do imposto ficaram inalteraveis
quaolo ao preco.
Accresce ainda que eta preshlencia precisa
crear poderosas fontes de rendas, porque tem so-
bre si numerosos encargos e services muito dis-
peudiosos.
Era 1863 o estado financeiro da provincia era o
psior possivel, como Ccou demonslrado pelo rela-
torio da com-nissao, que para examina lo, nomeou
o conde de Baep -udy, presidente della. Itestabe-
lece-lo ao que d'antes era tem sido tarefa muito
difucil, especialmeote para mim, que nao tenho
poupado esforcos para conseguir esse tao impor-
lante desideratum.
A assemblea provincial de 1870 para ca se tem
desvelado em melhorar o estado linanceiro da pro-
vincia, c d'ahi vem as boas condicoes em que elle
se acba e ha esperan<;a de que no corrente exerei-
cio o equilibrio da receita ordinaria se estabele-
i;a de modo seguro e satisfactory.
Nao importa a exisiencia de oma divida de
cerca de dous mil e oit icentos contos de reis. .
(2.800:000*000), porque esta divida esta sendo
piga com uma amortisacao que cabe nas [oreaa da
renda annual. .
Nestas circumstancias e obvio que seria fatal
aos interesses da provincia qualquer medida ou
provilencia que tivessepor lira erabarac.ar a exe-
cuoao da lei do orgaracnto vigente. A provincia
tern serkn encargos de obras pablieas, porque o
seu progresso material muito tem crescido nesses
ulii.ii is tempos.
Anda poi cerca de 3.500:000*000 a somma que
tern sido efflcazmente despendida somento nas es
tradas de rodagem ; a viacao tem tido grande
impulso, e elegantes e custosos edificios estao em
construcjao. Em nenhuma provincia do imperio,
creio eu, se tem feito, corao nesta, taq boa e pro-
veitosa applicacao das rendas provkciaes.
Quando, pois,"uma provincia applica tao proyeito-
samenie as suasrendas, e justo que alguma liber-
dade se deixe a assemblea provincial nos meios de
prove-la de recurs s, taoto mais qaanto, 6 fora de
questao, que as provincia3 carregam com depe-
zas qae por sua natureza peitencam aos cofresge-
raes.
Foi esta sem duvida a razio por que, ainda que
ligeras duvidas pezassera em mea espirito sobre a
constitucionalidade de algnmas das disposir;oe9 da
lei di orcamento vigente.nSo hesitei saocciona-la,
porque em geral contem disposicSes uteis, e ne-
cessarias, e tem em seu favor o longo penodo de
38 annos, sufflciente para legitima las.
Quanto as agendas e deposito que deseja aqui
manter anr vincia daParahyba, sobre ellas ja in-
formei a V. Exc. em offlcio de 5 do corrente, sob
n. 39, e de novo asseguro a V. Exc. que, suppri -
mindo a assemblea provincial taes agencias, so te
ve em vista a melhor arrecadacao_ das rendas e
evitar a defraudagao que soffreu esta provmcia, e
de modo algum prejudicar provincias irmis ; e,
como disse a V. Exc, buscarei, entendendo-me
com o presidenic da dita provincia, chegar a um
accordo em que sejam resalvado3 os interesses de
amhas.
E" o que tenho a expSr a V, Exc, que resolvera
o que achar mais conveniente.
Deus guarde a V. Exc. -Illav e Exm Sr. con-
selbeiro visconde do Bio Branco, ministro e se-
cretary de estado dos negocios da fazenda.O
presidente, Henrique Pereira de Lucena.
lativas ao quarto mez, qae e o de jalno, pertencen-1 A'
le ao futoro exereicio de 1874 a 1875, por eonta provt
do qual nao esta o mesmo inspector aulorisado a
effectual- despeza alguma.
Ao engenheiro das obras miliiares. Repre-
sentando me o brigadeiro couiman-Jante das armas
em offlcio de hoaieuj datado, sob n. 315, qae aeha-
se estragada em algans pooios acoberia do edilicio
Sue serve de hospital, de mo lo a lore n appareci -
o goteiras sobre os leitos dos doentes, recotnmen-
do a Vme. que nunde proeeder com urgenciaao
relelhamento da referida coberta.
2.' seccSo.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao qae
requereu o capitao aggregado ao 3* balalbao de in-
fantaria da guards nacional deste municipio, Jose
Pedro das Neves, resolve conceder lhe 6 mezes de
licenca para tratar de sua saiide fora da provin-
cia.
0 presidente da provincia, a vista da propos-
ta do Dr. chefe de policia, em offlcio ae hontera
datado, sob o n. 539, resolve exonerar Igoacio de
Mesquita Passos e Joao Jose da Silva dos cargos
de e 2* supplentes do sub lelegado do districto
de S. Benediclo, do termo de Pan el las.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
de bontem datado, sob n. 539, resolve oomear o
alferes lose Ferreira de Luna e Joao Luiz da F an-
5a para os cargos de 1* e 2 supplentes do sub
delegado de policia do districto de S Benediclo, do
termo de Panellas, na ordem em que se acham
collocados.
Circular :
Aos commandantes superiores. Para co-
nhecimento de V. S. e devida execucao in-
cluso remetto-lhe porcopia, 0 aviso circular do
ministerio da justica, de 31 de marcc proximo Un-
do, devendo ter em consideracao a circular do
mesmo ministerio, de I de eutabro ultimo, que lhe
foi transmitiiJa em 25 do mesmo mez.
Offlcio :
Ao juiz de direito da i* vara criminal.In-
cluso remetto a V. S. 0 processo inslaurado contra
0 soldado do corpo de policia Antonio Leite Caval
cante, alim de no dia 27 do corrente as -it boras
do dia neste pala^io fazer 0 relatorio do estylo pe-
rante a junta de justica que tem de julgar 0 dito
processo.
3.* secciw.
Acto:
0 presidente da provincia, attendendo a re
clamacao feita pela associacao commercial bene-
flcente contra 0 expediente admittido pelo consn
lado provincial de prohiblr os despachos de gene-
ros (ior baldea'.-ao ; considerando que tal prohibi-
;ao nao existe no reguiamento que rege aquella re
pariii;ao (omlsso neste ponto) ; considerando que
as disposicoes vigentes do reguiamento das alfao-
degas a isso senSo oppoe ; considerando mais que
devem ser conciliados os interesses da fazenda com
os do commercio ; considerando linalmente, que
a harmonia desser interesses, ?em prejudicar a ii -1
e immediata fiscalisacSo das rendas provinciaes,
as quaes nae podem solTrer deirimento com a con-
cessao reclamada pela mesma associacio, seganl)
informa 0 inspector da thesooraria provincial,
tanto mais quanlo sempre foiella admittila ciiun-
ca obstada, corao dec'aroa 0 administrador do con-
sulado no final do offlcio dirigido ao mencionado
inspector, resolve determioar que seja mantida c
observada a coneessao do despacho de generos por
baldeagao, nao obstante^a representacao feita pebs
conferentes do referido con.-ulado ; devendo 0 res
pectivo administrador providenciar no sentido de
serem devidamente curados os interesses Qscaes.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -Pa-
ra os iins convenientes, communico a V. S. que em
7 do corrente assumioo excrci io do cargo de pro
motor publico da comarca do Brejo 0 bacbarel
Augusto Co6lho de Moraes, removido da de Limoei
ro em 7 de fevereiro proximo findo.
Ao mesmo. Para os lias convenientes, com-
munico a V. S. que em 18 do corrente assumioo
exereicio de promotor publico da comarca de l reiros 0 bacharel Jose Bonifacio de Sa Pereira,
couf rme participou era offlcio da mesma data.
Ao mesmo.Para os Iins convenientes, com-
munico a V. S que em 7 do corrente eutrou no
gozo da liceaca que lhe foi concedida pel > Exm.
onselbeiro presidente da ivlacao 0 bacharel Joa-
do qua resolveu a assemblea Iegishti7a "vineial, 0 artigo de postaras, junto em original, da
recommendo a Vine qae maade pagar t eamara municipal da cidade da Escada, o qual foi
Ibermina Maria de Freitas Falcao o que
Govrrno da provincia.
EXPEDIENTE DO DIA 23 DE ABRIL DK 187i.
/." scccao.
Ado
0 presidente da provincia, attendendo ao qae
requerea Bernardino da Silva Campos, resolve
conccder-lhe licenqa para ir ao presidio de ter-
nando de Noronha no primeiro vapor qae para all
secoir. levando em sua compaohia os generos con-
st antes da relacao junta, assignada pelo secretano
da presidencia, os quaes nao poderao ?er desem-
barcados naquelle presidio, sem que por parte do
respeitivo commandante se proceda a exame anm
desevtrificar si ha aguardente oaoutraquat
querbebida espirituosa.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
-Tendo sido abonados somente tres mezes deven-
ciraentos a for?a de linha que segaio para Inga-
zeira, coaforme declarou o inspector da thesoura-
ria de fazeuda no offlcio junto por copia, autonso
V Exc. a mandar que sejam tirados opportana-
m'ente no pret geral do 2* bata'hao de infantana, on
em pret especial, os vencimentos da mesma forca ro-1
quun Cordeiro Coeiho Clntra, juiz de direito da
comarca de Garanhuns.
Ao mesmo.Transmitlo a V. S. para os fins
convenientes as iuclusas cntas documentadas
da receita e despeza do hospital militar, relativas
ao mez de mar;o ultimo, e bem assim o parecer
em dupllcata da junta de inspeccao, que na for-
ma das disposic5es em vigor exammou as ditas con-
las.
Ao mesmoAo engenheiro agrimenior Car-
los Camillo Carlini,contractado pelo ministerio da
agricultura, commercio e obras publicas para ser-
vir nesta provincia perante o engeaheiro Luiz Jose
da Silva, nesta provincia encarregado da medicao
das terras publicas e legitimacies, mande V. S.
pagar a importancia que the competir em vista do
attestado junto, por haver durante os mezes de no-
vembro do anno passado a fevereiro do corrente
medido 22,009 bracas correutes nos irabalhos pra-
ticados na aviventa^ao, medicao e demarcacao da
colonia de Piraenteiras, actaalmente colonia Isabel.
Ao mesmo.-Inteirado pelo stu offlcio de 16
do corrente, sob n. 255, serie G, de ter e3sa ins-
pectoria feito abonar ao Dr. Joao Vieira de Araajo.
presidente nomeado para a provincia das Alagoas,
a quantia correspondente as ajadas de custo para
a viagem do mesmo Dr., sua familia e pessoas de
sua comitiva, nosj termos do aviso de 22 de maio
de 1872, ficando o abooo de iguaes vaotagens re-
lativamente a viagem de volta psra quando liver
lugar, como e recommendado no citado aviso, te-
nho a d zer a V. S. que approvo o sea acto.
Ao mesmo.Em offlcio de 16 do corrente
communica V. S. qae, em camprimento da ordem
desta presidencia aaiorisando o adiantamento de &
mezes de vencimentos a forca do 2' batalhao de
infantaria, que seguio para lngazeira se effectuara
o adiantamento de 3 mezes somente, por isso que o
quarto mez seria o de julho, pertencente ao exer
cio de 1874 -1875, por conta do qua! ainda nao
esta essa thesourar a habilitada a effectaar despe-
za alguma. Em resposta cabe-me dizer-ihe que,
approvando o seu procedimento, acabo de autorisar
o brigadeiro commandante das armas a mandar
qae pelo 2 batalhao de infantaria sejam tirados
opportonamente em pret geral ou especial os ven-
cimentos da mesma forca, relatives ao citado mez,
conforme opinou essa inspectoria no radicalj offl-
cio.
Ao mesra).Tendo sido autorisado., em 17
de novembro do anno passado, o inspector do
arsenal de marinha a mandar collocar um mastro
para bandeira na fortaleza do Bram, recommendo
a V. S. que por conta do ministerio da guerra faca
indemnisar o da marinha da quantia de.-..
187*866, em qae importoa a despeza feita com a
compra e collocacio do referido mastro, como se
ve da inclasa conta em duplicata.
Ao mesmo.A' vista do qae allegoa o ge-
rente interiao da companhia pernambucaaa de na-
vegacao costeira a vapor e informou essa thesoa-
soaria em offlcio de hoje, sob n. 807, serie G, au-
toriso V. S. a mandar pagar integralmente ao
mesmo gcrcnte a subvencSo relativa aos mezes de
Janeiro a fevereiro deste anno, a qae tem direito
a referida companhia, em virlude da 10.' eondioio
do referido contracto.
a dever ao fallecido sen mar id > Carlos
de Mesquita Falcao, em virtu le do con-
elle celebrad') para apanhameuto dos
|da mesma assemblea, e bem assim o que
sa for vencendo ale a conclusao do alludido con-
tracto, visto ter amcncionadaSra. contiuuado^a sa-
lisfazero compromisso acceilo pelo *io seu ma-
rido. *>
Ao mesmo.Transmitlo a Vrnc. para sen
conhedmento e devi la execucao copia do acto de
hoje, pelo qual resolvi letermioar que seja manti-
da e opservada pelo consulado provincials con-
cessfto do despacho de generos por baldeagao.
Ao mesmo.Mande Vmc. pagar a compa-
nhia de Beberibe a quantia de IsidJO, em que,
segando as contas juntas, impo.-tou o fornecimen-
t > d"ana a secretaria desta presidencia e a repar-
ticSo Ss obras publicas durante otrime-ire de-
corride do f de Janeiro a 31 de mareo proximo
findo.
4.' secqao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o fiscal das lotenas da provincia, J >se
Pedro das Neves, resolve conceder-lhe >eis mezes
de licane i para trahr de sua saiide na Europa.
(tresideate da provincia, attendendt) ao
que requereu a professora de Allianca, Anna Cle-
mentilB de Sou/.a Barros, e tendo em vista a in-
forma&o do director geral da iustruccio publica,
de IV do eorrente, sob n. 123, reselve prorogar-
lhe por dous mezes sem vencimentos a licenca
que lhe foi concedida por portaria de 15 de Janei-
ro ultimo.
Officie:
Ao >r. inspector da saiide publica.Remet-
to o requflimento documentada em que o yhar-
maceulico Carlos Luiz de Magalhaes pede qae seja
considsrado caduco o contracto que fer em feverei-
ro deste anno com Braga 4 Silva para polerem
ser utilisados os seus servicos no hospital militar,
allegando qus neste sentido ja so dirigira a essa
inspeetoria, afim de que V. S. informe a este ros-
peito, juniando a sua informacao uma copia do
contracto acima alludido.
Portaria :
A' Dim. eamara municipal do Recife. -Sa-
lisfazendo o que solicitou a lllm. eamara munici-
pal do Recife era oflicio de 8 do orreute, sob n
26, remetto por copia o termo do c nlracio cele-
brado com Bellarmino do Be.go Barros, Jose da
Silva Loyo e Joso Jo-quim Anianes para o asseo-
tamento do carris de ferro dentro da cidade, des-
linados ao Iransporte de generos.
5." seccilo.
Offlcios:
Ao Exm. director geral da repartic5o da es-
listica-Itio da Janeiro. Passo as raaos ja V. Exc.
um exemplar imjressos da fallaque li a assemblea
legislativa desta provincia, por occasiao da aber
lura de sua sessao ordinaria do corrente anno, no
dia 1* de marco ulnmo.
Ao eogenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Cjtiformanlo me com o parecer do
Vine, datado de liontem, sob n. 113, com referen-
da ao requeriinento dos emprezanosdaLocomo-
tora Pernambocana, -* declaro-lhe que cedo aos
mestnos emprezarios as redras que sobrarem da
reposigao do caleamento levantado para assentar-
se os respectivos irillios, sob condicao de serem
as mesmas pedras empregadas no calgameuio das
ruas por onde tiverem do passar os ditos tnlhos
e que nao esliverem caleadu ; obrigando se elles,
nesta conformidada, por um termo qae sera lavra-
do nessa reparticao.
Ao mesmo."-Benielia Vmc. a secretaria desta
presidencia a planta da estrada da Escada, alim de
satisfazer se o que solicila a respective eamara
municipal em oflicio de 17 do corrente.
A' associacao commercial beneficente.
Achaodo ponder.isas a* razoes por Vv. Ss. apresen
ladas em offlcio do 26 de fevereiro ultimo, relati-
vamente a conveniencia de ser restabelecido o ex-
pediealo do despacho do as=ucar por baldeacao, e
tendo ouvido a respeito o inspector da thesouraria
provincial, resolvi por acio desta data mandar que
seja atieodidi a reclamac/io feita no mencionado
offlcio; o quo communco a Vv. Ss para os fins
convenientes.
Portaria: .
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor facam Iransportar a provin-
era da Bahia, por conta do ministerio da guerra,
no vapor Ceard, esperado do norte, o soldado do
2 batalhao de infantaria Francisco Pereira Mari-
nho.
EXPEDIENTS DO SKCRETAIUO
1.' seccdo.
0Dci03 :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
-S. Exc. o Sr. presideole da provincia, tendo pro
videnciado no sentido di serem reparadas as go-
teiras que app^receram na coberta do edilicio que
serve de hospital mili ar; assim o manda declarar
a V. Exc, em resposta ao seu oflicio de honti
datado, sob n. 315.
Ao mesmo.S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia, tendo por despacho desta data autorisado a
satisfacao do pedido fdto pelo commandante da
da companhia de cavallaria, de artigos de arma-
mentos, equi amento de instrumenlos bellicos, em
substituicao dos que foram ullimamente dados em
eonsumo ; assim o manda commnnicar a V. Exc.
em resposta ao seu offlcio de 27 de mar$o ultimo,
sob n. 249.
Ao mesmo.De ordem do S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. Exc. que n
ca providenciado no sentido de ser o soldado do
2 batalnao de infantaria Francisco Pereira Mari-
ano transportado a Bahia no vapor Ceard, confor-
me solicitou V. Exc. em offlcio desta data, sob n.
319.
2." seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia -0 Exm. Sr. presi
dente da provincia manda remetter a V. S. os in-
clusos btulos de nomeacao de autoridades poll-
ciaes para o districto de S. Bento, de conf)fmida-
de com a proposta de V. S. era offlcio n. 539, de
hontem datado.
Ao promotor publico da comarca de Barrel-
roj.0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebimento do offlcio de V. S., de 18 do
corrente, coramnnicando haver na mesma data as-
sumido o exereicio do cargo de promotor publico
dessa comarca.
Ao promotor publico da comarca do Brejo.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda accu-
sar e recebimento do offlcio de V. S., de 7 do cor-
rente, communicando haver na mesma data assu-
raido o exereicio do cargo de promotor publico des
sa comarca. ,
4.' seccao.
Offlcios : .
Ao 1' secretario da assemblea provincial.
N. 85. Be ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, endereco a V. S. o relatorio era que
a eamara muaicipal da cidade da Escada expos
as aecessidades mais nrgentes de sea municipio,
bem como o balanco demonstrativo da receita e
despeza durante o exereicio de 18741873 e or-
camento da despeza para o exereicio de 1874 75,
os quaes foram remettidos pela mesma eamara era
offlaio deste mez, afim de subirera a consideracao
da assemblea provincial.
Ao mesmo. N. 8C. Manda S. Exc o Sr.
presidente da provincia qae eu en vie V. a..
para este Qm remeltido pela m-sma eamara em
offlcio de 17 do correo e.
Ao mesmo.N 86.De ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, remetto a V. S. para os
de devidos fins 40 exemplares impresses da falls
com que o mesmo Exm. Sr. abrio a preaeote ses-
sao da assemblea provincial.
51 seccao.
Offlcio :
Ao eogenheiro fiscal da empress Locarno-
tora PernambucanaD ordem do Exm. Sr. pre*
sidonte da provincia, commuuico a V. S. que a pe-
lira.i dessa empreza, a qae se refere o eu offlcio
de 17 do corrente, foi deferida.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 19 DE SETEMBRO
DE 1874.
Dr. Praxedes iJoroes de Souza Pitaaga.Informe
o Sr. provedor da Santa Casa de Misencordia.
Sociedade Monte Pio dos llonoranos do Exerci-
to.Passe se provisao approvando os estatutos.
AdelinaPaulina de Deus.Eutregue-se, median-
te reclbo.
Bernardino Lopes dos Anjos.Sim, a 22 do cor
rente ;i juna bora.
Felippe Menna CalUdo da Foocjca.Deferido
com offlcio desta data, dirigido ao thesoaro pro-
vincial.
Joaquim Elias de Carvalho Moura Informe o
Sr. eogenheiro encarregado das obras miliiares.
Joaquim Felix Bezerra Cavalcante.Deferido
com offlcii' desta data, ao Sr. commandante do
corpo de policia.
Tenenie coronel Jo-e Soares de Mello Avellins.
-0 supplieanle junto certificado da reparticao das
obra* publicas.
Maria Rosaliaa de Souza Guimarae3. -Deferido
com oo fflcio dirigido nesta data; ao Sr. director do
arsenal de guerra.
Maria Manoella Cavalcante.-Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Padre Simao do Azevedo Campos. De se, nio
havendo inconveniente.
Ilc|inrtiAo da policia
1.* seccaoSecretaria de policia de Pernamb a co
21 de setembro de 1874.
N. iiol.Illm. e Exm. Sr.Panicipo a V. Exc.
que das corr.municacoes recebidas hoje nesta re-
particao consla que se deram as seguintes occur
rencias :
Foram recolliiios a casa de detencao no dia 19
do corrente :
A' ordem do sabdclegado do Santo Antonio, Hal
bino c Itidro, escravos de Antonio Francisco Pe-
reira de Lyra, a requeriinento deste.
No dia 20 nao foi recolbido aquella casa indi-
viduo algum.
No dia 19 do corrente, ni travessa do Costa, do
districto de Santo Araaro das Salinas, foi ferido
gravemeote com um golpe de sabre o preto Jose
Autouio da Costa por Jose Sarmenlo, escravo de
D. Isabel, viuva de Francisco Augusto da Costa
Guiraaraes, conseguin lo evadir-se o criminoso,
contra queiu procode o subdelegalo nos termos
da lei.
No mesmo dia penetraram alguns ladroes era
casa de Moyses de tal, morador no lugar denomi-
nado Milagres, da cidade de Olioda, d'ondecondu-
nrarh varios objectos.
A' requisicao do ropeclivo Dr. juiz de direito
foram presos os auiores de lal crime Joao Montei-
ro e Pedro Pierre de Moraes, coBtra os quaes se
esta procedenio na forma da lei.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo
INTERIOR.
< A liberal constituicao que nos rege, Banner,
to.do promette e garanle e tudo conteia sabia-
raente mais ainda em germen, somente.
Cumpre desenvolver o embryao lecando, pro-
pagar a semente alada, e tornar realidadc palpa-
vel a promessa constitueional.
Nenhum bomem, porem, nenhuma geradu>
mesmo realisara, por si so-, esse grande ideal.
Mas a vida das nacoes nao e a vida epoeuiera
do individuo : eila se nao inede por dias neat
por aanos, nem mesmo ainda por alguns seculos.
a A ebimiea da naiareza continua ineessante
sua evolucao successiva, sua traasformacao cons-'
tante e reproduccao nataral e progreasiva.
Qaem pode medir b-oje o alcaoce do desiiao
do grande Imperio no mais remoto porvir ? !
a Nao ha termo para sea immense borisonte ;
nio ha limite conhecido para o estupeado progres-
so desle paraizo terresire, primer da creacio,
inaravilba dos tres reinos da natureza physica.
Fe viva, pois, Senhor, fe ardentissima no
grande ideal da patria, na sua vitalidade e pro-
gresso, no seu glorioso porvir !
c A civilisacao europea, herdeira da grego-ro-
raana, nao morrra, Senhor. Seus naturaes e le-
gilimos successores, os dous colossos americanos,
vinculados fraternalmente, perpelaaram a grande
obra das familia* latina e saxoaia.
i Para isso ja aferem elles seus titulos, e fazem
valcr seus foros, no houroso prelio das conquis-
las da paz, quar no muado industrial, quer mes-
mo no scientiGco.
Se a maravilbosa legenda do seculo, no mnn-
do da industri?, e a cousummacao do impassi-
ve!, quar na viagao aperfeigoada, quer na eleciri-
ca transmissio do pensamento, qae elimina as dis-
tancias ; no mando moral, social e politico, e a
propagaQao da luz do espiriio,* a tinnezt da fe da
couscieacia, a edacacao do coracio, a expansao.
em summa, da liberdade, nos variados ramot da
actividade humana.
a Luz, mais luz, sempre luz, Senhor, seja a
nossa gloriosa divisa, o nosso saiutar e fecundo
symbolo I
< Sciencia e trabalho nao e somente condicao
de riqueza e bem estar, Senhor ; e tambera, e
sobreiudo, de poder, e moralidade I
a Sciencia, trabalho, riqueza e poder so me-
dram, porem, e so se desenvolvem a trauquilla,
s. nibra da paz e a luz da liberdade, mas sou a
garantia solida da ordem.
Sera este o grande stllo que remate a obra
gloriosa da independencia da patria.
a i'al e o votj, Senhor, e a aspiiacao nacional.
Felizmenle para a nacao brasileira o chefe do
Estado e altamente digno della. Elle bellamenie
coniprehende sua sublime missao. Tem ffl viva
robusta ao maravilhoso destino da patria. Com
ella so idenlifica, e, palriota excelso, porfi i, infa
tigavel, na lenta, pacifica, proficua e gloriusa obra
da regenera^ao da patria, verdadeira e suprema
cmm -ipacao nacional.
t Nos termos e liraites de stias attributes
I'onsliiucionaes, o mouarcba brisileiro e modelo
vivo de nobre croulacao, e de estimulo facuado
nos trabalhos e conquislas da paz.
E' profuniamente corapenetrado, Senhor, das
i Jims e dos sentiment03 expressados que o senado
brasileiro, legilimo ialerpreie da consciencia, e da
opiniao nacional, nos envia reverenleraente a
saudar a V. M. Imperial, e a manifeslar lhe as
congratulates jubilosas, que desperla sempre a
recilrdacao do glorioso dia da independencia da
patria, cala vez mais aaspicioso de bnibante
porvir.
Digue se, pois, V. M. Imperial de acolher be-
nevolo a cordial inanifestacao d-<3 patrioticos sen-
limentos, e das lisongeiras esperan^as do senado
brasileiro.
Ao inipectoF (Ja thesoacaxia pro-viasial. -Iparaer entregue a apreeiaQio da asseraoiea pro-
IIIO DkE JANEIRO
Na sessao do senado, de 10 do corrente, o Sr.
Fernandes da Cunha, como orador da depatacao
eniarregada de felicitar S. M. o Imperador no dia
7 do corrente, communica que cumprira sua nis
sao, pronunciando o scguinte discurso :
Senhor.E' hojeo grande dia da independen-
cia da patria !
a Este eloquente verbodiz tudo para o co-
racao brasileiro I
t AlvoroQada de jubilo, enlevada-no fervoroso
enthusiasmo do patnmonio, alvorogou hoje a na-
cao, irajand) galas, para rememorar e festejar a
gloriosa data.
a Foi em an dia como este, senhor (c ja la vai
mais de meio seculo), quo o inclyto pai de Vossa
Magestade Imperial, magnanimo fundador do Im-
perio (de saudosa e gloriosa memoria), auxiliando
o nobre esforco e o sublime commsttimeato da
aspirac,ao nacional, soltou, nas margens do Ypi-
ranga, o immorlal brado da independencia do lira-
sil, e poz-se a frente da generosa nacao, compar-
ulhando o sea fuluro desliao, e juslilicandj assim
o sea titulo ao Imperio.
Era um facto providencial, Seanor, a cmaa-
cipagao brasileira I
a udiosoe execranlo, verdadeira maldicao de
Deus, e o eaptiveiro do individuo, essa maldicao
da pessoa bumana, violacao da consciencia, avil-
tamealo da dignidade, perversao do caracter, de-
rogagao, emfim, da lei divina I
a Mas o eaptiveiro das uacSes :' !... Cumulo
de horror e de impiedade, verdadeira insania da
razao, ou da corrupcao da vontade despotiea.
t 0 grande Brasil nao podia mais ser colonia
do pequeno Portugal I
0 moviraenlo providencial, e portanto irre
sistivel, do seculo XIX, impellia forcosamenle o
Brasil a sua emancipa^ao.
c Era a consequeacia logiea e necessaria das
gloriosas revolucoes fraaceza e americana, as qaaes
rasgaram a face do mundo, e esculpiram a luz do
sol, que illumina a bumanidade, a carta dos di
reitos das nacSes.
0 falso e caluco aatigo regimen, (reinado
so do bel prazer e do .capricuo despotico), carco-
mido o eivado de visceral gangrena, esphacela-
va-se por loda a parte, e se desfazia em po, ao
sopro tao somente do espirito da liberdade e a
luz. vivilicanle do direito das nacdes.
a Certo, nao ha, nem pole haver, Senhor, in
teresse nem direito adquerido, contra o direito e
a liberdade dos povos.
a Seria um contrasenso, on flagrante aberragao
da vontade Divim.
0 Brasil foi, pOrtanto livre, porque quiz, e
quando o quiz, apenas soou a bora aprazada no
insondavel piano da Divina Providencia.
c Sim, Senbor, porque ninguem salva. araa na-
cao, se por ventura ella nao quer, ou nao cura
por si mesma de salvar-se.
a Como o iadividao, (afora a graca de Deus), as
nacSes so se salvam, Senhor, pelo supremo es
forgo do patriotismo, pela abaegacao do sacriQcio,
pela energia da vontade e do trabalho pessoal,
pela sciencia e liberdade, emfim.
c Coaquistar a independencia, e-tabelecer a
autonoraia, fir mar a nacionalidade, na circums-
cripgao do terntorio, da ideotidade da religiio, da
lingua, da bistoria e dos costumes, se ja e muito,
ainda nao e tado, Senhor.
i E' apenas plantar o primeiro marco na vida
do porvir. Rasta de3envolver os grandes elemen-
t03 nacioaaes, [e 'realisar o ideal da na^io, aa
ovclucao progressiva de sua perfectibilidade.
(agencia telegraphica havas recter.)
im%%\'%4%M ^^*^^"sV^S^ is%
I.omiri-H tl de selenabro.-O impe-
rador d*Austria recebeu hoje. es
!'-siii, ao novo embaixadiir hespa-
niiol.
(AGENCIA AMERICANA.)
Havre 19 de gelembro.-t'afe : vea-
dcram-ae Hoje S.600 saceos : os
preros nao sotTreram alteraeao t
clieiiaraiu S.OOO saccos t oconsnnao
a semana que hoje flnda foi de
IK.ooo saccos i a existeneia e de
taO.OOO contra 55,000 no mesano
periodo do anno anterior. Algo-
dao : uiercadfl flrme ; venderam-se
OOO faniiiH, sendo lOO de proceden-
cia brasileira i os precos sao os
mesinos da ultima cotarao- Sebo t
mcrcado ealmo t o de boi a 5* fr. e
.'< c., e o de carnelro a 51 fr. e *5
c. a 51 e 15. Couros mercado cal-
ino e sem alteracao.
f'ERMMBUCO.
REVISTA DIARIA.
impostos de consumo.-Sib a rubrics
Parte Official pnbheamos hoje o offlcio em qae S.
Exc. o Sr. commendador presidente desta provin-
cia expde ao Exm. Sr. ministro da fazenda as ra-
iijes que levaram-o a sanccionar a lei do orcamen-
to provincial do corrente exereicio, na qual se
acham iucluidos os impostos sobre q bacalhao,
xarque e outros generos de importac,ao.
A Nacao, orgio do partido conservador na cur-
ie fez preceJer a publicacao do offlcio com as se-
guintes eloquentes palavras :
Reclamamos a atten^ao dos nossos leilores
para o importante documento que sob outra rubri
ca vai publieado, e versa sobre a quesiao, tao acti-
vamente explorada, dos impostos recem-creados
em Pernambaco.
a E' um offlcio do presidente daqaella provincia
ao Sr. ministro da fazenda em resposta a um.
aviso expedido em 31 de julho em caracter reser-
vado.
Pomos de parte a questao da constitucionalida-
de desses impostos, na qual o illustre administra-
dor, dislinguiado a importacao do consumo, spoia-
se na consulta do conselho de estado de 12 de abril
de 1856 e na opiniao de am escriptor liberal de
boa nota para sustentar que as assemblers provin-
ciaes nao exorbitam de suas atlribuicoes tnbuian-
do das mercadorias importadas as que se deslinam
ao consumo.
a 0 bonrado administrador poderia ainda ia-
vocar, em abono da opiniao que defeode, uma ao-
loridade de tal peso como a do Sr. visconde de
Abasia, ate porque S. Exc. anda em odor de san-
tidade para uma certa escola desde que declarou-
se em opposicao ao gabinete 7 de marco. Quando
a seccao de fazenda do conselho de eslado Uve
de consultar sobre a lei provincial de Minas n. 733
de 23 de maio de 1855 que creara, com o nome de
taxas itineraria?, o imposto de o^OOO nor cada ani-
mal qae entrasse na provincb carregadp de gene-
> a-
*v. '





t a rl il
11: IMA\ Pffifo**6 Perpambuco '*- Tcrca feira 22 de Setembro de 1874

tOS, 0 iH*sl!retTftOTidB apat^iHe-fle vote* 1ST) res- rmefP.oi mareadm na tnhell.i ae Iff de mam de I
i*rtaw Como Uaborahy e AbnuJtt jNf*W^paJiM* *4MMfrKH4* Vfr I
la: qae UHH<^Meraria$ poiks-em ser consider*
dss como '{HNStfVle 'mPrIav*' Ja se con Wei a, raa
enireUnto.'aMMHtao da assembler geral o.*347J
de 24 de aiMfft4B35 quo revogara,- por- incens
uiuciunal, afciatea ra,esm\ provincja n. 273 de
15 ds abril de 1544 que estabelecera igual impos-
ode entrada.
Do be:n c!s.boriB efficio de honra.l) admi
oislrador de Pernaqteco eotam preciosas infor-
macoes, que vein earro bo rar ty*3to scare esta as-
sumptetemos dite."1 ?
Como dahi m tt.se abuts) lem havido da par-
te da assembler de Pemanabueo, tern-no ella mm
tnettiio iuinterrepUroente detda enl.ij, scMO In
bu'.ada cm imoosigoes rroviaciaes Imperttgao
*iftos, rape, e oo*fes geoeros de eonsomo.
i Imp. j"i"s die til oatnreza, tao iaoewstitneio-
tiaes com* o ultimo creado, sancoionaram nos
os Srs. Saraiva, Nutss Gougalves, Paranagua, Sil-
\erra Loho, Villa-Bella e outros que,somence ago-
ra, scntirain sa perturbados em sna oTtliodoxia
cc-nsjitucuraal.
Oultuno artfjo ipie a esta it>estao destinamos
diixa ver muito darn a nossa epiniao, para qua
oos seja de raster insistir bs observances que o
a^BUipto sufV'ere.
Nao saouiedidas isoladas asquecm Ho gi>v
inaieria podm couvir, e etas serKun alias ioeOica-
ie* para cooler as assenhleas provihsiaes nos
estreitos lieaitos de suas eVribuicGcs subrc a impo-
aigio.
A diwsao e nil liBaania d reada* ihb na
cessidade de tuIn puitfo Ufjeijty. .No eatado da
actual legists^ JebxMe^et-niarta fmpedij nor,
eeuvultas, avKbs-'e ivstflufBtjil s incessantes ron-
tliclos a que assist**?;., dfjde a promulgagao du
ado ltdJkmiii.il.
Canipre f^zer cem;t!ett a obra da indepen-
deacia liuanceira d*s p'rovweu'j e ella nio sera
posri.vel ens jnatitu se mantiver a. actual partilba
daf rendas.
Mnikreuiu Tr-:i umil e#ao d mii e.n-tviitiV o Sr. Mariani relatou as
fundaiiit-nlus da
Revista eKnie n. 2 l" correute Joao Bap:iia do -Nascimento; recirrida,
D. Maria Eraestiaa de Canto e Atevedo. Feita a
*fpo3i$ao, paisoc os autos ao Sr. Simoes da
Silra.
Na sessaa -de 12 foram Ju gadas as
RevLsta civel b. ,637 (Vlaranhao) -Recorrente
a cotnpanhia de illumina^ao la cidade do Mara
uha>. Reeijrrida, U. Maria Tbenza William. Ne-
gou-so r-Ti-ta.
llevisla crr.ne n. 2,171 (Maranhao.)-Recorren-
te, bidoro iofi lieifort. RecorrMa, a justi<;a. Ne-
gotl te revuia.
tr"i** eorie dizein flue se-acliatn notneados presideutes:
d. Ilio Grange do sul, desembargador Joao Anto-
nio de Freilas Heanques ; do Rio de Janeiro, con
seMieiro hotu Lima ; e da Bahia, Senador Frede
rxo de AliiK-nla e Albuquerque.
icn Hianivorsitria -A junta adminis
traitva do Duspital purtuguez so!emniS' tem o aujiiversario da inMallacao des>a pia insti-
tuvjao, com miisa solemne peia tnanha, e exposi-
?a. d i eftaftefeciaepta ate seis h ras da tarde.
Huuve grauJe c meurreneia, rcinando corupleta
traiiqiiilitdade.
0 hospital achava-se decentemente ornado.
docnte^-vcsiidos corn arcio.
Have
acoes.
e/a i)tn jngenheiro era c,hefe.,d* es^fo,
6 goternb Bnrt ts seus tenrtraeatos/
Aletdo ^ue^qui'fica.ctiauladi., perceberife-M
meimoieDg/nhairos.uma gwlillcvicaa adlidoaal,
marcada pelo govcrno, por 100 kilomelros de es-
trada irafada e 50 de rio explorado.
** gratiflea^ ., qQ sera
'.raMhos decada i^riao, ^6 tarao direiloos enwJfoiha'
m, ajadantesou uxiliares,erapregiJos eir*e
siduos da r.ilha ilrs riandrcM.-BtU
itidu-iria (mlra pra mcaer no rol d que nof
*ideri}u-vrier) tem por principal fiMuhI#ir
C.X^'ueL^di: ^tasewitz, perto de bresJaT
. .W-'Ji?'8^ *1 *J"aIr' principaes systttnat *> M*n
4J*lMaaao las apares em agua acldulada^om
mistura pos acidos chlorhydrico (muriatlco) e azo-
tico (agua).rtf), ate completa dissolucto 4e esta-
p"?.*;.", "_^ i'fjp-'iaerevtuaoferro, QMstKuiado oncleoda
Li IS UUtfJ/ i 0//A
Karmnwre, ou eraoatras quaesquer du recouhi
cido credito, os instrameatatgeoieslto! e topogra-
pmcos de que carecerem, Emm intramcnlos se-
rao forneci os pelo governo imperial e examinados
por pronsstonaes da Mia cmiaaca.
as MdernetSd^m?^?.,!*6!*^^. "^,10 kilos
as (.auerneias ae carnpo, serao ri niannt.it it. n.-i* com^.,.. n-,v auvt j/^,..
eos
10.000/flOO
10 76030(H)
1:0004000
deste jornal
rerimentogravc.-Ein 19 do corrente.
o preto-J e Autouto da Costa foi gravemeotc fe-
rido com umtg iipe de sabe, por Jose Sannenta,
sfravo.de D. babel, v:uva de FraocisD) Angusto
da l>j>ta Uuimaraes. 0 J^lict<> foi commettido tin
travessa doosta, do di-tricto rie Santo Amaro das
-Saliuas, evadiud -se o cnniinoso : a policia prose
gue nos terruos da lei.
ttouba. -Rm casa de Movs5s de tal, morador
no lu/ar deiwmmado Milagre's, da cidade de Olin-
da, penetrar.im os ladroes em 19 do corrente, e
dallilsvarain varios objectos. Cunoautores de
tal crime foram praso^, a requisi^ao do respectivo
Or. juia de direito, Jo4o MoBtciro e Pedro Pierre
tie Voraes.
aalieiro.O vapor/'./rd levoa de njssa
prai^i para :
faralijba
ara
Kaianliao
A Ciffana-Sahio a luz o n. 2
eriueo, illuarado.
Ania publica.-Desde 21 do corrente acha-
6e funccioumdo, nos Coelhos easa n. 21, a aula de
insiruecao primaria, do sexo rnasculino, ultima-
raeBte ahi creada, a qual e regida pela Sra. 1).
tosina Elvira de Araujo.
fiynanasio proiineiul. Cora o prazo
de oito dias, a contar d) hoje, devera os pai, tu-
tores e corespondentes dos aturanos desse insti-
t'.tutj, pagar as mensalilaJm correspondanles ao
quarto tfiraeslre do corrente anno (outubro a de-
zembn).
A Ho.a Principe Alberto. E' como
se uirinJa an,a walsa para piano, composicao am-
steal do Sr. Candtdo Filbo, cujo merit; arii>tieo
esta reconhecido. Aeha-so irpressa o a veo 'a
por I o00 eada exemplar, na loja de muiicas e
seas instruments do Emilio Roberto, a rua do
liarao da Victoria n. 17.
Bitaar das Fnmilias.-Tal e o titiriodo
estabeiecimeoto de fazeadas linas, stto a Tua Du-
que de Caxias a. 60 A, esquiaa da estr. Ha do Ro-
-ano, o qual achase a:tualmetite sortido, como
uieihir se verado anauncio que faz pubnear na
seccio con-.pctenle.
Carta liineraria do inaperio.-Por
pidtana do minisierio da agrictiltura, loram ap-
provadas as seguinles iDstraecoes para a execu-
5o do servn;o do luvantamenlo ia carta itiuerana
do wiperio.
I; A carta ittneraria do imperio comprebenders
os segointes trabalhos:
\J As vias de commuaijacao, de rjualquer
natureza, existences no paiz.
2.* A indioa^ao topograpbica e descrip^ao dos
lugares que se prestarem ao Cracado e construcjao
Ue novas vias-de coinmuoicat-ao ou melhoramento
daa actuaes.
II. Esses eraaalhos serao oxecu tados de maneira
qae |ssam ser aproveilados para a futura carta
cadastral do paiz.
III. Para o levantameato da atria ittneraria, di-
vidir.se.ha o territerio do imperio en regides.
O govcrno designara a regtao por on4e deve
rao come^aros trebalbos, e as rwie se Ihe segui-
rem.
IV. iNoestododecada
der-se-Da:
1." A' deirmina$ao de triaigolos geodeiice*
prnwana8-e secundarws, sendo os vertices .daqnel.
les d Urwinados por balieas, fixas e dnradouras,
<]ue sirvam a todo o tempo de ponies cardeaes,
donde se posea principiar qua^uer levaatameuto
topograpnico e bem assun os nivelamentos.
Ess.s ttiacgulos serao rigorosamente deterrai
nadospara one constituaaa a rede geodesica, quan-
do se ligareot a3 regioes ecploradas.
% 2. Ao iovaotamenlo dos triangulos secunda-
nos, onde for isto neeessario, quer parz facilitar
os traoalhos topographicos, quer para deix -r mar-
cados pontoi cardeaes em tetreno nao habitado e
onde nao haja balisas perraanenles.
V. Dentro dessa rede, proeeder-se-ha ao Sevan-
tamento topographico das eeiradas e carainhos com
os respective nivelameuCos.
uma das regiees, proce-
rehiettidos a sec.re-
Uria dcesudo.dus negndas da.agriciiltura, com.
mercio e obras publicas, e ahi examieados e ve-
rificados por uma comraissao nomeada pelo go
verno.
A easa coaamissaq catari providenciar sabre
tudo que for aeceasario a regular execucSo do
serweo relative a carta itioerarla.
XIV. O govcrnoncarregara a uma das turmas
de.exploracii de renoir especialmonte o* eicinea-
tos da futura carla cadastral do imperio ; davendo
os respectrvos trabalhos come^ar pelolevantamen-
10 da pianu dos teirenos culiivados a margem
das e-'t-adis deferro, derodagem e dos rios na-
vegaveis.
Podera lambera fornecer a^s proprietarios, pelo
menor prego que fur pcasivel, plaotas autUt-nti-
cas de sun terras
Seeretariade estado dos negocios da agricultn-
ra, coaunercio e obras publicas, era 11 de setera-
bro de 1874 Nancel Buaiquede Mucedo.
l^saJ-RecebemoiS d Rio ae Janeiro o n. 5
dessa revista scientincclitteraria, que se pohlica
na cidade de Campos, contendo arMgos, sobre :
AgroBomtao grupo das corpos cellulosos ; Medi-
cioa-o jafeoraady ; Litleratuta-terceira epistola
dirigida aos alumnos da escda do Recc -, estudos
da lingua roaterna, a perola no lodo, o homem e a
vida; Poesia ; Noticias e va iedades. Assigna-se a
12* por anno e-6/ por triinestre para as pro-
vincias.
Camara dos aepataaos.-Tambem rc-
cebemos da corfe urn lolheto contendo o discurso
pronunciado, pelo Bxm. Sr. consclheiro Theodoro
Machado Freire Pereiia da oilva, na camara dos
deputadw por oecasiao da discussao da reforma
eleiCoral, e que ja foi publicado em nossa 8" pagi-
. Agradecemos a ufTeria.
Joefcey-Clab.Eftectuaram se no Rio de
Janeiro, no du 13 do corrente, corriJas a ca-
val.lo.
Ao tm.io dia, achando se as archibancadas do
Prado Flumtnense litteralmente cheias e ao re-
dor das raias avultalo numero de curiosos,
derain coraego ao diverlimenlj, cujo resultado
foi o seguinte ;
/' corrida (repctida) 1,036 me'.ros (cada vez).
Premio iOOi. Entrada 40$. Bul'.ifogo e AH-lli
foram os cavnllos inseripios, tahindo vuncedor (era
ambas as vezes) Botafogi, cavallb tordilbo, do Rio
da Praia, de 7 annas, propriedade do Sr. Autonio
J. Bizarro.
2' corrida.1,58i melros. Premio de aniroacao
5005 ao primeiro e 100* ao segund*. Entrada
o'.i* Hnylea, Gaifxta e Vund'i foram os cavallos
inscrip!is, chegando em seguodo lugar Haydea
e sahindo vencedor Vania, egua baia, do Rw
do Carvallio
3' corrida 1,584 melros. Premio 709J. Eo-
irada 701. Ze/ihyro deveria di.-putar com a egua
MUs Jane Lea/, porem, ojorreuJo, apresenlou-
se somcute esia como inscripta, nao |irecisaudo
cone. Miss Jane Leaf a alaza, de loglaiera, 3ei
3 anuns e propriedade da Sra. D. Rita Soares de
Carvalho Menezes.
4- iorrida.t,(m metro?. Premio 400$. Eu-
tiada.40*. Zuleika e Gurca foram os cavallos
inscriptos, sahindo venceiur Garca, egua russa,
do Rio de Janeiro, de 6 annos e propriedade do
conde de Herzberg.
Seguio-^e um intervalle de meia hora. Nelle
correram l,'o6 metrosem desafio :
1 Boa Jloite e Caipira, sahindo vencedor Cnpi-
ra, pcqnira castanho, propriedade do Sr. Agosti-
nho Pinto de Sa.
2 Black e Cupitilista, sahindo venceder Black.
cavallo preto do Cabo, propriedade do Sr. Augusio
Jos6 da Conceicio.
A 5" corrida foi a segunda prova da primeira.
6 corrida (so por amaioro). -1,036 metrns.
Premio urr.a joia. tn&ia, Bezouro, Moiista, Del-
poitso e Eolo foram os cavallos inscriptos, sabin
do vencedor India, cavallo ru$SO cardao, de 6
annos, montado pelo 1 teuente Francisco Rodri-
gues de Lima.
7" corrida.1,056 melros. PYeiruo 500*. Eu-
trada 50*. Monarchu e Niger foram os cavallos
inscriptos, sahiudo vencedor M natcho. cavallo
zaeno, de Inglaterra, de C annos, propriedade do
uma sociedade de amadores.
8'corrida. 1.584 metros. Premio 300*. En-
trada 30*. Golfinho, Pirata, Duqnee Tempeslade
firara os cavallos inscriptos, sahindo vencedor
Gulftnho, cavallo .torditbo, do Rj0 da Prata, do 6
annos, propriedade do Dr. Eugenio Augusta de
Carvalho Menezes.
9'corrida.2,112 metros. Premio 400*. En-
trada 40*. SnltBo, Gmaramj e Solitario foram os
cavallos inscriptos, sahindo vencedor o Solilario,
cavallo preto, do Rio da Praia, de 12 annos, pro-
priedade de uma sociedade aoonyma.
Mato-ae que, nesta corrida, o cavallo Guarany,
nao tendo sahido em tempo, o jocbey que o mou-
tava nao qniz queelie c<.niinuase a porfiar com os
outros dous (Sultilo e Solilario).
AualKoii.Este joroal de modas, que se pu-
blica em Paris quinzinalmente.e de superioridade
incontestavel, porque, guardadas as proporcises de
preco, nehuraa ouCra eila, nenhuma, ainda mesmo as hebdoraadarias,
chegam a prefazer no fim do anno o total de
2,000 gravuras de modas em fa rao, 24 laminas
representando cerca de 100 costumes, cuiladosa-
raente coloridos, mais de 4GO mi Ides de tamanho
natural e um sent numero do explicates para
cada um fazer por si so tudo quanta diz respeito
ao vestuario de senhoras e criancas, como tarn-
bem tod esses arligos de fantazia e goste que
etileitara e dio graca a uma casa de ramilia.
Alera disso, raerece consideracao a vantagera que
resulta dos dous text s franoez e portuguez, que
comparados, pedem constituir util e prove teso
meio de aperfeir;oamento no idioma ana hojo nio
se permitte ser desconhecido por qualquer pessoa
de educacao.
Assigoa se no Rio de Janeiro, Uvraria dos Srs.
lyombaerts & Filbo, rua dos Ourivn n. 7, a 14*
por anno, e era todas as livrarias desta
dade.
. chlorau qua
lisa.
ij.*Ucilis*cio do ferre raeidae.
A importancia dasU industria torna-M bem pa-
tente .i vista dos dados seguintes :
Naat pMduzw e lW59g68.O00 kilot U im\-
ento Ja enfermaria no di
por semana ; Paris WO a TiffOOO por anno. 0
eilanhw corraspondeate a esles diitrictos ate ha
ponco abandonaios, sugsosto na razJo d'e cinco
por cento d. paaa dl nutria orima attingiria na
nuellas locahdades o peso de 18,400 de 12,000 e
de 30 a 36,OU0 kilos, aanoalmeate perdidos.
Sera exageracao diter-se que e em Lisboa,
I^Od kilos deestanSi.), pelo menos, ficam asiim
de^aproveitados durante cada anno?
Nao o creio.
v<-ido suiphnrieo. Desenvolve se ex-
traordlnanamente a indnstna do acido snlphnrioo,
gracas.ao cons.urao cada vex maior dos adubos
pho.*pt>4tados. Soguudo Mr. Lamy, membro do
cpnseifco na ultima exposicSo.de Vienna, a Eare-
pa.prod.iu hoje 820,000 toaeladaj desle coroo, dis<-
.IrrtiuMaa como segue:
Inglaierra. 300,000
Frapa. ISCMiOO
Allemanha. 85,000
Austria e Hungria. 40J300
Beigica. 3Gv0q0
Ouiros paizes. 13,000
m baixa : 0003*
do Monte Murillo Sentuoftniciiita.
esc.ravo de Btllarmiuo(J^|JJ^ Arouch'a,
ospltal Portiixuei e ttenelfcea
cla. Moviraento das enferraarias do dia 13 a
19 do corrento :
rVararaam iratamoajla 22, enlraram dura
na 13, sahirara carados 3, e fallacen I.
era d aemana o 3r. morj>mo Franciszo Fer-
relra Maia."
Hospital Pedro I1.-0 aaovimento desta
esMttleciBMato, oe u aoiaJOde setembro foio
seguince :
Existi:*Bj83, entraram 4J, aabiram, 34, falto-
ceram 7, eaustera 387, jondo :
Homeoi.113 e mulharag 149.
^* Advtrtettti9 ^v^, I
Foram visitadas as enfermarias nestes dias:
As1< *,** 7- 6 H2, 6 i\i, ft 111. pe.o Dr. Ra-
mos ; is 12 l||, ll'l,} 12 |,2, 12 1,2. pelo Dr.
Sarmento ; as lo 1,2, ,3, 9,1, % 9 12, 8, pelo
Dr. Malaquias f
Murillo Viatma
tmppestou jt^igraphe daiie arciga. ^^W' , u nrg.ta iihtrslxomecou a angrejiro.actual pre
sirtcnte autes mejmo de assumjr a administracao
da provmcia, e serapre, e cada vez mais'Ihe tnoitra
ma vontade, Ite faz injuria, o insblta,- tetldo ate
uma vez appellado para o assassinato 1
,, Semp-e assun I Um so acto da administracao
nao passou incolunae : a censara apaixonada, acre,
virulenta, a ridiculo.a satyra^o sophisma, a nlentira
sm rebuco, tndo vem a proposito das madidas as
mais uteis, das.providencias mais acerladas I
__ As ideas grandiosas e que o espirito publica tem
lao esponlaoiamenteabracado, o Extn. presidente
as poe por obra no meio da grita descompassada e
desesperada dos proowcianos A cariJads e a ins-
trucr^ao, terreqo nealro nag lutas partidarias, teem
sido com mao enminosa e aacr.lega atacadas pela
opposicao liberal.
A caridade e a instruccao em prol das quaes to-
doa deviaoe envia"ar esforjos, trabalhar com alin-
co, pugoar te o sacrillcio, a caridade e a instruccao
que os verdadeiros liberaes mais que ninguem de
ejPdJMlJfcs c grando pen'cia
n^tad|M'dft,f|iV(.|viu"o na ope-
racao e IrararftSnta W^laadatdfOr.jue ha pouco
passeu ua rnti?ro 1irM"n%"c on o melhor
resuRado, A ktu; t#l,Ilf fof retiluida, gracas
a hJjihdad do Sr, Or, Cnacr-a. -Ouando assim se
cumpre os deveres de uma prolissao, como e a
medicina, pode-se Gear tranquillo de que se exer-
ce um verdadeiro sacerjprio, a se tem direito aoa
louvores dos beneQciadaa agradecidos.
Cidade de (Hinda, iO-de setembro de 1874
Fr. A Iberto de 3. Augusta C. de Vasconcellot.
, ifi, to, 8 if., pelo- Wr vent preaar, arVovraeia trata-as como mesqninhas
questde* partidarias.
Para i^so, desce a arena
820,000
A cqacentra.cao do acido continiia a executar-se
em. vasos de platina ou de vidro, apezar dos no.vos
>y teipa ale hoje propostos. Mr. Hempiine, por
exemplo, nsa de apparelhos concenyadores de
chutubo aquecidos a :QJ, sujeitos inieriormente a
pretiao de 3 a 4 centimetros de rasreurio. 0 aci-
do d 66' Baume ferveaeslas condicSes, enlre 190
de 1JK c JOs inajnvenientes praticos d;ste proces-
so sap, Codavia, ainda bastante grandes. para per-
miitirem a sua rapida geueralisacao.
U m dos maiores aUmbiiues de platina ale ago-
ra fabricados, capat de coocentrar 10,000 kilos da
acilo em 24 boras, .exposta por M. M. Johnson e
Mai hey. de Londres, foi vendido a Mr. Seybel, pa-
ra o sea estabeJecimento de Lesing, perto de Vien-
na, por 18:000*000, pr ximaroente.
Pa pel. 0 papal, esse deposilario modesto de
tod s os coniwciraenios. ao mesmo tempo que e o
liel e constante emissaiii do corajao bnraano, ap-
plicado a lao variados mistercs, que lbe saonovos
lilulos de n breza, dver, melhor do que qualquer
Gulro produclo manufacturado, dar a medida do
progresso intellectual e material dos povos, vincu-
lado, cumo esla, ao seu proprio desenvolvimento.
Na Europa e na America existent, segundo esta-
tisticas recentes, 3,900 fabricas daquelle producto,
empregando 80,000 Uomens e 180.0C0 mulheres,
sem coutar 100,000 peisoas, vivendo da industria
do trapo. Produzem estas fabricas annualmenle
819,477 luneladas de papel, metade do qual e con-
sum idona impressao, um sexto na escripta.e o
resto em outros setvijos.
0 consumo annual por cabeca, nos differenles
eslados da Europa, e :
fMlecidot.
LaunanoAlves Rodrigues; variolas heraorrha-
Manuel Feliciano da Silva ; variolas confluentes.
Joaquim Mananno do Oliveira ; tiibareuloa pulmo-
nares. r
Francis:a ; interita ehronica.
Htauiijue ; inmlBrienria daa. vacxalas aorticaa.
Anna Francisca ; tuberculos Dntmonares.
Theroza Maria da Conceico ; variolas.
.Pa*ni8*i.ros.-Sabidoi para a Europa no
vapor portuguez Julio Ditux.:
Lino Victor Dias Pinheiro, Domingos.Jose Aran-
lea, Jmimm Jacintho, sua senhora e am. recemnas-
cido, Ralaele Cotaldo e 3 CIIms, J Francisco Pinto,
Anonio da Costa, Jese Macltado, Manoel Martins
da Nova, J. Fernandas de Gmbw e Manoel Lou-
reiro da M
Inglaierra
Allemanha
Frap^a
Italia
liespanba
Russia
rece compietar se osta
3'JO
3k,60
3k,l3
lv,35
C.k.70
0V*3
curiosssima estalisti-
ca com a .seguinte, relaciv* a proporcao quo se
observa em algumas nacoes enlre os jornaes e o
numero de habitantes. Existe um na
Inglaierra por cada 16,300 hab.
Franca por oada 22,300
Prussia por cada 23,700 >
Ausuia p Estados-Unidps por cada." 7,000 a
Nos ullimos 40 aottos, emquanto o numero dos
jornaes augmentou 143 por cenlo na Prussia, 234
por centj em Franca e 232 por cento em Inglaier-
ra, o accresciojo foi de 370 por cento nos EstaJo3
Uoidos.
KsUradaa de ferro e linlins tele-
grupbicaa.No anno de 1873 a rede totaj das
vias (erreas, estendida? em liana, daria e estensio
de 2*6,766 kilometroi ou de 35,333 leguas de 5
kilomelros, isCo e, quasi 7 vezes a circumfert nciu
da terra. Quatro milhoes de Vtajantes foram dia-
riameute Iranspcrtados pelo vapor, o que equivale
ao movimenta de 46 a 47 individuos por segundo,
que l.into baslaria para, no curio prazo de 24
boras, de.-locar toda a popularao coniinental por-
tugueza, transformandose n"um deserlo o uos-
so paiz, astim privado de todos os seus habi-
tants.
.a?3.-/10? ,el6eraI,luC05. Que em 1867 tin!am
42t,i/2 kilomelros de eompriraento, atlingiram
no anno passajo 371,340. Tres mil e trezentos
miihoes de cartas viajarara ^elos dilferentes esta-
dos e regioes. circulando termo medio 100 por
cada segundo.
0 valor total das importacoes e exportacoes em
todo o gloho, representado no-anno de I860 por
37500,000,000 de francos subio em 1870
Tribunal do coruiuerclo.
ACTA DA SESSAO DE 17 DE SETEMBRO DB
1874.
raasmKNOA do kxm. sr. coNSBi.njEiao ahsklmc
KHANCISCO PBIIETTI.
A's 10 horas da raanha, presautes os Srs. d-
puudos secreurio OUnto Rastos, Lopes Macha-
do e Alves Guerra, e o Sr. supplente Sa Leitao,
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente abrio a
sessao.
Lidi, foi depois approvadi a acta da sessjio pre-
cedeute.
DESfACHOS.
Requerimentos :
De Joio Pereira Moulinao, pedindo que se anto-
rise a junta dos corretores Ihe atUsUr se o pa-,
garnentoi das compras realigadas' ppr corrector
ou qualquer outro agaote iutermediario, e feita ao
proprio vendedop ou a pessoa por elle a-otorisa-
da, ou a dito corretor ou agente. -? Pode attes
tar.
De Pereira SiroSes 4 C, para passar-se. certi-
dao do que constar do regista da nomeacao de
seu caixeiro Manoel de Araujo Cesar,- Pa-sese.
De Cbaves & Yianna, para mandar-se certilicar
o theor da nomeatio de sea caixeiro, regislrada
sob n. 4,715.DC se a certidao requerida.
DeFerreira & Martins, pedindo que certiuqae-
se quantas caixeiros o supplieanlo lem e se nas
respectivas nonjeacCes se acham doclarados os
nomos, tdades, estado;, naluralidaues, cores.e
ordenado's -Certifiqre-se.
De Antonio Jose da Costa Cabral, solicitando
certidao da nomeacao deseu csixeiro Thomas de
Aquino da. Gosta Cabral.-Na forma .requerida.
De Amaro Jose dos Pra?eres, requerendo cer|idao
da nomea;io de seus caixeiros Capdjdo Pereira
de So.;za e Enno Eutropio dos Prazores. Defe-
rido.
De Rosa & Irmao, impetrando certidao da no
meagao de 'eu caixeiro Trajino Cesar de AUm-
querque.-De-se a certidao pedida.
De Bgostinbo & Irmio, para ear ificarse se
loao de Araujo Cesar e ou n-io sen caixeiro.Car-
litique-se.
De Arnerico & Irmao, para dar-se por certidac
se Claudino Francisco Garcia tem oa nao nomea-
cao do caixeiro registrada.Na forma pedida.
De Manool Ferreira dos Santos, para dar se por
certidao a nomeagao de seus caixeiros Jose fer-
reira dos Santos o Gongalo Cabral de Araujo.-
Passe-sa.
De Ferreira, Lima IrraSos & C, sobcitando que
se certilique a nomeagao registrada sob n. 4,565.
- Sim.
De Moreira Baplisu & C, para certifoar-se se
exislem legistradas asnomen;oes de seus caixei-
ros L. da Gama Randeira de Mello, Joaqoim Pires
Lobo e Geiulio Xavier Correia Lima. Como re-
querem.
De Gurgel do Araaral & C, pedindo certidao da
nomeagao de sr us caixeiros Carl s Estanislao da
Cosla e Eduardo E-tanislao da Costa. -Dd se a cer-
tidao pedida.
Di Joio Tavares de Mello, para eortifiear-se se o
supplicante tem titulo de trapieheiro registrado
ne.te tribunalCertilique se.
De Gerainiano Hilario de Oliveira Mello e Luiz
Francisco Rodrigues Franca e Melto, pedindo qoe
se lhes adiaote 5JO*(j00 para coraoco da obra que
elles lem de fazer nesie tribunal. -Hao de ser pa-
gos os snpplicantes depo.s de concluida a obra.
De Joao da Rocba Lima, submettendo a reg>slro
a nomeacao de seu caixeiro, Joajuim Cavalcante
Barreto.Na forma requerida.
De Carlos Jose de Medeiros, apresentan lo a re
gistro a uomeacaede seus caixeiros.-Registre-se.
De Joanna Joaquina de Freitas, trazendo a re
das recriminates, das
personabdades, miseria dos partidos, e esquece sua
bandeira politiea, sen credo, seu programma.
Pois o que mais digno de encoroios tera pratica-
do a actual administracao, o que respeita ao melho-
ramento de coudi;ao de pane mais desgracada da
humanidade, e o que respeita a raelhoria do servi-
ce do enstao publico, nao foi, ao rnenos, poo-
pad o I rx
Pois, liberaes e christaos procaram desmoralisar,
crear erabaracos, aniquilar a idea humanitaria da
ediheacao do hospicio de alienados, e criticam e
condemuara medtdas tam;ilas no sentido de bem
regular e dissemiaar oeosiuo publico ?
a creacao do curso de engennaria pratica, uma
importance instituigao, que nos dara pessoal devi-
damenla babilitado para lira ramodeservico admi-
nistrativo ate agora escasso de funccionarios pro-
ussioaaes era trabalhos importantes, co-j>n sao os
que estao a cargo da reparlicao das obras publicas,
eousa e para ser muito e muito appiaudida.
Ha naajaella reparticio empteios que nao podem
ser servidos por engentteiros e que demandam co-
nhectmentos teebnicos, que aqui ate agora senao
podenam obter. E no referilo curso poderao Um-
bero habil tar-se agrimenattres, para prestarem seus
servicos aos particulares a a provmcia.
Mas e preciso abocanha'r a administracao, dizer
mal della em todo caso I
A Colonia lzabel nio foi poupada tarahem : o
immenso beneticio que ella ve:n trazer a esta terra
nao o quoretn ver inimigos intaieraBtes e ccgos
pela raiva e peia inveja. Melhorar a educacao
dos oridiaes e dos exposlos, prepaal os para se-
rem cidadaos uteis a seu paiz, assegurar-lhes nm
futuro Mia fete nao e nada aos olhos dos
redactore8 da Procincia.
A instruccao pubbca e a caridade social o que
sao dianle do proposico cego^de espesinbar o ad-
mimslrador i,ue iocorreu nas iras liberaes ? Mais
vale nao preetar servicos a orphandade e a mise-
ria, mais vale trabalhar por manter as trevas da
igoorancia, do que deixar qoe o presilenie funde
a colonia orphanalogica, estabeleca a escola de
geometna, e edifique o asylo de alienad s I E'
preciso que se ataque a adminisiraeao, e esta ne
cesstdade que se creou o partido liberal, di Ingar
ao espectaculo tao pouco ediiicante que esla dan-
do ana Imprensa com relagao ao objecto de que
trataraos. '
K o publico sensato e iraparrial observa com
dor esse proceder de um partido qua abandoha
seus princtpios, que deserU de sua idea, que ex-
communga seu credo, para desatinado e sera cri-
terio, lancarse no ridicnlo, procurando ridieula-
nsar o que se trata de faaer pela caridade e pela
instruccao.-
E o publico sempre accessivel ao craa e gran-
dioso, e o publico sobrauceiro a tarpes paixoes
partidarias, o publico que sabe fazer instk-a, tea
espontanea e generosamente anxiliado em sua
preseD<;a, com seus favores, a grande obra da
caridade.
E' que elle sabe comprehender (mais do que o
snppdem certos que vivem tentando fortuna a es-
pecular com elle) que se trata de seus interesaes,
que a i'.teresse commnm 6 a mira do grande pla
no por cuja execugio se empenha o Exm. presi-
dente da proviocia.
E quem saoos que vivem a intrigaro povocom
a administracao ? e quem tao os que querera
inutiltsar esforcos sagrados, inCuilos beneficos, con-
cepfSes generosas, que elles nao deseuvolveram,
que elles nao empregaram, que elles nio realisa-
rara ?
Sao os
ttraanito.
. A mais falsa e perl da accasaclo, a divergencia
pclapujiao do crime a neuhum aprego a seus
prote'etores, o despeita qoe prodfi a inveja de uma
adminis racao illuslrnda e prodente, victima da
teniativa, so eapaa do baca rel Manoel Relim de
Alencar, sob a Drraa de um infeliz pardo-Reinal-
do Goncalves Torresaccusado dos mais inaudit09
crimes; procurara olTu?car o brilho, deslustrar
a reoutagao, ate amortecer a luz scintillanta da
ibgnidada maguttal do iUm. fr Pr Anioaiw-Lo-
pes da Silva Uarros, juiz de direito da comarca de
Ou; i.ury.
Nao 6, porem, accusagoes de homens despresti-
gtados, um pelo crime e a maia jusia pnmgao da
que se fez credor, e outro pela prova cabal que
tem deixado em todos oa lugares por onde tern
passado, de sna inepcia per qualquer face enca-
rada, que ha de manchar um magi-trado uas con-
digues do Sr. Dr. Suva Uarros.
Continoe, portm, o St. Srtva Barros, sempre
guiada, pela biitsaU: adianaitlnUa cm %ue tern
dirigido sens pajsas. sem dar tregoa ao crime, nem
aHagar seus protectores.
A negra .nuvem que se antepoe, se disipara
pela fonja da vardade ; os calumaiadores-voliarao
a seus covis enyergonnados, eo mento sera o em-
blema que o colloca entre os mais digaos magis-
trados.
Granito, 22 de agaslo de 1874.
0 oelho Scipiao.
36.766,000,000 ; mais 30 por cento do que dez I gistro a nomeagao que deu a Manoel""Joaquim Ma-
s alraz. A ultima totahdade, igual a 10 104 chado Guimaraes.-Seja registrada.
raesmos que quando no poder, nao se
interessaram pela sorte do povo ; sao os mesmos
que nio fizerain, porjue nao quizerara, aquillo
que ja ho.e, a esforcos do a-.tua I admiuistrador e,
era par:e, uma realidade, e em breve sera um
benelicio cmipleCo as classes menos favorecidas e
mats dignas de protecgJo na sociedade.
Nada kendo feito no mesmo sentido, que valor
tern o que dizem contra instituigoes lao feeunda*
de prosperos resultados I
Nada louvando, tudo censurando, tentando e.-to-
lidamenle langar o ridiculo sobre cental lao
santas, a imprensa provincima disserve os legiti-
mos mteresses de seu partido, caha ella mesmo no
ridiculo e exalta a administracao que assira cora-t
bate.
ci-
Papel pergaiuinbo. Ninguem ha OHe
heca o papel pergaminho mja resistenoia
VI. Nas plaatas e tracados dat estradasserao-tn-
dicados :
I.' Todasas casas das visinhanga, fazendae,
*ngenhos eootraa propriedades, aiii a disunoia de
10 Kilomelros para cada lado.
2 Os terrenos de cultura e a aalurez.i deeta,
as mattes e a quaiidade do solo, ded iran lo-se se
pedn goao, argiloso, de arta, enxoto ou p.iota-
noso. Sempre qua for poseivel acempanharao
araostras colhidas em toda a regirio.
V Os rios que passarem naa proximidades das
estradas, daleruuoaato-se pontos quo ostguem a*
plantas.
g 4. A conftgnragao do terreno, declaraodo-se
os metospor que liver sido obtida.
VII. Nenhuma plantasera aceita sem ligar-se a
alguns pontas cardeaes de triangulos.
VIII. Em cada 20 kilomelros colJoear-seha tuna
baltsa de pedra, qoe sirva para a desigoagio das
novas babilagoes, na planta que liver sido levan
tada bem eomo para iigar esta aos caminbos qoe
*e abrirem.
IX. Havera uma plarKa especial para cada um
dos nos na vegaveis, onde se raenci jtiara o que de
""v* rmPort'lDte interessar a navegagao,
A. U ievautameuta da carta iteaeraria sera exe
cotado por turmas
- :le exploraglo dirigidas cada
"m*t;aS ?0r nm,aenheiro r a esle incumbira
rai.hifen,2 pro.ce,er trabalhos gecdrsicos.
uina.t,tL* tU'ma-s ,erSo tos ajndantes
pbfco! neceesanos para o iervico topogra-
trabalhos mTL^"^ "t iBxttia*" ^m seus
doiraPerioPOra,amD3das e,C0,a' towpflWh
XI, Oi engenheiros e ajudaoles (>rao 03 venci-
tmpermeabilidade e aspecto lembratn* a substancia
de cujo nomc elle seapropriou.
Damos a receita, oxtrahida dos jornaes eslran-
geiros de um novo producto da mesma origem ab-
solulamente impermeavel, podendo, quando reuni-
do e aoldado durante o fabrico, rivalisar com a
madeira na so'idez e duragao.
Fazendo roagir o irnoniaco em solacio c incen-
trada sobre lim.ilha ou'raapas de cobre, e.n pro
songa do ar, obtenj-se, nasado algura lempo um
iqutdo ami, vnlgarmeute Jesiguado pelo BQine de
olugao amraoniacal de coore. As foluas de papel
mergui.haJas isoladamente e por nm instaate nes-
ta bquido, que as deve embeber por igual depois
de cyiindradas o seccas, fleam tto impennaaveis a
agua qo,e l>e resjstem .ainda depois de for veate
Cyli,Adra,ndp em vez de uqiadaiuitis fplnns que, par
economia, podeai ser intermeadas de rnateriasfi-
brosas, de paqno, etc., fabiiear sa-fiao laminas de
espessara qualquer su-ceptiveis de variadissimos
USOS. v*
Fuada-se esla ijova ioduslrja, ao alcanca das
fortunas mais uiodeatas a exequi#ei,eoi toda a par
te, na aciao dissQlveolo do soJnio aajmcn'acaJso-
bre o teeido do papel. que einpasta & ag.'lulina
eireitos estes quo o hiDiaiior singuUrmeuta
exalta.
Nao ttetxarai o papel, eem de^crever am proees-
so, ha pouco previlegiado em *
^'~d0 im .I,n,r-Iate,r'a' cu^ fl"Jai3 povoada,676,000.
Ihe a jncombustibiliJade; quaiidade S. Luiz.de Missouri,
348 cot!ios de reis, pode ser representada por uma
gigantesca barra de ouro puro, de nm melro qua-
drado de secgio e pouco mais de 857 metros de
cooipndo, pesando conta redo..da, 16 510,372 kilos
(*uppondo valor cada kilo de ouro puro 612*000,
aseitando para densidade do metal fundido o nume-
ro 19,258).
Perante as exigeucias de uma civilisacao, que
nao consente obstaculos, a palavra-impossivei
desappareceu do codigo das nagSes.
L'ma linha telegraphica parte de S. Franciseo,
atravessa a America e o Atlanticn, a Buropa e a
Siberia ram -is destacados prendem entre si a In
dia, o JapSo e a Australia, indo morrer no oriente
da Asia, junta a foz do rio Amorextremo.
Quatro cabes submannos ligara a Inglaterra
com os Estados Unidos. Na America da Sul, hoje
em commonicacao lelegraphica direcla com a Eu-
ropa. outro fio, confiado aos mares, reune em cs
treito convivio o Para, Pernambuco, a Babia e o
Rio de Janeiro. A engenhosa invengao de Mr.
Vignier de Shang Hei, permiliira aos cliinezes o
transmitiirem despaehos na propria lingua, que-
brando se o unico obelaculo que prohibe a tantas
dezenas de milhoes de creaturas o aproveitarem-
se, nesta parte do raaravilhoso fluido. A trasmis-
sao simulianea de dous despaehos pelo mesmo fio
em dtrecgoes oppastas provocara novas relacoes
sociaw, e tudo nas leva a crer que, no fim deste
anno, nove decimos da superlicie terre.-tre estarao
ligados [iela electricidade.
Neste cawinhar ineessante 6 a America quem
precede a velha civilisagao nella rejuvenescida e
fecunda. Decorreram apenas 44 annos e os 23 ki-
ilomeiros dc vias terras que os Estados-Unidos pos-
suiam em 1830, transformarara se no fim de 1871
em 113,675. **
Emquanto que a Europa, com os seus..
28,436,472 de almas conta 101:930 kilomelros de
vias (erreas, aquella florescence republica, cuia
popnlagao pouco exede a 40 mub5es de habitantes
lem mais 11,725 kiloraetros do que o velho con'
tioente que, desde o priueipio deste secalo the
pagt.u o onaroso imposlo de 7.800,000 emi-
grantes 1
A seiva enfraquecida das nacoes occidentaes
retempera-se ao contaeto do njvo mundo. As
cidades lewutam se como por eneanta, e cres-
cera e transformano-se com tal npidez, qua
por vezeaaa rna, sem nome, por falta de tem-
po, sao unjearaente designadas por nume/03
qoe tanto basta para se coobecerem e distroeoi-
rem.
Quando rebentou a revoluc^o de 1866, Bo;ton
Baltimore e Philadelphia eram cidades, euja nann>
lagao oscillava entre 20 e 30 mil almas hoie a
mais pequena dentre ellas possue 25C.O0O a a
De Floripdo German i de Almeida Aroaral, para
registrar-se a nomeacat de seu caixa ro.Proce-
da-se ao registro prefendido.
De Pereira da Cunba & Irmao?, offerecendo a
registro a uoraeacio de seu caixeiro Autonio Car-
doso de Queiroz FoQC<$;a Junior.-Registre-se.
Do Jose da Oliveira Mello, sujeitando a regisCro
a nomeacao deseu caixeiro llerculano Martiniauo
do Nascimento.Attendido.
De Francisco Jose Moreira da Costa, para pro-
ceder-se ao registro da nomeagao junta.Fa';a se
o registro pediJo.
De Nogueira & Fiibo, para elfectuar-se o regis-
tro da nomeagao que junta offcre^e.EITectue-se o
registro prelendido.
De Munteiro & Cruz, para dar-ser baixa em a
nomeagao de Joao Francisco de Carvalho Junior,
Miguel da Silva Braga e Manoel Joe da Cosla, e
registrar-3e a de Antonio Gongalves Penua e Se-
bastiao Goncalves Peieira da Costa. Como re-
querem.
De Andre Blanco, para regstrar-sea inclusa no-
meagao deseu caixeiro. Defe.rido.
De Montairo & Silva; apreseqtando para regis
irar se a nomeagao de caixeiro concedida a Joa
qu m Firmo de O'ivaira.Na forma pedida.
De Joao Antonio de Al i,eid i C, submettendo
a registro a nomeacao de caixeiro que deram a
Jose Travasso Sarioho.Sim.
De Luix da Rocha & C, pediodo quo se registre
a inclusa nomeacao de seus oaixeiros.Registre-se.
De Antonio Francisco Martins, requerendo re-
gistro da nomeagao de Antonio Francisco de Sau-
t'Anni.-Como pede.
De Joao Dias Martins gistro da nomeagao de seu caixeiro Jose Guedes de.
Lacerda. Procada-se ao registro requerido.
Da Jeronyrao da Costa Lima, para registrar-
se a nomeacao inclusa. Seja registrada.
De Manoel Jose Teixeira Fonte, rquerendo qua
se proeada ao registro da nomeacao que vai juuia.
Deferido.
De Moreira Baptist* & C, sujeitando a registro
a nomeagao de sen caixeiro Luiz da Gatna Bandei-
ra de Mello.Como pede
De Sa Leiiao a C-, itnpetrando o registro da,
nomeacao anuexa de sens cajxairo*.Jtegistre-se.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr
conselheiro presidente eocerreu a sessao ao meiu
dia.
A ju za por eleigio da festa de Nessa Sanbora
do Tergo, e a esposa do Sr. Antonio da Silva Giro,
e uSo do Sr. Manoel da Silva Giro, como por en-
gano sahio publicado.
E' com a Proviocia.
A Provittcia de mtoa dadas com o seu collega da
Parabyba nao cassa com a sua nojenta e systemati-
ca opposigao I
E' assirn que a Prorinoia, inspirando-se nas
rTS^T"3 d esPertado:> e em maianoaaM u obtiveram
Cluonica de 19 do corrente, pretende que o pnbli- srB barao L Livramento
co sensato acredite em um sonbado rompimento'"
entre S. Exc. o Sr. Dr. Silvino e a digmssima as-
semblea daquella provincia.
Eu, porem, natural da Parahyba e perfeito co-
nbecedor de seus negocios politicos, nao admittoe
nao coosinto qije a Provincia va deste modo esten-
dendo ate la a sua negra orbita, e portanto pego a
/itdtcjftsa.redacQto da Procincia, que espelhe se no
tresho que abaixo transcrevo do Jornal da Para-
hyba :
f ilogdo..K assemblea legislativa provincial da
Parahyba do Norte, convencida da ilustracao, tino
e prudencla, com que tem sido adrajnistrada a pro-
vincia pelo actual presidente a Exm Sr. Dr. Silvi-
no Elvidio Carneiro da Cunha, folga em manifes-
tar Ihe o mais decidido e dedicado apoio, acredi-
Undo sluceramente, que sob osseus aaspicii-s c.ra-
seguira elia a realisagSo de suas legitimas aspira-
coes.E. Chaves.
a Esta mocao, continiia o Jornal da Parahyba foi
apresentada pelo digno depulado o Sr. Dr. Ernesto
Chaves, que a fundamentou em um b>llo discurso
Depois occuparara disljnctamente a trtbmu cs il-
lustres deputados os Srs. Drs. Leonardo Meira (no-
te a Provincia) e Loureiro. e o mesmo Sr rip bv.
I'ebrcm
E' do conheeimento de todos que, para cortar
um acceisso de.febre,o sulfata dequinina nao Ceip
rival. E' na verdada um facto incontestavel. Mas
quando se trata de febres anligas qua pouco a
ponco e^gotam o doente, e sulfato de quinina nao
lem mais a mesma acgao; ocjasiona a surdez, zn-
nidos nos ouvidos e sobretudo beliscaduras no es-
tomago, muitas vezes ate graves ailecgfles do ii-
ttado.
Aonselhon-se contra as febres antigas um gran-
de numero de preparagoea : os po3 do quina, o
vinho de quina,etc. Desgragadamenle os vinbos
a mesma proporr-ao de principi js aetivos; a maior
parte das vezes sao quasi iqertes.
Uma excellence preparagao para combaler as
febres, e o qumium iibarraque. Este vinho con-
Kim sempre em proporgio constante os principios
aromaticos e; aetivos dos melhores quinas ; uunca
tem os incon .ententes do sulfato de quinina
Nos paizes otide.ha febres, o quininm labarra-
que e um preservalivo carlo. L' baslanta '.oraar
pela manha um copinho para Hear, garantido conr
tra estas tnoleptias.
0 Dr. Iludullet, medico em chfa do hospital de
Bourg, que habila um paiz pantauoso onde as fe-
bres sao muito fiv.juenu-s.auinua que todos aquel-
les a quem i-lle deu qumium como preserva'ivo,
nuuca loram atacados da febre.. a Selenla febres,
diz elle, tratadas pelo quint um, foram dissipadas
anibs da tereeira.ddse.
ODr. Wahu, oas regio99 febris da Arge ia, ad-
miniilca coustautemeula o quinium e chegou a
obter os mesmos re-ultados como o Dr- Ilude.let.
Quando a febre typhoide reinou em Bruxellas
era fius de 18oS, di verso? joraaes de medicina da
Uelgica e da Franga c-inslataram qua o quinium
labarraque imha preslado grundes servigos naosd
como preservalivo, mas como Uipbem para curar
a febre typhoide, e sobreludo para facilitar a e >a-
valesceuga.
Quando setera de curar uma febre antiga e per-
sistente, conve.u tomar cada dia tres a quatro co-
pinho* de quinium Iibarraque. Ao cabo de pou-
co tempo, a moleslia e com cerleza vencida.
P6de-se dizer hoje como o,ma verdada incontes-
tavel que nao ha indisposicao contioua sera um
priueipio febril, do qual aquelle que soffre a maior
parte das rezca nao cegjKtroBarci iheol^i-^asqtie
nem por isso deixa de exisiir. Por isso, as*T7ft-
soas fracas, debiliudas, seja por consequeacia de
raolestia, os adulcos cangados por um crescimento
rapido de mais, as raparigas que tera difficuldade
em se forraar e a se desenvolver, estao sempre
-ubmettidas.a uma ac^ao febril continiia. E'nes-
tes casos que o quinium labarraque pode ser ad-
ministrado com a certeza de um exito comoleto.
Nas convalescengas, o qmiuium e o tonico p>r
excellencia : juuto com as pilulus de Valid, pro-
duz eiTeilosinarailhosos.
EmGm, para provar de uma maneira incontes-
tavel o merito de quinium labarraque, basta dizer
ipie e^te me licamento foi approvado pela acade-r
mia imperial de medicina de Paris, sendo o sea
inventor premiado com uma medalha de primeira
classe na exposigao universal de 1835.
Festa campestre.
Os abaixo assignados membros da commissao
enearregada de agenciar prendas era benelicio da
asylo de alienados, exiremamente agradeeida a to-
dos que concorrenm a festa de domingo, vena
pelo presente manifestar o seu reconhecimento ;
e convidar para comparecerem novamente as 4
horas da tarde do dia 27, no mesrao-sitio da Ta-
marineira, onde pela ultima vez tem do offerecer
ao publico as prendas que receberara.
A commissao senteque por motivos independent
tes a sua vontade, nao fosse mais brilbante a festa
de domingo, por6m esperasatisfazer plenamente no
dia 27, a todas as pessoas que se dlgoarem com-
parecer ao bazar das prendas que Ihe tem silo of-
'evcid.s.
Para prcvinir qualquer accidence os abaixo as-
sigoados ja obtiveram da generosidada do Exm.
a reconstruct) do barra-
esta tambern exis.tenle na lima com que 'sobre elle
se escreve. E feito addido'aando duas paries do
amianlo a uma de fibras vegetaes e juntauJo se-
ine 0 1 de borax e o.J de pedTa Hume. Fabrica.
sa a tinta misturaudo cora agua e fervenJo 39
grammas de graphic->. reduzida a po tenuisnmo,
ggr, 70 de copal ou de outra gomma rasino'a 3"r
0 de tintura de noz de galha e l'igr, 13 de sul-
6bato de anil.
A graphite pode ser substitaida por oulra subs-
tancia inalteravel de cor qualquer.
AproTcitamcnto ^das npar.a c a-e-
que em 1834 mal existia
coala pre=eot8raeote 310,860 habftantes!
i.oieria. A que se.acba a venda 6 a 117*
beneJwio das obras do altar da confraria de S
Benedicto, a, qua! eorre hoje, 22 do corrente
inez.
Caa_ Je detencao do dia 20 de setembro de 1874
Existiajo presos 327.
A saber :
N'acionaes 260, mulheres 8, e?trangei''03
j wcjavos 31, escravas 4. Total 327.
.ilimenttdos a cuata dos cofres publico' 235
PARTE POLITIGA
22,
PARTBXIO COIIEBVIOOR
RECIFE, 22 DE SErEMBRO OB 1874.
A caridade e a inslruccfio ataeudns
pela. Provlnr'ia.
t Se vousobservezavec soin
qui sont les gens q'i ne peu-
yent loner, qui blamnt-too-
jours, qui no sont contents de
personne,vous reconnaitrez
qui sont eeux memes doct
personne n'est content.
lA Bruytre.
A' Provincia, em seus constantei ataques contra
a administraeao do Sr. commendador H. de Luce Iscieneia, dando ao pablieo testemunho de sui era-
na, qada achando digno de loavor, e mdo e sem 'lidao ao HIpj, Sr. Dr. Augusta. Trajano Hollaoda
ovineia) e Loureiro, e o mesmo Sr. Dr. Er-
nesto Chaves.
a Votara/n oela mocio tados os Srs. deputados
presences (noce ainda a Provincia), que forara os
Srs. Dr. Leonardo Meira, Dr. Samuel Hardraan,
Dr. Trindade, Dr. Vianna, Dr. Samuel Tertaliano,
Dr. Guarita, Dr. Villar, Dr. Loureiro, Melchiades,
Dr. Miguel Peixoto, Dr. Juvenal, Dr Jose Luiz, Dr.
E. Chaves, Dr. Claudiano, Rodolpho Gomes, Dr.
Emiliano, Dr Lourenco, Aranha, Rosarii, padre
Theodolino, padre Burity, padre Isidro, Marcolino,
Msndes Ribeiro, padre Espinola. i
Agora diga-me a Procineia, a uoaoiraidade, de
que falla a sua Clirom'ca, sera unanimidade ou
unanimidade f Seria possivel qua os dignissimos
deputados tenente corooel Aranha e Dr. Juvenal,
unicos qqe, segpndo o Despertador e a Propincia,
votaram a favor de S. Etc o Sr. Dr. Silvino, se
raultiplicassem em vinte e cinco Srs. deputados ?
Aguente portanta a Provincia por sua vez o meu
chec. NSo faz mal, nao. Soffra para nao andar
transcrevendo mentiras a torto e a direito. Vis in-
veiosos Meu Deus I
Era conclusao digo a Procincia que abstenha se
de intrometter-se nos negocio9 da Parahybi: por-
que, quem e tncapazde contar sem mentiras oqne
se passa a cem passos da distancia, com maioria
de razlo sera incapaz de contir o que suceede na
Parahyba...
Seja esta oorunto a ultima vez; entende *
Recite, 21 de setembro de 1874.
0 Parahybano.
c4o que desta vez sera coberto de zinco e espago-
so de modo a offerecer as possiveis &omiaodidades.
A commissao fallaria a um dever de delicadeza
se taoibera nao agradecesse aos que Ihe fizeram
donaliv s, e por isto pcde-Ihes que aceitem mais
esta prova de sen reconhecirnento.
Co;fiando ainda na geoerosidade dos habitantes
desta cidade, a commissao espera reccber novos
presentes para a festa futura; e, para facilitar a
enlrega de alguns objootos que lbe teem sido
offertados, resolveu autorisar a cada um dos mem-
bros que a compoe, a recbelos nas casas de suas
resideocias, ou escriptcrios de commercio.
Recife, 14 de s> Cembro de 1874.
Luiz (ioncalves da Silva.
Joaquim Olyntho Bastes.
Joaquim Dias dos Sentas.
Adoipho Schmith.
Joao Carl -s Bastos de Almeida.
Rodolpho Krukembcrg.
Joviniano Manta.
Dr. Pedro de A. Lobo Moscoso.
Francisco J. Pinto.
Lp DIUCD Parfumerio s4ciala-
1 fl V aan ^ A base de Xit diri.

a.
1

^
v
v
Agradecimeato,
0 abaixo asstgnado enrnpre um dever de con-
Agua de Plartda de Murray
I.aaiuan.
Nao e difncaltoso distinguir se a senhora de de-
licado e r-linado gosta, pela quaiidade dos perfa-
roes de que geralmente usa. Tanto as senhora*
da moda como as seohoritas da america central a
do snl, dao nma indispeusavel prefarencia a
agna da -Florida de Murray & Lanman, em lugar
de qualquer ura outro perforce para o lengo ; a
team-se aferrado ac mesmo. para mais de vinle
annos a esta parle, a custa do inteiro e completa
abandono do extracio do Lubim, assim como de
moitoa outos perfumes oeeseucias europeas, mais
ou menos agradaveis, mas em nenhum caso tao
aromaticos e de propriedade* tao suaveis e refri-
gerautes.
As oossas proprias iBe4dades>, sao hoje as pri-
meiras a justificar a ajuizada saotcoca pas.-ada
pelo publico da America do Sul, em favor desta
requissima essencia floral, a qual vegeta e se proi-
paga pelo mnndo inteiro aliiva e sem rival, adqui-
rindo conlinuadainenta novas triumphos.
n
ia
\
JUNTA BOS CORRETORES
Pruea do Recife,3 i d* setcauhra
de A8J4.
AS 3 HQRAS DA TARDE.
COTAQOES OFFICIAES
Ci'e do Rio de Janeiro 2" baixas 8*300 oof
15 kilos. ^



JBOaovtoolBmatagbm fr J&ttfr J&& 22 fofktoafoMv)a&l.
S
Ca/abto -30
6^8:d. por
Jt i;*#o.
PaacooN de taJn*:>**BJ0 Jo udo
B. de Yasconeeilos
~*2S^^s3AB
fro s4re^aK^^Jjft.';>*
tano
434:350*8*3
448:03 2>oU
J,
ac
Readime.to Idaavaadii II

', OWwrregara hole 5J de spembro de 1874.
Vapor francetVlUe'itt 'Jtynia-fesiMrado) oer-
.cadoria.s p,ara,aUaodea.
Barca franceza-'tenWatja-^atraeada) morcado-
rias para alfandega.
Lttgrportog':z Julio pedras para o trapi-
che Oaceicao, para despaehar.
Hiate nacionai -Wind* -genero* 'naclouaes parao
aruwiem Lai'. Roeha & 0.
Palwbo inglei Qnlatia maxJhiaismo para o
' trapiche Goneeic**, P*ra despaehar e
carvao ja despaehado par* o eaes do
Apollo I '
Vapor nacionai ifarovJdi G-ukts (e-perado)
generos oatif v$; pan* Q trapiehe da
companhia.
-

UKQW* 0 .lOSU)K,
limited, e varias casas de 1.' classe.
i Paris. Sobre osi4Mf)qRfn'Y"Ft*">
fe C, MARCUARD AMI^4 C. 6 A. BLIlCQUE,
TIGNAL & C.
! Haiukur^o. -Sabre at 8. joao
CHU BACKt&iXW9f(
&
^S ^r^/rONSECAS,
VIANK^y e JEftASCIi0 JOSE DE
$ANT0S
4BREU.
Porto. Sobrn o*ji{nco uniao do pork
OiM JOAQUIM PIRTO "n*l #BSKCAu i
Papa, .77 Sohre o banco commebcia-
oo para, e'bs Srs. mNCiSco OAtfottrtttf da
GOSTA & FILHOS.
Maraaliao.-5obre:o Sr. jose fee-, Viarf^,^^ *-0.
-.___ o~i_____. mnrnMA r.. Gonceicao U St. Pflhes
iipoiiH Utaid nacionai Oliada. tyiuado de Macao em 20
do corren'te e cansigoado a Joao Jose da Cunha
Lage3, manifestou: '
Carne 9 garajaos a Cunha Irmaos & C. Couros
salgadosflsaos raesmos.
Sal 800 alqueire* ao consigjMrtario.
Patacho. nacionai Bom lesus, entrado de Rio de
J. ueiro am 21 do cortrenta e oonslgnado a Bartbo-
lomeu Lonrenco, manifestou : .
Cafe 400 sai-ces a Pareira Larreiro 4 (,., 200 a
ordem, 40 a Joaaolm lost- Leitao & a, 50 a Car-
d no 4: Martin?, a Cunha Iitnaos 4 C, 50 a An-
tonio Francisco Corga, 40 a Ferreira ^elloso,
40 a Pinto Moreira & C, 50 a E. R. Rabello & C.,
;i0 a Antonio A. Jacoine, 30 a >jsu, Coaha & C,
36 a Joaqnira G. de Baitos, HO a Jose Joaquim
Alves & C, 25 a Francisco Allemao Barboza, HO
a Paulino Jpse da CoaU Ainonra & C, 110 a Ri-
cardo Jose fiarufia da Luz, 90 a TUomaz de Aqui-
no Fonceca & Successores 50 a Manoel Duartt de
Ficueirtilo. 100 a J. Rodrigues de Faria, 100 a An-
tonio Jos6 Gomes, 50 a Jolo Jose R. Mendes, 50 a
FraM Roclia & C, 30 a Oomiogos Joaquim Fer-
reira Cru, 30 a Magalltaee. 4 Innao, 150 a Souza
Bto 4 C, SO a Joaquim Jot A d Azevado, 90 a
Antonio Luiz dn Oliveira Azevedo, 50 a Julio Cesar
Paes Barreto, 25 a Tito Livio Soares.
DK-5PACHOS DB EXPORTAG-\0 NO DIA 19 W
SETEMBRO DE 1875.
Para ot portot do exterior.
No hiate araericano S. J". Bakes, para New-
York, orregou : H. Foreter 4 C. 3,000 saccos
com 373.0D0 kiLos de assucar maseavado.
No vapir portuguez J. Dini:, para o Por-
to eara'gou : RkIu, Lim* & Guimaraes 100
sa'cca* com 8,701 diios do algodao ; M. If. Monteiro
237 diU9 cam 19,364 ditos de dilo ; A. I. Moreira
d'i Souia 1 caixacom 35 dilo.-. de doce ; J. L. /iei-
ra Junior 1 diti com 10 ditos dedito, 1 sacco com
3o" ditos de ca'6e 1 barril com 21 litros de aguar-
dmte : para Lisbo;i, Cad a no Fortes 2 barncas
cm 21 abacachis.
No navio inglez Fuzitur, para Liverpool,
cirregfiu : Brown Thomson & C. 50 saccas com
3,637 kilos de algodao.
Para os porlos do \nterio~.
Para Acaracii, no v^ipo: nacionai Pirapama,
carregou : J. A Gomes Piros & C. 1 casco com
240 litr )s de ag'iardente.
Para Mi.nanguape, na borcaca Prudencia,
carregou : J. B de Cnrval 10 2 barricas coin 115
kilos de assucar refinado.
Pan Macao, no hiate nacionai Nova cspe
ranza, carregou : A. da Silxa Campos 1 pipa cwn
480 litros de aguardente, e para Mossoro, 5 ditas
ciP.'S.iOO iWos de dita.
Parao NataTsna barca?a Dons Amigot, car-
regou : J. J. G. Beltrio & "ilho 6 volumes com
545 kilos de assucar brancc.
__ Para Porto S^guro. no hiate Amelia, carre-
g>a : J. J. G. Beltrao 4 Filho 4 barricas com 4!0
kilos de a-sucar branco.
ItEtRA _
Bahta. Sobra osSrs. stAnraHOSA c
Rio de Janeiro. Sobre o jJmico
INDUSfWAl E HIRCAWIL, BANCO KAClftNAL e
IANQUE BRASILIENNE FRANgAISE.
SEGDROS
HARITINOS
CONTRA 0 FOGO.
A. coftipatihi'a Indemnisadora, estabelecidj
aesta praca, totoa segurds aaaritirabs obn
aavios e seus carregaraentos e contra fogc
n edificibs, menadoias e mobilias: n
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
a^jf DomM
a^f|q>. prazo improro
impo9^PdKffiiPfr
1872 a 1873, q
donformidade d
diimdeia/al _
des^iwMflj'Bftiwpcfldera a cobranca judicia
ijaai^aiaootraiMPiMM ^T
,8lft:l*>tencif^
Afltotads;4iev*di^
seuj debitoa, ao anno flna
de
?,?BSS0* ^^ *TaC*tle^Dt*, Aurora, n. 157,-lzabaf Maria FlamrfafiaAwei.
asBiado rcoviBcal, do ercio xle rtoMe-VHIia n: 1H ^Ir{flanda.oV#S. feflro
W|>'*,CBfilai\4 Pplioac*<,dae, a (J^ c do tt^tffiio-AWMu de Uirros
i do contcncios-o as goias 'mmtn^i^oime Govanua n!t1o.-IrmAnJa*e fle 1W 9ihofa;da-
Concetfao de Beberibe
ra solicitarem) da aeccia do
108,000
U0'
icio*o
iid*
nte, fjzendostf publwar para isto a relacao dos devede- n^j^^ M.Jinniufa&o j0 SanUsJiaxr Nome da Saola.Qrui
... : Lit j .o., "ita n. 39.A mesraa
Mmbuco, l.de ai5mbro da 19j4. "Diu n 41.-A mesnta .
0 procuradCT Bsea),
o Fenelon Guedes Akofo:ado.
rintla da Ba- Vista, qua detxarara ue
iceiro de'1872;* 1873.
Wtt Nome,.
/> b oil* <*fl. :*
A
Gama
Iraperatriz n. 54 ,\.Antonio Pereira da Cunha
Oonceicao'ti. J0.! Dr. AnMnio Joaquim fleMoraes e alva
.-o mesmo
Antohio Ltriz
do Amarai e
Prineim e i {un-
do semestre.
1G,200
27,01-0
32,400
50,040

Ferreira
3C
contra-fogo
Seguro
K LIVERPOOL & LONDON & OLOi
INSURANCE COfflPANY
Jkgentem
SAUNDERS BROTHERS* C.
tiCorpo Santo11
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao <& Filho sacam
por todos os vapores sobre
Ana dia.
Aguida.
Evora.
Fale.
Faro.
Guarda.
Leiria.
Lisboa.
Barcellos.
Coimbra.
Mirandella.
Penaflel
Aveiro.
Beja.
Ghaves.
Elva*.
Amarante.
Guimarae-.
Covilha.
Melgaco.
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nora de Portimao.
Munsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
.Vizeo.
Figueira.
Laraego.
Estarreja
Valenfa.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Caslollo'iiranco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Vanim.
Vianna do Castello.
Villa Nova de Famalicao
CaPATAZIA
rtaQOimeato do '* 1
ivy do dia 21
DA ALFANT'SGA
a 19. 10:6301003
. 2261188
10:876*191
tfOUJHBS S&HIWjS
19
No aa 1 a
No dia 21
Prtmeira I'oria
Saganda porta
tercftira porta .
T r::fca ConcK^ao
18,060
112
70
241
274
18,757
Villa do Conde.
Mas illias.
Madeira. S. Miguel, Faial e Teroeira.
SEGUROS
Maritirao e conlra-fogo
GOMPANHIA
Phenix Pernambuoana.
RUA DO COMMERCIO R. 34.
seguros
COMPANHIA ALLIANCA
maritimos e terres
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4.OOO-.00O3J0OO.
Concei^ao
MM
Vis6Jo4e de Attmqaerquen. 8.Anna Cabral
Aurora n. 149. Antoniu Jose Ferreira Pinto
Pinto
Poote Velka a. 4. -Anna CaryUna dos Pass.
Uniaon. 41.Antonio Mor;ira Miranda Leal
Dita n. B3.-Alexandria MariB do Espirilo Santo Leal Save
Primeiro de Setembro a 21. Anftralo Rnmo?
DiU n. 23. 0 mesmo
pita n. 25.0 mesmo
Hospicio n. 64.0 niesno
Dita n. 63.FdBoi *e Antonio Marques de Amorim
Ditan. 4.-Aoaaa ZtalraJra
Gervario Pire u. 1, Desembatgadijc Aaseimo Francisco w-
tetrl eorftfos"
DiU a. 73.Antonio Bernardo Quiuteiro
Travessa do Prinoipe n 10.ADtonio Jeronymo
SanU Cruz n. 32.Antonio A. Monteiro
S. Gaocaio n. 7.- Alexandre Ttwodprp da Bawos
Largo dos Coelhos b. 3.Agostinhd Bezerra da Silva Lavai-
cante
Goronel Lamenha n. 4.*-fr. Amaro Joaquim di 1-onceca e
Dita n. 6.-0 mgspio
Dita n:W.-0,\fiesmo
liita u. it.Antonio Martins Saldtnha
Leao Cotoado o. 5.Anna CarloU
Joio Feraondes Vieira ns. 54 a 56. teimi de Abreu
Pt#to
B-eco de dilo n. 4.-0 mesmo
Dito n. 6.-*0 meamo ^
Dito n. 8.-0 mesmo
Dim a. It). O mesmo
Dito n. 12.-0 mesmo
Dito n. 14.-0 ra*smo
Dito n. 16. -0 meamo
Duo n. 18.0 mesmo
Dilo n. 20. 0 mesmo
Dito n. 22.0 mesmo
Dito n. 24 -10 mesmo
Dito n. 26. 0 meemo
Dito n 28. 0 mesmo
Dito n. 30.-0 merino
Dito it.'it.0 in smo
Dito n. 34.0 mesmo
Dito n 36.0 mesmo
Dito n. 38.0 mssmo
Dito B. 41.0 mesmo
Dito n. 410 mesmo
Dito;a. 44-0 mesmo
Dito D. 4B.-0 mesmo
Dilo n. 48.-0 mesmo
Joaode Rarro* a. 19.-0 mesmo
Paysaadii. n 1 A.-Antonio Goncalves de Azavedo
Visconde de Goyanna n. 90.Auna Joaiuina C. TeixeiPa
Dita n. 113 Anna Caodiia le Sa Leiiao
Capitao Antonio de Lim* n. 16.Antonio Jo?8 tranoisco dos
Santos
D
Viscoode de Albuquerque n. 36.-Baiilio Alves de Miranda
Varejao
Ponte Velha n. GS^BaroBesa C
Conde da Boa-Vista n. 99. Bernardo Siqueira C Mon-
teiro
Nympha n. 16'.Benedieto Jose dos Santos
Imperatriz n. 66-Convento d) Cormo do Recife
Visconde de Albuquerque n. 1 11.0 mesmo
Ponto Velha n. 99.0 mesmo
Alegria d. 30.0 mesmo
Imperalriz n. 51.Carlos Martins de Almeida
Tarubia n. 5.Capella da Conceicao de Beberibe
Aurora n. 69.-Conde da BoaVisU
Conde da Boa-VisU n. 4i.-Corapanhiada via ferrca do Recife
a Caxauga
N. 161.A mesma
Uniao n.9.-ClotilJe IjincZ Silveira B.
Travessa do Jasmim n. 1. Caetano Theodoro A. de Villa-
s'
Dita n. 2.-0 mesmo
Soledade n. 25.-Candido Alfonso Moreira

Auro a n. 139. --Domingo* J^se Costa Guimaraes
Dita n. 137.-0 mesmo (parte)
Alegria n. 5.-0 mesmo
Coade A. L. a. 14.-0 mesmo

Triin* 4pnrurn de mercadiirias e dinbeiro
ISo em Tvio de vela e vapore: Vi^de de Goyanna n. 107. Damiana, Josepha, Pedro
38RV1CO MAR1TIMO
\:.arenga descarregadas no trapte
le da
aifanduga.
No dia 1 a 19 ...
No dia 21.
Ho tr^picba Cotcaitfio .
M
1
i I
RSCSB8D0BIA DB REKDA3 lNTtRNAS GE
IUE3 DK PF.RNAMBUCC
ttttttaWM do dia 1 a 19 30:370*184
, n to dia 21. 938J,41
31:308*601
^ara detitro e f6ra do imperio, assim comt
contra fogo sobre predios, generos c fa
'ondas.
Agente : Joaquim Jose" Goncalves Beltrao
-us do Commercio n. 5, 1 andar.
Companhia Iademnisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:00O&O0O.
Thomaz de Aquino Fonceca k C, successors
agen'es.
EHi companhia toraa seguros maritimos e ter-
restres, dando nestes o septimo anno gratis aos se-
gurados.
Bua do Vlgarao n. m.
Joao
Luiz do Rego n. 41.Domiogos da Silra Ferreira
Rosario n. 45.-Herdeiros de Elias E de Carvalho

CONSllLADO PROVINC1A1.
Rsadimenio do dia I a 19. 34:087*40*
Idem do dia 21. 13:893*6/0
47:981*080
RECIFE DRAINAGE
Rendimento do dia 1 a 17. .
Idem do dia 18......
29:372*879
2:843*943
31:216*8*2
AGENCIAS PROVINCIAES
Liqu'idos espirituosos.
Rendimento do dia 1 a 18 4:020*550
loan do dia 19 65*749
Bacalhao, etc.
Rendimento do dia 1 a 18 760*643
Idem do dia 19 I
Capital
fundo
NORTHERN.
20,000:0009001
de reserva. 8,000:000*00
Agantes,
Mills Latham & C
RUA DA CRUZ M. 38.
4:086*299
760*643
Generos de estiva.
Rendimento de dia 1 a 18 2:831*133
Idem do dia 19 74*000
Farinha de trigo, etc.
Rendimento do dia 1 a 18 4:297*902
Idem do dia 19 295*620
2:905*133
-------------4:593*521
Pumo, ete.
Rendimento.do dia 1 a 18 1:778*611
Idem do dia 10 *
Vinagre, etc
Rendimento do dia 1 a 18 1:3764052
Idem do dia 19 *
Navio entrado no dia 21.
Rio de Janeiro-18 dias, patacho nacionai Bom
Jesus, de 170 toneladas, capitao Francisco Jose
da Costa, equipagem 8, carga cafe ; a Bartno-
lomeu Lourenco.
Marios sahidos no mesmo aia.
Portos do norteVapor brasdeiro Paid, comman-
dant 1 tenente Carlos Antonio Gomes, carga
dilferentes generos.
Porto e oortos intermediosVapor portnguez jk-
llo Diniz, commandante Gontente, oarga algo-
dao e ou'.ros genercs.
IBiTAES.
1:778*611
1:376*031
15:204*640
Thesouro poyinciaj da Pajroaaiaeo,,*! da-aetem-
bro de 4a7| .
(^esarivao,
JotoJarieitoli. MPMsi?'
Augflslo F. mmn J G. .
A obsb commercial e bancaria de August
j d'OUveim d C.t a ma do Commercio ps
42, enc-tfrega-se de execasao de 0Bdenat
para emoarque de prodoctos e de todos o-(
mais nejjpcios de-commissao, quer commer
t)econU lettras, p toma dmbeiro a pre-
oaio, corapra'CMibfi*?/ e saca- *_fff|'*
gaintes pracas estrangeiras fi uZ?00*** i
Loudre* Sobre o ohjm ^
Perante a camara municipal desta cidade
estara era praca nos dias 18, 19, 21, 22 e 23 do
corrente, para ser arrematado por quem menor
preco offerecer, os Teparos da ma do Quiabo da
fregneiia dos Afogados, orqad na quantia da
5984224 : quem pretender arramatar esses con-
l.cert03, compareea nos indicados dias, no paco
o.unicipal, manidos de fianca idonea.
0 or^amanto acha-se na secretaria da mesma
camara, onde ser4 apresentado aos que os qnize-
ram consuiur. t 1
Pbqo da camara municipal do Re:ue, 1/
de setembro de 1874.
M. J. dp Rego e Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
,- OIll
manda fazel*
ffrenwftem de seVarraaattdo perante
do mesaio theeooro, no da 3 do maz^qoe WWP,
oimposto de 8 p^r cento sobre o camm de PW
^nsumido na cidade do Recife, orcado na-quanir1
^As^ioSqaa se propozerera a eU "^
do comparecam na sala da* sessSes da junta ao
mtemo thesouro,^Q.dia yim* mdicglo, pelo meio
%S\lToZStoVo^ de Pernambu-
co.Ude^mnrode,^.^^.^
Miguel Attoasc Ferreira.
Imperatriz n. 28-Fslicio Joaquim B. de Farias (resto)
Visconde dePelotas n. 41.-Francisco Bernardo Qainteiro
Visconde de Albuquerque n. 134 Francisco Wanderley
Vieira Cavalcante eaeus filhos (parte)
Aurora n. 179.Francisco Gomes Silva Saraiva
Ponte Velha n. 18.Flavio Ferreira uatao
Conde da Boa-Vista n. 55.-0 mesmo
Ponte Velha n. 93. Fructuoso Martins Gomes (resto)
Dita n ISS.-tYancisca S. de Mendonja Porto
Conde da Boa Vista n. 30Francisco Cavalcante de Mello
Dita n. 77. -Hordeiros de Firmino Pessoa Gama
Dita n. 10.Franoisco Jose da Silva Saraiva
Hospicio n. 57.0 mesmo
Diu a 71.Francisco de Paula Correia deAraujo
Gervasio Pires n. 125.0 mesmo
Dita n. 127.-0 mesmo
Ditan. 129.-0 mesmo
Dim n. 1310 mesmo
Dita n. 133.O mesmo
Dita n. 135.-0 mesmo .._ ^
Dita n. 47.Herdeiros de Francisco de Carvalho Paes.de An-
drade
Dita n. 49.Os mesmos
DiU n 51.Os mesmo?
Travessa do Gervasio Pires n. 5. -Herdeiros de Frederico G.
Boleman
Dita n. 33.- Francisco Jose da Fonseca
Dita n. 4.-0 mesmo
S. Sancalo n. 29.-Herdeiros de Francisco da Silva
Travessa dos Coelhos n. 1.Os owsmos
Travessa das Barreiras n. 21. Viuva de Francioco Ribeiro
Pires
Leao Coroaflo n. 16. Herdeiros de Franeisco Jose Bar-
bosa
Soledade n. 60.Herdeiios de Fructuoso Jose Pereira Dutra
2.' becco dasKymphas n. 1.-Francisco Bazilio de Arauda
Dito n.3.-0 mesmo
Dito n. 5.-0 mesmo
Dito n. 7.0 mesmo
Nympha n. 10.-0 mesmo
DiU n. li-Ounesmo
Visconde fle Goyanna n. 129. Fraauwco Xavier de Si
Leiiao
V. de Santo Amaro n. 6. Francisco Antonio Ferreira
Ditan. 8.0 masmo
Hospital de Pedro H a. 2.-Fortnmta Candida da Silva
ft*
Visccnde da Albnquerqne n. 2.-Gertrndes Maria P. Cardoso
Visconde de Albuquerque n. 79.Gertudes Maria P. Car-
doso.
DiU n. 81.Gerattto J. C Tavares de Vasconcellos
Conde da Boa-Vi#ta n. 52(JeraKlina AntonioSoirei
Thta n. 54.0 meamo .
V. de Santo Amaro n. I B.Guilherme Fraacisco correa
II
Tambia a. It.HemiqueU Costa Oliveira
Sanu ,Cin* n. 2-Hermegildo Martins de Miranda
Largo daCauipinan. 3. Henrlgueta Francisca.Romana
Conquista n. 3.-^-rilho* de ffyppolito Antonio da Silva
Luis do Rego a 86iHospital IngJez
Cpnceicao a. 38.-Irmaadade do Sensor Bom Jem* daaDores
S. Gonalon. 18 A'mesma m .
V|iscondede Albuquerqil8y.B&.-lrmandadede Nossa Senho-
ra da Soledade
Sachnalo n,'73.-A mesma
u n. 78.A estp
Soledade n. 6.A mesma
Dfta ns 14 e 167A mesma
D U n. 18.A mesjna
Dita n. 24.A meSna
D la n. 30. A mesma
Dita n. 32. -A mesma I
Dllan.Xr-A *sma
DUa'n/3.A mesma
VIscoadiwda Alljj^utiraw^. l^plfrABn^a.^ Sant Anna do
"MB4flJHR*a
l:_
,. tan
ttpaafUt
Travessa
(ulta.
1^58
2,910
4,303
21,601)
23,500
32,400
12,000
!H>,000
5,
5
16,'zOO
5iOC0.
S;640!
"87,716
10,800
15,120
9 000
17,280
21,600
23,760
17,280
21,600
16,200
4,t75
82,080
8,640
6,480
6;480
8,640
8,640
6,480
8640
8,6i0
8,6i0
8,640
8,640
8,640
8,640
5,400
5,400
8,640
m
8.640
5,400
5,400
54.000
108,000
9VU00
19.440
10,800
par
Total.
J
Imper,ilm n. 32.Dr. Joao P. HonUir: Andrade e'outeoa
.Dita il 2I.-Dr. Jose Rodrigues dp3 Passo-, advbgado da or-
phaos ji ,i
IJraveSs'a das Barreiras n 10.0 mesmo
DiU n. 23.0 mesmo
i Visconde . Imperalriz n. 45. Jose Augusto NaTmeo A. e Joanna Maria D.
., ~.0' Praca-do Conde d'Eu n: 2.-Jos6 Maria F. Gameiroe outros
17,0^8 Di[a 0 'g/_ j0se Alves Lima
Conoeieao n. 45. -0 mesmo
i in itj.zej ( Biacuaejo n. 12- 0 mesmo
>
30
2,025
2,916
1,080
8,100
i
1,458
,,860
777
7,895
972
1,360
810
1,555
1,944
2,138
1,558
m
84
7,387
777
583
583
777
777
583
111
I
|
111
111
486
08
IT.
777
111
777
711
777
486
K8d
4,860
9,720
8,100
1,749
972
29,430
23,544
24,323
35,316
13,080
98,100
35,316
58,860
9.417
95,621
1177*
16,480
9,810
18.833
23,544
de Mello Albu-
27,000
21,000
10,800
43,200
3S.00O
16,tO0
21,600
17,280
64,800
15,120
90,000
180,000
8,640
22,500
28,620
5,400
27,000
13,500
13,500
37,800
7,560
14,400
10,800
13,500
2,960
27,000
10,800
11,250
10#00
6*480
8; 100
10,800
21,600
14,400
13,50)
2-7,000
135,000
27,000
21,600
*1,600
21,600
21,600
21,600
19,440
27,000
19,440
54,000
7,360
16,200
63,000
15,120
22,500
21,600
36,000
7.560
7,560
6,480
6,480
10,800
10,800
63,000
8,640
36,000
63,000
8,342
17,240
17,280
3,780
18,360
10,260
21,000
,12,960
6A80
7*60
4,000
11,600
.47,80
17,000
(MOO
9,960
.M'JNO
88,860
17,280
:,960
17,280
2,430
1,944
'Dita n. 14.0 mesmo
'Dita n. 16.0mesmo
Sete de Setembro n. 12.O-mesmo
! Dita n. 34. 0 mesmo
Dita n. 36. -0 mesmo
D.u n. 210 mesmb
Gervasio Pires n. 6.-0 mesmo
Praca do Conde d'Eu n. 31Jose Caetano
querque i .,
DiU n. Sl.-Viuva e herdeiros de Joao Henriqae da Stlva
' Diu rJ. 4.-Jose Fanslini de Lemoa
Visconde de Pelotas'u. 25.Jo6Teixeira Pinto
Tambja n. 10.Joao Jo6 de Carvalho Moraes
j Dita n. 20. -Joaquim Santiago Pereira 4o Nascimenlo
' Liiprrairiz o. 42 Joao Mirtins Ribeiro
Visconde'de AILuquerquer n. 30.Os raenores Jose e Antonio
de Magalhaes |
Dila n. 32.Os metmos
DiU n. 156.- Joanna Mclitana de Jesus
Rosario n. 54.A mesrna
Stccio do contencioso do thesouro
68,280
17,658
4^5J
I!
15120
15,110 I
1J.960
21,600
115,076
90,000
8,100
5,400
6.48J
133,200
94,500
70,100
21,600
17.280
17,280
17,280
21.600
27,000
17,280
21,600
17,280
12,960
154.800
36;223 .
16.200
16,200
16.200
17,280
69,750
21,600
21,6' 0
54,000
27.0UO
'9;'79d-
"IS
1188
l',944

we.
1#A
5%ilW
9,276 -IttSaS
119,968
145^88
13,932
3 260
1,458
1,458
1,458
1,555
6,277.
1,944
MM
4.8CO
2,430
provincial de Pernambueo 2i de ssieiubro do' J%Ti.
O 1.- offlciaL
Horacio Walfrifh fereg/itno da Silta.
~
S8,W
0 Dr. Carlos do Cerqueira Pinto, ofDcial da impe-
rial ordem da RctBt cavalheiro da de Cnristo
e"JrrrzTla direito especial do commercio, nesta
le.il e valorosa cidade do S. Salvador B.ihi.dea
Todos os Santos e seu lermo, por sua m-igi-'su-
de imperial e coastilucmnal o Sr. D. Pedro II,
quem Dens guarde, etc.
Fac/> saber que no dia 8 do vindouro outubro,
as 11 boras da manha, a bordo do vapur nacionai
Cruzeiro do Sul, (anddalo na rjbeira de Hapagi-
pe, tem da s^r vendido em fcilao, polo agente de
Ifiloes Luiz Zuany, o mesmo vapor e suas pertcu-
ca>, avaliado ero sessenia contus de reis pelos pe-
ril s quo proceJerara as vistorias, seado o duo
tenja sepnint'. Hei por justifl'-arfU a
do sffpplicad i, a quem se inumaia a
por editai's coin trmf* ai** d prffl^'
o publjca !.< cm i e de cotuaW
causa. It on'.', 14 ifi) $i:intembro
341,378
117,720
98,100
21,189
11,772
972
3,888
3,2 iO
1,458
1,944
1,555
5,832
1.360
8,100
16,200
777
2,025
2,575
486
2,430
1,215
1,215
w
1,396
972
l,2l5
266
2,430
072
912
972
583
729
972
1,944
1,276
1,215
2,430
12 150
2,430
1,944
1,944
1,944
1,944
1,944
1,749
2,430
1,749
4,860
680
1,458
5,670
1,360
2,023
1,944
3,240
680
680
583
583
972
972
5,670
777
3,240
5,670
.1,355
1,555
340
1,652
923
2,150
1.466
583
89,430
23,544
11.772
47,088
99,277
70,632
16,480
98,100
203,017
24,515
37,081
29,430
78,872
13,796
11,772
14,715
3,226
29,430
leiiao em 65 lotes, os qnaes sao :
{.' lote 6 o sen casco com todo os sens mas-
tro=, gnrupes, vergas, paos de carga e ensarciss,
cabos, macliinas de vapor, 4 tanques de ferro para
agua. um ferro e uraa corrente de 60 bracas.
2> dito. 1 machina de vapor, chamada gurrien,-
de forpa de qua?ro cavallos qae serve para des-
carga.
3. dito. 1 bole n. 1.
4." dilo. I dito n. 2.
5. dilo. 1 dilo n. 3.
6 dito. 1 dito n. 4.
1.' dito. 1 dito n. 5. Salvavida*.
8. dilo. 1 ferro grande de 14 qumtaes.
9.* dito. 1 dito de 12 ditos.
10. dito. 2 ancarotes.
11. dito. 1 amarra dj 60 bracas.
12 dilo. 1 dita de 43 ditas.
1"3 dilo. Pannes constantes de 1 latino, 1 iraque-1
le, 1 velacho e 2 velas de proa.
14 dito. 6 toidos de lomna.
15 dito. Puliame do service do mvio, consume
de ca lernaes, moitoss o cabos de talha.
16 dito. 20 remos e sUa palamenta do servico
dos botes.
17 dito. 80 toneladas de carvSo de catdin.
18 dito. 3 bitaculas com suas agulhae.
19 dito. I relogio da camara.
20 dilo. 0 baromelro.
21 dito. 3 lampeoesda camara.
22 dito. 3 lauteru s e pharoes...
23 dito. 3 phroes de roda e mastro.
24 dilo. 15 ba des.
25 dito. 1 bomba de incendio com suas perien-
f.as.
26 dito. 1 apan-.dor com espelho.
27 dito. 1 espelho n. 1.
28 dito. 1 dito n. 2.
29 dito. I dilo n 3.
30 dito. 26 ditos pequenos dos camarotes.
31 dito. 1 mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2.
33 dito. 1 dita n. 3.
34 dito. 1 dita n. 4.
33 dito. 1 dita oval n. 5.
36 dito. 6 bancos da mesa da camara
37 dito. 6 ditos de'dita.
38 dito. 6 raoxosde de assento de palha.
39 dito. 2 cemmodas.
40 dit. 1 armario de vidracas.
41 dito. 2 guarda-copos.
42 dito. 1 cadeira de braco.
43 dito. 10 bancos do conves.
44 dito. Louca de mesa consume de pratos
chicaras, pires, pralos travessos a cobertos.
45 dito Vidro de m sa consume de garratas,
copos, calices e compoteiras.
ausencia
sentence,
alBxadus
Cnstas ex-
do 1874.
Sfbastido do Rry> Burros rle Ltcerdii. Por fcr-
ca da qu;il o escrivai f.-z passar o presente,
pelo qnal chain), cit e iamn i so dito suppllcado
areferida carta de sent-^fea, bem assim para to-
dds os termos da exefuci>,- fiara 'itnn -compareea
nesle fuizo dentro do prazo de 30uias, >im de al-
legar o qae for de justica.
E para que che^u** ao c nbenimento de todos,
raandei passar o presente qae sera publieado pela
imprensa e afllsado noa lugares do costome.
Recife, 16 de setembro de 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigue3 do Naseimento, es-
criva-o, o sdbscrevi.
Seb isliuo d> n^gn Barrox de t/uxrda.
0 lllm. Sr. inspector do lliesouro provincial
manda (azer publico, que em ouraprimenlo da or-
dem do Exm. Sr. president* da provincia, de 24 da
agosto ultimo, tem de ser conlratado perante a
junta do mesmo tliesouro, no dia 24 do corrente,
o ioruecimento dos moveis prec'^os para as escolas
do sexo feminino, dos Coedios, Caropo Grante,
Campo-Verde e Fundao, os quaes vao declarad03
! na tabella nbaixo transcripta.
As pe^soas ('.ue quizerem cuntralar dito forne-
j cimento, comparecam na sala das ses:5es da mes-
ma junta, pelo meio dia Jo dia acima indicado.
Se:relaria do thds-.uro provincial, 16 dc setem-
!bro de 1874.
0 secrelano,
Miguel Affonso Ferreira.
TAfiSLLA.
Quatro qnadro3 com a efRgie da Senhor Cruci-
fieado com 0,66-c de altura e 0,44-c de la'rgdta
urn (10*) 40,8000.
Quatro mesas de amarello com 1m, 11 de com-
priiuento, 0,m 65 de largura e 0,m 75 de altura
com pes torneados e duas gavetas, uoo (22/000)
88500O
Qaatio cadeiras de amarello, de bracos, uma
(16*) 6;3000.
Oitq ditas singclas 64*00).
Ouatro estralos de louro com l.m 60 de comp.n-
mento l,m 40 de largura e 0,m 15 de altura, um
)z05)80300O. .,
Doze classes ou memoes de amarelio com 2,m b*
de comprimento, 0,m 44 de largura, 0,m 72 de al
tura na frente e 0,m 7C do lado opposto, com pes
torneados, coutendo quatro tiateiros etrcstrasla-
dos em quadro, uma (345) 408*000.
Dezeseis bancos de amarello. assento de palhi-
nha, com 2,m 44 de compiimeato, 0,m 25 de lar
gura e 0,m 45 de altura, com pes tLrneados", um
(234) 400*OCO.
Quatro pedras para calcnlos com t,m de com-
primento e l.ra 20 de largura, uma (10*) 40*.
Doze cabides de amarello com 8 tcrnos, um (o*)
Ouatro r<>guas de jacaranda, uma (i00) 2*.
Qua'.ro oscrivanias dc metal, araa (3*) 20*.
Quatro theares singelos, um (10) 40*.
Quatro jarras, uma (3*) 20*.
Quatro cocos de Wha de ferro 4* 00.
Doze bacios com tampa, um (2*) 24*.
Qaatro cuboi de amarello, um (7*) 28*.
Conforme. -Miguel Affonso Ferreira.
11,772
12,162
18,815
8 82:1
11,772
23,544
15.676
14,715
29,430
294,300
71,808
58,860
25,898
85,130
24,523
23,344
39,240
54,150
68,670,
46 dito. Appareihos de camarotes.constando cada
um ile bacia, jarro, ourinol, escova e saboneteira.
47 dit Baldes de folha para despejo dos ca-
marotes.
48 dito. Tiem de metal, constante de ternnas,
pratos cobertos, assucareiros, manteguiras, galhe
teiras e palmatorias.
49 dito. Taltieres de mesa, constantes de facas
garfos, coPieres de sopo e de cha.
30 dito. 86 colchoes de eama dos camarotes com
seus travesseiros.
51 dito. 200 lencoes.
52 dito. 80 cobertas de cama.
53 dito. 30 toalhas de mesa.
54 dito. 130 guardauapos.
53 dito. 100 ualhas de mao.
56 dito. 362 fronlias.
57 dito. 1 paono de meza. .___
58 dit). Trem decozinha, constante de caldeiras,
cassarolas, paneuas, etc.'
59 dito. 1 fogio e 1 caldeira portatel.
60 dito. 1 lote de resto de tinias, oleo e outros
obiectos de sobresalento d^ navio.
61 dito. 1 virador de lioho de 4 pollegadas.
62 dito. 4 espias de couro.
63 dito. Uraa porgio de cobre novo e velho.
64 dito. 1 guindaste volante.
63 dito. 2 8ino3 e 1 campa de metal.
Cuios obiectos serio vendidos em lotes designa-
dos pela namera^io mencionada, a quera mais
der visto me ter assim requerido o commandante
d> sobre dito vapor Guilherme Wadiington, e que
o abandonou por innavegabilidade, e as compaahias
de seguros delle nao qulzerao tomar couu.
E para que chegue ao conhecimento de todos os
pretendeote, mando que seja o presente publiea-
do nos lugares d) estylo, pela imprensa, unto
desta cidade cemo da-curte do Rio de Janeiro e da
proviniaia de Pernambueo, o.que cumpra-
Bahia, 15 de setembro de 1874.
E eu 01 rio Jos6 Rodrigues Pimenta, e
que o
Perante a camara municipal da villa de Ja-
boatao, estarao em pra.a publica nos dias lb, 23
a 30 do correilc mez para serem arremaUdos
nor tempo de um anno, os imposios de coquei-
ros. a razao de 80 rs. por cada pe de produccao,
excaptua dose 10 pes para
o
uso do proprieta-
1:200* ; de afeiicao por
o arrematante a aferir. os
camara.
48.637
68,670
subscrevy.
Carlos de Ctrqueira Pinto.
8i5A-A mesma
.4,860
1,044
1,555
2,430
4,860
j44
3,499
1,555
1,666
1,553
1,044
m
'a
28,145
18,835
24,130
i;$9sH
29,430
14,126
7,063
4*40]
58,860
41^379
ODr.Sebastilo do Rego Barros ae Lacerda juiz
de direito especial no commercio nesta cidade
' do Recife de Pernambueo, por S. M. o nnpera-
ki3dor, a quem Deus gaarde, etc
^aoo saber aos que* o presente ed.tal virem e
detle noticia tiverem, que t ndo Josd Paulo Bow-
Iho & C, obtido carta de seatenca no superior tn
banal da rela?ao. contra Alexandre Nunes da S.lva
e nio podendo intimar a mesma carta de senten<
~ em ..
dos snpplicaotes
lllm. Sr. Dr. juiz
po~r"serachar o supplicado ausente, em lugar incer-
Fo e nao sabidp, (ora por partes
rio, e avaliados por
1:2003, obrigando-se
pesos o medidas pertencentes a mesraa camara,
sera indemnisacao alguma ; de 5001 rs. Por.cale-
ca de gad. vaccnm, por 5003 ; de mascates e
boceteiras, por 100* ; de 200 rs. por cabec?. de
sado suino, ovelhum e cabruro, por 120*.
Os pretendente deverao comparecer com aius
fiadores, habililados da forma da lei.
Paco da camara municipal da villa de Santo
Amaro de Jaboalao, 9 de tetembro de 1874.
Antonio de Sa e Albnquerque,
Pro- presidente.
Miguel Germano dos Santos Pereira de Bast.,
SecreUrio.________________
0 Dr. Joaquim Gouc,alves Lima, juiz dos
feitos da fazenda desta provtncia, por
S. M. Imperial, a que Deus gaarde,
etc. ... .
faco saber aos que o presente edital vi
rem que, em cumprimento da ordem dp
thesouro de 30 de dezembro de 1865, e
das instructs que com a mesrna baixa-
ratn, undo o prazo de tres mtzes a contar
da data da publicacao deste, sera vendido e
arrematado em hasta publica celebrada na
cpmarca de Itambe, a quem maior prec>
offerecer, a vista ou a praxo ate 11 annos
quando muito com juros de 6/. ao annu
pglo tempo da demota a comprebensao de-
uaminada, Buraco doextincto vmculo
Je Itambe, sita naquella comarca aqoals?
acba avdiada em cinco contos deceise
conte n segundo a medico a quese proce-
deu e consta dos autos aextensao seguinte :
do lado do leste 1,110 bracas, do lado do
notte 400 bracks, do lado do noroeste 6
bracks do lado do poente 41!. bracas
lado do sul 681 bracas, i
ireno, proprio para a cultura de mandic
oulros legumes e Itcando certos
jsados de que, Uflto por ,t,anto
io lancovdopoftseto respectivo.
irnidade da ordem^do thesouro, n. 15 de 28
de Janeiro de 1834.
Recife, 15 de setembro de 1874.Eu,
Jose Francisco do Rego Barros, escrivao, o
subscrevi.
e do
o ter-
OECLARACOES.
/J05.482
SBito o requerimeato seguipte --- .-r
la direito do commercio. Jose Pamo Botelno & t---
ten-do obtido a seu favor no Superior tribunal da
fela--ao, a carta do seolenea junu contra seu aey-
5or Alexandre Nunes da Silva, afim ^pagar-Ihe
a qnantia d* 3.471*440, seado 1*34*000 lepiD,
Jipal. 921*800 de jnros a 2IM640 de cqsus, e
tonstandolha qua o suppHcado sa mudara doPaca
de Camaragibe, onde resldia para lugar mcerto e
aaosabido, quer fazer ioamar Ihe ditasentenea
aor carta de editos, pelo que requer a V S>.. Oig-
ee de admilli Io a jastincar a ausencia do mes-
m > supplicado, afim de qtte provado quanto ba-te,
se pa*se carta de editos menctonando-senella qua
o Mipplisado ficaracitado' para todos da term os da
execucao ate, ttnal-Pedem>V. S. daferimgnto E
itocebera meroe. Recife, 1 da junho de 1874.-
part s.trr ^rss: ttffi**r
os interes-
serd referido
na confor-
-1,535
57,793
dm lugar jnoerto a uio aabido, sallUos. e pwpara .Anumio
dos bsatitas amira coaciuaos, naJUw.del> wn-.Aatonto
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PEBSAM-
BU.oO
Esta aacretaria fax cortstar qae e achim regis-
ira'das nomeacoes da caixewos e outros documea
JoiwOiP50 teem ,il0 procurados pelos aenhore*
1,000
1,560
120
Antonio Toaqw^de, Vasconcellos
i.dePinrio'Borges
%m


1
Antonio Jacintho Cesar
Agottinho Antonio de Souza
Anonso Jorge de Souxa Barcellos
Abitio Viegas Martini Gnimaries
Alexandre da Motta Conto
Antonio de Barros Correia
Antonio Ferreira de Lima
Aftonio da Silva AzeveJo
Antonio Domiogues de Almeida Pocas
Antonio Martin? Moreira
Antonio loaquim de Novaes
Antonio Teizeira do) Santos
Antonio Francisco dos Santo* & C
Antonio da CosU Araujo
Antonio Maria da Silva
Anguato Sanjreman e Conto
Agoitinhoi Irmio
Bernardo Pereira Kamos
Borges & Costa
Belarraino Alves Ardeha
Beirao & C.
Bertholdo Berardo Lima
Bezerra Irraaos
Bernardino Macbado Coelho
Bernardo Gomes de Sonza
Braga & Silva
Belarraino Gomes de Andrade Lima
Camara & Bastos
Ceciliano Mamede de Almeida
Camara & bastos
Candido Kabt-llo da Silva Marques
Candido Jose Rodrigues de Lima
Carvalho & Freitas
CosU & AWares
Cesu & Roeba
Candida Maria da Conceicao
Costa & Soares
Cbagas & C.
Clementino dos Santos Sememe
CosU Irmaos & a
Carlos Alves Borbosa
Candido Casemlro Gnedes Aleoforado
Daniel Antonio dos Reis
Domingo* da CosU Mouteiro
Domingos Gomes Brasileiro de Amorim
Domingos da Costa Ferreira
Dionizio Hilarie Lopes
E. Mellois & C.
EpipkMHO da Kocha Wanderley
Francisco Pires Lieati
Francisco das Cbagas de J. Monte
Francisco Nunes de Paula
Felix V. de Can a I ice
Figneiredo A Irmao
Francisco de Atsis Ferreira Vianna
Firraiao Vieira da Silva & C.
Firroino de Farias Barroso e Silva
Farias k C.
Francisco Jose dos Passos Guimaraes
Felippe Santiago da Silva
Francisce do Ceuto Guimaraes
Frederico Chaves
Francisco Antonio das Chagas
Francisco Antonio de Albuquorque Me-llo
Francisco Aihanasio da Rncha Braga
Francisco Goncalves da Costa
Fernandes Silva A C.
Francisco Ignacio Pinto
Francisco Miranda Leal Seve
Guimaraes & Azevedo
Hortulano Jacob de Medeiros
H. H. da Silva & C.
Henrique Jose Pereira & C.
Isaac Esnaty
'Joao Firmioo Revoredo Freire
Joao Francisco Paredes Porto
Joiio Manoel de Fran;a
Joao Gomes da Cruz
Jo;io Adriano de M. Dutra
Joao Felix da lln-a
Joao Pamphilino Cavalcante
Joao Cardoso Rabello
Joao Correia da Silva
Joao Facundo de Castro Meneies
Joao Ferreira Ramos
Joao Antonio dos Reis
Joao dos Santos Coelho
Jose Izidoro Martins
Jose Antonio Macedo Lopes
Jose Joaquim da Cunba & C.
Jose Paulino Lopes Me Almeida
Jose Fortunato dos Santos Porto
Jose Fanstino de Lemos
Jose Antonio da Motta Guimaraes
Jose da Conceicao Oliveira e Figneiredo
Jose Maia A C
Jos6 Antonio Moreira > Dias
Jose da Costa Bispo
Jose Thoruaz da Silva
Jose Antonio da Siiva
Jose Maria Rodrigues
Jose Enzebio Marques Coelho
Jose Francisco de Figueiredo
Jos6 da Silva Oliveira
Jose Bernardo da Moita ,
Jose" Manuel Feneira Guimaraes
Jose' Maria Gomes e Silva
Jose" Antonio de Oliveira
Jose Bernardino Alves
Jose Joaquim Soares
Joaquim Xieol.io Ferreira
Joaquim Antonio de Oliveira
Joaquim da Costa Amorim
Jerobymo da Cota Lima
Luiz de Freitas Victoria
Luiz Amave! Duboor:q Junior
Lapa llibeiro A C.
Leonardo Porto
Lima A Braga
Manoel do Rego Amaral
Manoel Joaquim Dias
Manoel Martins de Amorim e Silva
Mancel d. Moraes Oliveira
Manoel dos Santos Mcntciro
Manoel Ramos Correia
Manoel Rodrigues da Silveira
Manoel da Costa Ribeiro
Manoel de Oliveira Junior
Manoei Joaquim Pereira Jnnior
Marc,lino Goncalves de Macedo '
Marcolino Martins Ferreira da Luz
Marcelino A Silvano
Marcolino Antonio Pereira
Monteiro. Guerreiro A C.
Monteiro A Correia
Monteiro, Gregorio <$ C.
Moreira, Monteiro A; C.
Mello A Macedo
Miguel Teizeira da Costa
Mananna Alhanasia Moreira
Msnricio Jose de Freitas
Mendes A C.
Mello & Macedo
Maia & Monteiro
Mattos Lemos A C.
Melqoiades Manoel dos Santos Lima
Oliveira & Sacramento
Philip Ploeg
Paulino Onofre Nunes
Pires A Nascimento
Paredes Porto & C.
Peixolo & C.
Pacbeco A Gonzaga
Plate Neesen & C.
Pedro Anreliano da Cruz Muniz
Pereira & Gomes
Ri ta Maria Firmina de Almeida
Rodrigues A Lopes
Rodolpho Francisco Neves
Silva Cavalcante A C.
Silva & Ribeiro
yjtio de Fttnwnbuw Terca feitSi 22 de Setembro do 1871
!,7i0
1,380
1,440
1,440
1,440
1,000
1,560
8,000
1,740
1,000
I,8UO
1,80
1,000
I,6t0
1,000
1,740
1,300
1,440
3,000
1,500
1,380
1,300
1,000
2,456
1,000
1,680
1,740
5,000
3,000
3,000
1,680
1,560
1,380
5,000
1,080
3,500.
1,800
1,320
3,300
i.eoo
I MO
1,3*0
10,500
1,680
1,500
1,000
1,000
1,6*0
1,740
*,50O
1,500
1,000
1.3*0
1,320
6,620
3,000
1,320
3,180
1,500
12,500
1,620
1,500
1,300
2,220
1,920
1,740
1,000
2,820
1,380
1,200
1,000
1,500
1,380
1,000
1,000
1000
2.760
6,360
1,440
3,000
6,900
1,320
3,260
1,850
2,300
1,000
1,560
5,400
1,740
6,000
1,000
2,220
1,800
4,000
2,800
1,740
8,500
3,360
6,180
1,500
2,000
2,060
2,940
1,000
1.500
,000
1,500
1,320
4.50C
1,300
1,000
1,300
1,380
2,300
1,080
1,440
5.C00
1,320
1,200
5,000
3,000
1,320
1,500
1,440
1,320
2,100
Largo da Campina.
Ideron ll(fecbada). ..... 96*000
Rua do Nogueira.
C*sa terrea a. 17 (fechada}..... 3001000
Rna do Corooel Suassuna
1* andar do s brado numero 94 3861000
PATRIMONK) DOSORPHAOS.
Rna da Moeda.
Casa terrea n. St fechada).. 4001000
Becco das Boias.
Casa terrea a. 18. .77. '. 4J1#00(
_ Rua da Lapa.
OMnterrean.il. ... m#000
Rua do Amorim.
Sobr*do de 2 andares n. 23 02*000
Cast terrea a. 34......SW000
Ruar do Bugos.
Casn terrea n. II. ,
Rua do Vigario.
^ andar do sobrado n. 27
r* andar do mesmo. \ .
Loja do meano.......
Rua do Encantamerrfto.
sobrado de andares n^l3 (fechada). 1:400*000
Rua da Senzalla velha
Idem n, !6.......
Rua datiuia.
Casa ?errea n. J5 .
Idem n. 29......
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. IS (fechada).
Idem n. 14.........6001000
Rna de S. Jorge
flasa terrea n. 100 (fechada) .
idem n. 103 .
1531000
5431000
2401000
3001000
209*000
209*001
S011000
8001000
2411000
2071000
__.nparo )Ulinda)
Casa tercea n. 18 (fechada).... 2401000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas flancas, on eomparecerem
acoinpanhados dos respoctivos fi adores, devendo
pagar alem da renda. o preraio da quantia em
que for seguro o predio qua contrver estabeleci-
mento commercial, assim como o service- da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da SanU Casa da|Misericordia do R
cife, 17 de sstembro de 1874.
0 escrivio,
_ Pedro Rodrigues de .Souza.
Arremataqao.
Terca feira 22 do eorrente, depois da audiencia
do Dr. juiz de direito da 1* vara, vai a praca de
veuda as fazendas e armacao da loja n. 54 da rua
da Imperatriz, pinhorada por execucao de D. Ma-
ria Candida dos Prazeres Gama, contra Joaquim
da Silva Boa-Vista; os pretendentes podem exami-
narem o escripto em poder do porteiro dos audi-
torios, assim como arremalacio sera effectuada na
mesma loja a 1 hora. pouco mais on menos.
No dia 29 do eorrente mez de setembro, fin-
da a audiencia do Sr. Or. juiz substituto do da 1'
vara civel desU cidade, se ha de arrematar em
praca publica um bilhar em bom est do, com II
tacos, 9 bolas e 1 la bell a, avaliado tudo por 5001,
para pagamento da importancia da execucao que
move Jose Fernaodes dos Santos contra seus de-
vedores Henrique Linden & ''.
Perante a camara municipal desU cidade es-
tarao novamente em hasta publica, nos lias 24 do
eorrente e 1 do mez proximo yindouro, para ser
arrematado por tempo de um anno, por quem mais
offerecer, o aluguel do sobrado n. 9, silo a pra$a
do Corpo Santo do Re;ite, por 7251, e os impostos
de capim de planU por 507*200, e 320 rs. por
carga de peixe exposto a veada no mercado pu-
blico, por 12*.
Os pretendentes deverao apresentar-se
tentemente habilitados.
Paco da camara municipal de Olinda, 17 de
setembro de 1874.
. Bario da Tacaruna,
Presidente.
Marcolino Dias de Araujo.
Secretario.
Approvaefc) da actt da nltlma assemblea.
Exposicio *> raovimento da sociedade: dfljante
p eorrente anno social, pelo presidente Se conse-
lh*upter.
Leftura e approvacio das conus do mesmo oon-
selbo.
Parecer da conmissao nome'ada pan indlear a
reforma de que precisam alguns art;,gos dos esU-
Itttos.
Eleigao do novo conselho. -
Seereuria da sociedade Propagadora da tea-
truccao Publica, 18 de setembro de 1874.
V. de M. Mello,
____________________2* secreUrlo._______
De ordem do Illm Sr. inspector da thesoura-
ria de tazenda desU provincia se fat publico, para
cunbecimento de quem interessar, que no dia 26
do eorrente met, pelas 2 boras da tarde, perante
a julU da oiesnu tbesouraria, sera posto em hasta
publica para ser arrematado por quem maior lanco
offerecer, o proprio nacional, denominado Cala-
bouco, sito a rna do mesmo nome, uesta capiul,
servinde de base para a arremaUcao a quanlia de
3:1101, maior lanco offerecido na ultima praca.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de seiemoro de 1874.- 0 2" escriptu-
raio, servindo de secretario,
Carlos J. de Souza Correia.
FUNDICAO
DE *
C Starr & C.
Sdo convidados os Srs. devedores a ir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras econtas vencidas ; sendo que nao o fa-
zeodo ate o dia 30 deoutubro proximo vin-
ilouro, serao vendidas em leilao. Poderao
comparecer ou mandar ao escriptorio da
I'undigao ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
Coiiipaiihia Fidelidade
eguroa ntaritiniosi e terresitres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritim s e terrestres, a premtos razoaveis, dando
oos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparici, antiga do Appolo
Feliciano Jose Gomes,
________________ Agente.
Almeida Garret
adnate Tamasint
E' esperado de Por-
tugal ale 30 do eor-
rente, Umhem, depois
de pouca demora den-
tro deste porto, se-
. guira para a Babia
e Rio de Janeiro.
Passagens e (rates de cargas, encommeadas e
valores, ttatam-se com os
AGENTES
B. R. Rabello C.
17 Rua do Commercio 17
Entrada pelo largo do Pelourinho.
partimeirtos de escriptorio
8 armazem
HOJE
RUA DO BOM JESUS N. 43.
ra-
Companhia de navegacita
porbahiana, Iimitada
Macei6, Penedo, Aracajii e Babia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 23 do
eorrente o vapor Uarquez
de Caxiat, o qual seguira
Sara os portos acima no
la seguinte ao de sna
*??obl'*Tie*ri''encomraen<,a!' P>Meiros edi-
AffAfltfl
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
.____57-Rna do Bom Jesus57
nheiro a
compe-
Vice consulado deEspana
El Exm. Seoor pre.'idente del puder ejecutivo
de la nacion, se servio aprobar por decreto quince
de julio proximo pasado, la tarifa de los derechos
que se deberon percibif en los consulados y can-
cillerias de Espana era paizes |extrangeros, la que
se fone en ejecueion y su pleno vigor desde esta
fecha, lo que se conraunlca al publico por orden
del representante de la nacion resideule em la
eorie de este Imperio.
Pernambuco 21 de setiembre de 1874.
El vice-consul, Juan Busson.
Secretaria do gymnasio provincial de Pernara-
bueo, 21 de setembro de 1874. Por esla secreta-
ria se declara aos pai', lutores e corresponlen-
tes dos alumnos desie institute, que do dia 22 do
eorrente principia a correr o prazo de oilo dias,
denlro do qual teem 03 me?mos de effectuar o
pagamento da pen-So doi ditos. a.'umnos, corres-
bondMcie ao 4* trfmestre do eorrente anno.
0 secrelario.J
Celso Teriuliauo Fernandes Quintella.
CONSULADO PROVINCIAL
Por esta reparticao se faz jciente aos contri-
buintes dos apparelhos, differenca dos mesmjs,
annnidades e encanamentos da Recife Drainag-
Company do semestre finds em dezembro de
1872, que foi prorogado por mais dez dias uteis e
recebimento que ora se procede, terminando a re-
ferida prorogacao no dia 14 de setembro vin-
douro.
Consulado provincial, 29 de agosto de 1874.
0 administrador,
___________Antonio Caroeiro Machado Rios.
NAMBUCO, 22 DE SETEMBRO EE 1874
Malax a expedlr-se
Pelo vapor nacional Pirapama, esta administra-
Sao expede malas para Parahyba, Natal, Macao,
lossoro, Aracaty, Ceara, Acaracil e Maranbao,
hoje (22).
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1[2,
pagando porte duplo.
0 administrador,
Alfonso do Regp barros.
4 II AICC.FI ItN REUills
COMPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-
GACAOA VAPOH
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisbda, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos.
STEAMER
VtLlJE Ba BAHIA
Cotttiuandante, P. Robert.
E' esperado da En-
ropa ate 23 do eor-
rente, seguindo de-
pois da inditpensavel
demora para 03 por-
tos do sul de sua es-
cala acima refendos.
Para fretes, encommendas e passageiros, trau-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. DOLIVEIRA A C.
?aRua do CommercioEntrada pela ru*
______________do Torres.
Ilho de S. MigueL
Com muita brevidaie segue para S. Mignel o
conhecido palhabole porluguez Novo S. Lovrenco.
Para o resto da carga e passageiros trau-se com
os consigaatarios Thomaz de Aquino Fonceca A
C. successors a rna do Vigario n. 19.
Em continua^ao
LEILAO
DE
miudezas, calgados eperfu-
marias, existentes no mes-
mo armazem.
Por intervencao do agente Pintd
Novo
3:1579936,
de 509000.
do Abreu
massa.
ser?indo da base a offerta
Da parte da casa do becco
n. 1, pertencente a mesma
LEILAO
de Ca-
ri. 60,
leilao
DAS
Pacific Slcam Navigation Companj
ROYAL MAIL STEAMERS.
1,300
3,060
8,380
2,230
3,000
1,380
1,300
1,000
12,650
3,009
2,300
1,500
1,500
1,380
1,500
5,000
1,320
5,000
4,800
1,0(0
1,680
2,340
1,000
12,000
1,000
1,500
2,300
4,680
3,200
3,000
1,300
o.OOO
2,300
3,000
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companhia. pernambucana, dispondo de ex
tellentes e vastos arroaens em sen predio ao for
:e do Mattos, offerece-os ao commercio em gera!
para deposito de generos, garantindo a maior con
lervacao das mercadorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
ambera recolhera, mediante previo accordo, ez
jlusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos
sao inteu-amente novos e asphaltados, isentos d
:upim, ratos, etc., eic.
As pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar
Bazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com
oanhia pernambucana, que acbarao com quen
:ratar.
THEATRO 9
Santo \ntonio
Terga-feira 22 do eorrente.
Espectaciilo em beneflriu da actrlz
ii^:opoiiii^.-\
e o anticn bilheteiro
Zebedeii
Logo que a orchestra tiver executado uma fin-
da ouvertura, subira a scena o iraportante drama
em 5 actos:
0 triumpho da iniprensa livre ok a
qoeda de um ininislro.
Tcrminara o espectaculo com o sempre fesleiado
dueto :
0 meirinho e a pobre.
Principiara as 8 1|2 horas.
Os beneficiados desde ja agradecem as pessoas
que, tao benevolamente, aceitaram os seus bilhe-
tes, e pedem protecjao ao respeitavel publico pa
ra o bom exilo de seu espectaculo.
N'um dos intervallos os beneficiados irao a^ra
uecer pelos camarotes.
(DE 4081 TONEADAS)
Commandante Shannon.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 27
do eorrente, e depois
demora do costu-
me segnira para Lis-
bon, Bordeos, e Liver-
para onde recebera passageiros, encommen-
e dinheiro a frete.
rt. B.Nao sahira antes das tres horas da tar
le do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA DO COMMERCIO1 -
pool,
das,
m\ 0 PORTO.
0 brigue portuguez Triumpho, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
'Tata-se com os consignatarios Thomas de Aquino
?onceca A C, successores, rua do Vigario d. 19
COMPANHIA PERxNAMBUCANA
DE
^avega^ilo costelra a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 30 do eorrente, as
5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia
29, encommendas, passa-
e diaheiro a frete ate as 2 horai do
sahida : escriptorio no Forte do Mattel
zeiros
dia da
o. 12.
divides na importancia de 21:39741060, per
tencentes a massa fallida de Thomaz
Fernandes da Cunha A C.
Hoje
. 11 h.'ras da man ha
Em o 1 andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 37.
0 agente Dias,.em observancia ao respeitavel
despacho no Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, levara novamente a leilao no dia e hora
indicados, as divi las que abaixo se menciona, as
quaes fazem parte dos bens pertencentes a massa
fallida de Thomaz Fernandes da Cunba & C.
A SABER:
Joaquim Luiz Vieira
Antonio Bandeira de Mello
Vicente Jose de Rrito
Jose Duarte das Neves
Joao Ferreira Chaves
Jose Antonio F. Fradique
Antonio Jorge Rodrignes
Antonio Jose de Azevedo
Ignacio Jose Pacbeco
Jo e Barbosa de Mello
Bento de Freitas Guimaraes
Dr. Thomaz A. Gusmao W,
Jese Caetano de Albnquerque
Anionlo Alfonso Moreira Junior
Albuquerque & Cunha
Joao Jos6 R. Mendes
Mosteiro de S. Bento
Manoel Jose Dantas
Manoel Ferreira Ponies
Viuva Bastos
Manoel Gomes Moreira
Simphronio C. Coutinho
Francisco de Miranda Leal Seve
Antonio Valentim da Silva Barroca
Domingos Jose da Silva
Lidstone Robilliard & C.
Ferreira Cascao 4 Filho
Clemente Jose de Miranda
J. G. Beltrao & Irmao
Oliveira & C.
Companhia Santa Thereza
Antonio L. de Albnquerque
Francisco Correa de Mesquita
Ferreira de Almeida & C.
Zeferino Jose Lima
Joao Cardoso Rabello
Bartholomeu Lourenco
Jose Antonio Goncalves
Emygdio Jose de Lima
Joaquim Souza Silva Cunha
Beltrao & Costa
Joaquim Silverio de S. 4 C.
Jose Ignacio de Medeiros & C.
Jose F. Cabral de Vasconcellos
Antonio Joaquim de Vasconcellos
Alfredo Garcia 4 Irmao
Manoel Cavalcante de Albuquerque
Joao Cavalcante de Albuquerque
Costa Moreira & C.
Braga Gomes & C.
Domingos Jose Cunha Lages
Bernardino de Senna Ponloal
Nestor Jose da Fonceca & C.
Marcelino Jose G. da Fonte
Oliveira Miranda 4 C.
Manoel Jose Dantas A C.
Bernardino A. 1 ereira Maia
Antonio Jacintho Oliveira Caminha
Vasconcellos Filho & C.
Barroca \ Barbalho
Alem destas que se achaoi descrinta3
SIMM
97^905
13^280
73S780
7078458
4188820
8660*.)
13186^0
536SO10
408640
2028150
1268843
698280
1O7K0O
4408890
1338't2H
1818780
1288910
1778820
1698080
1:000800)
1538130
1518260
7448610
1498613
119830)
1608283
75!}5o0
55$120
1208340
2958420
I2948l
1268(00
2558220
698000
15880*5
1908850
1.1018300
2808404
5768680
638940
1688070
1198540
1698300
3298540
978213
1208120
1308880
2268360
1:5048200
2268630
1068980
637930
3008000
132S0O0
6378620
708000
8IIS380
308200
9038720
exislem
DA
9.* parte do sobrado da rua Ducrae
$iias ((utr'ora rua do Queimado)
servindo de base a offerta de 1:9559000^
Dos tres sitios em Papacaca, servindo de base a
offerta de 954000, bens pertencentes a massa fal-
lida de Bento da Silva & C
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
a* 1 hcra da tarde
0 agente Pinto levara novamente a leilao, a I
hora da tarde do dia acima dito, nao so as divi-
das, como as paries dos predios supraraenciona-
do, servindo de base as maiores offerUs obtida*
nos leildes antetiores. Em seu escriptorio, a rna
do B >m Jesus n. 43, onde podem ser examinadast
as;relacoes dos respectivos devedores.
leilao
DE
um terreno com 60 palmos de frenle e 280
de fundo, com frente para a rua da Uniao
e fundo para a rua, da Saudade, jd ater-
rado
QUARTA-FEIRA 23 DO CORREiNTE
a 1 bora da tarde
POR LNTERVERCAO DO AGENTE PINTO
Kiia do Boot Jesus n. 43.
LEILAO
De 3 caixas com 72 queijos llamengos e 5
ditas meias com 60 ditos, desembarca-
dos ollima-riente.
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
as 11 hora* em potato.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de tres caiias
com queijos llamengos e 5 meias ditas com ditos
moito superiores e com a marca J J G B 4 K,
desembareados uitimamente.
Quarta-feira 23 do correnle
as 11 boras em ponio, no armazem do Sr. Annes.
outras menores na importancia de 3:397060, as
quaes consla do mandado que se acha em poder
do referido agente, e que podem desde ja ser exa-
mioadas pelos Srs. pretendentes.
CONSELHO DE COMPRAS DO AHSENVL
DE MARINHA
Nio tendo havido hoje sessao para o contrato
concernente a diversos fornecimentos e compra
de objectos do mate-ial da armada, faco publico,
de ordem do Illm. Sr. presidente do conselho,
achar-se isso transferiJo para o dia 23 do corren-
le mez, no qual os pretendentes deverao apresen-
tar suas propostas ate as 11 horas da manha.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal do marinha, 19 de setembro de
t87i.
0 secretario,
_______Alexandre Rodrigues dos tnjos.
GRANDE BAILE
Com mascaras c sem ellas
Sabbado 26 do eorrente
0 proprietary deste theatro, atiendendo aos
pedidos feitos por diversos amadores desse diver-
timento, resolveu dar esse baile com mascaras e
sem ellas.
Confla em que seus esfor^os sejam correspon-
didos.
As familias teem camarotes gratuitaraente, pa-
gando somente o chefe.
Precos os do costume.
LEILOES.
LEILAO
LEILAO
DE
DE
CONSULADO PROVINCIAL.
Por esta reparticao se faz publico aos devedores
aos impostos pertenceutes ao exercicio em liqui
dacao de 1873 a 74, que no dia 29 do eorrente An-
aa-ae e prazo marcado para o recebimento de seus
debitos com a muita de 6 0|0. ficando sujeitoss c
que nao pagarem ate aquelle dia, a serem ajuiza-
dos com a muita de 9 OiO.
Consulado provincial de Pernambuco, 1
de setembro de 1874.0 administrador,
Antonio C. Machado Bios.
AVISOS' MARiTtMftS.
Manta Casa de Miserlcordia
do Recife.
Perante a Illma. junta administrativa desta San-
ta Casa va| de novo a praca, era sessao do dia 24
do eorrente, pelas 3 horas da tarde, a arremataeao
d j fornecimento da carne verde qne houver de
consumir os esubeleciraentoa pios a seu cargo, no
trimestre de outubru a dezembro vindouro, torna-
do por base o raenor prego offerecido de 360 rs
por kilo. Recebe, portanto, propostas neste genii.
do ate a hora acima indieada.
Seereuria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 18 de setembro de 1874.
O escrivio,
_^_________Pedro Rodrigues de Souza
Sanlos i Sobrioho 2 880
Santos & Primo I'oCO
Sa & Pinto 5,000
Mqueira & Irmao I 330
S ampaio & C. idnp
S'nglehurst & C. l'l60
Traoquilino Candido da Silva 1500
Teixeira Elias & C 2*280
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco, 19 de setembro de 1874.
0 official-maior,
Julio Guimarues.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qne
najsala de suas sessoes, 0 dia 24 de setembro pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
auem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELEaMENTO DE CARIDADE.
cwa terrea n. (TecJuda)* **.". 200*000[Sociedade Propagadora da
Idem n. 36........221*000 T 1 ^. ..
ywai de Nereiro. Instruccao Publica
Casa terread. Hi.....36t|Mp| Nao se tendo realisldTa renniio
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\'a vegucSo costeira a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TY, CF.ARA, MANDAHU, ACARACU* E
MARANHAO.
0 vapor Pirapama, comman-
dante Silva, seguira:.para os
portos acima no dia 22 do
eorrente as 5 horas da tarde
Recebe carga ate 0 dia 21, en-
commendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate" as 2 horas da tarde do dia da
sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Ilha de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel 0 palba-
bote portuguez Novo S. Lourenco, para onde reae-
be carga e passageiros : trata-se com ps consi*
natarios Thomas de Aquino Fonceca & C. Succes-
sores, rna do Vigario n. 19, 1* andar.
Pela recebedoria de rendas se declara ao
contribnintes do imposto sobre industrias e pro-
flssoes qne e no eorrente mez e no de outubro
vindouro que devem vir pagar 0 primeiro se-
mestre pertencente ao exercicio de 1874 a 1875
racorrendo na muita de 6 1. todoa aqueltes con'
tnbuintes qne flzerem depois do mesmo prazo.
Recebedoria de Pernambuco, l. de setembro
de 1871.
Servindo de administrador,
Jose Felippe Nery da Silva.
Idem a 94
Rua larga do Rosario. "
J. andar e loja n 24 A. .
! andar n. 24 A..
3.- andar n. 24 A. ...
Bua de Antonio Henriques.
as terrea 0, 26...... 99^000
301*006 gera. no dia 30 dea^n^p^fc ad9e8enmnmea
ro, aio novamente convidados todos os socios a
compareceremno d,a de outubro proximo vin-
Affonso n. 19 (escola normal), afim de constituida
a assemblea geral com 0 numero que se apresen-
tar, ouvir ells e rwolver sobre 0 seguinte '
3104000
408,1000
2514000
Real companhia de paqneles in-
glezes a vapor.
Ate 0 dia 26 do cor-
renle espera-se da
Europa 0 vapor in-
Slez Boyne, comman-
ante Reeks, 0 qual
depots da demora do
costume seguira para Bnenos-Ayres, tocando nos
portos da Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do eorrente espera-se dos portos do
sul 0 vapor inglez iVepa, commandante West
0 qual depois da demora do costume, seguira para'
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia
ma do Commercio n. 40._______
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 41.
objectos de escriptorio
Coiistando de:
Dmaborra, prova de fogo, grande, de 2 portas
e sobre rodas, do muito conhecido fabricante Mil-
nes, 1 dilatambem granJe, do fabricante Haffner
freres, 1 carteira para 4 pessoas, 1 dita para 2
pessoas, 2 ditas para 1 pessoa, repartimento de
escriptorio, 1 balcao, 2 armarios, 1 relogio, 1
prensa para copiar cartas, tinteiros, envelopes, pa-
pel e livros em branco.
Duas grandes armacoes para meio de armazem,
com 3 ordens de taboas e 0 palmos de fundo.
Duas ditas para parede, com o ordens e 1 pal-
mos de fundo.
Tres armacoes de armazem, 2 balaios para car-
regar fazendas, taboas para mesas e muitos ou-
tros objectos de escriptorio e armazem.
HOJE
No armrzem e 1 andar do sobrado da rua
do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da massa fallida de Pereira
de Mello & C, autorisados pelo Illm. Sr. Dr.
juiz de direito especial do commercio, farao lei-
lao por intervenjao do agente Pinto, dos moveis,
miudezas e mais objectos de escriptorio e arma-
zem que fazem parte da referida massa e existen-
tes no primeiro andar e andar terreo do sobrado
da rua do Bom Jesus n. 63.
Os pretendentes acbarao aberto nao so 0 arma-
zem como 0 escriptorio, na vespera do dia do lei-
Uo, afim de que possam melhor examinar as hur-
ras, armacoes e mais objectos acima indicados, e
concorrerao ao acto do leilao, terca-feira 22 do
eorrente.
Em continua^ao
vender-se-ba 30 caixoes vasios de madeira de pi
nho, grande3 0 pequenos, e caixas de zinco 0 flan
dres.
brigue brasileiro Jaboatao
DE
238 toneladas inglezas
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Ao meio dia
Em frente d Associa^ao Commercial.
0 agente Pinto legalmente, autorisado, levara a
leilao, dia, hcra e lugar acima raencicnados, 0
casco, mastros.ancoras, correntes, velas e mais per-
tencas do brigue brasileiro Jaboatao, em um so lo-
te e prompto para navegnr.
Tim continuaqao
vendera 0 mesmo agente, depois de novos annun-
cios, os sobresalenles do mesmo brigue, constan-
tes de uma nota em poder do agente.
Os pretendentes poderao desde ja examinar 0
dito navio que se acha ancorado em frente do ira-
piche Loyo, verem 0 invenlario, nao so do qne
pertence ao navio, como os sobresalento?, no es-
criptorio da rua do Bom Jesus n. 43, e concorre-
rem ao leilao em frente a Associa^ao Commercial
no dia 23 do eorrente.
Feira Economica
Rua do Hosarin estreita n. 45
Quarta-feira 93 do eorrente
A's II horasd.i manha
pel) agente Martins.
Um piano de armario, uma mobilia, diversos
moveis, e muitos artigos de madeira, louca e Vi-
dros para uso d-;nestico, e artigos de louca para
jardiio.
leilXo
Do cerca de oOO saccus com farinba de
mandioca.
Quinta-reira *4 do eorrente as it
i/ horas da manha.
Em 0 trapiche da compartrria.
OagenteDias, compelentemenfe autorisado, le-
vara a leilao no dia e hora acima designados, cerca
de 500 saccos com farinha de mandioca, vinda ui-
timamente Ce Santa Calharina.
Em conlinii3cJo vender-;e-ha por conta e risco
de quem pertencer oO barris com eal de Lisboa.
Feira Semanai
LEILAO
DE
miudezas, calcados, perfuraarias, chap^os,
livros era branco, papel lino para copiar
cartas, dito de peso, pautado, dito amiza-
de, balances, fitas, botinas para senho-
ras, sapatos de 13 preta, elasticos, grava-
tas, meias e muitos outros artigos
Hoje
Por intervencio do agente Pinto
No armazem da rua do Bora Jesus n. 63.
Pnncipiard is 10 l|2 boras em ponto.
DO
estabelecimento de calgado da rua do Li-
vramento n. 33, pertencente ao espolio
do fallecido Paulino Onofre Nunes
Quarta-feira 23 do eorrente
A'S 11 HOBAS DA MANHA.
0 agente Dias, levara a leilao, no dia e hora
acima designados, nor ordem da eommis33o liqui-
dataria, do espolio do fallecido Paulino Onofre Nu-
nes, a armacae, calcado nacional e estrangeiro, e
mais utensilios existentes em o referido estabele-
cimento.
Em continuacao vender-te-ha algumas jias e
moveis, os qnaes fazem parte do mencionado es-
polio, a saber : 1 cadeii de ouro para relogio, 1
annel de dito, 1 alfinete de dito e 1 relogio de dita.
Um sofa de amarello, 6 cadeiras de gnarnicao, 2
ditas de balanpo, 2 consolos, 1 mesa redonda, 1
marquezao de amarello, 1 carteira de dito, 2 me-
sas de pinho, 3 lanternas e 2 castioacs.
0 balanco do estabelecimento acba-se em poder
do agente, a rua do Marqnez de Olinda n. 37, on-
de pode desde ja ser examinado pelos Srs. preten-
dentes, aos quaes se garante a casa para continua-
cao do mesmo negocio, ou qnalquer outro.
pianos de armarb, toillettes
de mognojacaranda e pao
setim, gnarda loucas, 1
mobilia de amarello, 1 dita
de oiticica, carteiras para
escriptorio, espelaos gran-
des com molduras doura-
das, jarros para flore?,
crystaes, objectos de bri-
lhante. ouroe prata, qua-
dros com finas gravuras,
mesas para jaatar, charu-
tos da Bahia, em lotes, a
vontade dos compradores,
camas francezas de jaca-
randa e amarello, relogios
de parede, ditos de algi-
beira de ouro e prata, le-
ques de sandalo e vari&s
miudezas, estantes paia
livros, 1 grande fiteiro pa-
ra qualquer estabeleci-
mento, muitos moveis
avulsos, e innumeros arti-
gos do uso domestico que
serao vendidos por conta
de diversos
ao correr do marteUo
QUINTA-FEIRA 24 DO CORRENTI
as ll horas da manha
FEIRA SEM ANAL
.6-Rna k IoiperadorIfi
ARMAZEM
pelo agente Martins.
Leilao
leilao
DE
moveis, cofres, carteiras,
paos para estivas, pran-
choes, taboas, balan^as,
armarios, prateleiras e re-
DAS
dividas da massa fallida de Jose Francisco
Bittencourt, na importancia de.....
2:0040230._______________________
LEILAO
DAS
dividas da massa fallida de JoSo Ferreira
da Costa Soares, na importancia de
98:5270374, servindo de base a offerta
de 670J000.
Leilao
das dividas da massa
Ferreira Lobo, na
fallida
LEILAO
Quinta feira 24 do eorrente.
De moveis, louca, cristaas, vinhos, lico-
res, objectos de Electro plate, e am fogao
de ferro grande.
No andar terreo, I.*, i.*, e 3.*, anutr
do sobrado da rna do Commercio n. 12.
A
i


de Joaquim I
importancia do.....|
HOTEL D'EUROPA
A saoer


*** '** dr ten em
*.U^m '?.! :,rn,a*io' re,0iok za gran
de com pedra raar&ore, 8 dita. meoores 5 dit*.
... **< do primeiro andar
meagre? ?w* P<$'r* 'r?ade (iDteira> 8 mms
to *; *' <=ad*frV 2 csp-lnes grander, to qua
S'i n ,elr" ,le *** obJechM de Blelm phte,
porta-creine, Cak** *umS d* lino crigtai, facas
do re" mC" g*rr*"a de vil,hu brdebk e vinho
. dispense)
. Dow guarda oomidas, 2 poru garrafas, 1 arraa-
no para roopa. prates compridos, caisarolas, cal-
aeiroes garrafas com vinho braneo, dito com
cbery de bourgogne, madeira, etc. etc. i machioa
para limpar facas, etc.
Uuarto n. .'
Unas caraas de ferro eompletas, 1 lavatorio, e
pertences, 8 cadeiras i marqueza, I eommoda, I
secretana, 6 unadroa, I espelho, I upele, i ineza
quadrada, e 1 cabide.
Quart* a. *.
Duas cimas de ferro, I laratorio, comraoda, !
espelbo, 2 quadros, 2 cadwraa, e am cabide.
Quart* n. a.
Uma cama de ferro, 1 lavatorio e pertences, 1
tnarqneza, 2 cadeiras, 1 comraoda, i espelho gran
de, S quadros 1 cabide. .
Quarto n. .
Uma cama (divan) 1 d.ta de ferro, 1 eommoda,
i livatorio, I espelho, 4 qnadros, 1 cabide, e 1
cadeira.
Quarto n 3.
Urai marqoeza, I mew com marmore, 1 cama
de ferro 1 lavatorio, 1 espelho, 2 qnadros, 1 ca-
deira, e i cabide.
_ Quarto m. lo.
Uma cummoda, I meza pequeoa, 3 cadeiras, 1
aiu de balance, i espelbo, 4 auadros, 1 cama de
ferro, 1 bacia e pano.
_ epaarlo n. li.
Um lavatorio, I cama, 1 eommoda, 4 quadros,
I ospelbo, 1 consolo, 2 cadeiras, 1 dita de balanco
\o sotao
Uma meza grande, I macbina de lavar ronpa,
4 camas de ferro, 2 pedras e ontros objectos.
!a cosinha
Um excelente fogio de ferro. 1 meza de cosi-
nha, i cafeteira, cassarolas, caUeiroes, raspadoies,
coadores, machioa para cafe, pratileiras, i picador,
de carne, pilfies, i deposito para agna, e muitos
ontros accessories.
Quinta feira 24 de setembro de 1874.
Por intervencao do agente Pinto.
No grande e bello
HOTEL DEUROPA
Bua do Commercio n. 12.
0 leilao principiara as 10 horas em ponto visto
serem muitos e diferentes os lotes.
DWao to Peraamouoo -r Teroa feira 22 de Setembro de 1874.
=Ss2
mm LiauiDAcio de joias m fe-
tttBM PBMHW F1
Rua do Cabuga N. o? '
O* |ijoprii.irii.s ifcsti nntig* loj.i >.vr.Pi,te hquidur ,. frtMfeiiiMnta : veudem para acabar todas
nssnasjo.as 4 our... prtn 0 brilhantea. com uorme *bauraeito nos
pie^os, assun co.no as uiicointnendas ji feilns, que forem chegando da
buropa, pelos prejos da factura.
Do Museo de Joias
Rua do Gabugd n. 4
Neste tmporlante esubelecimento, vendese para acabar ate feve-
retro proximo future todas as joias de ouro, prata e brilbates alii
esistentes, por precos at^ hoje desconhecidos, bero assim as remessas
que forem chegando da Europa, pelo preco das facturas.
GKANDE LIQUIDACAO
TOLENTINO DR CARVALHO
Rua do Cabuga n. 1 c
Teodo resolvido liquidar o seu estabecimento de joias, declara
22L5S?* data e^" d,aJDte, ? seus Pre?s serao extraordinariamente
reaoziao, como nao poderd baver competencia.
Grande Liquidaco
0 COLLAR D'OURO
Rua do Cabuga n. 3 A.
Os donos desta grande loja de joias^resolvendo-se a liqnidar o seu
estabelecimento ate principio do anno proximo futuro, vendem com
grande abatimento de precis todas as suas joias de ouro, prata e bri-
Ibante- como tambem as que for recebendo da Europa, pelo pre<;o
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pbarmaocutico de Pari
Agente Bias
LEIHO
tm a Casa Forte, confronte d estagao do
Cbacon.
Em continuacao ao leilao de moveis, o agente
Dias vendera um cavallo de bons andares, pro-
prto para senhora.
Grande Liquidagao
Manoel Antonio Goncalves
Rua do Cabuga n. 3.
w. Te?do ref'vid0 I'qu'dar no menor tempo possivel o seu estabe-
leciinento, vende para acabar todas as suas joias de ouro, prata e bri-
Ihantes com enorrce abatimento de precis. E as remessas que fo-
rem chegando da Europa, pelo preco das facturas.
Alugase o armazem de recolher, do sobra-
do da rna dos Burgos n. II, por detm da rua do
Viganora tratar com Jose Feliciano Nazaretb,
rua da Praia n. 20.
t aixeiro
Na rna do Rangel n. I, precisa-se de um raeni-
no portuguez de 12 a 14 annos, com pratica de
molh&dos, dando fiador a sna conduct*.
^ Aviso ae commercio.
Os abaixo assignados, membros da firma de
Christiano k C, pelo presente fazem sciente a to-
dos os sens credores, que, de enmmum accordo,
teem dissolvido a sociedade, que tinbam no estabe-
lecimento de molhado3, sito a rua do Bom Jesus
D. 27, oatr'ora rua da Cruz; ficando todo o ac-
tiuo e passivo d> diio estabelecimento a cargo e
responsibili lade do socio Jose Jolo de Castro
Amorim ; e o sock) Cliristiaoo Jose" Espinola pago
e satisfeito do seu capital e interesses; livre e
desembara?ado de toda e qnalquer responsabilida
d tendeQte a mesma sociedade.
Recife, 31 de agosto de 1874.
Christiano Jose Espinola.
_______________Jose Joao de Castro Amorim.
Na sexta-feira 18 do corrente, fugio a escra-
va por nome Seraphina, de c6r preta, baixa, e com
falta de djntes na frente de cima, foi comprada ao
Sr. Dr Ernesto de Aquino Fonceca : pede-se a
quem delta souber o favor de traze-la a rua do
Amorim n. 51, ou a pra^a do Conde d'Eu n. 30,
2* andar, que sera gratilicado ; e no caso que es-
teja acoutada em alguma casa, como se snppoe,
desde ja se protesta contra quem a tiver.
Yejam !...
0 Cora<;ao~de~ Ouro,"Tiquida :
t^orrentes de ouro, modernas, para relogios, a S/300 a oitava.
r!inS a! ur. Para 2enh0';. a 40*. lie em outra parte 6 lOOi.
Relogios de prata bem dourados a 15*.
Rozelinhas de brilhante a lif.
Anneis de pedra com lettra a 6/.
Anneis para por cabello a 2^.
Pencenez de ouro a 10*.
Pencenez de prata donrada a 3*500.
Dedaes de prata, fnndo de pedra, a 1*.
Brincos de coral e ouro para meninas a 1#500.
Cacpletas mmto modernas com 50 por cento de abate
Pu ceirmhas de coral e onro para crianca a 10/
Pulceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10/
Obras de prata a 400 rs. a oitava. /
vrr!i^SHPara senho..n"iilo modernos, a 13^, em ontra parte e iOd
Voltas de ouro e cruzinha, com 50 por cento de abate.
Orande sortimento de joias de biilhante com 50 n, de abate.
Brincos de coral para senhora a is.
Correntes de onro para relogios a 18/ cada uma.
Aderecos por metade de seu valor.
Sortimento coropleto de joias, que vende pnr meiade do sea valor.
^^ro-'
A liquicla^ao.
rD
As precioras proprietlades de ouAaaa tcm vivament'e
captivado a atten^ao das pessoas seientificas c dos medi-
cos, que nao ccssam de utilisar sua virtude nos cazos
difhceis contra os quaes se nao conhecia athe esta data
nenhum meio de accao efScai.
0 snr Dumas ha pouco tempo se exprimiu nos seguintes
tfirmos, na Academia das sciencias : Duas substancias
' appronmativas, o cliloioformio e o chloral, que na
epoca de sua deacoberta foram o assumpto de muito
prorundose seiios estudos, no pBro intcresse da scien-
cia abstracta e das thcorias chimicas, tomaram em
seguida parte eatre os preciozos agentes da therapeu-
nca : ochloroformio para a chirurgia, e o chloral para
i a me dec ma.
0 Snr Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racao tao delicada de chloral, garante a pureza absoluta
(toseuproducto, e para facilitar o emprego deste mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Aarope de chloral,
que contem:
uma gramma dt chloral em uma collier de sopa.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET. na
dose ordinana de uma a duas colhercs de sopa procura
e racihta aos doentes.um somao trauquillo e restaurador
que Ihe faz expeiimentar um grande allivio, restitue-Ibe as
forcaseoani.no perdido e ajuda enormemente a reac-
cao sem nunca provocar nenhum desses accidentes tanUs
e tao repetidas vezes produzidos pelo emprego dos opios.
bem consequenciadestaspropriedadeseminentemente
sedativas que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET e sempre empregado com grande successo
nos cazos d insomnias, nevral;,ias divenas, gotta, rheu-
matitmos, enchaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
coluashepdlicasououtras^anser, eclampsia, Www, etc.,
e em geral, em todos os cazos em que uma dor airuda
accarrela a falta de somno.
Durante o cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
Feraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-Grace,
pubhcou,noBo/efJmrtera/> sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, tmha postoadisposicSo do dito hospital; os feridos
reclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douctor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tica, pubheou sobre este assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
. 0 somno 6 am dos primeiros cmais constants effeitos, produzi-
. dos pelo hydrate chloral; principia sempre em geral um quarto de
z hora ou meia hora depo.s de se ler admimsu-ado o medicamento
0 somno e profundo e analogo ao somno normal; nio i pertur-
i bado por sonhos, e n3o e acompanhado nem de eicitacJo psychic*
nem tao pouco de agitacaomusculares... 0 despertar se opera sera
accidentes desagradaveu,. Geralmente os doentes, nSo se queiiara
t de dOrea de estomago, nem depezo de cabeca, nem de cephalgi.
. como ^ntece maior parte das vezes com o emprego dos opios.
Alem do que com o opio torna-se indispensavel elevar proitres-
! rTenle ", d0Ze8 Para "eM mesmos effeitos continuem .
e produnr e ji o mesmo nSo acontececom o hydrate de chloral. >
Para a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex-
trauameMtfl precioza, assim como o leOor Bergeret de
Saint-L^ger o demonstra pela observacSo segunite :
. Ifj dQente estaT0 cama havia J* ura m. re"'1'" P u"> alta-
. fZSJ ?' ^.d"rante oil dia3 "3" Pde donnir, ainda que ex-
. !,r Lfr' ,nsomnias e "goroza diela; ludo fazia preter
. fl2 ? a SOlV", Cm agUa C0"' assucar; e J """-to, depois
odoenteadormcccu, eo somno durou trez l.oras; a meia noite des-
perbm-MKm d6res dc cabeca e em um e.tado de rontent.rnento
f mdescriptivel, depois adormeceu do novo para todo o rcMo da
noite.
Desde entSo continua com o uzo do chloral, o as indas afrozes e
dolorozas bem como as ooBtraccocs dos rausculos cessaratD.
0 chloral tern tambem tuna accilo nolavel sobre a tosse
que canra tnnto os doentes ahu-.a !,,.- ,;'. ,. i:: h^esoa
de bronchites.
0 sefior douctor Oflivt, depois de ter cilado em suas
memorias alginns cazos de curas rapidas pelo chloral,
accrescenta :
Pod-.-ria citar ainda variai oulras obaertacocs feitas com iudivi-
I duos atta.aJos de UlbAvulo* pul,u:.i,ares, .. ditfercntei grout,
de bronclutos cbronieas agudas.
Eslea doentes cxtenuados pela tosse, privados a maior parte das
vezes de um somno tranquillo, enconlraram no nzo do chloral um
f grande alliv.o. quando mesmo a morphini nio touia ..roduzido o
menorelfeito, Os suores abo>,dan!e= que opfHmem todos phthi-
slcosine pareceram diminuir sob a inilucncia destc mcdicamentoi
t a tosse se tern constantcmente apaziguado por uma mane|ra muito
t sensivel. >
Os jornaes de medecina e resiimos scienliflcos tern
pubheado, os resuludos oblidos pelo emprego de chloral
pelos Snr" douetores : Richardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Richard Berangcr-Feraud
Liebreich Westphal Meyer Banleleben Lan-
genbeck Virchow Diculafoy r-Krishaber Demar-
quay Gubler Jastrowitz Liegeois Mau.iac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Verneuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar services imporlantea todas as
vezes que se trata de calniar uma dor dando ao doente
um somno reparador.
AYIiO. Afim de evitar as falsificacoes ou imitacoes
que podem ser preparadas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre
cada frasco a etiquetta de 0oatro cores *
tendo a assignatura.
Uma instruccao minucioza acompanha cada frasco.
Prepo de frasco : 3 francos
/
CAPSDLAS D'ETHEROLE DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do lennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissolucao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administradoaspessoas mais
dilliceis, o savdr do medicamento 6 complectamente nullo.
Cada capsula contem approximadamente 15 centigrammes
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas eolheres de
agna pura.
Preco de frasco : 3 francos.
FUNDICAO
B0\VMA\T
RUA DO BR11M r. 52.
Passando o ckafariz.
Vende taxas de ferro batido a 300 rs e de ferro fun-
dido a 150 rs. a libra.
redeaatteneao dos Srs. agricultures, a qualidade e
preco de seus maquinismos de toda a especie etamanho.
E. A. DELOUCHE
24--Rna doMarquezdeOllnda-24
Esqnina do bceco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rna n. 24, onde encontrario nm grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qnalidades, relogios d
algibeira, de todas as qnalidades, patente snisso,
de onro e prata donrada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
'abricantes, cadeia de onro, plaqnet e prata, lunetas
de tod?s as qnalidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
CASA.
Alaga-se on vende-se uma grande casa terrea,
em Olinda, propria para grande familia ; tem gaz
e agua encanada, sita a rua do Aljnbe n. 31 : a
tratar na rua da Imperatm n. 86, if andar.
- Quem precisar alugar uma preU escrava,
perfeiu engommadeira, e de boa conduct*, diriia-
?e a rna da Aurora n. 49.
Boa moradia.
Alaga-se o sitio da estrada de Agua-Fria n. 2'
com boa casa para numerosa familia e excelfente
banho no riacbo Jacare*, perto da estacSo do ca-
minho de ferro: a tratar na rna Primeiro de Mar-
{o n. 23.
~CRIADO
Para o servico de maa casa de pequena fami-
lia pre;isa-se e um raoleque escravo e de boa
condncta : quem tiver e queira alugar, diriia-se
a rua do Commercio n. 17. primeiro andar, lado
aomar, eotrada pelo largo do Peloarinbo.
i,."*?B,t'e?',w am *Mo*m qaaentende bem de
S^,*fS?icTcter5r,0D- ^ U M roa
FUNDICAO DE FERRO
r roa do BarSo do Tridzapho (rna doBrnm) ns. 100a ito
CARDOSO A IRM10
AVISAM aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral qu
sommuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as^eTragens e machinas ne-
M mercad08 estabelec,mentos aSrico!aSi as mais modernas e raeUvor obra qne tem vindo
V apOreS de forca de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores qoetem vindo ao merado
^alaeU'aS de sobresaleute para vapores.
iioendas inteiras meia8 moendas> obra como nanca aqai ?eio
TaiXaS |fundldaS e baUda,, dos melhores fabricantes.
KodaS d agua COm cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qnalidades.
Relogios e apitos para evapors.
BombaS de ferro, derepucho. ^
AjadOS de Omm qnalidades.
Formas para assucar,grandes a 9tmmh
IZZtf ferr0 fUDdid0' fr d6 di ^ gos.s.
Fogoes francezes para leDha e carv8o> obra or<
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para ardim.
Pesde ferro para raesa e banco.
\fachina para gelar agua.
ValVUlaS para bombae banheiro.
Oorreias inglezas para machinismo.
Bancos e sofas Uras de madeira) ^^
UoncertOS Jp com promptidao qualquer obra on macbina, para o qae teem
sna fabrica bem montada, com grande e bom penoal.
linCOmmendas uidam tir por encommenda da Europa, qualqner machinismo
Rua doBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
fUHDigAO DE C1ID0S0 d IRMAO.
P.r. nda por .tfcado dlrIgt,.M CM do s t. FRCBEf le> Jaco ^ ^

AS PASTILHAS DE DETHAN
Cargo as molestias da garganta, rouqulcloes, cruu tlaw <:{<><.< ...,- ^
e Inna-nmeeoes da bocca Punficao SlS^eSl" la^&ta^SS^SUaTtSfS! nl*r-f*e.
.effenosperniciososdoliiereurlosobreosdeiues. SaoprecioasB,ra s r hip/w r1 '',,^,0 c cmio 09
eantores, porqne faciliUo enilssao tSinrea, oraiSorea e
Paris, em ca.a de A. DETHAW, pliarmacea.ico, 90, faubourg SUDenis, e nas principaes phann.cias e drogadas do ,-,,/.
:^L:
j-se
nma cas3 terrea sita na rua Velha n. 66. com 4
quartos, cozinha, bom quintal e cacimba : quem
a pretender dirija-se a rna do Sebo n. 8.
AVISO
0 abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e com especialidade ao commercio, que
tem insta o contratada a taverna sita a rua Vidal
de Negreiros n. 148, periencente ao Sr. Joao da
Silva Santos, livre e esembaracada de qnalquer
onus : se alguera se julgar com dircito a mesma,
dinja se a rua do Rangel n. I, no prazo de tres
dias. a contar desta data. Recife, 22 de setembro
de 1874 Jose" Tavares de Gouveia.
fUNDllAO
RUA DO
i
I
if
Uma pessoa que tem praiica e conhecimento
de architectnra, offerece-se para constrnir qual-
quer ediflcio, mediante o ajuste que se contra-
tar, para cujo fim offerece garantia e se acha
preparada com os melhores materiaes ; quem de
sen prestimo se quizer ntilisar dirija sea rua Im-
perial o. 277.
********* ft **
i CONSULTORIO g
* MEDICO-CIHLRGICO $
* D0
m. Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
2 PARTEIRO B OPERADOR
"tua do ViMconde de Albuquer-
que n. 89.
ESPECIALIDADE
Molestlaa de aenlioraa e
meiilnos.
Consultas das 7 as 10 horas da ma-
nna, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segnndas, quar-
tas e sextaa-feiras.
Os doentesqne mandarem os seas cha-
m mados por escripto at 10 boras da ma-
^ nba serao visitados em snas casas.
***** ****** 05
CASA DA FORTIJA.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Marco foutr'ora rua d>
Cretpo) n. 23 i casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe-
llies bilhetes am meio n. 87 com 4:000/000, e
outras sortes de 40/ e 20/ da loteria qne se
acaboa de extrahir (116'), couvida aos possuido-
res a virem receber na conformidade do costume,
sem desconto algom.
Acham-e a venda os felizes bilhetes garantidos
da 1* parte das loterias a beneflcio das obras
do altar da Irmandade de S. Benedicto (117*), qne
se extranira na tercaeira, 23 do corrente mez.
PREgos,
Bilhete inteiro 4/000
Meiobilhete 2/000
PORglo de 1009000 PAJU CIMA.
Bilhete inteiro 3/800
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Fiuza.
m BOWMAN
OH B. S2
(Passando o chafariz)
inifmnnMfavAr2SHS7hr,1S ,,B nn8Bnho "' agricult^S, e COmprador*. derM-
I fav0r t iV ",n;, V'Sil1 S0U "Stiibelecimento, para ve-em o novo sorfmen-
r.fTP e qT 8b,/e'n ; ^n.'" tu,l suPerior q^'i.iadoe fortidao ; o qua com ins-
trucijao pessoal pude-se eriflc,ar. 4 IDS
ESPECIAL ATTEN'CAO AO NUMERO E LUtlAR DE SU\ FUNDfr0
Vapores e rodas d'agna dos rai)is moHHrnos f!m,s e em ^ con.
venientes para as d.versas cin.umsUmcias dos senhores prJpriettJs !iXE
Moendas de canna de todos os t3tD;inli0Sf as melh(ires ^^
Rodas dentadas p,,rfl 8nima8S> agua e vapor#
laixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundo* de alambiques.
Machinismos para man()ioca e algodao> e para scrrar mMn < 2.g
bombas de pt,nte, ^nllhs........ C\Sk,apor'
lodas as machinas pesas de que n costuoia pracis3r
Faz qualquer COnCertO de_ ,na,;binismo, a prega mui resumido.
^OrmaS de ferro tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
JinCOmmendaS. |ncumbe-se de mandar vir qualqusr machinismo a vontade do
cltentes, Iembrando-lhes a vantagem de fazerem as compras por intermedo le neaMft
entendida, e que em qualquer necessidade p6de Ihes prestar auxilio.
Arados americanos e instrument agric i.s.
RUA DO BRUM N. 52
PASSAMH? O CHAFARIZ


I
Constructor e aOnaor de pianos
~J!*: Laiz AP^i0 de Oliveira Salermo, qaei-
rfcjSKire^r a "" RaDel D- 67 a negocfo
particular mteresse. "^wiw
55^Rua do lmper dor55
Ex-afinador da Antigas e *famadas casas Pleyel & Hera, e antigo direc tordar
ofuciua da casa Alphonse Blon-iel.
Tem a honra de declarer ao respeitav-1 publico desta --idadn, que. tem aberto
sna casa de eoncertos e alnafOes d- pianos, qualquer que seia o e tndo io tnstromento.
A' mesma casa ae-ah* -ie recebur nm grande sortimento d pianos d-w melho-
res fabricantes de Pans. com.. Erard Pleyel. Henri Hers e Alphonse BlondeV\ todoi
oa pianos sahidos da casa Dhibaut sao garantidos
Compra se e recebe-se em troca os pianos usados.


^v^^
t
*ri&&%&fimk&tim S lfe$a*(rf 22 fe-0ilmbtt<*M4
Esarava fugila
Em orimeTtvs dm* '!' corrcnte mez ftRio'ttn
engenho Gbjpvara, fregtie'i.ideGamelleir*, est#e#o
do Ribeirio/a esrrava de noine Generosa, levando
em cornpantra urn filhinho de idade tie 6 mezes,
de nome Manoel, o qiul tern a c6r bem alva ; a
dita escrava tem 30 e tantos annos de i lade, cor
parda e avennelhada, estatura e corpo regulares,
cabellos earapinbos, conservando-03 grand-"?, po-
rem ssraamarrar, pes seccos e denies liniados.
Alera desUs signaes viziveis, tera ontros encoher-
tos, coma sejant, as veias das pernas impoladas e
uma cicafriz em um peito, pelo qual nao da leite :
reoommda-se as antoridades competenles, bem
como aoaeapitaes de campo a capiora de dita es
crava, one poaera ser ealregue no mesmo enge-
nil i ao abpositario Joao Hospiro Chaves, ou ao
Recife, a run da Cudcia n. 56, onde se recompen-
sara con SOt ou mais.
Deaappareceu no i'.ia 13 do corrente, o me
n r Adellno, pardo. trajava calca. preta, jaquela e
cbapeo de feliro, prelo, que se achava no poder
do abaixo assignado, apreudeodo o oflkio de al
faiate; ewomo ate esta data nao tenha apparecido,
roga-se As aatoridades policiaes ou a qualquer
pessoa qne delle tenha noticia, a entregar na rua
de M-rcilio Dias n. 116.
Antonio Joviuo Torres Bandeira.
Ao
Ra*6ewfts..
Bazar Universal ebegon u:u sortimento de
ataaam quai fcftJ s6 rMaVrSLf!
desapparecer todos os ratos que houver em uma
casa, 6 inteiraraent? uma novidade de vantagem :
na rua do Barao da Viceri* a. If;
**i**t*>*~*mm!!S *
Angera Fraoeisca das Kave.Jose
Duarte das Neves e seas fillios
mandam celebrar algumas missas
pelo descanco eterno da alma do
sua ir.urto presaia e sempre chora-
da mai, sogra e avo, D. Maria Jose
dos Passus Leal, no dia 24 do cor-
rente, quinta-feira, trigesimo de seu falleeimento :
rogam a todos os parentes e pessoas de sua ami-
zade o caridoso obsequio de assistirem a esse aeto
de religiao e caridade, a* 81 boras da msflhi, na
igreja de S. Joe do Mangambo, el qne lhe
serao eteroamente agrariecijos._________
5*
AlfftnrAo
A lojadB louf.a d:i m-. .|.i ^lpcratriz n. 6,
querendoacabar qgauto antes, veude por atacado
e em relalho, loucas flnas e grossas, vidros, ricos
candieiros e jarros de diversos autores, por am
preco resumdo qne faz admirar ; vende se tarn-
bem a riea armacao de amarello, toda envidraca-
das : quern pretender dinja-se a mesma loja.
Aluga-se utn grande sobrado de um andar e
sotao, silo a rua nova de Santa Rita n. 57, com 13
quartos e um gabinete, agu gaz e cauo de esgoto:
quern pretender, diriji sc ao Forte do Mattos, por
cima do trapiche Danlas.___________________
Soares de xlmaral & C.
avisarn aos sens freguezes que mudaram o seu
esta: eleciniento de generos de estiva, do armazem
do caes da alfandega para o armazem da rua da
MadredeDeusn. 22.
Madama Freire, modista brasileira avisa ao res-
peitavel publico, que continua na ana arte de
modista; assim como, recebe par todos os va-
pores da Euripa 8gurinos, os quaes acham-se
a disposicao de sens freguezes, podendo ser pro
curada para exorcer a sua profi-sao, a rua Di-
reita n. 16._____________________________
Perguutfi que nao offende.
Pergunta-se aos Srs. erlleelores do imposto so-
bre as rasas que vendem cal de Lisboa, se as do
l airro de Santo Antonio tainbem nao e.-tao sujeiias
ao mcsiiio imposto ? A lei deve ser igual para
lodos.
Os prfjudicados,
"IJLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro AposHo ou Passo Castcllwuo, tres ca.as
terreas, com eneauamento d'agua a gaz, bons com-
modes e quintaes grandes c maradOB, com diver-
sos nrvoreiiis de fructo : a tratar no pateo do
Oro Santo n. 17, 3.andar.n
Jorge Cleiaente de Borba 'CavakanW e so* mo-
Iber D. Maria da Concaicao He Borba Gavalcante,
feridos da mais pungentc dBr pela morte do seu
raui estimado e nuuca esqucido,onnhai4o.e-irto
Manoel Joaquim Gavalcante 4e Albuquerque, man-
dam resar aluumas mi sas por seu eterno repouso,
na igreja de S. Pedro desta cldade, pelas 7 1|2 bo
ras do dia 2i do corrente, v|gesimo do sen passa-
mento ; para o qne I convidara a assistir, Bio s6
sous parentes e amigos, como os do flnado, e desde
a se confessam gratos por este acto de amizade e
caridade Nesse mesmo dih e hora, na mesma
igreja, alguns amigos e consecios do mesmo fina-
do, visto que pertencia a socledade Unlao Catholi-
ca desta cidade, mandam resar uma missa por
sua alma, conforme batiam annunciado na Uniao
do 10 do corrente. : _______
0 bacharel Joao da Rocha de Hollanda Caval-
cante e sua familia (ausentes), o bacharel Vicente
Pereira do Rego e sua mulber D. Candida Carolina
C-valcante d" Rego, or a nssta cidade do Recife,
mandam celebrarboje (*2) do corrente; 4s 7 hm-as
da manha, no convento de 5. S. do Carmo, algu-
mas misas pelo repouso eterno d alma de sua pre-
sadissima mat e tia, D. Manoela Joaquitia de Mello
Cavalcante, fallecida no dia 14 do corrente, em
seu engenbo Bosque, da freguezia de S llento, da
comarca de Port > Calvo, provincia das Alagoas, e
convidam as pesseas de sua amuade e relacdes de
parentesco, para assstirem atellas; pelo que Ihes
tributam desde ja os mais cordaies agradecimen-
tos.
"Nil
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de euro, p*ra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na Bieftma Casa
compra-se os mes-
mos raetae&e pedras.
Aluga-se
o 3* andar do sobrado da rua do Yigario n. 5, j
grandes e bons commodes 'para familia, e t
potavel : a; trauma arneiem da watWssa do i
po. Santo n. 25.
Gonsnltorio medicft-cirwgicof
DK

A. B. da Silra Maja.
Medico parteiro e operaijor,
Rua do Ranxef n. &C
Consullas .das 8 &* 10 horas.
Cbamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
ama grande casa trrrea com
sita na estrada do Lucas : a
gario n. 31.
WM5J\> JU
IjjsUutes commodoi
trattr'na rna do Vi-
Ama
Precisa de duas amas, sendo uma para co-
ainhar e comprar e outra para engommar e en-
saboar : na ma da Cmocordio n. 43______
a rnj. Precisa-se de nma ama para o servijo
All"* interno de uma peqnena familia : na rna
Duqne de Gazias n. to, loja._________________
Offer-ce-se uma ama para
engommare cozinbar para casa
de pooca familia, de pertas a
dentro : quem precisar dirija-se
a ma da Lapa n. 1_______________________
Ama de leite.
Precisa-se de una ama de leiie tem filho : na
rna Duque de Caxias d,.HAv k'ja.____________
Precisa-se de Oma .arna para cozi-
nhar e p.ra assi:teaeia intcrna de
uma casa depouca tainilia .' na rua
do Barao da Victoria n. 22
AMA
j- Preeisa-se Uc uma ama
Rosario n. 36-.
na nia estreita do
uma ama para o servieo de
faestlrft : a tratar na raa-Mo-
Precisa-se de
utna casa de^eoea
va, loja n. 2f.____________, L ,
Ppecisa-se de oma qce cozlnne e co
pre e oatrf para engommar e mais ser-
j para duaspsstois : aruada Ccnaordia n.
Ama
ar
AMA
mdo'andar.
Precisa se alegar nma es-
crava para andar nalfaa : a
tralar na rua do Cabuga n 3,
MM
A ntonio \ Ives Iteserra
Adelino Lucas Alves Pequenoa
sua ii'M convidam a seas -parentes
c amigos do seu sempre lenrbrado
e chorado avo e pai, Antonio Alves
Bezerra, para assistirem a missa do
setimo dia, qne mandam celebrar
na igreja de S. Francisco, pelas i
horas da manha do dia 2i dq corrente.______
7!a-
Com c.-te tilulo ^icaba de se ahrir uma loja
do fazjiu!as a rua Primeiro de Mango n.
2o, junto a loja da csquina, e os proprie-
tarios astfto rosolviJo; a vender muito
baralo para assim apurar muito dinheiro:
su vendo-se 6 que se acrclita.
Lazinhas.
L'.zinbas do quadros protss
^Oj rs. o c ivailo, assi a como
droes; dao-se amostras.
Metins.
ttetins, pad roes rrodernos a 280 e 300
r=. o corado, chitas clarase escuras a 280
. : j rs. o covado, cambrais Victoria e
...parent.; a 3500J e 30500 a peca
dapoldes com defeitoa V^OOO a pega
para meniaos o meninas
brim
e brancas, a
Jo mais pa-
Francisco .Manoel de Siqueira
valcante, Antonio de Siqnelra La
valcante, D. GL-ra Guilhermina de
Siqneira e Christovao de Barros
Rego, fllhos e genro do fallecido
ter.eMe-coronel FranciscoJ Manoel
de Siqneira, agradecem as pessoas
que a-ompanharam sens restos mortaes ao cemi-
t rio publico; e rogam a sous amigos o objeqaio
de assistired) as mijsas, que, em homenagem a
memoria de pessoa que Ihes e tao chara, man lam
di.'e as 7 horas da manha do dia 23, na igreja de
S, Francisco.
A mt'iii;.! hora e no referidb dia serao cekbra-
das oiitfas missas no convento de S. Antonio, em
Ipojuca. ___________^^_________
DE
Jose Favlado de Simas.
Uoico deposito em Peraambnco, a rna'do Mar-
eczode Olinda n. 15, de Boungard & C.
Fogao.
Angela
ma-
rneias
a 28000"a duzia,
verdadeiro, com bonitos pa-
-, a 700 rs. 0 covado.
Chita preta coin dofeito a 23500 a peca,
lisas com diversas cdres a 280 rs. o
its \o, elgodao marca T a i,50O0 a pega ;
assim com > muitas outras fazendas que se
torna enfadonho mencionar. So o Desen-
gano da rua Primeiro de Marc;o, n. 25 jun-
, loja da esquina.
Camisas bordadas.
Camisas delinho, inglezas, bordadas com
n.n pequeiio defeito de avaria a 35(J000 a
duzia e a 35000 cada uma. S6 o Deseaga-
no da rua do Crespo, n. 2b junto a loja da
esquina. ___________________^
Vende se uqi grande fogiode ferro, obra feita
de eneommenda, pelo mais habil artisia da cidado
do Porto, tem todos os melhonamentos econoraicos
para ga.--iar pouco cimbustiyel, ser.ve.para lanh i
ou coke. Sahio ha poucos idias da alfandega, e
vende-se por tet satiilo com aroporfoes muito su-
periores aqnelli-.s que exige nma casa de familia.
E' proprio para estabelecimentos pios, hospitaes,
internatos, ou grande hotel, tem deposito dlagua,
forno, guarda comidas, etc., etc.: para ver, no
caes do Apfllo n i", armazem de farinha, e para
tratar, na rua do Amorim n. 37._____________
Modista franceza.
Mademoiselle Eugenia Lecomte & Irma, avisan
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
que ahriram novamente sen estabeleeimeuto de
casa de costnras a rua da Imperatriz n. 5, pri-
meiro andar, pelo que esperam continnar a me
reeer a concurrencia das pessoas que precisarena
de seus srrvigoa. ____________^_______
Catnarina fugio.
No dia 28 de agosto proximo passado, ausen-
tou-se esta escrava, a qual tem os signaes segnin-
tes : estura baixa, rosto redondo, cor preta, pes
peqnenos, costumava vendor leite, anda sempre
com nm cacete que lhe serve de arrimo por sof-
frer de rhoumatismo, ja 6 idosa e de najao Cam-
bin .'a : quem e encoutrar, pegue-a e leve-a ao sitio
do Cafundo, estrada de Joao de Barros, qne sera
gratificado. _____________.__________
Miguel fugio.
I?o dia 19 do corrente desappareceu o'^es-
rravo acima, tendo os signaes seguint;S :
i'.ade 18 annos mais ou toeuos, estatura
regular, cabellos corridos, costas limpas,
sobranc lhas pretas, olbos idem, nariz afila-
do, Incca regular, barba riHo tem, physio-
! unin boa, eftr parda j e;se BSOTffVo veio
rio Acaracii no vapor Giquid, ctitiadu uo
dia 12 do corrente ; roga-s a tolas as au-
t>ri''ades e capttaes de campo queirarn a-
preben lor dito liicravo, e leval-o & rua da
Madrc da Deu- n. 15, I.' andar, das 9 is
4 horas da tarile, ou a rua da Imperatriz
n. I, l.n anda*., que sera^ :ecompeiisa>1os.
i.l
10
Previne-se ao Sr. thesoureiro das loterias e
aos Srs. garantidores, que nio paguem, caso saia
premiado, o meio bilhete n. 22*16 da 117 loteria,
que corre terca-feira 22 do corrente, visto se ter
perdido dito bilhete.____________^___^^
Francisco Luiz dos Santos, curador de seu
filho Manoel Lniz dos Santos, pede a todos qne
forem creitores delle apresentem sens titulos no
prazo de oito dias. Recife, 18 de setembro de
1874.
Dividendo
Pagase o segondo.e ultimo, na razuo de 3,4,858
0|0 da mas.-a ialhda 'de Joao Ilygino de Souza, na
rua do Vigario n. 19.
Aluga-se
uma excellente casa terrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gaz e agua : a tratar com
Marc lino de Souza Travassos, no Forte do Mat-
tos. _________
CASA
Bazar das Familia?.
Este montado esUbelecimento de fazendas, sito
a rna do Duqiv de Caxias n. 60 A. esquina da
eiireita do Itosario, reoebeu am grande e varlado
sortimento de fazendas do ultimo* gosto, e Beis e
Silva & Guimaraes, sens proprielarios, estao solvldos a vender por rttenos 50 pet cento que em
frmtra qualquer parte.
Teem em exposigio constantemente e i; veada,
o segainte :
Popelinas de linhn e seda, padrSes inttiramsnte
novos, pelo aiminulo preco de U000 o covado.
Granadine de seda com listras assetinadas a 800
rs. o covado.
Grande sortimento de alpaca de cores, gosto mo-
dernissimo, a 15 o covado.
Saias bordadas para senhoras a G, prejo qae
nSo ha em outra parte.
Urn completo sortimento de lerncos de linho ja
abainhados, cada duzia em nraa cafxinha com nm
espelho, pelo prero de 55f500 a 6S.
Rteas ealaiHha's-tre madeira enfeltadas cada uma
com uma duzia d1? meias para 9eabx>ra, pelo pre-
eo de d a duzia.
DiUs para houiem, nis masmas caixiahas, de
rfcWM> a uWBft
Um completo sortimento de cambraias braaea
a.bordadas comlpalmas de cores a 400 rs. o ee-
varJo.
Cambraias de cores com listras de crochet a
520 rs. o covado. Fazenda-inleiramente noa.
Lindas arpacas pretas com listras brancas^pro-
prias para luto, por preco que ninguem rode ven-
der, a 11 o covalo.
Luvas de retroz, sem dedws, para senlwra, a
1^400-0 par.
Lindos pannos de orochet para cadeiras e pre-
sentes a 1*500.
Um completo sortimento d<3 metes de cores para
meainos e meninas, a 3/500 e 4*.
Meias de cores para homem, 9.
Um completo sortimento de meias brancas, para
homem, aelos precos seguintcs-: 33500, \&. 5*500
e 6*500.
Cambraias transparentes a it, 63 e 6&'0O.
Cambraias transparentes, suissas, a 7*500 a
pe;a.
Gambraia Victoria n. 26, pelo preco de 7*500
a peca.
Um completo sortimento de laziuhas de seda
pelo diminuto prego de 320 rs. o covado.
Lindos sapatinhos de la, ioglezes, para meninos
de 6 mezes a dous annos, pelo preco de 1/000 o
par.
Lindas touquinhas de filo, enfeitadas de seda,
pelo preco de 2* uma.
Riquissimos chales de merino e seda, pelo di
minuto preco de 12* um.
Grande sortimento de chales de merino estam-
pados, pelo preco de 3*20), 4*, 5*500 e 6*000
am.
Chales de trerino, lisos, por 1*800 nm.
Um completo sotimento de camisas de meia
para homem, de 1*200 ate 2* ama.
Um completo sortimento de camisas brancas,
inglezas e francezas para homem, de 30* ate 60*
a duzia.
Um completo sortimento de collarinhos de linho
pelo preco de 4*500 ale 7*. a duzia.
Lindas capinhas de la e seda todas goarneoidas
de arminho. a 9* ama.
Madapolao francez, madraste, a 6* a peea.
Dito muito superior a 6*800 a peca.
Dito ingle?, fazenda muito boa, de 4*600 ate
7* a pe<;a, precos que ninguem pode vender.
Algodao de marcas ja conhecidas, largos e es-
treitos, de 3*800 ate 7*000 a peja I
A3sim como outras fazendas que nio mencio-
namos os precos e que se vendem muito barato,
Reis e Silva & Guimaries,
Cerram quanto antes a grando pechincha I
So no Bazar das Pamilfas.
Rua Duqne de Caxias n. 60 A._______
Precisa de uma ama para crjzinfirar e com-
par : na rna Direita n. 38, armazem do Raliaa
Ama de leite
'Preeisa se de nma area de leite sem filho : na
rda do fctyramento n. 33.__________^__^___
OITerece-se uma ama para en-
* gommar e cozinbar para aasa de
peuca familia, dando preferencia a easade bo-
mtem solteiro : a tratar na-raa da ConcefcSo mi-
mero 56.____________;____________________
Hotel do C!ommercso.
Participa-se ao respeitave! publicd, ^ae abrio-
sa o hotel ada denoflwaaaN), silo a rtrs da Gi-
deia n. 64, no qual se encontrara verUatieiros
pitisco a portn^ueza e a hespaishola. Igrmlmertte
racebe-se assigoaturas por niodico prec-. garan
tindo-se asseio s promptidia. A rapaz-: '.i\ qoe
venha, pois que n5o se grrepandera._________
Casa e lerrenos baral:s I M-
Ams piaiws,
Chegados de noro. .
tcade*K.
Tror.vse.
E altfga-se.
No araiazem do vapor francea, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Sora n. 7.
MOBILIAS
de vime e de faia.
Vende-se muito era conta ; cadeiras aynlsas, de
balanco, de bracos e da dobrar : do armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Noa o. 7.
Perfumaria*.
Ftoas enlractoe, banhas. oleas, apiata e pos den-
trffice-, agaa de flor de faranja, agua de toilete,
divina, Iforida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmetieas, muitos artigo delicados era perfnma-
ria para presetrtes em frascos de extractos, caix-r-
nhas sortWas e garrafas da d*BerDtes tamanhos
d'agna de Cologne, tudo de prinieira qpalidade
dos bem coahecidos fabricantes Pi ver e Cradray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nora u. 7.
QiainquHharias.
got* #e *liffierentes gomlum r
E^pelhds, toques, lu, joias d?onrD,Jesonrinha9-,
eaaitetes, carxuiitest de eastnra, alrJuts, quadros,
e caixinhas para retrains, bolsinhas de velludo,
dKa de cauro, a -oostinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculb, pencinez,pont3iras para
charutos e ctgarros, escovas, pentes. Tartehnnba de
imadreperola, tapete para tentenws, maJas,- bolsas
ide viagens, venesiasas para janellas, eaflsrioco-
.pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
Je.damas, de bagatella, quadros com paijagens
glob'.s d papel para HlUminaedes, macbinae de
Cazer cafe, espanador^s- de palhas, realejos de veio,
aecordaqe, carriahoi, e -lergos para criangas-, e
GUtras.muitas qninquilbarias.
"Brinquedos para meninos*
A maior variedade que se pode desejar de te
dos os brtBqaedos fabricad>s em dHferntes partes
da Europe para entretimentos das erianoas, tudo
a precos mais resumidos que e possivel: no ar>
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado fraoeez
A 9$
Caicaila baralo
ltt.
7*000
5*000
4*000
Pra^a da Inflependencia ns. 13 e
Botinas de peffifa d'ourada, canno alto
e laco, para senhoras
Ditas de daraqne preto e de cores,
para senhoras
Ditas de duraqoe de cor, gaspeadas e
enfeitados, para senhoras
Ditas de dnraque, gaspeadas, e preta
de 2*000 a o*uoo
Djtas de peliica, pr^u, canno allo 4*000
Dilas de bezewo, para bomens CK,
9apatos da duraqoe, de c6r e copjo '
Boiinas de Snzer e Polacb, muito u^as, Pa
horaens, ditas pretas a de cores para ejyioras
na 1 ja do__________
Vende-se nma mulata yinda do matto, com
15 annos e com haliiidades; na rua da CoDcor-
dia n. SO.
i I M
Camisas.
-
Camisas fraseazas braacas de afgodfto; flao etm
frizo de cor a 2*00d-uma, a> davK a 23*000>
epaehmcha.: uavna do Crespon.^-leja 40 6t-
ItienneaC
-r-------------------==--------=---------'! I P'Mlm'H I
VeBde-^e
uma casa na ?ilia tc Barreirjs, na raa do Com-
mercio, por preco mtfdico : a traraT com Tasso
Irmaos ii C. ,
12
12
Rua do Cabuga
LIQUIfrfc&WO
de joias de ouro, praU.ep*dras prectosas
ouro a lei.
Carrenter domUmo gosto, a oitava
Alfinetes para retrato, circoladu de
perolas
Idem idetr. idem esrnaarladas
Idem idem idem robins
Relogios de prat* bem dourados, de l.">4 a

5se WKMO
600O
65*0 0
mtmo
Antonio Jose Rodrignes de Souaa, na tliesaara-
rift das loterias a raa do Crespo n. 6, vehda sira
casa de taipa e terrenos de soua^ sitios no Ijgar
do Salgadinho : a tratar somente com o imaao.
CASA DO OURO
Aos 41:00030
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Now
n. 30, e casa do costume
0.*aaaixo assignado aeaba de vender nos seas
aiuito IWiies bilhetes a sorte de 790* em nm
meio bilhete Ce n. 3833, a sorte de 100* em um
bilhete intelro de n. 1 lfc3, e um meio de n. 260S"
com a sorts-de 100*, alem de outras sortes meno-
res de 40JW0 e 20*000 da loteria que se acabou
do axtrahJr- (116); convida aos possuidores a vi-
remTeceber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeits
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
mar.os mtttto felizes bilbetes,qu9 nao deixarao de
tirir qualqTier premio, como prova pelos me^mes
annuneios
Aeham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
-antidos da 1* parte da loteria a beneficio das
obras do altar da irmasdade de S. Benedicto, que
se extrahlra Bo dia terca-feira, 22 do corrente
mez.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De ftOO&OOO para olase*.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 5 de setembro de 1874.
Jooo Joaanim da Cnstn Leitt
Aluga-se
o primeiro andar com -gran Jas eommodos o sotao
do sobrado sito na rua do Hospicio n. 65, junta-
mente a loja : a tiatar na rua do Vigario n. 31.
.\ut)iiio Carlos do Canao, gratilicard
a iiero-auibtitu 4 pessoa que a:hou um re-
logio de ouro e uma carteia, quo o jovi-o
rij-gran J^nse perdeu no douiin^o oo circo ;
o PMOgio e pequeno, proprio para seuuora,
e a cap* de ouro achamalotada,' e e ie dar
corda polo pe e cstd descon'ertado, tan
V> qae para trabaltiar sera" preciso concert j.
pede-se a HUetrissiaia ca-oara maui-
eipal do Recife^ qae laace suas vistas para
uma refinajSo oeculta que existe no funio
do uma venda no c4es Vinte Dous de No-
vornbro, assim infringindo as posturas da
ii i sma,
Um vizinho ittcommod-ido
"UTajTTga se~ o seguu'lo aodir, na ru do Viga-
rio n. 33 : a tratar no primeiro andar do
Aluga se o segundo andar a rua Dnque de Ca-
lias n. 54: a tratar na loja.______^_______
Na travessa da matriz de Santo Antorio n. 6
ha uma ama de kite, e seccas cooslaaleiAaate pa-
ra alugar._______________________________
Antonio de Azcvedo VHIaroneo.
Pelo presents sao convidados os afllbados a afi-
lbidas de Antonio de Azevedo Villarouco, falle-
cido em Portugal no mez de otrtubro de 1873, a
apresentarem dentro do prazo de 6 (Mas aceD-
lar de-ta data, a certid&o de sen nascimento, em-
caa do abaixo assignado, testamenteiro instiiuido
pelo dito fallecido, alim de qne sejam devidamente
altendidos na partilha a que tem de proceder-se
com a precisa ignaldade, de aocordo com a d'spo-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.Man el Azevedo de Andrade.
mesmo.
I
i
\
%
; siillorio Hsedico
i o
(j Br. Slarfllo.
i iU A W) VIGARIO N. 1, 2.' ANDAR.
u"-'wv-s>ado da Bui'opa, vady In-
'J :i. it*n .. liik-pitaes-de Ibris etondr. ,
no a :.. ser sjrociirad" a qnalque" r>
L dia ou da i.ovte pra objecjto de sua pr>
ri- -...
1 asaltas das 6 as 8 horas da manha e
f;-do .ijio :.ia i? duas hoiaa da la
fi-i.VTlS AOS POBBES.
t EsptcinHdadn : oietias de senhoras,
J da p'iie e. c uMna.
. Esta eaooTiraQaido !! !
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao lilm. Sr. Ignacio Vioira de Mali
jscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
,luir aquelle negocio qua S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
ftnsde dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereip.) e abril de 1872, e nada cuiprio;
s por esta molivo e de novo cuamado para dito
im, pois S. S. se deve lembrar que esta negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu ftlho u>
achava nesta cidade
Signaes do neg;o Feliciano
Crionlo, idade 40 annos, pouco mais on menos,
alto, corpo regular, hem pi eto, desdeaiado, barba-
do, mal feito de pes, tendo am dos dados grandes
u ambos bastante ionos. Acha-se f ugido ba 6
mezes," desta seganda fagrda, e da prijieira esteve
dons annas no engenho Tumhadnr, :lrguezia do
Bonito, periencente a Francisco da til, genro do
capitao Christovao Jose Machado, sennor do en-
geabo S Christovao, da dita fregnezia, e por estes
eagenhos esta oeciMo, oomo tem e-iado Veio pela
pnmeira vez prrso pelo capildo de campo JoSo
Ventura, qne mora em Agua-Rrata : recommeo-.
da-re a sun raptura as ai'tufiJades policiaes e ca-i
piiaes d ca|n|o, e lva-li' a i cuftanhn Mi^n No-
vas, freguezia de (JatrrfltBtra 0 dito negroitrtitu'
la-.se forro con o nome de Jise Feliciaop._______
MaFsa fallida Fernandes da OunbaV&.C
Ant< nio Jo*e D-nUs,
pai .VanVI |sd Uania:,
wi ii procntador de seu
.....Ira ao DUj>ljco flue
esre nada dev- a masa fallila de TnotrWz Fer-
naade-' da untia A- C, ;^irovetta-aata'-oecaslao
para deidarar qne sen pai uda lieraaasta praea
Aluga se unialaji no soferalo atraz da ma-
triz n. 44, muito fresca : a traiar no Corredor do
Hspo n. 73, a fluaiqaer nor*. Na-mejma casa
urn para se alugar um excellente cop iro muitj
flel, e urn escravo tfaballadcr da taxada para se
vender : a tratar a qualqner hora.__________
Aluga-se o armazem do sobrado da rna D-
Maria Cesar n. 3, proprio para recolher fazenda"
por ser mnite espatoso e reediflcado, ou para
qualquer estubeleciraenro : a tratar na rna de Do-
nStegosJosea rtiaa n,4>, antiga Senzala-Velha.
)o ilLiiiii
JoioCorreia daCartallw, artista alfa?ale, ten-
5o-se desllgado da aaciedade da casa commercial
xistente a rna do Barao da Victoria n. 26, sob a
Iszao de Arauio, CarvamoA.C, acha-se novamen-
s estabelecido na sua arte, a rua do Marquez de
Alioda n. 46,1* andar, aonde os sens Aumerosos
freguezes ~ eocantrarlo prempte par* exeeutar
foalquer obietaMento aeftirte, com esmero e
iromplidao.
Prcservalho da Eryapeb
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqueira Cavakanti
Tendo o Governo Imperial perrrrltttdo ao des-
cobridor vender aquelle medKatuento, o publico
o tera a sua disposicao.
I>cpaitos iirsicosi.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira.
Bio de Janeiro : Corte, rua do Ouvidor
n. 78.
0 Preservative da erisypela ja e hem conheci-
do : entretanto transcreve se para este annnncio,
do Jornal do Comnurcio do Rio, os attestados in
fra.
Queirarn os Srs. doentes os ler, e ver por
quem estao elles assignados.
Iuspector da saiide pobiira em Pernambuco.-
Em cumprimento do despacho de V. Exc. sobre o
requerimento do Dr. Manoel de Siqneira Caval-
canti, tenho a informar o segnin'.c : Acho justa
a pretencio do supplicanle, porquanto o seu me
dicamento preservativo da erysipel*- tem da-
do muitos bons resoltados, nao so nesta cidade
como na corte, onde elle tera sido applicado com
vantagem e e procurado. A preparacao delle e
simples, por ser tintma de uma so planta. ;0
inspector, Dr. Pedro de Alhnyde Lobo Moscoso.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery
sipela, foi-me dado pelo &r. Manoel de Siqueira
Cavalcanti nm medicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias nunca mais ate hoje, me tornou a
aecommett r essa enfermidade. Por me ser pe
dido passei o preseote, por mim feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 de junho de 1874. Duque ie
Caxias.
Atlesto, que tendo empregado o medicamento
dyrr.namisado, que no? foi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Si;]ueira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colhi sempre resuttados snpenores
aos de todos os medicamentos coahecidos. Em tes-
teraunho da verdade, e por me ser pedido, firmo
a presence. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.
Dr. Saturnino Soares de Meirelles.
Concordo perfeitamente com o parecer snpra.
Dr. Jo'iquim Jose da Silva Pinto.
0 abaixo assignado, doutor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-m6r de
brig^da nonorarie do corpo de satide, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob Juramedto de seu grao, que tendo
usado de um medicamento que lhe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservativo da erysipela tirou
smpre o melhor resultado possivel, de sorte que
ot doentes ate hoje nao foram acommettidos das
erysipelas, que soffrum freqnenteraente. Rio de
Janeiro. 19 de junho de 1874. Dr. Josi Lino Pe-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, lui
a Europa, e constderei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; toraei o temedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daquelle reraedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874. -Baraode Cubo-
Frio.
Gratia aes pobres
Aluga-se on vende-se um piano de arma-
da : a tratar na raa do Barlhotoiueu n. 55
Botinas para homem
"Acabam 6> ehesar grandes jacturw de-botinat
de bezerro, de cordawao, de pelica. de duraqut
com biqueira.de bezerro com botces, e com ilho-
les a 90000 (a escolber) por tcr vindo grande
quantidade por conta e ordem des fabrieantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bario av
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aenhera.
BOTINAS pietas,Aranease de cores. diBerentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS da phantasia com sal'.o, brancos,
pretos e de ewres differentes,- bordados,
SAPATOS de iapetes, chariot, ca3tor e de tranca
I*a-a meninas.
\ IJOTINAS pretas, braneas e de cores ditfereates.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de aiversas qualidades.
SAPATOS de tranea portuguezes.
Pas*a meniaos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de eordaao,
ABOTINADOS e sapatSes, de bezerro, da deversas
qualidades.
SAPATOS de tran?a.
Botas de monfcaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pen^ff
meias pernelras para bomens, e meiaa parneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7._________________________
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Aluga-se alii ds casas pequenas, tendo cada
uma, duas salas, tres quartos e cozinha : a tra-
lar na rna Nova, loja n. 7._________________
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todns as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, oanulilhos e
enfeites para bordado. Tainbem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como saja : bonets,
talins, pastas, espadas, dra?onas, charteteiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc. ; assim como am completo sortimento de
ranjas, qalao falso para ornamento, cordao de U
com boria para quadros e espelhos (conforme o
gosto da eneommenda) tudo por mnito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Indeoeudencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Relogios para senbora, de ouro, d3 40^
Ricos aderecos com pedras finaa-eom
50 0|O de .abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto-com
50 0|0 de abate-.
Brincos de phantasia dos mais bonitos
que tem vindo ao aercaiVi, de ial a 60J00O
Valtas cem um bonito laeo, por manos
do qne se vende-em outra parte.
Bonitas cacoletas, .laata para senbora
comu para homem.
Aaneis de diversos feitios, de it a 20*0.0
Pulseiras de cobaa de coral por 50 OjO1
de abate.
TeBdo o proprietario deste estabelecimento rece-
bide uma grande poroao de joias dos nltimos gos-
tos de Paris, e por pregos ja resumidos, participa
a todos o? seus fretaezes, bem como ao respeila-
vel publico, que se acila sempre prompto a servir
oom toda a exactidao como costuma; serlos de
que passara um recibo, pelo qual fica responsabi-
lisado pela transac^ao. _________^^__
Aos prejudicados.
Em resposta a pergunta qua nio offende, cha-
mando a aitengao dos senhores colleetores para as
casas que no bairro de Santo Antonio vendem cal
de Lisboa, inforraa-se que a da rua Direita qne
tem esse geaero, ja mais pretendeu eximir-e ao
pagamento do respeclivo imposto, tanto qne antes
de recsber esse artigo, foi ao coasulado pedir in
formafoes. Portanto, tranquilisem a tua conscien-
cia os prejndicados, porque a fazenda nao sera
lesada pelo n. 14:__________^^^___
Furto.
Furtaram 2 cabras bicho, mai e filho, as 4 he-
ras da tarde de sabbado 19 ; foram vistas pacha-
das por uma negra na ponte da Boa-Vista, sendo
a grande araarella e a pequena preta e com a
testa branca : quem d?r noticia ou levar na raa
da Paz n. 12, sera recompensado. Levaram am-
bas corda em volta do pescoco. _________
Casa
Aloea-ae par alfraos meses o ^andard-l Altisi* se a loja com arnvacAo para la vena, Ba
lobrido o. 53 da rua da Imperatriz, complatapeo "^t Direiu n. 36, muito bom local, eaU ladrilhada
le mobilbado, a pessoa de pane* farnfliar awteincrWe nov9, a cbave ert* Jnmo, a casa o. 29, loja de
do-se estraugaira : a tratar no mesmo, jtamancos,
Casa para alugar
Aluga-se uma casa na rua do Visconde de Goy-
anna n. 109, com 2 saias, 4 qaarto3, cozinha. ap-
prelho de tambrone, grande quintal murado_e
com diversas arvores de f.ur.to, caeimba e portao
para a camboa, aonde se pode tomar baa-hos sal-
gados e temperados: a tratar no largo da Santa
Cruz n. 4. ___________________________
Quem precisar do um optimo copeiro, para
casa de familia ou de homem solteiro, dtrija-se a
rua da Imperatriz, sobrado n. 63, primeiro an
dar.
C0MPRA1
Compra-se um tanque de ferro que leve 10
caneeos d'agua, pouco mais ou menos : na rua do
Apollo n. 10, armazem.
ycjWAt.
LEIS PRQTINCIAES.
Vende-se no 1.* andar desta typograptaia,
em mfio do administrado, Colksett&es de
Leis Provincial a 5W) rs. o exemplar de
cada anno. ____
Farinha de milho
Vende-se farinha de nulho moida a vapor, dia-
riamente, da 1* qualidade, para cuseus, 12 patacas
a arroba; da 2", para aangica e pao de provenci
a 11 pata;as ; da 3", para nd, a 10-patacas ; da
4*, para mangunza. a 9 palaaas : na rua do Coto-
vello n. 25, casa de azulejo._________________
Vende-se umacasa terrea na ma do Cotovel-
lo n. 33 : a tratar na mesma raa n. 25.
Alpacas de cte.
Alpaeas de cores, finds, ccm listras, largura
de chita franceza, a 360 rs o covado, 6 fazenda
de it : so na rua do Crespo n. 20, loja de Gai-
Iherme & C._________________
Madeira.
Venda-se, por pre^o commodo, algumas duzias
de taboas de amarello de 2 palinos de largura.
com 27 a 28 de comprirnento, madeira para aor-
tas e forro : a tratar. na rua do Imperattef^JK]
terceira aadlr.
Salame de [yon
A I A* a libra
So aa Assemblea do Commereio n. 22, ilia do
Commercio, Meira & Lima,
T*fAliz%IOM>13S
Na loja do Pavao vende-se madapoldes franco
zes muito incorpados, ccm 20 jardas a 6,-dOO reis,
dito moil > lino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as
sim como am grande sortimento de madapoldes
inglezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : ,a rua da Im-
pel atria n. 60, de Pelix Pereira da Silva.
Pechincha
Oditea Duarte & Irraao recebcram pelo ultimo
vapor-am grande e variado sortimento de-eoqne?
de cabello humano, o qae bade mais mederao, e
vende se pelo baratissimo prego de 10* cada um ,
a elles, ant-s quese acbem. __________^_
Vende-se um tsrreno com 100 palmos de
frente c 400 de fundo, plantado com boas fructei-
ras o eom pofporcoes para se edificar um boflito
predio, por ser o lugar em nm dos pontos que
para o trem da liana do Apipuoos : -a tratar na
rua da Cruz n.-11.
AiteDcao.
Vende-se a afreguesada e bem localisada taver-
ns, denominada Familiar em Santo Amaao das
S3liuas, na rua do Bom Gosto n. 40, lem poucos
fuados e e optimo negocio para am prlncipiante:
a tratare na mesma rua n. 38.
CasaB.
Vende-se duas caasas na cidade de Olinda, sen-
do uma na ladeira da Misericordia n. 23, e outra
na rua de Mathias Ferreira n. 26 a tratar em
Santo Amaro n.81, on na rua do hnperador n
22, armazem de tintas._____________________
A 120 rs. o covado.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende-se para aca-
bar uma grande quantidade de las, restos de di
versos sirtimeetos, desde 120 rs. ate 500 rs.; no
tando-se que, quando bavia sortimeotos cornple-
toe, se vendiam a 1#J80 e 1*600 o covado, ba
grande varHlade em 'padroas, os que primeiro
cbegarem melhor pechmcha farao, a ella a rua de
Imperatriz n. 60._________________________
__Vende-se o sobrado meia agua, de dous.anda-
res e sotao, sito a rtia d> Fog a. IS, em Wrreno
proprio, ede muito boa construccao, e que da bom
readimento : a tratar com sea proprietario, aa rna
da Concelcao n. 22, aid as 9 da mantia, e das ft as
6 horas da tarde.
Vende-se a taveraa sita a rua dasCarrocas
n. 1, esquina da ruade S, Joao, com poucos fun
dos, propria para um principiaaie, a o marivo da
vends se dira ao eomorador : a tratar na mesma.
Vende-se
Ihn idweao com uma pequena casa no lugir de-
oomfnado-Helem, no sltlo qne foi do Dr. Feitoza. j
a irater ua rua do Imperador n. 10.
Fazendas muito baratas para
li^uidar.
E' irem depressa, antes que se atabern.
Cambraias de c3r, orgaBdys, covado, a 2*0 rs.
Algodao azul, covado, a 160 rs.
Idem de listras a 260 rs.
Caita preta muito fiha, covado, de 260 a SJOrs.
Meias para meninas, duzia, a t$ e 2*50*.
Chales de merino a it.
E muitos outros artigos da fMandas e rrnpas
feltas por muito meaoa do sea vafcr por se que-
rer mudar de sortiuiento : na raa do Barao da
Vnt.ria n. 14.
_ Vende--e am hoi e nma carroQa em bom
estado, por preoa eomsaodo : no sitio do commaa-
dador Tasso ; setdo,t>b|ea>os do fcUor delle._____
Para senhora.
Chapeos, gravatas, collarinhos braacoa e de
eores, leques e ftores arhnciaes : venAs se no Ba-
zaf Victoria a raa n< Baiao da Vto^tia n. 2.
Cervejp
Veade-se por pneeos-baixas oarf.*>ranoa,
maroa Baas, a prata, sarcan Bareiaji. jas^lsmeM,
arabas do superior qaalWade : no escriptorta do
Eduardo Fenton, rnado Ctmrraerdo n 22, pnrnei-
ro andar.
Ubras starlinas.: Caauga nc ftfi
ApMlNlSXRAlgaO HQS lMd\RBM)3 D^ PER-
_ Veade,-saumauretna-Bamia(re#aa4*l|ra
t, tera. com poaoas fnaaas, proocia. para am prm-
elpsnta, na ruad^ifUMtoMMMR? *Wfc*:9%
mftsma, '
i



I




Grande liquifiacao
INO
U&r& ^Peraambuoo -%-r$a feir* 2 tie fazenda s
.
a radi-
um pe
despertara a
com liados bor-
fazenda,
Uet6.
V. i "
novidade
HA
LWA DO I'ASSO
Rua Primciro dc Mr$o n. 1 A.
SKordeiro Slmfies A C, proiuieUrios
deste Importante estabelecimento, no louvavel oro-
prosita de n&o desme.tirem o coneato one QS
seui Bumerosos Fractions Ihes. um dispe*s*d0
acabam de receber de sua coota o mais rVco sor-
jmento desedas popelinas, t*s e artigos de ul
nma moth era Paris e coniinuarao a receber
por tuloi paquetes daquall. procedencia ; nor
^vf^ a aUenio 9WM *eguexM
oom-idam a darem ma |Kseiao sea esubeksci-
mento, garanhnda lhes qae eucoatrario
dade do que fica diKv, e para pre va dlo
fBo resume, uoje tnfaWrvelmento
aH*cio das prefcaientes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes. e dao
amostras mediaofte penhor.
Vrtf ?e; ic alia nnvMade e
ulliiuu media.
Cortei de vriido de linho; gaarnecidos de blco
aa mesma tazeuda e cOr, traBende flvella, bolca,
cinto, etc etc.
Riqaissiraos chapeos para senhora, d cores e
ptVJCK.
Corles de cambraia brancas
dados.
Ditos de cores com en/t-ites da meima
bgurioo, elc. ete.
Caps* de li pwa memoes e senlwras, cuarne-
cidas-de arminho.
Yastuarios para Iia^iisado.
fiiqui^siraas camisas b' rJadas p*ra senhora,
leques da madreperola, para neixas.
Ricas C'lchas de seda, para casamealo.
Ctrtes de .ed, lindis com.
Gorgorao de seda branca e dita preto.
Seduibas de d.-Iicadjs padroea.
S tim Macao de todas a? cores.
GrosdenapJes pretos e de cores.
Velludo prete e damaseo 4e seda.
Granadice pre la e da cures.
Filo de seda hraoeo e preta.
Rica* basquinas de seda.
Casacos de miTino de cores,
Maiitis brasilairas.
Cap-Has e mamas -para ndva.
Cambraia de acres, ailas mariposas tmaoa* d
cores, lisas e boriadas.
Flqr do bosiu-e (novidadej.
P Rrics-de Imho pare veelidos.
Fusiao de cores.
Saias bordaftas para santorl
Grande sortiiKouto de camisas do-iiabe ii>aa c
bordadas. para bomem.
Meias de cores par.'hwnera, senhora, meninos
* meniaas.
Sortimen'.c de Cbanco* da sol .pat. bomeos e
senhora.
Merinas tH; cores para vestidos.
EHto pietotranfjdoe de verao/beabazrns, can-
-5o, alpaca, o. etc.
Atoatbado Jc liuho e algodao.paM43a.lhw. edso
pardo.
Damasco ie \&.
Brim de lnho brairoe e de core*.
Setins de iimlas cor6 corohstras.
Ghales de merino de cores ;p wvoe
Ditos de touquim e ditos de casemira.
Can.ms de chua para bomejtn e ..dit^s dfla-
Ceroulas de liolio e ditas da algedio.
Pauios dc crachet para sola, cateitaa, ete.
Lencos bordados a ditos. da lai. yeiaiho.
Ricos cortes de ves.ttflos de tarlataoa. bprflados,
para bailes, a tarlatana de todas as cores.
Cokhasde daraasco de \i, e ditas do crochet
tspartiiho." lisos e bordados.
Foulard de seda, liadas core*.
Meias de,?eia-para senhoras e raeninas.
Ciitiflires pretas e de cores.
I'opeEinns.
Neste artigo temo? am variaiissino sortimatto,
oao s6 em.3:'.-to cjmo em qaalidade.
Mm1
com listras de seda, ditas com paKti^s bordada?,
ditas transparentes e de outras muitas qualidad-s.
LUEM
do pellica bran?*s a de aires, do verdadeiro fa-
erica nte /ouvio.
Fi iinlas^iiSe :
tapetes para sola, cadeiras, caraa, entrada, etc..
rambraias fcrancas, chitas de todas aa quail Jadoc,
madapoioes, esgui;ij, tretaabas, bramantes, a!go-
dues, collariahos, punhr^s, meias para homera e
res para senhora?, gravatas para homesi e -seDho-
ra, peitos bordados, lencos de linho brancos e de
jores, ditos de carabraia de linbo, toajhas, guar-
danapos, panno lino, etc., elc.
L"ja do l/.isso
Rua Primeiro de MarQO n. 7 A
antiga do Crespo.
Mendes Guimaraes & Irmaos
parrilba
Muito nova e grossa.
Yenda-te por baraw prec. am porcao ou a re-
talbo : na roa larga do U;ario n. ai.
Outa das hernias, pelas fun-
das de borracha.
Tende-se
na mi do Vjfsrio a. 19, prinieiro andar :
V mho do -Porto egarralado, rn barris
ancorejas.
Cera, em vela?, de Lisbea. superior
R?tror do Porto.
Cimento Portfand, legltimo
VENDE-SE
'a taverna sita a rua
e 8m" muito .alregBezada :
-i-4 a Rosario o. 40.
qnalidade. ------------------------------
- Wilson Howe <& L. vendem
do Harao da Victoria n. 61,
a tmar na rua etreita do
Tendo- os proprietaries deste estabelecimento resolvido diminuir o crande denosito dc
lendas, onrender3tn fazer esta grande liquidajao, omo ve" dos prejos abaixo mencionados :
Chitas largas a 160r200 e 280.ifla. Brim de cores a 400 re.s
Vende-se chitas francezas a flnas a tiO,280 e 320 Tende se brim pardo e de cons para ca'cis
o covado. 400 reis o cova Jo.
UUiobas a 120 r Veodo-se laziahas para vestidos a 120, 210, 320 a
400 niis o.covado.
Chitas para cobertas a 280 rcis.
Vende se chitas para cobertas a 2S0 e 360 rdis o
covado.
' Alpacas de cures a 6i0 rcls.
Vende se alpacas de c3res, Unas, para vestidos de
senhoras, a 610 reis o covado.
Metim de cores a 320 r->is.
Vende-se metim de cores para vestitroa de senho-
ras, a 320 reis o covado.
Cassas flnas a 280 reis.
Vende-se eassas francas: Unas a 280, 320 e 360
reis o covado.
Cambraia Victoria a 3*000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3J,
3*500 e 4*000 a pec>.
Carabraia transparent a 2 e 3*000.'
Vende-se pecas de cambraia transparcnto a 31,
30800, M-eSS.
^^ Cortinatros a 14*000.
"\ende se cortlnados bordados para camas a 113,
16* e 18*. *
Ganga amarella a 400 reis.
Vende-se ganga amarella para vestidos de senho-
ras e rou, a pararaeninos. a 4O0 reis o covado. i
fa-
Toalhas para rosto a 700 rdis.
Vende-se toalhas de linho para to:to a 700 e 800
reis cada uma.
Chales de la a 610 reis.
Vende-se chales de li de qaadros a 6i0 reis, cha
esde matim a 1*160 reis, chales de
!? a *' e chles de merino
3*600, Ue5*.
Aberturas a 2(5009.
Vende-?e aberturas de linho bordadas. para ca-
rnisas, a 2* a WoOO. Ditas de algodSo a 500 e
400 ceis..
msrtno
estampados, a
Vende
H.. 0*308
Cortes de casemira a 3*000.
cort-s de casemiras finas para calcas a
Cortes id brim a 1*400.
vende se cortes de brim de cdre?-a 1*400. Ditos
de brim da Angola, a 1**00 e 2*500.
v CoberUs a 2*0)0
vende ?e cobertas de chitas de cores a 2*.
Colehas a 2*.X0.
Venae ae colehas de fustio para cama a 2/, 3* a
4*.
Paletots a 3,000 rs.
i.ZSP-ffr? paletots de alpaca preta a 3, 3,60
o.OOO rs. j'calc/is de casemira prelate de core
le;es de casemira preta e decores, e outras
tas roupas feitas baratas e fazendas que est
quidando no Bazar Nscional, a rua da Im
Irii n. 72.
! As mslhoros a mais aperieicoadas daa aie-taoie eo-
nhecidas.
Vindcse
ua
^^"rMMkela e Drogarla
tie
Bartolomeo fc C.
** Ra larga do Rosario 3-JL
vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jose" Louraaco de Magalhaes,
montjoo na corta um.eompleto aervico deste ar-
tigo, tem aqui aberto um deposito da melhor a
mats recente, cujos tobos se encontram. na
Pharmacia a drogaria
i* A I
_______---rna larga do Rosario 34.
Espartillios.
Na U>ja do Pavao, ven dos tans modernoa a.3#500 a 4O0 cada
um; essim enm booitos cialos.com lacos'
(-de setim a 5C600, e sedinhas lavradas com
i toque de mofo a 19000 o covado : & rua
; da Iroperatrk: a. 60,. de Falia pereira da
Silva.
TEM
0 43
200
------no uu a/uiaMB
a rua da Commarcio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao atul amancanc
Excellente fio de vela.
Cognac de i qaalidade
Vinbo de Bordeaux.
Carvao da Pedra de todas as qoalidadea
4
Queimado 0 43 As unicas verdadeiras
liaiinnat terdadelras.
rs. o covado
Todos sc adniirana 11
Laziahas verdadeiras com lindi simos padrdes
a 200 rs. o covado ; e" fazenda de 400 rs. : apro-
veitem qua e pechincha. 0 43 convida as Exmas.
amilias para mandarem buscar as amoslras.
o
Rita do Qneiiuado.
Cortinados
tmaaos para camas
.Na loja do Pavao vende se um grande gortimen-
to de cortinados bordados proprias para camas e
janellas, pelo barato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
par, assim como colehas de daraasco para camas
de noiva a 10 a 12,000 ieii-6 pechincha : a
rua da Imperatriz n. 60, de Felix Pereira! da
Silva. '
NIAI
' BOM.SAREK-SE......3mm
Vende-se pes da sapotas
na rua do H spicio n. 75.
de optima qualidade
ESPERaNCA, a rua Duque del n" s^rado em caixao e uma casa terrea, sito a
n conhecida pelasqpcrioridf.de de .! ^^S^. EA a ,ra,ar na eann
PREDILECiA L,,ii'k "s
ruan.4, da? 3 as6datarde.
Que a NOVA
! Caxias n. 63, hem
, seas artifloside modi e phantasia, acaha de reco-
i bar-diversas encoiumeudas de mer adoiias de aua
reparticao, que pela eleganci. bem. mostra aptidao
e bom go to de seus antigos correspt ndentes da
Enropa, e por eta razao a NOVA ESI>ERANCA,
amaveJ,a vbiurera na, afim de apreciarem .tai?.?.'?Mnj'.P-0Porcio,* *cs hab.tantes delUas
Bichas hamburgaezas qne vem a estemercaao
^a ro? do Maranez de ulinda ". SI
Vende-se nm terreno com 200 palmos de
frcnte e 250 de fundo, tendo ediGcada uma casa
de madeira no fundo do mesmo, confronte ao ce-
miterio publico, em Santo Amaro: a ua'ar oo
mesmo a qnalquer hora do dia.
Casemiras
Na loja do Pav3o vende-se nm grande sortimen-
to de casemiras de cores e mescladas, tantn claras
como escuras, proprias para calga ; palette e Co-
met por progos muitj baratos, assim como no
mesmo estabelecimentos se manda fazer qualquer
obra tendente a alfaiate, com a maior prestcza e
por preccs maito razoaeis : a rua da Impva-
tru n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Cortes de cambraia
Na loja do Pavao vende se cortes de cambraia
transparente com babadws largo?, tai.to branccs
como de cores, por baratos pre;o. por terem al-
Rum pequeno dpfeito : a ma da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira da Silva.
Botoes de aco pant ves-
tidos.
Allend.i!
A confeit ria do Campos, slta a roa do Impera
Na roa Dnqu.> de Caxias n. Ill, so ineomrara
os procurados boides de aco e de metal para ves-
tidos e casacos de senhora e de menin.is e
' prcets mais baratos do que em outra parte.
por
i
A* rua do a Ini^a n. 1 *i
Os pwprieterios da Prodi lecta, no intuito d
joBservar ofeora conceita que teem morecido dci
respeltavel publico, distiaguindo o sea estabeleci- L
nwnto dos mais que negociam no mesmo genera 3.ue t,u,ro qnalquer,
reem wientificar aos seas bons fragneses que pro- f??lT'* ja L''hecjda.
"wairan! aesseus eorrespondantes nasdiversas par-'- -3 de Cures a 2C0* 2i0 rs-
oas d'Eurepa para lhee eaviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo a bomtfosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegaDtes
daquelles panes, visto aproximar-ae o tempo te
esta,tt que o belte sexo desta lind. Veaeca
mais, oe*ia a riqua de suas toillette*; e-eo-
mo ja Tecebessera pole paquete francer diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algEns
- ate
onde teca o primor d'arte.
DE A NOVA ESPER.ANQA nio qner e-.trar no na-
i' 'II to n iraaro-dos massants (verdadairoi azucrins) com
wllWrUrO L. j extensos annuacios e nera prttende descrever a
<\ intin v-,,..:. .- j lll"ensidade de otijectos que tem exoostos a vea-
atigo berr.te.ro contmua a vender por menos j da.o queseria qua^iimpoisivel.'raas limitar se h
com a rraaqaeza e sm-; a-mencionaralgunsdaquellesdemaisaltanovidade
e toma a libertade de
maiores vautagens
Se uma
E se nao vejam
quizer tudo quanto e ne-
o covado.
Las pretas superior, a 400 rs. o covado.
La e seda, Tazeuda de 1*400 por 700 rs. o co-
vado.
Chitas de ecres a 240 e 280 rs. o covado.
Matins de cores a 280 rs. o covado.
Cretones^ padr5es Imdos e modernos a 400 e
440 rs. -o covado
Baptistas-de iiudos padrees a 400 rs e covado.
d entre elles qua se tornam mais recommendaveis l de core> miudas a graudas a 280 rs. o
covado.
esperando do respeitavel publico a costunada ,
conaurpencia. | JJ'ias pretas com flores a 200 rs. o coyado.
Adas3cos de tf.rnga os mais lindos que teem ; L" brarcas^ bordadas i abertas, fazenda
vindo ao mercado.
Albans com riees capas de madreperola e da i
eiludo, seado diversos umanhas a baratos pfo- I
pe-
mais fina que tern vmdo ao mercado, e fazenda
de 8*000 o metro, por 1*000 a var.a
chinch..
Cambraia transparente, fioa, a 3* a peca.
Dita Victoria, flna, a 3/50ii a peca.
Algodao trancado, aWo, a 440 rs. a rara.
Brim branco de linho a 1*400-a vara.
Dilos do cures de linho finn a 500 rs. o oado.
Madapalao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6* -t
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a S* a peca,
Gorgorio preto deseda para veslido e paraoolletf
a U 0 cevado
Toalhaa granijes a 4*300 a dazia.
Aderecos completos de borraoha prcprioo para
Into.tambem scveadera meios aderecos muito bo-
oites.
Bo5es de setim preto e de odres para ornate d
estidos de senhora ; umbeai te par. coiiete
palitot.
Boteas para senhoras, existe nm bello sor-cimen-
de seda, de palha, de chagrtm, etc., etc., por
barato preca
Booacas de todos os taraanhos, unto de louca ^
como de ceraj detorracba e da massa : crania- Jl-as Erandes a W uma.
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo, ^en?oes de bramante a 2* um.
pois-as vezes tornam-se as crian pertiaentes por falta de um ebieclo que a en- 1 tretenbam. .3*00 a duzja.
Camisas de liaho lisas e com neitos bordados i tos de c0res a 3^300 a duzia-
oarahomem, veodem-se por pnaco commodo. L.E ouir( muitos arligospor precos baratissimos, Sim come drtas
Ceroulai de linho e da algodao, de diveFsas nra- b0 na rua do Crospo a. 20, loja das 3 poitas. Daor
aconselhar ao bello aao,
! qae a visitem coastaotamente, para dapois que
j coraprarem em,outra qualquer parte ta se arre-
penderem, a vista do *om e e-colhido sortimeBto
que ha em dito estabelecimento, esta ratio tam-
w demonstre x} qualquer seohora dj bom torn,
j nao podera comptetir a elegaacia de sen toilet
I sem que de* um passeio a NOVA ESPERA^CA, a
. rua Duque de Caxias n. 63, a qual araba.de rece-
ber os seguinfsartigos de luxo a inteiia novida-
de :
I Modernas settas para prender os.cabellos
I Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e mehi-
nas.
Inieressantes gravatas 4ra seafioras.
Elegantes farbas de tonquim.
Bow .aderecos 4e. madreperyla,
Delicados aderecos pretos de pOfalo e borracha
(gosto novo).
Esta se .acabando
B-garanta sen boa analidade do vinfco puro das
.4Uintas.(io. ao da Figueira, e so se encontra no armazenj d
Jpse .Ferpaqdes Lima 4 C, a rua fo Bario da
Victoria n. 3, -seus snecessores.
con-
se amostras.
E com as sealwras.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias,a. 45, par-
.icipa .o bello sexo que acaba de receber da Eu-
ropa, um complete sortimento de artigos de nlti.
ma moda, a como acha desnecessario fazer um
enfadonhu anuuao.o, por ja serbastante conhe-
cida, ecaprichar sempre em ter.bqas correspon
denteSj sendo a prlmeira que apresen'a o que ha
de mais moderno e por precos mui razoaveis, p-or
isso h'mita-se a desorever somente o seguinte :
Settas douradas.
Biros de cores, tanto de seda CAmo de guipure.
Leques dourados, de madreperola, raarfim, tar-
taruga, osso, etc.
Sauidas de b.ii e.
PresetUes, diversos artigos proprios para pre*
sentes.
Ciollnhas e punhos.
Manual para missa, com capa de madrenarola,
tartaruga, marllm, velludo, ete.
Sapattnhos de setim para baptisado.
Camisas bordadas para senhoras.
Lisas de seda.
Franjas mosaic as.
aderecos de tartarnga.
Voltas'de madreperola.
PulsoiraA de madreperola.
Lindas floras para cabeca.
Bolsas de velludo.
Perfumarias dos melhorcs-a mais afamadog
fabricantes.
< hapi-on de sol para senhoras.
Fitas de velluda da todas as cores e largnras.
Moscas.
Quereis Jivrar vos destes malditos inscctos/ com-
prai urna machina de malar moscas por 3*000
ua Magnolia, a rua Duque de Caxias n. &$.
Calviee.
A Maguolia, a roa Daqne de Caxias n. 43, ven-
de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem pardas e panos qnem qaer; porquo a
Magnolia, a rua Duque de Caxias a. 45, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, qua fax desappa-
recer estas manchas em poucoa d>s.
Grande deselwrtai
Curativo das molestias do
peito pelo
Xarope de snlpbito de ssda
E?te iportant roediszmente que acaba de ser
reconhecido pelos distinctog Drs Zalloni e Paras-
chevas como um verdadeiro e. pe^ifico contra a
phtysica, segn.do provaram nos grandes name
ros de easos por elles experimentados, como se ve*
na tessao da arademla de Paris de 24 de marco
do correnta anno, eneontrase anicamente ao
Deposito da [harmacia e drogaria
de
OI Barmolomea C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 3i
1.08.
Gaiunbas com musica, o que ha de mats lindo. Cftrtr*q dp Pa^iTTlirn n
com disticos nas tampas e prcprios parapresen- VWI'lC3 uc vaoiilllltt d>
Coqaes os mais oodernos a de diversos-forma- OflpUUU..
** Na loja do I'avao., vende-so coKes de cat
ChafeosparaseEhora. Recebaramum sortimento semtra nara en\cn i ; oA.tnna it,***
daultTma moda, tanto para senhora, como par* Bf, *.*. 59 e*W, ditos
meninas. muito finosde uma s6 cdr com lislras ao la-
Capetlas simples a com veo para noivas. ,('0' Tszenda que sempre so vende-u a 99 e
Calcas bordadas para meainas. 109000, liquida-se a GftOOO para acabar :
385?*" estampad08 e bordados, de todos & WH da lmppj.atriz n> G0, de FeHx Pereira
da Si! vn.
"egenhoe.
Eseovas eiectricag para dentas, tem a proprie- j
dade de evitar a carte dos dentas.
Franjas de seda pretas e de sores, existe am 1
grande sortimento de divarcas larguras e barato '
preco.
Fitas de saria. da gcrgurao, de setim e de cha-,
*ln2, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas da gorgurao mnito lindas.
Ft Tf* artificiaca
dos esireitaeiito d'welra
pela fecil applicagao das
OLIVAES
DE
fiOMMA ELAST1CA
A Predilecta prima em. coa- ,
arvar sempre am bello e grande scrtimento dee-
as flores, nao s6 para enfeite dos e-bellos, como As mais modernas e aperfelcoadas de t tambem para oroato de vestido de noivas.
GaJoes de a'godao, de 4a e de seda, brancos, dm-
os et de diversas cores.
Gtavatas de seda para homem e seaaoraa.
La:os de cambraia e de seda de diversas cores
para sennora. ,
Ligts de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para oavir missa, com capas de madre-
perola, marflm, os^o e velludo, tudo que ha da
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar easpas.
Port booqaet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, flsso e dourados por barato preco.
as conhecidas
Vendem-se
NA
PHAilMACIA E DfiOGAWA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Laaziohas baratas.
Jfe'loja do Pavao, pa-a liqcidor, vende-se
uma not^ao de Uaziafaas de cOres para
vestidos, teado de 320 rs. para cima ; as-
oom listras de seda muito
bonitas a 040 rs. o covado ; alpacas de cd-
res sora lieu a* de aed.-de GiU rs. para
cime : iraada Imperatriz n. 60, de Felij
Pereira da 8n^a
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA a rua Daqae de Caxias
a. 39, primeiro andar, esta vendendo calyado pelos
seguint- s preeos:
iWraas da duraque para seahoja a 3^00 re.
Ditas de dito preto a 4,000 reia,
Ditas de dito com botoes ao lado, a 4,000 reis.
k 0?\ Pe^a, caao alto, aara sennora, a
o.yoy rea.
Ditas de pellica, ingleza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque' bordailo, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em quanto e tea^o
aproveitem.
Cal
E'
economico.
Graxa glycerina propria para a conservacao do
Zd^ar^Vende ?VA ^EKANCA, a rua Du-
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem j que gg laxias q. m._________________________
provida, nio so em extractos, como em oleos ail LI- J n
@Mh%ss2^4B Assemblea do Commereio
Coadray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por comniodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
lisados.
Tapetes. Receben a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sefa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melboi
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
de or arcto preco, para flcar ao alcanca
qualquer bojsa.
Na rua Direita n. t4, vende se novissima cal do
Lisboa da ultima chegada.________"
de nova inyenc^o.
Com nm penteado destes pentea se uma senho
ra em dous minutos, e acha se decentemente
penteada para am soiree, am baile, assistir ca
samento, e para ser noiva tambem : vende se pe-
lo baratisfimo preco de 2-j} cada um, e so .a.,ca-
sa de Odilon Duarte & Irmao, raa da Imperatria
n. 82, primeiro andar.
pessoa
cossarto p?ra
Um casamento
Urn baptisado
Uma partida
Um cha para visitas
Um leneb
. Um lauto jantar
2\ao tem mass do que ir on mandar a
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se eni-arregam de bouquets, flores
e folhas para casamento : asim como, de do:es
de todas as qualidades para embarques, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retalho,
pasteis da diversas qualidades, empadas de cama-
roes e de came.
De tudo que alii se vende, garante se a boa
qualidade, limpexa e promptidao.
Enfeitam-se fr-mbres, bolos, paesde-16 e baa-
deijas, tudo por precos raroaveis.
Alii alegra se a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
S6 na confeitfcria do Campos
Novidade!!
Venham antes que se acabe!
Madapolao francez Qao a 3*200, 5*000, 6* e 7*
a peca.
Dito irjglez, fino
5*500. peca.
Algodao bora a
a peca.
Chitas claras e escuras, a 210, 260, 280,300 e 320
rs. o covado.
Ditas tranjadas, fina, a 280, 300 e 320 rs. o co-
vado.
ba japonezas a 200, 220 e 240 rs. o covado.
Sapatos de charlote e de casemira, para homem,
#a z*.
Dito de dito, para meninos e meninas, a 1*800.
Cbapeos de todas as qualidaoes, para homem. a
..ali500, ?*' S^300 e 4* um e Para menino a
1*800 um 1
BWJMWMle linho a 2* a duzia, e de papel a
zw e 240 rs. a duzia.
E ontras muitas fazendas que se vende com 30
por cento menos de seu valor, na rua do Livra-
mento 30, loja do bima Coutipho & C
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) ; a Magnolia a rua Duque de Caxias n. 43
e so quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera que cha-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rda Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell is antes que se aca-
bem.
Liquidacao de roupa feita
_Na loja do Pavie limida se ntna r:r nde por-
cao de roupa para honien e t*eaiaos,crfl sfjam:
calcas de casemiras pretas e de cures, para todos
os precos e qualidades ; ditas de brim .Je An-
gola para dim-rentes preens ; ditas de brim de
cores, pardos e brancos; paletots sa>-cos, casacos
e fraks de panno preto ede casemiras dec-res;
coletes de todas as qualidas, por precis h^ra-
tissimns.assira como grande porcao de car, i-as e
ceroulas por menos 3 0|o do seu valor so para
acabar : a rua da Imperalriz n. 60, de Felix Pe-
reira da Silva.
Chapeos para senhora.
A loja da Passo,
7 A, lecebeu um
para senhoras, pretos e de cores.
a rua Primeiro de Marco n.
rico sortimento de t-bapeos
PARA LUTO
Vende-se chitas inglezas pretas com pintas a
200 rs. o'covndo, dita francezamcitc fina,tanto lisas
como com pintas de 320 rs. pan cima ; cantao
preto a 800 rs. e mnito DUO a 1,000 rs ; bemfaa-
zinas, prineezas e alpacas de totfos os pre.;os ;
lazinhas pretas lisas de 400 ate 500 rs. ; assim
como oma grande porjao de retalhos tanto de
chitas preta* como de las, que se vendem per
precos baratissimos ; tambem urna grande porcao
de chales preto- de las a 1,000 rs. porestarem um
pouco russos : a rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
lix Pereira da Silva.
Siibraile.
Vende-se era uma das raelhores ruas des-
ta cidade, um sobradoem bom esta^o : a tratar
iia rua do Oarao da Victoria n. 69, taverna, ou
na praga do Conde d'Eu n. 17, taverna.
Salsa-parrilha do Pard
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
j*OW, i*(X)0, 4*o00 e 5*000 Vedo, no sea escriptorio, a rua do Rom Jesus na-
mero 57.
a 3*500, if, 4*8C0, 5*000 e
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintei:
Barra,
e PHtricl*.
A tratar com seas proprictarios nesta cidadi
e para inrormacoes com Joaquim P'mto de Mai
mm Filno na mesma cidade da Mamamgnap*
- aso IrmSos \ C.
Para qualquer servigo
Vende-se nm escravo bom, corparda. bastante
possante, e ehegado ha pouco.de outra provincia,'
proprio para loan o servico : na raa do Imperador
a-.... oa na rua da Imperatriz n. 60. I
Attencao
Salsa parrilha
Salsa parrilha
Rua do Commereio n. 22
Mdra k Lima
Os proprietaries avjsam a seus freguezes que
teem para vender o segaiote :
Cinco minutos da attencao
Doces seccos e em calda
Empadas de camarao
Fiambres preparado
Salame de Lyon
Tudo bom.
Bolos inglezes '
Fructas preparadas
Vinhos s.uperlores
Cervew gelada*
Tudo bem.
0 bom cafe" de Moka .
Petiscos e bons bpcados
Na assembled
Se serve com afrado;
Tude br m.
Bolinhoa para cha
Pudins, paes-de-16
Charutos da Bahia
E Jego de domtnd.
Os donoa deste estabelecimento avisara a seas
c freguezes qua nio slo egoistas e promeWera ven-
der barato, para vender muito.
N. 22 Rua do Cornercio. N, 22
Arrqazem da Aserpblea.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPERANCA recebeu o ararae proprio
para arraagao de chapeos.
Vende-se
Uma propriedade a" margem da Cambda
dos Remedios, contendo barro para toda a
qualquer obra, com uma grande olaria,
casa de vivenda e tres viveiros com peixes.
Promette-se fazer todo e qualquer nogocio :
a tratar com, Delflm Lins Cavalcante Pes-
soa.
1 -1-------r
Utm brancas
de Jouvin : a Magnolia, a rua Duque de Caxias
n. 45, 6 s6 quem as tem fres^as.
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatrahas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias a 45, acaba
de receber I
Sedinhas & 1#500 o covado.
Venham aatea.que se acabem : na loja do Passe
% rua de Marr;o n. 7 A.
Fusiao.
AtteDgao.
-i...-1
Ceroulas e camisas.
Na loja do Pav8o, vende se ceroulas fran-
cezas de todos os taraanhos para-homem a
110600, e ifttas de linho a 2&0O, 20500 e
3*000.
Camisas.-brancas com peilos de algodSo,
j fazenda ftna e por estarem am pouee en-j
iTovalhadas a 20,5000-a duria, ou a 1*800
cada-uma, djtas pom peito de esguiao de
linho a 390.00 e 3*500 catk uma, ditas
om peitos. e poobos de edr a 2*000 e
2*000: & roa da Imperatria n. 60, de Fe-.
lit Pereira da Silva.
Aproveitem ant^s qua se acabem, popeliqas de 11-
' lnPdrSes modernos, pe'o baratissimo preco
ii < *0 rs. o covado : qnem davidar, venha mV.l
oalSa parrilna cpropiar : na rpa Duque de Caxias n! 88, loja de
BaUrtboloma d* ba <*ua,idade'' te" P^ Tender i '^_____________________________
^-Rafiarita do RoMrin_.i4 jPotassa da Rusia a 600 rs*
larga do Rosario-34.
Vejam e admiral.
o kilo
Lustres^ arandeiae devi,drp
Fustio brauco para roupa de meninos a 500 rs
o covade; e pechincha : na raa do Crespo n.
20, loja do Gtulheerm 4 G.
proprio para cigarros. d'e diversas larguras.
VExNDE-SE
Na raa do v'igaria nil, vende-se o seguinte :
Cimento de Portland, em primeira raao.
Vinho do Porto, engarrafado, finissimo, em cai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancorelas.
Vinho Sherry, inglez em caixas dc duzia.
Vinho Collares em aucoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
CHEGARAtt
as desejadas lazinhas a 200
rs. o covado.
Rua do Queimado n. 43.
(Jefronte da loja de enapeaa da Prncinha.)
Lazinhas a imitagio de seda c.im riqnissimos
padroes a 20O rs. o covado. So o 43. Dao-se
amostras. Venham antes que se acabem,
CALCADOS
Chegou para o u. HI, rua do Duque de CaxiaS,
um completo sortimento de botraas e sapatos de
entrada baixa, da daraque e chagrin, para se-
nhoras e meninss; borzeguins de pellica e de
bezerro, para meninos; chiquitos de lustre e de
chagrin para criancas ; e mais outras qualidadej
de calcados, tudo mais barato do que era outra
parte.
E' bonito
Colehas para camas
Naloja do Pavio vende-se colehas de fusiao
WWcpa, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e da cretone, de 2,500
para craia e ditas de metim escarlate forradas com
madapolio a 5,000 : a rua da imperatriz n. 60.
deFeliK Pereira de.Silva,__________^^^^^
E' com as noivas
A NOVA ESPERANQA, raa Docrae de Caxias n<
36, acaba de reeebar boas meias de seda proprvui
pera noivas, a os apreciaveis ramos de laranfeira
As almofadas bordadas de la matisadas que ra-
cebeu a Xova Esperanca, a rua Daqae de
Caxia? r <">
Aos
meninos
A NOVA ESPERANgA, a rua Duque de Caxiaa
n, 6.3, acaba de receber nm bom sortimenta de fl-
nas bonecas que fallam, que riem-se e choram ;
tambem astern mudas a surdas ou surdas-mudas
venham var se nap & veriode.
Grande liquidaejio.
de mludezas e chapels: no novo Bazar, rua do
Marquez de Olinda n. $3.
T
Poliissa da Russia
Domingos Alves Mathens, a raa do Vigario d.
5, tem para vender superior pottssa da Hussia
em barris de 25 kilos, por preco modico.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANGA acaba de receber aqnel-
tes milagrosos anneis eleotricos, cura infallivel dos
nervosos.
Para concertar meias
A NOVA BSPERANCA, a rua Duque de Caxias
n. 63, receben desta necessaria linha.
Bramante para lenc,6es
a 1#800 2^000 e 2^500
Naloja do Pavao vende-se superior bramante
Vende-se daas partes de
3lta a rua Vellia n 79
(Jos ; a
uma
to2!Lf D n% com mnitos" bons fo^mo-
tratar a rui da ConceiSi5o n. 60. ^
0
A SO ps. o covado.
barateiro da rua as Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo ba.rfltissjmo preco de .500 rs. o
covad". para acabar.
I Vende-se no escriptorio de Oliveira
C. : largo do Carto San,to n. 19.
Filhos
Cartes de
Cortes de casemiras
casemira.
para gaz -
N 8I'and-ej|)08ieae da, rua de Imperadot n.
35, junta ao escriptano da companhia^ogaz, vea-
* P 8S 08.niais bonitos e njoderhos'Jus'tres e araa-
delas de vjoro para gaz,a.'sim ci?mo .tudo o mais
3ue se toj-na necessario para esse flm, sendo tudo
os melfiores fabricantas qtw :ha na Inglate'rra. Os
precos sao mais baratos do qne em-ouqaaualaaer
parte, e cord a vantageni qjae 'd'o qoqp ap'estaw-
ecimento mandar assentar os Justres oa a'ranSe- ,
las.no lugar que o compradorqnizer, sera qua para i Imperador n. M
4 j isso pague alguma eoosa. Tambem se compra ou
^rocaae lustres e araadelas ja asadas, mas que
estejam em estado de poder servir.
candieiros e
arandcllas. -
A emprexa do gaz, tendo reeebido nltimamenie
ama quantidade de Justres, candieiros, arandallas
globo* etc, etc^ tudo obra de gosto a dc primeira'
qualidade; jena,seem posicS, de sapprir a sens
freguezes, por precos men-res do que anticamen-
te. Para verem as amostras, ditijam-se a raa do
corpado a 1,000 rs., dito de linho puro a 2,300 e
2,800 rs.; assim como aloalhados superiores, taa-
to de linho como de algodao, porprecos muito em
copta, e necas de algodaozinho para lencdes e toa-
lhas, tendo de 4,000 rs. para cima : a rua da Im-
Peratri. n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Pesos e medidas.
Vende-seem casa
Bom Jesus n. 4.
de Hawkes & C, a roa da
Organdy.
- flnas, gostoa modernos, a
5/50O o corte ; a elles antes que se
pechincha : na rua do '
Guilherme & C.
Crespo n.
acabem, e
20, loja de
Cai de Lisboa
Fio
Vende-se na rua do Vigario, escriptorio de Tho-
mazde Aquino Fonceca 4 C. Successores.
Vende se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, anaar. escriptorio de Joaquim Ro-
dngies Tavares de Mello.
Fiambres
Tem niuito bons a Assembled do Commereio n.
zz, rua do .ommercio.
Organdy da acento branco e de air, com flo-
res miudas e listras de seda e de IS a 400 rs. o
covado, 6 fazenda de 1JL e e pechincha : so na
rua do Crespo n. 20, loja de Guilherme & C.
Chocolate hespanhol
mnito fino, tem para vender na Assembiea do
Commereio, Meir? & Lima, rua do Commereio au-
.mero 22.


'" 1MIIJMM
mm
.8
Jiario de Pemambuoo TerQa feira 22 de Setembro de 1874.
ASSEMBLED GE8AL
CAMAR*. DOS DEPLTADOS.
ORCAMENTO DO IMPRRIO.
(Continuagio).
Se por theocracia se enten le o governo de
Deus na socielade, pela iiol observancia
das leis d'viuss, iiaturaes positivas ; se
por t'ieocracia se entendo o ruiuado social
de J>sus-Chn to e o pre loininio da dou-
triit; quo por elle nos foi ensinada, dcclaro
fran -ameiito quo sou h.artiJario dessa tlieo-
cracia, eneai poderii deixar de solo sum
meutir todas as vezes quo recito aquella ora
gau sublime, que apreudemos desde a in-
fancia nos jo -lhos de n'ossss mais, que nos
foi ensinada pelo proprio Je^us-Chrisio,
e na qual entre outras, dirigimos a Deus,
ao Nosso Pai que esti no Ceo aiseguiutes
petigoes : Veoha a uo o vosso reiuo, seji
feita a vossa vonladc, assim na term como
no eo I
Se, porem, por theocracia so entendeum
sjsti'ina de governo, tal como existio ou-
tr'ora entre as ju leus, um governo, mi qual
cite 'ii aquelle inlivi duo, tal ou qual dy-
uas ia so consideram destinados por Deus
para governarem osp ivos, nao ten i j nutra
lei que a de sua vouta le soberaua e despo-
tica, ilecl ro que ena vez de abragar una
tal tbeocracia, eu a repillo com tolas as
forgas da minha alma, p irque semelhante
doutrina e a negag.io c impleta djitnperin
de Deus sobre os tomans,
0 honrado niimV.ro do imperio fallou-nos
ain'ia de uma certa escoli, cujas tueorias o
jesuita Marianna havia resumid) no livro
que co-.npoz para oducagio do principe, li-
lho ile Felippe II, e alludindo a essas theo
rias S. Exc. teve a boidado Je dizer-me que
eu p >dia toma-las pira miin, mas nao para
o p>iz.
S'-nnores, eu nao prof-sso as theorias do
padre Marianna, nem para professa Us pre
cisaria da licenga de quern quer que fosse.
As theorias que sigo e abraeo, em materia
de religiao, sao as para qua ellas triumphem ostou prompto a
fazer tudo quanto do inim depender.
Nao sou muito lido nas diversas escolas
politico ndigiosas (nao apiiados) ; reco
nhego a superioridado dos conbecimentos
do nobre ministro do imperio, e nio posso
atinur com o fun que teve S. Exc. trazendo
a d soussio as theorias do Marianna. Si,
porem, o nobre ministro teve em mira des-
acreditar os doutrims da companhia de
Jesus a qual perteucia o padre Marianna,
me parece que perdeu o alvo.
0 padre Marianna fni um distincto es
cripior, e tao distincto que mereceu o titu-
lo de Tito Livio hespanhol, pela historia
de Haspaoha, que escreveu com geral ap-
plauso. Tinba porem ideas e ten lencias
republicanas. e, inspirado n^slasiJeas, no
livro que comp'zpara educagao do filho de
IVIippe II, sob o titulo de liege et R gis
inslituliones, ensinou a doutrina do tyran-
uicidio, do direito que tern qualquer de
tirar a vida ao tyranno que opprime a pa-
tria e viola as liberdales publieas.
Esta doutrina do jesuita hespanhol, na >
tbst.ante haver sido a otorisada pelo pai do
seu real alumno, foi solemn^mente censura-
da e coridemnada em 1610 pelo geral da
or de n dos'jesu tas, Claudid Aguariva, nos
termos os mais severos; o, son do assim, nao
e de iustica responsabilisar uma ordem il-
lustre pelos erros de um de seus membros,
erros que, como j4 disse, foram condemna
d >s pelo chefe da mesina ordem, por quern
podii e devia faze-!o.
Desconce, portanto, o nobre ministro, que
6J nao fago cabedal dasdoutnnas do padre
Marianna, nio ast omareipara rnim.e muito
rnenos quero as para o mou paiz. (Apoia-
dos).
0 Sr. Diogo de Vasconceli-os :N6s
somos bomens da ordem.
0 Sb. Tarqlisio de Souza: Agora, se-
ja-me permittido dar um testemunho, que
me foi pedido pelo honrado ministro do im-
perio, que eu nao recusaria a ninguem, e
tauito rnenos a S. Exc, visto como apraz-
me sempre dar tjstenunbo da verdade.
Jostificando o procedirnento do governo
com relagao aos actos praticados pelo illus-
t.-e hispo de Olinda, referio S. Exc, que mo
tavia pedido, quando tive de ir a Pernam-
buco em dias de abnl do anno passado,
que levasse palavras de paz ao Sr. D. Frei
Vital, pedindo lho de sua parte que n8o in-
r.ova;se mais nada na questao, alien de que
pudesse ter uma solur/io pacifica.
E' exacto, Sr. presidente, e verdade
quanto a tal respeito disse o Sr. ministro do
imperio...
0 Sr. Dnco de Vasconcellos:Era um
laco para apanhar o bispo.
0 Sr. Tarquinio de Souza : ... assim
com i e cert), e ainda disto dou testemunho,
que naquelle tempo notava eu da parte de
S. Exc. as in Ihoros disposicdes, 6 maior
desejo de nSo empregar senao meios pacifi-
cos; disposiQdes e desejo que justificam a
adoiira^ao e assombro com que Ii o aviso
de 27 de setimbro do anno passado, pelo
qual ordeima o governo 0 processo do il-
lustre bispo de 01 in la.
1 to post", Sr presidente, passarei a occu-
par-me de oitros topicos do discurso cem
que o nobre ministro do imperio respoudeu
a niterpellagao do nobre depulado pelo ma-
nicipio neulrii, ji quenaquella occasiao nao
ue coube a palavra, que pedi.
llespondendo ao ponto da interpella^ao,
em que o nobre interpellanta procurava sa-
ber, se o governo considerava resolvida a
questao religiosa com a cmdemui(ai) dos
bispos, o Sr. ministro do imperio, fazendo
distinccan entro o tacto e o direito, respou-
deu que quanto ao direito a qoostao estava
resolvida do modo o maissatisfactorio.
Engano. Sr. presidente, completo enga-
no : porque a questao nao esta resolvida,
nem quauto ao facto,' nem quanto ao di-
reito.
0 Sr. Di igj de Vasgoncellos :A vio-.
lencia uuncaj constituio direito.
0 Sr. Tarquinio de Souza : Senbores,
se o direito f isse uma droga que pudesse ser .
manipulada no laboratorio ministerial, S \
Exc tinba razao de atfirmar que a questao,
re igiosa estava resjlvida no terreno do di-
reilo. Mas, uao ; o direito nao e uma dro-
ga. ni tin a vi in Li le caprichosa dv ninguem.
0 direito e a razSo, o direito 6 a lei, e nio
ha lei, nem natural, nem positiva, nem di-
vina, uem humana, quesanccioae o graade
attentado pos de Olui la e Grao-Para I
Nao, seuii >res, nao ha, nem p6de haver
lei alguma que prohibi a bispos catholicos
cumpiirem os diclames da igreja ; nio ha
lei que os nilnbi de inlligir penas espin-
tuaes a corporafoes reltgiosas ; n3o ha lei
que subinettM Deus a Cesar, a eternidade ao
tempo, o espirito a materia !
VOZGS : Muito hern.
0 Sr. Diogo de Vasco.ncellos : A lei
delles e o maiida quern p61e.
0 r. Tarocinio de Souza:Quanto ao
facto, nada quiz dizer-nos o Sr. miuistro do
imperio e iffectivamente nada podia dizer-
nos, porque todos saben que os actos pra-
ticados pelos Exms. bispos de Pernambuco e
do Para, que os interdictos por elles lauca-
dossubsistem em t id a a suaiulegridade, uao
obstaute o procednn ;nto iniquo do governo,
a despeito da vinganga impotente que se
quer drar daquelles illustres prolados.
0 fra. Diogo de Vascowcellos :Vin-
gangi baixa, pralicada pelo poder execu-
tivo.
0 Sr. Ministro da Justiqa : Ja se p6de
dizer no pariamenlo que o poder executivo
vinga-si de modo baixo?
(Ha outros apartes. 0 Sr. presidente re-
clama atteugio).
0 Sr. Tarquimo de Souza :Vinganca
impotente, porque o governo mandou le-
vantar os interdictos das irmaudades, e nao
obstaute elles subsistem ; vinganc/i impoten-
te, repito, porque nos delictos de facto par-
manonte, desde que a lei que Os pune nao
tern ton; i bastante para fazer cessar o ficto,
a propria lei se aeciara impotente, e a lei
que e" impotente, nao 6 lei, mas sim arbi-
tno e paixao.
Fica. pois, demonstrado que a questao
nao esta resolvida nem quanto ao direito,
uem quanto ao facto.
(Trocam se diversos apartes}.
Aproveito esta occasiao para rectificar um
engauo, em que parecem laborar alguns es-
piritos, assim nesta como na outra casa do
parlamento, quauto a origem do conQicto
que actualinente existe entre a igreja e o es-
lado.
Tem-sedito que foi o prelado de Pernam-
buco quu.K imprudentemente provocou este
confliclo. (Apoiados e nao apoiados). Nao e
verdade. (Apoiados e uao jpoiados).
E' preciso esquecer os factos, fi mister
riscar da memona v8 antecedentes que se
deram para dizer-seque foi o bispo do Per-
nambuco quern provocou o conflicto. (A-
poiados enao apoiados).
S-ija-me, pois, permittido recordar aquella
celebre test a que no dia 3 de marco de 1872
teve lugar no Oriente do Lavradio, e da
qual resultou a suspensao do padre Almei-
da Martins. Um acto legitimo do bispo do
Rio de Jaueiro contra um sacerdote de sua
diocese provocou as ins da macouaria, e
d'ahi os artigos sediciosos quo as gazetas
publicaram, as injurias e affrontas aliradas
a face da igreja ; d'nhi essa propaganda in-
fernal, que, iuiciada nesta c6rte, commu-
nicou-se as provincias, e particularraente a
de Pernambuco, onJe crearam se jornies
para defeza de certos interesses, e nos quaes
foram injuriaJos e insultados da maueira
mais viol jnta nio sd o episcopado brasileiro,
mas tambem tola a igreja catholica.
0 Sr. Diogo de Vasgoncellos : Por
couta do Sr. presidente do conselbo.
0 Sr. Ministro da Justica : Issj era
obra da inaconaria.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :Que &
instrument i do Sr. presidente do conselbo.
0 Sr. Tarquinio df Souza :Em um
jornal iulitulado A Verdade, que se publi-
cou no Recife, nao s6 foram negados algjns
dogmas da nossa sauta religiao, mas tam-
bem o augusto chefe da igreja catholica foi
chamado o'saltao da infallibilidade, e a pro-
pria igreja cadaver pntrido jd decompondo-
se em delelerias exlialacoes.
Vozes :Ob I
i)Sr. Tarquinio de Souza :Eisos factos
que se deram, e diante dos quaes o illustre
bispo de DUuda nio podia Gear impassivel.
0 Sr. Ferreira de Aguiar : Eatio pro-
cedeu, nao por espirito de justiea, mas em
represalia 1
(Hi outros apartes).
0 Sr. Tarquinio de Souza :Davo ain-
da, Sr. presidente, rectificar uma inexact.-
dao que commetteu,' sem duvida por rnal
informado, o venerando Sr. visconde de
Abaete, quando no senado, a par de ciasi-
dera^des muito judiciosas que fez sobre esta
questao, na qual se tern empenhado as mais
distinctas iutelligencias do uosso paiz, disse
que o bispo de Pernambuco andava iuque-
rindo quern na sua diocese era ou nao
macon.
Nio, senbores; o bispo de Pernambuco
nio pddo ser accusado por isso ; ese algu-
ma accusaeao se Ihe poJe fazer e por ser
bomem do seu tempo, por ler os jornaes
que se publicam na sua diocese, para me
Ihor saber o que nella se passa, para melhor
dirigir-se no governo que Ihe esti confiado.
Desde que as folhas publicas menciona-
vam os no.n ;s daquelles que pertenjiam is
sociedades secretas que a igreja tern condem-
nado ; desde que elles mesmos consentiam
que os sous nomes fossem conhecidos, o
bispo de Pernambuco nio podia tolerarque
os mesmos indiriduos andassem ao mesmo
tempo com a trolba do pedreiro livre e o
balandrao das irmaudades catbolicas.
0 Sr. Ministro da Justiqa :Esta uma
excellente discussio do orcamento do im-
perio..
0 Sr. Tarquinio de Souza :Discuto a
politica r ligiosa do gabinete; e se estou
fora da ordem, o Sr. presidente e quern me
dove dizer.
Passo a examinar agora alguns topicos do
relatorio que nos foi apresentado pelo hon-
rado Sr. ministro do imperio, na parte re-
lativa aos negocios ecclesiasticos, sentindo
que ainda hojo nio tenhamos o annexo sob
a leltra D, a que S. Exc. alludio quando se
occupou daquelles uegocios, e que assim es-
tejamos privados de mais amplas informa-
goes que poderia fornecer-nos aquelle an-
nexo.
0 Sr. ministro do imperio, trataado dos
negocios ecclesiasticos, ve da parte do illus-
tre episcopado brasileiro um piano precon
cebido de dilatar as proprias attributes
em detrimento do poder civil; e para pro-
var esse piano, que nio existe senio na ima-
ginary de S. Exc; o nobre ministro referio
certos factos, e em primeiro lugar o de um
bispo que recusou em 1857 cooferir a iusti-
tuigae canonica a um conego que o governo
imperial havia apresentado para a cathedral
da diocese do mesmo bispo.
Este facto, Sr. presidente, e muito co-
nhecido, foi praticado pelo venerando bispo
de Marianna ; ji me occupei dello nesta
casa, e a decisao do governo a respeito do
mesmo facto e a prova mais completa da
injustice com que foi agora apreciado pelo
Sr. ministro do imperio.
De modo que, Sr. presidente, o primeiro
criminoso neste conflicto entre a igreja e o
estado, o primeiro que preconcebeu o piano,
que tantos receios inspira ao nobre ministro,
foi o Sr. bispo de Marianna, o santo e apos-j
tolico vario, a quern os bons mineiros e os
brasileiros em geral rendem o mais sincero
proito de bomenagem e venerajio, e a quem
o proprio Sr. ministro considera respeitavel
por suas virtudes e pela bondade com que
governa a diocese. (Apoiados).
Melhor fora que, no acto praticado pelo
illustre prelado de Marianna, visse o nobre
ministro o primeiro grito de alerta contra as
invasoes do poder civil -no dorninio espiri-
tual, e haja vista.a nobre firmeza com que
se houve o illusU-o prelado uaquella con-
juncture.
Como facto indicative daquelle piano pre-
concebido, que tanto impressiona o nobre
ministro do imperio, apresenta ainda S. Exc.
o dese haverem negado alguns bispos a por
em concurso as parochias vagas de suas dio-
ceses.
Senbores, eu podia deixar em silencio este
facto, desde que o nobre ministro reconheee
serom ate certo ponto attendiveis os motivos
allegados para justifica-lo; desde que ao
rnenos tacitamente o governo imperial tarn
approvado o procedirnento dos bispos a tal
respeito.
Nio perdarei en tret an to a accasiao de
dizer que fflra para desejar quo o nobre mi -
nistro, alias tao rainucioso em alguns capi-
lulos do seu relatorio, nos desso iuforma-
cOes sobre o numero de sacerdotes que
existem em cada uma das dioceses do impe-
rio ; porque entio talrez nos couvencesse-
mos da conveniencia, do alto criterio com
que alguns bispos tern deixado de por em
concurso as parochias vagas.
Onde nio pode haver escolha nio dove
haver concurso, porque o concurso nio tern
outro dm m us que fornecer elcmentus para
a escolha dos mais dignos entre os sacer-
dotes que coucorrem.
Si, entretauto, algum bispo houver abu-
sado neste assuuipto, o que uao creio, en-
tenda-se o governo com os chefes dos bis
pjs, com a santa se, e eu asseguro que o
abuso iia de ser cobibido.
Nio se apresse, porem, o nobre ministro
era ver no facto em questao piano precon-
cebido de usurpar attribu cdas do poder ci-
vil, quaudo uenhuul iuteresse p)de aconse-
Ihar semelhaute usurpacio,
Tem-se repetido mais de uma vez, Sr.
presidente, que o bispo de Pernambuco,
depois de haver desobedecido as determi-
nagdes do governo, empregou a coacgio so-
bre os p irochos da cidade do Ricife, afim
de que, por sua vez, tambem nao cumpris-
sera aquellas determinagdds, deixanlo de
celebrar actos religiosos perante as irmau-
dades o nos templos, cujo interdicto fora
levanta to pela autoridade judioiaria.
' Isto nao e exacto. Nunca pelo bispo de
Olinda foi empregada a coacgio para obter
dos dignos parochos do Recife o que era
do seu .lever, o que l'aes era imposlo pelas
leis da igreja ; e nem jamais houve quem
considerasse coacgao o temor reverencial
que os sacerdotes de uma diocese to n do
seu past jr, do chefe da inesma diocese.
Contra tio infundada assergao posso as-
severar i camara dos Srs deputados que
nio foi o bispo de Pernambuco quem em-
pregou a coacgio sobre os parochos do Re-
cife ; mas sim o governo imperial por in-
termedio do seu delegado naquella provin-
cia. Sim, senbores, foi o presidente de Per-
nambuco quem maudou chamar os paro-
chos ao seu palacio, quem procurou alli-
cial-os, quem empregou ora a captagao,
ora a ameaga de processos e prisoes, para
obter daquelles distinctos sacerdotes que
desrespeitassem seu legitimo pastor, que
meaga* sahiram da parto do governo que-
menoscabassem as leis da is
FOLHETIM
JOANNA
UM J0GQ DE PAIXQES.
POR
George Sand.
(TRADUCCiO DE X. X. X.)
PARTE PRIMEIRA
II
(Continuagio do n. 215.)
Ella disse is-o com tanta naturalidade e
tao perfeita candura, que nao pude deixar
de rir e dizer Ihe :
E tcu passarinbo ? tu o amas apai-
\uiiidamente tambem ?
Nio ; so posso ter paixio por ti. 0
amor e uma loucura e um crime, quando
uao e legitimo e santo. 0 amor que se
tarn pelos parentes e puro e meritorio. Por
tanto, posso amar-le com toda a minha al-
ma sem offender a Deus, e e* assim que eu
te amo. Tu, porem, que pertences i uma
religiSo md, so me amas muito pouco, por
que njo^te ensinaram aquella doutrina.
>^_ pJ0 contrario, eu te amo com muita
ternura.
-- Mas, nao com toda a tua alma ?
Bom sabes que devo uma parte d'ella
a meus pais I
Concedo isso, mas nSo quero outra
partilha.
Entio, nio que -es que eu case ?
Nio, nio quero, prohibot'o I Eu
morreria de dor.
Nio raorras, nio ; nunca live menos
vontade de casar do que agora. D'aqui ate*
que eu te tornares rasoavel, e para comprehenier
o que ideas extravagantes. E' minha opiniao qne
astreiraste educam muito mal, e que me-
lhor farias se ficasses com tua mii todo
anno.
Ficarei.
Foi isso rcsolvido T tanto melhor I
Foi eu quem decidio agora mesmo, visto
lores desejado isso.
Gracejas, quando te fallo se"rio 1
Ella entr..u a chorar, e eu na) pude mais
arrancar-lhe uma palavra. Achei-a incom-
prehensivel, e inquietei me ao vela assim
phantastica, parecendo um coragio agitado
pela duvida ou uma razio perturbada pelo
mysticismo.
Fallei & tal proposito & minha mii, e fi-
quei sorpreso ao ve-la nio dar grande im-
portancia a cousa, e dizer-me :
Joanna foi sempre assim : extraordi-
naria, edistanciada da realidade, com quan-
to sempre intimamente boa e iincera. Nio
a conbecias, nem a conheces bem, porque
ha alguns anuos que vives longe d'ella; por
isso e que, obsorvando-a agora, teadmiras.
Nio te inquietes, pordra, e conttnua & tra-
ta-la com bondade, tanto mais quanto, se e
difficil de persuadi-la, sua natureza deixa-
se sempre veneer pela ternura. Se ninguem
pode leva la a pensar como desejar que ella
pense, a affeicio pode sempre fazer com que
ella obre como se pode desejar que pro-
ceda.
Porpje razio, n'esse caso, consentiste
em que ella abragasse o catholicisrao ?
Porque prometti que assim faria.
A* quem prometteste isso ? A' meu
pai ? Elle di tao pouco valor a isso 1
Fa/.es me uma censura ? Nio a me-
rego. Mas, eis que chegam alguns viajo-
res, corre d ter com elles.
A' todo o momenlo era nos assim ialer-
rompidos, porque meu pai predissera uma
verdade. Os bsnhos de Sio Salvador cada
vez estavam mais na voga, e o nosso pe-
queiso estjb^lecimenlo parecia prosperar.
greja, que vio-
lassem interdictos canonicamente laogados,
e que o poder civil nio tinba o direito de
mandar levantar.
Aqui tenho um protesto assignado por
dous dos reverendos parodies do Recife,
que os jornaes daqueila cidade publicaram,
e pelo qual se evidencia o que acabo de as-
severar, isto e, que o presidente de Per-
nambuco, e nio o bispo daqueila diocse,
foi quem empregou a coacgio, mas debal-
de, sobre os parochos do Recife que verda-
deiros sacerdotes de .lesus Christo, soube-
ram resistir com firmeza a quem pretendia
infa.nal-os. obtendo delles actos de crimi-
nosa rebeldia, cujas consequencias seriam
inevitavelmenteum schisma, que o governo
tem constantemente provocado, sem the im-
portarcm os grandes males que baviam de
resultar para a familia brasileira.
Para nio alongar mais o debate, nao le-
rei agora o protesto a que me tenho refe-
rido, mas desde ja. declare que hei de inse-
ril-o no meu discurso, nao so pela impor-
tancia que elle tem a respeito da questio
vertente ; mas tambem para que em todo o
tempo os annaes do parlamento dem teste-
munho da firmeza e coragem, do espirito
verdadeiramente sacerdotal dos parochos
que assignaram o mencionado protesto.
Os abaixo assiguados, parochos das
freguezias da capital do Recife, lendo no
Diario de Pernambuco, de 8 do- corrente
anno, um ollicio do Exm. ministro do im-
perio ao procurador da coroa, fazenda e
soberania nacional, de 27 de setembro deste
anno, mandando dar denuncia contra o uos-
so cbaro diocesano, exprimindo-se nestes
terraos : E para mais ostentar sua recusa
tratou de incitar os vigarios & desobedece-
rem por sua vez ao governo imperial, at-
terraudo-os com suspensao ex informata
conscicnlia etc. protesto contra taes ex-
pressoes por quanto nao foi o Exm. bispo
que nos ameagou, pelo contrario estas a-
rendo nos obrigar, ji com promessas lison-
geiras, ji com processos e prisoes ; para que
nds desobedecaastamos ao nos3o prelado,
autonsando dest'arte a desobedieucia ao
nosso legilim.i superior.
t Por isso declaram alto e bora som que
nada mais fizeram do que curaprir com seus
deveres obadecendo ao seu legitimo supe-
rior, e repeliir com toda a energia de que
sao capazes qualquer insinuagio e ameaga
que vi de encontro is suas consciencias, e
nio seriam dignos do !ugar que occupam se
0 coulrario prati :assem. Portanto de novo
protestam, e estao di^postos a soffrer por
amor de seus deveres e da religii catho-
lica, apostolica roraana, de que sio indignos
ministros, qualquer perseguigao da parte
daquelles que deveriam ser os primeiros a
respeitar a lei e dar exemplos de obediencia
e respeito a seus superiores legitimos. Re-
cife, 10 de outubro de 1873. 0 conego
vigario, Antonio Marques de Caslilha.
Vigario Antonio Manoel de Assurnpcdo.
Sr. presileate, ji uma vez nesta sessio ti-
ve occasiao de comparar a questio religiosa
quo actualraente se discute no Brasil com
aquella que na Allemanha agita e perturba
todas as consciencias catholicas; e quauto
mais compare as duas questdes, quanto
mais reflicto nos factos quo aqui e alii se
ten dado, mas-raeconvengo da semelhanga,
quasi identidade,'das raesraas questois, no-
tando apenas a differeuga de que a prepo-
tencia, o despotis no m Allemanha vem da
lei, ao passo que entre nds precede do go-
verno, do po ler executivo, auxiliado pela
alta rnagistratura do paiz.
Sinto nio poder ler agora diversas pegas
que tenho, e que comprovam o meu asser-
to. Por ellas veria esta augusta camara e
o paiz que na Allemanha, como no Brasil,
rein a o mesmo espirito, erapregam-se os
mesmos argumentos, a mesma lioguagono
contra a igreja e os seus mais illustres bis-
pos. -
Entretauto, ji qua me tenho occupado da
supposta coacyio empregada pelo bispo de
Pernambuco sobre os parochos do Recife
pira forgal-os a desobedecer is ordens do
governo, pego licenga a V. Exc. para ler
um pequeno irecho de uma carta dirigida
ao president.) superior do ducado de Po-
sen pelo illustre arcebispo daqueila diocese,
monsenbor Ledochowski, que tambem era
accusado de influir sobre o seu clero para
que nio cumprisse as determinagoes do
poder civil. Diz assim*:
Cahis tambem, Sr. presidente, em um
outro erro, era erro mui grave, quando
pensais, que a fir me adhesio do clero e dos
ticis aos principios das verdades catholicas
e sua persevcranga inabalavel no caminho
do dever, apezar da pressao inaudita que
sobre elles se exerce e da mais manifesta
perseguicio que os aftlige, sao o effeito de
inlluencia minha e da animagao que emana
de minha autoridade. Nio, Sr. presidente,
sio os fructos da graga e da misericordia
de Deus, porque nenhura exeraplo, nenhu-
ma inlluencia humana sio capazes de pro-
duzir tio grandes e tao admiraveis effeitos.
So Deus pode fazel-o, porque esta eseripto :
fnfirma mundi elegit Deus, ttt confundat
fortia.
Taes foram tambem os motivos que in-
fluiram no animo dos distinctos parochos
da cidade do Recife persuadindo-os a n5o se
separaren do seu pastor, a nio darem lu-
gar a um schisma funesto odesastroso que
traria a ruina da religiao catholica na dio-
cese de Olinda.
Senhores, nunca o clero pernambucano
foi tao livre como agora, nunca elle con-
quistou mas a veneragao e estima dos seus
concidadaos do que nestes dias de dolorosa
provacio porque esta passaado a igreja no
Brasil. (Apoiados.)
0 governo empregou a corrupgio, e a
corrupgao nio produzio effeito ; quiz ira-
por i recoohocida pobreza dos parochos ti-
rando-lbes as congruas, e a lei da time
nao pflde arrancar uma so ap)stasia. Nun-
ca se e tao livre como quanJo se resiste is
grandes provagoes 1 (Apoiados ; muito
bem.)
0 Sr. Diogo de Vasconcellos:Nio
venderam a consciencia no balcio do Cesar.
0 Sa. Tarquinio- de Souza ; Aiada de-
sejo occupar me de um outro argumenlo,
que para aqui se tem trazido contra os ac-
tos dos illustres bispos de Peruambueo e do
Grao-Para, argumento que a meu ver nio
tem procedencia alguma : os outros bispos
do Brasil, diz-se, nao tem procedido como
os de Pernambuco e Grao-Para., logo estes
nao vio bem.
6 Sr. Diogo de Vasconcellos :Isso
e sophisma.
0 Sr. Tarquinio de Souza : Pri-
meiraraente devo observar que ha a mais
perfeita, a nuia completa uniio entra
aquelles dous illustres prelados e os outros
seus collegas de episcopado. (Apoiados.)
Todos os bispos do Brazil estio unidos, 8
os jornaes tem publicado documentos pre-
ciosos que evidentemente demonstram a
uniio, o perfeito accordo que entre elles
reina. (Apoiados.)
E pois se nem todos tem procedido do
mesmo modo, e porque at circumstancias
podem variar Je diocese i diocese, e as cir-
cumstancias sio muito para attender em as-
sumptodesta ordem.
- Demos, porem, que assim nio seja, que
nio exista o accordo a que me refiro. O
que se poderia concluir d'abi? Um bispo
nio e juiz de outro bispo ; o juiz compe-
tente, o superior legitimo, o mestre infalli-
vel de todos, e" o soberano pontifiee, o *#i-
gario de Jesus Christo, e felizmenta* posso
dizer : o vigario de Jesus Christo on ter-
ra, o grande Pio IX esti uuido com os bis-
pos de Olinda e do GrSo-Pari
0 Sa. Diogo de Vascongellos ;JHio
obstante as trapagas diplomaticas. (Apoia-
dos.)
0 Sr. Tarquimo de Souz-=Eis aqui' um
memo ravel discurso, proferido pelo sammo
pontifiee no dia 17 de junbo passado peran-
te o sacra collegio ; von ler alguns trecbos
desse discurso que tao grande sonsagao pro-
duzio na Europa, afim de que esta augusta
camara e o paiz fiquera sabendo que real-
mente existe a mais intima uniio entre o
santo padre, o chefe supremo da igreja ca-
tholica e os bispos de Olinda e do Grao-
Para.
Eu, pore'm, que comprava os aprovisiona
mentos e ajustava as contas, admirava-me
da desproporgio que havia entre a carestia
dos generos e a barateza das vendas.
Meu pai dizia que era preciso praticar
d'essa forma e saber perder no comego para
attrahir freguezes e ganhar para o diante.
Depois eu soube, pore'm, que nossa esta
lagem era apinas um pretexto para aparen-
tar que.enriqueciamos pelo trabalho, assim
como percebi que a nossa prosperidade real-
mente provinba do contrabandist^, a que
meu pai se entregava activamente, sob nos-
sas vistas, sera sahir de casa, e sem que po-
desseraos saber que gente trabalhava de ac-
cordo com elle, visto como o famoso Anto-
nio Perez nunca se mostrava, entretauto que
a sua corrospondencia com meu pai era
sempre activa.
Livre da obsessio amorosa que soffrera,
estudei e trabalbei mais e melhor do que
fizera nos annos anteriores, e no anno se-
guinte (1840) completei os meus estudos e
obtive o diploma de bacharel.
Voltando a casa com esse diploma e com
a espersnea de coraegar o estudo da medi-
cina, enconlrei minha ir.xaa, que, tendo
defiaitivamente deixado o conveato, residia
com a familia. Conversaado comigo a par-
te, disse-me ella:
Prometti te collocar-me sob a tutella
de mamai, e cumpro a promessa. Se o nio
fiz ha mais tempo nio foi por culpa minha;
foi mamai que quiz que eu refletisse antes
do renunciar is minbas ideas. Agora esta-
mos de accordo : nio quero ser mais reli-
giosa, nio mais abindonarei a familia, e es-
tudarei em casa mesmo. EsUU satisfeito ?
Contentissimo, respoadi-lhe beijan-
do-a ; tanto mais quanto creio que es agora
e continuaris a ser tio sensata quanto es
boa e bonita.
Ella corou ao responder que nio era bo-
nita.
Sera duvida que o es, repliquei ; e,
Pedem paz : pedem tregoas : peiem,
di-Io-hei, um modus vitrendt I F her4
um modus vivendi passive! com um adver-
sary qui esti conlinuadamente armado de
um modus nocendi, de um modus auferen-
di, de um modus occidendi ? A bonangaj
poderijiraaiscoociliar-se con* a tempeslade
que ruge e se subleva, abatendo, desarrai-
gando, destruindo tudo que encontra dian-
te de si ?
Que faremos, pois, venerweis irmaos ?
nos a quem e dito: Slatis in domo Dei
et in atriis domus Dei nostri ?...
a FICAREMOS UNIDOS COM 0 EPISCO-
PADO, QUE na Aluemanha, NO BRASIL,
e em toda a Igreja, DA' PBOaS LUMI-
NOSASDECONSTANCIA E DE FIRMEZA,
UMRMO-NOS HEMOS A ELLE e a todas as
almas queridasdo Senbor.
Pelas palavras do santo padrer que a ca-
mara acaba de ouvir, fica fdra de duvida
que sui santidade esti unido com o episco-
pado do Brasil, com os bispos que tem dado
prevas luminosas de constancia e firmeza :
e como ninguem tem dado taes prevas em
mais alto grao* que os inclitos bispas de
Pernambuco e Grao-Pari (apoiados) re ma-
nifesto quo o santo pidre esti eon* elles
moralmente unido.
0 Sr. Ministro da JusngA :Os outros
nio dio as mesmas prevas T
0 Sr. Tarquinio de Souza :Nio tenho
quo ver agora com os outros, refiro-me aos
de Pernambuco e do Pari, e e quanto bas-
ta ao meu empenbo. Entretanto lerei ain-
da outro trecho do mesmo discurso, que e
de grande iraportancia para o caso ero ques-
tao. -
Nos persistiremos na oragio, peditiC
a paciencia e a coragem para combater os
nossos inimigos, mas nao com a espada em
puuho, porque Jesus Christo corabate com
a cruz. A cruz, pois, sera a no;sa arma,
e supplicaremos a Deus por elles, SEM JA-
MAIS NOS CONFOfiMARMOS COM SEUS
PRINCIPIOS E CONDEMNANDO OS POL-
TROESQUE REPETEM EM SUA COBAR-
D1A : Que guereis gue se faca 7... Como
se ha de fazer ?...PERGUKTA IMBECIL,
DIGNA DE VERMES DA TERRA E NAO
DE 110MENS 1...
Eis aqui com quem o santo padre nio
esti unido, a quem elle condemna : sao os
fracos, os poltroes, aquelles que nio sabem
o que hio de fazer, quando as leis da igreja
estao bem expressas para determinaretn. o
camiuhoque devera seguir. (Muito bem.)
Trouxe muito de proposito esta allocu-
gio do santo padre para responder com. ella
aos boatos que emissarios ofliciaes o olli-
ciosos do governo vao espalhaudo i sorrel-
fa, de que o santo padre nio approva, o
antes reprehende os actos praticados petes
illustres bispos de Pernambuco o do Pasi.
0 Sr. Diogo de Vascoxceleos ;~A essas
intrigas responde-se com o riso.
0 Sr. Ministro da Justica Bfcwm jpu
ta tua nio veio ?
{Contitiuar-s&Jta).
para uma santinba como tu, nio e isso ra-
zio para corar. Foi Deus quem te deu a
belleza, e certamento Elleama o hello, visto
como derramou-o pelo universo is maos
cheias.
Ella corou ainda mais, e fugio como se
os cumprimentos de um irmao tivessem-
n'a escandalisado. ou assustado, o quo me
fez suppor que ella ainda nio se tinha tor-
nado muito sensata.
Meu pai acbava-se entio era casa ; tinhara
comegado as minhas ferias, e n'esse anno
nio deviamos ir a montanha, porque elle
arrendara a estalagem, pelo tempo dos ba-
nhos, por um preQo remunerador. Senti-
raos isso ; mas elle nos disse :
Voltaremos no anno vindouro. Eu
era conhecido e estimado ali por causa dos
modicos pregos dos meus generos ; e foi
por isso qua consegui obter preferencia so-
bre todos os demais restaurantes do cam
po. Agora que a casa esti afreguezada, nao
convem que eu mesmo de um dia para
outro levanle os pregos; e, pois, deixo-o
fazer por quem me substitue. Hio de gri-
tar contra elle, e seu duvida hio de me ver
com prazer retomar o meu lugar, no anno
vindouro ; mas a mudanga estari feita e o
costume arraigado, e, pais, todos pagarao o
que devem para que os nossos negocios ca-
minhem regularmente e 4 conteuto. Entre-
tanto, como estes nio vio mal, nao quero
durante as ferias priva-los do prazer de ver
alguma cousa, e consequentemente vou con-
duzi-los & Bordeaux, que 6 uma bonita ci-
dadc, onde alias tenho relagoes.
Eu nunca tinba visto o mar, e por isso a
idea de ir ate o Oceano transportou-me de
alegria. Minha irmia sorrio sem enthu-
siasmo, e disse que tambem estava contento.
Minba mii nenhuma objecgio oppoz, e n6s
partimos.
Logo que chegamos a Bordeaux, minha
mii levou Joanna aos armazens de modas,
e comprou um lindo vestido, afim de subs-
tituir a vestimenta quo ella trajava, e que
era ainda a vestea regularmontar do con-
vento, que Joanna nao quizera abandonar.
Joanna teve repugnaneia e receio de en-
vergar essa vestido, e, para que o fizesse,
foi mister que eu usasse nio da infiuencia
porque, como dizia minha mai, ninguem a
persuadia, mas da singular autoridade
que exercia sobre ella, autoridade qua a lo-
vava 4 praticar sempre tudo quanta eu de-
sejava.
Quando a vi trajada assim, do modo co-
mo convinha & sua idade e posigio, fiquei
admirado da sua graga e da destincgao
que a encarecia, e, como ella queria estar
sempre apoiada ao meu brago, tive occasiao
de observar que, quando percorri a cidade
com ella e minha mii, todos a contempla-
vam e admiravam n'a.
Como quer que minha mii conbecia per-
feitamente Bordeaux e seus arrabaldes, meu
pai, logo qua nos accoraraodou n'ura bom
hotel, pouco se preoccupou comuo-co, e
como que se estabeleceu no porto como se
fosse o seu dominio. Nunca passamos ali
que o nio encontrassemos, conversando sem-
pre com armadores ou capities de navios
mercantes, e is vezes*co;n bomens de ca-
ras problematicas;
Parecendo muito occupado, elle nunca
se explicava acerca da natureza de suas
operacoes, mas mostrava-se sempre conten-
te, satisfeito, e cheio de confianga. Seu
bom humor tornava-o agradavel 4 todo
mundo, e, 4 pezar da sua voz brusca e da
sua physionomia fechada, tedos reconheciam
que elle era um typo de bondade.
Nio cabe aqui referir a escursio que fi-
zemos ao mar, a sorpreza que sentimos an-
te tantos objectos novos, nem a minha ale-
gria ao ver um grande theatre, e ao ouvir
artistas de algum merecimento.
Minha irmia hositou muito em partilhar
jd'esse divortimento profano ; mas .aGnal,
lantc a minha autoridade, acquiescou, e
mostrou-se attenta, sem que entretanto me
seja possivel dizer se ella sentio prazer ou
medo n'aquelle lugar, visto como nao mo
animei 4 pergunla-lh'o, afim de nio molos-
tar com indiscretas parguntas um qu? de
mysterioso que do certo havia n'ella.
Tinharaos visto tudo, e estavaraos em
vesperas do regressar 4 casa, quando, achan-
do-mo 4 sos no porto com meu pai, vi diri-
gir-se para n6s um homem de physionomia
nao vulg r, pore'm inquietadora, 4 quem
nao reconheci immediatamente, mas em
quem, logo que chegou 4 dous passos de
distancia, vi o famoso contrabandista Anto-
nio Perez. Apenas fiz o reconhecimento,
afastei-me, afim de nio me dar 4 conbeoer.
Como quer qua eu estivesse muito de-
raudado depois de dous annos que nio nos
viamos, e que meu trajo defer isso tanto d'a-
quelle com que elle me vira quanto o seu
era differente do de entio, Antonio nio me
prestou attengio e entreteve>se 4 conversar
vivamente com meu pai, 4 parte.
Perto do lugar em que estavamos, acha-
va-se no porto um lindo steamer, prestes 4
parlir para Hespanha, e eu percebi que Pe-
rez estava disposto 4 embarcar-se n'elle.
Meu pai parecia dirigir Ihe muitas per-
guntas e fazer-lhe cutras tantas recommen-
dagSes.
Elles foram interrompidos pela chegada
de duas senhoras,uma de estalura me-
dia, velada por uma mantilha hespanhola,
que descia-lhe a altura do labio superior,
forraosa de contornos, e abanando-se com
o leque com uma graga adoravel ; a
outra alta, robusta, bella, pore'ra vulgar,
vestida como criada de quarto e trazendo
algunspacotes. Esta, que reconheci imrae-
diatamente, era a Manoelita, que eu yira
em Panticosa ; mas a outra, quem era ?
.



{Continuar-se-to.)
Ti? DO JJiAltta SC> I'Uyiifc. ft i.AA9
4mm


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