Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16508


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Full Text
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-_
f-
^W"

ANNO L. MJMERG 213
>;

i-1
.*?

SABBADO 19 DE SETEMBRO DE 1874
/
PARA A CAPITAL B LUCtARSS 0\DK NAO SE PAG A POHTE.
ror tres mezes adiantados................ 69000
For seis ditos idea. ........... 12JM300
Por urn anno idem. ................149000
ada namero atulso........... \!*. t* .... 9320
-mr-
-r
PAH A UtMROtFURl DA PROVLliCIA.
Por tres mezes adjantados. ,.......... 9750
Por seis ditos idem .....,......... 1S96oO
Por note ditos idem............, .. 10938O
Por om anno idem.................. ST0M
PR0PRIE0A0E DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA A FJLHOS.
In. Gerardo Antonio AWesd Filhos, no Pari; Gon^alTes A Pinto, no Maranhlo; Joaqoim Jose" de Oliveira d Filho, no Ceari;
Pereira a"Almeida, em Mamangoape ; Carlos Auxencio Honteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Joai domes, na
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Jolo Antonio Machaeo, no Pilar dai,
nio
de Lentus Braga, no Aracatj ; Jolo Maria Julio Ch? <<*, no And; Antonio Marques da Silva, Natal ; Jose* Justino
a Penha; Be'armino dos Santos Bnlcio, em Santo Ant< ; Domingoa Jose" da Costa Braga, emBaiarethi
Aires d C.,na Bahia1 A. Xavier Leite d C. r Bio Janeiro-
ISSTCUKM POPULAR
Traiado elcmentar de seosraoiiiu
do Brasil. por Hermillo Doperron.
nuiiirnl dc FcrMmbuco.
GRAO-PARA
1813
RECESSEAME.NTO DE 1872
Parockias
S......
Obidos.....
Abaele. .
Igaripe-miry .
Sant Anna.
t'.ampina
Santissima Trindade.
Nortel.....
cintra .....
Vazareth ....
Alemquer.
Anajaz.....
foeantins
Melgaca
Faro......
Barcarena. .
Lachoeira.
Mocajuba ....
Irituia.....
Boa-Vi9ta. .
S. Caetano. .
Guama.....
Ponte de Pedras .
S. Francisco de Assis.
Monte Alegre. .
Curuca.....
Mosqueiro ....
Monsaraz ....
Oujaril.....
Aveiros.....
llailuba. .
Oairary. ....
Ourera.....
tnhangapy. .
Quatipurii. -
Salinas.....
Juruty.....
Porto de Moz. .
Salvaterra. .
Beja.....
Soure.....
Sousel.....
Prainba.....
.Santarem .....
Macapa.....
Almeirim ....
Vellarinho. .
Arrayolos ....
Mter do Chao. .
Oeiras.....
Forabal....."
Somma.
ti.889
9.739
8.886
B.484
8.070
7.659
6.667
4.733
4.655
4.468
4.433
4 249
3.764
3.552
3.446
3.398
3.238
3.234
3.205
2.858
2.849
2.790
2.721
2.705
2.700
2.410
2.230
2.092
2.084
2.064
1.978
1.975
1.888
1.785
1.744
1.685
i.667
1.657
1.477
1.453
1.315
1.284
1.104
1.024
876
752
723
626
593
475
357
Freguezias cuja aporacSo ainda nao se pu-
:irou :
Acara.
Alto TocantiD".
Baiao.
Boim.
Bomlim.
Bom Intento.
Broganea.
Breve*.
Cameta.
Chares.
Col I a res.
Curralinho.
Gurupa.
Maragao.
Moju.
Muana.
Santarem Novo.
S. Sebastiao da Boa-Vista.
Villa Franca.
Aveiros.
Vizeu. ()
Comarca9 : Belem, 3* eutraucia ; Breves 3 ter-
uos,(Melgaco e Oeiras); Cameta [i terraos,e
I'aiao); Obidos (z termos,e Faro,' : Santarem (3
termos,Franca e Monte Alegre i : Vigia (2 ter-
aios,e Cintra) ; todas de 2* entrancia. r.achoeira
(4 termos,Soure, Monsaraz e Muana) ; Gurupa
ti termos,e Ports de Mozj ; Macapa (t Jermos,
e Mazagao) ; Marajo, a comarca mais antiga ;
i."'das de la entrancia.
A igreja do Para desligou se da diocese do Ma-
ranhao por bulla do papa Clemente II, de 4 de
?arco de 1819 e foi elevadaa bispado sufraganeo
do patriarchado de Li3b0a pela carta regia de 24
ce maio de 1724, sendo seu pnmeiro bispo D.
Fr. Bartholomeu do Pilar que cheg> a em Belem
a 29 de agosio e tomou posse a 21 do setembro do
raterido anno. Ate hoje, 10 bispos, dos quaes 3
Lrasileiros e urn delles paraense, D. Flomualdo de
isouza Coelho. Superficie da diocese : 3,718:000
tulometros quadrado3 com 377,610 habitantes ;
-iperQcie m6dia de cada parochia : 37,188 k. q.
eom 3,776 habit.
(Coniinua.)
PARTE 0FTICIA1.
Governo da provlncia.
EXPEDIENTT. DO DU 22 DE AlillH. DE 1874.
1.' secfao.
Acto :
0 presidente da provincia, atteadendo ao que
iaquereu Josi Pinto daCanba, rosolve conceder-
fit licenra para eaibarcar com destino ao presidio
de Fernando de Noronha, no primeiro vapor que
para alii seguir, 03 geoeros constantes da relagao
junta, assignada pelo secretario da presidencia, os
'.uaes nao poderao ser desemb'.rcados naqaelle
presidio, sem que por parte io respectivo comman-
riante se proceda a exame, aflm de se verilicar se
ha agaardente ou outra qoalqner bebida espiri-
laosa.
OlDcios :
Ao Esm. brigadeiro commandante das armas.
Sirva se V. Exc. de manaarJpGr era liberdade 0
recrata Severiao Jose da Cruz, que provou isencao
legal.
Ao mosmo. Sirva se V. Esc. de providen-
ciar para qua sejam postas a disposirao do eDge
nbeiro Luiz da Rocba Oias, actaalmente em Agaas
Bellas, 4 prar.a9, que poderio ser tiradas dos inva-
iidos, atim de' garanlirem a seguranca da comrni3-
j*o incumbida dos estudos para profongamento da
estrada de ferro desta provincia.
Ao director do arsenal de guerra. Trans-
..:.ito a V. S. 0 i ic,u3o pedido feito pelo almoxari-
fe desse arsenal, aQm de que 0 resp.eclivo conse -
lho decompras promova a acquisir-io dos artigos
-ontidos em dito pedido, os qua^s se deslinam as
fScinas e companhia de aprendizes artifl :es.
2.* seecao.'
Actos i
r 0 presidente da provincia resolve desfazer 0
(*) Sio novas as duas freguezias que faltara
para completar 0 numero de setcnta e quatro.
equivoco que teve lugar o% portaria de 16 do cor-
rente, oude se mencionou o none de Francisco
Hermiao 11 ulrigues Campelln era vez de Francisco
Caraeiro iwdrigues Campeilo, que foi nomeado pa-
ra 0 eargo de 3* supplea(e de juiz municipal do
termo do Cab*.
0 presidente da provincia, attendendoao que
requereu Jolo Maria de Albuquerque Oliveira, te-
nenie da 1* campanhia do 1 batalhao de wi |
da guarda nacional deste muoicipio, resolve pro-
rogar por 6 mezes a licenca em cajo gozo se
acha.
OWcios :
Ao cotuelheiro presidente do tribunal do
commercio. Teodo por acto desta presidencia
concedido antorisacao ao DeuHch grasilianiscb
Bank (banco aileraao brasileiro) para estabelecer
nesta praca nma agencia conforme permittio lha o
decreto n. 5390 de 10 de setembru de 1873, e vis>
to ter provado haver satisfeito as %rescripgoes do
decreto n. 2711 de 19 de dezembro de 1860; assim
0 comiounico a V. Exc. para sea conbecimento e
devidos fius.
Ao Dr. chefe de policia. Que'ra V. S. dar
providencias no sentido de serem removidos para
0 caes do tbeatro Santa Isabel os vendedores de
cal que estacionam actualineate no caes da rua do
Sol, licando assim satisfaito 0 que reqaisitou a lllm.
camara municipal desta cidade era offlcio de 15 do
corrente, sob n. n. 31.
ao mesmo. Satisfazendo ao que solicita 0
brigadeiro commandante das arJias, era ofBcio de
honteii datado, sob n. 314, recoramendo a V. S. a
expediqao de suas ordens a autoridade policial da
povoacao de Capoeiras. do termo do Bonito, no sen-
lido de coagir a recolherse a esla capital 0 solda-
do invalids, Jose Monteiro de Oliveira, que era seu
trajecto d'Aguas Bellas para esta cidade alii acara
por dnente, e consta achar-se ja restabelecido.
Ao juiz de direito do 4 districto criminal.
AQm de cumprir 0 aviso do mioisterio da justica,
de 14 de marco proximo fiodo, remetta-rae V. S
com'urgencia, informacoes circurastanciadas a res-
peito do processo instaurado contra Jacobte Kok,
Joao Evangelista de Castro e outros, pelo crime de
fabrico de raoeda falsa.
Ao 1* promotor publico de.-ta cidade. AGm
de que Vmc. tome na devida consideracao, inclu
so remetlo-lhe era original a pelicao que me di-
rigio 0 preso Joao Pereira Barbosa, e por copia a
informacao que a respeito 'minisirou 0 Dr. chefe
do policia.
Ao commandante do corpo de policia. Pode
Vmc. eliminar do corpo sob seu commando as pra-
cas Benvenuto Joaquim da Costa, Firmino Caraei-
ro de Brito, Antonio Bertholdo dos Santos, Anto-
nio Jose de Araojo do Naseimento e Lacas Evan-
gelista de Souza, reraettendo os tres ultiraos para
o servico do exercito, como solicita em seu oflicio
de 20 do 'orrente, sob n. 180.
*.* Mcgao.
Actos :
0 presidente da provincia resolve, de confor-
midade com 0 art. 10 do regulamento de 30 de
abril de 1873, nomear Luiz Apolinario Manso da
Silva para exercer 0 Ingar de e3crivao da collec-
loria provincial do muoicipio de S. Bento.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu 0 Dr. Luiz de Carvalhb Paes de Andra-
de, chete de seecao da alfandega, e tendo era vista
as informacoes ministradas polos inspectores da
thesouraria de fazenda e da mesma alfandega, de
17 e 18 do corrente, resolve conceder-lhe 3 mezes
de licenca. com 0 ordanado a que tiver direito,
afim de poder retirar-se para a Europa onde vai
tratar de sua saude.
Ofucios :
Ao inspector da the ouraria de fazenda.
Aos Drs. Tsrquinio Braulio de Souza Amarantho
e Jose Bernardo Galvao Alccforado mande V. S.
abonar a ajuda de custo que Ihes competir na qua-
lidade de deputados a asserablea geral leci-lativa,
0 1* pela proviacia do Rio Grande do Norte e 0
2* pela do Ceara, devendo este abono ser effectua-
do sob a responsabilidade desta presidencia, se
para isso nao houver credito.
Ao mesmo Em additamento ao raeu ofQ
cio de 17 do corrente, tenho a diter a V. S. que
conslando ter desabado parte do barracao que em
Santo Amaro das Salinas servio de quartel a com-
panhia de cavallaria, 4 ameacarruina a ou'ra par-
te existente, mande proceder a competente visto-
ria e bom assim a nova avaliacao para sobre ella
ser posto em hasta publica 0 referido barracao
Ao mesmo. Ao tenente coronel Alexandre
Augusto de Frias Villar, que vai seguir para a
Bahia, afim de assurair 0 commando do batalhao
18 de infantaria, de conformidade com as ordens
imperiaes, mande V. S. ajustar contas e passar
gU'a de soccorrimento.
Ao mesmo. Mande V. S. intimar ao gcren-
te da Western and Brasilian Telegraph Company
para darcumprimeoto sem perda de tempo so seu
contracto celebrado nessa thesouraria pelo qual
aquella companhia esta obrigada a construir urn
edilicio destinado ao laboratorio pyrotechnico em
substituicao ao que lhe foi cedido.
Observe V. S. ao mesmo gerente que se nao der
cumprimento a obrigagao que contrabio, proce-
der-seha nos termos da lei contra a companhia.
Ao mosmo. Para os fins conveniences com-
munico a V. S. que em 26 de fevereiro proximo
Bndo participon 0 bacharel Joaquim Cordeiro Coe-
lho Cintra Hear sciente de sua remocao da co-
marca do Cabo para a de Garanhuns- nesta pro-
vincia, conforme lhe fora comrauoicado pela secre-
taria desta presidencia em 19 de dezembro do an-
no proximo passado.
4." secgao.
Offkio :
Ao director da instrucgao publica. Nesta
data del 0 seguinte despacho em uma replica
apresentada pelo professor removido, por permu-
la, para a cadeira da Lapa de Itambe, Francisco
da Silva Miranda.Fica marcado ao supplicante,
a contar de noje, 0 prazo improrogavel de 30 dias
para entrar no exercicio de sua cadeira ; 0 que
communico a Vmc. para &eu conbecimento e tins
convenientes.
Pertaria:
A' Illma. camara municipal do Hecife.
Autoriso a Illma. camara municipal desta cidade
a mandar Tazer os concertos de que necessita a
eoberta do respectivo paco municipal, nas forcas
do orcaraento que acompanhou ao seu offlcio de
15 do corrento, sob n. 29. Concluidos ditos con-
certos, darei providencias no sentido de serem in-
demnisados de duas tercas paries de sna impor-
lancia os cofres dessa Illma. camara, conforme so-
licitou em oflicio de 23 de marco ultimo, sob
n. 23.
5.* secgii9.
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da reparlicjio das obras
publicas.Precitando collocar-se mais nove ca
chorros de madeira na eoberta do gymnasio pro
vincial, para sustentar as diversas linhas qne se
acham arruinadas, segundo declara Vmc. em seu
offlcio de 18 do corrente, sob n. 108, informe se
nao sera mais convenient; comprar cachorros de
ferro, visto serem mais baratos, ou se, preferindo-
se aquelles, esse servico podera ser feito por admi-
nistracao.
Portarias:
Os Srs. agent.s da companhia brasileira de
navega?ao a vapor mandem dar passagem para a
Bahia, por conta do ministerio da guerra, no va-
por Ceari, esperado do norte, ao tenente coronel
commandante do 18. batalhao de infantaria, Ale-
xandre Augusto de Frias Villar.
Os Srs. agentef da companhia brasileira de
navegacao a vapor imndem dar passagem para a
Bahia, por conta do ministerio da guerra, no va-
por Parana, esperado do norte, ao manor Ale-
xandre Augusto de Frias Villar Junior, 0 qual vai
para a companhia de sen pai, 0 tenente coronel
commandante do 18.* batalhao de infantaria, Ale-
xandre Augusto de Frias Villar.
EXPEDIENTS DU SECRBTARIO
1." wajio.
Offlelos :
Ao Ezra, brigadeiro commandante das ar-
mas.S. Exc 0 Sr. presidente da provincia, tendo
providenciado acerea do etnbarque para a Bahia
no vapor Cruzeiro do Sul, do tenente coronel Ale-
xandre Augusto de Frias Villar, e bem assim de
am tilho menor deste de igual nome, cujo transporte
para a mesma provincia devera ter Ingar no va-
por Parana; assim 0 mania declarar a V. Exc. em
resposta ao seu offlcio de bontera datado, sob n.
313.
Ao mesmo.S. Exc. 0 Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. para os fins con-
venientes, qua por despacbo de hontera foi conce-
dido ao recrnta Heleoaoro Nunes Pereira, 0 prazo
de 10. dias para provar isencao legal.
Ao mesmo.De ordera de S. Exc. 0 Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. Exe. que
nesta data sao remettidot ao arsenal de guerra,
para serem satisfeitos os dous pedidos do com
mandante interino do 2 batalhao de infantaria, r.os
quaes se refere 0 seu offlcio de honlem datado,
sub n. 310.
Ao inspector do arsenal de marinba. De
ordem do Exa. Sr. presidente da provincia, com-
munico a V. S., em resposta ao seu oflicio de 21
do corrente, sob n. 873, que nes a data se recom-
mendou ao inspector da thesouraria de fazenda
que flzesse iodemnisar 0 ministerio da marinha da
quanlia de 18766, em que imporlou a despeza
feita por conta do da guerra, com a compra e col-
locacio de um mastro para a bandeira na fortaleza
do Brum.
2." secgao.
Offlcio:
Ao juiz de direito do termo do Cabo.
0 Exm. Sr. presidente j da provincia manda
scientifhar a V. S. que 0 :t suppiente do juiz mu-
nicipal desse termo e Francisco Carneiro Rodri-
gues Campeilo, e nao Francisco Herraino Rodri-
gues Campeilo, licando por portaria desta data
desfeito 0 equivoco da de 16 do corrente, e assim
respondo 0 offlcio de V. S. de 20 tarabem do cor-
rente.
3.' sectfio.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria provincial.
De ordem de S. Exc. 0 Sr. presidente da provin-
ci 1, communico a V. S. que por portaria desta
data foi nomeado Luiz Apolinario Manso da Silva,
para exercer 0 lugar de escrivio da colloctoria
prov ncial do municipio de S. Bento.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc. 0 Sr. presi-
dente da provincia, participo a V. S, qne em ses-
sao le 20 do corrente a assemblea provincial no-
meou Argeo Boneto de Mello Reg 1, para o lugr de
collaborader da respectiva secretaria.sejundo com-
municou 0 1* sectetario em offlcio de 21 sob
n. 31.
4'. secgao.
Offlcio :
Ao 1 secretario da assemblea provincial.
N. 84 De ordem de S. Exc. 0 Sr. presidents da
provincia, remetto a V. S. para subirem a consi
deracao da assemblea provincial 0 balanco da re-
ceita e despeza effootuadas no exercicio de 1872 -
1873 e os orcameotcs para 0 fuluro exercicio de
18741775 da camara municipal da cidade de
Goyanna ; bem como copia do offlcio que a mesma
camara dirigio a S. Exc. em 16 do corrente, por
oicaslao de enderecar aquelles documentos para
este fim.
5.* secrao.
Offlcio :
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco.S. Exc. 0 Sr.
presidente, da provincia em resposta ao seu offlcio
de 21 do corrente, sob n. 64, manda declarar a
V. S. que fica inteirado das occurrencias havidas
nessa estrada de ferro no dia 20 do andante, as 2
horas e 5 minutos da tarde.
despachos da presidencia, do dia 17 de setembro
. de 1874.
Aureliano Augusto de Vasconcellos.Prorogo o
prazo por mais vinte dias.
Amelia Guedes Alcoforado Muniz.Passe por-
taria, concedendo a licenca com ordenado.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.Deferido
com offlcio desta data dirigido a thesouraria pro-
vincial.
Francisco Pereira da Costa.Como requer.
Frederico de Castro Carvalho.Entregue-se ao
supplicante a pelicao a que allude.
Francisco Pereira da Costa.-Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca do Bonito.
ignacio Francisco Martins.Deferido com o of
licio dirigido nesta data ao director do arsenal de
guerra.
Joao Guilherme de Mello.Deferido com offlcio
desta data ao Sr. commandante superior da guar-
da nacional dos municipios de Barreiros e Agua-
Preta.
Jose do Rego Mello.Certiflque-se.
Jose Felix de Lira.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Joanna Francelina da ConceifJo.Deferido com
o offlcio dirigido nesta data ao Sr. director do ar-
senal de guerra.
Jose Francisco de Souza Lima.Indeferido.
Manoel Xavier de Moraes Gulandym.Opportu
namente se tomara em consideracao o que requer
o supplicante.
Manoel Rodrigues Pinheiro.Seja aggregado ao
3 batalhao da guarda nacional deste muni-
cipio.
Vicente Nunes de Magalhaes.Informe o Sr.
inspector do thesonro provincial.
Valeriano Bezerra Cavalcante de Albuquerque.
Informe o Sr. inspector do thesouro provin-
cial.
|o delinquents procedeu-se nos termos da
guarde a V. Kxc.-IUm. e Exm. Sr. com-
r Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
proviocia. -O chefe nio w*ancisco Correia de Araujo.
sid
-5
Beparti$ao da policia.
J." seccSoSecretaria de polieia de Pernambuco,
18 de setembro de 1874.
N. 1141.lllm. e Exm. Sr.Participo a V.Exc.
que foram hontem recolhidos a detencao os seguin-
tes individaos:
A' minha ordem, Joio Pedro de Oliveira, conhe-
cido por Joio de Barros, como sentenciado, a dis-
posicao do Dr. juiz de direito das execucoes, e
Joanna, escrava de Celicina Barbosa de Lucena,
por andar fugida.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Pos-
sidonio, escravo de Thoraaz Ferreira, por andar
fugido, e Damiao Jose Caetano, por disturbios.
A' ordem do do 2 districto de S. Jose, Jo5o, es-
cravo de Jose Lopes Dias, a requerimento do se-
nhor.
A* ordem do da Boa-Vista, Vicente Coimbra da
Silva, preso em flagrante por crime de tentativa de
roubo.
A* ordem do dos Afogados, Manoel Severino de
Barros, Antonio Jose Rulino, Jose Salvador dos
Santos e Manoel Francisco Jose Ferreira, presos
em flagrante por crime de ferimentos, a disposi-
cao do Dr. juiz de direito do 6* districto criminal.
No dia 25 de agosto findo, no lugar denominado
Alagoa das Pedras, do termo do Granlto, Joaquim
Francisco da Silva ferio a seu proprio sogro Ma-
noel Jo9e do Nascitneato, conseguindo evadires.
(AGtNOIA TELEGRAPilICA HAVAS-REUTER. )
a%\%1ke
rArlH
1 de setembro. Os diversoa
oitteiHes. enapregskdos na fortaleaa
da iiliu de saiitu Maricarida. que to-
ran acrusados de ter auxiliado a
e\aiao do cv marciUal Basalne. e
por.lxso levaiioM a barra do tribu-
aat e julgadon calpadoK, aeabana
de pier condemnadus a dlininuta
prlaao.
asbington If de setembro.
chesou o novo embaixador da
anba Junto ao coverao dos Es-
s-IJnldos da America do Xorte,
sentou bojesnas credenclaes.
recebido com ^todo o eeremo-
nial pelo presidente Cirant. No seu
diseurso, o enabalxador bespanhol
exprimlo o desejo ijuo nutre o seu
Kovfi'iio de estreltnrrelaroes amis-
tosas com o scoverno dos Estados
I'ntdos da America do -Norn-. Res-
puadendo. o presidente tirant disse
qiie por sua parte nutre igual de-
sejo.
COMUKltt'l IE*.
I.oniiroM 19.A taxa do descouto
no banco de lnglaterra contlnua a
ser de :*, *' nn praca a % 3/4 pur
cents. Consolidados de S / l'-'>* ac-
couht. a 9% &/S. FundoH brasileiros
de g ilo aimit de isiis.u U l;i
ditos do I'ruguay de tt / do anno de
isal. a 04 l/ti ditos argentinus de
o /*> do anno de iH~l, a 91. Merca-
do de cafe lirme. O mercado de as-
snear ilrme. mas ineuos active i o
cavresameaito do LOTUS foi vendido
para o iieino i niiio a z'i f/S.
New-York fS. -Cambio sobre Lou-
dres -1.84 I/*. Ouro llo. Carrega
nosloa de cafe do ttio fair a ill 3/1
cents por libra, e ditos good a IS i i
idem. Algodao uiedlano uplands a
a a/a i as cbegadas de hoje aos
portos da' America do Aorie ele-
no se a i.oiio rardos.
Liverpool IT. Mereado dc alo-
dao Ilrme; venderano-se hoje 1S.OOO
fardos. dos quaes S.IOO de proce-
dencia da America do Sul i o fair de
Pernambuco e de Santos a s d., e o
dito de HaceiO a "i J s d. por libra.
Mercado de assnear inalterado.
Antuerpia 19. -O mercado de cafe
vai melborando.
Hamburgo 17.-Mercado de care
lirme; venderam-se 3,000 saccos
de Santos average a 89/.
Havre IV.Cafe do Bio bom ordi-
nario a 9* francos.
Marselha 1?.Care do Rio bom
ordlnario a OS 1/3 francos. Asm
car de Pernambuco n. 30 a ZH fran-
cos.
(AGENCIA AMERICANA.}
Liverpool 19 de setembro.Algo-
dao: mercado Ormissimo; subio
1/1G. issucar : lirme i o da Bahia
veil den se a 1.G. Courou > afro n-
xando.
Slevv-YorK 19 Algodao mediano
16 3/4.
Lisboa IS. Eotrou, procedente
dos portos do norte do Brasil, o va-
por inglez LISBONENSE, que segue
para Liverpool : e sallio para O Mil-
ranhao o vapor tambem inglez
BRUNSW1CH.
Paris ?.Trabalhou a commls-
sao permancnte. Issis i iram a ses-
sao os mlnistros do Interior e de
estrangelros. nao comparecendo o
*r. Buffet, minlstro da fasenda.
Tratou-sc da suppressao dos Jor-
naes legitimistase dos negoclos da
Hespanha. e a conclusao foi ser ap-
provadaa condacta dogoverno-
DURIUUEPEHNAMBUUU
RECIFE, 19 DE SETEMBRO DE 1871.
\oticiu* do norte do imperio.
Amanheceu hontem em nosso porto o vapor bra
sileiro Cervantes, trazendo datas do Amazonas
1, do Para 9, do Maranhao II, do Ceara 14, do
Rio Grande 16 e da Parahyba 17 do corrente.
Eis o qae colueraos dos jornaes e cartas rece-
bidos :
AMAZONAS.
No dia 16 de agosto teve lugar na capital o as-
sentamento da pedra fundamental do hospital que
a Sociedade Portugusza Reneticente do Amazonas
vai levantar a praca da Uruguayana, na capital
daquella proviDcia.
0 Commercio do Amazonas descreve assim esta
solemnidade :
a Depois de celebrade o santo sacrilicio da mis-
sa pelo lllm. e Rvm. Sr. vigario geral, e aoeneoada
a pedra, lavrou-se o respectivo auto, que foi as-
sigoado por todas as pessoas presentes. A pedra
(oi conduzida pelos membros da directoria e pelos
Exms. Srs. presidente, e commandante das armas,
e pelos Srs. presidenie da camara municipal e
vice-consul portuguez, procedendo-se ahi as res-
pectivas ceremonias.
a De volta ao pavilhao o Rvm. vigario geral fez
uma brilliance allocucio, baseada no evangelho do
dia, louvando o procedimento daquelles que se
dedicavam a pratica do bem, acabando por incita-
los a que livessem sempre em vista de que o pro-
gress destas instituicoes dependia da caridade
christa e nao dessa virtude de ostentacao, chama-
da philantropia, porqae a esta faltava o primeiro
dos sentimentos que devem ser innatos no homem
o amor de Deus.
a Em seguida, usando da palavra o digno pre-
sidente da associacao, o Sr. Jose Teixeira de Sou-
za, em um bem elaborado diseurso mostrou que
a directoria oollocou esta pedra, nao peia abun-
dancia de reenrsos de que dispunbam os cofres
da sociedade, mas pela eonQanca que Ibe mere-
eiam 03 seus secios, ajudados pelo bospttaleiro
povo desta terra, agradecendo nesta occasiao a S.
Exc. o Sr. Dr. presidente da provincia 03 valiosos
services quo tem prestado a sociedade, bem eomo
ao honrado presidente da camara municipal, o Sr.
m
tenetite coronel Miranda Leao, e engenheiro Dr.
Joao Antony, e terminando por levantar diversos
vivas.
0 syrapathico 1." secretario o Sr. Doraingos
de Almeida Souto lea um aprimorado discur3o,
composto por am soeio da associacao, que nio se
achava presente. Publicamo-io mais adiaote, e
para elle cbamaraos a atienciu dos aossos loitores,
twa como. par a a poesia do Rim. Sr. Laclo de
Azevedo, recitada com inexcedivel bom gosto pela
Exma. Sra. D. Maria da Gloria, sympaihica filha
de nosso amigo o Sr. Marcal Goncalves Ferreira.
i.Ja a pnblicaraos.)
0 Sr. Dr. Alfredo Sergio Ferreira discorreu
largamente sobre a caridade e a benefica inQuen-
cia de taes assoeiacoes neste paiz.
i Findo este acto, o Exm. Sr. Dr. presidente de
novo ergutu vivas a S. M. Fidelissima, a familia
real portugueza a colonia portugueza do Amazo-
nas e aos iniciadores desta grande obra de carida
de, respondendo o Sr. presidente da associacao,
levanUndo vivas a S. M. imperial, a augasU fami-
lia imperial, ao povo brasileiro, ao Exm. Sr. pre-
sidente, ao povo do Amazonas, enlhasiastica-
mente acolhidos por todas as pessoas presentes, e
fendendo os ares nesta occasiao grande nuraero
de foguetes.
c O lugar estava vistosameute embandeirado, e
uma guarda de honra do 3.* batalhao de artilbe-
ria, com a respectiva musica, fez as continencias
do estylo.o
No dia 11 regressara da fronteira do Rio
Branco o Sr. tenente coronel Jose Clarindo de
Queiroz, inspector das fortiflcacoes do Amazonas.
nc dia 18 seeuira para a do rio Madeira.
A presidencia da provincia mandara re m-
primir o relatorio apresentado pelo primeiro pre-
sidente que teve o Amazonas, J. B. F. Tenreiro
Aranha, ao governo imperial, dando conta da
inauguracao da provincia.
Comecara a grasiar em Barcello3; com mui-
ta intensidade, a variola. Ja a populagao deste
lugar era assollada pel as fobres paiustres, qnando
rebentou a peste das bexigas, que flagella-a dura-
ment .
0 Itacoatidra congraiula-se porque augraen-
tam as edificacoes na outr'ora villa de Serpa, para
onde affluent emi gran tes.
PABA.
0 contrato, celebrado (ela presidencia da pio-
vincia, para a construccao da estrada d3 ferro do
Braganca e assim concebido :
i 0 presidente da provincia, tendo recebido, em
vista do edital de 13 de maio e para execucao da
lei n. 809 de 6 de abril do corrente anno, relativa
a construccao dc uma estrada de ferro entre esta
capital e a cidade de Braganca, com privilegio e
garantia de juros, tres propostas, a saber :
1." Do engenheiro civil bacharel Antonio Gon-
calves da Justa Araujo, residente na capital do
Ceara, o Cicero de Pontes, residents no Rio de Ja-
neiro.
a 1- Dos capitalists, deserabargador Bernardo
Avelino Gaviao Peixo.o, Benedicto Antonio da Sil-
va, Francisco Taques Alvira e engenheiro civil
bactiarel Antonio Cavalcante de Souza Kaposo,
resideotes na capital de S. Pau'o.
3.1 De Adam Benaion, residente no Rio de
Janeiro ; e attendendo que todas essas propostas
contdem ideas emioentemente aproveitaveis, mas
que precisarn de ser completadas para amoldarem
se aos pianos e escolha do governo, resolve, antes
de chamar os proponentes para que declarem se
aceitam ou rejeitam as precisas modiflcacoes, no-
mear uma commissao composti dos engenheiros
da provincia Jose Felix Soares, Juliao Honorato
Correa de Miranda, Guilherme Francisco Cruz,
Antonio Joaquim de Oliveira Campos e Antonio
Manoel Goncalves Tocantins, para o Gin de estu-
dar as ditas propestas, examinando qual deltas e
preferivel aos interesses publicos, se sio conve-
nientes todas as suas clausuias ou quaes as con-
dcoes addicionaes necessanas, emittindoj) seu
parecer, principalmente sobre as seguintes bases,
que parecera iraprescindiveis :
I." Fixacao precisa do prazo para explora-
Q5es, coraeco dos trabalhos e conclusao da es-
trada.
2.' Fianca idonea ou deposito no thesouro
provincial de valores sufficientes a efflcaz garantia
de execuca) do contrato ou dos tins da concessao
do tempo determinado.
3.' Prohibicao de transferencia dos direitos e
privilegios durante a construccao da estrada, sal-
vo antorisacao especial do governo que apreciara
as conveniencias.
4.a Limitacao das tarifas pela determinacao
do capital.
5." Suppressao de quaesquer remunerates
ou adiantamentos pecuniarios exigidos para ex-
ploracoes, raraaes e prolongamentos, ou para ou-
tros (ins que nao sejam expressamente autorisados
em leis provinciaes.
6.' Quo se for organisada companhia fora do
imperio, sua sede sera nesta capital, ou pelo raenos
nella existirao agentes completamente habilitados
a tratarem de todos os seus interesses perante o
governo geral, provincial, autoridades administra-
tivas ou judiciarias, independentemente de manda
to especial, sob pena de correrem elles a sua re-
velia.
7.' Penas convenciooaes pela falta de cum-
primento das clausuhs do contrato como conclu-
sao das exploracoes, comeco e execucao das obras,
interrupcao capnehosa ou injustiflcavel do transi-
to e transporter, por qualquer tempo, sem prejni-
zo de maiores em que incorram por longas de-
moras, segnndo as condicOes coramuns e geraes
dos contratos.
a 8.' Levantamento de capitaes fora da provin-
cia, se nao no todo, pelo menos dous tercos ou
mais dos que devem ser dispendidos.
9.* Pagamento do engenheiro fiscal da provin-
cia pelo concessioOario ou companhia, compondo
o capital garantido no periodo da construccao, e
correndo depois d'ella pelas despezas ou custeio, e
isto durante todo o tempo do privilegio.
< 10.* Expressa probibicao de entrar no capital
garantido as porcentagens e remunerates para
emissao ou distribuicao do accoes, bem como os
Sirecos das transferencias dos direitos e privi-
egios.
< 11.* DetermioaQio da largura da bitola que
devera servir de padrao para todas as estradas de
ferro economicas qne de futuro se construirem na
provincia.
< 12.' Estabelecimento om toda a extensao da
estrada de uma linba telegrapbica gratuita ou
com taxas dirainatas para os telegrammas do go-
verno.
A variola continnava a grassar na capital e
seus arredores, com intensidade.
A loja maconica Aurora deliberou riscar do
seu quadro, por motivos que nao abonam, ao Sr.
Joao Augusto Ribeiro Malcner.
A corveta yicthereky acba-se fundeada no
porto.
Foi convenientemente solemnisado o dia 7
da setembro, coin Te-Denm, parada, cortejo, illu-
minacoes, musica; e espectaculos.
Nesse dia o distincto capitao de fragata Joa-
quim Jose Pinto, commandante da corveta Nkthe-
roy fez sulcar o Guajara a prmeira embarcacao do
systema Trajano, que alii foi.
A emharcacao e uma elegante lancha a vapor,
construida no arsenal de marinha do Rio de Ja-
neiro. A machiea tambem & feita no paiz : e obra
do Sr. Braconnot.
A lancha largou do caes da ponte de pedras as
9 horas da manna e seguio com a mare ate ao re-
ducto; voltou contra a mare ate ao arsenal de
?\

>
marinha, d'onde seguio para a corveta Nicthenhy,
a qual atraeou as 9 e raeia boras, tendo maravi-
Ibado o povo que te apinbara no caes com a sua
marcha, qne excede o qae se poderia esperar do
elegante, mas pequeno baixel.
A lancha ia ser erapregada nos trabalhos hy-
drographicos dos guarda-marinhas qae 'estao a
bordo do Sictherohy.
"""iHfti
A presidencia da provincia Grmou o seguinte
contrato :
0 vieepresidente da provincia, tenda em vista a
proposta qae Hie apresentou o Sr. Antonio de
Araujo Lopes para a abertura do canal que no
Alto Itapecurd tem por fim evitar a passagem das
cachoeiras do Sanharol e Laranjo, resolve cootra-
tar com o mesmo senhor as respectivas obras seb
as seguintes condicdes :
1.' 0 contratante obriga-se a abrir o canal no
lugir em qne por ordem do governo foi aberta
uma valla pelo engenheiro Gustavo Luiz Gailherme
Dodt.
i 2.' 0 central mie dara ao canal a largura de
10 metros e a profundidade de 1 metro e 50 cen-
timetres, a contar do nivel das iguas no tempo
era que estas estiverem mais baixas, ou a que for
necessaria para dar passagem a vapores do calado
do Dias Vieira.
a 3* 0 contratante principiara as obras no 1*
de outubro e as dara concluidas no ultimo dia do
mez de novembro do corrente anno, salvo caso
de forca maior devidamente provado.
4*. 0 governo pagara ao contratante, depois
de conclnidas as obras e por engenheiro exarai-
nadas e aceitas, a quanlia de quatro contos de
reis.
t 5.' Se findo o prazo e concluidas as obras sera rescindidoo presente con-
trato, o contratante pagara a multa de q jinheoto-
mil reis e nenhum direito tera ao pagamento de
qualquer quantia a titulo de indemnisacao.
6.' Obriga-se mais o contratante a remover
as terras provenientes da excavacao para uma dis-
tancia tal que nao possam ser de novo trazidas
Sara o leito do canal pelas corrente.?. das aguas
uviaes.n
Sob o tilalo//ow-ena'a catastrophe -lemos
no Paiz de 4 do corrente :
a Hontem a twite cbegoy a esta cidade a noticia
de um horrivel desastre acontecido as 4 I (2 horas
da tarde no sitio S. Jose, no rio das Bicas, pro-
prietade do Sr. Lniz Antonio Vieira, onde tem uma
olaria a vapor; foi o desastrea explosao da
caldeira da machina da olaria, do que resultoa a
morte da esposa do Sr. Vieira, D. Maria Amalia
de Azevedo Vieira e do pai desta o capitao Manoel
Francisco de Azevedr, do macbinista e do foguista
da machina, er;de mais quatro pessoas, trabalha-
dores e criancas, sendo aioda mortalmeute feridos
tres, e menos perigosamente outros tres, ao todo
14 pessoas, oito das qnaes ja saccumbiram, e tres
estao, pode sc dizer, moribundas, se a bora em
que essrevemos ja nao morreram.
Os pormenores desta horrorosa desgraca, que
causou a raais triste impressao na cidade, nao
podem ser dados circuuisutucbiUdiueotc, i>e.t as pessoas que podiara melhor informar ou mor-
reram no acto da explosao ou poucas horas de-
pois.
a Entretanto, ouvindo os quejulgamos que ti-
nliam razan para saber melhor, colhemos o se-
guinte :
c Trabalhava a machina e estando a caldeira
quasi secca, o preto que servia de machinista
deitou llie grande porcao de agua fria para ali-
menta la. Neste momento deu-se a explosao, sen-
do a caldeira arrojada a oO bracas de disuncia.
A parte da casa por onde ella fez a sua carreira
foi completamente dtstroida.
0 capitao Azevedo, que estava perto da cal-
deira, foi immediatamente victima licando todo
queimado e mutilado, tendo a mesma sorte o ma-
chinista e o foguista, o outras pessoas. A esposa
do Sr. Vieira, que estava em um compartimento
junto da machina, onde se estendem os tijolos para
seccar, apanhada por diversos fragmentos da cal-
deira e pela agua quente, ticou com uma perna
quebrada e cega.
< Imagine se que quadro horroroso devia apre-
seotar aquelle lugar cadaveres de homens, mu-
Iheres e criancas, medonbamente transfignrados e
espalhados por todos os lados ou tneio enterrados
nos destrocos causados pela explosao, corpos fe
ridos desejando a morte para aliivio das mais
cruciantes dores, a destrui^ao, a ruiua d'aquillo
que represenlava o fructo de tantos trabalhos, de
t;.n'.a- fadigas.
Ha poucas pessoas qne tenhara sido horrivel-
mente feridas pela desgraca como foi neste mo-
mento o Sr. Luiz Vieira, homem activo e traba-
I ha dor.
Morta a esposa que idolatrava, morto o pai
desta, mortos os seus trabalbadores, destruida a
sua fabrica em que ba 7 annos trabalhava, ar-
ruinada a sua casa I
Dado o fatal desastre, os que a elle sobrevi-
veram correram uns a chamar os visinhos e ou-
tros para cidade em busca de soccorros.
0 Sr. Vieira estava na cidade, onde tinba vin-
do tratar de negocios.
c Dirigia-se a cavailo para a sua fabrica, quan-
do em caminbo encontrou um trabalhador que
coma em sua proenra. Mai ouvio o horrivel acon-
tecimento que faltaram-lhe as forcas e cahio do
cavailo, e difficilmente pode ser eonduzido a casa.
Ahi chegando, ainda acbou viva a esposa,
qae com a mats santa resignacao procurou aoi-
raa-lo, dizendo-lhe que ella morria satlsfeila
porque acontecera- lhe aquella desgraca, ajudan-
do o no seu trabalbo.
. E pjucas boras depois expirava.
a Nos seus ultiraos momentos. repartia os seus
cuidados com o marido, que tinha junto a si, com
o pai por cujo estado perguntava a miudo, e que
ignorava que bavia morrido, e com as pessoas
que itie eram caras e estavam auseotes.
t 0 Sr. Dr. chete de policia, logo quo teve aviso
do aconteeimento, transportou-se com toda prera-
ptidao ao lugar da catastrophe, onde cbegou as
11 horas Ja noite acompanhado dos Srs. delegado
de policia, subdelegado do districto, e official ex-
lerno da policia, que lhe servio de escripturario.
i Ahi encontrou o Sr. Dr. Antonio dos Santos
Jacintho, que tinha ido soccorrer aquelles infe-
lizes.
t Procedendo as devidas diligencias, foi lavrado
o seguinte auto de corpo de dehclo :
c Aos dous dias do mez de setembro do anno
do nascimento de Nosso Senhor Jesus Chrislo de
mil oilocentos e selenta e quatro, as onze horas
da noite, nesta proviacia do Maranhao e sitio de-
nominado S. Jose, da margem do Rio das Bicas,
onde foi viado o Dr. chefe de policia comigo of-
ficial externo da mesma, afim de toraar conheci-
mento da explosao de uma caldeira da fabrica de
tijolos do mesmo sitio, da qoal resultou a morte
de diversos individaos, procedeu o mesmo Dr.
chefe de policia detido exame da localidade, e
deferio o juramentotm suas mais ao Dr. Antonio
dos Santos Jacintho e ao cidadSo Luii Claro Ser-
ra, queseachavam presentes e encarregoa-lhes
quo procedessem a exame nos cadaveres e nos in-
dividaos feridos, que alii se achavam e que res-
pondessem aos quesitos seguintes: 1-* Se ha mor-
te e qual a causa ? 2. Se ha ferimento ou often-
sa physica r 3 Se 6 mortal ? 4. Qual o ins-
trument qae o occasionou ? 3.e 0 que deu mo-
livo a explosao da caldeira ? 6. Se os ferimentos
produzera grave incommodo de saude e se inhabi-
litam do servico por mais de trinta dias J
^. Em consequencia passaram os peritos a faier




----------
\
k

!cessah, c-n
Qdo*d4^*:io sitoadoi marpyn d,> igrap,
Bio das^fijaat* e em que fuuceioni a o'.&na a
vapor defiKJilwmade de Lull Antonio Vieira'aetfa-
va-se CaHMWUflente "destfuidd na" pane em qne
estava ilmHf a catdeira, assim como a pane
do tnesmo edificio Jo lado do sul, onde estavam
parte das prateleirasdatijatos e cas* de lerraria,
avtfaaes ficarara^BnpHtamente srraiadas ; que
Co lugar tin qua$dava siu a caldexm, da eavulto
"torn o material jjr'isseolanient da raeraia e todo
o madeiraiiicnldBnbeilar.i existmn.sJgu.is frag-
cieutos da calddra* lebaixo de Siiu foiba de fer-
ro da mesma eitenm sepujiad.fs os cadaveres de
doos escravos, f trabatlitvwn ccmo macaiui e foguista, cujcs aadavores Ma era possivel des-
enteirar, pelo flrtade cake *\M consemva* ter-
reno e pot esta^ liuda <*uremameute insole a
barr* de ferro que os cotria : que a ealleiia cu-
jas dimensoes tram 10 plmos de cumprimerrto e
3 ralmus de fiianietro tiatia sido atirada por {on; i
4&*plotao-a ciaeoeoU bracas de distancia, masi
e ihenos, parecendo-a elles perilos quo to lastrnido pi-do curso da cal-
-aeira na cccasiao <* explusao.
Deelararam roars que na rasa de morada en-
:ontraraw ta varimda tres cadaveres, sendo nm
181 3d UliamOc 3lT91 UMflrfEg"0 Peraambuco Sabbado 19 de Setembro de 187* in aucflur^j 0/ii
fL_":_J=:r-: ='------___:___ .-=r--=^.-------^=l=^-j=^-----.T ----------------------- ~.
ecessari^ cTpcluT3^|mprada. *< 'Samuel IforTmxn, Dr. lYinJafe, Dr. VKnna, Dr.t Hjngafm mais pediodo a PaUsia^.vrtfcade.seilwB oolra*^.i -^
bs exames,einvesWg$oes ncessaris. c.-racluidas
as quaes declararam o iegaiDVeftri/i#WHTI / SI vM|* gfri
Samuel ll:ir Samuel Tertollano. Or. Quanta, Dr.
ohecimeato do dignn president* daMtmn, este^cnlades, ttr. L
tuanduu [mmedialameiite syadicar do qua taavu
respeito, "e logo cheg'uu se ao couhecitneij'in do
que effectivamente 3 bois trnhatn siflo rtfordrSdJ por'
o;io by drop hi.-fcico > ims liaham sido logo dttyaya-
dos do resio ao gado, accre-cendo que qoaado
leve lagar o fa;to ja estavara mortas e esquarte-
jadas todas s retcsque se iestinWam so consumo
do 4ia segninte.
' BIO GRARftR.
Ertf--f5 Jo correate escreTC fso 'corroipon-
deate da eapital :
A 31 *e agosto foi battarametfte assaallnato
no ttrrao4o Ceara-mirim tt inTelix \1cent Fran
eifco Mamel, sendo aut*4o deJWIo urn tal Cy-
priano Poreira da Silva,q ja fat praca do exer-
cito.
OTe?pectivo detegrto, maj* Antorrte BfRB%-i-
des Seabra de M-Ho, ainda por esta \ei den
provas de seu io*j actwidtle no euapniiieaid
de sens deverea^;
Apenas tfve cotiliecimento do facto poi em
ffe mws h eo alewwe e poaeas hora* 'de-
pots o crimiaoso estava preso e recolhiio a ca-
deia.
o Por ado de 27 do raesmo mez o capitio Fecio
dekiaiMel FraooMco de Awvedo, sogro do pro-| Joaquim do l*ego 'Barros foi dispsado 4 *ua
prietario da fabrica, o qual Unrfa uma fraciura no
craneo c no terco iutenor da ttbia de ambas as
ipernas, alem d0star inieiraeole queimado ; ou-
tro do Rtolequ lloracio, c sers a oito annos de
:dadn, tenlo ama quei uaduraxiu lodo o i-osto e
pane" do coTf>*, prdUUllfla pw agua fervendo e no
Uie^mo esiad escja^awttforia, ambus de pro-
-.(j'U'dade mats no.pi;!mn\> i|uaili Ji- lj\!o esquerdo o* es-
crivos d^'-o^iK's: I.ucVj, du Ur. Antouio ilenri-
ques Leal, foaj b Cji^tiio, _ ti, exlreuM+uerite qunimaacs, t'sioiideado-se as fe-
ft rida por q4aVi lodo ctiv|M ; em outro quarto im-
mediato' oc e'scravoi, 4-i'Huiua: FranciAca, crian-
>;a de 12 anno*, IVico, m#leque de & aunos, de
ipruprieiaae de. D A*u.. tVancisca Cordeirj Vieira,
a/veseutado lougiw liipAiruudas feridaseaid.ver-
sp>lugares d,> cor<"-.; 'no <)uavto d< lattio os es-
cravos ftuboxta, ao it aiuios, Max:ii;;uo, de 10 e
ilaiiorl, de to h ti aunos de iJadr, ooiapequenoi
fsr'aaenljs, prodtaidos poragaa fervendo; e fiaal-
mente no quarti da (rente v cadaver de D. Maria
Amalia de Azevcdo Vieua, mulber de Lui* Aato-
uu VieJra, apre-eiitaadu exteusas queitaadaras aa
freoie do peita, nas cusias, uos bracks e aas per-
nas, U'lia tend*, peustrante de tres ceniicneiros de
largura, situada poicoacima da sobranceiha es-
querda, e iv;a trsctura comminutiva da coxa
eequerda.
tm conseiaeccia do qae re.poa lem os quesi-
jos da maueirrt >ej;iiinie : ao 1.* iiouve a morte de
Manuel b*raacis.-) de Azevedo, de sua ttlba, mulber
de Luiz Aiiloaiti' Vietr* e dos escravos .Mamede,
perieaccntj a D. Auna Francisca CorJeiro Vieira,
Adao, do Dr. Actonio lienriques Leal, Gregorio e
lloracio, de Luiz Antonio Vieira, occasiunadas pof^
queimadura- deagua fervendo e fracturas. produ-
zidas por e tdti.o;u.- da caldeira; a& 2*, qae !<> fe
riruenlos e offeaus physicas no escravo Lucio, do
Dr. AutoiiiuH^nri.jues Leal, Joao, Caadido, Mix:
uiioito, Fraocisca, Ituberta e Jla;oel, de Luiz Anto-
nio Vieira, e Pedro, de D. Anna Fraueisea Corduiro
Vieira ; ao 3." que sio morlae- os f.^riiiicntos dos
efcrav.js Lucio, Joao, CanJido, Francisca e Pedro"
4m conseq::eocia das extensas feridas, queaprestc-
tain em t>Jo c corpo ; ao i. que ioram pruduzidas
por agua fervendo, em consequencia da expl sao-da
oaideira; ao ;,'. nio; os ferimentos dose^crrvos
ilanoel, Mariano e Roberta nao produze.n grave
iaooimnoJiJ de saude, neia inhabiliiacao de servifj
por if.ais dc triata d^as; ao 6." qua pefas informa-
V'Ces coliiidas dai pessoas preseutes e p'elu lij;eirc
cxame a qtie procederam na calleira ;".; de o;.-i-
niao i|ae a explosao fora occasicoada pela in tro-
duccao deagja fria na dila caldeira que se acliava
vasia e extremaraente aquecida. E por nada mais
haver, deram pfJr con :luido o exame ordenado,
nada mais restanlo a fazer ftnao desenterrar os
dons ca lave es scion mencion^dos o que foi em
.segakiaordenado pelo Dr. flhefa de policia, e de
tudo se lavrou o presente auto, que vai por mini
escripto e rubriead i pelo Dr. chefe de poiicia e
assigaado pelo? mesmos p-sritos e pelas testeran-
Kbas,comigo o official externo da poli^ia,quo
o Hz e escreTi. (Segaem-se as assignatnras.
commissao polici.l no termo do Acary, sendo m.~
meado para iitrlutituil-o o cidadio ITauoel Sev#i>h-
no da Silva.
Foram oapiilratfos pelo sabtkl^gath 4t poH??V
ae ii. Anna vieira.
annos, escravo da
Victimas da explosao da caldeira da olaria S.
Jose, de Luiz Antonio Vieira.
Mortos : |
D. Maria Amalia de Azevedo Vieira.
Capitio Manuel Francisco de Azevedo.
Praocisca12 annos, escrava de Luiz Vi-
eira.
.. p.-j, n anno?, eacnrra
Raymunlo Mamede2!)
roesma."
Alao 2i annos, escravo do Dr. Antonio lien-
riques Leal.
Grugorio-12 annos, escravo de Luiz Vieira.
lloracio4 annos, escravo do ifiesmo.
l^ndido, escravo do rnesmo.
Lucio, eecraw do Dr. Antonio llenriqnes
Leal.
Joao,servj de Luiz Vieira.
Alem destes, ua tres feridos menos grave-
mente.
Depois de di.-tribuido o boletim, falleeeram os
ires feridos que estavam a morrcr, cujos uimes
acham-se na re!,i;ao acima.
G enterro da esposa do Sr. Luiz Vieira e de
sea sogro forau muito concorrides. Seguism os
ious feretros, adiante o da tilha, atraz o do pai.
Na porta do cemiterio estava o cadaver de mais
umadks victimas.
Falleeeram : o Dr. Luis Ferreira Lemos, dis
tiaeto medico paraense ; W. Smith, eugeabeiro da
funliciio da companhit de vapores ; Jorge Grom-
well, capitao do aiale DoGlimi.
Depois da demora de algans dias. seguira
para o Ceara o transporte de gnerra brasileiro
werneak, conduztcdo a sea bordo o engenheiro
Hawksbaw.
A barca Ma/Ha Carolina, to demaodar a
t.arra, procedente do Kio de Janeiro, escapou de
perder-se na ilha do Medo.
Nanfragara, bo Boqaeirao, a canoa Feliz
Xawgiinte, viada de Gajapio, salvando se apenas a
tripoiacao.
Foi muito festejado o dia 7 de setembro.
Le-se no Comma-do de Caxias:
< Levou a direccao de nascente para poeate, o
que passou por sobre esu cidade as 6 112 hora-
da tarde do dia 17 do corrente, e formava um par-
feito globo de fogo. Desfei-se pouco depois de ba-
ver vencido o espaco eomprehendido pelo largo
da matnz, ou a elle eerrstpoodeate, produzindo
farte estaaipido a semeihaoQa de um tiro de pecar
porem mais prolongado, e repereutiado segara-
mente duran'.e aessenta segaurios I
Passon bastante da terra, eaqnelles que delle
nao deram fe, mas apenas ouviram a detonaciio,
suppozeram ter a nossa vettut C historica peca do
Morn do 4/fcrinj, noticiado a t!hegada do vapor
Gomes de Castro, do MaranMo.
ceara'
Foi demettido, a bem do servico pablico, o
bacharel Daniel Alves de Qaekci e Lima, de pro-
motor publico do Saboeiro.
do di-iricii da Cruz do Espirito Santa e ja s-^
ac'am recoim'dosS cadeia desta cidade, os InoVvi
dnos de nome Joao Ferreira'do Nascimento, (Somo
erne. :osodc hoinicidio no tagar brejode Hum.iry,
da provineia da Parahyba, Joao Fiorencio da
Lasia, coiiRecido por Joao Mandu, como criHiinoso
do furto de oavaHos, no termo de Mamanguape,
da mesma provineia, e Pedro Itodrinues Celestino,
wdiciado oesse crime no termo de Goyanaiaba.
So dia 10 do corrente foi dissolvido o desta-
ramer.'o da gtiarda nacional desta provineia.
Ante tiontem (13) a assemblea provin^al n
cerrou os seu trabalhos legislativ i=. Antes, po-
re.ii de fazel-o, em sessio de 3 e por iadtcv.-au do
deoutado Braz Marcolino de Audvaie e Mello,
dirigio ao presidente da provineia a seguiale fe-
ln'ita'_lo :
< Ill:n. e Exm. Sr. A assomblea legislative
provincial, antes de encerrar os BbManas da
presente sessao eumpre om grato dever dingin lo
a*V. Exc. suas siuceras feliciucSes emtesterautfio
do seu vivo reconheeimento pelo espirito de rec-
tidio e juslica com qae tern V. Exc. pautadu seus
actos pelo zelo inoausavel con que ha trataau
todos oi ramos do servico publico e com qua tern
promovido u engrandecimeuto deta porcao do
imperio.
a A assemblea provincial folga por ter occasiao
de reconhecer os service's relevantes por V. Exc.
prestados a provineia, execataado iielmeute as
leis, economisando os dinheiroi pubiicos, desen
volvendo e aoimando a inmccao popular e pro
niovendo melhoramentos materiaes mst-antemeute
reclamados.
A assemblea sabe que assim procedendo V.
Exc segue os dictames de sua coa;iencia, e nao
faz mais do que camprir o sea dever a corres-
ponder as vistu da representacao provin:ial. mas
tainbem nao pude ella deixar lie regosijar-se
pelos resuttados fecandos que tern a provineia
oblido dos esforcos por V. Exc. e:n,-regado3, em
sua illustrada adimnlstracao.
c Se nao tern a provineia uma renda avultada,
se o sea estado de fiuaneas ma ti ta lisongeiro e
tao prospero como a asemblea desejara, uao se
acha coin tad > em situa^ao de;aile:ile e crilica,
porque V. Exc. soube coin seertadas e prudenic
medidas econoraicas acauto!*r qualouer desequi-
iibrio entre a rcceita e dospeza, inanter firmo o
aosso credito pelo pagamento pontual dos juros
e amortisacjio da divida ao banco d i Brasil, po-
dendo ao ines:iio te:npo empreheu>^r os vastds
melhorameiitos da canalisac4o dos ri >s Ceara mi-,
rim, Capid o Ararary. auxiiio poJerosissimo a la-
voura diquelles lerteis e uberrirnos valles qae sio
as fuQtes de consideravel parte da fortuaa pablioa
o particular, sem que i provineia soffreate o mais
ligeiro abalo, sem que faltasse o namerario India-
pensavel para .ccorrer a despeza ordinaria.
Foi com a maior satlsfajao que a assemblea vio
assim mantido o equilibrio dos orcameatos apezar
da diminnifai) de algaraas verbas de recita ; e
>era novos impostos julgou-se bibilitada a dar
autorisacao a V. Exc. para melborar prudente-
inente a sorte dos empregados pubiicos com ts sal-
dos vcrilicados na liquida;ao do exercicio,
Os progressos notaveis da instracjao primaria
p s^cundaria, o cstabclccimento e namerosa fre-
quencia das escolas uocturnas, a fuudigao de bi-
bliolhecas populares por csfor? is da iui;iativa in-
dividual, despertada por V. Esc. sao ainda motivos
para que esta assembles Ihe manifesto o seu reco-
nhecimento era nome de seus commiUenles.
a Digne se V. Exc. de aceitar estas espodtaneas
felicitates como o sincere teslemanho di respeito
a pessoa de V. Exc. e de amor a provineia que a
ra.'sma assemblea reprasanta.
Paco da assemblea legislativa provincial do
Rio Grande do Norte, 5 de setembro de 187V. -
Braz Marcolino de Andrade Mello. LoMpho
Hercuiano Mirinho Fatcao.Avelino Udefonso de
Oliveira Azevedo.lose Baplista dos Santos Filho.
Hermenegildo Pmheiro ie Vatconctll ,s.
t S. Exc. respondeu : Senhores : Aceito com
reconbecimenlo as expressoes de benevjlencia quo
me dirigis em nome d'assemblea legislativa pro-
vincial, assegarando vos que desej) muito corr*s
ponder ao testemuabo de considera^Jo com que
a mesma assemblea me honra. Palacio da presi-
dencia do Rio Grande do Norte, 5 de setembro de
1874. loan Canrislano Banieira de Mello Fi-
ho.
PARAHYBA.
Em 17 do corrente escreve o nosso corres-
pondente da capital;
< Tem melhorado consideravelmente o estado
sanitario da provineia.
t A variola, que s tinha invadi io quasi por todos
os poiito-, vai coa notavel decrescimeato, e espe-
ramos em breve poder dizer-lbe3 que se acha
complelameate exliacta.
a A seguranca individual e de propriedade n3o
ha soffrido nestes ultimos tempos, Uto e, depois dos
deploraveis successes do alto sertdo, e logarejos
do interior, isto no comeco do corrente anno, de
que ja Ihes aoticiamos, nenaum abalo, oa offensa,
gracas a cordata adminislracao, eaergia e tino do
Exm. Sr. Dr. Silvino, que, com a sua actividade e
prestigio, que todos reconhecemos, tem conseguido
sabjugar e refrear os animus dos desordeiros de
lodus os partidos, que como sabe, traziam em so
bresalto a habiuyao paciQca do cidaJio e a sua
propria vida.
E' um dos.maiores services prestados por S.
Exc. a esta provineia no carrer de sua illustrada
administracao.
iNao lisonieamos a S. Exc. com estas palavros
ao contrario, dizemos a verdade sem nriUmJn de
ordem alguma.
A assembiea provincial vai caninhando em
sens trabalhos com a mesma calma e aarmonia
enlre os sous membros, prestando ao mesmo
tempo o mais deeidido apoio ao djgno presidente
n'Lt.nreiro, lc. Miguel Pci^r*,. Ur. Ij-
*!tnal, Dr.-lifcii Luiz, Ur. Ernesto ^havos, Ur. Claa-
Jian ', ftoJulBbo Gomes, Aranha, padre" Taeod'>lino
padre ttaVftv, padre Itidro, Dr. Eiiiiliaeay-iiariMi"
Hitft), Dr. bonrenco, Menles Ribeiro, padre Espi'
nola, Itosano, Dr. Chrispim.
E' por e?te modoiine teem sidosemnre vencidos
os htmeus qae fazem onpoaic^o aj Bxm.ptesiden
te da provineia, daono-lbe oxasiio de raaaitosta
Cues as mais liourosis nao so do apoio deeidido daj
primeira C#po.acao da provinaia, como de todos
oi sous aaMgos poittieos e ate djs ?eas aroprios
adversarios, coin exeepoio dos poucos ^Bbrabis
am o BtSpertador, Joraa'. iotelraiueate dfl-auftdi-
tado.
i Farain urea las aesta provineia mais tra* co
mareas, uma no terato de Cajazeiraa, com a deno
fnma^m de ootnarea de Cajazeiras, ootra no de
Alagia do Monteiro, com igual deaominaQio, e a
nKima aa de Ataflfta Grande, coca a deaaiaa;ao
do memo nome.
t Foi dissolvido, no dia 10 do csrrente,- desta-
eameato da fcaarda naeional qae iaua a guarni-
fao desta cidede, e ben) assim o da cidade de Area,
'unicos que existiam na provinoia.
a b. Exc. nao obstaule a falta de forea regular
para o sern^o da guaraifai da praoa, aao deixon
de cuuipnr a lei da reforma da guarda nacional.
Estao a earga em bomu pnrto recebeWo algo-
diio as barcasjnglezai Ctttketetj Mary a hespa-
nMolSJMWa-jl. V
' Do 4* a 13 do correate eutraram no peso pi-
blico 710 saccas de afgodao.
Foram saaccioaadas cimo leis da prWincia,
os projectos creaodo as novas comarca> : de Caja-
zeiras, compreheodeaJe o termo desse nome ; do
AUgea do Monteiro, no termo desse nome ; e de
Alag.M Grande, fjrmada dos termos desse nome e
de Alagoa Nova.
Fallecera o Sr. Jo-e Vicente dos Sanlos
Leal.
VHtina, Dr.J
Villar, Mel votijao e e approvada
simis>'^-,,N%in
Itnguem mais pedindo a pa
a eine
^uc-se a discus>ao Uuit*'ifciHmfciiaas appro-
vals na :t' do mesmo projoxtoaUISdeste anpo. .
la Sr. Mituoel rto Sie/( ; Levanto-ine
lajMcaiiunte para fazer alb'ii:as considcriicoe" em'
^pposicao ao aograento propostu' pela commrssao;
com relaciio ao imposto sobre o assucar.
0 nobre deputado pelo 1 dislricto, que acabo fc
fairar, disse que a comwisslo liotia diotinuida as^e
Imposto; ea di>st- em ap rt qae era jaslameate o
oOBtrafio, e vou dericnltra-lo. ^
U nobra deputado toaia por base, eoma termo
m']|>, preco io assacar IflfiO. iaiivaocea-
stau de after, quaudo fallei aa 2 m'sens-ao do cr-
i;;.mento, que nao podia admtHir seBaelhante base
e vou dm* as raeoes poraue.
T'i' t.baw de 3*3^) B4r* assc*r brtneo,
p.i a de UloO para o raascavado, qns4 muito mo-
dica. Paf raostrar qae esta bae e mnito raioa-
yel, strvo-me da revista commercial publicada no
Utario dr feniambioo de seftuda-fr.ir* t' da cor-
reirta, par* a qual chaaio a atleacao dos aobres
meaiMos da codimissaO; ahi v5-se : (Ie) assu-
w braaw, sorte, 1*000 per M kilos; dttoj 3*
sorte, boa, 3^800 or lo kilos ; dito, 3- sorte,
15k
ASSEMW,ia PROVINCIAL
No dia 10 de corrente enceR-aram se os tra-Jda prevmeia ; e entretaoto, a opposicao nao dei-
xa, uma vez por outra, e agora mesmo, de preten-
der sonhadas hostilidades da parte desta digna cor-
C'l
da
thesonraria
Silva Be-
balhos da assembMa prcvincial.
Foi aposentado o inspector
provincial Dr. Manoel Soares
lerra.
0 Sr. Dr. Goncalo de Lagos Fecaandes Bas-
tos, fez n donatrvo de uma custodia a C3pella da
Santa Casa dc Miserieordia.
No dia 12 do corrente chegara ao porto da
' ForUteza o transporte de guerra Wertuck.
Falleetram: no^rato, C9m 96 annos de Ida-
de, o ltdador da independencia tenente-coronel
Jose Vietonano Maciel no led, o anciao portn-
*nez Manoel Jo6 da Silva Freire, com 81 annos
,le idade.
Enrorcarase no lugar Maracaoad. Loneenco
^ereira de Sonza, conhecido por Gafflellelra, com
HO annos de Wade, deixando muitos de=cea
denies.
0 Sr. Manoel Joaqnim de Moara, morador em
Batoriuj, alfbrrion a sna escraviFeilcia, de 32 as-
aos de Idade, gratnltameate.
SESSAO ORDiSARlA EM 3 DE WUBQ.
i-iiksi!):;m:ia do se.. Kuan Bin a DE aguiar.
Ao meio dia, feit* a c-haraalajachanle-se pre
sentesoB Srs. TiHentiaode Carvaliio, Lacerda, An-
l hi j I'aultBo.ltatis e Silva, Manoel do Rego, So i
res. Tibureioda M*galha, J.. Mello Rago, Uchoi
ijavaleaat'j, Ijonaingos Piatu, Agaiar, Oiym.jio
Marques. G. GoadiiB, Oliveira Aadrade, Gomes Pa-
reate, Firmiao de Nivaes, J >ao Barbalho, Goes
Cavalcante, Arruda, Canba Cavaleante, N Por-
telia, Travassi do Arrada, fioagalves Ferre.ra,
Vieira de letfo, Cim&oiiff, Pioto Pessji e Gaspar
de Dfummoad, faltanio sem Causa partcipadaos
Srs. Tito, Arcoacio, Perefli. Soaza Ltite, Dario Ca-
valcante, AmaraJ, Ai.ipio C;sta e Felippe de Fi-
gueirua, abre-se a sesao.
E' iida e aprovala a acu Ja sessao anterior.
0 Sr. l'se^rslario Ie o s?gainte expedients :
Peucdes:
Da direccao da AssociagJo CommefeiaJ Baefi-
ceute, reclainando coatra o augmantj de alguns
impostos. A' cuarnis^ao de orcauiento provincial.
D0 Auaa Bezerra Cavalcante da Silva Costa,
professora da Ven/l.i GraaJe, pedindo um aond de"
liceuja com todos os seus .yen:tmedtQ3. A' co.n-
missao de petic O **. ^faseainenfe Portc'Ila ( pola
orde ii), allegaudo qae estao a findar-se os traba-
1b)i da p:'o-outj tessao, pede a comaiissao de
conslitaicao e poderes quo de pirecsr sobre a in-
(Iioajaopor elie aprasaatada, alim de represantar-
se a assemblea geral relatwam mi.' ao coatato da
emppeza da capaiazia.
O *r. Piwiilentp diz queaeommissao ou
vio o pedido do a^bro djputado e o toinara na de-
vida cunsideraoao.
0 mesmo Sr. presidente noraeia oraa eommiseio
corooosla dos Srs. tinaes Pareote, Aot.mi > i'aub
a i a Travass9 de Arrada para levar projectos i de
ii a saaecao.
i-HDI.M DO DIA.
Ealra en discussao a cm ula n. 176 que fkou
empatada aa sessio antarior, por occasiiii de vo-
tarein-so om it discussao as emendas oiTerecidas
ao projecto u. 35 desle aau ., or^aado a receita e
fkxauJo a despeza para o exercicio de 187i75.
O Sr. Huiiuel mm Rogo sNao prelendia
tomar mais tempo algum a assemblea por occaaiao
da discussao do or.^meuto provincial, mas vojo
iae na neeessidade de fazel o, para jastiAcar a
emendi por mini apresdn'.ada, que tooim o n.
176, e qae bontera fio-ou empatada.
E.-t.i eoitnJa m.irca apenas <|U .ta para uma ca
d^ira creada ja ha 3 annos. Jalgo necessario dar
aliiuinas explicaeoes a respeito, porque so posso
attribuiro facto de fijar empatada a mesma emen-
da a supporem algans dos nobres deputados que
era do uma no.'.i erea.;io, de qae se traiava, pois
penso que se soubessem que a emeoda re-
leria--e a uma cadeira creada ha 3 annos, e que
de l)d as cadeiras creaias pela assemblea is a
unica quo ate hoje nao foi provida, nao haveria
duvida nenhuma em votar a favor delia. Ao me-
nus a-sim jul^o ; passarei agora a demonslrar a
aecessida Ie desta cadoira.
Em 1871, a 19 di maio, entrandj em 3* diicus-
lio o projecto n. 11, qae creava differentes cadei-
ras, entre outras emendas foi apresenlada uma
oelos Srs. Gusmao Lobo, Teixeira do Sa, J. Mello
Rego e Antonio Pauliao, coacebida nos seguintas
termos (IO) : < fica creada uma cadeira para o
sexo masculiao em Gurjad de Ciraa, freguezia de
Santo Amarode Jaboatao, fiuando o pruprietario
do lugar obrigado a fornecer casa gratuitamoate
para Cunecioaar a aula.
M este projecto approvado e e actualmente a
lei n. 1,002 de 13 de janho de 1871.
Esta lei creava, atom da cadeira de Gurjad de
Cima, mais 15 cadeira*, as quaes ja foram todas
providas ; entretanto esta, que e sem duvida a
mais uaoMsaria, a para a qu il o proprietario do
lugar geaerosamente comprumetteu-se a dat
casa grataitamente, de mode qae o seu provimen-
to vem a ser -de muita eeonomia para a provineia,
ate o presente ainda nao loi provida, apezar de ja
ter havido um abaixo assignado das moradores
da mesma 1 icalidada e dos engenhos circumsvisi-
aboe, pedindo o respsctivo provimento I
A freguezia de Jaboatao, segaadj o ultimire-
ceaseaniento, conta uma popukcao de 42,l't9 ha-
bttanuta, dos quaes 9,Ki8 livres, e poseue entretan-
to uma unica escola de iostruecao primaria para o
sexo masculiao, ao passo qae a freguezia do Mnri
beca, muito ioferisr em populacao (6,178 babitau-
tes) possae 2 para o sexo masculiao e 2 para o
feminino ; a da Varzea, aiada mais inferior era
populafJo, pois tem apenas 5,76) habitantes, pos.
sue 3 escolas para o sexo mascuhno e J4 para o
feminino I A do Poco, com 4.856 babitantes tem
3eso#!ai para o sexo maseulino e i para o femini-
no 1 A da Capuoga, com 4,511 babitantes, tea 3
escolas para o sexo maseulino e 5 para o femini
no I A de Afogados, com 1,346 habiuntes mais
do que Jaboatao, tem 6 escolas para o sexo ma-cu-
lino ( com a noturno) e 7 para o feminino I
Ora, senhores, ereio que com a eloquencia dos
dados'esatistieds trnho eabalmente demonstrado a
necessidade palpitaate de se
nVFrGm :-N*fa In tal!
Mbllo Rkih :Uisse que oil
I
havia
WUU pot 15 kimi; dim, 3' sorta, regular, 3J400
por lo kilos ; dito, 4- sorte, 3X100 por 15 kilos.
Ora.tomando eu area base media d> 3*350, pa
rece-me que nao e exagerada; o mais e querer
aesOanttacer a lac do dia.
0 Sr. J. Mello Rkgo : E so se vende assucar
branco?
0 Sr. Manoel do Uecj : Passarei agora ao
m.iseavado : pffl assucar mascavado, Bdo, ...
3*100 por 16 kilos; due, bom, 24200 por 1 ki-
los.; dito. regular, %i porlSkiles; dito auiericaoo,
bom, U800 nr 15 kilos dito dito, regular, ...
1*700 por lo kilos.
Orak an timo como termj medio para o masca-
vado U3.'rJ, que cerUmente nao so pode taxar de
exagerado
Tenho, piis, demonstrado qae e ate muito infe-
rior o termo medio por oaira tornado, e portanio,
que nao pode ser aceito o qae tomou o nobre de-
putado, por ser extraordioariamente diminuto.
Seado, portaato, o preco media do assacar bran
co e do maicavado 2*350, e passando -se a cobrar
como prupoe a comraissaa, I OA) sobre esta quan-
tia, vira a pagar cala arroba ou 15 kilogrammas,
Vi reis, e pagando-se actualmente sobre a mesma
quantia 90 reis, e evidente qae a eommissao aug-
menta mais 4 reis, de modo qua, em vez de dimi-
nuir o imposto, auf mentuu-o. Por conseqaeacia
live r..z\;> quando disse islu em aparte au nobre
deputado pelo 4* dislricto.
0 Sn. Olymt-io maflOusa: Aagnentou coaside-
ra.'elmente.
0 So. Manoi.l do Rbgo: Sum davida, e nao
posso descobrir o motivo da incohereocia da eom-
missao, qae, tendo no projecto proposto o imposto
de 3 0/0, agora eleva-o a 4 0/01
0 Sa. Gokcuves Fi;rreira : Engano de cal-
culo.
0 Sa. Manoel do Rego :0 nobre deputado dis-
se que algumas das verbas de receita, proposla pe-
la comaiissao, nao tfnham sido aceitas; pelo con-
trario. os aagmentos proposlos pela comaiissao, fo-
ram todos approvados por esta assemblea, e sao os
seguintes :
Suin-o escravos expartados
0 Sa. it
deJick.
0 Sr^ Manoel d-i Rf.go:Ni} e exa:to, disse
q-te o di-ficit era da ($9:000* e quo acreditava, co-
mo aoredith, qae seria cobefto pela exceSso da re*-
ceita, quo julgo infallivel. Nao eston, pois, em
contradicjaa.
0 nobri deputado, qua augment* o imposto so-
bre o ammaar, propoz. aatretanto, a aunpressao da-
emendas qne angmentam o imposto sobre o taba-
co preparado e bruto e cigarros.
Nao vejo razao nenhuma para esta sappressao ;
nao c am imposto odijso, pois o tabaco nio e ge
nero de primeira necessidade, e apenas augment*-
se 50 rs. par kilogram ma.
U.u Sb. Deputado :E ha emend a suppriroia-
d j este imposto T
0 Sr. Manobl do Rego :Ha emsnda snppri-
mindo as que apresentei, e passaram em 2' dia-
cassao ; els as ramnas daas emendas approvadas
em 2' discussao :
N. 10.-Ao g S; 4(0 rs. em vez de 350, e 100
n. II ao 9r 1*000 em yct
1:039*6>G
13:6945400
approvado o
porcao a administra.ao, como ^^o^^^\^^^^S^S^ \HSm&
0 vapor inglea Usboneuu, aabido do porto
da Fortaleza para o da Liverpool levon dahi :
4596 saccas com algodao, 250 com cafe, 816 com
assacar, 158 fardos borraeha, 240 barricas as
^ocar. 61 cera de carnaiiba, 3 fardos cabeJlos,
3,000 eouros, porcao de ossos, 7a>HW pontas de bai,
pesando tudo 467,285 kilos.
Pela delegacia do Jardira foi praso o eelebre
crimiaoao no termo de Maria Pereka,
Man-idao.
.vZ 9 C0DCe[10 dado era beneficio do hoepicio de
alienados produzio 1:804*000
7*103* na c1!uliluiiSo de u do corrente :
1 ^P*1*190-96 toniem pela maaha o boato de
qnese estava vendendo.no mercado carne de
bois qae tioharn stdo mordidos por nm caohydro-
phobico, que entrando no curral do
a No dia II doeorrente, cahlo em 3* discussao
am projecto assignado por varios Srs. deputados,
coocedenrlo ao Exm. presidente da provineia algu-
mas auorlaacSas para strem melborados eertos
ramos do servico publico,
0 Despertador, traduzindo essa votacao como
um acto de manifostacio, oantou hosaaa's em seu
Hosaico procuraado fazer acredttar aos incau-
tos que a scisao do partido coasarvador estava es-
tabeleeida, que osse accordo completo e perfeito
que exMtia entre a primeira corporacio da pro
vi neia e o presidente, aao nassavade uma ohimera
a Nao iruportaado essa voiapia, como nao im
porta, a menor qnebra da confianca e apoio qne a
mesma assemblea pcestava e presta ao hmrado e
distincto administrador da provineia,.resulven a
mesma assemble* desfazer essa pbaatasmagoria do
orgao opposiaionista, votando boniem a seguiate
mocao por unaoimidade de votes :
Uooao.k assemblea legislativa provincial da
Parahyba do Norte, conveacida da illustraeao, tiao
e prudeneia, com que (em sido admrnistrada a pro-
vineia pelo actual presidente, Exm. Sr. Dr. Silvino
Elvidio Carneiro da Cunha, /oiga de manifestar-
|lhe o raais deeidido e dedicado apoio, acrediundo
Jose Alveslsinceramente, ques b os seus anspicios consega
ra ella a realisapao de suas mais legilireas asp:-
racSes.E. Chares.>
Esta mocit foi spresentada pelo digno depu-
tado o Sr. Dr. E nesto Chaves, qua a fundamen-
ton em nm bello discurso.
> Depois occoparam distinctamente a tribuna os
illustres doputados Srs. Drs. Leonardo Meiia e Lou-
reiro, e o mesmo Sr. Dr. Ernesto Chaves.
ajoagne,
mordera di versa* rezes ; e isto fez com qae'mufta
enle ptSOMfQ deitar /6ra a came que ja estava sente?, que foram os Sb. Pr. Leonardo Meira^Dr.
a vista do que tenho exposto, aao negara a mes-
qninha quantia de 1:000* para uma cadeira, sob
pena da tazer uma grave injuslica a importante fre
guezia de iaboatao, qae a nao merece, e que aia
da licara muito mal aqaionhada cam o provimento
desta cadeira.
0 lugar de Gurjaa de Cima, qaedista ceroa de
3 leguas da villa da Jaboatao, possae uma popnla
oao livre de 338 almas, e e cercada, na distaucia
de am quarto do legoa a uma, ao maximo, por 13
engenhos, algunc pertenceates a coiaarca do Cabo,
as qaaas contam umapopulacaolivrede 2,915 ha'
bitautes, que, addicionada a de Gurjau de Cima
prefaz am total de .3,583 lubitanles, qae terao de'
frequentar com faemdade a escalade qua trato.
Eotaodo que esta popalacao livre merece pelo
menos trma escolA do sexo maseulino, e eapero
que dentro em poaeo ahi sera creada uma ontra
para o sexo fuminino ; coovem ontrosim observar
que, como |a disse, este Jugar dista quasi 3 leguas
da villa de Jaboatao, onde existe a unica escoh
do sexo raascnlino da fregnezia. D'aqui ge infere
qne os habitaotes desta localidade acham-se impos-
8ibibudos de concorrerem a mesma eaeola, pois
impossivel que pereorram 3 leguas para la irem dia-
riatneato, e outras maitas para valtarem.
Conh* endo esta necessidade, o digno proprie-
tario doengenho do mesmo oome, major Manoel
de Souza Leao ja offereceu-se ao Sr. presidente da
provjneia para dar casa, onde more o respeolivo
professor, efunccione a esoola.
Tenbo, portanio, demonstrado com dados esta-
tisticos qne e de imprescindivelneeessidade o pro-
vimento desta cadoira, e qua a assemblea, votando
8:1755000
tkbaco fabricado 349*800
a < bruto 3:435*560
a milbeiros de charutos 3.2*9*0 W
de cigarros 336*300
t estabelecimentos em grosso 18:7245440
ditos fora da cidade 2:942*005
o coasumo de gada 15:117*900
os herdeiros neces3irio3 8:000*000
generos aliraenticios 80:000*000
bous de cojyocaadts de mao
morta
. eouros
A.'.!. destes augmentos, foi piada
proposlo pelo meu nobre araigo, o Sri Olyoipiu
Marques, sobre as corporals fa maa mjrta, no
valor de 4:158*584, e os segainles proposlos po-
mim :
Sobre milbeiros d^ charutos 3:219*000
de cigarros 1:345*200
o bilhetes do Joteria 2:0835212
Todos estos augmentos importam era 159 030*,
sem cootar o imposto sobre guiodastes e sobre os
escravos nas cidades e villas, e outros que nao se
pode calcular.
0 nobre deputado nao tem, portanto, razao de
duer que da 2' discussao para a 3' foi diminui-
da a receita. A despeza tainbem aao foi augnen
tala, senao com 34:000* para cougrua dos coad-
jutvres. Como, portanto, justiflcar este augmento
sobre o assacar 7
Os agricultures ja se acham demasiadamenle one
rados de impostos. A coanmsao devia attender a
que somente os agricaltores de assacar no anno fl
nanceiro de 1872 a 1873, coacorreram para os cofres
pruviuciaes cum a quantia de 815:853*394, nao
iallauio em 42:014*609 d aguardente e mel do
furo, nem de outros impostos, qae pagam os agri
cultures, como : o imposto geral de exportacao, o
pessoal, o de transmissao de propriedade, e de ge
neros importados e de consumo, o de compra de
escravos, sello de titulos, pedagios, etc.
Os agricultures da canna pagando 4 0/0, ficam
em peiores condicoes do que os do algodao, que
pagam 3 3/4 0/0, ao passo que o fabrico do assu-
car e muilo mais dispendioso, e exige grande ca-
pital empalado em machinismo, etc. A eommis-
sao, portanto, nao foi coherence augmentando so-
mente o imposto do assucar.
0 Sr. J. Mello Rego :A incohereocia e o re-
sultado do estado da provineia.
0 Sr. Manoel do Reco : Pelo menos devia
igualar esses impostos, porque sabe-se que a in-
dustria do fabrico do assucar e penosa e dispeu-
diosa, o que nao acontece com o algodao.
0 Sr. Oliveira Andrade : 0 algodao e trans
portado de longas distancias.
O Sr. Manoel do Rego :0 agricultor da can-
na e obrigado a carregar lenha para fabricar o as-
sucar, a ter am grande pessoal empregado e gran-
des capitaes empatados, como ja disse, em macbi-
nismos, etc., o que nao acontece com o agricultor
do algodao.
0 agricultor, para vender o sen assacar, ja faz
uma grande despeza : 700 reis de frete por sacco
de 5 arrobas, 80 reis de trapiche, 30 reis de ba-
lanca, 3 0/0 de eommissao on 352 reis, total 1*162
por sacco de 5 arrobas. Sendo o termo medio de
2*350 por arroba ou 11*750 por sacco de S ar-
robas, dednzindo-se os 1*162, restam 10*588 Ii
quidos on 2*117 por arrobas. Deduzidos actual-
mente os 6 reis por kilegramma cobrados pelo
consnlalo ou 90 rdis por arroba, e os 9 0/0 pela
alfandega ou 190 reis, total 280 reis, Oca liquido
por arroba apenas 1*830 I 1
Ve-se, pelo que delxo dito, que actualmente es-
ta extraordinariamente onerado o agricultor da
canna ; imagine-se pois, em one tristes condicdes
nao licara elle, erevando se o imposto a 4 0/0 I
0 agricultor da canna ja paga per cada arroba
de assucar, de transporte, direitos, etc. 512 reis, o
que equivale a 22 0/0 do pre$o do mesmo assucar
(21*787). Mas, apezar disto, a eommissao, certa-
mente por nio ter nresentes estes Cilcalos, propoz
ainda o aograento de 1 0/0 sobre o Imposto do as-
sucar, o qae Tira tornar ainda mais precaria a sor-
te dos agricultores I
O Sa. Pinto Pessoa :E' preciso eraar o cre-
dito para aagricultara.
0 Sr. Manoel do Rego A eommissao, por
tanto, e iacobereate, porque demonstrado como fl-
ea, qne nao hoove angmeoio de de-pe/a da 2* pa
ra a 3* discussao, e qae todos os impostos par
ella proposlos foram aceitos, aas ejustificavel mais
este augmento do 1 0/0 sobre o imposto do assa-
car.
0 Sr. J. Msllo Rego :Foram aceito? todos ?
0 Sn. Makobloo Hsgo :Meaos o augmento do
imposto das barreiras qae nao foi aoresenudo n \ 2*
discussao,mas-nmna3'. Edemais esse imposto de
borroiras niorsadetaate qaaato caliula o nobre
deputado, como pode ver-se do balao ;o apresea-
tado pelo inspector da thesonraria proainetai.
0 Sa. J. Msllo Bsgo :E' porqaejeste imposto e
tacto, nao e preciso tomar o termo medio.
0 Sr. Manoel do Rego: Nao faco qjseitao dis-
to. Direi, ea tret ante, que a conraissSo, quando
propoz o imposto da 3 0/0 sobre a assacar, conta-
va com as mesaas despeza* qne actnalmente, e es-
perava fazer face a ellas oom as ontras importan-
tes propojtas, qne foram todas aeeitas pela assem-
blea.
0 Sa. J. Mkllc nsoo da am aparte.
0 Sr. Manoel do Rego :Logo naoeranecetsn-
rio este aogmeato exorbkaate no imposto do as-
sucar, que vai aggravar sorto dos agricalto-
res.
0 Sb. Tiburcio de MagaluIrs :E assim mes-
mo a receita nio da para a daspeza.
0 Sr Manoel do Rsgo :.Con o aagmento pro-
posto pela eommissao. havera no imposto do assu-
car um accrajcirao de 124:241*018, que com os
159:000*000 do? outros novos impostos voti-
des importara em iS3:241*065, sendo o deli
cit de 366:979*899, aindahavera ora deficit de:
rs. em vez de 600
de 600 rs.
Ora, nao 6 e te imDostojde 50 rs. mais por kilo-
gramma de tabaco preparado, e de 40 rs. par kilo-
gramma de tabaco em brato, nern de 400 rs. por
milhciro dc cigarro*, que fara encarecer este ge-
nero.
Entretanto e um imposto que rende a ni> di-
minuta quantia de 13:400*.
Ao passo qua o nobre deputado propoe impos-
to tao oneroso para os agricultores da canna, tem
es;rupnlo em augmeatar o imposto sobre o taba-
co e cigarros I
OSr. J Mello Rbgo da ua aparte.
0 Sa. Manuel do.Rbgo :?ois este pequeno
augmento e qae vai eacarecar o preco do tabaco f
Nao sei em que o nobre deputado se fuoda para
combater a elevac/io deste imposto, ao passo que
augmenta despropo cionalmente o imposto sobre o
assucar. Nio acho coherencia no s.u made de
pensar.
O Sr. J Mello Reo :0 assucar (lea no rnes-
mu em que estava.
0 Sr. Manuel du Rego : Nao, senhor, jade-
monstrei que flea mm condicoes pjiores. O termo
medio em qne o nobre depatado b.seou o seu
calculo e mailo baixo.
Nao vejo, portanto, razSo para a soppressio do
augmento do imposto sobre o fumo, que e muito
m j ii io, como demonstrei.
0 nobre ifepntaiu aeha diminuieao na receita,
e eotretanto rejeita nma verr.a, que podo dar tre'aj
contos qaatroceBl.>5 e taatoa mil reis.
0 nobre deputado que propoz a suppresslo des
tas em-:adas, ja aieitas' pela assemblea, porque
aagmentam 25 rs. em libra de fumo preparado,
20 rs. e:n dita da fumo em brato e 400 rs. por
milheiro de cigarros o qae nao e excessivo___
O Sb. J. Mello Rego : Acho qae e exces-
sivo.
0 Sa. Manoel do ReGo : .. nio esta eerta-
mente coberente com os seus principios, quando
eleva a quatro por cento o imposto do assu-
car.
0 Sr. Tiolrcio de Magal-iaes : Nisto o no
bre deputado turn toda razao.
0 Sa. Manoel dj Rego :0 nobre deputado
pel* 1 dislricto disse que o deficit era de......
509:000* ; ja demonstrei na 2a discussao que este
deficit era o calcutado pela thesouraria, e nao o
resuliante da despeza votada. Sio insisto neslc
pontu, poUja provai qae o deficit era apenas de
360.979*899.
0 meu lim, toraando a palavra, foi dar as razoes
porque nao posso adoptar o augmento do imposto
sobre o assucar.
Os agricultures do assucar sao os que estao mais
onerados de impostos, os que mais mais concor-
rem para as rendas da provin;ia, isto e, com per-
to do novecentos con'.os de reis ; entretanto pro
poe-se o augmento do imposto sobre o assucar, fl
candoos mosmos agricultorej em peiores conli-
coes do quees do algulao, que teem menor tra-
bilbo e despeza.
0 Sn. J. Mello Rego : 0 governo geral vai
diminuir 2 0/0.
0 Sr.Manoel do Rego:Diminiia oa nao o go
verno geral, nos seremos injustos para com os
agricultures da canna, se elevarmos o impocto so-
bJe o assutar.
Sibre a emanda n. 147, que approva diversos
creditos supplementares, direi qae me parece isto
mais proprio de uma lei especial, como se tem
praticado ate hoje.
Convinha que se declarasse expressaraente a ira-
portancia desses creditos para a assemblea saber
o quo vota, porque ella nao pode ler consciencia
do qae vota quando se diz : c Ficam approvados
taes e ties creditos supplementares. A eom-
missao devia ter em muito mais consideracio a as-
semblea, fazenio o qua se tem feilo sempre, decla
rando ao menos a quaato mintavara taes ere
ditOS.
0 Sn. J. Mello Rego :-Como isto e censura a
eommissao, deixo passar.
0 3b. Manoel do Rego: Nio tenho duvida ne-
nhuma em approvar estes creditos, mas en todu
u casu seria melhor que a assemblea sonbesse o
que vota.
0 Sb. J. Mello Rbgo : Os creditos estao na
secretaria ; qaem qiiizer pode ir ve los.
0 Sr. Manuel do Regu : -Mas as commissoes
teem a obrigacao de fornecer minuciosas inferma-
coes a assemblea ; a nao ser assim para qae as
comraissdes 1 E', pois, incontestavel qae ellas
teem o dever de dar esclarecimentos necessarios
a assemblea.
0 Sn. Pinto Pessoa : A theoria e nova.
0 Sr. Manuel do Rego :] Theoria nova, nao ;
essa e a obrigacao das comraissdes. Theoria nova
e a do nobre deputado.
Tenbo concluilo.
0 Sr. Olympd Marques e outros : Muito
bem.
(Continua.J
Efrm S*atr.J:idoH M|r;qne Per ira de La-
'j-o-a.-.luclilsy reaistt-, a V. l^xc. a quantia de
dazentos mil_ reis qu, (.(Terecoj para as obras do
a*ylo dealMadus. Siu com nruita estima e res-
pai to. De -V. -Exc attencioso cHado e obrig*-lo.
Manoel Jose Mtckado.
t Gabiueie da presiaeneia de Pernarabuo, era
17 de setembro de 1874. lllm. Sr. Mancel Jose-
Machado..Aaaaso reae%*da a earta de V. S de
14 do corraata, a qoal acosapanlihi a ullerta da
duzentos mil reis para aa obras d- hospicio do
alienados. Louvando a V. por esta genero-a
manifestacao de sens sentfmentus human larios,
agrad-co ao mesmo ttmpo a auxiiio quo |ir -t >u
aqaelle ei abelecimenli', dasilaado a servir de le-
nitive a uma das matures inlelicidades de q.ie se
pode ser vietiraa. Qarira y.8. aceitar os protes-
ts cum que son. De S'. S. aailu attencioso, ve-
nerador e craio. ~Rentique JPureira de Lueena.
Muito louyavel. 0 Sr. Manoel Clemente
da Custa SantosVprofessor publico de Canhotinho,
acaba de fazer ao Exm. Sr. presidente da provin-
eia o seguinte offerecimento :
Sala da esenia pnblica em Canhotinho 9 de
setembro de 1874. -Il!m. eExm. Sr.TTesejando
concorrer tanto quanto permitiam minhis fracas
luzes, para a grande obra da in-araccao do povo e
con-cio de que muito ap'oveitaria u,ma aula noc-
turna nesta localidade, onde os nabltantes, quasi
em sua toUlidade aualphabetos, bebessem os co-
nheeiraentos mais necejsanos e indispensaveis ao
espirito, resolvi off-recerme a V. Exc para gra-
tuiiamente leccimar na aula nocturua : o que f -
rei se V. Exc. conceder ma a devita permissao,
visto qneocjupo o lugar de professor publico des-
ta loorti fade. Ignal olTerecimerrto Tca* testa data
ao lllm. ir. Dr. director geral, a peQu permissao para iustaliar a esc la uuclurna.
lavoeo como Xestemunha da c mveniencia qua
possa resnltar uma tal escola diversas reclat'na-
ctfas, ja neste sentido feitas de diversos delegados
litterarios de-te poroado ; e que afhda nao tiv, iam
o desejadu eflelto, tal vez qae pela nzia da n.ii po-
derem os Cofres pubiicos supportar as despeeas
qne em taes eases, seriam feitas em toda a provin-
eia. Deus guarde a V.Exc.lllm. e Exm.
Sr. commendadof Henrique Paraira da Lueena,
muita digno presidente da provineia de Peru un-
husa. Manoel Clemente da Costa Santos, profes-
sor publico.
Palacio da presjdencia de Pernambnco, 10 le
setembro da 1874.-Accuso recebilo a otllcio de
9 do corrente. e.n qae Vmc, inspirando so em
seotimentos de patriotismo, se offrreje para abnr
n s-a povoacio uma escola noctutm, se i: remu-
naracao dos cofre3 pubiicos, cabendo me em res-
posta dizer qae aceito e-te olTarecioiento digno Ue
louvor, agridesenlo Ihe desde ja eai Dome dog>-
verno imperial, o relevante servico qae vai uiusiar
a iustrac.;ao publica em geral, e era particular aos
hab.taales desta localidade.Deos guarda a Vine.
Heiirii/ue Pereira 4e%ueeui.Sr. Mauurl Cie-
raenta d.i Costa Sanlos, profess or publico da po
vaacia da Canhotinho.
Ox-deta terrcirH do **. Frauciiteo.
Foi extraordinana aute-hontem, a noite. prtaci-
palmaule, a concurrent i do fieis em visiia a i^re-
ja des-a veueravel ordera, a qual apresanlaa-s8
esplendidanieuta ornada. A opuleucia de galas
de que se reveste sempre ue-ta templo a fe-ta
commemorativa da imprcssdo das'chigjs, snbio de
pon to esta anno.
A i>.:iia damasiea da p>licia tucua duraule u
tempu em que esteve a igreja exposla.
i'.nMa!iiciito Victims de antigos padeci-
raentu-, fiile;au na freguezia da Ipojuca, o tenea-
te coronel Fraaciso da Siqueira Cavalcaule, uin
dos mais abastados prpprietarios dessa localidade.
Era excellente paid; familia e bom araigo.
TranKforczicia.-A fesla de X. S das Di-
re*, qua ?e venera na igreja do convento de S.
PFancisco do Recife, foi transferida Lara derLingo
27, em Consequencia de circumstancias impre-
vistas.
:nii-;3ul<- pi'oimsaclora da ins-
(ruccao publica -A nanhi deve haver ses-
|ao do couselho parochial de S. Jose, as horas e
n lagar do costume.
Auni vernurio. II >ntern foi o dia do aoni-
Versario da pruclamaeao da independencia na ie-
publica do Chile, no anno dc !810.
Ferinieuto.No lugar Alagoa das Pedras,
du termo de Grauitu, Joaquim Francisco da Silva
feriu a seu proprio sogro Manool Jose do Nasci-
mento, pmdo se em faga.
ninlteiro 0 vapor Cervantes troaxepara :
*
REVISTA DIARIA.
Hospicio de alienados.Os paranym-
pb is abaixo indicados enviaram a3 seguintes es-
molas :
Transporte 17:400*000
Barao de Goyanna 500*000
Blrico Keller 200*000
Commendador Jose da Silva Loyo 100*000
D. Marianna d'Oliveira Loyo 100*000
Joio Christiani 100*000
18:400*000
Da mo? em seguida
do novo hospicio de
esta quota, nio faz mais do qae am acto de justi-
Votaram pela niogao todos os deputados pre ca. Eniretsoto ila (jecidira cumo enteoder acer-183:738*83*.
1 lado. 'o Sk. J, Mello Rsoo 0 0)bre deputado esta I
.llais doaativoH.
mais aboios para as obras
alienados :
lllm. e Exm. 3r.0 Club Hippico Popular,
constituido por algous artistas resideates em Casa
Forte e Apipaeos, com o fim de formar jogos de
corridas a cavailo, teado ganho a primeira par-
tida, que tivera lugar bontem a tarde em Tamari-
neira, dehberara a reverter em beneficio do asylu
dos alienados metade do ganho, que tivera : teado
sido a aposta de 50*000, me incurabira de entre-
gar a V. Exc. a quantia de 25*000, qne junto
acha Fa V. Exc, para que destmada seja aquelle
fim. Consta-me qae aquelles artistas tencionam
continuar a reverter em favor da tao atil institui-
cao, qae V. Exc. tivera a forca de vontade de
iniciar exciasivamente a custa da caridade pu-
blica, metade dos lucros das apostas, que naqnelle
jogo equastre ganbarem. Ja agradeci em some
de V. Exc o patriotico apoio, com qua aqaelles
genuinos representantes do pensameato popular
louvam a Idea, qae V. Exc tivera e trata de levar
a sen final effeito. Deus gnarde a V. ExcRe-
cife, 14 de setembro de 1874.-Illm. e Exm. Sr.
commendador Dr. Henriqae Pereira de Lncena,
mo to digno presidente da provineia.Dr. Augus-
ta Carneiro Monteiro da Silva Sanlos. d
Gabinete da presidency de Pernambnco, em
17 deagosto de 1871.lllm. Sr. Dr. Augnsto Car-
neiro Monteiro da Silva Santos.Reoebi os 25*
qne V. S. remetteu por parte do Club Hippico Po-
pular com destine ao hospicio de alienados, em
resnltado da generosa deliberacao qae tomon
aqaella sociedade de reverter em favor de seme-
Ibante estabatecimento metade da primeira aposta
qne teve lugar na Tamarinaira, e das qne ainda
se seguirem, ganhas por alia.
f Este aonativo tem para mim duplo raerecimen-
to, porqaantn, nao so angmenta a paculio de tao
hnmamtaria emprexa, como tainbem, vindo de
nma socieiade de artistas, e atais uma preva de
acothimeoto patriotico da nossa populacau a idea
qne tive a felicidada de iniciar, e V. S. oojip/e-
hende qne sem tao significative acolhimento, a
idea jamajs so traduziria no fa>-to. Rogo-lhe que
em meu nome a presente a il lust re sociedade-
Club Hippico-os protestos do minba gratidao, e
maoifeslaeSes de louvor pelo sen caritau'vo iptui-
to. Sou com estima e conskleraeio. De V. S.
amigo, attencioso, criado e obrigaao.Henrique
Pereira de Lueena.
(i Pernambnco, 14 de setembro de 1874.lllm.


J. Krauso & C. 2:000*0;i&
Antonio Guedes Valente 1:602*540
A. Hyvernat & C. 1:500*000
Manoel Marlins de Amo:im 1:141*949
Jose Rodrigues de Souza 90 *000
ftireatti NIorthcrn. Passou hontem do
norte para o sul, visivel de terra, este vapor da
companhia telegraphica submaarina, que vai pro-
eeder ao concerto^ necessario do cabo entre Per-
n:imbuco e Bahia.
Fostivitiade reli^iosa. Amanha ceie-
bra-se a festividada relimosa de Nossa Senhora
dis Dores, na igrea jde S. Pedro, as 10 horas do
dia. Ora au Ecangtlho o Rvd. Antoniu da Medo
e Albuquerque.
A's 7 huras da noite, depjis do Stalif Mater,
cantar-se o Te-Deum. a qae precedera uma pa-
quena pratica.
Da madrugada havera missa resada.
Asylo dc Alienados. A comraksao
que se encarregou do promover a acquisi^ao de
prendas para auxiiio das obras do Asj lo de
Alienados, previne as Exmas. farailias qne mo-
ram nas ruas da Impera riz, Aurora, Formosa,
II spicio, e Praca du Cnndc d'Eu, qae nos dias 23
e 24 proximo?, ira merecer o obulo de caridade
que a cada uma dictar o seu generoso eoracao.
A mesma cummissiu, desde ja pede desculpa se
pur falta da tempo escapar de procurar dito obolo
em alguma casa, e espcra que, aceitando a pre-
sente escnsa, remetterao a rua da Imperatriz n.
52, aquillo que tiverem para isto destioado.
Vapor Ipojuoa.Este vapor da compa-
nhia peroambucana, sahia do porta" da |Fortaleza
para o de Graoja pelo a ds Acaracu, no dia 12 do
corrente.
Aiiianca.Dessa povoacao nos escreve cm
7 do corrente:
Hi muito tempo qne as cousas nao vio bus
por aqui; em dias do mez de juiho do corraata an-
no mataram am pobre valln as cacetadas e rouba-
ram tudo qaaato ha via em sua casa.
Hontem pelas 7 horas da noils chegaram Ions
aadaveres hornvelraente esfaqueados ; e dizem qne
tem havido mais duas merles
t 0 qua mais aiaia nos atemorisa e am grapu
de escravos fugidos qae estao reunidos na mata
do engenho Sitio Nova. Presenteraente ignor^-se
a sua intencaa porem aeja qual f jr o lim de tal
renniao a consequencia sera funesta. 0 lagar per-
tence ao dislricto do Alagoa Socca; o jsubdeiegado
e eaergico ; mas nao ba um destacamonto.
a Em vista de exposto pedimos as autoridades
competentes qae laacem suas vistas sobre esta
larbutenta Aliaaga, para qae pjssam sens liabi-
tantes transitarera e viverem em paz.
Kocledade dos Art in t a x vloohanir o*
e I.iberacs, Amanba luassemblaia geral as 10
boras do dia para tratar-se com as commissoas das
demais sociedades artisticas, afim de realisarem a
nniao projectada.
H.iutM-Piit da* IluaarariOH do Ex-
ercito. Sessao amanba as 10 horas do dia,
alim de tratar se de negocio de importancia.
Notavel easamento.-Um facto singular
e notavel teve lugar nos primeiros mezes do anno
passado, Ggnrando nelle nm dos personasens mais
importantes e dislinctos do imperio de Marrocos.
Esse facto, de qne nessa epoca se fez ligeira
meo^ao do publico, merece ser descripto com to-
das as circumsttneias que com elle tem relaciio.
Eis o easo, precedido de algans apentarnentos
que se rererem ao protogonista d'elte :
0 cberiT de Naz,n, Sid el Hage Abd Salan Ben
el Sid el Arbi, e o primeiro dos cherifs do imperio
de Marroeos, e como fal considerado em cttiego-
ria logo abaixo de suliao. 0 sultao acata e res-
peita em extreme aqaelle caerif, e em geral o
raouros tem por elle frenetics veneracio, nao so
entre os sens proprdos correllgionarios, mas entre
todos oi habitantes do paiz e f6ra d'efte. 0 cbe-
rif de Nazan tem a eathegoria deprineipe. ee tal
a sna importancia, que em 1867, visttando Ceuta
e Gibraltar, foram Ihe tributados naaueila praca
os maiores obseqnios. sendo recebido com nma
salva de vinte e nm tiros de canhao.
A posi^ao qne este personagem exerce na poli-
tica, da pois nma certa signiflcajao ao facto qne
vamos referir.
Durante o verio passado, t a Tangernma fa-
milia araerieana, e levaw em so* compartrta nma
j iven ingleaa, miss Emily "Keen, como d/me de
eompagnie de nma das senboras. 0 cherif, qae
ha alguns annos reside mats tempo em Tanger,
do qne na terra do sen nascimento, Nazan,
mostra de ha mnito querer adoptar, assim na sna
casa como nos seus trajos, todos os usos e costu-
mes nropeus, compativeis em Koran, como \\x
esta prati-ando entre os tnrcos e egypcios.
Um dia, encontron o cherif nas bellas campioas
dopai? a jovea ingleza a cavailo, e sabendo qne
-
^


-----__;
Dferfc de Pemambuoo S? &rtittfe IS & &etenl*it> de i&fl
*
lh tjeampiaao, cnanifestou doo'e,ew-o de ou,v!- ) ftr*"* D/- S- ** da Boelta e 1 criadJ, A.
la, empreginfe jpan #W ii.a ,i* mai* viva. d> gencias. A preteacao d? chart fci atteadida, Ategneao Junior, Ja,i<*. 0. AagrtSo, e 1 volan-
Saprimar* reuoijo flWu:S. A. delal :nolo en-.tartll-BPW'PeJterpitQ.
canralo p?1a jqvea mgiezA mfca Ken, qua alte Z"Jl?u1fn,,l*?*/ul 1? T"**0 ^W u
proprio procAfcaTiaia serept##m sfip:|oi533 llWPjMM Lpsta, J. ,t Maitiae, w^rF, tf.Bi-
rousicae*' as qoaoVassislia co"nWater interess^ bd.ro e sua Kufaora. MWA--R f A. b.
mo.4rtfllyo-W|-Mt)Ui3faMio ** paaio^lMkins, Dr A C da-Beria*. h, J. de Oliveira e
chrwtS 2 Jdhos, D. A A. Ribejro o a seuhora.J. M. No
D'aqui sacoio s:iesolver cberif de Nazan, cu- gdcra, A.. F. do Atnaral, F. Coaohr, e 31 esura-
ios aotecessorea tirain tao faoaiicoa, peJif aa ca-, vos aptregar.
saraento ui;ss Keen. Est3 aconieeimento causou temiterio pubUco.-OWuano do dia
sorarcza terek .el* urn facw n imperil eunto raais quanta que a futura esposa '
16
de'Sid bl Hagu *J)4-*alau devia dear, segualo o
conlralo que depots se fez entre os uoivo3, na
plena posse dieua re'.giao e costujnes, assira
como no din ito 0"e nab ser obrigado a ir viver-
no Interior do ,pdfz. Srjgundo o -cpntrato, a jovea
insleza devia Brceher cinco mil driros no acto do
cas .mcnto, am bia somraa annual para as sais
desrjeza* 'pariictilares, e vinte mil dnros co caso Aaala.erw, braaao, Parnarabaco, .4 aouo?, Boa-,
Fraacisca, brauca. Portugal, 70 aanos, Boa-Vis-
ta, hoanjitat-Pedro II; mterite coroaie*.
llanri |ue, preto, Africa, 40 anaoj, soltairo, Boa-
ViEt!, hospital Pedro II, insuflleieoeia de valvular
eortieaa;. I
Joaqaim Mariano do OUveira, pard), Peraambu-
co, 29 annas, lojtairo, Boa-Vista, hospital Pedro II;
tuberculos pulrnonares.
de "divnrcib prir calpa do cberif, ficando este,
alein d'isso, ua obrigifSo, exeepcional para urn
roussnlmano, do nao casar corn raws nenta.m
mulher.
N>o ohstante miss Keen ter cbegado a saa maior
idaie, jolg^u'so iaiJispeusavel a permissio dos
pais ^a aubente. Pan esse tim foi ella a Londres,
aco.npaphada U uw luouro Mtideaie di ctierif,
e de am subitto paVtuguez, a ijuetn saa altwa
tajub'in coaiiara a gairdd 4yjU fatnr:i ctnsor-
te. Tolas as despezas do Kla e'volta correram
por conta do cherif; o qual dea al6;n disso, eorao
gratiilcafio to sab Uto portaguu, a quant a de
duzeatos duros.
Estei riajant&i (oram para Londres por terra,
via do Madrid e'Pftri*. Proximo deGialaJRoal
foram sorpre'iuadiios polos eaWaadore*; ma so
Cherif, qaandj toveesia aotieia, deolaroa qae pou-
co loe importara o roubj, e s/') via na saivapio de
saa pro nuiila, e diM mais viaj-tates, am motivo
para dar grai;a< a Allah.
Nio obslante este incidente. os viajantes, sera
terem em coota o estado revolucionario, da Hes-
pauha, proforiraiu voltar pelo ma^mj oaminho de
Paris e MaJri 1, em lugar ds exporem as coatin-
geacias do oceano, no mez de dezembro era que
se leza viagern, aquella que denlro em pouco se-
ria pnnceza de Nazaa. Ni sei regresso de la
glaterra, f)i mii K*n acompanhada por seus
pais, que, ineJiauto o sea eonsontiraento, quizo-
ri.ru tiiubera assistir *o coasorcio que ia relisar-ss.
Dovemos obsorvar agora quo a jovea iagleia*
quaii!> parlio para osea paiz, (oiportadora d^.am
carriiicido passaJo pe'o raiait;-o ingUz em Tan- _
c r; n'este do^unieiito encareciam se as elevadas: procurador da coroa, Aecioli,
quaUda-le* de sua alien o chorif de Xazan, Sid el | Sauza Leao, Olivei/a Baclel a
"Vista; anemia.
Jose, pard), Paraambuoo, 3 anaos Grasa; es-
pasmo.
Beoedioto, preto, Africa, 90 anaos, solteiro, Boa-
Vista ; volhice.
Manoila, escrava, preta, Pemambacj, 35 aaaos,
Recife; iafeccao purulenta.
Jastiaa, escrava, pirda, Peraambaco, 23 annos,
soltaira, Boa-Vista; boxigas.
- 17 -
Marcelin j, par Jo, Pernambuco, 4 mazes, Graga ;
coDvuUoes.
Aaaa Fraacisja, ptrda, Pernambao, iianaoa,
vitva, Boa-Vijta, hospital Podro II; tuberculos
pulmoaares.
Aatouia Maria da CoacaiQSo Porto, branca, Per-
nambuo, M a:ia j-, c i-ali, S. AaOuio ; mile^tia
iaterior.
Luiza, braaca, PoraamJUio, 10 maze", Saato
Aotonio; oavuls5ss.
Candid* Miria di Ciace.;io Limi, prd, Per-
narabaeo, 22 aaao<, solteira, Bocit'e, tubsrcalos
pulmonares.
HR9MCA JUliIflMKH.
raid!VHAL DA IIELICIO
SBSSAO EM 18 BR SETEMBUO ()E'i874.
PRESIDESGU D'J EX. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhJ, presentes os Srs. dos
embargadores Silva Gaimiraes, Loarenc,.) Saatia-
go, lleis e Silva, Almeida Albu jaerqae, Motta,
Domiugues Silva,
os Ors. jaizes 'e
. Do presidente e sadretario da jama dot oorrotO'
res, remettendo o boletim das cottfdes ofucrMS'da
samana Je 0 a 12 do corre.-rJaadau-ae ar*
vnivar. ,-.
#WfAJlOI.
Reriuerimentos :
' (Da Jeronymafla tfo|ia htHa, Barf lia>i*ar-< ai
aanreacaj-tre Antonio Reraandes Gomes Padilha e
IoW'W*Tan,$a Freire,.-j'l!lirnirte-se.
De Kraariscj M;la Cortes, para eatrafar-.w o
alleMado do subdelogd, q^i Jtwiou coat a sua
pdticao dLrigida a este tribunal. Sim, nao have a-
ilo iiicoBVej^edte.
Oa tali IrHUos & C, pe'dfadjcertidao dos
mes dos setts calKelros, caja oogoeicjio foi'regis-
trada sod'Q- 4'8i0. D5-se acettidao reqaerida.
Do Bourgard & C, para cfertificar-Je o registro
da aomaacio de 9aus cixeiros.Passe-se a'earn-
dao peliJa.
De .Vntjnio Guilhermjao dos Santos, solicitando
soriida'o 3a aoawacai de ssu caixel.ro Pedro Be-
zerra da Vascoucanos.DeteriaV-
rid'Jaio da Rjcha e Silva, para dar-se por cer-
tidao o theor da noraeaQao do ea caixeiro Pedro
Harbwa Vtaaaa.Va'foruia rejUerlda. '
Da Carios Alves Barbosa, reqtiereodo que se
certifiiua a aomeaeao da seu caixeiro Nestor Al-
ves Bariosa.Certraqae;ae.
Da Jeroqyrno di Costa Lima, para certiScar se
a noraeacao de ssus caixalros America Revoredb
Freire e Viceata flo Hollaaaa Chacon. Como
pede.
De Antonio da Moara Rolim, impetraado certi-
da> da nofliea^io da seus caiXeiros. -Atteodjdo.
De Francises J03.6 Germaftc, para pertiflcar-se
so era outabro proximo passado foi oa nio rttgis-
trada a ain^acao "de sea caitelra Joio Benigno
Ferreira da Sdva. -Na forma reqaerida.
Da Thomaz Teixeira Ba9tos, solicitando que se
certiliaue sa o seu caixeiro Mattocl Davjno Tei-
xeira Bastos tern noraeacao registrada.Sim.
De Fernzades Silva & C, para dar-se-lhe por
certi dao achar se oa n5o registrada a nomeacao
de saus caixeiros.Dfi-se a certidao reqa'erida.
Da Perdigao Olfvefra 4 C, padin-Jo qae certill-
qaa-se a nomeacao do sea caixeiro Alfonso Fiaza
de OUveira.Gertiliqae se.
De Jose Francisco de Paala Ramos, para que
certillquo-se ?e o s;u caixeiro Nano Alves Pereira
da Foaseca tem nomeacao registrada.De'ferido.
De Lebre & Reis, para paasar-se par cer-tidao a
nomeacao da Mas caixeiros Joaquim Pz Paraira
da Silva Junior e Jose Joaquim Martins da Cruz.
Hag> Aljd Salan, e se fazia aobresabir a considera- i direito Barros de Laearda a Cimsllo Posso r, abrio-
Cao em que aquelle personagem era tilogeral- se a sessao.
meute. Foi de ceru esja oerliBcada qae coatri- Em seguiia o Dr. secretario procedeu ao sorteio
buio para veneer, a reluct iQ-'ia quo pareca oppo
zeram de principio os pais de mi>s Keen, em adho-
riren a um acto contra o qual haviam .sido ante i
eipa lameute predispostoi por carias de Taager,
e.-cript.s por quern se mostrava iateressado em'
qui1 i casamento se aao luvasse a elfeito.
Anti*s do coiwrcio chegoa a Tanger a esqua-
dra inyleza do canal, vinda de Gibraltar. A c;re-
monia nupcial celebroa-se na legaoao ingleza.
T nil im Bids convidados pelo rainistro inglez e
pelo cherif, os repreaeniautes das p^tencias estran
geiras e suas esp i*s eorpo consular, assim
como algans ofli.'iaes daesquaJra ; os qaaes to
dos issi.-lirara aqudle acto.
Clieg ida a h ra, coraparecea o client e saa noi-
va ; (bran) e m a mais eoniliva, e:n hallos caval-
! is ir.ihi-. rirawflQti ajaezados a europ6a, sag-in-
dj n indicacSos e gosto de Sad el H.gi Abd-Sa-
In, pas'i.ib, du'aole o transit), p>r maio da am
graa I' coae traa de p>v>, qae da tola a psrte af-
liiip-.ra ver o> aai^o?, e presencoar o or-
tejo.
C) n a uabeuto ia:n sous pais, sen lo o priajipo
Teilus.
Dasde o ;omaca da ea-eminia tve este mains
voz'? da rapetir pato pr;a;ipa as palavras qae elle
devia. profanr, a q ie Ihe eram dictadas pelo mi
nistro inglez, qua foi quam dirigio o act) ealebra-
do seguado a lei civil ingleza: tal era a per-
tarbai;ao qua p>r veze3 se uotou n) cherif da .Na-
zan.
Finda a cerem ni* foram os recem casaio3 apra-
santados palo ropresentanta britannico a>s minis-
trose consules estraggeiros, 03 quaes tinhara pre-
viaraanta siJo onvidadjs par aquelle diplomat),
i i '. -: n mhas I) qua se passoa, e.->pecialman-
te qaando se apoataram os compromissos coa-
trani Ins pelos nabentes aaqaella nora soleraae.
Depots foi lambem a prineexa da Nazaa apresen-
tada p >r sans pais aoa chafes de mis^ao d is diver-
iis poteneias, concluml) a ceraraonia com as ra-
vareocias e corto ias do estylo raussulmano.
En sagaida foram lolos para o Royal Victoria
Hotel, oode seaerwo um sumptu)so e opiparo
lancii, presiJida p"lo recam-casado, e o'J3ir>'aud)-
sa tadds as regras a procelencias diplomaticas.
Como este i'eita se ealebrou e/ii uraa sexta faira,
dia saatiQcado entce os creates, naa daixoa sua
alt az i do cumprir oa deveres de ma^salraaao, di-
rigiad) sa antes de comacar olaneh, a mssqaita
6riac.;>al ; ahi camoa as saa* babachas e depoz a)
Mas d) raontar a europea, de quo qoasi sempre
03a.
SeganJo o estalo da barbaria era qae aiada se
aeha aqaelle paiz, nenham mahomalano oasaria
se^air oa imitaro cherif de Nazan, no.'|a.ms e cos
tames qae ella observa, e qae aqaelles so altri-
buem aoa chrislaos; se o fizessem licariam ex-
postos a severos eastigas,oa as raalquerencas e via-
gancas dos seas orreligioaarios.
Has pareca quo Sid-el-IIage Abd-Salan pode fa-
z:r quanta Ihe aproaver, por isso qae e considera-
do co.no santo pelos raouros, qae fraacamente de-
claram sifter elle bem o que [az.
Ao lunch a^sistio saa alteza com a serielade qae
Ihe e propria, mosiranlo se em extreme) agradeci-
d) aos convidados.
Oprincipe Daose servio de nenhuma das igua-
rias por s:r isso cout.ario a saa religiao, e ape-
nas provou o pio d s bodas, qua aos uoivos tiaha
vindo como presente, do Inglaterra.
Levantaram-.-e ires saiides. a primeira foi do
ministra inglez a prosperidade dos recem casados;
a segunda par Mr. Kaon, pai da nubeate, em ho-
meaagera ao3 representantes das poteneias estran-
geiras, que lao prompta e dalicadamenle tinham
conconido para tornar raais sulemae aquelle acto;
e a terceira pelo minUtro de Fran;a Mr. Tissol,
como decano do corpo diplomatico. Este a grade-
ecu em p iu:as palavras, em sea nome e no dos
seus collegas as attencoes e deferencias, quo com
elles se tinha pralicado.
A estas cereraonias todos assistiram.trajando a
paisana. Depois foi o chorif de Nazaa cumpri-
mentado por rauitos olliciaes da raarinha britanica
qae se a.-iiavam no mesrno hotel, mas qae nio ti-
nham concorrido as fastas.
Nos dias subsequenles houva grahdes festejos
em casa do priaeipe, .-.en-Jo convidados para elles
o bacha gcvernador a outras aatoridades, assim
como algans mnssalatanos da distinccao. 0 che-
rif e saa espos;. foram nesses dias cumprimenta-
dos pelo corpo diplomatic] e consular e pelos da-
man convidados, dignando-se sua alteza retribuir
poatualmente estas visitas. 0 priaeipe dispunba-
se a fazer uma viagem a Pran^a com saa esposa,
a para esse lira so aguardava a chagada de am
barco de vapor de guerra fraucez.
0 acontecimento qae acabamos de narrar nio
apresentaria nenhuma noridade nos paizes da Eu-
ropa; mas entre os raouros f i um caso novo, qae
causou graole so rpreza entre aquelles povos.
^eildes.-Hoje effectua o agente Martins,
as 11 horas do dia o leilao de uraa armacao de,
amareto e divarsos objaetos de ouro da loja da rua
de Htrtas, d-norainada Pencin5 de Ouro.
lioterla. A que se aclu a venla 6 a 117.
a beneliclo das obras do altar da confraria de S.
Benedicto, a qaal corre no-dia 52 do corrente
mez.
Casa de detencao.Movimento da casa
da deteocao do dia 17 de setembro de 1874.
Existiara presoa 334, eatraram, 10 sahiram 7
existem 337.
A saber :
Nacionaes 2fi3, molheres 8, estraagairos S3,
wcravos 37, essravas 4. Total 337.
Alimentados a costa dos cofres pnblicos 7.
Movimento da enfermaria no dia H de setembro
de 1874.
Twe baiia :
Manoel Antonio de Barros, asthma.
Tiveram alia :
Joao Baptist* Ilvatf eiista.
Manoei, escra o da Bellarmino Alves Aroncha.
eseravas, da uma vijjalu'fi is pessoas; pro-
veitou esn log VaxitoiMq a.pceasiao de mwha termo de S. Bento.Lau Jose da S'lva Burgos, a
Passe so a cerjidao pedida.
Do S:l' leitio ii OUveira,
dos adjuaclos para julgamento dos seguinles ag-
gravos :
N. 57.--Aggravd!ito Jaajaim Sevariano Noguei
ra, aggravada Tasso Irmao. Foi'am sorteados os
Sis. dasembargalores Accioh e Malta.
N. 88.Aggravates Pereira Carneiro i C, ag-
gravado Joaqaim Fraacisco da Espirito Santo. f?&
ram soitaados os Srs. desembargaJarts Almeida
Albajaerqac e Souza Leao.
N. 39.Aggravauta Joajuira Salvador Pessoi
de Siqacira Cavalcinto, aggravado Salvador de
Siqaaira Civalcaata. Foran sorteados os Srs
dosembargadores S iuza leao e Rais a Silva,
JULGAMliNTOS.
Habeas corpus.
Paciea'.e bacharel Aasterliaao Correia de Cras-
to. Caacaiea-^e ordan preveativa.
Paciaata Piiiles Alaiino da Costa Doria.Can-
cedeasa orJan para 0 dia 21 d) sirrenta, ouvi-
do 0 jalz sabatitato da 1 district).
Paciaata Jase Nuuas d) Valle. CaacaJaase
ordem para 0 dia 11 do carreule, oavilo 0 juiz
sabstitalo do 2' districto.
Recurso crime.
Raor'reate Ramaallo Giaaalves Torres, recor-
rida 0 juizo de direito da Oaricary. Relator 0 Sr.
desambargaJar Loaran^o Santiago. Sartead^s 03
Srs. dese.nbargalores Acaioli 0 Sauza Leao. Fi-
cou adiaJo.
P.VSSAGGNS.
Do Sr. desembargador Silva Guimarles aa Sr.
desembargador Reis e Silva ;
Appellaclo crime
Da Garuarii. Aapellanies Uanoal Franaisco de
Almeida e outro, appellada a jastiaa.
Appella^ao commercial.
Do Recife.Embargaote I). Olympia Carneiro
de Miranda ilenriqae, embargado Manoel Radri-
gues Teixeira.
Ao Sr. desembargador Loareajo Saotiago por
sor impedido :
AppellajSo civel.
Da Alalaya, Appallaute Aatoaio Jose Tellas,
appeilil) Maaoal Joaquim Maia.
Do Sr. desembargador Laurence Santiago ao Sr.
desen)bargador Reis e Silva :
Appellacao civei.
Da Imperatriz. Appallaute Manoel Ferreira dos
Santas Netta, appellado Zoferino Lopes de Barros.
Do Sr. desembargador Reis e Silvi ao Sr. des-
embargador Almeida Albuquerque :
Appellacaaes commerciaes.
Appellijta Joaquim Francisco de Alem, appel-
lados Barboza & C. ; appellants Damingos Martins
da Barros Monteiro, appellado barao de Palraares;
appellantes os curadores da massa de Antonia Jo-
se Gomes, appellada a companhia imperial Fire
Assurance.
Ao Sr. Dr. Quiulino de Miranda :
Appellajao civel.
Do Recife.Appellante Dr. Manoel de Barros
Barr to, appellado Dr. Joaqaim Antonio Carneiro
da Cunha Miranda.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Accioli :
Appellacao commercial.
Do Recife.1Appellante Francisco Rodrigues dos
Santos, appellado Jose Gongalves da Cruz.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
Appellacao civel.
Do Recife Appellante a administracaa dos re-
colhiraenios de Nossa Senhora da Coneeicao de
Olinda, appellado Jose Dativo dos Passos Bastos.
Appellacao crime.
Do Recife.Appellante 0 juizo, appellado Ma-
noel Antonio da Silva.
Do Sr desembargador Souza Leio ao Sr. des-
embargador Silva Guimaries :
Appellacao commercial.
Do Recife.Appellante Tasso Innaos, appellado
Joaquim Severiano Nogueira.
Diligencia civel.
Ao Dr. curador geral :
Da Parahyba Appellantes D. Antonia Gomes
da Silveira e outros, appellados bacharel Dario
Gomes da Silveira e outras.
Do Recife.Appellantes berde'ros de Leopoldo
Ferreira Martins Ribeiro, appellado Manoel do
Nascimento Vieira da Cunha.
Diligencia crime.
De Pao d'Alho.Appellante 0 juizo, appellado
Francisco Farlado de Oliveira Cabral.
Assignou-se dia para 0 julgamento dos seguin-
tes feilos :
Appellacees civeis.
Appellante Antonio Anaes Jacome Pires, appel-
lados herdeiros de Euzebio de Paala Pinto'; ap-
pellantes Laiz Francisco de Albuquerque Mello e
outros, appellados Anna e Maria de Albuquerque
e outro ; appellante Liao Vital Coelho dos Santos,
appellado Jose Francisco Xavier de Mello ; appel-
lante barao de Morenos, appellado Prirao Pacheco
Barges ; appellante Antonio Bao, appellado Joao
de Azeredo Soares; appellante Jose Joaqaim de
Castro Moara, appellado Joaqaim de Souza Silva
Cuaha e outro ; appellante Galdino, por sea cura-
dor, appellado Antonio Machado Pereira Vianna ;
appellaates Joao Francisco de Carvalh 1 e outros,
appellados- Joao de Albuquerque Cavalcante e
outros.
AppeUacSes crimes.
De Caraard.Appellante Candido Jpse da Silva,
appellada a jastica ; appellante 0 promoter, ap-
pellado Manoel Maria do Nascimento; appellante
0 promoter, appellada Joanna Maria de Jesus.
Appellacao commercial.
Do Recife.Appellante Augmte Moaton, appel-
lado Liodslon RobiiliarJ & C. '
Encerroa-se a sessao as Jaas boras.
para dar se eertidao
da nomeaodo de seu caixeiro Joao Baptista da
S1IV.4 Jlariiaes.Da! se a cejrlialao reqaerida
Da Antonio Annas Jacoma, impetrani) qaecer-
tiliqaev ves Ferreira sab ou aao seus caixeiros.Como re-
quer.
De Joaqaim Vieira de Mello nto, para dar-se
certidSo da noraeacao de sen tfaixeiro Missel da
Cuaha Beltrto. Dose a eertidao podida.
D1 .raasaio, trazeudo para rajjistrar-se a noraea-
cao d) seu caixeiro Antonio Jose Pires Juaior.
Registre-se.
Da Jose Antonio Dju>ingne3 de Figaeirelo, sub-
mettend) a registro a noraeacao junta do sea cai-
xeiro.Registre-se.
Dj Fraacisoo D uningues Mureira & C, apro-
sontando para registrar-se a nomeagao da Can-
tianillo Firmo do Naloimento e Eluardo Per-
retra Barbosa. Proceda-se ao registro preten
dido.
Da Antonio da Silva Azevedo, sujeitando a re-
gistro a nomeajiio annexa de sens caixeiro-'.S]
registrada.
Da Antonio SeraQm da Silva, para proceiiar-se
ao registro da nomeacio inclusa do seas c-ixeiros.
ElToctue-se 0 registro pedido.
Da Bellarmiao iomes de Andrado Limn, offa-
recendo a registro a noraeaijao de seu caixeiro An-
tonio Dias de Aadrade Lima.Faca-e 0 registro
solicitado.
De Francisco Goncalves da Co3ta, para rcgls
trar se a nomeacio que dea a Jose Riymando do
Mello.-Registro -e.
Da Julio Langreraan, pedialo 0 regi-,tro da sua
nomeacao de caixeiro da Angnsto Langromm 4
Coato. -Proceda-se ao registro pedido.
De Antonio Jose Perei.-a da Cunha, trateod) a
ragistro a nomaacao de seu caixeiro Laiz Carneiro
da Silva.Na forma pedida.
Da Mattes Lemos & C, para qae fique sem
efMto a noraeaQab de seas caixeiros e registre-se
a qae agorajanta.Como requerem.
Da Bezerra 4 C, para eflfactuarse 0 registro da
nomeicao de seu caixeiro Laiz de Franca Barros.
Faca-se 0 ompetente rettfstro.
De Manoel Marques de Oliveira, reqoerenlo 0
registro da nomeacao annexa de seu caixeiro..
Begistre-se.
De Jos6 Cardoso de Sa.para fazer-sa 0 registro
da nomeacio de seu caixeiro Lanrindo do Mall 1
Cardoso.Procada-3e ao registro prefandid).
Da Costa, Canha & C, pedindo 0 registro da
nom'a^io de seu caixeiro Jose Bernardino Rosa
Seja registrada.
De Jose .Rodriguez Madeira, sajeitindo a regis-
tro a nomeacao de Joio Jose Vianna. Como
pede.
De Campello Galvao & C, para qua fique sem
elTeito a nomtaacao da Joao Baptista da Silva aa-
galhaes e registre-se a de Herculano de Lima Car-
neiro Leao. Na forma requerida.
Dobario de Bamfica, para registrar se a proca-
ragao junta, qua da a seu fllno Jose" da Oliveira
Castro.Registre-se.
De Jose Joao de Castro Amarim 0 Christiano
Jose E-pinola, apresenlaudo dous exemplare3 do
sea distrato para qua scjara regi-trados. Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
De Jos6 Lopes Alheiro, solicitando 0 reg stro d j
documento juato. Registre se, nao havenJo in
conveniente.
De Jos6 Antonio do Araujo e Joao Correia le
uirvalbo, apresentando a registro 0 seu distrato
social. -Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Da Manoel Joaquim Pereira Junior, eumprindo
0 despacho deste tribunal para qae se|i registrada
a escriptura antenupcial junta Registre-se, nao
haveudo mais duvida.
De Jose Joaqaim da Cunha e Gailherme Jose de
Souza, registro do seu distrato.Proceda-5e ao re-
gistro pedido, nos termos do decreto n. 4,394.
Informacao da secrataria, dada em cumpnuianto
do despacho desle tribunal, de 10 do corrente,
acerca do registro do distrato de Heitor & Sam-
palo.Proceda-se ao registro pedido, de conformi-
dade com 0 decreto n. 4,394, sendo qae no trasla-
do da escriptura que os supplicantes juntaram
vera declarada, sa bem qae eaglohadamente, a
importancia no sello que os supplicantes deviam
pagar com referenda ao valor da todos os bans
cedidos.
Paptis relativos ao offlcio da janta dos carreto-
res, de 6 de jalho de 1872 e aviso do mioisterio
da justipa, de 6 de junho do mesmo anno.0 tri
bunal decidio qae nada tinna que deferir neste
negocio, a vista do aviso junto.
0 tribunal resolveu noraear, para comporem a
junta dos corretores da praca de Maceio, Numa
Pompilio Passes para presidente, Justino Esteves
Alves para secretario, e Araerieo Netto Firmiano
de Moraes para thesoareiro, devendo esta nomea-
cao vigorar por todo 0 anno de 1874, e outrosim
resolveu que aeia annual.a nomaacao de dita jun-
ta, uma vez que hoje ex stem ani ciaco correto-
res, entre os qaaas se p6'le fazer esolha para
qae 0 trabalno se divida por tolos-, devaalo a se
cretaria fazer opportunamenta as devidas com-
manicacSes.
Nada raais haveado a de3pachar, S. Esc. 0 Sr.
conselheiro presidente eocerroa a sessao ao meio
dia.
pubucacqes a mm
MOh, c *aqualifl d*a ai tl bora- da matfia
I inqVadira miniia casa no faeter de *ubdelefado
lorfja armada, e como qua/ que iaiiceejaden-
tOtJimte SWMbdo Uiazfr ajirtf* miaha
auto k titafc) de easaraealo. a urara da'li
publics b achatosameute a pretexts de r.auj)a-l.i, e
%ra depositar no termo da Ciinbres, sem duvida
com 0 reeeio da queeu me Jmvia oppor o pe-simo
casamento ifue eile com ella preteudia levar a effei-
to ; isto em consequencia da manitesta desigoaldade
erp possessio, qualidade a costumes ; porque de
carte io devia ea annuir a saraelha^ita easamen
to, ja por ser alia Jose Cordetro urn proletario, j.
porque havi grande dtsproporcaa na qualidade,
visto dizerse que por um lado era elle descenden-1
ta de linhagem oao iagenaa, a ja por qae ma
cdnslava que tinha costumes tao reprovados que
a modesiia imp5a sileocw.
Logo que tive noticia de tab deploravsl aconle-
cimeoto, parti accelaradamente para minha casa,
na qnal cbagaodo nab pude mais remediar o raal,
porque ja tinha minha desditesa lilha sido condu-
Zida, assim como um meu escravo de nome Esle-
vio, alem de caixas, bads, eama, roupas e lsdo
quanto puderam carregar, a ponto de near eu so-
menle com a roupa do corpn.
Ora, em vista-de uma seinelhante violeocia que
fez pamar a todos os pais de familia e cidadaos:
picilicos, nao podaodo eu center com garantia al-
guma desde que um subdelegado assim procadia
com es.carqao a lei e affroata a moralidale publi
ea, e vendo ao mesmo tempo desapparecer uma
ootra minha escrava que logo depois me chegou
a iooticia de ter sido tambem sednzida e conduzi-
da para aquelle termo, assim como fdra depois
fiKtivameute trado de am cercado um neu ca-
vallo de sella e'eondnzido para 0 mesmo, enten
di que por tado isso, e para nao me deilar a per-
der, devia mudar me de S. Banto; mas antes de
faza-lo era necessario qae oppuzesse, ante 0 res-
pectivo vigario da freguezia, justos irapedimentos
aos proclamas qae acabavara da ter denancialos,
cdmo flz e consta do documeoton. 1 abaixo trans
onpto, para nao rer effactaado um tio desvanta-
joso casamento, vi^to ser aquella inexperiente mo-
n ir do viote annos, segundo consta do mesmo do-
cumeuto.
1st) felto, contratci vender mmha p oprkdndo,
assim como minha fazenda de gadn, ao Cspitao
Aatonio Cesario da Silva Brasileiro. e quanlo ja
tinha dado ordem para 0 seu vaqueiro Alexandre
Pereira da Co-ta pega-lo a conlra ferra lo com a
marca delta Brasileiro, depais de ter 0 rcesmu va-
queiro contra-farrad) vinte e taatas cibeoas, a es
se tempo aquelle Jose Cordeiro ainda eatenJea
qae devia coutinuar a abusar d 1 cargo de subde-
legado qae tao indebitamente Ihe fur'a confiad 1, e
eatao mandaragente armada p'gar 0 referidoga-
do e contra ferra-lo como ja llzera com qurenla
e tantas cabe^as.
Pars ver se moratisava essa s-1 violeneia tao 0'
fensiva ao sagrado direito de propriedade, obtive-
ra uma procuragfua daquella manor, dan1o-lhe
paderes para damanlar-mc a titala do havor de
mlm i naginarios bans que iaventeu lha pertenca-
notn, quando ainda tem ella mai .1 nada pole hor
dar prasentemenle; sub.-tabeleceudo elle na pes-
Soa do advo^a lo Plata Corrda Crespo os poderes
da rcfarida procuracSo, como se vi! do documento
a- 2.
Esseadvogado com adita procurapao nn'Ia, sem
poderas exp'es.sos e especiaes, aprassoa-se en re-
qaerer ao delegado de policia, mijor Praacisco AI <
ves Maciel, man lad > de busca e apprahensao em
oitauta cabecas^e gado.
Isso obiivara' co no consta do doenmento 11 3 ;
mas alcancao, ou p rjue elle dal>'gal> era igm-
ranta de direito, oa par .tor sido iliudidoe mM ia-
formado, visto como faco bom conce.to de saa pas-
soa ; sendo qae nao raquerea essa rausca 1 aj'pro
heasaa aa maito digno Dr. jaiz municipal, porjUfi
este esclarecido e ja-ticeiro comn saba ser, de
certo nao se presuria a uma tal viuleacia.
E'ainda para ndmirar qae 0 mesma alvagvla
re 1 -:sranio essa bus-a e apprelnnsaoaa delegado,
autoridade para isso inaorapeleute, no mesmo dia
erjJereearsse aa juiz de paz uma peticai maudin
da citsr-me para com die ma concihar acerca
dtentrega de^sas oitana ciboeas da gado, comn
:.\ostra 0 docamente n. \.
Agora ajuize 0 public) sensato se pole ser au-
toridade p-ilicial quem pratica da maneira que
praticou esse miserav^!, qae ne:n aa menos seria
capaz de se lue confiar 0 cargo do inspector de
litarteirao, ou outro ainda mais inferior, taut)
rjae pedio ao dalegalo major Francisco Alves Mi
ciel para ser sublelegad) ou ao menos inspector
do quarteiriio, til era'o II11 para 0 qual elle se em
peol)ava para sar autoridade palicial; e no dia 13
do corrente, seu) ter deixal) parte ao delegado
ou snpplente da subdelegado, retirou*se para a
ciJada d> Recife, deixanda as paries sem terem a
a quem sa dirigir, e as tasteniaoha3 a quem esta
va iaqaeriado a saa espera Tal e a capacidide e
eonuecimeates deste subdelegido.
Nao posso am devo acreditar que 3 Exc. 0 Sr
presidente da provincia eo Sr. Dr. chefede policia
conhocessom precedeuteraente a esse quidnm, antes
pcrmane;j eonseio da que nenham conhecimento
tinham nem ;e:n delle ; pois se tivesscm, da ccrto
nSo teria sido nomeado para 0 cargo de subde'le-
gad), e creio mesmo qua, em vista do que fica ex-
posto e comprovado corn 03 duos documentor, se-
ra elle immediatamente demlttido a bam do ser-
vico pnblico paraexemplo da sociedade.'desaffion-
ta a lei.e para qae oolro de igual jaez nao se atre
va ,1 fazer 0 que elle fez.
Qi'Uran .os seuhores redactores inserir estas
poucas linims no seu bem conceituado jorual.
Kecife, 1$ de setembro de 1874.
Luiz Jose da Silva Burgos.
111(0- Sr. dclojMk) ii?^QJipia ea^iwii^oM**
bam de seu direito necessiW, e-per itao requer a
V. S. para digaar-se de mandar i]ue oescrivao Cu-
rias, envvista dos aulos qua tiverara por base ama
peticao a V. S. enderecada pelo advpgado 01ao
Correia Crespo a tituM de procurador da menor
Uonarata, filha do sppplieante, com onomo de Jp-
Hepbini Monorata da Silva Burgos, no sealido de
ser passadb maadado.de busca e apprahensao m
pilenta eabeci3 de gado pertanceate ao suppiicante,
qae so dizia uaquella peticao pertoncer a ella saa
hlha. Ihe certiftqye ao pe dosta em qua lugar e
por qua! tabelliao fi'ra passada a proeuragao com
que ligurou elle aivogado em nome da saa referi
da ftlha ; se esta passara a dila procaragao a elle
advogado, ou se este foi substabelecido e por quem
no caracter da procorador ; e bem assim se aa
refarida procoracio foram dados expresses a es-
peciaes poderes para hver as oitenta cabe.as de
gado do sopplicaute ou de algama ootra pesioa :
por laatoPede a V. 8. daferiinentoE. R. M. S.
Bento, 14 de satembco da 187i.Lum Jose da Sil
va Dargos. Sim. S. Bento, 14 aa setembro de
1874.-Maciei.
Certiiieo que a proearacao de que faila a peti-
510 retro fora passada em Cimbres por um escri-
van da paz de nome Luiz Paulino Theodonaro, que
a mesma procarac&o fora passada por D. Josephi-
na Honorata da Sviva Burgos.ao subdelegado Jose
Maximiaoo Cordeiro Lima, a por esta fora sub.-ia-
beleeida ao advogado de qae falla a mesma peti-
cao, c que ella Josephina na mesma proearacao
dera poderes geraes e especiaes, illimitados para
haver os seus bens que the foram doados por seus
padrinhos, e qae nella na> falla ea* gado.- dou fe.
Villa de S. Bento, 13 de setembro de 1874 O es-
crivao, Joao Antonio da Cunha Perraira.
Illm. Sr. delegado de po liuia em exercieio neste
termo de S. Bent).- Diz Luiz Jose da Silva Bur-
gee, quo tendo 0 advogado Olavo^ Correia Crespo,
em nome da menor Honorata, filha do supplicant*-,
(a qual mulara dito noras para Josepriina Lionora-
ta da Silva Burgos) requendo a V. S. para mandar
passar raandado de busca e apprer-ensab em oitau-
ta oabecas de gado delle supphcaote, circamstancia
que ella ccculiou, allegaado elle advogado ser a
ella pertencente, quando alias nio e, a isso tivera
lugar em consaquoncia de tar sido a mesma rap-
tada em pieno dia e com forca armada por lore
Maximiano Correia Lima neste terme, onde u ella
Lima sutadelegado ; vem, pois elle supplicante re-
querer a V. S. para dignar-se de mandar que 0
escrivaa Cuaha Ihe do por certidio ao pe desta 0
the r da petit;.l> que para tal lira enderecara aquel-
le advogado, e 0 despacho por V. S. proferido;
bem como darlhe por eertidao se 0 aito mandado
foi passado; sa foi cumprido e que destine fora
dado aa referido gado : isto em termos quo faca
fe : por tanto-Pede a V. S. deferimentaE. R.
M. S. Bento, 14 de setembro de i87i.Luiz Jose
4a Silva Burgos. De do que constar. S. Banto,
14 de setembro de 1874.Maciel.
Certitko que 0 theor da peticao e despacho peJi-
dos por eertidao sao 03 seguiuies :Illtii. Sr. dele-
gado de policia do termo de S. Bento.-D. Josephi-
na Honorata da Silva Bnrgos, t senhora e possui-
dora da oitenta eabecas de gado vac -a n coin este
ferro CJ, as quaes pastam nos campos de eriar de
Una desle termo, e Ihe foram dadas pelos seus pa-
driahas D. Maria Taerezi de Jesas e Major Luiz
Jose da Silva Bargos. Saccadeaia, parem, qae
AlexauJre Pereira da Costa, inorador nos Mimosos
desta mesmo termo, esteja, sem autorisa^ao da
supplicante, apanhando e fcrrando esses gados, e
como seja caso de conceder-se raandado de basca
e appreheasio (art. 189 do codigo do processo cri-
tmoal) vem a supolicante requercr a v. S. se dig-
no de inindar passar m.ndado reapectiro, de con-
formidade com a lei, e ouvida a teslcmunha Ji-a-
qa m Ferreira de Soaza, casada, fazeudeiro e mo-
rador na Fazenda Vdha 3este termo. E assim
pade a V. S. daferimento, espera recebor nierce.
(Estava s dlada com uma estampilha ae 200 reis
inalilisada assim-S, Bento, 3 de setembro de
1874.-0 advagado, Olavo Crespo. Como requer.
S. Bento, 5 de setembro de 1874.Maciel. Certi-
fico mais que passei 0 mandado de apprehensab,
e ma tem dito 0 official eacarregado da dilige.ncia
que tem appreaendido gado3 e tem eulregado a
Laarentino Cord.-iro Reg.). Em fi de verdade.
Villa de S. Bento, 14 de setembro da 1874.- 0 es-
cri vfw, Joao \ntinio da Cunha Firreira.
illm. Sr. juiz de paz em exercieio. -D. Jusep'aina
limarata da Silva Bargos, nnradora neste districto
quer fazer citar, com venia, a sea pai Luiz Jose da
Silva Burgos, para, na primeira audieucia, amiga-
velmeute entregar k supplicante oitenta cabecas
de gado vaccum com este ferro 3, pertenccntes a
supplicante, dadiras de seus padrinhos 0 major
Luiz Jose da Silva Bargos e de-O. Maria Thereza
da Jesa'. E assim pede a|V. S. deferimeoto, pena
da revelia, e recebera m?ree\ S. Bento, 5 as se-
tembro de 1874.0 advogado, Olavo Correia Cres-
po. Estava sellada com uma estampilha de 200
reis inutilisala. Como rejuer. S. Bent-, 3 de
setembro de 1871Correia. 0 official Jose de
Oliveira Neves. ReeodbetjO verdadeira a lirma
snpra ser a propria do official de jastiea Jose de
Oliveira Neves: doa fe. Em taste nunho de ver-
dade 0 tabelliao public). Villa de S Bento, 14 de
setembro de 1874.Joao Antonio da Caaba Fer-
reira.
.... -j- _;:ZT^'ia!5sX"SS2EBSaBBEtXr-3B3SSa5S
lo aauigo S'raaicasco do Asis da
Fonceca Bauks
(POR OCCAHAO D,V M08TE DE SEU [BHlO EdU.VRDO
FnEDEDico Banks.)
dbnativs, e por i.-to psdaJftEs.qae afcaaero n\i
esta prova de sea reotmhacimento*-" I
Cooftando ainda na gnarodade das bablUrites
desta cidade, a ocntnissio 3para racalier nofos
presentes para a festa fatara; e, para tKilitar a
eotrega de algoos objectas qua lac teem sido
offartados, resolveu aulorisar a ^ado. ur doa roem-
bros qae a compo?, a-reeflbcLaa rrtsas da soas
residencias, ou escriptortos de comawielo?
' Recife, 14 de 9ete"mfcr-rJ WK.li-
Luiz UoncalveS da'aBva.' -I
Jeaqaim Olyniho Bbitos.
Joaqaim Dias dos Sontos. ottoL'^i u
j Adolpho Schmith.
Joao Carlos Bastos de AtaMida.
Rodolpho Krukemberg. -
Joviniano.Mania.
Drr Pedro de A. Lobo Moscoso.
Francisco J. Pinto.
DeelaraeA*.
Declare nesta data, qae nada- tenho Com 0 pe-
riodic.) critico intitulada Bratil V.lmtrado le ojae*
por consaalguma me repoasabiliso.
Recife, tl de setembro de 1874. >*
Herculano Cavalcmte de Albuquerque.
Doctor in Absentia
Os profes.'ores em artes, letras e scieneias, mem -
bros da clero e magistrnlos ; todo-o medico, ci-
rnrgiao, deotista e artiste, que de?ejamoblert
titalo e diploma de doatar, eu bacharel honorario,
podebi dirigir se a Medtcasr rua do Rei, 46, em
Jersey (Inglaterra) 0 qaal Ihes dara jTatortnmen-
te toda-s e quaesquer inforrrncBes sobre a Uai-
versidade. ,
COLLffiiQDnllSSIIIHWI
'SO-raa das Oaetfios'
SOU A ftmHC{i) OB PHULOMWh MINKHV1NA UK AI.KI-
QuentiirB 'con.iru. jsss, .: .\i>r'vao\ pua
suas rnwAS d lakdbuh v d:: aluuqubrqub o"txw-
ffRL JKIiSfiY 8 n. OUNWSA 1>K ALUUC'l/ERQUE O'CON-
NSLL JTCIWF.Y.
1
Artigo I." 0 colMgio diri;:ldo por Pnilornena
Minervina -It Albuquar^jne 6'Conaell Jersey, de-
nomina-s? CaLLKMa i.v Santissima Tuindam.
Art. 2^ AsstoiiMias nacebem nelle instrticcao
primarta, secnudario, r*ligiosa, de civilidade, e de-
recreio e prenda*.
Art. 3." A instruecao pnwariare : leitara, es-
cripta, com ibili tad; <-ts quair. de grammatica portagaeza, co.-t-ia cha e cro-
chet.
Art. 4. A instruccJo seeunlaria comprebende
lingua nacional, fraocez, inglez, itallano, hlsto-
ria, geographia e aritbuietica.
Art. 3." A iustruccao religiosa 6 dada pelo ca-
ihecismo ; as alumnas aprendem : ^doutrina
eh ista, e todos .is deveres religiosos a cumprir
para com Deus seus pais e parentes, e em geral
eom a sooiodade.
la8affetro
Qorte no vapor w
Dr JoseF.
de Couto, MaAaaj'If,
G. de Seitas Flino,-:
C. daCotaiiWft,-A
Cnegados dos portoi do
Lima, J. FurUda, Joaqaim
"Criit. Jus* C. da:SJVa, F.,
leefino D. Pesioa, Joaquim S. Exc. 0
R.-de Oliveira, Aotonio C. j sesslo.
da S#a. #lotftrtaoy.-aposo,i *mo *. 8ofges, D. | Lidv foi depois approvada a acta da se%*2o pre-
MartfUettdas ^l*oa* e-f *ida. O. Mna G. A., cedeate.
dos ^atos, J. JX'-ayifrflM, ^ArWano-A. *e^A. f .wmiim.
Jordao, Joao P. dea Santos ^ardfa, F. S. iOds' Offlolos:
Tribunal do commerolo.
ACTA DA SESSAO DE 14 DE SETEMBRO DE
1874.
PBISIDKHCU DO BXM. SR. CO.H3ELHB1R0 ANSBLMO
FlOItCISCO PKRKTTI.
A's 10 horas 4a manna, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Lopes Macha-
do e Alves Gaerra, a 0 Sr. supplenta Sa Leitao,
Sr. conselheiro preeidente abrlo a
Um faoto ffhre naodo escamia
loso e revoltante prutic.idu
por Jos Haxiuiiuiio Cor Jelro
Lima, subdelegado de policia
no termo de H. Bento desta
provincia-
Sanbores radactores do Diario de P.ernambuco.
Achando-me altamente magua-io naquillo quo 0
homem de bem deve mais presar nesta mundo,
qae e a honra e digoidade, nao posso deixar de
vir patentear ao publico, com especialidada ao
Efcm. Sr. prestteate da provincia e ao St. D.-. cha-
fe de policia 0 reprcwiask^e crunmoso procedimen-
to de Jose Maximiano Cordeiro Lima, que por uma
fat-lidade flira pa pouco nomeado subdelegado de
policia no termo de S. Bento, onde iafelizmen-
te ainda eUoa resijindo; esse'facto foi 0 >ei
gulme
Vivendo ea mania e .desassotnbradamente em
minna /a*nda denominadt-^Prazerei-Jiaauelre
terrao, lie*preoisao, no dia 13 de agnate altirao
de ir A'ldlli de S. Bento, distente quasi. tres le
guas da dita faaendaunde deixei unta filha me-
nor de abme Hjnorata, em companhVt de minuai
Instrument? em publica forma.
Sajbam quantos este publico instrumento em pu-
blica forma virem, quo senio no anno do Nasci-
mento da Nosso Senhor Jasus Christo de 1874, aos
13 dias do mez de setembro do dito anno, nesta
villa de S Bento, comarca de Caraard, arovincia
de Pernambuco, em meu cartorio veio Luiz Jose
da Silva Burgos, reconhecido de mim tabelliao pelo
proprio de qu se trata e dou f6 ; e pelo mesmo
me foi apresentado ama peticao com um atttestado
e pedio me para Ihe extrahir em publica forma, a
qual peticao e attestado e dos theores seguintes:
Illm. e Rvm. Sr. vigario desta freguezia de S.
Bento.-Diz Luiz Jose da Silva Burgos, morador
na fazenda Prazeres, desta mesma freguezia, que
tendo Jase Maximiano Cordeiro Lima, raptado em
pleno dia e com forca armada ama filha menor,
delle supplicante, de noma Honorata, qae depois 0
madou para Jos-pnina Honorata da Silva Burgos;
e como elle supjlicante tivesse perante V. Rvm.
opposta impediment) aos proclamas que foram
corridos nesta dita freguezia sobre 0 c-samento
que pretendia elle Jose Maximiano Cordeiro levar
a elTeito com a mesma filha delle supplicante em
consequancia da manifesta desigualcUde em pos-
sessao, qaalidade e costumes, cujos irapedimentos
foram por V. Rvm. aceit03, por veriflcar ser a
mesma de meaor idade em vista da certiiao de
idade delta, que a V. Rvm. entregara dito Jose
Cordeiro; elle supplicante a bem de seus direitos
necessita, e por isso requer a V. Rvm. para dignar-
se de, em vista de dita eertidao attestar-lhe ao pe
desta em que data aascera ella sua filha e quaodo
fora baptisada pelo vigario da freguezia de Gara-
nriuns, isto em tide sacris, portan'.o, peda a V. Rvm
deferimeuto, espera receber merce (estava sellada
com uma estampilha de 200 reis, inutilisada assim
-S. Bento, 14 ae setembro de 1874.Luiz Jose da
Siiva Burgos.
Attesto que a eertidao de idade da Blha do sup
pliea&te que existe em meu poder e da farraa e
theor seguinte : Pedro Pacific) de Barros Bezerra,
presbitero secular, vigario encommendado desta
frejguezia de Santo Antonio de Garanhuns, por S.
Em. Rvm. Certitico, que revendo os hvros de as
sentos de baptisados desta freguezia, em um delles,
a fls. 149, encontrei 0 assente de qua faz manglo a
petiQio supra, que 6 do theor seguinte : Ads 13
de novembro de 1834, nesta maim baptisei e puz
os santos oleos em Honorata com 15 dias de nas-
cida, tilha legitima de Luiz Serapiab da Silva Bdr-
goi e Maria Pioheiro da Silva : foram palriohis
Luiz Juse da Silta Burgos e Maria Thereza de
Jesus. E para constar fiz este assenta e assignei.
0 vigario Nemesio de S. Joao Gaalberto. Nada
mais continha dito asaento, que. do proprio original
vai fielmente oopiado, fit in fide parocuL Gara-
uhpa,21 daagosto de 1874. 0 vigario, Pedn
EUifioo d Barros Bezerra. E nada mais se con-
.tinea em dita eertidao qae (lelmenta copiei. Da-
claro em tempo qae os irapedimentos de qae falla
0 sbpplicaale na peticao retro, foram pastas de-
pi'S da corridos os proclamas. Fit in fide paroehi.
Villa de S. Bento, 14 da setembro do i874
Qaando sera, men Dens, que mudo e indiffereute
0 nosso coraQao nao sinta-se pungir
Ao ver a pobre flor que morre de repente,
Aa ver na mocidade a vida se extinguir !
Mapoel Tertuliano de Figdeiredo, coailjactor pro
partocho desta freguezia. E mais se nao conlioba.
em'dita peticao e attestado aqui bem e fielmente
por mini copiado dos prparios prigmaes aos juaes
f*freporto e doa fe, pbf mim, popferi la aconcer-
taSh com os mesmos. Em testemunho da,verdade
ol'tabelliao publico. Vfilla do S.Benta 15 de se-
lerlbro, fa 1874. -Joao APoni*da Cunha Ferreira-
Quando sera, meu Deus 1 Oh nunca, nunca I 0 frio
Da angustia vira sempre a alma congelar.
La vaibarquinha q'ouro atda pelo rio...
Acerbo soffnmento, oh I dor qae veas matar I
Faz pouco, ai, muito pouco aiada que meu peito
Bateu de encratro a rocha que ora te esmagou ;
A chaga inda esta aberta, ainda soffre 0 elTeito
Da que Ja que talvez pr'a sempre me proslrou.
Por isso avaliar eu sei 0 teu desgosto,
Ate que ponto sei subio tua aflliQio :
Vinte e quatro annos tinha aquelle meigo rosto,
Aquelle "ser modestoe era lea irmao.
Na noite do soffrer, ai, misero tateias.
Perdeste alguma cousa ; ha um vacuo no tea lar.
Parece bem que falta sangue em tuas veias I
E sobram-te solucos, prantos e pezar I
Fechou-seapertaenormeaum teu amor profundo !
No immeaso cahos da morte nm anjo tea cabio.
A vida e assim mesmo; assira mesmo e 0 mundo I
A dor que ora de fere, a mim tambera ferio.
Ama-se loncaraente a am ser aqui na terra :
Ao pai, a nossa mai, a irraa, a uraa mulher.
Rapido...e cinza so, em po tudo se encerra I
Bate a pedra do abysmo e espera-se.. .morrer I
Nao sei como e que os olhos podem passo a passo-
Acompanhar ate ao transito fatal
Um coracao amigo em cujo ameno espajo
0 nosso tem ntoho e ofi'erece um ninho igual I..
Assim tal coto tu, a'sim tal como eu pude,
Senlindo 0 golpe abrir 0 orgao da affeicao.
Possa a humilde voz do meu fraco aiatide
Te dar animo e forca, luz, resignacao.
Recife, 14 de setembro de 1874.
Joao Candido.
Festa campeslre.
Os abaixo assign ados membros da commissao
encarregada de agenciar prendas em beneficio do
asylo de alienados, extremamente agradecida a to-
dos que coocorr eram a festa de domingo, vein
pelo presente manifestar 0 seu recqnbecimento ;
e convidar para comparecerem novamente as 4
horas da tarde do dia.27, no masino sitio da Ta-
marineira, oode pela ultima vez tem .de oH-arecer
ao publico as prendas que receber am.
Acpramissao sente qne por motivos independan-
tes a saa vonlade, nao fosse mais brilaaute a testa
de domingo, porem espera sa tisfaier plenamente no
Padre dia 27, a teuas. as pessoas que se digoarem com
Art. 6." A instruccab de civilidade abrange to
dos os actos da vida de uma senhora em relacdo-
com as pessoa3 de saa familia e com a socie-
dade.
Art. 7.' A inslraccao de recreio consta dede-
senho, rausica, piano e danca.
Art. 8." A instruccao de prendas reune :
todos os trabalhos de agulha e loda a especie de
bordados, que deve saber uraa senhora da raelhor
soeiedade.
II
Art. 9." 0 cillegio admitte alumnas iBternas,
meio pensionistas e exteruas.
Art. 10. A lingua que se falla no interior do col-
legia 6 a franceza ; e durante as aulas de inglez e
italiano so se fallam estas linguas.
Art. II. As alumnas que e.-ladam francez, in-
glez e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
dazir estes idiomas grammaticalmenle.
Art 12. A mensalidade para as internas e 40^,
para as meio pensionistas SOt 0 para as externas
5|, pages adiaatados, par trimestres, que uma vez
comer-ados, consideram-se vencidos.
Art'. 13. A instrucgao das alumnas externas,
remunerada seguado 0 artigo antecedente, e a
dos arts. 3 e 5, as internas e maio pensionistas
teem direito a dos arts. 3, 4, 3,6, 7 e 8, podeado
todavia, qualqner alumna externa frequantar as
aulas superiores, mediante a indemnisacio que se
convencionar.
Art. 14. As despezas com livros, papel, etc.,
sao da c-ompetencia dos pais ou carrespondetes,
las alumnas, e bem assim a uaateria prima de
bordados ; e estes executados, sao propriedade
das mesmas.
Art. 13. As aula3 no Cullegio da Sa.ntissim.v
Tbjndadr, trabalr.am duas vezes ao dia, de raa-
nha dos 9 as 12 horas, e de tarde das 2 li2 as
5 l|2.
Art. 10. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seus pais, assim como a roupa lavada eengom-
raida e p.Ttences, por elles serSo fornecidos.
Art. 17. As pequenas indisposicoes e moles-
lias das internas, sao tratadas no collegio ; nas
graves, porem, a directora faz avisar aos pais oa
correspondentes, para providenciarem sobre 0 tra-
taraeiito, que pode ser era suas casas ou no col-
legio.
Art. 18. Os feriados site 03 das aulas publicas,
salvo as quinlas feiras que, no collegio, ficam des-
tinadus a instrucjao do recreio.
Art. 10. Todas as material leccionadas no Col
lbgio da Santissima Tbindade, sao prfasdasoes
pela direetora e suas irmas, oa outras serihora
com a aptidao [)recisa, e que a directora julgar
aecessarias.
Recife, 30 de dezembro de \87:\.-Philomena
ilinervina de Albuquerque O'C nneil Jersey.
Approvo.-Directoria gerl da instruccao publi-
ca de Pernambuco, 8 de Janeiro de 1874.Joao
garbulho.
Estiuinlai os cabellos deeadec-
tes.
Se 0 vosso cabello esta ralo, lembrai-v s que en-
tre os claros das flbras germiaara reuovo3 de ca-
bellos debaixo da epiderme, os quaes so necessi-
tam d'um estimulante elucaz para ajadal-os a
penetrar a superlicie e brotarem em fibras vigo-
rosas.
applied com frequencia 0 Tonico Oriental,
usando da escova com bastante forca, afim de
exciter 03 absorventes a que 0 recebam, e 0 resul-
tado s!>ra certamente grato e beneflco. A expe-
riencia universal dos effeitos do tonico, e, que nao
somente reforgam e ampliara as fibras, mas sim
tambem as faz multiplicar.
' Nos climas calidos, onde as senhoras erronea-
mente so fazem uso dos oleos para cs cabellos,
acharam que este e incomparavelmente superior
a qualquer outro artigo para dar as suas traacas
brilho, elasticidade e formosura.
01
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Becife.lS de setembro
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOSS OFFKIAES
Algodio de Goyanna 1*
kilos, hontem.
Cambio sobre Londres a
1JG00, banco
Dito swbre dito a 3 d|v.
banco.
8. de Vaseoncetlos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretario.
aorle 7*000 por 13
90 d[v. 26 1(4 d. por
26 d por 15000, do
ALFANDBUA
Readanenio do dia 1 a 17. V
dam do dia 18 ....
394:6 \7*881
41:938^041
409:4221664
fiarecer ao bazar du prendas qae Ihe tem site of-
efecidas.
Para pr.evinir qualquer aocidente os abaixo as
signados ia obtiveram da generosidade do Exm.
Sr. barao ao Livramento a recoastfu^ao do barra-
cSfj que desta vez sera cobarto de ziueo. e espaco
so demodo aofferecor.as posstveis <5orn A commissao faltaria a um dever.de daUcadeia
se tambem Bio agra4ecese aoa qae ihe digram.
Descarregam boja 19 de setembro de 1874.
Palacbo inglez Gafofe'a (atracado) mercado-
rias para aUaadega.
Patacho inglez -4 Amw Mitchell marcadonas
para alfandega.
Lugar portuguez Julio vmho para deposito
no trapiche Canba.
IoaportaeAo.
Vapor naciooal.rSruflnfM, entrado dos po
da norte em 18 dtfcorrenie e consignado a~Pe
ra Vianna & Cajmamfestoa '. .'
Arroz 1 sac.o e lencapado, a Francisco Gonjal-
yes Bastos e Sa.
Tapioca 20 paneiros, a Josfi Correia Braga, a 17"
encapados a Beltrao & *ilho.
DE3PAOHQ3DB EXPORTA'^0 NO DIA (7 DB
SEfEMBRO DE 1874.
Para ot portot do exterior.
No vapor inglez /.ifiuti'?, para Li4>pa,*r:
TtOS
erei'






'. i'i-iiv ''" .
4
Jfeno do Pemainbuoo Sabbardo 19 ue Setembro do 1874.
regaa : 0. A. Ferreira 8 barricas com 270 kilos
da farinha e i dm com Si dilos de cafe : Lino J
M. de Araujo i ditaa com 97 ditos de farinha, 1
caixa com M iitos de doce e 1 barril com M litroe
de aguardente.
Par* M jwioi do interior.
r *W "*?* Henriqueta, carre
goa : Fragi 4 Rocha 4 barricas com 210 kilos
fle assucar branco.
Para o Natal, oa barcaca Dous Amigot, car-
regou : J. A. G. Pint AC. I barrica com 113
kilos de assucar braneo e 6 saccos com 430 ditos
de duo renoado. ,
CaPATAZIA DA AI.FANDBGA
Kondimeoto do dia I a 17. 9:708*018
dam do dia 18..... 554*580
10:260*598
VOLUMES SAHiDOS
No dia i a 17 .....
No dia 18
Pnmeira porta.....
Sagaoda porta.....
Tirceira porta.....
Trvpicb* Ccneaicio .
16,466
246
1(8
141
10
16,981
SERV1CO UAK1TIHO
ajvtrangas daseamgadas no vapicb* da
aKandega :
Noaal7.....
No dia 18.......
- Id trspicb* Cocic*o .
17
17
4UKSBBBOR1A OB HENDAS LNTIHNAS GE
RAES DE PERNAMBUCv
.edtmenio do dia < a 17 25:2534142
dam do dia 18. 2:612*390
27:265*53 J
rUadimaoio do dia 1
(dam do dia 18. .
CONSULADO PBOVINCIAL
a 17.
28:9014293
1:9794431
30:8804724
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento do dia la 16 3:8124612
Idem do dia 17 1104758
brado de 1 andar e loja, todo arrw -
dado por 600,000
N. 144. Arcelma Xavier Carnsire Ro-
drigues Campello, urn sobrado de 2
andares e loja, todo arrendado por 1:380,000
N. 152. Jose Francisco doe Santos,
uma casa terrea arrendada por 360,000
N. 136. Jose Alexandre Ribeiro, uma
casa terrea arrendada por 300,000
N. 164. Antonio Valentin da Silva Bar-
roca, uma cast terrea arrendada por 300,000
It. 180. Manoel de Mesquita Cardozo,
um sobrado de 2 aBlares e loja, to-
do arrendado por 1:328,000
N. 181 Vicente de Paula Oliveira Vil-
las-BOas, uma casa terrea arrenda-
da por 420,000
N. 190. Manoel Martins do Araorim,
uma casa terrea arrendada por 600,000
N. 198. Manoel Antonio de Alcantara,
uma casa terrea arrendada por 480,000
N. 204. UmbeJina Candida da Silva
Atevedo, utnobrado de 1 andar e
loja, todo arrendado por 1:224,000
N. 206. Adelaide G. de Mattos Lima,
uma casa terrea arrendada por 400,000
N. 210. Joaquim Luit Ribeiro, uma
casa terrea arrendada por 420,000
N. 218. Alfredo, Adelaide e Manoel, fi-
Ihos 4e Amenco Francisco de Panla
Menezes, uma casa terrea arrendada
por 360,008
N. 226. Palmira de Mattos Lemos,
uma casa terrea arrendada por 360,000
N. 228. Maria Adelaide de Lemos, uma '
casa terrea arrendada por 360,000
N. 236. Silvana Maria Lima, uma casa
terrea arr.ndada por 360,000
N. 272. Themoteo Pinto Leal e outro,
uma casa terrea arrendada por 480,400
N. 294. Francisca Tnomazia da Concei-
ceicao Cunba, uma casa terrea ar-
rendada por 400,000
N. 55. Jose Francisco de Andrade Ju-
nior, uma casa terrea arrendada por 336,000
X 59. Jo.-e Nicolao de Souza, uma ca-
sa terrea arrendada por 240,000
N. 65 Irmandade das Almas do Reci-
fe, uma casa terrea arrendada por -300,000
1* seccao do consulado provincial de Pernam-
buco, 12 de setembro de 1874.
O chefe,
Eduardo Aueusto de Oliveira.
Baoalhao, etc.
Rendimento do dia 1 a 16 7604643
Idem do dia 17 4
Generos de esiiva.
Rendimento de dia 1 a 16 2:4434468
Idem do dia 17 1214809
Farinha de trigo, etc.
Rendimento do dia 1 a 16 4:2974902
Idem do dia 17 4
Fumo, etc.
Rendimento.do dia 1 a 16 1:7784614
Idem do dia 17 4
Vinagre, etc.
Rendimento do dia 1116 1:3374561
Idem do dia 17 4
3:9234370
7604643
2:5654277
4:2974902
1:7784611
1:3374561
14:6634364
Thesouro povincial de Pernamuco, 18 de setem-
bro de 4874.
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da Silva Santos.
MOVIMErtTu DO PORTS
Navio entrado no dia t8.
Para e portos intermedios 9 dias, vapor natio-
nal Cwrantes, de 1,057 toneladas, eommandan
te Jorge Goncalves, equ'ipagem 44, carga varios
generos; a Fereira Vianna & C.
Observacao.
Nao hoave sahidas.
IDITMS.
Oonsulado provincial
Para scieneia dos contribuiotes do imposto da
decima urbana e os eiTeitos legaes, em seguida pu-
bltcam-se as aikracoes verilicadas no lancameato
do mesmo imposto 00 canenteanno financeiro de
1874 a 1375, ficando aberto 0 prate de 30 dias,
nos ternjos do art. 38 d) regulamento de 6 de
abril do corrente anno, as reclamayoes que por
ventara possaoi tor a fazer os interessados.
AlteracOes verificadas no lanramento da decima ur-
bana da freguezia de S. Jose, no anno corrente
de 1874 a 1875, pelo lancador Izidoro Thoodulo
de Mattos Ferreira.
Slarcilio Dias.
N. 76. Irmandade das Almas do Recife,
uma casa terrea arrendada por 300,000
N. 82. Joaquim Lopes Macbado, um
sobrado de 2 andares e loja todo
arrendado por 1:360,000
N. 86. 0 mesmo, um sobrado do 2 an-
dares e loja, todo arrendado por 1:300,000
N. 98. Manoel Martins Fjuza, uma ca-
sa por 320,000
N. 120. Francisco Jose Leite, um so-
brado de 3 andares e loja, todo ar-
rendada por 1.500,000
X 113. Manoel Antonio de Azevedo,
uma caa terrea por 420,000
N. 129. Herdeiros de Manoel Gomes da
Silva, um sobrado de 2 andares e
loja, todo arrendado por 1:320,000
H. 131. Antonio Fernandes de Figuoi-
redo Paiva e outro, um sobrado de
um andar 0 loja, todo arrendado por 540,000
Loans Valentinas.
N. 50. Jos6 dos Santos Neves, um so-
brado de 2 andares e loja, todo ar-
^rendado por 936,000
N. 56. Irmandade das Almas do Reci-
fe, uma casa terrea arrendada por 240,000
N. 62. Joaquim Luiz Vieira, 1 casa
terrea arrendada por 396,000
N. 64. Joaquim da Silva Torre?, um
sobrado de 2 andares e loja, todo
arrendado por 1:336.000
X. 68. Ordera terceira do Carmo, uma
casa terrea arrendada por 288,000
N. 72. Antonio Cardozo de Oliveira,
uma casa terrea arrendada por 240,000
IS. 70. Irmandade das Almas do Reci-
fe, uma casa terrea arrendada por 300,000
JN. 92. Joaquim Dias Fernandes, uma
casa terrea arrendada por 264,000
N. 19. Ordera terceira de S. Francis-
co, uma casa terrea arrendada por 388,800
X. 21. Antonio Diogo da Silva, um so-
brado de 1 andar e loja, todo arren-
dado por 552,000
N. 27. Antonio Jose de Souza, um so-
brado de 1 andar e loja, todo arren-
dado por 696,000
N. 31. Luiz Manoel Rodrigue9 Valen-
ca, uma casa terrea arrendada por 180,000
N. 'jI. Antonio Alves Monteiro, uma
casa terrea arrendada nor 240,000
Coronel Suassuna.
N. 100. Maria Francisca de Saot'4nna
e outra, uma casa terrea arrendada
por 168,000
N. 102. Antonio Joaquim Vinbas Maia,
am sobrado de 1 andar e loja, todo
arrendado por 860,000
N. 104. Galdino F. Gabral de Vascon-
cellos, um sobrado de am andar e
loja, todo arrendado por 852,000
N". 116. Joaquim Manoel Ferreira de
Sooza, uma ca-1 terrea arrendada
por 300,000
It 118. 0 mesmo, uma easa terrea
arrendada por 240,000
X. 124. Guilbermina Moreira de Men-
donca, uma casa terrea arrendada
por 360,000
N. 128. Maria Joaqiina Pinbeiral, nm
sobrado de am radar e loja, todo
arrendado por 792,000
ri. 134. Joaqnim Manoel Ferreira de
Sooza, uma casa terrea arrendada
kPioa a 30.000
ri. ijo. o mesmo, uma casa terrea
arrendada por 300,000
^J, 138, JosS Antooio da Silva, am so- '
0 lllm. Sr. inspector do tnesooro provincial
manda fazer publico, que era cumprimento da er-
dem do Exm. Sr. presidente da provmcia, de 24 de
agosto nltimo, tem de ser contratado perante a
junta do mesmo thesouro, no dia- 24 do corrente,
0 fornecimento dos moveis precisos para as escolas
do sexo feminino, dos Coeihos, Campo Granle,
Campo-Verde e Fundao, os quaes vao deeWados
na tabella abaixo transcripta.
As pessoas que quizerera contratar dito forne-
cimento, comparecam na sala das sessoes da mes
ma junta, pelo meio dia do dia acima indicado.
Sewetaria do thdsouro provincial, 16 de setem-
bro de 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
TABELLA.
Quatro quadros com a efflgie do Senhor Cruci-
ficado com 0,66-c de altura e 0,44-c de largura
um (104) 404000.
Quatro mesas de amarello com lm, 11 de com-
primento, 0,ra 65 de largura e 0,m 75 de altura
com pes torneados e duas gavetas, um (2240001
884000.
Quatro cadeiras de amarello, de bracos, uma
(164) 0; 3000.
Oito ditas singelas 644000.
Quatro estraios de louro com l,m 60 de compri-
mento l,m 40 de largura e 0,m 15 de altura, um
(204) 804000.
Doze classes ou mesoe3 de amarello com 2,m 64
de compriraento, 0,m 44 de largura, 0,m 72 de al
tura na frente e 0,m 76 do lado opposto, com pes
torneados, contendo quatro tinteiros e tres trasla-
dos em quadro, uma (345) 4084000.
Dezeseis bancos de amarello, assento de palhi
nba, com 2,m 44 de compiimento, 0,m 25 de lar-
gura e 0,m 45 de altura, com pes torneados, am
(254) 4004000.
Quatro pedras para calculos com l,m de com-
primento e l,ra 20 de largura, uma (102) 404.
Doze cabides de amarello com 8 tornos, um <33i
604000.
Quatro reguas de jscaranda, uma (500) 24.
Qua'.ro escrivanias de metal, uma (54) 204.
Quatro theares singelos, nm (10) 404.
Quatro jarras, uma (55) 205.
Qoatro cocos de folha de ferro 45 00.
Uoze bacios com tampa, um (25) 245.
Quatro cuboj de amarelb, um (75) 28.5.
Conforme.Miguel Affonso Ferreira.
tres dias nteis, para Jos
eferii
pela imprensa, durante
fins do direito. Assim, pedeoi a V. S. d'eFerimen-
to. S. R. M.Recife 15 de setembro de 1874.
Amenta Gomes da Silva Jnaior & C.
Estava a diu peticio sellada com 0 sello de es-
tampilha de 200 rs., regularmente lnulilisada.
Na qa.l dei 0 despacho seguinte : DiMribuida,
como reqaer. Recife, 15 de setembro de 1874 -
Barros de Laeerda.
Em virtade do qual fara a peticao distribnida ao
escrivao deste juizo Manoel Maria Rodrigues do
Naseimento, o qual fet lavrar 0 termo de protesto
do theot segsnnte: Termo de protesto. -Aos 16
de setembro de 1874, na cidade do Recife, em meu
cartorio appareceram os sapplicantes Antonio Go-
mes da SMva Junior & G, e disseram perante mim
e as testemunhas infra asalgnadas, que reduziam a
protesto o conteiido de sua peticao retro, a aaal
oferecan como parte do presente quo fica sn-
do, e de como assim o disseram e protostaram,
lavrei ste termo, 00 qual depots de lido', se Mr-
ma ram com as ditas testemunhas ; eu 9e'cnadino
HeJeodoro da Cunha, escrevente jorameotado 0
escrevi; eu, Maaoel Maria Rodrigues de Nasci-
mcaio, escrivio, 0 subscrevi, Antooie Gomes
da Silva Junior C., Joaquim Jose de Abrcu 0
Francisco Joaquim Pereira. Par forea do meu
despacho 0 escrivio fez patsar o presente, pelo
qnal chamo, cito e hei por intisaado a Joio Ale-
xandre Vieira, e bem assim aos sees credores,
para que fiqeem scientes de todoo oxpendido.
E para que chegue ao cenhecimento de
todos, mandei passar 0 preserve, qua serd
publicado ptla imprensa e allixado nos lu-
gares do costume.
Recife, 17 de setembro do 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigaes do Nasei-
mento, escrivao, o subscrevi.
Sebasliao do Rego Barros de Laeerda.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex causa.
Barros de Laeerda.________
Perante a camara municipal desta cidade
estara em praca nos dias 18, 19, 21, 22 e 23 d>
corrente, para ser arrematado por quem menor
preco oiTerecer, os reparos da rua do Quiabo da
freguezia dos Afogados, orcadjs na qjantia de
5985224 : quem pretender arreraatar esses con-
certos, corapareca nos indicados dias, no pa$o
municipal, munidos de fianca idonea.
0 orcamento acha-se na secretaria da mesma
camara, onde sera apresentado
rem consoltar.
451 grammas de came assada.
114 alias de arrox.
1 pao de 13 grammas.
Lenha e sal.
Secreuria da pelicia de, Pernambaco, 3 de se-
tembro de 1874. ^
Conforme.Migael Aflonso Ferreira
aos que os quize-
Pa^o da camara municipal do Recife, 17
de setembro de 1874.
M. J. do Rego e Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
0 Dr. Joaquim Goncalves Lima, juiz dos
feitos da fazenda desta provmcia, por
S. M. Imperial, a que Deus guarde,
etc.
Fago saber aos que 0 presente edital vi-
rem que, em cumprimento da ordem do
thesouro de 30 de dezembro de 1865, e
das instrucQoes que com a mesma baixa-
ram, findo 0 prazo de tres mezes a contar
da data da publicagdo deste, sera" vendido e
arrematado em hasta publica celebrada na
comarca de ltamb'5, a quem maior prego
oiTerecer, d vista ou a prszo ate 11 annos
quando muito com juros de 6% ao anno
pelo tempo da demora a comprehensao de-
nominada, Buraco doextincto vinculo
de Itambe, sita naquella comarca a qual se
acha avaliada em cinco contos de reis e
contem segundo a medigao a quese proce-
deu e consta dos autos a extensSo seguinte :
do lado do leste 1,110 b'racas, do lado do
norte 409 bragas, do lado do noroeste 682
bracas do lado do poente 411 bragas 0 do
lado do sul 681 bragas, sendo todo 0 ter-
reno proprio para a cultura de mandioca e
outros legumes e ficando certos os interes-
sados de que, tanto por tanto sera" referido
0 lango do posseiro respec'ivo, na confor-
midade da ordem do thesouro, n. lo de 28
de Janeiro de 187 4.
Hecife, 1-5 de setembro de 1874.Eu,
Jose Francisco do Rego Barros, escrivio, 0
subscrevi.
0 Dr. Sebastifio do Rego Barros de Laeer-
da, juiz especial do comoaercto desta ci-
dade do Recife de Pernambuco, por S.
M. Imperial, que Deus guarde, etc.
Faco saber aos qua 0 presente edital virem ou
delle nolicia ttverem que pelos administradores da
massa fallida de Manoel Jose Monteiro Torres,
foi apreseotada a seguinte classiflcacio dos credi-
tos de diu massa :
Credores simples oa chirographanos. Rabb
Schmettau <& C. 5:9034680. J. 0. C Dovle.....
3634800. Vaz & Leal 1:0485180. Simpson 4 C.
1:796*700. Duarte 4 Irmios 4844200. Joaa Ig-
nacis do Rego Medeiros 724030. Pereira de Mel-
lo & C. 14:5114630. Thomaz Jefferies 7:8005590.
Keller 4 C. 29:4804220. Cramer Frey 4C...
20:2935590. Antonio Valenlim da Silva Barroca
5 7194900. Cnnha & C 1:2484420. Pbipps Bro-
thers & C. 7:2684190. Carneiro & Nogueira....
15:7124430. Saunders Brothers & C, 13:2675720
D. R-WilddtC. 13:1395320. Mendes Azevedo
Si C 2:5725820. Pinto da Silva <&Casc4o 1485350.
Adriano Castro 4 C. 905000. Mills Lathan & C.
9:2265770. Braga Son & C 3:9305050. Jose
Luiz Goncalves Ferreira 0. 12:4245340. Ro-
drigues Irmaos & Guimaries 1:5815810. Lvnden
Widman 4 C. 27:9255680. E. A. Burle & C.....
15:7185905. Mesquita Cardoso 4 C 2:6565520.
Credor privilegiado.Adamson Howie &C___
7:6454040, mas 0 seu titulo esti sendo contestado
por parte da massa.
E por este edital sao citados os referidos credo-
res para dentro do prazo de cinco dias, contados
da publicacao do mesmo, dizerem sobre a dita
classiticacao.
E para que cbegue ao conhecimento de
todos, mandei pa.-sar o presente, que sera*
publicado pela imprensa e allixado nos luga-
res do costume.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasei-
mento, escrivao o subscrevi.
Recife, 16 de setembro de 1874.
Sebastido do Itego Barros de Laeerda.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.
Barros de Laeerda.
OFCLARA00ES.
Edital a 52.
Pela inspectoria da alfandegi se faz publico
que as 11 lioras da manna do dia 21 do corrente,
a porta desta reyarticao, se ha de arremalar, livres
de direitos e sujeitos ao imposto da capatazia, 6
1|2 kilos de confeitos mediciuaes, em frascos, par-
le do conteiido da caixa marca M S F & C n. 67,
vinJa do Havre no navio francez Veridiana, entra-
do em 11 de juaho de 1873, avaliados por 154106
e abandenados aos direitos por Manoel da Silva
Faria & C.
Alfandega de Pernambuco, 18 de setembro de
1871.
0 inspector,
______________Fab-o .1. de Carcalho Reis.
0 Dr. Alfredo Affonso Ferreira, juiz munieipal e
do commercio desta cidade da Eseada, por sua
Magestade o Imperador, etc.
ConvocacSo de credores.
Faco saber aos qoe o presente edital virem.
que sendo qualnieala de casual a fallencia do
nejjociante Antonio Pedro Gomes, tem de proce-
der-se no dia 22 do corrente, as 11 hora3, a reu-
niao dos credores de sua massa fallida, para trata-
rem da concordata, se o fullido a propozer, e quan-
do a nao proponha, on seja rejeitada, tratar-se do
eontralo de uniao e eleijao dos administadores'na
forma do lei.
Pelo que convoco os credores do mesmo para no
dia e hora acima designados comparecerem, sob
pena de serem considerados ausentes, como
adherentes a concordata, se della se tratar.
Ontro sim, advirto que nenbnm credor sera
admiltido por procurador so este nao tiver pode-
res especiaes para o acto, que nSo pode ura mes-
mo procurador representar por dous diversos cre-
dores, nem a procuracao pode ser dada a pessoa
que seja devedora ao fallido, tudo na conformi-
dade do artigo 842 do codigo commercial e do
artigo l. do decreto n. 1,368 de 18 de abril de
1854.
E para constar, mandei passar tres deste thcor,
qae serSo afflxados nos lugares do costume, e
publicados pela imprensa, de que se juntara certi-
dao aos autos.
Dado e passado nesta cidade da Eseada, aos 15
dias do mez de setembro de 1874.
Eu, Joio Damasceno e Silva, esirivao, o es-
crevi.
Estava scilada com uma estampilba de 400 rs.
inutilisada na forma do estylo. Alfredo Affonso
Ferreira.
Ao sello 300 rs., valha sera sello ex-causa.
Affonso Ferreira.
Esta conforme com o original, ao qual me re
porto.
Eu, Joao damasceno e Silva, escrivao-
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Laeerda,
juiz de direito especial do commercie nes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e constitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que Antonio Gomes da Sil-
va Janier A C, mo dingiram a peticao do tboor se-
guinte :
Him. Sr. Dr. juiz de direito do commercio.
Dizem Antonio Gomes da Silva Junior A C., com-
merciantes estabelecidos nesta praga, que, tendo
sido annunciada a venda em leilao da armacao e
uten-ilios da taverna sita a rua do Vigario The
norio n. 33, segundo se veriflca do jornal junto,
os saplicantes compraram ditos atensilios e arma-
fio pela qaantia do 1555, jolgaodo achar-se o
precitado leilao devidamente autorisado nor deter-
mmagao deste juizo por accordo dos credores de
Joao Alexandre Vieira, por conta e risco dc quem
foi feito. Lhegando, porem, agora ao conheci-
mento dps snpplicantes que nlo procedera a ar-
rematagao por aatorisaclo de V. S., visto nao
haver contra o referido JoSo Alexandre Vieira
procedimento judicial, nem accordo dos credores
do mesmo, os snpplicantes veem em temps pro-
testar, para segnranca do sea direito, qae n3o se
acham responsaveis por qnalquer diviaa do mes-
mo Vieira, visto terem arrematado oestabelecimen-
to nos termos acima expostos; e reqaerem que
seja tornado por termo o sea protesto, e publicado
0 lllm. Sr. inspector do thesouro provincia
manda fazer publico que em cumprimento da or-
dem do Exm. presidente da provincia, datada de 12
do corrente, se ha de arrematar perante a junta
do mesmo thesouro, no dia 24 do mesmo mez,a
quem por menos fizer, o fornecimento dos presos
pobres da casa de detencSo, no trimeslre de outu-
bro a dezembro proximo vindouro; sendo os ge-
neros de que se comuue as dianas e dietas dos
mesmos presos, os constants das'tabellas abaixo
transcriptas.
As diarias e dietas dos presos pobres nao pode-
rao exceder a 400 rs. diartos, cam excepgao do
fornecimento feito aos presos militares, que sera
de 352 rs. diarios, conforme o disposto no aviso do
ministerio da guerra de 22 de maio de 1^8.
E para constar se mandou pablicar o presente
pelo Diario de Pernambuco.
Secretaria do thesouro provincial de Pernam-
buco, 15 de setembro de 1874.0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Jantar.
Tabella organisada em virtudo da ordem da pre-
sidencia, de 15 de julho ultimo, e de conformidade
com o artigo 29 da lei do orcamento vigente.
Sera fornecida aos presos pobres, recolhidos a
casa de detencao, a seguinte alimentacao, a razao
de 400 rs. por cada preso.
Almoco para todos os dias da semana.
1 pao de farinha de trigo com o peso de 143
grammas.
36 grammas de cafe em grao.
57 ditas de assucar mascavado reSnado.
Ceia para todos os dias da semana.
1 pao ou bolacha de 86 grammas.
36 grammas de cafe em grao.
57 ditas de assucar mascavado reunado.
Jantar.
Nos domingos, tercas e quintas-feiras.
159 grammas de carne verde crna."
14 ditas de toucinbo.
5 decilitros de farinha de mandioca.
Nas segundas e quartas-feiras.
229 grammas de carne secca.
14 ditas de toucinho.
2 decilitros de feijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
Nas sextas-feiras e sabbados.
Jantar.
229 gremmas de bacalhao.
2 decilitros de feijao.
5 ditos de farinha de mandio:a.
2 centilitros de azeite doce.
4 ditos de vinagre.
Lenha e sal necessarios para o preparo
da comida.
Os generos serao enlregues no estabelecimento
a custa do fornecedor, qae tambem rainistrara o
barbante necessario para a divisao das racoes da
carne e bacalhao. Sendo o cafe fornecido crd, o
fornecedor dara o torrador e moinho a sua custa.
Dietasn. 1.
1 qaarto de gallinba.
Lenha e sal.
N. 2-almojo.
1 pao de 143 grammas.
1 sopa de caldo de gallinba.
Lenha e sal.
Jantar.
1 quarto de gallinba cozida.
57 grammas de arroz para caaja.
Sal, vinagre e lenha.
N. 3ajmoco.
0 mesmo da dieta n. 2.
Jantar.
Meio qnarto de gallinba cozida.
1 qaarto de gallinba assada.
1 pao de 143 grammas.
Sal e lenha.
114 grammas de arroz.
N. 4almo;o.
7 grammas de cha da India (verde).
1 pao de 143 grammas.
57 grammas de assucar bracco refinado (3
sorte).
Lonba.
Jantar.
459 grammas de carne verde.
8 decilitros de farinha.
Lenha e sal.
N. 5almogo.
0 mesmo da dieta n. 4. ,- '
Jantar.
IKvurao
de Nossa Senbora do Rosario da igreja da
Mad re de Deos.
Eleicao.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmaos a comparecerem no consistorio da
igreja da Madre de Deus, no domingo 20 do cor-
rente, pelas 3 i|2 lioras da tarde, atim de reanidos
em mesa geral, proceder-se a eleico da nova me-
sa one tem de reger esta devocao no anno de 1874
a 1875 Recife, 18 de setembro de 1874.
0 escrivao,
______________Francisco Jose Cnaves.______
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, convida-se as
pessoas abaixo declaradas, para comparecerem
nesta thesouraria, por si ou por pesspa conhecida
que as represente. ,
Antonio Manoel da Cunha.
Antonio Clemenlino da Costa Ribejro.
Ant mio Jose Cardoso.
Aroaro Vieira Jose da Silva.
Benedicto Alves do3 Santos.
Caetana Felicia Cherubina Collaca.
Cecilia Joaquina Monte'ro da Costa.
Emigdio Vieira de Lemos.
Francisco de Paula Peuoa de Albuquerque.
Joao Francisco do Rego Barreto.
Joio Francisco.
Jose Luiz Moreira.
Jose de Mattus Polycarpo.
Jose Vicente dos Anjos.
Manoel Ferreira. .
Manoel Severino de Souza.
Maria Alberta dos Marlyres.
Maria da Annunciacao Carneiro de Sampaio.
Maria da Assumpcao Cesar.
Maria Joaquina de Araujo.
Maria Jacintha Pereira.
Maria L'rraina Pessoa de Albuquerque.
Marianna Hermogenes da Conceicao Sampaio.
Marianna Leocadia da Fonceca.
Rita de Cassia Vieira Cavalcante.
Secretaria da tbesoutaria de fazenda de Pernam-
buco, 16 de setembro de 1874.0 2 escripturario,
servindo de secretario,
Carlos J. de Souza Correia.
.. Largo da Campina.
Idemn ll(fechada). 965000
Rua do Nogueira.
Casa terrea n. 17 (fechada)..... 3005000
Rua do Coronel Suassuna
! andar do s&brado numero 94 3864000
PATRIMONIO DOSORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada)..... 4005000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421500f
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 11.......2025000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 602A000
Casa terrea n. 34...... 24000
Roar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......1535000
Roa do Vigario.
2* andar do sobrado a. 27 2435000
! andar do mesmo......2405000
Loja do mesmo.......3005000
Raa do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada). 1:4005000
Bua da Senzalla velha
[dem n. 16........2095000
Bua da Guia.
Casa terrea n. 25 .... I 2095001
Idem n. 29 .......20I50W
, Rna da Cror.
sobrado tie 2 andares n. 2 (fechada). 8OO5OOO
ldemn,i......... 6004000
Rua de S. lorge
Casa terrea n. 100 (fechada) .
Idem n. 103 [ *
Bua do Arnpare )6lin'da)'
Casa tercea n. 18 (fechada).... 2\04000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as saas flancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos Badores, devendo
pagar alem da renda. o premio da quantia em
que for seguro 0 predio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como 0 servico da lira
peza e precos dos apparelhos.
Secreuria da Sanu Casa da|Misericordia do R
eife, 17 de sstembro de 1874.
0 escrivao,
^^^^^ Pedro Rodrigues de Souza.
2414000
2074000
CGRSDUDO PROVINCIAL.
Por esu repartiQao se faz publico aos devedores
dos impostos pertenceutes ao exercicio em liqui
dacio de 1873 a 74, que no dia 29 do corrente fin-
da se e prazo marcado para 0 recebimento deseus
debitos com a multa de 6 0|0, ficando snjeitoss 0
que nao pagarem ate aquelle dia, a serem ajuiza-
dos com a multa de 9 G|0.
Consulado provincial de Pernambuco, 1
de setembro de 1874.0 administrador,
Antonio C. Machado Rios.
Secreuria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de setemoro de 1874.-0 2 escriptu-
raio, servindo de secretario,
______________Carlos J. do Sonsa Correia.
Imperialsociedade dost Ariisias
llecbanicos e I^iberaes.
De ordem do director convido a todos os soeios
desta sociedade a comparecerem na sCde da mes-
ma pelas 10 horas do dia 20 do corrente, para em
asscmblea geral, com as demais sociedade) artisti-
cas, tratar sc da fusao projectada.
0 1 secretario,
P. Paulo dos Santos.
Hospital Portuguez de Beneficen-
cia eiu Pernambaco
Domingo 20 do corrente tera lngar.a festa do
19- anniversario da installacao deste hospital.
As 8 horas da manna celebrar-se-ha missa can-
tada com masica de orchestra em loovor a S. Joao
dc Deus, patrono do mesmo hospital.
A's horas do costume sera servido 0 jantar aos
enfermos.
0 estabelecimento estara franco a todas as pes-
soas que 0 queiram visitar, e as 7 boras da noite re-
sar-se-ha uma ladainha ao mesmo patrono, em
accao de graca e em leovor de todas as pessoas
que directa ou indirecramente teem auxiliado a
missSo de caridade deste pio estabelecimento.
Hospital Portuguuz de Beneficencia, 15 de se-
tembro de 1874.
Luiz Duprat.
Secretario.
FUNDIQAO
DE d
C Starr dk C.
Sao convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras econtas yencidas; sendo que nSo 0 fa-
zendo ate o dia 30 deoutubro proximo vin-
douro, serao vendidas em leilao. Poderao
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundir;So ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
Thesouraria de fazenda
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesouraria
de fazenda desta provincia convida-se as pessoas
abaixo declaradas para comparecerem nesta the
souraria, por si ou por pessoa conhecida qae as
represente.
Anna Clara Joaquina Barreto.
Anna joaquina de Souza.
Anna Joaquina de Souza Range).
Anna Maria Ferreira.
Antonia Maria Jezuina de Jesus.
Adelaide Maria Germana tie Agniar.
Candida Rosa Alexandrina da Silva.
Candida Rosa da Fonceca.
Catharina Miquilina da Silva.
Clarinda de Albuquerque Maranhao.
Francisca Henriqueta Fernandes Gama.
Gertrudes das Virgens Gomes do Naseimento.
Guillu miuia Olympia de Souza Range).
Josepha Helena de Locio.
Jasta Ituiina dos Santos Portugal. ~
Maria do Espirito Santo Souza Range).
Maria Ferreira da ?az.
Maria Fiijueira de Oliveira Rodrigues.
Maria Ignacia de Jesus.
Maria Isabel de Souza Rangel.
Maria Joaquina de Siqueira Senna.
Maria Jose Felicidade Barreto.
Maria Luiza de Mendonca.
Maria Pessca de Melle.
Maria Joaquina do Espirito Santo.
Miquilina Getuha^de Assumpcao.
Rulina Antonia Xavier.
Ursula Maria de Souza Magalhaes.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 18 de setembro de 1874. 0 2 eseripturarlo,
servindo de secretario,
Carlo3 J. de Souzi Correia.
Companhia Fidelidade
egurosj maritimo* e (rrrestreA
A agencia desU companhia toma segaros ma-
ritim s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos 0 solo livre, a 0 setimo anno grataiio
ao segurado.
Rua do Visconde de Iuparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose" Gomes,
___________________Agente.___________
CONSULADO PROVINCIAL
Por esta reparticao se faz aciente aos comn
bnintes dos apparelhos, differenca dos mesmjs,
annuidades e encanamentos da Recife Drainag-
Company do semestre finde em dezembro de
1872, qne foi prorogado por mais dez dias ateis e
recebimento que ora se procede, terminando a re-
ferida prorogacao no dia 14 de setembro vin-
douro.
Consulado provincial, 29 de agosto de 1874.
0 administrador,
__________Antonio Carneiro Macbado Rios.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De oidem do Sr. presidente convido os Srs.
socios a reunirem-se na >ala das sessoes desla so-
ciedade, domingo 20 do corrente, as 7 horas da
raanha, para em assemblea geral extraordinana.
elegerem 0 vice-presidente, por tor o effective
sido eleito presidente na sessao proxima passada.
Secreuria da Sociedade Recreativa Joventud=,
16 de setembro de 1874.
Orestes Monteiro,
_________________1. stcreiario.
AUMIMSTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO, 16 DE SETEMBRO DE 1874
Relacao da correspondencia registrada (tem valcre)
recebidade dicersas prorcdenrias ate esta data,
e que nao tem sido emtregve por ignorarsc as
residencies dos destinata'os.
Amaro de Oliveira Duira, Antonio J. P. de Men-
donca, Antonio Luiz do Araaral, Antonio Felip:>-
de Santiago, Cosme Jose dos >sntos Calado, Fruu-
cisco Ma tins de Araujn, Francisco Manoel de
Araojo, Francisco Ferreira da Costa e Mello, Fran-
isco cavalcante de Albuquerque Lins, Florencio
Izidoro Leal 4 ('., Lniz Gonzaga Moreira, Jose Ma-
noel de Araujo, Jose Caetano de Albuquerque, Joa-
quim Elviro Pereira MagalhSes, Joao Chrysostomo
deOlivei-a Pelagio, Julio Pires Lobo, Jeronyma
Maria Ramos, Joaquim Pereira de Mello Moraes,
Manoel Pereira da Silva Bambilha Manoel do Rego
Mello, Manoel Migueis, Maria Graciana, Dr. Pedro
Jorge de Souza, Querubino Jose dos Santos, Ramos
Carrera Fernandes, Romualdo Alves Ferreira, Sil-
vestre Jose da Rocha Pinto. Salustlano Francisco
do Nas :i men to.
0 official, encarregado do registro,
__________Josi Candido de Barros.
ADMIMSTRA(;AO DOS CORREIOS DE PEli-
NAMBUCO, 19 DE SETEMBRO EE 1874
Malas a expedtr-se
Pelo vapor nacionai Cervantes, esta admir.'--
tracao expede malas para os portos do sul, hoi*;
(19).
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 1 hora da tarde,
cartas ordinarias ate. 2 horas, e esUs at6 2 1]2,
pagando porte duplo.
As cartas e jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previamente, aquellas a taxa de
300 rs. por 13 grammas ou fraccao de 15 gram-
mas, e estes a de 40 r.-. por 40 grammas ou frac-
cao de 40 grammas, na progressao estabelecida
nas tabellasC e D anncxas as instruccoes do lm
de dezembro de 1866.
0 administrador,
Aflonso do Rego Barros.
Monte-Pio dos Honorarios
do Exercito.
Tendo sido approvados pelo Exm. presidente da
provincia os estatulos da mesma sociedade, con-
vida-se a todos os Srs. socios atim de que compa-
recam no dia 20 do corrente, as 10 boras da ma-
ntis, na sala das sessoes, a rua do Coronel Suas-
suna n. 144,,para se tratar de negocio urgente,
tendente a mesma sociedade.
Sociedade Propagadora da
Instruccao Publica
Nao se tendo real sado a reuniao da assembled
geralno dia 30 de agosto findo por falla de nume-
ro, sao novamente convidados todos os socios a
comparecerem no dia 1 de oulubro proximo vin-
douro, pelas 6 horas da tarde. na rua de Pedro
Affonso n. 29 (escola normal), afim de coostituida
a assemblea geral com 0 numero que se apresen-
tar, ouvir ella e resolver sobre 0 seguinte :
Approvagao da acia da ultima assemblea.
Exposicao do movimento da sociedade durante
0 corrente anno social, pelo presidente do conse-
lbo superior.
Leitura e approvacSo das contas do mesmo con-
selho.
Parecer da corimissao nomeada para indicar a
reforma de que prccisam alguns artigos d03 esta-
tulos.
Eleigao do novo conselho.
Secretaria da sociedade Propagadora da Ins-
truccao Publica, 18 de setembro de 1874.
V. de M. Mello,
. 2 secretario.
THEATRO u
Santo Antonio
Satoado .9 do corrente
LLTI.HA hepresemacao
Definitivamente ultimo espectaculo dedespedila
Em ben-flcio dos irmios
Eduardo e Anseloio Sawyer
Progrnnima.
1'.* parte.
(Pelos campanologos)
1.* Marcha da opera Norn-a de Bellini.
2. N. 6 da opera Traviala.
2.' parte.
(Pelo Sr. Anselmo no seu copophonio
1.* Tango de Alii Baba.
2. Les Gardes de la reine Walzer.
3.a parte.
(Pelos campanologos)
!. Quella pira. N. 18 da opera Trovatore
2." Hymno Nacionai.
4.* parte.
(Pelo Sr. Anselmo no seu copophonio)
1." Scena e Polaeca da opera Rigoletta.
2.11 water Indiana.
5.* parte.
LA GALLEGADO
Danpado pelo Sr. Anselmo e sua senhora.
Principiara as 8 horas.
Armazens da companhia per
nambucana.
eguros contra o foco
A companhia pernambucana, dispondo de ex
cellentes e vastos armaens em seu predio ao for-
te do Mattos, offerece-03 ao commercio em geral
para deposito de generos, garantlndo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
ambem recolhera, mediante previo accordo, ex
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e comuodos
sao inteiramente novos e aspnaltados, isentos dc
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dingir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com emeu
tratar.
Santa Casa de Hiserioordia
do Recife.
Perante a Illma. junta administrativa desta San-
ta Casa val de novo a praca, em sessao do dia 24
do corrente, pelas 3 horas da tarde, a arrematacio
do fornecimento da carne verde que houver de
consumir os estabelecimentoa pios a seu cargo, no
trimeslre de outubro a dezembro vindouro, torna-
do por base o menor preco offerecido de 360 rs.
por kilo. P.ecebe, portanto, propostas neste senti-
do ate a hora acima indicada.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 18 de setembro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Pela rocebedoria da rendas se declara ao
contribuintes do imposto sobre industrias e pro-
flssoes que & no corrente mez e no de outubro
vindouro que devem vir pagar o primeiro se-
mestre pertencente ao exercicio de 1874 a 1873,
incorrendo na multa de 6 |. todos aqueltes con-
tribuintes qne iizerem depois do mesmo prazo.
Recebedoria de Pernambuco, 1." de setembro
de 1874.
Servindo de administrador,
Jose Felippe Nery da Silva.
CIRCO EQUESTRE
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
0 lllm. Sr. inspector do thesouro provincial,
manda fazer publico, que em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de 12 de
corrente, tem de ser arrematado perante a junta
do mesmo thesouro, no dia 24 do mez que corro,
o imposto de 8 por cento sobre o capira de planta
SANTA CASA DA MISEK1COKD1A DO
RECIFE.
A Lima, junta administrativa da Santa Casa da] consumido na cidade do Recife, orcado na quantia
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
najjsala de suaa sessoes, o dia 24 de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens oiTerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABEI^EOMENTO DE CARIDADE.
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30 (fechada). 200*000
Idem n. 36........ 221*000
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114...... 3621000
Idem n. 94......... 301*006
Rualarga do Rosario.
! andar e loia a 24 A...... 3101000
2.'andar n. 24 A...... 4081000
3/ andar n. 24 A....... 251*000
Rna de Antonio Henriqnes.
Casa terrea n. 26...... 99*000
de 1:939*460.
As pessoas qne se propozerem a esta arremata-
cao compare;am na sala das sessoes da junta do
mesmo thesouro, no dia acima indicado, pelo meio
dia, competentemente babilitadas.
Secretaria do thesouro provincial de Pernambu-
co, 14 de setembro do 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia se faz publico, para
conhecimento de quem interessar, que no dia 26
do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, perante
a juLta da mesma thesouraria, sera posto em hasta
publica para ser arrematado por quem maior lanco
offerecer, o proprio nacionai, denomioado Cala-
bonco, sito a raa do mesmo nome, nesta capital,
servindo de base para a arrematacio a quantia de
3; 110*, maior lanco offerecido na ultima praca. I
Domingo 20 do corrente
\deuH. A deus.
Despedida da conapanhia.
Positivamente ultimo espectaculo dado e.n
despedida geral.
A companhia faltaria a um sagrado dever .-e
doixasse de agraieaer ao generoso e illustrado pu-
blico desta capital, de quem tem recebido tac .-
provas de estima e sympatbia. E em qualqu- -
parte que a sorte a conduza, s erecorda-a
sempre com saudades e gratidao do povo p*--
nambucano.
A'* Slit da tarde.
AVISOS MARITIMOS
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegacSo costeira a vapor.
kRAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAC
TY, CEARA, MANDAHr, ACARACU'E
MARANHAO.
0 vapor Pirapama, eommaa-
dante Silva, seguira para e
portos acima no dia 22 do
correnle as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia21, en-
commendas,passageiros ed-
nheiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. It.
Ilha de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel o pal'. -
bole portuguez Novo S. Lourenco, para onde te
be carga e passageiros: trata se com os i
natarios Thomaz de Aquino Fonceca e\ C.
sores, raa do Vigario n. 19. 1* andar.
1
'1
i

f-
i


\^
Diaiio cte Pettkambucw Sabbado 19 d Setembro de 1871
?
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F; d'Oli-
veira & C.
_ Rua do Commcrcio n. hi.
PROCftESSO M VKITOIO U POBTO
EmitrcM portnenttc de uavofiiruu n
vapor cnlrc I'orliiKnl c o HruKil
0 VAI'OK
At: IAO 1I1M7,
< omniandante Csntcute
E' esperado do
sul, 116 o dia 20 do
corrente, depois de
pouea demora dentro
do porto,seguira para
Lisboa e Porto, com
Almeida Garret
C#mmandante Tomaslnl
E' esperado de Por-
tugal ate 30 do cor-
rente, tambem, depois
de pouca demora den-
tro deste porto, se-
__ guira para a Bahta
e Rio de Janeiro.
Passagens e fretes de cargaa, encommendas e
valores, trauun-se com os
AGENTES
E. n. Rabello C.
17Rua do Commercio 17
Errtrada pelo largo do Peiourinho.
nhiam de navegac&o a va-
por bahiana. lhnitada
Macei6, Penedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos porios
do sul ate o dia S3 do
corrente o vapor Marquez
4e Caxias, o qual segnira
para os porios acima no
dia seguinle ao de sua
chegada.
nheS^a fre<5aPga,*nCOmniendaSP*88*^'1"09edi"
Agente
Antonio luiz de Oliveira Azevedo.
57-Rua do Bom Jesas-57
CHARUKliRH Ul I MS
COMPANHU FRiNCEZA DE NAVE-
GAQAO A VAPOR
L1NHAMENSALENTREO
Havre, Lisb&a, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos.
. STEAMER
CBminaiidniUe. I. Robert.
E' esperado da Eu-
ropa ate 23 do cor-
rente, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para os por-
ios do sol de sua es-
eaia .cima refendos.
Pan fretes, encommendas e passageiros, trata-
sa com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F.D'OLIVEIRA 4 C.
?2Ria do CommercioEntrada pela rui
do Torres.
Hoje
As 11 herns en ponto
Por intervene-So do agente Pinto
No caes do Apoll arnurem do Sr. Jo*e Ihiar
te das Aeves.
Agente Dias
leilao
ilho de 8. Miguel.
Com mata brevidade segue para S. Miguel o
-onhecido jalbabote portnguez Novo S. Lourenco.
o reso da carga e passageiros trata-se com
os
C.
consigoaarios Thomaz de'Aquino Fonceca &
successoies a rua do Vigario n. i9.
Pacific Seam Navigation Gompani
ROYAL MAIL STEAMERS.
(DE 4081 TONEADAS)
'.mmauilaiiu- Shannon.
Espera-se dos por-
ios do sul ate o dia 27
J- out I CUtC, C UCfUlO
demora do costu-
me segnira para Lis-
boa, Bordeos, e Liver-
pool, para onde recebera passageiros, encommen-
das, e dinbeiro a frete.
N. B.>"ao sahira antes das tres horas da tar
le oo dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Howe A C.
14PRACA DO COMMERCIO1 V
PAM 0 PliRTI).
O brigue portuguez Triumplto, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
trata-se com os consigaatanos Thomaz de Aquino
Fbnceca 4 C, successores, rua do Vigario n. 19
COMPANHIA PERMMBUCANA
DE
Havegacfio eoasteira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jajuaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os pottos acima
no dia 30 do corrente, as
"> boras da tarde.
Reeebe carga ate o dia
29, encommendas, passa-
e diiheiro a frete ate as 2 boras do
sahida : e-"criptorio no Forte do Mattos
soros
jia da
q. 12.
DE
movcls, Vidros etlr\ersos artigos na casa de
residencia" do Mm. Sr. capitao Doyle,
consul de S. M. Britanica
Ema a Casa forte, coufronte a eslarid do Chacon
Segunda-feira21 do corrente
O agente Dias, autori3ado pelo IIIm. Sr. capido
Doyle, consul de S. M. Britanica, que se relira pa-
ra a Europa, levara a leilao. no dia e lugar acima
indicados, os moveis e mais artigos que abaixo
se mencionao, existentes na casa de ,'restdencia
do mesmo Sr., na Casa Forte, confronte a estacao
do Chacon.
A SABER:
Sala de visitas
Dous sofas de amarello rail, 2 consolos, 2 dito*
de jacaranda, com tarapos de pedra, 1 mesa de
abrir para meio desala, 2 cadeiras de bracos
americanas, 12 ditas de goarnicao, 2 esprigaca-
deiras, 2 ditas de bracos, estufadas, 2 espelbos
grandes com moldura dourada, I piano de armario
e 2 pares de jarrot para flores.
1," quarto
Urn gnarda-roupa de amarello, I lavatorio com
pedra, 1 cans de bronze para solteiro, 1 espelho
com colurrmas, de jacaranda, 1 pequeno sofa, I
espelho com columnas, de jacaranda, menor, e 1
mesa de pinho.
2." quarto
Urn gnarda-roupa de amarello, 1 marqnezio ,1
dito para solteiro, 1 meia commoda, 1 cabide, 1
banca, 1 lavatorio e suas perten;as.
2.* sala
Uma mesa elastica de 5 taboas, 1 grande apara-
dor de amarello com pedra, 1 espelho grande com
moldura dourada, 4 quadros com diversas vistas,
3 bancas de amarello, 1 dita com pes de columna
11 cadeiras de guarnicio, de amarello, 2 ditas de
bracos, 1 dita de balanco, 2 espreguicadeiras, 2
candieiros para kerosene, 2 pares de caiticaes de
vidro e 1 par de jarros para flores.
3." quarto
Uma cama de ferro, 1 banca de jacaranda, com
espelho, 1 dita de amarello, 1 espelho com colum-
nas de jacaranda, para cima de mesa, 1 armario
envernisado e 2 balaios para roupa.
Sala de jantar
Uma mesa elastica de 6 taboas, 1 guarda-louca
de amarello, 1 apa*ador de dito, 1 dito de dito
torn columnas, 1 sofa, 2 bancas, 1 mesa redonda
de jacaranda, com tampo de pedra, 1 guarda-co-
mida de amarello, com caixa de arame, 1 cabide
para ronpa, 1 filtrador, 12 copos para agua, 8 va-
sos para lavar os dedos, louca para almoco e jans
tar, calices para vinho, garrafas para dito, palhi-
teiros, 1 porta-licor, 1 dito de vinhos, de crystal,
4 pratos de electroplate e guarnecidos de prata,
com tempos que podem servir de outrcs tantos e
1 salva de metal.
Cosinba
Uma machina para limpar facas, 2 mesas de
pinho, alguus cavalletes para taboas de engomma-
do, tampos de arames, 1 balan^a, 1 machina para
engommar roupa, 1 drte para serrar capim, 1 dita
para lavar roupa, 4 cadeiras de ferro Ipara jardim
e 17 vasos com floTes.
Os Srs. concur rentes encontrarao as 10 1{2 bo-
ras em ponto, na estacio junto ao arco de San-
to Antonio o trem que os conduzira ao referido
leilao.
"LEILAO
DE
objectos de escriptorio
Coustando de{
Umaburra, prova de fogo, grande, de 2 portas
e 3obre rodas, do muito conhecido fabricante Mil-
nes, 1 dita tambem grande, do fabricante Haffner
freres, 1 carteira para 4 pessoas, 1 dita para 2
pessoas, 2 ditas para 1 pessoa, repartiment) de
MifMb, i uai'.a-, 2 anuanos, l relogio, i
prensa para copiaj^cartas, tinteiros, envelopes, pa-
pel e livros em branco.
Duas grandes armacoes para meio de armazem,
com 3 ordens de taboas e 6 palmos de fundo.
Duas ditas para parede, com o ordens e 4 pal-
mos de fundo.
Tres armacoes de armazem, 2 balaios para car-
regar faaendas, taboas para mesas e muitos ou-
tros objectos de escriptorio e armazem.
Terra-loir a 22 do corrente
No arrarzem e 1 andar do sobrado da rua
do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da raassa fallida de Pereira
de Mello & C, autorUados pelo Illm. Sr. Dr.
juiz de direito especial do commercio, farao lei
lao por iatervencao do agente Pint >, dos moveis,
miudezas e mais objectos de escriptorio e arma-
zem que fazem parte da referida massa e existen-
tes no primeiro andar e andar terreo do sobrado
da rua do Bom Jesus n. 63.
Os pretendentes acbarao aberto nao so o arma-
zem como o escriptorio, na vespera do dia do lei-
lao, afim de que possain melhor examinar as hur-
ras, armacdes e mais objectos acima indicados, e
concorrerao ao acto do leilao, tepca-feira 22 do
corrente.
Em continuacao
vander-se-ba 30 caixoes vasios de madeira de pi-
nho, grandes e pequeno3, e caixas de zinco e flan-
dres.
dades, licores, conservas, mesas de marmore, 1
grande aparador, cadeiras, relogios, commodas,
pannos de linho e mais objectos perteucentes ao
dilo hotel da Europa.
Oiiinta-fcira 24 is ttf horns cm ponto.
0 agoaiu l'into, levaii a leilaj, por autiris.ic*o
do Sr. E. f)u,nax, ^erente ilocmMiUdo AoVpuvt,
liquidaciiii du espolio .lo llna'do Ednardo TurpMi
Tin pn-rriica do seu clianeellc, runveis < mats
ohjei t is <|ue f.uein parte du hi.trl ila Kuropa, a
run do tiinimicio u. 12 : garau.iudo se |o Wut-
p.'s do arrendamento da mesroa casa, ao com-
prador.
A venda sera feita ou em urn so lote on em dous.
sendo o primeiro o arrendamento da casa, e o se
gnndo do9 moveis e mais objectos, ou em muitos
e difterentes lute', a vontade dos Srs. compradores
Agente Dias
LEILAO
Em a Casa Forte, confronte d estagao do
Chacon.
Em continuacao aojeilae de moveis, o agente
Dias vendera nm cavallo de bons andares, pro-
prio para senhora.
rnso > otfEBSos
C. F. Martins Ribeiro
Ferreira Junior & Rodrigues precisam Ibe fallar.
Francisco VieeotedosSantos^
sua familia, agradecem as pessoas
que acompanharam ao ultimo ja-
zigo os restos mortaes de seu fi-
lho Francisco Vicente dos Santos
Jnnior, e rogam as mesmas pes-
soas e aos sens amigos, o obsequio
de assistir a missa que pelo repocso d'alma do
mesnio finado mandam celebrar na segunda-feira,
21 do corrente, na capella do cemiteno, is 7 bo-
ras da manba.
SB
Jmio Baptlsta Vleira Blbelro
D. (Jara Visira Ribeiro, manda celebrar, no dia
21 do corrente, (segunda-feira) segundo aoniver-
sario do passamento de seu sempre chorado ma-
rido, no convento de S. Francisco, pelas 7 1|2
boras da manna, algumas missas pelo descanco
eterno de sua alma, para o que convida as pes-
soas de sua amisade e da do mesmo finado ; e
desde ja agradece- Ihes este acto de caridade e
religiao.
Nao se entenie com o abaixo assignado a divida
que se acha na relajao publicada pelo agente Pi-
nho Borges, para o leilao de 18 do corrente, visto
como o abaixo assignado nada deve ao Sr. Panlo
Fernandes de Mello Guimaraes, como o mesmo
declarou na presenca de mais de duas pessoas.
Recife 17 de setemqro de 1874.
Joaquim Demetrio de ^lmeida Cavalcante.
^^ ^^**-^PN ^V^ ^p^ ^^P\ ^^P\ ^^Fi ^^R. ^^Rv'^?v ^^F. ^^P ^^K
CONSULTORIO
I iMEDICO-CIRURGICO 3
X Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
PARTEIRO E OPERADOR
^Hua do Visronde de Albuquer-jP
IHodista fraoceza.
Mademoiselle Eugenia Lcconite & IrmS, avisaoi
a na? aniigas frcgoeza< e ao puolico^em geral
que ahriram novamente sou estabelecimruto de
c.sa de cnarhras a-nia da Imperatrlz n. 5, pri-
iiieiru and^r, polo quo nsprrain continual me
re.cr a cotiL-urri'iH-'a <1as prssoas que pnci-au'in
de seus sirviy, <.
Advogados ^
Vicente de lienios

E
Aureliono de tarvallic
24Imperador24-
*-
Catharina fugio.
No dia 28 de agosto proximo passado ausen-
tott-se esta escrava, a qual tem os signaes seguin-
tes : estura baixa, rosto redondo, cor preta, pes
pequenos, costumava vendor leite, anda sempre
com um cacete que lhe serve de ammo por sof-
frer de rhenmatismo, ja e idosa e de naclo Cam-
binrta : quern e encontrar, pegne-a e leve-a ao sitio
do Cafnndo, estrada de Joao de Barros, que sera
gralificado.
Casa para alugar
Alngase uma casa na rua do Visconde de Goy-
anna o. 109, com 2 salas, 4 qnartos, cozinha, ap-
ptrelho de tambrone, grande quintal murado e
com diversas arvores de fructo, cacimba e portao
para a cambda, aonde se pode tomar banhos sal-
gados e temperados: a tratar no largo da Santa
Gruz n. V
*
*
*
ESPECI ALIDADE
Hlolestias de sennoras e
menlnos.
Consultas das 7 as 10 boras da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os sens cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serao visitados em snas casas.
m
m
m
Aluga-se o 1 andar do sobralo da rua do
Padre Floriano n. 69 : a tratar na praga da Inde-
pendent ns. 18 e 20.
Escrava fugida
Em primeiros dias do corrente mez fugio do
engenho Capivara, fregoezia de Gamelleira, estacJo
do Ribeirao, a escrava de nome Generosa, levando
em companhia um filhlnho de idade de 6 Inezes*
de nome Manoel, o qual tem a cor bem alva ; a
dita escrava tem 30 e tentos annos de idade, cor
parda e avermelbada, estatura e corpo regulare9,
cabellos carapinbos, conservando-os grandes, po-
rem sem amarrar, pes seccos e dentes limados.
Alem destes signaes viziveis, tem outros encober-
tos, como sejam, as veias das pemas impoladat e
uma cicatriz em um peito, pelo qual nao da leite :
reeommenda-se as autoridades competentes, bem
como aos capitaes de campo a captura de dita es
crava, que podera ser eutregue no mesmo enge-
nho ao depositario Joao Hospiro Cbaves, ou no
Recife, a rua da Cadeia n. 56, onde se recompen-
sara com 50/ on mais. _______________
Desappareceu no dia 13 do corrente, o me-
n r Adelino, pardo, trajava cal;a preta, jaqneta e
chap6o de feltro, preto, que se achava no poder
do abaixo assignado, aprendendo o officio de al-
faiate; e como ate esta data nao tenha apparecido,
roga-se as autoridades policiaes ou a qualquer
pessoa que delle tenha noticia, a entregar oa rua
de MarcilioDias n. 116
Antonio Jovino Torres Bandeira.
Attcnni.i
A loja de louca da rna da Imperatriz n. 6,
qnerendo acabar qganto antes, vende por atacado
e em retalho, louca* Unas e grossas, vidros, ricos
candieiros e iarros de diversos autores, por um
preco resum do que faz admirar ; vende-se tam-
bem a rica armacao de amarello, toda envidraca-
das : quern pretender dirija-se a mesma loja.
i Ciaisullorio tneilit*
y no
9 r. Hurillo.
if RUA Pi VWJMtiO. X. I. .\ Jf
j Hi'vnn-rhix-in n:> Europa, .no in-
OHentii!] ii^ l;..-i.;t:i. ^ .!, I':. i- e I.
*V ihu1ia i-r |p mntfu -i 'jrul-ju-*f
' Ii i 'la <.: \.i,l* ,.t j-rlu '!i
j Bwa..
* OHisulia-. da? 6 a> 9 huraa da in*
I /f do meio dia as ' "0 GHATIS AOS PO0BB3.
0 Especiulidades : Moieslias de *>
d da pelie e ue criar.ca.
MIPDRLff]
E. A. DELOUCHE
24-Rna do M*mn de Olinda -24 SSSs?
_ pr- iiiptnl.H'
b|iiina do beeco Lar^o
Ji'So C'Trnia de Carv.ilho, aiiista .l
do-se deshgarto da sociedaite da casa r
existentn a ma do Bario da- Victoria n
raza-i dn Aranju, CarvaHio A. C, acha -
te eslabfleeraii na ana artf, a run d> M
Olinda n 46, 1* andar. aonde os sen-
frepu-zes o mwwrjtj" nroinpto p'
i site, ci'in
m. ten-
HKHflrasl
6 -ob a
v men-
iiifz de
i erosits
ex^cntar
vn.-ro e
Participa a sens ftvgoezes e amigns que modon
o seu estabelecimento di- Mnjoe ro para a mesma
rua n. 24, onde encoDtrarao um granite unrtinieoto
de relogios de parede, an.erii-aims, rima -le me
sa, dos melhores gosu.s e quaiiilail-s, rei-mi..!. dt
algibeira, de todas as qnalida en, patenir suisao,
de ouro e prata docrada, fuleado (piaquei), relu-
!ios de onro, inglez, desruberto, do' iin-ihures
abricantes, eadeia de our.i, plaquet e urala. looBtiii
detodes as qualidades, tudnpnr precos muit'i b
mas.
g^
Feitor.
Prccisa se de um .|ue entenda d
Flores : no cae do Apollo n. 69.
ue de
Aluga-se ou ven-le s uma grande
em ): ii-11. pronria para grand'! famii
e Hpu.i i-iicmaila, -Ha a rua do A!|ut>
trniar na rua da Imperatriz n. >irj, 1
r**rre>,
m gaz
3j :' a
r
Francisco Luiz dos Santos, curador de seu
fllho Manoel Luiz dos Santos, pede a todos que
iorem crodores delle apie&entem sens tltnlos no
prazo de oito dias. Recife, 18 de setembro de
1874._______________________________________
Aluga-se uma preta cnoula, que sabe cozi-
nbar o diario de uma casa e engommar : quern
pretender, dirija-se a rua de Pedro Alfonso n. 34,
outr'ora rua da Praia.
Quern precisar alugar uma preta escrava>
perfeita engommadeira, e de boa conducts, dirija-
se a rua da Aurora n. 49.
Dividendo
Paga-se o segundo.e ultimo, na razao de 3,4,838
0(0 da massa lall.da de Joao Hygino de Souza, na
rua do Vigario n. 19.
Aluga-se
uma excellente casa terrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gaz e agua : a tratar com
PareellDO de Souza Travassos, no Forte do Mat-
tes.
Atteneao.
Fngiram no dia 16 para 17 do proximo pas-
sado mez, deste engenho Liberdade, sito na fre-
guezia da Escada, os escravos seguintes:
Panlo, estatura alte, muito feio, beigos gros-
sos, orelbas grandes e salientes, nariz grosso e
chato, bocca grande, dentes perfeitos e limados,
falta de lihhas nos pes. idade de 23 annos, cabeca
afunilada ; pertenceu ao Sr. Antonio Pinto Paes
Barreto, residents* em Campina Grande, depois es-
teve na cidade de Recife tratando se de uma mo-
lestia, d'onde sahio restebelecido.
Luiz, idade 40 annos, altnra regular, secco do
corpo, desdentado, calvo, e cabello pouco, tem
uma fistula no queixo que lhe 6 natural, e um
carogo nos peitos proximo ao pescogo, o qual pro-
yeio de uma cornada, e e encanecido : roga-se
as autoridades policiaes e capitaes de campo e
a quem os apprehender, que os conduza ao mes-
mo engenho acima, ou a rua Direila. a. 40, onde
generosamente gratificar-se-ha.
Aluga-se um grande sobrado de um andar e
sotio, sito a rua nova de S2nta Rita n. 37, com 13
quartos e um gabinote, agui, gaz e eano de esgoto:
quem pretender, dirija-se ao Forte do Matt09, por
cima do trapiche Dantas.
Attenqao
Lava-se e engomma-se com a maior perfeigSo e
pontualidade roupa de homem, senhora e crian-
gas, assim como cose-se por qualquer ligurino e
por modico preco roupa de senhora e de criancas :
na rua Velha n. 71, 1* andar.
CASA
LEILOfc-s.
Leilao
DE
jaosteis, kwiga, vidros, pianos de armario,
dhos de mesa, 1 repartif;ao para escripto-
rio com balcSo
HOJE
A'S 11 HORAS EM PONTO.
\o armazem da rua do Bom Je-
sus a. 4)8 (antiga Cruz).
0 ageate Dias Jara leilao, por conta e risco de
quem pertencer, de 1 mobilia de jacaranda, com
tampos de pedra, 1 guarda-louca, 1 guarda-rou-
na, camas francczas para casal, marquezoes, mar-
quezas, aparadores, cadeiras de ferro, ditas de
nmarello, consolos, mesas redondas, quadros, can-
dieiros a gaz, mesas elasticas, seeretarias, santua-
rios de jacaranda, bereos, cadeiras de balango, di -
"er-as obras de plaqu-" e muitos outros objectos
que esterao patentee ao acto do leilao.
LEILAO
Leilao
DE
miudezas, calr;ados, perfumarias, chapeos,
livros em branco, papel fino para copiar
cat:tas, dito de peso, pautado, dito amiza-
de, balances, fitas, botinas para senho-
ras, -sapatos de is preta, e'.asticos, grava-
tas, meias e muitos outros artigos
Terea-feira 22 de setembro
Por intervenes do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Principiard as 10 f |2 horas em ponto.
_ Aluga-se o segundo andar
xias n. oi: a tratar na loia.
a rua Duquc de Ca-
Na travessa da matriz de Santo Antorio n. 6
ba uma ama de leite, e 9eccas constantemente pa-
ra alugar.
Antonio de Azevedo Villaroueo.
Pelo pr^senle sao convidados os afilhados e an-
lhidas de Antonio de Azevedo Villaronco, falle-
cido em Portugal no mez de outubro de 1873, a
apresentarem dentro do prazo de 60 dia', a con-
(ar desta data., a certidao de seu nascimento, em
casa do abaixo assignado, testamenteiro instituido
pelo dito fallecido, afira de que sejam devidamenie
attendidos na partilba a que tem de proceder-se
com a precisa igualdade, de accordo com a dispo-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.Manoel Azevedo de Andrade.
Casa
Aluga-se a loja com armacao para taverna, na
rua Direita n. 36, muito bom local, esta ladrilhada
de novo, a chave esta junto, na casa u. 29, loja de
tamancos.
Ao commercio.
0 abaixo assignado declara ao publico e com
especialidade ao commercio, que comprou a Sra.
D. Umbelina do Rego Macbado Xayier, a sua loja
de fazendas, site a rua Primeiro de Margo n. 2-5,
livre e desembaragada de qualquer onus. Recife,
17 de setembro de 1874.
________________Daniel Ferreira Ramos.
Soares de Amaral & C.
avisam aos sens freguezes que mudaram o seu
estabelecimento de generos de estiva, do armazem
do caes da aifandega para o armazem da raa da
Madre de Deus n. 22.
LEILAO
DE
DE
Uma excellente arma$ao de amarello pro-
pria para qualquer estabelecimento, sen-
toda envidracada e envernizada, com
do
'jalcao e fiteiros, mais um outro balcao
liteiros e joias, da loja de ourives 6 rua'
do Coronel Suassuna. antiga rua de Hor-
tas n. 15, entitulada Pencinez de
Ouro.
Hoje
0 agente Martins fara leilao por ordem e conta
de Manoel Martins de Moura. da armacao e gran-
de qnantidade de joias, da gostos modernos, que
serao vendidas ao correr do martello, para li-
quidar.
Principiara as 11 boras do dia acimaj
brigue brasileiro Jaboatao
DE
238 toneladas inglezas
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Ao meio dia
Em frente & Associacao Commercial.
0 agente Pinto legalmente, autorisado, levara a
leilao, dia, hora e Jugar acima mencionados, o
casco, mastros.ancoras, correntes, velas e mais per-
tengas do brigue brasileiro Jaboatao, era um so lo-
te e prompto para navegar.
Em continuacao
vendera o mesmo agente, depois de novos annun-
cios, os sobresalentes de mesmo brigue, constan-
tes de uma note em poder do agente.
Os pretendentes poderio desde ja examiner o
dito navio que se acha ancorado em frente do tra-
piche Loyo, verem o inventario, nao so do que
pertence ao navio, como os sobresalentes, no es-
criptorio da rua do Bom Jesus n. 43, e concorre-
rem ao leilao em frente a AssociagSo Commercial
po dia 23 do corrente.
0 Sr. Luiz Aprigio de Oliveira Salermo, qnei-
ra apparecer a rua do Rangel n. 67 a negocio
particular interesse.
leilao
DE
LEILAO
DO
hotel d'Europa
do Commercio n. 12
SENDO:
0 arrendamento da casa em que esta montado 0
dito hotel.
grande
a*
rua
. W'*S
Macei6.
Bacharel Lourengo de Albu-
querque
Advojtado
[ Rua do Rosario D. 1.
bignaes do negro Feliciano
Crioulo, idade 40 annos, pouco mais oa menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo"um dos dedos grandes
ou ambos bastante torios. Acha-se fugido ha 6
mezes, desla segunda fugida, e da primeira esteve
dous annos no engenho Tombador, freguezia do
Bqnitp, pertencente a Prancisco de tal, genro do
capitao Christovao Jose Macbado, senhor do en-
genho S. Christovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo Joio
Ventura, que raora em Agua-Preta : recommen-
da-se a sua captura as autoridades policiaes e ca-
pitaes de campo, e leva-lo ao engenho Minas-No-
vas, freguezia de Gamelleira. 0 dito neirro intitn-
la-se forro com o nome de Jose Feliciano
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passo Castelhano, tres casas
mSJiV0 e,ncanamentod'agna e gaz, bons com-
modos e qomtaes grandes e mnrados, com diver-
Corpo Santo n. 17, 8. andar.
Madama Freire, modiste brasileira avhi ao res-
peitavel publico, que continua na roa ;rte de
modiste; assim como, reeebe por todos os va-
pores da Europa 6gurinos, os quaes acham-se
a disposieao de seus freguezes, podendo ser pro-
curada para exercer a sua pronssao, a rua Di-
reita n. 16.___________________________
CUIAIIO
Precisa-se de um criado para todo o service
na roa do Commercio n. 22.
Quem precisar do nm optimo eopeiro, para
casa de familia ou de homem solteiro, dirija-se a
rna da Imperatriz, sobrado n. 63, primeiro an-
dar.
Pergunta que nao offende.
Pergunte-se aos Srs. collectors do imposto so-
bre as casas que vendem cal de Lisboa, se as do
bairro do Santo Antonio tambem nao estao sujeitas
ao- mesmo jmposto ? A lei deve ser igual para
todos.
Os prejudicados,
AOS 4:000#000.
BILHETES GARAiXTIDOS.
A' rua Primeiro de Mar fa (outr'ora rua cU
Cretpo) n. S3 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos ssus fe-
lizei bilhetes um meio n. 87 com i:OO0JOOO e
outras sortes de 40* e 20* da loteria
acabou de extt-ahir (116),
pateo do
Aluga-se por alguus
iKnafln n let J_ r _
UKt
20 barricas com farinha de triso avariadjisl
mezes o a* andar d-
a tratar no mesmo.
que se
. convida aos possuido-
res a virem receber na conformidade do costume
sem desconto algum. '
Acham-se a venda os felizes bilhetes garanndos
a, oi.lr^f-JlUsJ WH. bflne|cio das obras
do alter da Irmandade de S. Benedicto (fl7'), que
so extrahira na tercaeira^aa do correnle mez.
Bilhete inteiro 44000 ''>
Meiobilhete 2*000-
nt PORgiodk 1009000 pau cm.
Bilhete inteiro 3JIKJP Sfiielwu
Meiobilhete iWlm^L
Manoel Martins 'Bma.,"<^
-J7JU*aia"seJni5a boa casa com exeellentes-com-
moOos, a rua do Coronel Suassuna n. 169 : aVa-
tar na mesma rna n. I7i.
******
Vej
am
0 Coracao de Ouro, liqui'ia :
Corrmies de iinrn, mud.rna, para rel.g os. a (MOO a oitva.
Rrln|(iiis de ouro para senhora, a 40a, que em oulra par'.e e I00.
R logins de piala hi-m dmir dos a lo.
Rozetinhas de brilhantea i'ii
Auni-is Ar peilra com letlra a 6*.
Aum-is para por cabello a ii.
Pencenez d nuiti a V't.
Pmivnez de praia d.nrada a 34S0O.
Dfda*-- Briuco.- de coral c i-iii.-i- para inenina" a ItHOO.
Cag-.li-ias muin. nmiieina- m .'in nor cento de abate.
Pulc^inn! .'>;< de c ral e onr.. paia erianca a tOi,
Pulc.irad. nuro e coral, feiim de uma c >bra, a Ifli.
Oliras lie mata a 400 r>. a itava.
Brioens para senhora. muil> ttitefpaz. a 153, em oulra parte e i05.
Vi-lta df' urn e crnzinba. n-m fiO Bi>r cenn. dp iliate.
Giandr Hirbsn nt> de j.ia- de hiiihantH c.nn li > ude abate.
Brincos de cr-l para seiihnra a ii.
Correntes de niirn i ara r.l gi s a iSi cada uma.
Adereg.is por meta ie.de sen valor.
Sortiniento n n-|.|.-t.. de joias, rjui- vende p.-r metade iio sen valor.
mm
\ liquida^ao.
1,-siJ.uuajEA 'niiwrr-mJ crtar'- ynaijpc **rr*mtr
FUNDIC
BUA I
I *
II
HHWM
1
i
\_9
41
JVis-ando o chif-rh
Vende taxas oe ferro hatidoa. Ht)t rs e do ferr r* io-
dide a 150 rs a libra.
Fede aatteutai) d s Srs. agricultures, ii qualid j e
preco de seus niaqiiii-'isriio-' de uda a espeeie ecu.. 10

PASTILHAj
i*'. -*w* *-
DE SUCCO DE ALFACE e LCURO CEREJA
De tilt I VI A I I.T e C*, pliarntaeeutieos -m PARIS.
Todas as pastilhas pectoraes. hoje dc grande repuUn;ao, conteem opio e por conscguinte sio
irritantes. Osde Alface e de Louro-Ccrcja nao contcm opio, s2o ao mesnio tempo mais calmantec
que todas as outras e n3o cxercein accSo iicnhmna irritantc nas criancas nem nos adultos.
CurSo rapiiamente a coi|ucluche. a tosse, os defluxos. o catirrho pulmonar, as irritacoet
do peito, a falta de respiragao. e aliviam a asthma e as rouquidoes.
AfPROVAbU if.La aUAD^M A u illtulClNA L'E PARIS.
_AJAcademia de Mcdicina de I'aris he un) dos corpos sabios o mais avaro dc rccommenda-
Coes e de estimnlo. c ian(o he que ja ha albums annos que nonhum medioauicnto novo
rccchco a sua ajtprovaguo.
JJevem logo serein accrjlhMas coin toda a benovolencia. polos Scnhores me.licos, ns prepara-
<;oes que merccerao lal dlatinccuo. e crenios pics'.ar-lhes um vented iro ervico, cxlraliindo
o scguintc do liolelim da Academia :
i A Academia julga que o protoxalato de ferro nwesentado pelo doutor Girard 6
destlnado a prestar os maiorcs servii-os :> llicrapcutica, posto que tem a propriedade de n3o
lar piizXo de ventro, e sendo quasi insuiso, 6 tornado com gosto polos doentes; cura radi-
calmentc em doses de 10 'a 20 ccntigiannnas dttlias, a chlorosc, a anemia, o hystcrisino c
todas as affeccocs que tem por origem a pobreza de sangue.
Alem do que acabamos de dizor he elle um regencrador hcroico c rapido das forcas perdidas
nos convalesccntcs. ou nas debilidadea de compieigao.
Depositos cm Pernambuco : FERREIRA, MAIA e C; M.-A. BARBOZA, o nas prin.
cipaes pharmacias de Portugal c do Brazil,
PROFESSOR DA FACDLTADE DE MEDICINA DE PARIS.
Este xaropc tornado em doses de uma collier pela m.inhS e outra pela tardc e o calmant.*
mais admiravel dc todos aqucllcs conhecidos ato hoje, muito superior as preparagoes
opiaccas que tem todas o inconvcnienledecong.?s!ionir o cerebro, c o bromureto de polassio
que atrophia os orgaos; porem cslas proprieaades tto prcciosas nao se manifestao se o
chloral n5o estiver ihymicameiitc puro, qualidadc que so torn quaudo traz o sello do emi-
nente chymico o doutor Lkconte.
A sua efiicacia e maravilhosa na gola, nas vorligenis, nas novralgias, no hysterismc.
na epilcpsia, na dansa de Sao Guido. o nas colicas hepaticaa e nephriticas.
Calma immediataraentc as dores.de parto. as affeccocs cancerosas, e da ao doente um
somno reparador e socegado.

VINHO e XAROPE TON 1 COR EGENERADOR
DE QUINA e DE FERRO
De GRIMAULT e C", pharmaceuticos em PARIS.
Esta nova combinacSo reune sob um pemieno volume, de forma agradavel e dc gosto deli-
cioso, a quina tomco por excellencia, e o ferro um dos principacs eleuiontos do samme.

cscrniuti9 e estragos produzidos pelas molestias syphiliticas.
0 prospGCto comem numcrosos certilicados de muitos membros da Academia do Mcdicina
e proi'essores .da faculdade, que attestao que esie precioso medicamento 6 o conservador da
saiide por pxee/'encia e o rcconsiituinte da cconomia animal, indispensavel as pessoas que
iiitJiitSo >s paiz.es quentes, como preservatlvo das epidemias.
Dmi.--.ii,.'> em Pernambuco : FERRriRA, MAIA e f>; M.-A. BARBOZA, o nas prin- -S
cipae^pharma.""18 ***?** e d" #*
rjoALTAh SAPONINADO
DE LE bCUF
* D "7AHD0 AS mar as
DE6IRFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATIu. -i^.
Adoptade pelo* hoapiUet de P.rl. e pelof da ISarinha m IIU.. .**ras gnngrt-
Ems excellente tonioo possoe uma efflcacia Terdadeiramenle maxavilh-.sa bo< u. "zemt, no
1 nosas e escrofulmat, not cancrot ulcorados, no anthrax, naolorrhen purulenta na
erup,fendas p-lat armnt de fogo, enfermidndei do utero, etc., etc
Empregt-se, mezelado com mais on menos aftna, en cbuaaeos. locoes, mieeeoes garcarismos.
t.eino deniVrioto ordinario (uma colnerada das de cba ouro quarto de copo d'assa) muiio epe
cialmenle (fflcai (.ara purlfioar o hmto, aww aa geneiv doeatea e tornar Gram aw
[ aenvea eacarpaooa.
0 sen uso e muito hygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
Uma noticia rircumslanriada vae com cada frasr K.ngae. a firma do mitntur
Fabrics em Bayonna (Franca), em casa do Sr. LE BEDF, Pharmaceutics Depoiilw: Parii, 26, rua Reaumur; Ptrnmmbno; A. REGORD oods as eseoatra tambem a
lajaoalea\laso vegetal de a> Seof para faier a apua de Atcairto, a unlca preparardu eow
cenlraaae tilulada ronicniiuem >io alcilrao seiu serallerado nem mndinvaHo




EfttfA ab!B0fliMrtoal>^isai^ldo 19 &>&**&* i6f
-
3Ta travessa da rua
iasCrrizes n. 2, pri-
iseiro andar, dd-se
&heiro sobre pe-
s^orqs de ourOj pra-
ts e brilhantes, seja
?Ta mesma casa
mpra-se os mes-
3bos metaes epedras.
Uuga-se
Amadeleif*
Pncisa se di uma aina de Icite que^i
sem (llhp : na iua Duque do Cfixia? n. 9!
Rival Sem Seguodo.______
l'reeisa-se de uraa ama que seja boa cozi
nheira : oa roa do Crespo o. 7
ALUGA-SE
urra grande casa terrea com bastantes eomraodos
sita na estrada do Lucas : a tratar na roa do Vi-
gario n. 31.
Precisa se de ama ama para cozinhar e
mais algum servico de casa de pequena familia:
no 3* andar d'esta lypographia.
i>5aBfla do sofeadt/ -
innate bons co.iK.ijJo,
pBajal; a tratar no armazem da travessa do Cor-
In Vigario n. 5, com
fifjf familia, e agua
taiiliorio njedico-cirurgico S
DE %
A. B. da Silva Maia. S
Ifedico parteiro e operador. X
Jtaa do nanei n. i Jt
-..tisullas das 8 d> 10 horas. #
^feamados a qaalqaer hora.
&atis aos pobres.
CHARUTOS
DE
Jos6 Furtado de Simas.
fepr=ito era Pernambuco, a rua do Mar-
Knda n. 15, de Bourgard & C.
= Precisa de duas amas, sendo uma para co-
zinhar e comprar e outra para engommar e en-
saooar : na rua da Cmocydio n. 43
Ama Precisa-se de nma ama para o aerviro
^i nil juterno de uma peqoena familia: na roa
Duque- de Cams n. 54, loja._____________^^^
Offertce-se ama ama para
engommar e cozinhar para casa
de ponca familia, de pertas
dentro : qaem precisar dirlja-se
a rua da Lapa n. I.
Ama
km das
i
Jfete montaflo esUbckcimeulo de fazendas, sito
inadD Duque de Csxias n. CO A, esquina di
wswfta do Re.-ario, recebeu urn grande e variado
aCaWaft de fueadaa do ultimo gosto, e Reis e
* i Suimaraes, sens proprietaries, estao re-
srtnfcs a vendt r pur menos 50 por cento que em
ioaia aualquer parte.
Tr*ai em exposicSo con:lautemenle e a venda,
jfjuinte :
ffe^^finas de linbo e seJa, padioes ioteiramente
arras, pi-io diminuto preco de 1600 o covado.
aracadine de seda com lislras asseiinaias a 800
u. ? sbvado.
&raa&3 sorlimento de alpaca de cores, gusto mo-
fiaswehao, a IS o covado.
feja3 ftcrdadas para senhoras a C<$, preco que
nas 3d em outra parte.
T'i sompleto sorlimento de lengos de linho ja
inbto, cada duzia em uma caixinha com um
, pelo preco de 5$500 a 65-
:aixidhasde madeira eufeitadas cada uma
em duzia de meias para senhora, pelo pre-
l a duzia;
" &*m para homem, nas mesmas caixinhas, de
a "5000.
npieto sorlimento de cambraias branca
- com palraas de cdres a iOO rs. o co-
Se .'.Ves com listras de crochet a
eovado. Fazenda iufeiramente nova.
I alpacas pretas com listras brancas, pro-
gara luto, por preeo jue niDguem pode ven-
j i i o covaJo.
le retrox, sem delos, para senhora, a
par.
. I pannos de crochet para cadeiras e pre-
i sal .oOO.
Xia ^uQpleto sorlimento da meias de cores para
...;;:: rr.cn:nas a 3*500 e 15.
SC*j de cjre.^ para homem, 9|.
?ompleto sortimento de meias brancas, para
- :!os preyo; seguiotes: 3,5500, 4$. 5$o00
raias transparent a 41, 63 e 6$500.
:aiaj transparentes, suissas, a 7$3O0 a
Tifcreia Victoria n. 2(*>. pelo prego de 7*300
1 Mfjkt
Mm eompleto sorlimento de lazinhas de seda
:inuto prego de 320 rs. o covado.
ja&3 :-apatinhos de la, icglezes, para meninos
Bacaes a dous annos, pelo preco de 1#000
- i?3 ionquinhas de 616, enfeitadas de seda,
}-*ift jreso de 2 uma.
Kapissimos chales de merino e seda, pelo di-
-s93S3 pre?o de il$ urn.
'ruvite sorlimento de chales de merino estam-
siit*. ;;e!o preco de 35200, 4$, 53500 e 63000
n0npietO so'timento de camisas de meia
;jbs k>ciem, do 1$200 at6 H uma.
iis e francezas para uomem, de 30$ ate 60$
Hotel do Commet'cio.
Participa-se ao respeitavel poMfeo, se o hotel acima denommado, sito a rna da Ca-
deia n. 64, no qual se enconirara verda#eiros
p-lisco a portugueza e a hespanhola. Igoalraente
recebe-se assignatnras por modieo preco, fjaran
tindo-se asseio e promptidiD. A rapazeada que
venha, pois que nao se arrependera.__________
Casa e terrenos baralos ho M-
gadinho.
" Antonio iose Rodrignes de Soma> na thesenra-
ria das loterias a rua do Crespo & 6, vends- sna
casa de taipa e terrenos do seus sitios nt> lugar
do Salgadinho : a tratar somenta com o mesuio.
GASAD0 0UR0
Aos 4:ooos>eeo
Bilhetes garantidos
Rna do Bar do da Victoria (outr'ora Nova
n. 50, e casa do costume
0 abaixo assiguado acaba de vender nos seus
BUito felizes bilhetes a sorte de 700$ em -um
meio bilhete Ce n. 3833, a sorte de 100$ em um
bilhete inieiro de n. 1183, e um meio de n. 2*06
com a sorte do 100$, alom de outras sortes meno-
res de 40$000 e 203000 da loteria que se acabou
de extrahir (116); convida aos poesuidores a vi-
rem recober, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assiguado convida ao respeita
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os rauito felizes bilhetes,(ra9 nao deixarao de
lirar qualquer premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Achaui-se a venda os rauito felizes bilhetes ga-
antidos da 1* parte da loteria a beneflcio das
obras do altar da irmandade deS. Henedicto, que
se axtfahiri no dia wr-ca-ftjra, 22 do corrente
mez.
Pre^os
lutairo 4$000
Meio 2$000
De Olf00 para eima-
Inteiro 33500
Meio 13750
Recife, 5 de setembro de 1874.
Joao Jciotiim da Costa Leite
Premlada nas expo-
BicSes de Pernambnco
e Rio de Janeiro.
DE PltAtA.
Pliarmaeeulico
Premiada na expo-
sir-io de Vienna d'Ans-
mm.
Pola ost-ola
de
Sujccessor de
Parts
DE MF.niTO
ARISTI9E SA1SS1T E.
file. serm aomo um poiiei
fm na impureza
so depura-
do sangue.
llPrtMATWSIO, BdfPHIfiKNS, Dab-
TrotarjlOTto pui-atwrjtb vegetal vdrdadeiro pririficador do
A B*ciela de Caroba 6 um remedip hoje reconhei,
ttT* e especial para cura de todas as molestias que teem a sua oi
como sejam : as m( Iestla9 Stpiiiliticas, BotftATiMS B Escrofulosas,
TR*S, UCRA8ERUe95ES. ^TC- Etc.
Os prodjgiosos etleifos d/ue tern prodnzf"o a, Easenela de Caroba, por toda parte
code ella tos mats seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitica e
bonbatica.
A cada fra.-co aenmpanha ulna inslrncgao para a maneira de usar.
Poraadii anli-darlrosa
Contra as aHeecSes' cutaneas, darlhros, comlchocs, etc., etc.
I'Rfuenle k Caroba
Para cura das
boubas, ulcejras, chagas aol>?*s, etc.-. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
HOOOOAYaOL MaOS,
Mica Franccza

22 Rtia do Bom Jesus 22
AsVHGA RCA DA CRUZ )
Altencao-
Alujja-sc
o primeiro andar com graudes coramodos e sotao
do subrado sito na rna do Hospicio n. 65, Junta-
roente a loja : a tratar na roa do Vigario n. 31.
RS. 0 COVADO
LinJas cassas de cores e branca.*, corarHstriw e p*f*as set*Wf9s-2'0
rs. o covad): na loja de Antonio Correia de Vasconcellos, rua Piimeiro ile
Marco
n. 13.
J,
U f
e afina or
Alugase o excellcnte sobrado 6o Pfico. perlo
da Mairiz, em oplimo estado de limpeza e coin
accomoda^oes para grande familia ; 6 mnito pro-
prio para collegio ; assim como a ca.-a logo a su-
bida da ladeira de Aptpncos, perlo do banho, mui-
to fresca, e bons c inmodos, tudo por pre^o muito
razoavel. A tratar no escriptorio do Dr. Alcofo-
rado, das 10 horas da maohi is 4 da tarde.
Bods pianos.
Chegados de novc.
Venile-M'.
Tiofa-se.
K alaf(a-e.
No armazem do vapor fraucez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBIMAS
de vime e de foia.
Vendese muito em conta ; cadeiras avuleas, de
balam;o, de braijos e de dobrar ; no armazem do
vapor fraucez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perftunarks.
Pinos extractos, banhas, oleos, opiata p6S den-
irifice, agna de flor de iaranja, agua de toriete,
divina, Florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmelicos, niuitos anigo delfcadoa em perfnma-
ria para presentes em frasecs de oxtrtwtos, caixi-
nbas sortidas e garra-fas de Uifferentes tamannos
d'agna de Cologne, todo da primeira qaahdade
das bem conliecidos fabricanies Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova u. 7.
Quinquilharias.
Artigas ptnantazias.
Espelhos, leques, luvas, joiasd'ouro, tesonrinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, qnadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita de couro, e cestinbas parabracosde meninas,
chicotes, bengalas, eculo, peuoinez, pontetras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperoia, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para jaaollas, esterioco-
pos, lanternas magica,cosmoremas, jogos da gloria,
de dainas, de bagatella, quadros com paisageos
ilobos de papel para illumiDacaes, machinas de
azer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bergos para criancas, 9
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se p6de desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes paries
da Europa, para entretimenlos das criaiieas, tudo
i precos mais resumidos que 6 possivel: no ar-
mazem do Vapor Franctz, rua do BarSo da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado frant'ez
A9|
55
Constraetor c afina or de pianos
Rua do Imper dor
55
Camisas frarrceYW Pi^ricarde arg'^ilo'frao com
irlzodecOr a 2$000 am,. m duzia a JiUOOO,-.-
e pechineha : na ma to CrMpo'nJiQ laja do Cui- "
lharme 4 C __^
^
Vende-se
uma casa na villa de Barreiras, na rua do Cora-
mercio, por preco inodlco : a tratar com Tasso
irmaos 4 C.
553000
W3000
65$0 0
1000
9$000
12 Rua doCabugi
liouim^ao
de joiaa de ouro, prata o ptdras preciosas.
OnrodeM.
CqrrenMb rjllimo gosVb, a-*tava :f $K0(>
Alfinetes para retrain circnJade- Ba
perolas
Idem idetsifea esmeirladii L..><><<
Idem idam linux robins
Helogios de prau bem donrados, de.f."r$ a
Relogios paca ssosora, de euro, de kffi a
Ricos aderccoa oom pedraa fiaas torn
St 0|0 de abate.
Bonitas piilseiras do ultimo gouo eoro
50 OjO de abate.
Brincos de phantasra dos maia bonitos
que tem vitt'do ao mtHta*o, He' lo$ a
Veltas com nm bonHo laco,;por menos
do que se vende eiDOBtra.pat^.
Bonitas cacoleWs, *t!Mfn para flfthfira
como pa/a homem.
Anneis de diversos fcitios, de 23 i 20$Ol('
Pulsviras de cobra de coral por oOO|0
de abate. *
Tendo o prapristario deslea*tl)elMiaaento rece-
bido nma grande porcao de joias doe ultimo* gos-
tos de Paris, e por prejos' ja tesumidos, partieipa-
a todos seus frsgnezes, bem como ao respeita-
vel publico, que se'acha emi re procapto a-safyir
com toda a exactidao. como co.-tuma; eertoa ris-
que passara nm reetbo, pete qual tica respoasat i-
lisado pela transacQio.
Vendo se uma i&uiaia com 15 anaes de ida-
de e com flatilidade*, vinda- do matlo : a tratar
aa rua da Concordia n. 30.
Vende-se duas easas de-aipa cobenas de te-
lha.no Jordao, Isgar muitj fresco e sadio ; faz so
todo nesocio : a tratar na rua Imperial n. <9.
41pacas ile com
Alpacas de eflres, finas, cem kstpas, largura
de chita franeeaa, a 360. rs o ouvado, e tuenda
de 13 so na rua do Luspo n. 20, loja de Gui-
Iherme & C.
(

O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para officiaes, canulilhos e
enfeites para bordado. Tambem se eccarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para ciiado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, galao falso para ornaraento, cordao de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Indenendencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Er-afinador das actigas e tfamadas caas Pleyel & Hr-rz, e antigo direc tordar
cflQcina da casa Alphortse Blonde!.
Tem a bonrd de declarar ao respeitavel publico desti cidaJ-5, saa casa de concertos e afinacoes da pianos, qualquer que seja o e-tado >1o mstrumento.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabrlcantes de Pans, como Erard' Pleyel, Henri llerz e Alphonse Blonde!) todos
os pianos sah'ulos da casa Dhibatit sao garantidos
Compra se e recebe-se em troca os pianos usades.
las tomplcto sortimento dc coilarinhos de linho
pa-ateeo de i3o00'a!e 7$ a duzia.
^x-tiii./ capinhas de la e seda todas guarnecidas
a ancinho, a 9$ uma.
Xfcspolao francez, madraste, a 6$ a pe;a.
iSs muito superior a 6$8C0 a pega.
.'-iiiile f.izeuda muito boa, de i 30 00 ate
'\ pe*,a, precos que uioguuiu podu vender.
JtigDdao de marcas ja conheridas, largos e es-
rrie, de 3$8C0 ale "3000 a pa ;a !
.tea como o-i .as fazendas que na j raencio-
mm.- os pregos e que se vendem muito barato,
Wei.- h Silva & Guiiiiiia-s,
Ssr-am qnant i antes a grande pechineha !
bo uo riazar das Familias.
Rua Duque de Caxias n RO A.
\Ki
.1M
a encoura<>ado 11 1
\j? i uaule eiii pedra dura
Tac-a da at* qae a fura.
ryi-so ao 111m. Sr. lgnacio Vieira de Mell
wessiivi na cidade de Nazareth desta provincia,
.Hm aqnalle negocio que S. S. se comprometteu a
-9Sa:', pela terceira ehamada deste jornal, em
Jse dozembro de 1871, e depois para Janeiro,
winni a teverctro e abril de 1872, e nada cumprio;
set este motivo e de novo chamado para dito
a^ pci S. S. se deve lembrar que este negocio
JSBA-. ile site annos, e quando o Sr. seu filho se
*a Ucsta cidade.
Aluga-se
a*inda, no largo de S. Pedro Apostolo n. 10, a
ass ecru muito bons camraodo3 e bom lecal, para
jauara festa, c:rj gaz e agua eocanados, parto
im xuaiis : a tratar na rua do Barao da Victoria
ur-asr'^ra rua Nova) n. 3. ________ s
E no Pao 4'Alho
9 Krm. Joao Olyraui > -aa Sow'a. Lyra venha ou
aaela a rua e.-trejia dokosario u. 6 entender-se
am Eisilio M.igno Ma ^anto?.
Aiuga-se um:. loja no a brado atraz da ma-
jataU^^ntiito fresca: a tnlar no Corredor do
*ae a. 73,. a qualquer hora. Na mesma casa
aav pwra se aiog:\r um excellent') copiiro maito
ftV mn **Sjwo trabalhador de enxada para se
I'tratar a qualquer-bora.
ga-se o armazora do sobrado da rua D.
n. 37, proprio par* reolher fazendas
*mr muito espaooso e reedifl^ado, ou para
ar -.it.belecimuu;!!: a tratar na rua de Do-
iuae il. rliiis a.48, aatiga aeuzala-Velha.
Livraria popular.
Fazem-se Carioes de vlsita e casamenlo.
Marca se papel e envelopes a vontade do fre
guezes, com iniciaes ou nome por extenso em typo
Gothico,
Romano,
Biblico,
^ Rennaissance,
ou outro qualquer : pelo modieo preco de 1 $000
cada caixa I
59-Rua Neva59
Preservalivo fa Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Hanoel de Siqueiia Cavalcanii
Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
cobridor vender aquelle med&amento, o publico
o tem a sua disposicao.
Deposf tou uaicos.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira.
iiio de Janeiro : Cdrte, rua do Ouvidor
n. 78.
0 Preservativo da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto transcreve se para este annuncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram os Srs. ddentes os ler, e ver por
quem eszso elles assignados.
Inspector da saiide publica em Pernambuco.
Em cumprimento do despacho de V. Exc. sobre o
requerimento do Dr. Manoel de Siqueira Caval-
canti, tenho a informar o seguinte : Acho justa
a pretenclo do supplicante, porquanto o seu me-
dicamento preservativo da erysipel* tem da-
do muitos bons resoltados, nao so nesta cidade,
como na corte, onde elle tem sido applicado com
vantagem e e procorado. A preparacao dellei
simples, por ser tintura de uma $6 planta. ;0
inspector, Dr. Pedro de Athnyde Iobo hloscoso.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual t&euao nso
por alguns dias nunca mais, ate hoje, me tornou a
accommettHr essa enfermidade. Por me" ser pe%
dido passei o presents, por mim feito e assiguado
Rio de Janeiro, 16 de junho de 1874. Duque de
Caxias.
Aiteslo, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, que no: foi fofhecido pelo'Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para 0 tratamento
da erysipela, colhi aempre resuttados supenores
ao3 de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
lemunho da verdade, e por me ser pedido, Qrmo
o presen'e. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.
Dr. Saturnino Soares deiieireUes.
Concordo perfeitamente com o parecer supra.
Dr.- Joaquim Jose da Silva Pinto.
0 abaixo assigns do, da u tor era medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro-, eirurgiao-mor de
brig.da hoiwraxie-do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordea.ie CljttrtMktc.
i Attesta s* jatamedto de seu grio, aue ^tendo
osado de autmeacamento que lhsT^oripriecido
*efo.Sr. Dr. Mauoel de .^uaira'^fjrai^iiti, de-
,&minada P/asarvalivo da- Tfssla ,- tirou
sempre o melbor resultado possivel, de sorte que
os doentes ate hoje nao foram acommeltidM das
erysipelas, qne soffrum frequentemeote.- Uo de
Janeiro, i9 de junho do1874. .&rtJoii Lit Pe-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma pern$, fai
a Europa, e coastderei-me curado, twei pouco
depois, live navo ataque ; tomei o jeJHedtO" Plser-
vativo da erysipela do br. Dr. MauoeHsfSitjieira
Cavalcanti, e cessou a inoiboha, ha, anno. Creio t ictu ,(!, in, daqnsltoaatMdip, Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874. ->tarjted> Qubo
FtiQ.
Gratis aos polres.
Aluga se mi vende-s* um piano de arma-
rio v a fat r ua rua do n.a i'.ijIoumq n,53.
MOD AS DE PARI!
48--RUA DO BARAO DA VICTORIA48
Primeiro andar, enlrada pela rua de Santo Afiaro.
Madame Potelleret^ modista fr-anceza
tem a satisfagao de avisar a suas amaveis freguezas, e em geral a todai as senhoras que se vestera e
se tocara a parisiensi', que acab i de receber pelo vapor Ville de Santos, uma magnifica escoiha dos so-
guides art^os do mais apurado gosto :
CH \PEOS de palha da Italia, ditos a ingleza e de arroz, em todas ao cores, liiO preto p3ra luto etc.
DITOS de palha da Italia magniQcaraeute enfeitados para meninos o ciancas do mais peqaena
idade. Uma grande pane destes-chap6os foram enfeitados por uma dis mais aLniadas modista3 do
Boulevard dos Italianos, alii o cenlio da mais apurad* moda.
GRANDS variedade de flofes e plunras, tudo o que se node ver de mais Undo e mais raoderno
paraum toucado do bails' e para guaraicoes de chape >3 e vestidos. Aderegos sompletos de florde Ia-
ranja odorifera, para ca^amento, assim como flores e botdes para guarnicao e enfeite de vestido.
FITA de gorgorao ile cor e preta, ditas de chamalote para eintos com diversos matizes, filo preto
e branco, renda de seda preta e branca, dita do la, velludo pre to e de coies, galao de seda etc., etc.
GORGORAO e panno de linbo para vestido de senhora.
Uma escoiba de-fr bes^e chambre) ropocs guarnteidos do renJas e bjrdados. Camisas e vesti-
mentas demi ajuste, coilarinhos para senhoras e moijas.
Temos alera do queacabamos de mencion r uma grando variedade de pequenos artigos que tor-
nar-se-hia maante a leitura dalle*, o quo basta dizer que e tudo quanto se faz mister para o chique
de uma tolllete comra'il faut.
DOENCAS das GRIANQAS
X4RQPE de RABANO 10DADO
DE GRIMAULT Cl PHARMACEUTICOS EM PARIS
8ubstltue admiravelmente o oleo de figado de bacalhao, e tem sobre este as seguintes
grandes vanlagems : 1* Em doses iguaes conlem mais iodo ; 1' Seu sabor he sumamente
agradavel; 3* Todo o mundo c sobre tudo as criangas o tomlo som a menor repugnancia.
B um dos mais poderosos agentes conhecidos para modificar os. temperamentos lympha-
ticos e curar rapldamente todas as molestias que tirfio sua origem nos vicios do sangue.
como o rachitlsmo, pallidez, etc.... A sua efficacia he extraordinaria nos cuidados tao
dellcados que exigem a saiide das criancs, e sua accao curativa he prodigiosa nas moles-
tias do peito, e da pelle nos enfartes das glandulas.
GRIWAULT e C5 vuAr\wAnetriifeo^' eiw PARIS
Hoje 6 ^.tT>ido que o phosphoro e a cat sao as bases essenciaes de qualquer producto desti-
nado a reconstiiuir o organismo e a cicatrizar os tuberculos dos pulmoes.
Com tudo ha que notar que, para quooslas preparacoes produzam o etfeito desejado, he ne-
cessario quo scjao absolutamente puras, condi,-3o que nenhuma casa pode realizar melhor do
que a nos^a, cujo o director sctentifico lie o illustre chymico D'Leconte, professor da Faculdado
de Medicina e preparador do enrso dephysiologia de Claudio Bernard, no Collegio de Franca.
Os Sn*s mcdltos e os doentes'que quizerem Comparar o nosso xarope com os demais
conhecidos ate hoje nos darao certamente a preferencia sendo a sua efficacia superior a de
todos os outros, no curativo das affeccoes pulmonares.
Elle caima a tosscf.. faz desapparecer os suores noctwnos, cura a bronehites, os catarrhos
piilmoiiarcs, a tislca.'e cortai a febre lenta que destroo as forcas do doente.
Dep6slto3 em Pernambuco: FERREIRA, MAIA C>; M. A. BARBOZA, e nas priu-
clpaes phar. mcins de Portugal e do- Brazil,
INJEGCAO E CAPSULAS
G'AIMAULT E C'_A F HARMACFUTIC03 EM PARIS
A tnjeccao da Matico remedio essonoialmente anodino e conhocido, cura rapidamente aa
blennorfcaglaa recentea, antlgaa e chronicas, sem dores, sem possibilidade alguraa
de accide'ntes, e sem occasionar estreitamento do nenhum genero, posto que nao exorce
pa^hn1^ accSo oorroslva, .
As Capsulas de Matico differom oompVetamento de todas as outras empregadas ate*
hoje : as capsulas do commercio con tem a copahiba HquHa e.causSo enj3o, arrotos e vomitos
porque dtesolvem-so no estomago ; as nossas ao contrario cobertas com uma capa de giu'ten
i (princlpto nutrittvo do trigo) so se dissolve nos inteaBaos, o p5e o remedio Immediatamento
am contacto cam as vias urinarlas.
A Injecf Ao e as Capsulas constituem reunidas uma medicacao energies e inoffensiva
-A qual nSo restste nenhuma blennorrhagla,
11 -------------*~ -
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9 quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pietas, brancas e de cores, diflerentes
li.-as, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com sal'.o, brancos,
pretos e de cores diflerentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores diflerentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qnalidades.
SAPATOS de tranca portnguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
on alidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Gailherme, pen.-?*
meias pe-rneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.______________________________
Talho do pateo do Paraizo.
Aluga-se este grande talho torn o balcao de
nail-more, balanca e pesos: a tratar na rua !.
de Marco, antiga do Crespo, loja do Passo, junto
ao areo de Santo Antonio._________________
0 advogado
AITouso de Albuquerque Mello
Tendo de ir a cidade do Araca y, no vapor que
sahe no dia?22 do corrente, offerece, a quem con-
vier, os servieos concementes a sua profi3sao, na-
quelle lugar. Pode ser prccurado no seu escrip-
torio, a rua Duque de Caxias n. 37, nos dias 19 e
21. de 1 as 3 horas da tarde. -_____
Organdy de acento branco e de c6r, com flu
res miadas e listras de seda e de It a 400 rs.
covado, e fazenda de is, e e pechineha : id I
rua do Crespo n. 20, loja de Guilbenne 4 C.,
Cartes de
Cortes de cascmiras finas, gostos
5*500 o corte ; a elles antes que
pechineha: na rua do Crespo a.
Guillv nne & C.
casemira.
moderno* a
se acabio.- e
20, \of as
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Aluga-se alii duas casas peqoenas, tendo cada
uma, duas salas, tres quartos e cozinha : a tra-
tar na ma Nova, loja n. 7.____________________
ORvm.Sr. conego Manoel Cavalcante Fer-
reira de Mello, tenha a bondade de comparecer
no escriptoio de Keller & C, a rua do Bom Jesus,
a negocio de seu int;resse.
DOMPBAS.
Madeira.
Vende se, por prego commodo, algumaslduzias
de taboas de amarello de 2 palmos de Argura,
com 27 a 28 d6 comprimento, madeira | pla por-
tas e forro : a tratar na rua do Imperadjr n. 50,
terceiro andar.
MtenQaoJ
Salsa parrjlha
Salsa, parrilha
Salsa parrilha
tem para vender
muito nova e de boa qualidade,
Bartholomeu & C
oinua la. t,
Uoo.rin- t/4
Ulusica nova
Grande successo musical I Phautasia para
pianoDinorah ou le Pard n Preco 23000 I
LIVRARIA POPULAR
Rua Nova n. 59
Salamc delyoD
A l.*HOO a. libra
So na Assemblea do Commercio n. 22, rua do
Commercio, Meira & Lima,
Fiambres
Tem muito bons a Assemblea
22, rua do :oramercio.
do Commercio n.
Chocolate hespa*nhol
muito fino, tem para vender na Assemblea do
Commercio, Meir & Lima, rua do Commerci nu-
mero 22.
HIADAPOLIIES
Na loja do Pavao vende-se madapoKies franco-
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 re"is,
dito muito fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-,
sim como um grande sorlimento 'de madapolSes
inglezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peralriz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Compra-se um escravo de meia idade, que
saiba tirar leite, para um sitio : na rua larga do
Rosario, loja n. 22._____________________________
Compra se ua coelho de Lisboa : quem o li-
ver e quizer vender, dirija se a rua do Vigario
numero 26.________________^_____________^__
Compra se um escravo de 25 a 35 annos de
idade, que nao tenha vicios, e qua seja saudavel,
proprio para trabalho de padaria, e melhor sera
se enlender do trabalbo ; a tratar na rua do Ca-
arao n. 17.
m.
V^NDAS.
LEIS PRQVINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typographia,
em mSo do administrado, Colleeccoes de
Leis Provinciaes a 500 rs. o exemplar de
eada anno.
Estaa ptlutat sao resultados de 40 annos de expertnctas e MftaVets eetudos fettos pelo
Ukutre a*avto Oaaeaave. nd Hospital de 8, Luiz consagrado tapeauamente ao tmtamento daa
molostln da pUe,
Podem Ufgati SArs medkos receital-as e os doentes tomarem com a maior eotmaaca.
eeuros de obtarem emDouco tempo e sem possibilidade alguma de recahida, o restabeleci-.
nento oiwla'.conipleto'ioaaetaaias. pruAgos, dixplgcma, tiotaa a em geral do todas u
f jPW*W MW'W*'"" ** y>g>P^f foaa^gravea quo aejio.
*AI* Vende-se dnas negrolas d^ <3 annos de ida-
de, de banita figura, com principio de habilidaies,
nma preta de 30 annos de idade, coziaba e en
gomnia bem, por 700^, e uma parJa de 2) annos,
de boa figura, e quitaadeira e faz todo servico, por
700', por haver precisao : no pateo de S. Pedro
ri.2 4. __________
Calcado barato
Ii j a do Ira utes
Praca da Independent ns. 13 e
Botinas de pellica d'ourada, canno alto
e laco, para senhoras
Ditas de duraque preto e de Cdres,
para senhoras
Ditas de duraque de cor, gaspeadas e
enfeitados, para senhoras
Ditas de duraque, gaspeadas, e preta
de 2*000 a
Ditas de pellica, preta, canno alto
Ditas de bezerro, para homens
Sapatos de duraque, do cdr e couro
Botinas de Sozer Pelaoh, maWo iovm, para
homens, ditas pretas e de cores para senhoras
Da 1 ja do
15.
7*000
5*000
4*000
3*000
4*000
7*000
2*000
E baratissimo.
Attencao.
Aproveitem antes que se acabem, popelinas de li-
nho, padrdes modemos,. pe'o baratissimo preco
de 400 rs. o covado : quem dnvidar, venha ver a
comprar : na rua Duque de Caxias n. 88, loja
Dcmetrio Bastos. ^___
0 1
Potassa da Rusia a 600 rs:
o kilo
Vende-se no escriptorio de Oliveira Filhos &
C. : largo do orpo Santo n. 19.
Coques modemos
Cintos de couro
Reeebeoa MagnoHa, a rua Da que da Caxias n
45, e esta vendendo mais barato que em qualquer
outra parte.
Vejam c admircm.
A 500 rs. o covado
10 barateiro da rua da Imperitriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo preco de 500 rs. o
covado. para acabar.________^________
1*10
Vende-se na rua do Vigario, escriptorio de Iho-
nuz de Aqaino Fonceca. & C. Snccessores. .
Pechineha
Odilda Daarte & Irmie rterteram pejo iiWnio
vapor um grande e^riadoaOrtimento-de coques
deTcabello humano, o que ba de ni' ^rno, e
vebde-ie pelo baratissimo preeo de 10* eada um ,
a elles, ants qae se aoMrn.______________
-' Vaude e am wrntto eoln IUU ptlmoa 4e
frle10o3i*Siok--pWWlo com boas fructei-
nr*dlTwr eerVar do. pootoa que
g*a o trem da linha do Apipucos: atraurna
roa da Cruj_n/-ll.
Vende-se uma muiata vinda do mattoj"*wtoi
ltd anas e com habilidades.; na rta da CotcorJ [
dia p>'80.
Vende-se a afn
denominada Familiar
.bias, narua do.Bo*
iWs-e^.'optttntflliW-
1 stare' na'oWWa\nW'.'
illsada taver-
Santo Amaao das
n. 40, tem poueos
om:riMalawe:


%,*+>
^r
*:fciarfc ^NMulkny ^-Satlkdo i^<&"iA8k)<#'fc.74.

ifp>rr,ii*tt ,-.! jlj i,-a> ft-
I-. T'.U Oil \ '
Grande liquidacao c!e fciZQirXi s
N j : OTuXli I < "

KHHHH
.NA
LOJi DO PASSO
8ira Priioem) de Ihrco n. 7 A.
twlca,
para senhora, de cores e
tor-
mesma f.izeada,
deste importable estabelecimento, no lonvavel nro-
prusfto de trio desmentfrem o eoneeito aa* a*
mot auraemos feepm Ikes tew dispeWdo,
*:abam de reeeber da sua com* o niaia neo sor-
liraento da sedas, popelinas, las e artiges de ul
lima moda em Paris, e continnarao a receber
por todas < paquetes (htjuelt* procedencia ; nor
wjo ehaawa a attest*) deseus fregueres os
convidam a darera ua paseoio ao sea estabeteet-
taento, garaaUndo lbes one encootrarie a ceali-
tlade do qne (lea dlto, e para pr va dio urn pe
cinetro restrmo, euj mlMlWermcnte despectara a
attenio d.'is prelenden'es.
Mandtm fojtciidas casa dos (remm, e dio
-amoslras miduote ponlior.
A.rti$os a* alia novidado c
trttima moda.
Certes da verttdo de linho gaaroeeidos de bfco
d.i caesma fazenda e cor, tornado nvella,
citto, etc etc.
Biijuissitnos chapeos
pretos.
Cortes de dados.
Ditos da cores com enfeites da
figurine-, etc etc.
Capas de Is para meninas senhoras, guarne-
cidas de artnintio.
Vogttnrios para 1 a;, it's ado.
RtqiMssimas camisas ryrdadas pan senhora.
Leqaes de madrep'srola, para noivas.
Rica? c-ilchas de sen's, para casamento.
fortes de seda, lindas >eor.
Gergorao de seda brasca a dit
Sediuhas de delicadas padroes.
Setim Macao de tolas as cGres.
Grosdenaphs pretos e de cores.
Vdlu io preto o damasco da seda.
<>raiiadine preta e de cores.
Filo de seda branco e prelo.
'Rica* basquinas ds seda.
Casaeos de mrwr6 de cures,
Mantis brasilerrc*.
Cap< lias e mantas para no va.
Cambraia de cfires, aitas niariposas Lraaca^ de
cores, lisas e bordadas.
FIot do bosque (nuvidade).
PrTcalinas de-^uadros, llatraa, ete.
Brins de linho para vestides.
Fustao de cores.
Saias bor&adas p~-ra senbor*.
Grande sort!Dnto de camisas de Kudo *I!sas e
b?rdadas. para ftomem.
Meias de cores para bacttm, seahoca, m&oiaos
e meninas.
Sortimento de chapcos de sol para taomens e
E9Bbora.
Merinas 4c
preto.
B, etc.

N. 7 2.
i
9 a fiii|j
I mp era is ri,z
DE

' i
Mendes Guimaraes & limaos.
,.&}!samtsiU
Muito nova, e ;gros&L
Veade,-iei^6n toretia'piwja, m iwr?ao cm a re-
na raa Uo Vigsrlo n. 19, prtmeJro andar :
Viabo do Porto eogaf rafad*, em barris
ancontas.
Cera em vela?, de Liaboa, superior qtuWade.
Retroz do Porio.
GlrneWo Portland, k-gitimo
'a taverna siiaijua
0 em. marfjij afregnezada :
Kosario n. 40.
da liarao da Victcutat n
a tralar na ran. yitafe.d
Vaoeina
das de borracha.
As melhoroBe mais apBrfefoeadas das ale heje co-
Dnecidas.
Tendo os proprietaries deste estabelecimealo resofvido diminu'c ,o grande deposilo de fa
tendas, cntenderam fazer esta grandeTiqnldac.Jo, cjmose ve dos precos abaixo mencionados :
t'liarniacla
Vwule se
Drognria
TEM
para
e

Bariolomco
cac.,se A.
** Rua lacga do Rosario 34
C
Chitas largas a IfiO, 200 e 280 jtys. I liriiu -Ie cores a 4(H) u:,s
Vende-sechitas francezas e finas a 150,280 e 320 Vende se brim parilo c do cores
o covado. 400 reis n cov*hj.
. Latiohas a 120 ruis. | Tbalhas p.ira roMo 1 700 rei. -^r
Vende se lazinhas para vestidos a 120, 240, 320 a I Veade-ae lonttias dt linho para ro-lo a 700 e 800. V aCCina VflOOina
4O0 reis o eovado. j rcjs ca,da urn*. -^ 0 -.-,.. oviu.
Chitas para cobertas a 280 reis. Chalet de li GiO reis. I ,1 ^ %t- *"* ^onreneo de Magalhies,
Vende se chitas para cobertas a 280-e 360 r6b o I Vende-se cftales do la do quadros 610 rris cha- ,IDoa,f" eorie.'pai complete servlco deste r-
covado. los de mtiin a 1*160 -reis, chales it. Warind S^emf1^1? h* d*P8il mflto0r 6
Alpacas de cores a 640 reis. lisos a 8a, e ciiaies de meruui ctamaaaos a reuen.e, cuioa tubos se encomram na.
Vende.se alpacas de cores, Unas, para vestidos de .'I$6d0, 4* e 5a. tt*r'tacia e drogaria
senhoras, a 640 reis o covado. Aberturas a 2*009, ,. f" ,
e cores a 320 tH% | Vende-se aberturas de linho bordadas.. para c '"rUa larea ia*** ~ 34-
O 43 Queimado 0 43
ILazinhas vcrdadeiras.
a 200 rs. o covado
j Todos se ail mi rum tt
j Laiianaa verdadeiras com lindi simos padrdes
, a 200 rs. o covado ; e fazenda de 400 rs. : apro-
veitem que e pechincha. 0 43 eonvida as Exmas.
' amlfias para mandarem buscar as amoslras.
Rna do Queimado.
cores para vestidos.
Dito pieto Iran^ado e de verao, botnfcazina, can-
ao, alpaea, etc etc.
AtoaihadodelHib.il eal^odao para tsalhas, e dito
pardo.
Damascede 11.
Brim de linho branco -e de cores.
Fetins de lindas cores -com listraa.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de touquim e ditos de caseaara.
Can.isas de cbita para homem e ditas de fla-
nella.
Ceronlas de Inbo e ditas de aJgodio.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de labyriotho.
Ricos certes de vestidos de tarlataoa, bordados,
para bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de is, e ditos de croebet.
Espartiioos lisos e bordados.
Fonlard de seda, lindas cores.
Meias de-eeda para senhoras e meninas.
Casemirac pretas e dn cores.
l*ojkeIinas.
Neste artigo temo.s did varialissimo sortimeaic,
oaa s6 em go=to coino em qnalidade.
X.a
com listras de seda, ditas com palnaa bordadas,
dilas transparentes e de oatras maitas qnabdad?a.
Lavas
dc pellica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
bricante Jouvio.
Finalaiente :-
tapetes para eola, eadeirae, cama, entrada, etc..
cambraias brancas, chitas de todas as qual'dades,
madapoloes, esguiao, bretanbas, bramaotes, algo-
does, collariohos, punbec, miias para homem e
e&hora, punhos e collarinhos brancos e de co-
res para senhoras, gravatas para homem e senbo-
ra, peitos bordados, lencos de linho brancos e de
ores, ditos de cambraia de linho, toaliia?, guar-
danapes, panno fioo, etc., etc.
Lrija do Passo
Rua PriKiciro de .Mtnjo D. 7 A
antiga do Crespo.
Vende-se metim de cores para vestidos de Bhc-
las, a 320 reis o covado.
Cass.as fmas a 280 reis.
Vende-se cas=as francezas; finas a 280, 320 e 360
reis o'covado. i
Cambraia Vietotia a 300
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3*,
35500 e iilOO a pec'. .
Cambraia trausparenle a 2 e 35000.
Vende-se pecas de camhraia transparerrlo a 9$,
3*000,4* ens.
Cortinades a 14*006.
Vende-se corlinados bordados para camas a 14*, I
41 e 181. i
Ganga amare'.la a WW reis.
Veade-se ganpa awarelia para vestidos de -senho- j
ras e re a .a parameaino^. a 40:) res* o covado.
Gr&naJinc a 500 idis.
Vende-se granadreepreta com listras braecas para
vestidos de senhora?, a 500 reis o covado.
Sedopolao a 3,000 rs.
Vende-se perss de madapolao ingl-cf.aa a 3, e
4,000 rs.
AlgodSo a 8,500 rs.
VenJe-se pecas de algodaoa 3,$<$ 4, 4,300 c
5,000 reis.
Transparentes a 1,500 rs.
Vende sa Hransparentes para cadeiras a 1,500
rs. para liqittdar.
Mada polio a 4,300 rs.
Vende-se peca* de madap brim dMe fraoctx muito iiao, a 7, 7,;M),*8 e
8,500 rs.
Bramaata a 1,600 rs.
Veade-se bramante para lenroes, de algodao,
com 10p*5mo> de fargura a 1,600 rs. ; dito-de li
nho maiw lino a 2,000 o metro.
Algodao inte.-tado a -900 rs.
Vende-se algodao infestado para toa!has< len-
toes a 900 rs. omotro, dito muito Iiao a'ljCOO, e
dito trancado a l^WO rs.
Saias para senhoras a 2,000 rs.
Vende-se saias para senhora a 2, e 5,0i#ts.
mi^as, a *& e 3*5W.
0 reis.
Cortes de easesiira a
Jitas de algodao a 200 e
3*000.
^a
^f^ylSrt de **seTBira9 Uo*8 para eal#s a'doannatsimodeTOos a 39500 e CO00 cada
a*,5^o00e6* I um s assim e-wid borritos cintos c>m laeos
Cortes.de brim a 15400. j. ,,im -,-*,{, ^.a-_i_ i *
Vende w cortes de brfra de .ores a 1*400. Dilos,(" setim a 3Q. o sedinrtas Isvradas cem
de brim de Angola a 1**00 e 2*800. toqup de miifo a >M80(M> 6 covado : A rua
J, : Coberus a 2* > ende se cobertas de chitas de cores a 2*. Silva
Colcbas a 2*KS3 ----------------.-------1-----------------------------
Vende se colchas de Tusilo para cama. a 2*, 3* e
4*.
Cortinados para camas
Na loja do Pavao vende se um grande sorlimen-
; to de cortinados bordados proprias para camas e
- ianeUas, pelo barato prejo de 8, 9 e 10,000 rs. o
j par, assim eomo colclias de damasco para camas
. de noiva a 10 e 12,000 reis6 pechincha: a
K'jaoo *avao, vernle-se esparttlhos rna da fmperatriz n. 60, de Felix Pereira'da
Silva.
muito nova, verdadeira, iogleti, ch^ife ^bb.
Uendoza : na pbarmacia amcricaoa | Wllon Rowe & C vendem no eec a
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodio asni
Excellente flo de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux,
^arvlo de Pedra de todas as rjnalidad**
Asunicas verdadeiisag
Bichas harohnrguezas one vem a M^tanit:
aa rna do Marnaez de uiinda n.g(
Vends se nm terreno com 200 jf&tetm*
frente e 250 de fun Jo, teado edificada iva^Ba
de madeira no fundo do mesma, c-iafrua*.
miterio publico, em Santo Amaro: sttarsa
mesmo a qualqner hora do dia.
Espartilhos.
Ckapeos de so! a 2^500.
iE' BOM SABEH-SE
FOilAR
Vende-se p6s de sapotas
ca toa do H spicio o. 75.
de optima qnalidade
VENJ)E-WE
Quc-a NOVA ESPERaXCA, a rna Duque de
Caxfes n. G3, L-cm conhecida peia superioridade de
"de moda e phatftasia, a^-atra de reee- |
sneommendas de ir.er adtnias de sua j
>aca. a 3W550O e 4*. Ditns de merino a Wx. I ?SKS^u P-lt %*!' k Ditos de-tila tinot a*t hi ,e Horn go-tu de 5eus anttgoa crresprndenies da,
Vende-se -tap.tes para saia, de'divems tama- \* rua DJ5Aef de ^!^t ^*on.vi^ 1 wa boa
nhos a 4- 5 e 6'03S r< "' uo U"C1 "*"'' I e/ronstanne freguezia-c eom MpeHMMatfeJ ao sexo
' Cortes de""cas!rs a 1300 rs. 'omf^' 8 wiiarem-na, afim de apreciarem ate i s
Vende-se ejrtts de cass*s finas para ve^idra ^l8^"'^];^,^ -
a 2,500 e 3,500 m i A ^CTA EbPER.-VV^A nao quere trar no. nu-
mero dos massantes {verdadeiro* aeircrin?) cons j
nro $o bra do em caixlo e nma casa terrea, sito a
rua da Sole^ade ns. 2 e 4 : a iralar na mesma
rua n. 4, das 3 as 6 da tarde.
AlleniH!
ii
A confeit ria do Campo-, sita a rua do Impera-
1 dorn. 24. unico estabelecimento deste gfnero nes-1 tidos e casacos d
? | la provincia, proporciona aus habitantes della as' prf & s mais baral/
vantagens
Corks de la a 1,000 rs.
Vende-se certes" dt fa |.ra vestidos a 4 e 5,003' ?? >'>w* e n.m prelenJe feerner a ^ ama
Roupa feita wi liqnidajao.
Vetde-so cer.'olas de qfcodaa a 1,000,
mais finas a 1.200, dilas-de linho a'.300 rs.
Camisas a 2,000 rs.
j immoEsidade de ohjoctos que lem expostm a yen
: da, o que seria qaaai impossivel, mas limitarseba
iitas i a msQC'tinar a.igtas-daqnelles de mais alta novidade
! e tonia a liber lade de aconsefti.ir ao'fiello aexo,
Jqnea vlsitem can*iantemee, ipara depols ,ue
i .&. jrartm em ot:'ra qualqoer pane rta se arre-
de-se eawtsasfraccetas [finas a 2;'o00, 2,500 J penierem, a v;sta do b<>m e 6=colhido sorlimeBtc
E se nao vejam
quizcr tudo quanto e
e 3c.000 rs.
Palatote a 3,000 rs.
*2 se Pa,eU'u d* a|Paca Prela 3. 3,63
o,090 rs.; cal~as de casemira preta'e de coie
le-es de easernira nreta e de cores, e ontras
tas roupas'fitas baratas e fazendas ane est
qcidando hs Bazar Macional, a rua da Ira
friz n. 71.
que ha em dito -cstabelecimcgilo, eila razao tam-
pessoa
cossarto para
Cm casamento
Um b;iptisado
Uma partida
Um cha para visitas
Urn lunch
Um lauto jantar
ae-
Casemiras
N loja do Pavao vende-se nm graad;
to de casemiras de cores e mescladas.tanjtt
como escuras, proprias para ealca; pskiaireair
letes por pre?os muitj baratos, as-rae-aaw a
raesmo eslaheleeimentos se manda fasereoiajaBr
obra tendente a alfaia'.e, com a-rnaior grst-x-t-r:
por precos mnito razoaveis: a rua fir '"numi
iriz n. 00, de Felix Pereira da Silva.
Gortes de cambraia
Na loja do Pavao vende se eortes transparenle com babades laegos, Izn'^asmrm
como dexores, por baralospre;os, piraeaae*-
gum pequeno defeito : a rua da Iinpera^JcaL'J^,
de Felix Pereira da Silva.
Botoes de aco para ve&-
tidos. .
.Na ru.i Dmiue de Caxias n. ill, se ?'fmiff.ifi
os prooocades botoes de ago e de metal jaBK.^-
e senhora e de mer/reaE.sjyr
prf& a mais barau-s do que em outra ftub*
"Vende-se um pe^ueno sitio com dare nhs de t.iipa, cobertas de telba, t -ndo SB^dtf-
las 2 quartos, sala da ftenle e de Jantar, --sk-
nha fera ; e a outra 1 quarto, saia da 'rms t
de jantar, com* 97 palmos do frente e &i !ze&
460, no lugar do Arraial, perto da estacac **Cfca.
Amaiella : a tratar na rna da Pnliw o, tSs
I bem demonst a que qualqoer senhora do bom torn,! Ndo tem mais do que ir on mand^r -A con-
fk' rua do Clisa all
Os prcprietarios da Predilecta, no intuito d
conservar o bora conceito que teem merecido dc
respejtavsl pnbirco, distingaindo o sen estabeteei-
mento dos mais veem scion tihcar os seus boss fregnezes qne pre-,
venirara-aos seus correspondettes nas diversaa par-
cas d'Ecropa para Ihes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de hixo e bom goeto, que se-
jam mats bem aceitos pelas sociedaties elegantes
laquetlee paiaes, visto apror.imar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta linda Venexa
mais ostenta a ri^ueza de suas toillettes ; e eo-1
mo ji recebessem pelo paquete francec diverso I
artiges da ultima moda, veem pateatear alguns
d'entre ekles que so tornam nais reconmiandaveis,;
esperaodo do reepeitavel publico a c-ostumadi
Lojale fazeodas
DE
GniHiernie
4C.
1 nds podera cemjiletir a efepancia de seu toWet
jsem ijaedeum j-a.-.-eio a JK)VA ESPEKANCA,*
I rua Duque de Caxias n. 68, a qual acaba de rece-
[ feer os seguin:.-s artigos de luxe e inteii a novida-
fde :
{'Modernas stMes *ara prewder os-cabelles
. .'ruiii.rosfs 4ei;ps.(i(.' ptani&sia.
i3oaitas;feahi(l6s de bailes pan seaf-.oras neni-
nas.
^Inieressaotes gravatas para senhoras.
'Elegantes faeiias de tcuqaitn.
- Ui>Bs adereros de madrefurola.
i Delicados attocecoa pretoe de pnfalo e borracha
^ fposto flovii).
feitaria do Cattpoa, rua do
Imperador n. 24
Alii tamhem se en^arregam de bouquets, Hores
e folhas para casamento : assim como, de doses
de todas as qualidades para embarques, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retalho,!
Esta, se aeabando
0 antigo barateiro cantiniia a vender por nieaeu'
:eVirde2rS,i4.er; Cm afran^UeZa e '*<*', EPW a boa qualrdade do vinhu purodas
BXLESSm .covado. \^^& JrUHW^fiSiS
Jesd Heraawdes Lime'-A C, d'rna to Barae da
Las pretos superior,, a 400 rs. cevada.
La e seda, fazenda de 1*,10;/ por 70 rs. o e
vado.
Chrtas decOresa 2*0 e 2?0 rs o covedo.
Metros de cores a 280 rs. o covado.
Creleaes de padro-ss lindos e moderoos a 400>t
440 rs. o covado
Baptfetas de lindos padrSes a SOOrs. covado.
Cambraias de core* miudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Ditas pretts com fibres a 300 rs. o owado.
feaeoda.
lazeodE.
; 6 pe-
Viotorian. 3, sens Baeoessoree.
eoncnJTeocia.
Aderecos de tai-aruga os mais lindos <3ue teem i'Cambraias braocas, bordadas a abeKas
vindo ao mercado. ( ",al* ni^ que lra v'Udo ao mPcao, e
Albuns com rica3 capas de madreperla e dt. de 2*000 o metro, por 1*000 a vara
velludo, seado diversos tamaobos e baratos pre-' chJDcha-
os i Cambraia Wansparente, fina, a 3* a.peca.
Aderecos eomplet3S de borrecha nroprfos para.: D'u Victoria, Bua.-a 3*500 a pe?a.
into, tambeia se veadem meios aderecos muito bo- il?,at0 lr*nCado, vp, a 440 rs. a vara.
rjitos !nrfl branco de linho a 1*400 a vara.
Botoes de setim preto e de cores para ornato da Pfff ,,1 *? ,,nho r,no a 50 rs- covado.
estidos de senhora ; tambem-tem para colleto i adapolao irancea verdadeiro, 24 >rdas, a 6*
palitot. L/^af^1*
Bolsas para senhoras, existe noi bello swtimen- f-!eda9 T, largo e supenor, a 5* aneja.
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc, por ,<)0rPorao Po de sedc para vesudo e.para coliete
barato precA !(rVoeevfdo t Krn
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de Inn,-*' I0?']1*3 grandes a 4*M.O a duaa.
lon^
E cm as senhoras.
A Magnolia, a raa Duque de Caxias n. 45, par-
.icipa ao bello sexo que aeaaa de receber da Eu-
ropa, um complete eortimento da artigos de ulti-
ma moda, e como acha desneeessario fazer nm
enfadenho anunncio, por ja ser bastante eonhe-
cida, e.caprichar somore enter boas eerrespan-
dentesj sendo a primeira que apresenta que ba
de mau moderno e por precos mui razoavcis, por
isso limita-se a descrever somente o segninte :
Settaa donradas.
Bicoa de cores, tanto de seda eamode guipure.
fceajaea donradoe, de madniperola, marfim, tar-
laruga, ocse, etc
VabJdaa de baile.
Presentea, diversos artigos proprios para pre-
sentee.
t.oiiniiaw e pnafaos.
Manual para missa, com capa de madreperala,
tartaruga, ma.-fim, velludo, etc.
Hiipailnhoa de setim para baptisado.
CiimiHim bordadas para senhoras.
Mean deseda.
Pranjaa mosaieas.
Aderecos de tartaruga.
Voltas'de madreperola.
PulaeiraW de madreperola.
Llndaa flores para cabe;a.
Boiaas de velludo.
Pci-rumarias dos melbores e mais afamados
fabricantes.
ChnpooM de sol para eenherae-
Fliaa de velludo de todas as cores e largwas.
Moecan.
Quereis livrar-vos destes malditos inseetosf com-
prai nma machina de matar moscas per 3*000
na Magnolia, a rua DoQue da Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a raa Duque de Caxias n. 45, ven-
ae o verdadeiro Tapr de Ayer, qne impede a
caiada dos cabelios. i
Sardae epanos.
So tem sardas e panos quern oner; porqoe a
Magnolia, a na Duque de Caxias a. 45, tem pan
vender a verdadeira Cnticoieria, got taz desappa-
recer estas manchas em poucos dos.
Grande descoberta ;
Curativo das molesjlias do
peito todo
Xarope de suluh!to de soda
Bste IrapoTtdnte medioflMnt.i de acaha e ser
reconhecido pelos distinctos Die Za)l#nt < Paras-,
ehevas como no verdadeiro e;peaifieo contra a
phtysica, segunJo nfovaram nos gTandes hnme
ros de casos por elles experfmentados, como se td
a wssao da arademia de Paris de 24 de mareo
ao corrente anno, eneontra-se anicamente no
Deposito da pharmack e drogaria
_ ,. Barntolomeu at C.
n. 3t R0a hrg, ^ xmttio N. 34
.iiriVrCn,dvSfhdaaa P^tes de um* "sa terrea,
fnl elb* n nj com maitos bons commo-
tfo a tratar a rua d Conceijao n. 60.
eomo de cdra, de borracha e de 'inassa : ehama-' ?lcna8 *,ra"to a 3* ^a-
mos a attenjic das Exnsas. Sras. .para osteartigo,; c^.es d,e br*mai"e a M uw
uoa as vezes tomam-se as criancas um nonao im- i r*",na8 ."e 8nga, forradas, a 2* e 3*.
poB as vezes tomam-se as criancas um pouco im
pertinentes por falta de um objeeto que as en-
trelenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, veadem-se par preco otnmodo.
Ceroulai de liabo e de aigodac, de diversos fre-
es.
Cafrinhas com naisica, o qne ha de mais undo,
com disticos nas tampas e proprios para presea-
te
CoqBM os mais modernos e de diraveos forma-
tos.
Chaneos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, eomo para
meninas.
"Gapehas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
EntremeioB estampados e bordados, de Isadoi
itesenhos.
Escovas eleetricas para dentes, tem a propria-
tade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe nm
grande sortimento de divercas larguras e barato
preeo.
Fitas de saria. rle gcrgnrae, de setim e de eba-
aaJnie, de diversas larguras e bonitas ceres.
Fachas de gorgurad muito lindas.
Fi. rat arliticiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as flores, nao so para enfeite dos c.beltes, eomo
tambem para oraato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, braocas, pre-
os et de diversaa cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Laeos de cambraia e de seda de diversas coras
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
ooiva.
Livros para onvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6so e velludo, tndo qne ha de
Pantea de tartaraga e marfim para aliear as ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Fm bello sortimento de madre-
perola. marfim, osso e donrados por barato pwco.
Perfuiaarias. Neste artigo esta a Prediiecta bem
provida, nlo so am extraetos, como am oleos a
bantu* dos melbores odores, dos mais afamados
tahricantes. Loflbin, Piver, Sociedade Hygieniea,
Condray, Gesnei e Rimel ; aid indispensaveis pan
a festa.
Saias bondadas para senhora, por commofe
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para hap-
tisados.
Tapetes. Reeeaeo a PredileeU am boaito sorti-
mento de Aivenos lamanhos, Unto para sofa or>
mo para entrada de saias.
Vestimerrtas para, baptisado o qne ba de melhor
gosto e os mafs moderno recabea a PrediJecta
jLene.os de natb, ?banhado8 e era canrahas a
} 3*500 a duzia.
; Ditee de cores a 3*500 a duzia.
E ouiros murtos artigos,por pregos baratissimos.
So na rua do Crespo n. 26, loja das 3 portas. Dao-
se ameetras.
L&azinhas baratas.
?'a loja do Paviy,.f)ara liqaidar, -veade-se
uma [ui(>*o de laazkihas de eoree para
vestidos, V-uJo dv MO rs. nara eiiaa ; as-
sim ewno ditas com.lwtras de seda mrtr>
bonitas a filo rs. o covado ; elpacas de co-
res .cuai Hat ras da .eeda.de tiJ rs. para
cima : a *aa da Imperatru n. 60, de Fekx
Pereira da "Silva, ___________
Aproveitem
O PARIS X'AMERI:a, r. rua Duque de Caxias
a. 59, pruneiro andar, asta-vendendoeal^tdo pelos
seguint spreees:
Botinas de duraque para senhora a 2 J00 reis.
Dftns de dito preto a 4j000 rdis.
Ditas de dito cud botoes ao lado, a 4,000 reis.
u Ditas gaspeadas, cano alto, para seaaora, a
ii,vt'0 re ft.
Ditas de pelliea, ingleza, a 4.O0Q reis.
Ditas de duccque bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, dc cores,para meninas, a 3*.
Em quanto e tempo
Liquidacao deroupa
_Xa bja-do Pavio li tuida se uma giaategr-
Cao de roupa para homeos e menia"S,cofa-iKa..
calga* de casemiras pretas e de cores, parx.Sifc*
os precos e qualidades ; dhas de brias An-
gola para diUerentes prejos ; ditas fk icas ae
cores, pardos e brancos; paletots saeeos.,ar>*
e fraks de paDno preto c de casemiras at iw;
coletes de todas as qualidas, por preg*!x-
tissirr.os, assim como grande porcao de caaansa
ceronlas por menos 3 0|0 do seu valor atysn
pastels de diversas qualidades, empadas de cama-! ac.ibaF :c ru* da "W* a" G0- Fd* **-
roes e de rirne. jTai* aa "va-____________________________
De tudo que alii se vende, garante se a boa- riri5tr/nQ rsra cpnhnr*
qualidade, limpeza e promptidao. vnaptOS para SenilOraL
Enfeitam-se fiambres, bolos, ples-de-16 e ban-! A loja da Passo, a rua Prmeiro ds Ber^t
deijas, tudo por precos razoaveis. |7 A, rerebeu nm rico sorl'inento de A^*ttK
AHialegra-se a vista e satisfaz-se as exigencies Pra senhoras, pretos e do eores.
od paladar. j----------- -------------------------
Sq na confeitbria do Campos PA HA LUTO
| Vende-se chitas inglezas pret*s ca sartas:
' 200 rs. o'covado, diia frat)*a>aaaitLflna;tataaaaaa
como com pinlas de 320 rs. par* ct.na;
preto a 800 rs. e muito r;no a 1,0"0 rs

JNovidade!!
Mow, princezas e alpacas de todos oajE^asr
lazinhas pretas lisas de 4O0 ate SOO K.;arm
como uma graade porjao de MttlM*aaaa\ate
chiias pretas como de las, que se vea&eatau.
precos baratissimos ; tambem uma Era^dijap-i*
de chales preto; de las a 1,000 rs. por e?tsm3st
pouco russos : a rna da Imperatriz n. 0*.fc*?*-
lix Pereira di Silva.
Sofcraitea
Veoham antes que se acabe!
MadhpoHo francez flao a 3*200, 5J0OO, 6* e 7*
apeca.
Diio inglez, fiuo, a 3*300, 4*, 4*800, 3*000 e
5*300 a peca.
Algodao bom a 3*o00, 4*000, 4*300 e 5*000
a pe^a.
Chitas daras e escuras, a 240, 260, 280.300 e 320
rs. o covado.
Ditas traa;adas, fina, a 280, 300 e 320 rs. o co-
vado.
Las japonezas a 200, 220 e 240 rs. o covado.
Sapates de cbartote e de casemira, para homem,
a 2*.
Dito de dito, para meninos e meninas, a 1*800.
Chapeos de todas as qualtdaaes, para homem. a '
{flaw**1 ?*' 3*300e 4* nm' e Pa naeaino a '
CollannhoTde linho a 2* a duzia e de oaoel a',JZflEIl vsnd?p,A,!toni? Luiz de Olrvas*. fcaa-
200 e KO rs. a duzia P P 'j 2 a e8crjPtono> a rua do Bom Mm*
E ontras1 muitas fazendas que se vende com 30------------------------------_________________
por cento meoos de seu valor, na rua do Livra-! AoQ
memo n. 30, loja do Lima Coutinho & C

Veno"e-se em uma das melbores 'ran ta cidade, nm sobradoem bom ^tado : aaBar
| na rua do Barao da Victoria a.-69, taw**. **
na praga do Conde d'F.u n. 17, taverns.
Salsa-parrilha do Paz^


aproveitem.
Cortes de<3asimira a 4#, 5#
e 6#000.
Na lcga do Pavao, veade-se qoctes^de ea-
sernira pra cah; a 49, *$ e 6^000, ditos
muito (ii; sde urns&6 cor com listras ao Ia-
do, fazenda qne sempre se vendeu a 9* e
f4)^000, liquida-se a C0tX> para acabar :
.ji xua da.Im^eratriz a, CO, de Felix Pereira
da Silva.
Cal
Na rna Direita n. li, vende-se noviesima eaJ de
Lisboa da ultima cheg*da.
Peoteades
de nova invencao.
Com um penteado destes pentea se uma senho-
ra em dous minutos, e acha se decentemeate
penteada para am soiree, nm baile, assistir ca
to dos eslrdlamento afMMttS&%^^
pela facil appliear^o das {^daOdflon Duarte & Irmia, rua da lajpe,atriz
SONDASOUVAES
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) : a Magnolia a rua Duque de Caxias n. 43
e so quern tem.
Papai, mrtmai.
Como 5o lindas as bohecas de cera que cha-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. S6 na
Magnoha a rua^Duqae de Caxias n. 43.
Gaiolas, gaiolae.
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de aiame de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell u antes que se aea-
Luv*is brancas
da Jouvin : a Mi ijnolia, a rna Duque de Caxias
a. 45, 6 so quem as tem fresias.
n. 8f, primeiro andar.
DE
. GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfei^oadas de todas
as coubecidas
Vendom-sc
A
PHARMAQA E BROflAUM
DS
Bartholomeu A-4).
34~Rua mrga do Rosaiio'34
E' eoanomico.
Graxa gfycerrea prnpria para a conservacio do
oordovao
que
sasttiS!&&*

Para o fabrico de ehap^os
"aESPERANCArecebeui
tcao dc chapeos.
Vende-
A NOVA ESPERANC> recebeu a aranw proprio
para armacSo de chapeos.
se
Uma propriedade a* margem da Lambda
dos Remadios, contoodo barro para toda e
qualqner obr$, com uaaa grande oiaria,
caat da wvaada A Hhm viwearos com paisws.
Promette-se fazer tatWeqwalquer aegocio
fl tratar oem Delfim Lins Cataleanta Pes-
se.
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatinhas qne
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber I
Sediuhas a 1$500 o covudo.
Venhan ante* qne se acabem : na loja do Passo
a rua Is de Marco n. 7 a.
Fnsiao.
FnsOo branco para roupa da meninos a 00 rs.
o covado; 6 peehiacba : na rna do Crespo n.
,lojadoGoleerm4C. ^
cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel fc
proprio para cigarros. de diversas largoraa.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n 19, vende-se o -sefaala
Cimento de Portland, em primeira mitt.
Vinho do Porto, engarrafado, nnissimo. asttst-
xas de duzia.
Dito dito em barris e aneoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de daia.
Vinho Collarei em atieretas.
Cera em velas, de Lilbea.
Cera em grume, idem.
CHEGARAM
as desejadas lazdnhas a 299
rs. o covado.
Rua do Queimado n. 45.
Pefronte da leja de chapeos da Prauatal.
Lazinhas A imitagio de seda com riaaaaaaar
padroes a 200 rs. o covado. S6 o 45. Sfe^as
amostras. Venham aales que se acabeiu.
J ~
CALCADOS
. borzeguins
Na loja do Pavao vende-se colchas de/uatid'*!^I?-Para m^5LD0,.; cn'2jtos de
......
de or aroto preoo,
qualquerbotoa.
para Scar ao aleanee
guape.
Veddp-s'e oi tegrdntes:
Barra,
e Patflele
A tratar com seus proprleurios ndsta cidada
e para informac5es com Joaqulm Pinto de Mei
roUei FUbo na mesma cidade de Mamamguape
aso Irmftos & C.
Para qualquer Fervicx)
Vende-se um essravo bom, cdrparda, bastante
possante, e chegado ba pouco de outra provincia, i
proprio para todo o service : na rua do Imperador
n.....ou na rua da Imperatriz n. 60. 1
Asserablea do Connnercio
litua do ComnieiQio n. 22
Seta & IM
\ Cinco mfnatoi Ba atten^So -
Doces seccosem ealda
Empadas de cemarao
Fiambres preparado
Salame de Lybn
Tudo Wto.
Bolos hrgreies
Pruetas preparados
Vinhos tmetkret
Obo,mcJifer3eMia
PetieMJ e boos hocados
Na asserrJbl^a
Se serve com agrado,
Tado bom.
Bolinhos para cha
Pudms, pSes-de-I6
Charutos da Bahia
E jogo de domino.
Os donos deste estabelecimento avisamVa sens
fregnezes que nSo sSo egolstas e prometteth rea-
der barato, para vender muito.
N. 22 Rua do Comercio N. 22
Armazem da Asemblea.
Ceretflas e camiBas.
itoioJA. do Pa via, veade-se cere ula* fran-
cezas de todos ostaiaaabas para bomem a
1^600, e ditas de liabo a 2#0Q, 2m*> e
Camisas brancas com peitos de algodao,
j fazenda ua a por estarem um pouco en-
j wvalbadas a 20,5000 a duzia, on a i#800
,ofldaaa, ditas com peito de esguiio de
j linho a .39600 a 3500 cada arm. dkas
com peitos e punfaos de e6r a 29000 e
29500: 4 rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
Ux Pereira da Silva.
Lustres e acandelas 4e i^o
patagaz
N* frande exposicao da rua do Imperador n.
39, Junto ae eseriptorio da oorapaahu dogaz, vea-
dam as os maifi bomtos emoderooe lastrea e aran-
fta .aS.*0 P* *a*. !sfnt coinp tndo o malt
qne latpraanecessarlo para esse ffm, sendo lado
dot mel&ofes rabrrcantes qfteha 'm AgMtem. Os
precos sao mais baratos do qne era outra quakjuer
parte, e com a vanttgem que e o deno do eitabe-
ecunento mandar assenlar os lustres on arande-
las no lugar qtie o comprador quizer, sem qne para
isso pague alguma cousa. Tambem se corapra ou
*2t!? laWtt* *n*l ja osadas, mas que
eatajam em estado deaoder gfrvlr.
Ualde Lisboa
Vende se c41 de Lisboa : na praca do Corpd
Santo n: 17,1* andar, escriptorio de Joaquim Ro-
dngaes Tawes de Mello.
Chegou para o n. HI, rua do Daque i
m completo sortimento de botmas ei
I entrada baixa, de duraque e chagrin, aam a>-
[ nboras e meninas ; borzeanins de pe&ai aV
ta*erfc
emafsoufras
qne
lra c^na e ditas de metim escarlate forndas com | P***6--
a 5,000: a rna da Imperatrii n. 6Q,
MX Peren-a de Silva._________
B' com as noivas
A NOVA ESPERANQA, rua Duqne de Caxias a.
38, acaba de receber boas meias de seda proprias
pwa noivas, e os apreciaveis ramos de krapgatra
Volclias para camas
_.oja do Pavao vende-se colchas de m
E'bonito
Aos
meninos
A NOVA ESPERANCA, a rua Duqae de Caxias
n. d3, acaba de receber am bom sortimenta de fi-
nas bonecas que 'fallam, qne riem se e choram ;
tambem as tem mndas e surdas ou surdas-mndas
venham ver se nao e vtrdade.
Grande liquida^aa
de mmdeeas e tkapeas : ao aaw Baaar, ran db
Mbyqaat da Qlinda n. t3.
Vende-se um sitio na Capnnga, rua da.BaT
As almofadas bordadas de la matia.)*^!
cebeu a Nlova Eaperanca, a rua
Guiw,.
Polassa da Mil
Domingos Alves Vatbens, a rna de f
5, tern para vender superior potasaa aa
em karris de 23 kilos, par preps modioc
Aos nervosos
A NOVA ESPERANCA acaba de recaaar
ies milagrosos anneis electricos, cura i
letrosoS.__________. ____________
Para conoertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rna Duqae 4*41
SSftT^m u^Saa! et^^vUd^:^ ^ 3, recehen dasta ne^ria linb,:
"traWia mawia.
Lustres, caDdieirose
arandellas.
A empreea do gaz, tendo recebido ultimamente
nma quaatidade de lustres, candieiros, arandellas,
globos etc. etc., tado obra de gosto e de primeira
![ualidade ; acha se em posicao de supprlr a sens
reguexes, por precos menses do que antigamen-
te. Para verem as amostras, dirijam-se a raa do
Imperador n. 31.
Vende-ie a taverna da rua de S. Jorge n. 88,
em Fora de Portas, bem afreguezada e com pou-
cos fundoa, propria para um principiante : a tra-
tar aa mesma.
Bramante para lengte
a 11800 29000 e %
Na loja da Pavao vende-se superior
para lenedea, earn pateos da lurgan,^
nas precisa de 1 vara 1/4 para am let
de algodao a 1,800 rs. a vara, dite
corpado a 2,000 rs., dito de linho pur* a'.
2,800 rs.; assim como aloalhados supeaaaaa,aa>
to de linho cemo de abjattto, porpreem
eonta, e petas de algodaotmho para lea
lhas, tendo de 4.000 rs. para cima : a am
peratrlz o. 60, de Felix Pereira da SSas.
Pesos e raedidas.
Vende-se em casa
Bom Jesus n. 4.
de Rawkes & C,


T

;^iario de PeraambuoQ Sabbado 19 de Betembro de 1874.
*
CAMAR4 DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuaga > .
Aprn-eiila ainda em demnnstragfio deste
facto "- doutf program.nas dn partido liberal
de 18ii > de 1868. Comb.te depois a elei-
cao u.xta pelo suffragio universal. Daria
ail v..i contra esse principio.
i nil-if lo em sin apn-ciagao, cita muilos
facto* nsfortcos ; allirliiido priiictpairainte
a fun ai^inda vai busc.ir alii louitos exem-
pl.is e i fvor da sun niidia >. ,
Our' ponto de que em seguida se occupa
largam'-nte e a constituciunilidade do voto
jodrtH'tti
Cila 1 gislagao portugueza, para provar
ijuh a >i se passou d eleigfio directa peloaclo
additional em 1852. C mtesta que houves
se, como se tern dito, lei ant' rior or linaria
mudando o systema da eleigfio.
No no so paiz ,i inconstitucio ali lade e
caso julgado. Procura demonstrar esta
pr po>igao em um parecer >ie 18i3, e em
acios (i steriores da camarn quo justifica
com iliicoin.'Utoi que apreseuta.
0 pre;i lento insla neste ponto para que o
orad r teruineo seu discurso, por ter decor
ri lo jd imiito tump i depois da bora detinada
d prnneira parte da ordem do dia.
0 >r. lor observa que ain la uio decorre-
raui as duns boras que [tie sfio perraittidas
pdo r-gimcnto, porquanlo comugira a f-illar
muiio dep >is de 1, e ain la uaj eram 3.
0 prH i lente ainia repute a sua instan-
cia, le.nbranJo que se achava ua sala o mi
.uistr > .|.i marinha para assistir a Jiseussao
Jo seu orgainento ; mas o orador cuntinua
argumniti) ealorosamente. desnertando
ora ruidosos apartes, ora grande hilaridade,
aleehegir a conclusfio de que nfio aceila a
eleigfio directa sem a reforma coistitucional.
Eiitrou finalmente na especiaiidade do
projncto wrminando por assegur r o seu
voio d.umendas da comraissfio Ao termi-
nar estu discurso, o orador, que se sentou,
visivel nente cansaJo, teudo cbega lo por
zes a fahar-lhe a iroz, foi cuiupnmentado
por muito* dos seusamigos pobticos.
Sir. Floreucit* de .4lrcu co-
meg ou respondeudo ao deputa-lo pela Pa
rah) ba o Sr. Auisio. no ponto em que su>-
ten ara que era indirecta nos Estados-l'nidos
a el-icao de sena lures.
Explicando o melbodo dessa eleigfio.
apoiou-se em um trecho que leu do State
mi ler, jusiiticando assim a apftrta que li/.e-
ra o orador quando mvocara aquelia auto-
ridade, eqje lbe rnerecera uma contest agio
vebemente Aquelle deputado dissera que
0 ia coufundir, e agora e elle que ficard
confuudido.
biz ainda que se ha eleigfio indirecta nos
Ettalos Unidos e a do presidente da Repu-
blic* Mas essa mesma reduz-se A uma
eb-icao directa, porque o votan.e escolhe
um eleitor, que ba de votar em candidato
do seu partido.
Justifica tambem esta opiniao em outro
trech que leu do mesmo autor.
Tendo ssim respondido ao deputado pela
Parahyba, passou a occupar-se do artigo em
discussao.
Faz prirneiro sobresahir a faciiidade com
queo ministrodo imperio, do voto innominal
que classificara o systema o mais logico,
mais compltto prra a representagfio das mi-
norias, passara ao voto incompleto, quo lbe
foi imposto pela sua maioria.
Apreciando os inconvenientes de qual-
quer desses systemas, diz que o que se tern
em vista e fazer passar uma lei, boa ou md,
para depoisse mostrar ao paiz que e este
governo que faz as reformas.
Depois de muitas cunsideracoes no senti-
do de combater a eleicao indirecta, entr iu
Da especiaiidade da inateria, analysando as
emeudas da commissao.
Aprecia muito detidamente a representa-
,a'i das provincias, f^zendo sobresabir a
desigualdaile em que fleam pelo augmento
que se propoe nas emendas da commissSo.
.I'll_r-'i mais desprotugidas as provincias
do Sul que as do Norte do imperio.
0 ministerio comprometteu-se na fall a do
tbrono a fazer p*s lido o ten io Goiiseguido, s6 tinha hoje um assumpto, talvez peia elevacio do ponto de
caminho a seguir -retirar sedo poder. visa de que not observa, convira* a cama-
D-*fende a opposicAo da accusacio que se ra que faltando ao gabinete convicgdes pro-
Ihn faz de protellar os trabalhos, nao fazen-'prias e sendo as suas contrariadas, a&o 6 o
do muitas vez s casa. mais competente para a realizagao desta re-
E'ao goverm que cumpre fazel-a. Eile forma, que procurara" sophismar.
tern para isso uma maioria namerosa. Se' A prova de tudo isto, Sr. presidente,
a nao reune 6 porque naopdle, ou porque tem-Se na marcha que tem tido a discussao
nao quer ; em U)'lo o aso a responsabilida- [ e ter-seha na sorte do projecto, seem tem-
de e sua, nan e da opp isigao. po a camara nio o condemnar in limine.
A ha perigoso esie divorcio do poder com 0 Sr. Ignacio Martins :Ja estd con-
aiviuia). Estando o Brasil cercado de re- demnado ; ainda nfio passou um artigo do
publieas spnln a uuica monarcbia na Ame-' projecto, a camara tem rejeitado todos.
rica, p6le.vir a sir o rosultad) dessa poli- 0 Sr. Carlos Peixoto :Sr. presidente,
lioa o 'es norjuammto das iostituicdes. sendo incontestavelmente assumpto da
Julga que nao deve augmentar-se a des- maior magnitude a lei eleitoral, ao gover-
peza publica com o augmento das deputa-'iio nfio e ficlto escusar-se| i;oes, porque os itopostos sfio ja muito pesa-,de que sobre si pesard pelo que for decre-
'los, e mal o pjvn pij lera" mais tarde satis-J tado pela camara neste sen'ido ; entretanto
fazer os encaigtto qu : v3o pesauJo sobre os elle vc impassivel seu projecto, condemna-
cofres d lheouro.
Conclue >lizeiid de sua conscieucia combatendo mais de
uma vz a refirma eleitoral.
O fir. Curios felxoto (Attencfio) :
Sr pesidente, e a verdade da eloigiio o
ityectivo de todos os homens pensadores
deste paiz e a p'iiase que de cootinuo se
repute a discutir se o projacto que reforma
a ii se que dessa reforma provird a r-'generagfio
le todo o systema.
Faltando ao meu paiz com toda a fran-
queza, eomecarei pjr estrantiar, Sr. presi-
do pela camara ser substituido aos poucos,
sem o necessario estudo e exame por meio
de emendas que completamente desvirtuam
a idea primitive.
0 Sr. Igkacio Martins : Substituido
por partes.
0 Sr. Carlos Peixoto : Era preciso
que o ministerio na discussao de cada artigo
viesse declarar ao paiz as causas que actua-
ram em seu animo para, renunciando o
seu proposito, aceitar as emendas da com-
missao ; porque, senhores, nfio posso com-
prehender como no nosso regimen, em
questao tfio meliodrosa e grave como esta, se
l'-nlo, que o gabinete 7 de marco tao em- possa prescindir da intervencfio do governo
FOLHETIM
JOANNA
UM J0G0 DEPAIXOES.
POR
George Sand.
(.TRADUC^.fiO DE X. X. X.)
PARTE PRl^EIRA
I
(Continuacao do n. 212.)
E' verdade que havia muito tempo que
meu pai nao corria pessoalmpnte os riscos
d'essas aventuras ; mas nao e menos verda-
de que os fazia correr aos outros, visto co-
mo era, como o final de sua converse com
minba mSi ma revelou, ura dos chefes que
ijirigiam uma espeoie de exercito occulto de
individaos de todas as especies, desde os
..uriosos de flibusteirismo e nfio de traba-
Iho, que cram em amor numero, ate al-
guns credores da forca.
0 contrabando em summa, nao obstante
a animacfio que encontra em todas as cla-
ses, sem que ninguem escrupulise em apro-
vtitar-se d'elle, e uma cbaga social e eco-
non.ica. '
Sabendo-o, devia eu entretanto resignar-
me a senlir em mim uma como especie de
vicio, e d considerar o bemestar deque
gosava, d comejar pela boa educaQfio cujos
ben> tlcios recolhia. como uma especie de
roubj commettido nfio s6 ao estado, mas
: uiL :m ao commcrcio legitimo e houeto
do mous coacidadfios.
0 que fazer em semelhante situajfio ?
Supplicar d meu pai para que voltasse ao
bom caminho ? Nfio me senti com a cora-
gem precisi para fallarlhe n'esse tom-fde-
mais era quasi certo qae eu n5o consegui-
Tts aquillo que minha mai nfio obtivera
com loda a sua prudencia, e que afinal s6
viesse a coriseguir novos rompiraentos e ain-
da mais p -ofundos.
Aguardtr uma opportunidade para mani-
festar-me severaraeute contra esse genero
de industria, sem eotre tanto dar mostras de
sabr que meu pai coparticipava de seme-
lhante industria ; eis o que me pareceu
raais aceitavel, e o que julguet poder ten-
tar algum dia, raais para adiante, quando
tivesse obtido o direito de fallar como ho-
mcm.
penhado se mostre ua reforma da lei eleito-
ral. si niilaii i prestar homenagem ao di-
re lo sagra Jo da escolha dos representantes
do paiz,
Esse ministerio, Sr. presidente, que estd
juiga lo pel > pa z como tendo por principal
empenho tirmar o regi nen do absolutis-
ms .-litre u6s I (Apoialos e nfio apoiados.)
Para prova desta asserij^o, basta recordar-
mo-nos do decreto de 2 2 de maio de 1S72
1 u>j .lissolveu a camara porque a opiniao do
paiz representala nesse ramo do poder le-
i{ilativo conle nuou em sua maioria a po-
litica que seguia.
E, Sr. presidente, tanto mais censuravel
e esse acto do gabinete 7 de marco, quanto
e certo que a ?-leigao de 1869 que produzio
essa camara feri la por elle, e eleita quando
incu ubida da gestfio dos negocios publicos
0 ministerio de 16 de julho, teve por si a
vontade 'le um partido inteiro e a abstencfio
denossos adversanos ralicaes, que por esse
raotivo deixaram de ser tambem ropresen-
tamados e que de certo nfio o apoiariam.
Sr. o m nisterio sidente, nfio deixou de intervir nessa elei-
g.fio, e certo que nfio o fez, como o gabine-
te 1 de iu*rro em 6e;n do individuos e sim
de um gran le ptrtilo constitutional, que
enviou ao parlament i os mais illustres de
seus membros (Apoiados.)
0 actual minist rio, portanto, Sr. presi-
dente cujas tendencias para firmar, como
disse, o regimen do -bsolutismo ficaram por
demais acentuadas por essa medida extre-
ma, nao me parece muito sincero no esforQO
de satisfazer esta aspiraQfio nacional. Nfio
pole ter escapado d camara que^o procedi-
mento vacillante e incomprehensivel do mi-
nisterio deixanlocomo que, mutilado o seu
projecto, corn sua discussao abandonada
pela maioria que lhe sfio mais chegados e
principalmente pelo seu leader, o distincto
representantc de Pernambuco vem provar
que o proprio ministerio nfio se julga com a
forca prec.sa para realisar esta reforma, que
reclama de sua parte toda boa vontade e
mesmo energia. (Apoiados.)
Se o ministerio, Sr. presidente, obedece a
in-pirarojs propr-as na sustenta^ao do pro-
jecto que nos apresentou oillustrad) Sr. mi-
nistro do imperio, devendo estar ellas de
barmonia com o seu passado e as suas ten-
dencias pronunc:adas, nao pode por forma
alguma satisfazer elle o grande desideratum
da mauifestagao livre do pensamento nacio-
nal, que para u mesmo ndo tem grande va-
lor, como jd o provou.
Se ao contra ri j obedece d inspirac3o a-
Iheia. d inspiragao de alguem, que embora
possuindo o conhecimento dos homens e
das cousas de nosso paiz, nao tenha appre-
Detendo me n'essa conclusao, procurei
acalmar-me ; mas em balde o tentei, por
que uma outra agitacao muito mais viva e
vehemente tinha-se apoderado do meu es-
pirito.
Eu nunca tinha ousado encarar uma
mulher. Era um innocente, muito casto,
posto que facil de co.araover-me quando
oc:asiao azada se offerecia.
Tratava-se entretanto de atirar aos raeus
bracos a mais bella reatura do mundo,
uma mora de quinze annos, capaz de me
amar desde que me visse 1
Como e isto possivel ? perguntei d
mim mesmo. Come e que eu, timido
estudante, jd posso ser amado por uma ad-
rairavel creature que faz andar a cabe^a d
roda d uma populacfio inteira ?
Parecia me isso incrivel, e assemelhava-
se d um conto de fadas ; mas que deslum-
brante illu-sfio I e porque meio repelli-la ?
Confesso que nfio me lerabrei de con-
demnar Manoela pelo facto de ser ulna de
contrabandi ta, e que as reflexdes de meu pai
d semelhante respeito pareceram-me logicas
e sem replica, visto como afigurou-se-rae
natural essa aliianca, e como um meio de
melhor sepultar nos bracos da complicida-
de a mancba commum, que, n'uma socie-
dade mais elevada, me podia ser am bom
dia lancado em rosto.
Em conclusao, achei que minha mai nfio
tinha razfio em so oppor i essa proxima
entrevista, cuja lembran^a fazia me pulsar o
coracfio como se me quizesse saltar do
peito.
II
Na maahfia do dia subsequante procarei
mostrar-me calmo, simulando nada ter ou-
vido ; mas tornei-me pensativo e caprichoso,
ora melancolico e triste, ora alegre ate a
loucura.
Perdi o somno e o appetite ; e apaiionei-
me, enfeiticei-me loucamente por um phan-
tasms, por am ser que talvez eu nunca ti-
vesse de ver, visto como muitas cousas po-
diam ter lagar antes que men pai voltasse
ao seu projecto, e que minha mai nfio mais
o combatesse I
Tive a idea defallar-Ihj's n'isso; mas ttro
mister confessar que eu sabia tudo o mais ;
e demais o amor encbera-me de uma inven*
civel timidez, e era uma como pungente
perturbaffio em moio do uma deliciosa ei-
briaguez.
Regressei ao collegio, e?perando que o
estudo me aliviaria d'osse tormento, ou qae
me firia ter pacienjia e esperar ate- o anno
qua iniciou a reforma por projecto de um
dos seus membros, e que e de presumir-se
nfio havel-o feito senfio depois de apurado
estudo, depois de se ter munido dos dados
precisos d elaboracfio de tfio importante
lei. (Apoiados.)
0 projecto que serd convertido em lei
nfio e mais o do governo, que foi for;ado a
abandonar sua obra, ella se compord de
ideas dos diversos grupos em que de divide
a camara, aceitas sem remedio pela commis-
sao para poupar ao ministerio a defec^fio
de votos.
E' uma circumstancia esta,Sr. presiden-
te, que nfio se pode deixar de tomar na
maior consideracfio, porque vem firmar,
em prejuizo das nossas instituicdes, o pre-
cedende de viver um ministerio sem o a-
poio da camara.
Nao deixarei de significar d camara que
nfio foi simplesmente a dissidencia que se
pronanciou contra este projecto, quando nos
foi apresentado na ultima sessfio ; muitos
men bros da maioria que apoiavam o mi-
nisterio o receberam mai, e entre elles ci-
tarei os que compoem a deputacfio mineira
que se reuniram, e, depois de longa confe-
rencia, resolveram a nomeaQio de uma
commissao para offerecer-lhe emendas sobre
pontos capitaes, da qual fez parte o humil-
de orador.
E de passagem accrescentarei, que nfio
ficou de todo f6ra de combate a idea da e-
leigfio directa : no seio da deputacfio minei-
ra ergueram-se vozes das mais autorisadas
de entre n6s, procuraodo convencer-nos
nfio s6 da necessidade da decretacfio da e-
leicio directa, como tambem de que ella
nfio feria preceito, denatureza constitucional,
e se alguns d'entre os illustres mineiros,
que assistiram a essa conferencia, resolve-
ram manter a eleicfio indirecta aperfeicpa-
da, era como meio de transicao dquelle
systema, que entendiam nfio estar o paiz
ainda nas condicoes de adoptar.
0 Sr. Cunha Ferreira Menos da mi-
nha parte.
0 Sr. Hori'a Barbosa :E da minha.
0 Sr Carlos Peixoto (para o Sr. Cu-
nha Ferreira) : V. Exc. foi sempre de o-
pinifio que a eleicfio directa era inconstitu-
cional.
0 Sr. Horta Barbosa :E eu tambem
sempre tive a mesma opiniao.
0 Sr. Carlos Peixoto :Por minha
parte direi d camara que jd nessa conferen-
cia manifestei o meu desejo de ver decreta-
da a eleicao directa, como meio de se ter
eleigdo, se bem que declarasse tambem quej
me parecia nfio se poder decretal-a sem of-
fensa da nossa carta.
0 Sr. Candido Murtha : -Apoiado.
seguinte. Mas assim nao aconteceu, e n'esse
inverno trabalhei mai.
Minha mfii teve sciencia d'isso, e repre-
hendeu-me com uma severidade de que nfio
a julguei capaz; e meu pai, que viera d
casa ao tempo da Paschoa, e de quern eu
esperava mais indulgencia, foi ainda mais
severo, e chegou ate a leclarar-me que ea
nfio iria d montanha se por ventura nfio
obtivesse premios.
Essa ameaca produzio effeito, pois assom-
brou-me de tal modo que levou-me d ga-
nhar o tempo pordido o d obter rs destine-
cdes acostumadas.
Logo que chegamos d montanha, procu-
rei saber por todos os meios possiveis, se
meu pai ainda pensava nos meus esponsaes.
Ea tinha entfio dezesete snnos ; tinha, pois
idade Mas o projecto parecia inteiramente
esquecido.
Certo dia, tratou-se de casamento d pro-
posito de minba irmfia, que conlinuava d
dizer sempre que desejava ser religiosa ou
quando nfio professors.
Aproveitei-me do enseio para declarar
alto e bom som que ella obrava mai, e
que, pelo contraaio, eu desejava ardentemen-
te casar-me moco.
N'essa occasilo- sorprendi um olhar de
meu pai que parecia dizer d minha mii:
Bem ves que minha idea era boa. Mas, ella,
longe de responder-lhe, disse, dirigindo-se d
mim :
Tanto ti'i como Joanna, ambos pensam
mai. Certamente devem casar-se, mas antes
d'isso conem pensar no que vfio faier. Am-
bos sfio criancas ; ella e moca de mats para
dizernfio.|e tii maito moco para dizeres
sim.
Insisti, porem mui desasadamente e sem
poder occuitar o rdbor qae me tingio as
faces ; e med pai disse :
E entfio I Nfio parece qae elle jd estd
apaixoaado T
Estive prestes d dizer -sim, tfio lasceo
me achava de dissimular ; mas lembrei-me
de que, se disessesim, men pai poderia jul-
gar-me loaco e renunciar ao projecto de
apresentagfio ; e, pois, contive-me, tanto
mais quanto ninguem acreditaria que eu
estivesse apaixonado por uma pessoa d quem
nunca vira.
Nfio sol, pois, o que ia responder; mas o
quo e certo 6 que a palavra amor fez tam-
bem corar miaba irmfia, em cujos olhos re-
velou-se uma severa indignacfio ; e que mi-
'nba mat impoz-me silencio, lanjando-me
0 Sr. Presidente pede ao orador que
entre na materia do artigo.
0 Sr. Carlos Peixoto :Sei, Sr. presi-
dente, que a discussao relativa d natureza
do systema, se directo ou indirecto, nfio po-
de ser considerada opportune nesta occa-
sifio ; porquanto o debate limita-se ao art.
5., e enteode-se quo a camara jd se pro-
nunciou a respeito, desde que adoptou o
1. artigo : fallo nisto de passagem.
Rererindo-rae ao art. 5., Sr. presidente,
manifestarei d camara a estranheza de que
me acho possuido, vendo os nobres depu-
tados quo se mostram tfio zelosos pelo res-
peito d constituijfio, pugnar pela adopgfio
do principio da representajao de minorias
na eleigfio de senadores.
Se e uma verdade, Sr. presidente, que se
limita o exercicio do direito de voto decre-
tando-se a eleigfio directa, e, portanto, de-
vemos recuar diante desse serio obstaculo
mantoudo o systema indirecto, e tambem
verdade quo dispondo njssa constituiQfio no
artign, creio que 43 que a eleigfio de se-
nadores se fard por lista triplice, admitti'a
a emenda da commissio que nfio permitte
que os eleitores votem em mais de dous
nomes, quando se tenha do preencher uma
vaga, limita-se tambem o direito consagra-
do ptiki constituigao de poder o eleitor vo-
tar em uma lista de tres nomes. (Apoia-
dos e contestagoes.)
Embora as reclamagdes dos nobres depu-
tados, continuarei a manter esta opinifio, e
duvido que com fuodamento possam des-
truil-a.
E se a constituigfiodeterminaexpressamen-
te que o eleitor vote em tres nomes, e cer-
to que se limita o direito de voto nfio se
consentindo que elle vote em mais de d us
nomes. (Apoiados e contestagoes.)
Se de natureza constitucional o artigo
que estabelece o systema indirecto, a eleigfio
de dous grdos, tambem oca disposigfio des-
te artigo, que so refcre ao direito do voto,
repulaJo direito politico pelos que susten-
tam, nao podermos constitucionalmente pas-
sar para o regimen directo. Se a disposi-
gfio do art. 43 ufio d comprehendida pelo
art. 178, entfio nada do que diz respeito a
eleigoes o e (Apoiados.)
Mas, senhores, nao e somente a oifensa
que vai d constituigao, segundo asdoutri-
nas dos proprios propugnadores do projec
to, que descubro na adopgfio do principio
da representagfio artificial das minorias
quanto A eleicfio senatorial. E' preciso at-
tender-so que a eleigfio senatorial que so se
procede para preenchimento de vagas, os e-
leitores ufio designam o senador ; intervem
para este tim o chefe da nagao ; nfio sendo
portanto somente ella que n elege, ou pelo
menos o elemento popular que.intervem
nessa eleigfio.
Se assim e, Sr. presidente, V. Exc. con-
vira em que, restringindo-se o direito do
povo ou de sua maioria, vai-se delegar ao
imperador uma attribuigfio que se pode tor-
nar perigosa, deixando-se-lhe mais largue-
za na escolba, e que o expord aos commen-
taries sempre apaixonados dos partidos que
se sentirem prejudicados.
Admittido o voto incompleto, senbores, e
certo que combinagfio alguma vingard nas
provincias para excluir o representante do
tergo, pelo que nfio e menos certo que sem-
pre fard parte da lista triplice um represen-
tante da minoria. Assim, portanto, nfio se
pode por em duvida que se tivermos a in-
felicidade do chefe da nagao se manifestar
no sentido favoravel a algum dos partidos,
terd sempre meio legal de notnear senador
o cidadfio que pertencer ao partido de sua
preferencia, sendo burlada a vontade dos
eleitores da provincia e, conseguintemente,
desvirtuado o espirito da constituigao, que
deseja que vingue a vontade da maioria da
eleigfio de seus representantes, tanto depu-
tados como senadores.
Ha, pois, toda a razfio, Sr. presidente,
para que se a bra ao principio da represen-
tagfio da minoria uma excepgfio quanto d e-
leigfio senatorial.
Em relagfio d eleigfio do deputado, nfio sa
dd a mesma razfio, porque se o tergo pode
sempre fazer-se representar, o que daqui a
pouco prova re i a camara nao ser exacto,
em todo o caso a vontade da maioria pre-
assira de novo no desconhecido do meu des-
tino.
A' noite d'esse mesmo dia achei-me d
s6s com minha irmfia, sentados ambos n'ura
banco do.jardim, eu fitando as estrellas
sem pensir n'ella, e ella calada e sem pare-
cer pensar em mim.
Joanna tinha entfio treze annos. Era
altae delgada, pallida eloura, extremamen-
le delicada e linda.
NSo havia nenhuma semelhanga entre os
seus e os tragos do meus pais c os meus,
visto como todos n6s eramos morenos,
muito corades e de fjrte compleigfio eesta-
tura.
Seu caracter tambem nao_ tinha nenhuma
espeeie de relagfio com o de meu pai, nem
com o meu, e demais todos os seus gostos
diferiam por tal forma dos nossos que dir-
se-hia que ella os affectava.
Com minba mfii ella s6 tinha de commum
a bondade e a seriedade ; mas, ainda assim,
havia um quer que fosse de bem destincto
entre ambas, visto como, d pezar de ter sido
educada por nossa mfii, que era protestante,
ella escolnera desde a mais tenra infancia
a religifio catbolica para sua religifio, o que
nfio deixava de ser extraordiaario e sin-
gular.
Segundo a logics das cousas, pertencendo
nossos pais d igrejas diversas, e nfio que-
rendo offender direitos reciprocos, eu deve-
ria pertencer i communbfio de meu pai, e
minna irmfia d de sua mfii. Mas dava-se
justameuteo contrario, visto como eu era
protestante,sem ter.procurado se-lo, e Joan-
na era catbolica, como se a sua ..vocagfio
para o catholicismo se tivesse de tal modo
revelado que levasse nossos pais d permu-
tarem. seas respectivos direitos.
Nfio me occorria, nfio me accudia d me-
moria a lembranga do modo como isso se
tinha passado ; mas, n'aquelle instante,
pensei n'esse objecto, porque todas as mi-
nhas redexdes so dirigiam para Manoela
Perez, e porque se me afigurou que essa
moga, educada n'ura convento, talvez viesse
& repallir-me por causa da minba heresia ;
o que sem duvida deu motivo d mea
para sobre-eslar no seu piano.
Nfio podehdo conter me, interroguei
Joanna, dizendo lhe :
Explica-me as razoes pelas quaes nfio
pertencemos ambos d mesma religifio 1
Ella estremeoeu, como se eu a tivesse des-
pertado, c respondeu-me :
Mas... nfio sei ; talvez isso provenha
do termos sido baptisados cada qual na c-r
. valecerd enviando ao parlamento dous ou
tres representantes seus por districto, ao
passo que em relagfio ao senador ella poderd
ser completamente nulliflcada.
Parece-me, Sr. presidente, quo esta razfio
merace algum peso, e chamo para ella a
attencfio do illustre membro da commissao,
que tem tornado a si a defeza da mutilagao
do projecto. Convem que S. Exc. nfio per-
ca de vista que, adoptado o principio da
representagfio da minoria, na eleigfio sena-
torial, ella podbrd ser sempre attendida de
preferencia d maioria.
0 Sr. Bakros Cobra : Como se pode
dar hoje.
0 Sr. Carlos Prixoto:Nao, senhor ;
boje a lista presento d corda exprime o voto
da maioria da provincia, nao limitado pelo
tergo.
0 Sr. Barros Cobra :V. Exc. fal'a em
theoria ;, e preciso attender d pratica.
0 Sr. Carlos Peixoto :Referindo-me,
Sr. presidente, ao principio da representa-
gfio das minorias, com quanto jd alguns dos
nobres deputados que se tem occupado das-
te ponto teubaiu procurado demonstrar que
com o voto incompleto nfio se preenche
sempre aquelle flm ainda no caso de attin-
girem ellas a um tergo, insistirei n ste pon-
to para demonstrar A evidencia quo com
um tergo do eleitorado serd quasi impossi-
vel a minoria fazer se representar.
E' questfio de calculo simplesmente ; a
ilem jnstragao dessa proposigfio quencabode
emittir se encontra no seguinte exemplo :
dando-se-me 7C5 eleitores, e 500 ao meu
adversario, numero este muito superior ao
tergo, seria igual se a totalidade fosse 1,500,
ain la a minoria nfio serd representada des-
de que houver uma 'regular e simples divi-
sfio dos votos.
Note a camara no nunero qua tomei ;
765 eleitores de uma parciahdade, contra
500 de outra ; ainda esta parcialidade re-
presentada por 500 eleitores nao poderd
eleger um representante, votando cada elei-
tor em dous nomes son ente.
Uma voz : Esta enganado.
0Sr. Carlos Peixoto: Basta, Sr. pre-
sidente, que das 765 cedulas corresponden-
tes ao numero de eleitores se tirem 510, e
em todas estas se escreva o nome de um
candidato, o qual terd por isso 510 votos;
na metade destas o de outro candidato que
receberd 255 ; e na metade restaute o de
outro que tambem ficard com 255. Restam
ainda 255 cedulas, nas quaes se escreverd
os nomes destes ultimos, que sommados aos
recebidos nas primeiras cedulas dar-lbes-ha
510, de sorte que esses tres candidate* virio
a ter 510 votos cada um, numero superior
ao que pode ter o candidato cuutrario que
poderd reunir no inaximo 500 votos.
0 Sr. Barros Cobra:E'uma hypo-
these gratuita.
0 Sr. Carlos Peixoto : O numero de
eleitores da maioria, para corresponder ao
caso quo figurei, devia ser, na minha hypo-
these, 1,000, reduzi a 765 e flea provado
que o tergo do prirneiro, que e maior ainda,
nao se p6de fazer representar. Nfio e bypo-
these gratuita como acaba de dizer o nobre
deputado, ao contrario e uma bypotbese
que se ba de veriticar sempre e que nfio p6-
de ser repellida contando-so com causas for-
tuitas de desunifio dos partidos, da apresen-
tagfio de grande numero de candidatos, que
nfio devem servir de base d solucao de uma
questao desta ordem e influir em nosso es-
pirito quando se diz pretender-se sincera-
mente a representagfio das minonis, que
attiugirem d um tergo.
0 nobre deputado sabo que nfio sou aves-
so a representagfio das minorias, por me pa-
recer o unico meio, d manter o systema in-
directo, do se acabar ou ao menos de se mo-
diflcar o furor das lutas dos partidos quo
tanto mai nos tem feito.
Noto, Sr. presidente, que ao discutir-se
projecto tao importante, nfio se procure co-
lher no estudo do paiz os dados que devem
guiar-uos na decretagfio de uma medida
desta ordem, e que aospaizes da Europa se
vd pedir ligoes nesta materia. E' um dos
grandes vicios do nosso parlamento.
Nao se procura estudar a situagfio do
paiz, e ou pelo desejo da exhibigao de co-
nhecimentos do que se psssa naquellas na-
gdes, ou porque seja realmente mais facil
copiar do que crear, wtudando-se a marcha
do pate, sens costumes e tendencias, e certo
que essa causa tem maleficamente influido
nas medidas sabidas do parlamento. So-
bretudo, em relagfio ao projecto em discus-
sao mo parece da maior inconveniencia qua
nfio estudemos os factos que se dfio entre
nds para resolvermos esta questfio, naquel-
les resolvida de conformidade com a natu-
reza das instituigoes e outras eondigdes.
Vai-se por exemplo pedir inspiragdes d
Dinamarca que corn o seu systema ecletico
de tres cathegorias de eleitores e suas cir-
cumstancias especiaes nfio d*-ve servir-nos
de oorma principalmente para decretagfio
de medida que firma a verdade do systema
representative.
Aquelle paiz, era cuja legislagao foram,
em 18 i9, cousagradas pela priraeira vez as
iostituicdes livres, qaando o Brasil jd deltas
gozava, nfio 6 o mais proprio, por certo,
para dar-nos ligoes era materia delta or-
dem.
Devemos reputarmo-nos neste pooto mais
adiantados, por certo, que a Dinamarca, on-
de o systema representative foi iustituido
muito tempo depois de seu estabelecrmento
entre nos, onde nasceu com a nossa eman-
cipagfio politics ; e nem e elle semelhante ao
nosso, para o que basta attendef-se ao direi-
to que tem o soberano de dissotver as daas
casas do seu parlamento ou Rigsdag.
Alii ainda se dd, como a camara sabe, o
facto de nfio ser constituido todo o Lauds-
thing, corporagfio que corresponde ao nosso
senado por meio de eleigfio, navendo- mem-
bros nomeados exclusivamente pelo rei.
Se langarmos as vistas para a Inglaterra,
paiz livre por excellencia, verificaremos que
em relagfio a este objecto deve ser o ultimo
consultado para tragar-nos normas, pela sua
organisagio especiaiissima, pela indole do
povo e ainda pelo que se dd em relagfio d
constituigfij das suas duas camaras. Como
V. Exc. sabe, alii todos os systemas tem en-
trada em materia de eleigfio, a que s6 se
procede para a nomeagio dos membros da
camara dos communs, nfio sendo os da ca-
mara alta eleitos peta nagao, oquo por si
basta para acentuar a diiferenga na organi-
sagfio politica.
Entretanto a eleigfio da camara dos com-
muns em que a legislagao admitte differen-
tes systemas, bem como o principio da re-
presentagfio das minorias nos grandes cir-
culos, exprime a vontade da nagao, porque
alii a lei e lei.
Referindo-me a Inglaterra direi d V. Exc.
que o que me merece mais sympatbia em
sua legislagao eleitoral e a penalidade nella
estabeleeida, que era relagfio d es6e paiz se-
rd ocioso dizer que tem effectividade.
Tratando-se de reforma eleitoral, de ga-
rantir a manifestagao livre do voto, nos que
conhecemos o nosso paiz e sabemos que e
do abuso do poder e de seus ageotes que
tem nascido os grandes males que deplora-
mos, deviamos occupar-nos de preferencia
de cohibir esses abusos, decretando penas
fortes para aquelles que intervem no pro-
cesso eleitoral.
Me parece que e em parte devido a esta
causa o bom resultado que as instituigdes
livres toem colhido na Inglaterra. Alii en-
tre as qualidades que inbibem o iudiviJuo
de ser votado, ba a da prova de ter empre-
gado manejos illicitos e reprovados para a
sua eleigfio, ficando ate excluido pelo longo
prazo de 7 annos de se apresentar candi-
dato.
Em relagfio ao direito de voto tambem se
encontra disposigfio quasi analoga : o cida-
dfio perde o direito de voto se se provar
que el Is' tem empregado meios illicitos em
eleigoes..
Pretendendo-se melhorar o nosso systema
eleitoral, deve-se ter como principal medida
o estabelecimento de penas e a effectividade
deltas ; penas de toda a ordem mesmo rigo-
rosas, como de prisfio e incapacidade para
votar e ser votado em certo prazo.
[Continuar-st-ha).
ligiao que segue.
Entfio, foste baptisada como catho-
lica?
Sem duvida. Nfio to recordas ?
Para fallar a verdade, nao, visto como
eu era muito crianga, tinha apenas tres
annos quando nasceste, e sem duvida deves
te lembrar ainda menos do que eu. E de
que modo sabes d'isso ?
Porquo nfio tornaram a baptisar-me
no convento.
Entfio, seguno pensas, o baptismo
protestante nada vale ?
E' detestavel. Se tivesses razao e co-
ragfio far-to-bias catbolico.
Eu ? Nfio de certo I Talvez me seja
funesta (ou pensava em Manoela) essa dii-
ferenga que existe entre nos. Se se podesse
tornar dcomegar... ttlvez...
E' sempre possivel recomegar, quan-
do se quer. Mamfii nfio diriana >, se
papai o exigisse; e tu devias fallar n'isso d
papai.
Papai nunca exigird cousa alguma de
mamfii, e demais jd 6* muito tarde. Tenho
comprehendido muito a superioridade da
minha communbfio, e pois nunca poderei
deixar de considerar impossivel e culposa
qualquer mudanga.
A tal proposito travamos uma ardento
discussao religiosa, a que pouparei o leitor,
tanto mais quanto nenhum de nos soube
exhibir valiosas razoes em apoio desua
causa, e ino fizemos senfio exaltarmo-nos
cada vez mais, como sde sempre acontecer
quando nenhuma das partes contendoras
tem razfio.
Em conclus3o, censurei Joanna por
nfio amar sua mfii tanto quanto devia, e
baseei a censura no facto de ptofossar ella
uma crenga segundo a qual essa boa e terna
mfii, modelo de virtudes e de affectos, teria
de ser condemnada na eternidade.
Passou se entfio um facto extraordinario,
e do qual so tive erplicagfio muito tempo
depois.
Minha irmfia, irritada, erguendo-se, disse-
me :
Cala-te I nfio sabes' o que dizes ; &
um. ignqrante, um cego e ura surdo ; nada
conheces do mundo. Pensas acaso que eu
sou filha de tua mfii ?
0 que queres dizer ? exclamei estu-
pefacto. Serd possivel que a tua pbanatica
religifio te ensine d renegar os teus ?
Nfio, nfio, respondeu ella, nfio rene-
go mou pai, o amo-o porque ello e meu pai.
Tambem estirao maraai, porque ella e;boa,
porque nfio procura desviar-me da minha
religifio, e porque e tfio terna para comigo
como se eu lhe pertencesse ; mas nfio lbe
sacrificarei a tranquillidade da minba cons-
cieucia nem a esperanca da minha salvagfio
eterna, por isso que ella nfio e minha mfii I
Mas isso que dizes d impossivel... e
extravagante, e inaudito I
0 que e incrivel 6* que o nao saibas.
Deve ser realraente ura grande segre-
do, visto como guardam-n'o tfio bem 1 E
se isso e verdade, com o soubeste tu ?
Nfio ha muito que o sei.
Como! vejamos I explica-te.
Ouvi meu pai e mamfii dizerem: sua
mai morreu ao dar-lho a vida.Ella her Jou
da mfii uma saude delicada. Se, pois, nao
quer casar, deixemo-la livre.
Tu sonhaste isso.
Nfio, nao, nfio o sonhei ; isso e a
verdade.
Cbamarara-nos para ceiar; e, ao ver a
natural ternura com que minha mfii tratava
Joanna, julguei que ea mesmo tinha so-
nhado.
Fiqnei ainda mais sorprendido do que
Joanna, visto como, se era verdade o que
ella dizia, davam-se circamstaucias extraor-
dinarias que nfio podiam assombra-la como
d mim.
Casta e igcorante menina, Joanna nfio
podia certamente comprehender que, sendo
mou pai casado quando ella nascera, era
ella uma bastarda, Una filha sem nome e
sera familia I
Mas entfio meu pai era culpado de infide-
tidade, e minha mfii fora de uma generosi-
dade sublime I
Fiz inuteis esforgos para recordar as cir-
curastancias do nascimento de Joanna ; e
fiquei tfio preoccapado que nfio pade deixar
de perguntar d minha mfii se Joanna nas-
cera em Pau.
Nfio respondeu-me ella ; Joanna nas-
ceu em Bordeaux.
E eu estava ali, n'essa occasifio?
Sim, estavas; nfio te podes porem re-
cordar d'isso. Mas, creio que jd e tempo
de n03 deitarmos.
Ella tinha o costume de ovitar todas as
questoes ; e pois tomei d ficar nas trevas.
Assim, pois, minha infancia fdra cercada
do mysterios t
Mas, nfio ; Joanna, com a sua devogao
exaltada, devia sersujeiu a allucinagoes.
Nfio quiz inlerroga-la de novo, mas fiquei
triste e inquieto. [Continuar-se-lia.\
Tii' L'U D'AIUU. tilA UUQUK L'B CaXU


'


"-v


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