Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16502

Full Text

I
ANNO L. NLMERO 207
"*
PARA A CAPITAL B LUG ABES OKDB W.lO SB PA6A PORTS.
For tres mezes adiaulados................ 69000
Porseisditos idem. ................129000
Por um anno idem..................349000
Cade numero avulso................. 9330
SABBAD0 12 DE SETEMBB0 DE 1874
I'l i i I .i ^
PARA DBNTROB FORA DA PBOVIUCIA.
Por Ire* mezes ad iantados. ...-......., $9*750
Por seis ditos idem................. lSKoe
For note ditos idem................. IflfMO
Por um anno idem................ 179000
DEPE
PR0PRIE0ADE DE MAN0EL FICUHB0A DE FARIA FILHOS.
_____________________________________________________________________-------------_______________;__________________________________
*h trt. Gertrdo Antonio Ahead Filhot, no Perl; Goncaitea d Pinto, no MaranhAo; Joaquim Jose* de Oliveira d Filho, no Ceari; Antonio de Lenoc Braga, no Anteatj ; Joio Maria Julio Chr et, no Aaau; Antonio Marques da Silva, Natal ; Jose* Justino
Pereira i'Almeida, em Mamangnape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Joed Gomes, na ViBa da Penha; Be'armino dot Santos Bulcio, em Santo Ant ; Domingo* Josd da Costa Braga, em Bazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Go/anna ; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdaa j Aires d C.,oa Bank; e A. Xavier Leite d C. i> Rio Janeiro*
IS5IEKCA3 POPULAR
Elenaentos de pltysica
LIVRO PRlMtlKO
CAPITILO VII
PBOPRIEDADES PECULIARF.s AOS -0LID0S.
Alom das propriedades geracs, de qua nos le"
mos occupado, propriedades quo sao eomrauu9
aos solidos, liquidos e gazes, outras existent que
>,io peculiares aos solidos, e uue earecem de ser
couhecidas, taes sao as applicaco3s qua dellas se
faz nos usos da vida.
Essas propriedades sao : a tenacidade, a dure-
za, a duchlidade e a maleabilidade.
Tenacidade.Charua-se tenacidade de uma
- ibstancia a resisleneia quo eila oppoe a fraciura
i.u ruplura, quando submetlida a uma traccao
mais ou menos c*n*i leravel.
A teuacidade pole ser avaliada em peso, isto e,
lode ser representada por urn carlo aumero de
kilogrammos. Para JSSO da-se a substancia cuja
iHDacidade se quer avaiiar a forma de uma haste
rylindrica; e, suspendeudo-se esta haste por uma
de suas extremidades, colloca-se n'uma concha de
r.alaoca, ligada a outra extreinidade, os pesos que
fnrem sendo necessnrios, ate que a haste se que-
l*e ou fracture.
Loro que isto se da, 0 numero de kilogrammos
oue delermina a fraciura da haste re,'resenta 0
: miii! da tenacidade da mesma baste em relacao
a grossura e respecliva subslaucia de que ella se
eompoe.
De todos os metaes 0 que apresenta mais tena-
cidade e 0 fern, do qual uma haste, tends uma
sec^io de um centiraetro quadrado, so se quebr*
on fractura sob 0 peso de seis mil kilogrammos,
ao passo que uma haste de madeira, com as mes-
inas dimensdes parie-s sob uio peso que raras
vezes exeede de mil e duzentos kilogrammos, e
i-io mesmo somente para as madeiras cbaraadas
de lei oa de coracao.
A praticaea tnooria dii-se as mios para de-
moustrar que de duas hastes, uma cheia e outra
Oca, tendo ambas a mesma quantidade e qualida-
ie de materia, e 0 mesmo peso sob 0 meson com-
I-riraenlo, a que maior tenacidade apresenta e a
>oa, sendo a cheia menos resisteote a ruptura ou
fractura, quando submetlida a aecao dos pesos, co-
mo acima fica dito.
Seraelhantemeate se da com rela*o a resisten-
cia qoe offereeem os corpos ao esmagamento,
quando comprimidos por um peso ou por uma for-
ca, isto 6, em ta^s casos da-se que, sob compri-
uientos iguaes de atna mesma substancia, um cy-
liadro dco e mais resistente do qua untro cheio.
Esta propriedade dos "tnbos ucos leva-nos a
uma consequent notavel, e e que os ossos dos
animaes, as pennas das aves e as bastes das plan-
tas graminineas e de oulras semelhantes, oppoam
a ruptura ou fractura maior resisiencia do que
i pporiam se, sob ruassas iguaes, isto e, sob 0 mes-
mo peso, ellas fossera cheias.
Duresa.Da se 0 nome de dureza da uma
substancia a resisiencia que ella oppoe a ser ris-
ada ou gasta por uma ou outra.
Compara se a dureza dedous corpos procuran-
do qual dos d?us risca ou gasla 0 outro. Foi
des os corpos 1; 0 diamante, por isso que elle risca
lodes os mais corpos e uao e riscado por nenhura
oatro. Depois do diamante estao nesta ordem, a
laphira, 0 rvbtm, 0 crystal d-~ rocha, 0 silex,
etc., etc.
Conveni nao l^oofundi^ a dureza com a resis-
tencia que oppoe n os corpos ao ciioque ou a pres-
slo: Ao passo qua esta resisteucia 6 a lenacida-
ii^, isto 0, nmacerta propriedade, aquella e outra
propriedade mui di<"i.Tsa. A provaei-la : 0 vidro
e 0 diamante sao muito duros epouco tenazes, vis-
to eomo, sendo aqnetles corpos muito mais duros
I i que as madeiras "lo qae 0 (erro e todos os
oatos meiaes, sao eotretaato muito menos resis-
ntes ao choqne, isto 6. sao mais quebradigos.
(JuanJj se liga alguus meiaes. a liga 6, em ge-
ral, mais dura 'l 1 qae qualqagr dos metaes que a
corapoem. E' por issof que, aajoalheiria uu arte
de fabric.-.r joia^ a na fahrieagao das moedas, jun-
ta se seinpre 0 cobra ao ouro e a prata, que sao
metaes moles, para dar-lhes a doresa necessaria
aos usos ordinarios. K' pela mesma razao que,
hi intuito de dar mais co-i*ist?nria aos ulencilios
fabr'.cados de estanho, allia se a este metal uma
fan'.ena quanliJidj de ehnmbp
A dureta dos corpos e ntilisada nos pos de po-
ll mento, conn no esmeril, enn pedra-tripe, que
sao sub-lancias 1 lineraes.
0 diamante, que e 0 mais Uuro de todos es
rpos, r.ao poJe ser gasto. e portanto Upidaio,
- ^uao com'*o sen proprio po.
Ouctilidadc. A d'iCi:idade >' a propne-
dade que possuem certos corpos de se estirarem
ou alongarera em fios, ou de se destenlerem em
folhas ou 1amins, por effeito do tracgoes ou de
presaSes maisou menos consideraveis.
Ha corpos, corao a cera, a argilla, e a massa
los mdraceiros, cuja duciilidade e tal que elles
podem ser alongados, achalaJos. e modelados en-
tra os dedos com a maior facilidade. Outros ha,
l :rtm, como 0 vidro e as rezinas, em que esta
tropriedade so se manifesta quando esses corpos
sao aquecidos ou levados a uma conveniente tem-
peralura. Nesta caso, 0 vidro torna-se de tal mo-
do ductil que p( ie ser reduzido a fios de ama ex-
trema finara e lao fiexiveis que se prestam ao fa-
brico de tecidos.
Um grande numero de metaes, como 0 ouro, a
prata e 0 cobre; sao ductis ah- mesmo na tempe-
ratura ordinaria ; mas neste caso, 6 mister em
consideravel,
Frei Antonio de Santa ,Rita.Registre 0 suppii-
canle na secretaria da presidancia a sua pr visao.
Franciico Figueiroa de Faria. Informe 0 Sr.
director inierino do arsonal de guerra.
Frauciscc ue Paula e Silva.Informe 0 S\ ins-
pector da thesouraria de fatenda.
Joio Evangelista Leal.- DeferiJo com 0 offljio
dirigido nesta data ao brigadeiro couimandante
das annas
Jose" Fellippa da Souia Rodrigues.Juote 0 sup-
plicante sua fe de offlcio.
Jo< de Albajaerque de Hollanda Cavalcante.
DeferiJo com oQlcio desta data ao Sr. comman-
dante superior da gnarda naclonil do municipio
do Brejo.
Joanna Franc lina da Conce:c>o.Informe 0
Sr. director intarino do arsenal d.: guerra.
Lourenco Thomaz de Aquino.Informe 0 Sr.
Dr. chefe de policia.
Maria Caro ina Hagoes de Azevedo e Vase m-
Cellos. Certilique.
Maria Adelaide de Barros e Silva Nao tem lu-
gar 0 que requer a supplicante, por quanto a
quota marca ia para aluguel de c.isa para escpla
e da i'ii mjj, e nao de 104000, como allega.
Hc|i(irti?ao da policia.
i.' aeecjo__Secretana de policia de Pemarabueo,
it de setemhro de 1874.
N. 1115 Illm. a Exm. Sr.-I'articipo a V. Exc.
que das communicacoes recebi las hoja uesta re-
pirticao, coasta qua se daram as seguintes occur-
rencias:
Hontein nao foi recolhido a casa de detencao,
individuo algum.
No dia 22 de agosto ultimo, ao termo de Bom-
Jardim, foi assassinado com um tiro desfechado de
emboscada Antjoio Bernardo de Moara Coitioho
de Aranjo Pereira, proprietario do engenho Tabo-
cas, daqaelle termo. ignorando-se ainda quern seja
0 autor do crime. 0 delegado respectivo estava
procedendo nos termos da lei.
Hontem foi capturado em terras do engenho
Massangana, do termo doCabo, 0 criminoso Firmi-
no Luduvino, alii pronunciado.
As 8 horas da noita do dia 8, no lugar deoomi
nado Macaco, da frezuezia do Po;o da Panella,
Casme, escravo de Jose Francisco do Rego, ferio
com diversas facadas a Joao Severino Cordeiro ; 0
delinquente evadio-se e contra elle procede 0 sub-
delegado respectivo nos termos da lei.
Pela policia foram capturados oa desertores do
2* batalhao de infanteria Homem Bom Ferreira de
Castro, Jose Crescendo Marques, Antonio Seraliin
de Oliveira e Laurentino Jose Vieira.
Deu gaarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lnci.-na, digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia. Anto-
nio. Fmncisco Correia de Araujo.
EXTERIOR.
1 criso Religions na Enropa
POR
ERNESTO RENAN.
(Continuagaoj
0 Sr. da Bismarck a os patriotas allomaes rac-
ciocinam exactameate como racoiocinivain ajuel-
les soberanos.
0 protestantism0, dizia Luiz XIV, preju-Jica a
unidade do meu estado, nao so pcrqua os proles-
tantes, tendo ralaijoas no estrangein com aqnelles
que pensain como elles, nao sa> tao fraucezes
como os meus outros subJitos, mas tarabem por-
que seus principios religiosos dao aso a opposi^ao
contra 0 meu goveruo ; portaulo e preciso suppri-
mi-los.
Subsliiua-se nosse raciocinio a p>lavra prates-
tantes pela palarra cjtholicos, e sein duvida ter-
se-ha exactamente 0 raciocinio do governo prus-
siano, na politica que esta segue em relagao aos
ullramuntauos.
Cunveia entretanto dizer, em justiQcacao de al-
guns homens illustrados cuja adherencia a tao
pequcnini politica sorprehende, qua uma politica
liberal e generosa teria sido mais do seu gosto, e
que elles so al.'ieriram ajuell'outra em face da
opposiQio que contra 0 casameato civil ustentou 0
partido pietista, forcando-os assim a recorrerem a
meios menos correctos, no intuito de assegurarem
aos catholico3-velhos uma situaQio supportavel e
menos desvautajosa. E isto foi unto mais exaeto
quanto, embora lardiamente, lornou-se necessario,
por fim dh contas, recorrer a medida pela qual se
davia ter come^ado, e que sem duvida teria sido
suUkieate para auniquilar 1 questao, se por Ven-
tura livessa sido applicada em tempo.
Mas, 0 que fez, como pro:edeu 0 govern) prus-
siano ?
Em vez de dar simplasmenlc aos velhos catho-
licos a liberdade de que elles careciam e a que
tinham direito, inquietou os catholicos quo aceita-
ram as decisoes do coucilio e que constituem a
raaioria, commando por manter no seu posto, a
despeito do respectivo bispo, um capellao, um pro-
fessor de religiao, que na admitlia 0 novo artigo
de fe.
Sera da>ida todos comprehenderao que nao pre-
tendemos ac ;usar ou censurar esse capellao, esse
professor, p>r semelhaate facto, qae nao consiie-
ramos dalictuoso, tanto mais quanto pensamos
que todos teem 0 direit > de ter uma opiniao sobre
0 concilio do Vati -ano e bem assim 0 de poderem
emittil a livromenta; mas tambem todos devem
comprehender e confessar que 0 theologo que se
separa da sua igreja perde, por esse mesmo facto,,
0 direito de ensinar theologia nessa mesma
igreja.
Demais, desde que se dava aos dissidentes 0 di
raiura utuiiwm ... --, --"--. Demais, desde que se dava aos dissidentes 0
VW'^MMS^Tffin^to^^dM^*** de opporem doutrina a donlrina, ensina-
que se obtsmpor meio da fieaa on^ do MmMdor. ,0 t enF4ameat claro 6 ue aad;l'mais de.
PARTE OFHCIAL
Governo da provincia.
B "PACROS DA FBESUtEXCIA, Op DIA 9 DE SETEMBUO
DE 1874.
Arniinid AiTodso Pereira Bcrges.Quando se pa-
im em conenrs) o offlcio de f tabelliao e mais
aoaexos do tenao de Triumph), pode o suppli-
<*ale cotcorret, se lhe aprou^er.
Padre Antoni) Malaquias Ramos de Vasconcel-
loa.Deferido com offlcio desta data, dirigido a
toewuraria de fazenda.
Antonio Luiz de Oliveira Aicvedo.Dinja-se ao
laesoaro provincial, a quem se officia nesta data.
Auta llaria da PurificacaoQuaresma.Agnarde
a sapplicante a pablicacao do regulamento.
Maior Fran3':930 Marlio? R:i^ oso.Reqaeira o
sapplicante por intermedio da camara municipal,
nos termos do art. 2* combinaio com o art. 9 do
decreto n. 4,10:; de 22 de fevereiro de 1868.
Coronal Joao de Souza Fagundes.De-se.
Jolode Almeida MonteiroDeferido com offl-
cio desta data, dirigido ao thesouro provincial, cum-
priado observar que nao serao d'ora em diante
pa gas as passagens qaeforem dadas a9 mnlheres
que acompanharem as pracas.
Antonio Leoael de Alencar.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de tazeoda.
Antonio Correia Maia Sejam admittidos como
aiumnos exlernos gratuitos no gymnasio os dons
filhos do supplicante, e entregue-se-lue os docu
laactos a que allude.
viam elles reclamar.
Mais graves do qae esses actos, porem, foram as
leis de 1873, verdadeiros atten'ados contra a li-
berdade da igreja, nao s6 porque crearam entra-
ves ao bispos na escolha dos oras, impondo-
lhe3 regras que a igreja jamais creou nem reco-
nhecen, mas tambem porque consagraram a in
terfarencia do estado ,(e estado here ico I) no en-
sinamento interno da igreja, chegando ate o ponto
de desconhecer totalmente o pnncipio datransmis-
sao das gracas sacramentaes, que e a base do ca-
thollcismo I
Nao, o padre catholico nao 6 de ccrto um fuac-
cionario que possa ser destitnldo e snbstituido
por oatro 1 Elle tem ama missao: recebe os
seas poderes das maos do sea bisp e, da com-
manhao deste com o Papa, recebe o direito de
conferir os sacramentos de am modo valido, e bem
asim o de dispur das gramas cujn cofre a igreja
possue. Tal e a doutrina dos catholicos.
Posto qae reclamcmos o direito de nio crer
nisso, e ate do corabater essa doutrina quando e
como julgarmos opportuno, nem por isso deixa-
remos de reclamar tambem, e com vivacidade,
para os catholicos, o direito de crerera nella e de
se confermarem praticamente coin as suas conse-
quencias.
E por ventura pensou-ss, refloctio-se sobre
isso? Nio, de certo; mas pensou-se em que ex-
pelir do9 sens lugares os bispos e os padres poaco
valor teria, com tanto qae as suas vagas fossem
prehenchidas.
Entretanto ningaem 9e lembroa de qae os taes
substitutes nenhnm valor teriam para os fieis, nSo
so porque sua missa seria um sacrilegio, mas
tambem porque seria mais am peccado sollicitar-
Ihes absolvi^ao.
Como, pols, em taes condicoes, indnzir o catho-
lico a servir-se do mioisterio de taes paires, sa-
bendo se qae estes sao prevarica lores ?
Quem assim pratiea, convida o catholico para
ama ohra ma e sera merito ; e de certo nao pode
o estado proceder de modo mais pernicioso, nem
mais deploravel I
Pois ja ningaem se recorda do ctero constita-
cional da revolucao franceza I das igrejas olli-
ciaes abandonadas I e dos padres refractarios
proenrados para os actos religiosos em lugares se
cretos e a noite !
Quem 6 que ignora que a missa do padre iosti-
tuiJo pelo estado eslara sempre deserta ?
Os creates nao de fugir della, da mesma sorte
que os pensadore3 livres evital-a-bao.
Nio se concebe, pois, como politicos tao pene
trantes e inteiligentas como os qae dirigem os
aegocios da Prussia poderam commstter tio grave
faita!
Sob este ponto de vista, Luiz XIV, nas saas
mais condemnaveis me lidas contra os protestantes,
nio lancou a barra adiante, nora raasun avancou
tanto. Elle foi rispido e mesmo cruel; mas, ex-
cepcao feita de mui raros casos, nio tent ou diri-
gir os consistories, nem intervir na escolha dos
ministros, nem tiaalmante tentou manter nos saus
postos os theologos protestantes qae bandearam-
se para a igreja romana.
E' evidente que, nas cousas religiosas, especial-
mente no que concjrne ao catholicismo, fallece
aos estadistas prnssianos aqaella penetracio e
solidez de conhecimenlos qua os distingue nos
negocios diploma ticos e mil it ares. A razao esta
em qae alii trata-se de um objecto qae Ihes 6"
descoohecido, e no qual elles procedem sem se
lembrarem de qae a igreja 6 malher, e como tal
deve ser tratada, isto e, com carinho, por isso qae
o melhor meio para, fazel-a eatrar na ratao nao 6
de certo tomal a por am brace e sacadil-a vio-
lentaraente.
Nas suas provisoes, o Sr. de Bismarck parece,
de feito, ter-se enganado em dous pontoS essen-
ciaes : em primeiro lugar exageraudo desenrol-
vimento do moviraento velho-catholico; em se-
guodo lugar nao calenlando bem o grao da resis-
tencia que teriam de oppdr os catholicos ro-
manes.
0 Sr. de Bismarck jnlgoa que o movitnento de
opposicao ao dogma da infallibiliiade arrastaria to-
da a massa dos catholicos allemaes; e, assim pensan-
do, cre*o que, aos olhos do estado, a denomiuacSo
de catholico mudaria de accepcao, e passaria pa-
ra os ante infallibilitlat, ficando lesd otao os
fieis ultramontanos apenas considerados corao dis-
sideoles mats ou menos tolerados.
Entretanto devia tel-o esclarecido o facto, alias
notavel, de, apos a proclamacao do dogma, nio
ter um so bispo ou?ado declarar-se schismattco.
E o que valle qualquer raovimento, operado na
catbolicidade, sem o apoio dos bispos, sem o epis-
copado ? Na la, porque esse movimeato e sempre
limitado I E o facto e qae, 'po-to qae serio e va-
lioso, o acaisma dos velhos-cathoiicsa apenas se
tem conservado ate agora corao uma manifestable
de seguada ordem, importante pela seieneia e ca-
racter daquelles que tomaram parte nella, mas sem
valor quanto ao limitado numero dos sons adhe-
rentes
A nova igreja conta, sem duvida, em seu seio
alguns professores, doutores, padres, e oatras pes-
soas pertencentes a alta burguezia; ra.ts nao tem
povo; e, sem povo, nao pode subsistir nenhuraa
igreja.
Nessa igreja nova vcmos muitos pastores, porem
so enchergamos um pequeno rebanho ; vemos
muita seieneia do direito canonico e mui solidas
discussoes, porem so enchergamos poucos bapti-
samentos.poucos casaraentos, e poucos enterramua
tos I E o que vale uma igreja que uao baptisa,
nao casa e nao enterra ?
Certamente o movimento volho-catholico tcra
duraQao e nao sera uma tentativa ephemera; ms
nao cremos qua vend a decidir do future do catho-
licismo allemao. Pondo de pane a sua obstinacao
em conservar uma denomiaacao que por nenhum
titulo lhe convem, esse moviraento nada mais no-
de constitair, nada mais i' do que uma nova seita
protestante.
E'. sem duvida, penoso para o catholicismo ter
perdido tio notaveis lieis ; mas, nao 6 menos evi-
dente que essos homens, separados delle, nao po-
derao entrar em notavel conenrrencia com a igre-
ja catholica, taalo mais quanto a adhesao ao ca-
tholicismo tem seus fundaraentos em razoes can
tra as quaes nio podem prevalecer os argumento-
dos Srs. Doelinger o Schulte.
0 segundo ponto sobre quo o Sr. de Bismarck
parece t^r-se illudido e a attitude que assumiria
o clero catholico na nova situaqao que para elle
foi creada.
E' facil da comprehender o que foi que o indu-
zioao erro. OSr. de Bismarck lirraou-se e con-
fiou n)s impulsos do patriotismo aliemio, ace re r-
cido com as victorias; na antipathia do verdadeiro
germano pelo roraanisrao ; na docilidade di alle-
mao para com o estado, e finalmente na pe jnena
oa qassi nulla popularidade que a resisiencia a
autoridade encontra na Allemanha.
Sob esse ponto de vista a dissemflhanca entre a
Franca e a Allemanha nao pode ser mais com-
plela.
0 allemao nao tem a elloqaencia sonora nam o
retumbante jornalismo que distingue o franccz : os
LacordaTe e os Montalembert estariam de9loca-
dos era tal paiz.
Na Franca toda e qualquer opiniao liberal, sem
nenhuma distinccao de doutrinas, colloca-se sem
pre do lado de qnem resiste ; aa Allemanha, nao,
pelo contrario, a opposicao, a resisiencia a lei, sio
caasas de desagrados e de desgostos.e a persegui-
cio, loage de dar, lira prestigio, porque o allemao
pSe-se sempre ao lado do mais forte, e|desconhece
essa generosidade, que, em bora as vezes supper-
cial, leva o francez a crer sempre que a razao e a
justica estao do lado do fraco
Nio era, pois, descabido esperar, sob o ponto da
vista que consideramos, qae o movimeato velho-
catholico prodazisse boas resnltados ; mas o Sr.
de Bismarck esqueceu se de bem estudar ou an-
tes saa aatareza aao lhe permittio de bem com-
prehender o que e um catnolic >, nem de avaiiar
quantola sua fe tem de liierarcaico, de absolulo, e
de sobrenatural.
A eonfianca exagerada qae depositavam aqael-
les que o cercavam na forca e prettigiodas medi-
das administrativas e das leis panaes, fiil-o desnor-
tear, e osrigon-o a nao tomar em coasideracio o
heroismo de situacao que a necessidade daria in-
fallivelmeate a homens valentes, embora fraos e
desprotegidos por muitos lados.
Entretanto esse heroismo existe ha 1,709 annos,
desda o seculo If se manifesta, sendo patentea
do por Luciano, que, nj seuespirituoso-phamphle-
to Jo morle de Peregrinus, aaalysoa quanto se
ganha em adoracoas e carinhos sendo-se confes-
sor e martyr, profissio que elle fez abra;ar pelo
personagem que poz em scena como lucrativa e
cheia de encantos.
0 qae ha de peior, porem, nessa dolorosa situacao
da Allemanha e que ella nao tem sahida, visto co-
mo, se por um lado os bispos nao podem cedar,
e de certo nao celerao, por outro lado tambem
os victoriosos nao se prestarao a ceder.
Certamente a adopcao franca e posltiva do sys-
leraa americano separacao da igreja e do estado
tudo reselveria, tudo salraria ; mas, alera de que
semelhante solacio seria bam pouo prussiana,
accresce que os liberaes veem alii eventualidades
cheias de perigos, e aguardam a morte de Pio IX
couiojievendo m)diflcar as conlic5es do proble-
ma. sa ntt poder resolvel-o completamente.
Muitoi iedieios levam a crer qrw, na eleicao
que ha ddeaguir-se a morte do papa, a Allemanha
procurarlfctervir cm a sua politica, no intuito
ou de fisW'eleg-ir an chefo da igreja universal
qae trie 90flk favoravel, ou de, no easo de ama
provave! derrota, suscitar a idea de an ante pa-
pa, 4|omo es ante-papas allemaes de outr'ora, nn-
miijpni i*ti : I nt mmln e taes como Cadaloa*.
Gaibert de Ravenne e Octaviano, ante-papas que
alia* nao poderam fazer for tuna.
No actual estado das cousas, a Allemaoha tra-
balha para un fim de patriotismo tao particular
que certamente lhe faltara o apoio do eieraento
universal. Por outro lado, e fora de duvida que
sera sempre mal visto um imperador protestante
mgerir se ua escolha do ehefe infallivel da igreja
catholica.
Portanto, av.ilie se qtfe de embara^os I E qnan-
to nio teria sido -melhor que, contra pretencoes
exageradis e perigosas, tivesse a Allemaoha pro-
ourado a sua forca, o seu prestigio n-i respeito a
c oscieui-ia inJividaal e a liberdide I
0 nnico procedimento respeitoso que podem ter
o.< e?!ados para com as religioes e. sem duvida,
nao se occuparem cjin os seus negocios. Nem se
digs que o estado tem por dever resgatar as con-
scieucias, JanJo-lhei a liberdade 'jue por ventura
Ibeatenha sido indebitamente|usurpada pela thao
cracia ; porque e priicipio corrente e aeeito que,
assim como aquelle qua qner abandonar uma com-
raunhio, uma ordem religiosa, deve poder fazel o
livreraente, assim tambeu aquelle que quer per-
sistir ou cooservar-se na sna communhao, na aua
ordem religiosa. deve igualmente poder fezel-o com
toda a liberdade, e sem rae o estado tenht o di
reitb-de intervir nesse acto, sem qa lhe eaiba
o direito de resgalal-o dessa especie de captiveiro
moral.
Na India, onJe cousa alguma raorre, a seita dos
ismaelinos ou assassenos ainda subsist-:, e coati-
oda i ter pjr eherfp am personagem de alta ira-
portancia, que recebe annaalmente de sens secta
rios uma consideravel sorania da dinheiro qtte, se-
guado se diz, elle dispende quasi toda em cavallo..
(0 ultimo descendante do Vdho da montanha e o
principal influents das corridas de Bombay.)
Ha lguns annos surgirara reclamacdes de al-
guns dassas sectaries contra o que chamavam am
abuao, e, entre esses reclamantes e o governo in-
glez, cuji interveneao foi solicitada. estabelecen se
uraa discussio, qae pode ser traduzida pelo se-
guinte dialogo :
i 0 governo. -Quem vos obriga a pagar ? Se
estaia desconteates coin o Imam, recusai pagar-lhe
a vossa quola-parte de eontribuicao.
a Os rrc-lamdntes.hlii nesse caso elle nos ex-
cornamngara.
* 0 governo. E que vos importa isso ?
< Os reclamantes. Importa muito, porque a
nossa eterna f-sliciJado depcnJe delle.
a 0 gocrrno. Se a vossa eteraa felicidade de-
pends delle, nesse caso nao vos qieixeis, porque
de certo nao a comprais caro.
0 negocio ficou nesse ponto, e sem duvida
procedera muito acertadamente a adminlstracao
ingleza se o deixar no pi: em que esta. *
Se um dos sectarios de Bombay, quizesse deixar
de contribuir para o seu chafe' religioso, c rto
seria justo que o poder civil o protegesse ao ten
lido de fatel-o recuperar sua liberdade natural, e,
se tanto f sse preciso, deveria defends!-o cootra os
seus superiores ; mas o liel, continuaudo a ser fiel,
nao tem nenhum direito de solicitar a mterven^ao
do estado eutre si e seu chefe, a menos que uao
se trate de queilije3 de direito coininux.
Pode-se, sem duvida, conceberum estado sochl
em que o imam dos ismnelinos, fosse susceptivel de
perseguicOes, como impostor na qualidadc do obje-
cto que vende, por is-o que ella promelte a peso
de ouro uma f-licidala chimerica ; mas quern e
que ,e incambiria da dem m-trar ao crante que a
sua crenca e uma chimera ? Fura mister discu-
tir, e, ainda assim, as melhores razdes nao teriam
o poder de convencer da erro ao liel assassino.
Assim, pois, 6 Je mist, r que o estadoHbaudone a
preten^ao de qucrer convencer quem quer qua se-
ja, e ite mesmo os qua so desgarram ; que nao se
arrogue o direito, que nio tem, de decidir sobre a
veracidade desta oa d'aqaella doutrina ; e quefl-
nalraante nio queira obrigar o honrado cidadao,
que paga pontualmente a sua quota de impostos
e se desempenba do service militar, ;i aceitar,
alom disso, uma solu^ao qualquer para o alias fu-
soluvel probleuia das relacoes do himem coin a
Divindade.
[Continuar-se-ha )
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
Cori-e*pon Pernaiubigco.
CilRTE, 3 DE SETEMBBO DE 1871.
Por via do telegrapho ja deva alii saber-se da
denuncia dada polo Sr Leaniro Bezerra perante a
camara dos daputados, contra o Sr. vis:onde do
Rio Branco, Joao Alfrelo e visconle de faravellas,
pelo crime de maquinar destruir a religiao do
estad), adoptaia pelo pacto fundamental, e pelo
crime- dc mbomo...
Lida a dita denuncia, que foi precedida de um
beato discursodo seu autor, declarou o presiden-
le que, na forma da lei de responsabilidade dos mi
nistros, teria na ses3ao seguinte de eleger-se
uma commissa) especial para dar parecer acerca
do andamento da materia.
Hoje, logo ao abrir-se a sessao, foi eleita essa
coraraissao, composta do tres membros, que sio
os Srs. Anizio, Alencar Araripe e Pereira Franco.
Antes de terrainada a sessio, e logo qae foi ea
cerrada a discassao das emeadas do senado ao
proje:to de lei do recru'.aunnto, padio o relator
daeommissao a palavra pela ordem e apresentou
o parecer, qua vera nos jornaes de amanhi, re-
geitaodo a denuncia.
Em segnida pedio o Sr. Gomos de Castro a pa-
lavra e requereu queo mesmo parecer, sendo pn-
blicado no jornal da ca3a, fosse dado para a or-
dem do dia segaiate (amanhi), qae devera ser_ o
ultimo dia de trab dho, se nio houvar prorogicao
E' provavel, porem, qae haja.
Em todo o caso a sessao da amaahS deve ser
importante. Ha 17 anaos que nao tem appa-eci
do na camara denuncias contra 03 mini3tros. A
ulttma que houve foi em jaaho de 1857, dada pelo
Sr.Gome3 de Soaza, depatad) pelo Maraahio, coa-
tra 0 Sr. Nabaco, por ter aoosentado magi3lrado3.
Como se sabe, a commissio inaoceatoa 0 miais-
tro, e a camara approvon 0 parecer.
E' de n>tar qae 0 Sr. Leaniro Bezerra, envoi-
vendo na sui dennacia ate 0 Sr. viscoade de La-
ravellas, que apanas nomeou 0 Sr. barao de Penedo
e deu-ihe instruccoa3 para uegociar com a Santa
Si, nio contemplasse 0 Sr. Daarle de Azeved),
qae, regenlo interiaameate a pasta do irapeno no
impediment) doSr. Joio Alfredo, foi quem expedio
0 aviso que mandou submetter a processo 0 bispo
do Para. Nio je comprehande a razao de uraa
tal excepcao.
A Nicao, publicanii e commealaado essa de-
nuncia assim se exprime :
A manhaa proceder-se ha na camara dosdepu-
tados a eleijao da commlssi) especial que deve
dar parecer sobre a deaaacia do Sr. Leaadro Be-
zerra, pedindo a pena de morte para os Sr3. v'13-
conl! d) Wo Branco. presifcate do conselho, Cor-
reia de Oliveira, ministro do imperio, e visconda de
Caravellas, ministro dos negocios e-tran'eiros, pelo
crime de ( textaal)=OTijm"mir dislrnir a reh-
gieto do estad} adoptadi pelo ptcto (aniam-.ntal
e pelo crime de suborno.
Este Sr. Laandro pardaa da tod 0 siio !
o Publieamoi esta cariwo docunantj como
eousa digaa que 6 da provocar o riso de todes os
nomeou da bom-senso.
t Mantemos om toda a fiItlriilc a orthogra
phia da buries ;a daoun ia, sobre a qaal tem.-s por
maito atil fazer qualquer raflexio.
a Eil-a :
a Leandro Bezerra Monteiro como cidadio bra-
sileiro, usanlo do direito eonferido pelo S 30 do
art. 169 da constituicao do imperio (I) e pelo
art. 8' do decreto de t5 da oatubro de 1827 (2) e
como deputado tarn bun, serviniosa de oatra
disposicao desta mesma lei, vem perante esta
aagasta camara denuociar do c raselheiro vis-
coade do Rio Branco, a ;tual presileata do con-
selho de ministros, do conselheiro Joao Al'redo
orrea de Oliveira, ministro e secretario de es-
tado ios negocios do imperio, do conselheiro vis-
conde de Caravellas, ministro e secretario de
estado de negocios estrangeiros pelo crime de
miquinar, distruir a religiao do estado adoptada
pelo Pacto Fundamental e pelo crime de su-
borno. (3)
t Os faclos criminosos sao: parseguicao a
D. Vital Maria ;mjlives da Oliveira, bispo de
Oliada, e D. Antonio de Macedo Costa, bispo do
Para, presos e martyres em satisfagio a vontade
e caprichos da rniconarh, saita muitas vezes con
demnada aor d'versos Sntissimn Padres, cujo
preceito queriam esses ministros desobedecessem os
referidos prelados ; e porque mais, por interme-
dio de seu delegado, presidenta de Pernambaco
empregaram peJitorio e> influencia para que os
vigarios da cidade do Recife fizessem 0 que nio
deviam, odesobedecei1)) ao prelalo, seu chefe e
superior legitimo.
c E com 1 taes calpados devem ser punidos com
as panas marcadas no 2* do art. 1* e 2* do
art. 2s da ja reteriia lei de 15 da outubro de 1827
(I), requer que seja recebida esta denuncia para
quo se proceda na forma de direito.
OITerecese como documentos os avisos de
12 de junho, 27 de setembro, confidencial do pre-
sidents de Pernambuco de 25 dejulhotodos de
1873, InstrnccSes do ministro dos estrangeiros ao
bario de Penedo em missao a Roma e falla do
throno de corrente anno
t E offerece como testemunhas insuspeitas
as pessoas abaixo em rol.
a 0 qae tudo jura se for preciso.--E. R. M.
Leandro. Bezerra Monteiro, deputado pelo i* dis-
trict de Sergba.Ha ama estarapiltn de 200 reis.
-'^mara, 2 de seterabro de 187i.Testemunhas.
Monsenbor Joaquim Piato da Campos, conego
F. de Moraes Rego,'padra F. Pinto Pessoa, Dr.
Fernando Alves de C rvalho, protoaotario Ernesto
Camllo Barreto.iDaspacho : a A' ommissao
especial que fur eleita na cooformidade do art. 10
da lei d-15 de outubro de 1827. (5) Em 2 de setem-
brode 1874.Dr. Campos de Medeiros*
Hontem tambem 0 Sr. Martinho Campos apresen-
tou duas representacoes qae recebera de Pernam-
buco, uma pedindo a eleicao directa, e outra a
abolicao dos impostos ultimamente creados.
OSr. Tarquinio de Souzareclaraoaque se desse
andameato a outras representagoas que tem vindo
a camara sobre a questio religiosa.
A esse respeito pondera ainda a lYtifSo :
0 8f. Tarquinio de Souza referio-se ainda ho-
je as representacoes que parara no archivo da ca-
mara, encarecendo 0 valor dessas manifestacoes e
dizendo-sa tornado da granJa pezar por nao se
Ihes ter dado prompto andamento. 0 illustre pro-
fessor de direito nao esqueceu por essa occasiao
recordar que toda peticio, merecendo ser daferida
on indeferida, cimpna que as nobres eomn)iss5es
a que tem sido remeitidas eraittissem sobre ellas
qualquer parecer.
Pois que tao siguilicativas andara pareceudo
ao Sr. Ta-quinio essas taes representa.oes, em
que as assignaturas a rogo enehem columnas e
colarrnas, nao leve a mat S. Exc. que indiqueraos
a eommissao, que dellas tem dc occupar-se, as se-
guintes palavras qua a camara dos deputados teve
occasiao de ouvir em 27 de Janeiro de 1873 :
t Sabe-?e que por esse tempo eram apenas co-
nhecidos os primeiros actos do Sr. D. Vital, inter-
dizendo algamas irmauJades. Chegando entao ao
conhecimento da camara uma representacao as-
signada por mais de 6,000 cidadios, em qua recla-
raavam providencias contra 03 actos da autorida
de espintual invasores da jurisdiccao temporal, 0
Sr. Tarquinio de Soaza proferio as seguintes pala-
vras :
Sr. presiden'0, 0 nobre deputado encareceu a
importancia da3 representacoes que mandou a me
sa pelo nome dos signatarios que nellas se acham.
< (I).0 Sr. -.eandro confunde 0 art. 178 com
0 169. 0 art. 169 trata das lunccue3 das camaras
municipaes.
a (I). -E' este 0 art 8" da lei de 15de outubro
de 1827.a Todo cidadio pode denunciar, na for-
ma do 30 do art. 179 da constituicao, os minis-
tros e secretarios de estado pelos delictos especiu-
cados nesta lei : este direito, porem, prescreve,
oassados tres annos. Ascommissoes da camara
devem denunciar 03 delictos que encontrarem no
exaraede quaesquer negocios, e os membros de
ambas as camaras 0 poderio fazer dentro do
praso de dnas legislaturas, depois de comraetlido
0 delicto.
a (3) Chamamo3 a attencio do leitor para este
trecho ... pelo crime de maquinxr, (virgula)
adistruiri) (com i) a Religiao do Estado adopta-
di pelo Pacto Fundamental e pelo crime de su-
borno*...
a Este maquinar, distruir, e esta Religtdo do
Estado que e adoptadi pelo Pacto Fundamental
e pelo crime de suborno estao n'um estylo que
faz honra ao illustre denunciante !
t Francamente, Sr. Leandro I isto & portuguoz
ou congo f
t (*) Art. 1.* 2: Os ministros e secreta-
ries de estido sao responsaveis por traijao :....
2. Maquioando a deJtruieao da Religiao Catho
lica Apost ilica Romana.o
t A. 2. 2.-. Sao responsaveis por peita,
suborno, ou coacassao:... 2.0 Por suborno, cor-
rompendo por sua inflaeaeia, on peditorio a al-
guem para cbrar contra o que deve, no desempe-
nno de suas fanccbes pabltcas : oa deixaado se
corromper por influencia ou peditorio de algnem
para obrarem 0 que uao devem, oa deixarera de
obrar 0 qae devem.
t As penas sao : ,
t -As do art. 1." 2.':No maximo -.Morte
natural.No meod :Perda da eonfianca da ha-
qao e de todos as honras ; inhabilidade perpetua
para occupar empregos de eonfianca, e 5 annos de
prisao.No minimo -.Perdu da eonfianca da Na-
cao, inhabilidade perpetua, restricta ao emprego
em que i julg.ido, e 5 annos de suspensao dos ami
tos politicos.
As do art. 2 : -No maximo, suspensao do em-
pfegopor 3 annos. No mkdio, por 2 annos. No
minimo, por /.
a (5) Art. 10 da lei de 15 de outubro de 1827 :
a A camara do$ deputados, seado-lhe presente a
denuncia, mandara examina-la por ama commis-
sao especial; e, sobre este exame, no caso que a
aio regaite, mandara, seado necessario, produzir
novas provas, que serao igualmenle examinadas
na commissio, a qaal tambem inquirira as teste-
1 munhas 1105 casos, cm que forera nece33arias.
m
Nao-sei, nio ten ho conhecimento desses nomes
mas> em nome da briosa provincia de Pernamba-
co, devo dizer a V. Exe. e a camara, qne aqaella
nobre provincia por certo nio paetua com todos
aqueNes que escreveram e assignarara essas re-
preseotacues ; e a prova esta em que taes repre-
sentagSes nio partiram desta bancada, onde se as-
senta a bonrada depatacao pernambucana.
O Sr. suveira Martins st is mil ciuauaos
valera mais do qne am.
0 Sr. Tarquinio de Souza: Se exaninarrnos
os nomes desses cidadios, com a lente da ama de-
tida analyse, muita cousa deseobriremos qae ha
de enfraquecer a razao do numero.
0 Sr. Silveira Marlins : Nao sio somente
homens de partido.
0 Sr. Tarquinio de Sooza: If* vemos de en
contrar talvez maitos estrangeros, muito menmos
de escolas e collegiot, muitos desses rapazes e fa-
mulos que vagueiam pel s runs, que sao embaidos
para assignar um papel qne se Ihes apresenta e
que elles assignam sent saber 0 que fazem.
< 0 Sr. Silveira Martins: Nao faca injastica
aos cidadios que assignarara as representacoes.*
E' eila. lente -/1 detida analyse que desejamo?
ver applicada as ultimas representacoes dos Srs.
Tarquinio, Leandro e Diogo. Talvez se eneootrem
nellas estrangeiros, meninos de escolas e collegiot.
rapazes e (amulos, e com certeza se bio de en-
contrar assignatnras visivelmente escripta* por
uma mesma lettra, e de nenhum valor real.
Quando 0 Sr. Gnsmao Lobo dizia na camara,
a proposilo de uma dessas taes represent a ;oes, que
ellas constituiam um expediente lao seaico como
banal, a Uniiio de Peraambu:o vio nestas palavras
uma prova de formal desapreco aos signatarios da
representacao, 0 desprezo mais acceniuado do di-
reito sagrado de peticio garantido pela lei funda
mental.
Leia, entretanto, a Uniiio as reflexoes do Sr.
Tarquinio de Souza, pessoa de casa, sobre uma
dessas repr sentacoes, e diga nos, de animo cal-
mo, que valor merecem manifestacoes de tal na-
tureza.u
Tendo sido approvados as emendas do senado
sobre a lei do recrutamento, como disse, deve
araanha ler-se a sna redaccao; e a.-sim e que em
breve leremos a dita lei em execocao, morraente
na parte relativa ao alistamenlo.
(agencia telegraphica havas reuter. )
i.undres 10 de setembre.-O en
.our ao a rto 1NDEPENDENCIA, eoastrul-
do para a (overno brasilelro, qae
e tentou dcbalilelancar a agfua no
dia 18 dejulno ultimo, canto ta>Je
ao mar com e.vilo fells, e acha-se
aacorado na rlo Tamisa.
COMMEBCIAES.
i.ouilros IO. -A taxa do deseonto
no banco de Infflaterra continua a
ser de 3 por cento, e a dapraca de
* 3/4 por cento. Consolidation de
3 /, for account, a 9* S/8. Pundo* ora-
sileiros de 5 / '< anno de ISttK. a
99 1/* ; ditos do I'ruguay de 6 %
do anno de 1 si I. a 9 I/* i ditos
arjreiilinos de 6 % anno de I8V1.
a 90 1/9. O merrarto de cafe esta
frouio a os precos Irregulares. O
mercado de ass'uour continua fir-
me.
Si-w Vork lO.-t'ambio gobro Lon-
ilres i.sr,. Ouro 109 3/1. Carrega-
mentos lie cafe do Rio fair a IA cen-
ts, e ditos dc Santos good a 19 1/4
cents por libra. Algodao mediano
UPLANDS a IO T'St
Liverpool IO. Mercatlo de algo-
dao frouxo. Vcndoram-se lU.OOO
fardos. sendo 3.300 da America do
Sul. O fair de Pernambuco a s pnr libra, os ditos de Santos c do
Maccio a */ d. por libra.
Antuerpia IO. \aiia se tem feito
no mercado dc < ;v.
Havre IO. Precos do cafe nomi
naes. Vcnderain-tse lOO saccos.
Mnrscllia IO. Mercado de cafe
uuieto. O bom ordinario do Rio 93
francos. Assucar de Pernambuco
n, so a '' francos.
(AGENCIA AMERICANA.)
Liverpool IO de setembro.Algo-
iiao s mercado rrouxissimo e deb-
cendo os precos t venderam-sc hoje
de procedencia brasileira 9.300 far-
dos. Assucar: sem alteracao t o da
Bahia vendeu-se a IS e SO/6 no
caes.
i.oiwlr.-s io.-Consolidados99 3/l:
fundos brasilciros lOO.
Kew-York IO. Algodao mediano
16 -i s.
Ilamburgo IO. Cafe: mercado
frouxo e precos nominaes i vende-
ram-se 5.0O0'saccos. Funao. couro
e Ins: vendas facets. AUsodao :
frouxo o de Nantos vendeu-se a
Havre IO.Cafe : mercado desani-
mado i precos nominaes 9S o -do
Rto e lOO o de Santos. AI*odfto :
frouxo I cota-seo de Pernambuco a
99 e ode Santos a 9*. scbo. la e
couros! (irmes.
Madrid IO.Os carlistas ataca-
ram o comboyo da vla-ferrea de
Santander, para se apoderarem dos
embaixadores da Prussia e d'Aus-
tria. quevlnbam para Madrid. Felis-
mente para estes diploinatas. vle-
ram elles por outro camlnbo. e as-
sim escaparama semelhante attcn-
tado.
i.iNlxia 11. -Cbegou a'.AMELIA, pro-
cedente de Pernambuco.
PERHAMBPCa
aSSEMBLEa provincial
SESSAO ORDINARIA EM 28 DE MAIO
prksidkncia do sr. fbrrbira de agciar.
Meia bora depois de meio dia, achando-se pie-
sentes os Srs. Manoel do Rego, Ratis e Silva, An-
tonio Paulino, Cunha Cavalcante, J. Mello Rego.
Goes Cavalcante, Pinto Pessoa, Amaral, Aguiar,
Oliveira Andrade, Travasso de Arruds, Plrmin..
dc Novaes, Felippe de Figueiroa, Tolentino de
Carvallm, Vieira de Mello, Alipio Costa, Soares
Camboim, Tiburcio de Magalhaes, Arruda, Gomes
Parente, Lacerda, Nascimenio Portella, Olyrapio
Marques, J io Rarpalbo, Uchoa Cavalcante, Do-
mingos Pinto, Gaspar de Drummond, Gonjalve.*
Ferreira e Dario Cavalcante ; fallando sem causa
participada es Srs. Arconcio, Tito, Perelli, Gon-
dim e Souia Leite, abrc se a sessao.
.t" ** *

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\Xk\ M i,..;tff n \, if! ^.Mifft^0 de frMMri* Sabbhdo 12 de Setembro de 1874 -aj fiaJ|| j
0/ZA
& ltdae ipprflWflirirTetr da .T\tcwGpme.
0 Sr. 1.* secrctario declara fcSWFOHlH
diente. tiT.r&a
O >bTVB|Btao de CurvrtlhO (pela
ordeni) WfWj'l'ze assdmblea ua ultima- sessSo
appro voa'oaal'wquerim'ento para blicadaviaiajras enu-ndas approvadas.na 2.* djs
oussao do ornaments, e que o Diano de hoje pu-
blica as mesmas eraendas, notsndo so entretanto
faiia de algumas, aue tambeui forara approvadas.
O Sr. 9.* MiaretariA urforma que faltam
Da publicagao aagiinus emenlas, cuja copia a se-
cretaria nao tae tempo de tirar.
0 Sn. Toliktuo d* Cauvmjio fax esta recla-
mayao, porqua -Mo eorrsta do rue.-mo SHario <]iie
ainda exrstanv ootras emendas, cuja aiiblicacao
continual?.
Sao lido*, apoiados, postos em disotsaao e ap-
provals, ui seguiates pareceres :
A coawnissSo de policia, tendo de providen-
iar, como Ihe cumpria, a respeito 4a impressao e
puhHcagao dostrabalhos desta asseinblda nos dous
annos proximos futaros, maodou para este fim
publicar edital abrindo a conoorrencia, e de feit
iniif"hli""i" dilo edital, apparews anenas nma pro
*aosta de Manoel Figuewda de Fana 4 Filhos, a
qua! depois de examinada pela.eommissao e eli
minadas algumas con Ji goes offerecidas pelos pro
poneaws, qaapareceram aesmacoraiissa,j pouco
aceitaveis, resctf veu esta celebrar com aquelle o coo-
ir.to que submette a coasidera.ao da cat a. Paco
da assembles, 27 de raaio de 1874.J. J. Ferreira
d'Agniar, presidente.-Joaquim Correa a" Oliveira
Andrade, 4.* seeretari-o.
A eeawnissao de poh'cia, a qtiem ineu*e
providenoiar a respeilo do apaaharoento des do
nates e mais trabahios desta assemblda aos dous
annos proximos lutros, leado para este fim man-
dado iiubticar clital abrtadj a eononrren-
cia, eu"ectiv;:rne(it;! abeita esta, foram TfCebidas
Silvi e Alfredo Falaij, ou'.ra de FraHCisco ISarro;
so ; e como qiier que a cmmissao, depots d>'. exa-
mina-Ias ncur;d.-yn-nte. tendo de roeis a mais
n:uii'j em ftsi& as habiht.igoes de cada um dos
ooucurrenies, tives-e resnitMo fffectBar o contrale
cnii o priineiri do< >'nrnrrentes, v-em'submelter
dilo ei-utrabi a con?ideraj4o e apprwajao desta
asem Wa Sal.i 'las cMfti-nissSjs, ] do maio de
l87i.J. J Ferriira (TAguiar, presidents.-/''fl
Felippe d; Figueiiou Faria, S.'s-CTi'Utrio.
Of.DKM DO MA.
Continua a :t." discussJo do projcto n. i3 deste
anno, autorisaudo o presidenie da pruyincia a mo
diflear o cjotrat) feito para a etmstrdcjao de urn
matadouro publico, com as einondas apresen-
ladas.
Sr. EMiito I'eHsoa,
tribuir para
E'Jida, apoiada e eotra conjantamente em Jis-
epssio a segusnte cnieada :
Ao art. f do suli^titutivo da commis^ao, ?.c-
cretcenis se : -smda a nomcarao do medico feila
pelo prssidfiite da provincia, conform3 M cstabo
1-cid.i no cnirato dj n..v0 maladoaro.S. R.J.
Hello llego
' r. ^aMi.ne.iia rorteJtn :-(.Nao
devylveu sen drscor o).
4> Sr (lly,ii;ii(i llanjup- : Sr. presi
dente, nio feufto man discntlr a qiieslSo, que ja
e aeha per demais drscotfda ; mas dvo nma res-
po.-ta ao, m.bre deputado pelo 2 disirii-M, o Sr.
l'areute, sobre ura facto de uoe iiirider.temente se
iratou >{Dando fallii sobr oa ses.-0-s pa-sa.l;i. 0 nibre deptitaio impu-
tou-me mc'ihereiieii c coairadic^ao, diZsndo que
ej, %o passo quo impugnava a competofidfa di>
presidenie da provSncia, para a nomeaj'o dn me
dicoe fiscal do mata.louro, tfaka npprovadu o re-
gnl imenio ilj cemiterio, re io pelo Sr. Janaaeira,
ood^ se diva ao mesmo presii.-nte aatlribui^ao
tia nemear^Uj do a4ministradur.
Niquella oocasiio n,lo utide r.'sponder cathego-
Baimonla ao uulu:o deputaUa, vMtocunto nao me
lembrava se tal regulameulo (iuba sido a; prova-
d> por esia ss^emblea, oeoi de qua roodo linha
ea vutado ; accresceatainto, pore^m, por cantela, '
que se I'.qba vutido por eU", foi seoi duvida por
me ter paisado desapcn-ebida a disposieio qu--
4ava ao pres^l^me a aitrtbujcao de oo ministraior.
- Biaminei, ponim, a questia, conmlUado as ac-
8as, a legisia<;ao j> os annaes, e vefhiqu-ii quo tal
;.'goaroento auoea Im approvad) pjr-agu asfem-
ilea. l'or conitquencia o nobro depuiado foi
iauito injuslo comigo, nao tevo a raenor nasaa
para fazsr me *s>a imputacao de iacoliorencia,
porquanto a facto p r He iovocado auuca existio.
O Sa. Gomes Pabentb : Mas nao censurei esse
lacto.
0 Sr. Olym?io Mahol-ks : u n^bre depuiado
censuruu, e'lraohaudo que ea votasse de mudo
djverp em casos ideqticos ; e exptimio-se com
tanta seuran;a, que quasi rae ia cunveucendo do
uni erro que nao commrtti.
Eiitr. lanlo devo aivrfsceofcir aioda que, quanJo
ebegttri ac resullado quo ji referi, coiumuniquci-o
ao uobre deputa.lo, dizeado Ihe que viria inter-
pella-lo ai|ui, para que ello tivesse tempo de por
sua parte averigaar o facto o .contestar-me, se po-
desse. Touho eoncloido.
i'ra, procede-se a
ivo do Sr. Olym
Iptf MSTqTRS, SCerMce
4>MftJl'>rMMJ
nVe-se : vijoraoli csta'dls- ftarao de dfinga
_ WXnWAM** niaMI Sel.i(pro*lncia escoia uortnai para prolas^riy}.-**
oao' Bufbalio.'Vinfo Pessoa
*Ao art. *, a*.cresceatescr: ett gov.rri5 q en
lender eonwuieate. Nao haveado -coneurtio o
inspejctor.gorl, ouvido o fipnsejho liUerario* apre-
sentara a prosideaeia uma |i$ta de dei aomes, ti-
rados dos professores mais antigos e que mais
oajanv se distingaido a sagunla tn'raucia-ade
eutre tstes u;n seri o aameado para a vagi eaU-
lente. -JoOt Bai**o. Pinto Penmi.a
Aoart.ti, depois das palavr** vinte e qualr,
djgase : sen prejuizo djs direitoa adquirrtas. *
Gomes Parentt.n
Ao an 4
d 0. Mann
J-M:ona>#>r Joaquim Felippe da
Cosla
1) JoahuaSJaria Rlawjs Barbosa
Barao'eeiS.'Uraz v:
}*o terminal in linha fe
frcquentado, uS/6 pdofeR^ %W**^ *WM**M* ^i^ -
tao.b-ia pelas innu^wras fess'-as qoana-
menu ijcalidade va^^tur a?o dijs ba.nlioj
TiSi.qnerendo eon-
;ue se procrastino a diseussao, eede
tt. &, dJn.se :em ve* de in.'aaafjros
especiaos, e por rMaco inspeclores espe-iaea, ft-
cando a previncia djvidida era cco mspectarias
especiaes do iastrtcgao pablica dasigaadat pela -de irilhes urbanos,
presidencia da proviucia, peroeaeaaa eada ins-
pector especial atd a gratifica?io de US9J&, quan-
do em effectivo aacvioo. J)r. Mamtel da Rego.<
< as-art it | aa:co.--Soinoiua r.ai loeaiidades
era qae existir" mais d nma escola para o sexo
raasculino. padera ser uma deltas regida por pro
fessora.Or. Manoel Ho Regot
9 Up. Roil* e Sllva act.a-se impossibili-
tado de dar o seu voto relativamente a algumas,
das emsadaa que ago for am justilicadas, a aestc;
case declara que vota contra -e,las.
NiugiKm mats peJixi Jo a aelavra, eaoerra-se o
debate e precede-se a votajao.
SAo approvadaa aa emeadas da commiisao, ts-
signadas pelos Srs. Joao Barbalho e Pinto Pessea,
as apresentadts pelos -Srs. G. de Dfuiameni e
Gontos I'ai-eute, seado rej-iitadas as ^ulias.
As emeadas approvadas (erio, ua forma ds re-
giueento, do solfrer uuia ouira Jiscussao.
Segue anno, hxacdo a despeca dai cajuaras mualcipaes
e auiorisando-as a cobrarem os respectivos im-
po*tos no anno Qoaaceiro de 1874 a 187*.
Sao lidas, apoiadas-e enlram conjua^aiaeole em
discussio as seguicts emendas:
a N. 23.Supprir.ia-se o artigo addkivo apre-
sentada pelo Sr. Gemes Parentc, sob a. 20. Dr.
Manoet do Rego.
t X. 24. -Ao art. 14 adJitivo. Idem do ser-
veate do ceuiiterio 365'ilJOO. Dr. Manoel do
Rpga.
N. 25. -Emenda a 2." parts do 5.* do art.
2t". J?m lugar de 300* ao solicitador dos presos
pobresdiga-se-oOU* ao diciladur dos presos
pobres, llcanJo obngado a subsiituir o solicitador
da camara municipal nos seus impedimentos e fal-
las. Rutis e Stiva.
N. 26. -fimenda subslitutiva ao 3.' do art.
2. En lugar das palavras Idem do medico,
1.800^000 diga se -idem do medico 2.000^000.
Rnlis e Sitca.
N. 27.-Emenda subslitutiva aD 2." do art.
2., 2." parte. Idem dos amauueuses I:i00*000 de
ordioado e 00# 00 de gratdioacao. E eve sea
verba.Rat is e Silva.
S. 28. -As d.spcsifoes gc-raes. -Artigo additi-
ve. A camara municipal do U cife inandara ajar-
dinar a praca de Pedro U, p-jdeudo despeuder para
|al fim nu presents exercicio, ale a qoantia de
2C:Q do artig >, parte 4 '. Dr. Manoel do Rejo. a
N. 29. -Ao art. 30 31, cm yei do 10 rs, diga-
se-lOiOOO.-Dr. Manceldo Rego.
F^ia camtcre.AmAnhi das 4 da
tardfc as II da noila co.nmisMo.rtcarrafBda do
bazir da Drqodat, olTe.ecidas am benefteJo do
Asy^ (^ jfledadosj-prosegae na venda das mes-
mas ua jiUp da Tamarineira, por um aovo raeilia-
do, aialsleiniajJo aoi cmcrruentes, toeabdo di
verdM"%inJasde uwsicas nos iuteraallon, aando
uma dattas a do carpa-de policia.
DonqU a lards e aoite arabas as compaahias
.axaaga e d Oiinda.aape-
dtfiia ens extraord*aario. Tv "-!>
Muctedadc Bcncacento doa Typii-
ia>auw. t)eva reuair-ae amanhi *s 9 bura
do daa, aa rua Nava de Santa Rita n. 8. primair
andar", uma assemblei gerat dos memftfos desta1
i^ocinlade. alita de decidir-su. do fuluro da mesma.
PewtlviclAdo re!ia;i.-A's 4 boras da
tarde do dia de aiaaj^a ppeceder-se ha, fla igrajs
da Madre de Oeus, a distrlbuicao das insigmas e
emuiemas tiistiactiTOs* da conlraria de Nessa So-
nhora do Rosario, que ahi se venera.
VrrraiaUcuo proa-aaMeiatl.E" no dia
17 do currente (quiuta^eira) que vai a praca, ps-
raiite a junUi do ti.e-ouro provincial, a oara da
ponte de Muds sobre o rio Tapacura, na estrada da
Victnfia, oreada eni t:t(W*00ft
V*huich empcraaan.-1|..je cu amanha,
oiuglaz Coicocado da Europa ; a 17,os6rasileiros
(krvaptfs, dos porlas do node, e Paid, dos ponos
do fJB.1 do imperio.
u4kcui'om e 90csius.-D.1mos hoje, em
nosea 8a pagiaa, coaaeco a publicacao dos discur-
sos e potsias reciia los no.sitio da Tainarineira por.
occasiao do assealamealo da primeira pe Ira do
Uosoicio de alieuados. Cbaaaamos^ya esses ira-
l itcrtifirtic0.-Deu-$e um eegano na pu-
i-iicaeao do icnao de assenlameuto da pedra fun-
lamciilal d i hospicio de alieuados quanto aos no
mes das peisuas quscarregiram a mesma peJra
porquanlo, leado deixado de comparecer o Exro.
Sr. coaselbelro ^resideute do Iribuaal do commer-
cio e o Sr. presidents da camara municipal, fo*
ram substituidos pelos Exms. Srs. mouseohor Mu-
niz T.ivares e Geuer. I comimmlanie das armas.
I iK-alie -taiUi. VuJomc Denlro em
poucos dias deve aqui chtgar uma compauhia
dramatica italiana, dirigidi pelo Sr. UolJiui, a
|UjI teve geral accita^io em tods o sul do imperio.
Ojosta-ous que irabalnaci no liicatro Sinto
Anionio.
Nova jui>3icac:\o A's iivrarias desta
cidade acabam de ciiegar alguns exemplaros de
uma nova publicacio edilada pelo Sr. B. L.
Garoier, do Rio de Janeiro, sob e titulo de His-
Urias BrasiUiras, por Sjlvio Dinarte.
A respeilo dessa obra ismos no Jornal do Com
meicio, da corie :
Quatro contes e urn proverbio em um aeto
coinpueui a mimosa coUeccao das Histortas Bra-
sileivas, que jusliflcarv esio quab&cativo com os
typos originaes dos piiucipaes pereonagons, filhos
de qossas maiias, a descrip.ao dos serloes de
os.
chegando ainJa mi a.lli a caoalfsa. a j dd
moZrhLproi,r.'a esta^ esl* Pf'T*i'1 de semelhante
melboramento e resente se da falta.
Ajil!!iioa '''Je "s moradores daquella locaUda-
4f!ffira, s"wlica tea^ **
w. pcanaents da provincia, aaperaodo ser atten-
JiS.0 6 de ia*w-
..DP^!*,*,T,n,~1,*li5-soan>bi as 10 ho-
ras aa aaanba a eleigaa dos loaeiroa e digaidades
* .auSlfes 1 ^Sn, ^^^ m* MQ
, cJhla 4aaua Theresa. Pleou
trantarwa para o dia .17 do eorrente,ao msio, dia
a sessao a assemblta geral dos aceioaistaa desta
compaa*la, para ser fi'do e approvado
Victorina Anionio Chareai braaco; Portugal, 34
aqnos, casado, Hecifo ; tuberculos pulmoaars*.
Olyinpio, branco, Pdrnambuc^, 40. d(as, Sanlp
Antonio; c'oavulsoes.
Antonio/ brmco, Pernambaco, 6" dia?, Graca';
letano.
' A>a >taV..-Ftecofrat#a>ooel C-irnel'Q de La
'ero,_rt'ivr:!-!,i ftjuuo.
Ma-
ves
DHRONICA JUUM iARia,
i iiiiti \ai, da rti;i. vr io
SESSAO EM II WESETESIBRl) ')E*l87i.
PRESIBENGU DO EXM. SR. CO-NSELRglllO
CAKTANO SANTIAGO.
Sce As 10 horas da manaa, presentea os Srs. des-
smbargadorss Silva Guimaraes, Reis e Silva Al-
meida Albuquorque, Motu, proeurador da corda
da cbmmisiaolecoataX'e^rTtaPseTe IX? t** D^*TJ^A Le^o, Lourenc
gocioa argeules.
. Santiago, Olivelra Maciel e o Dr. juu i^e direito
Mania C* de Ulserlroraia. -A
junta administrativa desta corporagio contrata, no
da7docorriwe (qaiata-feira), o foroeeimenlo
de generis de ativa, de pab e de bolacha, de
aarae vaWe, da assucar aos eslabeleciraentos a
seu cargo, duranie o triraestre de oulubro a de-
terabro proximo.
Kecire Brainase.Termiaa na seguada
leira o now MM mareado para pagamento dos
appartlhus, ddTerencas dos encanamentos, e an-
nnidades aa compaahia Reeire "
Quiutiuo de Miranda, afcrio-se a sessio.
lia.GIENT05.
Habeas corpus.
Paciente Or. Manoel Ribeiro Barreto de Mene-
zes.Concederam a ordem preventiva.
Paciente Dr. Austerliano Correia de Crasto.
Concedeu so ordem e aarcou se o dia 18 do cur-
rente, devendo o respectivo Dr. juiz de direito da
comarca da Bora Jardiin, dar a informacao eii-
gida ate aquelle dia.
Pa:iente.PhUesAdelino da Coata Doria.Ficou
bargador Dommgues Silva^ Adjanctos os Srs.
das a -52,633 inlividuos.
Neste numero as mulheres lipuram nor aVMl.
ii^ :*>> Itl.-! >iil .-..I..J *'. OKI i______ ____j ____
Almeida
tsrmo a
Albu-
desis-
Z^-&.f&J&&^?J0E* Matt>GrossoeG,yaVa liuguaaam, os costumes
Ningueinijiuis pedindo a palavr
Totarao e sao rejeitauos o substituli\
nio Marques e os arligos additivos do Sr. Manoe'l do
Rego, sejido appr^vada a emenda do Sr. J. tfello
Ri'go, a ipial, na forma do regimeoto, tera de sof-
frer uma nova discussao.
Entra em ;t.* discussao o projecto n 38 de-te
anno, esiaiielicendo bases para a reforma da ins-
truccao publica.
OHv. Ian.. | do Eiego i Na occasiao
era que se irat.u do art *. do presenie projecto,
nao me achava no recmio das sessSes, e our
isso nao liz, como pretendia, algumas observaroes
a respeito.
Diz o artigo (!e) : a a inspeccao do enc-ino sera
exercida...... e por inpeet res especiaes com-
missionados polo presidents da provincia noscasos
e para as bcalida Jes que julgar couve/iientes, me-
diante razoavel gratifica^ao.
Acho muito vago este modo de legislar, sera de-
clarar quautoa devera ser os inspeclores especiaes
e qua! a gralificacao quo devera perceber. A Gear
assim o artigo, sera o mesmo q^e nao lermos le
gislado, p .rque nao so o numero desses insoecto-
res, como a sua gratdicacao, ficara a arbitrio do
presidenie, que ha de achar emberaeos p.ia dar
execu^ao a esla disposigao.
Demais, nio se mareando no orcamento qnota
para esta grattlicacao, nao sei como se podera fa-
ze-la effectiva.
Parecia-me que a asse nblea devia spr mais
explieila, fixar o numero dos iaspectores especiaes
necessanos. e marcar o raaximo da gratifiea^ao.
Por exeraplo : entendo que deve-se determinar
que fl |ue a provincia dividida em 4 ou 5 iaspecto
rias especiaes dei nstroecao publica, como suceede
naprovmcia do Rio ds iansiro, s que cada inspector
perceba ate um quantum de graiilieacao, quando
em effectivo exercicio, a qua! nao pos^a ser exce-
dida, on entao se declare taxativamonte que a
gratificacao sera de 1:800*.
Neste sentido, pois, apresentei uma emenda.
Pole ser qus me tenham escapado outras obser-
vacdes, porque nao contava que se disculisse hoje
este projecto. liembro-me agora qde teuho da fa-
kt algumas coosideracoes a respeito do sabetitu-
tivo ao art. H, que a -ommissao apresentou, no
qual se diz qua poderao ser nomeadas profe^-
soras para reger escolas do sexo mascalkw.
Teado sido restriagida a idade dos alumnos de
ties escolas a 12 aauos, ja deuwastrci o iownvc-
nisate que resuJtadasta idea, porque era certas
iccaudades sera necessario que, em vez de uma
escola de insiruccao primaria,
uueose, em vez di 1:1004000 d- ordenado- diga-
se -1:2005000 -Dr. Manoel do Rego. .
>'. 31.-Sub-ti|utivo ao S 10 do art. 5.* Cus-
tas dos processos era que decabir aju^tiga publica
itiolusi .p as que sao devidas ao eseYLvao Bellarini-
Do dos Santoi Bulci'w FilhoCOO^OOO.-o'rics Ca-
oalcavte.
t N. 32.-Em ao I." do art. 16 tm v(z de
6f)O5OO0-diga-st!55O3UO0. Ao 3." do mesmo
art. !6 -cm lugar de2o'^OOO-diga-se -300*000.
Goes Cayalcante.
t N. 33:Ao art. 23accrcsceute-se;-o a de
Bam-Jardlm, a conceder o abate a que liver dicei-
U Jo.io Aalouio Duarle, arremitauie de iiupostos
municipaes.-S. R.-G6es Cnvulcante.
N. .'ii. Emenda ao IC do a l. 5.*em vez
de 2:008*0!!0 -diga se-2:*0 >*0QO e os saldjs
dos exercicios liudos. G6es Cavnlcole n
' S. 33. -Fica a camara municipal da Escada
autorisada a pagar aooflhial de ju.tica Jor^e loo-
josa, a que Ihedeverdecus.a?.-G. Drummond.
a S 36. Kica autorisada a camara municipal
da Victoria a pagar o quadever de custas a Ale-
xandre Bezorra de Albuquerque Barrss. G.
de Drummond
t N. 37.-A 3.' parte do % 2. do art. 2." :-Ao
amanuense que serne de porteiro do jury .....
1:100*000 de ordenado o 700*000 de gra"titicagao.
Tolentino de Carvalho. t
N. 38.A' 1." parts do g 2. do art. 2.Em
lugar de 6 0*000 de gratificacao diga-se -.....
700*000. Tolentino de CarvaUo.
a .\. 39.Ao I." do art. !em vez de.....
2:000*000 de ordenado -diga se-2 200*030.
Anionio Paulino, o
% /Conlinu ir se'ha.)
aSHaxgsfiTfB
REVISTA DIAR1A.
bajam duas, sendo uma para aquel|e3 iteniaos que
orera maiur de 12 aonos, quo nio polerao fre-
po-
quentar as escolas regidas por professoras.
Assim duplicase a de^peza ecm este ramo do
scryico publico, e para evjtar seiaelhame iueun-
vemeote, vou apresentar uma emenda fazendo
uma pequena limitacio, dizenlo : Someate on-
us bouver duas tscolas do seio masculinu,
dera uma dellas ser regida por proreisora.
A assomblea reaolvera como eutender conve-
Jiienle.
Creio qua lenho rsuraido o mais possifel o que
linha a dizer para nio faier perdef temffo a as-
semble'a.
Sao
Uospicio de .Vlicnados.Damos era se-
guida mais donativos para as obras deste aovo
eslabeleeimenlo : *
Illra. s Exra. Sr. commendador presidenie da
provincia.Venbo respeitosamente eatregar a V.
Exc. a quanlia de trezentos e dez mil reis, resul-
lado do espetaculo da Jo no circo eqaestre, ua
unite de 7 de selembro, em benetlcio do Hospicio
de Alienadcs. Espero que V. Exc. aceitando esta
raesquinhaofferta, me de&culpara, pois que foi feila
de coragao. Aproveito a opportunidade para dizer
a V. Exc. que, sempre que pos?a, nao rae e.-que-
cerei ds sua grandiosa e bumanitaria ide"a e sen-
do ineu desejo que V. Exc. veja o mais breve pos-
siv. I reajUsada essa grande obra.Dous guarde a
V. Exc- lllm. e Exra. Sr. commendador Henrique
Poreira de Lucena, digno presidenie da provincia.
Recife, 8 de setembro de 1874.Antonio Curios
do Cai mo.
Gabiuete da presidencia de Pernambuco, em
9 de setembro de 1374.lllm. Sr. Anionio Carlos
do Carmo.-De posse da quanlia de trczeatos e
dez mil reis, quo V. S. remeiteu, com data rie
liontem, produzida pelo espetaculo que se dignou
de oflereeer era seu circo na noite de 7 do corren
to, em benetlcio do IIo>picio de Alienados, tenbo
a satisfacio de louval-o pelos seutiuieiitos de hu
mauidade que revela era actos dosta ordem, e
agradecerlbe o generoso concurso que pr stou
a esse empreheudimento de caridade e beneli
cencia.Sou com aprcgo e cansideracao do V. S.
muito altencioso, venerador e criado. Henrique
Pereira de Lucena.
Illra. e Exra. Sr. commendador Henrique Pe-
reira de Lucena.-lucluso remetlo a V, Exc. a
quaotia de cem mil reis, que off rego para a obra
do Asjlo de Alieaados.Sou com a mais alia
coasideracao e estiraa, de V. Exc. amigo altencioso
venerador e criado.Janoet de Vera Cruz Lins e
Man.
t Gabiueie da presidencia ds Pernambuco, em
9 de setembro ds 1874.lllm. Sr. commendador
Mauoel do Vera Cruz Lins e Mello. Louvando a
V. S. peios sentimentos de caridade que revela no
donalivo Je cem mil reis, remeuidos com destiuo
a obra do Hospicio de Alienados, cabe me agra
decer-lhc esse generoso auxilio a um einpreheo-
dimento ds laula beuelicencia e humanidads.-Sou
com estima a considaracao de V. S. amigo alten-
cioso e criado. -Henrique Pereira de Lucena. a
lllm. e Exm. Sr. commandalor Henrique Pe-
reira de Lucena.Por iutermedio do meu amigo
o t>r. Dr. Gaspar do Druramood recebi o honroso
favor deV Exc. em quo solicita o men anxiiiu
para o Asylo de Alienados, qoe preteude couslruir
nesta provincia. Apreclando devidaments o pedi-
do de V. Exc, eavio com mil reis eomo pequeno
auxilio para aiais eslo inelhoramento material de
pan provincia, de qus a V. Exc. perlenee a iui
ciatnv.-Sialo profandamente nao poder corres-
pond^ as vistas do V. Exc, uo entrelaulo pediudo
a v. fcxe. desculpa pela exigu dade da olferta. -
renbo a honra ds ser de V. Exc. amigo obrixa-
dissirao, ve. erador e criada.-.faw Carlos Bezerra
Cavalcante. -Eogeaho Tapira, 6 de setembro de
1o7a.
reproduzidos com muita felicidads.
0 primeiro dosc-intos, ua ordem da colloca-
cao no livro e, para nus taariem no rasreciraento
luterario, lereci a guana, e a histoiia de uns
amores breves, mas perfuulados d'aquella poesia
qus nos eacanta na Alula e nos Natchez. 0 typ.
da inlia guana e dsseripto com miino s os ssnti-
uienls que a dorainam estudaios com cuidado
Sao tambeiu dignos de aUaaeao os outros
ties conlos Caini/un Kiaikiiu'w, 0 Vigario das
Doves e Juca, o tiopeiro.
i 0 proberbio Da inao i bocoa se perde a sopa,
c um icliz ensaio (pie mostra-que Sylvio Dinarte,
podsria coiner novos louros, se se dedicasse ao
genero dramat co.
Veade-se a 2* 00 o exemplar.
Seiniuarlo Ue Olinda. -ILje reuair-se-
ha nesse estabcltcimenlo, a 1 hora da urde, a me-
sa gi-nil da confraria de Nqaia Senbora das Do-
res, para tratar da festa solemne da mesma Se-
nhora. que tera lugar ao dia 20 do ccrrsnts, jun-
tameuie coin a cousagragij do semiaario ao Sa-
grado Coraoao de Jesus. Sao convidados para
aquella reuoiiio todos osirmios geroutes e remi-
do.- da confrar a.
Faiiet'inacntu.Deu hontem a alma ao
Creadur, victima d'uma congestao cerebral, o >r.
Manoel Marciano Ferreira, capiiao e proprietario
do brigue brasileiro S. Paulo, natural da provincia
le Miuas-Geraes, e maior ae 70 annos de idade.
0 tiaado era o docano dos capiiaes de navios bra-
sileiros.
Cabo Kubm.iriubo.Informam-nos que,
das experio cias scientillcas a qus se tern proce-
dido, conheceu se ser o desarraojo no caDo sub-
marioho do sul do impe.io, cincoeuta milbas pou-
co mais ou raenosao nor'.' do porto da Bahia.
Trillioa uruaaios de Olinda. -A gs-
rencia desla empreza expedira araanba trens ex
tra rdiuarios, do Rscifs para a Encruzilaada e
vice-versa, as meias horas, a principiar das 2 l|2
da tarde as 9 1(2 da noite, afirn de conduzir as
lessoas que desejarsm assistir a festa na Tamari-
ueira.
Muim.-tii-.sfio. d. Claudina Maria do Li-
vramenio, espusa do Sr. Francisco Jose da Silva
Mayer, no seu testaraento libertou grat:i araente
a uma aua escrava de 23 annos de idade.
Prova de reconheciinento. A junta
administrativa da Santa Casa de Misericordia do
Recife, na sna sessao de 10 do correote, resolveu
que umacommissao de se.i seio, composta dos Srs.
mordomos commondaJor Joaquim Felippe da Costa,
Antonio Ignacio do Rego Medeiros e Dr. Paulo Jose
de Ohveira, fosse a S. Exc o Sr. commendador
Henriqi'.o Pereira de Lucena, presidente da pro-
vincia, olleiecer-lbe a penna com que S. Exc. as-
signou o termo da collocacao da pedra fundamental
do hospicio de alienados. A penna 6 de ouro, e
acna-se collocada n'uma caneta de madreperola'.
\oticias da corte.No lugar compelente
pubheamos hojsa nussiva donosso corresponden-
te no Rio de Janeiro, para a qual chamacnos a
altenrao dos leitores.
llomicidlo.En 2! de agosto ultimo, foi
assassinado com ura tiro desfecbado de embosca-
da, no termo do Bom JarJim, Antonio Bernardo de
Boon Coutinho de Araujo Pereira, proprietario do
engenho Tabocas, dsse termo. Ignora-se ainda
quera-tebha sido autor docrime; a pjlicia
prosegueem avenguagoes.
Facadae.-Na noite ds 8 do corren:s, Cosme,
escravo de Jose" Francisco da Rego, feriocomdi-
vsrsas facadas a Joao Severioo Cordeiro, no lugar
denominado Macaco, da freguezia do Pogo da Pa-
nella. Evadio-se o dslinqusnts.
Dcaertores.-Pela policia foram caplura
dos os seguintes: Homera Bom Ferreira de Cas-
tro, Jos6 Crascencio Marques, Antonio Seralim
de Oliveira e Laurentino Jose Vieira; todos pracas
do 2 batalhao de iuf.rataria.
De 55,63o culjados, 54,953 "forara" coademna-
dos.
Por 1,000 habitautes, o numero dos transgrss-
sorss foi ds 3 em Bordeus, 6 em ;Diion, 60 em
Ruao, 25 em Rennos e 37 era Paris.
Conforeiacla rellglosa.Dizem da Ber-
Um, quo no dia 14 de setembro e seguintes deve
rsunir-sc cm Bono, sob a presidencia do abbade
Doellinger, uma conferencia oomposta de homens I
pertaocenea as diversas igrejas e que desejara a
grande uniao futura dos chnslaos.
0 lira dssta confsrencia e examinar as formulas
de fe dos primeiros seculos da igreja, bem como [
as doulriuas e as iustituicoes que forara tiJas por |
eaaenciaes e iodispen orieate s Occident* autes da grauie separagao. i Appellaroea crimes
Naose traUda molo algum da sua nniio por! DaOoneury.-^Santo oTSo
afeMMin ou Je uma .usao lai d.lTerentes igrejas, Joaquim Pereira Mac7nb" a e oilros'
mas sna do eslabalojimento de uma commuohao i De. Caruarii Apuellante
ecciesia,tna sobre o terreno da unidade nos cousas Camello, apne'lada a iu*tir*
neceuarias, com a raanulengao das particulari-i Apu.dlacoas'civs
faSadaaCa?gaef|Jae'lUaDi0 ***? abs-; Oe Banane.ras-TApp^lanis Bento Pereira de
aaaaiiga te. Oliveira, appe adj Mauoel Firraiuo de Maria I air a
a UydL-ophobiu-Um medico! ^^^^iS^*SS?^-
deaembargadores Souza Leao o
. qusrqus. ManJoj so loraar por
| tencia.
Appellagdes crimes.
DeTacaratii.-Appetlante Cypriano Francisco
ao Nascimento e oulros, appellada Alexandria
Pereira de Barros.-N4o tomaram conhecimento.
Da Atalaya.-Appsllants o juizo, appellado Ma-
noel Joaquim Vieira.A novo jury,
i Do Buique.Appellaote Manoel Monleiro Ca-
valcante, appellada a justica. Impr.)cedente.
De Patos. -Appellante o juizo. appelUJo Fran-
cisco Ferreira da Silva.An jto jury.
PASSAGE.N9.
Do Sr. dosembargador Silva Guimarass ao Sr.
Contra
appelladas
Francisco Aatonio
ds S. Pstarsburgo. a Dr. Bunssn, acaba ds reao-! nha, appeUado, Augusto Carlo %^uaX
var corn successo favoravel ura velho raethodo tros, por seu curador. c-Juaruo
e ou-
francez para curara mo.dedura de nm eao dam-
oado. As experieooias feitas em 80 doeates que
Ihe forarni confiados, dsrara completo resultado.
Ao sr. desemoarg.idor Louronpo Santiago :
Appsllacao civel.
Da Imperatnz.Appellante Manool Fsrrsira dos
0 medico submetieu os duraute sete diaa ssguidos Sautos Mello, appellado Zsferino Lopes ds Barnn
e por grande aapapo ds tempo em caia dia, a um | Do Sr. desembargador Loureneo SanUaw ao Sr'
baaho russo cuja teraperatura elevava-ss de 46 a ; desembargador Raf* e Sdva *W> ao sr.
oO gMOs Reaumur. I ^ A j ^^
-S.SSS ,iS? uHf !"". L,y?n-! D ^VAMmS e appsllados reciproca-
) texts cmpleto da earu pela qual Jaera j menie Jo.-e Jaeoras Tasso.A Irraao e o bacharel
dainittido ds parocha Licihauo Mameds Alves Ferreira ; appellants load
, Luiz Alves Ferreira, appellada Rosa, por seu cu
j rador.
De Olinda.Appellante o juizo, anpeliados Ma-
noel Diomzio Gouies dos Reis e Catbarina, por seu
curador.
AppellavoVs crimes.
Ds Palraeira dos ludios.-Appellante JoaoCalis-
to Lordeiro, appe.lada a jastiga.
Ao Sr. dessmbarg*lor Almeida Albuquerque :
Aopeilagao civel.
Da Escada.Appellauie Joao Carlos Cavalcante
ds Albujuerque, appellado Martiuiano ds vlarros
Branco.
Do Sr. dsssmbargador Reis e Silva
embargador Almeida Albuquerque :
Appellagoes civeis.
Do Reeire.Appellantes a fazenda e Elias Gon-
galves Pereira da Ctuha, appellados os mesmos ;
appel ants Manoel de CaevaJho Moura, appellado
JjsS de Frertas Brboza e outros; appellants o
J.u.'f(?'.ai,?!?..l?,?.0.Bi,t!!azarCan4'ao> Pr l0a cura
tho Loyaon pedio para ser
de Gsnebra :
Ao Sr. presidents e aos Srs. membros do con-
sslho de estado da republicado canlao de Gene-
bra.-Geuebra 4 do agosto de 1874.Sr. presideu
te e mais seuhores : Affei^adodo fondo do meu
curacao a igreja calholici, na quai fui baptisado,!
e de qus desejo a reforma mas nao a quada;
c invencido de mais por uma experiencia snlR-
ao Sr. des
cicnteraenls prolongada deqae o raoMte que pie-
valeceu no movimeoto oataol co liberal de Gene-
bra, naoe uera liberal em polilia, nem catholics
em religiao, t nao a honra de vos ollsrecar a mi-
nhadsmissa) Jas func;oss ds pirocho da paro-
eljia ds 'Geacbra. Aceitai, seahores, a expreasao
dos rae-us respeitosos seniimsnlos. Jacintlw
Loyson, padre
Aoaeacag. Ld-se o seguinte na Gazeta da
Allemanha do Norte :
t Temos algumas vezes feito rasacao das amea-
c is dirigidas neste ultimo tempo, ao priocipe ds
Uismark. Citareraos hojs uma carta .jus Ihe foi
enviada pelos operarios e na qual nao se araeaga dor; appellautes D. Luurec.a de~Ariuio Rato'aD-
o chanceller, mas sim os seus adversaries. !*">' "->-i .o n n_k.n.. .. ,. .
Aoir.- deseiubargad ,r Silva-Guimaraea :
D.i fiscastt -Recrtrrent^ a fafU;a, recorndo
nael Vicente F. rreira "Omno.-
Ao r. dssembargaaqr L-iurango Santiago :
Do Ouncjry. Recomnta Rsmalio Goncal
orres, recorrido o juizo.
Appcllares erhnes.
Ao >r. desembargador Loucango Santiago :
Do Bom Jardim.Appellante o juizo, appellado
Jos6 Freire da Silra.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Da Pao d'Albo.Aapellanta o juizo, appellado
Manoel Herculano da Siha.
Ao Sr. desembargador Almei-la Albuquerque :
De Camaragibe. -Appeilaala a jastiga, appellado
Anionio J aquiin Cobraverde.
Ao Sr. desembargador Accioli:
De Pao d'Alhn.Appellante a justica, appellado
Jose Vicsnte Ferreira da Silva.
Ao Sr.desembargador Domingues Silva :
De Anadia. Appellante o juizo, appellado Cu-
pertino de Oliveira.
Ao Sr. dessrabargador Souza Leao :
Ds Barrsiros Appellants Manoel do E Santo e Silva Charamba, appellado a justica.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes:
De Pao d'Alho Appellante o juizo, appellado
Jose Alexandre da Luz.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
De Pao d'Albo.Appellante a juMiga, appellalo
Raymunlo, escravo.
Ao Sr. dese iibjTgador fteis c Silva :
Ds Cao d'Alho Aopeilaute a justiga, appellado
Manoel Jose de Sam'Aiina.
Ao Sc. desrmbargadnr Almeida Alanquerque :
De Pao d'Alho.Appeiiante a justiga, appeHado
Paulo Francisco Rarbosa.
Appullagoes civeis.
Ao Sr. dsssmbarjialor Loureigo Santiago
Do Recife.Appellantes Vxeute Ferreira
Costa e filhos, appellada a fazenda.
Appellagdes cnmmerciaes.
Ao Sr. deserabargadur liei- e Silva :
Do Recife. Appellante Domiagos Piato
Freitaa, appeilidi Anloaio Ferreira Rraga.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Recife. -Appellauies Silveua k ii, apsailado
Anionio Paiva da Foa~eca.
Ao Sr. desembargador Holla :
Do Recife.-Appellants o Bra. vi c n Is de
Suassuna, appel ados Manoel Pires Femira e
outros.
Ao Sr. desembargador Accioli :
Ds Areia.Einbargaota Francisco Ant nio de
As-is, embargado Al-.xaudre Guedes ^IcoforaJ
AoSr. dessinbargador D imiugues Silva :
De Oarreiros.-Appellants Doming >s An-
Monleiro de flarros, appellado major Paulo ds
Amorim SalgaJo.
Ao Sr desembargador Souza Leao :
Do Cabo. -Appellante Jo.-e Thomaz d- Agaiii
Junior, appellaJa D. Maria da Paz Teixeira.
AoSr. dsserabarga lor Sirva Guimaraes :
DuBeeife.-AppaUaaaes lierd-ir..- -
Autinio Paes Barrett-, appellalo fMoaadc
Suassuca.
Eaccrr,.;' a a sessao as luas h.ras.
da
Is
Naaia
carta Id se o seguiale :
a Somos operarios e temos trabalhado juntos ha
m iito tempo, para nos conhecermos perfeitaraen-
te uns aos outros. Juramos que e^tamos resol-
vidos a vingar ncs de cada alientido qus for ain-
da comrasltiJo contra vos e dirigido pelos fana-
licos de Roma. Qual juer bala que nao vos al-
cang.r, custara a vida a ura bispo. Qaalquer bala
que vos ferir, custara a vida a dous bispos. A bala
quo realmeule nos matar, do que Deus nos preser-
ve, custara a vida ao papa. Pediraus a Dsus qus
nos per.de de reagir contra as lois, e estaraos csr-
tos de que nos perdoara, porque elle e como nos,
d hostd aos padres ds Baal.
X cxpresaiio matar
ire nos, como em Franca, ha a expressao popular I
de matar o bicho, que consiste em se beber uma
pelladas D. Umbelina Maria de Jesus e oulros.
Appellagao commercial.
Do Recife.-Appellautes Machado & Brand'io,
appellado trancisco Antonio de Albuquer.iue
Mello. n '
Do Sr. desembargador Molta ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
Appellacoes civeis.
Da Iraperalnz. -Appellantes Joao Francisco de
Urvalho e outros, appellados Jose Cavalcaute ds
Albuquerque.
Ao Sr. desembargador Loureneo Santiago :
Do Recifc-Appellaorss nerdeiros de Doraicgos
Jose Marques, appellada Cecilia, por seu curador.
Do sr. dsserabargador Accioli ao Sr. desembar-
liiriio. En-: gador Domingues Silva :
lidas, apoiadas e uuiraiu coajonctamcnle
m discussao as seguintes emendai :
Ao an. 12, emenda sabstituliva, diga-se : os
que assim torem nomeados perceiierio a gratifl-
cagao de 30* raensalmentc.-G. de Drumuundo
k" *,"' diga-se -em vez da palavra paro-
o odelegado luterario, iubdelegado do di-tricto
an I J" -"viaira, .ui/ucifgauv v vakanU. aoraeaJo Pel t^erao. Cunha Ga-
^n^r^,!4~E.m,ugar das palavras-depen-
f d0,0'8ularaento ate as palavras-parts pe-
mTTSEBE PoteatoserconuniuAu penas, rue
nao excedam o maxima das esubeleeidas no art.
9 g5 I, 2, 3 e o, e do art. 13 da presents lei o
/eato como no artigo.-/. Barbalho. P. Pesloa a
Subera?nJa,arr. I4.-A' emenda do Sr Olvm-'
Gabinele da presidencia de Pernambuco, 9 de
setembro de 1874.Utoj, Sr. Joao Carlos Bezerra
cavalcaate.-Recebi a quantia de cem ail it is
que V. S. teve a boudade de remetter em data Je
o do corrente, com destino a obra do Hospicio ds
Alienados, e louvandoo por semelhante manifesta-
cao ds seus sentiraenlos de humanidade, eaba-ras
agradecer-lhe a generosidade com que se diaaou
as corre^ponder ao meu pedido.-Sou de vTs.
/Maaat,lenC'080 6 Cr'aJ0' ~Henri,tHe W"J de
. ~ ~1^ hn'enireceberam-se as seguintes quan-
bas offeitadas pelos paraaymchos da primeira
pedra do hospicio de alieoados :
Transporte 7:800^000
Tenenle coronel Rufino Jose Barbosa
da Silva
Ba.-oteza de Ainaragy
Rua da Iinperalriz.-Em virtudo ds
nao querer a maior parte dos aegociantes estabe-
lecidos nessa rua, desde longa data, continuar a
conlribuir com a respeciiva quota, para a illuuii
naoao paiticular da rae^raa rua, consta-nosque a
gerencia da empreza do gaz esta resolvija a sup-
prirai-la do dia 14 do corrente era diante. E' para
lamantar se tal acontecer-
Hora naeridiana.Nao se pdde ainda
dar principid a determinagao da hora meridiana
em Pernambuco, por ser ndispeasavel maudar
vir de Inglaterra diversos objectos.
Mociedade propagadora da Ins
truccdo pubiiea. Havcra amanbii sessao
ordinaria do conselho parochial de S. Joie as ho-
ras e no lugar do costume.
Frontespicio do Carmo. -Celebra-se
amanhl na igreja do convento do Carmo do Reci-
fe, a ffeta de N S. do Carmo, qm se venera no
frontespicio dessa igreja, cam tddo o esplendur ;
sendo a noite, depois do Te-Deum. queimadoum
lindo fogo da rliflcio.
Circa emeare.-Hoje^ noite da a compa-
nhia equestre, dirigida pelo Sr. Antonio Carbs do
Carmo, no circo do campodas Princezas ura s-
peclaculo variado em beneficio de uma viuva com
cjoco filhos, digna da protecpao do publico desta
cidade. i
ANMoeiaean Portugaieza do Bene-
neencia dot KmpreKailoH no Cona-
inerelo e luduslrla ena Pernambu-
eo.No proximo dommgo, 13 do corrente, effec-
luar-ss ba a abartura de diversas aulas que esta
assowagao resolveu installar.
Sendo semslhanlo acts o que pods offerecer ao^
afsociado* as mais oroveitosas consequenrias ap-
plaudimo-Io, e f^zemos votos pelo lisongsiro futuro
ds uma asaociacao que so manifssta tao bem in-
lencionada.
Rociamarao junta.-Xferece atlengao a
urgeute ueeessidade do serem, quanto antes col-
i^Siufi08, a^Uns bjnP*-*, Ja illuminacfcj publ-ca ao
tfOOjOOO'pateo do Carmo da cidaJo de Olinda. ondnftxistal
pouca de aguardente, logo de raanha e autes de
almoco.
Era Franca a aguardente d substituida pelo vi-
nho branco. A origera dessa expressao remonla-
se ao reinado de Francis % I e eis a explicagao,
que da della ura periodico francez :
No mez de julho de lol9, a esposa de um tal
Lovernade, escrevente, morreu de repente. Fez-
ss-lhe autopsia, s conheceu so qus a morte fdra
causada por um verme que Ihe tinha roido o cora-
cao. Applicou-se ao bicho um pouco de pao mo-
Ihado em vinho e morreu imraediatamenle. Do
qus, cooclus o Journal d'un Burgeois de Paris,
resultou que d convenienle tomar vinho e pao de
manhi, pelo menos quando se receie ter o bicho e
o queirara malar. >
Leiifies.Hoje, as 11 horas do dia, effectna o
agents Martins o leilao de oito cavallos em boas
carnes e todos andadores de baixo a raeio e al-
guns osquigadores e bonilos; nu armazem da rua
da Conceigao n. 24.
Hoje effectua o agents Dias leilio as 11 ho-
ras da manhS era o estabeleciraento da rua do
Duque de Caxias n. 40, das mercadorias perten-
csnlss a massa fallida de Joaqnim da Silva
Costa.
i, uteri a. A qae se acha a venda da 116*
a beneficio jla igreja da Casa Forte, a qual cor-
re no dia lo. -
Casa de detencao.Movimento da ca.-a
is detencao do dia 10 de setembro de 1874.
Existiam presos 33o, entraram 0, sahiram 3,
sxistem 332.
A saber :
Nacionaes 239, mulheres 7, estrangairos 23,
ascravos 38, escravas 5. Total 332.
Aliraentados a custa dos cofres publicos 253.
Movimento da enfermaria no dia 10 de setembro
de 1874.
Tiveram alta :
Manoel Calheiro de Albuquerque.
Luiz Jose do Nasciraeolo.
Antonio Ferreira de Lima.
Passagelroa. Chegados da Ilha de Fer-
nando no vapor brasileiro Jagumribe:
Ma-ia Francisea da Conceicao, Lourea^o da
Rocha Pompdo, Manoel Thomaz dos Santos, Ma-
Appellapao civel.
De Maceid.-Appellante Josd Pereira ds And^a
Vuira da CosU Delgado
ds, appellado Floriano
I'erdigao.
AppellagSo commercial.
Do Recife.-AppsliaDte Jose Joaquim de Castro
Moura, appellados Joaquim de Souza Silva Cunha
e outros; appellants Antonio Joaquim ds Vaaata-
cellos, appellados Cardozo & Irmio.
Appellagdes crimes.
Do Recife.Appsllants a justiea, appella-Jo Joa-
quim Antonio Dourado.
Do Cabo.Appellante Franciseo das Chagas do
Monte, appellada a justica.
De Santa Luzia.-Appellante a justica, appelia
da Joanna Maria de Jesus.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
sr. desembargador Molta :
Appellagao commercial.
Do Recife.-Appellante Antonio Rodrigues Pin-
to, appellado Manoel Pereira de Farias.
Appellagao civel.
Da Atalaya.Appel ante Manoel Antonio do
Nascimento, appellado Antonio Toledo Machado.
Ao Sr. de:erabargador Accioli:
Appellagao civel.
De Mamanguape.Appsllante ojuizo, appellaJa
Josepha, por ssu curador.
Appellaglo crime.
De Caruard.-Appellante Candido Josd da Silva,
appellada a justiga.
De Pat03. -Appellacte o juizo, appellado Vicen-
te Ferreira de Oliveira.
Josd Telles,
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao :
Apoellagao civel.
Da Atalaya.-Appellante Antonio
appellado Manoel Jorquim Maia.
Appellacoes crimes.
De Pesqueira.Appeiiante o juizo, appellado
David Josd de Sa.
Do Pilar.-Appellante o juizo, appeUado Manoel
Gomes da Silva.
De Petrolioa. Appellants
Manoel Rodrigues L-ao.
Appellagao civel.
Do Recife.-Appellante Tasso IrmSo, appellado
Joao Vasco Gabral.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
CAMARA 3U NlfiPAL.
SESSAO EKTUAOHDI.NAIUA EM 25 DE AG)-!
DK 187*.
PBESIDIwVUa D) SH. RKG'I K *La.^i;KIiot :.
Ao meio di i, prescnles os Srs. Gamw,
ds Mello, Theodoro adta Souza LaJa Dr I
coso, Cunha Guimaraes, l.oyo Junior t Uego Bar-
ro, abrio-se a eseae.
Lida a apprjvada a acta da au: :
se o seguinle
EXi-Ulir.NTE :
OOQcio*:
Do Exm. presiJtnte da provincia, declara;.
uue para h r lug.i a que pair) a camara tm
ficio de 12 Jj correote, caaanta que a eaaaara de-
cl re qual a eiteasa ( pi ifaadiiaai do i rren i.
que te.n ds aat afrida aa rua da PMaaaaa I-a-
bel.Ao cngnheiro para .-aiiafaaer.
Do diractur das obi as public s em resp -ta a.
offlcio desta camara, ds o do corrente, i
que aceila a incmuocncia 'e que bala o aaanae
oiDcio, a que bra mu*la tatisfa-ej>, -e p r i il-
quer modo vier a ser u'.:! a esta cidade d i it
Iuteirada e q ia se respoada agrata aad
Do juiz de paz do 2* d str.clo da fr*g.iezia da
Afogados, Joao Ribeiro Pe-soa de LaeerJa, paruc-
pandoa camara que entrou no exercicio V -^a
fuui'goe-. I'lluiiada.
Do a Imin'strador do aaaaJbrfa publico, pa:
pando que p-r octasiao d -er caadaaiJj i i
do com nte, as 5 horas da tarde a aquelle eem
rio o eorpo de Geralds llean rae de Mira, que pur
periencer 4 raigonaiii Mxaa ta aar aoo.r.
dado pelo vigano da fr-gaezia de Santo Vai
e nao tendo compare:: lo o cap.iU i Aaqoclle ce-
miterio, as pessjas ]ue ac ^mpanhavain o aat n
reclamaram a sua presed>.a pira pro.:--ilar a b-
commendagao ~, e como ae Ines diss $*e
pellioai) e;tava prsscnlt, ; roromperara em fri-
tos e improperios contra o cape!i.V, e ieitar.:n
coaiuzir o c >rpa para ser se,>n!Ud> o> ceoMterio
ioglez Qus aefe-aa nao t.r ataatj grande con-
lbcto a ala aaiar paaaaaai o caadBa a a ua rvem-
gao pacitlca Js alguavs couvi lados, p.- le d n v j
uma providencia >|ue ponba paradeiro a ajteaeaa-
fliclos coaiiuu s -Qae se lie rep ndi, aaja (a t
ocapcllao cumprir os deveres, qae Ihe ij.| .
reguiaroento do cemiterio.
Do mesmo, remtiteudo uma relagio dot (
veres deposilados na capella daquelle cemi
darante a semana proxima fioda. Ao arr!.;\
Do engeuheiro cordcad ir, iuf rm ndo um aba
xo assigoadode moradops na e-iraia da Pir-n-a,
da freguezia dos Afogados. us quaes pedeia prafi-
dencias acerca do mao e?tado, em que e acta
aquella estrada, tem a dizer que e verJade o |je
allegam aquellea moraJons, c |ue a tsira i,
quese trata, precisa di am -ervico propriainen
le de cjnsetvacio.ao mesmo para faxer o orca-
ment >.
Do mesmo, informando uma peticao de J -
Baptista ds Moraes.lndefeno-se a peticao.
Do mesmo, inform.radc a peticij de lataeris
Auslia ii C, na qual os mennos pedam livri'i
para assenlar Irilhos de tana, que partindo da
rua do Torres, vao ter ao armazem a. 31Con-
ceJsu se a liceaca pedida, seado os trilbvj de f a
da, e pagando os supplicanies a quanlia de 30#wi
aaawaaa.
Do ^onladjr, satisfazeaJo a exigeocia desta ra-
mara, coulida em offlcio de 19 do corrente, acerca
da arresadafad do impo?lo subre pds de co|u<*ir-
nos ires ulliraos exercuius de 1870, 1871 I-
4
o juizo, appellado
4 rau-
vapor
noel Josd Martins, Aatonio F. de Almeida, Josd L.' embargador Silva Guiaaaraes .
Davira, Bernardino da Silva Campos, Manoel G. I Appellagdes civeis.
da Cruz, Jo.-d J. Cordeiro, cirurgiao Franeiaro M. I Appellantes a viuva e (Ubos de Miguel Archan-
de A. Lima, sua naulber, 4 filhos e 3 escravop, jo de Figueiredo, appellada a adminisUacao da
tenenle Alfredo R. Cliaves, sua mulher, 2 filhas, 1 massa de Manoel do Amparo Cajd ; appellante
eunhada, esenvao Francisco X. dos Santos, Jose- Dr. Antero Manoel de Medeiros Furlado aooellado
pha M. da Conceigio e 1 filho, Marcalina M. do Pereira Carneiro 4 C. ~>-rr-
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promoior da jastiga :
Appellante Manoel Joao Balao, appellado o jui-
zo; appellante o juizo, appellado Liberalo Sot res
da Silva.
Diligencia civel.
Ao Sr. desembargador procurador da corda :
Conflicto de junsd ccao eatre os juizes munici
pal de Bom Concelbo e Quebrangulo.
A^igaou-se dia para o julgamento dos seguin-
tes feitos ;
Appellagao crime.
Appellante Antonia Maria de Jesus, appellada a
justiga; appellaote o juizo, appellado Seba^tiSo
Piuheiro da Cunba.
Appellacoes civeis.
Do Recife.Appellante
Espirito-Sanio, 1 filho, 13 sentenciados,
Iheres dos mesmos, 20 pracas e 1 cadets.
Sahido.- para os portos do norte no
national Ceard :
Commendador Aatonio Regino do Amaral, An-
tonio Raymundo Cavalcante, Jose Narciso da Cu-
nha, Antonio Luiz de Farias, Guilhenne Manosl
Pedro Bom fim, Luiz da Costa Carro, 1 preao e 2
pracas,
Sahidos para Europa no vapor francez
Ergmanthe:
Joaquim Pacheco da Silva, Maaoel Alves da
Costa, Vioeozo Areello, Langore Fraueiaco, Paulo
Guiae (Te e Rocco Aatonio Palermo.
Sahidos para Mossord no hiate JoHo Valle :
Tele*phoro Marqau da Silva Junior e capiiao
Bente Antonio de Oliveira. i Do Recire.-Appeilante Lniz de Paula Lopes,
Cemiterio publlco.-Obituario do dia 10 appellado Josd da Costa Dourado
le setembro de 1874. i Appellagao commercial.
Joanna, parda, Pernambuco, 13 mezes, Boa-\ is-' Appellante Balthazar Pinto de Gouveia appel
ta ; letano. ladj Joaquim Josd de Azevedo
Maria, preta, Pernambuco, 2 dias, S. Pedro Mar- wstiubuicSks
tir; convulsoes.
Olindal onde existe' Maria Joaquina, branca, Portugal, 68 anno?,''
Recursos crimes.
Ao Fr. desembargador Souza Leao:
Que se remelta ao Exra. presidente da pr -
vincia.
Do mesmo, informando uma peticao de Fran-
cisco da Silva Boa Vista.-Deferio ae a peticao.
Di mesmo, informando uma palpi de Joao G^-
dolredo Pinto, na qual o mesmo pede, qae ae de-
clare, se e eile obrigado ao imposio do axercicic
corrente de 1873 a 1874, devido por Antonio Cae-
tano Tavares, pela taverua estabslecida na casa a.
iO da rua dos Pogos, da freguezia dos Afogados
onde o supplicants eMa para eslabel->cer igual fe-
nero de negocio.Esta o supplicante obrigado ar
iawaato.
Do fiscal da freguezia ds S. Frei Pedro Goncal-
vas, iaformand) a camara queen sua ftvgnr-zia
exis.em quiazs talhos, dos quaes ai dons leem bal-
clo cam tampo da marroore, e sao os aa ajiionif
Raymundo Paes de Lima e Siro Maaoel Ribeiro.
Veja-so a resolncio da camara a mnafilliinio res-
peito.
Do mesmo, remettcado a rlagao das multaa im-
postas por aquella fiscabaa-.ao, de 19 do Corrente a
26 do mesmo:
Forlun3to, em 4J000, como infractor da
131.
Pa- art. 30.
Antonio Delios, era 30J0' 0, c mo ia'n
art. 30 Ao procurador.
Do fiaca! da freguezia de S. Jod, informatdo
um requerimsnto de Anionio Joaquim da Coata,
Iudefsrio se o requeriaaeato.
Do fiscal da freguezia da Boa Viala, infomaaudo
que os talhos existenles naquella frapaaia aUao
de conformidade com as posturas em vigor.In
teirada.
Do mesmo, participants quo in v,rtude da or
dam desla eaaaara as dirigio a fregaexia da Var-
tea, e verifieou que os eatabelecimenios leaaa -m
pesos e raedidas aferidos e revi-ios na fdraaa do
regulameato das afsricdss, e qie os doaa das ta-
lhos foram iotimados para vireta a eaaaara aadg-
nar os isr.nos a qaa sao o rigid os; aead> igoal-
inante intima los oa done* dos aitios, em qae ba
viam cercas nativas, afim d? as apararam ctiaTe-
nisnteraente. Inteirada.
Do ti-cal da fregiezia dos Afogado*, parunpan-
do qae multou na qoantia da 3OJO0O a Aatoaio
M. Cordeiro de Gusmis, por eatar fareaaa aata
licenga s contra as p isturas nma caa de tilatf a
cat, no tugar dos Reraedi s.-Aa procurador;
Do a l-ninistra lor d cemiterio da fregaazia do
Pogo da Paaclla, rem.t nJ> o m-ppt obitaario
art.
do

/


DiarifeTdi Vkinutibmb* SablnUk 11 do-- anuos de 187* a 187). -A'dawn pedio-
ra remover o abrhjOjUue servo de estajao no.Mjn-.J
leire V^Pjmmgm,.}-Mm UWrertiWfflBlWflt'Jjie *iWP:'d3 AnrtPf*,
arrtfmatrntfr dy-o*rd*OTwH#>- jrabficb, palfhJ*
o pigamento di qdartarTS^taSp d> jeii can't raid.
Expsjantse as ordJn's'para Vr?messx da qaafl-
lia necessarfa.
Urn reiaarftrienti de'-Jose Maria RibeWj", peditt>
do o pagamema de castss judiciaes. -A' ecrmmis-
83) da uegacioj ja Jijiaes.
Una pu'i^u Ji Bollafuiiuo Giucalves da Albu-
querque, pemrtdd iseir;3o de Ifnpostos, qua Been
a dever o antigo proprietario do armazem n. 8
do caes do Ramos.{nfrrme e ftsqai-.
Uma informal db lal drfwgtt'5*'* de S. J)
so, acerca de uma pelisao de I, oureuco Bezerra da
Cunha Oii.L'iw.pixipr^nrio de uinacasa eraeons-
tru-cao a rua Imperial, na qua I o mesmo pede Ii-
cenca paMMer um fort* coin a competent* cha
mine.Concedeusea lieenca.
Foi apresentado o segumte pareeei":
i A coromlssao da polictk tendo examinidoo
balansete da receita o de^Rza do mea.de julho
proximo findo, aehou-o couiurme, veritlaando.'exis
lir urn saido de 18:8416, pelo qne e de pare-
cer. que a egfaara roande dar quitacao ao respec-
livo procurator
>.< Paco/ia camara municipal; 26 de a
1871. -Tfieodoro Machado Freire Pereira da Silva.
Joao da Cnnha Soares Gmmares. Appro-
vado.
Foram apresontados os seguintes requenraen-
lol :
Requeiro que me seja apresentada a repre-
sentacao, que fez o procurador dos presos pobre?,
acerca do nao pagam-.nto de custas dos processos
(-a que dee.ike a justica publica, antes de sen-
tenca final e irrevogavel sobre a qual represen
tarao foram ouvidos os' advogados dos presos po-
bres e o da mesma eamara.
> Paco da camara inuuicipal, 26 de agosto de
(87V -Joao da Cunba Soaros Guimaraes.
cE i.uilj a jiantada a obra J j telbado do merca-
do publico contratad > com Jose Augusto de A ran jo,
e sando provavel que o arrematante comece depots
de conclaido o telbado a assentar as divisoes inter-
nal, e nao se conheeendo ainda a difference que
existe entre o preco porque esta avaliada a dita
divisio ioterna e a mudan^a qne fez o arrematan-
te, reiueiro que o engeuheiro eerdeador proceda
quanto antes aos no^essarios exaines e irtforaami-
uacio^aiU' nte a camara.
Camara muuicipal, em 26 de ago.-to de 187io
Dr. Lobo Mfoseoso. -Approvado
A camara detenninou que se expeoa ordem ao
procurador para fornecer ao e?crivao do juiz de
pai da fregu-iia de Santo Antonio um livro na
forma do art. 20 do decreto n. 3,069 de 17 de
abril de 1863,e ja sellaJo p.fa o registro de obito
ae prote^tantes.
A camara ordenou qae o secretario informe,
qual a pratica de lei que aaionsa a percepcao de
emolumentjs pelos termos de contralos, arrema-
tacSes e outros.
S >b proposta do Sr. Tneoclnro Silva, f^ram no-
meados o amanuense que serve de porteiro desta
camara, Alvarb IVreira de Sa, para o lugar de
archivisU, creado pela lei piovineial n. 1,156 do
corrente anno, c para o lugar de porteiro o actual
conlinuo Lino Antonio Saraiva; e sob proposta do
Sr. Rego Barros f^ nomeado para o lugar de
continao, J >aqaini ae Gouveia Cordeiro ; votanda
contra o Sr. Loyo Junior.
Foram despachad.is as peticd^s seguintes :
De Arquias Liodolpho da Silva Mafra,- Antonio
J.>aquim da Co-u, Bellarmino Basilio dos Santos,
Francisco da Silva Boa Vi^ta. Joaquim dt Silva
Barboss, Jos6 Joao de Castro Amorim, Joaquim
Martins Moreira, Joaquim Fernandas Vianna, Ju-
vencio Francisco Gomes, Joao Baptista de Moraes,
Joaquim Rodrigues Tavires d Mcllo, Joao Godo-
fredo Pintu, Joao Francisco dos Santos Cliacon,
Jose dos Santos Natividade, Julia Adolplio de Soaza,
Jose Firmino Alves Quintal, Lourenco de Moraes
Pinheiro, Luii Eduardo de Holhnda, Lucio Jose
do Albuquerque M -llo, Matiieas Austin & C, Ma-
noel Bezerra Cavalcanle, Manoel Vieira Neves,
Manoel Raymundo de Araujo, Dr. Manoel Enedino
do Rego Valenca, Maria CandiJa de Oliveira, Sa-
bino Ferreira de Mello e Zeferino Jose da Costa
Valente.
Nada mais havendo, o Sr. presidente encerrou a
sessao as 2 horas da tarde.
i^u, Francisco Augusto da Costa, secre'.ario, o
e.-erevi.
Daclaro em tempo pne a camara resolveu que
os donos de talhos ti;am dispensados de emolu-
mentos pelos termos que sao obrigados a assig-
nar, em virtude da dispusi<;ao do art. 253 das pos-
turas em vigor.
Eu, Francisco Augasto- da Costa, secretano, fiz
a Titesente deelarac3o.
Daclaro em tempo qne a liceaca concedida a
Math..U3 Austin & C. deve ent:nder-se na rui de
Damingos Martins, e nao na rua do Torres.
Eu, Francisco Augusto da Costa, secretano, fiz
a presente declaracao.
Thtotoro ilaclnJ) F. Pereira da Silva, proprcsi-
uente.lose Cesario de Mello.Jose da Silva Loyo
Junior. Bellarmino do Rego Barros. Dr. Pe-
dro de Athayde Lobo Moscoso.
jrf^.
JUNTA MS GORRRTOKES
S'raca do Recife,fl 1 de setettibfo
AS 3 HORAS DA TARDE. /
cotacoeS omorXia
Algodao do ser tao 1* sorts 7*700
Algodio^JhdeJGoAnaa* 9>0tf
Algodao^oipA^tStf ftlM $$$
a bordo a freto e 3|ie0|0.
Couros secc'o3 sialgadd^ 555 rs. 0 kilo, bontem.
Dito>) dltos ditos 866: o kite
Tiescbnto de fetr 9 Wl ao anno
B. ae ifcsconeeilos
Presidente.
A P. de Lomos;
Sdcretarlo.
.
. 190:768 J2fl3
15:470;203
i
206:238/466
DO PORTO
MMERCIA-
ENC10 M
ALfANDKO.*
itaadimaiiio do di* I a 10. .
i-s.id dtfdil-II. .
Porto.
o Sr. JOAQUIM
Para
DO PARA, e OS S
fytSTA &,FlLHO?.
Harftnhffo. dobNjd' &% imvki-
RtlRA DA SILVA j6t Hio de Janeiro. Sobfe o banco
iNDUBTMAut MfiWAI^WL, RAflCD KACIONAl.
BANQUE RRASaiEN.NE FRAMgA^E,
"
Banco do Mioiioi,
Beltrao & Filho S3.ci.rn
Hnnsao.
Ovar. /
TlMfe.
1
Joaquim Josi Goncalves
per todos os vapore* aobre
Anadia. ErVbfa-.
Aguida. J tale.
*^oj;ljal
Ddscarregam boja 12 de setembro de 187i.
Patacho allemlo Tiger (atracaddj ferro ja des-
pachado tiara o caes do Apollo.
Brigue allemao Wilheimme mereatorias para
alfandega. .
Lugar portugu JttKo ThJho para depwllo
po trapicbe Cnaha.
Lugre inglez Odatio farinha 4e trigo ja des-
pachado para o caes do Apollo.
DBSPACBOS DE BXPORTACAO BM) DIA 10 DP1
SETEMBRO DB 1874.
Para os portos do exterior.
No navio inglez Fuziker, para Liverpool,
carregou : V. Neesen 230 fardus com 47,o8i kilos
de algndao.
No vapor francez Erimnnthe, para Pans car-
regou : L. G. da Silva & Pinto 2 aaccos com 125
kilos de cafe : para Bordeaux, A. F. de Carvalho
2 redes de]dormir
Para oj porfo* do interior.
Para o Natal, no hiate nachnal Joao Valle,
carregou : Costa & C. 5 barricas com 308 kilos
deassucar refiaado e3 ditas com 310 ditos de dito.
Para Mamanguape, na harcaca Ftor po Nor-
U, carregou : J. A. de Carvalho Porto 1 barrica
com 60 kilos de assnear bianco.
CAPATAZIA
Aendimento d<> dia 1
da a; do dia 11
DA ALFANOBGA
a 10.
4:707*070
1:0034209
5:716*279
No dia 1 a 10 .
\'o dia 11
.'rimeira pom .
iegonda porta .
rarceira porta .
r-rplcbe Ccncai?a:i
VOLOinW 8AH1DOS
6,147
67
210
286
1,365
8,075
SERV1CO MARIT1MO
ii>*reag:-u descarregadas nn trapicbe da
alfandega :
No dia 1 a 10.....
So dia 11.......
*o trapicbe Coaceicio .
12
2
1
15
aSGEBEDORIA DB RENDAS INT1RNAS GE-
RAES DB PERNAMBUa
tsndiinenio do di* I a 10. 10:979*012
dam do dia U..... 4:954*000
15:933*042
CO.NSULADO PttOVLNClAu
ftandimento do dia 1 a 10.
dem do dia 11
RECIFE DRAINAGE
Rendimento do dia 1 a 10. .
Idem do dia 11......
15:355*605
1:242*394
16:597^999
17:306*951
4:617*927
21:924*878
mumnv* a pediq
Ij
A.GENQ4S PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento do dia 1 a 9 2:571*953
Idem do dia 10 94*177
Ma
Chaves.
Bras.
Amarante.
Guimaraes.
CovilhJ.
Melgaeo.
Portalegre.
Artcos die val de'ver
Cejorieo d Basto.
Capilnha.
Mangnalde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lahfipsia.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Harcellos. Figueira.
Siim bra. Lamego.
irandella. Estarre'ja.
Penaflel Valenca.
Villa Real.
Cafteewras de Bastos
Castello-Branco.
Espozende.
OHveira de Atenwis.
Povo ds Varrim.
Vjannaxdo Caslello.
Villa-Nova de FoiWAXo. Villa Nova de famalicao.
Villa do Conde.
Madeira, S? lifl^el^ Fatfcl -rTepceira
'
Maritimo e coutea^go
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO S. 34.
GOMPANHIA ALL1ANCA
seguros maritimos e terreB-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:00(MJ0D0.
Toma seguro de roercadorias e dinheiro
i*co maritimo em navio de vela e vapore;
para dentro e f6ra do imperio, assim conn
contra fogo sobru pfedios, generos e f
rondas.
Agente : Joaquim Jos^ Goncalves Beltrao
ua do Comrrtercio n. 5, 1 andar.
Companhia Indemaisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000fSO0O.
Thomaz de Aquino Fonoeca- & C, successires
agents.
Eiti companhia toma segur^s maritimos e ter-
restres, dando nestes o septimo anno gratis aos se-
gurados.
Run do Vigflrio n. 19.
NORTHERiv
Japitar..... ao.OfJOtOOO^OOi
?undo de- reservu. ,000:000500(
Agvntes,
Mills Latham & C
RUA DA CRUZ H. 38.
1 '-
>.mfnto m m
8)
a-
|
Bacalbao, etc.
Rendimento do dia 1 a 9 380*161
Idem do dia 10 318*682
Generos de estiva.
Rendimento de dia 1 a 9 1:194*652
Idem do dia 10 412**62
2.666*130
698*843
1:606*914
Navios entrados no dia 11.
Uba de Fernando 35 horas, vapor nacional
Jaguaribe, de 459 toneladas, commandame Ne-
ves, enuipagem 30, carga varios generos; a
companhia pernambucana.
Navios s ihidos no mesmo dia.
Mossoro pelo Rio Grande do None o Assd. Hiate
brasileiro Joao Valle, capitao Antonio Ro-
mualdo, carga varios generos.
Savannah. Vapor hmU Fire Qttten, c mman-
dante Corbisley, em lasiro.
Observagdo.
Suspendeu do lamarao para a Bahia a barca
allema Lahengren, capitao Hein, carga a mesma
que trouxe de Copenuague.
C-ariiarii, 13 tie agosto de 1894.
Retirou-se hontem desiacomarca o Exm.Sr. Dr.
Antonio Buarque de Llm.i, desembargador nomea-
d i para a rela;ao do Para.
0 Dr. Ant-jflio Buarque de Lima oecupou desde
dexembro de 1867 ate o fint de julho desle anno,
o ogo de juiz de direilo desta comarca, e durante
o longo periodo que coabe lhe entre nos distribuir
a justija, portou se como um iutegerrimo magistra
do, com) um verdad.-iro Bspartaoa, fazendo jU3ti-
;i a quem o merecia, e profligand'o o crime onde
quer que o encontrasss, fjsse qual fosse a forma
de que se revestisse.
Nao 6 facil, nests se^ulo de progresso e de civi-
lua$fo, encontrar-se juizes como o Exm. Sr. Dr.
buarque de Lima. Ilije que a corrupcao lavra
em grande escala, hoje que a lei e a jenas tracos
de tinta sobre o papel, e nao uma realidade pratica
muito feliz e o lug^r em qu: seata-se como exe-
cutor da lei um magiitradi como o Exm. Sr. Dr.
Buarque de Lima, e osta, 'em davila, a razao, por
quis o Etm. Sr. Baarquo de Lima alqairio since-
ras sympathias, esta a razao de ser tile aeatado,
estimad), ate por aquelles, que tinlian delle obtido
de.- favoraveis sentengas.
Felicitamos ao Exm. Sr. Dr. Buarqui de Lima
por es?a noraeacao. Ella clara e evidentemente
nnstra o merito desse tlu-tre magi9trado, por
quanto so a seus servicos 6 ella devida. Nao sendo
elle do ;i,rti 11 cinservaJor, nio senli um d >s co
ripheus da politica d >miaante, nao 6 de presu-
mw, que tea*!* ella silo u n presente de amig03.
Honra ao giverm, que Uo bem siube recora-
peusar os services d< Dr. Buarque de Lima I
Se bem que por un lalo cstimamos sua nomea-
cao, por outro sen'.im >s, pois que ficamos se.n o
magistrado typo, qae entre n6s deixa sinceras at-
feicd a e um vacuo diffi;ii de ser preenchido.
Um grande naraero de cavalheiros e de senho-
ras aeompanharam S. Exc e no momento da des
p2tlida, qiiando todos cheios do Iritteu e de sau-
dade trocavam o ultim) adeus o Dr Elisiario de
Moraes, o professor Miguel Arc anjo de M-mdonga
6 o advogado Juvencio Mariz pronunciaram elo-
quentes discurso, tradnzindo os sentimentos deste
povo a re-peito do Dr. Buarque de Lima, que com-
m vido ate as lagrimas, recebia ai feliciiacoes deste
povo, que tanto dee ao illu^tre magistrado.
Sao esta? as unicas e verdadeiras recompensas
d) magistrjdo brasil iro, que nao emporcalha a
toga da d^usa da justiga.
Prosperos ventos, bonan^osos mares condnaam
Exm. Sr. Dr. Baar-jue de Lima e sua Exma. fa-
milia ao alraejado porto, e mnitas felieldades o
agiardem em seu nivo eraprego.
A liintoi'ia dos eabellog 6 mui cii-
riosa t
Este adorno natural da pesioa, ha sidotao mal-
tratado durante os tejnpo* passad >, que e quasi
um milagre que a raca huraana nao se teoha tor-
nado hereditariameate calva.
fftstes nosso9 dias de hoje as senhoras entenlera
ue uma prepara^io vegetal eminentemento salu
tar qa -1 e raul celebre e afamado Tonico Oriental,
qua conferva os po 03 do cr-neo e os vasos capil-
larea era nm estado vigoroai, e ao mesmo tempo
preserva o cabollo maco ere^plendecente, eo me-
llior geoero uae etlas polem usar.
Nao admir', piis, que esta famesa e riqnisima
prepatac*', hije em dia esteja pondo era derrota
e fieado desappareser de sob a face da terra to-
das esias vis e pernicioas composigdis de oleos e
podiagase pra--entemente tomouse em umaer-
dadeira ueeewdada para todo o toucador nrfani-
sadb no,arando ocisidantaL
Farinha de trigo, etc.
Rendimento do dia 1 a 9 1.093*388
Idem do dia 10 930*718
Fumo,
Rendimento do dia 1 a 9
Idem do dia 10
-------------2:024*106
etc.
607*548
339*900
947*448
DITAE!
Vinagre, etc.
Rendimento do dia 1 a 9 340*615
Idem do dia 10 122*817
_____. 463*432
8:406*873
Thesouro povincial de Pernamuco, 11 de setem
bro de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
SEGDROS
lilRITItlOS
Seccio 5.".Secretaria da presidency de Pernam-
buco, em 9 de agosto de 1874.
Por esta secretaria se faz publico para conhe
cimento das pessoas a quem possa intereasar que
fica marcado o prazo de 60 dias.contados da presen-
te data, para serem apresentadas ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia, propostas em carta fechada para
fundacao de engenbos centraes nos municipios de
Jaboatao, Cabo, Ipojuca, Seriahaem, Escada, Bar-
reiros, Agna-Preta, Iguarassd, Goyanna,, Rio-For-
moso e Santo Antao, igaaes aos existentes nas
ilhas francezas de Marlinica e Guadelupe, raedian-
te as vantagens e eondicSes expressas no arttgo
66 da lei n. 1141, de 8 de junho do corrente
anno.
0 secretario,
Joao Diniz Ribeiro da Cunba.
:0encf>
I Stli t)A ffMARfNE.flA *
Diimioga, 13 do corrente, da$ 4 horas da
tardo em diaute.
AlJftlnmisaao eoearrega>eM do Bazar de Prendas,
Offetecidas em benelicio do Avl i de Ahenadoa,
ijo tfiBOwflodiJo dar extraccjio a.'iiad>i w.o^ecty*
aue lue fjram enuegu, jjauHpnara a dispor
dalles no dia, lugar A ^ItjrWfnjaJindicadus, para
o qne eonvida a popolarao u'eafe iU*U a aeiw
suburbius, aem di.-iuic;ao de classes, a fun de
comparecerem a ossajfesta le *ajrifcde.|
Durante a ffsta, d/versalbiod>|deliusica en-
tre as quacs a al.flnl, Ut colhidas pe^asya nofte eslara 6 sitro brilbanle
mente illuminadu como no dia do assentamento
da primeira pedra ; e para fr.cilitar a concurren-
cia havtra trens extraordinarios Unto da compa-
nhia de Caxanga, como da de Olinda, bs quaes
partirao das respectivas estajiaes nas boras que
amanha se annunciar.
Recife, 10 de setembro de 1874.
Joaquim Olintho Bastos.
R Krukemberg.
Joio Carlos Bastos da Oliveira,
Dr. Pedro A. Lobo Moscow.
Lim Gtnealves da Silva.
Joaquim Dias dos Santos.
Jovinlano Manta.
Fradbisco Ignitelo Pinto.
Gasftito A. Schrnith.
ujuet, nas-quarus-fciras.
h' ,Escripturacao MetemlHi arilkiMlita, *aa-#i
tasftiHn.-
Inylez, nos sab.bado3.
Secretaria da Associai;5> Port9giUi3 de Bene-
fidencia' dos Empregados np Commerek) e fndus-
trfa*m Pernambuco, 8 de tstembro'dv 1874."
0 secratario,
J. Arthnr Pinto de Abrea.
I mandade de Santa
Cecilia
De ordem da mesa reg*d*r* convidi a to.i.sos
irinao* professores para mesa geral do dia 14 do
corrente, as 11 boras da man a, alim de tratar se
de negocio urgenie a bem da irmandade.
Consistorio em m sa, 10 d setembro de 1874.
0 aeeretario,
____________________Bento da Silva Ramalho.
Sociedade beneficente dos
typographos em Pernam-
buco
Por ordem do presidente desta sociedade con -
vido a t'idos os aeus membros a comparecerem a
sessao extraordinaria que tera lugar no dia 13 do
corrente, as 9 boras da manha, na rua Kova de
Santa Rita n. 8, primeiro andar, para deliberarem
o que for mais convenient^ para o progresso da
sociedade, ou entaoa sua dissolucao.
Sala das sesaties, 9 de setembro de 1874.
0 !. secretario,
Belmiro Ferreira da Fonceca Cadioal.
GOMPANHIA
DO
BEBERIBE.
Os Srs. accionistas desta companhia que
desejarem opreciar o rolatorio e mais pecas
a elle appensas, r^lativo ao anno que ter-
rainou em 30 de abril ultimo, dirijam-se 4
respective secretaria, ru3 do- Cabuga" n. 16,
que lhesserao fornecidos.
Escriptorio da companhia do Beberibe, 3
de setembro de 1874.
0 secretano,
Luiz Manoel Rodriguez Valenca.
Peraute a camara municipal na villa de Ja-
boatao, estarao em pra a publica nos dias 16, 23
e 3'J do correate mez para serem arrematados
px>r tempo de um anno, os impostos de coquei-
ros, a razao de 80 rs. por cfcda pc de produecao,
exceptua'. do-se 10 pes para o uso do proprieta-
ry, e av.Jiados por 1:?90 ; de afeiicjto por
1:200*, obrigandi-se o arrematante a aferir os
pesos e medidas pertencentes a mesma camara,
sem iildeinnisa;ao alguma ; de 51)0 rs. por cabe-
ca de gad a vaccum, por 3003 ; de mascates e
boceteiras, por 100* ; de 20ti rs. por cabeija de
gado suiuo, ovelhum e cabrum, por 120*.
Os pretendente deverao comparecer com seus
liadures, habilitados da forma da lei.
Paco da camara municipal da villa de Santo
Amaro de Jaboatao, 9 de setembro de 1874.
Aulooio ds Sa e Albuquerque,
Pro-presidente.
Miguel Germano dos Santos Pereira de Basic,
Secretario.
BECL&8AC0ES.
Consalado de Franca m IVr-
C.'oiivocnoao do credoros
AfFSO
Os iredor 3 de linado Eduard Turpin, sao con-
vidados a se reunirem quarta-fairal6 do corrente,
ao meio dia era ponto, na chaucelloria do consu-
lado de Franca ; para proceder se a veri:lcaQao
de seus creditos, sob juramenlo ; e deliberarem
sobre as medidas a toma'r para a successao do
ditu flnado.
Toda e qualquer reclamacio -ulterior nao sera
aceita para os ere lores presentes nesta praca.
Depois do exame dos creditos, factura, sera
apresentado um eslado approximative do passivo
e aciivo da dita successao.
Pernarobaco, 10 de setembro de 1874.
0 gerenle do consulado,
E. Hum ax.
Irmandade
da SS. Triadade do converrto de Santo
De ordem d) irmaojuilsaO convrdifflos todos os
irmaos para comparecerem no constsiorio da ir-
mandader no di> 13 do corrente, pelas 10 horas
da manha, alim d->, reuoidos em mesa geral, ele-
ger se a'RUns mesarios qae faltam para omple-
tar-se a nova mesa, visto nao terem aceifado os
irlnaos para que foram eleitos.
Festa da Tanarineira.
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
aesta praca, toma seguros maritimos sobn
aavios e seus carregamentos e contra fog<
:m edificios, mercadorias e mobilias: na
ma do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro contra-iogo
IK LIVERPOOL & LONDON & GLO
INSURANCE COMPANY
Ageates
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Augusto F. Mlheira & G.
A casa commercial e bancaria de Augusto
-j d'Oliveira & C, & rua do Co l.mercio ns
42, encarrega-se de execugao de ordeos
para embarque de prodrfctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quer commer1
liaes, quer bancarios.
Decent* lettras, e toma dinheiro a pre-
nio, compra cambiaes, e saca & vista e a
mo, A vontade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e naciouaes :.
Loodres. Sobre o union bank, or
LONDON, O LONBON AND HANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de I'.' classe.
Paris. Sobre os bauquaros fould
& C, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLiCQUE,
VIGNAL & C.
Ilnmlmrgo. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILH S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonskgas,
SANTQS & VIANNA, 6 SEBASTIAO JOS* DR
[ABREC.
Pela recebedoria de rendas se declara aos
contribuintes do imposto sobre industrras e pro-
llssoes que 6 no corrente mex e no de outubro
vindouro que devem vir pagar o primeiro se-
mestre pert-ncente ao exercicto de 1874 a 187S,
incorrendo na mulla de 6 |, todus aqueltes con-
tribuintes que flzerem depois do mesmo prazo.
Recebedoria de Pernambuco, 1.* de setembro
de 1874.
Servindo de administrador,
Ji.se Felippe Xery da Silva.
Conselho de compras d-s marinba.
0 conselho no dia 12 do corrente mez, a vista
de propostas recebidaa ate as 11 boras da manha,
pro move a compra dos seguintes objectos do ma
tenal da armada :
4 ancoras, cada uma com o pe.-o de 330 a 360
kilogrammas, 4 orrenles de 10 bracas cada uma,
da bitola de 3|4 de pollegada, com as comoetentes
manilhas e chavetas, 60 kilos de Do de vela, 40
paos de lacre liuo. 40 duzias de lapis, 30 livros
eu branco de EiO toltias, f>0 grozas de pennas de
aco, 20 grozas de parafusos de ferro, aortidos,
com rosca para madeira, 60 grozas de torcidas
francezas para pharol, 6 duzias de taboas de as-
soalho de amarsllo, 1 duiia de taboas.de co.-tadi-
nho de amarello, 1 1(2 dutia de tabeaa de costado
de amarello, 5 dozias.de taboas de f >rro de ama-
rello, 25 traves, madeira de qual dade, de 8m,8 a
9,9 de comprimento e Om, lf& a 0,175 em que
dro, 800 kilos de arribites, e 1 vaTio deierro 1n-
g|ei, reiondo, de 0m,200 de grossura e 0,90 de
comprrmetito.
Sala das sessdes, do conaelho de compras de ma;
tmha, 5 de setembro de !Bfy.
0-' secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Devocao de M S. do Rosa-
rio da igreja da M> dre de
Deus.
Tendo a mesa regedara obtido liceaca do viga-
rio geral e provUor do blspado para usar de in-
sigufas com o em'-leraa da nossa padroeira, pelo
preseale couvJJo i todo aquelles qae fazem pane,
desta devocao a'coTn'pareceredi.no dotningo,.li do'
correate, polas 4 bwii (U tarde, afim de assist!
rein a beuvao e dwtrlirqioa* da meitjaas insignias.
Recife, 11 de1 seteWro'de 187*.
FrWebco Jose Cbavei,
Eserivio.
Sio conridados todos os obb ". desta off.-, a se
reuuircru no dia 13 do coneate (lomiogo), pelas
10 horas da mania, aflm de pr^ceder-se as eleicSas
das novas LLuz.\ e DDig.-. para o anno social de
187S a 76. Recife, 10 do setembro de 1874.
0 secret.-.
G. B. dos Santos.__________
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MAR1NHA
0 conseiho manda fazer publico qne nao tendo
centratado hoje o fornecimento de came verde aos
navios da armada e estabeleumentos de niarinba,
durante o trimestre proximo vindouro de oulubro
a dezembro, transferio isso para 12 do correate
mez, em cujo dia cumpre aos pretendente* apre
sentarem suas propostas ateai 11 horas da manha.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal de raarinha, 10 de setembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodngim dos Anjos
COMPANHIA
DA
Estrada de ferro do Recife a
Caxanga.
Nodomingo 13 do cor-
rente & tarde pela linha
do Arraial serfio expedi-
dos trens 8te o Mon-
teiro, tocando em todas
c estates a i7!Sf 2.1 3.5, 4.5 5.5, 6.5,
7.5, 8.5 e 9.5 ; voltando do M.mteiro as 2,
3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 h.Tas.- Este ulti-
mo deve-se demorar na Tamarinetra ate 11
horas da.noite.
Escriptorio da companhia, 11 de setem-
bro de 187*.
if. C. Batterbee,
Gerente.
Continuando a grande
rests WTrirofBi iueii a com
cavalbadas, 6 bandas de
musica marcial, e outros
divertimentos para tar-
de de atnaottl, domrago 12, e Scan Jo mui
perto da Encruzilbada, a companhia ferrea
de Qlinia, rxpedira trens para alii, e vice-
versa, todas as meias horas, a principiar das
'2 12 da tarde as 9 1/2 da noite : haver a"
illuminaeno na estrada da Tamarioeira &
Ehcruzilnada.
Precos, 1.* classe 250 rs., 2." dita 120 rs.
0 gereme,
L. J. de Miranda.
Santa Thereza
Nao tendo compareeido numero legal ite accio
nistas, aQm de fuuecionar a assemMea geral, con-
vocada para hoje,'sao de novo cn-idados os mes
mos senbores para reunirem-se no dia 17 do cor-
rente, ao meio lia, no 1* andar da rua do Vigario
n. 13. 0 8m da reuniao e a apre.-eoucao do pa-
recer da commissao Sscal. relativo a contae do
anno passado, e bem assnm para' tratar-sc de ou-
tros assoinptos de mtercsie da eoupanoK Na
forma do art. 10 dos eatalutoa, a feuuiio tera lu-
gar it-linitivamc-nte no dia 17 do corrente com es
senhores acciooiatas que romparecerero, e suas
decisoes obrigarao a toda co:i panhia.
Recife, 10 de setembro de 1874.
O gerente,
Justine J. S. Campos.
Kantit Caasa de Sliwei-icorilia
do Recife.
Perante a Illraa. junta administrativa desta San-
ta Casa vai a oraca em sessao do dia 17 do cor
rente, pelas 3 horas da tarde, o fornecimentn de
generos que forem precisos no trimestre de outu-
bro a dezembro vindouro, aos estabe:eciiuentos
pios a seu cargo, exceptoo hospita' Pedro II, cons-
tautes da relaqao em segmda :
Aletria, kilogrammo.
Aguardente, litro.
Azeite doce, idtm.
Arro, kilogrammo.
Bacalbao, idem.
Banna de porco, idem.
B .11ta, idem.
Clia hysson, idem.
Cafe em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebalas, cen'o.
Farinha de maadioca da terra, litro.
Feijao, idem.
Faretlo, sacco.
Fumo do itio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milho, sacco.
Manteiga, kilogrammo.
Potassa, idem.
Rape, idem.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toucinho, idem.
Vel is de carnrtiba idem.
Velas stearinas, maco.
Vinagre de Lisboa, litro.
Viouo tinto, idem.
Vinho branco, idem.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o forneciraen
to dc asmcar relioado de 2" e 3* sorte que teem
de consnmir todos os estabelecimentos pios a seu
cargo, no trimestre de outubro a dezembro vin
douro, e recebe propostas para isto na sala de
suas sessSes, pelas 3 boras da tarde do dia 17 do
corrente, devendo serem apresentadas as amostras
peranla a mesma junta, em frascos devidamente
acondicionados.
^e=.------
A junta administrativa da Santa Casa da Mbe-
ricordia do I'.eciie precisa contratar o fornecimen-
to da carne verde que teem de consnmir todos os
e?tabeteci rentos pio> a seu cargo, no trimestre de
outubro a dezembro vindouro, e recebe propostas
na sala de suas sessoes: pelas 3 horas da tarde do
dia 17 do correne.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricord a do Recife precisa contratar o fornecimen-
to do pao e bolacha qua teem de consumir todos
os estabelecimentos pios a seu carg-\ no trimestre
de outubro a dezembro, e recebe para ista propos-
tas na sala de suas sess5es, pelas 3 boras da tar-
de do dia 17 do corrente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
( dfe, 10 de setembro de 1874.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Rna *> Vlgarto
t' andar do sobrado n. 27 .. .
i andar do mesmo.....
I.oja do mesmo ,
aol'rajo de 2 andare* n. w .
Rna do EncanLtoRiaki.
Subrado de 2 anda.-es n. 13 fVcTittaJ
Rua da Senzalla Mba
Mem n. 16.....
-. Rua da Guia.
Casa lerrea n. 25 .
dem n. 29.......
Rua daCru7.
Sobrado de 2 andares n. i2 (fectnda)
Idem n. 19.........
Rua de S. Jorge
Casa terre* a. 100 (fectaJa) .
Idem n. 103........
Rna de Gervazio Pirei.
-aaa lerrea n. 2.......
Rna do Ampan.' )01ioda)
Ca-a fetcea n. 18 (fechada).
Os prslondentea deverao apruiMW
arrematacao as snas Hancaa,
a xiiapanbados dus respectivus
1:4000*0
209*00
20ioa
)!*>'
******
nijof"
tOOtftx
on eomrf rrtO"
badores, ArveatA
ex
pagar alem da renda, o premio da qaalti en.
que for segnro o preoio qua cootiver tststHeloe-
mento commercial, assn coao o seni;o da to
peza e precos dos apparelnos.
Secreuna da Santa Ca?a da tsaricoriia 4o
rile, 17 de a^cflto de 187*.
0 aacrivaw,
_ _______Pedro Rodrifmet it Sonz.
Armazens da companhia per-
, nambucana.
Me^uroif cntria >
A co.Ttpanhia perL^mbiica^a, dispono*.
.ellentes-e Vastos armaem em mo pm4i0 So
te do Mattes, offeree*-w ao rommrwio \
para depejito de geuer<", jraranimdi a rot
lervacao das mere idom- deixi-itaOas,
promptJ. precoa nudicus, etc.
am bem recolhera, mcd*ante preno aeeor4o, w-
jlusivamenle os generus il: uma so peaaaa.
Estes arreazens, alem de areiados e cosjoodoa.
tao inteiramt-alr- novos e aspbaltados, iaeaJoj da
upim, rat, ete., etc.
As peas a <;* quizerem atilbar-ae deato ar
jjazens, p.de:m dingir-se ao escriptorio da cont-
panhia pernambucaua. <|Uu ^chariu con qnetr
tratar._____________________________________
CONSULADO ikO'lNUAL.
Por atta leparlicao se faz i ul.irco aos devedurer
dos impostos perteaceutcs ao rwrcicio em liqui
dacao de 1873 a 74, que no da 9 do r jirvntsm
da se e prazo marcado para o r i-csbimento deaev
debitos com a multa de 6 OfO. licaodo sujeitost v
qne naj pagarem ate .-"luc-llc dia, a serem ajuixa
dos eora a mulia de 9 t>\0
Consulado provincial de PcrnamLuco, t
de setembro dc 1874. 0 administrador,
Antonio C. Mavhado Riot.
CONSULADO PROVINCIAL
Por esta reparticao se faz tcieole taa contri
bniotes djs apparelbos, diff renca dos weaap*
aennidades e encanamentos da Recife Draiaag
Company do semestra linda em dezembro de
1872, que foi prorogado por mais dei dias aleaa r
recebim;nlo que ora se proc^de, tenmnando ara-
ferida proroga^ao ni dia 14 de setemliro m
douro.
Consulado provincial, 29 de agisto de 1874.
0 admini'trador,
Antonio Carneiro Machado Rioa
Pelo IhesDuro provincial se faz publico para
quem iateressar pos>a, que foi transfihoa para
o dia 17 do corrente mez, para aer arrematada
peraute a junta dwla th. seoro a obra da
ponte de Moes solire o ri Tapaenri na estrada
da Victoria, ore.da em 1.4S5 Se:retaria do thdsjuro provincial, 5 de seme
bro de 1874.
Q aecrrtario,
Miguel Afljnso Ferreira.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
A direcio.ia desta companhia, declara
aos Srs. concessionarios de pennas d'agua
que to las as obras concerneutes as mesmas
s6 poderao ser feitas com sciencia da direc-
toria e presenca do respective- empregado ;
isto para evitar os abusosquc so dao cuos-
tantemente, e para que nSo fiquem sujei
tos ds iriultas competentcs, manda fazer a
preseiite declaracao.
Escriptorio da companhia do Beberibe
3 de setembro de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Slassa taltida
Perante a camara municipal desta cidade
estarao em i ra^a nas dias 5, 7, 9, 10,11,12, 14,
15 e 16 do corrente, pari serem arrematados por
quem maior preco offerecer, as seguintes rendas:
os alngueis das casa* da.piaca da Independencia,
ruas de Joao do Rego, Riachuello, Imperial, das
casmhas f'a ribeira da freguezia da Boa Vista, e
dos talhos dos acougues da mesma freguezia : os
pret-mdentes a taes arrematacSes, habilitem-se
na fo'ma da lei.
Paco da camara municipal do lle.ife, 4
de setembro de 1874
Theodoro M. P. Pereira Ca Silva,
Pro-presidente.
Francisco Augusto da Costa,
i Secretario.
Associacao Portugueza de B-neficencia dos
s Empregad is.ni Comnaercio e Industria
em Pernambuco.
De ordem da df'rectoria deaU associacao, par-
ticipo a tedos os senhoret aneios que na sala da
mes ^a, se aeua aberta a nwtrUala-para a aula
de inglez
Gutro aim, fajo aeiente que a abertura de to
nas a aula* sara no ddmrogo 13 do correate pe-
las 12 boras da: tnanhl, detaodo ttosta ocaasio
compaTreer tolos o> isoh'jrda naatr 0dfef de aalk io dfrignados comi segue :
Ff->ne03 ntta aegnalat-feir*8>
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A lilma. junta adminisu-ativa da Santa Casa da
M sericordia do Recife, manda fazer publico que
mfjsalade sua's sessdes, o dia 17de setembro, pe
ias 3 horas da tarde, tern de ser arremaiadas a
juem mais vantagens offerecer, peto tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em segnida
loclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30 (fechada). .
Idem n. 36........
vidal de Negreiros.
Ca-a terrea n. 114......
Idem n. 94.........
Rua- larga do Rosario.
1.* andar e loja n 24 A.....
2* andar idem........
2. andar n. 24.......
Bna de Antonio Henrique*.
Casa terrea a K......
Largo da Carapina.
Idemn 11 (fechada)......
Rua do Nogueira.
Osa terrea n. 17 (fechada)..... 33UO0O
Rua da Curouel Suasauna
1* andar do s brado numero 94 38RaOTK)
Dito dito numero 41 ..... .07^000
PATRIMONIO D0S0RPHAO8.
Rua da Maeda.
Casa terrea n. 21 fechada)..... 500*000
Bacee das Boias.
Casa terrea n. 18.......iltJOOt
Rua da Lapa.
Casa terrea a.'S,......
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 .
Casa terrea n. 34 -
Ruar do Bugoa.
Casa terrea n. 21. .
2i1*000
221*000
362*0Oi
3OI*0ti6
900d000
310*" aw
408*000
99#00<)
1204000
2d2*OO0
eotdflOO
153/000
DE
Amorim, Fragoso, Santos Companhia.
Sao ccaridados os senhores credores, abaixo de
rlarados, para receberem o ultimo dividendo, ao
escriptorio a rna do Vigario n. 13, I* andar
0 pagamento e feito as quintas-feiras, das II
horas da manha a 1 da tarde.
As importancias que nao forem procuradis
o dia 17 de setembro proximo, scrao recoftidas ao
deposilo publico.
Antonio Domlngoa Pinto
Antonio Maria Gonzaga
Antonio Maria do Rosario
Abrahao Castrenvard
Aotnnio Bernardino de Sena
Alexandre Bucbaman
Alves & C
Antonio Jose de Souza Guimaraes
Antoni i LuizT. Marques
Antonio Maria O'Conell Jersey
Antonio Fernandea Ribeiro
Antonio llarbosa de Bastos
Barboza & Simoes
Brito Queiroz Ro 4 C.
Bahia Irmaos & C.
Carvalho & C Clara Benthrish
Celestino da Costa
Custodio Floro da Silva
CaeUno C. da Costa Ranio;
Caet^ O. da Coat*
Camara & Guimaraes
Caixa Filial do Banco do Brasil (saido;
Domingos da Rocha
David Selesaie
Eduardo Preston
Padre Ernesto Ferreira da Cunha
Francisco Simdes da Silva
Francisco Menu
P. H. Cardts
Francisco de Panli Sa Peixoto
Felizardo da Costa
F. F. Borges
Francisco Gnedes de Araujo
Francisco Manoel do Monte
Francisco Gon.-alves da Silva Pereira.
Plonano Francisco da Sthra
Franciso Luiz de Cliveira Axevedo
Gutlherme Ferreira Pinto
Gaspar Antonio Vieira GuimarJes
Isabel Maria da Csta
Joae Gomes Vieira
J,sd Maria Ferreira
Joao Manoofda .Costa Araujo
Joio Silverio dt Sonia
J se Nogueira da i .oat* Scare*
Joao Antonio Ribeiro
Joaquim Cotlho iiarboza
Jose de C ulo Guimara .
Jose Gonealvcs da Crui
Jo*e' Tl: .in p n
Join- Lilly
Jose Felippe Martins
Jose Luiz Ferreira da Cwsia
Jose F. de Nazarala (afneano)
Jose Poctelia da Costa e Silva
Joae Foatea
JoaoP. dro '.dour Joanna Maria dos Praaerea
Inao Baptist* da F neeea Junior
Joaquim Jose de Gouveia
Joao J <;e de Leans MagalUei
Jose J >aquim da Silva (ornnao)
lose Fraocisca Barreto
Krab torn 4C
Luiz Poech i ,
Lucreci* (esorav* de L. Joae da CosU
Amorim)
d396
24*810
mm
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2t*20
3S
UO-V-
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I*I7<>
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iiko
:


!Ean* de i^ambuoo -* Sabbado It Uc Setembro de 1874,
Leocadio Joaquim da Conceicio
Lourenco Jose Garvalho
Manoel de Azevedo Canarfo
Manoel Ferrmra da Silva
Manoel tow Antunes Torres
Maria Eleuteria
Jtassa falJida de Franeitc* do Rego Mello
Manoel Antonio de Azevedo
Manoel Goncalves de Oliveira
Manoel Alves Barboza
Manoel Antonio da Costa Brancante
Marianno de Sonza
Mass a fallida de C J. da-Silva P
Maria Isabel da Costa -mMat.es
I Maria Isabel da Fon<-
Manoel Anton'" -ca
~*!.tnoel A ..* Garvalho
p' Silva Sampaio.
*+ivi Vtmshoslem
^*^Peiro Maurer
. RaYmundo (eacravo de F. F. Borges)
l*"*" Robert Austin
Rayaundo Carlos Leire & Irmio
Salustiano J. Lima
J. Leon Ploeg
Samuel Power Johnston & C
Salvador Rodrigues da Silva
Xbomaz de Aquino Fonseca Junior (her-
deiros)
Thome! Fernaides da Cunha
Theodora J. da Silva Braga lilha
Thomaz Eaborne
Victoria Augusto de Garvalho
Victorioo D. Alves Maia
Mas?* fallida de Jose L. Pereira Junior
Ferrelra & Martins
James Hutton
34900
4J260
854800
114380
414000
14090
SI4900
134i90
||fr
*i
Sato
3900
11*190
o",|oo
3 $750
7*270
*660
71*250
1*950
4*290
113330
9 050
22*738
3*900
18-300
545600
282440
175720
3IS180
115700
6*170
3*070
49.-680
22600
7:990
ia
eguroa maritimos e tcrrewtres
A ageneia desta companhia toma seguroi ma-
riUm s e terrestres, a premios racoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, amiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
Grande e variad. e^u*,^
. Clara. .ES-beP^Ae *
-phla. ft. Craca e B
Honrado lma.
menda* com a present de S. Kxc. o Sr. com-
' -or presidehte da provincia.
./pois nue de professores da orchestra execu-
arem uma lioda symphonia, eomecara o especta-
culo quo sera composto de estolbidas pecas do
sbu lepertorio de
Campanalogia
Copophooia.
Principiara as 8 horas.
Pragronm*
I? PARTR
1.* Marcha Uungria.
2* Cavatina da opera Roberto do Diabo.
3.* N. 6 da opera Traviata.
2- rARTE..
I. Pela Sra. D. Clara, Serenade do Schbert.
2.* Polo Sr. Aoselmo a walsa Bacio.
3.* Casta Diva da opera Norms.
3 PARTB.
!. Romania da opera Traviata.
2. Barbe Blue.
'). Miserere da opera Trovator.
^mmmmmwm
4VIS0S rVJARlTlMOS
LibrdN eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 43.
fundigao
DE *
C Starr & C.
Sao convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contas vencidas; sendo que nao o fa-
zendo ate o dia 30 deoutubro proximo vin-
douro, serao vendidas em leilao. Poderao
comparecer ou mandar ao escriptorio da
uindirao ou do testamcnteiro II. J. Carman,
rua do Commercio n. 40.
De ordem do Illm Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia se faz poblico, para
conbecimento de quern interessar, que no dia 26
do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, perante
a junta da mesma thesouraria, sera posto em basta
publica para ser arrematado por quern maior lanpo
offerecer, o proprio nacional, denomioado Gala-
bouco, sito a rua do mesmo nome, nesta capital,
servindo de ba^e para a arremataeao a quantia de
3:1104, maior lanco oft'erecido Da ultima praca.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de setembro de 1874.0 2 cscriptu-
raio, servindo de secretario,
_____________Carlos J. de Souza Correia.
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PERNAM-
BUCO.
Esta secretaria faz pubhco que foram archiva-
dos os seguintes contratos e distratos de socieda-
des commerciaes :
Contratos.
De Jose de Figueiredo Reis e Silva e Jos6 Alves
Machado Guimaraes, sob a firma de Reis e Silva 4
Guimarae9, com o capital d* 10:0004, para o com-
mercio de fazeudas a rua Duqne de Caxias desta
cidade n. 60 A.
De Carriello, Milo & C. de cuja firma fazem
parte Vicente Carriello, Miguel Milo e Jo;e Priante,
eom o capital de 10:0994340, para o commercio
de compra e vend? de miudezas na loja sita nesta
cidade, a rua do Livramento n 23.
De Lima Coutinho & C, de cuja firma fazem.
parte Fran'isco de Lima Coutinho e dons com-
manditarios, com o capital de 13:0005, sendo o
fundo em cnmmandila de 10:0004, para o com-
mercio de fazendas a\ loja sita nesta c;dade, a rua
do Livramento n. 30.
Distratos.
De Joaquim Teixeira Bastos e Joao Thomaz de
Aquino, lioaudocora o estabelecimento sito a rua
de Marcilio Dias n. 36 A. e re-pen aval- pelo sea
aetivo e passivo, o ex-socio Joaquim Teixeira Bas-
tos, e o outro desobrigado de qualquer responsa-
bilidade.
De Bezerra Irmaos, de cuja firma faziam parte
Joaquim LVzerra I'essoa e lgnacio Bezerra Pessoa,
ficapdo o aetivo e passivo a cargo do ex-socio lg-
nacio Bezerra Pessoa, que se obrigou a dar ao
outro socio quitacao dos credores de dita firma.
De Manoel Burlamaque & C, de cuja firma fa-
ziam parte Manoel do Nas-cimento Cesar Burlama-
que e Jose Alves Machado Guimaraes, licando o
aetivo e passivo do estabelecimento de fazendas
sito a rua da Imperatriz n. 40, a cargo e unica
responsabilidade do ex-socio Burlamaque.
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco, 10-de setembro de 1874.
0 oflicial-ntaior,
Julio Guimaraes.
COMPAMIA PERNAMBUCANA
DE
\avearaeffo cowteirn a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe,
commandante Santos,
seguira para o por-
to acima no dia 14
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Dao-se bilhetes de carga at6 o dia 12 e de pas-
sagens, encommendas e dinheiro a frete ate as 3
horas da tarde do dia da sahida : escriptorio do
Forte do Mattos n. 12._____________________
COMPAMIA
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inlm inensal
ERYMANTHE
E' esperado dos por-
tos do sul ate 9 do
corrente, seguindo de-
pois da indispensa-
vel demora para Bor-
deaux, tocando em
Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e pa9sageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy 4c I.aliillc.
9 Rua do Commercio 9
COMPANHIA PERNAMBUCAM
DE
\avc^anIo costeira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 15 do corrente, as
j horas da tarde.
Recebe carga ate o dia
14, encommendas, passa-
geiros e diaheiro a frete ate as 2 horat do
dia da sahida : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12. _________________________
Pacific Steam Navigation Compaq
ROYAL MAIL STEAMERS.
scrSo recebidas no conralado Mliericano, art o dia
15 do corrente mex, ao tneio dia.
PARA
I
0 brlg^c pogaez Tritmpho, prelende segnir
com muita brevidade : para carga e passageirot
irata-se com os eousignatanos Thomaz de Aquino
Fonceca 4 C, sneeessores, rua do Vigario n. 19
LEILOES.
a
LEILAO
DAS
raercadorias ex stentes em o esiabeiecimen-
to de rnolhados da rua Duqu j do Caxias
n. 40.
HOJE
A'S 11 HORAS DA MANHA.
0 agente Dias, em obsf rvancia ao respeilavel
despacbo do Illm. Sr, Dr. juiz especial do commer
cio, levara a leilao, no dia e hora acima designa
do-, as mercadorias existentes em o e-tabelecimeii-
to indicado, as quaes fazem parte da masaa fallida
de Joaquim da Silva Costa, e serao vendidas em
am ou mais lotes, a vontade dos Srs. comprado-
res. 0 mandado contendo o ioventario das mes-
roas e sens respectivos precos, acba-se em poder
do agente, onde desde ja pode ser examinodo.
leilao
DE
8 cavallos com andares e em boas carncs.
Hoje
No armazem da rua da ConceicSo
n. 24.
0 agente Martins fara leilao por conta e risco
de quern pertencer, de 8 cavallos proprios para
sella o nmesmo para carro, cnegados ha poocos dias
do centro, em boas carries e alguns com anda-
res.
A's 11 horas do dia acima
No armazem indicado.
Terceiro
imlm
DAS
fazendas, armacjio e utensilios pertencentes
a massa falliJa de Antonio Machado dos
Santos, existentes na loja n. 54, d rua do
Passeio Publico
Hoje
A's 11 horas damanha
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio desta cidade, e a requeri-
mento dos curadores fiscaes da mesma massa, o
agente Pinho Borges levara a leilao as fazendas,
armacao e utensilios que constitnem a referida
massa, servindo debase a quati.ia de 3.03o000,
efferta do segundo leilao.__________________
Agente Pestana
Terceiro e 'ultimo
Leilao
LEILAO
.j
DE
camisas dei linho, lisas % bordadas
AvARlAttAS
Tefca-feira |i& da corrente
as 11 horas em ponto.
Por inlervenedo do agenle Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Por ocjasiao do leilao de fazendas da massa fal-
lida de Pereira de Mello & C, conforme esta an-
nnnciado.
Agente Dias
Novo leilao
DE
duas casas de taipa sitas em d rua dos Tocos,
no povoado dos Montes, termo de Agua
Preta
TERQA FEIRA 15 DO CORRENTE
AS 11 HORAS DA MANHA
0 agente Dias, em observancia ao respeilavel
deepacho do Illm. Sr. Dr. juiz '-special do com-
mercio, levara a leilJo, no dia e hora acima indi
cados, as referidas casas.
Agente Pestana
LEILAO
DA
armacao envidracada, com balcSo com pe-
dra marmore, pipas, canteiros, gaz e al-
guns generos
TERCA-FE1RA, 15 DO CORRENTE
As' 11 horas em ponto.
ao correr do marteUo
Na taverna denominada Novo Mundo, em
frente rua do Vigario Thenorio n. 2
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco do ST. Anton o Pinto da Lapa, da
armacao de amarello envidracada, com balcao de
pedra marmore, pipas, canteiros, gaz e alguns ge-
neros, em urn ou mais lotes, a vontade dos Srs.
corapradores.
0 mesmo preposto declara que garante se a
chave do dito estabelecimento, livre e desembara
cada de qualquer onus.
ADMLMSTRA, AO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO. 11 DE SETEMBRO DE 1871
Fajo publico que do dia li do corrente mez
eomecara a funccionar a ageneia do correio da
esucao de Ipojuca.
A mala sera expedida diariaraente pelo trem das
8 1(2 boras da manha, e a correspondencia rece-
bida nesta admfnisiracao ate as 5 boras da tarde,
e na ageneia de correio das Cinco Ponlas at6 as 8
horas da manha.
Alfonso do Rego Barros,
Administrador.
DE 4081 TONELADAS)
Commaudaiile Shannon.
Espera-se dos por-
tos do sul atS o dia 27
do correnle, e depois
da demora do costu-
me seguira para Ids-
boa, Dordiios, e Liver-
pool, para onde recebera passageiros, encommen-
das, e dinheiro a frote.
W. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Howe A C.
14PRAC.A DO COMMERCIO1
COMPAAHIA BRASIL.EIRA
DE
MAVEGACAOA VAPOR
Porlos do sul
CERVANTES (fretado)
ao correr do marteUo
DA
rauito afamada barca^a Itosa Cruz, de pri-
meira viagem, pegando 800 saccos ou 5
mil arrobas
as 11 horas ena ponto.
Na porta da Associa^ao Commercial.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, da barcaca Rosa
Cruz, completamente nova e suas pertenQas,
prompta a navegar para qualquer porto, a qual
se acha fundeada no caes do Ramos para os Srs.
pretendentes a poder examioar.
0 mesmo preposto avisa aos Srs. pretendentes
que nao so vende a dinheiro como tambem a pra-
zo, e para mais informaroes na ageneia de leiloes
i rua do Vigario Thenorio n. 11.
E' esperado dos portos do norte
ate- o dia 17 do corrente e se-
guira para os do sul depois
da demora do costume.
Portos do norte
LJ@s59HBG9iBSSls^HCM.
CIRCO EQUESTRE
GQM?ANH1A BMSILEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Hoje
Nabhado M.9 do corrente.
Espectaculo em beneficio de uma viuva com
cinco filhas menores, digna de toda protec^io do
generoso publico. E' de esperar que haja con-
enrrencia.
AMANHi
Domngo 13 do correnle
A's 5l|t da tarde.
Espectaculo em beneficio do joren sergipano
Monoel Alves de Oliveira, que pela segunda vez
repetira o salto do arco das facas. Scena do sol-
dado embriagado e repeticAo dos bonecos, a pe-
dido da bella rapazeada em geral.
THEATRO
Santo Antonio
Commandante Carlos Gomes
E' esperado dos portos
do sul ate odia 17 do
corrente e seguira para
os do norte depois da de-
mora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7-RUA DO VIGARIO-7
___________Pereira Vianna & C._________
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Corcovado
(De 3,805 toneladas).
Commandante G. >. Conlan..
Espera-se da Enropa ate o
dia 13 de setembro e seguira
para Rahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Sandy Point, Valparaiso, Ari-
ca, Islay o Callao, para onde
recebe'i pas3ageiros, encommendas e dinheiro a
frete.
N. B. Nao sahira antes das tres horas da
tarde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Howe A C.
14PRACA DO COMMERCIO14
Agente Pestana
LEIlAO
100 garrafoes com cevadinha e 4 fardos
com cominbos, desembarcados ultima-
mente
SEGUNDA-FEIRA 14 DO CORRENTE
as 11 Iiora9 em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quera pertencer, de 100 garra-
foes com cevalioha e 4 fardos com cominhos, des-
embarcados ultimamente, em um ou mais lotes,
a vontade dos Srs. compradores.
Leilao
era
CHARGEUR8 REUN1S
COMPANHIA FRLNCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisbda, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos.
STEAMER
YUXE B, B VU1V
Commandante. P. Robert.
E' esperado da En-
ropa at6 23 do cor-
rente, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para os por-
tos do sul de sua es-
cala acima referidos.
Para fretes, encommendas e passage iros, trata-
se com
08 CONSIGNATARIOS I
AUGUSTO F. D'OLIVEIHA k C.
48Rua do CommercioEntrada pela rua
do Torres.
DE
FAZENDAS
inglezas, francezas, suissas eallemiis;
continuagao e por liquidagao
CONSTANDO DE :
Chitas escuras, algodoes, cobertores, mussuli-
nas, camisas de linho, ccroulas, pannos e case-
miras, pretas e de cores, bombazinas, merino3,
Srosdenaples, espartilhos, cassas de cores, organ-
ys, cambraias brancas, brins brancos e de cores,
brins pardos, Angola, peitcs para camisas, sarge-
lins, chape'os, peitos de camisa, collarinhos, cha-
les, lencos, tapetes, raeias, capas de seda, veos pa-
ra casamento, chitas de ganga, damasco de la e
algodao, riscados para colchoes, fazendas de linho
proprias para seleiro, e muitas outras fazendas
Terca-feira 15 de setembro
No armazem da rua do Rom Jesus n. 63.
Os adminisiradores da massa fallida de Pereim
de Mello & C, autorisados pelo Illm. Sr. Dr. juiz
de direito especial do commercio, Continnarao a
dispor em leilao, por Intervencao do mesmo agen-
te Pinto, as fazendas pertencentes a mesma mas-
sa, e existentes no armazem da rua do Rom Jesus
n. 63, onde se effectuara o leilao.
Os Srs. pretendentes poderao examinar na ves-
pera e dia do leilao a variedade e sortimento das
mesmas fazendas, algumas das quaes ultimamente
despachadas e recentemente tiradas da alfandega.
AVISOS DVEBSOS
CRIADO
Precisa-se de um criado,
com urgencia, que d fiador
a sua conducta: no caes de
Capibaribe n. 40.
4' camara municipal.
Pergunta-se quern e o oncarregado de fa-
zer a limpeza das ruas da freguezia de San-
to Antonio ; essa pergunta se faz por se a-
charem as ruas em pessimo estado de lim-
peza, principalmente nos dias em que os
taes varredores dizem fazer o servico. Vol-
taremos senao houver uma providencia.
0 sentinella.
- .....
lliaixo a mascara!
Oh tu que tens trapiche, velho moo
Do coroado na rua, onde nao vamos
E que se Pa... es, tambem s Ramos
Porque vendes a retalho ?
Se 0 ferro inutil tornase cascalho,
Despresado e o homem corroropido :
Medita, pois, e toma bem sentido
Se queres ser bonrado.
V E que vas marchando sem hesitacao
Para o odio terrivel d'umauniao
De cem taverueiros I
E se nao paras, os proprios trapicheiros
Que como tu retalham nesta praca -
Da honra muito breve te dao caca,
Attento a mesma razao !
Que te sirva, pois, este aviso de licAo
E que a retalho nao tomes a vender,
Pois do contrario outra vez virei bater
Com 0 malhete da verdade.
0 1* vigilante.
C4SA DA FORTMl
AOS 4:000#000.
BILHETES GAMNTIDOS.
A' rua Primeiro de Marpo (outr'ora rua d<
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um meio n. 846 com 700*000, um
meio n. 2893 com 200*, um meio n. 3051 com
iOOjOOO, um meio n. 2531 com 1004, e outras
sortes de 40/ e 20* da loteria que se acabou de
extrahir (115*), convida aos possuidore3 a virem
receber na conformidade do costume, sem descon-
to algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 6" pane das loterias a beneficio da igreja
da Casa Forte (116*), que se extrahira na terca-
eira, 15 do corrente mez.
PRECOS.
Rilhete inteiro 44000
Meio bilhete 24000
KM PORQAODE 1009000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 34600
Meio bilhete. 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Boos pianos.
Cnegados de novo. '
Vende-ie.
Troca-ae.
alaga-ne.
Ho armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nov n. 7.
MOBILIAS
de vime e de laia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsaa, de
balance, de bracos e de dobrar: no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den
irilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, flurida, iavande, pos de arroz, sabonetesi
crosmelicos, muitos artigo delicados em perfnma
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
uhas sortidas e garrafas de difTerentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qnalidade
dos bem conhecidos fabricates I'iver e Ccudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
irilgos de dfScrentea gomtom t
phantaxiao.
Espelhos, leques, Invas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita de couro, e eestinbas para bracos de meninas,
chicoles, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteinnha de
madreperola, lapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para jaoellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacoes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criangas, a
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em diffcrnte- parte.-
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a preQos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Franctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9^5
Botinas para homem
t Acabam de chezar grandes jacturas de botina:
de bezerro, de cordavao, de pelica. de dnraqnt
com biqueira, de bezerro com bot5es, e com ilho-
zes a 9 quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para tenhora.
BOTINAS pi etas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores difTerentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca
Para nieninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores difTerentes.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranc.a portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro.de dever?as
qualidades.
SAPATOS de tranQa.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perty
meias perneiras para homens, e raeias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a ma do Barac
da Victoria n. 7.
Ao comnierda.
0 abaixo assigna lo tendo jnsio cMtrataio a
compra do estabelecimento de Siiai ptitm-
cente a viuva de Joaquim Jose da Sirva lain,
para que nao possa baver duvida lalm, (ax
presente para, no praio de tres dias, m anreMO-
Ur aqnelle qne se jnlgar credor, e qoa nio tenka
assignado a proposla da compra do Mao data-
belecimeoto. Recife, 9 de 'etembro da 187*.
______________Jose Dias Julio da Owtt.
Para a boaconserva^ao
VOSSOCA BELLO
loaquiin ,l Cunha.
Jose Francisco Lavra Penna esua
mulher, repassados do maior pez?r
pela noticia do falleciaiento do seu
amigo Joaquim Jose Rodrigues da
Cunha, no dia 17 do mez proximo
passado, na cidade de Lisboa, con
vidam as pessoas de sua aroisade
para asMstirera a missa que raandam celebrar na
igreja do convento do Carmo, as 7 horas da ma
nha do dia V* de setembro, por cujo obsequio se
confessam eternamente sratos.

Aluga-se
LEILAO
DE
50 caixoes de pinbo, vazios, e 10 caixas de
zincoje flandres
TERgA-FEIRA 15 DO CORRNETE
a 1 bora em ponto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Por occasiao do leilao de fazendas limpas e ava-
riadas, pertencentes a massa fal ida de Pereira de
Mello 4 C.
I'm armazem na rua da Cacimba : a tratar na
rua do Marquez de Olinda n. 35. __________
Precisa-se alugar um escravo de meia idade
que saiba trabalhar de enxada e que seja intelh-
gente para vender taboleiro, e que de" fiador a sua
conducta : na Capunga, entrada da barreira, sitio
numero 2.
Antonio de Azevedo Villaroueo.
Pelo presente sao convidados os afilhados e ali-
Ihidas de Antonio de Azevedo Villaroueo, falle-
cido em Portugal no mez de outubro de 1873, a
apresentarem dentro do prazo de 60 dias, a con-
lar desta data, a certidio de seu nascimento, em
casa do abaixo assignado, testamenteiro instituido
pelo dito fallecido, afim de que sejam devidamente
attendidos na partilha a que tern de proceder-se
com a precisa igoaldade, de accordo com a dispo-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.Manoel Azevedo de Andrade.
Tenenie-foroiivi Jotto Xaiccitiin
Vilelln.
Isabel lgnacia de Gusmao Vilella,
seus filbose genres agradicem pro-
fundauente a todos os parentes e
amigos que se dignaram de acom-
panhar ai^oultimo jautio osrestos
mortaes de sen sempre ehorado es-
poso, pai e sogro, o leneuteoronel
Joao Valentim Vilella ; e aproveitando o ensejo,
rogam a todos os parentes e amigos do mesmo se
sirvam assistir as missas de requiem que, na igre-
ja de N. S. do Carmo mandam resar as 7 horas da
maDba do dia li do corrente, setimo do passa-
menlo.
I IIIII Mil 1MB II WI.BJi
Antonio Marques de Aniorim e sua lamiiia pe-
dem as pessoas de sua amizade e parentesco para
assistirem na terga-feira, 15 do corrente, pelas 8
horas da manha, as missas que devem ser celebra-
das no convento do Carmo desta cidade, por alma
da digna e virtdosa-esposa de seu particular ami-
go o Sr. commendador Victorino Pinto de Sa Pas-
sos, do Rio de Janeiro ; e faieado extensivo este
conyite aos amigos do mesmo Sr. Passos, Ihes d-
carao extreraamente agradecidos por este obse-
quio._______________^^
Gertrudes de Oliveira Mello Silva convida a
todos os parentes e amigos do seu fallecido marido
Tranquelino Candido da Silva, para a=si.-tirem a
missa do primeiro anniversario do seu passamen
to, a qual tera lugar segunda-feira, as 8 horas da
manha, na igreja de N. S. da Penha.
^le 6 um preventivo seguro e certo contra
calvice.
Elle d& e restaura for^a c sanidade i pe'.le d
cabeca.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
ture dos cabelles.
FUe di grande riqueza de lustre aos co-
bellos.
Elle doma e faz preserver os cabeilos, em
qualquer forma ou posicio que se dea-
je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cahollos bastos e compr -
os.u
Elle censerva a pelle e o casco da cabera
limpn e livre de toda a especie de caspr.
Elle previne os cabeilos de se lomarem bra: -
cos.
Elle conserve a cabeca n'um estado de frea-
cura refrigcrante e agradavol.
Elle nao e* demasiadamente oleoso, gorck -
rento ou pegadigo.
Elle nio deixa o menor cbeiro desagrada-
vel.
Elle e o melhor artigo para os cabeilos t
criancas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artif j
para a boa conservacio e arranjo dos c* -
bellos das senhoras.
Elle e o unico artigo proprio para o penler -
do dos cabullns e barbas dos senhores.
NENHUM TOUC4DOR DE SENHORA $*
PODE CONSIDERAR COMO COM-
I'LETOSEMO
TONICO ORIENT.VL
o qual preserva, limpa, furtifica eaiormos-a
O CABELLO.
Acha-se a venda nos eslabelccimentot c?
U. Forster & C, agentcs. E em todas u
principaes loja de perfumarias e boticas.
Sabonete vegetal pre-
servative do conta-
gio venereo.
A desccberta de um meio preservative
da infec;Jo sypbJUtiea tem occupado a
attentao de muitos medicos notavei*
desde epoca mni remits, a isto movidjs,
sem duvida pelo desejo de pouparem a
humanidade :i- funestas c> n.-equencias
do contacto e absorpcao de um pus tao
maleflco.
0 Dr. An' nio Pcrreira .M r.linlio, dis-
lincio medico na eaaaddi do Porio, e bo-
mem abartadTe, que com mais desin-
teres.-ado empenho se enlregoo por
longos annos ao e:iado e rnsaios para at-
tingir um tao loavavai quio humanitano
-, desideratum, julga ter descoberto subs-
tancias vegetaes, que reunidas em for-
ma de sabone'.-, produzem com ffflcacia
e de uma maneira infallivd o pretendi
do effeito.
Sua eoBVie^io t :i!. em visia de nu
V nantsas pw: ; m hospit-l
da eidade do Fui e eki bom resultsdo
que o publico W preparario, qo el.'e (fr-rece o premie d
um conto de r>'-is fortes, ( ddaa M M no
jornal Aetualiiais do Porto de 2 de
maio deste anno ) a qurm Ihe provar a
improficuidade de seu invento.
Por atitorisacao do Dr Moulinbo, o
unico deposito de seat sabonetes para
esta provincia e para todas as provin-
cias do norte, i i Pnarmacia Central, e
para obstara ooataav fraudeserlo eon-
siderados aWlleaiBd todos os sabonetes
qua nao levarem rotulo deite ntfed>
\) cimento.
Pharmacia Central
38 Rua do lmpcrador iS
] 6'
I s.
} AVISO- I
Sabbado 12 do coiTente.
ela [tompanhia dos celekrea
CanapanalagM Escceze
unicos no seu genero
RISCO MARITIM0
N. A. Anderson, capitao do palhabote americano
F)-ank Howard, vmdo de New-York com carga de
farinha de trigo gaz e outras mercadorias, com
destino ao Rio Grande do Sul, entrado neste porto
com agua aberta, precisa para occorrer as despa-
zas do concerto do mesmo navio, cerca da quan-
tia de 15.0004, sobre o casco, frete e carregamen-
to do dito navio. Offertas, em cartas feebadas,
LEILAO
DE
\o dia 15 da corrente
Os mutuarios possnidorea de cautelas vencidas
cujos premios nSo foram pagos, venham resgatar
ou reformar ditas cautelas sob pena de seremven-
didas no leilio que tera lugar no dia acima deals-
nado, na casa de penhores, a travessa da rua Du-
que de Caxias n. 1
Casa para alugar
Aluga-se nma casa na rua do Visconde de Goy-
anna n. 109, com 2 salas, 4 quartos, cozinha, ap-
psrelho de tambrone, grande quintal murado e
com diversas arvores de fructo, cacimba e portao
para a camboa, aonde se pode tomar banho3 sal
gados e temperados : a tratar no largo da Santa
Crnz n. 4.
Cabo.
Arrenda-se o sitio Cayrd : a tratar nesta cidade
a roa do Hospicio n. 10.
Franeloco de Mouza Guerra
Antonio Jose Fernandes, socio e
amigo do finado Francisco de Sou-
za Guerra, convida aos seus amigos
e aos do fallecido a ouvirem algu-
mas missas que manda celebrar na
igreja de S. Francisco, no sabbado
12 do corrente, as 7 horas da ma-
elo|repou-o eterno do mesmo : e agradece
ndamente a aquelles que acompanharam o
ver do seu infeliz amigo a ultima morada.
VntoEiio Goncalves da Silva
D. Anna Francelioa Goncalves da
Silvaj Francisco Setter de Figueire-
do, D. Francisca de Figoeiredo, Dr.
Barnardo de Mendonca, D. Maria de
Uendonca, Souza Leao e sua mu-
Iher, viuva, genros e Qlbos de Anto-
nio Goncalves da Silva, fallecido em
Lisboa a 16 de agosto, convidam a sans parentes e
amigos para assistirem ao memento e missas que
mandam resar no convento do Carmo.as 9 horas da
raanhi do dia 15 doeorrenle, 30 do seu failed-
m?nto. Por este ado de caridade ficam desde ja
agradecidos para com aquelles qne se dignarem
assistir.
!
Roga sea, pessoas que devem a's abai-
xo assignados, que hajam de vir on man-
darem pagar n sans debitos de caroes
vcrdes, dentro do prazo de 10 dias, con-
ta dos desta data, sob peoa dc veretn pn-
blicados os seus Domes neste jornal ate
poden
on na
a,i)5 .
rB aue sati-facam os ditos debitos :
'.vi dirigir-se a roa do Rangel o. 35.
t^ rua da Aurora d. 13, 2' andar. Recife, 7
Ji de setembro de 1874.
Felippe Pomares 4 C
I CDNSULTORIO
MEDICO-CIRURCICO
A DO
S Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
s
i
T
,iir,
Joaquim Pacbeco da Silva tendo se retirado
para Europa no dia 10 do eorrente, por falta de
tempo nao pode despedirse de todos os sens ami-
gos. e por isso pede desculpa desta falta involun-
taria, e offerece o seu limitalo prestimo em qual-
quer parte qne se achar.______
Alerta a pohcia
Andain quatro individuos procurando a loja de
relogios e snbindo escadas a rua do Cabuga e sens
lados, as 10 horas da noite.
Claadlna Maria do lavramenio.
Francisco Jos i da Silva Haier, pnngido da mais
acerba dor, pelo passamento de sua sempre lem-
brada mnlher D. Claudina Maria do Livramento,
agradece a todas as pessoas que se dignaram
acompanhar o seu cadaver ao cemiterio publico,
e de novo as convida para assistirem as missas que
por sua alma manda. rezar no dia 15 do corren-
te mez, ks 7 horas da manha, no convento do
Carmo ; e desde ja se confessa summamente gra-
te por mais este acto de religiao e caridade que
esnera merecer.
PARTEIP.O E OPERADOR
(fRiift do Visconde de Alba
m que a. 39.
ESPECJ ALIDADE
W Molemia* de aeahoraa e 9f
A aeilaa. X
Consnltas das 7 as 10 horas da ma* c
jQt nha, todos os dias. ^
(fL Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- ja
S tas e sextas-feiras.
# Os doentesque mandarem os seas cha- ^
jdM mados por escripto at 10 boras da ma- M
S nha serao visitados em suas casas.
KB* do Bon; Jesus n. 10.
Aluga-se armazem e o andar do sobrado a
rua do Bom Jesus n. 10 : a tratar na rua do Ira-
peradorn. 57, loja.
Quern precisar de uma ama para todo ser-
vico externo, para casa de pouca familia, para
connhar e engommar, dirijase a rua da Caixa
1 d Agua n. 7.
wBaaonowML_
O Monte Lima
tem um complete sortimento de galio e fraaja de
euro e prata, verdadeiro, de todas as lanjsraf,
abotoaduras douradas para offldaes, "ml&ft
enfeltes para bordado. Tambem se eccarrefa d-:
todo e qualquer fardamento, como seja': hoaof.
talins, pastas, espadas, dragonas, ebarlateiras, bar
das, abotoaduras lisas e douradas, para criad .
etc.; assim como um complete sortimento de
ranjas, galao falso para ornameoto, conUo de \t
com borla para quadros e espelhos (coafafaw i
gotto da encommenda) tudo por muito men -
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Independeneia n. 17, junto i loja do Sr. flnati.
.
- Precisa-se alugar um escrivo para servtco de
J padaria : na rua de Marcilio Dias a 19.


jbxtio do Pernambuco Sabbado 12 de Setembro de 1874.
4
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pharmacentico de Paris
As precious prepriedades de onttu tern vivame-te
captivado a attencio das pessoas scientificas e dos medi-
cos, que nao cessam de utiiisar sua virtude nos cazos
difficeis contra os quaes se nao conhecia athe esta daU
nenhum meio de acc9o efficar.
0 8iir Dumas ha pouco tempo se exprimiu nos seguintes
termos, na Academia das sciencias : Duas substancias
approximativas, o chloroformio e o chloral, que na
t epoca de sua descoberta foram o assumpto de muito
profundos e serios estudos, no puro interesse da scien-
cia abstracts e das theorias chimicas, tomaram em
seguida parte entre os preciozos agentes da therapeu-
< tica : o chloroformio para a chirurgia, e o chloral para
t a medecina. t
0 Snr Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racao tao delicada de chloral, garante a pureza absoluta
do seu producto, e para facilitar o emprego d'este mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Xarope de chloral,
que contem:
uma gramma de chloral em uma colher de sopa.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET, na
dose ordinaria de uma a duas colheres de sopa procura
e facilita aos doentes um somno tranquillo e restaurador
que lhe faz experimentar um grande allivio, restitue-Ihe as
forcas e o animo perdido e ajuda enormemente a reac-
cao, semnunca provocar nenhum d'esses accidentes tantas
e tao repetidas vezes produzidos pelo emprego dos opios.
E'em consequencia d'estas propriedades eminentemente
sedativas que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, e sempre empregado com grande successo
nos cazos d'insomnias, neuralgias diversat, gotta, rheu-
malismos, enchaquecas, asthma, brunchites, phtisica,
calicoshepdlicasououtras, earner, eclampsia, te'tanos, etc.,
e em geral, em todos os cazos em que uma dor aguda
accarreta a falta de somno.
Durante o corco de Paris, o Snr douctor Beranger-
Feraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-Grace,
publicou, no Boletim therapeidico uma serie de observacoes
sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, tinha posto a disposicao do dito hospital; os feridos
reclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douctor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tica, publicou sobre este assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
- < 0 somno e um dos primeiros e mais constants effeitos, produzi-
t dos pelo hydrate chloral; principia sempre em geral um quarto de
i nora ou meia hora depois de se ter administrado o medicamento.
j 0 somno e prolundo e analogo ao somno normal; nSo e pertur-
i bado por sonhos, e nao e acompanhado nem de eicitacao psychica
f nem Uo pouco de agitaclo musculares... 0 despertar se opera sem
i accidentes desagradaveis. Geralmente os doentes, n2o se queixam
i de d&res de estomago, nem de pezo de cabeca, nem de cephalgia
i como acontece a maior parte das vezes com o emprego dos opios.
Alem do que com o opio toma-se indispensavel elevar progres-
sivamente as dczee para que seus mesmos effeitos se continuem
produzir e ja q mesmo nSo acontece com o hydrate de chloral.
>
Para a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex- 9
tremamente prectoza, assim como o seflor Bergeret da
Saint-Leger o demonstra pela observacao segunite :
t Um doente esUvo de cama havia ja um mez, rcttido por um atta-
t que de gotta, e durante oilo dias nSo pode dorinir, ainda que ex-
t tcnuado pela d6r, insomnias e rigoroza dleU; tudo feiia prefer
c noitei terriveis : administrou^e-lhe de uma s6 vei duas grammas
de chloral dissolvido em agua com assucar; e dez minutos depois
o doente adormeceu, eo somno durou trei horas; a meia noite des-
t pertou-se sem dflres de cabeca e em um agtado de contcntamento
indcscriptivel, depois adormeceu de novo para todo o resto da
f noilo.
s Dcsde entSo continua com o uxo do chloral, e as ancias atrozes e
t dolorozas bem como as contraccSes dos musculos cessaram. >
0 chloral tem tambem uma accao nolavel sobre a tosse
que canca tanto os doentes atacados de constipates ou
de brouchites.
0 sefior douctor Offret, depois de ter citado em suas
memorias algums cazos de curas rapidas pelo chloral,
accrescenta :
t Poderia citar ainda varias outras observances feitas com iiidivi-
f duos altatados de tuberculos pulmunares, em diOerentes graus,
de bronchites chronicas e agudas.
c Esles doentes extenuados pela tosse, privados a maior parte das
< vezes de um somno tranquillo, encontraram no uzo do chloral um
grande allivio, quando mesmo a morphina nao tenha produzido o
t menor efieito, Os su6res abondantes que opprimem todos os phliii-
< sicos me pareceram diminuir sob a influencia d'este medicamento;
f a tosse se tem constantemente apaziguado por uma maneira muito
t sensivel.
Os jornaes de medecina e resumos scientificos tem
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr* douclores : Richardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Richard Beranger Feraud
Liebreich Westphal Meyer Bardeleben Lan-
genbeck Virchow Dieulafoy Krishaber Demar-
quay Gubler Jastrowitz LiegeoisMauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Verneuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc. .
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar servicos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma dor dando ao doente
um somno reparador.
AVISO. Afim de evitar as falsificacbes ou imitacoes
que podem ser preparadas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre
coda frasco a etiquelta de quatro const '
tendo a assignatura.
Uma instruccao minucioza acompanha cada frasco.
Preco da frasco : 3 francos.
MOFINA
Esta encouraqado I! !
Agua mole em perim dur
Tnuto da lite que w fura.
Koga-e ao Him. Sr. luna. ic> Vieua wcrivio na cidade d .Nazareth dusta pruviueia,
favor la vir rua l>uqae de Caxias u. 36, a coi
luir aquclle Defoeio qae S. S. *> compromctten :.
__i5*r\ P*'* *r:oira chaiuada desle jornal, eo.
ails de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passoo Afavereiro e abril de l87S,e nada cumprio,
por este motivo e da novo chamado para dito
1m, pois 8. 8. se deve lembrar que este necocio
ie man de eito annot, e quando o Sr. seu ulbo st
aebava nesta cidada
^%t%,
CAPSULAS D'ETIIEROLE DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissolucao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o sav5r do medicamento e complectamente nullo.
Cada capsula contem approximadamente 15 centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas colheres de
agua pura.
Preco da frasco : 3 francos.
*'"* for attaeado dlriglr-se a caza do Snr t. FREBE, lO, roa Jacob, em Paris
Ao Dublico.
r
Somente em attenQao ao publico responde o
abaixo asgnado ao annuncio do Sr. Antonio Luiz
da Silva Junior. E' falso que e9se senhor tenha
assiignado como sacador em uma letra que pos-
suo, a favor nnn, mas sim do Sr. Francisco de
Paula Cavalcante Lins, aceilante da mesma le-
tra. 0 Sr. Antonic Luiz n5o declara porque seja
nulla a letra, que possao, e desde ja advirlo a
esie senhor, que nao sera o seu annuncio quem j
baja de invalidar a letra nem fazer com que esta )
nlo seja protestada na oecasiSo do vencimento,
ca;o nao seja paga.
Recife, lo de setembro de 1.874.
Andre Cordeiro Coelho Cinlra.
~_ Perdeu-se na noite de 7 de setembro, desde .
a rua da Imperatriz at6 o jardim do Campo das i
Princezas, uma pnlseira de cornelina encastoada,
em ouro. Quem a tiver achado, fara o obsequio de j
levar ou- man3a-la a dita rua da Imperatriz n. 4, j
segundo andar.
rt
i:
Aluga-se
o primeiro andar com grandus commodos e 90tao
dj sobrado sito na rua do Hospicio n. 65, junta-
mente a loja : a tratar na rua do Vigario n. 31.
- Alugara-se duas cas^s terreas pequenas, ui-
liinamenio acabadas, tendo cada uma dellas, duas
salas, tres quartos, cozinha fora e mais um quarto,
poco de serventia exclusiva a bom quintal mura-
do, na travessa da rua do Principe, da freguezia
da Boa-Vista : a enlender-se com o seu proprieta-
ry, o Dr. Aguiar. ____ _______________
Innocencio P. Rabello Braga tem jus to e
contralado a venda de sna casa de charutos e
cigarros, a rua estreita do Rosarie n. 16, ao Sr.
Jose Antonio Domingues de Figueiredo : se al-
guem se jalgar credor da mesma, apre:ente-se
nestes tres dias.
Recife, 10 de setembro d>> 1874.
Talho do pateo do Paraizo.
Aluga-se este grande laiho com o balcao de
marmore, balanca e pesos : a tratar na rua !.
de Marco, antiga do Crespo, loja do Passo, junto
ao arco de Santo Antonio.___________________
" Um mO'jo que sabe francez, arithmetica, al-
gebra e partidas dobradas. offerece-se para aju-
dante de algura guarda-iivros : quem de seus
pranimos quizerse utiiisar, diriia-.e a rua da Sen-
zala Nova n. 4, refidacao.
Au9enton-se na manbl de 5 do corrente, de
casa deaeu senhor, o escravo Jnstino, crlonlo, com
3 annos de idade, boa altura, feicne? grossas,
iiariz chato, pescofo grosso, principiando a barbar,
I*rnas arqneadas, e batante esperto, levon vesti-
do calca de brim pardo, camisa de algodao, japo-
i.a de ba^ta com forro encarnado, cbapeo de ba^ia,
sendo quasi novo ; suppoese que segnio para Li-
noeiro por tsr alii pai, ou para Fassasunga por
ter alii nascido, e ter dito a alguem tor desejo de ir
\er os parents, on mesmo ande perto do Recife a
jTocurar queiu o compre : quem o pegar e levar
a rat Direita des Afogados n 66 A, padaria, se
p-atiflcara.
A reuniao de amigos, que se uurcou por
transferencia no Diario de ii do pasadi> para
o dia 10 do corrente a contar desse dia, no la-
Sir Jordio, por previamente nao poder-se reu-
nir nnmero legal, deficiencia esta que embara-
^ou o agente a nio poder jamais aventurar le-
va-la a effeito, nio tera mais lagar, e o agente
da mesma esta prouwio para dar quaiq^er ex-
plicaj-io aos amigos, do motivo porqoe ella nao
tera 'mais effeito, promettendo a to*os que para
ella concorreram era peqneno nnmero, a todos
satisfazer de modo a flearem bem, e todos ga-
rantiios ; pois sem forjia?, irao'ssivel 6 levantar-
aa alavanca', por isn jamais tera ella lugar.
Ii Rua do Imperador 4\
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o Cm de
conservar os creditos de unico neste genero, t>im reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todas as prep*racdes, aceio e medicidade nos precos,
compativel com este genero de drogas.
Chegou a grande remessa que fizemos de pharmacia homeopathica de J.
Epss & C, de Londres, composta de rnedicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de p6s cspeciaes para dentes.
Tem a disposicao dos amantes da bomeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do povo, ja em 3.a edicao.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 rnedicamentos ate" 120, a" escolha do com-
prador .
Preservativo fa Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqneira CavalcanH
Teodo o 6verno Imperial pennittido ao de^
cobridor vender aquelle mediramento, o publico
ol tem a sna disposicao.
DcpoMitoft nnicoa.
Recire : raa do Barao da Victoria (rua NovaJ
n. 40, casa do Sr. Roena Slqueira /
lo de Janeiro : Corte, roa do Onvidor
n. 78.
0 Preservativo da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto tranicreve-se para este annnncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram os Srs. doentes oi ler, e ver por
quem esfao elles assignados.
Inspector da satide publica em Pernambuco.
Em cumprimento do despacho de V. Exc. sobre o
reqnerimento do Dr. Manoel de Siqueira Caval-
canti, tenho a informar o segninte : Acho jusla
a pretenclo do supplicante, porquanto o sen me-
Idijamento preservativo da eryslpeU tem da-
dC fnuitos boos resultados, nao so nesta cldade,
como na corte, onde ellc tem sido applicado com
vantagem e < procorado. A preparacao delle 6
simples, por ser tintma de uma so planta. ;0
inspector, Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
Declaro, por ser verdade, qne padecendo de ery-
sipela, fui-ine dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qnal fazendo nso
por alguns dias nnnca mail, ate boie, me tornou a
accommetter essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presente, por mim feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 de jnaho de 1874. Duque de
Caxias.
AttesUi, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, qne no: foi fornecido pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tralamenlo
da erysipela, colhi sempre resultados superiores
aos de todos os rnedicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e por me ser pedido, firmo
o presente. Rio de Janeiro, 13 de jnnho de 1874.
Dr. Saluitiino Soares de Heirelles.
Conoordo perfeitamente com o parecer supra.
Dr.Joaquim Jose da Silva Pinto.
0 abaixo assignado, dentor sm medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brigada honoraria do corpo de saude, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc..
Attesta sob jnramedto de sen grao, qne tendo
usado de nm medicamento que lhe (oi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservativo da erysipela tiron
stmpre o melhor resnltado possivel, de sorte que
os doentes ate boje nao foram acommettidos das
erysipelas, que soffriim freqnentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tive em 1871 dez erjsipelas em uma perna, lui
a Europa, e considerei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei o temedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ha mais de nm
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874.Barao de Cabo-
Frio.
Gratis aos pobrea.
LIVROSA'VENDA.
No primeiro andar desta typograpbia em
mao do administrador, vende-se os seguin-
te hvrinhos :
O tnntuto Esperto dialogo ins-
tructive, critico, analvtico, historico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Educucfio Familiarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por IJfOOO.
Martens, manuel diplomatique 1
volume por 19000.
Obras de Mablycompletes 12
volumes por 89000.
Bignon obra completa 4 volumes
por 29000.
FritotEspirit do Droit1", volume
por 19000.
VatelDroit des Gens2 volumes por
29000.
F. Borges Economia Politica1 vo-
lume 18500.
FieldingThe history Tom Jones2
volumes 3gi000.
BavoueDes conflits2 volumes 35-
Histoire Ecclesiastiqne6 vo-
lumes 69000.
RousseauMelanges6 volumes 39.
RousseauPieces diverses 4 volu-
mes 29000.
Ipera amordedura de cobras.
Chocolate homeopathico.
Para bexigas como preservativo. Cafe homeopathico.
I
E A. DELl'CHE
24-Rn da Maiqurz k (Hindu-21
Esquina do beeco Largo
Participa a sens uvguezes e amigos qne mudon
0 sen estabelecimento de relojoe ro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um' grande sortiinenio
de relogios de parede, amerioanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostoi e qoalidades, relogios dt
algibeira, de todas as qnalida es, patente suisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaqnet), relo-
!;ios de onro, inglez, desenberto, d melbores
abricantes, cadeia de onro, plaquet e prala. lnnet::s
de tod?s as qnalidades, tndo por precos muito ba-
ratos.
Jj ronsuKoiio ranljfto
V l>r. UurilU.
/ rj'a nn vir.,i:;o .\ 1.5. andah.
I ..r.-.t-M-.-h-iia:., a, y..., .,..., ff^.
g cjurii; d| ... hssfil ir> .ir l-.o I sOIjs.
^ ln'-h 1:. -^r prsrsrstfn a tttvUprr hssta so
y dia i4J U Ili'iU- |4M* "i r\.u. d -uj, jf,.
5 ...V -.
1* i.ift-iiliaf J.'?6 i.* 8 imr*: da nuah
fl do t..eid du as duas horas da tatde.
Gf Kspeciutidadet : Moicstias de seasons,
da peiie e ae crianca.
w raOiiOs*
I JoaoCrMa de Cuvalhn, aitista alfaiate. tra-
do-se derligado da soc:>*diie da can comaerc a!
existente a rua do liarao da Victoria a. S6, a
razio de Araujo, Car*as A C, acha-M- an*sie7-
te e-uhrli-rid.) di sua irts, a roa du Mantoea c
Oiiiida n. 46, I* andar, a onde os seas nanroT
fregUHzes o ememsmim tkrompto pars ezecuu;
qoalqu'-r obra tendcuto a fua arte, com esatero
pr.mptiilao. ^^
Comedorias
Prepara-se comedorias para qoalqu-r pemri
maniando -e levar em saas caaj, todo mm -
seio e mais em eonta d > que cm ontr qual^aer
parte : quem quizer esnrrim-nl^, |-ot<- v* coc-
tralar no asbrads da n irista, na roa oirrita d 1
Kosario n. 3o defroate do Dr l.pouard>.
Pergonta e ao Mk >r encarrrgadn da d^r
oj preco.- crrcutes v^r.unalmente. em qual a>vs
tem came iceea do Rm Crande a 4*m*i por II
kilos-Alguns commerciantes.
Loja de joias
N. 11 Esquina da rua do Cabu^a Ml 11
Este estabelecimento continua a rcceber grande sortimento de joias niodanaa, de ouro. bi -
inante, e mais pedras preciosas, e bi as obras de prata de i.
Condecora^oes.
A Coroa Brilhante recebeu ricas commendas. offleialttos, haUtst da ouro e prata d.*ird.
para todas as ordens ; assim come delicados lacmh^s e oolite* para, cavalhwos olRetan e cm-
raendadores da Rosa e de Christ, f.us finas de s^da para a napaasn do Paraguay t.da-> r-
dens, e para liqnidacao de muitas joia que tem na I la, o dono resolws a v,-oi. r aaii bars* ii
qne em ontra qualquer parte, garantindo b a qualidade Jo ouro c da Brala, p r m .
conta com recibo. O estabelecim^nlo continua aberto a aoita a\i u 7 hora, na rua do ^.i,um l
11, loja de joias de Antonio Serafim da Silva.
mm
I

Yejam !...

)^
)
I
O
a
o
O Coracao de Ouro. liqui >!a :
Corri-n'es de ouro, m.id-rna*, para rctsg -.-, a HI i i .
Relogios do ouro para senuora, a lOi, que en uUra p-ii.- v
R logios de prala bem dour dos a toi.
llozetmhas de brilBsota a Ii3.
Anneis du pedra Gmii b-ttra a 05.
Aaoeis para por eabello a 2s.
Penceni'2 do ouro a In/.
IVnrencz d prala dourada a .'li.',i;(.i.
Dedae- du prata. tnndo d<> pairs, a ii.
Driocos de coral e i uro para aaraiiH" a 1-fKOO.
CaculeUs moito niodema- coin 80 pur essta de abate.
1'uic, iriin;^ de c ral e oarn paia cnan^a a 10 i.
PulC'ira dr ouro e '-oral, feitio de uma Cibra, a I0i.
Obras de prala a 400 rt. a oitava.
BHaeos para senirora. innit nioderuos, a ISA,en outre par;.-
Voiu* de ouro e cruzioha, coin K0 porlceahi de I al .
Grande sortim nt du |i>w> de biilhaaiet
liriin-..- do Corl para Brahra a 43.
Correntes de ouro para re!' gi s a 185 cada D
Aden-goy por n-r-la ie do >en VathT.
' Sortiiiu'nt'i emi i'1't" 'I. j"ia<, qu<" v.ndi- por n
A liquidacao.
toiMmmksua*} -*x* I
Attengao
i\ Una .!, Pan ::i ...,.< th i'
OR UASOEl K\'R UK) i: VA Kv'"\
fi V: -rfr-o
* Dbia w
9 "
- d.i !:.!.- '>
K- erial-dadei des pi""
f d-i CuTI i
Na rua Cstrcita do Roaano n. 35. ptvpata ^e
bandejas de bolinhos d>- b>aaa as qnalida casamentos, bailes e baptisa o> a 2 e a lo ;
bandejas com bouqueis e Bias cm latrei<
gosto de seus dom-s e com a>wio ; pr. pan se
bouquets de cravos natura s paia u-ivi.s, v.< in li
tas bordadas a ouro, sfndo a eneninaMaoa feita, ^j-w"""' "1kv.. yksv*sv^i
o ou 6 dias antes ; faz se ..ao d-io- enfmiado-> o Sj^fc Q- C*a V* (2it9 j
pudins, semedo, tudo proprt" para ureaKiieB* ; 0b
res de todas a3 qualidades, budos Lou tie's para
offerta, velas ricas-enfiHtadas pa da encommenda de fl re.-, aa=,
e capellas; tudo se faz barabi com preAesa Tam-
bem se faz gorros bordados a ouro, chaiuteiraa c
qnalgner obra bordada a CASA '
Elor d'araruta.
j P6s para dentes, inglezes.
China cruzeiro, para intermittentes.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysia. Je"co, para rheumatismo.
Tintura mai d'arnica, para contusdes, cdr- JMatta-mattaou jaboti, para tosses.
tes, etc.
ria.l
enao A CHEGAREM
Espirito de Hahereman ou de campho-
ra.
Cactuc grande fl6rus, para pneumonias
moleslias do coracao.
Quem precisar do um optimu copeiro, para
roa da Imperatriz, sobradi) n. 63, primeiro an-
' Hadama Freire, modista brasileira avisa ao res-
fettavel pub ico, que continua na taa arte de
modista; aaiim como, resebe por todos os va-
rres da Eiropa Bguiinoa, os qaaes acham-se
fitpesiclo lie sens frtgaetes, podendo ser pro-
carada para exercer a 9oaproflssio, a rua Di-
iita n. 1.
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus |
>para rhematismo.
Dito deRryonia)
Acha-se constantemerrte a testa do estabelecimente e inspeccionando todas as pre-
oaracdes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
C0NSULT0RI0 HOMEOPATHICO
AGUA DE CHINOLM
PARA TINGIRINSTANTANEAMENTE OS CABELL0S
PREPARADA POR
BARTH0L0ME0 & C.
Pharnaaeenticos da Casa Real de N. M. F. El-Rei de Portugal ;
premiados em diversas exposiccs com o primeiro premlo de
nn classe.
Unico composto, cuia base principal sSo principtos vegetaes, que p6de por isso ser
usado por tempo indefinido sem o menor receio de alteracio de saude. Esta agua admi-
ravel Ai aos cabellos, em poucos minutos, uma cdr e brilho natural, desde o castanho
ate* o negro, e ao contrario de todas as tinturas cenbecidas,- tem um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uw as senboras, ainda as mais difficeis. Afflancam-se os seus re-
sultados e effeitos inoffensivos, quer a applica^ao seja limitada a barba, quer comprehen-
da os cabellos da cabeca.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBUCO
Aluga-se o segundo andar a rua Duque de Ca-
xias n. oi: a iratar na loja.
. ;#:
Macei6.
Bacharel Lourenco -de Albu-
querque
' Advogado
Raa do Rosario n. 1.
Aluga-se o armazem do sobrado da ma l).
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazendas
por ser muito espacpso e reediflcado, ou para
qualquer estabelecimento : a tratar na ma de Do-
roipgos Jose Martins n. 48, antiga Senzala-Velha^
Aluga-se por alguns mezes o 2* andar d-
sobrado n. 53 da rua da Imperatriz, completamen-
te mobilhado, a pessoa de ponca familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo._________.
CRIADA
O pescaddr pracisa de nma para cozinbar e
comprar : a ma Direita n. 41._______________
Precisa-se de um criadode 10 a 12
annos, preferindo-se portoguez : a tratar
na Travessa do Vigario n. 1.
Escrava fugida
Desappareceu da casa de seus senbores, hon-
tem 9 do corrente, a escrava de nome Juliana,
com os signaes seguintes : 20 a 22 annos de idade,
mulata acaboclada, cabellos crespos, costuma tra
ze-los amarrados, cara larga, com bastantes es
pinbas, nariz chato, com falta de dentes, chela do
corpo, altura regular, tem no rosto, do lado direi-
to uma cicatriz de qoeimadura e pernas acinzen-
tadas, levou vestido de chita escura, chale de
merino estampado, velho e de cdr branca, camisa
do madapolio, sapatos de traoca, velhos, e levou
em nma tronxa nm vestido de cambraia branca, e
soppoe-se que mais alguma roupa de nso : roga-
se aos Srs. capitSes de campo qne encontrarem
dita escrava, leva-la i raa Duque de Caxias n. 76,
antiga rua do Qaeimado, que serao generosamente
recompensadog.._____________________________
Aluga se uma escrava boa cozinheira e en-
gommadeira : na raa de Marcilio Dias n. 129.
0

Modista franreza.
Mademoiselle Eugenia Leo-mte & Inn*, avisau
a suas antigas fregueza^ e ao puulicu em geral
que abrirara novami-ute seu eHatn-teeinvuie de
casa de costuras a rua da Iioperatiii n. S, pri-
meiro andar, pelo que esperam coutiuuar a me
recer a concrfrrencia aas pessoas que prtcisarem
de sens servicos.
Advogados
Vicente de L.emos

m
m
Um
ie*1
A-.ireliaii" de Carvallio. ^
24Imperador24
Jfllfllffff itft'+H tff H*
Catharina fagio.
No dia 28 de agosto proximo passado ansen-
tou-seesta escrava, a mal tem os signaes seguin-
tes : estura baixa, rosto redondo. cor prela, pe-
pequenos, costumava vendor leite, aoda sempie
com um cacete que lhe cerve de ammo por ?of-
frer de rheumatismo, ja e iloa e de najao Cam-
binda : quem e enconlrar, pegue-a e leve-a ao silio
do Cafundo, estrada de Joao de Barros, que seia
gratiflcado. ______________________
Attengao
Se o Sr. Garcia, portugiiez que foi feitor do en-
genbo Caga Pogo, quizer emprcgar se, dinja se
ao engenno Santos strode*, da freguezia ie Tra-
cunbaem, ou ao escript<>no de Oliveira Pilhos &
C, largo do Corpo Santo n 19______________
0. folk D :.:..;-iui .noang .
f-8era .Ib pi )< I M :-
nu cr *aa focipul -s HW tesde n-u sa
dado sua reai m<*ta para Cor* da cat* ^*
. de p-'J r -i a am m r
'& qual iu^r eh iuad.>. a raa d i Harr.
a?, vkt>is a. U.atnazem a^mosica-(*o ^
W Sr Aiewd". V
Fuitor com urgencia
ssssM al iv '.o o i-itor que t:auva d i io
fazia ma s aigum -rvi,;o, pre:isa-se dr on qu
seja cuid 'duso e jnt'V-ida de I K s : p*s^> adu .
refiuacao, no rfancuinho. opprm-Tositio a 1
__O Sr. Luiz Aprij.'1-i rte Ol.veira Salermo. q- e:
ra apparecer a rua do Rangei a. 67, a at-cono <1
particular intero*e_______________________
* Atiencao.
Fugirara no di'1 16 p'ira 17 Ja present pas-
sado in-*z, di-st;- tngenho Libc:dade, sit" aa Ire-
guezia d E>cada, 'S erraroi ^pnintra:
Paolo, estatura alta, muito hie, r"c< free-
sos, or^lhas gran ies e sabentes ua:.z gnee -.
chato, bocca gr nd\ deote* parMn e bwsdw.
falta de uuha< nos pe. idade de 4.1 ann<. ra*c
afundada ; iiertfncea ao Sr. Antonio Pieo Pur*
Barreto, resid'Dte era fampina Graade, eei s es-
teve na cidade de Recife tratando se de on a a*r>-
lestia, d'onde sahiu reslsbeleeido.
Luiz, idade 0 annos, altura refular, feren 4 <
corpo, desdeotado, calvo, e cabello pcaro. ten
uma fistula no quvixo que the e natural. er
caroco nos peitos proximo ao pescoco, o eeial sff -
veio de ma cornada, e e eacanecido ; me a t
as autoridades policiaes e capitic* de 'aman -
a quem os apprehetder, qae os condaza ee-
mo enyenho acima, ou a raa Direita a. It, ud -
generosamente gratiticar-se-ba.
SITU)
Aluga-se um sitio todo mnradn, tendo casa pa-
ra familia, cacimba com excellente agua, 2 tan-
ques, nm para banh.> e ontro para lavagem de
roupa, :om arvoredus fruciif.-roi e muito bom
capim podendo ter sempre um cavallo, tendo a
casa nm quarto proprio para estrinarla, ba tame
fresco e muito perto da estacan do cam nho de
ferro e bonds ; nos Af<>gad n. 105 A : a tratar na Boa-Vi>ta, rua da Impera-
triz, estabelecimento n 8.
Adminibtrador
Um estrangeiro ehegado ha pouco d< Rio de
Janeiro, onde sempre esieve empregado em fazen-
das do cafe e de assucar, tendo b siantes conhe
cimentos, especialmente da caltura e fabrico do
assucar, se offerece para dirigir ou admini>irar
qualquer eogenho ou fazenda agncola, para o
qne apresenta os mais lisonneiros atitados de
su&a habilitates e condncu ; a procurar no ho-
tel Alhanca, a rua do Commeicio, onle se dei-
xara carta com sobesTipt" a -. L._____________
Aluga-se uma escrava psra ludo o servifo :
na raa da Gloria n. 146.
Al.j'Dcio.
Aluga se o primeiro aadar do s-brado a. M> <* *
rua da Imperatriz : a tratar na mesma raa n
86, aa.far. _______,___
Oaixeiro para livrari'*.
Preci-a-se de um caixeiro qae t^aba as* b
e alguma prauca de livraria : aa roa Iiianr?
de M.rco d. 1._____________________________
Nao ha mais cabellos
brancos.
Tumium jtroHZi.
S6e onicaapproTad* peUa a tciencias, reconnecida s perior a toi ^m
teat apparecido ate boje. DeposMo pnnct-
pal i rua da Cadekt do Recife, bofe H*f-
mei df* Olinda, n. il, t.* aiidar.
todaa is botjras e caw de
reros.

"


Ditffa toFoidflmiMiCQu^> Saiiwado 12 do>*tembut; ck 1814
%
PEMOBES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nkores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos mitaesepedras.
DAS
ARRItiAS
Cesse tudo quautu o anlijio annuacio diz.
Ja que um carlo poder asaim o quiz.
Mteifft.
Ama de leiie
r
PncisasediUttAama tjc4*ite que iff a aadia e
seoi Blho : na* ma Ouqae de Caxias n. sff/lojado
Rival Sum Segundo.
Precisa-so de uraa ania que seja boa cozf-
Dheira : na rua do Crepo u. 7
ALU0A=SE
urra grande casa terrea com bastantes eommodos
sila na estrada do Lucas : a iralar na rua do Vi-
gario d. 31.
7- Precisa se de uma aina para cozinhar e
mais algnm service de casa de pequena familia :
no 3* andar d'esta typograpbia.
A HI
Preciia se de uma ama para com
pr*r e c zinhar em casa at homem
solteiro : na rua Nova n 69, loja.
AMA
Precisa-se de uma ama litre
ou captiva a rua da UnilOB 47.
T Prec'=a ^ duas aroas, sendo uraa para co-
zinhar e comprar e outra para eugommar e en-
saboar : na rua da Cmocordio n. 43.
Ama de leite
Precisa sr de uraa ama sera fiiho, qne seja de
boa couducta : a roa do Qptovello o. 129.
Amn Precisa-se de uma aioa livre oues-
auia crava : a rua do Yigario n. 29, segundo
aodar.
Precisase de uma ama eacrava para com-
prar e cozinhar para uma pequena familia ey-
trangeira : a raa da Cadeia do Recife n. 24, loja.
Precisa se de uma ama pa-
ra cozinhar e comprar : na
roa da Concordia n. 10.
AMA
Antes de fazer patente as sorprendentes es-
peeialidades, conduzidas pelo ultimo vapor.com
destine directo ao muito apreciado e frequentado
Armazem do Campos, a rua do Imperador n.
28, cumpro um dover do gralidio agradecendo de
eoraeao, de;de ja, a complaconcia dos leitores
que Icrem Oslo annuocio de prrncipio a cabo
e utilisaremse de sua indicacao.
Isto posto:
Espero ancioso ver entrar no armazem.
Qaem quizer da I arriga passar bem :
Alimcntacao pura.
Masses finis-imas para sopa, como ainda nao
veio a esta praca, atiento o apurado gosto e supe-
lioridade das sub.-iaacias primas, como se pode
eoaiiar na franca .' espontanea recommendaciio
ios medic mais al a,ados da Franca e Alle
manha. Uma experiencia conveuccra melhor e
tv>r issij nao heeiteis.
Escolha fraiica.
Creme de rir, ereme de tapioca, leak de pom-
me terra, Beer de fortae de mais, semonle de
froment, tapi ., J. Bresil, Bear de rir, semoale
de rir b o&tras utuitas qualiJades francezas, por-
tuguezao e italiaoas. Alem do qm ba muiias ou-
tras oovtdadeb que cam a disiiosieao dos aman-
ies do saboroso : Iragam dinheiro e garantu-lhes
qiie sattsfarei ao mais exquisite paladar. Ver para
crer, eemprar para saber.
Em conclusao:
Direi como diria, quem dira,
Vindo todos um maco comprar:
Sao furadas |
Sim, sao velas slearina
De laz suave c. rani fina :
Cineo boras uma Jura
E sao de bia fcrosstira I
Koie bem:
Reeemmaada-se particabrmeaie aos amanus
j; boa |>inga a tuimo saborosa e h\gieniea canni-
ii expr* ssamenle para regalo doses-
toraagos fiu a o dc k d,is e quo se pode saborear
ao- g esl $3ado em vista deste versinlio, que
e;:j ao r tula cada ganafa hermeUeameate la-
tr:.d., :
Ei aqui a fina canns
Do hiiile gota britbante :
'' pura, acheirosa e boa,
Sabjro a e palpilaate.
Ama ''recisa-se do uma ama para o servico
J interno de uma pequena familia : na rua
Duqne de Caxias n. Si, loja.
Ama
Precisa se de
Ossos n. 44.
uma ama : na ma dos
Precisa-se de nma ama
da meia idade, qua- tenba
boa conuueta para- cozinhar
e comprar para casa de pouca familia : a rua
Duque de Caxias n. 70, prim-lro andar.
AMA
DO #6TffiN'
H. 52
Ab tados os tlnjenhls, as melhorcs que aqui existem.
(Passando o ctafariz)
PEDEM AOS senhores de engenho e ootros agricultores, e compradores de ms-
clunismo o favor de fazer uo:a visita a sou estabeltcimento, para verem o novo sortimen
to comp'.eto que ahi tern ; tendo tudo superior em*|ualidade e fortidio ; o que com a ins-
truofto pessoal pode-se verificar.
ESPECfAL ATTENCAO AD NUMERO E^tUHAR DE SUV FUNDlClO
Vapores e rodas d'agiaa dos mais m*eTnos systeroas e em hmDhi con-
v?0gD^? Para as diverias ctroumstaocias dos seahorts proprietaries e para descaro$ar
Moendas de canna
Rodag dentadas ^
Tkixag de ferro fundido, batidq ide. cobre.
Alambiques e fundos de alambi|ties.
MacniniSmOS paramaodfoCaealgDdao.e^ra^efrSr utadoira.
Bombas de patente, garamidas.. .V^'i v I
Todas asmaebiDa.frpe(lg d(5qdese itetuma
Faz qualquer concerto d^mttimm*
Fonnas de ferro
Encommendas.
B

r.
Podendo todos
ser movldbs a mao
por agna, vapor,
ou animacs.
Palacete
Ainda esta por alugar-ie o palacete da Ilha dos
Ratos, do linado Cuslodio J >s6 Alves GuimarSes,
oudo mrou ultimamente o Sr. Or. Ignacio de Bar-
roa : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Traspassa-se una grands mm com eommodos
para grande familia, e decentemente preparada,
em um dos mais apraziveis arrabaldes, passando
pela porta a linha dos bonds : quera pretender,
dirija e a rua do Vigario n. 8, 1 andar.
Aluga-se
o 3 andar dc sobrado da rua do Vigario n. 5, com
grandes e bons eommodos para familia, e agua
putavel : a tratar no armazem da travessa do Cor-
po Santo n. 25.
preiJiSBT.
a pre$o mui resumido.
tern as mdmores e miis teratas existentes no mercado.
Itocumbe-se de mandar vilqualquer machinismo a vontade dos
clientes, lerobrando-lbes a vantagetn de faaerem ag compras pOr irrtermedio de pessoa
entendida, e que em qoalqaer necessidade pode lbM prffstar auxilio.
Arados americanos e^nnMntw. agrk ias.
RUA DO BRIM N. 52
Premiada nas expo
sicoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DE PRATA.
ARISTIDE SA1SSET E. J. S0UI
Tralamento puramente vegetal verdadeiro puriflcador do aangoe sera merenrio
A Ensenria de Carba 6 um remedio hoje reconheeido como um noderoso donnra
uvo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua orifem na imprei do i luroe
como sejara : as mulestias Sypiiiliticas, BuriATicAS e Escrokulosas, Rheumatismo^EMmcniinti'
TBOS, UICERAS, ErUPCSeS, ETC. ETC.
Os prodigiosos effeitos qne tern prodnzi 'o a Riifnria de Cmro, nor
onde ella tem sido apropriadaajente experimentada,. a tern lotto adoptar como ua'ioi
tos mais seguros e mais en:rgicos para a cura de todas as molestias de
boubatica.
A- cada frasco acompanha nma instruc^ao para a manelra de asar.
nitureza


Massa f'allida
DE
Bastus & Lemos.
No escrptorio de E. A. Burle & C, a" rua
do Bom J?sus n. 48, paga-seo 3." e ultimo
dividend j na rzao de 1,351 /, aos cre-
dores desla massa.
As importinoias que nao forem procura-
das ate o das ao deposito pubiico.
Recife, 4 do setembro de 1874.
CASA DO OURO

ill ... Bifcdico-cirarijico B
DE K
g" A. B. da Silva Maia.
lieo partwiro e otfnrsdor.
i ilii B*nsjel ii. i* s
".Diisulias das 8 a; 10 horas.
Chamados a qoalqaer hora.
Gratis tos p'.Jjro.-.

CIIaIIUTOS
DE
Jbs&Furfcado de Simas.
Uflico dap -it > em Pernambuco, a rua do Mar-
tu\ cie oiiiida n. 13, de Hourgard & C.
do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello 6 uma preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
couservar o cabello. Por meio do seu uso o
eabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor que Ihe 6 natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventudc; o cabello ralo so torna
denso e u oalvicie muitas vezes, p>sto que nao
em todos os casos e neutralizada.
Nao h;i nada que pode reformar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e as
glandes canfeadas e idaa, mais se ainda restarem
algums podftm eer saivadas e utilizadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essas substancias
deleterias que loiuam muitas preparacoes de este
genero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor sdmenfe lhe e beneficial. Em vez do
Bujar o-cabollo e o fazer pegajoso, o conserva
lirapo e forte, embellizando o, impedindo a queda
e o tornar-se rujo, e por consequinte preriae a
calvicie.
Para uso da toilette nao ha nada mais a dese-
jar; nr:o contvndo oleo nein tintura, n3o pode
manebar mesmo o mais alvo lencd de cambraia:
perdura no cabello, lhe da um lustre luxurioso,
e nm perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, 6 noceaeario
mats tempo do que com o cabello, porem se pode
appressar o effeito, er. volvendo a barba de noite
com um len9o molbat.o no Vi"or.
Dr. J. & AYEB CA, towell, Hjisfc,
Estado tTnidos,
CM-Uco.1 traction* e A>uilyti,
vtc-!t.d sb: eoR
\oa 4:0009000
Bilhetes garantidos
Rua do liar&o da Victoria (outr'ora Nova
n. 50, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
nuito felizes bilhetes a sorte de 700* em um
meio bilhete i e n 846, a sorte de 100* em um
meio de n. iOol, e um meio de n. 2531 com
a sorte de IO0& alem deoutras sortes menores de
10*000 e 20*000 da loteria que se acabou de ex-
trahir (115); convida aos possuidores a virem re-
ceber, que promptamente serau pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel pubiico para vir ao sen estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
'.irir qualquer -, remio, como prova pelos mejmcs
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga
antidos da 6' parte da loteria a beneficio da
igreja da Casa Forte, que se extrahira no dia ter-
ja-feira, 13 do corrente mez.
Prefoa
inteiro 4*000
Meio 2*000
Oe 1009000 para eimu.
Inteiro 3*500
Meio 1*730
Recife, 5 de setembro de 1874.
loao Joaounn da Costa Lett*
Signaes do negiO Feliciano
Crioulo, idade 40 aonos, pouco mais oa menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo um dos dedo; grandes
ou ambos bastante tortos. Ach*-se fugido ba 6
metes, desta segunda fugida, e da.primeira esteve
dons annos no engenho Tombador, fregnezia do
Bonito, perltncente a Prancisco de tal, genro do
capitao Christovao Jo*e Machado, senhor do en-
genho S Christovao, da dita fregnexia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem e=tado Veio pela
priineira vez preso pelo capitSo de campo Joao
Ventura, que mora em Agua-Preu : recommen
da^se a sua captura as autoridades noliciaes e ca
pitaes de campo, e Uva-lo ao engenho Minas No
vas, fregnezia de iJamclleira 0 dito negro intitu-
la se forro cm 0 norae de Jos6 Felician".
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passo Castdbano, tres casas
terreas, Com encanamentod'agua e gat, bons eom-
modos e quintaes grandes e murados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a tratar no paieo do
Corpo Santo n. 17, 3andar.
AJaga se uma casa em Apipucos, em optima
I posicao e bons eommodos para f.railia : a tratar
na rua Sete de Setembro n. 15.
4* raa de Barao do Triaapho (rMi do Bram) ns. 100 a ffO-i
CARDOSO A\ISAM aos senbores de engenhos e outros a^icultores e ao pubiico em gersl que
-ontinuam a receber de Inglaterra, Franja e AmerjM, toda* as ferragens e maehin:! s ne-
jessarias aos estabeleciraBntos agricolas, as mais modfernas e melbor obra q^e tem vindo
io mercado.
VapOreS deforc> de 4, 6,8e lOcavallos, o*MEelbores que tem vindo ao m-rado
'jaiaeiraS ^ de sobresalente para vapores.
UOendaS mteiraS e meias moendas, obratjomo nuuca aqoi Tio.
TaiXaS jfundidaS e batidas, dos melbores labricantes.
RodaS d agua com cubajede ferro^ fortes e bm acabadas.
8-OdaS dentadaS de todos os Umanhes e quaUdades.
Selogios e apitos para evaPors.
BombaS de ferro, de repucho.
-iJaaOS de diversas qpalidades.
Formas para assucar,grandespqnen.
farandas de ferro fundido, francezas de dtversos e bonitos gost,s.
FogOeS franCezeS para leoha e carvSo, obM superior.
Ditos ditos para ga2.
Jarros de ferro fundido p
"es de terro para mesa e banco.
Machina para gelar agua.
V alvulaS para bomba e-banboiro.
CJorreias inglezas ^ra machinismo.
oanCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
ConcertOS concertan com promptidao qualquer obra oa machine, para o que teen
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCAOmmendaS man para o qne se correspondem com uma respeitavsl casa de Londres
i com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentai
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
cluadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUKDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
Pomada anli-darlrosa
Contra as affec#es cntaneas1, darthros, comichSes, etc, etc.
fogucmo de Curoba
Para cura das bonbas, ulceras, cbagas antigas, etc. etc
DNICAMENTE PREPARADO Pf)R
ROUQDAYaOL IRMAUS, SDCCESSOBE^
H lira Fraaeezi
22 Rua do Bom Jesus 22
AKTIGA RUA DA CRUZ )
240 RS. 0 0OVAD0
ardim.
ODILON DUARTE & IRMAO
Lindas cassai de cores e brancaf, com Iistras e palmas asset nadas a 2i0
o covad): na- loja de Antonio Correia de Vasconcc-Uo*; rua Primeiro de
Mar^o n. 13.
rs
I
r nil
Conslruelor e aliaador de pianos
55Rua do Imperdor55
Ex-afitiador das antigas e sfamadas ca5s Pleyel d Herz, e antigo direc tordar
offlctna da casa Afphonse BlOndel.
Tertfahonra de declirar ao respeitavel pubiico desla oidalo, que tem aterto
saa casa de concertos e aSnaQSes dj piauos, qualquerqua sejao e Udo do instrument,
A' mesma casa acaba de receber um grande sortieoeato de pianos dos raelhv
re* fabricantes: de Paris, como Erard Ployel, Henri Herz e Alphon* RhnM talus
os pianos s&aidos da casa Dhibau* sio garantidos
Compra se e rcccbe-se era troca os pianos usadoa<
HOTEL
c
Premiados na
linos
exposicao de 1872
RLA
DA
fjfPERATRlZ
N. 82
'! ANDAR.'
X
ocr
eji-

RLA
DA
V
IMPERATRIZ
N. 8i
! ANDAR.
Rua l.de Marco n, 7 A, primeiro andar
KM ABE IfiTCRA
Hoje, 10 de setembro de 1874
DAHT08 MOBILMDi M fiOSTO
Toma-se assignaturas mensaes
Perito cozinheiro .francez, chegado ultimamente da Eu-
ropa. P. Sauvignae
TOS PARTICDLARES
Salao verde
Salao enearnado
Administrador J. Delsuc.
BOl &^i
AD10GAD0
BiCHABELJiiAOLIMtiLEMESDl
SILVA HELLO.
S3 Elun OKhcila do Rnsario S3
I>i-ia><'iio andar.
Acabam de reformar o sea estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
.iicgSes possiveis de bem serrir ao pubiico desta illustre capital, e &s Exmas. Sras. n'a-
qaillD qae fdr tendinte a* arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabeUeiras tanto para homens como para senhoras, tapete, chignon,
coques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
malares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rmos de modas, e por isso.pode vender 20 / menos que outro qaalquer, garantindo
oerfeicio no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras> tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
por$So e a retalho e todos os utenSilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
MODAS DE PARIS
48RUA DO BARAO DA VICTORIA48
Primeiro andar, enfrada pela rua de Sanlo \mm.
Madame Potelleret^ modista franceza
tem a satisfagao de avisar a suas amaveis fregueias, e em gerala tola* as seahoras qae se rtf t
se tocam a parisiense, quo acab de receber pelo vapor Vim de Santos, nma magniaca esco.'hi dos se
guiutes arljgos do mais apnrado gosto :
CH \PK03 de palhi de Italia, ditos a ingleza e de arroz, em tolas as cores, 016 preto para lolo etc
DITOs de pallia da Italia magniQcamente enfeitados para raenino- e criancai de mais pequena
idade. Uma grande parte destes ehapeos furam enfeitados por uma das mais afamadai raodisus d
Boulevard dos Italianos, alii o centro da mais apurad i moda.
GRANDE variedade de fljrea epluraas, tudo o que se pode ver de mais Undo e mai* modern
para um toucado de baile e para guarnicoes de chapew e vestidos. Aderecos eompletos de flor de la
raDja odorifera, paracasainento, aasim como flores e botSes para guarnicl3 e enfeitc de venido.
F1TA de gorgorao de cor e preta, ditas de chamalote para cintos com diversos matizei, fllo pr*-i
e branco, renia de seda preta e branca, diu de Ii, velludo preto e de cdres, ga!3 de seda eie etc
GORGORAO e panno de linbo para vestido dd senbora.
Uma escolha de.(rbea oe chambre) ropoes guarnccidos de rendas c bordados. Camtus e reafa
mentas demi ajuste", collarinhos para senhoras e tnocai.
Temos alem do qua acabanus de menciomr uma grande variedade de p;qneno3 artigos one lor-
nar-se-hia massante a leitura delles, o que basta dizer que e" tndj quanto se fax miMer para o ctaqu-
de uma toillete comm'il faut.
Alugam-se contantemente amas leccas e de
.eite : na travessa da realm de Sana Antonio
MMii-s
no eabbado a noita um par de ocnlos de aro de
ouro com vidros aaues,. em uma caisa de ma-
deira : quem o aehon e quirer restrrnir, muito se
sgradecera, e mesmo recompensara, tu Becretaria
da Sauta Casa
uma casa reedilicada, com comraodos oara gran-
de familia e o ajtio com bastantes,. fructeiras, na
Capuuga.riia da Ventura a. 9 ; a. tratar na roa
Baaaa-de Caiias n. ill.
Pergunta-se ao senho- en os pregos cor'entes semanarmealfi, enT aaat H4io
tafii carne secca do Rio Grande a 4*500 por IS
kilos.Algucs commerciantes.
PREPARADO POR
l BAKTBOLQMEO & G.
FiarjaaceuliOs.(Ia casa real de S. )l F. el-rei de Portugal
Premiados em diversas exposi^oes com o primeiro pre-
mio de sua ctasse:*
Oxarope veaetal amtricdw, garaptido PueAKgfrfB.vBCKTAi., nao content em sua composjfao
um sd atomo de (mo, e sira .-6menle soccos de plaala* mdigenas, cujas propriedades beneacas na
cura das molestias due- pextencem aos orglos da respiracao, tern side observadas por longo tempo pe-
los,medicos mais distinctQ3,que o ra-^mmandam e prwerevo-a todos os dias no tratamento das brou-
chiles, tanto agudas como chronicas, asthma, tossis rebeldes, asoarros do saaga,e, t&isica no primeiro
grip e coatca as irritates, nervotas.
ItEPOSITO GERAL
34: *~ Mttalarg^ cfoi Rosario =
PIMMBUlO.
34
DUBARRY
Antiga.loja de ferragens finas dofallecido Dubarry.
0 proprietario desta loja,teado chegado receotemente de Paris, e send) obrifado
voltar muito. breve, esta inteiraraente resolvido a liquidar, e assim tende de hoie en
diante com grande abatimento : a gen--s fioas, iuglezas e francezas, das cjue o aotecessor Dubarry semp-e recebia, secdo
para carapina, tnarcineiro, pedreiro, tanoeico, torneiro, etc.,etc. : comotambem coatpaelo
sortimepto de bombas para puxar agua, uteusi'ios de cozinha, de ferro batido, estatihad.
e forradode porcelana ; como sejam butes; cassarolas, frig deiras, etc., etc. : sortiment.
de espelhos para adorno de salas, varas dburadas para fo^mar ^uadr *, finas eslampas
Tiaoso para qljadros como para cosmoramas, ricas estampas, gravuras'feitas em Londrea,
em forraato muito grande representaa4o o principio e flm do mundo : sortlmento de
vi4|06 fines grande e pequenos para cosmoremes: apparelboa de porcelao* Soa loda
branca, dourado e colorido, e ditos para jatr, e grande sortim<>nto de vasos foiaa
para ciiha de toilette, etc., etc.; grande sartimeut-)' do brinquodos para triancas, a *i-
tftf outros artigos, e todo e qualquer artigo se vende dVhoje em diante cam grande abati-
mento, afim de liquidar inteiraraente, vjsto o popjietario ter de partr muito breta fan
a Europa: na Boa-Yista, rua da Imperatriz p. tf,


I

DS&ti Ofe **raarmou* Siftbttl& 12 ^S^dcWtiftf^ & 1'artieipa-se ao rosaeittVil pilffiico, ua aririo-
*eo 'M*l'emi* dea U. &V naqiud e naootrari vertHlelros
peUio apotmgueza e a hesp*nho|a. Ignalaiante
r tinao-se asseio e promptida:>. A rapa$ada que
veatfa, pVnf qne Bio se a'rWpcndera/ r
Coipra se urn eseravo de 33 a 3> aonoj de
idade, que nao itnha views e que seja sadio, pro-
prio para trabalho da padaria, e melnor sera se
entender do trabalho : a tratar na raa'do Caraa-
rao n. 17.

mm.


Lojade fazeuOgs
DE
E' com as scijlioras.
O antigo baratciro conljnua a vandar.por manos D
do qua outro qualquer, com a franqUeza e kin- en.faaonn ">iiuikio, por, aer bastAma conhe-,
ceridade Ja ermhecida i *' e cap^char sempre em ter hons correspbo- >
A Magnolia, a toa Duque dejEaxiasn. 45, ar-
.lcipa a., bello sexo que acaba de receber da Eu-
ropa, dm complelo 9ortneno "de artigos de ulii-
moda, e ct>mo acha desneeesiario fazer torn
ma
to das t^mitik duretra $*
pela facfl applicar;5o das
SONDAS OUVAES
0 CO
400 e
LMS PRQVINCIAES.
Veade-se no 1. andar desta typographia,
era map do adoaioistrado, CcllcecgGes de
Lets Provinciaes a 5QO rs. 0 exemplar de
cada anno.
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas one vem a este meroadc
Pa re* do Mamuez riflimnda".81
Vende-se um terreno com 200 palmos de
frente e 250 de fond), tendo edifieada uma casa
de madeira no fundo do mesmo, confronte ao ce
m:t9riQ publico, era Santi Amaro: a tratar no
mesmo a qualquer bora do dia.
VENDE-SE
Na ma do Vigario n. 19, vende-se 0 seguiate :
Umento de Portland, em primeira raao.
Vinho do Porto, engarrarado, Gnissimo, era oal-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez era eaixas de dniia.
\ inho Collares em ancoraus.
Cera em velas, do Lisboa.
Cera em grume, idem.
CALCADOS
Cbegou para 0 n.. ill, ma do Duqne de Caxias,
am complelo snnimenlo de botmas e sapaios de
entrada baixa, de duraque e chagrin, para *se-
nhoras e meninas; borzeguins da pellica e de
bezerro, para menino;; chiqnitos de lu-tre e de
chagrin para erianpas ; e mis outras qnalidades
de cilcados, ludo mais barato do que em t-utra
parte.
LSs de- cores 860 e 240 rs. 0 covado.
Las pretas *upsrwr, a 400 rs. 0 covado.
La e sed.a, fazenda de 1*400 por 700 rs.
vado.
Chitas de cfires a 340 e 280 rs. o covado.
Metins de cdres a 280 rs. 0 covado,
Cretone3 de padrSes hndos e mbdernos a
440 rs. t> covado.
Baptistas de lindos padrdes a 400 rs 0 covado.
Cambraias de core- miudas e graudas a 280 rs. 0
covado.
Ditas pretas com Bores a 200 rs. 0 covado.
Cambraias braocas, tordadas abertas, fazenda
mate flna qae lem vinde ao mereado, e fazenda
de!2,s000o metro, por 1*000 a vara ; epe-
chincba.
Cambraia transparente, flna, a 3* a peca.
Dita Victoria, fina, a 3*500 a peca.
.\lgodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco delinbo a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linbo fino a 500 rg. 0 covado.
Madapolao francej verdadtiro, 24 iardas, a 6* e
7* a peca.
Algodae f, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorto preto de seda para vestido e para collete
a 3* 0 cevado
Toalhas grandes a 4*500 a dazia.
Colchas grandes a 3* uma.
Lencoes de bramante a 2* am.
Cobertas de ganga, forradas, a 2* e 3*.
Lenc^s de iinho, ?banhados e em caixinbas a
3*500 a duzia.
Ditos de cOres a 3*500 a dutla.
E ouiros muito.i artigospor pregos baratissimos.
So narna do Crespo n. 20, loja das 3 portas. D$o-
se amostras.
EXPOSICAO
DE
denies, ?endo a pr mrfra quo apresenia 0 que'ha
I de mais raoderno e por prejus; qiui raigaveis, uof
iso limitase a descrever somente 0 seguiute :
Settaa douradas.
Blcos de c*rs, lanto de eeda onmo de guipure.
, i.<- I taruga, os?o, etc.
Knbidns de bai'e.
\ Presentee, diversos artigos proprios para prc-
sentes.
Cioilniias c punhos.
Manual para' misss, com capa de madreperola,
tartaruga, marlim, velludo, etc.
Sapaiinliog de setim para baptisado.
Camlsawbordadas para senhoras.
. i.iua* de seda.
I it Jin.} un raosakaa.
'A jvoltas'de madreparola.
i'ulH(M"ruj de madreperola.
; Lindaa flores para Cabe^a.
HoNan de veiludo. _
IVifiimariaj dos mtlhores emais afamados
fabricantes.
(iiR|ieoM de sol para senhpras.
Fitaa de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.
Qaereis livrar vos-destcs malditos insectos? com-
prai uma m*china de raatar moscas pur 3*000
na Magnolia, a rua Duqae de Caxias a. 45.
Gal vice.
A Magnolia, a ma Duqoe de Caxias n. 45, ven-
de 0 verdadeiro yigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabelies.
Sardas epanos.
So tern sardas e panos quern qoer; porqae a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, Urn para
vender a verdadeir* Cuticuleria, qua faa desappa-
recer estas mancbas em poucos diac.
As
* BOM SAREB-SE;
I Qua a QK4TA ESPKRAxNC.A, a toa Duque de
, LaxJas n. 63, tiem conhcciJa pela superioridade de -. _
seus artigos de mods e phantasia, acaba de reco- Q 43
ber ditersaa encommendas de mer adorias de sua 1
Mpartivao, que pela eleganci 1 bem mostra aptidao I
m,,- borago to de sens antigos cerrespondenles daj a
mats moderqas e aperteKjoa/.as de todas foropa, e per etla razao a NOVA ESPERANg.A, I
as conhecidas
TEM
DE
GOMA ELAST1CA
- Queimado 043
Laainkaa crl 200 rs. o wivado
Veodein-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & 0,
ji- Run larga do Rosario 34
Salsa parrilha
MuifeQ nova/O grossa.
Vende-se por fcarato prego, em porcSo ou a re-
tamojnajrua larga do Rosario n. 34.
Cortes decasiraira a 4$,
e 6*000.
Na; loja <\o Pavjo, vende-se cortes de ca-
(semira para calga a 45), 55 e 65000, ditos
j mutto finosde uma s6 c6r com listras ao la-
^o, fazenda qpe sempre se veudcu a 9$ e
103*000, liquidVfie a 6j0fJo para acabar :
& rua, da Imperalriz n, GO, de Felix Pereira
da Sijva.
Grande descoberta
Curativo das molestias de
Vende-se
^a Torre, I sitlft com boa ca-a, com 3 sa{as, 4
quartos, despen?a, cozinha, bom poco d'agua de
beber, muitos arvoredos, e fora da casa, 1 ?aleta
e 1 quarto; quarto para feiwr, dito para criado e
ga liuheiro, tudo de pedra e cal, em terreno pro-
prio. r
Uma casa, com 2 salas, 3 quartos, cojinba e
trrco atraz. quintal murado e 1 quarto para
criado. en terreno proprio.
Tras casas pequena*, com 3 salas e 1 quarto,
cozidoa (por junto ou separadas) em terreao pro-
prio. r
Cm terreno com 30 paluos de frenle e
unJo, tudo no mellior local e por pouco
Fazendasetigw deaitaAsseniblea do Comiiierdo
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa ,. TnAmn e admirum tt
e constarrte freguezla e com especialidade ao exo! La>mhas verdadeira- com litui -*,;
amarel, a vWMMna, allm de apreciarem ate '^ C0T* '< e 'at"'J W n, : tu^.
onde toea o primor d'arte. veitem que e perliioch>. 0 43 -. uvula as Exom.
A NOVA ESPERANQA nao qnerevtrar no na- amllias Par> mandarcm buscar ag mmtm.
mero dos massantes (vwdadeiro* azucrin?) com CL%
extensos annnncios e ncm pretende de.-crever a lEim iln
immensidade de onjeetos que tern expostos a ven- ________
(\(* vi a mencionar algatwdaqutlles de mais alta novidade XjUi3Ue!3t/ dranueiab aeviflro
e torn* a Mber.ade de aconselbar ao bello sexo.
Quciinad*
qae a visltem constantemente, para depois qne
comprarem em onlra qualquer parte tiio se arre-
P'Odarem, a vista do bom e e.-celhido sortimeBto
qae ha em dito estabelecimento, e-ta razao tam-
tem demonstr-a qae qualquer senhora do bora torn,
nao podera completar a elegancia de sea toilet
sees qaedflam passeioa NOVA ESPERAXCA, a
para gaz
Na grande expusicao da rna do Irrperador l
3o, junto ao esenpti'io da DMBpaaWa docaz, \ca-
dem seos mais bocitos e mod.ro- l.i.fres t araa-
Jclas de vidro para gat, a shn coma tud.ro Bat*
que se torna necessario para ewe fim, dos nulbores fabricantes qo* ha na rrplaunsa. 0
roa Duque de Caxias n. 63, a qua! acaba de race- P" cos ?j0 mais l.aratos do que -n, < atra qaalqoer
ber os seguint s artigos de
de :
Mqdernas settas para prender os cabellos
Primorosos leqnes (*e phantasia.
Bonilas sahidas da bailes para senhoras e meni-
L Of-
Interessantes gravatas para senhoras.
Rlpgantes fachas de touquim.
Bons adere?os de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novoj.
uxo e inteita novida- parte, e com a vantagm qne e d co d.. t>tabe-
ecimeulo mar.dar aev (s lucres
la- no lugar que ocorriir.df.rqoir^r, rem qmpara
is-o pague alguma criU-a. Tambem se eaaoara ui
Iroca sc lustres e aranJelas ja u?adas.
esttjam em cstado de b-kIt >crvir.
mat nw.
NA
loja do nm
Una Priaiciro k Marco n. 7
A.!
Rua do Commercio n. 22
lleira I liiaa
seus freguezes que
Esta se acabando
Egarante se a boa qualidade do vinho puro das
qulntas do Lima, dts eampos da Beira, superior
ao da Figaeira, e to se encontra no armazem de
Jose Fernanie8 Lima k C, a rna Co Barao da
Victoria n. 3, s*us successores.
Penleados
peito pelo
Xarope le sttlplaito de soda
DE
\. iu;s\i;t
Eite imporlaute raedicamento que acaba de ser
roeffnhecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
chevas como nm verdadeiro espe<6co contra a
phlyjica, segundo provaram nos grandes nnme- .
ros de cases por tiles experimentados, como se ve, samento, e para ser noiva tambem :'verioesepe-
na sessao da academia de Paris de 2i de marco ,0 barattoimo preco de 25? cada um, e so na ca-
de nova
Pentes girafe.
Pente-; girafe, pmp-ios para senhora. ( ultima
moda): a Magnolia a ma Djne de Cx a a .5
e to quem lem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as honecas la a ra qu*> rh.
mam papai, mamai, ch; ram, a', am, etc S
Magnolia a rna Doqae de Caxi*- 45.
Ga,iolas, gaid. u>.
A Magn'lia, A rna Duque de C>ia a. 45, re-
cebeu gaiolas de aiaam de liii(!j..ini-? mvi-\ <,
proprias para pa?!-arjs ; a ell. art- one se ac*.-
b

em.
invencao.
Comum pecteadodestes pentea se uma senho-
ra era donj minutes, e aeha e decentemente
lnteada para um soiree, um baile, asjystir ca
pr-
o
Os proprietaries avisam a
teem para vender o segnfnte .
I Cinco minutos da altencao
gcCordefra Klm na roa estreita
vende.
400 de
preco :
do Rosario n. 43, se dira quem
IM
Vende-se uma colleccao
deste periodico critico, joco-
so e moral, escripto pelo fal
leeido padre Miguel do Sa-
cramento Lopes Gama, por
12j?000: no 1. andar desta
typographia, em mao do ad-
ministrador.
Barris vasios
Vendem-se na rua larga do Rosario n. 34v
bolca,
para senhora, de cores e
cam lindos bor-
enftites da mesma fazenda,
meninas e senhoras, goarne-
Vende-se um sitio na Capunga, rua da Bai
xa Verde n. 14, com 81 palmos do frente e 300 de
fundo, c:m uma casa, e bastantes arvoredos : a
tratar na mesma.
ittAUAPOLOEN
Ma loja do Pavao vende-se madapolSes france-
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 rei*
dito muit. fino com 12 jardas'a 3,000 e 3,500 ; as-
sim como nm grande sortiraento de madapoloes
inglezcs de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rna da Im-
peralriz n. 60, de Kelix Pereira da Silva.
Casemiras
Mi loja do Pavao vende-se um grande sortimen-
to de casemiras de cores e mescladas, tanto claras
como escuras, propriasjpara cal?a ; paletots e co-
letes por pre?os muit? baratos, assim como no
mesino estabelecimenlos se manda fazer qaalqner
obra tendente a alfaiate, com a maior prestcza e
por precos muito razoaveis : a rua da Impera-
triz n. 60, de Felix Pereira da Sllva.
PARA LUTO
Vende-se chita3 inglezas pretas com piotas a
^UO rs. o.covado, dita franceza muito fina, tanto lisas
como com pintas de 320 rs. para cirna ; cantao
preto a 800 rs. e muKo fino a 1,000 rs ; bomba-
zraas priucezas e alpacas de todos 09 precos :
lazinhas pretas lisas de 100 ate 500 rs. ; assim
como uma grande porcao de retalhos tanto de
LPh COm0 de ll8' 1Qe seveodarapor
precos baratissimos ; tambem uma grande porcao
Je chales preto, de las a 1,000 rs. porestarem um
pouco russos : a rua da Imperalriz n. 60, de Fe-
lix Pereira di Silva. '
Cortes de cambraia
Na loja do Pavaogvende-se cortes de cambraia
transparente com babades largos, tanto braocos
como de cures, por baratos pre;os, por terem ai-
5jun2,pequeno defeilo : a rua da Imperalriz n. 60,
de Felix Pereira da Sllva.
Bramante p ra lenc6es
a 1#800 2#000 e 2*500
Na loja do Paao vende-se superior bramante
para leacoes, com 10 palmos de lurgora, que aoe-
nas precisa de 1 vara 1/4 para am lenpol, sendo
de algodao a 1,800 rs. a vara, dito mais eu-
corpado a 2,000 rs., dito de linho paro a 2,500 e
2,800 rg.; assim como aloalrrados snperiores, tan
to de Iinho eomo de algodao, porprecoe muito em
coota, e pecas dealgodaozinho para leacoes e toa-
has. tendo de 4,000 rs. para cima : a rua da Im-
de>te importante eatabelecimento, no louv'avel.pro
prosito de nao desmentirem o conceito que os
seus nuinerosos freguezes Ihes tem dispengado,
acaham de receber de sua conta o mais nco sor-
timento de sedas, popeliiias, fas e artigos de ul-
tima moda em Paris, e continuarao a receber
por todos os paquetes daquella procedencia ; por
isso chamam a atteacio de seus freguezes e os
convidam a darem nm passeio ao sen estabeleci-
mento, garantindo Ihes que encontrarao a reali-
dade do que fiea dito, e para preva dao um pe
queno resumo, enjo infallivelmente despertara a
altengao dos prclendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes. e dao
amostras mediante penhor.
Vniuos iiliima ino.iii
Cortes de vestido de linho guarnecidos de bico
da mesma fazenda e cor, trazendo fivella,
einto, etc etc.
Riqaissimos cbapdos
pretos.
Cortes de cambraia braacos
dados.
brtos de cort3 ccm
Bgurino, etc. etc.
Capas de la para
cidas de arminho.
Vcstuarios para baj.lhado.
Riquissimas camisas b'rdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casamento.
Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinhas de delicadas padrdes.
Setim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Velludo preto o damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco.e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, 15, etc.
Mail! is brasileiras.
Capllas e mantas para noiva. '
Cambraia de cores, aitas maripoeas brancas, de
cores, lisas e borladas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de qnadros, listras, etc.
Brins de linho para vestidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas para senhori.
Grande sorlimento de camisas de linho lisas e
bordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
e meninas.
Sortimento de chapeos de sol para homens e
senhora.
Merinas de
Empadas de camarao
Fiambres preparado
Salame de Lyon
Tudo bom.
Bolos inglezes
Fructas preparadas
Viahos saperlore*
Ceryeja gelada
Tudo bem.
0 bom cate deM6ka
Petiscos e bons bocados
Na assemblea
Se serve com agrado,
Tudo bem.
Bolinhos para cha
Pud.ns, paes-de lo
Charutos da Bahia
E joeo de dumino.
Os donos deste estabelecimento avi?am a.setts
freguezes que nio sao egoiatas e pnimettem ven-
der barato, para vender muito.
N. 22 Rua do Comtrcio N. 22
Armazem rfa Asemblea.
do corrente a^ino, eneontra-se unicamente no
Deposito da tbarmacia e irogaria
de
iCnrilioloraeu A C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 34
rna da Imperatriz'
B6a acquisi^ao
Vende-se am sobrado sito no p-teo da
Severn
sa de Odilon Duarte & Irrnao,
n. 83, priroeiro andar.
E' hi.iijti)
As aimifadas- bordadas de la malisadas qae re-
| cebeu a Nova Esperanca, a rua Daque de
Caxias r '"
Vende-se
Uma propriedade d margem da Catnbda

Para o fabrico de 'haneo3
A NOVA ESI-ERANCA rccrl- a o mm
para armacJoaV chapen*.
I
53 Rua Duque de Cuxias 53
AugU5to Po to receten novo sort rento de iia-
dos coc.ues de trance, rirtos de c ruo com fiveflas -
de metal, e!egact- |fi co> e dj
gMgi.rtu preto cm ph.-thoj.raj.hia-. e snpericres
P"P- linas quo es'a vcudfndo a Ii > ->.rx4n.
Liivas kmn
de louvin : a M gnulia, a rna Duque de QaaiM
n. ib, 6 s6qu^m a^ tem twiaa.
Olinda, ediflcado em chao proprio, com grandes ^os Remedios, contendo barro para toda e
aceommodaeSes para nnmerosa familia, reedifi-' qualquer obra, com uma eran ie olaria
Soefre^ade &?!&*??a'Slart J V?J!T ?JT *S Tl ^
de Pedro II n. 6, I. andar. i Promette-se fazer todo e qualquer negocio :
a tratar com Delfim Lins Cav.lcanto Pes- *J;ImTn,vLlr 'mUl? '' fnn,a r' '-
m n. 9.
E' economico.
Graaa glycerlna prrpria para a conservacao do
cordovao; v nde a NOVA^ ESPEflANgA, a rua Da-
soa.
::i I'-' <.
peratriz d. 60, de Felix Pereira da Silva
Liquidacao deroupa feifca
-Na. ioia d0 PavaeJ liqaiaa-ie oma grande por-
ca?ca%Tr.PBPara h0mens e raeninosXmo sej^m:
calca, de casemiras pretas e de cores, nara t ,rio.
!iad0 Pav9' tiaaida-se t i grande por-
como sejam:
nrpr, ^ Brelas J de ^rei. pan tudos
eoia^aV, diil^***" : *** *'* do An-
gola para differeates areeoe : dlUs d hrim de
,2 a paQJno PreU) e "e casemiras do cn**
coletes ide todas as qual.das, p precos Sa-'
tissfmpa, ass.m como grande po&o &, S!pK e
ceronlas por menes 1 % do sen valor
acabar : a rua da Imperalriz a 60, de
reira da Silva.
cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verao, bombazina, can-
So, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodSo para toalhas, e dito
pardo.
Damasco de U.
Brim de linho branco e de cores.
Setins de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de tonqnim e ditos de casemira.
Can isas de chita para homem e ditas de fla-
nella.
Ceroulas de linho o ditas de algodao.
Pannos do crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de labyrintho.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
para bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de la", e ditas de crochet.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Popellnas.
Neste artigo tcmo; um varialissimo sortimento,
nao so em gosto como em qaalidade.
Las
com listras de seda, ditas com palnas bordadas,
ditas tran?parentes e de oatras mnftas qnalidads.
Lavas
do pellica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
bricanle Jouvin.
Flnalmente :
tapetes para sola, cadeiras, cama, entrada, etc.,
cambraias brancas, chitas de todas as qaalfdades,
madapoloes, esguiao, Iretaahas, bramantes, a!go-
d5es, collarinhos, punhos, meias para homem e
senhora, punhos e collarinhos braocos e de co-
res para senhoras, gravatas para homem e senho-
ra, peitos bordados, lencos de linho brancos e de
cores, ditos de cambraia de linho, toalhas, gaar-
danapos, panno lino, etc., ete.
Loja do Passo
Rua Priroeiro de Margo n. 7 A
arrtiga do Crespo.
}ue de Caxias o. 63.
V
*6 para
FeaxT>e-
Cortinados para camas
Na Ioia ao Pavao vearJe-Sfriim graade sorthneo-
io de cortuiados bordados proprias para camae e
janellis, pelo barato prego de 8,9 e 10,000 rs. o
par, assim como coleh* de damasco para camas
de nmva ;a 10 e 18,000 reis-e pecrdncha: a
rua oa Imperatriz n. 60, de Felij Pereira da
ailva.
Cokhm para camae
Naloja do Pavae wtde se colchas de fustao
.'.'nm'T1 / -5WW, ditas de dito de cor
madannTA ^ 'l9 aufim escarlale hmAu com
SiTLIX it.da Impera,riz n-60-
Chapeos para senhora.
A loja da Pa3so, a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebea am rico sortimento de chapeos
para senhoras, pretos e de coves.
Cura daa hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoie co-
nnecidas.
Vondc-se
am
Ptaaranaeta e Drmgtkttm
de
nartolomco A C-
mm A'
*. Rua larga do Rosarfo 3-i
Vaccina. Vaccina.
m montjdo na c6rte am completo servigo deste ar-
tigo, tern aqui aberto nm deposito da tnelhor e
maw recente, ajcs tubos se enoontram na
Pharmacia e drogaria
3i-rna larga do Rosario 34.
A' rua do Cabufra n. I A.
Os proprietaries da Prediiecta, no intnito d
conservar o bom conceito que teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o sea estabeteci-
mento dos mais que negociam no mesmo generc
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
veciram aos seas correspondentes nas divemspar.
cas d'Europa para Ihes enviarem por todes os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que-se-
jam mais bem aceitee pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproximar se o tempo de
'esta, em qae o bello sexo desta linda Venaza
mais ostenta a riqneza de suas toillettes ; e co
mo ja recebessem pele paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patenlear alguns
d'entre elles qae se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d
Velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os.
Aderecos completos de borracha proprios para
Into, tambem se vendem meios aderegos muito bo- aro sobrado e
Botoes de setim preto e de cores para ornato da
estidos de senhora ; tambem tem para collete
nalitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de cbagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto 'de loac*
como de ceYa, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criangas um pouco im-
pertinentes por falta de am ob|ecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceronlas de linho e de algodae, de diversos pre-
os.
Caixinhas com musica, o que ha de mais Undo,
com dtsticos nas tampas e proprios para presen
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tes.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calgas bordadas para meninas.
Enlremeios estampadoe e bordados, de linaoi
desennos.
Escovas elect ricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe am
grande sortimento de divercas larguras e barato
prego.
Fitas de saria. de g^rgurao, de setim e de cba-
#lo'.e, de drversas largnras e bonilas cores.
Fachas de gorgorao muito lindas.
FL rw artificiaes. A Prediiecta prima em con-
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-1
as flores, nao so para enfeite dos cabellos, como j
tambem para ornato de vesildo de noivas.
Gal6es de algodao, de li e de seda, brancos, pra,l
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lagos de cambraia e de seda de dvwjsas cores
para sennora.
I..gas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas fle madra- -.
perola, marflm, 6so e vellndo, tado/ njae ha da |
bom- Ua casamento
Ceronlas e camisas.
Na loja cezas de lodos os tamanhos para homem a
15G0O, e ditas de linha a 2$00, 2^00; e
3C00.
Ca misss brancas com peitos de algodao,
fazenda fina e por estarem trn pouco ea-
xovalbadas a 20,;"0'.)0 a duzia, ou a l$800i
cada uma, ditas com- petto de esguiao ie
linho a 35JOOO e 39500 cada uma, dills
com peitos e panhos de cor a 2#000 e
255CO: 4 rua da Imptratriz n.
lixTereira da Silva.
Laszinhas baratas. im mumm p
Na loja do Pavao, para liqcidar, vende-se Jj* sua d'*P*n-a.
no pateo d< t^armo, vtnlese
fjor a U e a IJJOO a .i 760 rs. a libra ; bem como <- >nti>iua a t-r i:ra
quaViuer elirfe de faaiiia
paat Mja da paafi oa &>
uma poigao de laazinbas de cOres para
vestidos, tendo de 320 rs. para cima ; as-
sim como ditas com listras de seda muito
bonitas a 640 rs. o covado ; alpacas de cd-
res com listras de seda do 040 rs. para
p^'ica darsuvaaI,nperatfiz a' ^'^ FeIix. Sedinhas "a 1^500 o cov do.
Venham antes que v arabem : na V ja do Pi'-
a rua 1.* de Marco n. A.
L'ara senhoras
Cf-mo tie lindas e moderaas a gravatinhas i\3t
a Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 13, naaa
de receber I
Aproveitem
Na rna Direita n. Ii, vende-se novissima cal de
Lisboa da ultima cregada.
Aos
iiilHMOS
A NOVA ESPERANCA, a rua Doqae de Caxias
n. 63, acaba de receber um bom sorlimente de fi-
nas bonecas que fallam, que riemse e cborara ;
tambem astern mndas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao 5 verdade.
0 PARIS N'AMEWCA, a rua Duque de Caxias
I da Fh D- ^' Prmew0 ndar, esta vendendo Cdlcado pelos
' segoint' s precos;
. ttotinas de duraque para senhora a 3.500 reis.
Ditas de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botoes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, cano alto, para senhora, a
3,000 res.
Ditas de pellica, ingleza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
5,000 rtis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3/.
Em qnanto e tempo
FnsiaH.
Fasiao branco para roupa de iiuainot a SOO rs.
o covado; e pechin :ha : na rua do Crnaa n
20, loja do Guilheenn i C.
aproveitem.
E' com as noivas
A NOVA ESPERA>;..r, rna Baaaa at Cxias a.
36, acaba de receber bba* meias d? > di pr pera noiva*, e os apreciaveis rainot d> laran?-ira
Vende-se on troca-se pr vaaraa (and*s.
grande e elegante jamento, pr>prio para lirar ra-
ca, chegado agora da Earopa : a tr?ir ra rua
imperial n. 166, Je raauha as 7 boras, a de ur
de das 4 em diante.
r
mQ
E
m caixao e uma casa terrea, sito a
raa da Sole^ade ns. 2 e 4 : a tratar na mesma
rua n. 54, das 3 as 0 da tarde.
Apparelhos para ba-
nhos,
Os immensos beneficios obtidos na
cura de variadissimas molostias com o
emprego raci nal da agua fria, tem fei-
to in ven tar apparelhos, qae toraem facil
e ao mesmo tempo util a applioacio des-
te meio as pessoas, qne por qualquer
circumstancia n5o podem frequentar os
estaberjeimentos apropriados psra tal
6m.
A pharmacia central tem exposto a
venda os apparelhos que sao hoje repa-
tados na Europa como snperiores, e que
ser vindo para os usos medi os, podem /
igualmenle servfr para banhos de lim- {
peza e de piazer, porqae funoeionam
com pouca agua e em pequsno espago.
Com taes apparelhos pode-se tomar
banhos em duches de chuviscos, em co-
lumna asceodente ou descendente, ge-
raea, ou pareiaes.
0 mesmo estabelecimento tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, on com substancias
medicinaes, e peqoenos apparelhos de
immensa pressdo para os choques locaes
par meio da agua fria.
I
Potassa da Russia
Domingos Alves Matheus, a rua do Vigario n.,
5, tem para vender superior potassa da Rrnsia
em barris de 25 kilos, por preco modico.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANgA acaba de receber aquel-
les milagrosos anneis electricos, cura infallivel dos
nervosos. _________________________
Vejain e admlrtm.
A 500 rs. o covado.
0 barateiro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo prer;o de 500 rs. o
covado. para acabar.
' aide Lisboa
Vende se cal de Lisbia ; na praca do Cjcbo
Santo n. 17,1' anaar. e- ri'lori .' Jo.-qoiii Ro-
drig-es Tavares de Mel'o.
Wilson Howe 4 L. aaraerr. no xa ..<
a rna de Commercio n. 14 :
verdadeiro panao de aigodio aznl americai
Excellente flo de vela.
Cognac de 1' qaalidade
i Vinho de Bordeaux.
Carvio de Pedra de todai as 'luaiidadcs
POHAK
Vende-se pes de sapotas
na rna do H spicio n. 75.
de optima qualidade
Allend( i!
Lustres, candieirose
araodelias.
A empreza do gaz, tendo recebido nltimamente
Uma qnantidade de lostres, candieiros, arandellas,
globos elc. etc., tudo obra de gosto e de primeira
?[tialidade ; acha se em posicao de supprir a seus
reguezes, por pregos men.res do que antigamen-
! te. Para verem as amostras, dirijam-'se a rna do
Imperador n. 31.
i
A con foil ;ria do Campos, slta a rna do Impera-
dor n. 24, uoieo estaberecimento deste genero nes-
la provincia, proporciona aos hubilantes della as
maiores vantagens
Se
uma
B senao vejam
pessoa quize'r tudo quanto 6 ne-
cossario para
Salsa-parrilha do Pard
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ao seu escriptorio, a rna do Bom Jesus nu-
mero 57.
Vende-se
asa casa na villa de Barreiroe, na raa do Com-
mercio, or preco modico : a tratar com Tasso
Irmaos A C.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os segnintes:
Barra,
Progalca,
e Patricia.
A traUr com seas proprietaries aeta cida;;
e para informacdes c relies Filho na mesma idade de Mamamgiui
___________Tasso Irmans A C
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de I Ian-:
proprio para cigarros, de diversas largnras.
Coques modernos
Cintos decouro
Recebea a Magnolia, a rua Dajue d Caxias a
45, e esta vendendo mais barato qae cm quslqaer
oatra parte.
E baratissimo.
Attencao.
Aproveitem tales qae se acabem, p -,j elinas de li-
nho, padrdes modernos, peo baratisaiiuo preca
de 400 rs. o covado : qaem daviiar, venha va* a
comprar : na rna Duqae de Caxias ii.8X.Waoe
Demetrio BaMot.
rinTVeaid''?fanMa ,errea da rua de Santa Ce"
mero 31 a rUa das Ginco Pon,as nu'
Pentes de tartaruga e marlim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para rlrar "caspas.
Port bonqnet. 6m bello sortimeato de madre-
perola. marnm, 6sso e donrados por barato preco.
PerfUmartas. Neste artlgd esla a Prediiecta Bern
provida, nSe 6 em extraetos. come dm oleoi t
banbas dos melhores odarea, dos mais afamaflos
fabricantes, Loubin, Piver, Sociadade Hygienica,
Condray, Gosnel e Rimel sao fndispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, par commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-
tisados. 'r
Tapetes. Rfecebeft a PredBecta Um bttnito sotti-
mento de diversos tamanhos, tanto Mfa sottto-
mo para entrada de salas.
VeWfttWttta* pafa,baptisado o qua ha de melhor
gosto e os mais mooerno t recebea a Prediiecta
da orarcto preco, para dear ao alcance
qaalqner bolsa.
Um
Grande liquidacao.
novo Bazar, rua do
de mindezas e chapeos: no
Marque', de Olinda n. 83.
baptisado
. Uma partida
I'm cha para visitas
Um lanch
Um lauto jantar
Mo tem mais do que ir oa mand r a" con
feitaria do Campos, rua do
Imperador a. 24
Alii tarnbem se ncarregau de bouquets, flores-
! e folhas para casamento : assim como, de doces
, de todas as qualldades para embarques, e tem
sempre preparaAw fiambres inteiros e'aretalho,
pasteis de diversas qnaudades, empadas de cama-
roes e de carne.
De ludo que alii se vende, garante se a boa
qualidade, limpeaa I premptidao.
fcnfeitam-aa fiambrea, bolos, paea-de-16 e bad-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegra-se a vista e sttisfaa-se as txigenciaa
od paladar,
S6 na confeit^ria do Campos
Para concertar
Camisas.
meias
mNPJAhES!!E?ANCA. a roa Dn0 Ie Caxias
n. 63, recebea desta necessana linha.
a Wtenra sfia i rna
ronito afregomda
Rosarioa.iO.
VENDE-SE
e Barao da Victoria a. 61,
a tratar na raa estreita do
Vaccina
nwi nova, vardadeira, iogleca, choaada pelo
Mendoza : na pharmacia americana de Ferrelra
Maia, & C, a raa Doqae de Caxias n. 57._______
Eflpartilhos.
Ra loja do Pavio, reode-se espartilbos
dos mais modernos a 8#3* e 4#000 cada
um ; assim oomo booitos cintos com tocos
de setim a 5)600, e sedinhas lavradas com
toxju? de mofo a 1 jfOOO o covado: & raa
da Imperatriz n. 60, de Felix pereira da
SUva. __________
Vende se a fabrica
Triocheiras n. 43
sobrado do pateo do Car mo n. 3.
Yende-se a easa da rna do Nasceaa a tt
qae olha para a estrada Ie fern do RHfc ao S.
Francisco, feita ha tres annos e de uma c i>ai
clo extraordinaria a dita propried de lean aaaa-
uodos para grande family : traU-.-e n. roa Im-
perial a 117.
Potassa da Rusia a 600 rs.
o kilo
Fiihos A
Vende se no escriptorio de
C. : largo do Corpo ?anto n.
on
19.
eira
Camisas franeezas brancas de algoiao fino com
fnzo de cor a 1*000 uma, em duzia a 234000;
epechincha : na rna do Crespo n. 80 Ioia do Gni-! peca i na rua do "Crespo n.
iherme 4C ^ Guilherme & C.
Terreno
Vende-se nm ,'arreao com 100 palm* de freak*
e eerea de COO de fundo, na earada nova de Ba-
berihe, no lugar denomioado Agna-Fria, tea di-
versas arvores frnetiferas e proporcees para mat
boniu chaeara. Tambem retain se mesmo ter-
reno a vontade dos corapradam : a tratar com
Manoai Jose de Alevado 8aaaaa, ao ars^aai de
gnerra, on em sua residaneia a nu das Peraam-
bacanas, na Capnnga, a. 3.
Botoes de ago para ves-
tidos.
Na rua Daque de Caxias a 111, se eacoaarara
de cigarros da raa das, os proenrados bo'.oes de aco e de metal para ves-
a tratar aa mesma, ou no, tidos e casacos de senhora e de meainaa e par
preens mais baratos do qne em ontra parte.
Cavallo.
Vende-se am bonito cavallo de estiasacan. graa-
de e novo, russo, proprio
Aos Srs. de engenho.
Vende-se pecas de algodao da Bahia, com 23
varas, tendo um pequeno defeito pi r St e 7* a
20, loja de
fazendas' dador :
Pedro.
para ver nu Cinco-
I
-------


"T
3W0 de Pernifflbuco Sabtado 12
UTOATURl
HOSPICIO DE ALIENADOS.
D1SCURS CORRENTE, NO AGIO SOLEM.NE DA COLLOCA-
CA't DA PR1MEIKA PEDRA DO 110SHCIO DB
ALIENADOS.
Discurso do Dr. Manoel Pereira de
Morues Pinheiro.
I
Senhores. 0 viajor quo de longiquas
prai is onentaes aprtid terras pernambuea-
ns, I-mm depara forraosa situagao que o
arroub.t : -(! a Jh una eidwfa fundada a
beir-mar, estendiiia por vatlea opulentos,
reclina li por quebradas vigosas, alaslrada
pur monies altivos, de cuj s pinos surgm
monuraeutos consagrados a* religido uus, a
aouiiuislragao civiloutros, dourados aos raio*
espleu lid # de nosso sul, no seio de uma
uat ir-za fecunda e opubnla festejada por
urn ado n lento e azul..
E*Olinda a filtia priraogenita do nor
t, a inspiragao subita de Duarte Coelho Pe-
rnr iu 1535, a inspiradora do monuraeii-
tosanto e patriotico o Hospicio dos A lie
nados*
II
Senbores. ,*.lliera um daquellos tesos
de Oiuidaa formosa corao aulithese a
uatureza e a cidalejazia o hospital da
Missnc irdia, ac.inllido, ostreito, iosal ibre,
do dorado do vetust tes e-trepitosas, acoutado pela cliispas de
um sol arlenteo a prime
E no ceutro daquelle ambito estreito atirado
entroaterra opulunta e um ceo radioso, friu
e gi-lido, ardente e crestado, em eel'as grade-
3>ias a WTO; sob tectos descosidos as rajadas
ae ventos sues, d> ufa las de torrentes frigi-
das, i>u aiis halites abrazados la zona turn la :
couo s.nbras nevoentas vistas ao lodge ;
Camo iiuageas dantescas vistas ao perto ; se
erguiam dezenas de entes esquahdos, borri-
tic rugiios de paixao, e arremegos de desespe-
ru, e furias de possessos, e carectear lo con-
demuados, e vozear Ojlrugidor, cavo 0 rou-
leilio, e gi;stos desuompostos, e ranger de
deol-<, e rai micas obscenas, e um todo
n>i>eraudo como o quadro pavoruso do jui-
zo final :condemn gao, luucura !
HI
Que fata idade, seuhores ? Entes a quem
Deus dotara de um hatito seu, e que desse
balit", aragem olorosa a ciciar p^la rama-
g 'in ilorida da creagdo festiva e ridente, vie-
r rucar labios do homem ;gotta de orva-
lbo perfumosa e tremula de cirios divinos,
que em ioslante misericordioso se despron
dera em seio de mulhur; raio timido e
fmuxo, que como estrella descorada o fu-
gidicn aosclaroos do sol uascente, vem corao
sorriso divinal beijar horisonte opposto, e
ahi dnpara gentil infante ;halito divino,
intelligencia ; gotta do orvalbo, amor femi-
i}il; raio timido, innoeencia infqntil; mn humana erafim, porque commoQoe? ra-
pi'ias, procellosas, fulminatites, fngistes a
aquelles involu<-ros, daguerreutypo da forma
bu uaua. ura bestial ignominia, toaudita de-
gradagao, cahos, horror ? !
dV
E' que, senbores, a colera como o fana-
tismosendo forcas vivas, queobram electri-
cameate, as paixoes cmo os sentiu.entos
arrebstados e vehementes sen lo rasgos que
fulgH'ii e estrondeiam como catadupas ;
suueede ao homem o que succede ao globo
no centro dos pben >menos internos que o
abalam ate os fundamentos.
A terra em comulsoes, treme : o homem
enlouquece I A terra, que treme. transmu-
dt-se ; mas o homem que enlouquece, njorre
quasi senpre. Mas de que murte ? Veja-
lOOS.
Ao homem, senhores, coube em parlitha
tres grdo* de volumes, iostinctivas, abstrac-
tivas, e^pecialistis. D'alli, c mforme um
puilosopbo (1), tres muudos : o natural, o
espintual, e o divino ; o I" querendo fc-
tus ; o 2 quorendo ideas ; o 3 querendo
ence-ar ao Crea Mas a humanidade, a parte muis fraca,
gyr.i na iiisu ividade que nasce. trabalha e
niorr setn elevar-sed abslractividade ; e ta,
qu comprehende toda uma natureza, com-
parada ajuella, 6 um poder quasi-divino,
S'Mi'lo uma fraqueza ta nbem iuaudita em
n-larao ;i especialidade ; e, euUvtauto, se
da abslractividade nasce n iddas, leis, artos,
gloria i. Ilagello do mundo; da 3a, da espe-
cialidade, que v; o facto em uas raizes e
pro luc;Oi;s, no psssa 1o que o engondiara,
no presente quo o mamfostara, no futuro
que o deseovolvera, attinge nao raras vezes
a iiitui^lo, a rnais lata e perfeita expr-ssao
do bomem.
1) ssejogo incessante, tenaz, upaixonado,
em (jue e revolvem as voUqoos humanas
em sums espheras triplices ; dessas commo-
riVs intimas, vehementes, profundas, que
abnlimo involucro fragil e quebradigo do
em ephalo, juntas as causas excepcior.aes
em sua contnxtura, parece-nos, resulta o
ph'jiiomeno estranho tremendo, fatal, mys-
tenoso, quo a principio, veo callixinoso au-
teposto aos olhos d'alma, produz afinal a
morte moral, o cahos a mente, o pavor ao
sentimnnto, a atrophia ao coraQao, a loucu-
ra emfim.
V
Ora, o illustrado e patriotico pernambu
cano Dr. H. P. de Lucena, em Olinda, con-
templaM absorto aquelle quadro lugubre
Oa mnrte moral era toda a sua hediondfz, e
ao seu coraQio como & sua mente acuJiram
de ch fre uma coucepgao vasta e ample,
benefica e christa, gloriosa e immortal: o
Hospicio de Alienados.
Era natural essa concepgao, senhores, por
que, se nSo raras vezes do espago imraeu-
bo e eterno resulttm phenoraenos igneos
quo a terra pasma e os homens admiram ;
assi a do encephalo do homem surgem a
cspagos ideas fecundas e tamanhas, que a
bisturit grava-as e a humanidade applau-
de-as.
Ale.i do que, senhores, as largas conce-
pgoes teem como caractenstico a inspiragao,
phaso especiabssiraa do espirito humano,
consorcio sublime entre a creatura e o
Croador, porque na medita^ao o espirito
obra, e'mquantona inspiracSo obedece (2) ;
a lv i'unda-se no homem, emquanto a 2a
pr ..:.. lo do ceo. Mas da meditagao e da
inspiragao coosorciadas procedem phenome-
non .uoraes, que, como raio do sol em nos-
sos cliraas, frouxos e timidos ao nascer,
m. is iarde despedera (6cos de luz que offus-
cam e cegam.
Se por uma parte fdra essa a origem do
m mumento, que se rai atirar as nuvens,
iiiicia.jo pelo benemerilo cidadao, quo rege os
(1) ii.de Balzac.
(2) V.Hugo.
destinos da provincia, poroutra parte,senho-
res, foram fundamentos os dogmas cbristSos
da justice e da candade ; justice no sen-
tido elevado e geral, que dera a lingua de
Platao, como exprimindo todo o bem mo-
ral ; carida lo como o lago que preude o
genera humano, e faz delle uma s6 farai-
lia (3). Sim, o christianismo em sua es-
phera lata e pura ; a moral om sua accep-
gao profunda e inmensa ; o bello em seus
rasgos artisticos e ingeotes por Deus e pela
Patria. V V
VI
Senhores: as voli^des teem du s phases,
manifestagoes e heroicida les, das quaes a
importancia relativa nao se aquilata pela du-
r.n.an, mas sim pela intensidade, fecundida-
de, o fins. Por isso o monumento, cuja pe-
d'a d hoje deposla no seio da terra pernara-
buiana, symbolisa consorcio fulgido e aus-
picioso au mundo moral, entre voligoesque
se nobilitam em aquelle dis'.ico que aceita
jubilusa a religiio, applaude contente phi-
losophia, glorifica reconbecida a historia.
Assim aois, 6 Hospicio de Alienados de
Peruambuco, pio rocolhiraento de fatalismo
immenso profun io, abrigo silente e lugubre
de dospenbados e n noitestrevosas, conforto
de decepgoos envolt-sem mysterios que as-
sombram a humanidade ; rasgo inspirado de
um ioiciador beuemerito e pernambucano ;
feito n ibre e cbristdo de quantos concorre-
r.i.o para tao ingente desideratum ; erguo-te
emfim ds nuvens em tua vastidao assombro-
sa e immortal, comu o christianismo que
inspirou-te.
E d dest'arte que, Senhores, do encepba-
lo do bomem surgem a espacos ideas fecun-
das, quo a historia gravaas, e a humani-
dade applaude-as.
Discurso do Sr. Dr. Francisco de Paula
Cavalcante Lacerda de Almeida.
Senhores.Mais uma idea grandiosa
que d custa de inauditos esforcos vei con-
verter-se hoj" na rnais esplendida realidade.
Di.< para sempre memoravel, fulgida au-
rora, que despuutando em jubilo no horison-
te da viMa, e para nos o prenundo de uma
era abengoada!
Se tudo quanto a mente ousou devassar
na regiao das eternas verdades nos nao fos-
se dado attingir; se o espirito devesse per-
mauecer extatico ante ojvestibulo desse por-
tentoso tabernaculo, sem decifrar um so de
seus temerosos arcanosfora bem contradic-
tors, fdra talvez cruel a sorte bumana I
I..-1 nessa cipul- azulada, scintillando de
myriaias de muudos para cujo esplendor
erguemos invoiuntariamente os olhos lacri
m'Sos ; alii na flor que desabrocha aos ful-
gurautes raos do sol matutino ; acold, na
gola de orvalbo que em maravilhosos refle-
xos exc--.de ao que de mais deslumbrante
possuern as pedrarias de Golconda ; alein,
naquelle fresco lyrio, por cuja modesta
singeleza o sabio rei trocava a mais opulen-
ta purpura de seus magnificos vtstidos ; em
tudo isto, senbores, alguma cousa existe do
iaeffavel mysterio, cuja s gnilicagio o espi-
rito do homem tem procurado desvondar.
Longa tem sido, senhores, a eroro^lo
que observamos, e cujas phases magestosas
conlarn-se por centenas de geragoes.
Mas caminhamos, e certo.
Estas brisas p> rfumosas que vamos sen-
tindo em nossa travessia por este mar des-
conbecido, dizem-nos que nao e3td longeo
paiz de nossas eternas aspiragoes.
Senbores, ha dezenove seculos a huma-
nidade ouvio uma grande voz, que sahida
de um ponto obscuro no antigo mappa das
nagoes, se tem propagado atravez dos se-
culos como um cantico de amor.
Debalde ruins paixo.-s a tem procurado
abafar, dobalde o interesse de sordida espe-
culagao.
Ouviram-na <>s povos das mais remotas
regioes 'io globo, e guardaram no intimo
d'alma o encanto daquella voz divJna.
L no uioio das tribulagoes, sob a oppres-
sao dos tyrannos, no negror do mais com-
pleto obscuraulismo os povos recorda-
ram-se das palavras de consolagSo e es-
p liir.iin.
A humanidade tem proseguido sempre, e
hoje cooscia da propria grandeza, a geragdo
pnde orgulbar-se do seculoque a vio nascer.
lunumeras conqu stas no campo das
sciencias t-speculativas e praticas, apropria-
ga quasi completa das forgas do mundo
p ysico para sorvirem aos maravilhosos em-
prehendimentos do engenho, e todas quan-
tas victorias torn sido Jcangadas pela intel-
geocia sobe a materia, pela razdo sobre a
forga bruta, dao-nos direito, sim,]digamol-o
francamente, a um bem legitimo orgulho.
Senhores, e grand.) o seculo ; mas per-
mitti que ue nfio me curve ante o vulto gi-
gante da razao humana, quando o prodigio
divino arranca-meo brado mais intimo de
adoragao e de pasmo.
Quando o genio do homem cangado de
seus dilaiados triumphos, quiz repousar no
altar da propria divindade, a caridade, a
filba querula do Christo velou a face divina,
e as santas doutriuas da fraternidade no
amor i'oram substituidas por um individua-
hsmo frio e egoistico.
bra o descouhecimento da natureza hu-
mana, a negagdo do progresso, porque a
caridade e a mais sublime formula do des-
envolvimento humano.
Sim ; o amor e a nossa lei suprema ; a
seu inlluxo magico tem-se operado quanto
de grande e portentoso se desenrola a nos-
sos olhos.
Sennmento suavissimo plantado pelas
raaos do Eterno na alma bumana so tu po-
dias produzir a lagrima que em celestes al-
jofarcs rola da face do bemfeitor sobre a
fronte amarguroda do desgragado 1
Salve pranto bemdito I o infeliz jd tem
um irmao que lhe console as magoas.
E, senhores, qu- infeliz mais digno de
nossa compaixao do que o pobre louco? I
0 louco -queespectaculocontristador,
que sublimidade tragica I Sabeis o que
dcu lugardquellemisero estado? Pergun-
tai o a uma esperanga arrancada em flor
pela mao inex>>ravel do destino. Sabeis a
origem daquelle soffrimento T
Consultai a todas as alflicgoes, ide estu-
dal-a nas decepgSes tantas vezes experimen-
tadas neste mundo de enganos, e depots di-
zei se ba maior iufelicidade !
Seuhores, as doeufas do corpo produzem
a morte do corpo ; mas so os soffrimentos
do espirito po^eriam trazer a morte do es-
pirito.
Sim ; o louco e um cadaver moral. Na-
quelle involucro humano existio uma alma
que pensou corao a vossa, um coragdo que
pulsou ds mais suaves emogoes do amor ;
no ridiculo que o cerca ba talvez a subli-!
midadedeum uysterio. L'ma lagrima, se-1
nhores, psra o homem que pcrdeu o mais
(3) A e Lima. '
sublime dos attrtbutos humanos 0 sello
da divindade, que ora brilha em vossas
frontes altivas pode a pa gar se am dia ao
sopro cruel da iufelicidade I Um obolo,
christdos, para o pobre louco !
E' grande, senhores, o motivo que nos
reu ne boje nesta festa da caridade.
E' caridade soocorrer ao desgragado, mas
e jastiga premiar o rae ito.
Hours ao cidaddo illustre em cujo cora-
gdo humauitario primeiro pulsou o senti
meuto que nos domina todos neste momento
solemne I f A patria jd lhe tern reservado
um lugar entre seus mais estremecidos li-
Iqos. A humanidade JJ|o abengda como
um paladino de seus grandiosos principios
Senhores, quando uma idea pura. e ge-
nerosa encontrou animos a"ssds fortes para
leval-a d effectividade, esta idea fructifica e
se alarga.
I'raza a Deus que a festa de boje seja in-
centivo de futuros e tao brilbantes comme-
timentos.
Ao Exm Sr. commendador Henrique Pe-
reira de Lucena, dignissimo presidente
da provincia, pela mocidade educanda
no Gymuasto Provincial de Pernam-
buco.
Exm. Sr. presidente da provincia.
Se altos heroes os feitos gloriosos
Auimos innocentes jubilosos
Cantando espalhardo por toda a parte
Se a tanto os ajudar o engenho e arte.
Senhores IPecmitti que neste acto solem-
ne de assentamento da primeira pedra d'um
iraportante templo de caridade, o enthusias-
mo, que se diffunde nos ternos coracdes da
infancia, a quem a provincia ha facilitado
os meios de educagdo no civilisador institu-
to(iymnasioso manifeste pelo orgao de
um dos seus educandos, em cuja alma a gra-
tiddo floresce. Senbores, dias faustosos
e memoraveis sao raros na historia dos po-
vos ; e quando os ha, a geragao presente se
ufaua em os deixar monumentados d peren-
ne memoria das geragdes futures.
Se vivas recordagoes de feitos historicos
dos nossos maiores despertam-nos as cora-
mogoes guerreiras daquelle insigne dia, em
que a bravura, o heroismo, saeudindo o ju-
go do despotismo, proclamara do brasileo
solo a independencia, hasteandoo estaudar-
te auriverdo ; e por este modo psrpetuara
a memoria do dia 7 de setembro ; e d'aquel-
les em que o povo livre e independente,
sempre de collo algado pela consciencia da
nobreza de seus feitos gloriosos fora plan-
tar o germen da liberdade, derrubando os
tyrannos que do sul do imperio ousado vem
affroatar-lhe ; arrancando por suas victorias
das lyras.nacionaos entbusiasticos bymnos
as suas glorias, nao menos importante 6 o
facto que hoje, senhores, depois daquelles
marcos incriptos, vamos assignalar na histo-
ria patria. E' mais um feito mortal que
vamos gravar; mais uma pagin'a memoravel
que bem a merece tao ditosa condigao, di-
tosa gente. ^
Se naquellas epocas resplandece o patrio-
tismo e a crenca, e o dia de hoje comme
morard o monumento erguido pela reUgiSo.
Se n'aquella falls eloquente o fervido
amor da patria, e com elle a pagna nas
trombetas que estrugem ; nos brados que
soara ; nas bandeiras que trerautam ; no
fumo que esvoaga ; nas balas que sibilam ;
na artilharia que atrda ; no gemido do cor-
po que alentak frenetica coragem ; nas
feridas que esgotam o rubro fluido aUmen-
tador da vida ; na morte que ceifa ; na
victoria que entbusiasma ;
Qual surge nas trevas brilhante pharol
Um dia de glorias, os valles e os montes
Enchendo de vida, banbando de sol :
o dia de boje fallard bem alto ds geragoes
vindouras, e mostrar-se-ha commovido o
patriotismo e a crenga ; e exaltada a reli-
giao pelos beneficos effeitos de seus conse-
Ihos, vendo enxuto o pranto ao raisero,
exlincta a ddr ao padecente ; a vergonha ao
desgragado ; que as trevas se aclaram ao
idiotismo ; que a fatalidade se rouba ao
louco ; e que ficando a cruz no s61o patrio
della brotaram estes monumentos que teem
por liberal porteiro a caridade a dar ingrcsso
aos infelices cuja sorte melhorar pretende.
Portanto, senhores :
Saudera-lo, todos I taes dias sao arcos
Na senda queao templo da gloria conduz :
Nas eras passadas sao fulgidos marcos
Que as trevas separam de enchentes de luz.
Se grandioso &, Exm. Sr. Dr. Henrique
Pereira de Lucena, mui respeitavel e dig-
nissimo presidente da prvincia, o facto
esplendido que hoje presenciamos, grande
sera o jubilo de vossa alma, por verdes
executado este agigantado passo da civilisa
gdo, que tivestes a lembranga de fazer
dar a esta heroica provincia, nossa patria, e
que vossa e.
Estes feitos elevam seus iniciadores, e
executores d tal altura que jdmais os derru-
bardo as invectivas malevolas dos fracos
para emprezas tdo nobres.
Assim, pois, Exm. senhor, consent! que a
infancia educanda no Gymnasio Pernambu-
cano, expressando-se.com a purezade sua in-
noce/icia sem o deslumbraraento da inveja,
sem os tresvarios da ambigao, e sem o ca-
pricho das paixdes, manifeste os verdadeiros
sentimentos que folgam os coragoes dos ho-
mens sensatos e justiceiros, deste povo
brioso, vos reconhecenio merecedor d'um
destes embleraas immarcessiveis a quo s6-
mente teem direito os heroes.
(Este trabalho foi escripto pelo Dr. Car-
neiro Monteiro, e recitado pelo a'.umno Emi-
lio Ambrosio.)
SJ

Ao eximio Pemambucano o Exm. Sr.
commendador Dr. H&irique Pereira de
Lucena, iniciador e executor do assenta-
mento da primeira pedra do Asylo de
Alienados.
D'entre tudo que e formado,
So ao bomem o Creador
Concedeu p'ra serjulgado
A razao, como primor.
Ao destino obedecendo
Aos mais seres contingentes
NSo tocam, inuteis sendo
Predicados Wo fulgentes;
Se decahe santa razao
Por fallencia da materia,
Humano fere ao brasao
Decadeucia mais que seria.
Evitar tamanha queda
E' dever da humanidade,
Tanto mais lhe sendo ille'da
A potente piedade.
Occultar nossa fraqueza
Reclusao vil ecruenta
Sem curar-se d'aitiveza
Que no humano ser assents.
E" crueza sem igual i
E' contrario d christaDdado 1
Despresando o Original
E' negar a caridade.
De tdo negro opprobrio e vil
Do progress inimislado
Forgoso e" qu'o Brasil
Se mostre ser libertado.
Qo'esta terra, do heroismo
Baluarte e fortaleza
Menos prese este egoismo,
Alee do homem a nobreza.-
Esta gloria a v6s pertence
Nobre, excelso, alto Lucena :
A verdade assim convenoe
A innoeencia o diz, o acena.
Se ergueis d caridade
Alto templo, que transluz,
Seja aqui flrme a verdade
Levantada a Santa Cruz.
Cdro
\ 6s, a quem clara razdo
I. caracter singular,
Esmola por caridade
Para a loucura sauar.
(Trabalho escripto pelo Sr. Dr. Carneiro
Monteiro e cantado ern hymno pelos edu-
candos?)
DignissiiMO presidente da provincia, exctlso res-
peitabilissimo e Exm. Sr. commendador Dr. Hen-
rique Pereira de Lucena.
Cesse tudo o que aotiga musa caata
Que outro valor mais alto se levan'a.
cam5es.
Senhores e Exmas. seahoras.
Osana I Gragis mil; que heroe ingente
Do genio do progresso, a mao divina
Guiando, planejara acto imponeDte,
Patrio valor zelar; e erguer destina
Este povo lirios i; a quem nao nienle,
Mas sim lhe falla em voz sincera e digna
Que lhe trara o nobre sentimenta
Do merito esplendor ; da crenga augmen'.o.
Do albergae triste e vil, que o ser deGnha
D'aqueile, que a material desviara
De tiominas leis ; qae em tudo descaminha ;
Mudar projects ; enipreza excelsa e cara I
Mas o tino db genio que adivinha
Lhe manda erguer a cruz. 0' cousa rara I
Resulge a earidade ; e no momento
Eleva-se a loucura o monumento 1
A ti varao preclaro e que se deve
Tao g.aiidiosa obra; este oortento
0 debil coracao, sim, nao se atreve
A tao subida empreza; a tal intenlo
E' que o supremo Ser ora desereve
0 seu poder com tal contentaraento
Que em peito forte encann a potestade
Para o paamo de toda a humanidade.
Este campo inda inculto, inda frondoso
E agrette bosque, tao espesso e denso,
Ve hoje erguer-se templo magestoso
Pelos esforcos d'um qurer immenso ;
Itevestido de cargo poderoso
Que ao peito commum faz antes propenso
Ao vicio, as paixdes, a crueldade
A li faz es molar por caridade.
Avante genio, heroe pernambneano ;
fnscreve o oome teu na patria historia;
Pasme e admire o futuro, sempre ufano
Tens dotes raro, dinos de memoria
Duvidem oatras era, ti es humano
S6 pezando as facanhas, e tua gloria
Engrandecam-se os teus com teu renome
Que o tempo ja, nem a morte nao consume.
Abre do amor ao proximo os thesouros
Tu, noberrimo, eximio descendente
Do patriota que lhe dando os lonros
Da virtude etngira dignamente ;
Deslumbre o leu fulgor sec'los vindouros
Qual ja desluinbra a geracao presente,
E a quem ja deve tanto a liberdade
Deva agora tain bem a caridade.
Esta lilha do ceo, so proclamada
Pelo Filho d'Aquella para e santa
Em religiao augusta e celebrada
Que a uas eonaoto da; que a outrem encanta
virtude tao gentil, te ensinada
Sem storvo da natura; inor que quanta
Deusara a lei moysaica, fortalece
Por i so e aos christaos os ennobrece.
Oh gloria nSo vulgar Oh grande feito
Oh d'alma doce encanto inexprimivel I
De quem se expande mais ou tanto o peito t ?
Executando empreza, quasi incrivel? I
Aqni gravado flea o alto conceito
Que se admira em ti quanto e possivel
Todo este povo em extases te acena
0 tea nome perpeti'ia, oh grlo Lucena.
(Trabalho escripto pelo Sr. Dr. Carneiro Montei-
ro, e recitado pelo alumno Ambrosio).
Exm. Sr.Nao sou poeta ; e ate affeito
a expressar o pensaraento em linguagem ru-
de, com a qual se exprime a verdade nas
exactas sciencias, somente o graude enthu-
siasmo que dorainou o meu espirito com a
contemplagao e conlentamento pelo esplen-
dor com que has dirigido as redeas do des-
tino desta nossa provincia, me levaria, por
natural impulso, a sujeitar aos grilhoes da
rima e da cadencia as expressocs das ideas
e construcgao das phrases.
Nestes versos eucontrareis mais senoes da
arte homerica que bellezas : sanem aquel-
les a verdade nelles dita e o meu desejo
demanifestar-vos hoje o vosso alto merito,
que por varias vezes me tem dado occasiao
d'o aquilatar nossa vestuta amizade.
Sempre vosso arnigo, Dr. Augusto Car-
neiro Monteiro da Silva Santos.
Poesia do Sr. Victoriano Palhares.
Ttavados na luta immensa
Em que o progresso nos traz,
0 povo mesmojd pensa ;
Ninguem quer ficar atraz.
Mulheres, homens, meninos,
Todos accordam nos bymnos
De uma orchestra festival ;
E a humanidade s6 canta
Quando o porvir se levanta
Realisando o ideal.
E' facto. Vamos subindo
Na escala da evolugio,
Que e* uma leicrescer cahindo
A lei de gravitagdo.
A hora e revolucionaria !
Uma idea cometaria
No* p6e a todos de pe" :
A sciencia fulmina o erro...]
0 amor pulverisa e ferro...
A razdo espanca a fe.
V6de : aberto d ignorancia
0 palacio do A, B, C ;
Jd tem a orphanada infancia
Um lar, que porvir lhe de ;
Nos seios da caridade,
Abi vai a mendicidade
A fome e a sede matar.
Abrigo a quem dobra o joelho
A' desgraga : eis o evangelho
Que estamos a desfolbar 1
Abrigo a quem dobra o joelho
A' desgraga ?l... 0 louco abi vem...
E' moco ? E' crianga ? E' velho ?
E' uma mulber ?... 0 que tem ?
Abre a todos o asylo I
A morte 6* melbor que aquillo...
Problema sem solugao 1
Pois, nSo sabeis ? A loucura
L', antes da sepulture,
Perdermos Deus... a razao.
Ser util, sor bom, ser jnsto,
E' o ideal do dever
Christo d o symblo mais augusto,
Que temos a coraprehender.
Fdra da espbera igualdade,
E da leifraternidade,
Que fica da creagSo ?
Forgas vis, que se consoraem ;
0 homem d o lobo do homem....
Deus... um pensamento vdo.
Damos um passo na estrada
Da caridade, do bem ?...
Ndo nos importe a Jornada....
Atraz de ndsvetn alguem ;
Vem o futuro, e mais forte 1
fiuiado por melbor norte ;
Dourado por melbor luz I
A boa semente medra,
Ate mesmo em cbao de pedra.
Exemplo ? No mundo a Cruz I
Poesia por
Langada eis a pedra I 0 Hospicio dos loucos
A esforeosnas poucos -veremos it erguer 1
Remorda se a inveja I Venceu a piedade !
Mesquinha maldadeque va se esconder I
D'um animo forte foi certooasadia
Busearhoje em diatal cousa teatar I
Uas e de potenles -lutar incan^veis
No bem indomaveis em Deus conGar I
Ao santo reclamo responde contente
0 povoque sentegrandeza e porvir I
Do rico e do pobre a map bemfazeja
Somente deseja -mil bens espargir 1
Ajuntam-se os obolosqne com piedade
Deu a caridade dilecta de Deos....
Os discolus e bonzos enraivein se embora
0 povo nao cora de feites tao seus 1
0 loucoooitado I sem mais esperancas
SolTria pnvauQas -sem luz e sem ar,
Agora no Hospicio, em vez de tormento
Tera tratamento qae o pode earar I
Quem e que nas sente o peito dorido
A*"ver que ha perdido um outro a razio ?
Quem 6que podendo-ao ser desgragado
Tera ja negado benefica mao t
Ninguem I Qae a doutrina por Christo ensinada
La dizsublimadaamai vosso irmao t
Ninguem I Porque o homem -com ser caridoso
Se sente ditoso -em sea corajlo I
E vosque piedoso a mao poderosa
A empreza grandiosa toabeste estender,
Bem viste que o povoque nanca se illude
Tem inda virtude que sane valer I
0 povo te applaud Deixai quo mesqainhos
Em pianos damninhos te insaltera alem I
0 povo os despreza e so abengda
A obra qne e bOa-e a quem lhe faz bem!
Ode pelo Sr. Francino Cismontano.
Assim succede, quando do governo
A' frente esta" varao independente,
Que sua alta missdo compr'hender sabe
E que sem ptias obra.
Honra portanto, ao provido Lucena...
(Od. ined. do aut. ao dedo Dr. Farias,
na sua posse de regedor do Gymnasio).
Politico ndo sou, nem lisongeiro
Incensador, nem doudo pessimists ;
Nas aras da verdade sacrifico,
Pre^zo a justiga austera.
Assim e que, fiel aos meus principios,
Imparcial e ndo incoherente,
Louvo tanto ao governo como ao povo
Quando louvor merecem.
Hoje pois, integerrimo Lucena,
Em honra tua pulso a lyra, ufano
De celebrar de um grande pai um filho
Quigd maior aioda.
Elle, o egregio patriota eximio,
0 liberrimo her6e, pela mai-patria
Na guerra fratricida o proprio sangue
Derramou gotta a gotta.
Tu, por el I a tain bem, na paz serena
(Que de tal pai tal filho se esperava I) *
Mil bens promoves, mil acgoes praticas
De extremado heroismo.
Volvendo pasmos, cubigosos olhos,
Redivivo* em ti vc toda a provincia
Da Boa-Vista o veterano, o nobre,
Preclarifsimo f.onde.
Hora propicia foi aquella hora
Em que, por sabio imperial decreto.
Da alta admiuistragao pornambucaua
As redeas assumiste !
Economico sempre, com cxacto
Tino adminisirativo verdadeiro,
Leis salutares sanccionas, fazes
Mil proficuas reformas-
A colonia Isabel estabeleces,
Germens ubertosissimos semeias>
Que dentro em pouco sazouados, aureos
Produzirdo mil fructos.
Emfim, depois de tanto illustre feito,
Eriges digno templo d caridade,
Aos cego's da razao seguro asylo
Philantropo offertando.
Inda quando outros titulos honrosos,
Benomerito vulto nao tiveras,
Que inteiro jus d gratiddo de um povo
Te houvessem garantido;
Para gloria immortal e immortal fama
Entre contemporaneos e vindouros,
S6 este pio, meritorio rasgo,
S6 elle, te bastard.
Innumeros senOes os pessimistas
Vejara em tudo isto... motto emb'hora I
Um passo mdo, que porventura d&te,
Mil bons, que das, desdoura '.'
Si d'tl-rei D. Jose o grao-ministro,
A' forga de ser recto e justiceiro,
Despotico e cruel ndo raras vezes
Acaso se tornava;
Nem por isso deixou de ser o grande,
0 eminente Pombal, de todo ura reino
Sustentaculo, honor, esteio, gloria,
E pai e genio e tudo.
Prosegue pois, impavido Lucena,
Dando aos teus successores nobre exemplo ;
E releva-rae emfim, si assim fallando
Fen tua modestia.
Discurso do Sr. Antonio Maria 0 Connell
Jersey.
Senhores. -Estamos aqui para dar teste-
munho de um grande pensamento querer
e" poder.
Um coragdo nobre e patriotico, um cere-
bro repleto de ide'as vastas e philantropicas,
uma alma ornada de sentimentos christaos
e caridosos, foi aOliada ; e abi, transpondo
os umbraes de um velho pardieiro, que se
denomina Misericordia, vio uma centena
de nossos irmdos, a quem a desventura rou-
bou aquillo que distingue o homem do ir-
oracinal, accumulados, comprimidos em
Ca moes L uzia das.
corredores estreitos, saletas apertadas, qvwi
sem ar e sem luz.
Conbeceu que sciencia medica nada, au
quasi nada en beneficio da taes infeliaH po-
dia fazer; e condoido no intinto d'atau de
tao grande infortunio, formou o
de, a todo o transe, melborar a
desses entes.
Era preciso, porem, am edificio proprio,
e cora as amplissimas accommodacdes qae
semelbaute genero de asylo requer; mas
nesta nossa cidade oode eucontra-lo T tinba
de edilicor-se : d'onde haver o dmbefro ?
elle ndo o possuia ; nos cofres publico* nao
o havia, e o edificio estava orgado en oito-
centos contos de reis I Querer 4 poder.
Alma forte e resolute Ungou nia da peo-
na, e pedio urea esmola pelo amor de Daw
para a fundagio do lunpicio doe aliena-
dos !!
Nuoca debalde se appc-llou pen a i
rosidade dos pernambucanos; e os i
coraraettimentos materiaes, phi'antropieos e
politicos encontrim nelles sempre apoto de-
cisive : foi o que se deu.
Mas ainda isto ndo e todo : tratava-se do
local mais apropriado para a fundagio;
surgiram mil empecilbos ; foi um anno de
luta... ainda abi querer i poder: a nao da
Providcncia tinba abencoado a idea, a o lo-
cal, tdo anciosamente procurado, appareeeu
magnifico, risonho, e sem sacrificios peca-
niarios.
E' este em que nos achamos: patria on io
dos pobres, e para os pobres infeiizes vai
ser embellezado.
Senbores: essa alma cathoiica, ene co-
ragdo patriota, esse bomem resoluto que
nao recua, que ndo estaca ante difficuliade?
e o Exm. commendador H-nrique Pereira
de Lucena I... esse pcrnamhucano eminente
que tantos beneficios tem feito d sua provin-
cia natal I
Elle ndo se limita simplesmente a esta
fundagio de caridade, ndo i outra, qae
considero muito mais importante e protei-
tosa, em poucos raezes comegard a dar
fructos reaes ; refiro-me i Colonia I label.
Aqui uma centena de desgragados, perdi-
dos ou quasi perdidos para a sociedade, vai
encontrar allivio e conforto : oa Colonia
Isabel, porem, serao milbares de joveos vd-
lidos, que sem ella ficariam condemnados I
nercia e d iniseria, mas que serio transfor
mados era agricultores praticos e scientifi
cos, uteis a si, a suas fa rai lias e aaa seas
compatriotas.
E jd que fallei em agricultores, a vos,
Exm. Sr. Lucena, filho de um agricultot
distincto e patriota, peco qae vos lenbraii
deste nosso uberrimo solo, e da immensa
riqueza que o arado, dirigido pela scieocia,
tem de levantar de sea seio, se os vossos
potentes esforgos nio desfallecerem, como
todos esperamos que ndo desfallecam.
Favorecei a lavoura no Brasil. e tendes
feito a sua opulencia em um periodo bem
proximo.
Ndo vos de cuidado o commercio, ceja
sciencia em Peruambuco limita se a com
prar por menos e vender por mais ; ae
elle de presente soffre, e porque a agrical-
tura geme e cbora ; o commercio nio quer
mais do que liberdade, seguraoca e desem
barago para suas transaccdes; o commer-
ciante ndo faz questio por alguns vhWi>
que delle se exija ; mas dd-se a perroa pelo*
minutos que perde cora as impertirrencia-
inuteis do (is;o : tudo o que eperder tem-
po oppde-se aos interesses do commercio.
Ndo e assim a lavoura; esta, Exm. se-
nhor, precisa de tudo ; de capitaes, da es-
tradas, de pontes, e muito mais da scieocia
theorica e pratica da sua profissdo: ella
actuaimente estorce-se em agonia affbetiva,
e estendendo ao governo os brsgos mirrados
exclama : Salva-me; e comigo salvaras o
commercio, as artes, a civilisagdo e a so-
ciedade 11
A v6s, Exm. Sr. Lucena, delegado do go-
verno imperial, e do sabio raonarcba que
preside a nossos destinos, a vds cumpn
acudir jd e jd a tdo urgente reclamo.
Ndo mente a vossa divisa querer 6 /*o-
der ; promovei quanto antes o eslabeleci
menu de uma grande fabrica de assucar
pelo systema das Antilhas, com os machinis-
mos mais aperfeir.oados ; ella servira de ea-
timulo aos nossos agricultores, que, vend.-
os seus magnificos resullados, se hao de as
sociar para montarem outras, e a nossa pri-
meira industria sera salva.
Um premio avultado para quem deaoubrii
a melhor machina de descarogar algoiao,
coin a rapidez das americanas, mas que lh-
ndo quebre a longa fibra, e ndo o deteriup
como fazem estas.
A encomraenda para Londres dt alguma-
sondas perfurantes, dessa invengao utilissi
ma de que se serviram os iuglezes na guerra
conlra a Abyssinia, e com as quaes extra-
hiam agua em abundancia no ardentissinx
solo da Africa ; presentean lo com ellas o>
nossos sertanejos criadores. nos lugares en
que falta esse elemento esencial d vida.
Se durante a vossa admiuistragao, qut
conto sera longa, poderdes, Exm. Sr. Luce-
na, dotar Peruambuco com mais estes me
lhoramentos, desde jd vosauguro um nom<
immorredouro nos annaes da noan hia
toria.
E aqui, no centro desta bnihaute e esco
lhida reuniao, que vos falla um homen.
obscuro, homem do povo, homem insus
peito porque ndo 4 empregado pablico.
que nunca teve, nem tem dependencia al-
guma que se ligue aos cofres publicos, qae
ndo frequenta os vossos salues, apeoas am
simples oonhecido, mas grande euthusias**
vosso, porque tem coragdo e intelligencia la-
cida para fazer justice aos graodes geoios, e
aos coragoes magnanimos.
Avante, pois, meu Lucena, avante na
quanto a confianga do soberano vos cooaar-
var nessa cadeira tdo circumdada de agudos
espinhos, aproveitai o tempo, fazei tudo o
que poderdes em bem do progresso a aug-
mento da fidalga provincia de Pernanbuco.
Cerrai ouvidoa aos discolos i e qaaodu
um dia, recolhido ao vosso gabinete da es-
tudo, repousando de uma administrate tao
laboriosa, mas tdo fecunda, alguma aaa se
erga repassada de fel, levantai-vos orgalboau
e respondei-lbe com o grande africaoo:
Era tal dia fundei o hospicio da alieaado*
Em tal dia fundei a Colonia IsabelEm
tal dia moutei as grandes machinas, qua sal
varam a nossa lavoura agoaisaote ; vanot
ao templo dar graces a Deus, qae ne con-
cedeu forgas e coragem para veneer taatas
difQcuIdades 11
E os pernambucanos bradardo tres tcihi
bravo e a posteridade vos accWnara
f cidadao benemerilo que e o maior ga-
larddo que a patria p6do decreur.
I

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