Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16499


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Full Text

-
ANNO L. NUMERO 2ft4
i
r
PARA A CAPITAL B LCGABES ONDfi VtoWEPAGA
JPor>tres mezes adianudoi. .......-...
flPor seis dkos idem..'........ ....,..
for urn aoro idem..................
/Cada numero avuliio................
TE.
6*000
129000
349000
9330.
PAH A MttVTBO E
Portres- maws adiantados. .
Por sets- ditoft idem ^ .
Por note- dm* idem .. .
Por am aaso idem. r .
Y
FEIM 8 BE SETEIBBG DC 1874
DA
vintciA.
697M
PROPRIEDADE DE MAN0EL FIGUHR0A DE FARM FILHOS.
|C In. Gerardo Afltonio Ahead FiLaoa,no Pari; Gonsalrea d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose de OKveira 4 Filho, no Ceard; AnUdgde Lea" *" no Araeaty ; Jo*> Maria Julio Cbrr*, no Awa; Antonio Marqa-ea da Silva, Natal ; Jose
Pereira d'Almeida, em Hamanfuape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Paratyba ; Antonio Jose* Gomee, na Villa da Penba; Warmino dot Santos Bolcio, em Santo Ant< ; DominfosJoad da CofUBrafa-, eurBaaarathi
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, bo Pilardas AJag*aa | AJves d C.na Bahia; a-Aa Xavior ieite d C v Rio Janeiro-
1OTUCCA0 POPULAR
Eleuaentosi de isliyslcu
L1VR0 PRIMEIRO
CAPITl'LO VI
ATTBACi;\0 MOLECULAR E PHENOME.NOS C'lEDELLV
BBPEKMUt
(uhouo aflUnidiule. Depois da CO-
nhecida, sob o nome de gravidade, a attracgao
qua a terra exerce sobre todos os corpus, no in-
iuito de faze-los cahir, eumpre-nos estudar a at-
tracgaode que alias ja demos uma idea, exercida
outre as mais pequeninas panes, eutre as mole-
culas dos corpos.
Essa furca. que so obra a distaucias infiaita-
raente pequenas, ora tern o nome de cohesilo, ora
o de affinidade.
A cohesao e a attraega) que se exerce entre
dons atomos da mesma substancia, como por exem-
plo, entre dons atomos de ferro, entretanto que a
nffinidade e a attraegao que tem lugar eutre duas
.substaucias differentes, como, por exeroplo, eutre
a ferro e o enxofre.
E' a affinidade a forca que.determinando a com-
binagao dot corpo* dimples, forma, com um pe-
queno numero delles, o consideravel nuraero de
prodactos organicos e mineraes que se encontram
na natureza ; e disto da testemuubo o estulo chy-
mico dessas substancias, esludo que deixa paten-
ts o fa.-to de conterej) ellas em sua cotnposigao
elementos analogos e em pequeno numero, ape-
nas differindo nas proposes combinadas, isto e,
nas quahtidades de cada elemento que entra na
combinacao. E' desta arte que o carbono, o Ay-
drogeneo e o oxygeneo, cerabinados em proporgoes
diversas, em quantidades differentes, produzera
corpos compostos, inteiramente dissemelhantes.
Quando se dissolve na agua o assucar ou um
qualquer sal, i a affinidade rautua entre a agua e
i-isas substancias quem determina a dissolucao.
Quando se queima o carvao, 6 airnla a affinidade
quem determina a combinacao desse corpe cam o
axygeneo do ar, para dar nascimento ao gaz co
nhecido pelo nome de acido carbomco.
A for?a repulsiva que o calor deseavolve entre
as moleculas dos corpos ide que tralainosno cap.
I), diminue a cohesao ; e e por esta razao que,
quando se trata de forjar os melaes, coraeca-se
por aquece-1 ;s, ate que se tornem vermelhos, de
modo a ficarem mais maleaveis.
Quanto a affinidade, ora alia diminue, ora aug-
ments pela acgao do calor. Exemplos : Quando
fortemente aquecidas ou queimadas, todas as
substancias animae< e vegetaes sio decompostas
pela acpao do calor, separando so os seuj elemen-
i ,)s componentes; o que prova que a afflaidade, que
Jigava'estes, e vencida pela forca repalsira exer-
cida pelo calor entre as moleculas. Ao eontrario,
muitas substaocias que, com > o carbono, o oxyge-
iuo, o enxofre e o ferro, oao se podem combinar
a frio, coinbioaiJi-.se entretanto e rapidameate
a quente, isto e, aquecidas ; o que prova que o
calor, afastaoilo as moleculas doasas .absiauclas,-
dirainue-lbes a coheao e facilita as moleculas do*
i'orpos em presemja o poderem obedecer a sua re-
ciproca affinidade.
Adhereneia.Da-se o nome de adherencia
a uma attraccao que : raanifesta entre dou: cor-
pos quando suas superlkies sao postas en? contac
to. Por exemplo ; observase comtnummenle que
quando doui peda;os plauos de gelo, ou dous Vi-
dros de espelho sao suporpostos, por mais ou menos
tempo, acabam por adlierir de tal forma que tor-
na se muitas vezes impossivel separal-9s sem os
quebrar. E' isto um elTeito da adherencia, isto e,
um effeito da attrac;io que se exerce eutre as mo-
leculas dos dous vidros ou dos dous peda^os de
aelo.
A adherenia augmenta na propori;ao do po!i-
nj'inio das superlicies em contacto e com a dura-
5;"< desse contacto : e e inJependente da espesiu
ra Jos corpos ; de onJe se conclue. quo ella so
actiia em miu pequenas distaucias, como todas as
furgas raoleculares.
V adherencia 6 qve devida a resistencia que
se encontra em tirar d.i agua uma taboa postaso-
hre ella.
E' aioda a adherencia qne 6 devida a dilficulda-
de que se encontra em andar na lama pegajosa.
E' finalmente a adherencia quern faz com qne os
corpos solidos, quando mergulhados ua agua, no
alcool e na mar pane dos liquidos, saiam delles
molbados, isto e, cobertos com uma tenue camada
liquids.
FARTE OITICIAL
Govcruo da proviacia
ESPEDIENTE Dj DlA 15 DE AURII. 0E 1874.
i: secrao.
OSBcio :
Ao dire-tir do arsenal de guerra.De con-
iurmidade com o pedido junto, feito pelo briga-
deiro commandante da fjrtaleza do Bran., mande
V. S. fazer os coneertos de jue precisam os repa-
ros a Onofre de differentea calibres pertencenles
a iajlla fortaleza.
Ufflcios :
Ao commandante superior dos municipios
de Barreiros e Agua Preta.Uespondendo ao offi-
cio de V. S., de 12 de mar?o ultimo, tenho a di-
zer-lhe que deve empregar os meios legaes, atim
de reuuir o conselho de qualificacao, passando dos
Commandantes de eompanhia aos officiaes aggre-
gados, destes aos do estado maior. conforme pre-
ceitiia o artigo 6 do decreto n. 1130 de 12 de
marco de 1853, devendo publicar em ordem do
dia a nomeacao dj mesmo conselho. Nao se reu-
nindo por negiigencia, deve tambem por ordem
do dia reprenender es:e procedimento, declarando
qne transmit'.- a esta presidencia os nomes dos
oificiaes omissos, para que sejam punidos. Quanto
ao official deve V. S. julgar sem effeito a pena de
8 d.as de prteao, porque a lei tern estabelecido a
de multa paia aqueUas faltas.
Ao promotor publico da comarca do Limoei-
r-. A lira de que Vmc. proceda nos termos da
lei, incluso remetto, por copia, uma peticSo coo
que Joao Leite do fiego Sampaio pede providen-
cias era ordem a garantir lhe a existencia, ebem
assim a resposta do delegado desse termo e do
subdelegado de Taquaretinga relativas a mesma
petigao. Do resultado devera Vmc. dar-rae scien-
cia.
Ao promoter pub'.ico de CaruariiAllm de
que Vmc proceda as nece incluso remetto, por copia, o officio dojuizde paz
de Canbotinho repres?ntando contra o procedimsnto
do subdelegado do mesmo districto no inquerito
que procedeu a respeito do assassinate perpetrado
na pessoa de Francisco Jose de Guimaraes Pra-
xedes, e a resposta do mesmo subdelegado, deven-
do Vmc. dar-me sciencia do resultado.
Ao commandante do corpo de policia.Pode
Vmc. engajar n> corpo sob sen commando os pai-
sauos Antonio Lopes Ribetro e Benedicto de Oli-
veira Campos, como solicita em seu offlcio de 13
do corrente, sob n. 170.
3.' seccao.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
reqtrereu Jose Tbales de Mello, collector das ren-
das geraes do uaaicipiode Ilambe, resolve con-
ceder-lhe dous mezes delieencasem venciraentos
para t.-aiar de negocios de seu particular inte-
resse.
Officios:
Ao inspector da thesouraria de. fazenda.
IlecOmmendo a V. 3. que rnande entregar ao pre-
feito do botpicio de Nossa Senbora da Penha, Pr.
Venancio Maria de Perrarra, ou a quem suas ve-
zes fizer, a quantia de cinco contos de rois, que
pelo ministerio do imperio foi. po desta pre.-WencTa fT6r 5VHr) de 2l de dezembro do
anno passado, como axilio as escolas de instruccio
primaria que se vao fundar e manter na colonia
agricola e orphanologica de Pimenteiras, e da qual
faz menoao a ordem do tbesouro, n. 7, de 15 de
Janeiro ultimo.
Ao mesmo. Recommendo a V. S que, por
conla do credito aberto a verbasoccorro? publi-
cos, mande pagar a Balduino Amando Freire a
qnantia de 600*000 em remuneracab dos servicM
por elle prestados com o curativo dos indigentes
aecoinmetti los ultimamente de diversas febres na
povoacao de Timbauba, da villa de Itambe.
Ao inspector da taesouraria provincial.
Tendo nesta data indeferido a peticio de recurso
interposto pela empreza Recife Drainage da de-
cisao do respectivo engenheiro fiscal^ relativa-
mente ao pagamento de annuidades que pretende
lhe seja feito por Antonio Joaquim Cascao ; assim
o commnnico a Vmc. para seu conhecimento.
Ao mesmo.Manie Vmc pagar ao preso
Jacob Jose Maria a quantia de 23/400, constante
da conta junta em duplicata, proveniente de lava-
gem de roupa dos enfermos da ca-a de detencio,
desde o dia 10 de Janeiro a 30 de marco deste
anno, conforme solicitou o Dr. chefe de policia era
offic o de hontem (ktado, sob n. 502.
4.' seccSo.
Acto :
0 presidente da proflncia, attendendo ao
que re jaereu Josepha Prepeiign.i Rabello Padilha,
professora publica da cadeira de primeiras let
tras da Praia dos Carneiros, e tendo em vista a
inforraacao da directoria geral da instruccao pu-
blica em officio de 9 do corrente, sob n. 117, re-
solve conceder-lhe dous mezes de licen^a, com or-
denado, para tratar de ua saude nesta capital.
Officios :
Ao Exm. presidente da provincia das Ala-
goas. -Submeltendo a apreciagao de V. Exc. os
officios e mais papeis juntos por copia, cabe-rne
solicitar-lbe a expedicao das convenientes ordens
no sentido de fazer cessar o embaracj) apreseotado
pela reparticao fiscal dessa capital quanto ao reco-
nhecimento da procedencia de cincoenta saccos de
algodao de produccjio desta provincia.
Ao Exm. presidente da provincia do Para*
Teve o conveniente destino o offlcio que com en-
dereco ao ministro brasileiro em Paris, euviou-
rae V. Ext. com o seu offlcio de 8 do corrente,
a que respondo.
Portaria :
A' earaara municinai da cidade de Olinda.
Pede a camara municipal da cidade de Olinda,
era officios de 5 e 19 de fevereiro ultimo, auto-
risacao para aivuur. a nrnaosta de Johnston Pa-
di g arrenaatanos por yzb* anmiiresaow
brado n. 9, sito n pra^a do Corpo Santo, desta
cidade. Consiste a proposta em fazerem os ar-
rendatarios do predio os con rertos nelle necessa-
rios, orcados era 203*400, e essa camara espa-
i;ar por mais dous annos o arrendamento pelo
mesmo preeo, recebendo a importancia adiantada.
Em resposta tenho a dizer que, considerando se-
melhante proposta prejudicial aos interesses dessa
municipalidade, nai concedo a aulorisacao solici-
tada ; eonvindo antes que a camara mande fazer
os concertos consumes do orc,amento, alias exa-
gerad), que acompanhou ao seu seguodo offlcio
ou auto'ise os proponentes a faze-los, des:ontando
a importancia da renda a pagar. Findo o arren-
damento, de nnd) nenhum pode el'e continuar
nas condi^ijes presentes, a essa camara tera de fa-
ze-lo com quem melhores vantagens offerecer,
visto como o predio alia lido, pelo seu valor local
e de construccao, pode produzir uma renda dupla-
mente maior do que a actual.
5.* seccao.
Officios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-Em resposta ao seu offlcio de 13 do
corrente, sob n. 99. remetto-lne as plantas da
ponte da Boa Vista, menos a copia do 'respectivo
;ontracto, que em tempo ser-lhe-ha enviada.
Quanto ao 2 ponto do seu citado officio, declaro-
Ihe qua vou consullar ao governo imperial a res-
peito. Para regularidade do expediente convem
que era um so oilicio Vmc. nao trate de diversos
assumptos.
Ao engenheiro fiscal da eompanhia Recife
Drainage.Eta resposta ao seu offioto de 11 do
mez proximo pa=sado, com referenda aos traba-
Ihos dessa empreza no predio n. 9 da rua da Ma
dre de Deus, tenho a dizer-lhe que a mesma era
preza deve lancar mao dos recursos legaes para
que 3eja observado o que determina o art. 23 do
respectivo contracto.
Ao mesmo. Tendo indeferido a petfcao de
recurso interposto por esa eompanhia da decisao
de Vmc. relativamente a preten^ao de Antonio
Joaquim Cascao ; assim Ih'o comraunico para seu
conhecimento.
EXPEDIENTE DO SECBETARIO.
2.* seccao.
Officios :
Ao Df. chefe de policia. De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia communico a V. S.
que nesta data se providenciou no sentido de ser
paga pela thesourara provincial, ao preso Jacob
Jose Maria; a quantia de 23$400, era que impor-
tou a lavagem da roupa dos.enfermos da casa de
delem.ao, desde o dia 10 de Janeiro a 30 de deste anno, como consta da eonta que acompa-
nhou o officio de V. S., de 14 do corrente, sob
n. 502.
Ao capita i presidente da junta de qualifi-
cacio da guarda nacional da parochia do Bonito.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebiraento de officio de V. S., de 8 do
corrente, communicando haver concluido os tra-
balhos da junta de qualiftcacao da guarda nacio
nal dessa parochia.
4 seccao.
Officios :
Ao 1 secretario da assemblea provincial.
N. 71.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, rein j>.to a V. S. o piano adoplado para
casa de coramercio que enviou a camara munici-
pal da villa do Triumpho, atim de ser approvado
por esta assemblea.
Ao mesmo.N. 72.-De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, remetto a V. S. o
offlcio dirigido ao mesmo Exm. Sr. pela camara
municipal de Palmare3, em que pede a creacao
de melnoramentos no seu munliipio.
Ao mesmo.N. 73.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, romelto a V. S. um
requerimento em original dirigido ao mesmo Exm.
Sr., em que o gerente da eompanhia dos trilhos ar-
banos do Recife a Olinda pede a cullocagao de um
lampeao na rua de Gervazio Pires, e bem assim
a ioformacao por copia prestada a esse respeito,
pelo director das obras publicas, afim de que a
assemblea provincial delibere como eatender con-
veniente.
Ao mesmo.N. 74.Manda S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia que eu reraetta a V. S., para
serem enlregues a apreciacao da assemblea pro-
vincial, os artigos addilivos as posturas da camara
municipal da villa de Barreiros, juntos em origi-
nal, e enviados por aquella camara ao mesmo
Exm. Sr. era offlcio de 10 do corrente, para esse
flm.
.* JMno.
Offlcio :
Ao Rvm. Fr. Fidelis Maria de Fogaauo. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, remet-
to a V. Rvma. os livros impresses constantes da
relacao junta, destinados a bibliotbeca qie se esta.
organisando na colorria Isabel.
RelacSaa que se rtfire o-jfffhio suppra.U*-
nual d > agricultor dos genclsos aliraenticios, etc.,
um exemplar; Manual da cultura, colheita prepa-
raijao do labaco, 8* manual agricola, etc, um exem-
plar ; Novo methodo de plantaclo de cafe, 1 exem-
plar; Manual do Pastor ou instruct Pratica para
acri'ji'ao e trataraeuto da raca merina, etc., 1 exem-
plar ; Relatork) geral da Exposicao Nacional de
1861, etc.um exemplar ; Memoria sobre a Se-
cicultura no imperio do Urisil, um exemplar ; lo-
dustria Serica, um exemplar; Manual de Chimi-
ca Ag'icola pelo Dr. Nicolao Joaquim Moreira, etc.,
um exemplar ; Ensaio sobre a regeneracao das
racas cavallares do Brasil, nm exemplar ; Ma-
nual de Machinas Agricolas, pelo conselheiro Bur-
lamaqui, um exemplar; 0 lavrador pratico da
canna de assucar, por Leonardo Wray ; Collec-
cao do auxiliador da Industria Nacional, de 1839,
1861, 1862,1863. 1863, 1866 e 1867 ; Numeros
avulsos da mesma publicacao, relatives a diversos
mezes
Mexico- # doi Mete. Isto emquanto ao prisio-
neiro.
QuanW-
conhecar"
Mas, como
vista c
fui a rat
espachos da presidencia. do dia 4 de setesmro
de 1874.
Abaixo assignados, proprietarios e moradores na
cidade daEscada.Deterido com otfcio desta da-
ta a camara municipal da cida le da Escada.
Tenente-coronel Antonio Francisco de Souza
MagalhSes Sejam fornecidas.
Bacharel Ayres de Albuquerque Gama.Infor-
rae o Sr. inspector do thesouro provincial.
Antonio Fernandes Vianua.Entregue-se, me-
diante recibo.
Padre Antonio Rufino Severiano da Cunha.
Deferido com o officio desta data ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Antonio da Silva.Informe o Sr. Dr. chefe de
policia. .
Affonso Peixoto da Silveira.VConcedo imis trin-
ta dias de prazo para a preslac&o da Han$a de
que trata o supplicante.
Manoel Rodrigues da Silva. -Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Padre Manoel da Silva Cid.Deferido com o of-
flcio desta data ao Sr. inspector do tbesouro pro-
vincial.
Samuel de Sa Montenegro.Passe portaria na
forma da lei.
(agencia telegraphica havasreuter. )
-----------1--------"--------------w*
Madrid de setcmbro. Tendo a
esquadra allema. que crusa nan
cu.siaK da Hepaniia. aoffrldo diver-
sos tiros de canuao dados pelos
carlislas, as cannoneiras allemas
responderaui-llies da mesma for-
in. e agora bomnardelam a cidade
de Ouetaria (?) onde se acham os
carlislas.
Paris G. Houveram mot ins cm
Here no dia 4 do corrente, saliindo
feridas IS pessoas das que nelles
tomaram parte.
IiOndres *. O assentamento do
quinto cabo telcsrapltico transa-
tlantico, pertencente a eompanhia
telegraphica DIRECT UNITED STATES,
licoti Itontein terminado.
(AGENCIA AMERICANA.}
(itndrcsS de setcmbro.-Correm
boatos de que o governo inglez so-
licitara o apolo das potencias con-
tra a marcha invasora da Russia
na Asia.
Madrid 6. -Primo Rlvero foi no-
meadu capitao general de Madrid.
Para 9. Festeja-se com entbu-
siasmo o anniversario da nossa
emancipacao politica. Ctaegoa o
vapor CERVANTES. Xoticias do Ma-
ranhao dizem que no dia 3 flxera
explosao a caldeira a vapor da ola-
ria do senador i.uiz Antonio Vlel-
ra. situada no rlo das Bicas. mr-
rendo com este sinistro onze pes-
soast entrando neste numero a es-
posa do mesmo senador, seu pai e
o capitao Manoel Francisco Aseve-
do. Ha muitos feridos. O ediflcio
flcou completamente arruinado.
Xo dia 4 chegoo alii o transporte
de guerra WERNECH, e a 6 o vapor
inglez UHAGA'SZA, procedeute do tea-
ra e que demia sahir no dia seguin-
te a. para Liverpool por Iiisjioa.
U cambio regulava alll sobre i.on
dres IS 1/4, e sobre Ltsboa 118.
O algodao vendia-se a SOO e SCO rs.
o bilo.
DIARIODEPER3UMBU0U
verno, s5o todos de accirdo em.re-
&4o peciou senao por imprevidencia.
Temps, o que sob este ponto- de
isa sobretudo o acontsctraento,
administrative que re vein, e qua
um governo se< futuro deve produzir a roda de si.
Sem 'ustituicpes delinidas, e deliuitivas, um.go-
verno uiopSfa coatar sobre pessis algama, nein
mesmo sobre" tera carcereiro.
ET boje opiBiao quasi geral de que os factos
romaoescos con quo se tem bordado as narrativas
da fuga de liazaine, taes como Mine. Bazaine, in-
do en> pessoa, por uma noite escura, n'uma barca,
livrar o seu raarido ; este, qual oalro Latudef des-
ceodo per meio de uraa corda, de oraa altura
maior de 3D metres para se reunir a sua fiberta-
dora, etc., sao paras invensoes dignas de um ma-
lolrima.
Bazaine sahio tranquillamente de sua- prisio
pela porla, por connivencia ou negiigencia dos
que estavara encarregatos de o guardar. Esta
e que pareoe ser a verdade.
O director da prisao esta muiio seriamente com-
promettido.
Quanto ao seu actual destino 6 aioda duvi Joso ;
e sabo-se a ratio.
Os sens amigos occultam o seu asylo, pois re-
oeiam ura pedido de extradicao.
Esta queslao juridic* e muito discutida neste
momento na imprensa. 0 Jornil des Debuts pre-
tende provar que lla deve ter uma solugio. afflr-
raativa. 0 caso de Rochefort, nao e identloo ao
de Bazaine.
Rochefort foi condemnado a deportacao em um
recinto fortificado, pena essencialmente politica.
Bazaine pelo eontrario foi condemnado a morte,
nao, por um crime politico, (a este genero do cri-
mes desde 1848 nao e applicavel a pena de mor-
te) mas como reode crime commum a que lhe eram
appiicaveis os arts. 209 e 210 do codigo de justica
militar.
A comrautacio decretada depois da condemna-
cao, nao lhe muda a natureza ; e alem disso a com-
mutacito so foi eoncedida, sob a reserva expressa
de que o veredictum do supremo tribunal teria todos
03 seus effeitos politicos.
Entretanto esta discussao e inutil, porque Bazaine
nao ira llxar sua residencia n'um paiz que esteja
ligado com a Franca por um tratado de extra-
dicao.
Continua a polemica na imprensa fraoceza sobre
a continuacao da fragata franceza Orenoque, em
frente de Civira-Vecr.hia.
0 Univers e outros jornaes ultftmontanos mos-
tram-se desesperados so com a possibilidade do
governo mandar retirar a fragata; aquelojornal
procura todas as raxoes iraaginaveis para que se
recuse essa satisfacao a Italia ; di'. que esta quer
tornar a rehaver Nice ; que 6 preclso conservar o
Ortnoque em Civita-Vecchia para tsr aiguma
cousa que recusar a Italia antes de lhe enlregar os
Alpes Maritiraos.
A Presse, limifa-se a arguir aos jornaes liberaes
de se rnostrarim mu italianosdo que o Sr. Nigra,
confrades transal-
IKCLATKRRA.
Beeois do encerramento das camaras, vem as
diseussoes geraes sobre a politica do gabioeiecon-
servador, que e accusado pela oppostcaode nada
_j os seus
RECIFE, 8 DE SETEMBRO DE 1874.
Noticlas da Europa.
Pelos vaflores inglez Fire Queen e francez Men-
doza recebemos hontem jornaes e cartas da Euro-
pa, sendo as de Lisbda ate 24 de agosto.
De uns e de outras colhemos o que segue :
FRANQA.
0 marechal Mac Mahon partio no dia 17, pira
a sua digressaa na Bretanha, onde deve visitar
suecessivamente Man3, Laval, Rennes, Saint Brieuc,
Brest, Quimper, Lorient, Nantes e Angers.
Dizem de Paris que a cemnlssio deengran-
decimento do comraercio exterior propoa o esta-
belecimento de camaras de coramercio francezas,
presididas pelos consules em Londres, S. Peters-
burgo, Madrid, Lisbda, New York, Rio de Janeiro,
Bahia e outro3 pontos, e serao formalos pelos
principaes negociantes francezes. I
A evasao do ex-marechal Bazaine contintia a ser
o tbema de todas as conversacoes e de todas as
discuses jornaHsticas.
Os jornaes veem todos os dias cheios de porme-
nores, mais ou menos verosimeis da fuga e de apre-
ciacoes sobre este facto.
Salvo entre os bonapartistas, e nas columnas do
Univers onde o Sr. Veuillot defende a sua causa,
o fugitivo nao encontra defensores.
Uma phrase do Times resume bem todas as apre -
'ciacoes:c A evasJo do marechal esta em per
I feita harmonia com o egoismj que elle moalrou no era uma insurreigio geral da Italia
pioos.
A este argumento replicara os interessados que
6 mil vezes preferivel ir adiante dos desejos da
Italia para os satisfazer do que ter de os attender,
sendo ella quem imponha.
a 0 que aconteceria amanhi diz a Opiniao Na-
cional, se o gabinote italiano, cedendo a uraa
pressao nacional, ou a suggestoes faceis de adivi
nhar pedisse a retirada immediata do Oreno-
que f
0 Seculo XIX, ajunta com razao :
a 0 essencial c que nioguem possa attribuir
este acto a uma inlluencia estrangeira. Que se
diga muito embora que o governo cede a violen-
ce de trinta e cinco railhoes de S'iciipantes fran-
cezes de que nos tazemos parte. Mas que nunca
se possa suppc r que a Franca soffreu a pressao de
uma diplomacia italo-prussiana com luvas de
ferro e de velludo.
BELGICA.
0 segredo em que se euvolvem as deliberagoes
do congresso de Bruxellas, autorisa os jornaes a
lancar boatos sem grande criterio. Uns dizem que
o congresso se abstera de modificar a convengao
de Genebra; outros pretendem que arapliara a
novas cathegoiias de nao combatentes os benefi-
cios que resultam da convengao de Genebra; ou-
tros affirmam que se ventilod no congresso a
questao das requisigoes, decidindi-.-e que as ordens
de requisicao devem emanar dos generaes com-
mandantes dos corpos; a Indepeniencia Belga,
diz que esta questao ainda nao fora discutida na
conferencia.
0 JVorrf de Bruxelles diz que o congresso nao
prolongara suas conferences alem de it de
agosto.
0 que se pode porem assegurar e que o con-
gresso de Bruxellas nao tocara na convencao de
Genebra, por iso que nao tern pederes para deli-
berar ou para votar sobre as questoes que a ella
se ligam ; as moiificacoes que o congresso enten-
der porem que seria cDuveniente introduzir, serao
pelo congresso indicadas aos governos ahi repre-
sentados.
A convengao de Genebra 6 obra de uma confe-
rencia especial, so pode ser modificada por uma
conferencia especial.
ITALIA.
A situacao da Sicilia nao parece sor aclualraen-
te das mais invejaveis. A Italia publica, a res-
peito desta ilha um artigo que e ura triste quadro
do estado anormal em que ella se encontra, e que
parece ao mesmo tempo ter por fim preparar o
publico para a applicacjio de raedidas extraordi-
narias que o governo uao tem eoipregado ate ago-
ra, em respeito aos prin:ipios constitucionaes:
N'uma palavra, a Italia faz um triste quadro do
estado anormal era que esta ilha se acha, quadro
que parece ter por flm preparar o espirito publico
para a applicagao de raedidas extraordinarias, que
o governo nao tem ate agora applicado em respeito
aos priocipios eonstitucionaes.
A Italia declara que para restituir a tranquilli-
dade a este desgragado paiz, e proteger as pessoas
e os bens dos seus habitantes, ha um unico meio
que e a suspensao das garantias constitucionaes,
alim de se proceder com toda a onergia contra o
bandaleinsino queo infesta.
As numerosas prisQes que se teem feito em
muitas cidades de Italia, tem dividido a imprensa
italiana era muitos canpos : os jornaes moderados
aguardara o julgaraento das autoridaaes judiciaes;
as folhas radicaes nomeadamente o Seculo e a
Gazeta de Milano atacam vivaraente o governo,
e o Dintto, orglo republicano, liraita-se a di-
zer que se a camara funccionasse, a opposicao par-
umentar teria condemnado o gabinete por unani-
midade, o accrescenta que a conspiracao nao passa
de ami invengSo do governo para desviar as at-
lengoes do qne esta succedendo na Sicilia, onde as
cousas vao de mal a peior.
A Opinions comtudo parece apreciar melbor a
situacao ; diz que as desordens que acabam de
se manifestar em algumas provincias do reino
idenunciara claramente que o governo nao era
t joguele de uraa illusao, quando fazia vigiar os
a manejos da Interqacional.
Dizem de Roma, em cartas de 11, qua tem
sido presos a maior parte dos bandos armados
jue sahiram de Imola -em direcgao a Bolonha ;
e qua pelas medidas do governo havia falhado
completamente o piano dos internaciohalistas, que
ter-feito de notavel. Entretanto o medo porque .
gabinete Derby, tratou das quest5es internacio-
nae, satisfez geralmeate o espmto publico.
Aqpelles quo estavam indecisjs tomaram o par-
tide-do governo vendo como lord Derby s havia
easetaM* nas negjciacSes relativas k eoBfereccia^
de Bruxellas, negociag5es era que deseovolveu
um* grande energia, para conciliar a solojao de
certas quesldes com os direitos que se reserva a
Inglaterra.
Receiava-se que 03 lories fizessera o cootrario
do qne haviara feito os whigs, e que o Sr. Dis-
raeli cabisse no defeilo extremo que tinha evi-
tado o Sr. Gladstone, eommeltendo o excess eon-
trario.
0 principio da nao intervencao, a qne-se hga
o maior interesse, foi de novo aill-mado, do modo
mais claro, e mais catliegoric), e as palavras que
o. ministerio pronuncion, socegaram as pessoas
quo podiara presumir que a Inglaterra cederia
aos desejos de intervir nos negocios de Hespanha.
Jornaes de Londres, publicam uraa analyse
corapleta da resposta da Russia as observances
da inglaterra contra o congresso de Bruxellas.
Sabe-se que esta resposta levantou os wcrupu-
los do gabinete de Londres relativamente as
questoes que deviam ser submetlidaa ao congret-
so, e decidio este gabinete a tomar parte nos tra-
balhos desta reumao.
0 Sr. Goctben, que occupava no gabinete
Gladstone as func;oes de priraeire lord do almi
rantado, 6 um dislincto Qnanceiro, conltecido ha
muitos annos pela sua obraTlttoriadosambios
estrangeiros. Ha onze annos que e corutante-
mente deputado pela city de Londres; e du-
rante este longo periodo a sua reputagao de ha-
bilidade nos negocios publicos tem todos os dias
augmentado. Assim, emquanto que nas ultimas
eleicdes a city elegeu dous conservadores em
substituicao dos candidates liberaes, o Srs. Lou-
rence e barao de Rotkschilde o Sr. Goschn
obtinha a renovaeao de seu raandato.
Indica se o Sr. Goschen como substituto do Sr.
Gladstone como leader do partido ; no caso des-
te ter de se retirar da.vida polilica.
0 Sr. Goshen pronuncion no dia 11 da agosto
um discurso na associagio liberal de Frame (So
merset), que e a exaltacao do partido liberal. Eis
os pontos principaes do sea discurso.
0 excedente de receitas que os conservadores
tem a sua disposicao e devido a politica liberal.
Recordando as avaiiagoes orcamentaes dos con-
servadores, disse que sem duvida se sabera era
poneo quanto a sna passagem pelo poder custa
mais caro ao paiz, Os conservadores tiverara nao
so a honra de votar recompensas aos vencedores
dos Achantis, mas reconheceram que esta expe
dicao, que se dizia que deveria ser am outro
Mexico, tinha sido um triumpho dos mais com-
pletos e que esta brilhante expedigao, tantas ve-
zes criticada como loucaraenle ruinosa so tinha
enstado nm mtirtao esterlino.
0 discurso e todo sarcastico, cheio de reserva
e de fria moderagao : compara o modo porque
se trata e se JCflga dos afltoa do* conservadores
com a intolerancia de linguagem e a parcialidade
oom que estes combatiam os liberaes, re corda
com bastante mordacidade o cheque da lei sobre
as escolas dotadas, que o primeiro ministro re-
tirou, e que mao podia comprebender Os con-
servadores votarara uma lei que permitte ao povo
beber duranle raais meia hora cada dia ; a sua
reforma da legislagao das manufacturas e obra
dos liberaes e nao dos conservadores. E uma
reivindicagao em favor dos liberaes de todos os
servigos ao paiz de que os conservadores se gio-
riam, Sic vos non vobis 6 o thema de seu dis-
curso que os lories flngem desprezar, mas que
nio podem refutar, porque os golpes sao certeiros.
Os argumenlos serios acima indicados, sio ir-
refutaveis.
u espirito publico vai mudando, e uma gran-
de parte dos esoiritos independentes fazem votos
por ver o partido liberal levantar-se e subir ao
poder.
Novas difflculdades ameagara os interesses
dos inglezes sobre a Costa do Ouro. 0 rei dos
Ashanttes, a quem os inglezes lizeram a guerra
para protegerem os seus alliados os Fanties, re-
clama agora a intervencao ingleza contra as tri-
bus rebeldes.
Se esta intervengao lhe e recusada, exprime o
receio de nao poder cumprir as obrigacoes qne
contrahio pelo tratado de paz ; a anarchia succe-
dera a ruina da sua autoridade.
< 0 governador de Colcnia envirju ura dos seus
officiaes a Cooraassie para fazer um inquerito so-
bre a situacao do paiz.
Em quanto se esperam as informacoes colhidas
por aquelle official, os jornaes inglezes perguntam
se nao seria melhor a Inglaterra, em lugar de se
envoi ver nas contendas inlernas. da Africa occi-
dental, abandonar uma colonia que lhe da mais
eucargos do que benefisios.
DINAMABCA.
0 rei da Dinamarca chegou no dia 30 de julho
a Islandia. A populacao recebeu-o com o maior
enthusiasmo.
SUISSA.
0 grande conselho de Schwyz, um dos raai3
pequenos, mas tambem dos mais ultramontanos
estados da confederagio helvetica acaba de decre-
tar uraa medida que enchera de alegria os parti-
danos da etnancipagao das mulheres.
Por uma lei especial, o grande-conselho atiri-
buio as mulheres do cantao o direito eleitoral mu-
nicipal e o de illegibilidade. D'aqui por diante
as c dadas de Schwyz tomarao parte nas eleicoes
e poderao ate mesmo desempenhar funccSes pu-
blicas.
Ate aqui a emancipacao das mulheres, e a sua
participagao nas funccoes publicas, era nm artigo
do credo politico dos ultra progresjistas e dos ra-
dicaes ; hoje 6 um ponto do programma politico
dos ultramontanos ; e explica-se esta mudanca
talvez por serem os ultramontanos que vao per-
dendo de dia para dia a sua influencia sobre os
homens, influencia que 6 segura e infallivel sobre
as mulheres.
0 cantao do Valais nao 6 menos ultramon
taho que o de Schwyz. Apezar da constituigao re
vista, que decreta que os ados, e o regimen do
estado civil estejam a cargo das autoridades civis,
o tribunal episcopal de Sion, contintia a pronun-
ciar sobre a validade dos casamentos, sobre os
processos de separagao de corpos, bens, etc.
0 conselho federal reprehendeu asperamente o
governo cantonal, por este esquecimento das dis-
posigoes constitucionaes, e intimou o a eslabelecer,
sem demora, nma autoridade civil, que deve
substituir a jurisdicgao episcopal.
Esta intimagao produzio o seu'effeito, pois cons-
ta que o governo do cantao do Valais se decidio
a supprimir a jurisdicgao ecclesiastica em mate
ria de estado civil.
ALLEMA.NHA.
Prosegue' a instruccao do processo contra o au-
tor do attentado de Kissiogen, em Schweinfurt, lo-
calidade pouco afaslada do lugar do crime, era-
3uanto o processo se julgara perante o tribunal
e Wurzbourg. As fofhas clericaes nreleudem
que tal attenlado, era uma pura comedia, e qne
a ferida do principe era simulada ; que Kul oano
era um doudo, e a arma de qua elle se servira,
inoffensiva em qualquer mao.
0 ministro da justiga acaba de convidar, um
pouco larde talvez, as autoridades- judiciaes a
persegntr os jornaes qne publicamt taes iati-
nuagoes.
0 jniz de instraccao mandou examiaar a arro^
de Kulraann por doas pessoas tochnieas, as qnac>
foram de opinlio de que era uma ptsiola fe
alcance de boa qualidade, ami araM da prad-
sSo qae devia esttr carregada de bala no nao
mento do- attentado.
DtaMi de Vioooa qai o rei do tlssour rtns-
persra a vista, emeooseqaencia daopafa^ta a qu
se sujeilou.
A Gazrtn da Albmanhi do Norte publica sobre
a marinha militar da Allemanha am longo artijf
em que procora deraonstrar que o estado a?tua.
desta marinha nao eorresponde ao sea deskao qm*
deve ser ao mesmo tempo offeasivo e defsasivo
Insisle especialraeata na necessidada de aofroeatat
o numero de navios de pequena toaelagera, e u-
vios guarda costas. Estes devem poder em todo o
tempo entr.ir nos portos alleraaes inaccessieis on
perigosos para navios de alto bordo era consOqaeo
cia da pouca profuodi lade.
Estas onsideragcies ser vem de prefacio a aoti-
cia qne o oogimento da mariaha d> imperio qae
vai ser presente ao reichstag na proxims esio.
devera. corner crediios consideraveis, para aug-
ments da esquadra.
Vai ser submeuido ao parlamento alleraio, c
projecto de lei relativo a circulagii Glociaria, qae
a ser admitbd-j. nos termos era qae a chaocellarta
imperial o formulou, ira molilicar profund .raente
as condigoes ecoaomicas e linanceiras dos pains
allemies.
0 projecto encontra a mais viva opposicao da
parte das inslilui^ues de credito privitagisdas. 0
Banco da Prussia foi o primeiro a oar o axaiBpio
da re istencia, nao obstaole este esUbaieeiiflo
e~tar destinado a trausformar-se mais Urde em Ban
co do Imperio Allemao.
A direccao do Banco da Prussia ja se reunio, e
decidio protestar preventivaraente junto do minis-
tro do coramercio, que e o chefe da instituici'
contra todas as disposiguos do projeclo de lei sobre
os baocos, tendentes a ferir as suas prerogatives e
a lesar os seus interesses.
A propria Gazeta de Spew, que preteade negar
o protesto do Banco da Prussia, conficma era outro
artigo que o conselho de administragio do Banco
da Prussia, e os de outros banco? particalares di-
rigiram ao ministro do comraercio obiervacoei so-
bre certas disposiguss do projscto de lei em m>
taO, que attenlariam contra os intereses tMtas
instiluicoes de credito legalmente aotorinaas.
A conferencia episcopal de Fulva, nao eosoa,
como no anno passado depur as sow qoeixaa a
protesto* em uma pastoral collective dirigida aw
tieis; formulou em termos mais reservados, as
suas conclusoes qae o bispo de Brettaa apreseskm
em forma de memoria ao ministro dos cultos, ain-
da qne este nao pode senao enviar oa bispot a la- '
tra da lei.
As autoridades continuant a supprimir as asso-
ciacoes religiosas, e a persegui-las mesmo sob a
forma de sociedades political, sobre qae ellas j at -
garam que se podiam abrigar.
Diz a imprensa omciosa quo esta tactiea sera
eombalida; as associates serao persegoidas sob
todas as forraas, e era todos oe estados do imperio.
Falla-se de ura projecto de lei a apresenlar ao
parlamento, segundo o qual a dusoiacao das aaso-
ciacoes, pronun:iada pelas autoridade* de am es-
tado confederado, seria valiosa para todo o ternto-
rio do imperio.
Infelizmente estas lets de circamstancia, excep-
cionaes, dirigidas contra um inimigo conhecido,
atacam as liberdades constitucionaes. E' este o
lado fraco da luta empeubada pelo governo.
0 clero da diocese de Posen, cujo chefe Mr.
Ledochowski, esta preso, e foi destitnido de suas
fuocgoes, por senten;a do supremo tribunal eccle-
siastico, parece ter linalmente comnrehendido qae
a sua resistencia facciosa as leis nao faria receiar
o governo.
Muitos sacerdoles desta diocese que tinbam sido
expulsos, foram readmitlidos as snas funcfoes, de- -
pois de terem retirado os seus protesto* contra as
raedidas toraadas pelo governo para a adraioistra-
fio da diocese vaga.
Por outro lado cium-se factos que pareeem in-
dicar da parte do clero catholico na Prussia uraa
certa desanim.vao, e disposifoes para se sujeila-
rera as necessldades legaes.
0 arcebispo de Munick tinha dirigido am
protesto ao rei contra a viagera episcopal do bispo
velbo catholico, Mr. Rcinkens, pela Baviera com n
dm de dar a oonlirmagao aos tilhos dos seus cor-
religionarios.
0 rei Luiz contentou-se em enviar este documen-
to ao ministro dos cultos.
AUSTBO-HINGBI*.
0 imperador Francisco Jose tenciona assisiir as
grandes manobras que devem realisar-se na Bo-
hemia, nos arredores de Brandies, dominio do
gran-duque da Toscana.
A demora do imperador sera curia, mas o facto
de se fazer acompaunar pelo chefe do gabinete, o
conde de Andrassy, e o novo ministro da guerra.
antigo governador da Bohemia o general Roller,
presta a esta viagera uraa importancia particular.
Constitucionaes, tcheques novos e velnos, rear-
cionarios e feudaes, todos os parti dos, esquecead>>
suas prcfundas divisues, esperam ja qae a presen
ga do imperador coroara os seas votos.
E' mais qae provavel, que todos elles se illudam.
porque a imprensa governmental se apresson de
declarar que a viagem do imperador nao tarn ou-
tro fim que o de uma inspecgao militar.
Era V ienna, comtudo, a imprensa liberal aao
parece muilo socegado ; parece receiar nma re-
crudescencia do ascendents do partido militar, uo
fatal a moaarebia, ou a velleidade de reacgio ao
sentido absolutista.
A Gazeta de Vienna publica am decreto im-
perial que convoca as dietas "proiaciaes da Ans-
tria cisleitbanea para IS de leterabro. As de Is-
tria, Goricia, e de Trieste, reunir-se-hao algnns
dias mais tarde.
TURQUIA.
0 governo ottemano acaba de supprimir doos
jornaes de Constanlinopla, o Lroaml Times, por
causa de am artigo sobre as fiaancai da Turquia.
e o Pkare du Bospkore, era consequencia de ob-
servagoes sobre a politica russa, aa uneaio da
igreja bulgara.
Por estes annuncios ve-se que a Turjaia entra
em plena eivilisa^o, mas pelo lado peior ; aao
gosta que lhe digam as verdades.
0 governo ottomano acaba de iaattorar
processo perante os tribanaes francezes, aos ven-
dedores do deposito que servia de garantia ao em
prestirao de quarenta milhoes de francos feito an
Paris a Sadyk-Pacha.
Esta venda, muito prematura e por coosuqueB-
cia illegal, foi feita alem disso por detraz da eerli-
na, e offerecida na baixa, a medida qae lain sendo
collocadas ; o que mostra da parte dos banqneir<
um propj-ii'i flrme de desacreditar o governo
turco. _
A let e formal quanto aos praxes das execaeSes
de bolsa, condemna igaalmenie em tal caso as
vendas em particular. .
Tanto em ConsUBtieopla como em Para, *o
todos unaniraes em dar ratio ao governo tareo.
e este esta resolvido a proseguir no processo, peta
julga a elle ligada, tanto a sua dignidade, ooaw
seu credito.
Do resultado deste processo depeadera a sane
do novo banco, porque os raesmoa interesses pa-
reeem erapenhados nestes dons negocios.
Por ora e manllda a combinagao, e espera-se a
reuoiao dos accionisUs do Banco Imparial W-

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ala<\ reanftd IJBB flwiwilii ier Itrgarno d1x~tf yjtfrj emnnr os mvarrps, que worTrraart podeTsoo
de agosto para a reconstrucglo desas csaabeUot-- itamMta^l#t|fB% f* menu). r- IT norrorosa a uarragaa completi
0 governo otlmfl4no tera outras proposlas, tanto receu nastolhashffspaiThuias, (Pw fdzi
para um banco do esta to, como- para um einpres OHot, segunda ,oar*e aexeevavel prni
timo, e se ildaditaJlucutdade-surge do Udo do vicias.perpeira.das em Cuenca p#os Jaandos de Lm-
Baieo uttorantOf-nam pox is-^p iicara. sem re- ciporas que militant sob. as.fanjticas banlqi-
corsos. ras de J. Carlos Esses horrores que completam
Ura leiegramma de 12, de Londres, da coota de o quadro da guerra civil, provatn que os carlis-
se ter realisado a reuniao -especial don aocionistas ta.i, parliie sein entranhae, ->aii_at>edaoe as necas-
do Banco Imperial Qasaniauo, qua adoptou por cidades da lota quaudo inceal8% Ula oicarapos,
uuanunulade, menonanits votoe, residugoee que saquaia as poveacoesj sequestra e assassina. E*
areitam em principal *r ova tincessSo feita pla um bando seWatico. de eannibaes accemmettidol
Porta, eo augmentede capital de 4 a 10 roilfcoss da febre da das'.rujfio, ua alette* do lobq*
oe libra?, mediantc a emissiti dc 297,500 nec/ies damnados, de clacaes repugnantes, scquiosos de
A reunia) apprwoa igualinente a onveogi] europea, em edro uraaooostigmatisaeqaellas hoc-
concluida a 6 de jitrao eom o Banco austro-otta-1 das hediondae que saaevara nas victimas iudoft-
tnauo. zas e palpi tastes.
hespasha. bv,^ 0 negro cam dos fazilamentcs d nartado do
Sobre este pm escreve nosso correspond entc sagittate modo pelas follias liberaes de Hespanha :
Aehavam se os piaeioneiros da oolumna,Nou-
de Lisboa
0 celebre memorandum dc D. Carl s as pa- j
tencias ckrisliis da Euripa ja vem no Times e era "
varjas. Deriodicoj fraucezes. 0 Timts abio the '
Hi, a por libra com o afiado escalpello do uma "
crilica implacavel e desfez esse dommento iaso-,"
lito CtMime D. Carlos iaawrno tzm nomeno'"
do general Serran<, e deeiara a face da Europa,"
que o Rfioso memorandum de O. Carlos reina "
dsfacio numa granie exten^o da moaarcnia,!'
villas em OIK t, iiuaudo sa Jatoctoa s ataqaa di
Pagcerta. Par?, ir em socnorro daquel-avll.i
liabaaiastxDpas^.eapeoialuicnte as da proviocia,
que emprehender a marcba em direcijao a Ollot.
Perscadidos dLsio^maadaram-os carlistas que os.
orisioneiros fissem condundos para Valliogoo.
Uma vaz neste poalo, ordeaou SavalU que fo-
sem todos fariUdos. e ou por que Ihe fliassem
renexoaa ou por outra qu!q ier c.usa. mod ill
que a vanguarda dosseus exerciwsesla as porlas, oou essa ordem por oiitradeterminanlo de Madrid, e que aa ^ua mao esU a rcahaT n'um f^tssem fuzilados os caraliiaeiros real aacedtsnj e
(nomeut-j Com o goverao do general Serrano que os ehefes, offl.:iaes e soldalosdo exercito
nepj*iUBU ftioiacii- cm cyn mo rtf os ] -fesjera qaiaUdes pela ordem eonstaae d*4wla
'.azilamenius de Esie! ; e aitala se diz ciemente!"
porque oao fuiiktu seain mm por cada 4 prislo- J"
neiros (em Ollol foram yuintadns) e alcai disso a i "
todos rs oflici;.-. >fflfm Valencia aftanncoo D.
Aff-mso que futilata V.do o prisioneire que, den-
iro de certi iraza. mo s-; abslar 90 servigo da
faejle 1) Adrrra, sc soiemaemeoCe que o capitau!"
prnsiaA Sttaaai tt toi'Mlo prisioneira.estando dej"
riwokrr na lua., ,\ frcnlede nma quadriilia de :"
incemliarios, de^Bzin.in <[nt a execttjao delle Tei i"
acta dejostv* e-si-i-ia m.-fls Esla pordm prova-
di.imo que tsUt-i fal--.., e a Prussia IL'o fata com-
preliender emai* larde oc niais cedo.
A ren1i,iio d.vSen du Urgel ao* carli?ta, por
:raif3o, e uma das majs rrceutes noticia* de que
i is faliam aia la os permfnores ; todavia h um
lespaeh t de 2J affirtna-se, de am mo In pusttivo,
qae us amigos dobispo de Urgcl, capellao mcrde
U. Carl>, f5racn o- atKoroa da ir.iic.5o que dea
fin resnltade ser tonada peros ciriistas a cida-
dclla d- Urp<, onde o cabecilha Tristauy fjziloa
o commaaaairte, npodcrando-se da guaruicio in-
tt-ira.
0 poaerae d Madrid ordenou ja que se pro-
ceda a um rigxroso teqoerlto-sobre a torr.ada de
Urgel a iraicio. afarcb iram forcas antes ile lion-
lero sobre ajool.'a praca par* "a retoinarcm aos
auiiataf.
Sea de l'rfc'el <- ama eidade antijolssima dc
Catalunha, que tera de 0 a S mil habiuotes.
DisJa de Andorra (celebre repuhllqueta legmi?aria)
a duas piqui-uas legoas e a 8 de Poigcerdi. E' j
a chave di m ntanha, e os terrenes '(\ie a cer-'
era eslendera-.-o ate as porta> de Levida e in-
lernam no Araglo.
A crdade esti sitnada em uma planicie, e e
bantiada por sJotis rj-i- Irapjrlantes, o Segre e o
Valeira. A u-n kirometro da di^taucia ha uma
e. Hma isnl.da onde e a cidadella e o castelfc A
cida le, alem de defendida petns fortes ao nor-
desie dos qnaes tica, ea;iiuraliiada.
a Denlro hav:a t'nmde numero de pecas, oba-
ses, morteiros, pai i| do polvora cm paqueno de-
li ite dearmas mais ou menos aatiga.*, e outros
petreehos de guerra.
Sen de Urgel ttm boas edificios e cioco tern
plai rnuito graades A catli ral, de v.i'iado es
t>!o, por teT si3o cmstruida em epocas differen-
urs, mas onte predomina o bysantino e o arabe, e
toJa de pedra. 0 pal cio (!j liispo, que anda com
I), "arlos, e tamb-m um excelleata edificio. Sen
de Urgel estava gaaraecida apeuas com 400 ho-
niens.
E rr Cerr;t lobe, provincia de Albacete, foram
feita-: algamas mortts e 20 feridus a faccio Ro-
che, tomando Ihe as tagagens as tropas liberaes.
t As antoridaMes fraucezas internaram o chef;
farlista Eho.
Na Galliza ha complete soaege.
A circular do guvenio da A.'IemanSa declara
5ae o reconhecirr^ntJ do governo hespanbol foi
S::.ia necessidale imperiosamente reclauiada pelo
mteresse da bumanidade. Demonstra 03 gravissi
ruos conflictos que pode provocar a gaerra carlts-
ta. c invoca o inieresse monarcbista, em n-ime do
qoal os carli>tas teem comtucttido inauditasatroci-
dades. E" repellida nesse docanunto toda a idea
de intervene^). 0 reconhecimento sera feito como
foi o da Franca cm 1871. E' menciouado o co
barde assassinato do capiAo Behimiin. o govcr
no de Serrano scria reconhecido, mas nao se falla
da oxtensao dos seus po leres.
Aftlrma-se que nos ciraal s legitimistas de-
Fr.in,-a, o reaoubeciraeBto do governo hespanbol
urij;inon granle imtaeao.
0 reeoQhaei nemo" di governo hespanhjl pela
Austria e ja mi facto, a dannos inteiro credito a
diversos despaclns lelegra-jhiCM aeste sentido, e a
um artigo d i Peiliatpl) de Pesth d) dia 17.
0 governo da Turjaia tambea ja fez o seu
recanhecimento.
a Uin leiegramma de Paris, de 18, diz qae o re-
mile -in in! > !) govern) hespanu 1 pela Franca
so sera am lieto eoasanuaada qaan le o embaixador
Armijo apre-entar as suas credenciaes. Eatao o re-
preseutanle da Franca em lladrid apreseatiratam-
m immediatameate as suas.
> Xotieiam de Paris a 21 que as declaracoes do
niiBistro dos negocios eslrangeiros pataate a com
missio permau )ule, diz^udo que a Frauea acom-
paabara as pit-mcias eitrangeiras uo reconheci-
mento do goverao de liespanha, produziram leliz
impressao. Apenasos legitimistas mais acima disse) man festam viva irritapao, e di
tigem uovos ataques contra os poderes do mare-
chal Mac-Mahon Acrescenta se ale que os legi-
timistas francezes tinhain idea de convocar a as-
sembled nacional para se rejeitar o reconhnciraen-
to de liespanha; mas qae a deverao abaadonar,
visto (]ue as csqaerdas, eeiitro direito, e direita
moderada (mais de 600 deputados< voiariam con-
tra.
Diz-se qne Mr. de Bourgoing sera nameado em-
baixador de Franca em Madrid.
Assegnra-se que Serraao assignou as credt-n-
aes para 03 representantes ne estrangeiro.
cit \ega Armijoannuaciou ao governo hespanhol
que o gabinete fiancez propoz enviar ao Bidassoa
um vapor francez, que juntamente com eatra hes-
panbol guard, ra os caes deerabarque mais fre-
quentado* por passageiros.
a Oiz-se que a Russia ainia nio reeonheceu o
governo hespanhol, por nio ler qaeri lo o tmpera-
dor dar esse passo sem ouvir o priaeipe de Gors
tschacoff que esta na Soissa, e que se mostrou
disposto ao reconhecimento.
A Hespanfca decidio pedir a extradicao dos
desertores.
o Sao completamente destituiias de fondamen-
to as noticias qce se espaiharam em Xe\v York de
qne a Allemanha reconliceera a Hesoanha com a
condigao da cestio de Porto Rico.
0 que porem parece ser verdide e que se tra-
ah nraa es,'Pu,a^50 secreta era virtude da qual
a_Allemanha obteria do goverao hespanhol a ces-
sao de um pofto fortifisado no littoral de Ilespi-
nba, a semeihanca do que a Gram.Bretanha pos-
sue en Gibraltar. E' o qae tein cbrrido ba dias
em Lisboa.
Uma carta de Logrono recebida em Madrid
an: que o ataque de Oteua foi um movimento ver-
dadeiramente estrategico que sorprendeu os car-
iistas.
Simulou.ae nm aUque contra os cntriachoi-
ramentos que o iuimigo havia construido e tea-
cionava defender com energia.
o A' frente destas posijoes apresentou o general
ilonones apenas ema terca parte das suas forjai,
com uma bateria escolhida, e mandou que se ata-
casje por pelotfies de 10 a SO horaens; flngindo
querer tomar as altaras a bayoneta, siraulando se
uma retirada em desardem e viado os peloloss
postar-se na retaguarda da artilbecia. Os,carlis-
tas caairam no lar;o, e abandonanda as trinchei-
ras sahiram a atacar as tropas liberaes que jul-
gavaaaem debaadada.
ffflnistcrio da guerra na Ternessa-J
de reforms de toda a espei-ie. No J-.cur-o ,dfl. Jlntt^j
a!ii 17 bata'.iiw'-,' r-jajt-'aV *
rmados a f.qo'pa I-k, '$
para cobrir as hai*as"doti
#aUha<*-atte estavam reJuzidos a 30J or4, a.
quo licaram agofa com 600 a 800. Cbegaram
mais 20 pe;as o granae municiamenio de artilhe-
ria.
Os <^staMtaarta saa^aaaaaj
cebe-
m Ber-
as bvoa
o Japio.
cntas'da
ram artilacraaamai^oeij'-aVse
aaejo. I'm um navio americano
de New-fork, slinnlando p ,nir
ft>ucos dias antes de chegar c na
Hespanha, reeeaeu o governo um taJefirammapre-
veniad'-o de qae fora e,Rlado um vaso dc iruerra
americano para o cruifliro ilas etntas do norte,
afim do evUaio conlrabando feito por mvios d'a-
quella nacioaaliJado.
O Londm, quo a&iim e chaan o aavta car-
rcpido pelos carlistas, conseguio por esta forma
ijJutt^cjLv^jilaniiadaosquadnltia bespanhola, por
Ee.simulava eoi tado nan navie de gueraa. (Joan-
o governo seu be do engaao era tarde, porqnd
o de-sembarque havia-se effectuado.
o Alguns movimentos iniciades pelos carlistas,
fazem suppor quaaMes qaerera mmlafb theatru
da guerra, e julga-SB qab peta difflculdadeem qua
se encoiiuyira tie obtar viveres.
0 governo francez envion uma circular as
autoriJadas da Ironteira, pergaatando-lbes de que
forcas preetsavam para agua-rdarem coaveniente
meate. lin'relanto, cartas de Bayeaa a8Umam
qae os carlistas continuam a passar por alii e que
nieguem pensa-em interaa-4os.
Nio roe recordo se na 'minha ultima Ibes dis-
se quo o conselho de ministros, sob a presideoeia
de Serrano, apj do a liaha de couducta que os representantes de
Hespanha devem seguir ao estrangeiro. depois do
reconhecimento las piteaeias.
A Beigwa ja reeonheceu tamboavo governo
da Hespauha. a
rORTUGAL.
Reiuava paz e trauquillidade em tpdo a pait.
Erri Lisboa continaava a falta d'afta. 0 go-
verno nornoou um commissao de engeoheiros,
de estudar
coadm
sitlo da Tamarfneira, onde vai ser coas-
sylo de Alienadoia, desiiiiando o-pra-
e3poriulas aos cofresrd^aa,consirpc-
omelhor uaoio de supprir ess^i f^iu.
Faloceuein Lisboa o Sr. Luii Uoutinno Tei-
XLiraflimem de ftrederoie, tio do'duque de Pal-
* t'cLouzada.
publicaremos a mitsiva do ncsso
ou rela^ao oemiaal dos HMttmos. Assim s-veri-
ficou, tazeado uku cruc ao- lade do uome do
iufeliz que tiuba o uuraero cinco.
' Terminada esia operacao, que dea cm resul-
tado Hi uoates (prova evident-; de que cram
570 os prisieaciiub) marcharam oe referidos
114 homaos com lo carabiueiros, Hipall. Ueia bora iapois do meio dia lizeram
alto, muchaqdo uma escoln com es carabinei-
" roa pela esjuu-da, e outra com os soldados pela
I" direita. Cbeg dos os primeiros iii iiumedievO's
j do c-uiiti.rio de Li<.<-s, freguezia do districto
i" rauuicipaldeUipoll,iat[nou-se-lbesa ordem quelpresidila pelo Sr. Carlos Ribeiro, a-lm
i" os maudava malar. Atarain-Us dous a dous, e
l" outo os vrdugos eram tin uumero roeuordo
i que as victimas, fa'iara nas entrar no '-eauierio
," por peiotdes de 8, 10 e 12 e assim os fuzilavam.
j Selenla e ciuco pnsioneiros outre elks um elU-
i" cial do mesmo corpo, a maior parte casadaara
com lilhos, foram mortos e enterradas ao cemi
term de Llaye*.
" Em quaa o se i'azia esta matanca marcharam
os Hi homens quiotado9 d> exercito para a
villa Je S. Juan de las Abadesas e meia bora
autes de chegareia, communieou-se-lbe a or-
dem fatal, maodaudo-os tirar os capotes, que
" aiirarain para cima do um mjnte de madeira,
' que alii estava e ao que se davea licarera.ioc
" cultos quatro hoa)ens, que assim se salvaram.
" Ljgailaa dous a dous, e tambem por gradua
" iocs, furam os restates fuzilados e mandados
" logo rcculb r a S. Juau, alim do Ibes ser dada
" tepnttura. X'uma valla eaurine, ab^rla para
,: o elfeilo no cemilerio de S. Juan, jazem sepal ta-
" das eslas 110 victimas eutre as qoae< bavia
' um major, dose ofuciaes e um uieai.:o. Qaando
" se queira e possivel '-bi^r, aind i que com alga
" ma dinicul-Jaie, qualquer etit'dao de obito
" que seja requisi ada. Aleancaram as a maior
" parte J das mulheres e lilaos dos carabt-
" neiros.
" 0 goverao hespanhol foi inform ado de que se
preparaaa uma expediclo de as-eatureiros contra
Port) Rico, e tomou logo energicas medidas para
o evMar.
" Correu boatode um encontro importaateei-
tie os carlulas da proviucia de V.leaeiae o exer-
ritu do centro, uas iram dia.-oes de Clielva, mas
nio In iaformaQao de tal noticia.
-' Nas ultimas data* coistava que o general
Uoriooes contmuava a perma:iecer em I.arraga e
Zavalla em .Miranda.
Desapparecea o bando de Serra-Monna.
t 0 brigaleiro Reina b.ileu um band] carlisla.
resgalando 60 recrutas e fizenlo lae prisioneiro
Para Portugal fugiram alguns carlistas de Ciudad
Rodrigo.
Mae le-dere omitlir nesta.resenha os ires ata-
qoea n >cturnos dadw pelos carhstis a Alcaniz, no
Aragae, que ap'.zar de ser uma puvoacao aberla,
sou be repatibos e defender com graade valor, nem
uma teBlativa coatra Fumterrabia, quo licou taui-
bemmailogxada.
Vao mnito adiantadas as fortificacGes de Vic-
toria. Os reductos inleriores que estao eoallrai-
dos e os exteriors que eslSo corae^ados, receberam
40 per is de ai tilharia.
0 ultimo comboio de viveres o mnnicSes que
ii,:i- I.ui naijuoJIa |*.-a; o general Civala,' poe-
na era satisfaclorio estado de resistencia
D. Carlos contimia era Z irnosa com o bispa de
Urgel e outros pcrsonagens do seu partido.
0 infanle D Ji>ao, pai do pre'.eadente, tornou
a passar a froaleira franceza a frente de dous ba-
1,1;,. (III)
Cabrera esia ainia era Weolhwor, consagran-
do o seu tempo a desempoeirar autograplios com
o lira de dar a luz alguns ap; ntamentos sobre o
passado, devenio tratar lambem do presente e li-
xar certas posicoe* para o futuro. De L.radres
6 que dizeai isto ao Uobierno.
a Parece que o verdadeiro raotivo da sua desin-
lelligencia cooi D. Carlos 6 o en'.rar nos seus pla
nos a proclan^po da liberdade de cultos. As.-im
m'o afflrmaram, e disse que tendo casado com uma
senhora protestanie e sendo os seus filhoa educa
dos fora dogreraio catholico, advoga nidi menos
que os iuteresses de sua casa, o D. Carl ,s e os
seus i:ao aeeitam de in jJo alguin, pois la grandes
catholicos sao elles, nao haja dnvida alg ima, e
que o digam quando raais nao fosse os cubardes
fuzilanjentos em massa de Cuenca e de Oilot, em
prisioceiros ioermes III
A GacetatU Madrid de 20 publtcou ura de-
creto autorisanlo as muuicipalidades a linear mais
8 por cent) sobre as contribuipSes industrial e
commercial.
Osjornaesde Hespanha nao fazem outra cou-
fa sena) queixar-se das Irapeliaa dos carlistas.
Ulliraamenle requisitaram 100 carros para carre-
gar material dos carainuos de ferro de Barce-
lona.
Como esta imminenteo rorapimento da guerra
entre a Ctiina e o Japao, por tenm os japonezes
invadido a ilha Formosa que perderam ha doas
seculos, o goverao hespanhol telegrapnou ao com-
mandante da estaciio das Phil ppinas, para que
mande pGr um navio de guerra a disposi(-ao dc
seu representante Da China.
Com respeito a perda da mala do marechal
Concha diz o correspondenle do Times n'uma car-
ta publicada naquelle jornal a 8 do cor- tnte :
E' para lamentar a perda dos irnportautes pa-
peis que seacbavaranaraala, pois explicariam mui-
tas duvida8 c m respeito ao procedimento do go-
verno era uaoauxiliar os esforgos do marechal
com raelhor organisafao e mais effleaz assistencia.
Eslas duvidas jazem boje sepultas com o valente
marechal. Diz se que bavia tambem cartas nella
que poderiam explicar ao mnndo quaos eram as
suas verd!deiras intencues com rrspeito a accla-
mar D. Affonso ao entrar era Eslelb, e porque se
linha rocusado a fazel oquanio enlrou em Bilbao
E' raais facil adquirir faraa em Hespaoba do que
conserval-a; os mais bellos iitulos de Concha a
fama estavam talvez fechidos naquella mala.
t 0 mesmo correspondenle fez interessanles re-
flexoas sobre o systema de atrocidades cobardes
usado pelos carlistas, e esclarece bem a siluacao
ionocenle do pobre capilao Schmidt qae nqutlles
bandidos fazilaram a titulo de espi&o.
Diz-se qae em Cueaca ura official foi morto as
bayoaeladas a vista da mulher e ua presenga de
ofli-iaes carli-tas, que assisiirara com JadiiTerenca
aquello acto de selvageria.
a !" natural que D. Braeca (a lioda e valorosa
.'ilha de D. Miguel de Bragaaca que tanto se rego
sija eom estas scenas de caatbalismo) applaudisse
muito se o caso se pai>sasse diante della. 0 que se
couta dos maos figa-los dessa princeza aveotureira
iodigua o sexo a que pertence I
D. Branca Ihe cbamam os seus que o verdadei-
ro nome da mulher de Affonso, e D. Maria das Ne-
rr Ao dnpois
correspoad6otii.
Noticias Ia Aim-i-icii.
Por via de Lisboa recebemoi as seguinles :
ESTA)S-UIO0S.
Dizia-se que bavia rauita exageracao nas no-
ticiaa da revolia dos indios ; mas os arligos do
Herald e fa Tribune, ealem dis.-o a auturisacao
conoedida pelo secretario, da guerra an general do
exercito Herman, au'.onsaQao que ate aqui havia
sido constautemente recusada de perseguir os in-
dios hoslis ate' suas raenatuMt claramente de-
moosiram que o negooio e maU serio do que que-
rein continnar.
O Herald diz :
A obra sanguiuolenta dos selvngens contioiia
bravainente no oesle. >
t 0 coronel Carpenter, do 6. de cavallaria, fe-
rido eseis homens mortos era ura recontro a oesle
do fort Sill.
i Um condnclor de d.ligencia, assassinado e
atrotmente mutlalo, a visia do sua mulher, a
quera era res-rvada uma sorte ainJa mais cruel
que a roorle.
o Uma companhia de lenhadores tolalraente as-
sassinada.
Uma coliisao com os homens vermelhos de
Texas, que cusloa aos amerioaaos dous mortos e
iia-luKes feridos.
Saques e assassinatos no territono de Wyo-
ming.
t Os chsyens e os arrapaboes, a caminho pela
estradi da guerra. -
a Os sioox al.tc.indo um acampamento de mi-
rieiros, matando dous, e obrigando os oulros a en-
cerrarem-se ein um recinto fortiQcaJo, espeiando
scren, loeorridoa peia coraoanhia de cavallaria do
capilao Wessell, que immediataraente partio para
os I i her tar.
a Taes sao as ultimas noticias qae chegarain
ao mesmo tempo, e qoe evi lentemente sao os
precursores d'oulros attenlados e assassinatos com-
mettidus pelos sclvagens que daqui a sois raezes,
nos dareiaos prcssa era soccorrer, e em euviar-
Ihes missionarios para os cjnverter, ale que em
chegan lo o verao os toma hawiss, e as facas de
scalpir lenham substiluido as racues de alimentos
e as Biblia?. >
A Tribuna discursa no mesm.. --------T-
Ni> .li:i 20 .la julho a Sp. iK-iRaij. .ecrelario
da gnerra, dirigio ao geueral Sherman ura despa-
cho para o iafurmar que o tea collega do interior,
e a commissao dos negocios indiis, e elle mesmo,
sao de par.-cer, que os indios culpd de ultrages
ou de outros attentados, deverao ser porseguidos
e castigados em toda a parte, onde os poderem
alcangar, ale mesmo nas reservations que Ibes
tenham sid) designadas. Mas que e preciso evitar
toda a agg essao contra os indios amigos e iuno-
centes de qualquer acto hoslil, que se Mhen por
ventura na visuiliau-;a das agendas.
0 Sr. belkanap convida o general Sherman a
dar suas ordens nesta conforraidade ao general
Sheridan.
Parece ser este o ultimo acto de respeito a t po
ica de paz pregada pelo presidents Grant.
VENKZliELLA.
0 governo da republica de Venezuella precede
sumraariamente para veneer a resisteniia do3 pre-
l.ulis recalcitrantes.
0 bispo de Merida foi exilalo por ler protsslado
conlra a introducgao do casameoto civil
0 presidents ordenou ao vigario apostolico de
Caracas, que toraasse o lugar de seu collega ; e
sobre a recusa deste foi preso e transferido ao
porto de Laguayra, onde foi embarcado em am na-
vio que partia daqnelle porto.
Ie Ollndit. No dili 10 do cor-
nta-feira), deve comefdf'M*^reja-do
raagphmento da Conseicao, na ceJata ae Olinla, o
triduo ao Santissimo Coracio de Jesus.
Na dia 13 (domingo) celebrar se ha o acto da
eoasauracao, com missa pela maaha, e Te-Ueum,
,a tarde> prartdUo pela Exm. e Rvm. Sr. eonega
goveroador do bispado, e no qual oceupara a
'ibuoa sagrada o Rvm. frei Igaaeio de San*
iHatUcfrai. 0 vapor .1/aadoM Irouxe para:
Mathias de Aaatedo VillarouOB 20) .
Francisco Joadda Costa Aujo 131 %
Para aul do imperio. Couj 8 rece-
fcidos era noaao porto, levoa o Mmioia lit) pas-
aageiros.
Crenaio Ll((erarla>. A intallacao so-
lemue desu socieUade deva tar lagaa abdoiniago,
13 do corrente, as 10 horai da mauha.
Va<-olna. A' phannaeia dos Srs. Ferreira
Maia & C, ma Duque de Caxias u. 57, acaba de
chegir por.ao de pds vacciolco, de optima qua-
tt* Ah fiCttras.
Receberaos ojn.
de-lejornal scientitico e litterario, orgao da
a
so-
'ciedade ^-Instiluto Historico e Phiiosapnico.
Coaarelinrla do Camios. Os dooos
deste estabeleciraento raontaram, no sitio da Ta-
Biariueira, um vasto o bem sorlido barracao, para
cunforto das pessoas que forera assistir ao assen-
taroootooa padra de Asylode Alienadi-s.
Iio.teria do nio ie Janeiro. Segundo
telegramifia da corte, deve aili ser extrahida na
quarta feira proxima a 526.* loteria.
F;-Hi'i da Pcnha.Sobre esta solemnila-
de enviamnos o seguinte :
Como sempre, foi magestosa e imponenle a
festa da Eicelsa Virgera, na igreja dos capuchi-
nhos. Pasma tanta intrcpidez, tanu for^a de von
iade em tao fubrcs levilas. Arcar com as diffl-
culdades da assombrosa obra de sea noro templo,
dessa obra gigaatesca, que esta destinada a atles-
tar no futuro, a paz da religicsidade do povo per-
nambucano, o grande zelo, a iuexcedivel dedicajao
do burel capuchraho e distrahir as vistas, repariir
os esfurcos, para raanifestar em tao grande escali
as bellezas do culto externo, e, por certo, prova
robusta e inequivoca do inteiro cumprimentj de
um dever sagrado.
Podeinos dizer com to )a a convicQao, mas
sem iuteugao de offender susceptibilu'ades, que os
c.apachinli s podem ser igualados, mas nao exce-
didos no ponto de vista do seu dever religioso
Foi magestosa, repeliraos, f.'i imponenle afes-
ta dos capucbinhos.
As novenas foram celebradas com toda a pom-
pa e decencia possiveis, assentando as preaiissas
da garbo-idade da feslividade.
A deoraeiio-d) templo foi fi-iti ao gosto go-
tico, segundo o risco do engeulieiro Fr. Francisco
da Viceuza, leigo professo capiichicln, e dasempe
nhada por todos os reiigiosos. gstava soberb3. A
symetria das cores, o bem delineado das arcadas,
co locacao dos Hordes, ludo fazla realcar a inlei-
reza do desempenho quo desaliava a critica de
qualquer arlista cousciencioso. As rail luzes es-
palhadas pelo ambiente do templo faziara aiada
cstentar-sc mais resplendcnte a magaiikeacia da
decoracao.
A execuQao da orchestra foi encarregada ao
bem conhecido maestro Jose" Miguel Pereira. Nao
deixou nada a desejar
a Oiliciou no s.crillcio Incraento o incanjavel
Fr. Venancio Maria de Ferr ra, muito dign) pre-
feito do hospicio.
Occapou a cadaira evangehca o eloqaente
Fr. Fidehs de Fognano, vice prefcito. Compene-
IraJo da importauaia da missao, que Ihe e^tava
tmcumbida. elle soube eleva la a convebiente al-
tara, procarando e conseguin lo demonstrar qae
-.Maria -^-,sen-Jo concebida ab eleino aos pianos
do Allissiuio, foi logo desiimda a ser a cannhosa
mai de graga; reservada para deitar o b ilsamo'na
cliaga aberta pela transgressao do paraizo. 0 exi-
lo foi o npleto.
0 orador sagrado, esplanando o pensament)
d-) a de alraira^i"..
rr.nndo uma verdadri-
leal alUafiJo tao irs-
. Ctifsnn > ii!m,h1.TT' 1U9 os 8f u' Blno*- Bas fcieaett, nas |ftra e aaa
rio do ten carl Z 'JJC"r '?g 1? eXer.C'" aes luilu >e ntiado, daudo ex^raat*
cio do seu cargo o br. comimssario de pdhcia ul'.i- nrovasdAs neu- lal 'Dias e da rivaJ.ri. IT
ameote nomeadi teHaate SebasliKo Meudes ds .4> CZ '^
drade Gurmariaa,
t Tendo sido remofido para a cadeira nltima-
yente creada no Campo Verde, da freguezia da
Boa-Visia dessa eidade do Resile o Sr. professor
da 2" cad-ira de instruecio priniaria d'aani Hen-
rique de Miraod* Henriques, seguio a tomar conU
da sua respeeUfl cadeira, tendo chegado aqui e
entrado em exercicido Sr. Francisco da Silva
Miranda que para subatftuir aquelle fora removido
da da Lapa.
t 0 Sr. Dr. Joio do Rego Moura. digno vigario
desta freguezia, aeha-se erapenhado na louvavel
emprehendimento de lerantaf o cerriterio publi-
co, de enja falta tanto se ressente esta ci Jade.
a Se p.r ventura o Sr. Dr. Moura chegar a con-
seguir os seus desejos.toda a populagaode Goyan-
na bemdtra o seu nome, porque semelhante f.lta
denuncia o quanto aessa parte se acha era atrazo
esta eidade, nao obstanle eslar na consciencia da
todos desde rauilos aonos que a conslruccao dc
um ceraitcno aqni e obra que nao se poJe pres-
cindir de levar a effeilo, pelo mal resultante dos
enterramentos leitos no centro de uma pipulagio
numerosa, como 03 que aqai so fazem nas igrejas.
-1 Honra e gloria ao Sr. Dr. atom qae tem se
tornado incansavel na realisajao desse grande me
Ihoramenlo.
a Dentro em pouco, tenho esperanga, hei de
;omnmnicar Ihe a aberlura do cemilerio puldico.
No domingo ultimo chagaram aqai alguns
artistas dramati s que pretendem dar uma serie
de representagoes no peqaeno tlieatro qne te-
mos.
de S. Boaventura, levuu a ulluna evidencia quo TldO a sepullura ecclesiastica. (Vpoialo.-). Ora, Sr.
Qvm M I
ves.
Falla bem 0 allemao, 0 castelhano e 0 francez;
traja saiote curio, botas alias, boyna sobre os lou-
ros cabellos, tem uns olhos maladores, i a priroei-
.Naquelle momento rosper: m 0 f.>go as duas ra na vanguirda e sabe electrisar a sua genta,
co^po do CKercito de Monones, qne esta-. porque realmente e de ura valor masculino. Mas
rPnnM^r0sfaaM> e eom eHaa a com os pelatSes ja a resposta dada por essa formosa vibora ao bispo
nnr hS\* faram 0i oa 6 i,alalhoo, carlistas de Cuenca na occasiio de imalorar miserieordia
a ort.c^3co'no6oncnr89**caval,ar,a- |Para 3 Pbra prisioneiros, caracterisa aquella
main; ainfi Mio ao inimigo foi grande o! raulber, repugna e indigna. Aflirmam os corm-
hwi i5 hf.^Jf- que oel,e "> J"oduzio e P0*8; Popdantes que nao ha espectaculo que mais a de-
mit?o^ifh,nn .^9 a^ut0i> aat aragoneze^wieqae a effusao de sangue. Assiste com a
onirocasTelnano, tomarara precipitadamente a fu-1 maior mdifferenga as maU iuaudit.s crueldadds e
$*> ewwando Monones as alturas quatro boras in/amias dos seus sequazes.
Ffl ter PnociPiado a ,acc- Uma carU de Iran (fronteira franceza) diz que
a umta-se que em Estela foi grande 0 aasmo :se contintla afazer mu to contrabando de mem
ao wiera eulrar tantos feridos, a maior pane por pelo Bidassoa. *
armaabraocas. r I g 0 general Pavia esia em Liria.
# 0 tedo email) iraporlante por tor sido reili-' b Do Logrono dizain que lem si Jo maito grande
REVISTA DIARIA.
Sete de Sttemlno Foi hontera solem-
nisado 0 dia anniversario da independencia do
Brasil : com cortejo ante a efflgie de S. M. 0 Ira
perador, no paiacio da piVesidencia, ao qual assis-
tio todo 0 funecionalismo, 0 corpo consular es-
trangeiro, e grande numero do pessoas gradas;
com illuminated nos edificios pablicos j com em-
bandeiramento nessas estagoes, nos navios de
guerra e mercantes, e casas consulares; com a3
salvas do estylo dadas pela fortileza do Brurc; e
linalmente com espectaculos galas nos thealros
Santo Antonio e Phenix Dramatico, e no Circo
Equestre.
Telegraptao subuiarino do gut do
imperio. Desde 0 domingo pela manha
acham-se interrompidas as communicagoes tele-
grapbieas entre Pernarabuco e a Babia, e por con-
sequencia coin todo 0 sul do imperio. Em quanto-
durar a interrupgao, 0 servigo enlre 0 nosso porto
e 0 da Bahia, sera feito por raeio dos vapores, que
aqui tocarera com aquelle destine
Afosaclo.-No domingo, cerca das 10 horas
da nolle, Joio Antonio Rodrigues.. Nunes, conheci-
do por Joao Macaco, pairao de escaler da guarda-
moria daalfandega,procurando entrar na respec-
tiva estacao galgando um muro de separagao, cahio
ao rio e morreu asphyxiado, sendo 0 seu cadaver
lira do d'agua hontem pela manha.
Deaaatre e naorte. -Na sagunda-feira (7)
quanio ura bote da barca allemi Lohengrin trl
palada pelo capitao do navio 0 Sr. Hagen e quatro
raarinhelros, demandava a barra para entrar ba-
ten na pedra do picSo da J>arreta e virou-se. raor-
rendo atogado 0 capitao. e sendo salvos os outros
tripolantes por dous jangadeiros que se aehavam
nas proximidades pescando.
A barca, qne acha-se fundeado no lamarao, veio
da Copenhague receber ordens.
Camara municipal do Recife.Esta
corporagao comeca sua terceira sessio ordinaria
no dia 9 do corrense.
.Wai'iuaU vapor francez Henri IV. quando 30 ddas, qne Ihe J8ra
levantou ferro no domingo a tarde do JamarSo
para a Europa, cahio sobro a barca ingleza. Mary
que, procedente de Buenos-Ayres, ahi se acha e
partio-lho 0 mastareo do joanete de proa e 0 p'ao
da bujarrona.
Para a Europa. -Com .4 recebidos em I
nos9o porto levou 0 vapor francez Henri IV 26 nutrrriamos a esperanga de vel-o
Hontem pela manha falle-
passagelros.
Paasamenta.
ceu repentinamente, na povoacao do Caxangi
onde eslava a convalescer, 0 Sr. Franci-co de
Souza Guerra, socio da flrma commercial de
Guerra 4 Fernandes, com armazem de fazendas a
rua Duque de Caxias a. 43.
Corridas a cavailo. Na qaarta feira
(9) a tarde alguns jorens da nos3a sociedade rea^
lisam umas corridas a cavailo, na estrada qne
Oeos nao podi. formar uma crealura raais perfeiia
do qae Maria, que, con>ubstanciando-se no mes
i 0 Deos, na pessoado sen unigenito, tornou-se a
fonte perenne da miserieordia, a mai extremosa de
todas as gragas. Satisfez a espectativa do auii-
torio.
A' latdeuraa banda de musica marcial, col-
locada no centro do novo templo, entreteve com
bellissiuvis pecas a iamensa concurreucia de po
vo que affl'jio.
.\S 5 tl2 h^ra* m pr,fiUtt4. > tU r^..., mAtm
ao pulpitoo sympalhico Fr. Caetam de Messina
Sobrinho, ijne 'gualmente cumprio 0 sou dever. 0
seuthemafoi que Maria, predestinada para ser
mai do verbo incarnalo, tornou se par esse mes-
mo facto a defensora, a prote:tora do gonero hu-
mane Foi, como se ve, a coBcluao, 0 remate do
panepyrico comegado por Fr. Fidelis, dos le que
Maria foi eonstitaila mai de grae<, por necessida-
de tinha de ser a defensdra, a protectora dos filhos
de Adao, por isso qae 0 fim da gra;a 6 apagar a
mancha oriunda do peccado. Foi bella e tocante
a sua oragao.
< Houve uma concurrencia exlraordinaria de
flais. Sao sempre assim as festas da Penba : gran
das, completas, bem comprehendidas do p)vo.
Foi aoiroador, foi edlficante 0 numero dos con-
vivas, que tomarara assento no banquete eucha-
risticx E' sempre este 0 lads mais bello da festa
dos capuchinhos : elles nunca se esquecem de pari-
Gear as almas para que possam ler urn fe:iz in
gresso na ca-a do Scunor; e entao dep is das
agruras do coofessionario elles tem indisivel saiis-
iagao em dispensarem 0 verdadeiro pao da vida, 0
fndispensavel alimento d'alma.
Concluindo essa noticia nao podemos deixar
de por nossa vez appellarmos para os sentimen
los religiosris do povo pernambueane em prol da
obra gigaatesca que elles tem cnlre-mSos: a eJi-
flcagao do augusto templo da sua Excelsa Pa-
droeira.
o E' preciso corapensal os de suas fadrgas.
Quando foi que elles deixarara de acadir ao vosso
chamado para na cabsceira do vosso parenle en-
ferrao prodigar-lhe 03 ullimos coafortos para a
transicgio d. ssa a vida eterna ? Quando foi que
convidados se recusaram elles derramar sobre
as cabega3 de vossos filhos a agna santa do bap-
tismo 2 Quand) foi que elles vos recusaram seus
eonselhos nas raaiores tribulagdes da vida ?
Pois bem ; e preciso que pagaeis a divida da
gratidSo, e que, por tapto, nao os abandoneis
quando elles mais precisam da vossa valiosa coad-
juvagao. Concorrei no alcance de vossas forjas
para a conclusio da grande obra e no faturo vos
restaria gloria de posauirdes 0 primeiro templo do
imperio.
Goyanna,E rente 0 nosso correspondente :
jJcflr incommodos de saiide nao me foi possi-
vel jazer-lhe a raissiva da quinzena passaJa ; e
cumprindo agora essa obrigagio, devo, antes de
tudo, pedir-lhe desculpa dessa falta commettida
era virtude de forga maior.
< 0 nosso estado de salubridade tem sido assas
lisongeiro e praza a Deus que eu sempre tenha
occasion de fallar-Ibe assim. Nao tem sido menos
satisfactory 0 nosso estado de paz, pois que real-
mente nenhum disturbio veio perturbar essa paz,
a nio ser uma insignificante maaifestagao do povo
havida na noile de 25 do passado por occasiao de
effeetnar-3e aqui nma prjsao, toade sido, gragas a
energia das autoridades, immjdiatamente abafada
essa manifestagao, que nao passoa de reaaiao de
diversoi grupos em frente da cadeia, mas que fo-
ram pacificamente dispersados a mandado do Sr.
Dr. juiz de direito.
c Ainda e mais uma prova do que Ihe lenho
dito relativamente a indole do povo de Goyanna
que sabe rcspeifar as nossas leis, e que e docil em
obedecer as pradentes observagdes da autoridade,
quando procede com criterio e reflexao.
1 Chegou effectivaraente no dia 9 do passado
0 digno jniz de direito desta comarca 0 Exm. Sr.
Dr. Francisco Teixeira de Sa, reassumindo .nesse
mesmo dia 0 exercicio da respeetiva vara.
a Nq dia 21 entrou 0 Dr. Alfredo Vaz, jnlz mn-
nicrpal e de orphlos, em gozo de nraa liceuca de
concedida pelo coiispineiro
presidente da relacSo.
a Seguio no mesmo dia para essa eidade 0 Sr.
capitao Francisco de Siqueira Cavalcant", que tao
satisfactoriamente aquiexercera 0 cargo de deTega-
do de policia.
1 Se a sna ida fessa motivada por uma licenga,
ainda aqni, mas
0 pessoal nao e mao, segnndo me consla ; pelo
queedesuppor que haja concurrencia, prraci
palmente porque pretendem Jevar a scena 0 dra
ma historico do Dr. Corte Real que st denomina
-V'ium Machado ou a keranga de um condemnado
e conn todos sabem ells refere a histo. 1a de um
Hlho desta terra, heroe por todos os litutoa, e
cuja raemoria jamais se apagara d is goyauueuses,
no meio dos quaes elle ainda conla um grande nu-
mero de parentes e amigos.
o Penso ou que 0 povode Goyanna nio podera
ser indiffereute as representagoes de tal drama, no
qual necessariamente assenta loda a esperanej do
inieresse que, aas condigoes actuass, poJeradei-
xar aqui 0 tbeatro. r
tue8tao religioaa.Na camara dos de-
puiados, por occasiao da discuss4o do orgamento
do minisierio do imperio, 0 Sr Dr. Augu:t*o Olyra-
pio Gomes de Castro, depois de consideragoes so-
bre diversas ifuestoes que se agitam e se tem aci-
tato, assim se exprimio acerca da questao reli-
giosa :
t Nao termiaarei, Sr. presidente, sem dizer al -
guraas palavras sobre a queslao religiosa, que se-
parou do governo alliados tao prestimosos e dcii
cados. Nao creio que 03 prelados condemnado-
estejam em lugubres masmorras, raartynsados e
perseguidos como se tem dito. (Apoiado .) Pejo con-
trano, acredito qua na prisao em qqc se achara nao
Ihes tem faltado 0 respeito devido ao seu caracter,
e os commodos e auencoes compaiiveis com a sua
situagao. E se as-im naa fora, nao pouparia ao
governo as minhas censuras. Mas nao a meu iu-
tenlo augmentara afflicgao aoafliiclo, recordando
faetps e renovando arguigoes que }a nio ve u ao
proposito. Entretauto, seuhores, ba uma circum-
s'.incia que rae faz hesilar em approvar o procedi-
mento dos'Rvms. bispos de Olinda e Grao-Para.
Sao esses dous prelados os unicos qua deciararam
os magons fora da lei. Na diocese do Marauhao,
como em todas as outras, 0 raagoa e admiltido a
participa;ao dos saeramenlos: casa-se, e padrinho,
e, se lallece, nao se Ihe recusam as oragojs e os
sufTragios da igreja. Nas dioceses de olinda e
Grao-Para, outra mui diversa e a pratica : o ma-
g hi nao se casa, nao assiste como padrinho a
baptismo, e, se fallece, 0 seu cadaver nao e admit-
presidente, a d0 triaa caiholica e uma, uma a dis-
ciplina da igreja. Onde estara a verdaJe? Com
a ma ioria do episcopado brasileiro ou com 03 dous
pre ados de Olinda e Grao-Para ? Hesito, Sr. pre
sideate, e V. Exc. comprehende quanto sera dolo-
rasa esta hesitagao para aquelles que desejam ri-
ver no seio da igreja e acreditam na sua infallibi-
lidade (Apoiados)
Trataado desse assumpto e meu uaico fin
responder a uma ceasura articulaJa pelo nobre
JopaU-l. polo Hi a*>4*o,o, D ?CIU a 3t4' UQ Jji^
0 governo pedido ao parlamenlo os meios de pGr
terrao ao contlicto. S nhores, que meios podia 0
govern] vir pedir ao Jorpo legislative ? Leis de
occasiao, leis de guerra ?
1 Nao seria coaveniente imitarm)s 0 que se esta
dando em utna grande naglo, por serein mui di
versas as nossas circum.-t .ucias.
c No meu mo lo de ver, ha dous uaico meios dc
terrainar 0 couflicto : ou acabemos corn a roligiaa
olllcial, ou mantendo-a, tratar como chef; da igre-
ja, poder competente para solver a dimculJade.
-i Nio me parece politica a primeira solucao. 0
nobre deputado pela proviacia de Alagjas oplou
por ella, porque, dis3e-nos S. Exc, 0 estado nao
communga, nao ouve raissa ; e verdade que 0 es-
tado nao communga, nao oave missa, raas com-
munga e ouve missa a qua-i unanimidade dos bra-
sileiros, e 0 governo deve ser um reflexo da socie-
dade que adrainistra. (Apoiados e apartes.) E nem
aproveita 0 exemplo dos Estados-Uuidos da Ame-
rica. Alii, senhorcs, todas as religioes teem secta-
rios; 0 campanario catholico eleva-se defronte do
tendo sido elle exonerado, e nao derendo, por isso,
voltar mais a exer.eer aquelle cargo, cabo-nos dizer
qne praza a Deus procederem todas as autoridades
do mesmo modo, porque se honve aqui 0 capifao
Siqueira, para quem na verdade, essa exoneragjo
era necesiaria e sobre modo util, pel-) seu estado-
de sadde, qftf Ihe nao permittla estar aqui por mui-
to tempo.
0 0 DK juiz de direito convocou a sessao do
Jury para 0 dia 12 do corrente, e, segnndo me
templo protestante; a emulagao se desperta ; 0
senlimento religioso e fortilica na luta; cada
communhio quer ter a primazia. Vai nisso 0 seu
inieresse, direi meson sua existencia e futuro. 0
que ha entre nos? A indifferenca. As igreja3
cahem-em ruiais, se as niii ampara a mao do go-
verno. Acabada a religiao official, e=Uria 9Xtmcto
0 culto. (ila muitos apartes.)
0 Sr. Gomes de Castro.Os nobres deputa-
dos observem que a raga a que pertencemo3 6 pro-
pensa a d ixar ao goverao a iniciativa, como nota
Dupont White...
c 0 Sr. Sitveira Martins : Depende ludo da
educagao unicamente.
0 Sr. Gomes de Castro : Pois se e da educa
ra 1. a refonua dos costumes ha de ser lenta, e nao
me parece bom meio de operal-a, apagando 0 sen-
tiraenlo religioso, edeixando em lamenlavel aban-
dono 0 culto da unanimidade dos bra-ileiros, garan-
tido pela constituigao do estado. (vpoicdos e apar
tes.) Antes de clipgarmos a esse estado, que eansi-
dero extremo, e necessario preparar a transigao
com medidas convenientes. E, Sr. presidente, ain-
da que me parega altamente politico manter a re-
ligiao ]ffic;al, ao men)s em juanto nao mudarem
as circuu)stancias em qae nos achamos, caofes?o
a camara qae oao tcria repagnancia etn dar meu
volo a algumas medidas que ioteressam a socieda-
de, e nao offendem a religiao, como sejam 0 regis-
tro civil dos nascimentos e obitos, a secularisicao
dos eemilerios, 0 casamento civil. E nao sei, se
nhores, porque eslas medidas enconlram lad deci-
dida opposicao da parte dos nobres deputados que
defendem os direitos da igreja, e tomam parte ac-
tivissima ao actual conUicto. A Frauga, que e de-
nominada a filha primogeniu da igreja, a nag io
chistianissima, as adoptou. (Ha di versos apar-
tes.)
c Dizem-me que foi em tempo de revolugao; nao
sei se a defeza e aceitavel, porque, senhores, Roma
nio Iransige com 0 erro : (apoiados) e essa a sua
glo ia. E lerabrarei aos nobres deputados as pa-
lavras de Balmes respondendo as ceasuras de Gui-
zot: a Accusais a igreja de estaciooaria : fazeis
0 seu elogio, porque 0 dogma e a verdade e a ver-
dade nao muda com 0 tempo.
c Se, pois, as medidas indicadas nao indispuze-
rara a Franca com a igreja, nem Ihe fizeram nar-
dor as boas gragas do sumrao pontince, nao sei
porqne seria oulro 0 resultado, se tambem as
adoptassemos.
0 Sr. Pinto de Campos .A saota se nunca
transigio com 0 casamento civil em Franca; tem
constautemente pretestando contra elle.
t OSr. Gomes de Castro: -Pois bem; embora
sob protesto, uma vez qae aaa se interrompessem
as boas relagdes, e nao decahissemos no conceilo do
pai commum dos fieis.
Medidas taes e em occasiao opportuna com-
prehendo qae 0 governo possa pedir ao parlamon
to; mas leis da oocasilo e para solver o couilicto
actual, mantendo-se 0 estado do cousa*, craado
pela consiituicao, nao me parecem possiveis nem
convenientes. >
Republica do CMIa. Fomos obsequia-
dos. diz o Jornal do Cenunereio do Rio le Janei-
ro, com um grande e elegante volume da Estatis-
tica commercial desta republica, correspondente ao
anno de 1873.
Trabalho de uma minuciosida Je 0 perfeigio
(tatrtt quanto e possivel aprecia lo em uma leitu-
ra rapiaj) como talvez mnito poucos se tanhaiC
publieado nos paizes mais civilisados, lorna-se!
labiamos, amfim, qae as sais indastrias
ieem prospeiado de tal inaaaira. qae tiombiearam
com as dos paizel qne goaanp foros da adianudts;
mas nuaca po leriaraos sopear qua, em metado*
do corrente anno, sabisse dos seus prel -on tra-
balho de tao -nurade estado e oa as mai-ire- g--
rantias de perfeicio, a respeito do eatadista ro-a
mercial de 187:i Unto da propria rafoblica, coao
da Inglaierra, Franca, Italia, Suissa, Estados-Uai-
dos, Equador e llra-.il.
t Confrontando 0 qae se refere a este in
com 0 que se tem publieado s^bre a nossa in
tagao e exportagio, ren las geraes, fiaangas, nave-
gagao, movimento maritimo, etc, cuja lidetidade
digna de el igio, deveraos ronr qua todos
dados estatistteos dos diversos oatros pateae, aaaaa
enumerados sa 1 exactos e oconlribuem para tor-
nar mais intercssante essa obra de tanta magnitude
< Nao se content,u so a repartig'to especial com
o exarae e apontamentos circu'taneiados tistica das naedaa do que fallamos, rplaiivamaaaa
ao anno de 1873. d-a-nos tamt;em um Mtudo de
movimento commercial da llelgica H>mburg<), **-ir-
tugal e Republica Argentina, rclaiivo a aaaos aa-
teriqrea.
a Serve de complem^nto a esse b -m tUb^ni^
trabalnouma syaouae da rafenda tiuttuc*, aaa
lingaas mgleza, franceza e alleiua
A imore-sa> do volum*. sahido di typogra-
pliia do Menurio, muila coutribue para 1 1
do seu valor iothaseeo.
I*ro%iucla da Parhjla.-\j camara
dos deputados foram apprjvados os dous >er-jn
tes pareceres:
A- commissao de coattiloicio e^tooden s. *xa-
rainando as aclas autii ratios d% eieira 1 prirr,ar:a
reahsada a IS de agaslo Nossi Senh ira do Rxartn Ja povus-io ae S. Jado
(prsviucia da I'arahvba do Nnrt-):. renlieaa qae,
bavendo ae recilid) a umamil qiniroceat is e
dezeseiscidulas-conforms reeonheceu se apoa a
3' chamada, apparece eniretanto cidadio Aatoaaa
G' ngalves Danlas corn uumero demil e seisaaav
tos votos-de sorle que a votagio con que figura
excede em ISi votos b numerj que no maxato,
poderia reunir.
Sommados ladaa os votos recebid $ paaaa di-
versos eiiada>sde q :e trail a acu especial da
apuragao, verifica se a falta de 163 votos, ao passo
que nao consla h iv.-r se eneontrado c-'dala> ea
branco, nem contendo numero de nimes iai'-r r
aos dos elei ores qae a p-irochia devera e e;.r.
;'or estes nHive-1,6 a eaaaaktsaia de parecer:
a Qae seje declarada irilla a eleigai rali-ala
a 18 de ig)st)de 1872, na pirochia de Sen 9a-
uhora da ttosariodi |i)vin;'u de S. M di r*a-
rahyba do Nirte. Sala das commisso-s, 21 .da
agosto de 1874. H Rirbst. Fieitat llrtin-
ques.
t A'comtiissa) le constilmcao c pile*-** fo-
ram preseates as auth 'ntica* d >s elfieaaa de elei-
tores reaKsadas a 18 de ago-to de 1872 na< paro-
chias de Nis-a Seihora ia Gnia da villa de t'ilos
e Nossa Senhora ads Remedios da eidade de.Soa-
za ; o mais attent 1 exaaae eeaweaaaa a eoaarais-
sao de que uas supraraencioealas parochias cor-
reu rcgularmcnte 0 proces*] eleit >r !, sendo ob-
servadas ladaa as solemnidades legaes; nira a
validade desias ele g5s aio existe protesto nem
reclamagao ; e portanto a commissio de pvecer :
Qae sejam declaralas validas as el-i-.---- de
eleitores das parochias de Palis e eidade de Saa-
za, da provincia .*!.i P.irahyba do Nle, e reeaaae-
cidos os p ideres d>s respeetivos racawra Saia
das coiniuissiias, Jl de agoto de 1874.//. Bar-
bosa.Freiias Henrniurs
.ageneia telesrapkica amrrirana.
Pela directoria desta en preia f.ram reeebilos aa
Rio de Janeiro os separates telegrammas qae nao
nos foram comrnumcados : l
Paris, 26 Je ag-nt-t. Daiu da sessao da com-
missao p-rmanente ten corri-J 1 baatM MtN I roa-
pimeniodas npgociaei'es entre os governos Irancf z
e allemao a respeit) da Hespanha. A impfenji jul-
<-'i que ao povo beqanhol compete phaieiraneate
reconhecer 0 seu govern). Uic-se que a Austria
e a Rassia susteotam esia opioiio. Pelo mmos
por parte de algumas pateacias 0 n-gocia pare-
ce adiado, segundo tarioa jornaes. G"rre qua ai-
')- de sahir da Suissi 0 ex-marechal Uazaiae pu-
blicara uma carta, explicando as circum>uucia-
que auxiliaram a sua fugi, provando a nao eaa-
imclindedo eonmei ruiwie e de was sabordina-
dos e fazendo vcr a sua intenga-) d-i viver retirado
do politica. 0 governo franc -i rcsolven fazer-se
representar no e-Mgressa postal que vai reamr-se
em Berne no raez proximo. A Omamarca acaba
tambem de noraear 0 seu reptesentante. T a
passado a fronteira belga alguns personageas im-
portanles do partido carlista.
Turim, 26 de agosto.Foram condemaados a
6 mezes de prisao alguns dos ehefes internaciooa-
listas presos em Romini. Daaa\ que cram esfan-
gairoa, foram aaoda-tos shir do paiz. O gover-
no ilaliano prohibio a reuniio das assamgoes ope-
rands, sem pre via aulorisag.o do minislro d* in-
terior. 0 congreo typographi-o, que deve rea-
nir-se em Milao no mei proximo, acaba de dirigir
um convite a todas as associacoes e jort.ac*.da
Italia para alii se fazerem representar. >' pedi-
do dirigido ao ministn diz-se, qua 0 fim do con-
gresso e estudar as qua-toes relativas ao meiitora-
mento e c.ndigiies eronomicas da dasse typogra-
phica. 0 mini-tro Minghetli ciiegoa h >atem a Ro-
ma. A dissolugao do parhmento foi resolvida
pelo gabinete. Diz se que 0 goverao iuliaoc
aompanbaa Allemanha no rec anbecimento da
Hespanha. A Italia suppoe que a Franga e a
Austria se recusem a tomar tal medida. O tribu-
no hespanhol Castcllar esteve ultimamente aqai
de passagera para a Saissa.
" Lisboa, 28 de ;.,:-'. as 10 horas da manha
Foi condemnado pel ,-s tribunaes fraoceaes a 10
annas de gales Anniba' Alves dos Santos, qae ba
tempo fora preso em Paris p >r denuncia de as
arii-.ta gravador^ pelo crime de tentativa na ac-
quisicao de noUs falsas do thesouro do Brasil. Fi-
cju provado que 0 reo manJara fabricar bilbetes
da mesma estampa que o< actualraente recebidos
na circulagao com 0 fim de os transporter para 0
Brasil. Foi reconhecida a^innoceacia do denun-
cian>. 0 mini-tro fa% obras pablicas vai v.sitar
os trabalhos da primeira secgao do camiabo de
ferro do Minho, compreheallda entre as cidadVs
do Porto e Brag 1. Os carros ja percorrem toda a
linha, a qual sera aberta a trafege por todo o a*"!
proximo. Prepararasegrandes festas para o dia
da iiangnragao na eidade da Braga. A'gamas
guerrilhas car.istas di Galliza, tem-se approxima-
do da fronteira portuguexa no norte. Foi para
a!li raaniado reforgo de fsraga e Villa Real.
iiiiioci-.itos. 1 Todo aquelle qae oao per-
der occasiao de dizer : < Meus amigos e mjnha
familia fazem de raimo qne querem, porque sou
um uanachaa e um inuocente, a fica declarado ua
velhaco da marca m^iore dissimulada.tS
2. Sera declared) innocent-chronic aquelle
que,escrevendo a nraa raait.tr cartas aautuaai,
lire falle do tatcao de seu peito 1 da paiaaa irra-
sisticel que 0 decora.
3.* To Jo 0 autor dramatico qne, para deseaba-
ragar 0 emmaranhado argnmento de ama eoaaa-
dia, fizer um personagem atiual pacbar por aata
carta dizendo qua a encontrou sobre 0 cadaver
daquelle qne fazia de trailer e obrigar o qae a
ler a exclamar : Cc\>< que veja I > Sera des-
pachado com 0 titulo de innocente de basbdores.
(.* A) que, seado 0 ultimo a sentar se n a*a
a am cafe, d'ahi a ponco chmar 0 servente eom
todo 0 segredo e Ihe .ier am patacio para sa pa-
gar de ludo 0 que tiverem tornado os aaaig s, se-
ra alcunbado de innocente, mas em segredo a dc
raaneira qua cohtiaiie na illusao de qae Ibe bio
de agradeccr a fiaeza.
5." Opoeta que passar a limpo e em papel mar-
ca Jo e assetinado oa n-raances qae esrrevar, 11111
Undo lalra goliea e anf'itada, fazendo garabalhos
a margem, sem emendar nem corrigir, sari qaa-
lidcado como memoralisla da ianocencia.
6.* A' to lo aquelle que esperar ama bora pal a
noiva, solfrendo as inciemencias do tempo, e depois
a acompanba a casa, a: rigando-a com ogo-arda-
chuva, e sonhar depois com 0 amor easto a das-
iuteressado da sua Dulcinea, pode ser lids par in-
nocente sem mistura.
7* 0 artista de qualquer gonen qae aerciiur
que as suas obras sao as nvlhores, e qua, qtuado
vir qae duas pessoas faliam ea vox baixa, eatao
disutindo 0 s;n merito, into facto, sard declara-
do inaocente.
a* 0 gazeiilheiro qae fizer versa* na aeaa da
um cafe, ou corrija no mesmo lugar aravaa da
imprensa, pcrguntando em voz alta a algum ami-
go e Babylonia e porto de mar, com a mira aaa
que os ciscurasiantes sa ioteiram da qae e oscrw-
tor, sora declarado innocente.
P. 0 actor dramatico r?c. astando a reeitar 0
A
. \


s
X


-------------------------------------------,--------------_
T.----------



1 "' '
toifo^vRkWfaito i**lto* ieira 8 de Setembri) e litt
itrWj*afll?ite na exisbMa*da lctra
cq papel,-fizer BJliwts'fc-aigun.e^eclador, du qae,'p
levar com fteituencia a mii] ao Lei to, ou olhar pa- devolacAo do empresiirao.
Ti as barabolinei o Mm ceo 1 aao sera se-; 14. Tambem'serao tides por innoeentes de me-
claxado innocent,?, porcine ja estiva eile eonhecido mor saaroa :
de quep e. t Os que cekbrarem o din de sen aanlo eomendo
10. Aquelle que se casar com velha rica e se ( em betel,
desculpe dizendo que e raoito poBltivista, e que so (As que laodarem os collarinhoa ires vozes por
quer buscar am eornmodo, ssja noraeado innocen
te de gaarda rpupa.
11. 0 que estando erri passeio Ijmpar o po do
cliaaeo coin ojlencro com quo limpe-o narlz e ali-
sar depoij a seda.cam a manga da casica, tera o
titulo de inmceate da Barbaria.
12. Aquelle qne com cara campungida pedir,
Si) dia 28 de deiembro 3J> a ucn amigo, para sa-
ir de nina n^eessidade, e depois de 03 apanhar
se ria as gargalbadas, dizendo qua os vai gastar
uo hotel para celebrar a iaiiaeeutada, sera consi-
dorado inaoceote de quatro pea, por confundir a
Junoceocia cum a corapaixaa e a caridade.
13. Pelo conrrario sera "qualiGcado innocente o
que empresta a um amigo dous patacOes ate que
cobre uma le.ra que se veuce nu lira do mez, e
dia, asaodo uraa gravata cala aemana.
Os quo lotuarera cafe com lavas ealcadas.
Os quelerem com avidez fulhetins traduzidos.
Os que, para dar uma esmola pucbarem por um
punnado de sedulas.
Valeria. A que se acba a venda e a 116*
a beneJicio da igreja da Caaa Forte, a qual cur-
re no dia 13.
Hospital yortuguea dc Bcneflcen-
eia. Movimento das enfermarias na semande
30 de agosto a 5 de setembro de 4874 :
Existi.,m 2i, entraram 3, sahiram 7, existem
20.
Entra da semana o Sr. mordomo Bernard'oo
Gomes de Carvalho.
Estrada de ferro do Recife a Olindae Beberibe.
MOVIMENTO DA CAIXA EM RESUMO DA COMPANHIA DOS TRILUOS URBANOS DO RECIFE A OLINDA
E 11EBERIBE, RliLATIVAMENTE AO MEZ DE AGOSTO DE 1874.
ENTRADA.
Heceita.--Bilhotcs 8:559*110
Assignaturas 1:405*000
Garga e laslro 1:015*830
Expresses 50*000
Telegrammas 1*000 11:030*940
Materiaes vendidos, inleiramente iuulilisados
Aluguel de parte da casa occupada pelo destaca-
mento na Eucruzilhada
Multas imposta a empregados
Pas cedidas a trabalbalores
Deposito dos empregados
Saldo do mcz antecedente
SA1IIDA.
Ordenados e ferias.Movimento
EslacSes
Carga c lastro
Cunservacao da linha
Conservacao do trem
Administracao : I'irectoriaGerente
Engenheiro fiscal
Foro
Escriptono
79*200
60J600
8*000
9*600
Sen do o imposto ddvitfo logo apefe i^morle'
de tujot, que determina a iransmiMaV, deve s
lle cobrado na razao do valor que a e*fl tempo-
uuliam os ln'iw da ueranga e oio conforiae o valor
dos mesmos na parlilha : c o qqe em surama di*
a Provincia.
Masnao^sta veodo o efcripinr provinnano fjae
asshn conlumle o tempo em que o imposto e devi
do com o tempo era qua ello se torna exigicel f
A importaneia de uma lettra de cambio < dcvida
ao portador, e entretanto s6 no dia do vencimento
e ella exigivel. m
Como e berdeiro, adquire a fazenda direito a
um valor qne nao estando liquido, ao tempo do
fallecimento do inventariado, so se torna assim na
parlilha, e como o herdeiro lucra o augmento de
valor dos bens herediiarioa ao tempo do encerra-
menlo do inventario, assim lambem a fazenda nao
podia deixar de pjirticipar d'esse augmento de
valor, vindo do mesmo modo quo os herdeiros a
soffrer eom a baixa de valor que pode affectar a
heranca.
Nada ha de ofTensivo aos direitos dos herdeiros.
Mas a Procincia ve" na confrontacao dos arts.
12 ei 34 a mats dtspavatada contradicQao.
E' em pura perda o tempo que gastamos em
discussoes seri s, dis?o nao resulta o esclareci-
mento da verdade para os cegos que nao querera
ve"r.
As polemicas em torn desabrido, em linguagem
virulenta sao as unicas, que merecem da Procin-
cia as honras do debate.
Mas nao e so para Protincia que escreve-
raos, e prinuipalmente para o publico imparctol e
sensato, ^ue avalia os homens nao por palavras
mais ou raeflos seductoras na forma, por um
estylo mais ou menos apurado, mas pelos nossos
actos, a mais segora revelagao das crengas e as-
pirates de um partido.
156*800
21O5O0O
formi-
11:427*740
3:132^3i2
16:740*082
300*000
600*000
58*332
280*000
1:881*160
1:445*463
903*650
t74*125
32*500
900*000
1:238*332 6:875*230
Pago por conta dus mezes anteriores
Diversas despezasMateriaes, azeile, objectos para
o escriptorio e outras de=pezas
Manoel Jote dos Santos, por direi-
t.s de despacho na alfandega
Pagarnento de depositos a empregados
SaUto quepassa para o raez seguinte
468*000
653*380
13*128
1:130*508
195*000
8:206$738
8:533*344
Escriptorio da companhia de trilhos urbanos, 31 de agosto de 1874.
0 tliesoureiro,
Luiz Jose Pfiito da Costa.
16:740*082
i \i>'tO da reeeita da companhia do trilhos urbanos do Recife a Olin-
da e Bebei'i3>c. relativa ao nicz de a^u.sio de IN?4. eomnarada
eom a de isual mez do anno de 1H9 3.
AN.NOS
1873
1874
TELEGRAM-
HAS
*
1*000
CARGA
381*620
1:013*830
*
ASSIGNA-
TURAS
1:285*000
1:403*000
EXPHES-
SOS
50*000
BILHETES
10:362*800
8:559*110
1:803*690
TOTAL
12:029*420
11:030*940
Molina.
Tudo se inverte, as innovates
gam.
Palavras, e alem deltas nada, a nao ser
as desastradas pretenQfies absolutistas de
meia duzia de velhos corrompidos e de me
ninos pretenciosos e estultos, que consti-
tuem boje (1867) 8 flor official do paiz.
Os homens de consciencia devem ter por
seu priineiro empenbo acautelar o povo
contra as trai^oes oratorias, contra as arma-
dilbas de palavras, com qu?, os homens
desta triste situagao (os liberacs !) prepa-
ram as ruinas do paiz.
Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
e da vi>la ao paiz apresentam a pistola, eil-
ludem os viandantes com jogos de palavras.
Marco Antonio nao inlriga.
Diz tudo ao povo para melhor servil-o.
So a pub'icidade de todas as miscrias po-
de curar as nussas cbagas.
Quern tal dissera, Pernambuco, patria de
Nunes Machado I
O paiz, que va ouvindo a discussao das
inauditas miserias e cobardias policiaes, e
julgue.
A mentira e levada a sua ultima potcn-
. iia.....
Que riam
dos desta terra : o dia
Marco Antonio depoe a penna faiigado de
inligna^ao e de despreso, para quo a pnli-
cia nao o mande esbordoar.
(1867.)
Marco Antonio, ou 0 Dr. Aprigio Juslinia-
no da Silva Guimaraes 11.'....
998*480
DifTeierica a favor de 1873................. 1:803*690
Idem a favor de 1874...................... 805*210
Escriptorio da companhia, em 31 de agosto de 1874.
O guarda livros. Joao Carlos Augusto de Figueiredo.
llcspeza da compannia dos trilhos urbanos do Recife a Olinila c Bebe-
ribe no me/ de :i so*! u de I St 1.
Adraini FOro
Escriptorio
Expedieme
Diversas despezas
l'rafego. Movimento.Pessoal
Diversas despezas
LubriQcacao
Combustivel
E?ta?5e8.Pessoal
Diversas despezas
Carga e lastro. Pessoal
Lubrificacao
Combustjvel
Coaservacdea -.Linha permanent.-Pessoal
Material
Trem
rodanle.Pessoal
Materiaes
900*000
58*332
280*000
1:881*160
1943082
178*235
2:130*700
1:446*463
100*797
903*630
33*970
359*090
574*125
600*180
832*500
912*924
1:238*332
TD04OO
25*200
4:385$177
1:546*260
1:296*710
1:174*305
1:745*424
1:342*992
7:228*147
2:919*729
11:490*868
Escriploria da companhia, 5 de setembro de 1874.
O guarda-livros,
Joao Carlos Augusto de Figueiredo.
PARIS FOLffKA
P.4RTII90 CO.I'SBItVADOii
RECIFE, 7 DE SETEMBRO DE 1874.
>:>; lei dracqniana.
IV
Duas palavras ainda sobre am ponto de nosso
ultimo artigo.
Procuramos explicar o genuino senti io da ex-
pressao considerada a fizenda herdeira que
se ve no regulamenn de 23 dj julbo.
Mostramus que laes palavras naoimpirtam uma
inversao na ordem da successao legalmente esta-
belecida ; que apenas justificam a interven^ao do
agentj fiscal nos inventarius para a ellectiva arre-
cadaQ io da taxa.
Eizemos ve"r que, mesmo assim entend.do o
pemamento da lei, nao se estendem aquellas pala-
vra; ao caso das successSos tesiamentarias ou le-
gitimas na exislencia de herdeiros necessarios
ascendentes ou descendentes.
Acoimarara talvez de cerebrina a iuterpretacao,
ja o esperamos, e por isso anteciparaos a re-posta.
O arliculista que, por nao ter conheciraerito do
regularaento que acorapanha o deereto n. 5,581
de 31 de marco do corrente anno, formulou a in-
justa accusacao de que, a asserablea provincial
atacou ura direito respeitado e raabtido pelas leis
geraes o de isencao era que suppoe se acham
taes heraneas de quaesquer imposigoes, ha de ver
tarabem agora que houve de sua parte ignorancia,
pelo raenos, em considcrar nova e original a qua-
iificaca) do herddira dada a fazenda pelo regula-
mento de 2J de jalho, servindo-se do ensejo para
arrojar sua costuraaia acri oonia sobre a pessoa
do integro Sr. commendador Lucena, a qu m a
Provineta nao canga de ludibriar e offender.
..E', J"e,PJ|an>ento que baixou com o deereto n.
lo5 de 28 de abril de 18i2, mandado observar
nesta provincia por acto da presidencia de 17 de
agosto do mesmo anao, que se enoarregara de
justifiear-nos.
Examine o escriptor prooinciano o seu art. 4*.
Diz esse artigo : < Feito o termo de encerra-
mento do inventario, se pwedera a liquidacao do
que se dever a fazenda nacional da taxa de he-
ranca* oa legados, e pela importaneia desta taxa
se amtemplard a fazenda national como qualqaev
ios herdeiros para a respectiva partilha, e nesta
se lbe adjudieavam dos bens inventariados os que
oecessanos forem para o seu pagarnento.
Nos seguintes artigos o regularaento de 1842 se
refere ao quinhao, que na partilha toca a fazenda
n'a juella qualidade.
Feito este reparo, pa3samo3 a responder ao der-
radeiro artigo da Prooincia sob o n. IV da serie.
E em aoma da nao retroaetividade das leis qae
o novo palaliao das liberdades publiea' vem pro-
fligar a disposicao contida no art. 61 do regula-
mento, onde *expresso que ficam sujeitos ao pa
famento da taxa de herancas e legados os inven
tarios aetealmaate pendentes e que nao tiverem
ainda sido jojgados por senteaca ao tempo da pu-
Dlica^So do regularaento.
E argumenta o arliculista dizendo que o impos-
to e devido pela trensmissao da heranca; que
transmiltindo-se csta pelo facto da morte do de
aijus, conforme o alvara de 9 da novembro de
1754, nlo podem estar sujeitos a taxa os de pes-
soas fallecidas antes da data do regularaento, era
bora ainda nao julgados por sentenca.
Conve"ra uma observacao a tal respeito.
E' verdade que a heranca transmitte-se irarae-
diatamente apos a morte do inventariado ; mas o
que entao se transraitte e a propriedade em cora-
raura e pro iniiviso, essa era que cada condo-
raino tem uma pane ideal sera podor precisar o
o objects sobre que ella recahe.
K a sentenca de parttlhas que vem determinar
qual a parte de cada coberdeiro na massa heredi-
taria; e ella que vem dar uma existencia objectiva
ao direito que por assim dizer exislia corao possi-
bilidade.
A sentenca de partilhas por tanto completa o
facto da transmissao, porque sem ella nao se rea-
lisa o direito sobre ura objeclo determinado da
heranca.
Ora, o que acabamos de ponderar acerca dos
herdeiros, tern inteira applica^ao a fazenda equi-
parada a herdeiro por virtude do regulamento
citado de 28 de abril de 1842, e e alias o que dc
longa data se pratica e observa no fdro.
0 nosso contendor nao igaorara sem duvida que
a taxa nao 6 paga imraediatamente apos o abri
raento do inventario, mas que segue este todos os
seus terraos ate que afinal na partilha separara-se
beas para o pagarnento da taxa, formando se o
qulahao da fazenda, como succede a respeito dos
demais herdeiros, aos quaes e ella equiparada.
E ue'ii podia ser outraa praxe, attenta a lei que
rege a materia do regularaento de 1842 citado
que depois de deterrainar no art. 4* que se sepa-
rem na partilha os bens precisos para pagarnento
da taxa, mostraodo assim que & esla a occasiao da
arrecadacio do imposto, marca nos artigos se-
guintes o processo para a liquidacao da taxa, corao
se segue :
Art. 5 Julgada a partilha por sentenca, qjal-
3uer dos herdeiros..... podera dentro de cinco
ias offerecer-se a pagar a fazenda nacional o im-
porte da taxa..........e se lbe adjudieavam os
bens que a fazenda nacional se baviam lancado
em partilha.....
Art 6' Nao havendo herdeiro que assim se of-
ferees, o procurador da fazenda nacional tomara
conta dos Lens dados em partillia a fjzenda na-
cional .............................*........
Ora, ninguem bavera que negue a procedencia
da disposi.io consagrada no art. 61 do regula-
mento, uma vez que se considere o modo porque
e arrecadada a taxa, cuja deduccao se faz na par-
tilha com as formalidades que se observam a res-
peito dos herdeiros, sendo somente nassa occasiao
em que cada ura delles entra na posse do que Ihe
tocou, que por sea turno a fazenda vem perceber
o que lhe coube.
Vai longo o presente artigo, mas aao o tarnii-
nareraos sem refutar a ultima parte do qae corres-
pond^ a este na Provincicf, a que nos refarimos.
Nao havem-js mister recoirer a novos argomen-
tos, quando o que teraos dita e bastante para mo3
trar a inconsequencia e injustija da censura.
e folguem os filbos
ha do cliegar...
degenera-
Li
tj

mm
A |ioliticn no altosertao da
IParahyba.
Coutinuaraos hoje com a pablica^ao dc alguns
artigos, que sob esta epigraphe encetamos nas
conceituadas eolumnas desle Diario.
Antes disto, porCm, seja-nos permittida uma
pequena digre^sao.
Defendemos ao Exm. Sr. presideule daquella pro-
vincia, assim corao as mais autoridades subalter-
na-, que, como S. Exc, teem sabido jusla e ver-
j.j.,.,m,lj inl.i>rnrplar n nrincioiOS C ideas do
immortal e patnoueo governo imperial, nao so
porque gostamos e costumamos prertar tribuio
ao merito, como lambem porque assim defeude-
mos ao partido conservador, o Salvador ch paiz
por mais de uma vez, injustamente accusado por
vis invejosos, o partido conservador, cujo pro-
gramma em uma bella synthese resumio um illus-
trado e digno representantc daquella provincia,
na camara temporaria, dizendo : desenvolvimcoto
pratico de todas as liberdades publicas e indivi
duaes; progresso sabio, lento e irreflectido. '
Com effeito, o que o o partido conservador ?
Sera o que cavillosamente querera os senhores do
Desgertador, el similes sibi f Nao, os factos quoti-
dianos altaraente prolestam contra isto. Por quan-
to, ninguem com excepelp de espiritos desperta-
dores podera contestar os relevantsssimos services
prestados pela politica conservadora nestes ultimos
seis annos. Mas entre outre s nao podemos deixar
de fazer especial mencao de um, que tauio 3e re-
commenda a gratidao e ao reconh cimentodo paiz,
que foi a terminacao da guerra do Paraguay, com
tauto esplendor e gloria para as arraas brasi-
leiras.
Perguntavaraos, o que e o partido conser-
vador ?
E' o verdadeiro partido da ordem e do progres-
so, cados e dehnidos pela conslituigao do estado, que
a par da eslabilidade d-> forma de governo e dos
grandes principios que a regem, estabeleceu todas
as n.rmas e condicoes para o desenvolvimeuto
e o progresso das iQ.-lilui\-oes do paiz. E se des-
cemos a pratiea, verros com a maior Batisfacao o
que acima dissemos, isto 6, que o partilo conser-
vador tera realisado as reformas mais importantes
e mais reclamadis, cujo fructo por tcdos esperado
esta o paiz col hen do. Ja veem, pois,' os senhores
do Despertador, que nao defendemos a partido
nera a delegado de partido, que, dizenio-se liber
ral, e o maior dos despotas.
Is'.o posto, passemos adiante.
A marcha da politica naquelle sertao como em
toda a provincia, tem sido a mais regular que se
pode desejar, gracas aos continaos esforgos do
sou probo e illustrado aJministrador, a Exm. Sr.
Dr. Silvino Elvidio Carneiro da Cunha, mao gra-
de os cyuicos e caprichosos redactores do celeber-
rimo Despertador, eujas injustas e incansaveis in-
crepacSes nao cessara de mystificar e enredar < s
actos mais justos e patrioticos do actual c hohrado
admioislrador, com o simples e exclusivo li n de
fazerem ao mesmo Exm. Sr. uma opposicilo sobre-
modo systematica e pessoal 11
Pobres insensatos I
Julgam que a epoca dos abuses e dos desacatos
(1867) esta tao distante, que o honrado povo para-
hybano della ja esteja esqueeido 1
Nao sabemos quando este nauseabundo se con-
vencera de que acima delle acha se a opiniAo pu-
bliea e o bom conceito dos homens imp^rciaes.
0 homera justo, imparcial e probo que conhe-
cer ao Exm. Sr. Dr. Silvino e os seus actos admi-
nistrative, nao podera deixar de convir em que a
numeacao de S. Exc para presidents daquella
provincia foi am padrao de bonra e gloria para o
mclyto ministerio 7 de marco, immortalisado por
tantos titulos.
Sua elevada intelligencia, sua experiencia nos
meios de bem administrar, sua perspicacia, activi-
dade de estudos e de accao, temperada energia,
amenidade de trato, oobreza de caracter, a justi^a
e imparcialidade de seus actos, tudo emfim con-
flrma assazmente o que acima dissemos. So os
senhores do Despertador desconhecem estas qua-
S. Ex?, o Sr. Dr. Bjl-
idades tao salientes em
vino I
Pobres insensatos I
Opposigao systematica, odio pessoal; eis o Sata-
nic j programraa do Despertador I
Agitada por paixGes mesquinbas e pessoaes oa
por pura ambicao do poder, a opposicao desperta-
dora desmoralua a si propria em lunar do poder
e do governo que vilmente procura rebaixar para
alcanca-lo mais depressa.
Fallando da oppesicao systematica diz um gran-
de pablicista : E" a opjwiicao iniraiga da tran-
qulllidade do estado, sao.ambioiosos os ligadts en-
tre si, que promettein beseficioa .impossivei?, que
jogam com a intriga e com as illusoes, quo levados
ao poder nao teem forca de manter a ordem, e sao
muitas vezes victimas de suas propria3 doutrinas
e mads principios. Tal e a sorte dos senhores
do Bespertador I Infeliz geole II
E' assim .qae os senhores do despertador era
S3U artigo editorial de 8 de ago6 des'.o anno,
fiDsislindo ainda sobcea qnealao JoajDanta* e cora
joda a sna Ingica, furitprudencia adminitfi aiiea o
hermeneutica costumefras, depois de mnit>,pala
vras perdid:is sobre uma queitao-Wo futil eomo
elJes mesmos (uuaw jwecede nada tera o que eserever), isto e, depois de, sogua
do elJes, terem provado que a companhia do pri
meira linha comnundadapelo Sr. capitao Malhias
nuoca csteve a disjkJsieio do Sr. Dr. chefe de pc-
licia, dao tambera por provado que o mesmo Sr.
Dr. Manoel Caldas harreti nao prendeu o coronel
Joao Dantas porque aao o quiz o Exm. Sr. presi-
deule da provincia ft
Que pretyacao 1 corao sao cohetenies !
Pobres insensatos I
Vejam os lekores se us senhores do Despertador,
dispondo da logica de que dispdem serao capazes
de provar alguuia cousa.
E pena que os leitores nao se deem ar traba-
Iho de conferir o relaiorio do Sr. Dr. chefe de po-!
licia eom o nojento artigo alludido, pois que so
assim apreciariam bem. as extravagantes conclu-
soes dos senhores do Despertaiir
Era vista da publicacao do nosso artigo prece
dpnte,.que qualificaraos de-Ultima palavra sobre
esta questao,-nao nos lembravamos ou nao espe
ravamos pelos senhores do Despertidor. E' que o
programraa do tal pasquim e, como ja disemos,
ooposicao systematica, odio pessoal, e portanlo
aao pede haver convengao possivel !
Sera precisarmos de pedir prelecc5es de direito
administrativo aos senhores do Despertador, dire
mos que nao nos merece grande imporuacia a
questao dos verbos : mandar e requisitar, que
naquelle seu escripto serviram de cavallo de bata*-
lha, Dio obslante recoiihecermes nos laes escrevi
nhadores veidadeiros reforraadores do diccionario
de synoni-Los de Fr. Luiz de Souia, como roui
chitosaraente diz um commuoicado do Jornil da
Parahyba
Portauto passemos a segunda quettao.
Cora que regra de hermeneutica poderam inter-
pretar.e com que regra de logica poaeraro deduzir
os senhores do Despertador, do relaiorio do Sr.
Dr. cbeie de policia, que esla sutoridade nao
prendeu o coronel Joao Dantas porque nao o quiz
0 Exm. Sr. presidente da provincia I
Havera tambera uma hermeneutica e araa logi-
ca systeraaticas ?
Pobres insensatos !
Nao admiramos muito isto, porquanto consta-
nos que na aula de phylosophia do liceu daquella
npital acham-se malriculados apenas dous alum-
nus, e, segundo nos inforraara, nao sao reiactore?
do Despertador.
Nao admiramos ainda isto, por quanto um dos
redactores do Despertador, e um dos melhores,
tendo cascabulhado aqui mais de oito annos, nao
conseguio fazer o exame de philcsophia II v
As concludes do Despertador no de cego, e
cego da peiur classe, pois ijue o psior cego e aquel-
le que nao quer ver.
Cegos pelo espirito parlidario, e despeilados
pelas importantes medfdas qae teem sldo adi.pta-
das, estes ineptos e desacreditados escriptores, sem
ideas, sem principios, serapre contradiciorios, re-
fractarios ao progreiso, nao comprehendem o que
seja a verdade, o direito e sobretudo a logica para
com os seu3 adversaries. E' que S. Exc. o Sr. Dr.
Silvino, mais que outro administrador, tem razoes
de desejar e de prestar a sua provincia natal os
mais reievantes e importantes servijos, a despeilo
dos retrogados despertadores.
Pobres insensatos !
Nada, porem, acreditamos, tolhera os gigantej-
cos e philantropicos passos de S Exc, cujo perio
do administrativo ha de ser sempre aponlado como
um grande exemplo de moralidade, de justi'.-a e
de prosperidade, digno certamente da generosa
politica de que o gabioete 7 de maroo e a elevada
personificacao.
Quinto ao alia lido artigo editorial do Desper-
fidor, a nao ser a repeticio do que dis cmos no
nosso artigo jrecedenle, nada mais temos a
dizer.
Em deferencia, porem, ao publico honrado da
quella provincia e das demais, assim como ao pa-
triotico governo imperial, diremos que em face da
boa logica e-da sa hermeneutica, do relatorio do
Sr. Dr. chife dc policis, n5o se po le tirar taes de-
duscoes e interpreta^oes.
Aquelle relatorio esta no dom'nio do publico as-
sim como o asqueroso artigo alludido, podendo
por tanto a elles recorrerem os homens probos e
imparciass do paiz, porque a>sim ontaraos com os
vis invejosos esmagados por si mesmo-. No final
do artigo dizem elles o seguinte : 0 maltogro da
eominissdo do Sr. Dr. Caldas era caso previsto e
preparado. 0 chefe de policia ficou litdibriady, e o
Sr. Silvino s itisfeitol Se se tratasse de premier al-
gum liberat, o Sr. Dr. Caldas teria tado; mas a
Frabolas! Srs. Uespenaaoresr
Depois de repellirmos energicauiente tao grande
injuria injustamente lancada a face das dU33 pri -
meiras autoridades da juella provincia, garantimos
aos infelizes pygmeus do Despertador que seine-
lhante injuria offendera mais a si proprio3 do que
aquelles dignos e illustrados dolagados do magna
himo gabinete de 7 de marco, por quanto acredita-
mos que, aonic nao forem sufflcientemente conhe-
cidas as pro.ervias do Despertador o sao S. Exc. o
Sr. Dr. Silvino e o Sr. Dr. Caldas Barreto.
Pre isto e preparalo foi o mall gro da uma ce-
lebre commissao de um chefe de policia em abril
de 1868 a villa de Cajazeiras. Lembram-se? Que
dos a^sassinos do infeliz conservador Jose Leandro
Soares ? Teriara sido pronun^iados no art. 192 do
codigo criminal 1
Nao I Ah I e porque elles eram ra^gados, na)?
E' para ito que Ss. Ss. se dizem hberaes! Poi-
bem, nao o serao, porque, como ja dissemos, acima
de calumniadores esta a opiniao publiea, nao pas
sarao de simplesnteme rasgados.
Convencido de que peraute o publico sensato i
1 onrado do paiz nada ha que ao menos de leve
ollenda o caracter e illustracao daquello int-gro
magistrado, lioamos tranquillo, e profundos pesa-
mes damos a preteneiosa redac^ao do Despertadir,
infeliz ainda desta vet Quanto ao que diz o Des
peitador do Exm. Sr. presidenta da provincia, bas-
la lembrarmos ao respeitavel publico que o prin-
cipal motive de tao vil aceusac.ao e ser S. Exc. oa
tural d'aquclla provincia I Em diversos numeros
do Deiperlador, sob a epigraphe-partido liberal
vimos que tinham sido oomeadas commissOes para
difTereDtes localidades da provincia, cujo fim nao
nos foi possivel conhecer, notando norera, que a
gente nomeada e digna do Despertador. E' assim
que veraos no mosaico de 14 de agosto proximo
passado figurar corao coraraissario nomeado para
a cidade de Souza, entre outros o tenentecoronel
Joaquim Josfi de Souza. Ao lermos um tal ncme
iicamos em duvida se conheciamo3 ou nao o lal
tenente ccronel. Nesta; circumslancias Cziamos a
no3 mesmo as perguntas que agora dirlglmos aos
senhores Despertadores, ei-las :
Sera um moco alto, magro, barbado, que em
1867 foi delegado e supplente de juiz municipal
na cidaie de Souza ? Sera um que sendo naquelle
tempo rico, noje nao tera onde cahir mftrto I Sera
um que naqool'e mesmo anno e na Serra de Santa
Calhirina, exigio de uma esposa o sacriliiio de
>ua honestrdade corao preraio da liberdade de seu
infelit marido, que algemado marchava para a ca-
aeia de Soaza? Sera ura que depois de ter recru-
lado Antonio Goncalo comprou-lhe um cavallo por
cinco mil reisV Sera ura......? Sera ura que
fez um acude com guardas nacionaes notificados ?
Sera um linalmeute que o anno p.ssado (1873) en-
chendo sua casa de criminosos, mandou dizer ao
delegado que Ihe fosse visitar, o qne fazia segunlo
elle era memoria do seu finado pai ?
Desejavaraos que no3 dissessem se com effeito 6
este o lenente-coronel nomeado para a commissao
rasgada. Em todo o caso, diremos-lbes qae se as-
sim e, estao arranjados, pois o tal Quincaras 6 cou-
sa fina e roro.'por quanto ate assignar o nome el
le sabe I I Se nos responderem aquellas perguntas
affirmativaraente, como cremos, 6 o maior elogio
que podemos fa;er as dignas autoridades actuaes
de Souza, assim como de tudo o alto sertao. Seria
porem conveniente que para oompletar o par foi-
-e tainbem nomeado para a commissao do Pombal
o seu prirao, amigo e coilega o ajuizado Agostinho
Rodriguei.
A' proposito, o que vao Ss. S3, fazer com o_sus-
pensorio do padre nomeado para a commissao de
Cajazeiras ?
Bescumpem-nos S. Exe. o Sr. Dr. Silvino e o
Sr. Dr. Caldas Baireto, se cora estas poueas,
porem einceras linhas, offendemos a reconhecida
raodestia de Ss. Exes., por qaanto, na qualidade
de paraaybano nao temoa outro fim senao mam-
festar ao puWico os nossos altos sentiraentos de
gratidao pelos importantes e talioso3 servicjps pres-
tados a nossa provincia, pelas suas duas priraeiras
autoridades.
Recife, 6 de setembro de 1874.
Um somervadorstitanejo.
tonvalescenca.
Ao sahir d'urna oaoleslia Joijga ou peri-
gora, quando o doente. entra din convales-
cencia, as precaujOea. to i^jinjen sio 130
necessarios parao vestabelocimento comple-
------------------------ i, ..I. -;
to da siiidd onio o fttrato oa cmdadus d >
medicopafreer cussara moleetia propria-
inerj|e dita.
Como precau;dds,. dove-se em primeiro
lugar evitar as imprudencias quu acarre-
timmuitas vezes recabidas sempre graves.
l)eve-so temer as rigidas mu'lan^as de tem-
peraturn passngera d'um quarto queule para um
quarto frio. Quando as forcas e o estado da
saiide permittem sahir, e indispensavel
sobretuilo as pritneiras vezes, ovitar o ar hu-
mido e o soJ forte ; os passoios devera ser
dados durante o meto do dia.
Emquantoao regimen, deverd ser essen-
cialmonte tonico. Deve se insistir especial-
mon!e sobre as preparajoes de quiua. Es-
tas proparac6es sendo muito variadas, e nao
sendo todas appbeaveis aos mesmos casos,
dar-se-ha a prefirencia ao Quinium La-
barratjue. Este vinho e o tonico por excal-
lencia nos casos decouvalescen^a. Os jor-
uaes de medicina da Belgica relataram os
maravilhosos effeitos do Quinium Labarra-
que nos convalescentes, pela occasiSo da
epidemia de febre typhoide que procedeu
com rigor em fins do anno de 1868.
Os ferrogineos sao tambem muitas vez^s
uteis, como a d'uma vez, as Pilulas de Valltt contribui-
ram aingularmente a ter-miuar rapidamente
e com successo uma convalescencja.
0 convalescent s6 deve tomar alimenlos
leves : caldo sera gordura, sopas e linal-
luante gallinoa. Elle deve evitar de salisfa
zer o seu appetite, sob pena do indigestoes
que podem ser muito graves. E' um quarto
de bora antes de cada comida que convem
o convalescente tomar um copinb) de Qui-
nium Labarraque. Emquanto as Pilulas de
Vallet dever5o ser tomadas no comedo da
comida
A approvac,ao da acadeuiia imperial de
medic na de Paris dada a eses dous pro-
ducts 6 uma garantia di sua boa prepara-
^ao e da sua effioacia.
Asmi de florida de Murray e
lininan.
Ja la vai e elaborados e engenhosos annuncios nos jornaes
publicos, se alcan^ava o empalmar se e inlrodu-
zir se um artigo inferior a aceiiacao publiea As
essencias ordinarias e d'uma emanacao acerba,
fabricadas d'ole^is baratos.sao hoje em dia univer-
salmente rejeitadas em despeito de todas as ira-
pressas certidoes coraprobativas ; em quanto que
este admiravel c riquissirno perfume e cosraelico,
composto e extrahido por uma respeitavel e res-
ponsavel firmade raras e delicadas (lores e
plauta- naturaes, sobremaneira estim do na Ame
rica do Sul e Mexico, de preferencia a todas as
mais perfumariis c aguas chfirosasvai gran-
geaodo e adqoirindo para si -de dia em dia r.oca
fima, novos t'iumphns, por meio de todas as clas
ses do mundii eivilisado, sem oolra recommenda
cao mais do que a sua incontestavel exceli^ncia.
Nenhama senh^ra, a qual haja espargido algumas
gottas d'esta deliciosa e3sencia Honda sobre o seu
lenco, gu haja nsado mesma n'um estadJ de di-
loicao, como ura cosmelico ; por certo hesilara
um so instaule em perfeilaraente coincidir com as
senhoras e senhoritas d'America Hespanhola; as
quaes a tem usado para mais de vinte anuos me-
diante uma completa exclusao de lodo equnlquer
outro perfume.
CQLLEGIO DA SANTiSSIMA TRINDADE
30-nia dosCoellios0
sou a dibecqIo de philo.:;xa minerviw d:: 1U0-
QUBBQU'B O'CO.VXELL I8BSET, COADJL'VAD.V POR
SUAS [Rids D LA.NDELINA DE ALBUQITBRQI'B O'CON-
NEL IEBSBT B D. OUNDHfA OB ALBUOUERQLE o'CON-
NELL JERSEY. ,
I
Artigo I.' 0 collegio dirigido por Philomena
Minervina de Albuquerque O'Connell Jersey, de-
nomina-38 Collegio da Santissima Tiundade.
Art. 2.* As alamnas recebem nello instracgao
prtmarla, sccandaria, rligioa, de civil: L. je, e de
recreio e prenda3.
Art. 3. A iustruceao primaria e :leilura, C3-
cripta, contabililade (a3 quatro operacoi3), notoes
de grammatica portugueza, co:tura cha e cro-
chet.
Art. 4." A instruccio secunlaria comprehende
lingua nacional, francez, inglez, Italian >, histo-
ria, geographia e arithmetica.
Art. 5." A instruccao religiosa e dada pelo ca-
thecisrao ; as aluranas aprendem : idoutrina
chista, e. todos os deveres religiosos a cumprir
para cora Deus seus pais e parentes, e em geral
eom a sociedade.
Art. 6. A instrucciio de civililade abrange to-
dos os actos da vida de uraa senhora em relacao
com as pessoas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7." A instrnccao de recreio consta de-de-
senho, musica, piano e danja.
Art. 8. A instrucciio de prendas reune :
todos os trabalhos de agulha e toda a especie de
bordados, que deve saber uma senbora da melhor
sociedade.
II
Art. 9." 0 collegio admitte alumnas internas,
meio pensionistas e externas.
Art. 10. A liogua que se falla no interior do col
legio e a franceza ; e durante as aulas de inglez e
italiano so se fallam estas iinguas.
Art. II. As alumnas que estudam francez, in-
glez e italiano, aprendem a fallar, eserever e tra-
luzir estes idiomas graramaticalmente.
Art 12. A mensalidale para as internas e 40J,
para as meio pensionistas 20J e para as externas
o A. pagos adiantados, por trimeslres, que uraa vez
coraegados,considerara-se vencidos.
Art. 13. A instruccao das aluranas externas,
remuuerada segundo o artigo aatecedente, e a
dos arts. 3 e 5, as internas e meio pensionistas
teem direito a dos arts. 3, 4, 5,6,-7 e 8, podeado
todavia, qualqner alumna externa frequantar as
aulas superiores, raediante a indemnisacao que se
convencionar.
Art. 14. As despeza3 com livros, papel, etc.,
sao da'competencia dos pais ou correspondetes,
las alumnas, e bem assim a materia prima de
bordados ; e estes executados, sao propriedade
das raesmas.
Art. 15. As aula3 no Collegio da Santissisia
Trlndadb, trabaloara duas vezes ao dia, de raa-
nha dos 9 as 12 boras, e de tarde das 2 1|2 as
5 1|2.
Art. 16. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seus pais, assim como a roupa lavada e engoai -
mida e p.rlences, por elles serao fornecidos.
Art. 17. As pejuenas indisposicoes e raoles-
tias das internas, sao tratadas no collegio ; nas
graves, porem, a directora fax avisar aos pais ou
corrospondentes, para providenciarem sobre o tra-
tamento, que pode ser era suas casas ou ao col-
legio.
Art. 18. Os feriados sio 03 das aulas publicas,
salvo as quinlas feiras que, no collegio, ficam des-
tinadas a instruccao do recreio.
Art. 19. Todas as raaterias leccionadas no Col-
lboio da Santissima Trisdade, sao professadas
pela directora e suas irraas, ou outras senhoras
coraaaptiJao precisa, e que a directora julgar
Recife, 30 de dezembro de 1873.- Philomena
Minervina di Albuquerque O'C nnell Jersey.
Approvo.-Directoria igerl da instruccao publi-
ea de Pernambuco, 8 de Janeiro de 1874.Joao
garbilho.
is
Inaporta^So.
Lugre porluguez Julio, eatrado de Lisboa em 6
do corrente e consignado a Tbomaz de Aquino
Fonceca & Successoros manifestou :
Batatas 25)2 caixas a Moateiro Junior & Fer-
nando, o
Cebolas 200 raolhos a Monteiro Junior A Fer-
nando. Cera em pio 9 volumes a Francisco Jose
dos P. Guiraarass, dita em grume 10 barrjeas ao
mesmo, 10 a Silva Guimaraes 4 C, 8 aos coiuig-
aatarios. Tera araarella 1 volume a Francisco
Jose.dos P. Guimaraes. Cal KM) barris a Jose P.
da Foaceca, 100 a Carvalho & tfojweira. Camas
de ferro 8 a Nazareth A Pires. Colchoss 2 volumes
aos mesmos.
^m
Farello 400 saccs a CarvaJJio 4 ,\;gawi-*. Flo-
res m- di inaes 1 caixa t 3 Tardos a Man >J A
Barboza, 1 barrica e 1 fardo a A. Caws.
Pedra de eaotaria 712 volumes a Joe Ancnstn
de Arauje, 17 a Joaquim Ferrera da Silva. Papel
2 caixas a M >reira Ihlliday A; C I'erfamadores I
caixa a Moreira Halliday AC
Semeis 500 saceos a Silva Gairni.-aes A C.
Toucinho 50 barris a Panlmo Jose it Cofta
Amorim A C. 30 a E. K Ribeli > i d
Veias de cera 10 caixas aos con-rgnartarto-,
ditas stearinas 109 c ixas a Silva Gjimarin* A C.
Vinagre \i pipas e GO barri- de qoiato a Psatoo
Jose da Co*ti Amorim &C, 4 duas e 15 drtos a
Oiiveira Filbos A C, 5 e 3 as con-iKnaUrioa, >
5 a E. R Rabello & C, 4 e 5 a Beltrao 4 ro.
5 e 3 a Silva G:iimarae & C. Vinho 35 mom
60 barris de quint > aos cunsignaUrio*, 3 dRts <-
40 dilos a (Mivein, Filho< A C, 6 e 2o a E. R. 1U
bello & C, 20 e 44 a Bellrio A Filho, 7 e 7" .
Silva Guimaraes A C, 31 e 20 a ordem, 90 fcar. i
de quinto a Antonio F-rreira Alberto, t dfco 1
caixas a Jose Joaquim M ireira.
Suraaca hespaoboia G*aielnpe, rrada ? *a
lenea em a me-raa data e consign*fa a BaHbar
Oiiveira & '*. nianilest>a :
Viuho 260 pipn, XO m-i.n ditas e iO barris io
quarto aos eon igmtarios.
Vapor francez ihnioza, entraio d js port." da
Europi em 7 do corrente e consignado a Hans-
mendy ft Libille, mwifeMoo :
Carga it Lisboa.
Fructas 2)t2 caixas a Lii.u & *!**, a|An">-
nio Ferreira de Carvalao, 1 a Francisco fi. dn
Araujo. <
Livros 1 caixa a A. A. da C. Contu.ho.
Uvas 21 caixas a Frauci'i-o ( de Aw j >.
Carga de l)< rdeaux.
Ajua de flo" de laranje^ra 1 caixa a Angn-t
Caor. Agua medicma 2 r.iixas ao inesme. Ar-
tigos de Paris 1 caixa a fai-me Vuwu ft C
. Chape js 6 caixas a J. Christina) 4 C, I Vax
A Leal. Calcado 3 caixas a Lyra & Viauna. 1 a
Co-la Maia A C 2 a l.uiz An', ittio de tiiqneira.
1 a J. Ch-istiani, I a J >.-<: T. Leile Basis, I a Pa-
rente Vianaa A C, I a Vaz Jam r ft C. Coar>
I caixa a Antonio P. Ferreira, I a M rctra HJli
day ft C Orreja li raixas a Lc ste Cognac
12 caixas a II. naeseh, 4 a Friandrine. Cooser-
vas 6 caixas a llssariMsrKsjsssh, 1 a Lass-.-re, 1
a Jose Francisco P. Raaiss
Ervilbas 10 caixas a Monhar.i Mettler & C
Flores arliliciaes 2 iauas a J Carisloni A. G .
1 a 1.1. Leit Baste.
Gravatas e chapoos 1 caixa a Sibino J'jsi i"
Almeid?, t a Alfredo Gihsnn.
Jornaes t caixa a D Lailhacar A C. Jou
falsas 1 caixa a Penna Junior & C, 1 a Vsz &
Leal.
Livros 1 caixa a Fri.ndrine, a De Lailhara:
4 C, a M. Antonio Viilarouea, I a ordera. L'-
cores 1 caixa a LtSSfr.
Mantciga 73|l 7i|i aos cons gaatario*. Hjr-
calorias diversas 1 caixa a Penna Junior 4 C,
V- aos consignatarios, 2 a Keller, 2 a ordem. Bin
dezas 1 caixa a Jose M. da Cruz, I a Hattos Le
mos & C, la Jo6 da Hocha e Silva, S a Vaz
Junior & C, dita e papeis I caixa a Adassb-.
Drey fees A C.
Objectos de escriptorio e miudczxs 5 caixas a
Walfredo A. S' uza.
Papel c euveloppe 2 cnixa5 a Ainorim Iri
&C, ditoe livros 2 caixas a Silva Cardso t\
Passed.
Queiji'S 32 caixas a Bsllrio A. Filho, 35 a An
tonio Fcireiia de Carvalho. 1" a ordi-m, 7 a J. I
/lives A C, 12 a J M da It na <* Kilhos, 21 An-
tmio Frsncisco Corga, 22 a D. Joaquim Ft-rreira
Cruz, 17 ?. Lima & Silva, 35 Cardnzu A Bar
tins, 50 a Soiw.a lla t >s ^ C, It a Fernani-"* di
Coda A C, 1 a;Ltssere.
Rjoaa 1 raicara lose de AloMdda4 C.
Sardinha 20 caixas a Mmiurd M.-tUer & c.
Tecilos 1 caixa a Fr. Vesaocie de Caatehc
Vinho 24'i caixis, 4 barris e 8|2 barris a fhe
doro Chrisliosen, 2 barris a ordem, 2 a J. Bant .
I a Cramer Frey A C, 1 a Friandrine, 23 cai-
xas e 1 harrila J Francisco Paula Hamos. 1 lurr
a Mouhard Mettler 4 C, 1 a CBastei Leclere. 2
a Luiz Antonio Sijaeira, 5 e 10 caixas a II Nu-
esrk.
Vapor inglez Fire Queen, cntraJo '1 s
portos J'1-uropa em 7 do corrente e con-
signado i Johnstom Pater A C, manifes-
tou ;
Carga de Lisboa.
Batatas 30 -2 cai.vas a Jorge J. Tasso. 2 1
a Franiaco AllemSo Barb>za, 30 1 a LeSV,
Hochn leiro Junior da Costa & (J.. 50 2 a Fraucisco Jose da
Silva Guimaraes A c 223 i e 160 o a Si!
va (iuimaries A C
Ceholas 50 caixas a Jorge Tasso, 40 a L5o R
cha & C, 20 a MonleiD Junior A F>-manies, 2"
a Franco da Cunha A; C, 2J0 a Silva G imnri -
.^ (1, 23 a Fernanies da Costa A C, 23 a Lima
A Silva. Couros 5 caixas a ordem. Chap- t
caixa a Guimaraes A Irmajs & G Cal 23 barris
a Pinto Moreira AC, 200 a Doming >s lue Fer
reira C-uz, 200 a Sflva Guimara- s A < KO a
Andre Maria Pinheiro. Coinellos d> lija 2 caixi^
a M. J Ribeiro & C, I a Vaz & Leal, I a P -rt A
Basto, I a Moraes 4 Pinto, 1 a M ireira Haitili\
A C, I a Mano;l da Silva ll-ia A C, 1 a ordeav
Farello 200 saccos a Antonio A. Jucome, '" <
Francisco Allemao Barbosa. Folha de looro IB
saccos a Antonio Anne' lacsats. Frnctas 11
caixas a Silva Guimaraes A C, 25 a Lixa 4 Silva
Lavas I caixa a Cadoso A; PMteS. Livros 2
volumes a Jose N. de Souza, I a Valfrelo 4 Son-
za, I a De Lailhacr & C, I a Silva Cardoso >S
I'essoa.
Massas 16 caixas aDeltiaoA Filh\ Mas'
raento 13 volumes a J. da Silva Run is, 3 a Ferrei-
ra Maia & C, 10 a Bartnolomeu A C, 3 a Pedr>
Maurer A C, 2 a A. J. A. Riheirn, I a MarcHir. i
Jose de Brito. Mobilia 1 volume a B J da
Guimaraes. Macfu 15 caixas a Monteiro Jun :
& Fernanies, 15 a Franco da Cnnba A C.
Objectos diversos caixa a J. Bento It -
drigues.
Palitos 1 caixa a Silva Guimaraes ft C.
Roupa e bag gem I caixa a Luiz A. Siqneira
Retroz 1 caixa a ordem.
Toucinho 10 barris a Antonio M. Montei'o J,:
nior A Fernandes, 15 a Franco da Cnnba A C..
19 a MenJoara Correia AC, 4aSlvaGaim^-
rits A G Veias de cera 60 caixas a Tnosais d
Aquino Fonceca A Suecessores, ditas stearinas 4 )
cixas a E. R. Rabello A C. Vinho 4 I s I '/3
J. S. Carneiro da Cunha, I barril a J. Bento Ro
drigues. Vinagre 2/1 e 10(5 a Jos6 Fernaades
Lima ft C.
Barci allema Loltcngrin;, entrada de Copeaii -
Rue em 5 do corrente e coasigaada a Borsielmaa
A ('.., manifestou :
Madeira de pinho 181 prancnoes aos aos coa-
siSnatarios.
Augusto F. d Oiiveira & C.
A casa commercial e bancaria deAnsrust"
j d'Oliveira & C, i rua do Co nrnercio n
42, encarrega-sc de execurio de orden*
para etnbarque de prodoctos e de todos -
mais negocios de commissao, quercommer-
^.iaes, quer bancarios.
DecenU lettras, e toma dinheiro a pre
mio, coropra cambiaes, e saca a vista e a
jazo, & vontade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeirss c nacionaes :
L.ndccsj. Sobre o C5IOK bakk or
LONOOa, 0 LONDON AND HASSEAT1C *!.
limited, e varias casas de I." classe.
Paris. Sobre os banquet FOCLn
& C, MARCUARD ANDRE 4 C. e k. LHCQCf.
VIGNAL & C.
Utunburf*. Sobre o Srs. aoio
SCHU BACK A ULU S.
Lisboa. Sobre os Srs. roNSKAS.
SANTOS & VIANNA, e SASTlAO JOt DC
ABBBB*
Porto. Sobre o barco chiXo o PBBT*.
O Sr. JOAQOIB HNTO DA FONSKCA.
Pam. Sobre o banco coi
do pasa, e os Srs. francisco cai
COSTA & FILBOS. '
MaranhJtO. Sobrefi Sr. jostffBB-
RSIRA DA SILVA JSIUOR.
Bnhla Sobre os Srs. barcthos d c.



Diano de femaniDuco Terea feira 3 de Setembro de iffi
lbde
Sobw
Anadia.
Agnida.
ATeiro.
&*
Cbaves.
Elvas.
Amarante.
Juimarae*.
Covilht.
Melgaco.
Porulegre.
Areas de \d 4e vez.
Celorico de Ba*lo.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Laahosa.
Evora.
Fife.
Faro.
Goarda.
Leiria.
Lisbea.
Bar cellos.
Coimbra.
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Penafiel
O BANCO
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL
BANQOE BRASIUENNC FRANCAISK.
Banco do Minho. 1
Joaquira Jose Goncalves Bellrio 4 Fil ho sao*ri
por todos os vapares sobre : "
Monsao.
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Povoa de Varzim.
Vianni do Castello.
Villa-Nova aePoruroao. Villa-Nova de FawraKcao
Villa do Conde.
Km* illm*
Madeira, S. Miguel, Faial e Troi*a.
SEGUROS
e contra4ogo
GOMPANHIA
Phenix Pernambueana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
COMPANHIA~ALLIAIfCA
seguros maritimos e terres
tres estabelecida na -Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
.i*co maritimo em navio de vela e vaporei
para dentre e f6ra do imperio, assim come
contra logo sob re predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrao
raa do Commercio n. 5, 1 andar.
Companhia Indemaisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000^000.
Thornaz de Aquino Fonceca k C, successores
agen'es.
EsU companhia toma seguros maritimos e ter-
restres, dando neste3 o septimo anno gratis aos se-
gnrados.
Rua !o Vigario n. 19.
kilos, bo vafor Be 5204800.
Idem S N ; n. 38-1 diia vwdaae Hamburgo
oo'cuvio aUemao Freed, detcarrsgada em 13 de
[satembro de 73 e -consignada a Silva Neves k C,
couiaodo fi'as de soda, pesando liqaido real 5,720
grammos, no valor de 475*170.
Idem triaagulo R no centro n. '3 1 dita vinda
no navio hoUandez Elisabeth, descarregada em 17
de novembro de 73 e consignada a J. Dannier, con-
tendo 9 kilos 4e nores de panao, no valor de
840*000.
Idem C G* C n. 503 1 bwrica vinda do Ha-
vre no navio fcancez Rio Grande, descarregada em
29 de outubro de 73 e consignada a Carvalho Go-
mes 4 C, coBtendo 98 kilns de.grampos de ferro,
peso liqnido, ao valor de 1141333.
Alfaodega de Pernambuco, 4 de setembro
de 1874.
0 inspector,
Fbio A. de Carvalho Ileis.
DERURACOES.
Pela recebedoria de rendas se declara aos
contribuintes de imposto sobre induslrias e pro-
tissues qua e no corrente mez e no de oatubro
vindoaro quo devem vir pagar o primeiro se-
mestre pertenoente ao exercicio de 1874 a 1875.
incorrendo na multa de 6 (. todos aqueltes con-
tribnintes que fizerem depois do mesmo prazo.
Recebedoria de Pernambuco, 1. de setembro
de 1874.
Servindo de administrador,
Jcs6 Felippe Nery da Silva.
Capital.
Fundo
NORTHERN.
.... 20,000:000#00<
de reserva. 8,000:OOG300<
Agonies,
Mills Latham & C
EtUA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA O FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecid*
fiesta praca, toma seguros maritimos sobrt
navios e sous carregamentos e contra fogc
emediGcios, merccdorias e mobilias: n*
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo..
Seguro eoatra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
A iterate*
SAUNDERS'BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
Os Srs. accionistas desta companhia que
desejarem apreciar o relatorio e mais pecas
a elle appensas, relativo ao anno que ter-
minou em 30 de a-bril ultimo, dirijam-se d
respectiva secretaria, rua do Cabuga n. 16,
que lhes serao fornecidos.
Escriptorio da companhia do Beberibe, -3
de setembro de 1874.
0 seoretano,
Luis Maneel Rodrigues Valen-ca.
SANTA CASA DA M1SER1CORD1A DO
RECIFE.
A Illraa. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
at sala de suas sessdes, o dia 3de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas ;
qaem mais vantageas offerecer, pelo tempo de am
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Raa das CaJcadas
Casa terrea n. 30(fechada). 221 000
Idem n. 36........221*000
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114......362*000
Idemn. 91.........301*006
Rua larga do Rosario.
1 andar e loja n 21 A.....900*000
2* andar idem........ 310*000
1 andar n. 24.......408*000
Rua de Antonio Henriques.
Casa terrea n. 26...... 99/OOO-j
Largo da Campina.
Idem n 11 (fechada).".....120*000
PATRIMONIO DOSORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada).. .
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.
Raa da Lapa.
Casa terrea n. S .
500*000
i21*001
202*000
602^000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 an dares n. 23 .
Casa terrea n. 31......2 2*O0C
Raar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......133*000
Rua do Vigario.
2' andar do sobrado n. 27 243*000
1* andar do mesmo......300*000
Loja do mesmo.......375*000
1:300*000
Cawra A Guimaries
Cafra filial do Banco do Brasil (saldo)
Domingos da Rocha
David Selessie
Edaardo Preiton
Hadre Ernesto Ferreira da Canbu
Franoisco SimSes da Silva
Francfseo Menu
P. fl. 'Cardts
Franoisco de Panla Sa Peixoto
Felizardo da Costa
F.F.Borges
Francisco Gaedes de Aranja
Francisco Manoel dp Monte
Francisco Goncalves da Silva Pereira
PJonano Francisco da Silva
Prancisco Luiz de Oliveira Azevedo
Guilberme Ferreira Pinto
Caspar Antonio Vieira Guimaries
Isabel Maria da Costa
Jo*e Gomes Vieira
Lee Maria Ferreira
Joao Manoel da Costa Araujo
Jnao Silverio de Souxa
J 6 Nogueira da Cos a Seares
Joao Antonio Ribeiro
Joaquim Coelho Barboza
]o-c de O nto Gnimaraes
Jose Goncalves da Cruz
Jos4 Thompson
Joln^ Lilly
Jose Felippe Martins
Jo?e Lniz Ferreira da Costa
Jos6 F. de Nazareth (africano)
Jose Portella da Costa e Silva
Jose Fontes
Joao Podro Adour 4 C
Joanna Maria dos Prazeres
Joao Baptista da Fnceea Junior
Jjaquim Jose de Gonveia
Joao Jose de Lemos Magalhaes
iosi 1 laqnim da Silva (orpnao)
Jose Francisco Barreto
Krab Tom k C.
Laiz Paech
Lucrecia (escrava de L. Jose da Costa
Am'orim)
Leocadio Joaquim da Coneei^ao
Lonren^o Jose Carvalho
ManoeJ de Azevedo Canario
Manoel Ferreira da Silva
Manoel Jose Antunes Torres
Maria Elenteria
Massa fallida de Francisco do Rego Mello
Manoel Antonio de Azevedo
Manoel Goncalves de Oliveira
Manoel Alves Barboza
Manoel Antonio da Costa Rraoeante
Marianno de Souza
Massa fallida de C. J. da Silva Guimaraes
Maria Isabel da Costa
Maria Isabel da Fonceca
Manoel Antonio de Carvalho
Manoel da Silva Sampaio.
Pedro Vonshostem
Pedro Maurer
Raymundo (escravo de F. F. Borges)
Robert Austin
Raymundo Carlo* Leite <& frmao
Salastiano J. Lima
J. Leon Ptoeg
Samuel Power Johnston & C
Salvador Rodrigues da Silva
Thornaz de Aquino Fonseca Junior (her-
deiros)
Thomr.z Fernandes da Cunha
Theodora J. da Silva Braga lilha
Thornaz Eaborne
Victorino Augusto de Carvalho
Victorino D. Alves Maia
Massa fallida de Jose
Ferreira & Martins
James Hulton
Pereira Jnnior
6/500
10*920
8*360
16*600
8*360
13*650
3*900
20*170
10*900
32*760
2*300
1*170
*030
39*000
4*0*0
1*930
2*060
*090
2*766
9*090-
10*380
60*T0O
llW0
23*970
2*2*6
*:iift
16*M6
272
20*070
1*1*0
*6S0
30*000
3*790
6*900
24*370
7*600
269*180
2*920
2*560
2*170
3*900
6*200
17*160
6*830
62*680
1*950
3*900
4*260
65*800
11*380
41*000
1*090
21*200
134*960
1*760
2*410
4*870
3 $900
11*250
3J900
3?7SO
7J270
^660
7H250
1S950
4 $290
11*330
9.050
225730
3 900
185300
54s600
28:440
17*720
315180
11:700
6:170
3-070
49:680
22:690
7-990
terara as suas esportulas, 4e o fazarem no
mais 5ro*e espa^o da tempo, i nandando-as
entregar ao Sr. thesoareiro do consetao
parochial do Pocp da Panella^ Jos^ fiodfi-
gues de Souza, no esoriptorio das loterias
da provincia, i rua 4o Imperador n. -6 ou
ao St\ Adolpho Mauricca, que pelo -mesmo
Sr. *itesoureiro esti autorisauo para esse
flat, e
Pelo thesouro provincial se fax publico para
qmwn.-interestar possm, que foi transferida para
o -aia 1.7 do corrente mez, para ser awematada
pwante a juaca deste phesonro a obra da
paotedeMoes sohre o rio Tapacnra na estrada
da Victoria, oncaaa em 1:485*000
Seoretaria dolhdeauro provincial, 5 de setem-
*ro de 1874.
Q secretario,
_____________ Miguel Affonso Ferreira.
T Da ordem 4o I'lm. Sr. inspector da thesou
rana de fazenda desta provinsia, sae convidada
as pra^as reforouaas da armada Antooia nicardo
e Jose de Mattes Polycarpo para tomparecerem
na mesma; e bo caso.de fallecimento, aeus pa-
rentes ou suecessc/es.
Secreuriada tbesouiaria de fazenda de Pernam-
buco, .4 de setembro de 1874.-0 J> eecripturjrio
servindo de secretario, '
_ Carlos J. de Souza Corraia.
AaUbrraa em pmntm.
No armaaem deagencia de leilees da rua do
Vigario Thenorio u. II.
G preposto do agente Pestana bra leilao por
conu e'Tisoo de qaem pertenoer, de 1 mobilia da
jacaranda.a Luiz XV, com taiapos de pedra, di-
Us de amirtllo, dius de faia, ditas de jnnco, 1
piano detjacaranda, com maaivella, 1 dito sem
manivella, 2 ditos de mesa, guarda-ronpas, guar-
da loucas,oamas para casale solteiro, marquezao,
raarqaaaat, pares de espelhos, pares de jarros,
pares de qoartinhas, pares de eonsolos, mesas re-
dondas, aparadores, quartinheiras, cabides, 2 ma-
quinas da costora, commodas inteiras e nwias, I
rico santuirio de jacarandi, com ricas iraagens,
obra do Porto, duzias de cadeiras de junco, div9r-
sas madeiras, e mnitos oatros artigos que se acna-
rao patentes no acto do leilao part os Srs. concur-
rentes examinarem.
Hog
COMPANHIA
IrillioM urhanos do Recife
A Oliaclu e Beberlbe.
Sallpas.
Wo escriptorio desta companhia se com-
pram sulipas de oiticica, com 9 palmos de
compnimeuto, 9 pollegadas de largura e 4
ditas de groseura.
Lanrentino J. de Miranda,
Gerente.
Peranle a camara municipal desu cidade
estarao era praca nos dias 5, 7, 9, 10.11,12, 14,
15 e 16 do corrente, pan serem arrematados nor
quem maior preco offerecer, as seguintes rendas:
os alugueis dasasat da prca da Independencia,
ruas de Joao do Rego, Riachuelio, Imperial, da
cas-ahas ^aribeira da freguezia da Boa-Vista, e
dos talhos dos acougues da mesma freguezia : os
pretendentes a taes arremaucdes, habilitem-se
na forma da lei.
Pajo da caraara municipal do Re:ife, 4
de setembro de 1874
Theodoro M. F. Pereira da Silca,
Pro-presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
Agente Dias
Novo leilao
DE
duas casas de taipa sitas em & rua dos T6cos,
no povoado dos Montes, termo do Agua
Preta
Hoje
AS 11 HORAS DA MANUA
0 agente Dias, em observancia ao respeitavel
despacno do Illm. Sr. Dr. juiz special do com-
mercio, levara a leilao, no dia e hora acima indi
cados, as referidas casas.
Agente Pestana
Agente Pestana
Leilao
uma porcio de
DE
d& e de amareIloT espelhos
grandes com moidnra don-
rada, objectos de ouro, bri-
lhante e de prata, crjstaes,
louca, relogioe dealgibei-
ra, de < uro e prata, cartei-
ras para escriptorios, di-
versas miudezas, jarros
para florear grande quanta-
dade de trastes avulsoe,
maquinas de costura, de
peemao, quadros comrl-
nasgravuras, rewolvere, e
immense s artigos do use
domestico, que se torna.
massante mencionar, e que
se torra a troco do barato
Ql'INTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
Ili-Rna do linperadwr-ld
ARMAZEM
pelo agente Martins.
j

1:400*0"0
209*000
209*Oi K.
201*000
800*000
600*000
Navios eatrados no dia .7.
openhagae70 dias, barca allema Ijxngrin, de
Ji6 tonelada3, capitao J. Hagen, equipagem 11,
carga madeira ; a ordem.
Rio de Janeiro13 dias ltigar hespanhol.IVmofco
111, de 272 toneladas, capitao Jayme Maris-
tany, equipagem IS, em lastro; a Pereira Car-
neiro & C
Navio sahido no mesmo dia.
BahiaPatacho italiano Sanna, capitao F. Trag-
giani, carga parte da que trouxs de Genova.
Granja e portos inttrmedios-Vapor nacional Ipo.
jtica, commandanti Moura, carga diversos ge-
neros.
Navios enlrados no dia a.
Jlio de Janeiro eBahia 5" dias, vapor fraacez Heu-
nque IV, de 817 toneladas, commanlante Ca-
pelle, aquipagem 40, carga difTerentes generos:
E. a A. F.de Oliveira & C.
Lisboa-33 dias, lugar portuguez Julio, de 277
toneladas, capitao Joao de Barros, equipagem
13, carga differentes generos; a Thornaz de A.
fronceca & Successores.
Valencia35 dias, sumaca hespanhola Guaedlupe,
de iOo-toueladas, capitao Pedra Oliver, equipa-
gem 11, carga vinho ; a Baltar .Oliveira & C.
.'Savios sahidos no mesmo dia
Bio Grande do Sal-Patacho nacional Francolin,
capitao Joao Rodrigues dos Santos, carca assu-
car e outros generos.
Rio da Prata-Brigue portuguez Novo Paouete,
capitao Antonio Jose Pereira, Jcarga assucar.
Havre e portos intermediosVapor francez Hen-
rique IV, commandauti Capelle, carga a mesma
que trouxe dos portos do sul e algodio que re-
cebeu neste porto.
ObservaeSo.
Jundeou no lamarao uma barca ingieza, mas
nao teve communicacao com a terra.
Sobrado de 2 andare? n. 23
Rua do Encantamento.
Subrado de 2 andares n. 13 (fechada).
Rua da Senzalla velha
Idem n. 16........
casa terrea n. 25 .
Idem n. 29.......
Rua da Cru?.
Sobrado de 2 andares n. 12 (fechada).
Idem n. 19........
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100 (fechada) 241*000
Idem n. 103........207*000
Rua de Gervazio Pires.
Can terrea n. 2.......200*001
Rua do Amparo .lOlinda)
Ca?a tercea n. 18 (fechada).... 240*000
Os pretendentes deverao apresenlar no acto da
arrematacao as suas flancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o preraio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do B
cife, 17 dea^osto de 1874.
0 escrivao,
_____________Pedro Rodrigues de. Souza,
Companhia Fitfelidade
seguros niaritiiuos e (errestres
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritira s 6 lerrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Raparica, anliga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
Companhia Santa Thereza
Sao convidados os senhores accionistas, afim de
reunirem-se em assemblea geral, no dia 10 de se
tembro proximo, ao meio dia, no 1 andor a rua
do Vigario n. 13, para continuacao dos trabalhos
adiados na ultima sessao, inclusive a leitura e
apreciacao do parecer da CQmmUin nsnai, Tcta-
uvo as comas do anno proximo Qndo.
Recife, 29 de agosto de 1874.- 0 gerente,
________________Justino J. de S. Campo.s
Companhia de cavallaria de Pernambuco
Contrata-se com quem melhor vantagem offere
cer, o fornecimeotj de toda a ferragem precisa
mensalraente para cada urn cavallo era argola,
durante o presente semestre ; devendo os propo-
nents a tal fornecimento apresentarem suas pro-
poses em carta fechada, na secretaria da mesma
companhia, no dia 9 do corrente, as 10 horas da
manha ; declarando-se que nao se admittera con-
dif3e3 em taes propostas.
Quarlel no Campo das Priocezas, 4 de setembro
de 1874.
Jose Joaquim Coelho,
Capitao, commaniante.
FUM>IAO
DE d
C Starr & C.
SSo convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
Iras e contas yencidas ; senao que n3o o fa-
zendo at^odia 30 deoutubro proximo vin-
douro, serao vendidas em leilao. PoderSo
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundicSo ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
De ordem do Illm Sr. inspector dathesoura-
ria de fazenda desta provincia se faz publico, para
conhecimento de :|uem interessar, que no dia 26
do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, perante
a junta da mesma thesouraria, sera posto em hasta
publica para ser arrematado por quem maior lanco
efferecer, o proprio nacional, denomiaado Cala-
bouco, sito a rua do mesmo nome, nesta capital,
servindo de base para a arrematacao a quantia de
3:110*, maior lanco offerecido na ultima praca.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 do setembro de 1874.-0 2* escriptu-
raio, servinio de secretario,
Carlos J. de Souza Correia".
ricos vestuanos para mas-
caras
Hoje
As' 11 horas em ponto.
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara feilio, por
conta e risco de quem pertencer, de nma porcao
de vestuarios para mascaras, em urn ou mais lo-
tes, a voniade dos Srs. compradores.
LEILAO
NA
Feira Economica
Rua do Rosario estreita n. 45
HOJE
as il horas da .manha
pelo agente Marlins.
De um piano, maquina para costura, moveis,
loucas, vidros e diversos artigos.
itfSSOS MARITIMOS
Libra* eslerlinas.
renaem Augusta F. d'Oli-
veira &^ C.
Rua do Commercio n. 42.
LEILAO
DA
armacao e utensilios da tavernasita i. rua do
Vigario Thenorio n. 33.
Hoje
a's 10 horas da manha
oo correr do marteUo
0 agente Pinho Surges, competentemente auto
risado, vendera em leilao o que acima se declara,
por conta e risco de quem pertencer.
Ultimo
LEILAO
D4S
duas casas de taipas cobertas de telbas, t .i
ficadas em chaos proprios, cm Btber.'
de Baixo, rua de Santo Antonio. pert--
centes a massa fallida de Joaquim Vie ?.
Coelho da Silva.
QUI.NTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A's f 1 l|t horas.
0 agente Pinto? levara novamente e pela nil
vez a leilao, servindo de base a oflerta de 32.1J0-"-.
" d.'"^,ca-a9 in,m descriptas. avaiiadat em___
eOO.sOOO. equefazem parte da massa hllirf
Joaquim Vieira Ctelho da S:iva, i.-to as II liJ
ras do dia acima dito.
Em sag aatrjateria, a rna do Bom Jesas a I
1UM
Agente Bias
LEILAO
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companhia pernambueana, dispondo de ex
:ellentes e vastos armaens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantlndo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
a mbem recolhera, mediante previo accordo, ex
Jlusivamente os generos de uma so pessOa.
Estes armazens, ale"m de arejados e commodos
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos dt
:apim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
uazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panbia pernambueana, que acharao com quen
Jatar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Por e=ta repartigao se faz publico aos devedores
dos impostos pertencentes ao exercicio em linui
dacao de 1873 a 74, que no dia 29 do eorrente fin-
da-se e prazo marcado para o recebimento de seus
debitos com a multa de 6 0|0, ficando suieitoss o
que nao pagarem ate aquelle dia, a serem aiuiza-
dos com a multa de 9 9\0.
&Consulado provincial de Pernambuco, 1
de setembro de 1874.0 administrador,
Antonio C. Maehado Rios.
EDiTAEI.
Edital n. 45
Pela_ inspectoria da alfandega se taz publico,
que nao tendo sido arrematadas as mercadorias
abaixo declaradas, annunciadas a leilao por editaes
ns. 39 e 40, se transfere a mesma arrematacao
para as 11 horas da manha do dia 10 do corrente
a porta desta reparticao.
Armazem n. 4
Marca C tS & C ns. 27 e 28 2 caixas vindas de
Liverpool no nav'o allemao Elegante, descarrega-
das em 21 de Janeiro de 1873 e consignadas a Car-
valho Guimaraes & C, contendo iamparinas mar-
ca pao, pesando nos envoltorios 260 kilos, no va-
lor de 485*330.
Idem A P B sem numero 1 barrica vinda no
navio inglez Empreza, descarregada em 3 de mar-
qo de 73 e consignada a A. P. Barboza, com graxa
em massa para calcado, pesando bruto nas caixi
obas 14S kilos, no valor de 108*266.
Idem J N S ns. 85 a 88 20 caixas vindas do
Aavre avio francez Fidelite, descarregadas em
a 19 de abril de 73 e cons.'gnada.i a Silva Neves
ZJ"'^f^ fructa8 e calda, pesando nos fras-
cos 246 kilos no valor de 296*566.
i ai ?Lt?0AD*Vn Ftora Goodel' descarregada em
nartsTr0 VJ e, consifnada a '-arTalho Gai-
naraes 4 t, coatendo nerfumarias noaan/in mu
-------frascos 42 kilos, no valor de miwo
idem idem sen numero 3 ditai
contendo perfunarias, pesaoda no
Massa lalliila
DE
idem idem,
fracos 186
Amorim, Fragoso, Santos &
Companhia.
Sao oavidados os senhores credores, abaixo de-
clarados, para receberem o ultimo dividendo, no
escriptorio a raa do Vigario n. 13, 1 andar.
0 pagamento 6 Jeito as quintas-feiras, das 11
horas da manha a 1 da tarde.
As importancias que nao forem procuradas ate
o dia 17 de setembro pr&ximo, serao reeolhidas ao
deposito publieo.
Antonio Domlngos Pinto
Antonio Maria Gonzaga
Antonio Maria do Rosario
Abrahao Costrenvard
Antonio Bernardino de Sena
Alexandre Bachaman
Alves & C.
Antonio Jose de Souza Guimaraes
Antonio Luiz T. Marques
Antonio Maria O'Conell Jersey
Antonio Fernandes Ribeiro
Antonio Barbosa de Bastos
Barboza & Simdea
Brilo Qaeiroz Rego k C.
Bahia Irmaos & C.
Carvalho & C. Clara Bentbrisn
Celestino da CosU
Castodio Floro da Silva
Caetano C. da CosU Ramos
Caetaoo 0. da Costa Silva
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
A direcio:ia desta companhia, declara
aos Srs. concessionaries de pennas d'agua,
que tudas as obras concernentes is mesmas,
s6 poderSo ser feitas com sciencia da direc-
toria epresenca do respectivo empregado ;
isto para evitar os abusos que se dao cons-
tantemente, e para que nao fiquem sujei-
tos ds multas competentes, manda fazer a
presente declaracao.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
3 de setembro de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
A. a. Anderson, capitao do palhabote ameri-
cano Frank Howard, na sua viagem recente de
New-York para o Rio Grands do Sul, tendo arri-
bado a este porto por forea maior, precisa contra-
tar os concertos necessarios, segundo a vistoria
feita no mesmo navio. Offertas para este fim de-
vem ser entregue era carta fechada ate o meio dia
do dia 10 di corrente mez, no consulado america-
no, aonde tambem os pretendentes acharao a nota
dos concertos necessarios do mesmo.
CMTANIU
J1ESSAGERIES 1UAMTIMES.
L-inlia inensnl
ERYMANTHE
E' esperado dos por-
tos do sul ate 0 do
corrente, seguindo de-
pois da indispensa-
'vel demora para Bor-
deaux, tocando era
Dakar (Gor6e) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
lar com
OS AGENTES
Harlsuiendy A La bille.
9 Rua do Commercio 9
*396
24*520
14*880
8*360
22*620
3*320
1*050
23*980
1*170
*320
o*850
1*020
*280
4*720
1:979*190
41*360
4*880
39*250
3*900
1/950
Conselho de compras de marinha.
0 conselho no dia 12 do corrente mez, a vista
de proposlas recebidas ate as 11 horas da manha,
promove a compra dos seguintes objectos do ma-
terial da armada :
4 ancoras, cada uma com o peso de 350 a 360
kilogrammas, 4 correntes de 10 bracas cada uma,
da bitola de 3j4 de pollegada, com as competentes
manilhas e chavetas, 60 kilos de fio de vela, 40
paos de lacre fino, 40 ddzias de lapis, 30 livros
em branco de 50 folbis, .10 grozas de pennas de
ago, 20 grozas de parafusos de ferro, sortidos
com rosca para madeira, 60 grozas de torcidas
francezas para pharol, 6 duzia3 de taboas de as-
soalho de amarello, 1 duzia de taboas de costadl-
nho de amarello, 1 1[2 duzia de taboas de costado
de amarello, 5 dnzias de taboas de f jrro de ama-
rello, 25 traves, madeira de qualidade, de 8m 8 a
9,9 de comprimento e Om, 130 a 0,175 em qua-
dro, 500 kilos de arribites, e 1 varao de ferro in-
glez, redondo, de 0m,200 de grossura e 0,90 de
compnmeoto.
Sala das sessdes do conselho de compras de ma-
rinha, 5 de setembro de 1874.
0 secretario,
____________Alexandre Rodrigaes dos Anios
CONSULADO PROVINCIAL
Por esta reparticao se faz sciente aos contri-
buintes dos apparelhos, differenca dos mesmjs
annuidades e encahamentos da Recife Drainag'
Company do semesire finds em dezembro de
1872, que foi prorogado por mais dez dias uteis e
recebimento que ora se procede, terminando a re-
ferida prorogacao no dia 14 de setembro
douro.
Consulado provincial, 29 de agosto de 1874.
0 administrador,
___________Antonio Carneiro Maehado Rios.
vin-
Coiupanhia de navegacao a va-
por bahiana, limitada
v Macei6, Penedo, Aracajti e Bahia.
E' esperado dos portos
do sal ate o dia 10 do
corrente o vapor Dantas,
o qnal seguira para os
portos acima no dia se-
guinte ao de sua che-
gada.
necene-se carga, passageiros e dioheiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
_________57Raa do Bom Jesas57_______'
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Corcovado
(De 3,805 toneladas).
Commandant*- (i N. Ionian.
Espera-se da Earopa ate o
dia 13 de*etembro e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Sandy Point, Valparaiso, Ari-
ca, Islay o Callao, para onde
recebera passageiros, encommendas e dinheiro a
frete.
N. B. Nao sahira antes das tres horas da
tarde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rone A C.
14PRACA DO COMMERCIOIt
MM iO PORTO,
0 brigue portuguez Tiiumpho, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
irata-se com os consignatarios Thornaz de Aquino
Fonceca k C, successores, raa do Vigario n. 19
DE
uma porgiio de panellas de ferro quebradas
QUINTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
Em o trapiche do Exm. Sr. barao do Livra-
mento.
0 agente Dias levara a leilao, no dia e hora aci
ma designados, por ordem do Sr. Carlos Petfrs,
capitao do patacho allemao 11. Burchard, ultima-
mente arribado a este porto, com agua aberta,
com licenca do Exm. Sr. inspector da aliandeea,
e_ra_ presenja de um empregado da mesma repar-
ticao para esse fim nomeado, e do Illm. Sr. con-
sul da Allemanha, de nma pcrcao de panellas de
ferro quebradas, as quaes lizcram parte do carre-
gamento do mesmo navio.
LEILAO
DE
fazendas avariadas
Constando de :
madapolOes, algodoes, 'chitas, eambraias,
alpacas, pretas e de cores, las, mante.'e-
tes, baeta, bonets, chapeos e maias.
QUINTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A?s 10 lr2 horas em ponto
0 agente Finto, levara a leilao, por conta e or-
dem de diverse*, nao so as differentes fazendas
com avaria d'agua salgada, como tambem mnitas
outras fazendit limpas, que serao vendidas para
fechamento de contas.
0 leilao sera effectuado as 10 l|* horas do dia
acima dito, no escriptorio do referido agente, a
rua do Bom Jesus n. 43.
DE
cerca de 300 barricas com farinha -do t-.
e outras mercadorias, con avaria
QUINTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 1 I horasca manha
Em o trapiche alfandegado do Earn. Sr.
rao do Livrarcento, no caes do Apollo.
0 agente Dias, levara a leilao. no dia hora
ma desigua,))-, p.ir ordem do Sr. N. A. Ander^
capitao do hiate aaiehcano Frank Htwr4, core i
respectiva licenca do Illm. Sr. inspector da :
dega, e era presenca do Illm. Sr. eoaral aos E- -
d dicadc, ultimaraente arribado a este porto por r.
tivos de forca maior, era sua receate viage:
New York para o Rio Grande dt Sal, a sab.-r
Cerca de 3<)0 barricas com farioba de !rf
fardos com fazendas de algodai, I caixa com
algumas ditas aM fariona de miiho a<'.:
alfuns barn*Ma binlia
'i,
LEILAO
DE
pa ba enf-itadospara senh:: -
i j.-r;s de popelioa branc?.
chapecs d
miMiina-
Quau(a-rcir lOdocarrenlr
as 11 boras em ponto. _
POR INTERVENCAO DO AGfiRTE PIR
P>ro;;asiao d) leilao de fazendas Maria
cm >ea ""Tiptori -. a rua do Bom Jtsus r.
Agente Pestana
LEILJlO
n
loo mural'
?.
-- :om cevadiiiha desembarc
ultimasoMtta
QllNTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS EM PONTO.
Noarmanoi ioSr. Annes, defronte It -
fandepa *
EOprepr-ij i ::ite Pestana fara laiao.-
conta a risco :- \a m pertencer, de 100 gar .-
foes eomeevaliaha nj\-a, deembaread .aW
men'e, en urn on m.ii> lotes, a v,>atade 4>
compr.i'bre*.
:
moveis,
DE
vidros, 1 piano
de arma:
LEILAO
DE
uma parte do predio do becco do Abreu n
l.que pertenceu a Antonio Jose da Sil-
va e do resto dasdividas da massa fallida
de Joaquim Ferreira Lobo,
CONSTANDO DE :
1 vale de Antonio Feitosa de Mello, na importao-
cia de 760OO.
1 documento de Manoel Reis Cardoso, na impor-
tant de 200PX).
1 dito de Henrique Pereira Cardoso, na importan-
cia de 2.881936.
Qmnta-feira 10 do corrente
a's 11 horas da manha
0 agente Pinto, ansorisado por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, levara a
leilao, n5oso as dividas, como a parte do predio
acima descripto, pertencentes a massa fallida de
Joaquim Ferreira Lobo, as 11 boras do dia 10 do
corrente.
Em sea escriptorio, a raa do Bom Jesus n. 43.
&1 repsrti.-jo para escriptorio, toda en.
nisada, d:v?rss miuJezas e diverso* r
pios de peilo para liquidaclo
QUINTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
As II horas em ponto
Voarmszcai da raa da Boa Je-
sus n. QH (anliga Cnii).
0 agecre Di^s f3r.i leil3->, por conta e rise l
qu;m pertencer, de I mobilia de jacaraada, c i
tampos de pedra, gnarda-roupas de amarello, guir-
da-loucas, camas francetas, marquezOes, marq
zas, cadeiras avulsas, ditas de pal ha, diver -
obras de plaqaet. e muiloi outros artigos qae --
UrJo paten:-?* a? acto d) leilao.
r
LEILAO
Feira Semanal
Sociedade propagadora da inslrnc-
cao publica.
A commissio de senhoras, que promoveu
o concerto vocal, (jue realisou-se no salSo
do arsenal de marinha, na noite de 4 de
julho proximo passado, roga a todas as pes-
soas que se dignaram aceitar bilhetes para
0 referido concerto, e quo ain3a nao remet-
LEILOES.
leilao
i
DE
moveis, loujas, vidros, crystaes, ouro, pra-
_____ta e brilhantes
mobilia de jacaranda, a
Luiz XV, com tampos de
pedra marmore, 1 ditade
vinhatico, 2 pianos dear-
mario, de 3 cordas, 3 guar-
da louc, a, toilettes de mog-
no, pao setim e de jacaran-
da, 1 grande guarda ves-
tidos e guarda roupa, ca-
mas francezas de jacaran-.
DA
9.* parte do sobrado da rua Uuque it
xias outrora rua do ^ueimado) n. GO
Tres silios cm Papacaga.
Uma mobilia de jacarandi com am sod. ti
jardraeira. dous wnsolos, duas cadeiras de !:
cos e dore d? guaraifSn, duas de balance, n .
mesa elas'ua. um truarda-louca, am aparnd
dez cadeiras, uma mesa, um gnarda roupa, u- >
cama de ferro, nm relogio Je parede, am miien \
am banheir?, encanimento de gat, tri commois,
am santuar: nm espelho e duas veoezianas, air a
cirteira, um?. marqaeza, uma mesa, ami prec-.
de copiar, um zotre francer, nma mesa de pio! -
am mo:ho.
Sexta-feira 11
; 11 horas
da carreate
em ponto
No armazem da rua do Bom
Jesus n. 10.
. r1amer Frey & C, administrations da ma-*
fallida de Lento da Silva & C, aaariiaaai
Illm. Sr. Dr. juiz de dtreito especial do eoaaaarei ?,
levarao a leilao, por intervencao do agente Pin!
bens aeima de:riplos, que faiem parte da refen-
da massa, as 10 boras do dia acima dito, ao arma-
zem da rua do Bom Jesas n. 10.
Agente Dias
INovo leilao
DAS
mercadorias, armacao, caadiairo a gaz
mais utensilios existeutts no estabolo?)-
mento da rua do Rosario daBoa-V:-



*

/
^>
,
t jimc de fernambtiod Terga feira 8 de Setembro (to 1674.
n 56, pertencente* & mtssa fallida do
Azevedo & Coelho
SEXTA-FEIRA il DO CORRENTE
as 11 h ras da manha
O agente Dias,.em observancia ao respeitavel
despacho do Him." Sr. Dr. juiz especial do c< m-
raercio, leva** a leilao uo dia e hor indieados,
as mereadfrias, armacao e ma is etensilios como
acima se menciona, os quaea faaem pane da mas
sa fallida de Azevedo & Coelho.
0 mm dido, conlendo o invenlario das mesmas
e o* respeclivos preeSs, achase em podcr do agen*
le, onde desde ja pode ser examiomlo.______^^^
LEILAO
DAS
mercadorias existentes em o eslobelccimen-
to de molhadosda rua Duquj de Caxias
n. 40.
Sabbado 12 docorrente
A'S 11 HORAS DA MANHA.
0 agente Dias, em observancia ao respeitavel
despacho do Illm. Sr, Dr. juiz^especial do commer-
cio, levara a leilao, no dia e bora acima designa-
dos, as mercadorias existentes em o estabelecimen-
to indieado, as quaes fezem parts da massa fallida
de loaqaim da Silva Costa, e serao vendidas em
nm ou mais lotes, a vontale dos Srs. comprado-
res. 0 mandado contendo oinventario das mes-
mas e seas respeclivos precos, acha-se em poder
do agente, onde desde ja pode ser examinodo.
GRANDE REIMAO
TAMARINEIRA.
0 povo em massa compada
alii deve comparecer
Para dssistir a inauguracao do gandioso raonumento com
que vai ser dotad* esta provincia.
CONFEITARIA. DO CMPOS.
0s proprietaries deste esUbelecimento semprc solicitos em proporctonar as maiores
oommodidades ao respeitavel publico desta capital, nao podiam deixar de tansportar para
alii (provisoriamente) o sea estabelecimento durante a f-esta da inauguracao do Asylo de
Alienados. Assim pois, teem ahi montado um grande esparpso Restaurant, onde se en
contrara" tudo quanto for preciso ays concurrently de tio grand iosa festa, nSo esquecendo
preparar com toda a decencia e ordem um commodo reservado para as Exms. familias.
0 respeitavel publico nao deixari por certo de reconhecer os sforcos dos proprie-
taries da Confetlaria do Campos, e assim esperam lhes dispensara" toda a proteccSo, vi-
sitando o sea novo e provisorio estabelecimento. D1SSE
leilao
DE
moveis, louca e crystaes
e uma burra (cofre)
ao oorrer do marteUo
A saber:
Um piano de armario, de jacaranda, 1 mobilia
de jacaranda, com i sofa, 1 jardineira, 2 consolos,
2 cadeiras de bracks e 12 de guarnicao, I dlta a
Lure XV, 2 serpentinas, 5 lancas para cortinados,
2 mesas redondas, quadros, jarros para flores, ta-
petes, i carteira pan 2 pessoas, 1 presepe, i es-
pemo oval, grande, 2 grandes macacos, 6 estam-
pas, 6 espefhos ovaes, 1 secretaria e estante, 1
burra franceza. .
Dons aparadores, mesas, cadeiras, marquezas,
raarquezoes, camas francszas de jacaranda, ditas
de amarello, maqaina para limpar facasj Sitas
para costnra, mesas de jogo, I qnartinheira, 1
berco, 2 pistolas, 1 relogio, 1 cama de ferro, i la-
vatorio com pedra e deposito para agua, 1 guar-
da-roupa, 1 cama de lona, grande, 1 cama de fer-
ro, 1 armario, 1 baicao, 2 venezianas, louca, Vi-
dros, bandejas, cobertas para pratos, anneis para
guardanapos, e muitos outrus objectos que estarao
patentes ao cxame dos concarrentes -
no armazem da rua do Bom Jesus n. 10.
SEXTA-FEIRA 11 DO CORRENTE
0 agente Pinto fara leilao, por conta e ordem
de diyersos, dos moveis e mais objectos acima
mencionados, existentes no armazem da rua do
Bom Jesus n. 10.
_______0 leilao principiara as 10-1|2 horas.
AGUA DE CHIN0L1NA
PARA TING1R INSTANTANEAMENTE OS CABELLOS
PREPARABA POR
BARTHOLOMEO & C.
Pfaarmacentieos da Casa Real de S. II. F. El-Rei de Por-tn$al ;
preaniados em diversas exposicOes com primeiro pr-emfo de
sua classe. ,
Unico composto, cuja base principal sSo principios vegeftes, que p6de por "isso ser
asado por tempo indefinido sem o menor receio de altera^So de saude. Esta agua admi-
ravel dd aos cabellos, um poucos minutos, uma cor e brilho natural, desde o castanho
ate" o negro, e ao contrario detodws as tinturas conhecidas, tern um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uso As senhoras, ainda as mais oVfliceis. Ajfjfangam-se cs setts re-
sultados e efleitos inaffensivos, quer a applicacSo seja hmitada a barba, queroompreheH-|
da os cabeilos da cabega.
DEPOSITO GER.4I,
Pharmacia e drogaria
34Rua largo, do Mozario34
PERNAMBUCO
LEIL40
DE
\o dia 1. do corrente
Os mutaarios possnidores de cantelas vencidas,
cnjos premios nio foram pagos, venham resgatar
au reformar ditas cantelas sob pena de serem ven-
Jidas no leilao que tera logar no dia acima desig-
nado, na casa de penhores, a trave:sa da rua Du-
que de Caxias n. 2.
Leilao
em
DE
FAZEiNDAS
uglezas, francczas, suissas e allemas,
continuagSo epor liquidacao
CO.NSTANDO DE :
Chitas escuras, algodoes, cobertores, mussuli-
nas, camisas de linho, ceroulas, pannos e case-
niiras, pretas e de cures, bombazinas, merino3,
grosdenaples, espartilhos, cassas de cores, organ-
ays, cambraias brancas, brins brancos e de cores,
L'rins pardos, Angola, peitcs para camisas, sarge-
!ins, chapeos, peitos decamisa, oollarinhos, cha-
fes, lencos, tapetes, meias, capas de seda, veos pa-
ra casamento, chitas de ganga., damasco de la e
ilgodao, riscados para colchoes, fazendas de linho
proprias para seleiro, e muitas outras facendas
Ter^;a-feira 15 de setembro
No arnu.zem da rua do Bom Jesus n. 63.
Os adminisiradores da massa fallida de Pereira
3e Mfllo & C, autorisados pelo lllm. Sr. Dr. juiz
de direiio especial do commercio, continuarao a
3isp6r em leilio, por luiervencao do mesmo agen-
te Pinto, as fazendas perteacehles a mesma mas-
sa, e existentes no armazem da ma do Bom Jesus
a. 63, onde ee effectuara o leilao.
Os Srs. pretendentespoderao jxaminar naves-
P6ra e dia do leilao a variedade e sortimento das
mesmas fazendas, algumas das cuaes ultimamente
Jaspachadas e recentemente tiradas da alfandega.
MZfV
flVldUbU
11 r* m
3
C4S4IA FORTH
AOS 4:000^000. \
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, teodo vendido nos seus fe-
-izes bilhetes um meio n. 846 com 700^000, um
meio n. 2893 com 200j, nm meio n. 3051 com
100*000, um meio n. 2531 com 100*, e outras
sortes de 10 e 20* da loteria que se acabou de
extrabir (116*), convida aos possnidores a virem
receber na conformidade do costume, sem descon-
lo algnm.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 6" pane das loterias a beueflcio da igreja
da Casa Forte (116'), que se extrahlra na terca-
sira, 15 do corrente mez.
PEEQOS,
Bilhete inteiro i*000
Meio bilhete 2*000
MM PORglO DE 1009000 PARA C1H.A-'
B lhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*760
' Manoel Martins Fiuza.
NURTIMENTO
MEDICINA
Treparado pot
Ltnman & Kemd
para thisidca
toda a qualtdadt
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamento
escolbidodosme-
lboresfigadosdos
ques se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
calmente, e suas
valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodc
o frasco se garen-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettidc
aumexamemei-
to severo pelo
cbimico de mc.it
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
-MAIOP. PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer o!eo, que elle terc
examinado
IODINO E UM PODl R SA I.VADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhio, e na-
quellc no qual conte"m a maior pcrcao dest
invaluavol propriedade, e o unico meie par*
curar todas as duengas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da carnee ao muito
magro que seja, clarea a vista,

Roga-seasfessoas qaedevem acs afosi-
?co assignades, que bajair. de vir on raen-
darem psgar os seus debitos de carnes
verde?, deatro do praeo de 10 dias, con-
laJos desta data, sob peca de verem pu-
blicados os seus nomes fieste jorsal ate
que sati-faQam os ditos debitos: podem
dirigir-se a rua do Itangel n. 35, eu na
rua da Aurora n. 13, 2 andar. Recife,"7
de setembro de 1874.
Felippe Poaares 4 C.
Pergunta-se ao stnhor encarregado de dar
03 precos correniss ?emanalmente, em qaal navio
tern came secca do Kio Grande a 4*fiiK) por IS
kilos Aiguns commerciantes.
i
MEDICO-CIRURGICO I
DO ^
Dr. Pedro d'Alhayde L. Moscoso i-
PARTEIRO E OPERADOR
n do ViKconile d Albuqne r-jS
que ii. 919. j
i
MOFINA
Esta encouragado 1 I
Agon mole em pedra dura
Tanto da ate e a fura.
Hoga-st ao lllm. 5r. Ignaclo Vieira de
tfcr.vao na cidaje
'aror de vir
Mel!
de Nazareth desta provincia,
rua Oupie de Caxi^ n. 3b, *. oci-
^'air Vjuelio negocio fl'u J. S. '^ conprorjr.ieu t
."ei.isa:, peia tercciia ch-i.^da ueste jCi-nai, eui
ans de dezembro de 1871, e 4pols para Janeiro,
parson a'fevereiro e abril de 1872, e nada cnmprio;
) por este motivo e de novo chamado para ditc
jm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
ie mais de Ciito annos, e quando o Sr. sen nlho st
kotan nesu eiilia.
I
m
m
Cy
ESPECI ALIDADE
SIoletia8 de eohora <
mcniacH.
Consultas das 7 as 10 horas da
A3, todos os dias.
ma-
Das 6 as 8 danoite,nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 horas da raa-
nbS serao risitados em suas casas.
f9
O Monte Lima
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d& tanto
cutimento ao systema e ineommodasdo quasi
nada o estcmago.
As pessoas cuja organisagao tem sido dcs-
truida pelas affeccfies das
ESCROFUUS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acha com- lfl(k|fiA
pletamente desarranjada, devem tomar
OGLEO DE FIGADO DE BACALHA0
DE
LAN1IAN & KEMP
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeUes para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban'
; das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
e da vigor f t,;. assim como um completo sortimento de
ranjas, galao fateo para orcamento, cordao de la
com bor!a para quadros e espelhos (conformeo
gosto da encomosenda) tudo por muito menos
preco que era ontra qualquer parte : na praja da
Independencia n. 17, juDto a loja do Sr. Arantes.
de Alhuquerqae Hello
Furto.
Ante-hontero, pelas 4 horas da madrugada foi
assaltada a casa da rua da Calabougo n. 2, pela
companhia do olho vivo, onde mora Francisca
Guedes de Moura, e roubaram : 10 camisas en-
gommadas, 2 colletes de brim branco de listra,
1 calca de brim de Angola, de quadrinhos, Icarai
sa de chita Una e uma dita de :'anelh, 10 colla-
rinhos, 1 calga branta, 6 lencoes, secdo 4 de
algodao e 2 de brim, 2 camisas de Sra., uma del-
las de palla eom renda, 1 colcha encarnada com
franjas brancai, 1 bahu novo com uma imagem
do Senhor, (am valto grande) e tres livros con-
tendo nas folhau 5*000 em sedalas, e uma pOr-
cao de renaa, 2 eeroulas de brim,' 2 lenjoi e um
eorlinado de cama com franjas brancas.
AO CO^IMJGKCIO
Os abaixo assignados fazem sciente ao pnblico
f, eepecialmente ao commercio, que nesta data
disaolveram amigavelraente a sociedade que ti-
nham nos estabelecimentos da rua de S. Jose n. 2
e Coronel Suassuna n. 41, qne gyrava sob a firm a
de Braga & Peixoto, retirando-se o socio Peixoto
pago e satisfe'.to de seu capital e lncros, flcando o
socio Braga responsavel por todo o activo e pa;si-
vo dos ditos stabelecimentos. Recife, 5 de setem-
bro de 1874.
Manoel Gomes Braga.
^_^_ Antonio de Sa Peixoto.
Agradecimento
Cezano Aureliano Ventura e sua filha M.iria da -
Exaltacio Ventr.ra, cheios de gratidao, veem agra-! Abacati.
decer o caridoso obsequio aquelles que assistiram Acacia,
as missas que se celebraram na jgreja de N. S. do Anticum a
Terjo, no dia 7 do corrente, primeiro anniversario I ^ane||a-
do passamento de sua sempre lembrada esposa e i Gasuarina.
r^r. u-.i: .-. i*7L. '._ Carolina
Aluga-se
I'm armazem na ma da Caclmba
rua do Marquez de Olinda n. 35.
a tratar na
Comedorias
Prepara-se comedorias para qualquer pessoa
mandando se levar em snas casas, tndo eom as-,
seio e mais em conta do que em ontra qualquer
par^e : quem qnizer experimenter, pode vir con-
tratar no sobrado da florista, na rua estreita do
Rosario n. 35, defronte do Dr. Ljnardo._______
Alnga sj uma mei agna com grandes com-
modos para familia, com nm qnarto pertencente a
mesma casa, de nm lado, quintal cercado, propria
para qualquer negocio oo offlcina, e preco muito
commodo : a ver na mesma casa, e a tratar com
Bernardo Joaqnlm Gomes, fabriia de sabio, em
rora de Portas, rua mperial n. 271
m3i, Francelina Maria Chaves Ventura, e com es-,
pecialidade aos Rvras. padres Albino de Carvalho \ ^0deca.
Lessa.e Francisco de Santa Candida Alves, assim l ^?racao da India.
como ao Sr. Joaguim Ferreira da Silva Leal, the-
soureiro da irmandade do Senhor Bom Jesus da
Via-Sacra da Santa Cruz, e ao lllm. Sr. Manoel
Gonjalves Agra, que prestou-se a dar a armacao
para tal fim, renunciando o recebimento daquil.'o
a que tinba direito, por cnjo favor ficara perpe-
tuado na memoria daqnelles que sabem cumprir
os sagrados deveres de gratidao.
Agencia de empregados
Amas de leite, cozinheiras, engommadeiras, cos-
tnreiras, criados e eopeiros, ha sempre de afflan-
cada conducta : na agencia da rua do Nogueira
n. 37.
Precisa-se alugar uma escrava de meia TdT-
de, qne entenda de vender na ma e que seja iiel,
trata-se na rua Imperial, taverna de uma so porta:
eneostada a casa n. 227.
O Postilhao
Sahe hoje, 8 do corrent'e#o terceiro numero deste
jornal, e actaa-se a venda na mao do dutribuidor
e na typographia americana, rua das Trincheiras,
n. 49 ; a elles, rapazeada, que esUo bona.
incumbe-se de promover cobrancas amigavel
ou judicialmente, assim como de outros negecios
concernentes a sua profissao, no.s lngares proxi-
mos a linha ferrea, e nos outros termos pro imos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
| ciante solicitadores babilitados e probo9, respon
i sabilisando-se no entanto pela boa gestao e eonta
do que Ihe for confiado.
Mediante modico honorario acode aos chmados
para diligencias ou consultas fora da cidade edo
termo e incumbe-se da defeza de appellacoes ante
o tribunal da relacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
tnrua de Duque de Caxias n.37.
JARDI1H DAS PLANTAS
A rua da Ventura n. *5 (Capunga)
Ahi se enfontram :
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapotieeiros e sapoteiros em v.isos, de 1 a 11
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alem
das seguin.'es plantas de ornato e de fructo por
pre^o muito commodo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
p Dita tangerina.
Lima da Persia
Dita dbig.
LI mao francez.
Dito doce, enxertado.
CUieord.
PahTieira iprial.
Parre.'ras.
Pinheiras.
Romeiras.
Roeiras.
Rozeda.
Ubaia.
OOOV1 tXS CXSXH^^
Preservativo da Erysipcla
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqueira Cavalcanli
Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
cobridor vender aqnelle mediramento, o pnblico
o tem a sua disposicao.
DepoHltom uulro*.
Hevife : ma do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira. .
ma de Janeiro : Gorte, ma do Ouvidor
n 78.
0 Preservativo da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto transcreve-se para este annuncio,
do Jornal do Oemmercro 4o Rio, os attestados in-
fra.
Queiram os Srs. doenlea os kr, e ver por
quem estao elles assiguados.
Inspector da saiide publica em Peraambuco.
Em cumprimenlo do despacho -de V. Ezc. sobre o
requerimento do Or. Manoel de Siqueira Gaval
canti, tenho a mformar o seguinte : Acho jnsta
a pretencao do sapplicante, fiorquanto o seu me-
dicamento preservativo fla erysipeU tem da-
do muitos 1)0118 resnltados, nio so nesta cidade,
como na cone, onde elle tem sido appticado com
vantagem e e procurado. A preparafSo delle i
sitnples, por ser tintur* de uma so plcnita. ;0
inspector, Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
Declare, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi*me dado pelo Sr. Manoel deSiqneira
Cavaleadti um medicamento, do qual fazendo uso
poralgass diasnunea mais. ate* hoje,me tornou a
accommetter essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presente, por mim feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 fie juaho de 174. Duque de
Caxias. ,
AUestu, que tendo empregade o medicamento
dymoaraiisado, qoeno: foi fornecido pelo "St. Dr.'
Manoel de Siqueira Cavalcanli para o tratatnento
da epysipela, coHji sempre resnttados superiores
aos de todos os medicamentos oaohecidos.'Em tes-
lemanho da verdade, e por me ser pedido, firmo
o presente. Riode Janeiro, 13 de junhode 1874.
Or. Satummo Soaresde Meiretles.
Goncordo perfeitamente com o parecer snpra.^
Dr.JoaquiM Jose da Silva Pirito.
O abaixo assignado, douter em medicina pela
facaldade do fiw de Janeiro, cirurgiao-mor de
brigada honorario do corpo de saiide, cavalbeiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob jaramedto de seu grao, que tendo
nsado de um medicamento qne me fei fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de iqaeira Cavakanti, de-
aominads Preservativo da erysipela tirou
a-rnpre e melbor resultado possivel, de sorte que
es doentes ate iioje nay foram acommettidos das
erysipelas, que soffriam frequentemente. Rio de
Janeiro, W de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, iui
a Europa, e consideret-me curado, voltei pouco
depois, twe novo ataque ; tomei o remedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanli, e cessoa a molesfia, ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874.BaiT.ode Cabo-
Frio.
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EspfCialidndes : Mowiias de ,
da pelie e de crianca.
I
i
OOQDQQ0O *?*
24-Rut do Marquez de Winda-2-.
Esqulna do beece Largo
1'articipa a seus (rcgueces e atnigos que mudon
0 sen estabelecimento du retofoeiro para a mesma
rua n. 24, onde ebcontrarao wn grande sortimento
de retofios de psrede, amencanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e ^ualidades, relogios dc
al^ibeira, fle todas n qtfatida'.es, patente suisso,
d ouro e prata donrada, foleado (plaquet), relo-
Eos de onro. ingles, descuberto, dos melhores
brioantes, cadeia de euro, plaquet e prata, lunel;ts
detodra as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
m *
Joao Corrrt* de Carvalho, rti*ta aKaiate, t*3;
do-se dft-hgalo da ociedade da casa C""**'^"*
exislente a rua do P.arao da Victoria > **
razai dc Aranjo, Carvalho A. C, acha-se ovshs-
te e^abclecido na na arte, a rua do M*r Olinla n. i6, andar, aonde os sen* nuniery
freguezes o encontrarao prompto pr exeeoUr
qnalquer obra lendente a sua arte, com
promptidao.
Alup"a->e altos e baitos do s*-brado da ixa
Imperial n. I, canto da travessa do Lima. **
armacao e mais pertencas para taverna, pnr s-r
lu .'ar nuito proprio para tal negocio : qoea I
pretender entenda-se com o propri- tario, na ma
do llospicin, sobrado n. 35.
Alngam-se contaniemente amas aecas
lette : na traveraa da matria de SanU AsMMS
n. 6.
Loja
jV. 11 Esquina
Este estabelecimento contrmia a
lhaDls, e mais pedras preciosas,
de
\. 11
br
joias
da rua do Cabueja-
receber grand? sortimento de joias nKdernaj, d* 'nr^,
e boas obras de prata de lei.
Condecoracoes.
A Coroa Brilhante rccebeu ricas commendas, oScialatns, h.-ihitns de Ml e prau donraia.
para todas as ordens ; assim coma delicados It-inhos e bol^s para cava!ros, HMll e nm-
mendadores da Rosa e de Christ >, litas tinas de seda para a rampanba de Paracnay. toda* r-
dens,e para liquida^ao de mnitas joias que tem na I ja, o dono rewlven a wnler m3is bar-io
que em ontra qualquer parte, garantindo bor.qualiJ.idc do ouro e A* prata, por meio denr.ii
conta com recibo. O estabelecimento eontiniia abert) a n"i!e ate as 7 horrs, na rua do Catuga i
11, loja de joias de Antonio Sera fim da Silva. ,
--*=
iin^e.ipf.^
^
Yejam !...
0 Coracilo de Ouro. liquida :
Correntes de ouro, modernas, para relogios, a iis'iflO ,i ruva
Relogios de ouro para senhora, a i'i, que en oatn patle l'"'*.
Relogios de prata hem dour dos a ISA
itozelinhas de brilhante a Ii*.
Anneis de pedra com kttra a C^.
Anneis para por cabello a 2,?.
Pencenez de ouro a K'$.
Pencenez de pr?.ta dourada a 3#S00.
Dedae- de prata, (undo de pe.lr.i, a 1/.
Brincos de coral e onro para mramaa 11800.
CaQoletas muito modernas eon SO por ceBto 4a abate.
Pulceirinhos de c ral e ouro para !0.
Pnlceira de ouro e coral, feitio de I i, a iOJ
Obras dc prata a 'iOO r>. a ottava.
Brincos para senhora, muit) modern:?, a 154, en ontra jar-... c irJ.
Voltas de ouro e eruzinha, com SO por cento de : *
Grande sortimento de joias de brilliant! com : abate
Brincos de coral para senhora a I i
Correntes de ouro para retogii s a 18* cada ana.
Adere^os por metade lie sou valor.
Sortimento completi> de joia-, qua ven.lo per DM D valor.

. w
A liquida^ao.
Attengao
w

CASA
Na rua estreita do Rosario n. 35, prepara-sc f-
bandejas de bolrahos de todas as qnalidades, par* %
casaraentos, bailes e baptisa os a 2*i& e a l"i# : /
bandejas cam bouquets e fitas com letreiras a,
gosto de seus dooos e com assoio ; pre para-sc
bouquets de cravos natura s para noivos, com Ii
tas bordadas a ouro, sendo a encommomia feita,
3 ou 6 dias antes ; faz-se uao-de-los enfeitados e
pudins, gemedo, tudo proprio para presenter ; (lo-
res de todas as qualidades, lindos bou.uets para
offerta, velas ricas enfeitadas para taptisados ; to-
da encemmenda de flores, arcos, palmas, rosa?,
e capelJas ; tudo se faz barato com prestoza. Tam-
bem se faz gorros bordados a ouro, charuteiras e
qualquer obra bordada a ouro.
= Precisa de duas amas, sendo umi para o
*inhar e comprar e outra para ergommar e en-
.3aboar : Iia rua da Cmocordio n. 43.
ii Una lit MANOEL KXR ISO R. V'A E
.llcttirn
: amltaa Ja^ 7 ... I Ifl nr-
! a i llfMV lirrc id dia ov
da it i
! ial da a n
l''!0.
m
m
-
--.
ffi
Jlodisla francez ii.
MaJemoiselle Eugenia Leconite & Irma, avisau
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
que abriram novamente seu estabelecimento de
casa de costuras a rua da Imperatriz n. S, pri
meiro andar, pelo que esperam continuar a me
recer a concurrencia das pessoas que yrecisarem
de seuc asrvicos.
:'>
Aluga-se o segundo andar a rua L'aqae de Ca-
xias n. 54: a tratar na loja.
*""*
Maceio.
rtachsrel l.ourenoo de Albu-
querque
Advognilo
Hua do Rosario n. 1.
Olinda.
m
s\
u
Ojoem UvarooKaa dmncaprtio Adettna "ee
dopatacbo arfmiioo C-rlas qosin da
de as apmentar a'e" o dia 9 lo c
sul^do argeniino, a rua do Bom
de seterirT da 1874.
'rrnni,
n. na
Recife.
Furtarara duas grides de ferro, do terreno
junto ao hospital inglez, qne Ihe serviam de por-
tao, e na mtrada tie Olinda : quem dennnciar do
Ijdrao com certeaa, tera direito a uma, que sendo
como e usada, ainda pode valer cada nm? 20f,
que dara parte no armazem da ribeira do peixe
n. 19.
do principe.
Figneira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia e outras mvitas.
I 0 abaixo assignado declara ao corpo do com-
mercio e a qnem interessar possa que vai a Eu-
ropa, e deixa por seus proeuradores : 1 Antonio
Alves da Costa, 2* Antonio Jose Moreira Gomes e
3* Manoel Martins Torres, licando.encarregado
de todos os seus negocios commerciaos e judi
ciaes, o Sr. Antonio Jose1 Moreira G:>mes.
Recife, 4 de setembro de 1874.
Manoel Alves da Costa. *
Aluga-se por festa ou vende-se por prei;o ra-
zoavel o palacete contiguo a igreia do Bo'mGm,
em Olinda, n. 1, com mobilia completa ou sem clla,
jardim, arvoredos de fructo, cacimba abundante,
casa de banhos, e eommodos para grande familia;
e assim mais duas casas na mesma rua de ns 8
e 12, e outra na ladeira da Misericordia n. 1.
Alem destes predios, aluga-^c soraente por fo-ta
ou annualmente o sobrado n. 36, e as casas de
ns. 31, 32 e 39, a rua de Fernandes Vieira, ou-
tr'ora Hathias Ferreira, aqnelle com gaz e agaa
do encanamento, uma pequena mobilia, e grande
quintal morado, baslante arejado, e estas asseia-l Aluga-se a terceiro andar da casa n. 31.
das e eom l>astantes eommodos, e pooco di.'lante I rua estreita do Rourio, com eommodos e mat: i
do littoral: a tratar na rua do Bispo Coutinho, I resco : na thesouraria das loterias.
ouf rora rua Nova, sobrado da esquiaa n. 18, on
L -
Flaw c eaUi
i::ni Karin
iei \ ,iv,.
aha, ,:
lado i.-. rosi eacia pan fora |
ce, p "i r o da [ni c . : r eh b '
' na n. II, itrnawa de mu-;.ra d..
sr. .\!evel\
# (T
Feitor com urgencia
do a,!-i'c.Io o feitor quo tr.v.vad,. ,
raa'sa'gum servico, prc>-ia-? de um
seja cniladoso c enr, ; la do r .,-
re!ina\?\ m >tnnguinbo. o pr,me--i rfflo n i

i
fazia
AllciifHo.
Alii*a-se
um situ em :J-!ieribe. com casa, 'o-ineim .
tras arvares fru-tifcas, e boa baixa de caj,m
traiar n* rua do BpicM n 35.

no mesmo palacete.
as HAIS de FAMILIA
Para combater a fraajuaia dai crlan{a, amaTolTtf
ou for^a e favorecer aeu erueimento, oa prlncipaca
Hedkoa de Parla, 01 s" aiOCHiu, limoj, BLacai,
ABMua, auBBKT, rotociia, MOauUB, etc., mem-
broa da Acadeolade nedlelst deTranta.ractltaaa, com
omelhor resnltado, o verdadelrp aUCasMMT dot llilU
de EUNSBBncB, rua Blchelfao, SI. em Parla;. Cat*
agrtdvel allmento nnlcamente ccnijxMtf da aabataaelaa
regetaea u nala nutritlTM e reeonatlta&toa, eapalha-ae
aa aconomla latelrt; e par nil proprtada^*! aalap-
tleae, melbora a compoalelo do lette doa Baahi^aa qne
amaroeniam e aiira aa /oreaa langnidaa do MemC^o-
iCautila contra aa f*ltificacSu.) Depoaltoa naa
pbannaclu acredttadu do Br.tll.
Carros de alugel,
Constando a aiguns donos de cocheiras que se
tem propalado adrede, pedirem os mesmos a qaan-
tia de 801 por cada carro de aluguel para a festi-
vidade do asylo de alienados ; veem declarar ser
falsissima seme hante insinuacSo, e que os carros
ora alugados para aquelle fim, o teem sido apenas
pela quantia de 204 a 25/, ida e volta.
Os donos de cocheiras da rua do Impemdot.
0 abaixo assignado tendo justo e contratado a
compra do estabelecimento de molhados perten-
cente a viuva de Joaquim Jose da Silva Santos,
e para que nio posso baver duvida future, faz o
presente para no prazo*de 3 dias se apresentar
avuelle que se julgar credor e que nab tenba
assignado a proposta da compra do mesmo es-
tabelecimento.
Recife, 9 do setemboo de 1874.
Jose Dias Julio da Costa.
Alnga-se o armazem do sobrado da rna D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher nzendas
por ser muito espacoso e reediflcado, on para
i qualquer estabelecimento : a tratar na rua de Do-
jmlDgoi Jose Matins n,48, antiga Senzala-Velha.
Pogio do stio denominado Cafun.16 nma
preta escrava, de nacao Cambinda, a qual ja e ve-
lha e cbama-se Cbatarina, anda sempre com um
cacete que Ihe serve de arrimo por soffrer de rheu-
matismo : auem a enconlrar, pegue-a e a love ao
sitio Cafando, na estrada de Joao de Barros, a en-
tregar ao sea senhor Jon Carlos Ferreira, que
sera gratiflcado.
0 abaixo assignado participa ao respeitavel pu-
blico, que comprou desde o dia 11 de agoMo pro
ximo passado, ao Sr. Manoel Cavalcante Macain-
bira, a loja de cabelHreiro sita a rua de Marcilio
Dias n. 98, livre e desembaracada de qualquer
onus. 0 mesmo abaixo assignado nao se respon-
sabilisa por debito algum que a refenda loja e?teja
snjeita ate aquella data : portanto, quem se juigar
credor, apresente-se no prazo de tres dias, a contar
desta data Recife. 7 do setembro de 1874.
Feli-mino dos Santos Dantas.
0 Sr. Luiz Aprigio de Oliveira Salermo, que -
ra apparecer a rua do Rangel n. 67, a negon
particuhr intoresse.
pa-
frf-
Cozinheira.
Ha uma cozinheira escrava para alugar na ma
de Santo Amaro n. 6, andar.
Advogados
Vicente de aLenaos
E
Aureliano de Carvalho.
24Imperador24
*
AttenQao.
Fugir. m no di; 10 pira 17 do pr. ximo
sado n.ez, desto engenho Liber Jade, silo n
guezia u't Escada, ns escravos seguintes :
Panlo. estatora alia, mnito feio, Mm
sos, oreihas grande* e salientes nanz gr
chato, bocca gr-ndo. denies per.'eitoa eiituad-.
falta de unhas nos pea. idade de 23 annos, caaV
afumiada ; pertenceu ao Sr. Antonio Pinto Pa--
Barreto, resid^nte em Campina Grande, depoia es-
teve na cidade de Recife traundo se de mm m>-
lestia, d onde sahio resubelecido.
Luiz, idade 40 annos, altora regular, teeeo to
corpo, desdehtado, calvo, e cabello peace, tem
nma fistula no qneixo qne Ihe e natural, e u~i
caroco nos peitos proximo ao peseoco, o qnal pr v
vek) de nma' cornada, e t eotanecido : npavoi
as anloridades policiaes e capitaes de campo *
a quem os apprenender, que os condoza aa me-
mo entseuho acima, on a rna Direita n. 40, cada
generosamente gratilicar-se-ha.
S. CARLOS
Vende-se on arrenda-ae o engcoho S. Carkm, en
Ipojuca. moente e corrente, eon todas aa atria
em perfeito esudo de conjetnraeio, a no** ton
d'agua : a tratar na travesn da nut Doaa* ae Ca-
xias n. 3,1* andar, eom Gabriel Aadiatfn da Casv
Quintaes.


*
>f9taft* Mwnmw<& t- Te^/feira 6<,dauSeten*br qc 1874
h
Ifa travessa da rua
dasOruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se oa mes-
mos metaesepedras.
DAS
B.4RRIGAS
insets tudo quanto o antigo annuncio diz.
.& que uin certo poder assim o quiz.
Awn Precisa-fe do bid a arr.a forra ou as-
na rua de Hortw n. i3, ou na rua Dijqie de Ca
xias n. 1H.
rPjiqie
Ama de leite
Precisa so d; uma ama de kite que seja sadia e
sem filho : na iua Duque de Caxias n. 91, lojado
Rival Sem Segnndo.______
Preisa-se de uraa ama que seja boa cozf-
nheira : na rua do Crespo n. 7
ALUGA=SE
uma grande casa, terrea com bastantes commodos
sita na estrada do Lucas : a traUr na rua do Yi-
gario n. 31.
Precisa-se de uma ama para coziooar, e mais
algum serrico de casa : narua da Imparatrizin.
40, 2 andar._____________________
Precisa se de uma ama que coci-
ohe e faca o mais serrico de portal a
dentro, para uma familia de duas pes-
na rua do Gomraercio n. 10, 3* andar.
AMA
soas
Precisa se de uma ama para cozinhar e
mais algum servi.;o de casa de pequena familia :
no 3* andar d'esta typograpbia.
AMA
Precisa-se de uma ama pa-
ra cozinhar : aa Praca da
In Jepencia OS. ii e 16.
a nn ^ Precisa se de uma ama para com-
i n prar e c zinhar em casa ae bomem
solteiro : na rua Nova n 69, loja.
Precisa-se de uma ama li-
vre para comprar eoziabar
para casa de ires pessoas: na
rua do Cabuga n. 3 A, loja do Collar d ouro.
AMA
Attend
Afttes de fazer patente as sorprendentes es-
aaafidades, conduzidas pelo ultimo vapor, com
ihsttBd direeto ao mnito apreciado e frequentado
taaaaem do Campos, a rua do Imperador n.
S4. compro urn dever de gratidao agradecendo de
i-&&>, desdo ja, a cemplaceucia dos leitores
gee terem este annuncio de principio a cabo
9 ESSsaremse de sua indicacao.
Isto posto:
Espero aneioso ver eutrar no armazem.
Quern quizer da barriga passar bem :
Alimentaeao pura.
dbssas finis-.mas para s<*>p.i,%i>mo ainda nao
wfei seta praca, attento o apurado gosto e supe-
ilide das substaacias primas, como se pode
cSar ua franca e cspjLtanea recoramendacao
4fc medicos n.ais afamado.s da Franca e Alle
rasafca. Uma expeiieneia couvencera melbor e
?:? issu nan bi siteis.
Escolha franca.
Creole de rir, cremo de tapioca, fkule de porn-
aatem, fleur de tarine de mais, semoule de
imeot, lapi.ca do Bresil, flenr de rir, semouie
dfc rir e outras muilas qualidades francezas, por-
WBiiiii e italiauas. Alem d> qa< ha muitas ou-
anasovidacbte qoe Beam a diiposicao dos aman-
iasdo saborosj : tragara dinheiro e garanto-Ihes
aajfa sattsfarei ao mais exquisite paludar. Ver para
aw, comprar para saber.
Em conclusao:
Direi como diria, quem dira,
Vindo todos urn maeo cemprar:
Sao furadas j
Sim, :io relas sfteariaa
De luz suave e mui fina :
Ciaco horas uma dura
E sio de boa gros.-ara I
Note bem ;
Rec'jmmen ia-se particularmente aos amantos
&a : aga a mono saborosa e hygieniea canni-
.!, win < ada expressamente para'regalo dos es-
Mangos Eoos e de ic dos e que se pode saborear
|tes exlasiado em vista dette versiaho, que
N Klulo caia garrafa uerraelieamente la-
Li :
Eis aqui a fina canua
do batle gota brilbante :
E' pura, e cheirosa e boa,
Sab>ro a e palpilante.
CO am CO
asz
-a:
Coisniterw roedib-ckBrgtee g

f A. B. da Silva Maia..
'& Medico parteiro e operadur.
Siua GorisuUas das 8 a> {0 horas.
Chamados a qualquer bora.
Gratis aos pobres.
GIIARUTOS
DE
Jose Furtado de Simas.
ilnico dpp-fiio em Pernambuco, a rua do Mar-
xa de Oiinda n. 15, de Bnurgard & C.
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituiclo de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
Vigor do Cabello e* uma preparacSo ao
atUiuo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
ar o cabello. Por raeio do seu uso o
< rut;o, grisalho, e enfraquecido, dentro de
r tempo revolve a cor qne lbe 6 natural e
jramitiva, e adquire o brilho e a frescura do
ca*iEo da juventude; o cabello ralo se torna
&a> e a calvicie muitas vezes, posto que nao
ovfeedos os casos e neutralizada.
~&m.< ha naili que pode reformar o cabello
Ejois dos folliculos estarem destruidos, e aa
^bBodes cansadua e idas, mais se ainda restarem
ij,.....s podem ser salvadas e utilizadas pela
apgKcacao do Vigor. Libre de essas substancias
i tam nocivas e destructivas ao cabello, o
somente lhe e beneficial. Em vez de
aqaar o cabello e o fazer pegajoso, o censerva
tepo e forte, embellizando o, impedindo a queda
o tomax-se ruoo, e por consequinte previne a
rihWh
Pira uso da toilette nao ha nada mais a dese-
r; b5o contendo oleo nem tintura, nao pode
"aar mesmo o mais alvo lenfo de cambraia;
no cabello, lhe da" um lustre luxurioao,
r perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, 6 necessario
-Ttempo de que com o cabello, porem se pode
o effeito, enoroivendo a barba de noite
i sm lengo iaolhado no Vigor.
TMTABABO rOB
J. C. AYER & CA., Lo well, UlM*
vnwoa SE FOB
AMA
Precisa-se de uma ama livre
ou captiva a rua da Uni5o u 47.
Precisa-sa de uma ama de
meia idade e de boa conduc-
ta, pa a comprar e cozinhar
em casa de pouca familia : na rua Duque de Ca
xias n. 70, 1* andar.
AMA
TOSfCAO 'DO BjQ!WMA5N
RUA DO BRUM N. 52
T'Jiff
i&n

Palacete

Ainda esta por alugar-se o palacete da Ilba dos
Ratos, do finado Custodio Jose Alves GuimarSes,
onde moron ultimamente o Sr. Or. Ignacio de Bar-
a tratar na rua Primeira de Mareo n. 7 A.
roa
Traspa?sa- se uma grande csaa com comraodos
para grande familia, e decentemente preparada,
em um dos .nais apraziveis arrabaldes, passando
pela porta a tin ha dos bonds : quern pretender,
dinja se a rua do vigario n. 5, andar.
Aluga-se
o 3 andar do sobrado da rua do Vgario a. 5, com
grandes e bons commodos para familia, e agua
potavel : a tratar no armazem da travessa do Cor-
po Santo n. 25.
Scientirlca-se ao public) que nioguem fa^a
permuta uu compra a Claudino de Jesrts Uandeirar
da casa e terrenn sitos no Campo Grande, pois se
acha o dito em questao com o proprietario da
casa de taipa, sita no Campo Grande n. 7, pelo
juizo de |i.:z da Ireguezia de Nossa Senbora da
Graja ; por isso se faz ver para que se nao cbarae
a igni rancia.
Massa fallida
DE
Baslos & Lcmos.
iSo escriptorio de E. A. Burle &., 6 rua
do Bom Jesus n. 48, paga-seo 3. e ultimo
dividend.) na razao de 1,331 /, aos cre-
dores desta massa.
As importancias que nao forem procura-
das ato o dia 21 do corrento, ser3o recolhi-
das ao deposito pubiico.
Recife, i de setembro de 1874.
Escravos.
Sem serem ca.-tig.idos, ou outro qualquer moti-
vo, fugiram no dia 31 de agoto proximo passado,
do engepho Alegre, da freguezia de Agaa Preta,
dezeseis escravos de ambos os sexos: quem os
pegar e levar ao dito cngenh), ou nesta cidadc a
rua do Imperador n. 50, ou ao Sr. Albino Ferreira
da Cunha, ao largo de S. Pedro n. 17, sera grati-
ficado.
Recife, 4 de setembro de 1874.
CASA DO OURO
Aos :00000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
jiuito felizes bilhetes a sorte de 700f em um
meio meio'ae n. 3051, e um meio de n. 2531 com
a sorte de 100 j, alem de outras sortes menores de
400O0 e 20$000 da loteria que se acabou de ex-
trahir (113); convida aos possuidores a virem re-
ceber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiU
vel pubiico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao de
Urir qualquer premio,' como prova pelos mejmca
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga
'antidos da 6' parte da loteria a beneficio da
igreja da Casa Forte, qne se extrahira no dia ter
ra-feira, 15 do corrente mez.
Pre^os
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 1003000 para cima.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 5 de setembro de 1874.
Joao Joaovim da Costa Leite
Alugam se barato umas mei-aguas na tra
vessa das Barreiras (becco do Aquino) : a tratar na
rrua do Cotovello n. 23, casa de azuleio.
Fugio o escravo Cyriaco.
No dia 30 de agosto proximo passado, ausen-
lull se este escravo, o qual tern os signaes seguin-
tes : estatura regular, cdr preta, rosto redondo e
pequeno, sem barba e !em a physionomia agrada-
vel, e idade de 17 annos pouco mais oa menos ;
foi trajando calca ecamisa branca e cb .peo baixo
de feltro branco.
Consta ser visto na estrada para Apipueos;
quem apprehendel-o, sera bem gratiflcado, le-
vando-o a rua do Conde da Boa-Vista n. 51, sitlo
na Soledade.
Signaes do negro Felieiano
Crionlo, idade 40 annos, pouco mais oa menos,
alto, corpo regular, bem pieto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo um dos dedos grandes
ou ambos bastante tones. Acha-se fagido ha 6
meies, desta segunda fugida, e da primeira esleve
dous annos no engenbo Tombador, freguezia do
Booito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Cbristovao Jose" Machado, senhor do en-
genbo S. Chri.-tovao, da dlta freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tern estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que nsora em Agn,a-Preta : recommen-
da-se a sua captura as autoridades polLciaes e ca-
pitals de campo, e leva-lo ao engenho Minas No-
vas, freguezia de Gamelleira 0 dito negro intilu-
la-se forro com o nome de Jose Felieiano.
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por.anno, na rua de S.
Pedro Apostolo oa Passo Gaatetbano, tres casas
terreas, com encanameutu d'agiu aaz, bons com-
modos e quintaes grandes e marados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a tratar no pateo do
Corpo Swton. 17, 3.adr.______
Aluga se uma easa em Apipueos, em optima
posicao e bons commodos para familia : a tratar
na rua Sete de Setembro n. 15.
(Passando o chafariz)
HEDEM AOS senhores de engenho e outros agricultorcs, a compradores dema-
chinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
to completo que abi tern ; seudo tudo superior em'qualidade o fortidSo ; o que cora a ins-
trucr^ao pessoal pode-se verificar. ui^
ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUiiAR DE SUV FUNDICAO
VapOreS e rodaS d'agUa dos mais modernos Syttamas e em tamanhos con-
verrientes para as diversas circumstaticias dos senhores proprietaries e para descaroijar
algodSo. "^
MOendaS de Canna de. todoe s tatnanhos, as melhorcs que aqui existem.
KodaS dentadaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MaeniniSmOS para mandiooa e algodSo, e para serrar madaira.
JiOinbaS de patente, garantidaS.....t..
lOdaS aS maCnmaS e ^^9 do que se costuma precisar.
Faz qualquer concerto de mBchinismo,Preco mui fe^mido.
r OnnaS ue leiTO tem as melhores e m*is baralas existentes no mercado.
JinCOmmendaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo & vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as compras por intarmedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidada pdde Ihes prestar amiHfo.
AiadoS americanOS e instruments agrie.lw.
RUA DO BRUM N. 52
Podendo todo
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou animaes.
FUNDICAO DE
k' roa do Barao do Triumph) (roa doSrum) m. M(b HM
CARDOSO & IRMAO .
AVISAM aos senhores de engenhf-s e outFos agricu!tore3 e ao pubiico em gerr que
coBtinuam a reeeber de inglaterra, Franca e America, tods as ferrageae e machii ne-
cessarias aos estabeleciroftitos agri&olas, as rn-aismodemas e melhor obra- qoe tem vindo
jo mercado.
V apOreS de forga de 4, 6, 8 e 10 cavallosy os melhores- que tem nado ao niea UaldeiTaS de sobresedeute pa?a vapores.
M.OendaS inteiraS e meias moendas, obra como nenea aqui veio,
TaiXaS IUnOldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
CiOdaS d agUa Com cubajede fewo, fortes-e bem acabadas.
aOdaS dentadaS de todos os taaanhos e-qualidades.
Relogios e apitos pn evapo^
t50mDaS de ferro, de repucho.
AjadOS de divessfts qualidades.
rTormas para assucar^randes. p^uenas.
Varandas de ferro fundido, .Wei*, de #mwi u imim jwm..
F0g6eS francezes p8ra. leoha e oarvao, bra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido p8ra ardim.
Pes de ferro pJra mesa & banco,
jiaenma para geiar agua#
V aiVUlaR para bomba e baahoiru.
Gorreias inglezas par, macbimemo.
tSanCOS e SOiaS COm ti^as de madeira, rjRrajardim.
C/OncertoS concertBm cora promptidao qualquer obra cu macnina, para o qiia teerr
sua fabrica bem raontada, com grande e boa pessoal.
EnCOmniendaS man(^a2n vir PT encommenda da Europa, quakguer mac-iiinismo,
para o que se correspondam com uma respeitavsi casa de londres
t com um dos melhores engenheiros de Inglatsrra ; incumbem-se de mandar assentar
Silasmacbinas, e se responsabilisarn pelo bom tr-abalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (raa do Brum)ns. 100 a 104
FUNDIQAO DE CARDOSO 4 IRMAO.
ODILON DUARTE k IRMAO
"tBELLEIREIROS
na exposi^ao de 1872
I*
Premiados
RLA
DA
^. -*i'-
fjiPERATRrZ
*!. ANDAR/
x
nib** ^ .,.-.; .
ia^SSffiSgLA
^|W10 W\
RLA
DA
1MPERATRIZ
N. 82
t. ANDAR.
Acabam de* reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
dicc5es possiveis de bem servir ao pubiico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n*a-
qoillo que fdr tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalb imaginavel em cabello.
Q estabetecimento acha-se provido do que ha de melbor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /0 menos que outro qualquer, garantindo
perfeicfio no trabalho, agrado, sinco'ridade e preco razoaval.
Pttiteam senhoras, tanto no estabelecimento coma fdra ; vendo-sc cabellos em
porcio e a retalho e todos os uteneilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
PR0DUCT0S de J.-P. LAR0ZE
Pharmaceutico, 2, rua des Lions-Saint-Paul, Paris.
XAROPE DEPURATIVO^;.car.r::.olODURETODEPOTASSIO
Remedlo lntallivel contra as affeccdes escrophulosas, tuberculosas, can-
crosas, rheumalicas, tumores brancos, glandul&s no peito, accidentes
syphiliticoa aecundarios e terciarios.
3(1 ESSBNCIA CONCENTRADA
ARISTIDE SA1SSET J. SOCM
Tratamento puramante vegeUl verdadeiro puriflcador do saogue. sem Bercorio.
A EMencia de Caroba e um remedio hoje reconhecido como am poderoso
tivo e especial para cura de todas as molestias qoe teem a sua oriseai aa impurexa do tai
como spjam : as mclestlas Sypriliticas, Boubaticas b EscRorcLosAS, RHBj.\Trsno, Fiaamiu, Dxi
tros, L'lceras, ErupcSes, etc. btc.
Os prodigiosos elTeitos que tem produzi'o a Basencla fe Caroba, por loda part*
onde el la tem sido apropriadamente esperimeatada, a tem feito adoplar como am dos nwaicaaien-
tos mm seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natnreu iiaMUki e
boubatica.
A cada n-asco acompanba uma iDstruccao para a maneira de
4
Pomada anli-dartrosa
Contra as affeccoes eutaneas, darthros, comicboes, etc., etc
f/lnguenld 4e tmk
Para cura das boubas, nlceras, cbagas antigas, etc. etc.
DNIGAMENTE PREPARADO POR
ROUQDAYItOL IRMAOS, SDCCESSORES
Botica Fraoceza
22 Rua do Bom Jeans 22
AMIGA RUA DA CRUZ )
A 240 RS. O 0OVAD0
Lindas cassas de cores e brancaf, com listras e palmas asset nadas a 940
rs. o covado : na loja de Antonio Correja de Vasconcello?, rua Primeiro de
i Marfo n. 13.
I
55
Conslruclor e afinaik de pianos
Rua do lmper;dor55
Ex-afinador das antigas e ^famadas casas Pleyel & Here, e antigo direc tordar
ofQcina da casa Alphonse Blondel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel pubiico desta cidad;, que tern aberto
sua casa de concertos e afinacoes de pianos, qualquer que sejao e.-tado do instruaento.
A' mesma casa acaba de reeeber um grande sortimenlo de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Htrz e Alphonse Blondel] todos
os pianos sabidos da casa Dbibaut sio garautidos
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
XAROPE UROZE
<>MWll
TONICO, ANTI-NERVOSO
Recommendado por todoa ob medicos para regularlzar as funccoes do
estonugo e do intestino.
^t-r^jiODURETO be FERRO
XAROPE FERRUGIN0S0S,E<=
O estado Hqiiido t e JUeHior meio de iaooute o^erro contra a* cdret palli-
daa, as flores brancas, as irregulmridadM pdta tie mentvua^6o, a
anemia e o rachitismo.
XAROPE SEOATIVO
< euu it
tmnj uurf ,
.BROMURETOdePOTASSJO
ehymlcamentepuro. Eocalaiante maiwto oonta* m*ff*ii<* d* ooracio,
das vias dioestivas e respiratoria\ ntttmwfaigim.ma'^miepna, ao ki/s-.
fenstho, nas nevroses em gera/;na insomnia das iw^ancas dwante
o ptfiodo de dmtto&o.
%
BEPOSrTO GEWL
KOBKSZrL
r
io-tU-Janeiro : T. D8MBB,R*1 C*.
MM
Bans pianos.
Chegades de novo.
Vende-se.
MMmea
K alaiga-ae.
No armazem do vapor francos, a rua do Darao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de vinie e de faia.
Vende se muito em eonta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de braQos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n 7.
Perfumarias.
Finos extractjs, banbas, oleos, opiata e pos den-
trilice, agoa de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnroa-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
ahas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d-'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudrav,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artlgos de diflerentes goatoa e
phantazias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, eaixinhas de coatura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita.de cooro, e eestinbas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para laolernas, maJas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminates, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilbarias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabrieados era differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a pregos mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
DAcabam de chegar grandes jacturas de botina:
de bezerro.de cordavao, de pelica. de dnraqut
com biqueira, de bezerro com botdes, e eom ilho-
zes a 9^000 (a escolber) por ter vindo grande
quantidade por eonta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao dc
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhor a.
BOTINAS pi etas, brancas e de cores. diQerentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas,"enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatSes, de beierro.de deverga*
Snalidades.
s tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perbIr
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Bario
da Victoria n. 7.
AVISO.
O abaixo assignado fax scienle a qucK ioteres-
3r (o.-.-a, rjue a> procura^oes passadas cm temp
por Vianna 4 C. a Justino Martins de Almeida
para cobrar amigavel ou judieialmtnu de seu-.
devedores, Qcam de neahum effeito, a contar Jesta
data em diante. lk-cif 3 de setembro de 187*.
Jo>e Rodrignes Viaana.
Joao Caetaoo de Aoreu. solicilador dos and:
torias desta cidade da I* e J" insianeia, tendo no
jdalosuaresidencia para fora da idaJe. para o
lunar denominado Snt Anna, faz aeieaie a lode
os seus ciienle* e amigos, qur tem est -belecido ;
sea escridtorio no largo de FeJro II, sobrado a. J.
onde podera ser procurado das 9 as 10 boras da
m nha, e das 3 as 4 i|2 da tarde, que o acbarlo
prompto a cumprir as ordens ; depots desta bora
podera ser procurado na sala das andieneias


CRIADO.
Precisa se de um para tola Commercio n. 2f, armazem da a-sembk-a do com
mercio.
ADVOGADO
BICBAREL J0AQL1M GlEWES D.\
SUVA MELLO.
93 Bi
i estrplla So RoKarlo *
irlro nnilatr.
Alugf

a-se
uma casa terrea no principio da Estrada Nova
com duas sans, doos quartos, cosioha tan t um
marto ; muito proximo dos bonds: a triUr no
mesmo lugar, primeiro sitio adireiu. itssi da pri-
meira bomba.
COMFftAI.
CAPIM
Compra-se mil feixes de capim para plantar
a tratar na rua do Crespo n. 16, 1 andar.
V:NDAS
Aluga-se por alrans mezes o 2* andar d-
sobrado n. 53 da rua da lmperatris, completamen-
te mobilhado, a pessoa de pouea familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo.
LEIS PRQVINCIAES.
Vende-se no 1.' andar desta typograpbia.
em mao do administredo, Colleetfdea de
Leis Provinciaes a 500 rs. o exemplar da
cada anno.__________________________
Vende-se
uma casa na villa it Barreiras, na rua do Com
mercio, por preco taodteo : a tratar con Tasso
Irmaos & C.
VENDE-SE
a taverna sita a rna do Barao da Victoria a. 61,
muito afreguezada : a tratar na rua attain do
Rosa ho a. 40.
Grande liquidacao.
do miudezas e cbapeos : no novo Batar, raa do
Marqnet de Olinda a. 53.________________
Para oonoertar meias
A NOVAESPERANCA, a rua Duqua da Caxias
n. 63, rocaaao daata seceaaaria hba.__________
Vaccina
muito nova, verdadoirt, iofteza, cbepda psn
Menivza : oa pbarma*ia aaurlnai a*
Saia & C, a rna Bo kUWto
Veodose uma poouena can terrea de aedra e
cal, aa tregaaoa^ofUrro : quem qutisrp-
|s>rllaseirMaw CUcada? u.,
com quem tratar.



DiaiKisde FemamWicM) ^ ^a feira '8 Jc S<^mftrd fc'lbti
it-
i
-/
mm im U, &*
LOJi
1ft
Rua da Ittffieratriz n. 60
PARA LIQUIDAR
Granadina prctn a. &OO rs.
covado.
0 Pavao vende grauadina prota e lavrada
pelo barato proco de 506 rs. o covado.
ALPACAS PRETAS A o00, 640 E 800 RS.
0 Pavao tern um grandei "sortimento dt
alpacas pretas, que vendea 590, 640 e 800
rs. o covado, assim como grand sorti-
mento de cantoes, bombaziuas, princezas
pretas, raerin6s, e outras mqitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4J&P00, 4$500
0JJ000 E 79000.
0 Paylo vende urn grande sortimento de
cambraia Victoria e transparent com
8 1/8 varas cada peca, pelos baratos precos
de VPOOO, 48500, 59000, 6f00() e 7000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 70000, e pecbincha.
CAMISAS FRANCEZAS A 2000, 83500
33S000E 3J500.
O Pavao vende um bouito sortimento dt
camisas francezas com peito de algwdao, 1
25000 e 2JS500. Ditas com peito de linht
de 3000 a 6#000. Ditas bordadas muitt
finas de 69000 a 109000: assim come
grande sortimento de coroulas de lioho e de
algodao, por preens baratos, e tambem tea
completo sortimento de punbos e collarinhoi
tanto de linho como de algodao, por precpi
em coDta.
CORTINADOS B0RDAD0S PARA CAMA I
JANELLAS, DE 79 ATE' 259000 OPAR
<) Pav3o vende um grande sortimento d*
cortinados bordados, proprios para cama t
janellas, pelo barato preco de 79O00,89000.
10^1000 ate" 259000, assim como : colxa*
de damasco de la muito. fina de 109000
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
0 PavSo vende bramantes para lenses,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
algodSo a 19800 e 2J000 a vara, e de linb
a 29400, 29800 e 39000 a vara: e pechiD
cha.
Grande pechincha a 4#000
e 5#000
CORTES DE CASEMIRA.
0 Pavao recebeu uma grande porcio de
cortes de casimeras de cores para calces, e
vende pelo barato preco de 49000 e 59000
cada corte, na rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALDINA A 800 RS.
lit
GnHtoriirctC.
0 antigo barateiro conlioua a
do que eutro quarquer, com a
ceridado |a conliecida.
LIs de cures a 20O'e 240 rs. 0 covado.
Lis pretas superior, a 360 rs. 0 covado.
U e seda, fazenda de 1*400 por 700 rs. 0 00
Blci,de core*, lanlo de sr-da como de puipnre.
Li-qFjj'M dourados, de madreperola, jnaflim, tar-
a IflOe' ^'""ga. osio, etc.
1 4UUe Sahirtns debile.
j Presentci, diversos artigos proprios para pre-
E' 01* as seataras.
A Magnolia, a rua Duque dwCaxiw a. 45} par- j
tieipa a-, bello sexo., que acita.fr.de eceber da Eu-.
rnpa, um completo s;rtimcnto ae artigos de.ulu-L
! ma mods, t cWfm achji tlesnecessarTo fajjer um ,
correspond
domes, sendo a pr meira que apresenta 0 qne ha
Cnra (Is eslivlfaiwttU ^weira-ft *'"'
pHa fe.il appltcataft das |*^ "^^
SONOAS OLIVAES Lq'**'
SARER-SE
TEM
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. 0 covado.
Meiias de cfires a 260 rs. 0 eovado.
Cretooes de padroes lindos e modernos
440 rs. 0 covado
Baptistas de lindos padroes a 400 rs 0 covado.
1 iranqfjeaa *W.\ nda, ecapnebar sempre em terbons con
denies, sendo a pr meira que apresenta 0 ,,
! de mais moderno e por precos mu! razonveis, nor!
Isso limHa-*e a dr?crerer somente 0 segu'iiite :
" SeUas daoradas.
DE
Cambraias de core? miudas e graudas a 280 rs. 0.
, covado..
Ditas pretas com /lures a 200 rs. 0 covado.
Cambraias brancas, bordadas a abertas, fazenda
mais fina que tern vindo ao mere-ado, e fazenda
de 2*000 0 metro, por 1*000 a vara ; 6 pe-
chiacba.
Cambraia traosparente, fina, a 3* a poca.
Dita Victoria, nna, a 3 Algodao -trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Dltos de cores de linho flno a 500 rs. 0 covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6*
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a S* a peja.
Gorgorto prelo de seda para vestido e para collete
a 3* o cevado
Toalnas grandes a 4*500 a duzia.
Colcbas grandes a 3* uma.
Lencoes de bramante a 2* um.
Cobertas de ganga, forradas, a 2* e 3*.
Lencos de linho, ?baahados e em eaixinhas a
3*500 a duzia.
Ditos de cores a 3*500 a duzia.
E ontros rauitos artigos por precos baratissimos.
So na rna do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
se amostras.
EXPOSICAO
Fazendas e
novidade
DE
artigos
senies.
(-oiinuaci e punhes.
HnniiQi para missa, com capa de madreperola,
tartsruga, marfim, velludd, etc.
Sapatinltos de selim para baplisado.
Cauaisae bordadas para sonhoraj. -
Llffa de seda.
iriuijan mosaicas. ,
'.Uererou de tartaruga.
Vollu.iile madreperola.
PiilMoiraK de madreperola.
I.(uiias flores para cabeca.
Bolsas de velludo.
Perfamarfas dos melbores e mais afamados
fabricantes.
cnn;s'* de sol para senhoras.
wins de velludo de todas as cores e largurss.
Mosoas-.
Quereis Hvrarvos destes malditos insectosf com-
prai uma m. china de matar moscas p.r 3*000
na Magnolia, a rua Du jue de Caxias u. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
de 0 Verdadeiro Vigor de Aver, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas e panos.
So tern sardas e panos quem qner; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, tern para
vender a verdadeira Cuticuleria, que faa desappa-
recer estas manchas em poucos oias.
a rna Daqtia de
Caxias n. 63, bem coahecida pela superioridade de
seus artigos de mod', e phanlasja, acaba de recc
I ber divems'wrconvmendas de mer adorias de sna ,
31 Of reparti<;ao, qne pela eleganci bem mostra aptidao j
I e bom go to de sous smigos correspondeples da '
aperfeifoadas de todasl Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
conhecidas 1 a rna Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa '
e coostB*e freguezra e 00m espeeialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, aflm de apreciarem ate
onde toca 0 primor d'arle. I
A NOVA .ESPERANCA nao qner'eitrar no nu-
merodos massantes (verdadefro< azucrins) cor*
extensos annuncios e nem pretende descrever a
immensjdade de objectos qne tem expostos a ven
da, 0 queserla quasi impossivel, mas limitar se-ha TillRirOQ r> nmn a inencionar algnns daquelles de mais altanovidade ljU
fiber lade de aconselhar
..Mm.msm
As mats modernas e
as,
Yeiideiii-se
:Na
PHARMACIA E DROGARIA
BE
Bartholomeu & C.
34
34 Roalarga d"o Rosario
Salsa parrilha
Muito nov^ 0 grossa.
Veade-se por baraie preco, em foroio on a re-
talho.: na rpa larga do Rosario n. 34.
Nilo se a alrevara con-
testar.

0 43 Queimado 0 4J
Laiinkas 'relaleiras.
d 200 rs, o covado
Todos se a rt mi ram tt
I.fuiQhas verdadeira1- com linli shnan-;
a 200 rs. o c. va to ; e fazenda de 400 r*. ;
veilem que e peciiiuch;. 0 43 eonvida ai
amllia9 para mandarcm Im-car as amo.-traa.
^a t
Ran do Qiieiniad*^
e toma a Fiber lade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constanlemente, para depois qne
comprarem em outra qnalquer parte ran se arre-
penderem, a vista do bom e e;culbido sortimento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qnalqner senhora do bom torn,
nlo podera eompletar a elegancia de sen toilet
sera que 66 um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rna Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os segulnt s artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas sottaa para prender os cabellos
Primorosos leques de paantasia.
Bonitas sabidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fa cha s de touquim.
paragaz
Na grande exposicao da rna do Izcpendor i
3o, junto ao escripf) io da companhia dogai, i
dem se os mais bonitos c modernos In;ires e acaa-
delas de vidro para gaz, a sim como tndo o mm
que se turna necessario para esse fim, < mm
dos melbores fabricantes qne ha na loglaterra. *M
precos sao mais baratos do que em uira ^nilpiT
parte, e com a vantagem qne 6 o d.no du estaae-
lecimeuto mandar a^sentar os lustres on araadev
las no lugar que o compradorquirer. ten 'aara
isso pague alguraa consa. Tauibem se compra m
troca se lustres e arandelas ja usadas.
estejam em p-t.nl de podpr servir.
(gosto hove).
0 barateiro, na rua Primeiro de Marco n. 1,
anliga do Crespo, esta tiouiJando suas fazendas,..
por metKs 30 por,cento do qne em ontra qnal-1 S0?8 vWtp* de madreperola.
quer parte ; e a prova disto esta no que tamos De'lcados aderegos pretos de pufalo
mencionar.
A^saber :
Lazinhas bnrguezas, bonitos gostos, in'eiraraen-
te novas no mereade a 140; 160, 180 e 200 r. o
covado. So o barateiro.
Panama e mariposa a 440 e 500 rt. o co-
vado. Sao lindos os gostos ? muito lindos
EstA se acabando
Vende-se
de meia libra :
D. 16.
NA
0 PavSo recebeu um bonito sortimenk
das mais elegantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo barntissimo pre-
50 de 800 rs. 0 covado, & rua da Imperatrij
n. 60.
6 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de Id a 55000.
Dit s todos brancos bordados a 123000 e
15JJO00.
Ditos muito ricos a 25J?000.
Bonitas lansinhos para voetidoe, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim detodas es cores a 51J000
Punbos com gollinbas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas d>3 cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a l!J0O0.
Ditas de dita ditas sem mofo a 13S600
2JJ0OO.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cama
25500.
Ditas de dito de cor a 430 00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 85000.
Cortes de cambraia branca com bonitas
enfeites bordados, de cOr, com figurino a
65000.
Pecas de madapolao com pequeno toque
de avana a 45500.
Ditas de algod&osinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 40500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3000.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
4^500.
Brim pardo para roupa de bomem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de cbita para cama a 20500 e
35000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 256(0.
Atoalbado com 8 palmos de largura, vara
a 10500.
Espartilbos brancos e de cores a 40
50000,
Crteos de casimira a 40 e 50000.
A 500 rs. a duzia.
Meias de algodao, finas para meninas e
meninos de todos os t-mauhos, para todas
as idades, pelo pre$o de 25500 a dmia, por
haver grande quantidade, para acabar.
So na rua da Imperatriz n. 60.
de aita Assemble do Commercio
Rua do Commercio n. 22
Wm\ & Lima
LOJA DO PASSO
Rua Priineiro de Marco d. 7 A.
.coiciciro HituOcM A C, proprietaries
deste importante estabelecimento, no louvavel pro- j
prosito de nao desmentirem o conceito que os'
seus sumerosos freguezes lhes tem dispensado,'
acabam de receber de sua conta o mais nco sor-1
timento de sedas, popelinas, las e artigos de ul- Bolos inglezes
tima mc da em Paris, e cuntinuarao a receber { Fructas preparadas
por todos os paquetes daquella procedencia ; por | Vinhos superiore*
isso chamam a attenfao de seus freguezes e os, Cerveja gelada
convidam a darem
Os proprietaries avisam a
teem para vender o seguinte
Cinco minutos da
Doces seccos e em calda
Empadas de caraarao
Fiambres preparado
Salame de Lyon
Tudo bom.
seus freguezes que
altencao
Grande descoberta
Curativo das molestias do
peito pelo
Varopc de sulphito de seda
A. in u\i;i
Este importante medicatnento que acaba de set
reconhecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
chevaa eomo um verdadeiro especifieo contra a
phtyaka, seguodo provaram nos grandes nume-
ros de casos por elles experimenladu., como se v6
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, eneontra-se unlcaraente no
Deposito da pbarmacia e drogaria
da
Bartbolomeu A C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 34
B&i ao^juisicao
Vende-se um sobrado sito no psteo da S6, em
Olinda, ediflcado em cbao proprio, com grandes
aco8eiaioda(oea para mmerosa faraiiia, reedifl.
cado a pintado de novo, com bellissima vista
muito fresco e com quintal : a tratar no pateo
de Pedro II p. 6, l. andar._________________
E' economico.
Graxa glyceriaa propria para a conservacao do Vende-se a casa teVrea da rua de Santa Ce
cordovao; v*nde a NOVA ESPERANC A, a rua Du- cilia n 21 : a fallar na rua das Qnco Pontas nu-
a darem nm passeio ao sen estabeleci-
mento, garantiodolhes qne encontrarao a reali-
dade do que tica dito, e para prova dao um pe
queno resumo, cujo infallivelmente despertara a
attengao d >s pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
amostras mediante penhor.
-Vrfi^os dc alta novidade e
ultima moda.
Cortes de ve>tido de licho guarnecidos de bico
da meima fazeuda e c6r, trazendo fivella, bolja,
cinto, etc etc.
Riq'oissimos chapeos para senhora, de cores e
pretos.
Cortes de cambraia brancos com lindos bor-
dados.
Ditos de cores com enfeites da mesma fazenda,
flgurino, etc. etc.
Capas de 14 para meninas e senhoras, guarne-
cidas de arminho.
Vestuarios para baplisado. v
Riquissimas camisas bordadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casamento.
Cc rtes de seda, iindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinhas de delicados padrdes.
Setim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
VeiiuJc preto o Uduid.-i-o de seda.
Granadine preta e de cores.
Tudo bem.
0 bom cafe deMoka
Pctiscos c bons bocados
Na assemblea
Se serve com agrado,
Tudo bem.
Bolinhos para cha
Pudms, paes-de 16
Charutos da Italia
E JMgt de domino.
Os donos deste estabelecimento avi-am a seus
freguezes qne nSo sao egoistas e premettem ven-
der barato, para vender muito.
N. 22 Rua do Comrrcio N. 22
Armazem i!a Asemblea.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merin6 de cores, li, etc.
Manias brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de core?, ditas mariposas brancas, de
cores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, listras, etc.
Brins de linho para vestidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas p-.ra senhori.
Grande sortimento de camisas de linho lisas e
bordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
e meninas.
Sortimento de chapeos de sol para homens e
senhora.
Merinas de cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verio, bombazina, can-
So, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas, e difc
pardo.
Damasco de 13.
Brim de iinho branco e de cores.
Setins de Iindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Dito3 de touquim e ditos de casemira.
Canisas de cbita para homem e ditas de fla-
nella.
Ceroulas de linho e ditas de algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de labyrintho.
Ricos cortes de vestidis de larlatana, bordados,
para bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de la, e ditas de crochet.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard de seda, Iindas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e da cores.
JPopeilnns.
Neste artigo tcmoj um varialissimo sortimento,
nao so em gosto como em qualidade.
La*
com listras de seda, ditas com palnas bordadas,
ditas transparentes e de outras muitas qualidadcs.
Lavas
do pellica brancas e de cores, do verdadeiro
bricante Joavin.
Finalmente :
tapctes para sofa, cadeiras, cama, entrada, etc.,
cambraias brancas, chitas dc todas as qualidades,
madapoloes, esguiao, rretanhas, bramantes, algo-
does, collarinhos, punbos, meias para homem e
senhora, punhos e collarinhos brancos e de cu-
res para senhoras, gravatas para homem e senho--
ra, peitos bordados, lencos de linho brancos e de
cores, ditos de cambraia de linho, toalhas, gaar-
danapes, panno lino, etc, etc.
Loja do Passo
Rua Priineiro de .Marco n, 7 A
antiga do Crespo.
Chapeos para senhora.
A loja da Passo,
7 A, recebeu um
para senhoras, pretos e de
a rua Primeiro de Marco n.
rico sortimento de chapeos
cores.
Cura das hernias, pelasfun-
das de borracha.
As uielhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje co-
anecidas.
Vende-se
na
Pnarmaeia e Dregaria
Barlolomeo AC.
A"
34. Rua larga do Rosario 34 '
VaQcina. Yaccina.
Tendo b Sr. Dr. Jose Lonrenco de Magalhaes,
montado na cdrte um completo ser'vicp deste ar-
tigo, tem aqni aberto nm deposito da melhor e
mais recente, eujos tobos se encootram na
Pharmacia e drogaria
A'
34rna larga do Rosario 34..
A' rua do Cahngra n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito dt
conservar o bom conceito que teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o sen estabeleci-
mento dos mais qne n-puciam no mesmo generc
veera scientificar aos seus bons freguezes que pre
voniram aos seus correspondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todes os pa
quotes ns objecto.s de luxo e bom eosto. que. se-
jam mais bem aeeitos pelas sociedades elegante-
daquelles paizes, visto aproximar se o tempo d>
festa, em que o bello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pelo paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algun?
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
08
Aderecos completes de borracha proprias para
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato dt
estidos de senhora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., pur
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criangas um pouco inv
pertinentes por falta de um objeclo que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodio, de diversos pre-
108.
Caixinhas com musica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presen
te
Coqnes os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de undo*
desenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a propria-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cures, existe um
fa. \ grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de saria. da gcrgurao, de setim a da cba-
nvJiii.e, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito Iindas.
Fl. re* artificiae*. A .Predilecta prima em con-
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-
as flores, nao so para enfeite dos cbellos, como
tambem para ornato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para seanora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6s*o e velludo, tudo que ha de
bora.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madrer
perola, marnm, osso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
Erovida, nao so em extractoa, como em oleos
anhas dos melhores odores, aos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indfspensavelsi para
a feea.
Saias bordadae para senhora, por commodo
preco.
Sapatiahos de 13 e de setim bordado* .para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para soSieo-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptlsado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta
de or arato preco, para dear ao alcance
qnalquer bolsa.
Cretone francez, trancado, bom gosto, a 300 rs.
0 co'ado. Aproveitem. Mandem ver amostras
Cortes de cretone bordados a 5,3. Sera possivel ?
E' ejue eu comprei.
Chitas boas a 240, 260 e 280 rs. So aqni no
barateiro 1 I t
Baptistas de lindos gostos a 360 e 400 rs. o co-
vado. A ellas, a ellas.
Que lindos gostos em popelinas e vendemos a
U e lo00 ; todos querem 1A800 e 2s. Sao de
gostos novos.
Grosdenaples de cores a 900 rs., 1*200 e 1*400,
e pechincha !
Madapolao francez a 6*, 7/ e 7*500, o melhor
que ha.
Cambraia transparente e Victoria a 3*500, 4*
e 5* a peca.
Brim pario para calca a*280 e 400 rs. o co-
vado.
Brim Angola superior a 500 rs. o covado. E'
barato.
Esgniio de lioho e algidao a 3*500.
Dito com 40 jard.s a 18*. Qne grande pechin-
cha I I
Chales a burgueza com listra a 3*500. I"
deseoganar, nao ha qnem rivalise. .
Lenc/s de linho a 2*800 e 3i200 4 dutia. Quem
tem iuaes 7
Ci>lcbas adamascadas a 36.
Meias para homem a 3*5C0
Toalhas felpudas a 6*500 a duzia. Aproveitem
antes qne se acabem. I casa de
B: im branco, exposicao n. 5, a 2* a vara. I
Atoalhadp adamascaJo a 1*440 a vara. Nao e
barato ? (
Chapeos de casemira pa/a homem a 3*. Como soa.
6 barato I
Bom sortimento de chapeos de sol de seda para
senhora a 2*. 3* e 3^500. So aqni I
Ditos para homem, alpaca a 3*500.
Ditos de merino, duas cures, a 4*500.
Ditos de seda americana, duas cores a 0* e II*,
ma3 podemos garantir qne sao snperiores. Ve-
nham apreciar !
Alem desks artigos, outras fazendas que temos
grande deposito, mas que nao fazemos mencao
dellas, para nao messar nossos freguezes ; mas
que acharse hio patentes a vista dos comprado-
res.
E' o barjttir. quem convida a ura experien-
cia !
A' rua 1. de Maoxjo n. 1.
(Anlls da Crespo)
A got lioho Fo.-reira da Silva I .pal & C.
Asunicas verdadeiras
Bichas bamborguezas en-- vem a este mercado
rua do Marnuez de olmda ". 51
E garaate se a boa qualidade do vinho puro das
quintas do Lima, des campes da Beira, superior
oo da Figueira, c so se encoutra no armazom de
'Jose Fernandes Lima & C, a rua do Bario
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para serrtwra, (tAwna
e borracha moda) : a Magnolia a rua Duque de Gax as a V$
6 so quem tem.
Papai, niamai.
Como sao Iindas as bonecas de cera qae fca-
mam papai, mamii, ch ram, andam, etc. S4 aa
Magnolia a rna Duqae de Caxias d. 15.
Victoria n. 3, seus snecessores.
*, Gaiolas, gaiolag.
mcrcurio em caixiuhas de uma e
na rua do bom Jesus, armazem
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n.
eebeu gaiola3 de arame de lindi*>imos i
proprias para passaros ; a ellts ant s qne
bem.
45, n-
Penleados
Vende-se
de
nova invencao.
Com nm penteado destes pentea se uma senho-
ra era don minutos, e acha se decentemente
penteada para nm soiree, nm baile, assistir ca-
samento, e para ser noiva tambem : vende se pe-
lo baratissimo preco de 2.*i5 cada um, e so na ca-
sa de Odilon Duarte & Irmao, rua da Imperatriz
i n. 82, primeiro andar.
Na rua do Vigario n. 19, vend" se o sgn>:** :
Ciu.enti de Pur:!and em primeira mao.
Vinho do Pjro engarrafado, iinissimo. rm caiaf
de duzia.
Dito em barris e ancoretas.
Dito Sherry inglez em caixas Dito Collares em ancoretas.
Cera em velas de Lisboa.
Dita em grr.me de Li-h a._____________
Para o f.tbrico de chapeos
A NOVA ESPEi'.ANCA recebeu o arame proyito
para armagSu de chapeos.
Vede se um piaao n>vo de Hen : a rta or
ga do Bosario n 20.
mm e cmos _
L'ma propriedade & margem da Cambda 53 Rua DllCJUe de Caxias 53
dos Remedios, contendo barro para toda e
qualquer obra, com uma gran le olaris,
vivenda e tres viveiros com peixes.
Promette-se fazer todo o qualquer negocio :
a tratar com Delfim Lios Cavalcanto Pes-
I \) ni(o
As almofadas bordadas de la matlsadas que re-
cebeu a Nova Esperanca, a rua Duque de
Caxia ** ""______________'__________________
Vende-se
AGUAS
NATURA-ES
oa
Acs meninos
A NOVA ESPERANfA, a rua Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber nm bom sortimenta de fl-"
nas bonecas que fallam, que riem-se e choram ;
tambem astern mndas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao e verdade.
VENDED
MINERAES
DE
Vicliy-Cussel
PreferlvelB At* de Vlchy-Vlohy
por serem as nnicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fontt S. Marie, 6 a mais eflicaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sio muitj aotaveis.
Fonte Elisabeth, nao se alters nunca tea mais
rica das agues de Vichy em bicarbonato de s<-da
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
Sgado, do baco, nas afleccdes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o nome da fonte na capsula
Vende-se em caixas e a retalho, no Unicode
posito
PHARMACIA AMERICANA
DE
Ferrelra Hala <& Companhia
57-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
nm sobrado em caixao e uma casa terrea, sito a
rua da Soledade ns. 2 e 4 : a tratar na mesma
rua n. 54, das 3 as 6 da tarde.
mm
Appaielhos para ba-
nhos,
Os immensos beneOcios obtidos na
cura de variadissimas molestias com o
emprego racj nal da agua fria, tem fei-
1
)
)
to in ven tar apparelhos, que tor nem facil M
e ao mesmo tempo util a applicacio des- \
te meio as pessoas, que por qualquer
circumstancia nSo podem frequentar os
estabelecimentos apropriadoa para tal
um.
A pbarmacia central tem exposto a
venda os apparelhos que sao hoje repu-
tadps na Europa como superiores, e qua
servndo para os usoa medicos, podem /
igualmente servir para banhoe de lira- [
peza e de prazer, porque funccionam
com pouca agua e em pequeno espaco.
Com taes apparelhos pode-se tomar
banhos em duches de chuviscos, em co-
lumna ascendeote ou descendente, ga-
raes, ou parciaes.
0 mesmo estabelecimento tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com substancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressao para os choques locaes
par meio da agaa fria.
)
!
A confeir=ria do Campos, slta a rua do Impera-
doi n. 24, unico estabelecimento deste genero nes-
la provincia, proporeiona aos htbitantes deUa as
maiores vantagem
ne-
Aproveitem
0 PARK N'AMERICA, a rua Duque de Caxias
n. 59, priineiro andar, esta vendendo calcado pelos |
seguintes pregos:
Botinas de duraque para senhora a 3.500 reis.
Ditas de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botoes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, cano alto, para senhora, a
5,000 re s.
Ditas de pellica, ingleza, a 4,000 r6is.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em quanto 6 tempo
aproveitem.
Augusto Poito receteu novo sortimento 4e im-
dos cogues de tranca, cintos de e< ruo com frrgiia
de metal, elegant's gravatas de setim id tm i.
gorgorio prtlo com ph.-ihographia;, e supenx
popelinas <|ue esla vendeiulo a I* o covado.
Lin as brScS
' de Jonvin : a M..gfrn!ia, a rna Duque de Ci
n. 45, e so qnem as tem fres\.*.
! AON.9.
No armazem da trcnibela da fama commerdaJ,
no pateo do Carmo, v. ndese raanleiga ir.
flor a 1* e a 1*200 a libra, e fr.nccza a 8fe
I 760 rs. a libra ; bem como continue a ter ats
bom iortimento para qualquer riNfj de
[azer sua dispensa, quer s-ja da -raga
matt-.
para senhoras
Como sao Iindas e modern.^ as pravatiohas qac
! a Magnolia, a rna Duque de Caxias n 45, acaaat
do receber I
Azeite de peixe
No trapiebe Dantas, no Forte do Mattos. j onto a
| companhia pernamhncana, venle-se azeite d.1. pei-
xe em barris a U500 o galao.
Sedinhas & 1#500 o cov dp,
Venham antes que se acabem : na loja do Pat*.
a rua 1.* de Marco n. 7 A.
Ot
Tuslao.
Fustio branco para roupa de meninos a 50r? r*.
o covado; e pechincha :
20, loja do Guilheerm & C
na rua do Crespc
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias a.
Polassa da Russia
Domiogos Alves Vlatheus, a rua do Vigario n.
5, tem para vender superior potassa da tfutsia
em barris de 25 kilos, por preco modico.
36, acaba de receber boa* meias de seda
pera noivas, e os apreciaveis ramos de
prcptua
Aos nervosos
A NOVA ESPERANCA acaba de receber aquel-
les milagrosos anneis electricos, cura infallivel dos
nervoeos.
Vfjam e admirem.
A 500 rs. o cevado.
0 baratoiro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo preco de 500 rs. o
covado. para acabar.
Grande liquidacao de
faz ndas para acabar; nao s
olhard a preco: na rua Pri-
meiro de Marco n. 25.
Venoe-se ou troca-se por vaccas panels, oa
grande e elegante jnmento, proprio para ifrar ri-
ca, chegado agora da Europa : a tratar na ru
Imperial n. 166, de mauba as 7 horas, e de tar
de das 4 em diante.
Cal de Lisboa
de ruii Bo-
POJIAR
Vende-se pes de sapotas de optima qualidade
na rua da Hospicio n. 75.
Se
Pechincha*
Vende se
n. 16, primeiro andar.
E se nap vejam
uma pessoa quizer tudo quanto 6*
cossario para
Um casamento
Um bapnsada
Uma parti da
Um cba para visitas
Um lunch
Um lanto jantar
Mo tem mais do que ir oo mandar a" con-
feitaria, do Campos, rua do
! imperadox n. 24
Alii tambem se eccarregam de bouquets, Dores
e folhas pant casamento : assim eomo, de doces
de todas as qualidades para embarques, a tem
sempre preparados fiambf es inteiros e a retalho,
pasteis de diversas qualidades, empadas de cama-
r3es e de came.
Detudo que alii se vende, garante se a boa
qtf1!*. naspexa e promptldao.
Enftjtam-iefiambres, bokw, paea-de-le e ban-
deijas, tudo por precis razoaveis.
Alii alegrase a vista e satlsTaz se as exigencias
od paladar.
So na confeitaria do Campos

Camisas.
Camisas francezas brancas de algodao flno com
um piano armat^ com excelUntea frixodecdr a,2*00flnma, em 4Sia a 23AD00;
vozes e le pouoo uso : na rua^Iafga do Rosario e pechincha: na rua do CVespo n TO, loja dcT^i-
1 Iherme 4 a "
ATTEND
Vende-se uma colleccao do CARAPUCEI-
RO, periodico critico, satyrico, jocoso e
moral, eacripto pelo fallecido padre Miguel
dd S. Lopes Cama ; a.pessoa que quizer
comprnr dirija-se ao 2. andar desta typo-
grapbia, de manbi ate 9 boras, e das 3 da
tarda em diante'________^_______
Lustres, candieirose
arandellas.
A empreza do gaz, tendo recebido ullimamente
uma quantiaade de lustresi candiefros, arandellas,
giobos, etc. etc., tudo obra de gosto e de primeira
qualidade ; acha se em posicao de suppnr a sens
Iregueaea, por precos men ires do que antigamen-
te. Para verem as amostras, dirijam-se 4 rua do
ftnperador n. 31.
lira para.
Vende-se cal de Lisboa : na praca
Santo n. 17,1* anaar, escriptori > d; Joa
drigpes Tavares de Mello.
Wilson Rowe & C. vendem jio sea armaaap
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodio azul uaanman
Excellente flo de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintas:
PrcSul?a,
e Pdtriofo.
A tratar com seus proprietarios nesta rimt*,
e para infonnacoes com Joaquim Pinto de lat-
relles Filho na mesma cidade de !!ar3am{M9i
_______________Tasso Irmaos A (1________
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de Hate
proprio para cigarros, de diversas larguraa.
Coques modernos
Cintos decouro
Recebeu a Magnolia, a rua Dj^ue de Caxiu
45, e esta vendendo mais barato que em qn
outra part*.
immmt-
Vmho verde de Amarante, especial, vendem Po-
Ss & C, a rua estreita do Rosario n. 9, junto a
.-a)*-______________________________
Salsa-parrilha do Pard
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no sen escrlptorio, a rua do Bom Jesus nu-
mero 57.
E baratissimo.
Attencao.
Aproveitem antes que se acabem, popalia
nho, padrdes nodernos, pelo aaraaisiiaaa _
de 400 rs. o covado : quem duyidar, yenluvar e
comprar: na rua Duque de Caxias n. 88, Vofa 4a
Demetrio BaiToa. _____________________
Vende-se a casa da rua do Naseeata Sjt
que olha para a ejtrada de ferro do Recite aa .
Francisco, feita aa tres anaos a da uma ceBUnae-
cjo extraordiDaria, a dita proprieddde Maa earn
oodos para grande familia: trata-se n na tm-
perial n. 117._________________________|
~ Vandw-se na terreno com 200 Batatas m
frente e 250 de funde, tendo edftlcada ill
de madeira no fundo do metaw, amiwaa aa at-
mfterio publico, em Santa Aanao: ar
mesmo a qualquer bora do dia.
J


Diario de Pernambuoo Ter^a feira 8 deSetembro de l8fi
ASSEMBLE! 6EPAL
CAMARA DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagao).
Havia-me, porem, compromettido a dis-
cutir o art. 3., que, alem, de tudo, e o
ponto principal- da divergence sobre a re-
forms eleitoral, visto como refere-se d elei-
gio do primeiro grdo. Ndo m'o permittio.
porem, o preraaturo encerrament.i, que
aqui foi requerido e approvado, contra todas
as previsdes. (Apoiados.)
*uds, discutiudo o art. 3. e a respectiva
emenda, discutiria a
obterd necessariamente na eleigio primaria seria diflicil fazer triumphar um candidato
um tergo, 6 evidt-nte que pelo menus, .esta conservador. Repellida, ao principio, pel a
tergo ella ainda obterd na eleiolo seeunda-' oamara dos coramuns.foi posteriormeute ini-
ria E ha governo possivel com uma op- ciada e adoptada na camara dos lords, e a-
posigab Uo numerosa quio antagonica.'ceita pe!a oulra camara pela maioria de
eivada de odios, de suspeitas e de rivali- 53 votes somente.
c,ades ? | Se ao menoi o nobre ministro do irape-
0 Sr. Pereira dos Santos:Como em' rio, na emenda, bouvesse raantido a eleigio
que paizes
por circumscripgio provincial, erabora acei-
tasse o voto incompfeto, o mal seria mino-
rado.
0 Sr. Ministro do Imperio :Nio a-
outros paizos.
0 Sr. JoAo MendesjDe
falla o nobre deputado f
0 Sr. Pereira dos Santos : Pois nao
estd vendo na France opposigoes ate" de raais poiado.
ie um tergo? r 0 S. Jo*o Mendes : Evidentemento,
0 Sr JoAo Mendes :Ndo comprehendo'porque a maioria epposicionista de uma
o a parte do nobre deputado. Vejo QJ as- z->n seria equilibrada pela maioria governis-
o mesmo tempo a ma-Jsemblea de Versailles minorias dyoasticas,!** de outras zonas. Ao passo que, dividida
ubstitutiva aonrt. A no h mesta e gloriosamento representadas, mas provincia em districtos, haver4 tantos de-
presupposto das anteriores declarators'do
nobre ministro do imperio, quanto d aceita-
gao do processo do voto incompleto paa os
dous.grdosdaeleigdo.
Deveria exarainar e apreciar agora os
motivos que concorreram para que o nobre
ministro -io imperio mudassesubitaraente de
opin.do. Naoofarei.uuiitaudo-mea resal-
var as minhas opinioes.
"ei que me esforco em vao. 0 parla-
mento udo executa, ueste momento, senao
uma va formalidade. (Apoiados.)
0 Sa. Pekeiua dos Santos :Nao
po.ado.
0 Sr. Jo.\o
a-
Mendes : -A diseussi t na
passa de um mero apparato. Ainda hontem
a Xacao, jornal intuno do governo, dizia
positiva e claramente, referindo-se ao re-
quenmento de adiamento do nobre depu-
tado por MinasGeraes, o Sr. Ignac.o Mar-
tins, e ao facto do ter sido rejeitado o mes-
mo requerimento:
MoftB 0 ta/nanduei, comegard amanha
a discussao official do art. 4 Dizeraos
discussao official, porque discussao de fac
to t^m bavido hontem e hoje sobre esse ar-
tigo.
Oevo Obsorvar d camara que as expres-
soes o/Jicial e discusmo official estao grifa-
das no jornal a que me roliro. E' pors,
uma declaragao preciosissima, nao sdmente
pela sua origem, senao sobretudo pelo m-j-
do e clareza da enunciagao. 0 jornal nao
deixa duvida alguma quanto aos intuitos do
governo (Apoiados.)
Est'anbo o facto, porque a emenda sub-
stitutiva altera todo o piano do art. 4., e
a camara vio que foi lids sonente apo> a
rejeigao do requerimento do adiamento.
(ipoiados.)
Nao bmve, pois, discassao alguma a res-
peito desla materia nova (apoiados) ; e nem
podia hiver, porqua s6 hontem foi conheci-
da da camara e hoje publicada. (Apoia-
dos.) Entendo, portanto, que a declaragao
do jornal e uma araeaga de encerramenlo
prematuro, e que o governo nao quor o
debate, (Apoiados.)
0 quo esta Augusta camara tern de votar
jd foi assentado na reuniao da secretaria do
ministerio da agrioultura. 0 governo e a
maioria nao querera convencer-se : a maio-
ria votard o que foi alii deliberado, e a mi-
noria se limitard a um simples protesto.
0 Sr. Jgnacio Martins : Mas ha algu-
ma cousa asssentado depois.
0 Sr.- Joao Mexdesc Mantenho a decla-
raQao de que sou partidista da eleicdo indi-
recta ; e pois, neste ponto estou da accordo
com o governo. Propugno tambem pela
representacao das minonas ; mas divirjo do
govprno quanto ao processo mais adaptado
& consecuc,ao deste fim.
N3o conderano absolutamente o voto in-
completo, e ate nao duvido aceiial-o para a
elfcigno primaria.
o Sr. Pereira dos Santos :Ainda
bem.
0 Sr. Joao Mendes :Entendo mesmo
que e preferivel ao processo da pluralidade
simples, que o nobre ministro do imperio
nos prop >z aqui o anno passado, como o
melhor eo mais adaptado aos nossos habi-
to> e costumes, e dcerca do qual n&o per-
mittio que a ommissao especial divergisse.
(Apoiad is.)
Mas, evidentemento, e urn processo vi-
cioso. porque dard ne; essiriamentn d mino-
ria, na eleicao secundana, forca superior a
um ter^o ; e, desde quo assim f6r, n3o vejo
governo possivel ante uma tao tormidavel
opposi^ao (apoiados), salvo se a policia re-
dobrar de esforcos e meios Ulicitos para ven-
eer. (Apoiados.)
(Trocam-se apirtos.)
E' tacil a explicagao. Se a opposicao
FOLHETIM
0 BARALHO BE EilTiS
POR
1.. Leausen le One
(TRADUCgaO DE d. CLARA motta.)
que, em todas as questow de interesse pa-:putados di minoria quantos forera os mes
blico.constituem a maioria pariauaentar con-! n>os districtos. Ahimdisso, no vasto terri-
tra as tres esquerdaa. Sao partidos- dj prin-' toria da provincia, as grandes intluencias
cipios (apoiados) ; e, por isso, aempre qua f locaes ou geraes concorreriam muito, por
a causa conservadora corre porigo, essa'suas divergencias, para a diminuigflo dos in-
maioria monarcbica se raostra na sua rer-'convenientes apontados. (ApoiadosJ 0
dadeira altura, e ate 6 auxiliada pelo centrojoto inoompleto por distriotos eleitoraes es
esqu.Tdu. Oselementos conserradores esiao, phacela os partidos na prorincia, porque
alii em grande maioria. (Apoiados.) ereard tanta9 seitas partidarias quantos fo-
Ao contrario, no nosso paiz, muitos selrera os districios; mas, d forga de preten
dizem conservadores, mas nao praticam os j derem desarticular os partides, levantarSo
primipios respectivos. A reforma eleitoral impossibilidades de governo ante extrordi-
:d tostemunhy disto. Lmnento, sobretudo, naria e numerosissima opposicao. (Apoia-
a cegueira do governo ; pois que, aceilando' dos.) Quando as minorias nao forem ho-
para a eloigao secundaria o processo do I mogeneas por seus principios, a bistoria at-
voto incompleto, impord de tal" arte ao-po-
der executivo a sorto dolorosa- da impotent
cia. (Apoiados) Quem n3o e que esse
processo dar< ds minorias uma maior forga
pa lamentar do que ellas realmente deve-
rao ter? Nao bavera a proponrionalida-
de. As minorias, ainda que fracas, se fordo
sempre represeotar ao menos por um tergo.
(Apofados.)
(Cruzam-se apartes.)
Vejo bem que a emenda sobstitutrwa- crea
districios de qiwtroe ate de-cioco depuados,
e suppoe assim diminuir oa quebrar essa
grande forca. Mas obserrarei que oparti-
do em minoria em algun& districtos pode
ser maioria em outros. Ate-e possivei rea-
lisar-se o pbeoomeno de uma camara divi-
dida em duas. parcialidades iguaes. E.^
possivel um governo nestas- circuaKtanrias ?
Cosluma-se aqui citar a Inglaterra. sem-
pre que ha necessidado de-justificar iooo-
vagoes.
Nao e bom esemplo para. nds. E, ateds,
a inglaterra admittio o processo do voto> in-
completo s6mete por excep$ao e para al-
guns districtos. (Apoiados.) Observarei
ainda que o voto, incomplete, ou restricto. }b
cahio em descredito, por seus continuos
dosfallecimeutos. Un hnmera, de Estado
daquelle paiz alludumlj d, reforma de
1867, d:z que foi um sallo, no desconM-
cido.
Concedo, porem, que em Inglaterra esse
processo naa haja pfoduzjdo, inconvenientes
politicos. 0 facto, e expiicavel; por isso
que, como jd disse, a lei ingleza naoo ad-
miuio senao por excepgao ou soraente para
alguns districVos. Nda ha, pois, alii os pe-
rigos que eu autevejo ajui para o jogo regu-
lar do systeraa representativo ou parlamen-
tar. Entre nos, a lei nova impord o voto
incompleto ou restricto como medida geral.
As minorias adquirirao na eleigdo forga
parlamentar superior d que realmente the-
rein. A opposigao serd numerosissima. Ea-
traremos em um becco sem sabida. Esta-
romos em oontinua crise. (Apoiados.)
Alem disto e essencial n3o perder de vista
o genio e o caracter d) povo inglez. As
institutes inglezas resentem se da f ilta de
logica e da ausencia de toda e qualquer sy-
metria. Ha alii estranhas anomalias, que
em outros paizes seriam causa de pertur-
bacoes, ao passo que em Inglaterra sdo as
ancoras da ordora, por serem a express8o
viva da variedade dos interesses. A confu-
da sua legislagao attesta que as refor-
sao
mas naquelle paiz nao se fazem senao par-
cialmente, e d medida das circumstancias e
das necessidades do tempo. (Apoiados.)
Sao expenencias, quo os povos de outra
raca nao supportariam. 0 velbo edificio
sollre apenas retoques e pequenos inelho-
ramentos.
Mesmo, no caso d que me refiro, a In-
glaterra nao adoptou o voto incompleto se-
nao parcialmente e para alguns districtos. E'
sempre no interesse da causa conservadora,
porquanto a reforma affectou exactamente
os districtos mauufactureiros, nos quaes a
influencia liberal e preponderant^, e onde
testa que, em taes circumstancias, o-instincto
das coalisoes as aproxima e aggrega- (Apoia-
dos.)
Quero para as minorias sotnente a repre-
sentagao proporcional. Naw quero mino-
rias de facgoes : quero minonas de partidos.
0 voto incompleto vai alem da proporcioofl-
lidatle ; e, por districtos eleitoraes, aggrava
taes inconvenientes" e divide os partidos. >
sen resultado politico irt alem de- todos o
calculos. islo, porventnra uma reforma
eleitoral'? (Muito bem.)
Deixando, porem, de parte esta qwestao,
discutirei a arneodta substitiHivar quanto ao
augaaento da representacao das provincia*.
Parece-mvque esta-parte da emenda subs-
titutiva 6 osegredo da influencia do gyver-
no sobre a maioria. (Apoiados.) Nem de
outro-modo pode sjr explicadh asatisfogao
de muitos membros db' maioria que se mos-
travaar recakilrantes.
0 Sr. Hhhstro aoIupeRso : V. Kxc.
sabe que nos traballtos da conunissao jd-ti-
nha fkido isso assentado.
0 SR. Joio-Mendes- :Sei qjae nos traba-
Ihos da. comimssao. diescutio-se a necessida-
de de serem augmenaadas as deputagoes ;.
mas entdo V. Exc. mesmo- declarou que
nao ha via base certa para, um tal augmento-
Porque, pois, hoje vem coocficdar n'esee
augmento ?
0 Sr. lGNAia .Martins. :Aagmento-
agora. sem base alguma.
0 Sr. F. Belisa.mo aA base-agora e de
outra espeoie 1
0 Su. MiKiSTRO do lai'Kiuo : V. Exc. sa-
be os principios que sustentei na couv
missao.
0 Sr. JoAo Mendes.:-En nao. disse qua-
V. Exc perante a commissao nao-mostrasse
conhecer todos oa systemas a este respeito^
mas me parece, nao affirmo, que naquella
cccasiao repugnava a V. Exc. aceitar a base-l
da popalagao.
0 St,. Ministro do Imperw :Nao 6
exacto.
0 Sr. JoAo Mendes :Eu nao aflirmo.
0 Sr. Ministro do Imperio:E assim
V. Exc. tern dita nauita cousa que nai> se
passou na commissao.
0 Sr. JoAo Mendes ;Appello para o
testemunho dos membros da commissao.
0 Sr. Ministro no Imp-eiuo : Nao lhe
fago censura por isso : sao actos de measoria.
0 Sr. JoAo Mendes s0 que eu aqui
disse, em discurso anterior, quanto. d ques-
tao de gabinete sobre o projecto otferecido
pelo nobre ministro, na sessao de 30 de abril
do anno passado, sustenlo e affirmo. E
ate estd de accordo com o que o nobre mi-
nistro adduzio na mesma sessao, quando.
apresentou aquelle projecto (apoiados), e
ainda ha pouco tempo quando defendeu a-
qui o projecto em l.a discussao, 0 que eu
disse foi a verdade.
0 Sr. Ministro do Imperio :Ndo a-
poiado.
0 Sr. JoAo Mendes. ;Mas seja o que o
nobre ministro quizer. Concedo que, no
seio da commissao, opinou em favor do sys-
ma adoptado na emenda substitutiva, isto
e, que a base do augmento das deputagoes
deveria ser a populagdo de cada uma pro-
vincia.
Resta verificarse o recenseamento da po-
pulagio estd conduido, e se off^rece con-
liauga tal quo possa sar uma base verdadei-
ra para fixar o numero dos deputados. (A-
poiados)
Ponderarei, porem, antes disso, que a
emenda substitutiva iiao fixa cousa alguma.
Poderaos commetter ao governo o direito de
fixar odistribuir pelas provincias o numero
dos depatados ?
Eu nSo mo recordo da lei anterior que
haja dado ao governo essa faculdade (apoia-
dos) ; todas as nossas leis eleitoraes satis
fizeram o projecto do art. 97 da constitui-
gao, eforam muito sabias, n3o deilandj
isso ao arbitrio do governo.
0 Sr. F. Bblisario :Apoiado ; ate isto
se da ao governo I
(Ha outros apartes.)
0 Sr. JoAo Mendes :Eu digo que se dd
ao governo esso arbitrio, porque ainda ndo
temos, ou nao conhecemos rec?nseam:ntos.
No relatorio da directoria da estatistica,
que nos foi aqui distribuiio, eu leio o se-
guinte:
Ejte e o recenseamento conduido.
Quanto is outras prorincias, regulou a'es-
limcUiva, feita por esta directoria, da tota-
lidade da populagao, lomando por base a
coobecida pelo apuramento de grande nu-
mero de parocbias.
(Ob 1 ob I)
Quer saber a camara a qwaes pro^intras
refere-sw o recenseamento coucluido ? Ape-
nws ds de Alagoas, Parand, Rio-Grande do
Norte, Mato Grossoy Espirito Santo, Santo
Gatbarina ; e tambem ao munveipio neutfo.
Quanto ds utras, nioexistem' dados ali-
gons conbecHos. Nao temos, portante-,
meios ou elementos de eonvicgao*pafa dar-
mos on* voto- conscieucioso. (Apoiados.)
Ha s6-ente u- recenseamento pela estima-
tiva.
0 Sllv CAMP09- DE
V. Fxc. estd enganado.
0 Sr JoAo Meooes : E-' o que-estd no
reiatorio.
0>SR; Caaipos m Medejros :Q>> relato-
rio diz que em algomas provincias- estava
223,033 ; populagdo escrara, 48,938 ; to
tal, 274,972.
pelo motiro ji exposto, nio pode deixar de
Ora, o municipio neutro dd actualmente I oJLmcao^ o?e seio &, ""
tres deputados : Sceita aquella base, deveria tSSSSii t^dluTJ^
MteociRos :Perdao.
dar cince, entretanto dard apenas quatro.
E a razdo e* porque, segando a emenda, o
excesso n8o poderd ir alem de um tergo.
0 Sr. Campos de Medeiros dd um aparte.
0 Sr. JoAo Mende,s : Nio trago estes
dados estatisticos sendo para raostrar a in-
justiga relativa quanto ao augmento conce-
dido ds diversas provincias. Nem a popu-
lagdo servird de base para esse augmento ;
porquanto, como jd disse, o limite do tergo
impede a applicagdo real do principio. Bas-
ta comparar a populagao de cada uma das
provincias com o augmento concedido.
Provincia das Alagdas.Populagao livre,
312,268 ; populagao escrava, 35,741 : to-
tal, 348,009.
Dd actualmente 5 deputados ; e nao sei
se, segundo a emenda, dard 0 ou 7, por-
quanto ainda e duvidoso qua! serd o tergo de
o. Sard 1? Serao3?
Assim como a emenda previnio a hypo-
these de fracgdo- superior a 25,000 no total
da populagdo para dtr direito a mais um
deputado, deveria previim igualmeirtea hy-
potbese de fracgao do numero actual de de-
putado? para o calculo do tergo de aug-
mento. Mas, a differenga explica-se: a
fracg&o. da populagao nao signified cous*al-
guma o* e sem consequents, desde que o
augmento e limitado a um tergo-; ao passo
que a fracgdo do numero actual de deputa-
dos, sendodous, daria sempre o aecrescimo
de mais ur.
Provincia do Parand. Populagio livre,
116,162; populagao esewa, 10,560; to-
tal, 126,722. SO com os 10,560 eseravos
poderd dar 3 deputados ; mas, ndo bavendo
distii*cgao alguma na emenda, nao he favor
d essa provincia.
0' Sr^ Carlos-da-Luz :Al* um pequeno
favor.
0 Srw JoAo Menoes : NSc ba favor, at-
tenta a base estatnida na emenda.
Haveria-favor sea base fosse somente a
populagao livre; porque, se deduzinos
10; 560 eseravos do total de f-26^72-2, no
restam senao 116,IS^de populagao livre, e
nao ba fraeg5o superior a 25,000. Somea-
feits- o receaseamento ;: fahavam de-outras te nesta bypolhese, deveria entrar na excea-
apenas algurnas paroehias; das quaes se fez
a estimativa.-
O Sr. Joa'Mendes-:Li o trechodo re-
latorio ipsis verbis. Q^'nobrB 1." seoretario
n8o repetio senao o queacab-a de lerv Nem-
podia vir dizer-nos o contrario do que estd
escriptonaqueHe docuraento offieiak. Fal-
tando- os elementos para' o recenseamento
das outras provincias, adirectoria fjiobri-
gada a fazer uma estimatlva;
0- Sr.Campc6-de.Meseiros : -A eespeito
de algurnas parocbias.
0>Sfu.JoAo MtoDES :Como se foe a es-
timativa de uma populagao"?' Todes nos
sabemos^...
0-SRi.CAMPos-DEMEDEmos:Tenacegras.
OSRi JoAO'Mghdes :Desenganemo-nos;
nao temos. nem podemos ter um reeensea-
mento que possa ser uma base exaeta* Sa-
bemos- o que por ahi se fez* a este respeito ;
sobre tudo nas provincial,.onde nao.se cura
disto com muito, zelo, e apenas.se trata de
comptetar os quadros para fazer direito a.
titulos- e coudBcoragoes. (Apoiadte.)
Quero, porem, ebneeder, que es recenr
seamentos estao concluidos. Aioda- asim
e muito suspeita a sua exactiddo, porque a
reparti^So rosjjoctiva o^uia mil bares lie iu.-
dividuos, e ninguem poderd verificar se
essa. apura ;ao e exacts. (Apoiados.)
0> Sr. Castos de MtoEmos : E' facit. de
veriGcar.
0 Sr. Joao Mendes Ninguem se dd
a esse trabalho. .
A conckisdo e esta. Sendo a direotoria
da estatistica, como subordinada ao gover-
no, queou ba de 1'ornecer essa base, o go-
verno fica ipso faolo com o. arbitrio.deaug-
mentar as deputagoes como. quizer.. Isto e"
manifesto. (Apoiados).
Mas, para augraentar, quero aceitar esta
base que a emenda substitutiva offerece.
Demonstrarei que o limite do tergo para o
augmento u a compleU uegagio dessa mes-
ma base.
Primeirarnente tratarei do municipio neu-
tro e das. provincias, cuja Fecenseamento a
directoria geral da estatistica declara cstax
conduido.
Municipio neutro. Populagdo livre,
gao que favc-rece o Anaazonas, Espirito-Saa-
to e Matto-'irosso.
Brovincia- do ilio-Grande do Norte.
Populagdo km, 220j959 ; populagdo es^
crava, l3,Oid ;. total, 233,979.
Esu provincia, ate-i860, deu somente-
um-deputado, Actualmente dd dcus. Mas,.
se a- popubglo, cooforme o art. 97 da^l
ccastituigdo do imperio, deve regular a li-
xagio do numero dos- deputados, ssem du-
vida que O Kb-Graude do Norte tern direito
a 5. Eis uma das previaeias que s8o pre-
judieadas pelo limite do.tergo para-augmen*-
to. Foi mal aquinhcada, quando- ndo se
suppunha que tivesse tao grande p&pulagao :
eonlinuara a-se-lo ainda agora. A.emeada
substitutiva parte da. iojustiga anterior, a
mais a aggrava I (Apoiados),
Dard tantos deputados como as provin*
aias do Amazonas, Espirito-Santo-,.Santa C-
tbarina, Parand, (Voyaz. o Matto-iirosso, que
lhe sao muito inferioses em populagdo. Mas,
iniquidade e maior, quando consideramos
que o Pard. dard 6, eoPiauby '<., sendo-lhe
igualmente inferiores I Ndo e illusoria a
emenda quando diz quo a populagao se-rd a
base do augmento ? A base ouerecida, pela
emenda e uma gros&eira mystificagdo. [X-
poiaJos;,.
Sei quo, forgada.-R. dar somente 3.depu-
tados, em virtude do limite do tergo, nao
podia deixar de sec equiparada ao Amazo-
nas, ao Espirito-Sauto e a Matto-Grosso,
cuja representagao, por causa do processo
do voto incompleto, deveria. ser triplice...
O Sr. Ministro do Imperio :Ora louva-
do seja Deus I
0. Sr. JoAo Mr,noes :Nao sei do que o
nobre ministro se admira. A representagao
dessas trts provincias deveria ser elevada,
como consequencia necessaria do processo
eleitoral adinittido. U que eondemno e a
(Continuagao do n. 203.)
II
Estas cartas tem uma bistoria que eu
quizera poder contar aos mogos que, pela
primeira vez, crusam os bumbraes da so-
ciedade. Talvez isto vos parega estranho,
mas a verdade 6 que estas cartas sao para
mim uma como biblia, pois, quando as en-
earo, recordo-me dos acontecimentos que a
ellas se prendem, e julgo ouvir um capitulo
daquelle santo livro que ha poueo meu pai
estava a ler.
Tinha eu eniao quasi doze annos,
quando estas cartas tomaram um lugar im-
portantissimo na minha existencia ; e, pois,
preciso me e remontar d essa epoca.
N3o era eu entdo muito differente do
que sou hoje, que nada tenho ; mas tal-
vez tivesse mais vivacidade e franqueza,
.visto como citavam me pelo meu genio bom
e alegre, no que alids eu era rival de meu
pai.
Habitavamos esta mesma casa onde nos
encontrastes, sem gosar entretanto da mes-
ma abastanga.
< Vivia s6 com meu pai : a pesca, a caga
e a cultura dos campos suppriam as nossas
necessidades ; e um camponio, sua mulher,
e dous filbos, que moravam, como ainda
hoje moram, perto d'aqoi, nos ajudavam a
trabalhar.
Eramos t'abalhadores, e ganbavamos
pouco, na verdade ; porem nunca as nossas
despt-zas excediam ds nossas rendas, e a
nossa inalteravel saude dispensava visitas
de medico e receitas. Em lira, tinhamos
razdo para viver felizes, e deviamos agra-
dece-lo d Divina Providencia.
Certo dia, no mez de julho, montei d
cavallo, e dirigi-me & um dos pequenos
portos do Glommen, no intuito de indagar
se algurnas mercadorias que esperavamos
tinham chegado ; e felizmente fui encon-
tra-las em terra. Eram : sal, peixe secco,
e alguns utensilios domesticos. Como o
canoeiro se tinha contentado em po-las no
caes, e ellas tinham passado ahi a noite,
expostas d chuva, ameagavara avariar-se.
Apressei-me, pois, em po-las era lugar se-
guro, o este servigo toraou-me uma boa
bora, pois eu estava sd, e os fardos eram
pesados.
Quando acabei, estava tao cansado
que procurei um lugar sombrio para repou-
sar ; mas, apenas adormeci. ouvi gritos, e
percebi queixas ferirem-me os ouvidos. Le-
vantei-me logo, montei d cavallo, dirigi-me
para o lugar donde pareciam partir esses
gritos.
A' distancia de cerca de quatrocentos
passos, avistei, em um espesso mato, um
bornern que implorava soccorro. 0 seu ca-
cavallo estava estendido no chao, e die de
joelhos esfregava-Ihe uma das' patas. Ndo
longe estava uma cobra morta, uma das
maiores que tenho visto. Apeeime e ap-
proximei-me do estrangeiro para ajuda-lo se
possivel fosse. Mas jd o veneno tinha tri-
uraphado, visto como, apezar de todos os
esforgos, o animal expirdra.
Nessa occasiao examinei attentamente o
estrangeiro. Era um homem jd idoso : de
feigOes bem delineadas, de cabellos nogros,
de olhos vivos, e de olhar Uo brilhante
que como que senti-me traspassado. Seu
rosto era pallido e enrugado ; seu porte
elegante. Trazia gna algibeira 'do lado es-
querdo um relogio preso por uma cadeia
comprida, cheia de parendengu.es, e segu-
rava na mao uma caiza de ouro em forma
cerrespondem a um deputado, n
ra um dos deputados rapreseou a popaUgao
escrava. (Risadas). Ora, no total, popu-
lagao escrava e quasi o tergo: assim, pott,
no systems da emenda, somente am deputa-
do representard a populagao livre, a os ou-
tros dous a escrava. (Risadas).
Provincia de Matto-Grosso. Populagao
livre, 53,750; populagao escrava, 6,*t7 ;
total, 60,417.
Estd no mesmo caso da provincia do Es-
pirito-Santo. A poputegao escrava jd e so-
ra representada ; e o serd ainda nuts pelo
processo do voto incompleto que irarroz a
necessidade do augmento da deputagio.
Provincia de Santa Catharioa. Popola-
gdo livre, 144,818; populaglo escrava,
14,984; total, 159,802.
No systerna da emenda, esta provincia
nao obtem favor algum: a sua populagao
assegura-lhe tres deputados; nie precisa
mesmo da populagao escrava para isso. Mas,
parlamentarmente, valera tanto quanto as
que Ibe sao inferiores I
Passarei agora ds provincias em qua a po-
Dul^ao e apenas eatimada; calcufoa a
olbo. (Rise).
Prc-vincia do tlto-Amwonis.Bo reiaio*
rio da directoria da estatistica, t que ka
pouco referi-me, ha um trabalho que se fa-
nominadivisdo eleitoral. Sobre este tra-
balho e que assento estas minhas observa-
gOes.
Sou, pertSnto, obrigado a eonsiderar, em
relagao a estas diversss provincias, ou em
relagdo a !gumas, soaiente a populagdo li-
vre, porque-nio e coobecida a populagao
escrava.
O SR. WicrcnS de Mattos :A- do Ama-
zonas e conhecida ; feliamente 4-a provin-
cia que menos-escravos tem.
O'Sr. JoAo Mendes :Nio e eonbecida
na estatistica.
O-Sr. Wilrsws de Mattos :E'.
O 9a. JoAo Mendes : Na repartigao de
fazenda, sim, deve ser coobecida, porque
bouvaa matricula.
0 9k: W ii.kos de Mattos : Bbave a
matrioola, jd estd isto pubheo, e e maito
conbesida.
0 Sn. Joao Mendes : Onantos sscra-
vos tem?
0 Sbi Wilkens- ac Mattos-:Tem-600
e tantos. Eu estimaria que nao tivesse um.
0 Sa; J0.v0Mf.5mcs Has eu nio fiz a
pergunt*; no intaito de rebatxar a provin-
cia ; foi; ao contrario, para ewva-la oa opi-
niio do aobre deputado. (Risadas).
() Amazon as, segando o trabalho estima-
tivo da directoria- da estatistioa. tem de po-
pulagao 73,000 almas.
0 SUi WlLKENS-DC MaTTOS-CEsU 6SU-
tistica estd iocompleta.
0 Sa. JoAo Mamas: Estou SH refariado
aos trabalhos da repartigao respaebva.
OS-.;. Wilkens oc MattoscDesdalS40
que o Pard tem muito mais popelagia*
OS*. JoAo Mexms : M trabalbas da
repartigao da estatistica deo- 75,0O0i>babi-
tantes, conta redooda ; e, esiaodo esta pro-
vincia-na excepcao consagrada na emends,
ndo me referirei d ella.
O Sr. Wilkkns e Mattos :So da in
dios tem mais de 100,000, que sao ddadios
brasileiros.
0>Sa. JoAo Mendes :Mas estes nio ro-
ta n, nem foram recensoados. Nfe obstan-
te, dou muita-.razio ao oobre deputado. St
a populagao escrava, qua tambem nio vota,.
e oomputada,para a fiva^io o distribui^ic
do numero dos deputados, melfeor dirasto
assiste aosindios. (Apoiados,.
Provincia do Pard.Segundo o traaerac
alludido, negulando actualmean um depu
tado para 55,553 habitantes Uvres, o. total
desta populagdo e t(i,660. A populagio
escrava nao pode se? superior a 3,000. As-
sim, pois, consider ando somente a popula-
gdo conhecida, a provincia do Grio-Pard
nio deve dar raais do 3 deputados, se a base
adopta.la na emeada e cousa seria.
Oaccrescimo de 3. deputados concedido '
injustiga paxa com oiUras.que teem papula-< provincia do Grio-Para pddo ser e e muilc
gao sulliciente para maior representagao do justificado sob outros pontos de visU. E
que a que lhes e coacedida. I Uraa provincia extensa, e que vai attingiodc
Provincia do Espirito-Sauto.Populagao '
livre, 59,478; populagao. tscrava, 22,659;
total, 82,137.
Esta provincia nao tem populagao livre
senao para um s6 deputado. E' pouco su-
perior d provincia de Matto-Grosso. Mas,
Certaraente, confiando na minha forga
n8o temia que o estrangeiro m'o quizesse
arrebatar. Mas tive uma lerabranga su-
persticiosa, d vista daquelle homem. Se
elle fosse um feiticeiro 1... 0 estrangeiro,
notando a minha perplexidado, explicou-se
mais claramente.
a Senhor, me disse elle, o vosso ca-
vallo e certamente um bonito animal... que-
reis vender-m'o ? Dar-vos-hei quanto elle
vale... quanto pedis?
Esta proposta mudou iateiramente a
face da cousa; tratava-se de um negocio
sdrio.
Isto me convinha, pois, ainda que o
cavallo cobigado pelo estrangeiro, merecesse
os elogios que lhe eram feitos, tinhamos
outros na estribaria, e, pois, podiamos ri-
gorosamente desfazer-nos daquelle.
c Entretanto custava-me muito separar-
me do meu Qel companheiro ; e de certo o
negocio ndo se faria se eu n8o tomasse em
consideragdo em primeiro lugar a posigdo
do estrangeiro, embarago que abds podia
ser remediado, vendendo-lhe eu outro qual
quer cavallo, e em segundo lngar a necessi-
dade que tinhamos de comprar um outro
carro, e a urgencia que sentiamos de reho-
var alguns materiaes..
Achais o meu cavallo do vosso gosto ?
perguntei-lhe hesitando.
E' bonito ; e tao bonito que merece
ser empalhado e collocado como modolo
em alguma estribaria ou museu I
E, dizendo isto, o estrangeiro tirou do
bolso cem moedas que me entregou.
Bati uma na outra para certibcar-me
se eram verdadeiras, ao passo que corei
de concha, donde tirou uma pilu'a, que diante da minha propria ueiconQanga.
engolio. Na verdade, naquelle homem tudo
A perda do cavallo parecia incommo-'me devia inspirar sentimentos contrarios...
da-lo muito. Fiz-lhe ver que sentia o seu Um tratanto, dizia eu de mim para mim,
ndo toria um todo tio elegante, ndo usaria
transtorno e elle me disse sorrindo
Oral nao vale dpenafallar nisso. Ten- tlobellas joias, e nio perdiria um cavallo
des um bom cavallo ; e sem duvida m'o de raga.
cedereis, provando assim que sois bom I 0 estrangeiro examinava-me com attengdo,
mogo. | e afinal disse-me :
Semdbante proposta, feita assim d' Nunca possuistes tanto dinheiro de uma
queima roupa, ndo me fez bom cabello. !s6 vez ; n5o e assim ?
a Olhei para o meu cavallo, que era com1 Nio, nunca.
etfeito um bonito animal, e n3o me senti! Desejo que isto seja para vds um mo-
disposto a separar-me delle. tivo de alegria f
Pareceis-me franco e honesto.
Vosso cavallo e bom e sem defeitos ?
Eu vo-lo garanto. Mas para fallar-
vos com franqueza, creio que fago mal em
receber mais dinheiro do que elle vale.
Remorde-vos a consciencia, ndo 6"
verdade, pateta ? Tranquillisai-vos, entre-
tanto, pois ensinar-vos-hei um raeio certo
para aquieta-la.
E dizendo isto o estrangeiro tirou do
bolso um estojo, e deste um baralho d$
Cartas, quee o que alii vedes pregado.
Quereis jogar, perguotou-me elle, as
vinte moedas que julgais ter recebido de
mais ?
E atirando as vinte moedas sobre o ca-
vallo morto, transformado assim em mesa
de jogo, comegou a baralhar as cartas.
Ainda que sentisse despertar em mim
o aguilhao do remorso, nio pude entretan-
to resistir dquelle homem, e puz as minhas
vinte moedas ao lado das suas.
Elle mostrava-so em todos os seus mo-
timentos tio resoluto, tio firme que qual-
quer contradicgdo era impossivel.
Que jogo sabeis, me perguntou
elle?
E citou uns quinze de que nunca ouvi
fallar.
A minha ignorancia parecia eucommo-
dalo.
Nio sabeis jogo nenhum ?
Nenhum, respondi.
Pois bem, jogueraos opreto e verme-
Iho; aprendereis logo.
Entregou-me as cartas, deu-me duas ou
tres ligoes ; e eu facilraente aprendi o jogo.
Jogai 1 me tornou elle.
Joguei, e.... ganbei.
Dobro a parada, exclamou o homem
terrivel I
E antes que eu tivesse comprehendido o
que elle dizia, atirou sobre o cavallo qua-
renta moedas.
.( Senti uma Iristeza indisivel, pois nao
queria jogar mais, e ate desejava perder.
Mas, como resistir dquelle olhar de ago que
me penetrava ate as entranhas T
De boa ou rod vontade tornei a pegar
nas cartas ; e ganhei, e ganhava sempre
A fortuna desapiedadamente me perse
um elevado grdo de prosperidade por seu
commercio e por sua industria. Nio t:
raes.no nec.-ss.irio racorrer ao subsidio da,
populagao indigena nao recenseada.
[CorUinuar-Urha),
guia, o eu estava no major desespero, e
treraia muito.
0 meu adversario parecia de marmore.
Tirou da carteira todo o dinheiro que lhe
resta va,
Jogai ; me disse elle, dando-me car-
tas.
A sorte me favoreceu de novo.
Sois na verdade filho da felicidade 1 o
dinheiro e todo vosso I Aqui tendes, ac-
crescentou elle, atirando sobre as notas e os
escudos araontoados, a sua bolsa o carteira;
tomai isto tambem, que vos servird para
guardar o vosso ganho.
Eu quiz recusar ; e, por isso, deixando
de lado as sommas enormes que ganhei, to-
rnei s6mente as vinte moedas da minha pri-
meira parada, e levantei-me para partir.
Ficai, me disse o estrangeiro, e sen-
tai-vos t 1 1
Sentei-me.
Nio posso rehaver o que ganhastes.
Por lei e por direito sois senhor deste di-
nheiro ; e d mim so resta um meio de outra
vez possui-lo : e ganha-lo jogando-o contra
o meu cavallo.
Meu coragio palpitava com violencia,
nio porque desejasse rehaver o cavallo que
tinha vendido, mas porque receiava privar
o meu adversario do seu unico bem, e por
que sentia por elle uma compaixio e uma
sympathia extraordinarias.
Elle tomou {segunda pilula, baralhou as
cartas, e disse-me:
Sois muito feliz e me pareceis um mo-
go bom e prudente ; e, pois, nio vejo ra-
zdo para nio serdes meu herdeiro Sois
casado ?
Nio, respondi.
Entio, naturalmente, tendes uma
amante, o que, certo, e permittido na vossa
idade?
Tambem nio : vivo n'um lugar onde
as mulheres apparecem raras vezes, e entre
as que tenho visto, nenhuma ainda desejei
receber por esposa.
Nisto ha amor proprio. Talvez vos
julgueis demasiadamente nobre para easar-
vos com uma pobrezinha 1
Nie ; porem como estou persuadido
de que para que o casamento seja feliz,
foz se preciso que se sinta pela mulher uma
inciinagio exdusiva, nio posso casar-me
porque ainda nao senti essa inciinagio.
Assim, pois, sois mui diflicil de con-
ten tar ?! Tanto melhor I Sou da vossa
opinido. Um casamento se fsz maisdepres-
sa do que se desmancha... Entretanto ha
mogas...
Aqui o estrangeiro interrompeu-se....
As cartas estavam baralhadas e era pre-
ciso jogar. Joguei, pois, e ganbei aioda 1
Como piutar-vos o meu desespero f
Levantei-me couvulso.
Senhor, disse-lbe eu, nio quero pri-
var-vos ao mesmo tempo do vosso cavallo
e do vosso dinheiro. Guardai este e dai-
me aquelle ; ou antes, dai-rae as oiteuU
moedas que vos pedi. Nio receberei nem
mais um schelling I
Sois na verdade exquisito, meu char
Ivarsen. Sabei que da parte de outra
qualquer pessoa semelhante proposta seria
Sara mim uma grave atfronta. As dividas
e jogo sao dividas de honra e ninguem tem
direito de subtrahir-se a ellas. Mas nio
julgueis que a nossa partida esteja acabada.
Jd vos declarei qua sois um mogo bom e
feliz, razdo esta pela qual desejo que sejais
meu herdeiro. *
Sei que a minha carteira e a minha
bolsa estao vazias ; porem os meus recursos
ainda nio estio esgotados, pois possuo, an-
tre outros objectos, um sluuete um snaol
de dismantes, que valem o dobro do smt me
ganhastes ; fago cem dies a minha pa-
rada.
Nio ; respondi vivamente. Jogarei o di-
nheiro, mas nio o cavallo ; oa, as jogar o
cavallo e o dinheiro, exceptuarei as oiteota
moedas que sao o prego do animal.
Como quizerdes ; mas devo prevemr-
vos de que nio trago comigo nem o aooal,
neno alQnete, e que, aindi que parega es-
tranha a proposta de objectos, da cuja ask-
tencia o meu adversario nio tem certaza
alguxa, nio posso proceder de outro modo;
e dou-vos palavra de honra am como, sa
ganhardes, elles vos serio entreguas fial-
mente.
(Continuur-ae-Asj.)
TVP UO DiAltta -ftl-A UUUL'K UK
4

.-v

.1





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