Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16497


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Full Text
. I I p I
AIVJVO L A'UHERO 202
81 ab mdmte& oh o

;wdm#? SABBADO S DE SETEMBRO DE 1874


I
f
I
f
P^"* A CfWTAl.B LUGAHES O.liDE NiO 8EPAG1 PORTE
for tres mezes adiantados......... *aaa
for um anno idem. ......... Ifjftnn
iCtda namero tTulso ..................'"jJJJ
DEP
PABA l>lv\ I HO E FOB A DA I'KOVIXCI A
Pot tres mezes adiantados.....,......... &J7M
Por seis ditos idem..... ... ......
Por nove ditos idem JS
Por um anno idem...... # firiOM
PROPRIEDADE DE HANOEL FIGIIHROA DE FARIA A FILHOS.
t.
ft Irs. Gerardo Antonio Aive. d Filhot, no Pari; Gon^lte. d Pinto, no Maranhlo; Joaquim Jo5 do OUwira d Kloo, no Cear.4;
Pereira d'Almeida. em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, u Parahjba ; Antonio Jos*
_____________;__________________________________Antonio Ferreira do Aguiar.em Gojanna; Jo*o Antonio Macbaoo,noPilarj
de Lemoa Bragg, no Aracatj ; Jolo Maria Jnlio Chr .*. no Aru; Antonio Marques da SUta, Ifatal; Jose i
tfeooa; Be'annino doa Santos Bulcio, em Santo Ant* ; Domingoa Joat da Corta Bra,., em Baxareth,
fe AlTeadC.,M Bania; *A. Xavier Leite d C. r Rio Janeiro-
PARTE OFnCIAL.
Clovernu tin provincia
EXPEDIENTE DO OTA 13 DK ABRIL DE 1871.
1' seccao.
Offlcios :
Ao director do arsenal de guorra. -Faca V.
S. ferropear os seutenciados militares, praca* do
9 batalhai de infantaria, Ceciliano Gongalves
''am boa, Francisco Antonio de Aadrade Lima e
Victor Jose de Aranjo, logo qae para tal ti;n Ihe
lerem mandados apresentar.
Ao inspector do arsenal de marinha. A'
\ista do que ponderou o seu antecessor em oflBiia
da 4 do correnle, sob n 860, aatoriso Vine, a
coraprar a Antonio Kodrigues de oouza Juuior
pela qaantia de 2:5004000 o ventiiador que elle
olforece por esse prego, attsnU a neeessidade que
lem esse arsenal de semelhanle objscto.
2." secfao.
Actos :
O presidente da prorincia, attendendo a re-
clamacio do major Franciso Vaz Cavalcante, 2-
supplente do juiz municipal do termo de Buique,
resolve coosiderar sem elTeito a portaria de -30 de I
dezembro do anno passado, que o exooerou do
referido cargo.
O presidente da proviacii, attendendo ao que
reqaereu Hermenegildo Eduardo do Rego Mon-
teiro, capita') da 6' corapanhia do 7* balalhao de
reserva do municipio de Olinda, e a iuforraagio
do respectivo commandants superior, datada de 10
do correnle, resolve, de conforraidade com o dis-
posto no artigo 45 do decreto n. 1,130, de 12 de
uiarco de 1853, mandar que ao dito capita j se M
5$uia de passagem para este municipio, onde esta
residindo.
OfBcios :
Ao Dr. ctaefe de policia.Constando-me oB-
uiaimenie a captura do eriminoso de morte Her*
raino de tal, pelo sub delegado da Gloria do Goita,
tenants Joaquim da Holta e Silva, recoramendo a
V. S. que louve aquella autoridade por tao impor-
taate servigo.
Ao comraandante wperior de Olinda.Para
os fins convenieqtes, communico a V. S. qae por
portaria desta data resolvi maadar dar ao capitao
da 6' companhia do V balalhao de reserva do mu-
nicipio de Olinla, Hermenegildo Eduardo do Hego
Monteiro, guia de passagem para este raunicipio,
ae conformidade com a informacio de V. S., da-
lada de 10 do correnle.
Ao commaodante do eorpo de policia.Pjde
Vmc. maadar alistar no eorpo sob sea commando
o paisaao Severino Gomes da Silva, risto ter sido
julgado apto para o servico, como consta do iermo
anuexo ao seu offleio de 9 do corrente, sob n.
lot.
3.* seccao.
Offlcios :
Ao inspector da ihesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar a empreza de illurainacaj pu-
liiica desta cidade a qaantia de 692*000, consume
tias contas juatas em duplicata, proveniente do
gai consumido durante os mezes de Janeiro a mar-
go findo nos quartets das Linco Puntas, Hoepieio,
Sotedade e da cavailaria.
Ao mesmo.Para os (ins convenientes, commu-
nico a V. S. que a 25 de marco proximo passado
assumio o exercicio do cargo de juiz municipal e
ile orphios do termo
  • .'J' supplente, o cidadaj Severiano Giuiello Pessoa
    Gavalcanie.
    Ao mesmo.Para os fins convenientes, com-
    munico a V. S. quo por pjrtaria desta data re-
    solvi que ficasse sem elTeito a de 30 de dezembro
    proximo passado oxoueranJo o major Francisco
    S'az Cavalcante do cargo de 2* supplente do juiz
    municipal e de orphao do termo de Buique.
    Ao mesmo.-Communico a V. S. para os do-
    vidos effeitos que o conego Antonio Euslaquio
    Alves da Silva, vig.'.rio collado da cidade do Rio
    iormoio, entrou no 1 do corrente no gozo da li-
    venca que ltle conc^di, segundo declarou era offleio
    do dia i.
    Ao mesmo.Conformando-mj com o parecer
    doosa ihesouraria, de 10 do correutj, sob n. 190
    .-jrie G, relevo Maria Isabel RuQua do Rego da
    raulta que lhe foi itnposta pelo collector do Cabo
    por nao ter no praso legal d'ado a raatricula o in-
    j>auo Prisco, filho de sua esecau Dorothea.
    Ao mesmo.-IAndo nesta data, de acordo
    cum a sua info.-raai.io, de 11 do corrente, sob n.
    195 se.-ie G, autorisado o inspector inHrino do ar-
    senal de raarinha a comprar a Antonio Rodrigues
    do Souza Junior por 2:500*000 am ventiiador para
    ai forjas das ollicinas do mejino arsenal; assira o
    coramunico a V. S. para seu conhecimento o di-
    rcccao.
    Ao mesmo.Transmitto a X. S., para seu co-
    n.'cimento e devidos effeitos^na parte que toca, a
    iaclusa copia das iustruccoes de 1(> de marco ulti-
    mo, que para execucao do artigo 311 do regula-
    luento approvado pelo decreton. S, 118, de 19 de
    jutubro de 1872, devetn ser observadas nos arse-
    naes de guerra das proviucias.
    Ao inspector da thesourar.a provincial.
    Conforme solicilou o Dr.-chefe de policia em offl-
    eio de 11 do corrente, sob n. 431, providencie
    \mc. no sentidode ser paga a Zacarias de Santa
    Isabel a quantia de 711400 em quo, segundo a re-
    lacio e conU juntas, imporlou a despeza feita du-
    rante o mez de marco flndo com. o sustento dos
    presos pobres da cadeia do termo de Gara-
    Ehuos.
    Ao mesmo. Mande Vmc. pagar a Bernardo
    Jose Pereira Ramalho a quantia de 44^000, con-
    stante da conta junta em duplicata, proveniente de
    quatro mezes da aluguel da casa que no districto
    da Jaboatao serve de pnsao e quartel ao respectivo
    destacamento, a contar do 1 de dezembro do anno
    passado a 31 de marco proximo Qn'do.
    Ao mesmo.A' vista do.pret junto em da-
    plica, mande Vmc. pagar a pessoa que se moitrar
    atilorisada os vencimentos do destacamento da
    villa de Serinhiem, relativosao mez de mar$o fin-
    do, conforme solicilou o respectivo commandan-
    ts superior em ofacio de 10 dc corrente, sob
    Aomesmo.Ao deiegado do termo de Itrua-
    raisu ou ao seu procurador mande Vmc. pagar
    a qaantia da alaSCO, constante las contas juntas,
    provemeute da despezi feita duran;e os mezes de
    outnbro do anno passado a marco findo com o for-
    relmceanmenoa8Ua'!laZ a qttar,fldo <*&*"
    Ao mesmo.-De acordo com a informacio de
    \mc.rde 7 do corrente, sob n. BKi, 0 autoriso a
    nandar pagar a companhia Recife Drainage era
    apolices de 7 % ao par, a iraportancia de appare-
    Uos e annaidades relatives ao semestro Qndo era
    jl de dezembro do anmo passadc.
    4.' seccao.
    Portaria:
    A' camara municipal da Villa de Garanhuns.
    Devolvo a camara munici;al da villa de Gara
    nhuns o requerimonto que me reaiettea em 26 de
    taarc/) ultimo para ser apresentado a assemblfia
    provincial, afim de que a me3ma camara mande
    'por-Ihe o competente sello nacional, conforme pre-
    ceittia a lei.
    __ 5.' seccao.
    Offlcios:
    A" directoria da Associacao Commercial.
    iSJ??0*1* *? mti0 deS9a aasociacao, de hoje
    At^'ll0aVv-S8' outro offleio emcri-
    S drmimTW0 -oS Corrai03 de8,a Provin"
    ricano
    horas.
    Merrimack neste port gtor mais de seis [ se" desta capital.
    Ao engenheiro das obras ga/aes.F*$a Vmc J
    o orijamento dos reparos prectsos n > ediuclo em
    que funcciona a ihesouraria de faien 11, e men-
    cionados em seu offleio de 9 de corrente, sob n.
    8, remettendo-me com argenaia o resallado, afim
    de que se possa resolver. a respeito.
    Ao eogenheiro fiscal da companhia Recife
    Drainage. Faca Vmc. sentir ao gerente dessa
    companhia, John Blount, qae nao pode dirigir-se
    offlcialraente a esla presinencia, mas sira por raeio
    de requerimento ; advertindo-o de que, mesmo
    quando por esse meio a ella se tenha de dirigir,
    nao Ihe e licho fazer interpellates. Igualmente
    communique lhe qae nesu data officiou-se a the-
    seuraria provincial mandando pagar-lhe a quantia
    solicitada, mas nos terra s da 3' parte do art. 2'
    Jo respectivo regulamento, combinado com o art
    47 da lei provincial n. 1,115 do anno passado ;
    que do cilado art. 2 nao se infere o que allegou a
    cjmpaahia, porqae a fixacJ) do praso presuppoa a
    verificaoao e liqaidacao dai-contas; a para qua
    essa processo tenha lugar 6 mister que ossa com
    panhia ministre em tempo as bases.
    Ao eogenheiro Luiz Jose da Silva.Trans-
    mitto a Vmc. copia do aviso do ministerio da
    agncultura, commercio e obras publicas, da 3 do
    corrente, sob n. 2, afim de qua satisfafa o qae
    exige aqaelle ministerio no citado aviso.
    - Ao gerente interino da companhia pernam*
    bucana. Comraunicandome o capitao do pcrto
    em offleio de 9 do corrento, sob n. 22, que na-
    quella data passa a dar execugao ao art. 5 das
    instruccdes que baixaram com o decreto n. 5,036,
    do 1* de agoslo da 1872, commettenJo a capitania
    do porloa liscalisa^o dessa companhia, visto ser
    ella subvencioaada pelo Estado ; assim o com-
    munico .a Vmc. para sau conhecimento edireccao.
    Portarias :
    0- Sr. gerente da companhia pernambucana
    mande dar passagem ate Penedo, por conta da
    provincia, no vapor Mandahd, qua segue no dia
    14 do corrente para os portos do sal, a r6 ao al-
    feres do eorpo de policia, Learentmo Felix d'Oli-
    veira Lima, e de prda a am soldado e sua nm-
    lhar, os quaes vao para Oaricury.
    0 Sr. gerente da companhia peraambacana
    expeca suas ordeos ao |commandante do vapor
    Pirapama, afim de qae receba a sea bordo, para
    onde serio remettidos pelo capitao do porto, e con-
    duza para o Rio Grande do Norte par conta do
    ministerio da raarinha, com destino a capitaofa do
    porto daquella provincia, am aneorote de feno e
    quinze caixoes com medicamentoj, e oatros objec-
    tos de bolica.
    Os Srs. agentes da companhia brasileira de
    navegacio a vapor mandem transportar a corte,
    por conta do ministerio da guerra, no vapor Cri-
    zeiro do Sul, esperado do norte, o alferes Lydio
    Gomes Porto e o f> cadete 2 sargento FranMseo
    de Paula Monteiro de Albuquerque, ambos do 2
    balalhao de infanlaria, os quaes vio alii frequen-
    tar a escola do tiro do Campo Grande, de confor-
    midade com as ordens iroperiaes.
    KXPBDIBNTB DO SEC8ETARI0
    1.* secciio.
    Offlcios :
    Ao brigadeiro comraandante das armas.
    De ordem do Exra. Sr. presidente .da provincia,
    communico a V. Exc. que fleam expedidas as con-
    venientes ordens ao director do arsenal de guerra
    para mandar ferropear os tres sentenciados mili-
    tares, de que trata.o seu offl;io de II do ccrrente,
    sob n. 285. |
    Ao capitao do porto. S. Exc. o Sr. presi-
    dente da provincia, tendo providenciado no sen
    lido de serem recebidos a bordo do vapor Pira-
    pama e conduzidos para o Rio Grande do Norte,
    com destino L respeciiva capitanfa do porto, um
    aneorote de ferro e quinze caixoes com medica-
    mentos e outros objectos de botica ; assim o manJa
    declarar a V S. em resoosta ao sen offi:io de 10
    do corrente, sob n. 36.
    2.' seccao.
    Offlcios :
    Ao Dr. chefe de policia.S. Exc. o Sr. pre-
    sidente da provincia raanda transmittir a V. S. o
    titulo de nomeacao do delegado de policia do ter.
    mo de Bonito.
    Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
    dente da provincia, communico a V. S. que nesta
    data se providenciqu no sentido de ser paga pela
    ihesouraria provincial ao delegado de Iguaraesd
    a quantia de 5U26'J, deipendila durante os me-
    zes de outubro do anno proximo passado a margo
    ultimo com o fornecimenld d'agua e luz ao qnar-
    tei do respectivo destacamento, conforme soli-
    citou V. S. em offleio de 11 do corrente, n. 488
    Ao mesmo.-De ordem do Exm. Sr. presi
    dente da provincia, declaro a V. S. que nesta data
    se providenciou no sentido de ser paga pela the-
    sourana provincial a Zacarias de Santa Isabel a
    quantia de 71*400, despendida no mez de marco
    ultimo com o sustento dos presos pobres da ca-
    deia de Garanhuns, eonforrae solicitou V. S. era
    offleio Je 11 do corrente, sob n. 491.
    Ao commanlante superior de Serinhaem.
    0 Exm. Sr. presidente da provincia raanda decla-
    rar a V. S., em resposta ao seu offleio de 10 do
    corrente, sob n. 11, que nesta data se expedio or-
    dem a ihesouraria provincial no sentido de serem
    pagos a pessoa, que se mostrar habilitaia os ven-
    cimentos relativos ao mez de margo flndo, do des-
    tacamento da villa de Serinhaem.
    Ao juiz de direito de Serinhaem. -S. Exc. o
    Sr. presidente da provincia manda accusar o rece-
    bimento -do offleio de V. S, de 24 de margo ulti-
    mo, coramunicando que naquella data encerrou a
    primeira sessao ordinaria do jury desse termo.
    Ao mesmo.-De ordem de S Exc. o Sr. pre-
    sidente da provincia, accuso o recebimento do of-
    fleio de V. S., de 26 de marco proximo passade,
    communicando que a 25 daquelle mez assumio o
    exercicio do cargo de juiz municipal e de orphaos
    desse termo o 3* supplente, major Severiano Ga-
    mello Pessoa Cavalcante.
    Ao juiz de direito de Buique. S. Exc. o Sr.
    presidente da provincia manda communicar a V.
    S. que por portaria de3ta data resolveu que fl-
    que considerada sem elTeito a de 30 de dezembro
    ultimo, qae exonerou o major Francisco Vaz Ca-
    valcante do cargo de 2 supplente do juiz muni-
    cipal c de orphaos do termo de Buique.
    Ao juiz municipal de Pao d'Alho.S. Exc.
    o Sr. presidente da provincia manda accusar o
    recebimento do offleio de V. S., de 10 do corren-
    te, communicando a captura do eriminoso de mor-
    te Hermino de tal pelo lenente Joaquim da Motta
    e Silva, subdelegado da Gloria do Goita.
    Ao 3' supplente do juiz municipal de -Cim-
    bres.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
    provincia accuso o recebimento do offleio de V. S.,
    de 25 de mareo proximo passado, em que commu-
    nicator naquella data assumido o exercicio do
    cargo de juiz municipal desse termo.
    Ao major Francisco Vaz Cavalcante, 2 sup-
    plente do juiz municipal e de orphaos do termo
    de Buique.-S. Exc. o Sr. presidente da provincia
    manda scientificar a V. S. qae por portaria de-
    hoje resolveu que ficasse sem effeito a de 30 de de-
    zembro proximo passado, exonerando a V. S. do
    cargo de 2* supplente do juiz municipal desse ter-
    mo.
    Ao presidente da junta de qualiflcacao
    da freguezia de S. Jose, Miguel Bernardo Quintei-
    ro.S. Exc o Sr. presidente da provincia manda
    accusar o recebimento do offleio de V. S., de 12
    do corrente, communicando ter naquella data ter-
    minado os respectivos trabalhos da sua 2a reuniao
    do conselbo de qualificacao da freguezia de S Jo-
    4.' seccao..
    Offleio j
    Ao 1* secreUrio dm asseoibiei proviaeul.
    N. 69.Da ordem de S. Exc. o Sr. praaideato da
    provincia. pass j as maos de V. S., pan se
    apresentados a assemble* prortaoiW, o bxaaco
    cootasda receiu e despeza eOectuadas no ej__
    cicio de 1874 75, tado da camara municipal da
    villa de Pao d'Alho.
    ew
    sid
    comu
    OESPACHOS DA PRESIDKNCIA, DO DIA 3 DE SETEMBRO
    DE 1874.
    Andre de Abrau Porto. Informs o Sr. enge-
    nheiro^ chela da repartigao das obras publicas.
    Barao da Soledade. Passe portaria coneedaaan
    a modificacao pedida.
    0 mesmo.Sim.
    0 mesmo. Eacaminhe-se.
    Francisco Rufiao do Rego Barrete.Deferido
    co.Ti offleio des.li data ao Sr. comraandante supe-
    rior da guarda nacional destj municipio.
    Major Joao Manuel Pereira de Abreu.Porne-
    ca-se.
    Olympia Constancia de Moraes e Silva.Defe.-i-
    do com offleio desta data, dirigido a thesooraria
    de fazenda.
    Tenente-coronel Pedro Pessoa de Siqueira Cam-
    pos. Inforrae o'Sr. engenheiro chefe da reparti-
    g&o das obras publicas.
    Watsoo 4 Smith. Inforrae o Sr. engenheiro
    chefe da reparticao das obras publicas.
    EXTEBII
    A crise religlosa na Etaropa
    POR
    ERiNESTO RENAN.
    fContinuacdo.j
    Se a unica conseqaeneia da gue-rra de 1870 ti-
    vesse sidj obrigar a Franca a retirar de Roma o
    seu exercito, e, dest'arta, faeiiitar a execucao do
    piano da uniio itaiuna, certamente os catholicos
    dev^riara ter muitas esperaocas. por isso qne, se
    nao o presente, pelo menus o futuro, lhes reser-
    varia muitas proraessas. Mas, oao tendo assim
    occorrido, e, pelo contrario, tendo os acontect-
    mentos de 1866 e 1870 prpduzido ama Allemanha
    protestaule, fjrte, onida i animada pelo mesmo
    espirito, e destinada, como todos os veocedores, a
    exsreer a hegemonia earopea daraate bImm
    annos; nio podern ellas guardar tio doces illu-
    soes, visto comj uraa tal potencia 6 am inimigo
    mortal para o papado, por isso qae, ambos os fa-
    ctores d'esse estado, isto 6 a Prussia e o partido
    nacional alleraao, constituent em sua propria es-
    sencia, a mais formal e absoluta nagacao do ca-
    tholieisrao romano.
    A Prussia, ceotro, nueleo do novo'imperio, A
    lilha dilecla e legitima do pfotestantismo, visto
    como foi o protestantismo qaera a tiroa do nada
    para dar-lhe uma razao de ser.
    A concepcao prus3iana da igreja subordinada
    ao estado, por forca do maior bean estar da patria,
    e, antes de tudo, directaraente opposta a concep-
    cao cathillca, que estabelece que o estado so tem
    valor quando serve a igreja, e da lhe os raeios
    para reinar.
    A Prussia 6, antes de tudo, um exercito e uraa
    administragao doctrinarias, cuja phylosophia, ver-
    dadeira ou falsa, tem por pontos capitaes a nega-
    C-ao da tiieocracia; e d'ahi vein qae o Syllabus
    parece ter sido feito directaraente para ella, isto 6,
    contra os seus homens de estado, que, raoiernos
    iinitadores de uraa politica que julgavamos aban-
    donada, recusam acceitar o conselho oportel mayis
    obedire Deo quam hominibus, entretanto que nao
    hesitant em aceitar e proclamar a doutrina de que
    o individuo pertence em primeiro lugar ao estado,
    por isso que 6 este quem o forma, educa, arregi-
    inenta, e guia.
    Muito mais hostil acOrte de Romi, do que o e a
    Prussia, e sem duvida o segundo eleraento cons-
    titutiyo do imperio alleraao o partido patriota,
    por isso quj, formando uma opposicao radical e
    absoluta, todos os seus merabros, isto 6, protestan-
    tes liberaes ou racionalistas, todos os patnotas
    allemSes ve;m no ultramontanismo o mais peri-
    goso dos inimigos da sua patria e o mais cruel
    dos anlagonistas do espirito humano, e estlo con
    vencilos de que, combatendo-o, corabatem em prol
    do futuro, que, dizera elles, sera duvida vera
    uessa luta o principal titulo do novo imperio ao
    reconhecimento da humanidade, e bem assim a
    grande causa justiflcativa da sua formacSo e
    exaltacao.
    Dograaticos pir esceniia, os patriotis allemaes
    taxam de fraqueza pouco philosophica o liberalis
    mo franiaz, cujo caracteri3co 6 ser toleranle, ate
    mesmo para aqujllo que desapprova e condemna.
    Inraiscuindo em semelhantes visus uma thaoria
    historica em parte erronea, elles pretendem, em
    satisfacao de seu orgulho, que a Allemanha nada
    deve a ninguem, como se a cultura intellectual, a
    religiio, a arte, a alta litteratura e a sociedade
    civilisada, nao tivessem sido para a Allemanha
    verdadeiros objectos de iraportacao, como se nao
    fossem emprestimos, uns realisados ha mais de
    mil annos, e outros ha meoos de cem I
    Facil serii refutar historicamente estas preten-
    teng5es de apaixonados eruJictas; mas de que
    serviria um tal trabalho contra prejuizos abraga-
    dos, como artigo da fe, por um povo inteiro ? I
    Um dos primairos artigos do credo allemao e
    que a Allemanha nao deve depender senao de si
    mesma; e, consequentemente, que deve -dominar
    a religiao, por isso que, sendo esta, segundo o
    modo de ver d'essa escola, uraa cousa sobre a que
    o estado nio pode deixar de exercer flscalisacao,
    e hurailhanle para as pessoas habituadas a tirar
    graves consequencias dos seus racciocinlos e a ver
    os acontecimentos dar-ihe razao, 6 hurailhaute
    dizemos, que uma parte do povo allemao esteja
    sujeito a curia romana, se ache sob as ordens de
    um poder que nao e exercido por allemaes, e onde
    ate os francezes podem ter uma certa pane, uma
    ingerencia, qua se aflgara crael ao orgulho desse
    mesmo povo allemao.
    Unir a fraccao catholica do novo imperio ao
    protestantismo, eis, por6m, um pensamento que
    nao tiveram os espiritos que so dizem tao illustra-
    dos, por isso que elles, os protestantes liberaes,
    bem sabiam e sabera que o seculo XIX nao se
    pode ltgar ao secalo XVI, assim como sabiam e
    sabera que ninguem pode reduzir nem os calho-
    icos nem os protestantes a renunciarem suas ve-
    lhas denorainagoes confesslonarias pelas auaes
    derrataaram tanto sangue.
    Mas elles, sem terem taes prelencoes, cream en-
    tretanto que o catholics allemao tera sus conseien-
    cia sufflcientamente tranquillisada, desds qua con-
    serve o seu. nome, .sens padres, e suas praticas
    tradiccionaes, embora nao tenha com o resto da
    cathohcidade, eespacialmente com Roma, senao
    um lago de uniao muitissimo frouxo
    E' que elles nao querera ver, nem comprehen-
    der que, para o catholico, esse laco 6 tudo; oor
    isso que este, adtnittindo, como admitte, qae a
    fonte das gragas divinas esta nas maos de um su-
    premo pontifice, da onde sa derrama sobre loda a
    igreja catholica, pensa que todd aqaelle qae se
    SSTaSSCfr qae 9e ni0 coma>anica pelos ca-
    naes hierarchicos com esse centro de todo bem,
    tonte6 3eCCUra fa'U da" cri8Uliaa a*a d'e*sa
    Na realidade os liberaes allemies, por sna pro-
    pria lntelligenola a niustraf5o, nio devem ter
    Mfctanos a luz de *^ate compreheodido o sej alcance; mas
    I quizeram render-se a evidencia, con-
    jo contaram, ccun as vibracoes do sen-
    jPriolico e coin as emocoes da gloria
    [it que o eatholicismo tem sido, desde o
    .L.a causa da roina da patria allema, a
    issT unica que jmpedio o seu paiz de rea-
    lestino que so'nhavam para elle, os patrio-
    couvencidos de que, aiuda hoje, o catho-
    o gr*ode obstaculo. que se nppde a seas
    ) um griio-mestrado'intellaclual e politico
    sobre c mundo pela Allemanha unifi-
    (Mm
    Bcal >do caso, porera, convem dizer qua elles
    Wo t sin o direito de escolha, yisto como, sendo
    antaaji islas e sendo-o desde o berco, e mJispen-
    sawfc> ie a victoria se decida de uma vez oa
    luta ti vada entre o novo Imperio allemao e o
    eatfeel sisino.
    Naa se creia, nem se diga que a antipathia en
    Unj em s duas grandes forgas da Europa 6 super-
    neaal < apenas ongmaria de um simples capricho
    do Sr. la Bisinark, uao. A' despeito dos espiritos
    rombu os que nao oomprehendora que se seja pre-
    vided qae se caminbe diante dos.problemas, e
    que sa-veja de ante-nio os prolegomenos da vie
    tona, |ercebe-se, senta-se que a luta lent a sua
    rasiole ser nas proprias c^usas, e que e uma lu-
    ta peW propria vida : Vita Caroli, mors Coura-
    dim. ;
    E aata luiae tanto mais terrivel, tanto mais in-
    ev,ta25' 1uant. t9Qdo amoos os conteadires at-
    tingirJa, com paqueno iatervallo, os. poatos culmi-
    Bantec do orgulho, tornou-se lhes irreraediavel o
    choque, como acontece entre duas vagas contra-
    riis qqe se embalem.e tirara desua propria oppo-
    sicao eaergias dez vezas maiores do qua aquellas
    que as animavam.
    0 concilio do Vatieino levara a conciencia ca-
    tholica a um tal estado de febre que desde logo
    annuneiou quo seria diffl .-ilimo subjuga|-o e lirar-
    e delle em paz
    Teria silo natural que o rompimonto se proda-
    zisse mesmo durante os trabalhos do concilio; nao
    quefwse duvidosa a maioria para aqaelles que
    conheeem a igreja catholica, raas porque poder-
    se-hia erer e esperar que uma miaoria de bispos,
    especialmente allemaes, hangaros, ou slavos, se
    separasse nessa occasiilo, a destarle creasse am
    schisms, como acoateceu sempre nos auteriores
    conciltos, cuja historla" res.i que nenhum se con
    cluio sem ter produzido um schisma parallelo.
    Mas, era tal a profundeza da revolugio, operada
    na igreja catholica, depois que ella se entregou
    com aoandono as ideas da central is agio, qup um
    so dos membros da posicao do concilia nao oasou
    soguir, em sentido divergente, pela estrada que
    em eerto modo lhes estava indicada.
    Ate os Srs. Hafela e eStrjss-raayersubraatteram
    se com rasigpagao I
    Estes haraans erainentes conheceram sera davi-
    da qua, no estado da caiholicilade raoderna, nao
    havia espag i para um bispo schismatico; e por
    isso licaran ligados a igreja, embora nercebessem
    qua esta penetrava em uraa via que elles reorova-
    vam.
    Entretanto era irapossivel qua todos os eccle-
    siasticos, que tides os lergos, observassera e guar
    dassera a mesma m ideragao ; o, pois, o sehisma,
    suspense, como por ura rai.agre, durante a reuniao
    dos bispos, nao pole daixar de se raanifestar, de
    metade da idade media, e como raciocinavara os
    pa? v,?. secu|(> XV 9 da Primeiro nietade do se-
    culo XVI. A supersticao so 6 boa para o sopers-
    licioso.Mundus vult decipi, decipiatur.
    (Cuntmuar-se hu).
    (agencia TELEGRAPHICA HAVAS REUTER. )
    * Fallarttm on Hn.
    vianna. Ararlpe e i.rai^r*
    merra.
    PERNAMBUCa
    ASSEMBLEA PROVINCIAL
    '""'li'i-s 3 ae ietembro.-0 conae
    de Chninhui il publicou uma earla.
    na final declara estar prompio a
    auxlllar D. Carlos nos esforcos que
    ra para outer o inrono de Hespa-
    nlia.
    ^^^^ mim^triittii mmiiUs
    Madrid 1. O marecnal Zavala
    reslgiiou a presidencia do sabinete.
    O s>r. atasasta- orsauison assiua o
    novo gabioete i Magasta. presidente
    do conselhoe ministro do interior!
    Merrano Bedoja, ministro da aruer-
    ra i Arias, ministro da naarlnba t >u
    varro Rodrisues, ministro do com-
    mereio i continuaiido com suas pas-
    tas os actuaes ministros das fiuan-
    ?as. das colonias, e dos negocios
    estrangeiros.
    COMMEBCIAE8.
    XonJres 3 de setembrj.A taxa do des
    conto continua a 2 1/1 /#.
    Gonsolidados do 3 % for account,
    pois do encerramento dessa sessao, a qua chamam
    a primeira, mas quo nio pode deixar de ser a uni-
    ca dessa extraordinarfa assemblea.
    Para os espiritos esclarecidos tornou-se, pois,
    patente que a crise robentaria, e com especialida
    de na Allemanha, onle as condicgoes eram todas
    outras que nao as era quo se achavatn a Franca
    e os demais paizos d mesmo genero.
    Com eireito ; a Franga e os mais paizes seme-
    lhantes, onde o Catholicismo e uma especie de an-
    tiga usanca, prcciosamcute respeitada por isso
    que regula e com > que faz parte da vida, nao po
    warn deixar de ser lotalmente inlifforentes ao novo
    dogma, co-no foram em ralacao ao da imtnaculada
    Con^eicao. A prova disto esiava em qua a raor
    parte das pessoas a quem eram revelados os peri-
    gos que taes adJicoes fajiamcjrrer a uma crenga
    tida como inmutavel, confessavam ingenuamente
    que nao.viam nisso nenhuma innovagao, visto com)
    pensavam desde rauitos annos que ja eram obriga-
    gadas a crer naquiilo que acabava de ser de-
    cretado I
    Em taes paizes, so alguns ecclesiasticos instrui-
    dos recuaram diante dos excessos que repugnavam
    a sua educagio theologica ; visto como, a mas*a
    geral do povo, essa mostrouse inleiramenta des-
    preoccupada p. indifferente, nao se inquietando
    pelo facto de haver mais urajou menos um dogma,
    continuando os creates a aceitarem tado, e prose-
    guiado os incredulos e;n nao se importarem com
    cousa alguraa.
    Na Franga, tal e o seu estado, a exlreraa igno
    rancia do secular em materia religiosa torna tudo
    possivel, nem ha alii theologos, e, se os ha, nin-
    guem pensa nelles, e muito raeaos os consulta.
    For isso c que na Franga, ninguem critica os dog-
    mas, e, que quando alguem abandona a relieiao a
    que adhere, e sempre para passar, sem reservas,
    ao estado de pensador livro.
    Certo uns verao nisso um profundo aviltamento,
    no entJnlo que outros o qualificarao de progresso;
    mas a verdade e que, nas suas circumstancias, a
    Franca colheu resultados valiososde duas grandes
    vantagens que tinba sobre os paizes allemaes: !.
    ae sua excellente legislagao, que permitte ao cida-
    aao o goso de todos os seus dlreitos independen-
    temente de qualquer calto; 2." do seu desprendi-
    awnto,Jla seu desamor peto3 symbolos.
    Em Franca nao mais se comprehende qae al-
    guempertenea seria e definitivameqte a uma com-
    raunhao de fe, visto como no fuolo da nossa reli-
    giao, que alias 6 toda exterior e politica, existe am
    sceptieismo muitissimo judicioso, qae consiste por
    assim dizer era tudo adoptar, porqae, 6 sabido
    que, em taes materias, tudo e nada sao uma e a
    mesma cousa.
    Assim encarada, a religiao assemelha-se a um
    desses muitos remedios queordinariamente se toraa
    sem provar, e sera mesmo conhecer-lhes a com-
    posicao ; e, dest'arte, se chega a estabelecer que,
    embora inscrevendo o distico da crenga na tabo-
    leta, isto 6, que, embora se faca praga de cren
    te, cada qual re3erva-se o direito de ser rail veses
    heretico nos detalhes e minuciosidades.
    Nao sustentaremos que isso e muito pbyloso-
    phico; mas o que e facto u que, em taes materias,
    a Franca nio quer, nao admitte que se seja muito
    philosopho.
    Pobrepaiz, que ate" mesmo nos seus erro3 tem
    mais espirito do que os outros em suas verdades I..-
    Ao menos, o sentimento que nos faz enearar toda
    e qualquer discussao theologica como uma prova
    de simplieidado e de mao gosto tem uma razao de
    ser, e provem da opiniao, radicada e justa, de que,
    em tal ordem de ideas, cousa alguraa e verdadeira
    nem falsa I
    Voluutariamente a Italia se tem collocado no
    mesmo terreno e sob o mesmo ponto de vista; e
    por isso a emogao que a abala agora mesmo nada
    tem -de commum com o concilio, que, se nao fos-
    sem as condigoes politicas da Italia, toria sem du-
    vida passado alii desappercebido, visto como a si-
    tuagao do crente, do que duvida, e do que nio
    ere, em relagao a igreja, e alii quasi a mesma que
    se moftra na Franga, tendo alias tendencias para
    ultrapassar os limites em que seacha nesta ul-
    tima.
    Aetaalmente, alii se raciocina exactamente como
    racioeinavam os averrorlstas italianos da segunda
    92 1/4 ; fundos brasileirosf de 5 /., do an-
    na de 1865, a 101 1,2; ditos do Uruguay
    d* 1871, do anno de 1871, a 59 1/2 ; ditos
    argentinos de 6/, do anno de 1871, a
    95. Mercado da cafe desanimado. 0 car-
    regamento de assucar da Babia pelo navio
    superb foi vendido a 20/ por cwt.
    New-York 3.Cambio sobre Londres 4,86
    1/2. Ouro llf>. Cafe do Rio fair a 17 1/4
    cents por libra. Algodao mediano uplands
    a 16 3/4 cents por libra.
    Liverpool 3.Mercado de algodio des-
    animado. Venders m-se 12,000 fardos,
    sendo 1,600 de procedencia da America do
    Sul. 0 fair de Pernambuco e de Santos a
    8 1/16 d. por libra, e o de Maceio a 7 15/16
    d. por libra. Mercado de assucar sem al-
    tera^ao.
    Hamburgo 3. Mercado de cafe muito
    baix>.
    Havre 3. Venleram-se 1,000 saccos
    com cafe do Rio a 98 francos.
    Rio de Janeiro 4.Csmbio sobre Lon-
    dres 26 d. bsneario, e 26 1/8 d. particular.
    Apolices geraes 1:033$ JOo!
    Bahia 4.Cambio sobre Londres 26 d.
    bancario, e 26 1,8 d. particular.
    (AGENCIA AMERICANA.)
    Vlo-
    i.i-. erpool 3 de setembro.
    dii>: o mercado deste genero nao
    Moirreii altcra^ao al^uma ; as ca-
    tacoes Mii.i as mesmas. Assucar :
    venileu-se taoje e da Bahia a H/O e
    9/8 n"o caes j esta flrnte. Couros :
    o niereado esta Ormissimo.
    Londres 3.-ConsoIidados 5/S ;
    iiiudo.x brasileiros lot 1/8 cinco
    por cento fraucex 88 3/4. Cafe i
    baixando os prccos sao nouii-
    naes.
    Madrid 3.-Foi dcmittiilo o minis-
    terio. c Magasta encarrc^ado de
    forntar o novo-gabinete.
    Berlim 3. o linperador recebeu
    lioje em audiencia ao Kr. Olii eira,
    representante da Republiea Hespa-
    niiola. que assim se acha,reconhr-
    cida pela Allemanha.
    Lisboa i. -Cliegou o paquete in-
    gle* CUHCOVADO, que segue noje mes-
    mo para os portos>do l*aciHco pelo
    iti-asil e Rio da Prata, tocando em
    Pernambuco e Bahia.
    Rio de Janeiro -1 de setembro A 1
    h. e 35 m. da tarde.Por decreto
    imperial datado de hontem e lido
    hoje nascamaras, foram estas pro
    ro^adas ate o dta l deste mei,
    "Vi sessao de ante-hontem o depu-
    tado, por Serglpc. Leandro Beier-
    ra, apresentou um requerimento
    aceusando o ministerio por causa
    da questaa ecclesiastica. Este re-
    querimento foi enviado a uma com-
    uiissiio especial, que deu noje o seu
    parecer conta elle, innocentando os
    ministros. Continua em discussao
    a lei do recrutamento. que sera,
    talvez, a unica medida governa-
    mental que passe na presente ses-
    sao. Cambio sobre Londres SO 1/16
    bancario. e Se 1/4 particular. Sa-
    hio para a Europa. pelos portos do
    norte, o paquete rrancec ERYMANTHE.
    Tambem sahio para Pernambuco o
    patacbo nacional MARIA EMILIA. Che-
    gou ao Rio Grande do Mul o brixue
    nacional SAHY, procedente de Per-
    nambuco.
    iiuoiioH- lj res t. Mercado sem
    alteracao ; nao ha existencia de
    gordnras.
    Montevideo 1. Xarque, existe
    em deposito em todo o Rio da Pra-
    ta, meio milhao de qulntaes. Para
    o Brasil vendeu-se de 39 a 10 rea-
    lea.
    Madrid 4.-OSr. Magasta acaba de
    organlsar o novo gablnete pela se-
    guinte forma interior, sorrnno t
    guerra, Bedoja: marlaba. Arias t
    commercio. Navarro Rodriguez e
    nas outras pastas fleam os antlgoa
    ministros.
    Bahia liissii.e i* m. da tarde.
    Cambio sobre Londres SO banca-
    rio. SB 1/8 particular. .-Irenes do
    banc* Mercantll H de prcmlo.
    Assucar 1 loo a 15*s de Naiareth
    lOltO < branco 1995 a S150. Care
    de Caravel I as 558 a (iHi Cacao
    commum a 9S5.
    Rio de Janeiro 4 as l li. e 55 m.
    da tarde.Foi approvado o parecer
    da commissao especial innocen-
    tando os ministros da fazenda. es-
    trangelros e imperio. dado ao re-
    querimento do deputado Leasdro
    Beaerra. que aecusou aquelles func-
    cionarlos par causa da quest&o
    rellgiosa. 80 home contra dous
    SESSAO DE 17 DE MAIO.
    (Conelosib.)
    O 8r. >ascimento Portella :(>'* *e-
    volveu eu discorso.)
    O Sr. Tolentino de Carvalbo:-Sr
    presideote, veoho pela stgund* vex a tribooi
    como virei Uotas quantas roe tor posrivel e jolgar
    de impre.-cindivel necessidade, para, nio so >o.*leo
    tar o projecte, qae live a honra de sabaeOAr a
    considerable da casa, eoroo Umbeu apreciar as
    consideracOes feiUi pelo nobre deputado pelo i.
    diatriclo, uoico e ei'orcado propngoador djs ik-
    reses e dos direitos da provincial limitrophes
    U Sr. J. Mkli.o Rego : Nio ; foi sea aaMrco.
    0 Sr. Tolentino de Cabvalho Asm*, asrea
    de eotrar na materia, e meu rigortso dever reo-
    ponder as consideracOes feius pelo nobre depoU-
    du pelo 2* distncio, caja aaiencia nesu occasOo
    sioto qae se de, qaando live de reqaerer n fifth*
    para ser dUculido este projecto, qae era eouo cs
    pecial, visto como o men proceJimeoto fora por S
    Exc. appelli Jado de antipalriotko
    Tratava-so, Sr. presideote, de uma queitao im
    portantissima ; de ama qaestao qae rnlnaso muit
    directameate com as finaocas da provincia. Foi
    para admirar, portaato, que o illustre d-putadV
    pelo 2* districto, membro, como eu, da commissat
    de orcamenlo provincial, impueaasse o reqaeri-
    meuto de urgencia, declarando qae ella concorria
    para a protelacio d.) projecto de orcamento, pro-
    jecto de lei de meio>, o que elle nio podia deixar
    de estranhar, atter.ta a sua qualidade de membro
    da mesma commissao.
    E, pois, tratando-se, Sr. presideote, de ama
    questao importante como 6 a que aetaalmente faz
    objecto da discussao, e que diz respeito as fioaacu
    da provincia, nao se podia quahOcar o meu proce-
    dimeat) de antipatriotico.
    Quando, Sr. presidente, a atiemblea proviaeial
    n i dia 1* do corrente mez appravoa am roqaeri-
    mento de urgencia do nobre I* secreurio, e pelo
    qual votoa o bonrado deputado, a quem respoodo.
    para tratar-se do projecto relativo a suppressio de
    um dos offlcios de jastica do termo de Cabrobo,
    estando os seus trabalhos em prorogacao e o pro-
    jecto de orcamenlo na ordem do dia, nao proee-
    deu. e eerto, com falta de patriotismo I
    Nio foi antipatriotico o men procedimento, Sr.
    presidente, porqae a assemblea provincial no dia
    12 do corrente approvia o requerimenio de nr-
    gencia (eilo pelo nobre deputado pelo 3* districto,
    afim de disculir-se o projecto, qie aulorisa o pre-
    sidente da provincia, a alterar como julgar cos-
    venienle, o contrato celebrado com Aoguto Cesar
    Feroandes Eiras e Evaristo Juliano de Sa, para a
    construccao do raatadoaro pablico; e isto M
    o projecto de orcamento provincial achava se tu
    ordem do dia e estando a assemblea a Godar a sua
    primeira pror3gacao...
    Nao foi arUipatriotico o meu procedimento, Sr.
    presidente, porque a assemblea provincial no' dia
    22 do corrente trsbalhando era segunda proroga-
    cao, figurando o projecto de orcamenlo na ordem
    do dia, approvou um requerimento de argencia
    feito pelo nobre deputado pelo 5 districto, para
    ser discutido o projecto que eleva a cathegoria de
    cidade, a villa do Triumpbo I...
    Comparandj, pois, todos esses factos com aqaelle
    que o nobre deputado entendeu dever censtirar
    tenho a satisfacao de poder declarar que nenhum
    fundamento tem a sua censura ; qae foi ama ia-
    jtistiv-a, (e nesla occasiao, repito, lament> a anzea-
    cia do nobre deputado) quo fez o meu caracter
    como deputado. e como membro da commissao de
    lrgamento ; a mini que nao tenho concorrido de
    modo nenhum para as prorogates da assemblea
    provincial.
    Desfeiu, como fica, a censura que o men nobre
    collega earaigi, com grave injusti^a, fez me : di-
    tas estas palavras, que servirio somente para
    justificar o meu procedimento, entrarei na maletia
    do projecto.
    Comecarei, Sr. presidente. admiranda o faclo de
    ter o nobre deputado pelo 4 districto mais ae ea-
    earregado de impagnar as consideracoes feita.-
    pelo nobre deputado pelo districto, com reueio
    ao armazem especial estabelecido nesta cidade, e
    pertencente a provincia da P< rahyba, para o fiat
    de recolber todos os generos que dessa proviacia
    vierem para d'aqui serem exportados, do qae as
    disiosicoes do projecto em discussao.
    Um Sr. Depitaoo .A Parahvba pole oa nao
    fazer isto ?
    0 Sr. Couvrnc de CaavauR : Deixarei a
    margem as apreciacdes qae fez S. Exc,em prl de
    um acto, que na minha opiniao a a expressa viola-
    c.io das disposicpes dos SS' 1* e ft do art. 179 da
    constituicao do imperio qae vai de encoatro ao
    disposto nas consultas do conselho de estado do I*
    de junho de 1816 e resolucio imperial de 16 de
    setembro do mesmo anno, e de 13 de novembro
    de 1852 e na lei provincial n. 982 de 1869; a oe-
    cupar-me bei do que lor relativo ao projecto.
    0 nobre deputado, como disse. unico a esfor^a-
    do propugnador dos interesses das provincias li-
    mitrophes, respondendo ao nobre deputado pelo I*
    distri:t >, qae ha via com a sua vox eloaaaato e
    | muito autorisada se pronnnciado contra ease tao-
    I aopolio ou attcntado a liberdade de commercio,
    feito ver a necessidade de ser approvado o projec-
    to que prohibe o eslabeleciraento de agendas 5s
    caes de outras nesla provincia, o nobre deputado
    apresentou como primeiro argjmento, qne o pro-
    jecto era inconstitucioual; e nio exhibio oalra
    prova mais do qae allegar que ama pessoa, raja
    autoridade nao nos fez conhecida, entendia qae
    projecto era ioconstitacional !...
    0 Sr. J. Mello Rego : Eu disse isto f
    0 Sn. ToLsxriNj de Carvalh) : Sim, senhor ;
    qae ama pessoa, qae julgava muito autorisada lhe
    havia dito ser o projecto racinstitutional t...
    0 Sr. J. Hello Rboi .-Eu nio disse tal.
    0 Sr. Tolentino de Carvalho : Tomei nota.
    0 Sr. J. Hello Reco : Pois eu nao podia ea-
    tender qae uma qaestao era inconstitacional seat
    consulur a outro ? 0 qae ea disse foi qae, esa-
    versando parti cularmeote com ama pessoa, esta
    ehamou a minha attencio sobre am ponto, ao aaa
    eu nao tinba attendido, e era qae e projecto peto
    modo porqae esta redigido Java lugar qae asata
    provinia se cobrassem direitos sobre oo geaoros
    de outras provincias. Eolio accrescentei ea qae
    havia esta razao inconstilucional-
    0 Sr. Tolentino ds Carvalho : -Fui isto o qae
    o nobre deputado disse ?...
    0 Sa. J. Hello Rbo : -Sim, senhor.
    0 Sr. Tolentino d* Carvalho :Eatio nao la-
    rei mais observances sobre este ponto do sea au-
    carso, do qual alia* tinha tornado nota.
    Sahindo, porem, o ponto da inconstit.
    dade, e do qae traiott muito ligeiramente,
    o nobre deputado para o terreoo da (nail.
    0 Sa. J. Hello Rego : -Nio competeacia
    que a lei e constitucional.
    0 Sa. ToLomo dc Carvalho : 0 illustraao
    depaUdo que acaboa de or-r, mostroa exbobo-
    rantemente a c>mpetencia qua lean aa aisia
    bleas provinciaes, de legislar sowaala para deaaro
    do lernlorio da provincia. Por onseqaeaeia, e
    is de oatras pro-
    estabelecimentj de agencias uscaes






    to;

    .11 J'
    u\
    Oil
    de Peraambuco Sabbado 5 de Setembro d6 1874
    : MJtfl/ I W/J
    Wneias na de rWiambuca, nao iotitcOo de ser, I tade .q^nij^eartwy em K$*J|*^ .
    porque as assembles* das provra**. HiU*>pltor -V.m **># iii**r a*** W
    ttio podera legislat V a ptwiucia de Pernam arovluci.U<.\!*ttoaspr m.u^de. Mi
    buco.
    '.
    *
    fe|
    admraittrafor do coasniado a casa eonj-rwrctai 4b .nrvi'iea\>s nio offsndiam os direitos ^icomrnercio.
    >, iffte.a Tatso & Inn \ i u iu port'.rn no sentbl* #alr*r E* o pragrin agente focal da Para by-fa* iwsu c*l i-
    i.i*i lew
    mssss renlai
    0 Sa. J. Mello Baeo : -Isto nao Glegislar para
    a provincia.
    - 0 Sa. ToLHrtW* R C.\nv.\no : -Eotao o que
    * ?... P.is se a assemble* das Alagoas, Parahy
    ba e do Rio Grande da Norta vtara lei* estabele-
    tiendo agendas Ha provtncia do Peraambuco, nao
    isto legislar para a proviuoia de Peraatnbttco T.
    8Sr. Pinto Pess*> da at* apart*.
    Sh. Tolkxti.vo m CartaiM :Tomaado *m
    consi leracio o qua acaba de dtntr rae o nobre de-
    putado, respoado ao ssu apart* dizendo que a
    asseoableas provinelaes, pelo direito que teem de
    impor, toem tarabem a direft da crear agencies
    iseees ; mas ^de podem faser do manem qae uao
    offenda acs tratados, as leis do paix e aos direitos
    de outnrs provincia?.
    QO Sr.=Pisto Pessoa : -Tratados de oatras pro-;
    vincias, com quem*..
    O S. Tolenti.no e CksCTAUiQ : E' esta uraa
    perguata que nao se faz ; perniitta o ne>bre depu-
    Hwe*^twlRe eiga.
    OSr. Pinto Pessoa : Pcasei que eram d.s
    provincial* entre si.
    O So Tonumvo dc*Garvai.ho:Fa V. Etc-. } nao pode peasa* assira, item supper-*jae
    en podesse adaptar semelhanta dislate I
    Eutretauto, Sr. prreridoot*, mnianto o cammho
    de que fui Un^ado fora pela itergoata do nobre
    depulado, a que pveferi dar immediata resposta,
    ptamigniH sustentaudo que as assemble** pro
    vidcTaes peto^6. do art. 10 do act > wMlelonal.
    Worn dtreu dosmpiir, e por eeasequencia de
    crear ageac-ias -para a .uroaidaciU e uscabsa^io
    de suas moat ; ma* este dtre*tu uiio vai uem po-
    tr*o poHto de, araJa qm>. de hva, olTemier aos in
    t-rBes edlre;! >s do out w provincial.
    0 Sr. Piwto*ssoa :Kto .jae licamroBendidos?
    Todos o* dias vcjo e>U joesiai.
    0 Sa. WWKO ok Cvhv \lho : Ja provei uina
    *en e It ei ai4a m.casia i d* prorar *o nobre de-
    pntade, et) pis d< dinnlos dejta proviofiia sao of-
    fendidos pelas pro vincias limitrophes.
    O Sr. fcra 1'i^s i\ : \ranns a ver isto.
    O Sa. Ton-'iii* DB CAuvAi.no :Sr. presidente,
    a assciablca *roVidi;lal d P rnanibuf.-i, em I8ji,
    no a t li da lei do urcameato provincial, esta
    boleceu a ISfUhlte ilHp6siiJa4 (M)
    a Picao-gjv^nioaulorisado a suppnmir a agen-
    da eneanvga ia ia cobran;a dos airettos do atgo-
    dndi-..*.i provincia exportsdoi rm Alagdas, e a
    rjKcenc'or.ar com a president da*[ueHa p-ovin
    cia hbre. a inJemni$ai;:Io deltas direitos ...
    Vio o nobre deputa lo o que fei a assemble i
    provin:il de Pernamouco'eio l8ji*... Pois bein;
    chamo para i;io a beoovola attca^ao de V. Exe
    Agora veja a que diz o governo m aviso de 16
    de abril de IS33, um anno dep >is dessa autorisa-
    da que e digoo da apreclacie de V. Exc. que tSo
    alheio parece e-tar a qaestio. ("(:)
    a Dcclara digm de reparo wn artip ia lei da
    a:semb(ea de Peraambuco One ujrfW&oa o presi-
    deni regai* da percepfSo do nttposfo ia Igndao, ea
    cj.nv.!""'-ionar cum a provincia das Alagoas, para
    oade so exporta, a inde:nn.sai;ao do respective im-
    po>to.
    Pergunto en ago-a an n bro_ deputado seas
    provin.rias podein faier couvenrjfio, entrar em ac-
    ordo?..
    8 ftt Pinto PeSsoa : N'n sei que aqui haja
    a:crdo.
    O-Sr. Tor.ENTiNJ o" Carvaliio :Pois o que 6
    cwWJicao ?..
    O Sr. Pint) Pkssoa : E" couforrue o modj de
    cntecder ; o nobie depntadb enteaJe que eute ne-
    |ocio redan la cm inn accort*. mas isto nao e ac-
    corth.
    O-Sa. Tui.'.ntivo DB Carvai.ii) : 0 nobre de-
    puiad" allirniou quo as provide a* podem regular
    a fucilHai-ao de suas reocka por meio de accor
    do* e convHBioe*.
    OSr. Pinto' Pbssoa : -Ja vejo queo poato prin
    cipa! da iliscussao tern sido desjlteniiJj: assim
    me. parece.
    0 Sr. Nascimkst) Poutklla : (ao orador)
    . v...\.x que vai bein.
    O Sh. i'lNro Pbssoa : Vai bein ; mas nio neUe
    poato.
    tHa ontros aoartes)
    iSr. Tolkntino de(>ahv..liio .Mas eu ja nao
    uero usar do aviso de 16 da abril de 18'j'i para
    Jijvar a conviccio ao espinto do nobre depu'.ido.
    Hi;. S Exc. que um aviso-----
    Um Sa. Dhfcta >o : O'dinaii^i.
    O Sa. Tot-stino de Carv.'.liio :on or>fcnnnca,
    eoma cliarna, nao r-eoln mn quesiao desta or-
    dem. Pois bum ; dOero esiar de aceordo cum a
    opiuiao do n:;i>re d^patado. Quem rawlTO uma
    questto desta ordein a o S 6 do art. 10 do acto
    adlicioual, quo vfaciaos para leaislMPoi a respeito da arrecadagio
    e fiisc.iiisaca* das rendas. AeeiU a substituiedo
    d i arguin'Mit :'....
    o -. Pinto Pbssoa da um aparto.
    0 Sn. Tol ntino de Carvalho :De accordo ;
    mas se as aasemtileaa proviaciaes nao podem le-
    gislar senao (>ara dentro do terntorio das re-pec
    tivas provlncias, o que se segue 6 qae nenhuma
    provincia pode e.-iaoele;cr agencias em ouiras.
    Bttoa cert i d qae a nobre depatado nao eontes-
    l:ifj esta OoacltKa-i.
    (Ha a!^un< ai'arte )
    0 Sh Tolkntlho de Carvaiao : -Disse o nobre
    depatado, o unico, repiio unda, qua se ergueu
    para upper s>e ao projecto que.se discute, quanlo
    laHca pela priBMira jue o mesmo projecto
    ra ulil, era coavenieute, e joe estava convnncido
    leqiee'.le bavia de ser apurovado, vitto o en-
    thusiascio Cora que a assemblea o recebeu ; no-
    lando, porem, que a ua redacfto era ma, por
    qnaa'.o a pnmcira parie e uxativa, c a segunda
    lacultaiiva ; isto ', que a lssemblea piobibe ex
    prcssamente oestabeiH!iioeat>i das agencias de
    oatras provincias, ao passo qua antoris o presi
    dente da provincia a soppriiuir aqunlla^ que por
    forija do arl. 32 da lei n. IfiM le 13 de junbo de
    1872 forain crefedai nas ru/iucia limitroplies.
    Vm re-punler au uibre deputado neste ponto ;
    on deslruir essa parte da sua impngaa;ao.
    0'presi leute da provincia seniiores, crcou agen-
    cias por autori^aclo da asrembi6a provincial ; o
    qae dever-se hiafazer seniw autorisal-o tambem
    a supprimir essas agencias ?
    0 Sn. Pwto Pessoa :Isio e nm contrasenso,
    ild me licence para dizer.
    O Sr. Tolesti.no db C\nv\LH0 : -Em qae 6 qae
    Stt 0 conll a V'l--) .'
    0 Sn. i'lNTO Pessoa :Se aassemblea provincia!
    aao pode crear ?
    0 Sr. Tole.ntino de Carvaliio : Taato pode
    que aulonsou.
    0 Sa. Pinto Pe-sia :Se a assemblea da Pa-
    rabyba nio pule leg>timamonte crear, o presidea-
    :.' in la tem que supprimir
    0 Sa. Tolentisobe Carvaliio : Nao tralase
    agora de supprimir as agencias da Parahyba tra
    .a-se de supprimir as agencias desta em outras
    provincias 0 nobre depat do, parece me. que
    nao eutendeu bem o que eu disse.
    0 Sa. Go.ni;\lves Fchreira da um aparte.
    O Sa. Tolentino de Cabvalho : E taxativa a
    primeira parte do projecto Lorque n-.o ha disposi
    ij30 de lei em contrario; ^tixativaaprime>ra par
    i"e do projecto porque a assamblea e compeleate
    para faz-l-o. Ma- desde qae (oi o presidente da
    provincia quem creou as n.ssas agendas por au-
    osrisay.io da assembled, parcee-me que sem ofTen-
    ta a ella, a a-^-miile-i nao podia terniin&uteaieutH
    supprimir as referidas agencias; o que devia fazer
    e deve-o, e dar-lbe auturi-f.cao para isso.
    0 Sr. Pinto Pessoa : Perfeitamente.
    0 Sr. Tolenti.no de Cahv vlho : E' urn acto de
    delfeadeza, de deferencia q.ie se deve ter com a
    presideocia da provincia.
    0 Sr. Gjncalvbs 1'kiiii;:i ia : Esta delicadeza
    devia ier ciiegado ao outro ponto.
    0 S*. Tolentino db Cabvilho :Mas essa defe
    reneia a-s-ir.a anicameuto em ter sido a pn-sj
    dencia aotorisada a crear a- agencias a ter usado
    da antorisacao; portantoredigmdo o projecto aova
    antorisagao coacedi-lbe pant snppressao das mas
    mas ageucia-.
    Com relacao as ouiras atfeaeias, as das provi-
    cias limitroplies nao ba disp^sicao eai rontrarki;
    a assemtilea procura Lunar uma medida termi
    nante, uma medida prohibit: ?a.
    Enireiioto, euibora ponltre o no re deputado,
    que o presidente lica com a faculdade de conser
    var as agencias dsia em outras provincia-, nao
    devem )i nem p..demos esporar a con-ervacao da
    laes agencias: por qaantc em vista da I i que
    probibe as de outran ne ta pr jviocia, nao e possi
    va|, ereio poder afflrm .1 o, qie baja presidente qae
    proeeda de inodo contrario.
    Nasia parte, portauto uea mraa procdeacia tem
    a argumentajao do nobre depulado
    Dwsa amda mais o nobre oVpatado qua a offea
    sa aos direitos da provincia ile Pernambuao tem
    side increuada so.neute a proviacia da Parahyba ;
    e avenuu e-ta prop_os>oao cheio da coavh-cJ..
    coo*orrido para a de;*rau lac/to das
    provmciaes. "E' o'ecastio de cNam.tr a ^'Reri;to do,
    iiobre depotado qno sa serrta a-miaba frente, ptra
    a effen-a -dos dinitoi de Pcraambu; > uma vet
    qae manitestoa a vouiade de ver isso...
    0 Sr. Pinto Pessoa :Has olbe jae a questao
    nio a camigo.
    0 S Tolbnti.no db C.vavAlJii :Observauli
    que a nobre deputado tarn i:ma 1 uella uma par-
    te lit activa, t-.m procurado eoatestar-me comas
    -'.in apartes ; dtto quo queria ver isso e ale pe-
    dida qae eu ihe npresenie cerfos factos, bem ve
    qne nio posso deixar csclarecido t atila lo eipinio para ease pout >, afim
    so aodepois diier me sea provincia de Pernam-
    ttuco tem on nao sido offendraa em seas direitos
    0 9r. Pinto PessoA.-SaUo diga-me o nobre
    deoutado : ja esgotoa a questao da direrte ?...
    OjSr. ToLKNTiNODEGAaVAHio : Seejduvida ne
    nnuma; subreerta nio acticularei is palavra,
    porque julgoa esgotala.
    Ja provei a airwto da assemblea com o que dis-
    p5e oacto ad*cioual, com uma dcoisao do governo
    e ate quando pela primeira vez faHt-i, com a opi-
    niao do Visconde de Druguay, upiaiao- rauito au-
    torisada e irrecusavel.
    Attenda, peis, v. Ec. a resposta que passo a dar
    ao nobre depotado pelo i distriflo.
    Disse esse illustre iieputado quo someatc a pro-
    vincia da Parahyb* aecasada do offender os di-
    reitos da do Pernimbuco.
    0 Sn. I ello Rego r-Estava persnedido d-
    so ; mas oatro dia o nobro deputado ja me disse
    o que Uavia, e eu nao faco questao deste pouto.
    0 Sa. Tolektk.0 de Carvm/*) : S.iUsfaito com
    e-sa dedarapao, (|uero comtudo demonstrar a pro-
    posir;ao que avjacei : quero que o uobrc deputa-
    do lique perfeitamente convencido disto.
    Eis o que diz o admin'rstrador do consolado em
    o seu reiatorio ituuo do 18*6 dirigido ao inspector
    da thesouraria provincial : (Lo)
    Pelo vapor P.irahtjba, da Corapanhia Pernam
    cana, eutrado ue-te purto em 21 de junho, proce
    deute do de Penel >, oioterm-dlos, vieram 22 sac
    cas com algodio Je Jojjfl Gomes de M-aoies, e 60
    de Antoaio Alves da Luz, os quaes apezar de de-
    clarartm em Pen'do qae o algoeita era de pruduc
    aio desta pimciuiia e da cmarci 4e Tac-ratu lo
    '/'im obrigadosa pagar alii o imp Mo ptra a pro-
    niucia Jus Alagoas, conlbrme as declaiasoes qu liieiam nc-la repartici).
    Ja ve, portanto, o nobre deputado.....
    0 Sh. J. Mello Rbco : -Entao da lieenca para
    um aparte ?...
    0 Sit. Tolentino D3 Carvalho : -Pois uao...
    0 Sr. J. Mfxlo ego : Ja v<- que a difle-
    renja nio foi daqui, foi la no ponto em que se
    eob'raram os direitos; isto consta do rebHorio.
    Por consequencia o defeito nao da ageucia, e da
    reparticao de la.
    0 Sr. Tolentino de Cahvalho:'Kaoestou fal-
    lando simplesmente da defraudacao; estoa mos-
    irando ijue osmossos direitos nao sao sonieate of
    fendidos i>ela provincia da Pantliyba, como disse
    o nobre deputado, que ale sotoW isto invocoti o
    testemunlio do inspector da the^orrrarfa.
    0 Sit. Pinto Pessoa :1^ us direitos ba sem agonies se'us aqui, nao polerao Hear of-
    fen lidos. ?...
    O Sh. Tolhnti.no de Cauvalid :Xao, seahor ;
    estabeleca a Parahyba ageuies em seu lerntori.),
    nos' .-eus liraites com a provincia de Pernam-
    buco...
    OSr.Pi.nto Pessoa :Circjlaudo a provincia
    toda I
    0 Sn. Tolknt.'No de Carvaliio : -E porque na
    provincia toda, e nao uos pmtos em que ha pas-
    sagem para a provincia de Peroambucof
    0 Sit. Pinto Pessoa :Sao muitos.
    (Ha oulros aparten.)
    O Sn. Tolentino de Cahvalwo : ...estabeleca
    agencias no sou territorio, que os geoeios para
    aqui exportados e acoiupanhados das respectivas
    guias serao peri-nlo o cousniaOo provincial consi.
    dorados, cmio ja teado pago os direitos provjD-
    ciaes. porque as.-im hiania a nossa lei provincial
    n. 707 de 3 de juuho de 1868.
    A provincia da Pa ahyba, poio.ii, deixi de ar-
    reeadar os s'eus direitos na agencia que tem uo
    stu territorio, para mandar e-bra-los na provincia
    -le IVrnambuco e em outras, por meio de guias
    fornecidas aos portadores dos generos. Porque
    razao a provincia, da Parahyba nio arrecada os
    seas direitos nas agendas que tern no seu territo-
    rio ? 0 illustre depulado (que e filho da Parahy-
    ba) deve saber que la exislftin agencias enearre-
    gadas apenas da expedivao de guias.
    O Sr. Pinto" Pessoa : Entao el!a deve ter tre-
    zeutas uu minheulas agencias.
    0 Sn. Tlentino de Carvai.ho :Nao sao ne-
    ccssanas tantas. Oj direitos oessa provincia nio
    sao arrecadados pelas collectonas?.. Hi, porvea
    tura, qumieutas collectorias circulaudo a pro-
    vincia ?
    0 Sr. Pinto Pessoa :-lslo 6 coosa outra.
    0 Sn. Tolentino de Carvaliio : Nio 6C0US-1
    outra. e um argumeulo que tern todo o cabimeiito,
    quando sabe-se que esses direitos polem ser co-
    brados pelas collec orias ; e tanlo assira que o
    presidente da proviucia supprunio diversas das
    agencas que creou, danduas collectorias a mis
    sao de arrccadarem as rc-nl.-s provmciaes.
    O Sr. Pi.sro PrSSOA : -Uada vez estoa mais coa-
    vencido de que o escarctJo qua o levaniou uesta
    questao, nao tem rwao de ser.
    0 Sa. Tolent'NO de Carvaliio : Acredito que
    o nobre depulado tem razoes sobejas'para nutrir
    essa convic;ao.,
    Volto a coatiuuagao da resposta ao nobre depu
    tado pelo 1 distncto, que tein-se occapado da
    quest ao cum miis inieresse.
    0 Sr. J. Mello Reoo : -dm mais ampeuho.
    0 Sn. Tolentino de CAiivaHo Ou com mais
    empeuho ; pecoltie uue uao faga questao da pa
    lavra, aceile a como synonima.
    A provincia das Alagoas ainda prejudicou a de
    Peraambuco com o seguiute facto que vou referir
    a ca a e particularmante ao nobre deputado, para
    que li iue delle iuloirado. 0 praprio inspector da
    tbesourari. provincial, que ioformou ao nobre de
    pntado nao haver a respeito da defrauda$ao das
    rendas de Pernimbuco senio factos da provincia
    da Parahyba quando chafe de seeeao do consulado
    expedio a seguiute portaria : (Le)
    0 chefe da i* seccae, no iinpedimento do Illm.
    Sr. adminisirauur teudo communicacao, ^por parte
    do Sr. con.create Joee Luiz de Souza, de que
    forain importadas nesta praca pelo vapor Gustao
    de Orleans, como producio, de Peaedo noventa e
    duas saccas de algodao com a marca L J A C a
    ciucoeuta a um meios de solla com a mesma
    marca pertencenles a Luiz Jose Alvos da Costa,
    e teudo esle coraparecilo a esta reparticjio p feito
    declaraca* de que os referidos generos sao pro-
    ducfao desta vrovmcia, por procederem da fre-
    guezia de Aguas Bellas, ondee o mesmo AI es da
    iosu domicilia'Jo e agricultor ; delerraioa ao Sr.
    Dr. chefe da 2* secca q .e tomaado por escr pto
    a dec!ara;ao do indicado Alves da Costa faja em
    srguida as ^ompetentes notas no maoifesto, no sen-
    lido de considerar aquelles geaeros como desta
    provincia a portanto sujeitos aos respectivos di-
    reitos. i
    Ja ve o nobre deputado qua a provincU das
    Alagoas tem por mais de uma vez concorrido para
    a defraudac-ao das rendas desta provineia.
    0 Sr. J. Mello it ego : Nao me referi a pro-
    vincia, referi me a agencia.
    0 -R. Tolentino de Carvalho : Disse o no-
    bre deputado que so a provincia da Parabyba se
    impotava o facto de defraudar as renlas de Per-
    aambuco. Mo.'lrei nessa occasiao quo era isto
    ioexacto e acabo do mosiral-o aioda com a leitura
    de dous documeatos oilkiaes, o relatorio do admi-
    n etiador do coasulado provincial de l8o9 e uma
    portaria do mesmo datada de 17 de abMl do anno
    passado.
    0 Sa. J. Mew.o Reoo : Gem a leitura desses
    nocumentos nao fez mais do que conllrmar o que
    eu tuiia dit.
    0 Sn. T lentiko db Ca&valho : Em eontinua-
    cao a estes factos, Sr. presidente, aleia de oulros
    quo apresrntei quando pela primeira vaz live,
    occasiao de tra'.ar do projecto que se debate, exis-
    teia os segaiate- que passarei a rclatar a casa,
    como uma sequencia de argumeolos, e.u qiu
    fuadameuiouo projecto, additivo ollerecido ao de
    orgjiiieu'.o provincial.
    Em 25 de agsto de iS66 oJiciou o admini-ua
    dor do cousulado *o ioapector da Lesouraria pro-
    vincial rt-piesei taodo conira a elassillcacao dada
    como de procedencSa da Parahyoa 2J0e uros'e 38;
    saccas deel .ranlo a.parte serem os generos r-fe-
    ridos desta provincia.
    9 Sr. Goncal ves fsaREiRA : Tado i-a> provi
    contra o ageaie e nao; coutra a provincia.
    0 Sa. Tolentino ds Carvalho : E o qua
    represeata o a,.e-.ite ?
    0 Sr. Pinto Pbssoa : E' nm facto isolado.
    0 Sr. Tol n ino db Carvalho: -Nao 6 um
    fact iola lo ; 6 uraa serie de factos. Chamo de
    n.>vo aatten .So do nobre d-putado para esse
    lU cmn qiaa#a de I.t7i ASOS, snlilraAiqa aos de .inemVnm um dspoinienlo quaalH.em am.pro.
    pofre4proviiioiaei* ior t.r iiiipnrudo 378-Acq** ws-o criiBe, iecUra que So sabeuao ^tem com
    d'alg.14o co:no Ja pr-n:i.i da Parahyba^quando pru aaiaccas de :.|gnlao (rfere-. as do quo
    eram 'lias dupieduc^i) desta. y ^ rr.HtiV|CB:Ra guia falsiiicada) f 'Si -pre T>>> *tfir*
    0 8a." Pktu Pessoa : 0 gae signinca Iswt J^artae comprador nao so pagan a* Atredot At-
    Foi ara contrabau'Josinho. coino se da em todas xndos d provincia di Parakaba com* a esta.
    as provincias. Para acabar com os coolrabandos Ja ve o nobre leputado qua ahi esta o prejuieo
    * quo-srjbia*fftdo quer supprimir as ageo- do coiamofcio; ahi estao as ageacias buxli
    ' tal forma os direitos perCMcemes a* esta ea aqcel
    la provincia, qae ate o aegoeiaate vem a ser pre
    eias?
    0 Sn. IolWUSo de Cxav-ALno : E pergan
    U o nobre deputado o qne si guinea isto 1 1 ju*cado.
    Sr. Pi.ntbPf.sso^ : Dm caatrabando. ; Sr. presideate, voaconclalr.
    0 Sr. TolshTino di: Carvai.wi : CmtraSando A bora esliadiantada, e hetelizoente toda
    simplesmeoKe, uao ; porqae uao posso admi^ir qae que tenho de fill ir sobre esle assampte eabe-ae
    am agente fiscal, um empre^adc da faienda fa-. occasiao coma esta.
    voroca o eontrabaudo, expondo a sua reputaca>| Julgo qae tenho dito roais do qae o MCciente
    de empregadi, corametlendo am crime. Nao I para provar aprocedenclado projecto; ado sen
    ao contrario o que tae ftreco e qae a agnate da tar-me-hei, pa*am, sem qae, raptnada as palavras
    Parahyba deixoa passar cono dessa provincia o; ao nobre deputado, observe que a casa adoptando
    algtodae da de Pemaaebuco seraeuie coin a wtorlo com tauto eulUusiasino o projecto na sua primeira
    - discu^sao, nio podera deixar de na segunla e tef-
    cefra adopta le do" mesmo modo. (ApoTados)
    Sera mais no acto de coherencia e summa jus -
    tica da as-emblea I (Mui'.i bem, muite bem)
    o r. -a. MttUo meg>-Sr. presidente, en-
    tentfo que devo uma resposta aos discursos dos no
    brea deputados pelo quinto e pri:neiro districtos,
    que m< precederam na disenssao ; ficando assim
    ainda unit vez na obrigaoio de, coatra o rae a de
    sejo, occapar-me com a questao das ageacias de
    de augmeutar a sooima da sua porcentagen. Nada
    Entio repre-
    mais.
    O Sr. GoKALVJE8 BmtmiU
    senlcmos contra o agente.
    9 Sr. Tolkntwb be ,Canv*o : ^ntenie 04
    nobre depuudo que a assemblea deve ocenpar ?e'
    em dirigir reirasentacees contra os Jrgentes Sines
    da Parahyba, Alagoas ou outra qualquer provin
    cia ? K represeatar a quem ? aos presidents
    dessas raesaias provincias f Pode a assembla fa
    do ? E quanlo podesse que valor seria dado a outras provincial
    essas represeatacoos T
    O Sn. Pinto Picsse* da um aparte.
    O Sr. Tolentuio e Cabvaujo : Mas a pro-
    vincia tem o direito de prohibir u impedir que
    existam meios polos quaes os coatrabaul.ss appa-
    regam.
    Em fi de sctenibro do 1871 ropresenton o ad-
    ministrador do coaiulado ao inspector da thesou-
    raria contra a folsificacSo de uma guia de 7i sac-
    cas de algodio como da Parahyba, sendo ellas
    desta provincia, como ainda oepois foram consi-
    deradas por decislo daquella reparticao.
    Em \ do ncvembro do mesmo anno, foi romet-
    tido ao inspector da Ulesouraria o ternio de appre-
    hensao de 8b" saccas do algodao como de proce-
    dencia da Parahyba e por .decisao da juula fica-
    ram sujeitas ao pagamcuto dos respe:tivos di-
    reitos.
    Em li de feveriro de 1872 informou-o consu-
    lado a thesouraria e que na ultima quinzena de
    kctcmbro proximo passado, cerca de/OJ saccas de
    algodao foram ccu-ideraJas como da provincia da
    Parahyba p-lo seu agente fiscal na eidade de
    Goyauna. E chegam a especnlacao c a fraude a
    til ponto quo csse agente, segundo sou iaformado,
    foi eocontralo disinbuinlo guias nesta capiul!
    Sr. presideiiie, resta-me aiu la tratar da apre
    ciacio dos snbstitutivos, dos duus substitntivos,
    quo o nobre depulado, impugnqdor do projecto
    apreseatou a con>idera5io da casa.
    0 Sr. J. Msllo Heco : Nio obstaute estarem
    relirador I
    0 Sn. Tolentino dp. Carvalho : Nao obstan
    te estarem retirados. 0 nobre deputado fallou
    sobre elles; ju>iilicou-os e eu nio live occasiao de
    responlo. Itio, por isso que negarain a urgencia
    quo requeri. Quero fallar, devo fallar sibre
    tiles.
    Diz o o l- substitativo : (le)
    a 0 presidente ea provincia fica autorisado a
    enleuder-se com os das provincias que nesta teem
    agencia oara a arrecadar^ao de inipostos de expor
    lagao e com elles coucordar ao meio de substi-
    tuir o systerna de arrecada;a que se;a mais proveitoso aos interesses das mas-
    mas provmcias e desta. Podera o mesmo presi-
    dente extinguir as agencias qae esta provincia
    lem eai outras e permiltir que o consulado pro-
    vincial arrecale as rendas das provincias que re
    Urarent os seus ageates. >
    Ora, e-te substitutivo ja nao tem razao de ser,
    p.irj-.ianlo o seu aulor relirou-o sem que, e & ao-
    lave! essa circuoi-taecia, fosse eile impugoado.
    Eotretrauto devo dizer apenas duas palavras _
    seu respeito.
    Porque retirou o S. Exc. ?... Seria porqae r.;
    onhecia quo o systema adoptado para a arrca
    dacao das rendas das outras provincias uao e pro-
    veitoso a ellas e a esta !.. Por fsse lain o subs
    litutivo tem o fuadameato do projecto. E n mi
    aha npimao, porem, era elle inacceitavel porqae
    em primeira tugir autorisava accordo entre os
    presidentes da3 provincias limitroplies quando es-
    ta pmvado que o acto adcional probibe serae-
    Ihanlo accordo ; em segundo log ir dava ao con-
    sulado provincial a att ihuicao de arreadar as
    rendas lie ouiras provincia*; de modo que o
    constituaum verdadeiro eaixdro de cobran?a
    daquellas provincias, pue teem relacSes fiscaes
    com a de Pernambuco.
    Um Sr. Deputado : Lombrc-se ao raenos do
    requiesctt in pace I
    0 Sn. Tolentino ds Carvalho : 0 substitu-
    tivo raorreu, e verda le; mas nao 6 licito fallar dos
    mortos, nem iadagar ao menos a causa da mor
    te ?...
    A attribuieio, seuhores, qae o nobre deputado
    quiz dar ao cousulado provincial ja havia sido da
    da em 1819 pela assemblea provincial ao coasu-
    lado das Alagoas, -mas estibelecendo se uma por-
    c ntagem para os seus empregados, e com uma
    grande differenca, que vinhi a ser a da proviu
    cia que tiana de arrecadar, coramissionar uma
    reparticao daquella para onde os generos eram
    exportados. Ent etanto, o nobre deputado dava
    ao consulado provincial de Peraambuco, cujo pes
    goal e diminuto, $ muito insulDciente para o ser
    vico ordinano, principalm mte com a arrecada-
    i;i*i das aauuiJades perteaceate a ompaahia Re-
    cife Drainage, como tulo consta de divarsos rela-
    t irios do rospectivj alministrador, dava. repito, es
    ta allr buicaoje nao maroava porccntagem algama
    para os empregados, nio trativa do pessoa! ne-
    cessario, ne.n da verba para exoediente ; fazia tu-
    do isso com* um favor, uraa graca a3 proviacias
    da Parahyba, Rio Grande do .Vorle a Alagoas 11 .
    0 Sr. J. Mello Rego : A emenda dizia isto ?
    0 Sr. Tolentino de Carvalho : E* o qua se
    comprehende. Desde que uio se marca uma por-
    ccntagem por esse servico, o que se segue 6 que
    se fazia do consulado repariicio arrecadadora de
    outras provincias sera retribuicao alguma !
    0 Sr. J. Mello Rego : A emenda nao diz
    isso.
    0 Sr. Tolswtko de Carvalho : Oh a emen-
    da diz: .... e permiltir que o consulado
    provincial arrecade a renda das provincias que
    re tii a rein os seus agentes. d
    0 Sr. J. Mello Rego : M*s nao diz que seja
    sem porceutagem.
    0 Sr Tolentino de Carvaliio : Desde que o
    nobre deputado nao accrescent* uma so palavra
    neste senlido 6 claro que assim se deve calender.
    E quem seria capaz de entendcr o contrario '
    0 segundo substitutivo do aobre deputado, que
    tambem foi retirado, estabelecia a racsma dispo-
    -ic,ao, dava ao consulado provincial a attribui;ao
    de arrecadar as rendas das outras provincias. So
    bra elle naia direi, pois que sao lha applicaveis
    as consideracoes ja expostas. Eatretanto, noto,
    alias tornado de sorpreza que o nobre deputado,
    qae ao principio julgoa o projecto util e conve-
    nicnte, que depois impugnou-o, ijue apreseatou
    pniaeiro e segaado substitutivo e qae retirou-os
    sem qae algu^m Ihes tivesse de leva tocado, ja
    acceita o additivo de que se trata, com a restric-
    eao unica de ser o praso de seis elevado a doze
    mezes, dando a presidencia a autorisacao neces-
    saria para proroga-Io. 0 que isto significa ? ..
    Sr. presidente, se escarceo houve na discussao
    do presente projecto foi levantado pelo nobre de-
    putado.
    0 S. J. Mello Rego : Quem faliou aqui em
    escarceo t
    0 Sr. Tolentino de Carvalho : Nao foi V.
    Exc; foi um outro deputado pelo 4* dislricto, o Sr.
    Dr. Pinto Pessoa.
    Se escarceo houve foi levantado pelo nobre de-
    putado, unico qne o irapuguou; e eatretanto ee
    deudo a for;a das vantagens reaes que para a pro
    vincia traz o projecto que se discute, ja retira quauJo o p. eseate projecto eniron em
    os seus substilutivos e ja apresenta uma emenda sao, eu live a hoara de requerer seu
    Mas me parece qu1 esta minha obrigagao nio
    dercdesempenhar hoje; -nao-eonrent de modo al-
    gum renovar uma discussao ja tao debatida, e
    por aiqor dclla retardar esla seguada discussao do
    projecto de lei do orcamento.
    A' bora esta main a liautada, ha muitas emen-
    das a votar-se, porque o projecto esta com uma
    can Ja iqimensa....
    0 Sa. Oliveiiu Andbade : Maior do que o
    cwpo.
    - 0 Sn. J. Mello Rego:Persuado me qun, a vis-
    ta disto farei bem, e ate am servipo pubiico, dei-
    xanlo que se vote hqjo a mesmo projecto. Era
    outra occasiao tesponJerei aos nobres deputados.
    Se esta oeeasiao nao a liver este anno, terei ura
    outro, ou em lugar proprio, com tauto que nao
    falte com a atteugao qae devo aos raeus nobres
    collegas. *
    E' certo que me ficoit graade pesar por nao ter
    o nohre deputado pelo primeiro district j, com o
    sea talento e com a forca da sua arguraeaiac.ao.
    comeguido ainda desta vez convencer rae deque
    de sou lado 6 que esta a verdade.
    0 Sr. Nascimento Portella :E pena.
    0 Sr. J. de Mello Rego: Creio que o de-
    feito nao resulta das boas razoes que apresentou,
    e da minlia intelligencia, que 6 diflicil de compre-
    hender (aio apoiados), on entao e rebelde a
    razao. (Nao apoiaacs).
    Eatretanto, fazendo esta declaravao, de que em
    meltior occasiao, traUrei do que di^seram os no-
    bres deputados,uao cravenho em que fosse sem
    contestacao a idea de que raoditiquei minha opi-
    diao c >m a apresenlacao das emeadas de que fui
    autor. _____________
    Penso ainda como pensava, entendo ainda qae
    a dispo-i;3o re la lira as igontias, e iaconstitucio
    nal, e ate inc. inwoiente.
    Por ser inuite-rrrrnirctr?em>(ra esta opiniao, e
    que apresimtei as einen las, com o flm de ver se
    esta assemble vota uma disposicio menos rigoro-
    sa, e de execucio mais detida, de modo a loroar
    raenos dosagradaveis os effeitos da medida.
    Convencid i de que a medida ha de pas ar, por
    que a maioria qaer, nio me oeeorrea outrejmeio
    se nao este, de diminuir o raal, mod.ficando a
    id Cm.
    Isto n:Vi importa incoherencia de proceder, uem
    renuncii de minha opiniao.
    Dito isto, concluiiei clumanlo a attencao da ca-
    sa para a quantidado de emeadas apresentadas.
    Se se adoalar o systema de votar-se a lei do or-
    camento pelo modo por que se me aulgura que
    acoatecera, entio e desnece-sario occupar nos de
    Ji=cussSise debates con leis especiaes, li escusado
    estarmos a perder tempo; a lei do orcamento nos
    basta, faeamos dalla trem de carga, e ella que car-
    regue ludo, bon> ou raao I
    Mas isto nao tem lugar.A lei do orcamento e
    lei de meios, e ei de-um la a am lim especial o
    fisco. 0 que nio tiver relaglo com as rendas e
    com os meios de liscalisacao, c objecto de ou-
    tra lei.
    A casa deve tomar era consideracao o que pon-
    dero, nio deVe votar uma lei que nao corresponda
    ao seu justo criterio. (Muito bem).
    &' lid >, apoiado e eatra coajuoctaraeote era dis
    cassao e N. 127. Fica o preside >te da provincia autori-
    sado a mandar pagar ao major Sebastiao Ant rain
    do llego Cavalcante, o que se Ihe estiver a oarer,
    proveuiente dos alugueis vencidos da casa que
    serve de quirtel aodestaciraento da villa de Pao
    d'Alho -S. R. -Oliveira Aiuir O Sr. u>ncalea.Fcrreira:-(Nao de-
    volveu seu discurso.)
    Nmgue.n mais pedindo a paiavra, enccrra-se a
    discus-sao etprocele-se a volacio.
    Sao approvados os additives ns. 102, 119, 120,
    121, 122,123, 123, 126, 137, e rejeitado o de n.
    I2i.
    E' depois sem debate rejeitada a emenda sob n.
    83, que flcara adiala.ofrirciJa ao arl. 19.
    Sao sera debate approvados successivamen'.e
    os arts. :0 e S3, quo Qcaram igualraeute adiados,
    sando rejeitado o substitutivo sob n. 81, offerecido
    ao primeiro desses artigos.
    0 projecto, assim emendado, e approvado para
    passar a 3' discussao;
    O Sr. a. de Hello Begn (pela ordem) re-
    quer a dispensa do intersiicio, sendo entreUnto
    publicadas no joraal da casa as emeadas appro va-
    das na 2" discussao
    Cousultada a assemblea, decide pela affirraa
    tiva.
    Eutra em 3* discussao o projecto n. 43 desto
    anao, autorisando o presidente da provincia a mo-
    dificar o contrato feito para a construcjio do ma
    tadouro public).
    Sio lldas, apoiadas e entram conjunctamente em
    discussao as seguictes emeadas:
    Art. 1.* Fica approvado o contrato celebralo
    pela presidencia da provincia com Angusto Ces r
    Fernandes Eiras e Evaristo Juliaao de Sa, para
    a constraccao de um raataiouro pubiico, com as
    seguintes modiflca^oes:
    Primeira que o medico e fiscal deque trata o art.
    1 3 7* do mesmo cootrato, serao de noraea^io da
    Illma. camara municipal do Recife; segunda, eli
    minaijio da clausula ou g 6" sob o tiluloCon
    csssoes aos conlratantes.
    Art. 2. Fica a Illma. camara rauoicipal do Re
    cife autorisada a entrar em accordo com os con-
    lratantes sobre o local em que deve ser cnnstrui
    do o mataaouro e estabelecidos os logradouros;
    podendo ceder-lhes por tempo certo o uso do ac-
    tual matadouro e lerrenos annexos de sua proprie
    dade.
    a% l.Podera a Illra. camara estipular quaesquer
    clausulas teadeates a boa execucao do contrato,
    raenos quanto a augraento dos precos ja estipu
    lados. ...
    S 2." Todo e qualquer a:c rdo, feito em virtu-
    de desta lei, fica depend rate da approva$ao da
    assemblea, sera prejuizo de sua execucioJfur-
    ques da Silva.
    Artigos additivos :
    a l. 0 medico e o fl-cal do novo matadouro
    pubiico serao noraeados pela camara municipal do
    Recife.
    t i. A mesma camara municipal exercera em
    todasua.plenituJe as auribaii;3es qie Ihe corape-
    tem, em virtu le da lei de sua orgaaisajio aos tor
    reaos em que estivere.n sitaalos o referido mata-
    douro e os logradouros do mesm i modo que se
    portencessera ao seujnunicipio. Dr. Maniel do
    Rego.tt
    O Sr. Olympic* Harqacti:(Nao devol
    veu seu discurso.
    O Sr. Jlauoel ao Rego :Sr. presidente
    2* diseus-
    adiamealo
    douro sera propiiejide da cimara ajnaicipal A11 nhs
    R-'eifi.vpoSs i>r> t elro, A axpVesso bj Central-.
    Se.a aisoinblea^ ide d-.'j^rar fcL>,*fiarece qaj> po-
    de ieclarar Umtiam quo rdiiicio nio sera da
    camara municipal, o ea Mtoad-l qa-s tattaT liie
    competencia pxra faze! o.
    Ache tambem iaatil a outra parte do additivo,
    porjue nao ha necessidala de urai lei oara que a
    camara ten ha fisealnareao no edilicio do matadou-
    ro coatratado, que e propriedado sua. 0 qae e
    couveai-nte resolver e se a camara municipal do
    Recife pode fazer exeeatar as suas postaras no re
    ferido matidouro, pode regulansir e liscalisar o
    service do mesmo, estaado esie eollocado em
    muaicipio diverso, e a>ta qa 9tio nio foi resolvida
    pelo addiliro, o qual, portinto, nao proeuehe os
    Hens Has.
    A camara monicipal tambem r clamou contra a
    nomea^ao do fiscal e do medico, nomeacio qne
    pelo contrato save ser feita pelo presidente da
    provincia. Entendo que a camara tem tola a
    ratio, porqae empregados mnoicipae*, pagos pelos
    cofres muuicipaes, nao devem ser nomeados senio
    pala respectiva camara, de quem dypenden e sob
    cuja liscalisacao estio.
    0 Sr. I. Mello Rego Mas nio sao pages
    pela camara municipal.
    0 Sr. Manoel do Rego ; Amda quando nio
    sejam, sio erairegados manicipaes, que devam
    merecer a conlianca da camara.)
    Figure o nobre deputado a hypolhese de qae
    esses empregados nao merecem a opafiaoca da
    camara, esta, nio obstante, segundo o coutrato
    feito, ha de ser obrigada a conserval os na sua
    proDrielade. o que 6 certamente iaadmissivel.
    (Ha nmapaite.)
    A' assemblea compete, certamente, crear em
    pregos munieipaes, mas as camaras compete tiro
    vel-os ; isto 6 da lei do i do outubro de 1828.
    Estou tratando do provi nanto dessas empregados
    e nao da sua creacao.
    Eu apresenlei uma emenda oesies lermos (le) :
    a a mesma camara municipal exercera em toda
    sua plenitude as attributes, que Ihe cempetem
    em virtude da lei de sua organisaeao, nos lerre-
    nos em que eslivercm situadoso referido matadou-
    ro e os logradouros, do mesmo modo que se per-
    lencessera ao seu raunici^io. >
    Penso q.ue este e o meio de sanar de algura
    modo a irregularidade do contrato, collocando se
    o matadouro em municipio div.-i-o. 0 additivo
    approvado eo refere-se ao matadouro, enlrelanlo e
    preciso que a camara lenlia cerla inspeccao s ibre
    os logradouros, como liz na sua re reseuueao.
    Acho que o unico meio de s mar este inconvenien
    te era fazer com que o respectivo territorio per
    tencesse ao ra micipio do Recife ; mas, ja teudo
    si Jo retirada uma emenda do n bre di-putado pelo
    4 distncto, que assim determinava, prucu-
    rei remediar de algum raido o nal, e neste intui
    to apreseatei a miuha emenda para ver se mercce
    a approvagao u-urpar as attributes das mu icip.lidales,
    actualmente ja tao desprestigiadas ; que o poder
    executivo leuu fazel-o, co nprehende-se, mas uao
    as aisembleas pruvinciaes, que sao, como as muni-
    cipalidades, oriaudas do voto popular, e que por
    isso devem dar-lhes toda a imponancia.
    A discussao fica adiada iwla hora.
    O Sr. Oliveira Antlratle re pier proroga-
    te da sessao por mais uma hora. Cousultada a
    assemblea, decide pela negativa.
    0 Sr. presidente designa a ordem do dia e leran-
    ta a sessio.
    por as.un Ihe haver dto o inspector da th-soura Umiro.
    Xi provincial. E.a aparlo coulesteio nobre depu-1 En 23 de novorcbro do me-rno anao expedio o
    raodificando apena* o prazo deter uinado pelo ni.es- at6 que as coraraissSes le legislagao e de samaras
    mo pr ject j II... i manicipaes, as quaes foi reraettida uma represen
    Devo, oor6ra dizer a casa algumas palavras em tauio da ea.nara manioipal do Recife contra o uw-
    justiricaeao do praso de seis mezes estabelecido pe- mo contrato, dessera parener a respeito. As no-
    lo projecto Niose podia deixar quea3 provincias bres commissSes ainda nao daram esse parecer, e
    lirauropbes ficassom sem tempo necessario para entreUuto o projecto foi approvado em J' discus
    promoverem o melhor meio de arrecadapao de sao, desprezaudo-se assira a Justa representacao
    suas rendas. E' assira que tendo as assemblers o d camara manieipal, baseada na lei da sua orga-
    direilo de legi.-lar a este respeito e sabendo que as ni-acao.l
    dessas provincias, se reunirio deatro do reforid* Wi por6m, approvado am additivo do nobre
    prazo, tinba e teabo por certo que poderao deter- deputsd" pelo 2 dislricto, o Sr. Gomes Parente,
    minar o modo porque as suas rendas deveo-ser ceriamente p >r sappir se qae assim de algum
    arrecadadas. Eis a raza j porque foi rnareado o modo attendia se a uma parte da representacao da
    iraprorogavel prazo de seis raezes; prazo maior camara municipal, isto e, a respeito da coll;icacao
    reconhecido que nao e neeessario.
    Sendo asaim, pois, devo iizer que nio acailo a
    emenda do dobre deputado ; contra ella doa o
    n.ea voto.
    0 Sa. J. Mello Rego : Esse e qae o caso da
    piStola iOS pell'iS.
    0 Sa Tolknuno db Ckrvalho : 0 aobre depa-
    tado ainda disse qae as ageacias flscaas de oatras cesiario que eiia assemb'ga dsclare qae o thala
    do mala lour em muaicipio estranho. Dis este
    a iditivo : (le) o eoificio do matadouro sera pro
    prie Jade da camara municipal do Recife e so a,
    ella competira a lnspec^io e Dscalisacio d ser
    vicoa do contrato.
    Oca. pirece-me que este additivo aao preeoehe
    o flm que se tem em vista. E' lnloiranaente ne-
    REVISTA DIARIA.
    Camara dos depulaJoa.Era data de
    Iiootem a tarde diz nosso conespondente do Rio
    de Janeiro :
    a A denuncia do deputado Leamlro Bezerra
    contra os ministros da fazenda, de estrangeiros e
    do Imaerw fui rejeitada por lodos os d mutados
    pr'Sentes ( governistas e opposicionislas), raenos
    dous.
    Collectorias provinciacs.Por porta
    rias da presideu :ia da provincia, de 2 I > corrente,
    foi exonerado a seu peJido, Fraaciseo Antoaio dos
    Santos, do cargo de escrivao da collectoria do mu
    hicipio de Panellas e uomead oara sub.-tilui !o
    o cidadao Pergenliuo Lios Cavalcante.
    Por portaria da mesma data foi exoneralo, a
    seu pedido, Manoel Jose Nones, do cargo de co-
    brador da collectoria do muaicipio d: Flores.
    Asylo de allcaados. Tendo se dado
    houlem na publicac.i i das listasgde paranymphos
    e de paranymphas da pedra do asylo de aliena-
    dos, que dave ser assentada no sifto da Tamari-
    neira, pjr enganos do opista, repeiimos hoje as
    duas relates com todas as correc^Ses e devidos
    augmentos.
    Eis a< li-tas :
    Paranymplios. Commendador Albino Jose da
    Silva. Aloiuo da Sdv i Leal Ant ink) G iuc,alves de
    Azevedo. Antmio Fernaudts Ribeira Antonio Ig-
    nacio do Meleiros Hego. Antoaio Doming >s Piuto.
    Tenente coronel Aas>riclino do Castro Sa Barr to.
    Ceronel Antero V;eira Caraeiro da Cunha. Com-
    mendador Ant mni Monteiro le (J ueiroz Barms.
    Antonio loaoFurtalo. Adolpho Stolzembach. Ba
    rao da Tacaruna. Bariio de Morenos. Barao le
    Muribeca. Barao de Jaboatio. Barao da Sol>-dad
    Bara de Uiiuga Bara. d Tracunhiem. B*rao.
    de S. Bras, barao de Goyanna. Barao de Piran-
    gy. Bloxham. Dr. Cyuriauo Fenelon Guedes Al-
    eoforado. Coronel Coriolano Velloso da Silveir.
    Carlos Patterson. Custodio Francisco Martins.
    Commendador Domingos Affonso Nery Ferreira.
    Dr. Franci>co do Rego Barros de Lacerda. Mon-
    seohor Francisco Muaiz Tavares. Com eadador
    Francisco Riboir i Pinto Guiraarites. ComraenJa
    dor Franciscj Ferreira Baltar. Francisco Luiz de
    Oliveira Azevedo. Francisco dos Saotos Maeedo.
    Fraucisco Anionio da Rosa. Dr. Gervasio Goncal
    ves da Silva. G. 0. Mann. Gustavo Adolpho
    Smith. Houriqua Burle. Comraen lador Heurique
    Bernardes de Oliveira. Commendador J ao Igna-
    cio de.Medeiros Rego. Major Jose Antonio de Bri
    to "dsle*. Commendador Jose Pires Ferreira.
    Major lose Joaquira Aomnes. Commendador Jose
    da Silva Loyo Joaquim Lopes Machado. l>io
    Cnristiani. Major Joaquim Goocalves de Albu
    querque e Silva. Taoente coronel Jos6 Ruflao
    Uarboza da Silva. Major Jose Pereira de Arau
    jo. CommendaJor Joaquim Felippe da Costa.
    Joao (Juirino de Aguilar. Teneute-coronel lo-
    quira Je Sa Cavalcante de Albuquerque. Jo-6 Ru-
    Qoo Bezerra Cavalcante. C nnmenlador Jose Joao
    de Araorlin. Joao Ca los Ba-tos de Oliveira. Jo
    vino rJandeira de Mell >. Joe Jacome Tasso. Joa-
    quira Oliuto Basto. Jose Joaquim Dias Fernandes
    Junior. Jose Jeronymo Monteiro Jose Ant mio de
    Souza Basto-. Jo-'-i Candido de Moraes. Dr. Join
    SeverianoCarneir) da uunna. Coraraendador Luiz
    Goncalves da Silva. Luiz Anionio de Siqueira,
    Luiz Jose da Silva Guiraaraes A. Labille. Luiz
    Alfredo de Moraes. Comraen ador Dr Manoel do
    Nasciraeuto Machado Portella. Manoel Jo e Car-
    neiro. Manoel Joao de Amorim Sobrinh >. Major
    Manoel Cavalcante de Albu juerque Sa. Manoel da
    Silva Santos. Dr. Manoel Frencisco Teixeira. Ma
    noel Alves Ferreira. Manoel Jose de Sa e Aranjo.
    Marceline Jose, Gonoalves da Fonte. Manoel Bar
    Ooza da Silva. Manoel Correa de Queiros Mm
    teiro. Patterson, Rodolpho Krukemberg. Ti-
    burcio Valeriano Baptista. Ulrico Keller, viscon
    de de Sua-suna. Com n-nda lor Vicente de Pauia
    Oliveira Villas Boas. Dr. W, H. Mac Gratb. Antonio
    darques da Costa S tares. Coronel Ruobho Joao
    Barata de Almeida. Manoel Coelho Pmheiro, An-
    tonio Fernandes da Costa. Commendador Joao do
    Rego Lima. Adriano Augusto de Almeida Jordao,
    Fran :isco da Pmho Borge-. Tenenta-coronel Anto
    nio Carlos de fioho Borgas. Dr. Luiz Felippe de
    Souza Lea-. Dr. Seoastiao do Rego Bams de La-
    cerda. Anonio Muaiz Machalo, Jos6 Duarte das
    Neves. Fraucisco Goncalves Nelto. Bartaoloraeu
    Lourengo.
    fai-anympa is.D. Ana* dos Anjos Correia de
    Araujo. D. Anna Isabel lUrbos da Costa. D Al
    rain la de Brito Sa Pereira. D. Anaa Accioli Lias
    do Carrao. D. Alexandria de Magilhaes Leal
    Sove. D. Aana i^iadida da CosU F^ireira. Baro-
    neza do Livramento. Baroneza de Aracagy. Ba
    roneza de Araarag*. D. Caroli a da SiUeira Lias.
    D. Candida Maria '^hbbs de Carvalho. D. Canli-
    da de Moraes Rego Barros. D. Clementina Tooo
    dora Goncalves da Silva. D. Cariota de Siqneira
    Barns Birreto. D. Clementina Ja Silva Pinto.
    D. Eugenia Leopoldina Lobo Moscos I). E ige
    nia Fraaci-c i da C sta Mendes. D. Emilia Fiok
    Pinto. D. Ernesiina Bo^telmaa. D. Emilia de
    Moraes Gomes Ferreira. D. Elysa Maria Carneiro
    Camp -Ho. D Felippa Miranbao de Oliveira An-
    draie. !). Francisca Carolina Prates Tjssj. D.
    Frederica Oettii. D. Fraoci*ea Idalina Carneiro
    Carapello. D. Genovev* Baptista da Silva. D.
    Isabel de Magalnaog Gomes Leal. D Joanna lives
    Barbosa. D. Joaqaina de Gusnm Acaijo. D.
    dariaana Loyo de Amorim. D. Marianne Baltar
    da Silva Loyo. D. Maria Ain-rica Pinto Leimd.
    Silva Nogueira. D. Maria Luiza Ferreira Maia
    D. Maria Archaaji Cavalcante de Albuquerque D
    vlana Luiza Goocalves dos Santos. D. Maria Car-
    lota Vianna Maeiel. D. Olindina Caraeiro da Ca
    M. Km Cialids .Sw 4 R g i. D. Ur.-n-
    (Ida rleOliveira. !> 7. a So^Tna Carneir* de Lg-
    r,e3. Rxina. ?s9a d i Sr. i>T-nt- coruael Bf-
    muit'US Lin*. Extna.asp.nu Ji capsuo J *
    Caetauo do Altmaaer |U. D. Il.imt de S-.-us-
    ilouiinh'i. D. Geuovova Marque* de Arnorim.
    Baroneza de (Umpo Alegr*. U. Can Una ?=oire
    de Am trim M ireira I). Cnhelioa de Paiv* i,ai-
    rao Akoio.-aJo. D. Emilia da Aaavedo An Irade.
    ToJos os eoavites feitos astanleqi se as fa-
    mi'ias ds convidadot.
    Mmry ii Meeife.FuocciAaoa hontra es-
    ia triounal sob a pre iaeacia do Exm. Sr d^sesn-
    bariiadtr Francisco D>niagies da Silva. pir la-
    compaiibi la la do Sr. desembarfador Low. o-o
    Jose da Silva Santiago, visto ter olDciado nos pr-'i-
    cessos a julgar, como prornotor adjunl >, sea v.-
    Urioho Dr. Silveira; por incosapalibibdada da
    mesma natoreza, ocenpoa e>'.e uieesBii Sr. Dr. or >-
    m dor adjunto a cadeira da a^rasacio publics em
    subslitui.^io ao Sr. Br. Gomes Parente.
    Preseotos iU m-s. juizes de facto, hi sortcado a
    conselbo de sentence e sulnnettid i a julganieala
    o reo Maniel Jose de Araujo, pronnnciado co al
    zOi do codigt) emninai.
    Tev9 p.r advogalo o Sr. FreJerico Aagu-.o
    Borges, academico d I '* anno da facaldade do
    direito ; foi uraa e-lrea fehz.
    Bra visl da deeisio do Jury, foi reo- absolvido
    e posto em liberJade.
    Pelo MM conselho, foi em s^guida julgado o
    reo Gerraano Lopes Frazao, prouuaciado ao an.ga
    2)7 do Co 11 go criniiual, tea Jo por advogaJa o Sr.
    H j im.il lo de Oliveira.
    Em virtada da decisao do jury, foi o r-'-o ah- I-
    vido e ['isio em Ireerdsda.
    Capiura.Paia ikl-gicia do term) di Inga-
    zeira toi pie-o ClauJino Jo?e Siares, pronuncn j
    na provincia da Parahyoa p::o cnuies de roub> c
    teiitativa le mortc.
    Ferliueato grave. No dia 22 de ap
    no lugar Ctsnpa GrauJe, do teruu da B-z- ra*,
    foi gravemente ferido, com u n t ro desfach > \*>
    embescada, o inspecMr de q t.rt.irao Mauo-I I.
    r'Mico. A (tolicia local envidava e-for(os para Is -
    cobnr o autr e coutra die prsstsler.
    InMivorwario. Etuveraiu hout-'m m-
    liauJeiradus ot navies de guerra e esla^oes publ:-
    cas, por ser o dia anniversano d i uasaok-uut lo
    SS. MM. II. do llr .sn.
    rSf*uli -Na u'Mlc de 3 para i do c -rrenie
    penelraram os iadroe* na tunica, dos Sr-. '
    Surr & C, na rua d i Aurora, polo eaaai qa ingresso do ho -CaptbarUM para t sa asta
    ment), e d'ahi lev tram boa pore lode feiro v;i
    novo, que foram veader pela mauii.i na rua Brain, ui fuadi;ao dos Srs. All in, Px.ler; >i
    & a
    Ao costsnserrio. Pedera-no* p*ra l*?a
    brar ao cominercio a convenienca de aao se
    .ibnrem o estabeiecimeolos na st-gund-ii;a ."),
    nao so por ser esse dia fenado uaci >uaL a-< q;l
    se con-ervam fechadas tocas as esucoe* puWicas.
    como pjiqne, s^ndo cse dia iniercaiado u j
    dominio e num ma saatilicado, pouceouaenbnm
    negorio so fara.
    Circa eqiei*re. Deve reslisir-e h.jV,
    o i-spei'tacul'i que o di-tinclo dircct.tr de-le nrco.
    o Sr. Ant.raio Carlos do Carmo. Bereceu cm ba-
    neiicio da testa de No sa Scnb.ra las Uttres, no
    iual a banda de mu-ica allsma tecara divrr- *
    trech< MMtaasa do seu reneriorio.
    ragadnria de rasemda.Neds esta;**
    pagam-se h-je as s^guinie* foltias :
    Empngados do receaseamento, arstnal de si-
    rinha, corpo e aprendixes mannbeiros, e pra^s
    do oret reforruado*.
    ilrrmi* S.ISS4>rari*. -Cm e-i> tilu-o
    in Jade am o lira de empenhar so pelo iasaswwivi-
    raenlo litierano de s-us associados. Ce4ebrol-*
    a 20 de agosto a sua prisaaira se*si no dia i"*
    procadeu a iiIijmibi definitiva da mesa admmuira-
    trativa. que tic ou assira compo'ta :
    Presidente.Jaciniho Kios de Paula Soar**.
    Vicepresidenle.Arthur Orlando da -ilv.
    ! secretario AWaro Barbaltao de Uchoa Ca-
    val-ante.
    2 secretario.Joviniano Lamenba Lins.
    itrader. Vicente Manes da Surra Filh...
    Comni'ssao de syndi-aacis. T. Ansunso *
    Souza Csaisa, R. Gcrcina dos Santos, Jovin.aao
    Lamenha Lins.
    Comin ssao de redaceio. Jaciatbo R de P.
    Santa, Vicente N. da aerra Filh e Artuar Or-
    lando da Silva.
    Carece rear*. 0 calcawento da r,a
    da Aurora, em frente ao palacsla amar.-1ic, lend)
    abatido proximo da linha dos trilhos da coapa-
    nhia Cams de Fe ro. era coasequencia d.t dessao-
    r.ra mento da aboboda eo cano de esgoto, recla-
    me proinpio repart, para quo nao proloza
    buraco ahi exis cnte algum uravfi desasire.
    Santo Vniarn das Waliaasi. K ur-
    genti-suno faier so u'ii reparo geral n aslba
    da prate de madeira na rua da Aurora. pfMtisN
    a fundicao do Starr, antes quese tenhaia alii a
    lanentar desasires como o ultimo da |mmiI ii
    Boa-Vista. Agora custara poaco, mas d'aqai a
    mais alguns dias inioortara em mais de coato de
    reis. .
    Baaar Victoria. A esle esUbew-imen-
    to acaba-de chegar variado sortimenlo de .;h-
    peos e chapelinas, cintos de coaro, punh is e c -
    I iriahos, b aaco< e de core-*, toques e ll erti-
    ficiaes, tanto oara s*na-ras. cmiw para m oias*
    Coiupanala do Bcberibe.A direct:-
    ria desta coinpanhia acalta de annuaciar quf ac
    nhura ooacerto po le ser mandsdo fazer nas caaa-
    lisajoes pariiculares sem previa sciencia saa, > "t
    as peoas estabelecidas aos rosptctivos esta-
    lutos.
    I corrente termina o prazo marca lo para o pigi-
    raeufo. Iivre da mulu, d.ts impostos provinoia^
    corrcspondentes ao exercicio era hquida.cao da
    1873 -174.
    Bouita lensbraaca. Emvum nojc-.
    g"inte: ...
    < Consta qua os cidadaos maincaiados na ea-
    pitania do I'orto, e reraadoies dos -seaiere* .le
    saiide, aifandega e outr, preparam am divert'
    ineuto apropriado a sua prolissao, qual i o de
    le^arera ate aTaraarineira, nm esealer on laachi
    sobre rodas com as competentes velas etnpula-
    cao, acorapanhando o preslilo cora as caicSes oia-
    r.timas. Applaudiado tao feiiz lambranca, q:>
    certamente dara grande res Ice a magnifies festa
    que se prepare para a cullocacao da pedra d
    mnuineatal Asylo d? Alienaios. desejamo-
    one os senhores navegeates facam todos os sen^
    esforcos para que apezar do pouco tempo d- qua
    dispoem, possam coocorrer por modo tao brilnan-
    le para augraeniar as pompas do dia_
    Propadora da Inotrccao raMi-
    ca. Amaohi bavera se-sio'do cooselha pa-
    rochial de S. Jcse. as boras e no lugar do c>-
    tnme. .
    Villa de Gaaaelleira.Na matnz dessa
    v Ha, cccbra-.-e amaohi* festividade de Nossa S-.'-
    nhora da Penha, que alii e orago.
    Pela maahe ha missa solemn^, era cujo Evan-
    glho ora o Rvdra. Jose fisleves Vianna; deveodo
    haver antes communhao geral para ajaelles qae
    estiverera deviJameale preperedos pela con-
    fis"Io.
    A' terde hi o ecto da coasagraeio de fregae..
    ao sagrad Goracio de Josas; orendo nessa ocea-
    alo o Rvm. con-g> narcolrao Pacharo do Anea-
    rl, depois do que seguir se-ha o IV-Osmhi, lenni-
    neado com a bencio com o Santissimo Saera-
    ineuto. _
    Preside os actos respectivo vigeno Joao Aa-
    gasto do Nas.-iraento Pereira, qua, epoiado na
    boa vonude dos seus freguezes, aao ha pooped
    eaforeaa para o espiendor dos rtfeiido-actos.
    Llcividacao.Os novos proprieUrios da \ .-a
    n. ij a rua 1 de Marco, haveudo comprado as fi-
    zeudos uella exisi-ntes, tem resolvido liqnide I as
    por qualquer preco.
    Eavenenamente pel* chumbo.
    Hadius meze-, n'uraa propriodada do d.-trico
    do Sana e-Maraa, em Fraace, riate e sers pe-
    sois e.ihirim subitaraente do n'.es. Dans rrane-
    ram; e js meiieos qne foram chained j recrn^:-
    cerau-lnes todos ei symptomas de enveaena-
    raento pelo chumbo.
    Falliva se entio miito do iaeoveniaa'e< die
    canos da chumbo :omo c -nd ictos de ague para os
    domicilios ; e por issoiufon-sa qa o Ml-
    mento fdra prodazido pelas aguas eievadat i
    ft
    qnraa <;oe atravessavam nm tubo de ennmbo an-
    tes Ao chegar ao reservatorio. A Ju>tica proca tor-
    do a ioqaerito conb *cea qae o tabo apen is tana
    nm metio de compriment t, e qae, servm to tavsa
    vinte annos, nenhum accidenw desta epiesiic-
    cedea Is pe-soas que habitavam a proprtodade.
    Nao era, poriaoM, este a cease d mil.
    _0 chumbo foi encoatra to na sabnoare qne aer-
    via para coasorvar a manMiga feita oa qaima,
    para coasnmt di propnedaJe. ___
    Cfoode orovinne eile ? Ajpireceria acea*n-
    tilra'aic t C o qne n o se pode saber
    A anatj^a feita prtlos'Srs. B-rgtreo e L'Bftte da.
    men iron qn- a salmoara coMiana e>n d s* l:'"o
    sal tnail8h',r.3sucir, ssfltre, acetatode ^ds,
    I


    J
    BsssSl


    -
    Dtf S



    cW iralo da chamti). A mintsig*, b?m cfii*fela;
    coaCttt& awi U'ifvtstifli'itt tarnciaval 1* ouambo;
    aeharara se par litro dc salMoara, at* 7 gfamma*
    deanetate da ebaanba, A abaorpcaa uaw do
    chumbo em estado de chic reto, dissolvido no clilo-
    reto de sodium, foi sera lantradicclo a cu d i
    envenataeolc'. rfes-'destado o etwmbo, segundo
    o Pr. Muliio, consfltae a mais vdaenosa dissola-
    e&o saturDina.
    . Oi m*iiC'ji aeharara o metal a> prgaos dw
    vicliraas ; dasali no estalo do suluio do chum
    b : qntroa-se notav* norciij doehumbo bos
    intastinos, no flgado e n) wnbru.
    E" sabida qua ajlTerentJ.-i autcros negavara a
    esistenoia de chumbo n> ssvabra depois do un
    enveaaaameaio por umsal .d'essa mstal. A3 do-
    ses feitas cam a miior rig* pslos Srs. Borgeran
    e L'Hote, nio perm t.e n a m m.>r davida a es a re*-
    petto. K precisa sobre este paste madifiear os
    conhrtJim^Blos adqr-rirUa*.
    V criaa vegetal.--SaJeala-se am mm de
    nove noillioes de kilograinuias as quantidades de
    criaa vegetal que for am expedidas da Argel duran-
    lo o anno de 1871. Es'.a espeeie de erina fa brie a
    sa con as folhas da palm -ira ana en arabe duoms,
    que eresce em abundaneh. no Tell, e priocipal-
    mente nas provindas d'Argel e de Oran, e. qte
    por oiiatwnpo fez, em ousequeucu d> aact
    dcanieato das suas raizes, porder at esperancat aas
    colonos, pelo casto do arroteameato. lloje, este
    vegetal comeQa a ser apra oiado pel) sen valor, era
    cons*|qjacia das variadaj applicacoes qne se Ihe
    teem aaade ear aa iadustria.
    CoBvBientomaoteprparada, as folhas da pal
    meira ana fornecem fiuras ou iHaraeutos que, tiu-
    tos de prelo e frisados, corstitucm uma verdadaira
    crina vegetal, da qual se tira um graade partidlo
    tH trabalho de estol'o, por isso que pole substi
    tuir ecadoratcaraeato a en la de eavalla. O preco
    e de 3 fr. a 2,30 cada
    com libras, e um horaera pole colher umas 103
    u'bras por dia.
    A preparacao das folhas e niuilo simples ; bas-
    .tarn raulheres e crunoas para separar as partes
    dbrasas, as q-iaes. d.-pois de torem sidoseecadas e
    frizidas. sao remetlidas p:tra as fabricas. As fl-
    bras dostinadas a ser tintu passara suceessiva
    raentu em nui tos baahos de su Uto de ferro, e
    do pio de campeche ; sao depais frizadas, e vol-
    tara do nova a os baohos. Exislem era Argel mui
    tas olBcinas em que asta fabricacao esla organisada
    em vastae3cala. A mater a bruta. seal Jser Uuta
    valede SO a J2 francos; depois de linla, varia
    de 19 a 38 francos segnndo a sua qualidade.
    0 novo toxtil fornocido pela palm.-ira ana ssrvo
    larnbear corao o esparto, para confeccionar cordai
    iLa<;ame, cestos, malas, e uma iniinidale de outros
    vtyiPiala.j^Pdrambilco,
    isfa; ulceras.
    80 an
    artigos. E Einrim, de*de I8-5J, as exportacoes das fo-
    hhi ser adm+MidW o major flrrraero pwsiwl d*l
    lea, seui'gravafne-'dbs eofVes poblioos, neo> d9 de
    fMBBMi;4anMasa -! <)m e proredor'nato.
    OoBflando u\ gxmerosidade amn* d-meotMa
    do brioso povo de Pernarabuco, certp de q os seas earido.'os uabitantes nia doixariam de eon-
    correr para uma obra de tan'.a Beceasktatte e con-
    veniencia, S. Bxe. a-ledas invapa, e teve a satisfa-
    ;Sa de recoBiiecer qae Bao te enganara em suaf
    espectativa.
    Ninguem ou pouqofssimos deixaram de respon-
    iler ao patriotico e philantrop,ico redamo, e com o
    obolo one dado pela cartdadoqnireram depoV em
    soa raao nacionaes e estrangeiros, eonsegnio 8.
    Exc. poder Iroje p para reaJhacao da obra do liospteio. em dinheiro
    recolhido aos Daseos raais de cem contos, e em
    materiaes qae serao entrsgues pelos offerentes op-
    portunamente o valor nuuca m?nor de dez contos.
    Secundado em soas vistas generosas por dignos
    cidadaot que como elle so desejam o bem deste
    abencoado torrao, 9. Exc pode ainda conseguir ou-
    tros reenrsos para a necessaria obra.
    E' asaim que a semelhanga do qae se pratica era
    Franca e n'oulros paizes. do que ja esta estabeleci-
    lio de Janeiro, e foi decidido por lei provin
    papal
    liias da palmeira ana e da crina vegetal tera aug-
    mealado coiistantein-nte. Limiiaiaprimeirameate
    . Franca, estendeu se rupidame.ile a todos os
    oaiies. A Inglit-:rra e~p;c.almente, a Allemanha
    o Egypto e os Estados-Unidos tomara grandc parte
    no se'u com norcio.
    (iraade desgraca. Aeaba de sucteder
    um horrivel faoto, qae ea'cheu de consternacao a
    communa de Au-erviiliers, odde ha alguns dias
    se celebravam as fastas do patrouo.
    Nosaedia assi-tio a essas feuas uma considera
    vol mallidao. P.;las quatro horas, na occas ao em
    que cahla um copioio agOiiceiro, produiio-se gran
    do confusao, e caia.um procarava um abngo oa-
    de se a^olnes-e. 0 canal fica distante uns qain-
    nhentos iBetros do ponio eade se celobrava a f s
    ta ; apena-s se eacoutrava nas proximi-lades um
    e^tabeleeim,Blo para a vecla do viuho.
    Este euc.-ieu sa prompt, n^nie ; e ami graade
    quaalidilt.dd p? eoreto le/anlai) paraos tiiusicos. 0 sobraJo des-
    t coreto, qaesoa;hava a uus 8J ceatirnetros di
    altnra, naotinha granda solidei. O uso a que era
    d.'stiivi 11 na; a exigia, porque havia de supportar
    apenas vinte pessoas, quaido muito. Ua> com o
    pew de pe to de trezeota.-; pjssoas, abateu quasi
    immediataraente.
    Por desgraca, no espacr que fl;ava livre entre o
    sobrado e o solo, tinhain consoguido recolher-se
    umas triu'a crianjas de doze a quatorze anuos,
    e Gcarara esmagad is com a queda do sobrado e
    das pessoas que se tinham abrigado no coreto.
    Seria impossivel descrever a scena de horror
    que teve lugir ; aquell-.s desgracado3, litleral
    mente mil is uns aos outros, soltavam gritos lior-
    riveis. As miis andavam espavoridas. As tor
    rentes de chuva quo cahiam coutribuiram tarabom
    para augmentar a : jafas.". >. e toraar quasi impos-
    sive s os soceorros.
    Foi so passad iinoia bora que se pole reconne-
    ct verdaJeiramente o qua havia e isto pela ener-
    gia do w7fC,quecompareceu logo n'aquelle lugar,
    acompanhadj de alguns giardas de paz. Vieram
    logo medicamentos, e pole restituir-se a razao
    aquelles quo apenas tinham desraaiado pelo terror.
    Quanta as desgraeadaa cr.aagas quese tiaham re-
    colhido debaixo do sobraJo, o sen estaio era dos
    mais graves ; alguos tinham side protegidos pelas
    eataeaa cravadas na terra, e que oppozeram obsta-
    ubstaculo a queJa de loio aquelle material.
    Nove d'ellcs porain estavara mais perig030S, e
    do as forara immediafameate transportados para o
    hospital Liriboiajare. Os outros foram conduzi-
    dos depois para alii. Havia urn cujo estado era
    muito grave ; ura prego do sobrado tinha-lhe pe-
    cotradi na testa. D>s demiis, se se lhes poderem
    salvar as vidas, 6 iufolizmente carto que lh;s torjo
    de ser amoatados um ou mais merabros, que fka-
    ram em parte completaraeuto esmagados.
    Loteria. A qae se acha a venia e a US'
    a beneficio da igreja do Espirilo Santo, a qual
    c.rre noje o.
    Caaa de detencaiiMovimeaio da casa
    da detencao do dia 3 de seteoobro de 1874.
    Existiam prosos 353, e^traram 6, sahiram 29,
    ei'stem 327.
    A sabor :
    Nacionaes 236, mulueres 9, estrangairoa 22,
    scravos 33, escravas 7. Total 3i".
    Alimentados a casts dos cofres publicos 271.
    llovimento da anfermaria ni dia ii de setembro
    de 1871.
    Tiveram baixa :
    Manoel Calheiro ?de Albuquerque, sarnas.
    Jose Joaquim de Sauza, plethora.
    Antonio Christovao da Suva, syphilis.
    Teve alta : *
    Joaquim Antonio da Silveira.
    Passageiros.Sihiljs para os porto3 do
    sul no vapor Bnhia :
    Jose Nunes Guimaraos, D. Maria de A. C. Lin3,
    Dr. Jos6 Ignacio FeraanJes Barros, teneate da ar-
    mada Francisco Xivier Piabeiro, Candido C. Au
    Iran da 1. Albuqaer ja?, Joao Francisco do Araa-
    ral Silva, Jose da Costa Pereira Gutrin, Dr. Ua-
    . noel Portella de Mattos Guerra, Claadino Duro,
    Dr. Jorio da Matta Correia Lima, sua seahora, 2 Q-
    lho3, 7 escravos, D. Maria Lui: do Moraes Sarman-
    to, 5 filhos, 3 criados e 1 escravos, Fl >riano Cr,ra-
    pello, Francisco Goncalvcs Torres, Des pres Char-
    les Leon, D. Maria da Coieeijao Filgueira e sea
    lilho, Thumaz, Mathy II, Aoiooio Joaquim de Fa-
    rias, A. de Albuquerqua e sua senhora, Firmiao
    Ferreira Lessa, Francisto Forreira de Barros, J.
    Jeaquim de Araujo Machado, Joao Jose da Graca,
    Manoel Jose da S:!va Lew, Antonio 0. da Carva-
    lho, Jo6 do Almeida, J-5j Franci>co Correia, Do-
    tcingos Vital, Tristao da Costa Sobral, Francisco
    Mendes da Silva, D. Delohioa Julia de M-ii i, Ma
    noel Augusto, Antonio Carlos de Mendoncat Lo-
    pes e sua senhora, William Moore, Jacinths Duar
    te de Oliveira, F. Jos5 Diningues, EduardaCar
    dia de Azeved) Lima, Francisco Lope; FurUdo,
    Joae Ttvora Leal, Antonio D. de Ohveira, Antonio
    Ferreira, Domingos .aric-o, Joao Jose da Silva,
    Jeao ae Almeida e 71 escravos a entregar.
    Sahidos para Pernindo ao vapor lagua-
    rite :
    D. Treiovinda Santiago do Nasciraeuto, D. Ma
    a Paz Caminha, Aatooio Ferreira de Almeida,
    Joaqatia Correia do Mascirenhas, Manoel Gomes d
    da Crnz.
    Leilfto. Hoje, 5 da correate, effectua o agea-
    te Pinto, no armazem 4m Sra. Penaa Jaoior & C,
    na travessa da Corpo Santo, o leilao de ehap6os.
    eooforme esta annuaciadu na seccSo competeatc
    deste Dinrio.
    ntro. -Hoje, -^^^ 0 agente Dia?, as 11
    hows da manr-^ 0 ,,rauzem do -Sr. Ann-s,
    Mofronte a |fan,i^gJl, )\\\o de vlnho era bvris.
    Cmmixt'arim pafcHoo.Obitu^rio do dia i
    VAHorkiA, cscri
    uos, soffelfa, Boa
    SB9SA'.EI 08 SCTBWBRO lE'im.
    nt-eSIbENCTA DO KM. SR. CQVSELHEIRO
    CiETANO SAXriACO.
    Secretario Dr. VirgUio Coelko.
    As 10 boras da raanhi, presaates os Sn. des-
    embargadores Silva Guimaraes, Rets e Silva, Al-
    meida Aibuqoerqae, Motta, procarader da corOa,
    Auci-olie Souzi Leio, deixando de eomparecer os
    Set. desembargadores Louroaco Santiago e Do-
    mingaes Silva, par estarem occupados aa jury
    desta cidade, aario-se a sossao.
    Em segui ia o Dr. seeretario proeedea ao sorteio
    dos adjunctos para julgaraento dos seguintee ag-
    gravos : "
    N. 52.Agcravante o eurador de Maria, aggra-
    vado Jos6 Ferreira Co;lho. Foram sorteados os
    Srs. dasombar jado-cs Souza Leao e Accioli.
    N. 53. Aggravate Maria Emilia Barreto, ag-
    gravado Jaaquim Albino de Gusraao. Foram sor-
    teados os Srs. desembargadores Rtis e Silva e Sou-
    za Leao. '
    N. 51.Aggravante comraendador Jose Pereira
    da Cauht, aggravado Manoel Joajuira KoJrigues
    dc Souza. Foram sorteados os Srs. desembarga-
    dores Souza I-oao e Reis e Silva.
    JULCAMENTOS.
    Kecurso crime.
    Recorreate bacharei Mantel Roltn de Ale near,
    recorrieo o joizo da Ou'icary. Relator o Sr.
    desembargador Accioli. Sjrteadi'S os Srs. des-
    cmbargalores Silva Guimaraes e Almeida Alba-
    qaerque. Nao tomarara conhecimente por nio ser
    caso de recur30.
    Ocoafticto ie juri-diecao entre oi jmzes de di-
    reito o municipal da oinarca de Nazareth. Re-
    solveu se a favor dojniz municipal.
    Appellacoes crimes.
    De Ottrisary. Appellaate o Jalzo, appellados
    Plorencio e CUmente. Nao tomarara conheei-
    mento da appellaoao.
    Da Victoria.Appellant; o jnizo, appellado Joao
    de B. rros Correia.A n .vo jury.
    De Nazareth. Appellanle Maria Josepha da
    Conc-icD, appellalo o juizo. Maadoa se ver a
    act a.
    Appollacoes civeis.
    De Limoeiro.Appellaate o jaizo.appellada Ma-
    ria e seus filhos, escravos de Manoel Florentine.
    Conflrmada a sentenca.
    D Recife.App.-llanta Francelino, por sea ca-
    rador, appellado Antonio Francisco do Couto. -
    Anallou-se o processo.
    Di dlinda.Appellaate Francisco Manoel Sil-
    veira, appellada a camara municipal. ConHrraa-
    da a sentenca
    DeS. Joio. -Appellaate Roirigo da Silva Pe-
    droaa, appellalo Renovate Pereira Tejo. Conflr-
    ma a a senteu ;i.
    Do Recife.-Appellaate a fazeoda proviocial, ap
    peliado o viscoude de Valmra. Adiado.
    Appellac/5es coramerciaes.
    Do Recife.Appelirate Gioriel Antouio de Cas-
    tro Qaiataes, appellalo Dr. Nabor Carneiri Ba-
    zerra Cavalcante.Dospreados os embar^os.
    De Maceio. Appeli rate David Alvcs da Costa
    Leite, appellado Mmoel Joaquim Duarte Guima-
    raes. -Recebsrara os erabargos em parte.
    Do RecifeAppellaate Vicente Alves Machado,
    appellado Jose Maria Sodre ,da Motta. Despreza-
    rain os enibargos.
    Do Recife. -Apjellanle Vicente Alves Moreira,
    appellada D. Silvina Fe:nandes de Sjuza. Confir
    ::ia la a sentenga.
    Do Recife. Appellante E luardo Alexandre Bar
    Ie, appellados Oliveira, Filhos SC- Coufirraada
    a sentenca.
    PASSAGENS.
    Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
    desembargador Reis ejsilva:
    Appellacao commercial.
    De Agu i Preta. -Appellante Domingos Martins
    de Jarros Moateiro, appellalo a barao de Paltoa-
    res.
    Do Sr. desembargador Reis e Silvi ao Sr. des-
    embargador Almeida Albuquerque :
    Appellacao crime.
    Da Atataya.Appellante Manoel Joaquim Viei
    ra, appellada a justiea.
    Appeiiajocs civeis.
    De Porto Calvo. -Appellante Manoel Gildino da
    Silva, appel ada Feliciana, por seu curador.
    Do Recife. -Appellante Margarida. por sen cu-
    rador, appellado Bernardino da Silva Ferreira
    Leite.
    Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
    Sr. desembargador Accioli:
    Appellacao crime.
    Do Recife.Appellante a justice, appellado Joa-
    quim Antonio Dourado.
    Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
    gador Accioli :
    Appellacao commercial.
    Do Recife. Appellante Antoaio Joaiaim de
    Vase on cellos, appellados Cardozo & Irmao.
    Appellacao civel.
    Do Recife. -Appellante barao de Morenos, ap
    peliado Prirao Paciieco Borges.
    Do Sr. desembargador Accioli. ao Sr. desembar-
    gador Domingues Silva :
    AppeUacao civel.
    Do Recife. -Appellante Tasso Irmaos, appellado
    Joao Vasco Cabral.
    Da Escada.Appellante Roque Ferreira da Cos-
    ta, appellado Lesncio, por sea curador.
    Ao Sr. desembargador Souza Leao :
    Appellacao commercial.
    Do AracatyAppellante Aquilioo Bezerra de
    Menezes, appellado Jose Cavalcante de Albuquer-
    que.
    . Do Sr desembargador Souza Leio ao Sr. des-
    embargador Silva Guimaraes :
    Appellacoes civeis.
    Appellaate Mauoel Ferreira dos Santos, appella-
    do Zefei ino Lopes de Barros; appellante Antonio
    Annes Jaeame, appellada a viuva e herdeiros de
    Euzebia do Paula Pinto.
    Ao Sr. desembargador Loureaco Santiago :
    Appellajao civel.
    Appellaate Joao Gomes de Oliveira Goelho, ap-
    pellado Jos6 Fraacisco de Arruda.
    Diligeacia crime.
    Ao Sr. dosorabargador promotor da justiQa :
    Appellaate Franeisce Jose Vieira, appellada a
    justiga; appellaate Raymunio Gomes de Souza,
    appellada a justica,
    Diligeacia civel.
    Ao Dr. curador geral e ao Sr. desembargador
    procuraior da coroa:
    Appellaote3 Joao da Cunha Soares GnimarSej,
    como curador de saa mai e outro, appellado Joao
    Ant mio Gomes Guimaraes; anpellanta a fazenda
    provincial, appellado Carlos Ernesto de Mesquita
    Falcao ; appel ante Man -el Jo'aquira da Silva
    Leao, appellado b charel Jose Angela Marcio da
    Silva e a fazenJa.
    A signou-se dia para o julgamento dos seguio-
    tes feitos :
    Appellacao crime.
    Appellante o jdizo, appellado Lauriodj Barboza
    de_ Oliveira.
    Appellcaao civel.
    Do Recife. -Appellaute D. Annunciada Camilla
    Alves da Silva, appellados Azovelo Irmao & C.
    Enccrrou so a sessao a I hora e 3 quartos.
    e tanro deve reeommeodar o IwMWI a *3 conci-
    dadaos, .& Exc. mprelo4au a^MHcg'wela de
    levaotar am hospicio com todas BS'cWBwe^es ne
    eessartas ao tfatBMa dtts-foaeo-< em- yie fm-\ \r dei*nrtiuhlmeJte acniva que tem twa*fls
    homettitem a mais restricts obrlgajSo de velar
    pelo bem C3tar de seas seroelliaotes.
    Se n6s do animotranqtiilki'consrderarqjesiiWr
    .eiembro de *874.
    de
    A-'kx*, prt. Africa.; W aooos, solteiro, Boa
    Vista, hospital Pedra II j bydropisia.
    PARffi POLITIGA
    pinrisno covsehvahoh
    RECIFE, 5 DE SETEMBRO DE 1874.
    A 8 do corrente deve ir log ir o lancamento da
    pedra do h spicio do* alienadbs, estabeleciraeato
    pio de que taato ja carecia esta (lorescente e po-
    pulosa provincia.
    De dia em dia crcsce o aumaro de infelizes pri-
    valosdo razii. Coatinuamonte as folhas publicas
    ahi estao reclamando provideacias sobre este ou
    aqnelle loaco que acsta ou naquella localidade
    Irat em sob osalu ou incommodados os seus habi-
    tmtes, sem que aautondade, por falu de am hos
    inch capaz, possa attender ao reclamo. Na casa
    ye detenjao com tormento de erapregados o pre
    sos, con detrimento da disciplraa e mat dos pro
    (,rios infelites alienados exislem nio poacos, sem
    Btfoardina Maria da Coaceicao Paira, parda'qiM possamscr removidos por falta de espace no
    Peraarnbuco, 3-J aoao% wlteira, Boa-Vista, bospi I actual hospicio.
    Ml Pedro II; erysipela. .i Esje faauado uos corredore* e saloes do veiho
    - i ...nnin da Misericordia em OHnda.nSo tem as con-
    idiidwhygaeaicas, as acommodacoes preclsas para
    fctfif-Tis
    Manoel, prelo, PerBambv' 5-aW03
    ta; asciia. '
    Laiz, pardo, Pemaaauco, Nm, Santo Atilo-
    mu, espasmo.
    Feliciaaa, preta, PariWtnbUco, 10-dia?, S. Josi;
    espasmo.
    _ -*:*_.!
    Maria, branca,Jfenwmaaco, 4 dias, Sasto Anto-
    uio; igoora-sa a- nwlMlia.
    Hosa Maria da Couua^io, parda, Pernacibao,
    61 anaos, casada, S. Jose"; pleuriz.
    da no Rio
    cial nossa, era 1811, a assemblea proviucial tor-
    nou o servico fnnerario privative da Santa Casa,
    destinaudo prodacto que desse privilegio resul-
    tasse para a eaifleacfo desse asylo am que nao in-
    teressa soaiente a hnmanidade, cdmoa adfninistra-
    cao e a policia em todos os povff ealtos.
    A Santa Casa nio podendo por entqnanto pela
    exiguidade dos meios do que dispdc, fazer por si
    raesraa esse servico, o cuntratoa com alguem que
    ate" poaco tempo era unico uessa empreza; e pole,
    ponqo nm a um monopolio todo particular con*
    segnir por ejpontanea offerta do emprezario vin-
    te cinco contos de reis aonaaes para a obra d j
    asylo ou quiaheB'os contos de reis, qne importam
    as prestacocs contadas por 20 anno s, por quanto
    deve durar o contrato.
    Alem disso, pelo cootrato celebrada" para a cdi-
    ficaQ'io do matadooro, forara offerccidos aS. Exc
    para o asylo qaarenta contos, que reunidos as ou-
    tras ollertas e beneflcios quo possara ainda appa-
    recer, sao sufucieates para a coastruccio do hos-
    piciosem dispendro dos cofres provinciaes.
    E' assim qae soramadas ess is quantias realtsa-
    das com as que repre'entam os materiaes edevera
    resultar dasprestas5es,temos um valor nao inferior
    a selssentos e cincoeota cootos de reis; ora, tendo
    como e hoje pablico, contratado a Santa Casa com
    o tenente coronet Jose CaetapO de Medelros, cida-
    dao cuja probidade, honra e acti'idade, estao po3-
    t3S fora de toda duvida, sob fiaara do Exm. barao
    d i Livraraento a construcrao da casa da adrainis
    tracao do e.-.tabelecirrento, das duas alas lateraes,
    Hi eozioha e jardim por quatrocentos contos de
    r6i, "pages cem CQntos de reis logo, e o mais era
    nove prestacoes de trinta e cinco contos e uraa de
    trinta cantos ate 1883, da-se, que paga a 1*, aiada
    iiea dinheiro para fazer face as 2" 3" e parte da
    4', seudo que so -para as ultimas padera haver fal-
    ta ds alguin dinheiro, que nio e crivel que era 9
    anaos deixe de poder haver-se, por quanta a cari-
    dade e inexgotavel como 6 inexgotavel as bencaos
    e bondade de t)eus.
    Realisanlo assim -sera prejuizo das rendas pu
    bHcas, sem gravame dos cofres da Misericordia,
    tie grande melhorameoto, tao urgente nccessida-
    de, ^6 polera deixar de ser elogiado o digiio pre
    sidente actual por quem niio reflectir ou se dei
    xar levar de motivos inconfessaveis.
    A hamanidade vai ter mais um eUabeleciraento
    pio que era toda a parte tern raerecido o ctt>dado
    dos governos, a provincia mais nm ediflcio quo a
    recommendara eosloucas raelhor tratados e ac
    commodados poderio Ulvez em brove recobrar a r i-
    zao e voltar ao selo de soas familias e d > sociedade.
    Deus impoz o raal ao homeia em castigo de seu
    orgulho e erros, e baata serraos humanos para que
    estejamos sujeitos a todos os males que atlligem a
    homanidade.
    Qual de bos podera diier com seguranca que
    para si ou para alguem nao precisara de am asylo J
    semelhaate ? A razio huraana 6 vacillante como
    tudo qne p*-rtenoe ao homem, e nio ha posinao so-
    cial, nao ha oondicoes qu nao possani estar sujei
    tas as vicissitudes da sorta
    Quem diria a linda e graciosa Carlota, ex impe-
    ratriz do Mexico, araando e sen lo amada, com to
    das as vaatagens do uma elevada pasicao social,
    com todos os cochegos da familia e da riqueza, que
    a mao da desgra^a ferindo lhe o ente querido de
    um coracao, a pnvaria logo da razio qne tao es-
    clarecida se ostentava t....
    Coniinuamente estamos ven lo a cada passo as
    contrariedades, as paixrtes, o infortunio privar nos-
    sos semelhantes da razao que Deu* lhes dea, o de
    repente esses qae coranosco conviviam, que erara
    talvez um apoio e conforto, de repente tornar-se
    ura elemenlo de perturbacao e de susto I
    Aquelle, pois, que erapregando os map louva
    veis esforcos consegue realisar a ediftcacao de ura
    estabetecimento de tanti ncccssidado, aquflle que
    correspondendo ao reclarao -concorre com a es
    porlulamais ou menos avultada, segundo suas
    posses e generosidales, sio digno* de todo louvor
    e devem ser secundados e respeitados por todas as
    almas bem formadas, por tolos aque'les que live-
    rem bom senso e patriotisrao.
    0 estabelectmento que vai erguer se nao e em
    proveito de um individuo mais do povo -nSo 6 so
    para o povo, e para todos os individuos da grande
    familia huraana que delle necessitar.
    0 obolo que lancarmes na caixa destiaada a sua
    constru.-c-ao e ura capital imoerdivel pois delle
    resultara para nos os luiro3 de uma boa aceao.
    0 amai-vos uns aoi outros -e a grande lei da
    humanidade, e aquelle que a curapre, se rom-
    menda ao eterno-que uio se illude e quo \C cla-
    raraente no coracao d'> homem I
    Sao as boas obras qne aos recoraraendarao, e a
    caridade essa virtude que lanto exalta o chris-
    tianismo que constitue a pratica da verdadeira re-
    ligiao. A f6, como a espjiangasao virtudes indi-
    viduaes que so oodem aproveitar a cada indivi luo,
    a caridade, porem, partiudodoiodiviJuo, e exerci-
    da com o semelhante e faz rebentar do mais de
    uraa alma a prece que forma o hymno, a lagritna
    que forma a flor, que o aajo da piedale recolhe e
    leva radiante como o melhor presente ao Senhor I
    Que cada um de' nds pois ajude a pratica da
    caridade, e auxiliando o hospicio dos alienados
    concorra para uma de suas manifestacSes.
    E' o no3so desejo, e o qae pensannos.
    lloflaa.
    Tudo se inverte, 8S innovates formi-
    gam.
    Palavras, e alem dellas-nada, a nSo ser
    as desastradas pretetiQoos absolutistas de
    meia duzia de veloos corrompidos e de me
    ninos prelenciosos e estultos, queconsti
    tifeno hoje (1867) a flor offi Os nomens do cOnsciencia devem ter por
    seu primeiro empenho .acautelar o povo
    contra as trais5es oratorias, contra as arma-
    'lilhas de palavras, com qua os homens
    desta triste situaQSo (os liberaes I) prepa-
    rarn as ruinas do paiz.
    Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
    e da vida ao paiz apresentam a pistola, eil-
    ludem os viandantes com jogos de palavras.
    Marco Antonio nio intriga.
    Diz tudo ao povo para melnor servil-o.
    S6 a publicidade de todas as miserias po-
    de curar as a Qaem tal dissera, Pernambuco, patria de
    Nunes Machado I
    0 paiz, que vd ouvindo a discussSo das
    tnauiliias miserias e cobardias poUciaes, e
    julgue.
    A mentira e levada a sua ultima poten-
    Cia.....
    Que riara e folguera os filhos degenera-
    dos desta terra : o dia hade ctiegar......
    Marco Aotunio depde a penna fatigado de
    indignar^io ede despreso, para que a poli-
    cia nao o mande esbordoar.
    (WOT.)
    Marco Antonio, ou o Dr. Aptigio JusUfna*
    no da Silva Guimar&es til....
    politico* da ncssa t^rra eib crenr obstacalos 3 ie%-
    lljaco A- nthl ilia, qite pot rffinlSmente gigm
    "feaS.'BaVj deixa de sera mais philantropica, qne
    aa cp.rra presente se poderia apresentar, flcaremos
    perj/lexos, e acabareroos por acrcditar qne todas
    esis phrasea inconvenientes, msolifas e indlgnas
    de flgurar em jornaes de povas civilisados. teaham
    eseapadotra penna de Illhos desta orgalhora pro*
    vm^m, qu em cada pagina de saa brst'jria coota
    ama gloria, om hero', ura patriot*.
    EatreOmto o aoimo senos confrange, an ver co-
    in i esses que se dizem amigos do progresso, esses
    qae se intitulam amrjros do povo, esses qae se
    proclamam todos ps dias como onkos defensores
    dos dfreftos do povo m arraam da cibeca aos pis
    para combaterem como verdadelros loucos coutra
    aqnelle a qaenr a Providencia Diviaa aproove
    insplrar a nrais bella das id6as, o mafs philantro-
    pico ponsamento de iustiiair na cidade do Recife
    uraa Cisa para serem rocebidos e tratado* os des-
    gra?ados qae houverein perdido o uso d suas fa-
    culdades iutellectaaes.
    E e em norae do povo de P-sraarabuco qne se
    despedem raios a todos os momentos contra o il
    1 jstre e honrado pernambocano qae, nao obstante
    a crise com nercial t5o extensa como jamais se vio
    nesta pravioch, com espirilo calmo, escuth-
    do nosenliraento religioso, e no do amor da patria,
    reoorrj a caridade pubKca nuaca desmeatldat an
    patriotisma nnnca em v5o appellado, para realisar
    tao sablime id6a ; e eil-o de todos os (ados ajada-
    do nio so pelos seu3 patricios, como por todos os
    estrangeiros one reionhecem que o homem 6 sea
    irmao, embora diverso o lap ir do oasciraento.
    Adinira que essa phrenetica opposicoo provenha
    de homeas que quarera passar por emmenteraente
    cathilicos e civilisados, e qoo tenham escripto sem
    ceremouia que nos nao temos necessidadede asylo,
    porque temos uma casa sufflcieate para os loucoa
    i|0!>ado elfes alii nunca deveram ser reeolhidos e
    tratados.
    Para volvermos ao tempo em que por locom-
    prehensivel (atalidade as ileas religiosas, muito
    differentes da que se toruaram depois com o pro-
    gresso do cspirit-i huraana, dominavam com am
    jugo dc ferro, com uma feroz barbaridade, com
    uraa. indomavel ferocilade, com uma vil e abji-
    eta igaoraacia, seria bastaate essa casa de Olio-
    da, onde apenas achariam comraodo sofTlciente
    to a %i doentes e and* estao reeolhidos mais de
    90, sem qne se lhes possa app.licar o tratamento
    que hoje a sciencia medica rewmmenda e acon-
    selha depois de mail s seculos de e-tudo e obser
    vacilo.
    liije, porem, a sapientissima vontade de Deus
    aprouve refonnara inlole do homem e aperfei-
    coal a com santas insplracpes de man ira qneani
    mado do espirito de candadi*, presta-se com o
    maior des'elo e eariflho ao tratimonto do seu se-
    melhante.
    Nio foi, portaato, soraente a sciencia medica
    quem ohron cs maiores proligios de valor em fa
    vor da protecgao devidt ao homem allienado e que
    por aturados estudos e muito peasadas observa-
    co is diegou a reforraar complelamente o methodo
    curalivo e o systema hygienico que de preferen-
    cia se lhe devoriaapplicar : a reltgiio teve mui
    grande parte nessa faina iraprolia e de longa da-
    raeio que houve Uigar, logo que so comeQaram
    a convencer que a alieuarao meatal era uma mo-
    lestia sujeita a accao dos medicamentos e dos
    meios moraes, cuja dose devia ser cuidalosamente
    calculada conforme a 3obre-excitacao que apre-
    sentava o doente em seu systema n?rvoso '; foram
    com effeito os ministros do Martyr do Golgotha os
    pnmeiros que se esforcaram era empregar os sens
    sabios e consoladores conselhos para acalmar o
    am assisu'r" a essas assemMeas de feiticei-
    s, erale ellas alias awnta coinpareceram.
    Poaco e pouca foram se jnolifleanda as i&is
    com as novas doatrioas qae se" fonnram alguraas
    vews falaes a seus aatores. A humanidade foi
    poaco a p>iucj se liberiando do jugo d.t ignoran-
    cla e do erra e conqulstando palrtto a palmo o ter-
    reno elevado como o pensamento, em qae a refl-
    g3o, e a sciencia a tem actnalmonte coffocsd.\
    E sera possivel qne hoje alguem deseje qne vql-
    temos aos tempos primitivjs, em qne 8 louco nao
    era traftido como am homem, mas sim como uma
    fera?
    E come- hoje tratar c-s alienados sem am e-Jili-
    cio deprope.'ito eoastroWo paraes-e flra, com to-
    das as coad'eocs que a sciencia aclualmeate exige
    e com os comraodos neeessarios para serem exe-
    catados os diversos metbodos eorativos 1
    E bavora quem era cooscienela reprove os so-
    brebumanos esforcos qua-tem feiio o Exm- Sr
    commeBdador Heariqae Pereira" de Lneeaa para
    dar prineipio a am estabeleelmeato de tanta im-
    portanela ?
    0 tempo e a posteridade farao jnslica ao digao
    pertambucano que tera sabido promover os raelbo-
    ran>entos de qae necessitt a sua provincia natal.
    Recife, 31 de agosto de 1874.
    Canbio sobre Lisboa a 90 d-t. 108 9fl d* fro-
    mio, banco.
    rweonte de Ielraa 5 OtO ao anno.
    a. e Vaacoaeaaos
    PresiaenH.
    A P. de LeowM,
    Secretario.
    Eleifjak)
    De .Hiw'.a Senhar* 9 dn travcsisa da*
    Ra>ia
    Juizes por eleirae
    Os Illnw. Srs. :
    Dr. Leonardo de Almeida.
    Francisco Evaristo de Soaza.
    Juizes por devoijao
    Os Hlms. Srs. :
    Francisco Antonio de Albuquerque Mello
    Henrique Saraiva de Araujo Media.
    Juizas por eleicio
    As Exmas. Sras.:
    D. Julia Carolina Maciel.
    D. Maria Jose da Silva Mendonca.
    Juizas Bemfeitoras
    As Exmas. Sras. :
    \ugusta Amelia Rabello.
    Ermelinda Pereira de Carvalho.
    \melta Joaquina de Oliveira Moraes.
    Lucinda de Melbarges Sales de Abreu.
    Juizes protectores
    Os Illms. Srs. :
    Antonio Pires Barbosa.
    Antonio Baptista da Malta.
    Bartholomen Ferreira da Cunha.
    Joao Tiburcio de Souza Guedes.
    Jos6 da Costa Cordeiro Lima.
    Jiio Baptista Alves da Silva.
    Francisco Borges do Ortveira.
    >a.* palavi*taa ao Sr. pa^
    da tlaesourarla.
    Explique-nos o Sr. Heleadoro de A juino Fon-
    ceca, pagador da thesouraria de fazenda, sea ia-
    eivil procedimeato, vedaneo o ingresso no in-
    terior da sua repariicao a rospei'.aveis aociaos
    funccionarios da justiga. J
    Sera que por este niodo queira agora ja^tiucar
    certos factos dosairosos ciramettidos n-ssa sua
    pagadoria ?
    Oi resuteiladojffor procuraoao.
    AWAADK*'-*
    leoonaaatc da dia i a ;4 .
    do dM 1
    97:i30. OtO-
    S6.3i7ai99
    Itl:l77d369
    Daaearregaa boje & alaabro da 17V
    Palhabate amWrcaao-F/aa* Mtward -**"*
    aeros para deposito no wapiche auande-
    gado Bario do Livraraento, e generur
    iuflammaveis para deporfte no trapiehe-
    alfiudegado Vieira.
    Patacbe-allemao Tipr (atracado) mercadorfaa
    para aifaadega.
    Bare* ingWza milier earrio jadespacaadn
    oara o caes do Apollo.
    Brigae allemao Wilhelmim kerose* para o
    trapiohe Coaceicao, para de^pacaar.
    Brigue allemao Wethelmne, entrada de
    Cimcei- New-York em 4- do carrenle consignado a
    da Henry Forster C., maeifeslou :
    Arcos do paa 4 feixes aos cousignata-
    rios.
    Bolachiaba]43 eaisns a Lebre A. Reia
    Banba 100 barris i Moreira Alliday 4 C
    50 a Pinto Moreira AC. Breu 130 barrica'
    a Fernaodes da Costa & C. 100 a Santos d
    Araujo, 30 a Lebre & Reis. Berricas abati-
    das 3000 aos consignaterios.
    Carteira 1 aos MMM
    Drogas 2 caixas a Msnoel S. Faria A C
    Eixos para carros V caixits aos consig-
    natarios. Esteiras 33 vslurnei aos consig-
    natarios.
    Farinba de trigo 300 brricas- a Joao f.
    d Aguilar & C
    Kerosene 1 000 caixM aos consigoata-
    rios, 1,000 a Antonio Kraneiseo Curga,
    300 a Joaquim J >se Leitio A C, 500 a
    Paulino Jose da Costa Araorira & C, 500 a
    Fernanda da CosU A C, 30 a Sooza Bas-
    tos A C, 200 a Manoel daSdva Faria
    ;a C.
    Lampeoes e perteuga:
    j.adT "cas aos consignaiarios.
    Mercadorias diversas 30 mtam a Penna
    Jbnior & C, 18 aos consignataiios. Ma-
    chinismo '* cixas a Amorim Irmaos & C
    Objectos diversos 4 caixas .1 conaaanhia
    Farro Carril de Pernambuco.
    Oleo de amendoas 4 barris a- Manoel da
    Silva Faria A C.
    Relogios 43 aos ousignatarios;
    I0e\ixas e 5 bar-
    COLLEGIO U SANTISSIMa ,
    UO-rin doCo*sJUa90
    i:.abelecimentos dessa orlem. ..i_,._
    1 \ ^,c.os na. tern alii B?", =' commodidade'
    Oi i?ncoi n*'' tem a"'
    :ionbecido serora
    ac ,u.( 2.(4k ''no a sciencia U
    -e es arias ar Jeu WaUuieoto. o aue urgia fosse
    *:,^a i p "L de tantcs nfelzes.
    attendido para a bem ?.. commendador Lucena
    Foi isso o qua o Exm. &.. n 0 aovo asylo.
    re;.pheceu e qaiz satisfazer co^ i^jeto desse
    Bojiem de resouicao e voatde, Hsado
    amor da patria qua tantos prodigios tem r?-.
    espirito atribulado dos doentes, e quo muitas ve
    zes com esses unicos meios conseguirarn muito
    mais facilmenla zurai os alTectados do que de ap
    plicacoes quasi serapre empyricas e desacisadas
    q.'c par outro lido erain executadas com profu-
    sio por alguns dos secUrios dos filtros bucaes,
    exorcismo11. e outras praticas absurdas que duran-
    te muito lerapo vogaram entre pessoas mestno
    de alta gerarchia.
    Alguus exeaiplosbastariam para provar ate que
    panto chnjou a cegueira n^quellcs tempos de tris-
    te record icao o de ce'rto n!o os trariamos de novo
    a reeordacaa se elles mesraos nao fossem a mais
    exuberante prova do poder que teve a religiao
    posteriormente, para salvaguardar os nossos infe-
    lizes irma)3 dos crimes a que indiuia o erro, a
    falsa crenca, o fanatismo eranm levado ao ultimo
    grao pelo proprio desvario do int-llccto.
    Dous gascfios ousados, ermitoes dc Santo Agos-
    liana, levados pela ambijao de fazer fortuna, pro
    raetleram curar a molestia de Carlos VI, a que da-
    vam o none de occupngao. Deram-lbe a beber
    phitros em que se havia raistarado Onas perolas
    reduzidas a po : pronunciaram sobre o infeliz ata-
    cado de d lirio rnelancolico entremeiado de estu-
    por e de accessos fariosos, palavras magicas que
    nenhum effeito produziam porque eram. neutrali
    sados, diziara elles, pelos sorlilegios e feiticanas do
    barbeiro ieal. Darou esta coraelia algum tempo,
    e teve desgracado desfeiclio para os seus princi -
    paes adores; porque elles foram destituidos de
    suas honras na praea de Greve pelo arcebispa de
    Paris, levados a c rrcr as ruas, decapitados, cor-
    tados em pedacos e estoi pendarados n:i3 portas
    .da cidade. Este triste acontecimento teve lugar
    em 1399.
    E' somente nessa epoca o pobre rei dc Franca
    que e considerado louco. A epidemia norvosa
    reina par toda parte com diversos carac'.erese diffe-
    rentes nomes. Soffre se por todos os lugares do
    universo: em uns e o dcnionio qua sob todos os
    aspectaa apodera-se do espirito humano : em ou-
    tros sao os aervds que geram as innuraeras affec-
    cous. Na Allemanha 6 a danta de S. Wit, era Fran-
    ca a danca de S. Guy, na Hollanda e a danca de
    S. Joao : para a Calabria 6 a daoca da tareatula :
    em 1783 era Moumoutteshire para certa seita 6
    uma homenag ra prestada a Deus em lerabranea
    de David, que daoeoa em frenta da area Para
    os medicos tudi isto e apenas uma molestia, a
    choreomania, malestia extravaganto, que facilmen-
    lese transmitte por sympaihia o que frequente-
    mente existe com a mania religiosa.
    Na se:uk> XV aloucura teve sobro os destinos
    da Franca uma influencia exiraordmaria: ella
    perdeu a e depois salvo'u-a. 0 delirio de Carlos
    VI obrigoo ao tratado de Troya que entregava a
    Franga a Inglaterra : as haliucinacoes de Joanna
    d'Arc lancarara fora do territorio o elemento es
    trangeiro qne ahi s? havia enraizado.
    Nesse tempo ainda nenhum sabio se occupa de
    estudar a alienacaa mental e os remedies para
    combate la. Jacob Silvios manda dar pancada
    nos doudos e fallar-lhes sempre com muita Valen-
    cia : considera a loucura como uma efysipela in
    terna do cerebro e para conhecer o lugar era que
    ella esta situada, lerabra um processo muito sim-
    ples e 6 cobrir a cabeca com ere molhado, e o
    lugar oude elle seeca primeiro, ahi esta a molestia.
    Nio e certaraente com tal methodo curativo que
    se pederia remediar a affeccSes mentaes quo se
    espalharam por toda parte com o caracter epide-
    mico.
    Ningaem duvidara quenessos tempos motta in-
    Quencia tivoram os remedios secretus das coma-
    ires, alguns dos quaes perturbavara as facoldados
    iutellectua s a ponto ie produziram o dohno. e a
    loucura artiScial. Oqne hoje todos sabem era
    naquelle tempo um segredo que se passava com
    neaaau onvido. -
    Era o stramonh, a belladona, a maadragora,
    plantas venenosas eoi alta dose, consoladoras era
    dose moderada, que conduziara o espirito a allu-
    einac5es, cuja lembranca consarvava os earacteres
    da reahdade.
    Assira pasaram-spi ronitas annos nessas alterna-
    tivas da crenjas^eada qual mais fort 1 em prejui-
    tos a humanidade soffredora, toda* ellas, porem,
    revelando quanta a espirito humano se actuva op
    primido pelas idfias erroneas, Qlhas talvea de uiaa
    eunstitulcao medica que actbava em geraL
    No raeio dfesse cahos da preconcerts, de erros,
    de allitclnadfles, de ve-daderra monomania em
    que se commeltem os mais negros crimes, era qpe
    so qaeinwaos milhares os infelizes atacadw das
    molesti&s nervosas oa das alteracoos do lotalleoto,
    Deusse aoaercia de sens infettws filhos e eniiia-lhes
    0 sabio nrelado Edelia, Dr. era Siorbunna paratpreaar
    a verdadeira dontriaa e *spilcar o espirito diabo-
    lico qae se ttavia apodera de padres., da mag
    trados, reis e iraparadorea.
    Em 14JJ3 ess sajtto padre anima-se pela pn
    ntra-vez a pregar em pnblico, qae toda3 as sa
    taniaes disbohcas pelas qaaes se maadava tanla
    waste para as Ibguairas e--aiB Wesvarios mortidos,
    wesultado do. soojaoon do desarranjo mental; e
    Sqae ora uma nerversldade matar &*es innocentes,
    1 cujo crime consistia em sereto vlcdttas dos desar-
    Ir.-idins 4p sna imaglnacaci.
    1 Ainda a bondage Wv'W. tf^sa,?JKa
    Ide atnparar a poere hooiAuWde Jpba ''."x.
    fcnar a espirito do exoreisla t3irintras, iaqtusWor
    InexgMaviJi Ye^m side o tbema desse, fowro ja-l Averao,qoa ef J5^Bi53LV,5S lSiSna"
    numento da nossa civilisacio e adladtatrt mto p*n I rat que a maior jiarte ^^^.'.*slnlJ*Pa
    aqa^fe^fSaS *m*o os seas pnwltbs.qne pesso; s aervosas, ffaca ioleias a traba
    tXe owresaia,%' ^8d>cem de uma te qnaalltar anolte daraote o sotoio coma: imagu
    SOB K MftKCCVO DS IMULOMCN.V MBSBVUfA DF. UBS-
    QUEBQUE O'CO.V.NULL IEUS2Y, OpADJUVAOA POR
    SUAS I.IMAS D I.ANDELISA DE ALBCQUERQUS o'CON-
    NKL JERSEY E D. OLINDINA DE ALBUQUERQUE o'COX-
    SELL JERSEY.
    I
    Artigo l. 0 collegia dirigido por Phil omen a
    Minervina de Albuquerque O'Cannell Jersey, de-
    nominate COLLEGIO DA SAOTISStMA TRIMDADR.
    Art. 2 As alamnas recebera nelle insti uccao
    primaria, secundaria, religiosa, de civilidade, e de
    recreio e prendas.
    Art. 3. A instruccao primaria e : leitura, es-
    cripta, contabili lade (aa qiutro operacoss), no-;oes
    de grammatica portugueza, cos ura cha e cro-
    chet. ,
    Art. 4.' A instruccao secundaria comprehende
    lingua nacional, fraocez. inglez, italiano, hisio-
    ria, geographia e arithraetica.
    Art. 5. A instrucciij religiosa e dada pelo ca-
    thecismo ; as alunraas aprendem : [doutrina
    ch ista, e todos os deveres religiosos a cumpnr
    para com Deus, seus pais e parentes, e em geral
    eoin a sociedade.
    Art. C A instruccao de civilidade abrange to-
    dos os actos da vida de uma senhora em relacio
    com as pessoas de sua familia c com a socie-
    dade.
    Art. 7. A instruccao de recreio oonsla de -de-
    senho, musica, piano e danca.
    Art. 8. A instruccao de prendas reuae :
    todos os trabalhos de agulha e toda a especie de
    bordados, que deve saber uraa ?enhora da melhor
    sociedade.
    II
    Art. 9. 0 collegio admitle aluranas internas,
    meio pensioBistas e externas.
    Art. tO. A lingua que se falla no interior do col-
    legio e a franceza ; e darante as aulas de inglez e
    italiano 80 se fatlam estas linguas.
    Art. It. Asalumnas que estudara francez, in-
    glez e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
    duiir estes Idiomas grammaticilmente.
    Art 11 A mensalidade para as internas e iOJ,
    para as meio pensionistas 20* o para as externas
    bi, pagos adiantados, por trimeslres, que uma vez
    comecados, consideraui-se vencidos.
    Art. 13. A instruccao das alumnas externas,
    remunerada segundo o artigo antecedonte, e a
    dos arts. 3 e 5S as internas o meio pensionistas
    teem direito ados arts. 3, 4, 5, 6, 7 e 8, podendo
    todavia, qualqner alumna externa frequantar as
    aulas superiores, mediante a indemnisacao que se
    convencionar.
    Art. 14. As despezas com livros, papel, etc,
    sao da competencia dos pais ou correspondetes
    las alumnas, e bem assira a materia pnma de
    bordados ; e estes execuUdos, sao propnodade
    das mosraas.
    Art. 15. as aulas no Collsgio da Santis>sima
    Tri.ndadk, trabaloam daas vezes ao dia, de raa-
    nha dos 9 a 12 horas, e de tarde das 2 Ij2 as
    5 1|2.
    Art. 16. Oenxoval dis internas e ao gosto de
    seus pais, assim como a roups lavada e engem-
    mada e p-rtences, por elles serio fornecidos.
    Art 17. As pequenas indisposicoes e mnles-
    tias das internas, sio ITatt las na collegio ; nas
    graves, porera, a direc'.ora faz avisar aos pais ou
    correspondentes, para providenciarem sobro o tra-
    tamento, que pode ser em suas casa3 ounocol-
    L Art. 18. Os feriades sao 03 daa aulas pablicas.
    salvo as quintas feiras qne, no collegio, Ream das-
    tinadasa instruccao do recreio.
    Art. 19. Todas as malerias leccionadas no Col-
    legio-da SANTfsstMA. Tiu.NDADH, s5c professaias
    pela directora o =uas irraas, ou -utras seah.>ras
    comaaptiiao precisa, e quo a directora ju-gar
    necessanas. __
    Recife. 30 de dezenobro d 1873. Philtmuna
    Minervina ii Albuquerque O'Q nnell Jersey.
    Approvo. Directors gerl da instruct^ pub.i-
    ca de Pernambuco. 8 de jaaeiro
    Barbilho.
    DESPAGB09 DE EXPOiiTACAO NO DIA 3 1)8
    SErEViUIV) DE 1874.
    Para ot portos '-.do exterior.
    No navia inglei Fuzilier, paca Liverpool,
    carregou : T. CnristianseBl. 10,000 peata da boi.
    No navio allemao Lubeck, para o Canal, ear-
    regou : Kellor & C. 262 saccas com 19,300 kilcs
    de algodao.
    No vagor francez Henry l\, p^ra o Havre.
    carregoa : Hi & Labille 1,734 couros s.iipados com
    21,096 kilos.
    No v.ipor franc--z Eritnanthe, parr. Bordeaux,
    carregou : R> dos Santos Gouveia 1 barrica com
    51 kilos de cafe.
    No brigue hespanliol llenriquela, par* o Rio
    da Praia, carregou : P. Carneiro & C. 30 barris
    com 6,300 litros de mel.
    Para ot portal do interior.
    Para o Rio de Janeiro, no patacho nacional
    Ilell'ina, carregou : Amorim Irmaos &-C 175
    saccas com 13.123 kilos de Lssucar bratco.
    __Para o Rio de Janeiro, no vapor nacional
    fiaaia, carregou: 1. V. toarea 70 saccos com
    4,200 kilos de assacar branco.
    Para o Ceara, no vapor nacional /j>ra,
    carregou : J. F. Santos Bastos 30 barrieas com
    1,801 1|2 kilos de assucar reQnado ; Costa &C.
    80 saccos com-6,000 ditos de dito braoeo : para
    Acaracu, J. A; Gomes Pires 6 barricaj com 497
    ditos de dito relinadwe 2 pipas com 860 litros de
    aguardeate : para Mossoro, B. J. Pereira & Irmao
    2 oarricas com 120 kikisde assucar refinado.
    Para Macao, no hiate nacional Joao Yalle,
    carregou : A. Oliveira 4 C. 2 barrieas com 180
    kilos de assucar branco, e para Mossoro 1 volume
    com 16 litros de agtiardeote.
    Para Mossoro, na barcaga R-iinka aet Aiijus,
    carregou : A. Silva Jampos 1 pipa cem 480 lUros
    de aguardente : para Macao, M. Fercacdes 1 bar-
    rica com 33-kilos de assucar branco.
    CAPATAZ1A DA ALFANDES i
    Aendimeato do
    daai do dia ';
    dia : a 1
    yOl/JBSS SAHU)03
    No u a la^--
    Xo dia 4
    .*nmeu"a poris ......
    iaguuda porta
    Terceira p^rta
    Tivpicha Ccacaiiii .
    2:783*832
    904*101
    3.093
    3.6^0
    SERVICO MARMMJ
    klvarsngas dosaarregadas no "jra^ic-a da
    aifaadega :
    No dia 1 a 3 .....
    So dia 4. .
    to Q-apicaa Go&oai^aa
    REGEB2iX)BlA DB RJSNDA3 IHTMLNAS GE-
    PAKS DE PERNAKCffa
    it&i;.,' .-ins do dia 1 a 3
    dec da Oia 4-
    2 207*020
    5:569*3l.s
    G^XSDLADO PROVWCIAL _
    do IS74.Joao
    '.ect'F.xsato do dia I a 3
    'dena do dia 4
    RECIFE DRALNAGE
    Rendtoientodo dia 1 a 3
    tdeaa do d'a 4......
    Todas as senhoras satoeua que o
    nraa desgraca t-rrivel e incideolavel o perder-se 6
    cabello, a igualmeote nao iguoraa. casos a culpa 6 sua. 0 Tunic-* Omi*il e uma
    preparacao vegeul oura afragr me, destraada ex
    pre-saraente para a crasarvacaoB aformoseamento
    deste grandii dm da aatureza, e com somente
    usa-lo, se obtem uma basta e vigorosa cabeiladu-
    ra de soavaa, brilhantes e Rexiveis cabellas amel-
    Milhares de pessoai de ambes os >eSK em todiis
    a* partes da America du Sal e nas Antilhas.co-
    Bhecem e attestara este facto.
    Se ha ou exMem alguus iocreialas coacornon-
    te as suas virtudos vitalisad&ras e aformosoaduras,
    que perguatera aquella3 pessoas que o usaaa dia
    riaaente.
    AGENQAS PROVINCIAE>
    Liquidos espiritucsos.
    Seadimenta do da 1 a 2 l:137<33C
    Icteiu do dia 3 6ol*47'
    Bacalbao, etc.
    RflEdimento do dia 1 a t 61*800
    Idem do dia 3 I.



    r:
    7:VrJ**35
    999*829
    8:607*161
    6:8l*&-3
    1:496*217
    8:307*t.Vi
    l:89*8i0
    6t#W
    Generos de eativa.
    Rendimento de dia 1 a 2 394*432
    Idem do dia 3 79*136
    - ITSJofH
    O aayla 2e aliaaadias.
    JUNTA DOS 'A)RIU: .ORES
    Praea do Recife, 4 d setenibro.
    de 1814.
    AS 8 HORAS DA TMttV^
    cotaQoes ortici\BS
    Cimtio sobfe Lendtes a 90 d! v. 16 d. por
    UGQO, bnco, a -atero e bje.
    Dito aobr dito a 3 d|v. J5 3j4 pir 4*000, da
    banco.
    Cainbio sooro Hamburgo a 90 djv. 4*9 rs. por
    R. M., banco,
    Farinha de trigo, etc.
    Rendimento do dia 1 a 623*100
    Idem da dia 3 *
    Fumo, etc.
    Rendimeato da dia 1 a 2 106*038
    Idem da dia 3 t
    Vinagre, etc.
    Rendiraenlo do dia I 1 77*25S
    Idem do dia 3 #556
    523410O
    Mtu*
    Tbesoaro poviacial de Pernaoaco, 4 de seterc-
    bro de 4874.
    Oascnvao,
    JoJo Carneiro M. da Silva S*B*.



    >4

    I
    MOVIMENTO DO PORTO
    -Kane oe hemambuco Sartbado 5 u cm ia?4.
    Navio entrado no dia 4.
    ^Jew-York6 dias, brigue allemSo We-
    Ihelmtne do 220 tonelfidas, capitao Fraa-
    ger, equipagem 8, carj;a farinha de trigo
    a outros generos; a Heory Forster & C.
    Jfavio sahido no mesmo dia.
    Liverpool brigue inglez Cretereon, capitao
    W. Loues, carga algoilio.
    Observac&o.
    Saspendeu do lamadrc. para Londres a
    galera ingleza Wenefred, capitao Frawkes,
    carga a raesma que trou ce de Sidney.
    e3
    to-
    EOlTAEi:
    Edital com prazo de 30 dias,
    n. 44.
    Pela inspectnria da alfandega de Pernambuco
    w fax publico, que aehando-se as mercadorias con-
    ?idas no* volumes abaixo meccionados, no case de
    *'nei2,*/re.??a^dJM p*ra consto, nos lermos do
    2ft5L* ut- 3*? gUlameDto de 19 de setembro
    ati isoo, os seas donos oa consignaUrios deverio
    despacba-las no prazo de 30 dias, sob peoa de,
    findo elle, serem vendidas por sua conu, sew que
    Ihes fique competiado allegar contra os effeitos
    aesta venda :
    Arena zera n. 2
    MarcaR R contra-raarca 114 n. 210 1 caixa
    vinda de Liverpool no vapor ingle* Gatsen&t, des
    carregada em 7 de Janeiro de I73 e consiguada a
    Leraos & ijuenneau.
    Alfandega de Pernambuco, 1 de setem-
    bro de 187A.
    0 inspector,
    Fabio A.deC. Reis
    OECUftACOES.
    Tribunal do commercio.
    A publicacao dos esututos da companhia de il-
    luminacao a gaz da cidade de Goyanna e registro
    MM no tribunal do commercio, deve ter logar no
    Diario de Pernambuco.
    Recife, 4 de seterabro de 1874.
    Pela companhia,
    Juslino J. de S. Campos.
    Esla secretaria faz publico que Scam archivados
    de conformidade com o art. 14 do decreto n 2711
    de 19 de dezerabro de 1869, a carta imperial de
    autorisacao e os estatutos da companhia de illumi-
    nacJoa gaz da cidade de Goyanna nestaprovineia,
    os quaes foram competentemente approvados pelo
    decreto n. o5oo.de 20 de fevereiro de 1874, e vao
    ser publicados no Diario de Pernambuco era vir-
    tude da autorisajao supra do interessado.
    Secretaria do tribunal do commercio do Per-
    nambuco, i de setembro de 1874.
    0 ollleial-raalor,
    Julie Guimaraes.
    D. Pedro, porgraja de Deas e nnanime acelama-
    eao dos povos, Imperador oonsiitucional e defen-
    der perpetuo do Brasil.
    ,.,a$ Sfber aos 1ae esIa minha carl v'rera quo
    a tendendo ao que me requereu a companhia de
    illuminacao a gaz da cidade de Goyanna, em Per-
    nambuco, e de conformidade com o parecer dc
    wccao dos negocios do Impeno do conselho de es-
    tade, hei por beui approvar os seus esututos e
    coneeder-lhe autorisacao para funccionar. E pa-
    ra firmeza de tudo lhe mandei passar a presente'
    car.a por mim assigoada e sellada com o sello
    das armas imperiaes.
    Dadano palacio do Rio de Janeiro, em 21 de
    fevereiro de 1874, quinquagesirao terceiro da in
    dependence e do imperio. Imperador, Pedro II
    Jose Fernandes di Cosla Pereira Junior.
    Carta pela qual Vossa Magestade Imperial ha
    por bem approvar os esta'.uios d.i companhia de
    Ummraacao a gaz oa cidade de Goyanna, em Per-
    nambuco, e bem assim coneeder-lhe autorisa^ao
    para funccionar, como acima se declara.
    Para Vos^a MagesUde Imperial ver.
    De.:reio n. 5538 de 20 de fevereiro de 1874.
    FraBClsco de Paula Barros. a fez.
    N. 573. 40*000. Pagou quarenta mil reis
    de emoluments. Rio 13 de iulho de 1874
    Costa. Q.
    N. 4. Reis 60,5000. Pagou sessehta m;l
    Tini de sdlo. flecibedoria, 13 de iulho de 1874.
    B. Lopes. COrl: Imperial
    Regisirada a f< lhas 18 do livro competence.
    segunda seccio da direct.ria central da secretaria
    de estado dos negocios da agricultura, commercio
    e obras pubiieas, em 13 de jullio de 1874. A"ir
    gilio Gomes da Silva Veld.
    A Llhas o do livro de assentimento do sello so-
    bre o capiial das sociedadea anonymas e compa-
    nhias, fica averbada a quantia de ceolo e cincuen-
    ta mil reis de sello proporcional correspondente
    ao capital de cento e cincoenta contos. Recebe-
    doria de Pernambuco, 30 iejulho de 1874. Sil-
    va Carvalho.
    funeeionar9m em suas ies9es, 3 directorea
    membros de commissao fical, devendo servir
    dos pelo tempo de 2 annos.
    % !. Tomar cootas, vigiar aobre a observan-
    ce dos contralos, auiorisar a directona a cela-
    brar outros, modificar condirdes e tomar final-
    mente toi|a e q'wiquer medida a bem' dos iiterea-
    .-es da compan lia.
    S 3. Resolver a venda de toda oa parte da em-
    preza, se assim julgar eonveniente.
    *. Alterar ou reformar os presentes esututos
    ou parte de lies com dependent da approvacio
    do governo imperial. """"V**
    ,*!|; }- A directoria e encarregrda da adminis-
    KffnS'iKSSS da wmPnhia. escolhendo d'ea-
    ire si nm thesoureiro.
    Ar,1- *' A' directoria compete :
    A .w ecatar os oontratos da cropa-
    nhia, reselver Igdos os seus negocios, eflectuarre-
    cebimenios e pagamentos, nomear e demitUr os
    empregados, dar^xecuclo a todas as obras da
    empreza.
    I Assignar as aco5es da companhia, mar-
    car dividendos e representar Gnalmeote a compa-
    nhia perante o governo provincial e geral e tri-
    bunaes do paiz oa fora delle.
    3. Apresentar am rtlatorio annual a assem-
    bl6a geral dos acchnistas no met de Janeiro, o
    qual relatcrio devera s'er acompanhido do retpec-
    tivo balaoco.
    4.* Cootrahir sob condicdes que reputar van-
    tajosas, qualquer emprestimo ate o valor das ac-
    coes poremtuir oa eatradas a realisar.
    Art. 12. A directoria reunir-s&ha sempre one
    for necessano tratar dos interesses da companhia,
    lavrando-se actas das re^pectivas sessdes. Na faRa
    de qualquer um dos directores servira o immedia-
    t j em votos.
    Art 13. A' eonmissao fiscal compete :
    Paragrapho unico. hxaminar escrupulosamente
    a es-npturacao dos Hvros da companhia o docu-
    ments que lhe serao franqueados com lodos os
    tfsclareciraentos necessarios, dando seu parecer a
    tempo de poder ser apresentado, e junto ao rela-
    torio na epoca marcada no 3 do art. il.
    Art. 14. Dos lucros liquidosde cada anno aede
    duzira 10 0|0 para fundo de reserva e do restan
    te se fara dividendo pelos accionisUs nos mezes
    de fevereiro e agosto.
    Nao se fara, poreni, dividendo emquanlo o ca-
    pital desfalcado em viriude de peruas nio for in-
    tegral mente restabelecido. 0"fundo de reserva 6
    especialmente destinado a fazor face as perdas do
    capital ou para substilui-lo.
    Art. 15. No acto da dissolucao da companhia, o
    fundo de reserva que houver sera accumulado
    ao capital e dividido proporcionalmente pelos ac-
    cionistas existentes.
    Art. 16. A companhia podera ser dissolvida an-
    tes do prazo de sua duracao nos casos raarcados
    no codigo commercial do imperio.
    Art. 17. Quando o fundo de reserva chegar ao
    valor de um terco do capital realisado da com-
    panhia. cessara adeducjao para esie'fim estabele-
    cida no art. 14 e essa importancia nodera ser
    logo que comece a deduccao, empregada era a po-
    lices da divida publica ou era suas proprias ac-
    c5es.
    Art. 18. A companhia durara o tempo fixado
    no contrato celebrado em 11 de fevereiro do cor-
    rente anno, com o governo da provincia e appro-
    vado pela lei provincial n. 1,086 de 24 de abril
    desse mesmo anno.
    Art. 19. 0 emprezario Justino Jose de Souza
    Campus cedera a companhia, logo que esta for
    installada, os direitos e privileges que obteve por
    seu contrato referido no artigo antecedente ; e-
    por essa cessao recebera a quantia que for defini-
    tivamcnle ajustada entre elle e a directoria, ser-
    vindo de base para cessao ou venda do privilegio
    o preco de iguaestransferencias de contratos rea-
    lisados nesta provincia.
    Art. 20. Os subsenptores de accoes abaixo as-
    sigaados aceitam os presentes esututos e autori-
    am ao emprezario Justino Justino Jose de Souza
    Campos a re.juerer a sua approva^ao, aceitando as
    alleracoes que forem feitas pelo governo impe-
    rial
    Cidade de Goyanna, na provincia de Pernam-
    buco, 18 de junho de 1873.
    (Seguem-se as assignaturas dos accionistas.)
    Decreto n. 5555 de 20 de fevereiro de 1814.
    Approva os estatutos da companhia de illumina
    <;ao a gaz da cidade de Goyanna, em Pernambu
    co, e concede-lhe aulorisaciu para funccionar.
    Attendenao ao que me requereu a companhia
    ue illuminacao a gaz da cidade de Goyanna, em
    Pernambuco, e do conformidade com o parecer da
    secgao dos negocios do imperio do conselho de es-
    tado, hei por bem approvar os seus estatutos e
    coneeder-lhe autorisacao para funccionar.
    Jose Fernandes da Costa Pereira Junior, do meu
    conselho, mini.-tro e secretario de estado dos ne
    gocios da agricultura, cemmercio e obras pablicas
    assim o tenha enlendido o faca exesuiar. Palacio
    do Rio de Janeiro, em 20 de fevereiro de 1874
    quinquagesimo terceiro da independencia e do'
    imperio.
    Com a rnbrica de Sua Magestade o Imperador
    Jose Fernandes da Cosla Pereira Junior.
    Estatutos da conipauliia de il-
    l(iiiiinatlo a gaz da cidade
    de Goyanna.
    Art. 1. A companhia de illuminacao a gaz da
    cidade de Goyanna, que assim denominar se-ha
    tera sua sede na mesma cidade de Govanna da
    provincia de Pernambuco. Seu lim e "o ser'vino
    indicado em sua denominagao.
    Art. 2. 0 capital da companhia sera de....
    !oO:000;, divididos em 3,000 accoe3 de 50/ cada
    uma.
    Art. 3." E' accionista da companhia qualquer
    pessoa ou associacao que>wsuir uma ou mais de
    suas accoes, as quaes poderio ser transferidas na
    forma de lei.
    Art. 4- 0 valor das accoes subscripts sera
    realisado a razao de 10 0,0, tendo lugar a primei-
    ra entrada 30 dias depois de installada a compa-
    nhia, e as deraais nas 6pocas em que forem deter-
    minadas pela directoria, havendo sempre entre as
    chamadas um ietervallo pelo menos de 30 dias
    t accionistas sao responsaveis pelo valor das ac-
    coes que subscreverem.
    Art. 5.- Todo aecionhta tem direito de votar na
    assemblea geral, cenlando-se um voto por cada 10
    accoes, ate 10 votos que sera o maximo.
    Art. 6.' A assemblea geral do companhia se
    compoe dos seus accionistas, por si ou por seus
    procuradores na forma da lei, e considerar-se-ha
    legalmenie constituida para deliberar achando-se
    presentes accionisUs que figurem metade do ca-
    pital realisado.
    Paragrapho nnico. Nao so reunindo numero
    de accionistas em qualquer sessio da assem-
    blea geral, regularmente convocada, far-se-ha
    nova convecagao, e snas decisdes coraos accionis-
    Us entao presentes obrigarao a toda companhia
    Art. 7. A asssemblea geral devera ordinaria-
    mente rennir-se tcdos os annos no mez de Janeiro
    e extraordinariamente podera reunir-se sempre'
    que a directoria julgar eonveniente cenvoea-la,ou
    accionistas que representem nma quaru parte do
    capital da companhia.
    eArj 8'" A Drim*i'' rennilo da assemblea geral,
    aim^ onns.ullar 3* a companhia, tera lugar den
    tro de 30 dias, depois de publicados nesta provin-
    imperiaJ9 eslatut09 approvados pelo governo
    nmna2I,!52cacto k.? acei?ni3ta9 para qoalqaer
    ffi M*H?,dS.emb,*-a eral iera fto ewS
    7. h dos 00, ,oraaes' da M*** de Goyan-
    Art- 9-' A' atsembWa geral compete
    , J J.' aejer 1 president TSwirto para SSR
    Certifico que nesta secretaria de estado se acha
    archivado o decreto do theor seguinte :
    Decreto n. 5,553 de 20 de fevereiro de 1874.-
    Approva os estaluto3 da companhia de illurai-
    nagio a g.z da cidade Goyanna, em Pernambuco,
    e coaeede lhe autorisacio para funccionar.
    Attendsndo ao qne me reiuereu a companhia
    de illuminarao a gaz da cidade de Goyanna, em
    Pernambuco, e d) conformidade com o parecer da
    seccao dos negocios do imperio do conselho de es
    tado, hei por bem approvar. os seus eslatuios e
    concederihe autorisac,io para funccion-r.
    Jos6 Fernandes da Costa Pereira Junior, do meu
    conselho, ministro e seoretari > de estado dos nego-
    cios da agricultara, commercio e obras pubiieas,
    assim o tenha eutenJido e faca executar. Pala-
    cio do Uio de Janeiro, em 20 de fevereiro de 1874,
    530 da independencia c do imperio. Com a rubri-
    ca de Sua Magestade.Jose Fernandes da Costa
    Pereira Junior,
    CertiQco outrosim que tambera se acha archiva-
    do os esta'.utoi do theor segointe :
    Estatutos da companhia de illuminacao a gaz da
    cidade de Goyanna.
    Art. 1." A companhia de illuminacao a gaz da
    cidade de Goyanna, que assim denominar-se-ha,
    tera sua sede na mesma cidade de Goyanna, da
    proviucia de 1'erna.ubuco. Sea fim 6 o servico
    indicado em sua denominacao.
    Art. 2. 0 capital da companoia sera de 130.000$
    divididos em 13,000 accoes de 50000 cada uma
    Art. 3. E' accionista da companhia qualquer
    pessoa ou associagao que possuir uma ou mais
    de snas atfeoes, as quaes poderao ser transferidas
    na forma da lei.
    Art. 4." 0 valor das accoes subscriptas sera rea-
    lis.ido a razao de dez por cento tendo lugar a pri-
    meira entrada 30 dias depois de installada a com-
    panhia e as demais nas epocas que forem deter-
    minadas pela directoria, havendo sempre entre as
    chamadas um intervallo pelo menos de 30 dias.
    Os acccionistas sao responsaveis pelo- valor das
    accoes cius se subscreverem.
    Art. o." Todo o accionista tem o direito de vour
    na assemble* geral, contando-se um voto por cada
    dez accoes at6 dez vot93, que sera o maximo.
    Arr6.A assemblea geral da companhia se
    compoe dos seus accionisUs por si ou por seus
    procuradores na forma da lei, e considerar-se-ha
    legalmenie constituida pan deliberar achando se
    presentes accionistas que flgurem metade do ca-
    pital realisado.
    unico. Nao se reunindo numero de accionis-
    tas era qualquer sessao da assemblea geral regu-
    larmente convocada, far-se-ha nova convocacao e
    suas decisSes com os accionistas entao presentes
    obrigarao a toda a companhia.
    Art. 7. A assemblea geral devera ordinaria-
    mente reunir-se todos os annos no mez de Janei-
    ro e extraordinariamente podera reunir-se sem-
    pre que a directoria julgar eonveniente convocal-a
    ou accionistas que representem uma quarta parte
    do capiul da companhia.
    Art. 8. A priraeira reuniao da assemblea geral
    aura de installar-se a companhia tera lugar dentro
    de 30 dias, depois de publicados nesta provincia os
    presentes esututos approvados pelo governo im-
    perial. A convocacao dos accionisUs para qual-
    quer reuniao da assembled geral sera feita por
    annuncios publicados nos joruaes da cidade de
    Goyanna, se os houverem, e nos da capital pelo
    meno3 10 dias, antes daquelle que for marcado
    para a sobredita reuniao.
    Art. 9. A' assemblea geral compete:
    !- Eleger nm presidonte e nm secretario
    para fnnccionarem em sujs sessSes; 3 directores
    e 3 membros de commissio fiscal, devendo servir
    todos, pelo tempo de 2 annos. '
    2.* Tomar contas, vigiar sobre a observancia
    dos contratos, autorisar a directoria a celebrar ou-
    tros, modificar condicfos e tomar, finalmente, toda
    e qualquer medida a bem dos interesses da iom-
    panbia.
    3.* Resolver a venda de toda, oa parte da.em-
    preza, se assim se ju'gar eonveniente.
    4. Alterar ou reformar os presentes esututos,
    ou parte delles, com dependencia da approvacao
    do governo imperial.
    Art. 10. A directoria 6 encarregada da admi-
    mstracao dos negocios da companhia, escolhendo
    dentre si um thesoureiro.
    Art. 11.' A directoria compete:
    91* Fi\er exeCQt*r os contratos da companhia,
    resolver todos os seas negocios; effectuar recebi-
    mentos e pagamentos; nomear e demittir os em-
    pregados j dar execu$ao a todas as obras da em-
    preza.
    .. J[* Assignar as acjoes da companhia, marcar
    dividendos, erepresenur, finalmente, a companhia
    perante o governo provincial, geral e tribanaes do
    paiz oa fora delle.
    g 3. ApresenUr am relatorio annual a assem-
    blea geral dos accionisUs no mez de Janeiro, o qual
    Matorio devera ser acompaahado do respeetivo
    8 4. Contrahir sob condicdes, qae reoutir van
    ujosaa, qualquer emprestimo ate o valor des mc
    coes por emittir ou entradas a realisar
    Art a. A directoria reunir-se-ha seiner* one
    for necessario tratar dos interesses da ootaoanhia,
    lamndo-se actas das respectivas.-seccoes. Na
    falta de qulqur um dos directores servtriuo im-
    mediato em votos
    Art. 13. A' commissao fiscal compete:
    Unico. Examinar escnipulosamunia a" eseriptu-
    racaodos hvros da companhia e documentor que
    lhe serao iranqueados com todos esclarecimentos
    necessarios, dando sea parecer a ser apresealado, e joio ao relaorio na toon
    marcada no g 3." do art. II. *^
    Art. 14. Dos lao-es liquidos de cada anno se
    dediwira dez por cente para fundo de reserva, e
    de resume se fara dividendo pelos accionisUs uos
    mezes de fevereiro e agosto. Nio se fara, porem,
    dividendo emquaoto o capttal desfalcado, em vir-
    tude de perdas, nio for integralraente restabeleci-
    do. 0 rundo de reserva 6 especialmente destinado
    a fazer face as perdas do capiul ou para sub'ti-
    tuil-o.
    Art. 15. No acto da dissolucao da companhia o
    fundo de reserva que hoover, sera accumulado ao
    capiul e dividido proporcionalmente pelos accio-
    nistas existentes.
    Art. 16. A companhia podera ser dissolvida an-
    tes do prazo de sua duracao nos casos marca-
    dos no codigo commercial do imperio.
    Art. 17. Quando o fundo de reserva chegar ao
    valor de um terco do capiul realisado da compa-
    nhia, cessara a deduccio para este Cm estabelecido
    no art 14, e essa importancia podera ser, logo que
    comece a deduccao, empregada era apolices da
    divida publica ou em suas proprias accoes.
    Art. 18. A companhia durara o tempo fixado no
    contrato celebrado em 11 de fevereiro do corrente
    anno com 9 governo da provincia, e approvado
    pela lei provincial,, n. 1,086 de 24 de abril deste
    mesmo anno.
    Art. 19. 0 emprezario, Justino Jose de Souza
    Campos, cedera a companhia, logo que esta for
    installada, os direitos e privileges que obteve por
    seu contrato referido no artigo antecedente; e por
    essa razao, alias, e por essa cessao recebera a
    quantia que fordeflnitivamenteajustada entre elle
    e a directoria, servindo de base para a cessao ou
    venda do privilegio 0 preco de igoaes transferen-
    ces de conlratos realisados nesta provincia.
    Art. 20. Os subscriptores de acgSes^ aoaixo as-
    signados, aceium os presentes estatutos e autori-
    sam 0 emprezario Justino JosS de Souza Campos,
    a requerer a sua approvacao, aceitando as altera
    coes que forem feitas pelo governo imperial.
    Cidade de Goyanna, na provincia de Pernambu-
    co, 18 de junho de 1873.
    (Seguem-se as assignaturas dos accionisUs.)
    Esu sellado com duas esUmpilhas no valor de
    400 rs. cada um.
    E para constar se passou a presente certidao em
    virtude de despacho de 24 do fevereiro do corren-
    te anno, lansado em peticao do advogado Joao
    Gongalvas da Silva Montarroyos, que fica archi-
    vada.
    SecreUria de estado dos negocios da agricultu-
    ra, commercio e obras pubiieas, 27 de fevereiro de
    1874.
    -N. 2,116.-125800. Pagou doze mil e oito cen-
    tos de emolumentos. Rio, 27 de fevereiro de 1874.
    Costa.Neves.
    N. 108.Os presentes esututos, decreto e carta
    imperial, contem 7 folhas de papel por mim nume
    radas e rubricadas, as quaes foram verificadas na
    forma da lei. E para constar. escrevi esta verba
    de conformidade com 0 disposto do art. 14 do de-
    creto n.-2,71l de 19 de dezembro de 1860, e vai
    ludo ser publicado nos termos do art. 2." da !ei n.
    1,083 de 22 de agosto de I860, a cusla do inte-
    ressado.
    SecreUria c'o tribunal do commercio de Per-
    nambuco, 28 de agosto de 1874.-A" fazenda na-
    cional 5/000.
    0 offlcial-nraior,
    Julio Guimaraes.
    fcJl^po"e*1,,*, de ,ar*''. MiMdo em .1 A MMAMn J~ f
    Jo*nS!li;Rnteifamenl0 d' execa5 contra ^J^^zens da companhia per
    *"* ~-j-*- nambucana.
    1 a^J^.^ l!-d* '?* d0 Aojparo em Olinda, com
    i!iS!i?Mde Vao sobra de '""aos, 2 salaL um
    EfiSJtii qaart0?' <,oiDU' em abert. coVinha
    totetna, aolo propno, avaliada em 1:0008000 para
    Recife, 29 de agosto de 1874.
    0 aolicitador da fazenda provincial,
    J F. Lorreia de Araujo.
    SANTA CA8A DA MI8EK1CORDU DO
    RECIFE.
    A Hlma. junta_administratlva da Santa Caaa da
    Misencordia do Recife, manda fazor publico qne
    aa saU de suas sesades, 0 dia 3de setembro, pe-
    las 3 horaa da Urde, tem de ser arremaudas a
    quem mais vanUgens offerecer, pelo tempo de um
    a tree annos, aa rendaa dos predios em segaids
    declarados.
    ESTABELECHIENTO DE CARIDADE.
    Rua das Calcadas
    Casaterrean.30(fechada). n Idem n. 36 iilfm
    1 idal de Negreiroa.
    fcKi,-erS*n-m......362*000

    fo
    Idem n.
    Raa larga do Rosario.
    andar e loja n 24 A. .
    301*006
    900*000
    310*000
    408*000
    Segnro* contra
    JtJSfmiUf Pnimbucaiia, dispoodo de ex
    w ao Mattos, oflerece-os ao commercio em geral
    para deposito de generos, garanUndo a maior con
    wrvacao das mercadorias deposiudas, serviw
    prompto, precot modicos, etc.
    rinti^..reCOlhera'mediante P'^io accordn, ex
    clusivamente os generos de uma s6 pessoa.
    latea arnuzena, atem de arejados ecommodos
    m Z?JS?!ST. f..f*" ntillsar-se dettea ar-
    mazens, pederao1 dirigir-se ao escriptono da com-
    panhia pernambneana. que acharao com qaen-
    99*000
    120*000
    500*000
    estacoes inter-
    setembro de
    Estrada de ferro do Kecife a
    Caxanga.
    Os trens pela linha do Arraial no dia 8 do cor-
    rente, a urde, em virtude da festa do assenU-
    mento da pnmeira pedra do asylo dos alienados
    serao regulados pela seguinte tabella : 3'
    n -. ,Ja.
    Monteiro 1.43, 3.43, 7.15, 8.43.
    Volla.
    Monteiro 2.00,4.00, 7.20, 9.00
    s*srtisto .*****
    Estes trens tocarao era todas as
    mediarlas.
    Ewrlptorio da companhia, 4 de
    Gerente,
    . _________________R C. Bat I
    Pela recebedoria de rendas se dedara aos
    contnbuiute3 do imposto sobre industrias e pro-
    llssSes que e no corrente mez e no de outubro
    vmdouro que devem vir pagar 0 primeiro se-
    mestre pertencente ao exercicio de 1874 a 1875
    incorrendo na multa de 6 [. todos aqueltes con-
    tnbuintes que fizerem depois do mesmo prazo
    Recebedoria de Pernambuco, !. de setembro
    Servindo de administrador,
    _____________Jcse Felippe Nery da Silva.
    COMPANHIA
    DO
    BEBERIBE.
    Os Srs. accionistas desta companhia que
    desejarem apreciar 0 relatorio e mais pe^as
    a elle appensas, relativo ao anno que ter-
    minou em 30 de abril ultimo, dirijam-se &
    respectiva secretaria, rua do Cabugan. 16,
    que lhes serao fornecidos.
    Escriptorio da companhia do Beberibe, 3
    de setembro de 1874.
    0 secretario,
    Luiz Manoel Rodrigucs Valenca.
    2* andar idem.
    I.* andar n. 24 '.' ', \ \
    Raa de Antonio Henriques.
    Casa terrea n. 28 .....
    Largo da Campina.
    tdemn U(fecbada). .
    PATRJMONIO DOSORPHAOS.
    Rua da Moeda.
    Casa terrea n. 21 fechada).. .
    . Becco das Boias.
    Casa terrea n. 18.......421*0OC
    Rua da Lapa.
    Casa terrea n.-.......202*000
    Raa do Amorim. .
    aobrado de 2 andares n. 23 602fl00
    Casa terrea n. 34......; jJqoo
    Ruar do Bugos.
    Casa terrea n. 21.......153*000
    Rua do Vigario.
    v andar do sobrado n. 27 243*000
    1* andar do mesmo......300*000
    [JM"PIP.......375*000
    aoorado de 2 andares n. 25 1:300*000
    Rua do Encantamento.
    Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada). 1:400*030
    Raa da Senzalla velha
    Idem n. 16 .* 209*000
    Rua da Guia.
    Idem n. 29 ......201*000
    . .,.. j Raa da Crnz. .
    sobrado de 2 andares n. 12 (fechada). 800*000
    idem n. 19. .... 600*000
    Raa de S. Jorge
    Casa terrea n. 100 (fechada) 241*000
    Idem n. 103 .....M7tm
    Rua de Gervazio Pires.
    Casa terrea n. 2.......200*000
    Rua do Ampare )01inda)
    Casa tercea n. 18 (fechada) .... 240*000
    Os pretendentes deverao apresenUr no acto da
    arrematacao as suas fiancas, on comparecerem
    acornpanhados dos respectivos fiadores, devendo
    pagar alem da renda. 0 premio da quantia em
    que for seguro 0 predio que contiver estabeleci-
    mento commercial, assim como 0 servico da lim
    peza e precos dos appareraos.
    SecreUria da Santa-Casa da Misericordia do R
    cue, 17 de agosto de 1874.
    0 escrivao,
    Pedro Rodrigues de Souza,
    n CONSULADO PROVINCIAL
    Por esu reparticao se faz rciente aos contri
    bmntes dos apparelhos, differenca dos mesmjs
    annuidades e encanamentos da Recife Drainage
    Company do semes fre Gnde em dezembro de
    1872 que foi prorogado por mais dez dias uteis
    recebiinento que ora se precede, terminando a re-
    renda prorogacao no dia 14 de setembro vin-
    douro.
    Consulado provincial. 29 de agosto de 1874.
    0 administrador,
    Ant0"'Q Carneiro Machado Rios.
    cidade se fax pnb ico que a mesna eamara
    pia a sua taroein ae.-sao ordinaria tmm
    em 0da | do corrente. ^m
    SecreUria da eamara municipal do
    fe, 4 de setembro de 1874.
    . 0 seeretario,
    Francitco Aujutio daCotta.
    De ordeai do Plm. Sr. inspector da them
    raria de fazenda dnsia pro-rin-ia, sio eoartdadait
    aspraca? reformadit da armada antonio Rieard-
    e Jose de-Mattos I'olyearpo oara corapafeearw*
    na mesma; e no caso de falleciroeoto, mta pa-
    rentes on successor es.
    Secretaria da thesooiaria de fazenda de Pernaan-
    buco, 4 de setembro de 1874. 0 2* escnptorari'
    servindo de secrurio,
    . Carlos J. de Soora Correia.
    Massa I'alliila
    DE
    De ordem do Illm Sr. inspector da thesoura-
    ria de fazenda desta provincia se faz publico, para
    conhecimento de quern interessar, que no dia 5 d
    setembro proximo vindouro, pelas 2 horas da
    Urde, perante a juna da raesma thesouraria, ira
    a praca para ser arrematado por quem mais van-
    tagera efferecer, 0 arrendamenio do proprio na-
    tional, em Santo Amaro das Salinas, que servio
    outr ora de quartel de cavallaria
    SecreUria da thesouraria de fazenda de Per-
    nambuco, 20 de agosto de 1874.-0 2 escriptura-
    10, servindo de secreurio,
    ______________Carlos J. de Souza Correia.
    a
    seguros maritiiuos o terrestres
    A agencia desta companhia toma seguros ma-
    rillmoa e terrestres, a premios razoaveis, dando
    nos ultimos 0 solo livre, e 0 setimo anno gratuito
    ao segurado.
    Rua do Visconde de luparica, antiga do Appolo
    a, 81.
    Feliciano Jose Gomes,
    Agente.
    Companhia Santa Thereza
    Sao convidados os senhores accionisUs, afim de
    reumrem-se em assemblea geral, no' dia 10 de se
    tembro proximo, ao meio dia. no andor a rua
    do Vigario n. 13, para continuaflo dos trabalhos
    adiados na ultima sessao, inclusive a leilura e
    apreciacao do parecer da commissao fiscal, rela-
    tivo as contas do anno proximo findo.
    Recife, 29 de agosto de 1874. 0 gerenle,
    Justino J de S. Campo.s
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife.
    De ordem da junta adrainistrativa desta Santa
    uasa.convido a todos os senhores mordomos e ir-
    mSos, para que se dignem de assislir ao acto da
    collocacao da primeira pedra do edilicio que se
    vai construir para hospicio de alienados, no lugar
    da Tamarineira, pelas 4 boras da Urde do dia 8
    do corrente.
    SecreUria da SanU Casa de Misericordia do Re-
    :ife, 1 do setembro de 1874.
    0 escrivao,
    Pedro Rodrigues de Souza
    COMPANHIA
    DO
    BEBERIBE.
    A directoria desta companhia, declara
    aos Srs. concessionaries de pennas d'agua,
    que todas as obras concernentes a"s mesmas'
    s6 poderao-ser feitas com sciencia da direc-
    toria e presenca do respeetivo empregado ;
    isto para evitar os abusos que se dSo cons-
    tantemente, e para que nao fiquem sujei-
    tos ds multas competentes, manda fazer a
    presente declaracio.
    Escriptorio da companhia do Beberibe J
    3 de setembro de 1874.
    0 sscretario,
    Luiz Manoel Rodrigues Vaknca.
    RECREIO DRAMATICO.
    Da ordem do Sr. presidante da assemblea ge-
    ral, e de conformidade com os esututos, convido
    aos socios a reunirera se no domingo 6 de se-
    tembro, no lugar do costume, aflm de elegerera a
    directoria que t^m de funccionar no seguinte se-
    roestre.
    Recife, !. de setembro de 1874.
    0 1." secretario,
    Bernardo Lindolpho de Mendonca.
    Juizo dos feitos da fazenda, e*.
    criTtlo Torres Bandeira.
    Sextaifeira, 18 de setembro proximo vindouro
    depois da audiencia respectiva as 11 horas do dia'
    ira a praca por venda 0 seguinte : '
    As qnatro panes da casa n. 59 da rua de SanU
    Hita, a qual tem 31 palmos de vao e 69 ditos de
    fundos, 2 salas, 5 quartos, cozinha fora, qaintel
    murado e cacimba, em mao estado, solo foreiro
    avahadas em 1:200000, para pagamento da exe-'
    cujao por decimas contra Joaquim Candido Fer-
    1 reira e oatros.
    Ififi^.?.? m 5 daraa d0 AmParo m Olinda, com
    66 palmos de compnmento e 33 ditos de largnra
    2 salas, 3 quartos, quinul em aberto, em ma* es-'
    U8"o, avaliada em 700,000 para pagamento da'axn.
    cu?4o contra Antonio Gomes de Moiira
    Idea n. 6 da rua da Mangueira, freguezia do
    Poco da Panella, com 2 janellas e ama porta de
    frente, 31 palmos de vao, 60 ditos de fundos *!
    las, 4 quartos, cozinha fdra, qomul em aberto ca-
    cimba meeira, avaliada em l:00000e para naea-
    mente da execacSo centra os fllnos de Joaanim
    Pires Perreira. H
    0 sobrado de dous andares n. SO da travessa do
    Llvramento, com f salas e aa quarto em cada nm
    dos andares, coa 3 palaos de ooapriao sobre is
    Companhia de cavallaria de Pernambuco
    Contrau-se com quem melhor vantagem offere
    cor, 0 fornecimento de toda a ferragem precisa
    mensalmente para cada um cavallo em argola,
    daranle 0 presente semestre ; devendo os propo-
    nent a ul fornecimento apresentarem suas pro-
    postas em carta fechada, na secretaria da mesma
    companhia, no dia 9 do corrente, as 10 horas da
    manha ; declarando-se que nao se admittem con-
    dicoes em ues propostas.
    Quartel no Campo das Princezas, 4 de setembro
    de 1874.
    Jose" Joaquim Coelho,
    Capitao, commandante.
    IflSPECGAO DO ARSENAL DE
    MARINHA.
    De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
    Sara conhecimento de quem inieressar, que no dia
    do corrente mez, as 11 horas da mantia, ira a
    praga na porta do almoxarifado desta repartiglo,
    para ser vendida a quem mais vantagem offere-
    cer, nma porcao de ferro velbo, avaliado em 20*
    a tonelada.
    Ihspecclo do arsenal de marinha em Per-
    nambuco, 3 de setembro de 1874.
    0 secretario,
    Alexandre Rodrigues dos Anjos.
    Monte Pio Portugnez
    De ordem do Illm. Sr. commendador, presidente
    do conselho fiscal, e 0 mesmo convocado para 0
    dia 5 do corrente, as 7 horas da Urde, para apre-
    ciacao do balancete do terceiro trimestre social
    deste anno. Recife, 2 de setembro de 1874.
    .Ffrmao A. Souto Maior Raposo,
    ! secreurio.
    Amorim, Fragoso, Santos &
    Companhia.
    Sao convidados os senhores credores, abaixo de-
    clarados para receberem 0 ultimo dividendo, no
    escriptorio a rua do Vigario n. 13. andar
    0 pagamento 6 feito as quintas-feiras, das 11
    horas da manha a 1 da Urde.
    rtu 'iWLa,Ciat que d5 forem Procuradas ate
    deposito pdubhcombr0 Pr0X,m- 9era
    Antonio Domlngos Pinto
    Antonio Maria Gonzaga
    Antonio Maria do Rosario
    Abrabao Custrenvard
    Antonio Bernardino de Sena
    Alexandre Ruchaman
    Alves 4 C
    Antonio lost de Souza Guimaraes
    Antonio Luiz T. Marques
    Antonio Maria O'Conell Jersey
    Antonio Fernandes Ribeiro
    Antonio Barbosa de Bastos
    Barboza & Simoes
    Brito Queiroz Rego 4 C.
    Bahia Irmaos & C.
    Carvalho & C. Clara Benthrish
    Celestino da Costa
    Custodie Floro da Silva
    Caetano C. da CosU Ramos
    Caetano 0. da Costa Silva
    Camara A Guimaraes
    Caixa Filial do Banco do Brasil (saldo)
    Domingos da Rocha
    David Selessie
    Eduardo Preston
    Padre Ernesto Ferreira da Cunha
    Francisco Simoes da Silva
    Francisco Menu
    F. H. Cardts
    Francisco de Pauli Sa Peixoto
    Felizardo da Costa
    F. F. Borges
    Francisco Guedes de Araujo
    Francisco Manoel do Monte
    Francisco Gonralves da Silva Pereira
    Flonano Francisco da Silva
    Francisco Luiz de Oliveira Azevedo
    Guilherme Ferreira Pinto
    Gaspar Antonio Vieira GuimarJes
    Isabel Maria da Costa
    Jose Gomes Vieira
    Jjfe' Maria Ferreira
    Joao Manoel da Costa Araujo
    Joao Silverio de Souia
    Jise Nogoeira da Cos'a Soares
    Joao Antonio Ribeiro
    Joaquim Coelho Barboza
    Jos6 de C';uto Guimaraes
    Jose" Gonralves da Cruz
    Jose Thompson
    Join* Lilly
    Jos6 Felippe Martins
    Jose Luiz Ferreira da Costa
    Jose F. de Nazareth (africano)
    Jose Poriella da Costa e Silva
    Jose Fontes
    Joao P.dro A dour 4 C.
    Joanna Maria dos Prazeres
    Joao Baplista da F. nceca Junior
    Joaquim Jose de Gouveia
    Joao Jose de.Lemos MagalhSes
    Jose J laquim da Silva (orpnao)
    Jose Francisco Barreto
    Krab Tom 4C.
    Luiz Puech
    Lucrecia (escrava-de L. J^se" da Costa
    Amorim)
    Leocadio Joaquim da ConceicJo
    Lourenco Jos6 Carvalho
    Manoel de Azevedo Canario
    Manoel Ferreira da Silva
    Manoel Jose Antunes Torres
    Maria Eleuteria
    Massa fallida de Francisco do Rego Hello
    Manoel Antonio de Azevedo
    Manoel Gonealves de Oliveira
    Manoel Alves Barboza
    Mauoel Antonio da CosU Brancante
    Marianno de Souza
    Massa fallida de C. J. da Silva Goimaraf 3
    Maria Isabel da Co3ta
    Maria Isabel da Fonceca
    Manoel Antonio de Carvalho
    Manoel da Silva Sampaio.
    Pedro Vonshostem
    Pedro Maurer
    Raymundo (escravo de F. F. Borges)
    Robert Austin
    Raymundo Carl03 Leite & IrmSo
    Salustiano J. Lima
    J. Leon Ploeg
    Samuel Power Johnston & C.
    Salvador Rodrigues da Silva
    Thomaz de Aquino Fonseca Junior (her-
    deiros) 28440
    Thomaz Fernande3 da Cunha 17*720
    Theodora J. da Silva Braga lima 315180
    Thomaz Eaborne 11700
    Viclorino Augusto de Carvalho 65170
    Victorino D." Alves Maia 5iO70
    Massa fallida de Jose L. Pereira Junior 493680
    Ferreira & Marlins 22?600
    James Hutton 75990
    COMPANHIA
    DOS
    TIIIIIIIIS iiiisamis
    DO -
    Recife a Olinda
    BEBERIBE
    siiP.
    No escriptorio desta companhia se com-
    pram sulipas de oiticica, com 9 palmos d-*
    comprimeuto. 9 pollegadas de largura e -
    ditas de grossura.
    Laurtntino J. de Miranda,
    Gerente.
    _ \
    \
    \
    *396
    24*520
    14*880
    8*360
    22*620
    3*320
    1*050
    23*980
    1*170
    *320
    5*850
    1*020
    *280
    4*70
    1:979*190
    44*360
    4*880
    29*250
    3*9d0
    1*950
    6*500
    10*920
    8*360
    16*600
    8*360
    13*650j
    3*9001
    20*470
    10*900
    32*760
    2*300
    1*170
    *030
    39*000
    4*040
    -1*950
    2*060
    *090
    2*760
    9*090
    10^330
    60*700
    11*990
    25*970
    2*280
    8*360
    16*480
    27*220
    20*070
    51*190
    *050
    39*000
    3*790
    3*900
    24*370
    7*800
    209*180
    2*920
    2*560
    2*170
    3*900
    6*200
    17*160
    6*830
    82*680
    COMPANHIA
    da* trlllao* iirbaa* do Recife
    Olinda Beberibe.
    Tendo de acto da bencao e assenumei-
    to da pedra para o hospi:-
    de alienados, no da 8 do c -
    rente, i< 4 h<-rs da ttrd-.
    no siUo da Trurioeira.
    ficando muito i.erto da E -
    a geren-ia resMveu expad
    a EnoruzilhaJa, e vice-ver-;.
    cruzilhada para alii,
    trens do Recife para
    de meia em meia
    8 l|2 da noiie.
    Escriptorio da companhia.
    1874. '
    0 gerente.
    L. J. de Miranda.
    bora, da 2 r.oras da urde -
    '* de seteobre d

    CON'S! LADO PROVINCIAL. "
    Por e-U reparticao se faz publico aos devedor <
    dos imposlos pertenceutes ao exercicio em liq:: -
    dacio de 1873 a 74, que no dia 29 do corrente 6a-
    da se e praro marcado para 0 recebimenio desej*
    debitos com a mulu de 6 0|0, ficando sujeito-
    que nao pagarem aid aqnelle dia, a serem ini
    dos enm a molta de 9 0|O.
    Consulndo provincial de Pernambuco, I
    dc setembro de 1874. <> administrador,
    __________Antonio C. Machado flios.
    ADMINISITU AO DO> CORREIOS OR PEP.-
    NAMBITCO, 5 DE SETKMBRO DE 1874
    iiaisiM m expedii^se
    Pelo vapor nacional Ipnjuca, esU admini'ra '
    expede malas para a Parahvba, Nat.I, Macao M>*
    soro, Aracary, Ceara, Mandahu, Acaracu e iran .
    hole (o, r'
    Recebem-ie jorn.ies, impressos de qualquor ma-
    tureza, c c&rus a registrar, ate 2 horas di Urd^
    cartas ordinarias ati 3 boras, e estas ate 3 I?'
    pagandopoiteduplo.
    Vffonso do Rfgo. Barros.
    Administrador
    TnEATRO
    I
    1*950
    3*900
    4*260
    85*800
    11*380
    41*1*00
    1*090
    21*200
    134*960
    1*760
    2*nn
    4*870
    35900
    1H250
    3900
    31780
    75270
    5660
    71*250
    1*950
    4*290
    11*330
    9 050
    22^730
    3*900
    18*300
    54*600
    Grande Mi imIimI
    Anniversario da indepaDdencia do Bra? !.
    Espijctaculo em grande gala
    dado pela
    Sociedade dramaliea.
    SEGUNDA-FEIRA 7 DO CORRENTF.
    gLogo qae S. Exc. tivtr comparecido na tribna.,
    rompera a scena onde toda a companhia, perac
    a eOigie de S. M. 0 Imperador, cantara 0 hvn;
    da
    n!lppnrln-ia. 4
    iHsoeiMi'ito Portugneia de Benefl-
    cencia dos Empregados ne Com-
    mercio e imiuNtria em Pernam-
    buco.
    De ordem da directoria desta associacao faco
    sciente a todos 03 seus associados que ella resol-
    veu esubelecer aulas nocturnas gratis, das seguin
    tes diseiplinas :
    Portugnez.
    Francez.
    Geograpbia e histor'a geral.
    Arithmetica e escripiuracao mercanti).
    Convido pois aos socios que se queiram matri-
    cular, 0 faze-lo todos os dias.uteis, das 7 as 9 ho-
    ras da noite, na s"ede da mesma associacao, a rua
    do Imperador n. 35,1* andar, devendo cada aula
    comecar a funccionar logo que tenha cinco ma
    triculados.
    Na sala da associacao eslara pa.tente am qaadro
    contendo 0 regulamento interne das aulas; os dias
    em que devem fucccionar com os nomes de seus
    professores.
    0 1* secreurio,
    Jose Arthur Pinto de Abrea.
    Dara eomeco ao especuenlo 0 grande d
    nisionco, braaileno, de costumes miliures, em l
    prologo, 3 aclos e l epilogo :
    Os tempos da independencia
    Personagens do prologo.
    Padre Roma Sr Fiavio
    Conae dos At.::- sr. Penanle
    Jjuiz Sr. Emlliann.
    pw* toiz Sr. Catvalho.
    Ajudantc i'ora Sr. Rraga
    Carcereiro Sr. Ponies Jnn
    Percosagens da pep
    General Made ra Sr#Acgasto 0
    General Labatii Sr. Lnco'da
    Capitao Luiz sr. Emiliaut
    Major ajudante Sr. Airosa.
    Sa'rgento Andr.5 Sr. Pcnantc.
    Jeronymo Cascudo Sr. Fiavio.
    I* homem do p Sr. Pontes Jun
    2- dit j sr. Lima.
    Maria D. Dorothea
    Soldados, ofiiehe?. povo, etc. etc.
    Denomina;ao dos actos-
    Prologo.-Ultimos momentos do padre Romi
    l.'acto.A fuga pen honra.
    2." A prisao do Labatii.
    3 A liberdade.
    Epilogo.A festa popular da Independencia
    0 theatro se ac'aara elegantemente decorad
    a sociedade nio tem poupado despezas e es* -
    CJS para 0 bom desempenho e poirpa da tf. 1
    qne preparon para.o pnmeiro dia brasileiro.
    Os bilhetes ja ef.ao a venia no theatro.

    .-
    THEATRO
    Santo Antonio
    Sabbado 5 do corrente.
    Exposicao de Philadelphia.
    De oidem doExm. Sr. commendador. presiden-
    te da coamiasao incambida do agenciamento de
    productos e eipecimens da indostna nacional, nes- p.-. j. ..mar, B
    ta provincia, para a exposicdo de Philadelphia, L "c Cfl,mara n
    ibros desta commissao oara de setembro de 1874
    Theodoro M. F. Pereira, da Silva
    convido os demais membros desta commissao para
    a sessio que tera lugar amanhi, 4 do corrente,
    sextt feira.no 1* andar do sabrado da rna do Im
    perador, pejas 6 boras da tarde. Recife, 3 de se
    tembro de 1874.
    Felippe de Pigueiroa Faria,
    Secretario.
    Perante a eamara municipal desu cidade
    esurao em praca nos dias 5, 7, 9, 10,11,12, 14,
    15 e 16 do corrente, pan serem arremaUdos por
    quem maior preco offerecer, as seguintes rendas :
    os aluguei* das casa* da praca da Independencia,
    ruas de Joao do Rego, Riachuello, Imperial, das
    cas;ohas >*a ribeira da fregnezia da Boa-Visu, e
    dos talnos dos acougnes da mesma fregnezia : os
    pretandentes a taes arremaUcdes, habilitem-se
    na forma da lei.
    Pago da camaja^ municipal do Recife, 4
    Pro-presideDta.
    Francsoo Au^asto da Costa,
    "Secretario.
    p^* ^l-etaria da camara municipal desta
    Grande fimccau
    jpela compaahla ales celenre* <
    unicos no seu genera
    CiiiiipauologoM Eseacesesa
    Depois qae os professores da orchestra exe :
    Urem nma linda ouvertura, a familia Saw
    dara principio aos sens trabalhds pelo egnin'i->
    Prspaama
    1." PARTE.
    ( Pelos carapanologo; )
    1.* Marcba Victor Emmanuel.
    2.* La Belle Helene (quadrilba.)
    3. Aria do Tenore da opera af.Mtha, (tocada c h
    copos psla Sra. Qara, com acomp^uhaaento '
    campsmhas.) "^
    ... B *' PARTE..
    (Pelo Sr. Anselmo, no sen copophooet
    ! Lagrimas da Aurora (de Emilio de Lag
    X* Hymno Nacional Brasileiro.
    3 PARTS.
    (Pelos campaoolofos)
    l. Tb aueen Gard (Wtiu)
    l*8aB-soa-a SSfe _.
    3. o muito hndo e eempre appUndido a. % it
    opera Traviau, andante e aJegro brflbaale de A*
    forse 6 lni cbe l'anima.
    4.* PARTE.
    Sceaaat aaaira
    Phantasmagoria Hlaaiva, intitolada :
    karneira vlajaate.
    Prindpiar* as 8 horal


    *fm*F*mo*^*'

    S
    '^fkrid dafer-^afo, gabbado 5 de fetemfctt de i*ti.
    .......- ~--"- *_____________________________________________
    THEATRO ;
    to Antonio
    C^MPAttltt 4 imnnn
    DE
    MAVEGACAOAVAPOR
    T*arii iiorn-
    ComiM.tKriiittlc Alcofo.'atlo.
    I O Variado es-ucttacitlo
    j eompAniiia dos celcbrea e
    ^^nieos no {sen genera
    Campuuiolo^o* ewc;ecc9.
    Seganda-felra 7 de setembro.
    Para iwemnisar o anniversario da indepen-
    deqma do imperio, honrado com a pre-
    seo|* da S. Ec. commendador presi-
    dent da provincia.
    Log* me a orchestra liver execatado uraa lin-
    da synpaonia, sera cantado peranie a efflgie de
    S. M. 0 IMPERADOR
    U fmnno da independencia.
    Sendo os sota pelas Sras.
    DD. CLARA, GRACA, ELISA
    e os cores pelo resto da companbia.
    Seguir-ee-ha um ?indo e variado programma
    compoa das man Jindas pecas do sea repertorio
    de
    Campaaologia
    " ( E copopnoaia.
    A companhia agradece aos Exms. Srs. comman-
    daetes dos corpos de liana e policia a amabili-
    dade com que cederam as bandas de musics sob
    sea commando.
    0 theatre estara convenientemente ornado e 2
    baudas de musica preenoherio os intervalios.
    A S 8 i|2 HORAS DA NOITE
    Programma.
    1.* parte.
    Campanologos.
    1.* Haayadimarcha (Hungara).
    S." Barbe Bine.
    3. Miserere da opera Trovator.
    2. parte.
    . Copophonia.
    ! VTalsa Indiana.
    2.* A Faceira Polka.
    3.* parte.
    Campanalogia
    1.* Last raze of sames (by desire).
    2.' N. 6 da opera Traviata.
    3.* Hymno National Brasileiro.
    . as 11 boras eaa ponto
    No armazem do Sr. Annes, defronte *Ia al-
    fani'ga.
    0 pro o.to do agenle Pestana, fara leilao por
    conta e risco de quern pei tencer, de 2 caixas com
    saiaroes (raaeeze-, de tyn, em um on wiis lotei
    1 viinudo dos Srs. co'iiuradores
    AVISOS DYHRSOS
    E' esperado dos portos
    do sul ate 0 aia 8 do
    ami-eato e seguira para
    o< do nurte. de:ws da d-
    inora do edstarne.
    Para carga, eneommendas, valores o passagens,
    tratase no escriptorio
    7RUA DO VIGARIO-7
    Pereira Vianna &C.
    I ^eilao
    Para.
    Pretende seguir para o iodicado porto com mui-
    ta- brevidade a escnna portugueza Christina, por
    ter parte da carga ; e para a qae I he folia trata-
    se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
    Beltrao & Fiiho, a roa do Commercio n. 5.
    PARA E MARA.MU
    A escana Georgiana tendo engajado parte de
    sea carregamento para o Para, recebe tambera
    Jara o Maranhao, caso convenba fazer a escala
    vista do frete qae apparecer: a tratar na rua do
    Amorim n. 37.
    m COMPANHIA
    MESSAGERIES MARITIMES.
    I.inhfi mensal
    DAS
    tazcndis, arrnacAo e utensilios pcrtencentes
    & massa failnla do Antonio Macbado dos
    . Santos, existentes na loja n. 51, a* rua do
    Passfio Publico
    SEGUNDA-FEfKA 7 DO CORRENTE
    as tO l|f boras
    Por mandado do Illin. Sr. Dr. jait de direito es-
    pecial do commercio desta cidade, e a requexi-
    mento dos curadores Qscaes da massa fallida de
    Antonio Machado doJ Santos, o agente Pinho Bor-
    ges fara leilao das faiendas, armacio e utensilios
    que constituent a massa fallida do supradito
    Leilao
    em
    Espera-se da Eu-
    ropa at6 o dia 7 do
    corrente, s e g a i n do
    depois da demora do
    costume para Bue-
    nos-Ay res, tocando na
    ideo.
    Bahia, Rio de Janeiro e Montevi
    Lfnha mensal
    ERYMANTHE
    CIRCO EQUESTRE
    HHI* BRASILEIftA
    DIRECTOR
    Antonio Carlos do Carmo.
    Hoje
    Sabbado a do corrente.
    PenuIUmo cspcctacalo em beneO-
    ! cla festa de
    ,**Nft Senhora das Dores.
    E' desaecess ario recommendar ao povo desta
    cidade o espect iculo acima. 0 flm do beneflcio 6 no-
    ore e juso e I sto fcasta para que o povo pernam-
    oucano mais u iraa vez n,ostre a philantropia que
    anto o recomusenda.
    Quern deixar a de por sua vez contribnir com o
    sea obolo para ama festa religiosa ? Qaem que-
    rera calar os I urados do coracao verdadeiramen
    te amante das sublimidades celestes ? Por certo
    que ninguem, e appellamos para as referidas on.
    canoes que tern. Jido este nobre povo, em actos se-
    meihantes, liga i3 pela caridade. Nao 6 am appello
    que fazemos, m as bhii uma simples recommenda-
    ;ao. Contamos,, pois, que as bancadas do circo,
    que tao boameiale nos foi offerecido para o es-
    pectaculo de hdje. aehar-se-hao repletas, afflain-
    do para alii a popala^ao desta cidade essencial-
    mente philautn ipiea.
    Toeara a banda da
    Musica allema.
    Ah 8 boras em panto.
    Circo cqueslre.
    jGrande e pomposo espectaculo cm
    ficio do joven crioulinho Rolando Anei-
    co Jequitiba Pferobs.
    Amanlia
    Domingo ^ do corrente.
    0 joven beneiiciado convida a todos os descen-
    Jentes do muito heroo Henriqne Dias para essa
    noite assistir o sea beneCcio e tambem a todas
    .is pessoas aoiantes da litierdaie, pois que o pro-
    iducto do espectaculo sera para jontar a um pou-
    oo que ja tem e dar a liberdade a sua carinhosa
    avo e seu uuico irirraj que ainda geraera de-
    Jjaixo do barbaro jugo da escraviJao !
    E qua! sera a'alma caridosa que nao queira
    soncorrcr para um Hca santo a ju>i '
    Tendo dado ja am beaeficio ca cidade da For-
    laleza para liberdade de sua carinnosa mai, o
    que ja realissu, guarda em seu coraeio uma
    gratidio eterna ao pove cearense. E agora, se
    com o producto deste seu beneficio dado nesta
    terra sempre generosa conseguir libertar eua avo
    e seu irraSo, quaoto recoobecimento nao devera
    a este iilastrado publico, a quern ja deve tanto
    pela maneira que o tem appJaudido not seus im-
    perfeitos trabalhos.
    Antecipadamente agradece a todos que o lion-
    rarem neasa noite.
    Domingo 6 do corrente ( se o tempo perraittir),
    as 5 e meia boras.
    E' esperadodos"por-
    los do sul ate 9 do
    corrente, segolndo de-
    pois da indispcrrsa-
    vel demora para Bor-
    deaux, tocando em
    Dakar (Goree) e Lisboa.
    Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
    tar com
    OS AGENTES-
    Harismenity A. Labille. 1
    9 Rua do Coyiimercio 9
    Companhia de qavegacfto a va-
    per bahiaira. liiuituda
    Macei6, PenedoyAracaju e'Bahia.
    E' esperado dos pono?
    do sul ate" o dia 10 do
    corrente o vapor Dantas,
    o qual seguira para os
    portos acima no dia se-
    guinte ao de sua che-
    Recebe-se "carga, passageiros e dioheiro a frete
    Agente
    Antonio Lmz de Oliveira Azevedo.
    57-Rua do Bom Jesus57
    Pacific Steam Navigation Company
    ROYAL MAIL STEAMER
    Corcovado
    (De 3,805 tonektdas).
    Commnndanto G. W. Ionian.
    Esperase da Europa ate o
    dia 13 de setembro e seguira
    para Babia, Rio de Janeiro,
    Montevideo, Buenos A y r e s,
    Sandy Point, Valparaiso, Ari-
    ca, Islav o Caliao, para onde
    recebera pas. frete.
    N. B. Nao sahira antes das tres boras da
    tarue do dia da sua cheeada.
    OS AGENTES
    Wilson Rowe A C.
    14PRACA DO COMMERCIO14
    DE
    FAZENDAS
    tnglezas, francezas, suissas eallemSs,
    continuacio epor liquidacao
    CONSTANDO DE :
    Chitas escuras, algodSes, cobertores, mussoli-
    nas, camisas de linho, ceronlas, panaos e case-
    miras, pretas e de c6res, bombazinas, merinoi,
    grosdenaples, espanilhos, cassas de cores, organ-
    dys. cambraias branoas, brias brancos e de cores
    brins pardos, Angola, peilcs para camisas, sarge-
    lins, chape^os, peitos de camisa, ctilarinhos, cha-
    les, lencos, tapetes, meias, capas de seda, veos pa-
    ra casaraento, chius de ganga, damasco de la e
    algodao, riscados para colcWSes, fazendas ^e linho
    proprias para seleiro, e mnftas outras Tazendas
    Terr;a-feira 15 de setembro
    No arraaem da rua do "Bom Jesus n. 63.
    Os adminisiradores da massa fallida de Pereira
    de Mtilo & C, autorisados pelo Illra. Sr. Dr. \ait
    de direito especial do -commercio, continuarao a
    dispor em leilao, por mterveneao do mesmo agen-
    te Pinto, as fazendas perteacentes a mesma mas-
    sa, e existentes no armazem da raa do Bom Jesus
    n. 63, onde se effecteara o leilao.
    Os Srs. pretendeBtes podcrao examinar na ves-
    pera e dia do leilao a variedade e sortimento das
    mesmas fazendas, algumas das quaes ultimamente
    despachadas e recentemente tiradas da alfandega.
    CIRCOOiSM
    Conio fiiho .la terra dos-AnJr.-i.1as. ine'rcn-
    formni-ar com pompa o ?iito 1o Ypir**
    'fferrci a i Kxm. Sr. piesidonlo i'..n'spoj&v
    culo em gran lu ua, in semp.-e laiij lo H-l-iut,r,.. ouj, rif.i-lut> liviu A", to.la .in-pe-
    za sr-ra ne:eciijeiu 'jentiicio do hospL-io'S
    aiienaJos. *f
    0 espectaculo sera honrado com a presencado
    Duas bandas de musica preenchera os inter-
    Espero que a illuMro classe academica, aman-
    *-*** da liberdade patria, nao deixara do
    concorrer, e o sempre elegante bello sexo, e a
    todo bom povo era geral desta heroica provin-
    cia convida e pede o vosso patricio e artista pau-
    liU Aotomo Cirloi do Carmo.
    PrmciDiara as 5 l(l
    Depois dot vivas do estylo, e do hvmno natio-
    nal, a companbia fara esIorco3 para agradar ao
    iliastre e genwoso publico.
    Grande quadro allegorico do grito do Ypiranga
    utdependencia oa morte.
    Graade ?aito Triamrtio da victoria.
    .^NUA^fig.
    MOPINA
    Est4 encouraQado!! I
    Atrna mole em pedra dura
    Tanto da ate que a fura.
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignatio Vieira de Me II
    sscrivio na cidade de Nazareth desta provincia,
    favor de vir a rua Duque de Caxias a. 36, a con-
    cloir aquelle negocio qae S. S. se compromettea a
    realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
    fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou a^fevereiro e abril de 1875, e nada cumprjo;
    por este motivo e de aovo chamado para dito
    flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
    de mais de eito annos, e quando o Sr. seu fiiho m
    achava nesta cidade.
    Crnsuitorio medico
    DO
    Dr. Wm-illo.
    RDA BO \|<;.!!li N. !.. ANDAR.
    ''*m .'h,|(*.l.. 4a Rut .a. ..ii.te 'r^
    llMMMI t:'.-p'l:i^. .1- I-."- f LoiMlr^>,
    |'..| ilK ..n J BlMlR | :t >I|C< 4e rua pn>-
    0>fiMiKa .la-6 a> S U'Ta- da reach* e
    do meio i3ia as iaaa h-.r< da tarde.
    GRATIS AOS POHRi
    Expeciutidat'ei: Moiesttas de seaboras,
    da peiie e de crianca.
    24-Rua do Mai quiz de (llinda-2-.
    Ksqulna do beeco Largo
    Participa a seus fn-guezes e amigos que mudou
    o seu estabelecimento de relojoero para a mesma
    rua a. 24, onde encontrarao um grande sortimento
    de relogios de parede, ameriranot, e cima de me-
    sa, dos melbores gostos e qnalidades, relogios dc
    algibeira, de todaa as qualida es, patente snisso,
    oe ouro e prata dourada, foleado (plaquet) relo- pretender entenda-se com o proprietary, na ma
    gios de onro. ingtez, desenberto, dos melhores do Hospi.j.., subrado n. 35.
    d> K'* n^f!?^e U.roiplaquet a prata-l0DeUi Sr Lail Af,r,8" de rataT ^alidades, tudopor precos muito ba- ra app^re er a .ua do Rangel n 67, a aM.io -?*
    raws- paricular iaterese.
    1
    i
    u nm
    Joao Corr^ia de Carvalho, artist* albiaie, ten-
    do-se dohga.lo da ancM-dade da cana coaitnerca:
    exiitente a ma do itarao Ja Victoria a. 1. **- a
    razao de Arauj.'. Carv.ilho j, C, arha-se wSB-
    le e>iaU-lepjdii na sua arte, a rua do Manjaez d-
    Olinita n. 46, I* andar, aonde oa seu* ouuieroo<
    fregueze^ o enconrarjb proenpto para execoUr
    qaalojaar ob.-a tenoVnte a sua arte, com etmt-ro e
    pr.mpildao.
    Aluga-^e altos e bai\o* do sobrad.i Ja ira
    Imperial n. I, canto da travessa do Lima, teed*
    armacao e mais pertencas para tavern*, pat *
    la-ar n.uito propriu para Ul negocio : qneaa *
    LEILAO
    DE
    fazendas avariadas
    Co list and o de :
    madapoloes, algoddes, chitas, cambraias,
    alpacas, pretas e de cores, las, mantele-
    tes, baeta, bjnets, chapeos e maias.
    QULNTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
    A's 10 l{2horas emponto
    0 agente Finto, levara a leilo, por conta e or-
    dem de diversos, nao s6 as difTerentes fazendas
    com avana d agua salgada, como tambem muitas
    outras fazendat lirapas, que serao vendidas para
    fechamento de cootas.
    0 leilao sera elTectoado as 10 IjJ horas do dia
    acima dito, no escriptorio do referido agente, a-
    rua do Bom Jesus n. 43.
    LEILAO
    DE
    ;
    0 brigue portuguez Triumpho, pretende seguir
    com muita brevidade : para carga e passageiros
    trata-se com os consignatarios Thomaz de Aquino
    Fonceca & C, successores, nia do Vigario n. 19
    CnARCEUHS REU.l'IS
    COMPANHIA FRIXCEZA DE NAVE-
    G.ICAO\ A VAPOR
    LINHA MENSAL ENtRE 0
    Havre, Lisboa, Teroambuco, Rio de Janei-
    ro, Santos (somente na volta), .Montevi-
    deo, Buenos-Ayres,- (com baldea^ao para
    o Ro63rio).
    STEAMER
    Coinmandantc Capclle
    E' Esperado do snl
    ate 6ao corrente, se-
    depois da indispensa-
    vel demora para o
    Havre com escala por
    Lisboa.
    Para fretes, eocommendss e passageiros, trata-
    se com
    OS CONSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. DOLIVEIRA 4 C.
    42Raa do CommercioEntrada pela raa
    do Torres.
    uma parte da predio do becco do Abreu n
    l.que pertenceu a Antonio Jose da Sil-
    va o do resto das dividas da massa fallida
    dc Joaquim Fcrreira I.obo,
    CONSTANDO DE :
    1 vale de Antonio FaLosa de Mello, na importan-
    cia de 76000.
    1 documento de Manoel Reis Cardozo, na impor-
    Uncia de 20OO0O.
    1 dito de Henrique Pereira Cardoso, na importan-
    cia de 2:881'J36.
    Ofiinla-feira 10 do corrente
    ds 11 boras da manha
    0 agente Pinto, autorisado por mandado do
    Illm. Sr. Dr. juiz especial .do commercio, levara a
    leilao, nao eo as.dividas, como a parte do predio
    acima descripto, perteacentes a massa fallida de
    Joaquim Ferreira Lobo, as 11 horas do dia 10 do
    corrente.
    Em s<;u eseriptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
    Ultimo
    EILAO
    Para a BaJxia
    pretende seguir com muita brevidade o palhabote
    /0M Arthur, tem pane de seu carregamento en-
    gajado : para o resto qu-) lbe falta, trata se com
    o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Are-
    ve.o, rna da Bora Jesus a. 57.
    LEILOES,
    AVISOS MABmMOS.
    COMPANHIA. PERNAMBUCANA
    DE
    NavcgaeSo cosleira a vapor.
    Fernando de Noronba.
    0 vapor Jaguaribe, com-
    mandante Julio, segui-
    ra para o porto acima
    no dia 3 de setembro fotu-
    ro ao meio dia.
    Recebe carga ate" o dia
    2 de setembro, eacommen-
    da, passafelros e diaheiro a frete ate as 11 ho-
    ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
    -oi n. 12.
    LEILAO
    DAS
    duas casas de taipas coberlas de telbas, edi-
    ficadas em chaos proprios-, em -Beberibe
    de Baixo, rua de Santo Antonio, pertea-
    centes a massa fallida dc Joaquim Vieira
    Coelhoda Siiva.
    QUINTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
    A's It Ji3 boras.
    0 agente Pinto, levara novamente e pela ultima
    vez a leilao, servindo de base a offerta de 323S000
    ?Lnncasas acim3 descriplas, avaliadas em,...'
    WWjOOO, e que fazem parte da massa fallida de
    Joaquim Vieira Coelho da Silva, isto as 11 Ii2 ho-
    ras do dia acima dito.
    Euueu escrjptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
    Preservative da Erysipela
    Descoberto pelo Bacbarel
    Manoel de Siqueira Cavalcanli
    Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
    cobndor vender aquelle medicamento, o publico
    o tem a sua disposicao.
    Depositos naicos.
    Recife : rua do Rarao da Victoria (rua Nova)
    n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira.
    Rio de Janeiro : Cdrte, rua do Ouvidor
    n. 78.
    0 Preservativo da erisypela ja e bem conheci-
    do : entretanto transcrevese para esteannuncio,
    do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
    fra.
    Queiram os Srs. doentes os ler, e ver por
    quem es/au piles assignados.
    Iusppctor da saiide pablica em Pernambuco.
    Em cumprimento do despacho de V. Exc. sobre o
    requerimento do Dr. Manoel de Siqueira Caval-
    canti, tenho a informar o seguinte : Acho jusla
    a pretencao do supplicante, porquanto o seu me-
    dicamento preservativo da erysipela tem da-
    do muitosbons resnllados, nao so' nesta cidade,
    como na corte, onde ello tem sido applicado com
    vantagem e (' procurado. A preparagao idle e
    simples, por ser tintura de uma so planta. ;0
    inspector, Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
    Declaro, por ser verdade, qae padecendo de ery-
    sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
    Cavalcanti um medicamento, do qual fazpnao uso
    por alguns dias nunca mais. ate hoje, me tornou a
    accommettcr essa enfermidade. Por me ser pe-
    dido passei o presente, por mim feilo e assignado-
    Rio de Janeiro, 16 de jnaho de 1874. Duque de
    Caxias.
    Aileslo, que tendo empregado o medicamento
    dyirraamisado, que no? foi fornecido pelo Sr. Dr.
    Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento
    da erysipela, colhi sempre xesuttados supenores
    ao de todos os medicamentos conhecidos. Em les-
    temonho da verdade, e por me ser pedido, firmo
    o presente. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.
    Dr. Satttrnino Soaret de Ueirelles.
    Concordo perfeitamente com o parecer supra
    Dr.Joaquim Jose da Silva Pinto
    O abaixo assignado, dontor. em medicina pela
    taculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
    bngnda honorario.docorpo de saude, cavalheiro
    da imperial ordem de Christo, etc.
    Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
    usado- de um medicamento que lhe foi fornecido
    pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
    nommado Preservativo da erysipela tirou
    sempre o melhor resnltado possivel, de sorte que
    os doentes ate hoje nao foram acommeltido3 das
    erysipelas, que soffrum freqnentemente. Rio de
    Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
    reira Junior.
    Loja de joias
    N. 11Esqnina da rua do Cabuera \. 11
    lhante ^IS^ttSSS con,inu? a Tet*r S'*aae sortimento de joias ailia, do MR t-
    mante, e mais pedras preciosas, e b.as obras de praia de lei.
    Coudecora(;des.
    n. i^.oC0nrot ^rilhau,e recebeu ricas commendas, offleialatos, h.bitos de run e watt donradj
    raendadores da"itosa'e'" AiTSi-tt *?!" e bo'^ n ^^JSZJTS-
    den e nara n&n Lh '' htaS fiDas de s"d)l. >?ir* a "mpanba do Paraguay. Mm h r-
    nnoamPna,.Jq i5 demullas ,nias que ,em na 'J. <""!* wnleTmai ton* A<
    que em outra qualquer parte. garantin.io b a qualid.Je do our- e da prata i mn. 4* a
    fkl/S iof^H O^^hf'ecimeoto conlimia aberto a noite ate ta 7 b^raf, na ru, to Cain
    ii, lojade joias de Antonio Serafim da Silva. p
    S^^a mm w**m ; m,
    Yejam
    cj
    KQJ
    liquida :
    s .
    Q, Coracao de Ouro,
    Corrtnies de ouro, modnrnas, para relof os,
    Relogios de onro para senbora, a 40i, que mi ourfj [ar- i !. >
    R logios de prata b.-m dour dos a lo<.
    l'.ozetinhas de brilhaDte a 14*.
    Anneis de pedra com letlra a 6$.
    Anueis para por cabello a ii.
    Pencenez de ouro a V &.
    lVncenez de prata dourada a 3o00.
    Dedae- de prata. (undo de pe Ira, a l.
    Brincos de coral e euro para memm* a IMM,
    CaQoldas muito modernas com 5(1 por cento de abate.
    Pulc^innlias de c ral e ouro para crianca a lOi.
    Pulc-ira dp ouro e coral, feitn do uma Cibra, a 10.
    Obras dc prala a 400 r.. a oltava.
    Brincos para senliora. nmit< modernos, a ISA,en ostra parte i
    Volu< de ouro e cruzinha, con SO por cenio do |
    Grande sortim-nto de |i4aa do htilliante com -'> i
    Brincos do coral pira senlvra a 44.
    Corrcates de ouro para re! gi a I8j cada ui.a.
    Aderer^os por meta ie dc sen valor.
    Sortimento compl-to de joias, rjiie vrnde por niei:. ] \ .
    A liquidacao.
    viieiicao n2.-K,. r.
    3 i *; OR. MAXlIKi v\i <\n n ra ^^
    so
    leilao
    DE
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    IVavegafiEo costeira a vapor.
    PABAHTBA, NATAL, MACiO, MOSSORO', AKACi-
    TT, CEARA, MANDAH0, ACARACU' E
    GRANJA.
    0 vapor Ipojuca, eomman-
    dante Moura, seguira para
    os portos acima no dia 5 de
    setembro proximo fataro, as 5
    horas da tarde. Recebe carga
    ate o dia 4, encommendas, pas-
    sageiros e dinheiro a frete ate as 2 horas da tarde
    do ffla da sahila : eseriptorio no Forte do Mattos
    n. 12.
    DE
    II barn's com Optimo vinho para pasto, marca J.
    F. D. e 4 pipas, sendo : 5 caseos em li2 uipas
    e 0|4 de ditas.
    A'S 11 HORAS DA MANHA.
    No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
    fandega.
    0 asente Dias, competentemente autorisado,
    vendera, no dia e hora acima deaignados, o refe-
    rido vinho.
    Agente Pestana
    LEILAO
    mmz
    Libras esterlioas.
    Vendeni Augusto F. d'Oli-
    veira & 0.
    Am do Commercio o. 4 i.
    DE
    chapeos esparteiries para tenhoras e meni-
    nas e 6 per;as de popelina de seda bran ca
    Hoje
    as ft horas
    Penna Junior & C. farao leilao, por intervenrjao
    do agente Pinto, e por conta e risco de qaem per-
    teneer, de 4 caixas com chapeos sortidos para se-
    nhoras e meninas, assim como 6 pecas de pope-
    lina branca, isto as 11 horas do dia acima dito.
    em sea armazem da travessa do Coroo Santo n. 25
    leilao
    DE
    2 caixas com salames francezes, de Lyon,
    doafamado fabricaqte Alfred Bier
    Hoje
    moveis, louga e crystaes
    e uma burra (cofre)
    ao correr do marteUo
    A saber :
    Um piano de armarao, de ja'caranda, 1 mobUia
    ae jacaranda, com 1 sofa, 1 jardmoira, 2 consoios,
    2 cadeiras de braeos e 12 de guarnicao, 1 dita a
    Luiz ivV, 2 serpentinas, 5 langas para cortinados,
    z mesas redondas, quadtos, jarros para flores, ta-
    pe es, l carteira para 2 pessoas, 1 presepe, 1 es-
    pelho oval, grande, 2 grandes macacos, estam-
    pas, b espelhos ovaes, 1 secretaria e estante, 1
    burra franceza. ^
    Doua aparadores, mesas, cadeiras, marquezas,
    marquezoes, camas francezas de jacaranda, ditas
    deamarello, maquina para limpar facss, ditas
    hara^tur?', mefag.de J0' qnartinheira, *l
    berco, 2 pistolas, 1 relogio, 1 cama de ferro, 1 la-
    vatorio cpm pedra e deposito para agua. 1 cuar-
    da-roupa, 1 earaa de iona, grande, 1 cama de fer-
    ro, 1 armario, 1 balcao, 2 veneaianas, louca, Vi-
    dros bandejas, cobertas para pratos, anneis para
    guardanapos, e maitos oatrug objectos que esterio
    patentes ao exame dos concurrentes
    no armazem da rua do Bom Jesus n 10
    SEXTA-FEIRA 11 DO CORRENTE
    O agente Pinto fara leilao, por conta e ordem
    de diversus, dos moveis e mais objectos acim
    roencionados, existentes no armazem da rua do
    Bom Jesas n. 10.
    0 leilao principiara as 10 1|2 horas.
    Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna,-fui
    a i.urop3, e considerei-me curado, voltei pouco
    depois, tive noVo ataque ; tomei o remedio Preser-
    vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de'Siqueira
    Lavalcanti, e cessoa a molesfia, ha mais de nm
    anno. Creio ser ieto elTeito daqnelle remedio. Rio
    de Janeiro, 13 de junho de 1874.-Baraode Cabo-
    Frio.
    Gratis aos pobres.
    LIVROS A'VENDA.
    No primeiro andar desta typograpbia em
    mSo do administrador, vende-so os seguin-
    te hvrinhos:
    O in itt ii to Esperto dialogo ins-
    tructive, critico, analytico, historico e mo-
    ral, entre um matuto e um liberal por 500
    rs. cada exemplar.
    EdoMsa$ao Familiarromance, e
    uma serie de leitura; 2 volumes por 1&000.
    Harteiis, maouel diplomatique__1
    wlume por 19000.
    Obras de Mabljcompletas 12
    volumes por 89000.
    Bignonobra completa4 volumes
    por 29000.
    FrltotEspirit do Droit1" volume
    por 19000.
    Na rua estreita do Rosario n. 38, prepara
    bandejas de bolinhos d4odas as aoalidades, para
    casamentos, bailes e bapUsa os a 2 i e a lot ;
    bandejas com bouquets e fitas c-nn letreirbS a
    gosto de seus douos e com asseio ; pr. para m
    bouquets de cravos natura s para ooivot, cua Ii
    tas bordadas a onro, sendo a eneomfneoua f.ii.i,
    5 ou 6 dias antes ; faz-se ..ao-d-io- cnViiados e
    pudins, semedo, tudo propn<> para presented ; llo
    res de todas as qnalidades, lindos boa nets para
    offerta, velas ricas enfeitadas para i apli-ados; to
    da encommenda do fl..n-s, aiews, palmas, nwas,
    e capellas ; tudo se hi baralu com preaten. Tam-
    bem se faz gorros bordados a ouro, ctiaruleiras e
    qualquer obra b-jrd^da a ouro.___________
    = Precisa de duas inas, snndo um< para co-
    zinhar e comprar e outra para engommar e en-
    satjoar : na rua da Tmocordio o 13


    E-, ecial it,:. W
    e d .;..c.u.
    MANOEI l-\;. [SO R
    >l i-rl|(-
    ^OSallaS ;'..!.- : : I lr. I-
    Dlii-i
    JMmados
    da n iite
    --1 :


    Hodisb IVaiirezu.
    Mademoiselle Eugenia Lcc.imte & lima, avisaa
    a uas antigas fregueza* e ao pauiico em geral
    que abriram novamente seu e casa He cosliiras -a rua da Imperairiz n. 5, pri
    meiro andar, pelo quo esperam cootinuar a me
    recer a concurrenci.i das pessoas que precisarem
    de seus servicos.
    so*
    0. Ju I' u "' mar.r li. pr -
    f ra I j..M; into, t*M i
    no er- ai >t'>."; <. in >n-
    da lo Mia rex eo | ira Mm <1a ad
    de, pod r>o 4 u en J mu >\vr -
    rjualuier ch m31 i :> roa d B. ".
    victirii n. Ii, araurea o-
    Sr. Azevedo.



    Feitor com urgcnoi:i
    I Ten.lo adecMor feli-ir que MM*a4s
    ! fazia ma.s algum s-r.i prccisatc d<- aa
    seja cuid-dojo e eatenda de SuffCi : p- nd a
    . reiaecto, no tfaaawafa a prmMrosMo u i

    Aluga-se
    as casas n. 161, sobrado na rua Imperial; n. 13,
    3 andar, na rua do Rom Jesus; n. !!, em Santa
    Rita, e 2* andar e sotao na rua da Aurora n. 37
    a tratar nesta rua n. 5 -.
    v,- Htla Keferiiia Coollio 0 Dr. Joao Francisco Xavi r Paw Banvto, saa
    mulher e filhos, repa->a.los d> n>aiorpeur pan
    noticia do fallecimenio de D. Rita Zeferiua Coelho
    da Silva, convidam as pessoas de sua amisade
    para assistirem a missa, quo maniam o-fbrar
    atelDroit del Gen62 volumes por naiBreJa do recolliimento de Olimia, as 7 horn
    29000. I da manha do dia 7 de setembro ; por cujo obse-
    F. Hordes-Economia Politica-1 | Wo se confessam eteroameote ratos.
    icisco Antonio Perelrn
    Duas pe-soas que nao eram des-
    affectas a Francisco Antonio Perei-
    ra, fallecido em Portugal no dia t
    de agosto proximo passado, man-
    dam celebrar missis pelo sen eter-
    no repouso. na igreja dn S. Francis
    co, pelas 7 tu.ras da manha do dia
    5 do corrente (sabbado); e para este acto de cari-
    dade e religiij convidam os parentes e amigos do
    mesmo.
    Quom tivcrc.ntai e
    do pata ho argcniino '
    pitao AJcljiie
    queira tcr o I
    de asa,r^ent.r ale odu9 do .i.ect..' n 1
    sadoargeD.ia, a roa-J-j Dua Jesus. R,
    de seteb ro de 1874.
    I aixeiro
    Precisa s de um cmeiro ev
    lume iJtoOO.
    FieldingThe history Tom Jones2
    yolumes 3->0O0.
    BavoneDe confliu2 volumes 3(J.
    Vistoire Fccl^slastiqne6 vo-
    lumes 69000.
    BonsseaaMelanges6 volumes 39.
    _ llousaeaaPie'ces diverses4 volu-
    mes 29000.
    ;^"i"*'?S ui:...ul" '!ro f""1 pr.itva de M-
    verna.de 13. |g annos, preferml-se nacionil
    na rua de Manz e 1m- o. 4
    Alnga-sc
    nm sitio em Rsberibe. ;om casa, coiaeiroi o on-
    tras arvorw fru-tife-as. e boa baixade cai.m a
    traurn- ma do H -apicio n 36.
    Aluga-e o Irreava andar da casa n 32 j
    rua estreita do Rofario, r>ra eommodos e mo'it^
    resco : na thesouraria das loteria*.
    CASA
    LEILAO
    DE
    . Aluga-se o segundo andar a raa Duque de Ca-
    xusn.g4: a tratar na loja.
    Olioila.
    Off^rece-st! uma muci ponugueza para aam
    M pouca famiha ou *o mo;o solteiro : a tratar ni
    becco do Veras, em um potHi de nao do lado w-
    querdo.
    CHAN.
    Precisa se de ura criado para todo aanfea : na
    rua do Commercio n. 22.
    Furto
    iHo dia 15 do corrente
    .H?.^atriM.pos.suidore* decauteUs vencldas,
    enjos premioa nio foram pagos, venham resaatar
    oa reformar ditas cantelaisKh ~n S .o..".--
    Estando Jose Feliciano Nazareth fazendo uma
    cerca de pao a pique no fundo de seu sitio, encos-
    tado a ponte da Magdalena, e estando este madeira
    quasi toaa enfineada, os canoeiros roubaram 35
    e8tejos, sendo todos grossos, e madeira toda ser-
    rada, no dia sabbado 29 do corrente: quem der
    noticia certa onde para este madeira, dirija-se a
    rua da Praia n. 20, on na eattada do Hospital Por-
    tagaez, sitio n. 2, qae sera generosamente recom-
    peasado.
    Aluga-se
    e loja do sibrado slto a rua do Hospic o a 63 a
    tralar na rna do Vigario n. 31.
    0 Sr. Luiz Apngio de Ohveira Salcrmo ooeT
    ra apparecer a rua do Raagel n. 67, a geaoete aV
    particular interesse.
    Alnga se uma casa em Apipucos, em optima
    poncao e cons commodos para f.milia : a tratar
    na raa Sete de Setembro n. 15.
    didas no ledao we^riSArbnPeS?dL?e,2 V^' "wci-e aiogar oma .rava de meiindT-
    nado,
    ;ue
    1c^:^^M4,r'w'*4r',>alsfr^9'^7sTi'*
    porta:
    '
    Aluga-se por festa ou vende-se por preco ra-
    zoavel o palacete contiguo a igreia do Bomfim,
    em Olinda, n. 1, com mobilia completa ou sera ella,
    jardim, arvoredos de frueto, cacimha abnndante,
    casa do banhos, e commodos para'graode famiha ;
    e assim mais duas casas na mesma rua de us 8
    el 2, e outra na ladeira da Misericrdia n. I.
    Alem destes predios, aiuga-c soraente por fe.*ta
    ou annualmente o sobrado n. 36, a as casas de
    DV 3'',?2. e 3* a rDa de Fernandes Vieira, oa-
    tr ora Matbias Ferreira, aquelle com gaz c agua
    do encanamento, uma pequena mobiiia. e grande
    auintal murado, bastanie arejado, e esias asspia-
    das e com bastantes commodos, e pouco di-tante
    do littoral: a tratar na rua do Bispo '".ontinho,
    oat rora raa Nova, sobrado da esquioa n 18. ou]
    no mtsmo palacete. j
    -- Fugio do S:tio d^nominado i.afand6 uma
    E?!2Sf?iH2&c*mb'(1' 1l Me ve- o predio n. 28 sito 4 raa do Bario
    lP^SaVfe ChatalYlQa.. nda s-mP"-" com am antiga do Sebo, com roinmoio^aramod. haft
    m.,tmf Lhe servo de arnmo por Soffrer de rheu" lia' *ODlendo ga* e gai^c*nai; f aoMreiMs
    t gar ^ sen "ZZfV? rSi6 F?* m' ^ "ue d> a ooTalaoTpVr.^e?
    serf wa^rtn 8nh0r J^ Car'03 Ferr8ir*' que c1?.ve acha!W mesma rua d. 18 : a trattf
    sera grai,nca,do. u i em Olinda, ladtlra da Se a. 6.
    < 'a xeiro
    Preciaa-se de am menino portuguez, de 10 a II
    annos, com alguma pratica de tavema e daodo
    conhecimento de sua conducta : a Uaur no iarci
    da Penha b. 8. ^
    Aluga-se


    a
    Ufotol!mmtimA^Ml*&> 3 & J^ton** tiift"

    PENHOBES
    Na iravessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    4TALAIA
    DAS
    um\m
    flessij tudo quanto o antigo aimnncid diz.
    Ja que nm certo poder assim o quiz.
    Alten0
    Antes do fazer patonte as sorprendentes es-
    MCalidades, conduzidas pelo ultimo vapor, com
    destino direct* ao muito apreciado e freqnentado
    Armazem do Campos, a run do Imperador o.
    28, cumpro urn dever de gratidao agradecendo de
    oor&cao, dede ja, a complaeencia dos leitores
    que lerem este annuncio de principio a cabo
    e utilisarem-se de sua indicacao.
    Isto posto:
    Espero ancioso ver enlrar no armazem.
    Quern qnizer da barriga passar bem :
    Alimenta^ao pura.
    Massas finissimas para sopa, conio ainda nSo
    relo a esta praca, atlento o apurado gosto e supe-
    rioridade das sub>tanci;is prinias, como se pode
    eootiar na franca e espmtanea reeommendacao
    dos medicos mais afamados da Franqa e Alle
    maoha. Uma experiencia convencera melhor e
    por isso na> besileia.
    Escolha franca.
    Cr?me de rir, crome d.' tapioca, fieule de pom-
    me terra, fleur de fariue de mais, seraoulc de
    frooient, tapi >ca do BresH, ftVur de rir, semoule
    de rir e ootras muitas qnalidades franeczas, por-
    tnjruezas e italianas. Alem do qm ha muitas ou-
    iras novidade; qnc ficam a disposigan dos aman-
    tes do saboroso : tragam dinheiro e garanlo-lhes
    qij'- sausfarei ao mais exquisito paladar. Ver para
    crtr, comprar i ra saber.
    i ccnclusao:
    Din mo diri.i. quern dira,
    Vindo i idos um maeo comprar:
    Sao furadasl
    Sim, sSo vel.-.s slearina
    Di luz snave e mni Gna :
    Cinco bi ra uina dara
    E sao de boa grossara I
    Note bem ;
    Recotnroenda-se pariiculartnente aos amantfs
    da boa piaga a mhito saborosa e hygienica canni-
    nhc, Eabri ''.a cxpressameute para regal) dos es-
    toiriiiyos Snos e de ic dos e quo se pode saborear
    goles extasiado em vistai deste cersinho, qu?
    jam na rolulo cada garrala bermcticantente la-
    cratia :
    Eis aqni a fin a canr.a
    l)i baiie gota brilhaule :
    ;.' pura, echeirosa e boa,
    Sab ro a e patpilante.
    GO
    5
    CO
    3 &
    ats
    \m\hma oiedico-cifargico
    DE
    9 A. P. da Silva Maia.
    afodicn parleiro e opersd'T.
    Rita Ii aaa;;'.'l n. SI
    fa Coiisullas ilas 8 ;i 10 boras.
    Cha na lo a qaalquer bora.
    Gratia aos pobres.
    LKwcessse
    CIIARUTOS
    DE
    Jos6 Fnrtado de Simas.
    o i Peruambneo, a rua d i I
    de OHiidfl [>. 13, d R- oiparl A ''..'
    ?
    Ama
    Preci?a*s de uma ama forra on es-
    crava, pra caa de lamiiia : a Irutar
    na rua de Korus n. io, ou na rua Dnqie dc Ca-
    iias n. ill._________________________^__
    Ama de leite
    Precisa se da uroa ama de leite qua seja sadia e
    sem fllho : na rua Duque de Caxias n. 91, lojado
    Rival Sem Segundo.
    Precisa-se de uma ama que seja boa cozT-
    nheira.: na rua do Crespo n. 7
    ALUGA=SE
    urr.a grande casa terrea com baalantes commodos
    sita na estrada do Lucas : a tratar na rua do Vi-
    gario n. 'i\.___________________
    Prscisa-ae 6e uma ama que
    saiba bem cozinbar : na rua
    do Queimado a. 91, loja.
    AMA
    freci?a se de uma ama pa
    /\ Iwl /%. n casa de De<15.en* fam]'Ja
    . tratar M raa Velba n. 60.
    I'recisa-se de uma ama para cozinbar, e mais
    algum servifo de casa : na rua da Iroperatriz n.
    40, 2 andar.____________________________.
    Precisa se de uma ama que cozi-
    abe fafa o mais aervico de portai a
    dentro, para uma famiiia de Mas pes-
    na rua do Commercio n. iO, 3 andar.
    AMA
    soas
    Precisa se de uma ama para cozinbar e
    mais algum aervico de casa de pequena famiiia :
    no 3* andar d'esta typogtaphia._________________
    Precisa-se de uma ama pa-
    ra cozinhar : na Pia^a da
    AMA
    Indepencia as. li e 16.
    aa mm a Precisa se de uma ama para com*
    ' i.wM m prar e c zinhar em oasa ae bomera
    solteiro
    na rua Nova n 69, loja.
    Palacete
    Ainda esta por alugar-ae o palacete da Ilba dos
    Ratos, do finado Custodio Jose Alves Guimarles,
    onde moron uUimamente o Sr. Dr. Ignaxio de Bar-
    roa : a tratar na rua Primeire de Marco n. 7 A.
    CDNSULTORID

    V,
    u l
    lar-
    P"
    ' cj., Uaote e,a prompt* cui.
    FWU-*R.U>A POB
    .i Ayer St Ca^ Lowell, Masa., K. V.
    ChlmtaM PrMUwi t Analgtiot,
    vaNOSi SE FOR
    MEDICO-CIRURGICO I
    DO A
    Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso X
    PARTEIftO E OPERADOR
    4|Kua do Vlitconde de AlbuqHer-jaV
    A que n. 9. M,
    ESPECI ALIDADE
    W MoieMiiiiM de senhoraa e 9
    ift menlnoM. SS Consultas das 7 as 10 boras da ma- 9
    9! nha, todos os dias. Wl
    jt Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- A
    ^ tas e sexlas-feiras.
    4R Os doentesque mandarem os sens eba- 9
    A mados por escripto at 10 boras da ma- Jftfe
    *; nhl serao visitados em suas casas.
    Signaes do negro Feliciano
    Crioiilo, idaile 40 annos, pouco mais oa menos,
    alto, corpo regulir, bem pieto, desdentado, barba-
    do, mal feito de pos, tendo um dos dedos grandes
    ou ambos bastanta torms. Acba-se fugido ba 6
    me/.es, desta segunda fugida, e da primeira esteve
    lous annos no engenho Tombador, fregnezia do
    Bonito, perteneente a Francisco de tal, genro do
    capitao Christovao Jose alacbado, senhor do en-
    geubo S Christovao, da dita fregnezia, e por estes
    cngenhos esta osculto, como tem eslaao Veio pela
    primeira vez preso pelo capitio de campo Joio
    Ventura, que mora era Agua-Preta : reommen
    da-se a sua captura as autoridades policiaes e ca-
    pitaes de campo, e leva-lo ao engenho Minas No-
    vas, fregnezia de Gamelleira 0 dito negro intitu-
    la-se forro c^m o nome de Jose Felician.
    0L1NDA.
    Aluga- se por festa ou por anno, na rua de S.
    Pedro Apostolo ou Passo Castelbano, ires ca-as
    terreas, cum encanamento d'agua e gaz, buns com-
    modos e quintaes grandes e murados, com diver-
    sos arvcredos de fructo : a tratar no pateo do
    Corpo Santo n. 17., 3." aBdar..__________________
    Alugam se barato umas roei aeuas na tra-
    vessa das Barreiras (beeea do Aquino) : a tratar na
    rrqa do Cotovello n. 25. casa de azule'o._______
    Fugio o escravo Oyriaco.
    No di i 30 de agosto proximo passado, ausen-
    tou se este escravo, o :y.v\ tem os signaes seguin-
    tes: estatura regular, cor preta, rosto redondo e
    pequeno, sem barba e tem a physionoraia agrada-
    vel, e idade do 17 annos pouco mais ou menos ;
    foi trajaodo calf.a e camisa braaca e ch^peo baixo
    de feltro branco.
    Cunsta ser visto na estrada para Apipucos;
    quem apprehendel-o, sera bem gratiflcado, le-
    vando-o a rua do Cunde da Bja-Vista n. 5l,sitio
    na Soledade.
    Casas
    S:isaparrilha de Ayer
    PARA PCRIFICAK O SANGUE.
    O renomc do que goza este ex-
    cellente rcmodio e dcrido a milha-
    res de cnras quo tem operado, mu-
    itas das qv.ncs sao verdadeiriunente
    maravilhosas. Innumeros sao oa
    casos em que o systhema, parecea-
    do saturaao da jjodridao de enfcr-
    midadcs escrctulosas, tem sido
    promptameBte restituido & saiide.
    As anecyiics e desordens, aggrava,.
    das pela contaminacio escrohiloaa,
    aW pi-oduzirem d6res naortificantes,
    Umt 'i I" taa radical e tarn geralmente curadas por elle, em
    I pentoe do Imperio, que o publico mal precisa de ser
    aafoma :o das sun- irtudes e do mo Jo de usal-o.
    ( eno e-crofuloso e um dos mais dostruidores inimigos
    i?. i ica humana. Ora, senhorea-so occulta e traicoeiramcnta
    4 '.' < e dcixo-o fraco e ineime coutra molestias
    Bat6ea. Ora, pateuteia a iurecfao de que corrompeu o corpo
    eutao, cm momeuto opportune, lavra rapidamente sob algu-
    BJB do suns hi'diomlas formas, ja na cutis j4 nos orgams
    i '' :o uHiinocaso deposita, muitas vezos, tuberculos
    i" p..' f jado, no coracao, etc., quaudo nao se man-
    afes'a r" inmores, etc.
    A toil >soe tam ptrfldo uunca se deve dar
    / ii, < p. ". '. f sempre melhor do que combattel-o.
    Ai'.-.t. tcerem os prcprios tympUumat actitot,
    af w (/. illLH.L DE A.XEH podera-evitar
    ra -; nil.
    : y.s [ie-uis qnc ,; -m de Erysipelas, Fogo de 8. An-
    toi '.. :./. Titipigens, Jtht-umalismo, Tumoret,
    T~ .... c seiisl ilidade dolorosa nos ouvidos, olhoe, 4c;
    OR"0; Di/spKpsia OU Indlgetfet; Bydroprsla,
    ; .'o Carmemm e do fly ado, Mpylepsia, JVee-
    ro .tin ': de varLis outras affecfoes do systhema muscular*
    avervoso, ackarao seguro allivio usanio desta BAXBAJ'AJt-
    SJ'III DE AVER.
    - / ,"'.',;. /. ills ou SIniestias Tenereae s&o curadas com o
    Ki. u -'>. |isto que seja neceasario mail dilitado espaco d
    teinjw i -:.u subjugar tam Impertiaeutes enfermidades.
    J. i-, rirrhfti, on Floret Braimas, as ulceracoes nteri-
    aa i.: u.i, fera\ 11= inolestias daa mulheres s&o tambem allrria-
    1 o ci radas por seu oSeito puriScador
    Vif-"n-.-.
    ' .- mniir.ino c r Gotta, quaudo caasados por accu-
    m> i e Bjateriw i-xtrauhas ao sangae, cedem-lhe facil-
    r.' i' mc-iiM mvuu o Mat tie Figndo, Oongestao oa
    t, >..-, ...,r,. ,;., H,-rdo, IcteHcia, qnando sSo orlanda*
    e --iiiur-i i;o gacgna,
    !>arrl!ha e on ezccllento reataurador da
    li'ca c Tignr do syathema.
    - lot os que sorVarem I^mguor, Fhlegma, Det-
    a e quo s&o rtieoromo-lndos com Appre-
    r,ir,f, Xtdmu ou qualquer outra a ffecT&c
    Aiugam-se as segnintes : na rua do Pilar n.
    eGuararapes n. 11, com baslantes commodos
    tiatar na rua dos Guararapes, taveruan. 14.
    Advogados
    Vicente de Lemos
    -i
    :

    -J
    Aureliano de Carvallio.
    24Imperador24
    -.
    Traspassa-se uma grande casa com commodos
    para grande famiiia, e decentemente preparada,
    em um dos mais aprazivois arrabaldes, passando
    i>ela porta a lioha dos bonds : quem pretender,
    dinjase a rua do Vigano n. 5, andar.
    Aluga-se
    o 3 andar do sobrado da rua do Vigario n. 5, com
    yrandes e bons commodos para famiiia, e agua
    o'-tavel : a tratar no armazem da travessa do Cor-
    ' po Santo n. 25.
    Scientiflca se ao public) que oinguem fa?a
    i nermuta ou corapra a Cl.uidiuo de Jesus Bandeira,
    | da casa e lerreno sitos no Campo Grande, pois se
    j cba o dito em questao com o proprietario da
    : casa de taipa, sita no Campo Grande n. 7, pelo
    I juizo de paz da freguezia de Nossa Seobora da
    Graca ; por isso se faz ver para que se nao chame
    a igni.rancia. ^^^
    Massa fallida
    DE
    Baslos & Lemos.
    No escriptono de E. A. Burle &C, & rua
    io Bom Jesus n. 48, paga-seo 3." e ultihao
    dividendi) na razao de 1,3510/, aos cre-
    dores desta massa.
    As imp irtancias que nao forem procuia-
    Ias ate o dia 24 do oorrente, serao recolhi-
    das ao deposito publico.
    Recife, 4 do setembro de 1874.
    Escravfls.
    Sem sersm castlgados, oa ontro qualquer moti
    vo, fugjram no dia 31 de agoto proximo, passado,
    do engenho Alejrre, da fregnezia de Agua Preta,
    dezeseis escravos de ambos os sexos: qnero os
    pegar e levar ao dito engenoo, oa neita cidade a
    rua do Imperador n. 30. ou ao Sr. Albino Ferreira
    da nnha, ao largo de S. Pedro n. If, sera grati-
    iicado.
    Recife, 4 de setembro de 1874
    ! (V|'!'i
    ' f \ f'. a I f
    GUIA PRATICO
    i >f
    PARA OS DOEHTES
    REMEDI.0S ACONSELHADOS
    Cim combinacao especial nos penaitte de indicar ao publico
    alyums remedios franceut mtnais apreciados no mundo inteiro, e
    preparados em Parix, debakco dos othos dos iiwentores. Ninguem
    ignora os exudados mimciosos (?<>* (fite se preparam em Franca os
    remedios. A meredda fama &'estes productojs, desimvk'cu'u inveja
    dos contrafaotores os quaes derravuim, pHncipafmente nos mercados
    do Brazil, productos contrafeitos, dssemelhando-se muito com m
    verdadeiros, vemlo-se o enwAto e atarja dos frascot, nuu quasi
    sempre, deploravelmente preparados, constituent umperigo continue
    para a saudc puUiqa. Devem os cotnpraderes dirigir*se is oasm
    abuLiomenciimadas, as (niues tiram os sens productos directamente
    dos inveutmes.
    lraoi
    causada geralmente,
    casos, de gotta, rheu-
    i i J U Jjji
    INSOMNIAS- TL
    ou por dotes vivas, como aeon
    matismo, nevralgia, enxatpieca, do*ej dc dentes, colicas, fe-
    rjdas, etc., ou por pteociipacOes moraes, oti por um eslado
    geral difiicil a reUtar, e algun>as \eitx o grande ealor. 0
    Xarope de Chloral d*> Foil** toioade por duas ou tres
    colheres de sopa n'um copo d'agua, xenee a insomnia e era
    poucos minutos da an doentp, o seinno natural e repa^ador-
    Ao accordar a cakeca nSo se sente pesada, mas um bem eatar
    perfeito e o resultado d'essa medicacao.
    Nunca sera sufflciente a alten?ao de todos sobre este ma-
    ravilhoso producto que se apreciara em cada famiiia. Pode-
    se dizer sem exageracao que quem usar uma vez doXarope
    de Chloral de Follet, contiauara a ter em casa inn frnsco
    d'este mesmo xarope para quando f3r necessario.
    INCOWMODOS DO ESTOMAGO. As molesties
    nervosas do estomago, gastralgias,^astro-enteia]^iab. pyro-
    sis, etc., curam-se com o CarvSo de Eelloc lyaiuudo-se
    uma ou duas colberes de sopa, ou algumas paslilbas na occa-
    si3o da comida maior numero d;is vezes sente-se incllioras
    desde as primeira:, doses.
    Nao se pode insistir bastante sobre as qualidades deste
    remedio, dp qual o uso tornou-sc .popular, pois e exempto de
    perigo algum. Para as doencas d'iutesUtios e d'estomago, c o
    reraedio o maia efficaz. Em 1>U9, a Academia de medicine
    dava-lbe a sua aprova?iio e acon ceitar n'essas affeicSes, as quaes muitas vizes desajiiman
    tanto os doentes cpuio os mgdicoJU
    NEVRALGIAS. Sondo na caU^a ou nos meiubros,
    curam-se muito melhor, e-muito mais rapidamente tomando
    duas ou trez Perolas d'essenria de thorebentlna de
    Clertan, do que com qualquer o.utro remudio. Estas Perolas
    do tamaubo d'uma ervilha cngolem-se com itiuita facilidade.
    Este producto e d'uma eflicacidade maravilhosa, nove vezes
    sobre dez tira em poucos minutps as neuralgias as mais
    agudas. Nio se pode deixar de aconselhar aos doentes que
    sol'l'rem d'essa molestia de usar este remedio.
    Paw se obter um bom resultado, e necessario quo a
    senoia de therebenthtna seja perfeitamente rectificada. IV-
    e-se exigir a firma do D' Clertan na tarja de cada frasco de
    Perolas d'esseacia de ther61jemthina
    SOLITARIO. Fallando o fcousso, o D' Boucbardat,
    diz, no seu (orimdario : E' o melhor tuenilugo, mas ti
    precizo conhcccr a sua origem ; pois o Dr Trousseau, .asse-
    verou-me que algumas vezes o Kousso de ma qualidade ccca-
    eionno envcncnonieiilOS. "
    Le-se tambem no tratado de thereaiicutica ilos St; Trous-
    seau et Pidoux : Os pos de Kousso tendo um saber nausea-
    bundo tomam-se diflicilmcnte por essa razaO. In pharma-
    ceutico de Pariz S' Mentel teve a idea de os granular mixtu-
    rando-os com assucar, preparados deste modo, e a cousa
    a mais simple para se tomar, mrsmo para ascriancas.
    0 Konsso granulado de Me*ntel e garanKde de
    primeira qualidade.
    RHEUMES-TOSSE. Desde 1820 a Pasta Pei-
    toral de Regnauld e o peitoral mais afamado, na sua
    fabricafSo nao entra o opium.
    AFFCIQOES DO PEITO- (sro.ncutes, nsiu, mam-
    modos da caBCASiA). 0 alcatrSo de Guyot (Goudron de Guyot),
    licor ooncentrado e graduado, facilita a preparacSo immediata
    d'uma agua d'alcatr5o muito efficu n'essas doenjas. Basta
    uma colher de cha n'um copo d'agua. Poucos remedios em-
    pregam-se mais frequentemente do que a agua de alcatrSo;
    resultado das suas propriedades incontestaveis. 0 grande
    consummo deste excellente producto desinvolveu um grande
    numero d'imitacoes, peores umas que as outras.
    0 Verdadeiro Goudron de Guyot leva na tarja a flrma
    do inventor.
    0 S" Guyot tambem prepara umas capsulas redondas do
    lamanho de pUtda8, cuutendo o alcatrSo daNorue^a, litpiido,
    tomanse esta capjulas na oocasiao da comida, e podeiu
    substitnir a a gna d'alcatraq.
    Ras doencas as q que o (locale soffre d'uma tosse pers^stoute. im|itdiilo-o de
    doimir: duas ou tres colberes de sopa de Xarope 4*
    Chloral de Follet tomadas a noute ae deitar-ee lhc darao
    osomne rtparador ajiidando a cura.
    RACHtTISMO TI3ICA. IXve se tomar todos os
    dias algumas colheres de sopa. d'Oleo de figado de Ba-
    calhan de Berth*. Este oleo preparado com os maiores
    cuidados i- o uaicu que foi approvado pela Academia de medi-
    eina de Pariz.
    DIARRHEA. 0 ivmediu melhor para cqrar estas
    affeiijoes ii o swb uilrato de llisiuuth. 0 S" Boucbardat,
    professor na Academia de uiedieina de Paris, diz o seyuinle,
    no seu Formuliiri-j mat/; ;/ : K gerahuente muito dil'licil
    de cugolir de um ale <;. i. grauunas d'unis pos tao pesndos
    como e o sub nilralo de Bi.-mttth. Kmbrulhados n'uma obreia,
    esta muitas vezes rasga-se. em agua assnearada os pos vao
    logo para 0 fundo.
    0 S" Mentel, phaniKtreiilico em Pariz. resolveu eslas pe-
    quenas diffkuldades misturando, e fazendo em granulos, o
    sub nitrato de Bismulli cum parte igiial de assucar. Estes
    granules veudum-se cm fiascos, e a tampa d'esles frascos,
    mede exactamente dous grammas de granulos, seja, um
    gramma de sub nitrato dc Bismuth. Esta subslancia prepa-
    rada d'este modo e inalteravrl. Basta encber a medida tantas
    vezes quanto se qucira tomar de grammas, e engo'i-se rapi-
    damente, o que e muito facil bebendo ao mesmo tempo um
    pouco d'agua.
    0 Bismuth granulado de Mentel e para as rriancas
    o remedio o mais vantajoso porquc o tomaai como confeito.-.
    FEBRES. Querendo-se cottar rapidamente um acesso
    de febre, o melhor remedio e o sulfato de Qoinina; sendo
    para curar l'ebres anligas, persistentes ou pcriodicas, couvem
    dar-se a pivrereucia ao Quinium Labarraque. Km pou-
    cos dias a febre desaparece, e o melhor preservative 6 de
    tomar todas as manhaas um copo de lioW, deste vinho. 0
    Quinium Labarraque e tan dos prodactet de primeira
    ordem que tiveram a approvacao da Academia de medkina
    de Pariz.
    DIGESTOES DIFFICEIS. (EaxAOCECAs, vwJwess.)
    Lngolirduas o trez Perolas de Ether de Clertan a uma
    colher d'asua. Effeito quasi immediato.
    HavendooBuitas' imitacSes exigir a tirma Clertan na tarja
    dos fiascos.
    ANEMIA, POBREZA DO SANGUE. At Pillu-
    las de Vallet constituent'um podefoso tonice para a refei-
    c3o do sangue. 0 Xarope de Rob quct de pyrophespbate
    de ffrro, serve melhor para as pessoai que mal support am os
    remedios solidos; este remedio contendo os piiacipios cons-
    titutivos -do sangue, tem um gosto agradivel, tanto assim
    que, os doentes o toman facilmentc.
    Estes dous remedios sao dos primeiros que liveriio a appro-
    vagao muito rara du Academia de medicina de Pariz.
    Ha numorosas imitacflcs das Pillulas de Vallet.
    PURGATIVOS. A Limonada purgativa de
    Roge com citrate de Magnesia, approvada pela Academia de
    Medicina 6 o typo do purgativo salino. Nao causa nunca infla-
    ma^Ces d'intestinos, o que acontaee com outros purgativos
    mais violentcs. Pode ser preparada em casa na occaziao de a
    tomar; deita-se n'uma meia garrafa d'agua um frasco de.
    P6s purgativos de ROgt.
    Poucos remedios tem sido mais falsificados que os p5s de
    Roge. 0 Brazil esta cbeio de productos falsificados, mal pre-
    parados e nocivos a saude. Devem exigir que o frasco traga
    em cada extremidade um sello imprimido em quatro cdres.
    FALTA D'APPETITE. 0 RamU>arbo aempre
    gozou de niuiio couceito para regularisar as fnncues do etfb-
    magoe fazer recobrar o appetite. Nao se appbea freqnentemeote
    por causa do seu sabor desagradavel. 0 S*' Vrntel teve a
    excellente idea de applicar a este reruedie e sea tTeteaea de
    grai'uikicao. O rhuibarbo earn grannie* e> Meeiael,
    toiua-se utu pouco antes da comida. Na tampa de cada fraece
    adia-se uma pequena medida dan do a dose acuslumada Efcer
    granulos engolem-se faciltnente oiicom uma powca d'agua ou
    u'uaaa cuUu:i' umb 9sa.
    OONVALESCENCA. 0 Qniaium Lakarreqne
    approvado pela Academia de Medicina o tonico per excel-
    leucia. EiKe viaho inrmnparavel .' administrado cen graade
    succetso as pessoas fracas e debilitadas, as nuilbnii quo
    acabam dc parir. as metiiuas que diflicilinent<- se fbrmaai
    desinvolvem-se.
    Este remedio ronibinmlo cwn os fitriiginosos, njuua mrito
    e facilita a sua acrao, quando es DENTIQAO DAS CRIANCAS- Para feabtar a
    dcntifSo, prevenir as convulvde- c o racbitismo das cnancaa,
    nao podemos deixar de aconselhar a OsteiaM Mail Itl.
    que e uma combinacao de phosphato decal gelatinoso e d'aa-
    bumina. Sendo esta preparacao feita cm farinlia grossa, pn--
    para-se em sopa com leite ou com caldo. Na tanipe de cada
    frasco, acha-ae uma medida dando a quantidede qu* sc deve
    tomar.
    Este medicamento teve a approva.;5o da Icadania o aVdi-
    ciuia, ec inventor apresentou uma memona a respeito d'esta
    preparacao, a qual foi coroada pelo Institute de Kr.i.e_
    RETENCAO D'INTESTINOS. A magnesia i nmi*
    receitada pelos medicos como laxativo ligeiro. Sendo esta
    substancia desagradavel a tomar, aconselhamos a Magnesia
    grannlada do Mentel. Um gmmma e a caeactdade da
    medida que sc acha na tampa do trasco, a dose acustaniada
    e uma ou duas medidas.
    DENT1FRICIOS. A descoberU do sulfato de Quiuuui
    pelo S" Pelleticr, metnbro da Academia de Medicina dc Pariz,
    fez um grande servico a humanidade, elle quiz lambent sc
    occupar da hygiene da boga, c para esse flm elle crepn'i.'ou
    todos os recursos da sciencia.
    A alleracSo dos dentes, segundo as suas observacue*.
    Hiailas vezes causada pelos dentih icios inventados e empre-
    yados ale hoje, sendo elles quasi sempre compostos de acidoa
    que sao contraries aos peaMpioa inventou entao dous dentifricios, um sulkto e outro liquid*,
    ofi'erecendo todas as garantias que se possa desejar para e
    bem estar da boca.
    A Odontine de Pelletier < uma massa mole sobre a
    qual passa-se a escova ligeiraracnte. Da aos dentes a brancura
    tao procurada sem nunca estragar o esmalte. 0 Olixirio
    Odontalgico de Pelletier forlifica as gengivas, perfunu
    a Imca. e tna o cheiro do fumo. Basta deitar algumas gettas
    desta preparacao n'um copo d'agta para lbc dar um sabor
    suave e especial.
    EPIDEMIAS. Durante os tempos d'epidemias. die.
    lera, febre amarella, bexigas etc, e muito necessario tomar
    precaucocs bygienicas. Sem mudar nada no seu modo de vida,
    deve-se evitar todo excesso em tudo, sendo susceptiveis de
    enfraquecermesmo momentaneair.ente. Lavar-se umas peucas
    de vezes por dia e deitar nos quartos, agua fria na qual se
    deitara umas colheres de Licor Labarraque. En tempo
    d'epidemia, este licor empregado d'este modo e o mefcor pre-
    servativo. E tambem muito util nos paiies quenles para
    desinfectar os quartos dos doentes.
    Para puriflcar o ar e destruir os miasmas que se prodatem
    nas inhumacoes, os quaes sSo muito perniciosos, deve-ee em-
    pregar spbretudo este licOr.
    Convem ter muito cautela com as numerosas ialsineacoes.
    AVISO. loia instrn<;^o detalhada acompanha sempre cada nm do* productos a cima moncionnados.
    Unico depositona pharmacia de P. Maurer i C, rua do Barao da Victoria n. 25

    Offeree*-se uma raoca portogueza iW* cai-a
    de pouc i famiiia cu de moco solteiro : a tratar.no
    becco do Veras, sitio ao lado esqnerdo, casa ccm
    portao para carroca.
    PUNDI(?A0 DO BOWMAN
    RUA DO BRDH I. 82
    (Passando o chafariz)
    PEDEM AOS senbores de engenho e outros agrieultores, e compradores de ma
    chinismo o favor de fazer uma visits a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
    to comp oto que abi tem ; sealo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
    truccao pessoai pode-se verificar.
    ESPECIAL ATTENGAO AO NUMERO E LUtiAR DE SUV FUNDICAO
    V apOreS e rOOaS u ag"Ua fog ma\s modernos systemas e em tamanbos oon-
    venientes para as diversas circurnstancias dos senbores proprietaries e para descaro^ir
    alg dao.
    MoendaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
    KOuaS dentaaaS para animaes. agua e vapor.
    Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
    Alambiques o fundos de alambiques.
    MacniniSmOS para mandioca e algodao, e para serrar madeira, (ser movldos a mq
    BoinbaS de pateote, garantklas........ iffJSBi*.1*"'
    Todas as machinas e ^ ^^ costunia mcis.
    Faz qualquer conoerto de ^^^ preQ? mai regamido.
    Formas Oe ferrO tem as melhores e tbais baratas existentes no mercado.
    JinCOmmenClaS. Ipcumbe-se do maod* vir quajejuer machinisrap. A vaA,t*de dos
    clientes, lernbran lo-lbes a vantagem die fazerem as MaeprM por.. intermedio de pessoa
    ectendi.ia, e que eno, qualquer, necessidade p5de lhes preetar auxilio.
    Arados americanos e iutru If. 52
    E'BOM SABER-SE
    Que a NOVA ESPERaNGa, a rua Daqne de
    Caxias n. 63, bem conheciaa pela superioridade de
    seus artigos de mod* e phantasia, acaba de reco-
    ber diversas encommendas de mer adorias de sna
    reparticao, que pela eleganci i bem mostra aptidao
    e bom go to de seus antigos corresp-ndentes da
    Europa? e por esta razao a NOVA ESPERANQA,
    a rua Duqne de Caxias n. 63, convida a sua bos
    e constante freguezia e com espeoialidade ao sexo
    amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ate
    onde tor a o pnmor d'arte.
    A NOVA ESPERANQA nao qner e"trar no nn-
    mero dos massantes (verdadeiro- aznerins) com
    extensos anjiuncios e nera pretenle descrever a
    immeo-ddade de. otijectos qne tem exposto a ven
    da, o qne seria quasi impossivel, mas limitar se ha
    a mencionar a guns daqnelles de mais alta novidade
    e lorna a liber ade de aconselhar ao betto sexn,
    que a visitem constanteraente, para depois qne
    comprarem em ontra qualquer parte r*n se arre-
    penderemv a vista do bom e e-eolhido sortiroeBto
    que ha em d'to estabelecimento, e bem demonst'a que qualquer senhora do Oom torn,
    nao podera eompteUr s eleganeia de sea toilet
    gem quedeum passeioa NOVA ESPEKANCA, a
    ma Dnqoe de 6xias n. 63. a qual acaba de rece-
    ber ossegnint sarligos de luxo e inteiia novida-
    ^??i llodernas settas para prender os cabellos
    Primorosos leqoes 'e phantasia.
    B mitas sabidas de balles pan senboras e mem-
    nas.
    u leressantes gravatas para senhoras.
    ~,\< antes fachas de tonquim.
    '.Jns aderecoi de madreperola. i^__
    Deticados aderecos pretos de pufato e borraeba
    (tSisto novo). ___________ .
    Esta se. apa}>ando
    F. garante so a boa qualidaC #? vioho puro das
    qu ntas do Lima, di s camp< Beira, soperior
    la Pigneirs, e 6 se eneobtra no arroazom de
    Fernaad,. Lima 4 C, a rua ro Barin da
    ia n. S, sens sncce&sorai.______________
    Vende o mercuriy em saixwbas de uma e
    4 roeia libra : na roa do Bom Jeans, armazem
    fl. 16.
    AC.l'AS NINERAES
    DC
    Virhjf-Cissft
    NATURMS
    2odal
    Ase- E
    ti.o,rl;
    rrrrerts-rls Am dr Vichy-Virfcy
    por serem as micas que conservsm todas as la
    propriedades depou de iraaaporudas.
    Fonte S. Marie, e a maw efflcaa na anemia, n
    albumimria, na chlorosis, no emp ibrvciaiLtu d
    sangue, e nas fehres interaittentes. Os resekad
    obtidos nas diabetes sae atnit j eutsvaai.
    Fonte Elisabeth, nao se altar* Doaca trisu
    rica das ag"S de Viehf em bicarbonate/ dt t'-d
    em magnesia e recommendada p^l<>s iiBbuea nw
    dicos p da sua effleacia
    5gado, do baco, nas
    rins, da bexioa, nas aretas e a* %> tta.
    EXUAM
    a atomr Am I
    Vende-se em caixas e a retslbn, no naieo i*
    poeite
    PUaRMACIA AMERICANA
    M -
    Fcrrelraa Maia i
    57 RUA DUQUE DE CAXIAS
    67
    Penleados
    de
    nov* lnvencao.
    Com nm peBt*ae>'d>stee peutea se
    ra em dous lentos, e aefca se
    penteada para um aoWe, oi baiie,
    samento, e par* ser 5e*2.tou*-n
    baratissmse prpee AM ^da om.Mtic
    sa de Odflon Doar* A Irmao, rua da
    a. 9li priwetro andar. __________
    S b.nilo
    As alrv.fadas ttntfOm\b la matHaaaf ajate T
    eebeu a Neva Enpecaara, A
    Qaxiy__________^_^_
    roa !>
    at
    K
    COJP
    A NO^
    s noavas
    n ESPERAXCK, rua fioque de Caxias c
    jo, acaba de receber Wb- eaeias to sei
    pura noivas, e os apreeiaveu ramos de


    .


    .
    I

    f
    V
    Aiiin l^tt&aca feoado 5 fF
    & wn.
    Akga-se I
    tome casa Wtt-rt-tio prine';iio \ Rstrada !*OTa,
    *ona dues *a*s dtio* quartos, ctoha fore e urn
    quart* ; muilo prottmo dos bonds: a traur no
    owsm lugar, primeiro Mi.iu a direita, depois da pri-
    meira bouiba________^ _______
    Alupa se por alguns mezes o a* andar d-
    sobrado a. 53 da rsa da Imperalriz, cdmpletaroeo
    te mobrrhejflo, a p'.-ssoa de ponea Tamitia, prcferino
    dose estrangeira : a tratar no nwamo.

    Bobs pianos.
    Chegados de noro.
    LOJ\ JMt PAVAO
    VI
    Rua da Imperatria n. SO
    PARA LIQUIDAR
    Grnnatllnn pretii a. 500
    covado.
    Trora-f.
    B alaga-ae.
    No armazem do vapor francos, a rua do Barao
    na Victoria, oatr'ora Nova n. 7.
    MOBILIAS
    de viice e de faia.
    Vende-se moito em conla ; cadein9 avals**, de
    balanco, de bracos e de dohrar : So armasem do
    vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr o-
    ra Nova n 7.
    Perfiimanas. .
    Finos extractor, barihas, oleos, opiau a pos den-
    tfttoe, agua de flor de laranja, agaa de toitete
    divtoa,-florid*, lavande, pos de am*, sabonetes,
    crosmelieos.muitos artigo delicados em perfaraa-
    ria para presentes em francos deewraftos, caixi-
    nhassortidas egawafas de diflerentes tamanhos
    d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
    dos bem eoubeciaos fabricantes Piver e Coudraj,
    No anaacem do Vapor Prances, a ma fio Barao
    Quinquilharias.
    Artigos dr- dUOferentcw gostoa
    phantaxiaa.
    Esoelhos, lee;ues, luvas, joias d'ouro, tesonrinhes,
    f anrvetes, eairiahas de costura, albans, quadros,
    (i ccixlnhas para retratos, bolsinhas de vettc*),
    dita de couro, e eestinhas para bracos de meniaas,
    chicotes, bengalas, ecuk), pencinez, ponteiras para
    harmos e otgarros, escovas, pentes. carteirinfca de
    madreperola, Upele para lauternas, malas, balsas
    de viagens, venesiauas para jenellas, estenoco-
    pos, lauternas magicas,cosrooramas, jogos da-gtoria,
    de damas, de hagate.lla, quadros com passagens
    gloooa-de papel para illuminaeoes, machiuas de
    fazer cafe, espaoadores de palbas, realejos de veio,
    accordaos, carrinhos, e bereos para crtengas, e
    ultras muitas quinquilharias.
    Brioquedos para meninos.
    A maior variedade que S3 pode desejar de to
    dbs orbrinquedos fahricades em differntes parte^
    da Europa, para entretimenlos das ensnga?, tudu
    a precos niais resunados que e possivel: no ar
    mazera do Vapor Frances, Ttta do Bario da Vic-
    toria oatr'ora Nova n. 7.
    Calpdtt franeez
    Botinas para hemem
    Acaham de cbegar ^raodes jaeloras de botioas
    debezerro.de cordavao, de peHca. de duraqot
    com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
    zes a 94000 (a escolher) por ter vindo graadc
    ijuantidade por conta e ordem to* fabricantes;
    ao armaiem do Vapor Francez, a ma do Baraodt
    Victoria (outr'ora Kova) n. 7.
    Para seiakapa.
    BOTINAS pietas/brancase de cores, diflereotes
    lisas, entcitadas q bordadas.
    SAPAT1NHOS de phantasiii com sallo, braacos,
    pretos e de cores differentes, bordados,
    SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de traaca.
    Para aaeaiBMia.
    BOTINAS pretas, braacas e de cores diflereates,
    lisas, cDf> itadas e bordadas.
    ABOffNADOS de drversas qualidades.
    SAPATOS de tranca portngueaes.
    Para nieniiw*.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de corda aEOTINADUS e *apat5e, 4e beterro, de deversa*
    qualidades.
    SAPATOS de traoca.
    Botas de montaria.
    Botas a Napoleao e a Guitherme, pentr
    meias perneiras para homens, e meias perneira
    para meninos.
    No armazem do Vapor Francez, a rna do Barao
    da Victoria n. 7. ________
    Colrhns tfe fti?tao hr'nticns riara cams. ,
    2?5O0.
    bitss do dito de c6r a WOO.
    anibraias brancas, aborras, para testf-
    drw, cone1 a 89600.
    C6ierirfe rambYaih liranca cdm bmtitr.s
    enfeites' bordados, de cor, com ftyurtno^ir
    65000.
    Pecas de rnailnpolSo com pnqueno ^oqne
    de atana a 4;>500.
    Ditas de algodtosinho muito cvoorpndo,
    0 PavSo reode grauadina preta e lavrada'com leve toquede nvaria a 10W*.
    pelo barato prec/) de BOO rs. o cotado. | Madapolao enfestado com 12 jardas em
    ALPACAS PR HAS A 500, 6*0 E 800 RS. perfeito estndo a 35000.

    ra. o
    0 PavSo tern urn grnnde sortimento de I
    alpacas pretas, que wodea 600, 6W e 800
    rs. o'covado. assim como grand* sorti-1
    mento de cantoes, bombaeinas, princezas
    pretas, merinos, e outras muitas fazendas j
    proprias para teto.
    CAMBRA1A VICTORIA A 4$0DO, i950O, |
    0C000 E 79000.
    0 Pavao rende um grande sorttmento de |
    ambraia Victoria a tratisparente com (
    8 1/2 Tares cada peca, petos baratos pre^o*'
    de 49000, 49500, 5^000, ficOOO e 7.-000
    a peoa, assim como, ditas de salpico brati-
    co, a V&0O0, pecbincha.
    camsas mkwmm a 2^000, oo
    390O0E 3ff500.
    A' rua Oa proucieurios da itedilecta, uo intuito dt
    conservar o bom cooceito que toem merecido do
    resaeitavel pobllco, dbriuguindo o seu estabeleci-
    mento dos mtis que negocram no mesmo genero
    veem scientificar aos seaB bons fregnezes que pr
    veuiram aos seus correspondentes nas diversas par-
    caa d'Europa para lhes enviarem por todos oa pa-
    1 quotes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
    1 jam mais bem aceitos pelas sociedades elegante?
    daquellee pajtes, vista aproximar se o tempo de
    testa, em que o bello sexo desta linda -Venss*
    mais ostenia a riqueza de suas toillettes ; e co-
    do madapolSo com 20 iardas a mo ja recebossem pelo paquete francez diverso
    ; trtigos da ultima moda, veem patentear algtnu
    , d'entre elles que se to mam mais recommeodareis,
    Brim panto para roupa de nomem c me* esperaDdo do reapeitavel publico a coalumada
    ninrs, coyado a 400 rs. j concurrancia.
    Cobertas de chita para cama a 2iJ50O e Aderecos de Urtaraga os mais lindos que teen-
    ; Tir*r**o mereado.
    is com ricas capas de madreperola e da
    Perjas
    i?55tO.
    para
    3^000.
    Bramente de imho com 10 palmos de'
    tagura, vara a 2#6t0.
    Atoalhado" com 8 palmos de largura, vara
    a 10500.
    Espartilbos brancos e de cores a 43 e
    50000,
    Crtoos de casimira a 40 e 50000.
    .% 1S0aO rs. a fluzfa.
    Meias de nlgodao, finas para ineninas e
    meninos de todos os t manhos, para todas
    Cera (is etimtamflito dwelra
    pela fa<-il applicarao das
    VKNDE-"K
    sendo diversos tamanbos e baratos pr
    s completos de borracha prpriospara
    m se vendem meiea aderecos mnito bo-
    volX..
    os
    A
    It lo, tai
    DitOS.
    Botoes de setim preto e de cores para ornato dt
    - estidos de seuhora ; tambam tem para collet*
    nalitot.
    Bolsas para senhoras, existe am bello sortimen
    de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., pur
    barato preco.
    Bonecas de todos os tamanhos, tanto de long*
    Acs iiitniMs
    A "NOVA ESPEBaN^A, a rua Doqne o> C*\\m
    _ -_-, n. 63, acaba de receber um b;>in ?..rtintel- > fi-
    xrlWriAQ rl I I If A.P S na!" bonecas que falUm, que riem se e cborara ;
    JVllLlH Ij \J Ml I RBaltf tambem as tem muda.- c surdas ou >urdas-mo*a>
    DE venham ver se nio 5 terdnit.
    GOfflfflA ELAST1CA
    As mais raodernas e aperftticoadas de todas
    as conbecidas
    Vudwn-se
    NA
    PHARMACIA E DROCARIA
    DE
    Bartholomeu & C.
    34 Rua larga do Rosario 34
    Sab parrilha
    Muito novae grossa.
    Vendese pur barato preco, em porcao ou a re-
    talho : na raa larga do B sario n. 34.__________
    Nao se a atrevara con-
    testar.
    0 Pavfio tende um bonito sorttmento dt n idades, pelo preco do 2#5O0 a duiia, por ^mo camisas francezas cam peito de algwdao, s haver grande quantidade, para acabar.
    5?000 e 2#5O0. Oitas com peito de linbc j So na ma da Imperatriz n. 60.
    Ditas bordadas
    de 39000 a 6JJ600.
    finas de 09000 a
    108000: assim
    muito
    como
    grande sortimorrto de ceroulas de linho e de
    algodao, por nrectts baratos, e tambem tem
    complete sortirnento de punhoscollarinho
    tanto de litmo cmo de algodao, por preco*
    em cotrta.
    CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA ?
    JANEL1AS, DE 79 ATE7 259000 0 PAR
    0 Pavio Teade um grande sorttmento d
    cortinados bordados, proprios para cama *
    Aos nervosos
    A NOVA ESfERAN^A acaba de recetrer aquel-
    ies milagrosos aoneis eleclrtcos, cura iefaiiivel dos
    oervosos.
    E' mm $& senhoras.
    A Magnolia, a rua Deque de Caxias n. 45, par-
    ticipa a bello sexo qae acaba de receber da Ek-
    ropa, um-completo^mtimento de artigos de ulti-
    ma mote, e como acha desnecessario fazer um
    enfadonbo anuuncio, por ja ser bastante eonfec-
    janeTlaS. pelo barato preooae"90O0,85WM), cilja> ecaprichar seropre em ter bons correspon
    10#0o0 ate 259000, assim como : -cokai
    !e dnmaseo de 18 muito 'fma de 109000
    1*^000 catia uma.
    BRAMAfl-TES A 1900, 29000 E 29500
    0 Pavfio vende bramaates para lencOes,
    tendo 10 palmos de largura, sendo o dt
    algodaoa 39800 e 23000 a vara, e de linh<
    a ?9400, 29800 e 39080 a vara: e pectin
    cha.
    Grande pechiDoha a 4$000
    e5^000
    CORTES DE-CASEMIRA.
    0 Pavio recebeu uma grande porcao de
    cortes de casimeras de cores para calc,as, e
    vende pelo barato preQO de 490i<0 e 59000
    cada corte, na rua da Imperatnz b. 60, loja
    de Felix Pereira da Silva.
    ESMERALDltlA A 800 RS.
    0 Pavfio recebeu am bonito aortimento
    das mats 1--gantus esmeraldinas com listras
    de seda, sendo em eores e padrdes as mais
    dentes, sendo a pr meira que apresenta o que ha
    de mais muderno e por precos mm" razoayeis, por 1 isso limitasea descrever somonte o seguinte :
    KetlKN d.nrad.n.
    Bicew de cores, tanto de spfla como de goipure.
    lieaneg dourados, de madroperola, marfkn, tar-
    tar-uga, os-o, etc.
    Nufcisln* de l:ai e.
    l'l-cwfiitea, diversos artiges proprios para pre-
    ! scntes.
    Kollulias e ponhos.
    siaiiual para missa, com capa de madreperola,
    tartaruga, marfim, velludo, etc.
    Sa|tatinli*a de setim para baptisado.
    Canilaaa bordadas para-senhoras.
    IjfgaM de seda.
    ! FninjHH mosaicas.
    aderoroa de tartaruga.
    VoliaHde madreperola.
    FislsoivalK de madreperola.
    I.tndaM (lores para cabe^a.
    BolDas de velludo. .
    . Pri-ruriias-ias dos melhores o mats afamadoe
    fabricantes.
    Cbapeog de sol para senhoras.
    Fitaa de velludo de todas as cores e larguras.
    Moscas.
    mos a atteocao das Exmas.'Sras. para este artigo,
    uois as vexes toraam-se as criancas nra pouco iai-
    pertioenleg por fail* de um obieclo que as eo-
    tretenham.
    Canusas de linho lisas e com peitos bordados
    pan bomem, vendem-se por preco commoda
    Ceroulas da linho e de algodic, de diversos pre
    ica.
    - Caixiuhas com musica, o que ha de mais Undo,
    com distieos nas tampas e proprios para presen-
    Coijues oa mais moderuos e
    toe.
    Chapeeaparasenhora. Becberam um sortimanto
    da ultima moda, tanto para senhora, como para
    menlnas.
    Gapetlas simple* e com veo para noivas.
    lalcas bordadas para meuinas.
    Eniromeios cslampados e burdados, de Undo*
    de diversos forma
    Quereis livrar vos dertes malditosinsectos? cora-
    . prai uma m.china de malar nioscas por 3*000
    novas que tem vindo ao mereado, proprias | na Magnolia, a rua Dujue de Caxias u. 45.
    Calvice.

    WISH.
    0 abaixo a*signado faz scieute a quern interes
    sar possa, qae as procuragues passadas em tempo
    por Vianoa 4 C. a Justino Martins de Almeida,
    para -c. devedores, adUB de nenhura effeito, a contar desta
    data em diaitte. Becif", 3 d-^ setembro do 1871.
    Jose B>drigues Vianna.
    para vestidos, e vende pelo baratissiroo pre-
    co de 800 rs. o covado, & rua da lmpcratru
    n. 66.
    0 Pavcto queima os-artigos
    segmntes;
    Cortes de combraia branca, transparente,
    com enfeites bordados de Ifi a 50000.
    Dit s todos brancos bordados a 120000 e
    159000.
    Ditosmuito ricos a 259000.
    Bonitas lansinbas para vestidos, com lis-
    tras de seda, covado a 800 rs.
    Ditas ditas transparentes e de rauita fan-
    tasia a 500, 640 e 800 rs.
    Cintos de sotim de todas es cores a 55000
    Punhos com gollinbas d- esguifio a 500 rs.
    Sedinbas de cores, sendo de listras e la-
    vradas, com toque de mofo a 19000.
    Ditas de dita ditas scm mofo a 19C00 e
    29000.
    Diversas lansinhas para vestidos, de 240
    ate 500 rs.
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4o, vea-
    de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
    cabida dos cabellos.
    Sardas e panos.
    So tem sardas e panos quera quer; porque
    Magnolia, a rua Duquc de Caxias n. 45, tem para
    vender a verdadeira Cuticuleria, que faz desappa-
    recer e.tas mancbas em poncos dia.
    ioao Caetano de Aoreu, aulicilador dos audi-
    torios desta cidade da 4* e 1* instancia, tendo mu-
    dalo saa residencia para fora da i idade, para o
    lugar denominado Sant'Anna, faz sciente a todos
    os sens clii-nte* e amigos, que tem est belecido o
    seu escridtorio no largo de Pedro II, sobrado n. 2,
    onde podera ser procurado das 9 as 10 horas da
    manha, e das 3 as i Ii2 da tarde, que o acharao
    prompto a cumprir as ordn* ; depois desta hora
    podera ser procurado na -ala das audiencias
    CK1AD0.
    Precisa 36 de um para tudo servico : na rua do
    Commercio n. It, armazem da asaemblea do com
    mercio.
    Gomedorias
    Prepara-se comedorias para qualquer pessoa
    mandando se levar em suas ca^as, tudo com as-
    seio e mais em couta do que em outr- qualquer
    parte : quem quiser experimentar, p61e vir eon
    tratar no sobrado da florista, na rua estreita do
    Rosario n. 35 defronte do Dr. Leonardo.
    Salsa-parrilha do Par4
    Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
    vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus du-
    mero 57.___________________________________
    Wtl-on Bowe & t. vendem no seu armasan
    a rua de Commercio n. 14 :
    verdadeiro panao de algodao awl ameneano.
    Excellente no de vela.
    Cognac de 1' qualidade
    Vinho de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qualidades
    Escovas electricas para dedtes, tem a prOprie
    dade de evitar a carie dos dentes.
    Franjaa de seda pretas e de cores, exiite urn
    a-aade sortirnento de divercas larguras e barato
    preco.
    Titas de saria. << gcrgorao. de setim e de cha
    ml.e, de diversas larguras e bonitas cores.
    Facbas de gorgatao mnito lindas.
    Ft. r** artificiaes. A Predilecta priiua em con-
    rvar sempre um bello e grande sortirnento des-
    as flotes, nao s6 para enfeite dos c^btllos, como
    tambem para oraato de vestido de noivas.
    Galdes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
    os ei de diversas cores.
    Gravatas de seda para homem e senhoras.
    Lacps de cambraia e de seda de diversas cores
    para sennora.
    Ligas de seda de eores e bea&cas bordadas pan
    Doiva.
    Livros para ouvir missa, com capas de maara
    oerola, marflm, 6s-o e velludo, tudo que ha d6
    bom.
    Pentes de tartanjga e martiin para altsar os ca-
    bellos ; leem tambem para tirar caspas.
    Port bouquet. Um bello sortirnento de madre-
    perola, martim, ftsso dourados por barato preco.
    Perfumariafl. Neste artigo ssia a Predileeu bens
    provida, uao so em extractos, coniu em oleos
    banbas dos melhores odares, dos mais afamados
    fabricantes. 'Loubin, Preer, Sociedade Hygienica,
    Goudray, Oosaei e Birael ; sao indispensaveis para ,
    a feata.
    Saias bordadas para senhora, por commode |
    precp. .
    Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap- j
    tisados. ,
    Tapetes. Recebeu a Predileeu um bonito sortt- |
    mento de diversos tamanhos, tanto para sota co- ,
    mo para entrada de saias.
    Vestimenus para, baptisado o que ha de mentor
    gosto e o mMs modprno t recebeu a Predilecta
    de or ar;to prepo, para near ao aloaaee
    qualquer bo tea._____________________ -
    0 barateiro. na rua Primeiro de Margo n. 1,
    antiga do Crespo, esta liquiJando suas lazendas,
    por mem s 30 por cento do qne em outra qual-
    quer part*' ; e a prova disto esta no que vamos
    mencionar.
    A saber :
    Laziuhas burguezas, bnnitos gostos, in e ramen-
    te novas no mereado a 140, 1G0, 180 e 200 rs. o
    covado. So o barateiro.
    Panama e mariposa a 440 e 500 rs o co-
    vado. Sao lindus os .gostcs ? muito lindos I'
    Crctone francez trancado, bom gosi', a 300 rs.
    o covado. Aproveitem. Mandem ver amostras
    Cortes de cretonc bordadas a 5'J. Sera possivel ?
    E' que en conipiei.
    Chita.- boas a 240, 260 e iSO rs. So aqui no
    barateiro I I I
    Bapiistas de lindos gostos a 300 e 409 rs. o co-
    vado. A ellas, a cllas.
    (Jue lindos gostos em popelinas e vendemos a
    U e 1*500 ; lodoi qtterem 1*800 e it. Sao de
    gustos IloVuS.
    Grosdenaples de cores a 900 rs., l**HJ e l^iOO,
    e pechincha I
    Madapolao francez a G, 1& e 7^300, o me'.hor
    qae ha.
    Cambraia transparente e Victoria a 3*500, i#
    e 5i a peca.
    Brim par/o para calga a 280 e 400 rs. o co- (
    vado.
    ' Brim Angola superior a 500 rs. o covado. E
    barato.
    " E^uiio de linho e algodao a 33500. .
    Dito com 10 jard-s a t8i. Que grande pechin-,
    cba II ,'
    Chales a burgueza com listra a 3*300 E
    desenganar, nao ha quem livalise
    um s('brado em caixao e nma e-a terrp*. '- a
    rua da Soleisde rts. 2 c 4 : a tra'ar na m^ma
    rua n. H, das 3 as 6 da Urde.
    gj^ mmwm ajpattal Avj4|
    Appareltics para ba-
    iihos,
    Os immensos beneficios obud's na
    cura de vari.idi-sknas moU-slia* c m o
    emprego rsci oal da agua fna, tem la>
    to inveotar apparelhos, que t-.rii- in '"'
    e ao me*mo tempo ulil a appheai.a.- des-
    te meio as pesoas, qae tior aaalaast
    circumslancia na.i podem frequeutru* .
    eslabelecimenlos aprop;iad. las,
    A pbarmacia central tem r\;>o*to a
    venda os appatelho* qne sao j.- i ,m-
    taJu- na Europa como suneriorfs, qw
    servindo para M us in-di at, aeaai
    igualmenlc scrvir par* boh>i> m l.io
    peza e de prazr.r, porqoe luncn-naiu
    com pou^a agua e em fwqaeno -ar...
    Com taes apparclhos p-^-se t-mar
    banhos em du- hes de oaaaiseoa, *m co-
    lumna ascendente ou desccu 1 nt, g -
    raes, ou psreiaes.
    0 mesmo estabelecimcnlo tem para
    vender apparelho proprio para l> nh
    a vapor BMBflsa, oa e-'tn snh-'tancia-
    rnedicinaes, e peqnenos ajioar- Ih d?
    immensa pressln |>ara os choqurs loeaes
    por meio da ag a fria.
    9t*
    A conf'-it ria ao Campo, slta a rm df> Impwx
    dorn. 24, unico es';;belefimetito tntnn r*
    ta ptovincia, p-oporci-na ** h: bilantes d'llis*
    maiores vant.ngens
    E se nao
    ajajr tu !o
    vojara
    |Ba1 i '
    1r?
    Se uma pessoa
    cossaru para
    Um casamento
    Cm baptisado
    Uma partida
    vm elia para iWM
    Um laneh
    Um Uui I |aMM
    Nao tem mais do que ir ou inmi.I r k i.i.
    feitaria do Camp >s, rua- do
    Impcrador n. S4
    Alii tambem M en arregam de anaaa t-, 1
    e folhas para casamento : aasaa eaatu, d: J -
    Lencs de linho a 23800 e 3*200 a duzia. Quem de todas a* quali lades para _.m. ar y -
    Alugii-se
    Um armazem na rua da Cicimba
    rua do Marq wz de Olinda n. 35.
    a tratar na
    0 abaixo assiguado decUra ao corpo do com
    mercio e a quem iottressar possa que vai a Eu-
    ropa, e leixa por seus procuradores : 1* Antonio
    Alves da Costa, 2* Antonio Jose Moreira Gomes e
    3* Manoel Martins Toms, flcandoencarregado
    de todos os seus negocio.5 commerciaes e jadi
    ciaes, o Sr. Antonio Jose Moreira Gomes.
    Recife, 4 de setembro do 1874.
    Manoel Alve9 da Costa.
    Carros do alugel.
    Conslando a al;un< douos de coaheiras que se
    um propalado adrede, pedirem os mesmos a quan-
    tia de 80* por cada carro 'le aluguel para a festi-
    vidada do asylo de alienados; veera declaTar ser
    falsissima seme hante iasimiacio, e que os carros
    ora alueadoj para aqueUe tim", o teem sido apeaas
    pela quautia de 20* a 254, ida e volta.
    'Qs donos de cocheirns da rua do lmperudot.
    Grande liquidacao.
    de miudezas e ehapeos: no novo Bazar, raa
    Marques de Olinda n. 53.
    Loja de fazendas
    DE
    Guilliernic & C.
    0 antigo barateiro contintla a vender por menos
    do que outro qualquer, com a franqueza a sin-
    caridade ja conhecida.
    Lis de cores a 200 e 240 rs. o covado.
    Lie pretas superior, a 3G0 rs. o covado.
    La e seda, fazenda de U400 por 700 rs. o co-
    vado.
    Chitas de cores a 240 e 280 rs o covado.
    Metins de cores a 280 rs. o covado.
    Cretones de padrSes lindos e modernos a 400 e
    440 rs. o covado
    Baptistas de lindos padr5e3 a 400 rs o covado.
    Cambraias de core* miudas e graudas a 280 rs. o
    >vado.
    Ditas pretas com flores a 200 rs. o covado.
    Cambraias bra' cas, bordadas a abertas, fazenda
    mais nna que tem vindo ao mereado, e fazenda
    de 2*000 o metro, por 1 *000 a vara ; e pe-
    cbincha.
    Cambraia transparente, linn, a 3* a peca.
    Dita Victoria, bna, a 3*500 a pe^a.
    Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
    Brim branco de linho a 1*400 a vara.
    Ditos de cores de linho flno a 500 rs. o covado.
    Madapolao franest verdadeiro, 24 jardas, a 6* e
    7 i a peca.
    Algodae T, largo e superior, a Si a peca.
    Gorgorao preto de seda para vestido e para collete
    a 3* o cevado
    Toalhas grandes a 4*500 a duzia.
    Colchas granles a 3| uma.
    Lencoes de bramante a 2* um.
    Cobertas de ganga, forradas, a It e 3*.
    Lencns de linho, ?banhados e em caixiahas a
    ' 3*500a duzia.
    Ditos de cores a 3*500 a duzia.
    E ontros muitos artigos por precos baratissimos.
    So na raa do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
    se amostras.
    Engenhos em Mamam-
    guape.
    Vende-se os seguintes:
    Barra,
    Fc-c-guiya,
    e Patrielo.
    A tratar com seus proprietartos nesta cidad*
    e para informacSes com Joaquim Pinto de Mei
    relies Filho na raesma cidade de Mamamgnap
    Tasso Irmaos 4 C.________
    Aos cigarreiros
    A NOVA ESPER4NCA vende papel de linho
    proprio para cigarros. de diversas larguras.______
    Coques modernos
    Cintos de couro
    Becebeu a Magnolia, a rua Daque de Caxias u
    4-", e est-i vendendo mais barato que em qualquer
    outra parte. _______________
    1
    tem i.uaes?
    Cotcbas adamascadas a 36-
    Meias para homem a 3*5\,0
    Toalhas felpudas a 6*500 a duzia. Aproveitem
    antes que se acabem.
    Brim branco, exposicao n. 5, a 2| a vara.
    Atoalhado adamascado a 1*440 a vara. Nao e
    barato? _
    Chapeos de casemira para homem a 3J. Como
    e barato 1
    Bom sortimen'.o de chapeos de sol do seda para
    senhora a 2* 3* e 3/500. So aqni I
    Ditos para homem, alpaca a 3*5:>0. :
    Ditos de meriuo, duas cores, a 4i500. |
    Ditos de seda aniericana, duas cores a 0 e 11*/
    mas podemos garantir que sao superiores. Ve-
    nham apreciar I
    A16m detes artigos, outras fazendas que temos
    grande deposilo, mas quo nao fasemos men^ao.
    dellaf, para nao messar nossos fregueze? ; mas |
    que achar se-hio patentes a visU dos comprado-
    res. _, I
    E' o -barateiru quem convida a uva expenen- (
    A' rua 1. de Marco n. 1.
    (Antiga do Crespo)
    Agestinho Ferreira da Silva Leal A C.
    ; ..-
    sempre preparados fiamhres latest i>?.r<"
    pasteis dediverfas qualidades, emp^das dc ca'ui
    roes c de carnc.
    De tulo qu3 alii M venl-,_garaute se a L
    quatidade, limpeta e pnmpl'dao.
    Enfeitam-sc f mbr., !>ol<, piai Jc-io
    deijas, tudo poraivOM reaoMM.
    Allialegra-se a vi.-ia e aajalai re as exigeatia-
    od paladar.
    So na confeitria do Campus
    Cura das heaR.as, pelas fun-
    das de borrachp.
    As melhoros e mais aptrfeicadas das Mi b \
    nhecidas.
    vende si-
    lliainiaoi
    e li-o^'tri
    m
    c
    B6a acquisiqao
    Vende-se um sobrado sito no p teo da S6, em j
    Olinda, edificado em chao proprio, com grandus
    accommodacoes para numerosa familia, reedifi-
    cado e pintado de novo, com belli-sima vista
    muito fresco e com qoiutal : a tratar no pateo
    de Pedro II n. 6, andar.___________
    E' economico.
    Graxa glycerina prpria para a conservacao do
    eordovao; v nde a NOVA ESPERANCA, a rua Du-
    qne de Caxias n. 63.___________________
    !
    \0 N. 9.
    Harlolomeo
    A'
    31. Bua larga do Rosari.t 34
    Vaccina. Vacc'ii'.
    ToD'lo o Sr. Dr. loaf Laareoco de M?ilh.V-
    nataao na rorte um com.d'to servipo d-^t* ar
    tigo, ti-ci aqui abeito mn dpositj da roolrnr *
    mais re:ent-, cuj-s tubos se en- >nrs.Ti na
    Pharn acia drogaria
    A*
    34 -rua larga d> Bivario 34.________
    I Vende-se a tivema sita a rn da r
    n. 33, esta com p mcos fanlos, se-ve pta ilpu-'
    principiante : quem a prct-n,l-*r, d rija se a me*
    ma, quo nao deixara de fazer
    neg-iClo
    rmi
    Vende-se pes de sapojas
    na rua do H gpicio n. 75.
    de optima qualidade
    do
    COMMAS.
    CAPIM
    Compra se mil feixes de eawm para plantar:
    a tratar na rua do Crespo n. lt>, 1 andar.
    rnut
    LEIS PRQVIN CIAES.
    Vende-se no 1. andsr desta typographia,
    em m3o do administrndo, Colleecfdes de
    Leis Provincials a 500 n. o oiemplar de
    cads anno.
    Grande descoberta
    Curativo das molestias do
    peito pelo
    Varope ale aulpliito de seda
    A. bi;r\ft
    Este importante medicamento qne acaba de ser
    reconhecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
    cbevas como um verdadeiro espe-lflco contra a
    phtysica, Btgundo provaram nos grandes curae
    ros de cases po elles experimeotados, como se ve"
    na sessio da academia de Paris de 24 de marco
    do correnie anno, eneontra-se nnicamente no
    Depcsito da pbarmacia u drogaria
    de
    Bariholdmeu A C.
    N. 34 Rua larga do Rusano N. 34
    Yejam e admirem.
    A ftOO ra. covado.
    0 barat-iro da rua da Imperatrii n. 60,
    vende popelinas pretas com Istras asaeti-
    nadas pelo baratissimo precu de 500 rs. o
    covado. para acabar.
    Lustres e arandelas de vidr
    para gaz
    Na grande exposicao da rna do Imperador n.
    35, junto ao escriptrio da companhia do gaz, ven-
    , dem se os mais bonitos e modernos lustres e aran-
    delas de vidro para gaz, a^sim como tudo o mai9
    qne se torna necessano para esse fim, sendo tudo
    ; dos melhores fabricantes que ha na Inglaterra. Oa
    i precos sao mais baratos do que em outra qualquer
    ! parte, e com a vantagem one e o doao do estaoe-
    I lecimento maodar assentar os lustres ou arande-
    las no lugar que ocorupradorquizer, sem que para
    iaso pague alguma cousa. Tambem se compra ou
    troca se lastres e arandelas ja usadas, mas que
    estejam em estado de poder servir.
    Pentes girafe.
    Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
    moda); a Magnolia a rua Duque de Caxas n. 45
    e so quem tem.
    Papai, mamai.
    Como sao lindas as bonecas de oera que eha-
    mam papai, mamai, choram, andam, etc. SO na,
    Magnolia a rna Duqae de Caxias n. 43.
    Gaiolas, gaiolae.
    A Magnolia, a rua Daque de Caxias n. 45, re-
    cebeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
    proprias para passaros; a ell is ant-s que se aca-
    bem.
    No armazem da trombeta da fama commercial,
    no pateo do Carrao, vi-nde se manteiga ingleza
    flor a 4*5 e a 1*200 a libra, e fr nceza a 800 e
    760 rs. libra ; bem como continda a ter um
    bom sortirnento para qualquer chefe de familia
    fazer sua dispensa, quer seja da praga ou do
    malt ._____________________________________
    Pechincha.
    Vende-se um pi-no armario, com excellentes
    votes e de pouco uso : na rua larga do Rosario
    Vende-se uma colleccao 'do CARAPUCEI- n. 16, primeiro andar.______________.--------------
    RO, periodico critico, satyrico, jocoso e Azeite de peixe
    moral, escripto pelo fallecido padre IMiguel No trapiene DaQtailj no Forle do Mattos. junto a
    dd S. Lopes Gama ; a pessoa que quizer!compannia [(eroambucana,jende-se azeite de pei-
    comprar dirija-se ao 2. andar desta typo- xe em barrisa 1*500 o galao.
    graphia, de manha ate 9 horas, edas 3 da
    tarde em diante'
    ATTWAO
    a taveroa sit* a rua
    muito afreguezada :
    Rosario n. 40.
    VENDE-SE
    io Barao da Victoria n. 61,
    Vende-se a casa total da rua de Santa Ce-
    cilia n 21 : a fallar na rua das Cmco IVaus na-
    mero 31.___________________________________
    Assemblea do Gcnnerrfo
    Rua do Commerceo n. 22
    Mn k Urn
    Os proprielarios avisam a sem fregunea yit
    teem p^ra vender o seguinte :
    Cineo minntos 'la a'.tencio
    Doces seceos e em calda
    Empadas de caroario
    Fiamhres preparado
    Salame de Lyon
    Tudo bom.
    Aproveitem
    Bolos inglezes
    Fructas preparadas
    Vinhos superiores
    Cerveja gelada
    Tudo bem.
    0 PARIS N'AMERICA, a rua Duque de Caxias
    D. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
    a tratar na rua estreita do I seguinl-a pregos:
    Botinas de duraque para senhora
    Ditss de dito preto a 4,000 reis.
    Ditas de dito com botoes ao lado, a 4,000 rets.
    Ditas gaspeadas, cano alto, para senhora, a
    5,000 re s
    Ditas de pel lira, ingleza. a 4,000 reis. i
    Ditas de duraque bordado, para senhora, a Bolinhos pars cha
    Para o fabrico de ehapeos
    A NOVA ESPERANCA recebeu o arame proprio
    para armagao da chapeos.___________________
    Para concertar meias
    . A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
    63, recebeu desta necessaria linha.________
    Fusiao.
    FustSo branco para roupa de meninos a 800 rs.
    o covado; e pechmcha : na rua do Crespo n.
    20, loja do Gniiheerm A C.
    Vende-se
    Na rua do Vigario n. 19, vende-se o seguinte :
    Cimento de Portland em primeira mao.
    Vinho do Por o engarrafado, fmissimo, am caixas
    de dusia.
    Dito em barris e ancoretas.
    Dito Sherry ingles em caixas de duzia.
    Dito Collares em ancoretas.
    Cera em velas de Li.boa.
    Dita em grume de Li>boa.
    Vende-se
    uma casa na villa de Barreiros, na rna do Com
    mercio, por preco modico : a tratar com Tasso
    Irmaos & C.
    E baralissimo.
    Atten^ao.
    Aproveitem antes que se acabem, popelinas de II-
    Lustres,
    aranilellas.
    A ampreza Ao gaz, tendo recebido ultimamente
    uma qnantidade de lustres, candieiros, arandellas,
    globos etc. etc., tudo oDra de gosto e d primeira
    qualidade ; acha seem posieao de >uppnr a seus
    fregnezes, por precos menores do que aotigamen-
    ta. Para verem as amostras, dirijam-se a raa do
    Imperador n. 31.__________ ,
    a 3.600 rs. o bom cafe de Moka
    Petisros e boas bocados
    Na assemblea
    Se serve com agrado,
    Tudo bom.

    5,000 reis.
    Ditas de duraque. de cores, para meninas, a 3#.
    Em quanto 6 tempo
    aproveitem.
    Pudins, paes-de-16
    Charotos da Bahia
    E jogo de domino.
    na
    Asunicas verdadeiras
    Bichas hambnrfraezas rna do Maraoex de oiioda -.51
    Para senhoras
    Como sao lindas e modernas as gravatiohas que
    a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
    de receber '
    avi-am a
    pr .inetttin
    Sedinhah a 1^500 o cov do.
    Venham antes que se acabem : na loja do Passo
    a rua !- de Marco n. A.
    Os donos deste estabelecimento
    (reguexes qne nao sao egoistas e
    1 der barato, para vender mnito.
    N. 22 Rua do Connrcio X. ti
    Armazem
    da
    Asemblea.
    Vende-sc
    lira pura.
    Vinho verde de Araarante, especial, vendem Po-
    cas & C, a rua estreiU do Rosario n. 0, juito a
    mm
    Vedese um piano novo de Ueri: a raa atf
    ga do Rosario n 86.
    0 43 Queimado O 43
    L,a>inliaa verdadcirtws.
    & 200 rs. o covado
    Usinhaa verdad,ira com Un-i^as P*t
    a 300 ra a >* >o ; fazenda de 400 rs. apro-
    veitem que 8 pechineh >. .3 convida as Exmas.
    58 Rua Duque de Caxias 53
    Augusta Porto recebeu novo sortirnento de lin-
    dos coques de tranca, cintos de como com ovetias
    de metal, elegants gravatas de '*"
    gorgorao preto cm phothographias e superiores
    pqaelinas qne esia vendendo a I* o covado.
    Vende-se ou trocase por vaccas pandas, um
    erande e ele'gaute jumento, proprio para tirar ra-
    S,ebegado %fora da Europa : a tratar na rua
    Impwial n. 166. de manba as 7 horas, e de lar-
    de das 4 ero diante.__________________________
    Uma propriedade & margem da Canrrboa
    dos Remedios, coutendo barro para tola e
    qualquer obra, com uma gran le blaru,
    casa de vivenda e Ires viveiros com peixes.
    Promette-se fazer todo e qual juer n^-icio :
    a tratar com Delfitn tins Cavalcaute Ni-
    soa.
    2008000.
    Potassa da Russia
    Domingos Alves Matheoa, a rna do Vigarw
    5, tem para vender superior poia-a da tin na
    em barris de $5 ki"o, por nfnta modif.
    al de Lisboi.
    Vende se eal de Lisboa : na pcaca do Cocia
    Santo n. 17. anear. orfTJatoij ae ioaama Ro-
    ! drig-es ravaras de Mo._______________ .
    nho, padrSes model nos, peo baranMimo preeo amlllas para mndrem husear as amostras.
    de 400 rs. 0 eovaao : axiem duvidar, venha ver e ^a^ ^SL^^L
    VM|e'Se um bonito hoi, carro a encerado, pe-' IMMS OrplfsIS
    la quantia a>-iuia; a ver na cocbeira da L"Con.o- ^ Jouvin : a Magnolia, a rua Duqae te Cax^ac
    tara Pemainboeana, a rua nova de Santa Bita ne. B. sis, e to qoem a- tem frwwa._______________
    96 a 59 e tratar na rua de Marciiio Dias n. 43, !-------------75 ~i^ ___ Z~ZzZ 5^
    andar; tembem g veude separado._____________ j ------ IxraUdC IiqUl a(jaO UK
    Caiiiisiis. faz ndus para acabar; nao s
    Camisas francez.s brancas de algodao Jno wm Q]nara a 01*600 I aVk ma Pri-
    friaodecor aJ*000oma, em duxia a 3*000, v** p.^^v
    * pechincha : oa rua do Crespo n. JO, loja do WU- TJ^ijQ QQ MaTCO U. ZO.
    lherme & C >
    V


    r
    4SSEMBI.EA GERAL
    31ario de Pernambuoo Sabbado 6 de Setembro'de tiU.
    - ****** _____
    CAMaRA DOS DEPUTA0OS.
    REF0RSIA ECElTORAl.
    (Continuacaoj,
    Procurarei, todavia, apreciar as proposi-
    edes dos nobrcs deputados. que raais se
    approxim.>m do artigo am discussao, ou se
    re*c-tiivm lo cunho da novida.Je.
    0 nuhre deputado pelo municipio neutro
    (o Sr. Pinheiro Guiraarues), un dus talentos
    ma is cultivados da camara (apoiados). cida-
    dao recommendavcl por suas letras e servi-
    ces prestaios ao paiz (.ptados), discorr.-n-
    do sobre o projecto do H-forma eleitoral, en-
    tre consideracdes elevadas o patrioticas, fez
    grav, s injustices ao governo e d commissao
    espwr.il ujcuinbida de dar parecer sobre o
    proJH,to eiu discussao. Para S. Exc, go-
    verno e c .mmissdo partiram de uma ba-e
    falsa veudo o vicio do systema eleitoral ao
    prafumiaio das maiorias, quando o falsea- ntre "os. e o eleit >r e > deputado ndo rei
    memo do sj.-tema decorre de um so facto .'"-*"-
    OS rn.mstro fazem os deputados; e contra
    talabususd descobro o iJIustro deputado
    Dm rmedio. a eleicao directa, m.gnaques-
    o da a, tualidade, sobre a qual a comrais-
    sa nao disse uma so paUvra.
    Ms erd fundada a ubservarSo e justa a
    ceusura du nobre deputado ? M> v.o o
    Severn, nao vio a convnissao especia o
    falseaiueoto do systena parlamentar unica
    mente im predominio d^s maiorias.
    E tanto e assim que attendendo o gover-
    no e commissao que a qoalificacao real dos
    votnnte- e rt base da eleicao, o projecto tor-
    SuU-a pi-rraanente e acautelou os abusos,
    afim de que os cidadaos activos quo quize-
    rem tomar parte uo pieito eleitoral tenham
    0 seu .lireno garantido h possam exercita-
    lo, cHssan lo de uma vez exclu-oos em mas-
    sa e as inclusdes de votantos illegitimos ou
    phantasticos.
    Assim e que, constituindo a soberania das
    mesas parochiaes um obstaculo a 1 berdade
    do voto. o projecto coarctuu o arbitrio,
    tomanio obrigatoria a aceitagao da celula
    do cidada que se apresentar com seu titulo
    dequalilieado, salvo fraude manifesta.
    E' assim que, couhecon'Jo o governo da
    va id de ou nullidade das eleigoes munici
    pi>'<;, faculdade extraordinaria no uso da
    qiiil 05 partidos o accusam de praticar in-
    justices e violeucas, despojou-se elle, no
    projf'do, de Uo extenso o pengoso poder,
    para wn ultima analyse commette-lo as re-
    ia^o-s, tnbunaes respeitaveis de um poder
    in-lepenueiite.
    E' assim que ampliou o projecto as in-
    compatibilidades eleitoraes para que votan-
    tos 3 eleitores iiquem isent'-s da coacsao por-
    veatura exordia por funccionarios alminis-
    tra'ivos e ju li iarios do districto ou da pro-
    vincia ; e creou a inco opalibilii.de parla-
    mentar, idea generosa e fecunda, que ele-
    va odepuUdo e o c rastitue fiscal indepen-
    .dente e immediate do poder executivo.
    (Muitos apoiadoi.)
    0 Sr. Perreira de Arreu : Mas a fez de
    um modo incompleto, incompletissimo
    fjnesmo.
    ^I^ft. UERACLtro-CiRA^A :E' injustice
    do V. Exc. %
    0 Sffc Pinheiro Guimar\es :llavia a
    incompa'litilidade moral que o governo nao
    tem observado.
    (Haoutros-apartes.)
    0 Sr. IIeraclito Graca :Trata-se de
    corrigir abusos, a incompatibilidade parla-
    niRntar e crea^ao do projecto, e uma idea
    nova.
    0 Sr. Gomes de Castro :Apm'ado.
    0 >R- Ueraclito Graca :E', portan-
    'sosqueuma lei elnitoral pdJe remoTer,. represeVtacao necessaria dasminoriai Af 0 Sr. Her in i fmr. r v
    esfo^ma.-.e prtr abnr espaco a reprejen- Europa offerecia alguns U J Si 0,os nobres dtpuuS. ?nSJ.!.^f"bi?r-in
    tacao das m,nor,as, como complemento da voto ^oninominal ndiDi.wn.rcS oVZ la- ~ pr0C-*S0 d TOl m'
    plenitude e effioaca do sys'ema parUraen compMo na Inglaterra
    -i2S
    tar fAnoindnsl r-----------iw-.F, ,.,. .,,8,,rorra ; o-itros systemas
    V. ^P'"aosJ mais engenbosos e perfeitos colhiam-se em
    JJrrTe5eai^ dA3 mia0rias coma'obrasdeautores dbUactoT 0nSilett"
    rZSloSZ d.8yrtT.q"? D0S -d6 m"r h0SPfld0U a '"* O&reSCr
    pof si si rllva LZ u ^ dlV ,?ternnedio do d*n0 Sr. ministro do impe-
    depu'U. na doce'.llnr ^ Cra I0'?'8!,"0 praJect0 era discussdo- Coo accu?a-
    rw 2 L dce illusi em que se embala. lo por tao nobre designio ?
    , Z" r S- dlrecta' mas-- perdure' Nao me sorprende tanto a imDuanacao
    quahS* fl g0Vern d8S AlIeSd'JS Sant0S'' C0D0 a d0 iilistredepu-
    quHiuiuifOLS e .tas elei?6es municipaes, tado pelo municipio neutro, qua 6 liberal e
    ctmTr?niart,nCrPalibilid8d0 elelNl' deTia ^brar-seP de queYrepre nt Cao
    paTmentar Inr St'r ,ncomPatibilidd ^"ia das minorias^ faz parte do pro:
    CSTdS'SSJ? corrup5ao e into- gramma de seu partido, e foi ahi escripto
    mnL S ? exer5V.80verno a como cond.^o esncial da regenerate do
    a^'e?srrmS r? .''8dT,9,"ti:ade 7sfma.P"Iamentar. 0 proprk, Sr. Nabuco
    2ro luz r cZr ^^ d'reCta i8 de de ArdUJ' Chefed0 Parli(1 W1. P^nup-
    ;i MmSS u"a?"nes? cj?rao Produzio cou-se no senado em favor do procV Jo
    entrVn^'A'T?, h"J ndipecta produz voto incomplete, que hoje o nobre ...>
    ?^M0?toViAiT!adO-ta?ni- tTO- d J'nperi0 a^ita Preferencia ae
    nr^U.1 J Kidependenc.a de que unmom.nal com pluralidad^ simplu-, que
    precisam, e o systems representative, por primitivamente o projeeto em discuss** con-
    conseguint-, nao conseguira" aquella regula- sagrava. J u'"o con
    r.dade e pureza p irque todos suspiram. 0, (Apoiados e apartes.)
    que o paiz qu-r e requw e'eleigao livre e: Dizer, senhores, qoe n*> ha nece}d8(iP
    genu.na (Mu.tos apo.ados.) |de um proceaso espial pir. qu^ SS
    aHVeHd" e' SenhreS' emais in^^iassej8mrepre9enSasquandonumero^
    susP,,ta ell. deve parecer-vos, porque eu'porque ellaa, dividido oUmZE'
    tambem soup.rtid.no s.ncero e convicto triumpharao onde waJS&tSCSoriT*
    das vantagens da eleicio d.recta sobre ojabsardo ; nao bavera assimTrS das
    -ba.tard.do syitem, que nos rege. (Muito" minorias locaes, ha victor?. USSSfi
    bem.) Nao a julgo. porem, uma panada, illude-se o grande totbratum, To
    principio.
    Sim, porque, se uma cous. 6 a-represen-
    tagao e outra cousa a decisao, e *eestas6
    se resolve esclareeida pei debate, pels Iuta
    das opmiOes, a razao, a jastica, e o interes-
    se social, reclamara que as maiories e as
    minorias numerics sejam proporeional-
    mente representauas, eppare^am no parla-
    mento na razSo directa de sua fore.
    E' racioaal e justo qwe em um districto
    dado, (hspondo o parlido liberal de dous
    tercos de votantes ou eleitores de todes-os
    deputados abefando o tergo dos votaoteo ou
    eleitores do partido oontrario e Qcando este
    se representaao, como se o- partido libe
    ral consbtuisse ahi nfio uma maioria, mssa
    unanimidade ?
    E' racion,l o j.usto que a mesma sorte de
    completa proscrip?3o caiba ao partido lii-
    ral' em outra districto-dado em-que estiver
    em pequena minoria reUtivamente aos coo*
    sorvadores?
    to. evi l-nte que o govern e a commissao foram os intuitos dos logisladores para tor-
    Blo viram o fatseaniento do sy sterna Bleito-
    ral e parlnmentir unicamente n- predomi-
    n o das maiorias ; puzeram o dedo em todas
    as <-bagas do systema ; c removendo os abu-
    FOLHETIM
    mini is zazAnzo:: pl^hs:::
    AllliS E II I I IK VS.
    RECIFE. S DE SEEMRTO DE 1874.
    11 ije tenciooo tratar exclusivamente de
    thi<'tros.
    J;i era tempo.
    Gmo o delicado actor do Guarany, qne
    mesmo nas assembleas politicas recorda-s>-
    com saudades de seus espirituosos.lo cor-
    rerdapenna e faz folhetins, eusinto suave
    lembraoc, das boas noites dc'Santo Antonio,
    onde uma companbia seaao inteiramente
    irreprrhensivel, sens contesUQao picbosa es-
    forQava so para agradar e o cons-guia.
    ess. companbia, e esses artitas segui-
    ram a c ifar em outros bosques myrtos e
    louro> para adornarem as frontes dos mais
    dignos, o nossas missivas sobre theatro e
    artistas per.deram a razao de ser, pois o
    theatro depois dessa ausencia, ainda que nu-
    mer < suflir.i. nte de adores aqui Gcassem,
    eerrou suas portas, deixou que o p6 do a-
    ban iono enfeitasse seus bancos e cadeiras
    e que sanefas araneidicas pendessem de to-
    dos os lados.
    K entao as artes hippiens e acrobaticas
    reinaram soberanas. Jolo ttaptista e Pero-
    ba, essas duas intereisantes crian$as, mais
    conhecidas que muito velbo l'Ofo desuaalta
    pr Ca ft dos A rcos e dos hoteis do Monteiro e
    J-i Passagem.
    Os jardins s6 produziam para elles, o
    bo'sinho dos rapazes, nesta epoca de crise
    commercial, sempre tem uma sedula para
    dar o uireito de app'audil-os.
    Mas se isso torn produzi Jo real utilidade,
    gear ts & honestidade superior a todo o elo
    gio do Sr. Antonio Carlos do Carmo, que
    gpn com solicitu le paterna os bonorario-
    zinhos dos seus discipulos, pondo-os a ren-
    der, c empreg ndo os do Peroba na liber
    tac.au do sua mai, sua av6 e seus irmaos, e
    os de Joao Baptist, na formag5o fie um pe
    culio para seu futuro, como informa-me
    amigo fidedigno, esse estado de cousas nao
    devi. durar sempre, mesmo porque ha lu-
    gar para todos.
    A arts dramatica n8o deve ausentar-se dos
    e,
    lugar.'s onde ja uma vez eftacionou.
    Uma associagio arlistica installou-se,
    presumindo que trabalhara* coascieuciosa-
    mente, quefara boaescolha de peijas dignas
    de elevar os sentimentos populares e com-
    pletar-se ha em breve confio quenSo mor-
    terA & mingoa de animagSo.
    . E' impossivel que n6s todos que habita-
    mos o Recife deixemos pesar sobre o Reci-
    fe, o anathema deatrasado, como mostrar-
    se ia se deixasse inaoida n arte dramati-
    que vem sanar todos os males. fApoia-
    dos.) v
    Proliro a eleicao directa : e eis porque,
    fazendo eu parte da commissao especial con-
    junctamente com qu*tro distinctos collegas
    adversaries da eleigao directa, nenhuma
    palavra lo-se no parecer de elogio ou censura
    ao systems, chegando n6s ao accordo de,
    respeitan lo as opinides de todos, Iimitar-
    mo nos ao exame d projecto comparado
    com a li-gislagao vigente. Invoco o teste-
    munho de meus collegas de commissao e do
    Sr. ministro do imperio.
    0 Sr. Correia de Oliveira : E'
    exacto.
    O Sr Jo\o Memoes : E' exacto, arre-
    dou-se essa quest&o.
    0 Sr. Heraolito Gkai;a : Tanto o no-
    bre deputado pelo municipio neutro, como
    o distiocto orador que acaba de sentar-se,
    conbateu o systema da representajao das
    minorias.
    Senhores, a represeatacjo das minorias e
    uma idea victonoba.
    0 Sr. Pinheiro Guimaraes : Onde ?
    0 Sr. Ueraclito Graqa : Praticada
    em alguns paicos, c objecto de estudos pro-
    fundos na Europa; entre BOS tambem preoc-
    cupa, ha annos, publicistas distinctos ; tem
    sido o cuidado, o empenho constante dos
    nossas mais eraineutes hdmens politicos.
    A lei de 19 de agosto de 1846 presup-
    p -z e tomou em linba de conta as mino-
    rias ; a lei do 19 de selembro de 1835, es-
    taoelecendo a eleicao local dos circulos,
    nao tmha outro tim senao chamar ao par-
    Iamento todas as opinioes, que pareciam
    suffocadas pelas m iorias provinciaes, assim
    dizia o Marquez de Parana" ; finalmente, a
    lei de 22 de agosto de 1860, reformando
    lei dos circulos, pelos inconvenientes do
    individualismo que em pouco tempo cimen-
    tou, procurou manter a mesma idea da re-
    preseutag.ao das minorias, alargando todavia
    os distnetos eleit--raes em ordem a fortate-
    cer os partidos e olevar as candidaturas.
    Os factos, por mcos, e a dura ligao da experiencia con-
    venceu a todo o paiz de quao infructiferos
    A opiniao dos- nobres-deputados import,
    a objecgio que acudia ao Sr. Gladstone-por
    occasiao da discussao da idea da camara
    dos communs-. Replieoulhe com vantagem
    o Sr. Collins que uma injustice partial na
    d destruida por outra injustice parci.l.
    0 parlamento-deve serorefltao dasoni.
    nioes do paiz.
    narem elTctiva a representagSo das mino-
    rias. As camaras un.nimes succederam-se.
    Era mister cogitar n'outros meios, n'ou-
    tros processos que dessem era resultado a.
    ca, quando digna de acolbiraente vior offe-
    recerse nos.
    >o desconhece o que vale o theatro o
    myope de corc,ao e o de espirito.
    0 couselheiro Alencar, em um dos dias
    do passado m-z, disse na camara dos depu-
    tados quo pelo seu theatro se revela um
    povo ; -rovelemo-nos adiantados, mostre-
    mos que nao e s6 o presepe quo teai admi-
    radorcs entre nos.
    Exijamos a arte sem rnescla. e sustente-
    mol-a.
    Ha na associagao que.n sabe comprehen-
    del-a e devedar-nol-a.
    A 23- do passado houve o prrmeiro espec-
    taculo.
    Gabrina on a Coroa Ducal de Parma,
    foi o drama escolliido, sendo j4 conhecido
    dos antigos f-equenta lores do Santa Isabel.
    Se a minba vontade fosse cousa digna de
    referir-se, eu diria que para mim fora de
    desejar outfo de impresses mais actuaes, de
    acgSo mais contemporanea, embora, como
    na Gabrina, os persooagens, em vez das
    vostes graves na cdr e no talhe, postas em
    voga pela desgraciosa Albion, trajassem a"
    phantHsia.
    Sabendoque nosso publico aprecia mais
    na scena o calgao de bolbatuia carmesim, a
    vestia de tafetd ama.-ello ou a opa de da-
    mascoverde, guardo comigo minhas prefe-
    rencias.
    0 enredo da Gabrina e uma conspiragao
    surda e hypocnta, mui commum emoutras
    eras, e quem sabe se nao hoje tambem,
    em que os principes mendigam thronos es-
    trangeiros,, em queos povos, que se dizem
    livres mendigam, reis architects de sua fe-
    licidade.
    Trata-se de uma coroa cobigada por am
    condestavel que, para seus Cms, nao repu-
    gna nem o papel miseravel de Richelieu, o
    Mercurio de Luiz XV, nem o de Ricardo, o
    Crookback, ordenando o infanticidio, nem
    o de Judas, apparentando-se amigo do ho-
    mem : quem trahia.
    S8o p>rsonagens :
    Um soldado, o typo da honra e da abne-
    gac/ao, Coorado, mais tarde capitao.
    A duaueza mais soberana do que mai,
    mais an biciosa que ciosa.
    Gabrina, a esposa clandestine do duque
    reinanto.a raii que, descobrindo estar morto
    o tilho legitimo deseu fraco amante e sua
    rival, coiloca em seu lugar o filho de suas
    entranbas, para que succeda no throno a
    seu pai, como depois se realise.
    0 principe, filho de\labrina, e 0 daque,
    rapaz sem caracter bem sustentaclo.
    0 duque, visionario, absurd^ ospecie de
    Affonso VI de Portugal, porem mais feliz
    Se a eleicao procede-se por *strictos, sa
    4 pels representagSo de c.d. um delles asm
    se forma a represent.eJoger.lv n. craara
    dos deputados, justo e-que em cade distric-
    to os pertidos sejam representados n. pro-
    por$ao de seu numero respectivo.
    Quem tiwer maiori. de eleitores, tenb*
    maiori.de representontes, qua do que te-
    gitimemeate lhe toca. Dar, porem, & maio-
    rie nSo a meioria dos- represeotantes, mas a
    unenimidade delles, dar-Ihes mais de que
    tem direito, e> enriqueee-la com o quiobio
    da minoria. 0 quo 6 iniquo, ale"m d pe-
    rigoso^ porque fdre a igualdade, qua e o
    fundamento dos goternos modernos. E em
    um paiz como o nosso, onde o governo 6
    accussdo de intorvir tao poderosamente na
    eleicao, a obstkwgao em manter o actual
    regimen da tyrannia e despotism das
    maiorias e realmente erigir a unanimidade
    das camaras, funestissima pormanaacia que
    todos deplocam e desejam ver tarnuoada de
    uma vez para sempre. (Apoiados.)
    0 Sr. Pinheiro Guijjaraes dd um aparte.
    E com esses persooagens potto regumr-
    mente a ac^ao atravez de algumas scenes, tor-
    cantes e outras de effeitos dramaticos, ainda
    que nem todas verdadeiras.
    Entre as inverosemelhancas ha a da troca
    de uma criancajde mez ou mais, por um re-
    cem-nascido, sem que o facto fosse desco-
    berto nem por ama, nom pela raJi, nem
    por ninguera do palacio, assim como a da
    imprudencia de Gabrina, que, suffocando
    a saudade materna para ver seu filho feliz,
    o autor fal-a depois andar divnlgando seu
    segredo, por uma pieguice indigna do ca-
    racter de mulber como elle eomegou a idear,
    quasi compromettendo assim o Qm almeja-
    do, e arriscando a propria vida para repa-
    rar o mal causado.
    0 deserapenho, com excepcao do papel
    de Runuzio, foi regular.
    D. Isabel fez a protogonista. <.
    Se essa actriz quizesse tornar mais natural
    sua voz nos transposes, sabendo exprimir,
    como sabe, por gestos e jogo musculo-fa-
    cial, o sentimento alcancaria sempre agra-
    dar, mas aquella plangencia constante, a-
    completo, ja por nflo guardar a proporcio-
    nahd.de da representaSao dos partidos, de-
    terrainando-a arbitreriemente sjm attencao
    i expressao- verdaJeire dos factos, J4 por
    que os meis simples celculos aritbmeticos
    mostram que ora uma maioria numerosa
    pode supplantar completamente a pequena
    minoria, nodominioda eleic3o indirecta que
    temos, or. uma minoria consijeravol pode
    veneer e meioria pouco disciplinada.
    Confosso e e sabido que sao estes os vi-
    cios propnos do systema da representacao
    das minorias, nao so pelo voto incompleto
    como por todos os outros processes empy-
    ricos. Mo, porem, effeitos excepcionaes ;
    resultam pnncipalmenle de indisciplina dos
    partidos ou da md direc^ao e caprichos dos
    chefes ou da insignificancia das minorias
    locaes ; entre nos, no regimen da lei actuel,
    tamh&m-apparecem, nao obstante nao estar
    a o noVre deputado pelo municipio
    neutro. E admira-me que com tamanho
    calorimpugne o principio da represeiHagSo
    das minorias ; scad, alias, elle o eseraplo
    vivo da representacao de uma miooria po-
    litics pelo desaccord da maioria contreria
    do collegia eleitora'. (Apoiados.)
    OSr. PixEiRoGuAaA*:Nao apoia-
    do, estou aqui com a votac,ao da maioria
    relative, lei nao fall, em maioria abso-
    lute,
    OSr. Heracmto Gra^a-: Maioria re-
    iativa que eppareceu pela deploravel divi-
    s do torpo eleitoral conserved?, maioria
    relative que era uma minoria em presenga
    da maioria total dos eleitores- censervsdo-
    res.
    Nao ba-r nem pod baver system perfei-
    to para a wpresenU0o das minorias, por
    quesao todos concepces e obras humanas.
    Oceorre-me responder aos nobres-deputados
    com a observacao doiUustre representante
    do Riode Jimeiro, o Sr. Francisco Belisario
    na obra recommendevel por muitos- titolos
    em que profundament studou o nosso
    systema eleitoreL Pocdera elle qu e ar-
    guiga de career de proporcionalided o
    mei do vot ineompleto na distribuicSo
    dos votos d maioria e min*ria 6 ua e*a-
    geragio theories-; desde quese tratade tor-
    nar eSaetiva a eotrada d representastes da
    minoria, desapperece s importancia do al-
    garisrao de seu votos aaa decisoes finaes
    dos debates, isle e, nas votagwes; 0 ^o se
    requer e a audieaeia da opkuo era miuaria
    duranto as discassoes da camara.
    Conveoho que o.voto uaioeminal com
    plurolidade simples^ comoeonsagreva pro-
    jecto priraitivo, o o voto utuoomine) com
    quocieote, deveria trazer camara maior
    numero de representanies da-mtooria ou^das
    minorias politicas do paiz. Tees processos,
    porem,.nio sao tao .ceitos-da opiaiao com
    o voto incompleto.
    Tambem na Inglaterra voto uninomi-
    nal cedeu ao voto- incompleto ; e ainda as-
    sim trtampbou arepresenUca das minonias
    depois-de rejeitada na camara dos communs
    onde foi reputada ume Utopia. Triumpaou
    o voto incomplete- contra .. espectativado
    gabinete, que en*ao dirigia os destinos da-
    quella terra ; e triumphou.rncluido pela ca-
    mara dos lords em emenda irei'orma-elei-
    toralde 1867, aoeita ao depois pela camara
    dos communs.
    depulado pelo municipio netlfra que se n.
    Inglaterra dao-se pela dispersao ou concen-
    tragao dos votos v.nts'gens ds maiorias e mi-
    norias contra o intuito do legisl.dor, esses
    inconvenientes nao apperecerao entre nds
    com o voto incompleto so por effeito imme-
    diato e unico da eleicao indirecta, e como
    vaticmou S. Exc.; elli a eleicao 6 direct..
    0 nobre deputado pelo municipio neutro,
    assim como o nobre deputado por S. Paulo
    apreciando o voto incompleto em relacao &
    lista triplice, que tem de ser submettida ao
    impjrador para a escolha senatorial, quali-
    ficaram-no de inconstitucional, por isso que,
    n3o cogitando a constituicao da representa'
    cao das minorias, dispoe expressameute que
    a eleiga se fard em lista triplice sobre a
    qual o manarcha escolhord o terco. Alem
    disto, o digno deputado por S. Paulo julgou
    um attentedo ao livre exercicio da escolha
    do imperador o fazer parte da lista um re-
    presentsnte da minoria.
    Senhores, 6 a propria constituicao quem
    refuta a objeccao, dizendo que uma lei re-
    gulamentar marcara o mod pratic da
    eleicoes. (Apoiados.) Que v.le, portanl,
    que dous membros da lista sejam represeo-
    tantes da maioria e o lerceiro da minoria,
    s elles tres compdem assim a lista triplice
    ex-rgida pela constituicao ? E como aflir-
    marque a constiruijao nao cogitou em mi-
    norias, fundand o regulaado ella syste-
    ma parlamentar, que n3o vire sensto das
    Iuta dos partidos, s quaes necessariamente
    disputam em maioria- e minoriade opint?
    Como affirraar tambem que a entrada de
    um representante da- minoria estorva a 83-
    colhe do- monarcha, se pelo contrario mais J
    S. Exc. declarou i earner., depois da
    reunido n. secretari. da agriculture, que
    nao quer mais o voto uninoaiual, mtt m
    o voto incompleto; entretanto, daix. qoe
    V. Exc. ponha em discussao am ertigo do
    seu infeliz projecto qua tret, do voto unioo-
    minel, sem emend, algama.
    Vozes : Asemendes vio appareceodo.
    0 Sr. Ignacio Martins : As emeodv-
    vao apparecer I A emeudas jd deviam tar
    apparecido, porque o qua se vai discutir 4
    um artigo que trata do voto um nominal qae
    S. Exc. jd desprezou, salvo se o nobre mi-
    nistro do imperio aceilou o voto incompleto
    somente par. eleicao prim.rie, e o unino-
    minel par. a eleicao Meanders..
    JdveV. Exc, Sr. presidente, qae o no-
    bre ministro do imperio eoatinOa a tratar
    este camara com o pouco caso cm que
    sempre a tem tratedo. (Muitos nee apeeados
    e apoiados).
    E' inqualrficavel o procedimento do nebrt
    ministro e do governo, tratande por Ul rao-
    do a camara dos deputados. (Apoiadoa e
    contestecOes).
    Se es emendes na estarsm prepavadas,
    oao fizesse o nobre ministro encerrar hon
    tem a discussao, para boje fazer entrar em
    discussao um artigc queja nao e mais arti-
    go do projecto do governo.
    (Trocam-se muitos spertes .
    0 erf. i*trete da eleicao para deputados ,
    o nobre ministro do imperio diase-oos qoe
    --jurano maisi., r~-------------, ^.^^ H,
    livre sabiamente esta se pode exercer des-fJf aba.nd0nou o *to nninomina! que S
    representantes- ^c-.^mhaaceitado obrigado pew maioria
    So ha defeitos no process, se jd se co-
    gita em sua reforraa em face dos factos oc-
    corridos em Londres, Manchester, Krmio-
    ghao e outros-lugaresy com adiantaram os
    uobres deputados, eerto tambem e que
    aquelle paiz raodelo aguarda uma experiea-
    oie mais longs para subsnluir. o meio do
    toto incompleto, queadoptou, posto que
    parcialmente e com a cautela natural d in-
    dole da grande nagao,. como um progress
    no systema. representative. E vf-i. o nobre
    beneficio. com o drama Capitdo ilaiheus,
    de penna brasiletra.
    0 drama 6 dessas creates que podem
    ser classificadas de cosmopolites.Tanto se
    por morrer comb^tendo e nao roubarem-
    lhe a mulher.
    E um cortezaoa personificaQdo do que
    de mais vil, adulador e baixo ho por esses
    pa^os de reis.
    quelle torn sempre lacrimoso prejudic o
    bom effeito de seu trabalho.
    E' facil isso para quem tem tantosjrecur-
    sos artisticos.
    0 Sr. Flavio, quanto d mim, tomou em
    muita consideracjio o conceilo de Hugo de
    ser cortezao augmentativo de truao;oguar-
    da-roupa que desempenhou fez de um ri-
    diculo demasiado para um fidalgo que es-
    peculava com os.habitos de seus amos e os
    macaqueava.
    0 nobre comicj, grajas d fina educajao
    e ao centro onde gyra, tomj[outros meios,
    que nao tem a plebe para encobrir seus
    ridiculos.
    Quando elle adula dd d sua baixeza toda
    a apparencia de sinceridade, por isso os
    reis suo illudidos facilmente.
    Um monarcha deseja adhesdes, estou eer-
    to, facilmente ere nellas, mas para isso e
    mister que o adulador ndo descubra o jogo,
    que suas genuileioes sejam naturaes e gra-
    ciosas, nao cprichosamente exaggeradas
    0 Sr. Cesar desempenhou o papel de
    Conrado.
    Esse actor busca agradar, estuda, Mra-
    cterisa-se regulermeote bem.
    D. Leopoldina estudando ha de ser excel-
    lente nas mais nobres, mas 6 preciso ven-
    cerseu temperamento lymphatico, possuir-
    se decalor, quando as aituacoes exigem, e
    comprehender que o gesto e o accionado,
    tem as vozes mais eloquencia qua a pa-
    lavra. ; r ^
    0 Sr. Penante iria melhor se soqbesse
    mais o papelquando 6 preciso prestlr at-
    tengao ao ponto nao se a pode ptestar .os
    interlocutores ; ainda assim teve momentos
    felizes, soube por vezes,'ser o' Condestavel
    ambicioso e torpe.
    No dia 29 fez D. Philomeiia ^'andeck
    o pode dizer passado no Brusil, como era
    Portugal, corana Hungria, ou nos Paizes
    Baixos.
    Nao ha cda, nao ha nad& que se prenda d
    esta ou dquella outra localidade.
    Trata de um rapaz quo em um instante
    de rad insptragao commette um crime sabi-
    do de ura companheiro que se faz seu se-
    nhor, a ponto de obriga-lo d. infamia de coq-
    sentir que seja requestada a mulher sem fa-
    zer a menor opposigao.
    0 capitao Matheus, papel calcado sobre o
    Manoel Escdta da Probidade ejoutros aflilia-
    dos aos innumeros e bem desenhados mari-
    nheiros dos romances roaritimos do Cooper
    e do Sue, 6 quem salva a familia daquella
    bbcecacao fatidica, e quem pune o cynico
    devasso, e quem dd vida aquelle drama cu-
    jos dous primeiros aetos, sdo, no entretan-
    to, bonitos, bem delineados e dignos de
    um desenlace mais natural, menos agglorae-
    rado das coinoidencias da* escola dos I'ixe-
    recourt.
    A beneficiada fez a protogonista, moga
    inesperiente, casada de fresco, dotada de co-
    racdo singelo e puro.
    Ingenua na verdadeira classiacacdo arlis-
    tica, ainda que a voz seja ura pouco rouca,
    sempre que desempenha papeis de seu gene-
    ro, a Sre. D. Philomeno agradafoi o
    que aconteceu no dia de seu beneficio.
    0 Sr. Penante fez o marido irresoluto e o
    Sr. Cezar ctisfactoriaraente o cynioo.
    0 Sr. Flavio encarregou-se do capitao Ma-
    theus e trabalhou irreprehensivelmente";
    fez se digno dos maiores elogios.
    '0 gesto grosseiro, o andar pouco firme
    do homem do mar, falla pesada, a into-
    nsgao forte de pessoa habituada ao com-
    mando e a fallar alto para sua voz ndo per-
    der-se por entre os immensos ruidos que
    circumdam um navio, o modo de sentar-se,
    a ternura mesclada de rudeza, ate no fabri-
    co do cigarroem tudo o Sr. Flavio ere
    merinheiro como descreveu Dumas Seuior,
    o corsario, pai do Petrus, do seus Mohicanos,
    como a tradigao nos diz ter sido Jean
    Bart.
    Tem ido d scena s comedie, ou, para es-
    crever com propriedade technica, a farca
    De noile todos os gatos sao par dos.
    Faz rir como o faz ver-se, ;por exemplo,
    um cbin6 vir preso ao cbapeo", que o com-
    primie, deixando nua uma careca ebbacial ;
    faz rir, apezar de redundencias o absurdos
    habituaes nas farces po'rtuguezas.
    A melhor cousa'delle e um velho tio e
    umasobrinha pouco raais jnoca, que entram
    no final sd para provocarem hilaridade.
    A sobrinha foi feita por D. Isabel,' que
    caracterisou-se impsgavelmente.
    de que na lista nao ligurain
    de uma so-opiuido ? Nem so menos, se-
    nhores, e novidade uma lists formada de
    nomes de politicos de creocas oppostas. Es-
    queoem a Ucjk> do paiz. Temos factos,
    temos exemplos. 0 Sr. Borapeu entrou sd
    como representante da minoria em uma
    lista senatorial enviada peloCeard ao-tempo
    do dominio dos conservadores ; foi justa-
    mento nelle que recabio escolha da co-
    rda.
    O Srj -M.vitxniso Campos-: E ha de
    recahir sempre na minoria.
    O Sa Hermuato GRAga-:: Creior Sr;
    prestdente, que nd me restam otras obser-
    vagoes a respond.r, que se prendam ao art.
    3. 9-. Exc. comppeheude que, estandoa'
    sessao tao adianteda,- nao devo alongar-me
    em cnsiileraQoetheoricas a- especuletivae,
    quo n nada aproveitam.
    A case desculpe-me as phrases- desalinha-
    das que acabo de ppoferir, em-desempenh
    de um dever peta-. muita attenoa de qua
    sao credores os dutiactos deputados que me
    precederam.
    Tenho concluido. (Muito bM, muito'
    bem.)
    O Sta\ l^iiaeto MiirtiiH-: Sr. pre-
    sidente, pec a V. Exe. que me mande e
    emendas offarecidas ao art. V, que V. Excv
    acaba de declarar em discussao.
    0 Sr. President* :As emendas da com-
    missao sao as qua se acham no project
    impresso que V. Esc. tem era ma.
    O Sr. Ignaci Martins :Rjefiro-me as
    novas- emendas qua devem tar sido apre-
    sentadas pela commissio. .
    0>Sr. Presidente: Ainda nao ha oo-
    tras..
    O-Sa. Ignacio Martins : Ch I Enta
    o que foi que V. Exc. poz envdiscussdo ?
    O'Brt. 4 que irat. do Voto uninominal,
    qua o nobre ministro do imperio declarou
    qua nao o aceita mais, e que o substi'.uio
    pel, voto incompleto ?
    Pe^o a V. Exc. que se onteada com omq-
    bre ministro do imperio para que S. Exc.
    trate com mais consideraoao a camara dos
    Srs. deputados..
    (Reclamasoes da raaiarie).
    Essa senhora uo caricato 6 sempre digna
    de applauso.
    Dizendo que o tio foi Sr. Flavio, basta
    para saber-se como apresentou-se.
    v*
    Eagora, porque nao fallarei noSr. Lopez,
    antes de sahir do theatro?
    Vou fazer.
    11a nesta cidad uma associa^ao modosta,
    sem outros teres mais que a pequena men-
    sal idade de seus membros, mas que sem
    pregao, nem arautos, tem espalhado muito
    beneficio.
    E' o Monte Pio Santa Cruz.
    Foi em seu beneficio que assisti o traba-
    lbo do Sr. Lopez.
    0 espoctaculo foi... de presudigitasao ?...
    Nao.
    Sob o substantivo prestidigitacdo entende-
    se ligeireza de maosauxihada pela chimica,
    a physica diverlida, as maneiras insinuan-
    tes e delicadeza ; fdra disto chama-se esca-
    motagem, meio de vida usado hoje, nem s6
    dentro dos theatros, como nas portas delles,
    e em qualquer logar do ajuntatnento.
    Era todos os tempos tem bavido ura e
    outro.
    Os Magos de Pharao, oppondo prodigios
    aos prodigios de Moyses, exerciara a presti-
    digitecdo; os sacerdotes de Baal, vindo co-
    mer d portas fechadas as iguarias offereci-
    das ao idolo, faziam escamotagem.
    Simao, busc&ndo estorvar os apostolos na
    propagacao da Boa-Nova, lutando com S.
    Pedro, fazend) milagres, ate" elevando-se
    aos ares d ponto de ser adorado por sua
    morte como uma divindadeera prestidigita-
    tor insigne ; Ananias, vendendo seus bens,
    entregando parte do valor a communidade
    cbristda eoccultandoo resto, era rado esca-
    moteiro.
    0 conde de Cagliostro, espantando a Eu-
    ropa com suas m.ravilhosas ouras, auda-
    ciosas profecias e inauditas provisoes, era
    prestidigitador; Cartouche, illudindo a poli-
    cie, apossendo-se do alheio com fecilidade in-
    crivel, surgindo em toda a parte, quando
    menos se esperava, era escamoteiro.
    0 Sr. Lopez, pois, e apenas escamoteirof
    e fraco escamoteiro.
    Quem o vio trabolhar deve concordar
    qae nunca essa arte d'esceu tanto, nem
    quando Goodison exhibia no Sanlo Anto-
    nio triplices funcgoes de prestimano, ven-
    triloquo e acrobete, nem mesmo quando
    Jacome Ulisses pretendia. raagnetisar sua
    irmda e fazer apparecer sombras tangiveis.
    No entanto a prestidigitacdo tem alcanja-
    doedmirer doutos e indoutos, nervosos e
    lympbsticos, povos e reis.
    Em Franca ainda se falla no inimitavel
    Bosco, quo sem outro apparelho mais que
    os dedos, em ura salao, cumprimentendo uma
    senhora, apresentava-lhe sem saber-se como,
    um objecto, um ramalhete; recordam-se
    de Comte, o maior ventriloquo dos tempos
    modernos, de quem referem que em um sa-
    reunida na secretarie da agriculture, e que
    agora aceita- o voto incompleto...
    OSr. Escragnolle Talway :Ja- v*} o
    nobre deputado que S. Exc. respeita c-
    m.ra.
    0 Sr. Ignaci Martin*:0 qua vejp e
    qae agora vamos discutir a art. 4*. que tra-
    ta da eleicao de deputados pelo voto unino
    minel!
    0 Sr, Delfino Cintra .Agora 6 qua o
    ertigo entrou em discussao, agora e que tric-
    de apresenter-se emendas, antes nao podia,
    ser.
    0 S*. Ministro aa Justi^ :Apresenta*
    o nobre deputado emendas.
    OSr. Isnaci Maktins :Apreaeote V.
    Exc. que 6 govern. Mas, Sa. presidente,
    o que e que so vsi'dBcutir agora ? 0 vote-,
    uninominal, quando S. Exc. o Sr. ministr
    jd declarou que o desprazara, aceitando c-
    voto ineompleto ?
    0 Sr. Escragnolle Taunay.:Bat. o voto
    uninominal e apoie o incompleto.
    0 Sr, Isnacio Martins .Vb V. Etc as.
    consequenciss do encerramento apressado
    com que o Sr. ministro do imperio quiz
    hontera prorar a sua presenea nesta cm I
    0 Sa. Carlos aa Luz :Hasten nio dei-
    xou de ser apressado o encerramento.
    0 Sa; Ignacio Martins :Sem duvida, e
    se o nobre ministro quer tambem encerrar
    a discussdo do art. 4* antes della comecr,
    declare-o desde ja, que eu retiro-me da tn-
    huna, se S. Exc. assim quer* proceder ; mi.-
    declaraa V. Eaa., Sr. presidente, que
    nobre ministro mandasse eacerrar jd dis-
    cussao do art. V e mesmo dos segaintos, eu
    ndo me admiraria, eu iae admiraria maia
    se S Exc. cumprisse a sue palavra, qua ado
    nos declarou que na reforraa eleitoral taria-
    moauma d(>:ussao ampla elarga.
    (Continuar-st'ha,.
    lao de Carlos X, obude previe licence, ti-
    rou todes es condecora^oes dos convidados,
    sem elles dar'e.n por isso, e so soar a pri-
    meire badalada da meia noite levou ao re^
    em uma condeca as fitas, cordoes e v^oe-
    res tirades, causando isso grande pasmo i
    todos.
    Entre nos Herman um dia tirou as !iga?
    de duas ssnhoras, em um baile sem qua el-
    las ale hoje possam comprehender coroo st
    operou o prodigio...
    Quem perdeu arte foi Roberto Roudir.
    .que com seus maravilhosos apperelhosdeu
    azo d quanto saltimbanco de feire oxiste
    impingir-se um Appollonio de Thiana, boaq
    menos.
    Mas o Sr. Lopez nem bons apparelho-
    tem.
    Serve-se dos mais vulgares, taes come
    serpentes feitas do pedecinhos de madeira,
    que todo o menino conhece, copos e garra-
    fas de falso vao por onde se introduz um li-
    quido colorido para illudir, cousa .que ha
    aqui d rua 1 de Marc, etc.
    Intitula-se discipulo de Herman, Herraau
    o delicado e araavel cavalheiro, elle, o Sr.
    Lopez, que pisa, deixa ficr no chao os
    remos que lhe offerecerera os socios do
    Monte Pio Santa Cruz I...
    E' uma fatalidade.
    Apezer de todos os nossos esforcos, apezar
    de serem conhocidos no estraugeiro, brasi-
    leiros como Port'Alegre, Varnhagen, Ferro
    Cardoso, Tavares Bastos, Pedro II, Carlos
    Gomes, Pereira da Silva, Henrique Mesqui-
    to, Victor Meirelles, Megaihaes, Caminhod,
    Pedro Americo, e muitos outros, continuara
    os charlataes a abusar do nossa hospitali
    dede erebicmente regie.
    Continuer isto e mdo; nossa negligencia
    jd e criminoss.
    Sejamos rigorosos com o impostor, que
    vem, nao placitemos bullas sem exame.
    Nisso vao nossos brios.
    Lembremo-nos que jd tratamos como bis-
    po armenio d um ladrao; como general d
    ura cvalleiro de industria, actualmente pre-
    so na Europa; como notabilidade scientific
    d muito Dulcmara, d muito simples agri-
    mensor, d muito semi-anelphebeto ; como
    prima-dona a mais de uma^eomparsa.
    Se ao menos agredecessemTI...
    Qual, vio rir-se de nds, vivendo d cust.
    de nosso dinheiro espertamente peiido e
    parvamente entregue.
    Encarregue-M a imprensa dessa tarefa
    ndo deixe passar sem brado d'armas, o sal-
    timbanco enfeitado com qualquer galdo falso
    que seja.
    Sd ao merito louvor.
    Basta de condescendencias, elles raarcam
    os brios nacionaes.
    R.deS. Paio.
    TYP DO DTARIO. -KUA DLUUE DK tAXUS
    r
    '
    MUIIlUfl J


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