Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16496


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Full Text
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anno l. Numm m

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r
I-*
v
>
PABA A CAPITAL B LUG1RE ONDE \.iO SB PAG A PORTE.
Por Ires mezes adiaatados................ 69000
For seisditos idem................... i2#ooo
Por urn anno idem..................349000
Cada numero ataljo.................. $3i0

SEXTA FEIM 4 DE SETEMBRO DE 1874
N
PARA UK.\l'BOE FOHA DA PBOVIMCIA.
For tres meies adiacUdos........,........ 69750
Por seis ditos idem.....,........... ISPSqO
Pot note ditos idem................. 0*M0
For um anno idem.................. 379000
PR0PRIEDADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FARIA FILH0S,
tl In. Gerardo Antoido AItbs 4 Filhos.no Par!; Goncaltea d Pinto, no Maranhao; Joaqaim Jose de Ofreira d Filho, no
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jot Gomes, i
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pitar <
jAntonio de Lemus raga, no Aracaty ; Joio Mria Julio Cbr no Asia; Antonio Marque* da Sun, Ntfal ; Jose Jostino
filia da Penha; Be'annino dos Santos Bnlcao, em Santo Ant- ; Domingos Josada CosuBrag*, emUaxaroth}
Jagoas; Aires d C. ,na Bahia ; a A. Xavier Laite d C. v Rio Janeiro
PARTE OFFICIAL

Governo da provincia
EXPEOIE.NTE DO DIA II DE ABU!. DE 1871.
V seccdi.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandanm das ar-
mas.Uma vez .joe Epiphanio de Fr.an.a o Me.llo
w recusa, seguuJo a sua Jeciaraca auneta ao
offlcio de V. Bate, desta data, s ih a. 285, a forne
.;r pio ao hospital militar in triraestre d; ainl
a juuho d !! aanu, a razio de 303 rs. o kilo
grammo, preco e-te por quee o dilo geaero dado ao
arsenal de marinha, recommenlo a V. Exc. que
maade pur oo.amenle em pr*,ca esse fornecimento.
Ao mesmo C mraunico a V. Exc. para sua
inlelligencia que por aviso do miaislerio do guer-
ra, do 1 do corrente, foi approvada a ininha deli-
beracao manlando contractor urn pliarm iceutico
civil para sub.-tituir.) botieario Bras Marceliuo do
Sacramento, >jae peilio rescisao do coalracco, em
virtude do qual sorvia como coadjuvante de phar-
macia no hospital niiiitar ; cunvindo, porein, que o
novo conlracta 1> seja dispansalo, logo quo se
aprdaeute u u pturmaceutico militar, a respeito do
que ja se provideucion naquella data.
Ao mesmo.Ea saiisfacao ao quo solicits
V. Exc. em seu ofliei) de 9 do corrente, sob a.
278, transmit to a iuclnsa copia authentica do re-
latorio de prevencio teito por occasiao de consti-
tuir-se deserlor o soldadj do 9 batalhao de infao-
taria Jorge Ferreira, alim d. servir de base ao
processo de comelho de disciplina, que se tern de
iastaurar contra essa pra<;a; deixaodo de ser en-
viado a V. Exc. o original do referido relatorio,
por se achar elle encadernado com outros papeis
concernentes ao anno de 186!.
Ao mesmo.Queira V. Exc. nomear ana
commissao para, na forma d..s disposicoes em vi-
gor, as.'istir no arsenal de guerra a abertura de
vinte caixoes. chegados da corte no vapor Cruzeiro
do Sul, contendo cal^ado de.-tinaio ao mesmo ar-
aenal.
Ao mesmo.Auloriso V. Exc. a conceder ao
joldado invalido Jua Jose de Souza, como pede no
requerimento annexo ao seu offlcio de bontem da-
tado, sob n. 183, permissio para ir esperar a de-
isao do governo imperial sot re sua baixa ou re-
fonna em qualquer lugar, in- n ...s na extincta 08-
looia militar de Pimenleiras, onde so poderi elle
residir com o assentimeato do eicarregado das
obras que alii estao seado construi las. Fica assim
respondido o seu citado otBcio.
Ao inspector do arsenal de marinha.Defe
rindo o requerimento de Francisca Raphael Pe-
reira, sobre que informa V. S. em seu offl:io de
bontem datado, sob n. SUV, autonso a admissao em
qualquer das oMVinat deste arsenal, como apren-
dix exlerno, do menor Jost! Pacilico do Espirito
-S.inl), liiln da peticiuaria. 0 que declaro a V.
S. para os fins convenienles.
Ao capitao de fragata Francisco Romano
Stepple da Silva.InteiraJo peloseu offlcio desta
data, sob n. 867, de harer V. S. entregado hoje
a inspeccao do arsenal de marinha ao seu ajudanle
1 teneote Francisco Xavier Rodrigues Pinheiro,
por nao se achar nesta cidado o capiiao de fraga-
ta Francisco Jose Coelho Xetto, designado para
subitiluilo interinamenle, visto ter enlralo hoje
no gozo da licenca de 6 mezus concedida pelo go-
verno imperial, cabe-me louva-lopelosbonsservioos
que preslou no referido arsenal, e agradecer Iho a
valiosa coadjnvaeao que no seu zelo eucontrou
esta administracao.
Ao director do arsenal de guerra.Coustando
tie aviso do niinisterio da guerra. de 31 de margo
ultimo, ficar approvada a nomeafJo que iiz d-
Sebastiao Antonio de Albuquerque Hello para
servir interinamenle o lugar de coadjuvante do
professor de primeiras leliras desse arsenal;
assim o declaro a V. S. para seu couheci-
mento.
Ao.mesmo.Uei laro a /. S. para seu co-
nhecimento que, segunlo con'ta de aviso do minis-
terio da guerra. do 1 do corrente, foram appro-
vadas as medidas tonndas por esta presidencia
uo intuito de melhorar as oondiojSea bygienicas
dos educandos artifices desse arsenal, victirnas da
ophtalmia purulenta.
Ao 1* tenente Francisco X ivier Rodrigues
Pinheiro.Pico sciente pelo teu offlcio desla data,
sob n. 868. de aehar-se Vmc. inierinamente na
inspec<;ao do arsenal d marinha, na qualidade de
seu ajudante, em con>ec)ueucia de haver entralo
o capiiao de fragata Franciso Romano Stepple da
Silva no goio da licenca de C mezes que oblivera
do governo imperial.
Ao engenheiro das obras militares. Apre-
sente Vmc. com urgencia o crcaraeoto dos repa-
ros que, segondo declara o director do arseual de
guerra no offlcio iocluso, sao precisos nas forjas e
rospectivas chamines da offlcina de ferreiros da-
qaelle estabeleciraento.
- 2.' $ec$ao.
Actos :
0 pre-iJenie da provincia, a vista da pro-
posia do Dr. chefe de policia em offlcio de bon-
tem. sr>b n. 482, resolve exonerar Joaquira Jjsi'' da
Silva Povoas do cargo de 2 supplente do subde-
legado da freguezia Jo Born i^onselho.
0 presidente da provinc a, de couformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em offlcio
de hontem, sob n. i82, resolve nomear o cidadao
Felix de Barro Rolim para o cargo de f supplen-
le do subdelegado de policia da freguezia do Rom
C^nselho.
Offlcios :
Ao conmandante superior de Garaohuns,
Bai|ue e Bom Conselho.Tendo sido verifies lo
que o tenente Francelino Brasilioo dos Santos
recebera da liiesouraria de f..zenda, no dia 10 de
marco findo, quatroceatos a taolus mil reis dos
vencimentos da escolta, quo sob o commando do
mesmo tenente veio le Papacaca para esta ca-
pital conduzindo presos, e que se retirara sem
indemuisar o thescureiro da reparticao da policia
da quantia de 160X0G0 que Ihe fora adiantada
pek) cofre da juella repartic;ac, recommendo a V.
S. que providencie no sentilc de realisar-se com
a maxima brevidade a indemni-acao de que se
trata. conforme solicita o Dr. chefe de policia em
ollicio de 30 do citado raez, D. 410.
Ao joir. de direito de Olinda.Pode V. S.
mandar apresentar no hospicio d- alienados o
louco Antonio Lobo Albertiinde Miranda Henriquei,
<] que trata o seu offlcio de 6 do corrente, deven-
do o referido Albertim ser c mdnzido pela policia
e acompanhado do attestado medico, segundo pre-
ceitua o regulamento daqnelle estabelecimento.
Ficam dadas as ordens convenienles para ser elle
alii recebido.
Ao juiz de direito de I! ii.,;; -Informe Vmc.
ora a possivel brevidade qi.ai a distancia enlre a
povoacio de Santa Ciara dessa coraarca e a villa
de Aguas Bellas, e qual a ccuveniencia de trans-
(erir-se aqaella pjvoacao paia esta villa.
3.' secgao.
Acto : .
0 presidente da provincia, atteadenJo ao que
cequereu Jose Thales de Mello, collector provin-
-eial do municipio de Itunbe, e tendo em vista a
linformacao do inspaetor da Ibesouraria pr vin-
cial, de 1 do corrente, sob n. 152, resolve conce-
der-lhe dous mezes de licenca sem vencimentos,
para tratar de negocios de seu particular inte-
resse.
Offlcios:
Ao inspector da thesourana de fa-eada.-
Provilencie V. S. pan que seja oaga ao cabo de
esquadra do i> batalhau <)e iurautana, Liborio Ma-
noel dos Santos, a gratilicacao que Ihe compote
por haver apprehendido o soldalo do mesmo ba-
talhao, Manual d> Nasoimento Sobral, que se aciia-
va desertado, corno l.u certo ) a:n-lado juuto em
duplicata.
Ao mesmo.Participandj-me o capitao de
fragata Francisco Romano Stepple da Sdva em of-
flcio de hoje, sob n. 857. q is em onsequencia de
luvf-4auaj*jw goto da licenc;.i de seis mezes,
conceJida pelo governo imperial, passara nesta
data a inspecloria do arsenal de marinia ao >eu
ajudante I' tenente Franci Pinheiro : assim o co.umunico a V. S. para os lias
conveuientes.
Ao mesmo.Ao padre Antonio Ruliuo Seve-
riano da Cinha, vigario collado da freguezia de
Nossa Senhora do Desterro de Itambe, mande V.
S. effrfctuar o pag imeoto da congrua, relativa ao
tempo decorrido d>> 1* de dezembro do anno pas-
sado ao ultimo de marco do corrente, uma vez que
dos inclusos attestalos se evidencia ter elle cum-
prido com os seus deveras na respectiva matriz.
Ao mesmo. Tendo deferido nesta data o
requerimento em que Ant raio Manoel do R:go
Btrros, na qualiJale de procurador de sua li-
Iha 1). Anna Leopoldioa do Rego Barros, pedia
relevacaoda mult* e;n que ella iucorreu pelo ea-
gano iiavid j ua matricola da iogenua Eva, filha
de sua escrava Claadins, e sobre o que infor-
mou V. S. em offlcio de 9 do corrente, sob u.
181, serie G ; assim Ihe declaro para os deviJos
fins
Ao mesmo.Const mdo de aviso do ministe-
rs da guerra, de 1 do corrente, terem sido ap-
provadas as medidas lomadas por esta presideu
cia, no intuito de melhorar as condicoes bygieni-
cas d >s tducanlos artifices do arsenal do guerra
il'-ta provincia, victirnas de opbtalmia purulenta;
assim o commuoico a V. S. para seu c julneim ju-
to e direccao.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os Bus
convenienles que por aviso do ministerio da guer-
ra, de 31 de marco ultimo, foi approvada a no-
meajao feita por esta presidencia deSebastiao An
tonio de Albuquerque Meilo para servir interina-
menle de coadjuvante do professor de primeiras
letras do arsenal dc guerra desta provincia.
Ao mesmo. -Tendo sido appprovada pelo rai-
nislerio da guerra, segundo consta de aviso do 1
do corrente, a de ibera^ao quo tomei de mandar
contractar um phannaceutico civil para subsliluir
o botieario lira/. Marcelino do Sacramento, quepe-
dio rescisao do contraclo, em virtude daquelle ser-
vir como coadjuvante de pharmacia do hospital
militar ; assim < declaro a V. S. para os fins con*
veniente.-.
Ao mesmo.A' vista do que expoz o inspe-
ctor do arsenal de marinha em offlcio de 7 do
corrente, sob n. 861, recommendo a V. S. que
mande effectuar o pagamento de uma folha, que
por parte daquella inspecloria Ihe foi aprese
na i
que Ihe foi apresenlada por essa inspecloria, na
importancia de 1794, proven eute dos jornaes
que venceram 6 pe Ireiros empregados na reediB-
cacao da casa que survio oV quartel dos artifices
avulsos.
Ao director do arsenal de guerra. S. Exc.
o Sr. presidente da proviacia inanda declarar a
V. S., em resposta ao seu uili:io desla data, sob n.
606, que ao Exm. brigadeiro com uauiante dis ar
mas. se r'-commeada que desigaa- a commissao
que deveassistir a abertura dos caixf>s vinJosda
corte no vapor Ceard, contendo calgado.
2:' secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. -S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia m in Ja declarar a V. S. que
nesta data se txpedirain as convenienles ordeni
atlin de que a ca nara municipal de Ipojuca for-
ai'i;a agua e luz a cadeia respectiva, como V. S
sohcitou em seu offlcio de 6 do corrente, sob n.
462.
Ao mesm i. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia mania rernettera V. S. o incline ntulo de
nomeacao de 2 supplente do subdelegado da fre-
guezia do Bom Gonselho.
Ao juiz de direito do Rio Formoso. S. Exc.
o Sr presidente da provincia man la accu'ar o re-
cebimento do offlcio de V. S, de 27 de maTco al-
timo, communicaodo haver encurr ido no dia 21 do
referido me* a 1* sassao jury dj termo Je S s
rinhaem.
4.' sreqao.
Offlcio:
Ao 1 secretario da assembiea provincial
N. 68. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provi cia, satisfaco o qne requisitou V. S. em (M-
eio de 19 de marQO ultimo, sob n. 17, em cum
primeolo do que deliberou a assembiea provin -
cial, relativamente a> contracto celebralo pela
presidencia da provincia da Parahy.ba com o na-
gocianle desta praca Marcolino de Smza Travas-
sos, para so este receber em seu armazem os pro
dm: us vindos daquella provincia, e destinados quer
a exporiar.a > quer ao cm-mm >. Qo.nto ao 1* e
3" quesitos do referilo offlci>, S. Exc. raanda de-
clarar.para conheci-nentoda assembiea,que o con
tracto alludido esta em exeencio em virtude do
aviso junto por copia, do mini-terio da fazenda,
n. 190, dej43 de seteinbro do anno passado. Quan-
to ao 2e. reraetto por copia a< repre-eniacoe* e do-
cumentos appeasos, euderecadas por alguns aeg >-
ciantes desta cidade aos Exms. presidentes desta
e daquella provincia, c offlcio do inspector da the-
souraria provincial com o parecer do respectivo
procurador fiscal e informagao do administrador
do consulado ; o termo do contracto com o regu-
lamento, e os offlcios do presidente da Parahyba
referentes a taes actos.
5.* teccao
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
a um governo fraco e desvairado pela
publicas. -S. Exc. o Sr. presidente da provincia
pane daquella inspecloria Ihe foi aprese^ladjj, jnanda declarar que Bca inteirado de haver V. S.
importancia de 179J,_ proveniente dos fiorOm recebido defli tivamente as obrs suppleraentares
que venceram na feriade 16 a 31 de mar/) findo, das ponies e alerro da cidade do Rio Formoso,
seis pedreiros empregados na reedificacao da casa
que servio de quartel dos artifices avulsos, cor-
rendo essa despeaa pela verbaobras-do minis
terio da marinha.
Ao mesmo. Declaro a V. S, em resposta ao
seu offlcio de 9 do corrente, sob n. 176, serie G,
que foi sob i esponsabilidade desta presidencia e
nos terinos do decreto n. 2,884, do I* de feveroiro
de 1862, a autorisacao que concedi em 31 de mar-
co findo para ser entregue ao tbesoureiro da re-
particao das obras public is a quantia de 4004000,
alim deocjorrer as despezas com os reparos do
palacio dn mesma presidencia e eocheira a elle
perlencente, visto serem urgentes tw uece.-.-.in -
taes reparos.
Ao mesmo. Para os fins convenientes ;om
inunico a V. S. que em 6 Jo corrente o juiz de di
reito interino da comarca Jo Limoeiro, bacharel
Francisco Bernardo de Carvalho, entrou no goso
de 50 dias de licenca.
4.' SCCQUO.
Offlcios :
Ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.Expeca Vine, as ordeni c nvenienles, afim
de ser recebido no hospicio de alienados o louco
Antonio Lobo Aloertim de Miranda Henriques,
segundo requisitou o Dr. juiz da direito da comar-
ca de Olinda em offlcio deJ6, e nos terinos de sua
inforraacio de 10 do corrente, sob n. 817.
Ao mesinn. Devolvo o requerimento em que
Custodia Maria da Conceu;ao pede que seja ad-
mittidano collegio das orphaassua filha menor de
nome Maria Juliana, e a que acorapinhou sua in
formacio do 10 do corrente, sob n. 820, ua qual
exige certidio de obito do pai da referiJa menor,
afim de Vmc. informar de novo, atlendendo a ou-
tra ordem de consideracoes e em vista do res-
pectivo regulamento, uma vez que da certidao de
baptismo, junta ao requerimento, se ve que adita
menor e lilha natural, nao constando subsequenle
legitiraa.-Ao palerna, o que neulralisa a exigencia
feita na informacao alludida.
Ao mes no. Approvo o acto da junta admi-
nistrate dessa Santa Casa, deferindo o requeri-
meulo em qua Tiburcio Valeriano das Neves" pe
de a entrega de saas fobrinhas, Candida e Diony-
zia, em vista dos fundamenios constantes do offlcio
de Vine, de iO do corrente, sob n. 819 ; que fica
assim respondido.
Portaria.:
A' camara municipal da villa de Ipojuca.
Cumprindo as camaras inunicipacs o fornecimento
d'agua e luz para as cadeias de seu municipio, de
a camara muoieipal da villa de ipojuca suas or-
dens, alim de ser feito esse fornecimento a res-
pectiva caieia, incluindo nelle um deposito para
agua e oulro para materia fecaes, como solicita o
delegado desse termo.
5.* secern.
Acto :
0 presidente da provincia, atlendendo ao que
requereu Andre de Abreu Porto, arrematante da
obra da ponte do Tahyba sobre o rlo Capibaribe,
e tendo em vista o que ioformoa o director da re-
particao das obras publicas em offlcio de 21 do
mez proximo passado, sob a. 69, e outra infer-
macao do- inspector da thesouraria provincial, de
8 do corrente, sob n. 158, resolve prorogar-lbe
por oito mezes o prazo marcado para a conclusao
da referida obra, independentemente de pagamen-
to da multa em que incorreu, visto ter sido releva
do da mesma multa.
Offlcio :
Ao engenheiro fiscal da companhia Recife
Drainage.Providencie Vmc. de modo a que so-
jam collocados dous apparelhos de limpeza no edi-
ficio onde funcciona o tribunal da relacao ; de-
vendo o lngar da collocacjso ser indicado pelo con-
selheiro presideuie do ine.-mo tribunal.
EXPKD1ENTE DO SECHETAKIO.
1.* secqUo.
Offlcios :
Ao Exm. (irigadeiro coram.ndanle das ar-
ma*.a. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da communicar a V. Exc. que nesta data se expe-
dio ordem a thesouraria de fazenda no sentido de
ser paga ao cabo de esquadra do 2 batalhao de
infantaria, Liborio Manoel dos Santos, a gratilica-
Sio que Ihe compete como apprehensor do solda-
o do mesmo batalhao, Manoel do Nascimento So-
bral, conforme solicitoa V. Exc. em offlcio de 9 do
corrente, sob n. 280.
Ao inspector do arsenal de marinha. 5.
Exc. o Sr. presidente da provincia raanda commu-
nicar a V. a. que nesta data expeJio ordem a the-
souraria de fazenda no sentido de ser paga a folha
arrematados por Francisco Lins Waaderley ; con-
forme commuuica em seu offlcio de hontem, sob
n.96.
OBSPACHOS DA PBESIDBNCIA, DO DIA 2 DE SETEMBRO-
DE 1874.
Arminlo Pessoade Albuquerque. Como requer,
estando na forma da lei.
Bazilio Jose da Hora.Informe o Sr. engenhei-
ro chefe da* obras militares.
0 mesmo. Informe o Sr. engenheiro das obras
militares.
Francisco de Paula Soares. Emregue-se ao
supplicante a inciusa guia, mediante recibo.
Irmaniade da ordem 3' de Nossa Senhora do
Carmo desta cidade.Informe o Sr. inspector do
thesouro provincial.
Joan Baptists Coelho. -lufunne o Sr. director do
arsenal de guerra.
Jose Moreira da Silva Juibr. Inform? o Sr.
inspector da thesouraria de fa^enla.
Thomas de Carvalhn Soares Brandao Sobrinho.
Informe o Sr. inspector i> tnesouro provin:ial.
Coniiuan ilo superior.
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
. NAC10NAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 3 DE
SETEMBRO DE 1874.
Ordem do dia n. 153.
Em nome de S. Exc. o Sr. commendador pre-
sidente da provincia convid) a toJos os Srs. offl-
ciaes do servico activo e da reserva d*> guarda
nacional desta capital, bera como aos reformados
para assistirem ao cortejo a efflgie le S. M o
Imperador que tera lugar no palacio da presiden-
cia, pela 1 hora da tarde do dia 7 do corrente,
anuiversario da independencia lo imperio.
As musicas se acharao em palacio naquella oc-
casiao para solemnisar o acto, tocanJ) raais a al-
vorada e rccolher desse dia e tarabem ao reco-
Iber do dia 6.
Antonio Gomes Leal.
Reparticao da policia.
t.' seajaoSecretana de policia de Pernambuco,
3 de seteinbro de 1874.
N. 1091lllra. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de deten-
cao, os seguintes iodividuos :
A' miuha ordem, Joao da Silva Vasconcellos, Ber-
nardino Jose a i Rocha, vindos do Bonito como
sentenciados, a disposicao do Dr. juiz das execu-
;oes ; Herculano Dias Correia, como pronunciado
em crime de furto de cavallo em Bom Jardim;
Joao Baptista de Lima, como pronunciado em ten
tativa demorte no lugar Mamanguape da provin
cia da Parahyba ; Marcolino Fernandas da Rocha,
como criminoso de tentativa de morte no termo
de Santo Autao.
Xo dia 22 de agosto fin lo, no districto de Ponta
de Pedras, do lenno de Goyanna, Homem Bom Jo-
se Dornelias e Pedro Candido de Azevedo, tenta-
ram assassinar a Florencio Tavares da Silva.
Foi preso em flagranie Homem Bom, uonseguiu-
do evadir se o outro delinquente e o subdelegado
respectivo proeedeu a tal respeito nos termos da
lei.
Deus guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia. -0 chefe de policia, Anto
nio Francisco Correia de Arauio
EXTERIOR.
A crise rcligiosa na !' irepu
POR
ERNESTO RERAN.
(Coruinuagao.)
Os acontecimentos de 1866 foram um como raio,
que, pondo em evidencia uma situacSo prenhe de
difflculdades, so nao aballou a quem quiz cerrar
ouvidos ao seu esurapido, a quem se quiz mostrar
refractario aos consefhos da sabedoria e aos dicta-
mes da pradencia.
Nesse tempo, a Austria uilramontana, o partido
catholico da corte de Vienna, solido apoio das es-
perancas jesuitieas, tinha deixado de exlstir, vislo
como fora lerida de morte a concordata de 1853,
ncada
iyolucao.
IjSemelhante facto bastaria de certo para aclarar
Jquer politica qua fosse isempta de illmninis-
; mi* nao foi suBcienle, entretanto, para dos-
ar a cOrte de Roma, a quem foi inulil a liclo,
ro iuuieis costu.n tin ser as li?oas dada* aos
rilos imbuilos da ileis sobreuaiuraea, e que
am obrar tanto mais de accordo com as inspi-
'es do ceo, quanto maw surdos e insensivei*
smostr.m aos conselhos e as adverlen:ias da
ruao.
Nao foram todavia aa covnplicacoes de 186a as
Xcas ijue surgiram para a politica de Roma,
; tambem o anuo do 1870 avolunou o numero
dessas complica^oes.
A franca, dasda 1819, lornara-sa a guarda e
defensora dos intereases calh ilicos ni Italia, sem
se lembrar de que, assim fazendo, commellia uma
falta, um erro, tint) mais grave e saliente, quanto
esfa politica, que terii convido a velha Franja
mjnarchica e gallicana, tornara-se inipossivel em
pno seculo XIX, visto como era um verdadeiro
coairaseuso, estava era perfeito antagouismo com
a Franca ruuderua, que nao e o que foi antes de
1789, mas sim desharmonica com o papado dos
Xs dias, que taiubam nao e o que foi nos
_ is de Beulo XIV e de -lemente XiV.
Eterna aberra^ao do um partido, a quem nin-
Kuem nega entretanto boa fe e patriotismo !
Nao podeudo realisar sua Utopia de uma Franca
vokaJa ao antigo regimeu, ao catholicismo, a rea-
la legitimisia, a direita da opiniao francaza ima-
giia, suppoe, eutretauto, que a politica das nacdes
pode pacilicamente deimentir os seui titulos offl
ewes, pode renegar nos delalhes os principios em
que se insnirou, osteutando assim a possibilidade
de uma republica meuos liberal do que a propria
realeza!
Havera, porvenlura, alguma cousa mais super
Hcial e illusoria ?
Pode acaso esse partido reconstrnir uma Fran-
ca legiti nista e gallicana, com o seu rei de di-
reito divino e sua igreja rational t
Se o pode, faca o. Ao raenos apresentara isso
taes vautagens e evitara taos perigos que Ih'o nao
impediremos; com tanto que sejam respeitados
os direitos a que chamatnos direitos imprescrip
tiveis. Mas, se nao pode, abandone quanto antes
a chimera de uma politica monarchista sem rei,
e de uma politica catnolica sem povo catholico
para araparal-a.
Procedeodo de mod > diver.-o, louge de modilicar
a opiniao, base unica da forca nos paizei em que
vigora o suffragio popular, esse partido nao faz
senao desviar e irritar essa mesma opiniao, que
nao quer saber se, ha viute ecinco annos passalos,
seria boa ou ma um i tal politica, per isso que sabe
qne ella hoje e inipossivel, da mesma orte que nao
ignora quo uma politica catnolica s ra para qual
quer governo fraucez uma causa inevitavel e
immediata da mais desastrosa queda.
E quaes serio as coasemencias dessa poli-
tica?
Pois nio vemos a Austria a reagir, desJe 1866,
contra o clericali-mo, que triumphou depoU da
tepressJo dos inavimentos do 1818, sendo de
noiar que ale a propria corte se recusa a ouvir
Tallar de Pio IX e de suas insustenlaveis preten-
c5es ? Poi3 ignora alguem que a Hespanha acha-
se aniquillada pr-las suas revolugSes intestioas '?
Pois ha quem nao veja a Italia a lutar directa
mente com o papado temporal, tendo em vista os
seus interesse- nacionaes ? E havera quem des
conheca que a Franca, por longos annos, esta
condemaada a se absttr de quaesqur questSes
exteriores e estranhas ?
Onde, pois, peranta taos factos ; oude encontrar
umanagao que, comraetlendo o erro em que cahio
a Franga de 1849, possa por um exercilo ao ser-
vico do partiio catholico ?
Bern se ve, pois, que o caso e muito grave.
0 partido Jcalnolico, elemento impjrlanle em
muitos paizes, e uma especie da nacao derramada
por toia parte, mas sem constituir em parte
alguma uma nacio que viva por si mesmo, apre-
senta a grande fraijueza de nao ter exercito ; e,
por isso, elle so ad quire forca real quando e ou
chega a fazer crer que e a maioria de um grande
paiz, e desl'arte consegue leval o, corao aconteceu
am 1849, ao ponto de dar-lne um exercito nara
combater a inimiga secular do papado, isto 6, a
naciunalidada ilaliana.
Isto, porera, esta longe de acontecer, nem e
crivel que acootega. Entretanto prescrutemos as
consequencias ulleriores.
Privado do seu oeqneno dominio temporal e ate
da sua cidade de Roma, o papado, tal corao o fi
zerara as successivas exageracoes dos theologos,
nao pode absoluiamenle subsistir.
as realezas elec'.ivas estao subjeitas a inconve-
nientes perigosos, que todavia foram remediados,
nao raras vezes e com bastanto arte, pelos pro-
fnnlos instioclos polilicos da corte de Roma. Esses
inconvonientes sio quasi todis relalivos as proprias
eleicoes, e vem d'ahi as perigosas intertnitencias
de soberania, que a realeza hereditaria nao co-
nbece.
E' por esses raasmos deffeitos da couraga qae
o inimigo peuetra, como aconteceu na Polonia ; e
o proprio papado ja Ihe experimentou os effeitos,
quando, em 1305, a eleicao deu a victoria ao
seu peior adversario, a Felippe o Hello, o quasi
matador de Bonifacio VIII.
Duranie todo o seculo XIV a eleicao foi a porta
fatal pela qnal penetraram a simooia e todas as
fraquezas e crimes, ate que felizmente o jogo pa-
cilico dos conclaves poz ura termo a esse estado
da cousas.
Mas o jogo, o moviraento dos conclaves nao so
suppoe a posse soberaoa da cidade de Roma, mas
tambem exige que essa cidade seja, um como
tumulo fecnado a todos os arrnidos do exterior ; e
consequentemente esse jogo pacifiso nao pode ter
lugar na Roma livre e capital de um reino, visto
como neste caso lli nao se pode verificar o com
pleto silencio da opiniao pubhea, sem o qual
tornam-se inevitaveis as pressoes e as coalisoes.
Por tanto : para assegurar a liberdade dos con
claves o papado tera necessidade de praticar o que
vinte vezes fez na idade media, isto e, cedo ou tar
de sera forgado a abandonar Roma, sujeitando se
a toda sorte de aventuras I
E qnem 6 que nio ve que a unidade de uma tal
iastituigao esta essencialmente ligada por lagos
materiaes a terra onde funceiona f E quem e que
nao percebe que, desde que o papado deixar de
ser soberane e sedectario, se espbacelara?
Seria sobremodo injusto langar unicamente a
conta das imprndencias contemporaneas do papa-
do ura resultado que como que decorre inevitavel-
mente do espirito do seculo.
0 papado tinha na sua propria essencia uma
alia dose de theocracia, mais que sufflciente para
fazel-o viver em harmonia com os estados moder-
dos. Entretanto o catholicismo romano, da mes-
ma sorte que o islaraismo, abusou da sua victo-
ria.
No dia em que o Islam, em qualquer cidade,
deixa de ostenlar sen aspecto seuhoril, ruas mar-
chas victoriosas, snas mesquitas triumpliantes; no
dia em que elle deixa de regular as palpitafSes da
vida por meio de suas preces, e deixa de procla
mar a hora por mefo des seas tnuezsins ; nesse
dia o islaraismo deixa tambem de viver.
A igreja latina possuia. sobre a igreja grega, a
vantagem de ter um centre de unidade, e, duran-
te muitos semjj-'g, eolheu os auspiciosos resulta-
dos, expojimentou as fetoes consequencias desse
a
essa grande obra, que foi a maior de todas as J facto; agora, porem, cnegou -Ihe ai'vez de, segun
coneessoes ottidas pela eorle de Roma, emboraUd as teis etetttts, soflrer os inconvegientes, passar
pefas provangas desse mesmo facto, visic- como,
sendo Bonn inteira, e sem lugares santos. esoa
casae ds gera-s das ordens religiosas, outros lan-
tos orgaos neceasarios do papado, exigir que e-te
viva fora della 6 lao irapossiTel quao impossivel e
exigir do velho judaisrao qua prosiga sem o tem-
ple, qua viva fora delle, isto 6, que seja come- an-
tes do anno de 70, e nio como actuafmente e Wo
profundamanUtransformado que apenas- se Ihe
pode applicar o mesmo nome de ontr'ora.
As ira, pois. o fim do reinado papal em Roma
sera o signal para uma profiroda modificacio na
ess-racia do mesmo papado, alterado como fiieram
os seculos 9 tal como o fez o coocilio do Vaticano,
sendo desde ja nolavel que elle lenha perdido Roma
justamente dous mezes depois de ter conseguido
para si uma quasi deificacao.
Se o papa da idade media pode algum tempo
deixar de ler residencia lixa, nao foi isto devido
senao ao facto de ter a igreja existencia sem elle e
fora delle, e o que mais e existencia forte e eom-
pleta; mas o mesmo senao pode admittir nem
conceber relativamente ao actual semi-Deus, desde
que este liver uma vida de fugidas e de aventuras,
desde que for repellilo, expulso, e aprisionado
corao refens, e se achar cercado pelo circulo de
ferro das guerras e das revolugoes.
Chefe errante de ura vaslo reino de creates, c
papa sera entio e por toda parte um hospede in
commodo e perigoso, e por isso regeilal-o-hao ate
mesrao os paizes raais clericaes.
Como o judaismo, quando expellido de Jernsa-
lem, o catholicismo passara sua vida secular a
prantear a perJa da felicidade, e a sonhar revira-
mentos impossiveis, e regressos ainda mais Im-
possiveis.
Seus lamentos pela 5iao perdiJa, suas alterna-
tives de profunda nostalgia e de freneticas
esperancas, constituirio, e certo, uma forga in-
c tntestavel; raas nao passarao de uma forga como
a do judaismo disperso, isto e, uma forga in
capaz de obrar de modo duravel sobre a politica,
e destinada a tornar-se, pelo temp) adianle, ape-
nas uma lembrauga, uraa simples reminiscen-
cia.
Dir-se-ha talvez que esque:emos os servigos que
o espirito revolucionano pode prestar, sem querer,
ao principio que se contrapoe directamente a re-
volugao, e que nao lemos em vista que, sempre
inmutavel, no meio do cabos de ideas contradicto-
rias e incapazet de fuadar alguma cousa, o papado
ha de lucrar com as faltas commettidas pela revo-
lucio, viado aiiual a reioar de novo, como tendo
sido a alma de uma santa allianga contra o espirito
revolucionario.
Mas, responderemos, que essa visao do futuro
nao nos parece real e verdadeira:
Primo porque a revolugao nao se componara
nos paizes germanicos o slavos corao se compor-
lou outr'ora nos latinos;
Secu ndiporque o raciocinio, que combalerao3 e
e familiar aos cainolicos intelligentes, so seria jus-
to, seo navio estivesse seguro contra todas as pro-
vangas.
Com effeito : se algum dia a revolugao agitar
profund inienie os povos germanicos e slavos, nao
?:: a !: certo o papado quem o saivara, visto como
ella se apresentara aos olhos de todos, antes como
um do* fautores da revolupio, do que como um re-
medio capaz de obviar a esse rnal.
E o navio, que outr'era podia reistir a todas as
tempestades, ja nio tem as mesraas proporgoes,
mudou de forma, (icon com o centro de gravida-
de de.- oca Jo, de tal sorte que e menor corpo, com
tanto que seja insubraersivel, pode vencel-o ear-
rebatal-o, aiuda raesmo debaixo do mais desfeito
temporal.
E' que a raxio e a sciencia*, embora parecam
fracas e desarmadas, sao elernas, por isso que sao
um conjuncto de verdades, que nao podem perecer
e que sobreuadam sempre, ainda quando compri
mi Jas; ao passo que o papado ja entrou na via do
lorosa J i- naufragios, persistinJo sempre em nio
querer ver a realidade, e sempre esperando a rea
lisagio da um nilagre, que suppoe ser-lhe devido
pelo ceo.
Nio seremos nos quem contesle a grandeza dessa
esperanga nem a latitude dessa cegueira_; mas
tambem forga e confessar que o futuro nao Ihes
sera propicio, embora confessemo3 que causara
espanto o .espectaculo, a qua assistiremos de certo
com respeito.
A' 20 de seteinbro de 1870, ao despontar do dia,
quando reboou o som do primeiro tiro daartilha-
ria assostada contra a porta Pia, os fervoroses ain-
Ja sorriam. e diziara : a Eiles nao en'.rarao I >
Entretanto eiles entraram.
Semelhantes esperancas obstinadas dao azo a
grandes faltas e erros. Foi desl'arte que os judeus
perderara o seu lemplo, sob pretexto e camliando
que, no ultimo instanle, Deus mandaria uma le-
gist de anjos para salval o. E' ainda assim que
todos os dias eompromettem a Franca aquelles que
aquerem salvar era nome de um passado de mi-
lagres e de protecgoe* sobrenaturaest
A philosophia nao exclue, de certo, a fe em um
ideal de jusiica, para o qual toda e qualquer con-
viccao sincera tem o direito de voltar-se, tocado
por uo> sentimento de piedade ; mas ella tambem
considera como um acto de orgulho a crenga que
tera alguns espiritos de que soraos necessanos aos
pianos divinos, e de que a Providen :ia vela por nos,
nao obstante a grandeza de nossos erros e crimes,
embora o nosso descuidoje deleixo em nos esclare-
cermos e illustrarmos.
(Conlmuarseha).
Ue 5 V., .*> anno der s."i, a *0* ff/C %
aiios iio Uruguay de /., anno
dol8>|,as9l/tf MmM uriceniiaoH,
Uo anno de 1891, a 5. 0 prerot
do care did declinando. aeado II-
mitadao aa trannaceoeg feitas aog
leiloes. Mcrcado de assacar Sena
alteracao.
Ketv-Vork .Cambio sobre Lm.
dreu 4.9> Ouro lO tl*. Mereado
de cafe sent, alterarao. AJLsodao
incdiano vplamos a 1S9/8 c. por li-
bra.
Liverpool %. -Mereado de algodao
desanimado, e preci irregulares.
Venderaiavse la.OOO fanioB, sendo
I.so< da America do Mai. pair de
Pernambuco a 1/8 d. por libra, o
dito de Santos e de Maceio a 81/16
por libra. Mereado d assuear sem
allcracao.
Hainburg.0 9. Mereado feehado
por causa do dia feriado.
Havre -Vcnderam-ge SOO sac-
eos do bom ordinario do Rio a 98
francos.
iii< de Janeiro 3. Claegou o pa-
quete ingles SORATi. Cambio sobre
l.,Milr.-H d. baneario e C 1/8 d-
particular. .V|ioiiii-ssei'iio vende-
ram-ae a I o.ir.Sikm>.
Bahia a.-Cambio sobre Londrea
*6 d. baneario. e S 1/8 d. purlii-n
lar.
Hid de Janeiro 3 a tarde. Chegou
o vapor BUENOS AYRES.
( AGENCIA TELEGRAPHICA HAVAS-REUTER. )
Rio de Janeiro 3 de setembro.
O deputado quena camara respec-
tiva propoz bontem a accusacao do
%-isconde do Rlo Branco foi o 8r.
Leandro Beaerra Monteiro.
Berlim % de setembro.O enabai-
xador envlado pelo governo bespa-
nbol junto a corte de Berlim, apre-
sentou lioje suas credenclaes. e foi
recebido com todas as formalida-
des.
%lk%^^^S
Madrid 3.O general Moriones foi
deslgnado para substttuir o marc
chal Eavala no commaudo do exer-
cito republicano.
Madrid 3.As forcas carlistas en-
mecaram com energia o t-erco de
Puycerda. Os babitantes da cidade
|.e o exercito republicano resistem
berolcamente ao ataque.
COMMEBCIAES.
(AGENCIA AMERICANA.)
Liverpool 3 de setembro. Algo-
dao i o mereado continua fronxo i
os precos nao mudaram e o de San-
tos veudeu-se hoje a H Aasncar :
mereado calmo: o da Babia ven-
di'ii-se a 19/9 no caes. e o de Naza-
reth a 15/3. Couros : mereado flr-
me; eota-se a 9 1/4 i foi recusada a
carga do URUGUAY.
Havre Z. Cafe t mereado desani-
iiiniio e vendas dinieeis i as de boje
montaram a Hurt saccos, sendo iOO
do Brasil. Aigodao i mereado cal-
mo; venderam-se 900 fardos. dos
quaes low eram de procedencia
brasileira ; o de Pernambuco a 99
e de Sorocaba a 99.
Londres 9. -Consolidados 99 5/8 i
funilos brasileiros 99 1/1; cinco por
cento francos 98 3/1. Cafe t peio-
rando i o carregamento do QUEEN
HISTLEY foi vendido aSO/tt.
Xi"v-v ,>rK 9. Algoilao mediano
lO^/S.
Paris t. O governo russo decla-
rou que o rcconbecimento da lies-
pa nlm. equivalia a uma interven-
cao. visto que a nacao bespanbola
ainda nao sanccionou o seu proprio
governo.
Rlo de Janeiro 3. -Cambio flrmis-
simo.
Bahia 3.Cambio sobre Londres
particular, e sobre Paris 369
baneario.
Para 3.Mereado inalterado. Che-
gou durante a noite passada o va-
por ingles JEROME, procedente do
Ceara pelo Maranhao.
Rio 3 as Ii. da tar de. Chegou o
palhabote portuguez SYMPATHIA, pro-
cedente de Pernambuco. Tem oon-
finuado na camara dos deputados
a diHcussao da lei do recrutamen-
to s jul^a-se que ella passara nes-
ta sessao.
m
ASSEMBLE* PROVINCIAL
Londres X. -A taxa do desconto
na praca foi reduaida a 9 i,'" pur
cento. ConsolldadOH de 3'/,, for ac
count, a 9* 3/11 fandos brasileiros
SESSAO ORDINARIA EM 26 DE HAH)
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AGUIAR.
'Ao meio ilia, feita a chamada, e acbando-se pre-
sentes os Srs : Antonio Paulino, Gomes Parente,
Soares, Ralis e Silva, Manoel do Rego, Tolentino
de Carvalho, Pirmino de Novaes, Travasso de Ar-
ruda, Alipio L'osta, Aguiar, J. Mello Rego, Olym-
pio Marques, Camboim, Arruda, Felippe de Fi-
gueiroa, Goes Cavalcante, Gjnjalves Ferreira,
Pinto Pessoa, Araaral, Vieira de Mello, Tiburcio
de Magalbae*, Uchda Cavalcante, Oliveira Andra-
de, Nascimento Portella, Joao Barbalho, Domia-
gos Pinto, Dario Cavalcante, Gaspar de Drum-
mond e Cunba Cavalcanti, faltando sem causa
^articipada os Srs. Arconcio, Souza Leite, G.
Gondim, Peretti, Lacerda e Tito, ibre-ae a sessao.
E' lula e approvada a acta da sessao antecedente.
0 Sr. secretario declara nao haver expedi
eute
E' lido, apoiado, posto em discussao e adiado
por haver pedido a palavra o Sr. Olympio Mar-
ques, o seguinte parerer :
a A commissao de ordenados, examinando a
peticao de Salvador Barbalho Uchda Cavalcante,
porteiro da thesouraria provincial, em que pede
aogmento de ordenado, tend > em vista o parecer
do Dr. procurador fiscal, e atlendendo ao estado
precarin dos cofres provinciaes, quando nas actoaes
circumstancias nao comportam augmeato de des
pezas ; e de parecer que seja indeferido o pedido
do supplicante. Sala das commissoes, 26 de maio
de 1874.-T. de Artudi.Tiburcio de Uagalhues.
E' lida e fica sobre a mesa a redaccao das pos-
turas da camara municipal de Panellas.
ORDEM DO SIA.
E' sem deoate approvado por dous tercos, na
forma do art. 15 do acto addicional, e e remeltido
a commissao de redaccao, o projecto de lei nao
sanccionado, relativamente ao calcamento da ci-
dade, com as emendas offerecidas pela commissao
de constituicao e poderes.
Continua a I' discussao do art. 33 do projecto
n. 35 desle anno, orcando a receita e Gxando a
despeza para o exercicio de 1874 a 1875, com as
emendas apresentadas.
Os Srs. Nascimento Portella. Pin-
to Pessoa e Olympio Marques fazem
largas consideracoes sobre a materia.
O Sr. Amaral (pela ordem) ped* que sej3
uomeado um membro para a commissao de exame
de posturas, visto estar aaisente um de seas com-
panheiros.
O Sr. presidente nouieia a Sr. Dario Ca-
valcanle.
E' lida, apoiada e entra oonjuncUmente era dis-
cussao a seguinte emenda :
N. 118.Snpprimamse as palavras desde
para a edificacao de casasale do mesmo gym-
nasio. Dr. Manoel do Rego.*
O Sr. 1 secretario (pela ordem) li um
offlcio do secretario do governo, transmittindo co-
pia do acto pelo qual o Exm. Sr. presidente ala
provincia resolveu urorogar a presente sessao ate
o dia 31 do corrente.
Estando lerminada a hora, o Sr. J. Mello Roj
requer e a casa apprcva a prorogaclo da srs4o.
Nao havendo mais quem peja a palavra sobre 0


-'-

H




Ii____
-
-.
iq&f>.4$ Pcrnambuoo
------------,~_^,-------------^---------
Sexta feira 4 de Setembro de 18 7 4
_-
art. 33, eneerra-se a Sscuaiaa' o procede-t* a vo
tacao. f 5
E' approve o-artigo com as em^-hs ns. 104
a 111, 113, Hi, U3 a 117, scudo, rejeitadas as
ce ns. II2, 1 ftejl8.
O Sr. Pel Mble Pigiaelroa-pcle que
*e di.'dare na aJta j}e votou a iavor das emendas
ns. U2ell-
Eratra em dtscussao o ttt 34.
Suscita-sc ami qupstao de ordem, era que to-
mam parte ns Srs. Portella, Drvmroond 1. Mello
Hgo, sobr? a prorofa^o votad'.
Nao havendo numeio paw se voAr, flw adis-
eussan adiada.
' fttv tiiim^ Pa rente (pela m Jem) re-
pner que mcnciene na acts o some toeputad s que se retiraram.
<6 .Sr. tiMMivea Fssarrrsieav (pcla orders)
observa que o requerImento aao podo ser aceilo,
nao sopor ser contrario ao regimento, como por
nao haver mat:' numero.
0 Sr. presidente da a jrlvni do d-ia seguinte e
levaman sessao.
SKSSAO GUDIXAttU.EM & DE MA 10.
PfiSSIDF.NCIA. DO S. VI: HUHIX DK AC.UIAR.
Urn quarto do bora depois de meio dia, achan-
do-se presents os Sr*. Goes Cavalcante, Silva, J. Mellu Uego, Tolentirw de CarvaHso, Ali
pio Costa, Lacerda,- Soares, Firmino de Novaes,
Mxtx.i'i do Rego, IVavasso de Arrada. "6onealves
Ferreira, Aguiar, hoo, Camboim, Arrada, Atnaral, Cunha Cavalcan-
u, Kelipj.c rareire, rutmnonil, Trtmrei" de Ma
Ttailiies, Ur.tiua ..Cayajcaifte. CUymBto Marques,
?hu> Pessaa, !C Portejla, Joi.o llf rballio, Vieira
de Mello e Doiningos Prnto, f: ttaiiCo Jem causa
pnrticipad* os Srs G. Gondiro, P.-rcUi. Tito, Sou'.a
l.ci'e e.Arr-or.rlo, 3{:re-*e a sessao. E' ijda e ap-
arova' a acta'.da sessao antecedente.
0 Sr. 1 secrotari'o k5 o Sfgjijflto
EXrfiDIKNTE :
1 elifiio :
De foaqavm Jose TVrreira d- Rooha Junior, for-
iiecqdor da. Casa de det>-neao,. pediudo o pagamento
doqueaenda se Hie deve, prjvenientt deforne
WmehtonVn-limorttscao e die aa a presos de on
tras prewpciat.A1 commLsjac de orfameuto pro-
viDciat. J
E' fi*-.i, e-arequerimealo do Sr. Goes Caval-
aate d4..*pensa-se a impressa), seudo tntretanto
|iuldicado n'i jornal da casa, o seguiute proji-cto :
A cuiimiissS:) de exame do uosluraSj a quera
foi ypejeule o projecto de.pcsturas addicioaaes
que a camara nionielpal da villa do H-'z-rros, sub
ine;te a api'^cuK.'io o lioiaolo;pf;iD de.-ta assent
blea, teadd Ii fi .iUifUtaiiiUiiie di'.o project*) ach u-o
iliguo da aii^r('V,i(;ao stdicitada, e oiir is-o 6 de
paieeer que se adiq.te a seguiute resoluvSo:
A assemttlea legulativa provincial da Ver-
naiut ti^n ju.-oivo :
u A;:, uiuoo. Ficaiu apprivada?, salva are
dai'.ai, n^ p'^tiuas addioioraes C'lnrceciniiadas
peja caipara :i.^oii:ipalila villa d* Dozorros, em.23
do eerwdte uie< de maio. Sila d is coiii[ui-.o>)S,
27 Je tuai'-> de 187L Amm '1. Ihirio Canal-
:xaU-
IVsturas addicicnaes.
t .Ul l" Ha t'r.iaueiia do Gravala. a dr. isio
en;reM4erredes ad planUio;s ) os.de criai^o, priu;
eiuUra la serra deaodiiiiada Buraeo. a seguira
peia de Juca, Bobira d'Agua, a euc -utrar no
travessao que.vom il<* linuara a!.; o lion da fregaezia, licando o lado do
~iil para pLntiooes e do norte para eriaeio.
An. % iibrig.ii;aj de i|ae trati o art. 6o
dt lei n. I,!-'!I >le 3'i dq abril ilo eirrent-3 anno, e
;.i i sriin.'iHe ext ;nsiva ua divisao comprahendida
no a;t. i6 da predH* lei; corrend) esta o!>riga-
>ri'\, pofefti, aw pr.>pri-tarios >ct ouJe passtf a
,i.ila divis'irii.
Mas <-i::ras div.-sas dos r.rts. 64 e 1 dastas
pisluras addiciouSos, isrfw $o:n**ote essa obriga-
.;\ i, atjaelfes d >; plan; id u a i|ue iizere:ii roijados
auaexos a lielia 'livisoria.
u :>' ifa 'aioarrt niniiieinal do-llezerros, ii ilo
maio :r- t.irio, Joaquim
VenaBoio GaWefra'.Jeaj Fraoeisco An Vascon-
osilos: P. iia OiinuiM. CMHIBnoino Tavares de
Meleir.is les is;o de'VasconceliOi I'mymr.- Antonio Ferreira
da Cuulia e Silva.+'ra:ieio jomj P^reira.
Sio appniv.id i~ as relnviYss das posturas da
caiuara innnicipal '. P.niiilas <; dt projeeto 4e lei
ao sanccionad> >o\>:a o calr.im.'Fit) da cidade,
cjjii as e.neulas da eoamaMo de C'lnstituiclw e
pod^res.
t E' lido, post em disuassao e a liado, por liaver
pedido a jialavra o Sr. Ratii fl Silva, o seguinte
parecer :
'< Foi submetiida a eoBtfninilo de StUStiUusSs e
poderes, para dar panscdr, uma iadicaeto, que
lam pur abjeuto rep Nenlar iiata as* mbiea a as-
a mbl^i geral legislativa, pedir.do providaociaa jio
seutid i de ?tr.'iii atteadidaa uel >* oofres geraen
eertas despexas, one indevidamente se acbau a
cargo dos eo/res proviiiciaes.
A ineaiaa a i iunisa >, aureciu lo 01 fuodatnen
tos dossa ioitea;ai e aiu la atteodeado sobre sua
t.tuv^uieoeia, i> itua que, e:n vista dis nossas lets
offWieas, Mo deve n os cofres provinciaes ser
i:ii i*Ui* : mi o paganihiiti dj eertas verbas de
despezss /'!<;, pelo s-u caracter e tins deviam fi-
garrar oo acrameaio. gera do imperio.
E na terdadie ; as leapjaMi Cuai as oongruas
l.is coajf.iciiiro-, fabrica t gui^aaioatos das ma-
rii.es que d|ze(n res^eiio ao culto publi.:); as que
se fazeni com o anstaato, curalivo dos plesot po-
feres e pa^MiwaUi dos eajpregados da ca^a de
deteocio que sc referera i styuranca publica, uao
d Mid) orrer poreoata di< provin.-ias e aim do?
res geraes, que tern a sea ear^o a manoten-
>'! i '.(i culto, urlem e sogurarjQa publica, fete.
Por iss.i, j;;l!?a a cjiiiimss.io raxoaveis os fun-
da Menios da cnesflm mdteae^o ; diseordaado po-
rein dos spus aatores tjoanl > :i cciivduieneia de se
represeaUr p8'.o anno a aaseaibttsa geral sobre sj-
raelhanite objecto.
Esta ataeintdesa p r moitas vezes c crn aanos
soeeesairoa lem so dingdo not poderes geraes em
'.al sentiio ; e aia-ia na sessao passada represen
toa a asserablea geral, pediudo que llzesse cessar
os gravam-.s injustos que pesam sjbre as provin-
ias, ven *.o so ebr.gadis a satijfazer despezas i|ue
uio sio de sua eompsteaeia, o ate esta data as
suas representavoe* nao foram todas attendidas.
E se assim e, deve esta acseolMda esperar algu u
resaltado e aan viver (embi.ra uaaodo de um di
re to ) em re|ietidos reclamas, principalment
quaodo o< poderes geraes pa-c:en eatar di-postos
a facer justira as prorioaiaa, prestando-lues os
reearsos para a s tisfacio de algumas destas des
pezas, contra as quaes tcmoa reehmado. deven-
do-se esperar que oppirtunamente iroraoj sendo
atiendidos.
a Se tal, porena, aaa succeder e antes forem
improticuas as represontafo;s desta assemblea,
nao deve el!a expur-se cons antemente a \''.-
nao ser devidamente considerada^ e mlgadas ta
vez impe iinentes, embora nao seja licito esperar
isso de uma camara em que temos tao dislinctos
represenlanh-s e de um govenio tao patriotic), d
qaal .faz parte um ptrnainliucano illustre que
tantae provas (em dado de amor ao progresso de
seu pai: e de sua proviucia natal.
Portanto, a comnnssao 9 de parecer que a
indicacao nio tenha o destine que requcr. Sala
das coainissoe-, 26 de maio de 1671 Goes Ca-
valcante.Antonio Paulino
ORDKM DO DIA.
CopUruia a 2a diseussao do a-t..': i do project i n.
.35 deste anno, orgando a receila e iixando a des
peza oara o ex< rcicio de 4874.
0 Hr. imtis c Wilvat -Sr. president, o
artigo que se acba em diseussao, diz que o presi-
dents da pravincia flea autorisado ao seguinu: (i)
Eu desejiria aaaie a notire Minroissao a respei-
to do pensamento que a levou a eoofeeei >Qar o ar-
tigo pelo m' do porque esta.
1 si Sr. DnrcrADo : 0 oensi.raerjta esta abi-cla-
ro : .e fazer as e*lradas pelo systerna mawjcoao-
miooa provincia.
0 Sfl. Ratis k Silva :Oprsideute e" obrigado,
sem carecer de autorisa^o algama, a deienutaar
a reparticao competente que mande fazer as.
estradas pelo systems mais economieo. Por coa-
seqoencia me parece que est> disposicio e inn-
til, a menoi que nao invoiva clla um Densameo
to qua nao pos o perscrutar l\yr isso 6 que peco
a nnbre commisslo que me queirajesclarewr, e di-
zer qual foi o aeu pensamonto, qual e esse maio
economieo, da qua quer fallar ou iodiiar.
0 Sr. J. ykzuji Rsgo : A eommissao nao tem
meio a indicar ; istodepe de do esludos.
O Sa. Ratis b Sh.va :-Se 6 da obrigaglo do
presidente fazer jempco toda a economia possivel,
pareee que na eonstrucga.) das estradas deve ser
prefendo o aystema mai* econonico
^uc aeeeaaidade, pois bavia de estar aqui con
siguada esta riisposicio ? Pa-ece quo se pre-
tenoe um novo systema
0 Sa. J. Mello ReGo:-Mas nao tom arbilrio
para alterar o systema qun eid estabelecido.
0 a. Ratis e Siuva.: -E' i*t>
dar construir as estradas -pf tal systema ; mas I ft pjo tyik>*imm#'.e Nossa Senliora, <|ue a igreja .celebrj
'ifar*iki*^*P,,>',*''1:l solemnisacio p-r uma fai
le caridade djgBA lla concurraucU de tVUa dJM
tinvrtlo reAufhocidiinente hn.naaitano e emits*
srasta dos impdruutes mellioraineutos.
Coasta-aiu quo a companhia da estrada de ferre
expelira, darante a tarde e noite trena extraordi-
nary is tanto de ida como.de volta, para eonduzir
quellas p?ssoas qoe desejarera assiftir a solemol-
dade.
Paranyinplios.
Commcndador albiao Jose da Silva.
uma supeitlotdlde, pdtque i da f'J? ^".^WfettBI
{io da adf.inistra'^opwferir o meio mais -
nomico, men os dispeuJloso, na coastruejio'vLij e?-
traoas e das ponies.
. Eu.desajava, po(tantp, ouvir a nabre. .Bommiisio
para saber qual e este systema mars economieo
que deve ser preferi lo e pelo qua! autorisa o pre-
sidente a mandar construir at eatradaa.
0 Sa. J. muxo Hkgo da um aparte.
0 Sa, Ratis k Silva : -Aefco uma inutillidade
a enwoda como e>la, porque e da rigorosa ibri-
gacao do presidente e do director daa obras pa- .
hlieu mandarem fazer as estradas pelo aeio matt -*L.
eesnomico.
Um Sr. Drputado : ?.' uma racoairecada$ao
xsconomiea. -
OSa. Ratis b Silva ;Se ba algum pensameoto
iilliei i disto, se ha um novo systema que a eom-
missao entenda qae deva ser adoplado, diga-o. ex-
plique-o aqui na 4*i. Asmiu como esta, ,a tli-se,
parece-me que c anva di3posicao inu-irameale inu-
til.
.Ninguem mais pelindo a paiayra, encerra-se a
diseussao e e approvado o art. 34.
Sao successivamente aprrovados sem debate o
arts. 33,36 e 37.
Vem a mesa, sao lidos, apuiados e eotram em
diseussao os seguiates additivos, Lem como o de n.
102, que titara adiado :
t N. 119.Artigo addilivo as disposicoes geraes.
0 presidente da provincia mandira organisar pe-
ia reparW^o de obras publicas, ali in de ser pre-
sente a assemblea provincial na sessio-de 4873, um
projecto de regulamento geral para a con4ruccao_e
exptoragaodas estradas de lerro de aulorisaQao
pr ivincial, tendo oin vista o cahur des cliarges por
que se regutain ca caminlios de ferro da Frauca.-
FujMiroa.
N. 120.Apresentamos como additivos as dis
posifoes perraanenles o oroje:to n. 56 do corrente
anno. ToleiUino de Carvalko. Firmino de So-
ciies.-Dr. MqimI do Rego. -Joaqitim de Arruda.
Pinto Junior.Aiipio Costa. GoiiQfiices Feneira.
Guedet Gondim.M. da Silva.
N. 121. Artigo adddivo. Fica o presidente
da proviucia autonsado a coulratar com quern me
Iboies vantagens e garaulias ofTerecer a conclusao
das opras accessorias do theatre de Sauti Jsab.l
e sua exploragao, e bem aim a construccao de
bosqueles, jardias, cafe e sala do refre.-cos e biiliar,
no espa?o coiiiprehendi lo entre a face sul do re
ferido tbeairo e a rua do Santa Isabel, comtauto
que o contrataute se sujeite as seguintes Condi
c5es :
a I.' Oruamentar a fachada principal do lliea*
iro, segundo os pianos da directoiSa de.obras pu-
blicas ;
2." Construir eassentar o3 machinismos neces-
sarios a quaesquer represenlacoes lyricas, dia-
malicas e magicas ;
t 3." Organisar e execular as indispen^aveis de
eora';oes da scena com todas as suas pertenjas;
4." Prover de toda o aecessario o guarda-iou-
pa do theatro c o amoailiamenlo aceqiep;
"3.* Ginpletar as docoracoes dos saides do es-
pectaculo e do passeio, que uadse acharem. inclui-
das no couirato da rec iislrui-cao do tbeairo ;
i 6.' Construir, por pianos approvados psla di
recloriadas obras publicas, am ediucio apropria-
do a is in^loies do cafe, casa do refrrscos, re?tau-
raul e biiliar, com os respettivos bosquelea e jar-
dins ludoceicad) por um gradd ani-ti;o, no ler
reuo que flea entie a face sul do tneatro e a rua
Saula Isabel ;
7.* Franquear ao publico o referido e lificio e
seussalfles, sem cointudo nelles admitlir nenbam
geaero do e-pectaculo ;
8.* Dar ni theatro, nn epi.cas prefixalas, es-
pectacu os lyncos, dramaticos, ou de inagia, me
djaote pcecas p eviaawate etabelecidos para os
respeclivos lugarrS ;
9.- Prestar fiamji idouea para garanlia do
ilieatro em casos do lucendio, obrigando-se mais,
a estes casos l-ccunstruir o mesmo theatro ou a
pagar as desppaas necessariaspara isso ;
g I.' Pur todo esse servj^o gozara o coutratan-
to o theatro o us anuexos que coustruir, pelo tem-
po uunca maior ilu 30 anno-, dufaote os quaes
>) neiite pile pod -ra dar especUculos no theatre
de Santa Isabel e nelle introduzir, como foraeci-
oHiilo aos espectadores, os generos expostosa van
da n')s auii-x >-
| t? Logo que se acbaivm em exploia.5) o
theatro e os annexos, serao prohibidos em torno
d j mosmo tneatro e no Campo das Phuceias quaes-
quer outros tjitabeleciiuentos semelhantes ou ca-
sas em que se deem espectaculo*.
g 3. Findo queseja o prazo do contrato, re
verterao todas as obras ao d 'ininio da
Antonio Goncalves de Azevedo.
Antonio Feraandes Kioairo.
Anionio Ignaci > de Medeiros llego.
Antonio Doming '- Pinto.
Teneote ooronel Austriclino de Castro Sa Bar
i.oronel Antero Vieira Carneiro da Ciinha.
Commendador Antonio Monteiro de Queiroz Barros.
danliee archivar.
E' l;do e vai a imprimir o sefaiU*i balanjo de
re'.eita e despcza :
ffimeiru tiimestre de If/tkji 1873.
Reeeita.
Joias de socios
Sbbvencio
Saldo conlra a caixa em 30 de
junbo
3O|000
150SOOO
l'6Ut\o
J
Deeza.
Eapedienta
OrflMado do amanuense
Dito do coatiaao
Saldo con&a a caixa em 31 de
marc-o
332li5
60S68O
75en
60.s,8Q0
I36S-M5

iu da provmi;:*,-. rr.c- t .
sem nenhuma indemaisaijao pjr parte deta, e ein ur- w- llac r^".'flrtl
4^Ao%t.rr'antergarantido o direito de Anna dos An|os flam
desauropriar na forma da lei o supra-mencionalo
terreno que flea eutre a face sul do theatro e a
rua de Santa Isabel. -Felippe de Figueiro-i -Ti-
bmcio de ilagallnles. Antonio Panlino.-Vieir.i
de Mello.
N'. 122. -Artigo adlitivo as disposicoes per
maneiitss. Os proprietaries nesta cidade gazario
da faculdade de construir os passeios ou cal^adas
de seus predios, seguul i o piano adoplado pela re-
particio das obras publicas, licando sojeitos a
mulia de lOO^OOOse os nao fl/.erein denlrodo pra-
zo de 4 mezes, a contar do dia em que for a abado
o wlcameuto da rua respectiva : sendo neste caw
as calfadas fcita? pela repariieao refer ida a cu-ta
dos mesmos proprietariosGoes Cavalcint-:
N. 123.-Off-ireco cmo additivos, os projectos
de ns. 42, 53 e 64,'deste auno. Dr. Munoel do
Bego.
j. 124. Se Tor aporovado o additive do Sr.
Goes Cavalcante, accrescentese, podbud) ser Jis-
peu-adx da mulia pelo presidente da provincia, se
forem procedentes as ra-.oes qae allegarem. wi
Cavalcante.
( Mr. >- Slello Rego requer aretiraia de
um substitutivo quo o'creceu ao projecto n. 56
deste anno, que foi apresoutado com) aiditivo.
Cousultada a casa, reaotra pela alllrmativa.
Sao tambem lidos, apoladosjs eniram igu.ilmen-
te em iliscussao os seguintes additivos :
N. 125. -Ao project) n. 56 le 1874. -Quer no
substitutivo, quer ni project", emende-se a parte
em que trata do prazo -por esta forma-um pra
to de 6 mezes que podera ser reuovado por mais
6 mezes improrogaveis../. de Mello Rego. o
a 'N. 126. -Offer-'co como additive o projecto n.
79 de 1871.Ratis c Silva.
(Continuar se ha.)
REVISTA OIARIA.
.Vuturidade policial. Por portaria da
presidencia da proviucia de 2 do corrente, foram
b.imeados: Joao Manoel de Barros e Silva Bel-
larmino Pinto de Paiva, este subJelegado do pri-
meiro districto, e aquelle segundo supplente do
delega lo do l-rmo de Gamnlleira.
Ue|tai'iit.-i(> da oitrais ztuMica*.
Por poitarja da presideacia da provincia do pri
meiro do corrente, foi exonerado Henrique do A
zevedo Mello do lugarde ag-ute pagadorde3^a re
partisan, por nao ter [aceilado a nomeacio ; sendo
nomeado para es-o lugar Joviniano de Azevedo
Mello.
Beufiiu de pedra. Tera lugar na terra
feira, 8 do corrente, o assentamento da priraeira
pedra do novo effrf(cio para hosrjvci6 do afiebados,
no sitio da Timi'iwira, poii ncente a Santa Casa
de MiserieprJia desta cidide.
A solemne'jereiriqnia cjrnecaia as i horas da
tarde do referido dia 8 pete behcio "da pedra, que
sera emaeguida conduzida pe|os Srs. pr,;siddutes
do tribunal da relajio. do tribunal X eomtnerciri,
da as-e.nblea.provincial, da camara munxipai da
directoria da Aaxciacao Cumicerciai Beneiii^oi-:,
o do pro. :Jor da.Saiu Ca^a Jd lliseriooi'Jia, para
0 rea^ctjvo local.,^prfliadp aia* aos Jados os pa-,
raaynjphos escolhjdos, e >:oapon4o o presliu o.
Exm. Sr. commeadador pre-idente da proviptfi^
as autoridades civis e i.iilitares, os convidados e
as psasoas do povo quo compareeereni.
Terminada a Co!locac>j da..padr.i, comecara o
leilao das prendas offereeidas em beneii:io das
obras desee eitabjleciinaoto.
o I icl n :imi measionado aciiar-se ha piepa-
rado com gost > e oieganeia, proprios de uma. fea -
ta cainpeslre. E o uma grande area, enftitada '.onr
mistros embandeirados a com area las de fowagem,
estarao armaios alguns*arrao3.'g, endo urn delle9
desiimdo a heojao da pedra,
0 9* batalhao do irjfanteria'de'iinlia fara nesse
dia, pela manha, nip passeio miljtar ao lugar da
festa, imde se c msfrv.tra duraire a tarde a noite
do mesmo dia.
Antonio Jo.io Furtado.
Adolpbo Slohembach.
Bario da Tacaruna.
^arao do Moreoos.
Harlo de Muribaca.
Barao de Jaboatao.
Baiao di Soledade.
Bario de Utinga.
Uariio.de Tiacurihaertu
Barao de S Bra/.
Bario ,de Goyanna.
Bario'de Piraffgy.
Or. Cypriano Feuelon Gueles Alcoforalo.
Ceron'el Coriolano VeUoso da Silveira.
Carlos Patterson.
Cuslodio Francisco Martins.
Commendador Bomingos Alfonso Nery Ferreira.
Dr. Francisco do Rego Barros de Lacerda.
Monsenlprr Francisco Muniz Tavares.
Commendador Francisco Ribeiro Pinto Gainuraes.
(Commendador Francisco Ferreira Baltar.
Francisco Luiz deOli'eira Azevedo.
Fraucisco dos Santos Macedo. 1
Fran i;>co Antonio daf Rosa.
Dr. Gervasio Gongalves da Silva.
Superinteodene G. O. Mann.
Gustavo Adolpbo Smith.
Henrique Bnrle.
Commendador Henri pie llernardes deOUveira.
C'lmmendador JoSo Ignaiio de Medeiro? Rego.
Major lo-6 Anto io de Brito Bas'.os.
Commendador Jose Pires Ferreira.
Major Jose Joaqnim Antunes.
Commendador Jo>e da Silva Loyo.
Joaquim Lopes Machado.
Joio Christiani.
Major Joaquirii Gonfalves de Albuquerquo e Silva
IVnente-coronel Jos6 Rufino Bariwsa da SiWa.
M.ijor Jos* Perefra de Araojo.
Couimendador Joaquim Felippe da Gista.
Joao Quirino de Aguilar.
Tenente c-aronel Joaqnim d^ Sa Cavalcante de M-
buouerquo.
Jose Itufino Rezerra Cavalcante.
Commendador Jose Joao de Amorim.
Joao Carlos Bastos de Oliveira.
Jovino Bandeira de.Mello.
Jose Jacome Tnsso.
JOaqium Glintho-flasto.
Jose Joa I'lim Bias Fernandes Junior.
Jose leroBymo Monteiro!
Jose Antonio de Souza Ba>tos.
Jose Caudido de Moraes.
Dr Joao Severiano Carnciro da Canha.
commendador Luiz Goncalves da Silva.
Luiz Antomo de ^iqueira.
Luiz Jose da Silva Guiinaries.
Mr. Labille.
Luiz Aliredo de Moraes.
Commendador Dr. Manoel do Nascimento Machado
Portella.
Manoel Jose Carneiro.
Manoel JoaVde Amor m Sobrinho.
Major Manoel Cavalcante-de Albuquerque Sa,
Manoel da Silva Santos.
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
M.moel Alves Ferreira.
Manoel Jo-ii de Sa e Araujo.
Marcelino Jose Goncalves da Fonte.
Mano-I Barhosa da Silva.
Manoel Goriiii de Queiroz Monteiro.
Gerenle da compannia do gaz Patters in.
Kodolplu Krukemberg.
Rburcio Valeriano Bapti-la.
L'lnco Keller.
Vieconde Commeiidadir Vicente de Paula Oiiveira Villas*
Bjas.
mum
0 Sr. major Codeceira da sciencia ao Institute de
r, a cooa.uis*ao.iacumbida do obter as plantas
mtiga igreja da N'.jasa Senliora da Penba e da
rileira do peixe, entendera-se com o revereado
prefcito daqaelle hospicio e este declarou nio ter
planta do templo dumolido, promettendo por^m,
eamoitar ao UwtitatoMdi quaato possuem relalivo
v> assumpto
Nio bavendo mais aada a iratar levaatou-se a
sessao.
TeuinUvii de morlv.-.No districto de
Ponta de Pedras, do termo de Goyanna, Homim
, Bom Jo-6 Dornellas e Pedro Candjdo de Azevedo
tentaram assassinar Florencio Tavares da Silva,
em i2 mem Bun, foi :ireso imtnedi-tamonte, o CandiJo,
porom, evadio so.
O I'uiurw. -Recehemos on. It desse perio-
dico e agradecemos a lembranea.
Dinlictra.-O vapor Bahia levou de nossa
praga para :
Babia 8:383*6H)
RiodeJ^qairo 7:0^0*000
Concerto. 0 o,ue f ii da Jo, pola banda de
musica.alle.ma, no jardim do Campo das Prince-
zas, na noite de 2 do corrente, produiio 281*400,
de que, abatida a quaniia de 15 jW) do carrot r
de cadeiras e de bauc.os, e a de 88*65), ter^a
parte que foi enregue a banda do inu-ica, rece-
beram os cofres da Santa Casa de Misericordia a
de 177*340.
Ciilalajco nove.-Oj Srs. Silva Cardoso &
Pessoa, liyreiros a rua do Rarao Ja Victoria n. 59.
acabam de publicar um novo catajogo dos jor-
oaes que po.l-mi ser assigpados pa sua livraria.
Ti'iiusrcroiirin. Por debberacao dos de-
votos oncrregados da festiviiade da Senhora do
frontespicio do conventodo Oarmo, foi a dila festa
transierida para o dia 13 do corrente.
Pagadoria de razenda. -Nesta estaijio
pagam-se hoje as seguintes folhas:
Culto publico, empregados da vis la de saude e
iustituto vaccinieo, officiaes reformado-s e alfan-
daga.
Propayadoa'a da tnstruCcao. Pro
ducto dos bilhetes passados para o concerto de \
de julh a beneficio dj conselho director dessa
associaQiio na parochia d) Poco da Panella.
Transporte 1:87.1? )D0
Dr. Antonio de Menezes Vasconcallos
de Druoimond
Teaente-coronel Vicente Alves de Aguiar
Major Luiz Augusio del u Ciatra
Dr. Antonio Gjugalves Ferreira
Francisco Manoel da Silva
hid.) o Bastos de Olivsira
Sebastiao Lopes Guimaraes
Joamim Aurelio Wanderley
Dr. Francisco da Cunha Castello-Braao
Dr. Jxe Joa iuim Alves de Albuquerque
Joio Walfrido de Meleiros
Dr. Ambrosi) Machado da Curha Ca-
valcante
D.
D. Anna Isabel Itamos da Co*la.
D. Almiuda de Brito Sa Pereira.
D. Anna Aeeioli Lius >hJ Gar mo.
D. Alexandrina de Magilnies Leal Seve.
D. Ann i C-ndidada Cista Ferreira.
Uirono/a do Livramento.
Baroneza de Aracagy.
B ironeza de Amaragy.
D. Carolina da Silveira Lins.
D. Candida Maria Gomes de Carvalho.
I). Candida de Moraes Raw Barros.
D. Clementina Theodora Goncalves- da Silva.
D. Carl ta de Siqueira Barros Barreto.
D. Clementina da Silva Pinto.
D. Eugenia Leopoldiaa Lobo Moscoso.
D. Eugenia FrancUca da Cosla Mendes.
D. Emilia Fiok Pinto.
D: Ernestina Bostelman.
0. Em'lia de Moraes Gomes Ferreira.
D. Elysa Maria Carneiro Campallo.
D. Felippa-Maraohai de Oliveira Andraie.
D. Fraocisca Carolina Ponies Tasso.
D. Frederica Oettli.
D. Fr'aneisca Ilalina Carneiro Caiopello.
D. Genoveva Baptisla da Silva.
D. Isabel de Maga twos Gomes.Leal.
D. Joanna Alves Barbosa.
D. Joaquina de Gusmao Araujo.
D. Mananua Loyo de Amorim.
L). M.irianna Baltar da Silva Loyo.
D. Maria America Pinto Leila da Silva N Jgueira.
D. Maria Luiza Ferreira Maia.
D. Maria Arcnauja Cavalcante de JttHHM
D. Maria Laiza G >u D. Maria Carlula Viauna Maciel.
D. Olindma Carneiro da Cuaha.
D. Rosa Candida Neves do Rego.
D. I Irsulina de Oliveira.
D. Zilia Sophia Carneiro de Lucena.
Exraa. esposa do Sr. tenente coronet Bel mi no da
S. Lids.
Exma esp.isa do capitao Jose Gaetano de Albu-
querque.
Exma. espusa do Sr. Brown Thomson.
I iry do Recife.Comparecentes hontem,
40 Srs. juizes do facto, foi sorteado o conselho (Jj
senleorca e s-ibmef.ido a julgamento o. reo Einygdio
Manost dos Smtos, pronunciado no art. 201do no-
digo criminal.
Occuparam-se : da accusagao o dontor ftgundo
promolor publico e da defeza, o dou tor advogado
dos presos pobres.
Em virtude da deicisiio do jury, foionco con-
demoado a 6 raezos elSdiasde prisaa e malta
correspondente a metade do tempo.
IiiMtitulo Arclieolojcieo e i-co^ra
liliico. -lieuuio-.-e liontcm, sob a presidencia do
Exm. coaselhciro minsenhor Muniz Tavares e com
assistencia dos Drs. Aprlgio Guimaraes, Soaxes
iraniao, Gervasio Caiipell), Soarek de Azevedo,
Jacintho.de Sampaio, Atfonso de Albuquerque, e
do* Srs. Torres IJaudeira, Floriano de Brito, Au-
gasto Cesar e major Codeceira.
E' Ii Ja e approvada a acta da anteccdeate.
0 Sr. socretario perpetuo menciona o seguinte
expedieate:
mp.Offlcio do Ex u. Sr. presidenje da provincia,
c jav; lui! i o Instituto a se fazer reprejeatar no
oiOOJ
5|0 0
mo
kooo
55O00
oSOOH
o'S'J.lO
oS KK)
5000
10001
1:93680 0
iri-.ti(m> .Uedico I'ci'iiani'mcaiii)
No dia 2 do corrente, reunidos os Srs. Drs. Sa
Pereira, Chacon, Santos Mello, Cysneiro, Santa R>
sa, Ermiro, Malajuias, Beltrao, TristJo, Ramose
Estevao, foi aberla a sessao.
0 Institiito, depois de. approvada a acla antece-
dents e lido seu cxpediente, marcju delinitivamen
to a terceira domiaga do inez le outubro para 'saa
inslillacao solemne.
Passando a ordem do dia, tratou ainla da hist i-
ria clinica to nadapelo Dr. Este van que fijju adia-
da pela h.ira, e com a palavra o'w. Estejao, e
sobre cuja materia fallou tambem o Dr. M.-.I i-
quias.
Depois occupou-se o Iustituto com o regincnto
interno, ao qual os Drs. ,Si Pereira e Chacon apre-
seat .ram varies artigo) additivos que com o mes-
mo projecto foram remettiJos a eommissao, qae
os coijfeccioiiou para dar o seu parecer.
0 inslilut) abno sua sessao as 7 e meia, e en-
eerrou as 10 1/4, marcando para a ordem dia as
me-mas materias.
Que aelTugens 0 Diario le S. Seb istiu)
da a seguinte noticia de uma nova pena inllingida
pelos carlBta a diversas pessoas. Eis c.imo ella
foi applisida em Tolosa a ires fracas mulneres :
No dia 2i de jultio uma turba estupidae Sel-
vagem agitiva ae pelas ruas de To'osa, correndo
de um lad) para oulro, como ancjosa por presen
ciar uma festa. Dizia se que tres espias negras
iam ser empluraalas
t A noticia c irria de bocca em bpeca, e aqael-
les vandalos, a quern fanamos muito favor se os
collocassemos ao ni el dos setvagens do interior
da Africa, riam de cootsntamen'.o e esperavam
impacientes o momento de ver comecada a (esta.
a Por fun, ao meio dia, uma immansa muliidad
acudia ao pont i por onto devii passar a inquisi
lorial procfsslb.
t Uns iaptosm_altra'ilhos, sem armas, pobre e
sujamente uniforinisados, rompiam a marcha pre
cedidos de am* lur-b i de rapates. Atraz d'elles
caminhavam.as tres dejgratadas victimas, em um
estado que causiva horror. \ iis d i ciuii para
cima, com os cabellos corjalos, jara-n'as untand >
de mel e cobriudo as comoleta nente de pennas.
Pareciam mais ires monstros qu; seres hu-
manos.
Montadas em burros e com pandcires nas
maos, quo para maior escjrneo as obrigavam a
locar, catninhavam as infelizes cnl.rebayonetas ni
meio d'aduella procisao,recabphi.) os jnsaltos e
6s doestos de uma caflla estupida efanatisada, que
se.agglomcrava pelas ruas, a sua passagem, en
grossando depois a comitiva.
a Ao lado ia um pregoeiro, encarregado do ler
pin cada cantio a condemnacao infamitoria, e
atraz seguia. um tambor tocanlo.
Na passagam do cortej >, alguns des mais au-
dazes e dopravados dirigi .m as pobres mulheres
grays estnpiJas e pesadas que mais rjgraentavara
a mofa e o escarnco
a Terminada a ceremonia, e quando as victimas
expiatorias julgavam terminado aquelle martyrio,
nma turba de fanaticos gritava etpmquem n'a
fuzilemn'a. A' ppito Toram mellidas u'um carro
e eonduiidas entre bayonetas ate as immediaQoes
de Victoria, onde^chegarara n'tim eslalo qae bem
pdde imaginar-se.D
Craiiiie lacendio.No dia 9 de julho,
pelas 7 horas do tarde, cahio um .raio nos depo-
sifos da reflnacio de pretoleo, siluada em Wee-
hawken ( Nova Jersey ) nos arredorcs de Nova-
York.
Os depositos continham 15,000 barris de pe-
troleo, e a explosio foi espantosa ; o telbado voou
em pedacos, desappaTecendo completamente n'nm
oceano de chammas o predio.
. Na fabrica havia aindaj outros depositos com
125,000 barris de pret-ITep. Apezar de todos os
esforgos nddaso pole safvar.
0 incendio apresentava am aspecto grandioso e
illuminava o horisonte a nma dislaneia prodi-
gio'a.
Nao ha felizmenle a deplorar senao perdas
materiaes ealculadas em 750, apenas 100,000 teem de ser pago.s pelo seguro.
aeto da collocaci.o da primuira Ipe.dra do asjlo de Em consoqoencia d'este sinistro ficiram desempre-
alienados, qua ier i lugar no dia 8 do corrente pe-1 gajos 400 operarios.
las 4 noras da tarie na silio Tamarineira. K^tatiMtiea ^cjat^MUt.Ileiere uma to-
0 $e. prosideate eonvlja(efo geral aos socios^pa- lha franeeza que ba cyn ?^nfa 8,160:000 turn is -
ra assis'.irera a esse aclo, nomeia para em'com- tas. 0 coa kil'rgramtnas e 98 grammas por aBno. De 15 fa-
mis'.as, 8 futnun caci.imb >, 5 charot) e 2 ci
garro
0 consumo total de eigarro em toda a Fraa-
51 & c.ilculado em 294 milhares do milhSes sen-
do H03 milboes por dia,,33 milh5;s por hira,
miao representaram 6 Instituto os Sr. Dr. A*jri
gio, C .rreia de Brito e Codeceira.
,
*e dlsse-se :
o que eu qaize-
'""n""" "di no artigo, quel
Fica aotorMMOO presjlentoa tnan-|
A area e os barraeoaa serSo illominado? a ga
duraute a noite, tscando siinuitaue*mente quatro
band is d musica aviitar.
Grandemaote coocrre para dar realce a toda
eaaj fosta a betleza lut-val do local, capaz por si sd
de fazer a* delicias dos oJuos o d'aima dos qua nao
Oqiru do secretarjo 4a presidencia, offertando
de jrdem do S. Exc. p Sr. presidente da proyincia,
a ob-a Jtrwuem da ippnsetwqr Pinto do Campos
E' reeebida ,* offerta coin especial agrado.
Oulro, da ines;a da sociedade Greqiio Lilterario, 559.000 por minuto e 9,323 por segundo.
c mvidando o Iiuiuu;o para aasbtir a festa de su, Emlim todos os c garros postos uns adiante dos
in.-tailacio oo dia 8" do corrente.0 Sr. presidente outros, daria.ni um? axtensao de 2 milbpes e
oomeiapara repr.wp?Uir o.Iastituio aessa solera- 57,030 kilometros, isto e, {(li vezes a volta da
nidAde,iua dwnmusfe) c<>mposta dos Srs. Drs. tecra.
A.irij anav.-Refere o Dwu,be, jprna.1 aus-
0 Sr. Dr. Affmso de .rtjwuquerque, oblendo a tria:o, queo Oftsor, periodicti de AgraDa,i>imo'u o
pal ivra scu'-ntillca do Ioaitiiio que o Sr. Dr. Paula costume, de ba tompos a &>la parte, de fazer flgu-
Salej, por d.mnt-', deix,ira d^ eomparecer. rarnasljslas aecro.logi.cas, ao lado do norne do
0 inuamo senhor secretario perp^up da conta defuato, o do medico qua o tratou doranie a ui-
das seguiotes offer las: tima d'enca.
Vano- quuiHros do Diario de.Peiuambuco. ;ielj Meauaieato ao mnique^danouro.
a qae estivesse consignado atmi no artigd, quej tem de todo apagado o stsaimento esthetico'. [conjocio Dr Figueiroi; algana oiia?effos da\P?t> AaunicipalaJado'da H.'vana votoa em!"sessao
Tudo promeite tornar vetfadeiramenl? brilbanteipi'acia, Nap'to e Apostoh, pelas respectiva? relac-" sxtraorJinarta a sornrna do. 5;iioo p^Qi destiaa-
jojiu A> Cisiiw he>pauii ii,j-t uicsma povoasaa,
Jecidio tambem abjrir u iia suoscrigQio pooular^
Cuja qu)ta maxima uao exeeda d^ 1 peso com o
fin de contribuir para a ereccio do mesmo monu'-
mento
lioterla. A que se acba a ven la e a 115*
a benefl'cio da igreja do Bspirilo Santo, a qual
orre no dia >. s
Casa de deiaacao.Movimeato da ca?a
le detencao do dia S de setembro de 1874.
Existiam presos 332, eatrar.uu "G, sahirara 5,
sxistem 353.
A saber :
Nacionaes 279, mulheres 7, astraageiroa 23,
scravos 38, eseravas 6. Total 333.
Alnnentados a coata dos cofres publicos 274.
Movimento da eufermaria no dia 2 de setembro
de 1874.
Tiveram baixa :
Fortunato Jose de Lima, bronchile.
Manoel Francisco dos Santos, febre.
Ceualterio publico. Obituario do dia 1
le setembro de 1874.
Alberto, branco, Pernambuco, 53 dias, S. Jose ;
hepatite.
Pedro Jos6, pardo, Alayoas, 20 annos, solteiro,
Boa Vista ; bypetrophia do coracao.
Luiza, preta, Pernambuco, 64 annos, solteira,
Sauto Antonio ; febre typhica.
Recemnascido M.noei, pard", Pernambuco, Boa
Vista ; coavulsdes.
J ise, pardo, Pernambuco, 6 mezes, (Jraca ; con
vulsoes.
Manoel Felix dos Santos, preto, Pernambuco, 25
annos. solleiro, Boa Vista; tuberculos pulmo-
nares.
HUi)xNICA JliUICiASliA
SESSAO ESPECIAL EM 3 DE SEi'EHURO DE
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Sevetario Dr. Vugilio Coelho.
As 10 horas da manha, preseotes "os Srs: des
enibargadores It -is e Silva, Almeida Albuquerque
e Souza Leio, abrio se a sessao.
0 Exm. Sr. conselneiro presidente fez o relato-
rio dos seguintes aggravos de pelieio :
N. 47. Aggravanles Alfredo Jt Barbosa Irmaos,
aggravado o juiz do comraereio. Juizes os Srs.
desemb irgadores Reis e Silva e Souza Leao.De-
ram provimeuto.
N. 50.Aggravanles Adolpho Marques dos Saa-
tos e outro, aggravado Englis Banlcs of Rio de Ja-
neiro limited. Juizes os Srs. desembargadores Al
meida Albuquerque e Souta Leao. Ficon adiado
Aggravanle bacharel DioJoro Uipiano Coelho
CaUnho, aggravados herdeiros de David Wlliam
Bowman. Juizes os Srs. desembargadores Souza
Leao e Almeida Albuquerque. Negou-se provi-
meuto.
Encerrou-se a sessao a 1 hora c 1 quarto.
Tribunal do cosaiuerciu.
ACTA DA SESSAO DE 31 DE AG03T0 DE
1874.
MWMW> DO BXU. SR. CO.NSELHEIRO ANSKLMC
raaitcaea pbrrtti.
A's IB horas da manna, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinio Bastos, Lopes Maoha-
dp e Alves Guerra, faltando com parlicipacAo es-
cripta o Sr. supplente Sa Lei tao, S. Exc. o Sr.
couselheiro presidente abrio a sessao.
-Lida, foi depois approvada a acla da sessao pre-
cedonte.
BXPEDIB.NTE.
Qfflcios:
Oo secretario do tribunal do commercio da ca-
pital do im perio, em resposta ao deste tribunal de
3 io corrente. Remelteu-se para o archivo.
Dj prcsideuto e secretarh da junta dos
correwres, rein .-Kendo o boletim das cotacjoes olB-
ciaes da semaaa de 24 a 29 do corrente. Mau
dou-se archivar.
DKSPACIIOS.
Bequoriraentos :
De Igoacio Bezerra Pessoa, padin eia do livro diario que ser no a lirma Bezerra Ir-
maos. -Na forma requerida.
De It is'oiuul j Pereira de Siqueira, pediudo bai-
xa ein a nomoagao de seu ex caixeiro Dynizio Fru-
mecio de Farias.Deferido.
De Fernandes Silva & (1, tambem para dar-se
baixa em a uomeacio de I ler mi no Clarencio Pon-
tual a Arthur Estanislao da Costa.Como pedem.
De MarcjIiiio Goncalves de Macedo, solicitando
certidao da nomeacio de caixeiro que Ihe deram
Mello & Macedo. -De se Ine.
De Autonio Felix Pereira Junior, reqaerendo
certi lao da uorneaeio de seu caixeiro.Na forma
pedida.
De Antonio Seraphim da Silva, para certiiicar-se-
Ihe a noineaca) de seus caixeiros, Francisco Cyria-
co, Oiympio.Seraphim da Silva e Antonio do Carrao
Seraphim da Silva. -Passe-, a certidao reque-
rida.
De Machado \ Baptista, successores de Saraiva
& Machado, para certi.icar-se se Hu in > Celestino
de Souza 6 ou nao caixeirj da flrma que os sup-
plicantes saccederam. Sim.
De Piulo Guelphe, para dar-se certidao do theor
da. u imoaeaa de seu caixeiro, Francisco Damazio
dos Santos.Como requer.
De Jose de Almeida & C, impetrando certidao
do nomo deseu caixeiro, idade, estado, qualidade,
naturalidado e ordenad). Dd-se-lhe a certidao
pedida.
De Sibin i Jos6 de Almeida, para certilicar-se o
theor da noineagao de seu caixeiro, Augusto Car
los de Miranda Henrique, e registrar-se a n mea
cao de Antonio lUymundo Paes de Lima Junior.
Como requer.
Da companhia peruambneana de navegaca>
costeira por vapor, apresontando a registro a no-
meacao de seus caixeiros.Deferido.
Da Paulo Guelpb-*, subme^lenao a registro a no-
meacao de seus caixeiros Beiisano Pern.mbuco e
Pedro Lueio Rodrigues.Seja regislrada.
De Jc=e Maria Palmeira, trazendo para regis
trar-sc a nooeacao de Lucio di Silva Antunes, li-
cando sem effdito a anterior nente regislrada.
Atiendido.
De Joio Thomaz do Aqaiao & C, offerecendo a
regi.itro a aomeacao do Joainim Servulo Ferreira.
Registre-se.
De Jos6 Fortunato dos S.mtos Porto, admittiudo
a registro a nomeaeao junta de sens caixeiros.
Na forma requerida.
De iydronio Silvauo Nunes Setlc, sujeitando a
registro a nomeaeao de seu caixeiro, Joio Julito
dos Santos. -Proceda-seao regiftto pretendido.
De Joaquim Teixeira Bastos. oeJuido o registro
da nomeaeao de seu caixeiro FraocJaca Goroelio
Bezerra.FaQa-se o registro pedido.
De Maria Lrnestma Castro Azeved), para pro-
coder se ao registro da nomeaeao de seu caixeiro,
Umbelino Gomes De Fernandes Silva & C, pa, a eilectuar se jo
registro da aoraeacao de seu caixeiro, Anionio
Cypriano Maiaada.Elleclue-se o registro -qae re-
querem os supplicantcs.
De Demetrfo Bastos, requer -a I > o registro da
nomeaeao de seus caixeiros.Em consequencia
do i;n,ieli ii'-ulo do Sr. secretario Olinio Bastos, e
ter as in ficado mcompleto o tribunal, nao se lo-
in ou conhecimento da presentc peticao.
De Manoel Joaquim Pereira Junior, soacilando
a registro da escriptura aateaupcial. celebrada por
occastao do seu easamealo com Jja^uina Brigida
Moroira.-^Rej;istre-se eaablique-se.
De Manoel Pinto Alexandre e M..uo : Luiz Sal
gado, pedindo o registro de aeu coa'.rato social.
Vista ao Sr. desembardor fisoal.
COM O PARECER t'ISCAL.
De Jose Joaqnim da Cunha e Guilherme Jose da
Sauza, registro do seu distralo. Na f.ruia do pa-l
recer flscal.
De Igoacio Bezerra Pessoa e Joaquim Bezerra
Pessoa, regi-tro do seu distrato Regisiro-se nos
tenuos do decreto n. 4,394.
De Francisco de Lima Coutiabo, Narcizo Josd
Monteiro e Manoel Alves Correa, registro do sea
cant raio.Proceda sa ao registro de oonforraida-
da com o decreto n 4,394.
0 tribunal resolve a que no impedimento do
presidente fuaccione como tal j secretario, se
gundo tem acoutecido na o>rle.
Nada mais bavendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conseUieiro presidente eucerrou a sessao as II
1(2 horas.
Cvinsegui to por em rplevo nio as" euormidades rf-
gdlainent.ires 1> actual prestdente da provincia,
mas certaiaente a sua propriactaisa'ignorancia on
mj fd,
Pela dispusicio do art. 61 do regulamento, diz o
aiticulista, lea o Sr. Pereira de Lucena effeito
retroactive ao seu regulamento ; o quo nega a
coosiiiuici e as proprias lets.
Deixandi de parte a rediccio de tal period),
pela qual se deveria cncluir que a constituicao e
as leis negim a facto, que o articulista pretende
provar, de ler o presidente iado effeito retroacti-
vo ao regulamento, diremos que tal retroactivida-
de nao existe.
0 capitolo 5 do regulamento iascreve-se J5a
arrecad'iquo e fiscalisafao da taxa de herancas e
ttgad's >, e nos artigos desse capilulo foram esta-
belecidos os preceitos, qae nessa arrecadacao e
flscalisacao deveriam ser observados; pelo que o
art. 61 deterrainand) que o disposto nos ariigos
antecedentes fosse exteasivo a todas as arrecada-
coes e inventarios actualmente pen denies, em que
nouver divida de taxa de heranca e legados, e nij
estlverem jnlgados por sentenea na epoca da pn-
bhcacao do regulamento, nao fez oulra cousa se-
nao determinar que a arrecadacao e fiscalitacio
se lizesse, segundo a forma e o inodo prescript
no regulamento, que passava a vigorar.
Do que dispoa aquelle ari|go eombinade com os
ariigos antecedente-, se ve claramenle que naose
da a retroactivi lade, que suppoe o articulista.
.Sas diligencias que, para a arrecadario da taxa
devida [tor forca da lei em vigor, ao lempfl da
morte do inventariado, f-nham de ser feilas nos
inventarios ainda nao concluidos, 6 cla-o quo se
deve proceder do cunfoniidade com as disposi;ocs
que para garanlia dos direitosda ffizenda passir.in
a vigorar.
0 regulamento, assim determinanJo no an. 0!,
quiz'evitar que se continuasse a observar quaato
ao raodode effecluar-se a arrecadacao e flscalisa-
cao do imposto preceitos outros, que nao os qae
ficavam a ter vigor com a sua publicacio, do qae
certamente nao resulta retroactividade alguma, e
menos pre;uizo para os herdeiros ou lejata-io?.
qae, seja qual.fur epoca em qae se eff:ctue a
airecada;ao, pagaran a taxa marcarla ua lei em
vigor ao tempo da morte do inventariado, taaa que
o regul imento nio pode alterar e nem aileron.
Tao pouco da disposicao do art 61 pode resuliar
a interven<;aa do hSeo n is inventarios em que em-
bora nio concluidos antes da sua publicacio, nio
baja divida de taxa, em vista da lei que vigorava
ao tempo da morte do inventariad >; pois que bem
expressamenle o artigo se refers aos inventarios
em e houver ilivi-l i de taxa.
_ Nio ten lo, portant >, o menor cabimento a qnes-
lioda retroactividade do lei, perden o articulista
da Provincia o seu Istim.
Todos os regolamcnlos, qne atle. m a form.i on
proce'so para a arrecadacao de impostos, cuntem
igual disposijau; e esta e essencial para a nn>-
formida.li! neuessnila ao flin a qne se propOcm
taes regulamento?.
Quando mesmo a censura prccedesse, duvia ro-
cair com pesar do anic-.alista, sobre dous dos esta-
di-'.as mais notaveis e iilu-ira lo. que o paiz tem
possuido, os llnados marquez de Abrantes e barae
de Urugnavana, qae consignaram, aqneile no art.
9 do regulamento de 2H de abril de 1842 e e>te d*
art. 27 d.) regolamento de 15 de dezembro de
1860 pelas n.esmas palavra-, sem qae alg tem on-
sasse os censurar essa mesma disposicao qae >
Exm. Sr. presidente consignou no art. 61.
Muitas oulra< eeasiderapoes poleriaraos effere-
eer, para mostrar ao articulista a improeedencta
de uma tal censura senao estivessemns conrictos
de que argumenta de ma fe.
Ouiro defeito nMado no regulamento r ns.st*,
diz o articulista, nadisparatada coutradicr/m entre
as disposicoes do art. 12 e art. 34.
Essa contradieeao, pwem, so e enconirada na
mente disparatada do artiolisla.
Dispond) o art. 12, que o valur dos beas para
pagamento da taxa sera o do tempo em que o im-
postose tornar exigivel, nao tratou certamente de
estabclecer a epoca em qoe a fazenda comeca a
ter direito ao taposto, cm) pensa o articulista ;
mas sim tratoa de determinar que o valor do*
bens, seguodo o quai deve se pagar a taxa, sera
aquelle que osb"ns liverem ao tempo em que cai-
bam a fazenda o direito de exigir o pagamento >le
imposto.
Podendo em seguida a morte do testado oa in-
lestadr. e ao iniciar-se a respctivo ioventario su^
citar-se qiesldes em relar-to a validade do tesla-
mcul", iiu lid.ide de legados, direito a heranc.i, re-
couhecimento de herdeiros e oulra* aue por aaa
natoreza demoram a Ounclusao no invanUrio e da >
algamas vezes em resulta-1 > nao ter a fazenda r-
reito ,i taxa. cujo pac.'neiilo so p .r meio de n-
ventario e depois de feila a parlillia oa calcui' .
se nao estiver liquilo. pode ser exi|iido pela iazer. -
da, e clarc que o art. 12 naose pede referi saai I
a epoca, em qne se precede a avalia^ao d i> I
para calcalar-se a UtM que ihe deve ser paga.
Assim a dispi-icaona art. 12 esta de perfeiu
accordo coin a do art. 34.
Oart. 12 presappS; iniciado e conclaido o in-
ventario nitermi legal, e o art. 34 pre ine a hy-
potheso le nao ter tide e-te feito ao tempo deviao
e para evitar as ddBcudad s e duvidas sjaaaa-
verian para conheeer-se o vAtt qae os bens t-
nti ni ;n t-'inpo da m -i i d testado ou int'til
foi qoe determinou, i icontbstaveimeote cm esp
rito do justigi, que n aogmento ou perda do valo-,
que liverem os bens desde a morte do mveuU-
riado ate a epoca d > pagamento do imposto, qa?
6 a da paililha, cujo julgimeuo depende de-e
pagamento, sera em favor ou eu projuizo di fa-
zenda
A dispjsicao, quo obriga?se algaem, qae c.n-.
derado herdeiro ou lagitafin de um bam, so vk?--
se entrar n i posse delie qu .nd i este nao lives-e
mais valor, ao pagamento da taxa, nao em r-U-
cao ao valor do bem qua re^imrile receb^u, mi
em relai; 11 ao que livesse tido ao tempo da m >r e
do testador, seria certam'jnle iniqua e digni da
censura.
Com is dispo-ieSes cintihs aesses doas ar' -
gos nad.i innovou o presideote da provincia
0 art 3t c intern a mesai lisposicio do art. 21
do regulamonto de 15 de d.-zo nbro do 1450, e o
art 12 a do art. 12 do reguiamenlo d. 5581 de
28 de raaroo de 1874, qu para tornar bem sa
liente o accordo qua existo ent.-o a sua disrjo-i;. i
e a do art. 23 do regulamento de I8UO, f .z a atle
a devida referenda.
Sao, como estas, todas as cen-uras qae o arc -
culist i da Provincia irapensadamente tem fe.lo 11
regola-aento.
Madiiia.
Tu lo so inverte, as innovagoes formi-
ga.m.
Patavras, e alera deilas naila, a npo ear
as desastradas preteucoVs shsolutistas ilo
meia rjuzia de velhos corrom,>irJos e de m- -
uiuos pretonciosos e ostultos, quo consti-
tumo hiijo (1867) a flor offi-i*! do paiz
Os homens de conscienoia devera ter nor
seu primeiro empetilio acautelar o pov.i
contra as trai<;oes oratories, contra as anna-
ililbas de palavras, to n qu,i os hataea*
desta triste silua^ao (os liberaes t) prwoa-
racn as ruinas do paiz.
Os saltimbancos, os salteaJores da liols.i
a da vida to paizaBresentara a pistola, e il-
ludent os viaadantes com jogos de palarras.
Marco Antonio nao inlri^a.
Diz tu.lo ao povo para raelhor scrvil-o.
S6 a pubiiciJade da todas as miseries p-.:-
de curar as n->ssas chagas.
Quam taldissera, Pernambuco, patria de
Nunes Machado I
0 paiz, que va. ouviado a diseussao das
Inauditas miserias e obardias policiae*. e
juhjue.
A meutira e leva Ja a iiia ultima poten-
cia.....
Quo riam e folgm>m os ttihos degeaara-
dos Jestn terra : o dia hadachegar......
Marco Ant -nio dnpua a ponna fatigado da
indig-HAcao e da desprcso, para que a poli-
cia nao u-mande esoor (1867.)
Marco A'Uouio,onoDr. Aprigio Justmim-
no da 5Wsm-Gmtmimet III....
mmmm-mmemmmamSBBammmaamm
PVATino ( ovs.;n4 i .utt >CUCAfinr;t $ PfSl^C
RECIFE, 4 DE SETEMBRO QE 1874.
0 ar;ieu|ista da Provincia, que loraou a seu #lea para aaedieiaal ale sasia*
cargo dera-iastrar os defeitos do re.iulameBt) para] bacaihan. He I4nniiiadk Kei
arrecadagao di taxa de herancas e legados e a! Nocar^tivodas enfarmidads da qoal^ ier que
inepcia, ignorancia e incapacida-!-? administrativa'seja a saa natareza, quasi todo d*pende d u agen-
/
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IMfcriafcSwftaAttoCr Sexta fe*m 4-dfr Sefeldi *fc IT-
I
*
-*
lea meJiainajs
dos pulni
te caradas
de bacal
mara ass
Pregunte-se no3 hospitaej, _
flue teem U4d*dea!m9ra*a'Hi0s*;e. superior pre
paracao, q raapwieit-viM hap, sec a pnra verdade.
Naohapois egoiww em. pro;!amal-), porque o
ageate caralivo from dom da oatnreza. Tudo o
({tie Liamaa^ Kwnp, so fazem 6 apresanlal-o au
pifb!i:o u urn estado tie daborada perfeicao e pn-
reia, tal quaj se axtrahe dos ligadoj tirados Jj pei-
xe o mais fresed e-sfo, eilebaito d'nma forin*
o,ae desafivas vicissitudes dos climas. Daqui po-
*" qtip proveui a sua extraordioiria repula.ao como
-Qtidoto, pos casos de phijsica, febre pulmonar, an-
ginas agu dor das* cosiai, e deb'tiflad1?, awmpadhsl;i de
grande emaciaeSo.
doce,
CuMAjfcBCKL
JUNTA DOS J.'OUHETORES
Pra$a lo Recife, S de oleiubra
d I -i3 I.
Gambia
AS i UOIA8 DA TARDK.
cota^oe* ornri.iBS
r^ national Ipojucti
I ttatljea eom 123
' Jit* eonfi 102 diloij
raeatj, no Mate naeiowl Maria
Amelia, carregoa : Souia Jun .ueira A C. 10 barJ
ricas com 533 kilos do, *upqi] refiojado.
Pa Mg9C^, tV)i barcaca.fl?acAue/fo. carre^
goa : A. s: Campoi 't salica com *> kilos de
e 1 barril com f60 JUro.i da aguardente.
t Para HtMaorp, na.barc&c.ai;jrtfta dot Anjos,
carregoa : J. C. Fijrueira .2 volumes eom 60 kilos
de doce.
1 -w Mc-ssore, isbaraaca Joao. ItoMe, carre*
gou ; D. Games & C. 2 barricas.cem 130 kilos de
assucar. bianco.
Para Alagoas, na barca$a Garibaldej c.irre
goa : Vilente & Irmto 8 barricas com 161 kilos
de assucar refioado.
Para Alagoas aa barcaca Laura,, caredgou '
._ i- Lopes Teixeiru 1 barxica. com 65 kilos da
assac*r re__-?-
CaPATAZIA DA *T>AN!iBGA
tlandimeiHo o> di I a i 2:0794831
daa' do di 3
?03a383
2:7834213'
I No Hit I ft S
isubte Lead*** a 10 fyY. Hi ir4d. por-' No dia -3
14000. rYwnaira pom
Cambio sobre o.Ri'o do Janeiro' a IS d|v. 3jl iegonda pom
VOLUM89.SAHfl)OS
0|O de dasconto, hontetn.
esconto de letras 10I&0 -a a anno, frontem.
ii. de Vasconceiios
President*.
A P.ie Lemos,
Secretano.
rarcelra, porti: .
TifplcW Ccncti^aP'
1,933
HnufDMA
RoiJiraaato to M 1 a 2 .
a*m do a"ii 3.....
78:478*818
H' 354*1*2
97.130*1
3^)98
P*r*jr 8obre d aAMtfo, ca&jfeciA-
do pASX, e os S^s,, F^R,i8ftHPWiCji).j
CeSTft "WfcHOS.
Maranhi^j Sobre oiSr. iost fbr-
REIRA DA SldkitV^i.. J I
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & Cd
Rl de Janeiro. Sobre o.iancp
INDUSTRIAL E MBRCANT1L, BAHOO NACIONAt e
BANQUB BnASILIRHNETRANfiAI^l
Banco do Mmho.
Joaijuim Jose GonQalves Beltrao & Pilho sacam
por lodos o<( vapores aoore :
Evora. MetMto.
FaJ.
Faro.
Ouarta.
Leifft.
UsJftv
BafeKos.
wmSS'ift.
Penaflel
N. <0. Tibaj
NiAMf>me3i|o, t
co folio ari^adadA por
Anaaia.
AgtrMa.
Aveiro.
Bc|a.
Gftaves.
Elvai.
Amarante.
Guimarae?.
Covilhl. '
Melgaco.
Portalepre.
Arces is Thl ret
Celorieo de Bid"
CaminbA.
Hangaalde.
Ponte do Lirni
Povoa de LaohooAi
ovar.
Porto.
Tt'rM.
Figoeira.
Lamego.
I Eslarreja.
Valenca.
Villa Bea!.
GabMarMde Bastoi
ttkSWlJo-Bianco.
OkVefra 6V''JteeflMfs:
Povo* to VartiJn.
VlatKKdO Castello.
E
SERVl^ MAJUTIMO
4i>afengs dascarregaJa? no trapicbe da
ilfanJW:
Nodiaia2 .....
So dia 3.......
io tr*pioh Oobcai^ao-. .
Dajcarrecam Qoje 4 do s-Membra de 187V
Walhaboie americano Frank floworrf-variosge-
neros para deposito no trapiche alfaode-
gado Barao do Livramento, e generos
iuflammaveis aara deposito no trapiche
alfandeuado Vieira
Patacho allemao Tiger (atracado) mercadoria*
para alfandega.
Barca ingleza tuzilier carvio ja daspacliado
para o caes do Apollo.
Imports p*#.
Hiata americano Frank Howard, eatrado de New
York en 29 do paado e cou-ignado a Henry
frVrster i C, mauifestou :
Agua r.iz 50 caixas.
Banha 99 barris: Biseoutos VOcaixas.
IO0 barricas.
Cba 11 caixas.
Farinha de trigo 790'ltarricas, farioha de arroz
I caixa. Ferro de engorasr ar 5'J caixas.
Kerosene 400 caixas.
Maizena 2iH) caixas.
Oitras 40 ca xas.
Peitos pira camisas 10 caixas.
Salmon 24 barris.
i Sboas de pmho 074.
V.issouras 100 feixes, tudj ;t ordem.
IIKCEBKDOIUA OB RBNDAS IM't KNAS GK-
RAES DE PF.RNAMBUCC
iandiuie&o do dia i a 2 1:5664310
dam do dia 3 1:796*0*8
Vill.{*vade Poftwaa* Vill*-t\ova.de.Kaoaaiicao.
ViUa.do CuBfte.
Vnm ilfca.
Madeira^ S: Mtgae*-, Faial e Tawoira
MilFKIfflfl 6
citfa-l(igo
3:3624338
OtNSULAilO PHOVINGlAi.
Kondiaaoato do dia 1 a 2 .
idem do dia 3 .
4:791*63)
2:8154700
Breu
ofi
A 2 DE
Liverpool,
eom 8,830
DE^PAGHOS DE EXPOKTACAO NO
SETEMBRO DE 1874.
Para os portos do interior.
No brigue iaglez Grile, ion, para
crregoa : J. P. dos Reis 1.00 saccas
k'!os de algodio.
No vagor francez Hernj IV, para Lisboa,
r..regoa: (Wveira Prlhos VC"62 saccs com
4 5S9 kilos de algodao.
No brigue portuguez Triumpho, para o Por-
to, carregon : II. de Castro Soares 42 garra(3es
com 672 litros de aguarden'.a
No brigue pirtugaez Soco Paquele, para o
Bio da Praia, c*rregou Anurim lr.n.V.s 4 G. 60
lirricas com 6,343 kilos de assucar branco.
No navio portuguez Christina, vm o Rio da
Praia, carregou : J. J. G. Behrlo & Filho 300 bar-
ricas com 30,586 kilos de assucar branco e 100
ditos com 12,149 dilos de dilo mascavado.
fara os portos ao exterior.
Para o Rio Grande do Snl, no patacho na-
i mal Francotin, carregon : Amorim Irmaos &
''.., 20 barricas eom 2,244 kilos d* assucar bianco.
Para o Rio Graada do Snl, no palacho na-
oional Principe, carregou : A. da Costa Moreira
2 caixas com 200 kilos d; doce.
Para o Rio de* Janeiro, no vapor nacional
Ji-ihia, carregou : P. Viann i & C. 1 caixa com
.-panadores.
RECIFE DRAINAGE
Reniiimenlo do- dra 1 a 2 .
Idemda dai'2 -.....
7:6074333
3:1634340
3:64745981
6 104938
A.GENCI.4S' PROVINCIAES
Liquidos espiritHosos.
into do dia 1 5874124
ItJamdadw* 6504212
Bacalhao, etc.
Rendttaento do dia 1 204600
Hem do dia 2 414200
Genero3
Rendimento de dia I
Idem, do dia 2
de estiva.
2854299
83*240
Farioha de iriizo, etc.
Rendimento do dia I ffloJIOO
Idem do dia 2 4
Fumo, etc.
Rendimento do dia 1 106403k
Idem do dia 2 4
Vinagro, etc.
Rendimento do dia 1 434606
Idem do dia 2 334650
1:2374336
614800
3704539
3234100
1064038
774256
2:378*069
Thesonro povincial de Pernamuco, 3 de setem
bro de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
r.vBELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DB'PERNAMBl'CO DO MEZ DE AGOSTO DE 1874
DO CORRENTE ANNO FLNANCErRO, QOMPARADO COM 0 DE IGUAES MEZES DOS
DOl'S ANNOS ILTIMOS.
hnportarao
Direitos de eonaunio....... .............
Oito de augmento dc 40 "/, 14 /. e 28 0/q.
Dito de dito dc 3) /a, 25 0/o i 21 0/o.......
Dito de dito de 35 %....................
Ditos addicionaes de 5 %.................
Kxpediente de 5 /, dos generos livres de di-
roilos de consuin0.....................
An:iazenagein..........................
Detpacho maritmu
Ancoragem.
1874 a 18T6
Expoi1a0o_
Direitos de 15 % do pao brasil.............
Oitos de 9 % de exportaclo...............
Ditos de 2 1/2 lU idem...'.................
Dilos dc 1 1/2 /0 do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expediente das capatazias................
Interior
Runda da typograpbia nacional............
(proporcional j>or verba......
jel Io do papel < lixo......................
(adhesivo..................
Emolumentos ..........................
imposto de transmissao de propriedade, a sa
t.3r : de 3 / da vends de t-mbarcagao...
Hit to lo/ da arremaiaeio d; bens moveis.
Krtraordiaaria
R ictiita eventual.........................
354:6994120
138:3904308
2:199*835
2844870
76048)4
6564960
2364498
1:7134971
67:2974269
1873 a 1874
Uepositos
i li^.imos da provinria das Alagdas..........
iMto da provincia da Parabyb*............
Rate da provincia do Rio Grande do None,
'nbuicao para a easa de caridade.......
254000
154000
3004000
5284900
144000
1:3344275
601.2643038
162:3834888
2:0224262
102:5974850
10:7004797
1384299
V: 9894 7 50
56:9764790
470:4574040
8:3074509
2:1344300
59OOO
194840
73340.M)
62442:10
364000
2:0394462
1872 a 1873
733:0294312
191:9894970
6:0014001
128:0864643
3:0724943
1:0964092
4:5134250
158:283*683
104920
Pbenix Per nambucai ia.
RA DO COJIMERCIO N. 34.
COMPAKffli 4LLIANCA
ieguros maritiijios e terreB
tres estabetecida na Bahig
em 15de janeirom 1870
CAPITAL 4,000:0005000.
foma soguro de mercadorias e dinbeiro
ico maritime) em navio de vela.evaporei
^axa.dentro e f6ra do imperio, assini comi,
-ontrn fogo sobre predios, geaeros b Ii
'ondas.
Ageiite : Joaquim Jose GonaWes Beltrio
*ua do Commercio n. 5, l'audar.
Companhia Inderanisadora
do Porto.
CAPITAL 2.OO0i000o000.
Taomaz de Aquino Fonceta & C, stucessires
agents
Esti companhiftoma seguros raaritimos e ter
restres, dando nestes o eeptimo anno gratis aos se-
gurados.
Una do Vigario n. ft)..
Capital.
/undo
600,000
1:200,000
1:300,000
480,000
1:300,001
600,000
O6,O0l)
360,000
576\000
i .-eoo.ooo
470.000
480,000
600,000
'rinctza Isabel.
loa*eit .'oOO,QQp
to*' .^J-y
l:000#0Ov'
1*. O mesmo, uma casa wrfea
com sotio arrendada por 1:000,000
.. Rua da UniSo.
. 9. Viscondessav de Valmar^urna
casatcrrea com soiia arreadiila
N. W. Jose Severiano Carneiro da
Coajta. uu caea terresa com aotio
arreadadA por
W. 33. Antonio Gongalveg dc Azeve-
do, uma. casa terrea coin sot?o,i.in
obrj ineslre na impoitaocit de
:*,* 8ua-da Satdadai
t>. II!., Vj-wadesaa da Valinbr.unia
casa terrea p.>r
". 28 A. Antooio, Goncalves de Aze-
vedo, uau casa terrea com solao,
em obra, avaliada para o i'it-
uastre
N 30 Orphaos de Maria' A. Crer
cKa;t, "Mttrhre Joaquna, uma casa
terrea por
N-L2i!2R2Ji#lf> flliiode Ma
reft arrfn9a4 pv?r ^
N" J8: J6s"6 de Vascoftcellos, urn ter
fefl.6, rrtrado ccfra portaes com 4
casluhas afrendatfas oada tfi* por
IK',030, todas nqr .
n Raa do^ffiaplelo.
N. 10. Herdcifos de' J636Ternaodes
Parente Vlanna, urn sobrado'de 1
andar e loja arrendido" por
N. 18. Josti Carlos-HM Reis, uwa e'terrea pa
N 28. 0 mesmo, uma cas'a t-rrea
Pr. i
N. 30. Anionro Joaquim Ferreira Por
to, uma casa terrea por
N. 38 Arcellna Xavicr Carneiro Ro-
drlgaes Campello, unrlarreaa ma-
ra do com 6 meia aguas arreBda-
da cada uma por 98,000, todas
N. 5. 0
por
N. 7. 0 mesmo,
por
N. 9. 0 meiaw-
por
"" II. Francisco Ana-tacio da Cruz,
ia casa lene* avaliada por
a*!** uma ca*a jsrta
uma casa terrea
taaa eesa terrea
n*.
iri
rat***, *2iioto, u^^
por
N 10. a^Pcl ioti Je
naml
* do^Bio-
, r| ddal^il
"> ca?a terrea
8i,000
84,000
84,000
300,000
< 9 'v*'>
4w^v-.
700,000
1.000,000
180,000
. 342,000
300,000
192,000
de reserva.
wuu
LljjN.
20,00ft:00000l
8,000:0009001
Agonies,
Mills Latham &-C
RUA DA CRUZ N. 38.
Piavio entrado no dia :>.
Sidney 86 dias, galera ingleza Vftnefred, de
1,359 toneladas, capilao Fawkes, equipagem
38, carga la e borra de cobre ; ao mesmo capi-
lao. Veio refrescar.
Navios sahidos no mesmo dia
Ilba de Fernanda. Vapor nacional Jagnuribe,
commandante J. Gomes da Silva Neves.
Portos do Sui. Vapor brasileiro Bahii, comman
dante A. Isac, carga varios generos.
Rio Grande do Sal. Patacho nacional Principe,
capilao A. A. Gadre ; csrga varios generos.
Antilhas. Brigue ioglez Dora, capilfio W. Bur-
man ; em laslro.
Porto. Paticho brasileiro Benfica, capilao J. D.
Costa ; carga madeira.
por
N. 42. Jose Man -o da Costa Reis,
om terreno inuradj c*m 2 meia
agaas de pedra e c:J e H casi-
ulias de taboas todas, avaliada?
por
K.5I. Vicaute de Paula.Oliyeira
Villas-Boas, um. casa terroa poi
N. 55. Vicente Perreira da Costa, urn
sobrad^de 1 andar e loja, arren-
dada- por
N. 61. Ignacio Francisco Cabrai Can
t')oil, um sobrado del andar, so-
lao e loja, eslaarren dado por 2004
a o andar e solao por 66O4OOO, tu-
do por
N. 63. Filhos de Antonio MarquA de
Amorim, um sobrado do 1 andar n
loja por
N. 65. Barao de Bemfiij?, umeobra-
lo de I andar e loja, esta arrcn la-
do por 3604 eoaudar por 1:9004,
tudo por
Rua do Catnarao.
N. 7. Mariano de Farias Butelno, unit
casa terrea arrendada por
Rua do Rosario.
N. 6. Seminario de Olinda, uma casa
terrea.por
N. 32 Luiz GoncajvesAgra, uma ca-
sa terrea por
N. 48. Manoel Morein do Nascimiu
to, uma casa terrea por
Rua de Gervasio Pire.>.
N. 51. Herdeiros de Francisco de
Carvalho Paes de Andrade, uma
casa terrea arrendada por
N. 77. Anlonlo da Costa Almeida,
uma casa i?rrea por
N. 83 A. Francisco Paulino Cabral,
um porlfo que da entrada para um
telheiro, avallado por
N. 89. Carolina S. de Amorim Morei-
ra, uma casa lerrea por
N. 127. Francisco de Paula Corn-a
376,000
1:700,000
400.000
3:600,000
900,000
1:000,000
1:560,000
420,000
300,000
300,000
144,000
360,000
240,000
200,00)
480,000
300,000
300,000
300,000
200,000
400,000
72,000
240,000
mbuou> Hntft c N. 12. Francfccw Qonte de.Otrfeira,
uma casa terrea com solao arroo-
dada por
N. 26. Libanfo Caadidfe Ribe!ro:. am
sobrado por
N. 28, 0 mesmo; uma casa terrea
por
N. 32. 0 mesflio, uma easa terrea
cont ire's meias agdas, tudo arren
dado por
N. 36. Domingos Autunes ViUaca,
uma casa terrea por
N. 1. Francisco Marcalino do Ama-
ral, uma casa terrea mai'agua,
divididas em doas. paries par
j N. 3 Fraac'.sco J"e Araqtes, uma
I casa tarrea com oma mei'agna, tu-
do arKialkdo por
N. 8. Auguelo Albayde Soixas, uma
casa terrea por
N. 9. Matfrildej, uma casa t*rfba por
N. 11. Calitlo J >.->' de Mallo, uma
casa lerrea por
N. 13. Joaqftim Francisco das Cha-
gas a Silva, uma casa terrea por 200/00
N. 15. Luiza, u.na casa terrea por 200,000
Rua do Bom Gosto.
N. i. Barao de Bemfiea, uma casa
lerrea por 120,000
N.s3. 0 mesmo, uma casa terrea por 120,000
N. 19. Joaijuim Ferreira dos Santos,
uma casa lerrea por 96,000
N. 21. 0 mesmo, uma casa terrea
par 96,000
Torre.
N. 4. Frederico Gautier, um silio
com Unas casas avaliada* ambas
por. 420,000
N. 8. Herdeiros de Joa-> Carneiro Ro-
drigues Campello, uma casa ter-
rea por 200,000
N. 10. Os mesmos, uma casa terrea
por 200,000
if. 12..Os raesmos, uma casa terrea
nor 150,090
Estrada N .va.
N. 4. Amelia Feliciana de Brito, uma
casa lerrea por 144,000
N. 6. Herdeirn de iosii Joaquim de
Oliveira, uma casa terrea dividida
em ires quartos, stndo o primeiro
por 72v000j 0 segunda por 96,000,
e 0 tenwiro por 120,00), tudo
por 288,000
N. 8. Bernardino da Brito Bastos,
uma casa terrea por 120,000
N. 12. Claudina Candida de Bezen-
do, uma casa terrea por 144,000
1 seccao do consulado provincial de Pernam-
buco, 29 de agosto de 1874.
O ctaefe,
Eduardo Augusta de Oliveira.
Largo da-Ca ;.,. .1.
Idem a il(fechada).....
PATRIMONY DOB OMH1A06
Rua, da Moada.
Casa terrea a. \\ (eciiada).....
Becoo dlw hoias.
Casa terrea n. 18. 42140a
Rua da Latat
tea terrea a. 5.......MM
Baa do AaMkiu.
Sobr*do de 2 andares a. 23 -
Casa terrea n. 34^. ". .
Roar do Bugoa.
Casa terrea n. 21. "'T'. .
Rua do Vigario.
--Ion. 27 ....
I' aadaf do sa.. ....
1* andar io mefrfw ; .
Loja do mesnJo .- .
Sobrado de 2 aodsre' n. 25, .
Rua do Encaoiameiiio.
sobrado de 2 andares n. 13 (^'eciiada 1.
Rua da Sanzalla reiha
Idem d. 16........
,. Rua da Goia.
Lasa terrea n. 25.....
!dera a. 29.......
Sobrado de 2 andares 0. if (feeftddA..
(dam n. 19. .
Rua de S. lerge
Casa le?re a. 100 (lechadai .
Idem n. 103...... .
Rua da Gervazkt Ptres.
'laaa terrea n. 2.......
Boa do Ampare- I'Mtadai
Ca>a t.-rcean. l8(fechada). .
Os pretendenlAs deverao aprsAeeiar
arremalacAo as snas ftaavaa,
a oiiipanhados dos reapeetivos
12-tftMt
pi
602 S240UO
I51JM*
243400II
WO4OO.
37910011
BBflFjj
<:4*^(r-
209fttOO
2UI4VS>
8OO4OO11
6oofttj
niiofo
*r7ftoao
1
2iO*Vf
Vrl M-.W C::-
on MinpaiatTft
Balo: k.. davtrude-
M.
EDITAES.
581:0984849
Alfandega de IVruambuco, 3de selembro de 1874.
Servindo de cliHfe,
Jost Goncahes Medeiros.
944:5314170
4:2564359
4:3104778
444944
2:4164645
62*000
5744400
7494460
314230
3:2174291
955:5594902
1:230:7184817
4:6284:00
13:8484481
1:8144370
1,251:0094268
0 3" escripturario,
Mnnoel Venancio A. da Fonseca.
SEGUROS
MANTiMOS
CONTRA 0 FOGO>
A companhia todernaifadora, estabelecidi
aesto prar;a, toron seguros maritimos sobrx
aa 'ins e seus carregamenlos e coatra fogt.
. edificios, mercadorias e moJ>ili8s n
r -1
LINERPOOL
'tHilra-iogi!
i LONDON.4' **-^*
tNsuRAnm omm
Agentes
>M!N'rr;RS BROTHER^ dc
J! Corpo Sanio-^it
Augnslo t. dOliveira W.
A casa commercial e bancaria de August:
; $ d'Oliveira AC, i rua do Commercio ns
I 42, eucarrega-se de execucAo de orders
; para embarque de productos e de-todos 0-
! mais negocios de commissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Decsnta lettras, e toma dinbeiro a pre-
: an), compra cambiaes, e saca a vista e a.
' *azo, & vontade do tomador, sobre as se-
j guintes prar;as estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre 0 ONION BAN? Of
LONDON, O LONDON AND BANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de 1.' classe.
Paris. Sobre os banqoeiros podlu
& C, MARCUARD AHORg d.C. &''. BLaCQOE,
VIONAL <&.C
IlaiubupAro. Sobre 06 Srs. J0A0
SCHU *Z FILH 8.
a IJboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTlAO J09E Hi
Parto.
Perante a caraara- municipal desta cidade'
estarao em hasta publica nos dias 3, 10 e 17 do
mez de setembro proximo vindouro, para ser ar
rematado por tempo de um anno os alugueis do
sobrado silo na praea do Corpo Santo do Recife,
por 7255OOO, das casinbas da ribeira desta mesma
cidade, por 90000, e os imposlos da aferi^So, por
1:120000, obrigaado-se 0 arremalante a aferir cs
pesos e medidas pertencenlet a mesma camara,
sem inJemnisaca > alguma, de 80 reis por cada pe
de coqueiro de produccao, exceptuando dez pes
para nso do proprietary, por l:080i)00, do ca-
pim de planta, por 307200, de 500 reis per cabe-
c.a de gado vaccum, por 455|'100, de mascates e
boceteiras, por 75000, de 100 reis por cabeca de
gado recolhido ao corral, por 6PJ000, de 120 reis
por carga de qualquer produeto ou genero expos-
to a venda no mercado publico, por 25000, de
200 reis por cabec,a de gano suino, ovelhum e ca-
brum, por 12000, de 320 r6i por carga de peixe
exposto tarabem a venda no mercado publico, por
129000, e do repwo do acougue publieo, por. .
9000.
Os pretendeoles deverio comparecjr com seas
fiadores habilitados na forma da lei.
t'aco da camara municipal de Olinda, 27 do
agosto de 1874.
Bario da Tacaruni,
Presidente.
Marcolioo Dias de Aranjo.
Secretario.
Edital com prazo de 30 dias,
n. 44.
Pela inspoct'iria da alfandega de Pernambuco
se faz publici, que achando-se as mercadorias. con-
tidas ncs v lumes abaixo mencioaados, no case de
serem arrematadas para consumo, nos termos do
cap. 6- do tit. 3* do regulamento de 19 de setembro
de 1860, os seu; donos ou coasignatarios dsiverio
despacba las no prazo de 30 dias, sob pena de,
findo elle, serem vendidas por^sua conta, sem qu;
hes flque competiado allegar contra os effeitos
desta venda :
Arrrtazem n. 2
Marca R R contr.-wnarca 114 n. 210 1 caixa
vinda de Liverpool no vapor inglec Gassendt, des
carregada em 7 de Janeiro de 1873 e consignada a
I.emns A. uenneau.
Alfandega de Pemambuca, 1 do settMn-
bro do 1874.
0 iuspeetor,
Fobio A. de C. Reis
Consulado prtfvinoial
Para sciencia dos contrtbuintes do impotiQ da,
decima urbana e os effeiios legaos em segaida pu-
olicsm se in alier-acoes varifur'adas no laaaamento
di> mesmo impostono cori-ante anno flnanceiro de
.871a 1874.,nando.aberift o prazo da 30 dial,
nos termos do arL 38 do reguU.nento de 6 de
abril dD c/MTpale^anus as reclamacoes qua por
veatura possrmter a raw o iotorosiadoi.
AljeracoM *rifiaadas pafc laacador-Bduarda Fre-
derico Banks no tvioamento da dadtaa arbana
SW*^^W"rlW' ^ ano cocreme da
S.8l.Joaqior1Pe?eira
I .Sobre o banco um\n do roBto
i:anWUo,|V
c*a tewea-eeeapada W* mas-
d*ras mera %i*s aVWndtfes ft da
uir.a por WO", \ 312,000
de Araujo, uma c sa terrea por
N. 129. 0 mesmo, uma ca a terrea
por
N. 133. 0 mesmo, uma casa terrea
por
N. 141. Companhia da estrada de fer-
ro de Olinda uma casa lerrea que
_ serve de. estacao, avaliada por 240,000
N. 6. Jose Alves Lioia, uma meia
agua por 192,000
N. 8. Luiz Gon^alves Agra, uma ca
sa terrea por 192,000
Hi 44. Joaquim Antonio Carneiro,
uma casa terrea por 300,000
N. 46. Antonio Machado Pereira Vi-
anna, uma casa lerrea por 360,00J
Travessa da rua de. Gervasio Pires.
N. 16. Manoel Joaquim Pessoa, um
porlio com eutrada para 26 meia
agnas, arrendadas 3 a 1444, < a
1204, 10 a 1084, 10 a 724 e 2a
964, todas por 2:344,000
N. II. Francisco Marceliao de Ama-
ral, uma casa terrea por 276,000
N. 19. 0 mesmo, um portio daoda
entrada a 24 meia agnas, sendo ar-
rendadas 5 a 1204, 12 a 964, 6 a
1804 e I a 844, todas por 2^)i6,0O0
Rua do Ataliio.
N 11. Viclorino Jose Monteiro, uma
casa lerrea por 600,000
Alteracoes. feilas no lan.;amento da decima urbana
da freguezia dos Afogados, no exereieio de 1874
a 1875, pelo laocador Izidoro Theodulo de Mat
los Ferreira
Travessa do Remedio.
N. 21. Jose Francisco Roque da Sil-
va, uma casa lerrea por 60,000
N. 23. 0 me.-mo, uma casa terrea
arrendada por 200,000
N. 33. Candida Lourenca de Lima,
uma casa terrea por 300,000
(Primeiro becco da travessa do Remedio.
N. 2. Maria Lourelo de Barros Cam-
pello, uma casa terrea por 96,003
N. 6. A mesma, uma casa terrea
mei'agua arrendada por 96,000
N. 8. Americo de S.i Albuquerque,
uma easa terr.>a arreadada por 200,000
Segundo becco da travessajdo Reaiedio-
N. 2. Justino Pereira Alves. uma ca-
sa terrea por 72.000
N. 4. Joaquim de Aquino, uma cast*
terroa por 72,000
N. 8. Jo2o Floriano Perot?*, unia ca-
sa terrea por 96,000
N. 1. Joao Baplista Ducla, uma e
sa terrea por 120,000
Becco do largo do Remedio.
N. 6. Paulino Rodrigues de Oliveira.
uma casa lerrea por 96,000
N. 8. 0 mesmo, uma casa terrea ar-
rendada por '.'G.COI
Trayaasa do Luca.
N. 3. Masfiel da Cunba Brandao,
uma casa terrea par 603,000
Estrada real da Torre.
N. 4. P.dro Ozorio do Cerquwra,
t uma casa te|ra por 72,000
fc. 6. 0 mesmo, Dmi casa terrea ar-
rendada por 72,000
N. 8. Francisco da Caaba Maehad"
Beltrao, uma casa terrea por I80,0n0
N. lu. Andr6 de Abreu Porto, uma
casa lerrea por 144,000
N. 12. Henrique. Gibson, uma easa
terrea arreailsda por 144,000
N. 20. JoltpitB ThiJoro da Silva
Caneca, uma cas* terrea por 96,000
N. ii 0 rriesrh >, uma casA terrea
avaliada por 300,000
!Sf. fS1. Jrts'e, nW* casa tema meia
agua per 60,000
N. 28. 0 mesmo, uma casa terrea
mei'agua, p-w 60,000
N. 34. Grog6ri'o, uma ca>a terrea
por 84,000
N. 9. Antonio F,ranoicOiUuarle,rji.ia
casa terrea ffcr! 84,00)
N. 15. Manoel Eliasde Sa. nma casa
terrea por 84,000
Trayfes^a pjr.a a Igreja
M. 2. Lop rent i Jose" do freita5, uma
easa'trfrrealJor Ifi'jHXJ
T/itdis(aft estrada-r^al-da Torre.
cjaa tstxea.ftr 200,000
N. 7.0 mesmo, 01*08, eaA terfa
por 84.000
Tribunal do Commeroio
A secretaria do tribunal do commercio do Per-
nambueo, de ordem do Exm. Sr. conselheiro pro
sidente do mesrno tribunal, faz publ'co que con-
tratam se os cencertos precisos a decorarjio da
sala em que funcciona o mesmo tribunal; deven-
do os pretendentes d rigir-se'a esta secretaria ate
o dia 10 do correate, afim de ve.-ificarem dito9
concertos e apresentarera em carla fechada as
suas proposta*. Secretaria do tribunal do com-
mercio de Pernambuco, 3 de setembro de 1874.
0 ofBcial-maior,
_______________________Julio Guimaraes._______
Pela recebedoria d* rendas se declara aos
contribuintes do imposto sobre industries e pro-
flssoes que 6 no eorrente mez e no de outubro
vmdouro que devem vir pagar o primeiro se-
me9lre pertencente ao exereieio de 1874 a 1875,
incorrendo na multa de 6 |, lodes aqueltes con-
tribuintes que fizerein depois do mesmo prazo.
Berebedoria de Pcrnambnco, 1." de setembro
de 1874.
Servindo de adfflinislrador,
_________________Jcse Felippe Nery da Silva.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
Os Srs. accionislas desta companhia que
desejarem apreciar o relatorio e mais peijas
a elle appensas, relativo ao anno que ter-
rainou em 30 de abril ultimo, dirijam-so ;i
respectiva secretaria, rua do Gabugin. 16,
que Hies serao fornecidos.
pagar alam da renda, o premie da q.umu er
que for segaro o predSo qua cooirver estbelee>
memo commercial, assrrn eomo o snrvi* da lim
peza a precos dos apparel!**.
SecreUru da SaoU (joa da Miaericordu to H
cife, 17 de agosto de 1874.
0 o*cnva>,
____________________ RodrifU't 4e fta a..
De ordem do Illm Sr. rnstrect* da theonra-
ria de fazenda desta province fz p;lheo, para
onbecimento de mem inieressar. que ao dia 5 d -
setembro proximo vindooro, petaa 2 horas da
tarde, perante a jUbU da mesma thesonraria, iri
a praca para ser arreniatado p.r quern naais van-
Ugem tffereflpr, o arrendamoo do proprio aa-
cional, em Santa Amaro da* SaMaaa, r-te serrio
oulr'ora da quartel de cavalUria
Secretaria da theaouraria de fazenda de Per
oambaco, 20 de agosto de 1874 0 2*eKriatar.-
io, servindo de secreUrio,
________________Carlos J. de Sooza Correia.
Coii)}j;iniii.i lidclidade
tc^uroa maritiaaas e terretre<
A ageoeia desta cxnpohi toma segurot ma
ritim s e terrestres, a premios razoaveU, daadu
nos ultimoso solo livre, e o s-tuiw aao> graiuito ,
aosegurado.
Rua do Visconda de Itaparira. anliga do Appol-
n. 51.
Feliciano J-e. G-oaei,
Ag*rii*.
Companhia 8anta Thereza
Sao convidados os senhores accinnistas, afira to
I reunirera-se em assemblea geral, n > dia 10 de se-
tembro proximo, ao Btaio dia. n I* anlor a rua
do Vigario d. 13, para coolinua'.a > dos Irabolnos
adiados na ultima sessao, inclu-ive a lettora e
apreciacAo do parecer da aaaMdsali fiscal, re'a-
tivn as comas do anno proximo (iodo.
Recife, 29 de agosto de 1874. O gerente,
________________Justino I de S. Campo.
Wauta Casa de lILvcrioaralia
Io Rerifo.
De ordem da junta (4arta__Mta desta Sanu
Casa, convido a todos os aaah-Na mordomos e ir-
mios. para que se digneui de a>istir an cio da
collocacao da primeira p.-dra do edilicio qua se
vai cou-lruir para hotpicio du alienados, no lug.r
da Tamarinei.-a, petal 4 boraa da lar-Je Uo dia K
do eorrente.
Secretaria da Santa Casa dc Misehcordra '" I!
"-ife, 1 de setembro de 1874.
O escrivao,
___________________Pedro It ________ de Souza
RECREIO DKVMVTICO.
Da ordem do Sr. presidanle da asserabiea ga-
ral, e de conformidade com ns estalolos, coorid<<
aos socios a reunirera se no domingo 6 de se-
lembro, no lugar do costume, afira de elegerema-
direcloria que lem da funccionar no seguiala se
aatrc.
Recife, I" da selembro de 1874.
0 I.* secretano,
____ Bernardo Lindolphc de Meodon...
A direc:o:ia desta companliia, declara
aos Srs. conccssiotisrios d3 patinas d'agua,
que tudas as obras coiicer.jentes ds mesmas,
s6 poderSo ser I'oitas com sciencia da direc-
toria e p'esenga do respectivo empregado ;
isto para evitar os abusos que sa dao cons-
tantcmentc, e para que na j fiquem sujei-
tos ds multas compotentes, manda fazer a
presetite declara_5o.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
3" de setembro de 1874.
0 sacretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenra.
Arematagao de um bom
predio
Perante o Dr. Qaintino Jose de Miranda, juiz do
dreito da 1* vara do civel, em audiencia do d a 4
d > mez de setembro proximo vindouro, t-:n de ir a
praca para ser arrematado por quern mais der, o
sobrado de um andar e solao sob n. 14, silo a roa
do Coronel Suassuna. antiga de Hortas, lendo do
largura 4 metres e 50 centimetres, 17 metres a 95
centimetros de fuudo ; com 3 porlas ao pavimen-
to terreo, com 2 salas, 3 martos, cozinha extcrna,
quintal raurado, om portio para o patao do Car-
mo, lendo Ires port as- de f rente, sob varaadaa de
ferro, com 5 quarts, 2 salas e urn terraco no pvj
metro andar ; lendo no sotao u na janella de pei-
loril, com 2 salas e 3 quart)*, cozinna cxterua,
editicado era solo foreiro ; a vi-ia do eslado tm
que so acba, foi avaliado por 10:0004, cop pre;
dio vai a praca a requerimente de Doraingos Jose
Ferreira, coosenhor do mesmo predio, e como in-
ventariante dos bens deixados por fallecimento d-
"ua irmi D. Jezuinn Candida da Natlvidade Fer-
reira e outros consem.ores do dilo sobrado ; atim
le que possaem praca achar meilior pre.o, c por
isso concordaram em dita praca.
A arrematacao de seis armario0, annunciada
para o dia 20do eorrente mea, foi transt'erida para
o dia 12 de setembro proximo via 'ouro, o que se
declara para conheciinento de quem inleressar.
Secretaria da theaouraria de fazenda de Per-
narabuco, 31 de agosto de 1874. .
0 _- escnpturarao, servindo Je secreUrio,
Carlos J.'i) SANTA CASA 1*A UBa1UOK!'lA HO
RRClfE.
A BJraa. junu auraimsirativa da Santa Casa da
Bisericordia do Rncire, manda fazer publico que
a* sala de suas sossdes, o dia 3de serembro, po-
as 3 hpras da tarde, tern de ser arrematadas >
luem mais vantagens oftetecer, pelo tempo de um
a tr!s annas, as rendas dos predios em segui la
i.claxadoe.
EST.\BBLECIMENT() DB.CAR1DADS.
Rila ias Calcadas
Casa lerrea n. 30 (fecnadW): 221400
I lem n. 36........ 2214000
Vidal;de Negreiroa.
Casa tarrea n. 114 ..... 362400;i
lilana. 94.......' :^(40'J6
Rua larga do-R'Hario.
1 andar e loja n 24 A. .
-2* andar idem......
S: Andar n 24.....I
But da Antaajlalfenriqne*.
Casa terrea n. 26....., 9l|0tn
Compaubia do cavallaria de Pernamlnn
Contrata-se com quem meilior vantagem offer--
cer, o fornecime ;t de toda a ferragetn preci.-::
mensalmeute para cada um cavatlo e:n _r duraule o presente semestre ; devendo os propo-
nents a tal fiirnecimenio apresentansn snas pr>>-
postas em caria fecha I?, na secretaria da meson
companhia, no dia 9 do mirla, a 10 lmra d:.
manha ; declarando-se que aaose alaillem r>r.-
dicoes em tae> proooatas.
Quartel aoCampo das Princezas, 4 de set-ml-r
ds 1874.
Jose Joaquim Coilho.
Capiti-i. cummin hie.
1 M'L CAU DO AKSKNAI. 1>L
MA1UNI1V.
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco paMteo
para conhecimento de quem irnerf.-sar, que no dia
9 do eorrente mez. a< 11 h->ras da mania, ira .
praga na porta do almnxarifadi desta repartiri>.
para ser rendida a mem mas vantagem off-re
cer, uma pon.io de fern velho, av_U*d.......iOi
a tonelada. <
Inspecjao 4 arsenal de mariuha cm Per-
nambuco, 3 de seiembro dc 1874.
0 sccretariu,
Alexandre Rodrigues dosAnjrs.
INSPKl.C.Vt) DO ARSKNAL lh
MARI.NHV.
Faz-se publi.-o que em tot* de 31 d--ig)-ii
proxim) undo, f^i vis*.oria:!i o Vas- l;->jri. ii
companhia pernam!;u:ana d; aavagHia eaatoiri
e a commissao julgou-o em esud de pate
tinuar no servi_o em que so emorfga.
lospec.ao do ar.-cnal do marialia de Peroambi
co, 3 de setembro de |874.
Francisco Jose (.'. -eiho .Net;..
Iuiwrctor inlerino.
CONSkl.UO lK COMPHAS DO ARSK.V'/
DE MARLMIA
0 consflho conirata no dia 1 do eorrente i
a vista de proposias recebidas ate as II horas .. .
mai.;a. e sob as cond.cdes do e>lylo, ofor_j>.
mento no trimestre proximo vindouro de ontulc
a deiembro, para os navios da armada e ettal
eimsatos de mariuha, de viveres, dataa a oal
objectos Me consumo, segainles :
Arroz do Maranhao, assucar branco graaao, a-
sucar branco r-linado, agoarduul- dL .0 prao?.
azeite doce de Lisboa, ltna, ararot.i, bol.icli>.
bolachir.h.i americana, bacalhao. Naifta*, b>
vos e pasto para os mesmDS, caf.' e trao, c .
moido, came verde, r-arno sec a d > i'.i G:av!> &*.
Sol, cha hysson. cevadfnha, caiu-uba tra via.'.
conservas preparadas. cob das. docn, fiiji >, Itri
nha de mandiora da terra, gallinha*. knka, u.a'
manteiga ingleza, manteiga franreu. nitlho jula'. .
pao, sal, Sibil), masM. slearina em vels, stearin
em velas de 8 em libra, loueinhn d^ Lisbivv tip:
ca, tijolos de aivenaria IMA telbas, viaUo J-
bishoa e1 vinagre deLisbia.
Sala das svsioes d<> rorisflh >W> coiaf>r..-
do nrsettsl de mariuha. 1 0% srtemiww d-
1874.
O secrtilarKV,
Altrandr* RidrigH*- d* .l;o
n nie rid IVi&i#-W
De ordi.'iii do Illm. Sr. commen1>tir, presile,-.:
do onsel'io fisoal, o mesmo com fad > para "
di ') do correnle, as 7 hr>ras da !, ra f -.
etawo do balancele do icrceiro trime-H** sotiM.
ddste ann?. Recife, ?-iJ setfrn!'- -I-' 1874.
Firmin-i Pt. S.^to Mi ; Rap'<\
____ seneMri-a.
MWiUW- iWO- IMiAC
Pur l;i rtparticgo-aa faz ruM <
do- ImpoMtos perttneeotes ao cih'w e_n lia^
da.ao de 1873 a 74,>ne no dia ?' it < t TriliM_
da se e piaio maread9\odjni o rocebiment> aeaei
deb!to-*r,m-1 iwflta da< OiO, finde 'j -r: "





4
Janr Se' PejrnsiflbUuO Sexta teira 4 ue Seie&.bro ae 1814.
->
_:-u
* .

Sae d4o pagarem at* aquaae dia, a serem ajoiza-
os com a malla de 9 0)0.
Consul ado provincial de Pernambuco, 1
de setembro de 1874.0 administrador,
Antonio C. Machado Rios.
Armazens da companhia per
nambucana.
ttegUros centra <> face
A companhia peruambacana, ilispondo de ex
oellentes e vastos armaens em seo predio ao for
te do Matlos, offerece-os ao commercio em gera.
para deposito de genera, garaniindo a major --
servacao das mercidorias deposit**-*- ~v"
prompto, precos modicoa **' -uas, same*
a mbem raw1*"' ^*c-
jjd'-*"" ^.uera, mediaote pievio accordo, ex
.....ouiente oa generos de unia so pessoa.
Estes armazens, lem de arejados e commodos
">ao inteirairirnte novos e asphaltados, iaentos d(
;upim, ratos, etc., etc.
As pessoa* quo quizerem utilisar-se destos ar
mazens, pederao drrigir-se ao escrigtono da com
panhia pernambacana. que acharao com qaeo
tratar.______________. ________________
COXSULADO PROVINCIAL
for esta reparticao se faz sciente aos contri
buintes dos apparelbns, different dos mesons,
annuidades e encanainentos da Recife Drainage
Company do geioestre flade em dezembro d
1873, qae foi prorogado por mais det dias otefs e
recebiaento qae ora se procede, lerminando a re-
rerida prorogacao no dia 14 de setembro via-
doaro.
Cousulado provincial, 39 de agosto de 1871.
0 admini-tractor,
Aaioaio Carnewo Machado Rios.
Exposicao de Philadelphia,
De o;dem do Exm. Sr. comroendador. presidon-
le da commisisao tooambida do ageociametito -de
productos e specimens da induslria naeional. nes-
la provincia, para a mposicdo de Philadelphia,
convido os deui.is ae.mbros desta comroissaopara
a sessao quo ten lugar amanhs, 4 do -corrente,
sexta feira, no I aodar do sabrado da raa do Ira
perador. pelas 6 boras da tarde. Recife, 3 de se-
tembro de 174.
Felippe de Figaeiroa Faria,
Secretario.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS IRBAMS
DO
Recife aOHr;ia
SUalipas.
No escriptorio desta compankia se corn-
pram sulipas de oiticica, com $ palmos de
comprimeuto, 9 pollegadas ch largura e 4
ditas de grossura.
I.auretuino J. de Miranda,'
. Gerenle.
w
Ihth eslerlinas.
Ve:adem Augusto F. d'Oli-
veira & 0.
Rua do Commercio n. 44.
0 preposto do agente P^una, fari leillo por
conU e risco de quem pe;ltencer de p^,,, ,,
salames francezes, de 'y0D# em um oa mtis |otes
j ToeUde ew Brs. lompradore*.
Leilao
Para.
Pretends seguir para o iudicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portuguez a Christina, por
ler parte da carga ; e para a que the falia trala-
se com os consignatarios Joaquim Jos* Goncalves
Beltrao & Filho, a roa do Commercio n. S.
PARA fi
!
\
Massa lallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos &
Companhia.
Sao cunvidados os senhores credores,abaixo de-
clarados, para lectburem o ultimo dividendo, no
escriptorio a rua do Yigario a. 13, I'andar.
O pagameato e feito as quintas-feiras, das 11
boras da raanhS a I da tarde.
As importan'iias que nao forem procuradas ate
o dia 17 de setembro proximo, seriio recolhidas ao
deposito publico.
Antonio Domingos Pinto
Antonio Maria Goozaga
Antonio Maria do Ho-ario
Abrahao Custrenvard
Antonio Bernardino de Sena
Alexandre Bachaman
Alves & C.
Antonio los6 de Souza Guimaraes
Antonio Luiz T. Marques
Antonio Maria O'Conell Jersey
Antonio Fernandes Itibeiro
Antonio llaibosa de Sastos
Barboza A Sinioes
Brito Queiroz Rego & C.
Bahia Irmaos & C.
Carvalho & C. Clara Benthrish
Celestino da Costa
Custodio Floro da Silva
Caetano C. d i Co>ta li.i-ii._-
Cactano 0 da Costa Silva
Camara 4 Guimaraes
Caixa Filial do banco do Brasil (said >)
Domingos da Rocba
David Selessie
Eduardo Preston
Padre Ernesto Ferrcira da Cunha
Francisco SimSes da Silva
Francisco Menu
F. H. Cardts
Francisco de P.iuli Sa Peixolo
Felizard'i da Costa
F. F. Borges
Francisco Guedes de Araujo
Franci-c) Manoel do. M<-nte
Franoiscn Gunralves da Silva Pereira
Flonano Francisco da Silva
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo
Guiiherme Ferreira Pinto
Gaspar Antonio Vieira Golmaries
Isabel Maria rla Costa
Jo8(5 Gomi'* Vii.ira
Jjs6 Maria ferreira
Joao Manot-I da Costa Araujo
Joao Silverio de Suiza
Jsse Nogueira di i'm a Soares
Joio Antouij Ribeiro
Joaquim Coelho Darboza
Jos6 de C uto Guimaraes
Jose Goni;alves di Cruz
Jose Thompson
Join- Lilly
Jose Fflipne Martias
Jose Luiz Ferreira da Cost-
Jose F. de Nazareth (africann)
Jose Ponella da Costa e Silva
Jose Fontes
Joio Pidro Adour & C.
Joanna Maria dos Prazerea
Joao Raptista da F uceca Junior
Joaquim Jose de Gpoveia
Joao Jose de Leinoa Magalhies
Jose J laquim da Silva (orpnao)
Jose Francisco hirreto
Krab Tom & C.
Luiz Paech
Lucrecia (escrava de L. Jose da Costa
Amorim)
Leocadio Joaquim da Coneeicao
Lourenco Joe Carvalho
Manoel de Azevedo Canario
Manoel Ferreira da Silva
Manoel lose Antunes Torres
Maria Rleuteria
Massa fallida de Francisco do Rego Mello
Manoei Antonio de Azevedo
Manoel G<>ncalves "le Oliveira
Manoel Alves Haiuoza
Mauoel Antonio da Costa Brancante
Mananno de Souza
Massa fallida de C. J. da Silva Guimaraes
Maria Isabel da Costa
Maria Isabel da Fonceca
Manoel Antonio de Carvalho
Manoel da Silva Sampaio.
Pedro Vonshostem
Pedro Maurer
llaymnndo (escravo de F. F. Borges)
Robert Austin
llaymnndo Carlos Leite & Irmao
Salustiano J. Lima
J. Leon I'loeg
Samuel Power Johnston A C.
Salvador Rodrignes da Silva
Thomaz de Aqaiuo Fonseca Junior (her-
deiros) 28:440
Thoratz Fernandes da Canha 17J720
Theodora J. da Silva Braga filha 3fl80
Thomaz Eaborne Ut7Wi
Victorino Angusto de Carvalho 6J170
Victorino D. Alves Maia 5.070
Massa fallida de lose L. Pereira Junior 49 f.80
Ferreira & Marlins 22 600
James Hallon 7i990
396
S4*320
145880
8*:l60
224620
3*320
1*030
23*980
1*170
*320
3*830
1*020
*280
4*720
1:979*190
44*360
4*880
29*230
3*9i'0
. 1*930
6*300
10*920
8*360
16*600
8*360
13*630
33900
2>)t 170
P'*90(l
32*760
2*300
1*170
*030
39*000
4*010
1*930
2*060
*(*0
2*760
9*090
, 105330
60*700
lt'J90
25*970
2*280
8*360
16*480
27*220
20*070
."1*190
*050
39*000
3*7^0
3*900
24*370
7*800
269*180
2*920
2*560
2*170
34900
6*200
17*160
6*830
82*680
1*950
3*900
4*260
85*800
11*380
4i*o00
1*090
21*200
134*960
1*760
2*410
4*870
3 9i0
11*250
3,900
3:750
7r270
;660
71t230
1S950
4=290
11*330
9 050
22*730
3-'.KM)
18:300
34-: 600
, mnii
PHilX _
tirande Testa nanoiwi
Aoniversa-rio da indepandencia do Brasil.
EspecUculo em grande g;ala
dado pela
Sticifdade dranuttica.
SEGUND31-FEIRA 7 DO CORRENTE
QLogo qQe s. Exc. tiver comparecido na tribnna,
rompera a scena onde toda a companhia, perante
a effigie de S. M. 0 Imperador. cantara 0 hymno
da
Independencla.
Dara comeco ao espectaculo 0 grande drama
historico, braaileiro, de costumes miliiares, em 1
prologo, 3 aclos e 1 epilogo :
Os tempos da independencia
Personagens do prologo.
Padre Roma Sr Flavio.
Conde dos Arcos Sr. Penante.
Luiz Sr. Emiliano.
Frei Luiz Sr. Carvalho.
Ajudante d'ordens Sr. Braga.
Carcereiro Sr. Pontes Junior
Persoragens da peca
General Madeira
General Labatu
Capitao Luiz
Major ajudante
Sargonio Andre
Jeronymo Cascudo
1.. homera do povo
2." ditj
Maria
Soldados, offlciaes, povo,
Denomioacao dos actos.
Prologo.- Ultimos mornentos do padre Roma. ,
l.acto.A fuga [ela honra.
2 A prisSo de Labalii.
3" A liberdade.
Epilogo.A festa popular da Independencia.
0 theatro se achara elegantemente decorado, e
a sociedade nao tem poupado despezas e esfor-
Q3S para 0 bom desempenho e pon-pa da festa
que preparou para 0 pri.neiro dia brasileiro.
Osiiilhetes ja estao a venda no theatro.
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
aeu carregamento para 0 Para, Teeebe tambein
para o SUranhao, caso convenha fazer a scala
a vista do frete que apparecer: a traur na rua do
Amorim a. 37.
COM'AMIIA
HESSAGERIES MARITIMES.
I.inliu inriiSHl
irfiWff .
DAS
faltuidas, armacao e uteusilios pertencentes
A massa fallida de Antonio Machado dos
Santos, existentes na loja n. 54, A rua do
Possmo Publico
SEGCNDA-FEIRA 7 DO CORRENTE
' IO l|t l.oru*
Por roandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do cooMnercio desta cMade, e a reqaeri-
mento dos curadores flscaes da massa fallida de
Antonio Machado dos Santos, 0 agente Pinho Bor-
ges fara leilao das fazendas, armacao e ntensilios
que constkoem a massa fallida do snpradilo.
.\nsoeiaco Portngoeza de Renell-
eenefa doa Empregados no Com-
mercio e Industrta em Pernam-
boco.
De ordem da directona desta associacio faco
sciente a todos os seas associados que ella resol-
veu estabelecer aulas noctarnas gratis, das seguin-
tes disciplinas :
Portuguez.
Francez.
Geographia e bistor'a geral.
Arittimetica e escripturacSo mercantil.
Convido Dois aoa socios qae se queiram matri-
cnlar, 0 faze-lo todos os dias nteis, das 7 as 9 ho-
ras da noite, na sede da mesma associacio, a rua
do Imperador n. 35,1* an iar, devendo cada aula
ccmecar a funccionar logo qae tenha cinco ma
triculados.
Na sala da assocbcao estara pateate um quadro
contendo 0 regalamento interno das aulas; os dias
em qae devem fuiccionar com os nomes de seui
professores.
0 <* secretario,
Jo6 Ailliar l*into de Abrea. '
Sr. August* Cesar.
Sr. Lacerda.
Sr. Emiliano.
Sr. Airosa.
Sr. Penante.
Sr. Flavio.
Sr. Pontes Junior.
Sr. Lima.
D Dorothea,
etc. etc.
m
CIRCO EQUESTR
GOH 'ANHIA_BRASILEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Nabbrado 5 do corrente.
Pcmiltimo espectaculo em bcnefi-
cio da 1'i'nin de
\owsa Nenliora .las Dores.
Tocara a bauda da
Musica allema.
A's 8 liorus eiu ponlo.
A commissao eucarregada da festa, espera ;
concurrencia publica, para este espectaculo cffe
re:ido pelo sympatico brasileiro Carlo3 do Carmo,
em benefic'o' da mesma festa, c desde ja antecipa
0 seu eterno reconhecimento.
A companhia se esforcara para agradar ao res
peitavel publico.
Os bllhetes acbam-se a venda sa'bado, na por
ta di mesmo circo. ,
Santo Antonio
Sabbado 5 do corrente.
Grande e
pela
variado
espectaculo
companhia dos celebrea c
unicos no seu genero
Canapanulogos Escocezes
Repetirse-ha o muito e sempre applaudidon
6 da opera
Traviata.
0 programma sera publicalo nas folhas diarias
na manha do dia do espectaculo.
Segonda-feira 7 de setembro.
Dia de grande gala.
Cirande e variada representacao
para festejar o anniversario da independencia do
Brasil.
AVISO
As encommendas de camarotes para o dia 7, so
serao guardadas ate as 10 horas da manha do
mesmo dia.
JVfSOS MARiTJMOS
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
favegacao eoateira a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Jnlio, segui-
ra para o porto acima
no dia 3 de setembro futu-
re ao rae'o dia.
Recebe carga ate o dia
S de setembro, encommen-
das, passageiros e diaheiro a frete ate as II ho-
ras do dia da sabida : escriptorio no Forte do Mat-
tot a. It.
COMPANHU PERMAMBUCANA
DE
lavegaclo costeira at vapor.
RAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', AHACA-
TT, CEARA, MANDAHU, ACARACU' E
GRANJA.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Monra, seguira pan
os portos acima no dia 5 de
setembro proximo futuro, as 5
boras da tarde. Recebe carga
ate o dia 4, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete ate as 2 boras da tarde
do dia da sahiia : escriptorio no Forte do Mattos
0.11
Espera-se da En-
ropa ate o dia 7 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora de
costume para Bue-
nos- Ayres, tocando oa
Bahia, Rio de Janeiro Montevideo.
I.inlia mensal
ERYMANTHE
E' esperado dos por-
tos do sul ate 9 do
corrente, seguindo de-
pois da indispensa-
vel demora para Bor-
deaux, tocando era
Dakar (Goree) e Lisbda.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy A I.abille
9 Rua do Commercio 9
Leilao
Companhia de navegacao a va-
por bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracajd e Babie.
E' esperado dos ponos
do sul ate o dia 10 do
corrente o vapor Dantas,
o qual seguira para os
portos acima no dia se-
guinte ao de sua che-
gada.
Recebe-se earga, passageiros e diobeiro a frete
Agente
Antonio Lurz de Oliveira Azevedo.
57 Rna do Bom Jesus57_________
i'aeiBc Steam Navigation Consuany
KOYAL MAIL STEAMER
Corcovado
(Dt 3,805 toneladas).
Commandante G. > Conlan.
Espera se da Europa ate o
^^sC^-^i 'a *3 de setembro e seguira
y-^ai^-^^^K para Bahia, 11.o dc J neiro,
i#7iynT\ Montevideo, Buenos Ayres,
f-J;W-"^%*ffBMI Saudv Point, Valparaiso, Ari-
B^fe^r*ilsia^w CDj ij|By o Callao, para onde
recebe'a pas frete
N. B. Nao sahira antes das tres horas da
tarde do dia da sua chcgada
OS AGENTES
Wilson Rowe Ac C.
liPRACA DO COMMERCIO
DE
FAZENDAS
iugl conti'iuagao e por liquidagio
CONSTANDO DE :
Chitas escuras, algoddes, cobertors, mussuli-
nas, camisas de linho. ceronlas, pannos e case-
miras, pretas e de cores, bombazinas, merino*,
Srosdenaples, espartilhos, cassas de cdres, organ-
ys cambraias brancas, brins hrancos e de c5res,
lirins pardos, Angola, peitcs para camisas, sarge
I ins, chapeos, peilos -de eamisa. collariahos, cha-
les, lencos, tapetes, meias, capas de seda, veos pa-
ra casamenlo, chitas de ganga, damasco de la e
algodio, riscados para colchSes, fazendas de linho
proprias para seleiro, e muitas outras fazendas
Terr;a-feira 15 de setembro
No armazem da rua do Bom Jesns n. 63.
Os adminisiradores da massa fallida de Pereira
de Mr Ho & C, autorisados pelo lllm. Sr. Dr. juiz
de direito especial do commercio, continoarao a
dispor em leliiO, por Intervencao do mesmo agen-
te Pinto, as fazondas perieacentes a mesma mas
sa, e existentes no armazem da rna do Bom Jesus
n 63, onde se effectuara o leilao.
Os Srs. preten lentes podcrao examinar na ves-
pera e dia do leilao a variedade e sortimento das
inesma^ fazendas, algumas das uaes ullimamente
despachadas e recentemente tiradas da alfandega.
14
P
*
I
0 brigue portuguez Triumpho, prelende segnir
com muita brevidade : para carga e passageiros
irata-se com os cousignatarios Thomaz de Aqoino
Fonceca i C. successores, rua do Vieario n. 19
Para o Rio de Janeiro segue com
muita brevidade o patacho nacional Hele-
na : tetn parte da carga prompt*, e para o
resto, a tratnr com Amorim Irmaos & C.
i II tHGE:i US REUftIS
COMPANHIA FRINCEZA DE NAVE-
GAQAO A VAPOR
LIXHA MENSAL EIS'TRE 0
Havre, Lisboa, i'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na volts), Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldeagao para
o Rosario).
STEAMER
Commandante Capelle
"V^^ = E' Esperado do sul
V^ZZT^tB^5*^ at6 6 do corrente, se -
depois da indispensa-
vel demora para o
Havre com escala por
Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiro8, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C
i%Rua do CommercioEntrada pela ra*
do Torres.
Para a Bahia
prelende seguir com muita brevidade o palhabote
Joven Arthur, tem par'c de seu carregamento en-
gajado : para o resto j n the filta, trata se com
o seu nsignatario Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesns n. 57.

EILOm
LEILAO
DE
chapuos, espartilhos para senhoras e meni-
nas e 6 pec,*s de popelina branca
SABBADO 5 CORRENTE
as 11 horas
Penna Junior & C. farao leilao, por intervencao
do agente Pinto, e por conta e lisco de quem per-
tencer, de i caixas com chapeos sortidos para se-
nhoras e meninas, assim como 6 pecas de pope-
lina branca, isto as II horas do dia acima dito,
era seu armazem da travessa do Corpo Santo n. 18.
LEILAO
DE
11 barris coin optirao vinho para pasto, marca J.
F. D. e 4 pipas, sendo : 5 cascos em \\2 pipas
e t>|4 de ditas.
Sabbado 5 do corrente
AS 11 HORAS DA MANHA.
No armazem do Sr. Arines, defronte da al-
fandega.
0 aeente Dias, competentemente autorisado,
vendera, no dia e hora acima designados, o refe-
ndo vinho.
Agente Pestana
leilao
DB
2 caixas com salames francezes, de Lyon,
do afamado fabricaute Alfred Bier
SABBADO 5 DO CORRENTE
a* 11 boraa en ponto
No armizem do Sr. Annes, defronte da aj-
fandrga.
LEILtO
DE
\o dia 1ft do corrente
Os mutnarios possnidores de cautelas veneidas,
eujos premios nao foram pagos, venham resgalar
ou reformar ditas cautelas sob pena de serein ven
didas no leiUoque ten lugar n > dia acima desig
nado, na casa de penhores, a trave sa da rua Du-
que de Caxias n. z.
avisos
w
ADVOGADO
B\GBAREL JuAQUlH GUEMNES DA
SILVA MELLO,
S3 Rua estreita do Rosario S3
prinieiro antlar.
AttenQao.
Fugiiam no di: 16 p>ra 17 do proximo pas-
sado mez, desie engenho Liberdade, sito na fre-
guezia di Escada, ns escravos seguintcs :
Paulo, estatura alta, muito feio, heigos gros-
sos, orelhas grandes. e salientes, nariz grosso e
chato, bocca gr-nde, denies perfeilos e limados,
falta de uohas nos pes. idade de 23 annos, cabeca
afun'lada ; pertenceu ao Sr. Antonio Pinto Paes
Barreto, residents em Campina Grande, depois es-
teve na cidade do Recife tratando se de uma mo-
lestia, d'onde sahio restabelecido.
Luiz, idade 40 annos, altura regular, sccco do
corpo, desdeolado, calvo, e cabello piuco, tem
uma fistula no queixo que Ihe e natural, e um
caroco nos peitos proximo ao pescoco, o qual-pro-
veio dc lima cornada, e 6 encanecido : roga-se
as autoridades policiaes e capitaes de campo e
a quera os apprehender, que os conduza ao mes
mo en;enho acima, ou a rua Direita n. 40, onde
generosamente gratifica' -se-ha._______________
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prsta, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoadoras douradas para offlciaes, canutilhos e
eDfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, ahotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, galSo falso para ornamento, cordao de li
com borla para qoadros e espelhos (conforme o
gotta da encommenda) tado por muito menos
pre^o que em outra qualquer parte : na praca da
Independencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Alfonso de Alhnquerqne niello
incumbe-se de promover cobrancas amigavel
ou judicialmente, assim como de outros negecios
concernentes a sua profissao, nos lugares proxi-
mo9 a linha ferrea, e nos outros terraos pro iraos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o aonun-
ciante solicitadores habilitados e probos, respon
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta,
do que lhe for confiado.
Mediaote modico honorario acode aos chmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellacSes ante
o tribunal da relacao. Pdde ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
tprua do Duque de Caxias n.37.
JARDIM DAS PLAXTAS
A rna da Ventura n. S5 (Capunga)
Ahi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3t
Sapotiseiros e sapoteiros em vasoa, de 1 a 11
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
pre^o muito commodo.
Larania cravo.
Abacali.
Acacia.
Arilicnm a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.'
Uita do ceo.
Dbaia e ootras mvitas.
Dita de doce do Para.
Dita branc.
Dita tangerina.
Lima da Persia
Dita dbig.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira iprial.
Parreiru.
Pinbeiras.
Romeiras.
Roeiras.
Rozeda.
Ubaia.
Fogio do s tio denominado Cafando uma
preta escrava.de nacio Cambinda, a qual ja e ve-
Iba e cbama-se Chatarina, anda sempre com um
cacete que Ihe serve de arrimo por soffrer de rheu-
matismo : quem a encontrar, pegue-a e a leve ao
sitio Cafando, na estrada de Joao de Barroi, a en-
tregar ao sea senhor Jos6 Carlos Ferreira, qae
sera graiiflcauo.
Precisase alngar uma escrava de meia ida-
de, qae entenda de vender na rna e qae seja Del,
trata-se na rua Imperial, taverna de uma so porta:
encostada a casa n 517.
Aluga se o lereeiro andar da caaa n. 3S, a
rna estreita do Rosario, com commodos e muito
resco : na thesouraria das loterias.
ESCRIPTORIO ESTACAO PRINCIPAU
a rua da Ccmpanbia Pernam- a rua Nova de Santa Rita.
bucana n. 2. ns. 55 a 59.
Esta empreza de transporte de mercadorias, inaugura o trafego de swas finnas no
dia 10 de agosto do corrente anno.
Service da Estacao dao Cinee Pontas para o Recife.
A empreza encarrega-se da entrega das cartas vindas pela estrada de ferro aos sees
fregnezes, de tirar e entregar-lhes ate as 8 horas da manha, as amostras do assucei
cbegado na vespera, pagar <1 vista do conbecimento o respective frete e fazer conduzir o
assucar e os outros generos com a maior promptidao para o armazem dos compradores
ou recebedores.
0 preQO do transporte comprehendidos os servi$os acima men ton ados, a carga,
descarga, e arrumacuo no armazem :
Por sacco de assucar................ 140 reis.
Por fardo de algodio................ 160 reis,
Ancorns on barris A razAo de......... 2J000 reis a pipa.
As cargas destinadas aos engenhos e rentettidas pelcs freguezes da emprexa^erao
transportadas graluitamenle para a estapio das Cinco Ponlds, eserdo recebidas nao so
onde ixistirem os trilhos, mas em qualquer ponto dos bairros do Recife e Santo An-
tonio.
Servieodo Forte do Hut to* para as raaa do Apollo e rum. B
A empreza encarrega-se de rec- ber com o seu pessoa! os assucares e mais generos
dos trapiches ou do caes, com direccAo aos armazens das ruas do Appollo e Brum e
qoaesquer outras do bairro do Recife na proxiroidade de suas liuhas.
0 prego de transporte comprehendida a carga e descarga eorrtimacdo no arma-
zem e :
Por sacco de assucar................. 80 reis.
Por fardo de algodao................. 100 reis.
Por ancoras ou barris & raz3o de........ 153C0 reis por pipa.
Recife, t de agosto de 1874.
till Hill ill! Ill ill
E
Extractode came de Liebegs e vinho de Arrault de qui-
nium, ferro e extracto de came deL ebegs, preparadon
com vinho do Porto.
Oqiiinium que e um extracto dequina obtido pela cal, proporciona aos Srs. me-
dicos um producto de uma dosabilidadeinvariavel, contendo todos os principios active?
da quina, planta sem igual como'medicameuto tonico, nevrosthennico e reconstittuinte,
e como tal applicado no tratamento das debilidades organic8S, cachexia, edas febrcs de
qualquer csracter.
Para se obter o quiniuiutiaose pode roubara" quina a quiniua e a cliinclio-
nina, seus principios activos, como gralmente o fazem os que preparnm esses compoS-
tos de quina, que nos sao bem conhecidos ; e 4 grammas e 50 centigrammaj de qni-
n in in representam exactamente 1 gramma de quinina e 50 centigrammss de claiu-
clioniua, o que serve de norma para ser administrado aquelle poderodo agente tbe-
rapeutico, conforme reclamam os diversos padecimento:, com quasi certeza do obter se
o resultado desrjado, principalmente sesetratar uma tebre intcrmittente, de que a qui-
nina e o antidoto.
Devendo no maior numero de casos o qniniuiu ser empregaJo como tonico re-
constituinte, procuramos fornecer aos Srs. medicos urn cornposto, que satisfazendo ple-
namente suas vistas por aquelile lado, tivesse alem disso proprieiades analepticas, e es-
colhemos o analepti.o por excellenciaa Curnc.alimento o mais aceitavel pelos or-
gaos digestivos e o ma.s reparador quese co nhece. w
Nao sendo possivel obter toios os principios nutritives da came em preparado me-
Ihor, do que o mui conceitusdo extracto da came de Liebegs, adnptamos este extracto
para preparar o nossoVinho de quinimu e extracto de came-, que se
recommenda como o melhor cornposto para nutrir, forlificar e reparar osorgSos, quan-
do a economia se acha exhausta em conseqaencia de qualquer grave padecimento, c como
reme iio intallivel ou antidoto para a cura das febres Je qualquer caracter, principalmen-
te as eiiJemicas dos lugares paludosos.
Associamos em outro cornpostoVinho de quiniuin, ferro e extracto
de carneeste metal que sendo uma das partes consVtutivas do sangue, em muitos
casos a sua applica$ao e urgentemente reclamada, quando por uma causa; qualquer este
elemen to da vida perde. sua riqueza/fazendo ypparecer, principalmente1 nas senboras,
essas graves molustias denominadaschloroze, pallidaa cdres. aneniia, flo-
res braucas, nicn^trtiacOes difiirois. etc. Escolhemos o'melhor dos ferru-
ginozos pyrophophato de ferro-para o nosso preparado com este metal, e
empregamos optimo vinho do Porlo, que nos e foruecido directimente pela com-
panbia do alt-i Douro, em amb 18 os nossos compostos.
NSo temosduvida de a-segurar, sem receio de cortefta^'o), que os nuisos vinbos de-
vem ser prefe.ridos e cpntinuarao o grande successo obtido nos hospitaes de Paris e -i
Allemanha, onle os'prescrevem os clinicos mais notavcis. Csses vinbos representam nn
dosedu 30 grammas 5 centigrammas de quiniuin, on 5 centigrammes de quinina,
e 30 grammas de came. i
A dose dos vinhos de quiniuin e extracto do carne de Liebegs, simples ou ferra-
ginoso e : como tonico lim Cupo a" licOr antes de qualquer refei dose no tratamento de anumia, chlorose, menstraacdes difficeis, etc. i>mo febrf-
fugo De 2 a 4 peijuenos epos (d vinho du Bordeaux} dc cm 4 horas.
Como preservativoNos paizes onde grossam (ttbres, mesmo para preve-
nir o apparecimento das molestias heredit3rias, e util luircar pela manha emjejumur/!
copo de vinho a Bordeaux, do vinho de q;r. irt c extracto de carne T.'.e-
begs.
Exigir nnssa assiguatura na tarja posta sobro a ro!ha
Unico deposito na pharmacia e drogaria do Bartbolo id '".
N. 3i.RUA LARGA 1)0 ROSARIO.'3 34. "
EXPOSICAO
DE
Fazendas. e artigos de alta
novidade
M DO PA880
Rua Priffleiro de hr^o n. 7 A.
,<'oi'tioii'o Nimftca A C, proprietarios
deste inipor!ante estabelecimento, no louvavel pro-
prosito de nJo desmentirem o conceito que os
seus numerous freguezes Ihes tem dispensado,
auabam de receber de sua conta o mais nco sor-
timenio de sedas, popelina'', las e artigos de ul-
tima innda era Paris, e coutinuarao a receber
poi tudos os paquetes daqnella procedencia ; por
isso chamam a attencao de seus freguezes e os
convidam a darem um passeio ao seu estabeleci-
mento, garaniindo Ihes que encontrarao a reali
dade do que fka dito, e para pr;va dao um pe
queno re^umo, cujo infallivelmi-nte despertara a
attenclo dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
amoslras medianle penhor.
Vrciiios de alia novidaile e
ultima moda.
Cortes de vestido de liobo guarnecidos de bico
da mesma fazeuda e cor, trazendo livella, bol;a,
cinlo, etc etc.
Riquissimo< cliapeos para senhora, de cores e
pretos.
Cortes de cambraia brancos com jindos bor-
dados.
Ditos de cores com enfeites da mesma fazonda,
flgurino, etc. etc.
Capas de 11 para meninas e senhoras, guarne-
cidas de arminho.
Vcstuarios para 1 aplisado.
Riquissimas camisas bnrdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casameoto.
C'Tles de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto;
Sedinhas de delicalss padrdes.
Setim Macao de tolas as cores.
Grosdetiaplts pretos e de cores.
Vt-lludo preto e damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merind de cores, 14, etc.
MaiiUs brasileiras.
Capdlas e manias para noiva.
Cambraia de cores, ditas mariposas brancas, de
cores, lisas e boriadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, listras, etc.
Brins de linho para vestidos.
Fuitao de cores.
Sjias bordadas para senhori.
Grande sortimento de camisas de linho lisas e
bordadas. para liomem.
Meias de cores para homem, senbora, meninos
e meninas.
Sortimento de chapeos de sol para homem e
senhora. .
Merinas de cores para vestidos.
Dito pietc trancado e de verlo, bombazina, can-
* ao, alpa '. ct 'Ac.
Atoalbadc de linho e algodao para toalhas, e dito
pai do.
i Damasco de !a.
Brim de linho branco e de ores.
Satins de lindas cores com listras.
Chales d>; nieri;,- de cues e pretos
Ditos de tonqaim e ditos de casemira.
Cau.isas de chiti para homem e ditas de :1a-
nella.
Ceronlas de linho e ditas de algodao.
Pannos do crochet para sofa, cadeiras^ttc.
Lencos ncrdados e dito.-. de lai yrintho.
Rios cortes de vestid a de tarlatan*, bordadas.
para bailr-s, e tarlatana ne todas : s cores.
Colchas de damaseo de la, e ditas de crochet.
Espartiho." \u s e bordados.
, Funlard de seda, liidas c tcs.
Meias de seda ;>ara senhoras e meninas.
Casemiras prolas e de cores.
Popclinas.
Nesle artigo torn:- D:n varialissimo sortimento,
nao so em gosto como em qualidade. .
Las
com lis'.ras de se Ja, ditas com pal na? bordadas,
ditas Iran-p.-rer.i-- e de OJtras muitas qualidadrs.
l.nva
dc pellica brancas e do cores, do verdadeiro fi-
bricante Jouvin.
Finalmenie :
tapetes para sola, eadeirai, ca>;ia, entrada, et.r..
cambraias arancas, chitas detoda* as quahdades,
madapoloes, esguiaj, retanhas,' bramantes, algo-
ddes, collarinhos, ponhc-s, rmias para homem e
senhora, pua'aos e collarinhos hrancos e de co-
res para senhora?, gravatas para homem e senho-
ra, Reitos bordados, lencos de linho brancos e de
cores, ditos ds cambraia de linho, toalhas, guar-
danapos, panno ;ino, etc, etc.
Loja du l'asso .
Rua I'rimeiro de Margo n. 7 A
an'.iga do Crespo.
Chapeos para senhora.
A ioja da Passo, a rua Primeiro de Mar(o n.
7 A, recebeu um nco Burttoiento de chapejs
para senhoras, Dreij^ e de cores.
Offerece-se uma mica purtugueia para casa
de pon-a familia ou de mo;o solteiro : a tratar n*)
beoco do Veras. em nm portai de pao do lado es-
qoerdo.
HUIHI.
Precisa se de um criado para todo service : na
rua do Commercio n 25. -
Aluga-se
a loja do rslirado silo a rua do Hospicio n. 6j a
tratar na rgn do Vigario n. 31.________________
_ 0 Sr, Luiz Aprigio de Oliveira Salerrao, qnei-
ra apparecer a rua do Rangel n. 67, a negocio de
particular interes^_-________________^___
___ Precisa-se de uma ama forea' ou es-
Allla Craa, para casa de familia : iraUr
na rua de Horus n. to, ou na rua Duqae de Ca-
xias n. 111. _________^^^
X aixeirO
Precisa-se de um menino portuguez, de 10 a 12
annos, com alguma pratica de taverna e dwdo
ponbeeimenti de sua conducta : a tratar no largo
da Penha n. 8.
V




Juno de Periiamouuu Sexta teira 4 de Setembro do 1*14.
!
DUARTE & IRMAO
UBELLLIftOfcOS
Preniiados na exposi^ao de 1872

iu:a

TiPtfUTRIZ
f *'
a*
JLMIO
f/^/Trtlt
i *
IMPKRATRIZ
.N. 83
l. AMUR.

Acabam de reformar o sen estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
di cedes poasiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sraa. n'a-
qaillo que Mr tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanlo para honiens como para senhoras, tupete, chignon,
coqnes modern issimos, trancas, cacbepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, feres, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecinaento acha-se provido do que ha de melbor nos mcrcados estran-
geiros, recebe directamente por todos ns vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicio no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vendo-se cabellos em
porcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro. .
AGUA DElHINOLINA
PARA TING1RINSTANTANEAMENTE OS CABELLOS
PREPARABA POR
BARTHOLOMEO & C.
Pharmaeeuticos da Casa Heal de 8. M. F El Rei de Portugal :
prenalados em diversaa exposicSes com o prlmciro premio de
na elasae. ...
Unico composto, cuja base principal sao pnncipios vegetaes, que pode por isso ser
usado por tempo indefinido sem o menor receio de alteracao de saiide. Esta agua admi-
ravelda aos cabellos, em poucos minutos, uma cor e brilho natural, desde o castanho
at6o negro, e ao contrario detorlns as tinturas conbecidas, tern urn aroma agradabilissi-
mo, que facilita o'seu uso is senhoras, ainda as mais difllceis. A ffiangam-se os seus re-
sultados e effeitos inofjensivos, quer a applicacSo seja limitada a barba, quer c6mprehen-
da os cabellos da cabeca.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBUCO
41 Una do Imperador \\
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim dp
^onservar os creditos de unico neste genero, t<-m reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provinces do norte e in-
.erior desta, garantindo perfeicao em todssas preprac6es, aeeio e medicidade nos precos,
- ompativel com este genero de drogas.
Chegou a grande retnessa que fizemos de pharmacia homeopatkica de J.
-:pss& C, de Londres, compost < do medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Khus, de Buvonia, do Arnica e de p6s cspeciacs para dentcs.
Tern & disposicao dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do novo, jd em 3.a edicao. r _
Tern carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, & escolha do com-
^rador. ____
Attencao
Nil rua estieifa do Rrsario n. VI, i-r*-pra-S
nandeja* de bdiiiho* de todas as jMfyliS, par*
cafanwntos, liai!i!.i v haptisa os a t bandejas c m bm.|0eu e Bias era lilreir a
gosto de sfrU duui,s e com a-?iin ; pnparase
hoU'iueii de cravos nalnra pan tr ivo; coin li
s burl.-idas a euro, si'iido a tiuMr-tp.Piite feita,
3 on 6 dias aiile* ; faz se ..o-de I6-" iifi-ilailcs o
I'lilin-. M'iiifdc.1 nidi- |iri'}iri" |iafa |ir'esri.Uw ; 1"
r. i d luJ^s :^ ijiialidade? I judos boa ;iie:s para
offerla, vela? ricas enfeitadas para lapti-ado*; lo
di encommenda de flurra, a>co, palms*, row?,
e caprllas ; tudo se fas lisrato com preleu. Tam
hem .ce fat gorros bordados a ouro, charaU'iras e
qualijucr obra b< rdada a ouro.
afoe 3&$e$< $$*
Q 1*6 df II. llauda Cavalcaule, fax suieo- A
5 la o digoos pais dos ftat alumnns e
Wt a quem interpssar po>sa, qne mudon-e ^?
Igi da pra;a do Conde d'Eu para o becco M
2 do Veraa n. I, onde o encanlraiao sera- 2
9 pre promplo uo exercicio de feu ma- Jw
giterio, crniinuando a tomar todo o rui- Xk
dado na educacAo dos seus diseipulos. 2
9 Kocife, 31 de;gosto de 1874. M
= Preeisa de duas amas, sendo uraa para co-
zinhar e comprar e outra para engommar e en-
saiioar : na rua da Cmocordio n. 43.______
QTaude liquida^ao.
Je miudezas e *a Manj'ie de Ol'i
do
K >0
S. CA
Veudo e iiii arrrn u-sp o fiitirliR S Carlo', en
l|inkKa, tnofiiie r rrcntn, c.iin i'tdas as oI.rn.
rut pprfeit i esiadii ile tMiiscrva';a. e muiio bom
! :? Ca
tias n. J, I* andar, com Gabriel Aolonio de (Castro
Qaintaas.
Modista fraoceza.
Mademoiselle Eugenia Lecomte & Irma, avi?am
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
que abriram novaroeuie seu eslabelecimeato de
casa de coturas a rua da Imperatriz n. S, pri
meiro andar, pelo quo esperam continuar a me
recer a concurrencia das pessoas que precisarem
de seus services.____________________
Aluga-se
as casas n. 131, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3* anlar, na rua do Bora Jesus; n. 101, em Santa
Rita, e 2* andar e sotao na rua da Aurora d. 37 :
a tratar nesta rua n. 3;.
Ipera amordedura de cobras.
Para bexigas como prcservativo.
China cruzeiro, para intermitlentes.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Taranluln, para paralysm.
Tintura mai d'arnica, para contusdes,
tes, etc
ria.l
enaD A COEGAREM
Chocolate homeopathico.
Cafe homeopathico.
Elor d'araruta.
: P6s para dentes, inglezes.
cor
Jeric6, para rheumatismo.
Maita-inatta ou jaboti, para tosses.
Espirito
ra.
de Hahereman ou de campho-
' Cactuc grande ildrus, para pneumonias c
mo'eslias do comedo.
as pre-
ipodeldock d'Arnica.
>ito de Rhus )
Vpara rhematismo.
Dito deRryonia) .
Acha-se constantempnto a te^ta do esUbelecimente e mspeccionando todas
aracOes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Mello.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
Advogados g
Ij CHIOS %
3
m
4g
Vicente de
E
Anreliann de Carvalho.
2iImperador2i

AdmlnlsinirSo: FAR1Z, 12, boulevard Montmartre.
CfUrlOE-GfULlE. Affec;fte* lymphaticaa, doen^ns
. da* tIib digstivjs, obfltrnc^Aea do flgado e do 1>acot
I oMtnicfOpft vlsceraes, concrt;fies calcnlosas da bile.
HOPITftL. Affeo^On das vai dlicestUas, lncom-
; modai do estoroago, dlgsl|o difllfil, Inap; clcncli,
g-ABlratgia, dyy>pft!a.
CCLESTINS. AffeccOes dos ^Ina, da bcxlga, arcias,
roncrecOM das otjrin.Ts, gola. ill.ibele*. albnminu:U.
tUUTERIVE AffeccOM dos i ins, da bcxiga, areias,
roncrer/661 das onrfnas, goTa, d.'abPtea, albnnilnnria.
EXIGA-SE
o NOME da FUENTE na CAPSULA
As Fontcs de Vichy, acfina romotdaa, aclilo-ae:
Em Pernambuco, HABISMEIIOI ISBILLE rua
do Commercio. 1
I. Josi'iihu Olindinn de Burros
Francisco Pedro Advincula, Amelia Oliadina de
Barros, Thereia de Jesus Barros Bamos (ausente)
e Senhorioha de Barros Bamos, vein por meio
ArMti agradecer a lodos os senhores que acornpa-
Dharam ate o cemiterio publico de Olinda, a sua
presada sobrinha e irma. Jjscpha Olindioa de Bar-
ros, e parlicularmente o Sr. Joaquim Quintino Gon-
jalves : assira como prevalecem-sc da occasiao
para renderm um tributo de gratidao as Exmas.
Sras. D. Maria do 0' e Silva e Luiza Fraucisca de
Souza, pelas mam-ira? urbanas e caridosas com
que se prestaram durante a sua enfermiiade ato a
bora de seu pafsamento ; e de novo os convidam
para a raissa do setimo dia, na igreja de S. Pedro,
em Olinda, as 7 boras da liianha do dia sabbado,
5 do corrente, e pedem desculpa as pessoas que
iovojuntariamente nao foram convidadas.______
cBaswii i-.....mmnmim**-*:iK*r.,JS-
Rita Koferina Coelho da Silva.
0 Dr. Joao Francisco Xavi-r Paes Barreto, sua
mulher e fllhos, repassados do roaior pezar pela
ncticia do falleciaenlo de D. Rita Zeferina Coelho
da Silva, convidam as pessoas de sua amisade
para assis'irem a raissa, que roaniam celebrar
na igreja do recoihimento de Olinda, as 7 hora?
da manha do dia 7 de setembro ; por cujo obse-
quio se confessam eternamente tratos._________
.v^aattjsaa-rfgi i mi i\inmunnmi*mammmmBm
I'raiuiMo Antonio Pereira
Duas pessoas que nao eram des-
afTectas a Francisco Antonio Perei-
ra, fallecido em Portugal no dia 1
de agosto proximo passado, man-
dam celebrar mis-as pelo seu eter-
no repouso, ua igreja de S. Francis
co, pelas 7 noras da manha do dia
o do corrente (sabbado); e para este acto do cari-
dade e religiao convidam os parentes e amigos do
mesmo.______________
Aluga se o armazem do sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazen-
das por sor muito espagoso e reedificado de novo,
ou para qualquer estalielecimento : a tratar a
rua de Dnmingos Jose Martins n. 48, antiga
Sanzalla -Velha.
Aluga-se
0 aredio a. W fit" a rua do B.trao de S. Borja,
antiga do Sel.o, cum cuuunodos para grande fami-
lia, contendo agua e gaz encanaJos, e apparelhos
de limpeza, grande quintal bem plantado, com
portao que deita para a rua do Atalbo ; para ver
a chave acha-se na meama rua n. 18 : a tratar
em Olinda, laddra da Se" n. 6. __________
MOFINA
Esta encoura^ado!! !
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate qne a fora
Hoga-se ao Mm. Sr. Ignacio Vieira de Hell
iscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir i rua Duque de Caxiaa n. 36, a con-
cluir aquelle negocio qne S. ST se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada dene jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depoia -aara Janeiro,
passon a fevereiro e abril de 187), a nada cumprio;
por este motivo 6 de novo chamado para dito
am, pois S. S. se deve lembrar que eate negocio
de mais de eito annoa, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta cidade.
NURTIMENTO
E
M R1) I CI IS A
--*
VERDAOEIBO
RiGAHOUT oos ARABES
de DELAr SREHIER, de PARIS.
Cura todaa aa Moleatli>a do Catomago e dos
I XnteatiDoa, reatabelce os Convalesces tes. for-
I tiflca as crlaiicaa e as jm ssoat dellcadas doentes
de Antmim, Chloroie, etc, epor suas proprie-
dades satomachlcu e on preierrativo oou-
tra Febre amarelU. Tjpholde on
osrtra*, etc. {Caultla contra atfaltifica-
(ttl). Deposltos iu pl.armaclas acredlu-
daa do Brazil.
CASA DA FORTiA.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTID0S.
A rua Primeiro de Marco (outr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizes bilhetes um meio n. 3GI com 200*000, um
meio n. 2248 com 100*, um meio n. 1095 com
100*000, e outras sortes de 40* e 20* da lote-
riaque se acabou de extrabir (114'). convida aos
possuidores a virem receber na conformidade do
costume, sem desconto algum.
Acham-Se a venda os fehzes bilhetes garantidos
di U' parte das loterias a beneficio da igreja
doEspirito Santo (115"), que se extrahira no
sabbado, 25 do corrente mez vindouro.
PREgOS,
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
Uf PORCAODK lOOffOOO PARA ClUa.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Traspassa-se uma grande casa com commodos
para grande tamilia, e decentemcute preparada,
em urn dos mais aprazivels arrabaldes, passando
pela poria a liana dos bonds : quern pretender,
dirija?e a rua do Vigario n. B. andar.
Aluga-se
B DOENCAS SIECRETAS |
Gh. ALBERT;
omu radical, paoatpx* a aaarau rzxo 1 totho Dt tTaifiaarr.it i impigena,l ajporcai, borbolkaa, clceru, rick* de BJ MBgne, debOidade, tamorea. aOLOt AUmea I Ocnimantoi recent** 1 m antigoa; flora brancM, o6fW pallidaa. Paris, 1, r. MoatanvU. IMfcato #rot> DaposMo sas Pwnmmlmet), A. BBOORD. g
o 3* andar do sobrado da rua do Vigario n. 5, com
grandes e bons conimodos para familia, e agua
potavel : a tratar no armazem da travessa do Cor-
po Santo n. 25._____________
Preparado poi
Lanman&Kemd
para thisiaca
toda a qualidadr
do doenc,as, que?
seja na garganta
peito ou bofes.
Expressamente
escolhido dos me-
lhores figados dos
quaes se extraht
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
calmente, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo c
cuidado.emtod*
o frasco se garan
teperfeitamen
te puro.
Este oleo tern
sido submettidc
a um exame mui-
to severo pelo
cbimico de mait
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle. tern
aminado
I0DINO E UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo do figado de bacalhao, e na-
quelle no qual contem a maior porcfio dest
invaluavel propriedade, 6 o unico meio para
curar todas as duencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos di carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e divigei
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
uhecido na medicina ou sciencia, di tantc
nutimento aosj sterna e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacao tem sido des
truida pelas affecc6es das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOEEO DE FIGADO DE BACAUHAO
DE
LANMAN & KEMP
Prcservalivo da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqueira Cavalcanli
Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
cobridor vender aquelle medi-amento, o publico
ja o tem a sua disposicao.
Depositor uniroa.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Bocha Siqueira.
Rio de Janeiro : Cdrte, rua do Ouvidor
n. 78.
O Preservative da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto transcreve se para este annuncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram os Srs. doentes os ler, 0 ver por
quem esiao elles assignados.
luspector da saiide publica em Pernambuco.
Em enmprimento do despacbo de V. Exc. sobre o
requerimenlo do Dr. Manoel de Siqueira Caval-
canli, tenho a informar o segninte : Acho justa
a pretencio do supplicante, porquanto o seu me-
dicamento preservative da erysipela tem da-
do muitos bons resoltados, -nao so nesta cidade,
como na cdrte, onde ello tem sido applicado com
vantage in e e procurado. A preparagdo delle e
simples, por ser tintura de vma s6 planta. ,0
inspector, Dr. Pedro de Athnyde Lobo Moscoso.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-rae dado pelo S>\ Manoel de Siqueira
Cavalcanti um inedicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias niinca mais ate hoje, me tornou a
accommett r essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presente, por mim feito e assignado-
Bio de Janeiro, 16 de junlio de 1874. Duque de
Caxius.
Aue.-i", que lendu empregado o medicamento
dyranamisado, que no: foi fomecido pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colhi sempre resuttados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em les-
temunho da verdade, e por me ser pedido, firmo
o presen'e. Bio de Janeiro, 13 de jnnho de 1874.
Dr. Saturnino Soares deMeirelles.
Concordo perteitamente com o pareccr supra.
Dr.- Joaquim Jose da Silva Pinto.
O abaixo assignado, dutor em medicina pela
faculdade do Bio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brig da honorario do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Ati.'.-ta sob juraraedto de seu grao, que tendo
usado de um medicamento que llie foi fornacido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanli, de-
nominado Preservativo da erysipela tirou
st mpre o raelhor resultado possivel, de sorte nue
os doentes ate hoje nao furam acummettidos das
erysipelas, que soffriam freqnentemente. Rio de
Janeiro. 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tiveera 1871 dez ertsipelas em uma perna, tui
a Europa, e considerei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei o icmedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel deSiquena
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ha mai* de nm
anno. Creio ser isto eftVilo daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874.-Baraude Cubo
Frio.
Gratis aos pobree.

2 Cnnsiillori medico
7 DO
-/ Dr. Murillo.
Loustirtaa J.'.so is 8 h'-rai da .nanha e
do meio dia i.* duas horas da tarde.
.
24-Rtra do \\m\wn de Olinda -21
sEsquina do bceco Largo
Partleipa a seus freguezes e amigos que mndon
o seu estabelecimento de relojoero para a mesroa
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, ameriranos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dc
algibeira, de todas as qndlida es, patente suisso,
de ouro e prata dourada,/ foleado (plaquel), relo-
gios de onro, inglez, desenberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lunetr.s
de tods as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
J( GRATiS AOS POBBES.
Q Etpicialidades: Moiestiasi de senhuras,
\j da peiie e de crianga. W
mum
Joao C-irreia de Carvalho, aiti?ta alfaiate, ten-
do-se de.-liji-i.io da sociedade d.i casa commerc'al
existente a rua da Barao da Victoria n. SO, ^ob a
razao de Araujo, Carvalh > i, C, acha-se novanien-
te e>tabtlecid.i na Olinda n 4t>, I* andar, aonde os sem numerosos
freguezes o enconrario prompto para executar
gnalqoer obra tendente a sua arte, com esmero e
pr. mptidao._________________________________
Aluga->e altos e batcoa do sobrado da rua
Imperial q. 1, canto da irave^sa do Lima, tendo
armai;ao e mais perteocai para taverna, ,v r ser
lu/ar ituito proprio para tal negocio : quern o
pretender eutenda-se com o proprietaiio, na rua
do Hospii'io, sobrado n. 33.
Sr Luiz Apngio de Otiveira Salt-ribo, quei-
ra appare er a ma do Uaugfl n 07, a negocio de
paiicular iaterese.
LIVROS A VENDA.
No primeiro andar desta typographia em
mao do administrador, vende-se os seguin-
te livrinhos :
O matiito Kspcrlo dialogo ins-
tructivo, critico, analytico. bistorico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
EdacacSo Familiar romance, e
uma serie de leitura. 2 volumes por 18*000.
Martens, maouel diplomatique 1
volume por UJOOO.
Obras de Mablycompletas 12
volumes por 89000.
Billion obra completa4 volumes
por 29000.
FritotEspirit do Droit lJ volume
por 1900O.
VatelDroit des Gens2 volumes por
29000.
F. Borges EconomiaPolitica1 vo-
lume 19600.
FieldingTbe history Tom Jones2
volumes 3#000.
BavoueDes conQits2 volumes 30.
Bistoire Ecclesiastiqne 6 vo-
lumes 69000.
RousseauMelanges6 volumes 39.
Rousseau-Pieces diverses-4 volu-
mes 29000.__________
N. 11Esquina da rua do Cabus^a N. 11
Este estabelecimento continiia a receber grande soriimento de joias modcrnas, de ouro, bri-
lhante, e mais pedras preciosas, e b as obras de prata de lei.
Condecoracjoes.
A Coroa Brilhaute recebeu ricas commendas, offleialatos, babitos de ourd e prata dourada,
para todas as ordens ; assira coma delicados lacinhos e botoes para cavalheuos, offlciaes e com-
mendadore3 da Bosa e de Christ titas finas de s^da para a campanba do Paraguay, todas as i r-
dens, e para liquidacio de muitas joias que tem na 1 ja, o donn resolveu a venier mais barato dj
que em outra qualquer parte, garantinlo b a qualidade t'o ouro e da prata, por meio de uma
conta com recibo. O estabelecimento continna abcrto a ooitfl a'.e as 7 horali, na rua do Cabuga Q.
11, loja de joias de Antonio Serafim da Silva.
Vejam!
t
O Coracao de Ouro, liquid a :
Correntes de ouro, modernas, para relngos, a ."iioOO a oil.va.
Relogios de ouro para senhora,. a 40a, que em outra parte e ICOi.
H ligios de prata bem dour dus a lo.
Rozetinhas de brilhaute a 14 a"
Anneis de pedra com lettra a G$.
Auneis para por cabello a 2.
Pence.nez de ouro a in*.
Pencenez de prata dourada a 3o00.
Dedae^ de prata. fundo de pedra, a 11.
Brincos de coral e euro para nienmn" a MSOil.
Cacoleias muito modernas com 50 por cento de abate.
Polceirinhas de c ral e ouro para crianea a 10.1.
Pulcrira de ouro c coral, feiiio de uma c I ra, a 10|.
Obras de prata a 400 rs. a oitava.
Brincos para senhora. muiti modernos, a 154,em outra p.rte e 40*.
Voltas de ouro e cruzinha, com 50 por cento de abate.
Grande sorlinvnt'i de joias de biilhante COOl -j > ci- de ;ii)a'.3.
Brincos do coral para senhora a la.
Correntrs de ouro para relgios a 18| cr.da uma.
Aderecis |ior meta-ie de se i valor.
Sortimento com pie to de joias, i-joe vende por metade do -en valor.
A liquidaQao.
fgjgsgg^ j;girafcs3 igyi'-r-"

PHOTOGRAPHIA
L
IMPERIAL
j*
ESTABELECIMEXTO DE PWMEIRA ORDEM
Rua djBaraiHia lieiiria- IS, s^hrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados ua ultima exposi^ao
no
RIO DE JANEIRO
Acha-se mont-do sob as melhores eondicoe .-e arte, e aberto a
concurrencia pubiica, eate estabelecimento, o primeiro-, sem duvtda,
desta provincia, no qual se liram retratos pelos inelhorts e mais
modernos sjstemas, empregando-se somente material de p'imoira
qualidade, e garantindo se
Sernelhancja, nitidez e durnoao.
Trabalha-se todos os dias uteia.e de guards, des e as i
da manha as quatro da tarde, nao projudicaihlo o tempo c. -.. va
ou nublado a perfeic&o dos retratos. .
Faz-se todaa qu4idade de copies, aogmentaodo-as ou HiaDiuuin-
do-as.
' 8$000
L'ma duzia de retratos de uma so pesaoa, em 'artdes para ?1-
'Vrates retratos esmaltidos, collori 'os, gropos, e augmeutatks ha
uma tabella de precos
Tiram-se retratos ate tamanho natural.
5K5
., -=
NN
NOITE
Nao ha mais
brancos.
Olinda.
TiMtRlll JAP0NEZ&.
S6 e onica approvada pelas academias de
tciencias, reconbecida s perior a toda que
tem apparecido at^ hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recite, hoje Mar-
tinez de Olinda, n. 51, 1." andar, e en
todaa u boticas e casas de r^bellei-
reros.
Aluga-?e por fe3ta ou vende-se por preco ra-
zoavel o palacete contiguo a igreia do Bo'mfim,
em Olinda, n. 1, com mobilia completa ou sem ella,
jardiro, arvoredos de fracto, cacimba abundaote,
casa de banhos, e commodos para grande familia;
e assiin mais duas casas na mesma rua de ns 8
e li, e outra na ladeira da Misericordia n. 1
Alem detes predios, aluga-?e somente por feta
ou annualmente o sobrado n. 36, b as casas de
ns. 31, 32 e 39, a rua de Fernandes Vieira, ou-
tr'ora Mathiai Ferreira, aquelle com gaz e agoa
do encanamento, uma pequena mobilia, e grande
Snintal mur>d>. bastante arejado, e estas asseia-
as e com bastantes commodos, e pouco distante
do littoral: a tratar na ma do Bispo Coulinho,
out*rora rua Nova, sobrado da esquina n. 18, on
no mesmo palacete.
CASA
Aluga se o segnndo andar a rua Duque de Ca
xias n. 54: a tratar na loja.
turto
Estando Jose Feliciano Nazareth fazendo uma
cerca de pao a pique no fando'de seu ^itio, incos-
tado a pome da Magdalena, c estando tsta madeira
qnasi tola enfincada, os canoe ros roubaram 35
esteios, sendo todos grosso*, c madeira toda ser
rada, no dia sabbado 29 do corrente : quem der
noticia certa onde para esta madeira, dirijase a
rua da Praia n. iO, ou na cotrada do Hospital Por-
tuguez, sitio n. 2, que sera generosamente recoro-
pens ado._____________________________ .
Crrados portuguezes.
CMulher e marido se offerecem para servir am-
bos na mesma casa; a mulher sabe tcdo o servi-
co de uma easa d- familia, como seja : coier, en-
gommar toda roapa com perfeicio, c cozinbar, e
o marido entende de cozinha, de copeiro on de
horta e jardim : qnem pretender, dirija se a rua
Sete de Setembro n. 7._____________________
Aluga se uma casa em Apipucos, em optima
posicSo e bons commodos para f .railia : a tratar |
na rua Sete de Setembro n. IS.
M
XAUOPE E PASTA b. BERTHS, cm
*^*^^^ ^"^ ___... ________._ ... a..t.n;il> alH^iMi i^nnlrt fUJ-t TrTiP
Medicamento' iueripto no Co-lgo .Mel-I frnee, por .u neoahecida *******&>
catarrho pulmonal,. bronchite, lisica e todas imUeBes do ^, -*?** ****,
*> **) BEBTHE, *4, ra *e Erolen e em todaa ai. aharmacUa da Eergeira.
Ter caulela com as imitacoes frauaulosas.__________________^^^^
PHOSPHATOdeFERRO
> IiERAS, iilinrmarriMiro. DOCTOR EM SCIENOAs.
Todos os ferruginosos conhecidos ale hoje, produzem grandes 'rritacoes e pristo de centre.
ou porqueo estomago nao pode soppnrlal-os ou cntSo he que n^^.dmu^^0 mie
para asiimllar-se ao organismo. O que hoje recommendames ao puWicalie mihau iJo^
nSo tem gosto nem sabor de feno, iiao ennegveee os dentes, e como se Miami uumc
diatamente. n3o produz nchum dos maos oli'citos. que acabamos do citar, '. i
A cura he iupida e ceuta nas c6r:s palubas, ;iic.ohoses, c dedilidades, ella rcguianv* a
menstiioacXo c ajuda vigorosamento as cow-.lescen-vs diificeis; emumapalavra e o panacea
certo dc todas as raolesUaa que tern por C4i*uj a pobresa do sangne, e o remedio mais
encigico para reanimar as forcas debilitadas pelas faHgas ou pelosardores do cbma.
Enxaquecas, Ddres de Cabesja, Nevralgias
Be GRIHtll.T c C
PHARMACBUTICOS EM PARIS.
M ISA BAPIDA
PELO
Basta provar uma vez este mcaicamento para se Hear convenddo da sua c liicacia. Uma
so dose, diluida era um pouco d'agua com assuc.'x, faa desai parecer as mais das vozes a
mais violenta enxaqueca on nevralgia. E' por este motivo qno cue lot admittido na nova
pharmacopea franceza publicada pelo gevemo. -1
Eepositos era Pcram!*>co : FERBEIRA,'',WAia O; M.-A. BARBOZA. e nas prir*
.cipacs pharmacia'' d PortHjal e JP Brailr


41iMio>;deDiAnatoh)iH --8a&imA&& 4 daitSatendttcrrdaj Iflti
Jfawavessa darua
hsCruzes n. 2, pri-
maio andar, da-se
fcheiro sobre pe-
siiores de ouro, pra-
te e brilhantes, seja
%tial for a quantia.
Iffa mesraa casa
campra-se os mes-
.mos metaesepedras.
I'
ITALAIA
GrauJc csUkletfiiuwta do mo
DE
Zefering Vatente & C.
Este novo e Iindo e&ubelecimonto de rno-
Ibadps o *rc0 de Sanlo Antonio, esquina
onue param os trens de Apipucos, vai ser
aberto no i.'de aeternbro ; esperam pois os
proprietaries, que o respeitavel publico no
so concorra a visitor o grande estabeleci-
mento, como que lhesconceda tola suapro-
Jeccio, pois de sua parte se esforcarao em
bent servir atodos", tanto eai pre$os como
qualidade dos generos, sempre com a*ra-
ao e sinceridade.
CASA D0

r
EXPOSICiO UNIVERSAL DE 1855
MCOALHA DE I.- CLASSE
AL. LABARRAQUE & C.4
. ..
III
ti
Cm* Rulo quanto o antijro anauneio diz.
* wkb sin certo poder assim a quk
***.- 3e fazer patenle as sorprendenles-es
gmsxiGulea, eoDduMs pelo ultiniQ vapor, com.
Jiytdtwcto ao maito apreciado e frcqiieotado
do Campos, a rua do hnperador n.
9* tttauio um dever de gratidao agradeceado de
caBipti, oiwde ja, a a-impraoeucia dos leitores
**-J?w" este annanci0 de principio a cabo
** se de sua indicacao.
Isto posto:
Xqxn anciosn ver enlrar do armazem.
sa qcitar da barriga paw bem :
AHmentacao pura.
u-bj- Safcsimas para sOpa, como ainda dSo
. eta pra ;.-., Miento o apurado gosto e supe-
Mamufe das snbslaneias prima*. como se pode
"f aa franca e espor.tanea recommendacao
*3tatJ*ens mais afamados da Franc* e Alle
naaste. Unia expprfeaeia convencera melhor e
#ar''*> nan- besitets.
Escolha franca.
Lira* de rir, .crome de lapioea, fkulc de pom-
a*3Ta, fleiir de farino de mais, semoule de
Ma-t. tepijca d.) Bresil. fl-ur de rir, semoule
kra-oniras maitaa qnaiidad* francezas. por
apsM ilalianas. Alem d.i qn* ha muitas ou-
nii*k'vidjf queficara a di*posi$o dos amao-
of morcso : tragam dinheir > e garanto-lhcs
r- o mais exquisite pcladar. Ver para
para saber.
Bilhetes garaatidos
Hua do Bardo da Victoria foutr ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abatxoassfenado-aeaba de Tender* .-ma-'seas
Jiuito felizes bilhetos a sorte de 700* em am
bUbete ioteiro te> a. 3763, a eorte de 100* en uaa
meio de 2^48, e am mtia de a. iQ9 eonra sorle
de 100*. alem de outras series awnores da 40*000
e 20*000 da luteria que se. aeaboa de extiabir
(l 14); coavida aos possuidores a vireaa reeabar,
que prompUmente sem pagos.
0 mesmo abaixo assignado coavida ao respeiu-
'el publico para vir ao seu estabtfeciHiemo eon*
prar os maito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao de
I Urar qualquer premio, como prova pelos mwrBts
annunrios
Acham-se a venda os muiio rentes bilhetes ga
-antidos da 9- parte da leleria a beneficio da
yzreja do Espirito. Sasto, que se extrahin no dia-
sabdo 5 da setambro viodoaro.
Inteiro 4*000
Mei 2*000
De lOOCOOO para elm*.
Inieiro 3*500
Halo- 1*760
ftecift, 29 da>-agosto de 1874.
JoSo Joagmth da Costa Uks
Precisa se de ama aroa pa-
ra iratar ^e' miTifnos na
rua do Visconde^de Goyanna,
auiiga Mondepo, n. 76, ou na loia de iivros innto
ao arco de Santo ADtonio.
:.t
*fmWtt* ACADEfrllA DE MEOICINA DE PARIS
AMA
Ama de leite
Precisa se d* ama ama de leite que seja sadia e
SL-Bi lilho : na rua- Ouque de Caiuas-n. 91, loia do
Rival S,-m Seguado.
tVeoisa-se de uma ama qatt-'seiti- boa eoif-
ohetra : Darua do Crespn n. 7
5m conclusiio:
a mo Jiria, qtiem dira,
1 ios nm mseo cimprar:
Sao furadas |
Via, sao velas stearlna
J<' \nr. snave e mui lina :
Qnco boras uma dura
sao de boa jrossura I
ALUGA=SE
o*a gracde casa terrea com bastantes commodos
sua na estr>da do Lucas : a tratar na rua do Vi-
gario p.:{t.
Precisa-se oe uma UMMD0
saiba bem coiinhar : na raa
do Queimado p. 9^ lo]a*~-
rreclsa se de uma ama pa-
ra casa de pequena familia :
a tratar ta rna Velha n.*60.
AMA
AMA
amanUs
rsbte bem:
raifnda-se particulantienie aos .
*q.i a uiuiio salvrnsa e hygienira eonni
ii pres bbjp i : e d U- d s e que so pods saborear
at* jfri&s axtasiad.) ein visrtrdeste v.-rsinbo, que
- r SDtolo ci la gerra'a hormeticaraente la-
Kh aqoi a fina eanna
- I nt !. : .-. boa,
b re i e | tnjtant<*.
Precisa se de uma ama para eozinhar,mais
al?iHn servico de casa .- na raa da fmperatrta n.
40, 2 andar.
Precisa se de uma ama que cozi-
nh* efae.a it mais fervigo de porfaria
dt'Dtro, para uma familia de duas pes-
soas : na rua do Cummereio n. t&, 3 andar.
Precisa e de aroa ama para coziohar e
mats algum servi.;> de ca.^a de pequeoa familia :
no 3* aodar d'esta tynogrsphia.
00
>1
z S
CO
5s
sm
j- S5vStX5

DZ S
.1
8
i

3. da Silva Maia.
Hco p3rteir.i e opi-rml. r.
tokas das 8- ;i; {() horas.
ados a ijualqaer hora.
Isafisaos pt'brcs.
mmm
DE
FurtadodeSimas.
, rito em Pi-rn unlmro, h tuadoMar-
h p. 1J5, d' i.ipar-t A .
Saisaparrilha de Ayer
fAR." I URIFICAE O SA> OCE.
)
1
M> -r
fin--.-
ftt-
0 renoroo de e^na goza eto ex-
ceUente rmedio 6 devido a millia-
rd de curas que :em operado, am-
"4tas das qnaes t&o vcrcadeiiament*
maraTilhosas. Iimumeros sio o
casos em que o systhema, parecen-
do saturado da podridao de enfer-
midades escroftilosaf, tern sido
promp'amente nstiftiido & 8adde.
ii11--. As affecr^es e diisordens, ageraTa-
! J*' pe'a contamina^So escrofulosa,
Kti produzirem d)res mortificantes,
.rn ra'' -al i> tam geralmcnto cuiadiu por elle, em
tos d-j lni|*rio, que o publico af precisa da er
:* ii? so virtudea e do modo de usal-o.
bf > c^ro -.loso e nm dos mais dej-i-uidoros inimigos
3 tTiraana- Ora, seuhorea-se occults e traicoeiramenta
VBiaBO e 'leixa-o fraco e inerms oontra molestiaa
LCm ;, pateLtcia a mfeccio de que Trrotr.peu o corpo
-". era rnomea-.oopportuno,lavra rnpilamente sob algu-
wm tit mm heilion'Jus formas, jii na cu'ia ji nos orgams
wHite-: N ite ultiu.0 caso depasita, muitas vezes, tuberculos
et paTi $ no ft. :do, no'onr*>, etc., qi Ad nt**e snse-
SsKvai -I .'"mores, etc.
A "O 6 taoj perSjl* natica K deva *"ar
C*;'- ;empre'-melhor do que, combattet-o.
tVifciTii, aof' '-' pp, jcrcih OS proWrfo! tfinQtmnna ftrihvt,
sc iu a -/..v.a-' .niitrl i>xr AT'.EBrpoAcm eKar
>>:;< ru .t.j*
Ai kAu que r .l.-m Ce EryHpeUu, Fo0-4, 8. An-
l).>rt>>: ; mpUt**, RtUummttm; Tmrni,
,*. e ser--!')il;dode dolorosa nos ouvidot., olhos, &0.;
*r ao Ofo-; /,. > raaia ou Indigrttett / ITydropciia,
immUt-Hv* wmifrii. e il 'rare >. i-.ras aneccoes do aratuenw muscular e
err(v- acfiatS Jguro alllvio osando des'a SAXMATAJt-
mirj-t BE itvk.
A to-;.' Wa >n h.ulotias Venereat silo earadas com a
aaa any fio&to jn- *j necessarlo mats i.illtado eapaco nr.;.:-.-;-... ttfi tam impertuiente3 en'ermidades.'
il->v / -f'.' n J'tarea Branea$, as uloeracCes nteri-
au- ftt1 uM curadas por leu effMto puriflcador a
a%nXT
B> Kb-i.r^sf ;.mio p a Gotta, quando csoaados por acca-
:*:- ar-e:: a eXtraahas ao sangui.oedem-lhe &cil-
'. -' "s.r m r{ j-i,^^*, joirricUt, qnkrido 64o oriuadaa
CJas* .l. .o* iio f-aigna,
****** ihn e nm-aseelJct* restMTBdor ate
torca %pr *. ayatheu a.
J I ll
terf .Varaoao* ou qualquer O'ltra aieotaa
So do seu
lirbiintmde, aehar&o do seu
^;.pcu exp. lienta- drpasmpta cura.
P*rraaaaair
oma letra da quantia de 3:400*, sacada por Gatf-
deucio Lopes de Araujo, aceita per Francisco Ce
zario de Mello Junior, garautida por Antonio Joao
Ferreira Uonleiro, e endossada pelo dito sacador e
Jose Maria Ferreira da Cunha, a veoeer-Sf a 1 de
dezembro do rerrento anno. Per esta occasiao
prevfne se a quern a ajhar, que ella nenhum valor
tera para si. visto que ja se aeham in eirados o
garanle e endossanle ; e pelo presente se faz certo
ao sacador e ao aceitante, para que nenhum de>-
lis paguedila letra se nao ao abaixo assignado :
quem pois a tver achado, querendo restitai la,
leva-a a rua do Marquez deOlinda n 16, que sera
recompensado. Becife, 86 de agosto de 1874.
^^__________Joaquim Olinto Bastoa.
Of^liiitim Lalattiraiatu' c mn yinhoeminen- l
tem4*le tonico e fdlbriftrgri, clpstinado'ti substituir toclos t
os otltros preparadSs do -qiiiiw.
Os Vfriflofe de (Jn;!U*-urdi;n'i;iii(:nle onipre^ados om
DB^daaaa, wo p*eparadS cotn'.cascas de qniria, cnjst A
rUprtza-d* e>eme aCrBsC^ittdl que em ra^^r^iraldadb-pfapawi^o,
ertwtvjfrtios cntem ape'nas aiguns' vestrgios dos ele-
mehtos activos.
^nfrtluin llMftMfmi!.^^ pdfe Aea-
demiu iruperiai de jnedieina, constiUie pelo contrario
utiT raedicamf nto de cottipe^j^'dtterfnirtaida, rica de
elemenloii activosi c-com o-qiial pofienr-9errrpre cotrtaf-
:>^sriwefHOa>9 -en fermos.
?oder*>6 dizeftioj coHaoiuma verdade incontestarel
qd#'iih& hiilfeposionxreontinuaseni -principio febrii
do qnU quem soffvo, nio teia-couliecimento algiimas'
tazots masque nem mcis^t dfeixn-iie existir. Prisso
as pessdas fiacas e del)iiaiada.s, quei" por diveisas canvas
d esfotafraen.o, qttef po* c aduftfis' as raparigtasque K'tn-diffrciridadeem se formal i- desen-
vrtTfer,' estSo-seiapre subihettidos a uma aroao Ifluil
confihua. hr'estes casos qtie- o Quinium Labarmque
pode ser'adrriteistrado com a cefteza d'nin exito com'-
pletov Nas convalescencias, o Omnium eo tonieo por
excellencta : junto com as Pilulas de Yallct, pmiluz
effeitos maravilhosos.
Nos casos de'chlorosis, auomia, e cores pallidas,-elle
e um: poderoso- auxiliar dos fermginosos. Junto por
exerriplb conv as- piiolas d Yaliet produz effeitos nota-
veis pela rnpnler de sua ac^ao.
Aronselbci uso- de Quinium Labarraque a um grande numero de
doentes, tanW na mnha casa de saude como na minlia clinica externa.
Como trato especialmeiite as afferefcs cancerosas, procurei por muito
tempo um lonico poderoso. Tendo-o encontrado no Quinhim, o qual
consider como orestauiador por excellencia das constituic5es exhaustas.
& CABiJtET y
A Sin*:' A... de Bourbon, com vifrte1 e ortb'anans de-'idad.', tiWli"ftb-
sob differenles typos, ha dezoito mezes. Ella torrrara nmft enorflie*^ai- '
tidade de sulpbaWde qmnirio, de Trianerr* qtfc iieu-,esiamgo-naeP^(lih
maistotera>o, mesmo misturidd-corn VpioV'O^steMa^D'iicMsVa^'tlflai.
sorte latigado qn* nem mwmo podia suTJpbrrar o su^Wrfo d- ferW; es**'
sal provocava-lhe calfras e uma exeessrr* repngrrarfcia. Foi n'essascoh-
d.cesq*,ivwifflo vMu> pouro fammartsado -otr.'"seas eflBitds,-grande1 folminba SUrprttaM*0W
con. qile pn-mplidao, elle (izera'tfeftippiirettrra febrv d*-Snr: A... m
M dotrsarmos nlo torn tide,:a menttrtvrthi*a; -
0 Sim- R..., deitrbrti'-c dobU'iinnOs cW idrtdc, prvp em Vgratirln, teve dnrante os veroes pi'ecedentes alguns accessos defebre
que cedei-ao convo nso de sulhilo de quirrina: Mo t,m de *g.ta-de 1859,
foi de nova aiacMo pel., anesnui frfn-; inps.Wesal vez, i stalfafc de qu*^
ninonao prodakioo resulbdo a-costum*Jdi U^casionava-ma JralUes dos%S
de estoinago, e, em seguida, uma repugnancia invenciv*!. i febre au-
...eu*va debto.isi.il.le-: Kfr^^*to&r.9*MJrf^*'iA*i
com o pensamento que elle succumbirr.Tis( que: nap ppjrh tomar nem
supportaro unico rcinadio capaz U*-o. cuaaa. RweiteiJhe -jvatm caliot;
de vinbo de Quinium pw- dirt... A frblfc desai.pareceo;' o doAib*'reed-
perou de novo o appetite, o sonano-e a alegria, e s6 faz usoaio vinhj, diiui-
nuirulo as doses de dia eui dia.
A SnrrP... de vinte c seis annos de idade, estaVa devorada por uma
fcbre, haviad ciuco annos. Apezar da sua mocidade, apeesentava o asuecto
da velbice : peUe cdrde terrar oUios embacados, etc' Desde.'seu casa-
nienlo que datava de seis annos, reaidia n-uma casa bem siliuida na appa-
rencia, sobre uma collina, achanuW' entrelauto no alto doitanquede
Meilleis. Ora a metaded'esse Unqneesfi secca durante o verao.
Receilei-lhe o viilho de Quinium por doses de quatro calices por dia-
Passados quinze dias, o marido veio dar-me parte de grande nielhora do
estado de sua mulher. A febre desappafocera cenaptetarnHHev a pelle '
tornara-se aha o appetite e o somi.o voitari'o; mas e tal o medo que tem
de reeahir dnonle. que ella recl;inioiv4ie airid.-i uma garrafa de vinho de
Quinium.
D* Rec.naiilt.
i Ha alyuus annos que trato os doentes da labrica de Mazeline et C-
receilei sempre com exito constante o sinho de Quinium Lubarraque-como
febnfugo e tonieo em todosos casos que os operarios (em numero de 806 "
a 1,000) achavao-se-enfraquecidos pelos mianrRrs paludoses que exhalao
os terrenos do Eure.
0 S'. Mazeline mesmo, achando-sc eirt esttdf de magreza aseaz-gfave
por causa do excesso de trabalho, n'uma localidade onde as febres sao
frequentes, foi regenerado pelo vinbo de Quinium tornado em dose de um
calice pela n.anha e a noite, recuperandb desta sorle sua peifeita saude
D' Bellcv;s.
1

Deposlto em Pirli na can, L. PRERE, 19," rua Jacob
ISTa pharmaeia de P. Maurer & C.rua do Barao.da Victoria n. 25.
Palacete
Ainda t-sta por alugar-se n palacete da iiha-dos
liatos, do iinado Cuslodio Jose Alves Guima;aes,
oade cioroa ultimamenleoSr. Dr. Ignacio deBar-
ros : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 7 A.
| CONSIiTOBIO J
i MEDICO-CIRURGICO |
# DO gg
^ Dr. Pedro d'Atbayde L. Moscoso j
PARrElnO E OPERADOR
^Hun -i}uir-9
qoe n. 39. W
ESPEC1 ALIDADE
Slolesiias de seaUboraa e flr
&t naenlnos.
X '"onsultas das 7 as 10 horas da ma- I
9 oni. todos os dias. '^
ft Das 6 as 8 da noite, nas segandas. qnar- A
^ tas e sextas-feiras.
W Os d(wnie.-que mandarem os seus cha- fP
K mados por e rripto at 10 boras da ma- a
2 1* serao visitados em saas casas. 5
V 0
Signaes do negro Feliciano
('ri n!o, idaJe 40 annos, pouco mais ou menos,
!t., corpo regular, bem p.eto, desdenlado, barba-
I... mai feito de pes, tendo um dos dedos grandes
'"U ambos bastaote tnruis. Acha-se fugido ha 6
mi as, desta segun.ia fugida, e da primeira esteve
lous aauos no .-ngeuho Tombador, fregaeij* do
Bonito, pertencenie a Kraucisco de tal, genro do
capitao Clmstovau Ju^e M^chado,. seuhor do en-
Kenho S Chri-tovao, da diia fr-'guezia, e por estes
figeuhos esta CMH-ulto, como tem e-tado Veio pela
primeira vez pn .' pelo capitao de carnpo Joio
Centura, que m'--a em Agua-Preta : recvgnnen
ii-se a sua i-apttira as antoridades nolieiaea e ca-
uiiaes do campo, e leva-lo ao eogenh > Minas No-
vas, freguezia de iamelleira 0 dito negro intita-
la-se forro c..m o non.e dn Jose Felician.
Li
Aluiia.se por L>ta. pa, pnr anno
t'edio Aftttetolo, uu Passo CasloTbar
na rua de S.
no, rres*ea?il
ti-rreas, cin em-.-, uanwalu d'agua e ga/, ijiiis conV
modo* c quinla.w guiiilb. e niuradns/e.m diver-
m's arvoredos d.',fj-ucL : a .trmCa pateo do
Corpo Santo n. 17. 3anda^. '
- Alugam se
vessa das Ban en-..
rua do QotoveJ|q
! lisralo.nmas.meijlCtqs na
ra.- (bfic.cu'd'iAai)|jjpj;Ta trau
l|o n. IS. cfisa da aznie'o.
tra-
r na
Fugio o escravp, lyyriaco.
No di' :W de agosto proximo passado, ausen-
on-se este eseravi, n qn>| tem ns signaes seguin-
lea : eslatura regular, c5r preta, rosto redondo e
pequeno, sem barba e tem a pbysionomia agrada-
vel, e idade de 17 annos pouco mais ou menos ;
foi tra^ndo ealoa camisa branca e clupeo baixo"
de Mtro branco.
Consia ser visto,oa estrada para Apipucos;
(U'-m apprehend.In, sera bem gratilicado, le-
vando-o a rua &> Conic da Bea-Vieta a. 51, siiig
na Suledade.
55-
f ra
Constructor e alisador de pianos
-Kua do ImpeiAdor
Ex-afinadqr das autigas e ifamada.v casas eye* & Herz, e antizo direc tordar
I cua .Unhiinca Rlnm'nl
IT
oflicina da casa Alphonse Biondel.
Tem BOnra ^e-deetanr'-ao respftitv-l publico-desta .idade, que tem aberto
sua casa de eonewtos e a&nac.$cs rJ pianos-, qonlqder qua seja o e tado do mstrumonto
A mestna casa acaba de receber am greude sortimento de pianos dos melho-
res fabrlcanves de Paris, como. Erard Pieyel, Henri ftet>z e Alphonse Blonde!) todos
ob pianos sabi.ios da casa bbibaut sao- garantidos
Coipra-se e reeebe-se erri trbca s pianos usadesr
NDTC-AO
P" no
kfk
(Passando o chaiariz)
AS senhon-s de _engenno e nntros Mnacohorei, e compradores de ma-
lav or
de Fazer uma visitn a seu estabelecimento, par., verefn o novo sortimen
sendo tudo superior era quafidade e forti.iao ; o que com a ins-
verificar.
i m.M BarSo> fttWt&k (raa d'Bn.n) as. MM \U
Podendo todos
ser raovidos a ma.>
por agua, vapor,
ou animaes.
M
. C i;. er Ca^ JLowell, Mass, E, V,-
Mm:~. t^meo* A******
Casas,
AVISAM aos senhores de engenhes e outros agrisuttores e ao pablico em geral <
oontinuam a receber de Inglaterra, Kraa.;a e America-, todas as ferrasens e maebioas ne-
cessaries aos esubelecimentos agricotas. as mais motUwuas e melbiwobra qu&tem vindo
jo mercado.
V aporeS de for$a de 4, 6, 8e iO.wvallps, os melhores que tem vtndc- ao merado
^alaeiraS de sobresalente para vapores.
VlOendaS. mteirftS .emaiM.oandas, okra.como Dunea aqqi veio.
TaiXaS jimdidaS e batidas: dos melhores f.bricanu>s.
fiodaS d ^a-Com cubajede ferro, fortes e bem acsbadas.
Rc>daS:aeQta4a.de 4otVu os^t^jBhos e qoaUdadea.
Rel0gi0S e apitOS para cvapprs.
DOmDaS de ferro, de repucho.
A.radOS dediveraasqualidados.
Formas para a8sucar,grand6s e poquenas.
Varandas de ferro fapcjidp, fB,Bceias d diversoe e bonitoj gost.s.
rOgOeS trancezes p^r| lenha e carvjo, ftbr^^sviperiqr.
PitOS ditOS para gaz.
Jarros de ferro fundido para ardim.
t^es de terrO para mesa e banco.
MaCllllia p^ra gelar aguaf>(
ValVUlaS para.bombae^nh^iro,
Correias.iuglezas para machinismo.
oanCOS e,^pja4, COmrUas de.madeira, nfrajajf/liw-
CJonftfirt^'CQnCer^^cW..p.rPl!Pptid4Q qiilqu*r obra ou-machin, para 0 qae teen
Blneommenda^^rndoann
Alngam-se 9< si'gn'nlea: na roa do PMar n. 11,
eGuararapes n. 11, cera bastantes coaumodos : a
tratar na rua do? Guararapes, taverua n. 14.
wn& S#ivW7 tola?v -to*fbw>'
Ijnri^o que.se corfespoodfiija cow. uraA reaji^tfitveii caa* de, Mim
i wrxvani dpa jDr^J^^s^,^^^*^;^,h?.rn-de do mandar assent*r
OUs maohinas^ e se f^poJlS^NaiiAnj pelo book;iffipw1) &A,irjesmas.
i^d!^ fa^n^xm^ ioa a^4
f u'tai c a e. Dig ca; ft o r ri
I'iOKM
cbinismo o f,
to complete que ahi torn
truccao pessoal Pode-sc vcrifi...
ESPECIAL ATTENCjAO AO NtMKRO-K I.L..AU F)E SU\ FUNDff.AO
V aporeS e rodas d'agua dos mais mode,os s)stemas e em ta'mauhos con-
?ememes p?a as difetaH circumstancias dos senbores proprietanos e para descarorar
alg. dao. *
,MoenJaS do Caillia de to,,os os t^a^os, as melhores que aqoi existem.
Rodas dentadas para auimaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MacmmsmOS para mandioca e algodao, e para serrar madeira.
DOmbaS de patente, garantidas........
TodaS as machinaS e pecas de que se costuma precisar.
Faz qualquer COncertO de macbini5mo, a preeo mui resumido.
OrmaS" Oe terrO terQ as melhores e mats baratas existentes no mercado.
anCOmmenaaS. Incumbe-sede mandar vir qualquer machinismo A vontade do*
chentes, lembrando-lhes a vantagem de faaerem as co.npras por iuterroedio de pessoa
enttndtda, e que em qualquer necessidade pode lhes nrestar ausilio.
Arad0S americanOS e instrumentos agric las.
RUA DO BRUM H. 52
PASSA^tlMr OCHAFARIZ
r? B0V1 S4BER-SE
Que a NOVA ESPERaNC*. a rua Duque de
Caxias n. 63, bem conhcrida pela superioridade de
seus artigos de mod-, e pbantasia, acaba de recc
ber diversas encommendas de mer adoria3 de sua
reparti-ao, que pela eleganci bem mostra aptidao
e horn goto de sens antigos correspendeotes da
Eurona, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, coovida a sua boa
e constante fregnezia e com especialidado ao sexo
amavel, a visiiarcra na, aiim de apreciarem ate
onrtn toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao qper enlrar 09 nn
aicro dos massanles (verdadeiro* azucrins) com
axlensos annuncios e u anmeDsjdade de objectos que terti exposhw a veo
da, 0 qua serfa quasi bnpossivel, mas limliar se-ha
a mencionar alguhs daquelles de mais alta novidade
etbma a Hber^ade do aconselhar ao bello se*o',
one a visitem consiantemente, para depois qde
comnrarem cm outra qualquer parte nan se arre-
p.'iiderem, i viata do bum e e^colbido sortimeBt.-,
que ba ero ri II
I
bem demonsfa que qualquer senhora do bom torn,.
bio podera completer a elegaucia de seu toilet j
se.o .pir de um passeio a NOW'ESPERANCA, a ;
rua Duqne de Caxias n. 63, a qual acaba de rece- '
ber os segoint s artigos de Iqxo eipuuia novida-
de :
Uodernas settaa oara premier os cabeHoa
PrHnorofSs t-'ii'. < e pbaBt>|a
Bonita^shidasdebarlfs pm'senhoras e meni
1 nas. r
hlewsan.es ^^ p^ m^M_
\"*dl.* f?".ias de'touquim.
i^vns aperflcoi de martreperola.
^iBaMcadbs adere^cs preios de pofate e b^rr#ib,
(gosto novo).
AGUAS MINERAES NATURAEvS
be
Vichj-Cflssii
Prererlvela Aa de Vichy-Viclay
por serem as anicas que eooaervorrt todas as soas
propnedades depois da transportadas. "
Ponte S. af.iri^e a mais efflcaz n& anemia, ci
albuminana, na chlorosis, no emnobrecimerto do
sangBPryim-MlUMllwj -
obflos nas dianMSMAe11.
-ni mugrieifti e reeom'riie^d....,
iglrfo. dobarA. na at&ccSes ^.
nnj, da bexiga-nas areias e aa ott. -
o u.utu- Vende-se-efifwrtas-v-vVibjjh^.- */- M fcd-
Ferreira llaiali Gonipanhl^
^

de..nova invencao.
.-aflavM^
saMkOWpatUMf aaaaben : v*n
tfWptvdjifiM igada.unV' "


h
I

i *
>
)
Di^dU^i^mamouco Sexta feira A de Setembfo de 'Wk\.
'Alugft;^
nrtc*si-tcrn>aiio jSr^i^j,^ 8:Uit(la j;ov;i
im4ukla?, us . quarto ; muito proyjB,0 ^% **&&,; a ,MtJf ^
W^^Sba*W,i,*ir^^** c-toejlMeoois-dapri-
h, l-< '.-^----pn)|ill l.it,. j--------------------------------_
fcmsuio .^wtreukr
DE
lingua porlHgaeza
0 professor jutulado Salvador Henrique de'AI
boquerque, pompioaietle se n eusinar esta dL-ei-
pMna em dez mezes. ou. ainrfa eni menos tempo;
eonforme a habiiidade e estulo que fixer o seu
disctpulo.
O compendio methodieo e olaro, pelo'imsmo
professor ultimamentc pablie*4o,;&o.i-ouvnethodo
de eusino adquirido com a looga e. nunca inter
rompida pratica de 42 annos,. o fazem assegurar a
sua promessa, cujo resultado la 6 per muilos co-
nheddp.
Eflbtnaporeasas e collegium parliculares a mes-
ina,,disci pi in a e as u.ue fazem o objecto da insiruc-
eao-primaria do 2* grao.
Recebe alamnos em saa resWenera, largo do
Eatraiton. 8, bandar, das 3 horns da larde em
diante_______________________
Alu*a so por algnn* mesas o 2* aadar d-
sobrado n. 53 4a rua dalmpeiajru, coinplelameo
te mobilhado, a pessoa de pom a familia, preferino
do se estrangerra : a tratar no mesmo
Sons pianos.
Chegados de novo.
V4-JHln-HO.
Xrca-w.
E alua-se.
No armazem do vapor franeez, a ma do Barao
da Victoria, ootr'ora Nova n 7.
MOBILIAS
Vende-se muito em eonla ; cadeiras avulsas, de
balanco, de braces e de dnbrar : no armazem do
vapor franeez, a rua do Barao da Victoria, optr o-
ra No van 7.
Perfumarias.
. Finos extractos, banljas, oleos^ opiata e pos den-
triflce, agua de flor de laranja, agua de toilete
divina, florida. lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, rauitos artigo deiieados em perfama
ria para presentes em frasccs de extractos, cajxi
nhas sortidas o garrafas de differentes tamanhos
d'agna de Cologne, tQdo de primeira qnalidade
dos bem conhecidos fabrieantes Fiver e Coudrav,
No armazem do Vapor Franeez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
QuiiKjuilharias.
Artigos de differentes gostoa e
phantazlas.
Espelhos, leq'ues, lavas, joias d'onro, tesourinhas,
canivetes, eaixinhas de eostura, albuus, quadros,
e caixinhas para retratos, befcinhas de velludo,
dita de couro, e cestjabas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, oculo, pencioez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperofa, topete para lanternas, malas, twlsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magica$.coamoraroas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacoes, macbinas de
fazer cafe, espaoadores de pal I as, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, 9
outras muitas q^uquilbarias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partea
da Europa, para eotretimentos das criancas, todu
a prec.os mais refamidos que e possivel: no ar
mazem do VaporFranctz, rua do Barao da Vic-
toria oatr'ora Nova n. 7.
Calcado hum
_ A 9^
Botinas para homem
Acabam Ue cheear graodes jaciuras de botinai
de beicrro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqueira, de L-ezerro com botoes, e com ilho-
ies a 9^000 (a escolher) [Kir. ter vindo graade
quantidade por conta e ordem dos (abrieaotes;
ao armazem do Vapor France 1, a rua do Bajao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
1'aara senkora.
BOTINAS pi etas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
prctos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e tiordRdas.
ABOTINADOS de diversas qnalidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meniinos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda-ao,
A BOTINADOS e sa"patoes, de bezerro, de deversae
qualidades.
SAPATOS de iranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pen., .r
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Franeez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
AVISO.
0 abaixo a*signado faz sciente a quern interes-
sar possa, qoe as proenra^oes passadas em tempo
por Vianna A C. a Jusiino Martins de Almeida,
para cobrar amigavel on juilieialir.-nte dc sous
devedores, licam de nenhuin elfeilo, a conlar lesta
data em diante. Recife, 3 de sctembro de 187i.
Jose Rodrigues Vianna.
Joao Caetano de Abreu. solicilador dus audi-
tonos desta eidade da i* e 4* instancia, tendo rou-
dalo sua residencia para fora da ridade, para 0
lugar denominado Sant'Anna, faz sciente a todos
os srus clientes e aroigos, que tera esl-belecido 0
seu escridtorio no largo de Pelro II, sobrado n. 2,
onde podera ser procurado das 9 as 10 horas da
manha, e das 3 as 4 1|3 da tarde, que 0 acbarao
prompto a cumprir as ordens ; depois -lesta bora
poderi ser procurado na sala das audieneias
CRIADO.
Preeisa se de u.n para todo -ervioo : na rua do
Commercio n. 2.', armazem da assjmblea do com
mercio.
Comedorias
Prepara-se : medonas para qoalquer pessoa,
mandando se levar em suas easas, tudo com as-
seio e mais em conta do qne :-m ou'.r. qualquer
parte : quern qaizer experim-Qtar, p6ie vir con
tratar no sobrado da florist*, na rua estreita do
Rosario n. 35. defronte ao&r. Leonardo.

t
CAPIM
Compra-se mil feixes de capita para plantar
a tratar na rua do Crespo 0. t*, i andar.
y*i#M
LEIS PRQVItfClAES.
Vnde-s no i. a tutor era mo do adininisflvido, Cotleeqdes de
Leis Provincials a 5)fJ ft. 0 oxortpfar de
cada anno. "
f sssr
As almofadas bordadas de lii maUsadas que riv
i;\
M U U\Mi
"WA
Rua da Imperatriz n.60
1>ARA UQUIDAR
Ocmnadinu preta a &OO ra.
oovado.
-'0'Patio veHde granadina preta e lavrada
polo bara*0"ppo$ode BOO rs 0 cov.ado.
ALPACAS Plrrr-FAS A 800, 610 E 800 KS.
0 Patio tem um grande sortimento de
alpaa*pretas, que veedea 5 rs. o Hfdo. 9Hn -eomo grarnJe orti-
rnento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, -merinos,'e ontras muits fazendas
pruprias -para'Iuto.
CAMeiVAfcA VICTORIA A i 00, .iJ500,
OCOOO E 7000.
O'Pavio vende um grande sorlitneiito de
cambraia Victoria e transparente. <;om
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de UpOOO, 4*500, I5JMW0, 63000 e 7v"000
a pec^i, asstm como, ditas de salpico bran-
co, a 7)5000, 6 pechincba.
CAMSAS FRANCEZAS A 2,5000, 19500
39000 E 3P5O0.
0 Pav3o vende um bonito sortimento At
camisas francezas com petto de algdio,
2^000 e 29500. Ditas com peito de liohc
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
Unas de (i-jiKO 109000: assim conn
grande sortimento de ceroulas de lioho e de
*lgodao, por precis'baratos, e tambem tem
corapleto sortimento de pnnhos e collarinhos"
tHiito de liilbo como de algodao, por preco
em conta.
'ORTINAltOS BORDADOS PARA CAMA r
JANELLAS, DK 79 ATE'269000 0 PAR
0 Pavao vende u;n grande sortimento df
cortinailos bordados, proprios para cama t
janellas, pelo barato preco de 79000,8~0DO,
10^000 ate 259000, assim como : co!xa
de dimiascode 18 muito Una de 109000
129OO0 cada nma.
BRAMANTES A 19*00, 29000 E 29500
0 Pavao vende br.rmantes para lenc6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
algodao a 19800 e 2#000 a vara, e de Hnbt
n 29400, 29S00 e 39000 a vara: e pechin
cba.
Grande peohincha a 4$000
e 5^000
CORTES DECASEMSRA.
O Pavao recebeu uraa grande porf^o de
cortes de casimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato pneo de 49000 e 59000
cada corte, na rus da Impcratriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Stlva.
ESMERAI.DINA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais t-ltgantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e pad roes as mais
novas quetem vindo ao mercado, propnas
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
50 de 800 rs. o covado, & rua da Imperatriz
n. 66.
6 Pavao queima os artigos
seguintes: ,
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5^000.
Dit s todos brancos bordados a 124000 e
159000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bocitas lansinbas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas trar.sparentes e de muita fan-
tasia a 5o0, 640 e 800 rs.
Cintos dtUetim detodas es cores a 59000
Punhos com gidlinhas d-' esguiao a 500 rs.
Sedinhas? de cores, st-ndo de listras e la-
vradas, com toque de mufo a 19000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19(100 3
29000.
Diversas lansinbas para vestidos, de 240
ate" 500. rs.
Oolt4ras de'fcisMo 'brimws'p'ara' t*nn ,
29900.
. 'Biles^e *to de cor a-WtOO.
amhraias-braHcas, ahertas. para vesti-!
dos mm. *jttst*i '"*ww wwaawtnii ^
dos.^orte a* i- ^_, L ** priPffe'os' Cortes e-Jeamtiraia'HrAffca' tfoto b*Wrt>? .-opServaf blorn concQitp tme^em mer^cido do
ertfeiti*s boKtfad^.tte idr/Jon1 fFgHho a rtfpeKatel'p*nMito,diiWfiguindo 0 sea estabeleci-
63000. TiriMOkidWMaB'^ik; flegoclaw no mesmo fonere
Pf^as-de madpiiii cwn p.-queno \t,^ ^J***. **** ^WW *r
de avana ni*(H).
;niraui aos,.eus ;:orrnsponde.ute's nas diversas jr-
^as d'Eurppa pai;ailjes.epvi?rem por todos o.na-
Unas we -algoilnosirtbo- mOv.tr fn(;:,rpn4c.J.,qTtets os objectot 'de Itixo e bom gosto, qae ae-j
com leve to<;ue-de aT:uia iVfUQii -^Jara 1*ite benvawiWs'ptetas-sociedades etegantw
1 Madapolao eulestadu cm 12 i.-irtas etr. -^^J^' ?!? aProxi,m .**g*
nerfMt.iV<.-.drt a i.WWui fesy,-ui-.-qe o bello sexo desta hnda VeMaa
pj.rieilo .. uo a WO. m-is osteoia a nqueza de suas toillettea: e co
j Ie^as do madapolao com 20 jardas a >mo' ja recebessem pelo paquete franeez diverso
J^otO. irilfos da nhima moda, veem patentear' i\g0!6t
i,Jrcop;arioap^ro,!pa ,,e hbrt?cti,(- ^^^su^TSii^aa
iiKis, covado a 4UO ps. concorrencia.
Coberlas de cWta para cama a 2{J500 e Adereyos de Urtaruga os mais lindos que teem
' 30 eO. vindo sartnercado,
Bramante de lirtbo com fO palmos de ^bna^.m rieas-oapas de'raadreoeroU e d
; lag,.ra, vsra a 2^6C0. P ****? ~ T
Atoidlmdo com 8 palmos de largura, vara A.derrcos completos dsborracha proprios para
a 1 #500. .''I it-td," tambem se veHdem tneios- aderecos muito bo-
ititos.
nit
Kspartilhos branch's e de cores a 4(5 e
5^000, ;
Crteos de casimira a 4,5 0 5fj000.
A 8;5'00 ra. a dazla.
Metal de alg'dfto, linas para meninas e
meninos de tc as idades, pelo pre^o de 29300 a du?ia, por como de cera, de borracha e de "massa
baver grande- quantidade, para acabar.
S6 na rua da Impcratriz n. 60.
Botees.de aetim preto e de icoras para ornato At
estidos; de. ser.hora ; tambem tern para collote
pajitot.
Bolsis para sentioras, existe um bjllo sottimen
de w1h, de'psflia; de chagrlm. etc., etc., por
tmrato precp.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loov
cbama-
As
pela ffli-il applicacao das
SQNDASQUVAES
DB
GOMMA ELAST1CA
ruais modernas e aposfeicoaOas de todas
as conliecidas
NA
PHARMAQA E DROGARIA
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do llosario 34
Salsa parrilha
Muito novae grossa.
Vende'se por barato preco, em p talho : na raa larga do B >sario n. 3i.
Aos iiii'iinos
A XOVA ESPEB VJfgA, a rua Duque
n. 63, acaha de rpceber um bum sorbaipab.
nas bonecas que fallam, qoe riern-?e e
tambem as tem nnrias e anrdas on-tai
venham ver se nao 4 terdaie.
E' com as noivaB
A NOVA ESPERANCA, rua Duqae i: 136, acaba tie receber boa- meias d^ s*a;(
I psra nciva-, e os apreciaveis rm>- in'
VENDK-'K
tjm sobrado em caixio e nma casa lercv*.i
rua da Soleiade na. 2 e 4 : a tratar m m
rua n. 84, la.- 3 is 6 da tard<-.
se a alrevam con
/ (
0 barai Sniiga dij Crespo, esta iiauiJando suas lazendas,
pur meni s 30 pur cento do qne em butra qual-
mo* a attenrao das Exmasl'Sras. para este arufco,{qucr parte ; e a preta diito'esta no que va'mos
pois as tezes tomarn-se as criancas ttn pduco 1m-' imfncteaar.
(
)
Aos nervosoe
A NOVA ESl'ERAN^.rV acaba de recebcr-aquel-
tes milagros is anoei^ electricos, eura io/allivel 4m
nervosos.
ni
com as
A Magnolia, a rua Duque dc Caxias n. 15, par-
ticipa a 1 bello exo qne ac'iba de receber da'Eu-
ropa, mo complete s'-rtiminto de artigos de ulti-
ma inola, e como acha desnecessario fazer um
enfadonbu acuuncio, pon ja ser bastanle eonbe-
cida, e capripbar sempre em ter bons correspon-
dentes, .;ondo a pr nieira que apresenia 0 qne" ha
de mais moderno e por precos mui rlltfsrveis, por
Isao liimta-se a descrever somente 0 scguinte :
Scitan dcuradas.
liicos de cores, tanto de scda como de guipure.
Iifqncs donrades, do madreperola, marfim.tar-;, ^U^mMim^n de divercas
taraga, os.-o, etc.
pertinentes por 'fahatdenrn'Mijeclo qua as en
tretenbain.
Camisas de linho lisas e com peitus bordadoe
t ara" h'orr.eni, vbndem-se por preco commodo.
Ceronla'de'Hnhrt e'de atgwao, de diversos pre-
*-
Caixinhaseom.nujsica, 0 que ba do mais Undo,
com difticos n.is tampas e proprios para presen
[te
Coques os mais'md.-fernos de Brtwsw foYma
tos.
Cha^eos^Araiw-iiborai 0eaeberanvMi sorimMntc
da uiimu moda, tanto para scuiiora, como .par*
cieninas.
, fi;ieflas simpl>.'S e com rto psra nolvaa.
(ialcM bordadas: para tneninas.
Er.iremeios pstampadt'S e bordadn:-,
A saber :
Lawnhas burgnezas, b .niu s Rostos, ine ramen-
te novas no mcixado a lio, 160, 180 e 200 rs. 0
covado. So 0 barateiro.
'Panama e nraripos3 a WO e 500 rs o co-
vado. Sao tMliil os fditoa ? muito lindos I
Crek>no frneez trancado, bom gost', a 30U rs.
0 co ado. Auroveitem. M-andem ver araostras
Corles Se crelotie bordados a 55. Seri possivel ?
E' que en Comp'ti.
Cttitas licws a 240, !60 e 280 rs. So aqui no
barateiro I
Baptistas de lindos gistos a 360 e 400 rs. 0 co-
vado. A eftas, a ella*.
Apparelhos para b*-
nhos,
Os immensos beneflcios ohti enra de variad^sunas n.oiestias c emprego rci nal da agua fria, teas J*-
to inventar apparelhos, rnfm !W*
e ao mi'-mo tempo ntil a applies.*'-4**-
te meio a pessr-as, |ne nor qualww
circutnstancia nao podem Ir-ijiw-n;*! [
e?tahelcciment'.j aprop'iad'.s p r -ji
fim.
A pharmacia central tem rx| ?*> *
venda os appaielhos quo sao hoje iiga
tados na Europa com saparwrei, a
servindo para os usos medi o, r-**-**
igualnvnie Mrvir par- banhos dr- um-
pVza e de pMaar, porqne funrwaa
coin poU'ta agn 1 e em pequene c-H>a^*
Com laes apoarelhos |Hide-se Vmsa
banhos em *os, m a
lumnn aswnaVBte 011 de-cend'T.te, fu-
ries, ou prciae*.
0 nemo e>i,ili!ecimf-nto lea pttx
vender apparei'i 1 pr< prio para ba*i
a vapor simples, ou com subs'*acs
inedicinaes, e nequeaos BMpirilM ii.
imniensa pressao para os clioii'.::* lcaaf
por meki da ag ,a fria
1>v 1
Que Irndos gost>>s em popelinas e vendemos a
It e -1*500 ; lodoi querein 1*800 e 2*. Sao de
Je lindm |\;oslo> bovos.
'Agenhos. j Grosd^naplea de cores a 900 rs., It2<0 e 1*100,
Escovas electricas para dentes, tem a" pro'prie e peihiocha !
Made; de evitar a cirte do.-? dentes. MadapDlao franeez a 6*. 7* e 7*300, 0 melhor
Franjas de seda; pretas e de oTares,' extste um 'que ha
Attend, i!..
A confeit ria do Campos, sifa a rua d I
dorn. 2i, oajco estabeleciment'1 de-te pfc^ *
ta provinda, p oporciona aos babitanies iM*
maiores vantageas
KniiidiiM de bai e.
Presentee, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
<-oiinii;iM e punhos.
via ii mi! para missa, com eapa de madreperola,
tarttruga, marQm, velludo, etc.
Sji palinlioM de setim para baplisado.
iuni:\K bordadas para senboras.
Lisas de seda.
Frnnjas mosaicas.
Adereco de tartaruga.
Voiiaw'de madreperola.
TulsoiraW de madreperola.
I.tmlna (lores para cabeca.
Bolsaa de velludo.
Peifoiiiarias dos melhores e mais afamados
fabrieantes.
Cbaneos dc sol para senhora3.
Pitas de velludo de todas as cores e iargur=s.
3itoscas.
Quereis livrar -vos destes malditos inseetos? cem-
prai unit m-china de raatar moscas p-r 3*000
na Magnolia, a rua Oume de Caxias n. 15.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
de 0 verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
eahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sa 1 .Jas e panos ipiem quer; porque a.
Magnolia, a rua Duque d-; Caxias n. 45, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, que faz desappa-
recer cstas manchas em pnucos dia-.
arguras e barato
Ffias de saria. d "^rgurao. de setim ede'eba-
ylo*?, d& diversas- farguras' e fcooltas cores.
Eschas de gorgnrao muito lindas.
F> r auiliciaes. A-Predilecta prima em con-
ervar semjire um bello e, grande sortimento des-
as fiOies,'nao s6' para enfeite dos cbellos, como
tambem para ornato dc vestido de noivas.
ftaloea de algodao, de U e de seda, braneos.pre-
s et de diversas notes.
Gnavatas.de seda para homem e .-..nhoras.
Lacos de cambraia e de seda do iliversas eores
ara jeflnora.
fcigas de>seda de cores e brancas bordadas para
aoiva.
Livros para ouvir missa, corn en pas de madre-
perola, niarfliii, oS-o e velludo, tudo que ha it
bom.
Peutes'iJenarraruga-e' marfim para alisat es ca-
belios ; teem- uiiiheui .para tirar easpas.
Pert iouquet. Um Iwllu sortimetito de madre-
perola, rnarbm, osso e dourados por barato, preco.
Perfumr.rias. Ncste artigo esta a r,reililccta"bdm'
prwlda, ufto j-6 emextraet^s, eoiii.em dleos <
bauhas des .melhort.s odoros, doe aims -afamados
fabricates, Loubiu, Pi ver, Soeiedade Hygienica,
Coudray, (losuel e Riinel ; sao itfdispensaveis para
a feta.
Saras tiordaWns para -sanhora, :. r commodo
ireco.
Se
E se nao vejam
nma pessaa quizer tudo fSHM -
cossario para
Catabraia transparente e Victoria a 3*300, 4*
e 5* a |'--i;.-.
Brim par vjido.
Brim Angola superior a 300 rs. 0 covado. E'
bat-arto.
Esguiao de liobo e algodao a 3*300.
DltO^conT 40 jard.s a t8*. Que grande pechin-
cba I I
1 hales a bmgueza Com listra a 3*500 E'
: deecoganar, nao ba quern rivalise.
LeuijbS de linho a 2*8u0 e 3*200 a duiia. Quem fjSo tem mais do que ir M n,ai.':
feitaria do Camp s, ra i
Um casamento
Um baptisado
Uma par'.ida
Um cba para visi.ar
Um lunch
I'm laoto ja.
tem
C"lrhas adamaseadas a 3-S.
Meias para homem a 3*5(0
Toaihas felpudas a 6*o00 a duzia. Aproveilem
antes qne se acabem.
Biim branco, expasi^ao n. 5, a 2* a vara.
Atnilhado adaraascado a 1*440 a vara. Nao e
barato?
Chapeos de casemira para homem a 3*. Como
e barato
.
Imperailor n. ii
Alii tambem se en> arregam de baaf
e folhas para casamento : a-im ome,
de todas as qualidades para > m*>afp
sempre preparados fitn-bres int"ire
paMtis de diversas ijuahdades. empa< >
roes e de rarne.
De tudo qne alii se vende, uarau
-
Bdm sortimento de chapels de sof de seda para qnalidade, limpeza e promplidao.
senhora a 11. 3* e 3*500. So aqui
Ditos para bomera, alpaca a 3*500.
Ditos de merino, duas cores, a 4*300.
Ditos de seda americana, duas cores a 0* e II J,
mas p'odemos garantir que sao superiores. Ve-
] nbam apreciar I
AKim-dHes artigos, outras fazendas que temos
I grande deposilo, mas que nao fazemos men^ao
Salsa-parrilha do ParA
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Bosv Jesus-ou-
mero 57.
Loja de fazendas
DE
Giiilher'ne k C.
0 antigo barateiro contimia a vender por menos '
do que outro qualquer, com a franqueza *e sin-
ceridade ]a conhecida.
Las de cOres a SCO e 240 rs. 0 covado.
Las pretas superior, a 360 rs. 0 covado.
La e seda, fazenda de 1*400 por 700 rs. 0 co- j
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. 0 covado.
Metins de cores a 280 rs. 0 covado.
Cretonea de padroea lindos e modernos a 400 e
440 rs. 0 covado
Baptistas de lindos padr5es a 400 rs 0 covado.
Catnbraias de oire miudas e graudas a 280 rs. 0
covado.
Dilas pretas com (lores a 200 rs. 0 covado.
Caojbraias braoc.-.s, bordadas i abertas, fazenda
mais flna que tem vindo an mercado, e fazenda
de 24000 0 metro, por 1*000- a vara ; d pe-
chincba.
Cambraia transparente, flu a, a 3* a peca.
Dita Victoria, nna, a 3*50" a peca.
Algodao tracer, io, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linho flno a 500 rs. 0 covado.
Madapolao franeez verdadeiro, 24 jardas, a 0* e
7^a peca>
Algodao T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgerao preto de seda para vestido e para eollete
a 3* 0 cevado
Toaihas grandes a 4*500 a duzia.
Colcbas grandes a 3* uma.
Lenooes de bramante a 24 um.
Coberlas de ganga, forradas, a 2* e 3*.
Lencos de linho, ?banhados e em caixinhas a -
3*500 a duzia.
Ditos de cores a 3*300 a duzia.
E ouiros muitos artigos por precos baratissimos.
So na rua do Crespo u. 20, loja das 3 portas. Dao-
ae amostras.
Wll.-on Kowe & C. vendem no seu arujaxwo
a rua de Commercio n. I :
verdadeiro panao de algodao aznl americano.
Excellente lio de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinbo de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as uualidade
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende se os seguintes:
Barra,
Pregulca,
e Patrick*.
A tratar com sous proprielarios nesta cidadi
e para informacoes com Joaquim Pinto de Mei
relies Filbo na mesma cidade de Mamamgnapi
Tasso Irmaos A C.
Aos
cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de lioho
proprio para cigarros. de diversas larguras.
Coques modernos
Cintos de couro.
Recebeu a Magnolia, a raa Daqne do CaiUs n
45, eesta vondeudo mais barato que era qualquer
outra parte.
Grande descoberta
Curativo das molestias. do
peito pelo
\aio|ie de auljpJaito de soda
A. BERHET
Este -iroportante madicsmento que acaba de ser
reconhecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
chewaa eom um verdadeiro espe btysica, segundo provaram bos grandes nume
ros de casos por elles experimentados, como se vd
Da sessao da acalemia de Paris de 24 de marco
do eorwute aauo; nctntra-se urticamente do
Deposito da pharmacia e drofaria
da
Barthalomeu A C
N. 34 Roa larga do Rosa no N. 34
Vejara c admlrem.
A *00 rs. o covado.
0 barateiro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadaa pelo baratissimo pre^o de 500 rs. 0
covado. para acabar. 1
Lustres e arandelas devidr
para gaz
Na grande exposicao da ma do Imperador-n.
35, junto ao escriptorio da companbia do gaz, ven-
dem se os mais bonitos e modernos lustres e aran-
delas de vidro para gaz, a-sim como tudo 0 mais
3ue se torna necessario para esse fl ro, sendo tudo
os melhores fabrieantes que ha na Inglaterra. Os
precos sao mais baratos do que em outra qoalquer
pane, e com a vantagem que e 0 dono do estabe-
leciraento mandar assentar 6s lustres ou arande-
las no Ingar qoe 0 comprador qnizer, sem que para
isso pague alguma cousa. Tambem se eompra ou
troca se lustres e arandelas ja usadas, nas que
estejam em estado de poder servir. _
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) .- a Magnolia a rua Duque de Cava? n. 45
e s6 quem tem.
Papai, mamai.
Como sio lindas as bonecas de cera que cha-
mam papai, mamai, choram, andarA, etc. So na
Magnolia a ia Duqae de Caxias .'4C.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a roa Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissknos modelos,
proprias para passaros ; a ell M'antes que se aca-
bem.
Vende-se
Na rua do Vigario n. W, vende-se 0 segUinte !
Cimentu de Portland em primtlra ma*.
Vinbo do Por 0 engarrafado, fiotssimo, em caixaa
de duzia.
Dito em barrls e ancorelas.
Dim Sherry tnglezym caixas de dUzla.
Dito tJollares em ancoretas.
Cera em velas de Liaboa.
Dita am wruroe de Li-boa.
Vende-se
uma casa na,villa de Barrsiros, na rui'rfo Colii-
mereib, pof jre{o modico : a tratar com Taited
Irmaos & C. _______
E baratissimo.
Atten^ao.
Aproveitem antes que se acabem, popelinas de li-
nho, padrSes modeinos, peo 'baratissimo preco
de 4fl0 rs. 0 covado ; quem 9uvkr, Venha Ver d
comprar : na rua Doqoo de Caxias 0. 88, loja de
Demetrlo Baatot. r
*M)3tinbo^< la e deoeibn bordani>',para bap- afellas, para nao mestar nossos freguezes ; mas
tlsapos. [ que achar te-hao patentes a vista dos comprado-
T3fei-s. Recebeu a PredileCta um bonito sbrtl- res.
mehto de aivertes tam*nhos, 'tanto para sofa co-
me para entrada de salas.
Vesttmentas para,;baptiaado o que 4a de melhor
gosto e os mais moderoo 1 recelieb a Predilecta
de or ar.to preco, para Hear ao aleanee
jnatiuw bolsa.
B6a acquisigao
Vende se um sobrado rito no p teo da Se, em
Olinda, ediflcado em chao proprio, coin grandes 1
aecommodacSes para numerosa familia, reedirl-
cado e pintado de now, com Irelli-sima vista
muito fteeco e 00111 nuittnl : a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, I-* audar.
E' 0 barateir. qacm eonvida a
tia I
A' rua 1. de Marqo n. 1.
(.tntlga do Cr'espo)
Agi3Stinho Ferreira da Silva Leal & C.
E' economico.
Graxa glycerina propria para a conservacao do,
cordovio; v nde a NOVA.ESPERANCA, a rua Du- j
que de Caxias n. 63.
Enfeitam-se fi mbr.-s, r*ol". plaid* b
deijas, tudo por precis razoave.is
Allialegrase avi^ia e satisfaz se wni.
od paladar.
So na confeit ria do Ckimpai^
Cura das hern as, PflanftM
das de borracba.
perfeicoadas ill; i'.- h
As inelhoros e mais
ut-a expenen- nBeCjjas.
vende se
na
PUarmaeia e Drog-an.>
e
Bai'ttitr.mr* AC
i
A'
Vende-se pes de sapotas de optima qualidade
na rua do H spioio a. 75.
ATTKNfJAO
AO N. 9.
No armazem da trombeta da fama commercial,
no pateo do Carmo, vende se manteiga inpleza
flor a l* e a 1*200 a libra, e fr-nceza a 800 e
760 rs. a libra ; bem como contimia a ter nm
bom ortimento para qualquer chefe de familia
lazer soa dispensa, quer seja da praca on do
matt-. ______________________
Pechincha.
Vende-se um pi.no armario, com excelientes
vozes o de pouco nao : na rua larga do Rosario
n. 16, primeiro andar ______________________
34. Itua larga -Jo Rossri* IS
Vaccina. Araccin^
Tendo o Sr. Dr. Josd Lourenco de JT r^ttc,
| montado na'eurle um completo servir;.* m ar-
I'tigo, tem aqui aberto nm deposito di .--*#
I mais recente, cujos tobos sc encontraa s>
1'harn acia e drogarL
A"
i 3i-rua larga dj Rosario -TV.______
^ENIIE-Sl
nma3 accoes dacsixa filial do banco d K"*_,^
umas da compsnhia do Beberibe : a tr, m as
rua do Gr< ^ n. 23 A, ioja da esmir.i.
Vende-se uma eolh-cjao doCAAAPUCEI-
RO, periudioo critieo, satjrico, jocoso e
moral, escripto pelo falleeido padre Miguel
dd S. Lopes Gama ; a pessoa qu qU'ZW! ceBMlh'laeraarBbucana, vende-se aaeite de pei
ooooprar dirijvse ao 2." andar Jcsta. typo- e tm btrrit-a U500 o galao
graphia, de manba ate 0 horas, edas 3 4*
tarde em diante'
Azeite de peixe
No trapiebe Dantas, no Porte do Mattos. jnnto a
VENDE-SE
Aproveitem
0 PARIS N'AMERIIA, a rua Duque de Caxias
a taverns siu a rua do Barao da' Victoria n. 61, n. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos >
muito afregoezada : a tratar na rua estreita do seguiat-s precos:
Rosario n. 40. Botinas de duraque para senhora a 3.500 reis.
Ditw de dito preto a 4,000 reis.
Dltarf dtrarta e-jrn'bolOesaoIado, a 4,000 rti.
Ditas gaspeadas, caao alto, para senhora, a
5,000 re s
Ditas de pellica, ingleza, a 4.000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senh 5,OtJGfi9.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 34.
Em qoanto e tempo
Para q fabrico de chapeos
A NOVA ESPERANCA recebeu o arame proprio
para armagHo de chapeos.___________________
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
63, recebeu desta necessaria linha.___________
Pnstao.
FosUo branco para roupa de meninos a 500 rs.
o covado; e pechincha : na- raa do Crespo n.
20, loja do Guilheerm A C.
Lustres, candieirose
araiidelias.
A emprexa do gaz, tendo recebido ultimamente
uma qoantidade de lustres, candieiros, araodallas,
globos etc. etc.. tudo obra de goito e d- prirrYeifa
qualidade ; acha seem pOsi^Xo de sp^ptlr < Kons
fregoetes, por precos men ires do que i. *iueu-
te. Para verem as amoslraj, dirijaru-e i ->.i do
bnperador B. 31. .
Ivapura,
Vinbo verde de Amarante, especial, vendem Pp
cas IS C, rua fstrdlta do Rbsarlb n.-O, juitto a
ifertFai___________^_____________________
-* Veo>e um-frtado'novo d* Hei^z : a rt*M#
ga do RoaarW n 26.
0 43 Oiieimado 0 43
Li\iinbas venladetrns.
a 200 rs. o covado
TOdos se adailram 11
Lazinbas verdadeiras om lindl slmos padroes
a JOO rL o cow w ) ftaenda de 400 rs. : apro-
veitem que 6 pechiocho. 0 43 eonvida aa Exmas.
amllias para mandarem buscaras" amostras.
lluado Quelmado.
Viulere a taverna sita a raa da Oil
n. 33, esta cm pjucos funlo*. s-rve p rztiamm
principiantc: quem a pretender, d.rija- iaw
ma, que nao deixara de u/er negocio
Vende se a casa twwa da ma de S*%a >-
cilia n 21 : a fallat na rua das Cinco lv*r.* ?.
mero 3'.___________________________________
Vende-se met curio em caixinlu^ _a.<
de meia libra : na rua do 'torn Mas, tsr-^tftr
n. 16.
Assemblea do Coiiiiserw
Rua do Commercio n. 2?
Hoira k Um

Os proprieUrios avisam a seus
teem para vender o seguinte :
.*. : -
aproveitem.
Asunicas verdadeiras
Hlchas ttamburRuezas one vem a estemarcfc-o
na raa do Marouez de Olinda n. 51
Para senhoras
Como sao Hndas e modernas as gravatinbas que
a Mafnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber I
Sednraas a l#5O0 o'cov.do.
Venham antes que se acabem : na loja do Passe
a rua 1.* de Mateo n. 7 A.
E
K
53 Rtia Duefue de Caxias 53
Augusto Poito recebeu novp sortimento de liti-
dos codues-de trsri<;, ctotos da crruo com frvettas
de metal elegant gravatas do setim de cor e ds
gorgorad preto cod poothographia, e superiores
popelinas qne esla vendendo a 1| o covado.
Vende-se ou treca-sa por vaccas pandas, nm
grande e eiegauto jumento, proprio para tirar ra-
ca, cheg'aflo asdra da Ebroffo : a ttataV ni rda
Imperial n. 166. de mnhS as 7 horas, e de tar-
deidas4_*p dtante.
200S000.
Cinco minutes da a'.ten* -
Doees seccos e em calda
Empadas de camara >
Eiambres preparado
Salame de Lyon
Tudo bom
>
Bolos inglezes
Fructis preparadas
Vinhoi superior^
Cerveja geladi
Tndo bom.
0 bom cafd de Mdka
Petiacos e bons bocados
Na assemblea
Se serve com agrado,
Tudo bom
Botinbea para cba
Pudios, paes-de lo
Charutoi da Balua
E joffo de domino.
Os donos deste esubelecimenM avisam a an
freguezes jne nao slo egoistas e proaeVea
der barato, para vender muito.
H. J2 Rua do Conw rrio IL if
Armazem
da
Aswnblea.
Vende-se
Uma propriedade *arfai da
dos R*medios, contendo barro para
qualqrwr obra, c*m uma gran le
casa de vivenda e tres viveiros or
Promette-se fazer todo e qual \tt
Vende-sa um bonito bol, earn, e encerado, De
la quantta aeima; a ver na cocbeira d> Locpmo- -
tara Petnimbocana, a rua nova de Saota Rita ns.' a tratar com Delflm kins Caval
55 a 59 e tratar na rua de Marciiio Dlas n. 43,1* soa.
andar; tambem .^e vende separado.
Ciuisas.
lista se acabando
oalida*
NNIN
E garan e se a boa qnalidade do
qaiata* dp Lima, dis caojoos da B
Camieas francezas brancas de algodao flno com .
frtsoda e6r a 2000 oma, em duzia a 23O0O;, ao da Figneira, e so se MapnV* no
e pechincba : na rua do Crespo n. 20, loja do Gui-! Josd Fernandbs Lima *u,iraa
Iherme 4 C. 1 Vfclona a S, awaa



Dittio de Pernambuco -| Sexte feifft 4 de Setembr3 .Tfc

ASSEMBlEi GERAL
CAMaRA DOS DEPUTADOS.
REFOKMA EIEITORAL.
(Continuagao).
Ora, oqui quir dizerfizir .1 quilifica-
ge do processo urlinario da 2 em 2 an-
nos? Signifioa q-ie nivvnimt-i s- vai Cazor
0 alistamant*, incluin lo aqu lies que te n o
direito do v>tir u cscluiaii aqiellei qm o
perderam.
E, port into ;ihi to v i -s .1 qui'ifi -15a) sum
0 seu ciraeterisiicj in lispi-usa^el da perma-
uencia.
Alem disso pirlonce aos juizes munici-
paesou substitutes, duranto o anno, incluir
os vutanies que tiverem adqueri do o>o di-
riit, e excluir aqu -lifts quj 0 tiverem p;r
dilo, i wsta doqu> lue fdr requeridu e de
provas apreseutadas.
Or*, senhores, v6s sabeis quo dest'arte
completam cite se burlam quaesquer garan-
tiasque p >r ventura existim para a quali-
ficagdo dos votatites a para a sua pennauen
ia.
0 i'lteresse partid irio n3 1 se descui lard,
e a qinliiicifS ) estara cons'anto uenle em
duvida.
Um ilia terd maioria urn pa tiio in piro-
ch a I'abi a .dguns lias mais, este pirti Jo
serd minoriai, haverd u tante, conforme a maior deslreza dos ea-
balistas, djs senea lores da ceara eleito
ral.
Comprehen lo, Sr. presidente, que esta
ma eria encerra gran Jes difficul la dm, p ir-
que as leis as mais bem combina lis na 1 pj-
derao excluir de todos os abusos dos par-
tid us.
E' esta uoa verdale ; pmira. nem por
isso se segue que devamos prescin iir de pro-
curar aquelles raeios mais proprios para evi
tar esses abusos, aquelles meios pelos quies
ellesse restnnjam.ellesse toruem muito me-
noros do que actualmmte
A este respeito, senhores, direi qua acho
muito aceitiveis as ideas sustentadas ulti-
mamente peio nobre deputado pelo Cea
ra\
E' verdaie que haveria uma gran la difli
culdade, despezas consideraveis, muito tem-
po gasto para se fazer uma qualificagdo dos
votantes por meio de acgdo summarii a res-
peito de cada um.
Mas, senhores, esta qup.Iifio.15ao seria per-
ma mat-, ndo se alteraria de 2 en 2 annos,
e as mclusoes ou exclusSes que fossem ne-
cessari s sori feitasam pelo mesmo processo
e eon asgarantias que so julgassem conve-
nientes.
Conservar-se hia a qualificagdo no estado
de compro lender os cidadd s eetivos da pa-
rochia, eicluin lo-se aquelles que tivessem
perdido 0 direito eieitoral.
Se este porem e 0 vioio primordial do
nissi systema do eleigSis, estes s crilici -s
seriam amplamentc compensados pela van-
tasem de obtermis a verdade da qualifica-
gdo 0 a sua permanencia. 0 projecto em
discussdo conssgra eleigdo indirecta Este
processo esta coudemnado, esld rejeitado,
estd desmoral sado, nao p6de, n3o deve con-
tinuar no paiz. (Apoiados.)
Senhores, o que c eV"ir ao indirecta ? E'
0 reconhccimento da incapacidade da mas-
sa dos cidadao? para exercerem 0 seu direi-
to pohtioo do delegagao.
A e!eic,ao indirecta e a tutclla que conti-
nuard a mantor a pjpul.ic/io debaixo da su-
jei^ao, exposta d; persegui^oes dos manloe-i
e por outro lado nquella parte que apoiar os
cbefes das localidades serf dispensada dos
deveres que cabem e devem tocar com
igualdaie a todos os cidalaos. Refiro me
aos abusos relatives ao recrutamento, arma
terrivel que infelizmente, ainla txiste, e
com a qual as autoridades exercom uma
prassao extruordinaria no espirito do po-
vo.
A eleigao indirecta tem mesmo 0 resulta-
do deploravcl do que nenhum ministerio
ainla foi desapprovido pela nacdo, quando
se da a consulta depois de uma dissollu-
30.
Tod is os rainisterios teem razao quando
3 c?mara e djssolvida.
A maioria, que teve a coragem do votar
centra o g jveruo, estd previam-nte coniem-
Dada, porque o governo vence sempre as
el:igoes, e por isso, senhores, 0 systema es'.d
completamaute sem 0 j'jgo que a constitui-
^ao lhe deu, as inUituicoas estao falseadas ;
nao so p6do absolutamente coutinuar as-
sim, sob pena do -levaI as ao ultimo descre-
dito.
Yos sabeis, senhores, que ha rauitos an-
nos tem-se levmtado no parlameuto e na
imprensa a accusagao do qu se chama 0

uroa>, 0 despeito apparece incontinenti. Ahi'deve sor avaliada om prata e portanto no
vem os desg >st is. abi vem as reolamagoes dobro, sera" le 4009, e essa mesma reuia
amargas, que sempre tem apparecido, que'servird para 0 censo do elaitor na elei^ao
nemumasd vezdeix ra nde manifestar-e na'directa ; al^m da que, senhores, b poder
imprensa e 11/pirlamento. E' estao fatal, legislatio, jd que wuitos annos tdm decor-
o peVgo que eu deploro e que acho muito rMu depois de 18 W, poderi entender que
gr ve- J i_i n coiivenieale elevar esta quantia, ficando
>"4 > c tinue eipust-i a estas ac es censuras que se na coaUitui$ao q-je correspondendo a quo-
Ihe f.izem son diversas f6rmas, mas qu? ta que hij-i se designasse dquella que a con-
>le fi 10 tira n-lhe o pfesiigio, porque a co stituicdo ustabeleceu, attenJendo, pore*m, i
r >a uio deve ser dUcu.Ma, edesde'queoe, diltwrenQi do padrao monetario dqudla
perdo aquella f.rja rniral que deve ter, e'owatnpara hoje.
perde aqu II-. ivspeito fe que deve go- Gft>H0J4 foi brilhanteraente derannstrado,
zar no piiz, con seu primeiro represen- a funooid do votante consiste unicamente
tant". em dirigir os eloitores, e portanto, desde que
Assin-, para que nd continue 0 descredi- se oomprehenderem na qualificagao da elei
to las iusUtuiQo ;s ivres que te aos, e para glo.iirerta todosaquelleque tem as condi<;6es
que a form* m marchua representativa ndo marcadis na constituigio para serem eleito-
vd perdendi a firca que deve ter e que se res, a interveugao dos votar.tes, a operagao
augmeiite, poreo Idgitimamente, e aecessa- da eleigio p-imaria torna-se inutil Por
rio que'ella sej* a chave da organisaji) po- isso digo eu, nao ba privacdo algums do
litica dos outros poderes, que sirva para| direito do voto, ndo ha a menor infraecaoda
manter o equilibrio do jogo regular das ins- coustituigdo. desde que se siga este sys-
lituioos, e tlque isenta das accusacoas que tema.
se In-) fazem, du usurp.ir attribuigoes que lhe! E' verdade, senhores, que nem todas as
ndo comp-item. eleiroes directas poderiam ser constitucio-
Para chegarm is a -este resulta Jo, e neces- naes, mas desde que se aceita a base da
sario Uaver verlid-i na eleigdo. e esta ver- constituicdo para a illegalida-ie do eleitora-
iale ndi se 6 la conseguir som sinceridailjdo, claroeque a constituigiJo ndo e offen-
dida.
A'.em disto, senhores, se 0 direito politi-
ndo creio e ndo digo que to Jos os co de intervir nos nego, ios do paiz perten-
dis que soffremos prooe lem da interven- ce a todos os cidadaos brasileiros, ndo e
in '|ii.ih'icica 1
da e n vjto.
Eu
governo pe:soal; mas eu em caso algam
acreditarei na procedencia de semelhante ar-
guigdo, porque, se 0 soberano qu zesse na
verdade exercer 0 que se chama 0 governo
peesoal, elle nao deveria soffrer por isso
uma discussao 0 uma censura, porque os
ministris responsavcis deveriam ser os es-
tvgmatisados por nao resistirem como de
\"iam, para melhor servirem ao rei. (Apoia-
dos.)
E' um erro manifesto trazer-se a corda
d discussdo.
Ella te ter responsabilidade perante 0 parlamen-
to. Seus ministros assumem a autoridade
dJS actos, devem por elles responder peran-
te 0 parlamento, perante a nngdo.
Mas, dizia eu, 0 systema de eleicdo indi-
recta, a negaqdo de eleigio, que outro nome
nao pode ter, impelle a coroa, a mudar as
situacdes politicas porque 0 proeiso revezar
n governo os partidos, porque e preciso
n5o deixar os vencidos no desespero. por-
que e preciso ndo provocar revolugdes, e
porque, direi mais, 6 preciso ndo dar forca
a esse partido que ora se levanta con-
tra a instituigdo monarchies representa-
tive.
" Se as cousas continuarem como vdo, a co-
roa verse-ha na contingencia de ictervir na
vida dos partidos, nomeando os chefes por
decreto, dissolvendo as situagSes e entregan-
do-as aos adversanos daquelles que foram
apeados do poder.
Mas eu pergunto, nio e isto um mal enor-
me e consideravel em que n6s ndo pensamos
com toda a seriedade que 0 caso merece?
Isto ndo desacredita a monarchia represen-
tativa ? Os amigos desta forma de governo
aquelles quo ndo querem a republica nem
0 absolutismo, podem desejar por ventura
que a coroa continue como ate aqui expos-
ta aos despeitos dos que sdo apeados das al-
t;ss posigSes do paiz ?
.Nao, certamente. V6s sabeis, senhores,
que, desde que um partido 6 deposto do po-
der, tendo elle a certeza da sua derrota nas
gdo do g verno, ndo; eutendo pelo con-
trarij que ha uma outra causa muito pide-
rosa ; assim duas sdo as que assignalo como
priucipaes oau&adoras da perturbagdo do
syste na representaiivo d Brasil. Por um
lado, ba a perversd 1 dos costumes politicos
e p varno e dos sous ageutes no ploito eieito-
ral.
Ouanto a primeira causa, a ella filia-se a
i{noran ia que ainda feliz nente ha no paiz;
oe-nquanlo ndo se obtiver verdadeira rege-
oern;o dos costumes pditicos; emquanto
ndo houvir verdadeira qpinidoquo tome in-
teresse pelos negocios estu le, reflicta e discuta ; innuendo uma
justa mtervengdo na administragdo publica
pela delegagao do voto, ndo poderemos di-
zer que esido debella las todas as causas do
ma 1,
A cgdo leuta do tempo, a execugd ) fiel
ilas leis, 0 nsp-ito pela liberdade na rnani-
festagdo d voto, e principalmente a repul-
sa da fraude eieitoral por parte dos poderes
constituidos, e que conseguirdo formar a
verdadeira npimio publica, acabar com os
escandales que o parlamento tem presen-
ciado, eque sdo desairusos ao paiz, a;abar
com os estelionatos politicos, pelos quaes
s- obtain a votagdo que a outros pertence,
empregando-se meios para impedir a livre
mamfestacdo do voto p ipular.
A outra causa da perturbagdo do systema
representativ a intervengdo indebita do go-
verno, pode-se remo liar muito e muito por
meio de provi lencias acertadas do corpo le-
gidativo e pela execugdo leal dessas provi-
denci.is por parte dos agentes da autoridade
para este fim a eleigdo directa] censitaria
6 0 meio mais proficuo e mais podero-
so.
Senhores, ctualmente 0 eleitorado 6 (no-
vel, 6 demissivel por assim dizer ; a cada
situagao que surge curresponde o des-
apparecimento de um corpo eieitoral e a
subslituigdo por outro totalmente conlrario
em i Idas ; mas pala eleigdo directa censita-
ria, com uma qualificagdo garantidora,
por meio da acgao summaria, exigindo-se
provas suflicientes ou que pouco se pres-
tem aos abusos, teremos 0 eleitorado per-
manente, e a dissolugao da camara ndo sig-
niliiMra a dissolugao dos elei tores, porque
elles ten lo permanencia, a. consulta ds ur-
nas serd uma vedrade e ndo uma farga, e
por tal modo poderd haver 0 jogj regular
do systema representativo.
Tal e\ senhores, a perversdo dos costumes
politicos que nao falta quem diga que 0
presidente de provincia que deixa eleger os
seus adversarios e inepto, e que 0 ministe-
rio que consente que possam triumphar as
can u laturas da opposigdo nao tem cons-
cieucia de si nem dos seus deveres partida-
rios.
E' isto improprb do systema que nos rege
e nao pode ser sostentado d luz da theoria
do governo representativo.
Hi pouco vistes, senhores, ndo a pratica
brasileira, mas outra que me parece coadu-
nar-se com a f6rraa do nosso systema.
Vistes 0 parlamento inglez votar contra 0
gabiuete G'adstone, e entdo, tendo de ha-
ver a dissolugdo do parla nento, ndo reU-
rou-se 0 gabinete para que um outro, de
opinido dvversa viesse presidir o pleito eiei-
toral ; aquelle mesmo illustrado ministro
presidio a eleigao, foi derrotado e desde lo-
go a opinido inlicou 0 Sr. DTsraeli como
organisador do gabinete e ninguem duvidou
que o partido conservator ia assurair a di-
recgao dos negocios publicos.
E haveria alguem na Inglaterra, senho-
res, tdo falto de seoso, e tdo sfastado das
verdadeiras pratitas. que dissesse que Glads-
tone era um homem sem consciencia, que
perdeu 0 seu prestigio por ser derrotado na
inanifestagdo livre das urnas do seu paiz ?
Ndo certamente.
E* isto, senhores que eu desejo se obser-
ve no nosso paiz; desejo que 0 ministerio
consulte as urnas, quo presida a eleigdo,
mas pelo systema directo, com uma quali-
ficagdo verdadeira, para que 0 paiz real, e
nao 0 phantastico, pronuncie-se entre 0 go-
verno 6 0 parlamento dissulvido, approve
ou reprove a politica d'aquella camara ;
porque se a nova camara sustentar 0 gabi-
nete, este poderd ter a gloria de dizer que
a nagdo approvou suas iileas e que a cama-
ra dissolvida nao tinha razdo ; se 0 gabinete
for derrotado, elle se resignard em vista da
manil'estagao livre do paiz, sem perda de
sua dignidade ; e, senbores, 0 gabinete que,
inspirando se na verdade e na justiga, assim
proceder, serd 0 primeiro gabinete que te-
nha um procedimento verdadeiramente par-
la mentar no Brasil.
Uma razdo iraportante tem sida adduzida
para contestar-se a adopgdo da eleigdo di-
recta e a sua inconstitucioaalidade.
Ndo deverei discutir este assumpto, por
que estd amplamentc debatido, mas creio
que os escrupulos dos non-ados impugna-
menos certo que o exercicio deste direito
ndo estd concedido a todos. Assim, ainda
nao haveria inconstitucionalidade desde que
embora se reconhega a existencia dos direi-
tos politicos a lodos os cidadios^se restrin-
gisse o exercicio deste direito quanto rfquel-
les que ndo tivessem cert-- renda.
Vos sab jis que 0 iuterprete das leis e o
podor legislativo. A lei de 19 de agosto
de 1846 jd entendeu que a exelusdo das
pragas de pret ndo coustituia uma violagdo
da constiluigdo, porque apenas restrngia-se
0 exercicio do direito do voto, ndo se os
privava deste direito.
Nem sed4ga, senhores, que o direito qu-)
nao se exerce ndo e direito ; ndo, a logica
ndo 6 applicavel desta maneira d politica.
Ndo se po le no direito publioo argumeotar
por esta forma ; pelo contrario v6s sabeis
que no nosso systema de governo existem
disposigoes que provariam contradicgao 1
luz de uma logica serena ; por exemplo,
um ramo dj poler legislativo e vitalicioe
outro nao.
Argumenta-se tambem contra a eleigdo
directa, senbores, dizendo que ella exeiue
muitos cidaddos de in^erencia nos negocios
publicos, porque todos aquelles que live-
rern renda monor de 2009 em prata ficardo
inhibidos de intervir na representagdo do
paiz.
Porem, senhores, nem por isso se chame
de burguezia 0 corpo eieitoral directo, por
que se na realidade tal se podesse conside-
rar, tambem do mesmo modo se devia qua-
lificar 0 actual corpo dos votantes. V6s
sabeis que muitos cidaddos deixam de figu-
rar nas qualiticagoes actuaes, porquanto a
falta da idade e de renda sdo condigdes suf-
Gcientes para obstar que 0 cidadao seja qua-
lificado.
0 argumento do esbulho, senhores, 6 um
argumento verdadeiramente theorico. Nin-
guem e esbulhado sendo daquillo de que
estd de posse, e v6s sabeis que os votantes
nao estao de posse do direito de votar.
Elles votsm ou por gratiddo para com os
seus patronos, a fun de terem garaotias para
os seus pequenos negocios de localidade,
ou entao votam debaixo da pressao do ter-
ror do recrutamento e de outros incommo-
dosque as autoridades podem dar-lhts, ate
mesmo servindo-se da designagdo para tes-
temunhas de reiterados processos, como jd-
tenlio visto praticar.
Se, pois, os nossos votantes ndo estdo de
posse do direito de votar, porque ndo vo-
tam espontaneamente e sim, ou por obsequio
ou por terror, com rarissimas excepgdes
dadas principalmente na corte e nas grao-
des cidades, como dizer-seque e um esbu-
lho 0 facto de estabelecer-se a eleigdo di-
recta ?
Dennis, senhores, 0 que sabe 0 votante
a respeito dos negocios do paiz e dos depu-
tados do seu districto ? Elles os desconhe-
cem antes da eleigdo e mesmo depois. Os
votantes nio Ieem os jornaes, ndo estdo ao
facto dos negocios politicos do paiz, tratam
da sua vida, daquillo que Ihes convim nas
artes e olTicios que seguem.
Pretende-se tambem, senhores, que 0
eleitorado permaoente da eleigdo directa
tenderd necessariamente a corromper-se, a
depravar-se pela diuturnidade da sua du-
ragdo. Este argumento prova de mais por
que procederia igualmeote contra a vitali-
ciedade do senado. Bem sei qne as coa-
d 1 goes sdo diversas ; bem sei que a posigao
de senador e elevadissima, onde 0 patriotis-
ms exerce grande pressao ;. mas. a razSo
dada foi somente a permanencia dos pode-
res, eesta razdo procede iguaimente contra
0 senado, e mais procede ainda contra a
idea da permanencia das qualiQcagoes de
votantes. Sa coosiderais um mal a eleigdo
directa, porque os eleitores, permanentes ten-
derdo a corromper-se pela diuturnidade das
suas funcgoes, porque serdo vitalicios, tam-
bem os votantes permanentes, por uma
qualificagdo perpetua se corromperdo. Logo,
este argumento ndo pode absolutamente ser
tornado ao serio, e ndo procede.
Senhores, um corpo eieitoral permanen-
te na eleigdo directa, aquelle em que en-
trem os elementos conservadores da socie-
dade, (ndo quero dizer somente do partido
conservador), offerece condicoes de garan-
tias muito solidas de independencia na es-
colha dos representantes da nagdo.
0 corpo eieitoral ndo combate estas ideas,
que lhe trszem a consagragio.de garantias,
que 0 isentam da pressao do poder e des
manddes, e 9ca deste modo inaccessivel d
seducgdo, quanda 0 governo nolle queira
inQuir.
Um.corpo eieitoral nestas coadigoes seria
nma base verdadeira para obter-se a repre-
sentagao real e pura do paiz, e 6 por isso
''que eu su-tento taes iddas cam toda/ a de-
dicagdo, e entendo que a principal reforma
a decretar-se e a eleigdo directa censitaria
nos termos em que,a consiituigao a consa-
gra, com as condigoes dos elegiveis para 0
dores da idda, devem cessar desde que se] eleitorado, para 0 que tem poderes a legis-
aceite o censo da constituigdo, conforme 0 latura ordinaria.
actual padrdo monetario. Passarei, senhores, a outro pontu impor-
0 Sr. Morves Rego :V. Exc. entende' tante de que trata 0 projecto : a represen-
que se p6Je votar a eleigdo direct! sem re-Jtagdo das mioorias, quo 6 um objecto' do
forma da conslituigdo ? \ arligo ora em discussdo.
0 ^R. Alves dos Santos i Sim, scalier. A necejsidade de representar-se a minoria
A renda de 2005, para' os eleitores, que artificialmente, Sr. presidente, e uma da-
pela lei de 10 de agosto de 18W, e de- quellas idejas be!las, que seduzem d pri-
creto de2S de novorabro do 'merino armo meira \iita, e de que eu proprio confesso 0
com toda a ingenuidade, jd fui aectario.
Quando, por occasiao do ler a obra do
Sr. Prevost-Paradol, conheci as ideas que
elle apresentava a esti respeito, capacitei-
me de que era uma reforma uecessaria que
convinia fazer na nos-a legislacio, a |ue
garantisse a represent igio das mioorias.
Por^m, senhores, estas miragens passam e
ddo lugar a um exame mais aprofuodado e
reflectido, segundo o qu.l muitas vezes re-
jeitamos aquellas ideas que a principio nos
seduziram, eo-.-antaram o arrastaram nossa
opinido.
Foi o que me succedeu. Hoj* cstou na
flrme convicgao Ue que a representagdo arti-
ficial das minurias ndo po le deixar de ser
n pratica mais um meio do fjlar-ie 0
systema da representagdo nacional.
Sr. presidente. uingue.n quer nem pode
desejar que a minoria seja excluida da re-
presentagdo naci mal ; ao contrario, 0 priu-
cipio verdadeiro e esse, que a minorii te-
nha entrada em a in bos os ramos do parla-
mento.
Esse principio e" inquestionavelmente da
natureza da substaucia do systema reprj-
seutalivo ; e umacondigdo iudeclinavol de
seu deseiivolvi.nento, de sua vida e exis
tencia, porque assim, senhores, e que ha a
luta, 0 embate das ide"as, assim e que a luz
se faz.
Porem, 0 modo, a maneira de chegar a
esse resultado, 6 que e" a grande questdo.
Devt-r-so-ba langar rnao de meios artificiaes
para isso? N^o, certata.nte.
Senhores, 0 projecto emendado ostabolece
que os eleitores votardo em dous tergos do
numero que a parochia deve dar, e assim
a minoria terd um tergo ; portanto, claro
estd que o voto incompleto aerd applicado
do mes no modo, para a harmonia do sys-
tema, a respeito da eleigdo secuudaria, e
por conseguinte terdo a maioria dous tergos
e a minoria u n tergo de represwotantes.
Em primeiro lugar observarei que os
maiores miles que 0 paiz soffro nao proce-
dem da falta da representagdo das minorias,
porque ellas tem sido representadasem mui-
tss legidaturas e os males continuant. 0
mal .principal estd na falta de garantias para
a representagdo das maiorias ; esta eque e
a questao primordial, (Apoiados.)
E' por isso, Sr. presidente, que alonguei-
me alguma causa ao dar as razoes porque
susteuto a eleigdo directa como 0 meio que
me parece mais eonducente ao resultado- de
obter-se ura representagdo verdadeira do
paiz no parlamento.
Ndo se deve, pois, ligar a representagdo
das minorias uma iutportancia tal qae va-
mos contrarwr a indole di>systema repre-
sentativo.
Perguntarei : 0 que representa 0 deputa-
do do tergo do eleit rado n-'um districto ?
Representa a minoria. Mas isto e contra
o systema representativo, segundo a indole
do qual as n>aiorias e quo tem o direito de
ser representadas. Esta representagdo da
minoria, portemto, occupa indebitamente 0
kigar que perteuce aos representantes da
maioria. (Apoiados.)
AJem disk)', Sr. presidente, enxtrgo re-
sultados muito fataes na pratica do voto- iti-
oompleto para representagdo artificial das
minorias.
Sabeis quaes- 03 factos do nosso parlamen-
to, qual a vida das nossas camaras. Se
porventura um tergo da reprtsentagao se
compuzer de adversarios radicaes, teremos
que esta camara ha de ser esteril, ndo clie-
garaa resultado algum,. ndo fa id a felicida-
de do paiz.
Assim, senhores, sopponhamos qne hou-
vesse no parlamento actual 40 membros da
minoria radical, e 80 da maioria de out a
politica ; seria possivel^que a camara ou 0
governo podesse governar, e fazer o bem do
paiz, com 40 adversaiios de uma politica
radical ? Nao de certo.
N6s nao devemos sdmente fazer as leis
em vista das theorias bellas dos escriptores
da Europa. 0 Brasil e 0 Brasil,. e uao de-
vemos continual- a transcrever para a nossa
legislagao tudo quanto os escriptores- euro-
peus apregoam, s6 porque sio theorias bo-
nitas.
Sabeis, senhores, que temos. elementos de
vida propria ; o nosso parlamento jd tem
historia, e historia muito honrosa ; ndo pre-
cisamos, portanto, de copiar de outros pai-
zes, porque com isto ate expomd-nos ds cen-
suras- desses escriptores, e de viajantes que
vemao Brasil, e-observam uma legislagao
na verdade holla, mas que destoa da indole,.
impropria das ciroumstancias do paiz.
0 Sr. Silveir.v Mammas.: Apoiado s,
como as nossas leis admiuistrativas, que sdo
copiadas da t'ranga.
0 Sr. Al.ves dos Santos 1Proseguirei
na demjnstragdo que estava fazendo. A'
camara dos-deputados- vem quarenta mem-
bros de uma parcialidade, e oitenta d ou-
tra ; temos, portanto, quarenta adversarios
radicaes, com os quaes 0 governo nunca po-
derd contar (apoiados), porque esses sdo
adversarios por principios, adversarios que
jamais transigirdo, e que so procurardo a
derrota da situagao existente. Portanto,
com estes elementos, no principio da sessdo,
dar-se-ha que uo fim della 0 governo esta-
rd de mdos ata las, a camara nao poderd
mais progredir; porque e indubitavel que
muitos mombros da maioria rcprovardo as
ideas do governo e passar-se-hao para a op-
posigdo, sem quo comtudo este procedimen-
to envolva queb.a de principios, porque
basta alguns membros da maioria fazerem
opposigdo ao governo que ndo lhes merega,
conlianga para que a camera fique inuti-
lisada, ndo possa mais viver, nem produza
cousa alguma em bem do paiz.
_ 0 Sr. Eunapio Deir6 : -Ou antes 0 mi-
nisterio fica paralysado, na impossibilidade
de governar.
0 Sr. Lea.ndro Bezerra :Apoiado ; isto
d applicavel ao ministerio.
0 Sr. Alves dos Santos :Observarei
aos meus nobres colleges que nessa hypo-
these 0 miuisjerio seria inutilisado; mas
parece que uma opposigdo composta de ele-
mentos heterogeneos ndo poderd governar ;
e, neste caso, teremos um tergo da camara
de uma opinido e uma outra fracgdo de 0-
piuido diverse, in^apaz de governar. Por
isso, como ha pouco observei, quando
uma parcialidade politica compoe a opposigdo
com elementos homogeneos e ligam-se to-
dos, ella poderd governar. Mas a hypothe-
se a Ggurar e quaudo aquelles que defen-
dem a politica do governo passam para a
opposigd >, quo so compoe de um tergo de
opposicionislas radicaes e vdo inulilisar os
eslorgos do governo 6 a maioria da camara.
E' este 0 resultado pratico do voto incom-
pleto, que admite no parlamento um tergo
tie deputados da minoria, pelo que a maio-
ria ndo poderd governar, como domons-
trarei..
Muitos deputados, por honrosos motives,
deixardo de dar apoio d maioria, e entdo a
minoria, em vez de 40 membros, terd 50.
0 governo ndo poderd fazer 0 bem do paiz,
mas a opposigdo tambem ndo poderd gover-
nar, a retirada do ministerio dara igual si
tuagdo a seu successor pouco tempo depois.
Eu, porem, ndo quero chegar a este resul-
tado, porque bem sei a idea que muitos
uutrem, que e constraoger 0 voto, obrigan-
do-se 0 deputalo, para conservagdo da
maioria, a sustentar o governo, cujos actos
muitas vezes reprova em sua consciencia.
0 Sr. Lea.ndro Bezerra :Essa conclu-
sdo 6 spplicavel ao ministerio actual.
0 Sit. Alves dos Santos : -Mas de certo
que essa conclusdo ndo sabe das premisses
quo tenho apreseutado, porque jd declarei
que sou membro da maioria actual, que
apoio 0 governo; e mesmo em reiagdj ao
actual projecto, rendi a justiga que devia
ao nobre ministry do imperio, por S. Exc.
ter feito todos os eslorgos para que o deba-
te seja amplo ; por ter procurado demons
trar as id6as que julga de vautagem, e por-
que deseja que se faga uma reforma eieito-
ral que assegure a verdadeira representa-
gdo nacional.
Sr. presidente, eu desejo que a minoria
seja representada, mas uatoralmente, sera
artilicio, sem esfurgo da lei, sem coustrans-
gimento. Nao quero que para chegarmos
a esse resultado se falsee 0 sysieraa repre-
sentativo. (Apoiados.}
E como chegaremos a esse resultado ?
Parece-me que iuccntestavelmeote, desde
que teuhamos a tleigdo directa censitaria,
com qualificagdo real e verdadeira ; porque
e occasiao de dizer que so a qualificagdo da
eleigdo directa for como se faz actuahmeute,
nao teremos conseguido cousa alguma, che-
garemos a resultado peior do que au/ielle
que agora obtemos : eu quero uma quelifi-
cagao da eleigdo censitaria com tjdas as
garantias, para que 0 paiz real seja contain-
pladocomo deve neste alistamento da tnate-
ria prima da soberania nacional.
Tambem quero toda a garantia de liber-
bade -T porque, se o collegio- da eleigdo di-
recta for cercado de bayouetas, ahi sd on-
trardo os que forem votar em amigos do go-
verno.
(Trocam-se apartes.)
Sr. presidente, com uma queiificagdo ver-
dedeire, com garantias para todos osdirei-
tos e ao mesmo tempo permanente, ndo su-
jeita as sorpreza. quo ora seddo, mudan-
do-se de am annofpara o outroopessoaldos
votantes de oada parochia e eom a eleigdo
directa censitaria, assevero, sem receio de
errar, que as minorias seriam necessaria-
mente representadas.
Desde que as eleigoes se fagam ccm li-
berdade, a opposigdo serd representada nos
districts em qne tiver. maiofda, eos depu-
tedos ndo- serao os represententes da mino-
ria dos districtos, cousa inconoebivel neste
systema de governo (apoiedos),.serdo repre-
sentantes da minoria). ndo teremos a auo-
raaliade-representantes do mesmo distric-
to sustentarem ideas contrarias, um liberal,]
outro conservador,. e ambos- representan-
doo mesmo districto.
Portanto, senhores, serd este meio de ob-
termos a representagdo sincera das mino-
rias. (Apoiados.) Dir-se-ha tal vez, como
uma objecgdo e objecglo seriay infelizmente,
que as qjualificagoes sem verdade ndo po-
dem jamais dar esse resultado ; isto e exao-
to, e 0 we ecobo de ponderar.
Alas, senhores, ndo failo para 0 estad
actual de cousas, refiro-me ao futuro ; da-
pois da reforma, sendo uma boa reforma,
conforme as ideas que indieo, a minoria
serd eleita sem pcrigo algum.
0 Sk. Martisho Campos-:Offeregc*-
menda, que 0 Sr. ministro do imperio acei-
ta, e nos tambem.
(Ua outros apartes.)
0 Sr. Alves dos Santos-:E' verdade
quo se dava 0 faeto da eteigao sempre repe-
tida dos membros da mesma parcialidade,
em districtos inglezes, e que alii tem-se feito
a experieucia parcial da rapiesentagdo arti-
ficial des minorias ; porem isto signifies que
dd nao ba via outro meioo de chegar a esse
resultado, at razdo, a meu ver, e esta : e
que na Inglaterra as eleigpes pode-so dizer
por via de negra, se- fazem e peso de di-
nheiro...
0 Sr. Martinho Suvos : Uoj^ jd uao
^ assim,
0 Sr. Ajlves dos Santos :... 8 pela iu-
fluencia aristocratica, e tanto que-o partido
liberal alii desejava muito o escrutinio se-
creto, como meio de obter maior numero
de representantes.;, mas foi illudido cjin-
plfctamente na pratica, 0 partido tory oble-
ye maior numero de representantes de soaa
ideas na camara dos communs.
O Sr. Martlnjio (Lvmpos :Isso e cousa
pass.igeira.
0 Sr. Alves dos Santos:Assim,se-
nhores, a diversidade de systema, de ideas,
de circumstancias entre a Inglaterra eo
Brasil faz com que 0 facto de seadmittir em
alguns districtos Id esta experieucia da re-
presentagdo artificial das minorias uao seja
uma razao para que fag&mos aqui tambem
igual expariencia.
Sr presidente, se nos ainda nao temos 0
systema da eleigdo directa censitaria, se ndo
temos uma qualificagdo permanente com as
necessarias garantias, ndo ha razaj para que
experimentemos 0 meio da representagdo
artificial das minories ; porque isto me pa-
rece a confissdo implicita de que tern de
continuar as tropelias eleitorses, de que 6
impossivel manter e liberdade e a garantia
do voto. (Apoiados.)
I. a unioa onclusao que se pode tirar
do legislador querer a representagdo arti-
ficial, e 116s que devemos desejar a verda-
deira expressdo do paiz, e que ndo podemos
absolutamente convir na cominuagao dos
abusos aciuees, nao podemos concordsr na
idea de que por outro modo seja possivel a
representagdo das minorias.
Sr. presidente, se eu acho graves os re-
sultados da representagdo artificial da mino-
ria em relagdo d camara dos Srs. deputa-
dos, mais graves, senhores, serd ainda em
relagdo d eleigdo senatorial.
0 Sk. Leandro Bezerra :Apoiado ;
ainda e mais grave.
OSr. Alves dos Santos:Sem duvida.
Senhores, serd iucluido na lista triphce
um representante da minoria e pela liber-
dade que a corda tem na escolha, poderd
ser este 0 proferido para fazer parte do se-
nado ; pergunto, senhores, qual seria o re-
sultado que cousegueria neste caso a re-
forma t
Seria burlar completamente a indolo do
systema da maioria, que ficaria de todo
null licaJa ; a constituigdo seria contraria-
da, porquo eotdo id os tres mais votados
ndo irai) a. escjllia da coroa, vislo quo 0'
terceiro, embora mais votado, como o e,
por meio artificial, ."?* verdade nio seria a-
quelle que devia occu^'ar o terceiro lugar
da lista.
Por outro lado, senhore*, a corda far m
ha em grande conslrangimen.'^. pofqea,
co-iio jd foi pooderado, o partido dt aaaio-
ria fari pelo candidate que deseja seja ea-
colhido, lodos os esforgos; e oaue caso elle
terd 11.na rotagao ooonne, uma votagio
consideravel,
0 segundo votado serd um mere ad-
jective sem signillcagdo politica. 0 tereei-
ro, senbores, terd tambem uma votagio
muito pe jMieiu, e entio a corda nio pode-
rd deixar de considerar so constranglda a
escoltu'r o mais votado.
lstu e um attentado contra o livre exer-
cicio do poder moderador.
Supponhamos ainda uma outrv hypotbe-
se, suopoiihamos que um princrp? pouco
a ma lite das form is reprasentativas, swppo-
nhamos que um Jorge III queira dar ao se-
uado ceria feigao no seuUdo de al(pMM
ideas que elle espose de preferencia, ainda
quesejmn rejeitadas pel* maioria da ntgao;
o systema do voto inco.apkto favorecer*
e>te m.iiH-jo politico, porquo, ooatmra a*
maioria maude dous represenUiites da*
ideas que a provincia queira, ella iri pro-
curauuo nas minorias os representantes da-
quillo que deseja contra a inakifia do paiz,
e terd assim um meio de altorar a maioria
do senado, facto da maior gravidtide, por-
que aquelle cu-po e esseiicialmjate eouser
vailor, e e uma das maiores garaMiaa que
a constituigdo tem eousagrado.
Senhores, euunoranlo salas iddaey- fallo
co m py-ta men teem bfa fe, digo o que pewo,
o que sniIo a aquillo que o meu patrrotn-
mo su^jere, ndo teotoo absolutameote em
vista fnaer qualquer censura ao sabio e
patriotic^ principe que exerce 0 poder mo-
derador, oios'.ro apenas- us incoovuoieales-
do systeisa, systema que nio pude de for-
ma alguma ser aceito, porque de fact>j,
como ji vos mostrei, na efeigio senatorial
e atteutatorio do livre exercicio das fuoc
goes d) poder moderador.
Como vos-disse, senhores, a minoria serd
iiaturalaiente representada, perque ella serd
maioria nos districtos em que o seu partido
liver forga, a assim a necesstdade primor-
dial de que se trata, isto e, de dar repre-
isentagao a todas as up nioas, sari satisleHa
de um modo natural, de um meio verda-
deiro, e ovitjr se-h o inconvenite de
uma opposigdo numerosa, e evitar se-ha,
'portanto, 0 falseamento do systema pela es-
tenlidade de quo necessariamente atfccUna
a- vida da camara dos Srs. deputados e
vida do ministerio,
Certamente que nao ha necessidade de
uma opposigdo numerosa ; JKMeUse que
fossem eleitos, senhores, se enearregeeiam
dos debates dos principios, se encarrega-
riam das queixas da seu partido nas diver-
sas provincias, quando alguma dellas por-
ventura ado fosse representada, assim> as
necessidades publioaa seriam satiafeitas s*m
entravts do livre jogo de nossaa insiwu*-
9oes.
Eis como comprebeedo a representa^ao
das mioorias, eis coo-o a desejo, eis como
entende que pode produzir todos os beae-
ficios sem trazer ahis resultados itaes.
Sr. presidente, fallerei da partv final do
projecto apenas para enunciar 0 meu pen-
saiuento a respeito..
As iucompatibilidades, senbores, %io ao
projecto alargadas. 0 nobre miaistro com-
prehemteu bem esta necessidade importable
do nosso parlamento, e porconsegumle pres-
tou um importante service ao pair, e ee par-
lamento, manifestando o seu desejo sincere
de garantir a verdade do systema. En as
admitto-, porque julgo que as incoiopalibi-
lidades-sao uma necessidade para o livre
jogo de nossas i stituigors, para a verdadei-
ra represeutagao do paiz. Bem sei qne
muitos desejam u'os absolutes, mas isso se-
ria inconstiiucio.ial, porque, senbores, um
magistrado ndo pode perder o lugar seuio
nos casos marcados pela constituigdo, o ndo
pode eslabelecer-so que elle o perca pelo
facto ile ser eleito para o parlamento e por-
tauto haveria quebra do principio constitu-
cional.
Assim, as iucompatibilidades absolutes
nao podem sar aceitas, nao podem ser ad-
missiveis.
Alem disso, senbores, esta parte do pro-
jecto defende-se perfeitemeute contra essa
idea exageceda ; desde que se ve que a
principal razao das incorapatibilidades e evi-
tar-se a peessd 1 sob re 0 voto, a qual nio
existe, uiae vez que o empregado uao pode
ser eleito no districto, na circumscripgio
om que exerce jurisdicgao.
Assim,. votaaei com tode a satisfagio por
esta parte do projecto, porque eausagra as
incompalibilidades, idea que adopto de todo
0 coragao, que acho muiio necessaria e in-
dispensavel para a boa marcha do nosso
parlamento.
Sr. presidente, ndo. devo proseguir, por
que tenho enunciado as ideas que julgava
neeessario expeuder, pelos motive* que de
clarei no principio do meu discurso.
Desejo ardentemente uma boa refortaa
eieitoral, e estou prompao prra contribeir
para el a, com quanto em mim couber ;
porque, como jd declarei, e esse 0 meio
unico, iiidispensavel, para evitar-se & dea-
credito das nossas instituigdes hvres, para
se regenerar 0 systema representativo 00
Brasil. (Muito bem.)
Pego a V. Exc. e d camara desculpa de
ter por tanto tempo occupado a sua atteu-
gdo, sem que alias podesse illostrar o de-
bate, (Muitos ndo apoiados. Tenho con
cluido.
Vozes : Muito bem I muito bem I
Q Sr. Diogo Di. Vasconcellos :Fez a a
brilhaute discurso.
(0 orador e felicitado e cumprimentado
por muitos Srs. deputados.)
O Sr.. lleraclit* Craca (atttn-
gdo) : Sr, presidente, tendo os dous 0 a-
dores quo me precederam tratado das gene-
ralidades do projecto mais proprias da pri-
meira discussdo, segundo o regimeoto, ou
do art. I.na presente dis.ussao, conforme
os estylos da ca-a, eu podia eoosiderar-me
dispensado de occopar a tribune para res-
ponder-lhes.
Comprebende V. Exc. que as disposigdea
funds men taes do projecto reletivas i perma-
nencia de qualificagdo, d eleigao de doea
grdos, d representagdo nece.-saria das mioo-
rias, ao voto uninominal ou incomplete, i
circumscripgio eieitoral, e is locompatibui-
dades, estdo do sobejo discutidas (apoiadaa) ;
reproduzi-las a proposito de cada artigo,
sem eulrer na analyse particular do mesmo,
e prejudicar a discussdo da maleria. (Apoia-
dos.) (CorUmuar-tt'km).



Hi- U' U.'AUIU. >-.* tU

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