Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16495


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Full Text
ANNO L JVUHERO 200


\
4'
PAR A CAPITAL B LllGARES OVI1E N.lO SE P AC A POBTB.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis ditos idem..................129000
Por urn anno idem..................349000
Cada numero avulso ....*............. 9330
OTIMA FEIRA 3 DE SETEMBRO DE 1874
PARA DE.1TRO B POR A DA PRO VLUCI A.
Por tres mezes adiantados. ...............
Por seis ditos idem.................
Por note ditos idem................
Por am anno idem..... ............
1
69750
ltt&00
909960
979000
PR0PRIEDA0E DE MANOEL FICUEIR0A DE FARIA t FILH0S.
9$ Irs. Gerardo Antoiuo Alves d Filhos, no Pari; Goneafrea d Pinto, no Maranhio j Joaqnim Jose* de Oliveira d Filho, no Ceari; Aatouio de Lemus Braga, no Aracatj ; Joao Maria Julio Cb- at, no Assn; Antonio Marques da Silva, Mat*} ; Jos6 Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Paranjba ; Antonio Josa Gomee, Barak'da Penha; Be'armino dot Santos Balclo, em Santo Ant" ; Domingos Jose* da Coata Braga, em Haxareth $
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar daa Atafoas ; Alves 4 C.na Bahia ; e A. Xavier Leite d C. p Rio Janeiro-
PARTE OmCIAL
Governo da pro* iaclu
EXPKDIKNTB Do DIA 10 DE AUH1L DE 187i.
l.m setedo.
Offlcio :
__Ao commandanle do presidio de rernaodo.
__A' esta presidencia rennet1 a V 8. ccm brevida-
de uuia copia das guias dos senlenciados Jose
Ferreira de Oliveira e Antonio Ferreira da Molta,
que reqaereram o perdao do resto de sua con
oortamento dete aliimo
2.* secfiio.
Actos:
0 presidente da proviocia, a vlsU da pro-
i.osta do Or. chefe de poiicia em offlcio de hon-
um, ob n. 47t$, resolvu demittir Ezequiel d'A-
raujo e Albuqaerque do cargo de 3* supplente do
*abdelegado do districto do Exd.
0 presideu e da proviucia resolve, de con-
lormidade com a proposta do Dr. chefe de poii-
cia em seu offlcio de h oniem, sob a. 476, nomear
ioncalo Saldanha de Alencar para o cargo de 3'
' jppleoie do suDdelegado do districto do Exd.
Offlcios :
__Ao Dr. chefe de poiicia.Remelto am iu-
volacro cootendo sei3 tubos :apillares com lyin-
pha vaccinica para ser remeltido ao subdelegado
do 2 districto do Maranguap?, segundo solicitoa
V. S. em offlcio de 27 de marco ultimo, sob n.
195.
Ao commandante superior do Recife.Ten-
do de ser submetudos a julgaraento, perante o tri-
bunal da junta-de iustica* os processos instaura-
doa contra os soldados do corpo de poiicia Manoel
Joao Francisco dos Santos e Jeronyrao Jose de
Lima, recommendo a V. S. que designe 3 offlciaes
superiores da guarda nacional sob o seu com-
mando, para vogaes daquell.s tribunal, caja reu-
niao deve ser neste palacio as 12 horas da wa-
nna do dia 16 do corrente.
Ao juiz de direito da 2' vara. Expedindo
i rdens. afim de no dia 16 do corrente as 12 ho
ras da manha, neste palacio, reunir-se o tribunal
da junta de justice, qua devo julgar os processos
instaurados contra os soldadjs do corpo de poii-
cia Manoel Joao Francisco dos Santos e Jeronymo
Jose de Lima, desigao V. S. para fazer o relato-
rios dos respectivos processos que a este acorn-
panham.
Ao juiz de direito do B.nito. Mande Vmc.
pdr novaraente em concurso a serventia vitalicia
dos offlcios de 1 e 2 tabelliao do publico, judi-
cial e notas, escrivao do civel e mats annexosd)
termo de Bezerros, pois nao linba competencia pa-
ri faze-lo o juiz municipal i svpplente do respe-
ctivo termo, por ser nao letrado. Outro sim, de-
volvo a Vmc. as peticoes doe 3 concurreiiles.de
vendo-se revalidar o sello da que se refere a Fran
Cisco Gomes Vieirade Hello.
Ao commandante do corpo de poiicia. Afim
de se excutar a sentenca proferida em ultima
lastancia contra o 2* sargento graduado Francisco
Sergio Florencio e solJado Pedro Manoel Joaquim
dos Santos, ambos dese corpo, inelusj remetto a
Vmc. o respectivo processo.
Ao mesmo.Atira de so execuUr a seolenca
iiroferida contra o soldado desse corpo Manoel
Martins do Naseimento, incluso remetto a Vmc. o
respectivo pro:esso.
3.' secgao.
Offlcios : _
ao inspector da thesourana de tazenda.-1'a-
i a os fins convenieotes communico a V. S. que no
1 do correutu entroa no gozo de 30 dias de lice^
ra o juiz de direito iuteriuo de Duique, bacharel
Luis da Silva Gu'tnJo, passan lo o exercicio de
?u cargo ao l supjlente do juiz municipal, te-
xiente-coronel Manoel Camello Pessoa Caval-
cante. _
Ao mesmo.Para os lins couvenientes com-
munico a V. S. que a il d-. :nar.;o ultimo reassu-
mio o exercicio do cargo de promotor publico da
comarca de Flores o bacharel Graciliano Augusto
Cesar Wanderloy, por se ter Bndado a proroga^ao
de aua licenca.
Ao mesmo.-Para o- lins cDiivenientes com-
munico a V. S que em o l" do corrente reassumio
, o exercicio do cargo de jui;: manicpal e de or-
phaos de Garanhuns o bacharel Maaoel Lopes da
i.:inha Maciel.
Ao mesmo Para o* f.ns c^nvenicntes com-
manico a V. S que tm23 de marco proximo tin-
do foi nomeado promotor pjblico ititerino da co-
marca do Flores Justino Pereira de Moraes.
Ao mesmo.-Para os ins couvenientes com-
munico a V. S. que em 23 de marco proximo un-
do o juiz municipal e de orphaos do termo de Ga-
ranhuns p ssou ao respective supplente o exerci-
cio de sen cargo.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
.nunico a V. S. que em 21 de marco proximo tin-
do assumio o exercicio do cargo de promotor pa-
blico da eoimrcado Limoeiio o bachare"! Cassia-
tio Bernardino dos Kei* o Silva, removido da do
Uiejo da Madre de Deus.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mande Vnv:. pagar a Jose Joaquim de Sant'Anna
uu ao sell procurador a quintia de 368J960, em
que. segundo as cjutas juntas, unportou a despeza
"*otn o sustento dos presos pobres da cidade de Ca-
ruaril durante o tempo decorrido do V de dezem-
tiro do anno passido ao ultimo de fevereiro do
corrente; conforrae solicitouo respectivo juiz de-
direito em oIliciD de to de marco proximo findo.
Ao mesmo.-Solicitanlo o Dr. chefe de po-
iicia em seu offlcio de 8 do corrente, sob n. 473,
a compra de um calJeirao, alim de se preparar a
allmentacao dos presos pobres da casa de deten-
;ao, autoriso Vmc. a fazer a respectiva despeza pa-
il a acquisicac desse ulensilio.
Ao mesmo.Para seu conhecimento e lins
convenientes remetto a Virc. por copia o orca-
mento do jardim do pago da assemblea provincial,
cuja execugao autorisei arepartir;ao das obras pu-
Wias.
Ao m;sm3. Cora a< iniasas copias das
iDslrucQcies approvadas em 20 de novembro do
anno passado pela president ia das Alagoas para
regular a fiscalisacao e arrecadacao das reodas
Jaquella provincia nesta capitil. Pica satisfeito o
p^dido constante do offlcio rts Vmc. de 3 de margo
ultimo, sob n. 113.
Ao mesmo. Ao tenente-coronel MaaoH
Francisco de Souza Leao, contractanle da estrada
de Goianna a Pedras de Fog i, mande Vmc. pagar
i quarla prestacao do quari > Unco da mesraa es-
trada na importancil de 6;0i000 a que elle di-
reito, em virtude do seu coulracto, como prova
com o incluso certilicado di eogenhoiro chefe da
reparticao das obras pubiica?.
Ao raesmo. Tendo neata data reievad.. o
contractanle da ponte doTahyba, Andre de Abreu
Porto, defia a mult i cm que i:icorreu por nao
ter concluido a obra ila rncima ponte no prazo du
coniracto, vislo ter elle apnseaiado novas allega-
c/5es que justitlcam essa rtlevaciu : assim o de-
clare a Vmc. para seu conhecimento e fins couve-
nientes.
Ao meimo.Haja Vmc. de remelter as mfor-
macoes de que rrata o men offlcio do 1 do corren
le, afim de serern enviados a assemblea provincial,
que os requisitou.
i. seccao.
Acto :
0 presidente da provincie, attendendo ao que
reqaereram em 27 do mei. nltirao Angusto Cesar
Fernandes Eiras e EvarisU Juliano de Sa, con-
tractantes da cbulrnccao do matadonro publico
desta capital, resolve prurogar-lhes por mais qain-
ze dias o praio mareado no reapectivo oontracto
para prestacao da lian<;a, a con tar da juelta data.
Offlcio:
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
puWieas. Tendo b arremaunte. da ponte do Taliy -
ba, Andre de Abcen Porto, requarido de novo re-
Icvamenio da io la a murta am que incorreu por
oao ter coaclaido a respectiva obra no prazo esti
pulade aa oontracto, deferi o eu reqaeriroento,
vlitj.lef apreaauiado saaliTot poderosos ; o que
communico a Vmc. para os devidos effeitos.
Ponarian .
Os Srs. agentes da c mipanhia branleira de
navega^ao a vapor maudera dar passagem para
Alagoas, por conta do minister io da guerra, no va-
por Cruzeiro do Sal, ao soldado Cosme Pereira de
Araoio, que, seudo do 2 batalhao de infantaria,
foi traasfertdo para a companhia da mesma anna
daqaeila proviocia.
Os Srs. agentes da compauhia brasileira de
navegacao maudein transportar para a curie no
vapor Cruzeiro do Sal, por conta do minis terio do
imperio, a disposi^ao da academia das bellas artes,
dous caixoes contendo quadros, que serao aore-
sentados a essa agenda pelo commendador Mei-
relies.
i:\l KDIKNTK DO SECRKTARIO
/.* secqao.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commaodante das ar-
enas. -De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, communico a V. Exc. em resposta au seu
offlcio de hontem datado, sob n. 281, que flea pro
videnciado no sentido de ser IransporUdo a pro-
vincia das Alagoas, no vapor Cruzeiro do Sul,\ o
soldado Cosme fereira de Araujo.
2.* secqdo.
Offlcios :
Ao commandanle superior interino do rauni-
cipio de Goianna.S. Exc. o Sr. presidente da
proviucia mauda accusar o recebimento do offlcio
de V. S., de 4 do corrente, communicando haver-
se conciuido a revisao da qualificagao dos guardas
oacionaes pertencenles ao batalhao n. 14 desse
commando superior.
Ao juizde direito de Garanhuns.S. Exc. o
Sr. presidente da proviocia manda accusar o rece-
bimento do offlcio de V. S., de 23 de marco ulti-
mo, communicando haver na mesma data ojuiz
municipal a de orhpaos passado o exercicio de seu
cargo ao respaclivo supplente.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
proviocia manda accusar o recebimento do offl-
cio de V S., do Is do corrente, ommunidndo
haver o juiz municipal e de orphaos desse termo
reassumido naquella data o exercicio do seu car-
go.
Ao juiz de direito interino da comarca de
Flores. S Exc. o Sr. presidente da provincia
manda accusar o recebimento do offlcio de V. S,
de 24 de marco ultimo, commuoicaado ter aberto
e encerrado a primeira sessao do jury do termo de
Ingazeira.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
viucia manda accusar o recebimento do offlcio de
V. S., de 23 de marco proximo fiado, coinmuni-
cando haver nouiaado na mesma data promotor
publico ioterino dessa comarca Justino Pereira de
Moraes.
Ao promotor publico do Limoeiro.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda accusar o
recebimento do offlcio de V. S., de 21 da marco
ultimo, communicando haver na mesma data assu-
mido o exercicio do cargo de promotor publico da
comarca do Limoeiro, para onde fora removido
da do Brejo da Madre de Deus.
Ao promotor publico de Garanhuns. S.
Exc. o Sr. presidente da proviucia manda accusar
o recebimento do offlcio de V. S., de 4 do corren-
te, communicando ter denunciado o capitao i edro
do Bego Chaves e Joao Vieira como autores do
tiro desfechado na casa de residencia do Dr. juiz
de direito dessa comarca.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda accusar o recebimento do offlcio
de V. S., de 30 ae marco ultimo, communicando
haver denunciado aaquella data pelo crime pre-
visto no art. 237 do codigo criminal o subdelega-
do do districto de Palraeira, Jose lilias de Mo
raes. .
Ao promotor publico de Flores. 3. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda accusar o re-
cebimento do offlcio de V. S.,de 22 de maaco ulti-
ma, communicando haver na mesma data reassu
raido o exercicio do cat go de promotor publico
dessa comarca, por se ter lindado a prorogacao
de sua licenca.
Ao major presidente do conselho de quali-
ficacio da guarda nacional da parochia do Bonito.
S. Exc o Sr. presidente da provincia mauda ac-
cusar o recebimento do offlcio de V. S., do 1 do
corrente, communicando haver concluido a revi-
sao da qualilicacao da guarda nacional dessa pa
roohia.
Ao major presidente do con-elii. de qualifi-
cacao da gurda nacional de S. Fr. Pedro Gon-
calves. S. Exc. o Sr. provincia manda accasar o
recebimento do offlcio de V. S., de hontem datado,
communicando haver-se concluido a revisao da
qualilicacao da guarda nacional dessa parochia.
Ao "capitao presidente do conselho'de quali-
licacao da guarda nacional da parochia de S. Ben-
in. -S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
accusar o rocebimento do offlcio de V. S., de 21
de marco proximo Undo, communicando haver-se
concluido a revisao da guarda nacinnal dessa pa-
re :hi a.
4." secrao.
Offlcio :
Ao director geral interino da instruc.-ao pu-
biica.Communico a V. S. que S. Esc. o Sr. pre-
sidente da provmcia, a vista de sua informacao de
8 do corrente, sob 116, indeferio por despacho de
hoje, o requeriraento era que o professor da Ponte
dos Csrvalhos, Francisco de Souza M igalhies, re-
correu para o mesmo Exm. Sr. d < acto dessa di-
rectoria multando o na quantia de c-incoeata mii
reis.
nha, para fazer ehegar a seu destino.
brigadeiro Hygiuo Jose Coelh >. Forne;a-se.
0 mesmo. Forneca se.
0 mesmo.Forne^a-fe.
Henrique Bernardes de Otireira. Concedo ao
supplicame a relevacao do eommisso em qoe cahio,
pendo, porem, ubrigado a pagar o laadanio devi-
do e mais direito* tiscaes.
Ifmandade de N'ossa Senhora da C*neeicao dos
Monies da villa de Palmares. Informe o Sr. ins-
pector do thesouro provincial
Jose Evarisio do Xascimento.Seja-poito em K-
berdade.
Coronel Jose Maria Ildefoaso Jacoma da Veiga
Pessoa e Mello Fornega-se.
Joaqnim Pedro da Kocfaa Pereira. -Passe porta-
ria concedendo a licenca com ordenado.
Bacharel Joao Hircano Alve* Maciel- Fieara
abonadas as faltas de que trata o supplicante.
Jo vino Bandeira.0 supplicante dirija-se a re-
partigao das obras pnblicas. a que se offlcia nea-
ta data, autonsando a receber a obra provisona-
mente.
Coronel Joaquim Cavalcante de Albuquerque.-
A' vista da informacao da thesouraria, nao ha qoe
deferir.
Joao Vicente Ferreira. Defend* com o offlcio
desta data ao Sr. commandants do presidio do
Fernando de Noronha.
Lonrenco Ribeiro da Cuoba Oliveira. Informe
o Sr. inspector da thesourarta de fazenda.
Maria PaesCaminha.Passe portaria.
Rosa Maria da Conceicao Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
Remigio Kneip. Delerido com o offlcio desta da-
ta ao Sr. inspector do thesouro pr> viocial.
Samuel d6 Sa Montenegro. -Informe o Sr. com-
mandante do corpo de poiicia.
Commando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 2 DE SETEMBRO DE
1874.
Ordem do dia n. 815.
0 brigadeiro commandaoie das armas convida
aos Srs. offlciaes eftectivos do exercito, reforraados
e honorarios, a comparecerem era palacio para as-
sistirem ao cortejo, que a inn htra da tarde do
dia 7 de seterabro corrente, anniversario da inde-
pendence do imperio, se tem de fazer a efflgie de
S. M. o Imperador. As musicas dos dous bata-
IhSes de infantaria toeario no acto d > cortejo, e
em frente de palacio, o recolber do dia 6, a alvj-
rada e recolher do dia 7.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.0 major Jose Bmifacio dos Santos
Uergulkao, ajadante de ordens encarrogado do
detain*.
liuparticiSo da polioia.
I.' seccao__Secretaria de poiicia de Pernambaco,
2 de setembro de 1874.
N. 1089.Illra. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de detan-
cao, os seguintes iodividuos :
A' minha ordem, Jose, escravo de Antonio Fer-
nandas Velloso, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do Recife, F. Perter-
son, a requisicao do respectivo consul argentino.
A' ordem do do Peres, Rufioo Jos6 Barbosa e
Miguel Joaquim do Nasciraento, como pronuncia-
dos nos ciimes de furto de cavallo e resi disposicao do Dr. juiz de direito do 6. districto
criminal.
A' i-rdem do do Poco, Adriana, escrava de Mar-
tinho Jose Goncalves de Oliveira, por andar fu-
gila.
Deus guarde a V. Exc. -111m. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de poiicia, Anlo
nio Francisco Cvrrcia de Araujo.
dos que, quando mnito, duravarr. nraa m- duvida o epitheto d' griui-i, sem qm o proprio
5 ou 6 aonos, nunca conseguiara malar o Gregorio VII the p>ssa ser ejuiparado.
EXTERIOR.
A crise religioaa na Eurapn
pon
ERNESTO RENAX.
1 UE SETEMDRO
- In-
fazen-
OESPACHOS DA rBESIDRNCIA, DO DIA
DE 1874.
Anlao Borges Alves. Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazend..
Alexandrina Maria de Carvalho Miranda,
forme o Sr. inspector da thesouraria de
da.
Emvgdio Oeleslinode Moraes.Deferido com o
offlcio" desta data ao Sr. commandanle superior
da guarda nacional desta municipio.
Francisco Xavier Alves dosS.ntos Lima.Passe
portaria concedendo a licenca peilida.
Tenente-coronel Frederico Velloso da Silveira.
Forneca-se
Franci co Manoel da Fouceca Rosa.-Informe o
Sr. director int-rino do arseiral de guerra.
i-'raucisco Aut.nio das Chagas.Inlorme o sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Goncalo Pinto da Silva. Tendo o supplicante
abandonado as obras depois que recebeu a pri-
meira prestacao, a continuando ellas a perraane-
car em esudo de abandono, apezar de ter esia
presidencia concedido prorogagao de prazo, cuja
portaria nio foi tirada, indeflro a sua peticao, a
mando qne Ihe seja imposta a multa nos termos
do art. 56 do regu amenio da repartigao das obras
pubiica-, devendo ser concluids ditas obras a
casta do supplicante.
Heitor Cuslodio da Silva. Remettido ao Sr.
commindante do presidio de Fernando de ft'oro-
Nao rare sao acoiraados de -hoinens de ideas
fixas e de preoccupatoes acanhadasaiuelles quo,
embora distanciados de quaesquer vistas dogmati-
cas inleresseiras, assiiinalam enlretanlo os perigos
que a questao religiosa pode trazer a paz do muii
do, na segunda metade do seculo XIX, em que
tantas sorprezas parecem reservadas aos espiritos
superficiaes. .
Quando e^ses taes, bem informados, diziam ou-
tr'ora : < attenJei a que os raciocinios que la-
zeis sobre a Franga, sobre o seu indifferentismo
religioso, sobre sua rolina e passividade em rela
cSo a crengas, podem nao ser applicaveis ao resto
da Europa, e com especialidade aos povos germa-
nicos e slavos, era praxe que um sorriso de in-
credulidade e desdem acolhesse sempre esses ho-
mens, a quem os que se tulgavam mais habeis re-
provavam o agitarem o presume por meio de re-
miniscencias de uraa idade transacta, de tempos
queja passaram.
Entretanto, o que e facto e que acontecimontos
recentes perturbaram a quietude existente, nao so
pondo em evidencii a possibilidade de uma guer-
ra religiosa, mas tambem revelaudo que as ideas
modernas e as conveniencias peculiares a Franga
nao podem ser applicaveis seuao a uma pequena
fracgao do mundo.
Importa, pois, e imporla muilo saber encarar
com calma e rellexao uraa siluagio que a Franga
nao creou, mas que Hie e imposta ; por isso que
as grandes lutas religiosas eslao apenas era seu
coineco, e uor isso que essas lutas dizem respei-
to ao que ha de mais profundo na bistoria das so-
ciedades modernas, e nao convem enganarrao-nos.
ainda que ligeirameute, acerca do partido que >
iodispensavel tirar dellas, sera nos expormos a
um desvio funesto que bem pode ser no future
uma causa de graces consequents.
De dons factos decorre manifesUmente a expli-
caciu do rompimento que se produzio de repeote
em uma situacao apparentemente calma. Esses
dous factos, quo o futuro ha de registrar entre os
maiores da historia, sio : a potente individaalida-
de susteutada pelo papa Pio IX, durante o seu
memoravel ponliticado, e a apparicao subtanea da
Prussia, realisando o qne nao se via desdi os
Olbons, isto e, um princioio de hegomonia politica,
militar e religiosa, constituido no centre da Eu-
ropa pela unidade das forcas gerraanicas.
o reiuadu do Pio IX certannnte ha de ser eon-
siderado pe os pditeroi como o mais extraordina-
ry de toiia a historia do papa lo. Esse reiiiado e
de todos o mais loogo, e, quando nada, Last-i isto
para dar-lhe azo a ser cuusiderado corao o ponlo
de parlida dc uma bera de revolugio.
A singular e exquisita realesa, que, por tanto
tempo se manteva em Roma, gragas a tradiccional
habilidade da aristocracia ecclesiaslica dessa cida-
de, herdeira do aotigo patriciado, nio era de cer-
to compativel senio com as cortes pontificias.
0 velho cardeal, sobre cuja cabegi se collocava
um homem despreoccu-
nsiitutjvo do colleglo d is eardeaes ; e p >r
|i sempre, a pane di sacro collegio que,
a viJa de um papa, constituu a opposigao,
fcava depois da raorte desie papa,
iircs'illava ae.npre una-especie de oscilagio
que linn i por effeito -impedir que, sempre
mesmo sentido, se accumulassem erros so-
ns, impruiencias sob.e iraprulencias.
m, porem, deixou de acontecer em nossos
or isso qne, durante vinte cinco annos, uma
eserapre ideniica direcgao tem guiado a politica
dc Rdota, te n presidido is suas locubracdes.
Nate que Pio IX nio leoba mudido, nao ; pois,
nerttam hoinera de que n teaha ficado meraoria
jama taudou tanto como elle ; mas e que elle
so madou uma vez, visto conn, desdj 18't9,jimais
se desviou um apice da politica que, no seu deses-
peraate exilio de Gaeta, con:ebeu como um* reve-
iacao do ceo, e pan a qutl cada anno, que sc foi
scoando, coatribuio com t seu contingente de pro-
gresM na estrada que devia couluzir as prodigiosas
apoOieoses de 1870.
Nao foi outro de certo o espirito que presidio ao
renovameuto da curia roraina na medida das va-
gatara-, nem e outra a razao pela qual somente
eotreos Scardeaes do sacro coliegio, que nao foram
nomaados por l'.o IX. pode ser euconir.idj algum
qu* aao expoze as iJeas do ponliflce doinina-
dor, qua, uao contente de ter feito dacretar a in-
falhbilidaje era seu preveito, se propde, aspira ain-
da a rein >r depois de morto, impondi ao futuro
suas vi las pessoaes.
Nao e de agora qoe o papado manifesta tenden-
eias a exagerar as suas pretengdes, visto como a
idade media, desde Gregorio VII ate Bonifacio VIII,
vio dtsenvolver se a mais audaciosa tentative ten-
do pur alvo fater-se do pontilice uma especie de
calira christao.
E' verdade que es dos Miens elfeitos visto como, embora tives*e,
como todas as grandes consas, um memento de
apogeu, cahio ; mas tambem nao 6 men is certo
que eahio pro luzindo como consequencias os tris-
tes avilt imentos dos secnlos XIV e XV. o avassa-
lameeto do papado aos soberanos que elle preten-
deu dominar, os raesquinhos espectaculos de Avi-
nhao, e finalmentea existencia simultaneade dous
e tres papas, maldizendo se recinrocamente, e re-
eipraearnentese excommangandi I
E a que mais e, e o que e incontestavel a que
nease tempo, o schisma teria sido irremediavel,
se por ventura a doutrina da suprecnacia do con-
cilia sobre o papa, entio ac'eita e oao contestada,
nao tivesse offerecido am meio energies para cor-
tar pelas difflculdades.
So depois disto foi que, soergnido pelo genio
italiano do seculo XV, pode emlim o papado reac-
tar os fios da sua tradicao esphacelada, dando azo
a que, desde Martiuho V ate Pio IX, um so dia
nao fosse esperdieado para a ereccao do immense
ediiicio, cuja cupnla foi asseotadano annode 1870,
trabalhaudo n'essa obra uraa multidao de theolo
gos, ja na procura de textos. ji no falseainento da
eritica, ja na violentaglo da historia, no intuito de
moslrar que o bispo de Roma era herdeiro da um
priviiwrio, em qne de certo nao cogitaram osfun-
dail >res do'chri*tiini.-ino I
E a obra era tat, e as exigencias tornaram- o
de lal ordem, que, nem mesmo os mais zelosos
desses theologos, como Bellarmino, escaparam a
condemoacao quando nSo diziam bastante, embora
dissessein mnito.
Uma causa poderosa impsdia a sua realisagao ;
Roma esperou. Polerosas igrejas nacionaes oppu-
nham uma iove icivel resistencia ao desenvolvi-
mento das hyperboles ullramontanas; aguardou
se o tempo. E, qnando a revolu^ao abateu a mais
forte dessas igrejas-a gallicana, quando a phi
losoohia e o liberalism-, enfraqueceram as outras,
a corte dc Roma revelou-se, e Roma triuinphou
sem coutra peso !
Napoleao coin a sua concordata teve a habilida-
de de revelar ao papa, de ensinar-lhe que usasse
de direitos de que jainais elle cogilara, e entre os
quaes sobre-sahio o de, com am traco de sua pe
na, supprimir qualquer igreja, para ao depois re
construila sobre outras bases.
Lamenuais, o grande precursor do ultramonta-
nismo, toda a escolaneo catholica, todo o jorna-
lismo catholico, e ate os proprios liheraes >iessa cs
cola, ou pelo menos aquelles que taes e diziam;
todos tiveram entio uma voz unisona, accorde,
para exaltar Roma e para aponta-la como o cen-
tra da verlade.
O.que podia, pois, um clero funccionalista, sem
propriedades nem palria, e descontente do paiz e
do governo, contra tao fatal arrastamento f
Curvou se ; e Roma apparcceulhe como sua
verdadeira patria, como a unica cidade do seu co-
rcio !
E' e.nbalde, pois, que alguem tentara compre
henUer a historia religiosa dos nossos tempos sem
liga la as vicissitudes da igreja gallicana, erguida
sim, contra todos os dictaraes da logica, pelo impe-
rio, e com algum fundaraento pela restauraeao,
mas, logoapos, coademnada pela revolugao a pe-
recer, sem snUaguardar o catholicismo, a quem
deixou ir faulraente se reJuzindo ate o ponlo de
constituir apmas uma seita. centralisada nas maps
de am c'aefe, elevado a allura de uma encarnagao
divina.
0 orgio da nova igreja devia ser e foi um jor-
nalismo ardente, so depente de Roma, e despre-
sand i e legando as sombras do passado a velha
autoridade do episcopado I
Mas, se p- to contrario, o ultranDntanismo, como rurcdei* ravliniiiN.
cremos, e um becco sem sahida. 6 um labyrintho
incomprebensivel, certo a historia sera inexoravel,
e Pio IX seri jalgado com severidale, visto como
ha de ser considerado como o desiruidor do ca
tholicismo, dai.au lo se d i seu reinal o appareci-
mento das fendas fataas no soberbo edificio.
Pio IX sem duxida avulla mais, lem feilo mais
na historia do catholicismi d > que llzeram Riche-
lieu eLuiz XIV pela historia di Fr.inga. Aissim
Jorao-Ricbelieu e Lufz XIV delioeara'rn 69(B\fhe-
celencia os tragis o*i revolugii, assim tambem
Pio IX procedeu, decidinlo que ocalholicismo pe-
receria revolucionariam^iite -par excesso de pi-
Jor, por exageraga > de principios.
Depois de Pio IX, nada miis e possivel na igre-
ja, por que tnlo esta feito, a por que a historia
nos ensina que tola e qualquer forca se aniquila,
logo queattingeo seu maximum : que tolo e qual-
quer poder desfatlece e cai, logo que se proclama
absoluto ; e que a puuicao do orgulh i comeca no
mesmo dia era qoe o orgalho toca o seu cu-
mulo.
Com effeito; a 18 de julho ds 1870 Pio IX foi
proclamado infaliivei. sem que um so opposicio-
nista ousasse inscrever-se contra ia> inaudita as-
ser.;ao 1 No emtanlo, a 20 de sete.mbro de 1870.
perdeu o poder temporal que era e e a condicao
uecessaria do novo papado, soo>iado pela escola
ullramontana. 0 papa tornou se no raundo uma
impossibilidade 1
U papado quiz sobre elevar-se a natureza, e por
isso deixou de haver lugar para elle no mundo
Jas.realidades, visto corao, para sua residencia, fora
myster uma cidale divlna nas nuvens, fOra indis-
pensavel um monte elevadi no meio dos mares,
como o de Monte-Chrisio.
A separagao da igreja e do estado, cuja iniciati-
va nenhum paiz teria ousado toiuar Pio IX, ou, se
o quizerem, o partido ultramontano, leve a habili-
dade de realisar. Foi elle quem, com uma im-
prudenzia sera rival, carton todas as ponies que
Ihe licavam na retaguarda, irapossibililanlo des-
t'arte toda e qualquer reiirada.
Semelhante audacia jamais ningaera vio; e
myster e conlessar que so uma fe ardente pode
explicar um tal dspreniimento, ura tao nocivo
desprezo pelos senl.meutos, pelo sanso humano.
0 que, com effeito, deide dez annos passados,
torna inexplicavel a attitude do papado aos olhos
da politica muniana, levada de ordinario a dimi-
nuir o inodo de ser das grandes convicgoes reli-
giosis, nioesenaoo facto da Hie aconselharem as
circumstancias extenores ami direcgao inteira-
mente contraria a ijtie elle deu a sua politica.
(Conlinuar-se ha).
Piivacrda. teve dc wawfentar vinie
Imm-iih dc alurado fo%o tonira as
que procura vans
tmpedir-lhoa marcha.
H: Peterabarso 30 de anpaf. Ba-
se < omo provavel o eawpreatSaao dl
* millioes. que o itovprmi pretrn
de l<-\ aiitur na liiglntorra.
Vienna 1 de seteanbro -Orabai
xikIoi- da Viliiniiuiia em Madrid
aorcaentara cunaulativanaeote a-
^credenciaen do seupalse d'AuHiria.
para o recoialaeclinenfo da repnnii-
ca ii<-M|>aniioiit.
Loiadrea I'. Aatnunciana da Ea-
u~ia uma greve de 6,000 opera
rios mlni'iro,.
I'aris 1. O procesiao contra om
conapaic-ea da ru^a do ex-aaaareehal
aiaine comecara no dka V deate
mes.
Hio de Janeiro Mercado inal-
terado. Saliio o patacno BOM JESUS
para Pcrnamhuco. Ctaegaram ao
Rio (irande do ul Os briaaaea I'Rl.S-
CEZA e D. FllANClSCA, procedentes de
PiTiuimhiifo,
Para. Z. Herrado iaalterado.
Hontem chegou o vapor MARAJO' e
naliio o vapor FORLALEZA, do Vmazo-
nai.
tahtat>-Camblo Hoitre. l S6 buncario, SO- e ail is partico-
lar. Sobre o Hio !< Janeiro, is tftaa
a visaa. I Voliou honiena o aa
por MARQUEZ DE CAXIAS, proeedento
de i"'i-nanibuco e raui porlos de
Miia -H(-ala. .
zmmimmmm^
'\
E-sas tendencias latentes, deixaram de se-lo de-
pois da restauraeao; e entao encontraram arden-
les e audiciosos propugnadores em Pio IX e na
sua corte, nos theologos depositaries da sua con
fianca, e na sociedade de Jesus, confidents eins-
piradora de todos os seus pensameutos.
Nunca hoove batalba Vnelhor planejada Exal-
tar systematicamente a igreja a custa do estado,
suslentando qae o estado recebe os seus poderes
da igreja, e apreseotando a* concordaUs celebra
das com os eslados como so obrigando a igreja na
medida dos seus interesses ; -extinguir as diver-
sidades, oulr"ora tao salutaros, (iue permituam a
subsistencia de igrejas locaes no seio da igreja
universal, esiabelecendo a unidade da lithurgia, e
latinisando tod-s as igrejas cathohcas do Onente ;
po- successivas condemnacoes, comprimir a cren-
ga, apartando toda a veleidade de liberalismo, e as-
segurando que na igreja catholica s6 ha uma es-
cola de theologia;-por meio do dogma daimmacu-
lad. Conceigao, habilmento sorprehendido, o di-
cretado sem iutervencao dos bispos, crear am pre-
cedente qoe jamais se dera, isto 6, um dogma, nao
formulado nas samas escripturas, nao delinido pe
los concilia*, e todavia tprnado obrigaiorio pelo
facto de te-lo promulgado o papa psranles Siispos
simples assistentes; -dar ura golpe ainda maior
por meio do syllabus, pondo o catholico na dura
alternative ou de separar-se do centre de unidade
(para elle crime sem tgual) ou .de subinalier-se a
mais formal conde.nua;ao de ludo o qutj conslitoe
a razao moderna ; depois, logo que foi consuma-
do o aniquilamenlo moral da igreja, cbama-la pa-
ra assignarsua abdicacao, reconhecendo que o pa-
pa sem o concilio pode tado o que nao podia se
nao uuido a igreja reunida, e por csta forma tor-
nar inuleis os futures concilios, faiendo calar os
eatholicos que onsarem recorrer a destinccSes e
sustentar ..in la os principios dos Gersou e dos
uai homem
( AGENCtA TlXEGRAPHlCA HAVAS-REUTER.)
uoma i de aelenabro.- Continuan"
do o disturbios na ilba da Hlrllla
entre a papularfto. o governo italia-
no fez para alii Megulr diversos rc-
gimenlos de tropa para sulToca-los.
e declarou o paiz em estado de
sitio.
Rio de Janeiro t.Ma sessao de
hoje da camara dos deputados um
deputndo ultramontano exigio a
accusarao do visronde do RioBran-
e mais dous minislros per irai-
rao e conspira<;ao contra a religiiio
do estarlo. X morao foi recebida
com risadas geracs dos deputados
e das galerias* e foi remettida a uma
commiBsao especial.
<.'OHBKBl I \l-:i.
Londres 1* de setembro. O pa-
quete inglez LUZITANIA rliegou a
liisbou no dia :ti de a^rosto. Con*
solidadoa de 3 / for account, a 9t 3/11
rundos braslieirns de K % "" anno
de !.-,, a lOl I/* ditos do Uru-
guay de 6%, do anno 1^91, a
59 1/9; ditos argentinos de e %> do
anno de 1891, a 95. Continua a
taxa do desconto a ser dc 3/1 por
cento. O mercado de cafe esta
desanimado e os preros noininaes
baixando. neposito 80.980 toncla-
das. Kendo :tt. isi sarcos dc prore-
dencia da America do Sol. O mer-
cado do assucar sem allera^ao.
Xew-Yark *.Cambio sobre I.on
dre iaj. Ouro loo Cafe fair
do Rio 19 1/4, e o bom a 18 1/4 c.
Ueposito total 106,000 saccos. O
dc Santos sem cotacocs. Vendas
da senaana 603,011 saccos. Atgo-
dao media no lti.anos a 16 9/S a
16 9/8 c.
Liverpool Is. Mercado deal^odao
desanimado. Venderam-se 10.000
far a os. dos quaes 1.900 da Ameri-
ca do Sul. O fair de Pernambaco a
8 i h d e o dito de Santos e de Ha-
ceio a 8 lie d. O mercado dc as-
sucar sem altcra^ao.
Hamnurgo 1-.Tem se feilo Iran-
saccAes a preros mais baixos.
Havre 1. -Venderana-se 900 sac-
cos dc cafe do Rio bom ordinario a
OS francos, e o ordinario de Soroca-
ba a 9 francos.
Rio de Janeiro ft. Cambio sobre
l.ondres 96 d. bancario. e S6 1/6
lemao) RIO.
Bahia S.Cambio so lire
9G d. bancario. e S6 1/8 d
lar.
Ijondres
particu-
(AGENCIA AMERICANA.}
a thiara, de ordinario, era
pado e despretencioso, que nao tinlia tempo de en
soberbecer-ae nem de se orgulhar em face do im- Bossuet;en o que no j nossos dias
menso poder que Ilia era confiado. e diaate das |conseguio realiiar I
adulacoes de que n cercavain Hd.js quant is se j E, pois, es?e homem, Pio IX, se al^um dia o ca-
Ihe approximavam.
i c, pois, es^e nomem, no ia, =e aigum oia o h-
Itholec'rstno altraraonlano triumphar, raerecerasem
Liverpool 1* de setembro. AJgo-
dao i o mercado continua desani-
mado t as cotacoes de hoje sao as
segnintes : Pernambaco 8 1/8 ; Cea-
ra 9 3/4 t Bahia 9 1/S I Maranhao
8 1/8. Couros t muita procura: su-
bio 1/1.
liondres 1. Consolldados OS 3/11
fundos brasilelros lOl 1/% t 5 por
cento franeez 08 9/8.
New-York i-. Aigoaao niediano
16 9/8. Care bnixando.C
Havre 1.Cafe : ventleram-se hoje
OOO saccos, dos quaes loo de pro-
cedencia brasileira, sendo o do Hio
a 08. e o de Santos a 103. -Vi^o-
dao: vendernm-sc 1,360 fardos.
sendo 400 do llrasil t o dc Per
nambuco a OS. e o de Santos a OS '
93. Srlio de boi 50 a 59, de car
neiro 19 a S9. Las mercado cal-
nao.
Madrid !..* brigada do general
Arrando. que la em soccorro de
MAttlUUfieEWUlalKUUl)
RECIFE, 3 DE SETEMBRO DE 1874.
Hoticlas do nortr do imperio.
Amanheceu honlem em nosso porto o vapor
brasileiro Bahia, irazendo datas : do Araazonaa
80, do Para Jo, do Maranhao 28, do Ceara 30,
do Rio Grande do norte 31 de agosto, e da Para-
hylia 1* do corrente.
Eis o que colhemos de jornaes e cartas.
A.VAZONAS.
0 presidente da provincia fora alvo, em a
noite de 8, de uma brilhante manifestacao de
adbesao feita pelo povo da capital. A's 8 horas
da noite, foi a palacio uma crescida multidao,
precedida de uraa banda de musica, tendo havido
os discursos de rigor. *
0 Or. Theodore Thadeu de Assumpcao en-
tra'ra no exercicio do cargo de secretario do go-
verno.
No dia 13 entrou o periodico Commcrcio do
Amazonas no 6 anno de sua publicacao.
Estava annunciada para o dia 16 a colloca-
..-a i solemne da pedra fundamental do hospital
que vai levantar naquella cidade a Sociedade
Portugueza Beneficente. '"
Em Mont'Alegre foram tres individuos a
caca, e, soparando-se em certa distancia, tomaram
direi'cSo opposta, mas por faialidade, por uma
destas coiocidencias que nao se expiicam, am dos
cacadores attentando para o mivimento dos ar-
bustos, descobrio um vulio vermelho e sobre elle
aponta a sua espingarda edispara o tiro. A sup-
posta c:\r.i era am dos companheiros, que aga-
chado em uma moita, esperava um veado. 0 tiro
dado sobre o infeliz companheiro produzio a morte
instantanea.
0 inspector de qaarteilio de Marimba foi a
Sant.irem participar ao deiegado de poiicia que,
na becca do lajro de villa Franca, onde Jose Car-
doso Monteiro Fandinga tem uma casa e algumas
cabecas de pado,. se dera o seguinte facto :
Taide da noite, Jose Fandinga, que mora so,
ouvio barulho no curral, junto da casa, e abrindo
uma janella, descarregou ao acaso uma espin-
garda de dous canos.dirigindootiro para o logar
onde sentira o barulho, apos a detonaijao ouvio
gemid.'S, mas Jose Fandinga, tornado de medo, fe-
chou de prompto a janella.
Ao araanhcer vai examinar o curral e en-
contra uma rez morta e peada, ja em termos de
poder ser embarcada, mas nao encontrou vestigio?
dos iiue a prelendiam tartar.
o DecorriJo dias soube o inspector, informante,
que tres foram os individuos que teniaram faier
0 furlo da rez de Jose Faudinga, um dos quaes
recebeu o .iro e raorreu, sendo estes individuos
aggregados da fazenda de Joao Antonio Antunes,
do districts de Obidos.
0 deiegado ie poiicia de Santarcm, prendeu
o crimiao30 Jose Francisco da $ilva, processado
era OJidos por crime de roubo, e que se evadira
da cadeia daquella cidade.
."Na conlluencia do rio Mahica com o Tapa-
joz, alagou se a eaooa de um pescador, subraer
ginlo-se ao impulso violenio de ura peixe de gran-
des dimensdes, que prendeu-se ao anzol. 0 pes-
cador escapou nalando para a margera do rio,
vendo afundarse a sua canoa.
Foi no dia 11, por Henrique Ferreira Maia.
apresenlado ao capitao deiegado de poiicia de San-
tarera, o menor Euzebio Goraes, lilho de Anna
Roza, que fora encontrado pelo mesmo Maia quasi
rronteiro a Pont'; Negra, em uma montaria ala-
gada 0 raenor ja eslava quasi a perecer,^ por
isso qae ja se achava exahusto de forcas, e a^esta
hora estaria morto se a Providencia nio Ihe de-
parasso Maia, queo salvou I Pelas syndicancia^
que fez o deiegado, se deduz que Euzebio, embar-
cando nest, cidade a meia noite do dia 10, com o
seu pai natural Gregorio Gomes, com direccio a
Urumanduba, onde residiam, alagaram-se, resul-
tando a morte de^te infeliz, que segundo diz o dito
menor, estava ebrio.
para'.
De Belem escreve nosso correspoudente em
25 do passado :
a Por aqui vamos com carencia de novidades.
t A situacao politica da provincia, desenha-se
a mesma, e sem maior alleracjio na parte admi-
nistrativa ; o qae, poren, ha pa-ndido nestes ulti-
mos dias a attencao pnblica, sao as desenvolturas
d os tribunos.
E' uma seita esta, que pouco differe da dos
muckers, e que acerca de tres annos, sem o menor
corrective, excita e inquieta a populicao pacifica
desta cidade. E' uma porcao de rap tzolas, a frenti
de uma typographia, que se julgani no direito de
publicar no periodico denominado Tribuna, as
doutrinas mais tresloacadas e anachronical do
bom senso, e contrarias ao bem estar real e pes-
soal.
E" em sua imprensa, uma aggressao cons-
tante aos caractere- mais conspicnos do paiz, ao?
estrangeiros, as autoridades, nao esquecendo a
inviolabilidade do monaroha !
Nao von mais longe, porque alii sem duvida
ha de ter notieia do qae sao e do que lem feitc
ha te npos a esia parle os tribunos.
< Uilimameoto, um dos redactors do periodic^
foi preso pela poiicia, por cnvolvido em crime dc
cstelionato.
< No iuquerito, segundo consta, haviam mais
on menos provas do crime, cmiio dizem as diario*
do Gram-I'am e Belem ; entretanto, o indiciad.-
foi sollo, logo apos de ter sido poslo a disposicat
do juizo compelente.
o Esta occurrencia, nio tauto pplo faclo em i,
mas pelo que ja se tem passado com os iniiiula-
dos tribunos, deu que fazer aos prelos, a jasli{a.
'.




Diario de Pernambuco Quinta' feira 3 de Setembro de 187^

-^
t* principaes ttrtorriwto*- ? flnitmente a propria n-fez,-da vlrtaoso e henem^rUo Fr. Seraflm de
populacao em geral, qm fkou eiji gnaria coot a latania, o/w> no doeuarmo :u>aix> tftn&eainiu,
publicacao da lim bolelim convidandi os incautus rec.^u ja uma fraca pruva da gratLdii da am-
a vingar a inju'stiga da prisib, se'm culpa forntada, vi:cia, pel* vu* autonsada 3a ass-.-thftlda provm-
feita na pessoa de Manuel C mtuaria, wit dos re- cial :
dactores dasse netiodioo, a Rvnl- Sf-T^ ""S33 assemblea legit.
Deitaado este ass'imu:o, pouco mais. per. hoje laliva (0 Piauny, tie! iuterprete dos sentiment a de
tenhn e accrescentar, a nia ser qtic o esi^do sa- justica e aralidao da mesma assemblea, vein apre-
nitario de.ta provincia nic e de todo satisfaetoio. senlar a V. Rvm. suas felicitac5es em virtudede
Felizmente, cmbora estejamos livros da febro am requeriineclo apresenUdo por uia Sr. depula-
amarelb, tem apparecilo fr ultimo qmos graves do a esta assentblda, approvado out sessao de lion-
aeintermiitentes rebeldes, issim como a bexiga ha lam, p< los relev.iules servicus prestaJos por. V.
l\vm. na ttreceao e edificajaa da obra da igreja do
gio iosoS.Beaedictoesta capital. Digne-se, pois,
V Rvm. aceilar esta maoifestacao eoiuo signal de
mui ajtceco, sunida considorarao e alia estima a
pessoa de V. Rvin.-Deus guard* a V. Rvm.
Pace da assem'.dea legi-laliva do Piauhy, l-i deju-
Iho de 187i.IIIm. e Rvm Sr. Fr. Seraphim de
esta capital a comarc* cefkaganca; sem dar Catania, digoo missionario capacuiacho.Cortof.t-
ama sotacao ileiinitiva, ?oiba de suttmetter as di- no Cesar Butiamuque, presidente. Lysandra
tas prejusias ao estudo i tarceer dos engeniieiros Francisco Nogneira, I.* secretario. Anlonio Hen-
da provincia, afim deexanmiarem qii*4 dellas e a til de Souza Uendes, 2.* soeretario.
preferivel as intere.-ses p'iblicos e se sio conve- [ Oir. Fr. Serattm repondeu nestos termns:
uieiites <* elau-ulase craiicoes apresentadas pelos lilm*. e Exm*. Srs. Tentio preaente 0 uillcm
Hiipreih?iro?. Jde Vv. Exes 00 qual me communicant qua ail-
Vef) por isto o systema da 4ilaeio c afioal de lustrada a.->-einblea desta provincia houve por bem
coata*, a actaal preivdente deaan 0 itncargo
decbao do negnin 1 a quern vier J--;i>iis J 'lie I ; meiito pido facto de estar edilicaudo, c jru 0 coa -
No eommereio ftpezar .1 j tereu dimionido as curso da populagao, 0 lemplo dedicado a S. Bene-
ajMbras, 0 estado e situapao di mercado uao e dos dicto. v honra iiumerecMa qua me hi a as lavrado na pupulacio 0 feito grande numero d)
viclimas inclasivo da class mesmo abastada.
1 NAn tenho visto inaiorns jr.widcn.-ias da ar'le
la presidencia a prevenir o ntal c a soccorwr oa
oecessitadfls cnwo oatr'or:..
< A presidencia acaba du recefeer tres prapostas
para levar a JTeito lima estrada de feiro entre
uiais favoraveis. (H precos dos gi-neros cstao pre-
carios e nao ha procnra j ara >.s |irincipaes.
c A I xa dos descoutos em vista os grandesde-
jpasiua que Ita n.-> Ij.ui.-..s, desceti noomnercial
a 8 0|ij ao anuo e no M.11 A' C, a 9 Ojq.
Neste utrtn-ftao lira s do maior crmovimeato
4o etnbareai;3w.
-Es(era-se;*iodo- daEuroua que ja Mia demorad >. | serao baldadis, e a inais viva e <%*CBiiegiM daeaji'.-il, Vijiia. 1'amcla, San- breve cmcluida a igreja do glorioso S. Beae-
blea provincial, 6 urn vivo tesleuiuHlio de seus sen
timeiitos religiosos e 0 regosijodo recoohecel os e
igual a gralidau que a geuerosidada do? dignos re-
preseolantus da provincia me iinpoe c.iui a distiuc-
\;ao que acabam de fazer-me.
" E certo, per csta forma, dos piedosos senti-
uienios da assemiilea, c do povo piaubyense, teoho
I5:l5l*li2i
arem.-Porro deqffoz.Monu-^legre, Breves, Guru-
pa eWi*is for.nn inais volados para deputado
provincial : l>r. Einilie M Di:n Ml veto?, Soares
do Amaral 210 vt.tus
flessaraminlerramefrt? as febres de mao ca
TliViT que rwnavam em .Vlarapaoim.
A Hi fotiraria tpo n-cobsKnccSo de tima estrada de rodagem la-
teral as cacnteiras de lube ca, entre Santo Anasta-
en-t IMhetrao do Piietra na di?tancia de 13,497
ne*lU9 e nrr:i4a em ti7:66lj2S7, assmi disiri-
bu'dos :
Koea*>e Movimento dc lerfa
<)bras le ;.rl.>
lleiirii-10 ao ammalapte
A arremjtac.t'i ha de ter lui?ar na sessao da
junta da manna thesonraria ie 17 de setembro
wrwnte.
MAIUWIAO.
Xo dia SHI de ag-islo foi iinugnrado, com toda
a sulemaidade, 11 enrso noijnal fundadopela socie-.
dadr mttdflcia^ da orveti nrasil.-ira Sklltcroy,
*ro mi hto d" W, drain a<> rio Mea-rim observar.i
ororora.
O Sr. .lo e -Cand!do Vieira Martins liberUu
graWilaTiiente a sna escrav;i Fiiomena.
Herd-'USR m baina de S. J.jse o cuter S. Re-
ntiticlit, 'irocetitte do Icatu c proprieiide do Sr.
Cai-tano T.r.ar da Sdva.
Salv^u se a trtpohcio, senio a perdu t'>!al, pois
nada se a -hava no segnro
Falleoora, victima de h}dio|ihi,bi\ uiua as-
crava du I|r. a K6x0.
para dou eslabelwclmentca pios de sna diocese
(Uar.mlia.'! l'-.iKJ0iH), que possue em accdes
da oouipatthia coanuse da vivferrea de liatu-
h'A
Leiiios n > Paiz :
* Em dias de julho liuJo aina' l-orda de iudio<
alacnu diversas ea.as nudist icto dj Parana, com-
mclieii,!,) nut'os e natros crimes.
ffcs habilau'os desta p0voa5.il), atc.rra Ir.s ante
aggressao tao rude, mal se poderim deiondnr, por
que us iijv.'i'-'ios roii;aram se sera serent boslili-
*aJo*.
* S. Exc 0 Sr. vicorprftsidente da provincia,
liigo i|ue lev! cotnnisnieacia desto facto, inan-
dou que para a!!i s'jjuisje o alferes quo se acha
destacido em vtuta Helena, acoiuiuuliado de '1
fracas do desUCamonto e da utais 10 gaavdaa na-
ciooaes, afim de rop :lir os alaques destes selva-
jens,"caso ainda vollen).
HiAl-'IIV.
A assemblea pruvjncbl eacerroit-se a 30 de
julho, senlo todos os prnjectis p ir ella confeccio-
oad'is sanccionados ueia pritsiduueaa da provincia.
Lamas ua QpinUlo Cotiteroqdora :
So dia t-'J de agosti regressoa a esta cidade 0
vap ^r Pitiuky trazende a sea bordr, o Exm. Sr.
prci It'nie da provincia Lamenh* l.ins, que Bra
ilMfctUar wifouia agrlcola a^nominuda 5. Pedro
ie Alcininra, que d scan;i 18 leguas acimada
cid.ii) do Ainaranti', ;i inaiyem do no I'arnihyba,
coniiada a direc;af> do agrooomo piaubyense, o
OlMMre Sr. Francisco Parentes.
0 Sr. Dr. olielo d policia foi informadono dia
28 de jtitllHi proximo tlndu que no luijar da antiga
villa do l3jty lit.jam alguas indivi tiii.s dado se
pulturu a um c irpo a< 10 b ;ras da noite de 23,
su^peitan !.j-sa ijiw' com ease acto se procurasse
eneobrir a pralica du um :rime; pelo que dt-
rigio-sa aquelle lugar, cam dons medicos e fez
yrocediT a exit marao do cadaver e exame niedi-
:o, verili:.iail i-M'. p r esle jue o cadaver era de
uma ci i.rici meuor de ii aiuins.e apresentava di
ratsM echy.itjsei s o>s nns u .':...') elc.
Du ioqnerilo policial a quo procadeu a mesma
aouridade ts;a serilicado que o calaver e do m;-
nor Harcelina, fiilw de .Manoel J.iiio dos lleis,
uiiirad->r na Tsrrt-dura, alun do ri t I'uty ; que
0880 meuor iTreu lima pa;;c: Ja qae Hie deu 0
saliuo Ferna.'i I s l;i Ci-li i.i dia 18 de julho em
uota cacada de \vados, e ila i|iial veto a fallecer no
dia ?(5 >
0 cadaver foi sepuliado com o aokilio da noi
te por J'.-o:'.ym) Alves deBarrose Raymundo Jose
de Sam' win.i.
t 0 ini iado foi pre-:o p-lo Sr. Dr. chefe de poll-
cia no dia :I0
* Trabalbou o e nselln superior da s eiedade
Promuiira da laslrnccin Po|)alar nos dias ."i e 30
4e julho. Naqm He f i eleito socio honorario o
Bira. -r. Dr. Adolpho Lunonha l.ins, e delibernu
D conselho propor a S Exc. itara socio benemerito
na 1" reuniao extraor linaria da assemblea geral da
sociedade.
* Na mesma sdssao de 5 foi lido um ofQcio do
rnesmo Sr Dr. bamenha pondo a d-sp stfio da
soetedade 65 volumes de diversas obr.as pra fa-
zerefl) parte da bibh .'.ii :a que ella pretende csta-
bekcer.
A mesa do conselho nomeou uma eommissao-
composta dos Srs. coronel Conolano Cesar Burla
inaque, e Drs. Lindoro Moraes Rego e Lonrenco
Valenle de Fisueiredo para promaver oa cidade d
Oeiras a c.-eaeao de ntna socicdade identica a que
faocciona na capital, da qual sera consiJerada
filial.
Agradecease ao eonsocio coronel Coriolan
fiorlamaque a efferta que fez di quantia de cent
mfl reis pela sua join de er.trada; bem omo ao
Sr. major Jer mias Jose da Stlva c Mell. o offareci-
raeoCo que fez para scrvir do bibliothecario, que
Icti aceito por unan midade de votes
0 Rvm. Fr Sera im de Catania, digno e vir-
laoeo missionario, prcsenteioe'nA'e enire nos, vai.
prestando a esta cidade Valiasos e dusrateressados
servicoa.
A obra em com enjas paroles solidas c feitas com todas as rcgnw
da arle, ja so acham a mai*de 2 palmos dealtora,
serre de d^cumentoincoutestavei para -contradizar
aos quo iuv-rednlaoiunte iliziam qne semelhante
igfwja nonca passava dos alicerees.
* E o que 6 mais louvavel alem disso, o que
deve neoessariauiente conquistar os applauses e,
gratidao de i3dos, e quo todo esse priheipio de!
obra tem Sido feito quasi sent despeza a'guma, so '
meote-comaqaella que e indispensavel a compra
d-tviveres parasustentodapopuldcao pobre desta
cidade 6 mesnio de f.ira, qoe pressarosa tem eorri-
do a trabalbar gratuitamen na igreja, atlraht ia
a|.enas pela f >rca dapalavra isspirada do distincto
Hiissi mario Fr. Jeraftm de Cataua.
Fax gnsto ver se a b-)a voutade com eue o
vo trabalha, sempre alegre, sempre satsfeiio ;
t fosto er-se como eile, dirigido pelo "veoeran-
do missionario, se occupa com affi co na limp zr
doterreno na constriiccao das casas proprias para
olaria, na fabricafau de tijirios e telhas, e flnalmr-n-
te era outros servicos, sem procilrar aem querer
per tudo isso n nwnor paganento, a mais iasigni-
fient recompansa.
Temoa, pois, grander* de ver em breve tempo
elevar se nesla cidade um inagoifleo templo, cons
trwdo somenie pela l-mvavel, boa rontade e perse-
veranca do missionario, coa IJuvado por donatlvos
ee(onianeos de qriem os pode e quer fazer, pelos
aei^vic-is gratuitos da popula-ao religiosa.
ISera <-ste afti dos mais relevantes servicos pres-
lacKts a esta provincia, que agradeeida -te recordara
j*einpre do nome de quern tao desinleressadamente
dicto.
t E Deus accumule mil felicidades sobre cada
um dos illustres membros da assemblea provincial
do Piauhy; sao os voOs sincerosdo humiide mis-
sionario, quo n' a sua gloria nas glorias da roll-
giao e da igreja.
< Apresemo os meus protestos de distincta con-
siderate e alta e-tima a Vv. Exes, a quern Daus
guaide. -Illras. e Exms. Srs. coronel Coriolano Ce-
sar Burlamaque, tenente-coronel Lysandro Fran-
cisco Nogueira e major Antonio Gentil do Souza
Maudes, presideute a secretaries da assemblea
2:6924601 'provincial do Piauhy.Tuerczina, em Sanla Mis-
17:87*14872 sao, 20 de julho de 187i.
10:937*7 0' a Mi-sionario, Fr. Sera/tin de Catania, ex pre-
feito.
Fallecea, de uma congestat cerebral, o co-
rouel Benedhlo Ferreira de Carvallu.
gsaba'.
No dia 26 de juilto apresentou a commis-ao
da assemiilea provincial ao Exm. vice-presidents
da provincia, barao do Ipiapaba, a felieitaeao, por
esi corpnra^itl appruvada, pelos ridovanlea ser-
vicos qua tun prestado no exercicio do cargo que
Oeetipa.
Tendo sido denunciado a policia que.no lu-
gar Damas, a meia legua de distaocia da capital,
murrera victima le sevicjas, praticadas por sea
re*pecu-o sennor, o bacbarel Joaquun Falicio de
Almeida e Castro, uma sna escrava, a que p cada-
ver fvira inandado para o camiieri-i em Arronehes,
o dt-legado da capital o Sr. Santos Neves, proccdeu
as dilig-'ncias devidas.e cooheceu o seguinte : que
a BpCr&va esteve reclusa em carcere pnvado, oude
uao rece na nem !uz, ntm alimentacao; que ahi era
ella seviciada crueimenie; e que, dodo, a fallecer,
fora occult.imente inandada enterrar, cosido o ca-
daVcr n'nma rAle.
Procedendo 08 ,ioriios, Drs. Antonio Maudes, An
tonio Josd de Mello e Joao da Rocna Mireira, ao
exame cadaverico e corpo de J-rlicto, declararant
o seguinte:
One o cada ver da escrava ileuriqueta apre-
scntava no exterior diversas queimaduras de ta
manhos lambem divarsos, e en po.-icoes que mo<-
travam nao podsrein as ditas queimaduras ser
devidas aoat-aso, nem feitas pela proprta pacien
to: ni taram os peritjS; coat especialidada, uma
grande queim.idura, que a fallecida liulia n> peito
direito, es'.audo esse peito Je tal modu luflam.nado,
qne tendo Hdo abern a farro, Jerrautara grande
quaiittdade do pu-. Disseram mair os medicos
que a es.'rava Hanriqueti solTri i con-cqueucia da chloro-aoemia, e que a causa int-
mediatada morte fora essa raolestia, ooa eslava
em grao de produzd-a, na ocoasiao em que
teve Sugar: que entre tanto as queimaduras
eteoieias podia m ter apress do a mo te, e com
r.erteza ti.rnar<-m os ultimas momentos da paeienle
mn.ito angustiosos.
Si-uldo o Dr. chi-fe de policia acca-adt, na as-
semblea provincial, por menosprezar o djtver o a
diguictade do earguqae occupa, nadafaiimdj para
a punicao dos autores e complices d atroz crime
supra, fui pela presidencia da provincia suspense,
pela spgurate portaria:
0 vice-prest lente da provincia, considerando
que 0 actaal chafe da policia, bacnarel Jose Au: >
ui) da Mandon a palos factos qua tem pratica-lo,
cm reprova^ao geral e dosvios qua tem id no
exercicio das fuuecoes de tao importante cargo,
nito code coutinuar no refando exercijjo ;
Cousideranio que o mesmo chefe de policia
uao ofoiante a ordain v-rbal, qua racabera de>t i
presidencia em data de 23, e ollloio qua lite foi di
rigilo em 21 do corranie, deixou da avocar o fa to
para as diiigeociks policiaes, so'jre a norie da es-
crava Ilenriqueta, pcrteucente ao bacharal Joaqitint
Feiicio da Almeida e 'astro, e que a voz public*
deuunciara ter-se dado em conse pzancia do sevi
cias, i to por ser alTeicoado do mesmo bacharel
Castro, como faz pu! lico ;
t Con-ilarando mais, que o mesmo che'e da po-
licia, mui calcaiadameate, deixou incambido ao
1 s'jp.ilente do delegado desta capital, tio rmpor
tantes averigua<-oi's, cmcorranlo assim para que
a lei haa foe nagada, d--silRoutada a humanHla-
dc uli ajala. e pnnido o criminoso, quern quar
quo'din ti*f. visto co no, s'enlo o rafan-lo sttp-
plente do ikdegali, homeni laign, depaadeale a
seat os p-ecisos eimhuCHBeqbM de direito, mir-
chou por isso o faito com atro,'allo das.firm is la-
gaes ; ,
A>usiderando ainda as iaes iciidGes qae se ba-
li;n at olDoio do mesmo chefe, qiando diz qua os
impieritus foram uUimadis no dia 26 do correute,
send certo que no dia 27 Cuiuciouara ain la em
apJJODCia puniica i.ma-n) supplaaw do dalagad),
tomando o dapoimenti da tesJtttajlAaas sibre o
facto ;
Consideraulo mais o 00464 ras^ailo a- qua
a supracjlado diafe de policia trata ejn.seu olucio
do 27 a primaira autori.lade da provmcia ;
Considerando ainda que o ref rulo clmfa da
policia, conseotio que I'naccionasso nos ipqabrjtos
o avtrisuatfoes pohciaes, como escrivao, o atianuen-
se da cadaia sem t tul.o e uam iuraijt.aii!o, nao
ubstante haver na-ta capital dous tab.olliaes e as
crivaes;
Cmsiderando mais que om suo citefetem tiil-j.
um pr.ijedimanlo irregula/, tirando das cadaias
vinle sc'nlen: ados para o< erapregir em ultras par
fjcnlares, sem ao menos saram aco nptuhados pur
toldados, consentiudo qua parnojlassem em suas
casas, derramaod i assim o terror na capital;
Considerando ainda qua o referid > cbefe da
policia, miaiara para o quartet do corpa pilicial,
outros auitos senteuctados a tnul > dofa-.hinas -
ao passo que soaserva muttos deilas em sua pro-
pria casa como criados;
t ConsideVando que havando evadido so 2 dos
referidus sentanciados, tem o mesmo chefe da po-
licia acultado a fQga( usaado ate de meios repro-
vados para a eucubrir ;
Considbrando ainda qua o mesino chefe de po-
licia iiceuciou a re ritarezi Mini de Jasusqae
pass-ia'arosidir em casa Bella por espa-1' da ires
rae'zes;
Considerando lioaJmente, qua por todas estes
(sctos acba-se o mesmo chefe de policia, bacharol
Jise Antunio de Meudonja, incuRti nos arts, lad
2* e 6' do codigo criminal, resolve, usando da]
attributclo qdetbe da o art. 5" 8* da lei n, i# da
3 de outubro de 1831 susppodedo do exercicio 4n[
meocionado cargo de eVefe de p -licia.
ti secrelarn da pretida icia faca extraltir c-vl
pias desta portaria e d docuraaatos annex is para!
-pram enviadas ao Exm. mioitird da josli^a e ao
tribunal da ralacao do distneto.Cumpra. I'ala-
ciu do gi.verno do Ceara, 29 de agusto de 1871.
Barao de Jbinpaba a "
Para exarcer interinamente o csrgii de "hefel
de policia fui designado, pela 'residcac'ia di pro-
vinota o juiz de direito de Waraiiguape, Dr. Ame
rie'i Milttio'de Frtitas Guimaraes.
Foi notneado pntmotor pjblico da comarca,
do Lavras, o bacbarel APpio Zacarias da Carvalno.
Fallecen, no Aracaty, o ^ tabelllao pnblieo
dessa comarca, leitnta litse Augusto de Cifriro.
Pelt vapor P'livi raraottaa a thesuraria deJ
razenda ao thesooro national a quantia de....
1M:*M#000.
i randa da provincia no pariodu de 1868 a
1872 imjtrtou era ;',6i7:8i9>268 medio annoalj
710:50^790.
0 valor official dos goneros de produccao dal

provincia, oXpirtado^ m ffsmi quin piciuiio ele-
Vnu-se a 32,2'2:77.1iSfii, e os diraitos arrpcada-
doasobre esses teiiaro^miiilaraut a l,'i'3:(HM^'2.
A divida liqnidadi ale > ex-Tcictn ie lS7i
r-|pva-ia 96 02t4i l-'i,-ii-:> tieed'ire.-.
A r-ceiia para o futuro exerci:io de-1873,
e>ta oreala em 799:92946j'3 e a despoza flxada em
973:8V0ji7V, resultanlo por Unto um deficit do
173:910AS19
Etevava-se a 5:869*000 a subseripcap para
a c tnitrucca t do asylo de alienados.
A cumpaubia da viafarrea de Baturitd eele-
brou solamnemante '< contitiuaaio du as-aatainen-
to dos trilhos de Arronche-i para Maracaiabti.
No periodo de 1 a lo de agosto renden essa
vla-ferrea 8834268.
A variola estava centplataraeate exliucta no
Pereiro.
Em Sant'Anna rocruiiesciam de roaaeira es-
paatosa as febres de mao caracter.
Bio navsDE.
Nada recebemos desu provincia.
PARAirVB\
Lemos no Jornal:
* A convite de^S. Exc. o Sr. presidents da
provincia raiioiram-se em palace na segu'tda-
feira dela samana (21) ao meio dia, dtversos ne-
gocianles dasia praca. a lint de tratar-se de alguu-
inclhoraineiilos do commcrcio desta provincia.
c I'j/.ando o Exm. Sr. presidante da provincia a
exposii.-ao do estado do eommereio, indicoa eOtre
uutras raedjuM fc
I.* A ereacai do uma associate commercial
nesta capital, se.n o que nai pnderia o c..mmarcio
reprasantar-se convtuieniameuta paraa.te o gover-
no, e as diversas associates do imperiocm tud-ts
os a 2." A creacao de uma mspec^ao japrticolar
para o algodao, da ntaneira (jue o erfcarregad i
desta servl;-) se responsab lise peraute os compra-
dores na praca de Peruambuci ou d'Europa, para
onde for remetliJo esla geuaro de oossa prodftc-
eao, por sua qualidala, .afi.n de cvitar-sc o deplu-
ravel e>tado, a que ha chegado o preco daquelle
iie-nen com a diff-iren^a de 14100 por arroba em
cumparacao at d; Peniimbucj, Maranhao,'-aAia-
goas, etc.
Aceitando todas aquellas considerajScs, toi
noineada uma cumntissao, compusia dos'Srs. Cm-
t.'dio Domingues !'.-. Santos, \lii,'ue Jlooback, Pri-
nt i Pachaco Btrge?, Antonio Dias rtuio, e lo-e Ru
lino de Souza Ring--!, pra sa tratar <>iconrnenti
da organi.-acao da assuciafao comoiercial, depois
do que, e em seguiment-j, tratar sc-aia da creaQio
da mspeccio particular. ?
luterassa los viv.iinanta pelo Item astar desta
respeitavel e digna classe, fazemos os inais arden-
tes votes, pai a que em breve a nossa provincia
saja dtada de-tas irapoi tantes mrlburamentos.,
= E' deste ntolo que S. Exc. o Sr. presidente da
provincia ha de desempenhar-se da dillicil e espi-
uhusa missao de adrainistrar a Jua provincia
na'.al.
f'SfUfAnma
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 23 DE MAIO.
PHESIDKNCI.V DO SB. IKB11EIBA UK AGDIAR.
Maia bora dep.d- da maio dia, acbando- se pre-
si.-ntas os Srs. Uanoel do Ufgo, Antonio Paulino,
Oliveira Andrade, Tolentino de Carvalho, J. Mello
Rago, Rilis e Silva, Vieira de Mallo, Olympio
Marques, Tiburcio de Magalhies, Travasso de
Arruda, Aguiar, Sjares. Caniltoim, Finniuo de
Novae.-, Goes Cavalcaute, Lacerda, Domiugos Pin-
to, Arruda, Caspar DruminouJ, Juao Barbalho,
G.mies I'an.ule, Pinto Pessoa, Nascimento Poriella,
Coa<;alves Ferreira, I'.unlia Civ leant*, Fvlippe de
Fisneirda e Baric Cavaicante, faltaudo sem causa
participada ns Srs. Alipio Costa, G. liindim. Ama-
ral, Peretii, Tito. Souza l.eita, Arcuncio o Uettoa
Cavaicante, alire so a ses.-ao.
E' approvaJa a acla da sessio autecadante.
0 Sr. I" secretarto" daclara nao haver expe-
dieritp.
I" I,do, p<-st>t em diteussau o st;m debate appro-
vado o ^egulnla parecer :
A coinmissao de coustitoicio a poderes, encar-
regada de examiuar e dar uareoer sobre os moiivus
qua datannioiram o presidonto da prtvincia a ne-
gar sua sauccao a resolu^ao desta ..ssamalea, que
apprivou o contrato celebrado em 11 de favereiro
da 1873, entre o izovernt da provincia a o barao
do Livranoolo, para eonUnuacao do calcamouto
dasia cidade, bem qua parega axislir cm favor da
'uasma rc.sih:;Ao a firca e prucadoucia (|ue resul-
tant da approvacao do itm acto emanado da presi-
ti-acia. acto o aporovaeao que, sent Auvidi, ex-
piiiiiem aeeordo de apieciac/to u raconhacimento
coastitncional, por parte dos dous poderes Ci-le-
gislativos da coa>enien:ip do contrato sob o ponlo
da vi-ta do iuteresse provincial ; cumtudo
Attendendo a masma commissao que a ausen-
cia da concurrency em negocios desta urdem,
pole algumas vazes dar lugar a que Qque a pro
vincia pnyada das vanlagsus qua lite poderiam
ri-sullir da compeleucia;
Ailaitdando, alem disio quo a esla assemiilea
corre o devar d* tar em coui-iJeracao as forcas
los cofre< provinciaes na decrelac.au das/nianiias
uacessarias ao desempenho dassa ramo do servic-r
publieo, embora nrgente o aliaraente reclajnauo
pala salubridale e afonnoseameuto do-ta cidade;
t Attau Jendo, finalraente, quo, mosrao no caso
verlanla cumpra que sejam raspeitados s iuleres
sas da provincia, em ralacAo ao abate de oito pur
cento offerecido sobre o Valor do contrato ; c a
commissao da parocer qua, tiios em considerate
M moiivos de pA>i sanecao da resoluc^io, seja esta
sobraettida a discassao, nos tenrvos do art to ta
lei ae 12 do ago-io de 1834, com as seguintss
emeudas :
Sahstitutivo do 1. 0 contrato durara
qaatro anuos em vez de dons.
< Subsiitu.ivo d i ^ 2.' A quota annual sera
de 50 00'4000 em vez do I2j:0004000 e pago
polo emprestiniJ
S'jbslitottvo do % 4.' A repaiiii;iodas obras
public is, coat approvacao do presiiente da pro
vin-ia, designara as ruas quo da praferoa^ia devam
ser calcadaTe o systema do calcamenio, quo, em
cada uma devaser eutpregado.
Additive. D t valor do coutrato seraa aba-1
lid js mais do/, por cento, na couformida le da pro-
pisla feila por Jose Augn jommissoes em 25 de maio de 1874. Antonio
Paulino. '1-ies Caualcmtc.
E' lido, apoiado o julgadt objecto do daliberaci>
o vai a imprimir o segumle projecto :
A commissao de peli<;oe3, em vista das iafor-
macdas pra>tadas pela thesourana provincial so-'
bra o iihjacio da peli^ao de loan Jusa da Foueeca,
guarda da casa de detengao, que peda qae a as'
semblea mania pagar-lho o sou ordeuadode sol-
dado do co po de policia, aposentado ; naojulgan
do proce leutas as razoes adduzi-ias por aqoella
reparticio, para as quaos acha fundamanto na lei
276, art 4 ; porquaato a ineaci mada lei refere-se
a empregados poBllcoe, caso em qua nao se aclia
o supplicanle. cvaij recmhaceu a masma thesou-
raria em decisao da junta,4an;ada no requarimen-
to com que o sitpplicante in-truio a palicao dirigt-
da a e^ta asserqhlea ; e da parecar qua," am defe-
rim'jntp a masma peticao, se adopt) o seguinte
projecto :
c A assemblea legislaliva provincial de Pernam
bnco resolve:
Art. I." Os soldados aposootados do corpo de
policia. que exercorem os lugares de giardas da
casa de datencao. tem direito aos sous ordeoad.is
de aposentado*'. Sala das comnissSes, 23 de maio
de 1874. .tf. (1 ORDEM DO DIA.
t'ontintla a 2* discussao do art. 33 do projecto
n. 35 deste anuo,' orcindo a receita y fixand i a
despeza para o exercicio do 1874 75, Co,n a.,
emendas apmadas.
Sio lidos, apoiad-ts e entrant conjunctaraente em
discussa > as seguiutes emendas :
N. 107. At art. 33 em vez d art 36 da
lei u. 1,118 diga se art. 37. Dr. Manoel do
Rego.
- a N. 108 Ao art 33, parte 3', supprintam se as
palavras e casa da camaira. Dr. Mimoel do
Seqo.
o !-. vtH.imanio Poraella. (Nao
devolveu seu disenrso.)
Sao mais lida?, apoiadas eeniram igualmeate em
disfui-sao as seguinte* emendas :
* Sf. 109. -Art. 33 Depots desuporior a C por
centoacciescente-se -nao podendo jamais o pre-
50 da emissao tnr tal, que de1 juros superior a'7
por cento. J. de Mello Rego. Qonealves Fer-
reira
x N. 110-Ao art. 33 3.' -B dou contos da
reis para a cpm;>ra e reparos da casa qua serve de
quartel na villa de Pao tf'Alho. -Pinto Junior
' riacho Cariaty, etc.,jllga-ee um pontilhio sobre
0 riacho Cursahy no Ctndido ou undo fflr mais
jonveniente oa fregue?is de Pao d/Alho.Oliveira
AnJraile -GoHfalves Ferreira.J. de Mello Rego.n
r N. I IS. -AdtLttvo ao alt. 33? A desiwaa
ate 100:0004 coin a acquisicAo e 'consirucc/10 da
creli* para esc Its pri-uari-s -Jm'w BarMk-t.
Oliivtr.i indrnde. Pinto Pessoa. Figueiroa. -
T&tnio de M galluies.T He Arrwda. MHco
Leite. ^ mi tat. Camboim. ~>lk Caoaltanle. -
Gomes Parente. Dario Cavaicante. -Cunha Ca
vlcanteAntonio Paulino.Goes Civalcante.
t N. 113.-Ao art. 33 3.*-Depms das palavras
duas barrasaccrescentose-e sobre 0 rio Japo
mini 119 logar on le existio a antiga ponta.-(Mi-
veira Andrmie.
< N. 116. Additive ao art. 33.-Fiea 0 preai-
denta da provincia autorisado a aceilar a propos-
ta que a elie faz em 4 de fevereiro do ennente
anno, o Dr. Ignacio de Harros Bar eto, fazeodo
com este contrato para o melboramaato das fabn
cas de assuear acces-ivel ao maior numero dos
nossos engenhos e applicaudt deade ja para tal
lim 1 rredito votado uo art. 25 da vigente ki du
or; men to. No contrato a ceiebrar sera eslabele
eido 0 modo de tornar conhaoldoe saKuido 0 me-,
?horamento a tnie se propoe 0 contratante e 0 mais
que conveuieule sa]a para 0 masmo liat. Ur. .V.
Pvitella.
i *N. 115.-A art. 33 3.Supprimam-se as
palavras melhiramentjs publicos ua cidade. If.
da Silca.
N. 116.-Ao art. 33, parte 3.' Em vez de
5:000*4'K). para anxilio das obras do lyceu de ar-
tas e offlcijs, diga-se20:0004000.Dr. 31 a met
do Reg*. > t
a N. 117. -Ao art 33 3."4 0004 para enca
namentnl'i^ua jwtavrl iwfTilla dePao d'AHw.
Jo iqniin de Arruda. -Pinto Junior.
O Kif. KiitiM c Milva : Sr. presidente; nao
vim a iribuua para oppor-me ao arligo que se'acha
em discussao, item uie.-uio para discutil-oporque
ma aguardarei para iallar sobre a sua disposicao e
sobre outras do projecto do orcameuto quanuo li-
"ar elle desoffrer a 3 discus>ao.
0 liieo ftin agorae justilicar uiiitoIo que teuho
do prestar a emenda qua offereceu 0 tneu uobre
cuilaga pew 1." dtstricto que acaba de fallar com
ralacao a prcteneSo do Dr. Ignacio da Barros Bar-
retu, mesmo porque tendo sido eu 0 relator da
commissao qua deu parecer sobre essa prelen^u,
eat que se otosiiiou conlraria, naopareca que sou
coniradictorio votando em favor da emenda do no
bra deputado que consigoa igual idea no artigp do
orcameuto /que ?e acha em discussao.
Sr. presidente, a commissao nao procedeu assim
porqua a.Mtasse desvantajosa para a agricultura a
pcopotta que offereccn o Dr. Iguacio de Barros
Barrelo oa peli.-.io qne endereg u a presidencia
da.pioviucia,. a que por ella i'ji muidada subutet
ter a coniidefacao desta casa ; a counnissao pelo
couirario recauhaceu de luda a vaulagem para a
agricultura a idea ahi euuociada, e che^ou mesmo
a declarar isio no seu parecer.
A idea do Dr. Barros Barreto, spndo innito mais
ampla do <|ua aqin.lla qua esla consigoada ua lei
do ui 1;a:ni'iil 1 vigent-*, de que logu tratarei, scudu
couveniauterseulo de vautagam, couio dt.-se, para
a agricultura, nao e>tava nuslarmus de seraceita
pela commissao, peias ratoes que vou expeuder.
A commissao, Sr. presidente, laudo de dar parecer
a;erca da preien ao do Dr. Igueio da Barros Bane
to, uio podia deixar da ter em consideracao as dis-
po-icdes legaslativas queaceroa desta negooio exis-
Uam. A comuiusflo teve do ver que a lei do or-
gamento vigauie no artigo 25 delermina 0 seguinte
(le):
No artigo 26 diz(le):
0 Dr. Ignacio de Barros na peiclo pedla como
arfiantaiti' nto para levar a elleito a sua idea, alii*
din i ji eonfa.-sai, utuitu proveitosa a agricullura,
esses 10:0003000 que estao aqui con>ignad->s para
se cuntratar com pessoas fora da paiz aceica da
itltura da cauna e dofdirio do assuear e para a
compra de im-trumentjs e maclttnas agrarius para
serara cedidos aos agrrcultores.
Bem ve V. Exc. e vrj tantbem a casa, qne a dis-
posn.-ao da lei do cr;am>'nlo se oppunha manifesla
e posilivamente a pieteng.lo do Dr. l^na:io de
BarroS'Barreto ~ jtrimeiramente porque a leiauto-
risava a presidepcia a contratar com pessoas fora do
pair, em segundo lugar p rqueo flm para que a lei
mandava altrir 0 credito de lO^-O^OO era para a
c mtpra de iustrumentus agrarios e de machitias
alim de serem cedidisaosagricultues ; antretanto
quo o Dr. Ignacio de Barros Barrelo na soa preten-
cao nao mostrou cf~n llm, mas stm outro muito
dilferente deste.
Sendo, portanto, muito distincto 0 fim para
que pedio essas 10:003/000, 0 Dr. Iguacio da Bar-
ros Barreto, nao podia a commissao de agricullu-
ra, sem at tear muito de frt-nte as .'5es da
let do orgatnfltto vigente, darum parecer favora
ve! a sua peticao. t ra necessario qne fosse revo
gada ess-> ltd para qua a commissaOde agricultu
ra desse parecer favoravi-l a preteacao do Dr. Ig
naaio de Harros Barreto, que alias ella eonfessou
ser de grande vanlagem para a agricultura e para
a provincia.
Folgo, portanto, de ter occa-iio de poder eon-
ctrrer pant o lim que pretende 0 D\ Ignacio de
Barros Barreto, vutando pala adoucao da emenda
do nobre dapuialo. Voto p >r ella porque, como
ja dis da e de incantejtavel utilidada para a agticultu-
ra, eajos interessjs eu tenoo dasejos e crelo qua
loda a casa tara, da prom tver do inalhor modo
possivel.
Assim, pois, es'.imo tar occasiao da pbder dar
0 tneu voto a favur desta idea som ir do eucoatro
a disposn;ao da lei.
A uao ser assim, seria necessario que houves-se
uiua ouira let .pie ravogtsse ado orcameotu vi
genta, para qua, sem in(ringi-ia, a commissao d.
agricultura dasso parecer favuravel a pretencao
do Dr. Iguacio tie Barros Barreto.
0 Sr. ToLK.srao de Carvalho da um aparto
0 Sn. Rath s Silva : -A commissao nao podia
per um parecer re'ogar a lei, uto podia dar pa-
recer de outr.i modo.
u Sn. NascimknroPortella 4. Ssttao tendo em
vista a lei.
0 Sit. B.ATIS i! Silva :A commissao tinha Jo
regular-se pela ditposjcio do qrcamepto vigente,
quo no art. 29 dateriniua qne o presidanle-fica au-
tqrisado a eofitratar com passoa fora do paiz a
compra do inaehinas e instriiuientos agrarios para
serem CBdjdoS aos agri ulioras ; autiinsando-se
no art. 28 um crelilo de 10:0004 para este lim
Coma pjdla a commissao de agricultura dar
parecer fa-dravdl a petlQao do d)r. Ignacio de
Barros Barrelo, que nao e pessoa estranha ao
paiz, 0 cujj lira era outre muito distincto ; nao
era a comora de instrameotos a machitias para
ser.-.m cedidos aos agricultures, mas sim a realt-
sajao de un piano mnHo mais vasto com rplacao
ao. plantto da sanua e at fabrico do assuear f
" Poliaa comn.siSt sem ir contra 0 qua esta po-
silivamente determinado na lei do orcaraenio dar
parecar favofavel ?
E seria por um parecar da commissao que li-
caria revogada a lei.dj orcamentd 1 Certamente
que tiiio.
Eulretanto, Sr. presiJoute, eu uao podia deixar
de pedir a palavra para justilicar 0 men voto,
porque a nlo dar esta expltcacao, pareceri que
eu h ijo, vutando pela emenda do nobre deputado,
estava em contradicfao com 0 parecer da com-
missao ae que fui relator.
Tcnho assim explicado o tneu procedimeuto e
declaro que volt pela pmenda do u >bre deputado.
O Mr. Tiburcio) de Magalhe : -Sr.
presidente, pedt a palavra para fazar as mosmas
constdoraySes quo fez 0 nobfe deputado qua acaba
de sehtir-se, por isso que tamfcem son membro
da commissao Je obras pubiicas.
Teudo, poreut, S. Exc. justilicado o procedi-
manto da commissio ; nada mais tanho a accres-
ceiitar.
O Mr. Pinlo Pessoa < -(Nao devolveu seu
di.-curso).
Reconbecendo-se nio haver casa, lica'a discus-
sao adiada
0 Sr. presidentedasigna aordem dojdia seguin-
te e levattta a sessao.
Passando depois om revislaoj priocipaes estalos, bncane, chogtn ao porto daffort.leza, em viaoen
-n-i Cummente-efTrofWii, on le sa revela c m' vtgor ,nFn t nurlv. a 29 de ago.-to.
a uta religiiisa, *i ilkistre escriptor nssignail a
teitdencia. iuvas,r.,s da ju.cied.do civil u*t altri-
liuicoas ediraiiosdasociedade religiosa, e, desenltan-
do Com particulaY erilda-lo as peripeciaj da fata,
traada-na Allemanha ena Suii'a, cha e crltica
a lejrislacao oppressora, creada alii expressamente
para anniquillar 0 catholicismo, e deixa pateute 0
espirito niimamente mesquioho e retrogrado do go
verno da Prussia e do de alguns caoioes da Suissa.
Depois de por tal modo ter estudad0 os contan
dores, o Illustra escriptor, das proprias peripecias
da Inia e das soas provaveis consequents, de
duz a nacessidade da lioerdade religiosa, e pro
claina mais n na vez o prlncipio.de qup, ha mui .
to. se fez apostolo--d srparacdo da iqreja e do
estado.
Traduzindo e pabticando em nossas columnas
esse interessante e cunoso artigo, nio 0 fazemos
porque acltemo-lo harmonico com as nossas vis
tas, nae : primetro porque ha alii exagaradas
censuras auutllo que sa ehama pulitica da curia
rninana e do Santo Solio ; segundi-pirque sema-
llianiaiiteuta alii se fa rent acres e as vezes tleseabt-
dasepordemaisseveras criticas'ao puder civil, que
alias tem 0 direito e 0 daverde velar pelasociedade
te.npiral; e terceiro liualntente porque de tudo
tka-se o corolariu, qua nio queremos para n6s, da
separajao da igreja do esta Jo.
Nio 6 qne desonhei-amcs qua os contendoras,
ambos, tem cominetlidi abusos, e que, se a curia
ronana lem peccadt par excesso de centrali-acao
e da anj^aucia, caridada ovangelica, os govcrnos da Prussia e da
Soissa teem pur igual lancado a barn muito alem
uo qua tiuuesta e rasoavelmente pAda e deve lazer
o podtr civil; mas 6 que 0 autor 0 poi demais aus-
tere e rigorusu, e nao 0 e senao no iutuito de tor-
car a acceitai;ao do sea carolario da separacao Jos
dous poderes. *
Essa separacao, que alias adinlitimos em these,
Dfir isso que Iraduz uma generosa aspiraca 1 da so-
cie Jade moderoa, sem contar que e b iJaal ua li-
berdada em maieria de fe e crenjas ; essa akpira
cao, dizemos. nAo a queremos nos para o rasil,
aiteutas as suas circumstaacias especiaes ; e, pois,
d'alu principahntnte as razoes pelas quaes pom s
restricijoes a responsabilidade quo n s possa caber
pela transcripcao do artigo alludido.
Nio se concilia u"ahi, porera, qne nao ligamos
importancia a esse artigo ; porque respondereinos
que 0 pruprio facto da transcripcao do artigo, dia
muito em prol do valor que Ihe damns como sim-
plas meio para esclarecer ideas e pontos de duu-
trina liberal, maxima nos tempos que correm, em
que laes ideas e doutrinas nao tonal deixar de tell
um curto interesse, que do nenhtim modo desfar-
famos.
Ditas estas palavras, que nos servirao da res
salva, remeltenos o leilor para 0 artigo em BM
tao, que, como ja disMBtoa, vai sob a rubrica Ex
terior, ua coltunua que se inscreve com esse ti-
lulo.
Jurj' Srs. juize- de facto, declarou-e aberta a sessao, e
firi surteado o conselho de s*atenca. Fui sutmiet
lido a julgaotento 0 reo Raymundo Proo>pio de
Souza, prouuuciado no artigo' 201 do codigo crimi-
nal.
Coureu a accusafao pel t Sr. Dr. 2 promotor pu -
blico e a defeza pelo Dr. advogado dos prasos po
bres.
Em vista da decisao do jury, foi 0 reo condom-
nado a um mt-z de pri.-ao e inulla correspondent"
a mctade do tempo.
vurrina, A pharmacia Americana, a rua
Duque da IkxiM n. 57, acha se fornecida da muito
bua vaccina e innocula a gratuitamenteios p^bres,
as 2 horas da larde de todosos dias.
A^c-n-iiiM liHeaes itrovin<-(;i(*H. N"
mez de agosto lindo arrecadaram as seguinte*
a'gencias:
qut Jos espirituos s .'i:23IS315-
Bacalhao etc. 2:741(835
lienaros de estiva 3:i03iJ72
Fannha de trigt a'.c. 6:149883
Fuir.o etc. 2:847*138
Vtnagreetc. 2:164^134
RE-VISTA DIARU.
\ erase reli|ftsa na JBuropa. -Tal e
a epigrapjte de um artiiro, d panna do illustra lo
escriptor b Sr. Ernesto Renan, que hoje comecamos
a pu.blisar na columna que sj inscreve Exterior,
lendo-o man'a lo previamente traduzir do'francez,
idioma em qu- fu escrtpto e em que appareceu
na Nese artigu, o emmente escriptor, aulor da ce-
lefcra Vida ie Jesus, que tao justas censuras me
receu, estudando as rircumstaneias e a situacjl>
da Earopa catholica. no< temposaetuaas, assign-da
como causa m-iiradi cri--1 religiosa quedevora'a,
a attitude torn a la pttlo Santo Sdi 1; cu]a puliti-
ca, maxime no actual reiuado de Pin IX, tem pri-
mad'i em revelar-se, tbeorica e pratic.am^ntp, como
uma ardenma do cenlrilisacio, e-iiAu um pruridn
de unilicacao, abstrpsura dos dtreitas Consuetu-
linanos do ept-'-opado 0 dassa in a 0.1" reuniao
das suramida les da igreja, 3 que se da 0 acme de
concilia ecumenieo.
22:237^797
V'snciariia Canamerolal DeaeH-
rente. -A a'ssumhte* geral dos membros desta
associacao foi transleriJa do 1." para 4 do orren-
te, a I hora da tarde.
Exposieao de i*hiludelpiii:t. <')s Srs.
mainbros da cimmissao ineumbida do agenda
mento de proJactos e especimens da industria 11a-
cional n'e-ta provincia, para a expnsiQao de.Pni
ladal hi-, sao convidados a se reunirem amanh.t.
sexta-feira, 4 do ctrrente mez. no primeiro andar
do predio n. .. da rua do Imperador, pelas 6 ho-.
ras da larde.
Pagadoi-iu pasram se hoje as seguiutes foihas :
Justica de instmiia, capitania do porto, re-
ccbedoria, norrcia geral a empregados da estrada
de ferro.
Postiiliao-S.'.ii a luz 0 2num-'ro deste
joroal satyrico, cuja assignatura e da 20 >0 0 tri
meslre e300) 0 samestr.'. Assignase na rua
das Trincheiras n. 48, typographi 1 Americana.
Inbuatito. Teve logar, no domutgo ulti no,
(30 de agosto) a cousagraaao da parochia da San-
tt Amara do Jaii ist-it at Stntissimo CtraclJ de
Jesus.
Tendo precedido 0 triduo, desde 0 dia 28, com
assistei) ia do respectrro vigario. 0 Rvm. Manoel
Esperediao Muniz, e padres Brtgo 0 Vicente, sen
do 1 radur 0 Kvm. prefeito da Pacha frai V'enancio,
que, como sempre obreira incansavel d 1 propiga-
cao da fa, nil se fez eparar ja no conlissiouarto,
ja B-t itulpito.
Comparecaram a sagrada mesa da commuohao
para mais de 300 pessoas. Ainda na segutida-i'ei-;
ra commungaratn alg tmas senhtras.
Assistio tanbam e ulTL'iou no acto 0 Rvm. vi-
gario da Luz.
Tanto na festa coma no Te-Deum a igraja ma-
trix esteve litteralmenia clieta.
Amusica esteva soffrivel.
Tabclla dos iuiiiosius. -Na Ijja r.. 10.
do Sr. Jose Ferreira da Silva, sitnada a rua Pri!
ineiru de Xhrc aclta-se a sar distribuila gratui:
tamanto pelas pessoas a qdem, possa intarassar,
uma tabella indicativa do tempo em qua devam
terpafM os.impostes muaictpae provinciaes e
garaas ; organisada pelo Sr. solicitaJjir Al.-.xaplra
Americo da Caldas Padilha. E' um trabalha qtui-
10 convenient a ttdos os cuntribhinics de impos-,
los, principalmpute ao eommereio.
Circa pitueitre. 0 Sr. Antonio Carlos do
Ca mo offeree-.u 0 product) do espectaculo qua se
etfeotuara em sea circo cr|uestra, na noile da
sabbaJo proxim >, 5 do eornrate, em favor da fes-
ta la Xossa Senhora das Dores, quo se venera no
Boavenlo de S. Fran :isco. A bail Ja de musica al
lama execatara dur.inta 0 espac'.aculo, deatro e
fiira do circo, escolhidas pr-cas.
o papado. -Assim intitulou suacouferen
cia de 12 de julho do currente anno, na escola po
pular da cidade da Fortaleza, o Sr. Dr. TristAo d
Alencar Ararine Junior, iaradeceraos 0 exem-
plar impress 1 da mesma com qua S. S. nos ubse
quiuu.
Occupandose em sua confereuci.a da instiluicao
do pontificado, 0 trabalho do Sr. Dr. Tristao Ju
nior, revela um estudo da critica historica qua
muito 0 recommen la, e fllia-o, com distincfjo, a
escula do lirre exame.
Bevksta docongrettHO litterario.
Acaba de s hir a luz 0 n. 2 deste jornal, puhlicaca-i
tneusal da sociedade assim denominada : Traz elle
0 progresso e 0 Catholicism) -Ensaio da critica re
ligiosa-Defeza de thesesMeditacpes Paginas
11 iiiin is -Momorias de um sacrisiat.
Para o sill do itnperlo -No v ; r Ba-
hia vao co u esse dastino 35 escravos, qua vieram
do norta do imperio.
ninbeiro. -0 vapor Rahia Irouxo para :
Ant mio Juao Furtado 5:n0d,00f>
A. L. de Oliveira Azevedo A C. 1:650,001
Joa iQim Geraldo de Bastes 1:000,000
II. Blum 800,000
Ant mio Josa de Azevedo 510,000
Jose II .drigues de Souza 460,000
Victorino Maia A C. 227,001
.vlacrublos. 0 vigario do Quixada, Revd.
Scaligero Maravalho, communica ao Ceare/ue os
seguintes casos da longevidade :
Aobinio da Silva Pessoa, pardo, casado, mora-
dor no lugar llarra, oa ribeira do Can^aty. Coma
este vi.-lho patriarcha 109 annos. Tem iima pro
le nnmerost Esta cego, mas goza ain la de tod.s
as suas facnldades Falla muito du sua mocidada.
Iguacia Maria do Espirito Santo, par.la,
viuva, cmita 110 annos. Mora ua rihetra do Can-
gitv, em casa do Sr. Jo .quim fereira de Quelrot
Goza d6 suas raculdades. Canta ain la deciraas
que aprendeu, quando menina, diz ella.
Mana Francisca .(eonhecida por Mulat.<^
coota 106 anaos; inlia, mara em cima daserrft
do T-ixaira. Foi urna das primeiras pessoas qup
"Votas soikIhn. 0 excrcito inglez tisoa
na nit'-rra da Abyssinia nmas sundas perfuran-
tes, quo, em uoneo tempo, extraliiam daquelle
sulo esteril e irJoaliMtiuio. a n-cesaria quanti-
dade de agua e mesino t-m excesso, cm inuitas
occasioes.
H pouco tempo teve o Sr. Andrade Corvo,
mratstro do} negocios esirangeirus, couheciuien-
to desta t;til invento, e prevendo as vantagens
qne do masmo adviriam a uos-a provincia do
Alemtajo, oade a grande esliagcm da currente
anno se tem tornado assustadura, eucomnieudou
para Loudres dez dessas soadas para serem
postas as orJens dos govcrnadores civis dessa pro-
viocia, alim de serem convententemenle empre-
|-gadas.
A encommenda fui feita pelo telegrapho, mas
s6 se eoc mlraram ciuco no mercado inglez, as
quaes foram immadiatamante compradas e embar-
cadas, c devem ertar proximo a chegar a Lisbaa,
se ja nao estlo na alfandega. As outras cinco
licaram-se construindo e cm pouco tempo tarabem
aqui estarso.
As alludidas sonda* sa mui simples e profua-
dam 0 sulo com grande rapidaz, fazenlo itntnedia-
lamente brolar agua.
Hovo Tropmman. -Le" sa na Independen-
ce Belga :
Deuse em Query le Petit um crime atroz.
Tres erianeas, um rapaz do seis aooos, e dais ra-
parigumlias de quairo e do dous annos, loram
afogadas no pequcno regato de Biairon. Miocri-
minosa segurm as pubas viclimas debaixo de
agua ale que uaVrJessem rnai3 sigaal de vida, ede-
pois o ctiOado fagio Itavatido dapjiltaJo 0- cada-
veres em um campo.
.1 O rapa-iiu volt u a si ao fim da algumas h
ras, e teve forcabastarite para ir nv.l.imar succor-
ro a um lavradof que trabalh va em um campo
de beterrabas. Centou como 0 criiuj havia sido
perpatrad 1, e da facto encontraram sa os cadava-
res das raparigas.
NiOOi pormenores.- Temos hovos esc'areci-
mentos a respaitd d>: um crime sem prcceien'.'
nos annaes judiciarios.
A Sra. Allard, mai das victimas, dcclar.m qae
seu mando aitJava niuit'S vezes n- bambocliata,
c que na noile de domiugo, re;olbndo-se elirlo,
a laneuu abaixo da cauia e a persegum' corn
uma faca, dizeudo .rue queria mala la. No dia
seguinte pela manna, julganlo que seu marid-j
eslaria socegado, ella que esla graviJa, dirtgic-
l"e algumas censuras em terraos cotnedidos:
Vc5, Ihe dissp.ganhat apenas um frauco por di..
e gas la- tudo na lavjrna; comoqueres tu que ea
suitaute estas tres criancas e a quaria que esta
para vir .'
Nao te importes corn 0 que ha da vir,
respoadea-lhe elle; quauto aos outros, nao <:
inquietas com a sua sorte," eu me encarregj
di-so. 1
Sahio, levando as podres criancas pala ma...
e, entraudo com ellas em varioi esubeleciaiehtos
da communa, ate au meio dia, bora a que foi visu.
pela tiltim.". vez.
< A's cinco horas da larde fui 0 rapazito, de
seis annos da idade, encontradj a dez minutes
de disiancja do sitio oade se eomraelt .ra 0 crlmt,
t'uginlo tao lepressa quanta Ih'o permitiara as
paruas a as toraas enfraquecidas, e soltauto gri-
tos marticolados Ao (im da daz miuutts che-
gou junto do lavrador e contou-lhe cjm mad 1
a sceua liorrivel da que tmha sido a primaira
vi-.-lima.
a Do facto, fora por ell que 0 aulor do crime
comacara. Levara as criancas ah"; aPorda do pe-
queno" regato de Blairou, a um sitio onde, po-
causa de uma aul'ractuusidada, havia de 20 .\ 25
ceotimetros de agua. 0 muoslro comecoo palj
rapaz, e cm consequencia da pequeaa quantida-
da do agua, teve quo Ihe -egurar a cabi-ca ati
que nao de,-se mais signaes da vida. E n seguid-i
clteguu a vez das r.qtariguitas. ConjUmmado
crime, os a.laveres in'.erigados foram depos'tal:*
um ju no do outro em um campo, e 0 assassino
ragio.
So muito depois uque 0 rapaz, em quem a
vida nao eslava completamenie ext ucta, vuliou a
si; leva lugo coasciencia da liorrivel situacao, ^,
vendo o caJaveros das suas duas irmas, fugio es-
pa voiid).
< 0 rapaz a^ha se em utn estado lastimoso ;
0 lotto dt regaft) tomou-lhe as vtas respiratuna',
e ainda nao :ia esperan^as de 0 salvar.
0 Orgaode Hans, diz no seu numero da quiu-
la-feira :
< E la manha pelas nova hora?, foi tirtdo do
canal de Mons, em Cunde ii cadaver de Ago-
tin 11 Allard, autor da crime abominavel de
Quevy.
0 cadaver foi recdaheeido no hospital, pelas
ta 0 juiz.
Os isiopporlunos. Eutre as calami la-
des'sociaes, que afll gc-m 0 horaem e causatn ps-
zar a q"al |uer, liguram em primeiro lugar os
foopportunos, entas irrisorios, cuja missao cousista
em uiortiiicar 0 proximo, conlrariando os seus
gustos sem pilada de apprehensao e sem remonos,
vernftj, que n nca roera a -at onsclaaci.i, com.,
acontece com qualquer cavatheiro qae leuha um
poaci de vergonna e outro tanlo da educa-.i).
Ah 0 djmonio carregue com us inopporiunos,
verdagos da felieidade alheia, assassinos da v#n-
tur.i publica e particular.
E abundam omo os cadareres e qu3lquer v* e-
trci.'as cum eiies, porque parece que tivera-a 0
prtvilcgio axclusivo de cMtsperaraus, e sempre
sob a capa da amigos, 0 que ainda mais irritan-
la, poniu-*. uo fun da contas, a boa educa?ao nos
piohibe incommodar-nos, e corn-sponder com um
pau as suas cudiabradas mostras de carinhu e <;u-
ros excesses.
Yds, quari 10 leilor, ton las soffrido inais da uma
vez cum essas cavalheirus, que sempre apparecem
u'um momaat) iitoppirtau-', uo raamunto crttico
am que vai resulver-se alguma fatia que fara a
uossa felieidade.
Esla um bomem em saborosa conversa com uma
mocpjla itigenua Esgota toda a eliquencia do
aaur para tornar se djno d) seu coraeai e tomar-
Ihtta pr.ca. A menina co a, ecora muito, e ba -
bucia algumas palavras, que e'siao em coutradic^ao
co:n a expressao de seus olhos, que despadem
cha.nmas.
Approxima-se o deseulace......e qae desen-
lace I
Mas de repente tilim! tilim I soa a catnpai-
uha.
A jovan repelle vivamente 0 seu amante, e esto
tic.t com um nariz de palmo.
Quem e ? uma visit* I tenham os leilores cer-
leza da qua a tal vMta sera algum desses cava-
llteiros qua lam a fatdidade da esto.-var em qual-
qiiiT occasiao 0 destrnir a felieidade alheia Coin a
sua prasenc^a, sempre adiosa c intampasttva. Mao
Qm tenham alias !
Demos 0 caso da que 0 leilor tsta conversando
com uma jovan muito bouita.
E?tii os dous parolandu como dous papagaios,
lizendo mil cousas muito imeressante? 0 liudas,
xerbi gratia : que faz motto calor, ijue 0 amor e
um seottmantoque a tudo erobelteaa, que ha u,ui-
ta lama pelas ruas, etc., etc.
. A pequena ulha para 0 leilor cum olhos arden-
tes' e provocadores, o o leitor... naturalroeute I
esta a ponlo de derreter-se au calor daquelle olbar
como se fosse cera molle.
E has de quarerine mui!o ? Diz 0 leitor,
apoderando so das brancas e micruscopicas maosi-
nbas daencaniadora jovan, nas quaes imprime va-
rios beijos titaiusculos.
Eteruamonte, responde ell), abrasando o loi-
lar no fogo de seu halito.
Cinco minutos de pausa.
Da ropente apparece um terceiro.
Ola. meniao, diz elle aileitor com uma fran-
queza l.stiaiavcl; acabo de Ver a tua Mariqui-
phas.
Oh I
Maldito sejas tu I mormura 0 leitor a bocca
peiuena, a 1 oovir aquellas palavras, que proda- .
zom um effeito terrivel na.bouita javen.
Pois tallei com ella na iuja de Notre. Own,
e disse-ate que hootem a noite esteve comiigo.
Pobre mealoa I tu nao mereces samalhante the-
souro... a fur tuna e cega, pois enchc de farores
aos que sao mais indigtws dos seus benefieio.
E lUd 1 islo diz sorrmdo, em om jovial, pondo
0 leilor em calcas pardas, em uma situacao por
dem-.is critica e na altarnaliva de escapar enver-
goahado ou de quebrar-lhe as costellas, com 0
jue apenas conseguiria dar um cscandal t inutil.
No entretanto, a menina frraze as subraiicetaas,
Oca mais seria do que um jniz e da a entender ao
leilor citramenle que e-ta < run- as suas r-lacdes.
E tudo Mt culpa do infama amigo, qae tao in-
opportuiiaraenie irouxe -para a conversa 0 nome
de Martquinha* I
Man D-us | para que deftioas os raios 1 para
sarvetn os terremoloajy
Pois supponharaos agora qae o leitor acaboa um
*

v
-

foran habitar aaquclla serra. E'mai da name-j trabalho, a que necassitandofle dinheiro a todo 0
rosa ftmil'a Ja vao ihe faltaado as oujts i j iranse para tapar a bucca de um cadaver insolen-
fieqaia. -Esle vapor,-da companbij pernam- 'te, vi'-cntr.egal-o para recabsr 0 importe.
I



DifcttidtfcF^affltecOi ~*> Qtniiia few* 3- de, Setembro de. idtt.
'- -' "






On-Ic *ir}'0ij ao leilr\Ufa:-an4x>d-is fros,
soguraodo Ihe no brai-.o.
fflto aw dn4)W; voneBlnjgarestes papers
c...
Irajdepois-: agon nteessito du ti.
Parr qne?
Acompaaoa tnc
Mft homem t
- Sao ba mat que valha: uni assumpto da
naaior urgeneia reMamaa nosaa presence em ou-
Ira parle.
S ao dizer estas palavrae- (tea seno e grave, co-
mo se se tralassa da. vida do alguma pessoa *;ue-
rida, a pue se o /elior a apclar machlnalmente
atrn delle, aguiluoado pola curiosidade.
Atravessam varies rna?", epor dm parara ti'uma
esqoina.
E" agera, o que fazcmos ? perguata o leitor
ao ]ue fica nudo com:) urn de-
putado e atontemplau la as eslrtllas.
Kspera------ella nao tarJa.
EuM- o quera e ella f ,
0 anjo a qucn amo, a mulljer pela qnal.es-
ton disposto a fazer qualquer saerificio.... veras
auo cintura; e quo olhos I... ob I e qae ca-
bellos !
Sim, e ?... E foi para.isso que me obngas
te a vir ate aqui ?
Nao, boihem ; nece?silo qae entretenhas a
ma.nii...
Nao mo faltava naai* uaJa '
AuJa, ooiuena, e so" amavei uma vez na vida.
\ito apparacedi uatr-seulwne ootrada em an-
n > ; uma rnora lauwro.fee*itft.
-- Eil-as I
Djze-ma^.. nao seria o nvsmo se eu enlre-
isvs-e a moga 1 perguata o le lor enaraorado do
ar dengoso da' loiirinha e de um signalzin'io que
(em junto a bocca.
Porem o amigo do leitor, sem contestar sequer,
adianta-se para alias e dizlhes todas essas cousas
<|ue vein ao easo, eaqua nio o leitor se da a todos
os demonios do inferno, qua lambem os ha na ter-
ra, bem desen^abfestado*.
D tin a- pouco chega se ao leitor o sen amigo, o
the. diz :
Vauios a conreitaria a. mamai tern so lc.
As mamais sempre teem sele, flea o I iior
murmurando philosophieamento.
Entram na confeitaria, e atiraiu-se aos doces, c
a mamai engole um mar de orehata, e por Dm o
endiabrado amigo diz ao leitor no ouvido :
E' neeessario que pagues a despeza; nao te-
nho um.vintem------esquecime.do dinheiro na ou-
tra calga.
Pois, homein, cxclama o leitor confuso e Ii-
canto mais vermelho do que um ptrd, o mesrao
mo aecntcce.
Mas tu eouheces o eonfeiu iro, e elle te fiara,
faze um novo sacrificio.
Meia hora. depot*, livro ja daquello cannibal de
paliiot, daquelli deliciosa loura e da mamai que
.n sdJe, vai o loitjr entregar os papeis, e.-...
0 a no n;io esta em casa, respondent-lhe.
Tardara inuito f
Aeaba de sahir, enao voltari sonao amanUi,
po0e morreu Ihe tima tia e pa-sara a n ite a seu
i.Ju.
MaldiD contratempo Sali-i o leitor para a rua
venJeQdo azeite as canala<, e d alii a ouatro pas-
-js ciiMOtra-si.' cara a cara con o cadaver refe-
rido, o qual priacipia a dizcr improperios vendo
qae 0 leitor seguo sem dinheiro.
'.' irque razio nao se lia de fazer um cotigo que
i\iStigue os dolicto* que com todi a impuaidado
o.niuritttiin eises eavalhoiros desaloiados^ fazenJj-
n is I'iciin: is inn iCcii?as e exp a'.orias do suas in-
upportaonMet 1
Quern nao ti'er sido enfastiado uma *m porelles
lovante o dodo para o ar.
limsegje o leit ir uma audieocia do ministro
Ul, o quaudo esta quasi a obter o emprego que
sell :ita, apyarece um iuopporluno o lem o leitor
due abanuonar aquelle persoiiagem (useuin, deste
icraio) o qual nunca mais se lembra de tal as-
.-. impta.
F.sta o leitor era uma reootdo, e de repeal*) um
Cos circumstintos que f-ii apresentado essa noite
i elo iiiesnvi leitor, comet}* a dizer injurias contra
i jorualista X, quo e o seu rival era polilica,
0 citor faz-ltie signaes para que se tale, mas
lie... nada e coutiaua, proferindo cobia- c
l.igartos, ate que oliitir ch-ga-e a elle e sopra-
Use no ouvido estas palavras :
Mas, demonio, ignoras porventura que o jor-
ualista X e cunhado da dona da casa ?
E ) inoppartuna poe se a rir, applaudiolj t.'io
, igi:oa' nsa-ilidud-.-. em junto o leitor espuma de
raiva.
B i qae quor o loilor fazer c-am um liomem as-
sim f
Beixa lo, 6 b mellior.
S igunda um autor moito entendido nestas e ou
>.as materias, os signaes pelo< quae* e conliecido
t -. in >pportuno bSo os seguiotes :
a Incoatiaeaeia no fallar, curiosidaJe extraordi-
riiria, desajos de passar por gra:ioso, ousadia sem
iimiles, aspeelo vivaz, fafta de crilerio e sobra de
. bar lia para affrontar as consequencias de suas
tQf.puortunidades.
Cousequencias aecresceati entre parenihe
-----q i8 8ao sompre prejudiciaes para todo1, me
uos para elle
LcilauHojc. na forma d costume, havera,
jl.ii na feira semanal, a rua lo Imperador, de
maiios trasles, objectos do ouro, brilliantc c im-
ncn^o-i artioos d> uso damestico, as 11 horas
prinoipia o qoaima.
:.i>!iTiii. A que se acha a venia e a 115"
.. beaefieio da igrcja do Espirilo Santo, a qual
: rre uo dia o.
i; ..-* de dteien^a1*. Movimsnto da casa
te dutencao do dia 1J de setembro de 1874.
E>:;-Uam presos 348. eatraram .'!, sahio I,
exis'.eiu 3'62.
v saber :
XAcionaes 174, mulboras 7, estrangeiros ,
m :ravos 40, escravas C. Total 332.
Alnnent3dos a eosta dos cofras publicos 209.
I'msMMseiroM. Chegados dos pottos do
t ;!: no vapor national lialiit :
Autosio Ewovar, Baptista Risso, Anloni > Kay-
. lilo Cavalcanto, Ant nio It.'gino do Amaral. Dr.
Uaqael ii. M. Guerra. Victorino A. Pcreira Vina-
gra, Daniel Kufino Coqueijo, Ernesto B. Fab r.
Segaem para o sulno mesmo vapor :
Dr. J )?(' L. Castro e Silva. coronet Zeferino G.
P Moti.a, sua mulher, D. Maria Belota, sua irma
r i .'.rial-), Joit Paul) daSilveira, Francisco R -
Jvigues da '".osta, Emilio Caslello, Maria FausUoa
o! uutro, 8 pracas do exercilo, 34 escravos a"
elregar.
IBtilanco do !%'ovo Bttuet* de Pr-
namhuco, em liquidncito, aos
i!l de agosto de 1894.
ACTIVO.
i* tras protestadas
'V--;,.;/..i-i ^erae? .
R i'
<: pital.
P.VSSIVO.
Fnndo de reserva.....
M,is-as fallidas a cargo do Banco
Dwklendtw........
o- o perdas ......
S. E. e 0.
119:880#5'80
18:29'*586
2i:803930
139:9765096
42:3WioOO
101:444449!)
6385787
310*600
16:241^719
1^9:976*096
SCalaneetedoBaneo Coniiuereial
il IVi'iiaiubuen, ent 3t de
iiig;oto defSV-fl.
ACTIVO.
A vionistas.................... 4,200:0004000
Lrjtras descontadaj............ 898:844*331
LeifftV a receber.............. 24:3&6*!3J
ty-atras caucionadas........... 23:6->i*388
V'jlores depositados............ <$:\li*270
i>aai>eais do installat-Ac........ y 8*0*930
M .vois....................... 6:i 63*827
Saque. do contas correntes..... 10:000*000
l>: vc-rsas contas............... 7Qii3*8s-4
Gaoa........................ |B7|ft2*>W6
....
0M: 106*930
PASS1VO.
Ovuiml..............'....;.... 6,000 0004000
P13 lo do reserva
i". ra correntes por dinheiro a
. |MtO....................
' >ijpi;as correntes simples........
i*apagar............... .
:'-" ...................
bep jsitos da directoria.........
idundos....................
l>*w)nt:as..................;
l)ivi>rs5s pont.'is...............
Litres feAlif..........,.-..
s. e. 4. a
m
invam
6s8**5OW0
Isentoa
Wle^l.-
alispMnwes qrfe 4re*lf erwia>taa paomi -.i
- A gWHttodMainfta-afgamemtalftp ifrantane
Recite, 2 de sete
No im..-
A lit mo
8(1*80..gliarJa livro-,
muLtiiLi.do.Rega^
Ll.\> BAfK LI-
TflU NEW LONDON 4 B
wkL,
Capitar do Bartco........7T7. 1.^09.000
a subscripto....^.^,.. OOO.UD'J
pago........,.,>,.. 450.003
Fundo du reserva contra de-
precratjao do eaptjal...... C 40.000
OALASgO DA CA1XA FUJA1. EM PKRNAMBLCO EM 31 DB
agosto e 1874.
Actiio.
Letras deseontadus.......... 68j:W3-4400
Creditos diversos, oulros ban-
cos e caixas Hliaos....... 693:300*890
Caixa:
Em moeda corrente......... Ii547jr.48*080
. QmUmwWiU* i O *ig a.
c\1p quasi duas columnas do joroaaV'oeeoporM iqt-
prptiwauKaie- m aaaijsc. das Hmtto.mfctW
in^ertas em um do* trechos do ciudo, rgttirDear; -M19** <#ai3 ^' uma interpreta^ao '!...
to,: -coiller*d4. faflwda cain-a li^(lir.
< Nesta uxpressaa, alias inuito siogeli^ntuU-.<<' o
larli:uluta cjmo eui.uai.grande cavallo do bata-
Rs.
2,I4:'331*770
Passive
Depositos:
Era conta cor-
rente....... 636:360*450
Pix6 e por
aviso. 871:871*160
jvditos diversos, oulros ban-
cos e oaixas filiaes........
Le^ras a pagar..............
Rs........
1,598: i31*010
l,37*:0064^HO
13:893*840
2,914:331*770
S. E. Jc 0.
Peroambnco, 2 de setembro da 18f4.
IF. //. Bilton, pro Manager
A. Gmmaraei, pro Abet.
tea I i nitfjgagg
4*fl#*O00
U4.*48*27Q
l* tfB*37
w
pabtiuo < <\ii:itv\lOlt
RECIFE, 3 DE SETEMBRO DE 1874.
sov.x lei (irHioniaiia.
If
Seapre ma mesmo proposito de eneafar por
lalso prisma os actos da adminislracaa, desfigu-
r'audo os e invertando seus mais legiiimos intui-
los, a Provineia nao varia de solfa, qualquer
que soja o assurapto de suas interminaweis rccri-
minagSes.
A analyse qae prometteu em sen numero de
18, sobre on.vo regulamento para a arracadacio
da taxa de herancas e legados appareccu atioal
para prova de que nao vai nenhuma injuria em
nossa aflirnaaliva. ^
No artigosoba epigraphe mais um attontado
edconlra so a inexaota asseveracio da qae a fa
zenda e deelarada universal hordeir.i.-st:us agon-
ies Ha enirar no soil de todas as fainjlias.para
roclamarem dos de-pojos de qualquer ascendente
ou descendente defunct a a partoque deve herdar
o fisco.
Foi ainda sob a imprcssao deste falso presup-
posto que veio a luz n segundo artigo cuja rubrica
adoptamos.
Nlo e outr* sua argumentaoao.
A assem'16a provincial, diz o articulista, pre-
sentindo o adioso do im posto que decretara, pru
corou to-nar le*e quanto fosse possivel sua irre-
cada^ao, pruliibiwM a iotervenclo dos agent;s do
flseo em tuda que uao fosse, requorer o proca-
rador liscal ou sens ajudantes a nolificar;io do
inventariante para a descripcio do; bens heredi
tarios com os respectivos valores, para de eon-
formidade com estes ser^recolbida a importancia
do rai-rao imposto.
Tal e a disposieio de lei que o regulamento de
2tde iulho ultrapassou e dc-truio, s gunlo in-
culca a Provineia.
Pre-cindindo de mostrar aqui a conveuieneia e
acorto de outras disposicoes contida3 no regula-
mento de 23 d< julha, cuja ntilidade ninguem poz
e veio solver no proces-o da arrecadacao da taxa de
herancas e legados, so nos occuparemos da pane
que se refere ao imposto de meio por cento sobrc
berancaa en'.re ascendentes e desceadentes.
0 an. 55 do regulamento 6 uma reproducgaoj
do art. 16, 21 da lei n. 1,141. A accao do agen-
te Use a I lianti-se na hypothesj a requerer a no
lifieacao do inventariante para a deacripcao dos
bens no caso de deinara aa parle deste (reg. art.
55, B 5-).
E p mem no 12 que esta a espinha de gargantn
da Procincni. Alii e quo o regulamenta excede
escaiul'Uusumenle e amplia opreceiti) positivo e
lermininle da lei.
Uma vez eslabelecido o imposto de que trata-
mos, era mister fazer offecliva a sua arrecadacao;
fosseou nao odioso, o irapo;to existia, cumpria
ua> tornal-o illusorio.
Cumpri i execntar a lei: nao de modo que os
empregados do Cisco podessem a toio momento
importunar o contribuintc com exigencias vcxa-
torias, a lei vedava-lhes a mgcrencia ampla que
Ihes compete na cobrao^a de outras contribai-
toes, a deducjao de meio por cento em laes bens
f a se de conforniidade com a avaliacio que Ihes
da o testamenteiro ou inventariant* (art. 55, !).
Mas, se beai que a?sim seja, nao podia a lei do-
terminar completa abstenci a por p rte da fazenda
no caso de fraude e violacio r.nnifesla de seus
direitos.
C -ndemnar o ageule liscal a tal immobilidade
Bra nada menos que nullificar tacitamentooeffei-
lo da lei, que tal imposto decretou, deixando os
direitos do lisco a merce da baa vontade e con-
sciencia do contribuio e.
A disposicao regulamentar pois, dho utrapassou
os limiles <|ue Hie impunlnm uma interpretafio
verdade-ra e escrupulosa.
No espirita da lei esta a decretagao de meJidas
que a tornam effectiva, quaudo taes medidas nao
^iio elaramente expressas em seu t -xto, salvo o di-
reito recomeci lo ao legislador de determinar tal
ou qual modo de execucao de preferencia a tal ou
tal ..n'.ro.
Mesmo assirn o executor, a quem compete for-
mular os regulamentos para a boa execugao das
medid s legislativas, nao pode deixar de te-, de
conformidade com o ttprito da lei, um circulo
mais ou menos amplo em que exerga sua acgio
legitima.
A obsecaeao dos homens da Provineia, cremos,
nao os impeie de enxergar a procedencia de taes
principios.
A lei n. 1,141 determinou que, ao c-antrario do
processo seguido na arrer.adac.aa da taxa de he-
rancas e legados, quando nao sio ascendentes ou
de-ceudentes os herdairoe, oode os agentes (lscae3
promovbm todos os term)' do invenlano e a fa-
z-nda e parte, so abstivossem taes empregados, na
hypotheso de exi^tirem herdeiros d'aquella espe-
oie, de qualquer iatervencsia al4m da intimagao
para a d>crip:ao de bens.
Mas d'ahi para a prohibicao de toda e qualquer
reelamaeao fun lada mesmo no modo arbitrano e
lei'ivo porque podem ser feiias as avaliacSes pela
parte, vai im nensa diitancia.
E exigerando os males qua figara decorrerem
da li-,i isicao alludida. vai par diaute o articulis-
ta apfeienundu nos os empregados fiscaes sob as
fei';5js as mais_ repulsivas de homens alheios a
mai; Dgeira nocao dos dev^res que impoe a con-
icjen-iaa todo o genero humaao, legados so do
sord 1 mteresse de um lucro avultado qae po-
de n tirar de suas extorsSes, sem adverlir que,
dad mesmo acontecoi o quo nao passa de puro
ravento -eu, ahi estao os juizes para cortar por
cssa? exageralas pretencpes.
I'od'ianios retaiiar deseohando por no3sa vez
os c >nt<: mimes do impo*to de meio por cento com
c6res iguaes .is que a Procincia emprega neste
geiur sombrio.
pad '-ainos represental oa sempre de ma fe,
di-p !'. a prejudicar a fazcuda com avaliacdes
visiv. ln.eute baixa?, furtaodo-se assim ao paga-
meoto do imposto, os empregados do ftsco por
oulro'iio c mdemaados a verem-se assim tanta
lisar in porcenlagoio quo justamente Hies cabe.
Mas deixamos estas phanUsias a Provineia que
nlla-i lertil, conveocidos de que o publjco son-
sato pensa comoosco, e n5o e'tao facil qua veja
ne'les terroraa adrede lavantdos a expressao d.e
um i it resse occullq para servir a fins ae aita po-
litica, ua que so convertem todas as quest5es
entre KB.
Ill
Fiel a paUvra enipenhada, tern a Procincia prar
.seguid-i na s^rie do ariig-u sob a rubriea aciaaa, e
agora ff e 6*0. alacar d tori el a traversi por to-
&<* maio* possiveis p rogulamento de 23 daju-
Ft li a lhe argumeatos: nada mai* dispeasavel.
Recoir ao ridiculo, de qua traa salurados sens ar-
entos especiosos.
Ila nem uma palavra sobre o inconvenienle
Torce-lae b sealido natural, procara dar-lhe mil
outras signiflcavoes, cada. qual ruiis a geita de seus
pianos de ataqu?.
i E afinil nao diz" em que taes palavra* implicam
alteragio eu vlolencia a lei, caja applicacao vieram
regular*
Existe, e verdada, tal vxpressao no r^nlamento
do $1 de jullio ; mas o stu sonlido alii naditem da
odiosa.acceps^ocpju Hie impreata o articulista. E
iioaa.pr.opaii^io empreaaOAConio qutlquer outra
quelha valMa^o s-ntuyi.
Para o escrjf palavras-. traduzem uma affront* ao dlreito here,
ditano, uma iuva?ao ten tad a as escancaras no> do-
iniuios inviolveis,do direito eslabelecido e codso-
lidado pelos soeulos,'. /
Mas tal nao. ha, como veremos. (~
Die-o art. 20 do regulanixulo:
a Nos inveuiarios a que se proceder iwsta pro-
vineia por fallecimenlo de pessoas tc>iadas ou iu-
testadas, cujos. berjleiros furem spjeilos ao paga.-
mentos da taja, assislira o pr.curaao'r-fiscal ou
seus ajudantc-s por parte da fazenda, seja ij^al mr
o juizo em q*.' teuham: dowser /lto,s- ooaifderada
a fazenda como hcrdeira.
E' conw i-e distaste 0 procurator fiscal por
>i ou por seuajudanta uromovera todo* as termo*
dos Inventarioa, seja qual-for. o julzo m qae le-
nlaqbde aw [eiios, cqmoae a f;ueadfcsee a.her-
deira ea part* imraadiatanieBte iott
dameuto a coaelusw dq mveaurio.
E iwtti-se que, ai|uella cxprossao-^.considerada a
lazenila: como.lrdeir-a-Tesia.lange;ilft lac a appli-
cacao universal e absoluta, que maliciosan ente Hie
quer dar-a-Prot'tnceat poie-conoludoata ila-coa-
frontacao e nujpaafl^o.do.art. 2'),eorajo *ft. 55,
que nao se esUafM s>B#t-as oilaa*f ao caso
de inventarios, cujos herdeiros sao ascendemes on
dascaodeptes, ondp a actao dv empregado. fiscal li-
mita-re aos termos restricts ^ds | 2''5.o jue
confirma ainda a nossa assercio.
A disposicao que tiio raao piladfl r faz aos ho-
mem ili Provineia,.nao'- mais nem;menos do que
ja succedia anteriormeate ao novo ragulamenio no
tacante a inventarios procedids a requerimento
do procurador fiscal Sctiji ajftdanles nos munici-
pios.
Eotao. &amo actualmenle, sob o iraperio do re-
gulameato de 23 do julho, a fazenda, cujn ioteres-
sa era somentc arrecadar a taxa que lhe compe-
tia, promovia, nJo obstante, o andatnenlo dw in-
ventariocomo se herderra fosse.
A creagap do llsco em henteiro, conn engai-
drou a Prtvincia, c procura assoalaar em seus ar-
tigos, nao passa de um maravilhoso attifTcfo seu.
P>e.|ueira, se Ibe paraoer-o bnpet deetas e outras
pomadus, qua impinge aos beocios, para usar de
sua exprossao favor.ta.
Entretanto, se Ihe apraz wc- nas p lavr*s quo
lanto a incommodam despresoouiguuranaiaidas
disposiijdos de direito com num, iienniita, que
tambem qualili juemas ignorancia de direito com
mum a doutrina estarapada em seu artigo edito-
rial de 18 do corrente (' primeiro da serie), em
que ncga a transmissao das ben< hcreddarias na
pessoa dos heraleiros em linba recta, quand > e de
lei a exisiencia da transmi lidade dos herdeiro*, como a cada, passo dispoe o
r> giilamento de3t de mar-o do eorronte anno,
direito commurn para a materia.
E e para ver-se, como fugio o articulista do ter-
reno faUo em que se colloeara sustentando doutri-
na contraria da que agora clarameutc apregOa em
seu ultimo anigo. Ahi le aa :
0 direito ao imposto, que tem n fisco, uasco do
facto da transmitt&o da prop iedade, a qne da lu-
ij ir a morte................................
A taxa e devida porque os bens se transmit
torn pela morte de seu po!>suidor-..... a iixa
de hereucas e legados devidt pela transmissao de
propr'iedade a litulo de successao, e o mes.no im-
posto devido pela transmissao de propriedade por
venla ou doacao (I)
Compare agora o publico os trechis aoima com
osl'ontros insertos no artigo de 18 do corrente :
A disposicao da citada lei provincial e uma
violaea > flagrante do nosso direito commurn......
A familia e uma unidade moral, abracando todos
os ^e;is memhros em uma unidade superior......
Os lilhos que recebem a heranr;a da seus pais, re-
colhem, diz E. Parieu, bens dos quaes elles j;i eram
Qo-preprieUrios......
t Nao se veriliea a transmissasa pretextada, por
que a propriedade nao se trans fere pela morte de
um membro da familia, permanece nella......
Onde esta pois a coherencia de suas dontrinas,
onde a verdade de suas asseveracoe31 Sera quan-
do sustenta que ua herauca em linha recta nao ha
transmissao, ou quando agora da como fora de
duvida a exisiencia da transmioao t
Compenetre-se a Provineia do trisle papel que
esta represeutando em saccarrer-se a argumenta-
c'ies tao pouco solidas.
A verdade, a grande verdade o que esta u<> do-
minio de todos, c que o regulamento de 23 de ju-
lho veio supprir lacunas uo processo da arreca
dacao do antigo sello de herancas e legados.
Denials, consolilando a legislacio e-parsa e en-
re lada, quo sobra a raateria existia. veio facilitar
immensamenle o trabal-io aoa empregados fi-cae-,
que encontram em suas disposicoes um gu:a segu-
ro para o bom de.sempenho desuas fun:coes
Fapam obras memoraveis, m mumeu! is de sa-
ber, inataeaveis a critica os que ora veam uma
raonstruosidade no regulamento 6: 23 de julho ;
que nos com a con-cien;ia tranquilla ireinos nos-
so caminho raelhorando o que nos parece mao, e
rem'vidos a realis.ar o bem que comporlam o es-
tado e as circumstancias do paiz. '
Mofiaa.
Tulo so invarto, as iimo.vagoes formi-
gam.
Palavras, e alem dellas nada, a nao ser
as ilesastrjrlas preteugd-js alasolutistas do
meia duzia de velhos corrompidos c dc me
ninos pretenciosos e estultos, quo consti-
tuem hnje (1867) a alar offi-ial do paiz.
Os homens do consciencia devem ter nor
seu primeirjj empenlio acautelar o pjv-i
contra as traig^es oratorias, coutra as arma-
dikhas de palavras, con qua os liomnas
desta triste siluagao (os liberaes I) propa-
rarn as ruinas do paiz.
Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
a da vida ao paiz npreseutarn a pistoja, o il-
ludem os viandantes com jogos ds palavras.
Marco Antonio nao inlri.^a.
Diz tulo ao povo para malhor servil-o.
S6ii publicidade de to las as miserias po-
de curar as n issas chagas.
Quem tal dissera, Pernamburo, patria de
Nunes Machado !
0 paiz, que va ouvindo a discussao das
Kiauditas miserias e cjbardias policiaes, e
julgue.
A ineutira e levada A sua ultima poteu-
cia.....
Que riarn e folguem os filbos degenera-
dos desta terra : o dia ha do cDtgar......
Marco Antonio depoe a peiaiaa fntigado
ndiguagao e de dospr.iso, para quo a poli-
lia nao o monde esuordonr.
(187.)
Marco Antonio, on o Dr. Aprigio .luxlinia-
no da Silva tiuimardes / 4fi l&M " OjuJ/r quo can! maa.aji.xw. recon^eend*: o proplasUo de faciliia^s aos contestadores de
o jarj'Mt sldo o escravo olt'endida cajUgad* iH9#^
MMMUMtcom acontes, commatt* o, crimA pare-
visto ,rt. 169 do Cod. Ct ?
6ni,*| "* '.>
SOB
*
m
DfRBfPO CKIHI\ %L
Cod. Cr, art. U % 6: Qunn
do o mai consistir no castioo
moderado qae is pai% devem
a ieu$ filhis, os senheres a
seus escrows, e os meat.ro* a
seus discipulos ; ou. desse tut
tita rimiiar, uma vez que a
q*aii fade, dMIe vSQS'ja contrc
r* a*Ms Q.mwtir?s.
ao sea escravo '.
ulp3 ff^ cohirario a> (eta em
Pode o seahor
Acoute e
a
NoiQpiito deexp opiaiia sobre as queslo apontadas, immo* ma-
nifosUado os motivos que lilo do servir da funia-
mental-a, leito oqua ooncluirewas com as raspos-
las que ontendemos cabeaj as ru^gaas quesloes.
OnoesftGod. Cr. reconhece, como ji*sWlcavols,
a crimas determinad .s o aos autores d^s mesmos
isentos de peua, mas exiga -]a provadas certos.
requisito3, cuja falU desclassilica os crimes.
3a"nn <'ue '* Prec's0 sejimprovados os requi-
sitos da fl. I do l; Uara qae,.o.-enme comuLJlti-
do, para nvitar mai maior, *oja de,5tarad > justificir
vel; seiiflo carto-que afalta de provi a qualquor
dos reuuisitos desclassilica o crime, isto e, do jus
tificavel que se dizia ser, torna se nao juaiiticaval
i puaivel.
Acerca d'isto nao node haver maig de uma
opiniao, a quale conformo com immensos julaados
dos inbunaes superiorcs.
0 mosmii sucoede com os crimas precisados nos
55 2; <*" el", para ajustUieac-iio dos quaes estao de-
lerininadas condicoes, cuja falta desclassMtea, os
crime*, cjallocando-os ua classas dos crimes n\o
j:istifica*ei3 e os autores d>as masmos sujeitos a
poni
Taoihejn a iustilicaval o cwojft de rasitoncia a
exjocaetO:- do ordens illegaos, objeelo do 5 ;
ma6pneeiso que saja reconhecido nao tar h*do
d parle do delinquent^, excessa nosjmeios empre-
KJdaav pa/a evitar-se a execu'aa da ordain ille-
gal;
D'oato quo se pravar,que* repuisa fui aleai da
aggresiia, desapparece alusiiuVabilid ide da* meios
eiapregados na repulsi a manffssta se tola iniava
a, reiponsapiliJale do delinqusnte toruado assim
puaiyel.
Assim, pais. tolas o crimes iuljeados nos
dejuam de porteucer a claMft tias justilidaveis a
pvvsaiii a dos n't i ju-tiituvais e puoiveis, qoaadp
n*J #la prova aos reqaiisitos quo os desclassi-
licaa.
SmjeeJera o m^soio quanto aos crimes apontadps
uo s.rj>, isto e, os .'rimes deste dependem de
condicoas pravada^ para qua. os autores dos
mesmo* sejam isento3 de peua ?
A reapraita nao pale deixar de ser aflirmau'va;
isto e, o crime* da 6' para.saram justilijaveis
e os autores nao puiuveis, dependem de uma con-
dieia. ou requisite, cuja falta torna o autor do
crime caree.edor do pena.
Sa nao vejam s, e palo qua ire nas deduziado se
vorilieara coipo erronea a opiniao coatraria.
3e, no citad.a, o legislator se livesse limitado
a precasar que quando i maj cousisiir no eastigo
moderado que os pais devem a syus liih.is, os sc-
uhoras aos seus escravos e os mestros a sous dis-
ipulosoa uiesino tivesse simplesmenle accres^
centadoou d'esse castiga resnllar ; nenhuma
duvida poderia ser Jevaniadi quanto a-jusiifioabi*
litlade do crime pralfcado pelo o-i, seuhor ou nies
ire, r*sultanto de eastigo.inllmgido polos mesman
ao ftlfto. a > escrav > ou ao discipulo ; desdo qua o
crime fosse o pro an-i eastigo ou o ma) conscquea-
cia, ">>-ic-.
Mas o leijisladorr. criminal croon a condicao da
juslilicsbilidale para ties crimes, quando accres-
centou -uma vez quo a qualidade delle nla seji
contraria as Lais ou vigor.
D'eslo quo, p otanto. o pii castigar a um iilho,
rcsultaudo para este, di eastigo algum mai,
para que o castigj oa o mai d'e.Ue nao seja consi-
derail u:nact) dolictuoso'p'artivel -e precisO qte
*e prove nao fii o eastigo cantrario as lei" coma
se deduz logica o juriJicainente daliual do mesma
% nas palavras -uma vez que a qualidade delle
nao seja coatraria as leisera vigor.
Se assim c,Je a dedaf^ao nio pole ser oulra res
la npeuas flverifi:ar .-"5 cami se ch.gar;i a9 re
sultad i quo r.spirainos ; isto e, quaes as regras
quo dove u ser ob-ervadas pelo juiz na applicai;!-)
lo disposto em
AdOittil) i|
o ^ y acinu traaseripto.
.le a justiiieabililade ii>3 crimes,
compreheudidus mis divers>. ii do art 14 do Col.
Cr.,depende da vcrifieacao Ue certos e determi-
nados requisiios, e deducja-a logica qua a falta di
verificacao d ) requisit is torna os crimes injasti.-
ficalos e os-deliat|ue:it;.^ pusivois de |i-:na.
Mas ecmo naa seja bastante quanto tem s dito,
esc tarne preciso maior d-rsenvulvimonto a espe-
cie, quanto se couten no ^' G-, iremis desenvolven
lo a opiniao quo sustenlamos aliiii do do iioastrar-
uios qae'esta a verda-le de nusso lado, istoj>te que
vajamas desiruidos os fundimentos de nossa can
viccao.
Seas palavra i castigj e pa (a exprimisson a
mesini ard;m de idias ou disiguasson o' mesmo
Uiu ou semelbaate, haver.a diiBcaldido em que-
rer seja c m?iderada caro;edora do fundament) a
opiniao dos que enteudem basta o re^onhecimen-
to d i injlarai;aa da eastigo, para que se tome jus-
lilicavel o crime, que possa rosuliar do masmo
eastigo ; mis dosde que .eastigo e peua nao sao
tynonimos a axprimem-ideas e facias moito diffe
rentes, com facilidale s demoastrara qae naa e
prec so lao so c unica.noute seja o eastigo reconhe-
cido como mad'Tad-i o aiula pre:is) que seja re-
conhecido se o castig) e ou nio cantrario a alguma
lei em vigor.
0eastigo 6 ami corraco*) tola familiar, depen-
dent* de certas rela.-o.M nit ira m o i s iciaes, Tes
peitadas e gaiantidas pela lei : a pena, porem, se
nao em se is elTei'.os, emb >ra da maior alcaoee,
em sua applica;ii depenia d:uni verillca^ao
regulir e prelimiuar, u> que s^ guirdam certos
preeeitos jnridicos.
Bstabelecida a tUflfareaija entre eastigo e pena,
vojamas se c possivel descriminar qumlo o easti-
go moderado e coulrario as leis em vigor c aquelle
queoinflmgir passivel de pena
Para la eliegarmai ^emos o pouto de partida ;
isto 6, temos coma veiitlcado que eastigo e pen
sao cousas dislioctas; o eastigo e inllmgida como
meio correecional e a pena camo puoicao de um,
dehcta, definido uo cod. ou nas leis criminies;
alii castigase aos que erram, aqui 'pane-S3 ao;
qua cimmeiiem actos voluolarios caalrard' a
leis penaes.
Desde >iue a UH declara que aooute e uma
peua, iiiaguem judo por propna adtoriiade casti-
gar com acpuies ; pois o cantrario seria arrogar-
se una att*ribui;io que poitence ao pader ludicia-
rio, ao qual calie impor pena, dada a previa for-
fflacao da eolpa do deliuquenle, guardadas as
preseripeoos de direito.
BsUodo precisad') uo art. 00 do codigo crimiual
que aeouto 6 una peua c nao cabeudo ao senhor,
ao pai'e ao meslre a allribuicao do pun r, nao po-
lem elles castigar com aijout s, c fazea loo cora-
mettem um crime, embora o faeam mod'rada
iBente, por isso contrario as leis em vigor; visto
aomo acoute es'.a elassifiealo eulrc as penis de-
cretadas em nossa legisla^o criminal e nioguem
pode corrigir paniad) o somenle eorrigir casti
ganilo.
Lojo que uao pode haver duvida a quem com-
pete impor penas ; logo quo agouie 6 uma pena,
e inadmissivel aceitar se a opia'iao do que o se-
nhor pola agoular a seu escravo, o que equivale
dizer-sa o tenhoc pode punir ao escravo imponlo
a peua de acoutss ; isto c, executor e juiz ao mes-
mo tempo e a sua sentenga emu autorllade de Jus-
ttSU, quando-e diroito coa?tituciona|, que ninguem
sera senlancia lo, s-uao pela autondade compctan-
te e em vir.ule do lei anteriar e Da forma por el-
la orescnpia.
Qual e a lei qua autirisa ao seuhor o castigar
ao seu escrvo c >m agoulas ou poder mandar ta-
ze-lo ; isto e, impor umapena executando a ou fa-
zgndo-a executar ?
Nao a conhacemos e nem cola indicam; en-
tretanto qua eu demoastro com a propria lei, qaer
(ledtizindd do seu espirito e quer de sua letra, que
senlo acoute uma pena, nao node o senhor agoular
ao seu e'eravo, porque o contrario seria el e arro-
iar se aitrilmigoas cooferilas ao poder judiciano,
quando esio so as podo exercer guardadas as pres-
cripcoe9 legaes e preexistentes.
Estando porem, admiltido como carlo, que acou
tar'o escravo e um meio que t^-mj > senhar par* eas-
tiaar o.rqesmi), logo quf fof zpconhacido qiy agou,-
tar a ujacnaia, corpo e qo^a conviccao, a c6n
traiio la dica : naa ten lo o senhor- um mejp tiij,
Sfguro, para castigar ao seu escravo, ficara assim
itupoasibilitadpde carrigit I no as faltas.
Ainda quaad.'> assiai pbssa acontecer, nao teria-
:pos que ver cofn seniemante resultado da severa
applicagio da lei, cabanda apenas dizer com o ge-
neral Grant: as \e\\ devem dominar tanto aquel-
\es que as apuiovam, como aquelies que as jui
-irn mas ; nao conheg in do mais efucaz de se
aLtruj.a. do, leis nocivas, do que a
:aTi da'ss- ,!-
o-ossa opiniao, campo nasU.?to. eslreito, onde mais
fcqalmenie paderao (ftaedlar-aos5:
; Em vist4,npw doespqup, podtj^e dixer qne o
iuiz quo conaemuou a um senhor pif tar mania-
do aooutar. a dm escravo, tondo o jury recmboci-
da quo o eastigo fora moderado ; pode-se dizer,
repito qua e?sa jniz julgou contra lei expresaa,
commaliendo o erime prevista no art. 160 do co-
digo criminal ?
Desejavamos que os homens da sciencia com
saas illustradas opiai>s,tomassem,a si a queslaoej
trouxossem a luz da poWicidade, p>a assiqi ler.uas
opporiunidade de firmarmo nos ainda iqais na opi-
nii i que emiltimas on aceitarmos a contrarla,
sendo coayenoidos da erro.
Cam quan11, porem, eotendamos r- a quaslao
inuito simples, cuntinuaremos em n isaas conside-
raciaes para malliormenta pracisarmas a nossa opi-
ai*o.
. E' para nds iaconcusao, iocoatrovurso, que o
senoor nao podo castigar ao seu escravo com a.-.ou
las, aasim onto nio pjdem faze-lo os pais aos fi-
lbos e os mestrea aos sens discipulos por sir se-
me! hanta eastigo cantrario at leis cm vigor.
Desde qua acoute e uma peaa, desde que a pena
nao pode ser appbeada sem haver tentonga con-
iemaatoria a esta sem praeeder urn processo re-
gular, a conclusao e que nenham dono de escra
vo pole castigar ao mesm i coin agoutas, assim
c*no nio pole uor-lhe um terro ao pescac-a e nem
ferropea lo ; pois o contrario seria admiltir se qua
acoute a e doixa de ?er pena ao mesmo tempo:
isto e, quando apnlicada om virtude do art. 60 do
ailigo criminal, sera pena e quando api.It--.nl i pelo
senhor ao seu,escravo, pelo oai ao iilho e pelo mes-
lre ao Jiicipula ui) sera pana.
E misiivel nor injui idiea, visto co no o eastigo, em
bora mi lento, so deixa da ser crime, quaudo a
qualidade dalle nao for cootraFU as lais em vi-
gor.
Tola a difli -laldade na especie consistc em sa-
ber apreciar a qualidade d > eastigo, para saber se
se o mesmo a ou nao cooirario as leis em vigor.
Mas, desde qua se,cou>iderar que a faculdada
dada aos pais, ao< mestres e aos seuhores, o foi no
intuito le permittir se Ihes a ;orreig.i> la sous li-
lhos, discipulos e escra os (a pratica do u na ;bra
de misencordia -a de castigar os qua erram) e
nao autorisacio para puni-los; deve-se aceitar
paremptoriamente que essa faculdale ou perniis-
sao nAo se estende an'- tinnar o direito de punir,
porque o contrario seria a 1 miltir se que os pais
is mestres e os senliores podem impor pena; o
tjue equi Valeria reconhecer-nos mesmos o poder
de agoular a seus lilhos, discipulos a escravos,
quando 6 sabido que so- por abuso h i sid i iiuro-
dazido o deploravel uso de agonies DOS escravos,
que estao para cam sous senliores, uas mesmas
condigoas ou relagoes de depeudencla, em que es-
lao os lilhos para com seus pais nas mesmas
coodigons ou relagoes de dependencia, em que es-
tao os lilhos para c.nn sens pais e os discipuloe
para com seus mestres.
0 antigo direilo (jus vito* et necis) que os pais
linham sobre os lilhos e os senbores sobre os sous
escravos, caducou. e desle o dorainlo das leis por
tuguazas, cessou o exercicio desse direito e foi
suoslituido cnlio, como agora permanece, pela fa
culdade ou permissao de castigar moderadamante,
isto e, de corrigir, nao usando de maos tratos;
visto que a sociedade reservou para seus manda-
tarios a applicagda das peaas, cuja qualidade ef-
feilos e duracao v. prec.si la psias leis criminaas.
Verificado -jue tem a bitola, se aasim nos po-
demos exprii.iir, pela qual se deve aferir a quali-
dde do eastigo, dove a mesma servir de terfflo.de
eomparagao para com saguraugi poSarraos saber
sa esta ou aquelle eastigo e ou deixa do ser con-
trario as leis em vigor.
Ora, desde qua acoute e uma peua, quem quer
que seja pai, mestre oa senhor, nao pada ca-tigar
com agoutes ao Iilho. ao discipuli e ao escravo ;
oois ao cantrario seria reconhecer se coma man-
oatariosda sociedada aos inllvidaos em semelhan-
tes relagoes, quando esta se reservou o poder de
punir, conferin 1 o-o ao paler juliciario, ao qual
|competa impor por meio de seatengi as penas
creadas pelas leis em vigor.
Da deminstrag'io faita, resulla qua o senhor nao
podeagoutsr ao seu escravo, que portanto nao po-
de aprov^iiar ao masm> a jusaii;iiiv.i do 1 6 art.
14 do Cil. Cr. L.vist> como acoute e uma das pe-
aas reconuecidas no mesmo Col. em face do dis-
posto no art. 60, e so ao poder juliciario, guarda-
das as formahdades de direito, cabe impor penas,
qualquer que seja a qudilale, elTeitos e duragao
das mesmas.
Sn ease 6 o resultado, nla pademos descobrir o
quid, para se dizer que o juiz qua com taes fun
damanlos coodemaa ao senhor que a;.outou ao seu
escravo, prosedan contra lei express. Isto parque o
jury reconheceu ha via sido eastigo foita coin mo-
deragao.
A' vista de tuda q ianto Pica expo-ta, demonstra-
do a dediuido.6 nossa opiuiao qua as resposias as
quesloes sao as seguintes : stm quanto as i", '&' c
6* e nao quanto as 1", 4* e 8;
carremou : Cunltio. A. NoWA'rfiii
31,200 kilias de assucar na^afalE.^
m
sSe'ios Com1"
No brlgue hespanhaar.-i-ia-Jj^a, para"' o Hua d*,
Praia carrei.u: A. Loyo 23barrels comX"idt
1|2 kiW* di assuear maswawtt.t > W,i oHa* coni
6,714 1(2 ditos de dilo b an :o.
No patacbo n.icional Bemfitt, para a Villa do
Coode, carregon: I 1* Bahhar t voiume-eora 7301
kilos de estopa.
No brigrre laespanllol Hem/quota, para o Rio
da I'rata, carregon : P. (.aronuv & C. 47 r-arris
com 6,110 I tros de mef
^ara os pur to s do trifrior,
Para Mossoru, na barcac* Mainha tL,s Aujps,
carregou : /. C. Figueira !i pipas com 2,400 litre?.
de aguardente c 3 barricas com, 582 i|2 kilos de
assucar braoeo.
Para Cainaragibe, ba bareaea l/iwa, earra-
gou : J. A. da C Porto 1 barrica com 60 kilos de
assucar relioado.
Para Mamanguape, ua harcaga P(or p&J/or-
te, carregoo : A. J Lopes Teixeira I iaarrie* eoa
63 kilos de assucar relhiado e 1 volutae con* ii
ditos de-doee.
KENDIM8NT0 DA BalMBM DAS OBBAS B
CAPATAZIA DA AI.FANDEC.V Dfcl PfcaCAM-
CUCO RELATIVO AO MBZ DR aGOSTODE
1874 COMI'AIIAD I COM 0 DK ACOSTODB
1873.
Verbas de receitas
Taxa d- ambarque
Dita de deseinbarque
Dita de ^rmazeuagoiu
Dita de embarcagoes
Dita de alvarengas
Oita de bagagens
Dita de diversos
Total
;i:90i|6|8
18.136^762
988*530
mim
242>U0H
1.-192*4110
-a-
3U760*
mem*
Ii:ril3**77
V'iu.70!*
3:i2i200
ti7*000
23:603*414 !6-.089*087
Thesouraria da empreza das obras e capaiaeia-
da alfandega de Pernambaco. de setombro d>
1871.
Antonio Jose Leal Iteis Filbo
Piel do thesoureiro.
Omforuw. -Francisco Jose Galvao
Agenle auxiliar interino.
i-A^AT-ViiA DA Al.KANDSUA
a. eu a i menu On dia I t:369alt7fi-
ds,r. do dia 2 716*2iSlr
2:070*83!
Oulros
sura.
dirao inelhar : sujeilamo-nos a ceo-
VOkUMBS SAH1UOS
No Jia 1.......
No dia 2
.-Timeira poru.....
iegunda porta.....
Tftrceira porta ....
Tirpicha (icncaigao .
S&RVICO MAIUT1MO
i>aranga descarregadas no trapicbe da
alfandega '.
So dia I......
So dia 2.......
o trapicos Couceigao .
tECSBEDOHIA OS BEN DAS iNTblUNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCc
todimeato do dia I "72*6*0
o dia 2 793>ic.O
1:365*310
CONSULADO PiU)VlNClA,u
taadimaolo do dia I 2:589*627
dam do dia 2" ... 2:2o2;008
BE-UFE DRAINAGE
itondiiiiento do dia I .
Idem d a dia 2......
'i:79U63S
2:328*827
634*513
;!:!63i3i2
AGENCUS PROVINCIAES
lyiquid'is espirituosos.
Bendimeulo de 1
Bacalbao, etc.
Readiui'.'ato de 1
Geueros do estiva.
Bendimento do 1
Farinha d.' Irigo, etc.
Bendimanto do I
Reudimeato de I
Beudiiaenlo de 1
Fumo, etc.
Viaagre, etc.
Da maneira t-ozn;> st deve viver.
E'por certoumi cousa mui ?acil para, uma
pessoa embulirse quasi morlalmeote com rerae-
dios purgativos compo-tos de mineraes acrida e
venenosos, por6m igualmente se acha ao seu al-
cance o podor resiabelecer a satid-a e fon.-as Ian-'
<;ando m'io do uoico eathariico capaz de restaurar
as interrorupidas funccdes do apparelho digest]vo,
sercregao, e expulsao, a um esladi perfaito de
saule, sem que durant-a a sua operacao carativa
debilite o systema.
Nas Pilulas Assucaradas de Bristol, encon.
|-lrarse ha este grande resultado, o qual tarn sido,
por tempo immemariavel debaide procuradoo
desejado. Ellas sao de uma inesti naval aceitagao
para os dyspepticcs, os que solTrem de prisao dc
venire, os biliosos, os rheuraat.cos, os hydropicos,
os extenuados de forgas, n'uma palavra sao de
summa efDcacia para todos os que soffrem ino-
lestias procedentes d i etoinago, do figado oa dos
intestinos, sen lo um meio prompto e seguro para
o alcince de um immediato allivio.
Em todos os casos dn molesiias chronicas (como
sejam, rheumatisrao, affeegaodo figado, hydropisia
e nevralgia,) ou quando a enfermi-lade apresente
um aspecto ulceroso, n'esse caso a Salsaparrilha
da Bristol, como um paderoso meio de enriqua-
cer e purificar o sangue, pode ser torn da com
snmma vaotagem coujuuetamente com as pilnlas.

as egurat.% rato ,
a^-.cta exeffueaii dassa- leis
pjj$meate "ao cas.o dijso ; porque muitos se-
qi. ire's lia quc'iiQnca'aC'intsfaiii a sens escravos,
qi-tret nto qae USt Mm"sefVido\ "f.stigaado os
c, n o emprego de ou^os meios."
Nio tendo qua *ermos com castigos de toda or-
i. i :fl, quo ptissam ser para corsepcjio de filhos
i i -ravas o disciDulos^ e somen'o cqpi o caslijjo por
um
387*124
20*600
283^291?
325*10C>
106*038
431006
1:507*767
Tbesoaro poviocial de PernaOiuco, ?. de setem
bio de 4874. t
O escrivao,
Joao Carueiro M. da Suva Santos.
Navio'enlrado no dia t.
Portos do norte7 l|2 dias, vapor naciona!fyMa,
ae 1,539 I -uelad.is. coipmandanle ^Aurelianc
Isaac, equipagem 58, carga differentes geueros ,
a Pereira Vianna & C.
ObsenaeiiO:
Nao houve sahidas.
EOfTAES.
JUNTA DOS CORRETOHES
Praea do Kecifo, 9 de seiombro
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOBS OPFICIABS
Gambiosobre Londres a 9t)"d|.v. 26 d. por 1*000,
banco.
>ambio sobre o Rio de Janeiro a 15 e 30 d|v.
I|2 0|0 de desconto.
ii. de Vascoucoilo:
Presidente.
A P. de Leraos,
Secretario.
4tFA\DK0A.
teadimento do daa I ,
m do aia 2......
42 003*550
36.473526S
78 478/.8I8
Oescarregam Qojo '.'> de setembro d.: i874.
Palbabote americano Fi ank llacard -v .rios ge-
neros para deposito no crapiche alfande-
gado Barao da Livrampnto, a generos
inflammaveis para deposito no irapichc
alfandegado Vieua.
Patacho allemaoTiger(atracado) vai in ;raneros
para o trapicbe Gpnceigao, para despa-
cfaar.
Barcaingleza tuzilier carvao jadafoachado
para o caes dp Apollo.
Impti. tA^alo.
Vapor nacional mahia, en.rado dos p.rtoa do
norte em 2 do corrente e cousigcado a Pereira
Viaana & C, manifestou :
Carga do Para.
Taboas de amartllo 13 duiias aos cor.-iguala-
rios.
Carga do Haranbao
Svlame 2 eaixas aloaqUun 8. das Basti,.:.
Tapioca 23 paneiros a Francisco Gangrdvas Bas-
tos k $a, 20 a Js6 Correa "iraga.
D8-*CI10S DE EXTOKTACAO MO DM 1 DI
SETEMBBO DB 1874.
Para os portos do interior.
Ho navio ioglet Fuzilur, para Liverpool,
Edital com prazo de 10 dias
n. 43.
Pela iaspeetoria da alfaadega de PernamLu-'o
se faz publico, que achando se as mercadorias con-
tidas ncs v lames abaixo meacionados, no case do
serem arrematadas para consumo, nos termos do
cap. 6 do til. 3-du regulamento de 19 de setembro
de 1860, os seu- dbnos on c.msiguatarios d-verio
despacha las no prazo de 10 dias, sob peua de,
finlo elle, serem vefldidas por sua conta, sem qua
hes lique compelindo allegar contra os el: -i.
desta venda :
Trapicbe Couceigao.
2,601 resteas de ecbolaa, vindas no vapar por-
tuguez Julio Dimz, descarregadas em 2i de sp -
lo proximo Undo e consignadas a ordem.
Alfand-ga da Pernambuco, 1 de setem-
bro le 1874.
0 iuspector,
Fabio A. de C. Reis
Perante a camira municipal desta cidadi p
estarao em hasta publica nos dias 3, 10 e 17 do
mez de setembro proximo vindouro, para ser ar
renulado por tempo de um anno os aluguis d->
sohrado sito na praga do Corpo Santo do Recife,
por 7z5$000, das casinhas da ribeira desta uuo a*
cidade. por 90ij0!)t), e os impostos da aferica*), por
l:i20p 00, obrigandose o arrematnite a a'.ecir v*
peso.i e medidas pertenceatot a mesma camara.
sem indemnisagao alguma, de 80 reis por cada p(*
de coqueiro de produccao, exceptiiando dez pes-
para uso do proorietario. par 1.0S,>|)0'), de ca:
pirn de planta, por 507^200, de 500 reis por cabe
aa do gado vaccnm, par 455| Oi1, da maseates e
boceleiras, por 75^000, de 100 reis por cabega 4*.
gado recoihido ao curral, por 6:>0G0, de 120 reis
por carga de qualquer prodncto ou geno-c' e^f^'"
Jo a venda no mercado puLiico. por 2500O, ao
200 reis por cabeca de paao sumo, ovelhuru e ca-
brnm, por 12*K)0, de 320 rei* por carga de peix >
exposto tambem a venda no aercado publico, per
12S't, e do repaso do a.;ouguo publico, por. .
9O0.
Os pn-tendentes deverSo coraparwar com sous
Badores habilitados na f-rnaa da lea
Pago da camara municipal de Oiin-la, 27 d
agosto Prr-sidi-nte.
Marcolino Dtas de Arauj.i.
Sec'retarto.
HBR
____ueiA8aiE|L '
- Pela recebedoria di rendas. se df.q
c mtrihuintes do imposto sobre industrp e pro-
fisj5es que e aa tJorreale mez e no ao outaBro
e
.'..


DlZTib df tefhambuco Quinta terra 3 ue Seteoibro ae 1874.
vindouro qae devera vir pagar o primeiro se-
mestrti perteneente ao exercieio le 1874 a 1875,
incorrendo aa inulta de 8 *|. todos aqueltes con-
tribuiiites qae flzerera depois do mesmo prato.
Recubedotia de Pernambuco, I.* de setembro
de 1874,
Serviado de administrador,
Jise" Felipe? fery da Silva-
Associacjao Commercial Be-
neficente
>'ao se tendo reunidq numero sufdeienle de so-
cios, ficoa transferida para sexta-feira, a 1 hora
da larde, a reuniao da assemblea geral. Recife, 1
de setembro de 1874-0 secretario,
M.. Gomes de Malta*.______
SANTA CASA DA MISER ICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrate da Santa Casa da
iliserxordia do Recife, manda lazer publico qne
na sala de saas sessdes, o dia 3 de setembro, pe
las 3 boras da tarde, tern de ser arrematadas >
qaem mais vantagens ofTerecer, pelo tempo de am
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
deoiarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30 (fechada). 221*000
Idem n. 36........221*000
vidal de Negreiros.
Casa terrean. 114......362*000
Idem n. 94.........301*006
Hua larga do Rosario.
!. andar e loja n 24 A.....900*000
2* andar idem........310* 2. andar n. 24.......408*000
Rua de Antonio Henriqnes.
Casa terrea a 26 ..... 99*000
Largo da Campina.
(demn U(fechada)......120*000
PaTBJMONIO DOS OB PHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada)..... 300*000
Becco das Boias.
Casa terrea d. 18.......421*00f.
Rua da Lapa.
Casa terrea n. Z........202*000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 6026000
Casa terrea n. 34....... 2<0"0
RECREIO DRAMATIC*).
De ordem do Sr. presidante cia assemble'a ge-
ral, e de con form i Jade com os usiatotos, convido
aos socios a reunirem se nodoningo 6 de se-
tembro, no lugar do costume, alim de elegerem a
directoria que tern de funccioaar no seguinte se-
mestre.
Recife, !. de setembro de 1874.
0 1.' secretario,
Btrnardo Lindolpac de Mendonca.
Ruar do Hugos
Casa terrea d. 21.......153*000
Rua do Vigarb.
f andar do sobrado n. 27 243*000
i andar do mesmo......300i000
Loja do mesmo.......373*000
Sobrado de 2 andares d. 23 1:300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (feel ada). 1:400*0JO
Rua da Senzalla vtslha
Idem n. 16........209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25......209*001
Idem n. 29 :.....201*000
Rua daCnir.
Sobrado de 2 andares n. i2 (fechada). 800*000
Idem n. 19.........600*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea. n. 100 (fechada) 241*000
Idem n. 103........207*000
Rua de Gervazio Pirns.
Casa terrea n. 2.......200*001
Rua do Amparo )0iioda)
Ca3a tercean. 18 (fechada). 2403000
Os pretendentes deverao apresentar no ado da
arrernatacao as suas tiancas, m comparecerem
acorrpanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que cmtiver estabelec-
mento commercial, assim como ~> servico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretana da Santa <:asada Ml-ericordia do R
cife, I" de agosto do 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigius de Souza,
Aj-mazens da coroj^nhia pet
namh;acana.
sS't*tti contra logo
A c6mpanhi. pemambucana, dtspondo de ex
.ellentes e vasu* armaens em sett predio ao for
te do Mattes, offerece-os ao commercio em gera
P aeposiio de generos, garantindo a tnaior cod
JiTacjio das mere idorias depositadas, senrici
prompto, pr&cot modtcos, etc.
a mbem recorhera, mediante previo accordo, ex
clasivamente os generos de ami s6 pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos
sao inteiramente novos e aspnaltados, isentos d*
upim, rates, etc., etc.
As pessoas que quizerem ntilisar-se destes ar
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com
panhia pemambucana, qae acharao com qnen
tratar.___________________________________
CONSULADO PROVINCIAL
Por esta reparticao se faz iciente aos contri
buintes dos apparelhos, difference dos mesnus,
annuidades e encanamntos da Recife DraiDage
Company do semesire linds em dezembro d
1872, que foi prorogado por mais dea dias nteis e
recebimento que ora se procede, terminando a re-
ferida prorogacao no dia 14 de setembro vin-
douro.
Consulado provincial, 29 de agosto de 1874.
O admioi*trador,
____________Antonio Carnoiro Machado Rios.
A arrernatacao de seis armario.*, annunciada
para o dia 26 do eorrentj mez, foi transferida para
o dia 12 de setembro proximo vintouro, o quest
declara pnra conhecimento de quera interessar.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 31 de agosto de 1874.
0 2.# escripturano, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
INSTTOTO MEOIOGIGO E GEO-
GRAPHICO PERMMBUGJINO:
Ilavera sussao orduiana quinta-ftira, 3
de setembro proximo, pelas 11 horas da
nha.
ORDEM DO DIA.
1.* Questoos aiiadas.
2. Tr.iballios o pareceres de commis-
sdes.
3." Palestra litteraria.
Secretaria do Institute, 31 de agosto de
1874.
Jose Soares yAzEVEDe.
Secretario perpetuo.
Arrernatacao de um bom
predio
Peranle o Dr. Quintino Jose do Miranda, juiz de
d:reito da y vara do civel, em audieoeia do d a 4
do mez de setembro proximo vindouro, tern dc ir a
praca para ser arrematado por quern mais der, o
sobrado de um andar e sotao scb n. 14, sito a rua
do (2oronel Suassuna. aut'ga d(: Hortas, tendo do
largura 4 metros e 50 ceotimetros, 17 metros e 93
centimetrus de fundo ; com 3 portas no pavimen-
to terreo, com 2 salas, 3 quartos, cozinha externa,
quintal murado, om portao para o pateo do Car-
mo, tendo tres portas de frente, sob varandas de
ferro, com 5 quar'os, 2 salas e um terrago no pri-
metro andar ; tendo no sotao U'na janella de pei-
loril, com 2 salas e 3 quartos, cozintia externa,
edilkado em solo foreiro ; a vi 'ta do estado tm
que se acha, foi avaliado por 10:000*, cujo pre
dio vai a praga a requerimento de Domingos Jose
Ferreira, consenhor do mesmo predio, e como in-
venuriante dos bens deixados por fallecimento d
sua irma D. Jezuina Candida da Natividade Fer-
reira o outros consenhores do dito sobrado ; afira
de que possa em praca achar nieihor preco, e por
isso concordaram em dita praca.
De ordem do Illm ^r. inspector da thesoura
ria de fazenda desta provincia se faz publico, para
conbecimento de iuem interessj r, (|ue no dia o dn
setembro proximo vindouro, icla- 2 horas da
tarde, perante a juuta da mesma thesouraria, ira
a praca para ser arrematado por quern mais van
tagem efferecer, o arrendameuto do proprio na-
cional, em Santo Amaro das .Salinas, que servio
outr'ora de quartel de cavallaria
Sticretaria da thesouraria d? fazenda de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1874-0 2 escriptura-
io, servindo de secretario,
Carlos J. de Soon Correia.
Compauhiu Fide Made
secures laaritimos e terrestrcs
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritim s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos altimos o solo livre, e o setiino anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
Companhia Santa Thereza
Sao convidados os senhores accionistas, alim de
reun rera-se em assemblea geral, no dia 10 de se
tembro proximo, ao meio dia, no 1 andor a rua
do Vigario n. 13, para continus.cao dos trabalbos
adiados na ultima sessiio, inclusive a leitnra e
apreciagio do parecer da commissSo fiscal, rela-
tivo as contas do anno proximo 3ndo.
Recife, 29 de agosto de 1874. 0 gerente,
__________ Jostino J de 5. Campo.s
Santa Casa de Miserlcardia
da Recife.
De ordem da jonta administiativa desta Santa
Casa, convido a todos os senhoret. mardomos e ir-
maps, para que se dignem de assistir ao acto da
collocacio da primeira pedra do edificio qne se
vai construir para hospicio de al.enados, no lugar
da Tamarineira, pelas 4 horas da tarde ao dia 8
do corrente.
Secretaria da Santa Casa de ftisericordia do Re-
cife, 1 de setembro de 1874.
0 eserivao,
Pedro Rodriques ie Souza
COt&RjElO
Relagio das cartas que deixaram de seguir
para Portugal per falta de franquia
Albina Rosa.
Autonia Joaqaina Alves de Brio.
Antonia Maria da Cunha.
Antonia Maria de Jesus.
A. J. Gomes Netto.
Antonio Carvalho de Almeida Gomes.
Antonio Francisco Ferreira.
Antonio Francisco de Oliveira.
Antonio Jos6 da Cruz.
Antonio Montciro dos Santos.
Antonio Rtbeiro.
Bernardo de Fara Soares.
Carlos Augnslo da Cunha Nery.
Domingos Jose da Costa Araujo.
Domingos Jose Lopes de Castro Torres.
Ernesto Madeira Pinto.
Fratcisco Fernandes Cruz.
Francisco Martins Rodrigues da dnceicao.
Francisco de Paula Cruz Siqueira.
Francijco da Silva Luna Junior.
Francisco Salles Mendonca Silva Carvalho.
Guilherme A. Rodrigues Sette.
Justina Rosa de Souza Peixoto.
Justino Augusto Teixeira.
Joaquicn Tneotonk) Cornelio da Silva.
Joaquim Ferreira Alberto.
Joaquim Jos6 Gomes da Silva.
Joaquira Montciro da Croz.
Joaquim da Silva Maia.
Joaquim Teixeira Peixoto.
Joao J >se P. de Vascoucell w.
Jose de Figueiredo.
Jose Ferreira de Lima.
Jose Joaquim da Silva,
Jo:-6 Maria Passos.
Jose Pereira Curado.
Jose" Rodrigues Terrosj.
Jose da Silva Malta.
Jose Simao dos Santos.
Margarida d'Abreu.
Maria Cuslodia Gomes.
Maria Ferreira.
Maria Jose Mendes.
Maria Ricarda. "^
Maria Rosa da Natividade G )mes I.eite.
Maria da Silva Ramalho.
Mr. De la Marcel !e.
Man iel Coelho.
Manoel Ferreira de Moraes (2).
Manoel Fernandes Monteiro.de Freitas.
M;.noel Jose dos Saalos.
Raymundo Fernandes.
Ric'ardo de Freitas Ribeiro.
Serzedello & C.
Thereza IJ. Martins.
Tliereza Martins Torres.
Thcmoteo Capello.
Thcoiforo Lagos.
Trajauo Luiz de Franca.
Victorino d'Almeida Re! ello.
Correio do Pennmbuco, 30 Qo agosto de
1874. 0 2 ollieial encarros?ado da ex-
Bahia Irmaoj & C.
Carvalho & C Clara Bentbrith
Celestino da Costa
Custodio Floro da Silva
Caetano C. da Costa Ramos
Caetano 0. da Costa Silva
Camara k Guimaraes
Caixa Filial do Banco do Brasil (saldo)
Domingos da Rocba
David Selessie
Eduardo Preston
Padre Ernesto Ferreira da Cnnba
Francisco SimSes da Silva
Francisco Menu
P. H. Cardts
Francisco de Pauh Sa Peixoto
Felizardo da Costa
F. F. Borges
Francisco Guedes de Araujo
Frantisco Manoel do Monte
Francisco Goncalves da Silva Pereira
Flonano Francisco da Silva
Francisc-i Luiz de Oliveira Azevedo
Guilherme Ferreira Pinto
Gaspar Antonio Vieira Guimaraes
Isabel Maria ta Costa
Jose Gomes Vieira
J jm'1 Maria Ferreira
Joao Manotl da Costa Araujo
Joao Silverio de Souxa
J^se" Nogueira da Cos a Soares
Joao Antonio Ribeiro
Joaquim Coelho Oarboza
Jo>e de C uto Guimaraes
Jose Goncalves da Cruz
Jos6 Thompson
Join- Lilly
Jose* Felippe Martins
Jose Luiz Ferreira da Costa
Jose" F. de Nazareth (africano)
Jose" Portella da Costa e Silva
Jos6 Fontes
Joao Pedro Adour 4 C
Joanna Maria dos Prazeres
Joao Baptista da F> nceca Junior
Joaciuim Jose de Gouveia
Joao Jose de Lemos Magalhaes
Jose" J oquim da Silva (orpnao)
Jose" Francisco Barreto
Krab Tom A C.
Luiz Puech
Lucrecia (escrava de L. Jos6 da Costa
Amorim)
Leocadio Joaquim da Conceicao
Lourenco Jose Carvalho
Manoel de Azevedo Canarlo
Manoel Ferreira da Silva
Manoel Jose Antnnes Torres
Maria Eleuteria
Massa falhda de Francisco do Rego Mello
Manoel Antonio de Azevedo
Manoel Goncalves de Oliveira
Manoel Alves Barboza
Mauoel Antonio da Costa Brancante
Mananno de Souza
Massa fallida de C. J. da Silva Guimaraes
Maria Isabel da Costa
Maria Isabel da Fonceca
Manoel Antonio de Carvalho
Manoel da Silva Sampaio.
Pedro Vonshostem
Pedro Maurer
Raymundo (escravo de F. F. Borges)
Robert Austin
Raymundo Carlos Leite & Irmao
Salustiano J. Lima
J. Leon Ploeg
Samuel P;v,"er Johnston & C.
Salvador Rodrigues da Silva
Thomaz de Aquiuo Fonseca Junior (her-
deiros)
Thomr.z Fernandes da Cunha
Theodora J. da Silva Braga filha
Thomaz Eaborne
Victorino Augusto de Carvalho
Victorino D. Alves Maia
Massa fallida de lose L. Pereira Junior
Ferreira & Marlins
James llutton
poJiQao,
Agnello Pernambuco.
Exposicjao de Philadelphia,
De 0' dem do Exm. Sr. commendador, presiden-
le da commissao incumbida do ageociamento de
proiuctos e especimens da industria nacional, nes-
ta provincia, para a exposigdo de Philadelphia,
convido os demais membros desta commissao para
a sessao que tera lugar amanha, 4 do corrente,
sexta feira, no 1 andar do sabrado da rua do Im
perador, pelas 6 horas da tarde. Recife, 3 de se-
tembro de 1874.
Felippe de Figoeiroa Faria,
Secretario.
CONSKLHO DE COMPRAS""d6~ARSENAL
DE MARIHHA
0 conselbo conirata no dia 10 do corrente mez,
;i vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
manda, c sob as conduces do estylo, o forneci-
mento no trimestre proximo vindouro de outubro
a dezembro, para os navios da armada e estabele-
cimentos de mariuha, de viveres, dietas e outros
objectos de consumo, seguintes :
Arroz do Maranhao, assucar branco grosso, as
sucar branco refinado, aguardente de 20 graos,
azeile doce de Lisboa, aletria, araruta, bolacha,
bolachinha americana, bacalhao, batatas, boss vi-
vo? e pasto para os raesmos, cafe, em grao, cafe
moido, carne verde, carne secca dc Rio Grande do
Sol, cha hysson, cevadinha, carnaiiba em felas,
conservas preparadas, cebolas, doce, feijao, fari-
nha de mandioca da terra, gallinhas, lenha, matte,
manteiga ingleza, manteiga franceza, milho pilado,
pao, sal, sabao, massa. stearina em velas, stearina
em velas de 8 em libra, toucinho de Lisboa, tapio-
ca, tijolos de aivenaria grossa. telhas, vinho de
Lisboa e vinagre de Lisboa.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal do marinha, 2 de setembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos A njos
CONSULADO PR0>INC1AL.
Por esta reparticao se faz publico aos devedores
dos impostos pertenceutes ao exercieio em liqui-
darao de 1873 a 74, que no dia 29 do corrente tin-
da-se e prazo marcado para o recebimento de seus
debitos com a multa de 6 0|0, flcando sujeitos os
que nao pagarem ate aquelle dia, a serem ajuiza-
dos com a multa de 9 6j0.
Consulado provincial de Pernambuco, 1
de setembro de 1874. 0 administrador,
Antonio C.Machado Uios.
Massa fallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos &
Companhia.
Sao convidados os senhores credore*, abaixo de-
clarados, para receberem o ultimo dividendo, no
oscriptorio a rua do Vigario n. 13, 1* andar.
O pagamento e feito as qntntas-feiras, das 11
horas da manha a 1 da tarde.
At importandas qae nao forem procuradas ate
o dia. 17 de setembro proximo, serao recolhidas ao
deposito publico.
Antonio Domingos Pinto *396
Antonio Maria Gonzaga 24*520
Antonio Maria do Rosario 14*880
Abrahao Cnstrenvard 8*360
Antonio Bernardino de Sena 22*620
Alexandre Bucbaman 3*320
Alves & C. U050
Antonio Jos* de Souza Guimaraes 23*980
Antonio LuizT. Marques 1*170
Antonio Maria O'Cooell Jersey *320
Antonio Fernandes Ribeiro o*880
Antonio Barbosa de Bastos 1*020
Barboza A SimSes *280
Brilo Queiroz Rego A & 4*720
1:979*190
4i*360
4*880
29*250
3*900
11950
6*500
10*920
8*360
16*600
8*360
13*650
3*900
20*470
to900
32*760
2*300
1*170
*030
39*000
4*040
1*9.50
2*060
*O90
2*760
9*090
1(1*330
60*700
ll990
25*970
2*280
8*360
16*480
27*220
20*070
cl*i90
*050
39*000
3*7SO
3*900
24*370
7*800
269*180
2*920
2*560
2*170
3*900
6*200
17*160
6*830
82*680
l*9i)0
3*900
4*260
85*800
11*380
41*000
1*090
21*200
194*960
1*760
2*410
4*870
3'91)0
11*250
3S9O0
3J750
7*870
{660
71J250
18950
4E290
11*330
9 050
22c730
3?900
18i300
541660
28-140
17*720
31*180
U:7l)'J
6H70
o:070
49^680
22:600
7:990
A commissao eacarrefada da rests, esbera a
conenrrencia poblira, para &ate e.peelaculo offe-
recido pelo sympatico bjasileiro Carlos do Carmo,
en benefico da mesma festa, e desde ia antecipa
o tea eterno reeonhecimento.
A companhia se esforcara para agradar ao rea-
peltavel publico.
Os bilhetes acha.n-se 4 venda sabbado, na por-
ta do mesmo eircn.
AVISOS MARITIMOS
Assoela^iio PortugueaEa de Benefl-
cencia dos Empregados ne Com-
nierrib o Indnstrla em Pernam-
buco.
De ordem da directoria desta associacSo faco
sciente a todos os seus associados que ella resol-
veu estabelccer aulas nocturnas gratis, das seguin-
tes disciplinas :
Portuguez.
Francez.
Geographia e histor'a geral.
Aritnmetica e escripturaeSo mereantil.
Convido oois aos socios que se queiram matri-
cular, o faze-lo todos os dias uteis, das 7 as 9 ho-
ras da noite, na sede da mesma associagao, a rua
do Imperador n. 35, 1" andar, devendo cada aula
comecar a funccionar logo que tenha cinco ma
triculados.
Na sala da associacio estara patonte um quadro
contendo o regiilaiierito interno das aulas ; os dias
em quo devem fu: ccionar com os nomes de seus
professores.
0 t secretario,
________Jose Arthur Pinto de Abreu.
COMPANHIA
DOS
trimios mum
DO
Recife a Olinda
BEBERIBE
?>>iili|as.
No escriptorie desta" companhia se com-
pram sulipas de oiticica, com 9 palmos de
comprimeuto, 0 pollegadas de largura e 4
ditas de grossura.
I.aurentino J. de Miranda,
Gerente.
ADM1NISTRA AO DOS CORREIOS DB PER-
NAMBUCO, 3 DE SETEMBRO DE 1874
llalas a expedlr-se
Pelo vapor nacional Jaguaribe, esta administra-
q3o expede ma las para Fernando de Noronha,
hoje 3.
Recebemse jornaes, Impressos de qualquer na-
tureza, cartas a registrar e cartas ordinarias ate
11 horas da manha.
Pelo vapor nacionai Bahia, esta administracao
expede malas para os portos do sul, hoje (3).
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate" 3 horas, e estas ate 3 i|2,
pagando porte duplo.
. As cartas e jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previamente, aquellas a taxa de
300 rs. por 15 grammas ou fraccio de 15 gram-
mas, e estes a de 40 r;. por 40 grammas ou frac-
c5o de 40 grammas, na progressSo estabelecida
nas tabellasC e Dannexas as instruccoes do 1*
de dezembro de 1866.
\ffonso do Rego Barros,
Administrador.
CIRCO EQUESTRE
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Sahhado A
do corrente.
beneH-
Pennltimo espectacnlo em
clo da reMta de
>o*ft Nenhora das Boren,
Tocara a banda da
Musica allema.
A' 8 horas em pent*.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
illave^acilo costelru a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, seg^ui-
ra para o porto acima
no dia 3 de setembro futu-
ro ao meio dia.
Recebe carga ate o dia
2 de setembro, encommen-
das, passazeiros e diaheiro a frete ate" as 11 ho-
ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
oi n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\aie^icao con teira a vapor.
iRAHYBA,NATAL, MACAO, MOSSOKO', ARAC-
Tt, CF.ARA, MAHDAHD, ACARACU' E
GRANJA.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Moara segnira pan
os portos acima no dia a de
setembro proximo futnro, as 5
horas da tarde. Recebe carga
ate o dia 4, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete ate as 2 horas da tarde
do dia da sabi la : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 4i.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui
ta brevidade a escnna portugueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a que lhe falta trata
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Bellrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.______
PARA ISlilffll)
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
sen carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso conveoha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37.
COMPANHIA
llESSAGERIES MAWTIMES
Llnha mensal
gajado : pan o res to qa* Ibe falta, trata se com
o seu eonsignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Rom Jesus n. 57.
LEILOES.
Feira Semanal
Bahia, Rio de Janeiro e
Espera-se da Eu
ropa ate o dia 7 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos-Ayres, tocando na
Montevideo.
Linha mensal
ERYMANTHE
E' esperado dos por-
tos do sul ate 9 do
corrente, seguindo de-
pois da indispensa-
vel demora para Bor-
deaux, tocando em
Dakar (Gore"e) e Lisbda.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Marisiuendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
uma mobilia completa, com
tampos de marmore, toi-
lettes de mogno ejacaran-
da, tampos de pedra, ca-
mas francezas de jacaran-
d4 e amarello, guarda lou-
cas de amarello, 2 pianos
de armario (3 cordas), 1
mesa para jantar, espelhos
dourados, bidets, quadros
com Anas gravuras, objec-
tos de brilhante, ouro e
prata, relogios de algibei-
ra, ditos de parede, ditos
de cima demesa, miude-
zas diversas, 1 cofre per-
feito (prova de fogo), ber-
^os, 1 grande quadro dou-
rado, de tabella para ca-
belleireiro, estantes para
livroF, carteiras para es-
criptorio, louca, crystaes,
jarros, para flores, 1 mala
nova para viagem, cha-
peos para senhoras, 1 es-
cada de abrir e fechar, 1
rewolver pequeno para al-
gibeira/1 grande lavato-
rio, com pedra preta, e
muitos artigos de uso de
casa de i> milia, que se
torna massante declarar.
Hoje
A's 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
M>~Rua do Imperador-16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Companhia de navegacao a va-
por baliiaua, liiuitada
Maceid, Penedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 10 do
corrente o vapor Dantas,
o qual seguira-para os
portos acima no dia se-
guinte ao de sua che-
gada.
neceue-se carga, passageiros e diabeiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
_________57 I'.ua do Bom Jesus57_________
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Corcovado
(De 3,805 toneladas).
Commandante G. IV. Conlan.
Espera se da Europa ate o
dia 13 de setembro e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Sandy Point, Valparaiso, Ari-
ca, Islay e Callao, para onde
recebe'a pasiageiros, encommendas e dinheiro a
frete.
N. B. N5o sahira antes das tres horas da
larde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rom A C.
UPRAfA DO COMMERCIOIt
I
iH.Il
0 brigue portuguez Triumpho, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
irata-se com os consignatarios Thomaz de Aquino
Fonceca A C., successores, rua do Vigario n. 19
Para o Rio de Janeiro segue com
muita brevidade o patacho nacional Hele-
na : tern parte da carga prompta, e para o
resto, a tratar com Amorim IrmSos & C.
Aracaly
Para o porto acima sahe com brevidade o pa-
lhabote nacional Maria Amelia, reconstruido de
novo, de que e capitao e pratico Francisco Tho-
maz de Assis : para carga e passageiros, trata- se
com Antonio Alberto de Souza Aguilar, a rna do
Amorim n. 60.
CHABGEUR8 REUNIS
COMPANHIA FRINCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, i'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na volta Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldeacio para
o Rosario).
STEAMER
Commandante Capelle
B' Esperado do sul
ate 6 do corrente, se-
depois da indispensa-
vel demora para o
Havre com escala por
Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
i%Rua do CommercioEntrada pela rat
do Torres.
Criados portuguezes.
^ Mother e marido se offerecem para servir am-
bos na mesma casa; a mother sabe todo o servi-
cp de uma casa de (amilia, como se]a : coier, en-
gommar toda ronpa com perfeicio, e cozinbar, e
o marido entende de cozinha, de copeiro on de
horta e jardim : qoem pretender, dirija se a rua
Sete de Setembro n. 7.
Olinda.
Leiiao
DE
raoveis, louca, vidros, pianos de
ditos de mesa, chapeos de feltro
sas miudezss
armario,
ediver-
As II horas em ponto
\arinizc:n da rua do Rom Je-
sus c 68 (autiga Cruz).
0 agente Dias fara leiiao, por conta e risco de
qnem pertencer, de 1 mobilia de amarello com
tampos de pedra, guarda roupas, guarda vestidos,
Suarda louca, camas francezas de amarello, dita
e mogno, dita de jacaranda, marquezo??, mar-
quezas, mesas elaslica quadros, candieiros a <..?..
1 sanmario de jacaranda, e mnitos outros objec-
tos que estarao patentes ao acto do leiiao.
Leiiao
DAS
fazeudas, armacjio.c utensilios perteoceotes
a massa fallida de Antonio .Machado dos
Santo?, existentes naloja n. ol, .i rua do
Passtio Publico
as 11 horas da manha
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio desta cidade, e a requeri-
mento dos curadores fiscaes da massa fallida de
Antonio Machado dos Santos, o agente Pinho Bor-
ges fara leiiao das fazendas, armacio e utensilios
que constilue a massa fallida do supradito.
LiLlO
DE
BO-
Vi* dia 1. do correlate
Os mutuarios possuidores de cautelas vencidas,
cujos premios nao foram pagos, venham resgatar
ou reformar ditas cautelas sob pena de serem ven
didas no leilAo quo ten lugar n > dia acima desig-
nado, na casa tie penhores, a trave sa da rai Dn-
que de Caxias n. -'.
DV^RSOS
Asylo de alicnailos.
Hymno da Caridade.
Rogo encarecidamente a todos os senho-
res que receberam a musica, e que ate o
presente nao se lembraram de rcandar a
sua esraola, o obsequio de o fazerem quanto
antes ; ou senao quizerem contribuir para
um estabelecimento de tanta imporlaucia,
se dignem remetter me a musica, pois que
teubo dedar contas.
Recife, 1 de setembro de 1874.
Dr. Pedro de Athayde Lobo Moseoso.
ADVOGADO
tBlCBAREL JOAQUIM (,[ EWES DA
SILVA MELLO.
S3 Rua estrelta do Rosario S3
primeiro andar.
Para a Bahia
pretende segnir com muita brevidade o palhabote
toven Arthur, tem parte de sen carregamento en-
Joao Caetano de Abreu, solicilador dos audi-
tories desta cidade da 1* e 2' instancia, tendo mu-
datosnaresidensia para fora da ridade, para o
lugar denominado Sanl'Anna, faz sciente a todos
os sous clientei e amigos, que tem est-belecido o
seu escridtorio no largo de Pedro II, sobrado n. J,
onde podera ser procurado das 9 as 10 boras da
munba, e das 3 a- 4 1|2 da tarde, que o acbarao
prompto a cumprir as ordens ; depois desta hora
podera ser procurado na sala das andienclas.
Aluga-se por festa ou vende-se por prego ra-
zoavel o palacele contiguo a igreia do Bomfim,
em Olinda, n. 1, com mobilia completa ou sem ella,
jardim, arvoredos de fructo, cacimba abundaote,
casa de banhos, e commodos para grande familia:
o assim mais duas casas na mesma rua de ns. 8
e 12, e ootra na ladeira da Misericordia n. I.
AI6m destes predios, aluga-.o somente por festa
ou annualmente, o sobrado n. .16, e as casas de
as. 31, 32 e 'i'i, a rua de Fernandes Vieira, ou-
tr'ora Mathias Ferreira, aquelle com gaz e agna
do encanamento, uma pequena mobilia, e grande
quintal mur d >, bastante arejado, e estas asseia-
das e com bastantes commodos, e pouco dhtante
do littoral: a iratar na rua do Bispo Coutinhc,
out'rura rua Nova, sobrado da esquiua n. 18, ou
no mtsmo palacete.______________________
EXPOSICAO
DE
Fazendas e artigos de afta
novidade
LOJA DO PASSO
Rua Primeiro de Marco n. 7 A.

-\c oriieiro sini.M'- a C, proprietarios'
deste importante estabelecimento, no louvavel pro-
prosito de nao desmentirem o conceiin que o
seus Bumerosos fregaezes Ihes tem dispensadc.
auabam de receber de sua conta o mais nco sor-
timento de sedas, popelinas, las e artigos de n -
tima moda em Paris, e continoaran a recebe-
por todos os paquetes daqtjplia procedencia ; po-
isso chamam a atten;io de seus freguezes e os
convidam a darcm um passeio ao seu estabeleci-
mento, garantindo Ihes que encontrarao a real -
dade do que fica dito, e para pruva dao um pe-
queno re>umo, cujo infallivelmente despertara a
attencao dtis pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e &~.j
amoslras me.lianie pcnlior.
Artigos dc alia novidade e
ultima moda.
Cottes de vestido de linho gnarnecidos de bics
da mesma fazeada e cor, trazendo Bvel.a, bolja,
cinto, etii etc.
Biqnissimos elnpeoj para senhora, de cores e
pretos.
Cortes de cambraia hrancos com iindos bor-
rtados,
Ditos de cores com enfrites da mesma fazenda,
flgurino, etc. etc.
Capas de la para meninai e senhoras, guarn
cidas de arminho.
Vcstuarios para hapllsado.
Riquissimas eamisas bordadas para senhora.
Leques de madrcpcrola, para noivas.
Hicas colchas de seda, para casameato.
CcTtes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinhas de delicados padroes.
Setim Macao de tolas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Vellulc preio e damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preio.
Iticas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, la, eic.
Matit is brasileiras.
Capellas ft manias para noiva.
Cambraia de cores, ditas mariposas braooas, 6e
cores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, listras, elc.
Brins de linho para vestidos.
Fustao de cores.
Saias borJadas p-ra senhort.
Grande sortimento de eamisas de liaho lisas e
bordadas. para lumem.
Ileiat de cores para homem, sea^.ura, menin s
e meuinas.
Sortiinento de chapeos de sol para homens a
senhora.
Merioas de cores para vestidos.
Dito pieto trancado c de verao, bombazina, can-
tao, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de lmh? e algodao para toalhas, e din
pardo..
Damasco de la.
Brim de linln branco de cores.
^etins de lindas cores > :n listras.
Chales de meriuo do .-ores e pretos
Ditos de touquim e ditos de casemira.
Can isas de chita para homem e ditas de i\i-
nella.
Ceroulas de linho e ditas de algoJao.
I'annos ue crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lerfcos bordados e ditos do la'yrinlho.
Ricos eortes do vestidos de tariatann, bordados,
para bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de is, e ditas de croch^:.
Bspartilnos lisose bordados.
Foulard de seda, liadas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pret.is e de cores.
Popelinas.
Neste artigo temi- um variatissimo sortiflMBto,
nao so em gosto como era qualidade.
Liii
com lis.ras de seda, ditas coin paluas bordadas,
ditas transparent e de o.uras muitis qaaltdades.
I.iivam
do pellica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
bricantc Jouvin.
Finalmente :
tapefs para sola, cadeiras, cama, entrada, etc ,
cambraias bran:.is, ehitas d- todas as qual'dadc,
raadspoloes, esguiiio, tretanhas, bramantes, algo-
does, collarinhos, punhes, meias para homem e
senhora, punhos e collarinhos braucos e de co-
res para senhoras, gravatas para homem e senho-
ra, peitos bordados, lencos de linho brancos e de
cores, ditos de cambraia de linho, toalhas, guai-
danapos, panno :ino, ele., elc.
Loja do I'asso
Rua.Primeiro de Marco n." A
antiga do Ciespo.
Chapeos para senhora.
A inja da PasSO, a rua Primeiro de Marco D.
7 A, recebeu um rico sortimento de chape:s
para senhoras, pretos e de- cores.
\ttencao.
i
Fugiram no dio 10 pira 17 do proximo pas-
sado mez, deste engenho LiberJade, sito na fre-
guezia di Etcada, is escravos seguintes:
Paolo, estatura alia, niuito feio, Peitos gros-
ses, orelhas grandes e salientcs, nariz grosso e
chato, bocca gnnde, dentes perfeitos e limado^,
falta de unhas nos pes. idade de 23 annos,cabe.i
afunilada : pertenceu ao Sr. Autonio Pinto Paes
Barreto, residente em Campina Grande, depois 66-
teve na cidade de Recife trtando se dc uma mo-
lestia, d'onde sahio reslabelecido.
Luiz, idade 40 annos, altura regular, secco 6>
corpo, desdentado, calvo, e cabetio pouco, tem
uma fistula no qneixo que lhe 6 natural, e nm
caroco nos peitos proximo ao pescoco, o qnal pro-
veio de oraa coroada, e e encanecido : roga-sa
as aatoridades policiaes e capitaes de campo -i
a quera os appreheoder, que os conduza ao mes-
mo engenho acima, ou .i rua Direita n. 40, onde
generosamente gratiliear-se-ba.
O Monte Lima
tem um complete soriiaiento de galao e franja da
ouro e prata, verdadeiro, de todas as largura?,
abotoaduras douradas para efflciaes, canutilhoi a
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, eapadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como nm complete sortimento da
_ Precisa-se alugar uma escrava de meia lda-
Je, qne entenda de vender na rna e que seja flel:
trau-se na rua Imperial, taverna de uma so porta, nreco que em ontra qualquer parte : na praca da
encostada a casa n. 227. tadependencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
ranjas, calao falso para ornameolo, cordto de li
com boria para quadros e espelhos (conforme 3
gosto da encommenda) tndo por mui to menos


r


*\
,
te
\

aJiario (16 fornambuoo -* Quinta teira 3 de Setembro de ioT4.

ODILON DUARTE i IRMAO
^tABELLEIBEIROS
Premiados na .exposicao de 1872
KLA
UPERATRtZ
[!. A.1DAR."'
-/Qfep.sao
1MPEKATRIZ
IS. 82
l. AMUR.
Acabam de relbnnar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
dicsSes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
qnillo que for tendente a art* de cabelleireiro.
Fazem-se cabelltiras tanto para homens ccrao para senhoras, tupete, chignon,
coqoes modernissimos, trances, cach^peign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, (lores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel era cabello.
0 e6tabeleciBaeDto acha-se provido do que ba de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos t-s vapores da Europa, assuas encoramendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode tender 20 */0 meno* que outro qualquer, garantindo
perfeicJo no trabalbo, agrade, sinceridade e pre$o razoavel.
Penteam senhorcs, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
AGUA~DECHINOLINA
PARA T1NGIR INSTANTANEAMENTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
BARTHOLOHEO & C.
Pharmaceuticos da Casa Real de S. 11. F. Fd-Rei de Portugal ;
premiados em diversas exposicOes corn o prlmeiro premio de
sna clasae.
Unico composto, cuja base principal s5o principios Tegetaes, que pode por isso ser
asado por tempo indeiinido sem o menor receio de alteracfio de saude. Esta sgua admi-
ravel da* aos cabellos, em poucos minutos, uma cflr e brilho natural, desde o castanho
ate" o negro, e ao contrario de todas as tinturas conbecidas, tem um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uso As senboras, ainda as mais dilliceis. Afjlancam-se os seus re-
sultadose efjeitos inoflensivos, quer a applica8o seja limitada abarba, quer comprehen-
da os cabellos da cabeca.
UEPONITO (.IlllAL
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBUCO
I
CEKTRAl
41 Rua do Imperador 4.
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o Qm de
conservar os creditos de urico neste genero, torn reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poc'er s8tisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo pepfeigSo em todas as preprac,oes, aceio e medicidade nos precos,
compativel com este genero de drogas. '
Cbegou a grande remessa que fizemos de pharmacia homeapatkica de J.
Epss & C, de Londres, composti de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiaes para dentes.
Tem a" disposi^ao dos amantes da homeopatbia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do povo, ja em 8.' edicao.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, A escolha do com-
prador .
!pera amorJedura de cobras.
Para bexigas como
Chocolate homeopathico.
preservalivo. Cafe bomeopatbico.
China cruzeiro, para intermittcntes.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para poralysic.
Tintura mai d'arnica, para contusSes,
tes, etc.
ria,l
enao A CHEGAREM
cor
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes.
.Ieric6, para rheumalismo.
,m Matta-matta ou jaboti, para tosses.
Espirito
ra.
de Hahereman ou de oatnpho-
Cactuc grande fldrus, -para pneumonias e
molestias do coracdo.
Upodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus )
Vpara rhomatismo.
Dito deBryonia)
Acha-se cotistanteraente A testa do estabeleciraente e inspeccionando todas as pre-
.aracoes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
GONSULTORIO HOMEOPATHICO
1
m
fit
n i-"
Advogados
Vicente de ILeiuos
E
lureliaii'i de Carvalho.
24Imperador24-
rArMirkmMU^W
DLEG33
AdmininrntJo: PAR1Z, K, uoulcvard Hootmartre.
C*HDE-GRILIE. Aff.ji,;8 :a lymphUct, docnjis
das viaa digcativas, obstrac5(ia do flgado do ba^o,
obstruc;S ;s visccraea, concre ;6es talculoaaa da bile.
HOPITIl. AffecjOea daa viaa HgeatiTas, incom-
modaa do cstomago, dlgesiio difllcil, lnappctencia,
gaatra'cU, d>>pepsia.
C( LEST INS. Alfcr^Oea da 11 im, da beiiga, areias,
coucreca*;a das ourlnas, gota, diabetes, albuminuria.
MaUTERIVE A flrccSea do i rina, da bcsiga, arclas,
concreo^ea das onrinas, gota. diabetes, albuminuria.
EXIGA-SE
o NOME da FUENTli n CAPSULA
As Fotitcs de Vichy, nclma noni.ia.las, achlo-se :
Em Pernamtuco, HARISMiNaY LttlLLE, t, rua
do Commcrcio. 1
DO DOCTOR WILLIAM ItOHi-H
Part refttituir progr^sBivuaierite aoi cahe'lc
A SUA COR PRIMITIVA
f3U*P*P*nESTrii.'inePOUCOSDiaSAO3CAB!ELL03
A SUA COR PfclBIITlVA
Bom eiito iofallivel ilr-jde ci louioate jo preto
Superloridade inronteat ivel; empr-go inonvnaivo.
KVOIalU 0IE*TAL. 3. rn-- llerpei*. PAWI
DeWMttn em PfJnn.' '../', A. RGCBD. _______
CASA DA FORTUM.
AOS 4:000$;000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Marco (oulr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e OOStU do costume.
0 abaixo asHgnado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilbetea um raeio d. 36i com 200$000, um
meio d. 2248 com lOOf, um meio n. 1095 com
100^000, e outras sortes de 40/ e 20/ da lole-
ria que se acabou de extrahir (114'), convida aos
possuidores a virem receber na conformidade do
costume, sem desconto algum.
Aciiam-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 9' pane das loterias a benedcio da igreja
doEspirito Santo (US'), que se exlrahira no
sabbado, 25 do corrente mez vindouro.
PREgOS,
Bilhete inteiro 4/000
Meio bilhete 2/000
KM PORg&ODK lOOjJOOOPARA CiMA.
Bilhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Fiuza.
Traspatsa-se urr.a grande casa com commodos
para grande familia, e decentemeute praparada,
em um dos 3iiis apraziveis arrabaldes, passando
pela poru a liaha dos bonds : quern pretender,
dirija =e a ma do Vigario n. '<. 1 andar.
Aluga-se
VINdeQU NBUINA
FERRUGINEUXdeMOITIER

Eiu TiBbo M prt "f" *licl cow) *Ao matt p^aroa*
UHrHUi Dmra nnr a r.iHj\anais
Anna
anrga EllAK."
IMMT I
HM
Hr e
uuamcM m> iamcdi.
,5jp^.7sr^7a^u:
>*
*rMn6aWo. A. BBO<
-i^hannMiu.
i karnacwitio*.
CaLoKOiii,
Lm-
IRD.
| o 3* mJar dc sobrado da rua do Vigario a. 5, com
I grande9 e bons commodos para familia, e agua
potavel : a tratar no armazein da travessa do Cor-
po Santo n. 25. _____
Mao ha mais cabellos
broncos.
TUMI JAPONEZA.
S6 e anica approvada pelas academiaa de
iciencias, reconhecida s perior a toda que
tem apparecido at^ hoje. Deposito princi'
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Max-
quL-x de Oliuda, n. 51, 1. andar, e em
toda* u boticas e casas de wbellei-
reros.
AttenQao
Na rua fMroiia do Rosarw n. 38, inpara-M
baiideja.i do Ih'IiiiImm. d lodas as ([daliJ .1.*, para
caMtiu-olrisi, liailt:* p hspti*a m a T>t lot',
baiulejaa c.ui li.n>|u.'i e fu* c-m Irlrrti-ii a
fjosto dii st-tis iloiio* e rum asi-ti.i ; ufeiura i>
ioui)iiei< J. cravos n,.fira > para imjltiut, 0111 li
las linT'l id;..- a uiiru, -eiiJu a pfico'iiiiii^iiiia li'ila.
i on (i dias .itiii.- : f.iz se ,.au d-;lo* inVilad'H
pudiiis. >*-int'.iu tiiilo pftipn para inwn.te? ; tin
re a dc ludas as ijualidades, lindos bou tueis para
otTerta, vela ric3S enfeitadas para I aptisados; to
da encomnienda de (lores, aico9, palmas, ronas,
e capfellas ; tudo se fat barato com presieza. Tarn-
bem se laz gorios bordados a onro, uharuteiras e
qualquer obra b-rdada a ouro.
Q Jo.-e de lltllanda Cavalcaute, laz scien- A
S te aos dignos pais dos sem alumnos e ?
Wt a qum inteiessar possa, que mudou-se ^k
Q da pra.-a do Conde d'Eu para o hecco M
2 do Veraa n. 4, onde o encantrarao sem- 55
9 pre promplo no exercicio de eu ma-
fii gisteno, c 2 dado na educagao dos seus discipulos. 2
W Hocife, 31 de igosto de 1874. M
^^/\ tQ^s ^K W yQK. JQK^R JfiC/fi^f^^K^^^^
Caixeiro
Preilsase de um caixeiro com praii*-a de mo-
Ibados, i ara a ciddae da E-cada, de 10 a '4 anuos:
a tratar na rua de Pedro Alfonso u. 54.
= Precisa de duas amas, sendo uma para co-
xinhar e comprar e outra para engommar e en-
sauoar : na rua da Cmocordio n. 43.
1:000*000.
Da-*e sebre liypotheca : quern quiver deixe car-
iio.-ia typographia, coin as iniciacs
ta ft-cbada
H. T.
Alberto F. Diiiion, pela prt*'.eti de sua via
gem c inuitus afateres i|ne se afcutiwllar.ini nes-
les |it..\imis 'li.., nan ill' f:i |Miwi.| ila-.-fic.lis ->e
UfSMialMienlrt d j -ens aiingic!. u <> f>/. pi!' pre
Stlllr-, fXlJIll ) .I.SCIll.., a IIIH.-III -I'llllK-.
A'l iii'.-sm o i-ii:|ii...||>it.,v-lh'S i> "-n p'HsHinn na
ri>l.-i.!! id- l'i,iia,|, |p| j i E-lailis-Uiiilo-, lugar da
,ua resWfin-ia,
Olterece-se uma mulner de idade e de b a
emiducia p?ra rrifO iirteruo de ca
solleiro : quein precisar, dirija-se ao pateo do
Onn.i n. 2l, a t-atar coin a me^ma pessoa.
&
J^^%.
Grande liquitlagao.
de miudezas e chapeos : no novo Bazar, rua do
llirquei de Olinda n. 53.
Modista franceza.
Mademoiselle Eugenia Lecomte & IrmI, avisam
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
que abriram novamente seu estabelecimento de
casa de costuras a rua da Imperatriz n. 5, pri
meiro andar, pelo que esperam continuar a me
recer a concnrrencia das pessoas que precisarem
de seus pprvicos.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenbo S. Carlos, em
Ipojuca. moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito esudo de conservacio, e muito bom
d'agua : a traiar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quinues.
Aluga-se
as casas n. 151, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3 aniar, na rua do Bom Jesus; n. lui, em Santa
Rita, e 2* andar e sotao na rua da Aurora n. 37 :
a tratr nesta rua n. 51.
Pereira
Cirurgiito BeruHrdi
do 1 anno
O Dr. Alexandre de Souza Pereira do Carmo,
seu mano (auseote), sua mulner e filhos, assas
agradecidos as pessoas que se dignaram acompa-
nhar o cadaver do seu sempre lembrado pai, sogio
e avo ao cemiterio publico, de novo Ihes rogam o
caridoso obsequio de assisfirem a missa, que pelas
7 boras da maulia do dia quiata-feira, 3 do cor-
rente, mandam resar na capella do cemiterio, pelo
repouso eterno do mesmo finado, pelo que secon-
fes.sam"' eternamente gratos.
D. .los'i>li:\ Oliiiiliiiit de Barros
Francisco Pedro Advincula, Amelia Olindina de
Barros, Thereza de Jesus Barros Ramos (ausente)
e Senhorinha de Barros Ramos, vem por meio
dpste agraiiecer a todos os senhores que acorapa-
nlian in ate o cemiterio publico de Olinda, a sua
presada sobrinha e ii ma, Jjsepha Olindina de Bar-
ros, e particularmente o Sr. Joaquim Quiotino Gon
{alves : a=im como prevalecem-se da occasiio
ara renderm um tributo de gratidao as Exmas.
ra.-. D. Maria do 0' e Silva e Luiza Francisca de
Souza, pelas maneiras mbanas e caridosas com
que se prestaram durante a sua enfermidade ate a
hora de seu passamento ; e de novo os convidam
para a missa do setimo dia, na Igreja de S. Pedro,
em Olinda, as 7 horas da manha do dia sabbado,
5 do corrente, c pedem desculpa as pessoas que
involuntariamente n5o foram convidadas.
it.la Xererina Cuelbo da Silva.
O Dr. Juao Francisco Xavi-r Paes Barreto, sua
mulber e filhos, repassadus do maior pezar pela
noticia do fallecimento de D. Rita Zeferina Coelbo
da .Silva. convidam as pessoas de sua amisade
para assisiirem a missa, que manjam celebrar
na igreja do rccolhiracnto de Olinda, as 7 horas
da manha do dia 7 de setembro ; por cujo obse-
quio sc confossam eternamente natos.
lYitiH'isco Antonio Pereira
Duas pessoas que nau eram des-
affectas a Francisco Antonio Perei-
ra, fallecido em Portugal no dia 1
de agosto proximo passado, man-
dam celebrar mis>as pelo seu eter-
no repouso, na igreja de S. Francis
co, pelas 7 noras da manha do dia
5 do coirente (sabbado); e para este acto de cari-
dade e religiao convidam os parentcs e amigos do
nunmq.
ft .Die ho Porliigucz
De ordem do lllm. Sr. commendador, presidente
do conselho fiscal, e o mesmo convocado para o
dia 5 do corrente, as 7 horas da tarde, para apre-
ciacao do balancete do terceiro trimestre social
deste anno. Recife, 2 de setembro de 1874.
Firmino A. Souto Maior Raposo,
! secretario.
Aluga so o armazem do sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazen-
das por ser niuito espacoso e reedificado de novo,
ou para qualquer estabelecimento : a tratar a
rua de Domingos Jose Martins n. 48, antiga
Senzalla-Velha. _________________
Caixeiro
Precisa-se de um menino portuguez, de 10 a 12
annos, com alguma praiica de taverna e dando
conbecimento de sua conducta : a tratar no largo
da Penha n. 8.
DE
BRISTOL
Aluga-se
o predio n. 28 sito & rua do Barao de S. Borja,
antiga do Sebo, com commodos para grande fami-
lia, contendo agua e gaz encanados, e apparelbos
de limpeza, grande quintal hem planlado, com
portao que deita para a rua do Atalho ; para ver
a chare acha-se na mesma rua n. 18 : a tratar
em Olinda, ladeira da Se n. 6.
Lava se e engomma-se por muito barato pre-
oo, no pateo de S. Pedro n. 4, ao entrar na rua
de Lomas Valentinas ; assim como, tambem se
coze toda qualidade de cosiura, da mod a, e mes-
mo outras brancas para maquina.
Consultorio medico 2
l
0
J
!
\
4

0
0
y
0
i
DO
r. MuHlto.
I'.I'A DO V|<; .1510 N.. I, 5,' ANDAK.
H(>ri"ii i-'.-i sai'ii '. Ki-.:-'-'a, i.ndi' fre-
.im-ii'i'ii o= h.wpit.ii de Kirn eLoii.lrcs,
luxt-1a -i-r pntruradna qualqner ho: a do
dia .-u oa U-ill- |.rtia l^JWI-i ile sua pro-
li.-~ao.
i.iKiMilia.- lias 6 a 8 hvfiu da man! a e
do meio dia as dua.- \uttai da tarde.
GttATIS AOS l'OBUES.
Especmlidades : Moiestias de senh.-ras,
da pelle e Oe erianija.
(
iOPBBLICO
'U-l\\\d do JI,'iN|iicz defiKnda"-2,
. Esquiua do bceco Lm-^o
Participa a seus fngnezes e amigos qce mudon
o sen estabelecimento de nlojoe ro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, amerii-anos, p cima de me
sa, dos melhores gostos e qnalidadts, relogios dt
algibeira, de todas as qualida es, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo
gios de onro. inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, caideia de ouru, plaquet e prata. lunetas
detods as qualidades, tudo por prejos muito ba-
ratos.
Juao CoiTi-ia de Carvalho, aiiista alfai >le, ten-
do-se de.-ligailo da sociedadc da casa coifonercal
existenti! a rua do Barao da Victoria n. :!G. -oh a
razao de Araujo, Carvalho & C, acha-se nuv^m-m-
te estabelecidii na soa arte, a rua do UaMUez d(-
Olinda n. 40, 1* andar, aonde os seus iiumero <$
fre^uezes o en-vnrarao promplo para t-xrcuia:
qnalqiii-r obra tendente a Ua arte, com eameftl;
pri niplidiio
Aluga-re altus e baixos do sobrad da rua
Imperial n. I, canto da travessa do Lima, ti-u-lo
armavao e mais' pertencas para taverna.....r .-er
lu.-ar n.uito proprio para tal Degoeio : queui o
pretendi-r entenda-se com o proprictaMo. ua ruti
do Hospiijo, soiirado n. 33.
- Sr Luiz Apngio de Oliveira Salenim, quei-
ra app.re er a rua do Itauj;
paricular ioterese.
,-l n 67, a nt-p ciu de
MOFINA
Esta encouraqado!!!
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fora.
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Me 11
iscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor, de vir i rua Duque de Caxias n. 36, a con-
:lnir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
9ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motivo e de novo chamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. seu 01 ho v
achava nesta cidade.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
(ica a massa do sangue, expello para fdr
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrccSes, dd vitalidade t
energia a todos os orgSos e d;i forr^a e vi-
gor ao systema afiin de poder melhor resis
tir a todos os ataques da enfermidade. T
pois este um remedio constitucional. Elk
nunca distroe afim de poder curar ; por^rr
constantemente assiste a natureza. Portantd
em todas as doengas constitucionaes e em to-
das as molestias locaes dependenle d'um et-
todo vicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, acbar-se-ha que a Salsaparrilba di
Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
rao, possuindo inestimaveis e incontestaveit
vrtudes.
As curas milagrosas de
^scrofulas,
Vlceras,
Cliagas antigas.
ENFERMIDADES SYPHIU'iaGAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangcado e dado o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao tAoso
mente devidas &
UNICA LEGITIMA Z ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
PHARMACIA CENTRAL
Preservalivo da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Nanocl dc Siqueiia Cavalcanti
Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
cobridor vender aquelle mediramento, o publico
ja o tem a sua disposi l>epOltui unicoH.
Reeire : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira.
Rio de Janeiro : Corle, rua do Ouvidor
n. 78.
O Preservative da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto transcrevese para este annuncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram os Srs. doentes os ler, e ver por
quern esrio elles assignados.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias nunca mais ate hoje, me tornou a
accommett-r essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presenle, por mim feito e a?signado-
Rio de Janeiro. 16 de juaho de 1874.~ Duque de
Caxios.
Attesto, que tendo empregado o medicamento
dymnamiuado, qne no? foi fornecido pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o trataraento
da erysipela, colhi sempre resuttados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e poj me ser pedido, firmo
o presen'e. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.
Dr. Sattirnino Soares de Meii elles.
Concordo perfeiiamente com o parecer supra.
Dr. -Joaquim Jose da Silva Pinto.
O abaixo as-ignado, dwulor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brig'da honorario do corpo de saude, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
usado de um medicamento que Ihe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservativo da erysipela tirou
stmpre o melhor resultado possivel, de sorte que
os doentes ate hoje nio foram acommettidos das
erysipelas, que soffriam freqnentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez ervsipelas em uma perna, lui
a Europa, e considerei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei o temedio Preser-
vativo da ervsipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e' cessou a molesfia, ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de jonho de 1874.-Barao de Cabo-
Frio.
Gratis aos pobres.
LIVROS A VENDA.
No primeiro andar desta typographia em
mao do administrador, vende-se os seguin-
te livrinhos :
J matiito Esperto dialogo ins-
tructive, critico, analytico, historico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Kducafuo Familiarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por 19000.
Martens, manuel diplomatique 1
volume por 19000.
Obras de Mablycompletas 12
volumes por 89000.
Bignon obra completa4 volumes
por 29000.
FrltotEspirit do Droit1 volume
por 19000.
VatelDroit des Gens2 volumes por
29000.
F. Borges Economia Politicai vo-
lume lr500.
FieldingThe history Tom Jones2
volumes 3000.
BavoneDes conflits2 volumes 3jJ.
Uistoire Ecclesiastique 6 vo-
lumes 69000.
Rousseau Melanges-6 volumes 39.
Rousseau Pieces diverses 4 volu-
mes 29000.
N. 11 Esquina da rua do Cabuaa
Este estabelecimento continua a receber grande sortimento dc joias modcrna?, de ouro, br.--
Ihante, e mai3 pedras preciosas, e bras obras de prata de lei.
Condecoragoes.
A CorOa Brilhante recebeu ricas commendas, offleialaios, habitoa de ouro e prata dourada
para todas as ordens ; assim cmne delicados lacintios e boioes para cavalheiros, offlciaes e cum-
mendadores da Rosa e de Christ fitas Unas de scda para a campanba do Paraguay, todas as r-
dens, e para liquidacao de mnilas joias que tem na 1 ja, o dono reiolven a venter mais harto do
que em outra qualquer parte, garantindo >ba qualidade do ouro e da. prata, por meio d* uma
conta com recibo. 0 estabelecimento continua aberto a noite ate aj 7 boras, na rua do Cabuga o.
11, loja de joias de Antonio Serafim da Silva.
v^
Vejam !...
0 Cora(;ao Correntes de ouro, mod^rnas, para rc-log os, a iiSo'OO a OiUva.
Relogios de ouro para senliora, a 405, que cm oulra [art-; c 100i.
R logios de prata bem dour dos a io'5.
Rozetiuhas de brilhante a li3.
Anncis de pr-dra com lettra a 64.
ADneis para por cabello a 25.
Pencenez de ouro a U>f.
Pencenez de prata dmirada a 3n00.
Dedae- de prata. (undo de pelra, a it-
Brincos de coral e turn para meninas a 1/500.
Capuletas nraito modernas com 50 por cento de abate.
Pulceinnias de c ral e ouru para crianca a \0t.
Pulcrira do ouro e'oral, feilio do uma obra, a iOj.
Obras de prata a 400 rs. a < itava. ~
Brincos para senhora. muito modernos, a ISj.em outra pate c &0. |
Voltas de ouro e cruzinha, coin 50 por cento de abate.
Graude sortim-nto de jiiiaa de biilhanto com 5) |a de abate.
Brincos de corl para s*nhora a if.
Correntes de ouro para reli-gi a 185 caJa uma.
Aderec.is por meta-le do sen valor.
Sortimento completa de joias, que vr-nde por metade do *ea valor.
=**
>]

c
&*
A liquidacao.
PHOTOGRAPHIA IMPERIAL
DE
LOPES &C.
'"-.-
ESTABELECIMENTO DE PRHIEIRA ORDEM
Rua do bran At-Bft rinn. li sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados ua ultima exposi^ao
DO
RIO.DE JANEIRO
Acha-se mont lo soh as melhores condicdes <-c arto, e olierto a
concurrencia pubiiea, este estabelecimento, o primeiro, sem duvid
desta provin-ia, no qual so 'iram retratos pelos tin'lhor. ?
modernos s^stemas, empregando-se somente material de
qualidade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e duracao.
Trabalha-se todos .s dias oteis e de guarda, desHe as i
da manha As quaro da tarde, nao prejudicaHdo o tempo d
ou nublado a perfei^ao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade do copies, augm-nlando-as ou aimiuuin-
do-as.
8$000
l ma duzia de retratos de uma so pessoa, cm cartoes para ol-
bum. ,
Para os retratos esmaltftdiis, collori 'os, grupos.'e augmet-taaos tia
uma tabella de pre^os
Tiram-se retratos ate tamanlio natural.
e mais
primeira
ras
va


CASA
Alntia se o segundo andar a rua Uuque do Ca-
xias u. 54: a tratar na loja.
Furto
Estando Jose Feliciano Nazareth fazendo uma
cerca de pao a pique no fundo de seu sitio, encos-
tado a ponte da Hagdalena, e estando esta madeira
quasi tola entincada, os canoe ros roubaram 35
c.-teios, sendo todos grossos, o madeira toda ser-
rada, no dia sabbado i9 do corrente : quern der
noticia eerta onde para esta madeira, dirija-se a
rua da Praia n. 10, ou na eotrada do Hospital Por-
tuguez, sitio n. i, que sera generosamente recom-
pensado.
PROFESSOR DA FACULTADE DE MEDICINA DE PARIS.
Eslo xaropo tornado em doses do tuna collier pela manhil e oulra pela tarde 6 o eitlinant^
mais admiravel de lodos aqucllcs conhecidos file hoje, niuito superior as prepaiacoc.--
opiaceas que tein todas o inconvcnientedeconijeslionar o cerebro, e o bromurcto de potassij
uue atrophla os orgaos; poreni cstas proprieoades tao preciosas nao se inanifcstao se p
chloral niio estiver chyiniramento ptiro, qualidade que so tcin quando traz'o sello do emi-
nente cuymico o doutor Leconte.
A sua efiicacia c maravilhosa na gota, nas vertigems, nas ncvi-algias, no hysterismo,
na cpilepsia, na dansa de Sao Guido, e nas colicas bepaUcas c nephriticas.
Calma immediatatnente as dores de parto, as aflcc?oes cancerosas, e d4 ao doente ui:i
somjio reparador c socogado.
VINHO e XARSPE TON I COREGENERAD0R
DE QUINA e DE FERRO
De GRIMADLT e Cta, pharmaceuticos em PARIS.
Esta nova combinacao reune sob um pequeno volume, do fonna agradavel e do gosto deli*
cioso, a quina tonico por cxcellencia, e o ferro um dos principacs elementos do sangue.
As molestias contra as quaes o Xarope c o Vinho tonico-regenerador se tem mostrado nulto
efflcazes sao : aamenorrhea, falta dc menstruac5o. dorosdc oatomago, fastio, digestoes diiliceis
o vagarosas, flores brancas, inenstruacoes difticeis, lyinplmlisino, empobrecimento do sa.igue.
cscrofulas e estragos produzidos pelas molestias syphililitas.
O prospecto contera numcrosos ccrtilicados de muilos membros da Acadoiuia de Me liclna
e professores da Faculdade, quo attestao que cslc pirecipao medicamento 6 o consecvadir da
saude por cxcellencia o o reconstituinte da economia animal, indispensavel as pessoas quo
habitao >s paizes quentcs, como preservativo das cpidouiias,
Depositos em Pernambuco : FERREIRA, MA1A e d: M.-A. BARBOZA c nas prin-
cipaes pharmacias dc Portugal o do Brazil.
<



6
tturio; deifacnWDDiicot;-r- Quint* ira 3de. Ifaferobrft de- 1814
i
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta c brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metae&epedras.
A
8?i
DAS
B.\RRi(i.\X
'.'S-- tudo quanto o antuo annuncio diz.
Ja que am certo podcr assini o quiz.
Allnirfio
Antes de fazer patent- as sorpreudt-ntes es-
pedialidades, eonduzidas pelo ultimo vapor, com
deslino directo ao muito aprci-iado e frequeutado
Arniazem do Campos, a rua do Imperador n.
28, cumpro um dever de gi-atidAo agradecendo de
eoraejio. do-do ja, a camplaceacia dos leitores
qoe lerem st>- annuncio de principio a cabo
a attttsarou sc de sua indicagio.
Isto posto:
Bspero ancioso ver entrar no armazcm.
Quern quizer da barriga passar bem :
Alimentaeao pura.
Massas Gnissimas para gftpa, como ainda nao
veiu a esta praca, aitento o apurado gosto e snpe-
rioridado daa subslancias prinias, como se podo
eonfiar na franca e esp tblaoea FeeoamaDdacio
dos medicos mats afamados da Frau^a e Alia-
manha. Oma experieaeia convflieera melbor i
por i Eseolha franca.
Crerae. de rir,.'erewe de tapioca, Qeulc d\ pom
me terra. Hour de farinc de mais, seraoule de
fromsnt, lapiical do Brfsi', flenr de rir, semonle
de rir e outran tnoitas qoalidadea franeezas. por-
togoeza; i' ilianas. Aieiu du qu- ha muitas ou-
Erasaovidade> qua .'icon a disposicno dos amau-
lesifsaboroso :l tfagam dinheiro e garanto-lhos
q-.ie satisfarei .iorWsexqui;iti> paludar. Ver para
crer, comp ; ; para saber;
Em conclusao:
Din !
Viud
Grange e^trwRUffltfr de mo-
talus
DE
Zeferino Valente & C.
Este novo e lmdo estsbelecimento do mo-
Ihados ao arco de Santo Antonio, esquina
aonde param os trens de Apipucos, vai ser
oberto no 1,' do setembro ; esperam pois os
proprietaries, que o respeitavel publico nSo
s6 concorra a visitar o graude estsbeleci-
mento, como que lhesconceda toda sua'pro-
lecgao, pois de sua parte so esfonjarSo em
bem servir a todos, taato eai pre$os como
qualidade dos goneros, sempre com agra-
do e sinceridade.
CASA DO OURO
Am t:OOOCOOO
Bilhetes garantidos
Rua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seas
uuito felizes bilhetes a sorte de 7004 eo> um
bilhete ioteiro de n. 3763, a sorte de 100* em am
meio de 2248, e am meio de n. 1095 com a sorte
de 1004, alem de oatras sortes menores de iOjOOO
e 204000 da loteria que se acabou de extrahir
(Hi); coovida aos possuidores a virem receber,
que promptamente serao pagos.
0 inesmo abaixo assignado coavida ao respeiu-
vel publico para vir ao sea estabeletymento com-
prar os maito felizes bilhetes.que nlo deixario de
iirr qualqaer premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Acham-se a venda os maito (elites bilhetes ga-
'antido* da 9' parte da loteria a benefieio da
igreja do Espirito Santo, que se extrabira no dia-
sabbado 5 de setembro vindour >.
De
ESSENCIA CONCENTRADA
IMC
Inteiro
Meio
IOO9OO0
Inteiro
Meio
iiOOO
2*000
para clma.
3*500
1*750
Hecife, 29 de agosto de 1874.
JoHo JoafMtn da Costa Lett*
' mn liiia. qnem dlra,
todos um iu.;o comprar
Sao i'ura das!
gin*, ?a i velas slearioa
D vi- c mo :"ii.'i :
1 ama dm :i
E :' ;i ly ssura '
ote'bem;
'' -inn' :,';'.- p.irlicalarmealt aes amaatva
di ; ping.i ;i inasi i ?:dMirosa ( hygieniea rar.ni-
: ibri > la i-\':a-1-...iit'; para regain dos es-
t.ii ; c s e nue m; node saborcar
.. h's ;: .-::>.! i ein vista desle versioho, que
: o in p mjli : rra'a r emu-tic imente la-
li :
'"i- aij i a fina- eaoca
;.i Inuliarite :
'.' i lira, i' nhi inwii < boa,
S.!i .."] a p ']' ':' '.

Quern precisar alngar uma
escrava boa cozinbsira, diri-
ja-se a rua do Cre Friuieiro de Marco, lo)a do Pa?so_____________
Precisa se de uma ama pa-
ra tratar de menioos: na
rua do Mfconde de Goyaiioa,
antiga Mondego, n. 76, on na loja de livros janto
ao arco de Santo Antonio.
AMA
AMA
Premiada nas expo-
8tcoes de Peraambuco
e Rio de Janeiro.
DE
MEDAL1IA DC PQATA.
Pharmaceutico
r
l*la escola- *
Successor de
Paris
AWSTIBE SA1SSET E.
* '
v <
TmHtmerrtC' parametrte vegetal verdadcrro purillcador do sangue. sent mercurio.
A lM'tade tw*ba e um ronicdio hoje recortheddo como um poderoso depara-
tivo e especial para enra de todas as molestias qua teem a saa origem da hnpareza do sangue,
oomo sejaoi; a^ mJestla Svwiimth:.^, BoLfB**icASiB Es^roptlosas, Riif-umatismo, Empi.vgrns, Dab-
Ihos, vlcMas, EnWgdES, etc. etc
Os prodfgibsos cfTeitos que tern produii^o a KMif>n<-in de Carobn, por toda parts
onde ella tern sido aprop'riadaarente experimentadaj temfeito adopiar como nm dos medicamen-
tos mats segtrrt)3 o mats energicos para a-cura de todas as molestias do Ha*ureza syphiflrica e
boubatica.
A cada frasco aenmpanha uma injlrnccjao! para a maneira de u.ar.
Vmdz arti-dsirlrttsa
Contra as aueccoes cutaneas,. darthrps, comichfies,. etc., etc.
Caraba
Para cara.dasi
bouftas, pfceras.
tigas, etc.. ete.
PARADO POR
RODOOATROL IttUlUS, SFCSSS9RES
2T Kiia do Bbm Jesiis22
kf!Tl9k>*m DA CRUZ )
Ama de leite
Precisa se d; uma ama de leite que seja sadia e
sem lilho : na ma Duque de Caxias n. 91, loja do
Rival Sem Segando.
l'recisa-se de uma ama que seja boa cozT-
ulieira : na rna do Crespo n. 7
Precisa se de uma ama para engommar e
raais alburn ser vino de peqoena familia : no 3 -iu-
dar desta typegrophia se dira
Precisa se de uma ama para cozinhar:
na rua do Livrameiito n. 1H.
Ama
Na rua larg do Rosario u. 28, segumk) an-
dar, preelsa-se de uma ama de leite e que nao
leuha Mho.
ALUGA-SE
uira graadeeasa texrea com h8tantes eommodos
sita na estrada do Lucas : a tratar na ma do Vi*-
gario n. 31.
AMA
ireetM-se oeuma anta que
saiba bem cozmhar : na rua
du Oueimado n. 92, loja.
^
Z3S
S=w
All
'; xai; r, e im ;nu I .. s ( sotiio,
i situ .. : ii .;. i: n 63, junta-
. ; \ i : a i.'.i'.ar ::.i ; : '.'...: n. 31.
il
. -
\W3\t\)

A. B. da Silvta Maia.
Mpdicn p irti iro i: '. !. r.
;"!i.'k tlMIgfl It. ^1
mi
Co isullas I.1S i (I
nad :\ qua :". I li
bi .
I as.
M
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--.. ^m
AlOga" -e i l '( iro .:,;. n. ii, ;i
: sli il I; i > e ;- Co ..v.- u iiiuil"
Salsaparrilha de Ayer
rAll.' PCBIFICAR O SANOCE.
O renom! de quo goza cete ex-
cellent* rc:ncdio ( devido a milha-
res de enras quo torn operado, mu-
itas das qaies ,'io vcrdadeiramente
marnvilhos is. Innumeros fio os
casos em one o jysthema, parecen-
do saturad) da podridao de enfer-
midados escrofalosas, tem sido
oma letra da quantia de 3:400*, saeaJa por Gau-
dencio Lopes de Araujo, aceita por Franciseo Ce
7ariu de Mello Juni. r, garantida por Antonio Joao
Ferreira Uonteiro, o eudossada pelo dito sacador e
Jose Maria Ferreira da Cunha, a veneer ?f a 1 de
dpzcmbni do wrrentt anno. Pi r esta occasiao
previne sc a quern a achar, que ella nenlium#alor
ti-ia para si, vislo que ja se acliam in eir&dos o
garanie e-endossante ; e pelo presente se faz certo
ao sacador o ao aceitante. para que nenbtUD def-
ies pague dita letra se nao ao abaixo assignado :
quern pois a t ver achado, querendo restitui la,
lev*-a a rua c"o Marquez deOlinda n 1G, qne sera
recompensado. Recife, 26 de agosto de 1874.
Joaquim Olinto Bastos.
RUA M BRUM I. 52
(Pasaando o chafariz)
PEDEM AOS senliores de engenho e outros agicultores, e compradorcs de m '-
chinismo o favor de fazer uma visita a seu estaboiecrmento, para verem o novo sortimen
to completo quo abi torn ; sendo ttido superior era quaKiiade e forttdaO ; o quo com a ins-
trucgao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTERQXO AO NUMERO E LUtSAR DE SU\ FUNDICVO
V apores e rodaS a agUa ^ mats modernos systemas e em tamanbos con-
venientes para as diversos circumstancias dos 9enbores proprietarios e para descarocar
alg'dao.
JjlOenuaS (1 anna (]e todos os tamanbos, as melhorcs que aqui exislcm.
-itOQaS UClltaCiaS para auimaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido. batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MaCnllilSmoS para mandioca o algwlao, e para serrar madeira.
oOmDaS d3 patente, garsntidas........
lOuaS aS macmnaS e pe^as do que se costuma precisar.
raZ CJUalCJlier CGIlCertO je macbiuismo, a pre$o mui resumido.
J:OmiaS Cte ienO iem as melhorcs o mais, baratas existentes no mercado.
lilJCOmmenQaiS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo a- vontade dos
clientes, lembrando-lbes a vantagejn de fazerem as compras por ititermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidado p6de lhes prestar auxilio.
Arados americanos c iastru.Deutos agr.c us.
GLOBIILOS DE JOSEPHAT
OE COPAHIBA PURA
ASPECTS B^ GAIXIIfHA JVHERTA

Os Gloftulos de JosephAt, romtr k* podc ver no .K-seiihe qtie nqnr vat. mW
complctamente esphericos c pouco mai^ on menos dagrossura de uma ervilha,
tornando-sc d'esta maneira fafieis a engoSr- ; sua cap* grfaluitom stado muito
fiita, pode-se absoi-ver lima, quautidade refat'ivaraeiile consldefavci c5IS copahiba
n'uiii fiaco volume-.
Cada caixinha contem 70 globulos representando 28 giaiumas de copajuLa,
isto e sett graiHinas de eopaliiba tie mais que as cai> iulia.-. ordiuarias de coiumer-
cio, cujas capsulasgrandes-eovaesaao engoHdascom dil'licuWade.
Em todas ae circumstanciaa ob Qobnlos ilc Jospkat iem srunde vnntayam.
I
AVSd IWPaRTANTE
a

A copahiba do commercio i frequentemente falsificada e n'este caso perde i'
todas as suas propriedades. 0 frosjiect& qttte aoompvnhtt eada caixinha indica
um meio facil de veconhecer as fatsificaftts. Por ette meio cttda qual poderd fe-
tcirai-ne da pureza absoluta da copahiba queintroduzo nos mem ulobulos.
Drposito gcral: na easa L. FRERR, 19, rua Jacob, eui Paris
Unico deposito na phirmacia de P. Maurer & Crua do Barao da
Victoria n. 25.
in
H

ni

Podendo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
on animae?.
UA DO BRUM N. 52
PASSANUO O CHAFARIZ
Palacete
Ainda esla por alugar-sc o palacete da Illia dos
Ratos, do tinado Custodio J'se Alves Guimaries,
o.ide morou ultimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 7 A.
CHARUTOS
m
Jose Furtado de Simas.
Uflioo deposilo em ivrn^mhuco. a rua do Mar-
quez de Olinda n. Vi. de Bourgard A C.
promptamCBtc rastitaido & aaiide.
As affecfi'i c desordens, aggravs-
das pela co.itaminnfao escromlosa,
aW produzii-em t-dres mortificantes.
Um fido tam 1 dicid e tarn geislmente curudas por eUe, em
todos os pontos do impcrio, que o pnldico mat precisa de er
iDforMado das sua irtudes e do modo de \1saW0.
0 veneno e-crot^loso c um dos main des.ruidores inimigoa
i hnmaiuu Ora, senhorea-so occulta. e traicoeiraments
do nosso organ: moo dixa-o fracoe incrae contra molestias
r!ao. Ora, patcnt;ia a mfeccao de (ue corrompeo o corpo
c eatio, cm mo.r.enUi opportuno, la^TH rapidamento sob aliru-
le snaa bediondaa formas, ja in cuUa jA noo orgams
ritaes. Nene ultimo caso deposita, umitou vezes, tuberculos
-.no figr lo, no coracSo, el.-., qiumdo nao se mau-
uist^i (>m i op tuinores, etc.
A fnim. cko e tam perlido r.mica se deve dar
gosrida, sempre melhw do qne corAbattel-o.
' :';l'' -. rpmos prop.-ios a/mpOiomat actim,
ihj.ua IiH atkr podcra tvitsr
resultados-riinpttos.
As peesfiu que SOh. m do XryHpeto,, Fogo de 8. An-
t^> rjceiaK, c (ensil ilidaae drJorosa n(t> ou/idoa, olhos, be.;
coi-n.w HMOS] !>r/f-ptia ou Indigatott; JBj/'Iroprtla,
Hal. Mm rnlti.'n c de Tunas <-:is nirecc&es dc svafiliema. muscular
Ben n. aclim jo iro nllivio usaudc desla SAZSAJ'AB-
1! '.'./.' A DE A .hit.
A .''uphill Ou Mi inliat Tcnereit so curadas com o
i -i\.<< ;i r.ccess-.rio nab dilitado espayo de
Miljiif m impercinentcs enfermidadee.
A "i ntrnrrli/n. llorta Ttranrnt, as olcorncocs nterl-
css e cm gcral n i:..,.c. '-as das inulkei-es aSo tambem allivia-
flas e merior ante curadas por set. effalto purlficadar
nuotwlvo.
O i:i,i .,,, l(j, Qot(_ quarts csumkIos penacon-
mnIarm.deAa>4rli rthuiBas sanguxi.cedem-lHe'factl- '
men ...i roesnu. n.c io o aru* r.&uto, Gongettio on
Infl,.mmn.n i u,ndo ic1tHeic qnHiHb 6o oriundai
dt mi ..: icsidUw i.c sai^gue.
S mediIco-cinIIIIGIco I
0 do m
mt Dr. Pedro rl'Athayde L. Moscoso S
S I'ARl'EiHO E OPERADOR
V"ua do Vlseonde de Albuquer-^
Wk que n. 39. *
BSPlfCI ALIDADE
Molestias tie ocnliorax *?
A meiiinos. A(
ronsnltas das 7 as 10 boras da ma- 2
oha, todo3 os dias. &
.-=; Das C as 8 da nolle, nas segundas, quar- g%
JjJ. las e sextas-ieiras. ^f
Os dontosque mandarem os seus clia- ffl
4K mados por escripto at 10 horas da ma- j
3 nh3 seran visitados em suas casa.-. '
Signaes
55
e iiiioo de pianos
Rua do Imperador
r r
ob
Ex-afiuador das nntigas e tfaraadas oasas Fleyel & Herz, e antigo direc turdar
fflicina da casa Alphonse BloniJel.
Tom a bourn de declarer ao respeitavel publico desta cidade, que tern aberto
sua casa do coticertos c afinaQues d pianos, qualquer qua sejao o.tsdo do instrumento.
A' mcsma oasa acaba de recebor um grande sortimento de pianos dos rnelho-
ree fabricantfs ds Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel, todos
os pianos salwdos da casa Duibaut sao garautidos
(iompra se e recebe-se eoi troca os pianos usados.
OLEO
DE FIGADO DE BAGALRAU
IODQ-FERREQ
COM QOINA
E CASCA BE LARANJA AMARA
eto~DOQtor DDCOUX, 13, galerie d'Orleans i^a(o Real), Pom.
Ems medicameato i facil de tomar, tern resaibo, e de clieirs agradavel. Pela na composite,
pessas toda* as qnalidades qne lbe permeilem substituir com vantagem toda a serie de medjoaaeaess,
como pilulai femiginotat, vinho dt guina, oleo de figado de bacalhau, xaropt de casca d*
larania amara, enpregados para combater a anemia, a Morose, as affeecOee do peito, a bronchitt,
oa calarrhot, a lined, a diathete estrumosa, escrophulosa, etc., etc.
Per moiiTo do sea emprego facil, da sua accSo multiplice e segnra, da ecoaomia para oi doentes,
os medicos prescreTsm no per preference a qualquer oulro medicameato similar.
Deposito em temambuco, A. REGORD.
Bnuii) ns. ,00 a 104
[AO
do
9r--J9ff!
neg/o Felicia-no
Crjooio, idade 40 anno;, pouco mais oa menos,
alto, corpo regular, hem pieto, desdentadp, barba-
do, mai feito de pes, tendo am dos dedos grandes
ou ambos bastante lertos. Aclia-so fugido ha 6
metes, desla segunda (sgida, e da primeira esteve
ions annos no engeuhu Tombador, (rogaezia do
Konilo, pcrteneente a francisco de tal, genro do
eapiiao Cbristovio Jose Machado, seniijr do en-
genho S Chri i-ngenhos esta occulto, como tern e.-tado Veio pela
primeira tea preso pelo capitao de campo Joao
ventur.i, que rnora em Agua-PreU : recommen-
l;i-se a sua eaptura as autoridades pobejaea e ca-
tiiiaes dd campo, e leva-lo ao engenho Mirias No
vas, freguezia de i.ajiulleira O ditu negro intitu-
la-se forro com o tiome de Jose Felician .
OLWA. ~
Alaga se por festa ou por arrao, na rua de S.
fedro Apostolo on Passo CaeteUnno, tres ca*as
t-rreas, cm encanaroentod'afoe e ga, bons com-
no''os e quintaes grandes e arorattes, com diver
ss arvij-eOes de. fracto : a tratar no pateo do
Oirno Santo n. 17, aB(Jar.


FUNDIGAO
T m\ k Bardo do Triumpku [m
CARDOSO &
AVISAM aos senhores de engenlKs e outrfis sgricultores e ao publico em goral quo
wntinuam a receber de Ingla-erra, Franca e America, todas as ferragens e macbinas ne-
sessarias aos estibelecimentos agricolas, as mais mode, nas e melhor obra qQe tern vindo
io mercado.
V apore? dc forea de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rr.elbores que tern vindo ac merado
jalaeirUS de sobresalente para vapores.
mOOndH-S mteira'S c moia moendas, pbra como rmuca aqui veto
LaiXaS ;]UnulCiaS e batidas, dos melhores fabricantes.
ciodaS d aglia wai ubjede ferro, fortes.e bem acabadaa.
flodaS dentadag de todos os tamanbos e qnalidades.
ftelogios e apitos para evapor.
OODlDaS de ferro, de repucbo.
A.raQ09 ic diversas qualidades.
formas para assucar^r.,^ apoqnenas.
farandas de ferro tundMo;, franoeias ^ di^os o bpnitos m*>
Fogoes francezes parn hn^g e c,rv&o, obra superior.
Ditos ditos
MBB>
FALSIFICAC-OES
DAS PILULAS DE BLANCARD
A p'pui.o \u cada vez m.iior de aossas pilulas
tein nnimailo em iiu.i-i todus os paizes a auilacia
dos talsiSeadores. A cobicia fez mesmo com que
muilos d'elles lem se nlrerido em substituir o
indurclo dc ferro pelo maiOLOll!
Rogiimo; aqui encareuidamente MS nossos fre-
guczes para que Jen:pre.- e cerlifii|uem da origem
das pilulas que Irazeni o nosso mime, appcllando,
enlre oulros mcios pralicos, para a boa fe dos
oossos collcgas os puaruiaceuiicob. S-m duvida,
Qjiem scicntenisute Tcude um mrd esmento t^lsilicado e contra-
f ri*o se faz ciiuipiice de tun fulsario e iniiias vezes compronieUc
a caude du deed'.- depois do abusar de .uu conliaa-a.
i'-ir- honrados inlermediarios julgario que lhes
inrumbc o dever de cooiprar lao someole as te-
ui.' :. i riLixAS ue blancardquer em nossacasa
cm Pariz. quer em casa
do- nossos
denies, quer
casas dc mais reputa-
rao de seu pa'z.
P/iarma-xutho, rua Bonaparte, iO, em Pariz.
lueremcasa >^>r
i cotrespon- jff
eremfim nas ^/'C(207^
Ah Tcr.liidciius Pilulax ale Blaarard e uchao em Udaa bon- pliBrruneJaH.
Bons pianos.
' de bezerro, de cordavao, de pelica. do duraqui
com bioueira, de bezerro com bc-toe:-, e com ilho-
zes a 9&000 (a escolher) por ler vindo grande
quanlidade por conta e ordem dos fabricantes.
ao arniazem do Vapor Franeez, a rua do Garao aV
' Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
I'ara seniiora.
BOT1NA5 pietas, Lrancas e de cores. $0erentei
lisas, cnteitadas c bordadas.
SAPAT1NH03 de phanlasia cum sallo, brajicw.
pretos e de cores dilTerentes, bordadc-
' SAPAT0S de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para uaetiSnns.
. BOTINA5 pretas, brancas e de ceres diu*ereDte
\ rcde-so niuito em conta ; cadeiras avulsas, de ABOTINADOS de diversas qualidades.
babngo. de bragos e ^ dobrar : no armazem do SAPATOS de traBca fortugueus.
vapor traoccz, a rua do Darao da Victoria, outr o- \ irai
Clu3gados de novo.
Vcinle-sc.
Trora-se.
E nluga-se.
No armazcm do vapor franeez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n 7.
MOBILIAS
k vime e de f.iia.
api!
ra Nova n 7.
Perfumarias.
Finos exiractos, banhas, oleos, opiata c pos den-
para gaz.
Jarros de ferro fundido
Ignacio Bezerra
leitaxel
>h m. todn, i q,: ..flrereD) .*,,<., PhSeamu. mm
primMrtWe d< DtMlmml* wl^CTTsS iM^en^K
v mai -agatu J. C. Ayor & Ca^ I owell, Maaw^S. Ifc
'^#Mce# e Analyiict,
vOE SK POB
Chlmico
Pessoa faz sciente ao res-
public a coirAspcialidade ao corpo do
a ocuidad.' qu tiaha com sea irweo Joaquim Be-
sorra Pessoa. cuja tirtna grvaiaas>. *> razao de
'k-zerra & Irmws; floaod ***oa *eonsab;li
wde a acliwo e passivoda eiUncta 1?rtna eomo da
joit^i^^o rjne de rens ceedores ottreve o referido seo
iflf-swcio- o irmito.
Recife, l de ?gusto de i8W.
_________Jgnaaa Htntn-g Pntoo.
Atagam se baratoumas al aenas na tra-
sessa dasSarreirat (beeeo dye AqaieoJ' c tratar na
rua do Cotorcllo n. 2>, casa te nzolejo.
P6s de ferro
Vlachina
Valvulas
Oorreias ir-orlezas
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e feanheiro.
ardtyn-
Bancos e sofas
, uara machinismo.
com tit as de madeira, para jardim
/OncertOS "onc^rtam.com^ pro^)tdj| qualquer obra ou tnac&UH- para o qua teea
sua fabrioa bem moataida, com granfke bom. pe^oaj,
5nCOmnien!laS m*nt'*m v'f pot ncon t.a.ra.,0 a,ue se.'cprrespo^m ;^m ^ra* TespeiWv!- casa de Londres
i oo uia^^s, r, f4^w.ifi(je^eiV^^a'li)8J#te-ra ; incumim- -4s w*ar assents?
utasraaokion-:, < so reRpoi8aijilisai?ina4oboajtr^l)alho dasmefittlM.
ciua aoliaraw d*> Trtro^toado^B^ %m a!04j
Hi 3 D 1 C H p E e A P 0 S 0 A t R If X 0-
Para niftii-uni.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda-ao,
> BOTINAOOS e sapalSes, de bezerro, de d*Vfrai
nuahdades.
.riflce, agua de Ilor de laranja, agua deplete : SAPAT0.'lde tranCa-
divina, florida, lavande, |ids de arroz, sabonetes, I)OtaS 06 ITlOntaria.
crosmeticos, nmitos artipodelicadus em perfnma ; v is. -i _
ria para preseotes en, frascos de exiractos, caixi- i ^ a ^ Pa '^"^""^ P..r.,
nha' sortidas .- garrafas de differeates tamanbos: nie!as K^" l,rua UcMeu*> e *** *<***
d'agua de Gdogne, tudo de primeira qualidade a[? ".'"""* .. P..n, A An n,.;
4os t,en. enhecidos fabricantes Piv.r e Coudrav, uJ%^^f ^apDr Francc7' a rua do BaI^"
No arinazera do Vapor Franeez, a rua do Barao I' J"*."- h
da Viciiina.outi'ora Nova n. 7.
Quinquilharhts.
r Adenilfi!...
A conf.it ria do l-ampos, sila a rua do luip^ra
fcs|ieiii s, .ejues, luvasjoiasd euro, tesourmrias.,]orn. j^ noieo eslabelecimento "testefenera ne*
aievc;.<, -ca-xinlia? de costura, albuiis. qaadroa, j u pmvincia, p-oporcioria aos hsbifanle-, dclla a*
cauirflia* para r.tratos, bolsintias de velludo, l maiores vautageus
can1
e
dita "e c->uro, e cestiuhas para brakes de meninas,
chicjt.1;-, bengaias, eculo, penciuez, ponteiras para
oh. rut -ecigarros, escovas, penles. carNnnha de
rtige ei^roia, tapete para bnternas, malas, bols.-i- g -,
de -i.-^ens, venesiaaas para janellas, esterioco-
pop :.h 'i-rnas ir:igica^cosiuoraiuas. jogos da gloria,
je i ;ir h, de bagatella, quadms com paisagens
glob .: i papel pra illuminaf;oes, machines de
fezsr ,"sV, espanadores dnpaiiias, realejos de veio,
aepordjii s, carrinhos, c bercos para crianca?, e
outran iiiQltas qainquilbarias.
Br-nquedos para, meninos.
A lo.'ior \sriedadr qu>- se pAde dwejar de to
do? os lirinqnedos fahrieados em diffr-rnte* paries
da,' Ed.'- :>a, para c:'ir.'timi'i)tofi das eriaoQas, tudu
a pre :c mais resunii'los que e possivel : no ar
maze; i lo Vapor Franeez, rua do Barao da Vic-
toria ot-tr'ora Npva u. 7.
A 9$
Jlotinas para homem
Acalam de chegar grandes jaeluras do botina*
E se nao vejam
uma possoa qui?.cr tudo quanto 6 nt:-
cossario para
Um casamento
Um baplisado
I'tna partida
Um clia para vi.-iias
Um lunch
Um laulo janlar
! Nao tern main do qui: ir oo wand.-e A con-
Ritaria do Camp s, fua Sg
lmj.Hirad.or n, i\
Ajafn. itouqueu, Qoiea
'asMw conw, d*'d9e-
'#ra ?'Hdwrquis, tem
,ea j.ui-iru- c a reiaiflc^,
ae?. cmnada- de rama-
't'-WtiMNMM mvtfiu
86 mwMbm Mi)
*\



Uiario de ^erhaiUDuco Quiiita feira S de Setembro de 1*7


I
*
AIu<
iga-se
a* Wa.;'Vf.l>0 principm da. Estrada NoVn,
^..duassalas, V,s quartos, cwiuha fur* c tin.
quarto ; nttlito proximo dos bonds: a traUr Iio
fl>b fagBr^rffrrerroSlli/. S'JirMTa.'deprtis da (ifi
-keua bomba .
*
Ehsino pirSBSlS
DE
m
6jrofessor^iuuilado Salvador Hen iqua de Al
toquerque, comp'rdrneites'e a eusiqar esla. djsci-
pRna'erudez 'metes' oil a'hda em riienes' tempo,
onforme a habiildade e'esta do 'qua tizer o sou
discipulo. ............
0 compendio raetho.dic.ii ]e claroVi'p|o^ip^srto
prtfessOr tllShfam'ehte puDllcaily, e. o seu me,tji"|o
de ensino adqnirido com a \ot\f\ e uun'ca infer
rrjmpida pritica de 42 arims, o tazeni ass'egurar a
sua .nromessa, cujo resultado ja 6 por mu'itos co
nhecido.
Ensina por casas e eolletios particular's a tries
%ia flisciplma e as'qae fateta o dbj^clo 85 insiruc
cao prtmaria do 2* grao.
... Kt-cebe aluiimoa fin sua rcsidenoi*. larga do
Paraito ri. 8, 2" andar, das 3 haras da tarde em
diante
.*K I > '.: '" --------------1 v
foil! AiiU-'uio ae. Arauj"* so mo da flnna com
nrercial, que.gyrav'a sob a tin da Aranjo Caralho
2r>, avisa ao edrpo do eom-nercio e ao respeitavei
publico que sepaivii 3 ;sQciedade o socip Jo4o Correia. do Carvalho, ficandodesde
ja 6'Wcio Jos6 Atiionki do Araujo,. rcjpohs.ivej
pelo aetivo.e i.assiVo.
Recife,.3l da .i.-io ie lfe74._________.
Aiuta se lur'a'.-iNW metes o 2 andaf d
aobrjkdo n. 33 da rua da lu>p le'moLiilha.l i, a pcssoa d* roue* familia, pivferino
dose estracgeira : a tratar ho mesmo.
.!' :,U -' | I :
CGMFMS
Compra-se mil fcixes di> .'apim para plantar
a tratar na rua do 'Gvsp^i n. 16, I andar.
wmm-
YIN DM,
LEIS PROVFNCIAES.
Veride'-se"no 1. andur desta typographis,
*m inao (Jo 'atliriiriislrado, CoHeecc5es &>:
Leis Provincial^ a 500 rs. o exemplar cada anno.
ama ac.-Oes da caixa filial do banco do Brazil, e
nma* da compsnhia do Uoberibe : a tratar na
rua do Cre?po ..25 A, lja da es'iuina. ;
A (HIAS Ml.NKHAES NaTUHALS
... DE
\rHy^Bss(,l
I*rTeriweis an de Vailij-VKh.
por serem a's nnlcas Hue' codsertarri todas as stias
' pfDpri^d'ades" rte;iuffc*Oe tran'p6ruda.
Fonte S. Marie, B a mais eftlcaz aa anemia, na
albuuiinaria, na cluurosis, in. empobrecimeuto do
sangue, e nas (eoiesintermitteutes. Os resultados
obtidosnaiilfaTx'tes sab'hJuit'j'BOtaveis.
F&nle BKsdbelh, nao 6 alter* nirica-e'rf'ii'Mi*'*
ried das-aguas de Vichy e,n bicorbonato de-soda
em magnesia erecommendida pelos sen^ores pie
dicos pula sua fDoacia nos ensorgitamentos do
Sgado, do baco, nas 'alfetQSea do estomago.'doe
rios, da bexiga.nas areias ; na EXiJA SE
; o ntme da foil** ia captiula
Vende-se em caixas o a retalho, no anico de
'pdsito
PHARMACIA' A-JCBKICANA
57 RUA DlKjUB 4>IS CAXIAS 57
E'BOM SAREK-SE
Ouea-XitVA-'-ESPERAMjA, a raa Daque de
Gaw9n.'(J3/*em onhecid pelasuperioridadoae
seua artigoa dj mod', e phanu.-i/., a.-aba de recc
ber divfi-sa; nncommendas de mes adorias de soa
repartitiio, que pcla ekganci bent mostra aplidao
8 bom go to de seus a'ntigi s currespi ndentes da
Enwps.-eporejta rarao a NOVA ESPERANQA,
. a rua- U;ii;iv' de Caxias a. li!, convida a sua boa
6. Constanta froguezia e una.vi. a visilar.'m na, aiisn de apreciarem ate
onde toea o primor d'arie.
A NOVA ESPERANfcA nao quer e^lrar no n-
aiero dos massantes ^verd.idciro* a/.ucrins) com
extensos anuneios e nera (ireiende descrever a
miner;.-idid>: de objectos que tern expostos a ven
da, o que seria quasi impOBSivet, ma3 limilar so na
a mencionaralguns daquelle^ de mai* alia novidadc
e torn* ahber .ade de acooselbar aobello sexo,
que a visitem constautemeate, para depots que
comprarun em outra <|ualquer parte nao se arre-
pendercm, a vista do bom e e-colhido sortimento
que ha em d bem demonsta que quakpuer senh'ira du Dora torn,
niapodera completir a elg^ancia de seu toilet
sent que d<5 urn pwseio a NOVA ESPER'ANQA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual aeaba de rece-
ber osseguint s arligos de luxo e intei.a novida-
de :
Modernas settas par^ pgeridar os cabellos
Primorosos lequea de pnaniajia.
Bonitas sabidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para, seuhoraa.
Elegantes fachas do Jnuqjujp.
Bons aderecjs de madreperoia.
Belicados aderecos' pretba tie -pafalo e barraclja
(guSitO BOV..). '
tto
NA
Uttasde dito de cor a 49(00.
'cfi*ese i/^i'nlfo .^gredo, disiarido ape'hr-
unfa legn: da ts:ac*o ida Ki'.eiri j, inoente e eau
nbertas, para vesti- ren, e.-eom lerreoos muito fetoia
- qe/^SJ?v_?.inMc*30^ Paes : a tra,ar M rD*
irnnca com bonitts, !L
neaniamento h. o
<'
I Colcb.is <1e fustao hrnhcas para caira
I I
ambraws brancas,
:i no pa vAo h >v *fy-
^.i Lortes. de.camltraia
tn. .j r^. u ci\ enft'tes bord'ados, de ;dr, com ftguriuo >
Kua aa lmpeteiti'iz n. 60 iojooo.
I'ARA LIQUIDAH ,, Pecasde madnpulao coin puqueno toque
farttnrtllnu pretu a &OO rs. de avana a t500.
. eovailo. J Ditas de algo.laosinho n.uilu tnuorpa'do, j
O.Payao vende grauadina prota e lavrada coin leve toi'.tede a.yaiia a ioPOO.
pelo barato preyo de 600 rs o irovado. | Mndnpolau enfestad'o coin 12 janlas b
ALPACAS PBLTAS A 500, 6i0 E 800 US. perfcito ustado a 3*000.
0 PaySo tem um grande sortimento de Pei;as de madapolSo com -20 jardas a vetfram aossetts correspondentes^nas divfca|*r
alpacas pretas, que vende a DO, 640 e 800 4^5( 0. ?as d'Eurona para lhes enviarem por todosospa
rs. o covado. assim como grande sorti-i Br.m pardo para roupa de homcui e mt- yuetes os obiectot de.lu.xo e bom.gosto,qqe. se-
rrlento de cantdes, bombazinas, princeias' riinns, covado a 400 rs. fS!iS j-? ac^,l^las ^iedades elegante.
v. t j. ,- i i i nn/\ daquenes panes, visto aproximar se o tempo de
pretas, merinos, e outras muitns faiendas; Lobertas de chita para cams a 2^500 e fesU, em-que o bello sexo desta linda Teeza
proprias para lutp. | 3,'0i;i i. mais : osttma ariqueza de suas toillettes ; e co
CAMUUA1A VlCTWIUA A 4 00, 49500,1 Bramante de linbo com to palmos de.^o ja,receucaeni pe)o paquete francez diverso
Q Pavflo vende um grande sortimento de Ato.dliado com 8 palmos de largura, vafa j^^ndo do respeitavel pnblicb a costutnada
cambraia Victoria e transparent^ com a l^ioOO. concurrencia.
8 J/2 varas cada peQax, pelos baratos pre^os Ksparlilbos brancus e de cores a 45 e.'< Ade>?cos,,de,tartarugaos mais lindos que teen,
de 4^0u0, 4.v0u, 5^000, 65POOO e 7c000 5*000, | *miT.?3.^eLcafe
a [)u.,a, assim como, ditas de salpico bran-; Crteos de casimira a '*.-> a 5^000.
c-O, a 7$000, e pecbincba.
W i-.ihiloCal.iiKa la. t Ai
Os' areprmiiTteg aa PrecMteeta, no intuito 'A*
iVpscrvar o boat C(dieeilo, que teem merecido do
respeitaVel publico, distioguindo o seu estabeleci-
mento dos mais que negoclam no mesmo genero
Veem soientificar aos setts bons freguezes que pre
CAM'.&AS PftANCEZAS A 2,5000, 1^500
30000 E 3ff5O0.
. ,0 Payjo vende um bonito sortimento dt
camisas francezas com peito de algtdao, *
2C00U e 25500. Ditas com p.-ito do linbc
de 39000 a 6^000. pitas bordadas muiti.
fmas de 6?m 0 a 109000: assim com<
grande sortimento de ceroulas de lioho e dt
algoiSo, por precos baratos, e lambem tern
complete sortimento do punhos e collarinhoi
tanto de linho como em con(a. .
COKTINaDOS BOUDA00.S PARA CAMA t !
JAiNELLAS, DE 79 ATE" 259000 0 PAH
0 P8V8o vonde u.n grande s>irtimuto dt
cortinados borda.los, proprips para cama t
janellas, pelo ba,rato prego de 79000,8C000.
loAoi'O ate 2590OO, assim como : colxai
ie dimasco de la muito lina d 109000
H9Q0U cada uma.
BHAMANtES A 19^00, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para leic6ej,
tfiido 10^ palmos de largura, sendo 0 d*
algodSo a.19808 e .29000 a vara, e de linb<
a z9*00, 29800 e 39000 a vara: e pecbin
cha.
Grande pechiucha a 4$000
e5^000
OORTESDECASEM'RA.
Antonio Jose P. -Jrigues de Spaza, na Uw>oflra-
ria daTloterlaa a riia'db Cre.^po n. t>, vende sua.
casa de taipa e lerrenos di sens sitios no lngai
do Salg?/linh) : a tratar spmenle com o nwmn
Camisas francezas: brancis de algodao fino com
frjzq de ror a SiOOO.ojna, em du?ia a, 23^000;
epyfhincba: na rua_do"Crt?pon. 20, loja dj Gul-
Inerin'e 4 C.
()amit;as
Vende-se camisas ing eza, de linho, fazeada
muiio.fina, a 3.3J a.4u{'' oa ma do Crgs^on.
10, kija de G.nliherme s^ C.

Veodo-M a tivorna .-i.a a rua da Cuncordia
n.^33, esla'cc'ra poflcoa fun.ios, serve para alburn
pritfeipiante: iVuetn a pre.teider, d.ri]a;'ee a rae3
ma, que nao deixara de faz.-r negocio.
I
Vende-se um baaitouboi, carro e enierado, pe
la quantia a;i na; a.yer.ns. cocbeira da Lncoao-
tara PernAmtmcina, a rua nova do Santa Rita ns.
55 a 39 e tratar na rua de Marcillo Di'as'n'.' 43, !
andar; lambem >p, veii*e' separadu.
Cura das tvsmias, pelasfun-
das de borr^cba.
As meihoros e mais aperfejepadas das a'.e boje co-
nneeida's.
Vende-se
Barfoloniei V C.
A
3-a. Rua iarga do Rosario 84
Yacciaa. Vaccina.
Ten lo 0 Sr. Dr. Jose Lo irengo de Magaluaes,
ipontado na corte a'ni'eorii^leto servico desto ar-
Ugo, tern aqui aberte dm deposits da tndhor e
mais reienie, cujus tubos e en:untram 03
Puarmaeia e drogari3
34-rua larga do Ilosario 34.
. Amui's coin 'Vfeas' 6aj . relludo, sendo divetsos tamanhos e baratos pre
A #00 i-.*. a tfusla. !o6.. ..-
Meia; do algodao, fnias para ineniuas e Aderecps feunpletos de bo^raflja pr. prioa par*
meninos de tcdos os t manbos, para todas..gj,ambem M vendeIU meios dereco muito bo-
rs idades, pelo prego de 295O0 a dtuia, por; ^^ de Kii^ rwo e ae cores para ofnalo'd*
haver grande quantidade, para acidjar. | estidos de ser.lioi-a ; tambem tem para collate
So na rua da Imperatriz n. GO. : nalitol. ,, ^j... ,
1------------;--------------------------:---------------------- : Bolgas para seulioras, existe um bello sortimen
AOS'TlCrVbSOS de seda.de patna.'dechagrim. etc., etc., por
ANOYA ESPERAN(> acaba de receher Wk baXs?de todos os 'lafrianbos, Unto fc'nousa
ics milagrosos anneis electr.dos, cufa infall.vef di decpra, .de borsch* e de massa.; ftoama-
"" 'ios a attencio das Exinas. Sras. para este artigo.
j'pqis as vezes'tornam-se as criancas um pouco im-
' ^eVtlhentes pr.r' falta de um obiecto qae aa en-
I tretdnhara.
de Caxias n. 4*. i'.ktoi -..-? ^ hv Hsas e com peitos bordados
B com as senhoras.
A Magnolia, a roa Duque
licipa a. bello sexo que aca'ba de receber da Eu-
rope, um completo sortimento de artigos de plti-
ma tuo'da, e como acha desnecessario fazer um
eafadonho annuncio, por ja ser bastante eenhe-
,cida, e caprithar sempre em ter bons correspon-
dences, sendo a pr n.eira que apresenta o que ha
j de mais moderno Z por precos mui razoayeis, por.
isso limita-se a descrever sotnente 0 seguinte :
SeUnn donradas.
Bicoo de cores, tanto de stda como de guipure.
Leqnes dourados, de madreperola, marital, tar-
taruga, osso, etc.
VtiiiiliiH de bai e.
Presenter, diversos artigos pfoprios para pre-
i sentes.
t.oiinii.tH e punbos.
Manual para missa, com capa de madreperola, |
ta'rtsruga, marfim, velludo, etc. ,
Snpatinlios de setim para baptisado.
Camisas boidadas para senhoras.
Lisas de s. .la. .
Fraiijas mosaicas.
ipr-
ara homem, v;ndern-se por preco cuiumodo.
"Cerouiai ao'iidrt.. e de algodiie, ile diversos
is.
' Caixinlias com mnsica, a que' ha de; mais lindo,
com disticos nas lampas e proprios para presen
te -. ., .;.,..
Coques os mais moder'nos e de drversos forma-'
('109.
) Chapeos para senhora. Jtecebei am um soriimeBt-.
da ultima moda, tanto para senliora, como para
menjnas............, ,
Capejlai simplesroi com yeo para hoivas.
'Calclis'Tt Kniremeios es'.ampados e bordados, de Undo*
de.senhos.
Escoyaa ele,ctricas para dentes, tem a propria
dade de evft'ar a carle dos'dentes.
'Prtrnja's 'de sed a'pretas e de'cores, existe 'ant
e-ande sortimento de divervas larguras e barato
preco.
Cara {Ins fsfrrtteimMrtu (inri'lrai
pela facil applica;a das
S0NDAS OUVAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas(e aperfei^osuas do todas
as conbecidas
NA '
PHARMACIA E DROGARIA |
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
Salsa parrifha
Mifito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em prtrcao ou a re-
talho : tla rua larga do R sario n. 'i\.
Nao se a atrevam eoo-
AiiS H < niuos
A NOVA ESPERANCA, a rua Duqoe de Caxias
n. 6-1, acbi de receber um bom sortimento de fi-
nas bonecas quo faliam, que ricm se e choram ;
tambem as tem modas e snrdas ou >urdas-mndas
venham ver ?e nao i terdaie.
E
com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de receber boa meias di seda propriis
ptra m.ivas, e os apreeiaveis ramos de larangeira
r.iiti
As almnfadas bordadas de la matisadas qne re-
cebeu a Nlova Ksperanca, a rua- Duque de
Caxias n. 63.
fenleados
de nova invencao.
Com um penleado destes pentea se uma seoHo-
ra em duos minutos, e acha se decentemeote
pentea la para um soiree, 11m baile, assistir ea-
samenio, e para ser noiva tambem : vende se pe-
lo baratisslmo preco de 25?. eada am, e >6 na ca-
sa de Odilon Duarte A Irmao, rua da Imperatriz
n. 82, prirogiro audar.
leslar.
VENDE-^E
0 Pavao rocebcu uma prande porc-ao de Af? de. .*ra-
, r Voitas de madreperola.
cortes de cameras de cores para calgas, e p|8elralS de madreperola.
vende pelo barato pivco de 490i>0 e 39000 Llndaa flores para cabeca.
cada corte, na ru* da Imperatriz a. 60, loja Boisas de velludo.
de Felix Perejra da Silva. Perfumarias dos
ESMERAI.D1NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortirijento
das mais legantes esmeraldinas com listras
de seda., sendo em cores e padrOes as mais
novas que tem vindo ao morcado, propnas
para veslidos, 0 vende pelo baratissinao pre-
00 de 800 rs. 0 cova'do, & rua da Imporatrn
n. 68.
(j Pavao queima os artigos
segmrdes:
Corles de cambraia branca, transparente,
com enfeiles bordados de la a 5000.
Dit s todos brancos bi rdados a 12^000 e
155000.
Ditosdnuito rics a 239000.
Botiftas lansinhas para vestidos, com lis-
tras do seda, covado a 800 rs
Ditas ditas transparente* e de muita fan-
tasia a SoG, G40 e 800 rs.
Cititos de setim de todas es cores a 59000
Punhos com gollinhas d- esguiao a 500 rs.
6edinba6 de cores, saido de listcas e la-
vradas, com toque do mofo a 19000.
Ditas -de dita ditas sem mofo a 13000 9
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Lojade fazendas
DE
Giiifiierine k G.
melhores e mais afamados |
fabricantes.
riiaixoH dc sol para senhoras.
Finis de vellude de todas as cores e largura.,.
Moscas.
Quereis livrar vos destes fnalditos insectrfsfconi-
prai uma m-china de matar moscas p*r 3*000-r
na Magnolia, a rua Du]ue de Caxias n. 45.
Calviee.
A Magnolia, a rua Duque de Caxfas ri: 45, TBd-:
do 0 verdadeiro Vigor de Aver, qne imi>ede a
Pitas'de sariiudo.eirgvrao. de setim e de cba-
"flo'e, de divrj'rsas 'larguraa e bonitas cores.
'Pa'cnas'de'gbrgtara'o miilfo''lindas.
flM 'artiti'ians. A Predilecta priir a am con-
ervar sempre um liello e grande sortiinentodes-
. as flores, nao so para enfeite dos cbellos, como
' tamMerri para ornato de vestlflo de noiVas.
fialoes Be* algodao; de li e'ffe seda, ifraneds; pre
os et de diversas cores.
;' Gravatas do scdarpara.ihofUem e teqhoras.
. i.acos de cambraia e de seda de diversas cores
para -e'o'fiora. .
' "Lima's '&6'siJda' derores' e "braricas bdrdadas para
raoiva.
' .|iiyroa .para ouir;tnissa, com fft|nu de raadre
perola, marnin,' w0 e velludo, tudo que ba d
bom. .
"Pedtes'tf^tartartiga e marfirfipSraalisar os ca-
ibet Port bou/iuflt. Um bello sortimento (la raadre-
peiula, rparbm, osSu u douradqs jor Larato preco.
" nimarias. Neste 'a'Higo esta' a' Pre/lilecU* bem
Perf
recer estas mahchas em poucos dias.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender 'Antonio Luiz de Ollveira Aze-
vedo, no6u escriptorio, a rua do float 'Jesus nu-
mcro 57._______________________^^^______
WII*on Rowe & C vendem no seu nrrMwo
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul americano.
Sxceliente flo de vela.
Cognac de I' qualldade
VinhO'de Bordeaux.
Carvao de Pedra de ndas as qualidade*_________
Engenhos em Mamam-
. guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
B*re^;ulea,
e Patricia. I,
A trriar com seus proprietaries .nesta cidadi.
e para inforrnacoes com Joaquim Pinto de Mei
relies Pilho na ftrcsma- cidade de"ttamamgna[i<
Tas-o Irmaos \ C
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de linho
proprio para cigarros. de diversas larguras.
0 anligo baraiciro continiia a.vender por menos
do que outro qualquer, com a franqueza e sin-
cerida-le ja conhecida.
Las de c6res a 2i-0 e Las pretas superior, a 360 rs. 0 eovado.
La e seda, fazeuda do M400 por 700 rs. 0 CO
vado.
Chitas de<0res a 240 e 280 rs 0 covado.
Jletius de cores a 280 rs. 0 covado. Recebeu a Magnolia, a rua Daiue de.GM.ias b
Gretunes de padrojs lindos e raoderoos a 400,e 43, e esti veodendo mais barato que em .qualquer
440 rs. 0 covado 'outra pa Me._______________^_______L
Baotistas de liodos padroes a 400 rs 0 covado. x---------ri------------------- 1 3 1
Cambraias de cores miudas e graudas a 280 rs. 0 JjUStreS C arandelaS iUft Vidr
covado.
eo-'jOoques modernos
Cintps deconxo
Pitas pretas com flores a 200 rs. 0 covado.
Can.braias brancas, bordadas ; abeilas, fazeuda
mais nna que tem vindo ao mercado, e fazenda
de 2*000 0 metro, por i^OOO a vara ; e pe-
cbincba.
Cambraia transparente, lina, a H a peca.
Dita Victoria, Bna, a 350o a pega.
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco" de linho a 14400 a vara.
Pitas de.cores de linho Una a 500 rs. & eovado.
Madapolao. francez verdadeiro, 24. jacdas, a 6J1 e
7^a. peca. '
AlgodSo T, largo e superior, a 54 a peca.
Gorgorao-preto de soda para vesiido-e para collete
a 34 0 ceyado
Toaii.as grandes a 44500 a duzia.
Colcbas grandes a 34 uma.
Lencpes de bramante a 24 um.
Cobertas de gaoga, forradas, a 24 e 34-
Lencos de linh ?banh'ados e em caixiunas a
34500 a duzia.
Ditos de cores a 34500 a duzia.
E ouiros muitos artigos por precos baralissimos.
So na roa do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
.se amostfas.
Grande descoberla
Curatiyo peitx) pelo
Varope de sulub^to de soda
cahida dos cabellos.
SardaS e patiOS. proVidai'nl&o ^6 em: extractos; como em oleos
'So tem sardas e panos quem quer; porb.tle a | banhM'des'ntelhores odercs, dos mais afamados
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem para I fabrant>. Loubin, Piver, Sociedade dygrenica,
vender a verdadeira Cuticuleria, que fan desappa, Coudray, Go*ael e Rimel ; sao indispensaveis para
a testa.
"'Salas-'IWrdMss'para senliora,' por commodo
preco.
Sapatiuhos de la e de setim bordados .para bap-
tjsados.
Tapetes.' ReeeDeu a' Pre'dHecta "um bonito sorti-
meeto de'dlVersos umanhos. tanto pWa sofa co-
mo para entrada de sa!as.
- Vesttfnentai para, baptisado o que ha de melhor
gosto e 06 mais modernO ; recebeu a Predilecta
de or ar.to preco, para near ao alcanee
r*lo;uer!bohia. ________
j 0 barateiro, na rua Primeiro de Mar^o n. 1,
aniiga do Crespo, c-ta liuuitando suas lazendas,
por men. s 30 por cento do qne em outra qual-
quer parte ; e a prova disto esla no que vamos
inencionar.
;A saber :
Launbaf burgu^zas, bonit.s gostos, in'e ramen-
tc hovas no mcicado a 140, 160, 180 e 200 rs. o
covado. So o barateiro. ;
' Panama e manposa a 440 e 500 rs o co-
'Vado. Sao lindi.s os gustos ? uuito liodos I
Crelune francez trancado, bom foslr, a 300 rs.'
o co ado. Apioveitem- Mandem ver amostras
, Ciiie's de cretone bordados a 5$. Serapossivel ?
B iiue en cotnp'ei.
.'.hitas boas a 240, 260 a 280 rs. S6 aqui no
barateiro I !
.BaptisUs de lindos g islos a 360 6 400 rs^ o co-:
vado. A rllas, a ella*.
Que lindos gtut'is em popelinas c vendemos a
14 e I401KI; lodoi quereui I48OO e 24. Sao de
(instos nr.vos.
Gfosdenaples do cores a 900 rs., 142f 0 e 14400,
d* pechiucha I
j Maiapolio' francez a 64, 74 e 74500, o melhor
! que ha. I
) Cambraia transparente e Victoria a 34600, 44 ,
e 53 a peca.
Brim psMb' para calca a 280 e 400 rs. 0 co-'
vado. i
Rrim Angola superior a 500 rs. 0 covado. E' 1
barato.
. E>gujao de linbo e algodao a 34500.
Dito com 40 Jaid.s a 184. Que grande peehin-'
rha I 1 I
"i hales a burgueza cm listra a 34500 E' i
desenganar, nao ha quem rivalise.
Lepcpa de linho a 24800 e 34200 a duzia. Quem
tem i uacs ?
Colcbas adamascadas a 3sS.
M.'ias para bomem a 3|5t.O
Toalhas felpudas a 64500 a duzia. Aproveitem
antes que se acabem.
Brim branco, exposicao n. 5, a 24 a vara.
'Atoalhado adamaseado a 14440 a vara. Nao e
{.barato ?
Chapeos de casemira para homem a 34. Como
e barato !
*B6rh sortimenio de chapeos de'sol de seda para
senhora a 24 34 e 3/500. So aqni I
Ditos' para homem, alpaca a 34500.
Ditos de merino, duas cores, a 44500.
Ditos de seda americana, duas cores a 04 e 114,'
mas podemos garantir que sao superiores. Ve-
[nhnm apreciar I.
i AI em destes artigos, outras fazendas que temos
grande deposito, mas que nao fazemos mencao
dellas, para nao messar nossos freguezes ; mas
que achar se-nao patentes a vista dos comprado-
res. :
E' 0 barateiro quem convida a Ufa experien-
cia I
A' rua 1. de Mar^o n. 1.
(\ntipi do CrM'wpo)
Agostinhn Ferreira da Silva Leal & C.
nm sobrado em caixao e uma casa terrea, sito a
rua da Solelade ns. 2 e 4 : a iralar na mesma
rua n. 54, das 3 as 6 da tarde.

dasfi
azoiiuasiHias
I.
7 A
lordi-
jti
B6a aequisi(jao
Vende-se um sobrado >ito no p.teo da Se, em
Olioda, edilicado em chao proprio, com grandes
accomrriodacSes parai tiumerosa familia, reedifl-
cado pintado-de novo, com belli-sima 'vista
Biuito.frenyj e com1 de Pedro II n. 6,. I Aiandar.
v.
..jl
Ifi
Veade-jte-.p^s de.sapous dn.optima qualidade
na rua do H spicio n. 75.
h.
Lii'-I
m
.*..
paragaz
Na grande exposicao da rna do imperador n.
35, junto ao escriptiio da companhiado^gaz, vqn-
dem-seos mais bonitos e modernosJnstres e aran-
delas da vidro. para gaz, a-sim epmo tdo o ais
3ue se torna necessano para esae< fim, .sendo tudo
os melbores fabricantes qu- ha pa inglftterra, fls
precos sao mais baratos do que em nulra goalquar
parte, ecom a vantagem o.ue 6 o dono do estaba-
j lecimento maodar assentar os lu>tres. ou ,arande-
I las oo lugar que o comprador quizer, sem qua Para
is-o pague alguma cousa. Tambem se compra ou
i troca se lustres e arandelas ja usadas. mas que
eslejam em estado de p.der servir.____________
Pentes girafe.
Pentes girafe, propOos para.aenboi a, ( uttirnp
moda) : a Magnolia arua Duque de,Cax as n. 'iB
e so quem tem.
Papai, mamai.
Como so lindasas bonecas de cera que char
mam papai, mamai, choram, andam, etc. Son*
Magnolia a >ua Duqae.de. Caxias, n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magui.lia, a rua Duque-do Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de lindi>.-imos modelos,
Eroprlas para passaros ; a ell is antf s que -se apa?
em.______________
"Cabriolet a venda.
Vende se um cabriolet.-de duas rqdas -e.am
j Parde airpios, tudo.em t ojp estado :.alyei,,l
.da Imperatriz n.5^que acbara com qqem,jU,a;
A. Bl'iH\IvS
Este importance medicamento qne acaba de ser |
reconheeido pelos dislinetos Drs Zalloni e Paras-1 Na rua do Vigario n. 19, vende-se o seguinte !
cheyas como um verdadeiro espe ilico conira a Cimeoto de Portland em primeira mio.
phtysiea, segundoj*0*3*3" ros de casos por elles experimentados, como se v$ I dehdu*ia.
na sessao da academia de Paris de 24 de marco Dito em barris e .aneoratas.
Vejidc se uma colbc<;ao do CAItAPXICEI-
RO, periodico critico, satyrico,;jocoso e
moral, escriptp polo frllecido padre'Miguel
,dd .S. J.opes Oarna ; a pessoa que,. quizer
comprar dirij*:se ao 2." andar desta.typo-
graphia, do raanha ate 9 horas, e das 3 da
tarde em diante-___________________________
f 1HDE-SE
a taverna sita a ma
muito afreguezada
Rosario ni 40.
do Barao da Victoria a. 61,
a tratar na rua estreita do
E' economico.
j Graxa glyceriea pn-pria para a conservacao do
, cordovao; v nde a NOVA ESPERANCA, arua Du-;
I qne de'Caxia3 p. 63.______________________^ !
AON. 9.
No armazem da trombeta da fama commercial,
triopateo do Carmo, vende se manteiga inuleza
jflor a 14 t a 14200 a libra, e fr nceza a 800 e
. 760 rs. libra ; bem como cootinua a ter um
bom i-ortimento para qua!.pier chefe de familia
(azer sua dispensa, quer seja da praca ou do
zoaiti^_____________________________________
Pechincha.
I Vende se am pi-no armario. com excellentes
' vozes e de poucd usO : oa rua larga do Rosario
| n. 16, primeiro andar.
Grande pechincha.
Cortes de gorgerito de seda
para collate a '** e ehapt'os
Vende-se cortes de gorgnrao de seda de cotes
para cdlete, pelo baratissimo pre^o de 24 e cha-
peos de sol de seda i or 84 : quem duvidar ve-
flha ver e comprar, na rua do Duque de Caxias
' a:'88; loja de'Demetrio B-stos._________________.
Azeite de peixe
No trapiehe.DaBias, no Forte do Mattos. junto a
companbta pernambucana, vende-se azeite de pei
xe em barrisa 14500 o galao._________________
Kuf Primeiro dft Marco
HE
Oordeiro Simoes dtC.
!- khu u(i.a das easts 'jue buie pode.cum pi".
jzia offerecer aos seus freguezes. um variadissi-
aidaortifnento de fazendas flnas para grande toi-
eile, e bem assim para uso ordinario de todas as
lasses, e por precos vafridjoaM, das quaesfax um
iequeno resumo.
Mandam fazendas as casas dos pretendenles,
>ara o que tem pessoal uecessario, e dao amostras
oi'diante penhor.
Cortes de seda de liudai* cores.
irosdenaples de Uxlas as c6res.
jorgurio branco, lizo, de listras, preto, etc
Setim Macao, preto e de ciiresT
Srusdenaples preto.
Velludo preto.
iranadine de seda, preta etde cores.
Popelinas de lindos padroes.
Filo de seda, branco e preto.
"Mcas basquinas de seda.
'Iisacos do merino de cores, la, etc."
ilantas brasileiras.
Coites com eambraia branca .com li
llicas capellas e manias para noiva*.
ttiquissimo sortimento de las coin ..;ra de
da.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, brancas, lizas bo. ;..-
Nanzuques de lindos padroes.
Baptistas, padroes deiicados.
Percal:r:>a daquadros, pretos e htancos, ).-".'
tc, etc.
Brins de linho de cor, prouiioa para veeti&,
ui:n barra e listras.
Ricbs cortes de vestido de linho. c *ile.~ c...
oesma cor, ultima mod^
Ditos de cambraia de cere:.
Fustao de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camrsaa bordadas para sebtwras,'de linbo ea.-
lodao.
Sortimento de luvas t'a verdadeira Ubrica ie
uvin, par" homc-ns e senhoias.
v'estua"-1 para mental'*.
fifc>? para baptizado.
rtpeo>. para euo.
foainas e gnardanapo> adama-caiios de n it>
r.ua:a mesa.
Delias dc la.
Cortinados bordait' s.
(ininde sortimento de eaatisas de lir.ho, lizas e
ordadas, para homens.
sleias de ci.res para bomens, meninos e meni
i>.
Oitas escoceza*.
Coron'sto Sot-tfmeab) de chapeos de sol par* bo
aect a seanorss.
Merino de cores pra vesjpoa.
r>iio preto, trancado e <*re)' de verar.
''rtlhado de uho e algodao para to
Atoaibado pardo.
Oamaseo de la.
Brins de linho, brauco de cores e proto.
- Setjm de lindas cores com listras. ,
Chafes de merind de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Dilos de seda preta e de cores. <
Ditos de touquim.
Camisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
!erulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras a cods
Lencos lordados e de labyrintho.
Colcl.uS de crochet.
'Tarlataoa de todas as cores.
Hicos cortes de vestidos de tarlatana bordad
para cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, (iddas cores.
Ueias de seda para sedhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e la para senhi^ras.
Rko sortimento de leques de madreperolas e
iss o.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Cbitas, madapolao panno fino preto e azul, co!-
arinhos,punhos deiinbo o algodao, gravatas, h-
'ai de ii.j de Escossia, 'apetes de todos os tarca-
thos, boisas de viagem, peitos bordado- para h: -
nen, lencos de liniio branco e dc cores, toalbas-
(oardanapos. etc., etc.
Para o fabrico de chapeos
A-NOVA ESPEfljANGA recebeu o aramc proprk)
para.arm.agao da chapeos.___________________
'Para concertar meias
A NOVAESPERANCA, a rqa Duque de Caxias
' &3,reeebett aesta, riecessaria linha.
Fusio branco para roupa da meninos a g0 r>.
o covado; e peohiachi : na rua da Graspo, n.
v30 lojai dot GuiNMartoi: k C.
do corrente anno, enconira-se unicamente no
Deposito da jtbarmauia e irogaria
de
Bartholomeu A C.
N. 34 Rua larga do' R..fari6 N. 34
Vejain e admirem.
A AOO rs. o eovado.
0 barat'-iro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com I stras asseti-
nadas pelo baratissimo pre^o de 500 rs. 0
covado. para scabar.
Dito Sherry ingles em eaixas de duzia.
Dito Coliares em aocoretas.
Cera em vajas de Liboa.
DiU em.nrume d>.|>bpa._____________________
Vende-se
uma casa na villa de Barreiros, oa rua do Com-
mercio, por preco modico : a tratar com lasso
Irmaos & C.
roveitem
P
ii
Al^encSo.
Apr,oyei.teui a.ptes que se acabem,.popel ^s de li-
nho, padrdes modetnos, peo b'aratSs-Blnu pr^o
de 400 re. o covaoo : quem duvidar, venh* ver
cmWHT.: na rua.Doqtjeda Cajcias o..88,.-loja i:d
aemetrfo.Piaiy.________________
Lustres, canteos e
arandeHas.
A empreza do gaz, ten do recebidb ul timamente
uma quantidade de lustres, candieiros, arafldellas,
globos etc. etc.; tudo oora de gosto e d prxuawa
qualidade ; acha.secm poaioao d i-apprir a seus
freguezi-s,.por .precos men res do que awtigamen-
te. Para verem as amostras, dinjam-se a rua do
Imperador n. 31.
Or PARIS N'AUERICA, a rua Duque de Caxias
D- 50. primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
Segniot'S precos:
Retinas de duraque para senhora a 3.B00 reis.
Dils de dito prelo a 4,000 reis.
Ditas de dito cuzahptdes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas. gaspeadas, cana alto, para senhora, a
8,000**8
' Ditas de pellica, ingleza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a'
* Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 34-
Em quaoto 6 tempo
I
]
aproveitem.
Asunicas verdadeiras
.-Riehas fiaiobuxRuezas qne vem a este marcado
?a rut VJo Hardnax deolmda ".81
Para senhoras
.Como sao.lindas-e modernas as gravatinhas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de roeebfif I
Apparelhos para ba-
nhos,
Os immensos beneficios ol tidos na
cura de variadissimas mo!- ';. cm o
emprego raci oal da agua fr a, torn fei-
to inventar apparelhos, que torn in facil
e ao mesmo tempo util a applic.i< <- 'os-
te meio as pessoas, qne per 'jualquer
circumstancia nao podem freqiientar os
estabelecimentos apropiiados p ra tal
lim.
A pharmacza central tem exposto a
venda os! apparelhos que sao hoje repu-
tados na Europa como superiores, e qne
ser viodo para os usos medics, podem
igualmente servir part banhos de lim-
peza e de prazer, porqne funccionam
com pouca* agua e em pequeno espaco.
Com taes apparelhos pode-se tomar
banhos em ducaes de cbuviscos, em co-
lomna ascendente ou descendente, ge-
raes, ou parciaes.
. ',0 mesmo estabelecimento tern para
verider apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com snbstancias
medieinaes, e' pequenos apparelhos de
immensa pressao para os choques locaes
* por meio da agua fria.
rr
Iva pura.
*naaH a 1^500 o eo*v do.
Venham antes qoe e acabem : nk leja do Passo
lijuaal- de#af 68 Rua Dnqne'de Caxia-s 53
Augosto Porto recebeu novo sortimento de lrh-
dos eoqttes de trtnea, ^intos de eoruo com fivellas
de' metal, |egats.gravatas de n\m decrjr e ds
goigorao preto com Dbothoprapnias, a superiores
popelinas qua esla vendendo a 14 o eovado.
SfW'l*-"
p*i"" ;;i

Vinho vwrde de Amaraute, especial, vendem Po-
eas & C, a rua tsireiu do Rosario n. 9, junto a
Vende-se um negro de meia idade, eosiotiei o __:_____________________________________
por barato preco : a tratar & roa do Barao da' Vade-se am *aoa-ao*> ie Hera: a rua lar
ictoria o. 22. ga do Rosario n. 26.
Vende-se ou trca-*e por vaccas parida*, um
grande e elegante jumento, proprio para tor ra-
ja, cbegado agora da Europa: a tratar na rua
Imperial n. 166. de manhl it 7 horas, de tar-
? das em dunie. _________^^^
Vends se um exeeRente piano inglez, novo e
por prevn commodo : na fregueita dos Afofados,
lua Diretu n. 84.
0 43 ^tiejmado 0 43
JLuEiobne verdadeiras.
4 200 rs. o covado
Todos se admiram It
Laiumas verdadeiras evm lindiuimos padroes
a 200 rs. o covado ; e fazenda de 400 rs. : apro-
v'eile'm qne e pechinch. 0 43 convida as Exroa>.
amilias para mandarem busear as amostras.
Rua da Qiielmado.
Boa acquisicao.
Vena se nraa eteeHente be n constrnida ca-
. M, oom 3 oortat de fceotaj oa commalos para
frcgoezia dos Atotdos, graode famUia,,Bjqado .Padre'Ftoriaoo d. :
uatai na rua it tS. Jorge n. o.


Diario de Pernambuco Quinta feira 3 de Setembro de 1874.

* SSEMBLEA CE1AL
CAMARA DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(ContinuagAo).
0 direito do voto estd no mnsmo caso.
Art imI't politico, ao poder oxecutivo com-
p^t r-i;cl>T o voto do ci la lao, mas da h-
bilil-gA ou inhabilitagao 'o cidadAo para
ex-r e- g suffr3gio riSo po 1 i conh* :er se-
ns > p'l -r ju lieiari i, pois d'ahi pode
r-solur u na nstrierao lci liberdade do in-
divi In
I* rt it- a habilitagAo ou inhabilitagao
p-din-a io inlividu) compete exclusiva-
m lit- a i poder ju lioiario
N-> u-ksi paiz essas lingoes an lam rauitu
bar din I**, muito confuses, e tanto assim
qu- lg> lepois da revolugAo do 1831 esta
ca nn i>iiz arrogarse o direko do excluir
du s ii >"i, represontantes da nagAo, soi
pri-tX'i ifl terem per lido a qualida le de
ci la a .s brasileiros. Nan ba muilo tempo
vi nn. i governo exautorar do cidadAo bra-
sil-ir > um official rio-grandenso, o coronal
Fi i-l>s. s me nAo enganj, pelo facto do
Servir .1 u n governo ostrangeiro. Eites
ex mptm sao porignsissimos; arma.-n- s as
fai-goo politica; ns mimsterios do direito
d>- t-x Hitirarem urn cididAo brasuWo a
pr t-xto snpponhamos, du teraeeitalo uma
Con <'v iragAo estrangeira.
E' preciso quo estes direitos politicos do
sua mtor.-za tao importantes estejam sob a
egi I" In poder judicial f apoiados), a quoin
a iMiistiiU'i'a a incumbiode velar in guard*
da iiHin ludida-le do cidadA >. (Apoiados).
A-sim, senhores, reconhecida a compa-
trtiicia manifests do poler ju licial para le-
ciiir da liabilitagAo e inhabilitagAo do ci
daria >, a questao da qualificagAo simplifiea-
sc inteir imente.
0 ci I wan quo deseja exercer o sou di
reit > vi ao tribunal para fazer se reconhe-
cer -ida iao votante, co no vai para se faz r
rec de r", etc
i' inn direito para o qual ello p>-de a
San ga bgal ; obtido o seu reconliecimento
p -Io p 11 r ^ompetente, ven entao ao poder
p htico, nao pedir, masexigira sua iocIu
des o despezas para fazerem qualificar os 'restaurac,Ao, proceda francamente, reforme-
seus votantes em cada anno de eleigAo. J so a constituigAo : proponhamo os liberaes a
sa na lista dos cidadAos activos a quern
pprt-nc- oexercicioda sobersnia.
EntAo, senhores.o quo sechama propria
m^nie qual ticagao nio c mis do que un
3cto 'le imtario. o um registro ondo so fa.
z* ii in-i rever to Jos os cidadaos reconheci-
d >s pel p ider judicitrio, registro quo dove
cstar soli a vi^ilancia da autoridad-para cvi-
tir ns Isiticaroos, como estflo oi livros d.)
potts il- que depende a propriedade, a for-
tuna o imtas vezes a honra o seguraoca das
familias (Apoiados.)
Eiit-n lia por conseguinto que o melhor
j;v-t.'oia de qualificagao eo mais simples se-
Tia pst Uma ac^So sunmaria para quo
0 inliviluo se babilitasse cidadSo ativo
co n i so babilita para os actos da vida ci-
vil. Ob 'ida a sentenga, se apreseotaria a
u na junta parochial que desompenhasi o
noLoria Io politico e exigiria sua inscrip-
^Aci; s- li-ntro de n dias a junta nao o ins*
crovo; do codia i cri niaal. [Aparies.)
Esse pr Suminarissimo e intentado pelo cidadao
cnutra junta, a qual por sua organisao.io
r*prispi 'aria os dons parlidos.
0 Sr,. Alves dos Santos : Mas se o see-
ptirism g-ral fizer co.n qua a maior pare
dos oi ': IA s na > goze desla regal a ?
(> Sr. J. DE Alencar : P6dem-s- oppdr
a i-tn iis razSes: a la d a quo anaba d"
figurar < nobre deputalo, do in liUVeniis-
ID", ou $ Kpticismo goral ; 3 a 2a e a ditfi-
cul la I- que parace crcar-sc! ao cidadao po-
bre par i n exerci^io de seu direito.
0 Sk. \lvi;sdos Santos : Para isso ha-
riam drt ramigosque os auxilias emquan-
to .is di;pozas.
0 >r J. de Alencar:V..u respondor
co-no finder is suas objecQoes.
Quant) a" primeira, enlendo, senhores,
qu na e possivel cducar-se um povo no
sy-tpma n-present tivo. no regimen d liber-
da le por meio da tntf 11a. Nao comprehen-
do essHS direitos que se transfonnam em
onus qu s deixam de ser direitos e tornam-sc
iinjxisiri. >s.
.Id p-n vexes e ato como ministro mo de-
clxrei c oitra essa fatal dontrina, e por is-o
hei do i io oppor ,i multn que se prutende
impor a votante. ( Apoiados.)
Nn r> atorio da reparticAo da justiga que
aprospni i em 1868, disse que attribuia o
doscredii ) do jury a uma circumstance, den
bnverom tornado um sacificio o oneroso,
acaban l > assim com u estimulo do civismo.
E' iit'i i-saiioquo o cidadio so compenetrc
da sua d gnidada io membra do uma nacAo
livre. (A toiados.)
So ins' tirmos nessa mania de tutellar cons-
tini- in- te o cidadao ; so o quizermos levar
por f -re; quo real
Dal, ap'
pecto ii '
licii inti
em mini
voncivol A prova a tonai nobro deputado
nas elei
multKS ;
do votar
Uma V)z: Nao sao
(tla nirros apartes.)
0 Sr. 4. de Ai.encar : Por isso mes
mo qu>- Ao impopulares. Eu excluo iutei-
raiaent- i rpgistro cx-offkio; mas os chi-fos
do narlid )s p6 lem mover os seus correligio-
na i is e )bter dolles a pro:urQao para o.-.
qualifier ;m. Nao admiito tambem a ex-
clusao ci-ol/icio ; incumbitido e>la aos par
tilt; quM devem liscslisar os trabalhos da
ju.t'.
Uma Voz : Fico satisfoito com esta ex-
plicai.ao.
0 Sr. J. ie Alencar : Ha ainda uma
OUtra r,i'3o.
Ir ita--e de imprimir eflergia, actividade
e (iitlinsiasmo is eleigoes. Nao se pode
facer i-i. senao por este meio.
Deixcmos quo os tibios e indifferentes a-
bandonem as urnaseconcorram unicamente
aqneties quo so compenetram de seus di-
ri'itos.
0 Sr Pinheiro GutmaRaeS : -r Na elei-
S&o duvcta isto daria um resultado admi-
ruvel.
0 Sr. J de Alencar : Quanto A ou-
tra nbj ^Ao, nAo na duvida que difficulta-
1 in po ico a habilitacAo do cidadAo ; rnas
esto iuu-i. venientee compensado largamente
p-la garaitia que se da" ao Jireito, uma vez
ailqtiindn. Actualmente o> chefes de par-
ti nas localidades tdm grrnds diflirulda-
Dosde o momento em que a habilitacAo reforma da constituigao a qual combaterei
do cidadAo tiver o cunho da estabilidade e comtolo o esforco, porqua enUsndo que 6
prmanencia, nAo ha mais esto inconveni- necessario um tra^o de separa^Ao entre oj
ente. dous partidos, entre o partido liberal e o
Por conseguint", a maior dilliculdide que conservador.
encontra o votante em se fazer qualificar 6 0 partido onservalor deve ter em mira
enmponsada pela garantia que dahi Ihe re- defender a constituigAo, emquanto e'la pu-
sulta. 'der prostar uma sommade beneficios que
Nuste systemn nAo serAo mais as quali- compmse largimpnte os seus pequenos de-
ficai.oes perturb id is pelas influencias locaes. feitos ; ao partido liberal ao contrario con-
Ha do haver injusticas ; nAo e possivel vem quo marche na vanguarda, que inicie
encontrar magistridos rectos e imparciaes noras iddis as quaes o partido conservador
para todas as localidi Ips; mas essas trope- esti na obrigac,Ao de resistir para as sazonar,
basques- din actualmente julgo impossi- amadurecer e radicar na opiniao publica.
vel quo c intinuom 0 livro do registro es- Vem aqui a proposito citar aquella expres
tarA lobaixo das vistas mmediatas de uma sSo de que usou um publicista inglez': junta parooqial, a qual eu me contentaria o partido liberal ea vela e o partido con-
que fi>se cump 'St -le tres membros, per- servador o lastro.
tencen 11 um dellos d minoria. > Estou cia as ideas do meu partido, de-
Doslo quo 20 cidadAos tivessem suspei- fendo a cons'.iurgJo, emquanto entender que
ta do que esta livrn estava viciado, reque- ella in sua maxima parte satisfaz As nos-
rerion aojiiizde-lire to oseu exame, e pro- sas aspiraeOes e corresponde ;i civ bsagao
^oder se hia na forma da loi Penso que brasileira.
nAo ha meio mais simples o mais exequivel NAo acuo queseja ridicuio este receio que
para chegirmos dqui-lles re ultados que to- manifestam oj conservadores a respeito de
los desejamos, do um* qualilicai^Ao verda- uma reforma precipitada da c mshtuicAo ;
deira e isenta quanto e possivel de 1'alsilica- temos o exemplo em nssa propria historia.
edes. Ain la lembrr-i u na condigao que Quanlo votou-se o acto addicionil, aquel-
seria o complomento deste processo do qua- los que estudam o passado sabom que as
lificieio. instituigdes correrara serio perigo ; e que a
To los os paizes que tc n legislado sobro reforma constitucional excedeu de muito aos
esta materii nfastan-se em minha opiuiao limtes da lei que convocou a c mstituinte
de um principio cuja verdade nAo se pode e as vistas do sque provocaram essa re-
cont<;star. i forma.
0 ens >, senhores. ou alto ou baixo, qual-1 Estou convneido de que se soconvocasse
quer euodici pOeuoUria emfim, tern a sua nova constituinte agora assim como alguns
razA de ser, na > no absurdo de que o di-'desejariam a reforma no sentido da eleiijAo
nheiro ilo ao votante um maior direito do directa, oulros exigiriam a separagAo da i-
que torn outro que nao se ache nessa condi- greja do Estado, outros a extincgAo do po-
(jlo do fortuna, masse na presumpcao do der modnra 1or, sem fallar de taotas ideas
|ue certa edneaeAo, certa decencia no tra- que havian de vir A tela da discussAo rocla
to dA an in lividu i elevacto de vista, de es- mar a sua instanto realisacAo.
pirito que o habilita a escolher, ou o olei- NAo quer isto dizer que o receio que de-
tor ou u deputa l<>. vemos tod is nutrir a respai'o do uma cons-
A n-nli nao e senao uma presumpQ*o :'tituinte seja razAo para demover-nos de re~
assim nAo e logicn que o individuo que former a constituicAo, quando a neees-idade
uma vez teve a renda precisa, e que por for evideute e se mauifestar por todos os
tan to adquirio a presump^io legal de quejnieiose orgAos da opiniao.
pflo seu regim-n l. e pelas ralagoes! Senhores, o nobre deputado pelo Geard,
lente 6, o gao da snberama nacio-
sentar-se-ln ao cidadao sob um as-
wso. (Apoiados.) Serd um sacri
'.crave!; e dessa tutella e que nasce
x opiniao um iudifferentismo in-
A .
oes municipaes, on le apezar das
in io uumero de cidadAos deixam
multas realisadas.
com certas cl-sses ilbistra las adquirio a ca-
paci la l para vo ar, perca o direito pelo
facto de tr sido infuliz em alguma opera-
Qa-i mercautil quo o pr.vou ile recursos-
Pep/i 1 conga d camara, apszar de a ter jd
fatigalo muito (nAo apuados) para ler al-
guoias palavras de lord brougham, neste
sentido :
t Outra grande incoherencia dessa qua-
liticagao e que, aceitan lo a unicamente co-
mo um attesiado de respeitabilidade, na sua
applicagao esqupcei* esse principio, e con-
siu-raua propri dade como uma condigao
erigida por si mosma. A nao ser assim por-
que exhjiriamos que o votante permanega
investido dessa propriedade ? Se a posse
Io certos meios pecuniarios em qualquer
tempo mostra que o votante pertence a
uma classo revestida da franqueza eleitoral ;
deve acaso a parda desses meios pecuniarios
degra la lo a uma cl-isse inferior e torna-lo
menos capaz este anno do que era no ante-
rior ? Sua industria, continencia, comedi-
ment) e sens.it-z foram-se com o dinheiro?
Emfim sole corerentes, e admitti que o vo-
tante que uma vez so .nostrou capaz, deve
ser co no tal reconhecido sempre. A regra
para ter coherencia deve ser : no votante
uma vez, votante sempre.
Fnltam-me apanas algumas breves consi-
leragoes a respeito das condigoes do votan-
te. Quanto ds pragas do pret, parece me
que nao calaram no animo de alguns dos
nobres deputados as-razoes com quejusti-
liquoi esta exclusAo ; mas ella e clarissima
m constituicAo.
A consiituigio disp6e, art. 92 que s6 p6-
lem votar os cidadAos brasileiros que estao
n gozo de seus direitos politicos.
As pragas de pret, quo constituent a for-
ga armala. a qual, segunlo a constituigAo,
art. Ii7, e essencialmente obediente, nAo
estao no goz > de todos os seus direitos po-
liticos.
Um direito politico, dos qua se acba n
garautido* no art. 179, 6 poder o ciiadao
sabir livreraente do imperio, e as pragas
de pret nao so nao pddem sahir como nem
podem circular dciitro do imperio sendo
por ordem superior. Tambem entram na
class j dos direitos politicos o exercicio dos
cargos politicos, a imprensa, a petigao. etc.,
e desde que esses actos nAo sAo permitti-
dos ds pragas de prot, nao estao ellas no go-
zo de seus dire tos politicos, o que e a pri
raeira condigao exigida para o exercicio
do voto ; por conseguite nao podemos ter o
menor escrupulo em mant r essa disposigAo.
Nao penso da rnesma rnaneira a respeito
da renda ; enten lo que devemos derogar
a disposigAo inutil da lei de 19 de agosto,
que nAo serve seuAo para desmoralisar a
constituigao ; porque, senhores, se quern
nAo ginha 2003 de renda e" considerado
mendigo. nao corecemos de duplicar a ren-
da da con tituigAo para obter esse resulta-
do ; visto que s6 o mendigo, s6 aquelle que
nao tiver occupagao, serd excluido como
e actualmente. Conve"ip, pois, que restau-
rrmos a lettra e espirito da con'tituigAo.
Aproveilarei esta occasiAo para responder
ao nobre deputado p*lo Rio-Grande do Sul,
o Sr. Brusque, cuja palavra eloquente vi ao
servigo de uma causa ingrata.
S. Exc. pretendeu demonstrar que ele-
vando o censo a 40''J>, longe de contrariar-
mos o espirito da constituigao, ao contrario
nosconformavamos com ella, porque 400$
de hoje correspondent a 1008 do tempo em
que foi promulgada a constituigAo, creio
que foi este o pensamento do nobre depu-
tado.
A constituigAo nAo podia deixar de pre-
que em uma das ultimas sessOes a*q'Ui levan-
tou-se como de Nuno Alves Pereira e disse
Gamdes :
.......iradoe nAo facundo,
Ameagando a terra, o mar e o mundo.
o nobro deputado por minba povincia cod-
testou-me dcerca de umn opiniao por mim
emittida sobre renda liquida.
Pretende S. Exc. que a renda liquida e
aquella que tica depois dos gastos da pro-
ducgAo.
Um Sr. Deputado:Esta doutrina estd
no projecto do Sr. ministro do imperio.
Vozes :NAo estd.
0 Sr. J. de Alencar :Nao a vi. Mas
esta nogAo e sA e exacta ; d axioma de eco-
nomia politica desde JoAo Baptista Say.
NAo e porem admissivel a applicagAo que
della fez o nobre deputado pelo Ceard dcer-
ca do salario.
S. Exc, para firmar sua applicagAo, trou-
xen-os aqui um compendio, o que nAo acho
proprio, porque isto 6 um parlamento, e nAo
uma academia. (Apoiados.) Aqui todos
nos conhecemos ou se presume que conhe-
cemos as nogd's da sciencia economica.
Alem disso, senhores, o nobre deputado
invocou um escripto em que se pretende re-
duzir a renda a um algarismo tixo, a uma
propprgAo invariavel; quando ao contrario
todos sabem qua nada ha mais incerto do
que a renda, porque nao ba nada mais va-
riavel quo o phenomeno da producgAo, ea
renda nAo e senAo o resultado desse pheno-
meno. Um 1:000/5 pode render 509 e nAo
render cousa alguma.
Pretender que a subsistencia do homem
seja um gasto de producgAo a descontar em
seu proprio salario e desconhecer as nogdes
econoniicas, porque a subsistencia do indi-
viduo nao e exigida pelo trabalho, mas sim
pelo facto de viver (apoiados) ; e gastos de
proilucgAoJsAo aquellas despezas que ou sAo
exigidas pela producgAo ou resultado della,
despezas que a prolucgao determina.
Como exemplo das primeiras temos a ma-
teria prima, os utensilios, sem es quaes o
operario nAo pode obter o salario; como
exemplo das segundas temos o deteriora-
mento dos utensilios e o deterioramento das
forgas naturaes*
0 Sr. Eunapio Deir6 :E o salario nAo
entra ?
0 Sr. J. de Alencar :Perdde-me V.
Exc. ; o salario e a renda : fallo dos gastos
da producgAo. 0 salario entra como gas-
tos de producgAo do empreiteiro (apoiados)
que aluga o operario ; mas nAo e gasto de
producgAo para o operario, pois, represen-
ta a sua propria producgAo.-
Isto demoostra-se claramente doseguinte
modo : supponhamos um individuo possui-
dor de uma casa que dd-lhe de renda
2005? ; nAo tern outra renda. Ninguem con-
testard que essa renda seja liquida, porque
della so nAo descontou a subsistencia desse
individuo ?
0 Sr. Carlos da Luz :0 projecto assim
o manda fazer.
0 Sr. J. de Alencar :Mas o nobre
deputado por minha provincia gosta do ar-
gumento de autoridades; nAo discute; jd que
o nobre deputado nAo quiz aceitar a minha,
no que hoje acho-Ibe toda razAo, vou citar-
lhe duas autoridades cujo peso nAo pode
contestar.
A pri raeira 6 do Sr. Euzebio de Queiroz.
0 trecho d longo ; nAo o lerei todo, mas o
quanto baste ao meu intento.
0 Sr. conselheiro Euzebio de Queiroz,
disse no senado a 17 da julhode 1851:
Assim Sr. presideote, a constituigAo ten-
do de resolver essas questdes sobre que os
ver um phenomeno tAo natural, qual e o publicistas muito discordant, de suffragio
universal ou censitario, em uma palavra da
preponderancia do elemento aristocratico ou
democratico, se decidio pelo elemento de-
mocratico na sua maior force de expressao,
o su&agio universal. Quiz que todo o ci-
dadAo brasileiro'pelo facto de o ser, e com
a Unica excepcAe de ser criado de servir ou
mendigo, tiresse direito de concorrer com
seu voto nas eleigoes primarias, porque a
par de alguns inconvenientes quo se possam
notar, 6 incontestavel a rantagem de interes-
sar todos os cidadAos brasileiros na raanu-
, taugio das instituigoes, etc.
da variagAo da moeda, phenomono este que
se pro luz por qualquer accidente no mo-
vimento commercial da uma praga, e que
nem ao menos perdura por um certo prazo.
Por conseguinte a cousMtuigAo nAo marcaria
uma taxa se nAo tivesse em mente que,
apezar da variagAo da moeda, esta taxa ha-
via de permanecer como disposigAo consti-
tucmnal?
Na praga^do Rio de Janeiro, primeira pra-
ga commercial do imperio, o valor da moe-
da varia de um dia para outro: acompa-
nha as o cillagO-s do cambio, NAo posso
pois confurraar-me com a opiniAo do "nobre
deput.do. fcntendo que S. Exc,para restau-
rar o que julga ser o espirito da constitui-
gao, nAo deve propdr a alteragAo da dispo-
sigAo constitucional, mas sim b r -iniragAo'compruhende nos termos da lei constitucio
do padrSo monetario ; da mod.. ...o a ;noe- nal osquo possuem 100J de renda, algaris-
da volte a lero mosmo valocqua tinha ao'mo quo a lei de 1846 traduzio por 200-7.
tempo da -nroraulgaguo da constiiuicAo. Se Eis d primeira vista uma condigao censita-
isto 6 diffiort, so ns circums'ancias econo-' ria ;Jmas esta condigAo que nAo corresponde
micas oppoem um obica :nvenuvei d esta nem d metade do turmo medic dossalarios
A segunda autoridade e a do Sr. viscon-
de de Inhomerim. Diz S. Exc. no seu dis-
curso de 47 de fevereiro do 1373 : 0
direito eleitoral no primeiro grdo de eleigAo
e que apenas represents o indispensavel para
satisfagAo restricts das primeiras nftsessTda-
des da existencia. essi condigAo possue-a o
mendigo, possue-a o ente ma s miseravel da
sociedade. Basta o simples facto de viver,
de occupar um lugar debaixo do sol, para
constituirem favor de qualquer individuo a
presumpgAo de que resume a clausula legal
para exercer o voto eleitoral. Essa restne-
gAo, portanto, e puramente nxuinal. e
como se nio exis'.isse ; a realidade i o suf-
fragio universal, salvo os ai tilicios fraudu-
lentos das quilificagoe;.
OSr visconle de Inhomerim e* econo-
nomisti ; se elle ennsidera a renda do 200JJ
como condigAo quo possue qualquer traba-
Ihador, qualquer mendigo, de certo nAo lhe
desconta como gastos de producgSo a sub-
sistencia do proprio individuo e da fa-
milia
(Ha di versos apartes.)
0 Sr. Eufrasio Correia :Para saber
o que e renda liquida tem de fazer-se tolas
essas doducgOes, soguudo os termos da cons-
tituigao.
0 Sit. J. de Alencar : Sr. presidente,
ainda uma ultima observagAo a esto res-
peito.
0 n-ibre deputado pela provincia do Rio
de Janeiro, daclarando o accordo em que
estava c im o partido liberal acerca da elei-
gAo directa, observou-que o unico trago de
separagao era a renda que posteriormente
sena delinida.
Admiro-me que o nobre deputado nSoa-
valiasso do alcance deste facto. Em mate-
ria eleitoral nAo ha maior contraste do que
eotre a eleigAo censitaria e a eleigAo do suf-
fragio universal ou directo ou indirecto; nao
ha dous systomas que estejam mais afastados
um do outro, que sejam mais oppostos.
Por consegninte, se o nobre deputado re-
serva-se para posteriormente, depois de ven-
cida a eleigAo directa, hypothese que espe-
ro se nAo ha do realisar; se guarda-se para
entao deltnir o trago de separagao, prevejo
que S. Exc. tem de.achar-se com seus allia-
dos de hoje em um antagonismo muito
maior do que aquelle em que actualmente
se acha jcomnosco.
Sa o nobro deputado conta no futuro
com essa antagonismo, porque nao auxilia
uma reforma no sentido da eleigAo indirec-
ta, que, se nAo satisfaz suas vistas, pelo
menos se aproxima mais deltas do que uma
reforma no sentido da eleigAo directa, co n
o suffragio universal, coino nos disse que
estava prompto a aceitar o nobre deputado
por Minas, e como o partido liberal ha de
ser obrigado a querer ?
Sr. presidente, o projecto content uma
formula que para mim e de rauita impor-
tancia, o titulo de qualificagAo. Est) titulo
tem 3 vantagens. A primeira e a prova da
identidade do votante : com elle o votante
exhibe-se o proprio ; attesta a sua identida-
de. Quebra-se por conseguinte a impo-
tencia das mesas; nAo se 5-poderd recusar
o voto ao cidadAo que se apresenta com o
titulo ; poder-se-ha averbal-o de falso por-
tador; e entao o seu voto serd tornado em
separado com o seu nome, afira de se veri-
ticar posteriormente a identidadejda pessoa.
A seguinte vantagem r acabar com as du-
plicatas, eue cancro fatal do oosso systema
eleitoral. (Apoiados.) Actualmente n3o
se pode evitar aduplicata. Em uma fregue-
zia onde estejam qualificados 1,000 votan-
tes, por exemplo, ambos os partidos arran-
i'am sua eleiga j ; jd nAo fallo das eleigoes a
ico de penna, mas de eleigoes reaes, cada
mesa augmeuta o numero dos cidadAos qua-
lificados, que comparocem e muitas vezes
nem terAo necesiidado de seraelhante frau-
de, porque as massas concorrerAo a uma e
outra urna. Vem esta duplicata d camara
e que dados torn ella para julgar da nulli-
dalo ou validade da uma dessas eleigoes?
NAo tem outras senao as justificagoes eiva-
das do espirito de partido, e nas quaes ser-
vem de testemunhas cs mos.nos qna foram
partes no pleito.
0 unico meio 6 verificar oude estd a ver-
dadeira maioria de cidadAos qualilicados
f da freguezia. 0 titulo de qualificagAo e.x-
hibe a prova authentica : rnas 6 indispensa-
vel para isso uma formalidade que nao ve-
jo no projecto ; lalvez espacasse, retiro-me
ao carimbo do titulo logo que o cidadAo
tenha votado. (Apoiados.) Com essa for-
malidade e o visto da mesa, o cidadAo re-
cebe a prova de ser votado, de maueira que,
se os vencidos forjarem uma duplicata, o
partido adverso podoria exhibir provas au-
thenticas da falsidade dessa eleigAo pelo nao
comparecimento da maioria dos cidadAos,
que houvessem concorrido d verdadeira e-
leigAo.
A terceira vantagem do titulo, e compo-
netrar-se o cidadao do seu direito. A pos-
se do titulo dd-lhe a consciencia da sua li-
berdade, reveste-o da diguidade de cidadAo
livre. Elle deixa deser faitura e instrumen-
to cabahsta que o fabrica votante ; consti-
tue-se o juiz e o arbitro entre as duas opi-
ntoes que disputam a sua adhesAo.
Sr. presidente, agradego a V. Exc. e aos
meus illustres collegas a fineza que mo fize-
ram acoenpanhando-me com sua benev)la
attengAo...
0 Sr. Leanorq Bezerka :A opposigao
ouvio a V. Exc. com muita attengAo. (Mui-
tos apoiados.)
OSr. J. de Alencar :...essa atten-
gAo e o maior e mais sincere applauso a
que podem aspirar aquelles que se dedicam
nesta tribuna ao servigo da causa poblica.
Vozes :E' dovido aos talentos de V.
Exc.
Outras vozes:Muito bem I muito
bemlj
(0 orador e" felicitado por muitos Srs. de-
putadosj
O Sr. Pinheiro GuimarJEes diz
que parao systema de governo que nos re-
ge, nAo se torna um a comedia ridicula e ex-
cessivamente, cara 6 necessario que exista
uma representagAo nacional livremente elei-
ta, independente do poder executive e que
tome parte activa na legislagAo, que do" a
ultima palavra, o a prioridade nos impostos,
na paz e na guerra.
Dd isto d lei eleitoral o caracter de lei
base, devendo por isso ser |cuidadosamente
feita
0 ministro, procurando reformar a que
tinbamos e qna era jd repellida pelos po-
prios que della mais se aproveitavam, pir-
tira intelizmeute de uma idea falsa e chega-
ra, portanto, uma consequencia erronea.
Lcndo sc o projecto, ve-se que o governo
acreditava ou fingia acroditar quo os nossos
males politicos e uleitoraes pruvinham da
acgAo esmagadora da maioria, quando todos
sabem quo esta entre nos so nAo faz sentir
inlerrogue-se qualquer cidadAo que pen-
se sobre as cousas publicas, e elle em syn-
these dird que a origem de viciigAo da elei-
gAo prove*m de fazer a corda os ministros e
de fazerem os ministros o parlamento.
Estranba o silencio da commissAo a res-
peito da eleigAo directa, que ha de trium-
phar da indirecta, que e um systema bas-
tardo.
Na sustentagAo deste principio faz uma
larga argumentai.A), responlendo pela or
dem chrOnologica aos oradores que o tem
atacado.
Argumentara o Sr. Alencar coin a juveni-
lidade da idea. 0 orador sustenta que ella
e tAo antiga que ate precede a nossa orga-
nisagAo politica.
Em apoio desta opiniao cita o parecer
de Joaquim Gongalves Ledo, apresentado
em 10 de junho de 1822, na sessAo do con-
selho de estado dos procuradores da pro-
vincia, presidido pelo principe, que foi de-
pois o 1." imporador do Brasil.
Nesta occasiAo ha via um gran ie susurro
na sala, mas f6ra do recinto. 0 presiden-
te pedio attengAo.
0 orador continuou observando que nAo
livera razA) o Sr. Alencar para dizer que
era uma idea nova para o paiz a eleigao di-
recta.
0 Sr. Martinho Csmpos disse em aparte
que a idea ha de triumphar, quer queiram,
quer nAo.
Cruzaram-so novos apartes. As provin-
cias do Sul, diziam alg imas vozes, nAo a-
ceitam como as do Norte quo o governo
Ihes imponha os deputados; outras contjs-
tavam esta assergAo.
0 Sr. Martinho Campos diz ainda que
para o triumpho da idea, se for preciso,
o paiz sahira mesrao da legalidade.
Acha mais inconstitucionalidade no pro-
jecto do governo do que na eleigA) directa,
e pir issose admira qua votem por elle os
que sefazem observadores restrictos da cons-
tituigAo.
Continuaodo grandes murmurios na sala,
) orador sentou-se, esperando que se resta-
bslecesse a ordem, de pois de pedir ao pre-
sidente, que fizesse manter a liberdade da
tribuna.
0 presidente chamou a attengAo dos de-
putados, que se achavam f6ra do recinto.
Disse entAo em aparte o Sr. Martinho Cam-
pos que convidasse o presidente os minis-
tros a entrar no recinto, porque eram elles
que arrebanhavam os deputados.
Houve um momento de hilaridade e o
socego restabeleceu se.
0 orador, proseguindo, entrou na ana-
lyse do principio da representagAo das ini-
norias. Ella nAo e constitucional, offerece
um grande inconventente e n relagAo d ca-
mara vitalicia.
Em outros paizes essa camara e da no
meagAo da cOrte ou e hereditaria. Entre
nos e formada pelos eleitos do povo, sujei-
tos d escolha da corfla. Com o methodo
ate hoje seguido ella escolha entre os tres e
mais votados. Pelo projecto entrant na lis-
ta um representante da minoria, podendo
assim a corOa escolher individuos, que nAo
a representem na maioria.
Passa depois o orador A outra accusagAo,
que e arrancar d eleigAo directa o voto a
quem jd o tinha.
NAo e procedente este argumentoj por-
quanto o orador aceita para eleitores os que
sAo votantes pala lei, mas nAo os que hoje
teem voto por abuso das mesas do qualifi-
cagAo.
Considera entAo o'volo. Segundo a con-
stituigao nAo o o direito natural, porque e
determinado pela renda.
Enteude que se nao p6dc appellar para o
que se ha feito ate hoje, porque nAo ha
censo. nea alto nem baixo e so ha o ca-
pricho das mesas qualificadoras.
Stuart Mill queria que o numero de vo-
tos se giaduasse pela intclligencia dos vo-
tantes Entre nos realisa so o contrario.
Os que votam seis e oito vezes sAo os menos
illust ados, os houens de infiraa posigAo,
para isso qualificados.
NAo quer o predominio unicamente do
numero.
0 numero so nor si e tao brutal
numero so por si e tao Drutal como
era a acha de annas do selvagem no tempo
do reinado da forga.
Os liberaes querem que votem os que pela
constituigAo teem o direito de votar.
E' preciso entretanto que se interprete a
constituigAo na parte relativa d exigencia
da renda liquida. Ora, sabendo-se pela
econoraia politica, que essa renda 6 o ex-
cesso da producgAo, deve na pratica deter-
nar se qual o quantum.
Dissera o Sr. Gomes de Castro que a con-
stituigAo nAo eraobscura a esse respeito.
Assegura o orador que o e.
Combate por altamente incoveniente o ar-
gumento que se tem apressutado da protec-
gAo dos poderosos aos fracos, no sentido de
se obterem os votos. Crea-sa assim a clien-
tela, que substitue os interesses da patria
pelos dos individuos, como succedeu em
Roma, que foi lovada d abjecgao de ser go-
vernada por Nero.
Entre nos nascera n dos mdos effeitos da
clientela ou aggregados, aue sAo o cancro
dos Iavradores.
Faz depois muitas consideragoes sobre o
voto uninominal, que ja estd raorto, e so-
bre o v)to incomplete que julga inconve-
niente por nao conservar a proporgAo para
poder darlugar ao triumpho da minoria so-
bre a maioria, como todo o systema eleito-
ral indirecto.
Concluio sustentando que o paiz quer a
eleigAo directa ; lembraudo ao governo que
nAo deve resistir d torrente da opiuiao para
nao excitar os auimos, que se vao exal-
tando.
O Sr. Abes dos Santos (Siguaes
de at.e.igAo) : Sr. 'presidente, nao me ani-
raaria a tomar parte no importante debate
da reforma eleitoral, para o que me falle-
cem as habilitagoes (nAo apoiados), e o ha-
bito da tribuna parlamentar, se nAo fora
impellido por um duplo dever,
Membro, embora obscure (nAo apoiados),
da illustrada maioria que sustenta o gabine-
te, eu devo txplicaros motivos porque nAo
aceito o projecto em discussAo. Adepto de-
dicado da eieigao directa censitaria e da
verdade do systema representativo, nAo pos-
so abster me de pugoar pela victoria destas
ide'as, que vejo ora em questAo.
Lamento, Sr. presidente, quo, depois de
tAo i.rillianto discussAo, dupois do terem
enunciado suas ideas, algumas das mais ele-
vadas intelligeucias, que ornam esta casa,
tenha o obscuro neophito da tribuna de di-
rigir-vos a palavra, tomanlo por momentos
vossa prectosa attengAo; porem, senhores,
os motives quo dvi servirao de escusa e eoo-
tarei cartameutu com a vossa generosidado
e benevoloncia para desculpardes a minba
ousadia.
Sr. presidente, a questAo da reforma elei-
toral nao c hoje uma questiJ do partido no
Brasil: ella e desejada por todos os politi-
cos. (Apoiados.)
Jd o governo, nas fallas do throoo repeti-
das vezes, jd os membros importantes dos
partidos conservador e liberal, ja a impren-
sa toda do paiz, senhores, tem-se manifes-
tado a respeito, de um modo claro e evi-
dentoo actual estado de cousas nAo pdde
continoar.
Isjo estd na consciencia publica, estd na
consciencia de todos,' e se alguem ha que
pretonda manter o actual estado das eleigoes
do Brasil, se alguem ha que deseje a con-
timiagio desses vicios importantes das nos-
sas instituigdes representativas, esse alguem
camiuha para o lespotismo: quer acabar com
as institnigoes livres (apoiados), nJo ama sua
patria. (Muito bem.)
0 Sr. Martinho Campos :NAo acabard
com as instituigdes livres, mas acaba com
as actuaes.
OSr. Alves dos Santos :-Assim, Sr.
presidente, a reformt eleitora e ambiciona-
da por ambos os lados da camara, e igual-
mente pelos illustres represontantes da ide"a
liberal, que della fazem parte ; se em todos
os bancos diviso sectarios ardentes da elei-
gAo directa censitaria ; se tambem nos mes-
mos bancos vejo apastolos da contiuuagao
da eleigAo indirecta ; se em cada la lo vejo
promiscua mente adeptos de cada uma das
ide'as, segue-se que a sustentagAo ou ira-
pugnagAo do projecto de refurma eleitoral
em discussAo nAo determina a posigAo po-
litica do direito em relagAo ao actual gab:-
nete. (Apoiados ; muito bem.)
Por isso, senhores, entendo que nAo cora-
metto uma incoherencia, como roemb'o da
maioria, impugnaudo o projecto em discus-
sAo
0 Sr. Martinho Campos : N'uma
questao destas valia bem a pena abandonar
qualquer govern >.
0 Sr. Alves dos Santos : E' preciso,
senhores, fazer justiga ao uobre ministro do
imperio ; folgo deapreciar e dou para bens
a S. Exc porque tem procurado dar amplo
elasterio d discussAo da refor Da eleitoral
(apoiados), nAo tem absolutamente coarcta-
do a liberdade da palavra ; pelo contrario
tem-se mostrado desejoso de que o debate
spja o mais amplo e esclarccido; S. Exc.
tem declarado positivameute que deseja ou-
vira discns?ao, conhecer as ideas do parla-
mento para aceitar aquellas que mais se
coadunarem com os interesses da causa pu-
blica e para rejeitar ou modificar no seu
projecto as que nAo forem aceitas pela re-
presentagAo nacional,
0 Sr. Eunapio Deir6 : EntAo devia
aceitar a eleigAo directa.
0 Sr. Martinho Campos : Isso e re-
curso apenas de rhetorica.
0 Sr. Eunapio Deir6 : A eleigao direc-
ta o que o a aspiragAo nacional.
0 Sr. Pf.reira dos Santos : NAo apoia-
do ; o facto mostra o contrario.
0 Sr. Alves dos Santos : Apreciei mui-
to, Sr. presidente, que o nobre ministro do
imperio, quando apresentou o seu projecto
nAo o trouxesse como uma proposta do po-
der executivo, o sim como uma idea de
membro do parlamento.
Apreciei muito, senhores, porque enten-
do que e uma pratica errada fazer questao
do gabinete, apresentar como propostas
aquelles ideas que jogam com as institui-
goes, quo sAo reformas necessarias para a
vida da nagAo (apoiados); apresenta -las co-
mo propostas e fazer dellas questAo de ga-
binete e extorquir da maioria um voto que
nao estd na sua consciencia (apoiados ; mui-
to bem) : porquanto e visto quese o gover-
no ju4ga necessario langar raAo dessa arma,
e porque nao coita com o voto espontaneo
do parlamento. (Apoiados.)
Isto, senhores, nao convem ; isto e falsear
a representagAo nacional na enunciagAo do
seu voto, pois que se constrange a esponta-
noidade dos represeatantes da nagAo extor-
quindo delles medidas que em sua con
scieucia nio concederiam.
Confio, porianto, que o nobre ministro,
desejoso como se mostra, e incontestavel-
mente estd, de conseguir a reforma do ac-
tual systema eleitoral, nAo fard questAo de
gabinete da adopgAo da sua proposta, e nem
sequer do qualquer idea que entenda com
tao importante assumpto.
Sr. presidente, o projecto em discussAo
contain disposigoes muito importantes a res-
peito de qualificagAo dos votantes, da repre-
sentagAo das minorias e quanto ds incompa
tibilidades.
NAo poderei enunciar-me exteusamente a
respeito de cada um destes assumptos, se-
nhores. porquanto me e isso vedado pelo
regiinento ; todavia, na parte relativa d qua-
lificagAo dos votantes, direi que 0 projecto
nao satisfaz.
Reconhece-so que houve a intengao de
dar garantias d qualificagAo, e torna-la ver-
dadeira, permaneute ; porem, as disposigoes
do projecto e emendas aceilas pela camara
dos Srs. deputados, nAo ohegara a esto resul-
tado, porquanto quer a junta parochial,
quer a junta municipal, lem o arbitrio de
iucluir e excluir no alistamento os votan-
tes.
Isto, senhores, para v6s todos que enten-
deis o que e o espirito partidario, quanto
elle p61e, quanto domina no homem, que
fica exposto ate a considerar-se um traidor
ao seu partido quando nAo serve aos seus
interesses, isto desnatura completamente os
Gns que love e deve ter em vista o projecto ;
nem se obtem a verdade, nem a permanen-
cia da qualificagAo.
Essas garantias de informagoes, essas ga-
rantias de documentos de que se trata para
que as juntas forraem o seu juizo para a in-
clusAo ou exclusAj dos votantes, sao meios
queachicana politica desnatura completa-
mente que se prestam a todos os abusos
(apoiados), e por.anto a qualificagAo nao se-
rd verdadeira, embora os bons desejos do
nobre ministro do imperio.
S. Exc talvez nAo tenha rauita pratica
do modo intimo e real por que estas cousas
se passam no interior do paiz. As qualifi
cagoes por via do regra, com poucas excep-
goes, sAo falsas ( apoiados ) ; a massa actjva
dos cidadaos nio e incluida em vista das
disposigoes da lei, equalificadi em vista
dos interesses partidarios da maioria da
junta.
NAo ha exemplo de uma junta de qualifi-
cagAo dar maioria a seus adversarios, e es-
te facto e bast ante eloquente para demons-
trar quanto sao falsas as qualificagoes no
paiz. (Apoiados.)
Nfio existe tambem no projecto a perma-
nencia da qualificagAo dos votantes, porque,
segundo elle, agora emendado, deve fazer-
se a qualificagao pelo processo ordinario de
2 em 2annos.
____________- (Contmunr-se-ha).
in).- Tm.muo. -^tt % V'tHjC t iu; TutxTH

'

.


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