Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16475


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Full Text

ANNO LXni NUMERO 53
SABBADO 7 PE MARCO DE 1891
<*

'

IV
DIARIO DE PERNAMDUGO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FI^JEIROA l E FARIA FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados 6|000
Por seis ditos idem......" 12J000
Porum armo idem. 23#OO0
Cada Damero avulso, do mesmo da. $100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS 'PE PUBLICACIES NO ES-
TRANGEIRO
NA FRANCA E INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prioce & C, residente em Pars 3 i rae de
Provence.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes addiantados.... 13|500
Por nove ditos idem 20|00O
Pornmaono dem...... 26JOO0
Cada numere avulso, dos dias anteriores #100
TELE6R11IAS
sungo fAfinrcua se bbk
RIO DZ JANEIRO, ( do Marro, as 12
horm e 15 minute da tarde.
Foi nomesdo goverrudor do Estado de
S. Paulo o Dr. Amerieo Braailiens.
Foi oomeado chefe de polica de
(Joyas < Dr. Salustino Si freir.
Foram nomeados para a estrada de
ferro de Paulo Alfonso :
Engenheiro chefe, o Dr. Francisco Go
raes Calaca;
Cbefe do trafago, o eagenbeiro Reinal-
do Nokse;
Thesoureiro, Joto Soeres Ges;
Contado', Francisco Duarto;
Guarda-livroe, Vicente Velloso.
LISBOA, 5 de Marco.
Foram abortos as cortes portuguesas
Ion tem, sendo eleito presidente da Cma-
ra o Dr. Antonio Asevedo.
PifiTE OFflCIAL
?e
do Estado de Pera
INSTRUCCiO POPULAR
ISlALSASlUlISoU
PARA A VIDA
IDEAS PRKLI *'.% klEN
(Cm nuaqUo)
SEGUNDA PARTE
?
IDEA DA irUKANIDADB NO GENEBO HfMANO
68
A d- ru na huaunldadr
71
A Kirma rata por conseqneacia destinada,em
virluJe da disposicao interior de sea solo e pelo
carcter human-) em harmona com a nalurea,
para ser eJo ropa abio tudo o que prepara e desenvolv a
historia humana, e nella despertoo onmelramen
t. a idea da civi isacao uuiversal. Na Europa de
vem os povos formar a primeira uniio jurdica e
poltica, e quasi que a formam boje ; s esse
povo e estado ruropeu associar-se-hao em de vi
do lempo os povos da Asia e da frica. Entre
unto d -ve fjrmar-se lm do Atlntico, sob o
nfluxo da Europa, um coordenado estado tape
or poltico na America.
A oo.--.Tvacao atienta do nosso plobo, de snas
jrraodes e pequeas diviso?* e da reacao entre
ai sus partes priocipaes e secundarias, o eo-
nhecimeuto do espirito humano e supremamente
0 conn cimeoto de eus, permittem-nos espe
rar o cumprimento deste ultimo deslino hist-
rico
69
Se a nalnreza. tediante a di.-posicio do solo
e a reparlicao ordenada de snas pioducces e
creaturas. convida os horaens a ama associacao
material que deve propagar-se por toda a trra :
se na distiibnicao no reino animal e vegetal e da
raes humana, e na disposicio alternada de ma
res e coaiiaentes prec- ter preparado ludo
para a realis*cao Je urna sociedade commnm e
de um povo em toda a Ierra ; o espirito coofor
ma-se com esus indicaces da nalurea. median
te urna tendencia miotfrsta para urna semelhan
te as r-'ld^ao Uji>-i -> ueUi'Va.
A razio exige a iodo o oomem e a toda a so
cedade particular que funde a sus vida px>pna
na i ea de relacao cem a vida semeibaole huma
na de grao em grao, e que ordeoe toda a sos
historia em cooformidade com essa idea Em
qoalqur regias de espirito para que o bomem
se volie, brese liante d'elle orna qoestoinnui-
ta jautamente coa> i vci secreta de que ainda
tmposslvel qae cada ux pteesena a soa propria
vida apoiado unicamante na sus iodividoalida-
de, sem urna roiiimunbio social em todos os
los intelectos- e humanos at mais onde fdr
pcssitel. Cada parle do destino humano po-
si infinita, e sob mullos aspectos inuita, exce
deudo sempre o seu i-laro coobecimeoio e o sen
in.eiro cun prm'-nlo ao alcance do individuo on
das sociedades parllcnlares.
"o
Consideremos a eciencia e o lio; scientico
1 ante a scieotis racional (a pbiloscphia) como
a sciencia xperimeiiUI (a historia) e tada nna,
na -o- ioes, infuita, im-sgotavel. A scitucia
fundamental, ifcto o eonntcimtnto de Dtus e
das c< uciof umias. | e a que precede a todas da as* inapto sempre
aovo e mbLiio indncrio, i dedcelo e a con
irurcao
A scieocia das ideas parece estar, como a mal
?tima ao bomem, S disposicao df razio ndivi-
aal qne pode tirar esta adeuda do sen propno
runde Mas a historia da pbllosopbia entina e
"al, '.> a historia mostra a cada bomem que a
sc.eocia radical em lodss as suas partes ntioi
la e irreatisavel pelo individao s. ou por socie
dades particulares, devends antes ser a philoso
sMs a cora de toda s humanida Je orgnica em
sociedade soeotilica, qne ligue a icieocia dos
tpaj)08 e povos passados com a dos pceseales
em e)n-agio progresiva alesna natural plenitn-
de 'A historia eosinaquio pooco tem progredi-
tnaM .ciencia oinlinauo, qae separando.-se
do e.- rito geral scieniiflco, avenlnron-se a 1ra-
nalbar por coala e criienoproprio. E da mesma
maDeira os povos aoligos modernos esteriliss-
ram a ana edocacao scientihca, desde qne pre-
tendern) faser da seiencia um privilegio ou pa-
trimonio, concedido s a elles, quebranto o laco
que rs prende scieucia contempornea dos ou-
tros povos.
Consideremos urna p-rte da scieocis racional
a matheinatica como s sciencia ds qoantidade
(em numero, espaco, tempo, movimeoto, forca),
cojo carcter demonstrativo se pondera tanto, e
en prte com pooco Inndamento Qoaotos povos
sao lero devido coocorrerat hoje com os seos
melhores talentos para a edifleacao desu scieo-
efa 1 Qosnlos genios superiores nao terto iido
necessidsde de se applicarem esta obra, para
aleancar a perfeicao relaliva qne boje tem
E a deeseJlo de ludo qoao pooco se tem edili-
t.do slidamente na matbematica Palla boje
ana deduces verdsdeira nenie comprensiva
e orgnica do conbenmeoto matbematico os
e'emeotos nao se acbam na soa maior parte bem
definidos e sj^temsticamenle eolacados ; a alge-
bra fi^ia est clonara durante amitos seclos, oa
pooco adiantou obre as pnmeiras nocoes j sos
altes clenlos fal'-a, como sabido, fundamento
sdentinco e reJscao entre si.
Esta sciencia, sobre s qu.l o espirito bomano
absenta o sen principal orgnlno. exactamente
a que poe de manifest a necessidsde de orna
applicsjao social e combinada de lodos os povos
e lempos para realisar nella orna $b parte do
desuno sdentined banano.
(CmAmh;
DESPACHOS DO DA 3 DK MASCO
DE 1891
Abaixo assignados moradores nos povoados
de Catuama, Pona de Pedras. Tabatioga e Carne
de Vacca.luforme o Sr. capitao do Porto.
Antonio Teixeira Pimentel.laforme o Sr.
inspector geral da instrnccao publica.
Frertenco Ramos.laforme o inspector do
Thesouro do Estado.
Juliao Lomacki de Hollanda Gavalcante de Al
buquerqueSim. mediante recibo.
Jos Percilioo Pereira da Costa.Informe o
engeaheiro director da estrada de ferro cen-
.ral.
Dr. Joao Bastos de Mello Gomes.laforme o
eagenbeiro director da eslrtds de (erro nal de
Pernambaeo.
Tcnente Jos Fau >tiuo de Jacqoes.Deferido,
com officio deste data ao lospector da Tbeson
raria
Jos Antonio da Motta Gaimares.laforme o
director do Arsenal de Goerra.
r,Joao Machado T. Cavalcante. Prove os reqoi
silos do de 18 de Outobro do aaoo passado
Lenidas Pereira de Mendonca.Sim, median-
te recibo.
ach re Manoel Maris lavares da Silva.
Informe o fiscal da Compaobia Recite Drainage.
Manoel Josqaim da Silveira SobrinboPre-
judicado.
Pedro Satyro de Salles.Deferido com oficio
desta data ao uspector do Thesouro do Estado.
Silvestre Al ves de Alencar Altendido com
oficio de boje ao lospector do Tbesouro do Es-
tado.
Major Sebasltao Antonio do Reg Cavalcaote.
Frove o peticionario qae as trras do eage-
nbo tem capacidade para foroecer a nsioa pelo
meaos metede das caanaa necessarias, e qne os
demais eogenbos podem foroecer a quantidade
complementar.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambaeo, 6 de Marco de 1891.
O porteiro,
H M. da 8ilva.
Repartlfio da polica
2.* scelo. N. 48 Secretaria da Po-
lica do Estado de Pernambaeo, 6 de Mar-
co de 1891.
Cidadio governador.Partieipo-roB que
foram hontem recolhidos Casa de De-
tencio os segnintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recife,Maris
Rosalas da Silva, por oSeusas a moral
publica
A ordem do Subdelegado de Afogsdos,
Sil vina Maria da Conceicio, Antonia Ma-
ra da Conceicao, Jos Francisco Macha
do e Herminio da Costa OUveira, por dis-
turbios.
A' ordem do Subdelegado de Apipocos,
Jos Ferreira da Silva, por crime de de-
floramento.
Pelo subdelegado de Affogadoa foi re-
mettido ao Dr Juis de Direito do 3.
districto criminal os inqueritos policiaes a
que procedeu contra Manoel dos Praaeres,
conhecido per eco do Ipotinga, por cri-
me de ferimeotos leves, e Guilhermino
Constantino de Lima ou Miguel dos Anjos
do Naacimento, por crime de ferimeotos
leves.
Pelo subdelegado do districto de Api-
pocos foi remettido ao juizo competente o
inqnerito policial a que procedeu contra
Jos Ferreira da Silva, coaheeido "or
Jos Garibalde, por crime de detl to praticado na menor Eulalia Josepba da
Silva.
Entrn em exercicio do cargo de dele*
gado do termo do Cabo o tenente com
missario Jote Ignacio Ribeiro Roma.
Sade e frateroidade.Ao desembar
gador Jos Antonio Jorris da Silva, mai
to digno governador deste Estado. O
chefe de polica, Qaudino Eudoxfo da
Brito.
CONSTITUIR AO
tonslilii!o da Rcpublica dos
EsUdos-lmdos do Rraiil
(Coatinuaflo)
sbccZo II
Doj'-der executivo
CAPITULO 1
DO rRESlDKME I DO VICE PBXS1DE5TE
Art. 41. =>x rce o poder execnuvo o presiden-
te da hepublica dos EsUdos-l'nidos do Bruil,
como cbefe electivo da naci.
| 1. Subsiilne o presidente, oo caso de impe-
dimento, e snccede-ibe, oo de falta, o vicepresi-
dente, eleito simaltaoeamente com elle:
| 1* No impedimento, oo falta do vice presi-
dente, serlo soccessivamente cbamados a presi-
dencia o vice prestdeate do Senado, o presidente
da Cmara e o do Supremo Triboual Federal.
t 3' Sao coodic6rs essenciaes para ser eleito
presidente oo vire-presidente ds Repblica:
i Ser braxileiro nato;
2 Ester no exerncio dos direitos polticos ;
3 Ser maior ue 35 anuos.
Art 4t. Se, no SSM de vsgs, por qualquer
causa, da presiden ia oo vlce-presideocis, nao
boov-rem anda decorrido dois snoos do periodo
presidencial, proceder-se-ha a nova eleicao.
Art. 43. O presidente exereera o cargo por
qoatro aonos. nao p ideodo ser reeleito para o
periodo presidencisl immedisto.
i l* O vice-presidente qoe exercer a presi
dencia do nlmo anuo do periodo presideocisl.
nao MOV ser eleito presideute para o periodo
| i 6 presidente deixsri o exercicio de suas
fuoocoes. improrega?elmeate oo mesmo da em
qoe terminar o sen periodo presidencial, socce-
dendo "be logo o recem-eleito.
$ 3.* Se este se acbar impedido, oo faltar, s
foDxtuoicao far-se na nos temos do ai t. 41 |J
| 4 O primeiro penodo presidencial termina-
ra a 15 de Novembro de 1894
Art 44' Ao emposssr se do cargo, o presiden-
te pronunciar*, em seseao do Coogresto. oo se
este nao estiver reunido, ante o Supremo Tribu-
nal P-fderal esta sfirmacao:
Prometi maoter e cumprir com perfeira
leal isoe a Consiituico Federal, promover o bem
geral da Regablica,ooservsr as saas lets.snslea
isr-ibo a noao. a integridade e a ladepeodea-
cis. s
Art. 45. O presdate e o vice-presidente oso
podem sabir do territorio nacional sem permis-
sao do Coogresso, sob peoa de perderem o
cargo.
Art 46. O presidente e o vice presidente per
ceberio subsidio, flxado pelo Coogresso no pe
riodo presidenciol aolecedeote
CAPITULO II
DA BLBICAO DE 1-BESlOB.Vri R VICE iatrDF.NTF.
Art. 47. O presidente e o vice presidente da
Repblica serio elaitoe por soffragio direc.o da
nacao, e maiona ibaolota de votos.
I i." A eleicao lera logar no dia 1 d Marco
do ultimo snoo do periodo presidencial, proce-
deodo-se oa Capital Federal e as espitaos dos
Elados a aporacao dos votos recebidos as res-
pectivas circomscnpcoes.
O :cngresso tara a apuracao oa su primeira
sessao do mesmo anoo, com qnalqner numero de
merubros presentes.
>' i.' Se oeonum dos votados bou ver alcancado
maioria absoluta, o Coogresso eleger, por mate-
ria dos votos presentes, nm, d entre os qoe Uve
rem alcancado as duas volacOcs mais elevsdas,
na eleicao directa.
Em caso de empate, coosiderar-se-ba eleito o
mais velbo.
S 3.* O processo da eleicao e da apuracao ser
regalado por le ordinaria.
f 4.* Sao ioelegiveis para os cargos de pres-
deme e vicepresidente os prenles coasangui
oeos e amas, aos 1* e i* graos, do presidente
oa vice presidente, qae se acbar em ex> rcicio no
momento da eleicao oo que o tenba deixado al
seis meses antes.
CAPITULO lli
DAS ATTRIBnCOES DO PODES BXECl T1VO
Art 48. Compete privativamente ao presidente
da repblica :
1* Sanccionar. promulgar e lser publicar as
leis e esoiucoes do Coogresso, expedir decretos,
instruccoes e regulam-ntos para a sna fiel exe-
coci ;
:' Nomear e demittir livremeole os ministros
de K-tado ;
3* Exercer ou designar quem deva exercer o
commando supremo das torcas de trra e mar
dos Estados Hados do Brazil, qoando forem cha
rnadaos as armas em defeza interna oo externa da
Coiao ;
Administrar o exercito e armada e distri-
buir ss respectivas torcas, conforme as leis fe
deraes e as oecessidades do goveroo oacioa I :
5* Prever os cargos civis e militares de car-
cter federal, salvas as restriccOes expressas da
Coostituicao.
6- In-Jultar e commular as penas por crimes
sujeilos a jurisdiccao federal, i>alvo oos casos a
que se referem os arts. 35, n. We 5'tSi- ;
7 Declarar a guerra e faser a paz, nos termos
do srt. lo o 11 ;
8 Declarar immediitameote a goerra, aos
casos de iovaso oa aggressao estranheira ;
9" Dar coate annoalmente da sitnac&o do paiz
ao Coogresso Nacional, odicaado-lbe as provi-
dencias e reformas nrgeotes em ama meosgein,
qae remetiera ao secretario do senado ao dia da
aoeriura da sessao lesisla iva ;
10. Convocar o Coogresso extraordinaria-
mente ,
11. Nomear os magistrados federaes mediante
proposta do supremo tribunal.
11. Nomear os membroa do supremo tribunal
federal e os ministros diplomticos, sujeilaodo a
oomeacao a ap..rovaco do senado
Na ausencia do Coogresso, designal os-ha em
commisso, at>' qoe o senado se pronuncie.
13. Nomear os demate membros do corpo di
plom i tico e os agentes consolares.
14. Maoter ss relaces com os Estados estran
geiros.
lo Declarar por si ou seus agentes respoasa-
veis o estado de sitio em qnalquer ponto do ter-
ritorio nacional, oos casos de aggressao estran
geira, ou grave commocio intestina (art. 6* n. 3;
art. 35 o. 11 e art. 81).
16. Eitabolar negociaces in'.ernacionaes, ce-
lebrar ajustes, cooveoefes e tratados sempre
ad referendum do Coogresso, e spprovar os qoe
os Estados celebraren^ oa cooformidade do art
66, sob metiendo -os, quando cumprir, a autori-
dade do Coogresso.
CAPITULO IV
DOS MINISTBO DE ESTAD";
Art VJ O presideote da Repblica auxiliado
pelos ministros de Bslaao, agentes de soa con-
Manca, que Ibe sobscrevem.os actos, e cada um
delles presidir a um dos ministerios em qoe se
dividir a administraco federal.
Art 50. Os ministros de Estsdo nao poder Jo
accomolar o exercicio de ouiro emprego on fnne-
cao publica, nem ser eleitos presidente on vice-
presidente da niio, depotado ou senador
Paragrapbo nico O denotado oo senador.
que acceiiar o cargo de ministro de Estado, per-
der o mandato, e proceder se-ha immediata-
meote a nova eleicao, na qual nao podera ser vo-
la lo.
Art 51. Os ministros de Estado nao poderao
comparecer is sessoes do Congresso e s se
commnnicarao com elle por escripto, oo pessoal-
mente em conferencias com as commissoes das
cmaras.
Os relatnos aonuaes dos mini-tros serio di-
rigidos ao presideote da Repblica e distribu
dos por lodos os membros do Coogresso.
Art 52. Os ministros de Estados nao sao res-
poosaveis pente o Coogresso oo perante os
tnbuases pelos cooselbos dados so presideote
da Repblica.
| 1* Respondern. porem, quanto aos seos actos
pelos crimes qualificados em le.
| 3* Nos crimes commnns de responsabilidade
serao processsdos e jolgados pelo supremo tri
Duoal federal e nos annexos com os do presiden
te da Repblica pela aulondade competente para
o iulgment delta.
CAPirULO V
DA BBSKNSABIUDA >B 00 ISIDE.-*TE
Art. 53 0 presideote dos Estadoe-Uuidos do
Brasil sera sabmettido s processo e s julgamea
to depois qae a cmara declarar procedeote a
accasacao. perante o supremo tribunal federal,
oos crimes communs, e nos de responsabilida-
de perante o senado.
Paragrapbo nico. Decretada a procedencia
da accoaac&o, ficara o presidente suspenso de
suas furicjoes.
Art. 54. Sao crimes de respoosabilidade os
actos do presideote da repoblica qne stteotsrem
contra:
1* A existencia da poltica da Uniio.
t> A Coostitoicao e a forma do goveroo fede-
ral.
3* O livre exercicio dos poderes polticos;
4* O gozo e exercicio legal dos direitos ool -
Heos on individan;
5* A segnranca interna do paiz ;
6* A probuade da adminislracao ;
7* A gurda e emprego coostitucional dos di-
nbeiros pblicos
8* As leis orcameotarias votadas pelo Coo-
gresso.
i 1* Esses delicio; serao definidos em lei es-
pecial.
| > Ontrs le Ibes regulara a aecusacao e
pio'xsso e o julgameoto.
| 3* Ambas essa* leis serlo felfas na primei
ra sessao do primeiro Congresso,
SECgAOUI
DO PODEB JUDICUaiO
Art. 55. 0 poder jadiciar o da Uniio leri por
orgao um supremo tribunal federal, com seda
na capital da Repblica e unios jnizes e tribu-
naos federaes, distribuidos pelo paix, qaantos o
Congresso crear.
Art. 56. O Supremo Tribuoal Pederal compdr-
se-na de qaloze jaizes, nomeados oa forma do
art. 48. n. 11, d'eotre os cidadi- de uoiav.il sa
ber e repuia^io ele^iveis pira o seoa lo.
Art. 57. Os jaizes lederaes sio vitalicios e
p rderao o eargo nicamente por senteucijadi
ctel.
i 1.* Os seos veocimentos serio determinados
por le e nio poderlo ser d minuidos
8 2." O senado julgari os membros do Sapre
mo TilKinal Federal nos crimes de responsabi-
li idde. n ete os juizes federaes inferiores.
Art. 88. Os IriDaoaes federaes eleger&o de sea
seio os seu- presidente e orgaaisario as respe-
ctivas secretariaa
| l.'\ nomeacao e a demissio dos emprega
dos de secretaria, bem como o provimento dos
oficios de jostica oas circumscripces jadicia
riag. compete respectivamente sos presidentes
dos tnbunaes.
11* O presidente da Repblica designar,
d'eotre es membros do Supremo Tribanal Pede
ral, o procurador geral da Rdpablica, cojas at-
tribuices se defloirio em le.
Art. 59. Ao Supremo Tribunal Federal com-
pete :
I Proeessar e julgar originarias e privativa-
mele.
a) o presidente da Repblica nos crimes com-
muns e os ministros de Estado oos casos do
art. 51;
b) os ministros diplomticos, oos crimes com-
muns e oos de respoosabilidade;
c) as cansas e conflictos entre a l'niao e os
E .tados, ou entre estes uns com os ootros;
d) os litigios e as redamacOes entre nscoes
estrangeiras e a l'niao e os Estados ;
e) os coaflictos dos juizes oo tnbunaes f.-de
raes entre si, on entre estes e os dos E.-tedos,
assim como os dos jaizes e tnbunaes de am Es-
tado com os juizes e os tribaoaes de ouiro Es
lado.
IL Julgar em grao de recurso, as quencos re-
solvidas pelos jaizes e tribaoaes fe leraes, as-
sim como as de qae trUm o preeeate artigo, 8
I. o art O;
III. Rever os procesaos fiados, aos termos do
art. 81.
S 1.' Das seateocas das jasticas des Estados
em ultima instancia Uvera recurso para o Su-
premo Tribunal Federal:
a quando se qoestieoar sobre a validade, oa
a applicaco de tratados e leis federaes, e a de
cisio do tribunal do Esta 'o fo- cootra ella ;
b) quando se coatestar a valdale de leis ou
de actos dos governos dos estados em tace da
coostitaico, oa das leis federaes, e a decais do
tribuotl do Estado coosiderar validos os setos,
eu ss leis impugoadas.
5 2 Nos casos em que boa ver de applicar leis
dos Estados, a juslica federal coasaltara a juris-
prudencia Jos tnr.unaes locaes e vice-versa as
j ticas dos Estados consultarlo a jurisprudea
ca des tnbunaes federaes, quando bouverem
de interpretar leis da Unio.
Art. 60. Compete aos jaizes oa Iribuoaes fede-
raes proeessar e jalgar:
a) as cansas em que aignma das partes fundar
a aeco, ou a defeza, em disp^sicio da constitu-
cao federal;
r>) todas as causas propostas centra o governo
da i nio ou fazenda nacional, fundadas em dis-
posicoes da constiioicu. leis e regalameaios do
noaer executivo, oa em cooractos celebrados
com o mesmo goveroo;
c) as causas provenientes de compensagoes,
reinvindicacoes, iniemnisacio de preioizos oa
qaaesqner oulras propostas p-lo goveroo da
L'oio cootra particulares ou viceversa ;
d) os litigios entre um Estado e cidadios de
oatro oa entre cidadios de estados diversos, di-
versificando as leis destes:
c) os pleitos entre Estados estraogeiros e ci-
dadios brazileiros;
) as acefies movidas por estraogeiros e fonda-
das quer em cMtractos com o governo da l' nao,
quer em coovenc6e> ou tratados da Uniio com
oulras nacoes;
s) as questes de direito martimo e aavega-
cio assim no ocano como nos ros e lagos do
Miz;
i) as questes de direito criminal ou civil in-
ternacional ;
i) os crimes polticos.
| I.* E' vedado ao congresso commetter qaal-
quer jarlsdiccao federal as jasticas dos estados.
11.' As seateocas e ordeos da magistratura
feaeral sao executadas por officiaes judiciarios
da Uaiio, aos qnaes s polica local ob risa da a
prestar auxilio, quando invocado por elles.
Art. 61. As decisdes dos jaizes oa tribaoaes
dos estados, oas materias de SU competencia.
porio termo aos procesaos e is questes, salvo
quanto :
1 habess-corpus, ou *
1.* espolio de estraugeiro, quando a especie
nao estiver prevista em cooveocio oa tratado.
Km tees casos haver recurso voluotatio para
o supremo tribunal federal.
Artigo 61. As jasticas dos estados oao podem
intervir em questes submettidas aos tribonaes
federaes, nem annullar, alterar, oo suspender as
suas senteocas, oo ordeos. E, reciprocamente,
a jostica federal nao pode intervir em questes
soomeiiidas aos tribaoaes dos estados, nem sa
nullar, alterar, oo suspender ss decises oo or-
deos (Testes, exceptuados os casos expressa-
meote declarados n'eaa coaslitaicio.
di se como certa a prozima partida para
Fraoca do Sr. Jhristino Martes, que pro-
curar asentar as cond coes finaes da
annistia, regulando se a situacioa dar aos
militares quando expatriados, e ainda ou-
tr pontos qoe borrilla da se, aprsente
como ponto de partida para qualquer ne-
gociarlo com o governo hesponhol.
A conferencia de Zorrilla e Hartos corre
que se realisar em Pom, e ma to breve-
mente, e tembem para dentro em pouco
se annoncia a reuniao em Paria das indi
vidualidades mais importantes do partido
republicano progressiste para accordarem
na marcha poltica qoe oo parlamento o
fura se deve seguir, e tambem para com
Zorrilla resolverem sobre a acceitacao oo
recusa da papooste da annistia.
Parece estar ameacada em diversos
pontos do reioa visinho a tranquilidad-;
qae fdra to protunda na Hespanha, em
3oanto o Sr. Bagaste se manteve frente
o poder. Ser porqoe falta ao Sr. Oa
cmKmgw.iN
EXTERIOR
Pelo paquete Ormoque dos Mewigeris
Marlmet, ehegado 'hjntem da Europa,
tivemoa as noticias qoe em seguida damos,
e u qoe oonstem da carta do oosso cor-
respondente em Lisboa publicada na scelo
propria.
EUftOPA
Hrapamb*
Sobre use pas eacreveu o noaso. cor -
respndeme em Lisboa, em date de 23 do
mea fin do:
Roalisaram-se u eleicoes senatoriaes,
venoondo em grande numero do oiroolos,
os conservadores, qoe teem auogorada
urna, forte maiona na cmara alte
= Os resultados das eleicoes senato-
riaeena pennsula Uo os segaintes : 131
m nisWiaes, 19 liberare, 7 reformistas,^
demcratas, 2 caistas e 1 republicaoo.
Jlenla se que o governo teri no
senado a maioria de 190 votos.
= A qaestio politioa de qoe a im-
precas nespanhola agora mais largamente
se est ooooupando, a de annistia, qne
o governo cedendo as repetidas indicacoas
da opiniSo parece vai conceder
grados politicos, inclnaive aos
qoe dirijiram e comparticiparaai
mos movimentot revolucionarios.
Interpondo-se entre o goveroo e Rna
Zorrilla, chefe du rovolodourios omi
grados, par facilitar orna conciliaclo,
nos euni-
militeres
nos olti
novas firmeaa e energa ? Nao de cer o.
O actnal presidente de ministros tem a
peito nlo esoandalisar com demasiada vio-
lencia a opiniSo publica das gran les ci-
ditdes, e nlo vai evidentemente inebriado
a favor da poltica conservadora e el
rical.
As manifestecSss com qoe foi festiva-
meito acolhido em B.rcelona o Sr. Sal-
mern, derrotado na orna em vircude de
varias mystificacd'es, nSo as pertorbou
elle, mas sim urna autondade ezcessiva-
mente seloaa, d Aquellas qae ma's com-
promettem do que defendem os governos
a quem servem.
O presidente do conselho de ministros
fizera constar que nlo se opoor as ma
niiestecSes que possam dar-se em d ffc
rentes cidades por occasilo do anniveraa
rio da repblica hespanhola.
So assim proceden-se com singular
tolerancia. E dep is, tanto o Sr. Cno-
vas, codo o gabinete a que preside, de-
vem saber parteitemente qae a monarchia
nio teria nada a ganhar eom a repressao
violeote do sentimecto pub'ico, antes sa
provocara fatalmente, com os ares turvos
e revoltos da hora present, urna situacao
revolucionaria.
Nio se fes pooco neste sentido coi o
trabalho menos limpo da machina elec-
toral.
Temeido-se as empresas do sofirago
universal, pediram se auxilios ao episco-
pado e aos jesutas contra os candidatos
liberaes de todas as cores.
O governo obteve deste modo urna
maioria parlamentar esmagidora, mas
creou descontementos qua nio tinham
viudo a lume durante o gabinete Sa-
gaata.
Depois, a pressio offical devia dar, e
deu, effectivamente, maior cohesSo entre
os grupos republicanos, que marchavam
m ordem dispersa, e cerraram agora fi-
I eiras.
Nem ser para admirar qoe se produaa
paralelamente o mesmo accordo entre os
elementos liberaes.
D'onde resulte ser ainda urna ves c in-
firmado o proloquioque a muite cera
queima a igrtja.
E' tambem que nZo se descobre o que
ter lucrado a mooarchia, entn-gando aos
conservadores a direccio das elei$9es ge-
raes, nicamente por compraser com al
guos ulicos e marecbaes bem vistos na
corte.
O Sr. Cnovas tem contra si e contra a
saa omnipotente maioria urna corrente de
opiniio to forte, que bem pode, a qual-
quer tentativa, acentuada de reaeco,
trasbordar tumultuaria e estpidamente
to do leito em que vai manso e manso
derivando.
O Sr. Sagjiste, com a soa poltica fran
camento libe ai, asara serenar o tumul
toar du paizoes que dominavam, e domi-
nam os elementos mais ioquietos, proco-
rao do na coaceasio de novas e ampias
franquas atteoder as aspiracoes mais jus-
tas da opioiio publica em Hespanha, que
incootestavelmente liberal. O Sr. Sa-
gas'a oercava a dynastia de nm grande
prestigio, e nlo parece qoe o Sr. Cnovas
del Castillo, salvas as suas intencSes hon-
radas e patriticas, posea sem o favor da
opiniSo, e com os seas processos de go-
verno, faser esqaecer a influencia da obra
liberal do Sr. Sagasta. E pouco vivera
qnem nlo vir os tactos confirmar o que
tica exposto.
Houve a 17 do corrente serios mo
tins em Valiadolid. Os eatudantes asso
biaram estrondosamente o governador ci-
vil, qne recusou aotorisar urna manitests-
co qoe pretsndiam faser para demonstrar
o seo deaecntentemento por haver sido
eleito sonador o reitor da Univeraidade.
A guarda oivil qoia faser dispersar os
utudantoa, que nlo quiaeram obedecer ;
a guarda carregou entJo sobre elles, fe-
rindo algoas-
A ordem ficou logo restebelecida.
A proposito da fallada amnista em
Hespanha, o Sr. Garca Ladevre, com-
panheiro e mamo amigo de Zorrilbs di-
rigi ao Liberal de Madrid, urna carta,
em que se aocentuou cathegoricameate os
segointes pontea:
1.a Qoe o Sr. Luis Zorrilla nlo a-eita-
r amnista, sem que os emigrados mili
ares sejam reintegrados nr. seus postes.
2.a (ue a aceitar, e voltar a Hespa-
nha lugo qoe ella seja completa e ampia;
mas que o regresso ao seo pas, de no-
nhum modo poder significar intento sen
de mudar de processos polticos.
L.
POtTUJAL Lisboa, 23 de Fevareir-
de'l891
CoDtiaaam a fuocciooar os tribuna^s mar-
ciaes do Porto, teud i sido agora mandado do
T |o para o porto deSeixas o paquete Ifo^iss
bique da Mala R-al Portuijueza alugado pelo go
veroo para se effectuar a desacrumalaco nr
geaie de presos, qae esli aa corveta Sagres e
ao traneoorie India.
A reportagem das folbas daqnella cidade f
minuciosa em uromeoores qae ser inalil re
produzr aqu D lies se deduz qoe os ioiivi
iioos odtgilados como cabecilbas da revolta de
31 de Jaaei o altimo, qae esleve a dona paseos
de conv. rt. r sa em ama guerra civil com tolas
as sus calamitjsas uoosequeacias, all-gaui qoe
s cjsaal mete qae souberam o que se es
t-iva passaodo is 4 horas da maoba na ron de
Sanio Antonio e oas pracas do coaselno. Qoe
foram l por cunosidade, que igaoravam de
oespera os planos dos revoltosos. Neobum dos
interrogados qoer passar por dirigeate, do qoe
e qaeixam amargamente ss emitrrados porui-
guezes n'uma folba de Pontevedra (Galliza poia
todo f z crr que a elles, aos aluciados e 11 u -
didos que os ru tancar as oaipas do alteotado.
Aunboe-se bislaote importancia s retlo
(oes dos ltimos cooselbos de ministros, qte se
repeiem qaoiidiaoameate. N'am desses coose
iiis tratou-se de medidas de seguraoca put lie
pnm-ipalm -nte para o Porto, onde, desde omite
temoo e em todas ss sitaaces se reclama o aug-
mento do corpo do polica civil, cajo numero
de pracas e realmen e diminuto, attendendo i
uraude rea da cidade, a qual be vai alargando
progressiva nenie, e importancia u um centre
ti populoso.
Parece qae as pracas de polica da cidade do
Porto serio elevadas acere i de 500, assim como
se afirma que a guardi municipal dalli tambem
sera nada ama orgamsacao mais ampia, que Ihe
permuta desempenuar o servico de um modo
mais prclicu, e que corresponda iateirameote
ao- tins da mesma oslitoico.
Kealmeote iojusia a d-proporcao que exis-
te actualmente eoire as forcas policas da capi-
tal do reino e as da cilade do Porto.
Constando ao orerno civil qoe se lentanm
fazer manifestares tumultuosas e svmpatbia
aos individuos qae se achacn presos nos rnii*-
de guerra surtos ao po-to te Leixes. este diri-
gi urna circular as autoridades administrativas
e polniaes suas subordinadas, para que repri-
man) enrgicamente quaesqoe* mainfestaces
de. qaalqaer iadtvidao qae aale a p* palar o boato
de que o goveroo fa*a fuzikr graade aamero
de revoltosos qae forem coademaados pelos tri
banaes marciaes.
A parte da imprensa mooarcb'ca de Lisboa
qae se tem mostrado mais intolerante clama qoe
esta probiotcao da primeira au ondade admiois
irat'vi do districto do Porto justa, mas qoe
contradictoria fechar seosolhos para nos arti-
gos. ;.M' mullo bem redigidos que o Sr. R >dri
gu > de Freites tem publicado ao Secuto de Lis
oou, aos -junes se da a entender que haver)
mais saunu derrama lo e que a defeza do regv
meu vigente se permiitir entrar no caminno dfw
fuziiainentos. S -n lo aqaeliet arttgos auto isa
dos peraote a toissa g^ral du tenores pe > pres
ligio do emineute pablici sendo j co is--niida naquella cidad? a circolaco
e venda do Secuto, mats erigosos sao aquelle?
artigos, diz -m esses joraaes. do que o simples
enaociado de boatos aooaymos, contra os qaaes
se pronuncia lo decididamente o Sr. Taibner
Moraes, governador civil do Porto.
O mesmo governador civil ordenou qae ce
mrstres dos barcos on vapores qae se destiosm
a condn r gente da cidade para Leixies as
sigoem termo de lespontabilidade por qaaes-
qner maoifestacoes qae se facam de bordo dos
seus navios ou oarco-" por ccas>io dessas visi-
tas aos navios do Estedo onde se acbam os pre
sos, ou as proximidades do seu ancoradooro.
Pane da mpreosa de Lisboa, e i frente deila
As S'ovidndes, Je qne director poltico oSr.
o is-iheno Emy^ !io Navarro, tem-se mostrad*
iotraaslgentissima contra a iodifferenca coodes-
ceodeote com que a mooarcbia lioba descarado
os seu meics de defeza, a titulo de tolerancia -
Faz notar que em todas as repartices e de
peodenciss do Estado ha republicanos u ais oo
meaos declarados, quejogam com pao de ou
oicos. sendo orna e maias vezes preferidos t
augmentados em saat posicoes, honraras e pro-
ventos os qoe mais af-ctos se mostram i mn-
dang.a de rgimen.
As Soridades tem batido desapiedadamente a
pessoa do mnistro d reino. Mr. A nonio Candi-
do, ndicolari.-aodo o pelo que chama a frou^i-
do de seu earacto'-. pelis soas hesitar "'es roo-
siantes na repres>ao feroz que essa folba exige-
em oome da trd m publica.
Ora, o Sr. Antonio Candido tem iosUdo pela
soa exoneracio, nio sem conseibo d* minis
tros, mas com o propno cbefe de Estado, alle-
gan to que as violencias nio estio no >eu tem-
perara uto e anda muito meaos slo compativets
com o seu > ara.ter sacerdotal.
Depois do nasso ieportante qae o mioist*no
deu, como Ibes ref li oa minba ultima corres
pondeucia (ua de 16) de ter o presideote do con
seibo procurado os ebefes dos partidos progres-
sista e regenerador, declarando- !h>'s que o ga
Dete a que preside oio tiaba a menor dovida
em Ibes eotrsgaro po W e da recosa peremplo
na qne tanto o Sr. Antonio de Serpt, como o
Sr. Jos Luciano de Castro maaifestaram e cor
roboraram perante el-rei. de qne oo seu enten
Jer, o mioisterio actual devia proseguir oo des-
empenho ds mis sao qoe assumio, df claran 1 o qoe
Ibe dariam todo o apoto de que carecesse para
goveroar, tem parecido nm procedimeoto nio s
incoherente, mss impoltico por parte das JVoot-
dades, que um dos orgaos progresistas mais
aotorisJos, este de e-tar fiagellaudo e despres-
t giaado todos os dias o ministro do reino com
pbrases mesmo das mais depreciativas.
Nao se comprebeode. Sao teitios, eo fetio d-
cada qual cous i que se alo moda, como so
muia de camisa.
Os acouieciTientos do Porto teem sido apre-
ciados por toda a imprensa estranheira, deveo-
do-re diz-r que, desta ves, as saas noticia teem
sido mais exactas do qne eos uuam geralm lie
ser qu'ii io all se trata das cousas portuguctis.
N i fiei uta Diplumatiai por exemplo, defirie-
se em puncas l.nhas o acaso estado actual, o
mostra-se, com urna graade comprehensio da
oossas coasas, onde estio os pericos e o que
mais coavm faser.
Os ltimos acontecimenlos do Porto, diz ore
ferid. artigo, sio de ama gra/idaJe exceocio-
ul. Niogaem se illuds com elles.
O qu all se passoo foi so um p.-onoaciam''o-
to. Foi urna sedicio militar, qoe oas actu*
circumsuoclas de cnse, que o piz est soff-ea-
do, eacbeu de magoa to .jos os patriotas e todo
quautos tinham sincero dest-jn de ver termina-
das estas tristes maD'festacoes.
Que alo se esqa**cea anda o senilmente pa-
tritico das exoroiteotes pretensss da logia-
Ierra, qae sio qa.-si am acto de piralaria. p ra
o os despojar essa heranca africana, que o-
ultino r^f-xo dos Lmziadas.
esses acontecime.itos do Porto, prosegae s>
mencionada revista, houve maltes monos t msk
tos feridos.






'

JT
-
i
J


2
Diario de Pernambuco Sabbado 7 de Marco de 1891



!

P-rao'e e*le* faci*, que se aCau -Ikio os
poru.'Uexa. En presenca do iqji /i qa.l
quer de mullo, o.ua*aar lucia lim<*c.di. saeu
am aliento lo costos a pitra, de ajo logo se
aaroveilanam uaajVMe*, que vwiy.riBBaO gdp'
mu lerrivel ao MMfe de Bragaocae que se
nao locomaiUmnose respoos.raicead- em
que ineorreratn, pesque satendem qn* a tia-u
pa naila lem qa.* ver com as
ambires e inierecee*
i; reiaxacio com qoe o servico era feito
em cirio* corpos de gnaroicao oo a irte do pait,
n laevita'olc que aoccedeu ao d 31 de Ja-
aeiio.
R -al *ou-se a 10 do corrate ao tribuna
..ariti >r do 1- d siricio la comarca de Lu di. o
ju KanfOto oo* Sr* Alvos Correae Joio Augus
iu T irte*, es'e elicior e aqj'l-e aolor de vario*
t desmedid is aiti* panuca los a joraai Ot Otala reputa-
dos mo offunsivos pessoa do S 1). Carlos I
- Como Ibes refer, creio ea, a eaaara mu | e incurso* na *aaccio do artibo o, 169 Jj codig i
nicipjl lo Porto tsm aIriakoa para manifestar, penal. O aedegiio p-dio no* termia da lei rel-
ao re. em oem. dos eor contaacoaates quinto rente ao artig* ctalo,a pena de meses de pri-
reprcraraio o movimento sedicioso de 31 de Ji
neiro e os trgicos successas qna all ae presea-
eiaram.
A m-ms-agem daqo lia ca'joraca nm do
cutn-n o b n escrip o, mas Uo lougj qoe .ii
ajaba nos limites de*te retroso-cto faaer Ibes
deile a transcripcio, limitar m --nei, poia a co
pt.rpiraaqoi a ruosla com que o sob-rano
acoineu a-i hoo-nageus dos representan! do
municipio lo Porto, na audiencia > in qoe rece-
beO no paco de Belem
E" nm documento di qn nto se afasia da b-aalidade.
E' co no qn un programan poltico. Nij
nm -impl-s a irade amento.
B-ceoo con o mnor agrado a meosa^em
de frnancp-w qoe em oomidatoal ebw-ada
cidade ao Porto me Ungida pea su* digna
re re* cao municipal.
Coim co e admiro oa relevante stvich do
Porto a p aria, liuerddaee a dy lasu* reinante ,
sabia, por imj, que me oto Uitariam os neos
protastos de li i-ii uie oe*i> rarissi.na co-iju.i
clora em qu -, tepoi* do cnmiu sj atte .tad >
qoe eolu'.-a a alvoroloa o pin, un veem 11 to-
da a par- fe- v -rosos lesienuunjs de deroci i
pe-a miuOi pes.-oa e de siacera caolnica uas
insiiiuices vigeates. A u-urreicA mtliur de
31 de Janeiro foi p-omptamraie debela, a or
dero putil ica esta reslaoelecida em todo o pux
Merec m o mai assignalalo louvor tolos os qoe,
ess- du. d feuderain valoro am-ute a nanuei-
ra da patria: a h Ktoria tai ae oxn os -es no
atra e o reconbeciioenio n icional nao pode es-
qoecer os seos ser vicos.
E' de bom cooseino que se preste seria at-
tencao ao estado iotellectoal moral da nossa
saciedade se combatam efflcsmente todas as
aansaa que noasam ter eooriboido para o al-
ternado de 31 de Janeiro; o meio seguro de
de evitar qoe elle se rrpilft, e de salvaguardar,
com a seiuraoc* do Estado, o progresao da ci-
TilisacAo e a i atiquildale geral-
Coiitio oa bonra e no bro do exercitn, que
me merect-o semure a mats desvelada dedicacao,
e estoo certo de que, soccessi .menle apertei-
aari na i>aa organisacio e m sua disciplina,
Ce., -d.a a" digno das oa- orilbaoies Ira-
dwyv, como leal manten -dor da ordem eslabe-
kv da e seopre que seja preciso, como beroi-'i
defeo-or da iniegn lade da patria e digaidade ni
MHlat.
O eoluneiiio d.ijn-iici ea rigorosa applica-
ato das I is ao o funJ n-: > moral de toda a
sociedade oem org.misada ; a pao ica aimitis
Iracao lem de ser neceean i d n ecaoomic e
austera; a poltica pr cisa d: se mostrar, a^ori
e-emore, eviiie.i'.emente elevada e r< spr ia--l
aos sens intuitos e oos seas caracteres dominan
toa.
Bsiessa otares principios qus d-g.n verea-
ffto uinnicioal do Porto me relembra na toa meo-
sagem, professo os eu co no ve "da les fandam- i-
las e leobo-os por normas ojaeoraniaveis da
inba magistratora c mstitocioasl D.i me a
consciencia qoe Ibes lenbo sido del; e se anda
ao pode mostrar toda a mioba profunda del -
sacio pela nos a p it n. tem si lo i--o de vi Jo ao
poaco *em> i da miaa vida du re, iegracada-
wote assombrada por acomecimeatos d qu;
bm oio cabe a responsabiiidade, mas de que
tinio como os que mal* a senlem, a triste e do-
torosa signili jacio I
Agradecendo i digna cmara municipal 40
Porto a saa val a nomenagein, peco lile qoe
seja interprete, perante os seas cxisiiainie* da
inua g'etidao e da toa provad.ssima leal lade
i mooarcbia liberal e da alta cansideracio -m
qoe tenh) os seas oobres e elvanos seatimeatos
patnolicos.
Por decreto de 10 publicado oo Dtarii da
asento de ti e refereodado pelo Sr. conseineiro
Antonio Candido K oeiro la Cosu. min-stro dos
aegociue do reino, foi dete-minado que os gnver-
adores civ dos diversos disirioos lo coou
acote do reino e iibaa adjaceules, por ai e oclas
aaiondades alministrativas e policiaes da saa
dependencia, eaergam a mais activa e constan.e
ao que du respeito is condic&es legaes das col-
teciivi ladea oo associaces existentes, investi-
gando com a maior sol--itu-le qoaes aa qae se
acnam em circomsianetas ano anes. .ra qae
aontual e ngorosameo-e se tirue n -IT c.uos os
preceitos apolicaveis das leis admiuistraiivas a
pea es, deveud ter isso lulo por mano rcom
Modado os mesuras magistrados, devendo da
caota do comprime ito Je-ia portara pela secre-
taria de estado dos negocios do reino.
os cincooooai lerendos da portara espli
aam-se as condices de illeitalidade com qoe a
asoeito do qoe dispo- a por an i de fJ ue Pe
ve-eiro de 1488, eslao funcionan !) assoct.cOes
seo di verses nomes, anerranJo ootras do lim
togal a qae se destinavam, e toraaado se alga
bm* crimmjsos lustrameoio* de periarbacio
crdem publica
Ja ao da 17 deste mes o eoveroador civil do
Porto ordeuava, em circular aos co nmwsarios d -
polica e administradores dos oair-os e cnace
toos qoe proeedssem imneiutanealea disso-
htcfto de qaeesq-ie- associac6>s de propagandj
ao de ai-cao para derrobar o tf :ia mooar mico
represeniativo fundado na caria e icios addiccio-
aes. procedendo i c ptora de quaesquer, isso-.ia-
das qoe es'.-jaru incarsos na* dtsposices das
leis citadas na refer ia circular.
Co.j ff- ito ae coa wiOes legaimente eslipul i
daa para a cooslitoic&o das dive:sas ass Kiacoes
repubiicaua-i pareciam andar oa multo lempo
abtileraia*. Bram qoasi letra morU, no uieio
das nossi* disposicOe legislativas.
A por! caca doutrioa. cujo camprimeoto urna das
BKdidaa prveo!iv..s de maior alcance e de toa s
eficacia qu0 i-sie lujo-ato se podem decretir,
a pela -la' '.o i I iva.u o Sr. Antonio Caad.Jo'
dis i Cu reto 4a S>'t--
A monarcbta d -11-- se. E ;a no seo direiio,
acede que os adversarios del!i a pretender B
abolir a Uro de bala as ras e villa* do Porto-
Has qoem nos ass-gora qoe soppnmidos os pe-
riodi^M republicanos, o fchalo* os seus clubs,
ao periud-o oio bucceda oipamphieto clauJe-li
ao, e o club pile ite e quasi publ o at -gora
oso srja-nbsi toido pela asaociacao secreta, pela
caaspiracio na trapetfa ignoa, ou pelo sobter
raneo em sitio descampado?!
BmreUinto a mooircba f o qne deve, para
assegarar su i existencia, como, mulata matandu
e lena feito a repblica ae Hvessc licauo triam-
abante.
Veto tamben na folna oficial de sabbado si,
o decreto ippncando as disposi^6?.s da carta de
le de 19 le Janeiro a 1827, -obre peasde* mi
litares aos ffictaes, offiiaes inferiores, cabos,
soldados e mas p> acas de pret do exe cito e da
rmala, qoe morrfrem oo se impossibilitarem
por fenmento recubidos em defesa da patria,
das insutoicbes polticas e da O'dem publica,
compren- adeude o'estas disp.-sicoeso* militares
aja-' moneram oa -c mpos-ioiir.aram oo da 31
de Janeiro prox-aio passado.
Este decr. lo, qu representa um premio e nm
MtciUimen'o a obras He patriotismo, om verda-
deiro acto de jastica. geralmente applaadido,'.
qae era espe ado qoasi desde o proprio da em
que M- necessano defender a ordem publica e
as losinnicAes.
A Orem d ExtrcUo publicada aote-bao-
leos impoe o cas-.t^o de macvidade temporaria
por a anno aos coronis ommaodantes dos
exmelos nava utos de mfaUria 10 e cacado-
res 9 a de 10 meses a don* capies, om de n-
hntaria 10 e cae, dores 9 ( xtin<- os) e de 8 me-
tes a om lente do ex ficto 10 ie lulaniarla
B p o-gue a referid- Ordew .
Tosos eles castigos fora n appli sidos por se
ter avrigualo qu-o aepiorael proced ment
dosextiu.los coros, em 31 do mes fiado, foi
principalmente devd.< a incu-ia dos cb.-fe*. qoe,
detlelxados no cuupr m nto dos seas mais si
|r.los deveres, immilaram a disciplina ao com
no o qoe lbe poda resulUr do mais reprerieo-
rivel abauuooo das prescnpc>-s regalameala-
ve.
No meamo docameoto vem mais csticos a di-
ver-oj oficiaea ot fallas coat-'arias i disc
alia.
Pa.-w-', dos. que a Uo famosa oraNdara das
homoi cssfcsaw esta pa tasado por ama cnae de
tNusfoiuidcao, qt.e bem argeoie ae tu roa va.
ato. acompaohala da multa de 5004000 (fjrles)
e sellos e costa* lo proness-i.
A aadieocia abno is 11 1/2 toras. Presidio o
Sr. Visejn le de Rio Sa lo; rep-esenlava o mi
nisteno paoliro o S D.-. Tno lade Coelbo e foi
patrono do- reo* o Sr. D\ M-noel de Arruga,
que seboave con m-nia p'o icieocia e taleato.
A sala estova eomp etameote caea de curiosos
jormllstas, magistrad >s, etc.
O jais ioierro as sai* affi'-nsiivas, e lavrou em segu la a seo-
teaca, qae eo -deioaa o* r-i* o mixima peoa,
i-to em 8 m -se* le prujj, 500< OO (forte-)
>r >ssio do jjroa Ot MaUt
A <'jt''iivi esti nm dedasidae- roi'iderada
orna boa peca jurdica, eabora se noto impar-
ciaimente qae era de*necessano ter coademado
o* reos oo loiximo da pena.
.N .nesmi aali-ncn foi coa letona lo tambero
com '.: iat pena o Sr. H odor,- Silgado, por ha-
ver pa i ica io u i m -a :ion.i Jo jor jal artigas in-
u s h em ide.nicas peaali lade*.
Fu lefeosor d'eate reo i joven advogado Ma-
ga I bies Cohibo.
* reos apoellaram.
A app.!l lacio o'este* processos tem effeito sas-
po'isiv i, e como o jais prescindi da llanca, os
reo* ficaram livres oor agora, *em dmiM :uuci i.
delegado juu mais Urde opp* se a esu dis-
pensada fiaaca, ma* era ti larde.
A apaeilaclo juigada em 'r-oa de aggravo,
e po-tanlo, rpidamente. Reda ver se a Relacio
coofirmari a sentenca. jolgao-lo qo' tiouv reai-
meoie accumulacao de enmes. 0 reos f o rara
abracados pelos seus correligionario* amico*,
poneos ubi presente* na verdads. para o que s
esperava.
Islo Ibes fes notar O Dia, 8*31 rancir, mas las-
timando irnicamente a lesillusjo qae esses oa-
sados repoblicao >s uveram. p >r ceno, veu lo-se
lio abaodom los uas h iras am iriras da proveci
e da hquiuacio de responsabilidale.
R-lerem do Porto a SO deste m -t qoe se-
rio ja galos nos ons-ibi-. le uern slpr-sw
paisano* comprom tlioos na rebelliio de 31 de
Ja a ciro.
Osjalgameotos cometario no dia 23 do cr-
reme.
Bofe os omprometiidos coali-se o abbaln
de S. N--oiao.
F -re u pro -naciados para resnaader a conse-
Iho le -ier.-a os preso* eiva : Sm os Cirdoso
Uuuel Ve ilal D.onisio Sa nos Suvi, 7;lisarlo
Urna, Joi Paes Pinto, Eduardo Sousa Jo<-
ju"u >-> Amoinba Lopes. Joaquim To un
Brno, Hanoel Joaqoim Brbosa. Pimenta. J >
Co a-, J*se Maru arao.jMaooel Perira Costa.
Ui Augusto Si n- le Almei la {: rlraica),
Clemente Gomes *.l'e.', Ji*e Soareg Nevs. J-*-
ronym ) r*inio de MiU a, J > imm Pialo Vasc-in-
11 -s, Aore io 11 Pis do R is, Jos Carraca--*
J. Roirittues, DjOUBBBM Pello Saos, AairePer-
m id.-s Blanco
Tamoem responderi a conselbo de guerra o
lenle Himem Consto.
Eslao processados, mas oio eotram em jnlga-
mento por -e acbarem bomisiados o D- Alvus
da Veiga. FJ tntooio Claro, Jos Perretra G01-
calves, An-onio J s6 Pernaades, Joaqaim Aaiu-
asLiilio Jos Lp:s Qainteila, Jos Pe reir
Samjaio (Bru 1 >) \ id.ho Pinto Almeida, Basilio
Telles e au.is i Carlos S mos
Foi solt Manoei Almeida Silva em vea de Cer-
vae* v R idhgaes qae esu pro unciado
Foi preso o eneral rcfomi 11 de e.ngenba-
r a Cirrea da Silva, om dos oomealos para o
governo provisorio*, e |ae, segundo parece, to
m iu Darte em algamas reuois revoluciona-
rias.
A elle a'ladia a carta do sargeoto da guarda
flseal qoe a Provincia oa das paoiiou.
O geaeral Crrete da Silva foi cood-iaid de-
baixo de prisiipara bordo do piqa-ie >M caat-
biqae. Foi acompaobado pelo 2* commaodan
le da divisao, o gso- ral Corle Real.
Cbegaram a Sala oanca mais emigrados
portuguesa*.
As autoridades bespanbolas teem dado a en-
tender aos emigrados oossos compatriotas qu
oio loes seri permittida a perminencia em tr-
ras da fronleira. Q1 escoihnn oolra residencti
qnanio antes, e qne mes sert> abonados sobsi-
nos e | di valen tes ao* s Hdos ds sois pateles.
A'guns, mis poicos j se acham empregados.
Es io mano pennorados com os obsequios dos
republicanos nespanues.
Commuaicam de Landres ao Fgaro qae ter-
mtnaram as oegociacO'* entra Sir Cecil iinodas
e L -rl salisao'j. A 1 igiaterra offsr-tcer a P-ir-
tagal reoovar a ocuveocA > de Agosto sobre a ba-
se e B0SSIdenles. Pj. iu al, du a referida o n-
manicacij, re oooeceri todos os estabeleclmen-
101 ingleses, al memo sobre os territorios que
me s- j 1 n aitnouisos e garaotiri em todas as
saa* colonias aos subditos logteses os privile
i' s e lir.-i'o-- concelt us aos *-u* nicionaes.
L) f ua qne tere nos o tratado de 20 de Agos
lo aKg'.vado cim a ilvre aecAo aos ingleses en
ierras pjrtuiroesas. e com os privilegios iguaes
ao -los portugueses eui territorios de Portu-
*" .
0 Stand ir 1 tamben se refe-e i qoesiao em
om do* s us unimos nmeros, afirmando con
sa* pouco favoraveis a Portugil.
A este respeito, dis o >r--eio da Noite. qoe
a* saa* 1 ifo.-macoes m is ama vea coalirmam o
qoe lem declarado sobre o aasompto ; islo 6, que
em qaanio o govera poriuguei oio receber as
p-..postas ngiezas, na la se pode affirmir ou
les ueatir.
Un lelegram 01 de Lonlres com data de 16 do
orr.-a te e piblitxdo em todos os joraaes de
Lisboa, disia assegarar se a'aqailla capital q-i-
a ae/oc aces entre a lagliterra e Portugal a
tes-i- no da Africi fizem progressos e permn
lem esperar um accordo amigavel dentro de bre
ve praso.
0 Sr. Laix de Siveral (nosso ministro em
Londres), apresenlara no dia 20 do corrale as
soas credeiiciaes raioba Victoria no castello
ue Mndsor.
Apre-eou-se, porm, urna auvem negra nos
b-irisoote* diplomticos.
E' acerca da coapaabia de Mocanbiqae qaa o
goverso portugus estova reaolv.do a proteger
amplam^ote desde qoe ella se apr'seatisse hi-
b litada com o* sufi i-otes captlaes para alar
gar a -ua aeco coomercial e industrial na pro
vieta je Mocamoiaue.
Parece qae em virtude desto declaragi-i dn
nj**o ministro da marioba. o Sr. Visconde de
Oa-ti-sol reilisoo os csp.taes precisos para a
orxanisacao de ama larga empresa e qae em vis
ta disso o mesmo ministro accenou o coatracto
para o estabeleetmeato da oova companbia de
M cimbiqoe, coja texto foi coobsctdo em Por-
tuiral pela Im rensa le Londres.
O capital seria de 25 milnoes de libras e se-
gundo o Stcle foi comp eumeate sabscripto.
A maior parte des mubOes de libras esterh
ais da nova eompanbia de Mocarabique foi sum-
c-ipta em Inglaterra, porm, sOm.-nie na bypo-
tbese de *e baver eslabelecido um accordo en-
tre a Gri Bretonba e Portugal, fixando limites
satisfactorios para os subscriptores.
0 Tima poblicon do dia 6 om telegramma do
seo correspondate particular de Pars n'estes
t-rmos :
>Via relacAo a afirmativa do Sid* de que i
Cimpinkia de H&imbiqw baviaj *id feiti p-o
potas por parte' da lu^Uterra, posso informar
qa- se nao nteram nenhamra propostas,pir-
q-aanto o contracto portogaes c.-otm dispo-i-
cOs esotrana* aos luteresses bnlaolcvs.
Bale leleg-amm t coaim a meacas de se aegra-
var o confl.cto briaoico, as qoaes poemdesi*
ja em cb-qie o nnsso ministro da manaba, eem
graves emoaraeos todo o miatsieno
A qa etij, como se coala nos circuios bem u
formados esta, diz o S.aiio de Lisboa :
0 ov-rao tnglez enleode que accio de Por-
tu: 1 en frica nociva aos oteresse* brtiani-
1 ip lmente aos iaterasses da compaobia
South Afriean
A orgautsac&> de ama eompanbia porta-
gaesa em Mocamnique mal viU pelos fliSus-
teiros de Minike.e. eo governo de Londres nio
pode ver am acido o sea podero no oriente da
frica, representado apenas pelos agentes de
C'cil Rnodes e pelos socio* do duque de Pife.
'esto* c.rcum-uncas lord Salisbury nviouao
ifoveroo pjrtus;ues urna nota diplomtica, em
que tos sentir qae o govrruo de sua graciosa
mageatade uada tra'ara com o goveroo ds Por
tugal com relacioa q .esli africana, em|aiuio
ot for aunullado o coatracto com a aova Com-
patihia de M icanbiqne. ja puoinlo nos (oruaes
ngiezes, e acceiie pelo goveroo Pormgal.
Nao entramos agir na ap'-eciacio d'esse
contracto, que vemos j> atando p lo Hortugwz
oem quereoos saber se u capitel lagles 11 eu
ees aa portagu-'S, se qu o cap.ai tem regKto
de nac oaali lade. Repetimos o qu ji dusmo* ;
anolau limos a or^aiiisicao de coopta lias por-
tugutas para explorac -s em frica e appiau 11-
remo qaalqoer mioisiro que .s anime e prol -Ja
co.i o se de vem proteger empretis resol vidas a
luctar por Puriug.l, cim t liOicutdades que
neCssjTiamjtite Ine nio de surgir o; contin -ne
negro.
A nova imfoufo.ia Inglaterra mus umi
violencia, a que nao s brmos *e o guve uo p
leri responder, Seja, poiem, orno lo coiit
iliglaierra. e pelo pas Balaremos aolio m-
qualqoer ministro oa de qaalqoer governo qae
iu ;;ra faser valer os dirutos de Portugal, roa-
ira a* ..trevidas notas daqualjuer caaceliari.
qoe vaoba intervir em negocio* qae sao de nos
*a oxelusiva resol ocio.
- O goveroo delinerou sollicitar do ooder mo-
derador a coavocacio extraordinaria das cortes
para 4 de Marco, efi n de snb netter i approva-
cio do parlament-i a a contracto provisorio que,
dentro em pouco* das, aeri celebrado com o
rrupo de bsoqueiro* fraoceses, cojo* represen-
tantes esiao em Lis.'oa. E< ve.-i o empresumo de 36 a 40 mil coato (forte-)
ea adju lie ci do monopolio dos tabacos, sen
coi. urso, ao grupo ou yodicalo qae Hser o em-
prestimo.
O uran de b nquetros 4 repr-wM-i la n 'lo
tlomptotr Etcompte. O em -resumo represeo-
111 > por oOngacO'S emitlidas oelos oa -ssiona-
rio< -'inn a usual giranlia do Bsla lo.
As olhis de Lts 1.1a sooreado asprogrcasiiti-
prodamam esta conomacii con um triu uph,
para o ir. eonselbeiro Au> qeal, comeeaodo a ue ranta do tabaco dula pelo Estado, coucloe pel
garanta onica do Estado, inleneo'ieote de qaal-
qoer ootra.
D'este molo continuar a nav-r un so pad-fi -
de inulos de di vi la publics portugu?za *em cou-
su'nacO 's espeeiae* e com a> onica garanta da
anda uio lesmentida probidade do paisoocnm-
r m-oto fiel dos eos contra los.
Os hnqueiros franceses instan pela convoca-
ci 1 immediati das cortes. Aaramas filhas too
rcbtcaa -n'-n lera que a coiivoeaci) di 610*
ni actoilidade seta considerav I erro poltico
As coi'l'c-s do empresamo conunuim a uio
ser coih cilas.
Victima de um volvo falle eo na saa casa,
la roa da II .a Secca. em LisOoa u cintra-almi
ran'e Ca los T-sta um dos Bjaaaaa m ns inl--i-
genies e mais illustredos ffitiies-ie marinn
aatoga professor da Bscolafaval. an' go d-pai
do e amigo par do rvino electivo, auur-de <
'aseaprecuios tranila-" aawa tilos, ennn *
.11-s .imiivj an Tnlod iU direito mirdimo
nter* cion U que m *rece as a j ira le ser tra-
-iizi io em f an -1 na eatofere coll-'cyao da B -
bl'otheca saentifien internad n Atm d'tste
aba nos o Sr. Test, deixa publicados varios
opsculo* sobre tlgnmas das oossas gran ic-
que.-tO-s interuacioaaes em que largamente de-
monstrooasua tllostracao e o sea patriotismo.
Ultimameote, por morte do Sr. conselneiro
Antonio Augusto de Agolar f a nom-ado re-
iiresen'ant em Ponoifal da W ti of India Purtu
guese Quaranted Radica* Compang LtmUed.
O Sr. Cirios Te ta era um couaer 'ador extre-
mo, mui'o arraiga 10 a< saas coavi -,-oes, jus te-
nizmente lefeadeu na imprensa e no p rlmen-
to. Er 1 imoem partidario fauaiico da allianca
n -si. e m* seo* eseriptos, largamente fu
d un -tiiou este seo modo de ver, mostreado s;
ab-rianeo contrario a todo e a todos quaalos
tivessem por 00 eciivo libertar a naci iuru
. ueza das reUcoes britoaairas Alada qoando
M deu o uMiatulum lagles, publicio um opuscu-
I -, lefendeude a allianca luso br, anntco
lustre tinado era filbo de o o antigo coro-
n I gsral de Italia em Lisboa, N ncra em 1823
e .sentara praca em 1839. Tintia o corso com
pieto de marinna, sendo alumno premiado. Bn
l*a grande numero de commissoes de sarvteo
qoe desemp -nho-j cootam-se alga as no estrau-
eiro onde (01 especi Jm-sDte encarregado d-- di-
risnr a construccao de uovos navios para a nossa
oa ona real.
Por toda a parte d.-ixou de si a me bar fama,
e o meis li'oogeiro coaceito pela sua Uasirayiu,
iodependeucia e booestidade.
O Sr. Carlos Testa possoia a comineada de
Avis, e os hbitos da ConeeicAo, Cnrslo, Avis.
S. Gregorio Magios e Alberto o Valoroso de
Sale.
Fallecen a 16 do correte o digoo par conde
d'Alte aougo mo sir plenipotenciario, antigi
e noeixeOor ue Portugal juoto da Santa S, onde
lomou parte mmto activa uas negouacOjs da
concorda a de 1867.
0 S-. conde d'Alte era nm conservador defin
di, enrgico e valoroso. defensor dos dir-itos e
p erogaiiva tradicionaes do pas, qae monas
vz-s defeodea na impreasa e no parlamento,
s-mpre con graode corroecio. Perteacia a am
a inga e llusire familia da aristocracia porta
gaesa.
Joao Carlos da Borla Telles Mechado da F an
cu foi o 1* conde e i* visconl; d'Alte em ras
vida, e com r-muie- ci dos servicos de seu
pai (decretados em 14 de Sel-moro de 1819), o
qaal servio com disttnccAo o Balado por meis de
40 anuos, em differentes emprego* panucos, e
pait.calermeate dacarreira diploma!' ; moco
1dlgo em servico n.- pico (alva-i de 2 de Abril
de I82J) ; senbor de vano* vm rilo* e capillas ,
grao eras de S. Msuricio e de S. Lasara da Sar-
denaa, da-de S. Janusrio e Francisco l das Daas
Sicilia* ; enva'o extraordinario e ministro pie
n piten :iarii n disp-i nbiiiJaie. ten lo servido
aa* c-t-4 de Ta-im, iple* e em Rima jamo
.Jo Santo Padre ; aascea a 6 -le Agosto dn 1810
e ca*iu i-m or metras nupcias com mis* H in
qoeu Mongm Br.-wu, da qaal nao nouve oos
sao. Casou em segunda nup :ias com outra ae-
obora inglesa, ua qual exisiem tillios.
O Sr coaaelbeiro Mananno de Carvalbo.
ealregoo ao ministro da mariaia um projeeto de
reforma do cdigo civil para o ultramar, na par-
le que respeita i coosttuicAo, registo e coastt
tu: i. de propriedade.
Parece qoe nesse projeeto se fas applicacao
Jo acto Torreas, qae rep-e*eau. como todos sa -
bem, urna grande simplifica^ao no rgimen da
propriedade, e qaa por uso mesmo o que ae
ihores resallados pode dar oas colonias, como se
demonstran oa Australia, e como se estA vendo
oa Tunala. *
Segundo consta, para a commissao Bornea-
da para dar parecer sobre o projeeto a presenta-
do ao governo pelo Sr. Manando de Carvalbo,
com respeito a reforma das pautas ultramarinas,
estao indicados os nomes dos Srs. Mananno de
Carvalbo. Moreira de Rey, Barbosa de Maguiles,
Bi viro de unto, Bapusta de Soasa e Moreira
Pey.
A'gons compatriotas e ntimos amigos do
Sr. Ultveira Lima, seguod 1 secretorio la legacAo
do B'asil em Lisboa, offsreceram-lbe uo jamar
no uiaJl, no Hotel Braganca.
JT saciedade porto guesa da Cruz Verme-
Iha fui maudada loovar >elo psinotigmo e pal
lantropia, com que se boave na org.toUacto da
ambalaucia do corpo expedicionario a Moca n
biqoe. .
Cbegou a Lourenco Marques o paqaote J#c-
lanme. levando a sea bordo a primer* seccio do
corpo eipedlcionano a Mocambiqae. O ihUati
ge sabio do Tejo a 15 de Janeiro, e leve demora-
da viagem at Marseiba, por causa do temporal.
que apanbau oo golpbo de Lyao. Cneg;u a Mo-
V>mbiqneal2 de Pevereiro, demorando se all
4 uas-
Salva estes casos de forca maior, o bello pa-
quete teria ido e Lisboa a Lourenco Marques
t-ii. meaos de 30 das.
O piquete Lianaa. qne levoo o segundo
troco da tjxpedicao, para Mocunbiqae. ji ebe-
goa a Suez.
Em Brnga trabalha-se ineessantempate
para qae o cougresso caihil co te iba tolo o e*-
ptoadtor.
Os promotores teem feito rcaaio ;s sobre reu-
ni -s. usianio ji muito adlanudos os prepara-
tonos.
EU ctua-se oa paco archhpiscopal.
A commissao central aggrego'i a si os Srs.
ejode de SamoJAes, e J >s Joaqun Pestaa da
Silva.
Esli ji in criptoa numerosos oradores.
Eiii t elle* o- Srs. arceoispj de Evora, padre
Barroso, prelado el -no de Moc>mbtque e Dr.
Pinto Joelno, qae, d.sem, fallara sobre des pon-
tos.
A ebertara do congresta ser precedida de
a ua fesutil leem que preg.ri o Sr coaego
Alves Matheas
S-gu to informac0--3 recebidas de Roma,
o papa ac etoi a servir ie media lor e itre Per
tugal e a B -lg.ua ni qu-*iio das po**e**6es afri
cana*.
loumel O/ficiel, de Par*, poblicoa as bases
le un accu'di eutie a franca, Portugal e o Es-
lado Lirre do Congo, com respe,lo .os direuo*
de imporucAo e exportacio oest- esudo.
Commu iicam de Berae que, eo contrario
da qne -me u c- ios jo'aaes, a decisao dos ar
bitros na que.stao do camiabo de ferro de Luu-
n-nco Mirqu-s iij poder* ser dada brevemente
porqae os irburos uio fea 1 na em sea po-
-it- todas a* p;*8 do processo. alm'disso, e
provav-1 que o 1 .Duna arbitral, am-* de pro-
nuu.'iar-se requisiteo reltlono. do* peritos en-
viado* ao IocI.
Por ana vio la de Lourenco Marques, e
dtala di 6 le Jai aira, -,b;-*e que cnegou all
o vleme ali an-sta dauosl Aatuniu. qu daili
la seguir para Mantee, on is vai com clucoeua
mil pretos armados afi n de d clarar guerra aos
iBgtoaas.
a fjrca do seu eatbusiasmo, Maooel Antonio
diza que tinha te icio de comer carne dos io
gtaaas que mitasse.
i;iiei(oa tambem all a expedicia de volunta-
no-, valo do B.esil
- Parece que vio ser-Ibes distribuidas ar-
mamentos, efi o de faserem a guarda de Loa-
re m Marque* juu lame a le com a forca de poli-
ca qae uia for para Maoi a.
P. S.D. J i4) da Cntn ra, o Ina-ealo an'o-
do D Afonto VI, vil no- em sceue no tbtuo
de O. daria II o ea aovo l .1 u 1 em versoAl-
ca t-k-hir.
0 pap do re D. Seba*::ia representado
por urna actns
Eut am ao drama as principa:* figuras da
coiopmhta.
Us csalos ji comecaram.
tiRitAMBCO
Bajjllsll B;iakof Rio dcvfaaeire
LBltesJ
Capital do Banco em oO.OO
acySos de 20 cada urna 1.000,000
Capital realiaado.......... 500,000
Fundo de reserva......... 175,00<*
BALA.VyO OA CAIXA KILIAL EM PBKNAMBUCO,
BM 6 DB MAKy' 1 DE 1891
Activo
i.eras descontadas............. 116:66i*3ia
.. .prestimos e conia* cauciona-
das.....................
Letra* a receber...............
Garantas e valores depositados.
dobilia, etc., do naneo.........
Di versa* coalas..............
Ciixa..
:iG:983S|8i
i3io;iui **)
7:073 59
1 Sil 7slJ(I.M
i.nuwum
4749U30J196O
Potico
Conta* correntes
simples.......1.158:S73l9oO
Depsitos a praso
Hxo com aviso e
por letra*. .. 1.9*9:997*330
Letras a pagar...............
Titulo* em cauco e deposito.. -
Diversas coalas...............
3.088:171 J2>0
i:i89a.MJ
l3i:3d0SdO0
1.513:940* iM
..7i9.03t*96U
S. E. & 0.
Pernambuco, 6 de Marco de 1891.
A. / P. CJarkton, manager.
J. A"T Eddowet, accountont.
Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco Rs. 8:000:00000
dem reaJJaado < l:f>OO:Or)OU0
Fundo do reserva t 66:500^000
Balaofo
EM 18 DE Fci V&KKIRU DE 1891
Activo
Accionistas
Letra* dc*cootoda*
Coalas correntes caucionada*
Cuco da directora
Diversas agencia*
Valores depositados
Diversa* cotilas
Letra* a receber
Caixa :
Em tnoeda corrale
o.M.0U<000
556.78VJ9U0
2.691 474*I8t
10.000*008
6.339.769*9.1'
2.34 V. 643*459
47*.493*I80
687.0i7*!WO
1.047 436*478
Rs. 11558.655*110
Paeeivo
Captol
Puodo de reserva-
Lacros suspensos..
Depsitos:
Coalas correle* de
1 uo vi ment... .
Ditas correntes com
aviso ..........
Letras a premio.
66.500*000
58.081*060
8.000.000*000
--------- IU 581*050
4.205.394*700
1.135.093*930
2.976.45v*O20
------------------8.316.938*650
Diversas garantas (depsitos vo
loman, s)
Diversas agencias
Di c sas cootas
Dividendo
364.643*450
960.7l*270
782...8*.90
9.291*200
Rs. 21:558.655*110
S. B. A O.
Pernarobuco, de M reo de
1891.
gerente.
Ed. a> da Silva,
pelo contador.
REVISTA DIARIA
As> elei*;*e de atedie -D^vem > lie .tujt-*c
boje as eleicO-** para, o primeiro Coogresdo do
Estado de Peroamboco.
Solemne e decisivo coxo o momelo de-
psudeodo do resallado d'.-lie a onenlaco a se-
guir em a nossa or<,aaisacAo autonmica, devem
todos os cidadaos, compenetrados da elevacao
do encargo qu- sobre seus bom aros pesa, con-
correr is amas visando apenas o uem oslar da
patria pernambucana.
Os trbalo eleitoraes comees rio 9 bo
ras da manba, devendo concluirse a votaclo at
i* 7 ores da noite, seto iulerropcSo.
A apelo das cdulas, elaboracio das actas
etc., porem podem prolongar-se ate quando pre-
ciso for.
Na 1 serio conladas as cbaaas qae coativt-rem
nomes risrados, borroes etc.
( mirtaveaPor portaria de 3. foi no
meado intername'.le o Dr. Jos Berardo Carneiro
da Cuaba para o logar de professor d cadeira
de scteoctas naturaes do ymnasio Pernambe-
cano em sabstitoicio do Dr. Carlos Dantas Bas-
tos que, a p dido, foi exon*rado.
latendetiea taz BteaSa- Bssa inten-
dencia dirigi o seguinte ofllcio ao Exm. gover-
nador, coogratuliad-'-se pela eleic&o do genera-
lisstmo Mauael Daodoro da Poaseca para prest
dente da Repblica
Intendencia Municipal da Es -ada, 3 de Marco
de 1891. Cidadao.Interpetrando com fiden-
dale os sentmeolos oeste municipio rea iva
menlea eieicaodo geoeralissimoMaioel Deodoro
da Fon sera para pnsiJenteda Repbalica do*
Estados Uoidos do Brasil, tjra esto Intendencia
a bonra de coogratatai-se comvosco por este
grande acontectm rnto.
** Sandee fraiernidal* ao illostre desembar
ga 1 r Jos Antonio Corre* da Silva, moito digno
eovemador do Esta 10. M-ao I Tnom de Ol
veira, presidente.America Portuoato da Gama.
J i= Prancisco de Arroda F .1 i 1.
Carrete -Autehoatem deixoa a admioistra-
aodessa rep-ariicio oeste E-iado o -11.-U icto
uuccionano e oosso ..migo Aff-nso do Reg
Barros, por ter de seguir para a Capital Federal
onde vai t-xercer o elevado carg- de .-ub-direct- r
geral nos Correio*
A sua pui tona de espedida 1: um documento
tnuio lisougeiro p ra os empregados da repart
vio, de que. le cb-fe; e poi isso pas-amos p.ta
uossa* paginas em lijuienagi-m aos bou* servi-
dores, ao* qoaes faz a uevida jaslica-
AinKtracao dos 'orreios de Pernambuco,
em 5 de Marco de 1891.Portan n. z Es-
tando ublicada na U ano O/Haal n. 55 de 16
d- "crarairo altimo, n -gado uoje pelo vapor
Herik, a miubi retnoca- para o cargo d sub-
director >i -ral dos crrelos, e tendo e vista o
avi*o de Mioiteio da Aitricaltora de 19 de Ju-
nio de 1878; deixo B*a*ta dala o atyo .\- aiJioi
lustrador U'esta repar.icao passan 1-0 interina
mente ao respectivo contador, o duuo ciiadio
Manoei Ly-a.
No momento sojem-ie em que a saada ir
vem puuir-oie e acabrunlur m e-piril sin-
to-me fraco para expresar clarameo'e toda a
y .-lilao e todo o re .iiih-cimeniu de que se tor-
naran! credores us meas -iu e-o- cimpanh-iro-
ie irabalbo em caa om os quaes enconlret os
bellos requisitos de ealdade .i-ili. ac>.
CoocorreraiD espooi anea mente para queme-
Ihor eu desemp-abasse as lun -c* do espiabo-
*o cargo que ora deixo e campnram restricta-
mente o dever observando fielmente as determi-
nacoei legaes.
Tal |.r. c li.ento eoo-.brece os empregados
aVsta adminisiracio, tanto mais uoanto ninguem
Mfno a o slo extraordinario e a grande aclivi-
oade qoe o ser vico postal exige -i'.jquellei que
estio eocarretta-ios de soa exe'mcio.
S felismeote posso diser uem re*trccO-s
que llorante o longo lempo da miuba admirn.
acto, nio (alteo Ibes a coragem precisa para
m todo* os momentos attenderem volootaria-
tii.-nte us exigencias d'esse imporuute ramo do
aervico publico.
A -1 ai. pois, transmltttndo-lbes o saudoso
abraco da despedida e os meu* sioci-ros agrade-
cnnenios. prometiendo-Ibes que nio ub-tiaie
re 'otibecer a elevacao de espirito do meu illos-
tre soccessor, janais deixaiei de velar pela
grandeza e prospendale da reparticio dos cr-
relo* d'este Estado, fasendo os mais ardeates
rotos pa felicidade de cada um dos meu* ex-
cumpatibeitos.
Na Lapital Federal oll'--eci-liie- os meas
prestimos, coo*lderando-o* sempre amigos di
goos da maior eslima e da mais elevada consi-
dera ;ao.
O a (ministrador.- Affonso do Hego Barros
Carra tfe praea Com o pr z. ae 3o -i ...
a cunur di 5 uo con odie, a lia-se aoeria a cou-
- urn-ncia par. a apr.-senia;a-i di; propostas ao
Exm. govemador do E*ta io, para cuulraclo d*
.-1iiiekrimerHu da empri xa de carros de praca
uesta Cldaae.
0 respeciivoedital vai inserto na seccao com
'lelnnlK.
IraaaSao amas bolach'rbas preprala*
na podara a roa de D. Marta Cesar, n. 30, pro-
n iedade do Sr. Joaqun) Antonio da Co ta, que
leve a obsequiosiuade de remetter-oss uma
amostra
Achamol-as boas, e qnem dellas Ufar, ba de
c acordar cotn a nos-a dpreciacio ; e mais d
urna ez iri a |u lie eslabeleciinentu bavel as.
Eatraslaa de algodao e axucir -
Por Ierra e mar mirara u no mercado do Recife
em Fevereiro:
Attucar :
Saceos
De 1891 184874
De 1890 170.9)9
De 1H89 163.1.12
De 1888 185.717
De 1887 143.881
Algodo :
Saccas
De 1891 16.992
De 189U 18 166
De 1889 17 910
De 1888 35921
De 1887 36 811
e laaiauaijsse -A' noticia qoe sob tal
litlo demos na quiala-feira, temos a addicionar,
que devidb as acertadas p-ovidencias lomadas
pelo subdelegado do districto do Arraial, o Sr.
Il-rmaoo de Barro*, (oram appreaeniidos em
casa de Pedro de tal e sna mi Felismina d
Cotice.cao, a travessa de S. Joao o* volme*
freanos das carracas alludidada* oa aoticia an-
terior.
Por occastao da basca; na referida casa, foi
presa a mencionada Pelismina, nio sendo o filbo
por nio ser eulao abi encontrado.
0 Sr. subdelegado bem merece por sna soli-
citude.
Club Besaealeeate daa OlaBelae* da
Cu arda NaclaMi Puncciouod es.- club
anlebonlem, e depois de esgotado o expediente,
tralou de nomear commissoes incumbidas de
fuodar em jversas localidades tiltaes : ficando
al mesmas commissoes assim compostas :
Em Bom ConselboCoronel Jos de Carvalbo
Arau|o. major Loon-nco de Carvulbo Araujo Pi-
ranga, capilAO Jno Pereira do Nascimeoio. co-
ronel Augusto Marti liaoo Soare* Viilela, tenente
coronel Francisco Teixetra de Macedo e capitao
ose Izt loro.
Em Garanas Teen te-coronel Antonio Ce-
sarlo da Silva Brasileiro. tenente coronel Joao
a Silva Brasil, capitao Joao Ribeiro de Carva
Ibo, alfer b Joaqim Caeta Brasil, capillo Joao
Fredenco de Abreo Hego e capitao Marcos Per
reira.
Em CorrelesCoronel Raymondo Candido
dos Pasaos, capitao Manoei Mir jues unto, l-
ente Antonio Basilio de Mello, capitio Gaaden-
eio Ferreir ae Aadrade Minoa, capitao Viceate
Ferreira de Sonsa, tenente Antonio Evangelista
dos Res.
Em BuqueTenente coronel Antonio de Al
boquerque Mello major Antonio Marques d- Al-
ouquerque Cavale.nte, lenle coronel Jos Afra
de -Ibuqaer-jue Maranbao, majar Jas Paes de
A-boquerqne M lio, teneote-coronel MiOiel Ca
mello de Albuquerque Caval'snle, capttio Leo-
nardo Beserra Peasoa Cavalcante.
Beaaedlda Recebemos boa tem a visito de
despediaa do Sr. Dr. Joaqoim Manoei Vietra de
Mello, digan jais de direito da comarca de fis-
ura, no Estado do Kto Grande de Norte, que
segu a euipossar-se oa mesma comarca.
Agr*a lecendo i jostesa de saa visita, deseja-
mos loe feiis viagem, e que em saa comarca se-
ja apreciado na altnre de soas qualidades pes-
80eg.
Uiirbomrrlada-lli poneos das entrn
para o se-vico do Sr. Dr. Ballbasar o nardo cla-
ro de aome Antonio, e bonless pela madrugada,
sem ser presentido, aban 10000 a casa do refe-
rido doutor, levando I be por furto grande 0U-
m-ro de obj-ctos div-rsos subtrabdo* da pro
pria residencia, como differente* gneros que
em dome do patrio tomara de um vendelhio da*
proximidades.
Bom seria que a polica do Poco procurasse o
nidusirioso, que corista ser de S. Lou enco da Mal
ta, e para oode tal ves teaa seguido, pois a ma-
quia que realisou, nao para pequea viagem.
levando 4 pe s e temperos para o fritado.
eAeda.de tioaralvea msaa Na ses-
sao que aute-bobiem les essa sociedade, sufe a
presiden da do Sr. Fonaeca Jomo'', loram pro-
posios e aceito* 'orno socios ell ctivos os Sr*.
Adolpbo Rioeiro, Gregorio Bello. Joviniano Vi. 1-
ra e Jiao Parias lomando po.-se oessa occ&siaa
o Sr. Oreles de Agaiar qu saudado pelo ora-
dor, por sea turno agradeoa a sua admissao.
Passa-se i disserla'.o da tnese :A gramma-
tiea proficua i lingoa 1 0 Sr. Cruz Jnior
deseovolveu a materia de modo satisfactorio,
sendo comprime atado ao o acluir o sea tra-
baluo.
Em s-'guidi l ve lugar a pissc dos membros
da nova directo ii, agradeceudo diversos do-
mesmos a sua eletcii eestimulaado aos col le-
gas a contioui'em aa prestaclj de eus a^ns
servicos paraeo^randecimenio e irospendade
ta rorporacio.
E op -si tente deeois de designar a quiaia-
feira prxima para outra reun ao. levaotou I
Bbsafjo.
villa da reara Em data de 1 do cor-
rete uio uos a* segoiuie* noticias des.a localt-
daue:
As ctiuvas qoe por aqui leem cabido een
[poutos citeu nsenptos, leem sido lao dimiaota*
qua n 1 leem servido nem ao menos pira fase
bem brotar folna* qne servissem para a aliniea-
tago do* ga lo* o nutras esoeces de aotmaes,
que ji se acb im rao rendo a forne.
A jopal igia deste lugar aena-*e sob a mais
de agradar I impressao com a u;rspectivi de
urna aova secca, por ver coegada a poca d is
p aniacoes sem qne apparecam ebuva*. S a
idea de ama secca borortsa e-acabrunna aos
seiianejos I
A commissao sensiuha deste lv* districto
acaba de enviar ao Exm. gnveroador do Estada
o resmuido de seos irabaibos, que foi o se-
goinie :
Foram distribuidos 435 moppas por ignal
numero de familias, verricmdo-se exisrem
2,515 Habitantes; sendo 1.191 do sexi masculi-
no, 1,313 do femtnino, 677 cacado-, 115 viovos,
1.716 solteiros e 447 sabein l A populacio da
villa de 373 habitantes, sendo 181 masculinos,
191 femtninos. 93 casados, 15 viuvo*, 155 sollei-
ros e 108 sabem tr.
Essa commissao foi cmaosla dos segua-
les ci..ados : Alferes Joao da Silva Cavalcanti,
presidente professor Joto Soares eiva, Isido-
ro amello da Rocba Cav^lcaate e Francisco
Jos de Siqueira ; os quaes empregaram toda
z-lo e cuidado no desempenho da missao qne
ibes foi confiada.
N. ia podemos diser em n-heo ao recen-
-I-. m n.o do 1* nutricio, coja .-ie Sinto An
tumo, visto que d'alii nada no* nuticiaram a tal
respeito.
0 qoe lastima, porm, que em orna no
palacio de 2 5 5 peas >as exi-tana a-.enas 447
iue aoem lr, sendo ppor un-, pota, pedirmos,
como o 'asemos, ao Koreroo qae olva suas vis-
tas para esle estado Je ignuaocu, no sentida
ae evitar u.u as novas genedes s gam as pega-
das da* aciaaes, mr meio da creacio de cadei-
>as com ensmo obrigttorio, pois no parece esto
o coa lucio mai.- pr. .toso para cbegarmos a*
Hm deseado.
. A escola do sexo masculino desto villa
aciia--e tunee oaandn desde o da 16 d- Janeiro,
rendo frequ-nUda ngularmenle por 16 alumnos,
e poderia le.- 0010 tanto, se o esudo precaria
en qu- se achaa maior parle dos pas de fami-
lia deste lugar nio os impossibllitasse de man-
- ar seus filbos escola.
Coosta nu*. por noticia* particulares, mas
merecedora* de todo crdito, que foi transferida
a cadeira do sexo femioiao desto villa, para a
estacJo de Oliuda o 1 comarca do Cabo. Esto
iot:cia multo lem contristado os bauitantes des-
te legar, e, se infelizmente (or ella exacta, ante-
cipamo-nos em pedir em nome da nstruccao,
ao Exm. goveruado a re onsideracio do acto,
pois que dita transferencia trara grande mal i
mf.ncia, privando-a du instrnecao, que boje
mais qne nuuca devia .-er derramada pelo mais
recndito do* logares.
1 i-truir o piivo engrandecer a naco.
la Casa-Ei* o pessoai que no mes da
Fevereiro ultimo occapoo os estabelecimenlos a
cargo des a pia .nstiiu.cio :
IIj-|)nio de alienados HK
II1- nial dos lasaros 39
C lii-gio Uas orphi* |Qg
A*ylo de Meodiciuade 349
Hospital dos variolosos 28
Hospital Pedro II 511
1 lasa do* Exporto* :
Em educado 2'2i ....
Bm poder das amas li>6) **
E as ;d rc-s p.-rfztiii um total de 1.541
paacoaa Ifatadas e alimenta-la 00 referi-.'o mes.
Ciato tea 1 aladore* H -je peLs 9 bo-
ra da noite r-oleiunt*a essa Club carnavalesco a
passe da nova directora jor meio de urna sessaa
iiia.iia e um su rao -lancanle.
unlhai rraare Aotehonlem reali-
sou e.-.-a compabia uu esplendido espectacolo.
Os artista* (ur .m muito applaudidos, termi-
nan lo a (u'iccio com aapreeutaco e f ib-.lhos
da byena que jbedece ao mando do Sr. Xelario.
A campaniia dar somente dou* espectculos,
um hoje e outro amanbi.
Deve portan o, o puulico aproveitar o eosejo.
ervice nutliar-i: aoje superior do dia
a cidadao major D nas, e hi a ronda de
risita o Sr. alferes O tu, do 14* batalbio.
O Ia batalbio dari a goaroicao da cidade,
menos a guarda do hospital militar, que sera
prestada com pracas da balera de arlilbaria.
Uniforme n 7.
Amanda superior do dia o cidadio ca-
ca pitia Waaderley, e lar a a ronda de visita o
Sr. alferes Victoriano C isla.
O 14* batalbio dari a gua.-nico da cidade.
Uniforme n. 3.
No da 8 seri superior do dia o cidadao
jan jor Carlos Telles, fasendo a ronda de visita
0 Sr. a fer.-s Alfredo Barros.
O 14* batalbio dari a guarnicao da cidade.
Uniforme n 7.
TrlBunal de Jury do BteelCeHonlem
oio bouve juigameiito oeste Tribunal.
A's 11 doras da manda, yebaodo-se presentes
o Dr. Aoto 10 Domingos Pinto, mis de direito
presidente do jury, o Dr. Juio Evangelista da
Frota Vascon 'ellos, 1* promotor publico e o es-
crivao Florencio Rodrigue* le Miranda Franco,
proceden se a verificado da* cdulas e a cha-
mada geral, a que respondetam apenas 34 jaises
de fado.
Foram multados em 204000 os jurados qne
deixaram de comparecer, ficando adiada a sessaa
para segunda fera proxina i* 10 horas.
prrlorla dea PorlM e Obra* Pu-
blican Federara esa l'i-rnanibi
Ke-ie. 5 de Mateo ae 18U1.
__________oletim meteorolgico
s=
o a 0
Horas sg-S
se
H-
6 m. 16 1
9 17'9
11 18 8
3 t. 18-7
6 17',5
-
-0
Barmetro a Teosio 2
0* uo vapor S a S
756-59 18.73 71
758-05 18 43 66
757-61 1940 67
756-76 18.93 66
757-3 J 18,11 66
temperatura mnima15*,50.
Dito mxima-30-.00.
;du vaaulla.
Dtreccu do vento: SE de meia noite al 2
horas e 50minutos da manda ; .-E e SSE alterca-
do* al 9 oras ; SSE at 1 n >ra* e 50 mi-iutos
da tarde ; S com inierrupcOe* ue SSE < 8-.1 as
e 35 minutos; SSE al 11 hora lo miuutos;
at tnea noite.
Veloddade media do vento5 78 por se-
ta cd o.
Nebalosidade media0."17.
Boiettm do porto
a,
p.
B.
P
a.
Da*
5 de Marco

6
Hora**
016 da tarde
6-38
138 da manh
7-35
Alton
ajeiiAeaEffecinar-se-nao os segu otes:
Segunda -fera :
Pelo agente Brillo, as 11 horas, na Ponte d'I-
cbda, de piano, movis e mullos oulros oj-
eles.
BUeeaa roseares- Serio celebradas :
Boje :
A'* 5 horas, na igreja de N. S. da Peaha, pela
alma de D. Felismina Augusta Maciel ; as 7
horas, no coo vento de 3. Prancisco, pela alma
le O. Biabara de Jess Cardoso ; i* 8 horas,
aa igreja da Conc-ac 1 dos Militares, pela alma
do general Hennes Ernesto da Poaseca ; s 7
hora* na i-apelia do i,etniierio, pela alma de Ma-
noei Jos da Costa.
Segunda-fera :
A's 8 horas, na matrix do Corpo Santo e ca-
pella do H spilal Portugus, pela alma do com-
nieadador Antonio Francisco Crrela Cardoso;
as 7 horas, oa matriz de Santo Antonio, neto
dma de D. liarla Leopoldina Vtegas de Miranda;
as 71/1 doras, na Urej 1 da Soledade, pela alma
de D. Porciana Mede.ro* de Agaiar.
raeaaaelreadragados do Norte ao vapor
nacional Una:
Joao da Costa Lima e 1 criado, Amado de Car-
Ido' su< seobora e 3 filbos, Antonio Femandes
Jamor, Viclalina Mara Soares, Manoei Manas
1 iwira, Manoei Pereira Nibrega, Jos.* R po-
so e Mana Juliana, Pedro Jos Bernandes, Jos
Das Soares. Josepba Mari 1 Aranha. Dr. Antonio
M.nervino Soares, sna senbora. 4 filbos e 1 cria-
dos, Manoei ia Silva, 3 filhas e 1 sobrinbas. Ale-
vn (re iranhao, Luis Cmara, Manoei Fer-eira
Lima, Pedro Pereira da Silva, Pedro Goocajvec,
Antonio de Barro*, Innen Jtonario d'Olivelra Dr.
X miel Santos Moreira, l.-naco Ferieira Serrano,
li Ferreira !a Silva, JostLeia, LuzGoasagac
Luz Antonio O tirana.
Caegadas da Europa no esojr francs Cor-
dooj.

.
-





Diario de Pernambuco -- Sabbado 7 de Margo de 1891
destt
Mar-
ti
7
3
53J
eufennarut
Jjo Chaves Gaimaraas e Francisco Godiuho
de Abren.
Chufados da Europa no vapor francei Ore
noque:
al.noel G'i jri3 da Silra Papoula e Frei lono
deaeio lo Monte CiTmelloLessa.
Sabino* para o Sai no meimo vapor :
Jo* Raposo Pilho. Jalla Mana da Conccicio
Jos Cvales te de Qieirot Mooleiro, Pedro Jote
B'rnardes. Sama. I a Carvalbo, Francisco Ri>-
d 'igaes Pe-J de Mello Jor*e Constantino, Vi
torno Xivier Simas JosfcMacbado Be ni es Ma-
noel AmoDij L >pes a M >no -I dus Sanios Das.
.ibi iu- par < os purtos d rtorte no vapor
nacional JiKxAvsw :
D Joaqaiui Manuel Wira de Mello. Odilon
d'Aqa no J i-e Joa junn a<- Castro Medeiroe e sna
senbora. Prancisiv R) Irigues Vuana, Juao M.-
no>*l R driKaes. M a .el Mara Lo oes e sna mo-
Vr, M ui.-f i Per na, Francisco Le Rotee e A bil
le Lu.'
c ><-* Movimeuio uoa pr-
sos da Casa U- lieu-ncao do Recite, Estado di
Peroarabuco 5 .le Ma H de 4WM
Bzuiiaui 493 entra a u 6. sabiram 8. sainen
m.
A sap.-j-
iNac'oua.- 4 5. 14, <*ti*i|{airo8 13
4 I
Arras-. 417
don 396
D0*0lr 11
Lou. os 7
Louca> 1
Tota 417
Vt.i-nu-.io aa ratera.-.rl
Tiveram nana :
Mar.-eli. o R tingues Lima.
Joao SJire- aos Santos.
Tiveram alta :
CJaadio Perrera dos Santos.
Poraro Litados oa presos de?te estaoelejimen
to por 115 pessoas, smdo 75 nomeos e 140
ztltal Pedro II 0 raovimento
esUbciec uieu-odecaridade, do da 4 de
eo foi o si-ituioiK :
Eulraram
Sa iiraa)
Palieceram
Exisiem
Foram visitadas as respectivas
pelos Dre. :
Mosco) as 8 l|4.
Cvsnetroas il) i|4.
barro.- .m< < mi a 8 l|4.
Ber.ir.loas 8 l|4
Maiaquias a- 7 3|4.
Poniaal as 9 11*.
Vieira da Caoba as 9
O cirurgiao dentista Nuna Pompilio as 8 l|S
boras.
O pbarmaceuiico entroa as 9 Ifl boras da ma
nba e sabio as i boras da tarde.
O 1* ajadante do pnarmaceatico entroa as 7 Ifl
da manba e sabio as 5 l \t da tarde.
O I* dito entroa a 6 3|4 da manba e sabio as
3 da tara*
i,oi*-r do Estad o do fcri-Par
AS* sene da 45- lotera, deste Estado, cuj.
premio grande de ltO:UU0*, sera extianidt
boje 7 de Marco (sabbaao).
Lairrla do Eaiavdo de Pfrlur
A 8* sene da 3' lotera deste Estado, se* e*
trabida iinpreterivei;nente no da 10 de Marco
(terca feira), a 1 hri Ja Urde, no cou>ia
torio da igreja de N'oesa Sennora do Rosario
de Santo Antonio.
toirr'a o araakAo A 18* sene
da 4* lotera deste Bsuido, cujo premio grao.it
de 3ii:UOaO0O, sera ext rbida no da 11 df
Marco fjoaru-reir
t raanlrrlo Puaiiro ODituano do da 4
do corre ule.
Benedicto, Pernambaco, 3 metes, Santo An-
tonio; febre remitiente.
Mana Leopoldina Vi-gas de Miranda, Pernam-
boca, 49 aonos, viuva, Boa-Vista ; lesio car-
diaca.
Antonio Francisco C. Cardoso, Portugal, 64
aano. viavo. Poyo ; mal de brigbt.
Estevao liidoro Rodrgnes, Pernambaco, 58
annos. casad i, S. J >r : queda.
Laura, Pe nambuco, 3 metes, S. Jos ; sypbi
lis congen.u.
Um feto. Pernamou o, Boa-Visla.
JovinaMana da Cueivao, Peroamboco, 17
annos. -ol eir. Santa Agoeda varila.
Victalino Jo-i- Moraes, Peroamboco lt annos,
casado, Boa-Vista ; tobercnlos pnimcn.rts.
Francuc das Chagas Lima, Cea i, 50 annos,
casado, Boa-Vista ; febre intermitiente.
Jacob L K, Noruega, 60annos, solteiro, Boa-
Yista; anemia.
5
Manot I Jos de Oliveira Lima. Pernambaco, 73
annos, casado, Recife ; h morrhagia cerebral.
Manoel Francisco R Doarte, Pern.uibuco, 50
annos. casado, Boa-Vista ; cjrrbose alropnica.
Joao Paula de Souta Simio, Pernambuco, 36
annos, solleiro. Boa Vista ; bvdropoobia rbica.
Antonio Marianno, Alagcs, 13 annos, S Jos;
varila.
Ros Mara da Conceicao. Per narx buco, 48 an-
nos, vinva, Boa-Vala ; paralysia.
Joaquim Manoel dos Santos, Pernambaco, 34
annt s. solteiro, Boa-Vista ; envenenamento por
tal de cobre.
Um feto do sexo femiaino, Pernambuco, Boa-
Tista.
Franciaco, Pernambaco, horas, Recife ; invia-
Sinna, Pernambaco, 38 metes. Boa-Vista :
hroncbiie.
Jos Alexandre, frica, 60 annos, Boa-Vista ;
alcoolismo.
Jos Miguel. Pernambaco, 54 aonos, casado,
Bo i-Visla ; edfma da glot.
Migoel Jos d >> Virgeos, Pernambuco. 45 an-
uos, casado, Boa-V sta ; utreras gangreansas
Manuel. Pernaaboco, S. Jos ; iaiaUlidade.
Um feto do sexo masculino, Pt-ruamuuco.Boa
Vista.
Mara. Pernambuco, 8 horas, Santo Antonio ;
spasuo.
CHROlflCA JDD1C1AR1A
Trlbaaal da Heladio
CSESSAO ORDINARIA EM 6 DE MARCO
*" DE 1891
PBB81DBNC1A DO CIDADA DKSEMBABGAD R
ytrNTINO DE MIRANUA
Secretario, o culado Dr. Vtrpo Coelko
A's boras do costume, presentes os cidadios
desembargadores em nuraerp legal, foi aberta >
aessao depois de lida e approvada a acta da an
tecedeote.
Distribuidos e pasaados os feitos deram-st
os aeguintes
JDLSIHIITOI
Uabeas-corpus
Paeaentes:
Mam el Vital dos Aojos. Mandan se ouvir o
r. chele t polica e o juix de direito de
Aguas Bellas.
Jos Lou Alvrs.Piejudlcado.
Mar.tei do l*imr> FeiU-f8. Ma deu-fe ouvir
os junes de aireito de Pitres e o do 3* damete
criminal. *
Fii.ni ir o Alves Barioe. Mandou-ee ouvir o
jaiz d< dneitb do 5* m-iiK'c niminal, contra o*
voioc co. desenbaig.doies Presidente, Teixei-
n de Sa e Mailior ten ira.
Recurso crime
De CiUr.-gibe- Rett-irtineojaito, recorrido
Jes* CaDd do ce Allitco. Ilt laior o desembar
gaoor S' itiaw'.PtttlIU. Nmt se pioviaeilo,
nr.ti.iit ai nit.
Aggravo de instrumento
Da Vi.'ti;aaflavante Abicn.o Joaquim dr
Nascintnlc, sg^revaoo Atiionio ce Mtllt Vpico
aa. Rfla.orodtnmbarKi.ctr Pires Gcrcalve,?.
Adinntos os desen>l>aradore8 Fianclsco Lou e
k. mil. P reir. Nt^tute pnvimtuto, unani-
m mente.
Appellit,Ce? cnnies
Del|fjnca Appellanie D. m.ngos Jote de
Baat'Anoa. appel.ai a jutni; Relator o df
embaigkcor Manas Ptuiia.Mandio se a otra
di iitLc, rontia o vcio do desemcargadoi Cal-
da- B.rrec
De Agu; Pitia Arpellaote Cafim ro Rot'ri-
mi res Sanios, ai (.naca a justica Relator o
defembarieucr Piros Feneira. Manotu-se a
covt juij. ttntra oa votos dr desenibargadore
Marinr I einra e Teixeira de Sa.
De Paulo AflcnaiAppellanie p juito, apfel
lauca Fiai ciho JoO Rcoruues e bito. Relatoi
o eatmbargador Maruns PereiraMandou-ae a
aovo jirv, utanimemente.
Dh Ohnda Appellante Pancisco Goocalves
da Sil appelUda a justica. Relator o desem
bargador Pin Femira Maooou- a novo
jurv nnaniuiKmeiite.
d Gloria do Goita Appellante o joxo. ap
pellado -irm no P.ueire.io e Silva. Relator o
desembargador Pire Perreir- Mandou-se a
novo jury, nnanimeaieBla.
D- Bota JardimAppellante o jnito. appella
.1. Anioii'O Jos le San.'Aan i. Relator o des
embarga lor Martina Pereira.Man lou-se a novo
jury, unnimemente.
De S. L u nc> *nr*llante Jo^ Prancisco da
Si a, anpellad j a jusilla. R-laior o desembar
gador MarMis Pereira. Oeu se provimeoto a
i..p Uco, aiianiinemenie.
I> S Lourtncj Appellante o promotor pu
Ohc, amiella.lo rVdro J e HaCniiHSU Relator
o dest mbargador CosU Ribeiro Mandou-s-- a
n >v jury, contra o voto do desembargajor Cal
das Brrelo. ,
De Bom J rdimAppellante o jnixo, appella
Jo Mn.oel Antonio G.nao. Relator o desembar
xador Marlius Pereira. Negoo se pronmento.
cuoira o voto do iles"nh-riadi>' Relator.
Appeliacao civel
Do Recife -Appeilaue Gervasio Prea Ferrei
ra appellado o V.tioode do Livramento. Rea
tor o deserabargador aldas Barrvto. Revisores
os desembargadores Mirtins Pereira e Cos. Ri
b iro. JulaoB-ae por tenienca a desistencia,
unnimemente.
Do desembargador Prea Ferrdlra ao deuem-
bargador Martuis Pereira:
Appellavoes crime*
De Tacarai Appellante o jaUo, appellado
Airoflio Nicacio de Panas.
D Garaobono- Appellante o jnito, appellado
Prancisco Ciernen.ibo das Cnagas.
Appeliacao civel
D> Recife Appellante o consol de Portugal,
app -Ila.lo R^ymnndo Pereira do .ih-eira.
Ao desembargador Pires Goncalves :
Appeliacao civel
Do Recife Appellante Francisco Gmcalves
Torres, appellada D Anua Joaquina de Miranda
B il.
O desembargador Pires Gonvalves. como pro
motor da justica. deu parecer na
Appeliacao crime
De Gamelleira A .pellante Antonio Ramos da
SUva, appellada a justica.
Do desembargador Mirtina Pereira ao desem
bargador Fraacis Luit:
ApitellacOes crimes
De S. LoureocoAppellante Manoel Flix dos
Rea, appellada a )o-tica.
Do Li.noeiroAppeli.nie Francisco Fidelisda
Aleocar, appella la a ju-Mca.
Appeliacao civel
Da PalmaresAppellame Iratato Arcelino de
Ba-roj F-aoco. appellado Dr. Pedro Affonao Per
reira.
Di desembargador Francisco Luiz ao desem
baigador Cosa Ribeiro:
Appellacoes crimes
Da ParabybaAppellante Antonio Carneiro de
Sonta, appellada a justica
De S. Joto Appellante o juno, appellado
Francisco Clandiao.
Appellac) commercial
Do Recife Appellantes Man jel Ferreira da
O ni A C., appellados Moabard Hober C.
Dj desembargador Costa Ribeiro ao desem-
bargador Teixeira de Sa :
Appellac s enmes
Da Imperatnt -Appellante Pedro Loureoco da
Silva, appellada a justica.
De S. Loureoco i ppellaole Joaquim Loaren
(o da Mi va, appellada a justica.
Do Rio Pormoso Appellan e o jai, appel
laao o liberto Cosme.
De Atagoa do Momeiro Appellante Jos Go
mea da Silva, appellada a jasuca.
Appeliacao civel
De Goyaona4|ipellan(e Beoto Archilao Viei
ra ..uta io appellados a vinva e herletros de
Miguel Joaquim Al ves da Silva.
Do desembargador Teixeira de Si ao desem
bargador Caldas Brrelo :
Appellacoes crimes
De Goyanna Appellante o juito, appellado
Ep pbanio Ho a Caetano.
Da Parabyba Appellantes o juio, Manoel
F.ancisco de Paola eoutro, appellados Prancisco
Antooio da Silva e ouiros.
Ao desembargador Martins Pereira :
Appellacoes crimes
De I tambe Appellante Zacaras Ferreira Go -
mes, appellada a justica.
Da Parabyba Appellantes o juito e Jlo de
Aranjo Sampaio, appeilados a justica e Vicente
Jos doa Santos.
Do desembargador Caldas Brrelo ao desem-
bargador Pires FerreirB :
Appeliacao crime
De Aialaia Appellante o promotor publico,
appellado Manoel Vicente Ferreira da Rocha.
DUTBIBCU'OEI
Recursos enmes
Ao desembargador Costa Ribeiro :
De Camaragibe Recorrenie o joixo, recorndo
Felisberto Jos Corris.
Ao desembargtdnr IVixeira de Si:
De Palmares Recorrenie o julio, recorrida
Antonio Looreoco Ferreira.
Ao desembarga lor Caldas Brrelo:
De Porto CalvoRecorreole o juito, recorrido
Jo Pereira Paldo.
Ao desembargador Pires Ferreira :
Do Recife Recorren te o] oiao, recorrido Se-
veriano Antonio Flix.
Appel lac&es crimes
Ai i desembargador Pires Ferreira :
D > RecifeAppellantes Ph ts Avehno da Los
ta Duna e Jos Antonio do Nascimeolo, appella
da a jostica.
Ao desembargador Martins Pereira :
De S. LoureocoAppellante o juito, appella-
do Joao Baptista de Mein tes.
Ao desembargador Prancisco Luis:
Do loga Appellante o juito, appellado Ma-
noel Francisco do Nascimeuto.
Ao desemnargador Cosa Ribeiro :
Do ingaAppellantes Jos Joaquim Cardoso e
Antao Galdino dos Santos, appellada a justica.
Ao desembargador Teixeira de S :
Do IngA Appellante Francisco Pelix de Pon
tes, appellada a justica.
Ao desembargador i aldas Brrelo:
Di EscadaAppellante o juito, appellado Ma
noel Benedicto dos Sanios.
Appellacio commercial
Ao desembargador Martins Pereira:
Do R cife Appellhnies Goerra A Fernandes,
appellado Joaqam Isidoro da Silva.
Appellacfto civel
Ao desembargador Francisco Luit:
De Bom Jard mAppellante D. Anoa Joaquina
de Sai.t'Anna. apptrllauo Joao Alves Camello de
Araijo Pereira. ,
Eucerrcu-se a sessao as 3 boras da Urde.
De 17 do correte, da iunta dos corretoree
deu praca, enviando o boletim dai coiasfle
offiuiaes ae 9 a 14 do correte. Para o ar-
chivo.
De 13 do correte onet, do Dr. nspector com-
mercial da Parabyba, enviando o refetorto ios
trabalbus dessa Iuspeclona durante o anoo pr-
ximo pastado. A' seuretana, para os tns con
veoienies. e aecu-e-se o recebimemo.
Diario Ofieiaet de ns. 33 a 40Archivem-se.
Foram disir.baldos a rnbnca os segulmes
livros :
DI rio de Ohveira Basto C, dito de Joaquim
B. ios Ris A C, successores, dito de Jos l" nandes Lima A C, copiador de Pereira Carneiro
A ('-., ideiu, ideui, id-m da agencia do Lloy <
Bratileiro, dem de Pedro Osorio de Cerqueira,
egisiru 'e transferencias de accSo do Banco
SiLissor de Pernambuco, dem, dem, da Om-
panh a Industrial de Pernambuco, copiador da
mema Compaobia.
DESPACHOS
PeticOes :
D Gomes Alves A C, para qne se admita a
reguiro a maca que adopuram para os c gar
ros que expoem venda em seo esUbelecimen-
to de molhados a rn > Vidal de Negreiros n. 86,
sob a di-uominacA A menina das flores* o an
ligo propbeta. Regi-'re-s-e.
De Joaqui Luit T-ixeira C, dem. dem,
para ao fateodas de seu commer io a roa Duque
de Canas a. &8, sob a denotninaco Loja das
Estrellas.Sijt registrada.
De Maaoel uarolin.j de Vasconcellos Lio',
i-i. m. dem, com a deoumioacao Murgidinha
das flores* Americana* para os cigarro de -eu
i-iimmercio a ra D >eiia o. 9. Indefenda,
vista do parecer do Dr. secretario, Hcaoio salvo
ao .-upplica-He o direito de priondade da apre
senUcao.
D Asevedo A C dem dem snb a denomina
cao Fabnca Caxias A flor d s flore-*, -llem.
p.ir4ue os ropplicantes nio observaram as da
posicoes do arl. 10 do regulameato n. 9 838 de
31 ae Detembro de 1889
De Sanios A C, adiaoa oa precedente sessao,
llem. dem, sob a oeoominacio Moreoinba*
\ fldr da florala* A nada.
Da vinva de Prancisco Lopes A C, para que
seja arebivado o contracto de sociedade de cap
tal e industria que sob dita Arma celebraran! D.
Mara da losU Lopes e Francisco Honorio Be
trra do Amaral, com o capital de 13:l9a#770
para o commen lo de gneros seceos e molbados,
fatendas e ferragens ao povoado de Piegoicas,
termo d Palmares. Arcblve-se, na forma da
le.
De Josepr- Kranse, Adotpbo Kranse, Max Krau-
se e Ga-tave Erante, dem a prorogacao de sea
contracto de s.cida ie, r.elo qual fleam em vigor
a maior parte das clausulas dos contractos ar-
chivados a 37 de Marcu de 1886 e 1 de Fevereiro
de 1889-Iiem.
Da Ferreira Barbosa A C, dem o seu con'.ra
co soual.dem.
Da viuva M-deros Gurgel, de cuja firma
sao socios D. ignex Camtiiba de Castro Medeiros
e Alfredo Gurgel do Amara I dem, dem sob a
tirma cima dua, com o capilal de 9:l4.f065
seodo a sociedad? em nome colleclivo. p.iao
uommercio de miadeus na loja Basar de Luo
dres. -S< ja arebivado.
De Ji t Mana da Cunha e Jos C mpello Lo
pea. para que se registre o contracto de >ocie-
dado de capital e indusina. que eotre si literam
sob a fl-ma Jos Mana da Cunha A C. para o
commercio de gneros de estiva, oa laverna a
ra do R h.-io da Boa Vista n. 11, com o capital
de 3:008*707 dem.
De Cosa Rimo*. A Alves, dem, dem em nome
codectivo que sob dua firma celebraran! Manuel
Joaquim da Cosa Ramos e Firmino Leite Alves,
para o cominero i de compra, e veuda de gene
ros uqui ios e solidos, no estabelecimeoto roa
J. aqunn Naboco n. 39. com O capiul de......
3:060*700 Archive-se, depois de sausfeilo o
p. lecer do Dr. secretario.
De Mano-I Cardoso Jnior e Francisco Pereira
Ca'do-o para Ihes ser an bivado o distrete que
apreseoum Ja Hrma Main el Cardlo A C, pelo
qnal Oca o ex-socio Francisco de posse do activo
e oor gado pelo pasaivo da exlincU sociedade.
dem.
De Francisco de Lima Coaiinho, cidadao bra-
tileiro, natural do E-lado de Alagoas, rom 39
aonos de idade, residente nesia praca oode com-
mercia em fatendas a grosso e a realbo, 4 ra
Doqne de Caxias a. 43 pedindo ser admitiido 4
matncnla. bao aitesUnies do crdito commer
cial do impetrante, Antonio Gomes Miranda Leal,
Prancisco Gu-gel do Amaral e Jo-e Mara de
Andrade.Paa*e se a carta, de conformidade
com o parecer do Dr. secretario.
De Manoel Joaquim Peieira, natural de Braga,
reino de Portugal, de idade 49 annos, estabele-
cido nesta pra(a em commen io de vid ros e lou
cas 6nas por grosso e a ivialho, dem. Aties-
tan) em seo abono Prenle Vianna A C, Machado
i Pereira e Jos A. Rodrigues Lima. Como
De Sai Iberio de Hqueira Barbosa Arco Ve me.
natural da cldade d Pesqueira. com 31 annos de
idade, eslabelec do em Gameleira no lugar liba
dar Florea, i lem. Sao seos abonadores os com
mercianiea Jos a Rodrigues Lima. Jote Joa
qoim Das Fernaude e Francisco Antonio Gomes
de Mallos.- dem, depois de salisleito o parecer
do Dr. secretario.
De F aasco R irnos da Silva A C para qae
seja arebivado o inst. umento da prorogacao do
cootra.-io que tem com Eduardo Waiboury e
Jos Autonio de Barros Goimartes.Arcbve-se.
Officio, de 34 de Janeiro prximo passado do
Dr. inspector commercial da Parabyba commu-
nicando a suspt n-ao do agente de leil&es Ede
vino Ferreira Ne ves por nao ter pago o imposto de
-eu oflicio relativo ao i xercicio de 1890 Adiado
oa se-sao pasaada A JBOli resolve cenfi mar a
HUspensAo do agente de leilao Edevino Ferreira
Hevea para qn satisfaca o impo-to de Industria
b proflstao relativo ao anuo de 1890 de confor
m idade com a suspnsao imposta por acto do
inspector commercial.
dem a- 33, de 36 de Janeiro prximo passado
do mesmo Dr. Inspector comn ercial apresen-
lando duviuas oe deverem ser as bancas dos
agentes de leilOes por termo especialisada* ou
em apolices ou ditibeiro. Delermioa qne se
remeta por i c pa ao Dr. inspector commercial o
parecer do Dr. tecre ano sobre as naneas destts
agen es Miliares do commercio, com o qual
esta juma se conforma e jalga qae nio tem pro-
cedencia a ausencia do liador, porque tem casa
commercial ua praca na Parahyba.
Encerrou se a Basftl as 11 e 1/3 boras da
maoni.
SPORT
Marius, 3 annos, Albo de Reveller e Perfume.
Este.8 tres altirnos uo chegaram a correr anda
em Buenos Ayres.
A occasiao magnifica i ara os proprietarioa
fluminenses, o-i qnaes poderlo adquirir, por pre
eos relarivBmentfi redoxidos, animaei qae custa-
ram fortaans na
IXDICACOES ui.:S
Medios
~ur. Jotto Pauloespecialista ea par
t is, molestias de senhoraa e do oriascat.
m prarica cus hoapitaas de Paria e ti>
Vifiona d'Auatria, di consultas de 1 as '
iiorati da tarde, Largo do Corpo Santo n
19, 1.* andar e reside naestradt dos Afflic
toa a. 30, junto A esutoio do Espinboiro.
(JhamadoB a qualquer hora. Tolephona n
190 Consultorio e 467 na residencia.
Dr. lavares de Mello, medico polo F&-
culdade do Rio de Janeiro, d consultar
das 12 as 3 horas das tardo, no largo de
Uorpo Santo n. 15, 1. andar: rec-bt
hamado a qualquer hora na aua residen
ci no largo da Pn n 41, em Azogados.
Especialidades : molestias de .elle e sy-
philis.
Dr. Joaquim Loweiro medico e parte
o,oonsu)torlo A ra do Cabug n. 14
. andar de 12 Ib 2 da tarde; residenc
n i Monteiro.
O Dr. Simplicio Mavigmer. Clinica me
d o cirurgica. Especialidades : molestia
pu'inonares e partos. Roa Marques de
Ol la n. 27, 1. andar, consulta daa 11
as 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
nella) das 6 As 9 da man ha e tarde
Chamados por esoripto. Teleobone n. 392
O Dr. Lobo Motete d consulta em
ana caaa ra da Gloria a. 39, dan 10
huras da maahl 1 da tarde. Aohaad
se tora do aervico publico offerece se pan
acudir a qualquer ohamado com prompti
dio para fora da cidade. Especialidade
operacSes, partos e molestias de senhorat
e de meninos.
r. Lastro Jetut medico e operador.
Pratioa a la"* reia do tero quando e oc
oo aconae. ia. Consultas das 11 Ai
da tarde em aua. rieidencia ra d
Bom Jess (antiga da Crua n. 23, 1.*
audar. Telephone n. 389
Dr. 8 Pereira, ra da imperatria n. 6,
la onsultas medico-cirurgicas todos os dia>
las 8 ao meio dia, menos nos domingos i
uas santiticadoa.
Eeenllata
Dr. Ferreira, com pratioa nos prince
p .es hoepitaee e clinica de Paria e Lon
d.-es, d consultas todos oa diaa daa i
horas ao meio-dia. Consultorio e res.
d.-acia ra Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barreta amjtaio, oceulista, d col
s !tas de ) as 4 horas no 1.a andar d.
esa ra Bario da Victoria n. 51. Res.
i :ucia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
d pela ra da Saudade n. 25.
Dragarla
Fcrxa Sobrinho at C, droguisU por ata
c .do, ra do Marques de Olinda n. 41.
r rancitco Manoel da Silva & C. deposi
-.ros de todas aa eapecialidadas pharm.
ceticas, untas, arn eos e medicamentos homeoptico, ra d
Marques de Olinda n. 23.
Caira* Me pre-paratorlo
O baebarel J. Ttuago da Fonseca lec-
ciona em coliegios, e casas particulares as
seguin-es materia : Portugus, Francs,
Ingles e Historia.
A tratar n'eata Redacc&o, ou em sua re-
sidencia ra da Palma n. 57.
Juana toanaaerrlal da Eatadlc le
era aa bur
ACTA DA SESSAO DE *9 DE rEVEREIRO DE
nal
raasiDENciA no sa. dbpi-taqo kuqou ouirro
BASTOS
Secretario, Sr. Dr. Julio Gutmarei
A's 10 boras da maoba, declaren se aberta a
sectao, estando presentes os Srs. denotados :
Bellrao, F goeirttio, Paala Lopes e sopplenle
MneiiaDas.
Lida, foi approvada a acta da precedente tes
*o
Proceden-se a leitura do segninte
tXUDISJtTt
Oflit-H.s:
De 13 ao coi rente, do desembargador gover-
isoor deste E*ldo, paia qce se .prsenle om
ce ment da dtsesa qieie tem i lser cero o-
lejans itftrMnt.s tala ni que fiincrior.
e.i Junta a atquitao ae cbjj' 'is que ibe Ho
precito*. A'tcrnaria, para os flus con*e-
oieoie. _
De 5 do cornnte, da Junlt Ct mroercial da ta
pnal Ktotral, itmviunuo a nlt,ao dosrounei-
tiantes acatilntlaBoe tai Janeiio uinio.Aao-
e-se a recepeao e arel iie-tt.
De 30 Be J.neiro | roximo passado. da Junta
Ciroro o h puoso semestre do anoo prximo pastaco
loen. .
f> 37 do dito mi t, da Junta (kmroerrial de
Pono Alegie, dem, idero, durante o snno proxi
me pattaut Idtro
Da roetn o oata e da meenia Junta, aa otando
o mitin t ito do qne re Ibe dirigi a 31 de De
tenbro p tx rot paaetdo Arrbive-se.
Da meio) data e da mttma Junta, dem, dem
8.Para 0 archivo.
POEMCACOES A PEDIDO
Ao publico
O 8r. Ulyaaea Viaona, em seu jornal
de hontent, attribue me a autora de
um artigo publicfdo no jornal A Provincia
de ante-hontem.
Affirmo ao respeitave! publico, que nlo
son o autor do artigo a que alinde o Sr.
Uyaeea Vianna: nao o inspirei, alo col-
la borei, tendo se encia delle, somante
quando o li.
Tal ves iaso mesmo brade na oonacien
ca do Sr. Ulyssea Vianna, maa, S. 8.
quer molestar-me pr todos os meios e
modos que se Ibe deparara, tem, entre-
tanto, saber a ratao ou causa, pela qual
inoorri em sua ira.
Aproveito o ensejo para declarar ao
Sr. Ulyaaet Vianna, que s apparecerei
na imprensa, tratando de sua pessoa, sob
minba responsabilidade e assignatura.
Recife, 7 de Marco de 1891.
Jos' Adolpho Rodriguet Lima.
Pera;
Amanba a -ornda a'tasa ocii da le sporti
va, e qoe se realisara no rado do Locca
Para essa corrida offerecemos os nossos palpi-
tes :
1* parenYambo My-Boy, Al'y.
3* pareo- Caoby, Talispber, Sanc-8oaci.
3*.pareo-Tran>-clave. Herrle.-. Pbariseu.
4* pareoVel> s, Th> retopohs. G lilen.
5 pareoTemplar, Maoruy. Djend.
6* pareo-Apollo, Paodego. Gambelta.
7* P reoVivas, Conforme, Malaoge.

O Derby Club de Perm.mbuco ja apresenlru o
wa projecto ue iu.-cni\ao para a sna 4* cornaa,
que deve-realisar te no da 15 do correte met.
A insenpeao fecba-se na .roxima teici-feira.

Ai h;--e entre ros, ebegado de Boenos-Ayres.
dita Semana Spot Uta, o Si Rao on Alan on qoe
Vea M fao de Janeiro iiiLub'o de vender.
. ilo roator t r 1,0 qoe tbtiver. os det parelbeiros
qi e rt.trotvkai o Sino Nmvo o'aqoeils cidade,
i.ni dos quats sao verdtdeire- celebridades
ii lu/"aigintmo, como te vera pila lisia qn*
ero 8' gulda in^erim s:
Avni, 7 ai nt's. i okDi llar e Pripin:re. cojos
ir uro i nos sao gULiroiiite coLbtctdos rqui;
Ary, em des ca valles roa vtetonosos do Rio
da Prala, 7 ai.ni s per Sylvio e Andiella ;
luygave; o 4 ancos, por Uorl.ei e Porlia, ani-
ro i que Un o paite tro 18 < ondas, venceodo
13 vetse al -aneandodeu eepondos logares
Lugano, 5 aonos, por Mcotle e Miss-Hervine,
vi r .-uo lypo de velo*idade ;
11 rmetilti-. 7 annos. por Plt oret e Clocher.qne
nr.*i no reo activo as maierts glorias ;
X, i.tbornos, 5 annos, por Kiog-Lud e Orto-
ha:
AH. ntide, egna tordilba de 7 annos, por Atlan-
lic e Sly :
Margene 4 annos. por Tristan e Half Casi;
Moditte, a ata, 8 annos, por Nongat Modest
Martha:
Ao Superior Tribunal da
Relacao e ao publico
Com a epigraphe cima veio estampada
urna publicaclo do Jornal do Recife de
26 de Fevereiro com relaco ao parecer
dado por ama commiaslo de mdicos que
foram intimados por despacho do Or. Juis
substituto daproredoria para responder
um quesito tormulado pelo Tribunal da
Relacao.
Neohum valor jurdico nem scientifico
tem a publicacSo citada por falsear o ter-
reno da lgica e da verdade; e tanto
assim que o seu autor envergonhou-se de
assignal-a.
Ella nlo tem por fim dirigir se ao Tri-
bunal da Relacao, porque, se assim fuese,
outra ser.a a norma de proceder; e sim
somente ao publico qne, pouco ao fact>
quesito, nlo po le alcancar o que est es-
criato com ardileaa pora oonfundil-o.
Aauim nlo acontecer.
Tendo teito parte da commisslo fui
provocado pelo anonymo, aotjr da pnbli-
cacao,tpara sustentar um dos tpicos de
meu parecer dado ero juiao.
Farece-me que, ao lerem a referida pu-
blicaclo, todos, como en, julgaram que s
petada interessada de perto na qneetlo
Beri. e sen autor ; essa pesada nlo podia
deixar de ser o advogado, que, no caso
de qne se trata, o illuatrado Dr Salus-
tiano de Oliv/eira. Si na realidade asim
, espero que o iustre doutor ter a gen
ti esa de mandar reproduair a pubticacio
com a sua indispenaavel assignatura.
Somente asaim, no terreno da lealdade,
aceitarai o repto que me foi atirado.
Aprecie agora o publieo a maneira ca
Tillosa por qae est escripta a tal pubh-
cacio.
Dia o anonjato :
c 1." Declararam os clnicos ^.esentes
que tendo o portugus Antonio Pereira de
liveira Maia, ceobeoilo por Antonio Be
siga, fallecido de meningo encephalite, nlo
poda, atacado desta mole-ta, faser testa-
mento uuncupativo por nlo estar em esta-
do de per e;to juiso, chegando meamo o
illuatrado medico Or. ^migdio Montene-
gro a declarar que o doente nlo pod-ria
mais articular palavra no ultimo perinlj
da doenca I a
2. Seodo a-sim. como poderla ter o
mesmo OLveira Maia foito pouco antes de
morrer e guardando o leitn urna declara-
clo de nacionahd d i no Conaulado Perti-
guea, a qu I o ret ectvo Cnsul preteu
de todo cuato sustentar como verd deira
e valida, afm de poder intervir na arre
cadacAii do espolio ?
Aprecenos textua.menta ;
Eu nao disse que o doenfe nlo poderi
mais ait cular p.Javra no ultimo periodo
da doenca, e aim o aeguiote em conclusio
de meu parecer :
No estado comino em que foi ob-
a- rvado o doente pelo seu med 30 assis-
tente, o Dr. Pontual na vexpera do falle
cimento o raciocinio estova completamente
abolido pela desorganiclo do cerebro ; sen-
do asaim poderiamoa afirmar, sem receio
do errar, nem de ser contestado, que An-
tonio Pereira de O iveira Maia nlo podia
entSo naauella occatiSo na vetpera. quando
foi observado o coma completo, 12 Aoras an-
tee da morte) pronunciar urna s palavra
quanto mais lser um testamentj nuncu
p-tivo.---
No primeiro caso o anonymo emprega,
moito de proposito, a pala.r-. periodo para
dar idea de um espato de tempo mais lato,
quando o facto, de que se trata, pissava-
se cas proximidades da morte, 12 horas
antes.
No segundo caso empresa as pahvras
pouc ) ante de moretr para dar idea de
um tempo rpido, porto dos ultixos mo-
mentos, quando o facto qoe se refer
eata apreciacle paasava-se. sete dias antes
do fallecimcnto, quando na propria casa
do doente foi por este assignada a decla-
ra io urna vez que, guardando o le to,
i-omo dia o aoooy oo, oto podia Ulive ira
Maia ir ao consulado, como ss le na refe-
rida publicaolo.
Quanto ao valor jurdico di citada de-
claraclo j li no mesmo jornal de hon-
tem o qae a respeito eccreven a a itoriia-
de competente, o Exm. Sr. Jlo Joaquim
Salgado, cnsul de Portugal.
Diz anda o anonymo :
< Como poder o attestado medico do
illuatrado Sr. Dr. Constantino Ponvoal
ser um documento indiscutivel sobre a na-
turesa da doenca, se ontro medico nao
menos illuatrado, o Sr. Dr Berardo, q.ie
tratou tambem o doente declarar, como
declara (?) que este padeceu de beri-
beri ?
Respondo :
1.* Trata-se de urna phlegmasia cujos
syxp'omas em sua marcha franca sao po-
sitivos : nlo sendo fcil um engao e omi-
to principalmente quanto estes mesm .s
ymt tomas presentados no dia 10, quan
do o Dr. Pontual via peU prime*r* vez o
doente, ae multipl cavam complicndose
e deixando bem patentes as alteraces pro-
dusidas peloa orglos compromettidos.
2. For^ so contestar que ao Dr. Pon-
tual aobeja otelligencia, penetraclo e ti
no medico para nlo se engaar diente de
um quadro noaologioo, cuj.s cores bem
?ivss nlo p >dem escapar retina de um
profiasional experimentado por urna longa
pratica.
3.* O attestado de bito passado pelo
medico assisteoto no dia do fallecimeoto
nlo podia especificar outra molestia, que
nlo a imposta pelo seu digaastico
4.* Nlo se pode admittir, sem injustica
gravissima, que houvesse m f ou propo-
sito em pastar um attestado que nlo o
verdadeiro.
'." Desde que nlo existe elemento de
prova com que se poasa tcientificnmente
contestar o diagnostico feite, tica ell-: de
p, e ficando de p 'indiscutivel.
6." Somente o Dr. Pontual vio o doen-
te nos ltimos tros dias, sendo assim o
Dr. Berardo 00 outro qualquer, nlo acom-
panhando a marcha da molestia, nem ob-
servando os phenomenos que se manifes-
tavam, nlo podia ajuisar do diagnostico
feito pelos symptomas en^o ltimos apre
tentado.
7.a Admittindo mesmo que o doente
padecesse de beriberi, sera a meningo
encephalite a synthese de perturba^Ses
profondas, que j se davam no systema
nervoso, perturbacSes que passaram da
medalla ao cerebro, dando em consequen-
cia altera\8es completa no funecionamen-
to deate orglo.
8. Observado o orna profundo pelas
3 1[ horas da tarde de 12, qualquer que
fosse a c-usa que o tivesse determinado,
coma em que ae obaervou completa ab-
llelo colectiva da inteligencia, do tenti-
mento e do movimenio voluntario, nlo
poda este estado de somao mrbido, nro-
lundo e continuo desapparecer completa-
mente tres horas depois (s 6 da tarde)
para ser substituido pela integ-idade per-
feta da otelligencia e da vontade, e an-
tea pelo contrario s odia, no caso em
questo, subsistir augmenta do de inten
idade e dando lugar a morte peucas ho-
ras cepois (9) como de facto su .ceden.
9. E finalmente, o Dr. Ban-do nunca
affi mou ter Ohveira Maia padecido ou
tallecido de beriberi, couo ae v em eu
protesto publtsado no dia 28 de Faverei-
ro ; nem to pjuco n -g e antes pelo
cj-.trario affirma que o di ignosttco da mo-
lestia que dra morte Ohveira Maia
for.i c um* meningo-encephalo-nayellite >
c mo se s anda em sua carta escnpt.t
t.0 Cnsul do Portugal e publicada no
mesmo Jornal de honte j.
Nao Ajusto, oem serio que em urna
que^tlo, to grave como esta, se lancem
levianamente insinuacoes, que d1o devem
pavssar sem um vehemente protesto.
Antes de terminar preciso diaer ao
aaonymo que nlo encontrar um nico
medico, que, com a resr*oosabilidade de
sua assignatura e scientificamente, venha
contestar o meu par cer.
Concluo do mesmo modo por que fea
o anonymo chamando a attonolo do Ve-
nerando Tribunal da Relaclo e do publico
sobre estos pontos to importantes, que
nlo devem ser posto de parto
Recife, 2 de Marco de 1891.
Dr. Bmigdio Menttntgro.

A* SILVIffO SOSSSISA
Sinceros psame*
pe" prematuro jmssa ment de
sua idolatrada esposa
Felismina Augusta Maciel Sobreira
Recife-7-3-91
Antonio Leodegario.
* a~ m m
aT~3"
Alliant^a, 15 d Feve-
reiro d 891
Nlo deixa de ter o publico lem brinca
da questlo de Miguel R>asi, instrumente
do hachare! Vicente Jansen e de seu
o'it-cgo Eli s Eliseu da osta Ramos,
b at Be galinat da decadente S. Jle
de Cariry.
Se o vag bundo italiano nlo fotse in
strument desses dous typot. nlo lhe res
poodia a sua verrina publicada no Diario
de Pernambuco
las desde que vem paramentada com
o gracioso ar bivo de artes ad s da lavra
do cel bre juis de direito de S Jlo, oc
cupar-me-hei deste e de seus confrades
signataros de as attestados.
Parece-me que os phenomenos das seccas
estril isa-.do o solo vido de S. Jlo de-
nrigem remota ao estiolaments
moral q e se .observa em taes typot.
Por isso me incl no a ;rr que no es-
tiolamento dos signatarios doa attestados
tem i..rl ien-jia a lei de adapticlo, sujei-
tando a c nc p.a > sensoria ao meio phy-
sico no q-:.l faltam elementos de integri
dade.
Kses elementos, cuja falta retarda as
funccSes oeliulares da- o resultad do
adiantamento, seu atraso moral em di-
versos individuo em quem a probidade
nlo acta no carcter.
Aasim vemos localidades abandonadas
aos vicios a .acbronicos da prepotencia de
juise-t como o de S. Jlo, qne encastar-
rando-se aos moldes das theorias archaicas
esterilisa o estimulo em seus comrcaos,
fas extinguir o es -rupulo, a probidade
deaappare, a degeneracAo e a decadencia
moral precedem a depreci 9A0 material da
localidade, quando a rem cao ni > chega a
tempo; ao passo que su-is ideas viciadas no
anaubrociamo produzem o servilismo e
amollecimeoto no esp rito doa que o ro*
deiam a ponto de manifestar conluios pou-
co decentes, como o que se dadas de seu
attestado em favor de Rossi.
Attestado se i criterio, acerbo de men-
tiras que nenbniu juis que se presa pode
firmar; mxime em quest&es que lhe
podem ser c mmettidas.
A nlo ser o conluio que concertou com
Rossi, qu-.l a disposiclo que o autorisa a
dar semelhantesattesttdos 1
Dii que tez eftro com o cangass Elias
e com o tumbeiro Emygdic, seu confessor
e contrade, odient-s da familia Costa, non-
luiados a per-eguiclo de aldeia. ?
Q'ie criterio pode ter semelhante juis
que rene junto a si homens ruins; fir-
mam attestados e abaixo asignados em
abono de um criminoso vagabundo ?
P"is saiba o publico que ha pouco lemos
aqu em Nsaareth um jornal da Babia, qae
publie iu ser Miguel Rossi naquelle Estado
aecusado da morte da mulber e que nSo
casado.
O publico sabe que Miguel Rossi nlo
c doutor e nem medico, como se inculca,
usando de titulo e de qualidade que nlo
tem poia Henrique Ramos, morador neste
Ksta io, o co.beceu na Babia feito creado
de um medico.
O publie > sabe que essa italiano nle
sabe medicina e nem teve educaclo lit-
teran.i de especie alguma, tanto prova o
nlo saber a lingua italiana, como nlo sa-
be ; apenas pronuncia o dialecto da Ca-
labria de onde deve ser natural.
E' este cavalheiro a qu reito de S. Jlo attesta de Dr. em medt
cia, honraditslmo, probo, humanitario etc.
ote!..
Se S. S. fosse escrupuloso, e respei-
tasse o criterio, devia se lembrar de quan
do Rossi estava no Congo dizia em sna
calcada, entre o seu squito que nlo de-
vu-se con.-entir um carcamano como Rossi
extorquir a huraanidade ignorante.
A primeira vez que S. S. foi a eiisa de
Ro-i, loi de cbmellos ras is, com vidro
na mo pretexto de comprar hxir;
pois que no ia visitar um batedor de
IbjbV.
Negu itto S. S.
Poucos dias depois via se Rossi em sua
calcada com punbal no collete e revolver
cinta, em boa harmona com S. S. Ne-
gu tambem isto ; pois capas ? I
Se S S. nlo 'ivesse pctuado com a
usofruir da panacea de Rossi, nlo tinha
insinuaio-se com o seu compadre Lms da
Ca tro para inte vir em oomposiclo ns
jue-tio da .surpako Rossi ana ha-
veres de Jos da Costa Oliveira.
Esa-is conchavos provam o nteresse
pouc > ero que S. S. tinha na etoamo-
teaeo do dtfscipulo de Esculapio; e, ala
prov m menos o mov-d do seu attestado
em favor do consocio.
Sim, Jos* da Costa Oliveira, victima
imoell-, se tosse subdito da Oran Brota
nha *chara-se uas condicoss de soltar
grito atribulado coi rotwn'iii *um; dis-
pojado de seus direitos, ferido em sua
propriedade, ameac*do do rewolver, en
balde invocar o recurso da autoridade da
c marca quando es-a apaciguadora do
extorquidor aab -.ndo do propno juia de
direito, que diese a Lais de Ferias Castro,
3 je Rossi era capaz de tudo lhe havia
ito mandar de Pattos ass^ssinal-o, senlo
lhe desee 1:150*000 pelas doses qoe fcr-
neceu a sua mnlber no tratamento da mo-
lestia de qne veo a fallecer
Ora, Bise i tornou-se em S- Jlo da
lugir tene-Ue desee juis, capitaneava aa*
nome deste o squito, aigoataria* do
aceivo de attestados o abaiaa



i

j
,





*
Diario de Pernambuco Sabbado 7 de Margo de 1891


o qaMt quer impingir o publico in-
ito de snaa gentilesas msrsvilhosa*
travs das regioea lertsneja dos rema-
te* enri* da Parshyba do Norte.
Ore, quem conhece u miseria* de ca-
oawa de S. Jlo, nbe quem elo oe signa-
tarios de tees documento.
Elie de Coate Remos advogado de chi
ene, ds roya, retrogedo de todos os tem-
aos, aaesqninho, cfaeio de prejuisos loceos,
ntrigsdo do infelii Jos de Coste empe-
nhoa-se as aasiguaturas doe att estados
armados por seas sobrinhos, inconscientes
do qae sssignarlo. Os attestedoa firma
dss pelo rigerio Emigdio, o promotor o
envo alo criaturas do Juia. E eaeim
todos os mais documentos de spotheoee e
azarone alo firmados por typo insignifi-
atos, capases de se possessarem e fir-
irem o que ignorlo.
Em summa Roasi no meio desee bando
do L'iputianos fes sea papel de Rod*!
O ex-criado do medico de Babia tere hon-
ras de Sslvsdac entre oe Lillipudiano*
de S. Joto.
Coosegaio faser do coliector Leodega-
ritf son corrector de Capim, tratador de
a males de viagem.
Rossi tendo feito saes facenhes de gor-
gotea, pechJDcbaa gordas e ovsedea etc.
te., entre semelbantes beocic intitalados,
irritou-se exoeuiramente oom Dr. Fran-
cisco de Feries Cestro por ter este reco
>ado 'he ama operacio cirurgica, qoando
vio qae seas instrumentos erlo improprios
de am medico, o qae o excitou e indagar
da cooTeraacio da propris pessoa do Rossi
i conhecer que tratare, nlo com am m-
lico ; mas com indiriduo diafarcado, su-
ioito a censares legeos ; conhecendo de
se eonrorse qae Rossi nlo sabia de me-
dicina coasa alguma. Por ease motivo
Sossi tomsu-o de rixa aponto de em ana
'terrina tomel-o por airo. Nlo teria reg-
oste semilbante verrina se nlo riess
eompanhada do acervo de attestados doe
ogumellos de 8. Jlo, destituidos de en-
seno como o tolo esterilisedo pelea sec-
as qae o essole, deprmindo-lbes s aprecia
;lo moral pela falta de elementos integral
as tscido das botas daa eellulas sensorias,
osa cajo organismo nlo aciua o sentimen-
to da rerdede e muito menos o do pudor,
la boneatidade e di dignidade humana.
Em semelhante gente s o tribofe e a
eoeamoteaclo tem ascendencia.
Deste phenomeno Rossi tere o saccesso
raerarilboso de pesaar de cbarlatlo grossei-
"o Doutor consummado em Biologa ns
vina de S. Jlo ( ). Jsnaen, Jais de
direito, e seas apaniguados Ihe confesalo a
Certa de Doutor !... etc. etc. etc ; que
academia !. Berlina tem sos rival as
saleadas de S. Jlo ; o Cangass Elias
da Costa Ramos o sea decano e sea do-
ta Janeen
Hoc ipeum est.
P. Azevedo.
comawrente dsqeelle celebre domingo, paseada
oo f sndar do sobrado do exUneto Bazar da
Moda. Aasim que panharie alviesres-.e
De ontra forma; daqoeila qae ves spreeeoUs-
tes agora, pera motrardes so panuco p asento
vos casta entregar sen dono os 13:Mt|170,
jaros e castas, para oio vos verdes arromados,
nao gaabareis com isso conss aigama!
E' o que vos tenbo a dlser( preauoiemeote,
deixaade para mais Urde s kutona da tal aran*
do quadro representativo do grande estabeleci
meato agrenlo iadastrisl do Psrqae Pelotese,
expreessmeate creado pera a fabrica do Peitorat
deCamibar.
Pela demora nlo perde.
Pelotas, 19 de Fevereiro de 1891.
s o *>
le*.
Elelffta par deva^aa ala* arare
res e prs.vesla.ras, asrsl*-
gtti e aaarslaaMta da eelestlal
ramfrarla da rrlmdade ds>
Os daadlos qne a compoem sao dignos, como
os qae mais c forem, dos soffragios do eleitora-
do pernimoucano. Saiba este compenetrar-ie
das verdadeiras necessidades de oosss torra, no
momento actual, e os candidatos qne lbe offere
sabirao victoriosos daa ornas, preparando
aaa*> cama pr* anisa a I de 19f j**001'
. asas Mil notoria do bom seoso, da booesiidade e
asma. A. ,lK- -
Sudades
rf uita atten^ac !
a>
films. Srs. Dr* Maia e Taborda "* C.|em Per
aasaboco. Recebl am numero da Lanterma Ma
icm, inieresaaue jornal illostradoqoe abi se pu-
alea, e tive de vsr selle a vossa grande kabiltda-
ir aa publlcacio de um Tacto qae meilo honra o
ramio j entilo contundo carcter : a pristi dojqua
'ira pOotograpbico do Parque Pelotese, com o
am de ganhardes casaca, beia !...
Arstfosoe, sois bestsate, uso ha davida, mas
4erieis antes apreaentar all eslampad a scena
A sacu
fllho dais SMsMM
ClsU re reir
Nlo sai mais traduair, Deus clemente
A ddr qu abriste' o corelo de Me !
Leraste para ti aqoelle bem,
Qae thesouro p're mim era tmente.
Eile foi ae p're aempre 1 ... eternamente.
Te e roorte levar-me 4 sepultura,
Eu chorarei, moa filho, i margena para
Do retrato qu' teu; e docemete
Tenbo guardado 'o fondo de mea peito,
Orrelbado do praato de ten pee,
Adorado por teu irmlo... permito.
Sim !... todo sepultura tomba e cae...
Mas... to moco ainda, inda nlo feito,
Tu deixaste morrer a toa Me !...
Recite, 20 de Fevereiro de 1891.
Carolina Dulra Martina Pereira.
Aa publico
O abaixo assignado leudo do Diario de Per-
nambuco e Provincia ama publica cao do Sr. Por
taoato Piobetro, duendo qae *aa esposa lbe ba-
via relatado qae o Sr. Ernesto de Vasconcellos,
rmio do Sr. Aodisio de Vasconcellos, bavia
lbe dito que sea irmio anido a seos pareles
Camargos tramara c .otra si, vem declarar qae
semelhante declaracio falsa e mentirosa, por
qoaoio sos esposa nao disse tal inverdade ao
Sr Portuoato Pioheiro.
Reeile, 6 de Marco de 1891.
Galdtno EmUtino de letut.
O Vinho do Dr. Jobaono de Pars reu
ne, na combinaclo maia proficua e agr
darel, os elementos reconstituintes o fe-
brfugo prescriptos peloe mdicos do
mando inteiro.
Provedores
Os ddadeoa:
Dr. Albino GoocsJves Meira de Vascoocellos.
Coronel Antonio Praocisco da Costa.
Commeonsdor Msooel Antonio Cardoso.
Cldadlo Msnoel Jos Bastos Mello.
Os cbsrissimos irmsos:
Carlos de Paela Lopes.
Jacinibo da Hora Pires.
Antonio Victonan > A reliar.
Prancisco Cypriaoo ds Silva Sanios.
Manoel Goocalves Salgado.
Cordelino Manoel de Soasa.
Teoeote Heliodoro Candido Perreira Rabello.
Major Jos Bonifac.o do Santos Mergalbao.
Pwvedoru
As Ex mas. 8rai :
D. Maris de Souza Coelho Lima.
D Francisca das Cbsgas Soasa Coulo.
M. Afra Pofodia de Franca Lopes.
D. Mara Amelia de Bastos Teixeira.
D. Joaooa Qoirina Ribeiro da Silva.
D Mara Candida de Oliveira Mello.
D. Candida Mana Piolo de Campos.
D Mara Graciaoa Fragoso Selva.
D. Mi ra Rosalioa Torres Bandeira.
D. Carolina Esmeraldina de Asis.
D. Belmira Pabia da Conceicao.
D. Rosa Mara Maobooca.
D. Augusta Carneiro da Caoba.
Mordomcs
Os cidadlos :
Jos Antonio Moreira Jnior.
Jos Tarares ds Si la.
Teoeote Jos Miguel dos Santo.
Joao Cardoso Assis.
Joaqoim Jos da Silva Guimaraes.
Jos Francisco de Alboquerque Dorio
Deodato Tertuliano da Caoba.
Antonio l* arenco Pedro.
Manoel Prancisco Pedresa.
Tbeodoro Beoson Filbo.
Augusto Hooorato de Mirauda.
Celerino Gomes Porto.
Pedro Angosto da Silva Proa.
Mioerrno Estephanln da Fooseca.
Joao BaptisU Tarares de Oliveira.
Adalberto Joao de Parra.
Teoente Jos Clementino Henriqoe da Silva.
Jos Joaqoim Diss Fernsodes.
Teoente Jerooymo Doarte Rodrigoei.
Alferes Pompino Jorge de Campos.
Alferes Migoel dos Anjos Altes dos Praaeres.
Olegario Saraira de Csrvalbo Neira.
Sydronio Caralcaoll Lima.
Emilio Alves Coatiabo.
Adalberto Dias Feroandes.
Arihur de Aluielda.
Francisco Loo renco Pedresa.
Gabnel Ildefonso das Neves Cardoso
Mordomas
As Exmss. Sras :
D. Laura Leonor Leal Lacia.
D. Eslephania Anstoco de Figoeiredo.
D. Cbnstina Duarte RoJrigues.
D. Josephioa Mercte dos Santos Perreira.
D. Joaooa Qoirina Ribeiro da Silva.
D. Leopoldina Benigna dos Santos.
D. Amelia E. de Moraes Machado.
D. Amelia Cbelobina do* Santos.
D. Eulalia Rodrigues da 811ra Valle.
D. Cooslancia Rodrigues da Silva Prxedes.
D. Julia Amelia Penantes da Cos:a.
D. Leonor Bastos dos Santos Porto.
D. Jaciotba Mara de Jess Dorio.
D. Delpbina de Barros Mergolbao.
D. Aona Cecilia da Conceicao Moreira
D."Mara Guilherrxina dos Santos Dias.
Secretaria da celestial coofrana da SS. Trin-
dade, 4 de Marco de 1891
Antonio Gomes de Oliveira,
Secretario interino.
da liberdade, oa prxima organisacao do Es-
tado.
Dr. Jos Isidoro Martios Juoior.
Ambrosio Machado da Caoba Caralcanti.
Dr Albino Meira.
Bernardo Jos da Cmara.
Ulysses Viaona.
A. J. da Costa Ribeiro.
Joaqoim Tarares de Mello Brrelo.
Visconde do Rio Pormoso.
Sigismundo A. Guncalves.
PARA SENADORES
Dr. Ambrosio Sachado da Cucha Caralcanti.
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Dr. Malaanias Antonio Goncalves.
Dr. Albino Goocalvts Meira de Vasconcellos.
Dr. Joaquim Tavares de Mello Brrelo.
Desemnergador A de lino Antonio de Lona Freir.
Visconde do Rio Formoso.
Visconde de Tabalinga.
Dr. Ulvsses Machado Pereira Viaooa
Dr. Siivlno Caralcanti de Albuqnerqne.
Bario de Arerba.
Dr. Cosme de Sa Pereira.
Dr. Armlnio Carolaoo Tarares dos Sanios.
Dr. Ermiro Cesar Cootiobo.
Dr. Arsiarctao Xavier Lopes.
PARt DEPUTADOS
Dr. Jos Isidoro Martina Juoior.
Barao de Cimbres.
Dr. Antonio Hermenegildo de Castro.
Coronel F ancuco Vidal Aranha Montenegro.
Antonio da Caoba Fe'reir Bailar.
Dr. Franciseo Leopoldo Mariobo de Soasa.
Dr Joao de Oliveira;
Capitao Joeuco Taciano Maris.
Dr. Praocisco Gomes Leopoldo de Araojo.
Dr. Manoel Praocisco de Barros Reg.
Tenente-corom 1 Joaquim de SA e Araojo.
Dr. Antonio Gome de Albuquerqoe.
Dr. Jos Moreira Alves da Silva.
Francisco Carneiro Rodrigues Campello.
Dr. Jos Ignacio da cunha Rabello.
Coronel Antonio Gomes Crrela da Cruz
Dr. Joo Coimbra.
Manoel Jos da Cmara.
Dr. Manoel Victorino da Cosa Barro;.
Corone! Luis Paulino de Hollaoda Valenca.
Dr. Joaquim Hornera de Siqueira Cavalcanti.
Major Luis Angosto Coelbo Cintra.
Coronel Hermogenes Braulio Perreira Cunta.
Dr. Joao Ribeiro de Brillo.
Dr. Juli: o Tenorio de Alboquerque.
Inneu Macedj.
Dr. Argemiro Alves Atxa.
Dr. Herculano de Oliveira Torres Galindo.
Dr. Msnoel Peielra Borba.
Vicente de '.vineros Cavalcanti.
por isso mesmo apreciar com toda a se-
furanca at mesmo da maia tenias e de*
cadas ereatnraa.
Como garantia contra as faJsificacBes,
obeerre-se bem qne os nomos de Lan
man d Kemp renham estampados em le
tras transparente no papel do lirrinho
que serr de envoltorio a cada garrafa.
Acba-se a renda em todos as boticas e
drogaras.
Ao publico
Tendo en ciencia de qne alguma pes-
soas aproreitam as garratms, vaaia com
tiquetes de vinhos de minha caaa pan
venderem ontroe rinbos a titulo do Besa
Palmetee Boas. Callares qne rece
oo directamente e bem sssim outrae que-
idades, chamo attencio a do publico e ea-
pecialmente dos apreciadores de meas ri-
nos, para que nlo ee deixem Iludir e
ariao os de qae s derem considerar com
rerdadeiroe os que comprarem em mee
prepro estabelecimento; a muito que nlc
vendo a casas retal badoras e por isso in-
tiste para que oa senhores compradoret
otem o qae deixo dito.
Recife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oliveira Maia
COMERCIO
Revista do Mercado
Recipe, G di asaco di 1891.
O saonxeolo na praca constoa de traosaeces
mercado de cambios.
Mudanza de consultorio
Dr. Freita Gaimarles participa a seos
amigos e cuentee qae madou tea, censal
torio ds ras Oaqae de Candas n. 57 para
mesma roa n. 56 onde contina a dar
soosaltss dss 11 1 hora e tem sua reei-
dencia no Cajaeiro, n. 4. Telephone 892
.oaro
salgados 400 ris, e os verdea a 170
Bol
sa
ajTACOES omciaas oa jomta jos coa-
BETOBES
Recxft, 6 de Mar.-) de 1891
asabio sobre Porto, t vista 189 0 0 de premio,
4a naneo, baotem.
O presidente,
Antonio M. d'Amorm Juoior.
0 secretarlo.
Candido C. G. Alcoforado.
Caasblo
PRACA DO EECIFK
Abrndo o mercado a 18 5B banca rio.
juia larde para 18 i, fecbando frooxo
saaja.
Papel particular lol passado a 18 l/t-
baixou
a esta
pasca do rio de janeibo
IS 3/8 nominal em todos oe bancos, com to-
stadores s 18 1,1.
i Anda concuna a (alia de papel particular.
Algade
Nao coostoo venias.
A exporacao feila pela alfandega ne-te mes
al o da 4, coostoo se 491.667 kilos, sendo-----
fc J9i para o exterior e t67 173 para o inte
nar.
As entradas verificadas em Fevereiro Godo st-
em a 16.99 saccas. sendo por:
.caracas .... 3.59 Saccas
''apores..... S.576
tnimaes..... 4.968
ia frrea de Carnarfi. I 639
a-rerrea de S. Francisco. 3.791
.'a-/errea do L:moeiro 10.488
Somma-
<:nr>sem!891.
36.991 Saccas
18.166
1174
asacar
3 procos pagos ao agricultor, por 13 kilos, se-
o a Associacio Commercial Agrcola, foram
je segaintes
Safra nova
jrceos..... 31000 a 3*30.i
Job-oos..... U900 a 1*300
anacarados .... 1*800 a 1*900
tratos..... 1*800 a 1*000
lame..... i<500 a 1*60
Jinas..... 3*100 i 3*500
A exporacao feila pela alfandega nesle mes at
i dia i constoa de 1.448.917 kilos, sendo 316 775
-wra o exterior e 461508 para o Interior.
as entradas verificadas oeste mes at a data de
Kje eobem a 34.874 saceos, seado or i
tercaca.
'aaares
mames.....
"a-forrej ce Jarvsrfc.
faa-ferrec do S.Pranctico.
ia-fcrre 'e Lnoeirc
Sccama. .
%a igual mez de 1800
alais em 1891 .
111.643
187
10.977
11.600
113775
35671
184 874 Saceos
170.959
113.874
Agurdente
:ota-s a 98*000, por pipa de 480 litros.
JJasjfi
'Jou-se a 178*000 por pipa de 480 tros.
el
i'Ma-ne s 60*000 por pipa de 480 litros.
viTla a deacarga
Barca nsrucHuene kttnerta, earvao.
Barca portogoesa IWaaata, vario gneros.
Barca norueguenie Hnmbootund. earvao.
Barca sueca Wettemoriand, varios gneros.
Barca noraegueose Auput Leffer, earvao.
Barca nacional sfaraamas, varios generas.
Lrfar ingles Dunure, bacalhao.
Logar ingles Piola, bacalhao.
Lugar ingles Seauel, carvo.
Lugar noraeguense .'Ibatros, car vio.
Patacho nacional Penado, varios generas
Pant* da MIaadeca
asauau sa 1 a 7 aa matco db 1891
Alcooi (litro)....... 350
Ifodas em rama (kilo) .... 507
Agurdente ....... 170
Arras com casca kil.o) .... 80
isaucar retinado (kilo) .... 130
\ssucar branco (kilo) .... 198
A asnear masca vado (kilo) ... 113
Bagas de mamonas (kilo) ... 133
Borracha (kilo)...... 1*333
Coaros seceos espichados (kilo) 410
Ceuros seceos salgados (kilo) 360
.ouro verdes (kilo)..... 151
i.arocos de algodio (kilo) ... 17
Carrapateira (kilo)..... 133
Carvao de Cardiff ;ton.) .... 10*000
acao (kilo) ....... 400
Cef bom (Kilo)...... 1*000
Cafe restolbo (kilo)..... 866
Carnauba (kilo...... 513
Fanntia de mandioca litoi. r 057
'Jenebra (litroj...... 340
lraxa (sebo) ...... 46a
Jaborandj (em folna) kilo 20u
Mel (litro)........ 90
aulbo(kilo....... 80
Pao Brasil (kilo)...... 030
pbospnato de cal da liba Rala (tone*
lada)..... e 11*000
Sement de carnauba (arroba; 15
soia (ineos)....... 1*850
raUjoba (ti o...... 010
Tabeas de amarello emprancboes
(dotu)....... 100*
laiporUco
Vapor fraacea Cordouan, entrado dos
portos da Europa em 4, e consignado a
H. Borle A C., manifestou :
Carga de Bordeauz
Mercadorias 1 caiza a Parate Vianna
A C, 1 a C. Wscbsmsnn.
Carga de Lisboa
Alpiste 15 aseos s Silva Gaimarles
AC.
Aaeite 31 caizas a Domingos Ferreira
da Silva A C.
Batataa :'K) caixsa aos mesmo.
Ceblas 15 caizas sos mesmos, 50 a
Silva Gaimarles A C, 140 a Joaquim
Amorim A C
( onservas 7 caizaa a Domingos Fer-
reira da Silva A C, 6 a Jlo Fernandos
de Almeida. 2 aoe consignatarios.
Lsgumea 20 sacos a Dimisgos Fer-
reira da Silva A C.
Peize 3 caizas s Silva Gaimarles
1*4 C.
Al eleitorado Pemambcano
No camprmeoto de am alto dever de palrio-
timo e de digoidade cvica, vimos hoje apresen
lar ao eleitorado pernamtmcano, islo a massa
aetiva dos oosros conterrneos, a chapa, qne
egoe, de candidatos ao Senado t 4 Cmara do
Estado na prxima elcico de Marco.
45
Sardinhaa 60 barricas ao meamos
a Domingos Ferreira da Silva A C.
Vinho 16 pipas a Francisco R. Pinto
Guimarlee A C., 10 a Joaqoim Amorim
Irruios d C, 10 a Domingos Ferreira da
Silva A C.
Vinagre 2 meiae pipas e 10 bsrris s
Francisco R. Pinto Guimarlea A C.
de
Riuortacao
tora 5 db sunco d 1891
tro o extenor
No vapor francs Nertkt, para Bordeanx,
carregon :
A. do Rgo, 1 caixa com 1,900 grammas
ouro e il,00 ditas de prita.
No vapor frasees Orenoque, para Montevi-
deo, carreaos :
A. C. de Reiende, 4,000 cocos, froeta.
No vapor allemao l'ruguay, para Ostervel,
carrecou :
J. Kraase, 1 saceos com 10 kilos de caf.
Para Bukl, carregoa :
J. K-au-e, 1 acco com 70 kilos le caf;.
Na barca portogoesa Triumpko, para o Por-
to, arregaram :
M. Lima A C. 174 couros seceos salgados com
1,088 kilos e 89 ditos espichados com 613 kilos.
J. Amorim & C, 130 saccas com 11,680 kilos-!
de algodan. .
Na barca noroegnense Fama, para Ne* -
York, carreeram :
H. Porsler A C 8,500 saceos com 637,500 kilos
le assucar "mascavado.
Na barca inglesa Beitret, para Liverpool,
carregararu i
P. Cascao A Filho, 600 saceos com 41000 Kilos
de assucar masca vado.
no logar ndex Adimantine, para New-
York, carregaram :
Jalio Irmio, 150 saceos com 18,750 kilos
de assucar mascavado.
?ara o interior
Ne vapor iogles Gorthedc, para Desierro
carregaram:
P. Carneiro k C, 100 saceos com 7,500 kilos
de assucar branco
Para Rio de Janeiro, carregoa :
D. F. Porto Bailar, 5 pipas com 1,400 litros de
agurdenle.
No vapor austraco Delphrm, para Santos,
carrenram :
P Cateto a Filho, II pipas com 10,080 litros
de agurdente.
P. Ferreira & C, 150 pipas com 13,000 litros
de agurdente.
A. Cesar d Silva, 150 saceos com 15.000 kilos
de asasocar brauco.
J. gallar k C, 150 saceos com 15,000 kilos
de assucar branco, 400 ditos com 14,000 ditos
de dito mascavado, 40 pipas e 100 barris com
36,100 ltres de aguarde ale.
Maia s Reiende, 850 sjccos com 34,050 kilos
de assncar branco e 350 ditos com 11,000 ditos
de dito mascavado, 10 pipas e 75 barris com
11000 litros de agurdente.
D F. Porto Bailar, 600 saceos com 36,000 kilos
de aasacar branco e 100 ditos com 11,000 ditos
de dito mascavado.
J U. Boxwdll, 131 fardos com 40,818 kilos
le algodfto.
P. fioto & C, !50 barris com 11,500 litros de
acuardente.
Pohlman k C, 700 saceos com 41,000 kilos de
assucar branco e 500 ditos com 18,000 ditos de i
dito mascavado.
P. Caraeiro A C, 300 saceos com 18,000 kilos
de assucar mascavado, 30 pipas com 9,600 litro
de alcool e 100 barris com 14,400 ditos del
agurdente.
Para Rio de Jaoeiro, carregoa :
Companhis Distillacto Central, 15 pipas com
11,000 litros de alcooi.
No rapar nacional Mrquez de Coxis*, para
Baha, carregaram :
F. Caseto k Filho, 18 barris com 1,880 litros
de nel.
Para Peuedo, carreeou :
M. Tarares, 1/1 barricas com 100 kilos de
assacar reinado.
Aaacahuita Pelforal
Por meio de poderosa acolo deste re
medio irresistivel, as enfermidicades da
garganta e dos pulmSes se disaipam e se
desvanecen! como por encantamento. A-
quelles que padecem de astbma, e se acha
-em qnssi que privados de guardar urna
poaicio boriaontal dorante annos inteiro,
principiam respirar com facilidade e dor
mem tr-nqaillamente depoia de haverem
tomado algumas dses deste delicioso e
admiravel xarope.
A tosae sngustiosa e violenta as forte
oonatipacSes, o sangue dos palmSes, a
ronquid&o e perda da voa, e todas as mo-
lestias do peito e da trechea, qne tem
ama tendencia a thisics, se curam prom-
ta e radicalmente, mediante o oso deste
remedio uavisador.
Fortifica e vigorisa os orglos da respi*
rsclo, e es torna invulneraveis as mudan-
cas repentinas de temperatura atmosphe-
ricaa; e como na sna elaborada jompoei
olo nlo entra nem eziste ostra ooosa
maia do que blsamos saudsveis, pdi
No vapor nacional Janhjpe, para Ceara,
carrexaram :
J. Baltar C 30 volames com 1.80J kilos de
assucar branco.
A. D. Simoes & C. 34 caixas com 160 litros
de geoebra.
Na barca nacional Ataran tuto, para llio
Grande lo Sol. carregou :
A. Taborda, 100 saceos com 15,000 kilos de
assacar branco.
No patacho no-negnense Stanlew, para Pe-
lotas, carregoa :
A. Cesar da Silva, 550 barricas com 57,743
kilos de assucar branco, 50 ditas com 5141 ditos
de dito mascavado e 10 pipas com 4,800 litros
de agurdente.
No lugar oorjeguense Harald, para Pelo
tas. carregaram :
M. F. Leile, 100 saceos com 7,500 kilos de
assucar branco e 400 ditos com 14,000 ditos de
dito mascavado.
J. L. P. rreira, 161 saceos com 11150 kilos de
assacar branco e 50 ditos com 3,750 ditos de
dito mascavado.
No hiate Ftjr do Jai-Jim, para Aracatv,
carregaram :
P. Alves A C, 11 barricas com 548 kilos de
asquear branco.
Na barcaca 1). Stnha, para o Natal, carre-
goa :
F. Joaquim Ferreira, 10 caixoes com lamn-
eos.
Na barcaca Ajara, para Parabvba, carre-
garam :
F. Costa A O, 6 Uboas de amarello.
GRANDE
Hotel Reimo
Rua de S. Lzaro
No Porto
Edificio expressamente construido para esta
indaslria. com salode buhar, casa de banbos,
caixa de crrelo e todas as commodidades in -
deroamenie coobecidas.
Prximo dos theatros. jardios, telegrapho <
correio c situad? no ponto mais saodavel da
cidade e oade passam os bonds para lodos o
pontos da cidade.
E' o hotel mais econmico do paiz, attenden-
do ao acceio t conforto dos aposentos e ao <=s-
merado e abundante servico com vinho des-
crio-, io.
Diarla :90O rls. isooo c
iaoo
epaalse (ral enn
Jimmiar. m rna
eatreitat a*
4'S VICTIMAS DAS FKBRKS
O Bllxlr snil-rebrll Carduao, appro-
/ado em 11 de Marco d-.-.-'e anno pela Inspector
'ieral de liygiene do Bio de Janeiro, vem boj
apresentar-se i bumanidade soffredora do man
do inteiro, como tabea de salvacao qae ao infe-
iz naufrago lbe enviada pormo omnipotente!
O Elixir aaM rvbril Cardoso, appli
ado em maitissimos casos de febres, tem, com
por milagro, levantado do (ello da dor z comple
os moribundos.
Esto remedio, composto smente de veget;^
e inteiramentc Inofensivo, anda mesmo na mai>
mimosa e tenra crianca.
As scnboras, no estado de paridas, oa no pe
ri odo de incommodos naturaes, podem usan,-
;m receio algam.
Ifcponltos
Drogara dos Srs. Pranclcco Manoel da Silva
k C, 4 roa Marques de Oliod i n. 13.
Pharmacia Martins, 4 roa Duque de Caxiat
a. 88.
Pharmacia Oriental, roa estreita do Rosar
a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira. i rna do Bario di
Victoria a. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes A C Rosario larga
a. 31.
Rendlaaenios publico*
Ul OS MARi;.) DB 1891
Atfomdeta
Renda eeral
Oo dala 5
liem de 6
165.3987i
53.703 OS
119:0994894
Renda do Estado de Pernambuco
Do da 1 a 5 335814401
dem de 6 9 87*43*7
V3 4544788
Soturna total
161:a544e83
Segunda sec^ao da Alfandega de Pernarcbaco,
6 de Marco de 1891.
O tnesoureiro.
Florencio Domingaes,
O enere da seccio,
Vnlphoo C. de Araojo.
Keeebrdarla da Batane de
Pernaaaburo
Do dia t a 5 3:9484461
dem ds 6 5714380
4:8104841
Do dia 1 a 5
dem de 6
Heri.f Dralmage
9:0974548
3:5114751
DiMUaeiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Jacahype,-
Parahyba
Nrtal
Maesa
Mossor
11:6104300
para:
1.3004000
A 110
3.0004000
20.0004000
MOTlaaeate) da porto
Navios entrado* no dia 6 ,
Havre e .salas19 dias, vapor francs iCordo-
ba, de 191 toneladas, commandante A. Doral,
epuipagem 38, carga varios gneros; a Augus-
to Labille.
Bordeaax e escala -14 dias, vapor francs Ore-
noque,* de 1.459 toneladas, commandante A.
Bretet. equipagem 114, carga varios gneros ;
a H. Burle 4 (J.
Ceara e escala6 diai>, vapor nacional Toa,
de 58 toueladas. commandante Alfredo Moa*
leiro,eqoipagem 30, carga varios gneros; a
Compaohia feroambucana.
I'is.gua iChile)95 dias, barca inglesa Cape
Finisterre.* de 881 toaeladas, c0pi4o C. H.
Smilh, equipagem 17, carga nitro ; 4 ordem.
Navio aahJdoa no metmo dia
Buenos Ayres e escalavapor francs -Oreno
que. commandante Bretet, carga varios gne-
ros.
Buenos Ayres e escalavapor fraocez Cerdean,
commandante Daret,* carga vano gneros.
Saolos e escalavapor austraco Dapbtoe,
comvandante Mar.ao, carga varios gneros.
Rio de Janeiro e escalavapor nglez -Gartbe-
dee. commandante Camp Bell, carga varios
genero.
Villa Novapatacho naciooal Penedo, capitao
Joio M. Bosck, carga careos de algodao.
Ceara e escala vapor nacional Jacahype,* com-
mandante Carra loo, carga varios gneros.
Bihiia e escalavapor nacional Marques de
Caxias,* commandante Frailas, carga varios
gneros.
Mercada Municipal de f ont
O movimento deste mercado no dia o de Marco
foi o seguate : Entraram :
13 bei8 pesando 1,107 kilos.
173 kilos de neixe a 10 ris 54460
11 12 cargas com farinna a 100 rs. 14300
ditas de finetas diversas a 300 rs. 14500
27
8
columnas a 600 rs.
sainos a 200 rs.
16*100
14600
10*400
1 esenptoro a 300 re. 30
40 compartimentos com farinha a 500 104000
51 taboleiros a 100 rs.
30 ditos de comidas a 500 re.
93 ditos de legumes e fasendas a
400 rs.
15 ditos de sumos a 700 re.
9 ditos de ressuras a 600 rs.
ditos de camarfies a 100 ra.
cassuas com gallinbas a 400 re.
>
t
U
cargas com gallinbas a 600 rs.
talhos a U
Rendimento de 1 a 4 do correte
154000
374100
I0*5l
5*4
14000
4800
l*Wo
86400.
2144860
891448i
M. It.
A (reatados
ScieBhcamos ao respeitavel publico que alm
los altesladcw a que damos pubiicidade boje,
'oram corados 651 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
M tratados pele Elixir anti febri!.
Dos anomeroe attestados que temea, damos
m segnida principio a sna publicacao; e isto
)asura para que sejam couhecida as virlode
lo Elixir anti febril Cardoso.
Curados de diversas febres 1:155
N. 106
Illin. Sr. Manoel Cardoso. Jnior Tendo
sido acommetiido de vanlas a minha criada An-
tonia Sopbia das Cbagas tratou-se com o precioso
remedio de composicao e ollera de V. S. Elixir
Anli-Ftbrile flcou curada com o aso de doos
frascos ; baveodo bucceaido qae 4 primeiras
doses deiappareceu completameote a febre e a
sahtda e secca das pstala* se Bseram em se-
guida fe.iz e suavemente, a bem dizer, sem sof-
Irmenlo da enferma, ora restabclecida.
A sim, em nome d'ella e no meu. tenbo o gosto
de faser a V. S. esta commonicacio, da qaal
osara como loe convenba, e qae representara
fraco mas sincero penbor de reconnecimenio para
com V. S- e de admincao pelo sen efficaz pre-
parado.
Com satisfaco me subscrevo.
De V. S.
Alteaciosa e obrigada criads.
Mana Elvira da Conceicao.
Becife, 11 de Uutubro de 1890.
N. 107
Cidado Manoel Cardoso JniorParticipo vos
qne mu ttlno Jos Eduardo de Franca foi acom
meltido de urna febre paludosa, qoe o proston
no luto e eu Ihe appicando o vosso benfico
Elixir Anii-Febnl com espaco de 3 das a febre
foi dimiuuiiido. dtsapparecendo completamente
no 8m de 8 dias. Em st-guida foi atacada o
mesmo mal a minha Ulna Mana Paula de Franca
que com o mesmo preservativo adquiri lambem
feliz resallado.
Portanlo vos agradeco o vosso extraordinario
remedio, e aconse'bo a toda popolaciq que fie..'.
uso do e'speciOco Elixir, destruidor de 14o tern-
vel molest a.
Desde ja disponba, (na roa de Vidal de Ne-
gros n 132) de um amigo e ciadoJuio Manoel
de Franca.
N. 108
Recife, 17 de Janeiro de 1891.
Cidadao Manoel Cardoso Jnior.Commonico-
vos que, lolna Ulna de nome Mana, que, con-
lorme ves cotornuoiquei, acbava-se no leito, com
intensa febre ; mas gr&ras a Deus, com applica-
c4o do vesso infallivel Elixir Anti-Febril, nico
remedio que usou e por vos fjrn--..do gratuita-
mente, acha-se ella. '.'iipletameolere^labelecida.
Poder o cidadao i-.z-r desta o uso, que Ihe
aprouver.
Assigno-me com verdadeira estima, e eonside-
racao, vosso amigo e ohrijadissimo. Capunga,
roa das Crioulas n. 49.Fructuoso de Azevedo
Maia.
N. 109
Array.il, 3 de Setembro de 1890.
Illm. Sr. Maooel Cardoso Jnior. -Compro n
agradavel dever de commuoicar a V. S. que
tendo a conselhos do Sr. Antonio Joaquim Morei
ra de Sampaio. asado do seo preparado deoomi
oado Elixir Aoti-Febnl Cirdoso. quaodo me
sent ameacada de vanlas, fui lio feliz qae acbo-
me completamente restabelecida; pois o terrivel
mal manifestou se de carcter to benigno que
me fes guardar o leito um .-o dia.
Paseodo esta declarado a V. S. pens prestar
um servico e bomanidade por isso que aotboriso
fazer V. i. destas linbas o uso que Ibecoovier.
Dispoaba V. S. da alleota veneradora criad i
e obrigada, a rogo le Anoa Brasilina Goimaracs,
Mana Magdalena de Sooz.
N. U0
Arraya!, 30 de Agobio de 1890.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.E' com u
maior satisfacio qae me dirijo a V. S- para ma-
nifestar lbe os meos sentimenlos de graiido por
naver encontrado do seu preparado denominado
Elixir Anii-KebrH Cardoso o completo resta-
belecimenlo das vanlas a que terla succambidu
se em t&o boa hora oo me fosse elle ministrado
pelo Sr. Antonio Joaquim Moreira de Sampaio
que se condoea do meu estado que era desespt
rador, pois achava-me ao desamparo.
Em 8 dias desappareceu a terrivel molestia e
boje acbo-me eolregoe ao meu trabaibo braca!.
Apresentando a V. S. e ao Sr. Sampaio o meo
pteroo recontiecimento e authorisaodo o a usar
esta como Ihe convier, ?ubscrevo-me com estiu a
e sioceridade.
De V S. atiento criado, a rogo de Antonio Fran-
cisco Xavier, Flix C roeiro da Cunha.)
(Esuvam sellados e reconhecidos.J
Advogado
O baoaarel Elpidio Figueiredo advoga
as comeres de Goyanns, Itsmbe, Tim-
ba iba e Nasareth.
Residencia na cidade de Goyanna.
Xi-
I.10743U
Preces do Ola:
Carne verde de 240 a 480 ria o kllc
Sainos de 560 a 640 res idm.
Carneiro de 640 a 800 idem
- arinha de 310 a 360 res a cuia
Mhode 400a 440 ris dem.
Feijao de 800 a 14 idem.
Vaporea a entrar
MES DB XABQO
Sul.......... I'nigua).........
al......... Jamaos............
Sal.......... AUianca..........
Europa....... Sorafs............
Norte......... Advance
7
8
S
S
9
Norte
Pernambuco....... 10
Europa....... LaPlata
Sol.......... Alatoat.......
Sal......... IVnit.........
Noria......... Pun..........
Sol.......... Searanho.....
luropa....... Thames.......
sol.......... MaadaUna.....
Norte....... Eafinlo Santo .
fOl.......
14
16
16
19
13
16
18
18
30
Hanburgo
Su .........
toiimi'.'.'.'.
Norte.......
Balda........
sanios eesc..
Sul.........
Montevideo ..
.Southamoton .
Norte........
Sal..........
Vapores a sabir
HEZ DB NASQO
.. Uruguay..........
.. Consoes..........
.. Sonta............
Aioaje..........
7 as
7 as
8 as
9 as
9 as
Una.............. 9 as
Adcance.......... 10 as
Pernambuco....... 11 as
La Plata.......... 14 as
IVeat............. 16 as
Alomos........... 17 as
Par............. Mas
h
b
h
h
I
h
I
h
h
h
5 h.
5 b.
0 Juiz do direito Joo Baptista
'.rana Costa encarrega-se de contrabir
eoiprestimos com o banco de crdito real
de Pernambuco, para os Srs. agriculto-
res d'este Estado, adiantando as des-
bezas mediante mdica retribuidlo ; pe-
le ser procuado a rua do Barao de &
Borja n. 46*
Declara9ao
O abaixo assignado, procarador de Joe
Alvares de Sonsa Soares, previne a sjuem
possa interessar, que es bens do Antonio
Bruno da Silva Maia e sua mulher, Art'or-
so Augusto de Brto Taborda, e D. Ar-
nanciada de Brito Taborda acham-sa su-
geitos ao pagamento da quantia de......
13:222-5170, jaros e custas, em que fo;
ram condemnsdos por sentenca proferir
pelo Tribunal da RelacSo de Porto Alegre,
Estado do Rio Grande do Sal, acerca o
que, corre presentemente urna acolo no
juiso commercial desta ccpital.
E para qae ninguem invoque ignoran-
cia ao que tem occorrido, fajo a presenta
declaracSo.
Pernambuco, S de Janeiro de 1891.
Antenor Barceos de Amorim,
O Bazar da Boa Vis-
ta, a rua da Imperatriz
11. 88, acaba de rece-
be r o cha t special mar-
ca- BULL DOG
O melhor que tem viu-
do ao mercado e yen-
denia3$ 600 ajlatacom
urna libra
Alfredo Lopes db .

.



i

*
>





Diario de Penjambaco Sabbado 7 de Mareo de 1891
i
Dr. Nunes Goimbra
ClnicaMedico Cirirgica
especialidades : febres, partos, moles-
San* de senhoras e de creancas.
Ctmmados qualquer hora na iua re-
saa*ssjiiaCaminho Noto o. 163, junto
estopn; oa no tea consultorio, roa Mar-
ri de Oiinda n. 56, onde d contaltal
11 as 2 Loras.
Gratis sos pobres
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex-cbefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volts de ana via-
gem Europa, d consultas de
1 as 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 a ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ma Seto de Setom-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. .
Telephone 287.
Br. Alfredo Gaspar
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Operador, partoiro trata com especiali
de molestias de sen horas e crean ca
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n. 18, 1* andar.
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Thamadcs (por eacripto) qualquer hora.
TKJLKPHOHB N. 226
r
DR. TAVARES DE MELLO
1
(breado pela Paculdade do Rio de Janeiro,
raido se dedicado com especialidade
teraputica moderna das molestias de
Hite e sjphilis, na polyclinica geral, a
arfe do Dr. Silva Araujo, onde servio
rtmo seo aiudante ; da consultas de II as
3 sera* do largo do Corpo Santo n. II oa
isa?, e recebe chamados a qualquer bora
saa reridencia, largo da Pas o. 114
A
O Dr. Cerqueira Leite
MEDICO
eniirisa a dar conaultaa no aeu i
n. 32 ra Nova, daa 12 s
da tarde.
eapeoialmente de molestia
e aenhora.
da
MEDICO HOMEPATA
dr. Balltaazar da Siheira
8 Especialidadefebres, molestias
-das-enancas, dos orgios respirato-
rios e das senhoras.
Presta- se a qualquer chamado para
nra da capital.
AVINO
Tocec va chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ama do Bario da Victoria n. 43,
se indicar sua residencia.
Or. Bastos de OUveira
operador e partoiro, tem o sen
> roa do Marques de Oiinda
s. t 1* andar, onde pode ser procurado
sa a dias uteis, das 12 as 3 horas da
-arde,
t&aatados a qualquer hora em ana re
i ma do Hospicio n. 46.
n. 365.
II
I
S
II
Dr. Mello Gomes
Medito operador pirleiro
H5TBoa do Bario da Victoria57
(dxfbokte da ba obi. amaso)
Onde tem aU(*rts> e real-
at podendo r encontrado e
wesbendo chamados qualquer bora
Itpeaalidades : partos, fehree, moles-
jo de senboras e dos pnluioes, ayphilis
ja geral, cura rpida e conpleta e ope-
rantes de estreltamentos e mais soari-
asentos da uretra.
Acode de prometo a chamados para
tora, a qualquer distancia.
Telephoae u. 8V4
I
Cirurgio Dentista
ROBEBT P. RAWLDSON, for-
jatc pela Universidade de Maryland nos
bandos-Unidos, tem aberto o sen conaul-
asriw, na ra Bario do Victoria 18,1* an
ato.
(asaltas da 10 a 4 horas da tarda.
Fbr. Fernando de Castre
(ADVOGADO)
Moa do Imperador n. 54,1.* andar
ulao da (reate, de 10 t 3 horas.
F6f a da capital l se incumbe de
defesae criminaos.
I
I
ED1TAES
Scelo.Secretaria do Governo do
de Pernambuco em 5 de Marco
ED1TAL
fav esta Secretaria se fas publico, de
ansas do cidadlo Governador do Catado,
a lendo harido apenas urna proposta,
sequencia do Edital de 27 de De-
do anno passado, chamando con
ate empresa de carros de praca,
se marcado novo praso de 30 dias, a
de fcoie, para apresentaclo de pro-
ntas, dsvidamento fechadas, para con
soto do eatobelecimento da mencionada
apresa, de conformidad* com a lei n.
2K7 de 12 de Novembro de 1889, infra
araDseiipto, com aa modificacoea marcadaa
aarlente edital.
toa s. 2147Art. 1.* fies o prest
jijis la provincia autoriaado a con tractor
com quem melhores vsntagena offereoer o
estabelecimento de carros de praca.
5 1 Os carros de praca estacionar
nos pontos principaea da cidade, compe-
tindo a polica fiscalisar a execucio da
toballa de presos previamente esUbelecida
no contracto.
2.* Os crros mnibus nlo poderlo
cobrar mais de 100 reis por um paaaa-
geiro dentro do 1." kilmetro, sendo
previamente designado no contracto os
preces.
$3.' O cootractant ficar iaento do
pagamento de quaeaquer impostes pro
viooiaea ou municipaea quer do material
e quer do estae!* cimento, durante o
praso do privilegio, que nlo ) podar
exceder de 30 an o.
O concessioaario ae reaponaabilisar a
dar comeco ao servico da companbia den-
tro de dona annos s contar de dia em que
fr lavrado o contracto.
| 4.* O contractaote obrigar-te-ha a
dentro de dona annos d inaugarsclo da
empresa ou companbia a ter carro pro-
prio para transporte dos presos dos postos,'
S)liciaees daa fr. gaeaias da cidade para a
aas de Detonlo e deata para a sala do
jury e embarque e des-iubarque de sen-
tenciad; para o presidio de Fernando de
Noronba.
O j 3." da lei tic* modifi ad> quer
Jusnto ao privilegio que nlo ser conoc-
ida contra a livre concurrencia e quer
quanto ao praso que nlo exceder de des
annos. (Assignada).
O secretario,
opkronio E da Paz Portella.
2.* Scelo.Secretaria do governo do
Estado de Peroambco, em 15 de De
sembr de 1890.
Por esta secretoria se tas pablico de
ordem do Desembargad jr Qoveraador do
Estado, que, com o praso de noventa
das, a contar da dala deste edital, tica
aborta a concurrencia para o fornecimeoto
de fardamento daa pracaa de infaotaria e
de cavallaria da Gualda Local, e de for-
ragena, medicameotja, ferraduras e era
voa cavalhada da meema guarda, de
accordo com aa tabellas annexas ao regu-
lamento de 9 de Outabro ultimo e medi-
ante as seguintes clausulas:
1.a As propostas devem vir devidamen-
te seladaa e fechadas; e os proponentes
requererlo previamente a esto repartilo
provando que alo negociantes matricula
dos e se acham quites, relativamente aos
impostes de industrias e pronssSes do ul-
timo semestre e dec'srando que se obri-
gam a todas aa condicSes necessarias para
a garanta dos interesses do Estado, pre-
vistos pelo regulsmeoto de 2 de Julho,
1879 e demais disposicSes em vigor.
2.* Nlo serlo aoceitss as propostas que
contiverem artigos nlo mencionados as
referidas tabellaa, nem tombem aquellas
cojos precos estiverem sujeitos a abati-
mento ou descont.
3.* O contracto so poden ser feite com
quem melhores vantogens offerecer na
concurrencia.
4.* O fornecimento de fardamento ser
feiio por prestocSes, nos prasos que forem
mercados no termo do contracto, ficando
os ontractantes sujeitos, no case de in-
fraccio, s multas previatos pelo Regula
ment do Thesouro do Estado.
5.a Os contractantes de fornecimeoto
de ferraduras e eravos ficam obrigados a
ferrar a cavalhada a sua custo, e com a
mxima perfeiclo, a juiso do com mandan
to da forca de cavallaria.
Os fornecimentos serlo feitos durante
o praso correspondente so de um ou mais
de um exerci-io financeiro, conforme de-
termina o Governador do Estado, e res-
peitados os prasos dos contractos legal-
mente em vigor.
O secretario,
SopAronto E. da Paz Portella.
O Dr. Eduardo Curreia da Silva, juis de
direito especial do commercio nesta co
marca do S. Lonrenoo da Matta, em
PROGRAMMA DA* 12* CORRIDA
Domingo, 8 de Marco
DERBY GLUB
PERIVAMBUCO
Natanes
Pellas
Matara-
lia.
Cr aa vesll-
Proprietarloa
f
pareolitlelo -1,000 metro*Animien de Pernambuco que nao tenbam gacho premios.
S00* ao l\ 40* ao 1* e 30* ao 3*
Trigoeiro..
Gala......
MyBov...
> JIDtK)___
Ally.......
Zaitn........
lAlazao......
'Castsnho
Pernamb.. 5
M
Si
5fc
5i
Ouro e preto.......
Amarello e branco
Atol, violetae ouro.
Encaro. e booei preto.
Preto e ooro.........
lesaC..........
Coud. Bel la-Vista...
Coad. Provinciana.
Coud. { de Juabo.
Luir Lins.
1* pareoffapsiieBBeasar1,100 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenbam ganho
em distancia superior a 1,500 metros nos prados do Re.ife Premios : S0u4
ao I. 40* ao r e SO* ao 3*
Cauby.....
I.'limany ...
Colosso___
Sana-sosci
Tjlispber..
Ida.........
ICaslanbo
I Rodado...
IBaio.....
Rodado. .
IKoiada ..
Pernamb.. M
Si
9 54
m 54
m 54
50
Ooro e preto........
Asol...............
Prcio bonet encarnado
Ooro e branco.......
Azul ebranco........
Lirio e ooro.....
A. Marques.
B. Temporal.........
Coud. Republicana.
D. A. L. de Mallos...
J. Nogueira da Silva.
Coudeiaria S. Jorge.
y pareoBstlaaale1.000 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenbam caobo em maior
distancia nos prados do liecife. Premios : 100* ao 1., 40* ao 1* e SO* ao 3.*
Telearamma.
Phariseu
Muro......
Humilde ....
Gerfaut......
Village.....
Transelave..
Hercules___
eotosi......I 5
Ru?so ...
Castanho-
Alazo......
Hosao..
Zaino ..
Mellado
Rodado.
Russo ..
Castanho
Pernamb.. '.'i
i\
58
56
58
56
56
56
56
Verde e encarnado...
Preto e branco.......
Encarnado e ouro...
Coud. S4 de Maio.
R. Costa.
Coud. Mouriscana....
Antonio T. dos Santos
Azul e encarnado Coud. Aurora.
Verde...............Antonio F. da Costa.
Asul e branco.......Jos N. da Silva.
Verde e encarnado... I Jos C. Pinto.'
Azul ebranco........iB. F. Paira.
pareoFerr Carril -1.300 metros.Animaes nactonaes.
S e 30* ao 3*
Premios : 300* ao t., 60* ao
1
i
3
\
S
6
i**
Tbereso polis.
Gallileu.....
Aulla.......
Cometa.....
Siroco......
Velo.......
Castanho.... Paran. .. 54
Alaste...... S.Paulo .. 56
Tord. negro. 56
Alaste...... 56
Castanho .... Rio de Jan. 54
a 56
Ouro e preto........
. .
Ene. e asul, facha. ..
Asul, branco e eoc...
Asul ouro e lacha ene
Asul e ouro.........
A. Marques
Coudel. Fraternidade.
F. C. S. dos Saotos.
A. C. de Albuquerque.
Coud. Internacional.
pareoConciliar*I 100 metros.Animaes pungas que nlo teobam ganho em distancia
superior a 1.000 metros nos prados do Recife e animaes de Pernambuco. Premios :
200* ao 1.*, 40* ao 1* e SO* ao 3.*
PROJECTO DE INSCBIPCO
Para a 4* corrida realizar-se no iiia 15 de
Mar^o de 1891
I *%%% CONSOL4CO- l.OOO sciros. Animaes de Pernambuco
que nlo tenbam ganho premios nesta distancia nos prados do Reciie.
Premios: 2000000 so primeiro, 404000 ao segundo e 200000 ao ter
cairo.
t. ItlftA -ESTADO DE PERNAMBUCO l.tOO Metros. Animaes
pangas que nlo tenbam ganho em distancia superior a 1400 metros.
Premios: 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao ter
ceiro.
* tMfeft-OOMPENSACAO- l'SOO metro. Animaes nacionaes at
meio saogue que ) tenbam corrido no Derby. Premios : 25O0GOO
ao primeiro, .500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
4 U\^ EMULABA O 1,000 Metra*. Animaea de Pernambuco, oue
nlo tenbam ganho em distancia superior a 1050 metros no Derbv.
Premios: 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 20*000 ao
tarceiro.
*.* Yk*A INTERNACIONAL 1.460 Metros. Eguas estrangeiras,
podendo entrar cavallos que nlo tenbam ganho. Premies: 4000000 ao
primeiro, 800000 ao segundo e 400000 ao terceiro.
O.0 1VMA PROURESSO I lOO Metros Animaos de Pernambuco
podendo entrar animaes pungas que nlo tenbam gaoho no Derbv.
Premios: 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao
terceiro
" 1\*M PRADO DA ESTANCIAi.500 Metros. Animaes nacionaes
at meio sangue. premios : 3000000 ao primeiro, 6O0UOU ao segunda.
e 300000 ao terceiro.
i-\lk*r* EXPERIENCIA l.OOO Metros. Animaes de Pernambueo,
que nlo tenbam ganho nesta distancia at 30 de Novembro ultimo.
Premios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 so
terceiro.
Observacoes
Nenhum pareo se realizar sem que se inscrevam pelo menos qustro animaed
de tres proprietarios diferentes ; com excepcao doa pareos Internacional e Prado
da Estancia que so se reslisarlo com cinco animaes.
De accordo com o art. 5.' do cdigo de corridas nlo poderlo inscrever-
no pareo-JompensacioGranada, Velos e Uallileu e no pareo ProgressoMaurity e
Templsr
A inscripclo encerrar se-ha TERCA-FEIRA, 10 de Marco s 6 horas da
tarde, na secretaria do Derby Club.
O SECRETARIO,
Ja, J. de Andrade.
Municipal do
conhecimento
A FAZBR
Sans Sooci.,
Masrity.....
Templar
Supitanga. .
Djerid.......
Baio........ Pernamb.. 54
Castanho ... 51
Rodado. 54
Russo-podres 56
Alazao...... 5i
Ouro e branco.......
e asul atraressado
Asul e branco.......
Ooro..............
Lyrio e ouro.........
D. A. L. de Mattos.
Coudeiaria Progresso.
Coud. 1 de Marco.
J. J. Dias.
Jos C. Barros.
6 pareo Prado Pemaeknraiio 1609 metros. Animaes estrangeiras.
1:000* ao i.-, S00* ao2* e 100* ao 3.*
Premios
Apollo......i 5
Gambeta..
Vesper.. .
Pand
ego.
i
Alario.....
Zaino ....
Alaiio------

Castanno .
R da Prata 61
Iagla trra. 54
t 57
a 40
a 54
Ouro e preto........iCoad. Fraternidade.
Verde e ouro........|Coudeiaria Eiffel.
Cene e mang. d'onro Costa Fernandos.
Corpo br. e mang. pr.iCoud. Rosarinho.
Escarate e ouro.....I Jote Mathens.
7* pareoCeateelaca\e1,000 metrosAnimaes de Pernambuc?
maior disUncia nos Prados do Recife. Premios : S00* ao 1*,
b nio tenbam ganho
aoS*eSMao3*
em
Vias......
Conforme..
Potos.....
Malange. ..
Pbariseo. ..
CatUnho..
Romo.....
Castanho.
Russo.....
Castanho. .
Pernamb.. 56
56
56
56
* 54
Grenat. e rosa......
Encarnado e asul..
Azul e branco......
Verde e encarnado
Preto ebranco.....
F. R. Ramos.
J. J. Valente.
E. F. de Paira.
Coud. 24 de Mato.
R. Costa.

OBSERVACOES
Tirtude ds lei etc.
Fsco saber s quem interessar poses,
ue depois ds audiencia deste juiso do
11 do crrante, serlo vendiios em
praca publica os' bens seguintes, a saber :
Urna parto do ongenho Concordia, na
freguesis da Los, deata comarca, aTaJiada
por 14:0000000 contos de res, um vapor
com todos os seus utensilios, svaliado por
3:9500000 mil res ; um alambique tom-
bem com iodos os seos utensilios, svalia-
do por 1:0000 .,00 de reis ; cuj s bens vio
a praca pels segunda ves com o sbati-
mentode des por cont sobre o preco ds
avaliacio, para pagamento da execucio
que contra Bras Carneiro da Cunba e
Albuquerque, move Manoel Ferreira Bar-
tbolo.
E para que chegue a o conhecimento de
todos mandei psassr o presente
Os animaes inscriptos para o 1.' pareo de verlo acbar-se no ensilhsmento s
9 1|2 horas do manbl.
Os fvrfait* serlo recebidos at sabbado 7 do corrento, s 3 horas da tarde, na
Secretaria do Prado.
Os jockeys que nlo se apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programma por seus patrbes, nlo serlo admittidos pesagem e serlo
multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Rttfe, 5 de Marco de 1091.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Ganc/ies.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
ser publicado pela imprensa
igual theor para ser anisado
Intendencia Municipal deste villa
Dado pastado nesta villa da Sao Lon-
renco da Matta aos 3 dias do mes de
Mr,o de 1891. Eu Jlo Benigno Perew
ra do Lago, escrivlo o eterevi.
Eduardo Qorra da Silva.
BECLARACES
A junta adminijtrativa deata santa casa coa-
trata com quem melhores vantsgens oBerecer, o
fornecimento dos gneros sbaixo declarador,
para o consumo dos esu belecimentos a seu car-
go, durante o semestre de Abril s Setembro do
crrante anno.
As propostas dever&o ser apresentadss em
cartas fechadas, aevidumenle selladas, pelas 3
edital que! horas da tarde do dia 9 do corrente, em a sala
41)
E
e outro de' da8 sess0es da junta, declarando os propooentes
' ; asieitarem-se a multa de 5 0 0 sobre e valor to-
na porto oa.ta, d0 |0roecinjento, s
Banco Emissor de
Pernambuco
2.' ENTRADA
Os Srs. accionistas sao
convidados a virem realisar
dentro de 30 dias a contar
de 20 do corrence, a segun-
da entrada relativamente s
suas accoes na razao de
I0[ ou20)OOOpor accao.
Rec fe, 20 de Feve
reirode 1891.
Pelo Banco Emisor de
Pernambuco
Os Directores
Jos Eustaquio Ferreira. Jacobina
ML S Gvimardes.
J. M. da Rosa e Suca.
se no praso de tres diaa nao
comparecerem a esta secretaria, atim de assig-
nar o respectivo contrato.
Aletria, kilo.
Arros. idem.
Agurdente, litro
Aaeile doce, idem.
Araruta, kilo.
Bacalbio, idem.
bantaa de porco, idem.
Batata?, idem.
Cba verde, dem.
Dito preto. idem.
Caf em grao, Idem.
Carne secca, idem.
Ceblas, cento.
Fannba de mandioca da trra, litro.
Feijao, idem.
Gas, lata.
Dio inexplosiTO, idem.
Milbo, kilo.
Manletga francesa, idem.
Potases, idtm.
Rap, idem.
Sabio, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilo.
Toucipqo. idem.
Velas de carnaftba. idem.
Ditas stearinas, idem.
Vinbo branco, litro.
Dito Unto, idem.
Dilo de pasto, dem.
Vinagre, idem.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 5 de Marco de 18910 escrivio..
Pelro Rodrigues de Sonsa-
Arremataciio
No dia 7 do corrente, depois da audiencia es-
pecial do Dr. juis municipal do commercio de
Agua Preta, tora lugar a lerceira e ultima praca
do engenbo Capricho, pela quantiade 64:800*
que ficoo redsxtda pelos abates de 10 0/0, e nao
havendo lancador q*e cubra > preco cima re-
ferido, sera arrematado por qtem maior (anco
offereeer.
KESrEITAVEL NillCO
COMERCIO
Avisamos que vieram da
Europa no vapor Monte-
video e vao sahir da Al-
fandega 160 caixas com
cervej t da acreditada mar-
ca La Rosa Alemana. 3
ANNOS DE GRANDE
SCCESSO
O fabricante com a sua
vastissima imaginacao e res-
peitavel talento tem por
certo glorificado o seu no-
me na cervej a La Rosa Ale-
mana.
nicos importadores Afachado Pinto
4 C, e vendem em grosso as importan
tos tasas dos Srs. Comes de latios Ir
mos, ra do Marques de Oiinda ; Fer
reir Rodrigues d C, na ra da Madre
de Oeus ns. 12 e 14; Costa Lima A C,
ra do A mor i m e Lopes Alheiro A C,
travesea da Madre de Deus, Lopes Ma-
gslhles A C, Largo da Penha; Domin-
gos Gomes de Amorim, ra do Kaogel.
Veneravel
Inaidade do Seflbor Boo Jesis
das Dores ei Confio
De ordem do irmao provedor, convido aos
Dossos caris8tmoa irmftos a comparecerem em
noesa igreja no dia 8 do corrente, pelas 3 horas
da tarde, aflm de eneorporados acompanbarmos
a procissie do Senbor Rom Jess dos Pobres
Amictos.
Secretaria da veneravel irmandade do Senbor
Rom Jess das Dores, 6 de Marco de 1891.
0 secretario,
Gsjpar Antonio dos Reis.
O cooselho da Intendencia
Recife fias publico psrs
de todos o aeguinto ;
BA8KS PARA A8 COS8TBL'C\''K3
POR EMPBKITA JA
CondtcSes da propotta
O Con sel ho Municipal do Recife resol
ve tancar em concurrencia publica a con
strucclo de dona edificios (typo de Hun-
gar), junto ao cemiterio de Santo Amaro
para eatobelecimento de carrea fnebres,
sob ss condicSes seguintes :
1.a Todos os concurrentes, depois de
examinarem os respectivos planos que slo
franqueados bq escriptorio do engenheiro
da Intendencia, apreeentarlo suas propos^
tos em carta fechada.
2.a Serlo firmadas por pesaos idneas e
mencionado o constructor, caso o concur-
rente nlo aeja pro fias ion al.
Os concurrentes, antes da entrega das
repostas deverlo depositar nos corres ds
itendencis s importancia de cem mil
reis, a qnal ser levantada no mesmo dia
em que forem julgadas as referidas pro-
poetas, excepcao feits da que pertencer
ao concurrente, cuja proposta fr preferi-
da, a qual s poder ser levantada depois
de assignado o tormo do contracto e pres
toda a rianca de que trata a clausula 6.'
4.a As propostas s se referen) a pre-
cos eompostos por unidade de obra a exe-
cutor, tendo por base o systema mtrico e
um especifica^es infras.
5.a O recebimento e abertura das pro-
postas torio lugar no dia 10 do corrento
em sesslo do conselho.
6.a Escolhida s proposta ser intimado
o seu signatario para assignsr o respecti-
vo tormo de contracto e prestar para ga-
ranta deste a nanea de 6:0005000 em t-
tulos ou dinheiro a contonto do conselho,
sob pena de nlo acudindo a intimacao. no
Ihe fr marcado perder
ao projecto
sendo as fachadas sujeitas
ss indicacoca especiaes.
7.a Aa portas janellas e ventiladores,
serlo fechados por folbas massicas, vene
sisnas e caxilho com vidro de accordo
com o projecto.
8.a Ai pecas de marcinerias serlo fei
tos de vinhatico amarello. conveniente
mente apparelhadas e pintuias a oleo com
quatro niloa de tinta e assentadas na
obra.
9.a As calhas de escoamento das aguas
pluviaes serlo fei tas de folias de sinco
n. 10, soldada* e aseent-'']..b no telbado
de accordo com o project'>.
Intendencia Municipal do Recife, 7
Fevereiro de 1891.
Dr. Antonio Clodoaldo de Sonsa.
Presidente
Francisco Faustino de Brtto.
Dr. Manoel Clementino de Oliveira
corel.
Silvino Cavalcante de Albuquerque.
Jlo Walfredo de Medeiros.
Secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
de
Es
Empreza da Estrada de
Ferro de Ribeirao Bo-
nito.
Assenbla geral ordinaria
Nlo tendo-se realisado, por falta de
numero, s sesslo marcada para hoje coc-
ea forma dos estatutos, a nova ses-
voco,
slo para 24 de Margo prximo vindouro.
Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
Joo de Olivtira.
praso que
quantia de ioo#Oo de que trata a ciau- Irmandade do S nhor Bom
!. O pagamento ser feto peta Inten-i JesUS das &OTeS em Sao
dencia Municipal do Recife em prestacoes
bimensaea, de accordo com ss medicoes
proced-as na obra pelo engenheiro da
Intendencia.
8.a Estas medicoes slo consideradas
provisorias, procedendo o engenheiro ds
Intendencia a mediclo final para presta-
co de contaa e recebimento ds obra
feita.
9.a O recebimento da obra ser feito
por indicaclo do engenheiro da Intenden-
cia ao Conseibo Municipal que designar
urna commisslo eapecul para esse fim.
10.a Pelo nlo enmprimento de qual-
quer das clausulas do contracto, o contra-
tante pagar a multa de 1005000.
11.a O contactante se responsabiliear
pels conservsclo das obras durante um
anno, sendo que s depois desse tempo
poder levantar s nanea de que trata a
clausula 6,a
12. O oontractante renunciar os ca-
sos fortuitos e de forca maior.
Expecificafiet dos obra*
1.a A construcclo ser feita absoluta-
mente de accordo com o projecto appro-
vado e fiscalisado pelo chefe do servico
Municipal.
2.a A construcclo dos alludidos edifi-
cios ser concluida dentro do praso de
seis meses prec sos.
3.a As pare es genes e pilares serlo
feitos de alvenaria de tijolos communs
com argamasas na dossgem de tres par-
tes de aris e duaa de cal preta.
4." A cobertura ser feita de tenas na-
cionaes com vigamento completo de ma-
deiras de le, lavradaa e esquadriadas se-
gundo as indicacoei do projecto.
5.a O pavimento ser elevado em cerca
de O", 60 de aolo, atorrado e calcado de
parallelipipedos assentados em argamasas
6.a Todo o edificio ser embocado, re-
bocado e oaiads interna e externamente,
Goncalo.
Domingo, 8 do corrente, esta irmanda-
de far s tradiccioosl precsalo do Senhor
Rom Jess dos Pobres Affiictos, percor-
rendo ss seguintes ras :
Ao sahir ra de Santa Cruz, Bario de
Slo Borja, Viscor.de de Qoyanna, Viscon-
de de Albuquerque, atras da Matns. Hos-
picio, Formosa, Visconde do Rio Branco,
Imperatris, praca Maciel Pinheiro (a di
reita), ConceicXo, Gervasio Pires, tra-
vesea do Tambi, Rosario, Arsglo, praca
Maciel Pinheiro, Matriz, Velha a reco-
Iher-se.
Companhia Amphi-
trite
Os aenbores accionistas sao convidados para
a resmao da assembla peral que ter lugar ter-
ca feira 10 do corrente, ao meio dia, no salto da
As8oeiacto Commercul Beneficente, em cum
primelo dos arta 36 e 40 dos estatutos.
Os directores,
A. M. de Amorim.
M I. da Silva GuimarSes.
Joaquim Olilo Bastos.
Companbia de Navegacao
Costeira por Vapor
De conformidade com o art. 22 doa
Estatutos, slo convidados os Srs. accio-
nistas a se rennirem em assembla geral
ordinaria, na sede deata Companbia, ao
meio dia de 13 de Marco vindouro, afim
de tomarem conhecimento das contas da
mesma, relativas ao anno prximo findo
e procederom as eletces determinadas
nos } 7.* o 8.* do art. 29 doa mesmos
Estatutos.
Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
Os directores,
Manoel Joto de Amorim.
Cecilisao Msmede A. Ferreira.
SebtstiSo Lopes Quintarles.





:


6

Diario de Pernambuco **- Sabbato 7 de Marco de 189t
Colonia Orphanologica de
S nta Isabel %
De ordrai desta directora sao avisado* oa pala
e protectores dos menon s que ooilYeram des-
pacboa pon recoiher seas tihos oa protegidos
jesu colonia, cujeo mames vao aa retafia qoe
sogoe. que al o dan oste roes, deven apresen
tar m moooM cotona os di loa mesares, sob
pena de oto o faseodo perderis o aireito e se-
ren substituidos por ouiroa.
arlara*
Marcello Joe Leonor, ,.iuo de Silverla Iznacia
das Kees. Despacnado em H de Jnlbo de
1888.
l'm Blo de Jovenete Bispo Mchalo, preso e
recolbido oa Casa de D leoco. Despachado
em 7 de D-*sembro de i88
Eduardo, ttiho da M .na Joaona de Araojo. Des-
pacbado em 13 de Junbo de 188'.).
Jeio, ntau de Joanna de Ji-sas. D. apachado em
13 de Juutio de 1889.
Joto Ma el da Costa, fllho da fallocidi Mana
Roa, protegido por Mara Joaquina. Despa-
chado em 13 de Junbo de 188.
Colonia de Santa I abel, 5 ue Marco de 1891.
O secretario,
Francisco das Cnaga* Ca*lcan'e Campello.
Thesouraria de Fazeadn do
Estado de Pernambuco
De ordem do Sr. 1 escripinrano, serviodo
de inspector, facj publico que as no as do Ban-
co Bffllssor de Pernamboco tem corso fnrc.do,
e portento sao recebidas em todas as repartiere*
publicas, cootoroie declaruo n ir. Ministro da
Paseada em leltgrassma dt- 38 de Pevereiro ul-
timo.
Ttiesourana ue Fazenda de Estado de Pernam
hoco. 8 de Marc> de 1891. Servindo de secre-
tario, o escripturario,
Jos J. Pereirado Reg.
H ppudroio di (oipii Grade
Em reaniao desta directora e de accordo
com o arl 52 | nico fui suspenso por rnta
dias o jacte) Pedro Figueiredo pelas irregular)
dadei no 2- pareo.
De accordo am os arts. 48 e SI j 3 foi mal
tado em 100* f jockey A Uredo de F roas pelas
irregoUndades nos 3 e 5 pareos.
Secretaria do Hipi o (romo do Campo Grande.
% de Marco de 1891 O secretario,
________________H E de Fiiiueiredn.
Derby Club de Per-
nambuco
De conformidade cum o ai t. 16 do decreto de
17 de Janeiro do anoo pascado acbam se nesta
secretarias roa Duque de Cuas o. SI. pnmeiro
andar, copia do b.. lauco, relacao oomioal dos
senbores accionistas e hrta da tramfti enca de
accrVs todo relativo ao anoo lindo.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco. S8
de Pefereiro de 1891 O secretario,
M J. Aadraoe.
Companhia de Seguros Phe-
nix Pernambucana
Os senbores acooni-ias .-a < convidados para
a reuniao de assemblea geral ordinaria, que de
vera ter logar no da 16 no arrete me. de
Marco.aomeio lia, no saleo da A-xniacao Com-
merria Beoeficente. A reoaio lem por lia
tornar efteclivas as disposicOes dos arts. 27 | I
e 30 I 1- dos estatutos.
Rtcife, I de Marco de 1891.
Loix Uupra '..
Maooel Gmesele M-Utos.
Companhia de Fiaco
e Tecidos de Per-
nambuco
Convidamos o- senbo'es accionistas a viren)
receber o 18.* dividendo, segando semestre do
inm tindo. no esenptono da mesma cempanbia
i rea do Rom Jess o. 42
Jos Joao de Amorim
Estracia. de Ferro Cen-
tral de Per ambuco
EDITAL
Do ordem do Sr. director engenbeiro
chele se (as publico que, de accordo com
a autoriaaclo do Sr. ministro da agricul
tora, cham-se abortas aoaerrica publico
as estacos te'egraphicaa de Gravara, Be-
Berros e Cantar na parte em conatrucclo
desU Estrada d Ferro.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Peroam-raco, em 6 de Marca de 1891.
Victoliono P. hibeiro de So*.a,
Secretario.
Estrada de Ferro Cen-
tral de Vernambuco
EDITAL
De ordem do Sr. director engenbeiro
chele roga se a todas aa pessoaa que ti ve
rem tranaacoee com ata Estrada e que
trreram de faser qoalquer reclamaco,
por perda, i ifferenca de peso ou a varia
mercadorias, que, no caso de nlo serem
promptamente attentidaa pelo agente da
eatfccio em que se verificar a falta, diri-
iam taes reclamares, por escripto, ao
DrT inspector geral do treego ou a propria
directora da Estrada, afim de serem dadas
as providencias necessariaa com a maior
promptidlo possivel.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Pernambuco, em 6 de Marco de 1891.
Victaliano P. Ribeiro de Souz'i,
Secretario.
Obras do malltora-
m$to do porto
A Empreza de Obras
Publicas no Braztl precisa
de carpinas. Trata-se na
praia do Ramos, d. 38.
a *-<-r> tarta Ola aata tasa dt- Mil
arrtrardla alatasM ae aa ecnlniea
Viga rio Tenorio i* s dsr o. 28 154000
Roa do Dr Ivo Mqn Imo casa ierres n. 1540*000
Padre Flo.iano B. 17, cisa terrea 15*000
Antonio Hennqnes o. 26 74000
Burgos, terrea u SI 44000
Upa n. 1 144000
Kadro da Deteoco a. 4 4000
Imperial asa terrea n. 151 *fe40M)
Sitio da Casa purte n. 15 154000
Amorim o. 47 584330
Palman. 34 5040D
Pateo do Psraizo n. 2 f andar 20*090
Travesss da Madre Deas, sobrado e
armas* mn. 1 624501
Coronel Saassuoa.sobrado n. 43 20*000
MARTIMOS
Pellas

Para o porto india lo soaatra breve ment e
Ogar norueguei s Han.Id,, por ter parte
arga engajada, contratando frete o resto
jue (alta lia.
A' tratar com os censigaaUrios Pranciseo R
finio Guimaraes. roa do Brom o. M.
niiesiaie.- aiid Hrazil
M. S.S.C.
O vapor Advance
B' esperado de New Tor.
at o da 10 de Marco
e depoia de pequea de
mora efruirt para a
f Ma. Mil* ele Hro e (
Para pasaagens, carga e encommendas tr..-
ti-se com oa AGKlfTKh
O vapor AUianca
E' esperado dos portos do sol
at o da 9 de Marca, te
)gaindo depois da demora oe
'cessana para o
Haraah*. rara, Barbada*. .
1 h o aa az e New V or k
'ara carga, passagens, encommendas e di-
neiro a frea : trata-se com os
AGENTE8
Heory Foreter & C.
8Rna do Comnueior8
.aodar
Pacific Sleam NavigatioD
Compan^
8TRAITSOFMAOELLAN UNE
Paquete Sorata
Bspera-se da Europa at o da
8 de Mareo e segmir de
-pois da demora do costme par.
Valparaso com escala por
dahia Rio da Jameiro Montevideo
Para carga, paasageiroa, encommendas e d
neiro a frete: trata-se com os
AGENTES
Wilsoi. Sons A C, Liiitcd
10RA DO OOMMERCIO10
IkMaTtt
ca
Aaua rem*
DI
laiCAMA
ki ? aS1
ateas
lo
BTeaacio eoalelra par Tapar
POR'iOS D0 8UL
Maci, Penado, Aracaji, Estn
e Babia
O vapor Una
Commandante Monteiro
Segu no da 9 de Marco a
5 oras da tarde. Recebe car
ga at o da 7 encommendas,
(lassagen* dinneiroa afrete
3 oras ds Urde do dia da parda.
ESCRIPTORIO
Com da Companhia Penambucanc
_______________n. 12_______________
ioyal Mail Steam Packe
Company
O vapor La Plata
Bspera-se da Borona at o dia 14 ce
Marco, se guindo depois da demo
Ta indiepensavel para
Baha, BJa de Janeiro e Naalaa
Para carga, eiicommeudas e passagens, trata
e com os AGENTES.
O vapor Trent
E' eaperado do*
portos do sul nt
dia l de Mar
co e depois ds
da demora .adis
Jd^v
jenaave egair rara
Lisboa, Vigo e
Santhampton
BT la? k
RedueoSo de poMagvu
lio Uaevu,
4- Lisboa I claase M 30
i' Southampton 1* classe d 18 lU
Camarotes reservados para os passageiros dt
'ernsmboco.
Para passagens, frates, encommendas, trata-i*
JCQ OS
AGENTES
4 morim lrmos & C.
N.3Boa de Bon JosnaN. 3
Lloyd Brasilciro
PORTOS DOSL .
O vapor Manos
Commandante o 1 tenante Gailbermc
Waddington
E' esperado do sol at o dia fi
de Marjo e depois da de
mora necessaria seguir para a
Parabybai Natal, Coari, Amarracia, Ma
ranhio, Para, Obidoa e Manos
As encommendas serao recebidaa at 1 bon
la Urde do dia da sabida, no trapiche Barbos.
io largo do Corno Santo n. 11.
Para carga, passagens e valores : IraU-se eom
os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portos do norte
ateo da II de Marco, e se
gira depois da demora do eos
.tome para
I \ Espirito Santo e Rio de
Janeiro
Recebe carga a balder no Rio de Janeiro
jara Santoe. Canana, Igoape. Paranagna, An
ooina, S. PraDcisco, lujhy SanU Catharina,
Rio Oreada Sol, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serao receidas at I bora
io urde do da da sabida, no trapicbe Barbosa
io largo do Corno SaBio o. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos s sua attenca
ara a claosola 10 dos eonb. cimectos. que t
o caso de baver algnma redam. cao contra :
ompanbia. por a vana ou perda, de ve rer fctli
or escripto ao agente retpeCttvo do perto d.
f-arga. dentro de tres dias depois de nnali
oda.
Nao procedendo estt formalidade a compannn
ca isenu de toda a responsabilidade.
Para passagens, frates e encommendas tra
i-se com os _,,
AGENTES
Pereira CarD.eiro& C^
6mmRua do Commereio f
1* andar
CHARGEURS REUNIfe
DE
avegaeia a Tapar
Liaba qoinaenal entra o Horra, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio do Janeiro a
Sontos.
O Topar
Ville de Rosario
Com
sisrw
ito Portior
B'osBaradoaaBaropa ateo da
13 de Marco segmndo depois
da indispensavel demora para
Babia^rLo de Janeiro o Sontos
aga-se aos Srs. mporUdores de carga e os
'apone desta linba, qoeiram apresenUr den o
le 6 dias acn ur do da descarga das alvare u
malquer reclamatao conceraente a volme q i
jorventora tenbam seguido para oa partes de
ni afim de se poder dar a tempe as crov
le ocias necessarias
ipirado o relendo prazo a compannia nAv se
esponsaailisa por extravos.
Jara carga, passagens, encommendas di
h'iro a frete: traU- ecom c
AGiATE
Angisie mik
-BUA D<< o
Companhia Br izileira de Es-
tradas de Ferro e Navega-
cao do Norte do Brasil.
O vapor Planeta
Esperase dos
portos do sol al
i dia 9 de Mar
(o e depois da
demora indispensavel seguir para o
Ra 1 faaelra
Para passsgeiros, encommendas e dioheiro a
frete trata-se iom os ____
AGENTES
Amorim & C.
Roo do Visconde de Iuportco n. 26
PerunU-*e so Sr. Manuel Torooarlo de Ao-
jo Salda iba, se ja nao est rollocado, e quaodo
apparece para comp Ir com o seo dever, quere-
ra f. rear a prt por ae-lbe aceto?
Naoa mellar Sr. Juao Goocaives dos S. J., do
que dioer se : e-uere qo eo me arranie, e de
pois proconr-se nm pretexto para se ncar mal.
ub I leoipora.
D ca'a-se ais prenles da !>-. Joao Marlnno
da H tha Falco, que venbam declarar oode elle
se acna, s>-m o que decurar-se-ba negocio ;
Mea feo.
Vndese uui (sbrkdel. urna carroca em
b -m esta io. as-im como tres ravali, s gordos,
neo um de sella e don- pruprios para carro ou
carnea ; a traUr na estrada de Joto de Barro ,
sitio da (.apella n. 16
Companhie de Messageriee
Mari times
LINHA MEN8AL
O vapor Adour
E' esperado dos partos di
sol no dia II de Marco
seguindo depois da demo
ra dt> rsiume ora Hor
'ux totaodc -m
I.a Palsaao e I.lobaa
Para carga, pasaa^eus. eccouuueuuas e di
iieiro a frete: traU-se com os
AGENTES
11. Burle & C
42 R*n -* O
42
LhlLOES
r>eganda-feira, 9, deve ter lugar o leilao
dos movis, looca. vid>os, crislaes, espelhos
lustres a gas e mais objectos da hospedara da
Ponte de U'bOa.
A's 9 e 45 partir da estacan nm trem que
dar paasageos graiis aos concurrentes;
0 leilao principiar s 10 horas por serem
mu tos os l0t"8.___________________________
Grande e varicdo
Leilo
De 1 piano forte, mobilias de Jacaranda, ca
deiras dejbalaiivo, espreguicadeiras, lustres gas,
jarros pata fio es, espelbos dooradoj. escarra
deiras, loucas e cortinados de cretooes, mesas
elsticas, guarda-louca-, aparadores, 5 dunas
de cadi-iraa americanas e de janeo, relogios, I
grande e vanado sortimento de looca, vidros e
crj^Ues, e objectos de electro-piale, camas frrn
cesas, de ferro com lastro de rame e de molas,
commodas, guaraa-roopas, toilettes, lavatorios,
goarniefes, baldes para agna, 1 bilbar e perten-
ces, 1 carteira, selim, silhao e poruees, machi
oa de conar capim e muitos ootros movis que
ornam 6 grandes salas, 4 saleUs e SO qnartos
para hespedes.
Segunda-feira. 9 de Marco
Na esa grande da Ponte dIJciida, ootr'ora hos-
peda ria Pon le uTJcbda
Nicolao Hartery fas leilo por interveoco do
agente Pinto, dos movis e mais objecin exis-
tentes na casa grande da Poote d'Ucha, em
frente estacio do mesmo nome.
A's 9 e 45 partir da e- tacao da roa do Sol um
trem que dar passagem gratis aos concurrentes
parando na esucoes.
O leilo principiar s 10 horas em ponto por
serem mullos os lotes.
Vende-se a referida chcara edificada em
chaos proprios com 1.200 palmos quadrados e
sitio iturado, as8im como nm carro de 4 rodas,
para t cavallos e arreos.
Bm continuaco vender o mesmo agente urna
carroca de duas rodas e 2 garro.es de raca.
Leilo
De baas aiovelw. i eirelleate
piaao rosa capa e cadera, lia
dea quadre*. cortlaados de
crochet e vidroa
Sendo
Ua excellente piano qoasi novo com capa,
cadeira e soladores, duas mobilias de phanU-
sia com cadeiras de bncos, 4 qmdroj com gra-
vuras finas e madreperuu, 3 saoefas com corti-
nados de crochel, 1 importante guarda-vestidos
rom i gavelOes, 1 toilette preto e lavatorio com
pedra, 1 cama francesa, 2 conloados de c ocnet
para cama, 2 marquesoes, 2 almofadas de seda
bordadas para sof, 1 colchto, o peles peque-
os para portas, 4 ricos peles felpudos para
salla, 1 porta flores para centro de sala e 1 par
de espbe/as.
Urna mesa elstica de amarello com 3 Uboas
Urcas, I aparador con lampo de pedra, 1 dito
siogelo, 1 sola de pao-carga, 6 adeiras de jun-
co, 2 espreguicadenas de lona bordada, I niesi-
nna de pao carga, i lavatorio de ferro, I par de
e.-car:adi iras de porcelana, 2 lancas para Cama,
copos, clices, d'versas louca ,2 portas de fer-
ro gradeadas e cum baudeiras e 1 mesa entens-
sa de amarello com oes lomeados.
Ter^a-eira, iO do comit
A'S 11 HOR VS
No 1* andar do sobrado n. 14 do roa do
Imperotrio
0 agente Martios fara leilo por ordem de
urna lamilla que se retirou para (ora da cidade,
de todos os movis e mais objetos existeous
em di tu sobrado, os quaes se acbam bem con-
servado e serao vendidos
AO CORRER DO MARTELLO
Bm todas as casas de familia deve o ai-se
o sabao de alcatrio pur se desiofecunte, aru
uiatuo e ba ausaim > 1*000 o kilo ; na ra da
Madre de D u* n. 16.
Alaga se o sobrado n. 40 a ra lo Paysau
ib, ci m commodos para grande familia a lia
lar atrs da malns de Santo onio n. 24.
I'recisa-se de ama jma de boa
conduela, para cas? de pouca lami'ia :
a tratar roa da Aurora n. 109 B
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e mu Hie-
res.
Escola particular
mixta
Goilbermlna Candida N. de Gusmo avisa aot
senbores pas de familia qu conimfia com su;
escola de inst'u"cao primaria tra sua casa nu
Passo da Pama n. 7, onde pretende com esmeri
dedicar-se so nsino e seus slomi os. Alem di
leilora, escripia, contaoilidade e hogua nacional
debaixo dos preceitos e regras da arte, ensioart
as soas alumoas os diversos pontos de costura
que sao iodispensateis a qualquer ^ennora. Al
tendeodo a- ciicum>Uocias o 'empo. exigir.
pe j seu trabalbo orna remuneraco aucommoda
da as circumsun ;ias de soas alumoas.
Coiaba
/
Compra-se goiaba em qualquer quactldade !
na roa Coronel Suassuoa o. 242, antiga ra Au-
gwta.____________________________________
Cai\eiro
Precisa--e de om >ixeiro ; oa roa Paulino
Cmara n. 44 (Antiga CamLoa do Carino )
Caixerb
Precisa-se de um rapas nortuguei que teba
ilguma prauca de fasendas e dando alesUdo de
3om comporUmente ; a t atar na toja de faseo-
las em Afosados.
9-
< atadas brazileiras i porto-
soezas
COMPBAM-SE AS SEGULNTES
Brazileiras Portutunas
I Ou o
\ PraU D. Joo IV-1648
1 Moeds da Conceicao
1 9X)ris\ Moeda de 406
/ 640risf Praia
| 320reis>l832al834 Moeda da Cooceico
1 IdOrisl UO-200-100
\ 80ris/ LXXX XXXX-XX
Cobre
{ Nickel V ris1 1/1
( SO ris-1871 D. Pedra 11-1668
Ouro
< - Moeda de 1*100
) 16*9 idem de 4*400
\ Portuetuzat 1668 dem de 2*200 PraU 1676--200 rs. LXXX
I D. Joto Vuro
1 1718-moeda de 16* 676 XXXX XX X
< - 167^ -200 ris
1 1711idem de 8*000 1681-400 ris
i 1681-100 ris
r 1731 dobra de 24 1681 -meio tosto
1 escudos Cobre
_. 1676-Vreis.
\ 1731Mea de 16 es- 1676-3 ris.
1 dos 1670-1 1/2 ris.
J Estrada de Luia do Reg n. 14
I OU
/ Ra de Lomas Valentina n. 22
1S and;r
Palaces yelhos
Compram se paUcoes velhos
na roa do Crespo n 11, loja do
ir bom preco
ivo.
Criado
Precisa-se de um criado que seja possante,
pora ser vi co de fabrica ; na roa de S. Joto o.
17, fabrica.. ________________________
Pharmacia
Precisa-se de um rapas que tcnta algnma pra-
tica ; na pbarmacia do Poro o. 34, ra do
Fangel. ______________^__
%' andar
Aluga se o segando andar do sobrado
n. 4, ao ru do Vigono Thenono; est
caiado e pintado de novo, A tractor no
typogrophio do Diario.________________
Olinda
AVISOS DIVERSOS
Alo^auj casas caladas e piotauas no?
fo idos se t. (joncalo, a 8* ; tratar na roa o;
Oii erar r n. 76.
P > cua se u i urna cnaoa jara coptira e
mai sei vico de urna ca,a de familia ; na roa da
Sotedaoe n. 82.
Aluga-se ma sala, um quarto e um gabi
neteeuiluBir iiiUito ameno, perlo do* tren e
bouds, para bomem soiteno; a l-atar no Cami
nbo N 'Vo o. 28.
treutu-.-e e oUiciaeS ci^ai reros i.ara
dishado; na fb,ica Vendme, ra Bario da
Victoria o. 39^_____________________
Precisa-s de urna mociana para andar
com uie-iino^: ros Vidal de Negralro n. I76e
No becco dos Per re os o. 6, precisa ce de
am criado para cara de familia.
Precisa te de urna ama para cosiohar e
sutra para engommar ; no largo da aoiga as
aaablfta (Forie do Mallos) n. 21, armasem de
faa Flgnelra Carada
Atir i.dor de piano
Pode ser procurado ra do Amparo n. 80
onde recebec bamado para qualquer cidade d*
centro___________________________________
"STASTrlMA
Opprrmm**, Cm*mrrm, com o
Obtiri ai mfi a/fat rtcemtnmi.
Deposito em todas as Pharmarlaa
Casa para ai usar
Aluga se a casa u. 80 da roa da Soled?de, com
craudes commocus. poiio ae laoo agna e gas ;
lralar cem vt Antonio ue S qneira, na lypo
grphia do lornalio Red fe
CRIADO
Precisa-se de um criado
para comp as, mandados e
mais servico de casa de fa-
milia, jue seja matriculado;
oa ra de Fernandes Vieira,
Sitio
Aluga-se om sitio com bastantes fracUiras,
excellente casa de morada e Jardim, com gas r
agaa encanadoe. porto da lu ba dos bonds, no
. joeiro o. 6 ; a traUr co a o soliciUdor Jost
AHes Barbo/1, roa Marques de Jlinda, phar
macu Conceijo.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases Rcientlflcaa
e pnraioloaicasi para o ti ni de
beneficiar oa cabellos, restaurar
a cor,impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante eresci-
nieuto.
Esta apurada e excellente preparacio,
m ni da vida o melhor remedio ate hoje
conhecido para os dlITerentcs defeitos da
cabcUadara, merece a Intima atteo^o de
todas as pessoas qnc t$m tido a infelicl-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physiouoniia.
Com o sea emprego intelligenlc tem-sc
conseguido resaltados realmeote sorpren-
dentes. Em inuitos casos, porm aio
sempre, a propria calvicie tem sido carada
permaneotemente.
Sempre se consegae azer parar a queda
do* cabello*; emqaanto qa para o prnie*-
o das senhoras, o objecto mais atil
mais agradavel qne se pode empregar.
ntEPAIUDO PKLO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Kst.-L'nidos.
A* venda as lejas de arraarinho e per
fumarias.
DBPOsrro oaauj .
^. ir. **wl~ *
Com
t
endadar tnionlo PraatciN
co Crrela araasa
Gabriel I das Nev* C-i-do-o, sua rnulher e
lbes, Dr. Manot-l Fu r-ni-no de Alboqoerque
Montenegro,-oa mulher *- (i hos (ausenti*?). Can-
dido Jos Guncalves d Fi'.te sua mulber e li
Ibos, M n .-I Licio Ma>ques, sua mulber e Hlbo,
Praocisco Correia de M< squita Cardoso e seos
lilbos, Pranc seo Antonio Correia Cardoso. soa
mulber > filbos, Joanna da Nativiiade Cruz Mes-
quiu e Lu x da Crot M -iui' agradecem ccr
dialmente a todos os prenles e amigos que se
dignaram acompao- r a ol ima monda os res
tes mor lar* de seu idolatrado pai. fogro, avo.
Irmo, do e primo Antonio Francisco Correia
Cardoso, e de novos convidara para assistirem
as missas que sero celebradas Da matriz do
Corao Sanio, s 8 horas da nvoh de segunda
felra V lo crreme si-timo dia de ct u fdller.i-
nj'n'o
f
Mora Iieopold l.sussta
Carolina Viega- de Mi .. ida Correia e suas 11
Ibas agradecem rordiaimente aos panules e
a igos qi e se dignaram a teho publico os res os rnortat-s de sua presada
mi e avo. e de novo os coniiam p.ra assisli
rem a missa que por sua alma mandara celtLar
s 7 horas d.> n a-ha do da 9 do correte, sti-
mo do seu fallec nenio, na matriz de Santo Ao-
toni i. Desde j se confesram summameote agr
derirlng
t
Porcina BJeMelre* de Aassiar
Emilio Jerooymo de Soasa e soa muloer agra-
decem a todas as pessoas qoe acompaobaram
os rest s mortaes da sua Uada conbada e irm,
e de novo coovidam a to io- os p.-rentes e ami
gos para askislln-m a missa que manoam cele-
brar por sua alma no dia 9 pelas 7 1.2 horas
da manhi. na igreja da So.'edade, stimo dia de
seo fnUerin.fn'n.
t
Issaa Manteo
Br. larullon de LI
4* aooitersano
Isabel W. oe Lima Santos roga por candada
a todos os seos p^rent-s e amigus u Obsequio de
ouv rem a missa que manda rezar terca reir 10
do crrente, a 8 lloras da m -una. na igreja da
Soledade. pelo eterno repou-o d'alma de sea ca
rissimo e sempre chorado marido, Dr. Carolino
de Lima Sanios, 4- anniversario do sea infausto
pa-samento e desde j proiesU sua eterna gra-
tirio. ____
t
ilmare
Lula Jos Perrelra t
1- anniversarlo
A viuva e a familia d< finado Luis Jos Fer
reir Guimaraes. mindam celebrar urna missa
em suffrag.o de sua alma, s 8 1/1 horas a
manb, na matris da Boa Vista no dia 7 do
correte, aui iversario de seu fallecimento.
Para esse acto de reiigio. cusvidam aos sens
paren s e amigos, agradecendo o comparec
O'enta.

Cosan
teaale Franri
ee Crrela cardeee
A jun" administrativa do Hospital Pgrtugues
manda celebrar urna nissa n respectiva capel
la. seitnnda fer. 9 < o corre ite. as 8 horas da
manh. por alma do socio benemrito commen-
dador Antonio Francisco Correia Cardoso. Para
esse acto religioso convida os soc o< do Hospi
ul, prenles e amigos do fallecida, por cujo
"mnarecirr'en'n ciinfes-a erata _________
1;
Joaqun* Duarir de Flgaelfedo
1- anniersano
Felismina da Silv Fgoeiredo e sua flba
mandan celebrar uo da 7 do corrate, c 7 1/S
horas da mai.b. na igreja de ff S do Terco.
missa por alma do seu presado esporo e pai, e
(onvidam aos p.re: te- e amigos para assislira
eaii> ar o de rHieio____________
t
eeaaeral
Heratr* Graeal* da
aoaaooa
0 capitao Franc o Jjs d.i ('o.-ta manda ce-
lebrar un.a mis a por alma do seu antigo cama-
rada e < ti-fe geni r.l II toks Er esto da Fonsc-
ra, s 8 bora- oa manh do dia 7 di crrente,
iigisimo do seo panueato ; o ac-o ier logar
oa ig-ej.i da Oo i'onvHl a' m '' .Bi-r: mi n.oi
-DE-
Hurray S Lanman.
0 M*IS EXQUESITO
DO
Perfumes do Toucador.
Perfuma o Corpo o
Vivifica a Monto
NO BANHO.
Superior a Agua de Colo-
nia pela delicadeza de xa
aroma c a lurabilidae do
seu perfume
FO LEK0.
fS%rHL^c
Precisa-se de urna ami para comprar,
cosinhar e fazer mais alguns servidos
em casa de familia : quent quizer ilirija-se
ra da M Iriz da Boa-VinU n. 3.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar. para
cara de familia, prefere-se qoe dorma em casa
dos pali s ; na roa Duque de Casias n. Sf,
terceiro andar.
Ama
Precisa se de urna ama para andar com crias
cas ; a traUr na na Marquz de Olinda n. 3>A
ou em Olindd, ra Maibias Ferreira n 11.
Ama
Precisa se de urna ama para coair bar em casa
de pouca familia ; r-:a ra Conde d. Boa-Vis
n 21 M _______
mas
Pecisa se de duas amas, urna para crianca o
outra para cesinba ; em Fernandes Vieira aa
mero 60.
Ama
Na roa da Imperatriz n. 39, seguido a
precisa se de urna ama para cosinbar em ca
de pouca fami.ia.
Ama
Precisa se de una ama para cosiohar : na roa
Pedro Alfonso a. 70.
Ama
Precisa se de orna ama pan- cosiohar em ais
ser vicos de c sa de pequea familia; atraUr o&
roa Velhan. 92.
Ama de leite
Precisase ae urna ra do Hospicio n. 81.
Amas
Pre isa se de duas amas, um; para cosinhar
e ou>ra para arrum (no da casa; na rna do Co -
m.ron. 1, ca-a da esquina._______
lu
gio
Desapparecu um ca raca Bol Dog, que acode pelo nome de Pancoe,
e est com urna coleira qoe abraca o pescocp
peilo : quem e acbar e levar oraca do Tira
Denles n. 2 (amiga praca de Pedro I) ser gra-
tificado cum 40*i 00
C 'obramjas
Francisco Copin eucarrega se de cobraneas
in igavel ou judicialmente nesle EaUdo ou foro
lelli, offerece a vantagem de ler a looga prados
le viole e Unios annos ; a tratar na travessa da
Concordia n. 42.
Professora
Urna sennore habilitada, offerece se para lee
onar em casas particulares o segninte : porta-
jes, francs e iUlUoo, tt-eoriio e pratieo. geo-
nano ; a tratar na liviana Contempornea, roa
l- de Marco n. 2.
Tav
erna
Vende-se o aotigo e afreguezado esUbeleei
ment de molbadosJ ra dos Coc.nos n. 26 a
traUr na mesma.
Aluguel barato
Alngam-se as seguintes casas :
Ba VisconJe Itaparica o. 43 1.* andar.
Vise onde Itaparica n. 43, armasem.
Boa Pedro affonso n. 46. 1*. aodar.
Pedro Aftonso, n. 46, armasem.
Ba das Aguazinbas o. 7, em Beberibe.
Ra dos Guararape* o. 96.
Ruado Rosario n. 39.
Largo do Mercado n. 17, loja.
La'go ao Mercado n. 17, sotao.
Travessa d > Carroo n. 10, loja
Ba Coronel Suassuna o. 141 A.
Ba Marques de Olinda n. 48. 1. andar.
A tratar rna do Commereio n. 5. 1. andar
ejcriptprifde Silva Guimaraes C.
Feijao portuffcez
Feijo porlognez, molaiinbo, fradiobo a
preto o que ha de mais novo nesie genero. Vea
dem Guimaraes & C, na praca do Corpo Santo
numero n 6.
A's almas cariciosas
Mara Candida Wanderlev Aotran, vinva de
en pregado pnblico Candido Aotran da MatU
Albuqiierque, moradora na rna de SaBta Tbere-
san.SO, tendo em .-oa companhia tres mocas
8olteiraa, orpbs, arbaodo-se na maior indigen-
cia, sem recursos para manter-se, vem recorrer
s almas caaidosas qoe a saccorram e aaziliea-
oa pelo amor de Deas, visto como nao encherga
mais cuusa alguma.
Aluga
se
0 2 andar do sobrado ra Larga do Rosario
n. 34. tem sgoa. gas e esta pintado e forrado a
papel, con bastantes commodos ; a tratar ao
ruenno predio, andar terreo.
Attendite et vi-
cete!
t
Naaorl de* da Coala
30* dia
Lniza Amelia da CosU, seos fllhos e genro
coovidsm reus pare .u-s e amigos para assisti-
rem as misaa qoe por alma de sen prezado es
poso, pai e sogrn, mandato retar no sabbado 7
do correlo, s 7 bora na eapella uo cemiterio
publico, pelo que desde ja se coofeasam grates.
Jos Samuel Bcte'.ho avisa ao respeitove! pu-
lili o. qne anda ccntinOa a ftbruar uouquets do
mais apurado goslc. para casamente, ba plisado
oo i otro ..alquer acio ; a traur em tua resi-
d ncu ra da Conceicao n. 3, e na roa da Ca-
uea do Recite n. 43. loj* de selleiro._________
Criado
Precisa-se de om i-nstio para compras,
dsdos a mais servico de casa de familia, qoe
seja mai iculada ; na ra de Fernandes Vieira
numero 29. ,
Quera pretender alagar o 2- andar do sobrad
o. 43 roa da Aaror-, e a casa n 8 nu oa
Uoio. emenda se com o Sr. riegreiros prafa
da Independencia.
1

r
>l



"Je"
Tpr
^
'-'I "". B .

Diario de Pernambuco Sabjiado 7 de Margo de 1891
PAR VA SEMANA SANTA
S naLojadas Estrellas se eneontram
os seruintes artigos:
Cachriora preU 600, 800 e 1*00J leis.
MBhIHo's pretos 3 0 e 500 reis
Etajuhks retes 24 ) e 320 rata.
Cbamalotbs preto de seda 2#000 e 2|6'X) res.
GobouoXo de teda preto 2d'00 2*.r* re.
Sdrau com um metro de largara 2*500 rea.
Cachemiras as.etinadaa nc>mate b <'<*., A 1*50 e 24000 rea.
Merinos preto bordados de 2eW00a 600 e 800 rea.
Maptilha8 heepanholaa.
Guarnv*>ts de vidrilhos preto para enfeitesde ve* i Jos.
BlCuS de bonde e de aeda preta
Capas pretaa de cichemira, seda, e renda gaarnecidas de vidrHboa
C< 'Ktes de cachemira preta bordado a aeda e 25#00 i 35*000 res.
Casacus de Jersey preto bordado* a tranca e vi i rilaos
LOJA DAS ESTOMAS
OS NICOS BABATEIKOS
56 e 58Ra Duque de Caxias 56 e 58
Telephone 210
XAROPE DE PAGLIANO
Depurativo e Regenerador do Sangue
Pririlegiado palo Ooverno de 8. M el Rei d'Italia
IBIII8T0 PAGLLUTO
VXSOE-SI IXCL'JSIVAME^Tt KM
aples, 4, Calata S. Marco (Casa propria)
A CASA DE FLORERA EST SUPPRItlIDA. 0 Str. E1HEST0 PAGLIANO poatt
todas as nceitu ascr.ptas pela propria mi do dofvnto Profusor JERONYMO PAGLIANO,
tul to, o-troaim um dooemomto osa o designa oomo nico luccettor :
EHESTO PAGUA HO.
B KM TODAS AS PRINCIPA ES PfrAHMACIAS I'O flrntll

VINHO 0
tnum
;xorar-raTja?3Fu:TX'V"a)
Urna alimentario reparadora, bem dirigida e
bem asaimilad, leva ferro suficiente para
regeoerar o sangue doa aoemioa.
Bkacmbte.
HOJ, que o apparflho digestivo, geralmeote debilitado, irri;avel e falto de
secos gstricos, carece da miir ner^ia e cuidado i para a soa rep , de necesaid.de lae, -r mi de um preparado que, regulad ando Ine as funccSes, teja
ao mesmo tempo um remedio-alimento, grato ar< paladar e ao estomago, toleravel at
pelaa pes o*s que nio poaaam -faaer oso das dsea moderadas e mesmo pequeas
oases de quina e ferr .
O VINHO AODRIANO, composto de uva. eacolbida daa quiotes mais finas
do ALTO DOBO (PORTO), e observados na sua vmifi icio todos os preoeitos
fsoom mciLJ pela tber^peutica, finamente aromatizo e bai*amico, fortificante e
ecoostituinle, Veio correaponder perfeitamente aquella neceaaidade.
nicos recebadores ueste Estad >
GIJIMRAJES AVALENTE
6 Gorpo-Santo 6
OleodeFigadodeBacalhau
doX>
lodo-Ferruginoso de Quina e Ccsca de Lararja amarga
Hsto medicamento c fcil di.- tomar, n3o provoca nruseas,
e de c'iciro agradare!. Pela >u.i coei u..icao, pussuc todas as
qualiuacs que ihj pernitteni conirutit :
a ANEMIA, a CHLORCSE, : > AFFECCBSdo PETTO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCXOPHULCSA, etc.
Em visa do seu emprego fcil, da sua aeco multplice e
segura, da economia para os docnt.-s, os mdicos receitam-n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
PARS, 209, r^Sai^Oer3, 209, PARS
Tcuwa-siui roo a as i'Ei.icii-m nuasucut do l'ritm-o
DESCONFIAR DAS FALSIFICACOES E IMITAC8
ustm 20 m m
250:000*000
LOTElI \ DO G1.A0 PARA'
Premio ntaior 120:000,080
Lotera do Grao Para
Prmio maior 00:000$000
Extractar: alternadamente todos os sab-
bados. Bilhetes yenda as casas do eos-
mnie.
Qotta, Eheumatismo, Dores
Soluco do Doutor Clin
Lturasdo di Fsculdsd di Ueditin* t Paria. Premio sfonf/oa.
tii
A Verdadeira Solacio CLIN ao Salicylato da Soda emprega-se para corar:
As AfJeccdes Rheumatismaes ayudas e chronicas, o Rhenmatismo gottoao
as Dorea articulares e musculares, e todas as vezas que necessaro <^'"iar os'
so fin m en tos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Solacio CLIN o melhor remedio contra o Rheomatlamo
a Ootta e as Dorea. iremo,
tm Umi txpliucio dttilhtdi uxmptnkt cid /rasco.
Exigir a Verdadeira Solacio de CLIN C* da PlMI, qm w encentra tm
fr^^___________________eatmdo*_Drouisias^e Pharmacruliert. ^
LOTERA
DO
STAIHI DE PERNAMBUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa da Misericordia do Rada
15:
UNTEGRAES
A 19* parte da 2/ lotera deste Estado ser
-xtrahida impreterivelm^nte ter^a-teira 10
le Marc..
Todos os pedidos de bilhetis desta lotera
levem ser dirigidos thesourara ruj arga
do Kosarioih 9 1. andar.
PELOS CONTRACTANTE8
Bemardino Lopes Alheiro.
U0SHAT/J4

ALIMENTO
<** tnmM mgradmwis m da fcil digmlio.
Seu empreeo precioso pan as erianeaa, aseas
I Mas* w S a i mozos, e mormeote no momento
de dMmama-los. WeUttm m 4mnHe4:
Atmmrnr* ates forttsmfU saass.
Provm ou dte os defeilos de neiieiii,!
Pars, 6 ATtnid Victoria e principies Pbaraacias de Francia Eatrtngsiro.
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e vas respiratorias
O Peitoral de Casa asr. que inoentest&velmente urna
das mais brilbantea conquistaa da aeiencia medica e u a doa maia nota-
veis triumphoa qoo o eogenho do bomem ha conseguido em proveito da
humanidade, tem tua alte recommendacto nos elogios unnimes da
imprensa, as distinecoes de que tem sido cumulado por diversas cor-
poracoes scientificaa, tanto nacionaes como eatrangeiras, e na vos do
povo, que ha de transmittir a tama de sens beneficios de geracle a
ge relo
Eate precioso medicamento carasao {setos comprovadosqual-
quer toase, laryngite, coqueluche, bron.hite, asthma, tubercalose, etc.
Vende-se, a 250u o frasco, 134000 meia dosia e 244000 a
dosia, c a todas as bas pharmacias e drogaras.
J. > unios agentes e depositarios no Estado de Pernambuco
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C.
23RA MRQUEZ DE OLINDA23
LOJA DO POVO
Este es'abelecimeato acaba de fas gerrnde melhoramento para melhor expa-
siclo de seo explendido sortimento.
Tmdo grande deposito de faaendas que nio pagoa imposto de ouro, vende
por precos barat.ssimos.
uescontt de 10 j de 20$fl00 para cima
Voiles de li liaos e com flores a 200 rs. o covado.
Li de listas a 2 0 rs. o covado.
Chitas escaras e claras de 240 para cima o covado.
Cretunes frarceses claros e escaros a 320 e 400 rs. o covado.
dem em cortes c >m barra por 5600 e 8k/00 o corte.
Etamine gosto de Voiles lindes desenhos, a 500 rs. o covado,
Granadino de seda, com listas a 6 O t*. o covado.
Merinos pretos de 5u0 rs. para cima o covado.
Ditos de eres barrados
Cachemira de seda e li com 1 metro de hurgara a 26000 rs. o corado.
M-dap lio superor com 2 var.s a 64500, 74500 e 845:0 a peca.
Dito francs c<>m 20 varas a 104000 a peca.
Capas preUs para seohora ultima novidade.
Orando sortimento de meias de cores e brancas para homens, senhorss e meniaae
para todo preco.
Boleas Chagrn de todos os tamanhos para senhoras.
Brins de 1 nho cores finas.
' aaemira preta, diagonal francs iaaenda de 64000 rs. por 44000 o corte.
Dito em cortes de 44UX) para cima.
Extracto fino inglea a 14500 e 24000 o frasco.
Rojpas de bmho para homens e senhoras.
Camisas brancas francesas a 2000 )
PEGHIi CHA
Etamines arrendados sendo com 3 1|2 palmos de largura a 200 rs. o covado.
SO' M LCJA DO POVO
IlKua do Crespa--li
CREMEdeBISMUTH quesnevill
oiaarhea,
anam
ADXKNISTRACAO :
i'AKIZ, 8, Bonlevard Monunartre, PARIZJ
PAST1LHA8 DIO ESTIVAS tat.iicada.i ero
Votay com os Saetex'raAulos das Pautes. -Sao |
do gusto airrad.iv< I u a sua icco > certa con-
tra a Azta e as bgestSes dir/icets.
T FURA BANHOS. Vm rolo para um banno, para as, pessoa? que nao poiiem ir a Vtcny.
Aera evitar as imttaces exigir em toaos os productos a
marca r>a. ooasp. de viohy
m BSSBasS SSBBl a cmu i* SULZIH KOfCHUN,
as. ru 4a Ciai: Auo. I-ASIL4.K.
N. 21
recebeu.
MAHAVILMOSO MIOIOAMSNTO OONTAA :
IHriRI, DVSPBIPSIA, ULCft-ftAS OO ESTO SI* OO
roca, OHOLHINA, OBaARRANJOS OC VINTRE
tr m de C OHEBNETILLE mtm a lissitii OMa COtMC M BISOWTB>a
lsBim
Chapeos e capotas o que de mais novidade se usa presentemente em Pana
Au Faradis des dames
Ra do Crespo n. 21
Fazendas que ficaram do anao passado e que resolvemos
vender peJ os se^uiotes precos para acabar:
Cortina dosde fil de cores o que ha de maia lindo a 84000 um par.
Roo de esmbraia bordados para senhora a 34C0U om.
Nansnk de coreo padroes miudinhos a 240 o covado.
Cintas braocaa sortimento completo 240, 280 e 320 o covado.
Ditas, padroes de voiles a 320 o covado.
Fulordines padroes os mais modernos a 360 o covado.
Crotones branco e de corea, franceses a 360, 400 e 440 o covado.
Landos voiles trancados a 24* o covado.
Mariposas renda da china de todas as corea a 240 o corado.
Merino de corea, urna s largura a 280 o covado.
Dito de doas largaras a 400 o covado.
Lina de cores de 200, 240, 320 e 4(0 o covado.
Organdy de cores, boos desenh s, a 700 o covado.
Etamines de cores com rsmagem a 400 o covado.
Pechas de lio e prateados de 14001 Um.
Colchas de htatio de cor a 24400 ama
Setineta preta lisa com om pequeo defeito a 280 o covado.
Dita de todas as cores.
Foatio branco a 400 o covado.
Dito de cores a 160 o covado.
Bordados e entrem. ios a 500 a pesas.
S rgelim de t.das a cores.
Brm pardo com om pequeo defeito de mofo a 320 ooovado.
Cortea de casemira finas de -J000.540 0,'64000 e 84000 um.
Bramante de algodio e linho.
Dito transado, alvo.
Ondina de cores para reopa de meninas a 280 o covado.
Alparcio de seda preta a 7(0 o corado.
Merino preto de 14200, a 24500 o cavado.
Roapinhaa de Jercey e bripslo para criancas.
Meias brancas e de cores para homens, senhorss e criancas.
Chitas modernas com barra.
Linho pardo para vestido de 360 e 400o covado.
Capas pretaa de seda, merino e cachemira de 204000 a 604000 cada ama.
Lencos, g .rdaosnos, toalbas, atoalhadea, branecs e de cores para mesa.
Cretonas a chitas para c berta.
E muitas outras faaendas como estas quo veodemos sem reserva de preo*
pois o fim aoice liquidarmos.
Pedimos a attencao daa Exmas. familias e datnsae amostras de todas ai
faaendas.
Na ra do Crespo n. 21
LOJA !)0 PAMPOS
VINHO MARIANI
. DC COOA DO PER
* L*fSl?^J^f*1ly^\1,, '"S 3**anentaao nos hospftaes de Paria,
e prescripto diariamente com xito para combater a *la rtilereee
?*c^.l^^* ""* *" ** *aplratrlaa e Stafra,el-
saeato do gata veeaL
Ol JSMIOM retormiani o s Ptuoat fracat e delicadas exhumMai pela olMSav
ao* VHhom E' o BasraSrir aaa PortarWea,
9
O PORTiriCANTO por
o VINMO SSARIANI *k cacoirriLA m casa dk
atamTaarx,rV->arl^41,swktifiiaiaaai;aTa^-Tert)1t.IaU,U^aUwt
Dcponfarios em Pemambven : FRAN" M. da SILVA e O*.
*i*\mmmtt aXAS>ftr>>hPiftatfrVtfafW^y^*sV>rM
MArUVILHA CURATIVA
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira MaravMha do Seclo.
APFBOVABA E LICERCIADA
eta leaeecleria lmperia de Brasil.
A MaJravIlas Carallva ranmllo prompto
wra ac Ptadnna, Hacbocailuraa, CoatoNaa. Tor
jaasne, Cottadan*. oa LaemeoM. AlUvfctadur.
flanea o aanfue. (aa parar a asaaaaeaSa redas
a Inca^Ao. Urau dawaramenio. e faiaarar a feida
coaao por eaeaaso.
A ataravllha Carailrm allKio (
rurm raLlda
uadnadura
naaaC
A Maravilha ( rallia t Inpatinl para
udai^BinDijrrbaala. *)m do Sarla, daa 0>a1 vaa.
dea PaoBbaa. do Eatonuuco, oa ar UraMrrboidaaua
AUmorreniuacuraacni|>rre nunca faina.
A Maravilha VeralIvaumallviop
para l>ur d>aOrBwa. de Oavkloa, da Face. I
A Maravilha Carallva orecorao
r precloao para Done rheamatlra, Alel
tUsMea aaa Jaataa oa Pornea.
A Maravilha Carallva te areade m.ie4h>
para Eaqalwrirhl. ABflaa, Aainrdalaa tncbadaao*
Maaaaaaada iiiii 11 anmro, aempre eOeaa.
A Maravilha Caraltvm de multo ralo*
coaao aajeooao aera o Catarro, a LeuumUa oa tm
y lucea Rraacaa. e ootroa corriaaeBtoa dehUttaaiea.
A Maravilha Carallva i lmpaga i-urer Ulcera. Ctaasaaaatlfa, Aaoalrmaa. Fanarl-
ctoa. Callo. Frtearaa, Joaaetes e Tamorea.
para MarrEea almplea, e de DauTbea aaSeeap
rllha Carallva aUrrioproaiptoa
para IpH madera. Earaldadara. e
OO SoLe auperlor a qualquer outro
pto
MARAVILHA GURAlii
DO CTJ.rflRE
Dr. Humnhreys lis Nova Yon.
A Verdadeira Maravilha do Scula
APPBOTASA E LICENCIABA
pela Iaaprcioria Ccml de Hraiene la
iBjpcrte de Braall.
A Maravilha Caratlv remedln prompto
para aa Pisadura*. Maehu>-:u!>^i.s. corius>.Tor
ceduraa, Cortaduru*. u Laceray-"-*>. .\illria a Ser,
letana aaugue. luz parar lL>luini:^acao. nnfua
a liHhei;Sii, tus ueei-..-uto, I Uuiarar a rala
ivmo por encanto.
A Maravilha Caratlve 6 slrio proaapcee
cura rapida para uriioafluru?. >'>niiJa>iaraa. e
Vaeiaiauura lo bol, c aupcriui- a .* u_i- u>.-r vatro
remedio.
A Maravilha CnratWo f Irapawel para
toaaaasHeniorriia^^.-. .ji. N. ri >* Haiv-i.
do Palaiot. o fcafotiifcrfo. ou a.l!firnoWr
Almorre***ura M-iu'.rc >- uuocn ulba.
A Maravilha i...r*vmumaliivi"prometo
Sa i>or de laavaBa de Ouvtuo-, *'ace. iui.-lju-d')
Face e Kevralgta.
A Maravilha Carativa f orec-.r* prompto
r i rw-toao para 1>-p-h rbruuiailctu, AJelJo. l>jre
Kl^jule na Juntas ou 1 > :.>-.
A Maravilha Carativa 'narandc remedio
Ka Eagv'neu. ia. AMltaa. .u.'.; -> i-la. lr>-hadu.oa
mniartai aaaara 11 suro, hetcpr-t-mcai.
A Maravilha Caraira. de multo valor
eoava lijeoci' para o I -rarre. a '.J >K-orrr^a oa aa
1 Ion"* Braocaa. e >>utr- eornmenM di-buitauu^.
A Maravilha Cerallvs r l>-|uravel para
curar l'lct r*.'h^i" -*1 '"Ca>*. ADeote-nu-j., l'auart-
eiaa. Callo, Frlelraa, Joanain e Tumorea.
J Maravilha Carallva Srrmeu'ipromptr-
para Dlarrhca nlrap'.-s e de Dutrrtica ebroulca.
A Maravilha Carallva ( excediente na
K.trebart> e fav.illarl.,-.. j-ira Torcedora, Dorea.
Phadnraae Lsfo Indura, i'ontunv*. Lacera>.-oc, ac.
FtptfflalldsdW dO Dr. ffumph'eea
Remedia EaefciSeaa,
I acaeate Meravtlhaaa,
Keieatee i*rp-illt ica>.
Ktaacaiee Veteriamrlee.
O Vannal do Dr. Hunphreys H4 paalnaa sobre a
Enirrnildsdea : ntododL-eural*aic dscTatK ped
eeaosen boticario oa L
HIMFHKEVS' MSC:C1SE CCv
lte Faitea Street, Ni:W ViK.
NICOS AGE2TES
Para vendas em grosso ere
PERNAMBUCO
ni Sob'iRhtt I C.
DROGARA
A' Una Marque* do Olinda n. 1
*
Especialidass do Pr. E-rnphrrt.
Kemrdla Especifica
l'agaenle MartxvfaeFe,
Beaiedies Syphilltlcea,
Rrmt'.Iio- Vt-leriaarlea.
o Manual no Pr. HnmpbreyH U perins sobre ae
Enr-rrat>ladrr .....i.m! i-jml-a> n Ai^rulis, peda-
ae ao seu boticario oa
III vipiiREY!' MEDIC INE CO.,
109 Faitea Street, KBW YOWK.
nico depo8t o para vendas om
groeo na imperial drogara de F.
M>inoel da Silva A C.
AVISO
ATKINSON
PERFUMARA ingleza
jb-cosmIb) todas u otra* pal sen
ptsrfume cxQaL^ito.
UgiO d8 QOIKIIO de ATEHSOH
asan rlTai para fortalecer e ctL.-das&r
OB ^i-rlrOB.
Oaimiitid.. DoC?iisiva.
AGUA FLORIDA DE ATKioOJ.
parfoma arrnprfc--,r,l para o 'eww; ni#*
tULidr. da mal exqqb'.t.i'- l,i
Ei*cotr*.s$t IM o :& "J ct Kta-
cuntts f..br;:;-.s
I. C ATKINSON
IM. Od Bond Stieet, Londres
Matvai.WiPabrlcB.- UM'L-.Wa
salara) aaaa laiia Ooro **
Parlicipaui >.- ao ih t li. o v ao nosgos frepue-
ses que resoleinus desta dala eru diante colla-
car sobre todjs os prodocUs fa idos de ooesa
I casa, a marca registrada, conforme o deseosa
cima. AquPllei> aoe ato leran m esta marca, po-
derio ser i-oitriderados. como nao 8abid Sica Fraatti-an.
22- Ra do Bom Jesus-22
Co8nheiro
Precisa se de om qoe cosinbe bem e dnrma
em casa do patrio ; s tratar oa roa do Cabog
o. 14, de meio dia al S horas.
^tiadef^
i op iro e cosinheir?
Em palacio precisa-se d(
um copeiro e de urna cosi-
ta heira, que deem fiador de
sua conducta.
Criado
Pr^cisa-se de om crisdo de menor idula : a
tra:ar na Leja cVs Ertvllas roa Doqae te Ca-
xias n. 56.
ALCATRlOnGOYOT
rs*;
Si
o -FaSRRO
JMYAIS,
Js _-.a. aa cip.rimis >au esaaaotaaiBMahaa
7 .-. os a>-c?a m-udiau aaer a Bnaiajl lea ea
te a tasar aiiarbasan. .aisa.ptaii
iaerelaralea-la*lfrl
V Maiau n raroaulutla I -m a lu Uratabxraa o abeaafraesr aanta. |
1. Ht]i fdi a atuta ees as Imltsmtt* oa
Contra A-ieoe.
Eztotr a Crasa RJRaVAII Javsi lnah 11 Mi i BJ a-^
sasoarro aa aaa raara sal.rai^aascia SBJBB SVSaa,
LvamuroaATtcaao: 4Cat 4.r.
Pr'
Licor concentrado, que foi experimentado i
aaa xito extraordinario em sete graaaat
Hoopitoa da Pariz, coDtra as conetipacom,
aa bronckites, a aathma, OS ealarrAos dos
toonchUts e da bemiga, as affmc6eada poilsa
Por sos oomposicao, o Alcatrao da Osrjrat
participa das propriedades da Agua '*,
aaado no entanto mais lonicu. E' a razio pos>
taie 4 da urna notavel efficacia contra aa
isissaas do estomago. Durante os tm
aaioras a quando grassa quak'uer epide
aAlcatrio de Guyot 6 urna bebida prese..
ara e hygienica qoe refresca e punnoaa
sangue.
t aT sasaparar ajas sato ptaparaals saja, sa>
* aarsalMasUe adoptada.
Profeasor Basim,
saeta a aaaaitai a um.
O vardsdstTQ ateatrao Guyo p^f-ana
4iaaltaaa.a* tfl. aa varto.






8
Diario de Peraaniboeo Sabbado 7 de Marco de 1891
VENDAS



Vende-se on permuta-s om sobrado de
aai nada.- bem conservado por algoma casa ou
pequeo sitio dos suburbios da cidade do Recife;
t-iUr na ma l'de Marco n. 7.
Pao centeio
Helio 4 Bisel tendo recebido aova remessa a-
triaba centeio. avisa aos seus fregueses qr*
rootinuam a tkbricar este delicioso po centn
.odas as tercas e sextas-feiras ; na rea arga a-
Rosario n. 40.
Industria B asileira
Crande escoherla
Fwrioha de banana comprida apropriada para
Tapa, em pacoles ; e Utiubas com bananas sec-
:as, preparadas oor
LADISLAO GOMES DO REG
eo iraii'D do
la victoria
Telepbone323
aMOUlK
a Varquez de OH sida a. 16
Armazem de cerveja, vi
ahos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con
servas, etc., etc. Unic<
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dortmunc
e do chocolate Ph. Sachare1
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri
ca de charutos Dannemanj
&C.,S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha dt
Ouro na Exposicao Univer
sai de Pariz, em 188^
Lopes & Araujo
Pan eiigciihos
LjatiDoam a ter em sea estabeleciments grax
le aposito das meradonas abaixo declarada;
vi os IUros. senhorea de engenbos poderS
# ipprir para a ora safra, a precos sem com
Bt neta.
'; nova de Lisboa.
Ou deJaguaribe.
}leo de mocoto.
Azeite de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pxe em iatac.
Sraxa em beiizas.
Gex*ta de linbo.
Potassa da Rossia.
Ra do Livramento D. 38
Manual Pratico
e formulario das acetes de divisio e demarra
ci de trra?, seguido de regras e tabellas para
a redoccao de medidas aerari.s as convspon
dencias no systema mtrico, onjanisado pei>
jub de direito Dr Alfredo Abdo de Luyla ; :
vpnda na liTraria de F. P, Bou! treao, 1 roa 1S
de Ncvembro ns. W e 48.______
Pfixes seceos< en pa>las nasal-
Dioura, m barril
Veode-fe por proco baratisoimo em grosso e a
"taino ; na ma Maiqoe do Herval n. zt.
Feij&o de Bag
Vende se este magnifico fijao a 44500 por
aero de 60 kilos ; do larso do Corpo Santo no
ero 19._______________________________
Vinho puro de Santarem
a quista do Barral
Os proprietarios do Armaxem Central, 4 re
io Cabugi o. U, avisam aos seos distnctos tn
rieses e ao respeitavel publico que receberan
ova remessa deste especial wnno, o pal
-ecommenda por ser poro da uva, s se reta
na em seo armaxem.
Joaquim Christovlo A C.
Telepbone 447
Fechncha
Parnba afanada, passada a saceos novos.
ada om com 50 kilos, a 4*000 o sanco ; qoem
Ta ammaes aproveitem, a roa da Con pao ni a
ernao Pecana n 4. e Urgo da Penba n. a.
Azulejos
CootiDoam venda e a vontide dos compra-
lores, em lotes, por precos sem competencia, i
oa Vlsconde de Goyaona n. 45.
FOLHETIM
FLOR DE MAO
POR
JORGE PRADKL
PPRIMEIRA PARTE
K PEQERRUCHA*
Tontinuacio do o. 51)
III
Ah oa verdade, moito caiporis
o I... Mas sabes perfeitamente, meo
velbe Oastlo. que se fiqoei tocado, a cul
pa alo minha.
Oaatlo c ntinnava a iujunar-me.
a O seu amigo Minan detove-o :
t Bom I dase elle, basta de falla to-
ta. .. sim. iaso mesmo, en trato de res-
par ase...
No momento em qoe elle abri a por-
ta, fogi mediante om esforz sobrehumano,
da peder de meo mando, e refugiei-me
na aran qoarto, coja porta feche i a doaa
veftoe.
Ah tem, minha mli!... ahi tem mi
nba deagraca!... Nlo acha que ella
mpleU, absoluta e superior as torcas
baneanas?...
A Sra. de Lauriac fieara aterrorisada.
Ah I infelia infalia filha! murmu
Goard nap s a l*2u0 a doaia.
dem com franjan a 1*800 a dita.
Toninas anperiorea pan mesa a 4*000 e
540W3.
dem para mos a 2*600 a dnaia.
Velbutinaa bordadas a Unas a 800 rs. I
corado.
Meiaa oaaemiras de corea, 2 larguras a
leWOO o corado.
Caaemiraa preiaa, diagonal a 1*800 o eo-
vado.
Cheviots aaul e preto superiores.
Pannos para mena a 11200 o corado.
Atocinados adamascados a 700 rs. o metro.
Colchas superiores a 81000, 3*000 n 4*.
Cobertaa de ganga 2 pannos a 2*000.
Cortinados bordados a 7*000 o par.
Setina branoos para n ivas n 1* e 1*200
Sedaa idem para noiva a 1*200.
Todos a artigos cima eooontram-ae
na roa Doqne de Caxiaa n. 59
Ljaelel*ereira
Sabo higinico de
alcatro
Vende se de om kilo cima por preco mono
commodo, e em pacoles de !00 grammas ; os
roa da Madre de Deas n. 16.
Tainhas e graxa
Vende se em grosso e a retalbo qurilas e
barri ; ns roa Pdro Affcoso ns. II e tt.
Carvo
Vende se oa padaria de Mello Blset
Larga do Rosario n 40, s 400 rs. a narnea-
Fabrica de ge lo
as e limonadS gasosas dr
todas as qoalid des
Soda water ginger, ale, limo. I aran ja cura-
cao, aoacaxts, canadina, grosellas, fraoboises.
bomlba bortelapimenta -te. etc.
It-A-t'AES DO CAPIBAMBE 11 A
Ag
WHISKY
R. jal Bknd larca YUDO
Este encllente Whisky Escoces pre
ferivel ao cognac on agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vndese a retalbo nos me hores arma
sene de molhadoa.
Pede Roy al Rlead marca Vlndo
curo nome e emblema sio registrados pan
todo Brasil.
BROWNS A C, agentes.
htfctU rwM VimtiTi

Apprerads pala Illnstrada Juta de
BTgiens Fnbliec da Ceru.
Auct or.- ad o por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
firmino Candido de Figueiredo.
Empregado com a maior efficacia no
rhtumatiSMO de qnalquer naturea,
em toda* as molestias da ptUt, as
uuearrlu'as oa fiares branca;, no
sorinientosccasii>nado!<|la impure-a
da sango*, e finalmente na differcmes
formas da sypkilis.
Cose Nos primeiros seis das ama
colher das de cha pela manha e entra
i ooite, poramente on diloida em agua
e em seguida mndar-se-ha para colhe-
.-es das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes derem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
dur .ip ; derem usar dos hanhos frios ou
momos, segundo o estado da molestia.
DXPOsTTO nUI
Francisco Manoel da Silva A C.
Urognlstas '
23 Ra Marquen de Olinda
Pernambuco
roo ella, aentindo tugir lhe toda a energa.
Qoe ser de nos ?...
E confundi as soaa com as lagrimas
da filha.
E nlo poder diaer nada I.. Nlo
poder faaer oooaa algama contra semelhan-
te miseravel exclamon Branca, torcendo
aa mos... Porque, na verdade, nlo
poseo deshonrar o nome que minha filha
est coodemnada a uaar...
E elle ?.. que disae esse homem...
teu marido ? perguntou a marquesa.
Sabio... Nlo tosnou a apparecer
em casa durante todo o din. Mandei-te
ajan telegnmma... Prevenate da minha
chegada... e faaia oa meus preparativos de
partida.
No di segointe, hontem... mandou-
me perguntar por um criado se eu quera
recebel o.
c Consent neaaa cHrradein entrevis-
to...
Reeebi o no sallo, com tklaa aa js-
nellas abertaa, e tendo no alcance da mo
um botlo da compainha.
1 Logo que o t, reconheci que, pelo
menoa aa occasilo, nlo devia temer nada
da parte d'ee... Esta va envergonhado,
trmulo, comparecen cabisbaizo k minha
presenca.
Qnia pegar me na mo, repelli-o com
horror.
E entlo, o infame tere anda a ouaa
dia de procurar representar orna comedia
gnobil!... Que eo finia mal em acre
ditar as palavraa de om ebrio...
< Logo s primeiraa phroses, dei lhe a
entender que nao me de xana luJibriar e
que sabia perfeitamente o que julgar* a o
qoe faaer...
Entlo elle neta sequer deu-se mais
ao trabalho de negar.
f Bem, disse-me cjnicamente, a ae-
nbon poanue o meu segredo, mas perten-
ce me apenar de tu do... Chame me Oaa-
tlo de Keraaint ou Gaatlo Bouchard, pon-

nm wmm
AU PAADIS DS DAME8
Pan esto noro eatobelecnantoCENTRO DA MODA E DO BOM GO8TO,
acaba de cfaegar de Paria om dealombranta sortimento de ebjectos pan preaentes,
adornos de sallas, e doa aeguinten artigos sem competencia neste marcado.
Sedaa pretas rm pecas.
dem brancas e de cores, grande eeeolha.
Onaea de seda pan vestidos.
Cachemiras pretas e de odres.
Cortea de II ricamente bordados.
dem de cambraia brancoa a de cores.
Voilea da II liaos e com ramagens.
Liados cortinados para camas e janeUas.
bioaa colchas de seda e guipure.
AI mofadas bordadas a ouro e n retron.
Capas, visitas e pelermas de seda preto.
Velludos e rendas largas de seda.
Fichus de seda pretoa e de corea.
ttantilhaa de seda preta e crme.
Metas de seda de todas as corea.
Chapeos de s.l de seda pan homens e seuhoraa.
Lequea, fitas e rendas o que de melhor se pode deeejar.
Bayadiee, cotelines e satins broch.
Vestuarios pan meninas e meninos.
Bengallas de msrfim e bano. m
Lencos de seda e de liobo com liatraa.
Ra Baro da Victoria n. 38
*/.-
iriAj dt ma
4tira
ha larfiez da Henal n. S7
Vende-se pranches
de amarello, verda-
deiro vinh&tico, em
grande e pequea
quantidade. com 13 a
15 palmos de cora-
primento e 8 pollega-
das de largura e k
de espessura multo
proprlo paraportaes,
peitoris de casas e
outras construc9des.
Koa larqaez da Henal i. 37
A Florida
Acaba de reoaber pelo ultimo vapor c
(ue de maior noridade tem a populosa e
{rande cidade de Paria, os mais importan
a artefactos da ultima moda.
*&pel bordado com muita fantasa, proprit
pancartas.
romos de seda e de oieognphia.
aixas de msica com manivella para 1*.
2*e 3*000.
,'aixaa de msica, com corda, fechadas
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
12*, pro prisa pan presentes,
ticos enxovaes para oaptaado a 7*, O*.
9*, 10* e 12*090.
dem multo finoa psua 16* a 20* om.
rimlosinbos com sombra com fitas e bicos
de cambraia transparente a 3* e 3*500
Im grande sortimento de porta-tranca
pan 500, 1* e 1*500.
'llampos douradoa e com parolas a 200 e
500 rs. um.
dem de celuloide e douradoa a 200 c
300 rs. um.
stojo pan deaeoho de talagarca a 3*000
Bandeiraa de II doa Estados- Unidos do
Brasil a 1*500, 3*000 e 4*000, confor
ma o tomanho.
fraude sortimento de boinas de pellica t
de chagrn pan 2, 3, 4 e 5*000, para
senbora e menina*.
Jarteiraa cem estojo a 3, 4 e 5*000 t
1*500 e 2*000.
fraude sortimento de bicos de algodlo e
de aeda, brancoa e de ocrea.
Lreroa de sortea a 300 n.
Jbuns de ^ -cia n de chagrn, gosfc
moderno, n. 'o nao leqne.
dem pan eremos, natos e maeieaa.
Bapadinhaa para enanca.
Bolina de couro pan cobranc*.
Savalhaa de Roger Amlo americanas ele
ctricas e de 2 laminas, e fiadores coa
maasa propria pan affiar.
Ranaca deflorea pan baila a
de 1*500 a 4*000 om.
O Cabelleira engenheiro invento n 500
rea.
Gfaloea e bordadoa de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 1*500 a
tobonetes pan tirar nodoaa de caaemiraa
aedaa, lia e outras faaeadss finan d
800reaa.
)cuIob e pinoe-nea finos, j.donmdos, bu
falo e nickel,
rinteiros pan viajantes.
Sspartilhos pan 4, 5, 6 e 7*000.
Jollarinhos e punhos de borracha.
Canetos de vidro a 500 raa.
Boleas pan menino de eachola a 2*000
Sabonetea para banho com desinfectante
a torean.
Pulseirae americanas para 3. 4, 5, 6, 7 e
8*000.
Aunis e brincos com podra imitando bri
ihanto.
RA DUQUE DE CAXIAS N.103
sLledr depurativa vegetal 1 odada
do aedir Qalatella
Este notahilissimo deparante que vea
precedido de to grande fama infailivel na
cora de todas as doencas syphiliticas, es
crotnloaas, rheomaticaa e de pelle, com*
tumores, ulceras, dores rheumatcaa, os
teocopas e nevralgicas, blenorragias ago
das e chronicas, cancros syphliticos, in
flamacoes viceraes, d'olbos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, etc., e em todas a>
moleatias de pelle, simples on diathericas
aasim como na alopecia ou queda do ca
bello, e as doencas determinadas por aa-
turaclo mercurial.
Dlo-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feitas con
este especifico nos hospitaes pblicos <
mu tos atteatodos de mdicos e documen
tos particulares.
Faa-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO d C.
Ra Mrquez de Ol oda n. 11
co importa... Todo o moa desojo res-
inar lhe a liherdade. Obtenha de aun mlt,
a marquesa de Lauria:, que me d orna
pnalo raaoavel... e eo deizarei soa fi-
lha em seu poder... Nlo ouvir mais
fallar em mina.
c En nlo lhe respond... Quera antea
de todo darte n oonheoer toda a minha
desgraca, querida mamli... e aconselhar-
me comtigw. Nlo conheco a le doa ho
mens... Apenas conheou a le do aflocto
e da ternura.... Dar-te-ha caso qne
aquello miaenvel tenha o direito de vir
tomar ma minha filha ?...
A Sn. de Lauriac fea um movimento
de cabeoa ameacador.
Nlo sei se a le d tal direito aquello
homem, replicou ella com leatido, m.s
dou-lhe de conselho qne nl> vnha tocar
aqu nem em t, nem em tna filha... Por
mais velba que en seje, aaberei defender-
nos... Sim, saberei I...
Mas em todo caso (e deaatou em aolu-
cos) nomos muito deagr cadas!.... E
He arique ?... qaal nlo vae ser a soa dor
quando souber de qoe maneira infame to-
mos eng nados!... Que qnerer elle fa-
aer ?... Qoe panido tomar ? O de ir pro-
curar o miaenvel, talves, provocai-o para
om doelo... Bator se... Ser morto!...
Nada de todas essaa cousas, minha
mli... Henrique nlo tem o direito de
mezer se... Ah I comprehende isto per
feitamente.. aquello qoe nos trahio e no*
roubou... Temos aa mos atadas I.
Como ir diaer a todo mondo qoe a mioha
pequea nlo tem nome I qoe filha de om
faUkxioi Oh! nlo, mam!... nos ve
dado tallar... e nlo de vemos confiara
mngnem, nem mesmo a Henrique, asee
egredo terrivel... Pobre F-iiiainh* I.
Pobre innocente 1... Ella nada fea pare
supportor o peso dos crimes de... seo
pai!...
Tena malo, minha filha, replicou a,
Sn. de Lauriac. Devemoa calar-nos, aa-
Altas novidades
Acabam de receber directamente da
Europa, um grande sortimento de sorehs,
gurguroes, sedas, chamelotes, setins, da-
mas, etamine ganes de seda e merinos pre
tos para a qoaresma, aasim como um escolhi-
do sortimento decapas ricamente enfeitodas
ultima moda; soraha de todas as cores e
leques de phantaaia.
Aaevedo Irmloa A C.
16 RA DO BARAO VICTORIA N. 16
Vapor n Jaguaribe"
Vende-so este vapor em bom estado de con-
servacao, coja cmara construida de lindas e
e^peciaes madeiras, prestndose elle ainda a
fater vlagens que nio sejam de longo curso,
mediaoie pequeos reparos ; podendo, em caso
contrario, ser aproveitado como om excellenle
pontao, para descarga de navios, i te
As pessoa8 qoe preteoderem e quixerem exa-
niinai-o, podem dirigir-se 4 bordo do mesmo,
qoe acharko pessoa baoil'tada a dar-Ibes qoaes
qaer expllcacOes ; a tratar no caes da Compa-
nhia Pernambucana n. 11.
sim preciso... Nlo diremos cousa al-
goma, nem mesmo a Henriqoe... Tai-
vea aquello homem cumpra a ana palavn.
Talves qne em troca de urna penslo mais
forte elle eonsinta em ir viver no eatran-
geiro. Verei aso. Escrever Ihe-hei Se
for preciso, torc urna viagem a Paria...
Dirigir me-hei a elle em pesaos. Oh nlo
lenhaa receto, minha filha. Que queres
tuque elle toca a urna velba?... Tu,
porm, haa de prometter me urna cousa..
nlo abrir aa uas cartas, te elle se atra-
ver a escrever te.
Oh t prometto-Ib'o de todo o cora
;lo, minha mli.
E a Sra. de Lauriac teve por longos
minutos a filha aportada contra o oonclo.
Agn, minha filha, enznga os tous
olhos. Nlo chore* mais... Direi a Hen-
rique que nlo te dava bem com teu ma
rido, e que easa a nato que te decidi
a deizar de viver em soa compauhia...
Ve ter com tua filbinha, qne deve estar
fatigada com esto calor e com a viagem...
Ah vem ton irmlo, chegada a occaailo
de ezpcar-lhe do melhor modo o pouco
que devo faaer he coahecer a respeito da
separacto, afim de nlo ter mais que fallar
lhe sobre isto.
E Branca de Lauriac -porque de ora
em diante batar nos-hemos de dar lhe o
nome de Keraaint, que ella j nlo tem o
direito de uaarBranca de Lauriac dei-
zou o sallo, no qoal acabeva de dar-se a
triste acea, exactamente no momento em
que, por outra porta, entreva aeu irmlo
mais velho.
Eat terminada a confidencia ? per
guntou o moco a marquesa. Pobre Bran-
ca, aohei-a horrivelmente triste. Concluo
d'ahi que o marido deve fasel-a muito in-
felia !
Sim, muito infelia, meu querido fi-
llio.
E qne vne ella toser ?
i M000 e (C$000
VENDEM-8E
Na Loja das Listras Azues
A
Roa Duque de l'ailas I
TTTsUTOSA OLO
Com ricas molduras douradas em alto re-
levo e oordoes por 25*000 e maii
precos.
Retratos a crajon
De tomanho natural ricas. molduras dou-
radas.
Para todos os presos
Esto em exposiclo muitoa retractos de
pessoas muito conbecidaa desta cidade,
para o publico ver, e toser encommendas
Para encommendar bastante manda
om pequeo retrato, em cartlo de visita
nlo importa que aejs antigo, bastantt
diaer a c6r dos olhos e do cabello, para
chegar um lindo retrato desejado.
As encommendas s o feitas
Ao agente nesta cidade
JOS' AUGUhTO DAS.
Ra Ruque de CaxJaa n. ttfl
LOJA DAS LISTBAS AZUf
Manteiga ingleza su-
perior
A 11100 cada libra : vendem r.oimares 4
Valente. r.orpo Santo a. 6.
Libras Sterhnas
Vende-se na loja de oas de Angosto do Rege
*, C- roa do Cabop n. 9._________________
llonlDi
GUIMAKAES pain aos seos fregueses e Illms. Srs. de
engenhoqoe, como sempre, tmeigraade
deposito os artigos abaixo meno nadot
garantndotndo de primeira qnalidade
preeea sesu competeuela, a saber
Ca nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portiand.
Oteo de mocot.
leos americanos
especiae8 para machinismos.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galoes)
Kerozene inexplosiva.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa da Russia.
(em caxas, barriqunhas, latas grande
equenas.)
Formicida Capanema.
6 Corpo Santo 6
Viver em noasa compnnhia... sem-
pre jnnto de nos.
Vae propor sem duvida um proces-
so... toser um escndalo... ah minha
mli... o noseo nome sempre ser salpi
cado de lama.
Nlo, tmnqulihsa te, filho... urna
separacto amigavel. Nlo haver nem pro-
eesso, nem escndalo de especie alguma...
Aquello homem comprehendeu iaso per
teitomento, aasim o espero.
Ah eu oontava que a cousa teria
mesmo esse desenlace... Nlo quia fal
lar-te nisso, minha mli; pan qne?...
Nlo podamos toser nada, nem tu, nem
eu; naa tres raras entrevistas, porm,
que eu pude ter com o aenhor meu cu-
nhade, fiqoei revoltado diento das pessoas
com qnem elle mantinha relacSes... vi
na sua intimidado sujeitos abjectos, caras
patbulares, individuos revoltsntes, com os
quaes viva nn mais estreito intimidade, e
que pareciam explralo grande.
Sim, elle tudo quanto pode, ha ver
de peior, porton-se boi rivelmeute com tna
irml... Ha certoa aasamptos, compre
hendes perfeitomente, mea filho, qoe ama
molher nlo deve apiotUndar... Ser te
hei inmensamente reconhecida se deiza-
res de pronunciar o nome de semelbante
homem na noasa presenca... O nosso
dever consideref-o de boje em di ante
como se nlo ezistisse.
Bem, minha mli, ser feito a toa
ventado... Mas desesperador.. Bres-
ca, infelia tambem!...
Kstabelceu se prolongado ailercio. ..
Depois a Sra. de Laurino, filando olhos
perscruptadores em seu filho, perguntou
lhe, dando vos a ezpresslo de iofinda
ternura:
Dissesto: c ella tambem! > E's. en-
tlo infelia, men filho ?...
Sim, minha mli, profundamente in-
felia...
A Sra. de Lauriac hesitou:
Vende-se
HAI8 BAJUTO
Xa faja das Llniria Aim
A ra Duque de Caziaa e. 62
Vestidos bordados em cartlo a 5*666.
Ve8tidos bordados em linho phiiufau
9*000.
Miamos lavrados infestados de
cores a 1*0C0.
Folab de seda e Etaminea dn
1*200.
GobgobZo preto de seda a 2*500.
Caxemikas pretas lisas e Isniias a
1*000.
Voailbs phantonia largos a 500 rea.
Tbcidos arrendados a 400 res de
aa cores.
Mobik entrancado pan familias a
a peca.
Bbakantk de linho com 10
1*700.
Atoalhado adamascado a 1*250.
Qdaudasapos de bonitos deaenhea
2*000 a duaia.
Toalhas grandes e para banho a l4k
t.ORTiHADOs bordados e de crocbai: j
7*000.
Cbochets para sof e cadeiras s par
8*0(0.
Alcatifa para forro de sallas a 1*286.
COSTINAS de cores, novidade a l*rt* -
metro.
E8fARTiLH8 de setim branco para xaau
a 10*000.
Espartilhos de todos os tamanhc* aaar
4*000.
Meia8>fina8 brancas cruaa e de tmsm
todos os precos.
Caiuzas para homens, meninos a jl
nhoras.
Seboclas francesas de linho e nacs.rr
a 1*000.
Leques transparentes pan noiva.
Ca pellas com ricos veos pan todas a
precoa.
Enchovaes para baptirado desde r>**
MlDEZAS tambem se vende mais harsa
como ejam: fitas, baleas, borraiasr
para vestidos, ligas, grampoe, phacra-
ziaa, extratos, pentes, esc ivas era
den tes, flores, bicos, rendas, borcasar
na loja de
lei Augusto Dia
Muita attenco
No bfccio dos Ferreiros n. 6, recort>-r. ai.
bados de todas as largaras e dos mais
nos.
Aos senhores de engenlacrc
Trksulpbitt de cal
luprrlor a cal de Litfeoa e pata
Para alvejar e limpar o assocar
Vtodem Goimaraes & Valente
6Corpo Santo
Barcaca
Vende-se por prejo mdico urna iarc3^ *
bom estado, con rapa idade para tra:?:?vr:
5 500 arrobas, e preparada para carreira asi
Para mformaces na ra Mrquez de O.-.r.*.. .
53, casa rommernal de Deodalo Torrea a '..
A's maes de familias
queris voseos ftlhos sempre samc
Admitutrae-lhs$ o XAROPE m en
Plalas Vemipargalivas
DO DR. C.AI.sfaiWi
ptimas preparacoes de mastras
e rhuibarbo, pan a ezpolslo completo, sa
dores nem incommodo, dos verm*
intoatinaes oa lombrigas
(DAS CREANCA8 B DOS ADDLTOei
SEIS ANNOS DE SUCCES8
t Estas ezcellentes preparaoSes s* aa
cessitom de purgativos como
visto serem purgativas por si me
As pessoas que tm vermes sentezt e>-
licaav tem constantemente diarrbaa, sana
posicio, sensacle de corpos que se anaaanm
nos intestinos, endurecimento do venara,-^
s venes, vmitos. Rangem os dente, enant
do dormem, e algtunas pessoas ezatettsae
vermes com as feaes oa com as materto
dos vmitos. As creancaa apresentojn *t
papillas dilatadas e inapetencia.
As plalas levam impresso o norae*
DR. CALASANS e alo dr de roa*,
1 caixa de pulas I4U8.
1 vidro de zarope l*3kT
AS PRTNCIPAES DROGARIA6 S
PHARMACLAS
Ser algam segredo que nlo pe
confiar a toa mli, meu filho ?
O mono responden simplesmente :
Minha mli, posso diserte todo..
Soa profundamente infelia, porque asar
sem esperance...
Urna creatora indigna de ti ?..-. C
impossivel!
A melhor, a mais nobre de todas
mulheres... Urna creatora incomparara
minha mli; porm casada com oa ha-
mem a qoem adora, pertence a um ata-
ndo q e ama, e esse marido tornou-se a
meu melhor amigo.
Ah! meu pobre filho! exclamo* a
marquesa, eu, que conheco o tea coree!
imagino quanto deves ter soffridos.
Sim, minha mli, profnndamonse f
te disse. ,
E Henrique comecou entlo a narraeae
do sea triste amor, muito satisfeito por
poder finalmente fallar a tal respeito ouaz
a nica pessoa que podara compariilbsr
a soa der:
E' a mais banal das aventuras, ce-
mecou elle; muitoa romanoea de nsar
tm tido igual principio- O meu, oorray
nlo tem e nlo poder ter mais que aun
capitulo, o pnmeiro, que ser ao mesan*
tempo o ultimo.
Ha om anno, no fin do invern
devs recordar- e diaso, minha mliCa
nma viagem Italia, foltei pela 8oiat%
que viaitei aos poneos.
(Contrnuar-se-ha.*
Typ. do NsrM, ras Duque do Csxias a a.

4
V
I

,


-i
1


Full Text
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