Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16462

Full Text

V
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7
; i
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados. 8 000
Por seis; mezes adiantados. i5$000
Por ura anno adiantado .... 30000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Sr8 Mayence Favre C &.\ residentes em Pars18 rae de
9 La Grange Batelire
& pitees
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por um anno adiantado .... 33^000
Numero avulso do mesmo da. |100
Numero avulso de dias anteriores. |200
Telegnammas
nansa ?m:Mu:m:
Uio de Janeiro, 20 de Abril, as
3 horas da tarde (reccbtdo na esta -
co s 4 horas e 3> minutos da tard"
as 4
e entregue
tarde).
s 6 horas e $5 minutos di
Foran Horneados, inspector d) trafe
go nacarada de ferro Sul de Pernam-
buco Antonio Joaqun de Oliveira Cam-
p s e p ij;ador na me;ma estradi Rogo
Barro=.
Por circular o director da referida
estrada foi mandado dispensar advoga-
do, medico e auxiliares de eseripta, sen-
do reconmendada inteira observancia
das tabellas do orcamsnto.
Consta que muitas nomeaces se
deram para a guarda nacional dos mu-
nicipios de Muribeca e Iguarass.
De: mentem o Paisa e o t Jornal do
Gommercio telegrammas alarmantes do
Rio Grairde do Sul e aqui ehegados.
As forjas dogoverno dispersaren dif-
ferentes grupos de revoltosos, repellin-
do-os para a frenteira.
forme o L)r. eorarasario dol- districto.
Palo Dr commissario do 3- dislricto foram
N;i primeira obra qu? escreveu {Mysterium do perdfio.Ao Dr. procurador goral do Estado
coim.ogrophicum, Kepler deu as primeiras oro- para que se digna de infamar.
vas (a ni depende ca do seu criterio; punlicou Jos Tiburcio dos Sanio, sentenciado, pe-
poderosos arguim nlos ora favor do syslcma de din lo por ceriidao o ttioor de sua sen'enga
Cop rnico, a levnntou nobres protestos contra o Ao director do presidio de Fernando de Noro-
Iribunal quu tinlia posto no Index o livro do nba para maular entregar ao peticionario a
gran le l'olaco. Quando sa exparimentou O ceriidao junta.
gun. d um machlo contra o ferro, diz elle, Joao Pessoa da Gama, escrivao privativo de
aquello j nem para partir mad;Jr2 pode servir., orphos do municipio da Serinhaem, escrivao bril.- R'eistre-se.
Em 1507, Kepler casou com urna viuva bella a do civel e 1' ubelliao de notas, solici'an-io nro-
nobr.-, Barbara de Muller; aquella uniao nao Viroento de offlcial de Registro de llypolhecas
foi feliz Anda a^sim, por essa occasiao fuz do mesmo municipio.-Informe o Dr. juiz de
Kepler um Irab^lho iuiportanie, em qua o astro- dir lo do rauni ipio de S.iinhaem.
ii .ni mosirou quanlo o seo talento sabia apro-1 Manoel Francisco Ferreira Gome., sent -
veiui' as raais pequeas rircumstancias para eiido, pedindo prdao do resto da pena.As considralas m condig;s hyg"nicas para se-
dar ao progrenso novo.s elementos ,'Sr. Dr: Presidente do Superior Tribunal' da rem habitados s casas ns. 21 da ra do '.'on-
Como eu me liaba casad, diz elle no are- Jusca para que se digne informar. selfieif Aguiar, do propriedade da Exraa.
faci, e a vindina linha sido muilo abundante, o | Vicenta Amancio do Oliveira, seotmeiado, ira. D. Isabel da Silva 'Guiraaraes ; e 117 da
o vinlio eslava mu lo barato, era dever de um p"i' ido perdo. I .forma o Dr. juiz direilo do roa do Visconde de Goyanna.
bom chafe de f un.lia faer as suas provtsOes e mumcipir de Canhotinlio, mandando juntar os j Pelo Dr. comiiissario do districto a casa
i-ni'her a adegi. Compre*, ^ria lo, algumas documenloi a que sa refere o art. 2 do decreto n. 177 da ra O.lenta e Nove.
pipas, e diaa depois vejo o vendandor do vinlio n. 2333 de 23 de Margo de 1860. '.-lo Dr. commisesario do I- restricto, Hca
ter conmigo para tiannos o prego da vonda e Compaiiliia de bvfc-eribe, pedindo por certi- intimado o proprietario da casa da Palma a.
proceder medigao dos cascos. Sera execular dio. o iheor do arl. 50, da ki d. 87, du 12 do 73 para abasiecar l'agua no praso de 30 das
n.-nhum calculo, m tiia urna vara de ferro ero Maio de 1810.-Como requer.
cela pipa u declarava immediatamen'e quinto I A m-siiu, pedin U. certid&oo theor da le
ella levara. II i de 9 da Junlio de 1879 -Ceililique-sn.
Kepler lerubmu-se onlao de que as marg:ns A mesma, pairado por certidao o tlieor
do Rtieno on le o vmho sem duvida e mais caro; onrtaria da Presidenta de 16 de Oulubro
nfin pode alujar a caa emqaant) nio satislizer se do cadea respectiva o sentenciado Jos Que-
a exigencia do Dr. coramissario pelo que n8o rio da Silva.
I ero lugar o que requjr. Entregue-30 o docu- A mesma autoridad ; procedeu as necessarias
njsifto mediante recibo. dellgaocM para a captura do mesmo,
Gaudencio di Smza Lima, pedindo para! Por portara degla data demflli do lugar de
mandar registrar a licenga para expora venda servente desta Repartgao o cidadao Quodrall-
us eus preparados denominados : xarope rei- dos Gomes jV nlias, o nomeai para suDsli-
toral conira a tossa convu'sa e Elixir anti-fe-,'tu lo o cidado Francisco Correia de Araujo, e
baro as?im dimilti nesta mesma data o capitn
Mannel (agundes Mascarenlias, pedindo para Manoel dos Santos Piaentel do emprego de of-
leclarar pira onde deve canalisar as aguas g-r-
vidas do predio n.-12 da ra da Palma.In-
' Acial da 2' sacgSo dasta repartiga.'
S-.de e fraternidade.
O Questor.
Joti Felippe Neru di Silva Filho.
D1RECTOHIA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
Dtspichos do dia 19 de Abril de 1805
Jos Fran isco de o Leitao, Olympia A da
Silva Ramos, Jcao Ansborto Lopes, Manoal An-
lun .3 Ferreira Villaga, Marcelino J. Gongalves
5. SESSAO ORDINARIA EM 4 DE ABRO.
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francises
leixeira de S
OSr
proced;m de un outro modo, dando-sa ao ira 1831, % mandando asseutar o charu da
da
de
ra
,a ref. ridacasa.-Ficandj sciente qu-i nao pode-
n.' r alugl-a sem que primeiro satisfaga esta ex-
Igo ca.
Pelo Dr. commissario do 4- dislricto Tica in-
limadoo Sr Carlos Ba-bosa. para n) praso da
30 lias abastecer d'agua e fazer os reparo!
necessarioa ca latrina do cortigo da ra d Oc-
cideuie da sui propriedade.
Pelo Dr. inspector geral de hygiene, ficam
intimados os Srs, Oliveira & Irmos para no
da Pode, Francisco Ferrreira Ballhar. ^>\doSead>TZlhJTT r0pre*
deFigueredo Oliveira, Ba.So de Pelrolina Ci- T*l^ean caro O. Peregrino da Silva e outros, Companhia a\Ca n o,u m a di .?-'^ F'Vf
j. n i...k i____i .. .i.,,^,,,!. tninnm .1a auionsa ninguem a dizer aue tenha dadn
INS l'RUCCAO POPULAR
CS 2L317BE3 U SCIE3TCU
POR
iastao Tissandier
CAPITULO IV
A DESCOBERTA DO SYSTEMA DO
MUNDO
batho de despejara vasiiba. contando depois um da ConcorJia. D se.
a um os caneos qua lora. O methudo austraco, A mesma, pedindo por certidao o llieor da
mutto uns pratk-o o muitn mais rpido, ser Iei n. 46 le 14 de Junno de 1837. D-ie.
bastante exacto ? E' o que Kapler quer saber, e I A mes i a. pedindo por ceriido o meo da
isso leva-o a estular os problemas de geome-pnrlana da Presidencia de 10 da Junho de' praso de 43 horas suspen lerem a publicagao
tria, q ie podem considera os mais difGceis' 1854, mindaodo assentar o r.bafariz a da ra j jos annuncios dos medicamentos : Licor anu-
da Aif.inilega, praga do Collegio, ra do Sl,! peridico desobstruenle de caf quina loe ca-
caeg do Copibariba, ruadoBium e Largo do feraao e pilulas de Monteiro, at que apresen-
Arsenal de Mariulia. -Como requer. i tem a esta inspectora aa licengas concedidas
A mesma, pedindo por certidao o llieor da p )r autoridades sanitarias da Repblica para
que at enia > se linham tratado,
a esta conclusao singular:
(Continua).
Kepler cnega
CAULEUKEPLER TYCHO-SRAHE
(Continuu&o)
De volla a casn, o soldada complet.-mmte ar-
ruinado, abri urna taberna em Elnierdingen, e
foi entao qj tin>u o filbo da aula, para elle o
ajuJar rio negocio O pequeo era dooale, Iraco
decomplcii;o, e nao podando ap:ove:tal-o para
os servios da ca3, ruandaram-o oulra v^z para
a nula, "destinarido-o ao tstudo da tlieologia.
Aos treae annos.o jov n Kepler enirou graluila-
mente para o seminario de Maulbronn. Este fa-
vor obtinhi-se fcilmente na Allemanha prots-
tenle, rnde j aquella tfinpo a inslrucg o era
P'odigaliscda com a mais lonraval H&jralMiaae.
Kepler fez urna carreira escolar multo brUlian e
mus renuncios aos estudos theologicos, para se
iilreg.tr ao da sciencia, que desda logo o cap-
tivaram Ac viute e dous annos, tomou po*se
di ca leira de matliematica em Groei na My-
ria, qu; en .i> era govermda pelo arcln-duqua
Carlos de Austria, qu' professava a religiao c.a-
tholica. i
No ncmc.ro dasattribuiges de k-pler enlrava
o ensino di astroneini, e endo Kepler sidocn-
carregado Ca redigir um airean uk, adoptou *
refoiuia pra;;oriana, qu era obstinadamente r-
0,111 la p-l59 sella correligiooarki protestanles;
mas o grar.de asironom) nao transigi cornos
sean senlin.entoa religioso?, oor entender que
aquello Ir.ibalbO era urna quesiao puram-nie
Buciira. i \
Kepler, r.ara augmentar :i venda dos seos al
rr.aDaik-, nao receicu inserir n'elles propliecias
i.,ltobg.ca!. algumas das qoaes se realisaram
Iha deram grande crdito. O Ilustra astrono-
D o tcm ier p<'dido desemba agar-se de tolos
',,, jo f,u tempo. cria firmemente que
,.,'.- ern urna in:liencia sobre os .s-
, i. ade. izia elle que a aslrolo-
onom a, devia sustentar sua
iirpiei nao quera abusar dos
con-ultavam, dizia por -
a Ulysies : O que eu digo
aronucer-
g,, irii ..
,! ." I)e >e -
n i- I,
71c (-I I
; 1 I 1 I
3POLHI1TIM
91
ODIO DE $ML
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TRA.DUC90
PARTE SEGUNDA
kvi
(ContQu:.g5o)
__ Qujriaa ieitar-n:e a perder ?
Deital-o a perder I Nao, n&o, nao !
Mas procedas comtnigo come para
com um nimigo. Acaao me tens odio ?
Odinl-o, eu Peo contrario, quaro-
lhe muit')!
Quares-rne muito, dizes tu? (Lmo
hei de acreditar-te, se ine acensavas ? Que
motivos linhaa para isio ?
Ou hav;ade obedecer, ou morrer...
Obedeca.
A iiuem ?
Aos assaasinos ia meu pai, nao
fissim ?
Sitn, aoajrmlon da obra terrivel 1
]E toda a parte inv si veis, em toda a
parte p'.'uaentea, nvolvem-n'o com um
circulo c pnnbaee 1 Uatal-o bao, air Jor-
jra. Ac;uteli5-ae, air Jorge, recommendo-
PARTE OFFICIAL
Governa lo litado do Per-
nantbiico
DESPACHAS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DIA 18 DE ABBIL DB
I89S.
Antonio Rodrigues de F>ue:redo Aru'ira,
seniem-ia lo, pedindo por ceriidao o llieor da
ua sentenga. Ao Sr. Dr. quastor policial,
para mandar entregar a certidao incusa.
Arsemo A don so Pereira Borges, -alfares do
3" batalnao te infantera esladual.-Deferido,
nos termos do olficio dir gido ao Dr. Secretario
da Fajeada.
Alferes Be larmino Uarqu s di Silva, pedin-
do adianlaraenio de s il Jo. -Informe o Sr.
corara i.idanu do 3 balallij de infanleria es-
ladual.
Carlos Adolpho da Av.lir Archorne, profes-
aor publico, pedindo pagamento de venciracn-
los Deferido, com ollicio ao Dr Secretario
la Fazenda.
CleQieuiino Alves Pequeo sentenciado, pe-
dindo perdao. -Ao Dr. juiz de direito do muni-
cipio d? Pao d'Alho, para informir e mandar
juntar os documentos a que se ivfjre o irt. 2-
do ducroto n. 956i, da '2i de Mirgo de I80O.
Francisco de Castro Bairao, sentenci.ido, pe-
lin lo por certido o tutor de sua seulenga. -
Remelti lo ao Dr. questor policial interino,
para m.ndar entregar ao peticionario a ceriidao
inclusa.
Joo Baplista de S;uza, sollado do exlincto
3ort)0 policial, pedindo pasamento de sold a
;ontar de 1 de Janeiro a 17 de Abril dj anno
indo.==Informe o cornraandanti dol- batalnao
de iofaoteria estadoal.
I.uiz Autonio de Oliveira, scnlcn iado, pedin-
do por ceriidao o theor de sua senienga.-Ao
Or. questor policial interino para mandar en-
tregar ao peticionario a certidao inclusa.
EM ADDITAMENTO AO DESPACHO DO DIA
17 DE ABRIL
Amelia Alcoforado Cezar de Mella, professo-
ra em disponibilidade, requerendo gralirlcagao
de raenlo. Tendo a peticionaria doixado de
provitr al^uns dos requisitos exigidos pelo
Itag. en vigor e nSo pod-.-odo ser levado em
cunta os servigos prestados durante o tempj
ila dispombilidade, conforme a decisao do gJ-
verno ite 22 de Agosto do ahno passado, n&o
.em lugar o que requer.
Da 19
Jjivprsos presos da cadeia do municipio de
Grvala, pedindo augmento de diaria. Ao Dr.
questor policial para iofonnar, ouvindo o de ca-
gado de polica do municipio de Grvala.
Empresa Telepho-iica Bougar), solicitando
pagaminto do apparelho telepontco a sarvigo
do ctrpo policial. Deferido, com ofBcio des-
la dala ao Dr. Secretario da Fazenda.
Jos Candido de Oliveira, sentenciado, padin-
-I^BHP^-BP*""Plff9i^W>
rae querem consummar? Porgue H fci-
ram ellas ?
O pequeo nao reapondeu.
O 8ngue da ferida continuara a pof-
rer. A fraqueza progresaiva odeowftra
rtovo desfallec ment, e o peqaao* kulka-
ei>u :
Eu morro I
E tomou a cabir desfallecido na aetaira
indiana, que aerria de tapate.
Jorge fez um gesto de deaani*; e-
poie, inclinando se para o rap*a:ako, h-
ae-llie Cora voz supplicanta, coaio m
aquelln corpo inanimado podcaae coril o.
Pelo amo- de Daua, Kazil, na*iaa-
te Tena animo Tcm ooragem 1 IfcciaB-
to que viras, neccaaito que fallas l
K como o pequeo permaneces** inainc-
vel, endireilou-se, e axclamon :
Oh meu Deas, ratu Deas A ni
nao Cive, uo rae responde I Se e dosier
se enganou Se comtudo, o fariaMpao
fossj mortal !...
E de novo chaman :
Kaz 1 Kaz 1
Depois, estorceodo as mSos com veeda-
deira desesperacSo, proseguio :
Estar t&o perto do fm e n&o poder
alcancal-o Eateve por um momento pa-
tate a verdade luminosa e depoia masa
nada, tudo trevaa E' para enlouquecpr !
C anudo, a micha causa sagrarla I Fa-
zei um :uilagre, meu Deu9 faaei una mi-
lagre !
t aj >elhando junto do pequen, ergaea-
lbe a ci bs^a, e com voz supplicante, re-
petio :
Ouve-me I Rasponde-me !
De sbito, porm, mudou a express&o
de anjjuatia que se via no roeto de Jorge
portara du presidencia de 28 de Julho de 183J, j expores a Yin la.
mandando assentar o chfariz de Apipucos. -
D-40.
A mesma, pedindo por certidao o tlreor da
portara da presidencia de 2 de Novembro de
1-60, mandando asseniar o cliafaru do Mon-
leiro. -C rlifique- e.
A 11iJS.au, pedindo por certidao o theor da
p nana da presidencia de 20 de Janeiro de
1863, mandando asaenta- ura chfariz no largo
da ig'eja do Terco. '"orno requer.
Guvuni Sdnsone, requerendo prorogago de
(JO das para ass gur o contracto que cblav; do
Uiea ro Sania Isagel. -Informe o Dr. presidente
da Inspectora dos l.'ieatros.
Joaqumi Hachado Fernandes Lima, Ama-
nuense da Sacrelana do Presidio.-Dirija se ai
Dr. Inspector da Alkndega a quem caba r.-sol-
ver.
Mnria Mathilde Lopes e Ariatarcho Xavier
Lopes.Informe o presidente da Junta Cura-
mercial.
Mara Umbalina da Ressurreigao, reque-! Abril da 1895.
do Beberibe, Leonel O. dos Sanio, Antonio Jos
Morea Gomes, Honorio Rodrigues Baracho, Ba-
charal Maxiimano Francisco Duarle, Mara Jo-
sephina do Mello Monteiro, Manoel Caroeiro
Leao, Francallino Americo da Albuqucrque
Mello, Grabriel Dias Monteiro, Arlhur Espiuca e
Joaquim M de Azevedo Lyra.-Diga o Sr. Dr.
Procurador Fiscal.
Joao B. Ferreira.-Salisfaga a exigencia da
Recebedoria
y. ichado & Lopes. Informe o Dr. Administra-
dor da Recebe loria.
Manoel Diogo Chaves, Antonio R. Campos,
abauo assignados empregdos da Rocebeloria,
Empreza do fli'ario de l'ernambaco, Antonio
Martins do Rio, Joao R irao.s. Mara Tbomazia
Manoel Saltno, Manoel Fernandes Velloso,
Laureano Pereira da Silva, Antonio R. Tavares
a Carlos Lop-s Fernn les.Informe o Sr. Dr.
Sub-Director da Conlabili tade.
O pro ocolisla,
Franciico Militino Ferreija.
Ficam os nesraos Srs. sujeitos as penalida-
des da lej na falta de cuinpnmmto das respec-
tivas intimages.
Dia 19
Manoel Pereira Lamos, pedindo pror.gagao
do praso para satlslazer as exia^ncias do Dr.
commiario do 3- districio.-Informs o mesrao
Dr. cmnmissario.
Joaona Feliciana, reclamando da intimagao
do Or. commissario do 3' dislrie.lo. Informa o
mesmo D" comm ssario.
Pelo mesmo Dr. commisjario foi considerada
em coadic03 hvgi-nicis para ser habitada a
casa n. 42 da ra do Principe
Pelo mesmo Dr. commissario do 3 dislricto
foi mu!a.io em 20J(EK>. os Srs. Araujo &-C. gencia da Contadoria .
com acougua na praga Macial Hinheiro, por ler Mana M. da Naltvidade, Ignacio B. de Mello e
exposio a venda carne verde em estado da dc- Bernardioa M. da Conceigao.-C'omo requer.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPA1
DO RECIFE
Em IQ de Abril de 1895
Braz Melazze. Deferido, salisfazeodo aex-
composigao.
Manoel A. de Senna. -Indeferldo, a via da
rendo entreg de
te recibo.
Uocuineulos.-Sira, median-
O porteiro interino,
Hermenegildo de Siqueira.
SECRETARIA DB ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho do da 18 dt Abril dt 1895
Manoel Diogo Ci.avea. fiscal do 1. aulrieto,
pedindo a graiificugao de mais de 33 anuos de
Sarvigo etfecivo.-Pedio-se informago a Secre-
taria da Fazenda.
O porteiro,
Archiat Mafra.
DR. SECRETARIO
DIA 19 DE ABRIL
D \
DE
Secretaria da Ir.spe loria Gerat de Hygiene inormagao
Pubicado K,tado de Pe nambuco, em 19 de Jos F. Gaiarae3, Jos Ferreira e Antonia M.
do ttspirilo-Santo.--Deferido.
Jos L. de Farias.In leferido.
Companbia do Beberibe.-Certiflque-s.
Tliereza M. de Jess.-Deferido, com relagao
ao exercicio de 91 e o corrite.
D\y.S -
Uiio B. dos Proprieiarios de Vehculos.
Indrferd', um* vez que esta Prefeitura no
Apolinaro A Metra Henriquei,
Secretario.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Detpa-ho do dii 20 de Abril de 189o
.. _____ 1______._ < .,i.., i-.
auo & Lopes, Joaquim Gongalves Cascao,' p>ae derrogar a disp sigao da le orgamentaria.
c Abreu erqueira e Joaquiu A'Jtieiraj jjao B)drKBea i'eixcira e Buflno M. da C.
Marh
Lino de
da Sil ca.-Informe a i.* svio.
O porteiro,
l/uslndio B. da Si*va Guimarei.
DESPACHOS DO
FAZENDA DO
1895.
Joviia Cochles de Mello, pedindo pagamento
da quanlia de 422J2,"5 que se acba esenptorada
importancia de objeelus fornecidos para o ex-
pediente da a: tiga Secretaria do Governo.
Ao Sr. Dr. Director Garal para mandar, de
accordo com a sua informagao de 26 de Margo
ultimo, efTeciuar o pagamento pela verba do
63 art. 1.* do orgamento em prorogago.
SECRETARIA DA INDUSTRIA 2." DIRE-
CTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Detpi'chos dt dia 18 de Abril de 1895
I*abel da Sdva Guiraaraes, pedindo para
mandar examinar a casa u. 21 da ra do Con-
selheiro Aguiar lantiga da Alegra).ao Dr.
commlisario do 3 dislricto para examinar.
Gnimaraes Bragi&C, pedindo para man-
dar registrar as lieeDgas para experem a venia
os preparados : Peitoral de Cambar de J. A.
de Soua Soares, de Palotes e as pilulas ferru-
ginosas e anti dyspepticas do Dr. E. R. Hein-
aelra a in. Registre-te.
Galdino Antonio AWe Ferreira, pedindo
pira ser dispensado das exigencias do Dr.
commissario do 1- dislricto.-O peticionario
I he qae w acautele I
Mne quem manou aqui ecsaa mise- Malcolm.
ravw? parpanton Jwge. Qtta bot cri-1 a olhoa airedoadaranme-lbe axtraor
As mos treraiam-
dinariamente fitos.
Ihe.
E' que ouvira, no interior do bangalow
a d*tn5*o de urna arma de fogo.
Um.tiro de pistola murmurou elle ;
qae significa isto T
Ao mesmo tempo resoca segunda deto-
feaclo.
Jorge ergue-ae, como sa o impellira
lurte mola de * quando a p*rta se abri violentamente, e
Eduardo entrou na sala.
Tinha paludo, esbaforido.
V Dieadenn e Stop segeiam-no na mxi-
ma deaordern.
Que desgrana, que desgraca ex-
.clamou Eduardo, sem deixar ao irmo
tempo de o interrogar.
Jorge jnlgou que urna lamina de a;o
candente Ib atravessava o coracSo.
Uary ? Heva ? perguntou elle com
^vf> entrecortada.
Dcsappareceram I disse Eduardo,
raais com o gesto do que com a pala-
vra.
Raptadas accrescentou Dieudoan.
Stop vociferava por entre dentes :
Malvadas, malvadoa I Esta India !
Que maldito pa:i!
A express&o do rosto de Jorge torncu-se
med >nha.
Pareca que a demencia istava preste*
a derrubar aquella billa alma, e dominar
aquella nobre intelligencia ; mas foi tudo
rapidj como ura relmpago, e a fer^a de
ventado levoa a melhor.
Jorge passou ambas as m&os pal. testa
como que para expulsar a febre, o !sse
com ainistra tranqmllidade:
E' necesaario perseguir os raptores !
E' ferroso alcancal-os ou morrer !
Qucitura l'olicial
SecgS 2.'-N. 8r.-Secrelaria da Queslura
Policial do Estado de Pernambucu, 20 de Atril,
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, mui-
to digno secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores. ... .
Parlicipo-vos que foram hontem recomidos a
Casa de i)etengao os scuuintes individuos:
A' minha ordem, Antonio Soares do Funseca,
alienadrt, ramet i lo p-.lo delegado do munici-
pio de Bom Jardira artm de ler destino para o
asylo daTimarinaira, Manoel Pereira do Nis-
cimentu, Mauricio Ferreira da Silva, Jaciutho
H.deedoro do Alencaslro Machado, Murianno
Ainoller e Manoel Ramos di Silva, para averl-
guagOes po'.iciaes. '
A ordem do subdelegado do 2/ distncto de
S J>s, JoSo Antonio de Lima e Jos^pha Rosa
Pereira da Silva, por embriaguez a disiurbios.
H-intero, por volla de 9 horas da noite, 00
lu-ar ienominado Sani'Anna do W dlstricto
do Poco da Panilla, travaram lucta os indivi-
duos de nomes Mano-.I Delphino de SanfAnna
conheci lo por Mamrtl Salamaa a e Vctor Jos
do Espirto-Sioto, du qual resullou sahir esta
ultimo fando com c'.ko tacadas
O offmddo loi transportado para o Hospital
Pedro II, atim de ser tratado convenlentemen-.
te; e conira o offensor, qua evadile, proce-
de-se nos termos da Iei- ,
Communicou-m: o delegado do municipio de
Bonito, era oficia da ir do corrente, que pe-
las duas horas da manli do m ;smo da evadio-
__ Os miseraveis cercam-nos !- excla-
raou Dieudonne.
. E o bengalow est incendiado mur-
murou Stop com um estremecimento de
espanto.
XVII
Com effeito os clarSe* averraelbados e
.interimttentea (os clarSes do-incendio em
come$o) pHncipiavam a Iluminar a sala.
Oavia-se o crep;Ur da madeira resequida,
e viara-se pasear por diante das janellas
nuvens da tumo, seguidas de turbilWJe
de fanlhae.
Fogo explicou Jjrge. Que impor-
ta ? Atravessaremos as chammai c passa-
remos por de sobre o eo po dos bandi-
dos !
Noste. momento reaoavam tora muitos
tiras de mosquete, e cinc ou seis bslas
fjram cravar-ao nos cortinados da sala.
Eatamos perdidas murrauroa Stop.
Se nos poupam as chammas, n5o escapa-
mos des balas dos bynda ; se as balas
nos nio alcancam, pereceremos devora-
dos pelo incendio. Dao-nos a ascolher
entre estes dou3 gneros de morte 1 Aqu
est o que a cortezia dos hyuds Que
aiz 1 Que patz 1
N'sto ouvio-se nova desearga.
Respondamos exclamon Jorge e
ce aialvagao iropossivel, ao menos ven-
damos caro a vida !
E aa mesmo tempo correu para junto
de urna das janellas e disparou o rewol-
ver, nas quasi ao acaso, porque do rez-
4e-chau*se se erguiam densas nuvens de
fumo que oceultavam inteiramente os ag-
g*c8sorec.
Un grito de agona de om delles dis-
Coce'ro. Deferido.
Francisco X de O. e Silva. Nfio e necessa-
rio licenga desia Frefeilura pira o que requer o
supplicaute sendo preciso apenas fazer commu-
nicago ao scal da freguezia.
Caelano Dures F1II.0. Satis/aga a exigencia,
do Dr. Eugenheiro.
Ribeiro GuimarSes & C. -Deferido, obede-
cendo as indicagas do Dr. Engenheiro.
Octavinno Augusto de Figueiredo. Aver-
na se.
Joaquina C M. de Souza, Companhia I. e C,
de Estiva, Savenno-Marlins, Lourengo da C. Ri-
beiro Oliveira, Francisco Luiz B. de Almeida e
r. Sig suiundo A. Gongalves.Sim
Josepha A. T. de Barros, Hyppodromo do C.
Grande, Manod J- Mariins, Sevenano A. Car-
doso, Joaquim L. F. Leal, Antonio Machado, An-
tonio F. da C. Alcoforado, Maria A. S. de Mello
e Joanna I. do Sascimento.Como requer.
O porteiro,
Leopoldo Guedes Alcoforad.
- Dia 20
Antonio da Silva Couto e Manoel J. d.s San-
tos. Indeferido.
Jonquira C. Pereira, Bernardo F. dos Santos
e Abilio de Magalhaes. -Como requer.
Bazerra Cavalcante & CSatisfaga a exigen-
cia do Dr. lingenheiro.
Pulcheria I. de Araujo, Francisco Q. N. de
S uza, Flix M. de Castro e Joao de A. Caval-
cante.Deferido.
Francellina J. de S. Reis.-Diga-se a Conla-
doria.
Gustavo de S. Lopes.-Indeferido.
Secretaria da Prafeiiura Municipal do Recife
20 de Abril de 1895.
Servindo da poneiro,
Arlhur Lyra.
(ConiinuagSo)
Albn,, .fleira-Sr. p;eideole,
euveohocurapr.ro meu dever de pai: Patr^
esl filuu un. Espero o Senado nao me levar
ISSO 3 lilil.
A le cujo garrote este projecto pede, foi
em gmnde pirie, obra minha. Kao s cu cai-
laboreiua sua confeegao, mas al, depois c
Analmente adoptada, coube-me a honra de pr*
mulgal-a, como presidente do Seado aue eo-
tSo era. e pepo licenga a V. Kxc. para ozel-o)
onlinuo a ser... *-wj
^"i/0,00:1"0"0 .a rpPU'ar-me o praidmk
ngoagea
He r -cinta,
guem a dizer que tenba dado par
nnda aquella honrosa CDmmissSo
Sou um vencido, i certo, e aqu me acho come
em um pau conquistado... 'apartes/; mas a
meu protesto foi lavrado em tempo, e ficoa ar-
chivado.
Si actualmente, dirigndo-me a V Exc em
digo: Sr. prndente"; e a Va. Excs. (toltamlt-
se para o Senido digo; : Srs. senadores He
rgo senao emoregarasphrases consagradas oa
tracto parlamentar, que nao d3o nem tirara d-
reito. NJo que eu considere legitima eaaa
mesa, nem recontaeca que Vs. Excs. teahaes
direito a essas cadeiras oas quaes conseguirn
sentar-se por meio da forga. K" om tratamea-
to de mera cortezia e condecendencia
O SR. NAZAREl'H-Eniao, estamos aqui aar
mero favor de V Exc. (riso). H *^
OSR. A. MEIRA-Mas, quando a legalidad*
se restabelecer n'esta ierra, quando aqui se Ar-
mar o imperio da Iei, eu vollarei para o meo lu-
gar e Vs. Excs. para o seu.
CMSR. SENADOR-Enlo, somos senador
provnorios? frito).
O SR. A. MEIRA- Talvez era um futore
mullo prximo os fados se encar.-eg-rao de res-
ponder a V. Exc...
Dizia eu, Sr. presidente, que, tenha corlaba-
rado na confecgo da Iei que este projecto vea
garrotear, nao podara, sem ser laxado de oat
desnaturado, dexal-a em completo abandona
deixala sem defaza, quando cada voz que aoaa
se levant 1 6 para chamar pela sua condemaa-
g5o a execogo imraediata. Eu leio nos oibec
de cada um de vos o pedido, ou antes a inti-
magao que os judeus fazam ao governa loria
Juda a respeito de Jess : Urucjige eaaa,
crkifigt un.. Noto que gran le a vossa io-
pac encia em ver esta Iei revogada : e ea ve-
nho, com o meu fraco esforgo, por embarace 4
vossa impaciencia, a retardar, ao meos algoaa
rainutos, essa execugo que queris faxer aa-
raarla.
E, antea de tudo, que presa, Srs., tendea vc
na revo^ago d'nssa le r
Em quaato fr governador d'eite Estala
Sr. Barbosa Luna, taolo laz que aquella le
exisla, como qns deixc de existir. S. Exe. a
declarou qoe a man compre-, auroo-a para
lixo como urna cousa impresiavel, e lera device
at hoje como si lia nao existiese.
UMA VOZ E fez muito bem.
O SR. A. MEIRaPor coosegnioie, debis*
do poni de visla pralco, a revogagao deaaa
Iei nao se explica, urna vez que ella neokama
influencia exerce na vida poltica do Estte
neobum embiraco traz a marcha do goverao.
O SR. PEKNAMBUCO-Mas. sendo urna te
inconstitucional, nao deve continuar a flgere*
na collecgao.
O SR. A. MEIRA-Pois bem ; s o goveraa-
dor tero a faculdade de declarar qualquer M
inconstitucional e, sob esse protesta, recusir-se
a cumpril-a, intil asannos aqui a faxer (
ou revogal as. (trocam-se apartes/.
E, decendo agora a um terreno anda mate
pratteo, urna vez que nenhuma utilidade real
provem da revogagao deesa Iei, perra Iti qae
eu vos pergunte : o Sr. governador tem eaa-
penho a Taz questao pela adopcSo deste ara-
jeclo ?
Srs., nao sem motivo que eu faco esta acc-
gunia. 1 v 1
Eu comprehondo que a poltica, e sobretasa
os partidos, tem exigencias imperiosas, s qoaes
os polticos, os borneas de partido, s vezea a
coniragoslo, se curven e submelem. Eu mes-
mo nao direi. que al hoje me tenha conser-
vado superior a essas exigencias. Ple roatta
bera ser, que o Senado se ache n'essas coa>
digOes ; e par isso eu pergunto : o Sr. gover-
nador faz questo pela adoptagSo d'esle pro-
jecto ?
OS SRS. PEBN.\MBUCO E NAZARETH-
O Sr. Oovernadoi' nao tem neobum interesa:
n'islo.
ba 1
se-!be immediatamenta que a sua
intelligante se nao transvira.
O meu desejo era safar-me d'aqai,
diaia Stop para coinsigo ; mas visto como
isso nSo possivel, farei exaotamente c
que f-z meu amo.
E, chegando-se tambem janella, fez*
fogo.
Eduardo e Dieudonne seguiram o exem-
plo ; de modo aue do interior da casa
respondeu urna fuzilaria.
Entretanto as chammas do incendio
augmantavam rpidamente.
Ia-sa tornndo de inconteetavel eviden-
cia que, dentro de pouco8 minutos,-nSo
seria o bengalow mais que um vasto bra-
zsiro.
Mas entao havemos de morrer aqui ?
perguntiu Dieudonne, que, pela sua qua-
lidade de francez, se comportava valoro-
eamente na presenca do grande perigo, e
segundo a mxima verosimilhanga sem a- chausse
mnima sahida.
NSo, de certa I respondeu Jorge.
Nos vamos inlentar urna sortida, e com a
ajuda de Deas habernos de abrir caminho
por entre aquellos malvados.
Kazil recobrara os sentidos pela segun-
da vex.
Ergueu-sa um tanto, e com voz fra-
qaissima, com voz qnasi extincta, disse :
-- Meu amo...
Vivo I Ests viva 1 exclamon elle.
Estou vivo para a sua vinga^a !
bulbuciou o pequeo. Quizeram matar-
me ; desligaram-me do meu juramento I
Nao' lhes devo mais nada, j nSo ihes
pertenco, s perten;o ao mea amo. Crea
que Iba hei de revelar todos os seas se-
gredos, tornal-o-hei senhor delles.
Senhor delles repeli Jorge estu-
pefacto.
Sim, sir Jorge.
Fars isso tu ?
Creia que o farei.
E restituir-me-has mas Mary e naiac
Heva?
Juro que Lavemos de achal as. La-
vantem me, levem-me, que en os gaia-
rei...
Aonde?
Ao pagodu de Bowhanie, ao santua-
rio da deusa velada.
Vamos disse Jorge, erguendo Ka
ail nos bracos.
Depois, vulundu-se para Eduardo, pare.
Dieudonne e para Stop, accrescentou:
Fujamos Dsus ha de proteger-aea,
que agora precisamos de duas vingao-
r;as.
E ponJo-ea frente do pequeo grupo,
sahio da sala, e tomou a direcelo da as-
eada principal, que conduzia ao rez-da-
Antes de os acompanharmos na aam
fuga, ou antes retirada, parece-nos ati
explicar rpidamente certas particulari-
dades que podariam parecer obscuras ac
1 Uores.
Comprebenderam j que o rapto de Ha-
va e de Mary fora effeito dae ordena da,
princesa Djella, e qua se tinbac encarre-
gado de o ex-cutar bomens devotadoaa
ella, e escolhidos entra os matadores i*
inglezes.
Estes bomens vigiados sem qae a cas
peitassem, por Kazil, tinham investido
bengalow, cm a firme crenga da que ai
acbariam sem defensores.
(CoHlir.tM.)
%
*



Tjrp. do Diari$, ra Duque da Caxiaa, C



IKarfo de Feanambtico Domingo fcl de Abril tie'lSMK



I
;



i


OSR. A. MEIRA:Ora, grapas a Daus! \.
Excs nao sabern que ervtgo acabam de ote
prestE.r com essi. declmelo, e que peso enorne
tirarara dcima de mim.
Urna vez que o Sr. governador nao lem n-
ahura cmpentio n'este negocio, eu poderei ana-
frsal-o e discnlil-o com, ioda liberds.de, en
aquella liberlaie que al boje nao teraboiico
n'esle recinto.
O HR. NVZARETH: -V. Exc. tem tido at
liberdade de mis.
O SR. A.. MEIRA-E' certo qua eu tenho cum-
prido o raeu dever : mas sampre mais agrada-
v I saber que o cumpro agora sem ineorrer as
ros do Sr- Governador. Eu vou, pois, me apro-
t sita id estes m igros instantes de liber lade para
jjtudareslaquestao : e promello ao Senado que
esse DStulo eu ) farei fra de todo terreno poli
t co, espirando que o Senado o far ambem
assim.
Srs. a questl.o qua varaos resolvere das rntiis
graves que se |>odera agitar no Congresso d'ei.le
Lstido
Ein prlmeiro lugar, idas desautorar o Co
t*res*o passado. pussando-llie caria de...
0 SR. PERNAMBUCO -Assim au de revoj;a-
ria nunca urna le.
OSR. A. MKIRAMas o lado gra"e do acto
est ao moii! d'essa revoasgao. Nao se po t
dizer, que um Coogresso volou utna lei incons-
titucional, sera passar-lhe ar d inepto. E islo,
Srs., naociusa de nonada.
A iesmorulisagao que infligirdes ao Congrua-
so de hontera refleetiva sobra o Coogresao da
boje, porque llu onfraquecera o prjstigio do
proprio poder tegislalivo.
Rellacti, pois bem no passo que ides dar ; e eu
ouso esperar que regeitaieia este projucto, si eu
coosiiuir mostrar, que a le que queieis revo
t;ar nao enconla na constiiuigo nada que a
contrari. Eu convido especia I inenle i V. Ex<\.
Sr. 1." Secreta io, tarabem a V. Exc, Sr. 2."
:>:crtario, a qae me acorapanueis u'iste es u
lo: e espero que Vs Excs. me hypotbocaiao
seus votos contra este projeclo, si firera qu:
:io t contrario conatilutgoale que elle quer
L'evogac*
Em segundo logar, trata-se do flruaraver-
dadaira ouinua sobre uui ponKrdado da Cous-
l.ituic&o.
Mas, desde ligo o Sanado deve reciar dicile
da consideraos o de que isso j foi leito : por
e.ssa propria le qua hoja se quer revogar, eiiaa
doutnni foi iuiada.
E V. Exc, ir. Presidente, bera compreh 11
de o gravissirai inconveniente que ti ara flx ir-
ise li< je doutrina opposte A constituida >. a le
bsica do Este lo, nao pode estar assim mudan-
do de sentido, igniticando boje urna cousa e
umanha outra. Ialo iniroduzr a incerteza, a
iastabilidade, aoarebia, no ;;osso dirailo putili-
0 ccullucumal.
Easas interpreteges contra lictorias desato
ralisan o proprio poder interprtame, e...
O SR. -PERNAMdUCO Mas oinguem dase,
que 116- varaos interpretar a coosiiluiga-i.
OSR. A. MlilRv Pois digc-o eu : ero o
projeclo de V. Exc. lem oulra signiago.
O Congres o volou a dous annos una tai, af-
drniiindo que t lia nao feria un certo a determi-
nado artigo d.i conslitu gao. V:D Itoje nevos
:ongressistes, e quercm revigar es-a lei, aiir
maulo que ella contraria ao referido arlq;o.
O que islo. aen&o interpretar tsst artigo?
O SR. NAZARETHU ura aparte.
O SR. A. Mt:iRA Sr. Presidente. V Exc.
sabe que ix>r o pensamento de uma lei obscu-
ra ou duviiiosa justamente o que se chama in-
xrprttal a.
Sra., precito ter muilo cuidado cam a trina qua queris hoje eslabelecer. Antes de
volal-a, vele bein si, convuiao hoj-, ella convi-
ra ajuanhfi e s?mpre. Nao vamos faie.r urna le
de occa^io. (irocam-tt minios aparw.
Quando eu collaborei n'esta le. 11 1 ta a con-
vicco de que eslava fuzendo uma lei que servia
para toJa o qualquer occasiao. icontiiiwiii oe
ipartesi.
O SR. PRESIDENTE Attengoa discussao
aao leve ser por da ogo.
O SK. A. MElfiA S.". Presidente, fu ou
:au.iar como davo ser acreditado na ainceridu-
de CJin que valei aqualla lei
V. Exc. sabi, que eu era Presidenlj do S-ma-
do, o que quer duar, que eu era o 2." ricu-go-
veraador do Estado. Por qualquer emerger.ca
o governo do istado |iodia vir me caliir aas
mo. Por conaeguinte, si eu votei a lei do
processn d ach, poJi-se acreditar que o (mu de bo.1 l,
pois quu iiiotr.i ifflpoiv bir aob a a<*cio d'essa raesma li.
OSR. PERNA5I1 'CQ. Isso n'io lbe dava
cuidado : porqu.*, se V. Ene. (ossa jiovemilii-,
tana o congresso unnime, e nao seria proce-
sado.
OSR A MEIRA-V. Exc. nao tem razio
n'essa observajao.
Nd malo gli moblilude i'a? or,jmisac5es
partidarias de Perna:iibuco, itt Q'io poda lir a
ouio do partido republicano como uma cousa
de longa duri;ao. E o ficto ah eati : o parti-
do Ci'iidiu-se, e, envolv lo n'essa sci-ao, eu le-
ria amgos e uiiraigos no cragresso. Os corre
ligionarios de hoje de Vs. lxe. ce hoje nac os
de lioiiteiB. Eu nao saa pois & inepto, que
volas.se urna lei oprejsora do governador,
quando eu pidia, pjr qu ilquer eraersencia..
acbar-ma no exercicio l'essa cargo, coma ido
que o raeu,partido se conservara perpetuamen-
te unido.
Sr. Presidente,a esse respeito eu posso tem
basofi 1, dizer le mira o que ebeio de pobre
eiiihusiasmo i.isse do conselbeiro Sir.ivc o
mais democra.a dos^deputados bali anos.
Quaudo 9 Sr. Siraiva apreseotou o projtclo
quedepois foi a le eleilorat de 9 de Janeiro
de 1881, oSr. Zama vio tanli empioho no pre-
sidente do corlaotSM era peiar o governo, de
modo que podisse apurar a verdade as urnas,
que exftam >u : E' realmente admiravel o ho-
rnera, que, sendo o poder, quer faier uma lei
COUtra O p ider.
Pois bera, ea podia vir, quando meos o es-
perasse, a ser o governador de l'errambuco, e
volei uma lei peanlo esse governador : eu Ha
lima lei contn mira raesmo.
Por consegrante o senado pole e deve acre-
ditar que, si iissira o tiz, loi porque eslava con-
vencido de que as-iui devia ser, isio que,
quera quer que fosse o governador de Pernara-
buco, elle n.' devia con muar no ejercicio do
cargo era quanlo estuesse responleodo a pro-.
cesso.
Passemos a?ora ao exam1, constitucionil da
materia. E ea pego desculpa ao sen ido de nao
podjr produzir argumentos novos, alt-m d'aquel-
les que ja uve occasio de addusir quando pri-
meiro rae oc up'i d'esta materia.
Diz o prpjtcto aclual, que a le n 65 lleve
ser revogada, porque nco/sfifucionaJ.
Vejamos o que diz essa lei e depois procure-
mos na crasiituicao alguma cousa que es teja
cora ella era coniradigaj. A lei, qtii se juer
revogar, determina que o governador deix-
r o exercicio do cargo era quanto esliver rei-
pond:ndo a processo perante o tribunal juga-
dor
Para que esta seja taxada de iocooslilticio-
ual. preciso que a conslitaicaa di;:a o coiirt-
rio d'isso, a saber, que o governador se con-
servara 110 exeroicio do cargo durante esse
lempo/- V'jamos si ha na constitui'cSo Igu-
ma cousa n'esle sentido. Eu convido a V. Exc
( esse exame.
Era que artigo da Constituicao qu baseou y.
Exc. {voltam'o-se pan o Sr.} Pernanbueo), para
dizer que aqjella le inconstitucional ?
O SR. I'EI NAMBUCO -E' o art. "0.
O Sil. A. MElll v-Mas, o que dii; esse arti-
go ? Esse artigo diz simplesmente, qua *j go-
vernador s podem ser applicadaa as penas de
smpenso e perda do cargo. Por consegumte.
esse artigo, >m vez de ser contrario aquella lei,
justamente aquelle em que a mesma Im se
fundou. Pos se o a'tgo 70 da coist. diz, que
o governadoi- pode ser iwptnso, est de perfeito
accordo com a le n. 65 que dispOe is* mtsmo,
a iaber, que governador, durante o seu jul-
gamenlo, deixara o exercicio do iargo.
Esta vend V- Exc. que o proprio artigo in-
vocado conlia a lei aquellemesmo era que a
tei se funda
0 SR. PE,NAMBUCO -PerdSo ; mas a sus-
pensao s pide ser imposta depois do proceseo,
em viriude le entinga ; ao passo que a lei
applica a fospensao anfe isso.
O SR. A. MEIRA-Mas, onde viu y. Exc. que a
suspensfio pode ser imposta depois do pro
cesso? Onda est isso esenpto?
f-0 SR PERNAMBDCO-A suspenso urna
ena, o V Exc. sabe trae s em vrlulede
uma conderanagao pode ser imposta uma pena.
O SR. PRESIDENl'E atteogao.
O SR. A. MEIRA -Sr. Presidente, o aobre se-
nador nao lem raiao na observaco que acaba
de faaer : elle labora n'uma partaia cinfus&o
de ideiae. a para desf>zer essa coofus&o eu te-
nho neceseidade de lembrar-lhe cousas que
sao muilo conhecidas o rauito clararaenle d.ias
na nossa legislac&o.
Si se Iratasse a quem quer que oeja, a pena de suspensao,
como oulra qualquer oena, eu estara de per-
eilo accordo com S. Exc. Realmenle, cousa
rauito comesinha, e que lodos sabara, que tola
pona o resultado de um julgaraento.
Mas, eu pergunto a V. Exc, a suspensao as-
sim como a prisao, s podem ser applicad
como pena, islo depois de ura processo e em
viilude de uma condemnac&o?
V. Exc. rae permita insistir sobre este pon-
to, por rae elle o n da questao. Eu lev i o
nobre senador signatario do proj"Cto a en rin-
cheirar-se ah: cada como pena, depois do processo O senado
esia vendo, que esw o nico argumento* em
nomo do qual se pede a revogac/10 da le n. 65.
Ora,-si eu obrigar o nobre senador a confesar
que isso n&o verdade, si eu o forcar a confes-
sar qua a suspensao, n'uma bypoihese d;da,
pode ser imposta independenumente do pro.esso,
o senado cara vendo que esta projeclo nio
lera raaSo de ser, porque torreclisim a lei
que elle quer revogar.
Supponharaos, Sr. Pres dente, quo o gover-
nador de Pernambuco atacado de um accessu
da loffCura fu iosa : e assim louco furioso sae
para a ra, a atirar Dedradas n'uns, pauladas
n'ouiros, e facadas em qua'.itos encentrara no
seu caminho,
Supponha V. Exc. que n'essa or.casiao o
chafe de policia 00 seguranca publica era Per-
nambuco. O que fana V. Exc 1 Suponp'ia
que o senado esta funecionan lo, que V. Exc.
senaior e que o cueto da aeguranca publica,
consulta o senado eobre o que deve faaer.
Qual seria, n'essa conjunciura, o voto do se-
nado? Por veniura o sealo majdaria, que se
111-tau asse o processo ao ovarnador...
O SR, PEIt.NAMIia.'O-.'rocesso i
Porque crime?
O Sil. A. MEIRA -Processo, si:n : nao para a
pu:ii(,- 1 do um crime, mas para verificar si
realmente o governador est louco e deve, por
isso, jser privado do cargo. V. Exc. nao igno-
ra, que o go*ernalor perde o cargo por incapa-
eilade moral.
Mas, ia eu dizando, o governador, louco fu-
rioso, esl as ras perturbando a orde.m pu
blica e aineacando a seguranca individual: o
que deveiia fazer o chefe dj polica ? Dcveria
aguardar, que se forraasse o processo ao ,'o
vernador, com todas aquelles delongas, m in-
daodo-sa ouvil-o ; e deixal o, duraileloio ess-
lempo, praiiar toda sorie de excessos e violen-
cias de que o sau estado capaz? Pois entao,
em quanio o tribunal nao pronunciarse sobre o
caso, o governador podara, no exerclcio do car-
g/, loe ir fogo i Cidade, em que ninguera Ihe
poisa ir s raaos ?
Nao; o regolamentos de polica ah estariam
resolvando o caso. O cliefe de polica nao DO-
deria deixar de curaprir o seu dever, prndenlo
o louco e pnvando-o da liberdade, ao menos
tanto quanto bastasse para a seguranga publica e
individual.
Si nen uma voz no Senado sa leranti pira
rae conlegiar, que lodos reconhecem que ao
me 'OS n'essa iiypjlhete, o governador p de ser
suspenso d > exercicio do cargo inlepentememen-
te de processo.
OSR. I'ERN.VMBUL'O-Mas quando a sus-
pensao nao fr applicada como pena.
O SR. A. MEIRA -Peritamente V. Exc. che-
ga justamente aonde eu queria chegar, islo 6
que a suspensao ora uma pena, ora uraa sira
pies medida preventiva : no pnraeiro caso s
poda ser applicada depois de um processo, no
i
undo em qualquer estado da cans conforme a
lei o determinar.
Por co nobre senador consista era dizer, que em caso
nenbum o governador pole ser prvalo do exer-
cicio do cargo sinao depois d > ju'gara nto, e
agora reconliec in hypollieso era que ol-* po-
de sel o 1 depao lentemente de processo, e:te
projeclo deve ser rejeilado.
O SR. NAZAREl'II -E'uraa bypoihese ab-
surda. _
O SR. A. MEiaA-Absurda!. Em qoe?
Por ventu a um governador nao pole vir a per-
der o jQiau ? .Nao teulia cudalo V. Exc, que
islo n.'io se dir com o Sr. Barbosa Lim>-.-
0 SR. N iZAREl'H-Isso quanara os senil >
re-.
1 OSR. A. MEIRA-S. Exc. tem um juuo de
ago, inaccessive- a de.-arranjo .
O s;nado sabe, que a liypothnse nao gratui-
ta ; ella se pode verificar, e. urna vez verificada,
suipen le-se o governador como ura simples
acto de polica p eventiva, uraa simples medida
de seguraoga. Como, pois, diz r-se que o go-
veraa lor s pode ser su pens por a de pro-
cesso?
N'asse caso a suspensao nao uma pena ; e
a propria le n. 65 o declara.
O SR. HERCUuAN > -E porque a lei diz que
el'a nao pena, ella deixa da sel-0?
i SR. A MEIUV-Sem duvida.
0 SR. PiHNAM3U-0-Sjndo sup:nsao,
P'":>.
O SR. A. MEIRA-Dizer isso 6 dizer aberla-
menle o contrario d'aiuillo qua est escriplo
em varias passagens da nossa legislacuj.
A prisao uma p ;na ; mas esl estripto, qua
a prisao priv-miva nao um 1 pena, se do de-
pois conzputada n'esta si o accu ado vem a ser
conletnnado prisao. Uo mesmo modo a sus-
pendo oulra pena ; mas est escrlpto, que a
suspeasSo preventiva nao pena, valo depois
a se- computada ..'esta si o aecusado vera a ser
conleranado a suspensao.
Nao f na esphera penal coraraura que i-to
aa da. Na espitara adrainisiraliva nos vemos
03 depositarios dos draheires pblicos, os res-
ponaaveis directos por esses dinlieiros, como os
thesoureiros e os collectores. logo que si > adia-
dos era falta sao imraediataineute, nao s sus-
penses, mas al presos a tes de qualquar pro-
cesso.....
0 SR. PERNAMBUCO-Mas isso 6 porque a
le assim o delerminou.
O SR. A. MEIR v Da nsraa forma a le n.
65 o linha d aposto em relagao ao governad T.
O SR. PERNAMBUCO-Inconslitucionalmente.
O SR. PRESIDENTEA dis;ussa> nno pode
cont'nuar a sim. V. Exc. dinja-se Mesa
O SR. A. MURAV. Exc. conhece o regimen-
t, e sabe que posso dirigir o meu discurso
quer mesa, que ao Senado. Mas eu accedo ao
seu convite : preflroraesrao dingir-me -me ...
11 eu dizendo, Sr. presidente, qua uma mes-
ma medida pode ser applicada pelos agentes do
poder publico, e o sao p r disposicdo expressa de
nosfcas leis, ora como uma pena, ora como sira-
p es medida preventiva em bem da seguranca e
dos iaieresses da justga N'esle segundo caso
da sua propr.a natureza ser applicada logo
nos comeos do processo, ou ao menos logo de-
pois da pronuncia. E' d'esse caso qua trata a
lei n. 65 que este projeclo quer injustulliente
revogar.
Para que essa lei fosse incinslilucional, era
preciso que a constituido livesse dito que a
suspensao s poda ser applicada ao governa-
dor como peni Ora, o Senado acaba de ver,
que tal nio esl na nossa consiitugo.
O governador est subinettido a processo e
julgimento parante o poder ju(icario; e a
constitugao nem determina que elle se mante-
nha no exercicio do cargo durante esse lempo,
nem que daixe esse exercicio durante o seu
julgaraento. ;sde que a constuicao nada dis
punha sobra o caso, a lei qu 1 regulasse o pro-
cesso respectivo podia establecer livreraente
qualquer ura do3 dous sjaihemas, conforme ao
legislador pareces^e mais consentaneo com a
moral e com os interesses da juslica, e segun-
do parecesse mais conforme cora o peosamenlo
presumido do legislador constituidle. (.Vultos
apartes nlerrompem o orador).
O silencio da coostiluigao nao autorisa Vs.
Excs. a attnbuirein tal pensamento ao legisla-
dor consumite; pelo contrario, esse silencio
significa cousa muit > diversa.
Sr. Presidente, V. Exc. sabe que, quando foi
votada a constituirn de Paroimhuco, j exii-
tia a coostluico da Unido e a de mudos oulros
dos oossos Estados: e tanto n'aqueili como'
nesia est consignado este principio quer o
Presidente da Repblica, quer os g>vernadores
dos Estados, deixam o exercicio do3 seus car-
gos desde que decretada sua aecusaetto.
Esse era pois o pensamento dominante no
paiz, essa era a orentajo de lodos 03 directo-
res da poltica nos Estados. Tolos, 3em axce-
pcao, recooheciam a naeessdade de qu* os go-
vernadorss deixassera o exerci;io do cargo
rante o seu processo a julgamenio.
Ora, o legislador constiluinte do Pernambuco
nada disse sobre o caso : o qu i devenios
cluir d'ahi?
O SR. PERNAMBU O: Qua elle repudiou
essa theoria.
O SR. A. MEIRA: N5), Sr. Presidente: o
povo, em sua sabe lona intuitiva, diz : quem
cala contente. E isso raesmo principio de di-
reito: 9111 tcete, consentir videlur.
O silencio nunca foi molo de manifestarnos
a nossa reprovaj, o. nosso desaccerdo : quan-
do nos calamos, ou concrdanos, ou nos uus-
tramos indiferentes.
Desde que, sobre um poni dadora organisa-
gao social, exista um p msamento geral, uni-
forme, um 1 orientacSo dorainaute por loda par-
te ; si o legislador pernanibu: mo quizasse se
affslar d'essa modo geral de peonar, si livesse
querido adoptar para Pernambuco um rgimen
especial, nico, exc;pcional iue qeneris, certa-
ra.-nte o silencio nao lena sido o modo melhor
de fazel-o: ocaso exiga urai disposigao ex-
pressa positiva.
O silencio, pois, do hgisladnr pernambucano
no meio desse concert geral s pide significar"
que elle eslava de accordo com essa mo lo 'de
pensQr, ou, ao menos, que elle, {nlifferente so-
b"e este poni, deixou-u ao melhor estudo e
mais demorado do b gislador ordinario.
OSR. PERNAMBU O: Mis 13I0 nao pode
ser feilo por lei ordinaria.
OSR. A. MEIRA: Oque a legislatura ordi-
naria nao pode fazer, reformar a conalHuicao;
inierprelal-a, porra, pode : esta.expresso no
ar(. 3i da raesraa consliluiao, e nunca ma-
guera po em iluvida.
O Senado sabe, que uma constuico nao *
uraa obra complete, nunca o ser : lia de se re-
sentir serapre da lacunas, de duvi las o obscu-
ridades. E' entao que tem logar a funecao be-
nfica, complementar, pulidora, das legislaturas
ordinarias, suprimido essas lacunas, dissipando
essas sombras, resalvondo esais duvilas
A nossa consiiiu'co foi silenciosa sobre o
poni da saber, ai o governador deva conserva
ou lieuar o exercicio do bltgO durante o seu
processo e juicamente. A lei n. 65 veio suprir
es-a lacuna. Porque a quered hoje revogar?
Por ventura aei melhor o systliema. contrario
ao que ella adoplou ?
Eu convido o Sealo para essa exam?, anda
mesma correndo o risco de mi tornar enfalo-
nho.
Sr. Presidente, eu invoco a conscicncia do
S'-na lo para que ma respoo la : ntofflua enor-
iiiissima iramoralidad qua o governador se
aprsente peante aquelles qu- o tem de juigar
revestido do todo o prestigio qua o poler loe
da?
O SR. PERNAMBUCO-Eu pens como V.
Exc. ; e, si livasse sido legislador co.islituinte.
lena vola lo de accordo com V*. Exc.
O SR. A. MEI1A Eu recolho com muilo pra-
zar essa coniissao do V. Exc. : era prova a
reotidaa do meu proce lunuilo, quaado votei a
lei que V. Exc. hoje quer revocar.
Sr. Presdeme, o Sonado ouviu a dcclaragao
do nobra senaior signatario deste projeclo.
Elle coafessa co.niu go. qui uma immoralida-
de conservar-Si o governador no exercicio do
Cargo durante o seu processo e julgaraento.
Pois bera, si isso ura iraouralida le si
este projeclo quer estabeJecel-a entre nos, eu
nao ccrapreheudo cora) o Smaite potsa appro-
val o.
Senhores, o que este projec.o lera era vista
uma rao istruosidad*.
Em primeiro lugar, elle avilta a dignidade
do governo, c pir conseguinte a dignidade do
proprio Estado. Pois nao arraslar pala laraa
a honorabilidade do governo, a do proprio
Estado.-conseniir qu: o governador passe alter-
nadamente da cadeira da governador para o
banco dos iis, e vice-versa do banjo dos reos
para a cadeira de govirnador?
Islo, Senhores, l&o grosseiro, I5i monstruo
sameote deprimente do c racler da um povo,
que, si eslivesse express) na constiiuo, nos
devoriamos nos aprestar om reformal-a. Como,
oj?, nao estando 1330 expresso, o Senado o quer
estabeieeer, por atn >r de uma dicidosa e con-
testada constitucinilidaie ? Si o Ciso admit-
duvida, como que o Sanado quer resolver essa
duvida adoptaudo um systheina que o proprio
tutor d 1 projeclo acha nnmoral-
Desde que o caso nao i liquido, aprov -iteran,
Saaborea, essa duvida para 3tab*iecer a bdi
doutrina : e a boa lou ruta a que sa acia na
lei n. 65. Deixemos pois essa le coma est.
Sr. Presidente, V. Exc. comp-ehende a siiua-
i;ai desgranada era qua se echa um tribunal,
que tem de juigar o governaaor do Estado, o
hornera que lem em suas indos o cofre de todas
as gragas como de lo las as desgragas, Na du-
ra alternativa de sacrificaren] a jusliga ou
de se nacrificarera a si proprios essas magistra-
dos hao de araaldlgoar o legislador que Ibes
craou ao dura suag&o.
E, quando o juiz queira por si mismo ser
forie, quando era relagai su 1 pessoa alia es-
leja superior s araeagas e s dedugoes desse
governador, esse juiz nao uai enle solado
oeste mundo : elle tora um filtio, dez filhos,
duz genros, dez irmos, um mundo de entes
caros, que durante o processo e julgainanta do
governador esto sujeiios a acgaa deste, acg&o
que ple ser beneltea agracian lo, co.icadendo
favores rendosos. mas qua pode ser tambera
malfica perseguindo opriminlo, negando at
o que de jusliga.
E para que haveraos nos d} crear este sup-
plicio magistratura do Estado, approvando
este projeclo? A lei, qua bo quer revogar,
aileodeu a essas reclamos da magistratura pri-
vando o governador do poder de influir sobre
os juizes durante o seu proco so. e julgamente
Deir.eraos essa lei como esta, porqua ella i sa-
lular, raoraliaalora, garantdora da jusliga pu-
blica, protectora dos juize.
Si o que ella estatua b>ra. como confessa
o nobra senador signatario deste proiecto, e si
acabaes da vvr que ella nao ofmd a con*li-
luigSo, ser uma cousa espantosamente incora-
prehensivel qua a queiraes revogar.
Eu confio que n fareis.
aom a ffpraiao do coaferente com respailo a al- noit", por sorpreza, e cem extraordinaria furia,
liaoga com a Fra ga, e qoe aoateatava a sua ao- ti varara uraa parda enorme.
splniao sobre a vala das colonias, mas | Telexraramas de Bragaoga dizem que o re-
> ministro, nao a realizara pela que ghneite de caga lores 3, receoeo com alegra a
governiva cons aale a vootade do paiz.
con- ^* 08r:-Angosto de Castiluo fot muilo applu-
'Wc, cansando grande seosago no pahlica o
discord- (o S'. minisiro da marioha qae-, e-
kuudo o Crrelo da Manh, fala, .duendo que
ap zar de minier a saa opialo sobre as nossas
oloniaa e de que o pala nao pode com tanta
loria, eesunmete opioiio da oigo.
Dx que uo t era Mi;ambique que estamos
em perigo, mas tambem em Angola. Kara o lo
para salvar as nossas coloulaa ameagaJas, mas
resia-lhe esta dovida:
Poder isso anda consegu r-se?
Tem mandado para ia lodo o armameoto dls-
ponivei e breve l estatSo 2.000 hjmi-.ns.
Diz que nao muilo costom os Srs. min;:-
"os, ci em Porto^al, embor is?o se fag la
fra, (alarem em publico. Elle, porem, acha
iso excellenie e tanto que o esta fazendo.
NJaconcordi cora o Sr. Castilho uas illo86.!S
aue o diatiDclo omcial lera sobre Fraoga...
O governo den permusao para qie os fraa-
cezes leriio.- Ju-atitea camoaoba deMidagagcar
sejaai traalos no boa.iital de M>>gTibique.
O encoor ig-ido Vasco oa Gima* Ir a
Ktel por occasio da iaau^uracao do Canal do
Bltico.
Cbegou a Lisboa a D\ Miguel Moraita
iilu-:tre republicano beapaubol e profesa.r :a
uoiversidaue de Miaii.
O emiaeote cuad&o autor de urnas cartee
polticas qoe flzeram sensagia e p las qaaes foi
cbmado a processo peraate o cooaelho de guer-
ra, o que evitou pela fua.
MiaUtro do Ii;e-|or Sr. Franco Caatello
ftraneo, recosoo, como improprio, o prole te do
municipio do Porto contra as reformas adminis-
trativas.
O programo oS:ial das fancgo>a e cari-
moniai offielaes qae lera logar ea Llaioa do
ala 13 a 30 de Jaubi prximo, em honrado
. raade ib.amalurgo po.-iu uez, com approv-igao
e S. E. o Sr. cirleil pat-iarcbi Je Lisboa, e a
segutnie :
N> dia 13-Peste na Real Cu de Sinto A".-
touio, p*e elida de treaaa, pela Cmara Kuji
cipal d- Lisboa.
Na tarde eVete da ve:i3 ar- e-ba a procissio
le Corpus Ch ti, que saairi da SS Pat iar-
chal, a gulaco o lavo de Santo Aa o;do, ras
da Magdaleni, a'l-tei. Airea, praja de D. Pe-
d ', A-jgu-ta e ua Coa : Patriaren!.
N;8 liai M,A9^9 A.'* 4 hora da tard,
truno soleraaecOiTexposigao do Smtisii.no Sa-
c-iraeuto e serme; oaa tres Igrejis : Rjal Casa
d SiUto Antonio. S patriarcas! e S. Vante de
Pa.
Na da JO Gomaauaba geral nat mesmai
r*tf[re]3*.
Na di* 22 -A's 8 bo-as da noli. Ve-piras e
Hall oes 8oieTin'S. en S Vicente da Fra, ofli-
ciaola o Exm. Sf. 'irleal Paina^cna.
Na di 23-A's 12 hons, Mtssa Poatllical, sen-
io c-lebaoie *.* E. o Sr. Cardeal Patriarcha ,
Panegj.-lco do Sia'.o, e Hada a missa, bsagio
papa*.
A raosica pira a misa foi expresameite
:omposia pelo maeslro panujuet Cailas Aisl-
pbo Sauvloet.
as d.a 23. 26, 27 e 28-Na templo de S. Vi-
eeoie de Fra, coogresso Caibolieo laieraacio-
al, cujos programan e regulamiato seria op-
oor'ooamente pualicados p-'la commifsia cen-
tral do mesmo con^resaa.
No da 33, as 4 oras da tarde Solemno pro-
nissao, que sabira ao templo te S. Vicente de
Fra e seguir 00 sea Itineraria as roa de S.
Viceate, Sania Ma iatn, Iafan e D. Haorlioe
Sauta Lilia ; ltr<03 la S e Santo Antonio ;
ru-s da M.gialeaa, d'E!-Rel. Aarea, Praga de
D. Pei'o (lado occideotal), Avenida da Liberda-
:e, la-go da AaoancUia, ra deS.no A nao,
fra* e D. Pedro (lado orleotalj, roas Augum
e o* Concigao, re;olhendo S Patnarchal,
onde eet c-ntaio um solemne cT-0 um.
Quato aos festejos e mio'estages de re*o-
sijo, 00 mesmo periodo, naveri te accordo cam
j progra cu di grande C)^.misia Central de
L sboa os tSituiotea actaa :
Grande corte] > em homenagem a Salto Ante-
ara compoato de caroi tnampbaes alle Vitludes, Sueacias. Bellas Aries. Exarcito, Ma
rnbi. Cilonis. Inpreusa, Commerclo, Indus-
tria Aincollu-8, Pas:a, eic. 01 carros serio
aco'opaohados par msicas e por perioaageos a
pee a c.viila, ea cosiumes e com esteodartes
a eiuadoa.
Cortejo flivial no T o. Ni caes da Santa
Apolonia, no oirgantim real, comaounda por
um sequilo de numsosas bir:os emnanlera
ios sera embarcada a magem de Santa Aa-
'00 o.
O corte] i segair at ao caes da Rocbi de
Conle de Oatloa. d'onie a imagen te-i conlu-
nda procissunsimsa'.e i,Tfja de S. Francisco
de Paula.
Este cortejo c.mmemoa qoe Saato Antonio
emoarcou pa'a a Afrtea en Sm-a Apotema, e
aue oa terreuos onle ce acna ereiia a Igreja de
S. F aacls;oda Pao a faaiam pa-te da propie-
dada dos paes de Sinio Antan o, onde o Santo
passou a.saa macilade at ao anuo de 1210.
Grande arraial ao T rreiro do Pago, o mona-
mei.li, o arco e tolos os eliH-os em voita da
prag serao b-ilbinemeate decorados e illami-
na ios a varias cOrea, ben como o centro da
praga destiaadi a pb tirmoaics', esiudaaunas,
co-os e outros diveit meatos populares.
Darante a naite. Oj milagres de Santo Aa-
tomo, vistaso qualroi, de teaianao e a altara
de poda.-eo ser vistos de todos os pontea da
paca. aj.eoQ'538 debalO?, P'0jesgo8 de las
elctrica, f ig -a de artiualo e fantes laminosas.
itrate in'-8rnaciaaal (jom premloi) Pa a
este cerlamm, eoa a obsequiosa direcgio da
Keal Assaciaga Nval de Liaaoa, ser^o convi
dalos a caacorrer os CiaOs navaes e oa proprie-
(anos dos barcos de recreio nacioaaos e estrau-
EXTERIOR
EUROl* *
Portafiil
A conferencia do S*. Augusto
de CaBtilbo, a declaragaa do mi-
nistro da marinQa e a aenaagao
prodasida.Oeacouragaio Vas
co da Gama em Kiel O Dr. Mt
gu-l Morana em Lisboa A re-
casa do min stro do interior em
receber o protesto do Porto con-
tra ..a reforo:aa almiaistrali'aa
Programm.s religioso e oivii
do VII centenarios de Santo An-
tonioNaticuts africanas e o re-
giment de cagatores 3 Cente-
nario de D. (aaldim PaesMag
nanimidade ca raiona 0. Mara
PiaPiobeiro CagaaCommia-
eao de iaspecgao de aarvtoos de
admlo8ir toagao da pregaNoticias da Por-
to.
Es'.eve concorrldissima a conferencia realzada
no da i* da correte pelo S-. Angosto de Cas-
tllbo, na Sicledadede Gejg-aahia, aob a presi-
dencia do Sr. C'naelheiro ?errelra do Amiral.
A vaste sala eslava repleta da ofBci es de mi'
e trra e de muitoa.cu'iosos qae am ojvt a au-
torizada palavra do coaferente.
Tambem asastl-am a conferencia de officiaes
ne cagalares 3, qie parten breiemeate para
Lou*engo Marques.
O Sr. \ogusto de Castilha comegon a saa t-
rela demonstrando o prestigio dos portugaezes
na frica e cita factos naecdotas cariosas a
respeiiolle algans d Viles, como Pal va Raposo,
etc. ; fes ver o qae era o Gangoobana e como
elle se perverlra e o immec lato castigo a appli
car-lue ; a desegual Jade como sao pagos 03 of-
Sciaea oitr^marlnoa em relagio aos expedido-
uinoa ; a neceajiala de nes alHarmoa com ou-
tras oagOea pan a p-osperUade daa colaniaa, e
(ermiooa diseoio que a hI inga de Fu oca com
ralagao ';proviacia de Mozambique parecer de
lo 10 o pon.ouiil.
O Sr. m'.n stroda mariohi, qae entreu nc -
nsl da conf.-rencla, diste <|ue nia concordaTa
geiros.
Feaia veneziana no Tejo Illominigao as
duas ma'fcen do rio e nasembircagjs ie
reaatasFcgis de ariiflcos oaciooaes e eslraa
Corridas de toarosNa prag d'Alga, corri-
da antiga po'tuguea, organteada e geae-osa-
mente of/ere:lla pela Real Clab Taaromacbico
Porioguez. Na praga do Cimpo Peqoeno extraor-
dinaria corrida, em qos tomarao parte on dos
memores espadas e os principies civalleiroa e
banda'ilbiras portugueses.
Eaoectaaulo de gtla no theilro D. Ame la
com a oratoria mgica em 3 aclos Milagres de
Sinto Antonio, original de Jos Mana Bras
Mitins. ._, _
DiverSo gynoaatica e acrobtica palo Real
Cluo Gvnnaatico.
B.Ualua daa fiares na Aveniia.
2Fe8ta da mfiooia, iaanuragao do Asylo. Offi-
na de Sinlo Aalouio (10 bairro Anirade). Es
tibele:imento pra manutengo e ensina de O-
licioa a creaogis pobres. Nesse da sera ofTere-
cida ama refelgao 4s creaagas doa afylos de
Lisboa e distribu io prenios as qae mais se le-
uham distinguido pela eui applioagaiao l aaa-
ibo a estulo. ,
Ftsia de trabildo, delicada clase operara.
Inaaguragao da villa Santo Airante (alteada en-
tre a Junquelra e Sinto Amaro), vaitisiioio esti-
belecimeato maaUdu para fornecer a operarios
aiojamaata bjgienico, baobos, bou ^astelo,
vestuario e disira:gOes morallsaloraa por pregoa
rafimo- e, quando aoentea, eolermaria, medico e
botica gratuitamente. Coacarso com p-emioa
entre pb.larmonicas naclonaea. Iilumiuagoea,
faueirae, balOes e graades fagos de artittcio
por coacurso com premios eoire pyrotecbaicos
portogoexes. marcha auxflimbeaux.
Corridas de veloelpedes.
Som-8 de Santo Antonio.
Da 13 < 30 uqQo : Circalago doa saltes pas-
tees Auto nanos de 5, 10, i5, 20, 23' 50, 75, 80.
100, ISO, 210. 300, 500 e lODO e dos bilbeles
poaiaes de 10 ris.
Expoaigaa de arte sacra ornamental.
Hyrauo marcha de Santo AoIodj expresas-
mente eoaapos'o para o Centenario, msica do
maestro Augusto Machado, leltra do Exm. Sr.
O. JjSo da Cmara.
S lio annunuio, madalbas cammemorativas,
imaiteui pbolograpbiat, albuas, programmas.
fjuias il!u.Hrada3 e outras publtcagOas relativas
lebragaa do Ceotenirio de Santo Antouio.
Noticias viu Isa de Loaoda dizem que os
Indgenas eaireuam o sitio da Loorenga Marques
o que esi causando grande pnico, e jft se tem
mfarmagoes a respeito do combate de Mu reque-
na, que (oi Bangaloaleato, honrando 0 valor e
disciplina dos soldados portugueses.
Os cafres que atacaram o acampamento de
orCem de marebar para Loarengo M*rqaes.
O coomand?ote, commo^ldo, loavoa a attitale
do reg meato.
Este aiei aqoa'tellado, e qae deve reader aa
torgas qae partera para Lauraogo Marques ao
lia 15 da crreme, dev chegar a Lisboa a cada
momento, inda aquartellar-ae oa Cordoaria at a
partida.
A a-zar do pais, no diier do nobre ministro
da minara, nao poder com lantes elariis, ah
foi exhumada mata ama, qae a 13 de Outubro
aera manifestada solemnemente.
E' o es:.
Devido i iniciativa do d3tincto estocante da
escola medica-cirurgica de Liar 1 e no:so ami-
go o Sr. Vieira Gaimarea, dis o Joraal do
Commerio, a cidade deTbomar, u'oade o n^a-
so a do natural, vae erigir una estatua co
tuadudor u'aquella cida-le. D. Guildim -'aes.
A primeira ped'a para eaae maoamenta ser
laogada no da 13 de Outub-o prximo, comme-
uoraido o 7 cernen irlo do 1 lure gil mast-e
daordem los Tenplanos.
A iniciativa do Sr Vieira Gcimaraes o5o t
foi aoolbida com enlaasiaamo por aqaella cda le,
mas lamben peloa seus conterrneos residales
em Lisboa.
A estatu ser erigida na Prag% qae vae sof-
frer importantes melharamentos.
Na da i cnezaram algooaas pragas doen es
io co'po expelictoaano da f .Des>as fallecen o sargento Silva no da se-
gatuie, miniando a rainna O. Mana Pia collo-
car orna coroa na caixo do tinada.
O c ira-nao I n lano e oS^iaes de esgadorea 2.
regiment a que perteocii o desventurado, fci
io pago da Ajada agradecer a noaroaa e tojaoe
otT'Vta a aogista 8enho-a.
Saa mageaude info-raou-so entao das circiro
stanclas di viava e orphao do mallogrado mili
t-r, e, iaben o que eram precarias, eaviou n
Miz a qonila de 45/000 para aa itesp-na do
luto e arbltrou-lhe a mesada de 9000.
Os o5ciae8 d*cagidores 2 es.So pos'ute03 do
malor recoQbeBento para com eoa magestade.
que S'.Ivu da mi-e-ia urna pobre mclber e orna
pobre creanga, viuva e urp^ao de um sargento
do sea regiment.
Oie Deas ab-ogoe a m'goan'mi pr!a:eza,
enjo nialena mais respleudente fei.o das la-
gr Nidia 3 o conselbeiro Pinheiro Cbiga:
apreseotou conderarel meiha*a em sen estado
de aude.
Cierra mesma o saa espirito a faoscionar
com a verve qoe ln habitual e pr.gn a
qual temoi algomaa bai caeraas de bumoar,
e h O Ilustre enfermo dis.e hoatem a om -os
3-os amuo8 :
Ah I ainla nao fui d'esta vez para o barril do
liso!
Eila noticia dea-a o Jaraal do Comnercio.
que ana edicgio de 7 ja desloou d'aqaelU fi-
ga-v espaaog, e consiioo estas pa'uvraa
subre o e tido real ea'.o do lllaslrado ea-
fermo.
E-pera-se de momento a moxenta o Ma
dse nace, p -ia talas a- esperaogas eat&a per
di las, e se considera cono uma miravilha,
uma da 8 teacn e do canoho, a odt-a d; reais-
leacia do enfermo, o proloogamento d'esta pe-
1. si existoncia-
S.ia m-ge-tade e'-rei foi bontem a caaa du
$t, Piuhei o C la as, inf r mir-se pessoalmentu
do seu estcdi.
OS-. Piahelro Cbagas vinba pedmlo Desde
dlaa ao sea medico e .migo o Sr. Dr. Souza Ma--
tina le dissesee, ao ceno, o 8-a estado, u' il-
lustre c mica, claro, occoltiva-lba o sen mal,
traoqailliaaada-o simoUnla para isso a rratur
naturaiiiaie. intem, oorm, unto insisti o
enfermo com a s u me lioo, qae este, sem, com-
10I0. quer por palavras, quer par gestea, lbe
deraoosirar a gratidale ao sea esudo, lbe
di se :
Se qaeres faze- algama dispasigOes, faz.
qae ea nao vejo nisso neoham incoaveniente.
O Sr. Plaheiro lihagis p-r-cebec tudo e agra-
decen, com am sotiso, o carraoso cuidado
com qae o sea amiKO procarava esconder-loe a
verdaue. E iradtedlataraeale minloa chamar o
Sr. ministro do reino.
O Sr. conselhet o-JoSoT.-itica nio se fez es-
perar. Plab>-iro Coagas acolbeu o com a ma s
agralecidffibilidade, e, tonanio-lhe as mos,
diaae-ltu
Morro pobre ; pego-ihe qne p.-oteja 01 meas
lllhns e nne os recomatenle a el-rei.
O i'. Jlo Pranco, muilo conmovido nSo ob-
8(aute os esforcos que fasia para se mostrar ue-
reno, responden, apenando nervoaamente as
maos do enfermo.
Va ex gera o sea estado, Cbagas, mas
nio a cooHanga em mim.
E nao se tronca nem mais ama palavra, se-
guinio se na silencio de lagrimas rep-ezas e de
sologos reprimidos.
O S'. mioislro da raarloba nomeou uma
commiasao comporta de am ofclil do extreito
e de diversos fun-c ona-ios ctvia para inspec-
cionar os servigoa da administragio militar,
obraa piolicis, aduaneiras e de faxends as
p.ojiactes ultrama'ioas da frica Occidental.
E-ti cjnmissa deve lerminar os seus traba-
Ibas na praso de eta meses e os inspectores
fancclonam ia ependeatemente ans dos outros,
podeodo, con'alo, reaalr-ae em caaselba quan-
do qoalqa r d'ellea o reqoisite.
Principalmeate a inapeegao p'la provincia de
Angola, passando em t-ega'.da a S. Taim e Prin-
cipe, Cibo Verde e Gaio.
Tem por Hm esta com 1 isao, dado o pauco
regalar estado da almtoistragao oltamarina,
nao s qaaoto exe ago das leis mss (ambem
quanlo so que respeite arrecadar.io dos ren-
dimentos pblicos e considerado qoe qualquar
medida le fomento poasa prodasir os seui na-
turaea effd.toa -en oa seus com -elenlea auxilia-
re, tem pir Bm esta commlssio, vinbamoa di
ze 'do, p o as reformas e re oodeisgfias qae
jul/ue convenientes para o Qn deaejado, taal o
de maioorar a nossa aimioiatraglo colonial, que
bem o precisa.
A iasialens do invern est preocenpan-
da s^nameote, po*que se as ebuvas coatinuar
rem, j o&o baveri tempo para faser aa eenen-
tel-as de trigo e tadoa oa trabilbos agrcolas
flea-aa retardad de maneira qae a perspe-
ctiva das colheitai e cada ves] mais d.saleni--
do'a.
O commerclo resente-se j d'este principio de
crise. porque os fornecina-otes para as provin-
cias vao dimiiuinda com perais'.eacia, e alm
d'ibso, o a -rvigo de cobraogas ac:u-a a existen-
cia de lif&cu'dales latentes.
Os negocios da p-agi tambem nao estio bona,
poia que onde polenam ter de*eavolvimento ei-
to leloztd .a a p-oporgSes miolmas.
As exportages para as nossaa colonias, que
coas ti tuero o principal negocio da praga. decli-
na 31.de dia para da, porque o movimeoto com-
tne'clat dos portes de Agala n&o tem correi-
panaida s esperangaa dos que canuavam nos
seus su'cessivos progressos.
0 periodo maja asado da crise do commercio
de Angola eat< pisado, e estemos cortos que,
se uouver sollcitude da parte do governo da me-
tropole em remodelar o systema fiscal, para nao
tuve- as desigoal'ales de rgimen aiuinetro'
qse ludo se restabeiecer de modo a recuperar
as correntes de negocios do interior qae esto
p-ocuraolo o alto Congo pelas vantagees com
que all se fazem as permutas.
Na costa oriente) o negocia con a metropole
e-.t. por asaim di-er, perdido, porque as coc-
ce;-es de grande tratos de te renos que pos
solamos nana enorme extens&o na costa j fo-
rano t-ansferidos a 12 compaobias ioglezaa, com
as qaaes, por este meto indirecto, (oi aug en-
tela a espbera de influencia de Cbarterad
Company. sem van ro, e s como beneficio para os particulares qae
consegoiram alcangar os diplomas das canee: -
sOes pelo aforamento dos terrenos.
Por este orocessos vamos alienando ludo,
mas o pelor qoe da nossa propria incuria e
inepcia adminislrativa, podero surgir enbara-
goa, por deapertarem rivalidades entre as na0 u
colniaes, qae tambem qaereu aprovettar oeata
partilh.
J com a concoso dos terrenos entre a costa
e ligo Nyatai, aa chancellaras teem lldo tra-
bamos e bom ser qaa as complicagoes, a qoe
se aliadlo, sejam prumptameote aanidaa.
A Connanha da Mioa de S. Domingo9 Ma-
100 & Ba-ry Limited* distrlbue agora o dividen-
do da 4 1|2 scbllioba por cada aegio de Iba. 4
spesar do ultimo prego do cobre e da balsa par.
centai;em metalli qo^ conten es minv.o; qie
esta emprtsa explora.
B' a nica mraa de robe do nosso paii fu
lem dad exceilentes resulte los, sen;o I ',% %
qoe aprsenla mais Insignificante prepo gao de
metal as massas cuprferas de eos laiteos.
Con meinolo de boa aimnistrigSo, o tenaciaa-
de lulo se confegae, e se escs no-mas 'osasSB
seguidas pelas eompaoh; s oselooa^s qaa ex-
ploraran m.nas na* nosso puz, de ceno qae os
desengaos 0S0 aeriam la ei leales e rs-
doso.
O qae au^cedeu can a mina de S. D ojiofor,
parece qae se vai repetir com o g'apo ;e ioa-
impo'taates minas do conelno de Bar'aa:j#,
parque est senda o'giais 'o em Landres asi
syod cato pira explorar estas m n =3 qaaet
ain de porsuireo nqvdwnMM ra ne-io de co-
bre, monteen ouro em qai.tila e davras asre-
ciavel, circatnstaada -ata que rana asnegocla-
g'8 mais viaveis em viata di bo a colmasen'o
qae preaeolemea'.e se faz as empreaaa aun-
leraa.
us ne.o:ios 00 me-cado de cano os hiran
um poa-.o oa moniteoia eaq-ie eaineraa da-
rante (res semanas pelo mo tvo de hive- la-
mas aecessidades a preetiri", pira eoie-tars
de aaqae a 90 las -oOe Liuirea, qae se entt-
ti'am no comega do anno.
Aa le r.a a 90 das sobre Londres qu eala-
vam estacionarias no oracsi ie 42 1,4 ci-giao
a ter comprador a 42 1,16 >. pir* o cOe ae M
procos regularam n-i->s aegnin ea :
Lmdr.s-42 |I6 a 41 7,-.
Parla-679 a 682.
HimbU'ga-ni 2*) a lt2
Nolic as do Po.'to :
Ser b'evemeute insla'lada ni Pi-.o oni
compaabia com o cao la! da 120:00/2 pira a
coot'ocglo de nn caminno de ferro de rfj re-
dazidt, entre V.leoja e Mon'ao, e que m.ia '.ar-
de -era p-oicriia io al M i.zgo.
A nova linha frrea ti cara abrte 4 cir ul>aO
no prazo de seis meses.
Ten 10 si 10 aon -ciada o o mee \zt rep-
bllcaoo nesia c.dade, agente de pslica ccsari-
receram r. una e rro>Ciram deaerdest,
effacta>ado se v-^as prOes.
Chegon, assnmiodo tepa o eommao Jo da
iofantaria 19, o S-. ca-onel Vivalio.
Foram mandadas rec10 aos o-pos r gsiar-
ciga do Po-ti toda as praga cm Muaes ten-
do ]i recolhido a iufan ana 9 o oaa 20 e lana*.
-- A Pfov ncia rrfere que aa -e limagoe
npres?niada3 a comra'?t6-s do rccenseaoaeato
poltico to cuperiorea a aoia mil e qae 6 dos
reperalcanos sao mais ce mil <-e r- Um 1 '-
A:resc-n a qae fd'a tsmoem ap-esentada avsa
recl.rxag.i ie lindo a ex la'o de 373 acoses
inscriptas na fm^o^zia de aVatj li -. rase, q:a
re-peciivo ahbide, atieste ni se em tea paro-
cbianoa.
Reuni se o C-n:rc Ei'ito-a1 P-oj- ii.ate,
prtUiia pela Sr. 01 v-rira Mont-iro qie aba
a seu lado o 8-. conse hatro Crrela de Raro e
Francisco Jo.- de A *ujo, acuando-sa a ala ebeia
de gente.
O S-. Oivelra Mnletro disse qu? aq .cmclos
e mala manife3l?t.Ce3 da cullua.i Ibeal r.aia
maia llnnaii dado qae (.bascos e vaiaa ir .;*;
ao cartilo p'Ogresaista, e per iso qie outro era
o cimtnho a segair. ?cre3cen'2Uli bjm *'.uaio-
dO-16 a caara rnuoicipai para irata- ui re'or-
ma admintalr*ilva, ped.a a tolos oa co-el;fto-
a rios qaecompn- gira al i no da da rejaio,
para dar (org re-olu;5e, qus all -.e safas-
rem.
!); aran mais t.' tilo ama ciafereicii c
o 8'. Loclioo de Cast-o o ajqsd ln- 113 *r. qae
o partida oro;r sust* tima on'i*gaa de seguir
o camraho pa-a o te o inpellian, fastanlo-se
cotr pie ament do papel de comparsa -jne al
gora tem repr.ealada ; e por fin pedio a aoiao
le lodo.
Foi dalo om voto de coafliog i comaateaio
execntiva. Ullaodo aiada outro ioiiid.us, to-
dos em apoio tas i lea' expeod das peto Sr. p-e-
aideotM, e erguju 10 se vivas 4 patria, luerJa-
de, a Gomes da Silva e Elaardo A breo
Cbegaram de Lyou t-es m-dalnas de broc-
ze com os reapestiio* diplomas aasaM M ?.c8
Oombeiros portaens ; nmi de t nsJa ai com-
maadaQia Gu.tee-me F-roandes, out-a a s b^m-
aei-os muni:ipats, outra aos voiooianos.
Para o empresa no b'srileiro fo* a 50b-
senpios en todo o paii ecca do 2,50) ca os
de ria.
Conven dizer qae este d nheira oa ?aa; do
paiz, pois oa qaasi tota Mate de ia:l;doos
qo-i teen capitaea no B: .1 '.
Sao uestitoidos de fcida r111 oa tra'os
ala-m nteiqoe teen crrllo aobre a alle^ia
da ordem poblic.
O qoe boove foi apenas a Iraaaawcla de a>
guis sargentea di infau-aria 6, por motloa dis-
ciplina*?.
CHRONOLOGIA
" BBB lKttl
COLLECCIONADAS POR
Mclchisedcch de Albuqaerque
Lima
Dia SI
1648 -Uma partida de hallanJez>s marcha
sobre Olinda e della apodera-se, expeliindo nma
peiiuena guarn,5o que all se achava- i.VUl-
epti. de 22 de Abril).
DiatS
1631-tiahem do Recife com o deslino de
apoderar-se de llamirac 11 navios balavos sob
as ordena do tenente coronel Callentis.
IJate olllcial depois de chegar a Itamarac re-
couheceu lodo o terreno ao redor da villa da
Cooceigo e nao querendo travar combates le-
va atou um forte na entrada da barra a que cha-
mou Orante e ahi deixando o capitao polaco
Artichofaky com 33 i bomens volteu para o Re-
cita
1648-Sabenlo-se no Arrayal da taala
de 01 inda, enviou o general Barretto o capitao
Bras de Barros para a retomar. (Vid. Epb. de
23 de Abril).
aEVISTA diaria
Senado de Pernambaeo-EnTcctuaa-
se hontem a 16" 3esso ordinaria sob a presi-
dencia do Exm. Sr. Dr. Francisco Teixera
de S. _
Eativeram presentes os Srs Ba o da Saza-
ret.li, Albino Miira, Salazar Mo3Coso, Herculano
Bc.ndeira, Albino Silva, Regueira Coste, Ermi-
rio Ccutinho, Teixeira de so, Constancio Poo-
tuil, Antonio Pernambuco -J^duardo de Oli-
Foi lida, sendo approvada sem debate a acto
da sesao antecedente.
0 Sr. Io secretario procedeu a letlura do se-
giiinte espel ente : .___*.
Uraa petigo de D. Mana Aula de Jess Cam-
D.llo professora jubilada, requereodo melbara
na pensao de sua apasentadoria.A 3* com-
Outra de Jos Luis Salgada Accio'y, archivis-
ta aposentado do Tbesouro do lisiado, requeren-
do raelhora idntica.A' 3* commissao.
Passa-se ao expediente do Sr. Z' secretario.
Sao li ios dou pareceres sob ns. 18 e 19, da
5* c imraisso, o primelro re.tig ndo o projecto
n. 6 d'este anno (relmenlo do Senado) e o se-
gundo o projecto di Senado n. 5. tambem d'este
auno (nstruc;o primaria estadoal).
A requerimanlo do Sr. Herculaao Ba.ndeiri,
fc o pirecer n. 18 disprasado da impressao, e
submellido discusso foi apprevado s*m de-
bite, dando-se o me mo com o de n. 19, dls-
p rasado da impressao a requerlmeoto do Sr.
Regoeira Costa.
Nao i avendo quem quizesse ulilisarse da pa-
k.vra na ora do expedieote, passou-se ordem
da dia.
Foram approvados sem debate em diacaa-
sio os projeato8 na. 7 e 8, indo commissao
para redigil-os, este sobre anonimato da m-
pransa e aquelle sobre o eacudo que deve ser-
vir de sello do Estado.
Enlrou em 1- diecoseSo o projecto a. 9 da^
V
N

\



y

**
*" SS'K
Diarlo de P^rmnabofo Dominga Ae Abril dv l%&
3
B!
atine
(auxilio kii'iBu), sendo npprovalo *-
pois ue oraram os Srs. Eduardo da OMTaira,
que ieqa;reu e pb-ete que o reh.rWo projaeto
foasc Ha prejuizo ca i- dlscui-uo ret
4' ciiiraiao, Her ulano Rande.ra, Bario da
Nazc ret,, Ermino C lutinho e Amonio Per.iam-
Tda mah haven lo a tratar o Sr presii'ente
leva.ou a tesa&o. dando a guinte o.-dera
do di : 1' discuasao do3 projectos 11
dVi: auno, discuaafco ^9P*r"e^.13,eJl'ml
diacms&o do pr )e*o n. 3 a irabalhoa da 3om-
^C.Smara do Deputado Effec uou-
80 bi.lem, a hora -egiiueaitl, a searta or
Binaria aob a prwid.*nciado Exm. Sr. Dr. Jo-
s Mi'C-hno da Rosa e Silva, tendo compareci-
do'ca 8rs. Affons'de Barro', Leopol lo Lina
Pere ra Tejo, Jos Miircelino, Belitioldo Galvao,
Gasear P "rea, ElpidiD Figueirelo, PmlHro Ra-
mos -tfaujo LiuW, Cliso de Souza, Molla Silvei-
Aroriario MiranhS), Pereira da Silva, Gon-
calves da Rocha, Jeito Antero, Joaquun Gui-
ma-aes e Bianor de lledoiros.
Poi lida e approvada sum debate a act da
sjsso antecedente.
0 Sr. Io secretario proceileu a leitura do se-
guidle expediente: ..... ,.
Peiic&o do bac?ard Apjlmano A. Meira Hin-
tUnaS secreta io di inspactoria geral de hy
giene d'ele Balado, requ?rendo augmenta de
v n imentos.A' coinmisso de orgameo o.
Fj iiloeaporovaUo seni debate o pareci-
da coiimisso de coown e de-pezas, sob o n. 9,
co c na lo pela apiirovac/o do projecto a. 3 do
corrente auno. ,
Foi lido, ap liado e julgado objec'.o de delioe-
raca.i indo a imprimir o aeguinte project> :
N >: \ re entado pelos Srs Pereira da^Sd-
Ti. lic-tholdo Galvao e Araujo Lima, aulonsaa-
> o "ovi mador do Estado a despender at a
quam i de 15:0Mb 03 com a emstruegao de
UJia cadeiaaa villa de Canrotinho.
Pasji-se a ordem do dia.
S-mdo subniellido -.., volacao o projecto n. i
Sr. Elpi'tio requ*n-u que
No acto da sabida sao dispensa los ax- cia, s 11 horas da raanha d; h m cma respei- Bolf.tlni raetereologico
sebre peso salvo se o fiscal entender fa-. tav.'ljnatrona D. Mara de Paula Lepes. ^grut.Term eenti- Batwnetio Tensan do
| 3.
times
alo por suspelas de fraude ou se ass.ra en
tander o dono da raercadora.
4.' Ao dono da raercadora ser permttido
tirar amostras, com licenca do fiscal do eolre-
posto oa su a presenca, correlo por conta do
mearao doio tolas as despeas de abertura de
volumes, arruraaco e outras semelbantes, de
accordo com o art. 225 la cuada con sol iacSo.
Klelyo Federal-Por decreto d boje
f )i designado o dia 20 de Maio vindouro para
tor lugar a eleicao de um deputado Cmara
Fe Je ral pelo 4 dislricto deste Estado, eni sub-
stituirlo ao Dr. Autonio Goncalre Ferreira,
n meado Minisiro e Secretario de Estado da
Justiga e Nko".os do Interior.
Sera eflT<*!(< -O Secretario da Justlga, Ne
gocios Interiores e Instruego Publica por por-
tara de hornera datada considerou sem cffito
de 21 de Margo ultimo era virtude da qoal foi
removido o hachare! Odilon Nstor de Barros
Ribeiro. promotor publico do municipio de S.
Jjs do Egypto para o 'te Altinho, prevalecen lo
a portara de 15 da Outubro do anno passado
qae o nomeou para o referido municipio de S.
Jos do Egypto.
Secretaria da rustica Foi ante-inn-
t^ra expedido qacslura policial o seguinte
offl'tio :
D:ractoria da Justiga. -2.' Sccgao.- Sacr
laria da Justiga Negocios Interiores e Instrucgao
Publica do Estado de l'ernambueo. Em 19 de
Abril de 1895. Sr. Dr. Qu>'stor Policial interino.
- AttenJendo no qus represenlou o Prafeito do
municipio de Nazarelh, em olficio de 10 do cor-
rente, recommeodo que providenciis no senti-
do de seguir pira Vicencia a Iisposigao do de-
le ;a lo d'aq-ielle municipio, urna forga de dez
pragaa do 3." batalhao de infantera estadoal.
Dessa ratnha deliberacao deveis dar sciencia ao
referido ilelegado. -Saude e frateraidade. Ju-
liO de Mello Filho. .
> l'iefeitura do Municipio de Nazareth E:n 10
di Abril de 1895. Eira- Sr. Governador. No
ex tinco municipio de Vicencia, ann>'xa a ette,
do c lente aun \ o _....... ----------r._ _. ------------,---------------------
fo s Dita f ila anuu lmente, o que sendo con- nej!9 u'tim is lempos tera o crinu all algado o
cedido pe a casa, nrocedeu-se i chamada,ras- ,;0,,o de u^na manera, sempre ascendente os as-
pan le lo -ira os Srs. AfFjn o de Barros, Lio-! si tsin-itoa .os roub >s, os espajparaenlos, cada
pido Lina, Pereira IVj i,^ B;rtholdo i&al"ao, |,, i(> r#produzem o ludo de vi do a irapuniade
Guipar Peres, Elpidio d Figuefre o, Pinhei o
Ramoi, Araujo Lima, Cel o de Smza, Molla sil-
veira Pereira da Si va, Gongalves da Rocha,
Jonqun ouimarae< e Bianor de Medeiroa. e
ai o -r. Apolinario laaraanaa
Poi dispensado o intersticio a requerais uto
doSr. Pereira-Teja
Em seguida foi stbmeltida a volaga: u.aa
emenla a este projcrle, sendo rejeitala.
Sul) nelli ios anda ;. volago 09 projec OS )13.
23 22 2 do correutfl anno, foram approvados.
Poi em segunda d scusso approvada una
emenda apreaentada ao proj COmmissaitO de Kedacc;ao.
Proi edn io-se igualmente a vetagao dos pro-
iectos ns. 11 e do c "renle anno, forain ap-
provados, aque le em 2.* discussao, e este em
lo: itibin-ttido a 1.' disru-isao o projecto n.
2 sen -lo approvada sen debate.
F0R1U lid is e approvados sem debate os Bo-
suint :i parecer s :
N ll-Dacomnalsao de Rodacgo dando a
do'projicto n.21 do ti93.
N 13 Da coramisso de petiges opinando
pelo incefenmento da de Manoel Alves da Fcn-
Beca e oulros. ...
NeU-Ua commissio de Instrucgao Publica
concluiddo pelj indeleriineut > da pctigao lo
profeso Delinirio S-rgio de Parias. Hada
nnis havendo a tratar o Sr. Presidente levanta
n EOSS 1 les R ando a seguinte orden: do di 1 :
l.'pa't., 3* discussu do projecto n 21 el.'
do de ri. .6. ...
.' p.r e, 3.' discusio do projecto n. 4 e 1.
do de h. 43.
Para publicar -Da Secretaria do Go-
verno renulteraBi-nos '
. Secean n.-Consulado Reral do lrazil Li-
verpool 29 ls Margo de L895.
Sr Dr Governador. Cumprerme levar ao
vosso Miiheciinento que hoje legaliset o mari-
fe^lo o vapor SAolAr, relativo as seguintis
mercadonas : Carrega lores Try-Miers & C re-
cebedor.s A. de Carvalho k U marca l-Oo.
numera 18J0 mercaderas. 1 caixa coDtendo
cartucln vasios e saceos. Esse vapor seaur
viagem deste porto para o dessa cidade. Sau-
de e Ir.ternidade.-NV.iliam Over PaWkM),
vire-coii'Ul encarregaJo do consulado geril.
Ao Sr. Governadui ^0 Estado de Pe.nambuco
Dir<'iitos de exportaba-Atlendeoco
repreai-nugao feta ae Exra. Sr. Dr. Oovernu-
dor do Kate-lO por ali?uns negociantes desla
oraca us pondraces leitas pola Directora da
Aiociatto Commercial Agr cola, na conferen-
cia que t:ve com o mesmo Exm. Governador e
s coBkleratoes cxposlas pelo Dr. Inspector
da Alfandeji.^m oflicio ; loram pelo Dr Secre-
tario da Fazenda e por acto de hontem datado,
modilicadaa de accorJo com aa bases aprese;-
tadas pelo referido Dr. Inspector, alguma dis-
posices do Regularoen .0 de 9 de Fevere.ro u -
timo e que sao as segui ites :
Art 2' Urna vez formulado o despiche e pa-
gos os respetivos dirrftw, > se oonredera
tranafenncia de um pa>a outro navio, si o pr -
meiro nio tiverrecebidJ volume algum desse
deoichj. No caso contrario o exportador re
querer resluijao dos direitos relativos a
mercader.a nao embarcada e formulara novo
despacho, que em nada ficara dependente do
pedido di! reslituigao, a qual se far m mlegrum
dentro de 4S horas, qu.lquer quj seja o lempa
em que enha sido feto o despacho prirailivc,
dentro do txercicio. .
Art. 9.' Formulado o ieapaclio, a Idicione-s;
o seauiite: ,,,
4 Depoia do despacho livre receber ni
mesa do registro o numero e a ola de leengo.
nao ser Jistriboi lo, acra Ur sido previamente-
averbado 110 entrepo.-to, se f.r de mercadona
que tenio all entrado, toaba sab do para se
ben'f.c la nos termos lo art. 15 3.
Art J4 Ficam n'esla data creadas entrepos-
los em numero de um i tres, sob a denoinin-i
rao de -'Ent.-eposios lisla.luaes", aos quaes
devem iior recomidas, smente, as mercadona"
que leudo vindo de ou'.ros latados, lenbam
e 's-r exportadas peb porto doRecife.com
isenco J: direito* de eiportagSo estad >al me-
danle lespacho proceisado nos termos dan
presentes Instrucgoos, exceptuadas aquella*
uSo des jacho se effeciuar por baldeagao, as-
lim como as mercadorias que enlrarem nesle
tiorto em vapores que o50 tenham tocado-
n'outro porto deste E tado, bem como aa que,
yin lo en: ou Iras emba -cales, forera acompa-
nhadas de guias da Alfande^a do Estado ex-
portador,
Ari. 10. R colinda
Cione-se o aeguinte :
s 3- .Mediante dclangao por escripto, fet;
or scu dono ao Fiscal do entreposto, de iue
rer retir ir sua mercadoiia para bent-lieal-a.
O Fiscal Ungar na t;ma da Alfandega a ver-
ba de ihida.eo Administrador do atrenoslo
laara l"ual verba no livro de entradas e sa
hilas na ?asa da- observages refereoUs gum
em queitao. devendo o Fiscal no mesmo di;
dar contecimeuio Alfandega para se fazeren.
b< devida) notas no res| ecvo livro.
>.rl 1 i Pelas mercaduras etc.
s 2 Retnbnigao tilu'o de bragagem pelas
despezat de embarque, desembarque, no caes
do Entre poste-, conducho e arrumagao, e pelas
de b-nelicio, se esto se realisar, calculada esta
re-tbuigio nos tcrraoi do art. G03 da Hv
Consoldcao das lea das Alfandega3 com a.'
modifica'i5es da lei ciluda, ficando emretantc
aalvo ao Adminlslrado.- proceder de accorde
com o art. 238 8 1/ da Sova Consolidago, sto
, redunr sua tabella leudo era vista seus jb
tresses e os do comrcer;io.
Art. 21. Tudas as fiortas do Entreposto
etc. .
8 2 "O adm'inislador do entreposto respon-
de pelas Qiercadorlas qu<' receber era sua guar-
da, em luoiero, quanlidade, p'SO, medida e
qualidad, e pelo contiudo dos volnmes que
foiem etiionliados com indicios de arromba-
mento devendo para ente fin, na occasiao de
seu r'ecebim-nlo, acondeionai-os de modo qu
previna a appangao de tues ind.cios, de accordo
com o r. 227 da Nova Consolidagao-
Art. 2. Al o oitavo, itc.
g 2. Todas as sobras varreiuras e ruis re-
aiduoa qae fiquem no armaium e pessara ter
preco no commercio ser; o vendidos pelo admi-
nistrador em beneficio do ionio escolar, salvo
ge seus lgilimos donoi as procurarera e fize-
rem retirar nj ajelo da sabida d* auasinirca-
dorias.
Art. 2-1 .No aclo de ser recalluda...le.
mercadoria etc. (addi-
pelo desrespeo a lei e atrouxanvnlo ao pnn-
cipio de autor.dade. Este municipio mantera
urna torca de 30 pragas inclusive sargento e cor-
neta ; esia forga fraccionada em pequeos des-
tacamentos de 2 e 3 pragaa em 6 pov >ados qje
ten) o municipio e que sao Vicencia, Anglicas,
Alhanga, Alagoa Seca, Traeunhaem e Carpina,
e a isposigo dos respectivos jU'zps distnctaes
existino sempre na cidade de 12 a 15 pragas
para fazerem a guarda da cideia e policiam nti
da cidade.
Anata fraciouada a forga existem em Vicen-
cia 3 pragas, as quaes em flns de Dezerabro pro-
x m 1 passado, foram all desacatadas por ca-
pareas, que all ha em abun lancia, protegidos
por ra indes, que artnor'e dispostos se adiara a
desrespeitar a aulori l.iles, tratara de desmora
lisera furga publica, que assm fraccionada e
sem disciplina se deixa desmoralizar, e a auto-
ridide local, n5oquerendo pir sua vez compro-
meter-*; vai cot entinto.
No domingo 7 do crreme, aquellas 3 pragas
ron lando aquella villa pr.-nd run a um inlivi
do, que erabriafeadj e aosgritis offendia a
moral publica e quan-lo o conduziam para o xa-
rfrez, pra no si-guinte dia o apres-ralarem ao
jui< il'.siriclil, furain aurpreiiendidos pelo pro-
prii'tario. d'aquell 1 individuo de nome Manoel
Cassiano acompanhado de oulros, que tomando
o preso Joa sol lados o puzeram em liberd ide
e aineag.indo as p"agas, que tiverara de correr
espivoridas e talvez ate apandadas ; fctos deala
ordom cam all impunes.
N sias conligOes o desrespeo e a anarchia
all imDra crescendo all o ncleo de raalfeiti
rps, que comraettem os crimes de que lem sido
iheilro aquelle extincto municipio, digno de
inel rar sorte. Mmdei substituir aquellas pragis
por outras: mas islo nao basta, nao passo ainda
dr r a V. Exc quaes as providencias, qua a
autendade local a respeito tomou. De vendo
ser -pprimidos semelhantes abusos entend di-
risir-me a V Exc pedindo que mandi para
all destacar urna forga da 10 pragas de polica
restibelecer o impo lo da lei e limito inelhor
seria se o coraraandante d'essa forga fosse e seja
capaz d vir investido no cargo de subdelegado,
que sendo extranh 1 a*, pendencias dos raandes
possa fazer justiga, que o que muito precisa
aqu-lle extracto municipio que bem se pode-con-
siderar fra da lei. Saude e fratern iade. Ao
Exm. Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, M.
D. Governador do Estado de Pernambuco O
sub-nrefeito em exTcicio -Dominga Jos da
Cust-i Braga.
Tclcgrasnaaa OIBeial -Manos 13 le
Abril, va Belera -Governador Recife.
Sau do-roa.
Reina completa paz em todo O Bslaio.
Em grade reuniode eleitores foi eieito defl-
niti\aoieote o direciorio do partido republicano
federal, e ficou composto : **
Senador Machado, presidente ; Dr. Alvares
Pereira, vice-presidente ; capitao Amorim Fi-
puerio, capiao-tenente Serejo, majorios Soa-
res, Dr. Mello Rezende e Dr. Regalado, membros.
Missa do 9 dia-Teve hontem logar na
igreja do convento do ''armo, a missa do 7o dia
de fallecimento do capitao Alexo Rodrigues da
Moora.
Foi ura acto tri3temenle solemne, a qu; maior
relevo dava a concurrencia de amigos do finado
e de sen irmao o Sr. coronel Joao Rodrigues
de Moura, que por essa o:casiao tuve prova
man festa da sj-mpa bia e consideragao de que
gosa, vendo-so cercado de amigos que corapar-
iiao do seu pezar, e iao levar urna prece pela
alma do querido exlinclo.
Sport Hontem veio lume o 1' numero
desse jorr.al de publicagOes beb lomadaria, coja
raisso e servir aos inleresses reaes do turf per-
nambueano.
. E'um jornal de cuja fala resentia-se al ; e
assim vera elle preenclier a lacuna, sendo para
desojar que nao lenha vida transitoria, antes a
prolongue para desenvolvimento do seu pro-
gramla.
Saudamos o seu apparecimento.
Athcneu Musical Pernauabucano.
Esa atciedade que de Iao bons crditos ja
gosa enlre nos. devidos aos incansaveis eafor-
gos das seus directores, vai dar, para solemol-
sar a inauguragao de sua uova sede social, ura
sarc no da 27 do correnK
A aova sede, informara-nos, esl preparada
com randa apuro e cortamente vai marear a
sua nova pbas por ventura mais propicia e
raais bnlhanle para os destinos do Atheneu Mu-
sical que assim val observando, dia a dia, rea-
usadas as suas aspiragas, approximando-se dos
nobres tins que risa.
Por todos esses motivos, de esperar que a 1
festa do Atheneu revista grande animagao e]
brilhantisrao.
Fazendo laes votos, pela nossa parte agrade-
cemos penhorado o amavel convite que nos foi
enderegado para a raesraa fesla.
Movidades Iiltaerarlas -A Noticia
d a seguinle local :
B. Lopes e Alves de Farlas escrevem aetual-
meute um originalssimo acto, todo era verso,
de conlecgao exquisita e de motivo sacro, des-
tinado a inaugurar o genero theatro livre entre
nos
Em um dos tres quadros do acto, o publico
assistir conflssao das prracipaes individuali-
dades caractersticas de urna socedade moderna
desde titular exclusivista e elegante ao raise-
ravel destinado ao marmore dos oecroleriog e
4 cora rasa dos Indigentes, desle a molher
obscura, mi herona, prostrada pelo trabalho,
resignada e soffredora na vida, & crianga in-
consc.ente ainda.
c Todas essas creaturas typicas de um meio
desfilaro aos olhos dos espectadores, no inte-
rior singelo e repousaote de uraa capella e aos
ps de um confessor drio em versos fluenle,
de metro e feitura alaptareia educago e
organisagao psychologica de cada urna, as po-
driuOes e os receos as no.brezas e as villanas,
u'uma serie de revelag6ea"verdade;ramente emo-
cionantes. ...
. O acto terminar pela conduegao do naneo
a ura moribundo.
A mise-en-acene do ultimo quadro devs
ser lixuosa e de effelto sumptuoso, se forera
obaervndaa as prescripges dos auctores.
E provave que nos pnmeiros das de Maio
B. Loaes e Alves de Farias, procedam para ar-
tistas e jofnalisias i leitura d'ease cento scenico
e vertial em verso.
FallecimentoFallecen a antigos nade
cinaeiitos que a muito, Ihe miuavam a existen.
A finada que contava a avangada daj^e de 73
ancos era doUda de boas qualidades raoraes
que a tornavara uraa srahora dislincta o que
Ibe grangearam extensas syrapathiis.
Espirito reteraperado para as adversidades
da sorte, soffren-io muito moga rinda o golpe
da viuvez, souba reagr c ntra os soffriraenlos
atim de educar uraa grande familia nos saos
principios da verdadeira moral.
D'aqui enviamos psames a sui familia, es-
pecialisando o Sr. Dr: M. Slqueira, seu digno
genro.
O enterramenlo ser boje pelas 9 horas da
raanha, havendo carros ra 15 do Noverabro
disposigao u'aquelles qus quizarem acorapa-
nbar sua ultima morada.
Tribunal do Jury do Recife Sob
a presidencia do Dr. aoao Alvares Pereira de
Lyra, jui de direilo do 2'dstriclo criminal,
deve ser aberla araanlia a 2' sessdo ordna-ia,
para a qual estao sorteados os .juridos segin-
tea:
Freguezia do Incite
Joaquim Marilns Pessa.
laelano Jos Gongalvee Fontes.
Joaquim Juvencio Gomes dos Santos.
Henriqaa de Hollan la Bastos.
Josa Thiago dos Santos.
Jos Antonio Moreira.
Jos Vicente Ferreira da Silva Jnior.
Felino Dunstano Farrelra Coelh;.
Ismael F'rancisco de Barros.
Eduardo Guilherme da Silva Tavires.
Santo Antonio
Dr. Jos Marcelino Rosa e Silvi.
Alberto So Ir da Motta.
Alfredo Valente Gongalves Dias.
Alfredo Augusto de Castro Monteito.
Auguslo Leovigildo Coelho.
Antonio Jos Palmeira Rarao3
Antonio Firraino das Mercs Prot3.
Anioaio Gomes de S.
S. Jos
Olympo de Souza Gnlvbo.
Amonio Moraes Ferreira dos Sanios.
Joaquim Eug-nio Codecera.
Joaquim Jos de Oliveira.
Antonio Araerico Ribeiro Carvalhc.
Constantino Veira de Lima.
Feliciano Adolpho Monteiro.
Francisco Emiliano Ribeiro dos Santos.
Ernoalo Xavier dos Santos.
Alfredo Soares Azevedo.
Custodio Alvaro Teixeira.
A fugados
Augusto Xavier Carneiro da Cunhs.
Iziioro Theodulo de Mallos Ferreira.
Jos Antonio Pinto.
Manoel Gomes Leal.
Jos. E'eulerio Borges Ucda.
Jos Firmuo Alvares Quintal.
Pogo
Antonio Felizardo de Andiade.
Gremio Litterarlo Victoriano Pa-
lharen -Reune-se hoje em sesso ordinaria,
fjU'cionanlo com o numero de socios que com-
pa ecerem.
Unan Tf piisrapliiea E' hoje qn
dovj se reunir era sesso ordinaria pta soce-
dade funecionando era seguida exlraordnaria-
mente o concedi de delegado para approvaijSo
de socios.
rerlodicos Esto publicados:
O n. 17, anno II, d'A niao orgao da classe
typographica ;
O n. tSt da Lanterna Mgica, folia humo-
ristica.
Agradecidos peas visitas.
Espectculo Em beneficio da Sncedade
Rioecenle da Eslrada de Ferro do Recife a
Caxang lem logar troje um espectculo no
Theatro Santa Isabel.
Havera gran le oovertura pela orch'stra que
ser regida pelo raaest o Sinido, sendo levado
i secna o drama em tros actos, denominado O
F irgado de liotanv Bay\~fcctiando o espect-
culo a comedia Lurjaiqua clioa, Lucas que
ri.
epoisdo espectculo bavera bonds para to-
das as linhas e trena para Apipucos e Dous Ir-
maja, voltando pelo ArraVal.
Casamento civil -O escrivao dos casn-
raentos qua funeciona nos d strictos do Recife,
Santo Antonio, S. Jo- o Afogados, affixou na
repartigao do registro dos casamentos ra do
Imperador n. 75 Io andar edital de proclama de
casamento dos segaintes contrllenles :
a* poblicagao
Floriano Jos Benedicto-, reaideute no Muni-
cipio de JaboalSo, cora'Marianna Pereira de
Jess, residente na freguezia de S. Jos, sol-
anos e naturaes deste Estado.
O Escrivao de ornamentos da Boa Vista.
Graga, Pogo e Varzea affixou na repart ao de
registro a ra do Imperador n. 41, l.* andar
e litaes de proclamas dos seguintes contrllen-
les:
Segunda publioagao
Bacharel Ricirdo Bruraoaiia Monteiro, com
D. Francisca de Paula-Licerda de Alraeida re-
sidente na freguezia da-Graga seiteiro3-
Eugenio Alves de Mifidenca com D. Mara
Carolina de Mello, soleiros reeidents na fre-
guezia da Boa-Vista. : .
Pr.meira publicagao
Dr. Arthur da Silva Reao, residente? em Ta-
quaretinga, cora D. Anna Furtalo de Meodonga
residentes na fregue/ia da Graga solleiros.
Bacharel Raymundo Gongalves da Cunha e
Silva, c m D. Eillier Carneiro da CunbaGama,
solleiros. residentes na fVguiia do Pogo da
Panilla.
QTfldv
' 6 ra- 2-,,-r,
,9 27,8
*12 28. 9
3 t. 2J, 2
6 . 23\5
flumi-
dade-
83
84
78
(a (y>> vapor
758,-82 20,78
759 -04 23,39
756-78 22 77
754-81 23,13
757,-61 23,41
f-pperatura mnima 23 25 Thermometro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 31,00 Ennegrecido
55, 8 -Prateado 42, 8
vaporagao em zi horas ao sol 7 7 i som
bra 2,-5.
Chuva nulla.
Direcgan do vonto :-E de meia noite at 1
hora e 40 rainu!o< da raanha ; NE al 2 hora ;
e 17 minutos NNW al 2 horas e 31 ramutosa
XW al 7 horas e 59 minutos; \VS\V at 10 h:-
e 2 minutos; SSE al 0 huras e 2 i raiuulos na
tarde SE e ESE alternados al 7 horas e 21
minutos ; E e ESE alternados al meia noule.
Velocidade media do vento 3,-11 porjw-
gundo.
Nebulosidad; media 0,37.
l'olelira do Porto
Pra-raarou Dias Horas Allora
baixa-raar
B. M. 19 de Abril 6 h. 00 n. da m. 0-95
P. M. de 12 n. 10 ni. da t. 1*85
f=aagiros-Saludos para o sul no va-
por nacional Alagoa :
Carlos Sc*ber. Dr. Jos Pedro C. da Cunha
l'illio, J".s E. Nisclraento, Wilhelme Gllde-
raesler, Ria Bernardoni, ir. Alfredo de A.
Gara Dr. Bonifacio de A. F. Rocha sua senho-
ra e 4 filhos, Irma Rila Borges, Manoel Ciu<,
Casimiro C. Augusto, S. W. Blormkist A. W.
Olsen, Dr. I.uiz A. de Souza e sua senliora, Dr.
Gisuino A. do Andrade, Henrinue. C. da Cosa,
Alexandre H Ribeiro, Tenente-Coronel Trajano
A. C. Mendong Majar Antonio S. D. V. di Fon-
tour-a. os alleroi Sebasliao B. de Carvallio, Ju-
lio Simpaio, Joo *. de Oliveir.i, Francisco S
Moreira, KrancUco M. Rabello, Po A. da Sil*,
B"iuao C, ranco, Oljsses S. de Freilas, Joio
B. Rusas, Justino A. Silveira, Antonio Jos Ru-
g r, Heor'q-je R. C mpos, Jub.il P.C. Alb.qu: -
que, Joio M. Parara, Antonio A. B. Lene o Mu-
deso Rurino de Moraes e 1 irmao, l cadete, 1
alumno, 12 pragas, 1 uiullier e 1 menor, Alfredo
3. Njgueira, Antonia O. de M. Carlo-o 4 fllhos
e 3 criada?, Alvaro C. Maia e sua senliora, Jos
Joaquim Lima Beiro, Umbelina Birgas, Ma-
noel T. de Souza sua senhora e 1 flihi, A[iollo-
nio N. Corr.-ia, Jos Ara, Jos K lela*, Manoel
Joaquim Fernandos, Miguel P. Cbamea, Eduardo
Lima, R. Gonzales, Miguel Gomes, Francisco C.
de Albuquerque, Gaudencio J de Barros, Ma-
nmd A. de Mallos, Antonio J. da Silva, Jos D.
Wanlerley, Jos Abrigo, Pedro B. dos Sautos
a Afilio S Ivera
Ctiegados do sul no vapor nacianal Jabea-
Ido :
Joaquim Filgueiras, Elrairo Michado, Ger-
mano Vieiru da Silva. \V. Brown, Carlos Stri-
ber, Domingas Mara dos R)ts, Adelaida Mara
de J."8u<, Miria Rila, Francellina M. da Concei-
gao e M.irllia Thereza de Jess.
- Sabidos para o norte do vapor nacional
EspirUo-Sautj :
Jos Lopes de Mendonga. Dr. Arthur de Oli-
veira, Francisco Epiphanio, An'omo Pinto G. de
Paiva, Jos Moreira Lima, Eduardo A. de O.i-
veira, Dr, H. Miva sua senliora l lilha e 3 cria-
das Genoveva da Conc-igao, Jos J. Marques
Jnior, Alexindrina L. Cordeiro, Elizeu Ce/.ar,
Antonio Das, Ago^iinho Barros, Antonio de
O. Bastos,, Leonard Hesier. Manoel Alciar, Jos
Mancio e Amancia do^ S ratos, Eunco Gibrielo
e Luigi Farzlano, Jos Romero S. Pereira sua
senliora 1 tilho e 1 criada, 12 pragas, 2 raullu-
res e 2 lilhos, Joaquim C. B. Pinte, Joo Santos,
Mana Carolina dos Sintos e Jos Carlos de
Souza.
de Don Quizte. Os irmaesinhoa e a irqia mais
velha. 0 anjo da guara O chap) preto. o
bora irmSo. Estevao Murillo. Tbiago o De.
queno saboiano. O Pollo do Norte. O gato da
avosinha. 0 ultimo oouto de Perrault, Os
caes sabios. Os cavados sabio?. Historia
78 J8* e brincadeiras. Meninos e meninas'
78 Historias e aventuras, Grande alphabelo re-
creativo. A pata das ovos de ouro: A cala
borralhein. A bella adormecida. 0 novo
Uuiier. O Aladino. A capa vermelha de Rosa.
Aventuras de Robinson. Cousa m riia
bem aproveitado. A justiga. Manoel Esteves
rabisca paredes. Georgina e sua boneca. Os
desastres de Mauricio Antonio Mangos sem-
pre ein balangos. Passeios de Paulo ao ca 1 -
po. Os divertosnos do inferno. Jos The-
raudo trepa ludo. Mara Rosa leimsa. Os
dous priminhis na praia de banhos. Os brln-
quedos da Avosinha. Al hcoei do Avosinho.
anea era casa de raeu lio Parbolas. Os qua-
dmpedes Historia da Jos. Historia de Da-
vid. A fera da Belcm, As pequeas indus-
inaea. Urnas bellas feras. Brincadeiras de
meninas. No Campo. Aventuras do Sr.
Anacleto. Entretimentos infantis. O circo
imbuante. As rainuas b incadeiras. A hora
do recreia Brincadeiras de rapazas \ vida
110 Campo. Novas aventuras do Sr Adelo.
Macacos e caes sabios.
Jie$Oa de 200 reis 2#000
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
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SOUZA PAZ & C.
81 r.'JA DO IMPERADOR81
'-'ompra e vende livros noroa e dsados
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niovii .des Novidades !
Assis Brazil -Democracia
vo, do voto e do rnodo de votar, 1
broch ."i-vi'"
Historia do general Osorio, 1
broc.
Ferreira da Rosa -Elementos de ana-
ivse orlhographica, 1 vol.
LIVROS RtCEMCHEGADOS
representali-
grosso vol.
vol.
Hospital Pedro IIO moviraento desse
estabelecimento cargo da -anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 19 de Abril, foi o se
guite: .
Entraram .... 15
Sahiram..... 14
Falleceram .... 2
Bxistem..... 759
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinhos ealrou aa 6 3,4 da ma-
nlia e sahio s 8.
Dr. Malaquias, entrou s 11 da nunha e sa-
hio s 12 3'4
Dr. Uerardo, entrou s 111 4 da manh e sabio
s 12 3/4.
Dr. Arnobio Marques entrou s 10 da ma-
ob e sahio s 12 31
Di. Lopes Pessoa, entrou s 10 di manb
e sahio s 111|4.
Dr. Vieirada Cunha, entrou a 101/4 da ma-
to e sahio s 12 3/4.
Dr. Bastos de liveira. entrou :i 7 da
na tha e sauio s 7 1/2
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 l, '. da ma-
nh e sahiu s 113/&.
Dr. Nunea Coimbra, entrou a 10 1 I da ma-
nh e sabio s 10 3/4.
Pharmaceutico, entrou s 9 14 da manh e
s
as
t. Ajudante do pharmaceutico, etdrou
8 da manh e aahio s>4 3/4 da tarde.
1* Ajudante do pharmaceutico entrou
7 3/4 da manh e sahio s 4 3.4 da tarde.
ssistente, entrou s 9 da manb e sahio
s 91/2
Hatadouro Publico-Foram abatidas
no Mala luuro Publico da Cabanga 135 rezes
para o consumo publico de boje.
Casa de Deteaeao Movimeites dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 19 de Abril de 1895
Existiara
Entraram.
Sabiram
Existera .
A saber:
Naclonaeb.
.Mulheres .
Estranaeiios
Mulher. -
Tolal .
Arragoados
Bons .
Doentea .
Loncos. .
Loucas. .
479
9
6
Isi
442
10
30
O
*48
425
405
17
3
0
I25
Total.......
Movimento da enfermara:
Tiverara baixa :
Dionisio Fernandos da Silva.
Antonio Ferreira da Silva (soldado).
Teve alta:
Avelina Jfcria da Conceig'io.
conamissao do Me Ihoranaeiito do
Porto do Heife-Recife, 19 de Abril de
1895.
Mehodi) da alfaiate, theoriria e pra-
tica, 2 vols. broc.
QHoraclo de CarvalhoO chromo, es-
tudo de temperamentos, 1 vol.
Encyclopedia o riso e a gallio-
f*, livro pa-a fazer rr, 2 vols.
Rocha-Memorias de Judas, 1 vol. ene.
QViveiro de CastroNova escola penal,
1 vol. broc.
Vivciro de Castro-Eosaios jurdicos,
1 vol. broc.
N Nerdau Comedia do sentimentalismo
1 vol. broc
BucknerO homem conforme a scicncia,
1 vol, broc.
\ inliola brazUeiro, livro iadispansa-
vel ao artistas, 1 vol. broc.
Austtet-Historia natural popular, 2 vols.
ricos ene.
fiOrudor familiar, brindes e discursos, 1
vol. ene.
Manual do padeiro, regris para o fa-
brico do pa-a, 1 vol.
Manual do pintor, livro que habilita
qualquer pes-a a pi tar, 1 vol.
Manual do fogueteiro, com este li-
vro praiicamente te fabrica fegos, 1 vol.
Manual da parteira, todas as regraa e
cuidados, 1 rol broc.
Langrgard -Diccionario de medicina, 3
vola. ene.
Medicina cazelra ou a cura por meio
das ervas, 1 vol
Hetliodo de violo iodependente de
raestre, 1 vol, broc.
Dr. Mello Moraes Guie pralica de me-
dicina horaeopalhica, 1 vol.
As mil e nina noites, 1 vol. rica retrae
ene. e Ilustrado.
D. Quixote de la Macacha, 1 vol. rica-
mente ene e Ilustrado.
V. de Crvallio = :scripluragai mercan-
til, ultima ede, 1 vol.
V. de Carvalho -Correspondencia com-
mercia1, i vol. ene.
Riba3 Acges pracesaionaes, 1 vol. ene.
Dr. Urias Revolugo de lo de Novera-
bro, livro que expe com clareza e imparciall,
dade to'as as peripecias daquelh movimento
illusirado de multascslarapis, 1 vol. ene.
Diiceira brazileira, arte de fazer toda
qualidade de aoce, 1 vcl.
Mttr-Fragmentes de philosophia, 1 vol.
bree.
Hago -Historia de Napoleio, 2 vols. ene.
Tobl*s arreato-Menores e loucos.
Estu los allemes. Esludos de direito Phi-
osophia e Critica. Discursos. Dias e Nou-
tes.
Rodolpho-Solphejo. vol. ene.
Cantor de modiuhas, recitativos, lun-
dus, etc, 1 vol.
LanggardArte obsttrica, theoria e pra-
lica, 1 vol. ene.
cordeiro-Manual pratico da medicina
veterinaria, 1 vol.
ordelro0 medico dos pobres, 1 vol.
nc. .
Rodrigues -Extracto abreviado da .arte
obstetricia, 1 vol. ene.
Dr. Urias A doenga e o remedio moles-
tia das mullieres, 1 vol.
Ur. Joan de Sant'.lnna-Manual das
ioveos maes, 1 vol. ene.
Mrquez de Marica -Mximas e pen-
samentos, 1 vol. ene.
Manual do grallinheiro ou tratado
completo sobre todas as aves domesticas.
Manual do destilador ou a destilago
completa, 1 vol.
Perrelra-NogOes da vida pralica, livro
de leitura para as escolas e de conhecimantos
uteis para o povo, 1 vol. ene
Odiscijulo Parisiense-Collecgo de
12 cadernos de diferentes modellM para dese-
nbo, aova edc.
Historias para menoos
Joo Patusco. Joanna Patusca. Historia das
seis meninas. Perigo da Infancia, Historia
Prado Psraambucano
Hoje r jalisa o prado do Lucca a aua
1-3* corrida.
O programma e a ii/scripcSo, que
acham-se em outra columna dea te Diario,
aq ex:ellante&.
D'ahi p'e prever-se que ser urna
agradavel divertao a corrida de hoje, nao
Ihe de vendo por isso faltar a concurren-
cia dos amadores.
PALPITES
cSo estes os nossoa prognosticos :
Io pareoTaiicier ood-Jlorninir
Enireb. B
2
blin
3'
delle.
4'
pareo BathoryTalispher Dn-
pareo-Tudo- Furioso Hiron-
Mascotte Con-
pardo-Galette
quistador,
5. pareo-Garimpeiro Malango
Dubrin. b
6. par.oNababoAventureiroFe-
niano.
7. pareo Diverdo Ideal Seu-
bem.
iNoicAcis mm
Ocrallsas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 i." andar. Re/.ide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
Qr. Barreto Sampaio, occulista, d
JDsullas de 1 s 4 horas do primeiro
ludar fia roa do Baro da Victoria n.
disidencia a ra Hospicio a. *6.
TeJonhooe n.'3J5.
Dragis aa
GuimarOes Braga C. Depsitos
J Drogas e producios chimicos, espe
ciahdades Ptiurriiaceulicas, medinaoieD'
los hjinaopatieos e titilas, leos, piu>
ceis etc., ele. Ra do iarquoz de Od
ia r, 60.
hara Sorinko & C, droguistas por
atacado, ra do Mrquez de Obuda o. 41.
5. P. Braga Giiimares Agencia de
illas as especialidades pharmaceucas,
lialo, drogas, produelos chimicos e ou-
lros medicamentos homoopalhicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
flBU4OEri PEDIDO
prego de suas assignaturas e publicacSes.
O ultimo foi feito quando a alta attingio
ao triplo do que 86 achavam em tempos
saudosos; todos 03 gneros, e foi com moi-
ta desprDporcao para a classe, deade que
o operario vendo d'aquella data por di-
ante, o caf comprado por 600 e 700 ria
o kilo, elevar-sa para 1J800 e mais ; o
phosphoro de 20 para 0 ri.s a caixa ; a
carne de xarque de 32) e 36) pa a 900
1S200; a farinha de 280 par.- \% e ac-
tualmente a 18400 et:., descortinando-ae-
ihe aasim o quadro da miseria e augmen-
tando o d asabor ao lar, fez um augmeo
to para 500, quando devia ser para ..
1*050.
Isto fez, eu creio. por sua inlole, por
no Ihe convir reagijas, nem tormentos, e
dever dar exemplo de cordura s demiis
classes ; ella atienden tambera as cundi-
eses difficeis das fypograptiaa entre n,
(e em que hoje 1 ao se achara), e sacrifi-
ecu aasim parte dos seus interesse em
attenco a estas difcuMades. A:n la as-
sim, encontrou relutanci. d parte de al-
guna proprietarios, achou em aua frente
u n argu nento errado de que ao typogra-
pho era .fcil tazar 8$ KO e 10S000 e que
aendo hbil e gil fazia 2003 J00 nunsaes,
e mais.
Este argumento s poda servir e pode
aos que nao ent&ndem de typographia ;
porque para o typigrapho fai=r lOJOOQ
ao preo de 500 ra. faz-se preciso levan-
tar 160 Lnhas (trabalho de 12 boraa.) na
largura e typo apresentados no !. artigo,
a 605 rs. 37yiiuhaa em trabalho tam-
bem forondo de 8 horas, nao icluinlo as
que gasts. em a distribuicio de lettras.
Mesmo a 800 ra. elle nao pode f zer....
10O00 01 mesmo os 2)08000 e mais
meDsae., porque neaessariy levantar 284
linhas e isto nao oramum as typogra*
pliiaa do Estado, e trabalho forjado.
Nenhuu capaz de aflirmar sem faltar
a verdade, que, em trabalho commum,
consegue fazer eu qu mas 379 em 3 dias seguidos.
Gonvenham, pois, que a elevaco para
800 rs. ninda cousa insignificante em
comparacto com o augmento daa publica-
gas e assignetura feito pe la propieta-
rios com a execucao do actual praco, in-
significancia que deixo de moatral-a, por
offerecer ao juizo particular dos Srs.
proprietarios, que ficarao convencido da
razoab lidade da reclamaQao.
A Unido deve, como defenacra d^ clas-
se, dirigir pelos meios regul rea a eleva-
cao dos precos, fixando tmbem 03 da
typos 5, 6 e 7, n5o desrarando-a? da ta-
bella de avu'soa, que deve ser conf.-ecio-
nada de accordo com 03 maib habis ar-
ti|tae, os que conhecam o rrano tjpogra-
pbico, e co oa que se intitulara coahe-
-cedore8, acabando com esta balburdiade
avakos em todas as typographias e pro-
curando dar prego a detribuisao de
lettras.
Termimndo, cumpre-me referir me a
urna noticia publicada neste jornal, scie-
lificando a diversos collegas, que a gran-
de reuniao convocada pela Unifto Tvpo-
graphica, nao era para tratar do que se
co .tinha no rtigo que dirig a redaccio.
Nfto tiv^i o intuito de ser discutido n'a.
qmella sesso ; leiam os que se encheram
de sobresaltos e fiquem deacangados. O
que admira este medo. Tomem coragem
e nao esporem pela conclusio da obra,
para elogiul-a ou critical-a, fag m jua
tambem ao que de bom ou mo couber.
Trabalhem por ella que nao faz.-ra fa-
vor ao autor deatas linhas.
Um Typograplio.
classe i i nil: ::r:s3A?aiCA
. se. rsmmco
A Corpora^ao typographica do Dia
rio de Pernambuco, pugnadorasempre,
de accordo com o* damais collegas,
dos melhoramentos da classe, lendo
no jornal Unido, o artigo abaixo tran-
scripto, com o pseudonymo de Um Ty-
pograplw, vem aflirmar a sua adhesao
ao que n'elle co.itm ; e pede s de-
maisdosjornaese typographias avul-
sas do Estado que tomando como ella
em consideracio o alludido artigo, se
apressem em levar ao recinto da
Unido Typagraphica, as bases das refor-
mas alli demonstradas.
Eil-o :
REFOR.lI.tS
Vulto ho:e ao asumpto do augmento
no pre$o de milheiro de typo levantado
entre nos.
Principiarei por fazer a demonstrag&o
do quanto razoavel o appello feito
Unio Typographica Pernatnbucana para
elevar a actual prego para 800 ris.
Antigamente, quando era o preco 30
ria por milheiro, e todos os gneros
achavam-se regulares, fcita a oacillagao
do cambio trazendo a alta n'elles, a classe
typographica elevou-o para 400 ris, ou
de 15 ris e 4 partes de um real para 17,
e 6 partes, augmento este insignificante,
e tanto assim que os Sra. proprietarios
nao augmentaram para o publico o valor
dos seus irabalhog.
Crescendo a caresta, deliborou a classe
augmental-o para 500 ria ou de 17 ria e
6 partos de um real para 22 ris e lti-
mamente para 600 ris ou de 22 para 26
e 4 partes de um real, (tres mensagens
para urna clasae elevar 11 ris em urna
Un La I !) tendo uestes doua ltimos os
propriettrks deliberado entao elevar o
A anorte do Dr. .los Slaria
Foi com o titulo aeima, qu o talantoso Me-
deiros e Albuquerque, sabio ao encontr do
bem conhecid Sr, Jos lamino, pata dar mere-
cida resposta aos insultos que oosoa alirar so-
bre bomens de repotago eita, prezos aquella
nolavel escr ptor por lagos da mais estrella
amzade.
Lem08 a biilhante defeza no html do Cam-
mercio da'Capital Federal, da 17 do mez Ando,
e por nao ser conhecida de todo3 neate Estado,
entendemos conveniente lrnscrever os tpico
maie importantes, que nella encontraoios.
Comecarernos pelo flm. O illoslrado escrip-
tor fecha o seu bellissimo artigo com chave de
ouro.
ET assim que S. Exe. jus*ament oir.-nJido
pelo arrojo di um res nulliui, qu;, at hoje s
tem procurado salientar-sa pelos crimes, em
dizar Ihe que deixaria sem resposta suas jua-
tissimas aecusaces, atira-Ihe as seguinte3 pa-
lavras :
Quanto a mim, diz S. .Exc. que nao res-
pondera. Tem de responder, garaoto-lbe
cu. Nao o far talvez com a assigoatura, re-
correr as moflnas ann jmaa -mas ha de res-
ponder. E, ae me diz que despreza o qua
eu escrevo e tem o cynismj de rir-3e eu Ibe
repito o verso celebre :
Ah tu finirs bien par hurler, miserablt I
Accusndo por eompanheiros de deputaeao, FI-
LHO DO MESMO PAL de ter nascido do estado
eleicao a de Muribeca, grande magnanimidad^
que nio sabem agradecer-lhe, diz castigaaia
a insolencia do Sr. Jos Mariano :
Se sou diputado pelo estado de sitio, quan-
do em Pernambuco, s havia sememante re-
< gimen na Capital e nao no meu dislricto se
estou aqui pagando urna divida de gratidao
ao Dr. Barbosa Lima e ni, como attlrmei, re-
presentando o Partido Republicano Federal
ludo isto nao me aflige. 0 que eu ven':o
t provar sao duas cous>s :
1.') que o Governador de Pernambuco n2o
tave a minina parte no conflicto eleitoral de
que resultou a morte do Dr. Jos Maria, qee
elle nao podia previmr por trma alguma,
tendo sido jm (acto inesperado;
m 2.) que o typo do Dr. Jos Maria nio era
i preci9amcn .e o dessa creatara anglica e pa-
trio ica, que approuve a imprensa flamineo-
sa canonisar, come um modelo de virtudes.
E mostrando que a eleigSo do tribuno de car-
rogo, foi um grave erro, consequencias, nosso
ver do abando w dos amigos do governo, pelo
justo recelo dn (utas sanguinolentas, reproduc-
go dos tristeii actos da S. Jos, diz S.Exc.:
A eleicao doSr. Jos Mariano foi, portanto
< a eleigo i', alguem que ia patear de ama

'





i
*.'<'
m




-uxoria para mu Uirono
. odios 8 vin,{anc.s tomar, eslava desli-
. do a er do di inmediato, o dono e enbor
Pernambuco.
miando do pao sanguinario deJiDerado
(j, opposisao par i o dia 4 do mei flodo, pla-
m ,tonhecido e qao o infeliz Dr. Jos Marta
s ioube desfarcar em sene, telegn.mmas
janiacadores, tranumiittdos para a Capital Fe-
dt publicados n'0 Paii, dii o Sr Mtdeiros
Ji'fcaquerque :
S aqu, em pl ma capital da Uniao, o Sr.
.los Mariano ameacava de revolta em Per-
imuduco e promtittia o assassnato do (iover-
jKtdor e dos soldados,calcule-se o que oc-
anria l i Procurava faier o pnico por todos
o i modos.
Essas ameacas eraui para temer en. gen-
i,-, tao sem escrpulos. .Por isso, para evitar
iie a patrulhas isoiadas de polica fossem
ielimas, segundo o plano do Sr. Joi Ma.
iino, o Govsrnsdor feL as recolher aos quar-
leie, cjniregandc o policiamento da cidade
iclusivamenl'e aoslquatro commandantes de
carpos e respectivas ordenancas.
i:luaiido trata o illualrado escrptor de por
ob videncia a totaura e mansuetude do inle-
Ka Itff. Jos Maria, apontando-o como o nico
BM]M>osavel pela desgrasa de que elle proprio
%i (ielima, bem pode-se avaliar do valor da
jenca de S. Exc. aunejada com aquella torca
atd.mita, qus sabe dar a razao a a veriade.
"anos ouvil-o:
Fueram do sen o lypo ideal do homem de
strdnra, quasi de meiguice... A. crr as
siologias da imprensa desta capital, o coro-
asi Jos Maria de\e ter solicitado humilde-
> Biate a aceilacao do seu fiscal e quando Ib"a
. Bgaram e elle se retirava muilo tran(|uillo,
fMenlaoque o aggrediram... Inerme, sem
sesmo procurar clefender-se, elle succumbio
fcrido petas costas...
Ora, o Dr. Jos Mana nao era talvez tao
eirdato, tao mannueto... Todo o seu presti-
fia foi serapre o do terror, da torca. Partl-
cirio decidido, cao escolhia meios pars. veu-
est. Quando a victoria podia depender de
Mk assalto s urnas, de um movimento de
nos, elle naohesitava. Jogava a vida des-
laidamente, man nao duvidava aiteotar con-
ba a dos oatros. O seu renome nao des-
nudo foi sempre o da mais temeraria au-
dacia, audacia quu nao recuava mcsmo (Liante
i ciime.
"" Eu soto que te riba ds escrever isto mas
lorcoso. J o disasram hontem e bao de
i ael-o amano, qie eu estuu insultando um
atrio. que estou ( a phrase rethorica) cus-
arfo sobrs as suaa cinxas sagradas. Nao
importa nd '1 do cadavsr de uin cri"
e Bilioso que errou o golpe se quer fazer arma
tetra alguem, no se pode pedir c mpai-
Dtarto de Pernambuco Domingo || de Abril de 1395
-
com todos oa xao, nem conveniencias. Os que alugaram quererla aaeiatir|o especiaculo de vir a trepa pc-
esse cadver para ves'il-o de calumnias e
injurias contra um homem de honra nao lm
o direilo de se queixar. Quem respeita os
morios, enterra-os piedosamante : nao os
traz para a praca publica ; nao especula com
a sua lividez, com o rictus de sua face rege-
lada, com a sua propria decomposicao '.
O que acaba de dizer o Sr. Medeiros nao
urna novidade para os fllhoa deste glorioso lor-
rao.
Leia-se-Justus-e todos lerao prova plena
de ludo-
E acabemos as transcripcoss com ?quella em
que o vlente escriptor entende que o caso dQo
de especulacao :
Tcntou matar e morreu ; foi um assassino
que errou o golpe. No conflicto que armou,
depos de ter vencido em tantos, a sorte foi
> lhe afioal adversa. Que de lastimar, nao
ha duvida. Quando um facinora commette
um delicio, preferivel que a justica regular
o puna a que elle cia ferido por um acci-
t dente, vlc ima da propria audacia. De mais,
n5o era preciso que se empanasse a victoria
com essa nodoa de saugue, de que alias urna
c so Rolla nao cahe sobre nos .
Que o Sr. Jos Mariano defenda o seu co-
reo de sempro- justo. Que pretenda frrir
o coronel Olloni, que foi quem o prendeu,
natural. Masque.de um criminoso morto
se qoeiro, canonisando-o, fazer arma contra
um vivo, nao [ admissivel. Os que organi-
i saram essa mascarada macabra, para espe-
i cularem com o seu successo, que se queixem
de si mesmos, se ^ preciso ebega.- a estes
exiremos.
Juslus.
rmwm
Sol^a tBBStcrelal de Pcraais-
buc*
IOACOBS OFfiaAt. A JOHTA DOS COITOi:iS
raoa U Rtafe, SO de Abr de SU*.
Ikcihoovecoucao.
O presidente
Aatoal Uarqies de Amoro.
secretariu
laoeel Siafalfes d Silva Piolo.
lambo;
Pri; 4o Recito
6i Baacos abrirn com a laza de 9 9jlf so-
are Loodiei a 90 di*, realisaado-se pequeos
if u'iop, dvido te ea oa tomadores retrablo-
ic-ae para 9 5,8.
A- fe;Dr o merctdo minifestoa se oreaos or
v os Bsocoe rectiavam saccar cima de 9
aat>
%m pp*l wl calar boa*e alguos negocios
xlil|i6e9,8.
Coiaeics tic gescr
fan 0 mncull*r
Assncar
Maai Nr Mlaa.
lo publico
Ao ebegar no Qjartel de mea batalbio do d:a
10 do corrate mez aigons officiaes que tnbaa.
Hdoo Jornal do Re(e diqaea daia,[cbamaram
a minba aiteocS} para om artigoqoe, sob a
epigrapde Terreos em Timandarfez in-
serir oa sercio PublicatOei Solicitadas* om Sr.
Or. Milet; f.zorto-me tiles v: que nesse artigo
ijatav, em um dos pe. iodos, envolvido o meu
aome.
Agocada assim a minba cu.ioaidade, quiz
ver em que sentido e am.) era eu ali envolvido
pols, Lem ao menos, linda o p aser de coobecer
ue Or. Milet.
Li o artigo ; e ao ebegar a cm dos peried s,
1 com cffei-o, qoe era nelle capelos, e malvola
mente envolvida a minba humilde iocmJaali-
dade com palavras amavels e mesxo mis
I es quando aq ele Dr. ti' | cfriodo ee a
urna diligencia que com ootras foi fazer oa For
Ukza d- Taa.odar que luf-lizmeaie ali tftj
'Dais esava (qiando eo chegoei a T.miudar a
tiervico''ommaodaodo aaa fjrca policial) pola
_>*Uti*aJi por lSkiloa
Ja-aaco, id(u ,idem. .
iaoiacs, llem, leio
Sbscavado, dem, Id m.
aVaK> seers dem, dem
Brac melado dem, dem
tauroe, idem dem .
5*500 a
4*008 a
341* a
1*2*9 a
JMJ a
SaOl a
17W a
(1*900
(1000
>*200
:;*7 J*6'W
S/310
#2J
l'JO
Algmdio
IUdctoaram vandis de algaoa lotea a 11*000
sr 15 k'loe.
llmmml
p pipa de 480 litros S20* venda.
Agiiaralemte
*K pipa da MO II tras 145* venda.
(lauros
Soceos salgados ai base de 11 kilos 820 ris
SXUi.
Vst'dtsaWJris, uomiual.
Cirmanba
Cla-se de 15* a :I8*00 por 15 kilos.
Hel
f er 100*000 aomioal.
3fiE!LLA DA ENTRADAS DE AS-
SUCAR ALQODaO
Mess de Abril
aaraigaa .
2 res .
naes .
atada de PerroC atas de S. Francisco.
jHb, do Ltmosiro. .
,Somma. .
Abo-
car
Dias Sacrn
\ a 15 3J674
1 a 15 6500
1 a la 1745
1 a 15 358
1 a 13 39805
1 a U 2455
83546
Algo
dio
Sacca*
1360
SO
450
845
iOlO
lili
4810

Suportacia
ecito, 19 de Abril de (895
rars o exterior
No vapor iigl :x Explore >, pira Liver-
taol, carregoo :
C- P. Csacto, 964 arcos com 73.800 kilos de
mear uaacavade.
Pan o ote,-ior

-o patacho argentino Almioa, ps Pe-
iatai. car regara ai .
J. Bal str & C 50 barricas com 5.250 kilos de
orr braoco.
Da barca noruiguense P l o>, para Rio
Inile da Sil, earipgaraai:
t. Caroelro k C., 20 pipa com 10,800 litros
No vapor ranez Ville de Moatevl:J,
ir:i Santos, carresiram :
I. S. laia, 209 naceos com 12,000 kilou de
aerar crneo.
BS^hl!Sr.4,m,!ff!C0, CO0B >)kll(.sde
aawr orsoco e H ditos coan 30 000 ditos de
i ano iB.iavavdi>.
Nj vspor eacijo.l Camjsaim, para S u-
is, carrees ao:
J. T. CarTel.o, 10C0 saceos com (0,000 kilos
ce asoucar mafcavado e 500 aitoj vom 30,001
c ima de dito branco.
C. de B \Iim, 400 birria com 34.830 litros de
aguarde.le.
Sj vapor oaciocal Espirito Sinio*. para
Manaon, carregoo :
D. F. Puno Baitir, 20 barricas com l.'OO
kilos ue assocar branco e J5 oarris com 2,2- O
litros de sgoardenie-
Na oareca SauOoi, para Parabiba, tsr-
re^aram :
P. Valente A C, 200 calxss com 4.600 kilos
de sarao.
Na Dar&ca Kstrella u'Ua, para M? a-
go.y, carregoo '
M. 3. de Vigueiredo, 4 caixis cim 360 kilos
de s.baj.
Ma Dsrcaca Divina Provileocia*. para
Macelo, carretilla :
C. de Sativa, 4 barricas com 440 filos de
Carvao animal.
Dia JO -
Para o exterior
No vaper i gtei Scoolsr, pars L *e piol,
carregaram :
M. C.ra nba & G.,5 9~> k los de cera v g-tal.
Q. de Ma.tos Iujo, 250 kllis de cera Ti-
ce tal.
MJ vspor allemao Santos, para Bremeo.
urregoo :
V. Neeseo, 17 couros salg-d.s pt sin do 204
kilos.
So vapor Irg'ez Paraeis1, pira New-
fo-k, carrefcon :
H. Brothers, 3.800 pe! es de cabra e 1,200
diUa de caaerj.
n'j iar portagucs Viubo, para o Porte,
carregaram :
N. Maa A C, 244 couroi saldados reaodo
.708 kilos.
A. Irmaos & C. 481 saccas com 35.936 kilos
de alfeoiao.
Para o interior
No l'gar ooraegaeose Bidtw)ld, pa a
Pelotas, carregoo :
M. S. Mala, 70 pipas com 34 6u0 litros de
ugoardeote.
No vapor nacional Caaossin. para San-
to', carregaram :
A. IrmaosA C, 1,300 naceos com 78,000 kilos
de asaacar branco e 2 50 J di toa com 150.000
ditos de dito mascavado, 500 saris com 34.000
ii ros de aguarden e-
S. G.inares A C, 10 ptoaa com 5,440 litros
de aloool e 150 harria com 13,010 di o de agua -
dente.
Na barca norueguense ?e'ro, para lio
'J-arj'e do Sol, carregaram :
P. Carnetro & C, 6)0 barricas com 63,603
iios de assucar braceo e 30 pi.-as com 15,900
bina de agurdente.
Ni patacho dinamarqus I. P, Liasen,
lara U.ogaayaoa, carregaram :
P. Carneiro & C, 140 barricas com 15,960
tilo-' de assocar braoco e 50 barru com 4.5U0
litros de agoardeota. ,
No vapor nac mal Itapoao, para Par
i.u, carresoo :
U. Dssiila;ao Ceotral, 100 saceos com 18,'.0J
tilos de assocar branco.
Para Paitt Alegre, rarreg.ram :
F. L^mos & C, 100 latas cim tleo vegetal.
Para Rio G-ande do Sol, carregaram :
8. Goimarass A C, 200 barricas com 21.767
kilos de socar braoco.
Fa a Rio de Janeiro, carregoo :
C. Des ii.cao Central, 40 pipas com 2'00
litros de alcool.
No vapor no.-oezoeose>H. Adelesteo, pars
Rio de Janeiro, carregaram :
S- Res & Rodrigo s, 200 saceos erm 12 000
tilos de assacar branco.
No vapor oacooal Jaboatio, para P-
nelo, carregaram :
M. A. de Sena C, 10 barricas com 600
t.!!oj to as'ocar r-Ooado.
J. S. Amara! & C, i barris com 176 litros
le atoool e 10 barra co/n 880 ditos de viobo de
'i actas.
J. T. de Asevedo, 1 barrica cdn) 00 kilo; de
issaear braoco e 12 ca aapf*.
Na lancha Pbeuix, para Mar.igogj, cf-
recaram :
P. Irmios ft c, -20 caixaa com 460 k los de
libio.
ltcial do Goveroador de Pernambuco remettida
a diepcsico do Coronel Agola', como me dase
o velno M>jor Oirao, que preceu-(ae uai homem
serio e cordato, eoxotsr d5j a mito, mas s Ja -
tica Federal qae fonccioaiva no edificio da
Uniao convertido boje em Qaartsl de polica
etc.
A indigjacio de qoe me possui por ver como
ryaica e malvolamente se me envolveu em
orna qoealo com que nada lecho e para a qoal
nao concn i directa ou indirectamente, ubriga-
ice a vir hnje por estas colomnac dizer que o
D. Milet u-u mentiroso vulgar e audacioso.
{ Porq e i5j o coobeco.
1 Porqoe? rxinha mteeo ali foi outra como
pssso alterno strar c>mo aep.ui .a ifli io.
S.ureta.'ia a Jostig^, Negocios do Interior
e l letruc.ao Pobitca o Estaio de Perrjam-
buco en 21 de Maga de 1895.Sr. teoeute
coronel coxmsn('a:t9 do i* b> talbao de la
fanlaria Bstadoal.
Traosmiuiodo copia do ofh:io de 18 do cor-
rete, em qae o p'omotor publico do Rio Fo -
rsoso representa contra o procoime-ito das
prreas qoe fazem parte do destacamento qoe
ali se acbd, e que perteneca ao b.tilbo de
.0880 commaudo e ao 3' de Iafantaria Etadojl
'ecommeodo-vo, que, de accordo coa o con-
mandane dtsle baiabaj, fagis recolher dit s
pracas a esta capital, cea a maxtoaa brevi-
dade.
Uuiro sim, conven qa baialbio sob vasto comal indo cquiiMe muti ipio
para svolicar dos fictos erguidos e voltar com o
ailodido dealacamento lim de eviiar desordene
durante a vid^etr.
Os (tases neeessarios para o transporte deve
rao ser requiailados da Qaesura Policial. S.
de e fratc-Qidaf. Julio de Mello Filho.
Pois bem, S-. D-. Milf| u ofSciai, de que trata
es;e cilicio, designado para tal c.mtmssao ful eo,
qae, para con.pn!-a perfeilamecie, tive qoe ir a
Tamandar buscar praas que faiiam parte do
destacamento do Rio Formoso e Mli es'aram s
servico.
Re:ife, O le Abril de 1893.
M'pr Porfirio Gralo.
S& iiii> vilSes
Um amigo narrou-me que o Dr. Jos
Marianno aO chegar ao nosso estado,
tacboume de de vendido o Ilustre Per-
nambuco e defensor da libtirdade e da
Repblica, o Exm. Sr. Dr. Barbosa
ima digno Governador de noiso Es-
tado.
Ha tres annos que estou ao lado de
S. Exc quando era jornalista e desde
quando S. Exc. f i eleito Governador.
Os partidos existentes entilo, estavam
esfacellados e S Exc. com o seu tino
administrativo e patritico, levantou ueste
Estado um grande partido, que subjugou
(HB
Dita destilada oo alciol............ 453
Algodio em rain i u g........... (61
Arres com casca, ni.............. (20
Ai8aca> b-ance. m............. 3 <3
Dito maxcajvauf dem............. liS
Do'diado idem............... 360
Bjsos de mamona, idem......... (30
Bomcba de leite maugabeira, idem. (MM)
Cacao, dem..................... 900
<:a( bom, uera ............. .... IA 00
Diu ts:.ina oa reatolho, dem...... 1A200
Dito mado, iiem................. 2'zoO
uno ordimrio, dem.............. tf 00
Semum de ca.'naoa, o kilo....... 47
Sabio, kilo...................... 3ep
Sebo em raous, kilo......... 6i>6
Tataiooa madeira, kilo......... (t
Tan at deamartilo, du:.......... I60W0O
Ora em vetas.kila................. (xikkj
Diu vegetal em broto, kilo........28(*ooo
Carocos oo semeote dealgolfte, dem 033
Carrapateira isemeu'.e.............
Carnsba idem................... U9J)
Carvao ue pe ira. looelata ......... 40,0u0
Cooroa seceos espkbados, kilog.... 788
Ditos ditos silgados. dem.......... 738
Duna verdes, dem.............. 486
Cortate am..................... 1*730
Cocos em casca, canto........... 9*000
Parlona e mandioca, luto.......... 200
Graxa sebo, kilog............. 69J
Geoebra, litro..................... 360
Jaboraody (folna). dem.. ........ 800
Meios ue sola, valor nomioal...... 6*500
Mei de tanque oo melaco, litro...... 177
Mtlno kitogr ...................... 130
Pciles de cabra em cabello, valor
do cerno...................... 240*
dem de caroelro em cabello, valor do
cento ......................... 120*
itenitlnaeaio* pablleo*
Mes de Abril de 1895
Alfandega
os 3 existentes, fzndo triumpbar as
ideas republicanas,! Bubjugando urna
grande revolucio armada.
Devia ser muito grato a isso, como
t nho sido.
Depois S. Exc. e seus amigos me ar-
ranca ram do ostracismo em que vivia,
ostracismo cruel e doloroso que me atirou
o Sr. Jos Marianno e a sua gente, uj
mo queixando do Sr. Martina Jnior,
porque esse senhor nunca tevo prestigio
nesta trra e nem fra della.
A gratidao manda que eu encare a hita
pela vida ao la'o doa Exms. fc'rs. Dai-
embargador Teixeira de S, Birao de
Nazaretb, commendador Albino Joo da
Silva, vultos iroeminentea do Senado
Pernainbucano e ao lado de cada um
dos illuatrea brazileiros que constitue a
maioria do mesmo Senado
PRIUEiRA PARTE
1 L. M. Sraido Grande marcha Ca-
valheiros da Cruz
2-E. Fonseca-a) Preludio da opera
Leono,
b) Ballet.
c) Cfiant de fte.
3G VerdiScna ed Aria da opera
Traviata pela Sig. Bernabii.
4-R. Shcumanna) Traumerei.
I. Raf b) Cavatin.
M. Bnideir.ic) Minuet o.
L. M. Suiidod) Iuturmezzo da
bpera Varbek.
Delilbesc) P.zzicatti Sylvia,
(a pedido) para cordas,
SEGUNDA PARTE
5-G. Rossini Symphmia Guillermo
Tell.
6Lv. BeltbovenOuvertura Egraoot.
A) i Ilustre Preleito da no.sa municipa- 7Leoncavallo-PrologPagliacci pelo
lidade, o joven e intemerata republicano,1 S Cnmoletti.
o Sr. Dr. Aonso Costa, tambem devo o
meu bem esta'.
Ser ingrato a to Ilustres cavalheiros,
seria negar a minba existencia sobre a
trra
Essaa maes qualid des que recaiam
sobre as cabecas dos ingratos, daquelles
que finnaram a liga adecenta e iuimora!
'e deleterios com violQss.
S tenbo am carcter.
Sd por desgraja algum dia subirem ao
poder, que m3 demittam porque ficarei
satisfeito, s servindo com os nieus
amigo .
Se ainda tenho um jornal pa_a exprimir
oa meus sentimentos, devo isso a genti-
leza dos honrados proprie.arios do Diario
de Pernambuco que nunca fecharam as
sua* columnas ao velho jornaliata.
Multo obrigad?.
Recife, 20 de Abril de 93.
Fortunato Pin/uiro.
'I'lirutro Santa Isabel
Hoja a 1 hora da tarde tem comeco no
theatro Santa Isabel a 2* Motine pro-
movida pelo maestro Smido, que ae apre-
sonta cun urna granda orchast s b sua
direcc^o.
Asi&timos hontem ao easaio
eral e
podemos nffirmar aos nossos leitocis que
troixemos as melhores impressoea.
To loa os trechos que compoem o pro-
gramma estao muito bem ensaiados e coui
certeza terao ptima aceitac&o.
N4o devem perder tao excellente ocia-
si&o, aquelles que desejam uuvir boa m-
sica.
(Ja bilhetes a venda no theatro, haven-
do a seguinte distriboicao.
Camarotes, com a numeraco corres-
pon (inte :
Entradas, com direito a qualquer lo
gar em toda pa lea.
Parasos.
O programla :
Renda geral
Dj dia 1 a 19
idem ae 20
'.119.179*101
8i:b8. *2t2
1.001:860*316
Renda do Estado :
Do dia 1 a 19 178:533*321
dem de 20 3:.8298
Somma total
de
18:916*269
1.183:776*.83
Pernambuco, 20
2* se.aj da Altande^a
de Abril de 188S.
0 ebefe da seccao
L. P. odecera.
Pe > tbeaooreiro
fl^menegildo N. Chaves.
REEBEDORIA
Dj dia 1 a 19
idem de 20
DO ESTADO
W 014*814
5.7*7*152
Somna total
RE::ra daiisage
Do da 1 a 19
dem de 20
55.8ii*966
8 com par, com ma riscosa 100 -a.
6 diiox com camarote 100 rs.
2 1/2 columnas a 600 rs.
i carga com alliobas a 600 ra.
9 rasfioae com allinba a 300 rs.
( csrgas com milbo verde 300 rs.
1 cargas co a macaebeiras a 30u rs.
2 caritas com melancia a 300 rs.
( carxaa com looess a 300 rs.
1 carita com batatas a 300 ra.
15 carga* rom primos a 300 rs.
6 carga com bananas a 300 rt.
i cargas com laranjaa a 100 ra.
2 cargas com ceboliobo a 300 rs.
4 cargas com diversas a 300 ra.
30 carica* com fartoba SOU rs.
i -argas com milbo secco a 100 rs.
5 cargas com teijao a 2O0 ra.
66 tugares a 200 rs.
7 Sai oos a 200 rs.
11 comp. com aineiros a (*000
9 comp. eos scl3< t-ur a 'OO rs.
9 coap. com (ressera. a USB s.
3\ comp. com comidas a 7*u rs.
75 comp. com faseodaa a 080 rs.
49 comp. com verdaras a joo r*
K7 comp. com la rio ha a 4fl0 rt.
47 comp. '.om lalbos a 2*000
*0J
*6O0
101 00
*500
2*700
*3(H)
*3.NI
*r>00
*3J0
*3J0
4.300
1.8)
*600
*6O0
14M3
6*000
*80
laooo
13.200
U400
I2*(XXi
6*3 K
5*4 0
23*80
45*0 0
14*7U
34*800
94*ObO
8 M. Moszk'-Wky 1 Canses Epag-
Doles.
a) Allegro briofo
b) Moderato.
9A. Pon h:olli^ Dauzc dell'Ore, da
opera Gioconda (a pedido).
Secretarla lia prefeilura Mu-
nicipal lo Uocife. O de
Abril de 1995.
N. 188.
D: ordem do Pr. Dr Prefeito, sirva-se
oSr. Contador de informar c>m urgencia,
aieicadoque refere utn< local insera
n' A (dada relativamente a esta Pre-
fectura.
SaulPl fratorn'ula!e
Ao Sr. Contador da Prefectura Mu-
nicipal.
Pelo Secretario o Io offioial,
Leoncio Qatnteiro de Castro Ledo,
Contadora da Prefeitura Municipal do
Recife em 20 de Abr! de 1895.
Em cumprimento a presente Portara
expedida a esta contudoria, sjbre tuna
local incarta ni joraal denominado
A' Cidado ; tenho a informar que a
referida lo al destituida de fundamento,
ior quanto a licenca concedida ao Sr.
andador Francisco Antonio Brandio Ca-
valcante foi to som-ite cora o ordenado
na forma da le, perc:bendo o seu subst -
tuto o Sr. Antouio Jorge Guerra a gr. ti-
fics^ao pro labore.
O 1-* escripturario servinJo de Escri-
vu da deapeza.
Marianno de Figueira Paria.
O contador,
Gennino Jos da Rosa.'
Estamos auiorisidos po a Imini-trador do
enircposlo estadoal para pu'.iitcar a seguinte
tabella.
BNBEPOSTO ESTADOAL
TABELLA
Aigod&o
rouros seceos ou salhados
Plles (fardo)
Pipa
Carocos de aigolSn (racco)
Barrica com barrada
Assucar (saeen]
DESCARGAS E ARMAZXAGEM
As annazunagens fero eaosdcrada venci-
das no prazo de trilla diu?.
Assim como previne ao reapeitavel
publico que d sta data em diante, nj
far miis enterros em carros funebr*.,
por :er recebido um aviso ao Sr Manoel
Goncahjal Agr, nestas termos :
Nfio lhe alugo mais carro algum
Porque coiiideraido o Sr. Manoel
Gonr;*lve8 Agr, qu-< pelo menos vinte
enterres mensalmer.te feitos i or minba.
ca^a, erara vi ate e tantos e vinte hbitos
quedeixava ds vender, cousiderando que
perdia este fabuloso lucro, teria bim pre-
terir o Arara carros fnebres, afim de que de hoje eru
diante uejam os enterros fitos por sua
casa.
Por esta razao charos freguezes voa
declaro que s farei enterro3 em carro
fnebre, quando houver outro estabele-
cimento funerario, ou quando a parte
quizer e snjeitar a ir alugar o carro .or
sua conta, o que ser por elevadis9'mo
preco, aim do que j hoje .
S tenho a responder ao Sr. Ma.ioel
Goncalves Agr, que a 16 annos que son
estabelocido, nunca o oceupei, nao lhe
devo favores e grecas a Deus t hoje nSo
preciso de sua* e-molas.
O publico qua o julgue.
Recife, 21 da Abril de 1895.
Arara.
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13203
2J030
4S00
S300
1S033
S300
Rendimcoio de 1 a 18
99*K
5.405*0 0
5.704*200
Precos do dta:
Carne verde de 230 a 14200 ra. o kilo.
Suioos de 900 a 1*200 dem.
(Vueiro de 1*000 a 1*200 Idem.
Paricba de 700 a 1*501 rs. a eala.
Ullbo de 600 a 709 rs. a eala.
Peiiio (e 1*500 a 3*0,0 a cala.
8:802*0.7
873*653
Somm;. total 9:475*672
PAUTA DA ALFANDEGA
senuTAs
VAUMUI DAS MgBCADOBlAS NACIORABS
OUSITOS di ixtoitacao
Semana ie 15 a 20 de Abril de 1895
araarsaate, eacnica ntro.......... 3f0
t-iiaue canoa,litro..............j. 400
Muriuiento do po*(o
iavios entrados no di 20
Aracij e escala-10 das, vapor Lacional Ja-
boatac, de 391 tonelada cnmaiandanle A'-
fredo liu miraes, eqaipsgem 30, car^a vatios
gneros ; a Compaunta Pe-oamoocina.
Pelotas30 dias, escuna po. tuguen Aoro a d 1
-Vouga, de 162 toneladas, cap to J0S0 des
Santos Carnario, eqolpagem 9, carga xfrine :
a H. S. Ma'8.
Nial3 dina, b;a'e nacional C.rreio do Ni-
tal, de 60 loueladf ?, mestre Juaquim Ham-
rio da ilveira, equipa, eai 5, carga varios ge
ero; a Manoel J aqolaa Pesada.
8 Gratda do Sal-18 das, logar Ingles Eare.
of b.d en, de 416 toneladas, capliao D. S
H Wird, equipigeai 8, em lastro a E. S. L.vy,
Observacao
Nao hoave sahiu'.1-
Parmba por con'a da I iUnlela de 1*
dade i
D ta de 2* lqo- Fejio
mvwlm caperadr
Do Rio de J nei'o
Birca porloguea Vasco da Gima.
De Felotas
Lagar ooroego^rife Nas.
Escuaa allemi Gsloa.
Sacona italiana adlUeioa do Rosario.
Logar poriogues M.'iabo Vil.
Latear dinarairqatrs Aarorae
De Cardiff
Barca ooruegoeose Medes.
Barca noruegue se Trsoiatiaotia
Barca inglesa Bristol.
Barca ooraegaeose Bravo.
Bi.ca nuroegucaen Fernando.
De Hatrjbnrgo
Barca sllema Cari Botb.
Fctjctio ooraegaeose Ellss.
De Londres
Lugar iogle Facoy.
Barca noruegaeoso Gyda.
De Terra Nova
Lugar Ingles Aureola.
Logar lo 1 ka Tjrse.
L^gar ingles Stelia.
Cagar ingles Neva..
Da Porto
Logar portugus Rasoalo.
qaali-
I*IXK)
*90i)
1*4'J0
-4&=9x*0^QSVj^ %S9java-
o E 3
Jipa, c- 9 a
* ftli
PHOSPHATINA FALIERES. ulwj da enanca
-----------------a
Peitoral tie Cambar
1:590^)000
Dase esta quantia a quem trovara
So authenticidade da declarar;o infraj
H.i mais de 5 annos que eu sonra
e um grave bronchite, havendo dias
Je lancar mais de maia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabe'.ecimen-
t, com as forcas exhaustas, resolv,
a conseiho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e4deix;indo de lancar sangue.
Com a continuaco t do remedio, 05
sofTrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido iodo los Zt
bendo ('Lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro. ]
O agenteCompanhia de Drogas e
Pro i ue tos C/iimicos.
-2 =
= S
'c 1
s i'

a
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c- = =.

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e la]a
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3 x
, .00 =
s c B a
c
D -T.
yys^u^ e>"?&xse^i-jafc*-
I
Interesan a toiIos
Attesto, que chegando a esta nidada do Reci-
r A Einulsao.Sentt ana exeellente
preparado
Rio ae Janeiro, Janeiro 1,1383
HIils. Srs. Scoit &. Buwne :
Reptni1nJo purgan ta que me fazem VV.
SS. commuiiico-lheg que com muito foro rebul-
tado mprego a F.aiuMo de Scolt era minha cl-
nica, e ransidero a um excalteou preparado.
Dr. Furquim Werneck,
Medico operador especialista de molestias d
Siiilnras. 2
Bar fio da Malta Bacellar
Parecer sobre o Peitoral de
lumbar*
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baio da Matta Bacellar, em pre-
lo Clil lili* uu nuuu i/i.'*.Liik iii^..-, iwi w uiiuii. T'ill-^
esposa Mrae. Moya foriemente atacada de n- cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
flurnxa, que entao nqui reinava, e a conseiho de. bar, de Souza Soares, declarou havel-o
um illusire cidadao appliquei-lhe o .Xarope de empreado na sua clnica civil e hos-
Lobelia nflala Eiherbromuo conforme as in-
strucedes de sea autor, obtendj a .toante m-
lliora rpida, e restabelecimsnto compli'to sem
emprego de mais ou'ro medicamento, pelo que
sinto a mnior saiiffagao em attesiar e proclamar
esta verdade aqui na Recife e aonde a sorte me
conduzir, quer peh Imprensa, quer em reuniOes
particulares, e quer no palco, onde minha espo-
sa como prova de cincero reconhecirnentor tem
g-ratulinrjente cxibHo. pjr meio do pylphora-
ma, o felralo do intelligente e ilustrado phar-
maceutico Ildefonso de Azevedo, com o annnn
ci do Xarope de Lobelia nflala, para que todos
nao somente teiiham noticia dessa verdadeira
maravilha ilierapjulca, mas laaibera conhecatn
o seu feliz nutor, esse vulto da classe pharma-
ceotiea no Brazil.
Recife, 17 de Abril de 1895.
Bacharel Ein\uc Moya.
Mercado Manite.^*' de *"*
O movimento dette mercado 0 <" 19 da Abrlj
foi o segulnta:
Bntrtfto :
38 h?ls pesando 6.7fi Kilos
500 kilos ds pille a X rs. l# -'
Vaporea a entrar
Mea de Abril
Sis'.la, do ful, 11 je.
Viloa, do sal, boje.
Uiranbio, do norte, a SI.
Menea, ds Europa, a 22.
M o 1 k P-tnce, do soi, a 2..
Egyptian P lacea, de ew Yak, 1 2i.
Meo"oia d> En-opa, s 2.
Brazil, do sal, a 16.
jriKCa, ta Europi a 17.
Elbe, do sol, a 17.
Togoe, da Europa, a 19.
Vapore a aahlr
Mez de Abril
Saotos e esc., Haboa Aielsien, boje, 4a i ti.
Rio e etc., Santelmo, boje, as 4 boras.
Rio 6. do Sal e ese.. Stelia boja, > S boras.
Rio e esc., Muaobao, SI. i 4 oras.
B Ayres e ese., Medoc. 24, i. 3 horas.
S r>tns e es*., BKTPtlao Princa, 27, s4 boras.
S-v Yjrk e Pari, Moorisk Prince, 27, s 3 b.
Valparaso e esc, Orisca, 27, s 2 bo'aa.
Saoihampton e esc, Eibe, 27, ss 12 borai.,
K^nos e esc, Brasil 27, a 4 boras.
San'os e fije, lleid'-s 28 4 ho>if.
B \jrcd O 0u., *a, m. 1* mu'
A faiulin le D. Maria PanSa
Lope, convida ao prente* e
anaiaros para o enterranaento
de sisa idolatrada niie, av c
sagra, que tera lugar hoje s
horas para este acto carros a ra 13
de Movenabro.
\o ha convites especiaos.
ptalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias^do appa-
relho broncho-pulmonar.
O Arara est na ponta
Ainda urna vea venho dispertar ao
respeitavel publico, observando-lhe que
o castalio funerario do Arara, sito no
pateo do Carmo n. 13, se acha com gran-
de sortimento de atades de todas as
classes e hbitos de todas as ordena,e que
d'esta data em diante o Arara nao dar
Terrhel tosse secca
Cura do Peitoral de Cambara
O Sr. Joaquim Alves Ca^alcant, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que Stu mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel tosse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allvo na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar*, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos Chimicos.
.---------------*.---------------
O Cognac Braasileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, i:endo mais a vantagem de custar
2$500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cs-
ta 8ScoO a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por rreior que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimicj,
Este facto tem grande importancia
tratanclo-se de criancas e pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygene acaba de autorsar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 2$soo
Duzia 25^000
Na fabrica a dinheiro por este prefo
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
maia precos a seus atades, ficando isto a.
diepoaisaodo comprador pelo preco que' adidos de 10 dums mais 5 0/0 de
itu iwavr e u.1.1-. descon;o.
r~iiiaia
-J
1
i
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y
>
*
v
i
.
Diario de Pernambnco Domingo El de Abril de 1805
-*^.
KD1TAES
3.a Directora da Se-
cretaria da Indus-
tria
KB> ITAIi
" Para conhecimcnlo d >s
inteies-ados fago public
que nesta Repardgao acei-
tam-e meiioies de 13 a 19
annos de ida ^e que desiji
reai fpienJer pintura ce
casas.
Recife, 15 de Abril de
1891),
J Jo quim Rodrigues
Saldcioha Junio*.
12 o 13 c P;ufetto.s tm disponibi-
lidaie.
Secretaria do Thtsonro do EaUdo de
Pemembuc, em 16 te Abril de 1895.
U cbefa,
Marianno A. ds Medeima.
Alfandega de Prnaui-
buco
Edital n. 9
(Prazo de 30 dias)
?ela Inspectora da Alfandega se faz
publico que, no da 29 do mez vindou
ro, serao vendidos em hasta publica,
no Armazem Alfandegado da Compa-
a Pernambucana, seis engradados,
marca quadrado LAC 783, no cen-
tre ns. 90 a 95, descarregados do
vapor inglez Explorer t entrado
em 23 de Dezembro de 1893, con-
signados a Brovns S C. e contendo
300 kilos de louca de p<5 de pedra n.
i, o 540 kilos de n. 2; visto nao terem
sido despachados no praso legal por
seus donos ou consignatarios, aos
quaes, alias, fica marcados o prazo de
30 dias para os retirarem, \ob pena
Secretarla da Industria %X%S%i.se attender
Alfandega de Pernambuco 28 de Mar-
3.a
directora
EDITAL
Pan. coa'ae^Qcoa dos iatereesadou,
fago publico qus no i:a 3 da Maio pi eximo
vindeur >, r. orna b >r- da tarde recebe-ne
cest 3epirtic3o propcataii para a 0011
BtraccS'j do celgtmer.to do lar-o de Cinco
Portar, medindo 15?: 172,'02i3 ceroa de
224m,5U de gilern i.e 1.* elasse e 204.C0
de seronda, oreado tado eta 18":405i>55i
res.
A tropistas davem aer con veniente-
aente selladas, ertr*g'iea em cartaa fe-
chadas o oooterem em termos otaros.
1 O ,-reeo pela qual se propSem os
Iicitantj* extc>tr a obras ;
2." Sddrrco de aua miienois ;
b\ Proles de id dirieii0'3 e execitatem rs braa ;
HaV'Stdo duaa ou mais propostas em
igoaldtda de oonduao, ser preterido o
coterr ante que mel ores provas de 4o-
neidado eerecer.
Nao sjrao aceitas as pro postas qoe se
resentirse di s seguiotea faltas :
1 Aa que exce.erem os precos do or-
namento ;
2. As que 0Z0 t'oreai organiradas de
eccordo com o presuote Editalj
3 As que se basearem em presos de
catres conoorrentes
4.- As que forem firmadas por penoa-
qae ti tractos ( u a prometa* de contrasto) cele-
brados cura a eztiucta R-pat cSj das
Obras Publicas ;
5.- 8 que d2o offerecerm ts garan-
tas e qaalidades exigidas no presen.o
Edital
Neo'ioma propesta er aiceits, sein
que o^proponeoti aprsente rec 00 qae
f rova harer dejosiudo na Tnesouraria a
quant de 5005 XX) e perde o direito
de rertitaido sr, escolb-da aua proposta
recusa-se o proponerte a assigoar o con
tracto respectivo.
Os 015a ment a e plan* a a das obras de
qae trate o presente Edital, acham-ie
cesta .Repartido dispoaido dos propo-
teotes, que podero e*niio*l-3s das 10
ia 4 horas da tarde.
Recife, 17 de Aaril d* 1895
Jos Joaquim Rodrigues Sa d.nba Jnior,
Direetor-geral.
co de 1895.
O Inspector,
Alexandre de Sonsa Per tira do Carotn
O Dr. Bernardino Maranhao, juiz de di-
reito do Municipio do Rio Formosi, do
Estado de Pernambuco, em virtude da
lei.
Fac3 saber aos que o presente edital de
praca virem que o porteiro dos auditorios
deste Juizo, ha de trazer em publico pre
So de venda e arreinatacao/a quem mais
der e maiorlanco cfferecar no dia 10 de
Maio futuro as 1C 'horas da manhS a
porta da casa das audiencia s do mescio
juizo, c engenho Oncinha avaliado por
55:0008000, o que!. limita-Be com o en-
genho Limao Doce, Pereirlnha e Rio de
erinfcem, est mosnte e corrente, movi-
do a vaor, sendo o vapor pertencente ao
rendeiro, eo engenho, ao espolio do :i-
nado Nuno Lin* de Medeiros, cujo inven-
tario te esta procedido por este Juizo.
E para que cheg ue ao eonhecimento
de todoie que ram comparecer no mtz,
dia hora e lugar ac.ma declarado, manclei
lavrar o presente em duplicata que ser
publicado no diario offlcial do Estado e
nesta cidade nos lugares o esty'o.
Dado e passsado n'esta Cidade do Rio
Formoeo aos 9 de Abril de 1805.
Eu Miguel Leopoldo Lima, escrivao hb-
creviBernardino Maranhao.
Estava devidamento sellada.
Nada mais con ti 1.ha em dito edital aqui
fielmente extrahido por copia, dou f,
Ri. Formozo 9 do Abril de 1895.
O escrivao.
Miguel Leopoldo Lima.
Thesouro do Estado
KDITL
De ordem do Sr. Dr. Director Qeral
*fi 90 publico qae os psgamectes nesta He-
perti^ilo serio feitos d'ora em diante, de
conformidade com a tabella infra, apprc-
vada pelo Sr. Dr. Secretario doa Neg-
cios ca F.ajcda :
TABELLA
Claises
- Qoytrae'ir, Cabine'e do
Goveroidor, Secretsriof, For
ca Public, Snbsidaos dos Se-
nadores e Deputa 'o
Dias
l.'dia ctl
Thesouro do Estado
Di ordtm dj Sr. Dr. dreetnr geral e em
vlriude Jo aecr^io o Bzo. Sr. Dr. goverratoo
ao Estado, de 16 de Feverelro nlitaio, coovide
o* 1 s-uiton-s da aplleoslo portador, e de
jaroi de 5 i'/0- e,it 'dos dAbcordo com o dif-
ptstj oa le u. i8t0, de37 de Jouoo de 1884. a
v ren tatal-aa deo'.ro do pr 10 de rioia
das tkan o re los de que txceJio o mesmo
pal 1, 1 a.) cn:erSo mais ju'09 '.Ue apnlicts.
Stcreiaria \ > Tbe-'ooro do Estado de Peroaai-
boco, em 9 de ADrii de 1895.
O cnefe
Mirianno A. de Medelrpg.
Secretaria da ludustria
3 .IiETORIA
Para eonhecimento dos inter^ssados faco pn-
b.ico q.ie do i* 4 de Mno prximo ciodeoro, a
(torada larde recebea.-33 proposlas otra a
ro3trucc 'ii> (M'gi'uento do largo da R 'pubh
c* ni".'i i o 12 G00 11:11 os aoadra3o.-i de calca
(Dent, ore- do em t>7.6-il Ai propusta* devrin ser convpotent.-mfn'e
ftii. d.is e eatresoes em cartas fecbadas e eso-
ie--n em termos claros:
. O proco pelo qual s? propsji os licitan-
le> :i excolar as ob-as ;
2 Eude-fco de re residencia ;
3* P vas ae idooeidade p>ra dirigirea eex-
etuturem 38 oora?.
HaTeDdo dua4 ou mais propostas em igoalda-
Je coudicO-/!', ae-a prefer lo o con rorrele
qo n o.re< p-ova: de 1 loaeidade cffrecer,
fiio S"j aecMtas a' propoLtaa qae se recea-
t r. o das eeguiales fIUe:
.' Ar a e exc dereiu sos p-egos do o cine 1
lo;
,_ A qoe na.i ferem orgaoisada s de accor 'o
com o iireseoie editil;
* As loacorrente;
4* As qoe fore d ft mudas par pegseas qae 11-
vertm |s deix-dj de ccmprir co tractos Oa O'O
:i:e-his ie eooiraoos, ene na tos com a txtloc-
la r..(vr :cic ti.* Or. s poblicas ;
5' As qoe Dio cfferece.em as garantas e qna
iidaiea 1 xigMas r,o presente edltai.
Ne ibuma preposia >e accetta seo qoe o
oropjofoie apreseote r>.cio qae prote oa'
deptsltado oa Iberooraria a qoani de SOP'OOO
f perder o dirello de res i'.ai^a) se aeolni-
eu-i ropo^la reusar-se o propoaeotc aassig-
nar 0 coot a'to resie:ilTo.
Os orc-tmentoa e pa Has das obraa de qae tra
ta o p-eaeete etai acbax-ae nesta Re a ngfo i
dirpesicaos propooeoles, qoe poderaoexancioi!-
os fai 10 i 4boras da larife.
Rs.if-, 9 de Abril de S-S.
.' Jaqoim Rndrlgoes Sa'daoba Janior
D e tor Gral.
0 c pillo Frederico Cclombiaco ds Sil-a 60
nayftee, presidente do conceibo moni-pal de
O lid, tf.
t.1 cnos'ar a qcem 1cteres3r pos, qas f
ca derieoado o oa 13 do correle re'if 5
lO'as da la*de, os sala das sestOes, para te'
ogur a eleicio de j ii do t- als'ricto deste
1 0 itc pw~, qce se aiba vago pelo abaodonido
a- v-lituano qae o occopavs. Em Une-a do
)ne oaodoe afS ar o pre=ea e co loga* co rs-
teme e poblica-io pela ixnrenas.
Su d 1 6e-i-0e< do conceibo mooicipal de
Olinda. 16 de Abril d- 1895.
Frederico Col ,aMia > Ca 8,Iva Gaimaraen
Pest dente.
Tbe-
2.
sooro.
-- Superior Tribunal e oa
Secretaria, Magistrados da Qi -
piUl, (,!aestur, Secretaria da
Jastic^. Nepocics Interiores e Antonio Macario de Meira
EDITAL
O Dr. Jos Juliao Rigueira Pinto de Sou-
za, juiz de direito do 1* districto cri-
minal, presidente da 1* sessao ordina-
ria d jury da cidade do Recife, etc.
Faco saber a quem interessar pos?8,
qu2 em virtude do art. 29 1* e 2- da
lei estadual n. 15 de 14 de Novembro de
18*1, fo'am multados os juizes de facto
infia declarados, e com as quantias abai-
xo mencionados, por nao terem compa-
recido referida sessao :
Ai tonio Teixeira dos Santos
Janior
Antonio Augasto de Ar&ujo
Antonio da Costa Moreira
Augusto Hermenegildo Pe-
dresa
Belmiro Manoel de Oliveira
Ci-ristovao Gomes Pedrosa
Elysio de Aquino Barboai
Htmrique Jos Burle
Ignacio Pinto dos Santos Cor-
reia
Joao Al ves Pimental
Joaquim Lopea Machado
Joaquim Martina de Mello
Jos Joaquim de Souza Cor-
re*
Jos di Costa Carreiro
Jos Joao de Amoriin Jnior
Luis Bezerra dos Santos Lima
Lourenco Justiniano de Souza
Di.* Manoel Fclix Gitirana
Miguel Archanjo de Senna
Santos
Salustiano de Albuquerque
Maranhao
Agnello Lopes Pereira
Alonso Ferreira Martins Ri-
beiro
Antonio Lourenco Feij
Aatonio Francisco dos San-
tos Jnior
3/
4. c
5.'
6." 7. 8. e 9/
aoeii
Instrucs'Io Poboa.
Rec*bedoria, 1* o 2 3i-
reot de Det roclo.
Jacta Commercial, Ccm-
misiio de Estatiatics, Emire-
gfta|_ do Jmao e Bibliotheca
Gyron. ,io> -e*cola Norasul e
Secretaria o Congreito.
M:iwd", do Io*riof
-ApcVt*-Jt, ;"-!dos e
ref.rmidos.
Prciesiore B1 aispoeibi.
l.dsvj j .
Antonio Mara Marques Fer-
reira Junier
Antonio Francisco da Cruz
Aureliano Benjamn Bezerra de
Carvalho
Eduardo Lima
Fernar-do Magalhaes da Silva
Francisco de Paula Costa
Gratuliano Patricio de Moura
Caz
'J;cob M rtins Coelho Sam-
paio
Joao Ferreira Baltar
J>3? B^trt de Alb?fd
Jlo Rodrigu s Pires
Jote Cavalcante de Albuquer-
que
Jos Pires do Castro
Jos Gomes Coria
Thomaz Pereira da Silva
Pedro Joe Pinto
fiodolpho Xavier de Souza
Fon seca
Adolpho Teixeira Lopes
Adriano Ferreira Mende; Qui-
ma raes
Affonso Alberto Herbert
Affonso Jos de Oliveira
Alvaro Ucha Carneiro Le&o
Alipio Rosado de Oliveira
Antonio Francisco da Silva
Gaspar
Antonio Luiz da Cunha
Antonio Jos Moreira Gome3
Antonio Jos da Carvafho
Antonio Daar/e Torres
Augusto Francisco dor Res
Carlos Jos de Medeiros J-
nior
Deoclecio Candido Accioly
Ernesto Jos Felippe San-
tiago
Joao Gomes da Silva Mon-
teiro
Joaquim Eduardo de Godoy a
Vasconcellos #
Joaquim Simoes das Mercs
Jos Joaquim Martins da
Cruz
Jos de Castro de Albuquer-
que Maranhao
Juvenal de Souza Amaro
Manoel Ferreira Bartholo J-
nior
Tito dos Passos Almeida
Antonio Affonso de Oliveira
Antonio Abdias da Rocha
Samico
Antonio Cesar Couceiro de
Mattos
Antonio Gregorio Goncalv?s
Argemiro Mondes da Cunha
GuimarSes
Eugenio Guedes de Araujo
Francisco Domingos da Silva
Guimaraea
Francisco Jos Antunes
Francisco Jos da Silva San-
tos
Guilherme de Souza^ Pereira
Pinto
Henrique Florentino da Silva
Santiago
Ildefonso de Freitas Pinheiro
Jos Carlos de Noronha
Jos Candido Affonso Moreira
Jos Gomes de Oliveira Pie-
dade
Jos Hermino de Miranda
Jo.- de Jess Moreira Sobri-
nbo
Jos Ribeiro dos Santos
Macario Al ves de Araujo
Maximiao da Cunha Tei-
xeira
Affonso Martins da Silva
Alfredo Homem de Carvalho
Ernesto Epaminondas Loyala
Francisco Alves do Monte
Francisco Jos dos Santos J-
nior
Francisco Victorino dos Sanios
Francisco Jos Rodrigues Praca
Feliciano da Fonseca Gomes
de Araujo
Ignacio Sereno Monteiro
Joaquim Ferreira Pinto
Joaquim Ernesto da C. Bel
trio
Jos Bernardino de Lima
Joa Bezerra de Menezes S
Jo. dos Pasaos BrandSo
Manoel Octaviano da Manta
Pedro de Alcntara Silveira
Silvino Prea de Hollanda Ca-
valcanti
Virgilio Joa da Motta
Alfredo I niz Goncalves Fer-
reira
Alfredo dos Santos Almeida
Antonio Berardo de Lima
Mendes
Antonio Eduardo Pina
Antonia Francisco Rodrigues
Duarte
Cleodon Augusto de Vascon-
cellos Chaves
Frcncisco Correia da Silva
Joao Affonso de Araujo
Joio Francisco de Fontee
Braga
Joaquim Prudencio de Al-
meida
Joaquim Cavalcanti de Albu-
querque Mello '*j
I Jos Rodopiano dos Santos
130| Manoel Joaquim Pessoa
130$ I Manoel Joaquim Carneiro
Monteiro
Miguel Mattos dos Santos
Porphirio Mendes Martina
Agnello Affonso Villaca
Antonio Alves Penna
Antonio Gomes de S
Anton'o Joaquim de Souza
Ramiro
Bento Berilio Jos de Souza
Clementino Gome* de S
Eneas Jacome de Araujo
Francisco Autonio de Maga-
lhaes
Francisco Gaspar de Pinho
Francisco Joaquim Goncalves
do Cabo
Francisco Melchiades Machado
JoE Francisco Ribeiro de
Britto
Manoel do Nascimento Silva
Cavalcanti
Olympio de Souza GalvSo
Antonio do Bcgo Araujo
Caetano Francisco Vir&es
Domingos Francisco Ramalho
Emygdio Pereira de Mello
Jos Candido de Almeida Lei
tao
Jof Francisco de Cmara San-
tiago
Jos -iaymundo d'Ar..ujo Sal-
da nha
Julio Thaophilo Pedro do Ro-
sario
Manoel Joaquim Consseiro
Abdias Americo Padilha
Alipio Ferreira Antunes
1255 Antonio Luiz de Frange
125)5 Antonio Machado Botelho
126J Adusto Mrtins Ribeiro
1305
1305
130$
aoj
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1255
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125$
Evaristo"Joaquim de Carva-
lho
Francisco Gomes de Oliveira
Subrinho
Jos Pinto d'Albuquerque
Jos Das Alvares do Quinal
Manoel Baptista do Amaral
Manoel Jos Monteiro Sj-
breira
Francisco de Souza Manta
Joa Teixiira Bastos
Arthur Sodi da Cunha Mot-
ta
Jos Carlos d'Jliveira Reg
Jos de Souza Carneiro
Patricio Moreira Dias
Vicente Nery de Magalhaes
Amancio Florentino Ferreira
Correa Cezar
naniaa Je s Coimbra
Antonio G mes da Silva
Antonio Gomes d'Oliveira
Augusto Jos Teixeira
Fernando Jos Correia
Florentino Joaquim da Suva
Francisco Joe Cabral
Francitco Jos da Costa
Joio Joaquim Ribeiro Pessoa
Jos1 Guimaraes
Manoel Correia deAiaujo
Alexandre Deocleciano d'Al-
buquerque
120$ Antonio Augusto Moreira
Antonio Hermino de Souza
Antonio Tavares Nogueira
Manoel Antonio de Miranda
Leal
Vicente Guedes de Araujo Correia
Vicente Uuilherme da Silva
Bastos
Ulysses Fragoso da Costa F.-
lh.
Antonio Arco verde de Mello
Argn Barrettode Moura Reg
Arthur Goncalves Netto
Austricliano d'Arruda Cmara
Conrado da Silva Castro
Jlo Ribeir 1 Lopes
Joe Marques Ferreira
Tenente Jos Joaquim Guima-
rSes
Jos Joaquim da Costa Cui-
des
Rodolphod'AlbquerqueSilveira
Simplicio Rodrigues Canil-
lo Jnior
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555
555
559
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505
505
50$
50$
PRADO
PERNAMBUCAN0
M u: BBBtsHa
QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 21 de Abril de 1895
t 3
KomeiB
e
S
Pello
1 Natura lid. a 0 5
Cor da ?*!-
menta
Propriet ferio*
I. PareoAnimac>-9^0metrofAoimae3 de P^naiboco.
604000 ao 3.a e 3&*(0Q so 3'.
Premios : 250*000 ao 1.
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255
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19.4505
E que fica marcado o prazo de 8 dias
da data deste, para os mesmos Srs. jui-
zes de facto requererem as suas recusas
perante este Juizo, justificando os moti-
vos de seu nao comparecimento, e qui
findo esae prazo o escrivao remetiera ao
Concelho Municipal urna copia do autoa-
mento de imposico das multas, bem
como, urna outra ao Dr. procurador dos
feitos da fazenda municipal, sfim de pro-
ceder a cobranca executiva, como deter-
mina a sepra mencionada lei,o art.
152 1. e3.* do Regulamento de
23 do Janeiro de 18?3.
Recife, 16 de Abril de 1895.
Eu, Mane-el Bernardino Vieira Caval-
lante, 2.' escrivao do Jury, o escrevi.
Jos Juliao R. Pinto de Souza,
COPIA-1. Scelo1. Directora d
Secre'aiia da Juatica, Negocios Ia-
teriores e Iastreoclo Publica do Es-
tado de Pernambuco tm 20 de Abril
de 1895.
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Justi.p, Nego-
cio Interiores e Instmcclo Publica manda
facer publico, para os devidoa cffeitoa
em observancia do art. 25 do Regalamen
to expedido em 23 de Jaoeiro de 1893
para execocao da Lei n. 15 de 14 de No-
vembro de 1891, que se aoba vago o cargo
de juis de dir*ito do municipio de Taca-
rata, em cons:-qne >cia da remoclo do mi-
gtstrado que o ocoupava baobarel Arge-
rora Martimeoo da Cunha GalvSo para o
de TaielUs.
A "s^a de qae te trata sori preenebida
pelo jais de direito mais antigo deotre os
qoe requererem r rnoslo no praao de 60
ds. a contar da d_ta da publioecle do
preaeote cd.tal; ai nenhum a requerer o
rov:mento ser feito pela f:ma detr
minada no art 24 di i exu amanto citado
e de i coordo com o acto e ineti'uc^o;a de
12 do Agosto do mesmo anno.
AffOEo Viriato de Medeiros.
BECLARACOES
1 Dictador.....
2 Gatono......
3 Eol-ebe......
i Seo bem....
5 T'lirsler___
5 Plano......
7 Petropolis 2.
8 Timoneiro ..
9 t ,o4- Mor
ning 2......
Rjsilho.....
Pedre ....
Rodado.....
Preto.....
Mellado------
Alato.....
Raneo......
Tardilno
Alazo....
Pernamb..

c
54
64".
84
54
54
64
54
54
54
Encarnado e azul......
Ouro e p-eto..........
Azol eouro...........
Roso e ouro..........
E'ica-nacio ebranej...
Encarna o e azal.....
Preto e encarnado.....
<
. C. Rezende.
Cood. Fraternldade.
A. Silva.
J. (J. Galbardo.'!
B. C. Campos.
?. G. R-sende.
J. P.
Cood. Arrayal.
F. R. Ranos.
2* pareo- Progree 1050 metrosAoimaes de Pernambuco. Premios: 250/C00 ao 1.*,
50# ao 2. e 23* ao 3.'
T-HtBpher....
Bitury......
Ctogo.......
Oubllm.....
Ally-Stoper..
Rodado.
Mellado.
Preto ..
Rodado.
Sodado..
Pernamb. 55
52
52
52
62
Verde eamarello......
Xidres.............
aro..........,......
Azul e escaraado------
Oaro e preto..........
I. G. Ferreira.
Ooad. N.cioaal
Juv-i a! S. P.
/. M. Rodr gaet.
A'meida de U.
3.* Pareo-Sportman 1.300 metros. Anlmaes de Perrjambaco.
I., 50^000 so 2. e 23*030 ao 3.
Premios: 250/COO ao
Hirondelle..
Furioso......
Hefj -Flor 1-
Taao-......
Ida.........
C-.staaho..
Rodado.....
Mellado.....
Rodado.,.,..
Pernamb.- 52
52
e 52
52
c 52
Azol ebranco........
Azul............
P.-e'.o e amarello.....
/e-de e amarello.....
Azul e braaco........
J. das N*ve*.
M. L MicOaiu.
G. Oliveira
I. Uoraea.
Cjud. Cruzeiro.
4.* PareoOrdem1.109 metros. Anlmaes <*e Percamboco.
53*000 ao >. e 23*000 ao 3.*
Premios: 30*000 ao |.
llGallet.....
2 Miecotte....
3iGalle Itt)..
iotreO.......
Malollo, ex -
Hermilode.
Cooqiis'ador
7 TMlsfer.
Rilado...
|}agtaobo..
Zaino------
ttodado...
Castaobo
Cistaobo....
R.i'la lo......
Pernamb..
52
52
51
32
52
52
52
Xidrex. ..
ual e ouro.
Bocaraa lo
Azal e ouro.
Oaro e azul..........
VerJe e rosa........
Amarello verde.....
Cario?.
Coa). Moarscaaa.
i. M. A. Sil.
A. Silva.
Brazilelro.
Coot. Vital.
J. M. Ferrara.
5. PareoEstimulo-1.000 metros. Aoimaes de Pernambuco. Premios: 2oO*)00 aa
1. 50* ao 2.8, e 25* ao &
I Cingo.... ..
Pjiropolts 2.
Garimpetro..
UaUoee.....
Ooblin......
Timooelro.
Ostroyer...
Dictador....
Preto......
RQ830.....
Rodado....
*

Tirdiino.....
Castaabo.....
Rosiino......
r'ernamb.. 54
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c 54
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Oaro................
Preto e encarnado....
Pre o e imi^l'o.....
Braaco e encamado..
Azal e encamado....
Socaroa to e preto...
Azul e oaro.........
Azul e ':Qcirnado-----
Jueial S. P.
I. Fraocisco.
C. Campos.
Goad. 24 de Maio.
M. J. Rodrigada.
Goad. Arrayal.
M. s. Gatmaraes.
F. C. Rtxeodr.
6.* Pareoimprecisa Peraaaibaeaaa-1.533 metros. Handcap.-knimiei dePar-
uambjco. Premios: 300* ao 1.*, 60J ao 8* e 30*003 ao 3*
i Piamon..... 5 Gastanbo....
2 Tado-...... 5 Mellado.....
3 Aventareiro.. 5 Castaabo.....
4 lia......... 5 Rodido......
5 Oamors...... 5 Ziian.......
R Naoabo...... 5 Alasao.......
1 Peolaoo...... 5 Boado......
37.a Pareo luielo -wJjmis7
Pernamb..

Braaco 50
40
54
40
60
58
54
ADlmiea de Peroaaboco. Premioi: 150* lo l.\ 50* ao
1* e 25*000 ao 3.
Verde e amarello.....
Xadrez ..............
Azule branco........
Aiol................
Brancoe encarnado..
Verde e rosa.........
J. Moraei.
Carlos.
Cual. Crazeiro.
M. L. Macrudo.
Coad. Crazeiro.
Coodelaria Vital
IIGaami.......
2|ldeal........
3 G 4.Divertido....
.'. Trintin......
|8'0-Bem...
7 btmbate....
n|Dist'oyer. ..j
5
5
?
o
I
5
5
Rodado......
ttaxao......
Pedre.......
Castaoho
.useo........
Pro........
Mellado....
Castanbo. ...
Pernamb.. 54
c 54
c 54
64
c 64
34
( 54
54
Amarello............ X. Babia
Garlos.
C. Frateraldale.
Branco.............. T. Pessoa.
Rosa e preto......... A. Silva.
Rozo e oaro......... 1. G. Gilbirdo.
Encarando e preto,. Cood. Arrayal.
Azal e oaro......... M. S. Goi na-iM.
8totm$$4s
953
95$
908
Companhia de Tecdos
Paulista
DEBE\TIJRE9
Pga-se no esenptorio desta Compaahia ra
do Boiu Jesud n. 1 pavimento terreo, do dia 20
do correiM os juros das debenturea do empres-
tinio pela mesma emettido re furente ao semes-
tre findo.
Recite, 18 de Abril de 1895
J. A. Snraiva Janior,
Director secretario.
Soclet Italiana til Beiiiflcenca
FRANCESCO CRISP
Son inviiati tutti i secci di qnesta So-
ciet come pur gli italiano che intendes-
sero f me parte della medesima, a voler-
si presentare in riunione dell'Assembla
straordinaria che avr laogo Dominica 21
corrente mese, alie ore 12 m., nella sedJ
sociale.
Pernambuco 19 April de 1895.
II Segretario.
Uberto Nardelli.
jipasliia
DE
Trilhcs U;banrs d Recife a
Olinda e Beberibe
SSo convidados os S-s. accioiisUs para rejal
rem-e em assembta eral extraordioiri, to
dia 29 do corrente mez, i 1 hora da tarde, no
calaa da Associacao commercia1. para eleger-se
o BC.etarlo da dlrecterla qoe vagn com amor-
te do Sr. fibr s isoo Cesar Cootiobo, e tambero
903-\ lratar-Be ero 3 coovocbcSo de autoriasao para
on* ama emissaa de debeotores.
~?| Recj 13 de. Abril de 1895.
Bento Migal&aes
90$' Gerente.
Tocando a petagem dos jockeys, os animaos deverSo estar junto respecti-
va oasa para seresa immediatamente eosiihados e segairem para o barrado dj eeotro
da raia onde a poderSo eatar oa jockeys e os tratadores oa criados, e o jais do mes-
mo barrado, os qnaes n*o pod rao ter oommunicado com pessoa algama antes de
realiaar-ae a corrida.
Oa animaos inscriptos para o l- pareo deverSo aohar-se no eoailhamento
as 9 e 1|2 horas da manhl.
Oa forfaits serSo recebidos a*. aabbado a0 io corrente, as 3 horas da tarde,
na Secretaria do Oerby.
Os jockeys qae nao se apresentarem conveniememenle trajados com as
cores adoptadas do programma por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e sero multados do accordo com o art. 51 do cdigo ub ooiTiaas.
Previne-se aos senhores accionistas de procurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz o. 26 I .'andar.
A Directora chama a altencao dci Srs. proprielarios e jockeys para o art-
2! e seus e o art. 46 que sero"restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chma-se attenco dos Srs. proprielarios, e jockeys, para procurarem os
seos carte, e cadernetas na Secretaria do Prado afim de serem entregues aos
Dorletros no dia de corrida.
0 portio do ensilhamento s d entrada as pessoas que Tterem com animal.
AVISO
Deixa de haver o pareo de Animaes de qual-
querpazpors ter sido inscripto a egua Dorothy
, O sorteio do brinde offerec'tdo aos Srs. frequentadores
do Prado, sosera realisado na corrida de 12 de Maio
prximo, e assim como os ingressos que foram distribui-
dos para a corrida de 31 de Marco prximo passado, da-
rao direito a entrada na presente corrida.
Presos
Entrada geral. .... 1#000
Os cartoe numerados para a preseDte corrija e
para a de 12 de Maio, dao direito a um mimoso biiiide,
constando c e urna rica mobiha de phantasia, esculpida
de nogueira com frisos de curo, coberta de peluda cor de
resed, ro ja e creme, estylo LuzX V, (cito pegas). Acha-
se em exposicao no Bazar da Boa-Vista, ra da Impe-
ratriz n. 88, onde *e encontra a venda os ingressos nu-
merados e na Secretaria do Prado, ra da Imperatiiz
n. 26, n_ Livraria Francia ra 1* de Margon. 9, no
Centro dos Fumantes ra 1' de Margo n. 3 e Tabaca-
ria Cubana ra Mrquez de Olinda.
A extraegao ser feita nesta ultima.
Entrada para Senhoras 6 GRATUITA
- SBRVIHDO DE 8ECRETARIO,
C. de Abreu,

HESllll
-----------------------------------










^^^


Diarto de Pornamhneo Domingo ^1 de Abril de 15Q5
ESTR1D1 DE MODE PEFIMM
DO
RECJFfi AO S- FRANCISCO
dos Prazeres
SEGUF >aFEIRA 22 DO TORRENTE
Alm dos trtns ordinarios de pasag^iros haver
os segaiotes i reos especiara eutre as esta^oes de Cinco
Ponase Prazeres:
TBIIj especules
Ida ( iianlia)
Volta (tarde)
Cinco Pontas
Afoge.dos
Boa-Viagen.
Prazeres.
Cinco ?onta3
Afogaios
Boa Vagem
Praze:-3s
. (partida) 6..'30 Prazeres
c 7.QO BonViagem.
7.10 Afogados .
. (chegada') 7.20 Cinco Pontas
. (partida) 3.25
c 3.40
3.50
. (chegada) 4.00
. (partida) 9.40 Prazeres..... (partida) 4.40
< 9.50 Boa-Visgem ... 4.50
c 10.00 Afogados .... t 5.00
. (cbegad) 10.10 Cinco Pontas (chegada) 5.10
Cabo, 19 de Abril de 1895.
Prazeres.
Boa Viagem. .
! Afogados
.Cinco Pontas
(partida) 6 10
c 6.20
c 6.30
(chegadaj 6.40
Wells Hood.
SUPERINTENDENTE.
DERBY-CLUJi
DE
PERNAMBlfO
Projecto de inscripgo
Para a 6.a corrida a realisar-se no domingo
28 de Abril de 1895
i.
2.
3.-
5.
(i.
7.
3.
Companhia de Drogas e
Productos Lh meos
Pelo presente sao convida losaos lrs. accio-
nistas desta companhia a reuniremsecm assem-
bla Geral ordinaria no din 29 do corrsnte mez;
ao meio dia, em seu escriptoro a roa do Mr-
quez de Olnda n. 24, atiin de tomarum conhe-
cimenlo do relaiorio e contas do armo social
findo ero 31 de Dezembro de 1891, e ter logar a-
eleijao dos membros da commiseao fiscal que
tem de funccionar ni corrente un o.
Racife, 20 de Abril do 1895.
O secretaria,
Graciliano O. da Cruz Martina.
PAREO *3 de Abril 1.609 "metros-~ Handcap. Animaos da Pe
Bambuco. Pbbmiob: 4O0JOO0 *o primeiro, 800000 ao segucdj e
400CO ao terceiro.
pes__Nabab, 57 kilos, Foniaoo e Avntare>o 5% kiios, C-mcrs Tripmpho,
Biimtrck 2.* e PlutSo 50 kilos, Piumon 48 kilos e os'demu
45 kilos.
' PAREO Primavera1.500 me'r. H ndcap. Animes de Pemambu-
co. pbbjuos : 3000000 to priraeiro,- 601000 ao t>egua.do t 300000
ao tejceiro
Art. 5 Nababo, Feniano, Aventureiro, Canora, Tiiampho, Bismerck2.-,
PlutS e Piramon.
PesoPalba^o, HLondelle, Beij Flor, Todo e Furioso 52 kilos, Famsj 2 ,
e Pyrilampo 50 kilos, Turao 2- e Ida 48 kilos e os domis
4 ki!os.
PAREO __ Invern 1.150 metros. Animaos da Pernambnco. Pbk
mos 3005000 so primeiro, 600000 ao segando e 30S0G0 jao ter-
ceiro.
Ait. 5.Os do pareo Primavera e mais Beij Flor, Pa'haco, Tado-e, Faoso
lmala 2-, Pyr.lampo o Hirondelle.
PAREO__ Onono yOO metrosAnimaes de Pernamboco. premios :
250$000 ao primeiro, 5O0COO ao segando e 250000 ao ter-
ceiro,
Ait. fi.Os do pareo Prime vera e mais Boijf-flr, Todo Terco 2-, Ha,
Palhjo, Furioso e Hyrondelle.
P*REO Esltlo 1.000 metros. Ammaes de Pernamboco. pasmos:
2^0^00 ao primeiro, 500000 ao segundo e 25$0Q0 ao ter-
4> ceiro.
Art. 5 Os do pareo Interno e Oatono e mais Irmilodio, Mascota, Conquis-
tador Mslaio, Gallet, Qallioieto e Dublin.
PAREO Eperaoca 900 metros. Animaos de Pernamboco. Pre-
mios : 25CI0OH ao primeiro, 500000 ao segando e 250000 ao ter-
ceiro ,.
faL 5,o__Os d3 par o Estio e maiu Pbariseu, Bathory, Patihouly, Ally-Stoper,
Mendigo, Frentin, Teimoao, Garimpeiro, Manrity, Laeifer Te-
nor 2'
PAREO aravlkha 900 metros. Animaos de Pernamboco. pas-
mos : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ac
teroeiro.
rt. 5.-')s do pareo Esperanca e mais Viogado^Ybo, Balisa, Viva, T* it-
pher, Sans-Souci, Petropolia 2 o e Cingo.
PAREO Ol'dem 800 metros. Anic.:oa de Pernambuoo. Premios]:
25U0OOO ao primeiro, 500000 ao segundo e 259000 ao ter-
ceiro .
Art. 5"Os co pareo Maravilba e mais Ideal, Piano, Topy 2.-, Fortalosa,
Malaag?, Dictador, Talic er, Enireby, Timoncirc, Naioiso, Praasiano,
Vinganca e Mooro.
9.* PASEO__Consolaco700 oietro".=.Animaes de Pernambuoo que co te-
nhim obtido classifioactto nos prados do Recifo, contando ou n5o
?iotoria. Pramos : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e
206000 ao terceiro.
10 PAREOConeloao1.609 metros Animaos de qoalquer paia. Pre-
mios : 2503C00 ao primeiro, 50,5000 o segando e 250000 ao ter
oeiro.
Observares
Os pareo s serSo considerados rualuados inserevendo-se e cerrendo 5
animnns de 4 prop otarios differentei.
O animal que fer inscripto seta estar matrioalado e que deisar de correr
pof este motivo perder a inscripcS?.
A inscripto encorrar-se-ha inpreterivelmente na teroa-feira 23 do cor-
rete, 6 12 horas da tarde, devndo vir aoompanbada da respeotiva importancia,
e caso nSo venha poder a Directora, qaerendo privar o animal de tomar parte no
O proprie:aiio quefiaer sai imMil seas animaes para as corridas do Derby
Club do Pernarobuco. aaim como os jocksys, empregadosde ooudelaris e mai'
peesoaii qae tenham interease as cjrndas presame-se que sSo conhecedoras das
dpoiis3ei do cdigo de corrida e que a ellas as sujoitam, bam como as deciBSes
da Ditectoria. ,
Tocando a pesagem os animae devero estar junta da respectiva casa para
serem iaunsdiatacaete ensilhadoi e Segairem para o barrado no oentro da raia, onde
e po<[ r5o estar oa ockeys e os tratadores ou oriados, os quses nlo poderlo ter com-
municijSo oom pesioa algnma antes da realinerse a corrida.
Secretaria do Par" y Club de Pernawbuoo, 18 de Abril de 1895.
O gerente,
A; A, Gomes Fenna.
COMPANHIA
De-tilla^ao de S. Jos
Cbarcad de esaltsi
S> os Etl. a'co'il'ias convidados i efF-c'ua-
rem em mSodoS director ihe-oortiro a qun'.
e olt ma e 'irada de SO P/o 05-e o 7al:r de tii
i(^s, ao < i> 30 do cor-ntf.
Barreircs. U ne Abril de 1893.
Fri.n >s o da Rocba H. C. So*) nbo
Direrior p'esinente.
Companhia de servicoa Mari
timos de Pernambuico
De ordem da directora faco publico que,
d'esta data em dianle, correr por conta das
cofbpanbiae, agentes oo con-ignalaios d tq-
pores o excesso da despeza com o pessoa* da9
aivarenyas que trabalhar neute as descargas
de Tapores, no lamarao.
Recife.l de Abril de 1895.
Francisco de Assis Cardoso.
Director secretario.
:ss immi mmm wmn
iva::::
DEXOKDHES
Estabelecida em 1803'
Capital 1,100,000
(Rs S4,000;000<|001>)
EEQBA EDIFICIOS E MEBCADOEIAS
CONTRA O FOGO
7A IXAS BA I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PEEJDIZO
Sem descont
Agentas
BUVWNS C.
Ben.'. Loj.*, Cap.-. Cavall.*.
da Ciuz
Valle Imperatriz n. 2
Convido aos 00br.*. do Q lad.-. qae compare-
aai, segonda-feira, 2i do cerrme, as 7 horas
a notte, a S^ss/. Beoo.*, em qui s^ !em de
iralarde afsomo o dena.vnt imporiaDcla parr
inlersse fla Cff.-.
Or.-. RfCile, 8 Je Ah-il te 1893.-. E.-. V.-.
Antonio N. P. Cimbra 33.-.
________________________Ven.-.__________
iittijMti*:
Di
9. Jos d Agiinla, rrfcla no ron
veiiio do Ccrmo
D orffem rto irmau urefdor. convi lo s todos
os o s>oa lroa jg para se rennir. m no consisto-
rio aeeta rmandade. doiiiogo 3i doco rente, c
K bo-8" da onanra atiin d^ i^gerem os noves
taocciooBftas de 18' a 1896 como etermica o
A-i. 49 de noiso compom s-o
Consistorio da rmandade, 18 de Abril de
1395.
O secretarlo
Jos F. di SilJaMiif.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita annual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernamlraco,
Boxwell William &f
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.008
155.000
Coipanha de Tecidos
Parahybana
Convido os SrB. possuidores de deben-
tures desta Compa hia a receberem os
juro3 a vencer em 0 de Abril, nesta
capital, em m&o do Sr. thesoureiro
Adolpho Eugenio'Seares, em Pe-uambuco
n> escriptorio dos Srs. Rodrigues Lima
& C.a o coupon ser cortado "no acto do
pagamento.
Parahyba, 15 de Abril de 1895.
Jos Ricarda de Castro Ferrara.
Secretario.
iBssrance Com pan y de Li-
verpool
CAPITAL, SOO,000
LAllGO DA COMPANIHA N.6
SEGUIiO CONTRA FOGO
"SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
XWPANrllA TETHYS U tfJ-AiUltOO
MAflITIMOS E TERRESTSES
BA DO VIO ARIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Souza LeJvo
Thomax Comber.
Julio Ctssar Taes Barretto.
A. H. P.
Uhenea losicnl Peraambuc^no
De ordena do or so presidente, convido *o
Srs. t-o o a r.sii'imi c em ssembl gera
aa prxima qoiota.feira ii do corrente, aum de
(rstaren aeaatamptos de magna impo-tancia.
Ou'oain?, scxnufl o sos S-e. socios qoe e
logar no prozimo ssboado i7 do coi rente o
aarao mens.-l a maugorjo da ede, r.oleodoo.'
Srs. socios procorarero 03 seus lngreisos em
h5o do DO''o ibe;cO'U o.
R, cife, 10 de Abril de Ife95.
Artliur Bvib'n}
^ eec-euric.
Companhia de Tecidos
Paulisla
Aasembla Geral Extraordi-
naria
Convido os Srs. accionistas a compa-
racerem a 1 hora da tarde do dia 25 do
corrente no palacete da Associajao Com-
mercial Beneficente, afim de deliberarem
sobre um emprestimo em debentures,
necessario a esta Companhia.
Recite, 17 de Abril de 1895.
J. A. Saraiva Jnior.
Director Secretario.
(Companhia Ceotro
Commercial
3a chamada decapital
Sao convidados os Srs. accionista1 a faterern
a 3* entrsdade 10 / obre o capital subscripto
dentro do prsio de 30 dias, a contar desta dati>
oo Banco de Fe nambuco.
Macelo, 26 de Marfio de 1895.
Os directores
Tiborcio Alves Carve.lbo.
Boaventara Amorim
Pedro de A!meida.
SOCIEOADE
Auxiliadora da Apicultura de
Fernambaco
A se ubi a geral
Ho da 30 co correte reune-se oa sc'e dn
sociedade, ao mel dia, (roa do Vigario n. 19
1- andar) a ma asfemblea geral, afim de appro-
var a mo"iBcacao feia no artigo dar contri; ai
{Oes e toanr coobecimeoto do qae ba sob e a
fvndacao do Banco Auxiliador.
Recife, 19 de Abril de 18 5.
O corete
A. Perol, a SimOei.
Santa (Jasa de Misericordia
do Recife
Por esta secretaria pe declara que no dia S5
d.o corrent-' (quiota-Mr ) Ja 10 horas da asaba
M fjr pagamento as ama de ensebo, em urna
las t-aUs da amiea cas.i das exposto.--.
Secretaria da Sania Casa de M'.sericord'a do
, 19 de Abril *e 1895.
O escivao
Jos Honorio B. de M^neies
Errada de Ferro de Ribei
rao a Bonito
De ordem da Directora convido aos Srs.
accionistas d'esta Empreza, para se reunirtm
assembla geral ordinaria, no dia 6 de Maio,
na sede da Aesncins Commercial Agrcola,
allm de lomar conhecimento do balango e actos
da administragc relativos ao anno tndo, as-
sim como pruceder-se a clcicao dos membros
da rommisso ti:ca'l
Kecife, 16de Abril de 1895.
Manocl'. arneiroda Cunha,
Secretario.
Seguros Martimos
As directoras das
Companhas de Seguros
Indemnisadora, Phenix
^ernambucana, Amphi-
tate e Tethys, desta pra-
ca, convencidas como
alg >mas das suas con-
generes do Su! da Re-
publiea, conforme circu-
lar recebida, de que os
seus inttresses sao gra-
vemente comprometti-
dos pelos continuos e
exceiicionaes prejuizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente com destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sul; re-
solvem a contar do da
10 de Abril prximo* s
efeclusr seguros de as-
sucar em saceos para s
portos do referido es-
tado, *Mivre de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
mento e governo dos in-
teressaaos.
Recife, 30 de Marco,*
de 1895. L"
Pela companhia In-
demnizadora,
Joaquim Alves da Fon-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz Duprat
M. da S.lva Maia.
Pela companhia Am-
phitrit
irthurugusto d'AImei-
da.
Joo Josd'Amorm.
Pela companhia Te-
thys.
Bar de Souza Leao.
Thomaz Comber.
julio C. Paes Brrelo.
riuce Xine of Steamers
Inmes WLmmtt lew asile on-
Tjme
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estadis-Uoides e o Irazil
L' esperarte do sol at o
dia 91 do errrente e s.bl-
? j depois da deme:: ne-
'ceeearia para o
Para e New-York
O VAPOR 1NGLEZ
Moorsh Prince
Para carga Irata-ee com oa
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Roa de Commercio n. 15_____
Prince Line of Steamers
James Kuolt Ne\vcastle^>a-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil
E' esoerafto de New-
*oik at o dia 94 do cor-
ente e tahua depms ds
deiuoia necesaria para
Baha, Rio de Janeir
e Santos
O VAPOR IMGLEZ
Egyptian Prince
t>Ti crga t'ata-ss
Consi
os
tarics
gmRai
Jobnston Pater 4 O.
Ra do Cou.mercio n. 15
M Gross Line o Steamers
Dos porlos do
norte esperado
uestes dig e sa-
^bit para o P.i,
impiee'lvelmen
Me oo dia sa do
corrente.
Ovaporinelez
Paraense
Para carcas e Ds"ae"8 tras-fe com os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Expirado o rereriao prazo acoo pirata oaa te
ssp.iugaollisa por extravio.
Recebe carga : traiar com o
AGFNTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio 9
LINHA MENSAL
Vapor Medoc
E* esperado da
Fnrca a o da
* do corrente,
st-golndo depois
da den ora necei-
saria para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
to?, Montevideo e Buenos-
Ajres.
Entrar co porto
P.-frie-se anda eos Srs. recebedores de mer-
canors qce se attender a recU:mac6es por
la! as, qne lorem recoabecid^i na occasiao da
descarga dos voiumes ; e que dentro de 18 co*
ras a contar do dia da descarga das a vareagas-
deyero faier qnalqcer reclamajo coccerieo-
te a volumcs qne porventnra tennam eegai'io
para os portos do sol, afim de eerem dadas a
lampo, as pro videncias aecessarias.
Roga-se ios Si a. passngeiros rte se presenta*
em na vespera da chegada do vapor para toma
-em as sua i nassagens.
Para carfa, pas-aRenf, encommendas e dinbf!.
r. a frete tratar cem os
H. Burle
Boya! M Stran M mm
i
o
O paquote
Elbe
Oommandante Messervy
E'esperado dos
rortru do sol no
d a i o corre n-
e, st-gaioao dd-
Diis o a demora
indiepesavel para
m. Vicente, Lisboa, Vlgo e Kei
*ia*n >
Opaquete
Tagus
Espera-* da Europa
do dia do correte, se-
puiniu depcis da derxo-a
oecesaans para
Maceio, Bahia, Rio re Janei-
ro e Santos
O paquete
Magdalena
Commandante H. O. Rigaed
E' esperado da
Europa oo dia
* do Uaie, se-
igoinjo depois da
'demora Indispen-
savel para
Babia, Rio de Janeiro Mon-
tevideo e Buenos Ayres
.N. B.Previrte-ee nos Srs. recebedores de
meraadorias, qae a Companhia Mala Real ingl:-
u, cenlraetoB rom aGecaat Steam Navegaon
Gompaavom servico da vapores eemanaes que
partiodd de Berdesux, Cogcac, tbsrenle, devem
ebegar a Soiibampteo a lempo de baldearem as
cargas dastnsdss America do So'< para oa va-
pores desta cosipanbia.
Esta companhia aceda por precos ratoaveis
ra Valpaialso at Abril, pamageiros com este
| Andes.
Tanabem scel'a patsageiros para New York
Soathamptoo, por especial srranjo feito com
a Companhia Allemaod Lloyd, rodeado demora-
rem-ae na Europa casi o destjareis.
Redacto nos preyos dci passacens
Ida Ida e volta
a Lisboa i'Classe JO ;0
C Soath&mptsn 1* c'ass* i & 58
Camarotes reservados para os pasaagalros de
Prnarntuco.
Para carga, passageDs, encommendas e di-
ahe.iro a Irete, trata-necom os
AGENTES
Amorim Irmaos & C.
M. 3Roa o Bom JsbsN. 3
CAlltLttS BELIMS
Companhia Fraaceza
DE
NaTegacio a
Linha regalar entre o
. Pernamboco, Babia,
e Santos.
O VAPOR
Ville de Buenos-
M^BJITIUCZ
Aracatj
Segu para o porto cima o t.yate NINA.
Recebe carga.
A tratar- ni ros da Madre < D:o: rj8.
?apar
Havre, Lisboa,
Rio de Jareirc
Ajres
Commaudante Praod
SW.'t^
E' esperado da
Europa a' o dia
a de Malo, te-
guindo depois i
lodispens-vel de-
mora para a
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
* .i
Roga-se aos Srs. tmnoirideres de cae?a.petos,
vapores desta llnhs, qoeiram acrecentar den
rb ue Odias, a contar do da descarga das al
varengas qoalquer reciamacao concernente a vo-
ames qae por ventara tenham seecido para os
pirtos do sol, aJm de se podsrem dar a tempe
asjprovldeoclas ccczssarlas.
OS AGENTES
& c.
42-RA DO TORRE3-42
1.* andar
Companhia Peroambacana (t
Naw-j^ii.
F0RTO8 IX) NORTE
Cea, Carnoc:m, Auiarra-
^ao e Para
PAQUETE
liio Formozo
Commandante Davjd
8egue nodtc t do cor-
rele s 4 bor8 ta t;re)
Recebe encommendas, pastagens e dinheiros
a (rete at as 10 horas da macea do d.a la par-
tid?.
Cbimr-?fi a attcnc8o dos ?rs! rave?a''ores
para a claossia 1* dos roobecment(s que e a
aeg'*nte :
No caso de baver algorra re-l,m o con-
tra e Cemp^nnla, por avaria ra peroa, eve ser
feita por escripto ao sgente r^speclivo no rrto
da descarga, atnlro de i.ej d a depois lissda.
Nao preceden o esa foraali-ad*'. a Cirrpa-
nbu t a isenta de teda a r. rponsaoilidade.
Nao recebe ra*ia pa-a o Par.
ESJRIP'aOKlly
Ao Caes da Companhia Feroamboeaca
"!. 2
P--'CiO(# Steam Navigaoo Coi
STRAITS OF UAGELLAM UNE
Os pqaetss rosgnifisos
Orlara e Oropen
AEL1CES DOBRAOUS
Primeira vigm A este porto
rissa
Epers-se da
Er-ropa ai o da
t J o co-rente,
>egoira depois
da demora do
co.-tuuif para V-iparaieo C6ir eicti por
Babia, Rio de Janeiio e
Montevideo
Oropesa
E^pera-se d o
ni su) o di de
Maio e seguir
depois da demora
ao cosime para
Liverpool com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
r* Estes magnificos vapores 'm ptima
acoommodbfSes para passageiros.
Para carga, passagens, encommendas e dintel-
roa frete i rala se com os
AGENTES
Wiison, Sons I C, Limiled
10RA LX) COMMERCIO10
LEILOES
Agente ilveira
M
LEILAO
Do engenho Boa-Es-
peranza
Sexta-feira, 26 do corrente
Aa meio da
So armazeaa sa. 4tl da raa 1*
de ftovembra
O agente cima, por aUara do Kxm. Sr. Dr.
iuiz de dlrelto do clvel e com a sna asais-encla,
a rpqoerimcnto de D. Jalla Ares de Almeida
Frenas. Inventarame dos bena dsixados pelo
bnado Dr. Joaqnim Ajres de Almeida Frenas,
levar a leilao o eogtmbo Boa-Esperare, per-
lencente ao espolio do meemo finado, e sitoado
oa comarca de Panellas de Miranda, o engenbo
aoeote com ngaa, enpeire, com moeodas de
ferro, cata de telhae, aeseotamen'.o constante
de seis tachas, grande numero de (trurts de
madeira, dous caixOes para deposite, aUmbiqee
de cobre com deposito e atoa perleoces, em cata
de telbas, i asa de vi'-enda de tijoo e utpt, cc-
berta de telbas, 8ande qne I soa demarca ci
constante da escripia de compra e termo judi-
cial, est em mito e poder to iceerxo ageste
para qne os licitante posam coataecer, e mala
cinco cavailOB novos ; finslrresle qae o engenbo
vendido com a safra; anda cao rolbida e a
vindeora jii fondada, rapejundo-se es dirsilea
dos lavradores.
Os pretendentes podem procarar o mesa*
igente na roa Doqoe de Caxiss d. 41, i* ow_
m


I


I
SSIBHHhHI
Diarlo de Pernambitco Domingo 91 d^ Abril de 1995
w
Leilo
Da tcadupo.flfH. chit s e oo'rus fasenda
avaiadaa
TVrca-feira, 23 do Abril
4 11 hora
Ageiie Pinto
ROA DO 30M JESS N 43
i aa roailauacA
E-goi2o te 1 uno, no Oes ae aladre pero a. re-
tea para machinas, binoclog, grvalas e cu'raa
hiepi e miodesas, 11 tupas e araadas.
_ AVISOS DIVERSOS
Precie.)-i e da vm criado qae eaina tratar
de vaccaa ; ua :na de Lua Jo Reg o. 54, Santo
Amaro.
Prensa se de riba roa eettatMta e de orna
Erna paia andar ctm crianzas e mala servaos
de Csa de familia ; oo Caannho Novo n. (20
Prici.a-ee cesa urgencia ae urna Dea co.:-
Etieira e umi arromada-a ; a tratar na roa da
Soledadenlt A.
Augusta Adoirc So es Kos> wilttr, viga-
gario da fre aueaia da V'anaa, pede a quem esta
cem a apollce de 4:0004000 prrten;en'e a 21. S-
do Resano da es tetiva matriz, a entregar o
maie breve nossuel ao dito vgario, ad ioi-tra-
do- ri g benf -W> Ha an'rn.
Realmente a inyenc,o
nao
r
e
A familia ro finado A iodo liarla da Silsa
convi"a a lodos os sse? pirantes e anteo* eaoa
do falie id.'1, Da-a aaMaUrfB s u i-a que por
alma do Diestro n:aada ceieorar ca tgreja d<
Ma^re de Di, lerc f-i a 3 do coi rente, Js 7
1/1 bjrSa ca d 15, 1- aooivereario e Feo
puFaneoto. A ted 8s pessoa.1 qoe te oigna-
nm coxpareer sesee acto, deedu ja te cor-
fe.-i s rain m-n e ir!.-..
f
D.
Anua lio. Anjes Correa de
Irniijo
A Junte Administrativa da Santa Cs.sa
de Misericordia far celebrar urna miasa
solemne de rquiem, na igreja do Parai/.o,
s 8 horas ds. manha do da ?3 do cor-
rente, em sufrragio da alma da irm I).
Auna dos Anjos Correa de Araujo, e para
ene acto de religiiio sao convidados os
parentes o pessoas de alisado da Ilustre
finada e de seu desolado espose o Exm.
Sr. Conselboiro Joaquim Ccrra de
Araujo, digno provedor e chefe da mesnia
Junta.
Secretaria da Santa Cas de Misericor-
3a do Recif-, 18 de Abril de 1895. ,,
O escrivao,
Jos Honorio B. de Mtn*zes.
Ama
Na 'u?. co Aragao n.
30 precisa-se d urna ama
para lavar e tDgommr.r e
facer mais ser?ic de casa.
Cosisibeiro
Precisa ee de cm bom ro-itibeiro ; a tratar no
a ouzem n. 44 a roa do Commcrcio.
Supe
or Vinho Verde
Em ancoretas
Cbegou nova remessa d-ste vinho em
pequeos barra de dcimo, superior a
vinho Bordeaux, por ser muio macio,
brando e sem a menor composijUo.
E' exclusivamente o succd da Uva.
Applicaio depois de um bom prato de
bacalho, serve para se admirar e ver de
quanto capaz a Natureza !
Nuo.es Coimbra & C.*
""34 Madre eus34
Preci-a-se di Dina arai (Be seja boa cosiccel-
ra e compre : na roa da lo tendencia, liga do
Aaibo D. 7.
Pre ha-se de ama ama com pratka ce cos-
Dba ; a tratar ca ma da Imperatris n 17, ter
ceiroandr.
Ama
-recifs-te de n ua ama para cosiobar e coca-
onrr, para caea de familia ; a tratar na roa dos
Goirarar.pg n. 57.
Tijolcs
Fab.ieatics n fabrica de Cimaragibe, deso-
penor qu-tiidae, ene-sa lo escripiorio da
Coupaobia Iidoatrlal Pn- a Cu mtelo n. 6.
Attenco
Oiama-se attenc o do psdriobo oo protector
do icencr Joe Pnmino, para qne vi procurar
na roa des ciaarrrapep n. 67. na casa io Sr.
Mi?oel ^treha^jo da Alaeida No'ire, eie'ocom
bnivid^de, vl-to etsi familia o querer levar p?ia
AU^OfT. ceruselmo o encontrar all, ou
enio na f o'edade, roa do meemo Dome o. 35,
onclts reside parestes da mesma familia.
Cm vielnho. ____
. Engeho yenda
Of he-deirof" e intereeeados do casal de D.
Clara Adelalde de Carvalbo Paes de Andrade,
e accorco e;den o t-DgeoPO Ocba, "as prc-
litiiladea cesta capi'al. frgueiia ce Afogados,
cero excellentts le eios p.ra safrejar ate dooe
mi pae?, cacss de mecdi edeaogoobo, ma'a.
gtDde quaDiidadc fe racle ras, teoo porte
de embarqoe e asna battaote para qanlqo>r
fab'ica, e^Tada de rodagm e perio da estscao
de A'eii* : oofm ireteoder dlrlJi-M ao Diezmo
eoiuobo. ______
Ao ccmmercio
C abiix3 aulj'iado tendo li b autor iaac5o
pa*a otlirar-re da i-a Moori, k. C., conforme
corita da dedaraeo fei.a no Diario ds Per-
D3t)boco de Si d< mei prximo pvsado, rao
quf rendo aceitar t.tlinete a iocombeacia qoe
Ihe loi confiada pe m iivcs de ordem aoirior.
veDi declarar que as ignara a dita firma por
prcco'85j ispeciil ccoio era ootrora, e ao
menino lempo agradece a censi Jerato que lbe
fol dispe usada.
Bedfe. i de Abr de 1805.
Fr.nciBCO Vi:(orino dosSintoa.
m
O publico ja vive cansado da leitura f"e tantos
recames, ons teoo ratao de ser e cutros...
motito para Bcrever, porem r qoe temos om
COPta exiraordioano oss escolbae de noeeas fa-
x-nas e qoe recebemos tedos os meses faxen-
das floa/, i'ctuplc ameote deseonnecidas do mer-
cado, pjecieamos dpsorevel-as e eeperarmta
pela visita de lodos psra realmfn'.e vertm se o
nco re lame oo cSo para reelidade.
Batamos sem competidores.
Sedas oe efl c, arreptadas na nliina moda.
Vaidoaas.
SMae de t-ee, cbifonrte. tvetema descoobeci-
do.Suspiros qoe ao e vem.
Cathemlrap de cores, de cordao, oliimo gosto.
Bomb fe-la pretae, IWOOo covad.-.
Panninbo macio, tina cambra a, 10 varas, 5^0
a prp/.
Fino tec^io de cre, com ealpicoP.-Sirandlnba
Madapolao em caixloba, eepealidade, I54C00
a peca.
S s ue co'tB Perosmboco na Ponta.
ian8 com lislras de reda, Adelaide, 34500 o co-
vado.
Lana com (letras de sed?, Elvira, 44000 o ca-
vado
Lans com Metras de Bda, Murtk, 3:00o ce
vado.
Cactiimiras de cor o covado.
Laa8 com ealpicce, As Tres Maras, ?00 j co-
vado.
Sias, i ai,Os noves, Ab s grae, 4*500 o c-
vado.
id-p, ttcido de gorgnrSo, Hei de amar-te at-
morrer 64000 r cov;?.
cahemira preta e ii cores, ^S^ qnero amores
34510 u covnao.
Ci nas eacorae, Sampaio molle, 120 t 8 o co-
vado.
Cbi'.as claras, 6 de Vareo, 500 ris o covado.
Cuitas es' uras, Haja nao, covado 500 lie.
Pbaotaii?, Nao me todjjfc, 800 ris o covado.
Creooes, a flflr do baile, 500 ris o a vado
Lindos p?dr6es ae cassas de coree, Lydla, 400 rp.
o covad..
Creicnes, Sampaio duro, 500 ris o covado.
Hitos, Go>to de ti. 480 ris o covado.
Dios, Pucigti, 500 rie o covado.
Olios, Traeos de amor, 400 ris o covado.
Dios, Beroarcia .'00 ris o covado.
Dito*. Reg neta, 480 ris o covado.
D lo*, Plori.no Peixoto, 500 ris o covado.
Dkcs, Prooeoie &* aloraee, 6(0 ris o covado.
Dites cim barra, Deodoro d., Fonseca, 700 ris o
covado.
Pies Republicanoe, 7C0 ris o covado.
Merii preoa rara batina.
Ditos cor de rafe p ra battoa.
Gra de BortiaieDto de merinos pretos e de coree,
l'st'8 e lavtado?.
Vt'itutu a de tcd;s J8 cores.
Su-..i', completo eortimeoto
Lindo fcoriimento de rambraiae bordadas.
Cortes de eaildos branros borados.
Vesdee cm ca toe- bondadosa seda.
Pbaotaia, Beijos do amor, 14500 o covado.
L'O'o sertimento de ibos para eenboras e me
DDW.
Exi.ieo 11 io portimeoto de fsseadas prelss paa
a Semana Santa.
Capellas com veo para ooivas.
P- ni i os ae luihf, iixos e Lordados.
G aude rorumeoiode bljoulerlas.
Pannos de c ocbet paa sof cadeirc.
Novo aortimei/to de gravataa.
Cumple o ecrumento de espartilboB.
Ctmisas bord.das para noivo.
Ptnncs e collarinbos.
Camisas de liobo brancas e de cores para bomem.
Vesloaios para Daptlsado.
Buleas de mAo, ioglezre.
Halae para viagem.
Tapet-s psra sof e cama.
Sobretodo de orna e duas vistas.
Ditos de borracha para borneo*.
i.'apss de borracba para eenbo'a.
(."amisis brancas para nenios.
Veetcartos ameitcancs para meoiros e meniacs.
Chambres.
Goarda f.
Plae la lira e de listras.
Cbales preos.
Cortipa-oe oe crochet para cama.
Cortioadec de crocbet para janella.
Ccrtlnadoe de cambrta para cama.
Mauii:tis6 de seda pretas e de cores.
Ditas de sitrono prelas e de cores.
Csmitias ae la para bomem.
Cuberas, colchas e cobertores.
Cobertotes americanos, 14800 om.
Ba-a encarnaCa e axol.
Cartmados de cOres para cima.
Lindos corles de caeemira.
C&semiras em lecas prelas e i cores.
Grande eonimeDlo de roopas felss para bomeiP
<( opa- feitas por medida, perita tesoara
Cortes de foalSo branco e de cores para colle'.j..
Aioalbado de liebo e de algodao.
Pannos da cosa para mesa.
Serculas elas'ieas.
Seroolas d Lindos padrfiee de crep para cobertas.
Bolsas de tapete.
D tu preto lavrado. 14500 o covado.
Las com sal picos de eda, doas larguras, Cru-
oinba Verde, 34500 o covado.
S as de listas, Carnaval, 34200 o ccvr.dD.
Palitots de palba da eda.
Crnvsas de meia com lis as de core.
Cachemiras pretas, sslpicos de eda, cores.
Abra a porta Binb.
l/qr.es, D'timo gosto.
Linons lisos, de listas, de qoadres e de tlpicos.
Joliete.
CxAmusl de eda e de cres.
Velbidilo de coree.
tff.lo de coree.
Estrellas ^'America
fl* -Roa 1- de Hareo 12
Antige do Crespo
MARQUES i LIMA
mi*

Voenpaa do Estmago, Falta de Forcam,
Anemia, Febrt
O ME8MO
FERRUGINOSO t
Ohlorosls, Pobreza do Banpe, Debilidade, ato.
Lymphalismo, Escrfula, AmoUuimmto dos 0sos,*U.
trrlM. il n 11. Ru Dtomot PkuaMlM
O ME8MO
Jpmsumn
Pilulas purgativas d.DGuilli
PrttXMa-avdAs
oom Extracto to Elixir Tnico Antiflegmoso do V Guilli
Xlo Coutar Paul QAGE F'illao, Pharmaoeutloo da> X*
?ABJS 9, RUB DE GBESKLUK-3AINT-0BRMAIN, 9 PARS
MAIS DE TRES QUARTOS DE SECULO DE SUCCESSO
demontraram que o ELIXIR do 3T3r tT-TTTT.T.TT!
era o melhor remedio contra as doencas do FIOADO, da PELLE, RHEUMATISMO, GOTTA,
PEBRES EPIDMICAS, GRIPPE ou INFLUENZA e todas as enfermidades
causadas pela I3iliai e as Flegmas.
Aa PULULAS DE EXTRACTO DE ELIXIR DE GUILLI
contm em pequeo volume todas as propriedades toni-purgativas do ELIXIR.
APPROVAC.0 DA JUSTA DE HTOIENE DO RIO-DE-JAKEIRO
0JB KNCONTHAM A VBN23A. MM TODAS A3 PHA.RMJLCIAB ACREDITADAS.
nxaquecasl
nxaquecas!
evralgias!
evralgias!
As
DCD1I liC d-essencia DE % Al CDTAII dissiPam dea^
r CKIIUlO TEREBENTHINA D0 U LClf I AW de alguns minu-
tos as vais dolorosos Nevralgias, que sejam ellas de cabeca, dos mem-
bros ou de qualquer outra parte do corpo. Nunca de mais o recom-
mendal-as aos doentes que soffrem d'essas erneis afeccoes. Para actuar bem
a Essencia-de Terobenthina deve ser perfeitamente rectificada.
Exijt-se a Firma de CLE8TAH obre o rotulo doe Tilros de Piratas di EsstOCil eTereenthllll.
Em PABIZ, 19, ra Jacob CAS L. FRERE A. CHAMPI6HY t C, S1** 13, ra Jacob, em PARIZ
A VAItKJO KM QCASt TODAS AS PBAaMACIAS DE TODOS 08 FAD3S
OleonFigadoJacalhao
DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e cotn Casca
de Ixtranja amarga,
Quaiido se trata de curar as
DOENCAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATISNIO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dSo sempre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHO do D' DUCOUX, Iodo-Farraginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tom mo posto qual-
quer e que a sua composicjta o faz eminentemente tnico e corroborante.
Deposito geral: 7, Boulovard Dinain, em PARS
Aoha-e para Tender em todaa h Pharmacias e Drogara acreditadas do Univerao.
D^teonfiar-te da Falmiflcaf9ea e ImitafSea.
A Esl.ela da Boa Ysfa
ABILIO DE MAGaLHAES pr^prielario deste
novo eetsbeleclffieolo e.'tu ra da Imperalrl:
B. 69 convd i aos eecs boos fregnexes e as
Esmar. Snborae a vizitarem o eea eetabelecl-
raer.l.) onde eocontrar&o aim de om grande e
variado eoniiento ero faxeodas Hoaa; cretc-
nee, . ras, la. aedas de parado goito e por prec
O maas razurxidos poeiveie.
Caixeiro
Precisa-se de neo caixero coco bastante prati-
ca de coina.-oa, que tenba qoeui garanta eoa
onin iii. e qoe 0.1 ui aoeencia po9a laxer (
vetea do dono da cr.sa ; Da roa Ejire a do Ro-
sa-io o. 9.
Vende-se
O estab leclmento deD minadoO Eleganie
i roa Marqn* z d*> Olin-;. n. 1.
Demarcacoes de trra
P.lo e-fi-nhe-o C. C. Carllni, escriptorio na
c Caie da Becada, a roa do Rio o. 12.
Criado
Precifa ae deom
annos ; a iratar di
criado al a idade de 15
roa do Ci.mmereio 0. 44.
Vende se excellenie doca
Ladeira da Ribeim n. 23'
Em O]i oda
eecco de e-ja', ra
*mo 999 c o m wm mmtm*9mm**tBe*9m*im
ASTHMA & CATARRHO
Curados pelos
CIGARROS
TOSSE DEFLUXOS
OPPRESSES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APPaOVADOS K LICENCIADOS PELA IHSPSCTORIA GERAL DE HYOfESB IO BRAZIL
Venda por atacado J. Esnic, ao, roa Saint Laxare em PARS. Brija-se a firma :
' "itv. kM iui as rai> irua pharmacias "a tnt a oo txi-hakuaiau
v?j5H NAfy
^y GRAfULADO
FRAUDI
^
^FRDIN %,
infalllvel contra
Dyspeoala, Gatrali;l,
X>latnoaldades, Dysenterla,
Dlarrbeas dos palxes quentes.
Precioslsslmo para a antisepsia
do tubo digestivo aa
robre Amorella.
W
'V
V
soase:
a paa colheradaa (dai para
cal) por da depoii dai
refeiooea.
*, 0
W
SOLITARIA
COHA CERTA
em IIOKH, com oa
IQLOBULOS DE SECRETAN^
PhfmmCuueo, Prcnido com medtih*
OI1ICO REMEDIO IKFALLIVIL
ADOPTADO PELOS HOSPITaES DC PARS
|DBMSiUrio3 em Piraaainco: FRAH- M. da SILVi C']
grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni -
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhoes de ps de cafeeros semea-
dos em leires cuojs prefos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Rceife.
Cal Branca e Vir-
Sem de Ia^ua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da calbran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta eidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
seuarmazemdocaes do
ce
<
o
h
H
ACTIVA8
PILULAS
DEBRISTOL
VEGETAES
ASST7CARADA8
SEGURAS
L
Eg-cnmmacleiras
Precisa-ge na na da
Flores d. 25, tinturara.
Mobilia
Vende-se oxa mobilia do j-cir.nfla 'm per-
feto estado, toda eau-lnada ; na roa do Torra*
o. 14 pa-imenlo ierres.
Cosinheira
P.eisa-s? de orna boa co iitura ; na ;har*
mida amsricsna.

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iVpolo n, 73.
CATARRHO
TOSSE ANTIfl*
TSICA
Este remedio, em
granulos, nao tea
sabor nenhum
SI
fea PfAtiAWitCm
EM TODAS AS PHAliHAi
as iwit e t aawnras camica
Empregado para escripio-
rio
Preciea-ae ^eum qus tentia recito boa letra e
haslaa'es babilitagOea ; nj deposito da fabr.ee
Ctx a ti roa Daqoe de Caxi. 8 n 81 |
Eng-eoho
Ve' de-pe o eo.eobj Canandoba, distante urna
Icko da estica' de J.boaie, aui'o bom d'. gua
rrojn'e ecorrtnte, ion eximias tfr-aj e untas
pan eafrfjar a SOCO paes de ssau r a- ni:I
ner,t; a ra ar com o c mm nda o- Barroca,
na eslico cen'ral ua es. ala de ferro de Ca-
ma u'.
Criado
a-se de om cr ai'o : no sitio do com-
p-pc
I
alug'ar
A^itio para
Con K'ao^e cata e cocreira, no largo de
Retie'io', fetronte da ift-eja : a tratar com e
ccmmendado" Batro a em Bemtica n. 40.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea
porces applica-se ventosas seccas a
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Fabrica de celo
lisas e limonadas gasosas k
tod s as qnalidaies
Boda water, gioger, ale, linilo, laranja,
curaca", abaoaxia, granadinn, groseMas
franboisM, bannilha, hortoU pimeata
to
eto.
Regulador da Marinha
(^incerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometres de
uiarinha, caixa do msica, apptrelhos
elctricos, oculos, binculos, ocaloa de
alcance, joiaa e todo e qualquer objectes
tendente a arte mecbamca.
ytua Larg do Kouario 9
Madeira
Exccllente tatoario de merpllo. Levo esa*
car^a, oranch-is de eicopira, e'.c. precos com
(0 e 20 0/- de abatiaeo'o : na fabrica de ao-
reis da roa de S. I< ao n. 4S.
Casas na Torre
Vende-se pequeas casas
tUadas na rna Real da Torre,
as. 8Se 84, nana terreno de |COm queill tratar
5 palaaaos de freate e SO-------------------------------------__
palmos de fundo, chao pro-
prlo.
Quena as pretender poderA
ir vel-as; e
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jornaas de maior circulac&o, attea
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, rua Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita ao
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, A ra do
3. 5o da Victoria n. 14.
I harmacia Virgilio Lopes,rua Lsrg*
do RosfrjoD. 31 ______^^^^
ESTABSLECIME17IQ A JFSTSA
Vende-se aloja de-
nominada A FAVO-
RITA, sita rna 1..
de Marco (antiga do
Crespo) n, 25.
Quem pretender,
pdedirigir-se mes
ma, que encontrar
CAES
para tratar en-
contrar pessoa competente
na casa grande do alto da
DO CAPIBAB.1BE 12A Tarre, aa p da capella. r
PEDREIROS
Para urna obra importante
ftra desta capital contra rt a-se
pedreiros. no Caes da Bgeo-
i i >, 1 .* andar.
Ao coiiimercio
3x!n.'0* Bessada P nh t declara qae oesU
data delxoa a e eo-ia da ,b-:ca a vapor <
cana-) animal, per sm 1 v ee exocnuoia oa-
tada, sjhstate'.'c.-'nd) a p-ocoragjo da v ua
herduires de Jof Inicio do Wa', aoS- HoaA
Gil MoT-a, qae o oo?o gerente, e &-. respoa-
s.vei pilia Ivoe paselvo da c si, sea respen-
eatjil d da I ama di araxo as ha do.
Recife, 18 de Abril de (895.
D)orjirR>a Befaba Pin>fir->.
Ao Ciiumercio
Rcmao 611 Honra de lira qie na qa.dade
de bastante procurador da v uvj Ce los l*naciO
do Wal. proprie'arta de Darte di faS'ca a va-
or de ciro misal. fS'oxio a gerencia da
dita fabrica, Bcanio rcs?oo>avel p'lo activo
e passivo da me*sa e deaobrigado de toda
qoalque- le.-pons^bilidade. Oax-^ereole Di-
miDgos Beessdi.
Reci'e. 18 de Abril de 1895.
R.mao G.l Moa a
Companhia para familia
Offerece-ee orna eethor booeeta de miu
idade eem rlios. para eertlr de coupaihiaea
raa d familia, rr stan^o seo eer>ica : se
alenma prs o pretendtr pod deixar cau
oi-eti tjivpgrapbla eos o i orne e morada, para
gtr focnntrada._______________
Criado
P-eciu.ae de om c-i do ; na bttlct fraacn
i. M, rna di Bcm Jetos. ______________
Garu verde a 800 re. o kilo
Veo-i'-m os abaUo assigoaios, carne de prt-
meira imalidade, nos talbos da roa Marques d
Herval p. *7 e 1, e Gamboa do Carreo n I.
Bate praco scffre.-a alteracao par mais os
para menea, sempre ''e a:co:dJ com o
do ado mH lera'-.
Recitu, 5 e Abril de 1895-
Fioxa Lrxa k C


D
10:OOOSOOO
>
I



A quem provar a nao authenticidade de qualquer dos attestados mira a favor do
PEITORAL DE CAMBARA'

1UBERCULOSB PULMONAR
IIIqj. Sr. J. Alvares de S:oi SoaresPelo-
tas-levo ao conhecimento ce V. S. o eeguluie
Acbando me matriculado na Escola Militar do
Blo de -antiro, foi accommetttdo de orna pc>eo-
moQia 'estillando iic;ir affeetado dos pnlmoea,
e tendo consultado d versos mdicos, tanto ho-
tceopnbM como alio albas, nao obtive memo-
res nenhumas. pelo qae me vi obrigado a ri-
lerroniper mena estados e vallar ao selo de mi-
aba familia nesta capi al.
Seo Jo mandado inupec-ionar de sao de por
orden; do commando das armas, fui jalgadoin-
capaz para todo servic, > do exercito por Biflrer
de tutfrcnlose pilmonar.
Vende qae nada consegua com os mdicos,
recorr ao Pec-ral du Cambara e com algan-
frase i! deste maravilfcoso preparado flqoei con-
pletaiiDte rettabelecido de Uo perigosa enlor-
midsi?, ctasando pasmo As peaaoaB de miaba
amiial"*, qoe jclgivam-me ocap.x para linar
cem a fida.
Moli grato me manifestar-lhe o m'.n rcico
checir eota pe ib resnltadcs que coldi com o seo
precio o prpparado, i-oden^o V. S. faier desia
carta o osa que le ronvter.Raol Cesar Fer*
reir da Coz.
B leo itar )
ep.onchiti astumati:a
Illa. Sr. Joa Alvares de Soma Saa'es-Pe-
Iota :om a mais viva salisfjeSo laaco ino da
eenr. para dar-lbe noticia de un importante
cura realiada peb Peitoral ae C*mb=ra, a
qual iifrvira de graode utilidada para a boixaai-
ade foffredora. .
Ha cerca de cinco .nnos ppssoa ce m'OD. la-
milla actoava-se atacsla debrenebite asttiraallc-,
qoe f 21;-me viver debmo da mais actrb dor.
nao obstante baver ella usado por longo tempo
moius preparados e receitas medicas indicada'
pira '3se fim. ......
Lerdo, po.m, o tJornal de Noticias, da|a
cap'.'ti.l, oelle deparoa se-me un annoocio de
Peitoral de Camrar, em que eram relatados
os sea; cfflcaxes tffeiloa.
En vista disto, ret.olvl comprar o preparado
e dei o doente. qo restabdeceu-se comtlelameote do lerrlvel 10
coma (do qoe par tacto tempo a perseguir.
Sorprendido.per tai admiravel cors, com o
coracaa repleto de lnimensa alegMa, nao cess
de fazer votos pela prospendade de V. ., a
que-r bomanidade foffredora tanto deva.
Auto-i aido-o a faier destas liobas o uso ane
lbe convier, subscre io-me Di V. S. atiento,
veouadcr e criado,-Jos Ca-aslro da Sil
R-go.
(Btia).
HORRIVEL T03SE SECCA
Sr- J. Alvares da Sooxa Soares. Pelotas
Tenho ai sallsIacSo 'o dar lbe roen- ag-adecl-
mento por urna cara que aabj de realizar o
Peitiral de Cambara.
Ha dona anoos mloba mulner eonria de urna
borrirel tese secca, acompanbada de doren oe
peito, axendo-me de tolo perder a espeluca
de seo rejtabelecime'ito, pois nao possoexpii-
fa-li) a p rco de emedios qoe osou, recei
tsdo? por mdicos desla cidade, sem colber re
lOiUJoi satisNclorioa.
Cabalmente, velc-ne as mos um folheto do;
qoe V- S. publica e, lendo as coras realizada*
en i<;encas Btmelbanles a de mioba molber,
resolv faxel-a experimentar o Peitoral de Cam-
bara, cora o qual restabeleceu-se completa
mente.
PJe V- S. fazer desta o oso que lbe convier.
Da V. S. -migo, ciado e obrigado,Joaquim
Al vi) Cavalcanli.
Fo'talea (Ceara).
BRONCHITC D3 30 ANNOS I
Illa. Sr. J. Alvares de Saoxa SoaresPelo-
las Son mmensameote grato a V. S., aof
pela del C)d?xa de offerecer-me o sea preparad*,
Peitoral deCambars pa*a curar-me de orna
rebeIJe broocbite que me atormenlava ba mais
de 33 anouB, como pelo leix resoltado que ob-
Uvp, lomando esse maravlboso remedio, qoe
me restabeleceo de tima enfermidade qoe ]ii'g<-
va incoravel, altelo a mloha idae de 71 aauo
e a u-tar a'acao na occaslao de outro incommo-
do lfioenxa. .
Siivam estas liBhaa de testemanh) de mioba
crat cao. Jobo Coelho de Qoelrox.
(Si^ade do Rio Booito, Estado do R!o d Ja-
neiro.)
TOSSE ASTHMATICA
Hlm. Sr. I- Alvares de Sooza Soa-esPelo-
tas- S.fferdo ba qoairo annos de UM tosae
asthndtica, e nao solbanso dorai.te esae longo
espse) de tempo roeibo-ascoo; os moitos r>.me
dioa tidos coi o (ffi:ies que me receitiram os
med eos, resol vi abaodooal-os e experimentar o
Petlcral de Cambara, lnvencao de V. S.
Lof o ao prlmelro Irasco schei me com om al-
livio Bortrebendeot, e, qoando acabei o lercel-
ro. es'a va complttamenie restabelecido, apre-
eenUnioboje orna robustex como talvex oonca
possuiBse. __ _
C(C3 praxer affirrno qoe o Peitoral de ^am-
bar est cima de todos os remedios conbect
dos fara a asthma bronebile e molestias pul-
moriares.
Tatemnnbando lbe o meo rcconbeclmento por
Ho Imprtame cora, aotonsc-o a faxr desla
aicta deciarajao o oso qoe lbe aproover.
bBcrevo-me, com alta estima e consideraco
fie T. 8. amigo, venerador e criado,ManotI
Cavalcantl de Albuijoerque.
(Piar dasAlagoas.)
FORTE PNEUMONA
illm. Sr. J. Alvares de Sooia SoaresPelo
su-- Compro om clev:r scientlbcando V. 8-
de qoe ba tempos acbando-me atacado de orna
ort! pneocaooia, corr a diversos preparados
qoe es mdicos desla capital me accneelbaram.
eem obter melboras.
Por minba espontanea deliberrcao, resolv
expj;-imenta* o atu Peitoral de Cambar, com
o qual alcance', o resolta lo que ha multo alme-
jaa, e por isso don a V. S. sinceros parabens
pelo san maravilboso descobrlmeoto, fazendo
vo.os para qae a bumaoidade soff edora encon
tre no sea preparado o aliivlo que experimeo
tei..De V. S. aliento, venerador e criado,
Nestorio Antones Persira.
{Babia.}
CON3TIPACAO E TMSE
Sr. J. A. de Sansa Soares Atacado de urna
forte coDstipscio acompaobada de tosse e t-do
tocaado varias remedios sem o meoor provelto,
a sonseibo de om amigo, experimeolei o seo
Puitoral de Cambar e tao lisoogeiros foram
os effi'.oj. qus cootiouei a usal-o at restbale-
cer me completamente, puado de parte os ou-
tros preparados.
A vari ,>3 amigos atacados do mesaao mal te-
oho jo'gado prestar um servico recommeodao-
'o-ibes e sea pe-toral, que um verdadeiro ai
livio para os doentes.
Qu i-a aceitar miabas felicitacGes por tao uti
dejeoberta e cre!a-meDj V. S. atiento criado
e obngado,Artbur Osear (General de briga-
da) .
BRONCH'.TE ASTHM TICA
Ilion. S-. Silva Gomes C Rio de Ja-
JaDeiro Felicito-ma por ver anonadado em
casa de Vv. S<. o remedio denominado Pei-
toral fie Cmbara.
SoSenJo eu ba tita meses de urna broocbite
estomtica, que nao me deixiva dorm', e, sem
que os menteos a conse^olssem debbilar, pc-is
pcls ja a joipavam caronica, resolv com.-rar em
casa de Vv. Si. o p'e:iaflo medicamento o prin-
ciaiei a (omal-o, observando cni ladosameoie a
dieta e reg-raen recommendados e prescriptos
dos impressas que o arompaonaram, e no Om de
pouco tempo, depois de ter umaio algaoa fras-
cos, acbei me completamente carado.
G'ftifsimo ai b introductores deste maravilbo-
so preparado, tejo-loes qoa dem pablicidade a
e.-ta mioba decla'aco, oara delta terem coabr-
:linenio lodos aquelies qae eoffrerem da mesmn
molestia.JoSo Antoaln da Silva.
Barreado (Minas Gsraes).
PRINCIPIO DE MA TUBERCUL03B
Illm. S-. J. Alvares de Sooxa Soares E' com
randa praier qae commuotco a V. S. que,
tea Jo estado ba dous uiezes com urna tosse re-
belde, a ponto de nao me deixar dormir monas
m ites, consulte! diversos dioico* desta cidadr,
oh qu -es dis eram que eu eslava com om p-to-
c pi di tubercolose.
Farto j de tomar d varaos medicameolos
se ai proveito alou>, lembrel me do sen Pero-
ra I de Cambar e, fazeodo oso de 6 vidros
creio acoar me completamente restabelecido,
vlsio oao ter mais tossa oem frbie, etc. ; e pur
laso pode farer oso desta como lbe cou'ier, a
bem da homatiidade. De V. S. criado e obrl-
gado,Francisco Jos de Barcelos. I.* emare-
gado da Pbarmacia Delgado, i roa jos Ounves
a. 31. (Ro de Janeiro.)
BRONCHITS E TOSSE ASTHMATIOA
llm. Sr. los Alvares de Soaza SoaresTem
esta por lim scteotincal-o de mala doaa espen- J
didas carava devidas .o seo precioso Peitoral de.
Cimbart*.
Por occas'aa de etT-ctuar-se om basar em
0;ofBcio da Biblioibeca Pr.olica Pelotese, fu:
a'acado de ama forte bronebite qae me levoa ao
leito. Veodo-me prc-trado e deaej.ndo o
mea reBlabeleocieoto o maii p*ompto poadvel,
deliberei usar o Peitoral de Cambara, eolii
com tanta felicidade qoe, no terceiro du da mo
Ustia. pude reasumir as miobas faac(6es ae
o b'ioih'Ca-io d*qoelle estabelecimeoio.
Ni mesma poca foi mloba fllbiBba Julieta
atacada de orna toa-e Impertinente, com car-
cter astbmaiico, e applic-ando-lbe eu o mesmo
IB az medlcameoto, vi-a re.-tabtlecida em p..u-
os das. Saoscrevc-nie, ec.,Francisco ae
P. Pies.
(Pellas.)
BRONCHirBCHRONICA
Ilm. Sr. J. Alva-es de Sooxa SoaresTeabo
a satisfacao d-esc-tver a V. S. para piriicpar
lbe qoe, soffreodo eu ba mais de quut'o annos
ce broocblts qae me traxa a mator parte do
trtnpo proslrado no leto da dr e, uaaado do
aeu abencoado Peitoral de Cambar*, apenas
com meta doza de fr.scts restabaleci me, e,
por isso, doo gracas a Deu3 por ter encontrad .
tao benfico remedio.
Disponba sempre de qoem com traicr es-
tima e conslder*caoD- V, S. amigo afiVico.do
p anlto obligado, Silvioo Ribeiro. (Tenente
coronel chafa de eoniabilidade da guarda nacio-
nal do Rio de Janei-o.)
TOSSE COM E3CARR0S DE SANGCE
L'-vo ao conbecimenta do publico mais om
irompbo alcancado pelo popular remed'o Pe
'.oral de Cambara, preparao do Sr. Jos Al
vares de Sooxa Soares, ae Pelotas.
Havia seis anoos que cmt tosse grave rae
alormeotava dia e ooite, faxeodo-me oltimameo-
Ce deitar abaudaotf b escaos de saogoe, e os
onlmOes, com certeza, acbavam se alleciaios e
ea tea iofallivelmente de socenmbir terrivel
.iMca pulmonar I
Uo amigo, sanando do meo estado, aconse-
Ibo-me o precioso Peitoral de Cambar, e
someote com o oso de doxe vidros deite impor-
laatissimo medicamento, coasegoi corar-me
radlcalmeote, seotindo-me boje forte e podeodo
j& entregar-me s lides de minba fasenda do
Cer rito. Dapois deste caso tenbo acooselbado
a moita gente o Peitoral de Cambara, e lodos
teem comido resoltados importantes.
Actualmente fax uso deste preparado com
moito aproveitamento, mieba filba Neafrldes,
qoe tambem se acba soffreodo do peito.
Paseada do Deacanco, no Cerrlto (Rio Grande
do Sul)-Bernardo Jos dos Santos.
ASTHMA CE MIJITOS ANNOS I
Sr. A. Das de Freltas Valle Itaqoy (Bio
Gande di Sal Seodo V. 3. o airen ti nesta
cidade de Pel'oral de Cambar, do Sr. J. Al-
vares de S. Soares, 1a Pelotis. olrijo-lbe a pre-
sente afim de attestar qae, soffrendo minba mu*
Iber, ba muios annos, de aslhm?, t agora e
com o oso constante do referido medicameLio,
ricon radicalmente curada
Pjbso o presente attestado para tur o eneejo
de recommendar tao benfico orepirtifo as pe
8oas victimas dessa cruel enfermlaile, OcanJc
V. 8. para tal Qn aatorlsado a fazer desta de
claracao o oso q e lbe convier. De V. S.
attei to, venerador e obrigado,Baxllio Pereira
de Atbayde.
(Estancieiro.)
TOSSE SECCA COM DCBES NO PEITO
O abaixo assignado atlestt, a prcido de soa
comadre D. Rosa Mara da Cooceic&o, com idade
de 38 annos, constitaicao dbil costurelra,
moradora nesta cidade, qoe p inclpiando esta a
sofirer, bs pe-lo de doos anoos, de orna tosse
secca, com dores no pella % cosas, respiracao
emoaracada, no maio* eitremo de dtbilidade e
sem r.-onca obter all vio com os m itcs remedios
qae asoo, fleoo radicalmente cu-aia com o Pei-
toral de Cambara, preparco do Sr. Jo a!
vares de Sooaa Soares.
E seodo o referido verdade, tambem por raice
o aitesto, a bem da bomanidade sobredora.
Joto Corii Pdixoto. (Oanves estabelccido em
Pelotas.
COQUELUCHE SEJk .-.LLIVIO
A abaixo asignado atiesta, a bem da barca-
oidade, qoe tendo sio, em Dezembro pausado,
atacados ae coqueluche seos n tiuho i Aatonlo e
Dejaoira, e sem terem podido obter allivio t.om
o tratameoto de sea illasire medico, dea Ibes o
coobecUo Pe eral de Cambar* io Sr. Jos
Alvares de Soma Soares, e comquatro udro-
deste elicaz remedio, rJcaram coaipie menle
restrbelecidos do terrivel soffrlmento. Mana
Jos R. Barcelloe.
(Pelotas)
CONSTIP4C0 B ToSSl
Eo, abaixo assigoado, a'.tes'o, a bem da bu-
manioade, qoe fui atacado de ama coostipacaa
acompanbada de tosse desesperad k, qae m
possibiluava-me escrever e nao me deixa7a
conciliar o somno.
Sem ter ailivio algam, lancei mao do Peitoa
de Cambara, depois de ler feto ao mea eio-
ojago urna completa pbarmacia, eeOtsteina
portada medicamento removed os iioflrimentoB
qoa tacto me atormpQiavatP, dan lo me, Qual-
mete, o deacaeju'Ja ooile osomnoixpa-
gavel.
E' dever meo agradecer ao Illa. Sr. Jos
Alvares de Sooza Soares ico importante deseo-
berta. Por isso, tenbo recommendado o seo
preparado a diversos amigas, e o recommenda-
re sempre a todas as pessoas que, por fatal da-
de, sotTrerem de molestias p-ovenientes de con-
8t paedes...ulympio de Assumpcio Oliveira.
fSocega, Minas Geraee).
affecco iulm:nar
Sr. J. A. de Souxa SoaresPelo'asAcban
do-me ba 9 mexes ee-iamenie affectado de ac
pulmao e ja desanimado pelo oeubum resoltado
oDtiio com orna iobnuiado de prcparaioa es
crasgeires, prlociplei ba 3 metes a tomar o
Pdiioral ue Cambar.
Ainda ui) ett te-rui tdo o 'O' frasco e ja
me acbo coople>ament restabelecido.
Devc, pt'lB, a este poleroso remedio a minba
cura, que lbe commo-io para o ana V. S jal
gr conveniente.Carlos Coatu (>botograpbc
no Rio de Janeiro, as ras danta Lilia n. 41 e
Oanves n. 40).
TOSSE VIOLENTA
Llm. Sr. Jos Alares do Sooza Soara Ata-
lado de urna tc;se viol-rot?, pertinaz, ten o tldo
yor e pago do otio oas coosecuti'oa, pa ma
uta, vmitos, a ponto d3 Bear eoi ocado, lem
Orel-u.e de tomar o aeo precioso toodicameuto
Percal de Cambari e cooj om : frasco O-
quei restabelecido, pelo que o fel.cito.
Com toda a consideracao, subacrevo-me de V.
S. al enio e admirador,Cari- b Augusto Peixo-
to de Alencar. (M.jor de cavallana.)
BRONCHITE EM UA CRIANQ A
Illm. Sr. J. A. de Sooxa SoaresPelotas
Acbaodo-se mea fllhioho Arcbmades atacado
de orna forte broocbite, ficou em piucos das
rad calmer te carado com o n-o de cea precioso
preparado Peitoral do Jamba-.
Qoeira, por isso, acear oa protejo? de meo
eanbeiimento, podendo faier da presente o
aso qne lbe aproover. Soo com estimaDo
Vv. patricio e criado,Rodolpbo Taborda.
(Encroxilaadu, Rio Grande do Sul.)
INPLAMMAQO DO LaRYNGB
Illm. Sr. J. A. de Souxa Soates.Pelotas-
No Intaito de prestar orna bomenigem ao m-
rito do Peitoral de Cambar, dirijo lbe as
presentes lindas, narrando-lne urna imporiaot
cura realizada por.-quelle afamado remedio :
Seodo accommetiido de ama forte e pertinaz
inflammacao do laringe, recorr i medicina,
sem colber resaltado algam durante qaairo me
xes de acorado tratameoto.
Acbando me bastante mal, em estado de alo
poder levactar-me do leito, pela niuba excessi-
va fraqoexa, lembrel me, em om momento feliz,
de experimentar o Peoral de Cambar e co-
mecei a usal-o sem a meoor cootanca, tal era
o desanimo de que estava possaldo I
Em poaco temoo, com a conti icaco do re-
medio, flqoei radicalmente curado 1
PoleV. S. faier desla declarado o uso que
ibe convier.
Son com estima e con-idersgao De V. 8.
amizo e criado obngaao,Joce Marcimo Soares.
(Piratiny, Rio Grande do Sal )
TOSSE DE5E8PERAD3RA
Illm. Sr. Jos Alvares de Sorna SoaresPe-
lla?Sendo atacada minhaesposa de urna to-8^
desesoeradora e de carcter grave, li-no-i n.So
de diversos p'eparadcs sem colber oenhom be
neficio, e, tendo conbi'lmenlo dos bons resul-
tados do Peitoral de Camba., mande! com-
prar don' frafcoa deste seo preparado e cem o
uso do primeiro 'oo mo fes aram-s* raah ra<,
endo Slciea e o-fgui'lo pars detiellar ctra-
pletarueoie o tjrrlvel mil.
Qudra, pois,'aceitar a expresso do aeo re
conhejlmeato, po.'ccdo fazer desta o oso q-'e
llio fonvifr.-De V. S. amiga multo obriga-
o'o1-Israel Antcnio Ciiia^p.
(Serros de Taquarj, R>o G ande do Sul.
BRONCHITE, ROUQUI01 E TOSSS
Illm. Sr. J. Altares de Sonta SoaresPelo-
tas Ve h) penboradissimo dar lbe loares
pelo sea bem ti.-o Peitoral de Cambara pois
tenbo-o applicado em pescas de mloba familia
.em casos de bronc-hr.es. rouquidSo e tosse ago-
'dssima, colbendo os oie!bos resoltados, pelo
qce bou incaosavel em recommendal-o acs
doentes do apparelbo respiratorio.
Aceite minhas felicitacOes e Dos o recom
peose pela sua descoberta de ta^to silicio par?
os qae SvfJrem. Jercoycno Acacio S- Cou-
qoero.
(Babia.)
TOSSE CAVI5RN0SA
Eu, abaixo assigaado, declaro que, fazendo
duas pessoss da amizade de minba familia os >
do Peitoral de Can.b.ar, lectivamente tira
ram bons resollados, fJcando curad; s da losie
cavernosa que ba bastante tempo as ahigia O
tabelliao, Francisco Pereira Ramos.
(Rio de Jaodro.)
T03SE3 EROUQUi:0 -3
Eo,abaixa assignado, morador i ra?. Loia
Goozaga o. 476, no Rio de Janeiro, atiesto qoe
oo e ea comn todas as persoas de mioba fa-
milia temos sempre colindo os mais satisfacto-
rios resaltados com o Peitoral de Cambar, do
Sr. J. A. de Sooza Soares, as loases, rooqoi-
does e mais affeccOes das vas respiratori s, e
por Uso cao cansamos de acooselbar o seo uso
as pessoas de oogsas relacOes.
E, por ser verdade. Armo o presente.Alfre
do A, P.nbeiro.
TOSSE PER'LIA Z
O abaixo assignado declara a bem da verdade
]ue. leo o sua senbo-a feto oso do Peitoral de
Cambar, do Sr. J. Alvares de Sooza Soares,
fleca completamente restaoelecida de ama tosse
perlinas que a sfigia.Joaquina Jjs Radri-
gua.
(3. Paulo).
-T03SSS REBELDE I
Ed abaixo assignado, commer;iante pras
geueral Osorio.no R o de Janeiro, declaro qce
taoi o feito uso uo Peitoral de Cambar, do Sr.
los A. d S.uza Saaree, em tosses rebtlles e
oot-a; enfermtdades das vas respiratorias, co
Hiendo semp-e os mais aatisfactorioa resoltados
e bem aasim qoe pessoas da ccioba familia em
juem tenbo fe-o appl'cacio do mesmo prppara-
3 bao consegoido os meamos benficos resol
ta.'os.Alf.elo Caetano.
TOSSE ANTIGA .
El abaixo assigoado declaro a bem dos qoe
sitT-em de tosses perinazes qoe lendo feito oso
le Peitoral de Cambar do S-. Jos Alvares de
Souxa Soares, bquel restabelecido de urna tosse
que oa multo leapo me lexia boffrer.Jos J.
\ugustoda Foeseca.
(3. Paulo).
TUBER LCSE PULMONAR
Illm. Sr. J. A. da Sooza Soares.Fax doos
annos qoe falUcsa minba molber de tobercolose
pulmonar.
Poucda meses depois, minba filba mais velba,
de nome Uoooria, dsciaroo-se cora a mesma en
fcm'.dade da m&i.
Rjcorri a todos os meios acooselbados por
mdicos e corlse* pra a cara de miaba filba,
aim como j llnba feito para a fallecida ma-, e
o resoltado era seaspre o meamo : a molestia
caminbava itiaei vistos para o seo termo fa-
tal I O ate* paral a amigo, o S-. major Jos
Manoal Barbos, acimMm*ntt juiz de paz do 3-
diatriCiO da Meta, e ajartM pessoas a ahi, sa-
uem desata eu fiaBprador.
DcMOtrasco hb saber mais o qoe faxer, foi
tostado por aaa srmlgo a dar mloba doente o
aeu alegiad P*:UI de Cambar e. coofesso
qoa niea vi W4o to maravilboso, pois foi
o que salvan w++* ba de orna morie certa I
Ja se poda diiar *m a tnica pulmonar nao
orna Bolee-U racaraval, qae xomba de todos
os meioa emct^Muot na medicina.
Dcw-lha eo mtm paf abis por esta g.-aode
deecooerts, t sWaa recoxapsose pelos benefi-
cios que dalia ( neaJUdo bomanidade sol-
fredora.Da V. ,at.-Bfllflm F. de Vascon-
*(Upacsr*j, MU-TaBd do Sal).
0FIN.OE8 MEDICA 5
Daios em seguid?, em resumo, a opiniSo de
mullos dlstlnc 8 n e^ic s braxlleiros e eitran-
gelrus sobre o Peitoral do Cambar :
... O Peitoral de Cambar om heroico
meio pr-ven'ivo e om auxiliar no iratarrtnto da
tsica pulmonar, 'o frequente coBr*zil...
Dr. Urlas A. da BUfeita.
Barra Mansa (Estado do Re).
... tem sido per mim emprega o em di-
versas afr*ctOe.i das vas respiraturias. cMendc
sempre os melbons nsoltados...Dr. Fran-
c (Btlm do Pa>a).
... m.' excellenle balsmico p reno tal o
tenbo emrregaco nos doentes di brcncbite3 e
IT cc6es pulmonares, con fjr?nde proveita. tan
to mats por ser om xpectora te oave e effiesz.
Dr. Aatonlo da Crn Ccrdeiro.
(Parabyba to Norte.)
... tr-nio-o empfigado sempre com moito
bem resoltado as molestias dos orgScs respia
torios e lem a propriedade da ser om medica-
mento da eabor sgradavtl, sendo bem tolerado
pelas creaocae, em cojas moles'ias de crande
tfflcacia.Dr. Jos Joaquim Pereira de Sooza.
(Cidade do Bananal, em P.uo.)
... aconselro sempre este preparado aoa
que .-ofi em de broocbite, principalmente astb-
!utii-a.Dr. GeminiaLO Jote da Costa.
(Para.
... exerce acjo benfica sobre a mocosa
das va? respiratorias, pelo qoe teuho abserva
do em minba clinica...Dr. Manoel Alves da
Cosa B-anca: te.
(Rio da Janeiro.)
... manicata sua accSo especial sobre a
mucosa das lias respiratorias, por cojo motive,
tm mhia clnica medica, (em tldo enorme
aceitago... Dr. Jos R. RiOeiro.
(Bcldm do Para.)
... tenbo-o empregado com resollados im-
portauti88imo8 em diversas affeccOas das vas
respiralorias, sobresablodo om caso de tuber-
colose Incipiente que foi radicalmente crala
por este preparado, em D. Virginia Mara Men-
dep, residente na capital do esiadu da Babia,
ra, S. M-.guel u. 46 Dr. Alfredo Mendes Ribei-
'0. vB*bia.)
... tenbo-o empregado em diversos doen
te?,obtea-o excelleotes nsoltidos...Dr. Pe
reir da llotia
(ato de Janeiro.)
... om excellenle balsmico expectorante,
e como tal o tenho empregado sempre com bam
resoltado as affeccOes pulmonares-..Dr. Vi-
cente Cypriano da Mala.
(Patona.)
... tenbo-o empregado em molestias dos
orgos respiratorios colbendo os melbores re-
soltados. D>'. Francisco Alves de Lima Filbo
(I'-ryhaa do Nor^e.)
... tenbo-o empregado com grande provel-
to as molestias das vias leapiratorias...Dr.
Pedro Corria de llacedo.
(Valeoc, Estado do Rio )
... lem ama accSo especial sobre a mrcosa
das vias respiratorias, corando oo alliviaodo
aoitas molestias d:8tas m?smas vias, o qoe
prova cabalmente a soa crescente procura e
acri'ag>, qua anda oo teva iqoi produelo al-
gom offi:inal.D. Octacliio A. Cmara.
(Pelotas.)
... tenbe-o empegado, com ptimos resol
tados, as broncbiies e mi lestiae do apparelbo
broncbo-polmooar...Dr. Bario da Matla Ba*
cellar.
dar)
... Acho-o moitn importante, rao s pela
efficacia de eeus resollados em molestia do pel-
lo, como tambem pelo agradavel sabor, qoe oo
faz repugnar o doente meis delicado de pala-
dar...Dr. J. Lassala.
(Antllhas.)
... empregoei-o com graode vanlagem em
pessoa da minba familia qoe soffria ba algons
mezes de ama laryglnte, acompaobada de
accessoa de tosse...Dr. Telasco de Gomen-
soro.
(M-ranbo.)
... tenbo-o empregado com brilbante resol-
tados as diOereotes formas da nroocbiie e em
alguas periodos da tubercolose pulmonar...
Dr. Lopes Pessoa.
(Hecife.)
.. gosa de proprledades emolientes e faci-
lita a depectoraco e o considero como excellen-
le mel para allivlar e corar a lo.-se qoaodu
cooveoieotemente preacripto--.Dr. Bara de
Itapitocay.
vPelotas.)
__ om excellenle medicimento, emprega-
do cem moito bens resoltados ra molestias
oronchc-palmcnres .. Dr. Se-aflm Jos Ro-
drigues de Araoj .
(Pelotas.)
... Techo-o empregado com assas prcvei'.T
em minba clinica as molestias orencbo-palma*
oared.. Dr. Francisco Augus'o de SMveirs.
(Recife.)
... tenbo o empregado cem o melbor sal-
tados as diversas affeccOes das i;s resptratjri-
as, priticipalmeate na broocbite catarrbal da
creancaa qoando atravesara a ctiae da prmelra
deitl^o...Dr. Emygdio Bezerra Montene-
pro-
(Recife)
... leoho-o aplicado (m micha rlin'ra :om
grande proveilo as diversas affeccOes Uaa .aa
rejpirioriaf, especialmente qoando ihrcni:a.
Dr. Julio A Csmacbo Crespo.
(Rio de Janeiro.)
... ful ltimamente obrigado a ':r;-r sao
delle em romha dioica e jn/go-me boje habili-
tado para flirmar qoe om doa melbores reme-
dios qoe em mioba praiica tenbo coobe-ido para
enfermedades do peito e vias respiratorias. ..
Dr C. Henrrqson.
(Sania Victoria, Rio Grande do Sol.)
... tenbo-o empregado cem resollados taa>
t'jasos oas molestias do apparelbo bron- ho pal-
aoia-, sbretelo as oroochiiee rbroDicas e oa
coqueluche. B-. Feliciano Teixei-a da Mata
Bacellar.
(Par.)
... lenbo-o applicado em diverso: casos d-
sn" cufies dai vias respiratorios e techo obudo oa
melbores resoltadoa...Dr. Jos de Azevedo
Mata.
(Parabyba do Norte.)
El mdico-cirnjano qoe tosente, certifica
qoe el especifico Inalado Peitcn-1 re Cambar
del Sr. J. A de Sooxa Soares, del Br.zil, me ba
dado admirables rehollados eo el Iratamieolo de
las eoferm:dades del aparato respiratorio, espe-
cialmente en las bronebills crnicas.Dr. Joao
Peral'a R.
(Elqoi, Ch.le.)
4 ... T-inho-o acooselbado na minba ctrica, e
com elle lenbo tirado resallados importantes oo
iratamnto das molestias brouebo pulmonares.
Dr. Carlos Marcband.
(S. Sabriel, Rio Grande do Sol.)
... T ntij o empregado em minba clnica
003 casos de molestias br ncbo-poimooares, ce
Inendo retaliados mallo s tisfictoios. Pomo
em virtade desses bons resoltado?, garantir a
efcacia deste nedlcament-*, p-inc; almecte
quaodo ena affeccOes tiverem temado o cara*
ter decbrenicidade...Dr. Lnit Jote :e Araa*
jo Fimo.
(Sapncala, Estado du Rio.;
...teaho ob'ido ptimo resollado na r-p.
plicato do Peitoral de Cambar as moles' as
broocbo-polmonares.Dr. Polycarpo A. Arapon-
ga do Amara1-.
(Po-to-Aiegre.)
... empregei-c e com o melbor resoltado no
hospital da Santa Casa de Misericordia as aff c-
efies em qae indicado, e coo-tcno a empregal-o
com o mesma resollado na mioba clnica civil
Dr. Israel Rodrigues Barcenos Filhc.
(Porto-Alegre.)
... lecho o empregado com felii xito cas
affeccea calarrhaes-broacbcaB. ..-Dr. J.s
Berna-dio da Caoba Biltencoart.
(Porto-Alegre.)
... Uve occaslSo de o examinar p, com ple-
no "oiOerimento, acoaselbo o seo oso com a
maicr caafianc.
(Formulario Ioternaciana1, do Dr. Pires da
A meida.)
... lenbo-o empregado com bem resalado
oas molestias do apparelbo respiratorio-,.Dr.
Agnello Candido Lns Fialbe
(Parabyba do Norte )
... tenbo-o empregado na minba clinica ci-
vil, as rffeccOe broocbo pulmooares, oblendo
excellenies resultados...Dr. Ceciliano Alves
Nazarelb.
(ahia.)
... na minba dioica civil tp -f-.o (irado bon:
resoltados com o Peitoral ce Cambar, nos casos
de broocbite, nio s aeodas como ebrocicas-..
Dr. Francisco Homem de L'arvaibo
(Babia.)
... tenbo-o empregado oas difiere es affec-
edea- do apparelbo respiritori-, colbendo sempre
moto bom resolla-io, especialmente em casos
de coqaeiaefae...Dr. Antonio Cardoso e Sil-
va. (Babia)
... Tenh -a empregado com proficuos resal-
tados erx todas as affececes br ncbo-polmonares
Dr. Guilberme Pereira da C sta.
(Babia.)
... tenho o empregado cr>m optmos resalta
d03 oas bronenlles e molestias do appareibo
bronrho-polmonar.Dr. F ancico Testa Mello.
(Villa do Prado, Babia )
... irnbo-o empregado em todas as saai-
festecBeH broocbopolmooares, semp-e com raag.
niticos resoltados.Dr. B.zilio R y. ando Ser
X"S.
(Uaoo.', Amaxeosa) bJ
... lenbo-a empegado sempre nrn ar*aal!
proveito em todas as molestes daapparelba
respiratorio.Dr. Aogoslo Serabm da Silva.
(Pelotas.)
O PEITORAL DE CAMBARA remedio sem rival para as molesttax das vias respiratorias, acha-se appromdo pela Inspec/ona
qeral de Hiigiene Publica do Braztl, no Rio de Janeiro, autorizado pelo Governo Federal epremiado com os tnais altos premios da Exp-mco
BrazeirarAUem de 1881, Exposicao universal de Chicago de 1893 e Academia Nacional de Parts.
K' aajeute c depositarlo n'estc Estado a
DE DROGAS E
24-Ra Mrquez de Olinda24
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