Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16461


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1

h

>
*
-
1

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados. 8>000
Por seis mezes adiantados. 15$000
Por um anno adiantado .... 30$000
BB IIAHOSL Ef56JBESR0& BE FABZA
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVAS DE PUBLICAgES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mozes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo dia. .
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
1100
|200
Telegrammas
.savijo rmcnAS so habi
llio (le Jaoeiro, 48 de Abril, as
5 horas e 55 minutos da tarde (receba-
do :a esta cao as 10 horas da noite e
entregue s 7 horas e 3q minutos da
manila do dia se,jruinte).
O Joral do Commercior3|em public:-
do vehementesartigos contra os especu-
ladores da morte do Dr. Jos Maria.
Igualmente transcreve novo artigos
publicados ness^e Diario>,
O acoDtecimento passou actos
consumados:
Nao appareceu telegrammas de ef
fcito.
Os marianistas estao mudos.
Inte- III, A segunda quando lodo o material se
Jos achar no local destinado no lev&ntnraenlo da
uzina, ou quando esteja todo j rae >lhi lo a Al-
fandega do Estado, nos termos da lei n. 25, de
9 de D*z:rabro da 1831.
IV. A trceira.
a) Depois de se acbarem concluidas a fabrica
e suas dependencias e funccionando co.n regu-
laridade prorada pela experiencia.
b) Dapois de effectuada e inscripta a hypo-
theca da uzina com lado os raacliinismos, ap-
casiao eni que o sublelegalo do dlstricto de
Jurema, pertenceole o municiniodo BreJ", pro-
rurava etfectuar a priso de diversos desordei-
rds, o de norue Francisco Prelo, que se achara
armado de un punhal, invadi conlra a forga e
ferindo a praga de nome Manoel Diogo, deu lu-
gar a que se travasse renhida lula, da qual re-
'gullon ser mono o alludldo desordeiro.
Sobre o fado foram eitas as diligencias le-
' gaes.
No
Aguiar ; alferes : Jos Glicerjo d>- Furia
ramnenso Conrado Carolino de Aguiar e
Clino Bezerra de Aguiar.
3* CompanhiaCapilao Clemenlino da Motta
Riheiro ; cuentes : Jos Seabra da Molla Ri-
beiro e Jos Fe rreira Barbosa ; alferes : An-
tonio Acelino Bezerra de Aguiar, Theodureto
Pbilomcno Agripinode Aguiar e Antonio Vi-
cente da Costa Barbosa.
4' Companhia-Capito Jerooymo Maximiano
de Aguiar ; lenles : Francisco de Souza Bar- theca da' uzina com lados os raacliinismos," ap-j No dia 14 do rorrete, no lugar denomi-
bosa e Joao Mananno de Aguiar; alferes : Jos'parelhos, accessortos, dependencias, obras e nado Cha de Capoeiras do municipio de Pao
Firmino Barbosa Camello Filho, Sergio Sabino bemfeitorias que nella houverem da ser esla- Jd'Alho, o individuo de nomo Virgin o Francisco
de Farlas LHle e Antonio Feliciano Bezerra belecidas. i de Macedo ferio mortalmenle a An'cnio Firmino
de Aguiar.. I V. a amortsago das plices ser falta por da Rocha, que veio a morrer oito horas depois.
30 batalho de infantera [sorteo no mnimo, raz&o de5 *|. annualmen-1 Contra o delinquenle, que foi preso etn fla-
listado maiorTenente coronel commandan- te e comecara logo que a (uzina liver tirado granie, prpeede-se nos tormos da lei.
te, Jos Gomes de Maura ; raajor fiscal: Jo&o duas safras.
Barbosa da Silva N'; captlo ajudanle : Alt- VI. Desde, porm, que a uzina der dividen-
po Ferreira Antunes : tenento secretario : Mal j do superior a 12 *|, o oxcesso ser lodo appli-
noel Gomes Pessoa Santos; tenente quarte- jcado a amortsago das apolices
mestre : Joaquim Rogaciano Perotra Lima ; ca- VII. A in portancia dos juros das apolices
pilo crurgio : Luu Jos de Mara. 'ser r.colh.ua quimo. dias ant'3 da epocha
V Companhia Ca iiSo-. Jos Eloy Pereira marcada em cada semestre para esse ftm.
Lima: lenles : Geneso Augusto Pereira Li- I Esses juros comecarSo a correr desde o se-
ma e Ildefonso Firmino Barbosa Camello ; al- mestre em que as apolices forero, eraitlidas.
VIH. Se em um semestre qualquer dexa-
Sa"de e fraleroidade.
O Qaestor.
Jos Felippe Seru d i Silva Fillu.
INSTRUCCAO POPULAR
'mimi ea scienc"
POR
Gasta Tissandier
CAPITULO IV
A DESCOBERTA DO SYSTEMA DO
MUNDO
fereR : Joaquim Melchiades Barbosa Camello
Jos Placido Bezerra de Aguiar e Ped o Celes-
lino da Silva.
2* CompanhiaCapilao Vicente Soares da
Fonseca ; lenles : Jos Serapto de Aguiar e
Jos Ascendino da Cosa Inlerarani-nse ; alfe-
res : Severino Bazilio de Aguiar, Minoel Nica-
do de Mello e Severino de Souza Harbosa
3.' Companhia>piii Joao Alves Caratllo
da Araujo Pereira. T-n nles : Jos Ferreira
Pessoa de Oltveira e Clarindo Cato da Cunta
Azevedo. Alfares : Antonio Gongalv^s di^Va-i-
eoncellos, Jos Ferreira Gaiinirias F.lhj e An-
tonio Firmo da Cunha.
4.* CunpanhiaCapilao
Moura. Tenentes: Antonio
Barbosa e Eneas Gongalves
Alferg : Minoel Flonncio
Nstor Gomes de
Amaro de Souza
de Vasconcellos.
da Costa Barros,
rem de ser pagas os juros, a nao ser por caso
de forca maior p .-rfeilaraente justifcalo pe
ranle o govirnador do Estado, o dtbilo naquel-
la importancia comecara a vencer O juro da
mora a razfio de 2 | ao mez.
IX. Se dnrante um anno, por qoalquer mo-
tivo, deixarem de ser pagos os juros ou, na
epocha lixada no art. 8. do decreto de 15 da
Oulubro de 1890, a quola da amortisacao, um e
ouiro debito commecarao a venij;r o juro da
mora na razo de 2 |0 ao mez.
RECEBEDORIA DO ESTADO D2 PERNXm-
BUCO
Despachos da dia 18 de Abril de 1895
Antonio Cesar de Mello Falco Certifiqe-
se .
Lino de Abreu Cerqueira.-Dirija-se Direc-
tora Geral da Secretaria da Fazenda do Es-
tado.
Maria Rita Wanderley e Heraclio Pereira da
Hora. Inlorme a 1* Secco.
JoSo Gomes da Silva e Othillo Pompilio Jos
Co^reia.A' 1' Secc&o para os devidos fins.
ArUopio Aususto de Lemos & C.,Indeferido
nor'rindj fora do prazo.
Dia 19 -
Antonio Jorge Picheco e Alfrelo & Fernan-
X. Em qualqucr dos casos da clausula ante-, des.Informe a 1* Seccao.
(1 AUI.EUKEI'LER TYCHO-BRAHE
(Cmtinuaco)
AKm tl'isso, Galileu leve de pronunciar de
joelhO' a seguiote abjuracao que Ihe lra di-
lad. : (l).
Eu. Galilra Galilei, de iJade de setenta an-
nos, lerdo diante dos olios os -Santos e Sa-
grados Evangelhos. que toco com as nr.ohas
p-oprias maos, fui juigadosuspeilo de heresia
por ter sustentado e crido que o Sol era o
Ctnlro do mondo eimmovcl, equa a Terra no
en o centro do mundo e que se movia. Ab-
ju"o, detesto e maldigo os sobre tilos erros.
l>iz-se que quando Galileu se levaniou, batera
cora o pe :.ocbaoe bradara : E pursi mueve!'
(E C3in ludo ella move-se !) E' pouco provavel
que elle e atrevess^ a affrontar assim os seos
ju:z<5. mas esta phrase mimorave, se nao po-
da t'lirai-lhe aos labios, estava-llie inconie:ta-
velnunle gravada nc coragao. Muitos biograph s
afliriDara que a rigorosa devassa do Sanio OD
OK-itii erj outra cousa sendo a tortura. Ora,
as Uirluras moraes foram as micas que o gran-
de r.hilse pho leve de supportzr.
G.ilil'-u fra condimnado a perder para sem-
pr.i a liberdade. u papa coosentio que elle
bsst! para Sienna para casa do arcebispa Picco-
lomn'. e depois para a sua villa le Arcelri, por-
to di; Florenj, ondo e leTe pre.-o at que :nor-
reu. O llhistra veiho teve de supportar os des-
gostis mais crueis : era Abril .le lii31, perdeu
urna i'e suas fllhas, a dous anoos depuis cegou
Algunias vezea dava 03 seus passaios palo jar-
dn de Arcelri, por entre as arvores .que bavta
plao.ado m oulroit lempos; com um pao na
mao arnprava-*e iha nica que Ihe resiaya.
equ; se Oten religiosa d'um convento; asiim
passava a'guos momentos passeando, depois do
que en'.rava era casa, onde, quasi sempre, o
aguardara a ooticia de alguma nova intriga da
part los BM perseguidoras
Pmham llie mil rabaragos publicago dos
8' as 1 vro, faziam viro obstculo s suas rela-
j ; i; o inquisidor liaba ordem de vir de teic-
pos ii teuipoa certiilcar-se de quedalileu eslava
betn li'ini'.lee bem raelancholico. O pobre velho
Luin :ja, f perdeu lodo o alenio. ^
I cus (le tantos transes dolorosos e amar-
^<>. | : grande pfilosopho exhalou o ultimo
8 de Janeiro de 1612.
oso genio, poda ligurar ao lado
do lien cni-i-mporaneo ^Galileu. Nasceti em
Wei: no Wurtombe-g, aos 2: de Dezerabro de
1571 sete annos depois de ler nasctdo Galileu,
vint<^ e o:to annos depois da morte de Copernico.
Aquello a queni um da cabe o nome de legisla-
dor do cJo, era aos doze annos ura mogo de ta-
berr a.
sua mSs, Caiharina Guldenmann, simples es-
talaja l-tra, no sabia ler nem escrever. Seu
pae, llennque Kepler, servia s ordens do du-
que d'Alba, na guerra contra os Paizes Baixos.
(Conitnua).
(I Borland. Os uadadorri da astronoma.
*---
PARTE OFF1CIAL .
Neg
I
Miai^tcrio da Ju*lii;a e
cios Interiore*
Por decelo de 2 de Janeiro ultimo foram no-
nuados para a guarda nacional do municipio
ih Ucra Jardim no Estado de Pernambuco :
Coni.nando Sai)erior Comraandan'e upe-
ror, coronel Rogoburlo Barbosa da Silva.
Eil jdo maior-Te enlo coronel che fe do es-
tado maior, Manoel Joaquim Pereira Lima ;
raajot secretario geral, Jos? Epaminoodas da
Coo'ia Azevado ; mjores ajudanles de ordem
Joao Francisco Xav.er da Fonseca e Lourengo
Xavier da Fonseca ; major quartel mestre ge-
ni, Olymcio de Lacena Barbosa da Silva tua-
jor clrurgiao mor, Lindolpho Cariolano Bizer-
ra Cabial.
3S bal?!hao de infantera
BiiUdo maior=Tenente coronel coramandan-
te, Jos Luiz de Andrade Lima ; major tiseal,
Abi i) Aprigio de Souza Barbosa; capito
a;uiante, Joaquim Eusebio Gomes Ferreira;
tenenie secretario, Joaquim Euseblo Gomes
Ferreira l'ilho ; tente quartel mastre, Jos
Luce Gomes da Silva ; capilao cirurgiao,
Fraicisco Ribeiro de Lemos Vasconcelos.
1' CompanhiaCaplo Joaquim Herculino
da Costa Somas ; tente : Joaquim Jos Pa-
tosa e Joto Gomes de Araujo Filho ; alfere :
Maroel Antonio do Rege Meoeiros,Manoel Vi-
era e de Paula Bar josa e Jos Francisco Car-
doso Meirim.
2' Companhia Cipilao : Alfredo Sergio Go-
me! de Maura ; lenles : Antonio Bertino de
Araujo Agolar e Malaquias Primemo Bezerra de
Joao Cliraaca de Souzi Birbasa e Jos Felippe
le Souza.
12 Corpo de Caval'eria
Estado-maior Tcnenle-coronel-coramandanle
Jeta Barbosa da Silva. Major fUcal Francisco
>1e Lucelia tiariiosa da Silva. C-ipnao aju'lanle
Oclaviano da Motta Sdveira. Teoenta-secrela-
no Manoel Maitins da Cunta Saulo-Maior. Ta-
neDtequar'el-mesl e S<;venuo la Molla S:lrei-
ra. Capito-cirurg ao Pnsciiiano da Malta Sil-
ve ra.
1 EsquadraoCapilao Heleodoro Trarasso
de Arruda. Tenentes: Manoel AogOfctO de
Miranda Hjnriques e Jo- Barbosa de Paula.
Alferes: Clementino da Sdvetra Caralcane,
Antonio Ferreira de Magalhaes e Jos Ferreir i
Magalbaes.
2. Equadro-Capil;io Manoel S^lurnino de
Souza Barbosa. Tenentes : Joiquira Jos de
Miranda e Manoel Joaquim de Miranda. Alfe-
res : Manoel Ferreira Magalhes, Beuicio Pe-
i ro Ferreira Magalhes e Sbaslio Faustino
Ferreira.
3." Esquadrao-CapitSo Manoel Ez^quiel de
l'arias Lete. Tenentes : Severino S Jares de
Albuquerque e Nicanor P. da i unni Soulo-
laior. Alferes : Pedro Travsso Sarioho, Au-
gusto Xavier da Fonceca e Jeronjmo Gongal-
ves Gueira.
4 Esquadrao-Capilao Francisco do Reg
Medeiro*. 'Pnenles : SabJr.o Goraes Barbosa
Jos de Farias A buquerque. Alferes : Ma-
nuel Ju lino de Sant'Anna, l'aorino Gomes de
Araujo e Jos Barbosa Camello-
22 Uaiali So de Reserva .
Esta lo-maiorTenente-corunel-ommandan.-
le Francisco de Paula Gomes dos Sanios. Ca-
pilao aiudante Francisco Antonio Sobral. Te-
nenie-secrelarlo Joiquirn Onm?ndro da Fonce-
ca. Tenente-quartel me.-lre Jeronyrao Grego-
rio de Aguiar. Capil&o-cirurgiao Jos Joa-
quim da Matta Aguiar.
L* CompanhiaCapilo Joao Gom;s da Sil-
va. Tenentes : Jos Gomes Barbosa Ftlho e
Agostiiho de Souza e Silva. Alferes: Se-
ba tiao dos Anjos Aguiar, Jos NicaciO Bizar-
ra de Aguiar e Jos da Silveira Cavalcante.
2." CompanhiaCnpito Jos Gomes Barbo-
sa. Tenentes: Mircionillo Gomes Birbosae
Franqu'ltno Jonitas Vieira de Luce-a. Alfe-
res: Luiz de Franja Saraiva, Francisco Ordo-
nho da Silva e Manoel Evaristo Barbosa do
Reg
3.* Companhia-Capilao Manoel Clementino
Manoel da Fonseca. Tee tes : SebasliSj Ca-
valcante Ce reta de Mello e Antonio Joaquim
Pessoa Santos. Alferes: Francisco Amonio
Pereira de Moraes, Silvestre Pae3 Barretlo e
Joao Manoel de Oliveira.
4* Companhia -Capilao Vicente da Matta Ri-
beiro Leao. Tenentes: Manoel Gomes da Cu-
nha e Alfredo Plinio de Farias L;ile. Alferes:
Joo Crrela de Mendonga, Joaquim Santiago
das Mercs e Francisco Gongalves de Vascon-
cellos.
Goverao d* Estado de Per-
nambuco
EM 17 DE AB^IL DE I89S
O Governador do Estado, altendcnuo ao que
n-quereu Manoel Luiz Pacheco, proprielario do
engenhoRaiz de Dentrosituado no muni-
cipio de Amaragy : lendo em vista as informa-
g&es da Directora Geral da Secretaria da Fa-
zenda de 4 do corrente e mais pareceres pres-
tados sobre o assumpto ; e uzanuo da altnbui-
gao que Ihe conferera os Decretos de 15 le Ou-
uibro de 1890 e 31 de Janeiro de 1831, resolve
exped r o s< gulnte :
Decreto
Art. !. E' concedido a Manoel Luiz Pacheco-,
proprielario do engenho Raiz de Dentro para
a fundag&o de urna usina que se denominar
Raiz de Dentro, com capaciaade para cem
saceos de assucar de setenta e cinco kilogram-
mas cada ura e quatro pipas de alccot de qua-
trocenios e otteula litros cada urna, diariamen-
te, 00 referido engei.ho o emprestimo a que se
referim os Decretos de 15 de Oulubro de 1890
( 31 de "Janeiro de 1891 na forma e sob as con-
ctiges seguintes.
I. >) Estado concorrer, a titulo de empres-
timo hvpolhecario, cora a quantia de duzentos
contos de reis em apolices, ao juro de sele por
cento ao anno de conformidade com o art. 7.*
do Decreto de 15 de Oulubro de 1890.
II. A prlmeira preetagSo sera recebida :
a) Depois de hypolhecado ao Estado, sem
cor.curso de outro credor, o engenho tRaiz de
Dentro com to^s as suas ierras, maltas, pai-
las, logradouroirobras e bemfeilorlas existentes
e as que accrescerero.
b) Uepois de apresentado documento que
prora acnare.n-se eucoraraendados os machi-
nismos, npparelhos e ferragens destinados a
fabrica, o qual dever ser autheoticado com a
assignatura do Cnsul Brasileiro ou Agente
Consular ou Fiscal do Brazil no lugar da rubri-
ca ; ou depois da prova de ter sido feita a en-
commenda dos mssraos apparelhos por inter-
medio de casa commerctal desta cidade que
aspire confianga, precedendo contracto de for
11 cimento de todo o apparelho, machinismos e
utensilios em lempo cerlo e determinado, as
signando o representante da mesma casa, na
esmgao compleme, termo pelo qual se obligue
1. cumprir o mesmo contracto de fornecimeuto
com sojeig&o do pagamento dos prejuizos e
clamos que poesam resultar Fazenda do Es
lado pelo seu nao cm prime ato.
rdente o Estado administrativamente se Paga-
ra como ere lur antichretico, petas rendas da
u-ina collocando nella ura administrador.
XI. O c .ncessionario lera urna escripurago
em forma comraercial, feita por guarda livro3
que poder ser examinada por ordem do go-
verno do Estado ; devendo, era lodo o caso, ser
publicado annualmente o balango raceita e des-
peza da pmpreza.
XII. Nenhum dividendo se f .r antes de
serem satisfeitos os juros das apolices e, na
epocha lixada, a respectiva quola da amortisa-
gao
X:il. Quaesquer duvidas que se suscilarem
entre o governador do Estado e o concesiona-
rio serio .iefinitiVt.me.'ite resolvidas por dous
arbitros nomeados. um pelo governador do Es-
lado e outro pelo concessionano.
No caso de desaccordo entre os nrbitros, cada
utn delles apresentar um desempalador e a
sorle decidir.
XIV. O valor do presente conlraclo fixado
para os fins legaas em 250:0003000.
XV. Ficam fazendo parle do mesmo as dis-
posigO s do decreto de 15 de Oulubro de 18D0 e
do de 31 de Janeiro de 1891 no qua Ihe pode-
rem ser applicadas.
XVI. O concessionario se obriga a assignar
o presento contracto dentro do prazo de quinze
dias, a contar d'esta data, sob pena de ser cons-
iderada sem effeito a coocesso.
XVII. O contracto resultante do presente de-
creto, salvo caso de sociedade anonyma s po-
der ser transferido a agricultores, procedendo,
porm, approvago do governo do Estado, cera
relago a todas as clausulas da cessao ou tran-
sferencia.
Art. 2'Ficam revocadas as disposigoes em
contrario.
O Dr. Julio de Mello Filho, 8;cretario interino
dos Negocios da Industria, assim o tenha enten-
dido e faja execular,
AUxandre Jos Barbno, LiMa.
Julio de Mello Filho.
Francisca de Paula" Gama.Indeferido de
accordo com n Informago.
Joo Epipharuo de Almeida ravalcanti e Jos
da Costa Ferreira.Informe a 1' Secgao.
O porteiro,
ouitodio B. di SUca Uuimaret.
SENADO
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO .DIA 17 DE ABBIL DB
189S.
Candida Maria do Epirilo Sanio, sentenca.
da, pedindo perdo.Ao Sr. juiz de direito do
ratinieipto de Oltnda pira informar e mandar
juntar 03 documentos a que se refere o art. 2
do decreto n. 2,533 de 23 de Margo de 1830.
Joo Baptisla do Nascimenlo. vulgo Macei,
sentenciado, pelindo perdo.-Infjrme o Dr.
juiz de direito do 2." dislriclo criminal.
Joao Francisco da Rocha, sentenciado, ped -
do por cerdao o Iheor de sua sentenga.Ao
Dr. juiz de direito do 2' dislriclo criminal para
mandar juntar as cerlidoes pedidas.
Laurindo Jos Guiraaraes, sen enciado, pe-
dindo perdi.-Informe o Dr. juiz de direito do
municipio do Brejo, mandando juntar oi'docu
mantos a que se refere o art. 2." do decreto n.
2,530 de 23 de Margo de 1831
Bacharel LinJolptio Campello, solicitando en-
trega de documentos.-Sira, mediante recibo.
O mesmo, pedindo certido.Como requer
Maria Virginia, pelindo o thealro Santa Isa-
bel para rea izar no dia 5 de Maio um especia-
cuto em seu beneficio.Informe o presidenta
da inspectora dos Uiealros.
Abtlio Gomes do S Novaas, capilao do I.
batalhao de infantera estadoal.Venha por in-
lerraodto do coraraandante.
O porteiro interino,
Hermenegildo de Siqueira.
SECCAO ORDINARIA EM 4 DE ABRIL
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Jeixeira de S
A" hora legal, feita a chamada, verificando-se
eslarem presentes os Srs. Albino Silva, Barao
de Nazareth, Taix lira de S, Salazar Muscoso
Bandeira de Mello, Antonio Pernambuco, Re-
i-'ueira Costa, Eduardo de Ol reir e Albino Mei-
ra, o Sr. presidente declara aberta a sessfto.
E' Itdi, sendo approvada sem debate, a acta
da sessao antecedente.
O Sr. 1." Secretario procede leilura do se-
gu ule
EXPEDIENTE
Um officio do 1. Secretario da Cmara dos
Srs. Deputados remetiendo 3 exemplares ae
lisia dascoinmiss-'S oerman -mes.Archive-se.
O Sr. Bar de .Vizaretii Sr. Pre-
siilenle, venho a tribuna, justtdoar uin projecto
Tle gni'ide inleresse publico.
O tienado c inhecc, assira corao o publico d'es
ta capital os aconlecimentos quj operara as en-
chentes do rio Capibanbe en: sua margera di ei
la e principalmente no logar denomnalo Vi
reiro da Magdalena. Os estragos sao enuineros
nos predios all edirlcados que nao iflm a n-"c os-
larla elevagao em seus aheerces e de forma que
los proprietarios se vn forjados a construir pa-
redes as portas que impegim a entrada das
aguas; o transito dea completamente parausado
' e o proprio material ro lanle da Companhia
' Ferro Carril no funcclona.
D'ah a falta de gneros, de cereaes de que
somos prvalos pala escassez de entradas.
Assim Sr. Presidente allen'dendo a essas ra-
zQes e a conervacAo de um arrabalde importan-
te desta cidade tnuio damnificado, as endien-
tes do rio Capibanbe. corao o da Magdalena,
por falta de um melhoramento de que precisa a
margan direita do mesmo rio, venho apresenlar
um projecto afim de por um paradeiro aos ma-
les dos habitantes d'aquelle arrabalde as occa-
sies invernosas.
Esse projecto esl assignado por 3 S mado-
res e conse |uentemente apiiado e o segum
te (U).
o
LEGISLATIVO DO
PERMAMBUCO
ESTADO
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho do da 17 de Abril de 1895
Ignacia Josepua de Jess, ped ndo dispensa
do pagamento que foi citado pelo concert f ilo
no apparelho de sua casa n. 78, ra da As-
surapgSo.Informe o Dr. Director Geral da 3*
Directora
Em aditamento aos despach-s do dia 17 de
Abril de 1895
Manoel Luiz Pacheco, proprielario do engenho
Raiz de Denlro, requerendo a concessSo do au-
xilio de que tratam os decretos de 15 de Oulu-
bro de 1890 e 31 de Janeiro de 1895 para a fun-
dagao de urna usina no referido engenho. Sim,
por decreto desta data.
O porteiro,
Archias Mafra.
----------
Questura Policial
Secgao 2.'N. 86Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 19 de Abril,
de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, mul-
to digno secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores.
Participo-vos que foram honlem recolhtdos i
Casa de Jetengao os seguintes individuos:
A' mioha ordem, J ronymo Joaquim Jos e
Joaquim Francisco de Oliveira, para averigna-
ci's policiaes.
A' ordem do Dr. delegado do 1." dislriclo da
capital, Augusto Francisco dos Sanios, como
desordeiro.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Candido Jos do Monte, como desor-
deiro ; e Anna de Hollauda de Siqueira Caval-
cante, por embriaguez.
A' ordem do subdelegado do dislriclo de
Afogados, Manoel Joaquim do Reg Barros, por
disturbios e embriaquez.
Por telegramraa de hontem datado, me foi
co nmunicado que 00 da 16 do corrate, na oc-
CONGRE3SO
DE
R'stlve: ,
Art. 1." Fica o Governador do Estado aulori
3do a mandar proceder aos esludos e ob-as ne-
cessarias para fechar a abertura existente no rio
Capibaribe, na altura do lugar denominado
V'iveiro da Magdalena,de modo que prive a en-
tra la das aguas que prejulicam, causaudo con-
stanleinundag0:s.
Art- 2." Para as depezas que se tornaren)
necessartas tica o mesmo Governador autorisado
a abrir o crdito preciso, para realisago desle
importante melhoramento.
Art. 3." Revogam-se as disposigoes em con
Sala das sessOsa da Senado, 4 do Abril, de
1395
Barao de Nazareth, Albino Jos di Silv e Luiz
Solazar Hoscoso di V. Pessoa.
O SR. PRESIDENTE-declara que o proj:Cto
vaa a imprimir.
O SR. BARO DE NAZ \REl'H-(pela ordem)
Sr. Presidente, estando o projecto apoiado e ten
do de ser impresso em avuisos, pego a V Exc.
que consulte o Senado se congenie que seja
tambera pub icado no Jornal da Casa e eotre na
ordem do da de amantia para ser discutido.
Consultado o Senado, approva-se o requeri-
do Sr. Baro de Nasareth.
O Sr. Albino Meira (movlmento de at-
tencol :-Sr. Presidente : Eu venho agora m's-
mo do ceraiterio publico d'esta cidade... Is'o
qoer dizer, que foi ali, na mansao dos morios,
quesegerou no meu espirito o projeclo que
d'aqui a potro terei a honra de enviar & mesa
Sara ser surMettido consideragao da casa.,
em conclua d'aM V. Exc. que esle projeclo,
por ter sido assim concebido e gerado na man-
sao dos morlo3, traz era si o germem da morte,
e esl por isso votado a urna conJetmagao ine-
rilavel. Nao : um grande erro supor que nos
cemiterios nao ha vida, que alli reina o aoqui-
lamento total, o nada absoluta. A verlade ,
que ali se encontra urna gran le fonle de vida,
de muita vida mesmo; si no de vida material,
ao menos de vida moral, de vida inte lectual,
de rida civica.
No sem razao a afirmativa moderna, de
que a sociodade dos morios governa a socieda-
de dos vivos.
Mas, antes de chegar ahi, aquelles milhes de
vermes, no seu tr ibatho de destruigaj silencio-
sa, incessante, ttrico, pavorosamente magesto-
ao, encerram, para os espiritos meditativos, urna
grande lgao sobre o nata das grandezas hu-
manas ; e sao para aquelles que n'um momen-
to dado oceupam essas grandezas, um aviso sa
lutar para que no se deixera por ellas cegar e
ensoberbecer, lendo em vista aquelle nivella-
menio, informalmente instructivo, que os aguar-
da a lodos, opressores e oprimidos, victimas e
algozes no fundo lamacento e fro dos tmulos.
Aquelle espectculo de igualdade absoluta no
aniquilameolo final vivificados espiritos bera
formados a crenga de que vi e illusoria essa
superiordade de que tanto se orgulham os nes-
cios pela posse das gran l-'zas jde que estao in-
vertidos. Aquelles vermes, aparentemente no-
gentos, fo para os opprimidos de uraa iramen-
sa belleza moral, como agentes, que sao, e ga-
ranta de urna prxima e inevituvel compensa-
gao.
Ora, tu lo isso, que d luz ao espirito e forga
ao CjragSo. n5o pod.e deixar de ser considerado
com urna fonle de vida moral.
E aquelles tmulos, o que nos dizem elles ?
Todos nos, que ali vamos todos os das em pia-
dosa romana, o que vamos n3 procurar sinSo
elemen'os de vida e torga para a alma e para o
coragSo ? Debrugados sobre aquellas pedras
fras, o que peumos nos aquellas inscnpges
mor'Iuarias ? Aqu o lenitivo para a dor, que
nos aniqoila, de urna separag&o eterna ; ali
um novo Iheina para manter sempre vivido nm
amor, que a morte raallogrou e tenia apigar,
alm vamos pedir a ura modelo de paciencia
chri3la ensinamentos para perdoarraos as in-
jusiigas que nos opriraera ; mas alm, ao con-
trario, vamos beber na cuna nolicia de uraa tra-
gedia humana gravada sobre a lapida, incenti-
vos para urna vinganga, d'essas que s ellas s -
b 'm desalterar a alma depois de urna grave af-
fronta. Consolago, amor, odio, perdao, vingan-
ga, ludo isso nos ensinara aquelles moimentos
que nao fallara.
Mas. si ludo isso a vida, a vi la moral dos
homens e dos pavos, n8o exacto que nos jemi-
terios s impere a morte. O projecto, que d'ali
trago na mente.no deve pois morrer s porque
ali nasceu. Ouv-o com animo desprevenido, e
eslou c To que o approvareia ....
Sr. Presidente : Eu venho do ceraiterio pu-
blico d'esta cidada : islo quer dizer, qua o pao-
jecto que v\ u ler nasceu do espectculo que eu
ali presenciei... Mas, o quovi eu ali ? .. u
vi o Recife, es'.a bella e oulr'ora tao risonha ci-
dade do It-nfe, en a vi toda ali, vestida d:
crep, proslrada ernOnila de um esquife, com os
olhos pisados pelo pranlo e as faces maceradas
pela dor. Eu a vi, esta cidade acoquinada a
irajar galas, trajando o pesado lucio da orphan-
dade e da viuvez. i', do meio d'aquella onda
humana que suffria, varias eram as raanifesta-
gs d'esse soffrim?nto que partiam. E todas
essas manifestagOes eu as vi e ouv, e rae pa-
rece que as estou anda ouvindo e vendo. Aqui
erara o pranto, os gemidos e os solugos entre-
cortados, pailita medida do desespero que ras-
gava os corages: alm eram os reclamos an-
gustiosos d'aqoelles, que ao Co rrediam a jus-
tiga que na Ierra no encontram : o por cima
de ludo isso, como a nota predominante d'a-
quelle tristissirao concert, corao a espuma
branquejaedo sobre aquella onl iraraensa de
afflicg;s, pairara ura pedido Tremente de vin-
ganga.
Senbores, eu n5o venho tra/.er para aqui a
santidade d aquellas lagrimas nem a magestade
d'aquelles al*. Eu seria indigno da mtsaao que
aqu rae trouxe e, si procuraste raover-vos a
niedade : guardai vossa cjmpaixao, ndo dVI-
ia que eu preciso.
Tambem nao vos venho fallar de vinganga ;
porque nSo por ses cmaes que ella ha de vir.
Eu venho fallar-vos era nome da justiga : nao
da ju-t.ga criminal, que esta no pertence i
vossa aleada, mas da justiga poltica.
O SR. PRESIDENTE : Eu observo ao nobre
senador, que a hora est esgotada.
O SU. NAZARETH (para o ortdor): V. Exc.
pega urna prorog glo da hora.
O SR. AL HIO MEIRA -(Para o Sr. presi
dente) : Eu pego a V. Exc. que consulte
casa, si me concede mais 15 minutos para con-
tinuaram ajustticar este projecto.
(Consultad* a cisi concede a prorogacaoj
O SR. PRESIDENTE : V. Exc. pode conti-
nuar.
OSR- ALBINO MEIRA : la eu dizendo Sr.
presidente, que tiuha visto a cdaie do Rice
ajochada ame o esquife do Dr. Jos Mana de
Albuquerqui Mello, pagando ao pranteado par-
nambueno o tributa de urna jusisima hotne-
nagem.
Pois b:ra, essa juslga, que a p opulagSo do
Recife esl agora mesmo fazendo memoria do
1 Ilustre mono, o Estado de Pernambuco deve
lambem faie!-a, sob urna outra forma, pela voz
do congresso corao seu representante que
Antes da tulo, eu devo prevenir V. Exc. di
urna cousa que eu quero que flqua consignada
nos annaes do Senado; urna declaragao a
que eu ligo a raaicr importancia.
Sentures ; n5o ouvi bem, nSo urna esmnla
o que eu venho pedir para os (iitios do Dr.
Jos Mara, naa ; eu nao me animara a fazer
ao illustre nutlo e aos seus parantes e ara>g>s
to grasseira affronta : seria para a sua me-
moria um segundo assasstnito aujeitar aquel-
las innocentes creaturnhas, adoraveis em sua
dupla orphaodade, huintlbagao de receberem
urna esmola': em respeilo ao nome que trazara,
ellas nao estenderiarn nunca a mao para rece-
ber obulo da caridade. O que eu v-nhj pe lir-
vos que o Eilado de Pernambuco pague ao fi-
lho estimadssmo, qua hoje pranleta, a divida
sagrada era que se conslituio para com elle na
mesma hora em que o vio morrer. Desde pois
qoe esse dinheiro representa a relribu'go de
servigos prestados e coofessaios relevantes,
desde q>ie esse dtnhero representa o pagamen-
to de umi divida que se reconhece, aquellas me-
ninos, duplamente orphaos e immensaraente
inlioios, poderao locar n'elle sem terera de
Sue corar.
Sr. presidente : V. Exc. sabe, que duas ten-
dencias opostas, duas solicitages contrarias,
div dem a activi lade e os esforgos dos dous ele-
mentos que constituem as sociedades polticas :
da um lado o cidadao procurando fugir ac-
go restnngenle, flscalisadora, enervante, in-
comraoda, dos poderes pblicos ; a forga de
repulsao inherente ao principio da libardade :
do outro o poder publico se esforgando por
prender mais e mais a aclvidade individual a
sua aegio opresso-a, absorvente, asphixianle ;
a forga de altracgao inherente ao principio da
auto'idade. V. Ex. sabe tambera, que o
equ librio d'essas duas, fjrgas d'essa attracgao e
repulsao poltico-social, con ligSo essenciai do
bera estar dos povos, do seu desenvolvimiento e
pngresso. E' preciso que a repulsao demo-
crtica, islo a liberdade. nao rompa esse
equilibrio, nao exceda 03 limites naturaes que
a necessidade da ordem Iba lera tragado, pjra
que a so;iedade nao caia na anarchia : mas
tambem, e principalmente, c preciso, que a at-
tracgao au va alm d'aquillo que indt3pensa-
vel para a raanutengSo da ordem ; parque a
exageragSo do priocipio da autoridade conduz
fatalmente os povos dictadura e tyrannia. Da
modo que, si cerlo que presta um servigo
socedade aquelle que appoia o principio da au-
toridade para defender socedade conlra a
anarchia, maiir servigo e mais relevante presta
aquelle que defuode a hberdado para impedir
que a socedade caia as garras do despotis-
mo
Ora, debaixo d'este ponto do vista, Pernam-
buco deve ao Dr. Jos Maria relevantissimo ser-
vigo. Elle foi n'este Estado, debaixo do poni
de vista pratico, o mais estrenuo, o mais cora-
joso, o mais arrojado e at temerario propugna-
dor do princ po de liberdaie : ella era n'e le
ltimos lempos o mais genuino representante
u'eise espirito de indmita independencia e de
revolia, que n'ottfro lempos caracterisava os
peroambucanoa (trocam-se aiguns apartes)..
S nheres. eu nao sou suspeito, quando asare
rae expresso a respeilo d'aquelle bomem.
Vv. Eccs. foram durante muilo tempjteste-
munhas presenciaos da lucia sem tn-goas nt
que eu vivi com o Dr. Jos Mara e seos ami-
gos. Urna vez nos achamoi as me mas fllei-
ras, e combatemos juntos sob a mesma bandei-
ra : fo quando a grande cansa da abaligia,
quebrando as barreiras tidos, reuni sob um s estandarte tulo que ht-
via de nobre e gmeroso n'este paiz. Combate-
mos junios, naquel a santa crzala, a lei eatn-
pida que divida irmSos em senhores e eseratt.
Depois ^eparou-nos de novo a queslo da opp->r-
tunid'ide da Repblica: e reatamos as nossM
antigs hostilidades. E to aceza cont nuou a
guerra entre mito e oa amigos do Dr Jos Ma-
na, que, quando em virtu le dos aconlecimentof
dos flus de 93 ms encontramos na prisao, mila-
gre foi, o grande, que esembain. ao Jo as espa-
das nao repilissimos al i os golaes com que t
pouco c fra mutuamente nos fe-iamos. Mla-
gre foi, 6 ce to, mas do patriotismo; raihgre
sim, mas do amor liberda le e o odio i dicta-
dura, que a todos igualmentt no3 enchia e iu-
fiammava.
Com en":ilo, aquelle, qti soffna por amor da
dignidade do seu paz, era om ente sagrad*
para aquell'outro que palo mesmo motivo a ti-
rana largara as estretitezas de um carcere.
Reunidos alli pela desgraga comranm, apost >!s
da raesma idea e viciimas di mesma pr p.tco-
cia, 3 n) podamos dezar de nos abr gar ;
e nos abrigamos. Mai < do que a 'd-ntida le doc
grilhOes e a eslreileza da raasmtrra, prenda-
nos tina ios oulros o juramento, que ao p i li-
ndamos dado, de atfrontarraos ludo, tu o. para
viogarm is a cooslituigao e a patr a. O p ido,
3ue nos trouxera divididos, nos o tinbamot
eixido do lato de fra das muradlas qua n
segr.-gavara- do mondo : ao entrar n'aquellac
prtses, era como si livessemos nasciio alli
para o futuro ; e esse fu'U'o era nm s para n -.1
todos, era o triumpho da revolugao, parque era
o triumpho da liberdade.
Pois bem, Srs., esse futuro aioda n"o chegee
o periodo revolucionarlo anda nao esla f cbado.
A revoluco anda ah esl, pujante, indmita,
invencivel, no Rio G.ande do Su', e latete, fer-
menta la, mal conl da, no nimos p t to la par-
te. Por conseguinle, nos iodos, que apoiamas
essa revolugao e que co tinuamos a ser revolu-
cionarios hoje como honlem, nao pidemos dei-
xar de formar um s partido, qualquer qje -eji
a denominago que se Ihe qu Ira dar.
Si, pois, as nossas ligagCe' datara de honUnx,
por mais solidarios e identificados que a oiiei-
lai-a i geral da poltica d > pan nos tornoD, Use
nao itnpede que eu falle d'elle com perfeti
isen.ao de espi ito, e repita hoje, de um mol
solemoe, aqutllo que sempre Uve orno ve dade,
islo que o espiri o da democracia, que o pna-
cipio da liberdade, que a tendencia a resistir
tu lo quanto oppresso, deve muilo, deve tal* *
ao Dr. Jos Mana. Onde quer qne se pratteava
uraa violencia conlra o direito poltico do eida-
Jao. onde quer que a liberdad! sotTresse oa
onstran^imanlo illegal, os pnm-siroa imputfloc
d'aquelle nobre coracao erara a favor do op-
primidos. Elle era dra exeraplo permanente,
um ensinamenlo vivo, de rebelda centra os ex-
cessos do poder publico. Si o odio ai rtispolis-
mo se conserva anda vivo no orag&o d'este po-
va, era elle, elle quasi s, que o sabia infiltrar:
e, si as violencias da autori lade e contraria;
anda una repulsa, era o seu exemp o, d'elle
quasi s, que dava ao pova a coragera d'essa re-
pulsa. Agitar as massas e conserva -a*
guarda curra as pretenges ex-'g"r..das 10 :*-
toritansrao, era n'elle o curapiiraeoto de um a i-
ver religioso.
E que servigo maior, senhores, nade um he-
mera prestar na espitara pollica 7 E porqes
elle o prestou, que reputo Pernambuco consti-
tu lo par com elle em ora divida a cojo paga-
mento n se pad! furtar sem publico desar. A.
patria cosluraa ter recompensas extraor linaria*
para aquelles que marrara d :f.-u J; do a saa
honra exlerna e a sua integndade territorial
nao as deve ter menores para aquelles qoe se
sacrificara defeza de sua honra interna e de
sua intgridade moral. E si a prineira coodv-
gfto da dignidade de ora povo est em qne e-
jam resreitadas as leis segundo as quaes elle
quer viver, credor da mais profunda gratdi
d'esse povo aquelle cidado qua marre na defe-
za da le. E a verdade senhores, que O Dr.
Jos Mana morreu na defeza do direito poltica
da multas dezenas de cilados pernambucanos
que d'elle estavara senda violentamente esbtv
Ihados. Nao Ihe softVeu o generoso coraco
brutal atintalo, nem Ihe perra tur que o vase
sera correr em defeza da lei, cu-lasje-lhs tsse
rnuto erabora a vida. 1 \pant*\.
Senhores, eu nao tentio receio de ser conts-
talo quando digo, qne aquelle pernambucaae
morreu porqu! offereceu o sen peito como am-
paro ao direito poltico de mu tos do< seus coo-
cidadaos. Era toda sua triste singaleza o factt
o seguia'e:
Estavara oernambucanos sendo esbuIhaJo*
do sea direito poltico pela m ;sa da PP secgla
eleitoral d'esta cidade, a qual declaron perem-
ptoriamenle que nao cumpria a lei, reculando-*
affrontosaraente, l. a a lmttlir o fiscal da oppo-
sigao, 2." a recebar o voto descoberto. Ve de
o ur. Jos Maria, que assiru se e carnwia da lei
e d'aquel es que a invocavam, resolveu vingal-i
convidando o eleitorado a constituir alli mesma
urna ou ra mesa perante a qual podessem votar
Foi para que tal nao se reatizasse, foi para que
o desrespeit 1 le triutnphasse que o raatanm.
A verdade, pois, esta : era preciso lerir alli a
lai, e para ferrem-na foi preciso sallar por ci-
ma do cadver do Dr. Jos Maria, que com se
corpo a cefendia. (Apartes/.
Senhores: o Dr. Jos Maria podia ler errade
na apreciago d'aquillo que elle julgava ser
legal e o justo: era utn horaem... Mas ni
acredito, que jraaia livesse protegido consciea-
tem me 1 iniquidade.
Eu mesmo Uve occasiSo de accusal-o de ute
grande erro; mas, anda ahi, sou forgado a re-
conhecer a nobreza dos seus intu.los.
Eu rae refiro ao muito, ao tudo que Ihe deve,
no tocante sua conservagio no cargo, o actual
Sr. gove/nador do Estado. (Movimentoi Va.
Excs. sabem, que chg >u ura raoraen'.o, em que
o Dr. Barbosa Lima deveu a sua salvagao M
cargo de guvernalor d'este Esta-lo a interven-
gao decidida do partido autonomista impul-ic-
nado pelo Dr. Jos Maria. N'aquelle lempo S-
Exc. nao tinna anda sufRiientes raeos de de-
feza : nao tetia sido difQcil ao partido r publi-
cano dar execugo deciso do congreft* -
pendende-o do cargo a ntervengo, pore,
do partida auloaoraista salvoir-o. O Presidente
da Repblica lemeu a forga e o.prestigio d1 eam
parlido, e resolTeu por isjo a qn-asiio rm avor
de S. Exc. De modo que en lenho razo qnan-
do digo, *ue o actual governador de Pernam-
buco um producto hvbrido de tres lacioresj
diversos: o marechal Floriaoo o conceb;u,
partido republicano o pariu, o partido autono-
mista o amamentOD. .
Mas, porque razo o Dr. Jos Mana djenle*
o Sr. Baraosa Lima, e impadiu .ua qn:daT...
Foi ainda por ura principia de legallidaJe, pele
seu amor autonoma do Estado, autonoma n
nao outra cousa si ,o orna das manifestaceV*
de liberda le poltica. Dizia-se, que o governa-
dor seria deposio rom o concurso do marecbat
Fioriano : e foi por ver n'sso um ataque *t>
tonomia de Pernambuco, qne elle sahu ao en






n
Izarlo de Pemambuco Sabbado SO de Abril de 1895
foi
con-
Vs
Cootro d'asaa iatarveocao que elle jolguva ille-
gal e vio enta.
Eu cot.tinoo a pensar, que foi um grande erro
ft%io aooiiiot) d'aquelle cidadao: foi tilvez um
exagero do melindre do autonoma estitdoal.
Mas, se a continuo a pensar que aquilio
um erro, e Unho por Uso o direlto de o
demnar, vos nao podis dizer oatro lar to.
que pobes esse governo, vos que ves dizeis
sabdarioi: com elle, nao podis deixar de ser
gratas memoria do liomem corajoso e desli-
ando quo o saftou no momento critico. Tendes
po tanto, mais do qoe eu, esse motivo para
apoiar eile projecto. S reputaes urna ventura
Cira Peraarabuco a conservago do Sr. Barbosa
ima no governo do Estado, na podis deixar
da, em norae do Estado, pagar to grande ser-
Vico a quera o prestou*
Senhor ss: Pernambuco precisa de que o Dr.
Jos Mara teaha imitadores; que conservera
aceso no corelo do povo o fogo sagrado que o
faz preferir a morte a escravido. Mis imita-
dores d'iquella abnegago raro de encontrar:
o que elle fez cousa, que imitada du muitos
nio sar.'i, si a patria se mostra indirTirente e
Ingrata. E' preciso que a patria se mostr re-
conhecida aos que a servem, si quer encontrar
otra os seus lhoB ablegadas delicaces.
Eu co'itto pois, que n4o regolfara este pro-
|CFm todo caeo, si o tendes di rejeitar aflnal.
eu. vos p ;co que ao menos nao Ihe recusis as
honras 'le urna discussao.
O provecto, que j tereis advinuadoqual seja,
o segu.nte :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
IE PERNAMBUCO RESOLVB :
ArL 1 Fica concedido a cada um los Albos
egitimoH do Dr. Jos Maria de Albuquerque e
||(lo oara sua respectiva eduenco Iliteraria, a
peosao iiiensal de cen mil res ate a idade de
23 anuos respecli Tatente.
Art. 2. Revogam-ee as dlsposicOes em con-
te8aa das essOes do Sena*, 4 de Abril de
Iftd Albino Meira.
OSR l'RDSIDENTE declara que c projecto
do Sr. Albino Meira lica sobre a mesa para nos
tormos do Regiment, ser apoiado na sesso se-
guinte.
PM-M* ORDEM DO DA
Entra em 2.' discussao o projecto do Senado
o. 1, d'este anno, annullando os SS 1 M
parte final do 12 do art- 2. da le n. 6o de
1803
TMRSCRIPCES
NORTE E SUL
(Paiz Adolpno CaBJrnb-)
Eo 18)3 ao pisar a Ierra nomneme de volta
dos arenes nortistas, onde eu lora beber tn>
potKO de ar provinciano, li com sororcto,, na ca-
pa de um Uiro artstico e em 'rrna deband-i-
T revolucionarla, a expreseso BraMl-Sol. n om
destaque viro e pretencioso. O autor]a eu co-
ndeca como um dos espintoa oais re*ldee da
nova e-raclo Iliteraria; qoanto a otra, na
dllficit iicaKinar a mloha luffreguiJao iota esse
titulo v*o, cheiraodo a Incens, e de urna tao
larga sog^esiividade : Misssl.
Aquella espala de le.eodt o*rlgoo-me a orna
Orte d. -efleies sb-e a velo* tbeorra des di-
coas popHarlsada trlsta annos notes de Hdnlei-
uafeu pe oitobide Duboe.
Positiv.. mente Crui eSouzs quls dividir o Bra-
ti', como ji alguem Bzera em duas grandes re-
cies !m>ra-la* : a regiao oorts o a regaio sol,
obedecen lo cada orna as leis especiaes de clt-
ca, de topogr.phu e de fo i.ailidade que rs-
ractens^iQ os pases e qe eoosl'tasm o meio,
tslo o (oojaoto de eircuraslaocUs capases de
modificar a preprii raes. De ostro mo io nao se
tenderan as paUvras Brazil-3ol ccUoca-ias
4 freate da uro livro da arte.
A qoestao levantada, creio qne pela primeira
?es por um ocM-ta. ecbooo msis larde oo ea-
plruo do autor do Missal como no de alguu#
Uomms de leitres, ce a procura rana esto.lar.
Se venale, como qoiseram demuustrsr m-i-
tas escrtp'ores. in^l^lve Talne, qoe o-artista
m producto do meto. ; se pohmos re:oob-
cer p ilbo de nma sooa quente ou du orna sona fra,
para qoe esse aviso d-snecesario e odioso
:il'-8ot ou Bratil-Nort-J 1
O poett X..., cooTencMo de qoe orna orga
otelleetoal csps de honrar o sen paiz, orgo
Ibt-se em te- nsccldo no* pampas do Rio G--n-
e: mss o poeta Y..., convencido tmbeos de
aue 11 y a nelqoe chose l ..., otenta gar-
bo em dlier que nas-ea debajo do equador,
as froaleiras do Amaxonas. oa cairo, porm,
eeqcecemsa e qoe o Kio Grande a o Amazonas
Kij Bula ios brixiieiros a de que as soas obran
virao a boarar nao ao Amazonas e ao R'o G'aa-
e, mas tnioamaoie ao Brasil, a patria commuao
aae el les epeseniam.
Se quizamos a todo t-anae, por urna vaidade
infantil, iliscatir qual o meio mais proprio a
frwtCao a'Usvica, entao demos a palavra a
acteocU, que. por sua vez. dar a pnmazia ao
norle, cu rnelbor, ao paiz em que mais tempera-
do for o clima.
Urna atojospbera leve, um co atol e urna pai-
sagem ca a, como *e obse.-vam ordicanamente
cas r*glo>8 sepleouionaes do Braz'l, dao tor-
ca a imagioajao, desenvtlvem a sensiMdada
proporcio:am estados u'aima e ama vliaa opti-
mhiU das coasas.
De lalo, oam molla lux oem multa sombra,
Como na [untara flameapa.
O calor excessivo a o fri excessivo do em
resoltado, no pnmeiro caco, a indolencia do e-
ptrite e, portaotj, certa iucapa.cldade para as
graQdes creaees estnetlcas ; no segundo caso a
alropbia uiental,fetas as excep0es qse, em
resra, non a deixaram de existir.
Sem fallar no aborda Dabos, cojas .Refla-
xions sor a posle et la peintnre Bro.ietire
recotomnia aos artielas de boj"; como unas obra
easeacial, i felizmente rarirsima (tanto assim
que nao aacoutrel em neabuma de nossas bl-
botfiecas), deveios acreditar na slnceridade
sta um eattrito como o de Montesqulen. eco-
ouece o giiode pbuosopho si vantigins do c!i-
vaaqnente sobre o clima frto oo qoa rtspelU as
aatfQitestsci)es iuiaecta^es. e a proposito oarra
que, lendc envido a mesma opera, repre eaiad.
pelos meemos autores Da Iaglaie'ra e na llalla,
enliiuslasmou-sei mais pela reprneatacSo nesse
ai limo palx.
Dans les pays froids (dix elle) oo aurapea de
aeosibllile poar tas plaislrs ; elta sera pas
grsode das les pays (amperes daos les pays
cfeaadi, ele sera extreme.
Com reluci seosibUidade ar Istica observa-
se o mesuso fado : ella tanto malor qoaoto
aials prox.mo ao eqoador estlver o bomem.
Tolos en bygtenlstss do espirito sao acoordes
em sustentar esta doutrioa, que, eotretaoto, ma
parece exsgerada.
Km Fraila a maior parte dos horneas lilnstres
aasceram ao meio-dis- APrevence a um dos
artistas.
Oatro argumaoto em favor da nosss opioiio
6 a Grecia, ende as (acuidades do espirito huma-
no atingiam o sen mximo de deceovolvlmeoio
na arte e na sclenci. Dis om autor celebre
que lio 11 boje temos, nao obstsnte a largueza
dos cojQfc :lmeotos moderos, discpulos de Pa-
tao, de /ristoteles e dos poetas e artillas gre-
gos ; eacirescenta com josta raxSo, qoe nos
climas qomtei e temperado! a oataresa e a vida
prodiesliiam os seos tbesoaros : a lmagioacao
crta livreineote. o cerebro nao cansa de produ-
zir sob a influencia de um sol irdente, de nasa
atmospbera para e laminosa.
Com relajlo so Brasil nao se pode negar que
a zena ce norte mili recauda em o gacilsa-
res artsticas : de II que vem toda a torca,
todo o prestigio Iliterario do Brasil, toda a ori-
ginalidad.
Coapreliendese a necesaidado que teem os
scrpureii de vir ao Rio de Janeiro completar
a edacscitt do espirito. Este helo 6 commam
a norll'ta! e solistas, que traxem do olo nata
o qoa nao adqnlrem em parte a!gnma : o tem-
pe-amentc, a Tocaco, as tendeoctas nitoraes.
qnl apenas recebem edceacSo rseotii ieo-i-
va, como ama pedra rara qo fosee lapidada
u'uma grande offiein.
Quaei ci domos maiores eicriplores e poe
UlT
Jor de alencar, o legitimo creador do romn
ce nacional, espirito lodependeate, artista de
urna suri bilHae femintna igual Chateiu-
briand e n doi oais delicados prosadores deite
aculo ;
Goocalves Das o a de Iftico inxce!ivel na
dellcadexa do seotimento e da form<, o poeta
nacional por exeellencl. muito superior coreo
poeta o como artista ao melifico e terao Jj5o da
Deas, que o orgao da pcesia portuguesa coo-
tetBporanea;
Castro Al ve, urna das mais oas orgaoisa-
co8 irilslicas orazlleiras, typo do poeta do nor-
te, arrebatado pelos grandes ideaes, e cojo poe-
ma 0 Navio negretro excede toda is pro
deccoes dos nossos moderaos poetas;
e, dos cootemporannos:
Aluisio Axevedo, Coelbo Nelto, Riymoado
Crrela, Araripe Juoir. Anhar Axevedo... ;
todos oortnWM, cmprovaado, em maio ia, a
Euperioridtde inteilectuil ce orna xoua sobre a" s'.racOes irsnltoosas p3ra os argeo'iaos e la
outra.
Actualmente os centros t'erarlos de malor ac-
tividad* sao os de Pernambnco, Cear e Para.
Em ma de soas ultimas e adoraveis cartas
familiares de Parte > Fci de Qietroz, parliodo
de MoGtesquIeu oo Espirito das Lela, com
escala pelo estadista Fonies Pereira de Mello (>
< gosso Pontea, como elle espirituosamente
chama), tratou da influencia do clima sobre as
ancledades. B oaqnelle estylo macio e asurado,
qoe todos nos conbecemos, uaqcella loguagem
de oq'o fluido, provou qoe as sociedades vtvem
rnelbor e dao melhor coola da sua capacidade
pbysica oo intelletltiai nos climas tempera-
das.
No sal (escreve o illastre co-re*pond* nie) o
trabalho todo Jeito a cantar, como ama devo-
cao; no norteo Iratulao feito sombramente,
quasi amargamente cunto urna condemnacao -.
Isso quinto a Europa, ondeo cima do sal, cor-
responde ao do no-te braxileiro aproximadamen-
te, secunde as laucarte*.
Contlnaaodo o sea bello estodo, dis linda o
autor dai cartas fimita- 8 :
O sol, qoe lado allumia, eocbe tambem de
claridade o espirito. Nio 0 fantasmas Imerio
rea. 0 mudo ntido, re- assado de lux nao of
(rete mysterioi nem terrores .
Exactamente. A luz da atmosphera commu
nica-te ao espirito, abe borizenies Imagina
cao, e o poeta, e o artista nao pJe eiqulvar-se
ao trabalbo da phrase ou da rt ua, porqie o te
rebre Ibe est coostaolemente a redamar a ivi-
indf n'omi grande febre de Idealsimo.s e de
gloria.
Parece ligico, e niogoen ba qaefde'xs de re-
conbecer, qae o habitante da zona tor ca, po-
isfo raesmo qoe vive sob um clima ardeoie, lem
ama visao mais ntida do oniverso e ama seosi-
oilidade mais impressionavel qoe a do esquimo
oo do can-daeose. O calor, icoeleriado as for
cas vivas da satrela bomana, empresa i ao ha
mem certa energa moral, cer a pojaoca de es-
pirito verdadetramanle a'mrate. ao contr ri
Jo gl", do fro e das bromas, que p.vduzem
orna enerv-cao doentla e um grande abaiimeolo
d'alma, comise pesaje sobre elle ama atan -
pbera de cambo.
E* ainda ttootesqniea qaem reconbei dos fl-
Ibos da zona torrtia ... una penetra icn -ia-
eul '", une prompte facilit a salsir tate? le-
ldes et a Ie3 reodre avec fea ; la forc de com-
blner, jqjnte ;a lalent d'onserver; uo melange
beureox de tontes les qnalits de l'esprit... *
O sol do Brasil nao pos.tivamentj orna re
giSo fria com todos os cerar.leres das zonas
mais oo menos glaciaes, onde o homem vive
suojugad i pela natnrexa, coberto do peile3 ou
soDoh' gado s estafas n'am ascetismo perpetuo.
O noaso clima em geral, temperado, nao ob-
stante as bruscas variacOes tbermoxetricas a
que estao ajenos alga as Estados do sal; oo
norte porm, essas tiriacOes desappareeem pira
dar logar i uniformidad^ Ja tenperatura e de
muito longe em molto iooge alterada pelos la-
vemos regalares quanJo eltes nao faltam.
Por qoe que oa Europa oesoi-lto de om me
ridton-.l lem moi'o mais vivactdade e mai'o mate
lelicaiexa, que o de om laponlo oo de am n.os-
covita ?
A qoe se devem as extraordinarias qaalidades
artl ticas do'povo'itiliano?
Procoremos a rurposta na theoria dos climas e
s abt encontraremos.
F.lem-me as tendencias gnerrefras do sasta
'xieencias aa natnreza orgnica) e eu estarc
oro-opto a concordar fa7oravelmeu tellectualmeote qoe elle nao polea competi.-
com a reslao opoosta.
Os Albos do Rio de Janeiro tm orna vsntagero
a-ibre o provinciano: que na>cem ao mei> da
c.vl isacio e logot em idade precoce, ao adqoi
rindo coobeclmentos e mane i-as proprias da-
eraodes capitaes e va se (amiliarlsaado, porim
to, mais depreiSi qae aqueles, com os processo3
artis'icoa dominantes e com as liaa geraei prca.
O Olrto da provn i por mais tlenles) que
eja, bode forc^sameote (oropletar a sua educa-
cio artstica n'urn rircalo malor on Je as soas fa-
cilidades posssm t iompbar em commonicag&o
com 88 boas obras estraogelras; o talento, po-
rm. eBre conservase erigios1 e vigoroso, sem
perder neaham dos caracterea qne o distinguen)
ia inteligencia do meriauo.
Se eu penears'e com om et-profefor de my-
ibologia das Bellis-Arles que todo artista deve
t>er igaorante, obedecendo exclusivamente s
tendead.s naiarae^ da sea espirito, aluda as-
sim leria um areomsjto a favor do norte. Ju-
venil Galeno na genero popular, o bosso rne-
lbor Cocioncii-o ; e. comtudo, o poeta cearense
nao qoix ti ar inte:rsente albelo s manifesta-
co-a da arte civilizada.
A edncicao lotellecloal tao neseesarla qoao
to a bygieoe do carpo- Todos o grandes e -
cripto-es e poetas forana borneas de cultura su-
perior e de orleotacSo lit.erarla.
O Ra de Janeiro o oessa pelit Pars, o
caot, o da vida nacional, por assim dizer a re-oru
em qoe se operara as dyooanilsacOeB irl do note e do sol correm todos para o meio com-
mam em qae se es'abelece a verdadeira lata pela
existencia e pela gloria.
Es'xu certo que o autor do Missal j se rao
preoccupa.com essa ridicula queetio Brasil Nor-
te e B-axtl-Su'. Elle, qae nao admito ncionalida
de em arte, commmelteu urna neresia pasmosa,
carregaodo a tinta naqoeHe dstico banal a en-
trada do sen primoroso livro-
qaes'&a do territorio MisrOes; 'U ra folba
porm, da mesma ctdado de N^w-York, e ama
das mais coa:altuadas d> todos os iCsiadoa Un-
i?, a Trlbuoe aprescou-se a restanstecer a
verdad dos faclcs oo artigo qoe publicoa e
aqu com prebendemos:
O laudo na qostSo brazileirt-argntlris.
CircBlaram noticias inexactas sobre o modo por-
que o laudo do preside ate Cleveland fii rece-
ido em Buenos-Ayres e no Rio de Janeiro e
-obre soppostas manlfjstacoes de recenbeci-
mento feitss pelo Bn*U.
Uro jornal de New-Yj-k cliegou xesmo a di'
ser qoe o Brasil nao soaba apreciar rom dignl
dade a sua victoria, pon est va foseado demon-
BJSI
EXTERIOR
AMERICA DO NORTE
Balados I aldo*
O 3t. Cleveland, actual presidente da R,'Pu-
blica, daclaron officialmente qae nao apreseota
a .na candida tara a re?leic4o.
Acna-se, da elle, com a sanie mallo nffectada
e por uso carece de descansar.
O gabinete, em nma de aoas ultima] reo
nlSes, discuti a possibiliiade de serlaa compli-
caefies em vinuJe das reclamacfies europea fel-
tas as repblicas de Veaexaela e Nicaraga,
constando qae se retira do gabinete o raioistro
das relaces exteriores, por estar em desaccor
do com o Sr. Cleveland as qoesto-s ntreos
Estadoe-Uaidos, a Haspaoba, a Iaglaterra e Ni-
caragua.
Clevelaad ex'gloa retirada do ministro hes-
paobol em Wdinnton, por ter feito referen-
cias offsostvas ao governo dos Bstados-Uaidos.
O goveroo nomoaa orna camnissaj para
es odar a otilldade da abertora do canal de Ni-
caragua e modificar os respectivos plaaos.
Essa commlssao encelara os feas trabalaos
mesmo durania o preseole mes de Abril.
Os re, ublicanos vanceram as eleicOes nos
Bstados doceste.
Swift, alcale de Cnlcigo, teva 45,000 votos
de moioris.
No partido democrt ta reina desharmooia.
Aanun ia-ae para prximo a partida da di
vereos navios norte americanos, com destino a
Asia Menor.
Esta expedicao tem por Bm de faxer respeitar
os Interesses emericauos feridos oestes aitimoa
tempes n'aqaella regio.
Depois de S meaes da inquerito acerca da
corrupcao da pjiicia ae NcW-Yo k, comparece-
ram peraote o tilbonal criminal 23 agentes, en-
tre el les varios altos funccionanoi e no meada-
mente, o ebef de polica.
g O S.'. Fonloora Xavier nomeado cnsul
brasiieiro em NevrYork ebegou a essu cidaae
proxlmamantefi sgoardava o exequtur do go-
veroo de Washington para entrar no exercicio
de sea cargo.
Toda a imprensa o receben mnito bem e em
irugos do Wfllrd, Ntw-York Times e Son Ibe
foram feius as mala honrosas referencias.
Neste ultimo jornil sppareceu um artigo
alias nal lQipirado, conlendo a mais falsa noti-
cia das manifestac6e8 populares bavdas do Bra
sil pelo lando do presdeme Cleveland sebe a
mandar a Wastiintoo, em um navio de guerra,
nma comraissSo pa-d igradecer o pretidenie
Glcvelaod.
Dase tan b 'ra o mesmo jornal, que a missao
espea ai, qoe defendeu a causa de sus patria
durante o arbitramento, visitou o arbitro e ciri-
ito-lae palavras de balxi adola^ao, cooriodO'O
de elogie.
Nennam faadaxento lem essas assercoes.
A non :ta Ce que urna commlssao val partir do
Brasil a bordo de um navio de guerra para apre-
seotaragradeciineotoa oficiaos ao pre-i tente
de pora oveccao ; a n'io pode ser tomada ao
s'io oem mesmo por una momeato.
O agradecimeolos oflblaes do (Brasil, sprr-
BBulados como de eilylo em taes casos em
ama carta de gaoiaete iiWgida palo presidente
Moraes to p-e idente Clsvelaud ptla graciosa
solicitada e atteocao com que, em mel ds
graves tct:apacOas do itea elevaJo cargo, estu-
dou e resolveo a qoestio que Ibe foi sabmettida,
serio i-ntregoes na Casa Branca pelo Bario do
lio B-anco. quaodo lor receido em audleacia
de uespedida pelo S". Cleveland. O Bario do
Uto Brancocuegou a este pala ba quasi dois au-
nas como envalo e oiistro em mlsslo espe-
cial para preparar e aprsenla: a defexa dos
dtreit. s do-Brasil.
Sem duvida h03e grande alegra em toda
exteosao do Brasil qaante se soobe qae o laudo
do Presidente e Cleveland era a favor deesa Re
publica, poru es lel-g^ararnaa e os Jornaes ol-
ti menle ckegados da America do Sul conco--
dao en mo-t'ar que o Governo e o povo argn
tino tomrao parte nesses regocijos.
O Presidente U oi, da Repblica Argentina,
Ulegraphou ao Presidente Maras, do B-anl.
qoe o povo ag nlino, ainda qoe n5o tivesee
ildj favorectdo pe'a d>>cisSodo eminente jaiz
a qaein se deferlo a Beo'.enga do fecular litigio,
se felicitava da ver ne apparecer o nalco roo.ivo
possivel de d-Faerordo com os seos anti -os al-
nados, coj a rel.ic.6es e coostanta anhelo da Re-
pblica Argentina estreiiircom vnculos de cor-
diaitdadee interresse commutr.
Nada se produzto que pudesse cffeo ler a Re
publica Argentina durante as detoonsirace-l'io
Brasil. As ba: del ras dos dous paizes fljetaa-
'io ama so lado da oot-a. Eu lldeFevereir
decoie do esj-meello.' no Rio de Janeiro,
qoan lo o povo toi saudar o Presdeos da R -
pulsea, a commiasso recebida no palacio do
Governo enroatroa ao lado do Presid me M-
rses o Ministro Argentino, Sr. Garda Merou, o
qual prooanciou om discareo moi'O spplauGo
em respoHa a saadacio que o orador da com-
>pia-ao di-igio 4 Repblica Argentina e ao seu
rep rsentante.
Esta rniae cordiale era natural porquanto,
em oaa stb trameoto. nSa ha vencedores nem
vencidos, lendo ambas as parles, pr ponan ament, resolvioo entregar o aesompto
a um juiz imnarcial e aceitar a -oa decleao.
As duas partes linbao apenas qae prepar r as
suas expo6ea,apresentiodo lodos os argu-
meoto* n p ovas que padessem ero gen favor.
E Barao do Ru Braceo ; e este, por i apaga de qoa
st om anno, esteve senarado da sociedade, resi-
lllo squl em Nova-Yark, com o flm de prepa-
rar a sua expjsicao e augmentar os numerosos
do umentos blstoricos e geographlcos que trou-
xera comsigo, depois de laboriosas pesquisas na
Europa e no Brasil :
Coxo a t'ibooe j dase, a perda do terri
torio entestado tena feito penetrar ainda mais
P'-la interior oo Brasil a como poota de espada
qae a R-pobllca Argentina ji aprsenla pela
pos8e do territorio de Miste es, encravado enir<:
o Brasil e o Pirsfcuay, e o Estado Braxileiro do
Rio Gaode do Sul flcarla quasl de to'o uesliga
do do resto da Repblica de qoe fas parte.
A ccaeervacao deste territorio disputado ex
plica o regosija que boove ao Brazih e qae se
maoifeatou sem tifligir a mais ligeira ferida aos
briosos nacioaaf s da Bepoblica Argentina, cujo
goveroo e povo aceitarn pt-rfeltameate o laudo
do Presidente dos Estados Unido;.
Acliva-se neste momento em Castle Gar-
oen (Ntw-York) a lnitallacao de om vosto aqua-
rlo.
Estabelecide em orna iostallacao de furor.
circular, este aqaario comprebeode, no centre,
nma eranie baca circular de 11.60 de dtam-!-
tra e 1.80 de profuodida^e e 6 outras bacas ex-
teedendu-se em corda ao redor da primeira.
iendo cada orna de 8-50 de extenso e 0.90 d-
p-ofaoJiia.de.
Eslas bacas sao construidas de lijlo e ci
ment com coroamenia de pedra e revestiuentc
de asolejos.
B o redor desia iastailacao central estio re-
part as 94 bacas com gelo eslsbelecidas em
done andares e mediodo de lm.60 a 2,00 de lar-
gura lm,50 te profundidade para as de baixo
e Om,90 a lia,60 sobre lm,O para as de cima,
que sao em arJ si.
Urna parte destas bacas reservada para pe
xes a'agua doce, o reatos aos U'agaa salgada,
qoe ocupir&o as badas abertal do centro.
E-te aqaario, que brevemeate se abrir A, ser
dos mala cariosos peta riqueza da nona e da
flora aqoattGas dos srredoret de N.w York.
Recebera alem disto peixes de ostras regifias.
As pircas indicadoras cellocadas sobre cala re
cipiente contero alem dn nome do peixe ama
reprodeccao fle colorida de mesma.
A agoa das bacas sera conservada tanto
qnanio possivel na temperatura a que estejao
ad 8lomado8 os peixes.
Tasto a agoa do mar. como a doce, serao fil-
tradas : serlo tambem reaovadas por urna dis-
posicao especial e artificialmente arrejada*. '
Carta eemelbaute, de agradecimeuto, tera sido
expedida pelo presdeme da Repblica Argenti-
na para ser entregue pelo seu ministro em W.s
htngloo.
E' inexacto que o Bario de Rio Braoco ou
qoaiquer outro membro da missao especial de
Brasil, baja dirigido so A'bitro palavras de agrt-
decimenio inconvenientes oa exageradas.
O ministro Rio B anco limltoo-se, segundo os
estylos diplomticos e os precedente:, a dirigir,
depois do laudo, nma nota ao seoretsno de Esta
do, declarando qae remettara esse documento ao
Governo do Brasil cujas ulteriores Inslracc6es
agnardava e pedlodo ao Secretarlo de Estado
qoe, emquanto nao podan cbegsr as-palavras
mais autorizadas do Presidente da Bepoblica
Brazileire, transmitliase ao Arbitro es seguran-
cas qae elle ministro poda desde logo dar de
que o seu governo e a oicao braztleira agrade-
c am profandameote, e teriara sempre em lem-
branca a solicltude com qoe o Presideate Cleve-
land emnreOenderi e deiempechira a trabalhoaa
missao de arbitro netia lio longa consroveraia,
rcsalvendo-a de modo ceriameote feliz e honroso
para aa doas oscoes anteas, que tlnbam recorri-
do so sea jaiso impircial,
O Sr. Zballot, ministro argentino, cumprio
tambem esse mesmo dever, dlngindo urna nota
ao 'ecreiarlo do laudo e agradecen o servico
prestado pelo Arbitro.
Ha noticias de qoe a expedlela norle ame-
ricana ao palo do nerte cheoo Graelandla e
ptimo o seu estado sanitario ; bem como qoe
o coogreiso do Canad discate am projecto de
aonexacao da Terra Nova, e qae ama nova cona-
piracao para restaurar a nonarcois as libas
Sandwich, (6'a descoberta.
A American Academy of PolUcal and So-
cial Science* de Pmladelphla est pabltcaDdo
em Ingles as coosioicies escripias do mundo.
As costliui.Oes da Prussia, da- PraDca, da
Hall?, do Mxico e da Colombia j foram puoli-
cidas.
O Engioerlog publlcou os segoiotes dados
sobre a p-odoccao de carvao de pedra nos Esti-
doa Unidos, calculado! em toneladas:
Carvio betune Antracita
1S89..... 88.S83.50O 40-714.7x1
1890..... 99.391.821 41-439.838
1891..... 105.268.W 45.J36.99i
189*..... H 3. 7. 45 46-880.450
1993..... U4.J7I.16J 474170.000
Existen minas de carvao em 29 Estados e ter-
ritor'39.
O Estado da Peneylvana e o prtrnei'o da iis'a
o fornece qoa I o tere da tju.iidade, \e& df-
pots o Illinois nm 8. OO.OOJ toneladas e o Ohio
com 7.0)0.000.
A produjo total da mando *avaada em
364 milbOes do toneladas, das qnaea os E-. taJOt
Uoldos frnecem 30 %
A p-odoccao dos priaclpaes paizes a se-
grate :
Gra Bretanba(l89l) .
Estdos Unidos (1893)
Ailemaoru (1892)
Praoca (1^9J) .. ..
Austria 892) .. ..
Blgica (189) .. ..
Toneladas
16.323.893
16!.814-977
84.16 009
86.178 701
S5.331.090
16 583.U00
Incendia'am se oa depsitos das fabricas de
algodo cm Njva Orlemos, perdendo-ae 26 000
lardos.
Alm dest- incendio, runa ef da mesma < 1-
dado ezplodio urna bomna de dyaamtte causan-
do gran O autor do alternado nio attnbuHo o facto a vanos liaanoe, oretenl-c
o povo logo a.atacar lodas as casas italianas.
Esses excessoa todava, oaa se deratD, pea-
medicas enrgicas lomaJas pela poli ia, coas-
lando j que a d-sgraca fji devids & imprnsn-
cia de am empr> ga-io.
A cidade apreseota um aspecto triste.
D-.u-'C un ex oao le i-isu na uaioa Je
Red Cannoo em Wysonlog, usando soltera ios
granne amen de nm ii forana reroo- 65cidavere=.
Sabr a revclojao em Coba, sabe-se qae
os caees insurrectos Uaceo a Crombet cbg*-
ram a 11.a da r'urauaa, aura de guiar a ezpeK-
,o ; e para ah partiram os cruz ior>s nes. a
nCQ Ha .a Mercedes e Fueva E-p-na, aiioi
de se vigial-ts.
Amaoi Querr puil ca p-jclamacaa, asae-
gur-tudo que os tevolio-os .nuajpnaram.
O negro cabana M mea la, aagaado carre, pro-
ciamoa a guerra do racas.
Tdiegramaaa oic al de Bataoa dis qu'. i >x
ce^icao de Sanda^c,, reina traiquiliidada em
Ceba.
Acarescenta o desJaco que os revolicso aa-
ld dt.sajo tltsados u btra e ur js e qoe far-
cas e qua d Aar ut grupas que anda ^ ou.erv.ra. em ar-
mas.
Nu entretanto aa a.itondadea norte-ameriea
uas en Guia coaamunicam q e a revaiuca ge-
n.raitaa s-, am<-acanuo mullo eeriameLie a id-
narcba neapaohaia.
As UoLas lelegrapnicas subraa-lnaa entre
CuDa e os Ar-iad-e-Unidos foram cott..aa-.
D,z o New Yok II ra'd qae o general Ma-
ceo, acjmpnaado de 37 ollic; es e um gup^
e3.;i.luiJo ae re.oUciaijarijs, cbe^ia a CuOj.
leudo apresado ira v.por baspaunoi com ca're-
gameato de armas e muaigijes era a Mavaoa,
alm oe om coulinaejie ae Wcs de 300 s ii ia
dao ofhci es >o exercllo hei>raanoi, qis te
acnam prisio e.raa oj insurra t z-8d 8 revo tos-s di ue>D te para a raatao
moi.l-niosi aa m eriar, onda parece qu- er-m
se eniriacheirar, temo batido os bespanfcee
em Campo.huelas.
Em s-'ssao -o >e .ala Frye i rocuncl u uoj
discurro ejJisse qae os tsiaao -Un os precisa-
van d Cana autnoma.
Formarau.-:e ea diV-Tpos poatos djs EstJdoj-
U i dos camits para favorecer e .uxiliar peco
nia'Uuaenie a revjita na una de Cuba.
D.ws.s commts os* ji outiveram r-curear
p'.uQiarios para ese r.. ua sumtca ae 400 coa-
toa, qae lem em caix-.
Ooostava tm Now-Yo.k, que o gabinete
nenezueleace d^ra deuuisrao cjlleciita.
Na .-i.es.ui R'publi^a -.ova minas de ferro
acaD.m de ser tf;obe tas em eeu lerrito'i' :
as jazidas par-c- ui irapuruntes e e^aa qjasi
na supe ricie do .-o a.
Par Guayra, onae ha re el03 de m:t n<
em coaaequinuado cocfliclo en'.re o pre'ideu'e
crispo eos raprafoOtaaiM de Ffanga e Blgica,
z seguir o gov .ma americana cm n^vlo de
guerra.
o H'iti tamoem ha noticiss de N.w-Po'k.
O general H poiy-v, pri s e ae daquelia Re
pnbll a. derroiaa os resoitusas.
A itisafiei.o tem a sua a.sjj:ig.o naita pon-
eos re .orsoo.
Pona pguu CO.OCO fran 03 coaao indemnlsa
jio do ai.-6.na!o oo consol irn ez.
Bit-xico
0 gi9'no eaip:0.a-ao em coosarvar boas as
suas rei^cOts cuui i- ouira piJoicias; edd te*
curdo cojj es a aisyai ia, a qtes aa de limite
tatre o Mxico e a RepuD.ica ae Gaa'.euaaia 1er-
uiinou ue modo alisaaio'io.
As uegbCU^Od diplomaitcas ccncluirao-se
peu aesigu. tu a te um traala que sat'aguarJa
os i ulereases das du3 oaces.
O minietrrio das relacSes exteriores de Gua
t'imal- feelejoo etie ttiiz buccesso, oSereceado
ua l>a:.que.e aa-rep eseaUnte do M xi a.
- O estauo (iuaoeei'o du pas m*:lhorou sen-
siveloieiua nf-- a-tamos levp.s.
1648-Chegamaonecife o resto do exer- vados os prajoclos ns. 7 e 8, o prloielro do-
cito do general Schkoppe, qua foi mal recebido ominando o escudo que deve servir d* aSa
pelos moradores hollandezes. do Estado, e o segundo subttiiuindo resolue
- No mesmo da enlrava no Arraja o exer-, inicia(ri na Cainara l|os Sfi UepuladosSl
cito pernambucano, no meio das accIamarOsa. projeclo n. 45de i.92 (anonymalo 04 iatS^,
dos seus 300 compinbeiros qua haviamflcado JajJ J -----
de guarnido e de todos os moradoras da visi-
nhanca. #
creto promettendo a liberdado aos escravos que
viessem se apresentar para a defeza da patria e
cra companhias de guernlheiros.
0 terapo instava, as circurastancias aggra-
varam-so, e o governo patritico passava as noi-
tas em vigilias, meditando sobre os recursos
Adi >u-3e por 21 horas a requrm:ntj da
Sr. Constancio Ponlual a 1 discussao do prec-
1817-0 governo provisorio baixa um de- ^Q n 3 d;8te anoo (pngao aoi lllllos do flwJ-
Dr- Jos M<>ria de Albuqnerque e Mel!.).
O Sr. Eduardo de Ohveira, p-la ordena ra-
qnereu e oble ve dispensa do lulergticio paraos
projectos na. 7 e 8, votados nesla ses.'So.
Esgolou-se a orlem do da.
_ O Sr. Presidente levantou a sessao lia vendo
que anda Ihe restavam. Tantas trahii'os, tanla | deg( a(Jo a aef.anie ordem do d, ~n ^9 .
inconstancia dos habitantes das provincias cir .3, df8ca93ao do3 projectos os 7 e8 1 discus-
cumvisinhas, panalisavam, mas nao davara a le-: gSo (|o projeclon. 9, t0d9 deste anoo e tra-
mar igual degradagao da parte dos de Pernam-1 ba|ho jj conmi8g0j,.
buco. cansara dos Depaiadma-Erlectuou-M
','.'.-' 1 '.',' .s"' hontem hora regiraeutal l'->* sessio ordina-
0 ecciesiastjcos_da1 provincii1 desde o_nnna- rja snb a preglde5ca do E,m. Sr. Dr. Jos
LHTERATiW
A luz da estrella
AO AMBROSIO GOMES
Que linda estrella (Eu Ihe dizia olhando
Toda curva da co cor de alabastro)
Como, continuamente rutilando,
Deisa um veio de luz proprio d'um astro I
Ha no seu longo e luminoso rastro
Scintillas3es que v&o illunain' O co. E ella sem ver que alm brilhando
Venus estava acorrentada a um nastro
De prata.Ainda tu nao viste a estrella 1
Lhe perguntei. Mas se n*o pogso vel-a,
Se a sua luz ao aaau olliar so inflamma .'
EntSo, fitando-a surprehendido e mudo
Vi que seus olhos me diiiam tudo :
Tinbam da estrella arrebatado a chamma.
mes de Lima, Fre Joo Loureiro, guardiao do
convento dos franciscanos do Recife, dislin-
guiana-se-entre os demais pelo seu espirito mar-
ciai e ascendencia sobre a raultidao- Entre os
seculares um certo Pedro Ivo, senhor do enge-
nlio Piedade, Francisco de Carvalho Pa*s de
Andrade, igualmente senhor de engenho e Joo
Alves Leite, rico proprielario da villa deOurub.
erara upontados coin'j patriotas capazas de mo-
ver a inercia dos habitantes do campo. Sobre
sises flxou o governo a primeira prova do seu
novo systhema de defe/aconcedendo a cada um
a patente de capillo deguerrilha, a enlregat.il-
llies armas para que as distribuissem s pessas
de sua conflanca quo forraassem as compa-
nhias. (1).
1851Evade-se da fortaleza da Lage co
Rio de Janeiro, Pedro Iva Velloso da Silveira.
Quando lomou parle na revoiuco da 1843 era
capilo de arlilharia.
No ataque do Recife, que teva lugar no da
2 da Fever.-iro, Pedro Ivo commandou a divislo
que atacou pelo sul e rompeu em batalha al c
bairro de Sanio Antonio, lomou as ras princi-
paes e,quando cliegou as mais prximas ao pa-
lacio da presllenc a cuja tomada era o seu alvo
encoiUrou seria resistencia, travanio-se enifto
renuidissima peleja impedir-llie o passo. Nao
conseguindo ir alera, desalojado mesmo da mag-
nifica posicao que oceupava na ruado Sol e pr-
ximo ao palacio, Pedro Ivo contraruarchou e fot
lomar posico nos largos do Caruio, Livramen-
lo e Penha e ra Esireita do Rosario, onde de
novo travou-se a peleja; e no raeio de una lula
ineessante e renluda, quando talvex a victoria la
pr >nunciar-se pelas tropas liberaea entra na ci-
dade plo la o da Boa-Vista, urna forte columna
sob o corainando do general Jos Joaquina Coc-
ino, e assim dicidio-se a victoria era lavor do
ioverno>tt muiiu adi jalada mau ainda nao se-
gara.
(1) M. Tavares.- Hisi,. da Rev. de 181"
Tentando atada algutna resist n.:ia as rua
da Penha, Ribeira, i.oncordia, Augusta e adja
entes foi uestes pomos naais do quo em todos
os outros raatiido e sanguinolento o combale ;
e na ultima extremidade quando viu-se comple-
tamente perdido, ibanlonou o campo, vadeou o
Capibaribe pela ilha de Anna Bczerra c ganhou
o interior.
Ocupando posicoas vantajasas no sul da pro
vincia, perseguilo s:mpre pelas forjas do go-
verno, Pedro Ivo passou-se para as maltas e
acarapou em Ierras do engeolio Verde. Posta
a prinio sua pessoa, marcanda o governo-----
8:000OOD rs. a quem apprenliendess 4 0003 rs. se acaso fosse ella morto no acto da
prisa, Pedro Ivo resisti heroicamente, nesse
dilttcil empenho, sem recurs > alguin, luctou e
lutaria al morrer, se nao Va a in ervenco
de seu pai, qua um garanta, o que elle ja ha-
va regoitado pelas condiccOes humilhinles cm
que tinlia sido pruposta.
Pedro Iv passou-se enlo para as Alagas
d'ahl parti para a Bahia e uepois de alguns
das de demora seguio para o Rio de Janeiro,
onde logo que cliegou foi recolhido a utna for
laleza, sob senlinellaf e inmensas precaujOes.
Oas depois apresenlavam-lhe o Oecreto de
amnista com clausula porm de assignar ter-
mo de residencia por (> annos fra do imperio
e. era lugar approvado pelo governo, ao que re-
geitou allegando as condiejes raelhores que
lluvia proposto a presidencia de Pernambuco,
e mesmo por niio ser o que se havia tratado
pois largou as armas sob prome,ssa de amnis-
ta geral. (2)
Sobre o desappareciraento de Pedro Ivo cor-
reram diversas vers;s, aenJo a mais acentua-
da que esse facto encobrio um assassinato,
O certo, porm, que o commandante da for-
taleza nao foi punido e o governo imperial
langou o ouvido sobre o aconlecimento. (Vid.
Eph. de 11 da Dezembro.)
1858Fallece o pernambucano Manoel Pe-
reira de Moraes.
No movimento poltico >Ie 1848. Moraes re-
preseniou um papel importante e foi um dos
seus chefes.
Rompendo a revoiuco elle foi ura dos pri-
meiros que se poz a sua frente, desempenhou
a conamisso dechefe de diviso, dirigi o cora- r.
man lo das torgas que atacaram Goyanna era 13 Francisco de Assi
de Dezerabro, o combate de Cruangy, o do en-
genho Camargibe, em Serinhaem, e foi um dos
chefes do assallo do Recite cm 2 de Fevereiro
(Jalvo, is Mircelino, Leopoldo Lins. GolC-
fredo Mosccso, Bianor de Medeiros e Joajana
Gutmares.
Foi lida e approvada sem debate a acta da
sesso antecedente.
0 -Sr. 1 secretario deu conta do seguate ex-
pediente.
Petico de Jos Severino le Almei la redt.
sa, requerendo melliora da reforma. A coat-
misso du orgamenlo.
Outra da Joo Cesirio de M;Ho, r.*qnerendo
mellnras de ap seutadoria. -A' commisso i
petigOas.
Outra de Frederico Augusto Paes Birreio, re-
querendo raclhora de aposentadoria.A' com-
missao de orcamenlo.
Outra da Antonio Rocha de Maura, requeren-
do que Ine seja concedido o uso e gasj per 30
BMM da rea de 10 kilmetros d costa 00 ar-
cbepilago de Femando, para esUbele er dep-
sitos de carvao, agua, gneros alimentios, da
mediante vaniagen-i para o Estado e a Uniio.
A' commisso de Comtnercio e Industria.
Foram lidos, Indj a imprimir os segniotai
pareceres :
N. 18 Da commi-so de Obra^ Publicas, eos-
cluin lo qua seja adoptado o projeclo n. 41 e-
labelecendo premios aos agricultores de cate a
cacu.
H 10 -Da commisso da conlas defpeza*.
coucluindo qua seja approvado o projecta n. '.0
com algumas modittcagOes.
Foram li los opaia los e jadfjM ob.cctos de
deliberaca >, indo a imprimir os segointes pro-
jectos :
N. 45Apresenlados pelos 5rs. Pir.heiro Ra-
mas, Goncalves da Rocha, Elpi lio F
Pereira Tejo, Arauj 1 L ma e Malla S IveiM. .-so
tatumdo que os collectores c e:Crlvaes eiT
vjs tas colleclonas daa rendas desi>; BBBBd-
nfio polera ser demiltidos sen-io ena uriad,
de coiideiniHco e:n processo criminal, coja sao
tanca tenlia anaado emju'gado.
N. 43 -Apresimlado pelos Srs. Pereira Teja,
Goncalves s >. A na-
jo Luna, Molla S Iveira e Pmhiro Ram .s, *u-
torisando o Gov-;rnal>r do Eta 1 >, d (
a quana de GiODOSO co;n es reparos da i.
neeeastta a cadea de aaajnliga, igal
quantia com as ua ca leia da cidade da Kscaa.
Pas3a se ordem do da.
Entrando era 2.' dts'usso o pro-edo n. ti
do crrente anno, craram os Srs. U i.ainzos da
Abren, E'pidio Figueireda, B-an.jr da Sedal-
ros e Uodoy Vasconcellos que envin i ma
um requanment 1. que loi remellado dapou d
ter orado o Sr. Joaquina Guimare.
Tendo os Srs. Apoliinario Uiranliia. G m
da Vaaconoellos e Damingos de Atareo rafMi
mesa urna emenda ao refer lo projec ora-
rain sobre ella os Srs. Leopold Ln' Biaaor
de Medeiros, JoaquimGuim re1, le eir Tejo,
Julio Aotero e Godofredo Moscozo.
Encerrada a dseu sao o Sr. Pr-siJ.--n'? mao-
dou proceder a chamada e lenJo-?e v
nao haver numero para volar, por larera -a re-
tira lo do recinto os Srs. Ap>llinario Maran^O,
Domingos da Abreu e Godoy da Vajcoocellaf,
flcou ad ada a votac&o do mesma project boa
como a da referida emenda.
Era segui'la enlrnrara em 1' discuss- 0; prs-
jectos B. 20, 22, 23 e 7 do correnl" anno. seoda
encerrada sem debate as dUcusses e a liada a
vo aco.
Foram aiuda subliluidas em i? discuj*3o a
emenda apresentada ao projeclo n. 5 e o pro-
jecto n. 14, sendo tambem encerradas s>m de-
bate as discusses e adiadas as respectiva* vo-
laces por falla de numero
Nada mais havendo a iraUr, o Sr. Presidaae
levanta a sesso, designando a seguinte ordem
do dia :
1" Parte ; discussa do projecto n. s e vata-
ces adiadas.
2* Parle; trabalhos da commiss6-,s.
conselheiro Roa* e Silvia -Foiga-
mos de passar para ai nossas caluoaBas a pala-
vras que a respeilo desse nosso am go j-cieve-
ram o secuto e a Vanguarda, de Lisboa, por 0C-
casio da passagem de S Exc per essa capital :
Disse o Secuto :
Conselheiro Rosa e Suva Parti hantem,
para Pars, no Sud-Express o Sr. Conselheiro
Francisco de Assis Rosa e Silva, actna' prn-
denle do Congresso Nacional da Repblica Bra-
sileira.
Tivemos o prazer e a honra d pass"
'
de 1849. Moraes fez parle do direcloro da re-! hora com o illastre e b nemento bras.i si 1 q
voluco, e revez do da 2. seguio com as forcas! 6 rea mente urna das gloria3 do sea paz e a
Bihia.
Cosa e Silva..
c Escola Norte Litterara >
EPaSSESlTS. r.l.SAdiaaSA.
COLLECCIONADAS POR
Melchisedcch de Albuquerquo
Lima
Da SO
IS95 -Os moradores de Olinda tenlam in-
ceudlar as esquadras surtas no porto do Recife,
por meio d* candas cheias de materias nflam-
mavais.
Pravendo de ante-mo, urna tentativa seme-
jante havia collocado Lancaster uraa vanguarda
de lanchas tripolada por raarinheiros armados
de compridos croques, que obitaram o contacto
das canoai inllammadas cora os navios corsarios.
(Vid. eph. de 29 30 da Marco 5 de Maio).
163*Domingos Fernandes Calabar, ho-
mem de cor parda, natural de Porto Calvo, pai-
sa se para os hollandezes.
Do que se tem escripto sobre Calabar, uos
tm dito que elle aceitando o dominio hollacdcs
procurava o bem de sua trra, outros que elle
assim pralicando queria subtrahir-se a castigos.
Fosie qual fosse a raz&o, pela qual ella pas-
sara-se para os hollandezes, o que certo, i qua
Matbias de Albuquerque temeu-se dos servteos
que elle prestarla aos inimigos, a poni de nao
id offerecer-lhe o pirdo como tambem poatos
no exercto.
En'.re os liollandazes gosou Calabar, sempre
de grande consldaracao, sendo-lhe al conferido
o posto de capilo.
para o interior da provincia, passoo se depois
a Parahvba, e oudo perdida a causa que defen-
da voltouoccul lamen te para o Hacife e em-
barcou para os Estados-Unidos. (3}
Vallando Peroarabuca em 18.i, foi-umnis-
liado e recolheu-se a vida privada.
1841? -Fallece no Paraguay o alfares per-
nambucano Francisco Luz Bittencourt, que
fez parte do estado maior do general Albino
de Carvalho, nos das 3 e 22 de Setembro de
1836, ilstinguindo-se em ambos os ataques (Cu-
ruzu a Curnpaity).
(2) Pereira da r.osla -Dice, de pers. celebres
(3) Pereira da Costa dem.
Tevsta~daria
Senado de Pernambnco-EtTectuou-
se hootam a 15* sesso.sob a presidencia do
Exra. Sr. Dr. Francisco Texeira da S.
Estiverarn presentes os Srs. Bsro de Na-
zaretli, Texeira de S, Albino Silva, Antonio
Pernambuco, Hercuiano Basdeira, Salazar Mos-
ccso e Regueira Costa.
O Sr. 1- secretario procedeu a leilura do se
guite expediente :
Ura ofilcio do 1 secretario da Cmara dos
Deputados remettendo autographos das reso-
lujjOes era numero de oito qoe haviam sido so-
licitadas pelo Senado era oflicio n. 19 de 23 de
Marco ultimo. A distribuir.
Urna petico do director secretarlo do Senado
requerendo o augmento da 2808000 annuaes em
seus vencimentos, ricando estes equiparados
aos do director da Secretaria da Cmara dos
Deputados. A' commisso de polica.
Tenda comparecida os Srs- Constancio Pon-
tual eKduardo de Oliveira, abri a seisao.
Foi lida, sendo approvada a acta da sesso
antecedente.
Foram tambera lides e igualmente approva-
dos sem debate tres frareceres sob ns. 15, 16 e
17, o primeiroda commisso de polica deferin-
do favoravelmente a petico do director da Sa
cretaria do Senado e os dous ltimos da 5*
commisso redigindo os projectos ns. 2 e 4
deste anno, iniciados neste Senado, sendo am-
bos dispensados da publicaco a requeriraenlo
do Sr. Eduardo de Oiiveira.
O Sr. Presidente declarou qua, relalivamente
s duas ultimas resolucoes iara ser feitas as
devidas corarauncacOes Cmara dos Srs- D-'
pu lados
Nao havendo quem quizesse usar da palavra
na hora do expediente passou-se a ordem do
da.
Approvaram-se sem debate em 2* discussao
as emendas as. 1, l e 3 ao projecto do Senado
d. 5 deste anno (reorganisaco da enslno pri-
mario), sendo enviado 5' commisso pan
fazsr a redaccao.
Era 2~ discussao e sem debate foram appro-
dos orn-imenlos da cmara.
O Sr. Conselheiro Rosa e Silva dotada
urna rara mod-slia, pessoalmenle mu.'. 1 sim-
ptico, intellectualmente superior e polUicirn*-
te ura demcrata sincero e c raviclo- X n 1 Linda,
pois nao deve contar mais de trinta e Majad an-
nos, lem diante de si um largo e ausp'c.osrisav
rao futuro. O actual Presiden! da Repblica
convidou-t para entrar no ministerio que, actual-
mente, se acna frenle dos negocies. Ma S.
Exc. recusou .
Vivo, aclivo, tnbalhador, da olhos muito era-
ros e de urna physionomia expansiva e insi-
nuante, o Sr. Conselheiro Rosa e -lva mau
parece, no trato intimo, ura europu do que am
brasiieiro.
As suas palavns foram de plena nteira
conSanca no actual eslado da coasas da Brazal.
Nenhuma ravolta possivel contra o l^no
honrado preiidente, porque nao incuutraria
ecco na opinio.
O Sr. Conselheiro Rosa e Silva deve voliar aa
seu paiz dentro de doas meses.
Angara foram despedir-se dea. Exc. os apca-
ciadores do seu nobre canelar, que sao mal-
los .
Disse a Vanguarda:
Rosa e Silo 1.Esta em Li3boa, nosp'daao
no iioeaida Palace, o Sr. Francisco de AaaiB
Rosa e Silva, Presidente da Cmara dos De-al-
tados da Repblica dos Esiados-m ios da
Brasil.
0 Sr. Rosa e Silva a ama das figura?
proeminentes da poltica do sen paiz,
sido minis ro do imperio, adheno nobremeoto
Repblica, a cuja causa se lem ded
honrada uenco ,
A sua viagem Europa meramente da ra-
0 illuslre brasiieiro parti hontem no Sad-
Exprtsi para Pana.
a* gare do Roco forara despadir-sa mautaa
cavalheiros da colonia brasilea e admir*-
das suas primorosas qualidates.
SauJando o distinelo poltico, rauiam s a 1
(o brasileira, a qae nos ligara tantos lafa*
amizade e sjmpathia .
Segunda Maiinee -Com o 1
que publicamos ao conhecimanlo
realiza-se amanb a -2." maiiae. ao 1
Santa Isabel.
O pequeo numero de bilbets qu M
existe, acua-se na bilbetaria do Ueatro do l
guinte modo:
Camarotes; numerados.
ntralas.
Paraizos.
O programma : ..DTH
PRIMEIRA PARTE
1-L M SMIDO-Grandemareba-Cavallat-
ros da Cruz.
Preludio da opera Leooor.
b) Ballet.
c) Chai d (IU.
2 -E. Fonseca o)


tm
lliarlo de Pcrnambn < Sahhado 3Q fie Alirifl e V^SH
3
\
30. Verii-Scine el Aria da opera Travia-
ta pe a 5ig. Bernnbei.
4 R Shcimarin-a) Tremerei.
I. Raff -6) Cavntinv
M. Bandeira-c) Mmustlo.
L. M Smido <) Mtermo da opera
Behlts-) Pizzicato Syhh, (a pedido)
para co da?.
SEGUNDA 1'ARIE
5 G. R>:iiini Syraphoni i Guillarme TeH.
Lv. B-l>o^n-Ouv<-iiuraESmont
?- Lonc vallo-Prologo -Pagliacci pelo Sr
cebeu u tmamente as seguintas effartas: i ea do Caes da Companbia Peroainbucana, o Sr.
Pela lixma. Sra. D. Mara A. Veira de Mu- (Dr. Prefeto d'este municipio acaba de tomar a
cedo : Manual histrico e poelico, pelo padre providencia de mandar conccrtal as.
I).-. Jeronymo Thom da Silva, 1 vol, broch. \ Foi esta urna boa medida que facilita o tran-
Pelo eidadao Candido SlmOsa : Discursos sito de carrocas, que eco geral grande, as al-
pelo Dr. Tobias B. de Menezes, 1 vol., broch ;' '>'' ">-
Miriquitai, por E. .taller, 1 vol., broch ; Cao-
tos do Desterro, por O. Alolpho, 1 vol., broch ;
Obsolectos, verios por J. R. S. Duarte, 1
'tal., broch.
Pelo socio honorario Dr. R beiro da Silva :
V idea republicana, pelo major J. D. Code-
ceira, 1, vol., broch; Viagem do enganheiro
CuraoleUi.
3M. Moikowsky-I D.-.nBPS E^pagnoles.

a) AUig'o brioso.
6; Mo lealo.
Pon:hielli Dame dell'Ore, da
Gioconda (a pedido).
Alfandegra-Acha se esta repariigao
tcrisfla a pjgar ao Dr. Albino Goojalves
9-A.
Donibre > pelo mesmo, 1 vol, broch.
Kxposicao lntermconal .da Philadelphia,
1 vol., broch.
pocas e Individualidades porC Bevila-
opera qua, 1 vol., broch.
A Madrugada, n. 2; Discursos e escriplos
au- 'pelo Dr. A, Guimares, 1 vol., broch ; Revista
Mei-'da Faculdade de Direito do Recife, 2 3 e 5"
216S8G proveoienie de seus vencin ratos 'The clty of Manaos. 1 vol., broch.
leixou de rc;eber desile 1 de Janeiro al Pe o cidadlo Noberto J. Vianna Caparoza :
ra d>' V; scmcellos, profesar da cadeira de
fertusu-z, (ocurso de prtpnralorio annexo
acullade de Dimito desla cidbda, a quanlia
de 4:
ue rieixou
3 de Sotertliro co anno recentemente findo.
Dr. Pimo llaru so Est exposto a
apreci-cao publie.i, por alguis dias, na galera
do Importaiita ejtabekciirimto de quadros e
molduras d .'h.. Gerard, a ra Jo Baro da
annos, 7 vol., broch; Diversos folhetoa jor
naea ; O Judas, jornal.
Pelo sucio protector D. M. Agapito Pereira :
iR-itralo ljtograp''ado do Dr. Jos Mana.
Pelo socio correspondente Francisco C. Ca-
bral : O Bispo de Olioda. Fre Vital, por A.
M. dos Res, 1 vol, ene.
Pelo socio effectivo Gaspar Santiago: A
ica republicana, pelo major J. M. Codeceira,
1 vol., broch ; .Vlmanack de Arte e Litteralu-
ra, por C. d'Almiz, 1 volu., broch.
Polo Gabinete de Leitur* de Gamelleira :
Estatutos do mesmo, 1 folhato.
Pelo socio VC cria n. 63, o retrato do i lustre Dr. Manoel
Pinto Dama-e, ex-prefe'to >!a Ricife, e falleci-
do a 21 de Jalh > lo ao-io paasado.
Essa retraa qui a oleo, em tamanbo regu-
lar a est eni fina moldura, foi mandado fazer
pelos eraprcgados do municipio, inclusive o
magisterio pr mario, para ser collocado no salo pomas fl i loantes, por '<'. Alve, 1 vol., ene ,
dj h tira do (onci-lho Mun'ic pal, de cooform j Noules e Da, por Tobias Barreto 1 vol-,
daoe c ni a deliberujo unnime da grande 'boe.
reuQio dos nesmos empregado em ode Agos- Polo ci ladao Affonso Duirle A'manak de
to do nno plumamente rindo. Artes e LitteralDi'a por C- d'Almir, 1 volume
E'umpre'to de homenafem que rende a broc.
digna corporaoao de empregados ao llustre Pel.j Tente Bellarmino C. Alraeida :
morj. Mala da Europa, n. 8, o Estado, di-
0 trabalhc confiado ao dislinclo artista bra- versos uume o*.
siluro Daniel Berard, fui execulado com loda Polo socio eff:ctio, Antonio Marnnhao :
perfeiio. Alian ik deLambranc.s para 1893, por A.
Ferro Carril Comeg hoje o restabele- X. Cordeiro, 1 vol. ene.
Clsenlo do l-afegci d>)S carres dessa compaihla Pelo Dr. Archimeles de O Souza :
pela pon e dn Bja-Vista. Relralo iylhjgraphadj ao Dr. Jos Ma-
Por emquinto medida parcial, e s entende rii.
com as viageoa de Ha. pois as de vol'a anda Pelo socio cfifsctivo Manoel X. Sobnn'io :
rusrJam o itineraiio actual, segulndo os carros A Inglaterra de hoje, por O. Marlio, 1
pel.i ron e do Sania Isabel ?<>' 1eM- ,..,
Carne inser/lel-P-lo Dr. commissa- Pelo socio effectivo Vctor Veira !
rio do 3* nislncto sanitario foi mandado lanjar A ulha do Arcedlago, C. t. Branco, 1 vol.
ao mar 81 kilos de carne vsrde em adiantido ene.
tstai!' de. dfcompoaiQao exposlos venda no Pelas rodacgOes :
acou co do Sr. Araujo & i da PragaMaciel Diario de Pernambuc\ Jornal do Recife,
Fir.heiM.qut por eito mol.vo foi multado era Gw-la da Tarda.Cotnmer.-i da Pernamban,
^OSOO^O ProTinai A idade, Era > >va, A Illustracgao,
vi.-t.,r!i ''ni nn piivtIo nm pxemnlar A D*0- Revi.-la Ho lerna, Revista Luterana do
JSST^SJS ?SZ ;?rT5oa.P gJ^pS t^adlu^SIsboa!6 oluoi!
accionistas da Companhia Pernambucana de L.az (3- 'au'0' Madrugada (LisDoa) u muoi
Navegncao pela respectiva directora. 2 Peo*I)r Alraeida Cuoha
A,, pernos o obsequio. ^'^toffv*w!t> t 94,
MSp:rfX i;nootebTvsoVbSnento i,lternodo seaad0-
contri a furec, feriado a praga de nome Manoel Corapanhla Dramtica-Sobre esta
Dio'" oau! deu logar reunida lucta da qjal corapuilni que estrea n estes das no Ihealro
reoito a inert-i do mesmo desordeiro. Sania Isabel, encontramos o segrate juizo em
Fizeram s-i :is diliKencus leg-ies sobre o tacto, mu dos jorna-s iia B.ihn :
Ferituento mortal-No dia 14 no lu- Sao lalves j uraa tutittlidale os nossos clo-
gir ("lia dj apoeiiM do municipio de Pao gios a utna arista de repulagao reconhccida,
d'AUO o individuo de nome Virginio Francisco inabilaJa i-inabalavel, como Luiza Leonarda :
do Macedo fe-io morlalinenie a Antonio Kirinino porm,, cono a verdade nunca aborrecida de
da Rocha qu- er consequeiicia do feriraento ouvir-se, e o chronisla deve dar ao publico as
mi a ral'ecer 'moilentos depois. suis i.npressOss,mesmosem aulondade do mes-
0 I hnnuenle toa preso em flagrante e contra tre, cada rjpresentig'oqu; nos da a companlua
elle se procede nos termos da le. Moreira de Vasconcellos e Silva, devemos duer
Carne ao mar -Da Inspecloria Geral de uraa victoria para o nome e a famide lao dis-
Hrciene d..-se-nos onli'T.nnenio da seguinte : tincta ariisia brazil ira.
i ilustre cidado Dr, In-p'Clor da Hyglrae A fina oprela ranceza, Iraduzda pnmoro-
Poblica do Edado. Duera M. S. Main. Pereira sainento p lo festjalo coraedlographo e jorna-
Cam-iro &C..J. BaliharcN.va Maia&C, que lisia Arti.ur Azevedo, leve a expressiva e leal
aben deundirdto precisan que Ibes man-, nl.-rprelago c ora a Xiniche, que nos deu Leo-
deis i nilicar ai p d'esta o segrate : nardo.
1. Si a ncuisigiio da Insp;clora da Alfan- Sublima as scenas trgicas, esla sab ser ir-
degn mandaste p cceder a exain no xa^que resislivel ri comedia tambora, e julgamos islo
viudo pe o vapoj Mag labra;, e que por achar- um 0i maiores mritos do artista,
se a\ inado f n mandado vender era leilao pelo i Slva, o irapagavel Silvaquasi mala a pla-
D-. Juiz de Direilo secciona! a requerimenlo |a j8 rjSOi coin 0 ia| Gregorio, banhisia, o ex-
dos su|>plicaiile8 ; traordlnano lovelace de eternas luminarias
2 So o exi'ine alludido veiificou-se antes de Moreira de Vasconcellos, (Alfredo Beauper-
sepioielerao leila, que foi suslalo alira de gji), quo era suas aventuras sabe tomar sustos
qr. -e flxess o mtisreo exaue ; horrorosos oorque melteu-se era calgai pardas,
3/ Si o xai que examinado, ichava-e dep si- houve-s 1*110 b-m.
tato oa recolliido aa trapicln Alfaod-igado Li- q Atnorim deu-nos ura hespanhil espalliafa-
vramento toso deraais ; no enianlo a platea nao d'eixon de
4. Si do exime resul ou serera considerados app!audil- muito.
imprestaveis pira a alimentai.-So publica cerca q oivmpio (conde Corniski) desempenhoc
tta setecenlos lardos de xarque que fora a por imp.ini"rale o seu papel de conde de lio exqui-
is;o condemnxlos a destruigiio ; u ordem; o seu secretario que deve estudar
5 Se de Lelo o- Tardos di xarque condeni- um pouquinho raais; seus espirros estiveram
Didos deixa'-am de ser vend Jos em leilaoe no escandalosos.
cao arrirmativo qual o desuno que liveram ; q ciernis papiis foram regularaeikte execu-
6/ Si o exaxie a que se procedeu foi ou nao tados
regularmente fjilo deva prodezir ou produziu. E' para acauelar 8ar ,j03 irrS303 e continuados aguaceiro3 de
os seus direiioi qu os supplicanies requerem 8a|,bado, a enehente 'oi completa,
o qui cima Hca ex posto e esperara com a pos- +;0 f0 portante, surdo o publico ao nosso
sivel brevidadk Deferimento. appello e a justiga que inspirou 0.
Recif-, 16 di Abril de 1893. Honlem represeniou-se Os portuguezes na
Oadv.galo J. V. M:ira de Vasconcellos. N. frica ; prolurgao muito variada e satyrica do
103 II'. 300 Pg. tresentos reta de sello. Roce- Mj-eira beJoria, 174-93 A. Alboquerqae-Despa- prejentagio, o que valeu-lhe os mas juslos
Clio.;eriitique-se o que constar n'esla luspec- applauso9.
toria17Abrtl 95, Luiza Leonardo, como sempre, muilo viclo-
CertidSo Em cumprimento ao despacho riada
cima exarado nVsla peiigao cerlifico que do O Silva foi-se bem e a platea n5o Ibe rega-
theor segunle a inlormagao dada pelo Dr. Uouju=taK palmas,
Ai ui anta ao Dr. Inspector da Hvgiene, sobre A joven Lucia Fernandes, principiante lotel-
o oiticio da ln?p ctoria da Alfaniega de 2 de ligente e promelledora, deu regu ar expressio
Abril correnMsob n. 246, relindo a esta Ins- ao seu papel, apezar da dihculdade com qua
pectona de Hygieoe para mandar examinar lula na dn:cao por ser estraogeira.
carne de xarque vinda no vapor Magdalena e Esta dittkuldade, porm,
bem assim a resoiucao do D-. Inspector de Hy con algura tempo e esludo,
giens Infcrmag.'o lilra Se Dr. Inspector No presbyterlo e no Templo -
de Hvgiene Interino. Em tu^primento ao Esta obra do padre b^nna Fre tas, cujo valor
dsspacno oiarado no ofllcM sob u. 246 de 2. Iliterario i i devidamenle aprec;ado|pelo publ co
de \bril de 1895 do Sr. i.-r. hispe-lor da Al- que em oouco esgotou-lha a pjimaira edigao,
faniega, pecliadoaaraaxarrinar carne de xar- actia-se em segunda edigao na Agencia Lute-
aue v-inda no vapor M.glaleaa, tenho a deca- ra ia roa Primeiro de Margo, n. 10.
rVr vos qua examine, lodos os fardos de xar- O Sr. Leopoldo A. da S.lveira proprietar.o
qje que se acbavam depositados no Trapiche da indicada Agencia, que acaba de receber era
^Lnrmenlo," que de lodos os fardos examina- grande scrtimento de obras de lllteratura ro-
dos separei :tlO :om a m;.rca Chico, 83 far- manees, hielo ia, crilica, vlagens, ele, brindar
dos com a marca M, E, 39 fardos com a marca aos fregu^zes que fUeran acquisigOes sup-
P L. finalmente 13 fardos com diversos mar- riares 20000 cora um mappa geographlco de
cas, cujo xarque sstava em estado de manifes- Portugal ou cora um lbum do Inanle D. Hen-
il decorapoi'icao, exalando mo ebeiro, como nque, escolha.
podis verificar com as amostras que com esle As prendas pelo seu valor ibjeclivos sao ver-
yos seao enresentadas, para se proceder a ri- dadeiro mimo.__
coroso exame microscpico, afirmando-vos que Revhta Theatral Recebemos c n.
ditas amostras foram escollndas das melhores 6 djesaa publicagao les bonense, cujo summano
mantas de iarque cujos fardos foram por mira o segu.He :
separados. I HISTORIA O Paleo das Arcas : (conclu-
Em vista d'esta meu exame mandei separar I sd) por l'iieophilo Braga.
ludidas ruac.
Telegramma* ret'dos -Acham-ie re-
tidos no Telegrapbo Nacional os seguintes des-
pachos :.
Do Rio Formoso para Gaspar Carvalho.
Do IUo para Arthur Moreira.
De MaranhSo para Caes Ramos n. 34.
Da Pelropolis para Cae tao Pinto.
Linhas do norte, sul e centro funecionando
regularmente.
De Itamaraty para Joao Assis.
Do Largo Machado para Artur Coliim.
Da Baha para Brito.
Da Parahyb- para Joca Molla.
De Belem para Sampaio.
Linhas telegraphicas sul boas.
Norle al Fortaleza, alera interrupgao canlro
boas.
Casamento civil -O oscrivao dos ca']
mantos que funeciona nos d strictos do Reci fe
Santo Antonio, S. Jo o Alogados, afflsou oa
repartigao do registro dos casamentos ra do
Imperador n. 75 Io andar edital de proclama de
casamento dos seguintes contrahanles :
Pnrneira publicarlo
Jos Antonio da Miranda nalural deste Es-
tado, professor. residente na Ireguezia de S.
Jos, cora Rosa de Vlarbo Eraerenciano, natu-
ral do Rio Grande do Norte, residente na fre-
guezia da Santo Antonio, sol tetros.
Casa de Deteneao Movirneutes dos
presos da Casa de Detengao do Recife, Estado
de Pernambuco, ero 18 de Abril de 1895 :
482
Saliiram Existem A saber: Naclonae. Estraneeiios Mullier. Total Arracoados . > 6 13 ~479 441 9 29 0 "479 425 403
17
Loucoa. . t 0
425
Total.......
Moviraento da enfermara:
Tiveram alia :
Antonio Clementino Mauricio.
Eoedino Flix Ramalho.
commisnao do Melhoramento do
Porto do IteeifeItecife, 18 de Abril de
1895.
Bolfctim raetereolosico
Horas. Term centi- Barometio Tenso do
arado
6 m. 23,-7
9 23 3
12 29,9
3 t. 29,r7
6 23 ,8
flutni-
dadr-
86
78
81
hade ser vencida
itc3 lardos com ia marcas ac ma c tadas; jul-
gaado esse urque raprestvel para a aliraen-
tag.io publci. aguardando, porem, vossa *e-
IiberacAo pa a proceder te accordo com o re
fulimenlo sinilaro vigente.
Siula e fraterndade.inspecloiia de Hy-
t'ieiie Publica do Estado da Pernambuco em 4
de Abril de 1395. Dr. Arthur Cavalcani de
Albu merque -A.udanie do Inspector de Hy
ciee. ,, ,
RasulugaoA vista do qui diz o Dr. Aludan
te do In-psctor de Hvgiene, no seu ottlcio de
a corrente mez, e do exame microscpico
pro^ci io ii3 3 amostras do xarque que foi jul-
g 'o- more rtnvel para o cor>urao publico a vis-
ta nuuiuienle oas conclusOei do parecer do Dr.
Francisco Frjardo, chefe do Laboratorio de
Bacteriologa do Instituto Sanitario Federal,
^presentado a S. Exc. o Sr. Dr. Ministro do
interior, nr.s qnaes alfirma catbegoricamenla
que o xarqtie de origem platina em boas con-
aii Ces pod; ser o vehicu o para a prolifiera-
ijSn do microbio ci olerigiraico, quanio mas o
qu: acaba de ser examiiado na Alfandega,
|09 se ada em estado de manifesta altera-
co, ofDcie-:.e ao Illra. 8r. Dr. Inspector da Al-
fandega pira qu mande itirarao mar os far-
dOii da xarque que foram separados e julgados
i.m^restaveis para a aliraentagao. publica, dessa
nidada e prejudiciaes as sa ubrida 1 publica.
Inspectori de Hygiene de Pernambuco, em
15 le Abril de 1895.
Dr. Martiis :osta, Inspector Geral interino*
E eu Bachael Apolhnano A. Meira Heoriques
:nandei pasiu.r a presente lertidac que asaigno.
Recife, 18 de Abril de 1395, -Apollinario A
e.ra Herrique, -Secretario. -Estava compe
lectemente sellada com 6,1500 em eUmpilba.
lo Estado.-Meir HenriquisJ
(dentro Utterarlo e Recreativo
Nazare
EN l'RF. ACTOS -Alteas A dentes : por Laim.
REVISTA DOS THEATR03 S. Carlos:
Hamlel. Cavalleria Rusticana por A. M. D.
Mara : Sinta Urabellraa por Fialho 'Almeida
Similia Similibis
RECITAS E CONGERTOS-Ermani por ama-
dores.
ACTUALIDADES SudermanA Questao
Coquelin Irving.
NECROLOGA 0 Actor Trindade.
CORttESPONDENClAS De Pars, por Gar-
ca de M .randa.
0 THiATRO N.V CHINA: por Tcheog-Ki-
CURIOSIDADES 0 TheatroNutico.
LEGISLAQO THEATRAL Alvar de ....
1771 estabelecendo os primeiros subsidios a
theatros pblicos, _
VARIEDADES.
Biblioiheca Draraatiea.
O SALTIMBANCO por Antonio Ennei-2.-
acto, scenas IV Ve VI.
Sao seus colaboradores Abel BotelhoAc-
cacio Aniones -Alberto Braga-Antonio Ennes
A M -Augusto Lacera -Augusto Mello-
Collares Pereira-Eduardo Garrido-Fiallio
d'AIraeida-Garcia de Miranda-Gervasio Lo-
bi.10Gtitomar Torrezao (D)-Jayme Seguler
Joao la Cmara (D) Joaqum da Costa Cas
caesJoaquim Miranda-Jos Antonio de Frei-
tas-Lino d'Assumpcao-Lopes de Mendonga -
Lorj Tavares -narcellino Mesquila Mariano
PinaMaximiliano d'Azevedo -Mello Barreto -
Moura ^bral-Piobeiro Chagas-Rangal de
Lima-Rangel do Lima Jnior-Schwalbach
Lacci lheophilo Braga (Dr.)-Tnomaz d'Al-
meiUa (C).
Agradecemos afineza.
Boa provindeneia Estando em mo
estado o calgameolo das ras Raogel, Largo do
lo, O") vapor
758-79 21,10
759,-83 23,59
753*60 24 27
755,-81 23 8
736.-81 23.8.3
.'e-noei-atura minima 23 25 Thermometro
desabrigado ao meio dia. ._
Temperatura mxima 32 00 Ennegrecido
53,4 -'rateado 43 l.
Evaporago em 2i horas ao sol 5,r9 i som-
bra 2,-7.
Cliuva nulla.
DirecgSo do vento : ENE de meia noite at
0 horas e 17 rainulos da manha; NE al 4 horas
e 23 minutos; NNW al 6 horas e 53 minutos ;
N W at 10 horas e 2 minutos; E e SE alterna-;
que habilita
esle li-
LIVROS RiiCEMCHEGADOS
Ueilipdo da alflate, theoriria e pra-
tica, 2 vola. broc.
Horado de Carvalho -O chromo, es-
tado de tema*ramentos, 1 v >l.
Enciclopedia do riso e a gralho-
fe, livro para fazer rir, 2 vola.
RocUMemorias de Judas, 1 vol. ene.
Viveiro de Castro-Nova escola penal,
1 toI. broc.
Vlveiro de Castro Ensaioa jurdicos,
1 VOl. OrOC.
N. Nordau-Comedia do sentimentalismo
1 vel. broc g
Bucknero horoem conforma a sciencia,
1 vol, broa.
Vlnhula brat Jciro, livro iadispensa-
vel aos artistas, 1 vol. broc.
Aaattct-Historia natural popular, 2 vols.
ricos ene.
Orador familiar, brindes e discursos, 1
vol. ene
Manual do p-adeiro, regr.s para o fa-
brico do pi, 1 vol. r
Manual do pintor, livro
qualquer pessa a pi lar, 1 vol.
Manual do fo^ueteiro, cora
vro praticamente se fabrica fogos, 1 vol
Manual da parteira, todas as regras e
cuidados, 1 vol broc.
Langgard-Diccionario de medicina, 3
vols. ene.
.llediciaa cazelra ou a cura por meio
das ervas, 1 vol
letliodo de violan independente de
mestre, 1 vol, bruc.
Dr. Mello Moraes Guie pral'ica de me-
dicina homeopalhica, 1 vol.
As mil e urna noites, 1 vol. ricamene
ene. e Ilustrado.
D. Qnixote de la Macacoa, 1 vol. rica-
mente ene e Ilustrado.
rV. de Carvallio=.scripluragao mercan-
til, ultima e'lc, 1 vol.
V. de Carvalho -Correspondencia com
mercia', 1 vol. ene.
RibasAcgOes pracessionaes, 1 vol- ene.
Dr. [Jrias Revolugao de 15 de Novom-
bro, livro que expOe com clareza e imparciall,
dada tolas as peripecias daquell- moviraento
illusirado de rautas eslampas, 1 vol. ene.
Doceira brazileira, arle de fazer toda
qualidade de doce, 1 vol.
Mitr -fragmentos de philojoplia, 1 vol.
broc.
Hugo-Historia de Napoleao, 2 vols. ene.
ToMs Barretto -Menores e loucos.
Eslu losallemaes. Estudos de direilo Phi-
osopha e Crilica. Discursos. Dias e Nou-
les.
RodolphoSolpliejo. vol. ene
Cantor de modinhas, recitativos, lun-
dus, ele, 1 V'H .
Lang^ard -Arte obsttrica, Iheoria e pra-
tica, 1 vol. ene.
Cordeiro -Manual pratico do medicina
veterinaria, 1 vol.
*ordeiro-0 medico dos pobres, 1 vol.
as
abreviado da .arte
e o remedio moles
Rodrigues -Extracto
83 obstetricia, 1 vol. ene
Ur. Uris A do raga
, lia das muiheres, 1 vol.
Dr. Joao de Sant'Anna- Manual da.-
i jovens maes, 1 vol ene.
Mrquez de Marica -Mximas e pen-
samenlus, 1 vol. ene
Manual do gallinheiro ou tratado
completo sobre todas as aves domesticas.
Manual do destilador ou a djstilagao
completa, 1 vol.
rerrelraNogOes da vi ia pratica, livro
de leiluxa para as escolas e de conheciraentos
uti ii para o povo, 1 vol. ene.
O discpulo ParSslense-Collecgo de
12 cadernos de differentes
nho, nova edc.
modelles para dese-
dos at meia noute.
Velocidade media do vento 3,-93 por se-
gundo.
Nobulosidade media 0,50
Holetira do Porto
Pra-mar ou Dia3 Horas Altura
baixa-mar
15. M. 13 de Abril 11 h. 25 m. da m. 1-80
P. M. de 5 h. 35 ra. da t. 1-05
Hospital Pedro IIO mov ment desse
estabelecimento cargo da Santa Casa da Mise- bVoiirma. "Esto vio Murillo. Thiagu o pe-
Historias para meooos
Jo3o Patusco. Joarraa Patasca. Historia das
seis meninas. Perigo da Infancia, Historia
de Don Quixoie. Os irmaosinhas e a irm raais
velh8. O aojo da guarda O chap preto. O
ricordia do Recife no dia 18 de Abril, foi o se
guile :
Entraram .... 15
Sahiram..... 14
Falleceram .... 2
Existem..... 760
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinbo, entrou as 6 1 2 da ma-
nha e sabio as 7 3,4.
ur. Malaquias, entrou s 10 da manba e sa-
nio s 11 1,2
Dr. Ilerardo, entrou s 11 da manhS e sabio
s 11 3,4.
Dr. Arnobio Marques entrou s 10 12 da ma-
nba e sabio s 11 3,1
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 1/2 da manha
e sahio s 11 1|4.
Dr. Vieirada Cuaba, entrou s 10 3,4 da ma-
ha e sanio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira. entrn s 8 1/4 Ja
na inae sanio as 8 3/i.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1/2 da ma-
nh sahiu s 111/2.
Parmaceutico, entrou s 9 14 da manh e
sabio s 2 da tarde.
I. Ajudante do pharraaceutico, entrou s
8 da manh e sabio s 3 1/8 da tarde.
t. Ajudante do pharraaceutico entrou s
8 da manh e sahio s 4 1 2 da Urde.
Assistente, entrou s 9 da manb e sahio
s 10
Qemlterla Publico-Foram sepultad) g
no oeraiterio Publico de Santo Amaro no dia 17
de Abril os seguintes cadveres :
Mara Thereza de Jess Pinto, Peroambuoo,
74 annos, viuva, Santo Antonio.
Euphrasio Jos da Silva, Pernambuco, 41 an-
nos, casado, Graga.
Angela Maria Scott, Italia. 41 annos, solteiro-
Recife.
Is;iura Campos, Brazil, 5 annos, Santo An-
tonio.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, 5
annos, Sao Jos.
Maria, Pernambuco, momentos, Graga.
Lavinia Mara da uonceigo, Pernambuco, 3
mezes, Santo Antonio.
Alejandrina Maria daConceigo, Pernambu-
co, 45 das, Recife.
Maria Trumaho de Sant'Anna, Pernambuco,
12 dias, Afogados.
Concordia Maria da Conceigio, Pernambuco-
22 annos, solteiro, Boa-Visla.
Lucinda Mara da Conceigo, Pernambuco, 50
annos, solleira, Boa-Vista.
Valentim Jos, Pernambuco, 35 annos, viuvo,
Boa-Vista.
Joaqum Jos de Sant'Anna, Pernambuco, 60
annos, viuvo, Boa-Vista.
Lourenco Alves de Lemcs, Pernambuco, 28
annos, solteiro, Boa-Vista.
Dia 18 -
Elvira de Souna Ramos, Pernambuco, 1 aano,
Santo Antonio.
Manoel, Pernambuco, 1 hora, Graga.
Joaquina Francisca da Conceigo, Pernambu-
co, 40 annos, solleira, Boa-VIsla.
Alcidio Barlliolomeu, Pernambuco, 8 mezes,
Afogados.
Um feto do sexo femioino, Pernambuco, Boa-
Vista.
Man>el Jos de Souza, Pernambuco, 1 hora
Sao Jos.
Um feo do sexo masculino, Pernambuco, S.
Jos.
Um feto do sexo mssculioo, Pernambuco,
Boa-Vista.
Antonio Vicente, Pernambuco, 40annjs, viuve
Boa-Vista.
I'hilaraena d'Aranj? Meira, Parahyba, 3) an-
nos, solleira, Boa-Vista.
queno saboiano. O Pollo do Norle. O gato da
avosinha. O u timo coulo de Perrault, Os
caes sabios. Os cavatios sabio1 Historia,
jogos e brincadeiras. Meninos e meninas.
Historias e aventuras, Grande alphabeto re-
creativo. A pala des ovos de ouro: A gala
borralheiri. A bella adormecida. O novo
Uulier. O Aladino. A capa vermclba de Rosa.
Aventuras de Robinson. Cousa Um dia
bem aproveitado. A justiga. Manoel Estoves
rabisca paredes. Georgina e sua boneca. Os
desastres de Mauricio Antonio Mangos sem-
pre em balaogos. Passeios de Paulo ao ca i -
po. Os diverliman os do inferno- Jos The-
mudo trpa ludo. Mara Rosa teimsa. Os
dous priminhos na praia de banhos. Os brln-
quedos da Avosinha. As ligOas do Avosinho.
mez em casa de meu lio Parbolas. Os qua-
drupedes. Historia de Jos. Historia de Da-
vid. A feira de Belra, As pequeas indus-
triae3. Urnas bellas feras. Brincadeiras de
meninas. No Campo. Aventuras do Sr.
Anacleto. Entrelimentos infantis. O circo
ambulante. As rainhas b incadei.ras. A hora
do recreio. Brincadeiras de rapazas. A vida
uoCampo. Novas aventuras do Sr Adelo.
Macacos e caes sabios.
Piejos de 200 res 2#000
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
SOUZA PAZ tt C.
81 rUA DO IMPERADOR!
Compra e vende livros novos e asados
CHRCB1CA iliDICURiA
CALEPINO
L^iovid idee! Novidades
Assis Brazll -Democracia 'representati-
vo, do voto e do modo de votar, 1 grosso vol.
broch. Brfooo.
Historia do general Osorio, 1 vol.
broc.
Ferrelra da Rosa -Elementos de ana-
o Etita aotiga o til assoclaglo re. Mercado, Cadeia, Largo da Assembla e travs- \yae orlbograpbica, 1 vol.
npeilor Tribunal de fustlca
SESSO ORDINARIA EM 19 DE ABRIL
DE 1895
PBR8IUSNCIA DO SR. DB. FRANCISCO LUIZ
Secretorio Dr. Virgilio Coelho
A'a bcras do costme, presentes os Sr*., juize-
em numero legal e o Dr. procurador gera-do
Estado, foi aberta a sessao, depois de nda e
app'ovada a acta da aulecedeute.
Distribuidos e paesadoa os leitos, deracc-ie
os stgoites
JDL.GAMFi.TOS
Hibas co pas.
Paciente :
Mana Aoioula di Aononcicgao.aniiou se
ouvir o juis das execogOes.
Appeli>fio crime :
De Se.-ii.oa-mAppellante Sabino Lucas de
Andrad>-, ap^ell.di a justiga. Rdiator o juii
Cea a Rio 1ro. Maodou se a novo ju>y, coulra
us vo os dos Sis. CaUas Brrela e Canos Vai.
Appellagoes civeis:
Do Rec.ieAppellantei Francisco Jos da Sil-
vaG imaraes e utlerioo do Reg Baulieta, ap-
peilsdos os mtejjos. Relator o ju i Cadas Br-
rele Reviaoies os juizes Orlos Val e Joao Car-
los. Negoo ee provimemo, oagnluiemeaie, a
Bppeil.gao de Gallarais, edeo-se provimenio,
eaa pane, a appeliagaa de Celenno, com o voto
do Sr. presidente.
Do liedle Appellante bacbael Mmoel do
N i tmenio Pod,es, appellado Camino Gou'ea
de AQdrate. Re.ator ojei* CaldaBBarreto. Ri-
aisores os iu;zes A'meUa e Joao Cilos. Fo
um despretados os encargos, era parle, cou.ra
o voto no Sr. Almelda.
De Amaragj-Appellaota Manoel da Rocba
Ferras de AaeveJo, appellado o Bario de Taqua-
etioEa. Reatur o jan Joao Cario?. Revisores os
juies C.idiS Barreto e Almeida-Foram des-
presados os embargos, contra o voto do Sr. Al-
meld.
Provitao de solicitador :
Concedeo-se a Harmem g 1 Jo E nardo do Reg
Maotetro a renovcio ce sua proisSa de sol
ciudor.
PA8SAQINJ
Do jais Carlos Vas ao juta Jj(o Cirios ;
Appellagao civel:
D* Agua PretiAppallsDte
Silei'- L-tea, appeliaio Jjaquira Putriota de
Me'lo B-rreto.
D j'ix JuSj Carioiao jnii GihSo :
Appellacio civel:
Do llenfeAppellante D. Prpetaa Mirlada
Con>i(,Sj, appellado Anto'.io Jacintho Ferreira
distbiboiv0b8
Recurso? crimes :
Ao juiz Galvao:
Dj Recife Recorrpnte o jn'to, r,corrido
Fr.' c;.;> "e Asis Ferreira Magalbaes.
Ao juiz Costa Ribeiro :
D; Caah ttahoR^c^rrenie o jaizo, recorrido
JoJ) Pe ra de M-llo.
Aggravo3 de pel.gao:
Aojuis Joao Garios:
Do RecifeAggravant Ma- o?l Soaree de Fi-
eoei.eiu, ggavjdo Minoel Fiacciico AlviS d->
Costa.
Ao jai'. Galrao i
Do RecifeAgg-avanle Antonio J..aiuim Cas-
eta, a^x/avado Jos Antoata L>pe:.
Ao juiz Cosa Ribeiro :
Do KeclfeAggravante Antonio Francisco da
Silva M>ia, aggra'ado Jj>quira D.dier.
Ao juiz Caldas Barreto:
Dj R ctf- A.g-avaote D. Af-a d PjuIs bi
P '< sggravado o Banco de Ceito Real de Per-
u muco.
A-;,"a=) de instrumento:
A> juiz Almeida:
Da Naiireih Aggravante Miooel Tavares
Moreira, avgnivado Anioa.o X^rier Cam-o de
Mjuta.
Appellag59 crimes :
Ao jois Caldas Barreto :
Dj LuureogoApjellan e F-aaclsco dos
S.atos KicDa, api-eilaa a jas.iga.
Ao .niz Almeda :
De Oaruaro'AppellaDtd Auueda Maria dr
,o, t-ppellaoa a justiga.
Aa la Cario? Vas :
a Gloria de Ga'iAppellante Pedro Ferrel-
ra do Na-c:a>'Mo e oato. .pp.-IUJa a justiga.
Ao j iz Ja&o Ca los :
D-! P-ztT'osAppellante CleraoatiuD Rolri-
guei d^ Sijaeir, aopeliada a justiga.
Ao juiz Galvdo :
Le izeros-Appellante Antonio Rodrigues
de oura, appell^ua a josliga.
Apped..g6es civeis:
Ao juiz Costa Ribeiro :
De StrioDaemAppeilaDte D. Anglica das
Ve- i Macedo como toiori de seus OIDos cie-
oi-ese(uro3, dopellido Mdiioel Peres Cam-
pe I o Jacome da Gam.
A> joiz Calla' Brrelo :
Uo Ro Forroo OAppellante Liironco Jo*
Tavares, ppellaOa D. Matia Fraccisc de Al-
buy.e'que Civalcaot?.
.Ence-rou se a sesJo l;hora e 30 minuto.*.
11 tarde.
Junta Coatasnerclal da tt-eelfe
SESA EXTRAOrtDlNARU DE .13 DE ABRIL
D 895
PRESIDENCIA DO BR. DBPOTADO COMME5DAD0R JOA-
QUM LOPES MACHADO
Secretario Dr. Joaquim TheuioniS Soara i*
Avellar
A's 10 horas da manh foi aberta a
sasso, estando presentes os Srs. deputa-
dos Figueiredo, Gurgel do A.maral e Oli-
veira Bistos, faltando com participado
o 8r. depuUdo Prente Vianna.
Lida e approvada a acta da sessao an-
terior, passou.so a tomar conhecimento
do s guinte
Expediente
Offiis:
Da administrac&o do. Banco do Crdito
Real de Pernambuco, com data de 4 do
corrente, enviando um exemplar de ro-
tatorio e contas apresentadag a assembla
geral dos accionistas, 'jm eesfto ordiai -
ria de 23 de Marco prximo findt.
Responda-se agradeesnio.
Da Junta doa Correctores, de 6 do cor
rente, remetiendo o boletim das cotag5es
realisadas na somma de 1 a 6.Para o
archivo.
Foram submettidos a rubrica os se-
guintes
Livros :
Diario de Luiz Jos da Silva Guima-
res i
Copiador de Jos Goncalves de Araujo.
Tiveram despachos aa seguintes
Pe'icft's:
De Raphael Dias & C, para o arc'i.i-
vamento de aeu contracto social.Ar-
chive-se.
Dj Candido de Medeiros & C, para
idntico archivamento.Seja archivado.
Da Barbosa, Siqueira fk B stos, para
o registro de sua firma sociaL -Regs-
tre-se.
Da J. Salgado & C, eatabelecimento
a na do Viseando da Inhauma n. 31 A,
para o registro, alias archivamento do
*eu contracto social.Archive-ae.
Pelo Dr. secretario foram apresentados
doas livros, de cem folhas cada um, afim
epatados que os devena-rubricar; sendo
um destinado aos registros avulsos, e o
segundo ao registro de eacriptoras an*e-
nupciaes. Deiignou o Sr. presidente
para a rubrica do primeiro ao Sr. depa-
tado Gurgel do Amaral, e para o segun-
do o Sr. deputadj Oiiveir Basto,
Nada mais havendo o Sr. presidente
encerrou a sessao as 11 horas e meia da
manba.
meusagea do llustre Dr. Goveroador do Estado.
O retrato moral do infeliz D,\ Jos Marta est
babilmeole desenbado nos amitos ariigoa qua
temos escripto as cotaonas do Diarlo
As Untas nos foram fomecidas pelo Dr. Mar
tins Juokr, qne nio sospeiio, e tambera peto
retratado Nao foceos bojcaNa em oalra parte.
Se o retrato ressente-se anda de algoma Im-
perfeigao. oeaapparecer ao terminarmos o noso
trabalbo, que nao est completo.
Temos, boje, para distraego daa pescas, que
eonhecem b:m o solidario com o luto da patria, o
amigo do bravo democrataOr. Jos Maria,un bel*
lissimo artigo publicado n'A Provloeu de 10
de Malo de 1892. E' Impossivel, pela soa ex-
tensan, puolical-o inteiro ; e, portanto, dettaca-
remos dons trechos, de sabido val/r moral:
E o biltre fez ama conferencia no largo de S
Jos!
Cjm esse borbcrinbo caracterstico de io-
t sectos, qoe se ALIMENTAN DK PODRIDOS5 E
DE SANGUB, o biltre se enthaslasmava cala
e v.-i map, e, PANrHE'RA DE B3P1R1T), PAS-
THE'RA DE CORAC J, PANTHE*RA DB INS*
TINTOS, embora ascbylo de corpo, lebre na
coragem e ratazaoa na politic, atirava *a gar-
ras aduncas para a frente e despedagava vil
a mente todo quinto eocmtrava aliante e ac;ma
de si, todo qoaito peio proprio cari:te*, pela
propria dignldade, pela proprla grandeza, po*
derla fazer-lbe sombra e estnagal-o algia
dia-
Era orna orgia de epitbe o?, orna orgia de
tropos indecentes e t.rpe-, tal ponto qoe o
largo de S. Jos se transfomava. pooco pou-
co, [i'ura lupanar de calumnias, n'am esler-
qailinio de ioja.-ias, n'oma seatena de Infa*
< mies, em cujo mel -e refoci'.ava o bilt-e, per-
< que o Mitre s respira contenta em seme*
ISan'e ambiente.
LADBAO DE UMA PROPRIEDADE ALHEU,
. ESTELLIONATA^IO CaNFEJSO, o bt'e es-
qoeceo-se na soa conferencia torpe de relatar
fSia historia .. .
Qiem o biltre?
OSr. Dr. Martins Juo or!....
E o autar daquelle bouqiiet de flores'!!!...
O bravo demacraia Dr. Jote Maru I!...
TBLIG4C0E* k mm
Joio Tb mudo da
Ma defensiva
&' conbecido de lodos o modo, pelo qual te*
m03 discutido o desgrscado &coDtecimeato do
dia & do mes nodo.
A tlnguagem baixa e immunda do deleterismo
nao conseguo, a boje, e nem conseguir ja-
mis. arredar se rpre es'.lvemos, de disentir calma e framen-
te, apodando os erros do inlelii Dr. Jos Mara,
e tomanlo bem claro, qoe a insecables e Iras:!
b lida Je, qoe lberam tSo qsMRsuds, foram a
c.osa onica de sua desgrasa.
Se a deteaa dos nossos sargos, estpida a
brutalmente infamados peio deleterismo, podesse
absentar em outro terreno; certa nao iramos
revolver o p das sepultaras, (aliando de peesOa
qoe nao existe 1
Por mais de uma vez, sabe bem o publico eeo-
gao, pedimos ioi nowoi advenirios, qae dd
nos obrigassera orna discussSo de todo pont0
inconveniente para eiles. Cbegamos mesmo a
implorar o silencio em redor do turnlo do Infe-
liz Dr. Jos Mara; mas a nossa attllu'e, toda
correcta e dlgn \ foi mal apreciada; aervlndo,
Infelizmente, para aogmenlar-lbes o o o, a co-
lera, ponto de traosformal-os em vrdadelroe
llenados....
Do que vimos de dizer, dio irrefragaveis pro
vas as verrlnas lnsaltoosas e immorats, qae tm
sidu publicadas nos joroses da opposlgao ; figu-
rando in prim loc, o orgio marianista.
Nao podamos esperar outra linguagtm. E'
pela le da adaptacte qae ss borboletas tomsm
a cor da arvore, em qae costamam poasar.....
Prometiemos coDtlonir em nouas rtmniuen
tas histricas, que na prejvdieam; apreciando
coojuactamente, ai taita sccues.Oes fritas i
O prime ro capitulo de aecusasao, arii-olado
pelo deleterismo contra a meosigcm, versan ao*
ere a declanco feita pelo Dr. Goveroador do Ej-
H de qoe o Caogresso, nascido, a nosso vtr
do sangue de 18 de Dezembro ie 1891, depjli de.
baver vota lo tamutaari: mente leia de re?cnsa-
bidicie, iostaurou proresiu contra si edecliroo o
Suspenso, sopbiamanlo grosseirameate a leitra
clara e terminante da nossa Coosllloi{o.
Foi, a proposito de leraelbaito d:clarago,
que o deleterismo vasou se em i asaltos ; negan-
do que os acloaes coogressistaa fossem 03 lejiti
mos successores daqueles qie, preferindo a
agruras honradas do ostracismo s commodidadn
indignas do poder, ceram a coragem de fazer
frente ao .Yero do Largo da Repblica.
Palavras nao adobara sipas I... *
ero do Largo dj Palacio Toi tambam o Biraa
de Laceo*, e maito petar do qae Nsro foi o h-
roe de 18 de Dezembro de 1891, o Sr. Dr. Jes
Mirla II...
fVeja-seo co.'sos artigosaate-.'ore.)
Sao tantos os eros !...
Mas nao certo que as leia de responsabida-
de foram votadas a vapor ?
Have- quera pooba em dava semelbanle
'acto ?
Nio sabido que as duas cmaras pastaran,
em menos de 15 das, uto com a ligeires? de
um ralo ?
O qae denotava semelbante acedaiienta .
E al) verdade tambara ene aa garantas doa
arta. 69 e 70 desappareceram, diaote do od:o,
claro, lmpido, feroz, desbragado i pescoa do
bonrado Dr. Birboaa Lina T
Consoltadas as primsiras ao'.abili Ja Jes sciei
(ifica do Pati, oa mostrea de direito coa:ti;o-
cioaal, oa borneas lnleiramente atteios as lulas
-anidaras de Estado, nio decla-aram qoe o Coa-
g.-esso tlnba-se desviado da rota tricada pela
moral e pelo dever; dando aqoeiles arrigos urna
cerebrina e apaixonada iaterpretacSo 1
Qaaodo mesmo nao quizessemoa encarar a
questao pelo lado dos pareceres de FelisbeUo
Freir, Uoaldino do Amaral e ont-os, nao leria-
mos em favor da boa u'outrina, qoe soateotanioa,
o jaizo inraspelta do primeiro magistrado da
N.gj, qae, ji aborrecido de lautos dislates, re-
salveo a quesiao de accordo cem "asiles pare-
ceres i I
O Governador le, limo e con-tluci:nal da
Pernambnco o Sr. D.*. Aliaadre Jos Bir
bosa Lima etc.
Cerno, pois, poda o Governador do Estado
obedecer s leis do Congresso, desde qoe la-
po tavam flagrante violacio i Coostitulgo ?
Nao coobecem os delelerios, alm dos a.*gu<
mete!, ja addosltas, a deciso do primeiro trt*
banal jadiciario do Estado, nulliBcsndo a cele-
bre pena de suspensao ?
A determioacSo de qoe, se orna lei depois de
velada (r votada pir doos terecs ser le, e ce-
rno tal deve ser obedecida, nao pode ser enlen.
dida, senao na bvpothese de nao ferir a Constl-
tui.ao do Estado, porque, em tal case, E' DB*
VER do Governador oppor-se soa execujio,
de.de que cnrap-e-lhe defeodel-a doa boles da*
aqoeiles, qoe nao nasceram das violencias, frau
des e fakalruas de uma bacchanal ekUoral,
verdadero pat dessa deputados e senadores qua
se ajoelham aos ps doDr. Barbosa Lima, e que,
como nos, recebtm gorgtas pelos Dona serv!
eos prestados.
Tenba paciencia o deleterismo.
Se scffre oa rigores da adversidade, qneixe-aa
de saa mi sin*.
O Dr. Martins Jnior bem podia estar, boje,
dando cartas e jo gando de asi oeste Estado...
Duas qaadras importanies leve S. S., depois.
do advento da Repblica.
Botowas fora, por ama loocura Infantil ; a
Ujje. .. ou Cesar, oa Joao Fernandas...
O povo tem sempre um consol para esaes)
perseguidos da lorie.
Dii elle, em saa meta liorna, que vai*se tudo,
miafica a expetlentlt
O D\ Marlios Jnior, a qaem consideraaut

I uitm





!



Diario de Pernambuco Satobado O de Abril de 1805
smi i
paita ic lgnnte do del itersmo, lome para a\a
ipetUicia. do povc
)Cooli3aan)mo8.)
_______.. ~- ;
Trocando...
loatoe, boatos e maia boatos I...
B sao de tal oatarea jae, pala soa extensa),
icam tai dis/.ines, qae poocoa os eoxergam.
r Bascaran) ca chegada do D Joaqalm Pe--
ubn:j a ente Estado...
S o !>]' Jone Mar ia oro pode vir aoi patrios
lares.
Ni rigiera mais lera direito & tamanha honra.
E aqt.ella cbegada, a do Dr. Peroamboco, no
odia entender direcUateale com a uiura eleii
gao de Gobernador do Estado.
O org&o murianaiflia eogole ao camello e s
Kiet eniraegi-se com cim mosquito I..
Ora, ilii elle, com otra lgica de ferro de en-
tontecer ac ihlosophos, qoe elel{8o, QUB SE
TAI PROCEDER, quer iUer eleicao immediata,
eleicao para om govtrn idor que substituirla o
J>r. Babosa Urna a 17 de Janbo prximo Via
toiro.
E cao se poie diier, sem errar, qae o Sr.
caaselbiiiro Sosa e S;lv talves aeja caadidato a
slsicio de Gore nador; QUE SE VAI PROCEDER
Mala E'acb em Deaerubro do corrate anai,
ielo < nafro meses antis de jindar o periodo go-
vtrnan.tntal ? I
O Rostllis aprenden, pela grammatica Iba,
t ella, pila oa eiasticidade, admita. ai duas
ljpotb.'fej.
Encalada a qjestao De* oulra face, OJU-3P,
xm ocucs. a circunstancia de le* sido a nctic a
sada pelo Pili, orga<) do delatensmo c'e:.e
Sstado na Capital Federal...
Os boatos I I
Honttsm era. o Barao de Lacena o candidato
ioSr. Pr. Prudente de Moraea ;"boje o conse-
Jbeiro Crrela .de Arsiiji o candidato do Dr.
Subjea Lima!..
Queren ver que o Roiellis amaobS ser o
andiliiti do deleterisoio
Ent3, vai todo (ora ; ficando somente o Ro-
je.'li na pon.a !...
Anglica, hrlibantes, angaentoF, gran mticas
Joram um da .'..
E se E.szpl.is acceito, lito 6, merecer a su-
jAt botra ; promeile pdr tu a o a bom camiotc,
eeocertando a poltica, o llxo, as finaocas e, a ,
a Barriga, porque elle a lem, seja dito em bo-
enagn -.erdsde, pegada ca esptona ; Primo
zirere, endt philosophare.
I O Roieliis pede permlsaao para atacar o lati
e aproveita a opoortonidade para lamentare
aiCBRU* VERITATM dos tjpograpboa de Den-
sas-
Primo vivare i...
Qae o aiga o Jos Harianno, com seas doas oa
Ski mil cornos de res I..
A polillo tem iaa sede na barriga, e acuelle
jaigo bem a comprebendea, grices a boa som*
ira do Barao de Lacena, qae dea-lbe espada e
it&lieiro..
Taml:m em recompmta o Jos Hrianao es-
-ilba qoe vamos ter o Baria, a (reo te doa nego-
cies de Estado.
j orna prova de amiade e consideracio
anoiocitr que Pedro, por ter comprado om h-
tele, st bibilitalo i tirar a sorte g-ande...
O Bozallis espera cae os seas amigos t'
Mntincianio o esquecerao.
Sea vara mi em le.lio, o caso de conco;-
m ella.
Quem dispOe do cargo ?...
Para qae especalam tanto com o nome de um
bomsm, qu; camioba to bem ca direccao dos
negocios pblicos ?...
Prefera) o mititarismo ?
Pe is veoba o despota Florlano, no esclarecido
entender do Sr. Mua, om dos candidatos ao go-
tera o do Estado, e a cbea do enormissimo par
tido aoiooomista...
ViiDba logo..,
Dr. Rozellis.
Iguarass
ITAM ARAC
E' falso tudo quanto e.creveu na
G.zeta da Tarde de 18 do corren te
contiecido inimigo do prestimos!) capitao
Francisco Tbeodoro da Mac Jo, res-
peito da maneira decente, pela qual est
sendo tratado na cadeia publica da villa
de Iguarass, onde recolheuse de motu
proprio, para responder a jury, o diatincto
mojo Menelo de Macdo, filbo d'aquelle
capitao.
Todos conhecem aa circumatancias,
que prec deram ao desgrajado crime, pelo
qual vai responder parante j jury aquelle
cidadao ; e binguem, a nao ser albura
perverso, lembrou-ee jmaia de fazer
censuras ao seu autor, que fui arraatado
dafender-se pelo instiacto da propna
onserva^o da vida e da honra, e de
lazer elogios Manoel Pacova, o c uhe-
cido Manoel Pacova, que s podia ser
Itonunt morigerado e geraltnene bemqiiisto,
entre tyf.oa de igual jaez.
Menelo nao quer benevolencia do jury,
qui o vai julgar, porque nao um cri-
minoso passivel da pena
Em defesa de sua honra ul rajada,
mateu um-ipiseravel.
llle queP; apenas, justiga, ; e foi, por
saber que a encontrara entre seu pares,
quo, de cabeja ergaid, entregou-ee
pristo, apresentando-se autoridade com
patente
A' um Lacha re em di. eito nao fica bem
defender certas cansas..
E depois, se attendermos que S. S.
quer fazer poltica com a desgraca de
Manoel Pacova, creace a falta de valor.
Sabe bem o autor da verrina que o Sr.
capitSo Macdo um homem serio e de
educaco, incapaz da pratica de actos
mos.
Educou os filaos nos saos principios da
moral a do dever, ensinando-lhes tambem
quo Homem honrado, antes morto
que injuriado.
Certas aecuja^oes fcam mal, muito
mal, quem as f z.
Refflcta sobre o caso a peasa, que es-
creveu contra o Sr. Menelo ; e attenla
que est dando m copia de si, cen-
surando um acto, qae mereceu ge aes
applausoa dos homens de bem.
Nao temoa m vontade ao inimigo do
Sr. Macdo, e lamentamos que a paix&o
portidaria servisse-ihe da m> con.alheiro
na questo.
JgtWlfS.
Gabinete de cirurgia rale
especial da bocea
Dr. Joo Rangel participa :tos seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i. an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
Sc se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsave!.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros seryieos logo que
terminados.
O oleo de figado de baoalhno de
Berth o nico cujos processos de
preparacSo foram approvados pela Aca-
demia de Medicina de Pariz, duplamente
mais rico em principios activos do que
os leos de bacalhao preparados por
outros modos.
E' o oleo escuro que dte ser empre-
gado em medicina com excluso dos doii
outrot. > PROFtson Troissiad
As criancas bebem fcilmente o oleo
de Berth e chegam at a pcdil-o por-
que nao repugnante.
PnnprMOH Bopcramiat.
O oleo de Berth une reconstituinte
de primeira ordem, de natureza a forti-
ficar as constituicOes iracas, os peitos
delicados. Com o seu uso constante
desenvolve-se d corpulencia. E' um do3
nieios mais certos para fazer desappa-
recer a magreza. Merece oceupar o pri-
meiro logar no.tratamento das bronchites
chronicas, das constipagOes antigs, dos
ozagres e engurgitamentos das glndulas.
O oleo de Berth o oleo de bacalhao
natural, preparado com ligados frseos,
directamente importados aos cuidados
da casa L. Frere, A. Champigny o C", succ"",
de Pariz, ra Jacob, 19.
S se vende em vidros junto aos quaes
se acha urna instruccao.
Capas pretas e visites
De seda, renda e Jan ri-
cameute enfeita:1as temo
aParadis des Dimes
A EiniilsolScott um evcelleiitc
preparado
Rio de Janeiro, Janeiro 1,1388.
Illfts. Sra. Scoll & Bowne :
Repon>lendo pergunta que me fuem VV.
SS. coinmunico-lht'8 que com limito l>om resul-
tado emprogo a Einulso de Scott cin rainha cli-
nicj, e considero a um exceliente preparado.
Dr. l'urquim Werneck,
Medico operador espeeialuia de molestias d*
Senhoras. (2
Tendes tosse? Soffreis
do peito?
Usai o mais efficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBARA, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geral de 30 de Juuho de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de 1.' classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR tem
realisado curas maravilhosas e por
isso, o remedio de maior consumo em
todo o paiz.
Vende-se as principaes pharmacias
e drogaras.
fJO agente Companhia de Drogas e Pro-
ntos Qihimicos
MOLESTIAS do ESTOMAGO. Violo dassaing
Collejio Santa Gruz
Curso primario o de prepara-
torios
75Rna do Hospicio75
Contina sob a direccao dos abaixo ae-
signados este estabelecimento de educa-
cao e instrucQao primaria e secundaria,
para o sexo masculino, cujas aula3 acham
se abertt 8 desde o dia 16 de Janeiro.
Receba alumnos internos, meos pen-
sionistas e externos.
Info>m.ic5es e estatuios serao dados no
collegio.
Ra do Hospicio n. 75
Os d r-ctores :
Jta^uiro Agripino de Mei.docja Sim3es.
Antonio da Silva Guimaies.
O Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti'
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano os da Costa. [ Belm do
Para. ]
O agenteCompanhia de Drogas-
Productos Chimicos.
Industria
t O Sr. Antonio
COBSiatO
Boleai Ctimmerclal de Pcraam-
bac*
f7A:0KS OmClABS M JeNTAMS caBBlT*RBE
traca 4 Rtzfe, 19 de Abril de 1S95
Can bio s)bre Loadroa a vista 9 7/16 d por 14
Jo Bmeo.
r Camalo sobre Londri>g pazavel em Londres,
30d/v9 5/8 por 1*000.
(1 presidente
Anloaie llatqoea deAmorim.
O secretar!
.iocel Goocalvea ca Silva Plato.
amblo
Praca do Recife
Oa llocos abriram luje soaa traasaccGea a 9
|12-tire Loadres a 90 das baveodo 8cil acio
ire etaa e a de 9 9,16 dorante o da.
Km papel oatltcalar nooveram pequeos ne-
je cica h 9 5,8.
(^taces de generes
Para agricultor
Aasucar
r.inis co: 15 kilos. 56eX> a 64200
J-istalieaU) por! Ski Ion 54500 a 64000
i-a neo, id( u, idem. 4*000 a 542 JO
Saaeoos, llum, dem > 341W a 347N
gasea vado, dem, idea. S4390 a 24700
Boto ros idem, (den UUi a 243)0
3rto melado idem, idm 240Jt a 242 JO
lotame, idem dem 147W a IH*9
4);do
Effectaaram vendas de algaos lotea a 114(00
jar 15 t-.los.
aleool
Par pipa de 480 litros 2354 venda.
Af cardes te
Per pipa de 480 Utrcs 1504 venda.
Cearoi
Seccj saldados na t ase de 12 kilo* 820 ria
tanda.
Verdoa a t>3J ris, Dminal
C anisaba
teta-iie d 154 a I8:000 por 15 kilos.
Hel
Per 1004C00 nominal.
AEELLA DAS ENTRADAS DB AS-
8OARE ALQODaO
Mez de Abril
Galo38 e guarni^es
de vidrilho8 pretor, bicos e
cenuas de sedy, e galoes de
vidrilhos e de seda recebeu
grande sorlimento o
A o Para ds des Pames
Peitoral de Cambar
fl:000$>000
D-se um cont d ris en moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
V Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna mnha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
>
Barcacau .
fapore .....
Animami.....
latradn da Ferro Ceatral.
Mam de S. francisco. .
do Limoelro. .
Somma.
A83B-
car
Sacos
3.'674
6500
1710
358
39805
2455
Al o
dij
Sacca*
1I60
20
450
k
1010
1424
835161 1610
Si&Pfirtaeao
Be cite, (7 de Abril de 1893
Fara o exterior
Nn vapor iogle Edictir, para Llverpo i,
rarrecoo :
V. rt:usea, 618 taccis cjni 45.22 kilos da
Para ol tortor
Na bare ooro-'gaeofe Petro, para Rio
Sraode do Sil, cirregaram :
P. Caroeiro AC-600 Oarricta com 64.600
kiloa de aisucar branca.
No taper oo.'eeaaenie H. Adelesteo, p r.
Sirios, crreou :
J. G. ce Ararjo. 200 barra com 10.003 litros
de aguarde, le.
Nj vafo cacijoil CimiSlm, para Sjq-
tw, carreaa ai:
J. T Ci-reiro, (apipas com 21,900 litros de
tlcool, 50 ditas e 500 oarna com 67,tO di.os de
agtia-dente.
S. Caimaraea & C, 15 pipas to n 29,0 0 litros
de aleojl e 500 D rr.s com 43,500 a.toj de aguar-
den te.
Nj vapor fraocei Ville de Moolevldj*,
para sanio?, carregaram :
ii. S. Mua, 200 barra com 18,000 l::ros te
agurdeme.
J. Baltar & C, 300 saceos com 18 00) kilos de
assocar Draoco e 500 ditos com 30 OJO ditos de
de do mascando.
Para Rio de iaoeiro, orreaaram :
II. daC"ta Mi-era, 100J saceos com 60,000
kilos de a.-8ucar braoco.
. C. Beiirao I-aiao, 500 saceos com 30,000
kilos de assucar tranco.
J. H. de Abreo. 500 saceos com 30,003 kilos
de issucar branco.
P. Finio & C, ICO alnas com 51,i>00 litros de
agurdente.
Nj vapor ingles Borley, para o Par,
carrega au :
r. de Oaveira Hila, 83 barricas com 6 240
lulos de assocar branco e 2 pipas cam 1,060
litros de alcool.
J. Dallar & C, 50 bar. teas com 4.200 loa d j
a;3c r biaaco.
Para MarsnbS). carregaraa :
E. Kaoibaik sC, 1 barril com 86 litros de
alcool.
Eiarbosa i C, !0 caitas c^m 20 litros de
coroa .
No vapor natioLa! Espirito Santo*, para
Minio.-, carregaram :
A. 1-u.aoa & C. 40 I 11 ilfSij 11 3,520 Uiros
de agurdenle e 80 barricas com S.7J7 kilos de
assocar braoco.
1'. Alves & C, 10 barra com 900 lurte de
aguardeote e 200 barricas com 13,816 kilos de
aesucar branco.
J. Ba.'tar & C, 45 birria com 3.515 litros de
agciardenle e 9J barrios coco 6,670 aiioi de
assocar braoco.
Amjuoi & Cardojo, 63 ba ricas com 4 523
kilos de aesocar braoi-o.
F. A. de Oiivelra, 33 barricas com 2.670 kilos
de assucar braaco.
Para o Para, carregaram :
J. M. deAorea, 200 volomea coa 13.445 kiios
de assocar branca.
P. de Oliveira Mala, 20 barricas com 1630
kilos de asaocar braoco.
-- No cate Bom Jess*, para Natal, carre-
garaoi :
F. I o.js & C, 20 caixaa com 460 kilos de
S-tiO.
--Mj hiate Joreio de Ma;o, piraMicij,
carr.'garam :
P. V.a:ioa C, 20 barricas com 2,230 kilos
de assocar branco.
P. Powler Factorj, 5 birria con 171 kilos de
pol vora.
M barcaca Divina Provileccia*. para
Ma el, carresoo :
C. de Estiva, 4 barricas com 420 kos de
ar' o aiimal.
-- Na bareca SaaboS, para Parsbiba, car-
reguram :
8. Piabo SC, 2 pipase 40 barril com 2,600
Hiro de vioagre. 20 garrafOas e 2>4 caixa com
2 02) ditos de cei'bra. 1 barril com 80 ditos de
iciMi e t saixai com aa auoa de cuuac.
tratamento medico, porm, sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por corselho de
pessa que me era dedicada, dar m-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desappareca comple-
jamente. Joo Antonio PersiraSan-
ii'.go ( Socio da firma Santiago, Irmo
C., do Ro de Janeiro.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
dudes Chimicos,
Rend meato p abteos
Mea
Reoda geral
Do dia 1 a 18
dem ae 19
de Abril de 1893
Alfandeja
8 3:784I27
75O70981
9(9:2894-08
Renda do Estado
Do dia la 18
dem de 19
106:4304816
12 UjIJOo
Somma total
de
178.5334321
1097.8214414
Peraasbuco, 19
\acioaiil
Mart'ninno Veras,
pharmaceutico, actualmente em Peraam-
bico, mimeseou-noa com umigarrafa do
Cognac Brazilciro, preparado com todo o
esmero or aquelle laborioso cavalheiro
O Cognac Brazilciro possu3 sabor en-
cllente sendo igual aos meihores simila-
res eBtrangeirua
O preparado do Sr. Veras ob eve a
maior acceitaglo uo Recife, onde "a im-
prenaa noticiando este n -vo producto na-
cional externa os maia lisongeiros consei-
tos.
^Agradecemos a fineza do ofierteimen-
tj.
To Federa 'ista, n. 10 do MaranbJo.
^fJMP* Garrafa 'OVO
t^^_ Duzia 25500J
Na fab ica a dinheirc po; este prejo
remet e-se urna duzia do cognac paro
qualquer ponto do Estado, por caminho
de ferro u maritimo, sem despeza.
Pedidos de 10 duziaa mais 5 0/q de
descont.
J consta que o cognac estrangeiro est
sendo vendiio mais barato. Ha de che-
garao ponto de nao ser procurado. Tal
a concurrencia do
Cognac Brazileiro
---------------a-
Major Fernando Lobo
Cara do Peitoral de Cambare
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
Saperiur toda* as Aguas de
Cok oa 0 a l*ist>M>a AgUd Fl-rrl o-.' aluray a
L'i'in.an. C BeOt-ie na distillacj lero ta ca
maf 'tcaa nore< do Troi>ico cyluidas em teda
apa lobame. Pata o ssebo e loucador i.oba
Bidalgcai. P..'fgrra. fortalece, acalca. rI e-
ca* del i a. A leg til a leva ao ere-sordo .ar-
ijvo di ?cr.'fj orna -a b a ica eai je appsre-
cea it- vacas e.D se1) as patern aMatea l'jccs-
trUl e o IvCsimiie ua ti rra de se. nnitat pro-
onetarii. Lsonan & Keajp, N^w Yik. 5
Olytupio de Oliveira
Cara do l'oitoi>al de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipado com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando -> Peitoral de Camba-,
de Souza Soare>'.
O agente Ccx.panhia de Dmgas e Pro
ductos Chimicos.
!TMS
30 car, aa om 'ariotia a 200 n. 64000
10 cargas com milbo secco a tUO ra. 2*1 00
6 cargas com leijao a 200 ra. 1<2K)
61 logares a 100 ra. 12.200
9 Sainos a 200 rs. W8J -
12 comp. com soineiros a 14000 124000
9 comp. com sci^t i-u.- a 700 ra. 643K)
9 comp. coa fressora* a -00 -a. 544 0
'i comp. com comidaa a 70u rs. 2^48iK)
77 comp. com fatendas a 600 ra. 46*20
49 comp. com verduras a 300 ra. 144700
8-< comp. com fariobt a 400 ra. 35.200
51 comp. com taibos a S4000 1 4000
2*saSt,aoda AHanJega
de Abril de 1825.
CQe'e da aeccaj
L. F. odecera.
Pe I-a ibeaooreiro
H.-meaegildo -N. Gaaves.
re;ebedokia
Dj dia 1 a 18
dem de 19
DO ESTADO
.,4:5314245
5.48J463
29940O1
5.1064000
5.40340.0
kilo.
Somaa total 0 0144814
P.EJTE DiAtHAOC
Dj dia I a 18 8.50240 7
Iiem d 19 4
Soma; total 8:5024017
MoTlmeato do po<*(o
lavlos entrados o j da 19
Rio de Janeiro e escala 14 das Vapor Ingles
Crele, Je 1070 u ,ela las, commaodar.ti A.
6 illij, eqaipagem 30, c-irgi varioa gneros
a Cjuipaoma a Etiv .
Cardiff LO au*Bar^a uoraegoensd Transat-
1 Bttr.i de 59 toielada, capitao B. Roa
malii.", eqoipjgem 1:', carga carvao de pe-
dra ; a L)>es Gaiaaraes Irma s.
Trieste e estala 33 dasVapor .o-triaco Orion,
de 1763 tonelada', camxaoJant:) Agcstioo
Leva, eqopag m 54. caiga fartM gneros;
H<.-oiy Ftr ter
Par e ejcala 18 dias-Vapor icgle Paraen-
re, de 1094 toneladas, comaaadaate H.
Toomai. eqaiaat;eai 32 Mrga v.rus g6na-
ros; a JobQd:ca Paiet* & C.
Nanos saludos no mesmo dia
Santo* e escalaVapor trance* V11I0 de lion-
lev;deo. commandanie A. Lace, carga va-
rio genero:.
UaroadotJor.a aoraegaense Yeifold, ca-
pitao 0. M. Lisen, em lastre.
Mercado llnnieipai de S. los
O movimeato deste mercado 0.0 da 18 le Abril
foi o segoiate:
Erurrram :
43 bois pesando 6.8.6 kilos
225 kilos de peue o 20 rs. 4,5 0
2 compart. com manscooa 100 ra. 42OJ
3 ditos com camarCes ? 100 t. 4300
26 i/2 columnas a 600 rs. 154900
3 carga com gdlinLaa a 500 ra. 14500
8 issuaea com gallinbaa'a 300 rs. 24400
1 cargas com milbo verde a 300 m. 4300
3 cargas com macacbeirae a300rs. 4930
2 cargas com melancia a 300 rs. 4600
3 cargas com loacas a 300 rs. 4930
1 carga com batatas a 300 rs. 43J0
10 cargas com gerimuns a 300 rs. 34000
3 .arga com bananas a 300 re, 49u
1 wargaa com laraojas a 300 r. 4300
2 carcas com .vhjliuho a 300 rs. 4600
cargas coui ui versas a 4uu ra.
R.'ndimento de 1 a 17
Precos do da :
Carne veide de 2)0 a 14200 rs. o
Sainos de 900 a 142)0 iiem.
Ca'neiro de 14000 a 14200 dem.
Funda de 700 a 1451) rs. a coia.
Milbo de 600 a 700 n. a coia.
Feijaa ce 14500 a 340.0 a coia.
Farinha por coma di IiUnleacla de l' qoali-
dane i no
Ota de i' quilidae 4903
fkSTto esperados
Di Rio de J rei-o
Barca porlugueta Vaeco da Gima.
D ieltlae
Logar ooroegu^n-e Niae.
Escuna ailem G!Hina.
Encuna italiana Sadllesima do Icario.
Logar portogoei Marinbo Vil.
Lugar dinamdrqoei Aarorae
De Cardiff
Barca ooroegoense Me dea.
lia-ca n(i:u-gu.8nse Traoiatlantie.
B*rca iogleta Blistol.
Ha*ca no'oegoeuse Bravo.
Bi:ca Ouroegjesen Fernando.
De amborgo
Barca allema Cari Botn.
P. tiCi:o noroegaeose Elisa.
De Londres
Logar ingle Fanny.
Barca noruegoensc Gyda.
e Terra Nova
Logar ingles Aurtoia.
Logar la- ttz Tyrse.
Ligar ingle Siella.
Cagar ingUz Neva
Dj Porto
Logar porlugae* Razotlo.
Vapores a entrar
Mea de Abril
S'.3, do rul, n je.
Viioa, do sul, boje.
Miraub&o, do n^rte, a 22.
Mrta, da Europa, a 22.
cM 0'i P luce, do sai, a 2*.
Sgjptiao P.ia:t, de New YolK, a 21.
Meu-oia, d. Eu'opa, a 21.
' B.atil*. do al, a 26.
Jrioc, da Earop a 27.
Sica. 00 sol, a 17.
l\guf, da Bsropa, a 29.
Vapores a sabir
Mez de Abril
Santos e e.-c, Haooa Alelslen, baje, is 4 b.
Rio e e.-c Santelmo, boje, ii 4 oras.
Rio G. dosal eesc, Steiu.. bo]u, s2boras.-
R.o e esc, SI 1 BuhSo, 22, s 4 borag.
B. Ayrea e e?., Mjdj:>, 24, a 3 borii.
S .1 tn e esc EgyjUan Prioca, 27, s4 borag.
O Dr. Bdrcardino Maranh>, uiz de di-
reito do Municipio do R o Finaos du
Estado de Pernainbuco, em virtude do
le.
F90 saber aos que o presente elital ca
praca vrem que o porteiro dos auditorios
ueste Juizo, lia de trazar em nublico pre
gao de venda e arrernitucao a quem mais
der e maior lanyo offjrecer no dia 10 de
Mal futuro a 10 hoias d mauba
porta da casa das audiencia s do inefmo
juizo, c er.genlio Oncinha avaliado por
5: C0SX0, o qual liuaita-sa com o en-
g'enh > Liroo Doca, Pereirlnlm e Rio de
s'erinhiem, ett moeute e corrente, movi-
do a varjor, sendo o vapor pertencente ao
reideiro, eo cngenlio, ao espolio do fi-
nado Nuno Lin de Mede.roe, cojo inven-
tario se esl procedondo p ir este Juizo.
E para que cheque ao coahecimento
de todo e que rain comparecer no mez.
dia hora e lugar cima declarado, mande:
lavrar o presente em duplicata que ser
publicado no diario offlcial do Estado e
nesta cidada no3 lugares do etty o
Dado a passsado n'esta Cidade do Rio
Formosn aos 9 de Abril de 1895.
Eu Miguel Le poldo Lima, escrivo es-
creviBjrnardino Maranbo.
Estava devidameuto sellada.
Nada mais cont:nba em dito eJital aqui
fielmente extrahido por copia, dou f,
Ri. Formozo 9 da Abril de 1895.
O escrivo. .
Miguel Leopoldo Lima.
Secretaria da Industria
3.a directora
EDITAL
Pra coabeoimea'o dos iateressaioa.
fago publico que 00 dia 3 de Maio pieximo
Vtndouro, at ama hora da Urde recebs-ee
ceBt-i Repartid-So propoataa para a coa
straccSo do cahjameoto do lar ;o de Cinoo
Poota, mediado 12:172."-iS cero e
224"',5U de gileria ae 1.* el-m* e 2")4,C0
d< aesjaoda, oreado tudo ea 18 ::05iJ55i
rea.
As propoataa davem aer on Tonieote-
meote selladas, entreguen em carias te
chadaa e oocterem em termos claros.
1.* O preeo pelo qual ae pnpSom os
licitantes execatar as obras ;
2." Eddirego de sua r^ri eccia ;
3." Pro?aa de idoneidf.de prec sa, para
dirigireo e excatarem as 1 braa ;
Ha vendo doaa ou maia p -postas em
'goaldade de coadicS?, ser preferido u
cocoerreote qoe melLo.es provaa de ido-
oeidade offerecer.
Nao a:rSo aoaeitaa as propoatas qoe ae
re sen tire ai dfs segointes faltas :
1* As que exce.eram oa preyoa do or-
c^meo'o ;
2 As qae dSo forea orgenitadaa de
accordo com o presente Edical ;
3 As que se Dasearem em precos de
ootrra o 4 As que forero tiraadas per peasot-
que tivjrem j4 dsixalo de camprir cora
tractos ( u a promesa do oantracto) cele-
brad jo 00a a esiiiM'.a R-pattcSo das
Obras Pjb!>cai ;
5." S que cao offerecersm rs gardo-
tias a qualidad3 esig-das uo presento
Edita!,
Necbaaia propsata ser aicaita, sea
qae or"prjponeat3 apieaeate racoo que
trori haver dejoaiiado na Taesoararia a
qaa'jt a de 5003 JO-') e perde o direito
de restituirlo a?, escolh i aua pr ipoi-a
recusa--Ee o propone te a Easigoa- o coa
iraoto reepeativo.
Ca orcamentoa e planeas d&8 o' qoe trata o pr sent Edita!, tobam-ae
neita Repartido d axeigai des propo*
cantes, qae pjderSo cxiasiu-.N 3 daa 10
a 4 boraa da tarde.
Recife, 17 de Airil d< 1*95
Joi Joaqaim Iodngiej Sa'd.nba Jnior,
Director geral.
'quaes Ihe foram furtadaa do seu estabe-
lecimento, no dia 11 do corrente mez.
ignorando o supplicante quem tenba sido
o autor da semelbante facto; e como
queira acautelar seu direito, ?em reque-
re- a V Exc, se digne de mandar inti-
mar o Banco de G: edito Real, na pesaoa
de seu gerente, para que nao pague nem
o capital nem os juros de taea letraa a
quem quer que porrea tura se apreente
para recebei-os, ao presidente da Junta
de Correctores para que nao sejam ad-
rnittidos os referidos ttulos a ne"-cciaco
-la prae e a quem se acbar de poese
Jellas, ou quaeequer outros mteressadoa,
p ra qu^J deutre de um anao venhaoi
juizo allegar seu dir to, sendo esta ul-
tirss intimaco no- editaes, na forma do
d.Creb n. 149 da 7 de Agosto da 1893,
sob peua*da fiudo essa prazj, 8r o sup-
plicante aut. ctivos jorja, pautada a necia legal e or-
denar-so que aa paasera duplcalas u,s
mesinos tituloSj depo de esgoiado o no-
vo prazo marcado na art. 14 do citado
decreto u 149.
Nestes termosEjper- recebar mjic";.
Recife, 20 de Ab il de 180-iJ aJv-
gado, Salitstiano de Oliieira:
(Eatava sellada;.
mais se Dio cont nha cm dita pe.i-
cao aqui fielmeDto copada, na qual pro-
fer o despicho do iheor segoiate :
U e A.Fet.s as intiasgsi req^iari-
diis, paie edital.
Bcgife, 20 de Abril de 1891. P. de
Lyra.
Em cumprimanto deste mau depacb',
foi a mencionado peticilo presssts ao dis-
tribuidor do juizo que a distnbuio ao
escrivo (raides; depjis do que foram
intimados p."lo coutedo da laMaHM p-ti
cao e despacho, o I.i cj da Crdito Ra!
esta Estado, na pesaoa do grente, e o
presidente da Junta da Correctores dest
cidade, do }ue passou o respectivo cffi;ial
de justija a aerttdio competente, e pas-
sou-se o presante edital, pelo tbeor do
qual hai pxir ntimaJo ao detractor daa
letras a que se refera a peticilo -qui
tranacripta, ou a quem srtvsr de p-jae
ellas, por todo o conte-io da supra ci-
tada potieso e despacho nella esarado ;
bem como, a quaesquer outros interessa-
dos, para que dent.-o do p.azo de uia au-
no, contado da data da publicando deste
venbain a juiz ) allegar seus direitoa com
rela^&o a taes letras, sob pena de, sfo o
fazendo dentro do mencionado prazo, ser
o supplicat.tiautorisado aptreober os res-
pectivos juros e ordejar-s* que se Ibe pas-
sem duplicatfs da.s inesmas letras, sutis-
f it s asforu.alidadesdo precitado decreto,
tudo da c >nf irmidddj com o que so
acba requeii lo na supra citada petic.u.
E para que cliegue ao oonliecunsnt- de
todos, mandei pasase o presante edital,
que ser publicad pela iniprensa e anisa-
do no lugar do custuma
Dado e pausado nesta citad; do Reci-
f, capital do Estado de Pernambuco, aos
20 de Abril de 1891
Paga este mil e duzentos ris de sello
e qu.nliet-js r s de emjlumentos pela as-
signat'ira.
En, Ao onio Augusto d. Frota Me-
nezes, escrivo interino, o escriri.
Joaj Alvares Ptreir de Lyra'
Thesouro do Estado
i:i)lTAL
De ordem do ar. r. Director Oeral
f, c> publico que es pa(?amecits cesa Ra-
par! (So f.erao feitos a'ura em dison, de
conformitiade com a tabella infrs, spart-
vada pelo Sr. Dr. Secret.ri) dos Nego-
cios da Fsaenda :
TABELLA
Daa Ciasscs
l.'diaitl G-.vtroad'vr, Cabioe?e do
Goverosdor, Scret ca Pubc'i Subsidao* des Se-
nadores e Deputa o, Tbt-
sooro.
2.* c Superior Tribunal o soa
Secretaria, Bagialradci da Q -
ptal, (aeaUrr, S. rotan* da
Ju8tic N.-e'.cn s Ioteriorea o
Ioatracc2o Pcb'.ica.
3.e t Recebedoria, l* c 2a Oi-
C.ta
1.
.'
EDITAL
O Dr. J0S0 Alvares Pereira de Lyra, juiz
de direito do commercio da cidade do
Recife, capital do Estado da Peroam-
boco, ero virtude da lei, etc., etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem ou della noticia tiverem, a quem"
interessar posea, que por parte de Joa-
quim da Silva Netto, negociante nesta
cidade, me foi dirigida a peticao do tbeor
aeguinte :
film, e Exm. Sr. Dr. juiz de direito do
commercio.D.z Joaqoim da Silva Net-
to, negociante estabelecido nesta cidade,
que, possuindo trinta letras bypotheca-
rias, ao portador, do Banco de Crdito
Reai deste Estado, sob os ns. 6501 a
6530, stima serie, o valor nominal dd
.. 1008 cada urna, que Ibe foram transfer-
aii .r:;-i&si. W.M.1 fe >* puco tem^o pr JoS(\da Mo;;a
Sovthaoipt'in e fesf., Sl.e. 17, H latieras. Ribeiro, que por sua vez as houve de
rediras da Ind .atria
de DeteucHo.
Junta Cocnmcrcal, Com-
misESo de Eststietc-, Frrprc-
gades d Ju ao e Bibliotbeca
G;mnasio, EsoJ Noraal e
Secretaria do Conprjsao.
Mfgistr&dos do I tener.
Ap ref. rotados.
Prtfessorea em duporibi-
Liis.
P.-cfesso.-as em disptc.b-
lidaie.
Secretaria do Toesouro do Eatadj de
Per, mbico, em 16 de Abril de 189c>.
U esefe,
Marianno A. de Hedeiros.
6. 8/ e7. e IV <
10 ell
2 e 13 C
4U .Mtuv i MC., ii.....-,
A. u.
|FrAs. Aibi&o da S.uza Piato, as
lledicauentos, droga.* e atea-
cencilios para O Presidio
do Fernando de \oroolia
De ordem do illustre Sr.Dr. Inspector
desta Reparticao fica designado o dia
27 do corrente para o recebimento de
propostas em cartas feshadas afim de
ser contractado o fornecimento, que fica
em concurrencia, dos medicamentos,
drogase utencilios, abaixo relacionados'
destinados ao abastecimento da Phar-
macia do Presidio de Fernando de
Noronha, nos ltimos mezes restan:es
do semestre de Janeiro a Junho des'.e
anno.
As propostas sero organisadas ten-
do-se em vista as unidades que vio
mencionadas afim de que se possa
fazer, som difficuldade, o cotejo 03
precos ofsrecidos e julgar aa mesma
confornr.'iade os mats vantajosos.
Devem tambem consignar as mesms
proposta a declaracao expressa nao s
do que 03 artigos fornec'dos s se con-
siderara definitivam nte recebidos de-
pois de icceitos pe.a respectiva com-
raissSo do Presidio, erabora sejam,
como todos os demais artigos, exami-
nados pelo Dr. Inspector de Hy-
giene Puolica. como tambem de que as
despezas com o acondiciname!!to e
conduccSo correro por conta do pro-
ponente.
A entr3ga das propostas deve ser
i

I
-

'



I
._
i
J. IKGlVfl I




Diario de Pcrnambnco Sabbado O de Abril de 1995
5
i


T-.
V
feita ate s n horas do referido da :7
do conenie.
Assucar c.ndy, kilo.
Altheia era p, dem.
Acido pheaico, ideal.
sulphurico puro, Jem.
i chlcridico puro. idem.
oxlico, dem.
Almecoga, idem.
Agua destillada de rozas, litro.
. M < o melisa dos Carme-
litas, duzi:..
Iiglezi da Lisboa, garrafa.
de Rubinat, girrafa
< Vals, idem.
Bromuroto de ammoniaco, gramma.
Breu, kilo.
Benjoin nacional, k lo.
Botoes de rozas rubas, idem.
Carvo vegetal. sac:o.
Carvo de Bolloc, vi.lro.
Cremo-tarta.ro soluvel, kilo,
Cantharida em p, idem.
Cevada, ide n
Cr para as artes, i lem
Capsulas de esseucui de therebentna
de Clertan, vidro.
Caixas Tiancezas, gr:iza.
de m.ideira, idem.
Extracto fluido de cascas de laranjeiras,
k!lo.
ExtractD fluido da qu:na, dem.
< salsaparrilha, idem.
genciana, idin.
de digitalis, giamina.
fluido de rhuibarbo, gramma.
Emulso de Scott, vidro.
Elixir de Grez. idem.
cabera de negro, idem.
de Tyzi, idem.
Emplastro da Meliloto, gramma.
o diachylao gommado, kilo,
Estopa para filtrar, idem
Fios curtos de linho, idem.
longos idem.
Folhas do malza, idem.
t '< digitas, idem.
Ferro Bravais, vidro.
Farinha lctea, lata.
Gomma arbica em p, kilo.
Hypophosphiio de cal, gramma.
Iduret.) de sodio- idem.
Leroy purgativo fraucez, garrafa.
Magaesia ingleza, vidro.
Mescus tic MilSo, urna.
Alfandega de Pernain-
buco
Ediial n. 'i
(Prazo de 30 dias)
Pela Inspectora da Alfandega se faz
publico que, no dia 29 do mez vindou--
ro, sero vendidos em hasta publica,
no Armazem Alfandegado da Compa-
nhia Pernambucana, seis engradados,
marca quadrado LAC 783, no cen--
tro ns. 90 a 95, descarregados do
vapor inglez Explorer entrado
em 23 de Dezembro de 1893, con-
signados a Brovns & C. e contendo
300 kilos de loufa de p de pedra n.
I, e 540 kilos de n. 2; visto nao terem
si de despachados no praso legal por
seu; donos ou consignatarios, aos
quaes, alias, fica marcados o prazo de j
30 diao para os retirarem, v>b pea
de, realsada a venda, nao se attender
Rec.bedoria do Esta lo de
Pernambuco
Dj o-dem do I.lm. 8*. Dr. a un alst'a or
cientfico 803 Srr. contribuales doJ iuipotoa
da industria e prots^o. compreneniiidos cas
claule o*. (Oeii da (abllaaaaexa i .ni Jo 01-
c-iutnij eaa vi^or, quj aaacbatn coiletados pe
U i-rma consume na reiagea aD.ixo. que
ii.ia lencos .a'i. 33 dai loirucC;6d3 de 27 op
Jloo de 1881, loes Oca mrcalo o pr;u de 15
ii:.8 impruroflHvels, a eomar da dala di iiuhl):a-
.Ij do prese!?, pura aprrfkiit srem liedla ro*
parlieSo q'iaesqcttr red m c'<> ou recoreoj
(tura u Tceoa'o no Eatatto, soo poa d: oo ac-
na mais i.tieodt('Oi lora do referido pazo.
1.a tec) da Recenedoria do Balado do Per-
oaa:ou:o, tai 18 da V>ril O ctiefe,
Fredertco C. da Si.va Gaiaiaraei.
Clase* o. 10 e 4V A-muera oa
iscripio ce couaU83.es
Aeu e de lieltiieolOB de oavioa
Cor.tribciQ'ea
37:5,0*0 O
7:6X0*'00
45.OU0/00O
Tiiesouro do K-tado
De ordtm di S:. Dr. director firal o em
virtud )o acerato co Exm. Sr. D-. tcferca.oj
so laudo, de 16 de Feverei.-j ultimo, coovida
O liisui'icw da* apolices o portador. 6 de
1 jures de 5 i'/rj- eiuit le'ui de acccr.ij com o di-
6 e 10 linhas,
para traeos,
Maltins, gramma.
Mauteiganox oseada, gramma.
Nox-moscuda, ko.
Oculos de myope, um.
Pillas de Blnd, vidro.
Pastilha Detlian, idem.
de gomma Cindy, kilo.
epecacunha, idem.
Pastilhas de tolo, kilo.
Pinceis de pennas, giosu.
< ehatus ns. 3,
um.
Arnchamisr
sortidos, um.
Peneiras de soda. urna.
Papel de cartao, kilo.
Sulphureto de potasso secc, idem.
Seringas vulcanisadas sortidas, duza.
Silsapamlha de Ayers, vidio.
Tintura de juca, litro.
Terpinol, gramma.
Tubos negro ce borracha, metro.
Vinho branco da Lisboa, litro.
< quinium Labarraque, garrafa.
de Chassaing, meia garrafa.
' ellini, garrafa.
i Dusard, meiaggrrafa-
Vesicatorio A.bespeyer, metro.
Vermfugo ds Fahnestock, duza.
Xarope de iodureto de potassio de La-
roze, vidro.
Xarope Je iodureto de potassio
Gibert, vidro.
Uypophosphito de cal
ChurchiL, vidro.
Xarope de rbano oda do, vidro.
secco de grozellas, vidro.
Lampeo pequeo: um.
Machn 1 para ventosa, urna.
CoeccoJe pes.s para balanca, urna.
Apparelho: para desinfeccao, um.
Vldros de bocea esmerllhada para S
litros, um.
Garrafes vasios para ^deposito de Vi-
nho e 11 macerac), um.
Flanella branca pars coadores, metro
Rtulos para uso externo, milhero.
Livros em braico de papel Hollanda,
\para medicamentos (carga e des
carga) e copias de oficios, 200 fo-
lhas, um. ,
Livros impressos para copia de leilao,
um.
Terceira Seceso da Alfandega
Pernambuco, 10 de Abril de 1895-
0 chefe,
CUto Valterino Pereira.
de
de
de
Alfandega
Aferamenlo de terreno de maiinla
D- ifuMi 11 Iiuo. Sr. Dr. inipecior atsla fe
parlija e f>i publica que leodo Marcell'Dt
Acsbe-ti Lj;'8. requerido cor aforamento o
lerrpno ce amnnba a.ti I ro do p*dre Mioi,
da trepefz a i ? I*. o qcal lita no feooo da
cara cu u SaOtt a, i'< coa propriedade>
{io cbamadOi peoslos l-j r-lettdo s[jraDie:to, atiai de reqoe-
rertm pt'e e icia to o qce aigarcm a bem dt
gija lttttf, no praxo de iri.Ua diasque lb
fla nurrad, a cuotir a pualicavodo f.ieaeo-
le; BcaodJ d-'ide logo acitntfi de qae. fiBdo
etse p't; oe Botra reciaaato ser aceita.
3* recco <'" alfaole^ a de P<:rUtttaGO, S9 de
Marco ite 18! 5 0 ctet^ ce eccao
Cilio Va:ti rio Pereira.
3.a Directora da Se-
cretaria da Indus-
tria
EDIT.IL
Para couheciaiGoo dos
inters ado-, .^o public
que nest ileparti^ac acei-
tara- e Dieuiores de 13 a 19
nonos de idatfe que deseja
lea apienler pintura de
canias.
.Oecife, 15 de Abril de
1395.
Jone Joa'qiin Rodrigues
SalJanha Juocf,
pe si j es M u. 1810, de 37 de Ju;bo d- 18S4, a
freo Njla'-ai din.ro du pr o do nuu
d as licaoda ie lo da qne n-'e-d-'o o meamo
p-aio, ii.i eoerS3 mais juros l'Us apoiicts.
Secreiaria d Tfleooro do Eatajj de Pernaan-
beco, eai 9 e Abril de 1835.
cr efe
M Secretaria da ludut-tria
3 .^HEOTOaiA
Para conhecimenio -toa inter8oido3 fago pu-
b>iko qie qo dia i de Mo prximo vio<:ouro, a
i I ora da tarde receDerc-u proponas oara a
cojatiiiccsc ou fa'Q.KDento di lar*j da R-publl-
ci met\09 12.000 u>( 03 aoadraJo.i do caiga
meoto, o' do em 97.6.
As proposla devem ser ciovaaleotemone
selladas e eotreoP8 em carias focbads e Cjl-
lereai em tf rios claros :
i". 0 pr.') pelo qual s; prop m o. licitan-
tes a X'-coUr a obras ;
2o Eode'fco de sea residencia ;
3o Pe.vas ae i.ioaeidade r* dirigiren e ex-
etu!ri:oi <8 obras.
Haveodo ana ou ruis propoataa em igaild;-
de d-i coodicOaa, sera prjferi lo o Mnor.-eile
qa n .a-ires P osa-; de i ioopi u i- ctT-rccer.
No h 'ra acceitia *> p- opa -tu qa'j se recen-
ir i. ais sf guiles Mus:
. .-is a l exc- deieai aos p-i c h do o caxaj
te;
i* Ai qae r (erem organizada s de accor o
cooi o oreseole edital;
3* A- .j:e 8a baseareai en pi-ecos de oairo
Oicurrent ;
4' A4 que foro d A malas por pogscaa qoe ij-
i'rea 11 d*'ix d ae ctrnpr.r co t-icios 0o o'O
inessas ie cooiractoa, cemu-alos com a exme-
la repariigao d.s Obras pablicas ;
a* As qa^" co offerecetm as araalus eqoa
ijda'es < xigidas no presenteedual.
Neabuma preposta te acemita sem q :e o
oropjoeDie apreseale r^cluo que proe oav^r
depositado o a lbei>ooraria a qaia'.ii d-50"0J0
perder o dtreilo de rt s iui^a ce escom'! <
loa TOpofta re:osar-3e o propoQento a assig-
sr o coot a"'o rpsta:UT0.
Os orQ-iicenlos e plantas das obra* de qnetra
la o p-e.-enl^ etlUI achatc-e cesta Re aiic'o
ilizpcscaos popooentes, qae poderaoexarciaal-
os naj 10 iberas da ianie.
Re.if-, 19 te Abril d- '8-5.
J. Jaquin Rodrigues Saldinba Junio*
Die^or G-ral.
0 c piio Frederlco Cclambiaro da St'^a Go
maraes, prfsnieote do conceibo muci pal de
O'iod*. ttr.
Falca a:ar a quera ictrrrssar pose?, nw rs
ca aesicoado o du 23 do correte te as 5
o-aa data-do, na sala das gm s, para te-
ucar a eleijSo de j ii do 1' ns'ri :ij drste
'...ooicipir, qce se atba vaco pelo abaodon i do
Sfi?cnti",-n qo^ o occopata. Em rooea d)
'ie an do '. affi>ar o preveo e > o :a;a co es-
tom" i pul) a-io pela imprensa.
Ss'a Ai de.'.e do rnncelbo rruici.al de
O: Lda, o de Abril dr 1893.
rredenco Col oihiao > da 8lva Goimaraei
P.esidente.
Edita)
roi-iifcinir-nlo demadeirapara
o Prasidio de Fernando de
\tu-nlia.
Dd ordem do Illm. Sr. Dr. inspector]
desta R ipartico, fa(,"> publico qua at o
dia 27 do correte s 11 horas da manhS,
su recebem propostas em cartas fechadas
pira o fornecimento das madeirs abaizo
duclaradas, para o Presidio de Fernando
de Noronha, durante os mezes restantes
do semestre de Janeiro a Junlu d'este
a ido ; devendo o mesmas propostas se-
rem organisadas de conformidade com as
unidades mencionadas e conterem a de-
clarado exp.-ess* de que os artigoa forne-
cidos s se cons d .am definitivamente re-
cibidos depois de acceitos pela Commiso
do Presidio, correado as debpezas com o
accondicionamento e conducho por con- ^K?/"''^1'^*, VdTi*' """
ta do proponente.
Taboas de louro para soalho, ama.
dem de amarello para soalho, rima.
Travs de diversos tamanhos, urna.
3 seccSo da Alfandega de Pernam
buco, de Abril de 1895.
0 chafe.
Clito Valterino Pereira.
DECLAKAGES
Dcima urbana
FREGUEZIA DA GRAfA
Errata da alterado publicad do da 18 do
crreme.
Viecoade de G yaoaa
Na.
94 B rSo do Solidada 2;V0*C0O
100 D'. Joaqa m Corris de Araajo 2:400*000
177 Jos Antonij Pinto |:800')00
<8I A f. o Soaza Leao 1:80010(0
!9'./203 laooel l >ao de Amorim 2:40(>OOO
iOl AuiOtiiJ Feroands Rioulro S:800*000
Amtzade
M
C '. J Rodrigues Tavares de
Meno 1.200*030
T a?es:a das Pernmbocanas
H.
JAD-
lZO
R.
fo Z f r;oo Ferrelra
Pjo'.c d'U.loa
La
Vel-
l:20r<000
1:800*000
J0'J*i 00
1 40O/OC0
1:600*00!
1:400*0C0
1:400*000
2 P. Iraisala A. Matlos
24 Jo'e Jirjoain Ta-:*o
2i A 'uioo de O ivetra afaia
26 Tnomaz Jos da 3.1 va Gusmo
1 Beroardtoo Silva Ramos
6 Manoel Carptctelro Pares
O laocsnor,
Condido Guimaiacs
Contado ia Maodpal j Recite, 19 de Abr
de 1895. .
0 conUder
Genuino floja.
Iuidt* u t/u. moiu iucui
Joto Jos di S.lva, Bom Jess o. 5i,
idem iJem
Feroando Leal, kfarquez de Olioda
c. 38. idem idem
Antonio de A. Pa-8 Barrtto, Uaciel
Mooieiro o 7, dem idem
Gloarlo Paln, Commarclo, idem
idem
E. C. RsmsrJeo, dita n 3, tdem
Idem
Boeeoto Cbaline, la go do Gcrpo
S.nlo o. 23. 7' dita, irkm
Coostaotioo Baria, Bom Jess o.
66, idem idem
Jooatbas Barbosa, dita o. 9, idem
iitfm
G Vascoocellos k C, Torres n. 6,
idrm I 'em
Jos FJAlvarM Quintal, Bom Je-
ma, o. 1. 7.' lderr,
[ lumioaio soare* Foccea, Bom
Jcsos, o. 67, 7 ,derr,
AIcoAlves da tlva F^reira,
larqoei de 01 oda. n. 8, 7." len
Capiiuli'.ii c. Gu^ai), Bom Jess
o. 11, 7.' idem,
M uir Bordes & c, Largo Gorpo
Sanio o. 19, 7.* idem,
Jo&o Joaanim Alve de Alr.oqcer-
qaf, Padre Nobrega, o. 23, 7.a
tdem.
Vano I do Nasciov alo Vifi-a da
Cooba, B^m Jesos.a. 11,7" dem,
Dom ogos de Ahreo A. Vasronrel-
los, Bario doT.-iampbo o. 86 7.*
idea:.
Pli'i.n.too N. Ba'bou, dita, o. 83,
7 id-.'oi.
Pbo-nrno N. G. Mcreiri, d|ia, n.
86, 7* idem,
Cail-s Rabel'" & C. Virarlo Teno-
rio, P. 31 7.* .deiE,
io- de Ramos Lina, 7' iderr,
tdanoel Croa & C. ra Marques de
Olm'a, n. 83, 7.* dem,
Victorino Silva da C, ViscenJe de
Pelotas, u. 37, 5. metu,
Jas Antonio de C. Medeiros, Bom
Jesop, 3^, 7 idem,
JosPaolo B.lelbj, Pairo ArTonso,
o. 53, 7.' Idem.
Jji D as Alves Qait.t.1, Larga de
Roiaric, n. 24, 7. dem,
maii a reclamaro alguma. i Auguto 'les.ir teG.Lyra, roa Mar-
Alfandega de Pernambuco 28 de Mar- llos D- 40- '* d"180'
go de 1895.
O Inspecto/,
Alcxandre de Souza Per tira do Carom
goda
Vkva Jorge C. Borba Cavalcante,
Do^oe de Casias n. 'i, dem
Htm
I^'UC'O Rgo, Ccmmercio, ld:m
dem
JciAnorio Moreira D:as, Com-
mercio, Uem dem
J-So G. 'toio Goocalver, Commer-
ci dem idein
Fiulc E. Go.mJi Lobo, Com-
ni co i iiiu lueui
MijocI VicoriGO Lixa, Dojaede
Cazl.l, icejilfiem
Ti L;iu Soarrr-.Coma.fcCi;, t.em
rlid-m
P- ro Ojo la de Carqoelra. vlgarla
T oorio d. 17, idem \ii m
Ioa.:o Ner; da Fjuieoa, Marquei
de Oliaia o. 60, id:n dem
J.a;Galnardo d.ta u. 1, iiem
Idem
Aalo .0 RoJrigaej Soares, dita o.
25 11' -> icem
Viova Jos G'enentino & F Ibo,
bom J ios n. 35. uei tdeoj
Manoe Joaqum P.csna, Campanb'a
P-.rri,ajiiiucma 0. 6. iJem idem
Jor Esna j 4, C Amorim 0. 51,
i:!' n I rUl
E '.?ea Jacome de Araojo, V con-
de de Itapanca o. 51, idem dem
JoO Gj:.;-ane, d-- AraO|0, Barao
do T lompno o. 65. idem Uem
Ad<> pbo Cesar da Stlv, vi. ario
Tei or.o o. 7. Uem i Je.11
M deato Moraes P.oatiru, largo do
R sirio 0. 22 dem idem
Dr. Lueico Ca valcante, Marqtuz
de Oliuua, dem I e a
Lois Fert-ira da CrczUirqoa?, d,ta
r. G 3' alia, dem
Josepti Litboo, dita 0. 52, ilem
i>1em
Alf-eJ, Gaimi.ae', dita 0. 37, idem
Idem
Lola Antoaio de Sijueira, Bom i.-
sos n. 1, idem idem
Oveira & C, Commarcio n. 14,
Idem Idtm
A. S. Cu0 *C., Vigoro Toaorio
D. 5, iaem .iem
Banbolomea Loareoco, Madre de
D-ros u. 8, lien Idem
Eooardo Ailrio da Oveira, Com-
mrr.11>, uem tdem
Veuancio Labatal C Duque de
Csxiss o 71 idem dem
Joe Joaqun Mire ti, Mirquex de
Oania o. la. uec Ideal
Minoel F. de araojo L ao, Gadeia
Nova 0. 31, i em dem
Amonio Nevra & C, Bom Jesai 0.
7, meio dem
Aotooio l":ii03, Marcilio Dias n. 73,
i i- ui idem
O.o^o C. Kud iaoea Campello, Pc-
nba. dem taem
Jcs Acgasio da Silva Freir, Com-
oj' r.'.u. Idem idem
Cioiu H. Ferrelra, idem idem
dem
Liia Correia Lonreiro, idem i lem
idem
Jo-g- Braims, idem idem idem
LouT' neo R. da Conba Oveira, Pd-
dro Ajoso o. 6t, de 1 dem
JosMutumbo, CompaoOia Pernam-
bacana o. 6, idem dem
Antomo Uaruos Moreira. Amorim
D. 37. dem ideo
Santos ca Fiea>i.a & C, Pedro
ArTonso o. 78, idem tdem
V uva Caoba, Gearo & C, idem 0.
14, idem idem
Aasfianda iba Ciianra, Cox-
mercio, dem iaem
Jos Lopes Perreira Mals, Vil.I da
Negriros a. 154. tdem idem
Primelo jarte RiDeiro, Doqae da
CtSltf, ideu dem
He -minio de Seooa C. preca 17
o. 2, Idem dem
Sampaio Granville A C. caes da
R- tiene-: gao o. 20 dem dem
Lopes Almas, Bom Jesas, idem
dem
Adoipbo Cefar Irmao, dita n. 51,
idem idem
Antonio A Moreira Meodonc, lar-
no do Corpo Saoto o. 6, dem
dem
Fi-njino de Araojo Lima, Bom Je-
sas a. 1, dem dem
Mantel Oas, larga do Robarlo n.
50, ldeca dem
Lopicioio Entevee, Barao da Victo-
ria o. 40, idem dem
53*316
53*316
53*3.6
53*316
53*316
53J316
5o*J6
53*3 6
63*313
3*310
53*316
53*316
53*316
53*316
53*316
52*316
53*314
j 16
53*316
53*316
1C6J631
106*o32
104*01
103*632
103*632
105*532
106*632
106*632
106*632
106*6)2
10>632
103*6)2
106*632
1(0;6)2
100*632
i 06*932
106*632
106*631
1(6*832
lC6*e32
105*632
1C6*632
106*632
10(1*532
106*632
10*32
106*532
106*6)2
106*632
106*632
*lC6*o32
106*632
106*6)2
103*632
106*533
109*332
116*632
106*632
106*632
106*6.(2
319*836
319:896
3(9*896
319*893
3 9*896
319*896
3!9*896
319*896
319*896
3 9*896
319*896
319*896
319*896
3 918-6
3'9*896
319*896
39*89o
319*S96
3 9*836
319*896
319^95
ro o Fioreotinn Cavalcaote, Com-
tterclo. o. 13, 7." dem, 319*896
ran.-iacol. Rineiro Croelr, Dr.
Fenol, 0. 19, 7.' idem. 3i9*896
Jo-e Ballbar &. c .La-co do Corpo
Saoto, n. 17, 7. m^ro, 319*836
Mooteun & P-rpfir 15 de Notem-
ftro, 0. 3i, 7.' idem, 319*:96
D.ralogos Puto & i;.. Viaconde da
luparica, n. 36 7,* iderr, 3*9*895
Edoanio A. de Oliveira, Bom Jesa3,
n. 45, 7,* iJero, 3I9*S96
Antonio H Coouobo, It.apo.rica, n.
42/4i,7idero, 3(9*896
JocGitxies da Coila Olivpi'a, Ba-
rao do T-iampb.', 0. 86 7 nim. 319*896
DomloiOi R. Lixa, dita, o 83, 7"
iiem. 319*896
L urimln G. de Va6Coacel.03l dito,
11. 6 7." ideoj, 3:9*8JS
Joo Amonio P, Aadrade, dita, o,
86, 7'alta, 319*5:93
M.aoel L. M. I).0011, Doi-e deCi-
ylas. v. 71 7/ idem. 319*856
R. de D'iiSioa & ij Bom Irsas, n.
64, 7* dem. 3l9;89
S-ller & Laoota, dita, 0. 51, 7/
iaem. 319*896
Francisco de Bi'res L'ns, Marqnet
no lioda, r. 3, 7 Uem, 319*896
SebastiSo A'vpj da silva, ton Q-
e-a 19. 8 ,1 m. 372*2.2
MeJelroa [canos & C, Ma'quez de
Olioda, o-. 55 A, 8." dem, 373*22
Raymuo o Seisas, dita, r. 6, 8,*
idem 373*212
F.brlio Giropj A L'ma, Bom Je-
roi 0.11,8. Uem, 373*2.2
Booc&C, ommtrrcio,0. 3. 8."
Idem. 373*212
avU Fcreira P. Baln*', travesea
co Gorpo Santo, n. 23 8.' dem, 373*212
Ba'So 'ia Si.l.-laJe, Bum J. o.
15, 8. I"-oj, 373*211
BeaDA't&C Marqaei de Oiiotia,
o. 59. 8. uem, 373*212
F antiico Jjj4 ityva Galvao, Com-
roerclo, 0. 23. 8 idea. 372*212
Edcardi> U. da Barros Je C, Vi-
* no Teoono, n. 3. 8* Uem, 373*212
Flix Banucira, Commercto, n. 9
8.'Uem. 373*212
Foraa do Birata. V s.^oade de I a-
panc, o.26 8.' Uem. 373*212
Hertn-oe^iMo A. Baodtira, Com-
mercio,8* id m. 373*211
Roieodo de Ar-ojo. Bario do Til-
ompbo, 0. 86, 9 iderr, 373*2 2
D.Qiel Francisco Pubeiro, Mir-
cilio Das, o 81. 9.* idem, 373*212
Dr. Liurlodo de Mira 1." Je Marco, o. V, 8.* idem, 373*2,2
Rosnatk Botoere, Bom Jess, o. 5,
8.* dem, 373*212
Sebasilao M. do Rezo Barros, 15
de ovembro, n. 81,8.a idem, 373*213
Mas Do melar, roa do Bom -.': u:.
o. 16/18.9/ dem, 426*528
Pao'iao de Oliveira MiU, Tan ti-
ro-, 9'idtrm. 426*528
Beatoyr Ailcpldt, Mrquez de Ola-
aa. 0. 52,".* dem, v 426*528
Hjunqao Burle & C Cimmercic,
0. 42, 9dem. 426*528
S.lva Gmimri:.' & C, dita, o. 5. 9'
Id w, 426*328
Ernesto Kmtbacb & C, Bom Jesor,
o. 17. 9. dem, 426*528
Nova Mala C. Lrgo do Ji'po
Santo, 0. 11, 9" dem, 426*5 8
M. S. M.ii, Comiercio, o. 7, 9 426*518
BoroardiQO G. da Cirvabo, Largo
de Gorpo aaoto o. 13. 9.* idem, 425*523
Waoderley & Bialog, Bom Jesoa,
o. 19, 9 dem, 426*528
B. C. Lnvy, Commercio, q. 20, 9.*
Idem, 426*528
Co ha L rra & C ilarqaes de O la-
da. v. 10. 9.a dem. 4!6*53
R. 11. Cjuno'.iy & C, Girjomercio,
o. 20, 9.a uem, 416*528
Bro Timan & C, dita, 0. 18. 12*
idem, 585* i.76
Anbar A. Dalas, dita, O. 8, 12,*
id m, 586*176
Meti 12'dem, 83*476
So isa Piobeiro & L,., dita, o. 7,11a
iden, 586*476
Joao de Meira Li.i?, dito, n 40. 12a
Ufo-, 586*1-6
F a c >,o Paost.Qo de Brilto, dita,
n. 9,12a -en. 586*476
Tbeod. Jjsi & G., dita, n. 62, 15.a
I rem. 7aC*424
Agog.lobo Co'ia &. Fioza, Largo do
G\rpo Sint', b- 9. 5.a Uem. 749*424
Uanod Ferreira Ba-tnolo 4 C,
Bom laso), o. 4. 15 dem, 7 '*il
Pootual R .zenJo & C. Commercio,
ne 48, 15.a Uem, 746*424
Wi'aoo & C, dita, o. 10,15.a idem 749*44
Uiackburdo & C, dita, n. 13, 15.a
idtm, 746*424
JoostQ Pa'.er Jt C., dit, r. 15, !5.a
Idem, 746*414
Lea. 1 mana. Mrquez de 0 m la,
r. 56,15.a idem, 746*424
Miami-y'.r Cobms & C. Comonercio,
r. 46, 15.a idem, 746*413
Jaho & f. Largo ao Corpo Santo,
r. 3,5,15.a iderr, 746*424
Aatooio L. aos Samo' C Cori-
m rcio. n. 14, 15.a i Ipt, 746*414
Boiw I Williaons & C, dita, p.
26, 26.a Uem, 1:345*017
Perer Ceroeiro & C, dita, r. 4/6,
2." dem. 1:452*649
Ado-imoj Irmio?, Bom Jeoi, r. 3/3,
30.a dem. 1:560*578
PRADO
ERMMBIICANO
QUE SE REAXISA RAJ NO
Dia 21 de Abril de 1895
Kaakom
\Rlura
11a.
9
9
Cor ca vetjtl-
m en tai
Proprletvu-io*
l. PareoAnimaa-9;0me'rofAnl'nae8 de Pe-narxhjcp. Premios : 239*030 ao 1.',
50*000 ao 2. e 25*100 ao 3\
1 Dictado-.....
Gi'ono......
3 Eii eoe......
4 Sao b.-Q
5 T.i-3:er___
5 Piano.....
7 Petropolis 2.
8 T.moneiro ..
9 G .o- Mor
niag2.#.....
Rmllbo.....
PeJrez .....
Rodado......
Preto......
M-llado.....
Alatao......
Aasso......
Tardilno___
A'jzaj.....
Peroamb..
<
54
54
54
54
54
54
54
54
34
Encarnado e azal......
Ou-o e preto..........
Azal toaro...........
'.Cu i e ou-o......
Stearudo ebranej...
Encarnado e zal.....
Pelo e encarnado.....
?. C. Rieode.
lood. F aterni1a1e.
A- Silva.
J. C. Galbirdr.
B. C. Ci.apos.
F. G. R tille.
J. F.
i \mL A'rayal.
F. R. Rimos.
2* pareo-Projreio-i050 roptroiAnimaes de Pernambu:o. P.emios: 250*C0O ao I.-,
50* ao 2.a e 25* ao 3.a
Tilispber....
Bitury.. ..
Cima......
Doblim.....
Ally-Sioper..
Rodado......
ilellado. ...
Preto ......
R dado......
dodado......
Peroamb.
52
52
52
52
52
Verde e amarello.....
Xdrez............
Oaro................
Azul e encarnado....
Juro e preio.........
I. G. Feveira.
:oni. Niclooal
Jo-; a' S. P.
1. M. IIo Ir t>m>.
A'me:da & C.
3.' Pareo-Sportman -1.300 metros. Aotmaes de Pernambuco. Premios : 250*COO ao
!. 50*000 so 2. e 23*000 ao 3
Hiroadelle..
Furioso......
Tudo-......
Ua.........
Caslanbo.. .
Rodado......
Me I ado.....
Rodado.,.,..
Pernamb.. 52
c 52
52
1 52
C 32
Azal e branco........
Azul............
Pre'.o e arxarello.....
/e-de e amarello.....
Azul e braceo........
J. das N-ve.
M. L Micbado.
C. Oveira
J Moraes.
Coud. Crozeiro.
4.a Pa'eo Ordena -1109 metros. Aaimaes r"e Perc^mbuco. Premios : 250*000 ar 1.*,
5)*000 ao 2.a e 25*000 ao 3.a
lGillet......
2 M;scttte....
3'GaIle Id...
ioireb.......
Hallo, e x -
Hermilotie
Cooqils'ador
Rodado.....
'iasiaobo
Ziiau.......
modado......
7 T,llsfer
5.a PareoEmtlmuio
Casta ob-o....
Cislaoho....
.Roda lo......
Peroamb.. 52
52
52
t 52
;2
< 52
c 52
52
Azol e 0DM........
Encarnarlo ........
Azol e curo........
Oaro e azal .........
Verde e roa-----....
Amarello e verde.....
Cario?.
Cea). Moarifcana.
J. M. A. Silva.
A. Silva.
Braziielro.
Coa*. VitiL
J. M. Ferrara.
1.000 metroB. ADimses de Pernambuco. Premios: 230*00 aa
l. 50* ao 2.. e 23* ao 3.
I Cingo......
Pjtropolis2.*
Garimpetro..
Malaoee.....
Dublin......
Tmooeiro.
0 slroyer....
8:Dicalor
Pre o........
Russo.......
Rodado.....
Tirdilbo.....
Caatanbo.....
'Rosilbo.....
.'ernamb.. 54
54
54
E4
54
* 54
c 54
* 51
Oaro................
Pre^o e amirtl'o.....
Azol e encarnado....
Encarna o e preto...
Azal e ooro.........
Azul e encarnado.-
Jateaal S. P.
J. Francisco.
C- Gomos.
Cood. 24 de Malo.
M. J. Rodrgate.
Cood. Arrayal.
M. 9. Gaimaraee.
F. C. R>zeode.
6.' PareoImpreasa remambncaaa-1.550 metros. Handeap.kaimies te?it
uambaeo. Premios: 300* ao 1', 60* ao 2* e 3*00j ao 3.*
45:000X000
Pi amon.....
fudo-......
Aventareiro..
lia........
i.amors......
.Nababo......
Feoiaoo......
Ja taobo....
Mellado.....
Oa-tan lio.....
Rodado......
ZiOf.......
Alaiao.......
Rodado......
Peroamb.
50
40
54
49
t
58
54
Branco a amarello
Verde e amarello.....
Cood. Bella Vista.
J. Moraed.
Carlos.
Cood. Crozeiro.
M. L. Machado.
Azule tr n:o........
Atol................
Braneoe infamado..Coad. Crozeiro.
Verde e rosa.........ICoadelaria Vital.
7. Pareoinicio -800 metroe.
Ammae* de Pernambuco.
f e 25*000 ao 3.
Premio*: 250* ao 1.*, 50* ao
iGuam......
2ftdeal.......
3 v.tuoo .....
4 D.vertido....
Friolio......
Su Bem...
(Jbimbafe....
Dist'oyef. ..
Rodado......
vazao......
Pedrea.......
Castaobo....
10880........
Preto........
dellado....
Casianbo. ...
ernaub.. 54
c 54
i 54
m 54
c 54
m 54
54
54
Amarello.
Ooro e preto........
Branco.............
Rosa e prelo........
Rozo e ooro ----------
Encarnado e preto .
Azol e onro.........
X Babia
Garlo?.
C. Fraternl-'a-e.
T. Petsoa.
A. Silva.
J. G. G. bardo.
Cood. Arrapl.
V. S. Gol ni'Jw.
('.onllca).
Societ Italiana di Beniflcenza
FRANCESCO CRISP
Son invitati tutti i aocci di qnesta So-
ciet coma pura gli italiana che intendes-
sero f .roe parte della medesima, a voler-
si presentare in riunione dell'Assembla
8traordinaria che avra, luogo Dominica 21
corrente mese, alie ore 12 no., nella seda
sociale.
Pernambuco 19 April de 1895.
II Segretario.
Uberto Nardelli.
GoDpanha de Tecidos
Parahybana
Convido oa Srs. possuidores de deben-
tures desta Compa,hia a receljerem os
juros a vencer em SO de Abril, nesta
capital, m m&o do "Sr. thesourairo
Adolpbo Eugenio Seares, em Pernambuco
no escriptorio dos Srs. Rodrigues Lima
& C* o coupon aera cortado no ecto do
pagamento.
Parahyba, lo de Abrrl de 1895.
Jos Ricardo de Castro Ferreira.
Secretario.
?mpaBhia
DE
Triihcs Uiban^s dcPecifea
Olioda e Beberibe
SSo convdalos os Srp. accionista para recni
re.Tive i-rc asscmoa Reral extraoriuaria, co
dia 20 do crreme mez, i 1 tura a tarde, do
ta ao da Assocugao commercla'. para fleger-Ee
o s'C.elario da directora que vaeon com a mor-
l* ao Sr. Crir s iano Cesar Gouliobo, e tamb'm
trat.r-se em 3 coavocacao do autorisagao pars
umaerisjlo de debenm
Recife, 13 de Abril de 1835.
BsDtoMieaIiia8
Gereale.
Obsrva?8S
Tocando a pesagem dos jockeyi, oa animaea dsverSo estar junto respecti-
va cata para aerea inmediatamente eosilhados e seguirm para o barracSo tu centro
da iaa onde f poderfto es'ar o joekeya e os tratadores oa criados, o o jai do mei-
mo barraoSo, oa quaes n realisar-se a corrida.
Oa animaos iosjriptoa para o l parao deverSo achar-se no enailhamento
as 9 e 1 2 Horas da macha".
Os forfaits serfio receidos a' sabbado 2") do correcta, s 3 bcras da tarde,
oa Secretaria do Derby.
Os jockeys que nao se apresentarem coavenieniemenle trajados com as
cores adoptadas no programla por seus pairos, na sero admittidos pesagem
e serao multados do aocordo com o art. 51 do cdigo uo uorriaas.
Previne-se aos senhores accionistas de precurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatr;z n. 26 1.'andar.
A Directora chama a altencao des Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seus o o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se altencao dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procuraren) os
seus cartei, e cadernetas na Secretaria do Prado afim de serem entregues aos
j'jrleiros do dia de corrida.
O porlo do ensilbamento s d entrada as pessoas que vierem com animal.
AVISO
Deixa de haver o pareo de Animaes de qual-
quer paz por s ter sido inscripto a egua Dorethy.
O sorteio do brinde cfferec do aos Srs. frequentadores
do Prado, sosera realis&do na corrida de 12 de Maio
prximo, e assimeomo os iagressos que foram distribui-
dos para a corrida de 31 de Marco prximo passado, da-
rao direito a entrada na presente corrida.
Presos
Entrada geraL .... 1^000
Os c^rtoe* numerado? para a presente corrida e
para a de 12 de Maio, dao direito a um mimoso brinde,
constando
de nogueira com frisos da curo, coberta de pelucia cor de
resed, roja ecreme, estylo LuizXV, (cito pe<^s). Acha-
se em exposi^ao no Bazar da Boa-Vista, ra da mpe-
ratriz n. 88, onde te encontra a venda os ingressos nu-
merados e na Secretaria do Prado, ra da Imperatiiz
n. 26, n_ Livratia Fiancza ra 1* de Marin. 9, no
C entro dos Fumantes ra 1 de Marijo n. 3 e Tabaca-
ria Cubana ra Marquen de OlinJa.
A extraccao ser feita nesta ultima.
Entrada paraSenhoras c GRATUITA
r SBBVINDO DE 8ECRKTAKIO,
C. de A breu,







Diario de Pernamboeo Sabbado O de Abril de 1S95




.

DERBY-CLUB
DE ">
PERNAHBUfO
2.
Projecto de inscripco
Para a 6." corrida a realisarse no domingo
28 de Abril de 1895
1 FARGO-tS de Alrr 1.609 'metros-- Handcap. Animaes de Pe>
naiobuco. Pbkmsob: 4005000 ao primeiro, 80J00Q ao sogund) e
OiJOOO ao terceiro.
f*CSONababo, 57 kilos, Feniano e Aventureiio 51 kiios, O mors, Trinrapbo,
Biamarck 2.' e PlutSo 50 kilos, Pir-amon 48 kilos e os dentis
45 kilos.
PAREOPrimavera1.5C0 metros. Handcap. Animees de Pernambu-
co. pemos: 3000000 ao primeiro, 600OO ao segundo e 30*000
ao tercti.o
Art. 5 Nababo, 'eniaoo, Aventureiro, Caraors, Triompbo, Bismarck 2. ,
Plutao e Piiamor.
Peso--Psl32Co, Hi ondelle, Beij Flor, Tado- e Furioso 52 kilos, Fam&ca 2 ,
e Pyrilampa 50 kike, Turoo 2' e Ida 43 kilos e oa domis
45 kilos.
PARE Mover -1.150 metros. Animaos de Pernambuco. Pre-
mios 300*000 ao primeiro, 600000 no segando e 301000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.--Os do pareo Primavera e mais Beija Fior, Pa'h..;o, Talo-, Forioso
F amaga 2 Pyrilampo e Hiroadelle.
4o PAREO OntOOO 903 metrosAnimaos de Pernambuco. premios :
250IOOO ao prmeir\ 5O0COO ao segando e 25*000 ao ter-
ceiro.
rt, 5-Oh do fareo Primavera e mais B#'jf-flor, Tudo Torco 2', Ida,
Palhaco, Furioso e Hyrondelie.
PAREO KsClo 1.000 metros. Animaen de Pernambuco. pbkmios :
2W*X) ao primeiro, 50*000 ao segundo e 251000 ao ter-
ceiro.
Art. 5" Os do pareo Iavemo e Oatono o mais Irmilodio, Mascte, Conquis-
tador, Mklaio, (iatlet, Gallioleto e Doblin.
PAREO lEsperamea 900 metros. Animaos de Pernambuco. Pre-
mios : al J 00) ao primeiro, 50*000 ao segando e 25*000 ao ter-
(rapanbita de Servio** Mar-
timos eso Pernambuco
A directora da Companhia de Servias
Martimos de Pernambuco declara para
ssienca dos iuteresssdos, que presentes
os mcmbros do' Conselho Fiscal e obser-
vadas as precisas formalidades forum
hoje sorteadas as obrigacOes preferenciaes
odebentures) ns. 106, 141, 341, 433,
452, 524, 546, 585, 663, 774, 879, 1109,
1307, 1616, 1791, 1*62, 1879, 2199,
2230, 2234, 2365, 2479, 2494, 2688,
2830, 2878, 2884, 2990, 8023, 3078,
3169, 3263, 3287, 3356, 3414, 3431,
3482, 3606, 3664, 3993, prefaaendo o
rumoro de quarenta (40) que assim tom
de ser resgatadas no dia 1 de Abril pr-
ximo, nao vencendo juros d'ahi em diante.
Recife, 2: de Manco de 1895.
Francisco fAssis Lardoso.
Director secretario.
Cosnpanhia de serviros Mar-
timos de Pernambuco
I De ordem da directora fafio publico que,
d'esta data era diaole, correr por conta das
companhias, agentes ou consignatarios.de va-
pores o excesao da despeza com o pessoa1 das
alvarenpas que trabalhar ncute as descargas
de vapores, no lamor&o.
Recife, 1 de Abril de 1895.
Francisco de Atiit Cardoso,
Director secretario.
3.
5.
6.
MOS
ceiro.
7.
B.
Art. 5.--Oa do para) Esto e mais Pa&riseu, Bathory, Patiboaly, Ally-Stoper,
Mendigo, Frontn, Teimoso, Gar:mpeir<>j Maurity, Lucifere Te-
nor 2
PAREO Maravl iba 900 metros. Animaes de Pernambuco. pbk-
mios : 250*000 ao primeiro, 50*000 ao segundo e 25*000 ac
terceiro.
rt. 5.-'>s do pareo Espranos e maii Vigador,Ybo, Bilisa, Viva, Tj ib-
pher, Sane-Souci, Petropolis 2." e Cingo.
PAREO Ordem 800 metros. Aourvsa de Pernambuco. Premios*:
25*1*000 ao primeiro, 50*000 ao segundo e 253000 ao ter-
ceiro .
Art. 5 Oh do pare > Msravilha e mais Ideal, Piano, Topy 2.-, Fortaleaa,
Malange, DioUdor, Talic er, Erireby, Timoneiro, Naiciso, Prnssiano,
Vinganca e Mooro.
9/PAREO-Consolaco'ICO caetroe.=Animaes de Pernambuco qne nao te-
ih.m obtid-j class iaclo nos prados do Recife, contando os n*o
victoria. Fumos : 200*000 ao primeiro, 40*000 ao segundo e
10*000 ao terceiro.
10 PAREO -Cooeluso1.609 metros. Ani.iaes de qoalquer paii. Pre-
mios : 2508000 ao primeiro, 50*000 so segando e 25*000 ao ter
ceiro.
Observareis
0 paros s serSo considerados roalisados ioscrevendo-je e oorrendo 5
animaes de 4 proprietarios difiere otes.
O animal que fo: inscripto sem estar matricjlsdo e que deizar de correr
por este mo.ivo perder a insoripclo.
A insciipc2o encerrar-se-ba i mp re ten ve! man te na terca-feir* 23 do cr-
tente, i6 1,2 iioras da tarde, devendo vir aeompaobada da respectiva importancia,
e caso n&o renba poder a Directora, qosrenio privar o anin 1 de tomar parte no
Par0- S rt- 1 S JL
O propiietario que fier csirever se* antaises para as corridas do Derny
Clnbde Pernambuco. assim como Oi jockays, empregadosde ooulelari.e e nai
poeaoas que :enham internase ns orridas pr suxe-se qae slo conheoedoras da
disposic,5as d) oodigo da corrida e que a ellas ss sujeiUm, bsm como s deciaoes
di Directora.
Tocando a pesagem os animaes deverSo estar janta da respectiva casa para
erem immeiatamente emiilhadoa e segairem para o barrado no centro da raia, onde
so poderao estar os jockey i e os tratadores ou criadou, os quaes nao psderlo ter com
nmcicaeSo com pessoa alguma antes de realissr.se a eorrids.
Secretaria do Darby Club de Pernatnbuoo, 18 de Abr de 1895.
O gerente,
A A. Gomes Penna.
(SniMKHIafKn
DO
SBCiFf AO S- FRANCISCO
AVISO
Festa dos Prazeres
SEGUNOa-FEIRcV 22 DO CORRENTE
Alem dos trens ordinarios de pasageiros haver
0S8egoDt!S trens e^peciaes eutre as esta$oea de Cinco
Poetas e Prazeres:
fiElS ESPIGIAES
Ida (ntanha)
Cinco Pontas J.
Atogados
B<>a-Viagiss.
Pi-azeres. .
(partida) 6.50
7.00
1.10
(chegada) 7.20
Volt (tarde)
C neo Pontas
Afogado .
Boa Viagem
Prazeres .
Prazeres f.
Boa Viagem.
Afogados .
Cinco Pontas
(partida) 9.40, Presares
c 9.50 B>a-Viagem
c 10.001 Afogados .
(ebegada) 10.10 Cinco Pontas
'Prazeres.
3oa Viagem.
(partida)
c
c
(chegada)
(partida)
c
<
(chegada)
(partida)

c
(chegada/
Afogados
Cinco Pantas
Wells Hood.
SUPERINTENDENTE.
3.25
3.40
3.50
4.00
4.40
4.50
5.00
5.10
6.10
6.20
6.30
6.40
m mmi mmm comn
hjcs
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
ran'tal l,00,00
(Rs S4,000;000di000)
BEOUEA. EDIFICIOS E MEBCADOEIAS
CONTRA O FOGO
7 AIXAS BI XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PBEJOIZO
Sem descont
Agentes
m\o\v\s c.
Ben.-. Loj.% Cap.-. Cavall.*.
da Ciuz
Valla Imperatriz n. 2
Convido sos 00b-.*. do Q'.ad.'. qce compare-
cam, segonda-feira, 2 Qo cur.me, as 7 borsa
a nolte, a Sesa.*. E.oo.-, eio qm sa lem de
tratar de a.-8i):"o o de a agu Importaocla para
intert-ase da Off. .
Or/. Becie, 8 rfe AMI e 1893.-. E.-. V.".
AolooioN. P. CitLbfa 33.-.
__<____________________Ven.-._________
lltllAM>AI>i.
Di
8. Jos da Affont. erecta no ron
wemo do Carmo
De ore fin ^o irmo provedor. oonvi 10 a todos
os ni tu i IrJil-'s para se reoulrvm uo coasteto-
f'O ovt.U irinaQdade, doniiugo doco recle, s
ti ora' xaor eBm d- eleaerem os noves
fooccioofi-)3 de 18(6 a 1896 como determios o
Ai. 43 de oobo eomp ocls o
Mioeis'.oru ds ira-aadaJe, 18 de Abril de
1895.
O s^cre'arlo
_______Jos F. da S:|ra Mair.
impaSia Ferro Carril deiPer-
nambuco
AVISO
Hoje recomeci o trat go os carra? i'e.ta
cumpa* bis pela pon'e e Hoa Vjjti, smente
n-s videos de ida, contiauaado as de volts
lela de Santa 1 a^el.
Rec ". O de Abril de tJ5.
Fenppe de Atojo Sampaic
G r-nie.
Santa Casa de Misericordia
do Hecife
Por efta secretaria ae d^cl-ra que no dia js
Ao corrente (qainta-ftira) aa 13 horas da man i
se tara pagamento aa amaa de i r'.ac-o, en oxa
das ealaa da aoitsra ca.-a doa exposto?.
Secretarii da Santa Caca de M'8eri?ord'a do
Rvcife. 19 de Abril de 1893.
O escavao
Jo. Hooorij B. ce M oezes
COMPANHIA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.00O
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C
Companhia Nort' Bretisu & Slcr
cantil c Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18* 5'
eece:ta annal
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- S1
De premios sobr
divida 992.379 6 1*
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticao de fundos aecu-
nulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas tranaaccSes fei-
\&a pela de seguro sobre vidas.
___________Wson, Sons & C._______
fnsnranc<< Company de Li-
verpool
CAPITAL 00,000
AHaiss-rsaiM se.
LARGO DA COMPANIHA N.6
SEGUHO CONTRA FOGO
"seguros martimos contra
FOGO
Companhia Phcnix Pernaaaksa-
caua
RA DO COM HERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
COMPANHIA TETHV: OK OAiUKOa
MARTIMOS E TERRESTSES
ana do vioabio n. 1, 1. andab
Dirac torea
Bario de Souza Le&o
Tbomaz Comber.
Juk >JSfar Paes Barretto.
A. lU. F.
henen Inslcil PeroambaciD*
D-) ordem do doso presidente, (oovido ;o>
Srs. eotio) a r/D'i'-ai se m Sembl geial
ia prxima qoinia-leira Sido orreote, aBm de
trataren de asomptos de maru importancia.
dui'oalm, 8c:caiifi'o sos S'i. socios qae 'e"4
logar no prozimo sabDado 17 do coi rente o
arao meosi-l e loangoracao da sede, roteudo ue
Srs. socios procuraren os seos tngreasos em
raao do nofo iBeton-fio.
R cife, SO de Abril dr 1895.
Artbar B*lb;rn
1- secretario.
Companhia de Tecidos
Paulisla
Assembla C>ei*al Extraordi-
naria
Convido os Srs. accionistas a compa-
racerem a 1 hora da tarde do dia 25 do
corrente no palacete da Associaco Com-
mercial Benefcente, afim de deliberarem
sobre um emprestimo em debentures,
necessario a esta Companhia.
Recife, 17 de Abril de 1895.
J. A. Saraiva Jnior,
Director Secretario.
(Companhia Centro
Commercial
3a chamada decapal
Si) convidados os Srs. accionistas a faterem
. 3' eit'ada de 10 */ ?obre o cap't.il subscripto
(entro do proxo de 30 aiaa, a cenar desta dala
no Banco ae Penambaco.
Macelo, 26 de Marco de 189S.
Os directores
Tibnrcio Alves Csrvalbo.
Boaveniora Amorim-
Pedro deA'meida.
SOCIEDADE
Auxiliadora da Agricaltara de
Feraimbaco
Asaemhla geral
No dia 30 do correte reune-se oa si'e ds
socledade, ao meto da. (-aa do Vigario n. 19
1* andar) a roa asfembiei geral, aflm de ippro-
nr a modirloacao felia no artigo rtsacon.ritoi
efles e tomar cenbecimento do qne baiobea
ffoaacao do Bsnco Auxiliador.
Recife, 19 de Abril de tVS.
O gerente
A. Peralta Simoc.
^rince Line o Steamers
James linatl \cw Casllr on
Trae
LINHA REGULAR ENTRE OS
Esladas-lnides e 6 trazil
E' esperat'e do ful at o
dia SI do emente e sabi-
' depois da cernea oe-
'cesarla para o
Para e Kew-York
O VAPOR INGLEZ
Afoorish Prince
Para carga trata-as c.b oa
Consfgnstarios
Johnston Pater e Comp.
Roa da Commercio n. 15
Priace Line of Steamers
James Kuott IVewcastle-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- Unidos coBrazl
E' eaerado de Be*-
Tcrk at o dia t* -lo cor
'ente e fabir depms ds
demora necessaria para
Ba'aia, Rio de Janeiro
e Santos
O VAPOR INGLEZ
Egyptiaii Prince
l'.ra cargas trata-se com es
Consignatarios
Jolinston Pater f O.
Ra do Commercio n. 15
tapies luid
LINHA MENSAL
Vapor Medoc
E' esperado da
Fnrora a> o da
S9 do correcle,
gt-goiodo depvis
da dea ora necef-
ssrla para
Roa Gross Liie o Steamers
Seguros Martimos
As directoras das
Companhias de Seguros
Indemnlsadora, Phenix
Pernambucana, Amphi-
trite e Tethys. desta pra-
ca, convencidas como
alg imas das suas con-
generes do Sul da Re-
pblica, conforme circu
lar recebida, de que os
seus interesses sao gra-
vemente comprometti-
dos pelos continuos e
excetjcionaes prejuizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente com destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sul j re-
solvem a contar do dia
10 de Abril prximo, s
effecluar seguros de as-
sucar em saceos para os
porlos do referido es-
tado, "livre de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
nieii to e governo dos in-
teressaos.
Recife, 30 de Marco
de 189S.
Pela companhia In-
demnizadora,
Joaquim Alves da Fon-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz Duprat
M. da Silva Maia.
Pela companhia Am-
phitrit
Arthurugusto d'Almei-
da.
Joao JosdAmorm.
Pela companhia Te-
thys.
Barao de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio C. Paes Brrelo.
tiaPTX2CS
Dos portoB do
corte esperado
oestes A\n e ea-
bir para o P.-i,
mpietenvelmeo-
te oo dia *a do
correte.
Aracaty
SeROP pira o porto ac ma o byite MNA.
Recebe earga.
A tra'ar: aa roa da Madre aa Deas d. 8.
Ovaporinglez
Paraense
Para carcas e paaep"s traig.e com os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Eos al la i\m Httt! mm
O paquete
Elbe
Commandante Melservy
B'esperado dos
rort to sol oo
da* 1o corri-
le, segoiodo de
neis da demora
iDdiepeosaTel para
. Tcenle, t-Isbea, Tlgo e Kon
1 tasni'Soa
O paquete
Tagus
Bajera-* da Europa
dp dia do corrate, se-
goindo depois da dea ora
DEcessaria para
Maceio, Bahia, Rio de Janei-
ro e Santos
O paquete
Magdalena
Commandante H. C R'gaud
B' esperado da
Europa no dia
3 do Maio, te
.goiado depois da
demora iodiapen-
savel para
Babia, Rio de Janeiro? Mon-
tevideo e Buenos Ayres
N. B.Preine-ee sos Srs. recebedores de
nercadorias, qne a Companhia Hala Real drIv
a, contractoo coro sGecoat Steam KasegaiioE
Compatjom serico da vapores semaDaes qne
partindj de Bordeaos, Cogoc, Cbareote, devem
ctieaar a Sontbamptoo a lempo de baldearem as
cargas destinadas i America do Sel para os va-
pores deata coapaobls.
Esta compaobia acceta por precoa r atoare i
para Valpai alio at Abril, paessageiros com este
eatlDo por va de Baeoos-Avres e entrada doe
Andes.
Tambem scsl'a psBssgeiros para New-York
a Sootbamptoo, por especial arraojo (eilo coa
a Companhia lleoaod Lloyd, podendo demora-
rem-se na Eoropa cas i c desejarem.
RoducjSo nos preros n pasa*ena
Ida Ida t volta
% li!st>o* i' ciasse SO i \ 0
<' Stretiampton i' ciasse 8 58
Camarote* reservados psra os pawagelros de
rerosadMDa.
Para carga, passagens, encommendas e di*
aheiro a trete, trata-pe com os
AGENTES
A-asorim Irmaos & C.
V. 3Boa do Boa JesnaN. 3
Cip Wmi He Na-
WRT08DOSL
Mficeio, Penedo e Aracaj
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSea
Segoe no dia do ccr-
rente i& boras da tarde.
Recebe carga, encommendas, pasesgeos e di
hei'o trete at s II boras ds maobl do da
la partida.
Cbams-se a sttenc&o dos Srs. carregadoree
jara a claosola 10* dos coobeclmentos que a
egnlnte :
No caso de baver algnms reclamac&o con
fs a Companbis, por a vana on perds, deve ser
(eita por eecriptofosgente respectivo no poru,
la descarga, dtttvtt'tfe tres diae derols de oa-
'iearJu.
NAo precedendo esta formalidade i Compa-
obia Cea isent de toda a reuponsabilidade.
E8CRIPT0RI0
No Caa 4a Ooa*pirHa Pernambaoana
: u
nana para
Baha, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres.
Ennr co porto
Previnasee aintta aos Sra. recebedores de mer-
caGoriasqce se aUeudera a reclamacOes por
(alas, que forera raconnecida* na occasio da
descarga dos vcluas.es ; e cjne dectro de 48 to*
ras a contar do tila da descarga das aivareogas-
deverSo fascr B^ialqcer rcclaraa;;o ccncjLea-
ie a volumes que porveninra tennam egnio
para os portos do sol, afim de serena dadas a
lempo as providencias necessartas.
Roga-se aos Srs. paasogehoa de se presenta.
em na vespera da ebegads do vapor para toma
em as anas passagens."
Para carga, pssesgens, encommendas e diebef.
rj a frete tratar com os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1.a andar
Gompanbia Pernambacana de
Navegar')
PORTOS DO NORTE
Ceai, Camocim, Amarra-
gao e Para
PAQUETE
Kio Formozo
Commandante David
Segoe nod!3 do cor-
rete a 4 boras aa tare]
Recebe encommendas, paseasen e dinheiros
a trete at s 10 horas da mano do da da par-
tid?.
Cbsm?-3e a altencao dos Srs' carregsdores
para a clausula i dos conbecimentos qne a
segainte :
No caso de baver slgoma reclam'cSo con-
tra a Companoia, cor avaria rj perrta, eeve ser
feita por eacripto ao agente respectivo no porto
da descarga, Ofctro de ves daa depois de Cni-
llsada.
NSo preceden o t a forcalliade, a Compa-
nhia fica isenia de luda a rt-p&s:.b.l:taip.
Nao recebe ca*ga para o Par.
ESRIFIORlt
Ac Cses da (Jenspanb.ia Percambuca?a
:. :2
PaciOc Steam Navigation Con-
mi
STRAIT8 OF MAGELLAM LINE
Os psqnetss magnficos
Orlsia e Oropela
AEL1CES DOBRAOOS
Primeira viegem este porto
Orissa
EH>era-se da
Europa al o dia
do corrente,
|* tegnir depois
itjpi da o e mor a do
coatome para Vlparaieo com oali por
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
Oropesa
Ejpera-se d o
sol ate o dia de
Maio e seguir
depois da demora
do cosime para
Liverpool cora e.-cala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
! Eates magmfices vapores lm optimaa
accomm.odi.o8e8 para rassageires.
Para carga, passagens, encommendas e diobel-
ro a frete trata se com os
AGENTES
Wiison, Sobs I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Io andar
LEILOES
Sabbado. 20, deve ter losar o lellao d i-
tendaa a variadas fssendas de linbo, alcatifa para
forro de salas e ootras f sendas emlodesas lim-
pase avsriadas.
Lei
ao
De chita avariadas, parte de 6 caixas marca
tnacgolo, JGfcG dentro. DM em balxo, descarre-
28des de bordo do vapor Daoube tom avaria
d'agaa do mar e 1 caixa com cbapos de sol,
para s?troras.
Sabbado, 20 de Abril
A! 11 hora
te Pinto
Ajreni
ROA DO BOU JESS N. 45
KBI coallauseo
S ffC-a de tspete para forro ce rala, madapo-
ICe e ootras lateadas ilmpas e avariadas.
Ainos em con ioo.-cio, 14 pecas de eegoiSo.
39 dosiaa de bo'oes de madreperola, 5 i/2 du-
nas de ditos domador, 2 /2 ditas de ditos bran-
cos. 34 bioocaloii a 4 doslas com reros preto
para machina e ootras fssendas e mlndeta?.
Sabbalo, 20 de Abril
Agente Oliveira
Leili
De nma catxa marca diamante, 09 no centro
e G G em baixo. o. 142 conteodo cerca de 40
dotlasde cooros de pellicas, com detritos, via-
da* de Haobnri.'o no vapor Paragaas .
Sabbalo, 20 de Alml
i.'S 11 HORAS
No imiim roa 15 de !
TCMbro 8
O agente cima, baitsntemeote aotoriaao, le-
ar4 a leillo a caixa cima por ecnta e risco aa
qoem parte.car




-c
H
r
1
1


- -**~y
Diario de Pernamboco Sabbado SO lo Abril
<5S!S!
I 95
Agente Silveira
2'
Sabbaio, 20 do correnite
4*8 11 E */J HORAS
No arman m i mi 15 de note nbro n 41
0 agente a :ima, por aivar do Kzm. S'. Dr.
jan de diruit i do civel e ceta toa aemstencii', le-
va a leliao a safra on retj de safras de can-
oa) do eogei bo U tc-j, pnhoradas a Ignaro
Leopoldo de Albnquerque Msranbto Filbina
axecoc^o fue loe movem Francisco Faustino de
Brillo & C, e no qual emuargaoten tercei'o o
lenenle-cotonlSebas.ia: lf>ncel el u llego Ba roa.
Agente Silveira
2- leo
De 6 birricas com faioba de trigo
Segunda-feira, 22 de Abiil
AS 11 Ii2 HORAS DA KASHA
Sci armuem a ras :s de lo
remhra a 41
O agente cima, por mandado e cpm asslslen-
c a o Enm. S-. Dr. mir de direito da faienda
municipal, levara a le lo 6 barricas com farloba
de trigo penboradas por necocSo da Lxeada
momcui.l. centra Machado Lopes *.
Ageale tilveira
LEILO
Do engenho Boa-Es-
peranza
Sexta-feira, 26 do correte
k% nieio d;a
So armitzcn b. Ai da raa 1 5
armnzen b. At da ri
3 Toaembro
O gente ac m, pi-r aliara oo Ext. Sr. D*.
juiz de direilo do uve I e com a sua tMisitecle,
a reqoenmenlc de D. Julia Av/es de Alanda
Freitas. im<=nti.rante doa bena delxados pelo
fioac'o Dr. Joaqalm Ajres da Almeida Freliat,
levai a kilo o eogeiiCo Boa-Eperarpa. per-
lenconle so estilo do a.esrr.<> fioade, e sltaiido
na coaa-ca de HaettM de Miranda, o eogenbo
acr-nte rom igoa. cnpeirr, com es oe o das de
ferro, ca:a de telhas, sce.lamento cor,8'a:jta
ie tea acbai. (rande numero de tensas de
anintfT. deus .alxes para deposita, aismbicice
da cobre cum deposito e seos pr rleniea, em casa
de telhaa, casa de vivenda de tijollo t taipa. co-
D.rt: da !elh;,s, cando que i toa demarr.- ;io
constante ca escriptura de coxpia e tormo jedi
da I, eeli em nao e poder co u-esio ageitt
para que os licitantes possm conne;er, e mal
cinco cavallos naves ; Hoalmeate que a enger be
vendido cotii a saLa anda nao rolnida a a
rindonra jl fundada, respeiUDdo-ss os direitoe
ios la ra O'es.
Os pretenderles podem procurar o mes.xo
gente na roa Duque de Csxias d. 41, 1* andar.
Cal Branca e Vir-
gen* le la^ua
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da calbran
ca e virgen?, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nein
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seuarniazem do caes do
Apolfo n, 73.________
Dentes
Termina a horrivel dor da dentes usan-
do oexcellent preparado de Manoel
Cerdoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circulacao, attee-
tarn a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C.. ra do Mrquez de Olindr
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental. & ra Estreita co
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra uo
. i fio da Victoria n. 14.
I harmacia Virgilio Lopes,rna Larg*
do Rosirjon. 31
AVIliOS DIVERSOS
Precisak alogar mend> dcgu.1 cara pire
; i i i coxpo U de tres seouota?, e que seja c-
,'regneiia de S. Jr-s, tratar: na ras. de Auto
ve HenrUm; n. 15-
Precisa-.ii de rm criado que nina tratar
de vaccas ; ua ra de Lon Jo R.-go o. 64, 5a: to
Amaro.____________________
"Precifa-Bu de ctta boa cotinbelra ede nina
ama para andar cem enancas e oais servidos
de cusa de familia ; i o Cojioho Nave o. 120.
Urna antera, per eic-sia da missa das
III boras, na matrit da b a V 3'a, uo da 14
(domingo de p:s b><) deixtu um Uve M Hoiaa
MariCES sobre u r*Be ice n a oo criz iro do
laio direito ao ei lrr, couf'Ote a icr'a ua a-
cbrisl'?, teoto 'lentro da mesma alguma estam-
pas : a peesca quw acbou far hltt levsi- a
cata Tfograniaa (Diirii) q-j alem da mulo
agrac'tcida gratitia com 5O0 ; tendo o llvro
capa encarn-di e fo has ruurcdis.
' frtcna-s ci-aa urgencia ce urna bea coI-
nhelra e orna arrumadiire ; a tratar na rea da
jlecade n. 8JA.
Mobilia
Veade-se una mobilia do Jacaranda em per-
feito catado, toda enalbada ; ca roa do Tor es
D. 14 pavimen o terreo.^_________________
Augusto Aioitbo Soares Kcstw i.tir, vl|?a-
gtrlo da freguetia da Vanaa, pede a ;nem est
com a apollce ile i.CO.l-JOOO prrtencen'.e a N. S-
do Rosario da espectiva matrlx, a entregar o
maia breve possivel ao dito vlgarto, ad ,iQ:etra-
dor eos beos daqneila m:tr:z.
Taverna
Veaie-fe o xa taverna sluada em um dos
mi Inores arraiialdes deslt cldadt.em muito tim
poeto e tim fregunadr, proir.a para q ai
q ner p iocipiame por iet- de peqaens, escala : a
tr atar cora Vttira e Silva, a ra de S. Fnncisco
n8. 24 e 26.
Ama
Na :ua do Aragio n.
30 precisa-se de urna ama
para lavar e engomm&r e
faztr ibih servido de casa.
Ftnpj errado para escriplo
rio
Preclfa-se iM um que tenba moito boa le;ra e
as anea bshilitccOts ; no deporto da (at>r,ca
C.bsia i re:. Duque [Caxias n,8l.
Egonmniadeiras
Precifia-se na na d?.?
Flores d. 25, tinturara.

Casas na Torre
Vende-se % pequeas casa*
eitaadas na rna Real da Torre.
as. 89 e NI. n um terreno de
50 palmos de frente e 3D
palmos de fundo, chao pro-
prlo.
Qucm as pretender poder
ir vel-as: e para tratar en-
contrara pessoa competente
na casa grande do alto da
Torre, ao p da capella.
Madeira
Excelleotc (aboado de aoarello, U uro e to
carga, pracchas de slcupira, etc.. preces com
10 e 20 0/> de abatimeoto : na fabrica de mo-
vis da ra de S. Jcao D. 43.
Piano
V-adf-se om piano am txceUincs ccudcOes;
na ra da Alegra n. 1.
X4ROPE DE REUTER M. 2
0 MBLHOR
PURIFiCADOR
PARA O
Como remedio da EstacSo t^lmosa, puriBcador do sango?, digestivo
o apente nenhum ostro appellidado deprrativo o-i-alaaparrilba se appro
xima seqerr bo Xar pe de Keoter n. 2. Combina quatro grandes proprieda-
des em om s<> remedio, cperaodj a am lempo sobre o orgoa digestivos, o
san;ue, os iIcs, e os Intestinos.
Aliso octamtDlfi netitralisa e expulsa pelos carnes inteslinaes, rini e
poros da pelle, os germens nocivos, que llactoam do saogae, oa arica e na
DEPOSITARIOS DZSTES PRODUCTOS A Coajpanhm da Drogas e Prodaotea
CbimicoaRoa Blarqaes de Olind* a 24.______________
PEOUEWAS PILLAS DE
Figailo entorpecido cuVa-se positlvamecte com eMas pilulaa. Ellas
sSo sm remedio purgativo livre de pirigo p;:ra o bomem mms fraco, tSo bem
como bstanlo teivo para o bomem aais forte, e nao coasiipam depois; pela
aejao geial agrada a todos que ,as nsam. Sao as plalas estn 'arte da pro-
ducis medica dos Estados-Unidos. Sao as mencres e mais facis a tomar.
Quarenta em cada Irasco. ^_______________________________
REUTER
PARA
O
FI6ADO
SABAO CJtlATIVO DE REUTER
iw -res, cravo, pelle vermclba, asjara e oleosa Impedido ou enramo
por o mais giaode de ledos oa aformoseadores da relie, o Sarao Cautivo de
Rerter. Prodos a pelle formosa, tranea u clara e maos brandas; absoiuia-
mente pu'o, delicadamente medicinada, ixiremameole incomparavel como
citao para a selle bem como do toncador, Co banbo e do quarto das crlancs-i.
CAlTBIA. Nao geoitino seta cada envoltorio ler a marca ra-
gisirada de Birdaj h C. Neir-Tork.
MEDICINAL
PARA
toii.i: i
TRICOiFERO DE BARRT
Urna preparacao elegante, ejUremaoienta perfumada, ramova todas a
imiiorea do crneo, perservatlvo mira a isalvlcie e cabella cintenlo ; fax o
cabello creaciT espeiso, brindo e lormoeo. Infsllivel para corar eroccOS.
docacaa ds. p;lie, glndulas e muics, acararaplda'ienle as cortadora, aael i
maluras, (eiHas. torcednran, etc.
CAlTHIiA-Mo 6geiMkMBV(^raser ter a marca refistraa.
PARA 0
CABELLO E A
PELLE

uinium
VIMHO FEBRFUGO
OWIOVADO
DIGESTIVO
aque
ixcncA
E>a MEDIOINA OB FAKIB
O VINHO DE QUINIUM de Alfrid LABARRAQUE, eminentemente tnico e febrfugo, deve ser preferido a
todas as ou .ras preparacoeB de quina.
O VINHC DE QINIM de LABARRAQUE, preparado com o QUINIUM (extracto de verdadeira cruina),
constitue uin medicamento de composic&o determinada, rico em principios activos, esobre o qual os mdicos e
osdoentes podem sempre ter confianca.
O VINHOde QUINIUM deLABARRAQL E, prescripto com grande exi lo>pessoasfracas, debilitadas, seja por itersas
causas d'en'aquecimento, seja por antigs molestias; aos adultos fatigados por um rpido crescimento, s meninas que
Um difficuldade em se formar e aesentolver,- s mulheres depois dos partos; aos velhos enfraquecidos pela edade ou doenga.
No caso de Cjilorose, Anemia, Cores paludas, este vinno um poderoso auxiliar dos ferruginosos. Tomado junta-
| men te, por cxemplo.com as verdad eir sPIAJ LAS deVALLKT, produzetTeitosmaravilb.osos, pela sua rpida acefio.
PAEIZ, 19
ru Jacob. X-.. xr,X=I.S3flS3 Cau A. CHAMPIGNT
E NA MAI0S PARTE DAS PHARMACIAS DR TODOS OS PAIZES
e O*, Baoc~
t
Capito Alelxo BOdrlgoes de
Houra 9|_
Jcao Red.igues de LOiiia, Deolinia Moori,
Flora Motra. Jcarna Moora, Lu'z Maria Ribeiro
Go-maraes, Ra F. de Moura Goimaraes. Fran-
cilios R. de M>ora (aaasate, Paul na Alves <
Mju a, irmiis. embados e gobriobes do sempre
pr.n ea-io iralo, c n-.ado e tio, Aleixo Rodr-
guns de Menra, agr^decem rio intimo Ima a
todos os oanctf s ca?albeiros qae Ibes flieraai
o cerdoso obsequio de con.ioiir os seos resto*
mor as sua alna a morada, e di novo os coa*
vidam para ssiatlrem ts mi-tan que por ata
alm-i maodm celebrar na crdi-m 3' do Carao,
pelos 8 boras da manh de sabbado 20 do cor-
eni ttei. stimo da do sau ra-sameo, Dcan-nt
do mais una vex agrafeclo; a todos.
JdMddU&33^^ Realmente a invengo
Apa Jeta, Carmelitas
PARS
i
TJnico Succeeaor dos Carmelitae
11, Ba de VAhbaye, 11 EA.I2,Z&
CONTRA:
Apopleja Flatos
Cholera 1 Clicas
Enjoo do mar i Indigestos
Febre ama.ella, etc.
L6r o prQ&ecto no qual ral entoWlo
cada vldn.
Dero-ie exigir o letreiro braneo
pieto. em todo* os vidrot,
seja qual lit o tamanho.
DBPO01TOS Df TODAS AS PHARMACIAS
do universo
HH
Eesconilar
DAS
alaifiraffs
e exigir Assignanra
de
yppRryy^pRcy^ppppppyy g,
r r.tu.i vi i: tu
a ANEMIA o RACHITISMO
a LEUCOFIRHEA as ESCROPHUL.AS
oRHEUMATISMO ,>>^ 1^. a TSICA, etc.
de
EXTRACTO de FIGJLDO de BA.CA.IjH.A.0
mais efca: anda do que o cleo cr de figado de bacalhao
GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
masmas crianzas tomam-no com prazer.
Xa* priiicpaem pharmaela. PARS, Rae Lutayette, 126
nao
m
f
OENCASdoESTOMAGO
ELIXIR GREZ
DIGESTOES
DIFFICEIS
Dyspepsa
Perda
\id AppetitB
tnico-diaarrivo xm quima,
I ADOPTADO EM TODOS DS HOSPITAJB l|SfininS do OlTO O DiolOOMM
- | PAius- i:oixim C. raed* ttaobeac*. 43. o ts u rUmada
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Dlarrhia
ctironca
NA
LISBOALISBOA
AVENIDA PALACE J Ttxlas as quaran tenas sfto "uppressas para os
O maior BOTEZ. mais confortable e na j navios procedentes do Brasil.
melbor sltnaeao de Lisbon. i De Liaoa para ParU.
A* p da Estacao Central, vista magninca. i pz-?rnr^ (Trem de luso).
AmSigJtff^^^ f rJSZ^X?mWo : U "oras.
28
iCHABLE
?AR/S
I200.DUU Doentes
CURADOS DE
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
PBUO
POMADA
Pin tornar i dina cibelh OrsiM
~.
ROosoi?A TANNINO
sua COR PRIMITIVA
POMADA DE ALCATRAO
e QUINA contra PELLICULAS
SEGUNDO A FORMULA DO DOUTOR NVSTEN
PRIS, FlI.IiIOt., n.,-, Laf.ivellt, 53.
Deposite re riMUBrcO: f i Drog & Pradictw cMaltM
NAO BA
MAIS
OppraMe, Catorro, OMB C
Obrsra si mal tltat feosmeeserj, "
Deposito em todas as Pltarj ri'M
|l*aste e Xaropey
de Naf del
DELANSRENICR
PAHIZ
53, Ru Virienne
8a Mchao i *#ndd tm
tedas os PharmscUs.
CoRTIU
a Tost, Gripes ]
Ioflnrnxa
Brun chites
Coqueluche
lrriHco>ijPeito|
e Ji
GarrtiiU
*< o
U63 r
_S5 -ii u
S|
o-
o o
o a o
.SP2
l
0> V
t
m a
T3S
a>
o
S o
1
5 a
o
o o
11
s s
H S
*s 3
m u
12
>-
05
5

g-B
j"0
, o -w o o o
E "5 a3-0
s
"'5 I
o
S 3
sj
a
a
5 i o 3
^Saalii
3Q Z el *
a e
a **
os O
5fr<
c
O
fc
8
O
i
^3
55
Gosintaeiro
Prsrt'a pe r*e cm bim rostenaro ; a iratar uo
a muzeru n 44 ra do CorruEerc o.

a
o

-2 a
N
Sj
C
a.

c
CJ
e
a
c
el
*. a
ee
y ,
S 5 8
05 .*
s
03 S3
o.9
s a
u
S!
< 2
v*r
o
. ex
a
O
a.

4
o
13
o
03 03
23
2 cu
Regulador da Marinha
Concerta-ae relogioa de algibeira, pan-
dulas de torre deigreja chronometres de
marinha, caixa do mnsica, appareihos
elctricos, oculos, binculos, ocolos de
alcance, joias e todo e qnalquer abjectoa
tendente a arte mechan ica.
9-ftoa Larga do Rosario 9
O
E:
?
i"
o.
o-C VN
j o
? "? a
fc
3 3 8
O
o *
h OJ
ss >
3'I
S-.s
* 03
ce
a s1?
|
= !=
^2"
o
C *
CK
OJ a,
> 2
T- ~
3
bo
2
3 o
o

.S.S3
jj g evo
q O t
o "p 2 a
3J
00
4)
o a
a
93-3 E
"3 fc i)
o S -
os a *
o
a

5-a
s5
o
5^ olS
S 9
O B
coed a
n>
S |
s
<*
"fij-
os
Si
JO O 00
5 8 3 *
-o

a
s>a
* o'

S
B 13

O publico ja vive cantado da leltnra ^e taDtos
reclames, oes tendo ratao de ser e cuiros...
moilvo para t-scever, porem nos que temoa um
gosto exiraordioarlo uaa escolbas de noisaa fa-
i- o las e que recbeme s tedos os mexes faxeo-
d8 flnap, ictpleameote descoooecldaa do.mer-
cado, pjeclr-amog deacrevel-aa e esperaroio
\ie\s visita de lodos para realmente verem se o
00880 re .-lame oo nao para realidade.
Batamos seco competidores.
Sedas de efl e# arrepiadat na ollina moda.
VaidoBs.
-'as de cArea, chifoofle. Eystema cescobeci-
do.Suspiros que vio e veto.
Ca'bemiras de cOres, de corco, ultimo gosto.
Bombardelo.
flas pretaa, I1800 o covadj.
Paociubo macio, Qaa cambra a, 10 varas, 5S)
a pee.
Fino tecldo de cflrep, com salpico?.- Siranrlinta.
Uadapol3o em calxiuba, espe;ialidade, 15t000
a peca.
S aa de cores Peroambnco na Pon.
Laos cem listras de teda, Adela.de, 3/500 o co-
vado.
Lana com listras de eds, Elvira, 400O o cc-
vado
Lans com listras de eia, Mur.k, 3t00o co
vado.
Cactiimiras de cor s. Tenbo clumes de ti, 000
o covado.
La.-.s com aalpiccs, As Trea Maras, ?t500 j co-
vado.
Sfas, rad'Geg novos, As soeras, 4I3C0 o co-
fado.
SJas, tecido de gorgurao, Hei de amar-te at-
morrer, 64000 o covaao.
esbemira prea e da cores, rao quero amores
3*500 o evado.
Cuitas escura?, Sampaio molle, 320 r.a o co-
vado.
Chita claras, 6 de Maree, 6C0 ris o covado. '
Chitas escaras, Haja po, covado 500 rf.
PbDtaii', Nao me t'>qae, 800 ris o covado.
Cre'oues, a flor do baile, 800 ris o cc?ado
Lindos p3dr?a ue Chcsas de cores, Lydia, 4UJ rs.
o covado.
Crelones, Sampaio dore, 500 rvjii o covado.
i'ilo, Gosto de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pocsst, 500 ris o covado.
Olios, Traeos de amor, 400 ris o covado.
Ditos, Bernarda. 00 ris o covado.
Dilor, Reg ncia, 480 ris o covado.
D tos, Ftoriano Peixoto, 5C0 ris o covado.
iios, Prudente de Moraes, SCO ris o cavado.
Ditca com barra, Deodoro Foccea, 700 ris o
covado.
Dios, Republicanos, 700 ris o covado.
Hemos preos para batlca.
Ditos cor de caf p ra batioa.
Grande soriimento de merin3 prelos e de cores,
lisoa e lavrados.
Velbutira de ted; s is cores.
So-ib, completo aortimeoto
Lindo sortimeoto de cambraias bordadas.
Cortea de vesildos braoros bordados.
Vestidos em cartOes hedidos a seda.
Pbantaiia, Beijoa do amur, 11500 o ccv.do.
L'u -o soriimento de l- bus para aeoboras e me
BlOSSa
Exnieadtdo soriimento c a Semana Santa.
Capella* com veo para noivas.
Pr-uuhos de linbc, lnos e tordados.
Gande soriimento de bljoctertas.
Pannos de crocbet para sof e cadetra.
Novo soriimento de grvalas.
Cumple o scrtimeote de espartilbos.
Camisas bordados para noivo.
Ponboa e collariobos.
Camisas de linbo brancas e de cores para bomem.
Vestuarios para baptisado.
Bblsaa de mao, iogiez?e.
i M.bs para visgem.
Tapetea para sof e cama.
Sobretudo de orna e duas viatas.
Di loa de borracha para bomem.
Ca,.)8 de borracba para seobora.
Camisas brancas para aeninos.
Vestoarioe amencanes para meninos e mentase.
Chambres.
Guarda- p.
Flanell lisa e de listras.
Ctiales pretoe.
CortlBade8 de crocbet para cama.
Cortinadas de crocbet para jaoella.
Cortinados de cambrla para cama.
j Uanu'.baa de seda pretas e de cores.
, Ditas de aloo5o pretaa e de cores.
i Csmiitas de la para bomem.
I Cobertas, colchas e cobertores.
Cobertores americanos, 31800 um.
i Ba C:rtmados de edres para csoia.
Lindos corles de casemira.
Cssemlras em tecas pretaa e da cores. -
Grande soriimento de roupaa fe.las para bomem
ocupas feltas por medida, perita tesoora
Cortes de fustSo braneo e de corea para ccllei:..
Aioalbado de liebo e de algodao.
Pannos da coala para mesa.
Seroulas elaBitras.
Seroulas a obo e de algodao.
Lidos padroes de crep para cobertae.
Bolsas de tapete.
DUo preto lavrado. If500 o covado.
Lis com salpicos de seda, duas larguras, Len-
nloba Verde, 3*500 o covado.
Si as de listas, Carnaval, 3*200 o covado.
Paulla de palba ceda.
Camisas de meia com lia.a de cores.
Cachemiras pretas, salpicos de teda, coiei.-'
Abra a porta sinb.
Ltqofs, ultimo gosto.
Liooos lisos, de lisias, de cuadros e de salpicos.
Jolieta.
Cacnlnet de leda e de cores.
Velludilbo de cores.
Boffalo de cOres.
Estrellas H'merka
flt-Roa i de slarfft
Aotlea do Crespo
MARQ0E84LIMA _____
Correa de
la. Atina doa Aojos
Ara lijo
A Junta Administrativa da Santa Casa
di; Misericordia iar celebrar urna missa
aolemne de rquiem, na igreja do Paraso,
n 8 horas da manha do dia 23 do ebr-
runto, em suffragio da alma da irm D.
Anna dos Aojos Correa de Araujo, e par*
ease acto de rcligio sao convidados os
ptirentes e pessoas de auiisade da illnstra
finada e de seu desolado esposo o Ezm.
Si.*. Conselbeiro Joaquim Correa de
Araujo, digno provador e chefe da mesma
Junta.
Secretaria da Santa Cas de Misericor-
dia do Recife, 18 de Abril de 1895.
O escrivrSo,
Jos Honorio B. de Mewzes.
A familia do Qoado Antonio Maria da SMMl
convida a todos os seca pire mes e SSt*Si e aos
do fallecido, pa>a lestati fm ai.--a qca sor
alma do mi-srco rr.andrs cetej'ar na yeja da
Ma.re de Dera terca \> i a f3 do corre, te, ii 7
1/3! horas da manta, 1- ano.versarlo ceiM
pnsaireato. A icd>s as pusoa. qe ;e dgoa-
run comparecer a eese acio, desde j ce cos-
fes* s-mu mente grata
Superior Vinho Verde
Em ancoretas
Chegou nova remessa d ste vinho asa
pequeos barr.s de dcimo, superior a
vinho Bordeaux, por ser muito macio,
brindo e sem a menor composicSo.
' exclusivamente o sueco da Uva*
Applicaio depois de um bom prato da
bacalhao, serve pBra se admirar e ver de
quanto i capaz a Natureza !
Nunes Coinibra & 0/
"34 Madre Oeus- 34
Ae ccmmercio
O abtizo arsi.radi tendo tilo sel rince
pa-a o'.i.i-a;-e da -rca Moora & C. conforme
coi i'a da dei lar. qo 'e:'a no Diario de Per-
nimbacns de Si do mes prximo pa-ia'o, ro
uu-recdo aceitar t t-lmeoie a incumt>eicia qae
ti foicooBaia por m tius de ord-m tp rior,
vet de:larar que as igna i a dita firma por
proco-ac) especial cerno era oolr ora. eso
memo lempo agradece a cen.Is-aiSo que loe
foi dispensada.
Recife, 1S de Abril de 1855.
Francisco Victoriaj dos S.cto*.
Ca.xeiro
Precisa-se de om cen: o de 1S i 14 asase,
cota pratica de molb'djs ; oa ra do O.asala
n >, Rtcife.
AJOLsK
Preciaa-se de orna ama qae seja boa rosinbel-
ra e compre : na ra da Intendencia, aciiga Ao
Atiiiho n. 7.______________________
Cosi heira
Precisa se da ama boi cesiobera para casa
de familia, paea-se bem; a iratar na roa Daaat
de Casias n. 84, ioja.
Precisa-se de urna ama rara tratar de mani-
oca ; na ra do Bom Jess o. 32.
A
e^3
-a m
p
II ^8 1-3
a 3-a e
2 fc ?
oSggS
2 B oVih -I
d.
3 u -g uj
*> '" O n B
MJ:-i
Piecisa-ie de urna
m.cla americana.
Cosinheira
boa co iqhcira
na pbar-



o

si
si
M ^3
PEDREIROS
Para una obra importante
fora deata capital contracta-se
pedreiroa, ao Caes da Hges<
raoilo n. SO, l. adar.
Criado
Precisa-se de am cr ado : no sitio do com
mandador Barroca, em rectifica n. 40.
Engenho
Verde-ce o enienni Cananduba, diaianle urna
legos da esueao de Ja boa tae, muito bom d'rgua
aojte e correte, pan safrrjar a 4 5000 paei de ssauctr acnasl
a ente ; a ra ir com o c mm ndacor Barroca,
oa estsgao central ua estrada de ferro de Ca
reara'.
Sitio para alugar
Coa granle caa e co'cbelra, no largo dus
Recteiio', defronte da ig-eja : a tratar com e
ccmmendador Barroca em Bemflca n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama com pratica de
ota ; a tratar na raa da imperatris n 17,
ceire andar.
ter-
Ama
Precisa-ce de ama ama para ccsloba-'e coo-
ptar, para casa de faaaUta ; a tratar na raa des
Guararapes n. 57.
Ama
r, Precisa-se de orna ama para Nsisfcaf
tsr ra roa de Man o; 16.
a Us
Tijolos
Bichas de Hambnrgo
Vende-se em grandes e pequeas
porc;5es applica-se ventosas seccas
sarjadas ; aa ra das Larangeiras n. 14
Fabricados ni fabrica de Ctmaregibe, ess-
pisrior qualidae, Companhia Iidostrial Ptr aaoocaoa, raa Ae
Commercio n. 6.___________________________
Attenco
Cbama-se attenco do padrtnbo os p'Oteetsr
d} menor Jos Pirmino, para qua v* proiarar
ni roa dos uaararapes u.67. na casa do Sr.
Miguel Archa jo de Al je; a Nove, e iro cea
b-evdade, visto etsi familia o qoerer levar pata
Alagoas. E' cerusilmo o e:con.r.r all, se
eiiao Da Soledade, roa do mesmo oeme o. 38,
onde reside parentes da mesma familia.
Cm vtitobo. _
A Estrella da Eoa Visla
ABILIO DE MAGaLHAES rr:prietario leste
ivo estsbeleetmento sito i roa da lxp o. 69 con vid 1 aos sess boas fregoexes e SS
Esmas. Snborae a vlsitarecD o aee estabalect-
rrecto onde eocontrario slm^Ae cm praiie e
Viirlado soriimecto em facon&s fioaa; era c-
o?i, de I, 10 largara e eum narr, ncsesM-
rus, la, cedas de aparado 01 masa raiorxidos pojaive?.________________
Fabrica de relo
Higois e limoiad&s simsis de
s as
Seda water, gioger, ale, limlo, lmnajt
onra$o, abaoaxia, granadina, grose!ss
franheisa^, baanilha, hortaULpimenU ata
I2CES DO CAPIBABIBI 12A
l


ario de Penmmbafo Sabhado $0 de Abril de
211IIIIIBISIBIII11IIKIIBIC
r
LUZ
DIAMANTE
LONiMAN & MARTNEZ,
2 NEW YORK.
o Livre de I'xploso, Fumaja : Mo Cbiw
A venda em toe' -> arrnazerrs de seceos e mo
^5MSJl!llinUIJIIII
C
t
i
I

12

I
Btf
S
tr.

S v ry
Criado
PrecUs-se de srtado ; na roa Lsr
bs-
o o. ?5.
Gaixeiro
PreosE-se de uro caixero com taita ate urli-
ca de colbaios, que teoba qoetu garanta n
conducta, e qoe u toa ausencia posta (aier p
vi>iea do doDO ja esea ; na ra Ejtrea do R: -
'trio g. 9.
F0LHETIM
9 O
ODIO m RAGA

'PRADUCCO
PARTE SEGUNDA
*'
(Continuacao)
Ka:sil dirigi'>ae para o mvil, sobre o
qual estavam as serpentina acensas, s
aiiegou todaa as velas ; depois votou-si
pra Stop, estupefacto e j apavorado, a
dissalhe :
Cale-se ei ouja-me 1
E' esse o mea desejo.
Silencio !
#> Comtudo...
Nfio ha im segando a perder. Oh
habitantes do bengalow esifio amttacadof
d-3 grande perffjo.
Um perigo I repetio Stop a tremer.
Immense. Apresse-se em avisar sir
Eduardo.
Quinera r a correr, byndusinho,
nii'S jii nao ten no pernaa.
Depre&sa, depressa Trata-si! de 0i
sa.var a todoa, porque estfio todos amea-
cadoa! V, va, que eu fico vigiando
aq li !
Ah a ludia, a India I muimuroi
Stop, dirigindo-se para o c|Mrto do seo
acto. Que roa idito paiz!
E. ui-99 i es abalear e. nssustadissimo.
LUJA DO mo
Ra L" de Marco19
Pedimos attencao das Exma?. familias
para os presos resumiJissimos J>or quanto
vendemos as-'1 nossas fazendas abaixo men-
cionadas.
A saber:
Brns de linho de cor para roopa de homrns a 6C0rs. o novado
Ore tenes os roa e escoros corea firmes 400 tu. o oovado.
MedcpolSo nacional 24 jardas facenda de 145000 por 10JCO0 a p-JJ,
Mantilhas de aeda pretss e crome a f^OOO orna.
Ditas de algrdSo pretas e creme a 2#c00 id.-m.
Cclcbas de cor para cama a 410CG, 58000 e 68000 amo.
pjeias cruas para bomem e para annhoraa 120000 a dosis.
Zepbiros de qoadrinhos psr.< vestidos 240 rt. o (ovado.
Merino preto liso e lavrario a 1 Cortea de esmbraia bracea bordad' s a 1650C0 nm,
Cachemiras para vestidos a 400 rs. o oovado.
Atoalbado braceo e de cor para mesa a 3-;000 o metro.
Bramante eom quatn largaras a IjffiOO o metro.
Dito de linho c m quafro largaras a 35OO0 o metro.
Setim branoo macaa para vestirlos de noiva a 15500 o evado.
Capellas com veo para noiva a lOfSCOO e 125000 ama.
Cortinado de crochet pera cama e panellaa 125000 o par.
Ditos de oambraia bordados a 10S0C0 o par.
C misas de malha de 12, para bomem e se chora a 68000 ama.
Cortes de oosemira de cor a 45000 8*$000 um.
Espartilhos de eocraca a 60000, e 85000 e 105000 am.
Lavas de te'* para senbora e para meninas a 15500 o par.
Easovaea para bap'iaados diversos presos.
Pi*nellaa de pura 18 18000 o oovado.
Esplendido scrti.men'.o de camisas de fianella com collarinho a 6JOC0 urna.
Morquitciros amrenos a 155000 nm.
ColsVs franceses a 15J0C0 nm.
Ma apoSo pello de ova a 105000 a reja cr>m 24 jardt-s.
Morim para ei-xoval a 580C0 a peca.
CollerinhoB de poro linho a 85000 a dusia.
Caaermia preta de agooal a 28000 o covado.
Sobretodos, chambres, cobertas e o .bertores, leaes, camisas, cerou'ct e mais artigot
qoe vendemos barato ptra liquidar.
S na
OJA DO POYO
GRASTDE
HOTEL GOMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
: Este importante estabelecimento, sob a direccao d sea hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em sera
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e aceie do servia culinario aduaneiro, ja, tam-
bem pela posifSo hygienica dojseu edificio.
Depois de innmeras transfornaac5es por que tem pasado este Hotel, consegnio
afinal o 6eu incan^avel proprietario offerecor hoje urna hospedagem que deve ser
referida pelos Ilustres viajantes.
OSPEDAR1AS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
erdem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, 011 com familia.
SALAO DE BECREIO ricamente mobiliado, onde podm ser realisados jantarea e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APEESTIYCS
POtTR SE MANGER. Salpic5es, ostras, lagos'.ins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do ertaj, d.>ces soceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
A. MM TA
E' esplendido o sortimento de viubos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth ,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentcs da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem serapre grande deposito de
bebidas de ua importajUo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissmos, que vende na3 melhores condi$3es do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL C0MMSR01EA
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33
Antonio lves Barbosa &C.
Telephooe 61
GRAINDE
HOTEL MERMNO
Ra 15 de Noyembro 29
Etabelecinento de primeira or-
dem.
a$a montada com laxo e com-
modidade ii'h m do* ponto* na i* by-
Kienico* da cidade do Rcife.
Aec*oinmodaeoe*ina^niflea*9 to-
da* com janella* para a roa.
Esplendida *ala derefei^oe*, a
maior emai*arejadane*ta capital.
A co*iaba acha-*e a carg*o de um
perito c*o*iii liciro.
ALU-SK DIf 1BS0S 11I0I1S
PRESOS RASOAVES
PROPRIEDADE DE
N. GKUNBERG
Grande sortimento variado
m cores de ladrilhos.
(mosaicos), vitrificados',)
e hydraulicos
dos melhores fabricantes
assim como
dos
de marmore
natural, pedras para'sepu1
turas, etc., etc.
aoo-
Variado sortimento de figu-
ras, vasos, piaB.
banheiros e mausoleos
de marmore.
Secebern qualquer encom-
menda
de fra e tarabem se
incumbem
le qualquer obra concermen-
te a sua arte.
Grande deposito de marmores em 'laboas e
blocos, de todos os comprimentos,
larguras e grossuras, assim cono de cimento
37RA DA AJUDA 37
RIO DE JANEIRO
r
a
4
Ra doBaro de Triumphons. 100
e ra do Visconde de Jtaparica m. e
COMMUNICAM a seos nomerose fregueses que tem m deposito e rece*
liom reealarmente d^ Europa e Ame ica todos os machioismos e ferrsgens proisu
Agricultura d'ette Estado como sejam
MACHINAS a vapor de forca do 4 10 cavallos.
CALDEIRA multitabulsrea de todos os Tamanbos.
MOENDAS ss mais solidas do mereado e e diflerentei iaman'-.o".
TAIXAS de ierro batido e foedido.
RODAS D'AGA.
RODAS DENTADAS direiUa angolares.
URIVACS de trro fandio e butida.
BOMBAS de repucho de diferentes sjAtemsi.
LOCDMOVEIS de diversos tamanbos.
MACHINAS de desoarocar algodSo.
CANOS de ferro galvaDsados, pintados e de chambo.
ENCARREGAM SE de qaalqoer concert para u que t-im saas fieioa
bem caonUdas e oom bastante pessoal o dirigid por dous engenheiros bastante pra-
ico3 e oonheeidos.
MANDAM vir da Europa e -sncarregam-go da montagem de Usinas e res-
tilla^Ses, garantom eua boa qualidade e fo ooiooamento co.,io provam coa as diver-
sas qie to.n montado.
VENDEM a praso ou a dinheirooom descont e a pregoj resumidos.
Ordenaram-me que dsse um falso
testemunho, disse para comsigo o rapazi-
nho depois de ficar ssinho, e eu obedec ;
mas agora hei de resgatar-me do meu
crime ; nao torda a ser cumplice de nova
infamia.! O quarto das miss alm ; para
la entrarem ser necessario que me ma-
tera primeiro 1
E juntando a aceSo as palavras, pos-
tou-se com um gesto de resolncSo feros
diante da porta por onde vimos sahir He
va e Mary.
Mal tinham ecorrlda estas cousas, ap
parecea urna eepecie de pbantasma nava-
randa, cavalgov o peitoril da janella, e
entrou tambera na sala, onde reinavam
profundas trevas.
Permaneeea depois am oa dous segun-
dos immoval, sem duvida para se orientar,
porque pareca ter eonhecime^pto exacto
do local onde se achava, e murmurou na
lingua do paiz:
A porta deve ficar defronte de mim.
Ao mesmo lempo desprendeu do cinto
una pequenina lanterna de urta-fogo,
desmascarom-a, e dirigi na direcc&o qae
indicar* o tenue feixe luminoso.
A luz allumiou de alto a baixo o rapa-
zinbo que estava em p de encontr
porta com os bracos cruzados.
O portador da lanterna fez um gesto de
violenta sorpreza, e murmurou :
E's tu, Kazil
Sou eu, sou, Samid, responde o
rapazinho.
Que fazes ahi T
Bem vs.
Vejo, mas nao adivinho.
Guardo esta porta.
Contra mim ?
Contra todos.
Mas eu quero passar.
Nfo paasa.
_ Orem de Bowhanie.
Nao quero ebedecer.
Isso loacura.
N&o; e que nao estou "para maia
crimes.
Arreda-te, pequeo I
Ja disse que nao passas.
To na sentido.
Em que?
Atraicas os teus irmaos, bsm sabes
que os traidores morrem.
Bem ; matar-me-has...
Toma sentido, repito.
E eu repito que nao passas.
Ent&o a tu que o queres por forja.
E Samid, tirando do cinto um punhal
de delgada lamina, eaminhou direito a
Kazil.
O rapazinho nao fez o mnimo movi-
mento, mas entrou a gritar com quanta
forca tinha.
Acudam, aeudam !
NSo te calars ? ordenou Samid oom
voz surda.
Acudam I continuava o rapazinho a
gritar.
Ja que o queres, morra I '
E o hynd ferie Kazil, que soltu um
gemido surdo e cahio desfallecido.
Entretanto ouvio-se no interior do ben-
galow abrir e fechar portas, e vozes ao
mesmo tempo.
O maldito poz tudo em alarma I vo-
ciferan Samid. Vem gente, ficou mallo-
grada a astucia .... Taremos batalha,
vou dar signal, que seremos os mais
fortes.
E saltava para a varanda no momento
em que sir Jorge, de rewolver am punho,
entrara impetuosamente na sala, acom-
paahado de Eduardo e do medico e segui-
do de Stop, que trazia laza.
Ah miseravel! excla'mou Jorge.
E disparou.
Samid, com e cranio fracturado, cabio
no terraje.
Matei o malvado, continuou Jorge ;
jastica foi feita.
Neste momento tropecou Eduardo no
corpo de Kazil.
O' meu Deus I exclamou elle abai-
xando se para o corpo e conhecendo que
estava inanimado. E' um rapazito feri-
do... morto talvez.
Morto Ah I pobra bvndasinho !
disse Stop com sxpress&o dolorida. Foi
elle quem me av'.sou I Foi elle quem deu
o alarme !.....Para o punir, assassina-
ram-o 1
Jorge curvou-se tambem para Kazil e
murmurou :
E' Kazil... Est desmaiado... e
psrdeudo miito sangue... mas talvez nlo
estej mortalmente ferido. talvez possa-
mos salval-oainda... Vaja, doutor, ve-
ja. ..
E ao mesmo tempo sustinha nvs lrajos
Kazil, cuja cabeca lhe repousava no hom-
bro.
Anatole Dieadonn apressou-se em se
eonformar com os desejos de Jorge. To-
mou o pulso do rapazinho, pousou-Ihe a
mo sobre o coracio e descobrio-lhe a fe-
rida que tinha no hombro.
Mas ent&o o senbor, perguntou o
doutor, ao passo que proceda a miuciose
exame, interessa-se muito por este breg'i-
rete ?
Muito respondeu Jorge.
-- Apesar do procedimento que teve
para com o senhor Porqae emfim depoz
contra o senhor, na presenja da lord Sin-
gleton, o mais odioso falso testemunho.
Bem sei, mas que quer o senhor ?
Interesso-me por elle, apesar de tudo...
Nao est mais na minha mito 1 Diga-me
depressa, doutor, o que pansa do eslado
delle... Est vivo ou morto ?
Est apenas desmaiado ; a perda de
sangue eausoo-lhe ama pura e simples
svncope...
E o feri meato ?
E' dos mais ligeiros. Veja, a lami-
na do punhal resvalou I NSo foi offendido
nenhum orgo essencial, e as carnes v8o
unir-se e cicatrizar com extroma prompti-
do.
Para descobrir a ferida do hombro, ti-
nha Dieudonn rasgado parte do vestuario
de Kazil.
Dous ou tres fies comtado o seguravam
ainda. Um pequeo rnevimento acabou
de o rasgar, a manga cahio, deixando o
braco completamente descoberto.
Jorge, vendo aqeolle braco, estremecen,
mi grado sea, soltando surda exclama-
Dft>.
Que ? BOTguntaram ao mssmo
tempo Eduardo e o doutor.
Olhem... oxolamou o iuglrz ; ve-
jam estes caracteres imprsasos na carne, e
que formara um nomo.
O nome do Bowhaaie I dissa Eduar-
do. Conheco-o perfoilamen>e !
E' com %ffoito o nomo de Bowhanie,
proseguio Jorge. O mesmo que se lia no
punhal arrancado de cora$So de meu pai !
E este pequeo, ha poicas horas depanha
contra mim um falso testemunho Ser
elle cumplice dos assassiaos ? Sor o as-
sassino ello proprio ?
Quem sabe murmurou o medico
francs, abanando a oabeca. Neste paiz
nada me admira I Todos es dias se vem
aqui cousas mais sorprehendontes do que
iste 1
Emqaanto se troearam estas palavras,
voltou Kazil a si a poueo e pouco, e ouvio
as ultimas palavras de J-rge Malcolm, e
a reeposta de Dioudonn.
Nfco, nlo, meu amo, balbuciou elle
com voz quasi inintelligivel, nao me ac
cuse I As minhas maos estfio puras, nan-
ea derramaram angoe ; choroi sir John
Malcolm, queria-lbe muito, ajudarei a
vingal-o. Crea, lir Jorge, dir-lhe-he
PEEIDAS
i
O
O
<
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
'
TrHOOKMTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISHO
E HEMORRHOIDAS
Ilf CHAgOES
o
6.
I
g
ESIaSSLECimiO l mu
Vende-se a loja de-
nominada A FAVO-
RITA, sita ra 1..
de Marco (antigua do
Crespo) d. 25.
Quem pretender,
pode dirigir-se mes-
ma, que encontrar
com quem tratar.
Para digfrahir
urna honrosa visita s cssa it modas*
Nova Esperan jaas sroaveia ietoraa en*
cocrarSo um completo aortime&to de
objeetos de novidade e pb^ntasia recebi-
don mensalments das p. Dcipaes pravas
da Europa e America es ejaaco to voo-
didos por mcn.s de qae em cetra roal-
quur casa e com descont pt-ra s venda
por atacado oa maior do 50TOO.
Em recomo destc mc3 alguos artigee
alem de muitos vatros
FINOS E LLEGANTES
Espartiibos c os efpeciuea pa. Srta.
quet criam, novo sortinento
GRANDE NOVIDADE
Em bordados finos, cinbr- branca e
de corea e madcpolo, prejes rednzidoo
psra descont.
FINAS RENDAS
De linho verdadeiro, tgoio e seda.
ELEGANTES CAPAS
F p'llrrinas para Sras. e mocinhir.
Bonitss camisas bracera o ce ores
para Sras. para o dia e para dormir.
LEQUES
Em todo genero o que ba de melhor
am pluma, aeda, gi-xe para i choras e
mccinLa.
BOlITAS
tfectas para misas -
LINOCULOS
De madreperolp, msiiro, conro a Rucia
e tartaruga para tbeatroa e v::-geus.
ESTOJOS COMPL
Com eacovas, malas com :it:gcs para
riagena, est' jos para b->rbp.
ALW*S E BfiTR
Completo sortimero.
PEDRO ANTUNEA 4 C.
Ra Duqne de Casias 03
Vende-se
0 estabt leclropr-i ifnrm",ffc0 E;eg;B
a roa Marqn'7 de Olloia n. i.
Demarcares de ttrra
PfloengfDbeo C. C. Cario', t-nrriptorio ea
c rute da Efcal, roa lo Ri n. 13.
Criado
Precita ae dpom cr;ado tl t-^d -".a 15
laoos : a i^tar na roa iio Ctmmertio o. 44.
Em O.inda
Vende ?e excdeme res bjm de c;a', ra
Ladelra da RcIn d. i3_____________
grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marf o de 1895 em dante, cerca de
tres niilhes de ps de cafeeros semea-
do; em leroes cuojs presos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Rceife.
tudo, mas mais tarde. Agora o oce
preciso e salvar as miss.
Sal val-as I exclamou Jorge. Esto
acaso ameacadas ?
Se o senhor tarda, estfio perdidas !
Os raptores estilo cercando o b-.ngal-.iw.
Os raptores ? repetio o costo hroe
estupefacto, porque j alga va o ataque de
Samid dirigido s contra elle.
Os fiihos de Bowhanie I responde^
Bjusil i os irmfios da obra ; os matador*
de ingtezes, que nes rodeiara Estfio pe*>
to de nos, occuUam-se as trevas Acan-
tele-se, sir Jorge, acautele-se, sir Jorge,
acautele-ae !
Os matadores de inglezes! excla-
mou Jorge com expressio de selvatie*
triumpho. Achei emfim o rasto, e nio
perderei mais Eduai-do, Dieadonn, eor-
ram ao quarto de Mary e de Hera ; que
oa acompanhem, que venham para aqui I
Vfio, vfio i
O inglez o o franeez cerreram immo-
diatamsnte, seguidos de Stop.
Mal eahiram da sala, carvou-ee Jjrjt
para Eaiil, no momento en qie eate de
novo desmaiav, e murmurou-.he no en-
vido :
Ouve-me, meu filho ?
Oujo, suspirou Kazil eom ves fratt
como um spro.
Podes fallar?
Posso.
Queres responder-me ?
Interrogue-me.
Esta manhfi, om casa de lord Sin-
gleton, querido en contava comtige para
me justificar de urna aecusacio infame;
mentiste...
E' verdade.
(Cmtm*)
Ifp. do Diari, rna Duque de Caxias,
/



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EGS98ACJ8_ISTSXU INGEST_TIME 2014-05-28T00:01:56Z PACKAGE AA00011611_16461
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES