Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16458


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Full Text
AIV S O 1LXXI
Quarta-fira 11? de Abril de 1895



.
.i
BE Hj&SeSL ^iGFEIg^ BE 3?&Ki& & FILH0S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tre mezes adiantados. 8J000
Per seis mezes adiantados. 15$000
Per uro anno adiantado .... 30|000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire i
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesrao dia.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33J009
1100
1200
Telegnammas
SmiJO r.LBTK7LH 23 SZA3U
Ro de Janeiro, 15 de Abril, as
7 horas e 15 minutos da noitc (recebi-
do aa estaco s 1: horas e 48 minutos
da no; te e entregue na manha do dia sc-
g uinte).
No domingo realisou-se a rr.anifes*
ta?ao ao presidente da Repblica, pro-
movida por varias associacSes e pela As-
so:iacao Prudente de Moraes.
Os manifestantes lbram recebidos pelo
I)r. Rodrigo Octavio.
Ao jornal Noticia consta que o
Sr. Imbert, ministro francez junt> ao
governo do Br.zil, forc dispensado do
cargo, devendo retirar-se para a Europa
no primeiro vapor da Compaa ia des
Messa genes c[ue passar com aquello
c estino.
A mesma fo'.ha accrescenta que fkar
e.icarregado da legicSo o Sr. Danbi-
guy.
Presume a 1 Noticia que tal acontec-
mente liga se questSo Buette-Ei:ienne.
mas tem para si que a Franca mantera
accordo Imbert, urna vez que nelle esta-
beleceu-se que o processo das autoridades
brazileiras dependera da approvacao ou
nao pelo Congr;sso dos actos do governo
na constancia do estad? de sitio.
Foi nomecdo Acelino Jos da Costa
para o lugar de auxiar technico de se-
guida clase na commisso de r.ielho-
rarnentos do Rio de S. Francisco.
D; Montevideo telegrapham para
aqu que amanheceu nodia 15 o escudo
de Consulado brazileiro, cm Serr Lar-
go, pintado de preto com a bandeira a
meio pao, tendo sido ineficazes as pes-
quizas da polica para descobrir os auto-
res desse facto.
Tambem se dia da mesma proceden-
cia, que o general Moura dissolvera a
guarda nacional de Pelotas e do Rio
Grande.
Galileu. b:m dVpressa corHi.toriido na Univer- cenles para o transporte c *a deficiencia de es-
sida.le de l'isa coiiio uui espirito turbulento a Iradas boas para os poat09 de e ubarqiie. w
revollado contra a Biblia, nao se senta sua j Coovira recordar qua a distama entre Trium-
vonlade; e assim quo acceilou setn hesitar a j pho e Jatob de cerca de 175 lometros. Era
proposta do Senado de Vene/a, que o convidou excellent"* trabalho publicado c 1338 l-.'e o se-
para regir, durante sei* annos, utua cadeira de guite sobre e8e municipio Situada na Ierra
maiheniaiica na Universidade de Padua.
Dedicou se ao Irabalho cora urna energa in
quebrantaT-sl, e quasi que sem descanso. Dipois
de ler inventado o thetmometru, ero 1631, ob-
servava urna nova estrella; em lt03, dutava a
humanidade com o telescopio, esse instrumento
pro lidioso, a que Miehelel tau acertadaineute
chamuu o microscopio do infinito.
Tent ouviio dizer que um hollandex linha
coasejjuUo, por meio de uns vi Iros combina-
dos, distinguir objectos collocados a urna gran-
de distancia, dicidio-se logo a verificar esse
faci. Ora, para ello, procurar era acfiar. D'ahi
a pouco" collocava elle o primeiro oeulo astron-
mico na torre de 3. Marcos, com grande applau-
so do povo ; mas nao era a suaambico de mol-
de a conteniar-se com contemplar de longe 03
oavios que' vogavam n.ira as liguas ; s o co
que cunsiiluia o veruadeiro campo digno das
Mi! explrameos.
Nao letn iLuito terapoque Galileu assestasse
o instruitento por elle inventado uos esp.cos
eelestei: npparatta-lbo onlao a immensidade
des mundos. O astrnomo dirigi o telescopio
para a La. e reconheceu logo quaato erara fal-
sas as ideas admittidas sobre a espjri lada per-
feda d.is corpos celestes sobre a pretendida
propriedade que se llie altribuia, de s-Tern lu-
mia sos de per si. Vio que a superficie do nos-
so satsllite era irregular e accidentada, irri.a la
de nion'anhas corladas di valles profundos
Dirigi o sea olli^r pira*as nebulosas para a via
lctea, e vio que erara formadas por myriaies
de ion, por urna poeira de estrellas, segundo a
bella expresso do seu contemporneo, o poeta
Milln.
Examinou o planeta Jpiter e descobrio as
quatro estrellas que formara esle svstema. A
sua profunda inluieao fez-loe iniii.eJialamente
coinprelimider que aquellas estre.las arara para
Jpiter o qae a Las para a Terra.-que erara
atetilles. Oliserv. u o sol, e (oi o pioteiro que
d.scobrio manchas, argumento fornilave
conira a pretendida locorrnptilnlidade da. cor-
pos Celestes.
(Conuiui).
PABTE OFFICIAL
Coverao da E ciaiti'tiitvt
hiwk.iii
PALACIO DO GOV-ERKO DO ESTADO DE
PRX.VMliL'CO, 13DEA15RILDE 1895
Srs. Siembros do Congrcsso Legislativo.
Mais de um vez tem o legislador pernambu-
cano instituida premios e outros raaios de ani-
ma^ao :i >grsoltara (tesis lisiado. Conheceis
OS exeelleutes esuliados qua era reln(>j la
voura da canni tem dado os auxilios orza-
nmaco de Bsinas e engenbo cenlraes segundo
o rgimen dos ec. de 15 de Ou'ubro de 1833
c sub cqu'Mit'-s. O exclusivismo na cultura
d'uquella preciosa gramnea, qm tem in raepo-
lisado giandissiiiia parte de nos.-a aclividade
agrcola, poder segundi\ facilm;nle se previ, e
censuante aos ensinamentos que j a experien-
cia nos tem proporcionad >, acarreiar os raaio
res prejuizos nem s para o E-Id 1 1 como para
os particulare* que lem empregado os seus ca-
pitaes na expl -raco dos poductos saccharinos
., ,, 1-1 i E'sabido que nos mercados de assucar a
ISosabbadD passaco ,alguns meni- lnn5!ia p0icao et ,nUll0 longe de possuir t|
miadMib hahtirio Hn vanlag ms que tem os productores do caf, os
' quaes nao encontrara rivaes de grande valor na
nos, as prox
Dr. Torres CotMm, queimaram um ju-
da : e desse incendio desprendeido-se
uira fagulha, foi cahir no vestido deD.
Julia Cotrim, espasa daquclle medico, e
nc mesmo vestido ateou-seo fogo, quei-
maodo a desdlosa
horrivel.
A pezar de todos os
gados no tratamento
sen hora de modo
cuidados empre-
das queimaduras'
su:cumbio a infeliz D.Julia ao escure-
ce: daquelle dia.
-- Em virtudc de accumulagao degaz
r.c aposento do chele do servico ;xter-
Ccmpaniia de Gaz, que 6 na pro-
rica, dtu-se ahi explosao e in-
onseculivo. sem maiores coasc-
qtenc
Hojve ferimentos em cinco pessoas,
mas todos leves.
O fogo fui aba fado pelos proprio:; em-
pegados.
no ....
pri 1 I
ce id i
ra
L\STRUCCAOPOPUi..AK
os mm DA SCIEEA
POR
Gasino Ti 'sandier
c-iPh;lo iv
A DESCOBERTA DO SYSTEM.V DO
MUNDO
(1AL1LEUKtPLERTYCHO-BRA-IE
(Vtntin\.acioj
Cluiado psla lo;;ica segura dos factos, reco-
nheceu nenhum valor dis pretendidas la s do
morirneclo, adrailtidas na U&iver?idade. O su
espirito amadurecia assirr. nu exercicio ealu'aj
0*0 I vre exarue doj fnctoj; o esludo rio movl-
mei.lo dos corpos levou-o a at entar na marcha
dos. corpos celeste?, e a dirigir os seus ulhares
la o dio Era o primeiro passo dado para a
ora, c era ao mesmo tirapo o primeiro passo
DO tamitibo da des^raca.
Galileu examino 1 coinclelidaattencao o dous
yst'una rivaes de astronom a : o de Ptolomeu,
e*om a IM cotnpiici cao da ciclos e de circuios
exojntros, e o ce Coperoico, que, pela sua
smpl.cidade e gra ide alcamce, fatia proslitos
l os maii srioi obie-vadores.
concurrencia Com outros palies exportadores
desse genero. O mesmo nao se d em o nosso
agricultor cojo esforz.*, por maiores que se-
jntn, aiinullam-se umitas resal em consequencia
de crises frequenles motivadas pela competen-
cia da beterraba e da propria canna ha mais
lempo cultivada por processos aperf.-igodos
em paizes mais prximos dos grandes Centros
consumidores.
Java, o .dexico, Cevlao, America Central,
Hait, Porto Rico, India, Venesuel i, L'b**r a
etc., nio fazem ao caf brasileiro a CaMicarrrtl-
cia qne em relacS) 80 asquear dilficilmnite sup-
porlainos nos mercados eslrangeiros em compe-
tencia com a belerrba largamente explorada
na Europa, e com as fabricase usinas de Cuba
e AMillias,_lteunao, Mauricia, Guvannnas, Ve-
nesuela e Nova (jranada, Luislana eoulros.
Bastar recordar que a produegio do asiBCar
de beterrbi em ISt-OS foi em tjneladas me-
incas de 3,335 000 ua Allemanha, Austria,
Franca, Russia, Blgica e outros paiz^s eu-ro-
peus ; no mesmo anuo a produegao do asucur
de canna foi a 2,775 00D toneladas, das quaes
200:000 do Brazil, 920:000 de Cuba, 430 000 de
Java, 250 00) la* lirias Philipinas, 190,003 de
Lui/.anna, 12;,0X)das Ilhas Somdwicb, 110030
de Dernerava e oresti distribuido pelo Pei,
Ei-'.vpto. Maurily, Reuniao. Porto Ric, Guadelup
e mais anlilhas.
Na rollegao das leis provinciaes da Pernam-
buco e nos annaes de sua Assembla enconlra-
-e mais de urna tentativa para animar outras
culiuras ini'iadas n'este lisiado.
Assim e que premios fo rara mandados conce-
der aos agricultores do caf, cacu, trigo, fumo
e lili (L:i n. 1459 de 9 se Junho de 18T90
Nao 6 que nos f .tem te'ras proprias a essas
cu'iuras : os ensaios feilos era varios pontos
1I0 lisiado lm dado oa melhores re.iullados.
Ahi calSi. alm de outros, a serra do Triumpho
cujo ponto culminante atlinge a 1027 metros
de aitituie, serra do Qroroh a 1020, Cimbres
a 933, Brejo a 1,223, Garanhuns a 845 etc.
Segundo veris do quadro junto, que o re-
soltado das resposias ao qucstkmrio que den-
gi al autoridades locaes era todos os munici-
pio 1, vie sendo iniciada era muitosdelles com
oplimos resultados a plantacao e explorago do
caf. Para queessa cultura tenha o incremento
|U 1 lano convir nossa riquesa faz-se mister
qoe venhaes era auxilio d'aquelles agricultores,
principilmenle nos longinguus municipios do
al'o serlo, e entra esses, Triumpho que segn*]
lo consia daqoellas inforraagOes produzj cer-
ca iie 3 003.000 de kiloera.iimas da preciosa
rjliiace.', ou tajea 10.000 saceos de 75 k lo-
graramas.
Aim do esltraulo cons'ante de premios e de
auxilios materiaes mportaco de apparelhos
aperfeignulis que melhor preparen! o Caf, de
modo a que este possa competir com o qua ap
parece no nosso mercado e nos eslrangeiro?,
repulo p'Ofideoca de salularss effeltos a or-
ganiag8o de ura servigo de traosporle que pro-
porcione nfio s freles mais commodos mas
anda que d a certeza de nao se inierrompe-
rem as communicages entre Triumpho e cutos
pontos do vaile do Pajsh, e as eslagOos da
ferro-via entre Jatoba e Piraoliaa. O [rete
excessivo, diz o Conselho un'cipal de Triumpho
regulando 3$000 de cada 15 kilo al a Capital,
sendo a viagera frequenles ente feta ssgundo
o itinerario da villa da Princeza e Lngoa do
Monteir 1 (Parahjba) por Ltmoeiro a Recife, ou-
ira Tezes paraGravati (Estrada de ferro Cen-
tral), e raras vezes para Garantios, com o
percurso total de cerca de 500 kilmetros ;
mais encarece ene fres a falla dtanimaet ta$-
de Baixa-Verde, o clima dessa villa e ceus ar-
redores fri e salubre, e o terreno e:n ioda
a trra de urna uberda le prodigiosa ; a cul-
tura do caf, tem ali lomado grande desenvol-
vimento, sendo tambem considerav I a pro-
duegao do railho e outros cercaes, feijao o le-
gumes, pelo que considerada o celleiro dos
habitantes daquella zona. 1ro luz pertetta
mente a linhaga, a cavada e o Irigo, o que est
reron"PCido por experiencias fallas desde...
1812 pelo c.'ipnchinbo Fre Angelo Mauricio
de Nize e uiliraaraenle por diversas pessoas.
As providencias que irailu.i em arligos do
projecto ora subrneitido A vossa apreciagao, pa-
rece-me capazes de melhorar o rao ?erigo de
transporte que moilva as observagOis das auto-
ridades de Baixa-Verde, eonlribuindo para fa-
cilitar a organisago de ura servigo recular de
conduegao de mercadorias, o Estado lera facili-
tado sabida segura e a pregos menos exagera-
dos para os producios nossa zona longinqua c
por deraais descurada dos podens. pblicos. De
urn lado a organisago de IropilMi de muars,
era numero sutBciente exportagao e iuiporia
g a fazem se por Jatob para Uaixa-Verde e
Pajeh em viag-ras regulares e frequemes e se-
gundo tarifa mdica; de ootr > lado o inihora-
raento no ervigo feito pelo Rio s. Francisco,
entre Petrolina, B61-Vista, Cabrob e Jatob,
por meio de embarcages que alem de insufti-
cienles, cobrara hoja precos exagerados; farSo
com que esses pollos desde que tal -ervigo es-
teja convenientemente orgamsada, sej-nn mais
frequeiileraenle procura los pelos negociantes,
creadores e a agricultores d'.iqucdla regifto e de
Salguiiro, Granito e Ouncury. Do |i ir cora
essas me di las bera de ver qo< se nao poder
dispensar, pa a qua ellas produsnn to 10 o be-
n'flcio resultad) de que me par cem suscepti-
vis, cu la losa conservago das estradas de ro
.lagein seno construego de inaior par e enlre
aquelles porlos e as sedes dos municipios no
interior do alto serta".
Assim animados c auxiliados os nossos labo-
riosos .conterrneos podeao eniregar-se ci^m
fundadas esperanzas de rasoav 13 lucros ex-
ploragao de numeres as fofltea de riquesa at
hoje despresadas ou apenas visitadas em mal
seguros ensaios. a inauguragao da Escola In-
dustrial r'rei Caneca, a fazer-se por lodo o
prximo inez vira completar esse plano pro-
porcionando instrugQes e exc.laiecimentos que
inulto anunaro e muilo m;.i productivos
tornaro trabalhos al hoje esttrilisados n'uiu
af ni que a rotma e a ignora! ca inuttlisam-
Nio faltar, dentro em pouco, si realisarem-se
as fundadas esperangas que aqu.la Escola des-
perla, opportunidado para animar e auxilia: ou
lias cultu as e i itelligentes entativas que te-
nhara por objectivo a vnhi, o 'Inho, o trigo, o
fum-j e a codvmilha deque ha noticias ti lenguas
como existindo era grande copia nos cactw que
em 1&0 vastas exienses se. encontrara desde
Grava e Caruar al o serian, o an;l > as for-
ragens de que depende, mxime as seccas que
t era flagellar este Estado, o futuro da erisefto,
e finalmente no aoerfeigaininlo e desenvolv-
ra nto da cultu a do algodo.
Preocrupando-me r.ora o justo di sejo de t?r
o nosso Estado engrandecido peii prosptTidaJ j
que urna jnlelligente explorago das riquezas
nainraes proporcionar, rio da vossa compelen
cia e dos vossos bjos desejos que, aquilatando
pelo que vale a modesta proposta que ora vos
dirijo, nao deixareis, pelas lacgnas e fallas qu:
no lardes, de providenciar legislando como se
faz mis er.
Ao terminar fago volos para que dentro em
poucos possamjs dizer em Peru.imburo as se-
guales animadoras palavras qoe ao Coogresso
Legislativo dirigi o honrado Sr. Dr. Governa-
do da Babia em sua Hensagem de 1191, refe-
rindo-se ao accressnno as rea las pul) icas :
> Este surprehendunte resultado, convem as-
- signalar, devido melhora das es a(03i e
ao incrementa que vo tendo Maerta laoonras,
particularmente a do caf, cuj produeco no
nnno indo foi de mats de ouctnios mil saceos,
t.- 1 o quadruplo dos annos anteriores.
1 o'iciuirei lembrando-vos que esse genero
xado em \i |. n'aquello Balado, bera como o
cacao, e 14 *|0 o tumo, ao passo que mal pode-
reinos laxar em 7 ,| o nosso principal genero
de exporlajao.
Saude e Fraternidade,
Alexandre Jos Barbosa Lima.
MUNICIPIOS QUE PRODUZEM CAF
refere o Decreto de 15 de Outubro de 1893 no
leven lo esses auxilios exceder ao total de
290:0338000. *
8 3' O agricultores assim auxiliados se obri-
gai'i) a beneficiar medanle lucro ra-oavel, es-
tipulado no regulamento a ser expedido pelo
gqvernador do Eslado, o caf que pira esse lini
for levado ao seu estabeleciraralo pelos peque-
nos lavradores circumvisinhos, para o qiio serlo
lavradus contractos anlogos aos de forncciraeo-
lo de cinnas s usinas de assucar.
Arl. 4.Pica o governador do Estado igual-
mente auiorisado a chamar concurrencia para
orgbnisagao de um servigo regular subvencio-
nado, mediame contracto para transporte de
mercadorias en^re Jatob (eatagao da estrada
l-i ferro desse pomo a Pirauhas) e a ci lade do
Triumpho, com escala pelas principaes villas e'., _____j .. ..
ci ladea da regiSo da Baixa Verde e Valle do iai P">priadacIo ro sert5o d esle Estada,
PajP. ,Fag o premio de 1:000*000.
1 Para esse flm a subvengo ser propor-! Arl- 6.-Fica o governador lo bH
cional ao numero de kilmetros mensalmente me"'u autorisado a chamar concurrencia'
percorridos e ao peso total de mercadorias nes- ca Para organisago de um servgo rrgelac
se prazo transportados. 1 transporte de mercadorias pelo Rio -5. ft
" 2. Esse servigo, emquanto melhor nao se enlre |Jetrolina, Boa-Vista, Cabrob e
ba de Taca ral .
pudir organisar, sei feito par almocreves em
numero determinado naquelle regulamento e
segundo a tarifa approvada pelo governo.
Arl. 5.*-Ao agricultor da Ssrra da Baixa
Art. 7. Para auxiliar as despezas raoti
pelos arligos 3.- e 5." o Estado cobrar o i!,
to de 1 (. sobre o caf exportado, leveodo.
Verde, berra Negra e regirjes adjacentes, que arrecad:go s realisar-se na Allaod-ga do
primeiro exportar por Jatoba, em um anuo,; cife quando nao o tenha siJo pelas ex,
1.003 (mil) saccas com 75 kilos de caf cada i dos municipios d'onde
urna, regularmeme proparado, com tanto que | Art. 8." Revogadaa
p.rove ter Sido todo elle colhido ora silios de trario.
cede esse gea
disposige* eas
- Ps kil. de caf
Triumpho 1 030:003 3.000 009
Bonito...... (00.003 250.000
Brejo...... 03 033 100 030
Garanhuns..... 500 093
Bom-Jardim. 500 030
Correnles..... 400 030 22.503
Tiinbiba . 300.090 ...
Victoria..... 250 000
00 000 75 030
Bom-Conselbo. . 123.000 >
Griva'. 100 003 50 090
Taquar tinga. . 100 003 80 000
100 000 30 000
Nos municipios de Nazarelh. Goyanna llara-
b, A tinho. Canhotinho, Agua P-e a, Quipap,
Palmaies, Floresta, Pau d'Alho c Pesqueira, i,a
principios do plantage3 era algn?, e recome
ea se antigu cultivo que fora abandonado.
PROPOSTA
Arl. 1.'-Nenhum mumeipo polen onerar
cora imposlos due-los ou indirectos os gneros
de produegao do Estado por qualquer forma tri-
butados por este.
Arl. 2." Ficam desde ja isentos de todo e
qualquer imposto, com que tenhatn sido onera-
dos pelos municipios, o caf e ca u.
- l." Fica prohibido s municipalidades lan-
gar imposlos sobre a plantagao, a produegao, a
exportagao e a venda as taires, desses ge-
nero.
g 2- De lodos os imposlos que sobre o caf e
o cacau flgurem nos orgamentos munleipaes fi-
cam tambem exonerados os agricultores que se
dao ao cultivo dessas plantas e os marcadores
que as vendeto lanto as feiras como para ex-
portagSn.
Ar!. 3.Fica o governador do Estado auio-
risado a pagar o premio de 1:0308000 a ledo
agricultor que provar possuir dci ral cofaeiros
tiuctiiic mdo ou oito rail cafeeiro as meeuw-s
condiges.
1. Ao agricultor que provar possu.r e cul-
tivar cem mil caf-eiros fructificando auxiliar e
Estado pagando iodos os direitos de importatao
e adiantanlo, como emprestmo sob penhor
agrcola, a metade da quantia calculada em
ouro em que importarem os marinismos ne-
cessarlos ao preparo do cal para exporta-
gao.
2** Para realisag&o dease auxilio ca o go-
vernador do Estado nntorisado a cmlttir apoli1-
ces de 7 *|( as coadigOes d'jquellas a qi H
}
ELATORIO apresontado aoExm.Dr. Go-
vernador do Estado pelo Dr. RodoJ-
pho Galvio, Secretario dos
cios da Industria.
Sf. Governador.
XctfO-
O acto croando as Secretarias de Estado,
em Per-Bambuco, tem a data de 14 de Novembro de
181)4.
Quatro mezes e alguns dias constituem um
espado de tompo muito limitadu para que ou possa
apresentar um relatorio completo o minucioso de
todos os ossorvicos adstritos Secretaria da In-
dustria ; devendo notar-so quo, durante quasi
dous annos, nenhuma exposicao so fez da marcha
dos trabalhos, nos diversos ramos administrativo.
Sirva esta oxp]cacao do advertencia aos quo
tivorem de ter este breve conjuncto de informa-
coes, incompletas, em sua maior paite, pela ausen-
cia de dados quo somento o Thosouro poder com
vagar fornecer, to intimamemte identificados
com aquella ropartico andram at aqui certos
aorviQos, que hoje estao a cargo desta Secretara ;
principalmente no departamento das obras publi-
case no que diz espoito abertura de crditos
supplementaros o extraordinarios para supprir a
insulioiencia das exiguas verbas consignadas no
estreito ornamento vigente, quo o mesmo de
1893, j em segunda prorogacio, quando certo
que novas ramos de servico tem sido creados, e
outros j existentes desenvolvidos, do accordo
com as exigencias da administraco publica.
SDbre a marcha dos servigos anteriormente
erea^ao da Secretaria e quando corriam elles sem
a actual discriminaco, quasi nada posso adiantar
ao que vem exposto nos relatorios que vio anne-
xos a este.
Assim, terei de oceupar-me do preferencia e
o mais detdamonte de algun3 assumptos quo por
emquanto constituoms outros tanUs dtsiderata
quo convem possain sor traduzidos em factos,
afim de que melhor utilisados sejaius em beneficio
da commuuhao social os roaursos de quo dtsp5e o
Estado cuja vida tem sido dillicil n'este periodo ini-
cial do organisacao por motivos quo nao me cabo
aqui eapeciicar.mas quo nao podiara de occorrerem
tul emergencia e com os quaos dever-se-hia con-
tar de ante-mo, sem que todava so podesso op-
por um remedio previo capa/, de evitar as dilficul-
dades ulteriores.
AGRICULTURA
D'entro os problemas mais em evidencia li-
gando-se vida econmica do Estado salienta-so
o quo entonele de perto com os auxilios de que ne-
cossita a lavoura em geral, especialmente a da
canna do assucar, que a nossa principal fonto
do receita. .
Nos tempos coloniaes, ern Pernambuco a cul-
tura da canna j *inha um tal desenvolvimiento, que
s a Babia sobrepujoudurante algum tempoa nossa
exportacao de assucar.
Tamanho impulso tomou, porm, a lavoura da
canna entro nos que hoje Pernambuco o maior
productor do assucar em toda a Uuiao, calculn-
dole a sua produegao animal am cerca de.......
150:000,00) de kilogrammos, ao passo que a Baha
tem quasi abandonado esse genero do cultura.
Entretanto se o consumo do to estimada sub-
stancia alimentar augmonta oin porporcoes nota-
veis, por outro lado, em vari >s pontos do globo,
a sua produegao se faz cada da em escala maior ;
de modo que n'essa concurrencia universal esteye
a nossa preeiosa gramnea quasi a suecumbir,
quanck) em outros lugares os procassos do cultura
e de extraccao, atttngindo ao mximo do aperft-
coamonto, collocaram plantas como a beterra'
em condiges de competir vantajosamonte com
canna.
Estas e outras causas de ordem econmica
croaram urna situago to precaria para o cultivo
da canna quo vimos a clasrse agrcola de Pernambu-
co, outr'o*-atao prospera e abastada, cair na mais
aflicliva penuria.
Foi nesso periodo agudissimo da cnse quo os
poderos pblicos julgaram opportuno intervir,
correndo em auxilio dos plantadores, que nap ti-
nbam meios, nem recursos para introduzr aper-
feigoamentos indispen'sa,veis em seils anachroni-
cos maohinismos, quo des manetra algum* popiam
competir com os modernos apparelhos ja instala-
dos na maior parto dos paizes assucareiros.
O Decreto de 15 de Outubro de 1890, ex-
pedido polo Baro de Lucena quando Governador
d'este Estado, bem como o de 31 de Janeiro de
1891 do Dosombargador Corroa da Silva e mais as
leis n. 25 do 1 de Dezembro do 1891 e n 32 de 10 do
Dezembro do mesmo anno, promulgadas pelo pn-
molro Congresso Legislativo do Estado, abriram
urna nova era de prosperidad lavoura da canna
em Pernambuco, trazendo um grande desafgo
aos plantadores, quo em quasi sua totalidide,
vianvse impossibilitados de refornlar os macninis-
mos de seus ongenhos, os quaes sobro fabncarom
ra produoto inferior, com o defeituoso processo
de extraegao, nao tiravam da canna urna grande
parie de assucar, que era queimada juntamente
com o bagago, ou inutilisada com os residuos, por
defeitoe de outra ordem.
A' sombra protectora d esses decretos e leis
aue habilitavam o Governo a auxiliar com ......
SoO-0031000 em aqolioas ao par e ao juro 7 % ao
auno, e mediante certas condige3 pouco onero-
sas os que quizessosn montar em suas trras app*-
relhoa aporfaicoados para o fabnes de assucar,
muitas usinas se levantaram em varios municipios
com melhr ejito.
^a
a
J lita
De par com o dosonvolvimento do taes es-
taboleciinentos, quo comecavam a apresentar urna
maior produeco do assucar de superior quaiidade
hoje mais valorisado no nosso proprio merca*
do que o fabricado polos volhos processos nos aa-
tigos apparelhos, cresceram progresivamente as
rendas publicas que so tem mantido em um grao di
prosperidado nunca anteriormenteattingido.
Nao menor impulso tevo a produegao do alcor
fabricado as distillages annexas a cada urat
d'ossas usinas, de modo a avultar consideravei-
mente nos quadros da nossa exportagao, ond.; att
pouco tempo nao figurava um tal producto.
Som fallarmos as diversas usinas quo so le-
vantaram iudepondenle de qualqner auxilio de
Estado e exceptuando tambem a que xito na
Colonia Isabel hojo Colonia Industrial Frei Caneca O
mais as que deixou a companhia ingleza 'Ifu Ce*
tral Sitqar Factories of Brazil q a Tiutna explorada
pola Aort/ Braziliau Silgar factories, tiveram sub-
vengo do Estado, mas d'ella ja se libortaram ac
seguntes : iodo Alfredo em Goyanna ; /j de Mai
em Palmares ; Santa PhilonUh na Escada ; Estrel-
liana e Pedrosr, em Gamelleira ; Beltrdo ein Olinda.
Confinuam a gosarda subvengo do Estad
as usinas Irapic/te em Scrinbaem : Carassi em Bar-
reiros; Bamburral em Amaragy ; Cocl/to em Igua-
rass ; Bandeira, Guerra, Salgado, em Ipojuca Ca-
cJioeira Lisa, em, Gamelleira ; Correia da Silva, en*.
Palmares ; Maria das Mercs, no Cabo ; Lnstosa ent
Quipap.
ltimamente foi concedida Caxang, em Ga-
melleira, havendo tambera urna outra cjnccssie
condicional e dependente da apresentagao do cer-
tos documentos, para urna usina de fabricar alcoot
o turbinar assucar, no Municipio da Victoria.
Ha tambem em informaces no Tbezouro e
n'esta Secretaria cinco pedidos de subvengo para
outras tantas usinas, em varios municipios.
Das usinas enumeradas cima, o quo sao au-
xiliadas oelo Estado, deixaram do satisfazer ene
dia os sena compromissos apenas as seguintes
Coel/10, Lustoza, Guerra e Correia da Silva, talvez por
m adm nistrago ; estando entretanto o debito ds
Thezouro sulficientemonto garantido, de maneira
a ser liquidado em tempo opportuno, sem prejuizc
para a fazenda.
A conclusao a tirar do que ica exporto que
os auxilios s usinas tm dado bous resultad',
sob o duplo ponto de vista do augmento das ren-
das publicas o dos progressjs que tem feito t
fabricago do assucar e do alcool.
Ao governo, portante, ost indicado o can-
nho a seguir, nao devendo recuar e antes orm
guindo mais confiante na senda trac.ada pelo bari
de Lucena o seus seguidores.
Pens mesmo que conveniente augmentar i
subvengo actual, que pela enorme dopreciagao
nossa moeda est hoje quom do custo real dut
apparelhos indispensaveis ao estabclecimento t
urna usina da capacidade exigida pelos decrete*
citados.
Considero igualmente de vantagem que haja
um ou mais peritos incumbidos do dar parecec
sobrs o valor agrcola o outros predicados dos te'-
renos de urna propriedade cm quo se quaira cstabe-
lecer usina com o auxilio do Estado.
Os omprogados do Thesouro, por mais louv*-
veis que sejain as suas intenges, nem tem cunhe-
ciment proprio dos terrenos, visto que lt no vio
examinal-os, e nem, quando informassein por ven-
tura devisa, poderam as suas opinies er um ca-
rcter absoluto de corteza, urna vez que a esses
funecionarios faltara as noges technicas indis-
pensaveis para julgar com seguranca
D'ahi vem o facto de s vezes emttirem elles
pareceres menos conformes com a realidade, em
prejuizo das partes; podendo succeder que em
alguma occasio a projudicada seja a fazenda es-
tadual
Acceito esse alvitre, me parece que ha lugar
para a modificaco dos tramites a seguir para II
concessjes.cujo processo ai nda se faz como outr'ora
quando nao exista a Secretaria da Industria : qu*
deve ter pessoal idneo e deve ser competente
para conhecer do valor, capacidade e mais requi-
sitos de urna propriedade rural; c nem justo que
os seus pareceres sobre este assumpto possam valer
menos, ou fiquem sotopostos aos do Thesouro, cuja
audiencia ma especie dever limitar-se a verificar
se o contracto est de accordo com a letra do de-
creto de concesso e com os decretos authorisand*
a subvengo, na occas.o era que n'aquella ropar-
tico tiver de ser registrado o mesmo contracto.
Para maior garanta do Estado necessaria a
nomeaco de fiscaes, pagos pelas usinas, que acom-
panhem a construego das inesmas e ni ais tarde
sigam a marcha dos trabalhos quor de campa
quer de fabrica.o.
Esses fiscaes devero tambem intervir as di-
vergencias entre os fornecedores o os douoa de
usinas, sempre que a sua intervenga for s >Irilada
por qualquer das partes interossidas
Si em materia de ibricaco temos f n
progresso, apresentando um producto mais aper-
feifoado e tirando maior porcontagem d assnmr
contido no caldo da canna, o systema do | 1 ntaga
contina a sor o mesmo, nao se notando .svana-
eons que todos esperavam da divisa. do ir. mino,
que vinha separar a agriculturo propnamente dita
da fabricago, dando ao plantador ao to.npo para
concentrar toda a sua aovidade no aperfoicoa-
mento da cultura.
Continuamem usos mesmos pr.coss>s pri-
mitivos e rotineiros, o constituem una c\_epcaa
entre nos alguns poucos agricultores de espirite
adiantado que empivgam en suas j.hntage








X? torio le Pevnamtoiieo Qiiarta-felra ,1M de Abril de 1995
instruir. 3ntos. ara.arios inelhorados e adoptados
nos paiei do cultura mais esmerada.
Ma 3 raros anda silo os que entendom um
piuco lita chimica agrcola para por era pratica
pr icoss .s mais racionaos que levm urna boa
escolha das sementes, ao amanho conveniente, ao
adobo o irrigaco artificial de suas lavras.
A -inravonco do Estado, que permittio a
general!sagao do appareliios aptrfeijoados e de
grande capasidade, troupe, implicitaraento a se-
para?o dos trabalhos do cultura dos de fabri-
cacao, facto que so amela nao nos deu, como ja
vimos, una cultura mais aporfeigoada, todava
servio para quo us agricultores quo moem as suas
cannas uas fabricas centries podessem plantar em
mais vasta escala do que no tempo em que elles
mesmos se oocupavam da fabricagao ; a situago
melhorou, portanto, por osse lado.
Os meios de transporto quo ha algn "annos
atrs eram escassas, estao hoje incomparavolmente
mais desenvolvidos, ja porque as diversas estradas
do forro ?ster..d9iam as suas linhas a pontos onde a
poucosannos nao obegavam, j porque os cami-
nhos do torro agrcolas AS usinas vio tor, uns aos
ambarca louos eoutros entroncara comas gran-
:los linhas queso dirigein esta Capital.
os iilti.os annos o governo te as companhias
do estrada de forro tm i'oito reducg5es notaveis
ais tarifas; e si anda ha necossidado de baixar
mais os fretes, todava nao sao elles to elevados
quo nao sejam supportadospor urna sacca de assu-
car expedida, por exemplo, do Quipapa para a
Capital, onde pode ser vendida com lucros para o
;.eu producto::, mesmo estando o mercado pauco
animado.
Quanto questo do bragos, julga-a muito
mais ser .a e no caso de attrahir a aitengao do
Governo, quo devo occi.par-so desde j com o
probloma, sob pena de ver invalidados todos os
esforfos 3 auxilios emponhados quor pelo Estado,
quor peL s particulares em favor da lavoura da
caima, cajos progressjs, nos ultimes cinco annos,
sao visiveis, conforme expuz cima.
E' geral a fundada a queixa dos agricultores
contra a falta do bragos, mesmo com os salarios
relativamente elo vados qus estao sondo pago3 de
tros anuos pa;."a c.
Entretanto este anno urna grande parto das
;afras lie ir r..o campo ea colheita da outra parte
est se :'aze."do multo irregularmente e fora de
tenipa- qaand:> a p^rcontagem do assucar menor
e ouando j oomeca a estacao das chuvas, que
o..i') iraci.m positivamente a moagoni, tudo isso
a falta do tra'oalhaduros.
Nao ha duvida que os bragos nacionaes bem
aproveitados e melhor dirigidos bastariain, o sao
esses os 1 raba linderos quo mais convm ao gene-
ro de cullura de quo tratamos; mas, com tal gente
mal so conta, desdo quo a uberdade d'esta trra
prodigiosa e os njssos costumos autborizam em
parto a vadiagem ; porque aqui o individuo que
nao quer trabalhur encentra os elementos indis-
pensaveis para manter-se, sem grande esforgo nos
Bosques e rios, quando nao prefereir buscal-os as
lavouras alhoias, cun a quasi certeza da injpuni-
dade.
E' portanto, fra de contestaco qUe> as
actuaos circumstancias nao se pode obter "entre
nacionaes o numero preciso de trabalhadores ; e
como a permanecor este estado de cousas sero
inevitaveis a ruina da lavoura e o consequente de-
crescimonto das rondas publicas, claro est que
devenios procurar fra do paiz es braijos do que
procisamos; e u^ra isso imprescindivel a aegao
do governo, quo peder agir com vantagens de
que nao dispoe a iniciativa particular, quo s tar-
aiamento se faz sentir entre nos.
Nao se panse que venho propor um apparato-
so quento intil servico do .immigncao, com o
luxo de urna repartigo atopetada do numeroso
pessoal, devendo sair das hostos oleitoraes e apto,
somente para retirar do Thesouro os honorarios
que lbo forem marcados; nada de seaielhante ;
mesmo porquo nao so trata propriamente do colo-
nisago o sim de introduego de trabalhadores,
que tero de contractar os seusservigos por tempo
limitado com os agricultores quo de taes servigos
precisarem o d'ollesso quizerom utilisar.
Isto de colonisacao em Pernambuco, c.;mo o
Governo Federal o ontondh, nenhum resultado
pratijo deu, como est na consciencia de todos
quo resonciaram a maneira como foi relalhadaa
Colonia Suasswia, no Municipio de Jaboato, entre
capitalistas d'esta praga, cabondo os lotes a magis-
trados, negociantes o pes as abastadas, e nunca
a colonos nacionaos ou estrangeiros que com
os seus proprios brag -s e recursos fossom explorar
as trras.
Nao precisamente d'isto que so ooaa as
actuaes circuinstmcias, o nao c >uve n atirahir a
esmo para Pornambuco individuos do todas as
procedencias, inaptos para o trabilho rude earduo
da nossa lavoura o som as indispensaveis con li-
gues de resistoncia pirasupport ir as inclemencias
climatricas, duranto o perio !o que precedo a
complota adaptago ao nossa meio.
Como n > caso de nos prestir ptimos servigos
lombrarei %s bjns e iiiorlgat'.Llois ca nponezos dos
archipelages dos Aceros e das ('anarias o mesmo
os portuguoz?s o hosp.inh >os do continente, (estos
ltimos ila provincia da Gillz'i)uJ r.os podem
chocar aqu sem grandes dispendios, tendo'a van-
tagem do ao po lorem incorporar fcil nonto nossa
populaco, que tendo as meamos origen, suppor-
tarem inconveniente ethnici e soui sobresaltos
socia'S, u na tal assiniilac.i i,
Tambom so tc:n apona l para a nossa lavoura, os iiabitantes das Antilbas,
por isso mesm) que ostao ail'jios ao clima o ao
genoro do cuUura perfoita.nonto idnticos aos do
1' rnambuco ; mas nao possa alfirmar que por l
exista superabundancia de bragos em condigoos
do procurar fra do paiz una collocago : urna
quest&o a examinar, e convin agital-a desdo ja.
(Continna.)
DESPACIOS I'A SliCRKTAKIA DA JUSTigA,
BOCIOS IXTERIRES E IN'STRUC-
AO PUHLXA DO ESTADO DE PER-
XAM3UCO DO DA l E ABBIL DE
IS95. i
Bnpma TjI iplnaka vis;ir.l, pe lin o p:i-;
gam tiu:;i nico a servido i.) C.jrp> :: a?allarii I
os ii eoUiia I rile do .x.-po el.-. ["-Taltarta.
A mes -i;. p hn lo > [i i-r a nw d 1 m n -
tira ilo ;ip;-i!vi.o 1 !"!) oaica ;i serficj 10 2-
. I & ral 3 o leQBl
eommaa laute ii 2. Hara '- !
I
Franefaeo Celeftiflo, nca lia
Ja vii da I. Lourcns >( p UfcJu priiU) do '
veoc Beatos -0.1011" <*o Sr. Ot S 1 1 a io ta l
ili a ..vn.> ( ,;> il nr4ao ;. 11 !'.-- '.
A* ur-ui do sabdelegaa U- t* dwtriclo da
Dia-Visl, Antonio Nun-, por disturbios.
Hjiiu'iii, por voltu de i boral da larde,
rnorro-i rcpntiu .:n:iil<; i um dw Carrol da
ferro-viada Limoeiro, cutre a eslacao de Tiu-
uii c i do Brota, o estfela Jos Romo Porral-
ra de Araujo.
ajoe o inioi9:ro do reta, d od i ordeai ao i i r
postor d roSicia ::ivi -o5-i ti M ra-'n S.rjen-
lo o B trab h>- o coice;so, eata q. aooiio fa4asa-
las Si ca a i. 12 da raa Vasco G idj u&
cjtc ', i-i'iva pelj perta d mi
r-jii o ? u serivl ; >e aorta ijsp, em p^eic^
0aubtof>ga4oda frgntia lo Recife s'ndo d^ta 10 f-^ngS', qoe o parador^po h saon*o
risado u> oe
i i To -...'corrid) providaa
cadver fi.-i-,' BMMMt nara o
ihCi) i.i Sanio AmafQio.ide f*i
r. loko Hria eve;
Sa O Questor.
li Fdiipe Nrp di Silva Fka.
)0 p*ra qae o po'i a < iar, pois qae ncti depritoento buo-
l'u- icet.- e a tal vioteacia e sao dooara ex >
vician ij pelo jao aberl OMOgoven 01 re potd canos
Boicoj aos qu a' r.a-i p^roi tildo raalaafoai
fc'azrn !a a oxpo i i;fi i de o OS ;
; a qua o patte ona-
r o iiv:r dir i i
jo. i ten oto do
.i. ; in:.i.i oal, ituiliodn
trima Jiaa do liMapt-Sun, o m t i > o* en-j v,
isa 11 : v. r dire '>' ':1 'i \ Bania.
. la-
SECRETAlilA DA INDUSTRIA .'.1 DIRE-
CTORA
Inspectora Geral de Hygienc
lo ir. coiiiniisario do 4' r..i foi co f\ lerada ein COfldicpeS hv<.;i;c;n
r aabibida, a
de
rasa n.
pru| rfedade do
11 da eair >a do
rr. J.i= Jd I osla
$b a proseoc da potlea aaM resoldei -
-; S:. 'ppiiado BaardO Ab'rf sofio
so eaCado da preiiaeacia e pronoacioa asta P'-
latrae :
S .-. conuressias Ven o p'e-fc'it'O S-.
C. MuifSotfa HfS0s Si-3i-oto, chefj pu.e'ior
o r:- vi', di'i.i ice a .S. Bc'.., parean!, u lo Ihe
iiir weoegreaso como con<:ea*r.'-
rtoAde. L4;goo..-8 S. x:. rpg-
a BiQt asistir como lotoruiate. P'^
i -uperocs. Ej, cooio uidadSo Jtnttgact
ano SiStO-Oll VfXiJa a
'.a-.j; lia nttr a oair nuca ir a beu
. I ba patria, aob a vulluacta da polic
J.E.Pareoll MV 'a-i oiintiraado o cr. Joaquim f'eiro, ro ror- ** Biaba p
ao Br. Secratafio da faeaia. I tico n Horio .le Jaeobm-, para o prao de 30 to qae ae lrats*a da una rennuo pa'lida'la,
0 po (ir interino. fflll faeer-iJaaa latr na?, canal.sar agua demolir Bisa pa-itcaiar, utiJas cua-
je ameacam 'dad s, isto soado ed aduititios c:d
h >n a' a clrcoDBi/vc'o^ qua os reoaMi
;, Squeira.
NEGOCIOS
alguffia casUllHU qut
SECRETARIA DE ESTADO DOS
DA INDUSTRIA
Despachos '.'> din 15 de Abril ie 1395
Antonio
redo 1 i roa lo Bi pn ar nli-i, fregus/ia
lo R ci e, u d uta do i das
las da 'ge.-I -
n lo, !:vi [i n i andar torreo
o apparviho reliado sea icteac a da fiscalte*-
O portetro
A:chas Mifra.
jou r
'rauliado -m 10 003 o Sr. Joiquitn Boi-lporiagaateado oorto e .. i tfapa a, da iloasad
i', por lofracoao do aii. 83 do pegalam nio si J :;!'s p tUra-ar, lian* i uomao pira
,, la yea. eos f \-c. i a i aoi
e Dr com msaarto do l- dislricto Banitarlo! P' '*. a eaitaffl a ton
oSr. J EGoBCalvoe Kerrelra da Sitoa, pi ^ e-traugeir^.
lario das .a as os. 10J a lOi da roa da Pato, E'pot^cerio, faabora!, que o Sr. ministro do
para no praxo e 30 das Caoaliaar as asnas s r- rp|oo -'uffoca e offende a librrima, le.a, a picl-
- a abastecer d'agoa polaval as referidas te* Mjloao da lemoera I, que represeouda
(. tu pelos coagrasatataii p.-se i'.ei, eo aspira a cli-
l'eio Dr. consmisfarto do 3o distrtato foi ccn=i-
derala em eondvOea nygieoicaapan se habi-
DESPACHOS DO ER. SECRETARIO D
FAZENBA
De 15 dp Abril rte 1895
I'enira Uarrt.lho i C-, reclamando s< bre >
,'o de imp ni qu-' foi col-
iectado o predio u. 15 >'a ru;i do Pedro Afl
Ioforaae a Sr. r. directorgera1.
Ab;xj ss girados, pin.-iro e cnniinu^s la
Ittceb doria, pedn to i nento das qui-
tas qce toram -upi>ri: i -m [o'li BO*ii labnti
rosta em axecuc io. 1 >rinr. o Sr. Dr. director
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
[tetppchis di Ha io ie Abril de 1805
E-ti i la de Fro doRocifea Uaxang, Es-
leda de E'-rro-L'entril de Pcraaoiboeo, F.
k '.:., Eieldem E iC,O'i berme
Grjines Pin o, loet Ca aleante Carueiro. Joatma
Ave ili Cirv.l! o Va -, M Ooel '".I im*Bl no C.
de Mello, Manuel G rneiro Leao. loforiBB o Sr.
Dr. ub-airactor 11
Ann io Can i I0S1I os, Aprigto Noi-jeira Li-
riu, Jos ju"! da Silva, Tliomaz tr ano de
ouza ? i Coima de Viauj1.\p Dr.
sob director da Cootabi.idade pa-a os dav.doa
lins. ,.
il ._! 1 (a Pigue :6i Pana, Ja in'ha i.lm ;ua
d .i.iu.od-.-A' '''
francisco Avila da Maiilo.ca, eracl o Pcrei-
ra da Hora. -Iiiferma c S. Dn adiui istrador
di Uc-bMliria. |
ra Ciara Via* a. Ao purl-iro pan eotre-
eir iileivssaJ.
b
Companhia de Liouciro, Emlia Bcnicia de
Furias, Pranclse i P. Bolitreaa, Leodt'garto Pinio
deQ.^irox. lufiroaa o Sr. Dr. sub-Jieclor da
l cniabilidade.
i>i .lio & C Informo o Sr. Pr. ad-
djo strader da B cebedorta.
O protoeoliato,
Francisco Mditino Ferrtira.
lada a (asa n. :2 da ra da Y I Oojnn-
na, de propriedade do Dr. Anioni) .lodoaldo de
Sonsa.
; .-t.V, ictimadoa para no pr co Ja 30 das
mandaren! fechar a cisiuhas por inhabila-
Eu i.i poisvi roiar aos dirig3tes do oaeu
pir ido, eob a figtlaneia da po1.
Pj" mlai e t n noae d3s Dubtea Rmigos qne
iia me rodtiam. iodos bomens de urdem e de
i ii :de, declaro qui uos reliramaa
NI) ab: o cem encero a sesii; dgo-vos t
v-i q-v mertico ie S. Oot.falo, ns:8"- ccDgres.-istas : f orcea do da amaoba e
Srs.JoBgosJoda8UVNogolr8, J So Jo- "W* p:.c!m2rio da RpuDlici fortu
s Pigoenelo, Jos to Ate? do Meolopca, loa | goesa.
Uos prolongada salva de pilmss e muoi Vi-
a Repobl:ca acclbe'an as palavras lo lila*-
ir depa ia eonttttntoa po' 80 oogres-
*I*M etcaoio o reprv-eotanti da aaiorjdade
u'uua si-uajao poaro iovejav ..
Momectos depoit*, po r, a .cmmlaao cra
quim da Coa i Haia e S.lva, JoQjaim Prncisco
di Costa e :i Eira, Joanua Feliciana.
Pican os Dueamoa senhore.' snjeitoa ^ p
lidadaa da le na taita de rumprimento las in-
liinaQOes rospeclivus
Vicente Lagreca, penJ) para examinar ca-
f. -Ao Dr. aju lau'e para ex^iui ar.
Secretaria "da Inspe. loria Cera'de Hvgiene jnisadora do eoiareeso, reunida na redacfSo da
Pob ica do l lado de Pe naiiibuco, e- Ti de V.iotuaida., oode se jao'.aram tambem qjasl
Abril de ISO,.
Apolinaro A Mein fgarffW,
Secretario.
s|ue oturai 'olicsal
: 2.' -S S -SacnteEta da (Juestuia
l'Cliciul do Balado da fcrtiambuco, 16 de Atril,
r. coronel Dr. Julio de Mello l'illio, omi-
t digno secretorio da -u:t:ta e Negocios loto-
i
rornm nontem recolbub
a se,;uintc3 indivktoos:
A' a Ma.'no,
a de Olivaira e Joaquim 'erreira
.es.
V JO
Jesm da
. Iu5o da Montaatia e Itenriqua
Ba-
to iSspint J l''r'ia
. a Estrella, cono des-
ras.
A'urdem do subli.giio di freguetia de
i Vuioii o, i; ioal Jase Ferreira L a*, wm >
:o e por offenias amoral publica, e
ai.l la ant Anua, como galano.
EUROPA
rortagnl
O congre380 repebh ano e a
borla do governoRep-ejenla-
c5o tiipiomat ca por.'o^opza no
Brasd Paolic cao (a reforma
eieitoral e dis8iu;o lias c.ma-
-Oa concer.os cela nova re
formaO ox>Bop..lo dsr
pboroA An'onomia dos A,
Carlos Gaaes m L>b a
EsposiC'o de platera do Gre-
mio A-tisticoCemenario de S.
Aooro A cana do 8a ;to Pa
dre ao episcopado poiogex
CeCil RoJes e L^ureago Ma -
quejCa.'pD sxpedlciooarto pa-
ra eila possessj.
O engresco repob'l.'aoi cuj IrrwJiffc^o if-
stgni Ijipoj, t ola silo couvocq la par una con-
aa co islltui 'a ptlos S*s. Th-opolo Bi
Rudriicnes de Frcitas. iac t.lo Na. a, Bdc
owr,fdiielra ae (hrroi, Tixera B
AlveaCa rea eainla por oatros rei.roc.i ot,
tealo essa coaimi::.-4a or^an'sa io o p-atratnm*
ios'.'abalaos da 6* hs& x ge
do< do partido, cajo ponto mats importtnia e a
a eleickodjscarps dfrlfealw i i?.4j repu-
oa.
Os .,.ons!'-e3=o8 aaterior s, o altlaj d:.J qaaei
a: ei.iai;oj prime r. a d:i8 de Jnro 'e 1891
ctoQatam ti remnie s^m qaia poi cii oa
qaaesqae" oalras agentos lo s'ave no pe ta.'bis
sanes seas tabainos, da serte qiergi.a/a
pa-a o ra'ti 'O repuoli^ano o direito co-n un.
Eataadeodc- e ser.pro Ojoe a r nn s parli-
01 diversos pa~tli03 oai polla assistir
i p;li ia, o partida repablcno reooio oj
n anlerures coma mesniija-
jae t carta lasiuote re n'.a o> progr^ssls
s, oa roej: alore?, os 8 ciiletas. migt:
ia e a os aoa-cirta, m cajis i.i-'iW.i a
autoriJade ;j compares^.
Kaa acooieceOi p- n, asaia desta ve, pa;-
j todos os coogresfis'is. re.ligia coui a ae6ina-
i tara da mesaba comois-So um p.oteto. qae
termina com psps per.o'os :
Nao vao aiem da nirrago dos (actos, na
u: toipliert de e kiHcscbj, os abaixoasaL
gj'dys, qu", em ooiue da \n-, da orden pu>.l; a,
las fraolcoa lioe-aeu loa peitasoaiei, por mata
133 igeaJos qae se reja n pelo lerror doouuea
do npstes atropellos de lreiios praxea o eos
nme^, nSo comM>*uUm o proseJimeato do to-
ve no, qae rasteja iaJecorosaaaete jauta do po-
dar qne o mantera, avilando petante a conscien-
cia i'opahr e i face da Ea*opi ciw.lsala a tiis-
torla dis ccoinietis rpanda?.
O a cairo .asignados protestara, pois, em a-
ma do oio seuso a da i-avdaJe pr>.prla do?
g veraaDtf-a dess paiz, contra a loepcia do ez-
pelienle, qae uada erabir^cou, i contra a ao la-
cia da violencia, qua irrita o bro nacional, e
p-ometteo cjoitnuar latemcrauraente oo caml-
abo encelado para salvar o p oaagao radical das iistaicO-s a'jia democra-
cia sincera e p.ino lea.
E o vnt i de lado isto Hcon o governo coaven-
ciJ) de que o i ta'a a oaniia do con-
gtnjBn. lias em luto engioou-'e r.dondamen-
po'qae os coogreasistis Oaviam iloavisa-
l'.s oara oo lUljtmedlato comp^rtcerem na re-
la'jao dj Bia. hai de se procede- a eleifiBo
das co:og dingeaies do partido e com effeito,
o cooroeso hoccioooo uessa pedaejao seaa que
a polica e o governo s.;ube8':n o qae se pasu-
-. seno p>lo uppleirea o 'lajuella jornal, qae
i & Qoras da to'd 'eu coota uo qua Be patsou
A raeaa cesta ostuoida do
segmoie moJo :Preaidento, Jasa Jicin lio Na-
i en la. D-. Kdiar-to Abrea ; se-
rios, Antonio Bapiisia IVbeiro e Peio Te-
reuas; ecrotiaadores.francisoo Gnha e Alves
Corroa.
Os -abolioa comee ira a -e 11 horas da ma
oba com ca la eouearreaela e tormiuaram
as 4 Ua !j-.ih, b v-uda asmaren niis cmale
.a barmona e o ma.or a.iiia -la30 pelos ira-
balboa de organiaac&j repaOHcaoi qu vo ser
jsoeraiizados em toaos 0.1 aiatriutoa ao pila.
O resaltado la eeci das coaiJilifOsi d-
rectoras do partilj foi o aegaioi :
DirectorioDr. Ja JiI' t m Nios, advoga-
doe propne io ; D- Edoardo Aii'eo, msdiOi
e prapr.e'.a'io ; Dr.. II racio Prr*'l, medica;
D. SebiaUo de Mi Leja, jorualisU ;
Francisco Gas. noariJ supe-
rior da esmara meoicoai e Joro.lista.
Coman :-;pagaaJa0". Prancsca Tai
xeiri de Qoeiro, m dicj e propietaria; C
lio de Sooza, Felo Terenap, Telxeira Bastj
Alves CoTeia, icrnsliela?.
Commlseao aomioistratlvaB-. Loai de OU-
velra, medico e p op'ietario; D.'. Cupertioo Rl-
belro, medico; U. Martins Cardoso, niuxioaa-
rto da cambra municipal.
A Imprensa ministerial ficoa deeconce'tida
por ver qae o aflaal o coogreaso se fes aera a
tnterveocao da aotondade e sem qae esta aoa-
Oesse o qae se passava.
Foi um verdadeiro coiilho, pasiado. ao go-
verno, to ebri) ao traoilaj oo polerqua ae
acode e nao caita va con o resallada expoito.
Nao tomamos partido oo iacldent*. e fem
maior amor Mrica pyga, a.eaas relaw
mo* o uuiorrido.
Termioaado es trabalboa do coagresao, rea-
airato-so os congreseiatas-em do Datqaeie qae
se ffectuoo no resUurant Club e co qajl fo-
rem pronunciados discursos calorosissimos
contra as a.taaes io^Uiuicoes, sendo levantados
moitos (rimes, om delles c n-ag-ado o e
publica Brasilelra e ao seu presiden:e o S*. Dr.
Pradente de Maraes, faxeado o cona'estis'.a
que o levantou o elogio do marecbal Floriaoc
Pe.xoto pelos servicos qae presten 4 democa-
cia nraiilelra
O Dari do cause eiru Tnomaz Hibetro para mo: ro
ao Rio de Janeiro.
S. Exe. partir para abi, aim de asuair
o eea pesio depiomatlco, em Abril pr.ximj.
O governo euosdtos por p-issoal qovo o ac-
ta.I oa egacV) paria^aeza no Rio de Jinero ;
e tendo siio ooraeado primeiro seereiario o
Dr. Preg., asna recusa, loi sabstuoido pelo
D. O' -U*.
Foi pnoli1 ado oo Diario do Qjierno a dt-
reio promuteando a reforma tliloral'.
Pelas fpoisO s da reforma, ba reslrU'i;ao
oo dlreita amerior do solfragio, acudo o tscro-
tiolo feilo por i::la^.
O nomo ae neompatibilidade? foi reden o,
estaoelecendo a nova le o n. 114 dtpu ados
petoconiineate de 6 fe as colonia?.
O governo propaz ao rei a duaotoc/io da ca-
mara dos deputauos e ua pirie etosMn da cama
'i dea pa'e*; e o respectivo ceceto j foi ui-
b^m potlicade.
Ad eleigjs para a Cmara do3 DaoatadOA fo-
rao marcadas para Dr-zeuoro, s--u'! porlsnio
moilo provaval que a sefsio das C tea p'iac. lie
m Janeiro prox mi.
O* or^ao/, clii uosoB do gove-no declaram <;ue
o gab'.aele se apres.'otara a cmara soai mol
acaifi-f.
Pela nova reforma do CO-ttgo, os couctino
'4o clarsifl.yoos em l*, e 3* pntoaa,
Bao OOfleaJuOT de urdem os das eapHMi d
..'is.ri-uo e ouiros qne sejo aseim eiassidcado?
em virtu'e da iropa lauam da sui popnlacBo ag-
goinoiaua e do sen incrementa uustr.al un
jemmerc.al.
>o ; ooceitios de 2 orlem 03 que, nao ea-'an
anenaprabeodldoi na d..ip_-i,ao ..t-irio-, fo-
'nn .'cae .le cenia roa oo, rd>osen4e, forem
como taes cias-i8 ados, porqne ., .0- ca nos *n-
flc. nies recorsoi para cust-.-ar, ea o grvame dos municipe?, os encardo- de
eoBoelbo desta categora oa po-que a d.s:-ucia.
. ai a;--s com a s**B da
rea, ou o-.a razio ^ualmeate ponderosa
de uiiiiaaje pobllea boj lelbe esta cia-ti:.-
cSo.
Sao ejneeikoa \t 3* o-'-'m todos os eeslaote*.
As circo :ucr.pQCi-'8 aminictratiVis ea clasi-
QcagAo eos couee ho?, tapoil oo Atadas nos
tennis deste Cjdlgo. ao por ti pcideai ser o!t -
red >b.
' ia Competen -a :; Go-?rno annes^r, pvs
Csltofl aJminis'rativos, as fregoez'as qae oo
fliieoM pera astear as asaa
ssaa BBfigatoriaa a ou'.ras freguexias do
rn- amo ooncolbo que Iti- aejao coniguas e ctm
as .iiiaee tenba j mais (Haldadas, nao poden o
n-tte cso, sht dasannazada seno por le; e ao
Q mador Civil compete ordenar 3 a.-.G... |
de fregaetlu em qae naj hoaver pelos meao-
vlat-i cid a i r ust-ados com elegivtis pan
o-, cargos admiiistrn'ivos, ele.
0 Jornal do Commerco Iralando par a't > do
Ci igo administrativo. lriC* est-s nnlavras:
Elfect.Tameale, asee Ciljo adnini-lva'ivt
novisiiiioesi.< longe de ser cm afilo de a.mlui-
t-ac.i consilidada, pas, aparte o quo me^
coaiticic&j -e dispcs goe3-correales e razoaveia.
ua bietofia li D0f4 iegislajSo si poie epbe-
ii:eraaienit rt,;u'^r cm.> um ardil poltico, des-
tinado a servir de ba>e a o(>e.'iores naoobras da
1 uicladora qae o procreou.
t' >->r esto rsJ qija ni eolen lemos qae
aj ?>le peo-i discut! o as tan -basivas m<
aovcO's. oa anes re'.rog aiacoe', po.s boko
, ji.t.a e u oa aedcfiio racional, e nao
. 'i, o cammdj ritrario em qn-^ o
goveroo *e taoeaa. fo i o alto patrocinio regio,
a como acto Uo adtBdai*trsjan nao vae a pena
OrineNo, po:s que ni lia em que o acia.I e>
verno dei i alan ao teu cread r, com' elle bal
x.' u r.ru' u'aim O-q duba oDra poltica.
Uto l bi im oqje* ba a la-
meatar ama Ion'aman taimen to na pnf.licacao
de tal q ie a Btesmi assigaainra regla.
JU' i.r.;i; ar:.-o te o proma!a, como ob'a m^-
ritoru, a cu;lo r-razi tor#, Baos a inesma mlem-
nid- e, de o revoca', ca;oo nocivo atenalo.
Com esta e ouiras qu Uis t.-anslgurafiOes da
saaccao regia, goaarij certa oente os repnolloa-
nos e os ioi oio. da. Insti aiuftes. aLs, aos mo-
narebiooi ainceros e rtesamb'Oi^sos nos peraiit-
taos p-.:.2U!)ta', i-e nao caus reetaettto laau
aaa ve.- qae am gov^rua moi^r.;liico que a Ja
faltas sua-.is arrasta o prestigio da cori.
Est tamoem pabli^.ado o decetu, que se
refere ao inooopjiio dos pnospbaros.
O eooarso e abert ataoltai) de Aoril,
ficaudu-o dju|raiorio obrigado a exprepriar
as fabricas qae Wj qaeirain sjje.tar-ae ao qjvo
-^giraeo.
Parece qie o mesmo siccoJer coa ai fabri-
cas de isca.
Soo.-e es e icti o Durio litast'ala disii":
t Pu.li:ia o lami qaa ajtansa a pd
em concurso, pa?a qoem mais dar, o exclusivo
dos po.n'iuros, ienio por liase am mnimo ds
200 coutos.ou fejira rain 70 coatas' do rea t-
menlo liquidado h
Hi aogmea-o de receita.
Nio ptWe havr favor-*j, n?o pode baver com
pa >ros.-' iodo lici o, lado claro.
Pola ana jornaes atrever .m se, nveram a au-
dacia de asiauar qae ae trauva de ara arranji
de amigos t
Bajran*ra4i-': tmtaiB <^e ia?raeatr recei-
la*; prucura-'e sabir a'am regimtri em que
qaasi tu o re ia oa tis-aiisaeao, emore diioii
Esta a questaa ; esta e a origeai e a a r.ia i
d-: ser da de oe.j. Naa ba esas escaraa, n.o
na lavor -y-, naa La arranjai.
0 tTerapc, porem dlscorda desse modo de
ver, e oessas apreclacO-s ebega coacluso da
iu o rendiueota hqaida para o concesoioaano
aera de xlS:i6dO0O.
Nos leus clculos tiran elle O seeuiule :
< Z10.430099 par anno, dorante os 30 annos
d* oo iceoaao. oarreaponiera ao eno'tna- capital
ae 3.307:P36$406.
Dadnzlndo deste capila! 6J0 eaoUl Pi'Ft pa-
gam-Mro us fabricas expraprladas, licata ......
a 7o7;536i6.
Alieaaeudo, pa em. a que as f-b.-i cas expro-
pi.das leom o valor de, pelo meaos, 50 por
cea o uo preyo da exp opriac-'.o, Qca em oame-
ros reaonJos. para looro eaVwivo daraota 30
auno', a bonita omina de 3 .000 coctas! I
Hitemos de coucordar em que o governo
oa.ir em oparaedes bem comomadas. >
Foi pab-icalo um decreta am qae se esUbela-
ce a autonoma dos Agares.
SjDe-se por trlrgr^mana do archlpelago qoc
tausou g'aoao eotuusiasmo a concia das&e (ac-
.o, fejdo que ero 8. M goal ja foi adoptada o
pamluao loca', qae axal. tea 1o ao centro um
Mffo< bramo, car-ailado por 9 estrellas, rep-e
scutativas do numero das Habas da arcaipeiago-
E-ieve em Lisboa o festejado maestro ora-
soiro Cirios Gimes, qus Jl retiroa-se directa
me ale pira o Par.
Na eoselade lieDannuae ni W'.ou ao exira o
artista o acolba e as sjsipitaiaa qae Ibe eram
devi ios peisoa'raut oea o ap eca que o me-
n.o impa coma preiio aos grandes talentos.
Nj tneatro de S. Cirioi. onda ex^catau-se a
ouverlura do~Gaarauj A sata preeeuca e com
asslsieacu do grande muida tisboaense, foi e le
viciarla Jo at o pbreaasi em eatrondosa m.ai-
fesucaodeqae foi alvo.
u ministra das estrangei.-cs pedio ao cnsul
qae o aprcSiatssse ao maestro, afn de qns el
ro o recabease; e abi mesmo a apresentacao lo'
immediataioente feltai
D. Cirios, agraciando o illustra brasilelro com
a eonaoaJa de S. Tniig, demo-oa-se em af-1
feciaosa convereacao, faxendo-lbe grandes elo-
gios.
Tiuib'm a Real Acaiemia dos amadore de
mus a reallzoa am brilnaata concert em bonra
do illostre maestra.
Todos os comeros do p-o;rramma loram eje-
cutados com erdadeira mestri pelos distinctos
'madores qae conpOem a orenestra ; mas o qu6
maiores applaosos arrancn a oumerosiesi a
assisteocia qae euebia o vasto ealao, (ol a oorer-
tara da op^ra Gua'any, que teve de ser bisa-
da, e em cojo lloal o inspirado maestro, a quen
era a feata dedicada, teve a a ovajaa ruio-d e
bem merecida.
Cirio? Gomas 'g-a>ecla commovld?, e indica
va que as palmas ueviam ser dadas i orebesira,
a qoal com doas ensatas apenas interpretou com
tou a bd-lidide e ntralo a fcellisaimi eoaj-
podiguo do ma-stro eul-amencano.
Em bomeoagem a esie, e sem qae esse ca-
mero Qgarasse no prograama, levo madaue
Mires a' geailieza de cantar, com a voz lio barreo nasa e vibaote, ama aria da ope-
ra i Ivaior Roea, que o publico applaadio
vbreoeticamenie, q cuja pane Qnal teve de ser
bsala.
Na sala vla-se quiotidade enorme de eenbo-
ras da meilior sociedade, e eatre ellas nao poo-
cs formesuras.
sS. Md. aesiatiram ni tribana a todo o con-
cert.
No dia 15, abri te cox assistencia de SS-
MM a expoiicaa iiouual di pintura do Gremio
A'Uco
Se da visito qae iieaioj nao troaxemes grao*
des eolbuEasmos, nao seatimos tamben esie
desalent, ibo de ua ejmmoma da decadencia
da ;.rio nacional.
A ..-xpesicao iejte anno foqaestiooavelmente
infirior a dos oatros annos; para qae n&o o
dn^r, se realmente o sentimos I I lo, parx, de
modo algom pode sigoincar que a nossa evolu-
cao artstica eeja negativa.
A expoaicSo do Gremio, fofelirment, nao
pode ser temada, nio ple representar a nossa
poteueia srtiaiica nem na piolara, nem na es
culpiur', nem m arebitectura.
,' urna pequea pare. I.a da nossa j bem
aaoocada grauaeza da arte moderna na:1o-
o.i., e nada mais lamentavel quo is.o assim
acor.t pa.
Differentes caasas leem eontribniio para o
enfraquecimenio perletenie Ca.t exp:8 ;0e do
Gremio AMictico.
A prinietra e das mais e.-senciaes a f- lia da
estimulo natcral, qae o mercado. Se o artista
m i vendrf, obrigado a procurar om g.inh^-pfco
ra da sua tida de artifta. i ?e poro- I :
o isforgo de co cpgo, a obra de ?rta pura lie*
seo reconneraeso cornspoadenie. por cuto
loro.-s'! qa-8 locompatlvel com a mu'tip!; i to-
do ite irfbainos b-m iii'aot-s, muas vexes,
d. 3 80^8 apuafjei e do eeo lemperamen'o, em
l-e o srlista lea qa* dividir a soa sUeocie
para vive
Se eeou micamente o meto d poaco ii
7o, Pducativamenie nao v B lo outro. artista qae *< afea-
la o a u.u3 o"o''. de mais folego, e qi-r tocos
. o; eaforcos, iodos 11 i ': bb e a
6 i desanima e cae co afano
t geaaro, qae poderar m'is i
uaual, mas de prega mdica e de fcil 11
ca^-o.
Lirac-numos qua oa? expos'ges do Gremio
falle a:i graade numero to' Bfl itts.
Nio tovesttgacoos a raaio, oj3s eutaodemos qus
a-iarc mui-o mais. renatodo-te a'i
so i x.03 gao, que d.Vidircmaa. e fazerem eipo-
.-i.o i s-Birada.
a bosbb clasaa artstica anda ola bbU lo
forte rja-: a dlapefelj dfito uras lu d Ja t
tmente no iva.
O pinte* Sr. Jyr.e V-.-rde, un d3?iden;e
ao Gremio Artist'co, sai expor os seoa oitiuos
t ab-.laos, amas flote talas, no salSo to Lifra-
r a G ai--.
SU-tsMa gesta les bcararSo com a aaa pr-
ca e-ai expoaicao, auo lera lujar pa eles dial
.roximos.
Ni oarivi'saria Uoinba, a roa da P.-ats,
acaba de ser posto a venaa o tostao oe Sinto
A -to"lio, ioan ia io conbir por coala do aryn.-
eflkioa, pos.o sob o pattoemio do na^so tuau'
maturgo.
' umi bonita roela ae prau : doBD'Uda
o santo e ti Beto carpo e ai datas 1193 186
o ..uiro a cruz de Carato com a rubrica :se-
linio ceottmno.
Djs reurdas0:8 do centenario fijar esia
sendo a uj.is graciosamente artstica.
. S. o ii:p. L Xill cea-a do dl'-iglr ao
episcopado portugus es'a importante ca.-n :
Aos nassos amnos tlnoi. Jos S.ba3io
N Uo, Cofdea^ p-eaaytero da Sma [greja Hc-
msna, piinafcua do Luboa. Ame-ica Ferrei-
ra jos Santas Silva' cardeal p'eaay.ero d.
i Igreja Romana, ii.-pi do Porto, e feas
.,.;3os veooraveis irmios arceDisoo3 e bispos
ao reino de Porttilw.-aa Xi. Papa :
leo lo nos inculca to, na uo.'ea ca-ts do anao
do 1891, qae os biapos de Par:agal se congrs
gassen toaos, dani em alante, para latir dos
ir^orcics doi seas DipaJaK, e prover oe coaa-
aium 3<:cordo a suas neCdasiJaie?, multa uos
alef.-oo va-moa que de am gralo assim pro
ara.
E ua loi pauco, ua va.dade, o contenta-
meato, que nos vela do voxso respei'oso acto
t esv lio, po aa, maior foi ai ida pelas van-
tasan i que das reioioes celeoa'a3 se deri-
varan. E taes (oram : augmentar a cancar iu
eotre lodufl, estabelece.-cm-se muitia eotaat
leadeotes a alentar a piedaae, e, Uualmeno, a-
po.tu.asOas dirigidas ao praprio governo do
Esta io, a bem aos interesses da propria Reli-
gio a da I<;eji.
Sobre aeren er.a aclog ben jasiaraene
d'.KUs di tonror. com mais razaca uo; ao-az
cougraiaiamc-uoa com vosco pelo ultimo co>
gresso em que vas jome: tes em Lisboa, onde
com multo acert naa e tratasics da admiuis-
tracao da3 cousas eoctotlsiUca e do easino
aa oualriua christ as escolas, coma princi-
palmente .resuiv.'.st- a susteutar publicamente,
em aeaao da cmara dos pares, o que t.Cia
libe dade e aos direitas da Igreja.
Porquaato daqai veio o despertar-se naqa^l
ia Uiesma sesso o xelo de algum bomens ci-
ibalicas, n. iriiuiia oe p overea nicamente aa
neo da soc-tedaUe religiosa e Civil, exttaclas
todas as qneslOe?, c mantido toda o rea.-ei o a
aoioridades conslitailas.
Este proposito mallas veies incu'cam .s e
com o maior eocarecimeaio acooaein.mi". pira,
medanle us esforcos dos calbolrcos de todos as
olaasasdi sociedade inteiramenie e o favor da.
autoridades que gaveroam oas cid des, e con-
cardaoao amigavalmeute entre si o palo; ec-
lesistico e o civil, a aacao pnrtng*eza lomar
ao tu aotigo lustre. Poro para que esta
aceia dos calbobcos eeja fractuoe?, p-e isa
sooipre qae todas ooeuecim aos ospos e si-
ga m r- lidiosamente a sua d.vecfio.
E isto deve ser sagrado principalmente para
as redactores de jornaes, para qae nunca ja
raaii ousem cbamar ao s-u propio ja'gamen-
to <:u reprehender os intentos cu os actos dos
oispa3, adm de nio aconreocr qae a iorca da
sen poder s*Ja desbaratada pela discordia, mas
autos, dando de mo a talo emeeoba pelo
iote-eesea parlicaiares, trabaliiem a favor da
Ig-eja o da Patria.
Eutretauto, movidos do amo: paternal para
esm o pava po'iugae?, pt irnos a D. us, com
fcrvotoia prece. a conces^ao cesta graca, sobre
ros, amados fiiuas e veneravais irmaos, e so-
bre o voaso clero e deis (sacamos amocosimen-
le a beoco apostlica, Como pe;.bor de paz e
de todas as prosperidades.
Dada ern Rom*, jaoto da Baslica de S. Pe
dro, aos sale das de Pevereiru, de 1893, anno
deoinoaetlfflo do QbBsopoaticjda-L aa XIII. *
Cecil Riodes, o celebre ministro do Csba
filiando da queslio de Lourenga Marque:: a
proposito das relscOes anglo-ge-manaa coa a
frica do ul :
Lauxeoco Mi'qau perteaco a Poria;l e
lo es; para vender, como diversas vexes se
Um dito Portugal, ceno, naa rols aatisL-
xer aos feus credores earopeaa, nao pode, pe-
rm floubarem venier Louranca Ma-ques ou
qualqa^r oatra d?a suas possesoe?. El jl es-
ca convencido d'isso. O qae podem os ere-
dores fazer a Portugal I
Eit:e aa potencias estopeas existem taes dif-
fenmeas de oploiSo que a cooperacio contra
Portugal est fra da queat&o.
Nos varaos andando, cora os portogeexea no
sniretaaio, da melbor maneira qae pdennos,
e it-mos justamente de accodo con ellea a
diapaU acerca da delimitacia de Macica so-
jeita aiaroiiragem da I alia.
Se los perdarmoa, ttrem;a a habllldade de
naa consolar, por isso qoe a facha de terrlls>
rio nao naa fas multa differeoca; mas aoo
devemoi permaneer cornos nossos diretoa
para a qaestao de principio*.
Taes quesloes podem todas ser resiTMatr
de maneira amigavel, e se coi eiiamcs ~, .
m nho errado, nos podemos pacar sem neafe
ou dlfficaldade.
Falla depala da qaestao como explorador
al emao Carlos Wiese e dix qae elto lera di-
reito a ser reembolsado e qae o fim da coespe-
cbia civilizar os reaJ lerritcroi por aeloa
paelfleos.
Por eitas palavra- s? *, nota o Jornal im
Commerco, quj. a South frica conse'ha a qae
Dio vendamos as nossas colelas da frica
Oriental, coisa em que o ministra qae ss qaena
vender lera de reQecti*.
Mas que pondrelo e qae toado de amabi-
dsde oa liogaagem do nosso lerritel inimiga !
O corpo expedicionario por Lan'enca Mi'-
qoas, segundo o dec-eto qae o o-tenou. B**>
p6i-8e do eflVcivo geral dn 6 officiaes 93
prucas de prel, 7 cvalos e 10 moars, sabii-
vidido desta forma:
Conmando geral das larcas expciclcoav
rias:1 coroael, 1 capnij l teaent- do "ore*
de estado maior )esto) dou ji se achara emLci-
r-nco Marques), 1 tenente ;jalante de campo, e
2 rO'da ios.
Um balalbo de caladores e oct o de : f
ra, compoato cada um de 1 majar, 1 ajala.ite.
cirargiar- ^lr 1 cirorgiao ajodat'.e. i
4 teneates, 8 alfere', 1 sargento aialant
tra mestre do ccrnciei'os, 1 coronbe'ro, 1 effte*
ga'deiro, 1 cor-ieiro. 4 prime-roa s-.r^^ntos. 35
segundes aargen'oa, 1 segundo sar/r;-,t etziT'
re/ado do bagageos,6i pn.n- r-s o : ce-
gandos cab s, 1 segunJo sar.- r/i e I raai do
enfjrm-'iros, 16 corneteiros, 73a sldalas eS
cavallos.
Ao tolo, em carfa balalaao 21 cE
arscv de pret e cava las
Ura eaquad'io de ca .aliarla, coran alo de:
I totortoarto, 3 capites. 9 leneates, S al.'e'ea.
z p-impi-cs fa'g'Bto;, 8 seg'.noos 'a-, :!os',
8 primeiro< cabos, 8 s. gandes cabos, i abo ea-
fortce ro, 2 ciarin?, 4 apre.dre d c'a- ~r, I
ferraJur, 116 soldidO'. e 8sii'ado; m-
T tal, 7 oQiciae* e 15) pr.c.s de t>'et.
Una rompaabia mina de ei.ec-ba-ic reta-
orelieodeodo : 1 cirurgie ajo Icute, i C3J
1 .cnent, z alfere% l priceirc g-. e 1 se-
gondes s-irgentos tl-griovs a 3
sritviolos aap.dore? aiin-irj 1 sgurc i ssr-
ii eocarregado do bai;... 1 -
raeiro, 20 cabos e soldi 10
poalooeiroa, 30 ditos l uiLeiro?,
i -i rneteiro. 8 sol .rio* B
T >t.l, -5 offielaes e 78 prsgas de s* t.
Urna cempannia o'drti.iia .Se,
Coaposta de : I capriip, I :
aegmdoa teoeato', t en.-o'bel
ro, 1 ...ifeiro sargento, t .. :aod i
6 Bflaesroa cbo-r, i caao e.f rmei-o 5 -.
teiroa. 78 vida-ios 8 soldados flBtsja i
Totol, 4 ob .. a 109 | -
U c c. ....' o
1- '.'.'- le, i 2- ?a-. a- :, i caa-
iB o -, ci :,s serveotMS, t a I i
r:m, I sprandix J-i frrador, l<> sol
ires apaatoa, ti sol ,1 ca-
Val'il, 10 mo". i.
Total: i uffi:ui, SpraflM ae pret 111 aall-
P.-'S.
Una seccio da adminlsirasSi mlita- cara re
nio: i pr ra i-o cfJi,i., 2 c-.1:. 1
P'imeiro rabee 6 s,l ia 'es.
I el : 9 .Qici.cs el'i ;
Uraa scela -io deposito u i bm sari i i aer-
r.*. coapoi i ie :2 togai I
.rvectei e 3 : I .
i ai : 12 P'sca de pe'.
O o I i e-.l i a torca da rcon tzg*d 'lia-
rlo, :- r ro a. d' 66 Bffie aea, -,!9J p .
p el, 7 cavalias e 10 muar?.
b ia larca >e da tp.ri' gal, da cor mi. lo geral d
el co-uraa-idan e, i t-ue .'.e, 1 o
soldiios o 2 ca'.a!loj.
A companbia mita de e",ea..'. 8-J
men?.
A compaubU do ardOuria de u
nomjna.
A secci de artil!.iria da mi.Unb.. 3o
sJBos e li selipe .e-.
A etcao da aamimatraia Bitar, 13
mens.
A da de,io3 lo da male.-itl de geera, 7
meas.
a taio se^uiram na Par gata 1 i ";
244 prec-s de p'pi, 3 cavadas e 10
Ne^sa M-gem aqaee vapir apene* lo ara cm
Hoasamedei.
Aqeles officiae; fo-arn no dia a .' : :?&}
ber as ordeos deS. M., ten o jt.,
ao piel oas N-ecessi .o Sr. m a j.ra da
guerra.
Ar.a dispiai'-c'ioa do -olluiido derr o prt3B>
Mtes considerantur :
Canvinlo'env ar pa-a Loaren.< U.qaso
f.i es i mais nura irosas r^ba doo
servigos de preparacaa : Ti m >
lom.uio na regiaa ful e M e baa>
ssiia ot);ti'.nif o batalbao *
e u;ad .res la raiuha, que pa-. ca**
emOntubo oiiimo, garaatinio- s .a
ia
s-rvico quo i i
ls>recian>asa oa u-.. protiaets, etc.
-
ba-
m
-
00-
*>
MUSIGIAXA
O MAESTRO MAR'F.iZZt >LI
Esto artista que o anno pa!
regente da orchSlra da c rapanbi. Sin-
actia se actualmente em Varos-, ocupindoo
m:s:ao posio.
Jornaes ltimos dizom qu;o ni'-
zzoli tem silo calorosamente applau IIJo.
O SOPRAN0~~B0RDAL3A
Esl anda em OJessa, oo lt : ai*
saccesso na-Norma, a disiincla artista ds
qua a pla'a do Sauta Isabel teu boas safJda
des.
N > dia 25 do mr.z passado fez e soprcni 3:r-
dalba o seu beneli'Mn, recbenlo rrs-ales le
alto valor, e repolludo a celebre cavatina J;s-
ti Diva.
PREVOST E POZZI
Era Bolonha e Sevilha cantara aalstl tcaor
barytono, nossos conheci los.
Aida e Travisto. sa as aaa operaa em
que se apresentaram.
O TENOR SALVI
Na cidade de Frato tem sido mui!o bail ac-
ceito o tenor Salvi, tambem nosso conheciio.
As operas que Ihe tem merecido os a
n'aquella cidade, sao a Manon da Pa-tan
e Pagliacci de Leoncavallo-
Logo que termine a estacao, Sulv j Irm c>
tracto para o theatro Montev.ircbi que se Ost
iuaugurar par iodo o mez de Abril-________
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Melehisedech de Albaquei*qve5
Lima
auntA
Da 18
R630 Escaracauc entra urna Iorca balla-
deza e outra pernambucana, as cacinsbas *
Ambrosio Macba lo, na ilha de Antonio Va*, per-
dendo aquella 46 hamens-
1648-3abe do Recito, peto caminbo da
Afogalos, dirigiodo-ae para o sul o giaeral Si-
gismundo von Schkoppe com foOO hein?ns.
Apenas eata nolicit M sa \mjt9
genertl Bacretto de Menexes poi-se a lestt do
2 200 bomens e raarcb,ou para&uararapeB. {**
epb.tel9 do Abril).


i




Diario de Periramlraeo Uiiur(-fMm l d(^ AM^ *** *r-
18141 Decreto creando a Caixa Econmica aos intuitos da sociedade, organisagao do ira-
eMomed.rSoccor.ro de ^H^da^alemia Kl^/jf0^^^^.^"?-.^?^* i.?/.
f8?<5 -Fallecimemo do lente aaAcajem^a
de Di'reiio de Ollada Dr. lote Antonio de Figue-
"W.Jo! Anioiiic de Fgueredo foi ao
m(.=mo u>npo ora homeni de amencia e ura de
?olia Que duas lardea esnjagadorasquan-
do si Innera de bera, .quando se profesa a
relieiao das proprias conviegoes;
O lionera dr. sciencia loi-se todo no tmulo:
sera ums. nonographia, iiem una prelecc&o ira-
pressa : apenas os ortos de uc. vox poderosa e
coowocid que nao d ser sempre repelido;
pelas centenal de discpulos de. seus vinle an-
nos de magisterio. (1).
Foi debutado provincnl e geral.
188-11 -Assurae ocoramaido das armas o
brigadeiro Floriano Peixolo.
(1) Aprigio Guimares.Di* ursos.
^"BVISTA DIARIA
Pernambuco -EITectuou-
sessa ordinaria sob a pres:
Sr. Dr. Francisco Teixeira di
Sentirlo tic
se lionteni a 13
dr-ncia do Exra.
S.
Estiveran Frsenles os Srs. Eduardo de Oli-
veira, Teixeira da Si, Herculano Uandeira, lia-
rao de Niaareth, Albino Silva, Antonio Pernara-
buco, Sala! foscos, Regueira Costa e Con-
stancio l'onlual. ... .
Foi lie a, sendo approvada sera debate a acta
da testan antecedente.
Nao houve expediente do Sr. l. secretario.
O Sr.2' secretario leu o seguinla :
Ura p-ojelo que estundo assifoao".) por ireg
Srs. seuaJores foi a impiimir, sob n. 9, alteran-
do 03 au t los concedidos a* usinas.
Foi lido in 13 a imprimir, um parecer, sob n.
12 da 5.' aimmissao redigin lo o projeclo n. 2
deste anr.3, bineticio o arrabalde da Magua-
lena, de coou.rmidade com o que foi vencido
em 2.a dicnBie.
Ordem do da.
Appro^ou-se era 2. discussao o art. 3." do
projeclo n. 5 (instru-gao primaria) cuja voiagao
Acata adiada na sessao antecedente e os arts. 4
Pela c riera o Sr. R'gueira Costa requer e
obteve disiensa do inler.dicio.
Sem debate foram nprrovados rm discus-
35o os ar.s. 1." e 2." do proje.-to i. deste auno,
additamen.o a) regiment m.-nn do Senado,
leudo obl lo dispensa do intersticio para esle e
par o dj u. 4, o Sr. Herculano Bandeira.
Nada inais lia ven lo a tratar o Sr. presidente
levantou i sessao designando a segrate ordem
do dia : i" discussao dos projectos ns. 2, 4, 5 e
6, (este runo e irabalhos de eoramisses.
1895 Parecer n. 12.
A comraissao de radacrSo a quem, para o fim
Indicado no art. 110 do regiment inierno do
Senado, oi reniettido o projecto n. 2 deste anuo,
approvado em 2 discus; o no dia 9 do corren-
le. de parecer, ten lo em vista a emenda, sob
D. 1, otlereodo ao meiin prejecto, que que
elle assim redimido para passar a 3.* discussao :
O Cong-esso Legis ativo do Estado de Per-
nambuco resolve:
Arl. 1." Fica o govenador do Estado aalo-
risa lo a ran lar proceder ao esludos e obras in-
dispensauis, alim de evitar a entrada das aguas
da margina direita do Oapibanbe, que vio ler
ao viveiro da Magdalena.
Arl. 2." Para as despezas que se tornarem ne-
ceasarias fir-a o mesmo givemador autorisado a
abrir o ere !.io preMso.
Arl. 3: IV vogam-se a disposijes em con-
Sala des commissOes to Sealo, 1G de Abril
de 1803 tegueira COBln. Bario de Na/.arelh.
Cantara loa Debutadas -Sob c pre-
siden.ia do Etm. Sr. r. Jos Marcelino da
Rosa e Silva edectue-u-se hontetn a 16' tsate,
tundo comparecido os Sis. Beriholdo Galvao.
Alfonso de Barros, Pioheir i Ramos, Molla Sil-
veira, Gaspar teres, Jos Marcelino, Joaquim
Guimaraes, Goclofredo Me coso, Pereira da fcil-
va, Julio Vnlero, Apollinario Maranbao, Gongal-
ves da to:lia, Antonio Vicente. Leopoldo Lms
Rodrigues Porie, Caslro ?lorenlno e Bianor de
Ifedeiroa.
O Sr. 2.a s-TTolnrio precede a leitura da acia
de 9 de Abril que 6 approvada depois de ora-
ren) os Si-3 Rodrigues Porto e Pinlieiro Ramos.
tamben lida e approvala setc debate a acta
da se.'sao antecdeme.
O Sr. 1 secretario da conta io seguinte ex-
pediente:
Ri'querir.ipn'o da Sociedade Bcneficenle Mon-
ta Po Popular Pernambu:ano pediudo isencao
a dccimii do predio que Ihe perlence e no qual
t;m a sua sede.-A' commissao de orcamento.
Outro do capito Jos Guillierme da Silva,
pedindo nelhora de apjsentadona.A' coru-
iais.-o d<: pelii;Oes.
Outro de Manoei Luiz Pacheco e oulros pe-
cllndo a onstrucc&o de urna estrada de ferro
que partincio de Frecheiras atravesse o muoici-
iio de Ai laragy pelos pontos mais convenien-
tos. -A' Commissao de Obras Publicas.
Outro de O. Mara do Cirmo Pereira de Ma-
cedo, flava, requerendo perdo do que est a
dever de impostos.A' commissao de petigOes.
Officio do Dr. Secretario da Justica remellen-
do a men.iagem que o Sr. governador do Estado
dirige ao,'. membros do Congresso sobre premio
e ouiros raoios tendentes a aiiinar e desenvol-
ver o plant.o do cafe" e cacao.
Foi lido e approvado o parece- da commissao
de petc.o>3, sob n. 10 qu> concluio pedindo in-
formasOes sobre a pretenjao de D. Leovegilda
Maria da dva Cordeiro.
SSo litios, aooados, julgados objectos de de-
liberagao. e vo a imprimir os seguidles proje
eos:
R. 30 -Apresentado pelo Sr. Go lofredo Mes-
coso auto'isando o goveraador do Estado a des-
pender a quantia de vate e cinco contos de
ruis (25 0)OSOOO) com a reconslruccao da ponte
d'Atalaia, na cidale da Escada.
N. 31-Apresentado pelos Srs Goncalves da
Rocha e Godofredo Moscoso, aulonsando o go-
vjrna lcr a abrir crditos extraordinarios para
pagamento das ajudas de cusi dos juizes de
direilo que forem por eUu nomeados, de confi-
nidades com a tabella annexa so Regulamenlo
ele 23 d N. 32-Apresintado pilo Sr. Goncalves da
Rocha, atitorisindo o gevernador do Estado a
despender no correte exerreio a quantia de
viole cont de res (25:0)08000) com a constru-
cc;o d.< urna estrada de rodagem de P.azeres
Venda Grande.
N. 33-Apresentado pilo Sr. Molla Silveira,
autorisando o governador a despender quinze
conlo3 de ris (15:00080(10; com a construegao
de urna caie.a em Bora Jardim.
N. 31 -Apresealado pelos Srs. Affonso de Bar-
ios e Goncalvoi da Roela, elevndo a Iros con-
.os e sen centos annuaes (3:60d80'X); o ordena-
do dos mdicos da polic a d'esta capital.
Passa se a ordem do (lia.
1.' Parte : Entra em 3.' discassSo o projeetc
i. 3, ora icio o Sr. Leopoldo Liis duas vezes e
ioviando raesa urna ames da, sobre a qual ora
ara o fir. Goncalves da Rocha. E' apoiada a
emenda.
Entra em 1.' discussao o projecto n. 3 que
sendo approvado rassa a segunda.
2'. PARTE
Entra em 1.' d3CU3s3 o projecto n. 10 que:
sendo approvado passa i segunda.
Eutra igualmente em 1.a distasso o projecto
n. 14 que approvado passa 2" discussSo.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidenta
levanta i seseo, designando a seguinte ordem
do dia :
1." Pile : l. discussao do projecto n. 21, 2 '
discuss'o do projecto n. 7 e i.' do de b. 4 2'
Parte: 1." discu33ao de projeclo n. 16, e 2." do
de n. 6.
gProrogaco de prazesO Sr. Dr.|Se-
cretario da Justiga, Nefiocios Interiores e Ins
truegao Publica por po-taria di 16 do correte,
prorogou por vinte das o prazo marcado ao ba-
cbarel Aggo Anlunes de I'aiias Torres, para
assumir o exercicio do cargo ele promotor pu-
blico do municipio da Pedr.
O mesro.0 Sr. Dr. Secretario por portara d:
215 do fuente, resolver proregar por mais 20
das o p.-nso marcado at' bacha-e! Virgilio Bar-
cellos Caieca para a sumir o etercicio do carg)
de protiutor publico do muni:ipio do Triuto-
pho.
Auxiliadora aa Agrlenltora Para
fazer inl.casoea e Ihes dar exe:ucao a respei o
das deliberaes tomadas na Urina assemblea
geral, as.jim comprehendidas,reorganlsaco
balhadores agrcolas, funJaco do Banco Au-
xiliador da Agricultura cujo privilegio a Socie-
dade tem, e inlroducpSo ueste Es'ado do rgi-
men da Le Torraos -reuniu-se na segn ia-fei-
ra, 15 do correle, a Superintendencia da So-
ciedade Auxiliadora da Agricultura; ochndo-
se presentes o presidente e gerente, o thesou-
reiro, a o presidente da 8' secgSo e o secretario
i (orino.
Expoto pelo Sr. gerente o fim da reuni&o foi
convidado o Dr. Paulo de Araonm Slgalo, pre-
dente da secgfto 8". a tomar a palavra. Usando-a,
disae S S., que era de costura parecer por e3-
crpto na cousideragao de quesldes de tal im-
portancia quo realmente caham todos debaixo
da co.npetinca ue sua sacg.ao. Mas diBcilimo
era reunir cora a u gancia necessaria tod s os
setu membros e demorada a elaboragao de es-
tenso parecer ; por isso acceda ao convite do
Sr. Engenlieiro SiraOes, gerente da sociedade e
presidenta da Superintendencia.
E' infenso a reorgiuisagao oa reforma dos
Estalutos.
O que preciso exclusivamente alterar um
artigo, aquelle que su refere a ejitriuuigo di
cada socio.
Paga cala socio trimensalmente cinco mil
reis ou vinle mil res por i>nno.
PropOe quo pague cincoenta mil reis, n'uraa
nica presiago a iiiuil c qu se com -a a aa-
cutar do-ule j, logo que seja apprivada. esta
sua indicai.o, levando-se em conta da cada um
dos socios aqutllo que este anno ja tentia pago.
Quanlo a orgamsag&o do Irabalho agrcola en-
tende que, estando revogadas pelo Govarno
Provisorio tolas as leis referentes a locagao de
servigos, licando a cargo dos Estados fazerem
toas leis da locagao, conforme as condiges de
cada um, dittieil o assumpto; porquant) a
Consiiluigo Federal, promulgada em data pos
tenor a aquelle Decreto, determina quo as.-ura-
plus de direito civil sao da competencia do Cju-
gresso Federal.
To I vi.i lembra ser conveniente a ora 'aguo
de urna comnissj da agriiml'ores para estudar
e org misar um projeclo de lei de locagao de
servigo, apropriado a zoqa assucareira desla
listado e que depois da discutido e approvado
este projecto pela Siciedade, s-.ja ofFerecido ao
po ler legislador complanle.
Sobre a 'mmigrago de trabahadores agrco-
las pensa que havendo pedido de 602 porlu-
gsesea, feto por agricultores que se obrigam
pelas passageus e outras despezas de trra e a
Ihes dar boa accoraodagao immediaa em suas
propriedades agrcolas, se.deve a Sociedade di-
rigir ao3 recen-nomoados encaregados de fazer
propaganda a favir da imraigragao eaooata-
n-a em Portiisal e DI He-pjnlia ooliciaudo-lhe.-
esle tacto.
N ;sle sentido v sobre a mesa urna proposta
de introiucgao de imraigrantes feita pelo Sr.
Piragibe Hagis e, depois de consulta, sabe
que suometteo se elle a condigao de ser o pro-
proprio recebedor do immigrante quem tem o
direilo de veridear a sua uapacidade e robus-
tez, ao mesmo t-mpo que a; obrign; o contracto
agenciador a verificar o prego exacto das pas-
sagens, pelo que enteude dever ella ser tomada
em consideragm para os flus conven:ente3.
Sobre o Banco, o seu pensameulo 6 que a
i ia digna de applauso?, desde que constitue
a realisagSo de um projecto aniigo, que serapre
leve o seu appoio, corao urna das necessidad :s
mprescindivei.-, e cuja execugo tao aianladj
cou na epocha da aooligao.
E" provavel, porem, que os seus estatutos j
nao estojara em pleno accordo com as leis v
nenies e assim lembra a conveniencia de ser
| antes de qua!qu;r passo mais, consultada pes-
soa compelerte que epocha os adapte, e ca>o
se len-,am de fazer DTOdiflcagOes, iodica sohee-
ludo a creagao de Agencia3 'o Banco nos rau-
niepios, dando-se-lhes a raaicr expansao. O
rgimen da 'ei Trreos ser raagnilico com-
plemen o do Banco Auxiliador e d'elle deve a
sociedade fazer opportunamente a mais ampia
propaganda.
Terminando assim as suas observages o
d'gno -^r. Dr. Paulo de Amorira Silgado,
declarou o Sr. gerente, engenheiro Pereira
SimOes, que se achava p enaraente de accor
do cora as luminosas cooclusoes do seu illuslre
collega da sonerinteodencia, fazendo notar que
o tira principal da convocado da assembla ge
ral que (aes autorisagfies deu a superintenden-
cia foi a ebtengaod raeios sociaes aflra de ser
possiel a fundacao do Banco Auxiliador da
A*ri ultura e a ialrodacgo de imraigrantes, is-
to auxilio de capilaes e bragos para a lavou-
ra. E reorg-neada repuiava a_ sociedade pela
exclusiva approvagio ra mod flC'gSo do artigo
relal vo s coniribuigOea sociaes, si Ihe quize-
rem os agricultores prestar o devido coocurso.
Quanlo irnmigra,So s Ihe parece opportu-
na, como medida positiva, a primeira ui I ca-
gan do seu Ilustre coilega ; parecendo-!he que
as despezas exigidas pela niraigrago subven-
cionada devenam, sinfio lodas ao menos na me-
ta l>>, correrem, como adiantamenlos, pelos co-
fres sociaes.
Sobre o banco acabava de ouvir do Exui.
Sr. Dr. Pintao Borges, membro da secgao oita-
va, presidente da ultima assembla geral e pr-
senle secgao, queliav a ura capital de 603:0008
reunido entre agricultores a espera apenas que
fosse aborta a subsmpgao pela sociedade, o que
era certameote motivo para sinceras congralu-
lages, loman le- e era realidade, em vez de ser
anda urna prova, caso ou ro intuito Uvessera os
dignos capitalistas, da falla de unidade de vis-
tas e de concurrencia de torgas de que tanto se
rsenle a mais importante de todas as classes
da nessa actividade.
Nao naveedo mais quem pedisse a palavra fo-
ram eujeitas a votagao as p'opostas indicadas,
seodo unamraemento approvadas, excepgo
da que se refere ao augmento de contribuido
dos socios que ser subra-iti la assembla ge-
ral convocada ptra o di 39 do corrate, quae-
do tambera em seguida funcionar o conselho
administrativo.
Foram designados para fazer parta da com-
missao encarregada da projecto de lei de loca-
gao de servigos o Ur. Paulo de Amorira Salga-
do, o Exra- Sr. Barao de Contendas e Illm. Sr.
Dr. Venancio Cavalcanti E para promover ur-
gentemente a consulta sobre os estatutos e or-
ganisagio do Banco Auxiliador o Exm. Sr.
commeniador Antonio Gomes de Miranda Leal,
digno thesoure ro da sociedade.
Faculdade de DireltoA Ilustrada
Congregacio l'essa Faculdade, em sessao de 5
do correte resolveu por nnammidade de votos
reiterar o pedido ha tempos feilos ao Governo
da Uniao, para 'azer voltar ao exercicio de sua
cadeirao illustre lente de economa poltica, Ur.
Jo? Joaquim Seabra, remeUeodo-3e por copia, a
represenlagao entao feita contra o acto ill-gal da
iieraissao u'esse lenle, represen agao alias sutB-
cientemente discutida e approvada pela mestna
CongregagSo.
O irecior da Faculdade Dr. Adelino Filho,
dando execugo a resolugaj da Coogregagao,
acaba de dirigir ao Governo o seguinte onacio,
que de esperar tenha prompta solugao.
Eis o oficio :Faculdade de Direilo do Reci-
fe, 15 de Abril de 1895N. 17Junto a este acha
reis, por copio, a representagaoque a Coogrega-
gao da Faculdade de Direilo desla cidaiej, em
lempo passado, dirigi ao Governo da Republi
ca contra o acto que demedio o lenta catbedra-
uco, Dr. Jos Joaquim Seabra, de sua cadeira
de economa politica.
A CongregagSo da Faculdade em sessSo de
5 do correula resolveu qus fosse de novo reraet-
lida aquella representagao ao Governo, por in-
termedio da directora, que devia instar com a
venia devlda, pela solugao ja desde aquella tem
po pedida.
Pelos argumentos escrptos na representagao
e pelo inuito que em favor do illustre lente, vos
bao de suggerir o vosso espirite esclarecido e
amor a jusliga, espera a Congregagao que seja
reslitudo ao gremio da Faculdade o lente que
n&o podia perder a sua cadeira, senao nos casos
apontados na lai.
Composta de professores de direilo nao podia
ella deixar sem reclamagao a anomalia que se
d, com a demissao que soffreu o Dr. Jos Joa-
quim Seabra ; o seu silencio redumdaria em
prejuizo do direitc que a este distincto mestre
assiste.-Saude e fraternidaJe.Ao Sr. Dr An-
tonio Gongatves Ferreira, M- D. Ministro da
Justiga e Negocios Interiores, (assignado) Dr-
Adelino Antonio de Luna Freir Filbo, Direc-
tor-
acertada providencia-O digno Dr.
Prefeito da Recife, no Intuito de attender ao
genero de primeira necessidade, para jer ven-
dida por prego inferior ao dos mercado res.
E' essa una medida merecedora de lodos os
applausos, visando mitigar os soffrimsntos do
povo na situagao embaragosa que Ihe tem creado
a grande carestia dos gneros.
Novidades Iliterarias3ruias, in-
titula-3a um livro de verso ltimamente publi-
cado era S. Paulo da lavra de Antonio de Oli-
veira.
Tratando d'elle, diz A. A. o semillante chro-
nista do Paz :
A leitura das ltruraaa um titulo que nao
se compadece talvez cora urnas lanas evoca-
goes, quo all vera, da lu/, do azul do Arma-
mento e dos astros -doixu una impressao de-
liciosa, embora pouco profunda.
Tem o piala as suas impropiedades; re-
fere se, por exemplo, aos caoellos prelos da
loura Margari la e s sonatas do Rosh: mas
em todo o livro palpita, nao ha duvida, urna
alma apaixonada ; lia eluvagao era caitas- pa-
giir.3 e em todas urna rigorosa observancia das
lea iraprescrpliveis lo verso.
O operoso edctor Domingos de Magalhaes
lam no pelo, quasi a surtir luz, o Rsi I'lian-
tasma, obra de Coelho Neiio-
Est a apparecor na Capital Federal o
Jornal Illustra io, que, segundo diz A No-
ticia, propVse a oil'erecer ao publico, ale n
le bellas UlustragOes, diversos irabalhos biblio-
grapbicos, titterarioa e noticias interessanlea.
Temistocles Machado, lera um livro de
poesia no prelo, Myrlos, de que tem ja dado
d.versos jornaes algumis atuoslias que muito o
rccoininend ara.
Prls6es-0 Sr. subdelegado do Recife ef-
fecluou anie-li miera as seguales prirOt'S :
De Jos Henrique da Silva por liaver furtado
a relogio do algibeira cora a compleme ca
tala, do Sr. Virissiino Antonio de Soura, ra
de Maria Cesar n. 23, sendo depois da prsao
entregues ao dono os meamos objectos:
De Sebaslio Francisco Estrella poi desor-
deno ;
E dos individuos Robnson e Robcrt Walsh,
por terera sido reconucidos como Ocviiean do Senhor Bom Jess
da it.aempc ni -Os membros d'osaa de-
vog i re>li3jiu ura bazar da prendas no mez
de Maio, para cuja arrecadagao nomaoii 03 ir-
fflios Adalberto Lima, Berua-dino da Booza,
Luiz Amorira, Ari.-t'ieu Pgalo, Savermo Mar-
ques, Anisio Pires e Jos Soares Pinho-
onsorclo-Hoje efectua-3e o consorcio
do tir. D". Joo d'Alcantara Parias, cora a Exra.
Sra. D. Beatriz Gmgel.
0 acto civil lera lugar s 5 horas da larde na
8esidancia do Sr. Francisco Gurgel do Amaral,
& rua io onde da Boa-Vsla D. 2, o o religioso
sei celebrado s 7 horas da noile no consisto-
rio da ordem 3" de Sao Fraucisco.
Hullas Pelo r. corara3sario de hy-
giene do 1 districlo sanitario foi mnltado era
cera mil ruis (1008000) o Sr. Antonio carto de
Figuere lo cora casa de ven ler caf na rua
larga do Rosario n. 43 por ter exposlo a venda
caf falsifica io.
Peto Dr commissario de hygiene do 4- dis-
triclo sanitario foi multado era cem mil reis
(1008)00; o Sr. Joaquim Beirao que iacorreu
as penas do art. 35, 1" do rcguhmento sa-
nitario viga tj nao cumprindo a intimago que
ine loi fela era 6 de Fevereiro do corrente ao
no, conservando em estado de imraundlcie o
co:tigodesua propriedade sito no Porto de
Jacobina,
De passagoae-A bordo do vaper Ala-
KOMapaaton tioiilem para o sul o Sr. general
Hob.-rto .Ferreira, ex-commandante do I" dis-
inclo militar.
vubi cafoes Para a Agoncia Lillsraria
acabara de cnegar as seguintes publicag0e3 que
temos sobre a banca de irabalho devido a sua
obseguiosidade.
O n. 1133, anne 80 do Pimpo, coihecida
follia humorstica de Portugal.
O n. 583, de 13- anno d'.O Occidente, es
plendida revista lisbonense cujo lexto e gravu-
ras vera excellentes.
DVnire eslas destacaremos o interessante
quadro A consulla da flor, gracioso tbema de
amor, suggestivo e emocionante, que em espe-
cial recoraraendacos as nossas leiloras,
-01 volume das Horas vagas, collegao
de romances editados pela Agencia Universal
de PublicagOes em Lisboa.
O tnforcado da Ptroche objeetc dessa
primeira publicagao ; um romncelo uo pouco
mais de 20 paginas de Alexandre Duman Filho,
nome por si eufQciente para recommendar o
Irabalho,
A versao de Correia Guiraaraes.
norte repentinaEntre as estsges de
Tiuma e do Brum, da ferro-via do Limoeiro, e
em um dos seus carros, na segunda-feira, ult -
ma pelas 6 horas da tarde falleceu repenlina-
mente o estafeta Jos Roraao Ferreira do Arai'jo.
Providenciado pela polica do Recife, foi o
cadver conduzido para o cemiterio dj Santo
Amaro.
Hita e fer;meat-Hontem pelas 3 ho-
ras da tarde, na rua Maria de Barros, travando
1uta os individuos de Joaquim de Souza Liraa e
Jos Mauricio aos Santos, coohecido por Jos
Tvpo, resultou feriram-se mutuamente.
O Sr. subdelegado do Recife, consegu fazer
prender em flagranta oa delinquentes.
I.vceu de Artes e OtTlclus -Sao con-
vidados os Srs. professores desla instiluigao,
para reunir-3e ni quln a-feira 18 de Abril as
6 1)2 horas da tarde, alim de Ira ar-se da inte-
rnase do mesmo.
Relatorio Foi-Qos onertado um exem-
plar do relatorio apresentado pela reapecliva
directora a assembla geral dos accin stas da
Gompanhia de Tecidos Paulisla, deste Estado.
Agradecemoi. .
Carne corrompidaPelo administra-
dor do mercado publico foi mandado langar ao
mar 106 kilos de carne, cojo estado de damni-
ficagao nao se prestava mesmo ao consumo.
Essa carne ponencia a diversos raarciantes.
Revista Illastrada -Recebemos o n.
680 dessa publicagao fluminense, cujo interesse
geralmente conhecido.
Agradecidos ao obsequio da remessa e a fi-
neza da lembranca do collega.
.Matriz da Boa-Vista-Foram lidos n'es-
ia matriz os seguintes proclamas para cisamen-
os :
Dia 7 de Abril de 1895
1 denunciago
Manoel Leandro de Mello, com Maria Eduarda
de Lima.
Lucio Alves Pereira, com Judilh Seiverlana
Dalia. .
Rozando Eustaquio dos Santos, com Mana
Lopes d'OIiveira.
Bacbarel Jo8o Nazareno Carneiro Campello,
com Francisca Thereza Carneiro Le&o,
Philumeno Jos dos Santos, com Maria Go-
mes da Silva.
2.* denunciagio
Jos Augusto do Sacrameuto, com Innoceocia
Maria de Mendonga.
Jos Pinto Alves, com Adrianna Mana da
Couceigao.
Manoel Luiz da Silva, com Lucia Euthalia de
Souza Oliveira.
Alfercs Antonio Padilha Rszende Pereira, com
Amelia Moreira de Lemos.
Joo Gongalves de Oliveira, com Adelina
Amelia de Lima.
Eugenio Alves de Mendonga, com Maria Ca-
rolina de Mello.
Francisco de Figueira Caatro, com Amelia
Cordeiro de Araujo.
Ildefonso Jos dos Sanios, com Joanna Mara
da Couceigao.
Dia 14
1.* denunciago
Tiburcio Valeriano dos Santos, com Flora Pa-
Ibares Sanios.
Hermina Ferreira Chaves, com Maria do Ro-
sario de Souza Doroellas.
2.* denunciago
Rozendo Eustaquio dos Santos, cem Maria
Lopes d'Ollveir.
Bacharel Joao N izaren o Carneiro Campello,
com Francisca Thereza Carneiro Leao.
Pbilomeoo Jos dos Santos, com Maria Go-
mes da Sijva.
Manoel Laandro de Mallo, com Maria Eduarda
de Lima.
Lucio Alves Pereira. com Juditb Severana
Dalia.
3.* deounciag5o
Jos Augusto do Sacramento, com Innocencia
Maris) de Mendonga.
Jos Pinto Alves, com Adrianna Maria da
Alfares Antjn Padilha Rezende Pereira, com
Amelia Maria de Lemos.
Joaofiongalves il'Ohveira, com Adelina Ame-
lia de Lima.
Eugenio Alves de Mendonca. com Maria Caro-
Una de Mello.
Francisco de Figeira Castre, com Amelia Cor-
deiro d Araujo.
Ildefonso Jos dos Santos, com Joanna Maria
da Concelcr.o.
casamento civil -0 escrivo dos casa-
mentos que funeciona nos d strictos do Rajife
Santo Antonio, s. Jo e Afogadiis, afflxou na
repartigaoto registro dos casimentos rua do
Imperador n. 75 1 andar edital de proclama de
casamento dos segolBtM conlrahontes :
Segunda publioago
Antonio da ("nnha Brandao. empr'gido no
coramereio, com Murilla da Cunha Bran lo,
solteiros oaturaes deste Estado e residentes na
treguedla de Afogados.
O Esrrivao de casamentos da Boa Vista.
Gragr-. Pop e Vanea arfixou na r;parii&o de
registro a rua do Imperador n. 41, 1.* andar
editaes de proclamas dos seyumles contrllen-
les :
Primeira publieagao
Tiburcio Valeriaao dos Santos, com D. Flora
Palharea dos Sanio., sollei os, lezidentes na
fregaena da Boa-Vista.
Jos Francisco do Amparo, com D. Maria
Jos de Fr itas, so!teiro3 residentes na fre-
gui'ziado Pogo da P mella.
Novas IherapeuticAS Emolanlo se
esludam em Franca le na Suissa os effeilos da
frigotherapia, no Japao esta era uso o trata-
mentopela therraoUierapia.
Lemos em urna correspondencia jiponeza
alguns pormenores dessa t erapeulica.
Ba Bmgo, prximo a nra aniigo vulcSo, lia
muitus fon(03 llierraacs, da* qu-ies alguraas
salie ei da areia, abaixo do nivel do mar.
Logo que a mar baixa, ca.a:n se buracos na
areia e ot doentes meltem-se nelles deixando
s a cabera de fra.
Lanli s durara muito lempo e multas
vezes de urna a outra mar.
De forma que temos tratamento pela agu,
sys'i na Kneipp hydrolherapia; pelo fri
fngollierapia e esse a que nos referimos
agora.
Da frigotherapia temos noticia por urna das
ultimas sessOes da Academia de Scienciis de
Pariz.
E' urna communcagao da Ral Picet sobre
os efTeitoa das baixas Ue temperatura no corpo
humano.
0 Sr, Pictel reconhecm que, se um animal
de sangue quente, cercado cuidadosamente de
ialigas e de cobertores quemes, fosse mergu-
lia io no centro de um pogo frigonfioo mun-
liio a 110' abaixo de zero, a acg&o do fro
abrana sobre a raassa inteira, a excepgo da
pella raesraa que se ada protegida pela aegao
das pellgai e dos cobertores quentes.
Em laes condlges, o animal mergulhad i no
pogo frigoritico nio percebe a Bensagao do fri,
mas experimenta seus effeitos, que se raani-
folam por lome intensa a necessidade de ex-
cilago d^a funegao circulatoria I
Esses "phenomenos biolgicos, baslante com-
plexos, como ae v, sao susceplivei3 de appli-
cagOt-s pralcas muilo importantes.
Depoi3 de br verileado que'odos os c1"s
examinados tesiemuoharam urna tome abso-
lutamente canina, desde que se os mergulhava
era uraa temperatura muilo baixa, o Sr. Pictet
desejou experimentar em si proprio esse ef-
fcito,
Elle soffria, ha mais de seis annos, de uraa
molestia de estomago que falia-o recelar omito
em cada digestao, tal era ella; e tinlia perdido
quasi a lembranga do que se chama app.lite.
O Sr. Pictel desceu em 23 de Fevereiro de
1891, a um poco frigorilico, que tinha a tem-
p ratura de ura cenieaa de graos ariaixo de
zero; eslava cercado de espessa pelliga e de
vestidos capazes de manter o calor.
No fim de quatro minutos a impresaSo de
fome sbita e violenta comegou a produzir-lhe
progressiva sensagao delorosa.
Sihiu enta> do pogo com um desejo impe-
rioso de comer.
No lira de algumas experiencias repetidas
nos dia3 seguintes, as digestOes erara absolu-
tamente boas, rpidas e sem dr.
Dipois de oito experiencias, de oito a dez
minutos cada urna, eslava absolutaraentn cu-
rado.
3 Sr. Pictet chama frigotherapia este novo
metbodo de agir sobre o apparelho digestivo, o
qual consiste em utilisar as mui baixas tempe-
raturas, operando sobre o pacienta perfecta-
mente ooberto de pelliga.
A frigotherapia como se v. e anda um es-
ludo novo, qu3 se furia mal em despezar.
Finalmente, estas averiguagOes concernentes
acgo dos grandes fros sobre o organismo
vao ser recommegadas proxmadaannte cem
Pariz mesmo, no laboratorio frogorifico que o
Sr. Pictet fez installar, por varios biologistas e
notadaraenle pelo professor Bouchard.
as reformas na Allemanha O
numero de officiaes superiores do exercito al-
ienado, pasaados para a reserva ha oita mezes,
attinga ao total de 230, sendo 32 genera es. 55
coronis e 143 lenentes-corones e majores de
todas as armaa.
E correm boatos que esse numero ser aug-
mentado, fallando-se mesmo em um tergo de
generaos em actividade e importante numero
de coronis.
Parece que se quer o juvenascimento do
exercito, porque muitos dos officiaes reforma-
dos, esldo longo da idade de impossibilitar-s-
para o servigo.
commissao do Ulelhoraniento do
Porto do lleulleltecife, 15 de Abril de
(895.
Boletim raetereoloico
Horas. Terra centi- Barmetro Tenido do flumi-
Hermino Jos da Silva, Pernambuco, 21 an-
uos, solleire, Sao Jos.
Bustaquio Manoel da Rocha, Pernambuco, 52
annos, soltoiro, S3o Jos.
Dclphina da Souza Cavalcaati, Pernambuco,
13 annos, soltera, Boa-Vista.
Miria dos Sanios Souza, Pernambuco, 4 das,
Santo Antonio.
Gertrudas, Pernambuco, 21 diag, Recife.
Leonilla Gongahcs Ferreira, Pernambuco, 8
mezes, Graga.
Jos Victorino II. Jnior, Ternambuco, 2 dias,
Sao Jos.
Jos Virissimo, Pernambuco, 23 annos, sol-
teno, Boa-Vista.
Maria Claudina, ignora-se, 40 annos, solleira,
Graga.
Jos Pedro Fortes, Portugal, 34 annos, sol-
teiro, Boa-Vista.
Ura feto do sexo masculino, Pernambuco, Rj-
Cifc.
Um f)to do sexo masculino, Pernambuco,
Bja-Visia.
-Dia 11 -
Clotilde Alves da Cunha, Pernambuco, 1 an-
no, sao Jos.
Joanna da Siqaeira Silva, Pernambuco, 47 an-
oos, solteira, Pogo.
Pedro Lu'z do Espirito Santos, Percambuco,
19 annos, sollero, Sao Jo;.
fin fe io do sexo masculino, Pernambuco, as
cido morlo, B >a-Vista.
Branca, Portugal, 13 mezes, Graga.
Antonia Maria do Nascimento, Pernambuco,
60 annos, viuva, Boa-Vista.
Joao Baptitta do Amaral, Pernambuco, 83
annos, viuvo, Boa-Vista.
Mana Bernarda, Pernambuco, 14 mezes, Boa-
Vista.
Dia 12 -
Ruina Emilia Dutoya, Sergipe, 30 annos sol-
ira, Varzea.
Pernam-
grado
6 m. 25,'9
9 28 2
12 . 28,'4
3 t. 28'8
6 . 28 2
vapor
22,43
23 59
24 6o
2135
24 28
dad'
Thermometro
Ennegrecido
sol 5,*8 som-
(0,0)
758,-79
759,-73
759,-44
756,-71
757,-52
Temperatura mnima 25 50
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 3100
57/8 -Prateado 43,8.
Evaporagao em 24 boras ao
bra 2*6.
Chuva aulla.
Direcgao do vento : N.N'E de meia noite at
2 h. e 10 m. da manha; NW at 10 e 4 m. ;
N at 10 h. e 24 m.; NNW at 10 h. 52 m. ,
N.\E at 11 b. 00 m.; NE al 7 h. 45 minutos
da tarde; NNF al meia noite.
Duas horas e 51 miamos de cama pela ma-
drugada.
Velocldade media do vento 3,-48 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0.33.
Boletim do Porto
Pra-raar ou Das Horas Altura
baixa-mar
B. M. 15 de Abril 9 h. 10 m. da m, 1-90
P. M. de 3 h. 20 m. da L 0-75
Casa de Detenoao Movimentes dos
presos da Casa da Detengao do Recife, Estado
de Pernambuco, em 15 de Abril de 1895 :
Existiara
Entrara ra.
Sahiram .
Existem .
A saber:
Nactonaet.
Mulheres .
Estraneeiroa .
Muliier. .
Total.
Arragoados
P-ons .
Doentes .
Loucoa. .
Loucas. .
472
13
0
485
450
6
29
0
"485
428
40:
19
2
0
"428
Total.......
Movimento da enfermara:
Nao houve.
Cemiterio Publico-Foram sepultado:)
no Cemiterio Pablico de Santo Amaro no dia 10
de Abril os seguintes cadveres :
Franklin Lobato Ribero Franco, Parahyba,
72 anoos, viuvo, Boa-Vista.
Severlano Jos da Silva Cont, Pernambuco,
48 anuos, casado, Santo Antonio.
Manoel Francisco Bastos, Alagoa9, 43 annott,
reclamo da popuago sobre o elevado prego dalConceigad Isoltero, Sao Jos.
farinba.de mandioca, mandou abastecer al^uosl Manoel Luiz da Silva, com Lucia Euthalia de] Homero Qmntiliano Martins Oliveira, i
dos MUtt.toa nfim de na dar maior ezpaosa^gjp^timemo, do mercado de Sao Jos d'egse S3uza Oliveira.
nambuco, 3 mezes, Graga.
Arthor d'Albuquerque Nascimento,
buco, 2" anuos, sjlteiro. Boa Vista.
Laurentino Antonio Cezaro d'Azevedo, Per-
nambui'o, 31 annos, solteiro, SSo Jos.
Joao Flix da Rosa, Portugal, 77 annos, sol-
teiro, Boa-Vista.
Affonso I. d'Albuquerque Mello, Brazil, 2?
annos, solteiro, Sao Jos.
urea de Caslro Freitas, Pernambuco, 3 me-
zes, Boa-Vista.
Jos Maria da Senna, Pernambuco, 1 anno,
Sao Jet,
GoJofrdo, Pe-r.ambu:o, 8 mezes, Santo An-
tonio.
Marcelino, Pernambu:o, 2 dias, Graga.
Josepha Maria da Couceigao, PernaUibuco, 23
annos, solteira, Boa-Vista.
Wenceslao Jos d'Oliveira, Alagos, 23 an-
nos, solteiro, Boa-Vista.
Candida Maria d'OliVeira Campos, 40 anoos,
viuva, Boa-Vista.
Adelu do da S. Sanio?, Pernambuco, 5 mezes,
Boa-Visla.
- Da 13 -
Maria Gomes de Figueredo S, Pernambuco.
76 anno*, viuvo, Recife.
Teomazia da Cosa, Pernambuco, 32 annos,
solteiro. Boa-Vista.
Anna Thereza de Castre, Pernambuco, 70 an-
nos, viuva, Boa-Visia.
Manoel Lea> de Souza, Pernambuco, 30 ho-
ras, Santo Ar.tanio.
Jos, Pernambuco, 1 anno, Sao Jos
Manoel Joaquim de S Mendonga, Pernambu-
co, 22 annos, solteiro, Boa-Vista
Manoel Belrairo Rodrigues, Pernambuco, 23
annos, solteiro, Boa-Vista.
Oljntho Bezerra, Parahyba, 50 annos, soltei-
ro, Bo-Vista.
Uurolha Marn, Pernambuco, 10 annos, Boa-
Visia.
Francisco Barboza, Pernambuco, 19 annos.
solteiro, Boa-Vista-
B.iWlia Thereza de Jess, Pernambuco, 56
annos, solteira, Boa-Vista.
Dia 14 -
Elvira Ramiros, Pernambuco, 8 mezes. Santo
Ant mi.
Maria, Pernambuco, 48 horas, Afogados.
Rosa Maria da couceigao, Pernambuco, 33 an-
nos, viuvo, Sao Jos.
Jos pha Maria de Souza, Pernambuco, 31 an-
nos, solteira, Boa-Vista
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, Re-
cife.
Alexandrina, Pernambuco, 10 mezes, Boa-
Visla.
Matndouro PublicoForam abatidas
no Mala iuuro Publico da Cabanga 82 rezes
para o consumo publico de hoje.
Hospital Pedro IIO movimenlo (lesee
estabelecimenio cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia 4o Recife no dia 15 de Abril, foi o se
guite :
Entraram .... 30
Sahiram..... 38
Fallecern) .... 6
Existem..... 755
Foram visitadas as enfermaras pelos segra-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 3,4 da ma-
nha e sabio s 8.
Or. Malaquias, entrou s 10 1/2 da manba e sa-
hio s 11 1 2
Dr. Berardo, entrou s 11 da manha e sabio
s 111/2.
Dr. Arnobio Marques entrn s 10 da-" ma-
nha e sahio s 11 1/2.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 3.4 da manba
esahio s 1114.
Dr. Vieira da Cunha, entrn s 10 3/4 da ma-
lla e sabio s 11 3 4.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 3.4 da1 ma-
nila n sahiu s 111/4.
Pharmaceutico, entrou s 9 1.4 da manha e
sahio s 2 da tarde.
I. Ajudante do pharmaceutico, entrou s
8 da manha e sahio s 4 da tarde.
8." Ajudante do .pharmaceutico entrn s
8 da manha e sahio s 4 1-2 da tarde.
Assisteute, entrn s 9 da manha e sahio
s 10
RibaAegQes pracessionae?, 1 t .i ene.
l>r. Crias Revolugao da 15 de Novem-
bro, livroqu-ex['3 cora clareza e imparciall-
dade tolas as peripecias daqoell* movimento
Ilustrado de militas esJampas, 1 vcl. ene.
Doeeira braziielra. arle de fazer toda
qualidade da aoce, 1 vol.
S.lttr -Fragmentos de philosophia, 1 vol.
broc.
Hugo-Historia de Napo!e>, 2 vois. eoc.
Tobas arreato-Menores e loucos.
E3lu los allemes. Esludos de direilo Phi-
osophia e Critica. Discursos. Dias e Non-
tes.
Rodolpho -Folphejo, vol. ene.
Cantor de modinhas, recitativo?, lan-
dus, ele, 1 vol.
JLanggrard -Arte obsttrica, tbeoria a pra-
!i.:a, 1 vol. ene.
cordeiro -Manual pratko 4a raadicina
veterinaria, 1 vol.
ordeiro -O medico dos pobres, 1 vol.
ene.
Rodrigues Extracto abreviado da arte
obstetricia, 1 vol. ene.
Dr. Crias A doeBfi e o remedio moles
lia das mullieres, 1 vol.
I>r. Joao le Sant'lnna Manual dan
jovens maes, 1 vol ene'
Mrquez de Marica -Mximas e pen-
samenlos, 1 foi. ene
Hanual do grallinheir ou tratado
completo sobra todas as aves domesticas.
il-.nii.il do destilador ou a d;=t:lagSo
Completa, 1 vol.
Ferreira Noge3 da vi la pralica, livro
de leitura p in as escolas e de conliecin ralos
uteis para o pavo, 1 vol. ene.
O disciLiil<> Parisiense -Collcg5o de
12 cadernos a: diferentes modelles para dese-
nlio, nova ede
Historias para me' aos
GALEPIiNO
i^iovil ides Novidades !
Historia do general Osorio, 1 vol.
broc.
Ferreira da Rosa -Elementos de ana-
lyse orthographica, 1 vol.
LIVROS RCEVICHEGADOS
thaoriria e
pra-
Meibodo do alfalate,
tica. 2 vola. broc.
Horacio de Carvalbo -O ehromo, es-
tudo de temperamentos, 1 vol.
Enciclopedia do riso e da ?.lho-
t, livro para fazer rr, 2 yols.
Rocha-Memorias de Judas, 1 vol ene.
Viveiro de CastroNova escoh penal,
1 vol. broc.
Viveiro de Castro-Eosaios jurdicos,
1 vol. broc.
Niordan Comedia do sentimentalismo
1 vol. broc
BueknerO homem conforme a 3ciencia,
1 vnl, broc.
Vinhola brazlelro, livro indispensa-
vel aos artistas, 1 vol. broc.
Austtet-Historia natural popular, 2 vols.
ricos ene.
Orador familiar, brindes e discursos, 1
vol. ene
Manual do padelro, ragr s para o fa-
brico do pan 1 vol.
Manual do pintor, livro' que habilita
qualquer pes Manual do fosueteiro, com esta li-
vro praticamente sefabrica fogos, 1 vol.
Manual da parteira, todas as regras o
cuidados, '1 vol broc.
Canjjyard-Diccionario de msdicina, 3
vols. eoc.
Medietna eazelra ou a cura por meio
das ervasr 1 vcH.
Metliodo de vlolao independente de
mestre, 1 vol, broc.
nr. Mello Moraes -Guie praiici de me-
dicina homeopathica, 1 vol.
.-.As rail e una noites, 1 vol- ricamene
ene. e Ilustrado.
D. Quaxote de la Macacha, 1 val. rica-
mente eftc. e Ilustrado.
V.'deCarvalhoascrtpturacao mercan-
til, ultima ede, 1 vol.
V. de CarvalUo -Correspondencia^eom- V,
inercia', 1 vol. ene. .
Joo Palusco. Joanna Patu seis meninas. Perigo da Infancia, Historia
de Don Ouixote. Os irmaosinh >s e a irma mais
velha. O anjo da guara. O cnapi prato. O
bora irmao. Eatevao Munllo. Thiago o pe-
queo saboiano. O Pollo do Norte. O gato da
avosinha. O u limo cont da Parrauli, Os
caes sabios. Os cav-illos sabio'. Historia,
logas e brin:adeiras. Meninos e meninas.
Historias e aventuras, Grande alphabe'.o re-
creativo. A pata des ovos de curo: A gala
borralhein. A billa adormecida. 0 novo
Gulier. O A'adino. A capa vermelha de Rosa.
Aventuras de Robinson. Cousa Cin dia
bem aproveiiiido. A justiga. Mano-I Estoves
rabisca paredes. Georgina e sua boneca. Os
desastres de Mauricio Antonio Mangos sera-
pre em balangos. Passeios de Paulo ao ca c-
po. Oj divertimsn os do inferno. Jos The-
inudo trepa ludo. Mara Rosa leiradsa. Os
dous priminh)s na praia de baohos. Os brln-
quedos da Avcmoha. As ligues lo Avosioho.
mez era casa de raeu lio Parbolas. Os qua-
drupedes. Historia de Jos. Historia de Da-
vid. A feira de Belra, As pequeas indns-
Iriaes. Urnas bellas fe iras. Brincadeiras de
meninas. No Campo. Aventuras do Sr.
Anacleto. Entretimentos infantil. O circo
ambulante. As roiohas b incadeiras. A hora
do recreio. Brincaderas de rapazas. A vida
no Campo. Navas aventuras do Sr Anacleto-
Macacos e caes sabios.
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SESSAO ORDINARIA EM 16 DE ASRIL
DB 1S90
KKSIOESCIA DO 3B. DB. FKAHCISCO LTJIZ
Secretario Dr. Virgilio Coeiho
A's horan'do cosame, preacoies os S.-., jsisee
-m unmero legal e o Dr. procurador geral do
Balado, foi aberta a sessao, depois de lida
.pD-ovaaa a asta da antecedente.
Distribuidos e pa3sadoa os feilos, dersc-ae
os seguales
JDLGAMESTOS
Recurso crime :
Di NxartiuRecorrente o ja'.u, r-cjrr.de
Mj ...e Cj rea Leal e entras. Relator o joia
Carlos Vas. Negou se prorlmaoto, acne-
meale.
Aggravo de petigSo :
Do RecileAggravante bacharel Aitj-.ia de
Le lea e Soaia Ponte, agg-avado Mtalt] Jo34
H x rri CiVik.nia. Relator o jo't Cirios Vas-
Adiantos 08 juizes Galvao e Costa Ribelro. -
goo-se pruviuiento, cunlra o voto ao Sr. GjUo-
Appellajes crimes :
Dj CapUuiu.h.Appellaoteelo'.n da bllva Ma-
ri.uo, apseil-ds a josliga.Re-ator o jis A-
meida.Miodau-te a oo.o ja y. anaoimeraeote.
Do RecrfeAppellanleo i- prora nor pobl.co,
apptildo Jos lliurlque CaraiJi- Reietor ojala
Alueidd. Deii'se provimento, coaira o voto do
relator.
De Looreogo AppellaDte lo- Hynoo
Fjrretra. Relator ojjix Co^ia Ribelro. Man-
djn--e a novo jur'. uaaaimemenle.
AppellacOes civeis:
Do Recita AppeUaots o Bioco Bmlssor de Psr-
uaraouco, appeila a a Fazenda de Estado. Rela-
tor o juis Calcas Barrete. Revisores os jones Ai*
meada eC.ro |Va'.Foramdesp-caados os ea*
oargos, contra o voto ao Sr. Carlos Vaa
DoReciteApiellaot.s Jjse Vidal de S>(.rei-
ros e outro, appellad? Mara Francisca dos An-
iae CtraJO. Re atjr o jola Costa R 0 1ro. B-vi-
a>re* os uiiea Caldas Baneto Almeils.-Ne
gra se provlmento, cnammemente.
D tii a Jar mAppel'ante Cemr.tr.0 da
U.tti Rnlro, appeUajo M.uoei Eoge- da
ama. H-lUir o jan GilvSo. Revisores os jai-
e- ment, oafa o v t) do Sr. Ala-Id.
D; e>yaQAppellans a Piteada do B-ta-
'o. appellados Aurelio & I rcj. Relator o jala
Cosa itiDeiro. Revisores os jai&et C-.id.s Barre-
ta e Aliteida.N goo-se proviiiejto, oaaaime-
mente.
Da,O."f ionAppe!lnte a Faieada a> Esta-
do, jppeii.do Joai B|tlsia de Agolar C^o'-inho-
Relato: o Ja z Caita Rioeiru. R3vitore3 es juixes
Caldas Bare:o e AlraeUa. Ni^o.-se profl-
Q-nto, cnauia.enete.
Dj Bom JaroimAppeilaote Vtcaiie L pea de
Mcadonga, appella.lo JoSo Ala?* Came'ij de
AMOJo Partir. Rumiar o ju:s Almelda. Revlao-
reS o ju:ses Carlos Vat eJ au C-ri03.Jalgot-
se nollo o processo, unanlmemei t.
De AgDt P.e aAppeliame lcac'o Pereira
:e L'ua. aepuado. Jao Cli-nioo de I .ojosa
Vareiao. R-istarojorz Cta Rraeiro. Reviso-
res os jaita3 Albelda, e Carlos VatN gofl-M
provjmejto, cnanimemen'e.
Da Pao a'AiboApprbaote Manoel Tnoaaa
le AlbUloertUe Maraotij, appeliado Jo 6 Silvl-
oo da Atooiiue que Mar-rtmao. Relator o jais
Caldas Brrelo. R'iiires os jones Almetla e
Carbs Vsi.Deus?provimenlo, conl-a o Vt
do Sr. Cirios Vas.
Provuaj de advagado :
cedeuse iJ.ai da Olivera'Vilcnji a
pnrogigo de so aajvisl* p ra aJtog.'.
PA88AGENS
Do jola Galvio ao Jai* Costa Ribeiro:
Appelt.gao crime :
Do RecifeApneWanle Floindj Jos 3Z Sin-
tos, appellada ajuaga.
Da jala Costa .ttin ao jii- C-idu Br-
relo:
Appellagio civel i
Da Baeile Appeliante Gaspar de Merezca
Draim;oi. ppait-Ja Caeisnj da Co.ta U jrer
ra.
Apnel'atao orrauercial :
Do R-Cife-Appeilanvs lo F antuca de Par-
ros Reo e Francisco Gjcga app-lla-



lafiiil


I
Diario de Pernambuco Qnarta-feira 1* de Abril de 1895

jar: Cvaas Brrelo aojis Almelda :
tRlf^fr. ****** le
airad r, tppellada ajcstlca.
J'q"^.]!Arpcll-iDleo Bario deT quore-
jm; (p .1 ioo m JO' lUboel da 11 nha Per-
as f R*e:fr.
9 } -,: J i> Cario ao joi jilsao:
apzel agio civel:
Ht u ;d_Appellai.le D. l>abfl de Azevtdo
aaaki .. D'.ellaoo J.iJoacorai Cecilio.
Ine; cu:p a sn-siio 4- 2 horas da tarde.
SPORT
l'ratto Pcrnanbacano
aVmlwdo da ioccriiHio para e 13." corrida
3>>i ltf.nr io deminge SI do eafvor:
lipaita Fe'rat,bucana.--Avetlureiro, la,
faauri. Toa Pesiare, Nababo e P.ramou.
ffnr ms.iFarioco, H.roa^elle, Tdo-, I'a e
Aijs-fe-r i
dea -Er-ieb Tl!>pber, CoDqaUtaor 6 ib
m. il.et!eo, Miscote e lla.loller ex H-rml-
Prer p-fo Peb y. TjlFp"ier, Clogo, Doblit e
JBJ-Sn>|e-.
Ksl'. to-Pet'opnlis i.,D.ilrryer, Ciogo, Do-
GirlDielrv, Tiffijneiro, Dictador e lia
Anua SoPeifcpolif 1.*, Telisler, Dictadcr,
d-ic-ning 2o Bcircbe, Sea B;m, Timoneiio,
Jtaao e Ga'ooc.
Joifi Ival, Divertido, Frortio, Guama, Dis
ajer, Sen II ai CU i :ote e Gatuoc
Beliou de ser formaco o pareo de animaeg de
ajs*.'f,s r p^it o: ter coraptre ido tmente o
saina1 D "Otlif.
fIB m* A PEDIDO
*a defensivo.
Xa nosso ultimo artigo, discutimos larg-
bale a tr.ersagem do Ilustre Dr. Governador
dBHido, r.fulando ai heresias sociaes dos de-
Mano i, le anciosos pelo rgimen da le; e
peaeiu-n.io reduzirao seu jesto valor todos
aaj*el'es recursos de urna cbicaca aparvalharJa
s*m sal.
Esla nos firmes em nossa promessa ; mas a
fastio, que temos dado aog nossos artigo?, j
mero elevado, arigon que a impreosa
aviada Capital Federal entendeo couvenierte
erever, levamos adocar aquella tisana,
x sempres falladas reminiscencias hisio-
s, ce nao prejudteam, arma terrivel coolra
asosles adversarlos, e quu lhes tOm servido
esa-espiriba degarganli.
Dtte lembrar-se o publico, que IC e que me-
aste ao'ire os molhores acontecimentos dos nes-
poaterior, escrlplo para proJuzir efFeito ; que o
Sr. Dr. Marlins Jnior escreveu cora a ata cos-
tumada calma e reflexa aquella raesma que
arredou-o do palacio do governo na celebre
noute de 18 de Dezembro, as seguintes pala-
vras :
O manifest do Sr. Jos Mara ti oais urna
prova em favor da observarlo do ,professor
Lombroso, no sea estudo obre-I' nomo linijuente-de que a eatisfnco da vaiJali-, o
i desejo de brilhar no mundo o que impropria-
mente so chama-figura",-6 a causa mais
commum dos crimes modernos..
E este o homrm que lern o arrojo de cha-
mar cobardes squelles que nunca an nr.-ni
CAMPANDO DE BRAVOS; elle que no tal
manifest vem se desculpando cora os cadetes
o offinalidade dos vasos de guerra, aqu esta-
cionado?, cora receio de urna desforra qual
quer ; elle que s SAIRIA DE PALACIO EM
PEDAMOS; elle qin havia de LUTAR ATE'
MORRKR pela decantada legalidade; elle que
fez testamento e que levou a coragem e a bra-
vura, ao ponto de assassinar um pobre exaltado
cora mais de 20 facadas pelas costas e tentar
assassinar um outro ; elle, finalmente, que mo-
vido ainda por urna bravura inaudita, fugio M-
Ihantcmenle pelos fundos de palario, levando o
tal testamento, e deixando os seus amigos se
dlacerareni na praga publica, para Mr amda
insultaros adversarios pela imprensa, gragas
benevolencia da nobre junta govemativa.
Nao se pode dizer mais de ura hornera O
thcrmomelro da crueldade do Sr. Martina J-
nior nSo podia elevar-se maor numero de
graos!
Depois de tanta fereza, s o qualificativo tie
BRAVO DEMCRATA !!
Aquellas palavras, eonvm dizel-o, esto no
Jornal do Recife. de 5 de Janeiro de 1892.
E temos anda egte pedacito, um dos mclbo-
res e mais inspirados do redactor chefe :
O que esta na consciencia de todos que o
Sr. Dr. Jos Marianno s mo poltico, por-
que tem contra si ao Dr. Jos Muria, OJ E
A ALMA NEGRA, QUE O PERSEGUE ..
Esta conclusao de arrancar pelle c cabillo ;
urna terrivel sentenga contra o proprioju'tz,
porque nfio se adrailte que elle a proferirse,
nuilirlcando-a mais larde, por miseraveis con
veniencias polticas, ou para dizer a verdade
nua e crua, por odio d pessoa do illustre Dr.
governador do Estado.
Ainda nao ludo I O Dr. Marns Jnior foi
tao alto e desapiedado na aecusarao, quanto
tem sido baixo e compassivo ra defeza !
Oh quanto tem valido As cinzas do infeliz
Dr. Jos Mara a ra vootade do pursimo, d'a-
iias. que, logo depoia do sempre lembrado que|,e que ^ngou-o gauhar o co do mundo,
Wit Dezemb'O de 1891, o infeliz Dr. Jos
aria, mesmo di fwn%, onde se achara, par
*im tirado purissimo Dr. Martina Jnior,
rreu um manifest, relalundo tristes opiso-
i da sua vida, e p-ovando em lipguagera,
e terna, que escapara milagrosamente da
aba feroz dos violn, h'jt soUdarios com o
QHtia ilria...
9o a proposita d'aquella pega, que nao com-
iroinos, at porqce nao nos dado sabir
icootinl as mesmas t-erdadei de um manifest

WHn Commerclal de Fernau:-
httem
Hi>c'>ss orricuKs m\ jontads cobsbtobis
iraca da Recife, t .lio rceve cuiag&o.
O preaiaente
Anioaio Mirqoes deAmorim.
9 secretario
dan el Gaagalvet a Silva Pinto.
alibi*
Prac do Reelle
Si Bancos abriram con a laxa de 9 9|I6 cobre
.and-1- a 9 > d as, com tendencia dovtoosa, rea-
iaaado-se neeocloi regulares fecbandio o mer-
* jnieto.
Sao p: n-i particaUr bouve peqaencs cego-
dM a 9 5,8.
<;olace* 'de generes
faraa agncullir
Aseiiiar
Linispr 15 kilos. ti6H 6*200
3istalia)porl5kiloa 5M00 6*000
aaeo,id(o ,idem. 4*JO# a 542o
JhatooJ.IIem, dem 3M0O a 3*7!
fticav: do dem. dem. M3*9 a J*7t)
1 t s.-oa ern, dem xii*l a J/3 0
trato melado dem, dem 2/0J# a S2J3
Icsiate, dem dem M7M a i*9H
AlgCtdi*
Me cuna ton negocie.
t ! aV Btm de 480 litros 235* venda-
Atardn4B
Ir lipa de 180 litros 1S0* venda.
Coaroa
leccot salgados na aue de 11 kilos 823 rls
*ia.
lerdea a ti) rie, ooaiiaal
Carnauba
Sata-e i de 15* a >8*0C<0 por 15 (ellos.
Hcl
r 100*000 nominal.
3BI.LA DAS ENTRADAS DE A8
SUOAR E ALOODaO
Mez de Abril
independen e de estado de sitio, ao Sr. Dr. Barbosa
Lima II. .
Em 12 de Janeiro de 1892, dizia oquelle soli-
dario com o luto da patria, o segunte :
Pasme ainda o publico ante a crueldade
> desses malvados que ja prelibavam o sala-
nico prazer de ver a consequencia do arraza-
ment de graede parte dcsla cidade pela dy-
namitr, como podem lr nos tpicos de urna
carta dirigida ao Dr. Jos Marianno, Irans-
cripta na Gazeta de Noticias do Rio:
Sbrescaa
bawfes .....
Jiaann.....
atoada do Ferro Central.
de 1 Fra qcisco.
i do li motiro. -
Somrii.
Asan- Aigo
Da car dao
Sacvta Saccan
i a 15 3674 1360
1 a 15 6500 20
1 lis 17t5 450
1 i 13 358 S4S
1 a M 39805 1010
i t 94 2155 1424
1 83546 48U'
impoi tato
iverpicl e Lisboa vapor ingiei Explore1-,
nao }) dia 13 e coaaigoado a Blackbcm
l C, miaifeatou:
Carga de L'verpool
Aaestras 2 (clames a diversca.
Atril -'O a-icos a Perera de Carfslbo & '\,
WK inpaoh'.a di Estiva 50 i Vieira & Sil'
W a Fu neiredo Coala y C., 650 i ordem.
ABM'xj.-' 15 Caixas a J. F.'uj Almeida.
arcos i- tero 503 leixes a A. de Carral o
.
Araisga: par teas 1 cala a Miranda & 8t)v
. t i o-tt-m.
Jlgia i. n-rbl 100 Cfix a ao I*ndon Bank.
Jarras Uro 375 3 .3 leixes a Miranda A
Jan*.
tt>f eres s Siotci A'acjo & C-,
.
BaiaisH 23 ca xas a Lopes Albeiio & C-
Canao de pedra 600 looeladea a ordem.
Ca ad04 1 c. ixai- a 1. de lireira, 3 a A. Car
reiro, 2 a J. Lias Guimaaee.
Caoiisas 1 caxa a C ngilves Cuaba & C.
Cbaoos 1 caix&o ordt-m.
Cofrra de fer.-o 2 caixoea a C. H.IIiday.
Cabo la*. Fonlef & C.
C.nre 39 v.mnea a J. da S. Acolar,
uogn^c 20 caixis a J. F. Lima.
Cooros 1 caixao a F. Barooa 2 a A. A. dos
Re s.
Ce veja 10 caixas a Ve ra & Silva, 25 a Com-
panbia de Estiva, 103 a ordea.]
C d a SCO caixas a Compahia de Estiva, 30
a Das Fero.ndes & C.
Cal 30 umboiei so Dr. Laoriodo.
CoolelgOes 1 caixa a Gaedes de Araojo & F -
ibos.
Canes de Ierro 68 felx-s a A. de Carvalbo &
C. 148 4 orem.
Diioa de chumbo 100 rolos a J. de Axevedo
& C.
Drofas 3 voloo.es a H. Ronqoay ol.
Eoxadas 30 barloas a A. P. da Silva & C.
(3 a A. de C-rv.'bo & C.
Encerado 1 caixa Miranda & Sonza.
Estopa 3 fardos ordem.
Feragens 18 volcmea a C. H llday & C, 12
a i rente Vuooa & C. 1 a Alian Paieraon, !0
i ordex. la J. -ODtes & C, 9 a Miranda & Soo-
u. 8 a J. de Aievedo & O., 60 a A. Pinto da
S.lf. & C, 26 i A. de Carvalbo & C. 8 a Gomes
de M-t os I-macB, 38 a Vlanna Cast'o & C, 10 a
Antonio Djarte Carneiro Vianna, 8 a A. Silva
& C.
Foareir s 1*0 e M raoda & Sonsa. I0J a J.
de Azetedu & C, 104 a A'bino Silva & C
Farmhi de trigo 20 tarricas a Macaado & L>
pes, 268 ordem.
Looga 11 gigai i ordem, 24 a J. de Micedo, 2
caixaa a Compa.'bta de Oro as.
Leiie roadeu8ado 15 canas a Figoelredo Costa
& C. 15 a Feruaudes Judio di C, 10 a Joac
Fernn en de Almeldi.
Llnna 1 caixa a Braga & S.
IM^cniQsxoj 7 a Cempaobia ManofaUoreira
le Pooapnorofr.
Materiaes 14i volnmc e pegas sos berdtiros
BtWJiaoQ.
Mercaduras 90 volames i ordem, I a Gutma-
ries Cirios.) & ., 22 i Cumpinhia Industrial de
Cnatj-1, 5 a Compar.oia do Gaz, 1 a ectrada.de
ferro fe C'xaog), 5 a Parete Viaooa 4 C, 30
a E. Smico &. C. 4 a Antonio Duar e Carneiro
Vianoa, 1 a Nanea Forsera 4 C. 2 a Maa e Sil-
va, 2 Aifredo & Ferreira, 1 a Manuel da Cuma
Lobo, 1 a Cempaobia de Fiagao e Tecldor, 2 a
Tavaroj & Freirp, 23 Great Wea'ern of Brasil
Comnany, 8 a iraga & Catiro, 85 a Cempaobia
de T'Cidos PaolUta-
Oleo de liibaga 10 batris a A. de Carvalbo
C, 23 a Compaubia de Drj,as, 10 a Goimaraes
Braga 4 C.
Pipas 150 ordem 100 a Peteira Carneiro
& C.
Pas oe ferro 630 feixes a A- de Carvalbo
& C.
Provises 15 volomef a J. b.lva & C, 17 a D.a-
Feroaodea & C-
P-tn I 5 lardos a Braga Se, Castro, 15 a J. C de
A. M lie
fimos 5 caixas ordem.
Pe Unces para macbin^s 1 calxa ao Dr. Lio-
rnio.
Pbo'pbo'oa 8 caixOes 4 ordem.
Te.idS 2 c xss a Googalves Cooha 4 C 8
a lloara B rges &C, 1 a Mo.eica&O Ive a, 10
a N. Maia & C, la 1. Aolrade 4 C.. 2 a Ma-
nuel Collago 4 C, 55 a Rodrigors Lima & C I
a L. Meta & C 4 a A. Lipes & C, 2 a Affjoso
Maia 4 C. 6 a silva & ., 98 A- de Biitto &
C, 14 a Miccado e Perelra, 6 a A. Crns & C ,
5 a Sonza Nogueira & C, i a Albeiro & C-. 8 a
ternet & C 3 a M. G. da C-uz, 1 a A. F.
Are.as, 8 vrdem, II a L)pes M- Ramos.
Tio'as 10 barricas a Compaobia de Dogas,
20 a Goimaraes Braga 4 C, 80 a Parlas Sobri-
nbo4 C.
yT.ota 6 barrkaj a J J. Fiel, 5 a F. P. Boa-
Uireaa.
., Vidros ra-a vidraga 60 caixa) ordem.
Vidros 3 volomei a Brag e S, 98 ordem.
C*;ga de LeixOes
Airt' 37 raias fi
Amo n c.uiauo % oraoia, *i tM|lu<
Cumprimos o nosso dever; se mais n&o re-
' aistimos, foi por ser materialraen.e impos-
8ivel.
NAO FIZEMOS USO DE DYNAMITB, POR
SEEM NOrSAS AS FORCAS MAIS PR-
XIMAS .
O grypho no nosso ; do amigo do bravo
demcrata Dr. Jos Mara.
O publico compro! ende bem que nada pode
(losorienlnr tanto os nossos pequeninos adver-
sario?, como essas rwaiaiawaew histricas, que
nao prejudteam, terrivel accusagS", que no ad-
tnitte defeza, porque asienta em basen solidas e
inabalaveis.
Temos dito, por vezes, que a nossa posigo
e quera sedefendo.
Aceu^ados pelo desgragado aconteclmenlo do
dia 4 do mez finio, nSo podamos deixar de vir
trprensa pulverizar as miseraveis calumnias
do dtkierisiilo, de nidos dadas com a calila de
purissunos, que por ahi an'la; fazen.lo prova
irrcfragavel le que o crirae nunca encontrou
guarida entre nos, de que o fim dos Sero
sempre triste, sempre desastroso.
Mas porque ccixroettemos o grande crin de
protestar contra as injurias, que rneii duzia t!e
reos de polica nos alirou, somos os chacacs da
s'ttuacao, cnnsci s da impunidade pela amencia da
Lei; (;lles escrcvni a palavra lei,com Icllra
grande, para prova da 'importancia ru sabem
dar-lhe) cramo sepulturas para lujuriar os
morios.
E como havemos de produzir a no.-5a defeza,
6 amigos di lei, seno, tornando claro e eviden-
ta, que o infeliz Dr. Jos Maria foi o provocador
da lula, o nico responsavd por ella invocan-
do os seus desgragados precedentes para prova
de nossas assercOes ? I
Na defeza Ponles Visgueiro h.iveis do en-
contrar Kranktn ^Doria, o grande orador do
tribuna judicurin, martillando forte nos prece-
dentes de seu ccnslituintc, para arrancar dos
juizes urna absolvilo I
E porque n5o podamos, nao deviamos fallar
nos precedentes do Maral braztleiro. do Cabel
l'ira, do Sir e finalmente do dondo. revolucio-
nario, san gumio o ana chista provocador de con-
flicto de 4 do mez lindo ? !. .
Eiles queriam que nos quedassernos diante
das infamias forgicadas contra nos, dizendo,
como nico recurso de defeza :- Jess autem
lacebat !
A lei ::
A vinganga para elles um dirclio ; impor-
ta um dever dos prenles e amigos
Estas p-ilnvias sao de um coneciluadissimo
jornal do R.o de Janeiro, proposito da amea-
ga, que elles fizeram, em lempos passados, ao
benemrito conselbeiro Joao Alfredo Correia de
Oliveira.
a loil!:
?agora raesmo, esses criminosos de lodos os
lempos, tao notaveis na ameag, quan'o na co-
vardia, terminara um artigete de qualro linhas
no Jornal do Bruzil da Capital Federal, de 5 do
corrente, com es a declarago :
Os filr.os e amig s da victima hio de vingar
seu a sassinato ...
A lei
Se ella fosse fielmente executada, Femnndo
de Noronha seria pequeo para conter lautos he
rots
Picar a mensagem para o nosso artigo se-
grate.
Justas.
P. S.- O nosso artigo de hontem sofreu gran-
des estragos.
Corrigiremos os maiores:
Na 3J." Imha da priraeira co'omca, era voz i.'e
-em adfuturum, laia-sead fulurum.
Na 80.', em vez de-2,103, leia-se-l,40J.
Na 109.", era vez de-S^i, lea-seLe.
Na 37.* da segunda columna, em vez de -lem
na lioguagem da imprenaa bajuladora e i victoria de 70, pretenden que a lingo
eervil, prejudicado por uui ao pensamen allerna fosse a lingoa diplomtica !
O mundo rio-e.
A hegeonorau allem !
to que o preoecupava e ainda, dia e noi-
te para engrandecer pela conquista a
sua patria, e que nao poderia alconcar
com a paz universal, tornou-se estpido
e responden : E' urna uthopia a paz
entre as naijrJes, porquo aquella que se
rebelasse contra a seutonja do tribunal,
teria de a submetter-se palas a mas, e
isto seria serapr: a guerra.
Esquecia-se o bruto (que bruto o que
pretende que ss relagSes entre fia nc;3es
sejam reguladas sempre como o sao en-
necessidade de oceultasse, Icia seleve necessi- tro os aniraaes) esquecia-se e nuaca se
dae de oceultar-se. lembrou, que nunca se chamou guerra
Na 67.", era vez de-escoltier, leia- eescc
lai-
da 73.' em vez deo seclorlor seguro de
grandes elementos necessarios, leia-seo se-
ctor seguro de grandes elementos necessario?.
O
a Jornal lo Recife o o
anonyuato da imprenaa.
Deu agora o yor/ial em pat-ocinar as
ideas e sentiraentos mais contrarios a li-
berdade. at louvando c festejando e qu-
rendo quo o mundo todo festeje os factos
rubis prejudi".iaea ao sentimento, a todos
os povos da Europa.
Hontem era entliusiasmado e incitando
todo o Brazil e o mundo inteiro pelo da
dos oitenta aunoa de Bismarck, porque
elle um grande hornem o maior dos con-
temporneos; e deu Alleraanha a hego-
monia da Europa e fez de tantos povos
usa a naco. Para bem saentar a
grandeza de seu hroe, Irouxe at a anc-
dota do sapateiro que foi obrigado pelos
caes do que tinha de ser tao grande, e
fazer-lhe- urnas botinas de pulimento, d^-
meia noite para o dia, p ra aquella en-
tao estudante de 1G annos ir ao baile
naquelledia.
Outra ar.edocta a resp'iito do mesmo
grande bimfeitor da huraanidade, pela
qual ella llie deve levantar tantos lni-
vores, j li eu algurea que exprime o
mesmo carcter aquella deapota, que
soube bem agradar realeza para depois
se impor a ello.
Em um caf, a urna meza prxima a
de Bismarck, plguena fallava mal do
re. Aquelle ardente realista do lugar
emqueest va, jogoii-lhe um copo ca-
ra. Ce>m verdade no poda eatrear rae-
Ihor em um paiz de escravos a sua car-
reira poltica para cliegar t&o alto a me-
recer to grande enthusiasmo do nosso
Jorn >l'.
Jess Christo pregou a pai universal,
ensinou como sao todos os homens ir-
mftos, idea que, viuda do declogo, esto-
va de todo apagada e at mort, nos seu-
timentos que sa corromperam em todos
os povos, desconhacida dos philosophos
at do proprio Scrates a de Pla'o. Al-
guero na conformidade da doutnoa de
Jesus, doutrinava no parlamento prussia-
no allemo ou pelo necessidade de ura
tribunal d s nacoes para que todas a
contendas entre ellas fossem julgadae e
imposta a sentenga por 'ellat>. Aquelle
graude homem, o chanceller de ferro,
Oliveira Ur.i.t, 6 a Companaia de Esuv?, 10 i
Sao'o* da Figneire 4 C
Ateliuprs 10 aoccetas orden-.
taas 3 calas a J S. Amaral 6 i ordem, 2 a
Panl'uo de Oli'eira M U, 11 Goedes de A aojo
& Filboa. 3 a Cou.pat Batean 43 c Ci'apo;.s 3 fardos a Goedes de Artojo & F.-
Iboe.
ObolasMO citas a Santos da Figopira & C.
Pei|4o &0 sarcia a Antonio Soares & C.
Fe-ragens.iO caixas a A. Machado &. C, 3> a
C Lilia & C., 6 a Miraopa 4 Sjoz*.
Folbaa ae louro 40 saceos ordem.
G-flh-.s 10 barricas i ordem.
M.del-a 9 ataaos a Gaedes de Araojo & Fi-
iboa.
Palitos 18 Obras de pa'netas falsas 1 ca x a C Fernan-
de<> 4 C.
Vioagre 10 barrfs a orletr.
Vioho 15 narria a P. Anorlm & C, JO a Lo-
pes & A "a ojo 15 a i. N. Pedroea, 15 D. Lo-
pes da Croz, i a A. de Britto & C, 30 a J. R.
N. di Silva. 3* a I. C. de Vas onael'os, S2 a C.
I.itia 4 C 10 H. M. da Costa &C, JO a A
Ferreirra de Carvalbo & C, 30 a J. B. M*ch>i
ra, 15 pinas e 69 barra a Nones Coimhra C.
Zi e 30 caixas ordem, 50 e Q a Goedes de
Araojo & Fi'hus, 200 a Solir K-offaiaan & C,
530 a Cumooru de Est va, 10 a Perreira Pi
to & C, 60 a P. dos Santo 50 a Neves P dro-
sa & C
%iuor Re:lfe, 15 le Atril de 1895
Para o exterior
Ni vapor allemSo Santos, para Sambar,
go. rarregaram :
J. K'ose k C, 3:003* em moeiaB le oaro e
nratt, 1:200* em oaro ve no e 6J kihs de casco
de tartaroga.
R. Brote-8, 100 coaros salgados pesando
1,203 kilos.
Para Li-boa, rurrenaram :
L y.i & K 1 io, C0)8aC20B com 45,000 kilos da
assucar braaci.
J. T. Carreiro, 15 kilos de borracha de mm
gabera.
No v3por in^lex Dano-e, para L'sboa.
carreeoo :
J. A. Barras Gaimar&ei, 1 caixa com 60 tilos
de doce.
Para o ioterlor
Na vapor nacional Santelmo*, para Ft.-
rinagu', ra-regaram :
M. F. Lile C, 2C0 aireos com 12.00) kilos
de afsncar brando e 300 ditos cora 18,000 dito."
de dio mascavado.
Para Cur. iba, carreira-am :
E. C Belt 3) 4 Irmao. 20 barra com 1 8C0
litros de alcool e 15 pipis cora 7.23o ditos de
agoardeote.
Para Porto Alcge, acarretoi:
F. A. de 01 vela.. Muceos com 30,030 tllo; ae ,990Car brinco.
hra sinto, carregaram :
1. B 1 ar 4 C, 10 pipas com 5.6 I Ir-s ce
alcool. *
Para S. Pml). carregoo :
F. X vier do* Sin os & C, k"Q wcets com
?8,00 knos de ai0')4o.
No varor allemo Boma, para Saotos
farrejOJ :
Id. s. Mala. 10 pipas com 5,970 litros de -1
pool.
Iti encona hollandeti Jjbaone*, para
R:o Gnode --o ful. ;arreejo :
f. Co'a, 903 saceos com 67,500 kilo) de atar-
car branco e 100 artos com 7,500 loa de dito
mascavado.
ge] acar ingles Ctmre, para PeluUs,
carreyaram :
A. I-o &]-: & C, 370 saceos com 27,750 kilos
de acorar branco-
L yo & M .reir, 200 saceos com 15,0 0 kilos
de asoocar oranro.
no vapor tac oo;l .vl.g'as, (ar. R.o de
Janeiro, carrearan) :
J. A CoMa M re: a. 00 taceos com 30 000
knos d-j i-isucar braoco.
P. Piolo & C, 5 tarn ron 1310 litros de
alccol e tO pipas cum 24,500 ditos de agur-
dente.
P*ta Vi to ia, carrega'am :
P. Pinto 4 C, 150 birria com 13,203 litros de
aguarde .te.
ti. da Esina, 500 ba*rls com 30,-03 11 03 de
ag arde ite, 60 barricas com 3000 tios oe ats -
ar retinado e 250 saceos com 15000 ditja de
lito biasco.
J. T. Ca reiro. 100 saccoi com 6 000 kilos de
assucar mascavado e 50 di'os com 3,000 ditos
de dl'o braoco, 150 barril cm 8,450 litro de
agsardeote. Q
No vapor naciooal Uaa, para Caar, car-
recanm :
J. Poligcc, 23 canas com 200 :it-oa da
Cetveia.
J. do Amaral & L'., 2-3 raixao tom S40
litros de cocaT.
M. C. Baodfira de Me'lo, 130 b.rricas com
7.650 k'los de as*acar r tiuado.
D. F. Porto Bal'.ar, 30 ba-ricae com 2 860
kilos de assocar Br.no e 15 ditas com 900
altos de dito refnico-
Para Aracaiy. carrezco :
J. de Macro, 3 birris com 135 litroj de \i-
nbo de jaaipaoo.
Pera Nkial, caregaram :
P. Aives & C, 10 barricas com 735 kilos de
assocar branco o 30 ditts cora 1,800 ditos de
dito reinado.
No biate Crelo de Maco, para Micio,,
carrecaram :
J. S. oo Axaral & C 1 c.ixi com 24 litros
de cerveja, 1 barril cm 88 ditos de vioho di;
fiadas e 1 dito com 88 d ios de noage
No vapor ioglez Borley., para Ceari.
carregoa :
C. de Estiva, 30 barricas com 1350 kilos d-
aasuc r retlaado e 50 ditas com 4,300 ditos de
dito b Para o Pura, carrezaram :
E. Kictback 4 ., 200 barricas com 13,950
execucao de sentenca pela forca impos-
ta parte vencida que tivesse a loucura
de reboll T-sa contra ella. Mas se o
raonstro s cura em roubar s outras oa-
^Ses, povos seus a... seu-i paiaes para
eng-andecer t seu rei e a si como o la-
dro que passa os das e as noites a pla-
neiar como ha de roubar < s bens
albeios II..
Se o maldito, inimigo de Deus e de
seu Christo, s cura de trazer o mundo
em guerra p ra cstentacao da propra
gmndeza !
Seria bom que o Jornal nos disses-e, i
nos brazileiros, ello que quer ijun nos en-
thusiasmemos com sigo pela gran! za de
seo hroe, o que lucra a bunsanidade, a
Europa, a prop.-ia Allemanha, sam o
rotibo qua fez Bis narek, da AUacia e da
Lourena, approveitando-se da lotera da
Franca quaudo tinha no peacoco o p do
ladro da noite, o iniame NapoieSo III,
sustentado contra a republ.ca pelos rois
da Europa ?
O lucro, o bem qua tem trazido Eti-
r. pa aquell roubo o esmagamento, a
miseria iminensa que tem traz:do a todos
os povos pelos imuoscos para osteaiar
nacSes em p de guerra a 25 anuos, pflo
temor que tem a Allemanha da Frauya.
pelo odio que da inveja Ihi vota tea povo.
Mas Bismark engrandece a sciencia
no imperio allemo,
O iomil fez esta 'descobeitn. Aquel-
es reinos princij-ados, dacados, sempre
fizerarn progressos as sciencias antes do
ser confederaijo e na prioMna das sfen-
cias, a phiio8ophica, doude resulr,a o cc-
nhecimento do himem para regnlnrem-se
as relacSes saciaes (os patitiviatas feehem
os olhos paia nao verana isto). Neste
ponto muito bem ex' o Cousiu que a
Allemanha oleccioua, ajunta e a Fran-
ca digare, rlesenvolvendo. (As expres-
soe8 sao minhas, que n3o lembro-une
das do pliil sopbo, para dizer o peusa-
mento.
Ahi sim, seiihores do Jornal, que
est a hegeonoraia, nar- s da Europa,
como do mundo inteiro.
Ainda sob a pressSo das aliangas, ;ao
custosas da Allemanha, das armas de
todos os res, a Franca d ffunde sua-
ideias, irapQe i>b seus sentimentos, inspira
a tcdjs os povos a sua sympathia por
esses altos e generosos sentimentos, pela
riqueza, facilidade e brandura de sua
lingoa.
Em verdade, a tilica da Allemanha,
sem duvda devendo ter partido de seu
grande humara, tal, qae, depois da
fT'Renda do Estado :
D da la 15 144:3S6J0Ti
dem de 16 63:> 8 1956
110 693C60
Somma total S 3 < 2*450
2*8}rx3oda Altndola de Peraaiotuco, 16
de Abril de 1SS5.
O ebefe da seccSo
L. F. uodecera.
O ibeouretro
L M. Roang.es Valenca.
RECEBEDORIA
Do dia 1 a 15
dem de 16
DO ESTADO
Somma total
RECirE DAISAGE
Oa dia 1 a 15
dem de 16
2i:62l4i07
3:7#05I
30:349*416
Nao fo3nom as alliancas, no fosse a
Euroi a tvda armada, j a A!le.oaO)ha
teria ha muito, voado, pela ponta da
bayoneta do soldado francez, t mar-
gena do Vstula, seco pacodida a suas
agoas, como s por corcpaixao ou por
au.bcSo n3o o fez Napoleo, urna vez,
com os exercitos da coligacao europea
contra a Franca sczinha.
Mas q uem nao festeja a grandeza de
Bismarck fi para o Jornal Abycino !
Na verdade. o Jornal no sen lamenta*
vel enthusiasrao pelo grande homem, pa-
rece at qne perde um pouco de sea
senso.
O* abyeinios nao so aquollea aua fes-
tejam o sol quando se levanta e'o ape-
drejam quando elle so pfia ?
Bismarck, que se levuuta agora esplen-
dido e raJ-cnte, pelos beijoo e abramos di
seu re:, qi'e chegou a fazir hereditario
o seu principado, tira sol que se pc"e )
Ateo Reichstag o Jornalmorde raivoso,
cruel e desapiedadaraeate ;porqu este
nao votou crdito para os festejos b:s-
marckauo!; !
E' que a propria Allemanha j va sen-
indo (uantas puugantaj cruezas lhe tem
custado o presente da Alsacia e d.i La.
rena.
Mas o psvo acodio vnntads do rei,
e festejou 03 oitenta :n:ics do seu grande
homem
Fudora nao.
Se em toda a pnrta ha povo para tudo,
Como nA Allemanha filtaria.u escravos
.ara dancrir bu praeas qoaodo o rei folga
em seus palacios ?
Ali t-u'm o duvidaria ?
Bismarck com effeito um granda bol
mem, o maior dos contemporneo ; mas
caba aos povos da Europa bem dizer a
grandeza d- homem qua em faito a gran-
daza de suss fhigela\3s ?
Este demonio 11111 ganio ?
Ser ; mas o genio du mal, como os
Tarmelan, os Qengi-kaa, o acoite de
Deus, como este se ntitulava, cada ara
segundo o modo do tempo e a civilisa^o
do seculo.
A-*sim, pois, os povos da Europa at
a AUacia e a Lorena, e.-tejem o seu fla-
gelador, e no samemos no grande coa-
vivio, sej a livre e rinda repblica dos
rilotadis Cuidosdo Brazil!..
Deixemos para outro artigo o -anony-
mato.
Duarte Coelho, Olinda, 10 da Abril do
18^5.
AJfbnso de Albuquerqne Mello.
Friso iMrJV Laxativa uVicby
Olinda
Antonio Goncalves Carneiro de Vas-
concellos, faz publico qne teva baixa da
guarda municipal djsta cidade, fixou aua
residencia na ra de Sao Sebasti&o n, 16.
2 cargas com diversas a 300 rs.
66 cargas com farinna a 200 rs.
1 1 cargas com milho secco a 200 rs.
6 cargas com fej&o a SOO rs.
62 tuga'es a 200 rs.
9 Suihis a 200 rs.
Iz cooip. com oir.eiros a 14000
9 coijo. com 8cj 1 o a 700 ra.
9 comp. cera fressorHr a na.
34 comp. com comida a 70u rs.
7< comp. com fazendas a 600 rs.
49 comp. cora verdjrss a 3*H3 rs.
83 comp. cora lariona a it rs.
53 comp. com lalbos a 24000
Rendimemo de 1 a 14
4600
134200
24000
l2O0
121400
14 SOO
12400o
6433U
544Q0
234000
4540 0
144700
344000
l-4O0O
3024000
4 211490)
4.5134300
Sjrnm? toul
8.233428
1934306
8.430/534

kilos de assocar branco e 100 ditos com 7,500
ditos de dito a asesvado. j\|
F. Lemo- & C. 60 latas de oleo vegetal.
No va-.or allemo Salermo, para Saotos,
carregaram :
Liv i & Fi'bo, SOO saceos com 30.0CO kilos de
assucar braoco 503 altos com 30,030 oitos de
dito mascavado.
P. Cae ro & C, O pipas com 19.800 lilros
de alcjtl.
F. Lemos & C., 12 >a ai coa olio vgelal.
Pra Rio de Janeiro, carregaram :
A. R. da Costa, 50 caixis coi 1000 kilos de
do e.
P. Ca n:iro & C. 530 saccas com 38.803 kilos
'e algodin.
o vapor noroegnensa nrlm, para Rio
de Jaaeiro. carregaram :
L. J. S. Guimares, 15> saceos coa 9,000
kilos de assucar branco e 150 ditos cora 9,000
ditos de dito mascavado.
8. Ris &. UjJii.oas, 300 saceos com 18,000
kilos de assocar branco.
C. de Uelroram utas, 706 saceos com 42,300
kOus di e5!8 di'01 com.,..'
No bi te Crrelo de M ci*, para Micar,
carregaram :
J. A. Fernande?, 20 saceos com 1,400 k:!o-
de assocar branco.
c. Ljtjo & C, 5 ciixas com 115 kilo] de
sabio.
c. do Ejt.va, i ciixas com 36 litros de cidra.
Na barcada Iiajacy, para Pa'abiba, car*
regaram .
P. Vatcnta & G-, 200 celias com 4.6C0 kilo-
de 3*ra'>.
Na oarca Pcqncte do Pilar, para Pil r
de Atagoa', cirregaiara :
F. Ir 1 i j & C 156 ctxas com 3,410 kilos
desata:.
ReBdlmeiscos publleoo
Hea
Renda i,ror=.l
Do da 1 a 15
Ideo de 16
e Abril de 1895
Alfandega
683:3874 334
69:7694886

M vi me ato do p' Tiifios entrados no du 15
Mioios e escala12 lias, vipsr nacionl Ala-
^O'.s, > ce 1999. ootl dis, commamlaite Or-
deoer Jjs Caroeio, eqmpagem fO, car^a va-
rlO' g'uercs a Pereira Cirnairo & C.
Hamoorgo e escala ?4 diar, vapor al emSo
I b. ka, de 1477 toneladas, ceo 1. Poraio. eqmpagem 24, carga varios gene
ros ; a Terei a Carneiro & C
Nanos sabidos oo ireemo da
Rio de JaneiroVapor ailemao lima, enm-
mandaai-.' A. N. Tbiy ; ia-,a vorias geoe-
ros.
Ro G*aode do So' e esctlaVapor allecoao
Itbak, commaodante ). Pora b ; ca'ga va-
rios gneros.
Navios entrados no da 16
rl->v-e e esca!a-19 das, vapor lraor.es Ville
de Montevideo, e l!8. loolad'S, commao-
oante A. Loma, equipagem 3i, c.rga varios
gnn'ro''; Frln Bandelra.
Ncw-Yo-k-16 ta, vapor iogles Lassc-!l, de
1178, tooeadsB, commandaate S. Coomber,
eqoipagcm 29. cra va ns geaeroa; a Bia-
ckborn & C.
Crdiff po>- f. Viceuti17 dias, vapor l^lei
^rab Jjil.ff de 76 toneladas, coaimandau-
te Robe-t D w;on, ejoipagem 14, em lastro;
a B ackboro & C.
Navios sabidos do mesmo da
Rio de Janeiro_e escala-V-:Por nacioc.l A'a
goa, commandaote O. i Carneiro; carga
vares gneros.
Saotos e escalaVapor noraeoense MaDln,
commandaote J. Luades; ca ga varios gene-
vanos gen BarcalesL capitao J O. Rcer; em latt-o.
BarbadosEncona ioglez C-jngo, cspitlo Da-
ijnlel Ernas; em lastro.
bfervagao
Nao hcave ent'ada oem sabida 00 dia 14.
Ulereado Mnnieapso des. -los
O raornnento deste mercado 00 da 15 de Abril
fcl o seguate:
Entrsnm :
43 bois pesando 6 9'6 kilos
225 kilos de peise a 20 rs. 445 0
3 compart. com mariscosa 100 s. 430
2 di'o com camarfjes 100 rs. 4200
26 1/2 columnas a 600 rs. M900
2 :ar4a com calimbas a 500 rs. 14500
9 cassoaes com gallinhas'a 300 rs. 24700
1 cargas com milno verde a 300 rs. 4300
2 c*rgrs com mscacbeiras a 300 rs. 4b 10
; 2 cargas com melancta a 300 rs. 4600
1 Cargas com louess a 300 rs. 4330
1 carga com batatas a 300 rs. 43130
12 cargas com genmons a 300 is. 346 0
3 carga com bananas a 300 rs. 49 >0
8 46'3t)
tSCvtt *vOQ
Precos do d\a:
Carne verde de 230 a 14200 rs. o alie.
Solos de 900 a Ii2 o mera.
Ca-oeiro de 14000 a 142<)U idea.
Faricba de 700 a 1450) rs. a caa.
Uiibo de 600 a 700 rs. a csia.
Feiiao ee 14500 a 3/0 0 a cuia.
fiarlos esperado;
Da Rio de J.nei-o
Barca porlugaeaa Vaco da Gima.
De elotai
Logar ooroego'n;e Nias.
Escuna alleoii Gina.
E?coaa italiana SadtUsima do Rosario.
Lagar portugus M. iauo Vil.
Lagar dinanijrqatz Aarorae
De CardilT
Barca noraegoense Mel?.
Ba-ca no'Ugue'se Traotaiiaotie.
Barca ingleza brisiol.
Barca noroeguenee Bravo.
Biica noroegaesfn Ferosi.do.
De Uamborgo
Barca alleoii Cari Boto.
Pitacbo oorufgaer.se Elisa.
De Londres
Logar ioglez Facny.
Barca noruegoenso Gyda.
Oe Terra Noi a
Lagar ioglez Aorcoia.
Logar lole Tyrse.
Lagar ingles Siella.
Cagar in^kx Neva.
Dj Porto
Logar por'.ucaes RsjcIj.
Vaporea a entre
Mea a Abril
Crelf, do sol, boje.
Staa, do tul, b je.
Vllna, do sol, boje.
I acema, do sul, boje.
Espirito S oto, do sul, beje.
N le., da Eorop, bo]e.
M'iraobo*, do norte, a 22.
Brazil, do sul, a 26.
Etce,do sal, a 27.
Tapares a saklr
Mez de Abril
Saotos e eC.,"HaDon Adeisicn, boj'", fs 4 b.
Sanio e e?c, Si L-rmo, boje, s 3 ocas.
N w Yjrk Iadian Priocr, boje, ai 3 oras.
Rio e eec, Santelmo, boje, as 4 nors.
Rio G. do&ul eesc, Stella, hoja, iSbcra?.
HimDorgo e (;Sc, Santos, boje, i- 3 era*.
Genova e esc Bosari, boje, is 12 borat.
B. Ayres-e ese., *Jile, boje, ts 2 boras.
Saotos e esc, Ville de Montevideo. 18, is 4 b.
aunaos e esc. Espirito Smto, 18, s 4 hora*.
Ro e esc, M raabSo, 22, 4 boras.
Sootbaxpt n e eso., E;be, 27, s 12boras.
ilicas e esc, B-zll 2r, as 4 boras.
>OMPANHIA ^TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BUS DO VJ.tJa.aiO N. 1, 1.' AHDAB
Directore
3ar4o de Souza LeSO
Tbomaa Comber.
.'ulio Cea&r Tses Barretta.

^


Diario de Pcriiambuco ttiuarta-feira 17 de Abril de 1895

v_^ ...ij
MAESA EMILIA DE KDSA LUIDA
(Trigsimo da)
Joaouim d'Almeida Costa e sua mulher,
t,endo rebebido a infausta noticia do falleci-
mento, em Lamego, de sua querida mae e
BOgra, D- Maria Emilia de Moura Almeida,
convidam s pessoas de suas amizade o da
linada, jara assistirem s missas que man-
dara celebrar na igreja da Madre de Dcus,
;s 8 horas da manha de quarta-feira, 17 do
crrente ; anlecipando desde j s pessoas
que assistirem profundo reconhecimento.
INFLUENZA,
A bronchite que sobrevem a Influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanh;-
das de reaccao febril, bronclio-pneumo-
nia, catharro pu.'mmar com febre ele-
vada, tubtreulose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthnta,
larangite, molestias da garganta, insom-
nios e tosses suffocantes cedem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia nflata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Infliichza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos *
Ra do Baro da Victoria n. 37, i. an-
dar, sala posterior.
Pernambco
3* Dirpftnria Ha Sp-EugenioGuedtsde AraaJ
. ISirCllUrid Ud ^8 .Francisco Domingos dVSilva
cretaria da Indus- F?? ,.,
francisco Jos Antunes
Francisco Jos da Silva San-
tna
EDITAL
Para conhecimonlo dos
intefessadof, ac,o publica
que nesta Repartic.ao acei-
tam-e menores de 13 a 19
annos de idaile que desfji
rern apienJer piqtura de
casas.
Recife, 15 de Abril d
189%.
Jos Joaqiim Rodrigues
Saldanlia Jnior
Ildefonso de lievedo
PHARMACEUTICO
Avisa a seus amigos e a quem ate-
ressar, que se acha nos dias uteis, de
1 s 3 horas da tarde, rna Mrquez de
Olinda n. 38. 1. andar, e s outras ho-
ras, de 8 da manha s 8 da noite, ra
Baro da Victoria n. 37, 1. andar, sala
posterior, onde tem a LABORATORIO
de suas especialidade.
Falle as*
dos
&B3 B3

@fW @%@
Protesto
Constando-nos que alguns herdeiros
da propriedacle Graat, onde se acha
edificado o Engenho do nesmo nome
no municipio de Canhotinho deste Es-
tado, tem contractado verder o referi-
do Engenho descriminando limites, e,
que os compradores assm pretendem
hypothecar, no banco de Crdito Real
de Pernambuco, nos na qualidade de
herdeiros que somos da mesma pro-
prJedade protestamos contra qualquer
venda cu hypotheca que queiram fazer,
visto ser a mesma em commum.
Em tempo Taremos valer nossos di-
reitos.
Recit, 15 de Abril de 1:895.
Manoel Rodrigues Pono,
Manoel A nton.'o de Olheira Mello.

Desmentid
Tendo a gente 'A Provincia dito no
noticiario de sua conceituada folha de
hontem que ha dez dias quTi o S.\ Dr.
Affonso Costa, digno pref ita deste mu-
nicipio, nao pparece para agsignar o
expediente, attribuindo a misma gente a
mira a retpon-abidade deesa ausencia,
sam que se dignassem prova-- o que disse-
ram, venho solemnemente Jeclarar que
jato talso, po8 entre miia e o meu
amigo Dr. Gjs ta nilo se deu facto algum
desagradavcl que motivases a qa.jbra de
Doesa amizadj; e roesmo quando isso
8uccedes6e nao o irapeden'ade dar o seu
expediente, visto camo nada tenho que
ver cora a Prefeitura Municipal.
E' preciso que baja mais criterio da
parte daquelles que sempre esto prom-
ptos a espalhar falsos boato s porquanto
se o Dr. Prefeito nao tem comparecido a
sua recarticj i devido a e:commodos de
saude.
Recife, 16 ce Abril de 1895.
O coronel Leoncio Ribeiro.
Gabinete de cirurgia geral e
especial da bocea
Dr. Joo Rangelparticipa aos seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i.* an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
Se se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os ontros servicos logo que
terminados.
_ora a Imprensa,
Estados
-< Recebemos a offerta de 1 garrafa do
Cognac Brazileiro producto de nova
industria nacional, de que autor o
nosso conterrneo, pharmaceutico An-
t >nio Martiniano Veras, estabelecido
n 1 cidade do Recife.
Nao se pode notar a menor differen-
ca entre o Cognac Brazileiro e o que
nos vem do estrangeiro, tanto no gos-
to como na bonita cor, e engarrafa
ment.
Os collegas da imprensa pernanbu-
cana, as apreciaces, que temos
vista, sao unnimes em affirmar a excel-
lencia do novo producto, que est ten-
do a melhor acceitaco, por saber se
ser a sua composico isenta de qual-
quer preparado, que possa prejudica
a sade.
E' actualmente recommendado como
um dos melhores productos no genero.
Hiario do Maran/io, n. 6406.
Afora ment de terreno de
Mariana
De crlem do Iilm. Sr. Dr. inspector
desta Reptrt;c2o, f.90 pablijo que, tet d
A redo ITtrreira de A'jaqnerque rcjne.
i o o kforxment dj terreno de M-rula,
. to praia dea Milagros da cid*d.. d
Ulnd*, o quul limitase ao N/rle cna
lerr n> e Candiro Cce'ho Leal e to Sol
0031 a da Jos Vieira Mame, fioam intici-
dua ca U tati corleantes e ar inte'.
*^ns, para prova (Ji co prazo d: 30 dian
o direito de p agremia, que por ve.toia,
titerem con ie'&'ao ao aforaaeato do
ajesuii terreno.
3 3 Seclo da A fandega de Por.sm'jL co
em .6 de Abril de 1895.
O ch.fe,
Clito Valterino Ptreira.
Cclleio Saata
Gruz
prepara-
Curso primario e de
torios
75Ra do Hospicio75
Contina sob a direco dos abaixo as-
signados ete estabelecimento de educa-
9o e instrnc^ao primaria e secundaria,
para a sexo masculino, cajas aulas achara-
se abertis desde o dia 16 de Janeiro.
Recebe alumnos internos, meos pen-
sionistas e externos.
Informacoes e estatutos sero dados no
collegio.
Ra do Hospicio n. 75
- Os directores:
Joaqtim Agripino de llendocca SimSes.
Antonio da Silva Guiraares.
Garrafa 2$SOO
Duzia 25$000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem des-
pez a para o comprador.
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
tDITAES
(Kangorra
C3

Pede-se ao individuo qne hontem pedio
a r?daco da Cidade part chamar a
attencSo da au oridade para urna uenhora
moradora a ru, Estreita do Rosario, que
se spplica a arte de curar, que le:nbre-se
da (^cllsio quolevemos panajos da po-.
cia, quando vin'ia montado em sua gan-J
torno tu paraca;a em eutado depo-'
rid.'o e a- cihjas pesando e que nessa
occaii&o mandeu chamar a mesara senho-
ra, )fim de .he tratar de urna sufibeacao
que posoia.
No riis esttrei prompto ll discutir ge
quu.tr, vi-ja que lbe couheco.
O filho da senhora.
Ka o exacto
Ka qualidade de porteiro do S^uado
deste Estado, declaro que falso o que
diz o Sr. Dr. j'of Marianno Carneiro da
CunLa; em um de seus artices publica-
dos na Capital do Estado Federal e que a
Provimia de hontem 16 do corrente
trar.screvui.
JKunca fui jireso e nem fui intimado
pelo i.lusires senadores para entregar a
elle as chaves das portas de Senado.
Ao contrari, te abo recobido provas
de :aiuita confiaoja da parte dellts, por-
que felizmente em tilo boa hora digo, sei
cumprir c^m ou meits deven-s e zelar d
carj-o tue oceupo.
Lo age dessas tricas poli ticas, eu nao
posio prestar -na a actos que me enver-
gonhom.
ii a \erdailo.
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P-Srt rt S
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Q

O
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Thesouro do Estado
EDITA I.
De ordem do Sr. Dr. Director Geral
he/) publico que os pagamente* nes'a Re-
partilo serlo feitos d'ora em diante, de
oonformidada ootn a tabella infra, sppro-
?ada pelo Sr. Dr. Secretario dos Nego-
cios da Faseoda :
TABELLA
Dias Classes
1.' dia btil Govcrasdor, Cahioete do
Govemador, Secret&rio, For
Ci Pablic, Sablldaoi dos Se-
nadores e Depntadoi, Tht-
sooro.
2.* c c 8aperior Tribunal e saa
Secretaria, Magistrados da Cc-
^gpiUl, Qaestorr, SeerdUria da
Juitic, Negocies Interiore! e
IaitruccSo Pab'ioa.
3. t Reoebedori, 1* o 2a Di-
rectoras da Industria e Cata
de Detenclo.
Jjnta Commercial, Com-
misiSo de Estatiatici e Em
pregados do JoJso
Gymnaiio/ Eaonls Normil e
Secretaria do ConpresiO.
iftgistrados do Iaterior.
Ap sentados, jubilados e
refurmidos.
Prtfoisores em diiponibi-
lldade.
12el3 c Professoras em diaponibi
4."
5.
e7.
e 9.
iOell
A TSICA CIRCUNCLUSA
Nos se curar radicalmente median-
te o uso do Peitoral deAnacahutta. lo
dos os casos ordinarios de losse crnica,
bronchilos, catarrhos, aslhma, ele. mas
si 111 lambem mosmo quando a molestia
baja afietado seviamente os orgos da
respiacao, seas progressos podem se
atnlhir pelo espaco de annos inleiros, e a
upplkacao do remedio proporcionar um
alivio instantneo e iodefluito.
Nao ha necessidade de abrigar ou ler
o menor receio relativamente aos seus
effeitcs, mesmo durante os periodos mais
avancados de debilidade.
Na sua elaborada composicojno en-
tra 0f io, nem acido prussico, nem anti-
monio, nem ncuhuma oulra droga nau-
seabunda, e sim to somonte composto
e preparado da exlracco dos suecos d' u-
ma arvoru balsmica do Mxico, a qual
pussueaspropriedadesas mais admiravti
9 cur. li vas, e as suas curas sao rialmeo-
te nuiravilhosas.
COMO GARANTA contra as falsifica-
coes observe-se bem que os nomes de
Lanman & emp venham estampados
em le tras traospareales no papel do li-
vrinho que serve de involtorio a cada
garrafa.
Acba-s doe venda cm todas as boticas
lic'a'e.
Secretaria do Taeaoaro do Es'aio
Perobmbuco, em 16 de Abril de 1895.
U c^efa,
Marianco A. de Medeiros.
de
*/*/ rv v -

u:-
x\lfandega de Pernam-
buco
Edltal 11. 9
(Prazo de 30 dias)
Pela Inspectora da Alfandega se faz
publico que, no dia 29 do mez vindou
ro, sero vendidos em hasta publica,
no Armazem Alfandegado da Compa-
nhia Pernambucana, seis engradados,
marca quadrado LAC 783, no cen-
tro ns. 90 a 95, descarregados do
vapor inglez Explorer 1 entrado
em 23 de Dezembro de 1893, con-
signados a Brovns & C. e contendo
300 kilos de louca de p de pedra n.
1, e 540 kilos de n. 2; visto nao terem
sido despachados no praso legal por
seus donos ou consignatarios, aos
quaes, alias, fica marcados o prazo de
30 dias para os retirarem, sob pena
de, realsada a venda, nao se attender
mais a reclamaco alguma.
Alfandega de Pernambuco 28 de Mar-
co de 1895.
O Inspector,
.dlwmlrc de Squsj Futir di 0
EDITAL
O Dr. Jos Juliao Riguoira Pinto de Sou-
za, juiz de direito do Io districto cri-
minal, presidente da 1* sessao ordina-
ria d jury da cidade do Racife, etc.
Faco saber a quem interetsar posa,
que em virtude do art. 29 1- e 2- da
lei estadual n. 15 de 14 de Novembro de
18^1, fram multados os juizes de facto
infia declarados, a com as quantias abai-
xo mencionados, por nao terem Compa-
recido & referida ses.so :
Antonio Taixeira dos Santos
Jnior 1308
Antonio Augusto de Araujo 130'5>
Antonio da Costa Moreira 130S
Augusto Hermenegildo Pe-
dresa 130S
Belmiro Manoel de Oliveira 1301
Ctri8tovao Gomes Pedrosa 1305
Lyiio de Aquino Barbosa 1305
Henrique Jos Burle 1305
Ignacio Pinto dos Santos Cor-
roa 1305
Joao Alves PimenW 1305
Joaquim Lopes Machado 1308
Joaquim Martins de Mello 130S
Jos Joaquim de Souza Cor-
r* 1305
Jos da Costa Correa 1305
Jos Jcao de Amorim Jnior 130S
Luiz Bezerra dos Santos Lima 1308
Loureneo Justiniano de Souza 1.30$
Dr. Manoel Flix Gitirana 1308
Miguel Archanjo de Senna
Santos 1308
S lustiano de Albuquerque
MaranhSo 1305
Agnello Lopes Pereira 1251
Affonso Ferreira Martins Ri-
beiro 1255
Antonio Lourenjo Feij 1255
Antonio Francisco dos San-
ios Jnior 1258
Antonio Macario de M ira 1255
Antonio Maria Marques Fer-
reira Junier 1258
Antonio Francisco da Cruz 1255
Antonio Benjamn Bezerra de
g^Carvalho 1258
Eduardo Lima 1258
Fernando Magalbes da Silva 1255
Francisco de Paula Costa 1258
Gratuliano Patricio de Moura
Caz 125$
Jacob M.rtins Coilho Sam-
paio
Joao Ferreira Baltar
Joao Baptista de Athayde
Jilo Rodrigues Pires
Joe Cavalcante de Albuquer-
que
Jos Pires do Couto
Jos Gpmes Correa
Thouai Pereira da Silva
Pedro Jos Pinto
Bodolpho Xavier de Souza
Fon8eca
Adplpho Teixeira Lopes
Adriano Ferreira Mendes Qui-
ma raes
Affonso Alves Herbert
Affonso Jos de Oliveira
Alvaro Uchfia Carneiro Lefio
Alipio Rosado de Oliveira
Antonio Francisco da Silva
Gaspar
Antonio Luiz da Cunha
Antonio Jos Moreira Games
Antonio Jos da Carvalho
Antonio Daar/e Torres
Augusto Francisco dor Reis
Carlos Jos de Medeiros J-
nior
Deoclecio Candido Accioly
Ernesto Jos Felippe San-
tiago
Joao Gomes da Silva Mon-
teiro
Joaquim Eduardo de Godoy a
Vasconcellos
Joaquim Simes das Merc
Jos Joaquim Martins da
Cruz
Jos de Castro de Albuquer-
que Maranhao
Juvenal de Souza Amero
Manoel Ferreira Bartholo J-
nior
Tito dos Passoa Almeida
Antonio Affonso de Oliveira
Antonio Abdias da Rocha
Samico
Antonio Cesar Couceiro de
Mattoa
Ante rorio Goncalves
lides da Cuuha
1255
1255
1265
1255
125$
1255
1258
1255
1258
1255
1208
1?0S
1205
1205
1208
1208
1205
1205
1205
1208
1203
12.$
1205
12 5
120$
i*: 8
J2^S
1208
1203
1203
1203
' 1205
1208
1155
1158
1158
115$
tos
Guilherme de Souza Pereira
Pinto
Henrique Florentino da Silva
Santiago
Ildefonso de Freitas Pinheiro
Jos Carlos de Noronha
Jos Candido Affonso Moreira
Jos Gomes de Oliveira Pie-
dade
Jos Hermino de Miranda
Jote de Jess Moreira Sobri-
nho
Jos Ribeiro dos Santos
Macario Alves de Araujo
Maximiauo da Cunha Tei-
xeira
Affonso Martina da Silva"
Alfredo Ilomem de Carvalho
Ernesto Epaminondas Loyola
Francisco Alves do Monte
Francisco Jos dos Santos J-
nior
Francisco Victorino dos Santos
Francisco Jos Rodrigues Praga
Feliciano da Fonseca Gomes
de Araujo
Ignacio Sereno Monteiro
joaquim Ferreira Pinto
J aquim Ernesto da C. Bel
trfio
Jos Bernardino de Lima
Jos Bezerra de Menezes S
Jote dos Passos Brando
Manoel Octaviano da Manta
Pedro de Alcntara Silveira
Silvino Pires de Hollanda Ca-
valcanti
Virgilio Jos da Motta
Alfredo luiz Goncalves Fer-
reira
Alfreda dos Santos Almeida
Antonio Berardo de Lima
Mandes
Antonio Eduardo Pina
Antonio Francisco Rodrigues
Duarte
Cleodon Augusto de Vascon-
cellos Chaves
Francisco Correia da Silva
Joao Affonso de Araujo
Jo5o Francisco de Fontes
Braga
Joaquim Prudencio de Al-
meida
Joaquim Cavalcanti de Albu-
querque Mello
Jos Rodopiano dos Santos
Manoel Joaquim Pessoa
Manoel Joaquim Carneiro
Monteiro
Porphirio Mendes Martins
Agnello Affonso Villaca
Antonio Alves Penna
Antonio Gomes de S,
Anton'o Joaquim de Souza
Ramiro
Bento Borilio Jos de Souza
Clementino Gomes de S
Eneas Jacome de Araujo
Francisco Autonio de Maga-
lhfies
Francisco Gaspar de P nho
Francisco Joaquim Goncalves
do Cabo
Francisco Melchiadns Machado
Jos Francisco Ribeiro de
Britto
Manoel do Nascimento Silva
Cavalcanti
Olympio de Souza Galv&o
Antonio do Rcgo Araujo
Caetano Francisco Virfies
Domingos Francisco Ramalho
Emygdio Pereira de Mello
Jos Candido de Almeida Lei
tfio
Jof Francisco de Cmara San-
tiago
Jos iaymundo d'Ar^ujo Sal-
danha
Julio Theophilo Pedro do Ro-
sario
Manoel Joaqun Concessino
Abdias Americo Padilha
Alipio Ferreira Antunes
Antonio Luiz de Franca
Antonio Machado Botelho
1153
Augusto Martins Ribeiro
Evaristo Joaquim de Carva-
lho
Francisco Gomes de Oliveira
Sobrinho
Jos Pinto d'Albuquerque
Jos Dias Alvares do Quinal
Manoel Baptista do Amaral
Manoel Jos Monteiro S-j-
breira
Francisco de Souza Manta
Jos Teixeira Bastos
Arthur Sodr da Cunha Mot-
ta
Jos Carlos d'Oliveira Reg
Jos de Souza Carneiro
Patricio Moreira Dias
Viceute Nery de Magalhfies
Amancio Florentino Ferreira
Correa Cezar
Ananias Jos Coimbra
Antonio G mes da Silva
Antonio Gomes d'Oliveira
Augusto Jos Teixeira
Fernando JosCorieia
Florentino Joaquim da Silva
Francisco Joa"Cabral
Franciico Jos da Costa
Joao Joaquim Riba ro Pessoa
Jos Guimaraes
Manoel Correia de Araujo
Alexandre Deocleciano d'Al-
buquerque
Antonio Augusto Moreira
Antonio Hermino de Souza
Antonio Tavares Nogueira
Manoel Antonio de Miranda
Leal
Vicente Guilherme da Silva
Bastos
Ulysses Fragoso da Costa F^-
lhi
Antonio Arco verde de,Mello
Argu Barrettode Moura Reg
Arthur Gonyalves Netto
Austricliano d'Arruda Cmara
Conrado da Silva Castro
Jo5o Ribeirj Lopes
Jos Marques Ferreira
Tenente Jos Joaquim Guima-
115J
1158
1158
1155
115$
1158
1158
1155
1158
115$
1158
1155
1155
1155
1158
1105
no
1108
nos
nos
1103
nos
nos
1103
1103
1105
ltl
nos
1100
nos
nos
110$
nos
1053
1053
1055
1C58
______5_
Jos Joaquim da Costa Gue-
des
Rodolphod'Albuerque Silveira
Simplicio Rodrigues Campsl-
lo Jnior
251
251
251
19.4500
E que fica marcad > o pr zo de 8 dias
da data deste, para os mesmos Srs. jui-
\ zes de facto requererem as suas recusas
perante este Juizo, justificando os moti-
j vos de seu nao comparec ment, e que
fndo esse prazo o escrivo rametter ao
jConcelho Municipal urna copia do autoa-
mento de imposicao das multas, bem
como, urna outra ao Dr. procurador dos
feitos da fazenda municipal, tfioi de pro-
ceder a cobranja executiva, como deter-
mina a supra mencionada lei, o art.
152 l. e3.- do Regulamento de
23 do Janeiro de 18'3.
Recife, 16 de Abril de 1895.
Eu Mantel Bernrd;no Vieira Cavil-
cante, 2.* escrivo do Jury, o escrev.
Jos Juliao R. Finio de Souza.
B.FCLAhACOES
105$
1058
1055
1053
105$
105$
1058
1055
1058
1053
105$
100$
1005
1008
ors
1008
1003
1005
icos
1005
1008
100S
1005
1008
1005
95$
95$
95$
95$
Coffipafibia
DE
Trilhcs Uiban-s de Recife a
Oiinda e Beberibe
Sj convidabas es Sr?. accinctsUs rira -e ;n-
reic-e em assina a teral eitraortiturii, co
-na 29 d i'orreoiH mez, a I bors a tard, na>
fa'o da As o s-c.etirlo d dir^cltria qoe vagoi com a tnor-
t) o Sr. Cor s bdo Cesar Ccuimho. e aba
iratur-se em 3 i-onvocscSo dP aotorUa*a para
ocmer6sa> debeota"t.
Recife. 13 de Abril de 83.
Btto Sl^taliSs
Gereote.
958
955
958
955
958
908
905
905
905
908
935
905
90$
90$
90
903
855
85$
853
855
85S
858
853
555
55$
559
555
55$
55
558
553
553
559
555
558
508
508
503
505
505
50$
505
255
25$
255
25$
25$
253
25$
25;
Seguros Martimos
As directoras das
Gompanhas de Seguros
Indemnisadora, Phenix
Pernambucana, Amphi-
tfite e Telhys, destapra-
ca, convencidas como
alg imas das suas con-
generes do Sul da Re-
pblica, conforme circu-
lar recebida, de que os
seus interesses sao gra-
vemente comprometi-
dos pelos continuos e
excejjcionaes prejuizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente com destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sul re-
solvem a contar do dia
10 de Abril prximo, s
elfecluar seguros de as-
sucar em saceos para os
portos do referido es-
tado, "livre de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
meiito e governodosin-
t?ressados.
Recife, 30 de Mar?o
de 1895.
Fel companhia In-
demnizadora,
Joaquim Alves da Fon-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz Duprat
M. da Silva Maia.
Pela companhia An>
phitrit
Arthurugusto d'Almei-
da.
Joao Jos d'Amorm.
Pela companhia Te-
thys.
arao de Souza L?o.
^homaz Comber.
Julio G. Paes Brrelo.
SECKOS MAR;TlMUtCUNTKA
FCGO
Companhia Plienix Pernamb
cuna
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOOQ






SI



-jgp"
#*m>
Diario de Peraiamliuco ftnarta-feira 11 de Abril de 1995
Decima urbana
Mt eracOos I colKscta un fre-
ffucxias d Afoge.do, S. Jos
0 Boa-Vista
Ds orem (fo Illn. S-. D\ prefeitc do mu
nici>io do H) :"'. abaixo se > oblicaiu ug altera
ij
posto da decicna, atlm. de qoe oa l.oteressdo
pi.ssim apresentar suas reclamac5ei\ es qoaee
Mi eerao aceas deliro do p-aso d< 30 das por
ireic da peticas :
Ni
(Jalaba
17 Ca:los Actoaio de Araujc 1:0*000
11 0 mesme 18f ,00
36 Justa Ma ia Santos Lias 14440 0
37 Baroceii. de narlobeua 18-tOU
Pecas
15 Jovioo Sergio de AtDuquerqae _____
M'llo 1U0M
n O mena 7ff00
19 Jos Feri eir Campos '2JS2
21 O mesmo "*000
25 Mara Perdiln P. Brrelto 96*100
29 Lcis Jos Carneiro 9fl0l)
ai Fraacuo) Pes Xavier 120*000
Ra do Bemlica
JTbomaiCirr i:S0O*O00
14 Yiscoudiisaa do Llvramenlo 1:800*0 0
18 Mnoeliarques^deAmorim 2:600*000
SU Fi .s 3 loze Ventura i.ntos
Res 1-8G00OJ
34 Heoriqu B. tS-s Oliveira Jnior 1:500*00:)
60 e 62 Manoel UariiDB A. Sania
Rila 744*000
76 Baroner.i de Goymna 2:000*000
11 Aooa da Coala Alves l:500i0 0
15 Aooa M de Amorim 2.000*000
19 Launndo de W. Pmaeifo 1:600*0 C
23 Baro do nanre-h 1:600*000
37 Dr. Moujel Juveaal R. di B.lva
e oatros 600*006
Lo es di; Car'albo
4 Augusto Gualdo Biaa 144*000
14 Francisco Avila de Meolooca 120*000
T.-avoecs dos Remed;o3
10 Dr. Cisme de S Peretra 1:200*000
14 Victoiiuo D. Af.es Mala 360*000
21 D-. Auguro da Cjsia Guima-
raes 7J*ooo
S u mesmo 7**000
5 C F.anc eco Avila Mendoza 144*100
56 D O memo 144*COJ
U K O meTO 144*i Ou
5f F O me--..j 144*000
58 O mesmo 144*t00
1 DesiCeric M de O.ivelM 1:800*000
Lareo dos R< medio;
2;i Acto ic V. Silva Birroca 600*000
1 b(c:o da travessa dos Remedios
2 Jos Jjaiuim da Barres Lobo 120*000
ii O mesE:o 110.000
O laceador,
Antonio Jor^e Guerra Janlor
S.Jos
Travesa do ?reita3
5 Diego Aogoeto dos Re.j 144*0CO
Becco Atol
12 Euillia C. de Vascoccellos 1E0*GC0
30 Francisco de Melle aleante
de Albuqoerque 144*0(0
34 Maiia F. Monteiro da Caona 120*000
36JoLtiuda Silva OOOO
fco' Omesmo 144*.0)
Travetsa da rxaiiia de S. Jos
8 Marga-ida A. Ferreira Marques 273*000
10 A mesilla 27J*0.0
12 A mesina 40*i0d
Be.co da matriz de S. Jos
2 Berna- lo Jo< da RcCfaii 108*000
4 O mesmo 1080OO
6 O metmo 108*00
8 O Lce-ino 1(800)
1 O mesmo 108*000
3 O mesmo 108*000
5 O mesiro 108*0 0
7 O mesioo 108*000
H ia Lois de Mendooga
10 Mura, dina da Joaqnim Fracci.--
co do ftego 144*000
22 Pomplito Jorge de Can pos 273*000
30 Joao 'Joaqoim Alves de Albu-
querqne 273*000
30 A Isabel Peres de Souua 2 0*000
32 D a elandre Bello Res e Sila 144*000
8 Joe |.aooel de S 119*000
40 Manoi'I Joaciuim Cosa Carvalbo 120*000
40 A O nieamo 120*000
40 B O me mo 110*000
Via frrea
2 Joaqun D. da Costa Braga 19*'"00
4 N Fracciaco Villa Real i80*000
4 0 0 me-rno 108*000
1 P Benedicto Costa 96*000
1 Q Joc Rodrigue B.lf aecurt 120*000
O laogador,
Candido Gu.marif-
fc1 Vlanoel Ridrtgue S. Cmara
61 Maooel Ferreira Bartbclo
6 O mesmo
6 e 67 O mesmo
Sete de SMembro
i Ma-ia Paulina da Silva Ba-
ptUta
4 Manoel M rques d'Oliveira
Vi Antonio Gocfialves de Aievedo
12 O mrsmo
la O mesmo
5 O mesmo
UnSo
I Fraccljco Ga-pel do Amara!
21 Dr. Ari3larcbo Xavier Lopes
29 A Antonio Ganfaives ce Aze-
vedo
31 Roa C. Gaedea Alcotorado
33 Jjaqolm Tertuliano de Medei-
ros
33 B Aotonlo Gongalves de Aie-
vedo
35 Dr. Jor Francisco de Ges C-
vale* n'e
39 Aitonlc Gomes de Miranda Leal
49 O meanno e outros
51 Juao c'a Cuoba Migslbaes
S5 Joaqun Mariios Murelra
59 Dr. Pedro Francisco C. Oli-
vera
61 Alfredo Gomes Leal
O lancador,
Ant nio boncalvea da Silva.
Coniadoria L;nolcipal do Recife, 15 de Abril
dti If93.
O contador.
G-'Dino Risas.
(oaipanha de Tecidos
Parahybana
Convido os Srs. possuidores de deben-
tures desta Compa-hia a receberem os
juros a vencer em 30 de Abril, nesta
capital, em m&o do Sr. thesoureiro
Adolpho Eugenio Seares, em Peruambaco
n i escriptorio dos Srs. Rodrigues Lima
&: C.a o coupon ser cortado no acto do
pagamento.
Parahyba, 15 de Abril de 1895.
los Ricardo de Castro Ferreira.
Secretario.
1:970*000,
540*000 I
2:000*000 *.
2.000*100
1:0OO*CO0
93OJ0O'
2:000*' 00
00*000
930*000
648*0,0
570*009
1:400*000
1:400*000
1:170*100
720*000
1:400*030.
800*000
1:400*000
1: 00*000
1:000*0 0
800*000
1:500*000
1:2.0*01.6
ibia North Ilretish & Her
cantil c Insurance
Capitn subscripto 3,000,000 0* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
KECEITA ANNCAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* 9
De premios sobro
divida 992.379 6* l4
384*000
870*000
876*000
530*000
410*000
530*0t0
720*000
720*000
I -000*000
500*C00
1:200*00 J
1:200*000
l:SO0*C0O
Boa-Vista
Ra Canje de Boa Villa
57 A An.oio Nuoes F. toimbra 240*000
69 Marcioolo B. Franco 300*000
71 Eroetto A. Barros Franco 360*000
73 Jos 'lavares Carreiro 1:1CO*000
75 Maria Amalia Mariios 500*000
89 BtroarduoCosa Campos 900*00)
103 Joaqoim Dita Fernandos 3C0*'.00
107 Joftu de OUveira Lee toasi 200*000
109 O me amo 400*000
111 O mesmo 180M0
1.13 O mesmo 650*0l0
1.15 Francisco Joaqoim ce Oliveira
Cooba
135 Bernardioo da Costa Mala
137 Loicuda S. Mtia
139 B.ruardioo da Costa Campo
139 A u mesmo
143 Manee i aa Costa Casino
145 JoS Franoisio Lelte
147 D m.'smo
147 AQtono Baptist. Aojo
151 O me -mo
157 Case ni: o Jos da Si va
161 o mismo
163 Candida de Oliveira Bastes
Rlacbaello
2 B Dionisio Dias Moreira
4 Man.eliuo Jos Bipiista
6 A Olympia C. Maraca e Silva
8 Antonio Jos Coimbra Guima-
raes
10 Francisco da Silva Soarea
12 Menor, F.ornno
14 D.. ke Alves Lima
10 a Ant nio de Sema Doirte
Frreira
16 H O mesmo
161 O iLe.-inc
16 J O nesmo
16 B O mesmo
16 C O meemo
16 D O mesmo
16 B O mesmo
16 F O mesmo
16 G O mesmo
18 Anua C. Lopes Oliveira
22 Dr. Fabricio G. A. Lima
26 M m el Joao de Amorim,
30 O mesmo
32 O ciesmo
34 O oiesmo
36 O mesmo
40 Tbi!OQom:.ro dos Santos Stlva
4! Dv Tarqumio B. le 8. Ama-
isotbo
44 Dr. Manoel Bastos de Oliveira
o entro-
46 Dr. Joo Clodoaldo M. Lopes
48 Bernardioo Lima e Silva 200*000
30 Lo i Jos Raposo da Asen do 240*000
52 Al.nadrina Maria Raposo Fer-
reira 240/030
58 B Joe V;riS8imi Marques 360*OJO
60 Joo Bapiisla de 0 iveira 3:000*000
1 Dr. Ansiarcbo Xavier Lo!i>es l:4o0*00
8 VUeote ferreira Costa 1:200*COO
9 O nesmo. 970*000
15 Rubard A. Cbrlstiaoi 1:100*000
17 Arenlo Ooncalvet ue Anivele 1;400*COO
25 Mugarida A. Marti as Ribeiro 330*(oO
27 Victorino Franc seo Rodrigues 330*000
29 Joaqoim da Costa Mala e Silva 450*000
31 Je lia j Barbosa de Soasa 330*000
33 O mesmo 330*000
37 Di Jcaqoim Portes de Mi-
rand ., 330*000
41 Joao Ignacio de Medeiros Reg a00*C00
47 Isutel B. Poggl F gcdrlo 690*000
49 Antonio Gomes de tfirand i Leal 1:460*003
i 57 Maro el Ferreira Srtnojj |:000*90o
Directora das Obras da
Faculdade de Direito
do Recife.
De ordem do Sr, Engenheiro Director
das Obras, foco publico que at o da 20
co oorrente no escriptorio das mesats
tbrss, ra do Hospicio se receber pro-
postas para o fornecimento ]dos seguintes
icateriaes.
Pedra britada (grantr) tendo no ma-
timo o",05 de cada lado.
Pedra (granito) de tamacbos diversos
- ara paredes.
As propostas deverSo ser apresentadas
im carta fechada, e o preco ser dado
ptr unida io que no presente caso S o
notfoonbioo.
As ilemais ioorisagoVs serSo ministra*
des acs concurrentes oeste Escriptorio.
Escriptorio das Obras da Faculdade de
Direito do Recito, 10 de Abril de 1895.
O escriptnrario,
Antun.-s Marcellos.
Thesouro do Estado
De ordem do Sr. Dr. director geral e em
virtode do decre'.o do Exm. Sr. Dr. governadoo
do Estado, de 26 de Fevereiro ultimo, convide
os poasaioores das apolices ao portador, e de
joros de 5 P/o, "'"t idas de accordo co^ o di-
posto oa le n. 1810, de 27 de Juobo de 1884, a
v rem r<>gfitUlu dto.ro do pr to de -not
d'as tirando ce los de qoe xcedioo o mesmo
preso, cao venc-ao mais jo-os d>t.s apolices.
Secretaria d Tbesouro do Edado de Pernam
boco, em 9 de Abril de 1895.
Oetiefe
Mirlaooo A. de Medelros.
Gompanhia Centro
Commercial
3a cbm*da de ca i al
F) roovidados ob Srs. aceODistes a fafrem
a 3* entrada de 10 / obre ocaptl^l subscripto
dentro do praxo de 30 os, a cenar desta dais
ao Banco oe Pe namboco.
Maceta, 26 de Marfil de 1895.
Os directores-
Tiborrto Alves Carvalbo.
Boaventura Amorim
Pedro de Almeida.
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticSo de fundos ar;cu-
mulados sobre seguros contra fogo, nio
se responsabilisa pelas transaccSes fei-
\aa pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
Comimnliia de fServico* Uiu-i-
timos cru Pernambuco
A directoria da Companbia de Serv? s
Martimos de Pernambuco declara para
seiencia dos iuteressados, que presentes
os membros do Conseibo Fiscal e obser-
vadas as precisas formalidades foram
boje sorteadas as obrigacOes preferenciaes
odebentures) ns. 106, 141, 341, 433,
452, 524, S46, 585, 663, 774, 979, 1109,
1307, 1616, 1791, 1862, 1879, 2199,
2230, 2234, 2365, 2479, 2494, 2688,
2830, 2878, 2884, 2990, 3023, 3078,
3169, 3263, 387, 3356, 3414, 3431,
3482, 3606, 3664, 3993, prefaendo o
rumero de quarenta (40) que assim tem
de ser resgatadas no da 1 de Abril pr-
ximo, nao vencendo juros d'abi em diante.
Recife, 21 de Mar$o de 1895.
Francisco d1 As sis Lardoso.
Director secretario.
Companhia Manufactora
de Phosphoros
So convidados os Srs. accionistas a
realisarem dentro de 30 dias, a contar
da presente data, a decima entrad*, de
snas prestasoes, r> z5o de 5 /0 d ca-
pital subscripto ou 10000 por acc3o, em
mao do thesoureiro, ra da Madre de
Deusn. 18.
Recife, 19 de Marjo de 1893.
O director-thesoureirc,
y. Pires Goncalves da Silva.
Pacitce Siean Navigation Coi
paoy
8TBAIT8 OF MAQELLAM LINE
Os paquetes magnficos
Orlas a e Oropeaa
AELICES DBRAOOS
Piimeira visgem este porto
Orissa
Espera-se da
Enropa at o da
* do co-rente,
l< texuir depols
da demora do
cortme para Valparaso cero escala por
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
Oropesa
E.'pe'2-se d o
snl ale. o da e de
Maio e seguir
depois da demora
do costme para
L'verpol com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Estes magnficos vapores tccomm.d95;S para passageiros.
Para carKa.passagenB.encommendas e dinhel-
ro a frete trata se com os
AGENTES
Vllso... Sods 4 C Limited
10RA DO COMMEBCIO10
Io andar
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &.0
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
losaraner. Cumpany de t|-
v/erpool
CAPITAL 3SOO.OOO
AKffTSS"P:nLSAl se.
LA ll(iO DA COMPANIHA N.6
SEGURO CONTRA FOGO
Prince Line of Steamers
James Kuott IVewcastle-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazii
K' esoerado de Netr-
>ork at o dia 94 do cor
rente e fahira depaia de
dciiiora L.cesaria para
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
O VAPOR IHGLEZ
Egjptian Prince
Para cargas trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater fy O.
Ra do Commercio n. 15
mPRuinnii issNa-
?ORT08DO8UL
Directo Santos
Paquete
Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
Srgoe por estes das.
Recebe carra, encommendas, passagess e di
oneiro i frete at s 11 oras da manba do die
da partida.
COama-fe a alUncSo dos Srs. carreeadores
psrs a rlaosola 10* dos cottitcimeotos qoe a
seguiote:
.'o caso de ba?-r algnma rcc'amajSo con-
Iraa Confaobla, poravaria on pe-da, deve ser
(eita por escripto ao asente rpspeitlvo no porto
de descarga, dentro de Ires dias de o de lloa-
licada :
Nio p.-eceJendo esta fcrmaladc, a Compa-
uliia Cea lsenta de to a a rpsnonssbill'tade.
E9CR1PT JRIO
Ao Caes dm Comrxmhia Pernambucana
a. 12
rwib mam
LINHA MENSAL
Medoc
Vapor
Pede-se ao Senho-
res consummidetres
me queiram fazer
nialquer coininujaica-
(jo ou reclama^o, se-
a esta feita-no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermilio
Francisco Rodrigroee
Freir e Joaqnim An-
3oSl tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
33CC0('
S 70*000
330*000
330*000
J70JO0O
170*100
270*000
7.0/00(1
476*10)
476*00)
410*00)
476*10)
476*013
300*000
230,0.0
230*010
190*(X0
i:4CO*0C0
7eO*OiO
393*01)0
340*000
393*0C0
391*0CO
3:9*1.00
240*01:0
240*000
C'om|iniiliia de scrvleoa ll'ar-i
timo-s de Peroambaco
De ordem da directoria fago publico que,
d'esta data em diante, correr por cor ta das
companhias, agentes ou consignatarios da va-
pores o excesso da despesa com o pesseal das
alvarcngas que trabalhar neule as descargas
de vapores, no lamarao.
Reare, 1 de Abril de 1895.
Francisco de Assit Cardoso,
Director secretario.
Devo^ao e 5. Joao Bapti et
do 2o districto de S. Jos
A commisdo i^o conse!bo deata devera) ende
de asseniar a primeira pedra do temple e hos-
pital para o tratsmentc dos raaos desta inali
inicio, no dia 5 de Maio. pede a todos os devo-
-.os a caridosa coidja r^) psra ISo auspicioso
fin, atlencendo qoe enia religiosa devocio
para leva<- ad-itoe.-ta iospiracao rS > tem
potpaiio seos eatjrcos e saeriMo.-, e CDnfljda
na csrldade reliuicca eos cevotop, creles na
recompona rios ux l',o-< qce prestarem para a
coDsirucco de om templo sagrado, espara %ae
Ibe oif-pvns- a vj-fa pci'antroiia.
Recite, >0 de Abril de 1695.
Fabio oa Gf-st.i Feretra de Fallas.
Franci co A^^u-ii de Miranda.
Jote Onofre dos Res Mincbo.
Qstiito Arciieologico e tieogra-
pbico Pernambncano
Quinta-feira 18 co c.ente, hora do costme,
bajera se-sao ordinar-a pa-a a posee da mesa
admini trjiva de 1895 a 1896.
Secretaria do Instituto, 16Je Abril de 1895.
O secrelarto,
J. Baptitta Regoelra Costa.
COV1PANHIA
Detilla^ao de S. Jos.
Chamada ce capiUl
S.i os5rj. arcioritas convidados a -F"tua-
rem em mao doS director theaoureiro a qnint*
e nlt ma entrada de 0 O/o :oo-e o valor desias
acr68, a'o cia 30 do co.r-n'.e.
Barreircs, 13 de Abril de 1805.
Francis o ca Ro:ta H. C. coVDbo
Direco." presiteoie.
rince Line of Steamers
James Kuott Sew CatIcon-
Tyoe
LINHA REGULAR ENTRE GS
Eslados-Uoides e o irazil
t' esperado do snl at o
dia ti do correle e sb-
ja aepoia da demc:a ne-
'cessaria para o
Para e New-York
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para cargas trata-ae cem os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commeroio n. 15

uGo
npreza
va.v^ *-.
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
BbQ Cross Lino o[ Staamers
Dos portos do
corte esperado
nestes dios e sa-
btra para o ParA
impteterlvelmen
te no dia 23 do
correte.
O vapor inelez
Paraense
Para carcas e passsens trs's-se com os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Comp.
Rna do Commercio n. 15
E' epnraio da
Enropa at o da
S9 do crente,
i>egoindo depuis
da demora neces-
aria para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres.
Entrar ro poito
Prevrae-e anda sos Srs. recebedores de mer
cadoriaaqae -6 Be attendert a reciamac6e3 por
(al as, que forero recontaecida* na occasio da
descarga dos voluntes ; e que dentro de 48 to'
ras a contar do dia da descarga das atvarengaa-
deverao faier qualqoer reclamacao conc?rueo-
te a volumes que porventura tenliam segni'ic
para os portos do sol, afim de serena dadas s
tirapo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se presenta
rem na vesoera da ebegada do vapor parn toma
em as snas passagens.
Para carga, pisceos, encommendas e cliahel.
rj a Irete tratar com- os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1 andar
Agente Silveira
Leilo
Ds 6 barricas con farioha de Ir'go
Sexiafeira, 18 do corrente
AS 11 lr2 HORAS DA MANHA
No arm-izem rna 2 5 de Mo-
?enbro d 41
O r-geite cima, por mandado e com asisten-
cia do Em. Sr. Dr. joix de direito da faxeoda mu-
nicipal, levrS a le la 6 carnees com 'arlos
de irlgo neohorarias -t>or exe^ocSo da faxeada
auoiciosl, contra Macnaoo Lipe & C.
Agente Silveira
Leilo
De urna caixa com ferramenlas de m:r:inera
e odj bnco
Sexta-feira, 18 Joco/rente
A'S 11 E 1/2 HORAS
No armaiem a ra 15 ne No.eo.b o r. 41
O agente cima, por mandado e com aseistec-
cia do Ext. Sr. Dr. jaix de ^i'eilo do coienes,
e a reque Imeato do S* cocal de Portugal, le-
var 1 caixa con lrramen'as e 1 banco, espolio
do eobdito portugus Antonio Joaquion Ro iri-
ttoes.________________________________
Agente Silveira
2* leilo
Sabbado, J9 do corrente
A'3 II E m HORAS
No armaiem fe ra 15 de Novenbro n 41
O agente acin, por aivara do Exm S'. Dr.
juiz de direito do civel eccm trxi asMstencts, le-
var a leilo a safra on resto da safras de cari-
nas do engenho U ro, pen^ora-ias a I?na:!o
Leopoldo oe Albuquerqc<> U^ranbo Fi.bo na
fxecoc^o qie !he movem Pr.aclico Paulino de
Britio & C. e no qual embargantes tercei'O o
tener.te-coronel Sebas.iS: Mjaoel do R?o Barros.
Ageste .Silveira
CO
LEILO
Do ensrenho ik>a-Es-
LEILOES
O de f nenias avartadas lera logar na qear<
ta felra, t7 do corrente.
iiai Man sisas Factm mmi
O paquete
iNile
Commmandante J. D. Spooner-
Leilo
De S vaccas toorina?, sendo ama com cria
Quarta*eira 17 do curente
Em frente ao armaiem da rus do Bom Jeao-
o. 15, por occasiSo do lellao de hiendas, tape-
tes e movis.
LeHli
De fazendas ayariadas
Agente Pinto
Ai 11 horas
Quarta-feira, 17 do corrents
RA DO BOU JESS NUMERO 4$
un roniiauscfto
Um esvalio manso e pequeo, sellado, proprio
para cnanta.___________________________
Leilo
De 8 rolos de lapele para forro de salla
Quarta-feira, 17 do corrente
A's l horas
RA DO BOU JESS N. 43
Agente Pinto
engenao
peran Sexta-feira, 26 do corrente
Al meio da
3o armazca n. 4fl da roa i*
de IVovembro
O agente adra, por abar o Ext. Sr. Dr.
juiz de direito to civel e com a sua apsis; neis,
a reqoerimento de D. Julia /y-es de Aim-:da
Frelias. inT Ooado Dr. Joaqoim Avres de Almeida Freas,
levar a lellao o engenbo Bo-E.-perarga. per-
tencentb ao epoo do m-eav> tioade, e .-toada
oa comarca de Paoelias de Uiranda. o eogeabo
Dioeote com goa enpeire, com moeodas de
ferro, caea de telbas, a^se^lamento constante
de seis lachas, grande numero de fermas de
madeira, dous (aixOes para deposito, a'umbiqoe
de coore com deposito e seos prrtnees, em casa
e telbas, casa de viveoda de lljollo e talpi. co-
b.rta da telbas, seodo qr.e i toa demarcrcio
constante da ef c:ip'.ura de corep*a e termo judi-
cial, >-.- em mao e poder co mesmo ageste
para que os licitantes pcs lineo cavallos iovos ; tioalmeBte que o tngenbo
veni*.'do coas a fafra anda nao rolbida e a
vio, o-a ja fondada, respeitondo-ee es direitcs
dos laraaores
Os pretenderles podem procurar o mesmo
agente Da ra Duque AVISOS DIVERSOS
AratlOM
Leilo
UstsRrsoess
Gonipaibia Pernamboeana de
Navegado
PORTOS DO NORTE
Cear, Camocim, Aniarra-
9S0 e Para
PAQUETE
RioFormozo
Commandante David
Segu no da do cor-
rete s 4 horas da tarde}
Recebe encommendas, passagens e dinheiros
a frete at s lOboras da manb do ca da par-
lid?.
Cbamt-se a attencio dos Srs] carregadores
para a clausula 1* dos conbeclmentes que a
segotnte :
No caso de baver alguna reclsnuco con-
tra a Companbia, por avarla ru parda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres dias depcis de fina-
ligada.
'Nao precedecdo esta formalidad?, a Compa-
nbia tica isenta de toda a reeponsabilidade.
Nio fecebe ca'ga para o Par.
ES3RIPTORIO
Ao Cas da Companhia Perombnoae j
E' es aerado da Europa
do dia 1* do correte, Be-
guindo depcis- da demora
indispensavel para a
Bahia, Rio de Janeiro Mon-
tevideo e Bueno3 Ajres
O paqoete
Elbe
Commandante Me"serry
B'esperado doi
r ortos do sol 00
dia a do corre ri-
te, segolndo do-
pois da demora
indispeisavel para
h. vcenle, sLlsboa, viga e Soa
thamptoo
N. B.Prevlne-te aos Srs. recebedores de
mercadorias, qoe a Companhia Uala Real ingl :-
t, eontradou com aGenuat Steara Navegathm
Companvum servicoda vaporee semanaas qce
partindo de Bordeaux, Cogaac, Gbarente, deven
coegtr a SoBihamptoo a lempo de baldearen us
eirgas destinadas a America do Sil para 01 tu*
pores desia companbia.
Esta companbia ecceita por precos raioavels
para Valpaialso at Abril, pasuagelros com este
pestio por va de Buenos-Aires e entrada do
Andes.
Tambem aceita passageiros pars New-York
e Souto-ampton, por especial arranjo feito com
1 Companbia AllemandLloyd, podendo demora*
rem-se na Ecropa cas> o desejarem.
Bodsoojto nos proyos das passageDS
Ida Jda e volt*
A Lisboa 1" classe SO 20
A' Sootbaaatonl- classe t J8 63
Da bem sfregnesada mercearia lita 'na Ge>
vaaio Pi.-es 0. 138, coosiaodo da armacio, balan-
ga, pesos, medidas, canlelros, grande qoantlda-
de de gneros em perfeito estado e mais otenci
los, garantindo se a chave da c.?a ao compra-
dor da arm.cao.
Quarta-feira, 17 do corrente
A'S 11 HORAS
No estabeleciaento cima 'ua Gervasio
Pires n. 138
O agente Oliveira, legalmente sotorieado pelo
propietario, levar a leilo armssao, gneros e
oteocilios (xisteoies no referido estatolecimeo-
to. em um on man Li s, i voniade dos Srs. li-
citantes ; garante-Ee a chave.
PsrMBtbaoo.
Psra carflB, passagens, encommendas e di*
uheiro a frele, trau-se com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
M.3Eua doBoai JasasN 3.
Agente Pinto
LELLAO
De movis, quadros, espelhos, objectos de elec-
tro-plate. canllelros a gas, um cachimbo
turco,
A SADER :
Um piano forte, 1 cideira e caps, 1 mobilta
solida com 1 cofa. 1 consoles, 2 cadtiras de bra-
cos e 11 de guaroo, 4 quadros grandes, 1 et-
ptlbo oval, lancas e cortinados, cadelras de ba-
laoco, tapetes, escarradeiraa, caodieiro a gaz;
eadeiras de jicartod avolsas, de bracos e de
gUarDlQ&O.
Urna mobilia de pao carga, 1 cadnra com ro-
das e molas para deeote. 1 banco grande 8
quadros, etagers, e -adeiras de junco e 11 ditas
de amarello.
Urna msa elstica rom 6laboas,sendo2Bxfs,
1 guarda-lauca envldrtcado, 2 Dparadores com
armarlos, (obra de Spyter) 2 .paradores tornea-
dos, 24 eadeiras de junco, 1 reiogio, 1 qoarti-
nbetra.
Apcarelbos Tara eb e jamar, copos, callees,
girraf-s.compoteirae.frncieirai, centros de mesa
e muitos oatros artigo?.
Um tollet. 1 lavatorio, 1 commoda ce Jacaran-
da, 1 cama fraacera, nova, 1 goa-da-roepa, 2 ca*
Camaratos mames para os passagtiroi tv\ bules, 4 tadelras ds junco, 1 marqueaao, 2 Mas
para solleiro, 2jaosqulle ros para Ccma,2 co!-
clra,oovas seado-i detda, 1 crchimo turco e
cbje: Ums mobilia de fala, branca e eadeiras flogin-
do barct e mottos cu'ras movis de rasa de fa-
milia.
Precisa-es de urna eocelra; trotase no
Arsenal de Uannha rota o pr-r e\'0.
Precisa s; alugar meiade de urna casa para
jao-tlia compota de tres secho'a?, e que seja c-
fregueiia de S. Jf, a- tratar: na rea de Anta
nio Henrlque c. 13.______________________
Precisa-ee de ro criado que saina tratar
de vaccas ; na ra de Lun do Reg u. C4, Santo
Ama ro.________________________________
Preciea-se de urna boa coinbelraede urna
ama para andar com enancas e mais se-vicos
de casa de familia ; no C .nimho Novo o. 120
Precisa 83 de um c ineiro qo s flidor de
oa consueta ; a tratar no pateo do Paraso na-
mero 12. ____________^^^^^__
Precisa-te de om padei-o que tenba pral.ea
de padtrla ; a tratar na roa da Impe atril a-
me-o 41._______________^
3 O predio o. 6, largo ds S. Te lro, toreiro,
tres qo mas partes te tence o a om coi.eihor.
be-deiro da J. Chagra, qoe del as nada d*ve
Uieoda ; a praca deve rt'e--r-se as ostras dos*
qaiotas partes de oolrjs confeobo-es.
Preela-ne de om ca x-i-o q e tenba prsll-
ca de fadarla; a tratar na rus a Imperatrix
n.4l.
Mobilia
Vende-se orna mobilia do j.csrsad em per-
feiio estado, toda entalbada ; na ra do Torres
0.14 pavimento terreo.
Piano
V-aJe-se ux piano em txceUfntci
oa rna da Alfana c. 1.
condicoes;
Taverna
Veaie-se ama taverna situada em un dos
mi loores arrabaldes desis cldade.em omito bom
ponto e bem afregoezad proir.a para qoal-
qaer pincip ante por ser de pequea recala : a
tratar com Vteira e Silva, roa de S. Pr.nciaco
ns. 24 e 26._____________________________
Aluga-se
A casa da roa da Baixa Verde c. 17 ; a tratar
oa leja das Estrellas, rea Duqoe de C.xias nu-
mero 86, peto alngoel de S5JC00.
Casa no Monteiro
Alu$a-se ama casia no Mon-
teiro comencanameuto de gas,
e eona estnntodoa para una fa-
milia regular : tratar
4. de Marco A.
Ama
Na :ua do Aragao n.
80 precisa-se d? urna ama
para lavar e ecgomm r e
fazer mai servido de casa.
PEDREUOS
Para urna obra importante
Tora delta capital contraetae-a
Sexta-feira, 19. de Abril. Ipedre-ea, no Cae da
No sobrado da ras do Barbo da vJctororla n. 52' raeo n. 8, andar.
?
M,


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Diario de Pernambuco 4|aarta-feira II do Abril de 1395
Ma .........WMMMMCaWlMiaM^Mi^W^^MM^MMMMiiB!!"^^ j JlljjggMifjgg
MARAVtLHA CURATIVA
XK> ^-gr.w^M
Dr. Humnhrsys tis Nava York.
A Verdadeira Ma/avilha do Secuio.
ATPBOVADA E LICENCIABA
Blf. Iasaertorlrt Geral de -lyplcuc 3*
Imperio A Illsanrailaa C urmiv f< icciodlopr
acra n Pisadera., Jia3lioijajas,CoiituA.
ccduwa. Joravluras, on Laceracoa*. AUlvi. a dV>r
enu-m-.i o anue.iaz parar a Inflan imacao. mlu
a luctuoso, mt udewrsmenlo, efaisarari. i
coiao (tor encanto.
A iJararlUa Cuvntiva t lllrloproinr>toe
jura rpida pira uuel-uiaura, F.moaduns. s
yutini niara tu Sol, ee supurior acnakaeroutro
rsmed o.
. 4 *'i|'vUlia Curativa 6 In paaaTcl rara
-a*5*'nIBor-l-i.s).isi '
i.oBiTi.nvoB..) tK.maM, ui... .
AHiioreUaaaluraM-mire Dunualalha.
A Klura\lllia< u.:*iaumaivlonromoto
EunD'irde i viiTioc,??l>aey.Iucl
IlaK eftevralgla.
A M irnvlllia C'ni-ntlvaarecirflop.-
eprecl'ieo pan Dore. rneuniaUcss- .Usijao, Lur e
I\' A Muri vi"-" fnrallYn Io Brande remello
:.Laclas-P'*mpre seguro, tcuipre eSlcas.
A Mi'.raTlilia 'nraiivn i de rjalto va'o
r mo tiijei^aoparao Caicrro. o bancosrltea oj as
Flor-.. ](raucas, ouu-o. oorriuieuUx; ck uili.au ;&.
.'iravillia Curntlvn 'i hKpngavei para
, cera, Cliagus anudas, Aposte una, l'atarJ-
cle, C los, Fre iras, Joanetese lunioi es.
/ Mt.rriTillia CaratiTa 5rtmeJtoprompttf
pura ni; rruea simples, e Uu Diarrhea cnroul^a.
A BlIMTltta Caratlva en*Jlente rna
Frcba as e CnvallarCcaa, para Torce turas, rea
l'is*4 SsjiecialicLules 3 Dr. Hmnphraj'S.
-lca.ee toa Esicclficoa*
l Dffaeulo Irlnri'vill.CDO,
Demedio* Syphiliticos,
Remedios Veterinario,
O Mam al do Dr. TTnmpfcreys pt obre m
Eacrral ladea e modo .lucural-asse ta(iaiit, pode-
> sea boticario ou
l'.l MPHHEY3' MEDICINE CO.,
> :9 Vulto*. StrecN KEW VORK.
UNICS AGENTES
Para vendas ent gros;io ca
'craamlbueo
Fa !a Sobrintio f.
BnBaaaBaaSSlBiBBaiBaBBaaaBlSESBSBSS
Jjaqcian d Costa Arurjo e feo amigo Anto-
nio a :i n P-Dles naviiam s'os amigo? para
ae-!8tirtn ib ici'MS jue msod m celebrar poto
t-if-i-o.0 lii i'o (di-..i: en.o ces^niin Manoe!
J/? GjiEfs d" :-i.va, DOrtoo d-Porlogtl, no
conveno da Pitra, inL? 7 /Inora.- da naotis
rjp Oi'vva f.'ir: (8 ri c,ir-or.|.-. ____________
f
C .(lilao Alefxo Rffirignr de
lloura
J.> Redrlgiri d" o -ia. Doliera Vonre,
Flan H r-, J : na'-! tn, Luz Mara Rib i-
0-: aF. de t -u BsimacSei Fran-
ctlii R M I P-n na dj
Mju a, irxfis. ctn oDriabvS Jo sempre
.j)r n ta ii'c.C.j, c. n .a-.i e to, Alexo Borl-
tu-' ce M-n'a, a^r. ecr-m du loiini) o' Ion a
lodos os gis ir.'Hs ca'oitiroa que ln?s Uieaoi
o car 0080 obreqnto le (.jnl.z'r 03 sros re-ioe
mera e i tea ulio a aorada, e d dotj o cen
vidaa pafa itriaUrcm s .xieeas qrpp-r.na
ale ai ctlrbiar na ord^m 3*do Carao,
pe!i s 8 iior.s di p-.r.-.lia de gabfado V.0 o tor
reDl-1 r. es, e-1: o d'a to 8ja (a sarxeu:o, fican-
do totit tica tn e,Jo a lodos
Ama
Preeili fe dt n a ion para cosicibar e cor.i
pt :, ara i asa <> fa:: iiu ; a Iraiaf n?. rta des
Goararapea u. 7.
** *V> AtM.iA w Oka
Ha roa do E o. 5i, pr.c:ec-:e de crea
arra v?'* n>lph'-
a4!rO!A* K i wSv.
Preci-c-. i a:;1 Ira'^r do rxeai-
i; nsnidcH'E J iim.21.
lina

Pre'ia ie de c: a boa ama psra resichar
par?. Cz- ; Oto aiano ; na ra
0 Brc r. 15, c cImeplj .'e .'UardeDlP.
rLauai
P: i:?--e J uTa arra com prattra de coti-
cha; a ti rui da DpraMan 17, lar-
tn.ro aod r.
AtXtfX.A.
Pred ue --. boa i
rae ares ca tea 4a laica tn:lj, mtigaoo
A' b r. 7.
!Hu*ajiiJ Pretifr-M de idi a. a cus coeinbe e paiee s
ferre ilgnaa rat:pa bnioea. p-ra caga de cma
fjc iiu do do* pesoaa < a ajataa taraad
Sania C-u: t. 7(.______________
Ama
P.ei.E.re * a Mar;! n. 16.
( riado
?racifatM d am criado rl a Idad? de 18
iiiics ; a Iratir ua re. co Cininercij n. 44.
V&iccaB
ii ron de S. fijncaO ?. 19, veedem-se diver-
i.- cunoeade rucitc boa qoalidade.
Casas na Torre
Vende-s*.-' pequeas casas
tiiiuudas tari rain. Real da Torre,
lis. 89 e 81. n'una terreno de
. palniofi de frente e 300
palillo-* de futido, ckSo pro-
prio.
Quena ai pretender podera
Ir I-a*: e para tratar en-
(inulrar |e**oa conapetente
na easa grande do alto da
Torre, ao | da capella.
Criado
^ DELICADO |)f
AGUA
o FLORIDA 33 m
< O ^S^a PURA O -5> v\a SEM n m
ce BCA PLrkS VAL < o
LJ ^^a 1 1 ^J/* >
MBBAY z
u. ce * LNXN m
m Q. Mantem Nmpre a sua popn- m
laxidade. Cautela com as
OlTAqOzs.
^ DURADOIRO ^
Cura certa ern 3 das sem ostro mdicamente
aro nru aa/ rr,.ai/iMi/i PABS y, Boulevara Denain, 7 JPABIS
OeootiiKis em todo* as princinae Fhaa-aiaui c ^^'^^vri5,'
aaanaaiaaw a-a
;aude para todos.
PILULAS HOLLOWAY
1
Ar Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordsm3 do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitucoes delicadas, e sfio d'um v.-dor incrivel para todas as e^fermidades pecniiam
ao sexo femitimo em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para o. pesioas de iiladeayancada
a sua eficacia e incontestavcl.
Estas raedicinaa-sao preparadas smeate no EstabelccimenVo do Profrsaor Hollowat,
79, 1TEW 0SF0BD tTBEET (antas 533, Oxford Streat), LONDBES,
E vndanse *n todas as pharmaciai do universo.
si O? COmaradores sao convidados respeitosamcnie a examinar os rtulos de cada caxa e PoU se nao teem a direcoao,
533, Oxford Street, sao flsificaso-
asocs.

SH

r^fl
-a
C3

As eezoep, febres intermi-
tentes, palus^^s, renitente?,
dores decabfc,., nevralgias
as mais rebddee, sao cura-
das infallvelmenLe com as
pilulas contra as tezo^s do
Dr. C oMa Le te.
DEPOSIIO'
BOTICA IRANfiEZA
H. Ronqua}'rol
2 Pa d;? Cruz
IPILLAS DI6ESTIVAS DE FANGRETINAl
de DEFRE8NE
Pharmaceutico de i Clone, Fornecedor do llospitaes de Par
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Parts, 6 o mais poderoso 1
I digestivo, que .30 conliega, visto como tem a propriedade de digerir eii
tornar assimila^'cis nao soiente a carne e os corpos gordurosos, mus
[ tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, oul
'ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracSes do estomago, cu I
ido intestino, 3 .1 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
jmida, semp al ^angam os melhores resultados e sao por isso prescriplisj
pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
Palta de appetite. J Anemia. Gastralgias.
'Ivlis digestoes. j Diarrhea. TJlceraces cancerosas.
Vmitos. Disenteria. Enfermidades do figado.
Flattdenola ostotnasaLj Gastrltes. Emmagrecimento.
i Somnolencia depois da comer, e vmitos qsaaoompanham a gravidezf
PA':" /LTSSKE em frasquinlios com a dose de 3 a 4 colhe-|
radaziohas de|K)is da comida.
jEa c:sa b. DEFRtSNB, autor da Peptona, PAPJS, ca tedas ai Fharmadas||
tOEDALBA DE HONRA
0 CIEO CHEVBIER
I desinfectado pe'o Alctr2o.
tnico blitntico, o Que muitt
tagmtr.tt Mt prcprltiUdt d<-
orto.
0 OLE de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
ti 1 tinie pripiratio ove perm.tle
tdmmistrMr o Ferro 9em pro-
dJi.r Prisrfo do Ventre, nem
IncoDunodo.
DXPOSITO ten! em F1US
Jl, ral d Fiiii,-Eo!tBarlH, 21
^Grg0jfg4>
^oalcct^^
DIPLOMA DE HONRA]
CHBIfml
.y,.,

RSCXITADO roa TOCA! 18
OeloMaados Medic;*s|
DA rBANt E DABtaOPA
ais
MOLESTIAS DO PUTO,
AFFECgOES ES:iOrULOSAS
CKLOBOSIS,
IIEMiR, OEBitlOADE,
tsica pulmonar,
bboncwtes.racuitismo
Vinho de Coca
HADOS PBXA INS.'ECTOniA DB HY01ENK DO IMl'EniQ DO BRAZ1L.
0*22^-
mmum
Wm IMaC
*i tJQSICUDOLFELA INSPECTOaiA SEHAL DE HVOIEWE DE RIO D2 SZfC"'
t p. Aperientes, Eatomachicoe, Purgativos, Depurativos
"i) Con'-ra a falta d*> oppetlto, a Obstrncoao.a Snxaqqea.asVs5;;cr;.
a as ConccstSes. etc. Dose ordinaria: 4,*;j.n&vj. _^^
C} DCMODOar das. falsiucacoos. Exigir o rotulo junto f ".ccccctaEKSnc. j
CC aletraade4ook,sendon coln ifn lln'inrnr,fin.>'" T '".'
"*5SrS*
sacia letira de cor diBerente e ,_vF.. r_ ..
/????????^??^??^^
ri
22
Atteaeao
Sil?: Paraaatfea & G, te ia# r
nina i.o;p'e. cao w f.iori"i da
rCi ro d,j de por, ce I aaeotaiu tfoa
nebtre? artl ir.-e ii>l talca fp'ic-
faz .1 ir a asiiffia bievifiade a coa cxettSt*
r,c: i(j- a* DinnaciiTifta do m-ii ap-'liw 1
eat fOE.(j reMio
ac ;eus rui'g. c Irtgaeies caja*;ieU-ata seos
etlat(leriT.euio8.
FABRICA, tua 8: Jo5) Bft 48 e 48-A.
DKOs.TO. re Bario ua Viciona o. 49.
Cosinheiro
Preci a fp (*e ca bim PoM.alre ; a irat; r ai
mazea' 0. 44 10a doCoiomercj-
Regulador da Marii
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigre] cb.ronooietro' de
maricha, caixa do mnsica, nos
electriws, oculos, binocuios, t _' de
alcance, joias e todo e jualqu1:. cto
tendente a arte mechanica.
' 9Ba Larga do Rocano 9
Sitio para alugar
Con Rrans- ca.a e cocbeln, ni la-go Reneo', ferrme a ig-e]a : a traJar erra
c mrcrbdado- Barroca em Bemca n, 40.
' '--.nata,
m
FORQA
, DebiltUai
idat
;:riiic'io
RTA PELO
jy^ iFSUHII
' LIMOSO
le preferidt
Si;.-- eos do mundo.
r"^ a?fcs imiuctes.
i Al ACADO I
1C. Rae Ores 11 H Lazare, em PAB1C
Oap ^rosamtooa 11 imniiiiniii fftsiaiiiilss
i?
TINTURA NICA
in.Btantan.ea
Para a barba c o cabello
(Im ei fraseo)sitaprtiaracla aljama nem liragto
Pars, Pii.1.101., ru Lapatettr, 53
Drsotitsen Pernambico: C le Drogas e Pr doctos cbmieos.
&&**.
' Medalhas Ouro cu Ezposic Jes Universae ti
REMEDIOS
LE ROY
Popaiares em Franca, Amerfca, He>ip<>nha e
las coloulas, do Erazil, aoude ost&o autor. L^aa
palo Ooaaselho de Hygitna.
Vomitorio Le Roy
Diurnamente empregado romo prepa-
racao para o oso do Purgante.
PurgantesLeRoy
Sr 8?:i2oi ctEtomi 1 Usit.
S5o proprlos pare inalqner doenoa.
Urna /ic;:;a op'fc:./' iimuisv carf* arrara.
-%*
H! i -r ,-
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J l
Hoy
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..COO (F-RAMGA)
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CURA CERTA
de todas s Affecces pulmonares
^
-. M P-mt/os l.'quidot.
1 i.?;lr uit!ti cadaiijjfo.
Oi. loopu 5' Olraaco ii3 15,1'SO
.Ccautclar-se das ialsiica^aa
RECUSAR
qnalqaer Producto it to tit Dda- 2
ireoo da Paiiandi COTTII :nn di LE 107 I
B1, Ra da Calila, Or, am Parla.
DEPSITOS KM TOBAS AS PHABMi.CIAV

1ADO
A
W
^
CAPSULAS
4 /p37CREOSOTADASVtfV
Va
Cuicas Premiadas
ixpotitSo de Ptrii em 1S7S
Prrcl*a-M ("e nm criado ; na botica (raocesa
r. 22, rea >ir Bici Jf'os-_____________________
Criado
I de rm criado ; na lija d&.j Esirel
! a na Dq > reC.v n. t6. _______
Criado
P se rie i-i eri'.o: no b'o ocooi
mi' dador B-" .r. pro ^rrtica n. 40._________
Cosinheira
Prr s-s1 1p 02a bea ro iQBira ; na phr-
U! tc'a troaricana.__________^__
Vladeira
Bit*lienta latoido do anarollo, locro e pac
carga, praarhag ( e aicouira, etc.. pre$08 corr,
lOeSCO/ *. olatitreoio: Da fabrica de no-
vele da roa fe S. lao n. 4^.
jEagenho
Vt!rd8-C6 o oopeoboCamodoba,distarte uon
legos da Jabaiiaii, rcui'O bom rt' gu>
)jrtC ecorrenta, rom i>xt03aa ttr'a n ma.-B
n aalfcjar a 5 000 pi de aseucir uonaal
ate ; a trata:- oai o c mmudador Barroca,
1 iitr.c8o cen ra aeitraila de ferro de Ca-
DemarcaQes de trra
Prloer-gobe-'O C. C. Carn*. escnplcrio Da
c dale ta Encada, a roa do Ra o. 12.
Casa na Torre
t^AUfo-pe urna eicHede cara no alto da
T.rre, pe preco romiLodo ;5 a ir.lar fia Camist
ra naci- al, roo da Imperalrix a 62.
KXIJA-SI A BAKOA fiB
GABASTIA PIRUADA
SWIS^*
r tlir ANTPHUQUE
T7 O LEITE ANTEP.TBLICO O
[ */ poro ou misturado oom agua, dlaaipa
SARDAS, TEZ CRESTADA
PTNTAS-RUBRAS. BORBULKAS
ROSTO SARABUL.HENTO
E FARINCEO
iGTRATO DE FEBEO
CHABLE
[ 3OG.O00Carat.vosaeG0Dorrtiea
Fluxos brancos
Perdas seminaes
DebilidadedosOrgaoa
EMTlJlSASPHABJUCl
28
iCHABLE
?AR/S
E^oniTimadeiras
Prec^sa-pe ca roa das
Flores n. 25, tinturara.
Todos aquelles que sofreml
Ido peito, devem experimentarj
as Capsulas do Dr. Fournier.|
Dapouloj em todu u Drinc/piei Pharmulu
do Brasil.
de Fi
^ aucuii flumofe
Ena Oiioda
Vcrda re excf liento doce eeci'o de c?', 1a 1
Lsdeira da Ri^ira o. 3
Cal Branca Vir-
ANEHIA-CHL0R0SE
Vxperimeatado pelos primeiros mediecs do mundo,
hsu imra.'ialamr,n!i? Da Eonoraia sera occatieoar
aconmolos. H;-slilue ao 5,mgue a sua cor, recoas*
I tituiado-o e daiidc-lhe o flgor necessario.
Desconfiarse da* !inita;'6es e FalsificacSes.
Tfliis-M pr .Uado n Paris,40 A 42,Rno St-Laz^re
K BU Tl/iS Ab PUiSHAOUal
de
ES1.BELCIMEM07FM
Ven de-se a loja de-
nominada A F_xV -
BITA, sita ra ]..
de Martjo (antiga do
Cresp ) n. 25.
Quem pretenc^ r.
pdedirigir-sc n *
ma, que encontrar
com quem tratar.
gem
rilie
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgen), avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neiu
agencias nesta cidade, e
que os verdadeif os pro-
ductos seencontramefn
seuarniazem do caes do
Apollo n, 73.
Caixeiro
Prec's-'-M'1 de os aliebro ton bcaaaste p-pti-
ca de qoeo garanta roa
coo<)Dct?. e que ca fui aofeccii posta fsrer a i
vexe* do dono da casa ; na ra Batrei'a do Ro-
aa-io o. 9.
Camas de campanha e :r
reos para c^rro
-eir & C, I ra
BdrSo du Victoria B. 6.
abriea Je- crwlo
Agaas e liBiandas gasosgs de
Sed s as qo.iiti.des
Erda wat-r, giocer, ak, limaot laraaja,
caracn, abacazis, grsnadino, groaellaa
fracboiihE, bauuitba, tortela-pimeiita ce
A ES DO CABIBAR'BK 12A


J lUBliB l
^|s-ijjjjBjjjjlpjajajaajaaaaapaaBaaaaaaaBaassi^^
Mnim
19 Ra i: de Margo -19
Pedmos attencao das Exmas. familias
para os precos resumidissimos por quanto
Tendemos as norsas fazendas abaixo men-
cionadas.
A saber:
Brina de linbo de r para roopade homeru a 600 ra. o corado
Oretonoa alaros e oscuros corea flrmei 400 re. o corado.
MedapoiSo nac-iaoal 24 jardas faaenda da 1*5000 por 10JC00 a 0*9.
Mantilbaa de ceda pretza e creme a 5,5000 orna.
Ditas de nlg dSo pretas e creme a 2 Colcbac de c8r para cama a 4I0CO, 5C0') e J0O0 ama.
Meiaa cruas para horoem e para senboraa 12$000 a dcaia.
Zepbiroa de qaadrinboa para vestidos -40 n. o corado.
Merino prtto Isj e turrado a l^iOU a D00r| o covaio.
Cortes de cmbrica bracea bordados a lG^OvO ora.
(Jacbemiras para rcatidot a 400 ra. o colado,
Atoalbado braiico e de cor para mesa a 3000 o metro.
Bramante com qastro krgarae a 1^800 o metro.
Dito de linho com qoitro larijaraa a 3O00 o metro,
Setim brnco maeau p&ra vestidos do ocira a 1(5500 o cjyado.
Uapellac eum veo para noira a 10j000 <= 120000 urna. '
Cortinado de crochet par.- cama e oanellat. 12^000 o par.
D.toa do cambrr.ia bordados a 10S0C0 o par.
Camisas de mal La de IS, para bomem e setikora a 6S0OO oaa.
Cortea e cosemira de ccr a 4i$000 800 ) ovo.
EspartilhoB <9 ocur.Qa a 600u, e 8J00O e 10#O0O am.
Laraade aeda pira cechera e pera meninas a 10500 0 par.
Easoraos para bsptisao'o; fl7eros precos.
Flanollaa de pura R 180GO o corado.
: atendido 8>-rti.*ueno c'.e camisssd.. fl-^ella com collarinbo & 60C0 ama.
Mocqaiteiros fcmer'C'noea 150OOO un.
CoIsScb fraucBC8 a ljJOO uro.
ftlaapoSo pelle de oro a 105003 a ,e;r. con 24 jardee.
M'rira paia crxova! c 5J0C0 a pega.
Cullerinboa d6 poro linho a 8(>00O a duzia.
Caeermia {.reta du aaacoal a 2(00 o covado.
SobrctudcB; chaslr t b ttoa e c.bert'r?3 loBeCffyOaaaJaaa. ceron'es o mri: '-ica
que vendeio^. barato pira liqnidsr.
S 11a
JA DO P0VO
i9~3aXJ.A. T 333SXWXaA.3B.Ca- ?9
Teiephone 6

MURADA
UliHJl
AHUMARA E AI.FAI ATARA
15 Paa do Vizconde de Inhajca15
( Antiga do ra lo llaiigcl)
Este novo estabelecimento aclia-se sob a direc^o de Alvaro Jos P^reira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernacibucano, e a todos os seus freguezes tanto da praja, como do maito que
alm de um bom sortimento da finas casemia.s, brius, brsmaatcs, fiauella3, ci.timoc
madapol3es, esguies, entretella, cretones eotc, tudo o que lia de mais aprrpnado
para o bom fabrico de camisas. Esta caca tambem se encarrega da reforma o'i con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades c pre^)s eguintea :
Duzia de 1.* ciarse com puuho ou sem punbo 85^000
Duzia de 2.a classe com collarinhos 90)5000
Duaia de 2a classe com punb e sem punbo 72S0O0
Duzia de 2.x classe com ollarinbos 78"C0
Duzia de 3. B com punco ou sem punho 6'n$Q00
Duzia de 3. B com collarinbos 66rJOOO
i'uzia de 3.a classe com pnnbo ou sem punbo 48500O
Duzia de 3.* classe com collarinhos 54$0l0
Duzia de 4.a classe com pnho e seai punbo 425' 00
Duzia de 4 com collarinhos 48S0O0
Km duzais razem-se bons descontoo
Linda exposico de grava tas, len90s, punhos, collarinhos, meias de 11
algodao, para homens. sealicras 0 meninos; o que ha de mais fino em aberturas da
araisas, 'lizas e bordadas. ;
A frente da officina de alfaiaaria bomn 33 perito e hbil artista
DO HffllH
Contina a manter em seus depsitos completo sorlimento de otcaailioi paraa nsineT e
dendo senipre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de differenles ayteraBs e lainauhos de Robiasoa e outro3 fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funecionar com o obgpas or
nalhas das tachas.
CALDEIRAS A VATOR Cornish e tvpo locomotiva para funccior.ar com Ur.ha e bgaco-
^'v. RODAS para agua:
ROMRAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadase caldeada.
ARADOS de differcnles systemas,
CRIVACOES para fornalhaa.

4-
MACHJNAS para descarogar algodao de 14 a 30 serras com alimentadcres e empa^tadorea
a vontade dos agricultores.
Faiendo parte da direceo de raa fabrica o Sr. encenheiro Angosto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus traDalhos de mon'fjsem de grande numero de
Uzinas funecionando neste Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a prodcese e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DISTILLACOFS completas para alcool e agurdente a vapjr e a fogo na, p ra sr ia ie e
paiucnas fabrica.
52RA BARO DO TRIMPH--52
mmmm u mam
CARDOSO &c iRMAO eatabelecidos cim fun-
dicao de ferro ra do Baro de Trinmpho na.
KO a 104, tendo comprado aos Srs. B Martina
&C.,o direito de venda de seus apparelhos privi-
legiados pera G verno da Repblica, por patan'e
n. 1717 de 4 de Juno de 1894, denominados RE-
CTlFJCADOaES BRAZILEIROS, nao s pan
esti Estado como nos de Alagdac, Parabyba, Rio
Grande do or e e Ceara, avisam aos aeus nnso>
rosos freguezesi e amig s qae poderi fornecer
ditos apparelhos e mandar sental-cs com a maiot*
presteza, garantiedo augmento de 30 por cento
""bre a prodnecao de qualquer alambique, o qn
est pro vado pillos diversos j acscntcj e traba-
lhando em engenbos "dtste Estado e de Alagoaa
dos quaes teem valiosos attestados.


i
IMKI

Diario de Peraambueo Quarta-frira 13 de Abril cto 195
Para distrahir
jas honrse TsitA b casa dt modts
Nova Esperincsas amareis leitorss en
contraro oo completo Bortimento de
obj sotes de i ovdade e fhantaei recibi-
dos mecEatn ertj dos piincipses prs^a
da Europa o America es qnaes eSo veo-
didoa por n 3>.i que em outra coaJ-
qa por atacado oa maior de 50(5000.
Em repumo dea:t-c mos alguna artigo
alem de mu tea uiitros.
FINOS E ELEQANTE8
Eapartilhoi e 011 eapeciaea p. Sraa.
que oriam, novo Batimento.
GRANDE NOVIDADE
Em bordados fhos, cambrbia branca e
de odres e madepolJo, precos rednzidos
para deecoct?.
FINAS RENDAS
De licho erdsdeiro, algod2o < seda.
ELEGANTES CAPAS
13 pellericas para Sras. e mo<:inh*. .
Bonitas esmisas brancas e de corea
ptra Sraa. para o da e para dormir.
LEQUES
Em teda peere o que ba de melhor
em plunr, teda, gBe para secboras e
mocinbai.
BONITAS
Mai.tas para misssii i
fclNUCLOS
De madre] crol* marfao, cauro Ha Rncia
e tartaruga para tliestros e viegeua.
ESXOJOS COMPL
Con, eac vas, matas cem sit'gcs para
visgens cate jos jara barba.
AL3UNS E RETR
Ccmpleto lortircsro.
PEDR3 ANTUNEA A O.
Ra Duque de Casias 03
'GIUNDE
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Ra 15 de Novembro 29
Estabeleciiiento de primeira or-
dem.
Casa montada com luxo e eom-
modidaden*nmdos pontos mais h\-
^ienieos da eidade co Reife.
Aecommoda^Oes magnificas, 4 o-
das com janellas para a rea.
Esplendida sala de refelides, a
maior e mais arejada nesta capital.
A cosa alia acha-se a cargo de a ni
perito cosinlieiro.
lAULI-Sl DIYESSOS I1I0IIS
PRECOS RAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GHUNBERG
Antonio lyes Barbosa &0.
Grande sortimento variado
em corea de ladrilhos.
(mosaicos), vitrificadotj)
e Lydraucos
dos melhorea fabricantes,
aasim como
dos
de marmora
natural, pedras para sepu'
turas, etc., etc.
Variado 60rt:mento de figu-
ras, vasos, pias,
banheiros e mausoleo
de marmore.
Recebera qualquer encom-
menda
de fra e tambem e
incumbem
le qualquer obra concernen-
te a sua arte.
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S I3 fe *S sil
Vende-se
0 etarclec'iD I na Maiqoez de Ollorts p. 1.
Criado
Prcci-i-se d criado : na roa L: ra do Roea-
tlc n. 25.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
por^oes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; ra ra das Larangeiras n. 14
Grande deposito de marmores em '(aboas e
blocos, de todos os comprimentos,
largura? e grossuras, assim cono de cimento
37
RIO
RA DA AJUDA 37
JANEIRO
DE
GHAITDE
i
Caixeiro
Predta-ee e rm Benito de 13 A ii aonos.
qtie enna p-a ira te mclbados e que d ridor
de sea cotilo :ta : a i-aar na roa Co'ooel Su.'s
fo-ii p. 149 ; ijoem ri s-? ?cb3r nestas Cnai-
fl3fi sera favo: i>o apporecer.
Vea da
Vende se ctoa eran je nepriedade altosda no
mu iiciplo de Garan^uos povoado de S Joau<
*>Mnde c^f a do vivena. terreo eiienso. Dea
a.b:rieado ron granee plan a de rafeeiroc
A proprieiede pela ioa wtoacSr, exieiij.
de endeoen-s, artoriiaeao, etc., et\, presta sa a
urna fab*;ca c ] a ectr > q slqner mis e-.
Oj pretfuaeotes pjra nctiuns li|jrma(6es
:d'm dirigir se nenia eidade ao Sr. Agripioo
R:drtcDes riciuelr- Lima.
FOSEXDlT
9
ODIO DE BACA








80

TRADCCO
l'.YRTE SEGUNDA
1
(Cotitinuacao)
Na V6:rdade, nha senliora, nao
comprehenclel a. Que veio fazer
a esta casa'( Sabia comtudo que eatas
meninas, populas da sir John Malcolm,
e noivas do- seus dnofe filhos, nao po-
dis aceitar a hospi.alidade dtt princeza
Djella.
DjeJla fitDu Eduardo, e porguntou-
lhe:
Porqnii, nSo me dir?
Com eeito, Eduardo, porque ? ex-
ejemaram a( mesino tempo ambas as or-
pas.
Visto como 1 jos impossivel perma-
aecer nesta ciisa, csinha com os senbores,
acoreseentou Marj, porque noa prohibe
que aceteme s o goneroso offereo meato da
fvftiMza ?
Porqui faavmos de eorrasponder
f<^a bondade oom ama recasa que quasi
im ultraje J
Qaerein aabiil-o 1
Sim, in...
Eifcis meaioaa qusrem-o, acarea-
HOTEL COMMERCiAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Fate importaute estabeltcimento, sob a direcciTo de seu hbil f roprietario MA-
NOEL UARCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado g-osto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e acei do servijo culinario aduaneiro, j, tam-
bem pela posicao hvgienica do^seu editicio.
Depoia de irnuroeas transfonaaces por que tem pausado este Hotel, con?eg,uio
afinal o seu incancavel proprietario otferecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamento distribuidas debaixo da melhor
oidem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantarea e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POWR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengoa, suissos e do serta.), doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ii)i:(M
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermoutb,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao coinmum do Hotel, tem serapre grande deposito de
bebidas de aua imprtaselo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condisoes do mercado e precossmu competencia.
GRANDE HOTEL COMMRCLA
5te58 Ra Duque de Gaxias 56 e 58
Re?o!veram Jiqnidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavarn no Centro da
Moda.
A saber
Madapclia psra SCira a 4^500 a pe$a.
Brancante8 de linho de 10 palmos de largura a 3S(Ki>,
Cazemiras pretas e de cor a 3J50O e 4SO'>0.
Bramante de algudao com 4 larguras a 1800.
Crotones rancezes claros escuros a 600 e 6tO rs.
Cretones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores.
Cretones de 1." qualidade para coberta a 8C0 re.
Sedas escosse*as e lavradas a 185 0 e 2$.00.
Setim de tod- as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 703 por 2 1300!]
Ditos andnesuk de 30$ a 6SO0O !!
tos todos de renda de gripure val mciane de 8J$ a l'ji)0) I
Cachemiras escuras de 30 a 800 rs. !l
Atoalbados para mesa a 28000.
Panuo de cores de ouadro para mesa a 23000.
Guardanapos duza a 38 e 4000.
Capas e pelerinas de aeda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 pnr 25S e 308000.
Calcas de -asemira de 3'S a 128 e 155"00.
Um completo sortimento de fruk, de 1008 a 58000.
Oolletes de casemira de 28 por 48000.
Ditos de brim de 88 por 28.500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, lis, cacham ras, cretones, lnons,
chitas, etc. etc.
Pede a lodos os seus freguezes e as Exmas. farai
lias em geral que se dignein visitar o dcsso estabelsci
roento, &fim de se convencer da grande reduccao de
precos.
(VA
Loja das Ustrellms
56 e 58 Ra Duque de Gaxias 56 e 58
Telephone n, 1A
LLANPfBnSOSI&e
l
44-KUA D'J MKAO DO TRlAPHO-l
Mchicas a vapor.
Mceodas.
Rodas d'agua.
Taixs tundidas e batidas.
Tcixas b tidas sem cr.?.vsja?.
Arados.

T^^3S
tg35*:s^pf
^
centou a princeza, e ea, sir Eduardo,
exijo-o.
Pois seja assim ; vou, pertanto, fal-
lar, cprto de que a princeza me attende-
r Entre a princeza Djella, amiga inti-
ma do rajab Doorghal-Sahib e as pupillas
de sir John Malcolm, nSu pode haver na
da de comroum 1
O offerdeimeuto desta senhor.i urna
citada, armada com um fim infame, que
ignoro ; esea cilada,. porm, neutraliso-a
eu ; e em nome de meu irmao mais velbo,
sir Jorge Malcolm, nico que agora go-
verna nesta casa, ordeno & princeza Djella
que se retire quanto antes !
Mera e Mary oceultaram-se nos bracas
urna da outra.
A princeza deu dous passos para
Eduardo, fitando-o com uns olhos em que
transpareciam todos os instinctos ferozes
do velbo sangue dos Tamerlidios, e retor
quio-lhe :
Logo, expulsa me?
Eduardo inolinou-se sem responder.
A expressSo do rosto da Djella mudou
inopinadamente.
A serenidade substituio sem transicao a
raifa. *"
Sorrio-se para as duas orpbSs e para o
moco inglez, depois dirigio-se pausada-
mente para a porta, accommodando ro-
da da cabeca com extrema graca, as pre-
gas do comprido ve.
Quande chegou porta voltou-se e com
voz suaviasima, murmurou :
Mary, Hera e Eduardo, nSo lbea
digo adeus ; mas, at vista ; perqu nos
havemos de tornar a ver.
Exactamente neste momento Kazil,
testemunha moda e inviaivel das scenas
que reproduzimcM, desappareceu da ra-
randa.
A' sabida da princeza teguio-ie ata mi-
cuto de triste silencio.
Foi Mary ouem primeiro fallou, excla-
mando :
Que fez, Eduardo, que fez ?
meu dever... responden o man-
cebo.
Que acco infame praticou esta mu-
lher, para que assim a expnlsasse.
Esta mulher initniga denos to-
dos! Nossa inimiga irreconciliavel, en-
carnicada, e sem piedade Nao queria
apoderarse de ambas senao para deital-as
a perder !
Mas porque a aecusa?
Porque ba poucas horas ainda, na
prest-a^a de lord Singleton, tinha a auda-
cia infernal (fingindo ao mesmo tempo de-
fendel-o) de fazer aecusar meu irmo Jor-
ge pelo rajah Doorghal-Sahib, do assas-
sinio de seu e meu pai!
E' horrivel I dieseram ao mesmo
tempo Heva e Mary.
Realmente horrivel, monstruoso 1
Mas sir Jorge defenden-se desse cr-
me impossivel, nao assim ? perguntou
Mary vivamente; justificou so de cr-
to?...
Lord S:ngleton estava certo da in-
nocencia de meu irm&o, respondeu Eduar
do ; deteve-nos a mim e ao Dr. Dieudonu,
afim de no!-o assegurar positivamente.
Pa a oppr a astucia astucia e para
neutralisar melhor as conspirajSes des
nossos inimigos, fingindo-se logrado por
ellas, ordenou a prisao de Jorge e man-
dou-o conduzir escoltado para, a fort|-
leza.
Mary, que ja estava pnllida, tornoa-se
lvida, e pareceu por um momento prestes
a desfallecer.
Sir Jorge... preso.....balbuciou
ella.
J o nao est.
Como assim ?
Ao ttrave8sar a grande praea de
Benars, atulbeda de enorme i
por causa da festa de Jagarnath, foi a es-'andam a fazer neste momento. Seria ne-
colta dos cypaios atacada e desarmada cesoarto acompanhal-os.
pelo populacho, que obedeca evidentemen-
te a urna ordem recebida, e que bramia :
Morra o inglez Morra o parricida I
Miseraveis exclamou Heva.
Po;s esses homens, cases malvados,
era 80 a Jorge que atacavam ? perguntou
Mary com indizivel angustia. Tinhara-
Ihes de certo pago a sua morte Como foi
entSo que o nao mataram ?
Meu irmo conseguio fugirpor entre
os punhaes erguidos subre elle.
Louvado seja Deus I Mas fugir para
onde? Como?
Esta scena selvtica occorria na
ponte do Ganges ; Jorge saltou para o pa-
rapeito e precipitou-se no rio, sonde nem
um dos seu* cobardes aggre98ores te ve aj
coragem de o seguir.
Mary, mal ohvo estas palavras, entrou
a tremer, dominada por imencivel gusto.
0 Ganges., balbuciou ella, com
voz quasi iodutin ta ; o rio que carreia
cadveres I. Santo Daus I... Mas en-
to... ent&o... est perdido 1
i'o creio... respondeu Eduar'o
Lembrem-se de que o Ganges nSo
restitu nunca a presa !
Meu irmao um nadador hbil, in-
fatigavel... no mar desafa a tempestado
e brinca com as vagas.
A sua alma e inacossivel ao recei, os
seas ervos e msculos s&o de seo I Coi-
flo muito na Ba corsgera e forca f
Tenho principalmente f em Deus, que
nao ferina assim os filhos aps o pai !
Tenho toda a certeza de qte havemos
de tornar a velo.
Dens o ouca I explicou Mary, mas
necessario fazer diligencia para o achar I,
Seria necessario explorar as margene do
rrc|
Eu tinha mesmo comecado a investiga-
co com ellos, mas impsla-me para aqui
inexplicavel presentimento.
Presenta que pairava por sobre esta
casa um perigo ; e bem vam que me nSo
enganava, visto como a princeza Djella
lhes eslava armando um laco, no qual
cahiriam se nao fdra eu.
Seria preferivel abandoaar-nos, e
cuidar s delle I exclamou Mary.
Eu couhego bem meu irmo, que a
ama ; e se eu tivesse feito o que me diz,
nao m'o rerdoaria !
Alm disso eu u&o poda nada a favor
delle, ao passe que aqui ebeguei muito a
tempo para sal val-as !
Mary ajoeiboa, e, ergaendo as m&os,
baibucioa :
Meu Seubor Deus, vede as minhas
lagrimas, attendei a miaha voz, e pela
vossa justica e infinita, bondade protegei
Jorge Malcolm !
Mal a joven eeabava esta pungente in-
vocado, abrio-se a porta, e Scindia, a
cnadinba hyndti, que j4 coohecemos, en-
trou na sala, exclamando :
Senhorae... seaboras... edouter...
francez .. e Sr. Stop veem ahi... veem
abi a-traz de mim. .
Que notioias noe trarfto elkei mer-
raurou Kduarde ; War-asa-hto nevo
lato t
Mary permaoeaeii sileneiosn ; mas o tre-
mor, que lbe agitara os membros, baria
j alguns minutos, redobrou.
Acto continuo entrar Dieafenn e
Stop. .
Vinham Jfmbo eabitbaixoj, e ate nfca-
travam na pbysionemia liada de taieqail-
lisador.
Eis-no|... dase o medie*.
Eduardo cvrreu pera elle.
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Sir Jorge ? perguntou Heve.
0 que foi que eoube ? perguntoa
Mary.
Dieudonn abanou tristemente a ca-
beca.
Infelizmente, nada? Nao sabemos
nada... mnrmurju elle.
Xada absolutamente apoioa Stop*
Esta desconsoladora resposta fii seo-
lhida pelos ouvintes com um estremeet-
mento.
Ai o meu amo exclamou Stop las-
timosamente, enxugando 09 ojhoa hmi-
do, o meu pobre amo Eu bem sabia
que esta maldita India nos nao dara fe-
cidade I
Euto, nSo descobrio nada pr-
guntou Eduardo com vo surda.
Dieudonn respondeu :
O Ganges guardn o seu seg edo.
O eorpo de sir Jorge nao appareceo.
O' meu Deus, meu Deus disse 11a-
ry estorcendo as maos no auge da desea-
peracSo.
Hova tomn a irmil nos bracos e esfor-
c u-se por lhe enxugar *a lagrimas coa
os labios, repetinde-lhe vinte vezes :
Socega, minha querida mana, s:e-
gs., que nao est ainda tudo desesperado.
Deus ha de de apie dar-se de nos !
Mary fez um gesto, que significara
claramente :
Nao, nao, j nao tenhe esperan*
E' o que Stop 6 o Dr. Dieudonn Falle, doetor, falle dspsaae
Eduarde dirigindo-se ao mesmo
s Dieudonn e a Stop, proeognio as sosa
pergantai.
{Crntium.)
f rp. > &*+, *vm da Cxias, 48

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