Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16457


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Full Text
Ter<>a-feira Mi de Abril de 13
\ rti;rtr 85



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PEOPBISBABB BE M&NS;L FISBEIROA BE V&J&l & aPILSOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8000
Poi seis mezes adiantados. ^ .? i5$000
Por um armo adiantado .... 30J000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.\ residentes era Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por am anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da. .
Numero avulso de dias anteriores.
16J50O
331000
1100
|200
:1

Telegrammas
afijo PA3TiawAiJ3 s:n:o
tumi}

laliia, I5 de Abr'.l, ao meio dia (rc-
cebido na estaco ^ hora e 2o minutos
da tarde e entregue s 2 horas.
No vapor Rosario que hoje daqui
sabio, segu S. Evc. RvJm. o Sr. D. Je-
ronymo Thom, digno arcebispo desta
archidiocese.
O venerando prelado brazilciro, cuja
viajem se destina a Europa, teve nesta
cidi'ie um embarque altamente expres-
sivoda considerago deque gosa e da
veneraco que lhc vota o seu rebanho.
LNSTRUGCAO POPULAR
POR
Gasto Tissandier
CAITLLO IV
Jucho o seu espectculo de anniv rsano. -In-
furrae o Dr. 1 residente da iflspectoria dos Ihea-
lro>.
G< ncalves Pamplona, pedindo o Iboalro Sania
Isabel para realijar no dia 3 do corrente um
rsiecljclo.-Sim, mediante a conlrlbuicao do
eslylo,
Antonio Joaqum Cascan, pedndo por certi-
d.'o o theor ita sua nticao sobre baixa de ,an-
Jouidade do predio n. 83 da ra do Bom Jesu?.
D-se sem as informales.
O porteiro interino.
Hermenegildo de Siqueira.
-----------------?-----------------
SECRETARTA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 13 de Abril de 1895
Manoel C lementino Crrela de Mello, pedindo
pagamento polo servigo da illunrnacao publica
da idade de Jaboa a> dura-1- 03 mezes de Ja-
neiro Margo do correte anno.Pedio-se in-
fo maco a Secretaria da Fazcnda.
O mesmo, pedindo pagan en o referen es aos
mez-s de Ayo lo a Oulubro do anno prximo
passado.I'euio se inlorraaco a Secretaria da
tazenda.
Fieldwn, Brolher--, empresarios da illumna-
<;o publi a. pedindo pagamento nel gaz con?u-
icido durante o mez de Margo ultimo.-Deferido
de nrcordo Cora o a^to d'esla data.
M-inoel Carneiro L^So, propr otario do enge-
nbo R-rreio, i!o municipio de Muribeca, ped n-
do aux I o no Estado para a fu"dagao de urna
usina no mi-s-ro engenho.Pedio-se informa-
cao a Secretaria-de Fazcnda.
O porteiro,
Archias Mafra.
A DESCOBERTA DO SYSTEM A
MUNDO
DO
DESPACHOS
D\
CALILEKEPLERTYCHO-BRAII1S
(Conlinuaro)
As suas descobertas sucessivas iam condu-
zil-o immurtalidadu edesyiaga Gahleu
um das grandes mar vres c:a verdade. SaMeo
em Pisa, ua Toscana, a 15 de Feverriro de 15J1
e desde os primeiros anuos da infancia deu as
roais evidentes provas de urna notavel precDci
dade ie espirito. Na idade ein que eoetume
a grn!' entregar-se a bricquedos fuieis, Gal leu
invena va machinas, construindo-as por suas
mos. Causava a admiragSo doa naitiea pela
sua li.eriude de apr< ciacao, pela vivacidade do
seu e.- Dirito sempre despeno, pelo cuidado |uc
tinhaem injtruir-se. A sua aplidao para ludo
o que cauca a inlelligencia era.prodigisa ; gos-
tava dn msica e do desenlio, ecultivava a htu-
ralura e a poesa. O gorme a do genio desen-
volva-se nelle visivelmenle.
Seu pap, que liana urna farailii numerosa -
nm'i 1. riuuu modesla, quera que o j'jvem Gali-
lea se dodicasse a una profissSo lucrativa
man leu-o para Pisa enlodar medie nj e philo-
sophij; mas as ligues da escolstica nao basta-
vara pira salisfazer aquella espirito rdante*
vido Je cousas novas. Galileu, a quera nao
etnbaragava nem lolhia o recio de levant r ob-
jeeges contra as doutiinas que lhc cnsinavarn,
faua-ss j notar pelo ata espritu deind pen
dencia e de contradicro. A sua vocago nao
esperara senio o numento de se evidenciar, e
esse iu( int-nio cliegou-
Galil.u contava apenas dezcnovean3.s. quen-
do um da, na catliedral do Pi;a, a sua alteiico
se fix u n'uma lampada suspensa do lecto, e qo-
osciilara n'ura movimenlo automtico. Nolon
elle que a lampada, balojn;and( -se, effe&oava
as ose lases no mesmo espago de lempo, qu.il-
quer que osse a exlensao des arcos que descre-
via, o uraa palavra, que balia sempre o mesmo
compafo. O jovem observa lor, aiiplicaudo-si
ao exsie d'aquelle phenom-10, que tinlia li-Jo
desald^tamante observado por tanta gente antes
d'elle, aJmirou-sed'aquella uuiforinidade coris-
lanle, cujas bellas e uteis ccnstquencias rapi
dameii calcnlou.
Imaginando a pos.-iluli lade de medir a altura
d'um eldelo pelo lempo de oscilUgao de un;i
corda presa parte superior d'elle, foi as- n
levado a descorna das leis do pndulo, as qoaei
fornecetn i scieiida lo preciosos meios para a
exacta medida do lempo.
Galileu, entregando se desde ento ao sen
gi ?io telas scienclas, leu com avidez os escr p-
t -
it<-
i!.i-
II I :
10
Bao
tftt
memi-ii
DO DR. SECRETARIO
FAZENDA
De 10 de Abril de 1393
Jos Eugenio Paclieco ''e Mederos, esabele-
cido cora loja do f.iznlas era Sennbaem re-
damando sobre o que demais paou de imposlo
de induslria e ;roi sao. -Informe o Sr. Dr. di-
rector gera'.
DIRECTORA GERAL DO TIIES0UR3
DO ESTADO
Despechos do dia l:i de Abril de 1895
Alb-ino Jos do Carmo, An onio Cabral d'
Medeiros, Benlo & C. e Mjrgan Snell & C.-i-
ga o Sr. Dr. procurador fiscal.
Antonio Caelano ite Carvalho. Sal'sfaga a
exigenc a da Itec^bediria.
Lui Jcs da Cosa Amorim, JoaquimLopes
da Cosa Maia e Jo o Jos Tarares de Medetros
Neito.Inga o Sr. Dr. procurador riscal.
H luardo Candido de Olivrira, Sever no Anlo
nio Cardo!. Tertuliano dTUiveira, Mari, fllha
de Maria Lucilla Per ira Lana, Corapanhi.i In-
dustrial do Chapeo Ordem 3' de S. Francisco,
Sania Cara de Misericordia Uo Ri'Cife, Bernar-
dino Ijnaeio Gum arr=, An a Mura Purcell,
Mara Isabel E hardi, Antonio Dias Guixares,
Martioiano da Rocha ?la-lo\ Informe o Sr. Dr.
-ub-d rector da Contabilidade.
Jos fiugen.oPachecj de Menezcs.-Informe
o Sr. coliector de SernUiSen.
O protocolisla,
Francisco Mditino Frrrtira.
Srs
membros do Co-igresso Legisla-
tivo do Estado
Tenho a honra de apreseolar vos a inclusa
proposla de lei de fixagao da fb/ga publica
Ihedeu o Decreto de 9 de Oulubro de 1890 o
um effeclivo de 1451 pracas. Durante o mU
Governo redusi essa Guarda a crea de 1030
hornens transfonnando-a emCorp) de Polica
Regional, que foi cxlincto em 7 de Abril de
1893. Concluiris pois commigo _
Io Que uestes dous annos de 7 da Anril de
1893 at hoje, lst> durante a phase de mtis
perigosa agitaeo e turbulencia partidiria que ori
ginou os conflictos que conheuis, o (iceino do
Astado flcou reduzido, para manulcncao da ordem
a conlar nicamente, com o Corpo de Polica ou
fossem OS'J hjinens;
2." Qu-J sendo obrigado pelas condicss ex.e-
pcionaes em que te encontrou, a elevar o effeclivo
d'essa forra, a principio a 900 e mais tarjen
i,300 horneas, mesmo assim dspoz sempro de
MUII'O MENOS FORQA MATERIAL do que todos
os scui antecessores ;
3 o Finalmente, que JAMIS TE Vi N3CES-
SIDADE DE REQUISITA!! O AUXILIO DA FOR-
(A FEDERAL, o que prova qje na sua qoati
ltalldade os pernambucanos, em a qual soman-
te se nao podem contar os agitadores polticos
e os partidarios turbulentos, esliveram ao lad,
do meu governo, acaia:idj-o e o respeitaBdo
como uma garanta de or lera e de paz.
Nem se comprehenle que esle altivo e h.-rol-
co Esiado se deixasse dominar pela niela duzia
de policaes cora que 15o fcilmente pule con-
ter os dfsordeiros e 03 agitadores qu i j unis
encontraran! apoio nos nosso3 pacficos e sen-
anos conterrneos.
Quaolo ao que a esse respeito so passa ojs
demais Estados da Uuio, que orgamsaram a
sua forja publica de accordi com 33 exigencias
impostas pela extengao territorial e pela distri-
bugSo da populagao, transc'evere o que era t
de Margo de 1833 disse em a Meosagem qui en-
to apresentei ao3 vossos antecessores:
Convera lembrar-v js que Minas Geraes man-
lem 4 corpos cora um offeclivo le 1.8DD f*a-
gas despendendo annualmente 1,403.00 'S000 ,
S. PdUlo con'a com 3,933 policaes desp-^
denlo 5,593:0003 000 Par* despele.......
1,419:0003000 com cerca de 1,003 pregas, dis-
tribuidas em guarda local subordinada ao g->-
vernador, um baUltii d: infantera, um es-
quadro de cavallaria e corpt de boinbeiros
t militarisado: Baha com 1,6)0 pragas des-
pende 970.03)333), o Dislncio Federal cora
2,103 pragas e mais o respectiv i c >ro > les tii-
. de e conladoria desp;nde 3,203:33330)3 ; Ria-
> Grande do Sul lem tres ba'aluOes iie infunte-
ra e um regiment de cavallaria cora u i ef-
feclivo total d* l.'Ol placas, daspeadeodd an-
nualmente 1,522:03)S333. ri lo lavia nenhu-
ma das autoridades poican dessas circuin
scripges da Repblica achou a vesse era laes nmeros exagero ou luxo de
forga armada .
Islo diziaeu em Margo de 1393 ais vosso3 an-
tecessores; hoje posso accrescen'.ar que esses
algarsmos e tao alterado?, qiiasi lodos para
mais.
Assim o Estado da Baha maniera presente-
mente um regiment com dous bataliiOes do in-
fantera e uma ompanna de cavallaria cjm o
lotal de 2,030 homens, sendo que esle numero im-
pelas autoridades superiores d'aqu;ll Estado
reputado deficiente.
O Estado do Cear mantera um bat.ilho de
segurangacom 417 pragas e guardas locaes com
o effeclivo de 53" hornens.
O Maranhao lera um balalhSa cora 435 pra-
gas.
O Esiado do Par despendo annnalmenle
8.033 'D3S0)) cora a sua fo'ga publica, sendo
smente de venciment< 1.550:3443033 ; a lei
de flmro d'essa Xorga (le 191 de 20 de Junho
de 1391 dispe :
Ari. 9." I'icain extractas as guardas lacaes
creadas pea lei o. 43 de 21 de Agosto de
. l'SJJ,.
Coinoe-3e a forga publica de dous corpos de
?nfunteka e urna compania de cavallaria, co
i*--enTectivo total de cerca de 1,033 hom.'US.
,)$. Paulo mantera presentemente 3,958 fiomens
com> effeclivo total de sua forga publiea, cora
a qjal dnpede annualra.rate 5,323:39)3)03.
N'es8e E-tado, segundo o relatorio de 1SH
do r;'.peciivo Secretario da Ju-ti.-j. a forga
publica distribuida em destacamentos pelas c -
dudes, villas e povoagis. n'um total de 1 72i
pragas, de-de Santos com 20) pragas e Campi-
as com 10) a varias claies c m 30 pragas
urnas c com 23 outras, al povoados em gran i-*
numero com 8, 10 e 12 pra.as. V-se qu-i o
governo do listado dispOe para qualqu-r emer-
gencia de maior gravidade e policiaraento da
capital, de 1,223 pragas que ordinariamente n.o
iestacara, ou seja de uma forga igual ao total
l'aquilla de que dispimos para o policiaraento
Je todo o Eslado de Pernambuco.
O Estado do Rio de Janeiro tem presentemen-
e um effeclivo de 1.02 pragas d nrel e 64 o-
eiaes, co n o que despende 2,2JJ:0O030)3.
Observemos que esse listado tem uma super-
Icie de 70 030 kilmetros quaIrados contra
.23,003 qu: tem Pern trabuco, accrescendo quj
i mobilisagao da forga publica d-se com muito
.aior rapidez e facildade all do que aqui por
causa do grande deseuvolvimento da viago fr-
rea d'aquelle Estado em comparagao com a do
losso: alli nao existe o sendo, ubranuen lo
orno aqui dous tercos da jrea lo.al. sem ouiros
neios de coraraunicagao que nao sejam ms es-
ii.idas de rodagem, antes Iridios e veredas em
numero que abatido do lotal da nossa forja pu-
blica actual (1.301) deixa para os demais servi-
gos 410 pragas.
Cora estas llavera de ser dada a guamigao
dos edifici >s pblicos na cap'al e guarda dos
quaneis, o que absorve no revesamento desse
servigo diario no'mnimo 150 pragas.
2Com as restantes 2J0 lera de ser feito o po-
liejamenlo da capital, a cooducgo de presos
d'este Estado pira os demais e de uns munici-
pio! pan os outros nao fallan lo em ordenan-
gis das autoridades, prag is que baixara ao hos-
pital, presos de correegao, servigo interno dos
quarteis, conservago do armamento, escriptu-
rago etc.
Assim, apresentando-vos a proposla de lei de
fixagao da forga policial para o corrente anno,
estou convencido de que o seu efTeclivo anda
inferioras exigncias impostas pelo dever que
ao governo incumbe de prevenir 03 dolidos,
capturar os delinquentes e puni!-o?.
Cumpria-me, entretanto, nao sobrecarregar
por demais o oreara ra'o da despesa esladoal,
para o que busquei na organisago que dei
forga publica realisar a mxima economa.
Assun que vem a custar annualmen'e cada
soldido 1:4313033 as Estalo de Mna-- -raes ;
1:3133033 a S. l'auto ; cerca de 1:5003033 ao
Para; 1 79)30)3 ao Rio de Janeiro e a Per
nambuco apenas 1:0003003.
Tend3 envilado os maores esforgos para
bera inforraar-V03 das necessidades do pul) ico
servigo na parte relativa Coiistitu#g5o e dis-
tribuigo da forga publica, obra dio vossa
apreciago as consideragdes que venho de ex-
pender com a proposta que i e3ta mensagein
acompanha.
PROPOSTA
Art. Io A forga publica para o exercicio de
1893, ser composia de tres batalhes de infan-
tera e um corpo de cavallaria, com o total de
1,331 pragas de pret e 73 ofcaes, distribuidas,
segundo o quadro annexo (n. 2.)
Art. 2" Esse effeclivo p-juer ser elevado ao
dobro no caso da gravjs perturbog-'S da or-
dem publica ou irainmente parigo para a Con3-
tuigao da Rspublica e do Eslado.
S nico. Em laes casos devera o Congresso
Legislativo imme lialatneote convocado para o
ti ii de tomar conliecimento por motivos que
houverem determinado a necessidade desse
a
no da Justina, inspeccionar annualmente
o corpo que se recolbcr desse destacamento.
Art. 4" Os ofcaes e pragas da frca publi-
ca, peiceberao os vencimentos constantes da
tabella annexa.
Art. 5 O Governo do Estado expedir os 0
Cessaros regularaenlos e instrueg-s para a
melhor distribuigao e mleira organisagao da
forga esladoal, completando o Decreto de 31 da
Dezerabro ultimo, que organism provisoria-
mente a forga publica, e o qual fica approva-
do,
Alexandre losi Barbosa Lima.
Julio de Mello Filho.
Quadro n. 3
QUADRO DE DESTACAMENTOS POLICA!
.mitos pontos.
O Eslado di Minas Geraes fl ton n*ra o corran- augmento na forga publica,
te anno a sua forga policial era 2 0)0 pragas de Arl. 3- Um dos batalhes de infantera eata-
piet c 91 olficiaes, formand 5 c rpos de inan-, cionar no s^rto, na cidade de I
(dra e um esquidro de cavallaria, com os
iiaes desp.-nle 3,033:o93i3>.
Govanna........
Victoria........
Palmare?.......
Nazarelb......
Timbaba.....
Limoeiro......
Bora-Jardlra ....
Taquarelinga
Brejo...........
Caruar......
Aliinno.......
B i:rros.......
Grvala.........
Gloria de Gojl..
S. Lourengo-----
Pau d'Alho.....
Itarab ........
Iguarass......
Olinda.........
laboalo.......
Muribeca......
Junio encontrareis ara quadro da dstribuigao
da for.a policial pelos municipios de Pernam-
buco, ssgunlo poderia^er feita de accordo com
as inforraiges da reparligao da polic a.
Como rereis, e:n muilos lugares ipena3 dar
o destacamento para guarda da cadeia, devendo
liligmcias volantes ser incumbida da captura
de criminosos, e cabendo ainda ao Esta lo pro-
videnciar sjbre transpirt) d'estes de uns para
ouirus pontos, segundo as requisig5es dai aulo-
rl 1 les ju lidiaras.
S iraraao essos ilcatacamsntos fm193! pragas,
Pesqueira
Escada .
outro que o Governo do Estado pareca mais coa- Amaragy
veniente. Cabo ..
\S 1* O coramandanle desse bataihao dislri- Ipojuca .
buira de accordo com as ordens do Governo os Garaelleira
destacamentos n;cessarios 3 localidades que
conslituirao a zona da qual sede central a-
quella cidade.
2' Esse balalhao ser rendido anaualmente,
revesando-i.e (quadro n. 3) os Ires corpos de
iiifinteria, n'esse servigo, afim devollando
capital ahi reconjiituirem sua disciplina, farda-
mpnlo, equipainenlo e aimainenlo.
3' Uma commissao da qual fari parle um
mu pregado do Thesouro, noraeado pela sprreta-
AguaPreta.
Bonito
Total.
23il)anellas ........
15 Quipap.......
201 Janhoiinho___
15 Garanhuns... .
15 Correles .....
12 Bora-Ccn3cluo .
15 Barreiros .....
12 Serinhaem ..
20 Rio Formoso....
201 Aguas-Bellas...
10 Buique.......
10 Pedra........
10 Taciralu......
10 Alagoa de Bauo
10 Floresta.......
10 Villa-Bella.....
12 Flore ........
15 Triumpho.....
15 Ingazeira.....
12 S. Jost doEgjpio
15 Belinonte----
20 Salguero ...
15 Leopoldina...
15 Ca brob
20 Uda-Vista.. .
12 Peirolina-----
12 Ouricory. .
15 Granito .....
15 Ex ........
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U
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9*1

Secretaria da Ju3tiga, Negocios Interiorere
Instrucgo Publica, 8 te Abril de 1895.
Julo de Helio Filh.
i,i
:iiiigOS geomelra3. O esludo do tratado
;meJes sobre os corpos que Bocinara
s* pcrmittio-lhe desde logo ccn.-iiiiu
bnlanga bjdrastalica. Ktes pn-i-
o, j lo'ir.iporta.des, fio origina es.
;.m a chamar sotre elle a alteiign
ni 1589, o t.raci-duque Fernando co-
professor de nia'henu.ucas em Pisa.
BGalileu comegou umi serie de espenenciai
compl. lamente novas sobre o roovimcnio dos
corp>- exteulando cesas euperii-ocias do alio
da tone inclinada de Pisa.
{Continua).
PAUTE OFFICIAL
DO DIA 1 i DE ABBIL DE
Governo do Estado do Per-
nmiibiico
DESPaCHoS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
HfNE(WCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CXO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO
I895.
ADtnio Ferreira de Lima, sentenc ado, p -
di do Mr cer'.idao o theor de sua senlonga
Ao Sr D queslor policial ineiino para man
entreor ao peticionar o a ertido loclnsa.
Ma 1 Li da Leopold nn, vi va de Pedro d.
Alrnnlaru Munii Sobrinho, ex--alcereiro da -a
deia do municipio de Caruai u, fa Icctrio no di.
27 de Feverero do corrente anno, pedtndo |ia-
gimen o de vencimentos a que se julga com di
reno-informe o tr. lr. questor policial mie-
Mancel Ped o dos Santos, senlerciado, pedia-
do por cerlidSo o theo- da sua tentenga.Ao
Sr. Dr. Queslor policial interi o para mandar
entregir ao peucio.ario a certido junta.
Bernardino Lopes Nagario, seniencado, |)?-
dindo perdo.-Ao Sr. Dr. governador do Esta-
do para que se digne den ornar.
Sabiio Douado C valcanie, tenente qua te!
meslre do 3" balalhao de icfanleri esladoal e
ex romma.dante do distacanenlo do raun c pi
de Mu ibeca, pedindo ingaraeiiio do fornecm D>
to d'afua e lu que fez no mtsmo detacamenl',
si contar de 14 de Descmbro do an o do r 2a
4eFe>ereiro do errente.- Deferido com cili-
cio ao Sr. secretario da fnzeuda.
Comcieniiador Ernesl. Acin, pedindo o
eatri Santa Isabel p ira renli ar no da 14 do
aorren c um cpectacuio Sim, mediante a con
tribuicac do esijlo e em da designado pela 10-
tpacto'ia
Conjresci Dramtico Ber eficente, pedindo o
tbeairi Santa Isabel para realaar no dia 9 de
para j exerceio de 1896, e que dever pelas
Circunstancias que expu* na Mensagein inau-
gural, vigorar, desde logo, para o corrente anno
de 1895.
A inultos parecer qne luja exagero uo nu-
mero de pracas que deverao constituir o effe-
clivo la forga policial desi Estado. Para de-
monstrar que assim nao recordare, anda
que resuraidameni, nao s o quinto n'esse
seiiiiao lia sido f-o nos demais Estados da
Dniao Brazileira, mas anda o que a respeit>
d'este assumpto f^i Lei na anliga provincia.
Na antiga provincia de Pernambuco v-iriou o
effeclivo da forga publica desde 448 pragas de!
infantera c cavallaria, fizado na Lei u. tt de G
de Ju'ho de 183", elevado a 732 logo ao anno
de 1838, e 1839. por Le n. 57 de 19 de Ab'i
te 1838, al 1.400 pracas nos exercicos da 1874
B 18,"5 a 1875 e 18r por Leis ns. 1130 de 30
ie Abril de 1S74 e 1163 de 26 de Abril de
1875.
A despe/a com essa forca havendo sido em
1838 r-omputada em 165:234S910, subi em 1838
230:8908030, i-m 1860 a .8i:000s030. em 1870
406 7OSOO0. em 1875 a 497:23lS030. em 1833
37:768803. e em 1881 a 673 69U800.
O quadro que n esta Mensagera acompanha
recome, desde 1833 a 1883, anno por anno o
-ff.ciivo da forga policial, as leis que o fixa-
ram, o orgamento da despeza total rorrefpon--
lente a cada exercicio c o quunteun desse or-
giineoto attribuido forga publica.
Examnando-o veris que apetar de todas as
-xiuencas da stuago anormal em que te achou
uHimamente o Esta lo, a sua forga policial ele-
vada a algarismo superior ao flxado em lei or-
dinaria, ficou anda asf m abaixo do numero
de 1.400 pr igas que j a anliga provincia jul-
gara necessarlo em concics normaes.
E-sa observagao maior valor adquire, ponde-
rando-se que dcde a priraeira al a ultima
presidencia da prov'ncia, e ainda no Governo
provisorio, o Governo de Pe nambuco lnha sob
-uas ordens a princ pi a Guarda Nacional que
orpanisava, mobilisava e custeiava em paite
(orgamento de 183), 1837,1837 a 1838 etc.) e
com essa a forga de linn, ou sejam 2 batalhOrs
de infantera, uma compantiia fixa de caval-
laria, e ilaumas vezes maior numero de cor-
pos do Exercito Nacional.
N'essa epocha, em que aquelles batalhOes
tnnam o effeclivo de 800 bomens, todos os
d 8tacamento3 para o alto serto e muilos pa'a
os municipios prximos capital, eram dados
pelo Exercito, bem como a guarng&o do Pa-
lacio da Presidencia.
M sido assim teres notado que a forga po-
hci'l foi orogrfSivamenle augmenlanda, se-
gundo, os nmeros constantes do quadro a que
me roler
""Islo posio. concluiris commigo que :
1. O Gverno di anti'ja provincli de Pernain-
bua teve sempre d sua disponci, dete 1835
ale 1889, forca muito mais numerosa do qut
actualmente para policiamento em todo o terri-
torio de Pernambuco;
2." Mesmo com a forga de linha soO suas ordens
e em numero muilat cezes superior a 2.000 ho-
rneas do exercito, 03 Presidentes de Provincia
julgaram nscessara, de accordo com a Assem-
Ua Provincial, forra pAical elevada at o alga-
rumo de 1.40O praca*, NUMERO QUE O ES-
TADO NOS DOl ANN'ODE D1FFICLDA-
DE3 E 1'ERTlRBACES PORQUE ACABA
DE PASSAR JAMIS AI'TINGIO.
No novo rgimen, durante os primeiros dias
da Repblica os governadoros coronel J. Aguiar
Lima e general Jos Semeo de Oliveira tiye-
ram sua dsposigao a forga federal: nos dias
tubseqnentes at aquelle em que entrei em
exerwcio, teve o Governo do Eslado, alera do
Corpo de Polica (7 companhjas, uma das quaes
de cavallaria) com o lotal de cerca de 700 ho-
ineus, a Guarda Local com a organisag&o an
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Jft.arlc de Pernambaco Ter^a-foira 16 de Abril de 19&5

Qaadro n. 9
Happa demonstrativo da organisafo da Forja Estadoal
A.3B.XWXA. 33: GJWAXjXjJUPLXA.
Estado ilaior OffiW Inferiores k
CO O o j o
CLASSIFICAgA 82 y O S O -O O o o s < 3 E
o co *> c V 9 o p co u V P rt
V ti B = a c Zi = 1 * -n 2 'o. a C0 13 V < 03 te efl 00 0) so E GD 5 E 3 fe B C/3 U H u
5 < r-> M
i i 1 1 2 1 2 1 8 1 78 2 99 99
1 1 2 1 2 1 8 78 5. 93 96
Resumo da Forga .le Cavallaria. i 1 2 2 4 1 4 2 16 1 156 4 195 195
J^DaXWXuA, DS XD05T^^aNr Primciro ISatalhao
s.ado Maior Ofliciaes Estado menor Inferiores en O t-
en 0 o co o a y o
0) fta J
S o u CO CD o = s V H S3 9 a a > 3 en O 0) ^ C O 3 CB 5 u u E a co a. m m a a B 3 B * os &| 2 = B O H CU II c/3 L-o a a B O U a a *a o en - t O o co a co O ~a i" cav o d c\ eo .-3 co 3 T co "cu E a s -Q o* e tu ex q < o C3 o a 09 ai B o -Q i < H O H
1 1 1 1 1 1 i 2 1 1 1 i 30 1 2 1 8 78 2 135
3.- 1 i 2 1 1 8 78 2 98
3.' 1 i 2 1 2 1 8 78 2 96
4. -------- 1 i 2 S T" ~~lio 1 2 1 8 32 78 2 90
1 4 t 1 1 4 8 4 . 312 8 42.1
Segundo
Batalho
1 1 t 1 1 1 1 2 1 1 1 1 39 1 1 2 1 8 78 2 135
2 1 1 2 " 1 2 1 8 78 2 96
3." 1 1 2 1 2 1 8 78 2 93
4." 1 1 1 1 1 1 4 1 4 2 8 1 1. 1 1 30 " 1 4 2 8 1 4 8 32 78 312 2 93
8 m
Tcreciro Bafalliao
1 1 3 1 1 3 1 1 3 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 4 12 2 2 2 2 8 21 1 1 3 1 1 3 1 1 3 1 1 3 30 30 80 1 1 1 1 4 tt 2 2 2 2 8 84 1 1 1 1 4 12 8 8 8 8 32 -------- 78 78 78 78 312 93 J 2 2 2 2 ~" 21 135 93 96 96
2.-3." 4. infantera.
1 3 1 12 423
Resumo da Forja de 93 1239
Secretaria da Justina, Negocios Interiores e Instrucfo Publica, 8 de Abril de lg93,
Julio de Mello Filho.
Tabella de veiicimeutos
~ x -------------------------------------------- g ___ _____
a 01 M o m co a 3 co = SOLD GRATIFICA-CAO ETAPA C3 E .2 6 a o 3 -n a
o B o o Mi i Mi i s v i a c o 2 5 '3 a as ra O u es B o C3 wi B e B 9 5 ce o es u Q a CD ...... c a ra e o "O o o o fi 0 S "5 O > a. 1* O C3 O "o 3
X - fi. a C a r- 5 2.2 c CO Z.S 2." M 2 o c 2.2 = 5 e a O u c B c u *! co co O O __. co CS
Forca de Infantera o
3 Tener.tes-eorot.ei8 . tamo 9oS000' 58000 208050 758005 5918050 3^8009 9. ififim 1:7738000 1:1648000 rooflooo 6308000 6308000 2:8328000 2:4008000 4:5568000
3 Mjores-flscaes .... 16S0O0 538000; 38000 20S059 . .. OSOOO
3| Tenentes'ajudantes lOisOOO 308000) 28000 :i0.ioftO 2sooi 2')s il i . .. * 308000 . . . *
3 Tenentes-secretarlos . IAOOO sniaao - . . .. . . . .. 2108000
3 Tenentes quartel-raestre. 1008005 3O800O| 28005 20S050 . .. . . i . . .... 210S000
12 CapilSes...... 125S000 368000, 2s000 208055 ..1. . . . . . , . .. 236JJOO0
12 Tenentes...... 105*010 208000i 2S005 218050 2508000 1908050 . .
2ll Alteres....... 908000 208000 28000 208000 . .. . . ..). . . . .
3 Sargentos ajodantes . .. . . .. . . .. . . .. . 39 955 2^8500 30 60 18800 30 900 27S0OO 571300 171S0O
3 Sargentos quartel-meslre . . .. . . 30 950 2SS500 :(0 60 1S800 30 900 2.-80OO 578300 1718905
3 Mt *'.res ds ituiica - .. . . 30 850 258500 30 60 18800.30 900 27S0OO 518305 162S900 * '
3lCcrnetas-a.r..... . .. . . .. . 30 850, 258500,30 60 18-iOO SO 900 27S0OO 54#300 1628900
90 Musicos....... 30 590 178700:30 60 1SS00;30 900 27SC0O 468500 4:1858000
12|1." sargentos..... . .. . .. . . .. . 30 850 xc,s509,30< 60 18800 30 909 278GOO 541300 6528100 * *
21 2." sargentos..... . .. . . . .. . . 30 .50 22S'09;30 60 18SO0 :>0, 900 27S"O0 518300 1:2318000
12 furriela....... . . . .. . . . .. . . 1 30 700 21S000 30 60 18800 30 900 27S0OO 498800 8973600 *
96 Cubos ... ... . . .. . .' 30 650 19.S500 30 60 lsSOO 30j 900 lsSOO 30' 900 2rsoooi 4S8300 4 633S800
24Corneleiro?...... . . .. . . 30 Ol l!is00 30 60 2rsooo 48,8000 1:1528000
w Pujas....... 30. 5D. 178700 w. 60 1.SS05. JO 909 278000 468.500 . 13.5M8003
FORCA DE CAVALLARIA
l|Tenente-coronel ou majot
2 CapSes....._.
2 Tenentes
4
1
2
AI fe res
AI Teres veterinario .
1." sargentos ....
1 8." sargentos ....
2 l-unieis......
16 Cr.bos......
1 Fcrrador.....
4 Clarins.......
156 Soldados ....
Secretario-ajudante .
Quartel-iteslre. .
ijor cirjrgiao .
Capildo-cirurglao-ajudantj
2508000-
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5018000
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7728800
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1928000
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5918000
5328090
4608900
8858000
220S000
lOsOOO
108009
388S000
2338000
Secretaria da Justica, Negocios Ioteriures e Iostrucc.5o Publica do Esta lo de Pornambuc?, an 8 d.- Abril da 1895.
Julio de Mello Filho.
Questura Policial
SeC{5o 2.*l. 8!.Secretaria da Questura
Policial do Estalo de Pernambuco, 15 de Atril,
de 1895.
A0 Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, mu
to digno secretario da Justija e Negocios IoIj-
riores.
Parliripo-vos que forim recolhidos Casa de
Deten;ao os seguintes individuos:
No dia 13 :
A' rainna ordena, Jo5.o da Lu, Felicio de tal,
Maaocl Al -xiiulre le Araujo e Manoal Antonio
Pareira para averigua^Oea policiaet.
A'orJamdo Or. de'gado do 10 dislricto capital, Lui dos Santos Fragata, para i.verlgua-
C.G.-S rol ciaes-
A' orlem de subde cgado do 1' dislricto da
Boa Visia, Joao Francisco da Silva, por critne
de fe I raen tos.
No dia 14 :
A' ordem do .subdelega lo do 1* drstncto de
S. Jos, Antonio Gomos da Silva, como desor-
deiroe Jos Fruucisco di Miura, conn vaga-
buodo.
__ [lonjera, por volta da 6 horas da tarde,
morreu ropraliiiamento ni estago central da
Corapanhia .le Trilhos urbanos do Recife
Olnda eiBebarib'*, na ra d Aurora, o Indi
vidui Joijo Rezendo da Silva, que he poucoi
das iiavitsabilo do liospital Podro II.
Avisadlo suilelegiido do 1- dis.ricto da
Boa-Vista do oscorrido, mondou condiuir o ca-
dver para o cemitario publico ds Snto Ama-
ro, onde fot visteriad) pelo Dr. Joio Mana
Seve.
No dia 7 do corrente.ino engenlio Curupai
ty do municipio Jte Falmare?, o individuo de
nome Jos Morsira ferio gravemente a Bellar-
mino Jos Nicolao.
Coatra o del nqnente, que foi preso, em fl-
;j-ante, pipcedeu-se nes tefmos da le.
Na noite 4e 7 pa-a 8docerrente, no lugar
3enomioaiio Timbaubi ha do municipio de Tira
baubi, trgvarara luta os individuos de nomes
Mioervino) Mai c Alfredo Silvino Moreira, da
qnal resuttoa ser aqudle aesaisinado.
Foramettas as diligencias, legaes contra o
delioquente qua Li preso e rccolhido a respecti-
va cadeia
No dia 21 do raez de Marco fin Jo, no lagar
denominado Sapucaia do municipio de Bazer-
ro3, o individuo de nome Manoel Ignacio assas
sinou & facadus a Mano -I Francisco de Lima.
O de'inquente logrou evadir-se e sobre o fact)
procedeu-se na forma da lei.
Communlcou-me ocidalSo Olvmpio Na-
bar Pareira Borba que no da 7 do corrente as-
sumi o exercioio do cargo de delegado do mu-
nicipio de Tmb.ba.
Tambera era dnta de 9 do corrente assu-
miram o exirci;io dos cargo de subdelegado
dos_diatrictos da Lipa a de Goyannlnha'do mu-
nicipio de Goyanna, os cidad "s Higocl Dias de
Araujo e Antonio Rogerio de Meneze3 Moror.
sendo este ultimo na qualidade ie 2' supplente.
Pelo subdelegado do 3o dislricto da Graca
forara ap|irelien lidos em polar de diversos
desordero* e remecidas a esta reprtieao 11
facas de pona e 3 navalhas.
Svde e fraternidade.
O Questor,
Jos Felippe Senj d i Silva Filho.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2.a DIRE-
CTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Francisco & Pinto, pedindo prorogao do
prazo para safsfaier as exigencias do Dr. com-
missario do 3o dislricto sanitario.De accordo
cora a informv.o o mesmo Dr. commissario
concede o prazo da 30 dias.
Lopes Aineiro & C. Caslro Limos ft C Fi-
gueiredo Cosa &. C., Costa 4 Rocha, Ferreira
Rodrigues & C, M.roel Lopes da S & C e
Companhia Industrial e Coomercio de Estiva
pediado para examinar caf.Ao Dr. aiudante
para providenciar.
Dorargos J. da Silva Nogueira, reclam ndo a
intimac&o do Dr, commissario do 3o dislricto. -
Informe o mesmo Dr. commissario.
Pelo Dr. commissario do 3* dislricto foram
mu lados em 1008000 os Srs.:
Teixeira & Miranda, cora refinajao ra Mar
cilio Dia ; Joao Fra i cisco AI ves, cora refina j
gao ra Vidal de Negreros; e Manoel Remo
Pimeiro, cora reflnacao na raesma ra Vidal da
Negreiros, por terem exposto a venda caf fal-
sificado, infliogindo assiin o regularaen osanilc-
rio vidente.
Pelo mesmo Dr. commissario eslao intima-
dos :
O gerente da Corapanhia de Hcbenba, para qj
prazo de 24 horas mandar dar escoamento as
aguas estagnadas e ptridas do segundo xafa-
nz da ra Oitenta e Nove.
O proprelario do ajouauo da ra do Conde
da Boa-Visla n. 57, para rerao-er no prazo de 8
das o acougue, ou as pessoas que residora ni
dita casa, scientideando-se de cjtie as casas des
tinadas a acougue nao podem .er habitad M.
I'icam os mesmo' senbores iujeilos pena-
lidades da ei na falta d.' cumpriraento das inli-
magOe respectivas.
Pelo mesmo Dr. romraissaro foi considenda
em condigOes hygienicas para ser habitada a
a casa n. 16-1 da ra do RiachU3b, da prop'ie-
dade do Sr. Antonio de Soma Duarte Fer-
r ira.
Secretaria da Inspecto-ia Geral de Hviene
Publica do Estado de Pernambuco, eml3de
Abril de 1805.
Apollinario A. Meira Henriques,
Secrelario.
Pelo Dr. commissario do 4o fistr.'cto sanitar o
foi eon dorada em cond cOes hvgiemc>3 para
ser habtala a casa v. 22 da ra das Pernara-
bu anas (Carranga).
Pe:o Dr. romro ssario do Io istricto foi raul-
ado em lOOSOOO o Sr. Antonio Duarte de F guai
redo, que infringi o art. 39 do rcgulamento sa
oitario vigente, expondo a venda cu/ falsifi-
cado
Pelo mesmo Dr. rommissario est intimado o
Sr. Bastos Mello, propretar o da casa o. 16 da
ra do Cooselneiro Peretli, para cana'isar as
agu's servidas e abastecer d'agua a referida ca-
sa no prazo da 30 dias.
Secretaria da Inspectora Geral da Hygiene
Pubca do Estado de Pe nambuco em 15 de
Abril ds 1895.
ApolinarioA. Mera Uenriaut!,
Secretario.
DEiPACIIOS DA PREFEITURA MUNICIPAI
DO RECIFE
Era 13 da Abril de 1895
Josephina de Paiva Ferreira.Deferido ob-
servando as indicacOei do Dr. engenheiro '
Jos Izidoro Bastos, Victoriano do ragao
Ebla.Deferido.
Francisco Antonio Fernandes, Manoel Car-
pmteiro Pares, Manoel Jos de Campos Barbo-
3i e Benicio Jos da Cosa Ohveira.Sim.
Anna Cabral.-Sim, sujeitando-se s exigen-
cias do Dr. engenheiro.
Antonio Muaiz Machado. Sim, de accordo
cora a iodcacao do Dr. engenheiro.
fS|eJCr?Kr1aHda^a-folura Muf1ic,Pal ^ Recifa,
13 de Abril de 1895.
O porteiro,
Leopoldo Guedes Akoforada.
ESTADOS DA MliO
NORTE
A m a >on
Datas at 3 do correte.
N dia 27 do pistado appareceu o perlodi
co Federagao, reoresentaote dai idear! do par-
tido republicano federal, constituye dirigi-
do pelo senador Macbado.
Foi insultada comarca de Borba.
Ha ootlti de que no lugar denominado
Caiama, do Rio Madelra, raapparecerana indios
dt tribu Parlnllntins que. fae para tre? annos
haviam dado ao tssilto tos moradores d
mesmo lugar.
Os selvagens foram repellidos a relie. Nao
obstaote, prodstiram algaos estragos raateriaes
oas barricas do3 serlng ParA
Datas al 7 do corrente.
No dia 7 da coireote, ebrio se o Congreiso do
nado.
Sob a presidencia do Sr. desembargador
I Ernesto Chaves, presidate do Tribunal Sa
jolgar da quelxs do Sr. Dr. Adelioo Miranda
coatra o Sr. desembargado' Antonio Bezerra,
tomando parte na eessSo os Srs. desembtrga-
dores Jpcuario Montenegro e Gentil Bitieiciort
e senadores Moora PsIQa e Antonio Leso?,
bem como o Sr. desembargador Hosinnab, pro-
carador geral do Estado.
O Sr. desembargador Mootraegn. sabmette
i cunsideregao do Tribunal am reqaerlmeato
em qae o qaeizoso pede pa a serem oovidas as
tfstemaonas que aposentara e juntos aos au-
tos documentos qae ofrecen.
Depols de aleama dlscossao em qae tomam
pane os rs. desemr.a-gadorea Montenegro a
Gentil, procurador geral e senador Moora Palba
tica /-nolldo:
Indeferir a pelijao. qaanlo a inqnirlgao de
testemuabas;
Jomar aos natos os docomentos cffereci-
dos, i ndo oavido o querellado ;
Fiaalmente, que o t-ibunal reuna-se 1
bora da tarae do da 22 de Abril prximo.
aBm de proseguir em feus trcbalboe.
O geoersl Roberto Ferreira deixea o com-
:ccn.u do dislricto militar e segu para o Rio
abordo do Alagoas.
Cbegoo a Be m o maestro Carlos Qame.
A Provincia do P_r, de 4, assim no'icia essa
-begada e deeemDarqae do maestro :
Amanteceu hontem na porto ce Be'm, a
Durde o vapor SoDraieose, entrado da Euro
pa, o maestro Carlos Gomes
Sendo conbecida cora antcclpsgo a ebega
ia de8sa gloria nacional, fot orgaaizada ama
jxoi'sgao comroeta pelos diailnctos inembo
da Arsociajlo Lyrica P^raecse para recebel-o
condignamente.
Aps as viaitas da sao de do porto e da al-
laouega, dirigia-se para o navio ta Red Cros-
i cruzador Cugadnr, embandeirado en arco,
cm a commlssao e varios representantes de dif-
ferentes claiaes sociaes.
Fara ee:e oavio, onde fazi.-se oavir urna
as nossas memores bandas marclaes, pa-sou
e o alorloo maestro a convite da commi*&ao.
Pos se eiu movixento a em reselo, n'uraa
grande al-Una, em dlrecgao i ponte da Com-
osnbia Am^zonad onde devia efiectoar-se o de-
'mbarque.
Saudavac movimeotadameate i passagem do
Cagador, os alvos lejgos das teoboras e cava-
Ueiroa que segoiam eoio tiagera para o Pi.
obei.-o oo vapor que faz o ervigo dessa lioha-
Acmpanhav, de frente, ao cruzidor da il-
fao'rga a lancha Tarauac, iretada pela Provin-
:ia do Para.
Erara transportadas nesta easbarcago o nos-
so cumpaobelro de trabatho Marques da Carva
ido, o commandanie Pin lobosf de Lenes e o
Sr. maFBt'o G^ma Malcher.
Lancando ferro o Cagador a aluzias braga
da referida ponte, .traeca ao sea porta e
T..r. cica, para a qiial embargoa-se CaMos Go-
n s, .e.'O'dj pela grande cemitiva que o acora
paobava.
D- pois da troca de (HjsIcs abragos entre
a recem ebegadf, o norso reprrs'Oiaute e o ma-
str-j Malcber, abe'dou a Tirauaci ao liapi.hr
la A'jidjon C .m pan y.
No alto da escana drite, ao asEumi' o l-u
reado maestro, fo>am pronanciaias as seguid-
les p?lavr:is pe-o nosso culltya :
Maestro PopoUcao de Belm Acbo-m
nFste posto do honra cammtsslonado p-l-
Provincia do PrS este es oreado propugna
Jor d^ todos a grandes i< estremoo d-' to''a>ai esperaogas jus'as-pra
receber e saudar (aperar de ser eu um dos scu-
taia obscuros reaactorer) malor gloria mu
itcal axericana, em gojo de orna alta repu i
gao no mundo artstica europeana porta de-a-
ta t-rra qae nossa, nos bumnraes do norte
da gloriosa Nacdo 8'azileira, na entrada desta
ftoroa regiao, cejj norn?, ebeio de porvlr,
"utnina, ennnb'P'-e e fo tfica o fronlespicio do
pimei o, rgo da opinl) p lea em o none
da C'iia.. Bazileira.
Terminadas estas palavra3, langou-se Ca'lcs
Gornts nos brsgos do nosso repie-en.- i> e,
neesa occasiao, victoriosas ovagOes partirara do
grande ooa.ero de cidadOes all presentes.
A desejo do maestro, setrairam este e a coa.-
mi-sao i a-a os nossos esenpto-ios, onde rebebes
o- amistosos cnmpnmentos de Carlos Goxes c
ooeso redactor ebefe, senador Auunio Lmos.
que, no desempeobo de seos caridoeos deveres
como membro director da Santa Caga de Mteeri-
rtordfa, 15o pal comparecer ao festivo desea:-
barqae.
Urna oaoda de msica tocava entusiasmados
by i us porta d' A Provincia.
Decorrendo peqaeoa demora no salao de hon
ra do uo8so jornal, foi Carlos Gcm*3 mimoseado
cora am almoco no Hotel dos Estrangei'os,
da'anie o qoanrocaram-se animados Drades ao
anista e .1 tmprensa.
Terminada a rcfeigSo, dirigio-3e o maestro a
palacio, acompanbado por numeroso S'qnito.
afim de comprimentar o Sr. Governanor do
Estado, qae o receben com a a soa h;D.toa
gfntlleza .
Ap3a cbegida rfo maestro, mandara rom
orim^nlal-o o Sr. D-. Gove naior do Estado, po-
sea ajadante de ordeos. Sr. Capitao Meirelle*;
e o maestro acompanbado do Dr. V rgllio Sm-
caio, presidente da Assoclscjo Lrrica Paraense,
maestro Malcner e Joo Milcber, director da mss
ror, visitn S. Exc. em palacio.
O: visitantes foram recebidos uo gabinete es-
pecial do 8r. Goveroador que, logo depois dos
prinriroB comprimeato', raadoa o cefe da tna
sica brazilelra. cog'atalanJo-sa pela sa? cb<"-
gada t esta trra aonde vinhj, provavelmeDte,
reger algumas operas do pertorio.
O tr-aestro, penhorado, responden qoe muito
se orgalbava em mais orna vez pisar trras pa-
raeuses, aonde, sabia-o elle, caltivava-se a masi-
c* sinceramente, com amor, destacando 03 vultos
ma^icaes de Gurjao, Milcbs', Idalia e Aid Fran
C, e onde tamb-m corajosamente se trabalba-
va para o eogrsadecimeuto da lingoagaem dos
sons.
O maestro Malcher, sproveitanio o ensejo,
i-sse a Carlos Gomes que felizmente para os ar
lisias paraeosea achava-se hoje na cadelra de
Governador do Para um hornera como Lauro S -
dr a qaem ellcrteverta a exibigSo da sua Ir-,
como em 1890 o D-. Josto Cbermon faz com qoe
rep'esentasse no Tbeatro da Paz o seu primelro
trabalbo Bog-Jargal*.
Prolongoo-se aloda por algom tempo a visita
de Carlos Gomes ao D-. Lauro So tre qne. .-a
b'da das visitantes, offerecec-lbes eatao ama
taja de champagne, trosnclo-se aa<8 ama vez
comprimentos amistosos.
Houve am espectculo ds gala em boxenagem
ao maestro ; e a respeito dleae a mesma Pro-
vinca :
Como diziamos hontem, magnificas de en-
thasiasmn as francas ovagOes espontaneas cora
que o publico paraense, na noiie de traz-aite-
hontem victonou no Tneatro da Paz o maestro
Carlos G mes, esea culrxinaucia do gejio musi-
cal na AmeMca I
Annnociada, como fra, a assistencia do egre-
gio bras leiro ao festival qae, em bomenagemr
soa personalidade artstica, dava Asrociaglo
Lyica Paraense, desde logo toruou-se dispatada
a .'btengo de bilbetes paca o theatro, qoe velo
a regurgitar de de pessoas da melbor socledaae
belemoeose. E, si bem qae nao podesse passar
desaperceblda a falla de decomcao d'aquelle
bello edificio, condigna do grande e merecido,
reoome qoe, por toda a parte do maado iviliaa-
do, precede o hornera que uaicamea'e com sea
presejea bonra esta trra feliz, prodosis bello
effaito ptico, no proscenio, ama combinafSo de
lampadas elctricas molllcres, formando nomes
de ope-ag de grande maestre, de Gariio e de
Malcher.
Estrepitosas palmas aeotheram o vulto sym-
patbico de Carlos Gomes, ao assomar ae eima-
rote da Empresa Lyrica, palmas qoe dnpUcaram
de energa e calor, j quand o MestraVrigla-se
a tomar a cadeira de regente, ja qusndo, ob s
nervosas palpitares de sna batuta aspirada
(deixem passar a ipbraae). tarmlnookS execufiSo
da bella syraphooia do Salvator Rosas*, com
que pnncipioa o espectculo-
Aps o ( seto da Cavallaria.Rastieana, que I Na Repblica de 8,
constitua a 2< parte da feata, foi o maestro;* Saobado i noite, depoia
acompanbado de grande numero de cavaibeirn*
comprimentar o S- Dr. Liara Sod: illastraij
covernador do Estado, dignaade-se tambem d<>
honrar o camarote em qoe se a--hsva a dllec a
filba do amado redactor ebefe i'A Provincia do
P.r, don lc de Lmos, autora da valsa
para (o concertArtas Offi ios na Atnazoni,
Instrumentada pelo mcmi maestro.
Abi, em tao modestas qoao (isongeiras pala-
vras de estimulo, disse aquella
Ds:endo novamen'e orchestra, Calos Go-
mes diri-gio a execogSo d>. ymenona ds am
mmo-tal ope-a O Goarar.y, commooicaode
ama iadescriptivel Impressio de vida e entba-
eiasmo aos professares, a principia acachado*
sob a influencia magntica daqoella balita
rcpeitavel.
O mestre agitava nervosamente sua bella ca-
bellera branc?, e o calor com qae o fasia cam-
mooicou-se de tal forma ao publico, qoe este
pareca nao mais querer terminar os vivas e Mi-
mas, qce chamaran! seguidamente por cinco
vezes & scena aquelie admlravel genio americo-
europiu.
Ne qolz este, porem, em sua gene:o=i.'ade a
modestia, tomar para si s laj ruidosas man-
festag0e3,e dlcidic-js com os maestro* Armaul
e Me caer, qae ama res acompanbaram-no ao
palco.
Nfto so rente de ara artls'a o coragio da
Cirios Gomes, tambem de um patriota.*
Maoifastcu-nos o genial compositor qae aqaella
aulle de applaasos brasllelros compea^ari-lbe
largamente os azedames de iaa vida ce.'eaU-
da de artista; qae os innmeros boaqietei de
Ibre-s nataraeg qae Ibe stiravam e que n \ agra-
dcia com beijos, abriram loe oMma nevai .03*
tes do vida e da amor.
Maraabio
Da as at 8 do corrate.
Foi prorogado por 15 dias o Googresso H E--
tldo.
O rio IlapecarA, tem augmentada aoltoo
volme de suas agu-s,
NoCfd receiaa-se grandes pr-jnitc, de-
vldj a inuodago, qae comegira a maules ar-
se.
Noticia o Commercio de Caxiae, qae *a
fcUi la ebuva qoe caaira oaqa'lla c:l.-ie as
madragida de 5 do [as-do era eA- de ma
O eoilega caxiense expoz am vid.ro BBBleaslt
agua da me.-rxa chava.
Diz a Pacotlin.:
Vimos am Megrammi do Rosario, 'i-gida
aa Sr. Areacio Leoncio Alvt, qae diz e'tar a
pvoagao I.iib quasi suomergiJa, en conse.
qaencia da ebeia no "a Iiapco A.
eiaubj
Datas a'. 30 de Margo ultimo.
Fj> expedido diploma pela respef'vs >nata
apualora ao Sr. Joaqaim de Lima Pires Fanal*
'a, eleito deputado federal na vaga deixsda
o lo Dr. Gibriei Ferr ra.
Et convocada para o dia 15 de Sisia a
reuoiaj extraordinaria da Assem.-i-a 1. E :a-
do, atim ce deliberar sabr a contina gao oa
nao dos pestos da p;t-nte comme-cial, qce fl.
gura no orgamento de rece ta erta oal.
Estava a ae: in.uu'ado o trecho da es-
trada de ferro de Caxus a Cajazeiras, a partir
daquelia cid-ds ao ponto deoominalo 9. Mi-
ec-l, flez kilmetros distaste da villa de 1, las
>a' Csjjzeiras, em frente a e?ta capital e poai
terminal da mencionaaa es'.-ada.
A-1.-3 qoe ha poneos dios perro-reo o trecho
qne val ier ioao^orado, diz o Piaoby, da-nos
as mais hsongeir.s informagoes a-.erc* la soli-
iez. eon8irocgao e regchritale dos BarvajM j
realizado.
Brevemeate, portanto, conver er-s.-hi em br:-
loaute re.lidade a Hgagaa desta capital a citada
i. C.^ias, abrinic-se assio, pea rapi ez das
en i.uouagb^s, borisoates mais ampios ai aas-
ao commercio e s no'^as induj-.riai.
Cear
A alfscde^a arrecaaoo am Margo
fiado 2j' :7 ;>70
t)t.raa!e o Mmestre de JaDe.ro
a Margo 787:329/358
aotio psssado nesse pe.iodo 609:5V3#30J
A Recebeo-la do Estado ar-
recaloa em Margo 10'*: i 7/818
Durante.o trimestre 331 loiJt
O ai.na passa:o ne:se periodo ;: *0J9
D fferenga para mais este aor.o J7.7^8)
No decurso do mez de Margo Ou)., nos
vapores do Lloyd Braziielro, embircar m na
porto da capital :
Para o sul 87 e para o none 1.600 p--saai.
Dorante o trimestre de Jaaei-o a Margj :
Pira o sol 398 e para o nor.e 2.8ii.
O aono passa Para o sul 13* e para o o.re 997.
D ffereoja pira mais ste snno :
Para o sol 268, pa-a o norte 1.94".
D;sses 2 844 Infelises qae 33 foram pava o
patanos do Amisonas aai'.ec.*, e tinte, pa-
lera e-cipar ao impaladismo, 1.805 11 (Icaria
sepa Hadas.
Ssbre o Invern e loaadjgoes cu h;r; f
sesointe de collega da Repociica :
O invern coitioAa rigoroso, pa eceni-se
moi.o com o do ann passado pelos prejaisos
]ae va i causando. Hra'em cr.aven u-'s'e a
madrugada at 3 borss da tarde, recolteodo o
ploiometro 82 milmetro?.
Corooga o as iuuodago*:
Sioral est' ameagado de se* invadido pelo
rio Acarara, que ja estava as portas da c.Uie-
A Granja e!a tambem ameiga'.*.
O rio deu eacbeute enorme, e graade parte da
Cidade ja esta inundada.
Em Bnorit o invern contirAi rio*oo e
.-em tregaas. Desde qae elle se manifeslaa ato
paseou aiada am da sem chavar : ji vio appa-
receu o os prejnizrjs.
H i diae desaboa ama casi nova de Antonia
Mac:el ; fel-z nente anda nao traba moradores ;
porm cali sobre ostra casa visioba e ia ca-
saodo duas mortes.
Os estragos na liaba de Btanle a Qc xi'a
sao grandes.
O passidioestborrlvei. Umikila do cacever-
di cusa U200 a U401: fe.jao de a rra nc ir na
kilo IIO-H) de corda 500 rla, fariot^a 3<)0 r r,
milho 40 ris e assimem p-opoga 03 dems
gneros.
O mez de Abril annancia-s* tal cerno sea cai-
geaareMarga. Be3de pe'a raaab cbov.
Dt1 Poraugaba noticiara :
A pa sagem de Margo a Abril est ^v-
por aqji mait" festejada pelo alio. D.-si-
hontem (30), 10 horas da n|le, qae cabe
ama invernada abaadaotiasima e s acora s 2
horss da tarde resioo. Foi ama desta3 cbovaa
(lias e continuas, mas que encharcaj paira.'i
de trra.
R'- e.u-lhs a nota da agaa aqci daract'
Margo. megSo mui caidadosameote felta pelo
nosso venerando amigo major Joao Ribeiro.
Da Arac-aiy em 31 eommaniraraa :
O Jigaaribe amanbeceo enebeodo aind-, e a
cidade est sitiada pelas aguas, as rn.s da Pa-
rada e Apella ja estilo iaondada*, veoio-.e as
familias icrgadas a abandonar seos laxes.
Os recursos sao mnito cscassos, por lasa a
pabrea eaia soffreolo bastante.
So nao vasar oestes dous das, os p-ejoio?
sern medoabos ; ma felizmente o Jjgaa.-.ae
amanbeiea no dia 1 vasando.
A' noite chavea 7 horas conse:ativas.
N.i da sr-gointe r-hega-am estas notidas:
A inandagia depois de losigoiQcanta malil-
cagao estacionan, c-.n.inaando a dguas c.aao
i'aataa,
Grande parte das rnas de Appollo e Parada
contincism inundadas; ten !o antes interromaf-
do as aguas os centros das raas do coTatae
Lo Direita, palos caaos de esgoto*.
Gneros alimenticios e gado para o consu lo
oenham vem ao mer:ado. A pobreza soffre os
rigo-es da fom?.
Oa Uniaa e Jeqnl e ljgaras Intermediar o-
nos cbem noticias coairlstdoras. Dessas lo*
calidades noite e dia ou*e-se o som ptargeota
da bti3irj3 pedrado soecarros de cacfljs, a s
diffi leutissimos ni occastao.
E' g'andd a mortaniae de ;n maea alaga-
dos.
Por aqai passarasn os cadveres de 6 cavallas
e 2 b i .
Cao ve dia o noite sem cesaar.
Imagine as apprebeosOes ttricas que avana-
lam o espirito publico !
Cansa mdigoagaa a ganancia dos baeaairas
caoooiro3 qae exigem 3ommas fa-alaaas par
quaiqoer servlgo.
E' borrivel a nosia sltar'gao.
" i-se :
de lechado o nasso
j perlor de Joitifia,'nillion-ae ob dIaJ97o pa- lamriMQoi-rJae'iaTaVderVbe^
J sido a segunda sessao do Tribon 1 Mixto, para I lalenta musical qae revela va.
jorn-ii recebemos o seguiota despacho do oosao
distiacto amigo o Sr. corooel Alexaodrtoo Ver-
reir da Costa Lima, commindate saperiar da
guarda nac'onal e importante connereiaota do
A-acaty:
Repblica Aracaf, 6 s b. 50 sa. < lar-
a iQuuiagai creaceoia saceesaivarawlta.
No'so canterraneo major Praciseo Jos da
Nascimeato, cogaooiaado a Driglo da tur aa
cruz da do aboioioosmo, asaadou a qsjiai de
i iOJOOO para se r distribuida com u vleUsaas.
I
1



Diario de PcrnanthTo Tcrca-feira gp ,<> l,rn
P3coeiD oome doB Qleliios que estao luan-
d> ijcTdo a calamidnde, gus abraes orna ub-
ecrlpoo em voaso jornal, o arauto daa graodes
e generosas Idea?, em favor delle.Aluxao-
TenVo c Diario d Cean! do dia 8 publicado
em teleeramma de aracaty, co-testando qae
lili tjcoveeee loundngao, o noasao illas re amue
o r. coronel Agapi'.o Jo?R>3 dos Saatoa, telegra-
pooii, pedindo informijOiis. A r-sposta, que
abaix'o poblicamoa, eali assignada por peisoaa
importantes do logar, rogos o troyanoB. inda-
iive o cavalbelro qu! para aqoi teiegri-ptia-a ao
gr. coronel Reoaluo Portat
A'caij, 6 Aa 13 horas Ai. maoba, recebldo is
6 da tartfS.
Iouodago crescendo bastante. Cdade ala-
gad;, pelas roas Direila, Apollo, Parada, Cua-
rto e metade roa go Commercio desde a porta
^m do c:>roo<;l Grasa al a prar,:* D. LaU.
Penuria es se desenvoivendo de forma con-
tristadora.
Icifco Firmino, juiz de diraitoFigoeiredo.
A exandrinoBeued ctoloAo Adolphu Mel-
ch a ..es Pontea.
O nosso particul-nr ami(!a o Sr. Dr. Joaju'm
Fe Icio, de Almeida e Castro mostrou-nos a se
guir.t despacbo que lbe tora iransmilti o
Aracaty 6 As z hons e 32 minutos da larde.
Dr. Joaquim Felicia3ous. Jaguaribe .mel-
ga invadir (oda ciclada.
Canoas j navegato per cima ta ponte, As
Ti icaae Beirada es'iio um mar o'agua.
Qai-a e- salvara ikste aluno T
E' horrorosoFrenas.
Aracaty 8s 7 bor.s e 50 minutos da manha
A H-ptbilca. ,
O no cooiiooa encbeiido bastante, usta-
mos amea;ados de urna i-iuodcsio egu:l a de
1812, a maior que registra a historia.
Segoem no vapor S. Francisco oitenla intci-
erantes tom dest no ao Araonas.
O Sr. corone-i Forto receben- tambem o se-
u nt>, de que giacioaameate nos deu copu:
Artcsiy 8 as 7 horas e 4 minutos da tuanha.
Rio dtfioate casa Zmhi.
Ku to poro desalojado. Diversas familias
ns litarlos men obrado. Principia calamtda-
de. To ser distribuidos goccorros caca-eos.
Ccnaiga igxolis de ouirou patriotas-Figiei
redo.
No dia 10 dA a iiesina iepublica o setcin-
te telegramma :
Araccty 20 s ti orar e .0 minutes da iui-
cba.
A inuaiagao declina Knlamenle.
A3 ruis coailinam lagadas.
A coaomtsso de soceorros compre coidado-
gameote si a mtssfio.
O Exm. Sr. Biepo D. Joaquim remetteu-----
2004030; Mirqnes da Silva lOOOOO para as
v:c iras da calamidace.
** Coctir-uam a ebegar da Passagem das Pe-
dral, Un'So, Ru-eas e Ltrajeir noticias i on
tristacoras sobre a penuria das victimas desa-
liJas.
Bi tr iDde do Xorii'
Djt:3 al 6 do correte.
E.-a r go.'oco o inve.'ao em todo o Estado.
De radus es lugares de onde nos cb'gara
noticia', esertve o Rio Grande,* diiem-:.oj
que teas cbovldo bstente.
03 rica cu dado enchentes e corrido c:m
impele.
No rr.ro de 189i fo^am exportados pelo
po-to de Nntai, vr rahotac*TD, generjs n.<
valor tfliciil de (:093:257l75 re?.
Det) loiporta->ci-i loram da gneros e'lran-
geiros 281.537*935 e ce rucionaes 7li.719'80
Pjtrubybi
Datas at 11 dj crrente.
Fol iberia concurrencii para os servlg. de
cacalis cao o'agua potavel, egoto e illuoiica-
ga i-a captol,
v Foi oomeado o cfesemfcargador Jos Pe-
reg inn procurador gural do Esudo, e e'eito
de ntalo edtadoai o Dr. Jos Elias a'Avila Lies.
O capuSo-teoeote buix Pereira e lanos
cut'os ex exercicto de cip'tSo do porto, para
qot fora ltimamente noajeado.
SUL
Rio tiran Je do Sul
Da'as ai i co correte.
Pela xalrogada de 3, fui devorada per pavo-
roso men'iiu a esi -gao .ele.*apni a desia capi-
tal, sen. o por L-mqoaoto ignorada a cansa do
recendici; pms os mpr'gados de plaol&o iraba-
Itariim i' 2 eras da njiie, e acamaram->e ;en
qu' rtcooLecegem o m-oor indicio de fogo.
0 trsenle Mmotl FeraaoJei fji o primeiro a
peentir o incendio e Ir^nied ltamete despe:'-
limo os em regadoB, coosegulram estes sal-
var-te em traies menores.
Fj quasl completamente dettrMlo o archivo,
porm es apparelno n>vo.-i e algus de neo fo-
rarr salvos, sendo que o ref e. onde eslava quac-
tia app.ox'mada a cinco contos de ris, lo (.0
de 'pjutjr ao tog", e foi o dinheiro encontradu
em cintus.
A casi jur11 a es ajo em que morava o chi-
le Pires e foa fami'ia, fol alcatada pelas churx-
a&r ; e so com g aue cusi saivou-se a mesmu
familia, que leve ux prejuizo total.
Oifiepj'itos de materia.s da contadoria fc-
ram calvos.
A enicao devia mudar-se dentro de quinie
das; e por agora es> aenoo montada urna e.--
ttgao povisona, gendo o servico frito por va d ;
caoo submarino, n^s Peiras Blancas.
Tem ie proseguido oo inquerilo.
Jeaiiio fUDCcionaodo iree libae para o norte,
tres para o sol e urna para a c=mpanba ; e de-
v m ro estes iaa Bear rebtabelecidas todas aa
linhas no edificio para oaie fol transferida a es
lago.
C urr.unicam da fronteira qne no dia 25
do pustado os revoltosos, commandados por
Azaoiboja e Leooidio Cdaga, esta vano acampa-
dos no liigar :1 n.minado Pe a-eir, tendo com-
rrcnirai.ao com Appancio e Caceda; e qoe no
c a 26 loram vlslos por elles mi! bomens, for-
m-niio dos divieCeg, etipporuo g^rem es revol-
tosos, qj-, como co. ncnlcou Azimtiuj, mar<
chavan, aira) daa torcas ce Telles, eeodo que
Azamruja seeuio em eaa marcha; eon'ro re-
Vitoso, ioao Vieira, actaia-se no ug.-r Pouei
res de Auua Corri.
Tao bcru havia comminlcico de que no dii
27 tira forja revollos, is ordens do coronel
Arra-o, teguia pela margen: do rio Jaguaro
Chico.
Nj Gommercic di Big, de 20 do pass?-
, e us.
< Dae fcrcis qoedaqul baviam eegoidu oodi
2 ob o commando do illssire coronel Cirios
Telles, regre.soo ao'e bsntem a (arde u contio-
Jl-'uI-.-.-c 17- aialhaodi inlaniaria, cooduiiodo
1!) trlgicneircs feiios n colamna ue App-.n u
Sireiva pela do tenent-:orontl Aflooso Mae-
80t.
ua priUcne ros forana recolbidoga prac u'ar-
ma- e h a em removido:) para o qaart-1 do cor-
po de tM'.aporte.
Ue pn.-looeiro< 5o : tenente coronel Z-(eioo
Scato, o fcjor Elesbio Ridrigues Cardoso, lenen-
tes Joaquim Manoel ue Almeida e Joao Pinto ;
i!fe-e JlSo Pertiogo Se Jo (sobrinbo do tenen-
le-corcn;l) e Jje Antonio d:i Lu, 2- sargeot>
HortenciJ Celesllno Rod igues e 12 soldados.
No numero deetea acba-se um ex sargento das
f.rc&Bde BaUamo.
O leoecte-coroael e o uajor to realdenteg no
municipio de Encrozilba.da.
O Piano Popular de 28 refere o aeguiu-
le:
A' 1 h-jn da tarde, d: 21 do correte, 'eodo
marebado de D. fednto ;ig forjas em puarmeu
* caqnella cidade, sob ocommmdo do genera
E.ias Aiiiiro e coronel Cirios Telles, preaeolio
do a app'oximacao do Id migo, dlvidiram-so ea
duae columnas, tomando pesie.;.o e'querda e a
direita do matio no Pasu da Ettiva, a 1 legua
distante la Hade.
Rompc o fogo da esquerda, sobo comroan
do do coronel Carlos Telles, qce saslenloo nu-
trido tiroteo, duran,e meia bora avangindo em
aegoida, com todo o dtnodo, desilojaodo de
uas pOifC&es o immlgo.
Ao meimu tempo que. isto ocurra, o iniml-
go, em grande numero aacava a direila onde a
colamna do general Elias suitentou o cboque
com bravura iuexcedlvel.
Nesa ^ccasiao, quan ;o os maragatos tenia-
ram orna carga de langa, 8abiolb8 ao encon-
tr o lenente-coronel A".tero l'edroso, a fente
dos seuB ix.vailaria os,-i: repelio-Tu biilbaote-
mente, miitndo-lbe 12 dos asatanies e laxen
do-lhea numerosos fereles.
Entre as baixas qu; o inimlgo leve, nesta in-
trpida carga, notarSo-se varios Officaes, qoe
oagro com a vi ja o sen arrojo.
Cta gava nesta ojeasiao o coronel Carlos Tal-
les, a frente do 1, 1* e 3* batalbSes da activa e
2* da reserva da brigada militar, e desaloj u
completamente o loim'go.
Segniodo em sua persega'gSo, as doss colum-
nas batran se al oo cahir da noite, ioflingiodo
numeroeas baixas aoa maragatos, que, em reti-
rad*, iao sempre tomando posicOes, das quaes
ero repellidca pelos oossos bravos.
Ligo no come co do combate, o general Ellas
Amaro foi Iigeiramele ferido na cosa esquerda
por om uro, o que oSo impedio aquella d onda-
do ebefe de oceupar o seo logar a f-ente das for-
CW animando os seu soldado?, com o saogoe
(rio e a bavora que eempre o disiinguirao.
Na Estiva eii-o os maragatos 17 cadveres,
sendo grande o numero de ferldos que transpor-
ta-o a garupa dos cav los.
A torc iolmiga que era commandada por
Apparicio Saraiva, Ciberta. Viciorlo Gurrei'O,
To-qur.to Severo, Mneca Macbado e Carlea Cha-
gas, foi persegu ia pele Poncb8 Verva acim
em dir Ao a coxilba do Caedo, ponas de S.
Luix e Pasao de Viella, onde deixa-ao em nosso
poder doos prisionero^, qoe declarirao levarem
os fugitivos mullos ferldos, e qua foi grande o
numero da monos que Uvera).
Eat e os ferldos maragatos, e em grave es-
talo, achn-8e o bomcBOpatna Pedro Mannbruo,
de JaguarSo, e que f.zia parte das forgaa iova-
aoraa,
-Nos perdemos um cQi/ial, o brioso capio
Vj-uiueli'. j Soares, morto no comejj da acgo, e
stte praja?, H:an io ferldos cinco officiae3 e oo e
s.' i!J...8, sendo gravemente apeoas o bravo ma-
jorCi"dido Bueno, de D. Pedrlto, que volonia-
n.mente se apresemoo, com urna podanle de
repoblic^uos a tomar parle no combale.
Di.-t iigui-o-ee muito pela bravura e calma
com ijii oi-ixiro os seos respecvos baialnOas
os nossos denodados amigos coronela Aflonso
M iol e Jrooymo de Olivaira.
Como os leiore8 viro, do dobjo teligramma
de li j jiem. o commisaarij de S. Luix commuui-
co qua oa maragatos tr?Ds or.Jro para o Es-
talo Oriental cp-i-enti e (amos feridos.
O Jornal i> Commercio, do Rio, pnbcoo
a eeguinte carta, que diz ter lbe sido obseqoio
smente mostrada:
Vou dar lh^ noticia da derrota dos 600 bo-
rneas de Cirle b Talles, feito de qua foi tes'.emu-
nra presencial.
No Jia 16 Cirios Telles fez o Gaerrei-o levan
ta-.'acampimento do P.rahy. O Te'bs trazia
1 CO) horneas, eeodo 600 de iafiDt.ra mo Jada
e 1.000 dei.faotaria a p.
A lufaotaria monta Ja perseguio G-je.-rero at
a Serrhada, e o resto s mais tarde saino do
Pirahv. A maior distancia que levava a van
gnard'i de T=lli da .etagparJa do Guerrelro era
de doas quaJras. fueado um fogo renhido. A
reta?uraa de Gae.--ero era feta pelo coronel
Ca-i.." Cb gas, que por-oa-se beroicament.
O Guerreiro mandn prevenir ao Apparicio,
que o esperou na Serrilbada com a gente embs-
cala.
Os goveroistas ent-nd.-o qne asMm como
tinoao forcaio o Guerreiro a levantar acampa-
mento, -sin o bav.o de Jeixar, ou meten lo oo
faxendo-o emigrar ; mas sabio-ibes o trnmpbo
s -v MS..S.
O Gaerreiro teria una 800 bomens nessa o>
casiSo e o Apparicio i 00.
Via jo a vaognarda goveroiata muito distan-
ciida do gros-o da suas forpaf, o Apparicio pr.-
lendia e.itrar-lhe pel> fl.oeo eBqoerdo, lelo ,
pelo lado do Estado O leo al, saniodo-thes na
r< tgu >rda, corlando a vanguarda do Talles d
rerto do exercito; mas uto tal ogoeira, fis:ai
daqui, ea pregado n. frooleira, foi avisa-los do
que Apparicio pretenda (azar, abortando deste
modo o plano:
Apezar ms-o o ataqna fol vilenlo e os gover-
a'a< .-ol iV-ii orna derrota c-moleta.
O Appa-ic-o mindon carregar i;-nca, e ea*
eos i >o >iizer-lbe que os va!eoies debaod'o,
pe seguidos *t peno Ua casa de Joca Salva ( -e-
leguas). na linba divisoria perdemio 280 h m;ns
mor'.-a, 40) armas, multa municao doz-otse
ta.t 8 cvalos encubados, muila cavalbada so
(a e doas estandart;*, entre os morios liverf j o
coronel Juca Piolo e muitos cffi-.iaea.
Apparicio e Guerreiro. depois da victoria
acampiro na S;r.\iaadi, em casa do EIju en .
de Brum.
Te'les voltou ao rea [acampamento no Pioby
mirobando no da 17 para a estancia de Jnao
Hascareobas, pero de Bag.
Hoje, Apparicio e Guerreir devem ter crea
de 3 003 bomens, por se Iba ter encorporado a
gente que eslava em commia*o e armada, que
acompaobou o exercito, desarmada.
Lendo algoos telegrammaa do arenivo de
SampalO, toman lo pe > A;>p'iao aoeantreio
segointe, qao transcrevo :
Sr. corooel SampaioSempre sois o mesmi
ln... desde o cornejo ra re'olu;ao, dando vi-
vas Repblica, pediodo dinheiro e cavados,
em ni ja ter feito at boje. -Cirios Telles
Veja como ge ira am os oificiaes soperiores
do exercito.
O qoe verdade qoe elles m'smos se re:o-
ob?cem di J4 leo a caria do Sampaio publicada na Fe-
deracSo* ?
Cbamo para ella a sua atieofio, orna ver
ria.
as portaras aos tropeiroa, o Carlos Talles
deu ordem para que nao conduziaaem gado dos
Tavare, e contiafr mandar levantar daa es-
tancias desses Benbores, para o foroecimento
das sua* torcas e da giaroig&o de L'ag, o gado
qne a na re.-la
O coesmo Jornal do Commercio pnbcoo
o ceguinie :
i R-pe'.e-se aiada boje qoe a revolugao do
Rio Grande tem iatoltos restaorsdores, e para
que ee reconheg a iojnstiga de nona lal acensa-
(ao, (oi-nos obseqoosamente offerecida copia
do mamfaslo que a tal respeit) dirigi-am A a
gao Brazilei-a oa ebeles da mesma revoluto e
ue foi publicado bi mais oe dous annos oo
Caoabarro* folba da Rivera.
Dando poblicidace a esle docomento. faze-
moi-o nao e para conserral-o como subsidio
para a historia dessa revologio, comj pira tor-
nar bem connecldo o pensamen'.o conlesso dos
que a dirigem e sostentam.
A' N'acao B:azlleira 33 povos opprimidos,
em armas oo Estado do Rio Grande do Sal, e;-
t5o sendo injusta e atrozmente calomniados em
seos nobres e alevantados nuitoi patrio i es
No38os adversarlos, com o designio perdo
de tornar antiptica a opinio a revolocao rio-
grandense. apontam-nos ao paiz como rastaara-
do-es da mooarcba.
E' urna moostrnosa calumnia. E' orna t j'p? e
miseravel especulacSo.
No I O objectivo dos revolucionarios rio-
graodeoses nao a restaurado da mooarcbia,
lib'riar o Rio Grande da lyraooia qje Da oi'.o
mezea o opprlme, restabelecendo a ga-ai-ia de
todos os ai ei'.os individuaos, acabar como r-
gimen daa perseguigoas, das violencias io .u li-
tas, do latrocinio, do saque edo assassioaio oili
cil, qoe dearasidamen'.e tem sido apoiado
pelo goveroo do marechal Pionaao Peixoto.
K' este o pbaroi que gn a os revolucionarios
ric-grandenses, cuja causa nao pode ser mais
sagrada, cern mais humanitaria.
O paiz lateiro tem eido testemnnba dos borro-
res que ba oitoloogis mezas tem-se pr.tkaio
no Rio Grande, onde o baroaris co do Gjver o
ebegon ao extramo de mandar fuzlar pelas cof-
ias, em suas proprlas casas, a digoos e respei-
laveis cidadaoi, arrancando oatros do seio de
8033 familias, para mandar assassinar na loga-
bre soliduo dos matos.
E agora, para c honestar o san apoio a nm
Goveroo, cojo programma oficial parece ser o
exterminio dos adversarios pelo saque e assas-
sioato e tornar a jostica e sinlidade de nossa
cao-a aniipatbtca a naga?, atlra-nos a pecba de
res'anradores.
M-olira I
Queremos, sien, a restauragSo da lei, do di-
reito, da Juslici, da seguranga libe.'dade e aos
Oens e vida de todos oj cidadaoa.
Lameotamos que oa nossos irmoa do norle
acradliem em mais esta perrina official Invnta-
la para desnaurar os iniul'.es patriticos do
unco direo qoe resta a om povo oppnmidoa
revciugio ; e anda com man profunda do: d'al
roa deploramos que esteja servlado de algoi
das liberdades rio-grandensea, o exercito na-
cional i
Base exercito qoe merecen-nos tinto re?peito
e para o qoal lomos to generosos, depola da
victoria de D. Pedrito, onde apmas 2)0 atirado-
res das forjas revolucionarias entraram em ac
c&o vencendo a guarnigio cotoposta do %' egir
' 'a
ment e populares, qoe depozeram as armas
a monlgOes em nnmero de 4.000 li'os f
Aos officaes toi dada a liberdade e concedi-
das 20 p-acas armadas para acomranbal-o?, o
resume Iou-8e espontanea tente a nossas fl
letras.
Iofelizmeote, piree qoe o marecbal Plorlana
ai) que* no Rio G-aode o goveroo da opinio <*
siiu o goveroo qoe se escode paramente oa
fo ga mate lal ; quer Qnalmegte esmasar-nos.
S ii&j fOra 1890 j estara brilhaoiemente
tr.umphante a revolugao rio grandeose.
De qua'qoer forma tetaremos com o exercito,
j qoe o exercito qner ser o algoz das liberda-
ds rio-grandensea.
Se suecumbirmo) na lata, restar nos ba o
consolo de termos defen lido, com o sacr Hcio da
prop-i'i vida, o penbor sgralo qu ooi foi le-
gajo pelos dosbos aotepa-sadoso amor l-
ber dadee a csea qu; qaerem governar com o
apoto exclusivo da forca Mearo labo lufa
meuie de serem os coveiros das tradigOss gle-
riosa e da altivez iniomita do povo 'rio grao-
dense.
O Rio Grande 8ca- sen i) a trra da escra-
vrs, mas n nao eub3creversmo3 a tanta vor-
gonha e ignominia.
Nosso B-.nque ser om dia o Bigoal da re-
dempgo.
Viva a Repblica 1 !
Vivn a Nagao Brasileire I !
Viva o ueroico povo r:o graodense i
Qd'tel general do exercito libertador, no ma-
oicipio de S-iui'Aana do Llv.-amoot', li deH.r-
ro de 1893.
^ General Joo Nonei da Silva Tavarea.Ralsel
Cabeda.Co'ooel Jo.- Mara G erreiro Victo-
ria.Coronel Jos Ban.faci da Silva Tavares.
Coronel Liorentino Pmto Filbo. Coronel Anto-
nio Bareoia Ne.to.Co ooei Ma-ce'ioo Pina de
A'DU juerqoe. Coronel Domingos FerretraGoo-
i,alve.J.Coronel Jo4o Ma ia E. de Arroda.Co
ronel Ladislao Amaro da Silvein Coronel
Gomerciodo Siraiva-Coronel Joaquim Nunes
Gacia.Coronel Juvencio Soares e Azaeobu-
j:.Coronel Amero Au-elmo da Conba.Co-
ronel Antonio M. Fraoci. Ciro.el Dmiei Coa-
la. Coronal Jos Ser flm de Ca.-t Ino.Co-o-
l-oel Antonio Prestes GulmarSe'.Corunel David
Jis Mi los.Coronel Miooel Micbado Soares.
Teneo.:e-:oronel Pro opio Gomos do Mello.
Teneole-coronel Eitacia Azambuja Toueute
coronel Thamoz M rcio Pereira Tenente coro-
nel Joo de Dena Fer-eira.Tenente-coroael
Vosco Manin3.Tenente-coronel Gurar Sergio
Luis Brrelo.Teoente coronel Jos Bernardina
lardla de Menezes. Teoente-coronel Israel
Caldelra.Tacen'.e coronel Fmqcsco Vjz.Te
nente-corooel M'laquias Perei-a da Cosa.Te
aene-eo'o.-.ei Ly i utl Alexaadra Jos Ciliares.Teaeote corone1
JoSo Jos Damasco.Tenente-orooel Severino
CoaiLo Brasil. Tenente toooal Joao Barcellos
di Olivera.Tenente-coronol David Manoel da
Silva.feuenta-coronel Joo Machaco Per*-ira.
"eaenie-co.-onel ly3ses Reverbert. Tdneute
coronel SeOaauo Cjelno.Tioente-coronel fe
reir da Foniou-a. T nenie coronel Frlipie
Nery Poriinbo. Tente co.-ooal Boaventura
Mi.'uus.Tcneot--coonal Joo Alves Coelho de
Moraea.Major Lu z Barcelto?. Major Pedro
Dio.?o.
Sabe-se qoe Apparicio fez junegao com a
diviio de Victorino Guerreiro, bajo comman-
dada.por Azamboja Maoobraram, deiando Tal
les. q.ie o pers-goia, a 18 leguai do di.-iancb.
.Appuicio, avisado Je qoe uai cavilnada do
gov>rno ia para J'uaro, desiacou orna forg
q ie aorp.-eudeo os 53 bomeua qua goarduvaui
es -a cavjlhada ; aprisiouou quairo, tupiado o
res;) para o mallo prximo.
AfJirjii-sj qua a civa taiiaex:.illeatee coa
s l oe mil e lautos anim-. ej. '
O geueral reformado Carvalbo Contreira/
cuja casi em S. Leopoldo foi ce-ca'a e varejada
pjr ordem do Sr. general Moun, p. r denuncia _
assigoada, de qoe tinha escondido armameato
p r oa revoltosos e cojo filno menor eslivera
d-tdo nm? noite, pubiicoa pelo M.-rcinul* um
a'tlga narrando o ocoorrido e declarando qoe
lenco pedido ao ministre, por certiiSo, o tbeor da
denuncia e o nome do denunciante, uocbteve
despicho.
Na r:gorosa busca r-ada seenconiror, qoe jus
tihcasse a denuncia e a violencia.
A fo -ga do Elias Amaro oceupa actualmen-
te a cidade, "e D. PeJ ito.
Na Ecola M litar da Capital foi'ioeogura-
da com toda a solemnidade a Estatua de Beuja-
mlm Gonstani.
Sabir brevemente para o Rio o transport?
de gnerra Ondina*,|aBm de ser desarmado e
eoireiue companbia a qne pertence.
A >ffi;i .li lade foi maito considerada aqni.
Faileceo o caaitao reforma o do exerc'.to
Caiuilto Xivier de M-Ho.
O* ni EitaJa eslSo niDla.i'jaiia^
difficaltanlo oj movlmenioa. __
ahia
Datas at 6 do correte.
O Jornal do Commerclc* descreve assim a si-
toago desse Eataio :
A sitaacao poltica do Estado da Babia des-
pena neste momeoto a atteogo de todos os qoe
se iuteressam pelos negocios pnbllcos.
A conQagraco do Rio Graade do Sol, os pro-
testos contri a legitimidade do Goveroo de Sei-
g pe, as pe-tnrbagOas eleitoraes e a coaego con
ira o llvre fnucclonamenio do Senado em ?er-
nambuco prececoparam e anda preoccopam o
espirita publico, cansado desses movimientos de
deaordem, que a paixo e a falta de toleraocia
teem imprimido nos Esiados aos orgos mais
elevados dos poderes poblicoa.
A Bihia est amoscada de duplcala na Cuna-
ra dos Daputados e de graves perturbacOes oa
reoovago do Scc.a'o.
Esse Estado foi om do3 pooeos qoe lograram
o'ganisar-se sem maiorea difficuldadea e coose-
galram salvar a ana coustiluigao oaqaadra mais
perigosi que a PeJerago alraveesou.
AHi oa partidos organisaram se e distlagoi-
ram-se cedo, com programmaa definidos, pasan-
do, porm, em ponco tempo por traosfomagOes
oriundas de ioleresses de poltica local.
No segundo aooo da Repblica o Sr. conse
lluro sur iva reuni grande numero de borneas
polticos, dos dous amigos partidos do Inperio e
com o can curso delles 'o-mau o Partido Niclooal
lendo por Om combater os erros do Goveroo
Provisorio. Un programma to restricto, e m
condigOes de dorabililidale, nao poda fortalecer
por muito lempo om partido poltico.
Orando mais tarde, durante a adm::iisl-ago
do Sr. Jof Gougalvesda Silva, appareceram uis-
seagOes entre alcno3 depotados fede*ae, o n-
cleo nacicna* servio para agremiar nm partido
novo, que receben o nome de nacional demo*
crata* e arvorou a bandeira parlamentirista.
Por eaa vez oa partidarios da admtQls.ragao
Gougalves constitoirm o partido le ra'utu*.
lendo po* prog-amma suifaotar os principios
joosagraos oa Constilu gao de gl de Faverei-
ro. Ao oa:iooal demcrata petenciam os S-s.
Siraiva, Virgilio Dimasio. Augusta de Freas,
Zima. Santos Pereira. Gircia Pi es, Prisca Pa-
ra so. Alm-iia Cauto; recocbecido cnefe do par-
tido. Ferreira de Moa a, Araojo Plnbo e ontroa.
Do federalista faziam parte 03 Srs. Roy Bar*
oosa, Manoel Victotao, Artba- Rio?, Ba ao de
Geremoabo. Luiz Vianai, Fugaeiras, Marcolioo
M mra, Se-erioo Vieira, Angosto Gaimar&e-,
Salyro Dus, Eduardo Hamos e ouiroi.
C-rrespondendo ao aovimento de 23 de Nc-
vembro de 1891, o partido nacional procoroo
de..- o governador Jos Goocalves A resisten-
cia e as comolnagSes que se segoiram ovtaram
que a depoaigio se realisasse- O S-. Lua Van-
na, emo presdeme do senado, desisti do car-
go que exercia. sendo eleiio para subacitml-o o
seoadjr Leal ferreira, cont'a-almiraota r.fir-
anio cujo uome foi aceito pelo go-e-no fidaral
como um elemento de traosaegao. Foi reapeitida
a Cons.itaiQ&o, manado o Congreaso e cocsi.-va
da a o'gi.'ii.-agSo administrativa do Es a lo.
.Qoe- durame a presidencia do marecbal Deo-
doro, quer dorante o goveroo do sea saccessor,
03 representantes dos partido 1 babiados sclodi-
ram-se no Coag-eaao Nacional, por amor dos m*
tereases locaes. Havia oac|onaes e federalistas
coro o goveroo, federalistas e nacime* .com a
opposigo. Essis snodivisOas enfraqaacera n a
deputago baniana, tiraudo'lha a cohesit 1 e a
fo ga de outr'o.a.
Em Ontubro oa Novembro de .1893 bouve na
cidade da Labia ama grande reooio do partido
faderailsta para serem escolbidoa os candida 01
i ele (lo de i' de Margo do aooo passado. Pre|
sidio-a o Sr. Jos Gagalves, qoe fol aeclam do
ebefe do paatldo, eeodo nessa occaeiao eielto
um directorio e o 9r. Manoel Victorino escolbi
ao caoildilo a eleigSosenat.riii.
D z-3e que j a esse lempo, bbvia desgosms
profundos entre o Sr. Jos Gjngalves e o Sr.
n
Luix Vlanaa. presidente do SaperiorTolbonal do
Estado e sen emulo poltico, k verdade que o
Sr. Jos boncaves depila e assentir na eaca
colba e publicagSo da chapa, retirou-ie pira o
interior do Ea ado, de oode voliou miis tarde,
apreBenundo-ae. eato, canildato ao inaar vag
de sanador federal, e duendo qaa o fazia >para
provocar orna manif^acSo do partido contra a
revolts de 6 do S ".embo*. O directorio federal
lista scindlo se. allegando cada orna das faccCe3
represeolir 6 e legtimamente o verd.dero par
lido.
Com o Sr. L'iiz Vianna flcrSo o Governador
do Estado eos Srs. M noel Victorino, Artbnr
Ros, Severino Vieira, F. So tr, Edmrdo Ramoa,
Marcelino Moora, Milton, Maooel Caetaoo. e tc-
d:s os oatros .ctuaes depotados federaes do
pjrtUo, exceptos Srs. Figuelras, Joi Ignacio
e Fiavio de Araojo. que. com o Baro de Gire
moabo, Augi,-to GaimirSes e ootros, maj cc-
nbecidos no Estado, acomcanbrao o Sr. ie.ee
ionglves.
D-fl'jia asairfl a euagac, o.i doa3 grupo?
opposictontstiis ao Gaverna'.or ligarSo se pjr,
trabalharem jontos na elelgo de Io de Vareo
o Sr. Jas Googiives onio-ae, para esseOm.ao
Sr. Almeida Coa o, sendo tevenuda a oolida
tura desse eavainelro ao cargo de Vice-Prcs-
denle aa Repblica.
Depols de cois i ni o o Gongreaso Nacional.
essBsdoua r!cf-s co!lig-So- e etinitivam-nt*.
promoveodo na Babia umi grande reuniao pe-
tilica, em qne ricoo coosloida n partido con-
stitocicnal* co-n a fas&o dos elementos por elieg
dirigidos Rc nstitntdo assim, de novo, ps
doos p ni tes babiaoos pleerao a eleico pro-
viocial cuj aporagJ esti agora levantando
graodt'8 d,flicoldade8.
Por dlspoa gao do 1 i provincial o Balado t
divtdido em ires circumscripgO'B eleitoraes
-eodo as eleigCes de cada nma dellas apuradas
pelos confelbo3 1 ooicpas da capital, Bomflm
e Fera da Sania Ann>. Desiei. o doia prl-
e ros diplomarlo depuadoa 27 memoacs do
partido o lilitucional, e o terceiro dlplomou la
feda alist]3, ao t>do til, namero de que se com-
lOe a Cacara. Dasc.ntentes com esae refalia-
do, qne consilerao iraodulento, es federsli^a'
tizer 1 rom que a maioria dos eonselbcs rnuo'-
cipaes de oda circumscrlngao eleitoral inv-8-
tisae oj das cidades de Cacnoeira e Remanan
da foncgOes de juntas apuradoras. E esse-
conatlbo, asaim eacolb'dos, diploma rao 23 fe
deraiinaa e i cociatitacionaes. reodo estes 00 1
distr.clo. V-se por ahi qu.\ prevalecendo <
aparagao da cipitale do Bomflm, haverl 17 le-
paiaios icoaatHarlannes* e 15 feJerali?ia.->;
prevalerenio a aparag'io feta pelos eoawlaot
do Remanso c Cacboelra, llavera 38 d'.'poU-ios
deas* par laudado e i daquella.
As esr s preparatoria] da Cmara dos D -
pulidos estilo se realizando em flup icata, con-
cor en lo 1 cadi umi dellas, de um lado o di-
ploma tos pe co: s^lhoa monicipaes da cap
tal e B imflm, do ontro oa que apresentao di-
plomas dos consclhos da Feira de Saoi'Aona.
C Hofi-o e Remanso.
N) Sana-'o, alm das sote vagai do tarco a
reuov.ir, ha lambam orna outra, occaaiooa'a
pela morle de um de seus me.ubroa. Aquel-
la casa do Coogresso. na B.bia, que apura
e verifica 3 snas eleigOes os sena lores nao sao
diplomados pelas jentaa apurad) i.
A constiiutgao aciual do S nato oabiano a
leguinte:
9 con-tncionies e 4 fedaralii'aa.
Pelo regimeotn Ja casi 1 re:iso el'gar nma
comniso de cinco memr;a i-ara o irabalbo
de arurig) e veribcagai de po leraa ; 8Ja om
'.ni'-i> foi aecri escomida e eomoOc se de 4
coiiBttucionaea e um federalista, qoe o Sr.
Lua Viacui.
Eipera-3e qoe a maioria d parecer recon'ie
ceudoOB seos parlUar.03 e o 3-. Viaoaa ap'e
sent ot; em separado, propoado o reccnbaci-
; ment de oi'.o fe terails'aa.
Ciegadas ai cou?ai a esse p, foi tentido um
accordo para evitar qoe a vida constitucional
lo Esta do los33 perturbada.
Os cons itacionaes acceitavam ter dezo to de-
ptalos, liciudo os federalistas com vinte e
quatro, com tanto que a aporagao do Sanado
correase lint, ce accordo com as acts.
Os feleralistas acceitavam o accordo em re-
lara- partilba dos deputa 'o', mas com a
conligo de lerem maioria de um vo o ns S
nad >, dando ao seus adversados mais um se-
nador na aparagai a laze.'-3e, e 9"ando as^irn
em condigOea de elagerem o presidente etajee -
la c.-sa do Conr:-sso. Easas p-opes as oao fj-
ram acceitas-a as negocages romperam se.
Pela eiposi.ai que tizamos [d .-se avallar
da gravidade aa s luaga bahiana.
Ambos ce partidos dao i sulojao da crise
importancia axc pciooal, porque o Congresso
o#rj Vem apurara eleicSod) goveraador
a>eaiUar-8e e a snryo oo vnuv 11 iirtnii j -
O Conuresso deve aonr-ee a 7 do Brrente,
sob a presiteacla do Prndente do S nado, o
Baro de Gramoaco, que canstitucioialmen-
t- o vire governador do Estado.
Seado a sit. a&o a que descravemos, o go-
verna lor do E-.tac'o digra quelle a sua meo-
sagen ?
O Presidente do Sanado permttiira que func-
concm come aepntadoa os diplomados pelos
cooselhoa dj Ramanso e Cicb03ira 1
Oa que apresentao diplomas, pausados pelo
conceibo da Feirj de Sani'Aona, se desligaram
dos compaohei.-on a qoem tem .reconbecido ?
Oj depotados feleralisias fonedoaaro em
com anbia dos qutro senadores de seu par-
tido 1
Se os federalistas cooseguirem triumpbar na
Cmara, como tnumpbaram no Senado, oade
ba roaloria da constituclonaes para a apnra-
co ?
Se boaver cocfltct) entre aa duas casas,
como deedir-je o governador pela legitimi-
dada da Cmara doi Depotado1, que por vea
taraos eleralistas coostituam, B9 o Senado
nao a reenhecer ?
A qnal das Cmaras o Sanado remetiera as-
lels que iniciar 1
Repeinado o-eoado os Drojectoa da Cmara
feda altil. como peder o governador ter lele
de meio ?
Todas essas literrogagOea coastitoem incer
tezas, qu.3 plem encontrar renedio no
espir to da ordem e no amor lei, qu? por
tim os polticos babianos ae rtadvo a soo'e
por a.a pafxO-s partidarias e aos nter ssea de
auaa facg5es.
ergipe
D.tas al 4 do correle.
Foi 8ancciorjada a le autorisaodo a emlsjao
de 3.500 contos em apoiices, qoe serao canelo-
nadas ao Banco da Repoblicu, para garanta do
emprestimo destnalo conairuegao do ramal da
Capella, da ealraia de ferro de Aracajfj a Simao
Da?, meoiante bypotbeca ao Esta o da respe
cliva concessao e trabalhos feito?.
O Presdeme do Estado mandou abr- con-
currencia ni) so na praja da capital, como tam
bem n<-8 do Recite, Babia e Rio de J metro, para
oraaoisacSo do projecto de abaatecimeoto a'a;ua
potavel 4 capital.
As propostas serao recebidas at 13 da Jolho
vindouro.
Foi approvada em ultima dscu3?ao a re-
forma de alguna artigos da Coo3ill-.ilo Eita-
doa', ftcando assim o periodo do goveroo munt-
cipai redutdo de 4 a 3 aunos e o presideociaj
elevado a 3 tes annos, gendo maulida a pro.i
oigSo da reeleigao.
Consigna igualmente eafa reforma a remoja)
dos juizes de direilo, a ju.zo do poder execotivo,
e aposentagSo obrigatcrii, sem iaspecgode
saode, quaodo os empregados racoearem sub
mttter-se l09pecgao dentro de 30 das.
Apropos to do emprejiirao que cima men-
cionamos, a Folha de Sergipe declara o iliegal a
qnallBca de f o Isas as apol ees que della rexulta-
rem, protestando contra a emlesSo e admirando
se qaeo Banco da Repblica ss preste a essa
transa gao com o Goveroo contentado do coronel
Valladao, qne nao tem relagOes olficia-s com o
Goveroo da L'jia-.
De accordo com o 1, art. 4* da coostitul-
go do Estado,foi 00 di Io do crrante decretada
peta assembl. a pronuncia dosdeeemoargadores
Guil'erme de Souza Campos, Jos! Vieira da Mel-
lo e Franco Alves da S'veira B Uto. como iucur
aos no al. 207, g l e T do cdigo p Bm consequenca dessa proauncia dopoler
legislativo em exercicio de funegoea jodiciarlas,
assood b pregldencja da reiagao o desembarga-
dorC)3iaCarva!o, qae, naf.rma da lei, coovi-
doi os joizeg de dlrelto da capital Maroim e a-
peila para subswtuirem es desembargadores sa-
jeiios a pronuncia.
A pronuncia dos alladidcs desembargado'ss
causn grande impressSo oa opinio. Todava, a
populigao mosira-se Eatistelia com a adoiois-
tragao do coronel Valladlo, pelas me iidaa eco-
nmicas e pelas des-nvolvimeotofl maeriaei qce
procura realisar no Estado em prol de sua pros-
peridade.
O Presidente do Estado, informado de cae o
inspector aposentado do Tnesouro, Te enclo
Sampaio, exercli dorante o G,verno Calazans as
funcgOes de fiscal das R-.odas Publica) conjun-
tamente com as de presidente da Campnula
Bitrenio Cant'al de Riachuelo, aova detrimento
das metmaa herJaj, man Jou abrir :-y idtcauc a'
toman 10 desde log) m.didas para a.aotelar os
intere>'8 do risco.
O senador Caelbo e Campos conlett) pela
imprenaa a noticii de urna reaulo cm qae se
tiatou na sua re: unca.
O ficto entretanto geralmente saoido ia ca i-
lal e fol mesmo rtv-Udo pela Gazeta de Sirgi-
pe*.
Cbegon A-acsjft no dia 4 o Dr. Cila-ai3,
ex-presideate do Estido, lalo silo recetado po
grande numero de amigos.
Segundo corre vem o teferile Dr. laxando
parte da commiato de faruflcagSes do E:tao
Acba-se na capital a comm s-io do tois-
terio da Fazenda, inapeccionan io a A fj.de^a.
Sem o menor fnndam nto acabam de ser d>-
BtetttdoB om ompregado ds caixa econmica e
-oia do cc.r*elo.
Tem navido grande nxport g?o de a suca
Con-titque algon3 lavradoie-prttendem p-e.-j
corar o mercado Je Sau 05 em vista dos moj
pregesda Ro d- Janeiro
As.lijv.-a abueda iiea prome'.tem boa co-
Ibeiti de ce-eae?.
Urna petigo do Manoel Alves da Fonseca e
ouiros pediodo pnrmssao para extrahirem lo-
teras di vinte e cinco conlos cala urnaA
cominis-) de petigs.
Outra do engenh^iro Jos Aolonio Saraira
Jnior, reqaerea lo a conccs&o de urna estrada
d!iar-:r0n,:brllolae3treila(li" parlindo da ci-
dade do iiecifr, e dirija cd.de ds Itamb,
obn^ados as ci ladjs ds
Uojunn,A' commissao
om a
Secretara
GHROxNOLOGIA
mmsmi mnmw
COLLECCIONADAS POR
Mclcliisedecli de Albuqucrque
Lima
AMXL
Da 1C
I8f "3 O governo pravisorio de Pernambu-
co publica um decreto cotidemnand a innrle
todo aquella que no leudo oceupafo le ne-
gasae a tmenUr praga para defender a patria
1833-.V Iropa sediciosa, depois de honi-
vel lua, debanda-se establecen do a ordem na
capital.
Torres Gallinio, um dos cheles, que davia au-
xiliar o moviinenlo do Recife, revollou se em
danto Anla mas sendo perseguido pelas tro-
pas Jo governo, refugiou-se as m illas come-
gindo ento essa guerra selvagem qua se duna
minou dos Cabatios, > quj s larminuu em Xo-
venioro de 1833.
Nesta guerra c .amada dos Calanos foi
qua se vio at que poni pole cliegar a sauha
dos partidos, no principio o governo da p 0-
vincia, sem tropas de que dispor, apenas pou le
enviar contra os cab-uios algumas parii las
de permanentes e guardas nacionaes qu; ma
padiarn contel-os dentro d 13 mallas; porm
como o seu numero crescia diariatnenle foi mis
ter um grauda reforgo para impedir que se es-
tenlesaem por lo la a provincia.
Seis mil homena ebegarjin a siar emprega-
dos u^sla guerra era que os eomb.tes se se>;ui-
ram una aos outros Cim igual encaniigainenio
Finaiuieute lepois de urna lula de quairo an-
nos poude o major Joaquira Jos Luiz amainar
as iras daquella gonle ; e servindo-so la inier-
vengao pastoral do reverendo bispo da Pertiain-
buco, chamar ao gremio da igreja e da socieda-
de aquellos homena quasi selvagins, consegutn-
do p-jlo poder da persuaso o que nao tinha po-
dido alcanjar pelo poder da fory. (1,.
Para um estudo mais cmplelo da origem e
flns da guerra dos cabanos convra lr um es-
tudo intitulado O 14 de Aunl de 1832 em Per
buco do Sr. M. Lopes Machado, e puolicado no
n. 33, de 18dO, da Revi la do Insliiulo Archeo-
logieo e Goographico Pernambucuno.)
1888Assuine a presidencia de Pernam-
buco o Dr. Joaquim Jos de Oliveira ^Andra le.
(1) A e Lima. Hiet. do Brazil.
!e BJW co
d;a Indasiria Coafar-
0 referido cidado foi nomeado para essi
go por daereto do Conselfio Federal ua Coi
derago Suissa de 8 de
REVISTA DIARIA
Senado de Pernambucu Effeciu^u-
se lianlein a 12 ses.-o ordinaria sob a presiden-
cia do Exm. Sr. Francisco Teixeira deS.
B-i.^.m P..innl. o. sr. D,i ; Ngii-
reth, Teixeira de .S, Salazar Moscoso, R;gueira
Coala, Albino Silva, A bino Meira, Antonio Per-
nambuco, Eduardo de Oliveira e Herculano Ban-
deira.
Foi lida e approvada a acta da sessao ante-
cedente depois de ora o Sr. Bario de Nazareth.
O r. 1. secretario procedeu a leitura do se-
guime expeliente :
Urna petigo de Luiz Peeira de Oliveira Fu-
ria, rendairo do Jornal do Recife pedinio a re-
ci.-uo do contracto da publicagao dos debates
sem inderanisagao reciproca. A' 1.' Commissao
da Polici .
Urna petigo da Miguel Figueirade Faria ge-
rente da empresa du Diarto de Pernambuco pro-
pondo-se a conlralar a publicagao dos debales
do Senado durante o Iriennio da 1S93 l 189,".
A' 1.* commissao da Polica.
Outra do hachare! Jos Anastasio da Silva
Guimar&es, sub-director da contabilidade do
Tbeaouro requerendo sua aposenladoria. -A| 3."
commissao.
O Sr. 2. secretario lo o seguinte expedient.2 :
Um parecer approvado sem debate sob n. 10
da Conimiaso de Polica acceitando a rescis&o
do coiitraclante da publicagao dos debates pela
empresa do Jornal do Recife o conclunJo por
oo.itralar cora a empresa do Daiio de Pernam-
buc-j a publicagao dos debales durante o triennio
de 1895 189/.
Ouiro sob n. 11 indo a imprimir, da 3.' com-
missao concluindo pela apre.-entuyo de um pro-
jecio sob n. 8 abolindo o anonymalo da itn-
prensa.
Orou o Sr. Albino Meira jualificando um re-
quarimento que nao sendo potado daixou de
entrar cm di.-cussao.
Enirou-se na ordem do dia, 2.* discusso do
projecto n. 4 (illu nioago to municipio do Re-
cife) foi approvado o art. I. depois de oraram
os Sis. Albino Meira (2 vezes) lendo apresentado
umi emenda sob n. 1 que 1.So sen lo apoiado
daixou de entrar era discussao, e Antonio Per-
nambuco (2 vezes) sobre o art. 2." que foi appro-
vado orou o Sr. Albino Meira que apresentou
urna emenda so") n. 2 que foi regeitada.
Subtnetteu-se a 2.* discusso o projacto n. 5
deste anno, reorganijago do ecsino primario,
sendo approvado o art. 1." depois que orou o Sr.
Albino Meira.
Sobre o art. 2." que foi approvado oraram 03
Srs. Albino Meira e Barao de Nazareth.
Anda sobra o 3." oraram os Srs. Albino Heira
e Baro de Nazareth, licanio adiada a volago
por fall de numero.
lim seguida o Sr. presidente levantou a ses-
saj, dando a seguinle ordem do dia : cootinua-
gao da antecedente.
Cmara dos Deputados -EtL-ctuou-
so hontem bora regirnenal, a 15" sesso or-
dinaria, sob a presidencia do Exm- Sr. Dr.
Jo; .Marcellino tenJo comparecido 03 Srs. :
Affonso de Barros, Justina Silveira, Joaquim
Guimirae8, Peraira da Silva, Julio Antero, Pi-
nlieiro Ramos, Celso Florentino, Jos Marcelli-
no, Apollinario Maranhao, Laopoldo Lins, Anto-
nio Vicente, Gongalvea da Rocha, Bianor de
Medeiros, Gadofredo Moscoso e Rodrigues Por-
to-
cixou de ser,lida a acta da sessao antece-
dente por faltada numero para votar.
O Sr. 1." Secretario procedeu a leitura do
seguinte expediente :
Oiflcio do Sr. Dr. Secretario da Justica, en-
viando a mensagem do Exm. Sr. Dr. Gover-
nador relativo a forga publica do EstadoA
commissao de. forga publica.
Outro do secrela.io do Senado, remllenlo
um exemplar de cada urna das resolugis ini-
ciadas naquella casa do Congresso pelos projec-
tos ns. 3 de 1891 e 1 do crranla anno-A
Commissao de Obras Publicas.
Outrojdo secretario da Fazenda remetiendo o
contracto celebrado em 5 de Dezembro ultimo
com o cidaluo Jos Geraes Ferreira Maia para
a e.etraegao de loteras, pedindo a sua appro-
vagao-A'commissao de Fazenda.
lendo omo pontos
Olin-la, igaaraae e
de Obra-; Publicas.
Outra de Jos L io V. Oliyaira Ledo Drofes-
-APcon.msrlnC,,,and?- en'rea ***to
a conimisso ae polici 1
Outra de Lydio Purpurarlo Sanliacode Oli-
veira reclamando contra o ado adraiu,slra.o,
que, decretando a sua aposenladoria cora todos
os vencunentos, nao os fez de accordo
tabella annexa ao Reguldinjnto da
da industria.
Proce lendo se a nova chamada e lendo-se
verificadoinao liaver numaro para votago o
Sr. Presiden!' levantou a s:s So, dan!, para
ordem do da continuagfio da antee; tente.
Secretaria da Industria ienJo
sid licenciado o Dr. Kodolph UalvSo, secre-
tario da irniualria, foi pao Excm. Governador
designado o Dr. Julio de Mello, secrelaiio da
Jostica, para rite mmente substituir aqualle
doulor, di forina do Decreto que organisou 03
secrelanos du Esta 10.
O Dr. Julio da Mello d)3de sab!)ido ultimo
assumio o exercicio de Secretario i iteriao dos
negocios Ja IndBBtii*.
CnnsoIhoLiiterario -Funccicncu.hoc-
le-ra, ao mel dia.sob Spresidencia lo Dr. dire-
ctor da inslrucrao Publica, prsenles os Drs.
Franco de S, Cicero Pefegriao, Alvaro Ce oa,
Lopes Peasoa, Jusiino de S>uza a Porto Car-
reijo e professores Fragwo e Minnhc Cesar.
Sobmallida apreeiaeSo do eoHMlho urna
carta-circular lirmada palo Dr. Menezei '.'ira
director de ..P.-.lagogium. e diacalido o se
cotiiaudo, foi una iitneinentK resolvi, que o
presdeme do Coii3--llio em nome do m sido se
dinglsse ao Dr. Sacrelano da Iusirucro Pu-
blica atim de esle se dgnar provtd :nciar no
sent lo .le ser Balisfeila a soliciacSo
gita n refarida circular.
Secrct.ri
rae o ediial qu 1 vai publica > na aeCfSo com-
petenle, e-^ta H.-partir aceita aprend
pintura do ediiicios, de 13 a 19 amos le ida-
dea piden lo 03 pretrn tent;s dincireta as M
Director Geral da 3." Directora.
consulado da suissti -Aatraia ha
tem o exercicio d.sse Consolado nista c.ipital
con urislicao extensiva aoa E .1 -,.| a da l'ra-
nylia, Rio Grande do Norta e CoarA o c: lilao
i'.uiiiio Amstein.
car-
otife-
Fevireiro prox.m>
sa io, que leve o -xequatur do governo b-aieiro
em 14 de Margo ultimo.
Tucatro .Santa IsabelMulo anima-
da leve ser a .'." matuu- que era banefi io do
muslro Sniido deve reaiiiar-sj no prximo do-
mingo 21 do corrente.
O prograrami j conhecido dos freqnentado-
res das feslas muaicacs d'aquaile genero que
iniciou o maestro Sraiio, fui augmentado coa
mus alguna trechos.
Ni-lle figurara composic.-s de Ponrh.elli.
Ilitl', elibus, Schumatin Moszcowkis-*, Verdi,
Leoneavallo e dos professores E. Fonseca e M.
lan ieira, as qos s^ro executadas por grande
orchesira e por alguns artistas de canto mnito
apreciados no nosso meio musical.
Grande numero de bilheles foram distribui-
dos podando o restante s;r procralo na bilbe-
leria do (lieatro.
Revista BrazilelraR:ceb"mo3 agra-
decidos o 7 fascculo dessa imporlant; publica-
gao flumn-mse.
O sumario de sua3 materias consta dos se-
grales ssumptos:
I. A Tapora, novella, (Continuacao.), por
Coelho Nelto...
II. O impossivel, por Mad-.-iroa e Albnquer-
qua ..
III. Histo-a do direilo nacional (Conlinua-
gSo*), por Silvio Romero, professor naa facol-
dadea livres de diraito. .
IV. Um Literalo argentinoD. M. G Mroo
(Conclusao-), pelo Visronde de Taunav.
V-. A R:volta de 1720 em Villa Rica >;on-
dusao), po-J. P. Xavier da Veiga...
VI. A scienca p^ychira s-gun loMyers (Con-
lnuago'*), por Alfredo Alexander...
Almanak du Brsil Itepubiicain
Chegou-nos um exemplar, por graciosa o
feria do r. R-vnaud, digno proprietarlo e ad-
ministrador do Brasil Rapublicain, lesa: no-
tavel Almanak, que est sendo distribuido
d'aora e:n dianie grattameule aoa assi-Taan-
les d'aquefle jornal
Agradeeeodo a offarla, recomm radamo3 a ac-
quisig) do mencionado Almanak, cuja leitura
interessa-
Tempo presente(Cordelia ; exlrahido
do reino da molber). Finalmente despontoa
para a mull.ir una era raellur, e o hom ra nao
s a tem coico corapanheira e amiga mas lbe
confia as cousas mais preciosas, a e Incago dos
tillios e o governo da casa, e posto qua sejam
diversas as suas atlribuiges, vivera, na mesma
vida.
Entre a paz e a serenidad do lar domestico,
o hornera esqujee as lucias da vida publica, 2
em conversar com a sua boa orapanheira. ad-
quire sentimentas nobres, e suaveis conc: h)S,
00 entretanto que do sen lado Ihe ensina como
se lucia contra ai tempestades, da vida.
Assim nesta existencia chela d'atTectos o ho-
rnera se torna in-iis brando e nobre c a raulber
mais sabia e nlelligente; o hornera ir bvar
oa sociedade a nobreza aprvndida entre aa pa-
redes dora sucas, a ou ra ensinar aos filhos as
vicessiludes da vida.
O hornera se poderia comparar a un diiman-
te bruto que n > esiado natural p adera ser lo-
mado por urna pedra qualquer, mis passado pa-
las inAos do apidario que o corta pira dar-lhe
a-J taCefl e o aperfei.oa, se mostra qual el verda-
diramente e nos fascina cora o seu bnlho : a
raulher junta ao horaam faz as vezas do lapida-
rio pois 6 qtiem Ihe lira todas as rudezas do SU
carcter c o torna, o homam ctvilisado dos nos-
soa lempos.
A influencia da mulher se senle nao s no
lar, mas era toda a sociedaie ; 6 como a podn-
nha que langada agua faz lautos redora nnhos
que se alargara a proporgao qua se ,ilTi-tam do
centro e por ura b -lio moviinenlo deixa agtala
lo li a superficie d'agua, como urna flor que
espirga no ar que o cerca o seu suave para-
me.
Assim a sua influencia parte do lar que o
seu centro e se fa/. senlir em volts por ura gra)>
lissimo espago e poda ser perfume que embal-
sama, ou miasma que envenena, raio qua rea-
nima e consola, ou cbamraa qua queimo e des-
iroe.
Sa a familia o cixo em tomo do quid gjra a
sociedade, a nulljer o da familia, e como Ar-
chiraedes diz a : -ii me ura ponto de apaio e
deslocarei o mundo,as3ira sepolera Jizer:
dai-ine a raulher sabia, iotel"
a paz reinar sobre a trra.
E hoja que na sociedad a
ura posto to importante, tambem da sua educa-
gao sa deve ler muilo cuidado, e prendar de
modo qu; a r.unina meiga e gentil de hoje pos-
Ba amanh vir a ser a rainha da familia e go-
vernar bem o seu pequano reino.
N1 convivencia do pai e dos irraos, aprende-
r a codhecer os bomens, e em o alienara
mente de uteis conbecimenlos, podera depois
instruir os flhos, e se tiver sido educada ea
um ramo de paz e amor, pagsar dep.is a crear
ura outro igual, calmo e feliz.
O hornera vai mais gradualmente e se habi-
ta pouco a nouco A vida exterior; esluda, via-
ja, e antes dj ser cnefe de um estudo, so-
jeito.
A raulher pelo contrario passa da vida pasai-
va activa, o o da que abandona a casa pater-
na e todas as memorias do passaJo, para ati-
rar-se ao ignoto e tornar-se dona de casa e se-
nhora, para ella ura momaulo decisivo do
qual pode depender toda a sua felicidaJe.
ajlQuem o n&o lera experimentado no pode di-
zer de que formado o caragAoziubo de ama
fanculla de vinte annos bo dia era qua vestida
de branco, com a orea de flores de laraaja co-
bre a cabega 3 coberta de um longo ven jar a
sua fe quelle que Ihe ser d'ahi em diante sea
corapanheiro para toda a vida.
Naquella dia em qua talvez anda vagnaaaaa
nos seus sonhos da menina Iha apparece qaaai
de emproviso, o dever de governar urna casa,
si nio sabe nada, desejaria pedir conceibos a
ligeule, virtuosa, e
a raulher occtipa








I



Diario de Pernamhnco- Tt*ra?afcira lO de
.un
........."
1*5
#
19^5
mal mus no ousa. poi! n5o a quer affligir ccm
alembiaoca o momento do abandono. St po-
>m elli cebeu a pnc.sa edocacao moral e
mtelleclaal, vai aera letaer affrootar as crueais
"ooo, destino que se Ihe a presen ty cario< e
Janeiro -Oclavano Cunha.
Fovereiro-Manoel Fraga,
arco -Jos Paulino de Figueiredo.
Commissao de contas-Manoel Tavares do
Araaral, Jos Maria da Costa Reg e Marcelino
ipr forras de lavar a tirc. a grandiosa raissao que da Costa Neves.
iin iiff oesara sobre os hombros. A. posso ter lugar no prximo domingo
*S j*'Si*Ko No dn 21 lo mex Ando, 21, s 4 ti .ras da tarde.
" Xov.da.les Litterarias Segundo a
noticia de um colloga do Para.
rar Sapuaia do ^onicipio de Bewrro*. o
individuo anool I-nacio assassinou a Manoel
francisco de Lima, vibrando-lha diversos fi-
tadas
O delimiucnle evndm-se.
Autoridades Policaes- Assumiram
exercicio : _
O ci :idao Olympo 'iabor Pereira Borba, no
ia 7 de corrente, do ca-go de delegado do mu-
nicipio de Timbaba.
Os ciJados Miguel Dias de Arauj) e A>
lonio Hulero de Manezes Mamr, no dia 9 do
cargo de subdelegados dos dislrictos da Lapa e
Gojanr inha do municipio de Gojanna.
Hisssis Amarilis, as 8 heras da manha s.'io
Fezadas missas na igreja da Madre de Deus,
j.ela al a do D. Mana Emilia de Moura Al-
Socfiedade Gompalves Dias -Fune-
eionou inle-liontem esu associajao sob a presi-
dencia Jj Dr. Luir Gomas.
N* expediente foi proposto e approvado que:
ae inserase na acta um voto de pesar pelo tl-
lecinieoto do grande esenptor portugus Pi-
ibeiro Cliagas. .
A parte Iliteraria con-tou de : leitura do con-
t -Gui liiTrce, pelo Sr. Oljmpio Gnlvo ; reci-
tacao do> sonetosSm.le e raysag.-in, pelo Sr.
Honorio Carrllio; disserticao sabnA exis-
tencia la linerdnde e aclividade dos corpos,
pelo Sr. Fonseca Jnior; apreciacao sobre o
jrojeclo da novo Cdigo Pcos.1, pelo Sr. Lu z
tomes.
A outra sessao ter logar no prximo u-
niingo.
De viajenDe viagera para a Europa
eoun sus Exma. esposa, mandou-nos um cario
de desdedidas o Sr. Jos Ramos de Olivera
Jinior.
GMos Aneas, denejamos-lhcs feliz via-
fem.
Morte repcniiria Anle-hontcm, por
volla d<: i horai neole ra eslaco uMtral ila via frrea de Oln-
"a, o inivHuo Jo&o Rosendo da Silva, que
tafia sel iJo lia poucos dias to Hospital Pedro
A autaridade compei?nle deu as necessanas
provide cias sobre o fa;to,
Fcrimentn gravo-No enguio Curu
paiiv do municipio de Palmares, no dia 7 do
tornt, Jo? Jloreira ferio gravemente a Del-
larmion Jos Nicols.
O delnqueme loi rr so em flagrante.
L.ut i e assasinalo -No lugar Tirabaj-
basinbc do municipio de Timbaba, no da 7
cocornrate, tratando lula os individuos Mmer-
rino Mala e Alfredo Silv.no Moreiru, resulliu
jer o primeiro assassinido.
O criminoso foi preso e recolb.do cadeia
'aquel.a cidade-
Uni.io Familiar Essa sociedade pro-
eedeu ao domingo ulirao a eleicSo da sua di-
rectora, que icou assin composta :
Presi leae, Manoel Joaquim Pinto FalcSo,
Vice-pr.sidoQle, Josi: Bruno Lins Wander-
3ej.
1. Sicretario, Jo5o BaptistaGalvSo.
2. Surelario, Bariholomeu Galvo Uchoa.
Oradcr, Lali lio Silva Almeida.
Thesoureiro. JoSo Manoel M-ndes Braga.
Vice Thesoureiro, Antonio Vieirn de Mello.
Directores de raez, MaloJos Lopes de >l-
soei'ln.
Junho -ADlonio Vieira de Mello.
Jullio -Gentil da Silveira Mendonja.
AgostoJoao Manoel Mendos Braga.
Setenibro Agostinlio Nogueirada Silva.
Oulubio JoSo Baplita Galvo.
Noveubro-Manoel Jouquim Pinlo Falco.
bezeubro Jos Bruno Lins Wanderley.
Biilfn tomca
r iYOfa d* fleci/e, i* de Ahr de :895.
JJo toove cotaiao.
Q prePidenie
Auioaio Marqaes *e Amorim.
O secretario
i( el Gooeaivea da silva Picio.
t'ainblo
Pr*c <> Rci fe
Os Bancos eiceuram ooje oa t'anfacOes a
3 9t6 tOb e Loo-lres > 9) das, rimt>>-B"t
ilgomai; transaeces a i 5|P, fe bando o merca-
jo ruis qiieto a 9 9, 6
En papt-l pirilcolar 'l.iouferatD alguns nego-
ds a 9 11'16.
^M a
5*500 a
i/200 a
3iOO a
24390 a
Sil-I i a
2O*a
U7U6 a
52ro
6 000
5* U
3*7;*
*7i'U
i3 0
1*2 .-0
i*9.
< otafes de generes
J*arao agruul>r
Atue.ar
J ima >cr 15 kilos.
L-is'.alinaU por 15 kilos .
Eiranco, idfn ,idem. .
Soleaes, 1 leu, dem .
Miscavao dem, dem.
3 uto soceos em, ideai
Bru o aielado dem, dem .
lo ame, dem dem
AlgidSe
Nao coailoa negoau-
iUiool
Por pipa de 180 litro.i 235* venda.
ACttairdeane
Por pipa de 180 litro IcO* veada.
Coesre*
Seccca salgados na bise de 12 kilos 823 ris
na.
Verdos a C2) ri, ooiaal.
Carnauba
'Jota-ae de 15* a 28*000 por 15 kilos.
Hel
Por (.00*000 oomleal.
BA.LLA DASiTRADAS DB AS-
8U0ARE ALQODaO
Mez ce Abril
O Sr. DoBiogos d-- ManalliSes. o activo edi-
tor fluminense proprieiario da conhocda e
conceiiuida Liv tria Moderna, do Bio de Ja-
neiro, proraette para abril prximo, o segundo
volurae de poesas da Olavo Bilac, o Lirra de
urna s^gra, de Aluizio de Azevodo e Bomcreou
lo, de Adolpho Caminlia.
Annunciava para o corrente marco, marinha
de oatr'ora do Viscondo de Oaro l'relo, Re
fanaiina t Fructo prohib'ido, dos applaudidos
escrjpt iros t'oel o Nijtto e Anselmo Hibas.
O Sr. Domingos de Magalhea, s ullimis
datas, queixava-a da falla de papel-no mer-
cado, o que occasionava-llie grandes embara-
zos, sendo forcado a parar algumas obras.
No Cear apparcceu a Iracema, orgia do
Cenlro Literaria, que tem como directores Pe-
dro Muniz e Julio Olympio.
Sabernos j por commanicaco que nos
fj frtjla, da lista completa dos socios corres-
pondentes da "Encola Norte Literaria" da
Baha, n> Capital Federal e neste Estado.
Sao elles :
Capital Federal : Sylvio Romero, Olavo Bi-
l-c, Raymundo Corria, Valenlim MagalliSus,
Garca Redando e Castro Lopes.
tVrnambuco :
Arlhur Orlando, Adolpho Cirne, Martins J-
nior, Clovis Bevilaqua e Manoel Ario.
\av.i ihratro -O nosso bello E^lado vai
ser enrequecido com uiais u;n Ibeatro de eatylo
mod;rno.
Encarregou-se d'esse emprelin lmenlo o '*lub
Drainaticj Familiar, escolheudo para lal fim o
p.ilaceti' onde funecionou a Escola Normal.
J sao baslante adjuntados os irabalhos, que
serao terminados n'esses dous mees.
Conta o novo ilieatro urna galera geral, u na
ordem dcqjimarotes e em baixo pl:no cudeiras
avolaas, sendo a lota^So g^ral para 703 pessois.
A caixii. do thealro lem diincnses su;flcien-
tes para exhibieres de pegas de comparsaria e
grande movimenio.
No tablado orchestral ha espado para ccica
de 2j arijslas.
So 14 os amarla* em construnecSo.
O pavimento terreo, vasto e bem arejado,
es'ft div'dido em secces.
Ha all um grande b ifFet, 8iuo oara BHh
sica, guarda-roupa, bmgileiro, llel par s.'-
Dhora, sala de sesi;?, bibli.lheca etc. etc.
' O Club rnandou bus.-ar no estrangelro sce
narios, cadeiras e ornamentos, que j4 estao n^
Alfaodega, em d apacho.
Para concertos vocaes c in^trumenlaes espera
o Club um importante piano anceric mo.
A inauyurayiko vai ser feila cora solemnida le.
* falvvra V silou-nos o n. anno I d'e-
se periolico religioso que se publ;ca u'esta ci-
dade.
Falte^imcnto Victimado por urna lesao
cardiaca falleceu aole-ho)lem na Capunga, o
capitao Aleixo Rodrigues de Moura
O finado centava mais de 40 ann s de idade
e era feralmente e-timado pelas boas qualida-
des que oraamentavo a sua in livi lualidade.
Acoinpanliaiido a dor que justara me punge a
sua amilia pela irreparavel perda que acaba de
soflrer d'aqui enviamos nOssas sentidas conco-
leocias. espicialmente ao seu digno irmao Sr
coronel Jo5o Moura, caja amisade apreciamos.
No i emiierio Publico du de Sanio Amaro,
onde leve logar a inhumado, e ende accorreu
grande numero de amigo; seus e de seu respei-
tavel inuo a render-l ie o ultimo obsequio da
ainisade, foram feilas as honras militares p ir
urna guarda du linda ao baixar o corpo sepul-
tura.
Casamento elvll-O escriv5o dos casa- Todas as liohas funecionando regularmenle Eduardo Joo de Souia sua senhora e 3 fl-
raentos que funeciona nos d glrictos do Racifo para sul, oorle e centro. ,lhos, A. M. de Vasconcellos DJro e Allred
Sanio Antonio, S. Jos e Afogados, aflixou na coinmissao rio Slelboratnento do Wahlman.
repartio do registro dos casamento a ra do Porto do Rec-feUecife, 11 de Abril de Chegado3 do sul no vapor allemo San-
Imperador o. 75 X' andar edilal de proclama de 1893. to.- :
casamento dos seguinles contrahentes : Bolttm raetereologico Dr. Joaquim de Almeida Pornambuco, Clan-
, 1" Puhjicaco \goras. Term centi- Barometto Tenido do Bumi- 'd.io s-. D-, Vincenci c-ua senhora 9 1 Bita, Dr.
Florieno Jos Benedicto, residente no Mun\- gra0 faQt vaoor alip. Joaquim Lono. Joviniano R. Costa e sua se
Cipio de Jaboaiao, com Marianna Pereira de' ., ,-,.ai
Jess, rosidetiiil na freguea do S. Jos, sol- B m- *> 'Jl'.J,
leiros e naturaes deste Eiado W- -0 7ao.
Segunda publuacSo 2^'J 758,-23
Fausto AmbeMm do l'aiva, natural do Ej- 23 *>.; l%-'%
lado da Parahvba, sarpento do 2 biitalho de e.' *'.*> 7 .'57
infanieria, com Julia Buarque de Mace do, na-1 t temperatura mioima 2o 50
lu al do Estado do Alagis, olteiros e re3i- desabrigado ao meio da.
denles na fr q.ieiia de S. Jos. Temperatura mxima 31 00
Octavio Augusto Bandeira Freir MergulliSo,'4., 2 -iJrateado 3), 4 .,-_, ,nm
natural de Portugal, coramerciante, com Ade-i c-vapor^ao em 2. oraa ao sol 7,-7 a som-
vapor dade- _
ai a<\ oo ni,ora, Manoel Soares Metra, Joao S lares Nsiv.i,
o 't an Joa ''0Sla l',ra'i,ni Joa 'B--K Aljiplio Bail-
ilni a< k3, Au"jn:,IJ franja a ?Ua senil >ra, Aiuoniello e
o^-i o Wbo, Manoel Joaqunn d< Ar.ujo es e -1 ft-
o, of ",u?- Jdl"ium Monleiro. Wilhelm Lnhr e sua
6! o genitiva
Thermomelro
*
Ennegrecido
laido Rita Barb>8 Poito natural desta Estado,
8olteiros o reten'es na reguezia de S. Aa
tonio.
bra 2-5.
Cliuva nulla.
Direccao do vento
NSW de meia'no te, at
Joaquim Pompea Montero Pessoa. pro.feasor 3 li. e 4, m da manha NW al 10 h. e 14 mi-
,m Mara Bessone de Mello, solleiros, naluraes nulos ; E al 11 h 23 in.; NB al 1 h.,e8 m.
Kte listado e residentes na fregujaia de S. da larde; L.NE at i h. 56 va.; Nh al 0 li. 3,
* m.; N.NE al meia noiie.
R B'(.bera, 797 palles de obra e 6J Has Ce
e-na i e t-aa.
Pira o loterlor
BircaC8
Vapores .....
animis.....
JU'.rad! le F>!rro Centr dem d? S. F'ancisco. .
bem d<) Limoeiro.
ASSO-
car
Algo
dio

8o nma.
Dias Sacoo* Sacci'.
1 a 15 3?67l I3i50
i a 15 6sOo; :o
1 a 1! 175 4>0
1 a 15 358 lo
1 a i* 398051 iOit)
i l 9 2.55! 1414
' 83546* 48tO
tuptirtncao
ecife.llde Abril de 18115
fara o exterior
Nj vapar Ingle Explore pira Livtr-
].ool. csreirarain :
6. du Mallos I raaos 3,876kilos de borrara
se mngate la e 1,034 dito ele cera ve.> t-l.
N) vapor allemdo Saolas*, para HmD(ir>
o. car (arara :
Borstelcaan C, 1.503 con:aa verd s peta do
31.500 kilos. ,
J. A. Costa Vtanoa, 839 kilos de cer vegetal.
Para LHboa, carrecaram
H. Ciim C, 134 cou'os j.igidos leaaoclo
3,-08 k ion.
M. Lma & u, 401 aac:as com 33,232 lies :\e
ilgodio.
JL. Iranios & cj.. 38i accis com S3,t:2 kilos
de Aiioiii .
C. de g,tiva, EOO saccas can 35.913 L los ce
ac9?5o.
S)T pjrioglez.Euilidei., para N:v. Yorlt,
sea Gar.m :
.. i. i:-.. _..-.a.a;j.
N> vapor nictooal Santelmo, para R'
de Jii:ri-o. caTegaram :
P. i.a'in-i-o &.:., i 0 saccas rom 10.5 Okilo.'
.le jiiolo.
PHral'eloUs, carrertam :
P. Carnero & C, 3 pipas com 1.660 lit:0J ie
lecol.
Para Parana.n), ir.-egiratn :
E. (j. Bjlio A Iraiaj, 100 saceos cera 6 0"0
Kim ne -suea- brauco e 550 anos com 33.00U
ila* 's Jilo id.i ai'j Jo.
j o vapoi uorueueQse >Ucrim, pjra H o
Je lai i o. larrega.'ara :
. H. d. s Saotjs 4 C. 3C0 s.ccas con il.OOD
kilos oe ; Iodo.
J. aa Cjs;a t'e r litros e ol"O0l.
j. G. de Araujo, 50 p.pas com 14.00) litros
de aguaras Ve.
Para jalos, carregaram:
J. balar & C... 1CO0 saceos ccm 60,0)0 kilo
(i* i.rtanr u a-, avalo.
i Nj vapor fraocez ParauiD;. pira R o de
Janeiro, carregou :
F. Cus a 600 barricas rom 36 000 k los de
assncar braoco e 1,10) ditas com 65,00) ditoi.
ae uno mus avalo.
No varo.- allemo Hoaia, para Saatos.
carregaram :
P. Alves & C, 400 saceos com 14 00) kilos
de abocar oranca e 600 duos co c 36.UO0 dita?
de dito mascarada.
C. de buts, 10 wpis e 250 barris con 37,97,1
i't o- de agoarueu e.
Para Rio de JQeiro, carregaram :
F. A. de Olive ra, .0) saceos com 30.003 kilo-
de assucar braao.
Poaioal Se Oliveira. IODO saceos com 61.000
kilos "" assucar braoco.
B. W l.;aaw G., 140 rardos com 24.81o
kilos de algodia.
Nj vapor aemaa Belgraaa, pa-a Santos,
carregaram :
M. S. Maca, SCO saceos com 340 0 kilos d.
assucar D.-anco-
S. Gimares 4 C, .0) 8acc:s com 30.0CO
k los '>e as.-ocar malvado.
E. K-niba k & C. 100 saceos com 6,0)0 kilo?
de assucar brauco e 15U di'.os com 9300 ditos de
dita uafcavado. .J
P. de Obrera Mala, 1,150 acco com 75.COO
Kilos de tsurar braoco, 5 oipa* ccm 2 430 litros
dealcool e lOu barris oom 8.700 ditos de agoar-
deule.
P-ra Rio de Ja*eiro, carrg^rsm :
J- L. Barros, 15,0jO cucos Iracta
C- de Esii'a, Si saccas com 2,83) k los de
slgoaan
M. f. Leite & C ICO -a:cos con 6,000 kilos
de assucar braoco 10) diles com 6,Ojo aitos
de dito maacjvao-..
P. de Oliteira Maii, 10 pipas com 4.9C0 litros
de a Ico.. I.
A. 8. Rapo.o, i barril coto 45 litros de
agurdele.
A. Guimaraes. 500 ra:cos com 30.000 k las
de assucar masca vado.
_. No vapor allemo Salermo, para Siotos,
carr.garam :
P. Caro-ico & C, 10 pinas Com b'.OOJ litros
de ilrxol e 10 Jilas com 5/0) dito', de agur-
dente.
Na vapor iogles Buroleiy, para o Para,
carregaram :
M- M de Oiiveira, 50 pipas com 2',50) liros
de a.uarreote e 5ditas com 2 300 dius de aleool
P. Ciroeiro C, .00 ta ricas cora 13 72j
kilos de assucar braa.o.
L. M. de Araujo, 600 barricas ccm 43,771
kilos de assucar braoco.
Para C^ar, c?rregoo :
C de Estiva, 1 barra cora 180 litro de mel.
Aj patacbo din.muquet J. P, Lisseui,
Dar Uro^uayaoa, carregaram :
P. Carneii-o C, 100 barricas com 57 0)0
ki 0' de assoca- brauco c 100 d.ta-: ora 11.801
d! os de dito mascavsdo.
No uar ingles Cyuvic., pan PcjI.s.
carregaram :
A- I-aio- & C, 1,180 saceos con8*,"00 kilos
de aseacar branca e 125 daos cara 9.345 dito>
de dito maseavaio.,
vj brcga ranclaca Ociavla, para P.la:
de lagoas, carr-coa :
C. e Ocogas, 5 caixas cam 150 litros da a!-
com
de
Jos.
Prlmeira pulilicago
Guilherrnino Jos Martina, jornaleiro, era
Oeolinda Maiia da Rocha; s>ltenos, naluraes
deste Balado e residente na frcgueziu de San-
to Antonio,
Bachiral Virgilio Anlonino de '"arvalho, erii-
pregado publico, residente na Cidails de Ma-
celo, cora Josepha de Sania Cra Oliveira, re-
sidente na freguezia de Afogados, 8illeiris e
naluraes do lisiado de Alagoas.
J. rjrprano Ui^po, rabo do 5 balalhao le
artilharia* com Maria F.lvira do Rosario, sol-
leiros, mluraea do Estado da Baha n residen-
tes na freifiie/ia du Recife.
Carne u Sr. ailminislrador do mere ido de S. Jos, man-
dju langir ao ma por no se prestar a alimen-
lacao pubca 7b' kilos'"/le carne verde, parten-
Cenle a diversos uiarclianlea
l'niao Econmica Rpncfl:*cntc de
Alfogailiis l'Nsa socudide iunecuma hoja
as 7 Doras da noite, a rui Id S Miguel a. ir>
em assembla geral ortmaria. afi n du proce-
der a cleico dos cargos da vi'ce-presidente e
1. secretario, que se achao vagos.
Iluspital redro IIO movimenlo des?e
eslabeleeimento cargo da -anla Casa de stls -
rcordia do Recife no dia 14 Je Abril, foi o se-
guale :
Entraram .... 13
Sabiram..... 3
Existem..... 739
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
les mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, enlrou as 6 1;2 da ma-
nila e labia fts 7 1 2
Or. Malarjuias, entnus 11 da manha esa
Moas 11 14
Dr. Berardo, enlrou s 8 3 4 da manila e sabio
s9.
r. Arnobio Marques enlrou As 1.0 la ma-
nbie sahio s 10 3 4.
i),. Lopes Peiroa, entrou s 10 !a raaaha
aaabiaaa 10 3 l.
r. Vieira da toaba, enlrou s 9 da ma-
bs e sah:o s 9 1/2
Dr. Octavio Frutas, entreu s 9 3 1 da rninlii
e sahiu s 10 1/2.
I.1 Ajuliiutt do phannaceutico, enlrou s
8 1/2 '!a maub e sabio 3 da tarde.
2.* Ajudante do pharinaCeutico enlrou
8 da m infla e sahio s 3 da tal le.
Assistenle, entrou s 0 da| manha c sahio
s 7
Telegramna* rftt dos -Aehara-se re-
tiifos no l'elegraplto Niciooal osseguuiles des-
pachos :
'o Itio pan Guimares.
De Theresina para Eneas N.gueira.
De Caruar para Mano> I Thenorio.
De Sauos para Manoel Gregorio Oliveira
Cosa.
umc.fo^ a m\m
Alguma ca ma durante odia.
Vaiucidade media do vento 2,"1(5 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,33
toletim do Porto
Pra-mar ou Dias Hora Altura
baixa-:nar
II. :.. 14 de Abril 8 h. 15 m. da m, 2-15
1>. M. de 2 n. 25 in. da t- 0 00
Casa de DetenyAo Movlmentos d.s
presos (ti Casa de Delaucao do IXecife, E=ta/o
1 de Pernambuco, -em 11 de Abril de 18)5 :
Exisiiam
t-niiaram.
Saliiram .
Existem .
A sabor:
Naclonaet.
Malherea .
tstrangeii'os
Muliier. .
Total .
ArraQoad08
Bous .
oentes .
Lomras. .
Loiicas. .
472
2
2
*4?2
43)
0
27
0
472
423
401
19
2
0
42)
i. Baiiar C, 30 canas cara 69) kilo; de
sanio.
J. S. Se'.xai, 80;axis c m 1,769 kilw de
jabaj.
N) cter J.gmrary. ja-i rtital, ca-re-
t'rif :
P. Caroeiro & C, 5 saceos con 300 ki os de
a?sacar b aa;o.
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOmES DAS JJiBCADORIA NACIONAEi SBITAS
OlBlvITOS DS BlPaaTAGAO
Ssmana de lo a 10 de Abril de 1895
isa
490
453
ti
120
3(3
112
360
130
14900
4g08rleuie, oi.ciC' iitt1-'-*-.
Dua re caona, litro..............
Dia destilada ou aiccol..........
Algoij e rsm', Btlefi...........
Arrot cora casca, im.............
Aisocar b.-ancc.icrm.............
Bao mascavdc dem.............
Dua enado idem...............
B.-kob di raamoaa, idsra.........
Borracha de Vite maogabeira, dem.
Oicio, dem................ 900
CilOim. aem................. l O.i
l)iuts:*iBa oti resiolo, id.em------. liO)
Dito ujjJo, idsra................. 2.00
Oiij'rdiario, dem.............. l.00
Sera-ote de camaina, o kilo....... 47
Sao&'j. kilo...................... 360
Sec-o em raa.a,'kilo ........ 665
Tataiub'i tuaaeira, k la ........ .
l'aboaa de anartilo, ou ........... 160*090
Ora em velas,kile................. lO(K)
Una vegetal em DrulJ, ano....... 181*000
marojos oo semeole deaiguc, dem 033
Carrapaleira iseraente;............
Carnauba idem................... <*9'J)
Carvoue paira, toaeaia ......... 40,000
Coaros seceos espichados, ,kiiog....
Ditos ditos silgados. dem.........
iios verdes, dem.............. 486
Courioho om..................... t'50
Cocos em casca, ceoto........... 9*000
Fannha e mandioca, Uito.......... 100
Grasa seb-a, tttlog.............
Geoeora, turo.....................
laboraooj (fala). dem...........
M.-mjs ae sola, valor nominal...... 65JJ
Jtlel de tanqoe oo melac?. litro...... W
ililho kiiogr...................... 130
Pelles de cabra era cabello, valor
do ceuio...................... 240*
dem de caroeiro em cabello, valor do
ceoio ......................... 110*
Rendtmeiitos publleof
Mea e Abril de 1895
Alfandega
Total.....
Movimenlo da enfermara :
Tiveram alta :
Joo Pereira da Silva.
Agttalinho Ferreirade Araujo Linharos.
Amonio Pedro de Oliveira.
Vamsngelros Cliogndos do sul no vapor
ingle/. Uui n!ey
Dittnto C. i Darreio, Dr. Francisco C. Eme-
renciano, Antonio Josii da Silva, Dr. J. Vnlela
Gnsmao, Dr. Anlomo B. L. Bronco, r. Americo
Bl.vil, Mina de Millo Mu ia de Almeida. Joa-
quim E. Ph.l-i, Dr. Jos Lmz avalcante, An'o- \P'"'"''
nio da Silva Barros, Manoel Bezern, Jos Lv- v s rmoa-atat le
no, Maria J. Lvrlo a torio* Maria Lyrio. Joo
francisco do Jess, Si I vino Jo M. Uomes,
Saludos para o sul no vapor allemo Bel-
gnno:
J .ao l. de Muios J"o F. do Hollandn, Joa-
quim (jonealves Luna, Oabri-l J >.i6 Maria, Ber-
nardo Hoioraio, Joao Alves ^on'uai, Luiz Slrass,
Pedro ouunho, Domingos Monleiro, Alvaro G.
da Co-da e sua sen ora. Dina Tratara!, J. Itossi,
Fortanalo Tormtggini, Tilo G>g ioni, Dr. Anto-
nio da .-ilva l-Vrreira e sua senhora, E luar lo
da Silva Ferreira h 1 lilh", Lisa Rolhberg, U i-
sita Gnu, Dr. Ro lolpho Galvo sua senh >ra e 1
!V* lefentvu
A mensagem qu/ o Exm. Dr. Barbosa Lima
dirigi, agora, ao Congresso Legislatura do Es-
tado, 6 um imprtanle trabullio, que, per si so
seria bastante para dar niel i la exacla de va-
lor moral e inielleclu .1 de S. Exo.
Qjer na forma, quer no fundo, trala-s* do
pro lucio le un cen bro \alenle e de um cora-
ifin grandemenle pairioco e altivo ; da um do-
cunieiilo que allislar aos va looroi que,
frente do Governo deste l.-tado, na suprema
direc^ao do3 leus negocios, houve um boiiiem,
quo soube honrar a trra, que Iba servio de
barco, agrado ninho pelo qual estremece, como
se dedU clirumunle do" Doal da alludida mea*
sagem.
A opposico, composia aclua!ra"tile de ele-
mentos heterogneo?, SnbmeUenda urna cri-
tica pare al e p.iixiniia lulo (fomlo iscreveu
S Etc., tem de iid) comiii n nus ridicu-
los/mostrando semi;e q oe cpix de todas
as coragens e que nao sabe sscu'bar os meios,
para ebegar ao vtnceior.
Sii} no* posstvcl ompan^ar accusaj'io
em to las as sua* mal cabida? censuras. Se-
ria trabalho enfa lonho e de nenlitiin prefailo
para n-. Tainheni nao iremos domar de ac-
co-do com a msica dos violes .. em dispo-
aibilidadf, aproaciladot p- los deleterioft O e?-
' y I o dos jnriialislus-musi-as ttm muite pouco d
ngrailavtl para ri-.
Seremos a eai-i-y.lhi vi, afosada I ii olios, os
infama di a^raitat govern mtnla e tuJo
mais quanio aprouv. r asn raca dr anjotpi-
O irui ia hoja, serto, (airis, os bra-
mniili. .r
E para qu; em, alfa itrum, possamoa enfr-li-
tar, s.rn que o sangs i da rnrgouita nos soba ;i-
fares, asMS aretretsem raizes, 6 preciso que
nao Ihe demos fundos Iclbos no ir. uco...
Apreciemos al^uus provj.l 0 iibeilo
ileffimiiori >.
A q eslio da forja pi i-ca merec-u Kngn
arrnzjadj dos OOSSoS ad ve -sai-, o-". Achara que
lilho, Dedier de Mallos Squeirae 1 criado, Dr.f0 honrada (,, Barbosa Lima dorma descaustdo,
I. sj. Caroeiro da Cunha su i senhora 1 rliho
'confiante as bajenatas oe y a/--o baiaifloer,
Ulll exercilo capuz de late:- e, COI) O da llUs'-
criada-, Henriqui B de 01 veira, Dr. Joo Ba-
ptlSla de Castro R ibello.
Saludos para 0 norte no vapor inglez In-
dian Pnnce :
4 ditos (om camarn r 100 rs. *400
27 i/i coturanaa a B0 rs. 16-'-00
3 caiga coa; galliuhas a 600 rs. 1503
7 raaeaaea com galinnas'a 300 ra. 2* 00
1 cargas com milho verde a 300 rs. *3UO
3 carps con macacbeiras a 300 rs. <9 !*>
2" cargas com'u'.elancia a 300 rs. ti'iO
1 carcas cora loogas a 30 rs. <|J0
I carga cora batatas a 300 n>. 3 0
12 cargas com gerimus a 300 re. 3*6 o
3 carga com bananas a 300 ra. {''
1 cargas com larao.as a 300 rs. ,'.; h
2 carpas cora cebolioho a 300 ra. ""0
6 cargas com diversas a 300 rs. 1*8'0
^2 cargan com tarinha a 200 r. lOOn
>. uuou um milho secco a 200 ra. 2000
i cargas com reijao a aoo rs. 8'H)
62 logares a 200 rs. 121400
46 Soinos a 200 rs. 9;2 0
12 como, com uineiros a 1*000 iilU'M
8 comp. com sen. i-o: a 700 rs. 5*6<)0
10 comp.com fresBura a a, s. 6H'0O
31 comp. com comidas a 70o rs. 2M800
7 comp. com faxendas a 600 rs. 4*0 0
49 comp. com verduras a 300 rs. 14*70n
83 comp. com farioha a 400 rs. 33.200
51 comp. com tainos a 2*000 I02*0btl
Rendimeoto de 1 a 12
306*8 )o
3619*301
3.923*100
Reoda geral
j da 1 a 13
idem ae 15
614:187*753
69:'<0I0>9
Renda do Estado :
Do da i a 13 133:873*992
dem de 15 10:5i2*08
663.388*812
144:3S6*o74
Somma total 827:^74*886
1* sC'.So da Alfandega de Paroambuco, itt
de Abril de 1825
O ebefe da seceso
L. P. Codeceri.
0 thesoureiro
L. M. Rodrigues Viileasa.
REJEBEDORIA DO ESTADO
Oj dia fa 13
idem de 15
Soco na lo'.al
i:Gi3.l
2:307*563
25:622*.07
Pregos do da :
Carne retae de 210 a 1*200 ra. o kilo.
Solos de 930 a 112 .0 i era.
Ca'oeiro de 1*000 a U200 dem.
Kancha de 709 a USO) rs. a coia.
Milho de 60U a 700 rs. a cnia.
Palito e 1*500 a 3/0:0 a cuia.
Sales esperados
Do Rio de J.nei'o
Birca portugaeta Veco da Gima.
De i1 eloia
tusar ooroegu'nse Nina.
Esraaa allem Gesioa.
KCcria italian. sadili-Bima do Rosario.
Lujiar portugus M iiho Vil.
Luttar dia.m-.-qata Aarorae
De Cardilf
Barca oorueguenee Me les.
lia-.'a no'uewue se Trau>atlant:e.
-Uuca inglesa Uriso'.
Harca no.'oeeoeoee Bravo,
lii ca Oomfgoesen Feroaudo.
De Hamourgo
Darca allera Ca'l Boto.
P.Ucho ooroegoeose Elisa.
De Londres
L'Jgar iogle Fanny.
Barca noruegueosc Gyda.
De Terrs Nova
Lugir inglez Aunla.
Lagar losi-z Tyrse.
Lagar inglea Siella.
Cugar inglez Neva..
D) Porto
Logar porlugaez Razool).
Vapore a entrar
Mea de Abril
C'dc do sol, bo|e.
Sola, do f ul, h 'je.
Vllna, do sal, bo;e.
Viile de Montevideo-, da Europa, boje.
( a:eo,a, do sol, beja.
Alagoas, do norle, heje.
gsptrito SiOto. do sai. a 16.
N lo-, da Europa, a 17.
U^ranhas, do norle, a 22.
Bratlt, do ul, a 16.
lEiic, do sol, a 27.
RElirE DAiaAOS
D} da i a 13
dem de 15
Somra? tolil
M 1 C-' Na biteac .Mrla Oi'mpif., para 2. Mi-
guel, carreiiar.m :
Mercado Uanleipal de* Sos*
O mortmento desta mercado no da 13 de Abril
''o o eegointe"
Entrsram :
41 bois pesaudo 7.016 kilos
105 k;ios de pexe a 20 rs.
2 compart. com mariecosa 400 ra.
Vapores a sahir
Mez de Afiril
Snlos e ec, riabOa Adellen, boje, as 4 ti.
sotos e ec, Ro na, h >'<, fti 4 horas.
Santoa e esc., 3,I^rmo. boje, as 3 hess.
w Yj.-H ladian Priocf, boje a 3 horas.
Rio e efe ,S30telajc, boje, 38 4 r.oras.
Rio G do sui e esc.. Steila. boju, s 2 Qoraf.
fl-.maorge e esc, sanios., boje, 3 oras.
S )l, AUj..r, buje, s 4 horar.
Genova e e-c Boaarie, 16. s 12 toras.
B. Ayres e ase, ile, 7, as 2 Doras.
SaninE e esc, Villa de Montevideo. 18, s 4 h.
M.raos e esc. Espirito S.nio, 18, a 4 harar'.
R'o e esc, M ranlio, 22, < 4 oras.
2*1 0 Soi'^a i:pt>n c esc., Eibs, 27, s 12baras.
*20) 'Mdsaos a es:, Brasil, i!, as 4 ur.
6.934*177
1:301*151
8.235*218
sia, o mais poderoso da epecha.
E, en ao, (liante da d :cl.ir.ii,"io otile al de S
Ex*'., nprada em alfarinno, dianle da ropyea
eamagadora das cifra-", a bravx gente da 0| po-
sic o, vera l'ui-r em um cynisia ', que rev. I a,
coin urna audacia, qiie eaosa nojo, qie jii t"
tem i'ienm valor du iuo u>, en
berta do Governadjr do Esta lo, para illulir o<
'oos I
0 quaiiro demjnslr.ilivo da torca publica,
dosde 1835 at h >j Ir.iliaibo O'ganisa-lo era
face de documentos lullicniict?, do' qu^ies a
oppoic) l'*"'. se aui:'-r, inteiro conliecirnrnto,
r.iimue lonsiaindii CcllCCo .le leis proTMiacs
aesfadaaeo, isa prcaa privada -.ra drlnrif de
que o honrado Dr. Birbo-a Lima gjverna p;la
lei, escudado na forp,a moral de ceus actos'
apoiado no grande pedestal da anini&J publica,
da vardadeira opinio publica, aque 11 que se
compOe dos honietis sensato*, ordeiroa e mora-
liaadoa d.'Stc grande Estaiio.
liles, os inimig s da patria pernaabrKana !
aquelles que fazein rotea por se; o paix atirado
aos borroras de urna gu.-rra civil, como acibam
da ronfea.-ar, dizendo, proposla da miras geni
que discutimos, iiua o Dr. Barbosa L'ina.como
iltys inio que sfjadrej o Bol que tombou,
SEM LBMORAR-3B Q'JH aMW'HA ESE
MISMO SOL PODER.V VIH ILLCMIN^R O
NOSSO VASTO E OPULENTO BRAZIL; elles,
finalmente que oo fundos fu-piros pelas.,
ceblas do Egypt fing-.'ni nao co:nprehender
q*e quatro balalhO:s 230 pracis ralea muilo
menos do que um, composto de 2 D); como
livemos ao lempo em que o Sr. Baro de Lu-
cena era presidenle de Pernambuco, o pre
cisava conler os arrancas dos triaunos de cor-
roei e dos en loada i-es de grotescos cantos em lu-
gares sagradis. .
E preciso atlendcr que er5o 110) pravas
jutamenie quando i forja federal fazia, guarda
em todas as rcparlicis estadoaes e deslacava
grossos contingentes para os municipios do In-
terior i
Eduem os amigos da te-dade coma sancu
simplic tas, cora que cosluruao fallar ao publico
que e forja do Sr Dr, Barbosa L'OM, sirc-
pli'tmenle raalerial, puramente physica, re;Ul-
lanle dos batalhcs que o ccrcam l
Proh pudor :
N*3 vamos aponlar aos dtterioi um caso
em que a unidade vale mais do que umitas cen-
tenas. E' quando se traa de ura Barbosa Li-
ma, esse carcter rijo e ir.quobrantavel, essa
hondada nletligenle a sereno em controposi-
jao a cenlenas de demelrlos, mais e martins.
Ahi, trata-se d urna oulra ariihmclica; de
urna acieocia era que penetra em cheio a piulo-
siph'.a, p ra nos dizar qu-' dous martins e dous
demetrios soramado?, s o 'era dar em resullado
zero ....
A quesillo j nao de quanlida.le...
i Sei neste pedazo de taifa arncricana a
mnis marlyrisada de todas as victimas 6
1'nl injuriada de loJas as tleusas. s
Elles nao adrailtem qua se falle em le !
Enlendem que ella desappareccu, desde que
o Dr. Barbosa Lima viu se na dura conliogen-
ca de enzolal-os, por rynicos, inoptos e estu-
pidaracnto exigentes...
Quando, no ser agora esleve a pibresuha,
na phrase de Vivir de Castro, era pleno vijor
neste Estado? t
Seria quando, 13 .fc Dezembro de 1891
correu em borbotos, em frente ao plido do
Seria quando os noranus DA LEI ezpulsaraa
do Superior Tribunal de Ju3tlca, antigo Tribu-
nal da R'jlsjo, quilro dezembargadoras, palo
grande crime da lerem velado pela soltura do
:Vero de hoatem e do brav) democrali de bc-
fe ? :...
Seria quando orna Junta Governalira, froclo
de una trai;o e de urna infamia, recusou se
cumprir urna ordem nbeas corpas, em favor do
infeliz Dr. Jos Maria, sob o ftil prtczlo de
Ofta era OOM SOLUCa.0 IXESI'ERAD. E AJ
TI -PATRIO TICA ? '(Veja-se o Jornal do Refif,
di'10 de Janeiro de 1893 Ridactor-clicfe Mar-
tins Jnior.)
Seria quaido o Sr. Dr. Martina Jnior c m a
foragem*. hoicem >ur simo, e c-hertncii em
lodos os actos de sua vida publica c com os
olhos ne e fascina ihciarava sob sua int -ira rspaaiB.
Dilidade no Jo-nal do Recife de 9 le Ja-i -i-
ro de 1892, que a Relacl titiha txor'nt d> t r.rir-
b.tnndo, revi'.cn o pro^.lo de CREAR EMIlARA-
COS A BENEMRITA JUNTA GOVEIt.V \T!-
\'A ; umea defesa que ''. S. se cu para o acto
vandlico c sem DODK d'aqaella Ju la ; rxaal*
sanio de u.n lugnr sagrado o digaa d>- r acra-
ji'w, quitro mag str.idos qu*, ftnd-ilos -ra \\
clara, terminante, positira e iraaosaii l rl de
SOphlsmaa, linhara votado por aquelhord-ra de
soltura ? ;
Seria quando P:u!a Safrae Ricardo Lima r. m
mettidos na enxovia e Dalla con; irvados, des-
pe i lo da corla ie IVtera-it, que obiiveram de
ura poder coniii'U'itc, do primeiro tribual de
ju-ija do IMad i?!
Sen-i quando Jcs Hara, c icfelix Je i' Ma-
ria, o to especulado J Hara, tem r.ecessi-
dade de oeeoilasa, para nfio ser vxiima da pu-
nhal asaaasino; cu-enc a que dur.ra in a*i e
ijue s veio dcsappareceur, daBfil que asiU-
un'u a? rodeas do goreroo do Estado, o honra-
do e distinti Or. B.rhiza L'rca f! '....
Seria qumio IIOUVK MlITAS MdRrES;
PADLt MvFltA FOI BPARCADO O A A-
DBMICO DOMINGOS 01 FBRIDO; II L'VB
ORDEM D! ASSvSSINAR JOS MAP.IA ; 03
BONDS FOAM ATACADOS, AS SCfHOflAS
DESACATADAS; En MATERIAL IVA PRO-
V1N ,1A DESTRUIDO I !
Siria quando foram assesiadas divarvsa sae-
Iralha iras contra o edifldo !'A Pr.vncia.
e arpera va-se, ca ia inora ralo, a v.,i de f!
N". cerim-nt-' ; wea lena > n. mm U-
aeas d en t, qus o !)I "l'ADIR nao era a Dr.
sa Liaia; s ri, tsiltex, atgaa oa?
so que rasases na mrsmn eartlha...
S.' qu' '' eraos luz r algam Mftfree :
ginajao. iM mui O de BOppor que pude.-.-e:noJ
deelaiar seo n.rai^...
R.'iiiuva,enlSo, nV'ro tianamdlJit n--' E--
tido,a lei esi.r.a ao cambio i -27, quar.c-j rhe-
gou o novo Msalas.
Era ura g verna'or i-leito palo dicta i r, u.
t:i (;;, pelo Congraaao da Baladu l-..
E diiin, no da ntmadiaJO ehegada, c;rio
jornal, que linha redidor ek'f* :
A eacolher do Sr. Dr. Barbosa L:u:a para
{ivtrnadcr se torna digno d,- encomio, daaio
qu'sa tenha em visla a RESI'EITABILIOADE
,co. E O V.\b,R POLTICO da lao CON3 I SM ci-
di Ifio ; e assiflO esse acto r prsenlo ura 6RAH-
DE S'J "CESsO na vida poltica de Pernimbu-
co, porque HA D8 BES o sectorlor S' gura de
grandes elemeros megirio3 ao laf pragraM
material, moral e poltico.
Nao durnn oile das a na de mei ..
E a cansa do rv.mnime t", foi parqueo deu-
dor nao fU|ipnrlou cibresto. d albino mirt,%
oppoz-se i que os lumens DA LEI, pr-.text)
de uma inaiiiftttH'o, esfi in.-s.-m o Sr. *TM :CO
Ierres.
G%linuareraos sebre a menagam .
Justus.
Ao nn"i de Pes'iitimlfuco
Nos accendedires da illuminacSo a
^az desta cidade da qual muijo Iwm
conhecida o faz parte della o m.smo
"overno ; vamos respeito-amente padir
ao Exm. Sr Dr. Questor garantas aoa
aossos t dos a sahir alta noite pura fazer os cen-
imentjs e apagamentos mas n&o crn-
:e/npla os subdelegados que ainda mesino
encoctranos com os instrumentas do
trabalho logo rnanda-nos errer, quando
.iizemos que somos accendedores elle diz
qua no conhece, aina-.ca logo com a
cadeia. como a Esira procedeu o subdele-
gado da freguezia da Boa-Vista na Boato
de 13 para 14 com o atendedor d.o q;:ar-
te-ro n. 88 letra I, qaaudo a^iijju o
pagamento pelas 12 horas da noite rnan-
dou correr, quando elli dissa que era
accendedor mandou logo as crdenancas
conduzil-o para a cadeia, foi lempo que
outro accendor do quarteiro n. 8') lata
J, veio chegando a mesma aotoriJada
mandou oorrel-3, enlSo dia e a aataaa
que por hquella vez dispensava, raaa
ouifa nao dipins*va, que era necessr.rio
e:.to os accendedores ser reconhecido ou
pela chefatura ou por meio de chapa com
bonet e fardamento, e:n vista dista pedi-
mos estas exclutes ao Exra. Sr. Dr.
auestor pira dar aa ordens ao n:sso
gerente para noa tornecer chapa e
bonet e fardamento, a gosto daa ice:inaa
autoridades e que por ellas mesmo acjnm
garatidos.
Protesto

Constando-nos que alguns herd.lros
da propriedade Graat, onde se acha
edificado o Engenho do mesmo r.o.-ne
no municipio de Canhotinho deste Es-
tado, tem contractado vender o referi-
do Engenho descriminando limites, e,
que os compradores assim pretender
hypotheca'-, no banco de Crdito Real
de Pernambuco, nos na qualidade de
herdeiros que somos da mesina pro
pr edade protestamos contra qualquor
venda ou hypotheca que queiram fazer,
visto ser a mesma em commum.
Em tempo faremos valor nostoi di-
reitos.
Recife, 15 de Abril de 189S.
Manoel Rodrigues


>.
Governo, o sangue Je pernambucanos icoffen-1 Z"'', "r'?"et L\
_ Manod Antonio ie Oliveira M I


i T
!J
inri i d aH
rn as mulheres pojadas, {as amas
bits e as criarlas das quaea facilita
:heOQ ao conhecimento a
todcs, macdei p8sar o prf sent,"qae Ma
dentic/o e o cresciment, nao ha nada publicado pela imprensa e effixado no
superior o famado V.ah) de Quina-La- lugtr publico do costumo.
rocha phosphorado i horrado como urna; Dado a pasudo neata oid* recompensa de 16,00) francos e de 7 de Capital do Estado de Pernambooo aoa S
inadalhas de ouro pelo governo f'rancez)
i I
t
1
\

I
I
. Mr

Joaquim d'Almeida Cosa e sua mulhor,
ter.do rtcebido a infausta noticia do 'alloc-
nicnlo, om Lamego, do sua querida ino e
SOgra, D Mara Emilia do Moura Almeida,
convidara a pessoas do suas amizade o da
lii ida, para assistirom as missas quu man-
da n celebrar na igreja da Madre do Deus,
s 8 horas da mnnha de qunta-foira, 17 do
c^r ente ; antecipando desde j s pessoas
quu assistirom profundo reconheciinonto.
mediccs sio unnimes em reconhe-
cera eficacia das Pdr las de ether do
Dr. Ciean para comb ter as tonteras,
en vertigens, as caimbras do estomago,
as indigestoes, os vmitos nervozos, os
espnsm sea maior parte das perturba-
seis nervosas. Esse medicaxento foi
recommendado mui especialmente pelo
professor. Trousseau em seu tratado de
therapeutica.
Collt-jio Santa Cruz
Cursa primario o de prepara-
torios
75Ra d Hospicio75
Contina sob a direceo dos abaixo as-
siguados este estabelecimento de educa-
9S0 e instrueco primaria e secundaria,
p.ira o sexo masculino, cujas aulas acharo
se abertts desde o dH 16 de Janeiro.
Receta alumnos internos, meios pen-
sionistas e externos.
Informac3es e estatutos stro dados no
coltegio.
Ra do H'jspic.o n. 75
Os directores:
Joaquim Agripino de Uetidocca S.tnSes
Antonio da Silva Guimaraes.
Industria \acioanl
:: O Sr. Antonio Martiniano Veras,
Eharmaceutico, actualmente em Pernnm-
uco, mimcseou-no8 com urna garrafa do
Cognac Brazilciro, preparado cora todo o
esmero >or aauelle laborioso cavalheiro
O Cognac Brasilciro possug sabor ex-
cellente sendo igua. aoa methores simila-
res estrangeiros
O preparado do Sr. Veras ob eve a
maior acceitacSo no Recife, onde a im-
prensa noticiando este n vo producto na
cional xterna os mais lisongeirou concei-
tos.
Agradecemos a fi eza do offerecimen-
to.
Do Federalista, n. 10 do
Garrafa
Duxia
Na fab ica a dinheirt por
reinet e-sa urna duzia do c
das do mee deAbril de 1895.
Eu Goitavo Alberto de Britto, esorivSo
o escrev.
FrncCo Altio- Coi rea do Aranjo-
Alfaodfg
Terrena de m arlaba
D. ordera do lio. Sr. Dr. Inspector i.egta rr-
iurticio, t-ndo a omo.israa da devocaa de S.
JuSj B'iin; d-j X- d.stricta de 8. Jos desu
cidide lejuaido p>r .foraraento o u terreno de
martoCI sio ft roa 89 (4ilg ImpeMtl) com 182
palmos de Oote, no siiobameolo da u.e3roi ra
Ij penal e 38i pslxos da fonJo, e qoe tic* ca
mirada da Cboga, cbartado a coaparece-
, eesj repariijao equelle qne e julgar prejodi-
ado, 0cn de pro\a- dect-o do p-aio dn finta
uk. o qoe lo: a bea de seo d.rei o, Ando o re
r. ri-o prtio necboma reclamacao eera aceita
p ir ets- repaMi i.
3* eres> "a Alladegi de Peratmbaco, 28 de
Marco flt 185.
O ebefe
(3!ta V^lterioo Percira.
3. Directora da Se-
cretaria da Indus-
tria
EDITAL
Para conhecincnto d">s
ioteres-ado?, faQO public
que oesti Repariijao acei-
tm- e menores de 13 a 19
aono3 de idade que des j i
rem spienier piiura de
ca;-a;-
Recife, 15 de Abril
189^
Jos Joaquim
Saldaoha Jnior,
Rodrigues
'-)
E-r

th) l it 11^)
Trocando...
No:avel coincidenva!
Veja o publico, so um facto coi.c'dc,
cu vio eom o outro!
Apachamos, hontim, casualmente, por
uta feliz acaso, um numero milito moder-
no d'aOPi, orgo do deleterismo per-
nambucano na Capital Federal, e nelle
encont-ames a seguinte anedocta :
aula de pedante logia:. Meus benho-
re, a critica sensata urna operac&o
int-iiiil semolhante ao trabalho de d -
gestilo. S se faz com r<;ro30, tem os
scus periodos e o seu momento cri-
tico.
P r cxcmplo, leio os JDrnaes do dia,
c di "'"O os artigos, que circulam na.'
circuinvoluc;oe3 de meu cerebro, enno
c o bolo alimenta no meu intestino...
< So lia s'guntc... exponho ao pi..-
buco ( o moraeuto critico) as oinhas
ideas
Deus nos perdoe !...
Em quem haviamos n- de encaixaro
momento critico 1 !
Par>ce que estamos ouvindo urna gri-
ta:ia (norme de vozes, applaudiudo a
lembrua do Bellar.. ino Cmeiro, eu
talliar a carapu9a \ no...
Mas n's ni'> acreditamoa. que o fizessse
propositalmente.
A verdade que, depois das dueluis
glaciacs, apistonadae- com aUvanta ft pa
iriotis:no, a maledic;ncia, a terrivel v-
bora sedal, dir que a a pedrada ji
fenr o emulo de Victo- Hugo, o pur
saugDr...
Mas porque nao liavemos de at rar do
papel o nome por extenso, do dono da
ancdota do Sr B-dUnnino Carneiro ? 1
J rtcu-mos duas vezes, meu nobre,
leitor. E' que na> queremia nem
leveoiendtr a urna,tibilidada de certis
suroida;ies htterar as e scientificas, dizen-
do verdades ao sol.
Tiru quem quiser suas con equea-
cias.
Estivemoa hontem as immediacSps
d'A trovincia e notamos, aqui e ai,
niguns gruoos de dtlctcrios, d.scutindo os
assunptos da dia.
J nio fallam mais no infeliz Dr. Jas
Mara.
|i morto, rei posto.
Agora, o Jos Mananno quem d o
sir.t" c a senha.
astaram o chdio todo, de uraa vez, &,
vCr, as bicltas pegavam; e, agora, j
igmMS... decrocrdlo.
T bin ja nao .hes falta dizerem mais
nada .
Um delles, tahez o das duchas gla-
ciaes, ebegoa 4 J-. clarar pala imprensa,
que o Ilustre mor;o era quetn lhe fasta
:al.r...
E, a proposito, que fita levou o M.ra-
be*.u que evadise no quartel do 14
b. talhao de linha "
Faavamos em Cinco Ponta?, por en-
gao .
Ot.de para o Becvenuto Cellini ? !
Nem mala um palavrinha doce tiveraos
do g- ul; Luiz yipol-j !
Ero que mundo, em que estrella tu
< te sondea, embu? do nos Cos i ?
:i, em breve, NA RA, nem por x-
teosc, nos ineditrtiaes, temos tido o pra-
Mrdcenfr niar o galante cidadSo, que
fugii p'rH cair nos bracos da lis
torit....
^ApplicamoB, com percia e lgeireza,
duaa duclias glatiaes eJQ S. S- e com
peza', tivemos de ver o nosso doente dee-
app?:ersr das lut's iomalistas, para as
qua .lhdo,
Stirp viagem
Q-em iaby 1 i
Ser o sentiroeut'> pelo prejuizo resul"
tante do toif grmma pass-id para Lisboa
ao Conselheiro R"sa e Silva ?
Oomecatnos por urna aneydcta e vamos!
acaba por outra.
O tiro dado no alvo... f
Um pbre matuto, residente era munt*
cipio prximo capital, teve de eccoc-
trar-se em certo dia cora ura titular co-
nhacido e d* grande importancia o-
cial.
O encontr foi em c:sa de um terceiro,
ondo forraou-8e jog>, pa a o qual enlen-
deram conveniente convidar tambiin o
nosso Mane' de Soasa, que, valha a ver-
dade, apezar de basta, tinha quatjo vin-
tens no bol-o.
"Sofrigir dos ovos, a degrnQa bal era
em cheio no pubra diat.o, que deixou ficar
a sua fortuna, isto cerca de quatro
centos mil reie.
O caipira nao perdeu a calma, e, sem-j
pre que o companlieiros de joyo, aqnelle
Maranhao.
^500
25^000
este preco
gaac para
qaalquer ponto do Eatado, por caminho
de ferro u maritime, sem despeza.
Pedidos de IU duzias mais > 0/q de
descont.
J consta que o cognac estr*ngtjro est
m Batido vendiio roaia barato- Ha de coe-
'ssa gar ao ponto de nio aer procurado. Tal
a concurrencia do
Cosnac Braz'tleiro
. FH03PHATINA FALIERES. Aimusu dat enancas.
3 LVeoi, 8 oTAtr' do 1583.
I ni:'. 8(8. Sc.tt O B'. \V;8.
T-ftio acn* h-do sos iu^ividuos ata-
carlo re dia'.he itmolaSu de Scott e tem loncado me
'horarem conaderavclmente.
II-. r que Je-q i n P. r ira.
Cin r^io-Medio( peU L'dn de Lisboa.
tDITAES
ASfjndega de Pernau-
buco
EdUal n.
(Prazo de 30 dias) *V T"
*\ Pela Inspectora da Alfandega se faz
aue Ihea haviam agadanliado os magras publico que, no dia 29 do mez vindou--
cobrea, lembravam-lhe ironicaineate o seu ; ro, sero vendidos em hasta publica,
infortunio, elle dizia iodo ch-jio de si : i no Armazem Alfandegado da Compa-
Perdi meu diaheiro, mas estou conten- nhia Pernambucana, seis engtadados,
tissirao, t poruetive a honra de jogar marca quadrado LAC 783, no cen-
com o Sr. Cunselhei:o F
Ttibleau.
Dr. Rosellis.
Felicitacito
A minha muito quer da lia Mara G.
B. Dir-iz, felic t>, des^jando-lhe mil
venturas, pelo dia de boje.
Jasido Diniz.
144 95.
A una Ilustre covalheiro
S nto nao conhecel-o para agradecer-
,,8,lhe pessoalmente a gent.leza da defeza
3tu; fez a minha irm, ensrasndo a um
e-srespeitador da moral publica as nor-
mas da civuisafo.
Recife, 16 de Abril do 18?'5
Ra de Joo do liego.
Ea B R. M. 8.
Partidlo Republicano Federal
O directorio do partido republicano fe-
der 1 do primeiro districto da freguezia(
de Afogados, contar mis a edheso do
ieloitor abaixo escripto.
ocio Codita Carneiro.
Afcgadoe, 10 de Abril de 1895.
Servieo Funerurio ao publico
Sr. Mauoel Goiijalves Agr anda nao
m.) foi pdssivel "er.coutrar certas notas
pn-a poder responder o seu bilhete de
18 de Marco.
Pode o Sr. continuar com suas arnea-
jas e prracas que breve lhe re.-ponderei
minuciosamente.
3 4 93.
Arara.
0 Xarope de Follet o remedio por
p\cellt-ncia contra a dr e a iafomais,
qualjuer qae eeja a causa dellas ; gota,
rheuiuatisrao, enxaqueca, nevralgia, can-
ga?o do cerebro, irriacao nervosa, tos se,
aathma, bronchUe, grippe, etc.
O Xarop de Follet provoca um sora-
no profundo anlogo ao somn 1 normal ;
com o seu emprego n5o se est exi:
a nenhum dos inconvenientes do opio 011
d*morXarDope de Follet a melhor for-
ma de administras&o do chloral ; >ocon.
servaco perfeita e asfim aconselh^do,
nao irrita de nenhum modo o est<>m*g".
(SxtmV.Wo do Kormulaire de Therapeu-
lique.)
tro ns. 90 a 95, descarregados do
vapor inglez Explorer entrado
em 23 de Dezembro de 1803, con-
signados a Brovns & C. e contendo
300 kilos de louca de p de pedra n.
1, e 540 kilos de n. 2; visto nao terem
sido despachados no praso legal por
seus donos ou consignatarios, aos
quaes, =>,'is; fica marcados o prazo de
30 dias para os retiraren!, sob pena
de, reilisada a venda, nao se attender
mais a reclamaco alguma.
Alfandega de Pernambuco 28 de Mar-
co de 1895.
O Inspector,
Alcxandre de Scuza Perdra do Carm
EOITAL
Th eso uro lo Estado
De o dein do Sr. Dr. Directir Geral
f co publico o edital abaixo transcripto
do Gjverno do Es'ado do Rio-Grande do
Norte.
O Dr. Alberto Maranhao, iiectetario
do Governo, etc.
Faz saber que. de ordem do Exm.
Governador do Estado e em obervanna
lei n. 33 de 13 Sotembro de 1893,
fica marcado o prazo de sessenta dias, 1
contar desta data, pa.a serera representa-
das nesta lecretaria as proponas para
extraejo de loteras do Estado.
O contracto a realisar com o proponen-
te que n-elhores vantagens-offerscer ser
feito, nos termos da citada lei pelo prazo
de tres annos, comecando a vigorar da
data do re^oectivo contracto.
Secretaria do Governo do Estado do
Ro-Grande do Norte, 26 de \lar90 de
1895.
Alberto Maranhao.
Est conforme. Secretara do Thesou-
ro do Estado de Pernambuco, 2 de Abril
de 1895.
O chef.',
Marianno A, de Medeiros. Ij, jo "Gomes
O Dr. Francisco A!t 00 Jorrtm a'Arauj
juia de di e'o do comoerci*, nesta
c-p tal do E aio de Per<'>ui)uao ea>
rr.'ude d li tto.
F"9'i rabor eos q'e o sreBSita edital
7irea qio no di t 16 o o-urso e rxer, ao
meto di, no s*U da aad'ec.i-s, te;k
loga?; a r-. uuiS > da oredores da rsass-
fallida de Jlo Ribeiro fie '., para o fin
de oT-so verificados os creditoa. apreciado
o bolaoQO e procedai-se ss deroais deli
incisa lecommeodbdaa ca lei, car.vO,
uara U8f, joovooadoB 03 erederas da dita'
EDITAL
O Dr. Jos Julio Rigaaira Pinto de Sou-
za, juiz de dtreto do 1 districto cri-
minal, presidente da 1* sesso ordina-
ria d jury da cidade do Recife, etc.
Fajo saber a quem intereEsar possa,
que em virtude do art. 29 1* e 2- da
lei estadual n. 15 de 14 de Novembro de
18-l, foram multados os juizes de facto
infia declarados, e com as quantias abai-
xo mencionados, por nao terem compa-
recido referida sesso :
Antonio Tcixeira dos Santos
Jun;or
Antonio Augusto de Araujo
Antonio da Costa Moreira
Augusto Hermenegildo Pe-
dresa
Bel miro Manoel de Oliveira
iVristov&o Gomes Pedrosa
LyJio de Aquino Barbosa
Henrique Jos Burle
Ignacio Pinto dos Santas Cor-
reia
Joo Al ves Piment"!
Joaquim Lopes Machado
Joaquim Martina de Mello
Jos Joaquim de Souza Cor-
re
Jos da Costa Correa
Jos Jfo de Amoriin Jnior
Luiz Bezerra dos Santos Lima
Loureu^o Jntinano de Souza
Dr. Manoel Fcl x Gitiran
Miguel Archanjo de Senna
Santos
3 lustiano de Albuquerque
MaranhSo
Agnello Lopes Pereira
Affonso Ferreira Martins Ri-
beiro
Antonio Lourenco Feij
Antonio Francisco dos San-
ios Jnior
Antonio Macario de M ira
Antonio Mara Marques Fer-
reira Junier
Antonio Francisco da Cruz
Antonio Benjamn Bezerra de
Carvalho
Eduardo Lima
Fernando MagalhSes da Silva
Francisco de Paula &.sta
Gratuliano Patricio de Moura
Caz
Jacob M rtius Coilho Sam-
paio
Joao Fsrreira Biltar
Joo Baptista de Athaydi
J 3o Rodrigues Pitea
Jote Caval-ante de Albuquer-
que
Jo* Pires do Cont
Jos Gomes Correa
Tlioua* Pereira da Silva
Pedro Jos Pinto
rtodolpho Xavier de Souza
Fonseca
Adolpho Teixera L^pes
Adriuno Ferreira Mendea Gui-
marSes
Affonio Ue Herbert
Affonso Jos de Oliveira
Alvaro Ucba Carneiro Leo
Alip o Rosado de Oliveira
Antonio Francisco da Silva
Gaspar
Antonio Luiz da Cunha
Antonio Jos Moreira Gomes
Antonio Jos dd Carvalho
Antonio aar/e Torres
Augusto Francisco dor Res
Carloa Jos de Medeiros J-
nior
Deoclecio Candido Accoly
Ernesto Jos Felippe San-
tiago
da Silva Mon-
teiio
Joaquim Eduardo de Go Joy a
Vascoiicellos
Joaquim Simoes das Mercas
Jos Joaquim Martins da
Cruz
Jos de Castro de Albuquer-
que Maranhao
Juvenal de Souza Amro
Manoel Ferreira Bartholo Ju-
nioi'
Tito dos Passos Almeida
rtutenio Affonso de Oliveira
1303
130-$
1801
1301
1301
1305
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13J/J
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1205
1203
1155
i-^t-*l*^ **.j-
2.-ha
Samico
Antonio Cesar Couceiro de
Mattos
Antonio Gregorio Goncalv^s
Argemiro Mondes da Cunha
Guimaraes
Eugenio Guedes de Araujo
Francisco Domingos da Silva
Guimaraes
Francisco Jos Antunea
Francisco Jos da Silva San-
tos
Guilherme de Souza Pereira
Pinto
Htnrique Florentino da Silva
Santiago
Ildefonso de Freitas Pinhero
Jos Carlos de Noronha
Jos Candido Affonso Moreira
Jos Gomes de Oliveira Pie-
dade
Jos Hermno de Miranda
Jo. de Jess Moreira Sobri-
t.ho
Jos Ribeiro dos Santos
Macario Alves de Araujo
Maximiano da Cunha Tei-
xeira
AffoDso Martins da Silva3
Alfredo Homero de Carvalho
Ernesto Epaminondas Loyola
Francisco Alves do Monte
Francisco Jos dos Santos J-
nior
Francisco Victojino dos Santos
Francisco Jos Rodrigues Praga
Feliciano da Fonseca Gomes
de Araujo
Ignacio Sereno Montero
Joaquim Ferreira Pinto ,
Jiaquim Ernesto da C. Bel
tro
Jos Bernardino de Lima
Jos Bezerra de Menez-?s S
Jos dos Passos Bran 3o
Manoel Octaviano da Manta
Pedro de Alcntara Silveira
Sil vi no Pires de Hollanda Ca-
valcanti
Virgilio Jos da Motta
Alfredo I uiz Gongalves Fer-
reira
Alfreda dos Santos Almeida
Antonio Berardo de Lima
Mondes
Antonio Eduardo Pina
Antonio Francisco Rodrigues
Duarte
Cleodon Augusto de Vascon-
celos Chaves
Frsncisco Correia da Silva
J.io Affonso de Araujo
Joo Francisco de Fontes
Braga
Joaquim Prudencio de Al-
meida
Joaquim Cavalcanti de Albu-
querque Md lo
Jos Rodopiano dos Santos
Manoel Joaquim Pessoa
Manoel Joaquim Carneiro
Montero
Porphirio Mendes Martina
Agnello Affon o Villaya
Antonio Alves Penna
Antonio Gomes de S
Auton'o Joaquim de Souza
Ramiro
Bento Borlio Jos de Souza
Clementno Gome de S
Eneas Jacome de Araujo
Francisco Autonio de Maga-
lhes
Francisco Gaspar de P nho
Francisco Joaquim GoDcalvea
do Cabo
Pranci*coMalchiadns Machado
Jos Francisco Ribeiro de
Britto
Manoel do Nascfcnento Silva
Cavalcanti
Olympio de Souza Galvo
Antonio do Reg Araujo
Caetano Francisco Viraes
Domingos Francisco Ramalho
Kmygdio Pereira de Mello
Jos Candido de Almeiua Lei-
t">
Jote Francisco de Cmara San-
tiago
Joe .laymundo d'Ar..ujo Sal-
danha
Julio Theophilo Pedro do Ro-
sario
Manoel Joaquim Concessino
Abdias Americo Padilha
Alipio Ferreira Aotunes
Antonio Luz de Franca
Antonio Machado Botel::o
AaJ-usto Martins Ribeiro
Evaristo Joaquim de Carva-
lho
Francisco Gomes de Oliveira
S)brinho
Jos Pinto d'Albuquerque
J' ai Dias Alvares do Quinal
Manoel Baptista do Atnaral
M noel Jos Montero Sj-
breira
Francisco de Souza Manta
Jos Teixdira Bastos
Artuur Sodr da Cunha Mot-
ta
Jos Cirios d'Oliveira Reg
Jos de Sjuza Carneiro
Patricio Moreira Dias
Viceute Nery de Magalhes
Amancio Florentino Ferreira
Correa Cezar
/.nanias Jos Coimbra
Antonio G mes da Silva
Antonio Gomes d'Oliveira
Augusto Jos Teixera
Fernando Jos Correia
Florentino Joaquim da Suva
Francisco "Jos"Cabral
Francisco Jos da Costa
Joo Joaquim Ribe ro PesBoa
Jos Guimaraes
Manoel Correia de Araujo^
Alexandre Deocleciano d'Al-
buquerque
Antonio Augusto Moreira
Antonio Herraino de Souza
Antonio Tavares Nogner
Manoel Antonio de Miranda
Leal
Vicente Guilherme da Silva
Bastos
Ulysses Fragoso da Costa F.-
ln.
Antonio Arcoverde de Mello
Argu Barrettode Moura Reg
Arthur Gonjalves Netto
Austriclano d'Arruds Camsra
115^ Conrado da Silva Castro
I Joo Rber> Lopes
* |~* Jos Marques Ferreira
' TenenteJon Joaquim Guima-
r3es
Jos Joaquim da Costa Gui-
dos
1153
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100$
10 8
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903
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55$
55 S
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55 A
55S
555
555
5555
553
55$
503
50$
505
503
503
Rodolpho'd'Albuerque Silv ira
Simplicio Rodrigues Campel-
lo Jnior
25$
251
251
255
25$
255
*25$
19.450*
E que fica marcado o pr zo de 8 das
da data deste, para os mesmos Srs. jui-
zes de facto requererem as suas recusos
perante este Juizo, justificando os moti-
vos de seu nao comparecimento, e que
findo esse prazo o escrivo remetiera ao
Concelho Municipal urna copia do autoe-
mento de imposicao das multas, bem
como, urna outra%o Dr. procurador dos
feitos da f^zenda municipal, fim de pro-
ceder a cobranja executiva, como deter-
mina a supra mencionada lei,o art.
152 I-' e3.* do Regulamento de
23 do Jan'iirode 183.
Recife, 16 de Abril de 1895.
EuManrel Bern rd;no Vieira Cabl-
eante, 2.- escrivo do Jury, o escrevi.
Jos Julio R. Pinto de Souza.
BEfiURACOES
?"-
(]:'ipaBuia
DE *
Triihcs [Jibanes dr Pecifea
Oiinda e Beberbe
S) corjvidaij.' es 8'?. arciotiist
rearre em sssnnbli tersl eMras^iairi?, co
alai da As;ocucao locmercia rara eleger-se
o s-c.etrin d< air-fct t' do Sr. Gtir s ia.io Cesar Cca:iribo, e umbem
traur-se err 3 coavocecao d^ aotvria.lj para
nm3eii3'8> ? debeolO'"
R-cfe, 13 do Abr -Je i835.
B-.ntoU;!alr.at8
Gereuie.
Seguros Martimos
As directoras das
Companhas de Seguros
Indemnisadora, Phenix
Pernambucana, Araphi-
t'ite e Tethys, desta pra-
ca, convencidas como
lg imas das suas con-
generes do Su! da Re-
pblica, conforme circu-
lar recebida, de que os
50$
505
255:
25$
255'
25$
seus interesses sao gra-
vemente comprometti-
dos pelos continuos e
exce^cionaes prejrizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente com destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sul re-
solveai a conla? do dia
10 de Abril prximo, s
efecluar seguros de as-
sucar em saceos para es
portos do referido es-
tado, "livre de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
ment e governo dosin-
teressaabs.
Recife, 30 de Marco
de 1895.
Pela companhia In-
demnizadora,
Joaquim Alves da Fon-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela compnhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz i)upral
M. da Silva Maia.
Pela companhia Am-
phitrite,
Arthur Augusto d'Almei-
da.
Joo Jos d'Amorm.
Pela companhia Te-
thys.
aro de Souza Leao.
Thonaaz Comber.
Juliu C. PaesBarret .





e






i
ibc

PRADO
PflRNAMBUGANO
CoMpanhia Norfh Bretlsh & Mtr
cantil c Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18* 5'
RECETA ANNOAL
De premio contra
Fogo 1.495.418 10* 9
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
>r Projecto de inscripQo
Para a 13.a corrida a realisar-se no
do-
i.
2.
3.
Precios:
ao ter-
Pa-
mingo 1 de Abril de 1895
PAREOPrado Pernamfoncano 1.609 metros. Handoap Animase
de qialqn.jr pais. PKKinos: 300JGOO o primeiro, 60^000 ao at-
gondo e 301000 ao terceiro.
Art. 5- Gipy
IPesoDorotby C0 kilo ; Gaayanaa e Petropoli 54 kilos cada um, RU-
mea u Apo'lo 45 kiloa c.ida un Dourrdilho 40 kilos.
PAREOlaapremsa Pernamibueana 1.550 meirjs. Handoap. Ani-
maos de Pemambuco. pe mos : 3000000 ao primeiro, 60J00O ao
segando e 30|$000 ao tu retiro
Jf*esNababo, 58 kilos, Triompho, Aventareiro, Bismerck 2.* e Feniano 54
kilos oa'!a nm, Picimon, PlutSo e Camors 50 kiloa cada nm a os cie-
rnis 40 kilos cada om.
PAREOSiportautn -1.300 metros. Animaes da Pemambuco. Pre-
mios 2500000 so primeiro, 505000 ao segando e 251000 ao ter-
ceiro .
Art. 5 Nababo, Triompbo, Aventoreiro, Biimarck2.', Feniano, Piramos
Plot o a Camors.
4.- PREO Ordena 1.100 metros. Amasaos de Pernambaeo.
25001)00 ao primeiro, 500000 c segando e 2590C0
ceiro.
Art. ft. O3 co pareo Sportmen a mais Tudo- Priylompe, Ida, Fnrioao,
In-c"1, B-.j -flor 2.*, Hirondelle, Fama,a 2.a e Taroo 2*.
PAREO Progresa 1.050 metrosAnimaes de Pernambuco. pre
Mos : 250S0OO ao prirneir>, 50JC0O ao segando e 250CCO ao ter-
ceiro .
Art. 5.aOa co par30 Ordem e icais Qallioieto, Mascte, Gallet, Irmo do
Malaio, Pav.chonly, Mendigo e Conquistador.
PAREO Esllorulo 1.000 metros = Animaes de Pernambaeo. Pre-
mios : 250^000 so primeiro, 53000o ao segando e 250000 ao ter-
ceiro .
Art. 5.a*}s do pireo Progrosso > mais Pbariseu, Be!orv, Viogador, TVis-
pher, Pigmeo, Ally Stoper, Tenor 2.a, Bausa, Berlim, Maority e
Ybo.
PAREO Aulnanpo 9C0 metros. Animaes da Parnaubaco. pbk-
hhk : 2500000 ao primeiro, J5O0OOO ao segando e 250000 ao ter-
ceiro .
Art. 5.aOa do pareo Estimulo e mais Cingo, Baralho, Luo.fr, Garimpeiro,
Dubl o, SansSouci, Hoguot, Abyamo, Tiberio, Maiange, Teimoco e
Vingaoga.
PAREO Inicio 800 metrrs. = Animaes de Pernambaeo. premios :
2O0OOO ao primeiro, 5C0OOO ao segando e 25*000 ao ter
ceiro.
Art. 5.a-Os do ptreo AninucSo e mais Petropolis 2.a, Viva, Dictador,
Piano, Enireb, Pruaaiano, Mooro, Talissier, Gdud-Moroing 2', Tirao-
neiro e Pirata.
4
6.
7.
8.
bsi&rva{ow
Necham pareo aera considerado realisado sem que se isscrevam pelo menos
4 animaes de 3 proprietarhs differentea o nanhom dos parejs contar victoria.
O propriei.ario que inicrever os sena acirate 1 para esta corrida, ter di-
reito a nm bilbete tumerudo, por sninul que eserever, qne dar direito a brinde
ezpoa 5F0, a inseripy&o e a razSo de 10 por cunto.
A inacripc/So enoerrar-se-ha terga-feira 16 do correnta 1 6 lj2 horas
da tarde na Secretaria de Prado, roa da Inaperatrii n. 26, 1.a andar.*
Secretaria co Prado Pernambacano, 9 de Abril de 1835.
Servindo de Secretario,
C< de Abreu.
2.488.193. 12* 11"
N; B.A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transnc$6es fei-
\as pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & 0.
Compnnliia de Serviceii Mari-
timo. ena Pernambmco
A directora da Companbia do Servic s
Martimos de Pernambuco declara para
sciencia dos iuteressados, que presentes
os membros do Conselho Fiscal e obser-
vadas as precisas formalidades foram
hoje sorteadas as obrigasOes preferenciaes
odebentures) ns. 106, 141, 341, 433,
452, 524,646, 585, 663, 774, 079, 1109,
1307, 1616, 1791, 1?62, 1879, 2199,
2230, 2234, 2365, 2479, 2494, 2688,
2830, 2878, 28S4, 2990, 3023, 3078,
3169, 3263, 3>87, 3356, 3414, 3431,
3482, 3606, 3664, 3993, prefazendo o
camero de quareata (40) que ansim tem
de ser resgatadas no dia 1 de Abril pr-
ximo, nao vencendo juros d'abi em diante.
Recife, 21 de Marco de 1895.
Francisco efAssis Lardoso.
Director secretario.
Companhia Manufaetora
de Phosphoros
SSo convidados os Srs. accionistas a
realisarem dentro de 30 dias, a contar
da presente data, a decima entrada de
suas prestasoes, r- zSo de 5 / do ca-
pital subscripto ou 108000 per acco, em
mi do thesoureiro, ra da Madre de
Deus n. 18.
Recife, 19 de Marco de 1895.
O director-thesoureiro,
J. Pires Goncalves da Silva.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NOI\TUVA\N
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
etreta animal :
De premios contra fogo
De premios sobre vidas a
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &1
Companhia Pernambncana de
Naw-gofS.!)
PORTOS DO NORTE
Cear, Carnocim, Amarra-
cao e Para
PAQUETE
" Rio Formozo
Commandante David
Segu no din t do cor-
reme 8 4 horas da tarde]
Recebe encomoiendad, passagens e dinheiros
a frete at a 10 boras da manb do dia da par-
tida.
Cham--3e a attsngSo dos Srs* carregadorea
pira a claosnla 1 dos cocbecimeatos qne a
segotntn :
No caso de naver a1(nma reclamiSo con-
tra a Companbia, por a varia rg perca, eve ser
feila por eacripto ao ageote respectivo no perto
da ''eieargs, dentro de t e das depoia de Boa-
ligada.
Nao precedendo asta orrualldad, a Campa-
obla flea laen'.a ile toda a responsabilldade.
Nao recebe ca'jja para o Para.
ES0RIPTOB1G
Ao Caes da Companbia Pernambnoana
I lili-
PORTOS DO SUL
Directo Saltos
Paquete
Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
Sfgae por estes da?.
Receba carga, encommenas, passagens e di
nbeiro i (rete at a ti horas da manb& do Qie
da partida.
Cbp.ma-fe a a'.tpncSo dos Srs. carreeadores
para a clausula 10* dos coebecimentoa que a
segi.intrt:
1 .>o caso de haver algoma rcclamafio con-
Ira a Coot^aiibla, poravaria oa pe'da, deve ser
felta por esccirito ao asente respectivo do porto
de descarga, eatro de tres das depois de nna-
lisada:
Nao p-ecedendo esta formalidade, a Compa-
obia ca Iseota de ida a reapooaabilidaoe. *
E3CRIPT .>RIO
Ao Cae da Comnanhia Pernambucana
n.12
8.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
Insaranee Comparay de Li-
verpool
CAPITAL tOO,000
Assm--?:sLSASi se.
LAWiO DA COMPANIHA N.6
SEGURO CONTRA FOGO



II


louai
Pede-se aos Senho-
res consnmmidojres
7ue queirara fazer
-malquev communica-
gao ou recltamajo, se-
aesta feitwio escrip-
torio desta empreza
ra do Iraperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
qu<3 queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, HermiQo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
r% ^v>moi70 '1 <-t.'
U C 5 IU C/Ui iv.ui. V.^ ? C*
rao ser passados era
talgo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algu:n.
Samuel Jones.
Gerente.
Directora das Obras da
Faculdade de Direito
do Recife.
De ordem do Sr, En?enbeiro Director
daa Ocraa, foco publico qae al o dia 20
do cor rente no eacriptorio das meiacs
ibrs, roa do Hospicio se recebar pro-
postas para o f jrmcimento dos seguintes
materi*ea.
Pedra britada (gri tn) teado a~> m-
ximo q",05 de cada lado.
Pedra (g>-sDtc) de nannos diversos
para paredes.
As propoBtas deverSo ser apresentadas
em carta fechada, e o pre;o ser dado
por andalo qae no presenta osao c
metro cabi;o.
As demais informac^eB serSo ministra
das aos concurrentes oeste Escriptorio.
Escriptorir das Obras da Faculdade de
Direito do Recif j, 10 de Abril de 1895.
O eacriptumrio,
Antunis Marcellus.
letrada de Ferro de Ribelrtto
a Bonito
Acbam-se no escriptorio ra Primei-
jo de Margo n. 19, a dispos-cSo dos Srs.
cionistaa d'esta Empreza, na forma da
le as c pias do Balanco, tranaferencia
de cctes e lisia dos accionistas.
tecif,2 de Abril de 1895.
Manoel Carneiro da Cunlta.
Becrotar "
Caxang
[le ordem do presidente da commisaSo en-
carregada da admintstrac&o do p.trimoTio da
capella de Sao Francisco de Paula, em Caxan-
g, coovido pelo pre?eote edlial lodosos pos-
suido'es de terrinos foreiros a referida capella,
a dentro do p-aso de 60 dias, 'a cootar da data
do p*eseo(e ediial, apreeotarem seno litles
de foro, oa legitimaren a ana posse, peran'e a
-especiiva commlssSo.
Caxang, 25 de Marco de 195.
O secretario
Tbomax Lina Caldas Pilbo
SECIUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Comiianhia PLienix Pernambia-
*etnna
UA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
COMPANHIATETaYS DE SEGUROS
M'tllTMOS E TERRESTSES
Ma BO VIQA.HIO M. 1, 1." ANDA.1
Directo re*
Bario V Soaza Lefio
Tbomax Comlier.
Julio Coaiir raj Barretto.
Thesouro do Estado
De ordem do Sr. Dr. director geral e em
virlode do decreto do Exm. Sr. Dr. overea 100
do Estado, de 26 de Fevereiro cltimo, convide
os pcstnidores das apolices ao pot.dor. e de
joros de 5 0/o, emitidas de accerdo cot o dk-
poto oa le o. 1810, de 27 de Joono de 1884, a
v r-m r^sgatal-aa dentro do pr?o de 'nota
d'a, Meando ce loa de qoe excedido o mermo
prato, nao vencero mais jaros ditas spolicts.
Secretaria -> Tbesooro do Etlado de PerLam-
baco, em 9 de Abril de 1895.
O che fe
Marlanno A. de Medelros.
Gompanhia Centro
Commercial
3a chamada de capital
Sao convidados os Srs. aecioDistas a faterem
a 3* entrada de 10 */ sCl-,re capUI subscripto
dentro do praio de 30 dias, a contar deata data
no Banco de Pernambaeo.
Macelo, S6 ele Marfi de 1895.
O directores
Tlborclo Alves Carvalbo.
Boaveniora Amorim, I
Ped/-o deAlmeida.
Companhia de servicos Mar-]
tinaos de Pernambuco
Da ordem da directora fago publico que,
'esta dala em diante, correr por coca das
companhias, agentes ou consignatarios d va-
pores o exces?o da despeza com o pessoal das
alvarengas que traballiar ncute as descargas
de vapores, no lamaro.
Recife, 1 de Abril de 1895.
Franaseo de Assit Carioso,
Director secretario.
Devoc,ao e S. Joo Bapti ot
do 2o diPtricto de S. Jos
A commissor*o conseibo de.ta devocSo eodo
de assentar a primeira pedra do templo e hos-
pital para o tra'amenio dos irmSo* desta inatl.
tu'c4o, no dia 5 de Malo, pede a todos os devo-
tos a carnosa coidja pera tao aospicio-o
ti33, atleoaendo qae eta religiosa devoco
para lear tff-ito eia inspirado r3> lem
pj-pa,io seos pxfjrrti e eacriti ios. e oniaca
ns cari 'ade reiiKioca 00a iievoto9, crete^ a
recompensa dae sbx lio* qae presta rom para a
cocstrnccSo de nm tea pa sagrario, espera qoe
lb> difotna- a vossa pbilaot'oiia.
Recife, rt> de Abril oe t.895.
Fabio aa C-sla rVre|-n de Farlas.
Praoci co Ajfcu.-t. de Miranda.
jj: Onofre dos Res Miriobo.
CHARGKDKS REUNS
Companhia Franceza
DE
IVaTeg*cSo a vapor
Licha regular entro o Havre, Lisboa,
Pernambaeo, Babia, Rio de Janeiro
e 3aotos.
OyAPOR
Ville de Slontevido
C^mroaadante Lois
E' esperado da
Europa at o dja
do cor rente, e
seguir depots da
oece.sarla demo-
ra para
Maceiof Babia, Rio He Janei-
ro e Santos
ftoga-se aoa Srs. Importadores de car?a peloa
vapore* desta lint.a, qoeiram aoreaenlar den-
tro Je 6 dias, a contar do da descarga das al
varengas qnalqaer reclamaco concemente a so-
omei que *!or ventara tenbam seeoido para os
po-'i-s do snl, a.im de se poderem dar a teoipo
as providencias etcessarias.
Expirado o reteriao prato acompannis oo :e
ospjasaDlIiEa por extravos.
. R cebe carga a 'mar rom o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rna do Commercio- 9
PaciOco Sieam Navigalion Coi-
m
STRAITS OF MAOELLAM LINE
Os psqaetas magnficos
Orlsia e Oropela
AEL1CES DOBRAOOS
Primoira viagem a este porto
Orissa
Esperj-se da
Europa at o dia
t* do correte.
legoir depois
da demora do
coptnm para Valparaso com escali por
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
MENSAL,
Medoc
E' esperado da
Europa a' o da
9 do correte,
segoindo de.puis
da demora necee*
sarta para
Baha, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres.
Entrar co porto
Previne-sp aindaaos Srs. recebedores de mcr
cadorias qae c se attender a reclamac0e3 por
ial'as, o,ue forem recochecida na cccaaio da
descarga dos volumea; e que dentro do 48 bo'
as a contar do dia da descarga das alvarengas-
devero faxer qualqoe" rcclamaco concernen-
te a volumes que porventnra tecam segnido
para os portos do sol, afim de serem dadas a
lampo as providencias necessarlas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se presenta
.em na vespera da chegada do vapor para toma
rem as suas passagens.
Para carga, pas?agen?,encommendasedinbei.
rj a frete tratar cem os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TORRES42
I.* andar
Agente Silveira
LEILAO
Do engenho Boa-Es-
peranza
Sexta-feira, 26 do corrente
Ao meio da
So arinazen n. 41 da rna 15S
de Vovemfom
O agenta cima, por alvar do Exrr. Sr. Dr.
joiz de direito do clvel e com a soa assis'f neis,
a requerimiento de D. Jolia /yes de Aimeida
Freitas. in'enlarlante dos beos deixados pelo
finado Dr. Joaquim Ayras de Aimeida Freitas,
levar a leilo o eogeobo Boa-Eperacga, per-
lencente so espolio do mesm-i fluade, e toado
oa comarca de Pauella? de Miranda, o eogeobo
noeote com ngna, cnpeiro, com mof odas de
ferro, casa de telbas, asse tameato constante
de seis iscbas, grande numero de farsas de
madeira, dons ca>xOes para deposito, ae0.biqae
de coore com deposilo e sena prrtencea, em casa
de telrias, casa de vivenda de tljollo e lalpi. co-
bi.rta de telbas, sendo qae 1 soa demarciclo
constante da escipiora de compra e termo judi-
cial, est em mo e poder do mesmo ageato
para que oa licitantes posm conheer, e mata
circo cava.los novos ; fluiilc;ente que o tngenbo
vendido com a na aioda cao coltiida e a
vindoora ji fdodada, respeitsndo-ss es direilcs
dos (agradares.
Os preieDdentes podem precrjrar o mesmo
agente na -ua Duque de Caxiae d. 41, 1* andar.

AVISOS DIVERSOS
Preclsa-se de orna eopelra; trata-se no
Arseoal de Manoha rom o por eiro.
Preciiia-se alegar meiade d- oaa casa part
ja 1 iiia compoi ta de tres seobora?, p qoe Sf ja c-
frepneiia ele S. Jos, tratar: na roa te >jto
nio Henrijae n. 15.
Precisa-!o de om criado qoe sii^a tratar
de vaccas ; na roa de Lu do Rrgo o. 4, Santo
Amaro.
Precisa-se de ttu boa cosiabeira e ama para andar com franjas e cnais ss'-icos
de casa de familia ; (,o Cojioho jvo n. 23.
frecisa-se de om cixeiro quj fl ion de
.-oa con"uc.ta ; a tratar co pateo co Paraso nu-
mero 12.
Precisa-se de om (adero qne lecha pra'. ea
de padarta ; a tratar na roa da Impe-airis no-
me-o 41.
Mobilia
Vende-8e ama mobilia do Jacaranda em per-
felto estado, toda enulhada ; ca rea i- Torres
o. 14 pavimento terreo.
Pi^
no
V-ade-seu-o pianj em txce'lm'ss c-.rd'jOes;
na roa da Aleg-ia n. 1.
Taverna
LEILOES
O de lxenlas avanadas ter lugar ca qoar-
ta felrs, t7 do corrente.
Boyal m stiii hkii mmi
O paquete
Nile
Commmandante J. D. Spcooor
E* es aerado da Europa
no dia do correte, st-
ga'ndu a-pi.is da deu-ora
ndispt naavel para a
Babia, Rio de Janeirtv Mon-
tevidea e Buenos Ayres
O paquete
Elbe
Commandante Messervy
E'esperado dot
r orlen do aul uu
- da docorren-
>e, segoindo d
piiis a a demora
indispesavel para
s. Tcente, Llaboa, vigo fltoo
taampion
H. B.-Previne-se aos Srs. recetdores de
mercaduras, qoe a Companhia Mala Real ingl;-
za, conlraotoo rom aGencal Steam Navegattor
Companyom servico da vaoores semanaes qoe
partindd de Bordeaox, Cogaac, tbarer.te, devem
ebegar a Soothampton a lempo de baldearem as
cargas destinadas America do Sal para os va
pores desta companbia.
Esta companbia accelta por precos ratoavela
para Valparaso at Abril, passsageiros com este
psimo por va de Buenos-Ayres e entrada do
Andes.
Tamben) aceita passageiros para New York
e Soutbamptoo, por especial arraojo feito com
Companbta Allemaod Lloyd, podendo demora-
rem-se na Europa caai o desjarem.
ReduooSo ims presos daa paisaaecs
lia Ida e volta
A Listos 1* classe 20 -O
A' Soothampton Ia classe 28 es
Camarotes reservados para oa pasaifreiroi de
Pernamnaco.
Para carga, passagens, encommendas o di-
nbeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irxoos & C
*.3Boa do Boa JessM 3.
Oropesa
E;pera-se d o
sol al o dia de
Malo e aegolr
depois da demora
do costme para
Liverpool com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Estes magnificca vapores scoommod(.c8rs para passageiros.
Para carga, passagens, encommendaa e dintei-
ro a frete trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Io andar
Prince Line of Steamers
James Kuott Xcwcaslle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil
E' esperado te New
>ork at o dia 214 do coi*
'ente e sabir depis de
deaoia mcessaria para
Babia, Rio de Janeiro
e Santos
O VAPOR INGLEZ
Egjptian Prince
Para cargas trata-se com es
Consignatarios
Johnston Pater Sf O.
Ra do Commercio n. 15
Prince Line of Steamers
james Kuott aiew Casllcon-
Tjne
LINHA REGULAS ENTRE GS
Eslados-Lnides e o Irazl
L' esperada do sol al o
dia 91 do correte e sabi-
j depola da demora ne-
cessarta para o
Para e Ncw-York
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para cargas trata-se cem oa
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Boa de Commeroio n. 15
JLeilo
De 2 vaccas toorioas, sendo urna com cria
Quarta-feira 17 do coneote
Em frente ao armazem da roa do Bom Jesu-
0. 43, por occaslo do leflo de Lxendas, tape-
tes e movis.___________________________
Leilio
De fazendas abanadas
Agente Pinto
A't 11 aoros
QuaTta-feira, i 7 do correte
RA DO BOM JESU3 NUMERO 45
Tan comirauaca
Um cavallo manso e peqoeno. sellado, propric
para criaoca.
Leo
De 8 rolos de tapete para forro de calla
Qaarta-feira, 17 do corrente
A't t hora
RA DO BOU JESS N. 45
Agente Pinto
sate Oliveira
Leilo
Da bem (-free-exada mercearia sita rui Ger
vaaio Pires o. 138, constando da armacJo, balan
(a, pesos, medidas, canleiros, grande qoantida
de de gneros em perfeilo estado e mais nteoci
lios, garamindo te a cbave da cjfa ao compra-
dor da armfo.
Quarta-feira, 17 do corrente
A'S 11 HORAS
No estabeleciaeoto cima ana Gervasio
Pires n. 138
O agente Oliveira. legaimeote aotorisado pelo
propietario, levar a leilo a armigo. gneros e
utencilios ixisteotes no referido eatabelecimen
lo, ero um oa mais Lt s, vontade dos Sr.J. li-
citantes ; garanie-se a cbave.
Agente Pinto
LEILAO
De motis, quadros, e.-pelbt?, objectos de elec-
tru-plate. canilelros a gas, om cachimbo
torco,
A SABER :
Um plano forie, 1 cadelra e capa, 1 mobilia
solida com i fo'a. 2 coosolcs, 2 cadelras de bra-
cos e 12 de guarr.i.So, 4 quadros grandes, i es-
plho oval, laucas e cortinados, cadelras de ba-
taneo, tapetes, escarradeiras, candleiro a gas;
cadelras de Jacaranda avnlsas, de brajos e de
gaarnico.
Urna mobilia de pao carga, 1 cadeira com ro-
das e molas para deente. 1 banco grandt, 8
quadros, etagers, 6 adeiras de junco e 11 ditas
de amaieilo.
Urna msa elstica rom 6 lahoas, sendo 2 Bxas,
1 ^uarda-louga envidrscao, 2 apnradores com
armarlos, (obra de Spyler) 2 aparadores tornea-
dos, 24 caaeiraa de juoco, 1 reiogio, t qoarti-
obeira.
Api arelbos para cb e jamar, copos, calles.
garrafas, compoleiras.frocieiras, centros Ca mesa
e moitos outros artigo.
Um loet. 1 lavatorio, 1 commoda de Jacaran-
da, 1 cama frac-cera, nova, 1 gcada-roopa, 2 ca-
bids, 0 cadelras de jonco, 1 marque sao, 2 ditas
para soiteiro, 2 mosquiteros para cama, 2 col-
chas novas sendo t de ceda, 1 cacblmbo torco e
objevqs de.pbaDfr.ila.
Urna*mobilia de fata, branca e cadelras flngfc-
do bamb e moitos ou'ras movis de casa de fa-
milia.
Agente Pinto
Os diarlos de amansa daro o da logar em
qo; deve aer efTictuado dito leilio.
Veale-ee orna taverna altoada em om dos
co lio-i-s urrabaldes des ctdadt.em omito bnm
pObta e mm afreguexad:. p-c r a para qoal-
qaer p r.c- ar:.e por te:- de peqaeoa es'ali : a
iraiar coa Vieira e Silva, roa de t, Francisco
es. 24 e 26._____________________________
A luga-se
A ca;a da ra da Baixa Verde n. 17 ; a l'atar
oa loja -las Estreas, roa Duque de Cias ca-
mero 66, pelo blagoei de 5*100.
Casa no Monteiro
Alaga-se nana eaava no Mon-
teiro conaencananaento de as,
e rom conanaedoa para nnaa fa-
anilla regular : A tratar na rna
i. de Marco < A.
Ama
Na *ua do Aragao n.
30prcisa-se d? urna ama
para lavar e engomm r e
fazer mais serT^o de casa.
PEDREIROS
Para nnaa obra importante
fora desta capital contrartr.e-1
pedreiros, no Caes da llgeo-
-aeilo o. :tO. 1.* andar.
::l:el:::^e:;:o : y.'ND
Ven de-se a lo ja de-
nominada a Favo-
rita, sita ra I..
de Marco (antiga do
Crespa) n. 25.
Quera pretender,
pdedirigir-sc mes-
rna, que encontrar
com quem tratar.
Egonmmadeiras
Precisa-se na roa das
Flores n. 25, tinturara.
Casa na Torre
Aluga-se ama excellecte casa no alio da
Torre, por prego comoiodo ; a trttar na camisa-
ra nacio-al, rna da Imperalrix n S4.
Ama
Precisa to de ama ama para ccsi'.har e cota,
prar, para casa de faxilia ; a tratar ca roa des
Soararapes n. 87._______________________
C9u XlUf *c\
Na rea de Hospicio o. 51, pr. cisa-se de orna
ama para cosiobar-
Preclsa-se de om criado
o. 22, roa dn Bi-m J^^os.
Criado
na botica frareexa
x **>MJ%%\a
Precisa-se de tma ama para ira ar d? cen-
boa ; na ra do Baca Jeseg n. 22.
Madeira
Excellente taboado de anarello, koro e pe
carga, prancrias de slcopira, etc.. precos
10 e 20 0/- de abataemo : ns fabrica de
vais daros de S. Jcao n. 48.


'.






J-
VbWg^
Piarte de Pernambneo -. Terca-teira 16 de Abril de 1995
"i
Fi-anklin I.cJmto Ribeiro
Franco
Jos Ottoni Eiceiro Franco e sua mulher
aradecem do intimo do coracSo,' aquellas
psaos s que ae iignaram a acompanhar a
a i tima morada os rentos mortaes de seu
stunpra pramea 3o pai e BOgro e de novo
convidara aseo parantes e amiges para
atstetirem missa cue mandam rezar na
igreja da Soledade, as 8 horas da manhU
d terc<-feira 16 do corren'e, 7o dia de
seu passamentc, pelo que confessam-se
ptnho ados.
f
Affanao Aire lo Befo Viten*
Candida dos Sanios Vilelia, Joaj RoQoo da
Fonseca e coa familia convldam a todos os pa-
ret es e amicos do finado AOooso Alv^a do Reg
Vikilla aseis'lrea a missa que por altra Ce seo
p-ivso ? eoDhado m.ndam rezar eo malrls de
Ssn'o Anterio, e 8 boras da nacha do da 16
do correle, 1* ac dveresrio de sen passameoto.
Denle j fe coefes-am agradecidos a iodos que
comp rteersT a n'e acto de rclig(So e can-
dulp.
FABUICA E VWDA POB ATACADO t
CSi L. FRERE, A. CHIMPIGNT E C", S"
19, roa Jacob, Parir
Jiaqta da Coat Aranjo e sen amigo Anic-
nio ('a Silva Pontes ronviiam seos amigo; para
as;: r.tirpm as ir.ist.? que mand tn celebrar pelo
trigsima dia do falh-iirr-en o deseo t.- Manuel
Jjs Gomes da Slita, no .-e'co d*PoMog.l. no
conven o a Pecha, p. Us 7 i/1 hora* da uanua
rio nnima-falra 18 'I1 corrrtt-
Clriado
r" e:ifs-se de do criado ; na leja das Estrel-
la? i roa D. q-e de ^a_ii8 n. t6. ____
stabelerimento a venda
Vpprie-M t l>ja CPnomi?a1a A FaTor, iHl
a n aa Marco (anliaa ao Cff-spj) o. J5 ;
qo*ir preVNMfar pi.-* diriglr-ie mesaa, qo?
eori'i trar com qoem tratar.
Ama
P:e:i?a se de ca boa sma para cesinbar
para >iaas pessasa, pag-t-e tom salario ; na roa
o Ercrri d. fS, er.rliiineEtii de acoardeott.
Pre nba ; cerc> km its-se c urna ama com prattri a tratar ca re. da 'toperatris n indar. rfe 7, cosi-ler-
J^DGdCaA.
Pr.-<:i.-a--e di crea ama que feja boa cotir rei-
r e compre : ca toa da lu:ei.>ncii, aoliga do
Ata:Un n. 7.
vu lA,V JU4 Aa
Precte -se de orna aD8 env counbe e pa?se a
ferro a'gBuoa r.,opa hranca, para casa de ama
farxi ii de soas : a tratar na ro da
SlDt.l ClU s. 70.
/ ma
Piiia.e ilH tr.'f- pz'a rostobtr
iratef na roa ca Katrla n. 16.
fNAOHaMaisFebresI'|
AS PEROLAS de SULFATO de QV: UNA, de BROMHYDRATO de
-do *
QUININA, de CHIiORHYDRATO, VALERIANATO de QUININA, etc
*lR riCBTJill co?t^P cada ama dea centgrammaj (dois graos) de Salde Quinina
U uLEIf IAN titmicamente puro, de fabricacSo franceza e preparados por
un processo approvado pela Academia de Medicina de Parix. Debaizo de um
envolucro gelatinoso, delgado, transparente e mu fcil de digerir, a Quinina te con-
terna infinitamente tem alteracSo, e te engole em deixar o menor amargor na bocea.
Cada frasco couteui trinta perols equivalaado a tres grammas de Sal de Quinina.
C^Cfeu.
Cada Tldro tem a marca i
e em cada Perola cstao
impressas as palavras
erfan, Parts. t> KtaSx
Vtndt-H t nrtjo em qaul todt 11 Phrmiolt$.
*
*
*
*
******************** *** ******************
Agua Melisa t. Carmelitas
TJnico Buccessor dos Carmelitas
TA.HS5 14, Ra de VAhbaye, 14 I^JRI
CONTRA
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestoe
Febre ama.'ella, etc.
er o protp^clo o Qutl vi/ enrohido
ctdt Yldro.
DeT*-ae exigir o latrelro branoc
e preto, em todos oa vldrea,
e|a qual tfir o tamanho.
naroanos cu todis a ni'.aimi
o VtUvtrso
Desconfia-r
DAS
falaifirariirs
e exigir a Assignatara
de
JAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desoretsms do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a aude das constltticoes delicadas, e sio d'um valor incrivel para todas as eifcrmidades pecnliares
ao iczo frminino em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para pesooas de datle avaocada
a sua eficacia e incontest?.vel.
Es*** medicinas-s&o prcparadas'smentd no Estabelecimcro do Prof*or Hci.utwat,
73, HEW 02F0ED STBEET (antes 533, Oxford Street), LOJDEES,
E vendemie em codas as pbajmacias do universo.
O* compradores s&o convidados re&pettosamcnte a examinar os rtulos de cad* ca xa c Pote se naW toem a dinesao,
533. Oxford Siree*, sao iaisificaQoes.
Llotnoiado pt't iHtptotoria de Hyia',e do Imperio to Bruil.
CAPSULAS be SNDALO CITRIN.
ci Savaresse
Preparadlo ajguma e mala atfieas ooutra aa
33TIASSECRETAS
Capsulas univertmlmentc reeomtne.iatuiam pelor Jfrtlico*.
3ma c&ixa (com instruccoes eovpletas para o tratamento) cara geralmente dentro do ama sunaua.
mvmmb, mowu sb c-, *n umirooL. mcvamm, levcsibm t xwmb, m LONDRES.
_________________________________r>FPOej|T',a, rM TOn* A PRUtCIPAKS -K A UM ACI AaV_________________________
l'riado
preea se d- uic cnado sl a Idade de 15
nnes ; a i-atar w.. r.a Em Oiiada
Vevd re excelliDiedoco lecco de cpjt', ta
La-le ra na RiDeire n. !3'
Vende-se
0 Eslaai leclmecto deo< m'nado0 Elfpac e
i ra Maiqutz de Oiioda p. 1.
Criado
Preei s-se de criado ; na roa Larl do R sa-
*lo n. io.
En;>- nho
Vfndf-se om ergeDho prximo a eelaeao de
Clenle, rom tcuitj boas trras e com boa ma-
china a vapor, por pr?co rautto corarxedo ; a
trt*r 'a ra P/imeiro de Mc'Co r. 17, prlmuro
andar. ^^^
Cosa heiro
Precisa ep ne nm b'm ro-inbeiro ; a trata? no
atm*:.rm o. 44 i roa lo Commercio.
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Oosioheira
frfjer.-* >o ma |,lra coslnbar e comprar
para uua < pt^uena familii, paga-se bem ; na
roa dii 1 .otiiiratjt o. S, S- solar.
Fabricsi de arelo
Agifs e limoitsdas gasosas e
latid s ai) quididades
He da-water, ginjer, ale, limBo, larar.ja,
carsi'ii', bacaxis, granadina, groealas
frantioiesa, bannilta, horteUpimenta etc
etc.
2A===CAES DO CAPIBAB1BE 12A
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea?
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
aS-T3
b. 00 eo 1
os o t3 _-'
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-3
-t LXZKCIADOS pea inspectora sehal de hvoiene de bio ez SJIrSCCa
i'.-. /lper/entes, i.'stonxaclii'coa. Ptirgativoo, Depurativos
f > Contra a ralta de appotltc, a Obatrnceo, a Haxatio,e>a-isVe^^CC-
/ "tf DcccooCar da falsitlcaccs. Exigir o rotulo Junto t3.yi'3:c c2IDC;3
ccvAi.iettra._ae 4 <>6re., **oQSeUo m Un[o Ig^g fp^m^p.
,ead* lettra de cor dlflerente e 2^"^^" Hiai.ao lrr..--/ c
tas fiaiua. Tiiesnaaif E^3i3.wr o o t?..--, ca i,-"
PABA
RECONSTITUIR O ORGANISMO
NATUREZA DO CLIMA -
CHLOROSE
FLUXO BRANCO
rbUAU DrlAPUiU
ARRUINADO POR
FEBRES
POBREZA do SANGUE
DE3ILIOADE, etc.
QUINA- COCA
EXTRACTO de CARNE EYPOPHOSPEITO
VINHO JOHANNO tem dop base o vinho de MARSALA
tem
dos
Xas prineipe phartnaeia
por base o vinho
PRINCIPES .
PABIZ, Une Lafayette, 1S6
i.
*j& 6RANULAD0 *
r FRAUDIN "ZL
Infallivel contra
BjspmU, Oastralg-lat,
riatuosidades, Dysenterla,
Siarrheaa dea paixes qnentee.
Preciosissimo pura a aniisep&la
do tubo digestivo aa
JPebre Amarella,
DOBE8 :
S pasa S oalhcraitu ( (, ^ta_. ^] por dia dupois iUi
M a, aeJat h
vr
DELAKGRE.'IER vV
I Otile *m Umi tUtt'til 1 ^1
' ' < ooxTaa aa g ]
[ BROMCHiTES^^p" INFLUENZA |
4 e 11 IrriUftfS i* Pella e di Garvuta.
i Sea opio, morphlna neni co-
> delna, ato reccltados com tj ;
0 ptimo xito e seguranga f
k s enancas padecendo '
^ T8ME w CBOMKUCHI ,*.
(FRANCA)
oort o aVetmre
Para ter a Verdadeira Agua de
VICHY
GRANDE-GRILLE. ^-
'HOPITAL.-"'40^
i r#r 0 uildato i designar a Fonte.
Otosius ai Pirna/ntuco-kUG. LABILLE; HAR a
1LV JOWOa sai prtcirs Flunaosa [(SfinAa.
Caixeiro
Preciso-s detus caixe'ro com Laeante pratl-
ca de molbacos, que tenbs qoetu giiraota soa
conducta, e qoe na sua ausencia posea aisr as
vetes do dono da casa ; na rea Bjireila do Ro-
a-io n. 9.
Camas de campanea e ar
reios para carro
Vend^m Diimiogcs Jos Ferrelra Y. C,
ario d Victoria n. B.
I rus
MA HA
MAJ3
Optf*tsaao, Catarro,
Oblty tt aiat alttt raooCMMa>
Deposito "ni toda3 as P!'.^na?CTaf
FVT oeFORCAS
' : ^loroeia, pebitltlailt
..:. I CKBTA PELO
PEIi n FERRO ROBU
r "OINOSO
Beco.-:.'. ;.-/ e preferidi
pdjs metheres n.ed/cos to mundo,
l>Htl 4 imiUces.
sor< A-r 'tcAoo *
1E, Rae Orreaici--t>-Laxare, em PABH
Otpositot em tofo- as piir.oipats Phirmaeii
REMEDIO
LE ROY
Populares em Franca, America, Heepanha a
loas colonias, no Braiil, acoda atAo aatcuilados
palo Oonselho de Hjgieaa.
Vomitorio Le Roy
Oltlmamenta empregado como propa-
racto para o nao do Purgante.
Purgantes Le Roy
6r Sto proprloa para crualcraer doenoe.
Urna noticia iifUativi anrofra carfa arrtfi.
ihil
X
n
Le Roy
f/'.rsi 3 tfol Remedioi liqutdot.
Mrarn cada tratat.
1 Aa 100 pll. 6' O (naco 6a 25,1>BO
Acautalar-se daa falsificacSea
RECUSAR
qnalqner Prodoet* O' ais levar t inde-
eeo ia Fairaueu COTTII Saara se LE I0T
Bly Ra de Mae, Bi, em Parta.
DapoarToa bm toas as PHaaiucaAy
Vaccae
Na roa dp S. GonjalO 0. S9. vendemse diyer*
cas tonrinas de maitc boa qoilidade.
rame farpado o progos
americanos vendem llenrv
Farster L C. em seas armav
zens de farinha de trigo, caca
da IlcgeneracAo nai. 9 i 7.
Casas na Torre
Vende-se 8 pequeas casas
situadas na ra Real da Torre,
as. 89 e SI. n'um terreno de
&O palmos de frente e 300
palmos de fundo, eliu pro-
pria.
Quem as pretender poderA
Ir vel-as: e para tratar en-
contrar jeessoa competente
na casa grande do alto da
Torre, ao p da capella.
I
(AMWARIiia AILFAI ATAltIA
15 Rua do Visconde de Iahama 15
( Antiga do rua do RangoI)
Este novo estabelecimento acha.se sob a d'recc.o de Alvaro Jos Perers,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade, por iaao scieifica ao respeitavel pu-
blico pernanibucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, C'O do matto que.
alm de um bom aortimento de linas casemiras., brins, bramantes, flaneaS ptimos
madapol3es, esguiSes, entretalla, crotones eetc, tudo oquehademais apropriaiio
para o bom fabrico de camisas. Esta casa tambem se encarrega da reforma oa con-
cert do carnizas, Grande deposito de camisas; das qualidades e procos aeguintes :
Duzia da 1.' classe com punho ou sem punbo 855000
Duzia de 2.* classe Com collarinbos
Dusia de 2a classe com punho e sem punho
Duzia de 2.a classe com ollarinhos
Duzia de 3. B com punco ou sed punho.
Duzia de 3.1 B com collarinhos
Duzia de 3.* classe com pnnho on sem punho
Duzia de 3.* classe com collarinhos
Duzia de 4.a classe com pnho e sem punho
Duzia de 4 com collarinhos
Em <1 nacas fazem-se bons descontes
Linda exposicSo de grava tas, lencos, punhos, collarinhos, meiaa de II 9
algodUo, para homens, senhoras o meninos; o que ha de mais fino em aberturas da
amisas, 'lizas e bordadas. 4
A frente da officina de alfaiaaria hcnn es perito e hbil artista
90*000
72000
780C0
601000
66,JOO0
48f000
54,5000
42.JC00
48S000

*7Tr-S5
HH.
'41
:)

JMUHT1IES
E
iiii i musm
CARDOSO & iRalAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro rua do Bario de Triumpho na.
ICO a 104, tendo comprado aos Srs. B. Martina
& C o direito de venda de seus apparelhcs privi-
legiados pelo G.verno da Repblica, por patan'e
n. 1717 de 4 de Ju ho de 1894, denomieados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, nao s para
est Estado como nos de AlagSas, Parahyba, Bio
Grande do Norle e Cear, avisam aos seus nuae*
rosos freguezes e amigs qae poderi> fornecer
ditos apparelhos e mandar sental-os com a maior
presteza, garanti-do augmento de 30 por cento
sobre a produeco de qualquer alambique,, o qus
est provado palos diversos j assentei e traba-
lha do em engenhos dtste Estado e de Alagas-
dos quaes teem valiosos attestados.
5t e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
Rerolveram liquidar pe]a quarta parte de seu va-
lor tedes as roercadoiias que se ach^vam no Centro la
Vloda.
A saber
Nfadspcia jura SCiva a 4-'55O0 a poja.
Bramantes de linho de 10 palmos de largura a 30000,
Cazemiras pretas e de cor a 3J50O e 4S0')('.
Bramante de algwdo com 4 larguras a 18200.
Crotones francezes claros a escuroB a 600 e 640 rs.
Crotones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores.
Cretones de 1.' qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escosseras e larradas a 1$5;j0 e 28000.
Setim de todas as cores a 800 rs.
fortes de setim da Persia de 703 por 2 $000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 II
i tos todos de renda de gripure val *nciane de 835 a 125'J'J) !!
Cachemiras, escuras de 33 a 800 rs. !!
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 4000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Cal5as de ?asemira de 358 a 128 e 150000.
Um completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Colletes de casemira de 128 por 48000.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, las, cacheai'ras, cretonas, inons,
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fanai
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabelscl
ment, afim de se convencer da grande rednecao de
precos.
Loja das Estrellas
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58 -
Telephone n# 210
ISSlFi
DE
Cardozo & Irma
Rua doBaro d Triumpho ns. 100 104
e rua do Visconde de J tapanca n?. 2 e
COMMUNICAM a seas narrerosos fregueses qae tem em dep sito e rece
Imd. regularmente da Europa a Ame ca todos os machioiamoB e ferragens prniao
i agricultura d'este Estado como sejam
MACHINAS a vapor de torga do 4 10 oavallos.
CALDEIRA multitubalares de todos os tamanbos.
MOENDAS as mais solidas do mercado o e difirante!, tamanbof.
TAIXAS de (erro batidle {andido.
RODAS D'AGUA.
RODAS DENTADAS direitas e angulares.
CRIVAC/E3 de trro fund io e batido.
BOMBAS de repucho de nifferentes systsni.
LOCOMOVEIS de diversos taraanhos. .
MACHINAS de desoarooar algodo.
CAN08 de ferro galvaaiados, pintados de chimbo.
ENCARREGAM SE de qnalqner cobcerto para o qae tem sas cftcioas
bem Montadas o oom bastante peasoal e dirigidos p)r dona engenheiroa bastante pra-
ticoa a oonbeoidos.
MANDAM vir da E: a e sncarrc~-.r. : 3 Sa montagem do Usinas a raa-
ItillscSaa, garanten sua boa qualidade a focooiooamento co.uo provam com aa diver-
aas qua tem montado.
VENDEM a praao oa a dinbeirocora denconto a a precoi reaumido

IIEBfVH




II
H






BBBBBB^
Diario de Peruamineo Ter^a-feira MO de Abril de 1895

d i.noo.
I SHE
Dr. HuinpWs/s de ftova M
Me Iwr *' T?
[ *-Vbrc*f Congo* .fio, Iiifi.imr.ia^V'S
..-* por uomtr'saa
a. :i!i.
Adultos ...
arrisa, Co'.!c:.b!ilO"L
\ KooquJdiV .
VeriC e
8. l'.r ii; ;
.-<*, Veril,
. I"
. acnrccgila d'i lir-grc. Escassaoi: ixiuo-
.................... .....
y. l.eRi-0 : arincan. Regia r.rofkbt
i i ... Ilrri-c* s Etui>i'ic, mlnh................
ti '.<:(' r.:<-M:-in Uirea rn.,in>atle*.l.. ... ...
'iwnle......
1". ll'jiorrh*i<(ON. Alicoirplm.-.. limtWMO
cii"ticojttiG3>........
'SvSi*^......
. .:!! n-.oiio.. Men-SurA...........
i i . lchil i ule 6.-:s., on phylr...........
~,Y lly h-o;>f i.i. .'-m'IJvVsflu.........
ai luana*. Calculo oc nt?A
a> linnl; l,L-
-v I lia- mi !"' r i
._\ In ()uiiiia,wio'/i
.........-.' ; ...........
. ...
- ?".
u >. SMtacwal. Baile d
: -: Du '. '. hera.
5. 'uhl: -.'- ChraalciUh Mr* <.u,eca....
> Dr. Hura.. ::::. -i*k.
-----*-'.. dCSw

J liipii Sirirt. Si ij J.
CNICOS AGENTES
l'ara rendas en? grostio ew
3rrj5Bihnco
FariaScbrinho G.
Para distrahir
Urna honrosa viiiita a casa do mod-r
Nova Espertosas amareis le toras m>
tonr.-.rSo dio completo scr'imento de
objectes de r evidade e phantaeia recebi-
dos mensalaeLt das piiooipaes pregas
da Europa e America c-s qu&es eEo Ten-
dido* por m')aus de que em ou'ra coal-
quer casa e com descont pi-ra un vendas
por atacado ou ms.ior de 500000.
Ero reeutro des'^c moa frlganti artigo
alein de mnitoa uutroa.
FIN3S E ELEGANTES
EepartUhca c os especiaos pi. Sr..s.
que criam, novo s rt:ner.to.
GRANDE NOVIDADE
Em bordados Sres. cambmi brenca e
de cores e madapolao, preces rednsidos
para descont.
FINAS RENDAS
De liebo verdadeiro, t-lgodSo o teda.
ELEGANTES CAPAS
E pellericas para Sras. e moeinha>.
Bonitas camisas brancas e de cores
par* Siati para o dia e par* doimir.
LEQUES
Em todo genero o que ba de mel'hor
em pluma, teda, -sao para suchoras e
mocinbai.
BONITAS
Mai tas para misa >
BINCULOS.
De madres-erle, mar fa, conro da Recia
e tartaruga para titea tros e vitgeas.
ESTOJOS COMPL
Com, eic vts, malas com rit:goa para
vageos, etojos para brba.
ALHTJ>S E RTR
Completo i.ortirttico.
PEDRO ANTUNEA &C.
Roa Duqoe de Casias G3
~wm
As eezoep, febres intermi-
tentes, palastros, renitentes,
dores de cabet^ nevragias
asmis rebeldes, sao cura-
das infallivelmen:e com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Cota Leite.
IftEPGSUO
BOTICA FRANfiBZA
H. Rouqua^rol
22Ruad? Craz 22
ZROPE DE REUTER Ti. 2
Cobo remidi da Br-tacio calmosa, puriflcaCor do eangoe, digestivo
apaen e neuhnm oolro r.ppeilidado dept'rativo o -ataaparrlba se appro-
xtas spqotr io X r pe de ueste.- n. i. Combina quatro grandes propieda-
des em nm e remedio, i peraodj a om lempo cobre os orgaos digesiivos, o
sangue, os rlns, e os lotestlaos.
A^solootam(Dte ocoiralisa e expolia pelos taoaea intestlnaes, rinj e
poros da pelip, es germana nocivos, que flocioim no eaogOf, na orca e na
tranfpirsgao.
DEPOSITARIOS DSTS PRODUOTOi A Companbia de Drojaa e Producto
ChimicoaRu Marques de Olinda n. 24,
0 MELHOR
FURIF.CAD9B
PARA O
NAXftl'
PEQUEAS PILUL&S DE
Figaaoeniorpcido cora-se posltlvimeole com estos piiolas. Ella
sao nm remedio porgstivo nvre de pertgo para o Comem ma'S fraco, '3o bem
como bastante scvo para o homem mala forte, e nSo ^ons'ipaoi depois; pela
aciao getal agrada a todos nce as osam. S< as pillas eian 'arle da pro-
dnrc&J medica dos Estado:-Uoldos. t'ao as menores e mus facis a lomar.
Qnarenla em cada frasco. _______
REUTER
PARA
O
PISADO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Temores, cravo, pelle vrmeles, spera e oleosa impedido on curado
coro mais grande de tedua os aformosesdorea da relie, o Sarfio Corit'o de
Renter. Produi a pelle tormos', baoc clara maa b-aodas; abeoloia
mente poro, dellcadamet.te medicinado, exiremameole mcompiravel cotno
satao para a pelle bem corro do toocador, do banho e do quarto das cianeas
CAlTEL.i.- Nao ( eenoino tero cada rnvoltorio ler a marca re-
gistrada de BBiay A C. ur-Yi-'k.
MEDICINAL
PARA
TOILETB
EMULSAO de SCOTT
TRICOFERO DE BART
Urna preparacSo eleganie, extremamente pe.-fomada, rdinove todas sb
impuretas do caneo, perse-rvativo contra calvicie e cabtllo cimento ; fai o.
cabello crescer espesso, brindo e formiso. Iof-1'irel rara enrar erorc0 8,
doeoess da relie, glandolas e moscclo, e cara rpida ente as cortado:aa, qaei
mud.'s, fcii'as. torcedoras, etc.
CACrELA-.Nao genoino sem cadj frascr ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO E j
PELLE
THE.......
Casa de commisses e repre
senaces
\m m asa ran-
XPOSICAO
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAX E SODA.
T2U> agraavcl tw paladar como o Uii.
Approvad* pela Junta Central de Hy-
gleno Publica e autorisada pelo
govemo do Brazil. __
-------------- JSC%s
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
eomo nos adultos.
Nenhum medicamento, at
boje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a EmulsSo de Scott.
PRODUZ>ORQAS*E CRIA CARNES
( __ A venda as principaes boticas e drogaras.
!fc
>
<
P
t
<
NOFFENSIVO
O GRANDE
FBIFICADOB
SUSiPaBRILRI
5
smarofi,
cunar odas as impumias to
SANGUE E HUMORES
EFFICAZ
H
H
<;
m
8COTT 4 BOWr*E,
CHIMICOS.
NOVA YORK.
CATLOGOS 3S
EdBSDeXTXXOS
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa *
das duas Americas, lo la espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afargado REOL cCIM o melhor des
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA do
Dr. H. Rirted.
19

GBANDE
mm
R< guiador da Marinha
Concerta-se reoslos de algibeir, pn-
dulas de torre de igreja chrouometroa de
marinha, ca xa do msica, apparelhos.
alectricos, vulos, binculos, ceulos de
alcance, joian e todo e qualquer objectos
tendente a a-te mecbamca.
9Buii Larga do Rosario 9
FCrLHETIM
6
ODIO BE MCA

-ror
TRADDCCiO
PARTE SEGUNDA
xiv
(ContinuafSo)
Ah exclamiram as duas jovens,
que se sentiram immediatamente tran-
quillas.
Sim, i ambas queridas filhas, prose-
guio a princeza.
Entao, pergantou vvame ale Mary,
vio sir Jorge e.sir Eduardo ?
Sem duvida
Pode consecuentemente explicar-
nos a prolongadsima ausencis. de am-
bos ?
Esto com lord Singleton, junte de
quem tal vez os prtmdam por muito tempo
tristes devares.
Ouves, mana, ouves! diiiaa viva-
meinte eva a Mary, bem vs c,ae eram
jsatandadas as nosaas inquietacSes I
E' verdade, murmurou Mary ; es
presentimentos slo muitaa vaos enga-
osos.
Djella prciseguio :
Conversei jiormnito tempo a san
xeapeito, ai nbaa juridas merinas, com
9 domo amijo etiimam, Urd Siogletoa...
Rua 15 de Novembro 29
EMabeleeleato de primeira or-
dem.
g| Ca^^moiitaila eom lai%o e com-
niotlidadcn'umdoN pontos mais Ibv-
^ieiiicos Aooonsmotla^des magriiiicas. to-
das com jaiiollas para a raa,
Esplendida sala de refeiies9 a
maior e maos arejada nesta capital.
A cosialia acha-se a carg-o de nm
perito cosinlieiro.
SE BlfHI
PHECOS RAS0AVE1S
PR PRIEDADE DE
Rua V de Margo -19
Pedmos attencao das Exmas. familias
para os presos resumidissimes por quanto
vendemos es nossas fazendas abaixo meu-
conadas.
A saber:
Brins de Mnho de .r para roopa de homen* a 6C0rs. o cavado,.
Crotones claros e escoro* corea firme 4 0 r. o covado.
Medapolflo nacional 24 jardas faiende de 145000 por 10S0 )0 a p' 93.
Mantilhas de seda pretss e en me a 5|)000 orna.
Ditas de alg'dSo pretas e creme a 2|$c00 i i rn.
Co/cbas de cor pira orna a 4j0:0, M) e 6S0O0 urna. }
Meias cruas para homem e para sentares 12C00 a duzia.
Zephiroa de qoadrinbos psra vestidos 40 rs. o covado.
Merino preto i:s> e lvra o a 10500 e200J o covado.
Cortes de cambroia braioa bordados a 16000 nm.
Cachemiras para veetidon a 400 rs. o c." rio,.
Atoalbado branco e de cor para mesa a 3;000 o metro.
Bramante com quatro largaras a 1 jSOO o metro.
D.to de lioho com qoitro 1-trguras a 3^000 o mete.
Setim brrDC'j macau pa vestidos do noiva a !o'.0 o covado.
Capellas com veo para noiva a O^CO^ 12(5000 ama,
Cortinado de crochet par. cama e o*nel'a a 12$000 o par.
Ditoe de cambrt-ia bordados a 10$0(0 o p^r.
Camisas de malba de 19, para borneo) e st-nhora a 6S000 di,
I Cortes de oasemira de cor s 4000 8000 um.
JEsparthoa de cour-5 a G50U, o 8^000 e 10000 um.
Luas de seda para tenhera e para meninas a 1$500 o par.
|EaaoTa-"s para baptisat'oi fli/enos presos.
Ptanellas de pura !S 18000 o covado.
Esplendido srrti.rneoto de c^mi^s d- fl-.celia cem c^ilarinbo a 6(Jj 0 jsi,
Mosquiteiros amere-nos a 15^000 um.
(Jolxrs frsnc-.s; a a 1540,0 no,
Ma apo*8o pello ae ovo r 10003 a tej c m 24 ji-rds.
Mrim paia ersovai a 5SO00 peoa.
Clierinhoa de puro ii.hu > rSHJ.: a casia.
Casermia jreta de ago-'al a 21000 o covado.
Sobretudca, chambrs, cob-.rtiis o cobertores, 'e.9'B, csmisiS. ce:ou'es e mais artigoa
que vndenos barato p>r So
na
N. GHUNBERG
Telephone SI
(Mil M
Cal Branca e Vir-
g*em de f a^na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Producios Cal-
careos, sendo a nica
exploradora a caloran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdaderos pro-
ductos seencontramem
seuarmazemdocaes do
Apollo n, 73.________
De otes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o ezcel lente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jomase de maior circulacao, aUotv
tam a eicacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Majoel da Sil-
va ck C., rua do Mrquez de Oiinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, rua Dnqoe da
axias n. 8.
Pharmacia Oriental, & rua Estreita da
Rcsarion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a roa do
j ,&o caVi:toria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,raa Larga
d R rjo:i. 31
P grcultora de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia 1 de
Alargo de 1895 em diante, cerca da
tres milhes de pes de cafeeiros semea-
dos em leires cuojs prefos, tamanhos
e qualidade, s; encontrar no Jornal de
Rccife.
Venda
Vende se crxa grande p-epr-.ertade ae*ds a*
mu itcipio de G'snt.ors povosdo %% 3 Mm,
rinde nt da vivenda, terre'O extense. Dea
aiborisdo, com grande plao a de Cfeeiror.
A proprieiede pela i-oa Jiioaji., ei'ensae.
Je endpcci;.8, arhorHacSo, etc., ttc, pre>ra se a
caa fabrica oa a oolro q alqo* r es e'.
Os pretfndeotes para ce'bcrrg ir f ;r3ia<6?*,
padt>m dirigir se neata cicade ao Sr. ripioa
-drigoes toaaelr- Lima.
Caixeirc
a seu respeito, a respeito do isolamento Nos em nada procedemos mal, disse mulher mais apropriada para enxug*r
r
em que se acham, que me afflige e me in-
quieta...
Nos nao estamos soladas, miaba
senbora, replicou Mary.
O que que quer dizer ?
Quero dizer que sir Eduardo e seu
irmo residem em nossa companhia no
bengalow, que pertenceu ao nosso tu-
tor.
Sei muito bem, e exactamente
abi que est o perigo.
A que perigo se refere, minha se-
nbora ?
Lord Singleton, a quem expuz as
minhas ideas a este respeito, comprehen-
deu-as perfeitamente e approvon-as.
Mas nos n&o comprehendemos, mi-
nha aenho.-a.
Vou oxplicar-me o melhor que pu-
der. Eu estive em Inglaterra, se no
muito tempo, pelo menos o suficiente
para perceber perfeitamente os seus usos e
costumes; nSo ignoro por isso que na-
quelle paiz de todas as liberdades gozam
as doozellas de independencia quasi com-
pleta, e ninguem pansa em escandalizar-
se com isso.
% Mas o que pretende concluir, minha
senhera ? perguntou Mary.
Pretenda concluir isto : por maiar
que ja essa independencia em Inglater-
ra, nSo chega, comtudo, a permittir &s
dorjzellas que vivam ssb o mesmo tocto
com mancebos que nao sejam seas irmaos ;
e esta a situaco em que se acham, mi-
nhas queridas meninas, desde o falleci-
msnto do seu tutor, sir John Malcolm.
E' nisao que est o perigo, e este perigo
grande, nao para as meninas, que muito
bem sei aerem irreprebensireia e invulne-
raveis, mas para a ana reputaco.
A nossa raputacfto I exclamou a tre-
mer Heya.
Mary.
Da que que podem reprehender-
nos ? proseguo Heva.
Com verdade, de nada, seguramen-
te 1 replicou a princeza ; mas pode ha ver
quem minta, quem calumnie! Ora, a
honra de urna donzella (e por honra en-
tendo a sua reputac&o) t o seu thesouro
mais precioso I E' forcoso que esse thesou-
ro permaneja intacto ; for9oso para
ella em primeiro lugar, 2 depois para o
homem a quem ama...
Tem razio a priiMes, menina,
balbuciou Hjva ; nao tinhamos pensado
em tal.
E' verdade, respond Mary.
Felizmente, porm, pensei eu, que
lhes quero muito, prose.juio vivamente
Djella.
Que se ha de fazer? perguntaram
as duas irraas u/a a outra.
Foi, porm, a princeza quem respon-
deu :
E' slmplicissimo o que taem a fa-
zer... trata-se nicamente de satisfaze-
rem os desejos de lord Singleton, que
agora o seu tutor legal...
nao sabemos que desejos sao
Mas
esses...
Lord Singleton enearregou-me de
ser o interprete delles... Pede-lhes por
mea intermedio, que aceitero no mea pa-
laoio o asylo que venho cfferecer-lhes.
Mary e Heva sentiram-se de nevo ae-
commettidas involuntariamente de in-
quietado e desconfianza, e mormura-
ram:
lagrimas, que a sua voz mais persuasi-
va para expulsar a ddr ..
Eindm, nSo quiz privar-me da ale-
gra com que eu contava recebendo-as.
Tanta bondade, minha senhora...
disse Mary.
Confunde-nos... accrescentou tmi-
damente Heva.
Eu, quando dou o mea coracSe, nao
torno a tiral-o As meninas apoderaram-
se de mim hontem no baile d governa-
dor... Mal as vi, tornei me sua amiga,
e como vi claramente que a minha sym
patbJa nao era correspondida, fiz logo ten-
5&o de que lhes havia de conquistar o
agrado forja de ternura.
Djella reuni em suas mos as de Heva
e de Mary o continuou :
Acaso nao me ajudarilo um tanto a
cumprir o que a mim propria prometti ?
Acaso n3o accederSo a querer-me bem ?
A voz da princeza tnha saducjSas irra-
sistiveis. Tinha olhadellas de sereia e
sorrisos matermes.
llera e Mary eram iucapazes de lutar
por mais tempo com urna actrii de tal
mArito.
Sentiram-se abaladas.
A desconfianadeavaneceu-se-lbes. Ex-
probravam-se o terem por tano tempo
bridado.
Heva responden, e desta vez com ma-
nifesta conviccao:
Ah minha senhora,
avaliamos a sua bondade
que a avallamos devidamente.
-^ Entao ter bondade querer-lhes
bem ? Pobres anjos I Quem uixaria de
ie sentir captivado, depois do ae ter
?isto ?
agora que
juramos-lhe
Ns seu palace, minha senbora ?
Sim, minhas queridas m-minas
Mas para que ? Depois, dirigindo ae a Mary, accraacen-
Lard Singleton leaibrara-aa de l>a*|tou a prinoeaa >
dar hospitalidade em sua casa ; mas ra-l Ka menina, m;ss Mary, esmeca j
conheceu rapdsmente qm a mo da omalft eomprehender me? Porjue' principal'
menta menina que eu inspiro receio e
desconfianza.
Eu, minha senhora, respondeu a
joven, pens exactamente o que minha
mana lbe disse.
Realmente ?
Eu nunca menti !
Djella cingio Mary com os bracos e
apertou-a com enthusiasrao ao corceo.
Obrigada, obrigada ; exclarnou ella.
Nao repeliera a minha ternura. Aceitam
a minha dedicac&o. Nao podem calcular
a satisfaao que me causam I
E depois de ter beijado Mary, cobrio
Heva de carieias.
XV
Assim, pois, est ombnado, pro-
seguo a prineeza aps um momento de
silencio, durante o qual pareceu entre-
gar-se inteiramente sua a^ctacsa com-
raocao ; o mea palacio de Sehahabat era
a sua residencia provisoria... e l que
sir Jorge e sir Eduardo iro todos os dias
visital-as. .
Emquanto Djella pronunciara estas pa-
lavras, erguea-se ama das esteiras india-
nas que serviam de reposteiros na sala,
e appareaau no limiar sir lduar.lo Mal-
ealm.
O mancebo estara medonhamente pal-
udo, o vendo a princesa, astacou e mos-
trea no rosas a expressSo de inaudito
pasmo.
Ella aqai 1 murmurou o mancebo ;
que atadaia!
Djefia praeagai* >
Qoarrm eatte aeorapanhar-me, aao
aairlm, tsrnbaa amiaaa ?
Acompaahal-a 1 repttie em toi bai-
xa sir Eduardo
Pro 1-1-ee rfe cni ffienioo de 13 i qae -eoba praiica Ce molbados e qce d dor
ae sna conduela : s fa'ar ni roa Coronel Sals-
ela n. 149 ; qi t-m l se acbar oestsi roedi-
ff )i spra favor nao anpari<-er.
ttec^ao
Silva Fernaodes & C, teodo ffito ps>sar par
noia orxp'eti transfjrT.aco s toa fajrra 4t
movis, dupo.do de ncdlentps m Mas* bw>
vidas a vapor, e de em re-ol etrolbilo a*
melborea artisua (bax-.-e b^hil talos i sa-11-
fazer cora a mxima b-evi ale e b e;ecr(io
qo-lqi-er encuaoiendi do ma ap imorado oa-
to, sendo o' prp^o* S''.n cotop-'.t-ici?. Fel*m
aoe sea* rmgK e trpgn^ies do* visita ais eafl
eparpleclojenios.
FABRICA, roideS JoS) n. 48 e i8 A
DStOiiTO. raa Baro oa Vistor a o. 49.
pondeu Mary.....Acompanhal-a-bemoa
amanhS.
AmanbS ?! pergantou Djella ; para
que hSo de addiar para amanha ?
Ah disse Eduardo para comsigo,
percebo... percebo !...
Porque na hSo de ir boj imme-
diatamente? prosegnio a princesa. Por-
que hSo de passar ainda urna noite inteira
nesta sitmeio triste e arriscada, de qua
lhss convm sabir quanto antes ? Est 14
em baixo a minha liteira, que nos espera;
ento, venham...
Impossivel, minha senhora... bal-
buciou Mary.
Imposs'vel ? repetio a princeza.
Infelizmente...
Mas porque ?
Fcilmente o comprehender, minha
senhora. Nos nao podemos sabir desta
casa sem participamos a nossa sabida a
air Jorge Malcolm, meu noivo.
E ao mea, sir Eduardo Malcolm.
O Eduardo j est prevenido, diasa
o mancebo em voz alta e firme, sahindo
do limiar da porta, e avancando da cabe*
9a erguida, olhar sombro e bragas era-
zfdos. t
Elle murmurou Djella ; ebegou
cedo de mais Demorando-se mais ciaco
minutos era certo o mea triumpho.
Heva, Mary, disse Eduardo,;* esto*
prevenido, e por isso nio sahirao d a-
qa.
Depois, voltando-se para a priness, d's-
ee -lhe com asdame, que nem por som-
bras drgtnciava dissimular.
l
- Qwiemaa, m, oinb senaora, re*. TTP- dtt -* Da^ dt Cmm *

4 flJlKHt


Full Text
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