Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16454


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Full Text
.
%'XO LU
Quarta-feira O de Abril de 1995
It'MEttO 8*

$

-



PBOPIUBB&SE BE XAKeSL flSBlIEQ BE fAK-fc & SmUQB
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8$000
Por seis mezes adiaotados. 15#000
Por um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Majenca Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da. .
Numero avulso de das anteriores.
161500
331000
1200
Telegrammas
SSE7XSQ PAfiTISIiAfl 23 BIASIQ
Abril, s
(recebido
minutos
entregue s 3 horas e 3o
Rio de Janeiro, 9 de
2 horas e 55 minutos da tarde
da estacarles 5 horas e 15
da tarde e
minutos .)
Fzeram silencio os tc.egramrnas da
hi : sentindo os novelistas a falta de no-
ticias alarmantes.
O Jornal do Commercio publica
artigo de Medeiros de Albuquerque,
fulminando Jos Marianno.
Fundado no relatorio do juiz, conclue
a d fesa dos coronis e govcrnador, pro-
juzindo impresso na opiniao.
I.NSTRUGCAO POPUi.AU
02 UA2I7BIS DA
A
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO III
EXPLORACAO DAS ALTAS RE-
GI0ES DA ATHMOSPIIERA
ceiro car archivado na S-c-elaiia de Estad lerirainado o considerad devilaraente as Ex-
posicOes, documentos e provis que me foram
subraoltlos pulas respicu'vas p irl;s era com-
prmanlo d is estipulagoas do dito irabalho, lo
aqui a segu nie dec sao e lan lo ;
Qui a linda divisoria entre a Repblica Argen-
lina m os B-U dos-Unidos do Urazil na pirte (09
raefoi submillida. pin arbitrirarato e djciso
c nsti'.u'.da e car establecida polos nos e
se,'ui ida os nos Podiri (taraoera chamado Prpi-
ri-guazu) ". an Antonio, a subsr, os ros qua o
Bra/.il dos'griou na Expsigiu e documntis
qua un foram snbmeiu ios cono enastila
o lirao cima d.-noinmado systeaii dGcil-.m-
tal.
Para raolhor iilenlifli:aca.>, poiotn estes rins
ser descriptis ainia cotio os qu fo-am ra-.o-
Qhecidcs e demarca los co no leperi e Sm An-
tonio c designados e dvclaradi^s|im respecti-
va rita, e como rios liQdeirW, nos annns i
r.i) : irO, palos commissarios p )riu^'ueiy e
nespanimes para essa eff;ito nomea I09, da coo-
tirmi'laii con o traa 10 da limiies conclaido
em 13 le Janeiro de 1739, entre Hespanba a
Portugal, segundo esta registrado no Diario of-
flcial dos ditos commissarios.
A foz do sobre-Iilo afllaanie do Uruguiy, a
saber, o Pepin (Umhm charanda Papirigaau',
que, com o San Antonio, aqu determmvlo
'111 laja o limite em quesio, foi reconh;eido e
registrado pelos ditos commissarios qua o ex-
plorar uc em 175') como estaioo a ama ie,'ua e
um tare/ cima do Sillo Gran te d) Drogo >y e
a dous toreos de legua cima d3 um atfluen'.e
m mor da mesmo lao cbamado nelos ditos Com-
PLANTADEBCL-RRITJACQUES BALMAT
BARTHOLOMEU LOURENCO DE GUS-
MAOP1LATRE DE ROZIERROMAIN
ZAMBECCARI OLIVAR I SOPHIA
BLANCHARD ARBANI.A MOUNTAIN
CROCE-SPNINELLI TilEODORO SI-
VEL.
(Continua(o)
0 joven engenhei o :ra verdadeiramente urna
natureza privilesiada.
i'umaWrnura extrema par com os seus, abri-
ga ?a em sen corarfto osraais nobres enihusiasmos
da mocidade. A sede de una gloria justamente
adquirida, os impetos de um p itriotisnio ardente,
O smor ]>elo bem e pela justicia fno progres-
so, a paixio pela scier.cm, taes erara os senli-
mentos qus constantemente ocrupavam o seu
pensamenio. Cm certo abandono misturado
ooid'tanto ardor, urna sensibilidade quasi femi-
ni! alliada a tanta ooragein, tudo isso Ihe di.vara
um encanto particular Generoso, amante e de-
licado, a egre, divirtulo e sempre affivel, as guas
bellas qualidades rellectiam-se no briHio dos
seis olho azues e captivuvam n sympwlhia.
Croca Spnelli tinlia feiio alguns traballios de
mechanna, e ja se luha iorna lo conb^cdo por
bois arligos de critica scientiflca publirados no
jornal A Repub'ica Fmu-eza, quando enlrou
dos Kslados Unidos da Amerita; e qus, assira,
elogia para logar e mmenlo da entrega dos
origmaes a mesma secreinria as 3 Horas da
tarde.
Respond que me adiara no lugar hora
apraiados e mindei logo avisa ao meu collega
general Castro Cerqueira, co'ividiudo-j a us-
fisir no acto.
Como ao partir estivessera comnosco, al n de
ouiros membros da Missao Especial, o 1 seere-
tario da Legay&o do Cr.izil o meu secretario
particular, d'ingimo-nos lodos ao lugar indica-
do. Alli, m jala da espera, eacontrnmos o
Ministro Argentino Dr. Estanislaos. Zoballos
o aecretario da Misso Especial Argentina.
A's 3 horas, o secretario do Estado v..-io ter
comnosco e conduzio-nos ao salo de recepcao
dos Mnislros tslrangeiros, onde j eslava o 1"
ub-secretario de Estado, Sr. Eiwin F. Wol,
que foi o principal auxiliar do pre-uli-nte Cle-
veland no estudo da qaettio subraettida ao seu
arbitramento.
O Sr. Gresbam lomou assenlo cabecera da
mesa das conferencia*, tendo a sua direila o
Dr- Zeballo?, eu, o general Castro Cerqueira e,
em seguida, iniis'inctamenle os outros mera
broa das duas UissGes e p isaou que me acom-
panhavam.
Repeli ento o s;crotirio de Estado a deca-
rago contid na nota que ma dirigir e ao Mi
ntstro Argentino, e entregm, prraeiro a esle,
e depois a mira, os exemplares d;s!in idos ;ot
nossos respectivo* governo4, observando que o
Sr. Whl, como neratariQ e repre-entanta es-
pec al do Arbitro ueste assuTjpio, p idia proce-
der leitura da sentenya se os Kuvia.lo alli
prsenles o de9ejassera.
Fui de parecer que a formali nile Ti disp Mi-
sa vjt, sen lo a reii rer prele:ivei que le.-meinis
parlicularraenle o documento da quo H^avamis
entregues. O Ministro Arg< n'inc, -porm res-
pjndeu quo julgava melbor e sulli--nie qua
fosse ainiucia lo em favor de quil das duas
Parles se pronunciara o A'bilrj.
Autorsado pelo S:creiano le E-la lo, disse o
Sr. Whl, levantan lo se :-il mdj do Presi-
dente 6 a favor do Bra/.il.
Em co continuo, o Ministril Argentino es-
tendeu-raa graciosamente a m4i ap:riou a mi-
nha e apres.-nlnu-ine os seus p rabana, que ac-
ceile a agradeci como dirig ios ao Brazil.
Logo depois, d^'spedimo-nos e relirnmo nos
Appensos a ese otHcio tjnho a h iDra di re-
metier a V. Exs o exemplar dn lau 11 destina-
do aos nos-'os Archivo1, urna cdiia autbanlica
para ser conservada com este otficio, a traduc-
a do laudo e a reproducan dos lelefframniai
qua hoje tive a salisfaro de dirigir ao Governo.
Rogo a V. Exc que sa digne da transm 'lir
ao presidente da K-publica as minhas con,'ra-
tulajO'S e as de iodos os outros injtnbros da
Missao Especial p do honroso e feliz d-senlace
da velha c rntraversia que o Brazil o a Itpubli-
ca A'gentmas em boa hora submetieraia ao
exame e decisio de um jutz imparcial.
Tenho a honra de reilerar a V. Exc. os pro-
testos da minha tnais alta consideracao Ro
Branco, -A S. Exc o Sr. r. Carlos de
Canalno, Ministro das ReUci's Exteri,res.
TRAD gO
Laudo do Presidente dos Estados Unidos da
America cm virlude do Tratado de Arbitra-
mento concluido a 7 de Selembro de 1833 en-
tre a Repblica Argentina e o Impcio (ago-
ra Estados Unidos do Brazil.)
O tratado concluido em 7 de S dembro de
18S'J entre a R publica Argentina e o Brazil
para o ajuste de una qoeatto de limites con-
trovertida dispe, entre outras causas o segutn-
te !
ser reoolhida quinte dias antes da epocha
ntafcaiia em cada semestre para esse flra.
Bsses juros coraecarao a correr desde o sa-
niaslre em que as apo'ices forera eraiitidas.
IX.. S: em ura ainesire qualquer delxarem
la ser pagos 03 juros, a nao ssr por caso de
forja maior perfeitaraente justificado perant; o
Govemidordo Eitado, o debito naqu;lla ira-
portaaoja coraegar a vencer o JU--0 di mora a
razio de 2 | ao mea.
X. Se du-ante um anno, por qialqusr motivo,
detxaram da ser pagos os juros ou, na epocha
xida no arl. 8." do decreto da 15 da Oulubro
d* Ry, a quota da amortisagao, un e oulru de-
bito co.necaro a vencer o juro da mora na ra-
zan de 2 *| o uiez.
:jXI. Em qualquer dos casos da clausula ante-
ce lenta o Esl'do atministrativamente sa paga-
r como credor anlichretico. pelas rendas da
U'.ina enllocando nella um administrador.
XII. Os concessionarios tero urna escriplu-
rarao em forma cimnercial, feta por guarda
Itvro qua poder ser exammida por ordera
do flovern lo Estado; devsnlo, em todo o
caso, ser publicado aunualmaate o balando Ua
recila e despea da empresa.
XIII. Nenhura dividendo se firi antes de
sarein satfsfeilos os jurjs da apolicas e, na
epochi flxida, a respectiva quota de araort-
sac&o.
Samuel Ramos de l-'arias, Apngio Carlos de
Araorim Garca. A' Coniadoria para os devi-
dos fins
Jos Manoel Correia <*< Barros-Ao porteiro
para eot egar ao inter^ rio.
O protocolista.
Francisco Militino Ferreira.
Qtiestura Policial
Sacgo 2.'-N. 79.-Secretaria da Queslura
Policial do Estado do Pernambuco, 9 de ALril
d:im.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello l'ilho, mili-
to digno secretario da Justina e Negocios Inte-
riores.
Participo-vos qua foram honlem recolhido3
Casa de etencao os soguintes inilividuos:
A' minha ordera Pedro Antonio de L'ina,
vindo do disiriclo de Ctenle como crimt-
uoso.
A' ordem do subdelegado da frrguezia do
Rjc fe, Lino Olyrapio de Lima e Manoel Frau-
cisco 'los Santos, como desordeiros.
A' ordem do subdelegado do districto do Pe-
res, Jos Jeronymo Crela, por crimo de detlo-
ramento.
_-- Loraraunicou-me o subdelegado do 2- dis-
tricto de S. Jos, que no da 7 do corrente, i
VIV. Quaesquer duvidas qua se gmcilarera I "horas da noite, fallecra repen inamenla vic-
* Iif.l i .1 m n..F I. ... .. _____;i. 1.. ......... 1..,.
misarios Ytayoa. Segundo o Mappi e Diario
lo re-onhecimenlo feno em 13i/" pela cotnmiJ- da um delles apres:itar u;n
-) mixta bra/.ilelra argentina, era execucio loa sorte decidir.
.rtalo onjludo ao.s 2i de Siembro Ue 135* f XV. O valor do presinte contracto
entra o Governa lor do Estado e os concas.-o-
naros sera- deli ntvaraeo'e resolv las pord hs
arbitros nomeados, ura pi-lo Goveraador do
E-lado e outro pelos cotiCss'ona-aos.
No caso de desaccordo enira o arbitros, c-
deiempalaJjr e
xado
antre a Repblica Argentina e o razi-, a dis
taucia do Sallo Grao la do Uruguiy bocea do
sobre 1 i o Papiri (lambem chara i lo P'pir;-gui-
para os niis legaes en 30):00D3DDD
XVI. Kicara fazend pirte di mesmo as dis-
posicoas >to decreto da 15 le Oulubro da 1330
.iiillias segundo o curso do rio.
A foz do sobredilo aftluenta .lo Yguazu, a sa-
ber, o San Antonio, fot recotn'cida e riffUlrada
Art. 1. A discusso do direilo que cada
urna das Altas Parles Contraclantes julga ter ao
pa-a O modesto soraaculo constituido por alguns ,prrl,nrln ,m i.rin entre elh fi-ar enpprra-
Koinens dedicados .sciencu e que trn^
mado o-primeiro M^*2^wT""T nh.-cimenio do terreno em qua se adiara as
nnvegacao aerea, l-oi abi que elle Ira^ou unr.e- rabeCelrn8 doa rl03 Cnapo ou' peqtri guzue
Cimento com Sivel.
'i'hecdoro Sivel, que nascera na commnna de
Salive ;Gard), aos 10 de Novembro de 1334 ser
riru muo lempo La maralia m-rrcanle, percor-
rendo os paizes distantes NSo lendo ja o mar
segredos para elle, a:irahia-o o ocano aereo.
Ainava apaixonailamenle a aeronutica. Sivel
era triguairo de olhos negros de nrilho particu-
lar, os canello- ar.nellados e abundantes eraraol-
duravam-lhe o rosto moreno e cheio de energa.
Era sar.guineo, de um forga pbysica pouco
commum e de urna energa inqut-brautavel. D'um
carreler recto, de urna instruccSo solida, a bon-
dade de seu corac/o e as suas maieiras distmc-
tas fizeram delle um hornera noiavel. Theodoro
Sivel dedicara-se carreira a roitatica : no de-
cur:i de mais de denlas a>censOesen"eciuadas
ro exlrargeiro e principalmente na Dinamarca,
lor ara-sa tao bom aeronauta como fura bom
Il.;i i i eiro.
s ve eCroce-Spinelli, urna vez era presenga
um do outro, coniprehenderam-ie iiouiediata-
n;erte.
Kcolverara empregar em commum todos oa
seus'f-l-reos par. trabalharera na conquista
fcie:i c das leis da aihmosphera, para cami-
': m na senda gloriosa dos Robterson, dos
Biot, os Gaz-Lussu ', dos Glaisher. Em Margo
de 13*4, e sob os auspicios da Sociedade fran-
cez. oe navegng5o aerea, para o desenvoivi-
mer.io da quil elles tinham concorri lo podero-
samente, effectuaram os dous aeronautas urna
rinieira ascenjao a grande aliura. a qual atlr.:-
lo a atlengao da Academia das Sciencias e pro-
duz'o no publico una grande e legitima impres-
so- Os viajantes ubiram a 7.303 metros alm
dos limites onde bata chegado Gav-Luss; c.
O aulor d'esie livro, que o'aquella epocha ti-
nha effectuado urnas vinte ascensOes scieni ti-
cas, bem depressa leve a hjonra de se lomar
amigo e collaborador d'e^ses bomensdedicados
Depois 1e ter feit com tiles, na barqninliado
Zenith,- a viageni aerea de maior enrscSb
que se teni effeciuado, e durante a qual ss exe-
cutaram sem interrupcao observaces mlti-
pla? (1) o autor da presente obra empreh'tideu
na cjiuparihia (Tel es a explorado aerea agran-
de llura, cxplorac.io que devia cuslar-lues a
vida.
(1 Viagem de 23 a 21 de Margo de 1875, de
23 h'jras ce duracao, execBlada de Pars a Ar-
caetnn com A. Tissnndier e 1 berl.
(Conlmua).
gil iiiiotro das lli'lac.e* Ex-
[. turiores
Mi sai Especial do Brazil nos Estados Uni-
dos da America 2' teev&o N. 5") Washing-
ton, i de Fevereiro de 1895-
Sr-Ministro-Tent a honra de confirmare
completar as noticias que pode transraitlir a V.
'Exc. em 3 telegrammas dasta data.
A'ii 11 lioras da manliQ de noj foi-me entre-
gue ima nota do secretario de Elado Sr- WjI-
terQ. Qnisham, declarando qie recebera do
prasilente Cleveland, era triplcala, o-; eu laudo
obre qnaslao que o Braril e a Repblica Aa-
gentna Ib subiuetteram para arbitramento, nos
termos do Tratado di 7 deSetimbro de 1889
que lelo presidente fura incumbido de emn-
gar-nie um dos origmaes c outro ao represen-
tante da Repblica Argentina, deven lo o ter-
Jan&adaouSan Antonio-guazu. E'.ienJer-se-ha
confluida aqueile reconbecunento no da em
que as Commiss '8 noraeadas, < ra virtude do
Trat.do de 23 de Selembro de 18 >5, apresenla-
rera aos seus Governos os Relatnos e as Plan-
tas a que ao refere o art. 4. do Tratado.
Arl. 2" Terminado o prao do arhgo anlece-
dente sem sotugo amigavel, seta a qucslSo
submettida ao arbitramenio do Presidente dos
Estados Unidos da America, a quera, dentro
dos tO das seguintes, s> dirigiro as Altas Par-
les coot atantes, pedindo que aceite esse en
cargo.
Ait. 5 A fronteia ha de ser constiluida pe-
los ros que o Brazil ou a Repblica Argentina
toem designado, e o Arbitro s.ra convidado a
pronuociar-se por urna das parles como julgar
justo, i vista das razes, e documeolos que pro-
duzirem.
Art. 6" O laudo ser dado no prazo de doze
mezes contados data era que forem apresen a-
das as erposi(j?s, ou da mais recente si a apre-
nenlagSo nao for feta ao mosmo lempo por ara-
bas as partes. S:r dotioiiivo e obngalono e
nenhuraa razo poder ser allegada pai a dfi-
culiar o seu curaprimen'o.
Nao lendo as Altas Parles Contraanles poli
do rhegar a urna solugfto amigavel no prazo es-
tipulado como cima se v submetterarn-me, de
accordo com as uutras disposigas do trataoo, a
|U-8tao controvertida, a mim Orover Cleve-
land, Presidente dos Estados Unidos da Ameri-
ca, para Arbitramente e decisao debaixo das
condiges prescriptas no dito tratado.
Ca la urna das partes apeseotou-rac no prazo
e do modo especiHcado no art. IV de Tratado
una Exposig&o com provas, documentos e ttu-
los em apoio de seu allegado direito.
A quest&o subraeitidt a minha decisao em
virtude da sobredilo Tratado qual de duus de-
termnalos sys'emas de rios constitue o limite
do Bra/.il e da R publica Argentina na parta do
seu territorio I milroplie que demora entre os
rios Uruguay e Yguizu. Cada um doa desig-
nado? syslemas de limites compo-ss de dou-
rio3, tendo pr ximia as sub fab ceiras e fluin
do era (fireeges diverge ites, um para o Uru-
guay e o outro para o Yguazu.
Os dous rios designados pelo Brazil como
consliiuir.do o limite era questao (que pode ser
d toominado systema accidental) sio um tribu-
tan) do Trognay e ura tributario do Yguatu,
que fo ara demarcados, reconhecidos e decla-
ra los ros hndeiros era 1759 e 1760 pela cora-
nuss) mixta Horneada era viriu le do tratad >
le 13 de Janeiro de 1750 entre Hespanba e Per-
ugal para demarcar os limites entre po^sos Oas
Hespanholas e porluguazes na Amrica do Bal.
O affluenle do Uruguay designado como
Rio Pep'ri (algumas vezes orthographado l'ep-
ry) no Diario desses CoraraUsario?. Em cerros
dociraenlos mais recentas apresentados ent-e
as provas chamado Peplri-guazu. O rio de
contravertente que atflua para o Yguaru foi ap-
peilidado San Antonio pelos ditos commissarios
e conserva esse nome.
OOs dous nos reclamados paja Repblica Ar-
g ntina como forman id o limite (que pode ae-
chamado systema oriental) esiao mais ao Orien-
te e sao por essa Repblica chamados Pe ,usr;-
guazu (atflueole do (Yguazu).
D'estea dous ltimos rios, o primeiro cha-
mado Chapec pelo Brazil o segundo Jan-
gada-
Agora, porlanto, saibara qiantos este viran
que, havendo eu Grover Cleveland, presideni
dos Estados-Unidos da America, a quera foram
confirdas taacgoet da Arbitro n'eiU causa,.
/.u) foi verifita la e achala ser de quatro e raaia !e lo de 31 de Janeiro de 1831 no que Ine po-
derem ser applicadas.
XVII. Os con ssionaros obngam-se a aj-
signaro presente contracto d ntro do prazo de
pelos ditos commissarios de 1759 a 1739 c> n>'quin*/dias, a contar lesla data, sob pena de
estando dezenov i leguas aguas cima du Salto '
Grau le do Y.-uazu e vinte e tras leguas aguas
cima da foz d'esle ultimo rio.
Foi tambera registrado por elles ora o se-
gundo no imporlanlj dos que desembocam na
margera meridional do Yguuu aeim> do seu
alio Grande ; sendo o primeiro o Sin Francis-
co, obra de dezesele leguas e uia quirlo acuna
do Sillo Grande.
Ni relacio do reconbeciraent em commum
feito era 1783, em virtude do tratado de 1 de
Oulubro de 1777, entre H spanha e Porlug il, a
deterininac.'io do San Antonio com referencia
foz ao Sallo Grande do Ygua/.u concorda cora a
cima referida.
Em f do que assgno do rau punlto e mando
atfixar o sello dos Eslados-U.ndos.
Lavralo era triplcala na c lade de Washin-
gton no quinto da da Fevereiro do anuo de
rail oitocmios e noventa e cio, centesimo d-
cimo nono da independencia dos Estadas Uu-
los. -(Assignado) -Grocer CUvelan-l. -I'or or-
dem do presidente (assignado), W. tj Gres'tam,
secretario d0 gstad >.
ser c>nsid;raia sem erT ito a conce-isfio.
XVilI O contracto resultante do presente
decreto, salvo caso de soe edade anonvma, s
poder ser transiendo a agricultores, pr"eceiien:
do, tarra, approv.igai do Govrno do Estado',
com rylag.'i a todas as c aisulis da eeaiftj ou
tranlJrenjia.
Ari.'. 2* Ficam revogalas as disposigOas era
contrario.
O t>r. Rodolpho Gilvao, Secretara da Estado
dos N-gocios da In lustria uss'tn o ten'ia en-
tendido e faga ex"cutar.
Al unir Jos Birbjsa Lim i. R ti-Ayhj Gal-
rao.
lima de lasao cardiaca a mulher de nome Joa-
quina Mana Mana da Conceigao, que servia
como criada na casa do negociante Julio loa-
res da Cunda, morador na ra Oitenta o Nove
D. .61 M-
f,8"dj e frakraidade.
O Queslor,
iosi Felippe Stry d-i Silva Filho.
T8AKSGRIPG0ES
Governo do Estallo to Per-
nuahuco
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO, EM 5 DE ABRIL DE! 89 .
O Govcrnador do Estado, alten lendo ao qua
requereram l>. Joaquina
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CXO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA 8 DE ABBIL DE
IJ95.
Amo 110 Rolrigus de Pigneiree,Bfltencia-
d >, pc-dnlo cert'lo Ao Dr. juiz do direilo
lo municipio de GainefT-ra, pira mandar jun-
tar a cerlid > pidi la.
Francisco de Castro Beirao, sentencia lo, pe-
dindo ceri 15o. \o Dr. juw'de dire o do
municipio da Victoria, para mandar juntar a
certidao pedida.
Joo l'u'ibio dos Santos, se lenclado, p din-
do cettidSo. Ao D juiz de dkeito do muni-
cipio la Escida para mindar juntar a certidao
pedida.
Jo* Joaqun Alve3 srntencado, pedindo
commu'agao da pena. N&o se verificando em
favor do peticionario a condigo do art. 59 2
do ol g.i Penal, nao pode ter lugar o que
pretende.
Jos Antonio dos Santos, sentenciado, pe lin-
do pira, ser posto em liberdadi, visto ter con-
cluaos pena que Ihe foi imposta.Ao Dr.
Jnit de diretto do municipio da Victoria para
informar.
Luiz Antonio de Oliveira, sentenciado, pe-
dindo certidao.Ao Dr. juiz de direilo do rau-
nigipo da Victoria para mindar juntar a cer-
I tinao pedida.
Arl. 1 conesdido a D. Joaquina Francisca Vicente Luna de S raza, sentenciado, pedin-
de Salles Senna, ao Dr. Sergio Hygino Das dos do certid.io -Ao Dr. juiz de direilo do mnni-
Sanios e ao Capito Jos Hermino Puntual, as- cipio de Bom Jardim. para mandar juntar a
scalos e consenhores dos Engenhos Prexei- ceildao pedida.
D. Joaquina Francisca de Salles
Senna, propietaria do Engenlio Frexeiris,
situado no Municipio da Escada; r. Sergio
Hygino Dias dos Santos proprielario do Enge-
niro -Refresco simado iamb:in no me->mo Mu-
nicipio ; e Canilo Jos Herramo Pon'uJ, pro-
prielario dos Engenbos Pieler.-ncia e Pedra
r'ina situados no Municipio de Araaragy ;
lendo em vista as inlonnages da Directora
(ieral da Serretaria da Fazenda de 1 do cor-
rele raez, e mais pareceres prestados sobre o
aeetunpto; e usando da aliribuigio r-u-' Ih*
conf .-rem os Decretos de 15 de Oulubro le 1890
e de 31 de Janeiro de 1891, resolve expedir o
seguiole :
Decreto
ras, R-fresco, Preferencia e Pedra Fina, para
fundag&o de urna usina que se deoominar
l'rexeiras com capacidade para duzenlos sac-
eos de assucar de setenta e cinco kilograramas
cada um e quatro pipas de alcool de quatrucen-
tos e oitenta litros cada urna, diariamente, no
primeiro dos referidos engenh >s, o emprestimo
a que se referem os Decretos de 15 de Oulubro
de 1899 e 31 de Janeiro de 1891 na form 1 e sob
as condiges segrales:
I O Estado concorrer. a lilulo de empres-
timohypotliecario, com a quana de duzentos e
cincuenta eolitos de reis era a pal icos, ao juro de
sele por cenlo ao anno de conformidade cora o
arl. 7* do Decreto de 15 de Oulubro d-i 1899.
II A priraeira prestaco ser recebida :
a) Depois do hypothecado ao Estado, sem
concurso de outro credro, o Engtnho Frexei-
ras cora todas as suas ierras, mallas, pastos,
logradouros, obras e bemfeitorias existentes e as
que accrescerem.
b Depois de apresentado documento que
prove acharem-se encomraenda los os maclii-
nismos, apparelhos e ferragens destinados a
fabrica, o qual dever ser authenticado cora a
assignatura do Coosul Brazileiro ou Agente
Consular ou Fiscal do Brazil no lugar da fa-
brica : ou depois da prova de ler sido feila a
encomraenda dos meamos aiparelhos ror inter-
medio de casa commercial desla cidade que
inspire conanga, pecedendo contracto de for
necimenlo d todo o apparelho, machinismos e
utensilios em lempo certo e determinado, as-
siguando o representante da mesma casa, na
estago competente, lerrao pelo qual se obrigue
a runipnr o mesmo contracto de lornecimento
com sujeigo do pagamento dos prejuizos e
daranes que possara resultar Fazenda do Es-
tato pelo seu nao cumprimenlo.
III. A segunda qu indo lodo o material se
achar no local destinado ao levanlamento da
uzma, ou quando esteja lodo j recol tdo Al-
fandega do Estado, nos termos da lej n. 25, de
9 de Dzembro de 1891.
IV. A tercera.
a/.Depois de seacharera concluidas a fabrica e
-uas dependencias e funecionando cora regula-
ridad." provada pola experiencia,
6^ Depnis de effectuaJa e inscripta a hypn-
(tteca di u.ioa com todos os macbioisraos/ap
Saralftos, accesaoriof, dependencias, obraa *
amfeitorias qua nella h trvarrn de sar eitaba-
lecidas.
V. Os enge hos Frexeiras, Refrjsco, Prefe-
rencia e Pedra Pina licam obrgados ao fornc-
cimento de canoas uzina Frexeiras por lodo
o lempo da obrigacio para com o Estado, nos
termos do contracto apprm lo nesta data.
TI. A amortlgaco das apolices ser feila por
sorteio no mnimo, raao de 5 *|. annualmen-
te-e comegar logo tfte a uzina ti ver tirado
duas safras.
VIL Desde, porra, qua a nzina dar dividen-
do suaarior a 1| *>. o excesio aari lodo apph-
cado araorlialcao das apahees.
Vicenta Jos- Tobas, sentencalo, pedindo
converso de pena.-Informe o Dr. jUil de
dlreito das ExecugOes Crirainaes.
Dana Jos dos l'razeres, sentenciada pedin-
do perdo. Ao D\ juiz de dreito do Cabo
para informar e mandar juntar os documentos
mencionados no art. 2- do decreto n. 2533de
28 de Margo de 1330.
Pelo porteiro,
Hermenegillo de Siqueira.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2.* DIRE-
CTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Pele Dr. Inspcc o Geral interino de Hygiene,
foram intimados :
O Sr. Geren' da Compamiade Drogas, para
no praso de 48 horas, suspender a publicago
dos annunn is dos medicamentos: Cajurema,
Pos anli-ssmaticos, Elxir de Nogueira, l'eilo-
ral de Jui-, Peitoral Lbeliano e Elixir Mo-
rolo, at que apresen' e a esta Inspectora as li-
cengas paa expor a venda esses medicamen-
tos como de qualquer outro que nao tenha sido
approvado pefas inspectoras sanitarias lo Re-
'pnblica e cun o visto desla.
O Sr proprielario da Drogara Braga, para
n > praso de 48 horas suspender a pubcagao
dos annunclos dos medicamentos : Eraulsao
Navegantes e Peitoral de tambar al que
aprsente a esta inspectora as licengas para
expor a venda ditos in:dicara ntos e. qualquer
outro sera que tenha sido approvado e visado
por esta inspectora.
Pelo Dr. coiumissario di 2 dialricto esl in-
timado o S"- Augusto Coelho de Moraes, pira
no praso de 15 das canalisar as aguas plu-
viaes da referida casa.
Pelo Dr. comraissario do 4- districlo, esl
intimado o Sr. Carlos Auguslo de Araujo, pro-
prielario da casa n. 22 da ra das Pernarabu-
canaa, para no praso do 30 diasac ial a, remo-
ver tolo o luo existente no quintal e fazer os
latrinas as condiges indicadas.
Ficam os meamos Srs. sujeitos a pona ida-
des da le, na falta Ho cumprimenlo das Inti-
raagOes respectivas.
Secretaria da Iuspecto ia Geral de Hygiene
Puklici do Estado do Pernambuco, em 9 de
Abril de 1895.
Apollinario A. Meira Henriques.
O secretario.
DIRECTORA GERAL DO THESOUR3
DO ESTADO
Dttpochos de da 9 de Abril de 1895
Luit Rolngues Villare?, Antonio Pereira de
Souza-Diga o Sr, Dr. procurador fiscal.
Augusto da,Cbsta Gomas, Domingos Pinto de
Frailas a Jos Luiz Salgado Accioli C*riin.-
quem-se.
Irraandade de S. Pedro, Jos Mana de Hol-
Dr. sub
1 ndaCavalcarrte.Informe o Sr. D
VIIIfA, iraporuQcia dos jaros dis apolices rector da Contabilldade.
O augmento do crlme
E A CRIMINALOGA POSITIVA
;Henrj Ciarles Le do Jornal do Conmerck)
Os dous maiores flagelios da homnida le sao
a doenga e o c-ine, e a lata do bouem con ra
tli-s forma nmi pane nota ve', da historia da
rrga bomaoa.
o progres o di scieocia da-ante a ul ima se-
ragio tem rao lili'di e oelOo'sdo engrande
parte a pratica da mellcio?, e na u*al iiue os
soc:i logi8ias bem Intencooado', torran lenta
do orocurar re lozr a algn meibodo scieotiUco
o tratarneuio locero e mais on meses emprico
do crlie.
A n?cessldade de raelhorameoto oe3te sentido
i admlida pi* todos.
Em 1921 a Fraog prioelpioo a collecciona' c
pu'itt -ar es'alis icas sobre o aesompto ; mi 1835
1 Iogititr a saeu o o exemplo, e com interva-
los, caa ora por bu< Ea-'o.'a'Jo'U-n l ie-un o acmo. Assim,
pon o a pocco acumolou-ie omi eran le por
gao de mneiaes pa-a o esiodo rcient fie, e
ap-zir dos eo^aoos possivers na es'atlstica crl-
mioat cooparada, ni se pode negar que os al-
garismos mostrara que com excepgSo do Impe-
rio Br larra.'o. a oi^l-il; no ten levado a
melhor no co:.fl:cfo cuu os cri ni osos e que os
crirxes t n aoKmen'ado. apetar do aperfeicoa-
men'o da o'goi-agia policial e do labor atura-
do dos iribcoaea.
Ni F-aca, por esemjdo, d I86 h 1880 a
ropolagSo crescen sOseoie de 31 000 000 a....
37 000.000, e apezjr ai.-so, os procesaos po
jitni,.,-iu oiul ipi'ca-am-se nove vetes.
O r.ub-i de crianc>s uogmeotou d (36 por
aooo a 809, os a-suliiio' de <9 a 839,.o in-
ceniurlsmo de 71 a 15) e o lofaulcoia ae '.02
i 119 Hoje a soturna da crirhalMale ni chns-
tan-ia 1a horrorosa de canta Dpi-.', demonstran-
do a lodieuca dos meios de rearesao xutee-
tesea itrande necessidade de orna modanga.
Se tomarmos, por ejemplo, o homicidio, v-se
que em sele .not.-s, de 1831 a 1887, a media an-
nu -I em algons Sos priucipaes paites da Europa
em sido :
Ao.-t ia 689, Hung'li 12)1. Hespmba 1584,
I alia 3605, Al enaaDa 577, Franga 8.7, Beleica
13), Hollanda 35, Iiglilerra 31 *, B-cocia 60 e
I laada 119. Soxmaado do, 9:08 por anno;
e se a isso addicionarmos Os bomii'iilos oa Ra?-
ia Sneri1, No uega, Dinamarca. Portagal, Rou-
maoia, G ecia. Serna. Monteoegro e Balearia,
o otal serla oe lo 001, mais oa menos.
A estatisiica exacta cus Es a-ins Uqi los nao
accessivel. mas o calculo de 3000 esta pro"af 1-
meote abitxo da ve-dade : e se inclal'mos o La
uad, a Australia e as Repblica Hespaobolas
da Auoe i a Cntrale Ame-icadoSo' c Icolsr-se-
ba que a eomraa ds homicidios nos palies que
orofrasin a religio cbisU deva ser anoaalmeote
de 20.000 a J'.OOJ.
O faci, eDt-e'.oiQ, niis deploravel dessa onda
le crine qae o augmento se verifica especial-
rrente oa riaase dos criBiooeos relapsos, porque
as peoss pela remciden'ia moltipluao-se mais
' pidam-ote do que as que sao impottas a ful
pados do primeiro crime.
Em Franga ss conaejonag6es por peqoeoas of
fensas aogmen'rao de 21 /. em 1851, a 44 %
em 1882 e as penas por c io.es de 33 a 51 /
Nj Italia era apenas de 10 I/i por cento em
1876 e fotiiu a 34 3/4 em 1885. E arada esle
alga-tamos ifli;ies estao moito anaixo da rea-
lidade. porqne os reUpsos aeodo co: demnados
a maiores penas, faiem todo o possivel para oc
eaiUr antecedeoles, e os malos ae veriQcacao
sio com ce lesa i perfaitos.
Ferri da qae por meio de inve^lgagSo pes-
raal entre 346 peseoas conltmnadis a trabaldo
focado, tcooo 37 por ceolo de reincldentes e
e ure 363 ronfemuados pnsao simples. 60 por
ceolo. apezar de deda'ar a estatistica official
srmente 14 por canto dos primelros e 33 por
ceoto aos ultimo<.
As caosas qoa prodaiem estes tristes resa dos oo sao nifficei< de se desconnr. orna d'el
las em dovida o aogmeaio noiavel do coo-
^acD0 do alcool, qoe accosio as esta'lstlcas de
qnasl todo* os paiie. TjIs'.o tdlve* exigere,
joando affi'ma que o alcool repoossve por
10 pir cerno dos enmes e qoe das mutheres qae
se perdem, raeude cede tentagJo, qiando ue-
bano desaa lcfl encit; porm os onminalr gis-
tas ma illustrados ati/iooem ao alroal nao t
a estiiiolacao pa-a o c ime e^o emDotameoto
ins perceptOes moraes, mas tarabea a cansa
es?a classe pecoliaruuente perigosa de crlmioo-
sos de osseeng?, aos aoaes nao ha esperanza de
cornglr.
Marro lovrat'g^ndo enlre criminosos acnoo
qte 41 por ceoto d elles erara Albos de pas da-
tos ao alcooli mo; a' oade f:o cnegsr essa
nerldiLir eiaia criminosa qae pollue a socteda
le 1 erfeitameote desorlp'o no estado (eilo por
Dapdale sogre a lamilla Jucker.
R c-otemen'e, o grande desenvolvimento da
oopuiagio urbana oatra lote Irottticadora do
aogneolo do crime ; asclaaies, pelas Un agO-a
e meo contaminador, sao viveiros do vicie. Aa
augmento da riqueza en toda* as ca ses 6 tam
o-m altriboida orna das causas, porque coatra-
rlo a optolao popnlar. a pob-ea naonuJa-
centlvo pa'a o crime, Momaondi*. que cada aug-
mento de safarlos a?goido de om augmeoto de
crimes e que as pnsftes nunca esto la cheias
como sos parrados do prosperidale geral e
abundancia re trabalbo.
Kor n anda mais saffijlente qte todas estas
ciuiis o movimente bnmaoltano que ae tor a
difino de nota no presente seclo. A reaccae
contra o barbarigmo qoe nos legn a rale me-
dia, a reaccao aingida por Bocearla oa jaria-
prtidercia criminal e proresso e por H ward oa
p-i -lito?. As peoas lm dimlnoido e t n se in-
vettaJo metbodoa de paocesso. qae 00 esforen
para evitar a iojosbga para com o In'oeente dio
a irapnnidade ao cr.minoso, oa sio de Ul modo
demorados que se rerie a it'floeocia effi'ai da
just'ci immedi.'la. Garefalo per ei rapio sio
nsita era declarar que na mente panojar existe
a Idea que os procesaos 1 fo fei-s ^mala para de-
oler o cnmiooso da sociedade do qne pan
proteger a poctedade do rrlmlnose.
O iurj tntrodoaido em Prarg p^a revolada)
de 1789, tem-seespalhadopor moa a parle, pan
OTi-loaes qne 080 sejam poli 1 o*.
E' um sy-ierra de eltaoso mesmo eolre as ra-
gas scostomadas a empreeal-, e completameoie
tru'-ll aos oovos qus ten-era mais a .-ynpainlear
em os offensores rio qo- c m as *i -.timas, loa-
til sos que com facidsde sio 1 (la- nca oa pela
rbetorlcs do sdvogado.eqoe.se a reditarao
aoa B lmlnillsta', denSo-'e t-eltiir pe.o albor-
no cu eotSo iotlml ar pelos amigos do acen-
sado.
Jso ob-ig aos bcirrigados da aecnsacio a
terera miir cntela ea n-i a- -m processar
criminosos, a nio e->r qo r conhfgio probaW-
lidaae de v- ncer es t-acropuio* oa os temores
dos ;nrado'.
Asimem 1887 un Pnrcs > 4:9.3 9 qoe:xas,
239 051, is'o mais k aetade des acensados,
forai" desproonncia os.
D ff-rette do que se f. 1 na I glaler-a, o* jorja
nos p 1 zes da Earop Coaiinental nSo p-ecisam
ser ooanimes; ebeea s- a derisoe* por ao es-
crotlnlo secreto, no qol o9< 6 o empale oa vc-
tagJo absolve, mas Umbpm ovi vi. 10 em branca
on Hleglvel con'ad" a favor do seco-ido.
Q-i: n o com (aes difficold^des se ob m ama
coodemnagSo. se a peoa e epll>l, teii o aenti-
raentlis.no Coeotra da epocba procurar conser-
var a vida Intil do cnmino Excpiito co exerelio. na I alia rio a hav:do
execogbes desde 1876 e a peoa de morte foi I-
naimeuie abolida em 19I por looiil. como tam-
bem o I ii na HoHanii, Portngai, Rcnmaoia e
Orticamente sa Belgha e ra So-a-a.
O secuinie mavpa. clla-io pelo professor Prrt,
da Sodedade Howard. mostra a penca -nclioa-
g9o qoe ha nos outro-' pases para o 'errsma-
meoio judli
0 v
PAIZ 0 C <- a a aj 0 9 J
9 V
a. 0 M
g e tm
w
Aastrla...... 1^70-79 806 1C
F aoga .. ..... 1870-79 t9i 93
Hespaotia..... '868-77 291 128
Scei'i....... 18^9-78 32 3
Dinamarca .. 16118-77 94 1
Baviera..... :870 -79 249 7
Aliemanhi do Ko te 8ps-78 484 1
Inglaterr?..... I8-A-79 663 372
Bscossii...... 1660-7H 4t> 13
1860-79 66 3
Aastralia e NO'a-
Z landia .. .. 1870-79 453 121
A severHae britaonica provada por estes al-
garismos, talles ?xol que mln rroxoalogia-
Ierra leona coosegoldo nio deixar aokmentar tt
crimes, 00 que pela sjtaegiio de Ga-ofjio. da
porirlci;ao da Na, peh- asia'sinatos eo mam
dos vagannados, 00 terop de Totors, e peh de-
por.agio dos criminosos para s colonias ameri-
ca ia* 00 secnio dtzo t e pan a Nova Giles ao
Sol 00 actnsl.
O ao'si abandono da pena de rro-'e d^ixa
ao legislador someote o re-rarso da pri-io ea
suas varas forma?, a qaal empregada pa-a os
grandes e peqaeoos deli tor.
Ni lula, em drxanois. de 1880 a 1889, as
conderxnsgO?.' i pri.io aitiaei-m I II! 079;
em Franga, oa aecada de 1879 a 1831 sO oa trt-
b m .es inferiores ponir o 1 67-.000, dos qa
113.000 por meos de s-n 1i<>.
Dessa maaeira as p-i-6 s tornsm-se vivelroo
de crime, onde criminosos por pequeos drliclos
aoreodeo rala ves m*is o caminno do sale
deixam este lugar levaodo comaigo o estigma a
a vergonba do ras io, qae os acompmoa p*
toda a pane, Ao mesmo (em.o pardeo o terror
que tinham pelos fsriooras, po qu* os lostiortoa
hamaniurias do lempo tiie-am drtias naoitaceo
muito mais soppo-taveis do qne a c-baoa de al-
deio, na do qoe a agr fu-lada do proletaria,
sera fallarmos >)o ojo te qoe coidir do dia se-
gniaie o qae oportme o bjmem, e e jo traba-
loo depende o pi de cada da.
Mesmo o bague e ss jhsmadss goles ro a'm'-
nlstradan sob principios nenev e Me-, e as ciar-
ses pericosas as cooside-ai mais romo Ingares
de refago em lempos niffl ei r>e qoe com> pt*
n'QOes que devano se temid".
AjoDtando lulo s'.o i esperarca de o.lor la-
cro, em um meio a ociat onde o aogmenra da rt-
qui z 1 oSerece taes oppo'tant'tades ao erpoliador,
poneremos bem ap-eclar a a8 gio de Mr. Tar-
de, quaoiodiz qae a proflssio de cnmiooso
offirece maiores lucros o meoores riscos a
que qualquer ootra ca-reira aberu ao inicenla
pobre.
Qae neceasarla oa a mnlang ca rraceira da
ponir as clasaes criminosas da -oi-fedaie, cor-
sa que ni o rod soff er dovlda, e com a lendoa-
cas scieiittncas e materialistas do l-mp?, nao
aeri d= admirar qae se leots solver o pr. blensa
scieniricameote, ou pelo menes com appareocta
de meihoo scienllfl o.
Ja em 1848, Q le'.elet mos'ro qae o c-ime be-
re ditario em ai^mas fjmilia?, cotto ?i f'cre-
alas e a pntisxa sio em outras. r qne a maior
p>ne dos cnmtoccas oascem deseas familias
qae deverlam ser 's dadas -orno sospeitas da
Iraxer em si os g- rmens coatiglo os.
Mandsli-y na Inglaterra e Deapine em Franca,
prestaran! om bom servico denota o ta cara-
ctersticos mais obvios da iatbeze rr'mioal;
porm, coobe a Lombroso f.iie e-'a-'o ro rala
do assnrxpta e procurar rednzl'-o itx-cdaa
KioBiUtea.
O Hornera elinquenle de Lomh-oo, caja
primelra edigao appa-ereo em 1876, p Je sor
coo.^ileralo como a base do qoe fonhocISo
como criminologa positivista. Pelo exa-ro pas-
soal de gtan :e nume-o da c imtoosos. elie idea-
t-.Bcpu ce-las peculiaridades e aicm- 4S pbja-
ca8, qae p*tt-nde sejam o dlsgoostico do cri-
minoso du Bssceoca -o hornera qo;; a Datarasa
nio pode transfoimar e qne eve s?r censida-
rado desde o prtacipo como ln:orli;ie! aeaa
remedio
oa principaes d--ses caracteristlcos sao : ial
la de svrcet-:a r.o erando e oa fa:e. a'gnmaa ae-
collaridades uas oreloa. mios e pie, pooca ea
aeobutna barba, cod:-io(6<>8 oerroias da faca,
proiinotp.itroa, lie-ign-if'aie do iris, lor.imsala
do oaris, te-ta ret abiia, comp-imenlo ex:ejj:
vo do .-cato, aigna facul demaia d>s nvclvl e, a
aigomaa vezes, careiUs e clics nebros, rain
qne raramen'e le di eos qe tem cabe, los ai
eos on sio clvo'.
ola com grai;e iisLtu'iJ a pra'ici da I
aii
X


%
-,
*

IKarioBde Periiamimeo -> Qqarla-feira O de Abril de fl8J5
malta syaa'.omatica das Para esse flm os jozes e a <'o.icla deve.a -e' (So fd*a dado la de cima : por laso o que me
eoidadosameote instruidos nessae s?umpote entregan a ti commetteu am :>ec:ado'mai8 fcra-
tua.gen, que ooosidera
leolenciaa criminosas.
Easaeacarateristiees exte nos preteadi t rar
ona (yoos do (riminoics, oa assasiir os, ci vio-
lentos e os laCroes. Pie ae- qoa este fceoria
eeja a parte verdadelra, por-'m nao tanto csso
affirtnam o aaiore seas discpulos.
Os-fado, o carcter medial de Loaabroso
a a te-sel entinen : lmagiaario e eetbaeasta,
saan detiolgOts sao Ida elant.cj, tjue esa uro
llvra elassitica Garlos Corday a par deftavatU
tac, Guiteau e dos regicidas, como eaeraplo de
degeaerac/So barodltaria, e en ootro a compara-
aPacll.Garlbnldi, ambelta, Han, Lissale e os
marlyres CbrisISog. Comiedo, qoaodo deipido
das extravagancias oatrraes ao propagaadismo
extremado, 0E.0 ba davida que em nucs de es-
pectalliiaa oaotelo8cs videro suspeilo de c-itoe, rod por vezes forne-
cer valiosas IodicagOe?. Fern nos di* oui c
spb'f terutB ob a mpasaibilidade externa, strno
pera provar qae um iadividao.accu8a-io de 1 ar-
to, ora innocente deesa en me pprU colpa-io do
ootro do qual nao ee sopoitava ; e orna oa'-ri
ves iddicoo a innocencia de oa conJemnado
a p-lso nurpeiua, revelaGdo um gra:e erro ju-
iciarp.
Comate, pryrareodo team Uoos platico!, de-
vexos pouco coatter na realaagaj das brilcao-
tes papsraagas dos croinalcglstas quanlo aos
beastlcios que deven provir de lees tbeorits ;
qoaado a jo t'ca. como elle guantera, so soc-
correr de tarandos oais segaros de conhecer
os cniiooso pea ob-eivagao da taloagex, d.:
antl ropoireiriii,.(!a physlooornia, dSB c-in tijOea
puya o pyobi 'as, do grio -.fe sec-lbill lade
da .envidada nflexa, das reaeg&ps do vaso rao-
top, da ixieaso da raio visual, etc.
Htm p dea o razoavelmeuie esperar qae a
ere ulti.'.ie des teste muohas posea ser perfe t-
msnie guiada, como a s prnuettem, pelas appli-
cac/ies aaieatlncM da psycfeologia e da p3y:ho-
p ttialogic
8ea como Mr, o maior r>e**ico p-estaio por
Looibroaa e ana eico!a foi chamar, anda mata a
alinelo para a lasa? dos s rarr.glvtia, eos qoe
nao ba mau tireraoga de reformar e para a ne-
cessidade.da fua.eljaiiuac4>, para a proticfio
da -ociedade.
Comilo a criminologa pisUlvis'.a oso ce
limita efimenli a descern e classlticar crimi-
nosos.
Aspira a reconstro^tio completa de lo la a
tbeona do crime e do casgo^ Pretende qae
cao ba crien absoluto, ne 3 actos qoe por si
sejam probibidos peUa lea natoraea 00 dinnaf.
Aqoillo a qu : coamamos crine, sao am*1 lo-
fra^Oea -aa regras que cmi orgftoUao social
dala eptabe!ece em cer.o periodo, pa'a aaa con-
veniencia tu oonaerva^o p:opria, e como a or
anisacj social meda che desenvolvimento
da civuiasao, esias regraa w.mbem madam, de
maneira que o q "e iouvavol em ceno pe:i:d3,
iorna-se amaaccao crimino a em ou'/o.
Wio ba cruces nss lela de bejp, que nao t^-
rhi.n sido oa qoe dSo eejam anda permit-
Ud08, CuoJiciaa 60Ciaea m versa.
Mr. Tarde tota qao do? aVa delicio j que na
lef,iibsj H-)-i'a eraiu pun es esm a elapi-
d; ;5o. nove c2a existeai mais nos codicos pe-
a^.:s di Euro;u e o de-iime.-ea anda tx tr, 4
po.' umi mouvo compUtamt ote diffarenit. Q
rofalo at vaaejtqM a c^tuada 4 urna viriade
arWi.ial e.ccuvencional.
Sao Jo virttde e o vicio, simpleemenle a ex-
rvissaa o q ie u'.il ou prejudicial a co
de, em stu presente eaado., a q estilo aaofa
UJadedeaapiiarice. A refpotisaowidale tira
da dj ci'i.iuJso. cem a n^na^io atscluu do li-
vra arbitrio.
U qae am bomem faz, f;.i Inevltavelir.mtf
j tundo a compes'cAo e refoluco flas vanas
: laencias que aciU3m Bjbre elle em ern mo-
meLls t'alo, todas as organisac.Ces bnoi-nm
eaMo stjeiia: se mtsmas leis, e eoaa ac^Oei \n
luencisdBS da mesxa mtnei'a.
Do ptctofoon cu acroabaa do bemem. :
BBtea d:ffe:eaca qoe, pioporcaj que suol
idos na eacala doa si-res, os noivos e os im-
pul803 ternr.-je" m-ls comrlexos. e.c taomeui
lasti o UtatOBUBeata da; torcas qae aciuiu.
sobra bus n-ilorcza poyad e p yrbisa como p
protoozon ene wja simpl's orgauisac&o.
A responc abilrdjile icaral lorua Btn utoa-pQ-a
ae inntil, e (aardecsstigoTOnjo ntnouco 00
xp;a{ao, repetrr o #cdo de om sap^r^ticj
ja gasta. A. cocrcepctj coacelUjUa ca pilava
.:nme cao O ve te: iDflie:cia oa cunfeetao cu
aim'oistrac'iO da jostrea.
Um- boml!:idlo-i,:v)iutario fica pr?cisamr,n'.e
no meemo plano que um outro, teodo por cat-
ea a cap J'z ou o cdle, e se a eccledade eolende
pailM'O com aa'a peoaliiade menor, aim^le-
mente porque a negligeoc: a am-rag men a i
vida social do que as patiO:;j viuleotis e nao
cernidas.
Um assasiioo loaco esla na masoa otrgo
na e deve ser tratado de mactra que prea -
ve o Esudo le Battiaq fallas. commeMiilLs pelo
masmo iadiiidqs. Asslm, com ostas.tiecriai a
sociedade bea cem a lioerdsde de traa-cu
dehaqueate da mau-tra qae mais aieva o inte-
rei;se soc.ai e promova o bem-tstar do sen t Jo ;
e a preiento des crinriaak-gita positivistas
que al agaia- os cdigos ii?m dado m'.or ioa-
pcrlaocia o crime qaa aa cirn aoio, e por esla
oova ordem de cooaa o crtfc.icsj to.-Q3-3e Oiuls
digoo d no'.a do qoe e crime.
(uiidj cBag.Bioe. a imci.dca praliecs
ap e8eutad83 pa-a expica" esas ihcoriafl, ocha-
mos sages 6*8 vil oa-> de misiura com cairas
'<'ie i&o vtsionarlae- Qie es relapsos, os in rlgiveis u criminosos de asceoc^, de Lombrc-
ao, qae estao e esUro tempre em gaerra co a
soada lo, deviam ser eliminados pela mor
te oa pela iprlsao pe-petui, e aeslm prevenl? a
propagacao d-sia raga, orna prono IcAo que
suri provavelmeole aceita per todos, 8-ivo peas
u tra-bomaritarios.
Comtado Ferri resUa tm aoonsclbar-a peoa^
dmorte, e propfte coicnias agrcolas. ns qoa&s
poiaam ser deudos d.rete a v.da, e ainda roat,
que 83 Ibea mandem irabalOar nos dhtnctos pa
ii*tres, em v;.i ie empegar bonetos cam^ one-
zta nessetrabalbo mortal.
As colonias agriclis sao de facto a-hase.
prtocip.l da Escola.Italiana, para evitar os co-t
naevidos males das prufien. Em vez de lemoo
d.-termina!(), propOe senleojas cim ieu.pn k,-
da'JS'm nado, dorante as qaaes os priaooeiros
devem ser Bxaoatnadas. qaaado or conven-ect.e,
por especialistas'^m psyctiopalbakigia e aathro
poloeia crimioal, e a esees enmicoses nsu deve
s;r restoiiia a lberJade, emquantJ nao boov r
videncia satisfactoria da .-ua readaptibiUdade a
scciedade.
arofalo faz orna pro'.irxa sogestai fazendo
ver qoe oo.i coliges peaaes existentes, os q e-
resses aa sclima de nm crime sao a'eir..mate
aienosprezcdos, qaaudo a repataco dalles devia
MT am de, caraitaMsticos de todas as senton-
Qtt Se o culpado lem proprlea le, ella' dee
asr appr bandida ; se naa ten?, o Estado-deve
pagar a victima e obrigar o reo a trabalbo for-
jado, at que seos sa arlos cbe,U',m para resti
tur e8a qoan'ia. Taes maltas oa inJemnisi-
^bes serian, om bom remedio contra as tunme-
ravets senencis por; ranos pratos, qoe ezer-
c.em tao inaleflea influencia no reo*utament
para o exe-cito do crime, e con-verendo crimi-
no'os casoaes em fsemoras habiioados aocr me.
Tambem as prUoes deveriam te- na car-
cter realm;nte pensl, e nao serem por mais
ctda tribunal de justica deve ter am "corda
de espe ulistas varsadus em antropologa-,ci
toal.
Os eilodanics nao terso mais qae se ocomso-'
dar com as d;Ei uloades Ja iurisoraieucia c i-
minal ou qua cu lavar i. ais a eleqaanua qae
lauta eduz no jary, tu-s lm qae apreoder p.-y-
cbo-p-taclot'a i auiniNgemetna e iflaa que as
sisiir com aeoe aestrts.dinica om pniOes, como
seos couipanbturas qae*a ulam medtetna a-sia
(ero nos bosp;taes.
Taes sao. em poacaslinuas, os princlpaes do
gmas n< esoola p- ar.ivi3ta, coja* lilas, sa ]ul-
garmeada tmmeusa se omulieio de obra* po-
blicadas sobre o assumpto durante os uiiimo-
vlote eimos, lm tacltuda por toda a Europa
ba-tanie atlengao e esiao sem duvida desuadas
a contribuir cum ama parte para as modi-cas
no dtreit-j criminal e soa prattci, o qu i;icvi-
.tava1, se a ood, de crimea que contine a crescer
tem de ser reprimida.
" Apeiar de qoe algunas dessas divagages
pbilosopatoas poa^am provocar om sorrisa, com-
a 10 o pablIciBla qae pen^a nao pode dexar de
sa: rato por qualqoer eslorco bouesto e resolu-
to que levante a aamioisiruc.ao da jurisprudencia
cnimoal da rolioa perigosi em que oattia.
Nisto. dos do-novo Biuoda temoi t>nio inte-
ressa como ooasos pcreatis do veih Bvoa|S| h 1
rio.
Comquan o os recursos illlmUados da u.ssc
t'rrlto'to e no s;a popalsgio mais espilbada.
teobam lo-nado at agora es'63 problemas de
aecessuade menos maeliiti para nos do que
para 03 palies ma's populosos da E ropa ; com-
quanto o optimismo fa'il do nosso povo nos dis-
ponba a crer que ellas se res jlve-'o por si mea-
mos em tempooaa faltam fyiif.tomas de carc-
ter f-:o qoe mos r. m que devemos trabajar.
se qnize.OKg ev.lar ternveis males.
O au^Bjenta da papulaca-i o^oana eet se tor-
nando ainda mais detp oporcional aini na que
oa E'opa.
O angoiesto davagbondageo], aoai^do por
bonla/ie impensada ou timidez nos dist ictos
ror:, s, promete crear para los UJia ca-se fan-
>ie e perlgosa de criminosas Lerelitancs, ao
pafso qoe aera im.ossr.il reforjar para otra
b.lbo bone'o, juabdo o deaenvoJvimeoio dis
i.diplos Je Caxe, nos moaira com qae facl'iJade
11 lileiras desees vagabundea ncmcatiou, poem
ser recrutalas e quo detMioOBM se um .m da
reilo tas ontres.
As demo-is me minsveis e as evasivas, por
meto dae quaes permitida esperti-za teal'
itesiroir os tiras da jusiig, sao directamt ota do
lyocbamenos, que t a u ro-aii natural de
orna deplo-avel falta de coi^oca os inbunaes
da pan ; cmqaaata do o'j.ro latoesia o senii
aien;allsmo oepto, samuro a wpreiia para*yiB'"
-aibis-ir com o asaassiao pro favor delle o exercicio abusivo do poder de
p rdosr.
A.imorigracaa 003 u'timo3 annos lem laceado
ero no-'sas pni-.-s grandes bodas d=s ragas mal?
''radjdas e anrr hicaa da Europa, e apt-r.ar
le e-:ta-inj acostamaaos a nos lisaocear que
a nos?a po?ul; fio indigna cootribo 1
menor porc.10 para as classes crtrxi iota a? p s
qnijas doproL^sor FelCQ'-r aios'.raram ul.iua
men:e que qnanio ae asa a RataUstlca cono dtv.
ser, somfoie para es adulos, a [to'oeaiaeaa
des deliuqnentes cacionaes ao p:iz m ior do
qoe a dos^es'.rngeiros. (1>
JB a claase dos relapsos to g-ande aqni
ceOM na Huopa, pois calculada e.iue qua-
ea'.a e cinco na por ce'ta dos coO'Jemnailos,
e 00 relaiorio das casfs le correccao cp d
do i BBBrwarta e ins'rocgao publica em 89i
consta qoe dea per cento dos deudos a inca
riglaei8.e tri :t- e cinco por ceaio reincidentes.
O.Domicilio augmewou de tal modo que ex-
cepto em jcasas de atrocidades lora do moda
cooimum, con i ralo q aai com lodiffereuga
pelo povo, de ann va qu-, Cjojo mcito no 1,
diz o r. Aa'r.w D3 Wiiile os Ambricsnos
re incommaJam qaa se tire a vida a um indi
u!u>, qoanaa isto testo por proesso ]u i-iai.
a diffasao da eocsca. em qae tanto sa es
pera va n gerag'io paseada, falboa completa ae -
e 1 porqae a ealalisiifa uio;:ra qae os iu; .-a-
bui Itr eacrever coot-iueui eui maior unxe
ro paraa lileiras do crime ao que es ai.alp.ta-
0elo8, Apezar da eoorme despeza de saseai
aailbes-de dol'ars p>r aooo, .'asios em polui>,
juiuca e prisOes, augmec^i.-se a classe qu
v.ve da rarioi c.ol:s a sac.eade ; e aera bm
receida toda^e qualque: diseosiaa que uvar
por lim ait anir a alienta 1 popular para a :m
po'laccia do mal e excitar a tanta caasiderac-j
aara me J dos qu- seym iceibat adaptadas a u a
reforma laa uecessana.
ve.
afie BOBcato se tarbou Plalos de tal
neira que pareca am bomem bfy>; a aaa r.-
zia nao daparava em justificativa pira a cou
denBc5o do melgo Je-as.
A torba smeanaa Pdatos dlzaoda, qoe file
alisftci eaU.eziH8..cla pois arana se la ami
ga de Casar, ao coatrarl-j se-la oimigo.
VeoJo enifio que couaa al goma vneta a von
tade da torb?, manda vir agaa.e deante de
tolos lavra a seguloie seneica de morte :
Forjado pelos principes nos aacerdotes, e
porque o eyaedrio e o povo esiavao a p m J-
nWevar se, pe Molo a morte ie lesos 4e, Naza-
retb, como clpalo de haver trbalo a paz po-
biica.tlaipbacc do e volido a soa le, >u li'
entregue! pa-a ser c uci&cado, posta qoa su3
iacnlp'coes me nao rare-esea> elaras. aSm tt-
nao ser acsalo peranle o imperador de ter
hvorecido a iasurreigSo e deicooieatado 03 Ja-
deaa po* orna de egacSo e j- stiga.
E em seguida la Ionaceriie sou do sangue Coste justa. V-
0 -edes.
B a lurba apodera aa de lesna, cietiga-o des
de o Pretorio a o Calvario onie sacrificada
a victima innocente par aaor dos borneas.
E mirre Jaso?, levantla em Boa croa en-
tre O'Cd e trra.
Abril. 1895.
Francisco de Assis Epipltanio R- Pinto.
LITTEtUTunr
Ruinara
Eis em ruinas sra"nl< o fult;iio Castalio
Erguido sobre o azul mniaeulado o sanl >,
lie nosso casto amor ao dulcido desvello,
De leu divino uiliar ao lucido quebranto.
Ah I lu, por q tcm eu ja sacrifiquoi-me tanto,
Tu, que caOainig'O argnoMa esu edifico bollo,
Do sonlios, de Ulosos, das olas de n:aa canto,
De aoo casto amo/ 'o dulcido desvello ;
Contempla a ruin irla a os ttricos dcslrogcs
DaBo, outr'.ir 1 gi-nlil e rutila edificio,
Onde va^aiu sc vida agora os sonlios nossos ;
E ve quanlo ciui'l qu; foi oo=sa senlonga :
Lanzados rr.0r.1lmente a um fu lo precipicio,
Haveinas de vaga* as trovas da descreoga-----
Ernesto P.iu'a Santos.
MUSICIA>A
XTI 1AS THEATRAE3
(I) E' possivel que o inclu' mas criangas as-
cida nee o paiz oa pau et'*rei-js, as coaclu
6es do professor Kalkier saffram modiricaL
A eatai'fti'-a Jo uUlmo rece-iceaoiet ta Botra
qae ae 82.319 deudo- em L89J 23.oa eram na-
tnraea da. pau, b'anos, 29.49 eram negros,
3i.fCier.im uasciJa no e. trmgeiro oa rom am-
bos os pais estrangei o 1, 9.40 Je pas de coube
cidos ou can om dales ectruu^eiio e O 9 e am
iadios, ciaezes, etc.
Jesas-Cbrjsio
B' qae es jadeas nao quarlam 1 par, a trao
lempo, como o s8o, legares a ode se vwe com qgiilliade,^ sim o odio, a guerra e as diseu
iodo o ccnforlo. Asylo peches evia ser. coe8_
ustttaldos pura os delinquentes atacadoi de.
oocura.
Mot3B d:rsas cansillnera reformas, do sentido
oslo, apetar de qae a vaot-gens- esperadas
;|aasi no eorresiondem s exuliantes promes
.-las offdrecidas pela nova escola.
Pretendem, todava, que pela' applicajSo des-
sea princifks. os coligo penses B am redozi-
dos > extrema Bimpllicidade, porqae o erio de
penaltdade dependpt do cararcter do crimiio-o
e nao do crime. Tola a admiatst'-Bcao da ju."-
tica criminal fundar ae-lia em determinar, se-
gando as tegrss da sciencia, prmelro o delieto
dolacccsadoesegondo soaadapiifctliUdea ,meio
social. Ciaojdiz o professor Ferri:
< Qu nao a faaccio repressivs social loma
8implesmf me eJcaracteT de forga doleoaiva, ex>
claindo a a'-gao moral ole castigo comaensadori
do crime o jolgamento penal nao pede mal oc-
capar se em proporcionar cana cuidado a peoa-
lldade correapondente i respoosabilidade moral
ona colpaoilldade do crlDiaoso. Sea uilco ob
jeeto ser provar qoa v acensado omroeileu o
deltcto e imt&o dettrmltrar a qae oatsgoria an-
tnropolcgica elle pe'teni e, cousegaiiteoieote,
qoa grao de perversldade antl facial ocu reada-
pilbiitdad) social elle aprsenla na soa ps.-sona-
lldade pbyaio-piycbica.
Na a-raaos insoniaveia da Provideicia Divi-
na, sooa, liaaiojeut?, a Pora em que Jess Cana-
to deveria soffer toda a aorie de tonoeuta* luf-
flig'dos pela uumsnidade desvrala aasqaa-
cisa dos innemeraveis beueliJioo prestados par
soa Divina Peisoa,
As saas- p lavras, os sjos coaseloo) aos ju-
deoa tomaran-oi <.ad> ves aaais acredulas e uo
atoadas aJtozes do prop'io J su?, por >aa o -
nbecerem ale aqaelia epcebinma doul ai iuo
reprebeosiva aos teas acto?.
Vendo ca os escribas a pharizeos rep-ebea-
dldos tolos us das par Jess e nao teado por
fea tatemo ama prova esqur que. ebegasse
evidencia, da- escldalo ou iransgaessao le
moyaea commeiida pela Salvadar, e.i edle-
ra m entan.accDal-j falsamente aos jalze- com
om Eabie-ad.ir, om revoljcionano da nagao ju-
daica.
Leam Jesos preso ao Pretorio de Caipaaz,
iu-.' o injuria como ao miia vil dos escavs
con ltm'i.dos ji liao lj, e coma se E le fosse
veriadeiram-so'.--' m criminosa.
Dspois dos mais ignominiosos tratameotoe
J.-sus enviada casa de Pilatoj para. este deci-
dir de soa sorte.
Abl, em casa deste, a torba tempre aquieta
em grande vozeria diz :
Se este nao fora malfditor, uaa .'o estrega-
ramos.
Plalos j perturbado, indeciso, Ibes disse
eato em alta voz : Tomai o 12 vs outros, e
iulga'0 segundo a voasa lei.
E os jadeos dsseram :
A ui naa aos permitido ma ar nio-
uem.
nilavav aailm.'par manes'.a bypacnsia ;
poia sa nao qoeriam matar a Jess,,couao pe-
diam a candemo^go de morte d un Jusio por
ezcBllencia ?
gees
Plalos, juiz frsco e irre3olo'o, conbe ia psr-
fei anete ser o Salvador am lono.en'e, e tan-
to assimquadianie a torba o a.-resenta nao eo
como om Rii, coaio o maior de tolos os bem-
fe 1 torea.
Da Plalos aos acensaJcres:
En oio acno n'Elie crime aigom : por i o
voo mandal-a agoiia- o per depo's em liberJi-
de. > Os neis accosadores coutinuavam a
gritar:
Crncinca-a I Croclfica o, Ele n ta'oa-e
Fiibo da Deas e por laso deve mor, er!
& JtBB-3 sem se pe tobar, seepre c. lao e
sereno, oovia a t jdaa essas falsas ccusagSes
sem pronunciar palavra liuaaa, o que dea la-
gar Boeeojatz que decidla de soa sarte, pe-
guotar-lte: TBi Re T...E oio respondes
9ida aos qae te aesosam cojqo reo ?
Bcomo Jesos oto respoodease alada deUi
vez, Plalos re iucolensa e da : To alo me
respondes ? Nao sabe qae ost na mioba mao
o seres crociflealo, oa po-to em liberdsde ?
B respoadea finalmente Jess desta vez para
provar a soa magestade e na pan sit afazer a
vt exigencia de sea joix qae j conbecit da ex-
caileacia de sea doatrina e dos beneficios pres-
tados por Ele sobre a trra.
Nao fllenlos da. msica, que a mais dem-
crata e 1 man insinuante das tirms esihtlicas;
ella vai directo ao coraco, sem pedir luvn a aa
cerebro; mas fallemos da .pintura e esculptu-
ra.
Cala um que contempla um quadro ou ama
estatua, seajte qu.! lia, nessi c mieinp! ir 1. 'u;n;
inlerveiigao directa to pensaraenlo ; sente--e o
bello, a influencia sugestiva 'aquellas abj-
siouomias ideaes, mas atravez de d'um veo, que
a indiligencia vai poBCowB pouco Uvanland .
Entretanto, despeito desta maior cumpl")
zidade, astgrandes galeras vnem povoadas, o
povo alii corre prassuroro, o observa-se en.a-
aquellas physionomias, que oslentam, na cni-
traccao dos msculos uxpressivos o entmsias-
mo, que a arle Ibes inspira. E a educarlo as-
si;u instituida vale ramio mais que a que laaos
al hoja a I optado.
Quero -lira que o Recife n3o urna cidade
musical? Quem deixa de ouvir em todos os
bairros, era qualquer casa, sem que raui'a rea
seja respertada a pobresa estes pianos rou-
qu miIios ancinzinaiiament matraqalBdoa por
unoc-nles 00026113=, inmoladas por seus paes
ao MinoiliEUro musical vulgarmente chamado
Carpunter como observa um aspiiUWW cs-
cnpior poituguez? ,
S;r oslo ou vaidade? Si goslo pod r
mellior desenvolverse no meip de nsiiiuitOes
artisticaa eleva-lna ; si vaidade poder tam-
b in, gragas s mesmas iastituigoes, experi-
mentara iransforavtr&o de que fallamos.
As bellas artes no constituem simples agen-
te-; Je deleite, nem objectos de enfetes; sao
forgal soclaes, sSa elementos de aperfeigoam n-
lo ; as grandes creagoes ariisiicas nao so limi-
tara a meros decoros das galeras do Vaticano,
Pi tete; na mudez das estatuas existe a elc-
quencia mgica da belleza, que derrama-se njs
coragdes, de.--pertar'lo-ll)es, qual agua milagro-
sa, amor e veiieragao pela fonle donde emana.
A arte constitue um dos principaes elera ralos
do organismo social.
Si pela intellig.raca estudamas c preserva-
mos e associanao a aclivl liule do nasso cerebro
creamos as gran les industrias. que marcim o
progresso de cala dia, pelo senlimento evoca-
mos em nossos cerebros as gran les iruagens,
lypos ideias de aperfeigoamento para a Ira oa-
oidade.
Como o hornera de sciencia, o artista parte de
una magem real somante os destn >s es segu-
rara ; em quanlo aquelle termina n'uma outra
iniageiQ correspondente primaira na maior
concisS'Oe na maior clareza, este subraetle-a
aa eadinlio da iraaginagao malisa-a, d'alii esle
lypo de belleza, que broia-ie do cerebro e
aciua sobre o do prximo, como doce eslirau-
lante.
Cada um de nos vive em duas alhmosptieras 1
uraa pliysica e ouira social. A mesalogia em
seu pona d: vista geral, nao pade deixar de
abranger a influencia dos horaens entre si. des-
te raeio de qus cada um de nos faz parte e em
que cada um Je nos respira.
Neata dupla allunospliera -espiritual e atalas
rial -o lioraera inrna-se um verdadeiro aiinli -
bio, d'uma especie nobre, e desta dupla exis-
tencia que fonle de prazeres para o cerebro do
Somera obra pruna de materia organisada : l
Como a alhojospbera physica, a alhmosphera
social consta de elementos variados : ba ho-
mpns que forn;cera elementos da vida, como 6
o oxygeno no meio physico, taes sao 03 I10-
mens de 3Ciencia, os artistas mectianicos, 03 io-
duslrlaes etc, outros derramara modificadores
suaveis, que lornam o meio brando, perfumado,
como fazein as flores no ambieate aereo ; s&o
correctivos da severidade da sciencia e da in-
dustria loroam-so branios-os costumes : sao os
artistas eslhelcos ; os ha mesmo que derramara
inu ancia nociva.
Se cada ura do nos esta submetltJo a iiifluen-
cia de ludo talo, cada um deste3 elementos de-
ve ser factor inte esSaate na conservaga 1 de
nossa vida.
A aegao da msica, coma das bellas artes em
gen-i, nao possivel,avahar da chofre, e sera
olhar para a historia, compreheu ler a influen-
cia dalla na vida social. Como todo o agente
dos que nos cercam.elle pode imprimir effeitos
em nossos organismos, dos mais brandos aos
mais intensos.
(Continua),
NOTICIAS LITERIRUS
Nao tartas lo poder algam labre mlm se te i modestia de que fot ella revestida.
Escola \i"te Uiceraria.
(Do Z-'wo'da Bahia)
Ja podemos dizer que ha raovimento littera-
rio na Baha, gragas aclividade de incansa-
ve 18 mojos, que visara aballo escopo de revi-
ver os nomes gloriosos dos horaens de lellras
do norte-
A litteralura entre nos concentrava-se as
dislnctas sociedades Iliterarias Gremio Evolu-
gao e Parlhenon Litlerario, cujos cojiceitos j es-
tn firmados, e ras revistas A Renascenga, O
Pantheon e O Livro, que, a muitos e muitos es-
forg>s, continuara a sua publicago.
Era preciso, portante, awii urna sociedade
litlerara.
Assim entanderam Jistincios e talentosos jo-
vena, que, reun ios, comiainaram a creagio da
Escola Norte Litteraria, Idea raceblda entra ga-
raes applausos pela mpren.-a e pelos nossos
literatos.
E' assim que, no dia 21 do crrente, eftV
ctuou se, parante regular numero de pessoas
gradas, representante* di nossa lite llterar a,
a fun lagao da associagao cima referida, cor-
rendo a sessao animada e brilhaote, apezar da
Abarla a ses-So pelo socio Silva Oliveira, bf-
te nosso digno amigo e ura dos rapnzea mis
talentosos da moderna raocidade litlerara, em
eloquenlssima ailocugao, aniraava e adhera
francamente Idea dos fntelligenles.jovens, di-
zendo que a Escola Norte Litteraria luclaria
com innmeros obstculos; mas, que na ioclj-
la mocddda, que acliava-se frente da rne3ina
aggretniago, enconlraria conforto pura enfren-
tar as adversidades, que, cerlamente, i.avcriam
de apparecer.
As palavras do activo mago [orara cobertas
de grande salva de palma.
Era seguida, doclarou o presidente que a E<
cola Norte Litteraria compor-3c-.'iia de 50 so-
cios, sendo, na vaga de qualquer d'estes, abarlo
ura concurso, no qual o candidato apresenlar
urna tlieee sobre qualquer ramo de sciencias,
Iettras e arles, e que os seus intuitos eram o
desenvolviraento e progresso da litteratura nor-
le-brazilea, lendo pira esse lira um orgao of-
tcial, senJoeste O Livro, e urna empreza edito-
ra para publicar as nrodueges de seus asso-
ciados, comanlo que ellas se revertam em prol
da sociedade .
O nosso sympalhico collega e primoroso pae-
la Costa e Silva, usando da palavra, fez referen-
cias litter.jtura Ja Bihia, animando a i :ea di
creago da Escola, presta, do seu valiosissimo
concurso e, em seguida, lea ura 1 carta do nosso
dignssimo companoeiro e intelligente poeta
Pedro Lcioio, uja publicag5o, por falla abso-
luta de espagn, deixamos de iuaerlr na nossa
edigfio de hoje.
O nasso eminente conlerraneo Dr. Severino
dos Smos Vieraf agradecendo a honra de ser
seu noine classicado coma um dos socios fun-
dadores, dissj s:r um horaera maduro, mas ura
hornera maduro que ainda tinlia so'ihos de mo-
gos e que, porlanto. applaudia os louvaveia de-
side'atada Escola Norte Litteraria, qual, disse
o illuslre orador, augurava rauilas prosperida-
des.
Entre incensantes applausos terminarara as
palavias do Dr. Severino Vieira, que foi ao de-
noig. levado al porta por urna eommisso de
B)C8.
Como representante do Gremio Evolueo, tal-
lou o Sr. Eilgaeiras Sampaio, sendo o seu dis-
curso applaulido.
Defenaendo a litteratura do norte mostrando
a indiffereoca a-phyxiadora, com que es horneras
de leras do sul a Iratavam, fullou, por espago
de 30 minutas, o nosso activo companheiro Bao-
deira de Albuquerque
Em noine do Parihentn Litlerario leu urna es-
plendida e magnifica ailocngao o talcnioso poe-
ta Tercnciano Pires.
O nosso talentoso e Jistinclo collega d'd fe-
nasecnc e fesleJKdo poeta Dr. Minoel Brilo,
reciiu inspira tisaimos versos.
Termina los os discuraos o socio Silva Olive
ra conc tou Sos ass ciados da Estola y orle LU-
terariaa se esforgar pela prosecugao d'essa uiti-
sociedade.
Era seguida declama o Sr. presideore proce-
der eleigao para a priraeira directora da E*
oia.s.iido eleitos os seguales prestiraosos e
laboriosos mogos:
l'n-sJ 'uleSilva Oliveira.
Vtce-presi late Costa e Silva:
Io secretario-Ambrosio (.times.
2o dito -Evangelista Pereira.
i' csrareiro Barris Fil o.
Orador oiBcial Dr. Mainel Brito-
CHliONOLOGKA
COLLECCIONADAS POR
Ylelchisedech de Albuquei"quo
Lima
Da O
153-l-EI-Rei D. JoQo III faz doa;So, a
capitana de Pernambuco a Duartfi Coelho Pe-
reira, comprelif-ndendo toda a cosa, des-la o
rio S. Fra cisco at a ilha de Itamarac.
IG3S -Deixara O porto Jo Recife cora des-
tino as Indias Occidonlaes, 19 embarcares ao
mando do almirante Tnyszoon.
Este almirante que exurcia o lugar de presi-
dente do Conselho Patitico foi substituido pelo
almirante Walbech ; e foi nomeado para com-
raamlar 13 navios que ainda Ifcaram 00 porto c
capitSo Jan Mast.
li -J)iio Fernandos Vieira parle do Ar-
raya! para Tainandar allm de fazer acquisico
de vveres, e aproveitando o ensejo ah cons-
truir ura forte.
1817 -Chegam ao Recife os navios Audaz,
Carrasco o Mercurio, enva los da Bahia pelo
conde d'Arcos- Estes navios i-avi m sido man-i
Jados rom toda pre leza para bloquear o porto
do Hecife e erara comiasdados pelo capitao-te-
neole Rufino Peres Baptisla.
Ao mesmo teropo Asara o conde d'Arcos se-
guir por torra um corpo de exercito coraraanda-
do palo tnare hal Cogominho de Lacerda, coui-
posto de Beringwa u bah anos.
Pelos lugares revoltaios era dislribuiJa a se-
guinie proclaraigo :
Halulaules de l'ernarabuco I Marcham para
a c raiarca de Alaga s bandeiras portuauezas. e
soldados bahianos para as igarera em toda a ex-
tensao dassa capitana. Todo o habitante de
Pernarabuco que as nao seguir rapidamrate e
nao marchar junto a ellas ser fuzlado.
As forgas navaesora vista era bloqueio do
porlo tem ordein para arrasar a cidade e passar
tudo a espada, se inmediatamente nio forera
instauradas as leis de S. H- F- El-Re Nouo
Senhor. Nanhuina negociagao ser attendid-i
sera qua preceda como preliminar a cnlrega dos
cr.efes da rcvolta a bordo, ou a certeza de sua
raerle, iicando na intelligencia de que a loTos
lelo atirar Ibes a espingird. como a bandidos.
Conde dos Arcos.
f873_Assume o coramando das armas o
brifadeiro Manoal da Cunha Wanderley Lins.
Srs.An'omo Pernambuco qie enviou
emenda aoUn. 2, retiran lo-a depoisde orar o !
Sr. Barao de Naaaretb.
O projecto, emendado como licou, foi enviado
5* coramissao para redigil-o.
Jamis havendo a tratar o 8r. presidente
levaaiou a s-issao e designando a seguinie or-
dera do dia :
^ Segunda Jijcassao dos projelos ns. 4, 5 a
t, aate ann e trabalhos de comraissOes.
i'autara du><0.j*p 11 tudas -Effectuouse
hontein a Iwra regiraemal 14* sessao ordina-
ria soba presidencia do Exm. Sr. Dr. Jo.- atar-
eelino da Rosa a Silva, tendo comparecido os
Ir. Alionso de Barros, Jos Marca ino, Rodri-
gues Porto, Julio Aritero, Berlboldo Galvao,
Araujo Lima, Lourengo Cavalcante, Joaquim
.'luira.iries, Celsi Florentiao, Herefra Ja Silva,
Bianor Je Medeiros, Gongalves da Rocn, Go-
dofredo Moscoso, Leopoldo Lins e Apolinario
Maranhao.
Foram lilas e approvaJa a acias das sessOes
de 6 e 8 tendo orado o Sr. Lourengo Cavalcanle,
sobre a quella :
O Sr. 1 secretario deu conla da segrate ex-
pediente.
OIHcio do Dr. Director da lnst'U"gao Publica,
informando acerca da petigao do professor
Joaquim Maooel do Oliveira e Silva.A qu :in
fez a rquisigao.
Sao lieos, e julga los objectos da deberagSo,
indo a imprimir os segnintel projeclos.
N. 2>. ApreseniaJo pelo Sr. Atffooso de Bar-
ro, creando o mante-p o obrigaloria para os
empreados do Es'ado.
N. 83. Apreaentado pelos Srs. Elpidio Fignei-
reJo e Araujo Luna, autohsando o Oovernador
do Estado a dispender a quantia necessariacom
os estudos para a eonslrucca> do urna estrada
de ferro que partindo doReeife v ler a Cidade
de Iiambe, passando por Iguarass e Goyanna.
01 2'"' nre8t!ll|ado pelos Srs. Araujo Lima e
E.pldio Figueire 10, iu!orisando o Governo do
Estado a despender a quantia de viola contos
de res, cora a conslrucgo Je uau cadeia na
Cidade de Ilainb.
N. 23. Apnsentado pel--s S13. Affonso de Bar-
ros e Araujo Lima, autonsanJo o Guvernador
do Estado a despender a quantia de seis con-
tos de r-s, cora a conclusuo dos trnbalhos de
que neessita a casa de caridade da LiJade de
Caraartt.
N. 21 A presentado pelos Srs. Pinheiro Ra-
mos e AfliMBB de Barros, autoiisanda o Uover-
nador do Estado a mandar vr da Europa quatro
tornos para incremigao de lixo,
O Sr. Oaspar Peres justifica o envia d mesa
o segrale rejueriraenlo:
Requeiro que se noraeie uraa oraraissao
Je cinco Jeputail'is, para estu lando a mensa-
gem de S. h'\e. o Sr. Qovernador Jo Estado
apreseotar era breve espado projecto de orga-
saclo ilos servigos para os quaes S. Exc cha-
mnu a attencSo Jo Congresso.
Sala daaSeasOee, 9 de Abril dQ 1893.-Gas-
par Peres..
Apoiado a poslo era discusfa, f.ii approva-
00, sendo norao-idn 03 Srs. Gaspar i-eres, B.
J lI-Ki-iros, Elpidio Figuekede, Leopoldo Lins
e Gudofredo Moscoso.
Passande-se a 1" liarle da ordem do din, en-
tra em 2' discusso o proj-.-cto n. 4 do corrate
auno.
O a o Sr, Alfonso do Barrn3 duas vezoa, que
enva mesa Btnaemeoda, nue 6 regeuatia le-
pus .ie terem erado us Strs. Gongalves da Pe-
cha, Leopoldo Lins, Bianor da Medeiros e la:
par Peres, que requer votaga oominal para
a alludida em Mida, nao sendo altendido.
O Sr. Lourengo Cavakante, pede a palavra e
requer volago noraraal para-o refer lo projec-
to, que conced.la sendo approvaJo unnime-
mente e dispensado do intersticio a requeri-
raenio do sr Gongalves da Rocha.
Entra tambem em 1* dteCBBaao 9 prajecto B.
13 J-ste anuo sendo approvado.
2. PARTE
Em seguida subraeitido a 1* dJaeaaala o
projecto n. 17. sendo adiado a reqnerimeflto
dos Srs. Leopoldo Lins e Joaquim Guiraaraes,
Jepois de terem or.di os Sr?. Lourengo Caval-
cante, Rodrigues Porto a Julio Antera.
Entra era 2* discusso ns artigo* 1, 2, 3, 4,
do projecto n. 5 sendo approva lo, sendo dis-
pensado o intersticio rcquerimeoto o Sr.
L->urengo Cavalcante.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente
levaata a saasiej designando a seguale ordem
d da :
1* Parle 3a liscusso do projecto n. 5 e 1* do
den. 3.
2J Paite 1* discusso d03 projeetos ns. 18 e
Seerctarin da Industria -Ten lo o
director da 3* direeloria daaaa secretaria can-
tractado para as Obras Publicas, um pintor de
edificios diplomado e cora gran lea babilitacSes,
sao aceeitos aprendizes de 12 a 18 anr.os que
desejarein exercer aquella profissao.
Fcim pois disto nrevenidos 03 interessatlos
que poderao pira tal tira all apresentar-se.
a
KVISTA DIARIA
Senado-Effectuou-se bontera a 11- ses-
sao ordinaria sob a prasideucia do Exm. Sr.
Dr. FraaciscoTexeira de S.
foropareeeram os Srs. Barao de Nazareth,
Salazar Moscoso, Herculano Bandeira, Albino
Silva, Constancio Pontual, Teixeira de S, Re-
gaeira Costa, Antonio Psrnambuco, Eduardo
de Oliveira e Ermiro Coutinho.
Fot Itda, sendo approvada sem dbale, a acta
da sessao antecedente.
O 3r. secretario procedeu a ieitura do se-
grate expeliente :
na peiigao do bacharel Jetrerson Mirabeau
de AzevedoSoares, chefe da 2' secgSo da cou-
tabilidada do Thesouro, requerendo que se Ihe
faca extensivo, para o caso de apasealadoria o
art. 2 Ja le) 11. 1649, quanto ao periodo entre
sua demissao de administrador da Casa de De
tencao e nomoaco de chefe de 3ecgo do ex-
ineto Consulado Provincial e sobre gratifica
Secretarla da fut?a -O Sr. Dr. 8e>
crelario da, Justiga, Negocios Interirese Ins-
truega Publica, la.nxiu as segrales portaras :
Era Jo correte, conceJendo ao 2- Tabel-
lifto .lo publico, juJicial e notis, E-crivao do ju-
ry e execugO:s criminaes e official do Registro
Geral das Hypolhecas do municipio de Bora-
Jardim, Carlos Ferreira da Silva, seis mezes de
licenga para tratar de negocios de seu particu-
lar intereaM <> em cujo goso dever entrar no
praso te 20 das ;
Era 8 do mesmo mez nomeando o Bichirel
Joo Baptisla de Oliveira para exercer o cargo
de promotor publicado municipio da Victoria
em subslituigae ao bacharel Aprigio Tarbs de
Amorim Garca, que fora dispensado em 29 de
Margo lindo, por ter silo nomeado director da
Secretaria ta 'amara doa Oepntados, com o
praso d 115 das para assumir o respectivo exer-
cicio, ticanJo sera effeilo sua anterior nomea-
g3o para o de S. Jos do Egypto ;
Exoneran lo o bacharel Antonio Coelho pi-
nheiro da cargo de promotor publico do (muni-
cipio de Cimbres; removendo para e?te a do
4e Alagoade Baxo, bacharel Augusto Silvio
Brrelo qo assorair o exercicio no prazo de
.5 dias ; e o do de Vi'la Bella pira o de Cim-
bres bacharel H nrique Daniel da Cmara Pi-
mentel, devendo assumir o exercicio no praso
de 35 dias.
Un portugaez a urna japonesa
Nao deixa de ser curioso o sesumte fado con
lado por um viajante americano e que um jor-
nal da California reproduz do seguinte modo :
At ha pouco tempo, so urna rapariga ja-
poneza casava com ura estrangeiro, era imme-
diataraente decapitada. Um cavalhei-o portu-
guez com quera tivemos relagO-'s era Yokaha-
ma, conlou o que Ihe succeleu a esse respeito.
Foi para all ha 30 annos e naraorou se de urna
joven japoneza. qua Iho correspondeu Os
paes d'ella deram-lli'! conhecim.mto do que Ibe
acontecera se casasse com elle. Elle era jo-
ven-ardente, ella altamentarromantica.
Se morreres por c asentirs em casar
coraraigo, eu morrerei coratigodisse elle.
Enio haremos de casar-nos.i morra ou
viva, respondeu a jovera
, Elle era calholee e tinha prometli lo a seus
paes nao casar fra da sua religiao.
Querers ser ctholicafperguutou elle.
Hei de ser o que quizeresdisse ella mor-
reremos juntos.
Saturara iramediataraente e foram procurar o
eaq de tOOS aunu.ie-, na q'ia!idide de membro! padre mais 'prximo, que Ihes fez ver a fata-
de junta de arreraalagao da Repartigao das jlidade que pesava sobre um tal casamento, roas
Obras Publicas por forga da le o. 1713 e a t- sem resaltado oenhum.
115 do regiment da Secretaria da Industria de
1391.-A' ocjnmssao.
Foi lido indo a imprimir um projecto, sob n.
7 precedido do parecer, sob n. 9, da 3' cora-
miss&o-, adoptando o escudo que deve servir co-
mo sello do Estado de Parnambuco.
Approvou-se sem dbale o parecer 11. Ja
5" comraissSo redigindo o projecto. de n 1 das-
e armo, qu;: annu la os 13 e He o linal do
12do art. 2- da lei n. 55.
jeclarou o Sr. Presidente quaia comrauni-
car-se Cmara dos Srs. Diputados.
Nao havendo quera quizesse utilisar-se da
palavra na hora do exp?dieole pas3ou-3a a or-
do n do Jia.
Bntrou em 2 discusso o proj*cto.n. 2deset
anno beneficiando ao arrabaldu- da Magdalena
11 appravado o art. 1* depoia de ora em oj
Srst'Bro de-Naiaretlii 2 veeay-ique enviando
urna emenda sob n. 1 as-ignada;. por tres Srs-
Senadores e entrando.em discassao cora arligo,
e Ermiro Ceuliiho qua requereo c nao obleva
o adiamanto do projecto por 8 dias, sendo ap-
provada a emenda-
Sobre o art 2- qae foi approvado oraram os japoneza
Ella nao p-ie ser baptisaJa, conarmada
e casada no mesmo diadisse 0 padre.
Tem de ser disse o naivo.
Deve serdisse aila porqae raanh
pela manda Invernas ambos de raorrer.
O bom sacerdote pa?sou immediatamente a
administrar os tres sacramentos, e depois foi
interceder a favor da vida da nova. O raik ido
decidi que nao podia decapitar o portuguez,
mas que a jovem tinha de morrer.
O padre observou : Ella agora porlugueza
tambem, e seria melhor que V.. M rizesse
sustar a execugao al depois de poder confe-
renciar cora o governo portuguez.
Foi isso concedido.
O padre persuadi. O noivo pleiteou. O go-
verno portugus interveio.
Aps cma correspondencia, que durou 5 an
nos, e na qual os cnsules francez. nglea e
americano e das outras nagea loinarara parte,
a jovera esposa foi concedida a vida.
O Sr. Rosa, o feliz marido, 6 hoje um rico
negociante com urna numerosa familia; foi 011
primelro europeu que cooseguio casar com uraa |
Santo Seputchro- Amanda haver
minsa solemne de tres padn-s na igrei, rtTxnZ
sa Sonhora do Tergo pelas 6 horas .{a .
cora exposigaodo Santo Sepnlchro. maai
i'elos pobres -Pelas possaora, rfft-
car oes, cujos ns. vio em seguida consizr!.^
dtslribuimoss quantia de lOSOrjOan-. n;, *'
fira nos foi reraeltida por pes'na *: 5? *
da ornadas beneficiadas rS",?^
PChaisPtaoXa 6 mrte de Mo- Bit; ^e
Ns.6 7-8-9-10 11-12-11 \a
Via Frrea ae Llznoela 'SZj^
frrea, como Je costum- nao iv.n, via"
socios honorario, conferido,^ SHa
que durante o exercicio da arinii .Srms-
prestaran, valilos servlgol ao c/bb taS*
mente desejando solemmsar a data da tt
UlIacSo no p-ed,o em qUe actuad.n[.afai"'
c.ona, dar ura sarao raus,cal e teasaoi- ,if
13 Jo corrente. u'""ll! r-o o
Agradecemos PaBboraaW-Bcaavtta <>*.
fdmpe deatiagaidos pan essa fe ,a ,ae
pESSV Saifc'g ** *>g^P
iagea
F01-
patr
ca la'.'"" '"" ou' "'*' umraamini.- pubU.
- 'JLV0 "P'?"'1'emente i.Tn- _-.
na Amonio M,ri, ,.,.-e,r ; raaU de
800 paginas e illurado com anortas grava-
A.viagm a um paiz de selvngnns.. aateK.
mir das localidades 4 qu'- so ref-re e rjm Ta-
balho escnpio sobre Mas l, ,/ n ., aL
oa diversos pontos do eeotra do Bzk? Z
qao anda ama vez Osear L"al se r h
asf rito baervador ., r ;e!a
nurracao que e foiii 1- ttiver u.
Msdpor veaea intarrompida por n.
gantes. luJo n'ura e.dvlo ,lg;,M pjre^
Penberados agr lecemoi a nts
exsmplar.luallud.daobra '
aorie repentina No dia 7 i 1 1.....m*_
a3 7 horas da noile. falkcra rep ,/
no 2; d,8lricto de S. j>. \
canaca a raulli,,- la quina Marifc
Ccnee.c o, qu; servia cora, r ^
Bromte Jal Soaras da C0 )r
Embarque-Para a Capital Federal ie-
KUi.a borlu do vapor OliOdaol :7r9
Jenedito Ascendlno Canviii L
scenei-s sociaes barha-eloa-se i -j,.
poem a nossa FacBldade de
Gratos a visita de d- rw
Ule reliz viag*oi.
Un dos t.ll:aiis-i a
escola de escriptores qoe illustranm o p
po deste scula na Su,n er a BBB
. a d timw e 1 arl J n
rea em 2> de Janeiro altim >. ., .- Qm
Cillandra. -'
as era em Visbv esa Jullio de 1817 r foi i
gl ma e honra da sua ira 1 nata do-
nara todo o seo talento como historia** toaa-
grapbtBta poeta. ^
D- 8SJ a 1 P?mpr- BCCM I mm
abras o tativas '.niandia.
des, grejaa, paisigeaa e legendas.
A melhor .collecsao de suns poemas ?.*.- re-
ce u era 1882.
Bergman ara specimen muilo tter = 1 da
hornero le Iettras de proviacia, mu de lie -, a sua enargia a int -ress
lade sem rival sobre a ilha de sen na?c m;nta
e sobre m soaa earioeM teitqoM
i asa lento civil -O Mcrvao -,
men'.os que funeciuna 1 jfc
Sanio Antonio, S. Jo- e A' : 3a
cpirticao do registro lis 11- fa
liuperador u. 75 1 andar ednai casamenlodos seguinics 1 tes:
Segunda publijaco
Arlhur Dinii Barrera, natural de S-rgiaa.
enspregada publico, cora Marta La)za Pctaajjrl-
no Brrelo, natural desie Es'ad >. : re-
ideataa na f eguezla de Sant> Antonio
1* pial) lie ;aa
Antonio da Cunha B ao
eoraraercio, cora Morilla da Conha r.nlao
SoMatooa, naturaes deste Estado e resi lentes na
fregaeaia de Alegados.
O escrJvSo de casamer.tos da B a Vista
(raga, l'ogo e Varzea. affixoa na re par iga do
registro de casamemoi a ra do Imperador a.
41.1" andar, e lilaes d- pr tdaeaai jtn-
les Coatrahentes :
2-' pubiicagrio
Arlhur Ferreira de Carvallio c m laria Emi-
lia da Si va l-'orrera, solteiros e rei deutea OBI
Iregnszia da Boa Vista.
Pnmeira publicago
Jos Francisco da Amparo cim Maria JoaqBi-
ra de Freilas, solteiros e re.-i lentes fgneiia
do Pego da anilla.
Tiburcio Valeriano dos Santos cora Fl-n Pa-
ulares dos Sanio?, solleiros e residentes na
guezia da Boa Vista.
Curp> de cavaliari do Estada-
Era vinuJe de Invcr silo licenciado o cmmaa-
dante lesse corpo, tenente-eoronel Jos,' 111001
Itbeiro Franco, assumio intennameale o coaa-
raanJo o Sr. capilo Bellarmino Fernandea da
Caoba Almeida.
Casa de Deteneo M '
presos da Casa de Deleneo do t .ada
ie Pernambuco, em 8 de Abril de .
Existiam....... 1*9
Entrarara.......
Saliiram....... 4
Existera....... 475
A saber :
Nacionaes. .... 412
Mulheres....... |
Estraneeiios...... 27
Uullier........ O
Total....... I .-,
Arragoados...... 117
Bons....... M
Doentes ....... s>
Louco........
Louca ........ I
Total ...... 417
Movimento da enfermara:
Tiveram alta :
Francisco de Paula Alves.
Helyodoro da Costa.
Manoel Justino Orestas do Patrocinio.
CtMinnis-aao do llelhorainento *a
Porto do Ke;.fe!t v.:e. 8 de Abril da
1888.
Bofctim metereo!o2ico


'loras. Term cent-
grado
21 O
2 3
27; 7
27/9
27 .0
Temperatura
Barmetro Tenso So
m.
t.
7.>7.'95
758-73
757.-33
754-73
rr,;,-
na 21.7)
tafor
2107
25 Os
a -t;
Ennegrecida---
-.aseaa-
desabngado ao meto dia.
Teraperalnra mxima 30 00
55/6-Prateado 40/8.
Evapnragao em 24 horas ao
bra 2-5.
Chuva 15,0-.
Direcgao do vento : SSEde meta ao te al
1 h. 56 ra. da raanha, SW at 5 h. tai
ESE al 6 h.; SWat 9 h. 37 m. : SSW al
10 h04 m.; S at 11 h. Ora. ; ESE al 11
h. 28 ra. ; S e ESE alternados at O h. 37 aa.
da larde ; SSE e SE alternados at t> a.
m. ESE e SE alternados at lt h. 03 ra.; SW
at'mea noite.
Velocidade media do vento 3,"43 por aa-
gundo.
Nebulosidade media 0,67.
Boletim do Porto
Pra-maron Diaa Horas Altara
baisa-mar _1_
B. 8 do Abril 9 a, 25 m. da a, 0 |*
P. M. de
3 b. 35 m. d t-
I


-s. V
>. .w-
Diario de Peritambnco U* rn-f^ira 1* de Abr'
->

MI"
fi

im&
Hospital I'edro II0 moTimenlo desse
eatabelecirento cargo t a --'anta Casa le Mise-
ricordia dj Recife no di 8 da Abril, ;oi o se
guinte :
Entrarum .... 14
Satrala..... "4
Falleccram .... J>
Existe :n..... '*"
Foram /isitai as as enfermaras pelos seguw-
les medie ,
Dr. Barros Slobrinho, 'ntrou as 6 3|4 da ma-
iibe sabio s 8 1/4 a .-
Dr. Mal; quias, entrou s 9 1,2 da mauha e sa
liiosl ,2
Dr. Iterado, entrou asi 11.4 da manhi e sahio
43 12
l)i.' Lopes Pcssoa, entrou as 1/2 da manbS
Dr Vie ra di Ciisha, entrou as 10 1|4 da ma-
t,;e sahio s l! 12
Dr. baslt- do tr.iveira. entrou as 10 1,2 di
na ib& e sanio us 11. _. ,
Dr. Tarares de Mello, entrou as 11 da ma-
ubi fl sahiu s 113/4.
|. Ajuiunte Jo pharnaceulico, enlrou s
8 da maul a e sshio s 4 1/4 da tarde.
2.a Ajudante do pharcaaceulico en'.rou s
7 l i da nianhi e sahio s 4 1.2 da tarde.
A?ltenle, enlrou s i da manha e sahio
ii B
Matadouro Publico-Foram abatidas
no ilata'iuuro Publico da Cabanga 45 reas
para o consumo publico de hoje.
Cenicrlo PublicoForam sepultados
no CeraiU-no P blico de Sanio Amaro no da 8
de Abril es ecuiales cad iveres :
Artriao llautoe M. Pernambuco, 33 das, Boa-
Vista.
Maria Una de Agotar Barros, Perntmbuco,
2l an os, S. Jos.
Manoel Mendes Carneiro da Silva, Pernam-
buco, 75 n o?, casado, S. Jos.
Maris Ji; quina do Rosario, Pernambuco, 73
annos, cs;ida, (iraca,
Felippe Jo.- de Sani'Anna, Rio Gn.nde do
Norif, 35 ;.mos solteiro, Afogados.
Maria Joaquina da Conceijao, Brazil, 60 an-
nos, soliera, S. Jos,
Francisco Gomes de Andrade, Parahyba, 32
anuos, ca 'do. Boa-Vista,
Amara do E. Santo Feitosa, Pernambuco, 7
d as, Bi'-v'ista.
Jula d; Concicao Villifa, Brazil, 32 mezes,
Vare
Antonia Leandra dos Santos, Pernambuco, 30
anuos, solt ira, Boa-Vista,
Joarna Muria.la ConceicSo, Pernambuco, 30
annos, sol-ira, Boa-Vista.
Pulina MarJi da Conceigao, Pernambuco, 23
aeos, solteira, Boa-Vista.
INDICARES OTIS
Mdicos
Dr. S'Peretra, ra da Irap-eratriz d.
6, d consultas medico-cirurgicas todo
9i dias das 8 meio dia, menos cor
domingos e dias santilicados.
Dr, Joaquim Loureiro medico partei-
ro, consultorio roa do Obag n. li,
residenoia na Casa forte n, 5, casa de
azulejo, defroatf Ja igreja da Campia.
O Dr, Lobo Motcoso d consultas en
ma casa ra da Gloria u. 39 das li)
horas da manila 1 da tarde. Achao-
do-se fra do servido publico offerace-se ]
para acudir a qu&iqticr chamado con?
proinplido para fora da cidade, Esje-
ciadade, operaces, patios e molestia:-
te seuhoras e raninos.
Dr. Amaro Wanderley, Mudou o
cousultono para a ra Duque de Caxi.is
a. 74 I."andar, onde d consultas de
i i horas, da manh 1 hora da tarda,
Residencia Ra Direita n* 4! em
rogados.
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Drogaras
Guimares Braga C. Deposito
Ja Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas, medicamens
los homeopticos e tintas, leos, pill-
eis etc., ele. Ra do Mrquez do (Mia-
da n, 60.
baria Sobrinko & C, droguistas por
atando, ruado -Mrquez de Olioda r. 41.
S. P. Braga Guimares Agencia de
ra, Boa-Vista.
Jonh Chano, Inglaterra, 41 annos, Boa-Visla
Jos Preir da Silva, Portugal, 60 annos.
t.uv Boa -Vista.
Francisco Gomes de Salles, Ternambuco, 23
auno?, sol iro, Bou-Vista.
M >
ojias as especiudados pharmaceuticas,
'sev'crTni.'Leal,' Pern'mbuco, 25 annos, soltci-1 tintas, drogas, productos chimicos e 011-
tros medicamentos hom .'opalhicos, nu
Larga do Rose rio d. 34.
Occniiatas
Dr. Vertir da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de I s 4 da tarde a ra do
Imperador n.* 63 i." aidar.
Telephone n. 588.
Dr. Barreto Sampsio, occulista, d
.onsuia de 1 s 4 horas no primelro
andar da roa do Baro da Victoria u
51.
pjsideocia a ra Hospicio 0. 46.
Telflohone a. 3v>5.
ODr, Berardo medico e oculista do
aospital Pedro 2.* tem consultorio ra
lo Bom Jess n* 9.1. andar. Residen
ca : ra Real da Torre n. 29. telephone
0.366
ALEPLNO
l\cvi 1 i
s :
Novidades
A OS SR3. &SDC03
(i. Hirth Be* localistlicmi celbrales en
p?v hologia (1895) I vol.
Picrre Honnier -Be la necesvit de IVx-
anien baclriolog|Oe pours, le diagnoslie des
angines diphterlqawtl"9'*y, 1 vol.
Dr. L. Egger-EiuJR clinique sur les
formes pseado-pnjnaiqOBS de la gnppe, (lf'Si)
i TOl.
Dr. u. Lagontte-Bes resultis loigns
de la cystostsmT sus-putienne, opraiion de
poncet.'lude cn.ique basse e sur 63 observati-
ons (<89i), t vol.
Dr. K Tliiercelia- De l'infection gastro-
intestinale ches te nourrisson (patb.gaiu el
artiternenl) -91,1 vol.
Dr Di.jarda Beaameti Boletim
geral .le |i urup-aiica medica, cirurgici, obs-
ttrica e plnrmaceutica, em assigoatura.
A. Guillema n-La pratique des opra-
tions ncuv.i es en chirurgie, (1895), I vol
Dr. a .-e, (895 t vol.
11 r. < Faurnier -Analoraie, p' ysiologi
t palbolo^ie, (I85), 1 vol.
De la. bltblioineque mente!
Cliarcol Debuve :
Dr i*. *.lialine-ImmuriitO dar.s U
avadies inlentieusfts, I vol. (tt)95).
Dr- E. Legraln-Microscopie clinique
ec fO figures aaus les texte, 1 vol.
Dr. L. Poisson-Aotnopatmes tuberen-
leuses, I (895).
Dr. E l'erlerHyg.ene alimentan-e des
eufanis, I ol (.S95). **
Dr. Comby-L';mpyme pulsaile, l
rol. ('-895).
Drs Charco et Pitre-Centres rao-
teurs corticaox cbw l'botrme, t-tol. (IS95).
A. Meld-Les Alcaloides de l'opium,
I89i) t vol. (De la bibliotlique de la elumie
ratique.) ,__
LIVEOS RfiCEMCHEOADOS
Eduardo rrado-A illusao americana,
J.'edic, t vol iA primeira edigo oi sup-
priraiJa e oenfiscada por ordem do -gove no
bnzileiro).
Sciplo Slhhele-Foule cr.mineUe, 8-
sav de ps-.-cholosrie collec.ive, 1 vol, ene.
B, hSiiniu-Educalion et positivisme,)
TOl- ene.
E. de Iloheriy-Aguosticiime. essai sur
quels heoiies pssimisles de la connaiasaoca,
1 vol. ene. ...
Ed. Hartoman-Le darvinisme,' (
qu ii y a d ; vrai et de faux daus celta llieo
re) >oi. ene .... 1 1
TU- KibotLes maladica de la volon e,
i rol. ene ,.
Tb. Riboi Psjchologie de laltenlioo, i
to'. eac. ,. .
Th. Rlbot-Le3 malidiesde la persona-
lilt-, l ?ol ene. ,. _.
Til, Kibot-La phisophia de Scbopenna
ner, t vol ene. ....
Th. Riiboi Les roaladies de la memoi
re, t vol. ene.
C-W. Wuiidt-Hypnolisme et suggesUon-
1 vol. ene
H. T.-tne -Philosophe de l'art dan Paya
Bau. 1 vol. ene
He Talne-L'idalsme anglais, etuie sur
C; r -. le, t vol. ene ,,
C' i.ounbrozoL'auropologta. cnrainelle
et ses reea progrs, avec 13 gures,.l vol.
ero
G. Tarda Los imnsformatras du droit.
tJde sociologique, 1 vol. ene ___
raul.laet -Les origines du soialisme
ctnlimporain, I vol. ene.
aiat.ri. niil-Aogua e Coate ..et.bs po-
ttTisme, 1 vol. ene ._ _.
Ci Tarde-Lacretninali.UicoBporci}| oi
A. Schopenhajaer-U fondem;nt
la tuorale. : vol..me ,,i, A.
C I.oabrosui^-NoL.v;es rechercbeB d
Bsychiatne ut d-anlbropo*gie criminen?, 1 vol
J. LtibbockLe aonheur.de vvre, 2
tola, ene ,
c. Lombroso -Les applicalicna le 1 .n-
iropologie crinp.icwila, 1 rol- eue
Airre.l Binet-i.a payichplogie du ra
Bonnement, rechetsbes experimentales ,par
l'tiypnoti-ne, 1 vol. ene
A- Sciopenhaner
abitre, 1 vol. en .
H. pciiccr*=']la,iii'iiabon des/acience,
U L,yj! -Li ) 1 s>i>t H*Wwi l
illA Berlraiid-Lapjyclwlogie de fefTort
el. les doclnues co.lempo raines, t vol. ene
L'VRAIfUA "ESCOLA BO,PYO
DK
son a: a l?A* i-C
.-RAD)BUWA1W-^V
Csmpra a vende lirnut'.aofpp e dsadoa
lBliaftE* A PEDIDO
Esai ,^nr le libre
!%'a defensiva
Parece que dianle do longo rozario de factoa,
por nos desenrblados, em mais de vinte artigas
bem extensos, seria o easo de quebrar a panna,
deixando oa nossoa adversarios, corridos de ver-
gonha, atirarem poeira aoa olbos do publico
e, ao mesmo lempo, fljres, das de seu rico jar-
dina, sjbre os amigos do governo, sobre o va-
lente e forte partido republicano federal do E--
iaaw.
Entretanto, o campo vastissimo, o assumpto
inesgotavel, e nao nos convm depr s ar-
man, senao depois qua o nimlgo estiver morto
e bem morto, ja em principio de decomposico
material. !
A* reminitcencas hiilorica$ que nao prrjudi-
eam, na chata phrase do orgo deleterio tem feito
cotipleto revtramento oa opiniao formada apai-
runndamtnt, logo depois do triste aeontecimen-
to do dia 4 do mez finio ; de modo que mu
tas pessoas tensiveit e de primeirat informacoes,
Estado, temos ouvido a declarajao da felu Dr Jos Maria, pelo seu bediondo passado,
nao poda esperar outro nm.
0 publico conbece bem das leviaodades do
infeliz morto.
Era de urna vertatilidada, digna de lastima.
Elogiava, com a maior desfajatez e sem cere-
monia, os inimigos da ve-pera e amigos do dia;
sendo lao grosseiro na aecusago, quanlo deli-
cado na defexa,
Foi assim que, tendo dilo da familia Souza
Leao-dessa familia lo nobre, quanto respeila
vel, os maiores horrores, como j flcou prova-
iilssimo em nossos ltimos artigos, elle, pouco
depois approximou-se della, fazendo-lha as
maiores barretadas, as mais baixasaduiacoes.
Temos facto idntico na pessoa do Sr. Conse-
lheiro Joao Alfredo, no pala approrimaco de
ambos, porque este j tinha ouro modo de pen-
sar, mas pela mudauca de lmguagem, pela
jeilota procura.de um eorto de entrada.
Ja (teixnmos provado em artigos anteriores,
flue o pretliaoso Conselbeira Joo Alfredo ao-
dou occnlto, receioso de ser victima dos nslin-
ctos sanguinarios dos dous irmos tiamezes, dos-
Seros, na inspirada phrase do Sr. Mactios J-
nior ; hoje puWicaremos um pequeuino trecbo
de um discurso do Dr. Jos Maria, j variando,
j fallando em outro portugutz :
O Sr. CoDselbeiro Joao Alfredo, ML'IIO
NOBRE E DISTINCTO PERNAMBUGANO, fci
S. Cliristovfio fallar ao Imperador... (Annaes
da Assembla Provincial de 1880 pag. 17 do
Appendie)-
E para que ir lao longe na demonstrajao des-
sas tristes verdades ? I
N4o temos, lao fresco e recente, o facto da
guerra desabrida ae distincto Dr. Governador do
Estado e logo depois a approximagao, por modo
e em termos da causar cu antes de provocar as
mais lerriveis nyeetivas, por parte dos inimigos
do Dr. Jo.Maria, Isto e, dos violet, daquelles
que j hoje.opinam-pela canonitaee do ero de
honlem ? I
Pobre humsnidai! I
Temos, boje, de preciar o infeliz morto pele
seu lado religioso, e cumpre-no.fazel-o, porque
precisamos de demonstrar, em nctia dtfeza, que
al .mesmo por esse lado, que pareca invulne-
rave, o infeliz morto moslrava a sua ndole per-
versa e de perfeita inclinacio ao crime.
0 infelix Dr. Jos Mana especulara misera
velmente com a Rslgiao do Calvario 11
E nao lancariamos lao dura Iproposico, se
nao tivessemos prova provada, em nosso favor.
J nao queremos fallar na comedia que o in-
feliz morto representou em certa poca de sua
vida, quando lembrou se, por zombaria, de cn-
nunclar, urbe et or b, que, desgostoso da vida,
ia deixar a poltica, o mundo, e ser frade, reco-
Ihendo-so um Convento t
O fado fo enormemente ridieularsalo; e
sabemos que os jornacs da opposlco cncarrega-
ram-se de comiilenial-o, em pbrases de pezado
humorismo.
O caso o do Pogo da Panella, mullo coohe-
cldo entre nos pela celeuraa, que levanloa, pela
indignaco que causou aos bons caihocos,
quelles que sabiam do quanto era capaz o in-
feliz morlo.
Cedamos a palavra ao Tempo; e vejamos
como elle descreveu as scnas de horrores, de
que foi ihealro um lugar sagrado, victima um
virtuoso sacerdote, que era adversario inol'en-
svo da stuago dominante, e finalmente nicos
autores responsaveis os dous cabeeras do Dr.
Martins Jnior :
A ridicula comedia, que, ha dias, se repe-
senta no povoado do Montein, freguazia do
Pofo da Panella, de cujos principaes jiapeis
se U'n incumbido o deputado gcral ot
Marianno e o provincial Jos Maria, acompa-
abados de cap ingas e desordeiros, vai lermi-
nar ao que parece, em vista do oflicia do res-
peclivo vigario
Cora certeza, eslamos em pleno reinado do
mais desbragado descalabro de lula quanlo c
legal e serio, era franco dominio das cousas
ridiculas.
Um deputado geral ladalo por um
deputado provincial, e frente de um bando
de desordeiros, promovendo disturbios, ls-
vando o susto ao seio das familias, ameagan
do com ostentago e s barbas de urna poli-
cia cumplce e sem energa a vida de um sa-
cerdote respeitavel e movido por pequeos
de6pelo.- e mesquinhas intrigas de localida-
de, impe lindo o exorcicio de pra'icas reli-
eiosas e pledosas devor,oes. (Tempo de 9
de Maio de 1834).
E transcrevamos o trecho mais importante do
oflicio do vigario, constante do mesmo jornal:
t Entre as ridiculas ac(>3 praticadas, figu-
ram as de entoar o deputado provincial Jos
Maria oracGes grotescas na porta da egreja, e
de quebrar Joo Duarte, cunhado do Dr. Jtwfl
Marianno, parle do confessionario da Matriz,
no acto de convidar alguns dos seus compa-
nbeiros para confissSo ficticia. Este estado'
da terror fez com que nao coucorrease
enreja urna s familia, nao me sendo, par-
ir tanto, possivel principiar a pralica dassa de-
vogao, tao acolhida no orbe catbolico.
Chrislo, o proprio Chrsto foi victima da lou-
cura do homem, que lnha orgulho em declarar
na Assembia Provincial, que era doudo, snar-
chmisla, sanguneo e revolucionario 1 Veji-se a
serie de nossos artigos).
E & Sr. Jos Mana, o bont catholito Jos Ma-
ria, perlurbava os exercicos do mez marianno
com o profanos e indecentes cantos do MAN
NA' SUNSL'M: indo offnder Deus, o Ile-
demptor da Humanida ie, em sua prepria casa I!
E dianle de tantos desatinos, de to grandes
horrores, dolorosas recordarles de nm passado
negro, o deleterismo vera com lagrimas do cro-
cod o, chorar a raorte de quem nSo poda es-
perar oulro fim -Tafi ritafmis ita !!
Tem ra?.3o os iiiumauoo j j>Jo<.,.., jikiw
,e afinados punliaal
A morte do Dr. Jos Maria foi-lhes urna enor-
me desgraja!...
Falta-Ibes oulro DOUDO, REVOLUCIONA-
RIO, SANGUNEO E ANARCHICO ..
Acabou-se o CABELLEIRA do Dr. Marlins
Jnior!... _
Justtts.
Trocando...
No estylo jorna lista-mosca, botou
gosmado gross no orgSo mariannista de
hoje, o [deputade fujao, o G. M.,que
Zustus traduzio, por grande mentiroso.
Nos j dirsemo, que o 01050 soffria da
mania das grandezas. Valha-lho a in-
tengao... -
Atira-se sobre o velho dezembargador
Teixeira de S, que elle suproe ser qual
quer Maia.
Engana-se o menino ; a honra daquel-
le peclaro cidadio, cuja vida tem sido
um compendio de acjSes meritorias e que
na magistratura do p .z oc^upou PO580
salientissima; tendo quem o igualaese,
mas nSo quem o excedesse, nao pode ser
discutida pelos matas 'A Provincia.
Perigoea seria urna defeza feita pelo9
deleterios ; comprometteria os crditos do
desembargador Teixeira de S, pilo me-
nos, at que S. Exc. viesse pulverizar a
acaisacao...
O caso que elle, acostumados paga,
em todos os actos de sua z/da, peder a
conta do voto, em favor do Jos Mari,
na quettSo do Jiabeas-corpus !
Como se descobrem os tartufo*!
O illustre desembargador tinh o de-
ver de votar pela concesso daquella me-
dida.salvadora, deadeque n'aquelle tem-
prfera co-religionario !!...
J Belli8ima theoria !
Elles descobrem se, de modo fazer
d.
Euto, S. S. era nosso correligio-
nario e fazie comnosco a potica activa 1
O bobo que, desde o inicio da Rep-
blica, tem per.tencido diversas polticas',
procurando sempre aquella, que paga
votos, vem estranhar que o Dr. Teixeira
de S esteja, actualmente filiado ao gran-
de e generoso partido republicano fede
ral I...
Ah I Corydon !..,
^'Entrataato, ainda hontem o patrao
dess brava gente, (nao diremos chefe,
porque elles deram a patente ao baro
de Lucena... ) sonhando a organisacao
deum novo .partido o parlameutarista
corra, todo pauao, para a Capital
Federal, fim de di solver o seu~* filiar-
se quelle, cuja chefia elles queriam,
fina forea, dar ao Dr. Amenioo Brazi-
liense !
maniaco, o fu/do, vem fallar na
honrer a classa .% magistratura, julgan-
de os caracteres puros per si!...
Vai vender teu voto ao governo no
Congas Nacional, por urna patente de
inTensJo I...
O publico parraittir que passemos
agora, ao lado cmico, parte gaiata.
Conbece Sidney Sraich. o tabardo dos
mares, esse grande vulto da marinha in-
gleza, que iazia tremer o Ocano 1 ?
Pois fugio da prisao do Templo ; pelo
que o Maia devia fugir de Cinco Pon-
tas I...
Conbece Benvenuto Cellini, 'o mimoso
pintor, o grande genio que fazia as deli-
cias de Francisco I ? I
Pois elle en- um evadido ; pelo que o
Maia devia fngir de Cineo Pontas !...
Conbece Lniz Napole&o, o fugitivo de
Ham, o imperadur dos francezes ? I
Pois elle evadio-se ; pelo que o Maia
devia fugir e Cinco Pontas !...
Conhece GaribalJi, aquella grande in-
clivlu;ilidada dos nossos dias, o amigo
da Italia ? I
Pois elle evadio-se de Caprera; pelo
que o Maia devia fugir de Cinco Pon-
tas I
B porque nao devia ? !
O Maia, poltica e aocialmente fallan-
do, vde menos do que qualquer d'aquel-
ls summidades da historia ; ser algum
poixe podre? !...
Agora, perguntamos nos, c5o para es-
talelecer comparacSas, mas por urna certa
concatenaeo de-idas:
Conhece o preto Thomaz, que matou o
boticario de Olinda, e que condemnado a
pena ultima, ugio da t'asa da Datenfio
desta ciilade, entrou em urna casa da ra
Nova e della foi arrancado forja, cau-
sando a fuga, enorme alvorofo e panieo
entre nos ? I
Pois fugio da prisao, receioso da ser
executado, (era urna execuedo legal e nao
peio systema Batovy) apavorado diante
da terrivel idi da morte ; pelo que o
MaU djvia fugir de C neo Pontas !...
O deputado fujo quer que lhe ponha-
mos o dedo na bocea...
Tanta innocencia, em quera pedo a con-
ta de um voto, nao se admitte...
Fica asantado que o Maia fugio para
tornar-se celebre e equiparar-se aos gran-
des da historia...
E est decidido que o desembargador
Teixeira da S tem saburra na alma. E'
o Maia, quem o affirma, exeautoritate
propria.
Elle do co, e no se cria...
Dr. Rozellie.
W
Fixada a mporlancia a despender-se e conbe-, < .e
cendo o numero de empregados da Sacretaria! Srnal <*o Krcije e diz tambem amlAi
de Fazenda, f'ez-se a distribuicfio de accordo ou levanta o seu mote.
com a calhagoria de cada um, ficando porm Vem pregando o cumprimenlo de dever.
livre a acsellagaa ou recusa.
Dito isto por amor a verria le, concluirei di-
sondo. qn1 no cessarei de procurar manifestar
a ninlia gratido ao Ilustrado Sr. Dr. Governa-
dor pelos lienettcfos faltos ao lunecionalismo
publico do Estado-do quat fajo parte, j au-
gimntaado-lbe os venciine tos na qtiadra me-
lindrosa que temos atravessalo, j laiendore
mir oeslinulo que morto por outro, ia-fazendo.
sentir os seus perniciosos effeitos.
Em lugar porlanto de triste como disse a
Provincia, a miss&o de que me enearregus
eu a considero nobre e efevada peta alegra que
em orcasi.i taes se experimenta.
Recife 9 4 95
Jos Anaslacio da Silva Guimares.
Beapaalav Provincia
Na quilidade de empregados doThesouro de-
claramos que o arligo edidori?! da Provincia*
de hoja 6 pasmosamente ale i voso.
A nlTronla que Ine encerra a digndade de
urna curporaco nlaira mais e peior que urna
U'viandade grosseira e umi covardia vt!a-
simultneamente urna lastimosa parvolez e urna
calumnia qua nao vingar, porquanto nao 6 ve-
rosur.il qua os empregados de que trata A Pro-
vincia reelamussem com as lagrimas nosolhose
/.'
a dar no oraca
Em nome da corporacfco com que A Provincia
hoje eiplorou p;iru pasto de raniorosas paixes
que c-tfuscam-lhe a razo e adormccem-lhe a
conscienria mais tuna vez repe im >a que sao
urna aleivoaia revollante todos os conceilos
i.'iimiiilo. contra a dignidade de uma classe qne
nao regaten sacrilicios para exprossao sempre
a son profunda gralidio ao Exra. Sr. Dr. Bar-
bosa L'iua que tant s e 13o grandes' beneficios
tem tuito ao funcionalismo publico de modo a
ser eooidrado o nico Governador que inte
ressou-ae viamenle pela sorte deumaclass:
s hoje favorecida
ConUndo no-Tliesooroque sua Esc. eomple-
uva mais um anuo de preciosa existencia, no
da SU de Margo, os empregados mais gradua-
dos u;rab-raui-se de aproveitar a opporlunida-
.ie pa. a4u uuiu nm ^..j-.ia mas eigni-
Sc^uvade sua imuiensa-graiido.
Tao exponan.'a raanifeslago foi com eoihu.
siasino ahrajada por toda a colleclividedo por-
qua nao ba um s empregado publico lao in-
grato que se recuse oa julgua sacrificio o dis-
pendio de uaa parcella i significante do seu
ordanado qua se destina a uma manifeslag&o de
sympathia quelle que .hoje cagado p:la fu-
ria partidaria de um grupo da au aciosos po-
liqueiroa.
As quitas nao subiram a quantia que malc-
volum-inle aasignala a Provincia o se houvesse
algum protesto esle seria sem duvida no senti-
do de ampliar ainda mais aquella deraonslra-
gao de apreg.
Longe de ser uma bajulagSo quelle acto de
profundo recoubecimenio que na phrase do poe-
ta, a memosia docoragau, foi um proced-meo-
to digno de sinceros appiausos pela deia que
o liltOU-
NSo leve, peis, carcter poltico aquella mani-
festagSo; foi nm acto particular e lao modesto
que n&o qaizemos ostental-o levaudc-o para a
imprensa.e mesmo porque sua Exc. estando
d luto recente oenhuma forma festiva devia-
raos dar aquella simples prov da gratido.
Recife, 0 de Abril de 9.
O empregados du 8e:reiaria di.Fazenda.


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qSV-itrf*- -f^fts^r- -^^9^ &^~
g3 Miada
O abaixoi aeaignado faz publico qua
teve baixa da guarda nao'.onal desta m*
dade, fixon-sua residencia na ra de.S
Sebasto n. 16
Olinda, 9 de Abril da l*9~
AntonioGoncalves Correiade Vasconcellos.
Ext orad o
Sob esta epigraphe, die a Provincia" d.
hoj, que fuiieu o encapregado d tristemjss&o.
de apresantar aos meus collegas, o papel em
que lias liahara de ver como sa Ibes raollia a
mao as algibeiras, # sacava-se-lhesj parte do
ordenado mansal para compra de objectos de
luies que deviam ornar o peito da camisa e as
meias de Exip. Sr. Dr. Barbosa Lina.
Ful effectivnmente encarregado dessa raisso,
pala ntcassidde porera da Iraosmiltir aos.meua
corapanheiros a idea que se havia disputado no
animo da alguna .empiega los mais graduados
da 6 oret ria de Fazenda.
Affastou m porai 4a- verdade o arliculisla
. :aliando.mencionando a importancia com que le-
Eo mamaco.o fujao, vem fallar M d8 Contribur catja atnas altewu, e..qupn.h)
venda da ra ?.to, pezado_e de valor, como pr0curon faier crer que bouve iroposlgo, o que
seapre foi o de nm homem, que soubeinao se dea
O Jornal do tlccife e o cum-
prmeato do dever.
O Brazil como um doente em lugar
que nao ha medico. Da gravidade de
um mal n5o ha quem duvide e raros s&o
aquelles que tem esperanca de saa sal va-
ca 1. Esses mesmos nio sabera nem pr -
curam saber por onde ser a sua salva-
cao.
Este doente como uma vaco magra
porque a ugam de maia; mas todos os
que podem chegar s tetas, vio sugando,
e cada dia, chega mais gente a ellas e
como nSo podem l chegar todos, apezar
de serem as tetas como as de purea em
toda a extenjao do ventra, uns empur-
rara os outr s qua nao a querem largar,
e uesU luta enraivecida, espancam-se,
ferem-se, matam-se a at prendem e en-
caj\erain uns aos outros, os qua mais po-
dem aos menos fortes.
Mas isto nao vai bem, todos conhecem,
a vacca ou a porca est muito magra,
milito'doente ; m.13 nao morra, pensam os
sugadores, principalmente o das tetas
gr.ndes ; porque a trra em que ella par-
ce tem rauit* herva, muita aeiva.
Mas todoi conhecem o mal grave do
pobre animal, princpaLnente os que nao
0 sugam ; mat, na trra no ha medico ;
*.ada um se arvora em tal ; a como em
uma folganca em cada um dia a sua la
ou mote a esmo, cada um a esmo acunse-
lha um reraadio ao eufermo bioho. E
Vem um a prega
. A repblica e-i-utto
A repub ic* sem Deus, porque no
acredito nelle, mentiroso qua o tenho pe-
gado ein tantas mentiras.
Vem outro e prega
Eleico de terco, e vem a eleicio un-
nime.
Outro diz : eleico directa, escrutinio
secreto, diatricto de um : mas as sedulas
de cada partido eSo assignaHdas pela
forma e pela cor, e antes de sa apnrarem
oa votos, j ae sahem quem venceu.
Ainda outro clama : voto livre, sida
do fra e bem longe ; mas a desordem
demanda a sua pre,en5i e vem o soldado
c os distribuidores de chapas as vao en-
tregando aos votantes chamados, entra-
da do recinto.
E vem a repblica
Mas quem a fez fotnos nos, e por tan-
to damos a lei, proclama o soldado.
Mas o soldado aprendeu a repblica
sam Deus. Seja pois Daos baoido della,
e das escolas secundarias o ensino da phi-
losophia, para ser banida a mola physica
e por tanto a lgica. Fique, pois, cada
um cora a lgica qu Deus ou o diabo
lhe Mas a rep blica de todos e cada um
quer. seu padaco. Mas ella s do solda-
do que a fez ; suscic -se pois em toda a
parte os pretenciosos* *
O tp cao deixou a vacca muito nagrra..
Esticam-se as tetas par. engordar o sol-
dad e seu- amagos sem conta.
Chegoa l nissa vez, clama um da pro-
paganda sera Das. Farei agora de prin-
cipe da repblica : prepare-se um vapor
para eu ir com minba familia ostentar a
grandeza da repblica no Rio da Prata,
e \ foi e tirou um pedaoo do- peito d
vaca e o deu ao viiinho, pensando ser.
muito Iouvado e foi zombado.
Mas os amigos sio muais, a a v?cca
nao tem mais lene. Botemos agua do
leite e lancemoa-lhe gorama, que, em-
quanto mechidos parecer tudo le.te.
Demos, pois,- a cada amigo o poder de
assim iabrcal-o, fazeado represental-o
por nota que exprimam valor de leite
puro.
M-s a gorama aesoloa e as notas fica-
ram quase sem valor, depois de roubado
o povo, que as receben obrigado.
Mas os presentaados comecarain tam-
bem a perder, e vem outro medie > e
manda : fundara todoa o bancos*era dous
e estes em um s. A vacca parir coa
immensa largueza < s enormes vantagens
qu estss esperavam, e aos outros issimj
os prejuiaos cor as espsrancas frusta-
das
Mas antes d'isto os. representantes do
supremo dono da ra publica, nio con vie-
ran! que o seu secretario botasse mais
gorama no leite; sio estes mandantes
orobora, e u dono se proclama diatador
CJm soldvdo domar o abala e vem eoiao
de tarra, abrayand-: o que cabe -e em
lagrimas, recebar a haranca,
E desda ento sanboi* da repblica ; e
manda fingir revolac3es e eom os seus
soldados abater os governoe dos Estados
qu j seu predecessor ncmeara; e o aangue
corre e aduba am todo o Br-izll o parto
da vacca. l
Outros sao nomeadoa par elle em fiugi-
das eleicSea.
Entre e lea o d3 parto rlagrandaases
que sustentado at hoje por todas a.
forcas da repblica e pelo leite da vacea,
contra o qal se levantara rovolucio a
mais"-)usta, meio nico da anarchica con-
atituicao d .repblica da ordero e progres
so, de se livrar o povo oprimido vde um
despota senhor do Estado.
E' ainda'para abatel o qua se levanta
01 mesmo soldado d 3 mar que abaten o
primeiro senhor da repblica.
E o sangue emborbot3e3 corren l no
Rio, a o leite da vacca com gomroa se
derramou como, urna manga tf'agua que.
tivesse re anotado em todo o Brazil, e o
monstro a quem o principe d* ostentosa
viagem o Prata, chama .-sublime, aijida
sustentada,.cora e leita da vacea a o
sangue dos,desgra9ados brazileiros.
E vem outro curandeir i p ordena;
Voaojdestobejt 1...
De todas psin-famiaa poticaa ^maior
'que o mnndo ja ri>.
E vem outro... e outro... e agora o
como o remedio indefactivel para a feli-
cidade de todo-,
E' o caso para se dizer morreo o
Nev* ; mas que estimulo levar os ci-
d dos desta repblica (ou de qualquer
parte) ao cumplimento do dever.
Ocumprimento do dever quando nSo
se oppOe ai6 nossos interesses, aent men-
* tos mendado, nem pregado.
Mas o Jornal lembra, como estmalo,
que assim todos fazsndo, serio todos fe-
lizes.
Mas quem comecan* a assim proceder?
qaem atar este ^uizo ao pescoeo do
gato ?
Se o f r eu praticar contra os meas
inreresaes ou conveniencias, nao eston
desgrasado ?
E em quanto espero qne os outros ma
imitera, onda encontrar a felicidade )
Lembra o Jornal qne em outros tem-
pos muito assim praticou-se, e at o fi-
zaram horaan mais obscuros e ignaros,
e at co n grande sacrificio ; nao sabe
porem t. Jornal se pelo temor religioso.
E ainda o Jornal tem duvida ?
Mas no s pelj temor, e mais
ainda, pelo amor tambem ; pelo amor de
Daus qua no manda e-easina a amaro
prximo.
S pela esperanza de grande felicidade
futura, o homem si sacrifica, renuncian-
do a fecidadj presente e certa ou mais
provavcl, ou ugeitando-se dr.
O temor de Deus a bas, o principio
desta con luitu,;do amor do p oximo; nao
fora ello o homem com facilidade renun-
ciara a felicidade futura pela presente;
sem o tarar pois nao pode sir seguro e
defendido o amor.
Nao ha amor sem temor
O que ama teme offender o objecto
amado.
Si nao o tem-, o amor sa gasta e sa
esvae.
Sem o temor de Deus que tudo v a
prescrn'a, no ha amor seguro, nSo ha
amor do prximo.
Nao tom o homem em vista cada
vez que curnpra o dever com qualquer
sacrificio, a. pena ou a reeompei^a que
Deus lhe mande ; mas a e'ucaco por
esta doutrinaa evanglica que forma
a sua alma, e conatitue nella habitual o
cumprimento do dever ; e assim forma a
sua dignidade pessoal.
Esta nao a tem nunca o homem que
nSo teme a Deus.
Tom muito orgulho, amor p-roprio, mas
se/n a cren$a, e temer, e amor da Deas,
falta-lhe necessariaineote a dignidade
da homem. _
Se alguns atheus do apparencia della,
pela educaco que receberam, que lhe
creou esta d'gnidade, a qual, desde que
elle parde a eren?- em Deus, ella nSo
resiste a occasiao de qualqa-sr maior sa-
crificio.
Ma pregar o dever sem prezar Deus,
e promotor a paz da consciencia pelo seu
-cumprimento. como a mainr felicidade,
uma chiuiara ^que o Jornal nao poder
sustentar.
O que a paz ou a pertnrbacao da
consc.encia ?
Nao a dr qu9 nos sentimos nella
quando deixames de cumprir o nosso
dever, a satisraco.qae gozamos quando
em contrario pratjcamos ?
A dor porm porgue, se nilo tememos a
Daus ?
A satisfcelo porque, se desse cumpri-
l^am uaffri nnmtn mam
manta nm *
receiamos que nos possa advir?
Quam nio teme e nao ama a Deus nao
tem consciancia,. e incapaz de qualquer
raior sacrificio, porque no tem quem o
sustente e ampare na luta.
Kan ha ;homem forte por si ; nem
mesmo a orgulho o sustenta, se nio em
quanto nao v o perigo prximo.
S forte o homem cuja alma recaben
forte tempera no fugo do amor de Dea-;
e se elle na luta, confianti as proprias
torgas, o esquece um instante, se desiem
para sua alma, amolece e se abata, e elle
caho como qualqner cobarde.
. .Deixe pois o Jornal assas loas que per-
de o teu tem o em v3o e enche aaas pa-
ginas da palavraa que a vento leva.
J que nao est em partido seja medico
desta repoblica, to doente, cojjO tedo o
[jornal ista ^devel-o-ia ser, estodando aa
causas/le "suas desgracas e propagando
os raeos de dabalar assas causas
Esta a misaSo do jornalista, e nao
est;i luta partidaria e pessoal de pnrtidos
que s2o como eompanhias de int*resse,
emprozs lucrativas; dos pardidos, que
por isto sa contradizem todos os dias, ae
airara e so separam com o fim da ga-
nancia.
Estude as causas da todas as nossa3
miserias, qne as ha di achar como prin-
cipio na anarchia da nossa conatttuic?.o,
e no estaco com qne.ae pretenda banir
Deus da civilisaco.
Fique-se corto que sem Deas, n2o ha
amor mm temor que garanta e sostente
a ordem social e a libardade iudividnal ;
que se Ele assim necessario, Etla E.
Duarte Goelho (Olinda) 25 de Mar;->
de 1895.
Affonso de Albuqnerque Mello.
honor**
IiT.il*- nlllrinea
rioa
' Sob esta ep graphe lemos no Jornal do
Recije, de 9 do cir renta um artigo em
que se declara que o Exm. Sr. ministro
d fazenda, para os effeitos do aviso do
Ministerio da Guerra que diz :
t As concessoes de honras de pastos tni-*
litares a cidados sem declaracio expres-
sa.de ser em remuneraeo de servifos mi-
litares estdo sujeitas ao sello a qu* se refere
o fiaragr'pito des nnmtro 4rts -da tabelU
B do Regulammto-de it de Peveretro
circular numero 39 de 22 de Jullw de .
i8()3, solicito remassa das patentes qua
asto ooniprehendida am taes diapoai-
eoes, e umarelacSo dos- agraciados que
sem ter saUafeito P -deviio impoeto, se
a'oham, no eatretantcn da posse d'aJlaa.
Tendo Sa, Excs. assim procedido, at-
darHin muito ecertadamnate, e nl> ae
guaira dar outra interpretagao a doutrina
'de seu a,visQ, que, apenas., abrange aoa
cidadaes.agracisdot por asrvijos qn nao
ILEGfVEl L





4





1
Diario de Pernambnco Qnarta-feira O de Abril de 1$!>5

militares, epibora, aejam oficia- de
guarda nacional jorque, n esto caso exis-
tem muitos. T
C artigo 12 do Decreto de t de Janei-
ro de 1366, da; Osofficiacs ds cor-
Pos de vvlnntarios da patria, nardos va-
cionaes permanentes, etc. etc. no Jim da
canttaulta nem s serdo agraciados tom os
poshs honorarios do exercito, como ainda,
por accordo de S M. o Imperador ccm a
AsscmbUa Geral e Legislativa l/ies serdo
conc'didc o sold, otiemparte correspon-
dente a mas patentes.
Aisim sendo, est-claro qua as r'ispc-
sicCtisdo citado av ao, ulo se entenda
com eetep, enjos accessos tiveram ultima
mente anda por servicos prestados na
campanha do Paraguay; mas, somante
com aqviellea da guarda nacional que
nao est&o comprehendides as disposi-
c3esdo mencionado art. 12, raesmo por
que, depoie do decreto de 7 de Janeiro
delo^nSo ha .utro autorisado pelo
Con;resso Nacional,que permitta ao go-
verr'o honorabilizav a populacho por ser-
vco polticosaindamesm oquando pres-
tados com armas as niSos, cuanto man
aciiadaos, como do Patalhao Patritico
6 d.s Marea e outros d-taes jaez, que nos
estados mu"ito mal gubstituiram o carna-
val de 1894. .
Queirero, os ivos honorarios nvndir
as disposices do decreto de 7 de Janeiro
que estatu forca especial par* os que,
com os maiores "sacrificios -abandonaran)
o so'o da patria pt.ra no estraneiro vingar
a honra nixionol, c mo vingpram legan-
do-lQe a i agina raais brilbante de sua
historia ?
Se aqueles, pouco ou nada mereceram,
porque ai nda hoje que s5o paseados 25
annos, nao obtiveram o sold de que falla
oart. '.2 do decrato como que, os ad-
hmoraur de hje ja se julgam cono pre-
tencoes d excedel-oa em privilegios que
nao Ihes Ibram conferidas por lei algurnt.?
Pguem, portanto, o imposto determi-
nado" e de xem- e de lamurias, porque
n'esta oa-o nao teremoso praztir de ver-
mos marchar as procistSes : uao percam
a quaresraa.
O Volunntario da Patria.
O I* rio
Santa Groi
prepara-
Cucaa primario e de
torios
75Rna do Hospicio75
Contina sob a direceo dos abaixo as-
signados este estabelecimento de educa-
cao i) instruccio primaria e secundaria,
para o sexo masculino, cujas aulas acham
se abert e desde o dia 16 de Janeiro.
Recebe alumnos internos, meos pen-
sionistas e externos.
InformacSes e estatutos Mrfto dados no
collegio. *
Kua do Hospico n. 7o
O; directores :
Joaquim Agripino de Mendocca SimSes
Ante lo da Silva Guimai&es.
A.o commercio
M;randa 5c Souza participara aos seus
mig>s e ao commercio em geral que
desdo 29 e Marco prximo passado dei
xou de ser seu empregado o Sr. Augusto
da Slva, estando o ntesmo Sr. pago e sa-
tisfeito de seus interesses que teve em
nossa casa ficando sera valor as procura-
ses que o raesmo Sr tinha nao s em
nome da firma, como em nome individual
deJo&o Baptista Pt reir de Suoza, nico
respoDsavi'l da firma Miranda & Souza.
Recife, i3 de Abril de 1895
Trigsimo lia
-^^TT^Tv^/1
\y<^>s
^J^S /<&N
'*8$Q:$g&**
9m^
I I

HABA EMILIA DE MOtffi ALMEIDA
(Trigsimo dia)
Joaquim d'Almeida Costa e sua mulher,
tendo recebido a infausta noticia do fallec-
monto, om Lamogo, de sua querida uie e
sogra, D. Maria Emilia de Moura Almeida,
convidam as pessoas de suas amizado o da
linada, para assistirem s missas que man-
dara celebrar na igreja da Madre do Deus,
s 8 horas da manh do quinta-feira, 17 do
corren te ; antecipando desde j s pessoas
quo assistirem profundo reconhecimento.

<^@ %@ &@ %
& %r B
Ao coiuinercio
COIlIBCIfl
de "ernaiai

Bolea tiimmerclal
l)UC
fCTAOOKS OFTICUB D\ JUNTADOS CMBCT0RE3
traa d i eci/e 9 it Abril de :8&5.
Hao houvi: co;ava?.
tt presidente
Aq-obio Marques ce Amurim.
O secretaria
aaeel Gaajalvea da Silva Piolo.
Caaable
Puca do Ricife
Os tBOM iaici-rarn hoj ioa IransacgOea
9 9,16 aoDre Londres a 90 iliss, realisando-se
nagocioa de poocn ia pj (.acia.
O mt rcado fe< buo auicio.
Em |urpi pi'ii:nlr boaveram aigciaa traes-
artoes a 9 I4|i6-
<'oitacea de gneros
Para o aarwuUir
Aecacar
inas per (J> kilos. a 6W90
C iaiali?ail> por 15 kilos 8*500 a 64000
Branco idea,dem. 4*000 5J2<*
Suaeina, llem, Idea 3*480 a 34709
Mise ico. leo, dem. 1*39* a >70fl
Bot siscrui dem, '.den WW a *3'0
tru'o melado idem, Wer 2/0JO a 2*2 m
Re ame, dem dem 1*700 a i *y .'9
llg.jii
Nao coostOD oegoc: j.
Il9fll
Po- p ra de 480 litro- 235* veoda.
jLgsai*draC
Por p pa du 48u niroa 150* veoda.
Cra
Secuon aalgidos na base de 11 kilos 82) rU
venda.
Verdes 6S) rir, noucinal
Carnauba
Cota-ce de ilB* a 28*030 por 15 kilo.
M
Por 1(0*00) Qomi: i.
Impoirlaco
Hvr e Lirboa. ?per rapre Parabyba.,
entrado em 4 do orreote e cojaigoico a Fel.i
- Bandeira.
Carca d. Havre
Ameiaa 40 caizas a -.la Karqoes 4 C.
Alvaia Amostras 4 volomes a dlvcnoi.
Agoa oiireral S canas ordf rr.
Batatas 30 eix*s a I. V. ae Almeida.
CaicdcB 1 ciixio a K. de t. Cavalcaot?, 1 a
C. Lope- fc C, 1 a Paiva 01 vera C, 3 a J. L.
de Oliven a, 1 i Cesar Lotes A ('..
Chocolate 2 raizas i iritm.
couros 1 caixa a Bra* & S, 4 i ordem, 3 a
Ramos & epp.jri, 2 >B.J. Fer aodea. 1 a Pa-
rele Viaia 4: C. 1 a A Cros 4 C, 1 a Ayres
dos Beip, l a F ederico C.
$* Criapof 1 cnxko a Ci-isiiani 4 C, 1 a B. d
da Silva ;ralho, 1 a Rafael Diai C, 1 i t
Santos.
Cacbtrh I caixa 4 o lm 1 a J. R. da P n-
eca, 1 a Uaacel S6lta(o C, 1 u Coxea de
.at.or I tjaoi".
Chaaiicoe (i caixas i-rdeo.
t> 7 voliiaea a M i. Obbdos, h a Roa-
iju i m, t i t. *Ia l-.s 4 C, 5 .. F. F. Ui- 1 i
O abaixo assignados, proprietsrios da
Rjtiaserie Spo tmanu, a ra Duque de
Caxiasn. 29, havendo resolvido dissol-
ver a sociedade que teem nesse estabele-
cimento, pedem a quera se julgar credor
porqualquer titulo, que apresentea conta
ou nota de seu debito, dentro ce 3 dias,
a coatar desta data, ao caes do Commer-
co n. 1 casa deGuimaraes & C.
Recife, 9 de Abril do 1895.
Genaro Gezzi.
Por pro.urac3o de Adolplw Hilemann.'
Maria Scm Hilemantt.
Ol** ra I- b,i s, a ordem, 17 a Gaimaraea Ba-
ga &. C. 3 Cun panfila de Droga?.
Fe ragen- 3 *o um>-s a OUve ra Bas'os & C ,
6 a A. ar Carv.lno 4 C. 1 a E. Paiva 4 .
G.) l i. a tac 5 vuluxeb a A. Silva & C.
Lniri bo 41 c.-xis a i ao Dirs Horer.
L'Cores 15 cal ai a Soiter Ku II Latir. & C.
Luoca 1 vi lames a A. R da C. Ollveira.
Litios 2 saixas t oraeo .
ljoieiK 25 barril > 30 jkIos ditos a Lopes
Alte a & C, 285 e .'70 a oi>t*tii de Raiiv*.
5 e 10 j ta mariee & V. lente, 45 k 45 a F. C >s-
t* C, 25 e 45 a Fer-eira Rodrigo*-b 4 o.. 15 a
30 a Vier 4 Silva, 50 e 10 J Fe-oam es e
AlmMa. 2J e 10 a A de F enas 40 e 80 4 or-
dem, 60 calSM a Compaobia de Ertiva.
M'cajonas 1 volme a D. P. W.ld, l a Ol-
vena Bas 0' 1 a Huteira & L 1 F. P.
Boolitreao, 3 > No'ies Fuoseca 4 C, 4 a Minios
V eas 4 t., 6 a Perelra Carr.elro & C. 3 a C.
Haliida; 4 C. 1 a Goimari. s Cardoio 4 C. 1 a
J M lUleiro, i a J. T. Girreiro, II a Preme
Vanos fcC.li Go>jclves Cuaba 4 t 2 a R.
de Dro.toa & C, 1 a C Lop-s & C., 1 a tlaooel
CjII*o & .. 3 a Rjdjos 4 F eetlco 3 a adio-
alo da Slva g C, 2 i Fraociscu Garcel k I moa,
4 a Coila Campos fc C. 1 a Gomes de Manos 1'-
maos, 1 a E. Samlco 4 C 3 a Braga 4 C at., 3
a Mauoel & C. 1 a Vilella 4 C, 2 a A. J. C. de
Ar.njn, t e G. Lopes 4 C 4 a L A. Stlaiar Jo-
uior. 2 a M. J. H.b ro, 1 a crdem.
Maien.es i7 vuloiea a &. Bulioo.
Papel 2 caixas a Perelra de Axevedo 4 C., 5 a
A. t. da Croa.
Pretoo 4 caixas a Pe rente Viacoa & C.
Perlomaria 2 caix<>8 a Maia e Suva. 1 a N.
Fooaeca 4 C 3 a odcn~.
Queljo 12 caixas a Dias Feroaodes k C.
lapes 1 t-aiixa a Dcni.no CoelQu 4 oares.
Teidis 3 volamea a Brcet 4 C, 2 a B. de
Atevedo 4 t., 3 a A. Maia C, 1 a A. Vleira &
C, 1 a A. Lopes 4 C\, 3 a 1. N. na Foosevi, i a
M. Lopes M. Ramos. 1 F. de Aieveoo & C. 1 a
Dia Loareiro & C, I i Alves de Brillo 4 C 2
O. Lima Ca Domio^os Coelbo 4 Soares, 3
a omem, 8 a Rodrigar b Lina 4 C, 1 a Maceado I
De seid, renda e lan ri-
Cimeate eafeitidas tere o
Au Parsd s dts Danies
Illefinwo de Azevedo
PHARMACEUTICO
Avisa a seus amigos e a quera inte-
ressar, que se acha nos dias uteis, de
10 horas da manli s 4 da tarde, ra
Mrquez de Olindn. n. 33, 1 andar.
1'ociJonv.ia ra Formf'ia n
PARA A bHANA
8AKTA .
Sedas pretrs damasset,
faille?, gorguroe?, surahs e
moir norcvelle.
C renadin pretas e lats
para grande escolha, rece-
beu o
a num m sames
de
e
de
Galoes e guarnijoa^
vidrilhos pretos, b:cos
rendas de reda, e galoes
viirilhos e de seda recebeu
grande rortimento o
Au paradla des Dauaes
(abiuete de cirnrgia geral e
e&pecial da bocea
Dr. yodo Rangelparticipa aos seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. ] I.' an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros servicos logo que
terminados.
INFLUENZA,
A bronchite que sobrevem a Influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompaa-
das de reaccSo febril, brone/io-pnetimo-
nia, cat/tarro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da garganta, insoni-
nirs e tosses sufocantes cedem inmedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobeiia aflata
Etlr,er bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor ttherapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobeiia nflala, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maor ex-
cepfo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra Mrquez de Olinda n. 38 I." andar
Pharmacia Alfredo Ferreira
Pharmacia Ribeiro.
Pernaiubco
Industria Vueiomil
O Sr. Antonio Martinano Veras,
pharmaceutico, actualmente em Pernam-
baco, mirntseou-noa com urna garrafa do
Cognac Brazileiro, preparado com todo o
esmero jior aquelle laborioso cavalheiro
O Cognac Brazilciro pessm. sabor hx-
oellente sendo igual aos malbores simila-
res estrangeiroa
0 preparado do Sr. Veras ob eve
maor acceitacao no Recife, onde a m
prensa noticiando este n vo producto na
cional externa os mais lisongeiros concei
tos.
Agradecemos a fi eza do offerecimen-
to.
Do Federalista, n. 10 do MaranhSo.
Garrafa '-'500
Duzia 25500J
Na fab ica a dinheirc por este preco
remet e-se urna duzia do cogoac para
qaalquer ponto do Estado, por caminho
de ferro u martimo, s Pedidcs de U duzias maia i> O/o de
descont.
J consta que o cognac estrnngeiro est
sendo vendiio roais barato- Ha de che-
gar a; ponto de nao ser procurado. Tal
a concurrencia do
Cognac Hraztleiro
m -* '->
a a O O
K 3 = 3
m c3 H a
> "ir? O KM *? t^ T" -i
O r>3 N ti A 0 > u 0 0 ni
a ea 0 . "a 0-1 te 0
l*>4 ** ^ 0 V m i s 5 en 1 SJ C O c -a = 52 H
V3 9 0 g
CO q h I 0, - %'a.u
J
O a

^
Clnica medco-s irurgica
Medico, parteiro e operador
& Pereira, i a Hoargaea de Carulbo 4 G., 1 a! de acuardenie,
Affjuao tala 4 G, S a GoucaiTes Caab & C., 2' dito de airool.
a Ga'Viitio 4 .lu.eida.
Viobo 15 caixas a Tarrea Ira s, 10 Uendes
Lima t C, tt a A. Susres & C, 10 a Ua-celli-
ao Fjoi. 1 barrica ao Bi-ao de Sa'saoaa.
Ve a- 30 canas a Ferua .es juo & C, 3 a
1 Diae Mjreira & C.
Viaruo a Vulu>iio* a Deodato Totrrs & C., 3 b
M. I. G^mpos. 3 a J. Kraase & >. 4 a A. Kbeiro
da C. O ivei-a.
Carga de L'sboa
Albos 6cao8traa a ordem.
Afeite 1 barril a Pereira pjnto C., 1 calxi
i ordem, 5 L p s & Araojo.
A^ui Uiioeral 9 caixaa Peri aCaroeiro & C
B-iatas 50 caix-s a Lopes Albeiro k C.
Bagaa 1 caixas a M. V'egar, 9 ordera
Ca 50 canias a N. C imbra & C 100 a Li-
pes 4 Araujo.
Cabos 13 volotees a J. A. da Silva Santos.
Carue poo 0 1 caixa 9 ordem
Drogas 3 voluoiea Goimaraes Braga & C.
Vi- s .z caixas a Compaobla de Bsiiva.
Fijaras de Darro 4 grades a Raponel Dias &C.
Ftrra>na 3 caixas a ordem, 8 Pin o da
Silva C.
L'vos 1 c-ixa a Oliveira Baelos & C.
Ladriioo 40 grades a 4 F. de Xrevedo.
Pedris ile aliar 1 a 0 Bislos & C.
Palbeas falta* 1 caixa a Oilv-irs Bas'os & C
HoIDb 8 saceos a A. A. de Lmos 4 C.
Vioag e 1 b. rril a Pereira Pmto & G.
Vioii 8 pip.s e 15 barr? a V. Silva de C, 10
e 50 a A. S< a es 4 C 13 e 70 i Compaobia de
Estiva 1 a J. B. ae Ulivelra. 10 a P. J. de 01;
vt-ra. 10 a a. F. P. S Iva, 5 a Hapbael Blas &
C., 10 a P>r 1 Piat, 4 C 10 a Looes Alh-lro
4 G., 3J a i aiiar^c, 44 i ordso,
SO 3 E. H Copr-r & C 2 a A. no C. A'rei.la,
25 a Lope- & A'.oj Ti a J. A. A. de Carvalbo,
i2 a Oliveira Bas ce & 0.
Bopt-s Ayre.', pfla I ba G*ande, pa'a'to io
glfi N w Douciiioo, eotrad) 00 dia 2dj ccr-
ren-e 6 consignado a Atuorim L'mon A ('.
X-i-.ju- J.flOfarlus aoi cousignaario?.
kiportncso
Recife, 8 ee atril de 1895
Para o eerlor
"o vapor ing'ei erebant, para L'.vvr-
pooi, rarregaram :
B. W.iliaua JkC, 165 jacco ccm 12 375 k loe
de a-cacar maaiava'to.
G. Guooa & C-, 11 ?a:cos com cera vege'sl.
Para o interior
No vanor oacloaal Saotelrro, para Rii
Grao e to Sol, carregaram :
Atioiim raaos 4 G. 7 pipas com 3766 Uros
de aicjil e 33 ditas com 17 817 ima de agoai-
de e.
Para Pelotas, carregaram : ISSav
A. I maus 4 C., 10 pipas com 4,982 lit os de
a^uarceaU).
No vapor allemo Roma, para Santos,
carregaram :
A. coila 4 Fiaza, 8J5 saceos com 51 9JO kila
de a-suca- braaco e 135 altos coai 8,t00 uitos
de dito mas-.avado.
S. Guimaties 4 C, iO pipas com 10.80 li:rof
de ai.oo:.
C. de E-j iva, 20 pipas cou 10 000 litios de
alcojl,
Para Rio de Jaaelro, carregtram :
G. ae E uva, 20 oipan ei.m 11,300 litros de
alcool.
Ljyj 4 Morelrrt, 10C0 saceos com 60.0C0 kilos
de atsacar brauco.
J. Fu>-r-tcu)berii & C, 1 pipa com 4-0 litrnt.
A Eniulso Scutt sempre da
lons resultados
Rio du Janeiro, Dtzmoro9. 188".
Illins. Srs jcoll & B wne :
AtleMo que leudo empregado a Euiulsao de
Scelt de oleo de fica :o de bacalho sempre com
grandes reulta.tos as molestias das quaes sou
especialita. O reendo verdade o que juro
sob a 10 de meu pai-
nr. Araujo Filho.
nri>ecialisla ae molestias ae sennora?.
3 anas e 27 barra com 1,762
No vapor {sucet Parabiba, para Santos,
carre^a-am :
I, Bailar & C, 500 saceos com 30,000 k los
de aeancat branca.
E. Kitik 4 u ,150 barris com 4.900 litros
de aguareen e.
B. O. Biuj &I.'afii>, 60O aaco.s coai 30 000
kilos de assncar branco-
P. de Uliveira Maia, 200 barris com 17,410
Uros de agcarJeate.
Para R o de Janeiro,* carregaram :
P. Piiit-j G., 50 pipas com 25,000 litros de
aguar late.
No vapor americano Barro s, para Rio de
Janeiro, cirreearam :
C. de Estiva, 600 aaccas com 57,251 kilos de
algod&j.
L. A. da Cesta, 1 300 cros Trocla.
No vapor uoroerfoeose tnrlm, para Sab-
ios, carregoa
J. T. Garreiro, 6'.0 saceos com 39,000 kilos
de assocar tranco.
Para Rio d Janeiro, carregaram :
S Golmaraes 4 G 20 pipas com 11,8 0 litros
i- alcool.
J. G Valtnte, 50 ripas com 23 250 litros de
apuardente e ICO f.rdoa com 8.267 kilos de
algodao.
Na vapor lDglez J. Prloce, pa a o Par,
Carregaram .
J- A Fooseca, 3.850 caixas com f0.050 kilos
da sacao.
B. Kantba-k 4 C, 10 pipas com 5000 litros
de aguarde i'e.
No vapor nacional iBipiriio Santo, para
Mani, carregaram :
tt.Gia 4 Cosa, 58 alas com confe >as da I
(rucias, 15 celias e 4 oarrls c>-m 337 l.iroe f
oeblda .
No v^por nacional Puciti. pata o Para,
carr.-gar ui :
P. Caruriro 4 6., 2 pipas com 1,103 -it-os di
aleo i.
I ara a'aahao. c"e/ram :
S. Gui^aries & G tO oarrieas com 6. 46 kilo
Je a.-o> a- braceo.
bor 1 & C. Bocceeom, 1 caixa com 51 kilos
Je rL
i ara Vanaos, carretal am :
C. Poo 4 G, 10 iv i as co;D 110 litros d<
l>ra r 3 iar is com 120 aitos de ie veja.
?. A- ae Oliveira. S barnecs com 3(0 kilo
de carvao aoimal, 15 barris com 1320 luron <*r
8gaarie:iie e 30 caixas ote 390 k'lu-t de abo.
A. I.-aiaji 4, C. 40 barris com 3 510 litros de
.gurdeme e 40 b*rric.s com X.'Ga kilos ce
cocr branco.
Nj buie Deas te Gaard>, para Uo or,
carregaram :
Mfia & Socza, 5 caixas com 50 kilos de
ve.is.
No t.i:e C. de natal*, para Natal, carte
aran :
L. Firreira & C, 130 caixas com 3.450 kilos
de sabio.
G. de g$tiva, I barril com 45 I tros de v na-
gre e 1 caixa com 12 ditos de geneb-a.
F Silva 4 C, 2 Dar.-;.as ccm 90 kilos de
aaencar reinado.
C. Aisic-.reiri., 10 barricas com 600 kilos at
ssecar r-tiuado.
Para Uacalnba, car-exaram :
G- de Mattos lrcaas, 1 caixa com 18 kilos de
veiiaa.
M. A. de Almeida, 30 b rricas com 1,800
kilos de MMOar refinado.
Para Natal, carrega am :
lia-D s: 4 G. 5 barris com 320 litros de vi
oag e e 30 cana< com 270 ditos de cognac.
J- M. Uncir* Joomr, i0 tNrriCia COB 1,800
kilos ie assoc r refinado.
Na bareaca Liada Ros, para P'lo Cal-
vo, carregaram :
P. Ckrvalno 4 C 2 caixas com 44 kiUs de
labio.
i
Dr. Manool Carlos de Gouva, %
[do volta de sua viagetn, previne*
^aos seus clientes que reside e^
^ tom sou consultorio nberto *
Crua Baro da Victoria n 01, l.*J
pandar. *s
%P D consultas do 1 s 3 horas r
f2,da trele. A
% Acceita chamad is a qualquer^t
glhora para dentro e para fra dap
Scidade. ^
A TSICA CIRCNCLUSA
iNaus se curar radicalnienle median-
te o uso do Peitoral de Anacahuita to
dos os casos ordinarios de tosse crouica,
broochites, catitrlios. usthmu, ciernas
sim lambetn nysmo quaudo a molestia
iiaja affetado seviamefita os orgos da
respiraejio, seus prgiessos podum se
atalliarpelo esp ico de anuos inteiros, e a
applicai^aodo remedio proporcionar um
alivio instantneo e indefinito.
Nao ha uecessidade de abrigar ou tei
M UlUUOr rocoto rol1ili>"niiciilo oa couc
elTciios, mesmo duraule os periodos mais
avancados de debilidade.
Na sua elaborada composico nao en-
tra opio, nem acido prussico, nem anti-
monio, nem nouhuma oulra droga au
"abunda, e sim lo somonte composto
e preparado da o\lracc;i<> dos suecos d'o-
ma arvoro balsmica do Mxico, a qnal
pussueaspropriedadesus mais admiravei
o curalivas. e as suas curas sao rialmen-
ate maravilhosas.
- COMO GAUANTI.V contra as falsifica-
ces observe-so bm que os nomos de
Lanman & Kemn veuham estampados
em leltras transparentes no papel do li-
vrinlio quo servo do iuvultorio a cada
garrafa.
A,cba-s dee venda ern todas as b jIics
drogaras.
Utn Le iilio perfnn.il do com r^\
tim Agua floral.! bt Jrji Lnto.o
. raiM m*ia xqout- 'r.e ooie attf e a? co-pc
- io '-pi'ito un ou; oa ti calor. 0< u tmbros
i r a o vgo | 'qairrtD a topi-
r>09 Ireccara ; B>eo< >- > la'a e tepooai, a
arcao lii'aiaoie cci-n'ido rbtapwate btiRm ao peo-nio.
D-poi <>e cm bar.n < a' i'.n.'crm se re~l' ir.fe-
l'E. S." le>i.ii>.:i a /.g a Florida de O"ay
*: Lantian. preparada po- Laomao Kexo.
N..w Y.tk. 1
ES
EDITAL
TIiCMouro do Estado
De ordem do Sr. Dr. Director Geral
f.C') publico o edital abaixo transcripto
doGoverno do Es'ado do Kio-Grande do
Norte.
O Dr. Alberto Maranhao, secretario
do tioveriio, etc.
Faz si.ber que. de ordem do Ezm.
Governador do istaJo e em observancia
lei n. 3-3 de 13 Siembro de 1893,
Kua marcado o prazo de sessenta dias, t>
contar desta data, pa a serem apresenta-
da Leeta secretaria ts propostas para
extraccao de ot-rias do Estado.
O comracto a realisar com o proponen-
te que rr.elbom vantagens offere:er ser
eitoi nos termos da citada lei pelo prazo
Je tres annos, comecando a vigorar da
data de respectivo coutracto.
Secretaria do Governo do Estado do
Rio-Grande do Norte, 26 de, Marco de
1895.
Alberto Maranhao.
Est conforme. Secretaria do Thesou-
ro do Estado de Pematubuco, 2 de Abril
de 1895.
O chefe,
Marianno A, de Medeiros.
Rtctbedoria do Estado de
Pernambuco
i:ii s ir \. 9
O adtuicist'ador [aa puphr.o pira cocbKiareo-
io dos resp?itivos conottwlsiM qoe deotro do
t-iri'a das atei m p-orgj'|j coaiadcs de 23
io eorreo", eer&o coo'ado- i bni-ra do cof-e es
laipfstos obaixos dec!a-a'lu3 r-l.fvos Bul" se-
rret.-e riu exercicio em vigor de (995.
Kicvbr.lnria d0 Kciadu Ce Pero^mboco, 2! Je
M*rco de 189;.
Affoiisn rte Al: ujoerqoa Kello Jon'or.
Imprnivs a qot- s-^ r h'e o edittl sopra
Cissse 4>ara azens e baclnan.
limo fc* Avoaaaao* de fai.-ba ae trigo,
mera S'-A-iJcs-le vtaJer madeiras e aer-
a !?".
dem 9* Loj'S>1e ODrc.rr.e?.
.'tero 15' rov.nei's dn(j e pbaraca:iai.
i i n ii Psiwkm da aba*.
iditu l' ftricas de oes nijcao e resillado
BECirB DiA'Sa"K
Do dia 1 a 8
dem de 9
Somtn- total
6.670U6
63/J626
6:93*4172
novluten o do porto
Navios entrad' s no o 8
i'ambQ-go e eses la 18 (t;8p, npa alkmao
Belg-anr. r> 1,C4> loC-l4 *, corui.i
1. PvCbam, fqoip. g B 5. csg. vanee g.e
ru : a BorstcItCHiiu A G.
ilafan_3 aas, vapor Daetoml .Uuama-.'. de
779 toadadas, c>nnaBd.n> P.olo Nonc
Uierra, fqiipHKe.n 27, ca-ga sal ; a Co i fa-
ribia e estiva.
Rio c Jant-iro8 ciar, f per IcR'ei EncllJ, de
i 939 torel:"'^ crumard-ote B. Te sin.
equipasen. 25. Curca varios geoens ; a Bldtk-
bio &r.
. xNaiios a^bit Sir.i-s e escalaVaoor i. <:e iG-ecao Princt
c mmaadaote G. B. Mi o ros.
Natal e escalaVaoor ingles Urrchant, cem-
manianie O. W rliaBa, carga va-io Reneror'.
B bu escala Va^or aaciooal Botraila,*
commaadsnte Manoe' Mfsqnit, carga varitf
geoero*.
MarioV per nacin:! \?en cmiandan'e
Lo'i Jo C Baroop, carga varioa genero.
8utnog Ay >'?Bar.a tentara Capa Race, 8s-
pitao A. J toar De b, em lasl-o.
Ri3 de Jd> ei'oVap>r nacionel AgOimar.
comm.odiiie Paolo N.nes Gcer.-a, carga
sal.
3. TnomazPatacno d nsmarquez Calbrlne.
capu- L. F. Brlnch, em lastro.
bservaco
So^ptodeo no LianrSo para Liverpool e p
nc-ad meato pablleo*
Mes
Renda geral
0j da i a 8
iiem oe 9
,.e Abril de 1893
Alfundega
370.99802
I2i:9504079
Reada do Estado:
DodalaS 76ii74.5
Ueui
93.9i8*l7i
dt-9
19:98U1372
Somma total
de
96.407/815
692:333A988
Pernambuco, 9
J sacto da Alfandega
de Abril de 1895.
0 cae'e da seccao
L. P. uodecera.
O Ibeeouretro
L. M. Rodrigues Valenca
RECSBBD0RIA DO ESTADO
Di dia 1 a 8 .7:6i8JU7
dem de 9 i.-1141974
Saam 'o'ai
18 7331091
cala o vapor iogle IVi.aoo! e 080 romeen
o'.roo cono a ttr.-a, re3-b ros e maiaJ.
ulereado Uanteipal de S Jos
O movlmento deste mercado uo dtf 8 ae AO'il
fol o seguate -
Entr*'m :
40 bols pesando 6.916 tica
315 kiH da peize a z rs. 6/9 0
2 com, art. com mariposa 100 -*. liw
I ditos um tamirOt-s 100 rs. 1100
27 1/2 columus i 600 rs. 16110o
1 carga com gallinbas a 500 rs. 1500
8 r?seuaes com gallinbas a 300 rs. 21400
1 cargas com milbo v*rJe a 300 rs. 1300
5 cargos com macacbeiras a 300 rs. 11500
2 cargas com melancia a 3C0 rs. 16C0
2 cargas com louess a 300 rs. IhOo
2 carga com batatas a 300 rs. 16 JO
1 cargas rom genmuos a 300 is. 13 K)
3 carga com bananas a 300 rs. 19 J)>
3 rarg.18 com laraojas a 300 rs. 1900
2 cargas com ct-bolinho a 300 rs. 4600
6 cargas com diversas a 300 rs. 11 00
20 cargas com tarintia a 200 rs. 41 Oto
3 cargas com mbo ceceo a 2C0 rs. 46"-'0
3 cargas com feio a 200 ra. 1600
67 lugares a 200 ra. 13*400
8 Solos a 200 rs. 116:0
(2 comp. com soineiros a 11000 12100o
9 comp. com seta- i-ut a TOO rs. 6130t.
9 comp. com fressnrac a > s. 61400
34 comp. com comidas a 70O rs. 23180U
73 comp. com (aseadas a 600 rs. 45100.'
49 comp. com verduras a 300 rs 14171K)
84 comp. com farioba a 400 rs. 33*600
47 comp. um Ulhos a 21000 941000
Rendimenio de i a
28710>0
2 052*800
i 3394800'
Precos do da:
Carne vetde de 2)0 a 11200 rs. o kl.o.
Sainos de 900 a 112JO dem.
Ca-neiro de 11000 a 11200 dem.
Fincha de 700 a 11900 rs. a caa.
Milbo de 600 a 700 rs. a coia.
Feiiao te 11500 a 310.0 a cuia.
Sacio capera 1er
Do Ro de J nei'.>
Barca portugoeta Vaccj da G;m:.
De Patetai
Logar no-uegn^oee Nas.
E-i aoi allema Greina.
B cura itallauj sami-sima do t^aario.
Iii.a- forrovut-z Miriono Vil. .
Ligar diiiiiu.iqa. i Aaror-e
De CardiP
Barc noruegaei.se Me tea.
Barca nuU'gue se T. iuailant:e.
(hirea iogleza cii.a1.
la-ca ocro^gofife ravo.
li.ca borctgjfdrn rernai.do.
De Ha.'i.purgo
Barca liexS Can B M.
PaUcDo borurgoensc- Enaa.
De Loares
Logar ijgl.-j Faouy.
Barca oorueguense Gyda.
i e Terra Nova
Logar in- Uz Tyrse.
Lsgar mglet Siella.
Cagar ogUs Neva
Do Po tj
Logar por:u:uez Raioolo.
Vaporea a enirar
Mea de Abril
tC'elf do tal, boje.
Sisila, do ni. h je.
tVilna. do 8ul, hoje.
Viile ce MooletMieo, da Europa, a 10.
Sd'i"' no sol. a 12.
Dacub", do sol, a 13.
Aiagoas, do corte, a 14-
N le, oa Europa, a 17.
tE-piri(o S nt >. oo sol. a 17.
Uaranbao, do s re, a 22.
B-azil, do ul, a '.6.
E'te, :0 so<, a 27.
Vaporea a fakir
Mez de Abril
Sit los e eac, Haooa Aieisieo, boje, ii 4 b.
Sfiog e ec Boaa. boj", ** borai.
B h a e esc, tE^tralli, boje, As fc hora.
Santos e es;:., tPj-abyba, boje, s fc oras.
3801"?' e e N w Ya a Rio e etc .Sniflac, boje, a fc t.oras.
Cm e es-. .Da. 10 i* 4 boras.
rt.o G. doSul eesr.. Slella 10, s 2 Corii.
Samse esc, Begraco, 1, s 4 loras.
Santos e fsc. G-etii P io"e. 11, s 3 bsraa.
Soulhaip'oi e esc, Daoabe, 13 1 bira.
H.mdorgo e esc. Sanios, 13. 3 rieras.
Sal, Alagar, 15, i 4 bora'.
Gnova e ec Basarle, 16, ta 12 boras.
B. Ayres e e*., Wlr, 7, a 2 boras.
Saot M Daos e esc. tgsri'ilo Sicto, 18, 4s fc bar.
Rio e esc, M'raubo, 2J, 4 Doras.
Soulha Dptao e eso., Eb'i, 27, s 12 horas.
Minaos e esc, Braill, 27, a fc Lora?.
iBsnraiiee Conapaoj de )L|-
verpool
CAPITAL 800,000
A&EH:S-?C2Lm &c.
LARGO DA COMPA1SIHA NJ
SEGURO CONTRA FOGO

'


Diario de Pernambnco ftnarta-feira O de Abril de 1895
5




dem 23Fatincas de gilcar fu toe f.xer cQ
roto e riga-ror.
dem 26" -Faoricas de ca jadee nao ccmpreben-
dlas a n:iiena8 cfficaas.
dem 28 -L"j is ae cbapeoe.
dem 29* -Loins de cb.ipeos << !-
de i. 3! -L jas flelouga e vidroa.
dem 31---U] a de ce-a.
dem 3i*--Lojas de hvros e papcis iocIumvb en-
cardeoaces.
:.dem 35-Uja8 de pune?, mueicaa e larra
trentes.
m 36'-:.'I' deseltas e arrelos.
m 10IWlOfj6t.
m 14i -1 bocdoreF.
ni 143* Ty o^repblas e IjincRtapbiae.
UlUli (E 4.(1* 11' l lili a un di
foi
praga.
Pertence a M.doI dos Santos Barres.
Alfandega
Aferaumnto de Ierre no de msilnha
Llr inifj. dj lllli). Sr. Dr. lOscecor dista re
piruct i ? 'Jl publi.ro que tendo Marcelltoo
ADSberlo Lopts, requerido cor afafi ment om
if-rico ce si't litis* s.Ij a ra do P.re Minia,
di fre*eesi;i deS. J,t. o ceal ti:* uo fpndo da
cass da la de Saola R. a d. coa propr edadev
s;o ihamalos a esa Al ar.dega os que fe rem
opoomos aj referido iforsBieatd, ctim de reqoe
rerem p'efc.eicti cu oque jagcreai a beta te
sea di-eu na pravo de iriola dias que id s
fie marrado, a CoatV da RobliCaJUt 'lo ptewo-
te; ticaodo de;du logo i i nt-e Joqie, fcoJj
ee$e t"> *< hurca reclao.arAa re aejett.
3" eeeefto Ha ilttats a ti Po< Guabaes, 29 de
II aro e UPS O caifa ce stegao
Ciuo Val-'-noo i'ereita.
Ocip.tV. P' deriCB Colnxbiano da Silr-iGui-
mari. ees dente co Oo ceibo Mi.:i-i,ai is
Oiu. en .ir di da 1*1. <:.'.
Fax constar lo os 01 baMiaotos o mcoi.-i-
pio qa- em c.baerv*rOla o .n 3- da le; n 35
de 26 *e J tQt-:ro de 1 -92, "ca d.jvi ii lo o ttiooi-
cipio euquit'O fi;.;..s da lili!a aeoto ekl r-
ral. AaaecejAia ti-aai aic namarada*: s
rominh' >-a o-i dos dUt 'cus elllo*aei de
S. Pedro M. iy, >' da :, B fl o-a a ni sMa
da< 8<-et0es do Uaciltid Mi niel... I ; a on-
prebendara js dot dUtrtctex tala a--t Je Be-
berir-8 e fenrciauara u-i'-.-a do eoei-e- o-r-
MUtOCiano Saiffciiia dd y'e'ic roa jo capilar
lle.lu d. ; a 3* ccmpri-rifa- j1' d'-trelo d
frei:ueia M a-)Ka*p4 e f.i .cco a i'oa cast
do Btpl'l J aeBlai C-, c: e U P-Maeea 6al-
v4o. -m N -.- S "O a jO d ilarnaip-' ;
i 4' iOt.ji e. ; 2 J:'-.c'.j da UK'aica
-:7.a ib M -jK^iir a fi-o",ona .>m a
C38-i n. a roa N ir d?. pcvugao ai P-ai-*t-*.
Fui ru- ni eala ,.obli o qi e as cemm'.a-Oes de
alifti.u.'-ii'O eletoral tor*a ce coulom Idade coa
o ari. 6- I da c :ada le, e il s f el i ss.i Io'e
uceo: a 1' J.o F -tn-is o da Lapa, Muofl Jj
qBlm Bo- h J Q/Utlta da Siiv- V oa
ADlomo Hj C'l a Uir O a Pi lw Aroa'io- Je
Araojn S ota G'- SappUotea. F'.'ihsnlo d"
Fru,: M lie, Mao-ir-l Mari|q*i d.. S l'a c Jj
Marcoliu i:a K'n:t:a M-Oi.01 (> A 2" Lae-am
.2jj.enio de M:i!o, BdojasUfl do Cirmo Lope ,
A:.ion o P.ie-o, AnimMi da atVaaa o Si.a
Bjvi i "u-a P.nU Me.' i. SdpptaBte*, -vetooo
Al', B'i'v-u'rrj AatKMU i- Millo e Pranclaeo
Y bopio J;. Do-nelUa. A ;> Jaij oi CbtbI
c*ot>! na Pooseca Gilva.. Pedro L"oa de aloraea.
Pedio Gtwflea da Cui, Manofi FirnlCO Tjt- s
e Jio Guricano de RBdrilo Simo. Sopp;e:ie-,
ff*aaiitatioP*ai'JCti Naies, iiaootl Riei o d-j
Nsf-iu'niio e Krani-.igco VeouaM Monte.Qe:re.
A 4* liu.-.iiti-u-e, N'katior BaadBl'a de elU, Pl-
DioF.:.'i-i o S n^ Sille Joo de eu< de
Miras L'-T.i', 'ino-l Vicen:e Ram-ja e Pedro Ai
pniaco M.n:. o Palea*. >u p!eab-| Ait.mi.
Francisi'o Ambrosio, J-)io Silero de Draid Jj'
t e Brito i^oi'es.
E p.ra eocaiar tD^odoo fix-r o presente
etii \ oo losai da ecalo ie e pno.lc.:-> pela im
P'iaun:.
Sala da? s-sfOej a ConceHio ooi. palde
O.iud',5 te Ao'il d 1^9.
(fHi-ltii'-d. ) F.e:c iou C.iacobiaiio ta Silva
Guia.-i ts.
OD". Sl^texoado jo'oho (JjoctJwa. jou de
iur.i..i '.m f'!i js c faituJa do Est-nio de
Pe roa abo i'-.
Pas tutor p.-lo Bveteiite, que no dia 19 dt
Ab'ii do c r. cine OO'.'. se b dea:r.-aaia- jj-
ntM, a quein roais Hvr em nita panuca Jtse
ato o* -lyoin'.es n>-n-i n* -horados por txe_t-
v'a j da Paseada o Kado :
F e^uiia do Recife
/, ri,;'.iu e ;i. 19 >ua de Dxdkos
Jv Karime, que lo e d-ptn edita de un
P'ed o ,u" ca i. I e >ie para a na da cadii-, \
qoal 'ex i porU dt f ent>-, s..|ao e i qn.-'o
oor be.ixo da etcida me p d. leo e 3 ajtt-cs e
90 : til r e'ros e de i'oo "i 7 *r e 48 eo-t-
mi-l-o", pili qo-iuiia de 43 AOOO, f-uo o ?teati-
ao iio le^ai, v e u-r eaiat peioula or.ga. P'-teoce aF.aucts-
co Jos de l'afao.- Gama'ies.
Cite :elogios de pareue e 1 carteira de m-
de va Je KmKe'.lo. xUteuieK Da Casa n 3i 10
llarQu^z de Oiiiid, prla qoaD'la de 184000 eada
re u^iu e a ta.rteirs p>u qoaona te J2-">0'
vino romo fo' m v.l idos >i < \ot'0' a 2o000
cata neo e a Caru ira n So^aO, e es a a de
gat fH.D Per ea em Lu i N-nbam.
F i ,:i -i a ne Sabio Aliooio
O scibraco e 3 aneares d. 41 a ra E t'e a
do Boaark, i o io o pavimeLlo i porlos de (reo
a salto uo 1' iDoar, 4 jaaelias de re-.te com
faraada de ferro, 2 ealat, S quartos, coeiob
no 2- an;-r, 4 auella* fle freuia com Taraoda
del.ro, 3 ul> acidar 4 Jelii ce tieo'e, 2 ratas, 4 qoaMre e
cosiibi1, terre o oniuio meae de fente 6 rx-
tro< (i 70 eetill antros e fnndo 13 ua. i o-
6 50 c.joI miro- eai uom es ado, vahado eu,
12:r040tl0 Ptrtencea Jvi) GougaUes Ferrei-
ra a'SUvae
O sobrado de 2 andares o. Cu is-go de S-
Pe mu, r do o pav meato erre} 3 portas de
freuie. n-'io o a da escaa, 2 ealOes e taci:o*
Da o i* aodar leu 2 jaoeli.s de freoie com t -
rauda de ferro, 1 ralai 2qoar!o>. costaba for.
o 2- miar te S! jauellas de frente. 2 salas 2
qoarii.fi, rcninha fora, solaj com qoanns e salas,
me le de freuie Ji rtetros e de fondo 19 roetis,
qon al ero 'do iim es >d > re r jiq pela floSB*
lia de 1:800200*). ftit o ari^nm.joio'leg*., vi^to
con:o Ii) avallad} em 2:C0iC0J eria a se
goiio praca. Ferteoio a>s neidtir s de Job-
qoi.ii F.anclsco las Cba.as.
cur filenos lie aaceira te axarello. en-er-
tisadoa e eovidrvcado, pela qoaotla de 432000
cada om, o 1 otrra oe fsrro rea quaofa ie
lSCOtO, vieio como firsm avallados os Hieres
eru 0,.OOO cada ornea borra am 2002000,
esta a fe^tnda irega. Po-ience a Njves & C
e t riileU' s ca cata d. 37 roa Duque ce Ca-
sias.
Fregoesia de S. J.t
CA casa de ptd-a e cal o. 27 na Tratessa do
Pociiilu. co u f'Q-ii e mella de frene. 2 slat
i qn;iO'. cosiora interoaT meile de frente 3
nietos i 60 cen.ime ros e t'e fouo 12 me ros e
10 i::..; -tiro, ininiai morado e cacioib?. p> la
qoaoli oe 8l02')00, leito o abanmeato eal.
vifhc.nc fo: a tallarla im 1:C002000, e esia
a lorcent prrea. PrlenC3 a D.on 8o Dai
Hotel'a Leile.
A casa de o. 40 a ri: !o Nogiflrs, coor porta
e j.Dil.i de f ene, 2 aaJ, 4 qua ios, cos.yba
for;, mi'de da freota 3 rxeiros f 4') centimttre
e di: fundo 11 rxeiros e 30 ceaiuietrop, cua'.al
mo'tdo e citimla meilra, pela qtailla e.....
1:0N02C09 eito o ahatlmpolo le^al, vilo corto
foi uva.iada em 1:2 02000. e v.tla a 8> praija. Penen:e a Vicior Fraile? du Mel'o.
A pa n. 25 i ra ce Dias ciar.oto c,m por-
ta c i:i i. oe f-eote, 2 salas, 2 analto-, cot^-
* oba lora o.ejf ce frecte 5 meires e de foodu 9
90 cectimHros, qoinial matado pela
qOOl.a .Jt 9002LOO letoo aballmenio letal vis
to :omo foi ava i aa em om cont de rl e 6
esta i femada praga.
p.'ite'ice a Gulharite Cbapoc.
A ra.!a de n. i ni iruvessa do Poc'nbo. d>
peer e cal com porta e jaoella de frert" 2 sa-
. las, i qnarto, counba interna, ruede da 'iren .-
3 ae irse pO ctotia-tUos de loado, 8 cceitos *>
36 i:r loneiro, 7U_il peqoeoo rj.aradoJvalls-
1 (O'2000.
i t H.iroiioo de 8roa Trassc
A a.;-. -i) : (39 4 ruj ilo Viscoa c
Pre^aezia da G-aga
A C8s de u. 8 oa roa de ?ai J)3o de Frac-
ga, coro 2 p'ta de frente e 2 jaoella* o > oi-
tao, 2 "5lc8. 2 qo"to cottnba lnt-roa m^d-i de
freoie 4 mi-troa e 70 ceolimetros e de fando 16
mei'oa e 60 ceit'mel'Oi', qmaa! em aberto ava
liada por 3002000
Pcrteuce a Lu x flhsar.bol.
A casa n. 8 F, na Est'ada de Belm com por
la e janella de freo e, 2 -alas, 2 qua"o* e en.
znha lote o?, medo ae freota 4 rn^tro* e 50
ceotimeiro e dd fondo 8 meiros e 40 .eo'ime-
tres, qoiu'al em anenc om perneo estragada
avaliaoa em 1002090.
Perieace a Paoliao Ba-boza da Silta.
FreRoeila de A'cgco
A ras do n. 210 oa E< rala de G qu i Ja-
bjjtao <0'o 3 ponas e i jaoella a* freme, 2
salas 2 ica Iok o ccziuha mel n- frente 7 me
t'OJ e lO centi uei o. de fui Jo 8 met-os e 10
e-nmetros qolntal era abe'n d* uip lar e-
ii forel'O pea q.autra d- 12 2300.
Oitra i:a de [.omero 212 io aetro loga'
com 2 pona', 2 anla. coxoba interna meie
8 metros e ij) ceiivcneiros q-Maial -m aberio
ent' c jineiu de frnie pela qoantia de.....
812000 feta o >b.timemo legal s-n como fo-
raui avai-.m.9 a p-?m ira em 302000 ea se-
gunda ICOOOO e Bata a tercera pac*.
Perteoco a Joanaa Mana aa Coooeico.
A esa efe n. 139 a roa de S. Miguel, de pe.'ra
e cal, con. 2 Sl-s, 1 sjii ri cotrobi f-j, med*
la frente 4 oietroa 3'J ceuiloaolros e de fondo
7miiroa e 80 on'irxe'.ros, quiulal eaj alrto
atrLi-a por S002 ptr'.enceoto a Ao.'ouio Bap-
Ms'.a Ferie r
A Basa n.-IO oo L'-go ios Remedios, de pedra
e Bal, oro 3 porta* rente 3 salap, trede d
frene 7 0-eiroa e 40 oeolimetroa e oe fundo 1"
metros 93 ct-aiim'iroa. quinal em abano ava-
dada par 3002. ptrleoee ao baio d G> y.nna.
A caxa a o. IA no B ico do Qii.no coic pir-
taejmelU de frente, 2 salas, t q'jirio, corintia
ni ero roede de frenit 4 meiroi e 10 ceniime-
f-os e de fundo 7 eettos e 9-J cm Itnetro, de
taip, qnmt-l en sne-t, avaluda por 152, per-
(eme a Ter.ellano M rqces Se afeite.
A Casa .'e b. 2B aa ra do Q labe de pera
.u\ cnuo po la e Janel'a de treme. 2 sals. 2
qoartos, c nna interna, ere le d<- treme 3 re- -
ir-s e 80 reniimctroa B de fundo 10 cte'.'OH e 50
c lixeiros, qclnial cercado a*.liad i p.nr 1.0002
Iis'Ih ce > s>ntHMt|a Amelia dj. Aranjo.
A casa den, 200 oa Eitrala Nova de Laxan.i
de para e c*i, c*>m r>a)rta e janella do frente, 2
8.1-is. 2 (foartM, eeciBlM fOfs, mde de fre.ie,
3 roelri.g c 90 eeniimitros e de fondo 12 met'oa
e 90 centim-'.*os quintal cercado, avalla la em
8 02, ptrteace a F-aocro Maooel de Oiiveira.
A r-axa n. 51 oa E con 2 portas da fraaaa, 2 sUs, 2 q. a '", ccsi-
uh.i i iierna oiede ii frente 4 me'roa a 70 c .:i
met'oa e di fnodo 9 net'os e 3) cea riaetroe,
quintal cm aDeno avaliada pnr 800, perien.e a
Jalla Maraoso.
A Cata de n. 168 ca roa de S. Misad, de pe-
dra e cal. rom Berta e 2 jmellas de f-enie. i
pora no o to, 2 salas. 4 ajaartoB, osinfta for
com mai 1 quarf me-ie de fre.-,te 6 meot e30
c otiTetr s e de foodo 14 m-uose 40nenume-
trt'S qolntai murado com po'i&> d mad ira, om
piuco a*t*aa>Mra1 av lud m t'O 2, pef;e;ico 3
viotade Valdtvino Ribelro da Silva.
FreguiSia na Va-xa ie n 5 na 'Oa da l h
de pedra e cal, porta e jaael.i de frente Cun iaj
alpreqae, 00 oitao 3 lanelias e I aorta, 4 auar-
ics, 2 sslap, cosioba fra, meue de frenlt 8 me-
croa e 10 ceuti'iieiros e d-< fa- do 3 uefo* e 60
centioieiros, quia'al em eberti. pela q. 702 fe.lo o -oaimeiiio le^al vsto orno f i ava
DECLARARES
E, Pi C. P.
De crdern do Sr. Dr. director engenheiro
chefe interino, fago publico para conhecimento
dos interessados que no dia 12 do correte (ser
la-felra santa) deixar de ser observado a ho-
rario d'esta Estrada de Ferro, havendo sraenle
os trens constantes da tabella seguate :
z H > 33 1
" ^' % a 1
cr W r a 1 6"
-2. . o 00 n B 1
a
- * : 1
m 1
0.21 0.42 o Chegada
i-. l-fc 1
o o 1 Partida
K I-A i- 1
ce 05 o
Areias.. Recife .. H 5' 5-' i 63 er o O 1 1 8 0
1 i' sr
1
. 1
00 00 00 Chegada
ib M 1
. es
00 oo 1 1 Partida
: SS to 00 1
f ? 3S
Cbegada
r r i
ss 8-. s '
Partida
\oute
Es la oes
Recife....
Areias ..
Tigipi ..
Jaboalo.
0 a
rs a
m 'Zl
o Ka
J9 a
u &

O 14 (i
9 21
9 42
'J
9.16
9 23
Sacretaria da Estrada de Ferro Central de
Pcrnambuco, 8 de ADril de 1895.
A. Gongalves Ferreira Jnior,
Secretario.
dada en 8102 e esia a 2* i raga, p- r ecce a
Go'l'.erm- C do? Saniot.
A casa o. 176 oa Binada Nova, com pona e
janella de f eme e 1 jo 1U no oiao, com om
raacba ao la o. mede oe fren'e 4 metros e 10
ce.timeiru' e defuudo 10 meiro--, salas 2 qoar-
t. s cisioba f'H, de peiiae cal. pelaqaanlia e
1802 fe'o o abatime'.u letval vis'o c Ol li a' -
liaos (-m2t'02.e esta a 2* pnga. perteaee *
Aoi.'ii'o Fiaiioisco dos P-aieres.
A ca de talpu n. 23 .a Es:-aia das B.rrt'-
ra-coj ooiti e j.ee la de f-eole, 2 talas. 2
',U"tos e coinha i i (erija, n ede i" freole 4 e-
troa eOceotiroelros e de fuDlo ll meires e 50
i-ectimttiroa, qoitlal eui ubeNn iValiade em ...
(502. o;r eocea O. loa.na K. Soa^s da Rocha.
A nasa Je o. 17 na Fsfada aas Birretas com
po.-ta f jio rila de faeatr, 2 stia, 2 qj;.....s, cc-
ainha f', mede de 're te 4 meiros i 90 cdii
metros e ue fundo 10 mei'-w e 71 ceiiiiu.fi.o-
de talpa av.lea por t002, ptrlence a Aie-
vedo B g i C.
A ata o. 10J na Estrada N va, de pe ira ecal
coai I Do-las oe f ente, 3 inels el po-.a De
nitio, 2 2 qcarniA cosinbi issaa, roede
de frente 4 meins e 60 cemimeiros e de foo'o
3 m r b e 75 c avahada p r 5'O perteoce a Ferreira C.
E para coustar pasem-se eital La forma d
lei.
Dar'o e pasalo oesia edide do Recife de
Peratrtbnco aor 8 ce Al i e 1893.
Eo J.t da f.Oia Reg Lima, esentio eobf-
crtvl.
Si^tsmondo A..to"io Gorc/ I;.(inda de Ferro de Uibertto
a Bonito
Acham-se no escriptorio ra Primei-
ro de Marco n. 19, a, dispos c5o dos Srs.
accionistaa d'esta Empreza, na forma da
lea n? p'aa do Balanco, transferencia
de".<.. ..' f Usa doa accionistas.
R uL,2iie Abril de 1895.
Manoel Cartieiro da Cun/ia.
Secrotr: s
are
KF.C.P.
Fajo publico para conhecimento dos
Srs. (.asaageiros que o Sr. Dr. director
engeahejiro chefe interino resol ve, a ex-
emplo do que se tem fcito non anr.os an-
teriores, supprimir durante a estagao in
vernosa os trena S 3, que parte da esta-
9o de Jaboato com destino a esta cida-
de s 9 horas e 2'? minutos da manh e
S 5, que parte da estao central s i
horas da tarde.
Secretaria, 4 de Abril de 1895.
Antonio Gongalves Ferreira Jnior,
Secretario.
uus lemeiros grandes obre pl-
_ i dt pedra e cal. mede de frente 23 metroi
e 5t ce Umetrcf o da foodo 95 metros e 10 cea
tim*tro. terreno prop-io, junto a meania olera
tem tim i mei'agc a com dooa quartos. 2 ;
de 'rnip o 5 'ir ".-?. portlo coe da para a
a\^HIa\neaVBm(a Lela qu.ntla do
Alfandega de Pcrnam-
buco
Kilitul ii. 9
(Prazo de 30 dias)
Pela Inspectora da Alfandega se faz
publico que, no dia 29 do mee vindou--
ro, sero vendidos em hasta publica,
no Armazem Alfandegado da Compa-
nhia Pernambucana, seis engradados,
marca quadrado LAC 783, no cen-
tro ns. 90 a 95, descarregados do
vapor inglez Explorer entrado
em 23 de Dezembro de 1893, con-
signados a Brovns & C. e contendo
300 kilos de loufa de p de pedra n.
1, e 540 kilos de n. 2; visto nao terem
sido despachados no praso legal por
seus donos ou consignatarios, aos
quae:5. eiis, fica marcados o prazo de
30 dias para os retiraren], sob pena
de, rsalisada a venda, nao se attender
mais a reclamarlo alguma.
Alfandega de Pernambuco 28 de Mar-
co de 1895.
O Inspector,
Alexvidre de Stusa Per tira do Qarm
. C.
C lub Carlos Gomes
G-ande sarao musical e dansanie
5. ien'ilic.a os a* Srs. socios que eabbado 13
00 correte ter logir om gran le sarao, stleiL-
uisaodo a InulalUgao ce nossa eet 00 novo
pal arela.
Polem assim desi'e ja os dignes consocios
rer.:amarem os secs ing'e-sos na iliescoraria ti.
Ca da 7 as 9 hi rao oa ooote, e eeado ubi.
tec ex eciooal ,>.iae-o '-.mbem ipreeotar o<
nome oe reos convidados.
Secuta" do Ciuo carica Gomes, em 2 de
Abril de ttj.
Altaro P. Alvea
1- secrem.io.
Estrada de Ferro do
Recife a Lmoero e
Tinbauba.
AVISO
Como da coatume, n&o havero trens
nesta linha-terrea no da 12 do corrente
(Sexta-feira Santa).
Eacriptorio da Superintendencia 9 de
Abril do 1895.
IV. H. Scott.
Superintendente.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Ilion. Sr. Dr. director
faco publico que no dia 10 do corrente
pagar-se-ha a classe dos professorea em
disponibilidade.
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 9 de Abril de 1895.
O escrivau da deapeza
Alfredo Gibson.
Bea.\ Loj.', Cap.-. Cavall.*.
Cruz
8/. Sa*. S.\
Convido a tndoa os OObr.-. da qoad -. para qae
ct-mparegam. 8egooda-fe horas da noite, Sess.-.E-oo."., aflm de s- tr:tar
drtJa da conelrorgao e om eoiuVio ampio dea
tinado s L'oj.-. i.'esie Or.- ; e tem asim de ou-
tr. a SrBompiuB He importancia.
Or.-. Reclle, 10 de AhMI de 1895.. E.\ V.-.
Aotook) N. P. Cfimbra 33.-.
Vea.-.
Seguros Martimos
As directoras das
Companhas de Seguros
IndemnisaaVa, Phenix
Pernambucana, Amphi-
tr ite e Tethys, desta pra-
9a, convencidas como
algmas das suas con-
generes do Sul da Re-
pblica, conforme circu-
lar recebida, de que os
seusinkresses sao gra-
vemente comprometti
dos pelos continuos e
exceijeionaes prejuizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente com destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sul re-
solvem a contar do da
10 de Abril prximo, s
efecluar seguros de as-
sucar em saceos para c-s
portos do referido es-
tado, livre de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
mento e governo dos in-
teressados.
Recife, 30 de Mar^o
de 1895.
Pela companhia In-
demnizados,
Joaquim Alves da Fon-
seca, v
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz uuprat
M. da Silva Maia.
Pela companhia Am-
phitrite,
INDICADOR COMMEKCIAL
DO
DIARIO DE PERNAMRUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Ra do Co comercio n. 40.
Ra do Commercio n. 6, i. andar.
Rila do Commercio n. 9.
Caes da Compantiia Pernambucana n. 11
Ra do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n. 6. I* andar.
Ra do Commercio n. 6.
Ra do Commercio n. 10, i andar.
Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Ra do Commercio n. 48,
Ra do Commercio n. 44
Ra do Commercio n. 10.
Ra do Commercio n. 46
Ra do Torres n. 34, 2- andar
Ra do Commercio n. 9, 1- andar.
Ra do Mrquez de Olinda n. 52, i- aodar.
Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31. V andar.
Ra do Rom Jesu n. 44, l.- andar
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commercio n. 7,1- andar.
Ra do Boru Jess n. 4.
Ra do Commercio n. 6,1- andar.
Ra do Commercio n. 5 l* andar.
Ra do Bom Jess n. 7.
Caxaag
De ordem do pretideote da commise/lo en-
ca-regada da admiolstrcjao do p trfmoito da
csptlia de Sao Francisco de Paola, em Caxaa-
g. convido pelo pre*en'e edsl todcs os pos-
suldo-es de terreos foretros a referid cape lia,
a Centro do praso de 60 das, 'a cooter da dais
do o esenie edltal, pretBQtarem teuo litlos
de foro, ou legitima rea a eoa pose*1, perante a
especiiva commtesao.
Cixauga, 25 de Marco de 1(93.
O se.vetano
______________Tbomt. Lina Caldas Filbo.
"seguros martimos contra
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
COMPANHIA fTETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO tlOABIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
BirSo de Souza Lefio
Thomaa Comber.
Julio Cesar Taca Barretto.
Arthur Augusto d'AImei-
da.
Joo Jos d'Amorm.
Pela companhia Te-
thys.
Raro de Souza L^o.
Thomaz Comber.
Juliu C. Paes Brrelo.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
XMVmiAVX
De Londres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subcripto 3.780.000
Fundos accumuladoa 3.000.000
Receita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C
Companhia de Tecidos Pau-
liata
Assembla Geral
Convido os Srs. Accionistas com-
parecerem no dia 15 de Abril, a 1 hora
da tarde, no Palacete da Associafo
Commercial Beneficente, afim de ouvi-
rem a leitura do relatorio da Directo-
ra, deliberarem sobre as medidas n'elle
indicadas, tomarem conhecimento do
parecer da commissao fiscal, julgarem
das contas do anno social findo e final-
mente elegerem a nova Directora, os
novos fiscaes e os respectivos supplen-
tes.
Recife, 28 de Marco de 1895.
/. A. Saraiva Jnior.
Director secretario.
Bancos
Banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa" e Silva e
Jcsuino Alves Fernandes......Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Sirva An-
tones....... ......RUa Bom Jess n. 64.
Banco du Pernambuco-Gerente William M.
Webster........
Companhas de Xavegaco
CariocaAgentes Pereira Cameiro A C .
Cnargeurs Reuns (Franceza)Fi-lix Bandeira
Companhia Pernambucana de Navegago a vapor
Gerente Coronel Ulisses A de Camino .
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burle ftC...........
Lloyd Brazileiro Agentes Pereira Carneiro & C
Nortee SulAgentes os mesmos ....
Pacilic Steam Navigation CompanyAgentes
Wilson Sons A C Limited......
Red Cross Line of Steamers. Agentes Johston
PateriC............
Companhas de Negaros
Companhia AmphitriteDirector Arthur Augus-
to de Almeida..........
indemnisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............
Vorth British Mercantile-lnsurance Company
Agente Wilson, Sons &C Limited .
Phenix PernamDucanaAdministrador Gerente
Luiz Duprat..........
companhas diversas
The North Brexilian Sugar Factores Limited
Gerente Henrique Swalcs......
Consignacdes e commlsses
Augusto Labille.Casa de CommissGes e Con-
signagoes..........
Beatty Altgeldt & C Casa de CommissOes. .
Borstelman & C.Escriptono de Commisses e
consignagoes.........
Carlos Rabello A C. Casa de commisses.
Joao de Meira Lins.. Casa de Commisses .
Johnstqn Pater A CCasa de cornmisses e
consignages.........Ra do Commercio n. 15, i.- andar
Max Urecbslercasa de agencias e commisses Ra da Cruz n." 13 e 18,
Machado Pinto A C- Importadores, exportado-
res e commissarios.........
Manuel da Sil a MaiaSuccessores de M. Mata &
C Escriptorio de commisses ....
Hanoel Ferreira Bartholo 4 CEscriptorio de
commisses e assucar.......
Pereira Carneiro A CCasa de commissea. .
Silva Guimares A C. ~ Escriptorio de commis-
ses e consignages .... .
Souza Pinheiro fccEscriptorio de commisses.
Agoslinho Costa & Fiuza successores de lava-
res de Mello, Genro & CCasa de commis-
ses ............Largo do Corpo Santo n. 91 i- anda?.
Theod Just=Casa de commisses e represen-
tares ............Ra do Bom Jess n. 62,
Wilson Sons & C. LimitedCasa importadora da
carvao de pedra de todas as qualidades Ra do Commercio n. 101- andar
irmazens e lojas de fazendas
Andrajo Lopes A C. Armazem de fazendas em
grosso .......Ra Duque de Caxias n. 52.
Andrade Maia & CArmazem de fazendas em
grosso e a retalho.........Pateo do Livramento n.- 22.
Francisco Gurgel IrmSo.Loja de ^endas e
modas............Ra 1 de Margo n. 20 A
Joaquim Luiz Texeira A C. Loja e armazem de
Fazendas das Estrellas.......Ra Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Lola do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas.............Ra da Imperatriz n. 56
Rodrigues Lima A CArmazem de fazendas em
grosso............Ra do Mrquez de Olinda n. 20.
Vianna Castro A C. Lojade ferragens Ra Duque de Caxias n. 115.
Massames
Joaquim Alves da Silva SantosArmazem de
macames......... e, .
Lltographla
J. Purcell. Lythograptua e TyDOgraphia a
vapor ...........
Farlnha de trigo
Machado A Lopes.Armazem de Tarinha de .
trigo. Importador........Caes do Apollo n. 47.
Armazem de bacalho
ieixas IrruiosImportadores de bacallio .
Fnndlces
Alian Paterson A CFundicao geral. .
ardozo A Irmo Grande lundigao de ferro e
bronze...........
Luiz da Cruz Mesquita. Caldeiraria e fundi-
gao de bronze .......
Diversos negocios
toe Stein A C. Negociante de couros em ge-
ral e borracha.........Ra do Bom Jess n.
Resbach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportagao .... Ruado Bon? Jess n 5, i-
Fabrica e lejas de calcados
AJJjino Cruz A CBotina Maravilhosa -Loja de
calgados estrangeiros e nacionaes .
Braga S & CFabrica de calgados ,
Fabrica de Chapeos.
Chanelara VictoriaVariado sortimento de
Chapeos, para homens e senioras. .
Serrarla vapor
Jos Rufino Climaco da STi.Serrana a vapor, Caes da Regenerag5o_n. 24.
Armazem de fumo
Almeida Machado A C Armazem de ramos,
papel eoutros gneros.......Ra da Madre Deus a 36,
Armazen de estiva
Heerique Loureiro &C.-Aarnazem de gene- Travessa da Madre Deas n. 8.
ros d= estiva em grosso......
Enclmenlo de agurdente
Fabrira de vinhos guaroente e me.Pinto
Ferreira & O.........
Enchiraeto de alcooL agurdente e rcel.- Pinto
Ferreira & C .......
Heroearias
NevesPedrosa&C Mercearia......Ra da Penha n. 33.
Pogas Mendes & C Armazem de estiva em
grosso e a retalho.......Ra do Rosario Estrella n. 9.
I'vpogrraphia c lilo^rapliia
Atelier Miranua Typograhhia e litographia a
vapor, pautacSo e encadernagao Ra Duque de Caxias n. 37.
Kerosene e cemento.
Fonseca Irmaos & C Grandes importadores e Largos da Alfandega n. le do Baro
exportadore..........Trihump:.o ns Hete ruados Uuararapes.

Ra do Vigario n. 13.
Ra do Mrquez de Olinda n. 8
Largo d'Alfandega n. 3
Ra doBarao do Tr:um.ibo n. 44.
dem n. 104.
.dem n. 66.
62
Ra 1- de Marco n. 18.
Ra do Livramento n. 24.
Praga da Independencia a. 36
Afogados.
Caes da Companhia Pernambucana n. 13.
da
Companhia North Bretish & Mer Companhia de Scrvicoej
cantil C Insurance _. n *.
Derby Club de Per-
nambuco
Nao se tendoreccido numero enQkien'e do
accionistas em aeseui li werai para ss..-ti-em
a lutora do relatorio, parecer liscsl e cout.s do
anno social Bodo em 18^4 e tleyereB) a comecis-
sso B8calqoc tem ne foccelooar nes'e aoao, de
novo >o convidados o< Srs. acciooist?s para o
da 10 .o crteme, as 2 horas da lerda, o ttd-
J.:sea ea.prcia. a iaa Dcqoe'de Caxias u.20, l*
indar, terics de que peder fojccioor rom
qoallqner oomero de sociee, non termos do g
3- do An. 15 do d-ire:o n. 16 ce Mi.
Secretarla oe Derby Clob oe PerDambuco, i-
de Abril de 1393.
0 eecrelario
^^^^_ A. J. Rdr oe-t de Sooia.
Companhia de serviros Mar-
timos de Per ii i ni buco
Do ordem da directora fago publico qae,
d'esta data em diante, correr por conta das
companhas, agentes ou con-ignalarios de va-
pores o excesso da despeza com o pessoal das
alvarengas que trabalhar ncute as descargas
de vapores, no lamaruo.
Recife, 1 de Abril de 1895.
Francisco de .!* Cardn,
Director secretario.
Capita. subscripto 3,000,000 0* 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
RECEITA ANNUAL
De premio contra
Fogo .. 1.495.418 10* S1
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
f 2.488.196. 12" lld
N; B.A repartic&o de fundos aecu-
aiulados sobre seguros contra fogo, n&o
se responsabilisa pelas transaccSes fei-
\aa pela de seguro sobre vidas.
Wilaon, Sons & C.
(Companhia Centro
Commercial
3a cbsmtda de ca i al
Sao convidadas os Srs. aecojistaa a faf rem
a 3* entrada de 10 */ obre orap'ul subscripto
diTit-o do praso de 30 ob, a cen ar desta data
no Baoca ue Pe nacbuco.
Manei, 26 de Marg de 1895.
Os directores
T borcio Alves Carvalbo.
Boavenura Amorlm
Pedro de A'rxeida.
lndeinnisadora
Ns es. rin'o'i deisi compatibi. a ra do Coan-
mercio d. 44, e^ia se pegando ate S-g. accionts
us o elimo dividendo de Jubo Den rubro
paoxmi paa-tdo. la rsiSo e 15C0j px si gao
oa 15 O/u (0 anno.
Mar-
timos em Pernambuco
A directora da Companhia de Serv? s
Martimos de Pernambuco declara para
sciencia dos iuteressados, que presentes
os membroa do Conselho Fiscal e obser-
vadas as precises formalidades foram
hoje sorteadas as obrigacOes preferenciaes
debentures ) ns. 106, 141, 341, 433,
452, 524, c46, 58"\ 663, 774. 979, H09.
1307, 1616, 1791, lb62, 1879, 2199,
2230, 2234, 2365. 2479, 2494, 2638,
2830, 2878, 2884, 2990, 3)23, 3078,
3169, 3263, 3 87, 3356, 3414, 3431,
3482, 3606, 3664, 3993, preaaendo o
--umero de quarenta (40) que assim tem
de ser resgatadas no dia 1 de Abril pr-
ximo, n5o vencendo juros d'ahi em diante.
Recife, 2l de Marco de 1895.
Francisco fAssis Lardoso.
Director secretario.
Companhia Manufactora
de Phusphoros
SSo convidados oa Srs. accionistas a
realisarem dentro de 30 dias, a contar
da presente data, a decima entrada de
suas prestajee, r>Bo de 5 "/ do ca-
pital subscripto ou 108000 por accSo, am
mSo do thjsoureiro, ra da Madre de
Deus n. 18.
Recife, 19 de M;irco de 1895.
O director-theaoureiro,
J. Pires Goncalves da Silva




a*>
Piarlo de Penmnbiic^ ifenarta-foi ra -1 #"ttfc 1% hri B Se '.#08
PRADO
ERMMBUCAN
Projecto de inscripoo
Para a 13.a corrida a realisar-se no do-
mingo 21 de Abril de 1895
i.'
2.
3.
4/
4/
6.'
7.
&
PAREOPrado Ifernambncano 1.609 metros. Handeap Animaes
da qaelqner pati. pasmosj 3000000 o primeiro, 60^000 so so-
gaado e 30f 000 o tenieiro.
Art. 5- Gipsj.
PetoDorothj 0 kilos ; Gany*na Petroso! 64 kilos cada um, Redi-
mo! e Apollo 45 kil's cada un' Doarrdilho 40 kilos.
PAREO- laipren:*! I'craaimbaeisa1.5?0 msirjs. H.ndcap. Am-
aines de Pernambnco. pbbmos : 3000000 ao primeiro, 601000 so
segando e 304000 o lerceiro.
Pcs#Nabibo, 58 kilos, Tiicmpho, Avcntureiro, Biamsrck 2.* e Feniano 54
kiica cada um, Piramon, PlutS> e Caraora 50 kilos caia nm a os de-
ntis 40 kilos cada am.
PASEOMjporiaaen -1.300 metros. Animaos do Pernambnco. Pas-
mos 2500000 ao primairo, 5O0OOO ao segando e 25f000 ao ter
oeiro.
Art. 5' Nababo, Ti iumpho. Aven ture iro, Bismarok 2.*, Feniano, Piramon
PiatSo e Camors.
PARSC Ordeilli 1.100 metros. Animaes de Pernambaco. Premios:
250)9000 o primeiro, 5O0ODO to segundo e 259000 ao ter-
oeiro.
Art. S.'Os do pareo Sportmen e mais Tudo-, Pjrylompc, Ida, Furioso, Pa-
lmer, Buij'-fl5r 2.-, Hiroodelle, Fnma,a 2.- e Turoo 2*.
PASEO Progresa 1.050 metrosAnimaes de Pernambaco. pre-
mios : 2;>0f000 ao primeir-, 5O0COO ro segando e 250GOO ao ter-
oeiro.
Art. &Os do pareo OrJem e a ais Oaiholeto, Mascte, Gallet, Irmilodio,
Malaio, Petebonly, Mendigo e Ooaquiatador.
PAREO Estimulo 1.000 metros = mimaos o> Pemambooo. Prk-
mioj : 2;>0000 ao primeiro, 6O0OOU ao segando e 250000 ao ter-
coiro.
Art. 5.-Os do preo Progreseo > mais Phariaen, Bator?, Viugador, TYis-
pher, Pigmea, Ally Stoper, Tenor 2.; Balia, Borlim, Maoritjr
Ybo.
PAREO AnJaVaeSo 700 metros. Animaos de Parnambaco. pbb
mo; : 250^000 ao primeiro, ]5000 ao segando e 250000 ao ter-
ceiro.
Art. .' Os do pareo Estimulo e mais Ciago, Baralho, Lui.fjr, Oanmpeiro,
Dablio, Sina-Souci, Hignot, Abytmo, Tiberio, Maienge, Teimoso e
Vingacca.
PAREO laido 800 metros. = Animaes de Pernambaco. premios :
2500000 ao primeiro, 500000 ao segando e 25000 ao ter
ceiro. i
Art. 5.-O do paree Animscao a mais Patropoa 2.a, Vivar, Dictador,
Piano, Enireb, Prassiano, Mooro, Talissier,
neiro e Pirata.
Gjod-Mjriiing 2-, Tino-
Observares
Nenhum pareo ser considerado recusado sem que se iascrevam pelo menos
4 animaes da 3 propietarios differentcs a nanham dos pareja contar victoria.
O proprietario que insorevcr os aeus aniauei par esta corrida, tara di-
reio a nm bilbota tu aerado, por t-nimU qae eserever, qaa dar d.re-to brinde
expesieSo, a insoripc^o e a rasSo de 10 por canto.
A nseripcao encerrcr-se-ha terc>-feira 16 do oorrenta as 6 lj2 boras
ida tarde ra Seo-etaria do Prado, roa da Imperatrii n. 23, 1.' andar.
Secretaria do Pirada Pernamuueano, 9 de Abril de 1895.
Servindo de Secretario,
C< de Abreu.
Pede-se aos Snio-
res iconsummidorefe
7ue queiram fazer
jualquer communica-
o ou reclamacao, se-
ja esta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio daSil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
> freir e Joaquina An
tomo de Castro Nunes,
Todos os recibo?
XjlJ Cl tila ClAl JJ v^"i* Uv fv
rao ser passados em
tala o carimbado e fir
mado pelo gerente
em o que nao fcero
yalor algrum.
Samuel Jones.
Gerente.
Trihcs Uibanf'*A de Uecife a
Olinda e Beberibe
HORARIO
Na terca letrs 42 do Asate, os treta desta
via-ferrea cerao reKolados da sg04Dta forma :
Maoca ..
Do Red fe a Olinda, 7 I/I, 84/a 1S bo^as,
vu-e-TM-ea 6 i/i. 8 1/1 e 11 liorae,
De Bberibe Recle, 7 1/1 e 9 l/, v.ce-
verea 8 |/ e 10 I/i.
Tarda
Do Recif-i a Oliarfa 3 l'l 5 i/, 7 1/2 e 9 1/J,
fice-versa 1 bora, 4 1/1. 1/16 8 1/2.
De Bebe-ibe ao Recifj 12 ora, j i/i. ti 1/2 a
7 l/J, tice-verss 1 bora, 4 1/1, 6 1/2 e 8 l/.
Uecife, 8 de abril de 183*.
Matriz de Santo Antonio
venerave IrmanSade ao aera'
naeralo
Pelo preiente eonvidu aes irmaos desta veoe-
ravel irmaoiade a comparecerean aialorio as 3 bttras da tarje do ai 12 e as 6 da
maaba do da 14 do corren e. para ohm-de
acompar>barmo8 aa p-ociO-a de Soterr eRee-
iorreicSo, qoe teem de ablr da rxatrii da Boa
Vista para o que preceden coDVe da veoeraver
irmandsde do SS. Sacsm-'nta la-joella matris
-.. Cois! torio, 8 de AiM de 18J5.
. O egcruao
Fortonato A. das Santo? Po-tfl.
Estrada de Ferro Central
de Pernambuco
EDITAL
De ordenj do Sr.
Chefe interino, aeo publico para coabecimenlo
Vencravel
Ordem 3a do Carmo
Na qoiats fdra de.Rcdcencds cUbrar-se-ba
a miita dfe EiponieSo, ttcandt exporto em Ios-
pereoe o SS. Sacrameoo al aa 10 beraa da
aoitc ; v na sexta- felrs santa, a miaaa das Pre-
aosiiUcados, cooecaodo todos os actos as 8
poraa da manba.
KSAPjrogos -
CHAI6EUBS BEIIKIS
Companhia Fraaceza
DE
aTeg-ro a vapor .
Linfaa rogulcr entre o Havre, Lisboa,
Pernambaco, Babia, Rio de Jaeeirc
e Santos.
O VAPOR
Ville de Montevideo
Ccmmandante Lois
E' esperado da
Europa at o da,
do ccrrente, e
gira de.po!M da
oece-.saria deno-'
ra para
Maceio, Bahia, Rio de Janei-
ro e Santos
Rogs-ee aoa Srs. importadores de car?a p*los
vaporen desta linba, qceiram snrestRtar dea-
tro de 6 das, a cootar do da descarga das al-
vareogas qoalqner reclamarSo concerneate a vo-
omes qoe por ventura tenbam seguido para os
porto8 o tul, sm de se poderom dar a tea;po
as.providencias oeceEsariss.
Expirado o retenco praio acompan&ia oj ss
sp-MiMblllsa por extravos.
R cebe carga: a tratar cora o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa d Oommereio 9
BofeilaiHMfoteU
O paqoele
Danube
COMMANDASTE G. M. HICK3
E' esperado dos portes do
sol no da 1S do cor-en-
te, segundo oepols da de-
mura indispeneavet para
Lisboa, Vigo e Southampton
O paquete
JNile
Commmandanto J. D. Spooner
E' es aerado da Eoropa
no dia I* do corrate, se-
gnindo depcis da dexora
iojiapensavel para a
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
O paquete
lbe
Commaadante Me'servy
6wrw.-\
E' esperado dos
Or"., do sol o
dia a do corren-
e,: segaindo de-
pcis na demora
indiipeasavel para
8. Tcente, Lisboa, Vigo e fion
t lasas*> i'a
N. B.Pr viae-.-e aos Srs. receberlorss de
mercadorias, qoe a Companhia Mala Real agh-
za, cooiraetoa rom aGencat Steam Navegation
Gompanvom servicoda vaDores semaeaes qoe
psrtiodo de Bordeaox, Cognac, Cbareote, devem
ebegar a Soatbamptoo a lempo de baldearen as
cargas destinsdas a America do Sal para (>s va-
pores deta companhia.
Esta companbia acceita po- precos rsioaveis
psrs Valpatalso al Abril, paeasageiros.com este
peatino por va de )uenos-Ajres e entrada dos
Andea.
Tambem aceita pasBagelros para New-York
e Soatbamptoo, per especial arranjo feito coo
Companbia AllemaDd Lioyd, podendo demora-
rem-se os Ecropa casi o desejarem.
RedaocSo noapreooa da paasaacua -
lia Ida i volta
A Lisboa t* Usas 20 t .0
k' Soatbanptontl' classe -l 28 a 52
Camarotes reservados para n? passaKiroi de
PeroanMico.
Para carga, passagen?, eocemmsndss e di
abeiro a rete, irata-fecom na
AGENTES
Amorimlrmo*& G.
H. 3Boa do Bom JosasN 3.
amburg Suedamerikanis-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O yapor Santos
E' aperado do
sol at e aia ia
de Abril prximo
seguir depoia
t demora neces-
sarla para
Lisboa e Hamburgo
Entrar ao porto c
Para pass: con os
Consignatarios
Borstelmann SfC
Roa do Counaerio a. 18
1* andar
Pera s claosoia 10a dos coobeclmeatos qoe *
aegoiaie:
no caso de baver algnma reclamacao contra s
companbia por avariss on perdas, deve ser feita
oor escripto ao sgene respectr o -do parto da
descarga, dentro de tres das depois de fioal
asda.
Nao precedecdo esta for j)ai/dade, a compa
ch'a rica xpdii e t'jdaa t p Dfabihr'sde.
Aaswswcens stw0sswc mesmo eacriptn-
88 21/2 l: rafaSMe do da da sabida
do vt
Atten^ao
"'As passageua pagas abordo cuatam
muia 15*/*
Para carga, passagena, eocommendas e valo-
rea t'ata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6-BA DO COMMERCIO- 6
1* andar
Prince Line of Steamers
James Knott IVewcastle-oa-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil c Rio
da Prata
E' esperado do sal e
abira depois da demora
pecec8i>ria ptra o
Para e New-York
O VAPOR 1NGLEZ
Indian Prince
Para osrgas e eocommendas trata-se com es
Consignatarios
Johnston Pater 4 O,
Ra do Commercio n. 15
Ageste Silveira
lEILO
Do engenho Boa-Es-
peranza
Sexta-feir, 26 do correte
d neio da
Soamiea 42 roa f 5
de ivoveaabro
O agente cima, por jvara do Exx. Sr. Dr.
jolz de direito do civel e com a soa assisteocla,
a rr-qo-riruento de D. Jalla Aj'es ds Alm-ida
Preltag. D*ntarlaote eos beos deixados palo
uado Dr. Joeqcrim Ayres da Almelda Freitaa,
levar a Mito o esgeobo Boa-Ef perene*, per-
teacenle so espolio do mermo finado, e situado
na comarca de Paoellas de Miranda, o eogenbc
moente rom sgoa, cnpeirp, com moendas de
ferro, cata de telbas, atseotameatG constante
de eeis iacbss, grande numero de formas de
msdeira, dous caixOPS para deposito, alambique
de coore com deposito e seos prrtenees, em esas
d telba, casa de viiends de tljolto e ti pa. co-
berta de telbaa, feodo qoe a toa demarc>c2o
constante da escriptura de compra e termo jodi
cial, etta em wio e poder co meemo ageste
ptra qae os llcilaole pcsisai conne.er, e mais
tic co cavatios oovos ; Analoeete que o engeon-
venflido com a caf;a aioda nao colinda e a
vindeora ji fdodadi, rcspelundo-ss es direitoe
dos Jairaoores.
Os pretendentes podem procurar o mesmo
igfntp na rp r)q_nn AVISOS DIVERSOS
Corapaniia Pernambacana de
Navegafao
PORTS DO NORTE
Parahyba, Natal, Moedo, Honor Ara-
caty e Cear
O paquete Una
Commandante Carvalho
8;gue no da io do cor-
rele aa 4 boras da Urde]
Recebe carga, eocommendas, pastagens e dt
aheiros a frete at as 11 boras da manb do d!a
da partida.
CbaD)9-3e a attencao dos Srs* car regadores
para a clausula 1 dos coobecimenles que s
segointe :
B No caso de baver algnma rerlamvgSo con-
tra a Compaunia, por avaria m perna, ere ser
feita por esenpto ao ageste respectivo no porto
da '.'escarga, dentro de t:ei d aa depoia de tn. -
Usada.
N4o precedendo es a formalidad*, a Compa-
nbia tica eanta ce t"
S3RIFOKlo
Ao Caea da Compaohiafernambaoana
a. 12
Giapom-PanHiinH i Na-
?ORT08 BOSDL
Directo a Saltos
Paquete
Camocim
Commandante Alfredo Menteiro
Signe por estes diai.
Precna-;e de urna am* para arrumar Quar
toa e lavar algoma roop?. e de ootra rara aadar
com orna enanca : a tratar na roa Marqies de
Olinda a. 35. ____________
= Na rea Velna de gauta S'ta g9, ha pira
vender differeotes livras de literatura compen-
dios de algebra, geometrls e arftbmetica da al-
cona euuirts DOlaveis, proprios para os Sr*.
esiodantes de preparatorios ; todos es>ei livros
vendemos por procos raioavis.
Preciea-88 de om feltor e de urna eogom-
madeira para rouua ca s-ncura a tratar na ra
M'.n'U'Z de Olin<'. n. 35.
Precisase de oras Cspalra;
Arsenal de Mahuba cora o pcr'*n.
;

Recebe carga,- encommendas, patssgaos e di
nbeiro a (rete at U 11 boras da manba, do dia
di pariM.
Cbama-ie a atteocao dos Srs. csrreeadores
para a clmela 10* dos eoGbecimerrtee qoe a
segoiole:
t .^o caso de baver algoma reclamacSo cea-
fraa Coocaubia, poravaria ou pe-da, deveser
Celta por escripto ao asente respectivo co porto
de descarga, dentro de tres das depels de tina-
Usada :
Nao precedendo esta formalidad*, a Compa-
nbia fica lsenta de tola a respoosabllidade. *
ESCR1PTJRIO
Ao Cae* daCompankia Pernambucana
.12
LEILOES
AgsatB OMVBira
Leilao
Contraria
Do aenbOr Bom Jess da Via Salera
da Santa Craa
D crdem do irmao pravedor, co. sido o sosa
'os carlssimes umaus a comparecerem em ose-
sacbristla revea'.idos de seos babitos, p boras da tarde de sexta-ferrs 12 do coi rente
alio de encorporados scompanbarmos a p cis
F) de E .trro que abira da matrii d. Boa
Vista.
Consistorio, 1 de Abril da 1S9S.
O escrivo
Joao Jos de Pigueiredo.

O I.O\l0\ ItHASlI.lAX
B1IK LIMITED, pelo presesa-
a>, declara a tgnr aa posea inte.
ir. Director Hngenheiroj rewar. qe do dita 15 de Feve-
1.1:*- -ArtkAAiU n ^ **
retro eorrenteeaaadlante, e at
segundo aviso, atOo abeanr
mais joros, sobre dinheirss
Jepositados em cantas corren-
tes de aoevimentos.
Reclfe, de Fevereiro 1895
Gerente.
W. a BILTON.
dos Srs. pas3ageir>s,"<|ue em'vista dos edtragos
causados pelas ultimas enzorradas no kilo
d'esta ferro-via, fica" reduzida como medida de
Sradencia al ulterior deliberacao, a Teloeiiia-
e doe tren.-, deixand) assim de ser restricta-
meate observada a pnrte do torario d'esta Es-
trada de Ferro, relatira s cnegada dos Hus-
mos trene.
Secretarit., 4 de Abril de 1895.
Aoloaio Gonialves r/errein. Jnior.
Secretario.
Rob. 1. Slanian's Line
O vapor
Salerno i
Prasimtamente
oeste porto se-
eoiripiifaospcr.
tos 00
Rio de Janeiro e Santos
depois da demora necessaria
OS AGENTAS
Pereira Camarn C.
Roa do Commercio o. ti
'1. andar
Llovd Braziteiro
O VAPOR
Alagoas
Commandante Carneiro
***eeTpri(lo ^o-portot
4MM?ife>ao-dM *dct>r-
egBw pa.ao8 por-
i'ffo'sal do da ima-
ditto.
Quarta-feira, 10 do torrente
A'8 11 HORAS EM PONTO
Da impuriante arrxacao toda envldragada e raals
movis, existeotea no ettabeleclmento do lar-
go da Peona, sol) o n. 6.
u agente a>ima, por mandado do Bxm. Sr. Dr.
juiz de direito do commercio e a requerimtnto
da Exma. Sra. D. Mana Vicencu de Pacta Cu
aba, credora de masta fallida de Maooei Fran-
cisco Alvt-s oa Cotta, reprtseotante da tirma
Alvts da Co ta dt C, levara a leilao a armagao
e mala motete existentes no esttbelecimeote
actma. ______^__^_________^__
Leilao
De fazendas avariadas
QUIMA PEIRA. 11 DO CCRRENTE
A'i 11 horas
Agente Pinto
RA DO BOM JESS NUMERO 45
Em roaliauacao
Um cavallo manso e pequeo sellado, proprio
para criaoca __________________
trata-se no
i. ^mm* m l M
Precisa -se ali-gar ujewdt a* uu. casa \t:"-
ja iiia covpo-ta de tree ssabo-a?, e qoe seja ca
fregueiia.de S. Jos, a tratar: na roa de Anto-
nio Benrjoe n. 15^________________________
Precisare de ucr ama para cosluar e um
criado : na roa do A'ag3n p. 33.____________
Veode-se ama nobllia ds amarello ena-
ibada. em bom uso, conteodo 11 u^deiras de
guarnicao, 2 Ce Dragos, 2 de bataneo, 1 sof, 2
couelbs e I jardl eir com '.ampos de pedra ;
qoem a pretender alrja-ss ao Oscco do Cama-
rao o. 1, db- 7 a.boras da maaba ou das 5
boras da tarae em dtsot. ______^^^
Em Olinda
Vende ?e exccllentedoca secco de caja' o
Ladeira da Riaeirs n. 83-_________ _
Aluga-sa
A casa e sillo no largo do Mootelro Q. (1, JBO-
to a eetsc.&): na Camboa do Carao n. 16.
Caixeiro
Precisa-s^ de am raixetro com prahea de
molhados, de idade do 14 i 18 anaos, e qoe d
conbe^iaento de soa eondeca ; a tratar na roa
de t'a ito Amaro o I A.
Madapolo avariado
Grande tfuantldade de pecas
de madapsla fine, cent peque-
nada varia ; Tende-oe na loja
de Tacendas da roa do Mar-
qnex de Oliaaa n. Al.
A queni interessar
Antonio Plato Hende, de-
clara qae nfto calda dos iteso-
cios de pessoa algama a aae
ser e\rlu.ivam'ule a colaran-
ca do Diario de Peraaaltoro
qaando o i>eopeetlYo gerente
julga necessarie.
Becife, 5 de Abril de 18*5.
AttenQo
Vtnde-se um grande terreao ea lr>>ei*a doe
Aflictos para Rotarinko ; a Irviar o* a*ma
travesea o. 7, fitio da casa amsrslla-
B >m negocio
Vande-se o bem sjnhacjao e afroaaesado be-
tel Nova Venis, ivre a datombarscado d*
qualquer oous, oa roa da Restaarscdo o. 1,
largo do Arsenal de Marisas ; a o salivo da
venda ter o doao ds-ee'lrar-fapara o snl.-
^Criadfo
Precita ep de< nm criada ete a Idate da 15
oos a iritr na roa co Cooaercio n. 44.
cV.JuVJU>aV
i Precisa-ge de ama oe meta idada ptra co>
obar e comprar, para cas < ama 6 pessoa : e
tratar na ra Estrelle no Boeario o* SS, s.-guiido
andar.
Precisa-se dr orna ama que teja bot coaiobel-
ra e compre : aa ra da (otenduncli, antiga do
At.bo n. 7.
f
arla Ama la Hae.'el Fcrrclra
Domiogos Jos l'erruira. tua molber e filboi
maudam rezar misfas na igreja df N. 8 da
Peuba, no dia IC de crreme, a 7 oras da
mtnb5. trigsimo dia do fa;ieci-ren:o da soa
eap'e 'embrada filba e irc, Maria Amalla
M citl Ferrri a, ficaodo grama aos tmigos e
paren Mr ane rorpr"'ei*xr'''' n e" se'o.
Leilao
As encommeodu ser o Ncebid al 1 bora
da urde do dia da sabida, no traplcbe Barbeta
Caes da Companhia Pernambocana d. i.
Am Sra, carregidjreg pedlraes a ana attetsle

De movis, "qutdros, Upetes, candielro9 e
plantas
A SADER:
Urna mobilia com 1 sof, 3 consolos, S cadei-
rts de bragos e 11 de goaroicSo, nova e perdji
ts, S quadros. S jarres, t escarradeiras,S tpe-
les, 1 lindo caodleiro belga.
Urna rama francesa ca, I mesiabse, 1 lava-
torio, 1 commoda, 1 cabide e 6 cadenas.
Urna mesa.para jantar, 1 guardaloaca, Sapa-
radaree, l'oaartinbelra, talbere, colberes, guar
daoepoe. cadelras de junco, cojoa, clices, gar-
rafal, ccmpotelrss, beaoejae, mese de engox-
mar, de cosinba, trem de eounba, baese e cu-
tros objectoa de casa de familia.
Saobado, 13 do ronente*"
'S 11 HORAS
Agente Pinto
Na caa da roa da Soledade o. 26.
JLIVXaA.
P.-eri-:-p de urna ama qoe cosios e pase s
ferro a'guma raupa branca, pare casa de nma
familia de on^o pe^soas : a iraiar ca ra da
Santa Croi o. 70.
Ama
Precita.pe e urna ama para cosin
tratar na rus ra Ma'ni o. 16.
Ama
Precisa-se'de orna coslnbelrs e de um criada;
a tratar na rui da irjjpwsrtrii a. 16, primeiro
sndsr.
Ao coianiereio
Os abalxo assigdoa 4aelaraa a commercio
qne comprarsm aos Ir?. Cootuibo A C a luja de
laiendas rnaVisccnd Itrbtaola (afilga do
Ringel) o. 31-A, HvreedeseBrbttscla quer onos. e eem tespoDsabllMadoolgDSoa peV>
eo passivo ; quem.ae jalg coa direito ipp-
aent.->e no prsao de 8 dito, a -acolar da calo
sate.
Uecife. 9 de Ab-ll d I8t*. i -
___________________J. Salgado *;C.
Ao comtiercio
Os abalxo a sais; ned es < daca raro ao coreo do
commercio, que vendern soi Sra. J. Salgado
*C. a lt]a de faxendas sita t ras Visconde de
Ichaums, antiga do Raotai-o 3fA, Irvre-e de>
atalaatc^a de todo e qualqeer-iouaes mrtkti\aKS.
resronaDilidade.atfOfljada-solio, oaelvoh vlmJ~.A*-~*.
qnem sej^lar com direito, spresen e-se no
praio de oito dias. a coniar da dsta dtilt.
Reclfe, 0 de Abril de 1815.
Ccutinbo Q.
Ollndina
Nonza Almeida
Jos Pereira da \lmeida Jnior o seus flhos
agradecer do intimo do coracao aquellas pes-
soas que se dignaram acompanbar os restos
mortaes de sua sempre pranteada esposa rni,
Olindina de Souza Almelda e de novo convidan
para asststirem a missa que mandam resar na
igreja da Soledad*;, quariafeira 10 lo corrente
as 7 boras da maiba, 7- dia do seu passa-
mento.
t
ra aoa* UeAgaiar B*rrus
Joo r'-ii.to aeOineira Barros,, lice
Severina de Barros. Mana A. de Bar-
ros, Jo qiim J. de Barros, Ma: ia da
Pecha Birio, nna David di No;eJ
Aguiar e seus lhos. Joaquim J. de
Barro? e Silv*. foa mulber e blbos, Eogenin u.
de Oa ros, roa molber e nibcs, Joaquim S. Tei-
xfl'a. sna :nola-r e Albos, Joao B. de carvaibo,
*oa mulber e tilbus (auienf-e) Antonio 6 de
Barros, Tnerrsa d nbo-am o so cito recoobecim^nto a lodos os
psreot-8 e migts qoe acompantaram pa-ao
daposito e oltima morarla os reata mcrlaea de
.'Ui nunca eaquecida e pran'eada loulrer, mal,
filba, Irma, pora, conosita, ta, sobrinba e prlta
e de novo convidam-os pera aasidrem 3 mis
as Qj mandare -ezar pe'o sen descn'o e erno
oa matriz de 9. Jos, tegonda f rate, 8 ho'- ua manb, eetiuo dia de sea
aese meato.
y dixeiro
jfcPreiifs-se fie tm menino de 10 a 15 betos de
idade. qo<* traba pratica de mo ba'o 4 tratar:
na rna;da Fiortn.ica l. 8
CATaRRHO
TOSSE AHTIG*
TSICA
Este remedio, em
grnalos, nao ten
sabor nenhum
m HAu4U'!Ma.
M TODAS AS TBJ.
f X dvku f ntrsan
SfllIIIMllllllililliinic -
er
LUZ
NTI,

er
;<
LONGMAN a'-MARTlNEZ,
NEW YORK.
;s Livrr de Explosao, Fumapa -MtoChdirc
3 A vendaem todvsos m
_ p.rrnazems de seceos c -mo
?3"HIMIir!!Hlt3J
Lxcr depurativo vegetal ioao 4o
dico Qwntea
Este dc tabilissimo depuraote que -ver*
precedido do lao grande fama, itifallivel
ba cora d3 loda as doerjeas sypuUUicaa,
escrofulo&is, rheumaticas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopjts e nevralgica>, bleoorrogias
godas 6 cltrooicas, cancro s sypbililicos,
inflammaeWs viceraes, d'olhos, oavidos,
gargaritas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diatherieas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e n:!S desocas delermioadas par sa-
turac,o mercuriaU^
Do-re ralis folhetos onde se encoc-
tratr oumerosas experiencias feitas cora
es.le espeiQco nos hospitaes pblicos e
muilos allewtado do mdicos e documen-
Far-se desconlo am casabe:
ARJA SOBRINH0 A C.
Ra to Mrquez de Olinda a. i
4_jyZL


A

'

M




\
Para distrahir
Un a honrosa vinita a casa de mocUs
Nova Esper.iEcaas amaveis leitoras na-
centre rio ira completo sortinento de
objeetoa de aovidac'e e pb.ntasis. recebi-
dos mecealoieLt'j das p. incipaes pracas
da Europa e America ca (|aaea alo rea-
didoa por menos d>> qae em oalra cual-
qoer cbsb e com descont para os vendas
per atacado oa maior de OjOOO,
m refuno esti.c dios afgana artigos
alem de multes uutros.
FINOS E ELEGANTES
Esp' rtilhos o oa empecines para Sras.
qae cr ero, novo sortinento.
GRArDE NOVIDADE
En cordados finos, oambraa tranca e
da core* e nadapolSo, prscos reduzidos
para dusconto.
PINAS RENDAS
De l:clio erdsdeiro, afgudSo e seda.
ELEGANTES CAPAS
E p llerinas part Srss. e mocinhas.
Bonitas camisas braceas e ce cores
para Sras. para o da e para dormir.
LEQES
Em odc genero o que ba de melhor
em pinna, soda, gase para seuhoras e
mcoinbas.
BONITAS
Sla '.lb para n'-sas
t NOCLOS
De nadrep"rnl<, marfm, canro i'a Recia
e tartaruga para theatraa e visgeau.
ESTOJOS COMPL
Com esc vas, ibaIi com artigas para
virgen ettojou para barba.
AL-sUMS E RiiTR
Completo ec-rtiroeoe.
PEDRO ANTNEA 4 C.
Roa Doque de Calas 63
Piarte ie Pernamboco ftiusrta-foir IO de Abril de IH95
Realmente a invencao
nao m
0 ptblico j vve cansado da leitara Je tantos
re laxes, oua leado nata de ner e cutros...
motivo pa'a tsnever, purera ri que temos um
gc-t. extraordinario esa eaeelbas de DOteas fe.,
z o irs e que recbeme 8 teos a meie3 lejec-
da.j li'S, coirpiiaEP.tj deeeocjecldas do iut-r
cado. precieamos drs'revel-as e esrerartro.,
pela visita de iodo par > realmente verem ee o
ropfo rec!;mr iu rio a pora realidad.
Estamos seo compet lores.
c. a< c!e corta, ^raplacas, Lillisa moda.Vai-
cozas.
Sedas ne cores, chifoneiij, c ya tema cesroabeci-
d-.Su.pir. s <>m \&o e vem.
Carhemira de cOee, ee corlo, oHimo poeto.
Bemba rdelo.
pretsis, IffcOOo cevad,-.
Panoisbo celo, bxa ctaifiia a, 10 varas, 503
a v?.
Fino tec.do c'e c6re?, com salpicor.Sirandfnt
Mada olo em (alxioba, espeiulidaue, 15*100
a p;ca.
de co-cb Prnamtuco na Poeta,
lana com Letras ie tJa, Adelaida, 3*503 o eo-
vado.
Laos tem Ibtrai de td>, E:vir.i, 40C0 o ao-
vado
Lacs com listran de eia, Kurk, 3!00o co
vado.
Cacrimiras de (fir-e. Tenhociumesde ti, 4*000
o covado.
Lacs com salpicn, As T.-?a Mara,, ?MO0 3 co-
vado.
SJas, ptdifj8 noves, As oera, W6XO0 o-
vado.
TJa?, teci ?, llri da smar-te al-
morrer. 6100 c
caOemira aren i ;-Sd ijnero amores
3j*(.0 o rwva
Coilas tararas, lampaio lo',1, J20 r.s o co-
vado.
Cbias claran, 6 d* Msrcc.-SOO ib o covado.
ia (gruas, Baja pao, aovado 309 rie.
PbaniazUi Rao me i-ntp, 8PO res o covado.
Cre ones, a flOr de baile, 800 rie o cevado
Lados padrOes ae cassasc.ecores, Lydia, 4.00 rs.
o covado.
Ore'cni 8, So>paio doro, R30 ris o covada.
Ditos, Gosto de ti, 460 r:s o covado.
Ditos, PactEttr 600 ris o covado.
Diios, Tracia de amor, 403 ris u covado.
Ditos, Bernarda. X) ris o covado.
Ditos, RegtDCia, 480 n'is o covado.
D tos, Flori-.no Peixolo, BO ris o covado.
DitOB, Prodeme de Mcaei, 800 rii o cavado.
Dilcs c; m t^rra, Leotoro d^ FoDatca. 700 ris i
eofaao.
Di os, Repotcanofl, 700 ris o covado.
Uerus pre os para balioa.
Ditos efir de rafe p ra batina.
Grande soniento de merinos pretos e de corea,
l:Et-a e lavrados.
V.:tutita de lodg jb cores.
Su-b, cempleto eo.'timeato
L:oiio fcortinieo'.e de cambraias bordadas.
(Jo tes de vestidos braceos boriadus.
Vestidas em cartees bo'dados a eda.
Ftiaota'iia, Bcjcb do siror, i#500 c covado.
Leo curumento de tithas para ser.boraa e me
DlDSS.
: ido jortimente (ie faxendas pretae para
a Semana Santa.
Capellas com veo pura ooivas.
PtiiMOS ae lnho, iizos e tordados.
Grande soriimenlode bljouterlae.
Pannos de crocbet para eofa e cadelre.
>" vo bortime nto de gravatiis.
Cocnp'e o sorumento de espartllhos.
Camitas bordadas para noiro.
Poneos e ccliarinbor.
Camisas do Unto brincas e le cores para borneo?.
Vestuarios para baftisado.
Bolsas de m' i, DRltZU.
Mcl.s para viagem.
Tapetes para eof e cama.
Sooretnao de orna e duaa v atas.
Dics de borracha para bnmem.
CaiMade boriaeba para senhora.
Camisas.brauas para cenieos.
Vf tos ria aciericaLcs para n:enl:o e men isa,
Cbambres.
Guarda-p.
flanela lisa e de latrae.
Cbaies pretos.
Cortieaes ai croatet para cama.
Cotinadoe de' crochot para |aoella.
Cortinados de cambtia para cama.
VJ.aiKbas-de iida pretas e de cores.
Ditas de algoi So protas e do cores.
Cmiitas de la pare bocoem.
Ccnertas, colebas e cobertores.
Cobertores americasos, #800 cm.
Baia encarnada eaml.
C?rtinados de cores para caiaa.
Lindos corles de casemira.
Casemlras em tecas pre'.as e de coren.
Grande gortirx'nio.do rcopau feitaa pin hoaiep.
'toepas feitas por medida, perita tesonra
..or.e de fostilo braceo e de cores para coll.iij..
Atoalbadode linbo e de algodao.
Pannos da costa para mesa.
.Ser:alas elsticas.
Seronlas de lii bo e ce algodao.
Lio Job padrOen de crep para cobertus.
Bolsas de tapete.
Dte pretc lavra.o, diSOO o covado.
Las com sal picos de seda, doas (arcaras, (.:u-
ninba Verde 34500 o covado.
S. as de listas Cartsivil. 3*200 o covado.
Pautte de palla do sSda.
Camisas de mota com lis.as de cores.
Cachemiras p'etas, lpicos de eda, cores.
Abra a porta stnb.
Leqoes, alttmo goato.
Linn lisos, do ilstati, de qoadras e de salplcos.
JclieU.
Csclcet de teda e dei cores.
Vellodilbo de -Ares.
BoMo de cores.
Estrellas VAmerita
3 -Ri ia 1 de llarfcs 19
Antlga do Crespo
MARQCIBBLIMA
PHOSPHO-GLYCERATO DE CAL PURO
^& V.W NEUROSINE-XAROPE **J*A
^ Esta proparaco que se pode tomar sem nentwm mm
__ preparago que se pode ._
pecigo, embora que Inventada na pouco MBBpo, deu Ja resultados maravllhosos como o certlflcam mllhares de attesta^cios.
^Dptwito geral : CHAS3AINO Q, *, irma VlotorU, Prl. _______Depotltoa em Perntmbuco: C* 1 DEOOi k ntODOCtOS CHXHICOS i>m toiu Farraiclu.
SAUDE PARA TODOS.
UNGUENTOJ-IOLLOvVAY
1! Sstabelecimento a venda
Veode-se a leja denomina ia A Favorita, s
O Uncroento de Holloway 6 um remedio infallivel pk de pernas e do pcito ; tambem para as feridaB
ntiga* chagas e ulceras. E lamoso para a gota e o i. -r- :imo e para todas as enfermidade de peto a*0
se reconhei.
Para os males de garganta, bronev a resfriamientos e tosses.
Tiuaores mas glndulas e todas as molestias da pelle nao. toem ser.n:!har>te e pajn os membros conUabidOB O
jundluras recias, obra como por eucaiito.
l iedc:ni do preprada 5maile uo EsliJjelcimento do Profesor PoixowaT,
78, KBV OXFORD STBEET (antea 533, Oxford Street), MUDIS,
F, vendenue m todas as pbarmacias do universa
' C ctMprutara *io convidado! respetosamente a examir os rcnulo do cada caa* c Pota m rato taca a dbecgao,
533. Oxford Street, sao falsincafacs.
a roa t de Marjo (anti^a do Crespa) o.
quem pretender pd<9 dirigirle & mesma,
eococirar com qcem tratar.
sita
?5;
que
Venda

i Vende ee ptia grande p-op-ledade altosda no
mu jicipio de GaranboD8, povoado de S. Joo,
grande c*fa de vivencia, lenco extenso, Dem
a>boriea>do. com grande plan a de cafeetros.
A propriedede pela sna toajo, extentio,
de endencias, arbcris3oo, etc., etc., presta-Be a
orna fabrica oa a outro q..a!qoer mise-.
Os pretendentes para rselbores ictjrmacfies.
nodvm dirigir se cesta cicade ao Sr. Agripino
Rodrigues nogoelrs Lima.
INJEGIDN GA
Cura certa m 3 das sem ostro Micamente
FAJB.IS 7, Boulevard Denain, 7 JPAJSIS
apositos em todas as priociDaer- Fbau-inaoias e nvcwtxirx*
Oosinheira
Pre-i?a-ss de nma pera ccaiobar e comprar,
para casa de pequera f-milia, paga-ss bem ; na
| rea da Ixi-ctr^ t E n. 5, J- andar.
FERRO R?AfiTtf.L-BeD^M
Goato agrada-el torna a dar_com r.ipldez ao tangue sua rl jueza e fcirca. JVao t
prisca ae \-eatr* nao ennegrece os dente nao irrita o eetotnetgo.
tSli. M, na Belltu. Deposlt* em JPertutiubuco j it Ooll 4 riOlOCTOS CHUUCOt.
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Concerta-se relogioa de algibeir, pn-
dulas de torre de igreja chronometres de
marinba, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculoa de
alcance, joias e todo e qualqusr objectos
tendente a arte mechamca.
9Kua Larga do Rosario 9
"**" Fara
N01V40S
E
eejados por todos
Vende-se
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Ra ca Imperatriz
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/Sedalba de
HONRA
DIPLOMA DE BOnRA
0 OLEO CHEVRIER
4 dMiafectado c*h Alc^trao,
tnico e bilumico, o qu nwlo
4Um*nta ai propne^Ju d<
itciniDo rou todas as
Celo ori denles Uclct
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BSDpretrm-ri-sa oom ptimo sito lut mala oe peta mabr parta ios Facuiua-
Toe Praucezea EairanKelroa para a carada AKKMLA, VMI.QMO&B MrM mtlUtul a
A asercio no novo coiea f ranas, onlrosim o tacto de baver a ttaata airaiasaa s Xn
verificado a r*3c*J d'estas rtloiaa, autorliwadfc-iea a venda, escusa quaJeruer ancomio.
aiawaraMsi fm uHH m aaaa amalar ma mmtmtt m aat niiii m ana*. ^OBBi
DE8CONFIEM-aB MS HVKX7^ls,t?XlB?|
9T* 4a Mj/oadafai PHn.'a M Itaavat si* m rwa.m mnu m frtmt VI trunti
106*100 HJ,.tt, ata* o mor mito*.
rAKS, S, BOA PATKWI. DBFOSITOS EM TOfAS AS PErHOIPABS PKABJUcaAa
.\-A(/0
Depurativo & fiegeneraor do Sangue
3Trl^ila>3iado pT.o OoTerno da S. M. Iti d'Ita.'.l.
^i; AS J-M
Q-overno da S.
X>0 I-itOFnHiaOB
10 PA
VK:.rv:-SK bicllsivausntb em
>'atJoJes, - A 7ASA /j FZ.OIlZnin,\. EST. SXJFPR1MIDA. 0 S*Kr. EANES70 i'AOL'INO poife
twti ti r-.eiti uor.'9i f,,'j r JSRPlTTlO PACtL.IA.NO, a* Ua.
Exi'jir socrj o trajeo j Ce.:'j;a a marcu ca fuliricn a o -.....i Isi.
J33 TO PA<3I.IAIi(rO.
Dupositos era oiirt-it.uro.- cosi?LTT~r. u e::c?.s o p3r.j3-.-ci 23 caiiiexoa*
Fabrica de relo
Agnss e limonadas grasas de
cd. s 23 QGiiiidades
Eoda water, gioger, ale, limao, iarsoja,
cartco, ebacazis, grenadina, grosellas
fr&nboisas, bauniiba, bortela pimenta etc
etc.
T2A=CAES DO CAPIBARIBE 12A
Aproveitem o bom temp'i
Veudcm se t^.e e seoo'i, abacates e matf
arvores fructiffras A? ocn rtetro para baixo de
alicra, co'.fortre i ventarte ao comprador e por
precos trodi' os ; a irater em caa da residencia
de It'itino Coo-pciro a ra do Lim travesea do
Jcao Veiga i. 19. em Santo Amaro das Salinas
!/ grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Granee do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
' buco, tem para vender do da i de
! Marco de 1895 em diante, cerca de
[tres milhoes de ps de cafeeiros semea-
: dos em leires cuos precos, tamanhos
! e qualidade, si encontrar no Jornal do
\ Rceife-
Eng* nho
Veodc-se cm engenbo prximo a estacao de
Calende, cem (coito boas (erras e com boa ma-
china a vapor, por preso meito coraroodo ; a
Irttsf na roa Primeiro de Ua'go o. 17, primeiro
andar.
Caixeiro
Prrc'sa-se de om calxeiro com bsstante prati-
ca de colPa 03, qae teora qoetu BjBraj4a coa
cooeacta. e qae oa sua ausencia nos-a taxer as
vetFB dn (Iodo da casa ; Da roa t. re a do Ro-
eario 0. 9.
MNMO
19 Ra 1/de Marco--19
lS'este acreditado estabelecimento vende-se u rendas
por menos 25 o do que em outra qualquer parte.
E se nlo vejoi:
O'retoces oom 2 barraa para repoatoiroB e chambres cota 1 metro de largara a 800 r.
o cevado.
Nanauki brancas cem tiatas e florea a 240 o cevado.
Brim para roopa a 600 rs. s jaBineta a 500 o covado
Mantilhas de eeda a 54 ama.
Ditas de alg dfio a 2(Jc00 idam.
pfsdrrpoiao americano moUo largo oom i'A Jardas a 10$ a pca.
Cachemiras para vestido:, {aaenda de Ul por 400 rs. c oovadOo
Colchas de tastao brancas e de cores a !>#, 8f, 15^ e 20$ ama.
Espartilhos de coi'rsga a 8000 dio, barato !J
Cortinados bordados para cama e janellaa 100000 o por.
Lindas oapellaa com vea para noiva por 10$ e 120 ama.
Cretoaes clares e esccroa a 4C0 rs. o covado.
etim braneo M>lcau, para vestdos de noiva por 1500 & oovado.
Tapetes avelludadoB e alcatifa, grandes e pequeas.
Atoalbado braceo e de cor pare mesa a 3000 o metro.
Lavas de teca para t,er.bcra e pra menina a 10500 o par.
PeitiihoB lisos eTcom prega? para socLcr. 10500 am.
Camisas de aormir para homem o para Hechura a 63 ama.
Stira cor da i osa a 10 o oovado.
Merino preto a 10, l50 e 20 o covado.
Lencos de eambraia de 1 nho pura senhora a 120 a duzi*.
Meias da la o seda para homem a 40 o par.
Csmisas de Malha de 12, para homem e pira E*nhora a 6S ama.
Cortes atn cattSo para vestido de 800 por 400 am.
Cortes de casemira americana a 40000 un.
Ditos de eosemira irjglsza a 80 am.
SotineUs[lBas, toda* as cores & 600 rs. c covado.
Zephiros com quadrinh-s a -40 rs. o oovado.
Flaaellas para vestidos e para cuizae a 360 rs. o covado.
Linn com 2 largaras a 500 ts. o ees do.
Sargelim braneo c de todas as corea a S'-0 rs. o covado.
Vestuarios d* J-Tet-y para cre&ns*s a 15)5'' um.
S.sacs de Jursey psra Bsnhoras a 5$ uid.
Eoxovea para b.-pt:sado.
Co1x5b franceses, mosqaiteiroa americjQos.
Oobretado, cerculaa, meias, lenyoa e grawaUs.
E mu:tcs catres artgos qae se torna difiicil mencionar
S na
LOJA DO POVO
Teleplione 61
Antonio Alves Barbosa &0.
Grande sortimento variado
em cores de ladrhos.
(mosaicos), vitrificados )
e hydraulicos
dos melhores fabricantes,
assim como
dos
de marmore
natural, pedras para sepul-
turas, etc., etc.
Variado eorti ment de figu-
raB, vasos, pias,
banheiros e mausoleos
de marmore.
Receben! qualquer encom-
menda
de fra e tambem se
i n cu m bem
le qualquer obra concernen-
te a sua arte.
VENDA n
GOl FA ? ^m RHtr IIM ATI^MlQ i ***'
Especifico provado da GOTTAe dos RHEUMATISMOS, acalma as d6res as 9\ iiOinpanhlft LXpiO-
* 52S .* TggSZZSH* ,cce"- radora de Producios Cal-
MIUPO. EM TODAS AS PHSRMACIAI C DROOARIAS sSV I 1
?? careos, send) a nica
exploradora da caloran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade. e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seuarmazem do caes do
Apollo n, 73._________
Bichas de Har&burgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Grande deposito de marmores ero taboas c
blocos, de todos os comprimentos,
largura? e grossuras, assim coffio de cimento
PROTLAfllD
37RA DA AJUOA 37
RIO DE JANEIRO
*
Kola-Bh-Natton
UO BU OJTBINA, THBOBBOMINA, TANNINO, B HATBRIA BNCABJIAOA DA KOLA
romeos ssehchlheiite regeneradores
S21JL3C1J* A Vinllo KLola-Bali-IVatton
Extractos fluidos, Pastilhas, Pilulas. Essencia de Kola torrada
rnteos productos experlmenUdos com o maior xito nos hospltaes de Paris, desde 188* pelos
Doutores Dujardin-Deaumktz, Huchard, DirRiA-J. Hallbz, Monmrt, etc., na Anemia, Ohloroau,
Conalecenclas demoradas i dilliceit, rebre (crpborit litermlUintei. ialidesas). XHarrhpas pertlna-xea,
ISyaenterla, Diabete, Albamlnnrta, rboapbatorlss. gictuo de trabalbo pafllet M lattllmul.
jfHARMAClA u BAMQUE d FRANCE 25. rueCoqullli:e, Fmrlm. Em l rnamburo: FRANaM di SILVA* Cu.
laBBBBlBBSlBBBBBBBB>lBBBB^^
CURA CERTA
de todas as Affecges pulmonares
Todos aquelles que sofireml
Ido peito, devem experimentan
|as Capsulas do Dr. Fournier.[
Oaaoa/tsi em odat n Brlneiptei Phirmtcitt
Brtucl.
Buhares
Vendem-se
osados : para
cneiro andar.
doo novos e mivlfrnoe, e dou
ver naua do Vgario o. 3, prl
XAROPE DE KEUTER N. 2
Como remedio da EstacSo calmosa, par Bcador do eantne, digestivo
9 apeme neubum outro appellidado depr.-ativo o-lalsapsrrilfca ce appro
xima seqoer ao Xir pe de Keuter n. 2. Combioi quatro grandes proprieca*
des em am s remedio, operando a um lempo ecbre o? orgaos dltresiivos, o
sangue, os es, e os Intestinos.
AbsolBOtam*Dte r>eotralisa e expulsa peine caoaf a intestioaes, rinj e
poros da pellc, os germeos nocivos, qae flucta.n no sangue, na rica e na
transpira c3o.
DEPOSITARIOS D5STSS PSODUCTOi- A Companhia de Drogas e Producto
CbimicoBRon Marqai.-s de Olinda n 24.
O MELHOB
FURIF.CIDOB
PARA O
?i i \ t UBI


PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figactu entorpecido cora-se positlv.mflnte com estas pilulas. Ellas
sSo ud remedio purgativo uvre da perigo para o aomem mais traco, tao beai
como bastante ccivo para o bomem mais forte, e nao constipara depais ; pela
accao geral agrada a todos que as uam. Sao a; pilulas e&taaiarte da pro-
ducto medica dos Estados-Unidos. Sao as menor '8 e mais facis a tomar.
- Qoareota em cada frasco. _________
PARA
O
PICADO
Dentes
rame farpado e prego
Afluerieanog veaadem Heiiry
Forster al C eni seos arma'
zenit de farinha de trigo, caes
da RegeneracSa na. 9 a 9.
Cosnheiro
Preci-a pe ^e oca be m coMObelro ; a tratar no
aunasen d. 4 rea ioG mmercio.
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente *preparado de Manoei
OardoBo Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacSo, attaa-
tam a efficacia.
Dposito8
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
vack C.{ ra do Marques de Olinda
a. 23,
Pkarmacia Martina, roa Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra, Egtreita ti o
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra uo
i l&o da Victoria n. 14.
I harmacia Virgilio Lope,rua Larg
Rosario u. 31
Vaccas
Na rus de S. ConcalG n. 9, vendem-se divar-
tas toarinasdemtutc boa qaalidade.
t-
Madeira
Excellente taboado de amarillo, Iraro e pao
carga, pranchas de slcupira, etc.. precos com
10 e 10 0/- de abatuxeoio : Da fabrica de mo-
vis da tu* de S. kio D. 43.
Taverna
Offtrece-ae om socio com capital para urna
.-Ba qae lenba movlmento e qne possa dar para
doup, como tambem compra-se ; quem a tiver
nettaa condeses annuode por esta folba para
er procurado.
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, peMe vermelba, spera e oleosa Impedido ou curado
por o mais grande de todos es aformoseadores da relie, o Saco Ccrttivo de
Renter. Prodoa a prlle formos, branca e clara e mSo b'andas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel com"
sabio para a pelle bem como do toucador, do banbc e do quarto das crianza*.
CAUTBIA. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gietradade Barciav AC. N^w-Yoik._______________________________^^^
MEDICINAL
PARA
TOILETB
TRIGOFERO DE BA^RT
Urna prep.racSo elegante, extremamente perfumada, ramove todas sa j
impurezas do craofo, perservatlvo contra a calvicie e cabillo cioiento ; fas o j
cabello crescer eepesso, brando e formoso. Iofallivel para curar erufjo.-s,
doencas da pelie, glaucas e moscalo, e cara rpida i ente as cortaduras, qoel
madorsB, fe?i las, torce toras, etc.
caCtbla-NSo 6 genuino sem cada fras;r ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO B a
PELLE
Casas na Torre
Vende-se 9 pequeas casas
Uadas na ra alea I da Torre,
as. 8 e 84, a'uiu terreno de
50 palmos de frente e 300
palmos de fundo, chao pro-
prlo.
Quem as pretender podera
Ir vel-as; e para tratar en-
contrar pessoa competente
na casa grande do alto da I
Torre, ao p da capella. '
fUNOICAO GEHAL
ALLANPATBRSONSG
44-RUA m BABO DO TRDMPHO-44
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Taixas tundidas e batidas.
Tixa8 b tidas sem cravatjao.
Arados.

sfl' It iasltilil' Hilifr'"'"



Diario de PeriLaniiinco Qnarla-fetra lO de Abril de 1895





4


LU
:-ecomm;nda coniO o melhor
remedio da sua classe a
4
EMULSAO
L1N1AN E KENI>
COMPOSTA DOS
MAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados scientricamente e
a todos os respeitos a melhor
prcparaclo de
ol:o
DE FIGADO
BACALHAO
COM
:fnrpoPHOsp hitos
DE
DIGESTIVO
TI
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O
c2
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccSo de seu hbil propietario MA-
NUEL GARCA, b auxiliares entehdidos ta materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptid&o e aceie do servico culinario aduaneiro, j tam-
bem pela posico hygienica do-seu edificio.
DBPABTASSBHT9 -
Depois de irnumeras transformaces por que tem pausado este Hotel, conpegaio
afinal o seu ncancavel proprietario otferecor hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
PEjsmvog, _
POWR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do aertj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEG1
E'esplendido o 6ortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos roais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condicoes do mercado e presos sem competencia.
GRANDE HOTEL C0MMR01AL
ns m
rdozo & Xrm&o
Ra do Barao de Triurapho ns. 100 i
e ra do Viscon le de Itaparica r^ e
i

fc
<
-i

22
6
CMMUNICAM a teus nutrerosos freguesas que tem em deposito e rece-
ben) regularmente da Europa e Amo ica todas os machiaisatos e ferragens prnoisu
agricultura d'este Estado como aejam
MACHINAS a vapor de forca do 4 a 10 oavallos.
CALDEIRA multitubolsres de todos os tamanbos.
MOENDAS es mbis soiidas do mercado e e difirante;, tamsohoi.
TA1XAS de (erro batido e fondido.
RODAS D'AGA.
RODAS DENTADAS direiUs e srgol.res.
OBIVAQSS de trro fundiio e batida.
BOMBAS de repucho de ifferentes By*teans.
LOC 'MOVIS de diversos tamaohos.
MACHINAS de desoaroQar algodSo.
CANOS de ferro galvanisados, pintadoa e de chambo.
ENCARREQAM SE de qaalqaer concert pra o que tem suas oftoina
bem montadas e com baitaote pessoal e dirigid >n por doas eogenheiros bastante pra-
ticos e coDhecidos.
MANDAM vir da Europa e srcarregam-aa da montagem da Usinas e m-
tillacSes, garntm sua boa qualidade o tj osionemento co .0 provm coi a diver-
sas que te r! montado. .
VENDEM a praso ou a dinheirocom descont e a precoi resumidos.
5tf e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolvern* liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que te achavaoi no Geaf.ro da
Vloda.
A saber
Madapoln p7i soiva a 4*503 a peca.
Bramantes de linho de 10 palmos de largura a 3*000,
Cazemira8 pretas e de cor a 38500 e 480'O.
Bramante de algudao com 4 larguras a 18200.
Crotones francezes claros a escuros a 600 e 640 rs.
Cretones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores.
Crotones de 1.' qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escosse*ase lavradas a 1$5'J0 e 28000.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 705 por 2 8000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 !!
itos todos de renda de gripure valjnciane de 80J a 12800) H
Cachemiras escuras de 30 a 800 rs. !1
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de cuadro para mesa a 28C00.
Guardanapos duza a 38 e 40000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 pr 258 e 308000.
Calcas de -admira de 358 a 128 e 150COO.
Um completo sortimento de frak, da 1008 a 58000.
Golletes de casemira de 128 por 4800C.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, lSs, cachemiras, cretones, lnons,
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seus f reguezes e as Exmas. farai
lias em geral que se digaem visitar o no8so estabeleci
ment, &m de se convencer da grande reduccao de
precos.
especficos
irsys de Nova York
i-bif-m ConBW-o. Innamr.iac*^
nnki'WCrlaaqx. -
Or.
e 'O nnno^ ImplPS. ^inirna *-**-
nr:,'i^. A w._ u'm ns Dragarla* lTar-
, .es e nals garuiMas do aunJ..
So. Cl KA
i -_
I. OlarT..!-: ..".rto ...
do tarrliai. CoBantlfUun
i.l-i-i;.-. ;.i-ra-V
tu..4o. bonnufcUn. BXincMM..
I : u.- t* : l'.riin .?hagl.7rtl < l>i
:; vi!.: ._,.(, i sraiT..
"'.. l.rcirorvVi!. fij-osBr!
i imi-i :>itni
M. Hfri i--., i r'i..-<-.^. Krygwj'%.
' i f i-mn. i-'irra ilibiaiatlr-M.
A -r:'.i--, Maj'ita, Vehr* InjTraillenl^.
... Ii'-mni-rh-.4n-s Ah
.. _?x"rIJ-'-S .*iinp)w o-.i asaibcB
ir
.- -
. Su,
f-,
I. '> i l!r-lr*MrlB,ArrBualaeS
nina .Ir rjtrr. -
t gl ::. -
t! <>r:hlclnl.cK.-,ii

Loja das SSitrellas
56 e 58 Ra Duque de Oaxias 56 e 58
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Contina a manter em seu3 depsitos completo soriimenlo de utensilios paraa usinas ven
de dincrentes systemas e tamanhos de Robinson e outro3 fab n
dando sempre por prejos mdicos;
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cantes, e de 2 a 12 cavallos
CALDE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funecionar com o ofogpas er
nalhas das tachas.
CALDE1RAS A VAIX)R Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenna e bgaco-
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeis.
ARADOS de differentes >ystcmas,
CRIVACOES para (ornalhas.
MACHJNAS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadores
a vontade dos agricultores.
Faxendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de monlagem de grande numero de
Uzinas tunecionando ncate Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garanndo a producgSo e
qualidade de assucar.
APPAHELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLAC0ES completos para alcnol e agurdente a vapjr e a fogo na, psra grinde e
peiuinas fabrica.
52RITA BARAO D0TBIUMPH-f:2
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a. a
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Camas de campanha e ar
reios para carro
Vecd-m Dnmtr(tcs J.is Ferteira dt (!.,
Barao da Victoria n. 8.
i ra
Caixeire
Prf i a-Ee de cm menino ce 12 i.li anors
ijne 'eona nrstira ce molb^dos e qoe d Bsdor
de suii connocla : a t tw na na Coroiel Su 3
nona o. 149 ; tem r i s (bar oestas coodi-
jfls Bra (ovor nao api>srcer.
FOLHE
3
ODO DE MCA
TRADCgO
PARTE SEGUNDA
XII
(Continuajao)
Mas o official ? Etse talvez queira
lutar.
O official ? Se resistir morra.
Bem!
Eu que he de dar o signal com
uma pa!avri>,
Qae palayra ?
Si va... e agora, v3o, percorram a
turba e repitam as ordens.
Q fellah fez um gesto de submissao, e
desappareceu por entre os grupos.
Nao, cao disse pura consigo Ka-
zil, nio quero que elle morra Mas o que
hei de fazer ? E de mais a ma;s os cy-
CAMINARA E AI^FAfiATARA
15 Rua do Visconde de Inhava 15
( A litiga do ra da Rangel)
Este novo estebelecimento acha-se sob a directo de Alvaro Jos Pereira,
cntigo e conhecido camiseiro n'esta cidade. por iaso scientifica ao respeitavel pu-
blico pemambucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, bramantes, flanellas, ptimos
madapolSes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas. Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidadea e precos seguintes :
Duzia de 1." cla-so com punho ou sem punho 8r^000
Duzia de 2. classe com collarinhos 906000
Duiia de 2a classe cem punh-< e sem punho 728000
Duzia de 2.* clase com ollarinhos 785'XiO
I>uzia de 3." B c>m punco ou sem punho 6'$000
Duzia de 3.' B com collarinhos 669O0O
I uzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho 48J00O
Duzia de 3.* classe com collarinhos 540000
Duza de 4.* classe cora pnho e sem punho 423000
Duzia de 4 com collarinhos 485000
Em dalias fazem-se baa deseontas
Linda PXDOsicao de gravstas lencos, punhos, collarinhos, meias de 13 a
algodSo. para homens, senheras B meninos; o que ha de mais fino em aberturas de
amisas, 'lizas e bordadas. '
A frente da officina de alfaiaaria hcua as perite e hbil artista
_^ i "
a.
r- ~-r~-v-^^,,



"Sb

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"^'SSWHBia^'^
J
E
U1UUKI31 mmm
CARDOSO &c iRMAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro ra do Baro de Triumpho ns.
ICO a 104, tendo comprado aos Srs. B. Martins
& C o direito de venda de seus apparelhos privi-
leg ados pilo G verno da Repblica, por paten e
n. 1717 de 4 de Ju ho de 1894, denominados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, nao s para
ess Estado como nos de AlagGas, Parahyba, Rio
Grande do or e e Coar, avisam aos seus nume-
rosos freguezes e amig< s qae poderi* fornecer
ditos apparelhos e mandar santal-as com a maior
presteza, garantiado augmento de 30 por cento
sobre a produeco de qualquer alambique, o qu
est provado pelos diversos j assentei e traba-
lhaudo em engenhos d^sto Estado e de Alagas,
pos quaea team valiosos attesados.
pau.s atraicnsm E' forcoso que o
salve
depois de o ter perdido E' forcoso 1 Hei
de :>alval-o ou morrer I
E intentou segu ir na direccSo da ra
onde a escolta e o preso se achavam deu-
dos, mas foi no mesmo instante repelado
O cortejo I O cortejo do deus ui-
varam todas as vozes. Jagarnath Ja-
garnath!
Saugor, Hulear, o fakir e os iniciados
passavam e repassavam por entre os gru-
pos, dizendo :
M >s aos punhaes, e promptos
primeira voz I
Nesta momento as f^nfarras redobra-
ram de sonoridade, o ruido dos tamboras
augmentara com o das descargas de fuzi-
laria, e o cortejo, sahindo da ponte, co-
mecou a desfilar pela praaa, por entre as
fanticas acclamacoes da multidSo.
Nao se poderia imaginar nada neate
mundo mais esplendido, mais phantastico
do que aquello cortejo, digno das solem-
nidades fabulosas das Mil e uma noites.
Abriam o cortejo batalhSas de soldados
hvnds, seguiain os rajabs, vestidas a
oriental, bem como os seas respectivos
squitos, e todos montados em soberbos
cavallos, ajaezados com riqueza inaudita,
e cujas longas crinas se erguiam ao sopro
do vento, quaes trancas de mulheres.
A msica seguia, com todos os seus co-
bres, todos, oe seus tymballes, todos os
seus tambores.
Aps a msica vinham os dervic/ut vol-
teadores, a8sim denominados, porque avan-
cavam pausadamente e gyrando sobre si
masmos com rapidez incomprehensivel e
vertiginosa.
- As sacerdotisas de Jagarnath, as de
Bowhanie, as de Si va. as de Kali, oceu-
pavam no cortejo um lugar de honra en-
tre os derviches a a guarda femioina da
pnnceza Djella
Officiaes e fakirs marchavam atraz da
guarda, e precedendo um bando de ele-
violentamente para traz, porqus os^tirosj *hante8 giganteos, conduzindo dolos de
de srtilhena succsdiam-oe, as fanfsrraa, ^ c6r df) parpUr a
ruidosas est-ondavam com trovSea, cida
vez mais prDxima;, e iaultidac afRuia
praja j atulhada.
cem brajo,
ou ro.
Aps os elephantes
til parelhas de
parput
e arrastados por
earallos brancos, com
jaezes escarlates bordados de prata, vinha
o carro qHe conduzia a figura monumen-
tal de Jagarnath.
A cada passo surgiara fanticos, que
acreditando ganhar com o suicidio reli-
gioso uma eternidade de vemuras, se pre-
cipitavam sob as rodas do carro que ob
esmagava na passagem, e dos quaes se
ouviam ranger os ossos, salpicando o san-
gue a turba inebriada, que bradava com
todas as suas forcas
Gloria a Jsgaruath, deus poderoso !
Em torno do carro daenvam, ou sutes
enlacavam-se quaes serpentes, em tutu-
das voluptuosas, uma grande' theoria de
Naugts Girls, extravagantemente vesti-
das, com arglas de ouro as erelbas e
as venus.
Os brahmines escoltavam o carro, e fe-
chava a marcha um regiment de solda-
dos indgenas.
A artilheria troava, os metaes soavam,
e as descargas de mosquetaria, executadas
em honra do deus, crepitavam sem cessar
como 'um dia de batalha.
Djella e Doorghal, encostados arma-
cao de velludo da sacada, olhavam para
aquillo tudo.
O rajan voltou-se para a princesa.
ntao que esperam ? perguntou
elle.
Nao sei... respondeu Djella, por
qus o momento favoravel.
Mal acabou a princeza ie proferir satas
palavras, resoou um assobio agudo, do-
minando os ruidos de toda a naturcaa, da
que diligenciamos dar ida ao leitor.
Aquelle silvo era o primeiro das sig-
naos combinados.
Deu-se ents na turba uma especie de
redomoinho & entrada da rus, onde as-
lame o tenante Midley e a escalta o
preso.
Olhe, Doorghal, dissa a priafasa,
eil-os...
Com effeito, as fardas vermelhas des-1 me-he matar, se preciso for,
embocavam na praca, e a mar humana [ fender at & ultima.
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envolvia-os cam as suas agitadas on-
das.
Os cypaios I Os cypaios murmu-
rou a turba.
Nisto ergueu-se a voz de Saugor.
Os cypaios conduzem um preso
fortaleza .. disae aquella voz.
E' um iaglez! accrascentou o fa-
kir.
Um m8eravelassassino... continuou
o Holcar.
E' um parricida proseguio Saugor.
Ouvem ? E' um parricida 1 Morra o infa-
me qae ma^ou seu pai !
Notou-se entao no seio da multido um
movimento de horror; ao mesmo tempo
ergueu-se immenso clamor, e no meio
deste clamor distinguiam-se as pala-
vras :
Morra o parricida, morra 1
Eazil ouvia tudo.
Infeliz, sir Jorge balbuciou elle.
E entrou a colear qual serpente do lado
da escolta.
Pela vigsima vez dentro da uma hora
que a turba se transformava am muralha
e tornava mpossivel a passagem dos cy-
paios a do prisioneire.
Arreda I arreda gritou o tenente
klidley, arreda I
Ninguem se noven, a *** fsaeta
cora vos cada vez mais retumbante :
E' um assassiuo E' um parricida !
Morra, morn.
Morra I repetio a turba.
Todos os olhos refulgiam, todos os ros-
tos se mostravam farozes, todas as mios
ampunhavam os punhaes.
A situacao ia-se tornando temvel.
O tenente Midley nem de lave se illu-
aio.
Sir Jorge est perdida. -. JBJ"'>
taaeate ; mas aa raspeada por eflr, e hr-
Depois, em tom mysterioso, e xcla-
mou :
A reda ou desgranados dos que re-
sistirem !
A nica resposta aue obteve foi uma
especie de chasco sardo e prenhe de amea-
988.
Chegra o momento de recorrer aos re-
cursos extremos.
Soldados! bradou o tenente, calar
bayonetas 1 A' forca ou nSo, necessario
passar 1
Houve entSo as fileiras dos cypaios
am momento de hesitacSo; contado o
instincto da disciplina levou a melhor, e
fzeram o moviaento ordenado.
Siva Siva gritou Saugor.
Siva repetiram ao mesmo tempo
Holcar e fakir.
Era o segundo signal.
Os hynds precipitaram-se para os sol-
dados, e murmuraran!-lhe ao ouvido :
Bowhanie Bowhanie 1
O nome da deusa, assim pronunciade,
dea n'um instante o stra effeito.
Os cypaios, sem fszerena o mnimo si-
mulacro de resistencia, pozeram as armas
no braco e debandaram, entregando aos
furores da turba o praso confiado sua
flarda.
Aa I eobardes Misaraveis cobar-
des I balbueiou Midley, quasi suffocado
pelo furor.
E de espada em punho corren para a
frente de Jorge Malcolm, para o defender
at a morte, como a si proprio jurara.
Mas que pedsria um hamem contra tal
multidio ?
A sua espada, quebrada por uma pau-
lada, taltou-lha da mo; aomeimo tempo
foi agarrado palas costas, erguido, passa-
o de safe em pie e lavado para grande
distancia, sem que lhe fosse possivel li-
bertar-se.
Varaos, disse Jorge para coinsigo.
Vou juntt r-me a meu pai Nio pude
vinsral-o, mas ser fesejM que elle me
perdoe.
Depois accrescentoa em voz alta :
Morrer assim, sera aa meaos me de-
fender, horrivel 1 Uma arma Quero
uma arma 1 Quem me da uma arma !
Eu... Jrespondea muito baixiabo
uir.a voz; e erguendo-se ao lado delle,
Kazil deu-lhe um panhal.
Obrigado, pequeo, obrigado! ex-
clamou Jorge, empanhando a arma ; ao
menos nao morrerei ssinho !
Kazil proseguio :
A luta mpossivel Anda qae fe-
riase at noite, sempre afinal seria ven-
cido Est alm o Ganges. ... faje,
fu a !...
"_ Morra I Morra I repeta a tu be,,
apartando cada vez mais o noseo barda.
Ah bandidos! replicn elle bran-
diodo o punhal; n5o meapanharao vivo I
Obrigal-os-hei a recuar E vejam... ve-
jan como recuam Teem medo !
Com effeito, com qaanto redobraaaem
os clamores, tinhara os'hynds recuado
di inte do ameacador punhal naqoella mi
teiTivel.
Pr funda angustia se apoderoo entlo
d. princeza Djella, que presenciava offe-
gsnte aquelle espectculo, e qae de vera
admirava, mi grado sea, o herosmo de
Jorge Malcolm, senta augmentar ainda o
odio, pensando qae um tal homem deepre-
zra o seu amor e rejeitra a sua mo.
(Oarraas.)
Tfp. do Dimrio, roa Duque de Caxias, 4t


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