Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16453


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Full Text



-
-

p
~0
*




'


PR6PRISDASB BB MANeE. f ISES^ 1 VASI* & PfcHQS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO
Por tres mijzes abantadas.
Por ueis mezes adiantados....
P ...
SE PAGA PORTE
81000
(51000
2*W0
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSITJfc DE PRUCAgOES NA FRAN-
CA E'ING.
s Srs Majence Favre C &.*, r
La Gt&0
RA
's em Pars18 rae de

PARA OS LUGARES (0>Z SZ PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por ara anuo adiantado
Nmero avul&o do mesnao da.
Nitmanj a-.
16I50O
330OO
4100
i -es.
*m
eufericej'os penetraren no cubculo dos loucos
e cora a seren lada de animo unida as ex-
pressoes edulcoradas de bondade.
Nos na > queremos, nem ao de leve, dizer qu a
os nossos colleg.s sao uas loucos; nem por
sonho fal-o-iamos competir cooa os infeliz -s
que perderam a razio.
Mas... nos escripias de Lombroso e do dis-
lincto alienista francezMoradaoddeMontrel ainla
Foi nomeado chefe da commisso no- na0 encontramos um caso mais celebre d: allu-
mcada para tratar dos limites do Brazil cinagao mental que este desvairamento poltico
com a Solivia o coronel Gregorio Thau-lde que so acliam accommettidos os nossos co!-
matargo de Azevedo, a udante o eapitao legal
Telegrammas
Rio de Janeiro, 8 de Abril, rc-
cebida as. n horas c 5 minutos da nou-
te.
DARTI7 i1 iiVIVI I 1 i branca mencionada do art. 2 a\ e sl^or na-1
1 Al) I & v" r IvaliAL. -vio de vupr em lucar dessa la.tres luzes no
FellsbertoPi de Andrade, medico Can-
didc Marianno Damasio, pharmaceutieo
Antonio Ribeiro de Aguiar, secretario
Dr. Jos Saboia, chefe do fornecimento
de materias o capito Jugurtha Couto
A referida commisso seguir at 3o
do corrente,
Revertcram ao servico da armada o
eapitao tenente Correia Mattos e o pri-
meiro tenente Medina Coeti.
Lisboa, 8 de Abril.
F*alleccu o grande escriptor portuguez
Pinhciro Chagaf.
- Par tira.n para Lourenco Marques
qoo ntantes.
Montevideo, 8 de Abril.
Flleceu o commandante Betham.
Rio de Janeiro, 8 de Abril.
Foi nomeado Secretario do Supremo
Tribunal MiU-r o coronel Barros Vas-
concellos.
j>r K UJXOPOP LA R
"osarais DA SCIEUCIA
POR
Gasto Tiesandier
CAPITULO 111
A EXPLORACAO DAS ALTAS RE-
GIES DA ATHM0SPHERA
Poii A Procinci j nao se lembra?...
lilla propria j n.'io acariciou com tanto mimo
o nos?o humilde concurso ?...
Ahi est porque nos chama boje da acaioi d$
tolo os governos...
Quera que se n-o deixa arrastar ;it as
bardas de um abyamo quem que ne!le se
nao precipita, quando a boa f at ali Ihe enca-
minha o patjsos ?
Foi o que acoaleccu comnosco.
Corra o anno de 1539...
Ooosso annuario raarcava o 15 ao Novcmb o,
e6ln lBnMesv%*ia que devn ltitnar-;o
redoura nos annaes dos noisos fastos polnicos.
Nos encliiaioos algumas tiras de papel, d.-
brugados sobre esta ruesma banca era quo ora
estamos, quando um telegramma aorprehen
dente, urna noticia de gravissiraa importancia,
urna d'essas sorprezas que aturdem o espinto
mus calmo, fez cair-nos a penna da tuao e
lancar ponto final no que escreriami'?.
O inJio brazileiro havia arremegado o sceplro,
a despedir altaneira a setla da lib-rdade.
Eslava proclamada a llepublica, sera o derra-
mamento de una gotta de rugue, por etit-e
risos e flores fomente orvalhadas pelas lagrima*
de urna familia deposta.
Actos do Poder Eveenllv
DECRETO N. 1983 -De 14 de Marco de 1895
Adopta as modificareis pr. postas pelo Gover-
no de S. M- Uritaiiiea s regras Stabelecida*
na conferencia Martima Internacional di*
Vasioglon, para evitar abalroaraento no
mar.
O presidente da Repblica dos Estados Uni-
dos do Brazil :
Considerando a conveniencia de manter uni-
formes nos differentes p.zes as rtgras estabe-
lecilas pula conferencia Mariltma Internacional
de Washington, para evitar abalroamentos no
mar, e a necessiJaOd de lomar mais explcitas
as disposigOes tubio de 1831:
Resolv-, vista das uotas trocada? com o Go-
veniode S. M. Brilannica e o dos litados uni-
dos di A.nuric-i >o Norle, acceila as raoditi-
cafes propost.is pelo prnneiio Rondaos, coin excepgao do (rispaste no art. 9,
Olio* preceitos ^ro emitiidos al iorn du-
mtivam-iite neceitos por todas as natOes que
tunaram parte m sopratuenciotiada conferen' ia,
di-veudo ser observado de ora em diante u re-
r i!;i i) no que a este acomp tuba e n-vogadas
as disposic'.-s em contrario.
O .Iniraute Elisiario Jos Barb isa, ministro
do Estir'o dos Negocios da Manntia assun o
fjya ex'jcut.ir
O Dital F i, |.ut)lu:.!.
vio de vapof-pm lugar dessa Iu,tres luzes
| asposta em hnha vertical e giparadas por
I nter vallo nao menores de seis ps. Des as
luzes de cima e a de baixo serao encarna-
das.e a do meobranca -porra todas
i de tal|nalureza, que se tornera visivets em '.oda
a volla do horisonte distancia de* duis ml-
llras.Jpelo menos.
1 De ola, dever esse navio trazer era I mira
i vertical, separadas p>r intervaos Bao rosno-
I res de seis ps, e onde possam ser vi las me-
flior tras figuras -de dous ps da dimetro
pelo menos, cada urna, h das quaes a de cima
8 a do baixo, lero-a forma espherioa-e a
cor encarnada,a do njeio a-"orna cu-
Inca e ac>r ranc.
c) Os navios que se refere este arlijp,
quiiido uBtvjam ustaeon.irio, nao faiao usod.is
lutesd)S lados; porm, desde que lenlura al-
gum sesjuimento deverio lraxel-u.
d) As luzes e figuras prescrp as pjr este
artigo dev-m sor loma las pelos ouiros navios!
cono indieaca de que aquello que as moslra
est cent liberdatc Je aeco, e. portanto, ao
pode afalar-so do aeu carain o.
iites signaes nao sao os de navios em pttfi-
go e que pede soccorro. Taes signaos sao os
q>M prescreve o art. 31
Ait. 5- Os navios de vela era niovunento, e
i) 'n assiiu
urna luz branca, -em lanterna construida
por forma qne a el iridade da mesma luz se pro-
jecte uniformemente, e sera iilerrupcao, sobre
toda a volta do horizonte e sej visirel dis-
tancia de urna milita, p;lo men .-,
Os navios de 159 ps de coiprimento, e para cima, dererao ter avanie, em altura nao
menor do 23, b''m raaior de 40 ps cima da
borda,-urna luz branca,-como a quo 11 ou
j mencionada e popa, ou psrto da pdpa, ou-
tra iuz igual, porm collocadu em tal altura,
|u i fiqao pelo muios 15 ps mus baixa do qu*
a priraeira Aeceitar-se-'ia pelo exacto com-
priraento de qualqner nav: > o que constar do
si-u curlifici lo do registro
O nuviu que estiver encaliado prximo o
em meto de algara i passagem frequentada de-
ver car a luz ou luzes brancas -cima
menci.na las, e raais asduas lues encarna-
das -prescriptas uo art. 4o A.
Art. 12. Todo navio, aerapre que for necessa-
rio para despertar a attengao de ouiro, alrn das
luz>'S que por este regularaenio Ibe cumpre tra-
zer, poier mostrar um facboou emp egar
qualquer signal detonant), comanlo que este
nao ;-eja susceptivel de confundir-ie com algun
signal de soccorro.
Ari. 13 N'niiuim dtsposicao destj ragola-
raento podar ter interferencia cono as regras
especiaes estabeleci las pelogiverno de qual-
Aq-nlle qua navegar coro r^oto Tolgado ou
) evera leixar livre o camin'i. n "
a)
argo;:Rvera tiver bolina coxada.
mi, ^f'^iue estiver 4 bolina coxada na
amura do borabordo devora deixar l.vra o u-
min .o ao que estiver bolina coxada na tob-
ra de boreslo. ^
c) (Jjanio ambos nnvegarem cora reato fof-
gadoou largo, porm mareados por bordos
diferentes aqujlle que recebar o reoto 001
borabordo dever deixar l.vre o camiobo^O
'|ue livor o rento por boresle. t-"a"uao
dii Quauflo ambos navegaren! com rento foi-
qa la qie se achar a barlarer.lo devara da?
i''nn'-iu rail", a qe e8,,T;r a wlarenS.
a) Aquolle que navegar com rento empopa
lirre o calumbo
qualquer
ilarinlia assirn o u vapor ero movimento, cora excepcao das gut rra, ou par
luzes (raucas all m ncionadas, das quaes uun- oelD com o ei
a* KM,.? da Ic" Jaj-ao uja. I niHuo adoptad
. AW. <> (Jinl. -l. ,- j.- .Utijii
PLAKTADEBORRITJACQUES BALMAT
3ARTHOLOMEU LOURENCO DE Gl*S-
MAC PILATRE DE ROZIERROMAIN
ZAMBE :CARI O 1.1 V A R I SOPUIA I
BLANCHARD ARBAN LA MOUNTAIN
CilJCE-SPXINELLI THEODORO SI-
VE L.
(Continua cao}
E*p-;---o que Croce-Spinelli e Sivel, victi-
mas da catastropbe do aerstato Zeiiilh deetn
occupi.i o rriraeiro luar nos nos*oa corceas,
ao la lo 'le Pilaire de Itoiter e de aniara.
Jo? Croje Spinelli naateu em Mnibazlllac,
aos 10 la 'Jullio de Ir 15 Depeis de ter
profundos ostudos classicos, foi umdos alumnos
mais i ixinctoa da Escola
e Muniifaciuras.
At aquella data nos militamos sempre em
arraiaes oppostos aquellos em que A Provin-
cia sentara as suas tendas de combal<*.
Atnquella data ..
Fazia-se mist'-r, porm, esquecer os veihos
odios e os nossos inimigos da vesp.Ta erara o-
primeiro3 a apregoarem cssa d -utnna como a
nica compalivel com o lemma da bindoira
que acabar* de ser arvorada : Uberdide, ujual-
da.le e fraternidade.
Quera que se nao deixa arrastar al as bor-
das de um abysmo; quem que n'olle mesmo
se nao precipita quando a boa l para ali Ihe
''**!dirige os passos?...
A Provincia foi a priraeira a entoar o pe-
Central das Artes
[Continua).
Regulara Mito para evitar abalroaraento no m.r,
a que se ref-re o decreto n. VJii, de 14 da
Marco de 1835.
DBI'OICOE PRELIMINARES
As disposices c instantes deste regulameno
sarao ob.-ervadas po' todos os naviis, tanto no
alio in,.r comj em aguas com O mir ligada! e
que Bajan accessivet aos navios Je mar ou n>-
veguem no mar.
Para os rfleilos oeste regulam'-nlo, lodo o na-
vio de vapor que navegar exilusivau enle vela
e nao a vapor ser repujado navio de vela e
to lo o navio que navegar a vapor, quer faca ou
nao uso do seu panno, ser reputado navio u
vapor.
tob a donoiiiiiue'io de navio de v-ipor sataa
coinprehendid) lodo navio movido por ana
T^do nav.o esliera mivimento, no senil Jp
leste regulamemo, desde que U&o -c aclu lur-
deado, amarrado a trra ou .ncaliia lo.
DlSPOcCdSS CONCERNEN TES A'S LU
ZS, l'C
0 termo visivel, quando embregado sete
regul.nueito cora r.fereucta a qualquer luz,
i(uer tftaec\isivel elU noile cscura'ecoui at
UUHpb ra clara.
Ait. 1." As dsposicOs conc.-rnenlos rozas
serio onservadis com lodo lempo, i esdo O oc-
caeo al o nascer do sol, e nesse nit. rvallo neti-
iiuma uutra luz se etnpregar, quo pos a con-
luudir-se com as Insaa que etio prescriptas.
Arl. 2 Todo navio Ue vapor em :nortueti>o
derai irasi-r :
u No inasiro do Iraqucle r.u era fr:ntc a elle,
e na falta Ueste mostr, proa, em altura nao
inferior a 23 res acuna da borda ou quando a
a bocea do navio for mator de 23 pee, em al-
tura iyaal uiesiua bocea, comanlo que nunca
exceda de 40 pos urna luz branca e ariloao-
tf -coiMiuida por forma illurin^ s-.-iu nter-
DIARIO DE PEFMBCO
nitet me peccavi. ^rupgao um arco do borizoiie de .0 quartas da
E cumpria-!he mosrao faxel-o porque das an- asu|ha collocada de maneta que a sua dari
tu da le se |>rojecle sobre 10 quarl s para cad i
tes ela entoara o Are Cezar ao esposo da |atlo ((o IluVlJ) sl, e, desde a lintia da proa al
herdeira do tbrono que aportara a estas plagas 2 qoarlaa pura r aa late .lo travez de um e
oulro bordo, e de tal natureza que seja visivel
os narios reboca os, deverao ira- qu;r nafo a respeito de Iuzjs addicionaes* de
ser as luzes que o art 2- p-oscreve para o nt- : posigo o de sigiul para dous ou raais vasos de
ipor em movimento, cora exeepcao das; gut rr i, ou para nanos naregao lo sob coraboio,
eraprego de signaos de roconh ci-
dos por armadores e que tenham
_ n 'fLH afu/fcjtjj.-teiits iuareows Hitas- *9Bt/t^^:'' '
DENTE J. DK MRaE!. HAUHOa* ^alll.^^.-..U.r pr | Art. li 'i'oli navio de vapor qu;, navegando
EUsato Jote Barbota. Himiloacoutecer nos navios de pequeo porte exclusivam : n > a v 11, tenba entretanto a su>
ni movmeato, por occasiao de na o terapo, cnarain em cima, dever, de da, trazar igada
astas luzes estaro era ledo caso raao ac>:os is I avante, onde possa tnelh r ser villa urna e-
e promptas; e quando taes navios se ach.'in ; pnera preta -ou qualquer lisura da mesma
prximos le ou.ros, deverao ser mosradas dos forma e c-, com dous ps iie dimetro
seos respectivos lados, a lempo de erttar o I Signaes sonoroi para lempos de ee.-raco
abalroaraento,e de raaneira que, nao s se tor-1 Art. 15. Todos os signaes que este artigo
nein bem visir. s, mas Urabetn qai a luz ver- prescreve para niviis era taoviraento serio
de nao seja vista de borabordo, neia a luz en- : dados :
carnada de boresle, era, tanto quanto pra-! 1 Pelos navios de vapor cora o-apilo oo
ti carel, mus de duas quartas para r da lina ser >ia.
do trove/, do bordo respectivo. 2' Pelos navios assirn de vela como rebica-
Aflm de tomar o en.prego dessaslujea ,j0< C)in-buzina de cerragao.
potlateis.-inaia exactoe fcil, sarao as lanter-j g t. o so:n prolongado ou longode qu?
ri is pinta las exlenormen'e da mesma cor da traa este artigo, devo ter de qualro a seis se-
luz 'ue conttverem o prvidas da apropriados
enlaparos.
Arl. 7- Os navios Oe vapor d.; menos-de 40
toneladas (lonolagem lirula) e bera assirn o
barcos d remos ou de vela do menos de 23 io-
ric-l.ulas (tonelagam brutw), e otilras embarca
j6 :i nieaoes, quando era m ivunento. nao se-
rao' obrig ulos a trazer ai luz meociodada no
.n. 2. a) b) >: c) a ijuo ivspoctivainento Ihes
oiri-spoii.iciu, poiiii, urna vez que nc h$an
uso dellas, defarao oslar prvidos das luzes se-
gumies'
1. Os navios de rapor de menos de 40 tone-
la Jas 'leverao trazer :
a) A' raote, na chamio ou era frente desta,
.ssa roriiior st-r vista, e e.u altura nunca
ialerlor a novo ps cima la borda, uraa luz
branca e brilnante. -construida e collocada 9"-
gundo se proceitua n> art. 2 a; e de tai ni-
iii,eza qu se)( visivol a dsia ca de duas iui-
li t, pelo menos.
6; A luz-a --verde e encarnada-dos lados,
construidas e collocadas conf irme se precci'.ua
no arl. i 6; a c), e de tal nalureza que sejara
visiv.'s a distancia de uina milba, pelo ra DOS
uu finao,ama lanterna bicolor -qne mostr
urna luz verde e outra encarnada, desda a liaba s
da proa at duas quartas para r da linba do
raras do bordo esneciivo.
Rasa luuterna licar collocada a nunca manos
d tres ps abaixo da lu braoc.
2. As pequeas lanenas d.-; vapor, da class
PJe
glona
caardiai
perder
rafo i
y". v|l<|ticaa-no>
Provincia proseguir na sua faina io-
raolestar-ncs com dicterios e pi-
em propaganda monarchica, ou antes, em perse-
guirlo d'aqu-'Ne que por aqui tambom an iava
pregando a liberdade e que tivera mais tarde
um tmulo as profundezas do Vesuvio.
I
i"
Pasta-i* mister, porm, esquecer 03 velhos
o que nao conseguir, poreni, iazer-nos odio; e nos fizemos mais aindaesqueceraos
essa piedosa calma para cuja oblite-ag injurias.
ratas e t3o renliidas campanias nos tem
Abi est como A Provincia deu-nos a abor-
dagem.
Depois SPguio-3e o cahos : a Repblica era de
lodos os brazileiros, ou, pelo menos, todos os
como um facto
ofi'ereci i o.
Nao: ple A Provincia licar descanjada :
quanto mais longo levar as suas iras, quanlo
mais c< riiesnihas forera as suas iureilidas, tanto
ii; nos esforzaremos para manier illesa esta braziliros haviara-n'a aceito
a. do serena, essa piedade que tanto Ihe consummacio.
bol
r< iros
n.e.-i
V. i
Do .
Da i
m os ervos, s s essa arm erapunha-1 Provincia foi a priraeira a nao ter urna
so ofse escudo cpporemos aos golpes phrase de piedade para o infeliz taurisre a quem
is da difrumc,ao.
que outra arma deveriaraos hogar mao?
enloara o Ave Cczar.
Acceilara tambem o faci coosummaJo c ofFe*
I recera tambera o seu valioso concurso para o
' progredimento da instiluig&o nascente.
Foi repellida a principio; ma9 os bons dicta
rabicii parece que tem a su applicagao e?pe- me3 republicanos ordenavam quo netihura bra-
cafCo pelo desaforo ?
Oria pela injuria
0 d ute por denle a o olho por olho da cartilha
citil, l p^ra aquellas bandas aren, sas do Su-
bara cede o Simoura cresta a fronte bronzeada
do b;. uino.
Aqui, onda a civilisaco tem altares, parece
que no rauito a gente dar-se ao fiel cumpri-
mento do3 sena sabios preceitos.
N5o i A Pr tuna'nao conseguir enveredar-
nos p:-r essa trilha tortuosa da lingo gem des-
abrida
Nos nao escrevemos para um grupo de desaf-
zileiro, que o quizesse, fosse excluido de ope-
' rario do grande edificio das liberdades brazi-
; lizas.
D'aqui, d'estas mesraas columnas, porm, fi-
zemos sempre sentir aos demolidores do ihrono
que A Refublica seria coas rvadora ou dSo
persistira.
E tomando por norma esae celebre apopbtbe-
gma do grande philosopho francez, nos viraos
em pouco lempo elevado ao poder um illuslre e
prestiraoso conservador que tere a propriedade
feaios noliticos: o dosso .jornal lido aqui,
como em toda parte onde as tmbarcaces'de nos approximard"A Provincia,
lannrr ancora. E, A Provincias que sempre o stygmalisara,
Se r. cegneira partidaria d'esse estreito ara-, Da0 |rc.[,:.jju, enlo, lauralo cora todas as fio-
bito era que s se respira poltica, coralirma os!rPS dos yi,-rgtiii da amabilldade.
Pareca ter raesrao esqueciJo os ve'nos
oiios ..
defeilo:i que gratuitamente se noi attibue;
fora d'aqui, longe desie borborinho de paixOss,
o nosso jornal val cair sob as vistas do leitor
libelo as no3sas Iucta3 intrnsecas, o nico ha-
bilitado para jnlgar :om issnia do animo da
nossa educc&o jornaltica.
nao; A Provincia rao altiogir o alvo que
aacopa
Nao aceitamos a luva qaa se nos aura n'este
remed, era que as armas escole idas sao um
sonco da limo ou un puntado do lixo para
jogar--: face do adversario.
Todos aquelles que ios leem desapaixoaada-
aaerite todos aqnellei que nao nos \i" n alra-
tsz a lenta partidaria, que jilguera de nossa
aonducta, que digam de que lado est o deses-
pero, onde 0 despule pequeolno e falsa po-
sacao-
sraxa naa iiospi.os da alienados os gii^a.
Esi como A Provincia logrou approxi-
mar-nos.
A Repblica o exijia : fazia-se mister esque-
cer os velhos odios; e nos fizamos raais-es-
quecemos as injurias.
D'ab para c, siaao actualmente, diga-nos
A Provincia onde os partidos militantes?
Urna verdadeira confusSo perfeilamenle justi-
ficada pela decretaco de urna reforma feita da
noute para o dia cora grande so'preza de todos.
Abi est porque temos sido lacaiot de lodos os
governos.
Mas A Provincia nao N lembra que boje
asta a chamar illuslre e digno quelle que j
mimoseou com os mais groaaelros epithetos.
O mando este e para deante que se ca-
dtslancia de 5 imillas polo meuas.
;,6) Do lado de boresle-urna luz verde,-
tonsiruida de forma que Ilumine, aera inisr-
rupi'fio, um arco du boriacnie de dea quartas
ia agulha, collocada de in-iieira que a -ua cla-
i i lime se projecte desdo a 1 tilia da pidi ai
loas quartas para r da Imna do atravez desse
mesmo bordo, e de lal natureza que seja visi-
vel a distancia de duas aiilhus, pelo rannos.
c) Do lado de borabordo urna luz encarna-
da,construida por forma que illuraiue, aem
interrupco, um arco do horizonte de de qu ir-
las da agullia, collocada de raaneira que a sua
clandado so projecie desde a linba .da pia al
duas quaitas para r da linba de atravez desse
rae>mo bordo, e de tal na ureza que seja riai-
vel a distancia de duas railhas pelo me os.
d) As luzes verde e encarnadados lados
serao providas pla parle interna do navio com
auleparos dtspostos era sentido paradlo a qui-
lla, e que avancetu pelo meaos de tris ps para
vadle do foco luminoso, atim de impedir que
qualquer dellas s-ja vista do lado da piOi
opposto quolle em que se aclia collocada.
e) Os navios de vapor era tnovimento podero
trazar addcionalmenle urna luz branca.
Es:a lu ser de construccao igual da men-
cionada na secr o a) e dever li ar collocada
no mesrao plano da quilha, por anie-a-r ou por
ant'-avante dessa outra luz.
Si por ante-a-r 15 ps o,ais alta pilo menos,
i por ante-avante 15 ps mais baixa, pelo me-
nos, do que a primeira : a distancia horizontal
entre essas duas luzes devendo em ambos os
casos ser maior que a vertical.
Art. 3o Todo navio do vapor, quo robocar ou
tro navio, dever, alm das luzes tos lados,
irazerduas luzes brancas bnl antes dis-
ponas era linba vertical e separadas por in-
lervallo nao menor de seis ps; si, porm, re-
bocar mais de um imvi i ao raesrao lempo, a o
coraprimento do reboque (medido da popa do
rtbocador popa do ultimo navio rebocado)
exceder de 600 p*, dever eolio Irazer addi-
cionalinenle -una lerceira luz branca brilhan-
tt*,seis ps cima ou abuixo das oulras duas
lues j relendas.
Essas luzes serao de idntica c-inatrucyao e
natureza, e estarlo collocadas na mema posi-
^'loda-lui brancamencionada no arl. 2
secgo a), exceptuando-se a -luz adlicional,
que podet licar raais baixa, comanle, que nun-
ca a menos de 14 ps cima da borda.
Para facilitar o overno do navio rebocado,
poder o Darlo de vapor, que rbica, i.erurna
p quena luz branc-> por ante-a r da cliamine
ou do raaslro da popa, cora a condigo, perm,
de que nao seja visivel da parte de avanlo da
liuha do atravez.
Art. 4." a) lodo navio que, era consequencia
de aiguin accidente, estver sem liberdade" de
sefAo, devora 'razer mesma aliuri daluz
branca mencionada no arl. 2." o?, a si for na-
vio de vapor, cm subtiiuicio dessa lu:, mas n-
de possam ser vistas raellior, duas luaes en-
carnadas dioslas em linba vertical, cora in-
lervallo nao menor de seis ps, e de (al nature-
que sejara visiveis em toda a volta de horizon-
te distancia de duas milbas, pelo menos.
De di.-,dever esse naro Irazer am linba
veruc-l, separadas por Dtervallo nao menor
de seis aa e onde possam ser vistas raellior-
duas espheras prsts-ou duas figuras da
mesma forma e cor, tendo cada urna oua pea
de dimetro.
6) Todo naviq que esttrar ocenpado em la u
car, rocegar ou enspendar algum cabo tilagra- .
piuco, derer iraaar os mesma polca<) da lf |ir nanea excedente de 80 ps cima da ooru
dever deixar
oulro.
Arl. 18 Todas 33 reze qne dous navios da
rapor so en-ooirarero pri coi-ra pr ,. oo io
proxiraam-nts nossa dtrecclo a ponto .le barer
risco de aualroaraanlo, ambos der-rio ruinar
para boreute, de raaneira a poderera oassar a-
fos por bombordo un do outra.
Este artigo tl> snonte se applica aos casos
era qtia dous navios de vapor se enrontrera na
roalidade pria contra proa, ou 15o
raerte nessa drecc a ponto de
abalroaraeilo, e ni qu;lles em
Se appii
gurtdos de duraQo.
' g 2'. Os navios de vapores deverao estar pr-
vidos do um ancas -apilo ou sereia em que
o som seja produzido pela accSa do vapor, ou
ie ligo O agente subsliluilivo do vapor e,
ou rosni), da tal raaneira colloeado que o mis-
: m sora nao venha a ser interceptado por obs-
tculo de espec'e algunia ; de uraa bia bu-
zina de rerragao -ein que o som seja tralo
pela acclo do ar comprimido por meios m:ca-
i me >s, e lainbetn d um a lequado sino.
I Os navios ie vela de 20 t meladas ;to.ielag m
.bruta) e d'ahi pan cima, devrao estar pro-
1 vi los de um i buzina de cerraclo e de ura sino,
nomo oa desc iptos aolma.
i lira lempo do rerragao, nevoeiro, qu la de
neveou Iort-s tormentas do chura, e tanta de
dia como de noule, os signaes de que Irala e le
ariiuo s i i) O nanos de vapor, desde que lenharn
'seguimeiito, deverao lser ooTtr, pelo menos
, de dous era uous minutos, ura som pjolonga-
i do ( -).
6) Os navios le vapor que, por estarera com
'a machina parada, nlo lirerem seguirnento, ou
sera hbsrdade de a -.c >, derero
fazer ouvir. pelo menos de dous em dous mi-
p rotuna-
arer nuz.) ie
vos devora pastar saf/s uiTpalo' oai'rin con-
servarcra os respectivos rumo
Os caso^ a que o presenta artiga
veem a ser, pois, aquelles em
Ba ni .tirl99
do com os seua proprros m.ist oa oo
m:nte nessie aliuham;nlo, e de noote, q'ianda
cada un avista ao raesrao tinpo p-la prda
ambas as luzes alera** do oulro.
O artigo nao tem applicac&o.ele dia, nos ca-
sos em qui un dos navios v o oulro p.-la prda
cortanio-lhe o rurao/d ante, quando a luz
encarnada de ura doa navios correspondo i
luz encarnada do oulro ou a luz verJe luz
verde, ou qu an lo pela proa se percebe urna
luz verde som a luz encarnada, ou anda, qoau-
do so avistam arabas as luzes, encarnada e rer-
de. em quiilquer lireccao, que nao seja pela
proa,
Art. 19. ToJao as vezes que dous navios da
vapor se criiznrein de molo que pis-a haver
risco de abalroaraenio, aq'ieile qu < avistaron
trer o out-o por Boresle dever deixar-lhe
lran.,0 o caminiio.
Art. 20. Todas as vezes qui dous navio?, um
de vapor e outro de vela, se app-oxim .rom em
directo tal, qu- p tesa haver risco de ;.b .Iroa-
nieoio o navio de vapor dere deixar lirra o
calumbo ao n ivio de vela.
An. 21. as casos era que, de conformidade
cora o disp slo iioate regularaeato, ura de dous
navios leolu de deixar liara c carainho ao of-
iro, este uli.no conserr ir o spu rumo e o en
an lar, snHo quando, em consequencia de eer-
raclo ou d oulras Causas, elle se .che to pr-
ximo do o tro, que n3o seja pos'irel prevenir
o abalroamento smente p.la n.anobra desse
outro, caso em que adoptar o alriira qu: rae-
loor fr |iara evitar o ra.sm ) abalro^m.ato [ri-
de i/te. 2r e 21).
1 Arl. 22. r.do navio qu-, era vlrtn le do dis-'
p 'Sto neaU refiulainen'.o, livor de d-ixar hvre
o caminlio a qu-ilquer ou ro, dever U.r.bem,
seas circu infancias do caso o pernaitlirero,
evitar de coriar-lhe a p-di.
Art 2i. Tolo novia de rapor que, ero rirln-
do do d sposlo neste regularnento, tiver de dei-
xar livre o raminho a qualquer outro naro,
nulos, lous sms prolongados, espagad03 de dever, ao pproxiroar se desse outro. o si tin-
cerca de nro segando, ( ) ^^^( lo fr preciso, moderar o seu andar, ou parar,
c) Os navios
te vela omino tmeit> deverao ou mesmo tocar atriz.
fazer ouir, pela menos de minuto era minuto,
de-Msqoe iuiioa navus costu ua.n irazer-, quando amuralos por boreles-ura sora curto
branca.-a monos (-), quando mura ios por bom-bordo dous
bordo, podero tir a -lu-
do no>e ps de altura cima da borda, cora-
lauto que ella fique collocada por cima da lan-
terna bicolor uaciiciouada na secgo 1 6) desse
artigo.
3. Os barcos de remos o de vela, de manos
da 20 lonela las, tero prompia mo rima
lanienia cora um vidro verde era ama das fa-
ces e na outra ura vidro encarnado-a qual,
sempre que laes barcos se achem prximos de
uuiros navios uu e barcagOos, dever sor mos-
trada a lempo de evitar o abalroaraento, o re
maaeira que a luz verde nao ceja vsia de bora-
bordo, era a luz encarnada de boresle.
4. as embarcac,<'8 mmdas, m qu.-r a romos, quer ,a vela, deverao ler prorap:
la tuo uina lanterna do luz branca que sera
idos rada a terapo gueteme para evitar abal-
roamenio.
Os navios a que esle artigo se refere nao se-
rio obrigados a fazer uso u.s luzes prescri-
tas no arte 4- o) e art. 11 uHirao.
Art. 8' As erabarcagOes dos praticos, quan-
do empregadas no aerugo da pralrajem mis
respeciivaa esiagOes, nao dev rio fazer uso oas
luzes presciiplas para os demais navio?, porm.
aira, traz r no tope do maslro uraaluz bran-
ca-, riaivel em loda a volta do horisonte e,
alera disso, mostrar um ou raais Tachos cora pe-
queos inlervallos, que nio excedam nunca de
15 minutos.
Quando se achem prximos de ou ros navios
deverao tambera laes embarcagoes ler acce.as
e promptas raio as suas luzes de cor dos la-
dos e fazel-as lampejar, ou raoairal-as rtrmes
com pequmos intervalln, Joan uid.car a direc-
cio aa sua p'oa, de modo, porm que a uz
verde nao seja vista de boxbordo, netn a luz
encarnada de boresle. .
As pequeas euibarcacQes dos pratico3, da
olasse dessas que teem de atracar aos navios
para dar ou receber o pratico, p idero limitar-
se a mostrar a luz brar.ca, em vez de a ttnse
rem uo tope do raastro, e em, lugar das luzes
de cor cima menciona la*, taraoem pode ao re-
duzr-se a ler prorapta a mi urna lanterna
com ura vidro verde era urna das faces ena ou-
tra um vidro encarnado, para ser usada, segun-
do a:una se precetlua.
As embarcares dos pratico?, qoando nio C!'
uv-lem empregadas no servigo da praticagem,
naa respeclvas eslagOes, deverao trazer ou
mostrar as raesmas luzes que os navios ou era-
barcagOes da sua tonelagem-
Art. 9 .................................
Art. 10. Todo navio que esliver prximo a
ser alcangado por outro dever raoslra: de popa
a este ultimourna luz branca -ou um-f -
cho
A luz proscripta por este artigo podera mes-
mo estar flxa, mas neste caso a lanterna que a
contiver, dever ser por tal forma construida,
disposla e provida de anteparos, qua a sua ca-
i-idade ee proj-cle uniformemente e sem inter-
rupgo sobre um arca de horisonte le 12 quar-
ioa da agulha, iito e, sobre seis quartas a con-
tar da linba da popa para ura a outro bordo : e,
oulrosim, que seja riaivel distancia de uraa
milha, pelo menoa-
Essa las dever tambem ficar collocada, tan-
to quanto fr posivel, in menno lirel da3 lu-
zes dos lados. Arn ,
Art. 11. Os navios de manas de 150 pe* de
Comprimenlo, quando ancorados, deverao ter
arante, onde possa melbraer rista, raaa em al-
sons curtos successivos (-----) e quando ma-
reados cora rento para r da iravz tres son.-
curtos su^cessiros (-------)
d) Os navios ancorados d.-verio, p:lo manes
de minuo em mmuto,locar o sino-viva-
menle. por espago de 5 segund.s, pouco raais
ou menos. ,
e) s navios funleados fora doa ancoralou-
rosordioanos, e qua taor sua postgio pissara
estorrar o caminiio a ouiros nivio?, dever) u-
z.rouvr: se forera de vapor, pelo manos de
dous em dous minutos, -dous sons prolonga-
dos succes-ivo3(-----) dados com o apito ou
sereia e seguidos de um loque do sino ; se de
vela pa o menos do minuto era minuto,-lous
saos dados co o a buzina de cerrago e
seguidos igualmente de ura toque de sino.
f) Os navios reboeand), era vez dos signa*
quilnes eslo respectivamente marcados nos
a) e c) deste artigo, deverao fazer ouvtr pelo
menos de dous em dous minutos tres sons
successivo', -sendo o pnmeiro longo e os ou-
lro* d >us curtos (-------)
Oa navios rebcalos polerio lamoem dar esle
signa', porra nenhura outro
ai Os navios de vapor, que desojara dar I
outos navios esta indicago O carainho
por onde est o mu navio: pote passar ao
n-u la lo,-podero fazer ouvir--tres sons
aucc-'ssivos (curto, longo e curto) {----------)
espagados cerca de 1 segundo.
hl Os navios oceupa los era langar, roceg.ir ou
suspender algura cabo telegrap ico, ao ouvirara
o slgoal de cerrago de nmro navio que se ap
prxima, deverao responder com tres sons
longos successivos (-------------------)
li Os navios era raovmento, que nao pascara,
en'relan'o, desviar-se do caminho de qualque
outro navio, p >r estarera sem liberdade de ac-
ia i ou impossiblitados de manobrar na con-
formidade deste regulaiuenlo, deverao, a ouvir
o signal de cerrago de algn navio que se
approxune, responder com quatro sons curtos
e ?ucc.essiro3 (- ------)
Os navios de rea e barcos de menos te a)
lonela ias (tonelagem bruta) nao serio obriga-
dos a usir dos signis cima mencionado', pi-
lera u na voz que os na erapreguera, d-voro
fuer ouvir, p-lo menos de minuto era minuto,
outro qujlq'uer slgnal sonoro bastante elflcas.
O AN?'Al DOS NV.VI03 DE VE SKR MODI-
HADOEMTEdPO DEGERRACAO
Art 16 Todo navio em lempo de cerrago,
nevoeiro, queda de nev ou fortes tormentas de
ciiuva dever seguir cora andar moderado, lan-
do era'considerago as existentes circunstancias
a condigOes da occasiio
Todo navio do vapor, ao ounr, appareotemen-
te pala parte davante de seu irav.;, o signa! de
earracfto de outro navio, cuja posteio oa Ihe
seia possirel roridear, dever tanto quanto o
oennittara aa circunstancias do caso, para/ a
sua machina, e pois navegar com precaocao
Ha que haja deTapparacido o penga de ab .1-
rRE(>RA3 PAR\ O0VERN0 E NAVEGAClO
AIvertencia-rtio) de abalroamento
0 risca da abalroaraento, quando as circum
alancias o permlllara, ple ser deduzdo
cuidadosa obserragao do rusao a que demore
navio qua se approxiraa. Desde que osso rumo
nao inud por manoira senslvel, deve preaumir-
n que existe leaiehante risco-
Art. 17. Tadas as vezes que dous nanos de
rea se approximarem ura do ou'.ro, da maaeira
aue posj harer risco de abalroaraento,
jallas deixar lrra o '
guale conformidade.
um
cararaho ao outro na se-.j
Art. 21. Nao obstante ludo qa se acha dis-
p)-to neste reijulamento. o navio qua alcangar
outro lever deixar hvre o camuitiu ao navio
alcangado.
Tob navio que, por outro entrar de qualquer
drecgo raii'S de duas quirlaa partes para r
da linfta o travs desse ou'.rn, islo. era poai-
1 lal, re uiv.un nte ao navio qu i eativer
s^ndo alcanga lo, qu?, di noni, nao Ibe seja
possivol vm qaalqu-r das luzes Uteraea deste
ultimo, devera ter se na crata de-navio alean-
gaJ > -; e n-mhuraa subs^qu>n'e alterago do.
rumo c rrento d1er fazer
cora qu^ o alcanga lor seja considerado nario
que cruza co u outro no sentido d'eslf regula-
ra :iito, riera dispens.il o-ha do derir de s: con-
serv r safo o navio alcangado -at qae o
Uan nassadoe d.-ixa o l.vre.
De tiia, entretanto, como nem sempre possa 0
navio, qne por oulro rae eo'rando, rerificar
cora exicglasi est pera v nt: u pira r da
referida poaigo coru relago a ele outro nano,
em casa de duvida dever presumirse navio
alcanga Inr e pruc.aler nessa conf .rmulale.
Arl. 2> E n canses estreitos dever lo lo na-
vio de vapar, quinto laso for seguro e pralica-
vel, encoa'a--s! para nqi-lle ludo da zona nare-
gavel ou Jo eixo do canal que Ihe tirar por bo-
roeste.
Art. 23. Os navi >3 de rea em raiv ment de-
verao deixar livre o caminho aoa nar.os de re-
a e barcos quu estirorera pescando cora r le?,
linba ou arrastoes.
Este praciito, po'.n, nao dar a nennnro na-
rio de vela ou barco ocrapa lo ero pascar o di-
reito do obstruir qualquer pissagem par onda
costuraera transita.' outros navios que nio se-
jara de peaca
Art. 27. Na ohservancio e applicagao pratica
dos preceilos constante3 deste regalaroento,
ser preciso aitendsr devidarn^nt-, nio s a to-
los os riscos da navegago ou de abalroamrato,
mas ainla a quaesquor circums'ancias especiaes
que possam tornar necessaria algaraa prelerigio
i ia raesmos prece.tos, afira de evitar pengo
mais mmadiato.
Siynies smoros pira navios cisla nn$ dos
outros
Art. 23- 0 -sora curto-a qns se refere este
artigo devr. ter ura segundo de durago pouro
mais ou menos.
Acban lo-:ie os navio' vista uns dos outros,
o navi i le vapor, que honver de por em pratica
qualquer manobra aniortsada ou prescrita por
este regulamento, dever indical-i no momento
le Iniciar a sua exccugSo, por meio dos segnio-
tes signaes dalos com o apilo ou sereia, a sa-
ber :
Um 3im curto : ( )Eslou guinanda para bj
reste; _. ___,
Dous son i curtos: (------)o.slou guiando
para borabordo ;
Iros sons curtos : (----------) A mmhama-
china esl andan lo atraz a tola a Torga-.
Em circumttanci-t alguna decem os navios oVs-
eanir as n:cestirias preciuces
Art. 29. Nonlvuma disposigo deste regulimes-
lo poier eximir qualquer navio ou s.u pre-
pnetario, capilo ou equipag'in.da consequ-
cias resultaulos de algura descuido as luzes oa
signaes,-na necessaria vigilancia ou naqoellas
precaugOas, quo poasain ser exigidas, uao s
pela nratica o>-dinaria da vida do mar, sioo
lamhera pelas especiaes circurastancias do caso.
Reserta d,u regras para p.rtos t nxregtca)4$
aguas interiores
Art. 30. Nrnliutuu diiposlflo "asa regnls-
mento podem ler nter fe'encia na applicagao de
qualque regra esp-.cial, dov.- a a :H" ^-staLel
cida p:la auiondade locjl &.m rasp-ilo a nare-
giooo de portos, rios oa aguas fleflot


Hari>|de Pei'naiiibiicc Terqa-feira 9 de Abril de 1995
-

lis



>8 qua algun navio se -Ha
outros cavos o a le trra, fnr uso do segra-
les signes, junta, oa senadamente, a nabar:
1 Un Uro do rw<;a ou miro --i?nal expl isivo,
dis lirado de miufia era maulo, pouco mais ou
metioa. ,,
2 i nal ie atieeorro do Cdigo Inlenacio-
aal representado P'rfas btadeirai N C.
3. u e goal -de succorro para granito disla-icia,
formado por urna bandera quad-ada, t8n;lo ppr
ais. ou por baixo uma esphera ou qualquer
objeto apparen ando a lrrua da uma esphera.
4. Sor.a continu.idos, produzcos por me i o de
qunlquer dos nslruuieaics codj que se tazein os
aigiaes ie cerracao.
lie noute: .
1 Urs Uro de pfQa ou outl' slSnal explosivo,
disparado de minuto eiu minuto, poueo n.ais ou
menos.
2 i.liammas a bordo Jo navio, como s que,
por exetnplo, podara ser prodiizidas por i
Rachel Maria
eiroz Peregrino da Silva. Foi eleito governaaor da pr,vlucla de Ja-
dous navios,
barril d: azeile cu ie ulcairao arJendo.
3 FogoeUs ou bomli.s, latinan lo laurinas
da qualcuer cor ou especie, atiraios ara ou uiua
de cadi v.z a cum pequraos iotervallos.
4 San* cjjiilituJ. qulque; dos ios ru uctttos c a r,ue se lanera os
in:3lecerra!:a:;,,N,t B
nevereta. nanus em raso d> abalroam-nio
todos os cases de .bairoamenio entre
s.Tadod.v:rdo.-ap.'ao ou de quem as sna vczes faga, po-
dando! c tanto quantelor pr.ttoavcl s-iu risco
para u prc,,-io n .vio, equipagem a pas-
os h.uvm), psuuuccer jcnlo do
al aasegura se da que aliento
do BQCCfl ro, l presUr-ltw, bem
,, sYu capi o, mipageta e paasugeiros
ij lo u auxilio possivel e neccs-
j para salval-o:, de quucsqucr perjgo prove-
nto meitfto abaiioimenio ; e, outrosira,
- qum
para s
afearos (*'
outr) mvio
: luais
qouij
(l 03 HOUVlT
aittte
Dr. procurador Fiscal
uaquiaa da Conceigao, Fer-
reira Rodrigue & C, Juvino Bandera de
Millo, Meaezes Nobrega & C, Manoel da Silva
Nogaeia & C, Pogas tfendes & Ct, Herd-
Futios de Pedro A. ta Cruz Man*.Informe o
Sr. Dr. Administrador da Recebedora.
O protocolista,
Francitco Militino Ferrtira.
1 pjrl
lacee'tarii do Batida dosN gofio
oha, II de II rgo de 18:5. -Uiti*r o Jos liar-
bota.
da Mari-
sen tinga -
Governo do E*tndo 1 Peraaaiit-
buco
DKSPACHoS DA SECRETARIA DA JSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CXO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA ti DE ABBIL DE
atotiio onrid) de S, previ lo na.servilla
vilicia dos orliaios de rabelaodi publico ju-
dicial >: nota: do municipio de Belinont-, p -
dmdo novo titulo ie geu provimvnlo Como rc-
ienier.
CleiiH'ntino Al#;s Pegu^no,
diodo or ciTlidiio o t cor de sui
A.oDr Jai, de D relio do municipio .le Pao
d'Alb", p ira mandar juntar --i Ccr idSo pedida.
larlcs l':nv.r;. da S Iva, 2 T.b'IHao de
R,)Us -lliiMosdo Reisiro, Escritao do Jur\ i
Etecui.Oes riminaes do municipio de lian J^r-
Prandsco Miguel do Naaclmont<>, sentencia-
da nejindo por c -tilda l 0 UlftOT de su santeu-
ci.'-Aj Dr. Juiz de Dir-'ilo do munic po d"
Gojuuua, para mandar juntar a cerlidao p .di-
Jcao Francisco do N. se i monto, sent. nc ado,
piMlindj por cerliio o Uuor de sua Siuteiica
ir. Juiz de Lireilo Jo municipio de Uom
uditft, para mandar junar a certidao pedida
Jos Joaqnun .'.Ivs, tciienlR do 1.- Batalhao
dj In infarta E-tidual, solicitando o pagamei -
to do fjrni'Cim;iiio que fez ao uestacain.'Mo de
t-aminaado, ni etJaJe dj Victoria, a contar
4.4 de.Jaoeiro a 20 Je Fcvereira Hado Dee-
tiio, nos lerui i) d > oiliiiio desla djld aj .v'r.
S'MretarJo da Faxenda.
Manoel Amancio do Reg, ex-praci do 1
Corpo Policial, pedindo o paga menta detenej-
menios Datada e assignada a petizo, volte
qu.'reillo.
Seb.ijlio Lope?, solicilanlo o pagamento di
quanlia de TOsOOJ. proveniente da enea lerna-
^. i da 14 folQU ; para a Casa de cUnco -
tVier o, com oflicio deata dala ao Dr. Scre-
tario di Fazenda. .
Pedro Pereira da Silva, a Antonio Ljuronco
Caroairo, sentenciados, oedindo por cerlnn
neor-da senUnca que Itiea fot imposta--Ao Dr.
Juia da DieeilO dj municipio de Amiragy, pa-
ra mardarjunt.ir a Cjrtidao peiida.
M,mf,el L,.-ivalcanti do Hollunda, sentencia-
do, ptdind i per.lii ) 11 leferido.
Vira alo Huacio d l'rejlas, iieJindo eatre-
de Jjcumeiitos-D se, por cerlidac.
Pelo porleiro,
Hermenegildo Qur4wi*ta Policial
Secjo 2.*. 78.Secretaria da Qaestura
Policial do Estado de Pernambuco, 8 de Abril
de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, mul-
lo digno secretar da Justija e Negocios Inte-
riores.
Parlicipo-vos que foram recolludos a Casa de
Deienco os seguinVes individuos:
So da 6 :
A- ordem do Dr. delegado do 2 dislrlcto da
capital, A leanle Maria R'beiro de Sou/.a, para
ivt'i iguagOes policinas.
A' ordera do subdelega lo da freguesa de
Santo Antonio, Luiz do Franca de SaiU'Anna,
como gatuno ; Miguel Q. d >s Santos, por crirae de
resistencia ; Guiliiermino Martlns, por ernne de
defloramento; Jos Feruandes o Leobiuo Ni-
come.lea, por disturbios.
A" ordem do 8i)bdi legado do dislricto da Ma-
gdalena, Manoel Pereira da Silva, por criine de
Ueloraioaoo.
No dia 7 :
A' minha ordem, Francisco Tenorio Cavalcan-
te, Antonio Ferreira dos Santos, vulgo Rio Pre-
lo, Uenedicto Gomes da Silv i, Francisco Moraes
da Silva, vu'go Vel. inlio, Antonio Francisco S.
Moror, Jos Klias Coellk) da Silva e Jos Pereira
ie Barros, vulgo Jos Viuvo, remedidos como
rri-limosos pelo delegado do municipio de Jato-
u.i de Tacaral.
A' ordem do subdelegado da freguesa de
Santo Antonio, Francisco Rodrigues dos Sanios,
como d*sordeiro; Eloy Alvos da Silva, como
gatuno e paf uso de armas defoxas; Pedro An-
lonio d;: Silva, como vagabundo; Joao Chry-
0 limo da Costa, por crraa de res Flpncia e
us i de armas deiezag; Mara Mirtinana da
Concalt)l0 e Antonio Fjippe de Oliveira, por
dislurb 8.
A' ordem do subdelegado do 1. distr.cto de
S. Jos, Jos Antonio Pereira, como g.ituno ;
JoSo lieraeterio da Silva e Antonio Mannlio de
Campos M-'llo, por embriaguez e dilutbios.
A' ordem do subd-dejjado do 2o districto da
oa-Tista. Joao BasUeta l'erreira, por crime
ao fermientos; e Manuel Il.-nrqu: Xavier, por
embriaguez e disturbios.
Communicou-me o subdelegado d > 2."
dislricto da B,ia-Vsia, que no da 6 do ror-
r 'iiie, por volta da 8 12 twraa da neule o no
sinar a Julio Parrem de '.zavedo, contra quem
lisparou u;n rewolver, cujo projeclil nao o al
Ungi,
'ruinando aquella auloridade conliccimedo do
sentenciado, pe-^J fado e tratando de etiectuar a priso da Jo5o
Baplista, este, era companbia de um oatro in-
IfTi luo eontiecido por Medonlio Iravou lucia
co.ii as pracis. da qual reaollon snbirem fer-
lo-1 o referido joo jpiista na cibera o a pla-
ya Jet Daniel Tivarea no brago osqur lo.
Nta obsia .te a re.-i-lencu oppnsla O'-am pre-
19 J.'o Baptista e o nlludido Medonho, que
n clamar- ambos recolludos Casa de Den.Tigao.
Sobre o faci proc:de-se nos termos da lei.
S ."de c fraternidado.
O Quesior.
Jos Fdippe NflfJ di Silva Filho.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do da 8 de Abril de S95
Antonio Augusto de Lemos & C, Mana Ame-
lia Carneiro.-Informe a l* secc&o.
Auna Paulina da Costa Oliveira, A. Pinbeiro
le M:ul nica. Cerlilique-se.
O porteiro,
vuihdij B. di Si'va Guimarc.
gs-
DE5PACII05
D
DD DR. SECRETARIO
FA/KN'DA
De 5 le Abiil de 1393
Juao liiii(,-alv:s de Araujo L'iua, ped.ndo pa-
H u da quioiia de 73S")03 qn
CriptU".. la, prove ii-nle
la
se n ella
gratlcacdo que '
tweUlX'lo Cminaadj do Anucunpto
HiBQiiipio de Triuiupbo, de 1 a 21 de Abril de
A.jiiI le lS)i -Ao Sr. I>r. Director (Jeral para
anudar pagar de acc>rrto cora a sua urorma-
co de 19 de Fevereiro uliimo.
Conego Antonio Pereira de Oarvalbo, viga-
rio de Cirui-, pedindo para ser iba entregue
<* cunta do crrente exeralcio, o auxlio .ir
1_))OSO>0 a que so refere o S 75 anigo 1. do
orcamenlo em prorogatao-lutorme o Sr. Dr.
P: rector Geral.
Dia G
Jos de AiPvelo Maia e Silva, pedindo pa-
aiaentjda qu:m:ia de 14OS000 que se ada
-ipiurala proveniente do fornecimenlo de
KIM ambulancia a PrefeUura de Quipapa-Ao
Dr- Dueaorgeril para mandar pa^ar-
SECRETARIA
DE ESTADO DOS NE(K)CIOS
I A INDUSTRIA
Despachos do dia 3 de Abril de 1895
Conuaiibia Peraambocana de Navegyyo re-
Blicano d> de;picbo de 4 do corr. rile pelo
Oltul fui indeferi a a peticio um que solieilou s
piijaraenlo da ~ubveni;Ss relativamente aoo
nizes de Abril a Novembro do auno prximo
findo-Mantenb) o despacho anterior, vista
cuino as n>vas allegacO--s apresenladas pela
paticiociaria nao nistroem os fundamentos que o
Hictivaram. .
Gertrude3 Lerpoldina da Costa Coimbra, pe-
dindo entrega de documentos.-Sim depo s de
completar o sello. L..-.. .
Abaixo' aasig iodos, moradores a\ CiJade de
Olida pedin lo o reslabelecimanto do chafarix
da Lideira da itib.-ira.-Ao Dr. Director Geral
da v Directora. .... ...
Vnlonio Fernaadesdfi Carvalbo, possuidor de
ais de 6:000 is de caf, pediido para apre-
seiitar os documcni03 necessarijs afim de obter
o premio em lei conferido.-Junte documentos
de Po em o allegado.
Dia 8
A Companbia Pernambucana requerendo pa-
samento da quantia de 518650 importanoia de
tassagens iornecidas por conta do Estado.
.im, conforme ollicio desta data ao Dr. Secre-
tario da fazenda. __
A ompanhia Great V. eslen of Brazil river
ymited, pedindo pagamento da quanlia da
jior cenia do listado.Sim, com ofScio desla
lata ao Dr. Secretario c a Fazenda.
Antonie Venancio Cavalcante de Albuquer-
it, pedindo entrega de documintos que apre-
nlou para o concurso de 3" officlal da 3' di-
Ctoria.Sm mediante recibo.
O porteiro,
.rc/uas Mafra.
------- Na mesma cliade t >mbem fol receb io de mo-
DlRECToR A geral DO THESOURO do sympitaco o Sr. Mi.aes, gerente da Compa-
DO ESTADO tibia Malte La-argein.
Despachas tod8de Abril de 1895 maim^TZ"S"?*<> eio dn
gabioele, a proposito de quaeioes de poltica in-
te.-..a e julga-se immioeoie nma crise.
cincelino Americo de Aibuqueiqu^ Mallo, Ai felacOes diplomticas tiotre a Repblica
,los (lomes Pereira da Silva, Miguel de Fi I e 0 Cblle,Cao aa mais excellentes, correado co
jnieinii Furias, Manoe Martins Campos eAn-nao provavel qoe o governo mande poDliJar o
imoo Marina d) Rio-Informe o Sr. Dr. sub- relalorlo do mmutro argentino em Wasnngtonv
rartnr da ron'.abiliJcde 'aobre o territorio das MiisOea.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAI
' DO RECIPE
D. Sopliia Rodrignes Mendos. -Nao lia a que
deferir, O predio la peticionaria nao foi col-
lectada para o pagamento da decima n> anno
de IW5.
Fonseca trinis & CNao procede a recla-
m ico, urna ver qua preva'oca a collecta do
anno anterior Cosme de Miranda Henriques.
Sun, limitando se ao requerido
Jos Cbritinano da Silva. -Como r qu'.r.
R. .le Daziua & C I ideferido avista da
infoimicao da Cornalona.
Polliman & C. -Deferido limitando-se ao re-
<|L .rido.
Jomna Felismini Alvas.-Desda qu a casa
da peticionaria nao se acba colloclada e esl as
eondicOes da lei poique a sua proprtetana goze
do favor Dalla eslabelecida, j est isenta do
importo e nada ha qu-? deferir.
GaldinoRufiniano Gonzaga Xavier, Hrdei-
ros Bjwman, e Antonio Muuiz Macliado. De-
ferido,
lioscosell Wlliann & '.'.Indeferido
Pedro Alexanlrinj Tires. Deferido de ac-
cordo com o parecer da > onladoria.
Vieira & Brillo.-Pagando o imposto defe-
rido.
Franc seo Joaquim de B Tros.Deferido ob-
dicenJo as exgncias do r. ognheiro.
Henry Forsler .t C, Juaquim Correa Caval-
cante, .-v-bastiao Luiz Machado BrandSo, Edgar
i' uto B indeira Accioly de Vascoacellos, Do-
mingos Goncalves Villa Verde, Modesto de Mo-
raes Puheiro e Marcos Ribeiro Pinto.Defe-
rido.
Tneod irairn C- Duarte Ribeiro, Joaquim San-
tino de FigmiredD, Julia S. Moreira, Fraucisco
!Jhiispiniano da Costa Sim
Secretaria da Preleilura do municipio do Ru-
cfe, em 8 de Abrii de 1895-
O porteiro,
LeopMoGuedes Alcoforad).
EXTERIOR
AMEBICA DO SUL
Cklll
0 presiaente Mortt parti para Colina.
O S-. Birros Arama responde ao 8r. Ber-
oardo de Yrig >jeo sobre a faealio da Li o.tes
ent e a R publica Argentina e o (Joi'i.
Part' para Perceaibaca o consol ingles de
Valparaizi', em cojo pono den ss incendio a bor-
do do vapor ingle *Glceadoou con grande
pr juizo do mermo vapor e do carregamenic.
Acab3m de cbegir ao porto de Qsinteros
as torp'driras chilenas.
Noticias ebegadas de Gcayiqcll annoncito,
qa a revoloco da Repnnlxi do Eqoador a ba se
(.oople'.jiaeute Jocaloida, accresceotando oniras
pasteriors, que os revolucionario! ocenpam a
cidade de Danle.
Sabe-se em Valoaraiao, q;a a R'publica
de Venezuela paga 15.000 libras da inlemaisa-
cao ao governo biUio neo p.\* expplsao do cn-
sul logies em Caracas.
A colonia alterna em Valparalaa prepara-
va-se para test'jar oom grande pparalo o an*
oivjrsano natalicio do priucipe de Biaxarik.
Panioar
O ministro das rebcOa exteriores pedio de-
misaao.
coduI f.-ances proteaiou por Ibe baver
sido retirado o exequtur,
li i receio de conflicto com o Fr.nca, por se re-
cusar o governo paraguay > a deix.r par Ir os ca-
lnos franceses resideate Da Rjpuo lea.
As ultimas noticias cbeijJiaj a As.-ompcao,
vlnlai do Estado e Mitto Grosso, dizern que
uina all completa (ranqnilli 'ade e qae o aovo
presi ente, Dp. Carreii da Cista, foi alvo de im-
ponente manifertagao de apreso em Cuyab.
jay, o Sr. Bertea.
A imprensa da capital censan vvaaantea
RepuDtca Oriental do U oeuay, pur macier as
qa^renteoas para as p oceleeclas argentinas-
Por sea torno aconselha ao gorerno que dr-
c-te t2mbi>m qnjrentenas pira aa procedencias
d'uqaeiu R-puDliC3.
Sabe se qoe sollados briiliroa vlolaram
a fronteira m Alto U'Ugai>y.
O che.fe da divifio do Alio U'Ogaiy commuoi-
con qua om grupo de so'dadoi-DranU-.iros en-
toa no territoilo argentino, para perseguir um
revoltoso qu) prenderam e m>tiraca.
O mniiro das Reais rec.8 oar entra a
iolajao do ler-ltorlo.
O 3r j-ie acantos foi ocaeado ministro
eoi Rom.
Contlnaam diruinoindo os casos de cboi
na repblica, e em Bneco3-Ajre cbove ab
dantemaote, acbando-ae ja aiagi.do diversos
ilrrj?.
A esquadra Regulo no dia 20 do p?--8!^
par* o sol, onde elle tu ira exerclelo.
Uepubllca Oilenial
0 S'. J. [liarte Borii, presuen.e da Repbli-
ca, elebroo no da 21 o aualvrgario de roa
eie:c*o 4 preslienoie, cfferecendo om grande
banquA-, para o qual focm comidacos oa mi-
roa, o 'O-po diplomtico. o membros do
corpo leci-lil ve, e as waiorea an oridades civis
e militares.
com effeio. ease primetro analv^rsarlo foi
nnlto festetado.
O c:rpo-dlplomi'ico cotr?-lm:nton o presi-
dente.
Houva marcha aox fl.mbearjx com forca de
Ubba, em sna honra, uo toaaaoio i nopolagao,
porm, parte alguna oesla manifeitatao.
1 .mbem no dta 83, aouiersano natalicio
lo crn.u! braillelro em Momeviio, o S'. Do
mingos Azeveo, recebeu elle iouiub feii.it^-
cOes.
O siaistr. D-. R^nrlqoe Moreno teve uaaa
c>ofe.'eaoia com o p-esideate a Repblica e o
ml.-istro das rt'lacSes ezterlores, con o Qm de
e .jam ivertoi os portos aos navlcs ao
procedencia argentina.
Coos:a qae nioaccederam ao pedido, porqne
0 ablegado orlcnt-1 diz que o c&olera racrudes-
ce tiijofilla Repu^'i'a, neg>ndo-.'e a jonla d;
saieainda a rednccSa das qaarenteuas pa'a
aquelia procedencia.
Em cooterentt de minisiros, traton se do
aoa p ojo lo de rrnniao de nm cori^refso m-d co
aactonal cora o fin de ealndar as diversas loo*'
UdBdes do pal e eatabeierer rs onijas e o
meios nsjeasarlos par icodiUcar o actual ys
ma quirentenarlc.
i) eov?tno deverla apesenia'' no dia 23 as
camarjs om projectj de constroejo de um no-
vo lazae'.o na liba das Florea, e ontro esiabele
ceno uro impos'o do sanidade tob.e oa navios
------- ....
Coa.-ia qua^o govarno pero legjcao du
Brasil a '-ni ega de cem cornos te rls, coace-
di ios pe o governo do tanrecnal l'loriano, cerno
ndc'ionis cao, quanio o tjente o iental Cardo
o foi assasBioado na fronteira pela forja com
maniaca pelo capitSo JoSo Frsnciaco.
Ccun^mj-^e a noticia de que o; aelhns e
001 os artigas mandados pelo foruecedor do gc-
veraa para Sania Anua .o Livrame-uto, bao a
u t a qaalldaie.
Al'i riCODbe'ea qae foi ana vrdadtira erpe
coucax
O govefno argentino decla-on InfecUdoa
oa portos crientae* ; poic, aao se a
qae ffs a que l:m o commerco argentino da U -
gu I
N ^drogada de !8 eahio chova torrea
ciil, quj caosou iouadao em Montevideo.
O hombeiroB reliravam moiteres e orisocaa
iaa casas da psrte baixa da cidade ;.e as roa1
e nos (uourbio?, a corrale arras.ava os tr.lhos
das li '.as de bonls.
A estrada de ferro mte'rompeo ca* viagns
O rlovio-metro mar:ou a af;ua cahida em
qantidade nunca visia em Montevideo.
to vinhaa e aa vlndimas conilderam-ae per
i 138.
Nj momento em qae oin bond crazava a pon-
ti exleate sobre o rio Migaeleif, no arrabalde
P^sso M-lioo. foi levado pelas ai,as, que elava-
vam-se ac'raa da ponte, afogando-se o coodn
c or a o coohelro.
Aa Untas teUg-aphioa3 nio polea func-
oiooar.
N i interior do Repoblica tambem te-a havldo
eacbentes, sendo grande? os prejunos.
'.'onsta em Montevideo, por cavalbeiro che-
xa lo do Rio Grande e que encolo para Baenos
Ay es, qae p^s oas qneoccopam all- logar pro-
eminente, assigoaram o comproiiiaso e ppor-
se a pa:itlcacaj o Rio Qrande e Bisteitar o Dr.
Castilhos a todo a Iraose.
Accrescentava o infrmame que ease compro-
raisso teiu ra-nitioacao oo Rio de Janeiro.
Ni mesma cidade de Mintev.do constivs o
sagajfata a resuelto do encontr do coronel Car-
ies Tclles om ApparLio :
A forte colomoa.do carouel Carlos Telles, ja-
c!ts ve a bridada militar do Estado do Rio Gran-
te do So!, depots de baver reoeoiJo cavallos em
S. Luiz, mr.hou oovamen e afin ds deecobrir
o paradepo de ADparicio Saraiva, qae antis t
cha Ufii'O com direccao a fr.ntnlra.
A cavallarla da vanguard, aob o comujsndo
do t nel J j= Pinto, persegnindn o bando de
r-otiles, diataocioe se alaamai It-Roaa aogros o da columoa at ebegar a Serrbada, orne foi
atacada por Anf.ar|clo Saraiva e Gaerreiro Vi-
con., qae tinaam feiio jnocgS; e comoianda-
varo assim om effectivo aaaerlor 1.00) bo-
rnea?.
A cavilarla lesal, a pesar de inf-rlor ea na
mero, re-istio boroicameaie, pcrJendo dols offi-
ciaes e 18 ortcis, effectoaodo teli-ada n^ qual
leve algama geo.e extraviada, a mator pa-.e da
quai ja ebegoo a Bag, faltando apena roa:os
qne psosaram a fronteira em directo ao Estado
Oriental.
A referida ca valla da j ss reuni columna do
orooel Carlos Telle. Consta tambem de foo-
ie liiU-peita que os revoltosos nessa combate
aoffreram perdas consiJeraveis, traosportaado
o lridas alm da f'onteira rio-grandensa.
E' falsa a noticia da derrota do coronel Gaia-
cas Teile3 que estava em Pcrto A egre ja lamen-
ta q janlo se disii feriio o combate.
Da fronteira foi transmi'.tid.j o sagolate lej
egramma a pesco* da capital:
Apparicio Saraiva, na sna parte- offi:ial so-
are o oliimo combate, declara qee fo a u monos
no enconlra 147 soldados das forcasrj-lo gove n
qae o revoltosos toaiaram 1(2 eupiogardag Mau
-er, 60 Cimblatn e monieas correspondentes,
206 Civallos arreiadoa e 700 sjilos, cm e.-laudar-
te, mottoa ponches e barracas e qne emigrarais
a p 220 com o chefa da forja lo general Te>
es.
Ciegaram a Rivera alguna feridos do ultimo
combate; e de Artigas telegrapltam que diaria-
mente all ebegam dispersos das torgas do go
ve-no, com o iim de paesar para o Jagnarao.
Ioterrogados pelas autoridades declaram, qo
a derrota qne soffreram foi completa.
A 23 hoove tlroteio entre as fo.-cas revoita-
das e xnardas da torca do. general Hippolyo,
coostava qne este no dia 25 levantara acampa-
mento.
H.v.a noticias em Montevid^io annoaciando
qne o ebefe revoltijo Liurenlloo Pina com 609
federalistas, tamou Rosario, defendida pelo co
ronel Romere, commandando 250 bomens.
Esie retiren se, depois de resistir quanto
pode:
Pina fea p-ovisio de todo qoanta prcl3ava,
rennindose depois a Apparicio.
A forca casttlitta mandada cooi o capitaa Mao
des Ribeiro para a Birra do Qoaraby dea tiros
para o lado da Repblica Onenial, matando nm
hornea pacifico, Aodrelloo Pereira, qne com sea
pai cortava loaba no matto.
A impreosa reclam sobre o 3aso.
A Tribuna Popular pnblica uma carta de
Pono Alegre em que dis qne o partido cactiliaa
est di'idido.
Os dissidentes vio publicar nma folba.
N :s- u carta du-se qae Caslillios intento a su-
blevar o general Meara contra o governo, es-
cranbaodo que este nao o ilvess) preolldo.
Mt
A revolucao est de todo terminada, em con-
seqaeacla de accorda entre as parlas contento-
ras.
O general Cceres, prestdeote da Repblica,
junta provisoria o ornead a parosle Om, e nal
qnal fazem parte polticos eminentes, como es
ViUaran, Bnalamante Salasar e Elias Miipartl-
da.
0 comba'" de Lima, qae decilia da revol-
Cao, du'oo 72 huras e de ambas os lados pe leja-
va-w com bravora nss mas a oas-praca que ti
caram janeadas de tal vez mil morios.
Deve-se a cesaaQo das hostilidades ao corpo
diplomtico, qae in!ervelo para que so auepea-
desse o combate, qne estava iravanda oas roas
de Lima entre os revo'toaos e aa tropas do go-
verno e dorante o armiatoio se enicrraasem oa
morios, coidasse dos ferlpaa a abailecesu a ct-
dale.
No momento da IntervencSa doa representan-
tea das potencias {esfaigeiras. o resellado da
lua estava anda indecisj, se bem que cerca de
mil morios dos dous campos jl jancassem as
ru-* da cidade.
Coabeoida a renuncia do presidente da Repn
Dlii.a e formaio o governo provisar-o, como dito
dea, os dona exercitoa aOaaJonaram a cuade e
reliraram-se para o interior, senda desarmadas
s trooaa cacensta.
i Vl 6er coavooado o^orpj elelloral para a
fcoitia do p'eaiaejie da Rapabliaa e do loj-
grig-'O nacioaal
Oe Caiio coamaaican que caloa iranquilli
Jade, e a 6ua;4j polilica couli caluw. ae-
guindo oa :;egjojs pblicos o sea curso eor-
nal.
O govamo provisorio distnboio aasim a
islra^a da HepUDiica :
Candamo, presidente o mjmatro Jo c-x odor ;
Esprao-a, minieiro Joexienor; Viia-ao. il.ii.
iro aa Justina ; Uaipanu^ miaiura da fassada ;
Bustjmaate, mlJUtro da guerra.
A guarda avll f ji enoarregada do servlgo
da polica.
O coiDaie e Lma foi ba'roroo, tendo ja
lerxiujJo j eaiarro dos calaverea cajo uu jero
sahe de parte a pane 1,(K0.
Oslando en ex-rao ai ia-ij numero eatia
endo bem katador, lnia--o oferecido tara
me.ras 1,500 -:e iboras.
Entre os mo'Ua noc^-noata cantm-'i oa-
mauJaijlS a grande amara da otR:;as e ^h^-
polticos d.sUa.toi.
Ficaram moiio daotnIcados 03 templos de
A^otiionos, d Me.-veJes, d S. Dimingos e S.
Pedro ; os paa'tet-, a c;sa do foverno, o boiel
do oaive.eoalJi de outrjaeJirieijj.
- gr.0r.rai Cac.rfBe seu3 miai^tros j esla
fjra do le.-iiio-rio da Rapuolica.
- O gen-ral e sua familia embaroarara oo vapor
Inijlea Refuofua-'.
l'.eola tem sido objecto de esirondosas
manlleaujOes de a^rp^j.
nolivia
Pareja que a eleaj para presdante da rapa-
olioa era f vorav<| a F-roaad"S Al-'-oao.
T-m bavido innndacd'.a em vanos pontoi
da Kepnolica, m-s nao conaiam raorUs.
A W**a laem J-lfQlJu C.8d8 e pOUleS, CiU-
sjnjo.'prejuios lavoura.
BELIGISO
A MlTina PalxSo
I
A Sama Enreja ve^'e-sa do neaido iuto, co-
bre-ue de negro crep para Crameaiofur o mai-
a-'ombrjao aCvntecimecio, i,ae 0.1 cous e a t. rs
ra ieem presenoeaioa muri djlorosa, o m..-
urlo erueuto do Dwiao Mesire, o Redrmpio. d
hJmaoidj.
A natareza estremece al os rea mais pro
fundos alioercea; s6 o bomem. ma s .n-.ea.nel
qae os da'os pet.h seo1, mo t-s-ae os'Qaivel no
1 >-io de espeatacaio lo comtnovedor I
ProclamanJo a fortaleza do aeu eipirito, eo-
fosando a soberana di -azi-', abre lata reuni-
da entre a verdade e a falsidade, t.i.re o {esto e
oinjSiO-
&' a tota delirOta do nada contra a existen-
"ii, da materia co Ira a espino, dos vicios con-
tra 1 virtada, da creatara contra o Creador, dj
bomVra contra o ea propno Deuj !
Deus baoi.JO da socieaade o direito dos d -
I r:oi a toncara das loacura', oimp.riod.
rutlo preaommio doi vicios, dispaixe^igao
beia e dos horrores soaes. Dix.t tnsipens 10
corde aoo : non est D'aj.
Agora a socelade, em pbrenatico delirio, re-
pee ela vos de seas prepostos : o5o quere-
mos Daa! Portla p-ne sargira a de3o.-dem,
o cabos, a coofusio.
E' a reproda.^a* de passa lasa-as, em qoa a
a icie l.i'le eturcia-se aas vasca da ignorosla
un da scteoia ins^-nsa^a e tre-Iou'ada.
Mis ainia ecna peto ooiv^rso o ..olerosa
Orado, 1 vos omoipofento do Soberano dos so-
beraoo*, do Ssnnor immo'tal de tolas aa con-
sas"Coaauimitum est la
II
8rs Manoel Candamo^oa qaalidads ue preaidaa (surge uma luz
ta e de seas membros Ricardo Espln-'.si, Lals gnro, o paoai
A ruiwniJade deapenbara-ie da calminaneia
Ja grandeza e do pice da glora para tmmer-
gir-se no baratb-o insondavel dos vicioa. no pe-
go immundo das palxQes.
A navem caliginosa da decadencia moral ce-
brira a face da trra, eane^recendo-oa borison"
es da vi 1a, eninundo oa prismas luc jos a.
consclencia nnmaaa.
En ves da lizaa treva?, em vez da razi-
os deavanoa e 00 padstal mminnao da virtude,
evaatoa-8e ttrico e asiambroso o e3jeciro Ja
eor'im.So com todos os horrores de snaheiion-
da comitiva.
J-tuvah recolera-se aos recessos de seas
e'eraoa laos-nacoio-t e o bomem despojado de
a,a soberana, nio amparado pela braco omni-
potente, esiorcia-se as vascas da proprla fra-
queza e currava-3e, envorgonbado, soo o peso
ue seu crime, de sua feia -gra'.uao.
Q urea-a scalos de dores as maiB ernsian-
tes, de lagrimas as nula copiosas, de tbrenos
Os maia plangeole, de lamentacd-a as maie do-
torosas sa iam escoando oa inexoravel ampa-
Ibeti dotempo I
Ds pitnarcaas gemiam inconaolaveis, oa sa
cerdoles eievivam aa py-a rdante o incens
ie uh oolaces; os justas penitenciavam-ie
entre ligrimas e suspiros; mas neohum orva-
lbo celeste, oenhama luz vivilisante, neobnm
balsamo salotar t
A bnmaniiade mvchvi impvida de otecl.
pico em precipicio, afta recnando nunca 1
Por toda parte a do.-, o pranto, o lato, a de
solicito e o erlme.
A malber, o aojo tutelar da familw, nao era a
companbsira do nomen, formada de sua pro-
pna carae, de sea p-oprio saagae : era um ob-
leeio despreslvel, 1 esarava do seabar, o in e.i-
livo de sais ignooeiB pnx5s I
0 Qlba nao tinna o direito de vida, nen res-
pira va a docej aaras da lberJade ; nao en
uma porgSo do ente qae Ihe dera o ser, mas um
escravo Bobmissa, entregue aoa crois capri-
chos de um tyraono posauidor.
O pob-e esaravo, essa porcSo miseranda dos
habitado-es do globo terrqueo, formado a lma-
gem e similhanga do Ser Supremo, era nm eole
vil e abj-eo, ama pstala Ja raga nnmana, des-
tinada aos trabalaos os mais vis, aos sopplicios
oa mais crnciaau's.
Nega^am-lbe o peosamento, descoaheciam-
Ibe a senaibilidade e airopniavamlbe os fecnn-
doa grmeos da Imerdade.
Eram Os parias de entao.
Perseg 1 Job par (oda parta, par tola parte
repellidor, gemtam oppreaaoa eob o pesado ju-
go da sevldo.
Os tanques das maretas, 03 eqnoleoa, as jaol a
dat feras, as latas sangrentas, ca circos de ani-
maes farozes, eram a porcao a elles destinada
oo grande festina- em qae se banquetear m os
sena v. rdugos.
Oj eros, os Cillgnlas. snffocavam o? mil' 00
brea seotimeatos, empoobaodo o ferreobo b ep
tro da mans nefanda tyrannia, do mais ernel e
absoluto despotismo.
As vtotlaas maltipliravam se ao innnito. Oa
seus horroroso tormentes eram presenciados
som nma alegria-dlabolica, com nm prazer sa-
tanizo. -Saas seotidas qoelxas, seas ais dolo-
ridos, seus gemidoa prolongados eram acolb.dos
por entre applansos e estrepitosas gargalbaaa- I
Oa pbtoBopboB dissemioavam ob erroa m.
disparatados, o paganismo propagava-se por
dos os ngulos do mondo, a idolatra campeava
impuoe, ergoendo o coito orculnoso e ameaga-
dor, o vicio Be impnnba. a falsidade itnperava,
Baal substitua o verladeiro Deus de Silo.
E quem podarla pAr obstculos carraira ven
tiglooaa da bumaoidade, que resvalava por umai
senda abrupta, lngreme e tortaosa T
Da repente, por entre as bramas caliginosas,
b-ilr-.ants, qae devceer o gala se-
1 ssiolillante xollocado bem alto
para dlsslpar o negro e espesso vea, qae enlata
va a face da trra.
Era o Cnisto do Senhor, o promtttido das
geaieg, o Salvado: dos pavos, o Eaviado de
Deas, o tanto acotos esperado com lio justa
saciedad*.
Ao seu aspecto mageatoso. sua vos meiga
mate divina, corvam-ae 03 elementos, fogera as .
eufermidaJes, ceflsatQ ub vendavata, os cegos
vem, os surdus ouvem, 03 mudos fallan os
paralytl:o3 se moveoa e a os morios resauaci-
tara
As inrbaa asso brad.3, estupefactas, correa
pref8'03.>8 para escolar a meloda de saa voz,
oara contemplar-loa os prodigios estopando.
Os. poderes.da ierra, as patencias dos abyamos
co.8piram contra o Santo doi Sa- 'rs, p-ocura:>
balar oa grmeas de sua doatnaa, os progres-
sos prodostdos por sua p.lavra ouoipoteote.
Ui Cesares etremecem, jolgam onvir o? pre-
ludios de sua derrota; a imoiedade, a idolatra,
io toa os vicies tremara a cada palavra do Naza-
reno.
&' prteiso levantar nma b=rreira tonci
rape-Jir por lodcs oa modos a iiirasao da
douinaa iSo !0':trara a pauOs lmaunda?,
toteresses idCoafessivei3, ao pode: ntolenvtl
dos lyrannos.
Enirarn na liga aa tosldla?, a falsidade, a raa-
lediceoefa, a caloraoia, a traigio e quanta Dbtu
ca o fioicem pada engendrar oos antros t
de sua razan ooaecali.
Conapi-a-a C3 pbarisent e sadneeos e hasezm
mrunenio favoravel a eeua mtleiiaas otrnos.
D'ctaca-80 da grupo dos diacipalos nm trado-
i-iiajje, que ipesar de testemoobar lan.oa pro
digio8e assoibroaas mar-v las, vA entregar o
sangra doja^la na ziSa deseas iaiqnoa tnlOt-
gos.
Prenden-no,Insalam no, vociferara, lnjuriam,
cobrem- io d3 saica^ticos i:.prop<- 03 e condu-
s o oude arraaeaaa a ioiqua ^eoieo;a que o coa-
d. moa ao pa.ibulo influanle d^-s maiorc acele-
rado} I
17
Ei!-o, o Juato por excilleiC'3, o Santo dos
sanios, viCiioia des mais craeia ag-liea, f-
atrczmenie ua div-oa laa-, a..roaio de a^ndos e
pane:.-ante3 ea linuoa, arrasia.io violentara .
netos ras pablicas de Je*uoal.-m, no meto da
(Osera oe om povo amotina Jo, qoa vo
pferaoeli'-amaoio, Koatlodo on orados uiroado-
rea : Crueifigatar, crucifigitar I
C(e.:d.a, mji, au i imo da mon aaha san'a
a-pe_diE o fU'ro-jLto lenho e Sea penden.e
entre os t. s e-a trra a Viulmi exriaio;
ELastii Imoeeailaga, o Retem>tar dos povoa. en-
i Jo ao tnrono de Deua os 8U3i>i-.< da i.uuia-
ailade e Ijz- r cop.oiamenta o or-
celeste pjia airar aa pastiilas canaeraaas dj co
ragto liua-sna.
Eaire tantos improeri^, o man o-Cordeir, o
Uvico J- -u-, ezgae oj olnos sos :^a e r.oB r-
roaoos o ccai puro amor, nos iranspo-te da
.noli ardeato canda-ie, las tu vi.- a v^s
sa de ft^i, a p-tlavra nayaurioea j.j amor : Con-
summatum est'. consummitum est I
V
R ahrou-se a releajpjjo Jo hornera d'Cih:-
io, oio roonciuu-se coj tt.rra. as porta-
da feliz e.ernidade abriraoi se par era pai
>> d'.ihi v-um-ga urna l ra-n wa, arai :
ca m;> aaga-w, urna > .nJa.te ma;s .
ii'aoi origioa-,; um .(;,ji'u .ou pjra, huj
doutn:,a mjis pasta, um eolio ra.ia per
Jj irLin coo-se o saj'.B-io e-lupe.ioo, aoru-
ci.uo pe.c-s p'o.h--i:.a esjeraJo pelos joaios t
temido palos implas.
Cousumiu^u-ie d oniao da fmula, a aantida-
le da lar, a pis ea uame.is, a esaD.'i I
la ea gio'ia de Deus.
Conau-jjmou so a rielarla da virtuie s;b-e
oa vicias, Jajasiiga soom a tolqaidade, do b-.m
sobre m toa oa m^les e Deua impera eoorc lo lo
d u--j.vr.rs .
Consuinmalun est.
VI
Cjaapiram, mnito emio-a, o: p>i-rea da t:--
ra e a? poiea.:Ms satnicas : o libara da re-
dempgj, recado peio sajgae to Ca dei'O 3eu.
manen;, sera empre fulgurante no simo d.
oj la.ba
Tra.uem, moito embora, on luz Jo ->!, e i
aos a.mos tenebrosos: a pirca oe Pedro
pobre peseador, iff-oa'.ri impvida as ma s
oes/ciiaa lempeslaaes.
No oenelieioc da Cruz proseuirara a de-pli-
to uo odio o mais r-ajoro-o, da tra-na a mais
ardida da parsegago a mus encamisad i.
A historia o diz, o facioi o coarmam
O 8i3na;io dj Njsso Adorav l Salvador u
ser inai, nSo dura esierii.
A sua doatrioa ISo para e lo santa perdur-
r ule o Qm dos eecoi. s.
O mando laseas-t e estu:o re:onbe era
embora tarde, os desvaras da razo, e planta-
r era seu paite a f, a esperanza e a canda-
fe ; .e/ando a expres-a de am grande Dhio-
sopao a f qua iiramina, a esparang qua con-
gola, a candada qae oh-a ; a f qae aae a in
telligencias na verdade, a essaraoga qna une
os corago-as oo dc-ejo de nma fel.ciiale com-
mam. a cari Jade qae une s vontades na bem:
a f qua Qxa a3 incertezas da rai-i, a esp--
ranga qua flxa as perolexidadaa do omgio, a
caridale qae tixa aa irre-olagoea da vontade.
Crer conbecer, esperar e gozar, amar ser
fel z.
Nio poto bier verJadeira felicidade, slao
ao a lo- de Deus e no amor a? prximo.
Ca.-emo-noa revereutea duute djvexiliora-
diauta de nossa redempgS). banhemos nossos
c r-cei no sanana facoodo Jo Cordeiro imrna-
ca.ado. coaiemplem.v o myj.e i) doloroso d
sui paixo e marte a iiT oaUr-mn.s victoriosos
aa tempesta tea da vida e venceremos as pod-
ras tos nsatos, agruaando-nos ao redor da C-u-
do adoarel Salvador di bamao dade.
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Melchitiedech de Albuquerquo
Lima
z&JEIUit*
Dia O
ITSG Na idade de 68 annos fallece o coro-
nel pernambucano Antonio Jos Victoriano Bor-
ges da Fonseca.
Ainda joven fes parte da expedigao quo de
Pernambuco marchon era soccorro da colonia do
Sacramento, d'onde volton no posto de teaente.
Governou a capitana do Cear por espago de
17 anuos.
Legou-nos a importante obra histrica JVo-
blarchia Pcrnambucana.
1863 -A sede da villa do Ex transferida
para a povoag5o de Granito.
18SO -Asaume o lugar de chefe de polica
o Dr. Andr Cavalcante de Albuquarque e inte-
rinamente a administraco da provincia o Dr.
Adelino Antonio de Luna Freir.
a
EVISTA DIARIA
-
Senado de Pernaiubneo -EITectuou-
se nontem a 10a gesso ordinaria sob a presi-
dencia do Exm. Sr. Dr. Francisco Teixeira da
S.
Estiveram presentes o Srs. Barao de Nazi-
reth, Salazar Moscoso, Herculano Bandeira, Al-
ta no Silva, Teixeira Je S, Antonfo Pernamhu-
co, Regueira Costa, Eduardo de Oliveira e Er-
mirio Coulinho.
Foram ldas, sendo approvadas sera debate
as actas da sessaoSde 5 e da reuniao de 6.
O Sr. 1. secretario procedeu leitura do se-
guinte expediente:
Um ollicio do director da secretaria da Cma-
ra dos Srs. Deputados remetiendo os annars
de 1892, 1893 e 1891 e a sjnopso de 1893.-A
distribuir.
gPaBsou-se ao expediente do Sr. 2.* secretario*
Foi lido, indo a imprimir, ura parecer da 5.
coramissao, sob n. 7, redigindo o projecto n. 1
deste anno, iniciado no Senado, declarando nul-
los os $ 13 e 14 e o linal do 12 do arl. 2.* da
lei n. 61 de 1893. ,
Foi tambem lido, indo a imprimir, no jornal
da casa, a requerimenlo do Sr, Barato de Naza-
reth um projecto, sob n. 5, procedido de parecer
sob a. 8, da 5.' coramissao.
O referido projecto aulorsa a reorganisacad
do ensino primario, de accor lo rom o qne dis-
pe o art. 3! 5 da Conslituicao.
Foi tialraente a imprimir, sob n. 6, ara pro-
jecto proposto pela coramissao de polica, addi-
lando o regiment interno.
Approvou-se sem debate o parecer n. 4 da
5.* commissao, redigindo o projeco n 3 de
1894 (nonuniento commemaralivo da Repn-
blicai.
O Sr. presidente declaron qne la offlcar-ae 4
Cmara dos Srs. Diputados reraellendo-se-Ihe
para oi devidos lina copia dessa ultima rcts-
lugao.
Nito hav ndo quem quisesse ntilisar-se da
palavra na hora do expediente o Sr. presidente
pas3ou-se ordem do dia.
Foi approvodo, sera deba'e, em t.* discasio
o projecto n. 2, deste anno, autorizando o go-
vernader do Estado a beneficiar o arrabal le da
M gdalina para evitar itmundcc6e-s do rio Ca-
pibaribo m altura do viveiro di alaglal ;n i.
O Sr. Baro de Xazarelh requercu e obteve
dispens do i tersticio para esle projecto.
Nada maia havendo a iratar o Sr. pr*s( lente
levantoi a seaa&o, (laudo a segunda or I ::n do
dia : 2." disrussto do projecto n. 1, deste anno
e traballios de cornin
Cmara dos fiepatdo<*-EiT can-
se a 11' seasSi dela tmara tendo compare-
cido o Srs. Alfonso de Barros, B al-
v'io, Joaquim Ouimaraes, Soor-dvea da fto'ha,
Rodrigues Porto, Celso Florentino, Araajo Li-
ma, Juno Anlero, Pereira .da Silva, Bianor da
skdeiros, Apolliairto Muanii'. Leopol lo Lina
e Pinheiro llamos.
I):ix;. m tur lidaa a acia da s dente por nao baver numer > \
O Sr. 1. secretario da con do ex-
pediente :
uffleto laS-i r-arto da Indoslria accos ralo o
rocehiiLento dos exemplaros da I :)m-
missdei perra maules lesta Canara. -li'.'irala.
O Sr. presi lente levanta a seisi > I n lo a se-
gointa ordera do lia : continuar a ee-
denie.
(overuo An Bispad-A Era .V ci di
S do correte puMCM a sagiiole po.tai.ado
Exm Si. Biapo Baoc .-'aiio :
* Altendendo a gr.nde disiaaeia em -j-jese
aciia.n rtoada as fregnasja dalos nao de
Peni imbtKo o as do Rio d>; S. Praneise i M Es-
lado de Aiagoas, distaiieu esta que l r n diifl-
cil aos .!) ian jz da is "mi
a nos: liaremos por bem crear em baa Jeto es-
piriiual d'aqnellea nossos d, icesa ios, tres arci-
preitad i, t m OM odi-
viso territorial :
1 -Arcipreslado do .Oeste bn
c.i.; coinprelu-nlento as fregnei aa qt :\^m
alm uo Rio M,*)!:. a saber: Afogados de
lagasem Flores, Triumpli .la, Flo-
'ur.i, i ;iij jneiro, Boa-Vi*la, L-opo!-
diaa, .; lu'... Crani'o, lix.Our:'' 'ro-
ala.
Arcprestado do Oeste de A ;
c.ompr li raden I i as rregnezias le Ipnema,
\.\\i branca, Halla (no le, i\i c
: .), PO le -Vs Monte i-i [i.r e que regida pe.o rigaiio de PSo
ie Assicar);
3' Arciprestado do T.; x > la S Frands-
eo> DO >' li i .en Jo as fr.-i
Bello Uto-ale (a parte regida pdo v \ i>*i-
n), S. Bra, Collegto, Igreja Nava, panado,
Piis iboM e Coran pe.
C para qu; dtegoe ao con.'ie -rnen!o de to-
dos in Hialina qie esta depon d>- registrada
aaaaoSM cunara sja publcala pela impren-
sa.
Da la p usa 11 em n >sso p -
pal d* Sol 11 Ir, sob no-o siL'nal a salto de
nossaj anais aos 13 le ara L i S.
-;- M.uoi'l,Uispo de Olode.PadreGtwm
Fava'iM Das, Kcretario lo bispodo.
Fac ild:ades -E.u cootesjoaocia da para-
ra que acuna publicamos do Cxn. e RvJ. Sr.
BU u DtoOesaoo qua c.roi tres arcir-i-e-tados
nesia dioceae, firara oncedilas por 3 Exc.
as seyuinies faaflldad-as ao3 Rvdms. arcipreales
1" l'odiradmiuir justilicagOes su rama ras do
bapUatnO, bito e estado livre e desirapedido
dos que as .rara ou enviuvaram nisla hispi-
do, para cas amento smsnle; podando sob lele-
,'jr e lado para cada caso.
2o Putera admittir e processar ju-tilcaja
de baplismo, bito e estado livre e desimpedido
dos qm nasceram ou enviuvaram n'ou"o blspa-
do ou pai', enviando os autos o Reverendo
Provisor para julgamento final.
3* Poder dispensar banhos de natoraiidado
dos nubentes. liliioa daste bispa la rae liante
jus'ific.igao sumraaria; poiendo subdelegar es-
ta faculdale aos parochos do seu arciprestado
para c.ula cao.
4o Poder dispensar uma denuiiciago -le do-
raieilio, Invento justa causa.
5' Po ter dar licenga para cisara-ntoa da-
pois d > sol posto e em oratorio privado.haveo-
l i justa causa.
6" Pj lera admitlir e processar impedimento*
mairimraiae?, devendo enviar o processo ao
Itv I n. Provisor para o jnlgamenlo nal.
7o Podera dar licenga pera baplisado doran-
-le o .lia em oratorio privada, iaavtndo causa
justa e grave.
8o Pera dar licenga para foslas e p ocisrai
de ira .gens, salunJo e entrando na mesma igre-
ja ou em outra, e nunca em caaas particula-
res.
9" Poder dar licenga para casamento em
lempo prohibido, h.vendo causa urgen
10. rtoder reconciliar igrejas e rvmitenos
violad js, com agua benta, seuS> forera sasra-
to3 as igrejas, regu ando-3e pslo Rrual Ro-
mano.
11. Poder proced ;r contra qaalquer sacar-
dote que celebrar o Santo .entino era ca-
sas pa.ticulares, sera licenga nosa, intiman-
do-o a comparecer a nossa presenta dentro j
prazo de 15 dias, sob pena de suspensao.
12. Poder sagrar sinos das igrejas do sea
arciprestado.
13. ?oder numerar e rubricar livros de bap-
tisados, calamentos e bitos das freguezas do
seu arciprestado.
14. Jiispjccutiar o procedimenlo dos Rvqis-
parocl.ose mais sacerdotes ie sna junsdicgao,
dando nos respeito ieformaje circumsian-
ciadas para providenciar-mo como julgarmoa
conveniente.
7 Manoel. Bispo de OlinJ i.
Convento de S. Francisco -HssJJl
convento terSo lugar os seguiutes actos da se-
mana sania :
-,Qu.r(a-feira : offlcios de trevas as 4 hora da
tarue-
Quiita-feira : s 6 hars da raanh, mi*sa so-
lemne com ceremonias do estylo : s 2 1[2 ho-
ras da larde, Lava-ps, sermo e trevas ; at-
te exposigo do Santo Sepulchro.
Sex'a fcira ; As 7 horas da raanh adoracSo
da Santa i.ruz, com as ceremonia do estylo ;
s 2 1|2 horas da larde, Va-Sacra, sermao e
trevas
Saboadn: A'g 7 horas da raanh missa solem-
ne coa Albinia.
Domingo : Missa solemne s 4 l|2 horas da
raanln.
Ibeairo Santa Izabel A Inspectora
dos l'ieatros acaba de receber carta do empre-
z.ario Moreira de Vasconcelos commonicando
que depois de terminada eslagio que esl f .-
zende na Baha, vira o esia capital com a sna
comp.nhia de operetas para trabalhir no tbetv
tro Santa Izabel.
O repertorio d'easa campanbia oomprebeode
alera .le oulras as operetas iat-otte, Ttraitntm,
Viclona do Manchal, ltorere, NlnkcMc, e Gw-
rany
O elenco tem artistas como. Luiza Leonardo,
Dolores Lima, Maria Alonzo, Silva, Moreira, 8e-
pulveda, Vilella, Par', Goimarie'.
Superior Tribunal Recebemos o :.
Ibelo coniendo razies do advogado Dr. lienrt-
que Ullel, na aegao de demarcaco dos enga-
aos Floresta e Javinda, entre o lene te coro-
ael Ageslioho Bezerrada Silva Cavalcanti e saa
mull r. aulo*es e coronel Joaquim Maximlaao
Pereira Vianna e sua mulher.
Agradecidos pela offerta.
O .rea Irls-P blicou-se o n. 3 d'esse
peridico litleraho e noticioso qae visitoa-nos.
TraaaUe interrompldo. Redamio-
nos moradores do lado norte das ras da n-
fora, Luu do Reg e outros, contra a retirada
t
v-
\
| ILEGlVEl
.





.'
1


Diario de Pcriwmiinco Terca-feira & 3
de ura prancho que Birvia de pinl era nma JooB. Santos Dias e Manoel J. Pacheco e un quadi toda as iminencias etn ana esta quels ibeories
I
i
^
I


amboi que existe entre a fcbrica d3 vidro e
a via t'irea ie Liraoeiro.
Os redamantes dizeci causar o fado grande
transtorno aos maradrres d"iqelle tugar, pelo
quapeJem breves procidencias, bstanlo que
estas se limitero a co locarem-se all Juas ou
tres tr;.'es al que possa ser ulli construid uina
ponle. _, ,
Club fliilomonios -Ura grupo de so-
cios Srs. Joao Magalnes, Hennque Carapetlo, Se-
bastiao Amara!, Moraes de Olivera, Arthur
Trava'f) Manoel R-'go, pretended oa prxi-
ma no: ti de sabbadJ de al eluia reali9ar na s-
de socia; um baile fmtasia.
Grato-i pelo ama ve! convite cora que remos
desuncidos por esse ?rupj de rapazes, augu-
raracs urna agradabilsima diversao aos con-
vdalos des a festa.
Era sulfragrio --Amanba, secando nos
tonsia, o Exin. Sr. Bispo Diocesano dignar-sa-
faa celebrar na capaila do hospital Pedro II, uraa
mifsa fin sufragio da pranleada e virtuosa con
iprte do Exiq. Sr. Conselliei-o Joaquim Correa
da Araojo, e que falleceu recenteineafe em Pa-
Bililiollieca do llieatroPara a bi-
bliollieca drumalico-misical desle Iheatro, ulti-
manienie fundada pela inspectora dos thenins,
com o Om Je fazer aquello csl.beltcimeiilo
possui um are->ivo do qual So possam ulil'sar
js companhas, a exeujilos doi priocipaes Hita-
tros da Europa, acabara da etitr^.r mais os Ta-
lantes :
Pelo Sr. V. Brag :
148- Garrid* sonioa de Ouro, comedia.
149A. Azevedo 0 Mandarina, revista c-
mica eic 3 a:to?.
Pelo maestro SraUlo :
150-Bizci, .Carmen. Preludio n. 1 para
orchestra.
151- Boito, M-Iisiolelo. Preludio,dem.
152-Wanner, Lohengrin. Preludio, dem.
152 Vn-di, lcMo e Falslaff. Ave Marta*
e Minuello, dem.
151 Carlos Gomes H Guaranv, bmoma,
idera.
155 Adam, Si jetis Ro, Ouvenure,.
dem.
15'3-Mendol8sohn, lie Printemps,. Romn.
dem.
157-Maguer Thoioaz. .Tannhauser,. mar-
che Himl l, marche Danoise, idera.
1S Leonoavallo. I Pagliacci,. Fantasa,
dem.
139Pelos Srs. A. Demarchi & C, de Milao,
Catalogo Generala de 1894.
A uiatine de anCe-hontem-.Veio
ao nosso escriplorio o maestro Smido e pedi-
nos para declarar ao publico que em carta en-
derezada a esa redaecao nos h&via scieolili-
ca !o d i iransferencia da raaline que era seu
beneficio t- na lugar ante-hoiitem, pedido esse
que sgni.icauma salisfaeio dada a-; p ssas
que, Biu se entdeados de semelhanle transfe
rencia, forana al o th;alro Santa Isabel no a-
tuito d3 insistir raesnia matine-'.
Pela uossa parte, deixsraos da dar noticia da
reft ri Ix transferencia, por se ler naurairaenta
dneacaininbado a cwtla quu alludeo maes'ro
em a qual nosscioniiti:ava ..essa resolucao
, .Tentativa de assassinato e laeta
Na da 6 do correte no lufrar Coqueirwlios
oindiviiuode norae JoSo Baptisla l-'erreira
tenteu s8oar i Julio Ferr ira de Azevedo,
coniia quriu disparuu ura revolver.
'i'.nt'u c.-nliecimenlc do facto o subdelegado
do 2 cislricto da Boa Vista, luctando pren ler
O ciiininoo, este de pureena cora urn individuo
conliecV.o por Medo:it;o oppoz reninwmia as
fra^a^. e iravaado-s'! lucia sahiram ferido*
Oto ptista na cab (a e a praea los Daniel
'lavares no braco u^querdo.
Na > cusiente a resistencia, foram presos os
oci aludidos individuos e recolliilos Casa
de D-tirgao
fc caaainento eiwil0 escrivo dos ensa-
rnen :o; que tuneciona nos d strctos do Ricif'-,
Santo Antonio, S. Jos o A'ogados, affisou na
iepaiti^o do registro Jos casameiitos a ra lio
Imperador n. 75 1* andar edilal de proclama de
casamento des segrales contrllenles :
Pnmeira publicagao
Pinato Amberim de Paiva, natural do Estado
da l'aialivba, sergento d > 2- balallio de infan-
tera, cit Jclia Ruarquede Macado, nalural do
Estado de Alagoas, solleiros, e residentes na
Jos.
criado, major Gil A, Marques, Mario R. Vaa do
Oliveira, Octavano A. Figueiredo, Dr. Celso
a. Caldas, Joo J. Das Feroandei, Cupertino
G. Bastos, Manoel M. Fialho, Manoel Pacheco
Ljra, Maria A. da Coocelcao, Minervino R.
Cruz, Manoel Jos de Oliveira, Miguel Carnei-
ro, Graciliano B. do Sotos, Pedro A. Lima,
Jus f. Brralo, Manoel Jos, Antonio Basilio,
JoSo Leite, BenHrMartins Dr. Antonio de Arau-
jo, Francisco P. deLyra, Theodoro Freir
Pitombo, Christorao Moooiia, Bemjamin V. Ja-
cobina e 1 irrai.
Cbegados do su! no vapor nacional Bt-
beribe* :
Jos Messas do Nascimento, BenvenutoF.
Lamos, Pastora da Conceicao, Helena Costa e
Alberto Costa.
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
eslabeleciraento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no da 7 de Abril, foi o se
guinte :
Entrarara .... 6
Sahiram..... t
Fallecerara .... 2
Exislem..... 75S
Foram visitadas as enfermaras pelos segra-
les mdicos:
Dr. Barros Soberano, entrou as 6 1|2 da ma-
nila e sahio as 7 1/2.
Cr. Malaquias, entrou s 101.2 da manha e sa
hioaslt
Dr. Reraro, entrn s 9 da manha e sabio
s 9 1/2.
Dr: Lopes Pessoa, entrou s 10 da manhfi
e sahio a 10 3 4.
Dr. Vieira da Cusha, entrou s 11 da ma-
h-i o sahio ;s 11 3/4.
r. Bastos de OUTutra. entrn s 11 1/4 da
Tin ifi e sabio as 111/2
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 3 1 da ma
alia i sahiu s 11 12.
I. Ajudanle do pharmaceutico, entrou s
8 II da manh e sabio s 3 da larde.
1 Ajudante do pharmaceutico entrou s
7 1/2 da manh e sabio s 3 da tarde.
A asistente, entrou s 8 da manh e sahio
s 9.
Casa de Delcne&o Movimentes dos
presos da Casa de Detenco do Recife, Etado
le Pernambuco, em 7 de Abril de 1815 :
ro e o becco formado pela Fabrica Iodua
tria! de Fumos, casa cornmeicial dos
Srs......e loja dos Srs. Pouna & 0., do
ou*ro lado da ra fcaciel Pinheiro.
Subimos, a p e ahi lamentanio*] o e- yq*^
tado em que se acham as calcadas ou' Tb. Blbot -Les maladies de
pavseios lateraes para pedes, pror> xhu- j H', vol ene.
berante do que cima Siseemos acere* daa! TI,!Uiot -La phisophie de
passadas edilidades : d'esde o beeco peoi^rh. Ribo'
qual subimos at a ladeira do Varadoa-re, ol. ene.
ro, eremos nao errar affirmanio qua nao! ',W. KVuudl-Hypnotisme el
ha uraa s calcada perfeita 1 "'B1?- ,. ,
E' at onde podem chegar a iacuria b!*lT?! "-' p Vnt dan Pa5S
o desmazello I Note-se que esaa a tia'
aa-
situada a cidade e so divide pela Varadou- '
aisles de la connaissar :e, Soitiadaa as prendas, sahiram :
A primeiralOO dollars em ouro. -ao
5.664.
darvinisme, (c
Ed. Harlntnn- Le
qn'il y a de vrai el da faux daus celte theo
ra) t val. ene.
TI. Hinot-Los maladies da la volon'e,
t vol. ene.
Wb. Rlbor Psychologie do l'alten'ion, 1
la persona-
Schopenha
Les maladies de la mmoi-
sugge3licn-
enc.
Existiam
Entrarara.
Sahiram .
Exislem .
A saber:
Nacionae;.
Mulheres .
Estraniieiios
Mullier. .
Total .
Arraeoados
Bons .
Doentes .
Lonco .
Louca .
559
2
6
475
412
6
27
0
475
414
388
22
2
1
Tu
umea, que o vzitante estrangeio ou
cional tem de andar, ou ae derija ao Cotn-
mercio ou as reparticoes publicas.
Que idea far, pois, o estrangere de
estado de nos&a civilieagSo T
Folgamos, pois, de ver que aljura mo-
vimento se operava no nosso me o, e esta
idea foi ainda corroborada pelas noticia
quB chegavam ao nosso coabecimento nao
s em wn versa que t vemos com diver-
sos emigos, mas ainda pelos jornaes, - de vimos que sa chamava concurso para
canaliz r aguas e esgotos.
Ora todos sabein que nao civilisada
cidade que nao tem agua potavel em
abundancia, illuminafilo pub ica e calca-
ment ; nem se diga que luxo, qual-
quer destes melboramentos: qualquer
delles, ou tomado isoladaraente ou reuni-
dos sao verdadeiros e imprescendiveis ne-
cessidades.
Como possival, que ha:a salubrid.do u- sPencer-
Tulnc-L'idalsme anclis, etud sor
Carlyle, t vol. ene.
C. IiorabrozoL'autropologe criminalle
t se recants progrs, avec 13 figures, 1 vol.
ene.
O. Tarde -Los transformatins du dreit
elude sociologique, i vol. ene.
Paul J.inet -Les origines du socialisine
a^Sfporain, l vol. ene.
Kl*rt SIlll-Augusto Comta elle p j--
tivisroe, l vol. ene.
G- Tarde-La creminalit comporc 2 vol
ae.
A. NchoQenhancr-Le fondement B
la inrale, i vol. ene.
C. .oiiibrosi Nouvjlles reclierches d
Beychiatrie et d'anthropologie crirainelle, i vol
ene.
I Lnbbock-Le bonheur de vvre, 2
vola. ene.
Ci. Lo cabros -Lis applicalions de V u-
thropologie criminelie, I vol. ene.
Alfred ninet La psychologie du ra
sooneiiieni, recn:rohea experira>;iitales par
rhypnoiisme, < vol. ene
*. SeJiopenUaaer -Essai nw le libra
arbitre, 1 vol. en-.
Jassiication des stiences,
T^l>bl3*.1 o
,j i i >.i u:
( iy.> i -',
ene.
a Berrrand -La pychologie de TeTort
et les doctrines co.tehipor.-iines, t vol. ene
LIVRARIA ECOLA DO POVO
DB
SOUZA PAZ L C.
81 -RA DO I!irEkADOk-;i
Compra e vende livros novos e tsados

D
fregufia de S.
Octavio Angusio Bindeira Freir Merglh.io,
nalural ie Portugal, commercianle, esm Ad.-lai-
do Rita Barbosa Porto, naiuial oeste Estado,
solleirjs e residentes na freuezia de Santo
Antonio.
Joaqu.m Pompeu Mcnteiro Ptssoa, professor,
COm Mina essonj de Mello, BOiieiroa, natraes
des'.; Estado e residente na fregu.-zia de S.
Jos.
Puiiliea^oea Tm>s sobra a mesa aa
seguimos publicado -s
Por -iTerta da Agencia Litteraria do 7- nume-
ro do l< anno da Illu-'.rai'ao ;Hes[ianhola>, a
espen nda publicaco madrilea ;
Diversos exemplarts do Almanack da Fa-
milia para o coireiile anno, da Fabrica do
Peilonl de Cambar, i.ileressanleiivrintio que
conten bons trechos litieranos, ufem de gran-
de grande numero de aproveitaveis receilae
uieis em muitos misteres da vida domestica;
Um foiheto sobre a appeilacao com me re la I n.
1174 contendo as allega.-Oes dos embargantes,
Srs.'Ernesto & Leopoldo, em susientacao aos
embargos a fl. 157.
Agradecemos
A Innova-Esse vspor que eabiu do Pana
anle-rijiteui, dever tocar no nosso porto no
die 11
Fallecimiento-N^-ta cicade fallecen no
dia co correle, o operario Umbeliao d Frai-
las.
Contando, 33 annos le idad, apelar das mi>-
teres Oe sua profissao era dedcalo ao estudo
e de ic elligencla bem desenvolvida.
Paz suu alma, e a soa familia os nosso pe-
sames
Centro L. R. A'azareno-Esta socie-
dade liar no dia 14 do correle seu espectculo
meisal, rerrese> lando o drama em 5 actos de
5. Ca val o,- Loli :u a noiva do bandido -
e a |.o )uiar comedia de Ribeiro da Silva,Con-
sequeiicias de um rapio. *
reos pobres Para destribuir por pes-
soas njcessitadas foi-:ios enviadas quaatia de
SOsOOC.
Oevrra as beneficiadas rezar tira P. N- A. M.
por alma de Mara Eaiilia du Muun Almeida,
a pedido da pessoa que Ibes eflorece esse
obulo.
Polsm as possuidoras dos carloes abiixo
indicados pelos respectivos numeres, entender-
se com o nosso adoii ustrador para levautar a
na quota parte.
H : i--.-94 5-96-97 93 9!)-
1O0 -1.01 -102 -103 10J 1.07-10^ -109 -110
111 1.12 -115 116 117=118-119 -120 lv2
-123 121 12J 127-128- 129-130 131-
13,! 13J-131-135 133 -137-13S-130 140
111 ;Unriana Villa ) l--3-4 5.
Cairne imprestavel Pelo Sr. admi-
nistrador do mercade de S. Jos foram atira-
do3 fora por impresta' eis 87 kilos de carne dos
tainos to mesmo mercado e pertencente a di-
versos marchantes.
Contraria de Santa Rata de Cua-
sia- Na igreja d'essa contraria deita.de ha ver
o Santo Sepulcbro na jun.ta-eira deEndoencas,
como lora deliberado, por falla de Rvdois. Sa-
cerdotes paia fuflccioarem na respectiva missa
can'ada deexposicao.
Maltas-Pelo l)r Coramissario do 3.dis-
tricto orara multadcs em 20g000 o Sr. Fiuza
Lima, com acougae ra Paulino Cmara por
ter exposto a venda ctme em estadcieledee&m
posigr, e o Sr. Vicio-inoSi va cora refioacS>
ra do Visconde de Pilotas, em lOOgOOO, por ter
exposio venda caf l'al-ific&do.
Tele^rauun.ii ret'dos-Achara-se re-
tidos iij Telegrapbo Nacional os segrales d;s-
pachos:
Para :
Herculano, ele Largo Yucbado.
Julio Barbosa de Souza, de .Vatal.
Fonse:s, de Porto Calvo.
Perera Bra?a, de Penedo. <
Luz Caslilbo, de Campos.
Simas, de Goyanna.
Total ......
Movimenlo da enfermariu:
Tiveram baixa :
Antonio Vctor Cordeiro Cavalcanto.
Antonio Mauricio.
coininisso do 1Ielhora Porto do ReefeHecire, 7 de Abril de
aos.
Boktim raetereologico
lora?. Term centi- Barmetro Tenso do Bumt-
grado
23/8
~9 27,-1
12 2i,'5
:3 t. 27,4
6 27'3
Temperatura
,6 ra.
vapor d'ide-
23,95 84
22 16 82
23 44 81
23,70 83
23,67 84
Tbermometro
) Enoet rrecido
a bat i as
81 reaes
Linhas boas, sul norte e centro.
Slatadouro Publico-Foram
no Matad ouro Publico da Cabanga
para o consumo publiio de hoje.
PBSiaS'BirosC negados do sul
por-n:cional Planeta :
Alferes Ct1os_B. Barreto, Joo Torres Crur,
757,"51
753.-85
75,'5S
758*11
758, *63
mnima 25 00
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 30 50
59,4 -Praleado 41/3
Evaporado em z". horas ao sol 6,"7 som-
bra 3-4
Chuva lm,0*.
ireccao do vento : E cora interrupc5-;s de
ESE e ENE de raea noile at 10 ti. 41 ra. da
manha, SE e ESE llernados at 2 h. 03 ra. da
tarde ; NE at 3 h. 13 m. ; E at 10 h. 31
m. ; SE cora inierrupgo de SSE at 1 h. 58
ra. SSE at meia noile.
VsMMtada media do vento 4,-18 por se-
gundo.
\ebulosidade media 0,60
Poletra do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
U. M. 7 de Abril 8 a. 30 m. da m, 0.-050
P. M. de 2 n. 50 m. da t. 2',55
Cemitcrlo Publico-Foram sepultados
no Cemileno P .blieo de Santo Amaro no da 4
de Abril os segrales cadveres :
Antonia Joaquina de Mello, Pernambuco, 86
anuos, viuva, (jraca.
Euuardo Cear Siepple, Pernambuco, 43 an-
nos, solleiro Olioda.
Esmeraldina, Pernambuco, 3 m*zes, Sanio
Antonio.
Maria Isabel Ferreira Piolo, Pernambuco, 23
das, Santo Antonio.
Mana das Dores de Sant'Anna, Pernambuco,
80 annos. casada, Recife.
Joo Climaco da Silva, Pernambuco, 37 an-
nos, s. Jos.
Lecpoliina, Pernambuco,4 anno3, Boa Vista.
An Ir do Reg Barretto, frica, 70 annos,
annos, Boa-Vista.
Lou/eoco Jos de Oliveira, Pernambuco, 51
annos solleiro, Boa-Vista.
Mina, Pernambuco, 4 annos, Boa-Vista.
5
Olindioa de Souza Guedes, Pernambuco, 33
aniioi", casada, Boa-Vista.
Mana Ftrroira da Silva, Pernambuco, 58
annos, s<>lteira,S. Jos.
Roberto Lino dos Santos, Brazl, 60 annos, S.
Jos.
Elesbe Francisco dos Santos, Pernambuco,
45 *nnos, solleiro, Santo Antonio.
VeBancio-Feruandes dn Cunta, PoTtugal, 2
anuos, s. Ileiro, Boi-Vista.
Maria Amara dos Santos Coelho, Pernambu-
co, 0 raezes, Graja.
Pedro Baptigta de A'evedo Leite, Peroam-
buro, 52 dias, Boa-Vista.
Jos Duartc de Azevedo, Pernambuco, 6 an-
no.J, S. Jos.
Antonia Maria do f armo, Pernambuco, 22 an-
no*, solleira, Boa-Visla.
Tobas Jos da Silva, Pernambuco, 23 anno?,
solleiro, Boa-Vista.
Joaqu ra Rodo'.pho do Mello, Pernambuco, 27
anuos, soteiro, Grasa.
sem qualquer delles ?
Os mesinos habitantes que tem de con-
correr para obtel-os s&o os qua bl.o de go
spr. Dir-se-ha que tem de ser laxados.
E' vardade, para seu beneficio, pois ha-
ver, taxa mais pasada do qu-: ter de
pagar 400 rs. por cada carga di peque-
nissimo8 barris d'agua, Daus saos onde
tomado ? e mesmo assim qttanto tempo
se est as vezes privado della a espera
que o fraguez opossa trazer. Nio isto.
um imposto terrive: ? As grandss cida-;
dea de milhSes da habitantes t.im ama!
raortalidade relativamen'a inferior p0riJunta< Commerqial do Recife
que s3o suppndas d'agua superior com'^-. C"A DA SESbAO DE 28 DE
abundancia, de sorte a poderea gastar] MARQO DE 1895
tod* a que 'precistm para o acera ^presidencia do Sr. deputado comnumduJu,
casas e das pessoas. | Joaquim Lopes Machado
Nessas cidades rarissima a casa que, Sesretario Dr. Joaquim Theotrnio Soares
nao tem banbeiro, alm de banhea publi- de Avenar,
eos para todas as classes da sociedade, de As 10 J0ra8 da naanha abno-se a seas&o.
mais ou menos luxo, ao alcance de todas!00"1 a presanca dos Srs. deputados Fi-
as bolsas, 'gueiredo Gurgel do Amaral, Oliveira
Ou vimos dizer que uraa respehave' fir- \ B:,sto e Prente Vianna.
ma de Manc'-ester, Fi Idea Brotheys, se' Tendo Bld' approvada, depois de hda a
oropSe. Ser, sem duvida, um-. fortuna |acta da sessio antecedente, tomou-se co-
para o Ettado, bc forera estes os contra-; nbacimento do segante
dadores; rico3, honestos, elles quarera
n.
A segunda um relogio com corrente
da meta!*-ao n. 6.442
A tere iraum lbum pora retratos -
ao n 2 733.
O resultado das carrelraa f i o segura-
te :
1. pareo900 metro -premios 250)51.
Pj vencedor Phariseu em 67", jockey
Jos Marcelino, 50 kilos, dando a pona
em l. 155100 e em 2 83I0J.
Talipher em 2 8S300.
2.* pareo-8 0 metrospremio 250/9.
Foi vencedor Ideal en 61", jockey Jos
Marcelino, 51 kilos, dando a poule em
1.- 70300e em 2.- 5S9O0.
Saragoca em 2.- 7J500.
3 pareo-9JO metropremio 250S.
Foi vencedor Enireb em 67", jockey
Deolindo, 50 kiios, dando a poule em 1-.
18590) e em 2.- 85803.
Malange em 2.- 105800.
4." pareo 1.1."0 metros premio
300000.
Foi vencedor Hirondelle em86", jockey
Luiz de Franca, 50 kilos, dando a poule
em 1 105WOeem2.- 78900.
Turco 2.- em 2- 10J600.
5.- pareo 1.609 metrosHandcap
ptemio39050O0.
Foi vencedor Feniano em 123", jockey
Manoel Miranda, 54 kilos, dando a pou-
le eral.- 288400 eem 2.- 11&603.
Aventureir.. em 2. i3i!00.
6.* pareo 1.000 metros
3005000.
Foi vencedor Bathory em77 1[2" jockey
Jos Marcelino, 50 kilos, dando a poule
em 1.- 85(0 em 2.- 63500.
Vingador em 2. 12$'X0.
7.* pareo-1.300 metrosHandcap -
premio 30080'JO
Foi vencedor Camora em 98", jockey
Casimiro, 5) ki.os, dando a poule em
1.' 135800 eem 2.- 95000.
Tudo em 2. 115900.
tem temer bravatas nem ametfcas da gii
Provincia.
Oulro bo'Joi especolacQo.
Recife, de Abril de 1895.
Teixrmdt S.
premio
8DICACES OfIb
renda para os seus railhoes esteilinos, e
pode se contar com exacto e liberal com-
EXPEDIENTE
Officios :
Do Dr. secretario da Justiea, Nego-
primento do que contractarem. Por seu,c-ns Interiores e Instrucclo Publica d'este
lado o governo preferir, estamos persu Estado, datad di 27 do cadente, cox-
didos, celebrar contractos com Iquem, fuicando que, em virtnde da proposta
como elles n3o o esteja encommodando do presidente d'esta Junta, nomeou o ci-
COIHNICADOS
Auzento, ba annos, da Parahyba, ti ve-
mos, ha pouco, necessidade de visital-a
e nio podemos deixar de notar que bavia
alli algum imvmento, que indicava de-
sejo de melhorar sua coudioao e civilisa-
Ao desembarcar da *sta$ao da ferro-
viay fbmos surprehendides com o cloa-
mira to, a que se eata procedendo, empre-
dando, de maneira a aatislazer, o larfo
que existe entre a raesin estacao e as
subidas que do accesso a principal ra
onde se acha agglomerado o eommepcio e
a cidade alia.
Quem canhece Parabyba, s-be que
urna cidade velba, de ouja edificacSo nin-
guem curou: sa teve muaicipalidades,
parece que estas se limitararn a aparar
votacSes, ou antea, a mandar diplomas
quelles cidadaoa, qoe melhor julgavam
se desempenbariam dos cargos para os
quaes ae diziam eleitos.
Da belleza, aformoseamento, ou sanea-
moDt> della parece que nunca se tratou,
pelo menos at ha pouco, e foi por isso
qne efectivamente nos eurprahndor esse
trabalho, que ha muita devia i tar eido
feito. i
Nao ha entre nos quem desconhaca a
avalancha d'aguas que se desprende de
diariamente.
Nio sa Iluda o governo. O alrairan-
tado e governo inglez nos saus >naun-
cios de concurso declarara sempre. que
nao se comprometiera a aceitar a propos-
ta de preco mais baixo Isto de
gente pratica quem sabp, na'uralnente
escaldada, >
E deste conjuncto concluimos que a
Parahyba estava gindo govarnada por
cavalheiro esclarecido e que quer fazer
sabir a sua terr. natal domaras ni, que
a tem atropbiado desde os seu- primei-
ros dias.
Haviam-nos dito que era nf.tural do
Estado o seu actual governador, douto
rado na nica sciencia conhc:da, e em
quasi todas sena > em todas as materias do
curso com a merecida distineco.. devida
a sua applicac:o e talento.
Informaram-nos ainda ser cavalheiro
1 fino tracto, prenda quasi serapra an-
nexo ao saber, adquirida a forja da pro-
pria vontade, estudo e vo:ajo0
Damos, pois, os parabens ao Estado
pelo futuro que se desenr la vista, e
pedimos aos seus habitantes que despidos
de preveucSes, se *lguraas ha, se raunam
em redor do seu governador e o auxi-
li-ra com boa vontade, porque elle d
provas da que deseja o bem 'istar da
communidaie, a que preside a da qual
faz parte integrante.
J ustus.
ALEPIN0
iMovidudes! Movidades!
AOS SRS. MDICOS
celbrales en
G. IlirthLes localisations
nsy tiologie (1895) I vol.
Plerre BonnterDla necesvit de ['ex-
amen baclriologique pours, le diagiioslic des
angines diphterlquas tl^Qt), t vol.
r. L. Ejfffer Elude clioiqus sur les
formes pseudo-phymiques de la grippe, (18DI)
ivol.
Dr. H. I.affoutte -Des resultis loigncs
de la cystostome sus-pubienne, opiiraiion de
poncet. elude critique basse e sur 63 observati-
oqs (89i), 1 vol.
Dr. E. Thiercelin De l'rafcction gastro-
iniestinale che/, le nourrisson (palti..gnie el
artiieraent) 1891,1 vol.
Dr, Dujardiu Beaamet Boletim
geral de Hierap.-utica meuica, cruruica, obs-
ttrica e phnrmaceutica, era assignati.ra.
A. Guille man -La pratque des opra-
tions nouvelles eochirurgie, (1893), I vol.
Dr. G. Noratrona-Formulairo du Mas-
sage, (i893), I vol.
Dr. C Furaler-Aaatomio, physiologi
et patbologie, (1895), I vol.
De la blbltotueque indleale
Gharcot-Debove :
Dr P. .crtaline-Iranunit! dans la
avadies nfectieuses; I vol. (1893).
Dr. E Le^raln Microscopio clinlque
ec fO liguros duus'les texle, 1 vol.
Dr. 1.. Poisson -AJenopalhies luberca-
leuses, l vol (1893).
Dr. E PerierHygiene alimentaire des
eufants, I vol. (893).
r. J, Coiuby L'unpyaie palsatile, I
vol. (1895).
Drs Cbareot ct Pitra -Centres rao-
leurs corticaus ches l'liomme, I vol. (1893).
A- Hela-Les Alcaloides de l'opium,
1894) I vol. (De la biblralirque de la clnmie
ratique.)
LIVROS RiCEM'JHEGA.DO.3
Eduardo rrado-A illusai i.merican,
i.' edic, i vol. (A primeira edi&o foi sup-
primida e confiscada por ordera do gove no
brazileiro).
, Acipio Sibbele-Foule cr.rainelle, cs-
say de psychologie collective, 1 vol, ene.
fju, Mhamu-Education et poitivisme," 1
vol- ene.
E. de RobertyAgnosliciime, essai sur
dadao Pedro Dacio de Barros Cavalc-nte,
para exercer as funocSes de amanuense
da mesraa Junta, durante o impedimento
do bacharel Affonso de Barros Cavalcanto
de Albuquerque. Inteirado.
Da Junta dos Correctores com datas de
19 e 26 do corrente, remetiendo os bo'e-
tins das cotacoes realisadas no decurso
das semanas de ll a 16 e da 18 a 23 do
mesmo corrente. Para o archivo.
Foram submettidos rubrica os sa-
guintes
Livroi:
Diario de Pontnal A Oliveira.
dem de Jo Baltar & C.
dem de Barros & Gappert.
Copiador de Pontual && Oliveira.
Idera de Mendonja, Primo &s C.
Tiveram despachos os seguintes
PeticOes :
Da J&o M ria d'Albuquerque Olivei-
ra, Affonso Fiuza d'Oliveira e Vasco Pa-
tricio do Reg Barros, pedindo para que
se d baixa no termo de respousabilidade
que aisigraarain como fiis depositarios
pelas mercadoria8 que, pertoncentes aos
e=tadoa do Norte e Sul, n&o sojeitos a
impottos^estaduaes, tiverem entrado nos
armazens ns. 9 e 11 raa de Santa Rita
que vio servir de Entrepostos Estaduaes;
e para que se lavre novo termo para ser
someate assignado pelo ultimo dos sup-
pilcantes ao qual os dou primeiros, na
qualidade de donos dos dito armazens,
os sublocaram.Deferidos nos termos do
parecer.
De Pontual &; 01i*eira, para o registra
de sua firma, conforme oa exemplares an-
nexo*. Diferidos.
Da David F. Porto Baltar, para -o re-
gistro de procura cao Junta, pasada por
Erico Cramer, socio da firma Alberto Fer
nandas &c C. do Para. Raaistre-se.
De Abrantes &t C. estabelecidos ra
do B)m Jezus n. 48 para o archivamento
d aau contracto social.Seja aichivado.
Da Companhia Racifense de Pantfica-
5o, para o archivamento da acta da ses-
sao da Assembla goral extraordinaria de
17 de Dazembro ultimo, na qual foi reali-
zada a reforma dos respectivos Estatutos,
bem como o Diario Official de 5 do cor-
renta, no qual se acha publicado o de-
creto do governo federal, datado de 2 do
dito mez, aue approvou a meama refor-
ma. Como requer.
De Antonio Marques de Amorm, cor-
rector geral desta praja, para o registro
do cjnhecimento com que prova haver
pago o serr imposto relativo ao 1 eemes
tredo exercicio vigente.Seja registra-
do.
Da Manoel Groncalves da Silva Pinto,
Corrector geral desta praca, para o re-
gistro de idntico conhecimento. -* Seja
registrado.
Nada mais havendo a tratar-se o Sr.
presidido encerrou a -eessao s 11 1 [2
boras da manha.
SPO: T
orly-Club de Peraambuca
5 CORRIDA
No Domingo ultim octave lugar esa cor-
rida, que teva satisfactoria execuaSo enf
seu movimeuto geral
Heuve boa concurrencia -inimacao
correspondente, evidenciada no resultado
da cas. das aposas, que-attingio a.....
29.0808000, prodneto de 5.81G poulss
que f.nm emittidas.
Drogara
Gvlmares Braga C. Depsitos
Je Drogas e producios chimicos, aspa*
vialidades Pnariflaceuticas, medioaniens
los h.Muaopaiicos e liulas, leos, pi.-
ceis etc., ele. Uua do Mrquez de Oliti*
Ja o, 60.
Baria Sodrinho A C, droguistas pti
at irado, ra *do Mrquez de Olioda r, \!.
5. P. Braga Guimardes] Ag-ncia dt-
llas as especialidades pharmaceulicas,
iotas, drogas, productos chimicos eou-
Iros mediCiiroeDtos bom;opalhicos; ru
Larga do Rosario n. 34.
Oeetillatas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n.e 63 i. andar.
Telephone n. 588.
Dr. Barreto Sampaio, occulista, d
consultas de 1 s 4 horas no pritn- ko
indar da rna do Baro da Victoria n
51.
ftjsideucia a ra Hospicio o. 46.
Tetonhone d. 3.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2.* tem consultorio ra
io Born Josusn- 9. l.'andaT. Resideo
ca : ra Real da Torre n. 29. lelephout
o. 366
ncaicos i
Dr. Sd Peretra, ra da ImieralriZ'0
6 d coosuKas'medico-cifurgicas todo
'91 dias das 8 meio dia, menos tus-.
loioigos e dias santificadas.
Dr, Joaquim Lo%rro -medico par tei-
ro, consultorio ra du Cabug o. i i
residencis oa CasaForte n, 5,-:casa df
izulejo, defrooti da igreja da Campia
O Dr, Lobo Moscoso d consultas en.
ma casa ra da Gloria o. 99 das U
horas da manh 1 da tarde. Achao-
do-se fra do.servico publico offereca-S"
para acudir a quaiquer chamado con
pfomptido para fora da cidadeY Esfe-
ciaidad, operaefies, paitos e molestiis
de senhoras e raninos.
Dr. Amaro Wahderley, Muiou o
consultorio para a.ra Duque de Ca\iaa
a. 74 1. andar, onde d -consullas de
11 horas, da manh 1 har da tarde,
Residencia Ra Lhreita n- 4! em
bgados.
'O Dr. Pedro Pontual,ex-chete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tern seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e~
residencia em S. Jos do Mangunho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
\o pablieo(t)
Anda nj escrevi urna liQlia sobre os aconle-
cimeolos 4 do Marco ultimo,
A primeira e nica vez que me ocenpei com
esse assumpto foi ao Senado respondendo ao
Sr. Senador Dr. Albino Meira. i
Si eu ti vase escripto alguma cousa com re-
lacaoao conflicto em que o Dr. Jos Maria teve
a in telici lats de perecer, nada me obsta va -. a
dieer A Provincia -ego sum, n me convertte"
ferrum.
Fdl-o-ia eora a raesma eoragem rom quo vo-
l! em favor do habeas-corpus preventivo do
Cr. Jos Maria contra todas as exigencias da
Junta Governaliva que oo mesmo dia apeou-ine
da'cadeira de juiz, eoragem alias muilo diver-
sa daquella, com que o Dr. Goncalves Maia
qus fogioda priso, destribue hoje patentes de
ssassino ao governador do Balado, ao Dr.
Rosa e Silva, ao Dr. Goncalves Ferreira e al
ao presidente da Repblica.
Assumlriaa posicio de advogodo d>8 denun-
ciados como autores e cumplices do tal prem--
di'.aJo assasinato assignando lodos os artigas
que julga8se conveniente- publicar em deesa
delles cumprlodoo meu deverda ddvogado f
(1) Repetido por se ter dado ura engao de/lar
%a defem siva
F.st rauo rebaixala entr no* a imprenn,
o sublime iivonlo de Gultenib:rg !
Nao fui, cjrlaraenle, para peioariulio, que, o
grande Irmiom le:u ma toalhi en qui a ciei-
lisicao enxuga o rosto toiis as manhi!
E' preciso acabar com o anonpnoto. Urjj j
lomar samoloanfc madida, era beneficio ra de um povo.
O jstvlo nornog-apnico est na ultima- mo-
da. Os;or;iaJiera-in.i*cj tjnsrara a piula ;c
para elles j nao lia mais nada de sagrado.
Funcciona o Congresso Legislativo Jo Esta-
do ; e (5 tempo te prohibir essas dewanioa da
palavra.
Os nos?03 advrrsarios sratem fugir-'ho3 o.
i.'rrcnodos p?s, e correal lodi tfHpawda;
lislribuiado cooce, s--m mesmo lerjm qaem
lites saia-ao-encontr para .<* Ilm o fre.
Ho de iierem vencidos pela fadigi. Sis
conlieci'mo3 oalro meio de cimmil-j or-
dem.
N5o foi pt ra trocar insultos, qu>; vi;m>s 4
imn ensa.
Se um bur vos dr nm cou:e, duia S)cra
les, certo, n;j Itw haveis de m indar cortara
p irna.
Temos cerlza de vencer os deletcrios das rt-
tntnheencias histricas, aue nao prejadteam.
E fuila a biograplilu do iafeliz inorio-, racor-
dados um p)r ura seus tristes feilo3, desle que
jntrou na vi ia publica, torenus concluido a
nossa dcfttsi ..
O quo temos escripto, j p-ova, s-.ciJaie ,
que Quem sema ventos, colhe leoipesta-
les...
ni a.ligos extensos, acompanbalos de do-
mnenlos horrorosos, quasi lodos d proprio
punl'o, de infeliz raorlo, temos arrancado a
mascara toi hjpocritas, feilo a luz sobre os
.iconlecimentos do da 4 do mez fin-Jo. ta> gel-
KWimpBte tspeculados pelos inimi.os do brioso
Di auveinuuur uo csiauo, por quelles qas
sup(.!in qte fcil destruir com meia duaia.
-le pnlavras tolas e sem moralidade, nm passa-
lo glorioso, argaraassa de lalenlo, herosmo e
jlinegacao.
E pjrque defend.mos uma causa santa, ren-
leiido un | re'!) virtude. ell s, esses inJm
dos de DELETER103, afudm e agudo* pu-
nha's, na espirituosa obrase do acadmico Joo
Lu-inio, murenant as orelh'is o jogam sobre nos
luJoquiinio possuera de melhor, tm pbrases,
iu s aubera provocar a mais triste compai-
xo.
Nao de eslranhar que elles ssjam grandes
r,a pornograpliia. O mestre foi de forja !
O publico tea I i lo os nossos artigas e pola
Jizer se inventamos.
Na Democracia de 12 de Junlio de 1830.
se o seguinle :
A' columna do Jornal do Recife.
(Em forma de enigma;
N'osot. mandado per pes oa algum* ; os
homens de bem proceden) pjr si.
S recebem ordens os lacaos, quelles qoe-
> trajam farda de galio branco e calco, e aprt-
>senlara-so as salas, como Ganimedes, a offe-
recer com o riso nos labios, visitas di meia
noiile, doces que tra .em as salvas.; <*J
E' prefer vel ser dou lo, ser INFAME e
morphelico poltico.
Se nio coiuprehendem, coraprem oculos.
11 de Jurho de 1830
Jos Maria.
P. S. Tei' ura cartucho de confeitos qnem
primeiro decifrar.
Os g yplns ao do autor da verrina.
'O infeliz raorto era enormemente granie n
insulto !
E deixou bons discpulos :..
Yuriemis boje, um pouco, at que nos cne-
yuem- mais alguas documentos compromeltado-
res .
Podamos fallar em cartas particulares, qne o
inditoso Dr. Jos Maria dirigi pessoas conhe-
Cidas e dignas de re.-peilo. araeac-mJ,- de
fflDrte ; mas- nio eslames autorizados fazal-O-
Eniretanu, ba muila gente nesta cidade, que
jurara de vis sobre aquella nossa arrmy*So. -
Vama; Tallar dos telegrammas ae effeito,pas-
sados para j Rio pelos deielerios d'A Provincia.
Sio de tal natureza que elles mesmos lm ver-
gonha de aprecial-os, dando aos hilares noticia
de.bavel-os passado.
Imogine o publico que chegaram a telegra-
piar, diz m lo que beira da sepultura de Jos
Maria fo an proferidos muitos discursos !!:
QNas injurias e as mentiras, ntngu-ro p-le
excedel-os !
Quer o publico .ouvir o juizo do Dr. Martios-
Jaoior, tal respailo ?
Em 3 de Marco de 1332, dizia o mesmo Doolor
no Jornal Co Recife, em artigo da redaco:
EMBSTEII103
i Lela o publico serio desta capital os tele-
grauimas que ess:s individuos, qua represec-
tara em Pernambuco a opposicio, exp: liram
Tefercncii aos acontcciir.enlos do da 21 do
mez nidrio, por elles provocados, e v.a do
quanto sao capazes taes individuos ca e.m-
a-panba in gloria DA MENTIRA, DA CALOY-
li NA, DA TRigO E DEOTtAS DAIXE-
ZAS :
Pernambuco 22. Hoalem, a nouie, Iiout
urna imponente rnaaifestago ao general Cla-
rindo. Os situ-cionistas despeitados pela
completa abstenao as eleicOes e indignado,
convocaram urna reunio papular, em f enteft
rodnecao i'A Provincia, e ob.iveram ordena
do questur para dispersar a multidao. O povo
protestan io, questor disse que dariaem brev
a resposta. Logo depois foram assesladas
metralh2doraB ra frenla d'.-l Provincia e a
" povo espuldeirado pe a cavallaria de polica e
apangas.
Houve-rauas raortcs, pris2s e diversos I*-
* mentos.
t Paula .'(lafra foi espancido e prezo. O aca-
dem-co Domingos deStua Leo es i
mente ferido. Houve ordera da qu
llEElH




".







r,1




I
Mario de Pernambnco Terqa-feira O de Abril de 1805
ncia assussinar Jos Miria; que infeliz-
cente acha-ae ausente. A Provincia foi cer-
cada pela poli :ia e capangaa durante toda a
nou'.i!. Ogeneal Cluriodo sanio cora drffl-
cu ds.de acomp mhado por amigo, regresan
do pura b rdo. pediio ds junta, para evitar
rsTolJcta popuiar. Sendo Ce liope provcalo
iwr que8tor, repellio enrgicamente. Eli.
p'rezoa cadete Artliur de Oliveira. Os tou-ln
foraoi atac dos e as senhoras desac. tadas.
Hoje pala manila forana arroiabadas as portas
d" A Provincia, que loi invadida pelo queslor
asado destruida lodo material, flcanJo po-
este motivo su.-pensa a publicaco A ci la
de e.'it alrmala. Caiar Phaelante. Es-
teva.). Druramond.
. Rec.fe 22 ;6 ranoram hoje os oossss telegrammas allixa-
il s em frenu 10 escriptorio da Associacao
Commercial e outro lugares. Durante o dia
soldados de avallara percorreram as ras,
dispersando grupos e amelando. Ha absten'
gao uas eleices do interior. Provincia.
i Avaliem os homtns sensatos o valor moral
da gente da opposrjao em Pernambuco, dessa
gente que, apeada do poder por se ter torna
do absolutamente incompativel com a raorali-
da :e e bem estar deste Estado, dessa gente
. que cercada da capangagem rente prazer em
alarmar as familias e a populacho pacifica des-
la ciiade procura por todos os meios indiy-
nos vis, e s proprios de individuos uialefi-
eos ikturpar a veracidade do; factos.
FeLzraenle ja o publico d'esle Estado, raes"
me da ."apilal Federal, os conhece bem e do
cruanto sao habis na mentira o no embuste !
Inglora tarefa !
Alteo la o publico que HODVB MUITA3 MOR-
TES; PAULA MAFRA FOI ESPANC.vDOrO
ACADIMI .0 DOMINGOS FOI GRAVEMENTE
FlRIDO; HOVE OKDEM DE ASSASSLNAIi
JO M\RU, QUE INFELIZMENTE ESTA VA
AU-ENri2; OS BONDS ATACADOS E AS SE-
NIORA- DESACATADAS, O MATERIAL 1T
A PROVINCIA DESTRUIDO, ele, etc.:!!! _
E digam os hoinens serios o que valera a3 pa-
lavras l'esses professores do qaaresma, typos lio
cyricos ni injuria, quanlo imprudentes na raen
m l
Creornm siluarrfio dQcil para elles mesmoa
boje ninguem fbea quer mala dar crdito; a
palavn, d'esses especuladores nao tem cotagao
na prapa da dipnidade humana !
E' o caso de dwer como ellea :
r Quindo telegrapham, os floa Iremera nos
postes e os caLos submarinos agilam-se apa-
vorados as profundezaa do ocano ::!
Permuta o purissimo da Gazeta, o solidariu
com o Uto da pitr.a, o amigo do iefunlo t nim do vvc, que fajamos nossas, proposito dss
gftus, que lin ido ein profusao para a Capla
Federal, aa saban e bem applicadas palavras
cora que S. S. commenlou aqueles pnndegoa
tel Tem razo S. S. O publico da Capital Fede-
ral conhece o Sr. Jos Marlanno e conhecia
tambem o infeliz morto '.
Na mentira e no embuste, sempre correctos,
sempre immensos, sempre conhecidos.
Entre um frade e um burro.....
O Sr. Jos Mara era o frade.
O Dr. Martina Jnior nos tem sido ptimo
consultor, deposilo inesgotavel, em uossa de-
feta.
Nao Ihe fallaremos em gorgetas, porqu; ellas
s servera para nos, os pequeos, os que se
vendero ; mas se faz queslao por um honorario,
baxaiLOS, sera demora, urna portara, para que
do roubo da Thesouraria de Fazer.di, pessoa
mulo sua amiga Ihe passe urna boa porgao
Os eros, quar.do Iransformara-se, pela me-
lempsrcose, em bravos demtcrjtas, so de urna
yuiuTosidade, quisi pasmosa, rrincipalmenlf
c.m o alh.o
S S. bem nos cntende.....
Algucm j Ihe poz por cima de uru saeco de
desaforo?, o Lll.-eiro : AO B.DE F. -. ; e nos
s fosemos laraenlar a miseria humana.....
Entre os dous, a esculla, para o hornera de
bro, pareca fcil.....
J astas.
P. S.Escapou-nos a declaracio de que o aca-
dmico Doraio os protesteu no dia siguinte
pelos jornaes contra o sea -feriment> grave, po-
dindo em termos bem ctarus, que nao especu-
lassem sua custa.

loi? Coi
de Ieraai-
tiuercHel
buco
I CTACOBS OFVICIAIS o JUNTADOS C0BBTOUR.8
traca eci/e, 8 le Abr de :89o
Nao bouve coiit^a:.
Q preaidente
Anouio Marqaei aeAmarim.
6 secretario
'iao-.el Sjncjives da S.Iva Pinto.
Oamblo
Pracj do Racife
J Ban'i ab'IrKiucoui tika de 99/16 sobre
Liioris -t 90 i\i>, realisaofli-e depoia doneio
til slgumas lans cO"'" 9 5,8 retraoiodc-ae eiu
eai seguid* para 9 9i(6.
Em paie! particular uuj coaetou aegici1.
< cia i-ara o aartcutior
AMfiW
U -na (o.- 15 kilos. C600 a
C-i?tallaad> por 15 kilos i a
Btiojo, id(( ,idea3. 4 Su. eica, Mert, lde,c S9 n
Miacavado. dem, ilem. 231W a
1) l| OalCi'- lf O il-Q SAJ a
Bru o melado dem, dem SiOJO a
Re me, dem dem 14/00 a
Trocando...
L pelos arraiae- contrarios ao rana
certamente, a pas de Varsov:a...
Hontem, em um bond da Magdalena,
perguntava couhecid > autonomista, um
typo qua'quer, um desses deleterios de
bolso vasio, que sentava-se em lugar pr-
ximo :
Viste a uossa guarda nacional ? Que
lembranca triste xquetla D.'pois quei-
* xam-33 da desgrana... O uosso partido
< nunca teve bou diecc,o .
E o oiit'-o, da cauda entre as pemas,
assim com sytnptomas de bode, q'i
comeu urtiga branca, retorquio :
* Estou nasta... (aqui < lia profer
urna palxvra qnn n5o podamos descubrir)
porque fui atrs de mos cnselhos; <
msso partido est acabado. Pojo se para
engrossal o preciso f llar em Lncana,
Correia da Silva, Veras e etc.! D.'ixo j
esta... e vou cuidar e.n outra tid.i $.
E dase anda muita cousa, que n&o
podemos ouvir ; porque, no melhordogos-
10, o Delmiro Gouvea lembrou se de jo-
gar soceos cem um guf rda fiscal, e a al
gazarra foi medonba.
O faiscantc, todo apislonad, ia no
mesmo bond...
Elles j nao sabem guardar certas re-
servas, sobre os negocios particulares de
casa !...
O desapontamento incalculavel; a
especulaco pila mo te do infeliz Jos
i
'.lom., p a Rio dr
Ro varor all Janei'u, car riiintai :
M F. L ,(*'> 1. 00 saceos com 6 i.COO k lo
ee jj-.Hiicar oraucj.
Nj vjpjr f mcet Parabi>)j>. para Ro i<
JOetro, carregaram :
A Moreira & Irm.i, 500 -a cjs com 30.0CO
alus de a.-aucar b.au.'O.
o v.>pjr oofuegoruse H.'tir., pira Sao-
tos, carfgoa :
> a. do Eirado, 5 0 saicos com 0..00 k i>
<)e asauca' branco.
Mo vapor uurua^upoae '-urim, pra Rn
le Janeiro, uarreeoa :
A f. H-m s, 8 .i-xa com 360 litros de cidro
Nj tapo- nacional O.iaaa, pura Rio M
Jaeciro, carre|{uu :
J. G- T i-r-s Juaijr, 11 raixaa cem f 40 klo
:ie du e. 1 o meas ora 125 kiloa de aisura'
orauro e t caisaa cjcu 18 lurja de aguardrute
Para BaMi, crrt-,coa :
C. ie E^iifa, iOJ aaccja con 6000 kibs d
fei;a->.
Paia Victoria, idtreg?* :
C. de B-liva, 100 caixaa rom 1.600 kilos de
6f-X) S-'0 21 barricas c.m 360 ta ae as.-uca
Maria foi tSo grende, qi.e deecambou
par* o ridiculo.
Logo principio, elUs tinbam por boa
aquella desgrasa ; desde que suppozaram
que o cadver do amigo seria a escada,
por onde haviam de demittir o Dr. go-
vernador do Estado e da notiuar qualquar
demetrio,
E, sendo assim, valia a pona sacrificar
meia duzia de generaes !
pAra os fias, nao escolhem meios.
Notamos qu i elles tem odio incanaavel
ao dist neto Dr. Cupertino Cinlra; sobre
quem atiram-se de preferencia, a propo-
sito de qualquer assuoipto.
Mas porque tanta dureza de cora-
SSo ? !...
Sera inveja d) talento, da illustracfo,
da seriedade e dos sentnneatos humaoi
larios do- Dr. Cintra ?
Rssigne se cada qual sua sorte.
Insultaram dcsabcidamen:?. o generoso
Dr. Cintra ; tudj envIdarSo para pertm-
bar-lhe invejavel calma ;. e S. fijtc,
sempre grande, sem^rj b-jmfazej-i.sempra
psrdoara3 fallas do seus amelbantas,
fez ouvido da me cador e, respondaud i
tantas ingratilois deixou-lhea ao re i
rar-se pa:a a Capital Federal amavel car
to de visita,, offerecendo-lha3 seus serv-
coa, onde qu.ir que a aehisia.
N&o se jnlgm i fen lid. 30 preclaro
parlamentar ; traduz o, por elogios, as v-
ania8 do deleterismo !...
Uas alma grandes a nobrez-i e-ta.
E a matilha damna-ss, porque nao
adrate se nao pagamento na mesma
inoeda !
Tanto prazer sent o deleterismo em
insultar, como em ser insultado!
Quem nisceu p:ira esenvo, nao poda
eet livre.
J amos esquecendo qie estaraos na
trosa.
Ve;n perto o tribuno da carroja.
Quer mostrar que nao teme a mirte ..
Sabe que ha de ser viclinn de seu,
grande pauiotismo, m is quer tombar nos
bracos aa historia...
Anhej-iila da fazer tiemer a -trra
paruaiubucana... O h>m:m pretende
vingar a morte de Jos Mara.
Qaer dar um desmentido solemne
quelles que duvidaram d^ una influencia
no dia, em que mansa e pacificamente
fo inettido na enxovin...
Entilo, quaria ser rnartyr; mandou
que o I eao do Norte nao rugisse, que o
pjvo recebesae com o riso nos lr.bios a
ugratido do despota Fbriano, segundo o
entender de G. M.
Agora, quer ser here ; e o por rcea.
Mal ter a. pisado em trra pernambuca-
na e j'i o medroso Dr. Barbasa L'ma en,
tara, bordo de al,gum navio mercante-
em demanda da baria.
E depois, palacio do governo, The-
FAUTA DA ALFANUEG.i.
VALOBB3 DAS HICADOBIA* NACIONAU SC1K1TAB
D1RKITOS DB BXPJRT4VX0
Semana dt Ha ii de Abril de 1895
souro, Alfandega, Correio, Telegra-
pho e o reato da cidada perteucafi 3.
Exc, que, m-ntado no cavallo de Troya,
pare irrer triumphante, levando atrae
com alevautfdo patriotismo o homc.m das
bxas ou das duchas, a su nova fazenda,
os seus velhos dominios...
Nec semper...
He o horaem vem comer e vai co-
mido ...
O ceso que j o velh, Borges da
Fonsaca dizia, que as pitombas nao ser-
viam para isca de ratos ; o seb;> ou o
toucinko...
Nen cuna pitombio, jaaxixis, val
o quiabis, sed cebo, toucionisve, pi.hitur
guabirus.
Dr. Ros"lies.
Ao eouiiiiercio
(Ja abaixo assignados, proprieta ros da
Rotiaserie Spo tmann, ra Duque de
Caxiasn. 2(J, havendo rosolvido dissol-
ver a sociedade que teem nesse eatabele-
cimento, pedem a quem se julgar credor,
por qualquer litul'i, que apreaentea conta
ou nota de seu debito, dentri re 3 dias,
a contar desta data, uo caes do Commar-
cio n. 1 ', osa de Guimar&es S C.
RClfe, 9 de Abril de 1895.
Genaro Geszi.
Por pro.'uracjlo da Adolplw Hilemvin.
Alaria Slein Hilemann.

5i2M>
3*700
2J7<><<
!<3 0
S<2W
Algodio
tiSo conatoo negocie.
aleool
(': pipa de 480 litros 235J vecis.
Afnnrdeate
For pipa de 480 litros 150J venda.
Coeroe
Seceos salgados ;:a base de 11 kiJoa 82) rU
ven Ja.
Verdea a 62) ris, note: nal
Carnauba
L la-ae de 15* a 18*000 por 15 kiios.
el
For 100*000 nomii.al.
rli!-LA DAS ENTRADAS DE AS-
8UCAR E ALQODaO
Mez de Abril
Ba/:ac38 >~ .
Vaporee.....
niies.....
Batiada ce FerroCeotrai.
Idera de S. Francisco.
Ideta do Limonro. .
Homila. .
assd- j
car
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dio
Saivs.'Sacc^
IfOO
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553)0
721
10825
835
230
209
55*
37''8I! 2017
Is.poriaco
REC.lt, 6 de Atril de 1V5
Fara o exerior
fo vapor ingle Mercbant, para Liver-
pool carregaram :
J. Pater C, 1 caixa com parsitas.
Di is i: Llioie, i caixaa com plaitas v vas.
G. :u ma de ;., 6 ea:coa com 410 luios de cera
vege il.
Para o loleror
No vapor aa.eri.ino llarrors, para San-
to*, carrejaran):
C. de E-uva, 20 pipas com 9 10) litros d
aguldente.
P. Pmt & C, fiOpipia c.m 24000 li'.roe de
a! ou .
S) pitarho dio marquex I. P, L'esen>,
para 1 y ma, carreearim :
& J 7 0 tiar.io-ja com 81 200
kilos f fsocar brando.
Sj vapor oatloual Sarjteliroi, para Felc-
c,-T8iraD :
P a e'-o A C, 203 bit !:a3 com 21 801
O-ar D:an:o.
reinalo.
Pdra Rio de Jioeiro, crrfg o :
U. de >'. Pradco, 2 cjuai cj u 200 kiloi d<
doce.
Ni vapor infiel Misar:', pra Bio de J<-
aeiro, carreBoa :
A. Costa, 60 caixaa com 3.-0J tilos de mesa
de icroa'e.
P^ra ust i, carretn :
A. Cosl, 25 cala com 1,500 kilos demass*
da uraaie.
N> va,o iofclri Borboi.. para Kia de
Jaoeiro, carrei H. Wli.iui8&C., 70 pipas coas 3,6-0 litros
le a.Uir- eate
.no vapar id,lez G. Prince, para ttai.i.
carrejaran :
A-norim 4 Cidoo, 1.2C0 vtlames cem.....
117,614 kilos ae assucar nranco.
No vapor oacicoal E-lrci.a, p'*ra Pnelo,
carreearam :
P. Rodrigues & C, 5 garralOea cox 63 iros
de (eoeora.
N. b-r:a nac.onal Sima*, para o Para,
carretroo :
L. J. S. Gaimarass. 200 barricas com 13,320
knoj e assocar braceo.
No vapor loglex J. Prince, pa.a o Para.
Car-'Rrrj .
N. M. do K;r.dj, 270 volnmes com 19 03 '
kilo* ae aasocar branco e 6 barricas com 720
tiloj de carvao aoimil.
No vjpor nCional Placeta*. p>ra Ceari,
arrefiar.-m :
P. Liroeiro & C, '.0 barricas om 2,12) bilo<
ie assucar branco e 20 altas com 1,22) Ui;os de
lito retinado, 350 d:ias cam 27,2'i0 ditos de dno
braceo.
J. Bailar & C, 200 barricas com 17,600 kilo
iie-sucar branco.
Pura la: aoa, < arregiran :
P Al vea & C, 65 barr.s com 5 850 litros d
agaaraente e 795 >oiames com 53,071 kilos ae
issucar braac-j.
A ucriai & Car los 40 barricas com 2 78.
kilos de assacar branca.
J. Rodrigis. 25 barricas com 720 litros de
cerveja.
C. Piolo a C, 30 bi ricas com 1,350 k lis de
nanear branco e 35 ar s eos 2,060 litros de
agaarJecie. .
J. Baitsr & C, 15 tarris com 1.305 lit'os de
cgoarJenle.
P. de Ouvelra Ma a, 60 barricas com 3 540
kilos de assacar branco.
P. A. dt Oliveira, 171 ba ricas com 6.60)
9JI0S de aasocar branco.
No biate Deas te Guarde*, para Moa'or,
c.rngaram :
1. de Miceds, 5 barra, com vlono de cajo, 18
c i xas com cognac e 10 dUas coii 699 litros ae
I i ores.
S- i gueira A C 2 bar icaa com 110 kilos
le a-8ucar refloado.
A. C'.ib, 19 caixaa com 152 litros de cogoac.
Pra A'acaly. carregaram :
J. S. do Amara! C-, 20 barns com 800
iilr.. de viqo de fru tas, IScalxas ejen 120
duos de cidra e 5 di'aa com 120 ditos de ce -
eja
*Koard Ola de canaa.luro.............. kUO
Dua derlUada ou aiuol........... 45<
algodo em rsm", k iig........... t5l
arroi coaa casca. 11 r-............. l ao
issucar b'auf.r.i em............. 3>3
Dito mascavacc iiem............. 2
uo iea:iada idem............... 360
BKoa de mamona, ilem-........ 430
Hoinehj de ttile maegabeira, idm t*0O
Cacao, dem..................... 900
Caf Ortm, dem .................. I ou
li 1 csr.ina ou restolbo, dem...... i*JO)
Dito ijUO. idem................. 2tC0
iiijoriliuario, dem.............. I*'l0
SJi-m- de c^.-iuna, o .vilo....... 47
M"a.i kilo...................... 3co
Sebo em rama,.'k !a.......... .. 66'i
Tiiaiaoa maocira, k.lo ........- 'i-'
Tabas deamirtiio, au........... 160KIOO
Cera em veas,Kila................. l*iitH)
Uu vegetal em D'uto, kiio....... 281*0^0
Oa leo bordoi espceulacto
Foi assim que terminou o seu criterio
so artigo publicado pelo Diario do boje,
o meu respeitauel e Ilustra amigo tfr.
desembarga l to da demittir-s- da paternidade que Ihe
empresta A Provincia, dos artigos que
s tira publicado s^b pseud nidau no mts-
m> Diario, e tos de 4 de Margo.
E not.nlo que oll>, bem que em con-
tradegao coinsigo propria, com o cumu-
lo da tolices e miproperios contra mira
h'>jrj publici'dos ero sua pagina de honra
\i rq ia chama io a d.por sobre aquelles
ac-iutic meatos nao oicultei a verda^ie
pra que b autora da morte do Dr. Jo.-
Maria vi'see r^cahir em quem conviuba
aos seus malvolos fins polticos, quer
tambera attribsir-BM a 1. e ma pate- ni-
dada ; devo declarar que nenhuma co-
panecipagai tenho e o taes *it gos, .e as-
-im dizer com auella illuitre mgo aos
Srs. A'A Provincia : outro bordoa espe-
CulicSo.
E' de notar que fago esta decUrasao
para que o publico sensato avalie o sen;
crteno cora que A Provincia levanta'
accujac3es aos que Ihe cabera no desagra-
do p'ir saberem cumprie o seas dever-.s
cuojs.
ecifa, 7 de Abril de 18 5.
Manoel Nunes Correia.
(Trigsimo dia)
Joaquim d'Almeida Costa e Ma raulher,
leudo recebido a infausta noticiado falleci-
tneuto, o:n Lamerfo, de saa querida infla e
sogra, D Miii.i Emilia de ftfoara Almeida,
conviilum is pessoas do s jas amiznde e da
finada, para assistireitl s missas que inan-
dam cetobrar na igrja da .Madre do Deus,
s 8 horas da manha de qt.inta-ferra, J7 do
correute ; autecipando desdo j as pc.ssoas
que aseisiireni profundo rejonhecimeuto.
Carolas ou aemeuie ueulgjiai, deui
Carrapaieira J-rnaba dem...................
'.*' vao e pe Ira, loaelaJa .........
Coa.-oa seccas eapUbados, ;kilog....
Ditos ditos salgados. dem.........
Ditos verdes, dem..........
Cooriono om.....................
Cocas em casca, cerno...........
Parraba emaoaloca, kno..........
Graxa seb, tilog.............
Geotora, l'fo.....................
Jabjrandj (fulna), dem..........
Meios ae sola, valer nominal.......
ifel de lD'iue oa ra*lac 1, litro......
Milno kiiugr......................
fcii.-s de cabra em cabello, valor
do ctii'o......................
dem de carueiro em cabello, valor do
cerno .........................
036
1*30)
MVOiiO
Vfc8
7<8
486
U750
9*0UJ
100
693
30
800
6*5 .1
177
130
240*
UO*
ftentliaaeatos pablleo*
Uei Le Abril de 1895
Renda geral
Do dia 1 a 6
idem de 8
Alfandega
2.7:201*312
48:2)t*.97
Reada do Estado :
Do d a 1 z 6 72:076*477
dem de 8 4:150*968
293:492*189
ioaimid rC6.
ObterisfSa
P.-oce t-rite d? V, p-a <,i t* escala (oode.a au
Laa;ar.'.L, %s 5 3,4 Duras aa la d o v^-pur ''.1
<(lea 'ti i.an>i.* : o) com uuuicja coua t 1 ;
t.
S'j-pnndra do U>m?rao pira S. Vi'eo'e u
vpjr inglira HavH.rtj.*, e hi.o leva comxu 1
rio com a teira-
Mereado llnuieipai de 8 J s
O movimento deste mercado 00 da 6 de ao h
foi 0 scgDiole
Rnircnm :
46 bois pesa:do (i 117 mos
420 kilos uo peixe li rs. 8 4 0
4 compart. con ma-iscoea 100 -s. ti"*-
2 ditos toas cmaro^ > i(W re. *tow
27 1/2 columnas a 61OT r. I6*90b
i i;arga com alindas a 600 rs. I.'O U
10 a.suai'A eom tiailiuiias a 3 1 cargas co.u nilCo trdfl a 300 rs. *30u
4 carg.s loj oacacbeiras a 30W rs. !**'
5 cargas com melancia a 300 rs. 1 o 0
2 cii'gas com leucas a 300 rs. -0.
3 carga com Calilas a 300 rs. 6JO
2 ,-arnas rom genmeus a 300 18. id <
3 :arga uoui bmanas a 300 rs. /9 V
2 cargas 8kd laraQas a 300 r atr>0i<
2 carg8 com ceooimtio a 300 rs. *-i n
10 cargs cum divaraM a 300 rs. 6*Odti
'.0 cargas com faria a 200 re. 41'& 0
7 cargas Com mo eecco a 200 rs. l*4i:u
6 cargas cem fejio a 200 rs. l2
67 lugaies a 200 rs. <340o
24 Suiooe a 300 rs. 4/8.0
12 como, com daineiros a 1*000 1200,j
9 comp. com pcij- iu a 700 rs. 6*30!,
9 comp. c.;ai (ressura a '-hj b. 5*4 0
3* comp. cem coraKas a 70o rs. 23*800
44 como. cou. tuteadas a 600 rs. 4icio >
49 comp. com verduras a 300 rs I4470n
88 comp. com farioba a 4no rg. 3i*200
50 comp. f.om talhos a OOO IOOixi
ln9U. 811U, UF
BEGffiTAB
ma
( Grande depurativo do sanguo ). A[iprova-
do pola Evina. junta de hygicno do Rio de Janei-
ro, premiado na sxppsG&o do Chicago e prepara-
do por
JOAO DA SILVA SILVEHU
Ph?rmaceutico diplomad >, residente na eidadej
de Pololas, Estado do Rio Grande do Sul.
N'aosejulgueque
inas palavras acbampa
reunidas to s para ur-
nar ao cffoito. Sondo
ilis duas inimigas, pa-
eceiii entretanto a ca-
iiiinliareni juntas,
vas e vigilantes, ..as
sempre promptas a ilar
combate entro si, poique
a syphitis um dos da-
gol lus da humanidade:
s por si, ella abrange
lousfcrcosdas molostias
clnicas, revestindo e
mascarando todas is en-
tidades do quadro noso-
li:
R.ndimunto de 1 a 5
Somma total
76:427*44?
447:725*002
Feroambuco, 8
2* saca 1 da Alfandega de
de Abril de 18S5
0 ebefe da seceso
L. F. Codeceri.
O tbesourelro
L. al. Rodrigues Valenca
Hiiviuien o do porto
Naloa entrados no aia 7
Rio de Janeiro e encala 8 lias, vapor loglet
Lidian Prince, de 1,198 oaeladas, comma-
dioeA. C. Lee. eaoipagem 25, carga van>
gneros : a Jubosto'i Pa er & C.
al ico15 las, palbabote nacional Janriiaby.
de 126 tonelada?, capillo Antonio de Sooia
Casto, equipageo. 8. carga varios ^eneros a
Haoo< I Joiqolm Pessoa.
Fernando de Noronba36 borar, vapor naco:J
Una*, de 268 mulalas, commandaate Fraa-
ciaco Camibo, equlpagm 30, carga vano*
gneros ; Compaobia Peruambaca*.
Na'ios sibidos no meimo da
SantosVapor n.ciinal Capibarib;*, coroman-
danta Vinasaio Costa, carga varius gene-or.
Santos e escala Vapor ingles M-irart, cera
ma.'jdanie A. Ma'basen, carga vares eneros.
afanaos e escala Vap r oacijual Planeta
corcoandaote Manoel Joa de Asevedo, carga
tarloB gene os.
Prsgos da da :
Carne veide de 3)0 a 1*200 rs. o kilo.
Sulnoa de 90) a i2)0 idem.
Ca-ce-rc do (#000 a 1*200 ideo.
Pancha de 700 a 1*50) rs. a cala.
Milno de 600 a 700 rs. a caa.
Feiiio e 1*500 a 3*0:0 a cuia.
Hav.oa eaperadoa
Dj Rij de J rifi'o
Barca portuguesa Vaso da Gama.
De f elotaa
tugar noruego-nee Nina.
fis.uua silesia Gioa.
Logar coruegueuse Bic'wold.
.-ena i (allana SaiitlBiina do Rosario.
Lo^ar rortuRoex Mjri-jbo Vil.
L'Jgar dianm 'qan Aarcrae
Dj Rio Granee do Sel
Lugar dina a .rqnes Tb^a.
Vaporea a entrar
Mes de Abril
C e!c. do sol, lioie.
Stfltlii, do tul. h je.
Belgraco, da Eu-i'i.a, bo,e.
b 1 aula, do sol, hojb.
Bsplorer, lo L varpuil, bej.
Ala;<.iaf, do norte, a 9.
Sanfs*. >io sul, a 12.
Espirito S oto*, do sol. a 17.
M-iraobaD, do sorte, a 21.
B-azil, dj al, a 26.
Oi*)U
145550"
1 "9* reo
'feudos qualquer uianifesta^&o tuberculosa Proeurai a fundo deiia 9
res encontr.il-o na syphili-, se nao adquirido por vos, representando urn
nste logado do voss.s antepassados. Ton.les dores irradias as pomas,
jnos bracos, no tronco, em todas as articulares e.iifim ? Nao precisae* de
mais nada p ira ficardes convencidos de que .ondes em vos o gennea fatal da
syphiis. Cahem-te os cabellos, os pell.is do r isto, a pell se en ruga, orna-se
urfu/racea, os unheirus manifestain-se em larga escala, e Picareis inuerto
obra a origem dosses males : acreditai, porm, ainda a sypkilis a gerad>
ra de todas essas manifestaces. jVos combates do amor, sahistes fondo ;
na3 perciis tempo : anda a syphilis a causadora do vosso mal presen.'e e
futuro. Nem mesmo a innocente crianca escapa a essa praga uaiveraal:
olla acaba da nascer : apresenta maculas prlocorpo, que, asimples vistae
aos olhos profanos, parocem casos de nonada ; pois bem : ainda urna ma-
n festacao precoce da terrivel entidade merbida; e a pobre crianca nao
passa de una hercdi-syphilica. A syphilis finalmonte, o Protheu, que, sjb
tocias as foripas cas rnais extravagantes, se manifosta e transforma, tra-
zendoa hnmanidade todo o seu cortejo de drese incommodos. Oque
cumpro, pois fazer? Evitar o mercurio e o arsnico, que s em condiedes
muito especiaos podemaproveitar : e s lam.ar mo dos depurativos vt-ge-
taes ass iciados ao iodo, unios agentes que sabem alliar a grande efficacia
de seus eeitos a innocuidade relativa de sea uso e em prego. No numero
dos proparados emcuja confeccao onlram estes agentes, oceupa inquestio-
navelmete o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO SA.NGL'E.
Elixir da Nogueira, SiUa, Caroba e
Gaayaco io dorado
Emcazmonleompregado as seguintes molestias: syphilissob todas as suas
formase manifostacoes; escrophulas, fstulas, rheumatismo .empigens,
boubas, boubes. gonorrhas, ulceras, manchas da pelle, cancros venreos
rachitismos. lloros brancas, espinhos e darthros. E cujas propriedade tm
sido j preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre nos e
por professores dos mais distinctosdas nossas faculdados.
DEPSITOS :Companhia de Drogas do Guimaraes Brasa & C.
PERNAMBUCO
Navios en'radoj nj dia 8
P. Rj) Loe; & C, I barril com 80 litros de I Liverpool e escala18 das, vapor loglex Ex-
mel e 11 taceos com 4.0 kilos do milno. plorer, dj 1 304 toneladas, commandacU i
Para Ma sot, carresoo
'. e Es iva, 6 caixa; c.m 51 litros >.'e cidra
c 6 narncas com 324 ditos de cerveja.
>i' SantoJ, carregiram :
i C 160 cuan coz 3.C30 ariloa 'Ja
aiaj.
H. Jones, eqoi|.agcm 28, carga varioa gras-
ft r, a BlackDorn e < omp.
CNavios .sabid too mesmo tlia
Pa a arca oaclonal Ena, capi'Sj H. Olsen,
c -ga vbtin gneros.
S^-t;s e es li-V.'pjr Austria:o Ea:c
Vaporea a eafcir
Mez de Abril
Sioloseesc, ll*ooa Aiela en, Jioje, Is4bt-
rat.
sotos e esc, Ro na*, hip, a 4 horas.
Baha e esc, E-t :lk>, n.)je,'as4 horas.
Sanies e esc, Pa-ahybaa. Dije, i 4 horas.
Sajas e etc., *3 Plyamotli e esc, Iritan a, hoj, g 3 horas.
New York lailn Prime*, t-oje, as 3 oorae.
HioG. doSnl eer. ?teI>., 10, s 2 horas.
Sao os e esc Bs'grai o*, II, s 4 I oras.
Siotos e esc, Grecia 1 P pu.>*, (!. s 3 br-8.
Him'orgo e esc. Sao o**, 13. i 3 norat.
M noi e^sc. Bsri'ito S-ato, 13, 4 i5r><\
Sal. AlatOJ-, 14, 4 borsp.
Roear., M ai a -f, 4 Tirai.
I 0 e Gara 11 latina
A um kilom?tro dc3ta cidade existe um
alto monte, que se denomina por alto do
Maganno, eatava cansando impress2o aos
habitantas d'aqui os gemidos que saldara.
do refe do alto ha 1J dias ; hnje p^rm
verificou-se que a cau-a daquelles gemi-
dos en o movimento do partido auiom-
mista, que te a como chafa os Drs. Toi-
nLo e Seveio, que por instancia de um
imparcial, queriam dar a luz mas urna
missa pelo fallecimento doDr. Jo& Maria,
o horaem que aquelles dous bachareis
atribuiam-lha grandes erroa \ eiiticos ; e
bem as ira ai Dr. Jos Marianoo, pirque
este votou a favor do estado da sitio.
Tiaha razo aquella moute ; p-irqm
esta cidade pasmu dianta da graidi
inultidito, c mposta da treza (13) indivi-
duos, tendo nj ceatrr 05 dous chefes,
como qmm prorjurava occulta-se da ca-
riisidade publica, pois arara 9 horas da
m nh, toda cidade estava aborta ; a ei-
tra aqualles alguam era desonieod),
nao esquecendo um mojo pandego, que
curiosamont; f*z parta da^u-dle numero,
qu; trnjava calya e palito, braac* .eml8*4* Para i**illtadioda a boa f .j governo,
gravata. com gorro echinellos, chamado
francisco Salles mutissimo amigo do
velio Flaviano, que mora a tem hotel
na Passagem da Magdalena, aprasivel
arrabalde dessa ci la ie, anida um doa
treze (13) que ma narrou alguns favr.o;
ra3sados na matriz, disse-me, que loi in-
cumbido ao homam do bastao para dizer
algumas palavras com relacao ao qie
deu lugar aquella reuni.
Prn-cipiou e depois de um minuto" da
lesciva, impressiouando-se disai : raeua
senhores., -ecordo me agir do manifest
de Fortunato Pin'ueiro, dirigido ao* Per-
nambucunos, d'zia aquello llu^tre joma-
lista :
Oque ma pidar esperar daate d;ssa
minha nebra attitule ?
Sar di mesraa firma qu> foi ssaaeia*-
do o iufaliz Ricardo Guimaraes, pelo par*
tido liberal, quanJo elle na pra;a publica
ofenda 33 diraitos de um pubr h auai
do pjvo ; tenho por tanto conclu'd -.
Daizou de alli om.nrec r o
Brasileiro Filho en taa>ot> Jos Ovidio,
a o mu bom amigo Igaacio Calabar,
maman
I-

:l
1
i


i






-
Diario de Pernambneo Terqa-feira 9 de A brlde 1$95
5
como costure nveters,do,'do compadre, Ildefonso de Azevedo
do Sr. coronel Apolmario Mr.nho, isto pharmaceutico
at o di> em que poder empregar aquellas | Avisa a seus amigos e a quera inte-
dinaraites que lhas foram dadas, para rejsar, que 8a ^a no8 as utes, de
aluminar aqui aos amigos, a quera trahio, 10 horas da manba as 4 da tarde, ra
antes da hecatombe, do Campo da, Repu- Mrquez de Olind.t, n. 33, Io andar.
blica dodialS e ezembro, indo ven-
der aquillo quesens amigos lhe haviam
confiado, por nma portara o nomea do
alfer&i da brigada policial; e com pro-
mesia de depois de issassiuar os amigos
de entSo passar a cnpit&o, souho dourado
delle ainda vive entre nos sombra do
governo ;Jtendo a g-randa habilidade de
por mio do nico rejur.so qn:> dispoe
a traicao, Iludir a boa fe do Dr. Jardira,
e mancar votar, como o fincara, era todas
as seccCes deste manicipio no candidato
antonotuisla, isto na penltima eleico
o Con; esto Federal ; quindo, apezar da
Hbardade do voto, s se apre.eutaram .
capito Brasileiro KMho a o tente Jus,
Ovidio ; nao verdade Calabar Purque|
nao centestam Sis filho do padre ; *" ~~
basta, contra tuas dinamita!, que segn- j fJaraO U Malta BaCeilai
do me inforraaram os meninos da Can-,
que do nromota. para Julho Procer obre o Pe.toral de
Residencia ra Formosa n. 5.
PARA ALIMAA
SAKTA
SeJas pretrs damasset,
failler, gorguroe, surahs e
moir norc-velle.
Crenadin s pretas e l^ns
para grande escolha. rece-
be-a o
A? PASAII5 li: AliES
7 remed., favorito "em lo las as en I De um a tres anaosBis gotiu.
e a {O annos em diante 40 gottas etc.
Sitas dosea devem aempre ser applicadu am
agua tria.
dinha que estilo promptaa para
deste anuo, ahi eUt > os'bons Pernambu-
canos, junto ao honrado Governador do
Parecer
< uinlia
O eminente clnico
va
paraense
Exm.
Estado, qua sabero defender, a causa di j Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
iustica e lazendo-oe respailar o principio [ cer que deu sobre o Peitoral de Cni-
da auteridade, livrando Estado de Per- bar., de Souza Soares, declarou havel-o
namtuco livrando este inunicipia, das emp regado na sua clnica civil e hos-
rarras d meia duaia do aventureiros, pitaiar COM PTIMOS RESULTA-
que accirpan am os Calabares, os Tu i-; DOS as bronchites e molestias_doappa-
nbos e Severo, que eato sequo-os pelo relho broncho-pulmonar.
poder
At "breve.
Garanliuns, 4 de Abril da 18U5.
O telito Dr. Oc/u:
L'mli-a protesto
O PUBLICO Ql-E ANaUZE OQUE POLI-
iICA
Li na Gazeta da 'larde de 11
vereiro prox.mo pasaade, um
ftTito por m;u anrg. Mauoel
de Fe-
prote?to
Antonio
Mil flore.E' r-oisivrl coi.d-nsjr 2 n-
K>een ,. Q ib}i po-ra e ic-t' se qo re lm
fascc Be ni-,? i'o.e na A
urrty < L-*>i u, >eco raalisaaa o lado, sois
ro g*'rfa do K'.-.nie mr-fu -> c miea mw
ligan. ia it.e ^10 aihi.r d fl i'e jacas. f.ai-
10 ^ ubniKrjjidu iU-am oa o lni)!i
! -,.:iica rfn hp.ono tn'siu-'si 1 coji e,*
g'iteae p"f:aje? Si cao o t t-a fui, h>koi
ro;o eco* lio mrtW'-OUl : a feo.-a;4o 6
a m-.ts cxti-.iii'aajtaie refrecaule qu- *
possiul co<> Leite, contra o Diractorio Republicano
grand
fermidade da garganla e a do plumflo.
O Peitoral de Anacahuita, nao tem
seu igual entre todos os pulaionicos da
materia medica, e por isso pode-se-lhe
chamar com toda prpriedade e razo, o
nico remedio digno do noe.
COMO GUt.VNTlA contra as falsifica-
Qfles, observe-se bem que os nomesa
uinman e Kemp veuliara eslampados em
letras transpaieute no papel do livriuho
que servo de etnollorio a cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas
e drogaras.
Bronchite asthmatica
Curada pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. JoSo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-sa
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Qambar, de Souza Soares.
O agente Compankia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
Be puni tu
Companoia de Drogas e Producto! Cbiolco9
R"ctre, roa do Marque de Ollnda n. 13.
Nacional Pturmacia, roa Larga do Rorarlo a
35.
Pharmacia Oriental, rea Estrelta.'do Rocaa/j
Q 3
Parmacia Alfredo Ferrara, roa do Bario da
Victoria n. 44
Pharmacia Martiu*, roa Duque de Caxias n.
Pharmacia Ribeiro, i praca MacielJ'iobeiro M.
Ptiarmacia Victorinoee de Lon Ignacio de Ad-
lUaiie Lima, cidada da Vicioria
Para qualqoer mrormacSo ser encontrado o
autor ca roa Estrcita to Rosario 12. 17.
0a toados frascos eSo (medrados e conta go-
aaa N'cm lado team gravadoElixii ante-feorll
ao outroUanoei CardosoPurcajbQco, t w
iloi oc prospecto? rao eijoadot por Mauc-i
C*rrfceo Jtt.'ior, sendo faloa os que nao forero
auigoadot.
DITAES
Gal oes
vi rendas de
e guari>i(03
preto, bicos
reda,
de
5
e
gdoes
e
de
viJriJhos e de seda recebeu
gran le sortimento o
Au
paradis des
----------.-Agcia
Da
mea
Federal orgaaisad) caita municipio por
iniciativa de reeus prenles 6 amigos
tenente Francisco Lopes de Siqucira ei
H.norato jlarinho Fal oe todos os raais
raembroa da familia Granja ducombin cao
commgo, dizettdo di'o mea Mlligo em
seu allu lido pre:es o, que tinha sido au
torisado por :n:ro, meo cunhado jo inajor,
Ernesto da Costa Agrae meu B-.brinhoc*-
pitao Angelo Ernesto da Costa Agr, para !
protestar pela imprens, contra a inclu-( 4-a"1
Eu t'e r.ossos non.es em dte Directorio.
Apezar de nao ter aspir cues polticas, i
(planto a oiinha pesso, toda va mapa .clientes que reabri o seu gabinete
lecendo, quj, para min ser urna dosmo- ra do Baro da Victoria n. 3 i.* an-
ralisaco, ter eu de combiuaco combar, onde pode ser procurado das 10
meus prenles e amigv.8 Lranjas, feitoj horas do da as 4 da tarde,
parte de um Directorio e dpois pedir] S se encarrega do tratamento de
alguerc "iu por osito protestasse contra molestias da bocea, ou de cirurga ge-
a nclusau do intu nuuie ; e para provar ral, e s aceita chamado fra das ho-
cue desejfl ser serio e;n todos ac os de ras de consulta, feitos por escriptos
miuba vida, vou por :neio da imprensa j com assignatura do responsavel.
fazer ver ao publico, que nunca autorisou As consultas sero pagas em acto
ning'iem a par forma a!gu:na, p otestar] continuo e os outms servaos logo que
contra a iiicluzo de meu nnne no allu- terminados,
odo Diiectorio, e o uue se deu entre m m
e o meu am'fro Leite. foi ell 1 me ter M-j
cripto, cen-ri r .ihIj al. a ris aiigos fazerem I
parte do D.rectorio Feleral.sta. refenu- j Cura do Peitoral de Cambara
do-se mais a meu irmo o tenente-coronslj O Sr. Joaquim Alves Ca^alcanti, resi-
JosJoaouim Amando Agr, que dizia, dente na cidade da Fortaleza, declara,
elle tdevia tirar bomprovdtot e eu res-! que sua mulher, soffrendo durante aous
pond '"1,-lhe apenas, dme ^neUicbea annos de urna horrivel toSse secca com
iuzia j/ait- do mesmo Directorio Como u dores no peito, para a qual nao achou
dos primeiros, que tjinbem nelle podia allvio na medicina, curou-se com o
influir algurua cousa, s iasendo o qu^ peitoral de Cambar, de Souza Soares
tbsse de razav, e como jalg.j que meus, O agenteCompankia de Drogas e
O Cognac Brasileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
2$500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
ta 8SOOO a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumatcas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro conten essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chmico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvacao
livo vegetal
formula de Anselmo Job*
dos Santos ndrade
ApprovadV. pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 21
de Julho de 18*7.
Esl} depurativo de grande efica:la as ce-
sstia sypbitica pe inr.nreza do sanpue; assim
Mimo em todas as molestias das aecharas.
Tem curado radicalmente maltas peasoaa ac
commettidas da terrivel molestia bariberi.
Rheumatismo sypnilltico ou goiozo, dr sel.--
oa erupcOes de peiie, cancros, e cancros ve
areos, flores brancas, hyateriamo. frouxidSo de
u-r-vos, iritea e ouir<-3 laflaminacoea dos oibos
noost.aif to Bgado, ecronnlas, es"orbu'U'
wffrimentca de estomago, ulcerap, gommas, tit-
ulas, Hmp:ngp dens. a;iroo, pannos e maiiohat
da pella, bobas e boooes, sanas, catarrhos e
quaesquer moldstias da bexiga, entre ouiras
iiiuiuuna. ocnoas doces e eaoguiooleiiUB
iit-mia, parulysia, erysipelas, e niiamaiacf?
das pernas htmorrboidas, ai, s, ho'jypfif
e a Hygene acaba de autorisar a ven- .'les, lomeres, nevraleias, e elepaotiais da
da do Cognac Brazileiro. f morpba. as irregalaridad.s da meo8trMCo.
EDITAL
Thesouro do Estado
De O'dem do Sr. Dr. Director Geral
Leo publico o edital abaxo transcripto
do Governo do Estado do Rio-Grande do
Norte.
O Dr. Alberto MaranhSo, secretario
do Governo, etc.
Faz saber que. de ordem do Exm.
Governador do Estado e em observancia
lei n. 33 de 13 Setembro de 1893,
fica marcado o prazo de sessenta das, a
contar desta data, para serem apresenta-
das testa secretaria as propostas para
extraccSo de loteras do Estado.
O contracto a realisar com o proponen-
te que melhores vantagens oferecer ser
feito, nos termos da citada lei pelo prazo
de tres annoa, comecando a vigorar da
data do respectivo contracto.
Secretaria do Governo do Estado do
Rio-Grande do Norte, 26 de Marco de
1895.
Alberto Maranho.
Est conforme.Secretaria do Thesou-
ro do Estado de Pernambuco, 2 de Abril
de 1895.
O chefe,
Mariamio A. de Medeiros.
Seretaria da Industria
1. directora
INSPECTORA GERAL de hvciexe
Garrafa 2S500
Duza 25$OO
Na fabrica a dinhero por este preco
remette-se urna duza de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
de cirurga geral e
especial da bocea
Dr. Jodo Rangelparticipa aos seus nho e ferro ou martimo, sem clespe-
Terrivcl tosse secca
za.
Pedidos de
descont.
ZO duzias mais 5 0/0 de
parentes ranjas teeiu razaj justpara,
assim terem procedido, s os deixarei dei
ajudar c cjnbecer que ha motivo justo para assim
o fazer, seropre co&tumo gir por mim,';
dando rusto a quecn en tendo que a
tem e pela priiueira vez sem siber ''era
explicar-rae, resolv vj a imprensa, ara
que queru ma n5 couhecer pssa ficar
pensando que represento dous papis;
presumj ser sempre serio nos actos de
minha v da, nao desejaudo como nao de-
sejo viver de poltica e 0 cuidar de minha
cr.a^o como fuzendeiro que sou queassim ;
nao disgosto a ningueni
Faz-nda do B^m Jardim, 12 de Marco
d8 185.
Joziuo Ribeiro Torres.
Estavf. sellada e rtcouhocLa a firma.
Productos Chimicos.
Logo que a enxaqueca se declara
deve-se tomar duas ou tres perob.s de
cssencia de te.ebeuthina do Dr. Clertan;
engolle se'as rapi'.arasnte como pilulas
V3
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3
Alo
coramercio
Miranda &c Souza participam aos seus
am:gos e ao comracrcio em geral que
tomando era cima urna colher de sopa, desde 29 < e Marco prximo passado dei
d'agua. Qaa i sempre a enxaqueca so-^oude ser seu empregado^) Sr. Augusto
me-se completamente dentro de vinte a
trinta minutos. Este meio no infalli-
vel ; mas ambem qual o medicamento
que sempre bem succedido ? Mas elle
cura oito vezes em ez vezes que se o
toma. (Dr. Walloa, no Correio Me-
dico .)
mmm
De seda, renda e laD ri-
camente enfeitadas tem o
Au Paradis des Dames
--------------m ------------
Peitoral de Cambar
11:500^000
D-se esta quantia a quem provar a
So authenticidade da declarafo infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
e um grave bronchite, havendo dias
d; lanzar mais de msia garrafa de san-
gue e no podendo tautas vezes con-
car o somno.
J sem espsranfas de resabelecimen-
to, com as forjas exhaustas, resolv,
conselho de um amigo, tomar o Pei-
jral de Cambar, de Souza Soares, e,
ogo ao> primeiros frascos, sent urna
aelhora consderavel, podendo dormir
: deixando de lanfar sangue.
Com a. cotinuafc do remedio, os
orTrimeitos ferram gradualmente desap-
arecerlo e hoje a<:ho-mu completa-
mente resta belecido. Jado Jos" Zt
buido (lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro, ] ;?
O agenteCompankia de Drogas e
Troiuctcs Ckinicis.
da Silva, estando o mestno Sr. pago e sa-
tisfeito de seus interesses que teve era
nossa casa ficando sem valor as procurs-
coes que o mesmo Sr tnba nu s em
nome da firma, como era norae individual
deJoiio Baptista Pereira de Suoza, nico
reaponsavel da firma Mirenda & Souza.
Recife, 6 de Abril de 1895.
PHOSPHATINA FALIERES. Aumento das cr:am
Peitoral e Ga^ajar
Parecer do Dr. Francisco Sil-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado com muto pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res [ Dr Francisco A ugustt da Silvei-
ra) Recife.
---------------?
Como est vn;. da sua tosse
E*la perguma fcita diariamente com
beii' 1 ca solicilude milhares de pessas
e noenlanto muito melhor seria se os per'
gunlaules indicasseui o meio de conseguir
um alivio immedialoe seguro, recommen'
dando aos seus amigos enfermos, o Peioi-
ral de Anacahuita porque ainda mesmo
e embora o doenle h-uvesse eslado sof-
frendo duraule semanas inleiras d'uma
losse vilenla ou d'uma constiparlo fur.
lissima, este soberano remedio para todas
mwLmmk
A bronchite que sobrevem a Influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanh--
das de reaeco febril, bronclwpneumo-
nia, cat/iarro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da garganta, insom-
nirs e tosses suffocantes cedem inmedia-
tamente ao uso do
XaropedeLobeliainflata
Etlaer bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra Mrquez de Olinda n. 38 iy andar
Pharmacia Alfredo Ferreira
Pharmacia Ribeiro.
Pernambuco
l'rova-sfi com aqaelle numero de atistalos
jufaliccdos e os que existem em nosso podei
'fiicac:? 4es^a.elixir na uaolesltas i; icu-j-s
Sncoatra fe a veeda ua Botica
do Rosarlo n. 35
A'rua Bari" la Victoria n. 37 se dar toda
laalqner explcelo que for preciso acere desi'
tirepa'ado.
Colado coa .. ruifl?a(Or
Modo de usar
Os adultos tomarao quatro cofher(8 da- ai
epa pe mann e qaatro 00 i te.
As criabas de i a 4 8'inos tomarao ama co
rifr fifia iDtih e ontra a noite e as da 5 a
.irnos t-mutao duaa cotberes neU maub auas
ncile
X
V. nti -Febril ^ardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jjsior
Approado f m 21 di1 M^rco de I8"6 pela 'ispe-
lo ii G-ra! da ;gi,a IdoU de dj^ltue Uo K>o
iie Janeiro.
Ete fclivr de c^mpOficSo "oda vegeta: pre-
^u.-ado reguudo a rurai i taimctuiica, aoo-
cribadas n-lo- autores ro^derno^ e de reccohe
cida cid. cude sc.enl.lic l^uio lo pas ceceo
a exuangeiro.
t te Ei.xir o producto o9o t do g ande es
luio d.ir a\6 s p'.jriol. giras nas npsianrles
como tambeic patolgica?, romo 'mbim ( o re
stliado das imn.co-a* appliC case de fe'un de fundo pa asir,
A ajplii'(&o de E'e Elixi' na grande epide-
mia de bt-xigaa de <890 a 1891 mal' orna vei
deacoaroa a sea ffficacta; poiano priaci. iu dos
primeiros hjmpiomas a bemga abona, e re ca-
los mais aoiantadoe a bexiga pasa a mu nm-
loenca feb*il volgar apreaeo'ando peqaiias ta
m f t-s qae ctm a cor.lo :,co do elixir drsa-
parecemjem todava aprteeolar receim de p<-
r.go.
Ue maltes a'iestados publicados no D ario de
Pernambuco e Gaxe.a da larde provea o q c
dizfmoB.
N js casos de febre arcarelta o effeito o sdmi
ravel.apresentando ptaencmeuje to maiaTilbo*
'O qoe nesta cidaa do Recife e do do Rio ue
Janeiro c-oaco receto caaes a feb-c amarelii
7i3mo estando o doeote com vomito pre'os.
8 .ogulneooestes ol irnos periodos etiao oe
ceeario a appcaco em alia dose, despretaodo
tii IU anoexa
E-ite Elixir j condecido do pablico de an
grande nomero ded goos mdicos apreneotado
para combater os ditTereaies ocommodos tolo?
elle.F de carcter febril.
Por muito tempo Usemos occasiao de 'aier a
applicacco as tebess er;sip^llcea3 e com tac
bom resaludo qae nucos admirados de to al-
tos f Ceos.
QPela pratica ebegamos a coobecer que nos
ataques dd feore erysipeiloea oa erysipelli come,
valgamente se dls necessario o uso de 10 dia-
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhorae men;-
traaco, gravidez e nos casos de parto com fe.
bre e de om resoltado avi-v ce to e seguro 9
a soa co.uposicao lo si ..pies qne nao cffreca
recelo de applicar o Elixir nem mesmo em do -et
saperiores 3 indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dlgnisiroos medico? ane desaja
rem faxer aso deste Elixir em saa ciinica d
as iiioriitlatles pulmonares, os aliviaira; snjeitarem nossa prescripcSo, mas sim f
0 cuiiiia dcnlro do CUllO espaco de viule' ajplicaco em narmoota com ca caso qr?
a bui ai ia uiuu K .^ combater, cer toa de qiifi o medlcaosenio i
qualrd Doras. a ccaif03iaj auocent para o organumo p
Os nativos do Mxico conheciam per- mais frgil que se.
eilaaienleas extraordinarias virtudes me- Mdo de asar
diciaaes da arvor*da ,ual se extrae es- -^ ^^ *C .m\%>*\ Vw!
la maravilhosa jjieparacao, e era o eu iru.
1.
Vianoa do CJastello, 15 de Mfco 1886
Illms. S '. Scott e Bow.ic
Ta h 1 emprogado a ErniiUSo da Scot
com grande rial ado e uSo menos vaot-
gem Babi-a os o'itroa pr-pnrarioa a',!eo 0-
62a -o de bhcaliao 008 ioiividaos da coc-
E. F. C. P.
Fajo publico para conhecimen'to d Srs. 1 assageiros que o Sr. Dr. director
engenheiro chefe interino resol ve, a ex-
emplo do que se tem fcito nos annos an-
teriores, supprimir durante a estaco in>
vernoaa os trens S 3, que parte da esta-
9o de Jabjato com destino a esta cida-
de s 9 horas e 2? minutos da manlifi e
S 5, que parte da estaco central s 4
horas da tarde.
Secretaria, 4 de Abril de 1S95.
Antonio Gongalves Ferreira Jnior,
Secretario.
Alfandega de Pernam-
buco
Edital n. 3
(Prazo de 30 dias)
Pela Inspectora da Alfandega se faz
publico que, no da 29 do mez vindou-
ro, serao vendidos em hasta publica,
no Armazem Alfandegado da Compa-
nhia Pernambucana, seis engradados,
marca quadrado LAC 783, no cen--
tro ns. 90 a 95, descarregados do
vapor inglez Explorer entrado
em 23 de Dezembro de 1893, con-
signados a Brovns & C. e contendo
300 kilos de louca de p de pedra n.
1, e 540 kilos de n. 2; visto nao terem
sido despachados no praso legal por
seus donos ou consignatarios, aos
quaes, alias, fica marcados o prazo de
30 dias para os retiraren!, sob pena
titacaa frac* e temperamento Ijmph-tti-de, reaiisada a venda, nao se attender
mais a reclamacao alguma.
Alfandega de Pernambuco 28 de Mar-
r;o de 1895.
O Inspector,
Alexandre le Souza Pereira do Carut
ao e especial mente oag oriarc&s t>f-'cud>s
l rachitis-7 o, catoomatoci a oscrophos
lilOMh
J t Mandes Nort-10.
Q-i .-ha-el formado em Philoiophia e e a
Mtdidn, e Crargiao p 1 Ujivereidade
-i* C mbr", Socio Cuiraspocdente do li
tfitato de Clirob' i', do etiro L ttararo
Porta Provi'Cial di Ac.detnia Keal du8 Soc->
cas da Liabas, Pi o'easjr do^L = ceu Stcex-
nal de V.anua d-> Castalio, C nm*nlado da Ordem de Noaaa Sachora da OonceiijSo
4a V Ha Vc'-sh, Fidn'gj Oavalleiro e
*los'< Fidlg d* C*sa Rea;, ocm Esroi
0 a no Paco, D ligado de Suade do Dis-
ir.cto do Visv: a da CaatelV, Medico de
partido da Cana t 51 1 a! Ja Santa Ceta do Misericordia o.ba
Cfale.
Elixir n. ttralo
it 4 ur.uoa que stava ictrevaio
Ha 4 ur.uoa que stava ictrevaio sem
p',derVir ui. roe* nen> Cjidar ca cuh
vdi, ci m forte rreuiMt src gneen daca rdasdic. T mei 6 frases da
Elixir M. Moraloe eatou cuBpleta
mente corado. Ajudsdo de Deas aej
queu deecobro ee'e remedie.
Villa de Leocj's.
Woacejl Pdreira Bundka.
Dapoaito em Pemambuee.
Ocmpaahia de L)rcga& e Productos Chi-
micos.
Clnica niedico-cir nrgica
Medico, parteiro e operador]
Dr. Manoel Carlos de Gouva,
[de volta de sua viagern, previne]
[aos seus clientes que reside et
tem seu consultorio aberto
andar.
D consultas de 1 s 3 horas'
^da tarde.
Acceita chamados a qualquerl
hora para dentro e para fra da'
cidade.
Dr. Manes Coimbra--------Clnica Me
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda 11. 56, onde d consultas
das 11 a* 2 boras da tarde. Especiali-
dadesPebres, partos, molestias de se-
nhoras e- criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, amada
Soledade n. 8i, esquina da ra do Atalbo
ou no consultorio
Telephone n. 367.
Dr. Brrelo Sampalo Oculista
Consultorio cuaBaro da Victoria n. 51,
1/ andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
ie Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. '85. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
n. 287.
Recebedoria do Estado de
Pernambuco
EDITAL \. 7
O administrador las publico para coLheciicea
10 dos respetivos cooiribointee que. eolio u#
tioia das Dtei- m pro-cRavfis cooiaics de 23
,10 normta, ferao cobrador bocea do cofre t?
Itupcslos ubiixos declarados r-l.tvos ao 1* fe
vstre do eiercicio em igor de 1895.
Rc hi'itnr-a do Balado de Perombaco, 21 ti*
Marco de 189'.
ArTonso re AU ujoerqie Upo Jooicr.
Impcsics a que se refere o edit 1 copra
Clase 4 .-.raazers 'o baclnir.
i^ea 5*.\r(D2S,eo de faru.ba ae trlec.
dem S1A'DsseQS e vender maiairaj e ssr-
lalar.
dem 9*Lojasde mrcame?.
dem 15aArmaieGS oe drogas c pharma:ias.
Idfin 2i-Fabricas de cabao.
idtm 2i*-Fabricas de des^illsgao e resila^ar
de bIcoo'.
dem 25Febricas depUarfuaoe fter cbr
rotos e cigarroF.
iieiii 26'-Fabricsa de ralcadr s nao cempeben-
(!i'a.< a^ p"ji.en?8 tOicioas.
lile ai 2>Lejas e cbapor.
idtii 2S>'Loias (Je cbapos de f'.
iden 31a-L-]as dP loug e v.dros.
loem 33*Lojas ce ceia.
dem 3i'-L",ja de livres e paris inclusive ea-
cardroa^ea.
dem 33aLejas de piaoc?, maaicas c ios ru
ur nt.,8.
em 36*-i.oja> e aellios e arrsloe.
m 40a IWioacee'.
m 142a R boc-do'cr.
em 143"-Tj.'ogra(.bias e Ivlbiguphias.
GERAL DE
Pcb Dr. Comml8aaro do 3.' ditlrirlo, esli*
iDiimados os S's. Domingos lote da Silva Hi-
-lrj, Joio Flgneirfdo. Jj de Aievedo M 0-
ooca, Joaquim Praoiisco da Costa, Joanoa Pe-
liciara e Iz-mos procederem 00 pr^so de g
la,-, os crecerlos de qae cecessliam as eaii-
nhja do cer,ico de S. Gocgalo, caoaliaaado as
licas siriidaa, maudaodo collacar maia ama
latras.
O Sr. BarSo de L'moeiro, para no prico da
12 das mondar preceder os reparo^ de ae
carece o pradio d. 6 da roa Leo CoroaJo, re-
mover immuadices exirtenies 00 qaiatal e ca-
naliaar as a,?oas servidas.
Sr. Joaqun Nicolao, p.va no p*fsi de 3
das remover o predio o. 3 di Pnc M.eiel
Piubeiro, o tg us que abi pjaaoe ou ordesar
I saba Issuediata do* moraorep.tWado sciea-
te d< que :n casas Ufstiuadaa i agoigce nao
podem ser habita la?.
O Sr. Or. Co.i'a Gomrs, pa:a no p'aso ce 19
Jas, proceder os coucerios de qu? carece o pre-
dio de sea prpriedade, sita a roa R ai da Mag-
aaien*.
O s.-. proprietarto da Fabrica de rao. da
ua Vi come de Goyar.oa n, 15 para -m 3
dias laiprorogaveis dar escoameoto as sguas
estsgnada* e ptridas qae se acbam a:comua-
daa em sea sitio.
Fic*ai os latemi tcnliores sjeito? 83 pena-
II ades Ja le na falla de compriaenlo da3 ln-
iiD3S5es reapoctivaa.
HYio mesmo Dr. Comaissa.n f^ram salta-
dos :
ten vinip to I re (**000 ) o Sr. Fiara Lisas
com acoogae ca inaPvaaliLO Cmara, dh ter
eii-Ocioa itiila lrn* em escudo de (hsci.rcpo-
lv-5o.
Em c^m ki! res ( COJOCO). o Sr. Victcrloa
Silva, cog ftfiaacao rva vTiscoode i'e Pelotas,
p.ir er t-xpotto a venia cal- f.lsiOcad.'.
Peij D'. Cmmffa'i do 2* dlsbrxO, fcraai
consideradas em con Ic6ea hy e:jc-s aa se-
nm nan laia> sa casas e na. 44 da roa da Pa-
dre N>breg4 i> 245 na roa Marqaex de Hrval,
dp p oprieaad'd mo?.
Fernao ssercln do E?: A, Dr. ajadante para providenciar.
Baoatana da Iisoeiioria Geral re Hyi Pi lica do lutado de Percambuc ,' em 8 de
Aril ue 1895.
Apillinario A. Meira Htnriquet,
Secre
decebeJoria Jo EftaJo de
Pernambuco
R Uf5o dos rootriboisips 'jeitos ao imposto
de O "/. ^ob e o valor locativo na Freguesia do
Poco, ve 6. de Arrojo :
Joao de Dro? O norato Miranda, Cj-
belierei-o, I2O003 36*000
J i-- Eugenio di Cacha, dem,......
iOOiOOl) 30*000
Lv.ti, Francisco da S lv?,'Oficial de
mhrcioeiro. 6('<000 Idi'.OO
Ju io Fann^n Bi'ges !ae Cb.g e,
G-r.e;H'ra,6O<0O> 18.1(00
J 4o Cbacoa ao Rf f.o Mala, Olariaa.
30C<0)0 90*000
Cl-ndino R^drigcet" Goncalves, idee,
(2j I*0,jO*000 3C0*0OO
Anicnm Rudrigces TeUee, RB-
bo, 110*000 :6*0CO
Ant- ou Mara da Cor.ceic ., dem
!00*COO 30*000
P'nri-co B-a*. SaUaio, Cla'iss,. .
eoooo 108*000
Marti Ignacio dj Silva, Iden?,....
360OOO 109*00->
Jje Fo l"f Mj t ns. dem, 3fr'*000 U8*C00
Mai 0'.\ Sul ao aa UbuIi?, litm,...
360*CC0 1090:0
Joau BactUU Perej e Fer-s. idem,
Manoel [goacio Ca Si v Riocbc-,
ISOOCO 36*000
l. :k('m -a ll-j e'-e.io la do Eetado 8 de
Ab'il de 1895.
O Orfp,
Frtderico C da Silva Gnimaret
E. F. C. P.
De crdem do Sr. Dr. director engenheiro
chefe interino, fago publico para conhecimeoto
dos inleressados que no da 12 do correte (sex-
la-fttira sania] Jeixar de ser observado a ho-
rario d'esla Er-trada de Ferro, havendo smeate
os trens constantes da tabella segunte :
Alfandega
Arjrameiiio de iernno te wa-
rnka
De o'dm to I Im. Sr. Dr. io*p Cor ded* re
pa,tigo. fign pob'l'o que, talo requerido Ja
co h B.jieihj de Amo'lm o aroramenio -o ir-
ei o de mari'ha silo a roa Oile iia e N>te a*
regaeaia de S. J ue,' desta cidar, o qual fo.
arremaiado em praca publica peran e ojuiu t'o-
feilos da faienda moolc'pal, em ir-oda de ex*
ecogao caira Frsncelioo de Alnuquerque M;ilo.
que ee acbavi llltgalmtnte na posee do a. es o; o
terreno, tlcam Iniimaaos i3"o< os le'.-a-acr
para, perauleo neoio Dr. inspector, n pr de 30 dias, pro'ar o direo de pre[ereu;ia qu<
por ventara livereoj com rela(,aj ao a'orc-meo
do terreno de qce se treta.
3a sec(io da A fandaga de Pernambucj, 12 e
Marco ce 1895.
0 chefe,
Ctito Vaitenno Ptrelra.
declkces
G G.
C lub Carlos Gora es
Gande sarao musical eJaneon'e
Scien'iflciittos roe Srs. eoclcs que satbdo i3
do correte lera logar om grande sarao, sc-lerx-
nisando a loilallacao de cossa cede no nove
palacete.
Podem a?fim esde j,'i os dignes c
reclmarem os necs iagre sos oa ibesoora-ia dr
Ca 1, das 7 s 9 horao da noote, e sendo um
testa excepcu n>l ponerSo ttmbem aprestfitr o
uomai de seas coavidadoa.
Secretaria do Club Ua.-ks Gomes, em 2 de
Abril de 1895.
Al ro P. Al vea
l- atcreta.ia.
<-( H > ss 1
s O" 0 C3 t5. ca 0 0 1 1 1 1 1?
0 " '_ 1 a
-* 1
0 0 O Chrgada
k 'ni 1^ ak ' 1
?-^ 1
0 0 1 Partida
M 1 -
0 0 1
a > -1 5' QD 5' 0 es cr 0 e 0 1 1 1 1 m 9 s 5 S
1 1 w
; ." 1
1
00 OC 00 1 Cbegada
# ts 1
ta i.. ~
. 00 00 1 1 Partida
ts 30 1-- X 1
^* -fc 1
?-* 1-* " 1 Ctegada
ts --
M o 00
-* 1
*+ "^ 1 Partida
to JO ?> 1
" -1 0 -* 1
\011lc
Eacoes 0 cao cu V !3 a i
9.14 9.21 9 42 9 9 1G

rigipi........... 923

Sacrelaria da Estrada de Ferro Central e
Pernambuco, 8 de Abril de 189.5.
A. Goncalves Ferreira Jnior,
_________________Secretario.______________
iBSGraiice Com pan y de L|-
verpool
CAPITAL 800,000
A5SfiTSS-?CnLSAl! & C.
LARGO 1TA COM PAS Ul A N 6
SEGURO CONTRA FOGO
Estrada dio Ferro l II i he i ral*
a Bonito
Acham-se no escriptorio ra Primei-
ro de Marjo n. l'J, h dispos 5J0 dos Sra.
accionistas "esta Empreza, n* forma da
lei, as c pas do Balance, transe/encia.
de accoes e lisia dos accionistas.
Recife:, 2 de Abril de 1895.
Mame l Carne ir o a'a Cunka.
'ecrotar''.



I

W
Dlarlo de Pernambueo Ter O ILOSID* BHsAMLIlU
BA\K OMITE, pelo presea-
te, declara a sjbit posia inte.
ressair. que do alia .i* de Feve-
relro conrate ca diante., e at
segundo aviso, nS aboaar
nuil juros, sobre diaheiros
depositadlos en canias csrrcn-
tes d'5 novimentoa.
Recite, de Fevereiro I*.
Gerente.
________________W. H. BILTN.
Conijtauliia de Servlcos Mari-
tioio* ca Pernanabuc
A directora da Campanhia de Serv? s
Martimos de Pernambueo declara para
ciencia do iuteressados, que presentea
os mombroa do CoiiHelho Fiscal e obser-
vadas as precisas formalidades foram
hoje Bortaadas as obrigacOas preferenciaes
debenturea ) na. 106, 141, 341, 433,
452, 524, f'46, 585, 663, 774, 979, U09,
1307, 1616, 1791, im, 1879, 2199,
2230 2234, 2365 2179, 2494, 268$,
2830, 2873, 2844., 2990, 3)23, 3U78,
3169, 3263, 387, 3356, 3414, 3431,
3482, 3606, 3664, 3993, prefaaendo o
camero de quarenta (40) que assim tem
de sei resgatadas no dia i de Abril pr-
ximo, naaveacendo juros d'ahi em diante.
Recile,*arr de Marco de 1895.
Francisco tfAssts Lardoso.
Director secretario.
Companhia de servicos Mar-
timos de Peraaaabneo
De ordem da directora faco publico que,
d'eita data em diante, correr por corita das
compautas, agentes ou consignatarios da Ta-
poras o oxcesso da despea coro o pessoal das
alvarengas que tra balitar ucutu ua descargas
de vapores, no lamarao.
Recife, 1 da Abril de 1895.
Francisco de Assti Cerdoso,
Director secretario.
ras immi mmm umn
zunas
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital i.oo,ooo
(Rs S l,00;OO BBQBA. SDIPICIOS B MHBCADOBIA.S
CONTRA O FOGO
7 A IXAS B A I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DB PBBJIZO
Seat descont
Agentes
BAOWKS C.
Gonipanhia Centro
Commercial
3 cb'-nv>da decati'al
Ea) convidado os Srs acc oniatiis a faxerem
s 3* (liada de 10 / Qo\te ocap'U sobecnoto
deof) do prazo de 30 >i is. a ccn'-ar deila dala
no Banco ne Fe -nambcco.
Macelo, 26 de Ma'S i M *895.
Os directores
Tibo-cio Alvi-a Carvalbo.
Boaien'ura Ambrim-
Peer de Aimeida.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
7ue que ir a m fazer
jualquer communica-
cao ou reciamacao, se-
ja esta feita no escrip-
toro desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Hanoel Antonio da Sil-
va Olivera, Hermillo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquina An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibos
Coatpanhia de Tecidos Pau-
iista
Assembla Geral
Convido os Srs. Accionistas com-
parecerem no da 15 de Abril, a 1 hora
da tarde, no Palacete da Associafao
Commercial Beneficente, afim de ouvi-
rem a leitura do relatorio da Directo-
ra, deliberarem sobre as medidas n'elle
indicadas, tomarem conhecimento do
parecer da commisso fiscal, julgarem
das contas do anno social findo e final-
mente elegerem a nova Directoria, os
novos -iscaes e os respectivos supplen-
tes.
Recife, 28 de Marr;o de 1895.
/. A. Saraiva Jnior.
Director secretario.
-1- ~*~
Vi w O i/1*

Uv/ t Vrf
rao ser passados em
talo carimbado e'fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Companhia North Bretlsta 1er
cantil c Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 04
Fundos accumulados 9,452,452, 18* 5'
BBCEITA. ANNA.L
De premio contra
Fogo 1.495.418 10- S"
De; premios sobre
divida 992.379 6' 1*


2.4*8.196. 12* lld
N; B.A repartido de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
6( responsabilisa pelas transacces fei-
\a6 pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
Caxang
De ordem do 'presdante da
amn'.slrsco do
comcDifj en-
ci regad da aromietrajao do patrimonio -da
capclla de S80 Francisco de Paula, em Casan-
ga,'coavido pelo cre^eTe ediial todeses pos-
autdo'es de terrenos foreiros a referida capt-lla,
a dentro do praso de 60 das, 'a coDlar da dala
c.o o eeenie edital, sprefeatarem teoa litlos
ile foro, 00 l-g'.iiuur.-a; a coa posa, perante a
respectiva romumslc.
CXiPg, 25 d 3 atareo de ItQj.
0 swetario
Thoma Isirg Caldas Pilho.
"SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plieaix Penaaaibii-
cnaa
na A DOCOMMERCIO
SEGURO CONTRA FOSO
Seguros Martimos
As directoras das
Companhas de Seguros
Indemnsadora, Phenix
Fernambucana, Amphi-
trite e Telhys; desta pra-
ca, convencidas como
algunas das suas con-
generes do Sul da Re-
pblica, conforme circu-
lar recebrda, de que os
seusinttresses sao gra-
vemente compromelti-
dos pelos continuos e
exce^cionaes prejuizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente con destino
aos portosdo estado do
Rio Grande-do-Sol; re-
solvein a contar do da
10 de Abril prximo, s
effecluar seguros de as-
sucar em saceos para es
porlos do referido es-
tado, livre de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
mento e governo dos in-
teressaaos.
Recife, 30 de Marco
d 1895.
Pela companhia In-
demnizadora,
Joaquim Al ves da Fon-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz IJuprat
M. da Silva Maia.
Pela companhia Am-
phitrite,
Afthur Augusto d'AImei-
da.
Jpo Jos d'Amorm.
Pela companhia Te
thys.
Barao de Souza Lto.
Thomaz Comber,
Juliu C. Paes Brrelo.
Trhcs Urbanas d Recife a
Oliada e Beberibo
H0R>RI0
Nalerga telrn.12 do flaente, o' tn-ns desta
vh-ferrea serio rntoladon da s'gointa forma :
M DbSQ
Do Recir a Olioda, 7 l/, 8 1/1 e II bo^as,
tlee-wpa 6 i/i. 8 i/i e II imr>.
De B.'be'tbe a j Recife, 7 i/1 e 9 1/1, v ce-
versa 8 i/1 e 10 i/l.
Tarde
Do Recif- a On'a 3 II. 5 i/2, 7 i/1 e 9 i/J,
Tice-veraa i t.ora, 4 i/1, 6 M 8 i/2.
De Brberibe ao Reelf= II ntirag, 3 1,1. S |/j e
7 i/i, tice-versa i bor, 4 i/i, 6 1/1*8 I/a.
Brote. 8 de Atril de I89B.____________
Companhia Manufactora
de Phosphoros
Sao conridados os Srs. accionistas a
realisarem dentro de 30 dias, a contar
da presente data, a dcima entrada de
suas prestas3es, a r- eSo de 5 / do ca-
pital subscripto ou 101000 por aejao, em
mo do thesoureiro, ra da Madre de
Deus n. 18.
Recife, 19 de Marco de 1895.
O director-theeoureiro,
jf. Pires Go/tfalves da Silva.
COMPANHIA ;TETHYS DE SEGUROS
martimos e terbestses
10a do viaaBio n. 1, 1." andas
Directores
Bario de Souza Lefio
Thomaz Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
M. B.Previne- aos Srs. ivcebedores de
aaerMdQrias. ane a Companhia Mala Real lnftl
xa, oootrfcct' o coco -aGecoa Steam Navegati-x. ]
CompaaDm Hrrvlrid vapores srmaDaes qoe
panlndo de fiordraox, G 'rae. Cbarente, devera
ctirgr a Sou'hamplon a i'moi Ap bildearem as
cargas destinadas a America do Sil para os va-
pores desta compaonia.
Esta companhia acceita por precoi raioaveis
para Valpaiaiao at Abril, parsaageiros com eate
ppsuoo por va de Boenoa-Ajres e entrada dan
ad.
Timbes) aceita pasiseeiros para Nerw-Tork
o SontbamatoD, por especlai arrajo feito cot
a Coinpaubia Aexand LloyJ, poJendo demora-
rem-se na Bcrepa r:si o desrjarem.
ReduccSo nci pre;os des paasagens
lia lia $ volta
K Li8?03 i o'.assa 10 & O
k' Souainpi,!! clasan 28 e, 51
1 pesagiraf (ie
Para carga, passagens, encommenias e dl-
nbeiro a (rete, irata-se com os
AGENTES
Aimorim Irraoft & C
w. 3 P"ft fr Bnm laKno'S 3.
Derby Club de Per-
nambueo
Mo se tendo reonido numero eofficitnte de
acctoistas em ssenoMi xeral para ssistirem
a leltora do reltorio, parecer liscal e coDtss do
aono aocial fiodo tm 4894 e rleertm a commis-
ao liscal que teu> ae (uocciatar neate aooo, de
novo 3o convidados o-* Srs. >cciooislas para o
da 10 do crreme, S 2 horas da terla. na ed
desea eropreza. a roa D.qu" da Caxias d.SO, 1*
^ndar. cerlos de que poderi (uoccionar com
quailqoer oomero de socios, loe termos do
3 do Arl. 1S do drereto n. 16i de t**0.
Secretaria do Derby Club de Pernambueo, I*
de Abril de 1395.
O secretario
A. J. Rodr goej de Sonta.
lndeuinisadcra
Na escnritorio dersa compaobi i roa do Com-
merclo n. 44, esta se pagando aos S s. accionis-
tas o ol imo divldeodo de Ja>ho a Deiembro
pjoztmo passdo, m razo Ce 15*' 00 por acgo
ou 150/0 ao ono._______________________
Estrada de Ferro Central
de Pemftmbuco
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Director Engenbeiro
Chef. interino, faco publico para conhecimento
dos Srs. passageiros, que em vista dos estragos
causados pelas ultimas eozurradas no lelto
'esta ferro-va, fina reduzida como medida de
prudencia at ulterior deliberacao, a velocida-
de dos trens, deixando assim de .ser restricta-
mente observada a parte do borario d'esta Es-
trada de Ferro, relativa s cnegadas dos mes-
mos trens.
Secretaria, 4 de Abril de 1895.
Antonio Gonjalves Ferr ira Jnior.
Secretario.
Hmburg Suedamerikaois-
che Dan pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Santos
K/.B.rmccG
CHAGEiaS BELIllS
Companhia Fraoceza
DE
HJTeg*fSo a r*!por
Licha regular eotre o Gavie, Lisboa,
Pernambueo, Babia, Rio de Jaeeirc
e Santos.
O VAPOR
Ville de Monteyido
Guomandante Loiia
E' esperado da
Europa sl o da
1 s do correte, e
seguir depoil da
nec.saria demo-
ra para
Maceio, Babia, Rio He Janei-
ro e Santos
Ruga-aa aos Srs. Importadores de carza palos
vapores desta liana, qoeiram aoreaentar den
tro de 6 dias, a eootar do da deucarga das al
arengas qualqner reciamacao eonceroente a vo-
nmee qoe por ventora tenbam seeeido para os
portos do eul, a.im de se poderem dar a tempo
as .providencias oecessarias.
Expirado o reteriao prazo a companhia nao te
sspjnsabllisa por extravos.
R, cebe carga : iratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Raa o Commernio- 9
E' esperado do
sol at e oia 1S
ue Abril prximo
e eeguir depola
Ja demora neces-
garii para
Lisboa e Hamburgo
Entrar no norte
P*ra passsgecs, carga, (rete e etc., Irata-se
codcb
CouBgnalarios
Borstelmann 4rC,
Rus, do Commercio b. 18
1* andar
Bob. M. Slogans Line
O vapor
Salemo
Pretentsmente
oeste porto s e-
goiii para os por
tos do
Rio de Janeiro e Santos
depote'dz-demr npcpppsrfa
OS AGENTES
Pereira Carneiro k C.
Ra do Commercio n. 6
1.andar
Prince Line of Steamers
James Kuott Xc\v-a*tle-ou-
Tyn
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados tnidos e o Brazil c Rio
da Prata
E' esperado de fu! e
eamra depols da demora
necefstria para o
e New-York
O VAPOR INGLEZ
Indian Prince
Para oargjs e eocommeoda trata-Be com os
CoosigDatarics
Jobnston Pater fy O.
Rna do Commercio n. 15
Llojd- Urazildro
O VAPOR
A lago a s
Commandante Carneiro
V eeperao doe pjrtoi
do norte no dis 14 do cor-
rete, seguir- p. a os por-
tos do sul no da imn.e-
rpdi
PORTOS DO SUL
Direcle -Sntes
Paqueta
Camocim
CoramaBdan'* Alfredo Manleiro
Sffte por estes dias.
Recebe earga, encoamenas, psasagena e di
oheiro frete ak i* il bor da maoba do die
da partida.
' Cbama-ee a atteoetc dos Srs. carreradore*
para a clausola 10* den connecimentos qae a
segointi':
.-o caso de baver tlgoma reclamaco ron-
ira a Corjfanbla, por avaria oa pe-da, deve ser
feita por escricto ao ajete respectiva no porto
de descarga, dentro de ir das depois de Bna-
heada:
NSo p'ecedendo esta foraalidade, a Comp-
ctala Dea isenta da torta a respoasabilidaae.
K8CRIPTORIO
f2 & Cae$ da Companhia Ptrnambucano
. 12
LEILOES
O leil&o de movis da e*M em qae rertdio
0 3r. Joaquim Lemoi, a ra F<*raar>drs Vielra r.
31, licou iranaferldo para lerci-feira, 9 do cor-
renla__________________________________
Leilao imporiante
Na Parahyba do oorta vsader-se ha em lei'Sc,
do dia 10 oa Abril, o brlgae diaamarqoez Gs-
tbrine.
Fol construido na Dinamarca no^noo de 1876
tem a ciaste 3/3 A- I-1- e carrega 390 toneladas.
Leilao
AVISOS DIVERSOS
Precisa-ae de uma ama para arrom?r qsar-
tos e lavar -algoma roopa. e de ootrs r>ars ailar
rom orna enanca : a tratar na roa Marques de
Olioda n. 38.______________________
=- Na roa Velba de Sauta M'ta o. 89, ba para
vender differeotes livroa de litteraiora campen*
dios de algecra. geometra e arllbmelica al-
euns amorta ootaveis, propnos para os Srs.
estudaotes de preparatorios ; todos es'ea itrros
veDdrm-ss por presos ratoaveis.
Precrsii-se de om fcltor e de uma *ngo-
madelra para rouoa ce s-nnora a tratar na roa
Uarou-z de Olin.ia n. Vi.
Vende-S'1 na Paitsagem da liba d,e Iiamara-
c om itij de coTot-irD-, rom mulles caj eiros,
maDgoeiras, bom lugar para a>lta de gados, 1b-
far para faifcr vjvelro boa morada de casa, ctm
om ni' ho jauto a casa, foroo de qnriaa- cal,
bom porto que entra vapor ; a pai*oa que qoi-
zer rotrpra v em Igoaraasu' roa do Acoogse,
'aliar com es manos do finado padre Florencio
Xa'ier Dist de Alboqoprqoe, donos do s^llo.
O b-iixo Sjlgoada, tendo comprado ao
3r. Antemo Fernanda* de Figoelredo Faiva o
seo evtabel'Cimeato de molbad^s, sito a ra de
Lomas Valentinas n. 15, livre e des>-aiba >cado
de qoa'qaer oaus, declari so commercio e a
qualqusr ptrea que ee acbe com dtreno de
credor apres*ntar saas covtas no praio de oi o
das, afim de Ber pago.
Re.ife, 5 de Ab'il da 189".
Hanoel Goncslves de Araujo.
Precltia se de orna copeira;
Arsenal de Marinna com o per ero.
truta-se no
dalo.

Asfwjcisqaotiomol'rCial fle-
^nefcente d Perrfambuco
A cirecto'ia desta A3fO<.'iaao coovera Oa
reoDlio de a-seiabla eeral extraordinaria pal
o dia 9 do correte, i I borai da tarde, afim le
tratar-se do reg jlimeeto u9 defeveri'iro, ssn-
do od aiomp o de grande i olereis 8 par o
commercio de l'ernatfcbaco ; sapramos ococ:-
parecimeDto de rodos os aaooclsdo.
Becife, f de abril do 1895.
A 6. deMatios Sobrio! 0
Secretario.
COMPANHIA
. DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
; Posicao financeira
! Capital subscripto 3.780.000
Fondos accumulados 3.000.000
Reccita anaual:
! De premios contra fogv 626.0000
1 De premios sobre vidas a 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambueo,
Boxwell William &?
Boyal lailcM*a!ipy
O paquete
Danube
C0SMANDA5TE M. HICK3
E' esperado dos porlos do
eut co da 1S do corre-
te, seguinio depois-ds de-
mora* idispensavel para
As encommeBoas serio recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Rarbosa
CaeB da Companbia Peroarcbocana o. 4.
Aos Srs, carrepadoree pedimos a soa attengao
pera a clausula 10* dos coobeetmentos qoe 6 a
aegamte:
No caso de baver algoma reciamacao contra a
companbia por a varias ou perdas, deve ser feita
por escripto ao agen e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de flnali-
aada.
Nao preceder rio esta (ormattdade, a compa
nb'a tica isenta de toda a r sp nsabtltade.
As paesuffens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 2 1/2 bcrae da tarde do dia da sabida
do *apcr.
Atienc,ao
As passageus pagas a bordo custam
maia 15*/e*
Para carga, passageos, encommvodae e Talo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro 8t C.
6RA DO COMMERCIO 6
1* andar
D' om piano nove, mob'lias de pbantasia,
espeibos, qoadroe, looc, vid-oi e mate objecioe
de capa de familia.
T^a-feira, 9 de Abril
Ageilc Pialo
O leilao de movis da cana em que residi c
Sr. Joaquim Leeros, 4 roa Pernaodes Vleira n.
31, iou i'afferldo para tercu-f-l-a 9 t'e Abril
bem como mullos aifftrtutoB movaia para bII
transportador,
< A's 10 i/i partir o bend._______________
Agente Oliveira
LEILAO
De buns movis, jarros, qoadros, cantonei-as,
saneas, vosos de ferro co h ps para plantas
com palmeiras, 3 cvales teilados e arrea-
doj, etc.
CONSTANDO :
De 1 riei-msbilia de col'a, estofada dada
masco, com poltronas, etc., l dita de Jacaranda
moderna, de bracos, i coosolos com podra e 1 sof, 4 ricas
sanefas- para cortinaoos, S qoadros g-aades
dourades, 3 memhaa d pbantasia bordadas
para sala. 2 csotooeiras ignat-s, 3 iraaspa-eotes,
2 jarros de madeira ratonados e com vaso pa-.
fljrep, 2 escsrradai'as, < importante guarda
roDpaaodsriO com 'frisos dupiostm.l im
po.isQte cama de (aia, moderna, para soltelro,
com 'colcbao, 1'grande cama de ferro para casal,
1 lavatorio djaarand6" com ptdra aeapelb r,
eommoda de amarello, 2 rreaiobas fe fia com
pedra oara cabvcri'a (bidet-, 0 QOidrcs com
vistas, 4 rtttes dourados 1 mvsinbs com tampoi
de marmore, em eo** e daas caderas de vime,
di carimbas atmefadadas para Coaio'a. 1 mesa
gpe mareio com pas torneado, 1 importante
dratadr e guana comida3, com e.-pelbu e vi-
aca's, 1 guarda ioeci, 12 codeiras d jone
prt belga pan rna, 9 vvso oo -ferro com ps com
palm-i as. 3 caizas ds msdira,;baoquinb>s
com gave'as, 1 -convelo com pedra. aiuler, 2 ca
valles 8 Hados kofrt>iados a eoins-mu>to84uo-
vtla qae e.-tarSo pa'sntei ,.o acto do lei a.
i'er^a^feifa 9 de Abril
A's M haras
"Ve sobrado *let ron te da cstaco
da Vare a
O ajnle Ollnnrs aetorisaio pelo fim. Sr.
Hanoel Ca-nelro da Cooba qne mmioo de reei-
d objectos cima txhtsntwtao sobrada da Vareta
detron e ^stscaa.
A's 10 boras e 30 -m'no'os parir do Campo
da RepoOlica um trem aspecial qua dari passa-
geos gratis aos coniorreates ae ieilao, paraodo
em odas as est;c>a.
Eti Olioda
secco da caja', a
Vende-se excellenleloce
Ladeira da Rioelre o. !3-
AEMti fllieira
Leilao
Liaboa, Vigo e Southampton
O paquete
Nile
CotommBBdaate J. D. Spooner
E' es*pf:i in- da* do corwnte, se-
guini deociB da 'derxora
ip^spenoatel para a
Baha, Rio d Janeiro, Moh-
tevideu e Bueno "Ayres
O paquote
Elbe.
Oommacdant Me -servy
B'efpera4rd
iortm do sot oo
lia docorrtD-
'. 'ifRoiado e-
K>M da devora
lodlspeosavel para
r*. Tcente, Liaboa, viga e
tHaaiptoB
Companbia Pernambacana de
Navega^io
PORTOS DO NORTE
Parakgba, Natal, Maedo, fosfor, Ara-
caty e Cear
O paquete Una
Commandante Carralho
8egne no dn do cor-
rete aa 4 boraa ua tarde}
Recebe carga, encommendae, paseagens e di
beirosa frete ateas 11 boras da maaba do da
da partida.
dos Srs; earregadores
coobfccimentns que a
Quarta-feira, 10 do corrente
A'8 11 HORAS EM PONTO
Da mi porta ote araacao toda envldracada e mals
movis, existentes no stabalecrmeato do lar-
go da Penh, sob o n. o.
O agente a-ima. por mandado doExm. Sr. Dr.
jola de olrrito" do commercio e a reqaertmeDto
da Bxrca. Sra. D. Mara Vlcencia de Paula La
oba.credora de masta fallida de Hanoel Fran-
cisco Alt-s oa Cotti, representante da firma
Alves da Co ta de C, levara a leilao a armac&o
mais mo'eis txistantss no fstabelecimeuto
cima.
Aiuga-se
A can p sitio no largo do'Mroteiro '3, jon-
to a estuca) : na Camtoa do Carmo n. 16.
Caixeiro
Pr-ci!'8-se de om caixeiro com pra'tca da
rtmiha'io?, de idade de 14 a 16 aoocs, e qae <&
coobeiimecto de so-vcondoc a ; a tratar na roa
de faot Amro n I A._________________
Madapolo avariado
Grasado qiaantidado do peca*
do saaadapaaltlo lino, oosn poqsao-
vonde-so n loja
na avaria
de fazendaa da
qnez de Ollaaa
ra do
i. eW.
Mar-
Attenco
Vne-se um graale terreo uat-aei i dos
filcios para o Bofa>h>ho ; a talar n mema
trave?--a n. 7. riti da casa amarella-
B
in
Degocio
Vende-seo ten conhecido eafreauetaio fc>
>el Pica Vneta, livre e defembarjc*do d
qoalqner oong, oa roa da R-t;srasao n. 3,
largo do A'seoal de Marinbi ; e o troiivo aa
venda eler o dono de retlrar-se p*ra o o'.
Vaccas
'fia roa de S. Gmca.O n. 39, veodem-s KftB>
sa- tou;in?sde moitc boa qualidade.
Agit $heira
Do eng-enho Boa-Es-
peranza
Sexta-feira, 26 ti o cor rente
A mh dia
15
!Cbam>-se a silencio
pira a clausula 1.* dos
seguinle :
B No caso de baver algum a reciamacao con-
tra a Compa ibla, por avaria m persa, deve ser
falta por escripto ao agente respectivo no porto
di descarga, dentro de tres daj depols de fini--
fada.
No precedeodo oi.a fermalldade, a Cimpa-
la tica isenta de toda a reponstbilidade. *
ES0RIPTOR1O
Ao Caes da Companhia Pernambucana
o. 12
Engrnao
Vf nde-se om englobo prximo a estacao e
Calende, com uniU boas trras e cesa to rxa-
cbiria a Tapor. por pr?5f> moilo ramoo ; a
trttar ".a roa Primeiro de Ma-go o. 17, piml.'0
andar.
Caixeiio
Prec's;-se deemcaixe'ro com br-stant" prtt-
ca de rxoroa os, que tenba qoem 'garanta toa
conn;ta. e que na sna ausencia oo vezes do dono da casa ; na rea Esire: a do R3-
eario o. 9.
Cosinheiro
Pre ija se dsjrom bom ra-tnbeiro ; a '
armajKD n. 44 i ra do Commercio-
Criado
Preciea fe de om criado : em
Sitio do commeortador Barroca.
Bcmfica n. 40
loamaien .41 da rna
de Movembre
O sgente cima, por altar do Exm. Sr. Dr.
jola de direito do civei e com a sua assis:ncla,
a rrqoerimenlo de D. Jalla Av-es de Aimnda
Freitas. invantartante dos bens deixado pelo
tinado Dr. Joaqalm Avres de Almeida Freas,
levara alvilao o eogncBo Boa-Esperaoca. per-
lencetilB ao espolio do mesmo finado, e situado
.ia comarca de Panellas de Miranda, o eogenhc
mocte com agas, copeirc, com moeodaa de
ferro, casa de telbas, aaseotameato cojs^aate
de eeiB tachas, grande numero de formas de
madelra, dona calibes para deposite, alambique
de cobre com deposito e seo perteocea, de telbas, casa de vireoda de tijollo e talpa. co-
borra de telbas, rendo qoe a toa demarctcSo
cordelante da esoriptura de compra e termo judi
clal, esta em mi e poder do mesmo agest
psra que es licitantes posaam conberer,T m&lsj
ti neo tuve I los novos'; AnalmeBta qae o eogeotr.
vendido com a cifra aioda nao rolbidaea
vindoara j faodadi, resptilado-se es direilos
(ft>s latradorea.
Os pretendentes podem procurar o mesmo
agente na roa Duque 4e Cun d. 41,1* andar.
A quem nteressar
Antonio Pinto MeaBdes, de-
clara qsso nao cuida dos neg-
eloM de peasoa alguna
ser e\oluhmente a c
ca do Diario de Pcrnanaltveo
quando o respectivo percate
jul nec cosario.
Recife, & de Abril de I*A.
Ama
Precisa.se de ama ana para eoslnbar
tratar oa roa oa araHris n. 16.
Criado
PreBa-iB.ide un;iiBdo at Made de a
on^.; a-mtar- na roa ooCauntroo n. 4a.
Precis-se de ama de meia idade pin CON*
obat e comprar, para casa de ama s pessea :
tratar na ra Estrella do Besarlo n* 33, i
andiir.
i

'
~ .


* I
.'.







'
Diario de Pcrnambuco Terqa-feira 9 de Abril de 1995
Para distrahir
Urna honrosa riao a asa d<> mod>.s
Nova Esperonesai amavais leitoraa en
contra r8o om completo Bor ti ment de
obyectos de ncvidae o phbntaaiu recibi-
dos mensalmenta das piinoipaes pragas
da Europa e America oa qaaea sSo voa-
didca por menusce qoe em outra cual-
qn por ataoado oa rmaor da 50(5000.
Em recom) deatac moa alguna artigoi
alera de moir.ca uutros.
FINO E ELEGANTES
Espartiihoa o, oa eapeciaea para Sraa.
que criam, novo sortiriento.
GRANDE NOVIDADE
Em bordados fino, cambraja brcnoa e
de core* e madapollo, procos redunda
para descont,,
FINAS RENOAS
De litio vordadeiro, algodSo a. seda,
ELEGANTES CAPAS
E pellericBU para SrB. e mocinhae.
Bonitas ct misas brancas e de corea
pera Sraa. pr.ra o da e para dormir.
LEQUES
Em todo geaero o que ba de melhcr
sm pluma, sec'.a. gae para seohoras e
meo ata?.
BONITAS
Mmtupara k'm
L NOCL03
De madreperol torfim, ejero r*a Rnci
e tartaxng-i paca ttie-otroa e viagaus.
ESTO JOS COMPL
Com tac vas, me.hu com rtigea pan
viage.u e.tojos paia barba.
ALiUNSERaTR
C< m disto sor ta e<"\
PEDRO ANTNEA & C.
Ra Duque de Cxxns 63
PABI8
6, Rh Mirena*
e em todaa u
iPharaiacJasdoBradl.
SflWDLO BRETOMNEflU
CONTRA
u
NADA
todu ai
loixnuttiixxiu
Falta d*MforQO,
Realmente a invenga!
nao
r
e
ma
ptbHeo j vive cansado da leitca de tar to
re laura, ois leudo raiio de ser e cairos...
moiiv- .ara tso (cr, perem r; que temes om
C0:|.. ex-raordioano as escolbas de nossas fa-
seulas i; que recpr.cmcs tertoa es meiea viaien-
dae liu. a cocp.etaiEfLte descoebecidas do mer
c io. precisamos dcscrevel-as e esrerarn0;-
pe s visita de lodo i para realmente veem se o
to.sro r Batamos sem competidores.
:0 a- da cCris, anepladas, iitima moda.Vai-
C OtS.
S us-i'.' (dres, chifonete, tyeteaa cescoobeci-
i v- Irjfl une vaj e \tm.
Car bf miras de co-o-, de cordlo, olimo goito.
[*ml); rd.lo.
S i p-.ias, t*800o ccvad.i.
i Icbi ateto, oi (cebra a, 10 varas, 5^
a B#s*.
Fino lidio e c-e;!, com salpico-.- Slrandinta
Madapolaa em caisitba, espe;i.lidaoe, lofiOO
a p ca
S 3i fO'fS Ptrnambuco na Ponta.
1 ccui listraa de teda, Adela.de, 3JS00 O co-
v.. :o.
listics Ce lds, Elvira, MOOO o o
.. u
Lar; rom listras de ela, Mur;k, 3J!00 o co
VUOO
Cae .. i:as de dr-H. TeLhociumesde ti,4J00
0 Ct Vi dO.
La i rom salpico?, As Tres Mara?, ?*500 a co-
VI
, a.i.G s cu'.03, A- toaras, SWO o o-
tado.
Si p, tertdo fe t .':.i d aaisr-te at-
murrer 6(0
otra p.-ea c -. tc:, 5j ;atro smorea
;,; i 0 i ati
Clii. eecorae, Sampaio molle, 320 r. o co-
V81, .
Chl clifM, 6 de isrfj, SCO rif I covado.
, Hia pao, covado 5!W reta.
Pfaai tatis, Nso me U qce, fc<>0 ri? covado.
Cre odi?, n flor do baila, !.00 tis o txvado
Ltodos p, irCis ae caesas ae coree, Ljia, 400 ra.
o te
Creicuf, Ssitpaio daro, BOU r.s o covade.
Dilo, Go.-lo de li. 4fc0 lis o covado.
st, 800 -is n covado.
Dof, Tregoa de amor, 0C ria o covado.
Di'o, Bainaraa 00 ria o covado.
Dilo-, R. gincia, 480 res o covado.
D lo-, Fl( lian PeixoU), 00 ris o novado.
Ducs, Prudente ce Horaes, 6C0 ris o cavado.
Dilce c m b:rra, Deodoro d. Foostca, 700 res c
COV.'O.
D'oe, Republicanos, 700 ris o covado.
Mern.? pretoa para Daiiua.
Diios (r ;le cafe p ra bstina.
Gra; d.- so:-iimento de meriLJ preica e de cores,
l:8( b livrado.
VetbtiUi a e Uda cores.
Sa-, i ntopleto sortimeoto ~am
La 'i frorumeoio ce camDr^iaB bordadas.
Cortes de veaUdos bracoa boriados.
Vesiirtc en carlCe bedaoos a teda.
PhaomUa, BeijOB do iror, 14500 o covado.
L'o o sor ti manto de ti hua para seuboras e me
cras.
Exr-i-ndidi) sertimecto de faiendas pretas para
a Semarii Santa.
CapeilaB com veo para noivas.
Ptiu los de lii.no, iizcs e tordadOB.
Grande sortiaidoio de btjouteriae.
Panrios de crccbet pa-a Bts e.cadelrz.
N.-vo oituneLto de grvala.
Complfi o BiT'imento de espartlIboB.
Caan.:a8 bcrosdaspara noivo.
PcnhoB e collsrinbo?.
Camiiss de liQtob'ac casie de corea parabomem.
Ve8tca:ios para ba, lijado.
Boleas de roto, inglese.
Mutas pata vlagem.
Tepel'S vara sof cama.
Sobrttu<:o le urna e (loas vistas.
Ditos oe berracha para bnmem.
Capan ce r-orraeba para sentiora.
Cami.a i.raucas par. a.eDt.08.
Ve&tcirae tratncaocs para meninos e menina.
Cbembrea.
Goana (..
Fiare !a hfi e de lis ras.
CbaUf. prtot.
Cortina ba d^crucbet para cama.
Corti rochet para japella.
Cort1nn<*os de cambrli para cama.
Mamilas Ditas i'e ala;oo&o pretas e de corea.
Carrt:<1;u ^e !a pare bemetr.
Cote las, colchas e cobertores.
Cobertoes americaaca, '4800 am.
Ba.a tocarnada e azul.
Canillado de cores para cama
Liodc e cof Casecjiraa a peca preua e d. cores.
Granee flor inenio de roopaa fetaa para romee;
Roupi. filias por medida, perita teaoora;
Corteit de-fusUo branweHle corta par* collat.-..
AioalQadcde liobo e de algodao.
Paaooe da eoata para mesa.
Srtelas elsticas.
Sern las ii" linbo e dsalgodao.
Lines padrdes de cn^ie para cobertis.
Bolsas decpete.
D.it eio lavrado. U500 o covado.
Cas cem f lpicos de seda, dnas largaras, t.tu-
oloha Ver.de, 3*500 o cov;do.
Si d listas, Caras val, 3*a0ft o covad?.
Pal'tt i; de palba da e-Ida.
Cam i'- do meia com lisas de core.
Cachi erran pretts, salpico de teda, edres.
Abra a porta snh.
Laodsa, nlttato goto.
LinoiiE leos, de lialai. de quadroa e de salpicos.
Jol^ta.
Cach'ret ds ada e do cojea.
Vellndilbo de cores.
Boffa o de cores.
Estrellas ^'America
9 -Roa t- de Marco-iS
atina do Crespo
MARQUE8 & LIMA
"ffMiT? D* i*
O MESMO
EIBKIIISlh
aS* Ohlorois, Pobreza do Sangus, Debilldade, ata.
Lympbclismo, Escrfula, AmolU.ment dos Ossos, *tt. ..
Pnlc UetU.R* DiiMt (ttoulH
CAPSULAS AZYMAS E. 80RUN
03REIAS
Xawre
TIKTA3 PEBTAS
a na ocian
C*U UfmU i Prk
yjaju' v J. j-jr 3. t>. <*.
fMaM.'trstlr^!tKii*lcjM2aftMiMUM>!li'ii,
kniSBI: Balsa*** d* Ccpahlba, Opiato*, Aloatrio, .
rODOB OB KKDICaMENTOS EK P
HOSTIAw
Pcs Atffwm
IjIOHZXAI
rvt!
n.m+9XXM*.TO*,u.nnrmHt,mPari*.-
I*aaaaaaaa<**a.aa*sa........si
l P-*fioo |
i.......
, SS BlBfTA B>
avaM
^^^^^MM-WiWiWf/W///W/M'%
SAINT-RAPHAEt
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, do sabor excellente, mais efcaz para aa
poBBoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia- io estomago, Chlorose,
Anemia, Gonvalescencie ,; este Vinho recom-
mandado s-pcsoas j iaosas, s jovens, mulheres
e s criangas/
rtnwailoa nm rim nifiiir C* Si Erogara* tittofa CkultK; FAJIi SMlSao 1 Ce au i;i::i*a Pjarjufiv'-
4 0 MESMO
PHOSPHATDO
Deate8
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoao Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid:
peloa jornaes de maior circulacSo, attes
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va &. C., ra do Mrquez de Olindt.
n. 23,
Pkarmacia Martina, rua Duque e
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita o
Rosario n. 3.
Pharuaacia Alfredo Ferreira, ra o
_. 1 &o "da Victoria n. 14.
1 harmaoia Virgilio Lopes,rua Larg
Rosario u. 31
Buhares
Venderc-se dooa nov-.s e nmipraw, e doos
uuannu: para ver na ra do Vigano 0.3, pri
meiro andar.
PAPIERAMBRr
CIGARROS com PONTA itfPEItMAVEL
nSo podendo adherir aos labios
pars, Gastn d'ARGY & G'\ pars
mttntoris c u*)tco$ Fto-.cann, For .' *jo*3 PrH?Jtt/>
. tJ. A'-".. epostiJr. 8.71 Fr->nf& 0 *0 tiirsn e<~0.
tLfiTEHCAS OBTIDAS CONTHA A CONrfAFAr
r.o--ia rjnmmili: le 'echeur
L
A Vi *<>.
e.jrpetlitlo dos porta* NOV:
ESPECIALIDADES
IT. JONES
FMBRMTC DE FE>*fUMAfilA IRGLESA
BXT*CA-nWA
VICTORIA XSSENGB
Q ptsfome mala delicioso do mundo.
goma grande colleccao de extractos pasa O taco
[ da meama qutlldade.
LA JUV8NILB
n aem mistura cbimica al^uma, para o rosto,
adbaroBte e invisivci.
CREAN IATIF
aza todps oa climas; un or&uv
deSBODStrarA a uOrlorldadc sobra oa outxc*
I CoM-Cze&iL*
ASM/ *S3 TOUOADOR JONES
antea t ttfivasant* ExxA-aa* rosez* >-
I otoadnras Ce Icuwclos.
1 BJXIH PASTA CAMOKTI
nanlirihi asuaepuco o tootec. Uraaocaa of.
! Ototaa lB*ioa aa saoatvaa.
SE*, Btlaver PARK) _
aawlt awnnsv C m wbw stmassaB sattw
8
1 -
Correclioiial em 21 e Aliril i!; 1888, 0?.09 trai
Bilnica :
PAPirn TRANCOIS. c.-pa do Prg&a)i^bo PAPina JEAN. capa de Xadrez com a Borda gotnmada
U! MTaOiK)LITAiN com
iH mm Hram. ttnfioriailorem tina o PAPEL ALAMBF.EADO esta fitlsiflruUo e
Tfieae, *'fo.. c.
Nova entenca contra um ialaicador : Parta. T-:tunai Correccional, 26 de Janeiro Ja 1ovi3.
Peritas e tamnoa e penhora Contirmdo pelo Tribunal ta AppaHacSe do II de Halo de i8Q3
AFFECCOES 8YPHILITICAS
T VICIOS B>0 SANQUC
Verdadelror productos racilmen'.e tolerados
pelo n^raago c OS Inteatlnoa.
*//> ct Flemaa da
C MMRT de BOUTION V, ftarmi.saOe)
Seccitado$ peltu celebridades ntdxcaci.
i V DSJU!\tUt\-bl DAI HCTAOCll.
' rV. AriwwDna. MiiBo^s-I.irrTm. PiitTa.
' I I SBaV* BWa.IBaataaVBBBBta.ll
/rrfaptio do Peno
Tosse
Expectorago
Insomnias
^AKA
N01VAD0S
E
Desejados por todos
Vende-se
NA LOJA nA-PKRpLV
Ra ua lmperatfi
DOMinaSJBBMDES
rame fappavdo e preso*
americano* venden Henry
Forsler C. em seni arma-
seas de farinha de tri^o. caes
da Bcgeaeracito ns. >
Bichas de Hatnburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applica-se ventosas^ seccas e
Sirjadas ; na ra das L*irangeiras n. 14
Camas de campanha e ar
t. co qj 03
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A" a 32 g m B ^ 2. CC ._ K ~r3 SS,
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si-5, OS a
bj O 0 a* 5
Cilindro
Vfue- cimoaSrs. Machado & Lotes, caes do Apollo,
armazem de farinha.
Caixeir<
Pre ea-sc de cm menino de 19 t ti aonos,
q-3 c-nuy r,'3tca, Ce molbados e tjae d fiador
oe aua condocta : a t'a'ar na roa Coronel Su.s
sana n. 149 ; qutmn) se tenar neataa coodi-
jfljs serfavor nao appsrecpr. ^^^^^
t
arla (brrultica Acclaiy Caval-
cante
Henriqoe de Boiianda Cavalcaote, poa mnlne:
e fllbcs cenvidas aus prenles e : me..a pa-a
asslstirem a ms'a (ja- ma|td a' rita* Os du 9
do ferro'e, 8e7 4/i, na ordem t< r.ei'a de S.
Praacico, por alcaa dp eua etmnre Itmbraoa
UIHa Meria CfcMTutiioa .Afci ly Gavalcacte, I-
^nni vprgfio re Apaassspamt'i.to, pelo que A
cajfij eternamente gratis.
t
Urbana Ferreira da Cosa
TE RgA-FEIRA, 9 DE ABRIL
MATRIZ DA BOA-VIST A
Catbarioa Bourguemeler Ferreira da
Costa, agrade'cendo do intimo d'alma aos
parantes e amigos que acompanbaram o
enterro do seu prezado marido Urb no
Ferreira da Costa, de novo os convida,
bem como aos demais parantes e amigos
do seu para sempre pranteado esposo, afim
de aseistirem as raissas que pelo eterno
repouso de sua alma sero celebradas as
6, 7 e 8 boras da manh do dia 9 de
Abril na referida igreja, matriz da Boa-
Vista, confessando-e desde j a-cs agra-
decida por mais essa prova da conside-
racao e amizade. .
Olindina de Sansa Almeida
Jos Pereira de Almeida Jnior e seas fllbos
agradecem do intimo do coracSo aquellas sst>
soas que se dignaran) acompanhar os restos
rnortaes de sua sempre pranteada esposa m,
Olindina de Souza Almeida e de novoconvidaj
par;i asslstirem a missa que mandara resar na
igreja da Soledadp, qaarta-feira iOdo corrale
s 7 boras da maoba, 7- dia do seu passa-
mento.
f
Marf-ta atada Vaciel Ferreira
DjmiDca Joe Ferraira, tua u.olbi-r e limoe
roandsm rezar misfss oa lateja - N. 8 da
Peoba, no da JO lo corrn:e, s 7 utra^ da
mcb3, trlgenimo dia 00 faMioseato d.j.oa
cempre lernt-rsaa tiina e irrea. Mana Amalia
Mciel Ferrei a, flcsDdo e'aius ses .mi.03 e
pareles qoe comparecern] a es.e sc'o.
Calllraneae Vir-
joiii de la^iia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da calbran
ca e -virgeni, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursae* nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ducios se encontram em
seiiiarmazemdocaes do
Apollo n, 73,
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHA0
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
To agradavel aa paladar cotno o tee.
Approvada pela Junta Central de Hy-
giene Publica e eutorisada pelo
governo do Brezil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
eomo nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNE&
A venda as principaes boticas e drogaras.
SCOTT o. BOWNE, CHIMICOS. NOVA YORK.
*


reos para carro
V' i d*m Domingos Jo? Ferreira de C, a ra ;
Ama
B.ro da Victoria n. 5.
Casas na Torre
Vende-se % iiequeusnP easas
Uadas na ra Real da Torre,
as. 89 e 84, n um terreno de
50 palmos de frente e 300
palmos de fundo, chito prs-
prio.
Quena as pretender peder
ir vel-ns; e para tratar en-
contrara pessoa competente
na easa grande do alto da
Torre, aa p da capelln.
Madeira
Excellente taboado da amarillo, lonro e pao
carga, praachas de siespira, etc., precoe con
10 e 200/- de abatlmeoto : na fatrica de mo-
vis da ra de S. Joao n.'lS.
Precisare de orna coslnbeira e de am criado;
! a tratar na ra da Imprr.trix n. 16, p'imeiro
andar.________________________________
Precisa-so de orna am< que seja boa cosiobei-
ra e compre : na roa da iQieodtncia, enliga do
Ala.ho n. 7.
ftecisa se ("e ama ma qoe cosinbe bem para
cera da pequea
d. 85. gobr-do-
famiiia ; ta roa da Concordia
aaiU5(XA.
1 Preci=r-oe de omi ama que cosioba e passe a
i'erro alguma raspa branca, para casa de orna
familia de dnas pessoas : a tratar na roa di
Santa Crnt n. 70. ^^____
19 Ra i: de Margo -19
I este acreditado estabelecimento vende-se i rendas
por meno 25 [o do que em oatfa qualqu&r parte.
E se bSo vejam:
0'retooes com 2 born p&rarepcstciroB e chambres com 1 metro da largar a 800 rr.
o cevado.
Naczuks braceas coro pintea e flores a 240 o cavado.
Frim para roopa a 6COrs. a .'ssincta a 500 o covado
Mantilhas de seda a f(J um.
Ditas de alg do e 2f)~z00 iim.
MedspolSo amerioano mui'.o largo com 24 jnrdas a 108 a p^ca.
Cachemiras para vestidos, fltonda de 15 per 400 ra. o oov?dca
Cccbas de fostS^ brandas a de cores a 5$, 8$, 15,$ e 20,5 umn.
Espartiihoa de eoi r. 5* a 8500O um, barato !!
Cortioadot bordados para cama e janeilaa 10(5000 o par.
Lindaa.capeili Cretone* cierrae escoros a 4G0 rs. o covado.
etim tranco M:ceo,. para vestidos do noivaoor 1500 o covado.
Tapetes aveudadcs alcatifa, grandes e p*quens.
Atoalbado bracee e de cor para mesa a 3;000 o metro.
Lavas de ce'ap^rn seaboru e pera-menina a !(55C o par.
Peitiibos Irnos e com prega?para.seohera a lj5500 um.
Camisas de cormir para homem e para seoborc a fS urna.
Setim cor de. roza a l(5ooovado.
Merir.6 preto a 1)5, 150O 2)5 o covado. ,
Lencos de eambraia de Imho psrc aenhora a 12(5 a duaia.
Meias de 12 r teda pera homem-a 4(5 o par.
Camisas de Malha.de IS, para homem e p-ra stnhora a 6$ urna.
Cortes ai esitao para vestido de 804 por 40)5 om.
Cortes do caaemi.-a smen iacac- 4if000 um
Ditas de easemira ingleza 8(5 oro.
Setit.etas?lBar, toda* as cores a 600 rs. o covado.
Zepbiros com quadriabus a : 40 rs. o covado.
Fanellas para vestidos e para eauiss a 360 rs. o covado.
Linn eom 2 Inrguraa a 500 s. o covado.
Sargelim branco e de todas as cores a 360 ra. o cavado.
Vestuaricsde Jersej para creancaa a 15t5 om.
Sasaca de Jarsey para aeooras a 51 um.
Ensovaes para b^pt:sado.
CoIzoVb franceses, mosqaiteiros americanes.
Cobretudo, crcalas, meras, leos e gravaras.
muitos ootros art'gos que se torna diffioil meseicnar
S na
LOJA DO P0V0

Taverna
Offtrece-se om socio rom capKai para urna
casa qoe teosa aaovmento e qoe bosbb dar para
ricos, como tambern compra-se ; Qoem a liver
nestaj coodicOea aonoocle por eta folba para
ser procurado.
Teiephone 01
I (Mil SOBRIIO



I '
EQUITATIVA
DOS
ESTADOS-UNIDOS
SOCIEDADE MUTUA DE SEGUROS DE VIDA
The Equitable Life Assurance Saciely of The United States

.









Total dos bens em 31 de Dezembro de 1894
Excedente. -, ........
tiendo. a .*#
Rscos nevos acceitos em i 894 .
Total pago a possuidores de apolices .
M8d.044.3J0
jp 37.479.802
0 43.669.726
0217-115.988
0 19.473.352

ou seja ao cambio de 5^000 por dollar
u sof ao cambio de 5>000|por dollar
ou seja ao cambio de 5>000 por dollar
ou seja ao cambio de 5^000 por dollar
ou seja ao cambio de 5^000 por dollar
925.221
1 7.399
218.348
1.085,1)79
97.366
:550000
:010^000
.630^000
,940^000
:760r>000
MRECTOMA LOCAL DA FILIAL DA EQLJXA T Y m BEAZL
i
Barao de Sampaio Vianna, director-presidente. Dr A- A. de A^r-redoSodr director-medico.
Dr J. M. LeitO da Cunha, director-consultor. CarlOS Pereira Leal, secretario-gerente.
Dr Antonio Rodrigues Lima, director-medico. W. P. Massie, contador. f
Nao possivel estabelecer comparaco sobre qualquer base que seja, entre o bataneo da nossa snciedade e o de qualquer
utra eompanhia de seguros do mimdo, porque o nosso mostra um EXCEDENTE que deixa a perder de vistas o de todas as (Mi-
tras companhias congeneres do Universo-
ESCEIFTGRI
B P,
NAMBUCO
N. 44RA DO COMMERCION. 44
ADOLPHO DE LEMOS-AGENTE GERAL
Antonio Alves Barbosa &C.
Grande sortmeuto variado
em cores de ladrilhos.
(^mosaicos), vitrificados )
ei hidrulicos
dos mel horas fabricantes
assim como
dos
de marmore
natural, pedias para sepu'
I j turas, etc., etc.
Variado sortimen'o de figu-
ras, vasos, yias
bunheiros e mausoleos
de marmore.
Hecebn.i qualquer encoin-
menda
e fra e tambera se
incumbem
qm-lquer obra conoernen-
te :- sua arte.
S^tabtlecimento a ven Ja
VeDd*-e Irjs denomiosda A Frorta, cita
i roe I rfe Margo (aollga ^o C?6p ) 0. '5
qo-OJ prp'enOer pdd '"flir-aa a ik-ti-a a, Que
nrorirari ei m qoem lra*ar.
Venda
Vende se irrs eranie rrrp^piiade snns-d* no
IDDD'OPIO Ce Garhona pcvoarto dr S Joao,
trnde on de vivena. te,re o exitoso, Den
b'>r!*rio. ron frunce plana ruf-ein?.
A n'^prif [P|J cua jte*$i>, fjfletle,
rfe eptemas. urroriM^tn, rtc, et>\, are'te-se 8
otra hD-'C o a orir'- q lqai-r mis e\
O. p.-rtPD^Ptet para eitiorta n.t jniacG'*9,
Doi-n r*ir* seara cu-atio ao 8r. Atfrtpioo
R d"frees cisgWrtt' Lita.
Grande deposito de marmores em laboas e
blocos, de todos os comprimentos,
largura? e grossuras, assim con o de cimento
Ooftifiht-ira
Pre -isa-. i*e m pur es nha" e comprar,
pra em pqo--a fn&lu. pa.-se ten ; na
rna >i*\jw"-i |. b. 5. 5' arar.
37RA DA A JUL) V 37
RIO
^E
JANEIRO
Regulador da Marinha
< Conccrta-se relogios de algibeira, pen-
! dulas de torre deigreja chronometros de
' marinha, caixa do msica, apr*relhos
j electricoe, oculoa, binculos, oculos de
a canee, joias e todo e qualquer objectos
tendente a arte mechanica.
yitu Larga do koaario 9
FOLHSXDT
9
odio m MOA
__ Sir Jorge, murmurou o 10090 ofli-' gletou est tao perfeitaroente certo da
cial, creia que lastimo ter sido escelhido \ minha innocencia, como o est da sua
para a penosa missfto que eatou desemp- propria
Fabrica de ir!o
Agcss e !inonaiS gasoess de
toi s as quididades
8 curasao, abacazis, grnadipa, grosella
(ranbois^s, baunba, bortel pimentu
etc.
T2A =
eto
=CAE3 DO CAPIBAR3E 12A
Aproveitem o bom temp">
Vendun se ps tfe fSDO'fa, bar.ait-g mai-
arvores (raCliferaa dr om nelr para r-sixo df
aliura, cotiforne 2 ornarte do comprador e por
precos ffodiios ; a tratar era casa a residencia
de Retino CoD-"eiro roa 110 Lim irje-i-a do
Jl4o Veltta i. 9 ere Santo Anu.-o das Salinas
Agricultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia 1 de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhoes de ps de cafeeros semea-
dos em Ieiroes cuos precos, tamanhos
e qualidade, s encontrar no Jornal do
Rceife-
Contina a manter em seas depsitos completo sortimento de alenjilios paraa asinn tji
denco empre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de diffeiuntes systemas e tamanhos de Robiuson e oatros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavcllos
CALDEIRAS A VAPOR multubularcs de Fletcher para fanecionar com o ofogpa3 er
nal has das tacnas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para fneccionar com lenha e bgajo-
I'.ODAS para ajma:
RUMBAS de motun-conlinuo
MOENDAS e meias moendus, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeis.
ARADOS de differentes systemas,
CR1VACOES para lornalhaa.
MACHINAS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimcntadorea e empastadores
a Tontada dos aRTicultores.
Fazendii parte da directo de saa fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
menta connecido dos Srs. agricultores pelos aeus trabalhos de inontagem de grande numero de
Uzinas lunecionando neste Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a proJucjio e
qualidade de assucar.
APARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DiSTILLACOKS completas para alcool e agurdente a vap>r e a fogo ni, pira grinde e
pequeas fabrica.
52-R BARAO DO TRIUMPH-2
Ra larga do Fcosario ns. 29, 31 e 33
aev
j"

TRADCgO
PARTE SEGUNDA
XI
(ContinuacOo)
Era numerosa a turba que caminhava
na mesma direefio, i.ttrabida, como ane
por um imn irresistivel, para um dos
pbutos por onde devin passar a esplendida
prciss.o de Jagarnath.
Esta turba alegra 3 ruidosa olbava para
o preso com curiosidade, que nada tinba
de hostil
Alguna bomen8 do poro trocavam r-
pidas patarras em lingua bynd com os
cypaioe, quo sao, como todos salwm, sol-
dados indgenas ; depois, inte-iramente
deaouidnsos, pelo menos na apparencia,
caotini argm no geu caminho.
Depois de ter tranaposta metai da dis-
tancia qne deparara a ponte do Ganges
da palacio da presidencia, aera o tenante
fiidlej um signal a nm dos bomens da
aalta.
O cypaio aastou-ito immediata mate, e
o tecene ioi logo alUcar-sa ao lado do
pawo.
st< ultimo fitou-o om sorri.so triste,
uta a tir. ,
Mas entSo, porque?...
Midlfy hesitou.
Porque me prendeu, nao assim?
libando neste momento.
NS tasiime nada, tenante, respsn-
deu o filho do cirilian ; o senhor faz o
seu derer, e fal-o com a cortezia de um concluio Jorge,
rerdadeiro gentlem Permitte-me que Ihe faja urna per- S elle poderia responder categori-
gunta, sir Jorge ? camente a essa pergunta ; maa oque
De certo, tenente, e qualquer que posso affirmar que ae elle n&o tiresse
seja essa pergunta, antecipadamente me ordenado a minha pris&o, eu proprio lh'a
abrigo a responder-lhe. | pedira.
Muito bem, sir Jorge; porque foij O tenentefitoa Jorge Malcolmcom pro-
que lord Singleton o prenden, e me orde-fun(ja gorpreza; mas como adivinhou
nou que o conduzisse fortalez ? j claramente qua algama couaa mysteriosft
Porque o rajah Doorghal-Sahib oceultaram as patarras do preso, nao jal-
faz pesar sobre mim urna aecusagao me- g0U derer insistir.
donba.
E posso saber que accusa^&o ?
Alm disso, toda a sua attencSe foi
quasi no meame instante absorrida pelos
XII
Porque n&o ? Vou dizer-lh o e de- fact0g quo ramos apresentar ao Uitor no
pois poder o senhor afastar se de airn capitulo seguinte.
com espanto e horror! O rajah Door-
hal-Sahib denunciou-me a justica do meu
paiz como assassino do meu pai.
. Parricida, o senhor exclamou Mi-
dley com indignacao : mente misfera- mnuto8
re Aqn, tem a m.nha mao, sir Jorge J ^^ ejQ 4 m
perm.tta-me que lhe aperte a i dido e cadente, avangava muito morosa-
prouvera a Deus que eu podesse Prar fi v fez ,
asa ira que nenhuma odiosa e infame ca-
fnllavam uns com os outros e parscia de- Jorge, pela sua parte, nao dar a mi-
signarera Jorga Malcolm. nima attenr^o ao que occorria em torno.
Comtudo, nem clamores, nem ameajas ; j Pensara nicamente em seu pai assas-
a turba pareca socegada, mas com um Binado e na ringanca que tirara dos seus
socego sinistro, dos que precedem as tem-
pestades.
Midley dirigio-se ao sargento dos cy-
paios, que se achava a seu lado, e orde-
nou-lhe que abrase caminho brandamen-
te, mas com persistencia, por entre o po-
rolo que atulhara a estreita ra.
O sargento obedecen. Pronunciou com
roz surda e guttural urna especie de ha-
renga inintelligirel para os dous euro-
peus e a multido formou aos lados duas
paredes vivas, por entre as quaes se met-
teu a escolta.
assassinos.
Emquanto isto se passara na estreita
ra, a grande pra;a e a ponte da Gan-
ges, adiamos intil dizel-o, eram inva-
didas por urna muitido immensa e vari-
gada, na qual os uniformes europeus, em
pequeo numero, sobresahiam entre os
trajoa de cores vistosas de todas as castas
indianas.
De sbito resoou aj longo um tiro de
artilheria, e logo as cem mil vozes da
turba soltaram um clamor giganteo.
Aquelle tiro, disparado no momento
em que o cortejo de Jagarnath se pnnha
a caminho, annunciara o comeco da
festa.
Urna das sacadas do palacio de Djella,
esplndidamente armada de seda escar-
lata bordada de ouro e carregada de
todas as
lumnia poderia manehal-o, c que esta
em nada altera a estima que me ins
pira I
Jorga pegou na mao do moco official,
apertou-a com onthusiasmo e respondtu
simplsmente :
Obrigado, tenente, agradece-lhe do
intimo 'alma I
Como possivel, proseguio Midley,
que lord Singeton, que nao esta agara a
aprender a ser inteligente e perspicaz,
tenha dado crdito a tao monttraosa e
insensata aceusacio ?
Midley separou-se de Jorge Malooloj|a
dirigio-se testa da columna, afim de
conhecer os motivos daquella paragan,
que eram dos mais simples.
Derante a conrersacao do tenente eom
o preso, a multidao tornra-se cada rez
mais compacta, e agera obstrua a rus
por tai modo, quearancar era difficil, sa-
nie de todo impossirel.
O mais extravagante era que a malti-
dlo eessra de se dirigir para i, grande
pray, para onde, asmtudo, deveria impel-
lil-a a curiosidae ; permaneca eetaciona-
Ou muUa me engao, ou lord Sin- ra, e os individuos que a eompuahai
Ao cabo de rnte e cinco ou trinta pas-
aos, como o desfladeiro se obstrua de
novo, ioi necessario fazer alto pela segan-
da vez.
Midley impacientara-sa sobremodo e
comegava a inquieUr-se um tanto comCOxina semelhantes, attrahia
taes demoras; parecia-lhe ragamente que vistas.
o aspecto dos hynds, primeiro indiffe- j o tiro de artilheria mal aoan anda,
rentes, se tornava hostil por gradagBes j quando a princeza e o rajah appareceram
inseasirerlf e os olhosfitos no preso eram na janella.
mais sombros e mais brilhantes. __. .
O tenente nao sabia quanto dara psra lroifD^f.prOX,ini""e m,ment mUrmU"
ae achar com Jorge Malcolm de portas da J
fortaleza a dentro, bem fechadas e bom' Os minutos parecem-me horas!...
afcrflhadae. ^etorquio Daorghal.
Felizmente, paaawta *, ftm *ra- EatreUato aa praea, Kazil perdido ao
lar em a atiaba gente. '.B"e' d* tura, nao eassava de seguir os
Oonsequentemente, 4*1 kttW
ao sargento, que reeirtie a aa aar< ,
e a turba abri pagaaf eaeae j4 JUare. pproximar de Bolear.
rara traar a fetur-#e lagia m mim it A* alas atupeiUs terrores augmenta-
aecandes. -;?* as nfto pudra at entfto adqairir
Br-e-ha qua tadoa afvCka hWMaa* Bima eefteaa, nasa approximar-se de
eaedeciam a urna aria, ejea mm. QT- Sooniacy.
deai devia deasar* a mmyim a asasea Vi Sangor fallar em ro balsa a
4 grande praea at usa waaaaaH ais. Mi grande numero da irmaoa da obra, disia
signal eemainado. pera eemsif e o rapaiiako.
* pasaos das almas damnadas da prinetza.
Nao perda de vista Saugor sanao para
IOuvi Holoar pronunciar o noma de sir
Jorge Malcolm I
Que tramarao elles? Como hei de sa-
bel-o?
Mal acabara de formular mentalmente
esta pergunta, foi abalroado por um byn-
d eoberto de andrajos.
Voltou-se e re ouheceu o fakir dirigin-
do-8e a um fellab de elevada estatara.
Souniacy nao attentra no rapazinho,
que acocorado atraz dalle ouvio o terrivel
dialogo :
Entilo?... perguntoa o fakir.
Prompto... respondeu e fellah.
s nessos irmos tornaram impossi-
vel a passagem ?
Tornaram.
Nao e esqueceram do signal ?
Nao.
Bem A escelta e o preso chtigario
a esta praea quando for necessario, e nao
ter&o teinpo de se raetter na ponte do
Ganges.
E' ectao aqu que o ingle de^
morrer ?
E'. A' vista dos que ordenaran a
sua morte.
Ah I murmurou Eazil, tremendo a
bom tremer.
O fellah prosegua :
E se s cypaios resiitirem ?
Beaistirlo apenas pro forma... re-
pondeu o fakir.
EntSo estio prerenidos ?
Esto. Quando ourirem pronuncia!
ao ouvida a patarra Bowhanie, abaixarla
as armas i deixario pasear a justica da
por*.
{Ctntimia.)
Tjf hmi* r. Dmie da Caxiaa 48.
<
immn



.;


Full Text
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