Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16437


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Full Text































A* tftn*-1t8Iak ow do-SCV. m no As
fins conivenaientes, s6 t J nada P'ar"hyb.-
aorio dr aaera, de.ilde umaioWutra da e- Alenllio da capis .yos
souro nEion.alde 23do mesmo mez, sob n, For c. 1s
1A7. -' A' do Recife, Liuz
SAo do thesouro provincial.-Reoommen- Severint 4o disturbios.
do a V, S. quo pro-"oncie no sentido de ser Pelo digtricto de Beherihb,
feita em lempo a -emessa dos funds neces- 1ol r rmetlf Jj competent o iiaruerito
sarios imra, pagamento da pieataQgo do amor- policial a que. proeote contra o deserto- do
tisaglo e juaros do emprbstimo oontrahido corn 9, batalhao de inflntaria de linha, JoAo Evan-
o Banco do Brasil e .los jurors cerrespondentes edieta'Lirna, por crime de furto de c avalos.
A emissfo de apolices agenciado polo Banco -No dia 17 de junho proximo findo, "a ilba
Industrial e Mereantil do Rio de Janeiro. doe Caraputi, da freguezia da B6a-Vista, do ter-
Ao mesiun.- A- rliso Vmc. a mandar modo mesmo nome, teve lugar urn grande
pagar em apolices de 7 o do par, nos tecmos conflict entire Jos6 Fernandes Pereira, Manoe
da sua infor mao do cG re %..R. 268, a Robert i de Lima i i J
Mae- ft o0( a n ol ,ftronoJ684, Rdrifirnoge Fran
.rio Tapacura, Joao Maria deMedeiros, a quem cisco Pereira Marques, do que resultou a mor-
se refere o incluso certiflcado. te dos dous ultimos, sahindo mortalmenti fe-
Portaria: ridos Manoel Roberto de Lima. e Victoria Ma-
0 Sr. garente da comnpanhia pernambu- ria das Virgens e levemente Jose Flernandes
cana, man le dar passage Uratuita, A rd, atW Pereira.
Aracaji, no vaporque segue amanhi para os Qs dejlinquentes foram presos em fligf a-.
portos do sul a Jos( de Araujo Ribeiro. te, e sobre o facto procedia-se nos terms da
S EXPEDIENTE DO SECRETARY) lel.
Officio: Deus guard a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. Dr
Ao agent da companbia brasileira de Manoel Clementino Carneiro da Cunha, m'iito
navegacgo a vapor.-De ordem de S. Exc. u digno president da provincia.-O chefe de po-
Sr. presidgnte, accuse o iedebimento do officio licia, Hermogclie. Socrates Ta'ares de Vascon-
de V. S., de houtem datado, em quo partici- icellos.
pa que o vapor Bahia, ,hegado dos p)rtos do ____________
norte, seguird para os do sul hole A tarde.


SPARIS, 18 de julho.
% Titulos de 5 O/o, da renda franceza,
107 francos e 37 1/2 centimos.
LOQ"RES, 18 de julho.
Ca s ados inglezes de 3 /o de 94
brasileiros de 5o/o, empres-
slhb4.1875, !92.
Fuados argentinos de 60/%, empres-
timo de 18l, a 631,2.
Fandos uruguayanps de 6 0,10, em-
prestimo de 1871, a 17.
Mercado de assucar desanimado, e
os precos sustentados sem variaCAo
apreciave|, com.tendencia porem a
baixar.
LIVERPOOL,1!8 de julho.
Venderamn-se hole cerca de 10,'OO
S balas cos' algodao ; seado o de Per-
nambucf a 6 3,8 d. por libra.
NOVA YORK, 18 de jilI.. -
Cambio sobre Londres 4-85 I /2.
Prego do ouro 1051/2.
SIUSBOA, 19 de julho.
Chegou hoje dos portos do Brasil,
o paquete Inglez JOHN ELDER, da com-
panhia PACIFIC STEAM NAVIGATION.

Agenda de Petrnanibuco, 19 de julho
de 1877.
PELO )1rIXTTC, .1. BiOCHIEI.



PARTE OFFICIAL

Governp da provincial
l:\'" DIENTi: O i)'. A" Di ,UNIO 1 DE 1877.
0 president da provicinia, attendendo
-toq ue requereu o dapitao roformado do exfr-.'
,ci.-' ,3polrlo B ")'^r Q -ilv\io U\Jh6a, resolve
,oicelder-l'lh2 nezeds iid licen'ai para tratar
die sua saade onde Ihe convier.
-- () presidintedla provincia, attendendo ao
1U1 requerei Clai fin.) i;mes Barreto, pro-
rossor public da cadoira da povoaglto de Api-
picos, tendon) em vista a inforrnmacao n. 107, de
21 do maio, do insp.ct,!e ,.ral da instruca5o
(ub!ic: e o paireer ,l l Dr. Augusto Trajano
le Hollanda Chacoa,i resolve, de conformidade
;o:n o lisp')-,,to 11. n3 4ada pane do 40 do
art. 1 da lI'i n. 1,l1'A )liiiinal,) c.m o a t.
147 do rd-.lan n',i ,Is 27 di ni)vou!br,) de
1874, encee.tir ao ieftrido profe.;sor 3 rnezes
le licenea, corn tod )S os veticirmeutos, acoutar
ie 8 dle maio, para. tr..ar de sni safide onde
ihe convier.
0 ,presiJeatn da pr)vin.*a, attenden-Jo
ao qae reqieren !iberito Merenciano de Sou-
za, coaitinuo da secretaria desta provincia, e
tndo em vista o p[1' ," do Dri. PIdro de
\thayle Lo)b) Mos ) rosoht, &do conformi-
iide com o dispo!'s- n:a 2' part do 4o do art.
1, dai i i n. 1,10-, 23 *) de maio de 1873, con-
,',le i' r,,.,rtlio u,' it.;ii -2m.zes de licenca,
-,ii 1. 1).; n. \-cl, i n' )S, ,a contar-se do o
.1 e tin 'i, ir I tl', r -I' s,'ia satde QQnde Ihe
', i',-,i leni. it p,'_-. incia, attended lo a;o
*| i; !1; meron in ( i ,i:i) J.aliij n M id.3ira, resol-
ve. co' "i er-ie a iii im-- ara ir na primeira
'*)p3r!t!uidi'le a.') prasitiV de Feraando, le-
vanl .) .11 S.ia c):npaihi3, a seremn entregies
a M.11i.i .Joai r '. Cj11( i m9o, os generos
: ,'iienRionlidoe; na raeinoi junta, assignada polo
-erretario da pre-idl.i:-, o-s quiaes n~to pode-
ro't- ser ti3t:)n'f' )a.Is n referido presidio
s-;o-n ,i e por part ,o riespectivo) cnmmandan-
io S pi'oced i a.) ex'imo 1) estvlo.. afim deo se
ve-riicanr seo.xiste ag'larI.1te0 oni outra qual-
,ileer behida espinitiios1.
(O'ficios :
--X) *co:n m:m lI'i-i dtit5 ar.nas -Trransmni1-
Li a V. Ext., ip tia os tins c)aivnientes, a guia
I s >c rein m't) das pra9is do 5" batalhabo de
i:aari .>na, Clri liio '";" nf s da Silva e. Praxedes
I)ir. ,1t O ivoirn. q ic viera:n 'o Marnuhiio no
\ ioot' B3i/hnt, escolan-i ]:) r. ) unilitar soldado
I1)' O h utilhl, Jo i iiin Acnicio de Morae3,
S 'L... :ija guia Lanmb.m renet.to.
:. -- ..,A ,ionselhein p re.;iile te -dli rela"ao...-
t'raiisuitlt. a V. Ex-. copia do avise expenlido
$/ ;,eo :niiiistn'io ,la i;tsti,.t, ein 3 de junlbo de
- I'<")1, l'o1'tran I ii'i soe-n :tpplicuveis "a) pro-
: :, 'l nil ir il, ,I'.t m:..e a ni'lulr'., i leste, as
i,- .1 .; d ) r.,in iii 'it) apprmail) pelo de-
i ,':" ,tu ii .' ,7.17 1 -1 ,I -.1t. L Iiii )ro dio 1871.
\ i ,, o.' i I l.,'. ,I .: ):isolha flsc:,l "Ja caixa
,* im r t e :m1n '.' i1 )'*: )rr,'.- Fi it n m tei-
,'l in p !, ofi ),I V. S., de '2 do corrente.
le t "r si 11 i 'ji.:i1l ii 1 ..'ss t dati no oaviinen-
t i [:'*\.'i21 ll din isi n,. *'i'. Siut Iar"im do C nmir-


*:.i,, ilSiLtii,'aO dIa ,a;vt'a e'nomnica e monte
I -. )rr). c., )rni i:i3u-se. A thesouraria
I le fitZ .,hIan.
S- i -."''tor ,l t ai V uraria tldafjzan Ia.
-.- --Atl.-ii tin ao que na p ti r,20 s-)broa.4ne ia-
S 'rnm', i ess-i thesorlrari-' e:n officio de 12 do
rmaio, ,! n. 2(,3S llegou o major honorario
(1 P e.s .'3it, .u )'ii)i .i ,1os Sant-)s Mfeltffgu-
Ihlio, ,'m'iante de or.iin enarregalo do deta-
Fie di ,):n.n-nido das! "irnas, ,clwlar.) a V. S.
qu. .1 1 ib ab nar-lh', la a,'c,)rd,) cin a ta-
".bella il 10 ld inaio)le 1 51. a qa.intiiai estabj.
1; lae pm.n' cival;ilira, visto cot!) e'n A
' 'af!ki > d) In.isitl.-rio di gslerr.i, die de lMttoW
4 8 181, Litn o. cj..an.mdainate.i d'armair das
-' ravwcina- de i* ovienB 2 ajudwites 40.4reou
&a" e )m-aniss o dee4tad aia' de 1* Amt"cm
0 "ag l (u c-.n petcaquell-i rvittagem n4,tvf-
(not S w x talntt lballa. N.4hk dale tev'lw
taS *o .) ovorvo irmpjiiata nhi'

-4. A) esij.- ntail a V. q, so-
"oAd do ",iairmQrie u- a uc, d6
M t^ 1' *-^ k do'* miu ^erl ih eal f^ :f


J^^~~~- ca-BnoE^^


DIARIO DE PEHAIIBHUCO

RECIPE, 20 DEJULHO
S0 imperlo do Cares
XVII
So, como ja foi mencionado, a periodicida-
de ,das partilhas dos bens communaes tcaz
sO nos nconvenientes praticos A vida da com-
muna russa, inconvenientes que fhzem sus-
peitar da longevidade da propriedade collec-
tiva, tambem o mesmo acontece em relaQAo ao
modo de ser dessas partilhas, em relaolo ao
modo de divisao do s6lo, por isso que, nao
sento este abs-'lutamente identieo em today
a zonna da propriedade de cadalcommuna, e
cingindo-se todas as communas ao espirito
communists e As praticas da igualdade, que
exigem que todos os lotes sejam iguaes, for-
ga 6dividir o s61o em grande numnero de pe-
quenos territories, e d'ahi um mal immense
para a.lavoura.
I Corn effeito, prescrevendo o principio own-
munista quo Ltodos os lotes sejanm iguaes e
que cada mrnemnbro do mir tenha o seu lote
identico ao$ demais, e, por outro lado, second
as terras diversas nao so quanto A qualidalw*
mas tambem qianto A distaneia do centro 4
commiina, eobvioqqu esta nao pode saUsta-'
zer A condicgo de igualdade dos lotes senoI
froccionando o s6lo ft eonstituindo esses lotes
coin firagmentos tj-4erreffosdiversos, segun-
do a natureza e di cia.
Nestas condie,16 fraccionainento t'! um
riande mal. e mae is inevitavel, quan-
Lu, ainda quan4o, a homogeneidade
das terras, Tguaklade dos lotes
em. fac.da_ '. to desada
grupw P,.. .* 4
que alids Lein elles resistido, no intuitod&, per-
manecendo nas.aldeias, stmpre situadas nos,
centros das propriedades cominmunaes, se acha-
rem mais pertos dos lotes respectivos, qae. ti-
rados a sorte, variam coin as partilhas.
Assim agglomerados em grande aldeias,
nuo s6 por causa do modo de ser da proprieda-
de communal, mas tambom por causa docli-
ma e dapropnia na-.ureza do solo russo, os
camponezes prejndicam seus interesses, crean-
do uLirn serio obtaculjo ao desenvolvimento da i
prprprieJade individual ; mas, nao podendo t
compirehender as vantagens resultantes do I
dispersamento das habitaC5es, persistem ein
ivier agglomerados, e tal 6 a razao porque se
encontram na Russia, especialmeifte na Gran- 1
de-Russia, as grandes aldeiasa que nos refe-
rimos, de ordinario compostas de casas de
madeira, alinhadas cm duas compridas fllas e I
dispostas quanto possivel ao longode um rio,
deixando entree si urna rua bastante large par*
evitar os incendios, por cuja razao tambem as i
casas ou izbas nano se team o ternm em torno c
de s* un pateo corn estribarias granjas, e por
traz o cercado, livre, independent das par-
tilhlas.
Tem-se tentado, corn effeito, disperser ossas
habitaiOes, nato s6 no intoresse da cultural, mas
tambem corn ofimade tornar menos frequen-
tes os incendios ; a tudo, porem," tern resisti- i
do os caminponezes, j. porque o clhina, os cos-
tumes e a natureza do solo so the oppoem, ja i
porque o contrario Ihe aconselha o proprio
acto de emancipacAo, que doando-lhes a pro-
priedade permanent das iats e dos.cercados
annexos, croon la0os da que as families nao I
podem ou nao queremn desprender-se.
0 tral, pois, eontinia A subsistir, e para
avalial-o basta considerar'o modo de divislo
do solo, confrontando-o' n)m a aglomeracgo
dis habitag6os. F
No system de partilhas geralmente em uso,
o territorio da communa e de ordiaario divi- i
dido em tires zonnas concehtrics oun em Ires (
campos, conforme as praticas do afolhamento i
triennal, tend por coatro coummnm a aldeia.
da qual partem tanLots rafos quahitos slo 0os
membros dacqmmuna. Os sectors assim ob-
tids fo^nnam -s elements dos les, quo sfto I
tirades A sortS, porem de tal modo que cada !
qual contonhai utna parte das tires zonnas e de i
cada athegoria de tUyras, sere attea95d a que '
todos os elomentos se agrupem..
Dest'airte cada lote se compoe de .pedaos dJe
terras meparadasentre si e cnacrivaJps n10$ lo- "
Les de terceiros ; polo que a parte de uina al-
ma ou doutclhm on de um casal ou taif'lo A de
orinario constituida por panroellas dislrsas
oer5, 6, 9, 10 e As vezes maior numero de lu-
gares, '
Ora, send, termo riedio, d^3 a 4 o numero
de hectares' ooncedidos A coda individuo, facit:
A de ver quo mui exigmfc.salo aquitels secto-
resioupa olas, econ puent o fIacia6
avaliar 4Q inoonvenliental dg rapcataon-
S^^tp ^411Oh1^ qmw'se rqa1T~uD.aL: em
rQc 4(S ^^raIie~ a ot'6t1a11


~to e~
~4ai4aaso~o


SatIrro a"xe`Som eui -ly. do obviarA um nextremro fracionamento do mnai n" r
-a 4*1- &1naln o farlo sen~o adavtando o com-
os pobrta, isto 6 a l- solo enlace do augmento da pOpulaao; mas 6 munismo agrario A libordade lIndividual, e con-
l4eos Aridm",os- to- fdradedavida quo tawesfbtosdoexcepclonaes, Ssquentement sjeitando-o A'uma certa does-
ltes aPt_)i'egLar ofter.a- e a regra 6 que a propriedade- collective tern iguaade, qu impliea orn o propri princpin
.in.ootos, ora oesteos,por tido sempre em seu favor a niaioria legal das communist.
,-4WimidaAco alias freqqetes, communas, maioria que se explica por varias Quanto a admittir-se que ahi so acha-a so-
amdro tomandopara si os me- cauaas, das quaes sao as principae3: a agglo- luQao complete e rational do que se convelo
creando no seio do.mir uma es- meraqlo das habitaoes, o receol que. ternm s chainar o problema social,-ngo ha funda-
tlwhia,. que os pores soffreoi camrponezes de serem mal aquinboados nas mento para tal supposigo, porque, ainda ujes-
pelosdebitos.em que estaopara partilhas deflnitivas, o temor quo o0 assalta mo que se realise a hypothese na Russia, que
de uma desigual desinvolugAo das respectivas um paiz primitive, rural e agricola, seria
por ahi qpe a collecUvidade da families, e finalmente o respaitmo amor que impossivel realisal-o entree os povos moder-
ob ponto de vista da i ualda- todos votam ae antigo modo mgozo. nos, pela razo d qu, dividido trabalho e-
, e entredarios,
am AQS si.s .prttdarios, escriptores que os euaponeazos almeJam em cidades, no se podornia encontrar dotag&o ter-
iA geral essays partilbs unsque s5 itoriatparaasra
toria/ra.. a p, ad as.has- ida-


Tianwuin, conarMnisnwagro,n
@mn.jOaa, ransformar a m6r par-
4te populagob rural em um povo de prole-
tarlc, .
N alidade muitos camponezes se acham
hoje m um canto de terra: uns porque, re-
unnB o a parte que Itts caiba, ntrega-
ram- o commercio ou A vagabundagem; ou-
tros porque, tendo seus pais renunciado
Aquoaas parties, nenhmrn direito Ihes legaram ;
estes porque, na6 postuindo as respectivas
comquwnas reserves de terra e relardando as
partiIhak, no foram ainda admittidosG co-
partieipagdo dos bens communaes; e, final-
mente, aquelles porque oten$o perdido sous
pais quando eram ainda menores, as comniu-
nas,que Ihes servem legalmente de storess,
tiraratn-lhes os I)tles paternos, no inluito de
evitarem que sobre ellas posassenm os respecti-
vos impostos.
Nestascondicoes, o mal A bastante grave e
tended a crescar; e, certo, para avalial-o, bas-
ta observer que, somente em. tires governors,
existem 269,000 camponezes sern lotes de ter-
ra, sendo 98,000 no governor de Kostroma,....
94,OOGBo de Tamubof e 77,000 no de Koursk ; o
que 6 de sobra para tornar Caro quo a pro-
priedade collectiva 6 justamente accusada de
nao pjder p6r a terra ao alc-mince de todos e
bemrn assmim de no poder tin* da miseria aquel-
los.a quemo chegou a dotar de terras.
A cOqmmuna rassa, pois, como no tempo da
servidfo, por isso mesmo que deixa muito a
desejif, tern seus adversaries, da mesma for-
ma qt ten seas- adeptos.I I
Entry esite, figuram principalmente os sla-
vophilis, defrensores das tradiceos nacionaes,
e os' Genoeratas radicaes, discipulos do es-
tranTmro.- Uns e outros tLemrn por traco det
u5 a rnamor A commutna agraria ; mas. am-
boa lpromettem a stia causa uns porque
ioma n'a suspeita aos conservadores aristo-
crata atLoritarios,-os outros porque oex-d
cluedw-n'aW g aceita9. o per parte dos liberaes,
partidqrioQ flas instituiCses occidentaes. -(
Entra os adversaries da coommuna rural, po-.
rem, fguramin espocialmentoAs politicos, que I
temem-n'a eua none da soetodude e em nome I
do governo, e os economisUwt, que so natu-"
ralmente inimigos dos obstaeulos creados -A
activilde individuals 0e A livre concurrenoia.
Na luta travada em torno de ji, a communal d
russa gerle terreno, pois que, da mesma-for-' (
ma quu teve o mir o soeu apogAo, em -8,
nos 4a reiBnado de Nieoldo. tLemrn elle de- i
Q. I^s,& nartii .df AexaOa4re (
ka! Iulrl p o rfrM, e As ija e.onta
A9 lannados tuolos os vicios Social,". .-
chagas economics, e atW a embriaguez e im-
pievidencia -dos camponezes, a falfa ou ca- I
restia dos brag5s, as mds colhoitas, o esgota- i
menito premature do solo, e as penurias pe- g
riodicas de certas regiOes. '
Gerto, se muitos desses inconvenientes, que'
alias se podemrn resumir em dous-curto pe- p
riodico de goso-e-extremo fraccionamnento i
do solo-tein por causa a'-propriodide collec- a
tiva, tambemn neo 6i menos certo quo alguns r
temn por origam circurnstancias locaes o es- r
peciaes, takes comno: falta de instrucelo e de c
capitaes, agglomerag.o das aldeias, grandes c
istancias das terras, e finalnoente-as pro- c
prias condices em que a lei e o fisco deixaram c
a communal.
Os mnos resultados oriundos deste ultimo (
facto sao palpaveis, pois que, se por um lado e
3 ostado faz d4 mir umrn instrunentb de oppres- c
sio, o impo'to por outro lado, pesando enor- g
memente sobre a propriedade communal, faz d
della wdm.instrumento de mniseria. [
Sendo todos os coparticipantes do solo comn- q
inunl igual e reciprocamente responsaveis
polos impostos lanvados sobro essa proprie- n
dhide, os ignorantes e os preguicosos se apro- n
veitam disso para de.carregarem o trabalho e
sobre os membros activos do mir. D'ahi rte-
sultaque a iniciativa individual sente-si des- v
rallecere que o trabalho diminue, gragas ao r
communisino do imnposto, que pois A um gran-
de mInal. .
ALom disso, apropriando-se o fisco dos ani- [
mnaes e dos iustruaieontos de trabaiho dos cam- r
pooezes quelnachaun em debito para corn o c
thesouro, e vendeamlo-os para indemnisar-se, e
a cltura softie immenso, e o seu mal A lanto s
oaaior quanto os membros da communa ncam 1:
d'ahi por.diante sugeitos A autoridade commu- a
nal, que se torna um obstaculo ao desenvol- a
imepto intellectual e moral e ao progresso c
,nateial, por isso que essa tutella rebaixa a d
;onaiencia e a responsabilidade individual, e e
coata .a originalldade, o o espirito de invencao r
e de iniciativa. c
Seocommunism. d,) imposto se restringis-
se no imposto territorial, a solidariedad teria a
poucos mnconvenientes'para a agricultuira e r
para a liderdade, porque a communa poderoin '
obvial-o,, subst.tuindo os contribuintes atraza- c
los poe outrosque, corm us lotes respectivos, i
Lomnlsem .a rerp.>nsabilidide das dividas; i


EXPEDIENTE DO DIA 5 DE JUNHO Di 1877
Actos :
-- 0 president da provincia, attendendo ao
que reu o professor public, Marcolino Anto-
nio Xavier, e que esteo tendo mais do 15 annos
L do exercicio, se acha pL.ysicamente inlpossibi-
litado de continuar no magisterio, como foi ve-
rificado pela junta medical, que o inspeccionou,
e. tendo em vista as informma95es do inspector
geral da instracQAo public, ns. 16 e 85 de o19
Sde janeiro e 23 de abril, e do thesouro provin-
cial, n: 142 de 31 de margo, resolve jubilar o
referidro professor, nos terms dos arts. 16 da
lei 1,143 de 8.de junho de 1874e 165 do re.-'
.gulamento de 27 de novembro do mesmo an-
no, corn o ordenado proporcional ao tempo
de effectiro exercicio na cadeira de Ingazeira,
contado atl 9 de novembro de 1875,-data em
que esta foi supprimida, visto niao ter assu-
mido 9 da cadeira de Santa Cruz, que the foi
designada por acko da mesma data, o qual pe-
la present nortaria flea sem effeito. Fize-
ram-se as communicacSes.
-O president da provincia, attendendo ao
que em pctigao documentada solicitor o30
escripturario da alfandega, Thomaz Velloso
Tavares, resolve conceder-the, de accord corn
a ultima parte da brdemn do thesouro nacioral
de 28 de setembro de 1876, n. 182, e informna-
g5es contidas em officios do inspector da the-
souraria de fazena, t e do corrente, n. 315,
3 mexes de lice c-i c'in ordenado, para tratar
de sua saude onde Ihe cOnvier.
Officios: -
Ao cominmandante do prAijdio de Fernan-
do.--onstandu do officio junto,7Ie 30 de abril.
do director interino do arsenal de guerra, que
ainda ao foi fornecido o fardamento devido
at Q&QteJciadod mHf* S .alidos_
cumpuimanto ed-"A e preLdio, Tporfal-
ta dos respectivos pedidos, convem que V. S.
providence a respeito canvenientemnente.
-- Ao inspector da thesouraria de fazenda.
-Para os fins convenientes, communion a V.
S. que o '2> supplente do juiz municipal de Ga-
ranhuns, Antonio Cesario da.Silva Brasileiro,
assumio o exercicio pleno eqi 19 do maio.
Ao inesmo.-De accord corn a informa-
9ao dessa inspectoria, de 1 do corrente, n,
312, relovo D. Maria Benedicta Wanderley da
multa de 100MM00 que Ithe impoz a colleetori-t
do municipio da Escada, por no tero aado A
matricula no prazo legal a ingenua Adelaide.
Ao director interino do arsenal de guer-
ra.-A' vista do que representou Vmse. em of-
ficio de hontem, sob n. 89, lutoriso-o a inan-
*Jar alistar na companhia de operarios mili-
tares, -n apreniz. artifice Joao Felippe San-
tiago.
Ao mesmno. Autoriso Vmc., conforoie
solicita eni sau officio n. 90, de hontem, a fa-
zer effective a escusa do soldado da compa-.
nhia de onerarios militares, Francisco Felix
da Silva, visto achar-se elle comnprehendido na
disposiqAo do aviso do ministerio da guerra,
de 17 do abril, puhlicado na ordem do dia da
repartigao do ajudante general, n. 1,290 de 12
de maio, tudo do corrente anno.
Ao engenheiro director da reparticao das
obras de cortserva9ao dos portos.-Autoriso
Vuna., conformne pede em seu officio de 2 do
corrente, sob h. 1,039, a chamar concurrentes
ao fornecimnento de maLteriaes neeessarios aos
.navios e" trabalhos a cargo dessa, reparticao, a
contar de julho a dezembro.-Communicao-se
A (hesouraria de fazenda.
Ao mesmo.-Communico a Vanc., para os
devid6s effeitos, que o ministerio da agricul-
tura, por aviso de 23 de maio, sob n. 15, em
,vista da informa.Ao dessa directoria, prestada
sobre a proposta do Thomaz de Carvalio Soa-
rbs Branduo Sbbrinho, declarou nao podei ser.
deferida a mesa proposta, e que opportu-
namente sera tomada em consideracao a quo
indica Vinec. a respeito do dique do Nogueira
e do cases denominado do Norte.
Ao coininandante do corpo de policia..-.
Expea -Vmc. suas ordens no sentido de se
apresentar n3 tribunal do jury do Recife, a con-
tar de amanh, a guarda do estylo, que ficarfA
as ordens do president do mesmo tribunal.-
Communicou-se ao president do jury.
ELPSDIENTE DO SKCRETARIO
'fifcio:
Ao gerente da compannia pernambucana.
-0 E'm. Sr. president manda ac,:usar o re-
cebimento do oflfcio de V. S., do lo do corren-
te, no qual participa quo o vapor Giquid, se-
guirn para o presidio do Fernando no dia 12
ao meio dta.-Fizeram-se as communicacues
neciesarias. -


t
"-


e oeste do paiz, e irrigair e plantar os esteppes
lo sul e leste.
Em resu-mo, n'io 6 impossivel que o mnodo
Ic propriedade das- idades primitives .,e adap-
to is necessida'les do mundo muo-rno, : minas
Sbern difficil que isto se realise, ainda mesmo
na l-Russia, por isso que mijitos entraves se
he oppoem, e estes predispOem as cousas em
favor do individualism que, depois da revolu-
glo, vive em luta aberta contra o conimmu-
nisino.
Seja, por6m, como for, sendo quasi nulla a
verdade sob o ponto do vista do direito de
proprieda4e, e liardando a Russia urna certa
origliUdade l .tal respeitc, n1o 6 predente
quo eel 40,-e pressa em abandonar a proprie-
iq1o.tiietM va, para imitar prematuramenote a
^ Mluntl, por isso que, leganmto.lbe
jfiojwiedad., o passado inpumbio a R66-


. -;,,'&2- __ "_' =- 71'- -, =7- --"


dor paga para colher melhores fructos no fu-
ture.
0 Sn. RATIS E S.ILVA : -- 0 nobre deputado
esta irrogandlo ima injuria A companhia.
0 SR. PINTO PESSOA :-Mas V. Exc. sabe a
que enLidade irrogo eu esta injuria ?
0 SR. RATIS R SILVA:-A' gerencia.
O SR. PINTO PESSOA : -V. Exc. defended to-
das as gerencias, passadas, presented e futu-
ras ?
Ouga V. Exe. um pouco. Estamos em1858.
JA achamos urm: companhia favorecida cen
toilos estes beneficios, que eu nao sei se aI.
hoje alguma companhia tern logrado : estA ella
corn trezeftos condos de emprestimo, e per-
cebriido 94-000*000 de subvenao..
Pordecreto de 15 de setembro de 1862. fez-
se extouiva I nhado sul at-6 Sergipe, auto-
risando-se es viams annumaes ; fizemram-se
ce'Las m(dikeo!e GOOceaeU4Oemams 50:WoU.
Eu esoptubMorlando a existepcia rumito fa-
g;eus qre-ee de do bergo exta compa-
but,0 -


'-1

-A


teas, estendend-,se elle a tudo, serm exelusbo r
das. arminuiadv.de compra da l3rrn, A obvio
que assif fi.*6opde aoonte-er, porque a eman- e
cipaQMo. ,Msse ponto de vista, peiorou a d
sort aeti, regimen communal russn,
in4lbil, 'a ?Stuna do torar uma delibqra- d
Oko stfelhalnt que ella n'io poderia execn- t
tar em factO do besado encargo dq imposto.
NX)t&,8 condiOes. pois, o e, odfnLe que a a
mtnmfi*M atravaSa wtna cdse grave; e certo I
ou terAde sa.cuambir.no meio-della ou tero de I
ssir'd'ahL c~ gasWfA corn os costumes mo- q
der*os,..m t.ro avesa flswas e aliviado do
pos-ilrS*faro Moidarledade.
IMna daj h .ypo 8ihaswsea de real-
iafai ; as fra 6 quoi se fOa I
a ow a resuhltado s6
M et,,liVYr oiptla a ee- -
aao 4r co* 4a tera, quad.,o& a omawa
for realmnet pjertlaf o SlofoquSastwai- I
iaeatede lttosfrm talo -oITh3o, jp-diate tuta i
Aanninjlianm -ij~fd "/


t


qi aWust opbr~es 09 qiBMO pieforem
A verdade, entretanto, 6 que nemuns nen
outros tern ideas assentadas, tanto mais quant(
elles nao.Ao excldsivistas, pois que, man
tendo a propriedade collective onde ella existe
nemr por isso deixam etes, sempre que po
dem fizel-o, de comprar terras aos antigo-
senhores, embora conservando os lots quE
)hes da a communal.
Esse appetite do oamponez para a proprie.
dade individual nlao pois exclusivista, e, se
6 notavel, 6 simplesmente polo desenvolvi-
mento que toma, pois que s6 no governor de
Koursk, e em umi s6 anno, foram emprega-
dos polos camponezes, na compra da terra.
cerca de dous milhOes de rubles ou 3.200:0005
approximadamenteL no entanto que no dis-
tuicto de Lioubiaa, do governor de Jorolasf,
onde, antes da emaacipaglo, apenas haviam
20 proprietaries extranhos a nobreza, existem
hoje mais de 700, pela m6r parte camponezes.
0 mugik, de ordinarie, compr um lote de
terra para si s6 ; 'mas As vezes muitos se
reunem para comuprarem urnm grande lote, que
commumente partilham entire si, embora outras
vezes conservem-n'o e expiotn-n'o em com-
mum.
Por ahi so ve que o s--dogs, modos de pro-
priedade se podem renir no mesmo home,
sem que o mugik tenha nec.-ssidade de abro-
gar a propriedade collective do mir ; e isto se
comprehende desde quo 6 sabido "que, para
possuir terras a titulo- pessoal e hereditario,
basta que o inmugik as compare ao antigo se-
nhor, que de boa vontade lhe cede uma parte
dos sous vastos donminios, nao raras vezes
incultos e improductivos.
A tendencia actual 6, pois, para a manu-
ten95o dos dous modos de propriedade ; e
eerto ambos sio necessarios a Russia, porque
so um delles anima o espirito de solidariedade
e de associagao, o outro- eattimula o espirito
de iaiciativa e fortiflca a personalidade. De-
mais, permanecendo as condiQOes actuaes, A
,e crer que ambos esses, modos contjnuemrn
cohesistir atW quo, teado passido pelas
provas indispensaveis, ou se complete mu-
amooete, ou triumph umrn sobre o ouLrQ,
definitivameneie e para sempre.
Em todo o caso. a condforrencia, a luta centre
asses dous modes de ser da propriedade ha'
oe necessariamente complicar-se na Russia
om a luta entire a grande e a p-'rena pro-
wiedade, entre a grande e a pequbha cultural,
orqpbe cada: qual ha de necessa:iamente pro-
ourar derrocar su rivyal.-
Se hoje a peqt, e.prepriedade e,a pequena
ao os capitees torerm mais abundantes, a
populacao mais numerosa, e a agriculture
nais intelligence, a grande propriedade e a
grande exploragao venhamrn a tornar a dian-
teira,
No dia em qua isto acontecer, a pequena
propriedade e a pequena lavoura estaito ox-
postas A series perigos ; mas, ainda assim,
as leis de success'o sero ruma garantia, da
nesma sorte que o mir sera umra forte bar-
reira contra a invasao dos grandes dominios,
o que, em certot inodo, jA acontece hoje,pois
iue a pequena cultural tern no mie urna trin-
cheira que sua rival nao'tem nos morgados
que nao existeri.
Corn effeito, sendo inalienavOl, a propriedade
communal constitute para o camponez urna
specie de tporgarlo collective, quo, melhor
do que o morgado da nobrezo.,que s6 asse-
'ura o future do prirnogenito, aproveita A to-
los os habitantes da aldeia polo que se
>6de dizer que o fliho do muttik herda a ri-
lueza, mas nao a indigencia do paL.
Por essa razaio, os campbnezos, ainda mes-
no os ricos, raramente abandonam sua ecm-
nuna, que lhes offerece urma garantia, uma
species de seguro contra a indligencia; e, gra-
gas A isso. cada farnmitia tern certeza de conser-
var um recanto de terra e um nlar na commu-
na, que dest'arte 6 protectora do camponez.
Os progresses da riqueza e da populaglo,
)odem, 6 certo, transformar os destinos da
)ropriedade indivisa, sobretudo se os camnpo-
rozes continuarem a comprar e a fraccionar
is vastos dominios senhoriaes ; mas tambem
*evidente que a propriedade communim tern a
singular qualidade de se prestar igualmente A
meqoena e A grande cumhura, reunintlo assim
1s vantagens sociaes de unea .As vantagens
igricolas da outra, tanto mais quanto nada
>bsta A que, ao system de exploracao indivi-
mual, seja preferido o system do exploracao,
*n grande esoala, operada pela propria com-
nuna, ou realisadta por meio de grandes fazen-
las alugadas por conta da communa.
Certo esta ultima hypothes ha de desnaturar
corn muna; mas, alum de que e unea transfor-
nnaco praticavel, accrhsce que teun um cerLo
,alor, porque, rinelhor do- que o individuo, a
nomanuna pode emprehender grandes 1elho-
'amentos e trabalhos indispansaveis ao aug-
nento do valor das terras nacionaes, por isso
lue, representando grande soma de esfor-
os. ella pdde deseccar os pantanos rfo norte


I- um, "*"*'y a p w i e, "Me abunda in
* proletanado manuactureiro e drbano, para o
13 qual nao tern applicaclo a panacea social,
, apregoada polos democrats russos.
SA communa russa, tal como sahio da eman-
Scipacao e da historic, atravessa inquestiona-
Svelmente urn period de transiClo ; e certo,
s terminada a operac&o da compra da terra, ou
0 ella desapparecerA, para dar azo A un outro
system, ou sahira da crises abracada corn a li-
* berdade individual.


PERNAiBUgCO

ASU.^ilELt.A PROVINCIAL
SSESSAO ORDINARIA EM 1 DE JUNHO
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COMMENDADOR
NASCIMENTO PORTELLA
(Condluso]
0 Sr. Pinto Pess6a : Sr. president,
eu nao podia prestar o mneu voto a mn additi-
vo que er.cerra em '-i assumpto de tro grave
ponderaqao, sern provocar o debate, de modo
que esta casa podesse ser sufficientemente
illustrada e o meu espirito estivesse tranquil-
lo, e sobre elle nao pairassem certas duvi-
das.
Eu, Sr. president, voto contra o additive
que concede a companhia pernambucana umrn
emprestimo de 300:000S e you dar as razoes
do meu voto.
Senhores, esta empreza de navegaqwo Ioi
instituida por lei de 18 de setembro de 1855, a
qual autorisava o governor a promover a or-
ganisaeAo do companhias nas provincias da
Bahia, Pernambuco, Maranhdo, Rio de Janeiro
e S. Paulo.
SA mesma lei que instituio esta ernpreza con-
cedeu-lhe um privilegio por 20 annos e uma
subvengio annual de 60:0005000. JA veem os
nobres deputados que esta companhia de na-
vegaeio costeira de Pernambuco, foi logo fa
vorecida, desde-a sua origem, tendo umrprivi-
legio por 20 annos e 60:000$000 de subvencao
annual.
Assim, porem, nao aconteceu corn as outras
eqprezas do mesmo genero, creadas nas ou-
tras provincias, as quaes tiveram subvengSes
inferiores. Assim 6 que a companhia do Ma-
ranhaio teve apenas 24:000$000 de subven-
Z0o.
O SR. OLYMPIO MARQUES :- Mas era muito
menor1o.4)percms0 que faziam os seus vapo-
0 SR. PIN-ro PEESOA Estou fazendo o
historic da companhia.
Por decreto de 31 de Janeiro foi concedido
I a Jodo Pinto de Lemos organisar estacompa-
nhia, c effectivamente organisou-se. 0 que
aconteceu, por6m, Sr. president ? Logo em
1854 foram alteradas as condiCoes do contrato
primitive e auginentada a subvengfio da com-
panhia corn 24:00050 0 mais, o que quer dizer
que a companhia ficou entaio corn o mesmo
privilegio e corn 84:000#000 de subvencao, e
isto, senhores, umrn anno depois da sua organi-
sa95o.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Esta subvencao
era geral ou provincial ?
O SR. PINTO PESSOA :-Geral.
0 SR. GOES CAVALCANTE : Entao n6s nala
temos que ver coin isso.
0 Skt. PINTO PESSOA :-Temos alguma cou-
sa que ver, no sentido de sabermos a historic
Jessa companhia.e so ella tern sido demnasia-
damente pesada aos co'fres publicos. Temos
o nao temos que ver corn isso ?
Alem desta subvenco de 24:000#000, conce-
deu-se a companhia os mesmos favors que
foram outorgados a companhia brasiteira e ou-
tras concessoes.
0 SR. OLYMPIO MARQUES :-Sao concessoes
relativamente a categoria de paquetes paru
facilitar as entradis e sahidas dos portos.
O SR. PINTO PESSOA-:-Isto quer dizer aue
a companhia foi tendo umrn desenvolvimento
mais expansive, mais franco e maiores vanta-
gens.
Ora, senhores, .o capital desta companhia
que era de 600:0005000 foi logo elevado, e isto
em 1858, A 1,200:0005000. Mas, Sr. presiden-
to, nalo parou aqui a carreira em quo ia a com-
panhia de obter favors e concessoes do go-
verno geral, e por decreto de 2) de setembre
de 1859, foi-lhe concedido um emprestimo de
300:0005000, e mais 10: 005000 do subvencao
annual, ao todo 9$:000$000 de subvencao.
O Sa. RATIS E SILVA- Mas pergunto eu:
ella pagou os 300:0005000 que pedio entro ?
O SR. PINTO PESSOA : V. Exc. bemr pre-
vy quakes sao as conclusSes a que eu quero
chegar.
0 Sn. RAT[S E SILVA : Mas eu desejava
resposta do nobre deputado ao meu aparte.
O Sa. PINTO PESSOA : Eu respond pol.
melhor : a companhia pagon ; e digo mais,
naquello tempo a companhia habilitada. esta-
va para pagar: em todo caso. era precise pa-
gar, mesmo porque as vezes um rato deve-





































0 SR. OES CAVAlI.ANTE: NIo apal do
oii) fui ; ent organisei rnr projecLto iue uoC
teve ainda discussio.
0 Sn. !'INTv) !'!soA : -Mas, cuntiauaido
V. E-c. vo que eu deplor:i que a cummissil
de poti(,bes tivessc. declinado umna miAteriaLth
imnpor.unte e t M- s6ria pir., a commiissiw de
orQuamlnato, jois (rue rus sabemos que esta Ie
mnaxima Ad orQamento nAc p6de, ou ao meieus
uto 6 cunveniiente, que tLenha o grande dlasn-
vol\-iniento iie couiport'mnm ou qie dl.v-o
k mipurtarw o? prIectos regulares; a lei do or-
atmieuli,',, nI- sabemos, 6 dcstiniadiia a fis ou-
trIls, pu[rarlieiiu economicots.
Mas, Sr prosi.enie, tinha en fic,.uldo nais coit-
,',sSos uine a..oompanha temu tide do go.
t,';io ,omral alt: o anno e 1365, uoriltaiurz
Si.) rnporla L'ii de lG:l30.)m) aiumtes. A\o
r. i 'eiis.mIi Os nibros deptltados que essi com
pa II;i, a mais t'eliz le (quantLaa coampaunhias Se
ternm estatleci. j no imiperio, ficou somente coi
estl snbverinio de 165:690$-? No- ; a compa-
nhbia laniou una rede soubre estas pobres pro-
vi:Cias do nurte e do sul a6 Alagoas. fl
'rniulando Cont'ratos e vecebendo subven-

0 SiL RATIS E SILVA :-E prestiudo reve-
Fssirnoi cinS. -
0 ri. 'IPTro P.:SSOA ;--E sOea- fosso esta
c-)!npanmhia estabelecida para tal fim (refiro-.me
a; iihlreo ,t!uLa<) quo mie den u aparxe) se
n;o tfosso ,Axactmnente este o destiny da com-
pilta, qilcS sri'ln leiliao os seaus deve-
as ?
i'orque razso Hie dava o governor geral, 16.
tOILios dc r(is antuaes?
Scria por vintura para percorror somente os
poi'Los de io'rlarnblwo ?
0 St. MANO'L D kotiiEo :-Satt.q( nobre 4e-
putaJlo quanto temn 'lo subveao a oampauihia
do Amazo-as ?
U Su. PINTO P&,ssox :-E V. lec. ssae?
0 Sr. uAL.NoL E,)i [t i{, :--Sei; saio 760 coa-
tus.
0 Si. )PINrO i'Ss.-m.)A :--?i.. eu na oquetr
saber' aura disso. -
0 Sit. MANOA;,L DO IRLuo :-Veja qu4e ni0 o
propor(cu;idal; e.u, rcla ao ns 3i'viw( quite
presta a coinmpaihia perna.-nbucata, a sabven-
'.to dada i c)impanhia do Amnazonas A amuiti
superior.
0 SR. tINre .-soA :-Mas dizia eu que a
comiipauihia esLeudenu uma ride pelas proviecias
do norme e pelas do sul, erio que at,6 Sergipe,
e fui ubtendo subvemo6es dessas proviiwias.
E' assim, Sr. president, que fez couaratos
wuin as provincias de Sergipe, Alag*s, Rio
Graadc, io Nort-, C.eart, Piauhy e ,Pa.ahby4a.
Coirn apro.iacia do Gtar;i contr'atou ella per
espa(o do &20 anuos, pagaa.k a Gear'i 20 uoa-
I.to dd ri',is aninuaes; o Riok Gri-nde do Nodte
atl6 0 Rio Graulo do Narte nao escapou ai avi-
IZz da compaidiia)! deu uama subvengao de 4
eonwuos; de 1 rcis.
0 Sr. RATIS E SILVA .d um apate.
0 SR. PINTO PESSOA:-0 nobre dputad#
diz que uao pagou ; se eu fosse tao suscepti-
vol wno V. Exc., diria que isso A quen 6 uma
ijuria i'rogada i essay provincial.
Ha1 puco dizia V. Exc. qie eu irrogava urmna
injaria a nio sei- que gerencia da companihia

Exc. qunem faz umna injuria a provincia do Rio
Grande do Norte.
O Sn. MOREIRA ALVES :--E' urIa provincia
visinha.
0 S1. tPINTO PESSOA:-E' umn-a provincia vi-
sinha, e nos temos obriguaao de defender aos
visinhos, A provincia doB.Rio Grande do Norte
nio pagou, diz V. Exe.; digo-lhe ,eu poram,
que, so o Rio Grande do Norte nao pagou, ha
de pag-ar. Emn lodo case V. Exc. sabe que e
um cr-edito da companhia; uma provincia p6de
sempre pagar no present ou ao future, e prin-
palinerto quandu se trata de urna provincial
eonio o Rio Grande ao Nore, que, se niao se
tein d-sieuvolvido, tem todavia grandes ele-
imentos de prosperidade a desenvolver no. fu-
turo.
Sr. presideute, ;em 21 de maio de 1863 a
companhia contratou corn a provincia de Ser-
gipe, pagando esta seis Cqntos de reis ; eni
17 de julho de 1858 contratou corn a provincia;
de Peruiinbnuo, pagando esta sessenta contos
em ls de novembro de 1868. r;... quo en nao
contu) histories], salvo se a lei 6 ura historia,
mas em todo caso unea historic exacta, con-
tratou coin a provincia da Parahyba, pagando
esta 6 coutos de reis annuals. Creio que nes-
sa data era president da Parahyba o Sr. Dr.
Theodoro Pereira da Silva.
U'M SH. DRPUTADI :-Em 1868, niso.
O Sr PINTO PESSOA :-Sira, semuhor; era 12
de novemnbro de 1868 ; em '1864 contratou Per-
.nam.nhuco. pagandao 42 co:fros nos dous pri-
neiros annos e 35 contos nos dous ultimos.
Sr. president, eu nao tiye teraDo de ir


wdiante, porqne o trabalho 6' long e penoso,
nao ftive tempo moinos) de ever todos os con-
tratos que a companhia tern tido, porque 6
difficil obter todas as informaooes .ncessarias
sobre unna companhia, cuja vida teti sid, to
calamitosa para os cofres publicos.
0 S1. OLYMPIO MARQUES da1 umn apart.
0 SR. Pi.,ro PE SSoA :-Man, Sr. presidenoate,
dizia ca qu estia companhia, a mais favoreci-
da de todas as companhias, tern devorado untia
Ssoenna d 5 a 6 mil contos, dos cofres publi-
cos. Seiirores, isto 6 urna denunciaQAU um
pouco grave para unia companhia quo vein
pedir agora urn novo emprestimo de 300 con-
tos, e omjo esttnid, de solvabilidade nao nos ga-
laiiLc ,1 pi2dl1e. t) dessa quantia.
0S:. i{. TIs ,: SI!.V.A :-P4ssue muito mn.ii

0 Sn. PINTO PS.SSOA: Sr. premidente, eu
r,)ao q(ur ,lizer ilue a co.'nilanhia pernanrmbu-
cana nro-7 lenho prestailo snrviyos, porque, se
se as-ii n 'no f6ra:, seria o :aso de contra ella
le'vauL:mr--e um clamor ger.il por semrnelhante
extor'si.5o dlos linheiros pub~icos ; a companhia
tern press adlo serviqus..
0o SR. IATiS SIL'.A:-.A nda bernm que o no-
bre deputLado confessa ist).
O SR. PINTU !'P-,SUA :-Co)nfesso que a conm-
panhia te:n Iprstadio ervii.s ; mas isto nao 6
Tamao para dIahi deduzir-se que se iMe deva
(nawder mais 3(.), conlos. Isto um verda-
deiru nariz de o ura. [D ctincessAo em Conces-
E.5o, nao sei onde iremos paLrar.
[Cruzam-se aparLtesj.
0 SR. PINTO PESSOa :-$-3 esta companhia,
Sr. pr'sidente, nao tivesse Lido privilegio....
0 SR. OLYMPICO MAn(uES.-NNao oxiairia.
0 SR. PINTO PESSOA :-... eu diria que isso
se poiia adwiLlir, pouco oe imoportando quwe.
ella tivwes gawtho contenas de contos, porque
isao eAiqupiwria a al guns individuos, e, se
rio direuta, an menos indiretamente enrique-1
(er!o,Piz, j,.
.. 0 .OW.oSJCAV-ALCAT. ;:-E a compaalaaI
te. t privilegio ?
Q, ,'OlPW.r PG"SSOA :-V. bXc. dijqusmR,
g^Sr: -':--Euu dito ,aao -in
H 9 p


IpEeloiar so presMeote. N ifik da ordem ; e quatido 6
vai.d nobre depulado, o se8" a 0 1 C I 110 AL dinb
I',s deputados que conLs' Opi para a

Eat ft usA, que prosgano seudasN- agara.pdilo wais diez arinos. I
*uurSO seo am pe9demi-s apacbes. *,. -de(iw logo, ;s6 -so tftiet4m' a
0 o1. PN a*rwo & :E-..|xpr62Bepre a# &" M wque m.,. M 4iso* usfifo MSsiSK
obswvaQges I4a.V. i &w. e fil-as; mas (M obres -aptOdos, stl e a pn ugse o prmon, 5va5ea ttnm e
dnliar-4,m a irreiro corn repetidus e couti- 4iz:.4 sewno iEif'voragais, eut voir
atuados aportes, de sorte que par deferenoia Oma ja v4 V. Exo. quo belm em qu
sou obrngadu a divigif-4ae is ees nimhem- a uaun de taes manejos, .nao fiode au *ii-
eai. lf46a eompeost de romiens seiiosw man
0 SR. BATIS i. SILVA :-.reio quie nao. en-e"o oompromnieso desta ordem. '
skiW i"I)eftwUente. Mae dir-inehfto : t A eumpanhiJftaiambu-
9 Sa.. dotr mals aparuts. empresLimo e'satisfez. .
3 S3. PINTO PESOA :-Sr. pregidnte, eu I Soakreos, e verdale qae a 'omb hia per-
dt/.id 4ue a cowpaahia pernainlicana, se m,) ianabucana rmntalisou ese einprestihp de tre-
tiv ies. tido u pinvilegio (era esta 4 minhia zentos criLo&s,e depois quiz conJbir rrvo
irguwi, ai.tL), se h, ijvtJse cjjaurer-:,a da 'diapiestisno con o goverlo goerdl Awe
parle du ovaaqgmpanhia, o nosso eslaJo., se- adlab a hboeui, e e Noi apds ldtn nofo
ria mais luongeir.) relativame'lte o aturnier- emprestmo de tresentoWcoodtos.
'io e A inrihisria;, na.) s5 desLa, corna das ou- Afirmo a V. Exc. a e aWi.L4do facLo, e af-
Irats prvuvincias, c} n as quacs a companhia FraIO tanibem qite este empreskiimo nN foi
tw tido coantratos. Se eu podesse Jiltorisar- realisado; agora a raza Fnao sei nem quitora
rue conm .:que epassa hoje, isto',, quando ai dixer. -
c.,.,;jiihlmi Itaitiaaa estA fazendo grande con- Mas doaio desejo Ltanbetn ouvir o.- nobres
curreacia a ectaambucana, diria a V. Exe.: que ideputados, vOim terflisar o mn= discursO, en-
d'aqui ha poucos annos, em Rela5o ao tempo tlr",do agora em ouitras oonsmieraC.es, sobre
deo.rrido do privilegio da companhia as pro -t o quiie me parece o ponto capital.
vincias terao celtuilcado, as.- vaatagens qu,. A camipanrbia nio esi kerm condiQOes de sol-
;se pwleio doter coin e mpreaas dasa oridem. vabilidade; arrisgada, arricadissima 6 a car-
0 Sa. RATIS E SILVA :--t1a6o caIvIffl matar tada que ella querjogapVcom a provincia, e'na
a conipanhia pernambucana? equal a provinoia 6e -um tern de perttier; e
,0 Sa. PIN1DO PaSsOA :-^.N&o, naio -c4:inv4u- senao 6 i ssiin vejamos.


niai:r ; mnai nil o coirun salvara ompanhia
a eusta dos wfres da provincia: se ella no
pode salvar-se sern _esse -emptuestim% que.
inmorra! ,1.
Sr. pitesidtete, sibenmosquaes so os, ielos
legi,4tnos e regulares qus pode inar maTo
uria -cowpanhia parama salvrr a sun sitmiaao
cO Oin oniica, quaieo s aihaellta -erun perigo:
0 SR. [tRATIS E -SiL$ A: 8e sabe denses
meios assim ti.o faces, easine-os por cari-
dade.a empanhia pweibmmntia.
0 SR. PiNTro P9rA :--'-,V. Exo. me podes-
se afiangar que eu, com mo inedico, aconselhan-
do .unia quaklerswMedicina, a coaipanhia acei-
1.:l-a-bia.. .
O-SR. RATIS 1 SIiVA : -Of! Pa'qura nia ha
do ella aceita, soe:o raniedio 6 ta prompt ?
0 SR. PINTO PESSOA :-Pois eatlo varuMs
ver se pedimos expicaVoes ao guver-no, e pa-
ra o anna'u ,venho.applicar o eamiedia.
O SR. AATIS SiLVA `:-Para as kaelondas gre-
gas nano eaivaa; a moltstia 6 muito grave,
muito perigosa, 6-lhe neoessarb rermcdio mui-
to promitoa.
0 SR. PINTO PSSSOA :-V. Exc. servirA, de
boticario, eu. Jdicoe o remedio, V. -xe. prepa-
ra-o r lert d ootupantbia, porque. senhores, 6
mister que se saiba, ea sou tanto quanto -6
o0 nobre4eoutadi, amigo da companhia per-
Barnbueuifl.
0 Sr. RATirs E SILTA :--Nao conteSlo.
-0 SR. PTro PEssOs"sA:---- ... qnuero Adizer, eu
desejo que a compmanhia prosper, q"r per-
Owst os nossfs portes, ta ttas vezes q0latas
fbr possivel, qtue autfira yantogern, porqre da-
hi ntao. pede vir seMo toybem-etar o a -riqutez
poblioa. -
0 Sft. RATs E SiLhVA :-ApoirdAo.
0 SR. Pt.ftin PessoA :--Assim, pois, corn
sons dous Mipgos dta eompanhia, e V. Exc..
nao sabe o renine, digo-lhe que devewos
examiner se 6 possivel, so-4upplcavet.
0 fl.- AA oX.IW ^ ^ 4T6;rfTx4 Ps t;tq
wompanhia tern uma targa lista de accionistas,
do um ronte, de vinte contmos, de cern contos,,
do -150 e de maiorquantia ainda.
0 Sn. RATIS E SILVA : Qual 6 o maxims e o
minimo ?
0 S&. PINTO PESSOA:-Isto qier dizer quo
a companlia tern em sen seio homes rice
e podeviosos,-que dispSem de gmndes capitaes,-
c etltao 6 o case de se lhe applicar o rmes-
mno remnedio qaese applihcou a edompanhia de
Olinda e Beberibe. V. Exc. nao sabe desse
remed io ?


SenIhiores, a comrnpanhia pernambucana tern
a =agar ltras no valor de conto e aovepta e
Fires cnritos trezentos 6 cibcoenta e cinct-mil
quatrocentos e ressenta r6is, terin ainis a pa-
gar aSatinderst-others vinlte e um cohs qui-
nhentos e ojteota mil r0,is ; dividend tries
contose noventa e-7sete mil r6is ; credores di-
versos quatro contos e tanto; emfim ,vejaS.
Exc. que chogo a exaclidao) duzantos e trinta
contos setecenlos e quarenta tres mi trezen-
tos e olenita e sejs .kis.
0 Sr. RATIS E SILVA : Agora veja tanm-
bern as accbtes,, a divida activa da compa-
nhia. b .
Q SR, PINTO PESSOA :--Ora, Sr. iresi4eite,
tend eu declaraido qual debito da compa-
nhlia, 6 provavel que so diga que a'co.mpanlii4
pode pagil-o: hao 6 isto ? Ainda quando a
companhia podosse pagar, a provineia nlia de-
vera emprestar.
0 SR, MoaEiaA ALvS E' esta arn minBha
opiiiao. .
0 SRa..PINTro PESsoA :-Porque se a poh.in-
cia. estaito abastada, de stestre6eritbs eftO:
ass agricultores, agora sobre tudo, que se
trta de crear unma grande oobpe assooeito,
qual seja aquella que preLete, oacupar-' de d
plaitagi-o do =af& nesta provimta. Qimito
inais utillde quanto maiores resuftados'n)
seria Sr. president, cmeaderesta importan-
t, quantia a agricoulttrsatias aiastadoa, db
forutma territorial, mas' na do dinhmpiro. .
l)igo pque 6 iomipcrtaoe a qmnia er- reluglot
ao estdo definhado e deflliador em .que
soe atha a proviu.a.
o- 0 Sit RATIS SSILVA t- MAS elles nlao pe-
dirate,
0 SB LAcERDaoA :- Ha um pedido.
0 SR. RATiS E SILVA:- .Ha urn ped'ido?
40 St. LAGMDA :- He.
O Rt. PINTO PEssSa ".- lesl e
quero supp r .7 in a A
O SR- RATIS K SIJLVA :-- Nao ha tatl; dove
muito menos.
0 SR. PiNTO PESSOA Muito mnenos ? Pois
sim; eu jeo aqi cornm os dados offlclaes ; li-
quidaremos depois isto. 9e n6s podessemos
pois applicar esta grande quantia A plantaQiao
do cafM mt te outro qialgiterproducto do paiz,
certaneufte-Sr. president, que satisfactorio
seria rost"tado desta applicaolo.
.Una eompanhia que tern sido tfo favorecida
pelos cofres geraes e pr-vin-ceiaes que tern re-
cebidmo 5 a 6 mil -coitos de r6is, e os tern de-


0 SR. RATIS E 'SILVA :-Nao sei nao ; estou vorado, e que hoje se acha em estado tal que
ouvindo o nobre deputado. as silas aceues estho a 30 por cento do vator
0 Sa. PINTO PESSOA :-Sr. president, a iomiotat quasi sem :ot:aCo na praCa; urna
companhia de Olinda e Beberibe estava em cornpanhia nestas condigces naojnerece ser
apuros, talvez mais graves dos que aquelles att-ndida; no entretanto. 6 essa mesma 6bm-
on quo- se acha a companhia pornambucana, panhia que tem a coragem de virpadrr a essa
chamrnou um habil medico... assebnihla urn empresiimo tao tonideravel.
0 SR. RATIS E.SILVA -Como V. Exc.? 0 SR. RATIS E SILVA Quantti d ais en-
0 SR. PINTO PEssoA : -Nao ; mais habil. ferinln e o demte, tanto mais dirmito terh de
... Chamou umn habil medico, e entregou-se recorrer A mudiena.
corpo e alma A discriAto desse medico, que 6 0 SR. PINTO PESSOA :- V. Exc. esta corn
o sou actual gerente. Ofacultativo apalpou o umn s6rio emnpenho bobre.os soes hliombros e 6
puilso ao doente, e vio que elle estava cown o de dizer-nos qualb a razao porque esee ao
effeito a expirar, e entao passou a receita, quo cionistas que ali estao.ricos e po4eroso3, pos-
6 esta queo vou dizor a V. Exe. para applicar ai suindo cban e duzentos contos d. aces, .ao
companhia pernambucana. salvam a sua empreza, a elles e que isso coin-
0 SRI. RIIATIS E SILVA :-Entao serei eu o on- pete; elles quo tern os seus capitaes Icompro-
lfermeiro ? 'Nio quero sel-o. mettidos, que nao cbramdo seus grande em-
O SB. PINTO Pf;ssOA :-Eu jA niao dtsse que penhos; que nao tomaram as providencias
V. Exc. senra o bolicario? que deviam tonar, vendo que a comipaatia
... Applicou-he entao a receita seguinte : pgr sua ma gerencia on qualquer que seja o
Chamou os accionistas, e disse-lhes : Meus motive, ia mao cainho, daio ton.ain as de-
senhores, a companhia acha-se reste estado, vidas cautilas, e to4as as provitencias; dor-
a sua molestia 6 quasi incuravel; mas, emfim, mniram o sormno da indiferenga, deiLando quea,
ha um recurso extreme. e 6 a omrnissiAo de ac- por ventdra, algueti se tenh' loc4upleLad9 a
gbespreferenciaes ; 6 precise tornar dinheiro custa da companhia, para depois vir dizer
sobre a companhia garantindo essas acroes assembl6a a companhia esta em estado do
de profereneia atodas as ounas. penuria; c precise salval-a, concedei-lhe o
0 Sa. RATIS E SILVA :-DA-me licenca que emprestirno, que pede, do trezentos contos de
o interrompa corn umarnparte? Em quo tempo r6is. )) I -I
foi isso.? Mas, Sr. president, volto ao quO dizia. A
0 SR. PINTO PceSSOA :-Era que tempo foi ? companhia nao esta em condieoes de solvAibi-
V Exc. quer ontetar o facto ? lidade ; ella deve a quantia de trezentos con-
o Sn. RATIS SILVA :-Nao; pergunto ape- tos de r6is. Naturalmento V. Exo., Sr. prti-
nms evy que tempo se deo isso. dentoe ha do ter comprenendido que esta ecoin-
o S,. PINTO PESSOA :-Ha alguns annos a panhia tem depagar as suas dividas, sob pena
esta porte. de ger tda eimot refraptaria 4 ,,onln -im


0 Sn. iHATIS I ESILVA :-A provinc.a passa-
ea pela rnosi.na cri.0 |,Id lioje aLravessa ?
I S N.T. [iNro PESS)A :-A rise actual c a
coillini.ai,.) debsa rise passada.
EfriiLirmrn-se, como dizia, acQOes preferen-
ciaes, o a companhia salvou-se. Agora se a
companhia pernatnbucana ndo se tmern alvado
em crises iguaes, a culpa & sua, porquo ella,
Lendo recebido Lolos os annos as stbveno3es
dadas pelo goverr o geral, e que aqui figuram
na imp.orUncia d ( '.29:500000. ltenJo Ltido mais
urn auilio de. 300:00000, abuiou da dieLa a
qcie sedevia sujeiLar.
O( SR. RATIS E ILVA --lndigestou.
0 S1. OLYMPIO MARQUES: -Qui'ebrou o ros-


seus empenhlios.
0 SR. RATIS E SILVA :- Ha de pagar-sem
duvida e Ltem corn que pague.
0 SR. PINTO PEssoA:- Eu sei que a de
Sata Thereza fez um joJo de capitaee para
pagar as suas dividas; tomou a tno para pa-
gar a ou.ros, e afimal ficou em-leuores oondi-
Oes. Isto faz miuit geutse O W compaubia
nano ptelnde fazer outra cousaj porque se
ella dove trezentos coatos, e toma da provin-
cia par emprestim b essa qhantia, on paga os
seus credores ou taoipag;, so pagw,>,ea&
absorvida a quantia; e se rMo paga, Sr. pro,
sidenep, leainos quo umgrande perig, q^l
vamos correr habilitanpd,. gvrno a typo-
thecar todos os beaw 4a co4ppBubia, nha, f4.
comprometter seus crdpes XO1OI do ama
fallencia; porquej 4ief a di~a
a fazenda-6 privileaia; .q,.'9 Kres e,
fiquem sem este reeurso de qur 4spoe-aa-
zenda. Isto e7 am. mueio iubtedfugio.#e
crueL '.. .
Vas, 9X. pfsinq4pt.l, eq Aofwe, '4nurado d&,'
Onrolou umalista de porea t .. -'


I pr


quesLao era irprkr i d '.U0i40=0 espe i
pe tso rpmetteu eloe neg io i' icowthirsac
do poges,: da Imal-io quR0z partea.to
bWdepataft e Sr. Hearoiqt 'Marquas, panr
dar o sena parecer. Dfgtvtklrmnte, sr. pre
sidente a otnniscio fe la..
0 SR. HEN'RIQUI. MAROis-- NWao sefhor
0 SR. PIiTo PEssox .- Sim, a com:nissrLt
0 SA. ftEinaiQUt. MAxQuiS :- Trata-se d(
am efnlwestimo, estava por consequencia fl
xada a coinpeteiiau doutra coinihissAo, da c.
oofa.nenlu provincial.
0 SR. PISMO PESOA. :- Sin, V. E\c. ben
sabe que a c:asa comprehend altura dest<
argument e o seu valor jinridice e adminis
Lratwo._
0 SRa. lNtORIQUt MARQUES:- E a casa as
sin resolve.
O SR. l'Nr,) Presi:) V. EKc. declinmou
quero (lizcr, dleu unm quiiado na inesa (riso
deelaranao que a compatente era a commis-
sgo do orramnento.
i presidenLte, nZio ,6 que ca desconfie, nerr
de teve sobrie os intaitos que Loteve a conmiissaa
a ap'resetar oadditivo em discussao.
0 SR. MANOEL DO RaGO :-A coinmmissdo n't
foi quem a:reSenitou o additive foi o nobrn
Uieprtado pelo 3', district.
0 SR. PINTO PESSOA Foio nobre depai.
tafto que o apresentou como memnbro da coin-
missao ? '
.0 Sa- M4.W". DO RC0o :-- No; I'CQoe .-
pies dtpuLado..p
0 Ua. RAT E SEJVA:- Foi J)rgalado poi
0 Sn. .MANOEL DO REOO :- 0 project 6 da
comniissao de orQamTn.bo ; mas o nobre depu
tLado foi quena iapresetou comino additive.
0 Sn. MOBa-A AtVBk '-- A -o-nitnissio de
ornamento 6, em surmna, da mesmna opinitc
do nobre deputado.
(Hla outros apartes.)
O-SR. PINTO PESSOA :- V6 V. Exc.,' Sr.
presidente,que, as ininhas 6bsorvagoes ntlc
podem ter nada de offensive a commission dc
fazenda, desde que sou o primeiro a julgar do,
seus bons intuitos; mas issa nS.o quer di/icr,
quo ella pAo errasse.
Entao fii o nobro deputado pelo 3o district:
que apresenout'o additive ?
0 SR. RATIS E SILV.A :- Pois o nobre depti-
Lado'nao vio que ea tme levantai o disse que
ia justiffear o meu artigQ additive?' (Riso).
0 SR.wPINTO PESSOA MaS como V. Exe.
mao fez reclawagao'a4lguma quando eu re di-
rigia A commission de orgamnento, por jsso fit
quenesta supposigqo.
OSR. RATIS E SILVA d A urn aparte.
0 SR, PRESIENTE Attenlo.
0 Sn. PINTO..ESSOAt: Pois digo que V
Exc. nao obstarin"te ser mnuito corajoso, emnbar
caau em urna chalup a muito arruinada. (rtsol,
e pe.la, ao meaos para mim que preso t.antc
.0 robre deputad6, vei-o. crter o werigo d
sissobrar.
0 SR. RATIS E SILVA :, eCtri ao nobr(
deputado como muito bo'Pi. piloto para 'ma
salvar-
0 Sa. PINTO PESSOA : ,ra6s pe podetm
unao eLtar present n* *- do nanfragin
e depois V. Exe. nao l eofaft em aiMv...-
O SR. MORnItA ALVS' :-...- mesmoAo afti
N'ZRT...eA pehsar t^lve
que en nato poso salvaio, navegancdo na -gan
perigosa chqlupa.
0 SA. RATIS E SILVA : V. ExC. salvar-me-
ha nao s6 como um born piloto, mas at6 comc
medico.
0 SR. PINTO PESSOA :-Mias, e V. Exc. ago-
ra mesmo se mostra impenitento e nao quer
aceitar o remnedo qae eft me proponho sub-
ministrar, remedio salutar, .renmedio heroic
Sr. president, tije-ja temn salvado outros daen-
tes em condiloes peiotes .!
0 SR. MANOSL o REGo: E' porqute est
na chalupa e nfl0 p6de desembarcar.
0 SR. PINTO PesseA: -Senlores a conMpa-
nhia de Beberibe...
0 Snt. MANOEL DO -REGO :-De Olinda.
O Sa. PIN'rO PEsSOA :--De Oiinda e Beberibe.
(O SR. M.XNOET DO RBGrO :--Mas e que assim
pdde se confftndir corn a das aguas.
O SR. PnINro PassoA : Pois bem, entao-
sempre qUe eu dis~er cOmrnphia do Beberibe,
V. Ex. diva: eonfundee-se core a das aguas friso.)
Essa companhia esrava emn tal estado de pe-
-nuria e abaltimenta, em tal estado de despres-
tglo, que 'as suas acg6es se achavam que nao exagero) abaixo mesmo de 3 "/o ; pS-
ra osta, eat&o, no havia outacilo possivel. Ora,
Sr. president, V. cxo. este perfeitamente in-
foraado do eslado lastLmoso em clue se achava
essa oinpreza nauiaoml, .que havia sido alias
teo festejada em suit creagao; uma empreza,
taivez a unica quo creour-se eseoimada (Ia in.
fluencia ingleza; eonmpanhia formada con os
capitaes iiossos equeencetava as sums funeIC~e
corn grandes esperanmas no- future. EsLa corn-
panhia pernambucana, ji so ve que e einneiu-
temente national, porqae fo. creada polo gover-


Ao, molitada cOmn os eapitaes brasileiros e par
isso mes.no'6 quo .n&o devio abusax tiAo des-
couamunalrueate da confianga quo Ihe tern sido
constanteimente outorgada. .1 ', .
Quando 4dt)o comparthia national, jA tenbo
accentaadd as minhas opinibes, quanto ao que
repseita A oollabora'a e.trangoira, porque
seallorTs, ett- u do rtunero d'aquelles que ap-
plakldem e adesejam provocaraooncurreneia
em todes os sraulos da a;li*dad#h social; que
venhoif.os esrrngeiroA as ceitOenas,..
0 SM. MORBIRA Ai.VES :-.poiafo.
0 SR. PINTO PESSOA :-.... aos milhapes,
povoar os nossog desertoS campos, ensinar-
nos as snas industnias, transmniLtir-nos o seu
saber em toda a.sorte do trabalho social.
0 SK. MOREIRA HALVES :-Apoiado.
0 SR, PiNto PESSOA : Eu sou muito ami-
go doestrangeito, mnas nao quero o estrangei-
ro privia l poiS que a&o quero o privilegio
para aqtf Wacioaoe. "
Sr. Pres9dJidhte, eu dizia que o nobre de6r-l
tado, 'desviei-jne do meu discurso nesta patle)
tinha desebnrohid, atna ILta de vapordtvelhos,
earunchooss,,estragadis. .Eu ltenho'f.It6'algu-
mas'viagens e6'or cd.siuencia possoeisto af-
flirmar a S. $.. que d9to nAo tern felto via-
gem alguma. -'
SA. RAs' E'SrLvA :-t-Nb. .
0 SR. PIf PC"SOA: -' pdna, prtue v(i
rja ltgbta dirqut testermpho*'aqUillo que
dlgd cas; I g quft d pIoravcl o egta-
do fts- aporisda': comO*fhi:p.Jrnamburcaa".
-0 S;. fAt1S E SILvA:-E-'bo r"'q V V. &.
onEftfsoi ifles-eslo -eoKto etaift. -"'tl
0 SR. rPsMAN-,'- o. Ia n
onde d'&iAtsI'itT-
Fr 'AtMp% MI 0 1
|^ : OiN -'vA ^ ""


Ilao e suspeito" dr. miria deve gel-p
V. Ex- .. F
8n. RATIS E SILVA :-P ra mt4 m niao ,.
O'SR. Plr'rt PmisTo.A.-as o relatorio esta.
Seonsiderado eonmo brtm e Oaliosopola comai4m-
s'o ,.de v'erilca'o e de equal fez parole tambenam
um inglez.ricoaccionista da companhia, cha-
made Thorn e ontros, enVrre os qua's Dr.
Praxedes Oom.es de Souza Pitanga, qu' 3 mc-
Sdica3, mas qne nmao entnile dus'.:I c,:a; i nau-
- (as ) nto exaraimnou bern a companhia, porque ,
Dr. Pitartga, que 6 alWas um how menico, se
a tiv6sse examinado alguni enifirrno, drimia ,om
e antoridade a sna olinifto.
Ls diz a commission :
Sr.-. accionistas. 1-m coo rrniidiie ..:
- o a162I246s esiatutos a-ayomisiim, de 'xaime
Je cjmts temn exanmirado os li.-rs :ucn o !.a-
aniKo'fe-had..) aLd dia 30 deze.nbro de 1876,,
, .iill c'l:n is confined o mafs il:.'umn,,ltos da
comnpanhia, o achaado tudo e:cripto com re-
gularidade e asseio, 6 do parezer que as ditas
1 contas do anno passado, sejam approva'das.
Jv v6 V. Exc., Sr. president, quo a coni-
missao andou mailto perfunctoriamente ; navo
Sfoi ao amago los negocios da companhia.
U 0 Si. OLYPI'O MARQUS : Nao toinou o
pulso ?
S 0 Sn. PiNrO PESSOA Nao fo, ai fu'do
- dos' iavios, nfAo vio que estes estavamn estra-
g-idps, qu as suas caldeiras estavam em es-
Stado tal qae nao era possivel rimncionarem.
Agora, Sr. president, eu digo que do valor
r dado polo nobre deputado aos vapores se de-
ve- dinffWiifircento 9or cento.
a 0 Si. RATIS E SILVA :-Mas attenda a que
- o valordestes vapors foi dado, tendo-se emin
attealio o estado ern quo dies se achavarm.
O0 SR. PINTO PeSSOA Mas foi dado por
> quem ?
0 Sa. IRATIS E SILVA ,ia un apart.
0 Si. PINTrO PSSOA : K'u acredito em V.
SExc. ; di&o, porem, que nao acredito r as fort-
Stess onde, de muito loa f6, bebeu os falos es-
cl'arcuimnentos. Eu acredito em V. Exc., V.
SExc. por6m acreditarA ou niao em mim ; rnas
Sem todo o-caso ha de acreditar, porquc u esto
o Qstadio real em que se acha a coinpanhia.
SHa ahi urn indicio mais verdadeimro e fiel do
que o estado da cotagho em que se acham
as aces da companhia no mercado public ?
GCreio que V. Exc., umn parlamentar tLo exlwrt-
aentado, nao fugira A razao, e attendra noI
Suerecimento das questLes, que 6 o que p6-
-de regular o verdadeiro estado da compa-
nhia. Nio podernos ter, e nao tomemos outro
indicio mais seguro : eoutro odicio q (pieo corn-
prove mais a verdade do que este
V. Emc. veja que isto 6 muito grave, eu do-
n uncio o Ostado lamnentavel dta eomnpanhiai
qaue, qtmsi, poder-i dizer, estr fallida," porniie
Snao pia*m o que deve : trezentos contos : nao
I p6de pogal-os, esta fatida, e alias s6 pdde
i continue a viver pela cceoendeciu dos
oredores. *
SUonsiderm V. Exe. qae -6asacoes estao a 30
por ceito do valor nomiinil; e V. Ekc, 6 ho-
memr pensador, pelo que estou.certo de quee
Sha de mudar d iniaeo, porque este A um
; procaedimeatoA hiatubeav Ioimevm deo bma.
0 .qoe .ton dizia Coni relato i commisso do
SorvannhLo, appUico agora aV. Exc., que tern
enliumnentoE uamito jtwos, ati4a nAo :estarit
Z aqif Tallundo pTa eaW assembida se nao tt-
I vesse a convioeao de que ella s6 pIde jii-
gar de acoardto tm a jastica.
0 SR. RATIS E SILVA :-Apoiado.
0 SA. PINTO PESSOA : Sr. presideateo eu
vejo quo a discussA o tem-se alongado-; mas o
- quo queria V. Ex...qu i eu fizesse ? Umareaa-
r teria desta oideuriintroduzem-na a martello-na,
lei do orgamento Eu disse : e precise uim
, project especial para sobre eile institair-se
-tuma discussao,..
0 SR. MOREIRA ALVES : Mais ninuciosa.
S0 SB. PINTO PESSOA: -- Mais.minuciosa o
detida.
SSnR. MoaRiRA ALvES -Apoiado.
0 St. PINTO PESSOA :-So a provincia esti-
vesse a regorgita? de moles pocuniurios, se
nao tivesse lan~ado agora sobre 0s agricultoree
* unea espada esmagadora, qite dove necesearia-
mento feril-os no que ha do mais importante...
0 SR. SIQUEIRA CAMPOS :-Apoiado.
0 SR. PINTO PESSOA :-... eu de alguna
forma poderia acquiescer ao pedido, ainda
quando duvidas tivesse, de quo a cowpanhia
era lugar de saLisfaaer o compromisso, abrinia
uma (allencia ; o entio, senhores, estamrto ir-
remnediavelmonte perdidos os credores des-
sa cornpanhia, cujo capital eu nao sei se 6 do
dous mil contos.
0 SR. MELhO REGO :- -- Hi pouco V. Exc.
disso *que era de mil e duzentos contos.
O SR. PINTO PESSOA : Pois bern, de mnil e
duzentos contos ; eu sei que o capital fol
augimontado ; so ihouvesse duvida, eu iria ve-
tificar, porque ftio quero ser iaexacto"
0 RS. I.n MIat.,, Rio .--NZu ; fiz apeoas
uma ob'servac.o ; uao quero a verificaao.
0 SiR' .lALNOCtL Dm"roo: 0 capital foi


crescendo.
0 SR. PINTwro IPSS0A :--Simn, fo-i c-escenOk,
e ao passio que eVLgcia o capital nofmina, dlefl-
nha',a a duompanhia: que indicio Mtai.vivo,
mais significativo do que oste 7
A conmpanhia faz apparato dtie urnm grande ca-
pital elevado, oonslderavel, e eensegmintemen-
te estando a jngar corn grande intereses pu-
blicos, e depoip, senhores, aestax ondcoibe
el1a abrira uma faltnTia !
Nem precise tratar especialnenteaqui da
comparahia peraambucana; fMillo deodas as
c\,mpanrhias, ate mesm.e 4e sas banwtmris,
at6 mesmo de simple', neoclantes ; figurtim-
se grades capitalistas, Jogando ha praga corn
graindes funios, formnando sociedades corn ca-
pitaes consideraveis,'e depois tudo isto 6 ap-
parente, nominally illunoso; e uma armnaditlha
A boa fe e A credulidaao public.
E' poarisso, Sr. pfesk'Wemote, qne eat.Scvin-
panhias -bo podem, ptRn r o-samy
Oen&o sdb d adwiniostrgo 4dogdvernQ, pi~wN
o govornoa V6 qto- 6 prison intervir co&m r .sE
amiga para salvar o public que eorn Silas
contiaa. -
Nao sei se,'bonx 6rO niAo este procedlmento
d6 gooverno, Lalvez wrais justo, mais uLil e mais
burial fosse quoe se permiAls,6. 6s comnipanhias
estabelecerem-se .com..s dapftaes que enten-
dessem. % .
S8. prqoidente, co. psaI nposi4Ansp :
nem eu podera esgotar quanmo a -t en.es-
ta malia. Eam todo 6 o!a4Qsiliopte Ss.
deputado os seus yLOO para, uR1 ST
ieW q"uvoaAq9e[$w n-
F Itea VIJSedeye hiaper- i
nueana o emnpr a itsi n.o4te-

r .oro~ ti er n
s0 dede
0


ai il i otilras pos&im ser fetlas.
Auitoridade pollcial -l'ur -cLo de 1 do
coreitie, a presidemoiaia provincia exonerou,
a psli6do. do cargo de deleg.lo do temori de
Weri-ucry, ". major Jjuo fi aramism de Cunha.
Co1missario (le policlia Por actor da
1.1i] pi liiocia, da rieforida dala, fci dle-
1111. ,; .!.. J:: B.irro, .\:n 'rleu \\'allu '','ley,
.dn c-a':.o dt eo'nmistsaiu l._-' p)liMii ,-a villa
h_ Igg,:,nrassi,
0:onflieto, mortes e ferlinmenlos-Na
ili (ie C:iritptuli, la fregiiezia P ternio din loa-
Vista, da cornarcia do rnsm( oinoe, de'Ou-se '
un grande eointtieto, no dia 17 I(, jInho pro-
ximlio (i,1o, entre Jos6 Fernanumls P-rlira, Ma-
noel Itobertom d ihna, VictLoria Maria flas Vir- 4
genis, Maria .9linna da Concei,;ao, Antonia .
Thomazia da Co eciiiao, Antoliio .los Rodri-
guecs e Francisco P'ereira Marques. resutantido
'Ia luto a miorte ,is dium ultiijios in rividuos,
e salhindo niortal nente feridos Manoel Roberto
de Limaae Victoria Maria das Virgens, e leve-
it'nte Jos6 Fernandes Pier-eira.
Os daolinqli'ues ram presos em flagrant,
e a nutoridade local procedeu conItra olles na
coforfmnidade das leis.
Inquerito-Pelo suibdelegado 'do district
d& i;eberibe foi reumietuido ao jui/. cr'ininal
c-inpetente, para os devidos [inrs, o inquerito
policial instaurado contra o desertor do 9o ba-
talhao de h-fantaria de linha, Joito Evangelis-
ta drLitima, pelo cimaeo dtefarto do cavallos.
Desastre.-fIItein por volta dtfs-5 horas
d- taurde, o carro n. 25, da coinpanhia Ferro-
Carril, o qual trabalha na liniha da Ma.ialena,
logo ap6s sua entrada na rn a fi:) 1:fmtride S.
Borja, antiga run + S' ,), p)oz por tera urna
mrilher, dld cor-pretn,, de nomam.Perpetua, ,
fraucturan Ilhe a prrlm lireita.
A pobre vicLirna, (qul alias estava embiriaga-
ya, vio-se. mrettida enora donis foa-os, pois quo
no monei-Ato do (t) sinist-o achou-so collocada
Ventrc um carro que descia da Magdalena e
aquello que para IA subia. Estando embriaga-
da, e verido-se assimn mettida no perigo, ?
perdeu de todo o tino, e ficou Abre a linha,
send eitoo dromabada.
0 boleeiro do carro, de. roine Adolpho, pa-
rece que foi precipitido, e taito action efle
quie nao tinhu proceizido corn prudencia qae,
apeans se deu o accident, fugio.
A autoridade local, tomando conhecimento
da facto, depois do inquerito, remeLteu a pre-
ta Perpetna para o hospital Pedro II, onde
the Aoi feita a amputa-5io da perna fracturada.
Puisao ln rtaate.-O Sr. capituo Bor-
ges Leal, subdelegado do 1 0 district da.
treguezia da Boa-Vista, desta cidade, conse-
Fuio hontem capturar o individuo de nome.
rancisco de tal, conhecido por Chino es-
pantado, o qual se acha praunciado como
prirnipal author de um ataque que soff -eu,
ha Lempos, a guard local de Olinda, e dos
feriiteBtos que resultaramn da luta travada
I-nesae ataque.
0 tal Chico espabitado 6 bern conhecido
como hounem turbulento e mettido a valen-
tLo, e s6 fi preso sem assuada porque
aquella autoridade conseguio apanhlial-o no
moment em que tr'abalhava desarmado em
uma olaria da rua do Visconde de'Albuquer-
que, antiga rua da Gloria.
Foi essa uma prisdo fmportante, pela qiial
merece encomios a referida autoridade.'
Athenea 10 de Agosto-Esta sociedade
litteraria procedeu hontem A e'ei'cto dos nemrn-
bros quo a teni de dirigir no anno de 1877 a
1878, ficaudo a diracloriu assim composta :
Presidonte.- Vicente Nunes Serra Filho.
Il vice-presidente.--Francisco Moreira Dias.
21 vice-presidente.-Antonio Witruvio de
Medeiros.
1o secretario.-Joaquim Gonoalves ,los San-
tos Pareia.
20 secretario.-Joaquim Domicis Leopoldino
Ferreira. -
Orador.-Belizarni Pernajnbuco._
AdljunLu.-And,'r6 Jos6 de Almeida Cataiho.
Tliesoureiro.--anoel Jos6 Soares Gui.na-
rlaes.
Procurador -Maniede Justiniano dos Reis.
Bibliotliocario.- Jesuino Firmino de Aze-
re d o "
Coinmissao de symndtcancia.-Antonio Ahves
Villela, (relatorl, Jose Ovidio de Barros Lobo
e Jose Ribeiro da Fouceca Brpga.
Commissao de contas.-Manoel Alves Ville-
la (r.lator], Florencio Baptista de Oliveira e
Antonio de Alleluia Patricio.
Poole solre o rio Doce A junta do
thesouro provincial contrata, no dia 26 do cQr- -^
rent (quinta-feint proxima) a construcnco de
unia ponte sobre erio Doce, na cidade de
Oliuda, o-cada em 5:940"J, send o pagamento
feito em apolices de 7 0/0 ao par.
Estrada de Itaplssuma a Nazareth-
Na quinta-feira proxima (26- do corrente), a
junta do thesouro provincial contrata a oira
do 5" lanco dossa estrada, orQada em 4r0:500$,,/
.endo 6 paganremno realisado em polices de
7 0,0 ap par.
JIzo da proved-irla -- Nosse juizo po-
den ser reclamados, por seus respectivos do-


uis, nove auinaes, que para ahi- foram reqmet-
tidos pela camera municipal do Recife corno
bens do event, visto seem encdatradOs aban-
donaios na freguezia de S. Jos6.
Gablnete Portugiiez de Leitura -Ama-
nha, As UI hiras do dla, deve reunir-se a as- V 4
semblea gerail dos inembros ,leia associac.io,
afim de elegdrem a- corselho deClmbecrai\o e a
uonrmissao do exame tie comlias palta ., -,ino
de 1877 a 1878.
SiMeelonarlo Prosodico Para u Novo
Bauzar do. Recie, A runa do M-irquez de Olinda,
antiga rda da Cadeia n. '1, acaba de chegar o
Diccianario Prosodico uda Lingua Portiiijueza,
nova edioao impressa em Lisboa pela aerediL
tada imprensiL dus Srs. i'Pacheco-& Barbosa, li-
vrei'-os d'aquella cidade.
0 Diccioni,'io Promodicot, uim excellence li-
vro, corn o auxilio do qual muitas pessoa"..l". '
defa aprender a fallar e escruver correctamen- '
ta lingua portugueza. -
Tendo. sido orginisadu no intuito d se..
quier n9 Brasil, quer em Porlugal, ,se dio-
eionario melhor do quo oatros do smuoa ge-, '
nery, pdde e deve prestar-se ao mister para .'
40P o recommeudamios.
hSr. A. Faria G(odinho, proprietajidp-dp:
tar do Recife, agradecemos o. iOnpiTaKi
nos rualetLeu. ..
U Vle de Rio deoJadAeIr-- "
da eaomanhia Chrgqjr r
pela-mauhia p"rgc v*, viaB
A do paa4e4 i#1iba
io.Qo deJa ip,, -I-
k Aguns af oer -
x>^ _46.at&.^asoi. j ^ H ^-


























.o ......S ph qual s a perg.
A. do.enxwv dosoent.re as dICot
l" .edoneas.. ..
-i.- 6 relatour, que lareee estar bemrn par d
L AMCMMW&AIWC
17awyio .49 piamla, so9 eabE5 .e ra*
-M .'Oua 'a .00r1 ..ua m qisea1, A m na o wwa. slba
P.e, j e to.
0 e P"ipo Aarbens 40 9U Bm ioe Op- V
; v tiAQtD anew3-IQ~ em kmb oft nw ifVdq
.:- c.aDma d aseaa~r vo grasii, ee[atua~ntf
pcsbilidade dA idflueneaa qtm as raizas de
ama varieda.ppssaweiwarcer sbre as4e l-
ira varKidad, couipoada-em su yiainhahga ov
iam~no td& tIP 0OnLf^l4oon eiMUa
iAIao crio absoli#4nonte ea irilunjia,
pela razlio bomn ,mpeS, qpo neimo um oen-
srotlm saccedido. dejii4e mado ,abaqtlu,
oq qaii atwoluto, w sujeito.e ao eaxrto seus
CrcUtrep dihrtWwQs.
i 4Ltreaalt, nta tfaw, a seiva do siajaito
pass para o enxerto, q ae aliabora cOwo pe
fo. sou proprio suooo mnitrilvo. Qnoe l
piJe, enLuo, .aserar da visiabarana, ou emse
do contact, por uLiino qaeo s-jai? Neste caso,
,.--r'm effeitL),' in.it,.rialminente iripo.sivel qie p
seiv sahia ltie uua raliz i&m pemetrar em ou-
tri, p'ainda que esta inpossibilidade material
0.4o existisse, que todus os obstaculos, inven.
rCiveis, que impedam osta passage, desap a-
recessed, isto nao seria razao para que duas
variedades de caanna de assauar, cujaS raizes
se entrelagano Bso salo, m9iificassem no
quer que fosse soneas caraetorees respectivos.
# As tmodiicag;5es que s ternm, paroe, obseP-
vado no BrasHl, em algInns cases eo queconi-
aas do asmucar estivess.m plantadas ureaa1o
lado da outra, tim, csrtamante, por origem a
extrema variabilidade desta ptanta cuas va-
ried.tdes e f6r-ias, ja xIt v numerosas, ten,-
rl.m ainda a se modlflcar todos os dias.
SNao ieniia, 6 oerto, i ra emittir opiniAo
tre estes 4 u8s objecos, f e nlao analogias e
idvitee.; mas ;comr esmtd e aecorwdo en
); ,-nmenhr,)s da commissio de que emaua o
Srelat(rie official elmue procedeU a.im iMqucrito
nmuiito attonato sobre os 'actos altegados, nao
creio que mninha opiniao, finda que nao apoia-
da sore observaC4es pa5oaes, seja desprovi-
da de ftundamento. -Se eu estivesae aQas plan-
taeiies do Brasil, tratarla de esclarecer- we
Spar mirnma ms-ino sobre a eluestilo de que se
trata ; -as naio ten'ho A minhta disposioo se
nao o raciooiuio analogioo, que. em ulflima
a itlys, in parecC i decisive. 0
Loteria-JIoja, 20 do corrents, sera ex-
treahida a loteria 233.a em beneficio das obias
da igreja da matriz de Jaboatao.
,A ,C) bilhetes acham-se a ve.da na thesoura-
rij das loterias e )loja de aia4Wds do Sr. Porto,
a praga da Independencia nis. 37 e 30.
As listas sahirao no mesmo dia e os pre-
mios se pagartio no seguinte dia.
Vapore:p--ZAo esperalos os sequintes:
Or'noque do Sal amanith
Vfle de S.anlos da Enropa ate 24
Nevt da Europa at6 25
Buhia do Norte at .2
EYpirito Santo do Sul at6 27
[bei do SlA at6 28
Tu'qrs do StA at( 2P
Leilbes-lloje realisiian-se os se:,,uintes:
Pt)a aJente Pintu A ra ui o Marque, de Oli.4
t Ti,. 63, 4, pianos, mnoveis, estalu.a5tl^m nar-
more e em geseo, er.p-taes, figures finas, Ituau-
va. tapete para sala, esplh,), eo., e de algaa-
armiagao corn balcao e dons fiteiros pnra min-
dezas on charatos.
Poto t,'?-me .fartias, Ai rua de S. Jose n. 25,
de urma armaq5o para taverna.
A Pe(o aJctet Ba'rlcitr,'ni, ai rua do Born Je-
Snus 53, Io obra- de o.ro e praePrat, parte6d-
cenl,s a rallecida D. B!',n'irdina de Jesus Tei-
xeira Brito, servirao de bas)14 a ultima offarta
e 1:'123 1 peas joins e tos de prata.
Caoditerio publico-Obituario do dia 17
de julho de 1877 : '
Julia, braneca, Pernanibco. 2 rmezes, Retire ;
entferite chronica.
.M~aria da Coocei(^ft Br'it, Franco, branet,
Pernambuco, 18,anns, solteira, Afogados;
tubercilos pulmonares. .,
D.Ifina Maria da C meei,, prata. Africa, 65.
anmavs. sotteira, Reot; tiiberosris pulmo--
nares.
ulalnoel, pardo, lernaix~bIco, d|is, kleoife;
letano dos recem-naseidos.
ieliciana,.rela. P'niamhtitico, 50 9a#oo, eol,-
toir t, Bolstmm; atoie. *
: --Oa 1i8 --
JnrgrI'ranciseoilo A.naral, pardo. Pernani-
brae,3 A annos, sOlteira, Grawt B eningmte.
Syto An touio de Olrvei'ft, prai, P Rii'rudi


do Norte, 39 ainop, cmsade, Rtedfec bepMt
Chroru ca. -, :
Beatriz, parda, Pernanibucp, lS .me3 16 B0a#.
Vfsta ; eonvutsoes; '- I. :
Antonh, Ot4Ot, t mier ae, fta-VIAtW O
bepatite, ..
,$Wa da Cota. peeaMAf4"j, 76 a9ws, ,sal*
teira, Boa-Vista, asVe ; rystpola. '
flaetano. prato. Alfrca, M aft igOft'i-4
o esLado, S. M96 ; eougeU0.bW4'. -
Kl*ei, parta, Pemsa Mi nos, solteieI
ra, Boa-Vista, hospital PeIV 11 ; velhice. i
losepha Delfi=UgI, tah.ca, Pernambuco,
77 :innos, viuva ; pore, fna#tdada pelo Dr. de-
le-.') ,
Mm"i"m Jamna doe 6anLft, parda, Alaggas,
32 anuos, casada, Boa-Vistla i phtysica pul-'
moonar.


PU L W ICOES A P 0o

1o public
0 abaixo assignado tendo consciencia de
tLodos os se1s actos, qniier publicos, questt par-
tthftfes, e eonstando-lhe quo EaiguuaPFoopa
fair eo rrr o boa.ol qut ieq oeoovi. 4imo
indigno einfamante, o quaa sendo pubficft4,
ficaria moralinente morto para a sociedade,
desafii a este calumniador e detractor da
vida alheia, (lqre a tanto se atreve,'que tire a
mascara e em public declare q ii o aot m-
digao e ii)amante quo Lem praticad, quaer
em sua vida publicae',jiLier na particular.
Recife, 19 de julho dIc 1877.
A,i,.w ,i G. Pe,4tH ( ,d Ra.rg(.s Pgopif e L.,-a.
$is. rae toa,.o--TendL vi&o no jorAw.d do
"Mft 11. L33 MW eO1fltUnma-;QasAO AQfU c^fta-
, fta qual "calumnniava-w 'o sea ,,-M .I
440Iaar qk* eu havi-L exigido a de"Mw I
alferes 5oaquiin Miguel do-Amara, do oirge de
de'legade de'pobeia lqbJq jM pe, por ter i'n
faltado a urnipe4ido, d 4lat ,no corpo da
Vuardada a aleiae dests u19i1mde ia, a am
preso; tebeea re ao f9ftga"ta O
W -" "ubiafi~ ."da


BAar prOi
mqm prom
EfMn'i~b -


qul
.do Dr.
Dr~af. I)


!t. Wbiitonelta-WluhAWN ^ yfj
ly. Theraza de Axo 6 b
iD. Marita 6ar,.de .wle n-
D. Anna Marq.mia Fon Ainortm.
D. Balilia A aliua da Gstg.. iQ.
D. Garalima .Sws dd Aiwrip,.
D. Esijaiia Cardosa Ayres dia Silva
D. Joanna Marfp Stpe.s BDtrbosa.
D. Ti..reza do Jesus Oli, e'ira [agadhies.
D. Alexandir'a dil Od oina BaillPr.
U.0 lindim.) Wi JRoyo,
D., arLI"Sa "% e. Maquesd e p 4prim.
D. Maria Candida Leal Layo.
D. Maria do Si Pereira de MrWodonCa.
D. Joaquina Victoria Pereira S. CouUinho.
D. Fraiicisca da $itva Maia.
D. ai'ia ide Oliveiru Loyo.
D. Car.divM ia d8it,,a Burle.
1. OR-au iUa MrUiIhia do SaweownAo.
D. Joanaa Militaaau de Jesus.
D. Anna,.fltha do rilm, Sr. Prancisco Antonio
.erriia -C(ardose.
D. Brasilina Selmriaba do Rflgo Lima.
Thesourei-ro
0 ltrm. Sr, Josi da Cutiha Porto.
Consistorio da .i:mqndade. Recife, 30 de ju-
lhode 1876.
O0 eserisvo,
S Manoct de Azewdo roafw.


N. 386.-.O-,G b !ro medicinal
de figpdo de b. tuliho de Lan-
ma n KCemp; armntids per sun
mnarca commercial conserva-se iualte-
ravel, coamo ium arLigo de primeira 9r-
,dem da zmaior pear e efficia possi-
veis. Co-no proya aithertica dei SUns
virtudes wawdicinaaes, wencionaremos
os seguintes -nom-es dos afamados mre-
dicos os quakes nos remetteramrn certifi-
cados e .attestados voluntarios de curds
de diffetentes molestias desespe adas."
Dr. Bento J. Riera, Iga de Cuba, Dr.
Jose Franco Ruz, Havana; Dr. Pliblo
Verdua y Anto Jtmo, MataTr6a, Cuba ;
1"" m R iC I A- W TL -n-3 Irl--I


-n. ivnIgue ee .Ifl, ,/to. ipi., tu)a;
COLLEGIO PEDRO I! Dr. RaphaeW T'r ols" Trindade. Esta
7 -AA DO RA u Lli7 sta poa..e.-hiaeacher 4e alto a bai-
7n-,RUA DO RUC HuEl 7 xo coin os nowes dos ia'edioos etLjos tes-
Director J. A. Moreira Dias.- temunhos s aeha ardchivdos em nos-
Neste estabelecimento de instrwgiao o peodier.
primaa'ia, secu'ndaria e reereativa, con-
Hjiau~se aiecweberalufnaos pemsio-nistas,
meio-p)ensiomistas'e exbrnos ; possue ff P[
_,m corpo docenite habilitado, e a casa .UPIDi
torn excellentes commnodos. ..-

Junta dos-Gorretores
'GUENNES DI"7RA III .77 DE JUUlO
ADVOGADO XAs tees hora r da tarde
) Rua do [mporadorYn 48) oate eltiaes
3. ^rd^ n.'m' Agnardeitede2o, 718 a pipa de 480 itros,
hontem.
JRB Cw a sae loJ.owxs,. 90 dv. 213,'8. d.jpor
-- S d ai'Q, letras def 6ra, bontem.
f |AATt A Dito sobre dto, 9Q div. 2 i,-/8, 24 1/2 e 24 5,8
CollitUiodel S. da aa 9 -- d., e bancario 34 1/4- d. por 1000O
N. 10' PONTE D'uCHA--N "\T-10 Cambio sobre Paris, 4vist#, 397 e 398 rs. o
-P NE DUC4r A-N. 10 franco, lvcario.
Director nmbio sobre Lis$boa, 90 d/v. 15 -0/0 de pre-
"adomoilte A a Caroll ,L"--io, bonlebaenooje.
0 grdo de imtM'mcACi,) neste estabete- io $o14'0dito,, yisk, 1 0 de1JO pemi0, ibailn
carlo,,
cimaato cft ii de poitugaez, francez, Dito sobi'ea di) vista--,O i0 de premi9, ,an-
inglez, vafigraphia, arihthmetica, gee- cario.
grapllia, historic., yLkalcgia, -niusica, Cambio sobre o Porto, A'v. 115 0.'o0 do pre
pi-.no, canto, danas, b,4las de todas tiod, h Wantea. n
as qaltahdades, crochet, flores e des Dsconto d letas, 9 00 ao annoe. re
tardino do -Ya~c,X,;;:,re-,
n'h,,. I VPreitdent.
lec e,-bema-se pensionkltas, mneib-p-en -jo" LealReis,
sio:Jistas e oxtermnas, sendo as primei- SecretArio.
ras a 40W5, as segnidas a 20$ e as ulti- ALFANDEGrA
mas por 58000 por mez, iiao havendo Rendimento do dia 1 a 18 -407:7225W6
extras. Ideai do dia 19 23:363026


A lingaa fallada O collegio 6 ajran-
ceza.
Insttato 4e Nossa ,Senh6ra
do Carmo
RUA DE'S. FRANCISCO PALACE N. 72,
Diecdor lernaiao Bodrigues ie Siqueira
Medico Dr. CMrillip (Sa ro ,
Pm?<4essor4 :
Prinmeiras letras o portuguez-o director.
Li.,--o 'Dr. A.A1iio de A,,rajo.-
sro .SE. U. Tazeron.
Inglez e rhetorica-o ,Sr. Fraai.soo do Brasil
'Pinto -atnddra Acdoli de Yascotoellos.
Gn0ographias histia e philowphi-. o Sr. Ig-,
naclo do fle .teelros Pessoa.
Pehretict.' trara a o aIebra -- 8r. .66
fereira da Crdk Voirai. "
Desenho de paysagers MIrwaa--o Sf. Atfdo-
'"uD'a VooW stoias mpt#*..< Sr: -Geadido

Recebe pd *"i(eerr$th,' Wmi-inos terne-
extqrnos.


Shterato pj


O)OLLEIMO PARA- @-5-K4 A&
GULINO
.p..te 40, U46a
*~4 -mM


431:085532
Desoarregam hoje 20 de uaito de 1S877
Barca national Ann&, pneg;us n ciwnaes. para
deposit Aw ,rapctie $arao 4oLUva-
maato, no D2oonto, ,
Vapor inglez mGoC e, ai*oi -gene-
"os para alt bga.
Patacho mglez 8uari, lAijolos desp@oacios
para oae poatl, e a r oas para o
Bar trapiche da atfandea, para despcbar.
Bara iflza Conjtiwie. (aRaQAQ) b.acalYakD.
despaeb e A tlagute p9e9ltrapiche
Concsig o. -.
Bara vacional Saudode, carvlo lespacaido
pra 0 1o podto. '

''ue ,l' s .a#.w tsadea ;.* e'hr,-
4o Alacao mo1P $ i 0, cWr gnado ro,
Mano 1o0f da Cnibts




6dB. qL *. .qu 1 ,QO lro 4 i ..
dem .. .
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A ,AIX.A ENOM1ICA recabe d. cd4 indi-
,_,e,..fd9 1! <,>iIaUplcwd~quatiaM
5ill por sf-,aj-foro4 dol % ezitow abn-
06, cossadopdo dia.6atite "em q tiver
lugar o deposit. -,
.o-que 9 -9P iB depostitdas e seu,
jilros k 'd deo 4.f.i s6 eSta.


*"e ..sob
ruB~p 14ps- o


Ilift


CONSULADO [P1ROVINI.X\I EDITAL N..'1 52. De ,rdem d,, inspector
Rea*C ,-.nto do dia 1 a 18 138: M5878JN8 A gra ia asL.maco puhiea Jaz-ge saber ,)
dem do dia 19 -2:686446 POrus;ar Llaudino Gomes Barnieto, da cadeira
_Ja9__ do ensino prhwimrio ide Apipucos. pelu preson-
W- O:74i3, 184 Le-dital, vita, ao se achar .no itist.icto lilte-
-..._ raio rmapeohivo, que foio mesmo oDmdemnado
a a pena io art. 10 4 :da &ei n. 1,1&3 por sen-
S "L- Ltenfa do coselbo liltaiw "-pookfnida eon coil-
P fere-cia de bottom, cumprindo-lhe compare-
uesju -. ceL-r a esta seoretaria para receber edpia da
.kug.vt' FV. de Olivei-a C. sacaml ;u"Leiu;a e juakar, queroido, aos autos, Io
pnor todosos vanpores sobre o Baii pra'o de ,i tu dias, quaesquer docuiitiitos.e
or tod os vapo. sore o a allegaoes que tenha de offtrecer, afim r .
de Portugal e BaNco Unidio em Lisb)Ona serem presents ao president da provincial,
e Porto, e Wore as caixas liliaes e deceuja-confirmacao deperde a alludida son-
agencias dos mesmos bancos &m tdas tenoa. Secretaria da instrucio public de
Pernambuco,17 dejulho de 1877.-O secretariq,
as cidds e pqmq.s Apes do-tinedJoaquim Pereira *a6SivaGuimr.Aes
Portug. 0 Dr. Adelino AnLotkio de Luna Frei-
r e, official (a imperial ori-dem da
Ro fta,juiz'de direiko da provedoria
i .V- mosta cidade 40 iRecife de Pern;min-
TrJ,"4-- WOObtte, por S. X. I.mpeAiA, eAc.
Maritinos. e .coutra O1 Fao saber ws qe este edital virem
Companhia Phenix Per' e dele noticia tvenemn, que ft i remet-
nanmbucana 1t4o a este j'uizW"peta ecS'eta.ia d4a ca-
Rua do Commepio IL Si mara municipalt desta cidiutde do Recife,
nove anin-aes"appeheni )os conmo bens
do evenrop ewIisoat da fi-egoezia de.
Companhia de seguros ..o,0p
IS.Josel".R4, tres i- s in*". ic Vi-
terrestres emnaritimos nos ; -e quem se LjUlgar comn direito
aos ditos aaimurnaes, camupareca neste
Ik detldade juiz no phzo de tIres m das, que wo-
Estabeei m Lisba em vando seUdieito, 4he sero -enreggues
Esta e i'8 sditos animaes. Recife, 16 de jullto de
Tomrna seguros A premios modicos : 1877..- Eu, Doinigos .Nuies Ferreira,
CERREaTRES 4e toda a especie, contra o ris- escrvao, o subscrevi.
cos de fogo ou suas consequencias Adelio Antonio de Luna Freire.
IIARITIMOS sobre mercadorids importadas ) ,A li p-
exportadas em vapores e navios d vela. 0 P ^ G 4 frto da fazeuda pro-
N8 sgros -tes--tes fa a OCSSo ra vinci-l de Per R.awxbleU% l recebido do, the-
oe sfo souro provincial a relc abcixro trajscripta,
mita do pemiodo Aosetimo amao aos segura- os devedtocsda deria a mpo.tos diversas
dos qmte dunLe sei* anaos consecutivos fizo- 'a soUectve'as dao B-ejo, G^ a e i a imt oriu
remn seus segaros nesta-campanhia. 'esUectioias do,. x ri o, ce e85A 1 Vcra-
Agente nesta cidade Miguel Jos AIlves, I latives, a ) xer li fdev W7S q l876, decla-
rua, do Bom Jesus, out.r'ora da Cruz, n. 7, 10 c ra aos es prazo deeprororve t dce 0 di, na con-
.4ndar.,' cad o wa-zo wr'OrPoylViel (k 30 d~ike, na con-
Sndar. -' [formtdade do di.posto no 't. 63 da lei-n. 891,
se-( na contar dao puticafo-do prrente editar, jutr
Srecothwem a importanbia de sens debitos ao
04U'[,neu m)wfesM',uoe cewoes de quce fiim"6 o referido
The Lrverpool' l t & p'%onoi f-eyve Globs in-a. "'
,l ReaV, 19 dvjlho de 1877.-MirgudJose de
m^N~nOO ^l~i-A^ AlieititsPeiviwakw. -a
AGEFNTES -GiBaei tBEJ
AGnNTES RIai (dI Roa divida do ,eeraijdeo d 1875-1876
Sa wllers B rothers& CroG i ejt def 4Npodoe (abi'o declarG os,
& U. a coiyo da collectoria do Brejo.
1 -C-rpo Saato-,-1-l DCIMA
"' ... Rua DuI Villa ....
IIA a D de Caxias i. 16.
To__ ____ U Jose Cavalc-nte de Albu-
I- quo, 1o e 20 semestres 2$'224
Naviis entrados f 9w Dita n. 25. Manoel C6sar d
Buenos-Ayras-40 diasti:igae hespanho,l Pe- Andrade, idem Ct5 i2
pito, de 168 Loneladas. capiLao ['rar;.scu Andradedem
Alsiua, equiripagem 11, carga 3,500 guintaea ita'n; 26. Leonjjio 'de Oli-
hespal4oes de Oarne ; a Baltar 1iveira & veira Mello, 26 idenm U1$12
Companhia. Dita n. 30. Jodo Florencio
Rio do Janeiro- 14 dias, polaca hespanlolada Virens idem -
Izidra, de t73 topell4gd, capiLito Pedro Bar- das Virgens, idem 5
beta, equipageti 11, edi lasro ; A ordem. Dila n. 3:. 0 mism. idem $3556
i'mb, do ,)o W p nio dia Dita de S. Jos6 ,n.1 e -
Bahia cow scaa- Vapor brasileiro Dantaa, ias Soares de Ali4a
commflramt F 'ranIseoPegira, cYrga vap- Ic e 2o iWem ,' 38337
~Cabarca port t A c: ca- T"Dite n. 15. 0 mesmo, idrj 45449
Cabo., Vrde--area poyt A"Odaeia: ca-'
Ssao Joaquim Louret 4iPd.a, em Ditan. 17. 0 mesmo, idiAm 444/9
S o me n. -.. Dita das La aff n. ..
'.'" 1 ','t i ."lllieff l41?*..1 -Manoel BvwK d%,5&sNii -9D **
*t nI.A13. idem-. 45 -l2
WIrlr iO Dita n. 3. Estevao Jose da
-Sava, 1 e 2o idem 2, I&4


- r 5. 7-U 'Jaw-. 5r.. ns-,
pectwide hesurm Pvtvioceak, va cuma-
pit*~*to & wdAem de S. Etc. e S-.
p~eifrie O)a VW-oyucl ft t fe?4
,wi~ew^,erIPaOd q9 uca uevok.!
a prapa pemit a.-jntHa 4-eae 4Oei.
ro, no dia 26 de jqtio.,proxitu* vidtou.
ro, para, v aa1 .por"quern maiorp
Aantage er, obP a dAa onstrac.-
"'o 4a or Ro -bo-e,'M ci.-:
dadedo t4a,, orcaaa em'5:9.01-00,
Bobas a i .es "aixo transcriptas;
devg* o sm rilisado
em apilce 8e 7 7o 16 par. As pessoasi
que se propdzemem a estammematagaoi
c4mparweio na sala das sesoes daa
rdesidajuita, no4kaacimajindia&1pelo
afeis dWa," oc petenmente-habilijta iI
para que chegue ao conheeitento

imprensa. i .i4ai. hesouro pro-i
vinell d,#Perniambuco, em 23 de ju
nho de 187.L-.- afcretario, MigueI
Afo/to ,i r' 44ia; -"
l. As ob, da ponte sobre o Rio
Doce e'm'OUn0 a, serdo executadas de
confbrmidale oom a planta e orpao
menuto unto, na imrnrtancia de .........
5:9405000. ,
S2.. 0 trabnhooprinci iaira no prazo
d 15 dita, -e coancluir-se-ha node 5
-mee,, at.nbov ooados da data d4a ap-

dto Jx
presta. !d o *1
4110 r- e ultima
no recebfitnto Hio.
. 4.o De caOd', se deduziur
"" -"'

i' 0- .A. .. .. ....,:


Dita n. 5. Jo66 Anwmaco de',
F Ijiva, idem ..: *'
Lima, 2 idem
t in. 7. Anbloi~o Rodrigue~s
DiA, n. 10. Manoel Joasuim-
Pereira, 16 e iidem
tha n. 15. Brit"aldA da
- ilia AlbuN4aiqw ,w- .I
Dtda aCadeia n. 10. Maria
' -. Sant'Arnna Guerva, 12
iaem
Dita da B6a-4W'V J.:An-
tomio de Aramjo A ter-
qae lo e2oidem !
Dita n. 4. LeopAiio d Ofel-
veira Mello, 20 idem
Dita n. 6. Omesmn,'idem
atA do Jasmim n. 2. Del-
fina Maria do Nascimento,
@ e 2o idem -
Dita das Avencas n. 1. Jose
Manoel da S.va, idem
Uit n. 6. Martim Miguel
dos Anjos,-idem
Dita .. Tranquiline Antonio
,Vieira da Cunha, idem
PovoaTo da Santa Crv
Josi de. Arruda, idem
Auna Viuva, idem
Miguel Pereira. da Silva,
Side


ISM,
15112
2^4


-24'

1U41$

1 2I4


25224
28224


z 6'674
;41
2S224
'28t24


2$224


Pedsto Felisbeto, idem 2 -22i
JoseFerreiru de AraujoJu-
1:1T., 2 idem 1111-2
"J Pereira io, N o e 2.
ASena 1811%
Serafim idem- .-12
ioAmaro, em .. .

lba Ther 2o.
1 ;Rf : .-' :y '-- 'V.MO. I-.t,-,i


Povoa rfi/to Capim "
Fnriomelina Mari:i de Alexan-
drra, 1." e 2. seme.rtre
A -e.sma, .idePn
el Rodri',d~.ode SImquei-
r0 idiemi
(0 TrIe-o, iil it,
Ptrimonio 4e N. S. da Gon-
ceicao, idc i:i
0 ,enao, idem
Severino de SaHlles lBezeira,
idem
Hlerdleiros de Leone! Lopes
Freire, idem
Os 1iesinos, idem
JoseSoares da Silva, 2.0 idem
Antonio Leite do Nascimen-
to, idcen
Padre Jose Antaonjio d'Arau-
jo, idem
Antonio de Araujo Albuquer-
que, 1.o e 2.0 idem
Andrade, Maia & C., idem
Joa-uim Manoel da Silva,
ide?h
Francisco UchOa Cavalcauiite,
idem
PovoaiCo do .Poo Fwndo
Clemente Goncalves Passes,
4.o o 2.0 semestre
Joaquim Barbosa Pello,idem
Pedro Pramode, idem
Fran.cisco Clemente de Sou-
za, idem
Jose Francisco dos Santos,
idem
M:itheus Ferreira da Costa,
idem
Jose Barbosa de Siquoira,
idem
Frwuwisco Autotuio Quixabei-
I L, idem
Francisca Maria da Concci-
io, idem
Angelica Maria da Cbncei-
Gao, idem
Martinho Antonio de Siquei-
ra, idem
Izidoro Francisco de Salles,
idem
Semeaio--do Bandeira-dem
Francisco Tunga de Salles,
idemrn
.Antonio Pereira Lustosa,
Side
Manoel Luiz de Souza,' idem
Francisco Ferreira de Souza,
idem
Manoel Gonealves de Souza,
idem
Miguel Aleixo dos Santos,
idem
Mame1 GomNcalves Caboclo,

PatarDn~mio 4e ^$auto Anto-
nio, iemn
Maria Francisea da Concei-
Vao, idemn
Fetivia Maria da Coo cei.io,
idem
.1oao FramcuscQ Baptista Can-
j" 2.0 idei
PawrP -o de Mandaoaia
Miaoel Feh'x Caeibo, t.1 e
2.0 oseaeseo
Leonardo, .n Cavalcai-,
,te, idem




cisco AntonL /ew,
Povo4 ,do #J~4
, rd..2.o) Boctrigi a i

Vicoto.(aros j., e2, 3ijm
oIePedrt (e Miranda, iImw
SJinente 3apita Lima, 2.0
idem


Louren~o Gomes, 1.0 e 2.0
idem
ViceunL Mineiro, 2. idem
Maasel doFaria Cavalcante,
1. e 2.0 idem
Januario de Souza, 2.0 idem
Valentim Gowes, j.o e 2.0
idem "
Ignacio.Alve, Moreira, idemr
0 memo, idtm
0 rnesmo, idfm "..
0 mesmno, ideny


24224
3$:337


25224
3"7
3$3~37
39708

38337



23224
;35:;;37


4$449J

2$224
15112
2$22i


1$112
1fl i2


2$22.1
10112




2822 --,i
28224

2$224
2224

11112

23223

28224

25224





1.112

MS4

35337







IWt2









.18112

2S224
25224



15112
15112


.15112
28224

18142
418112


PovoAod de Santa Cruz
Patrinnonio do Senhor Boom
Jesus, 1.o e.2.o semestre .. 71
Pot'oaso do Jac4
Patbimonio de Santo Anto-
nio, to e 92.. semestre 4
Cwonjina.)


wt

4914


: .~ ~ .- -^H^R^JJR

-OBRAS PUBiLA. imet.
as ori.mft, ,,a _tta rep"Ut-
cao, 6

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*ij, daftepnda, senio jrrematados-o
bars segintes : L
Uma mcasa n. 2nua rua deS, Miguel
em mao estado, tendo i1 metro de
cem.primento, 3 ditos e 80 centinietro
e largura, porta e. janeila, 2 salas, 2
puartos, cozinha interna, quintal e ca-
cimba, avaliada em 500W000 para paga-
mento do que deve a fazenda provincial
Joaquim Jose de Sant'Anna.
Outra n. 54 da rua d Barrio da Vera
Cruz, em mAo estado, chaos proprios,
Sfrentes de pedra e col e oitAo de taipa,
porta ejanella, 17 palrmos de frente, 36
de fundo, I sala, I quarto pequeno,
corredor que serve de cozinha e quin-
tal emrn aberto, avaliada em 2008000
para pagamento do qie deve a mesnia
itazenda Vicencia Maria da Conc6igfo,
por Bernardo Henrique. Recife, 5 de
Pilho de 1877..--Joao Firmino Correia
de Araujo, solicitador dos feitos da fa-
zenda provincial.
.Juizodos feitos da fazenda
Esprivao Cintra -
No dia 20 do corrente, e depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz substitute dos Teitos lafazenda,
irlo a praqa por vendao seguinte :
Metade dacasa terrea n. 5, na rua do Am-
paro, em solo foreiro, tend '18 palmos de
frente e 65 de fund, 2 salas,- 2 quartos e co
zinha f6ra, avaliada em 1506, para pagamento
do que deve d mesma fazenda Antonio Gomes
de Moura.
A casa terrea n. 25 da rua do Boinffir, em
born estado, corn 2 janellas e I porta na fren-
te, 23 palmos de largura e 64 de comprimento,
2 salas, 2 quartos, cozinha dentro e quintal
em aberto, avaliada em 1:200S, para pagamen-
1o do que deve A mesma fazenda a irmandade
do Senhor Bom Jesus do Bomfind. Recife, '12
de julho de 1877 Joao Firmino Gorreia de
Araujo, solicitador dos feitos da fazenda pro-
vincial.
Thesouraria defazenda.-De or-
dem do llim.Sr. inspector, convido o Sr.
Manoel Henrique Carneirp de Almeida,
tutor dos orphdos filhos de Ignez Ma-
ria das Dores, a indemnisar dentro do
prazo de 8 dias, a contar desta data, 4
fazenda national a quautia de 938657,
proveniente do excess de juros que Ihe
foram pagos em 15 de maio de 1873,
sobre o capital de 1:8738158, sob pena
de proceder-se 6 cobranga executiva-
niente. Secretaria da thesouraria de
fazenda de Pernarnmhuco, 17 de julho de
1877.-0 secretario, J. Mendes Pereira.

Companhia dos trilhos

urbanos do Recife a

Olinda e Beberibe.
0 thesoureiro desta companhia acha-
se autorisado a pagar o 5o dividend na
razao de 6$ por acgao, correspondent
ao semnestre tindo em 30 dejunho pro-
ximo passado, e bern assim o premio
das accoes preferenciaes referente ao
mesmo semestre. 0 pagamento terd
lugar no escriptorio da companhia, a
comecar do dia 16 do corrente, das 9
horas da manh5, ao meio dia, e do jo
de agosto em diante, das 9 as 10 horas
da manha de todos os dias uteis.
Escriptorio da companhlia, 10 de ju-
lho de 1877.
Joao Joaquim Alves,
Secretario da. direc toria.
Consulado provincial.-Por es-
ta reparticao se faz public que os se-
nhores proprietarios de predios urba-
nos, que niio effectuaram o pagamento
,la respective decimna relativa ao 2.0 se-
rnestre do exercicio de 1876-1877 dentro
do prazo legal, deixando entretanto na
repartit'o relacoes de suas casas, devem
realisal-o ate o dia 31' do corrente;


depois do que ficardo sejeitos i multa
de 6 0/0. Consulado provincial, 16 de
julho de 1877 0 administrator, E-
duardo Augusto de Oliveira.

Deutschder uelfs-Verein
General Versammlung am 20 ten. de Mts.
im Locale des Herrn Aug. Kruss' umr8 Uhr
abends.-Der Schriltfuehrer, Ad. Stolzenbach.
ASSOCIAGAO ,OMMERCIAL BENE-
FICENTE
De ordem do Sr. president sdo con-
vidados os Srs. socios a comparecer -uo
edificio da Associado Commercial Be-
neficente, no dia 23 do corrente, ao
mineio dia, para em assemblda geral, dar-
se cumpriment6 a'is disposioes do arti-
go 4 do decreto n. 6,1312, de 4 de mar-
co doanno proximo passado, corn rela-
qco as operagoes da bolsa.
Sala das -sessses da Associac&o Com-
mercial Beneficente, 12 de julho de
1877.
Mlanoel Joaquim da Costa Carvalho,
Secretario.-

Gabinete Portuguez de
Leitura


.A .. ..A ..t"=+: :A.': /-- .- pi-

suas sssm visoeslar. o do gv.a-
sw o ae...
des a urgnmtes s fetos d em que loje
funccronam contrata coni- qtoes por mbenor
prego. enoerrega di' "oiIIaesa
obra, c6 d rm pay wGMato,-a'gi-
sados, a quaes pideWo sWeonsultados nesta
secretariat; sendo ix-Utas coadig6Oes, que o
pagatnento serd reasado quando as forgas do
cofre permittiremn.
SecretLaria da santa casa da misericordia do
Recipe, 18 de julho de 14877.-0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
ADMIN1STRAgAO DOS CORREIOS' DE PER
NAMBUCO, 20 DE JULHO DE 1877
Maulas a expcdir-se hoje
Pelo vapor national Cruriipe, esta admini:-
traqito expede malas para Jaragud, Macei'S,
Penedo e Sergipe.
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer
natureza e cartas a registrar, at6 as 11 horos
da manha, cartas ordinarias at6 as 12 horas, e
estas corn porte duplo atl as 12 1/2.
0 administrator,
Affanso do Bego Barros.
Sociedade Recreativa Euterpe
De ordem lo Sr. president interino con.
video os socios effectivos desta sooiedade. a
comparecarem na sua sede, a rua do Barao [a
Victoria, domingo 22 do corrente, afim de ela-
geoem uma nova presidencia, em face da exo-
neraAo pedida pela actual. Secretaria da so-
ciedade Recreativa Euterpe, 19 de junho de
i877.-0 secretario interino, Bastos.
Irmandade deSaut'Anna da
igreja da Madre de Deus
Por ordem da mesa regedora da irnanda3e
de Sant'Anna da igreja da Midre de Deus, con-
vido a todos os nossos irmros] a reunirem-se
no consistorio desta irmandade, pelas 11 horas
d x manhA do dia 22 do zorrente mez, afirm de
proceder-se A eleicao da nova mt. sa. Recife,
18 de julho de 1877.-0 secretario,
Francisco Gongalves Bastos e SA
Juizo dte ausentes
Estando a proceder-se a arrecadacao do es-
polio da finada Leocadia Maria da Silva, aiu-
sente seu marido, a quern pertence a melade
de seu espolio, 6 pelo presente chamado diro
ausente, seus herdeiros, ou quernm o deva re-
presentar, para habilitar-se nos Lermos da lei,
como prec.itua o art. 32 do regulaenioto n.
2,433, de 15 de junho de 1859. Recife, 28 de
junho de 1877.--0 esorivao,
Luiz da Vcdig', Pessoa.

The New London Brasilian
Bank limited
Rua do Commercio n. 32
Saca poir todos os vapores sobre as
caixa do mesmo banco em Portugal,
sendo
Em Lisbda, rua dos Capellistas n.
No Porto, rua dos Inglezes. 73.

Santa Casa da Misericordia do
Recipe
A lllma. junta administrative da Santa Casa
da Misericordia do Recife manda fazer public
que na sala das suas sessoes, nt. diat 19 de ju-
nho, pelas 3 horas da tarde, teem de ser ar-
rematadas, a quem mais vantagens offerecer,
pelo tempo de urn a tros annos, as rendas dos
predios em seguida declarados :
ESTABELECIMENTO BE CARIDADE
Rua- do Marques de Olinda
I.o andar do sobrado n. 53 (fechado) 600J
2.0 idem idem 5005009
Rua do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47 [fechada] 204000
Idem n. 43 (fechada) 202 00
Idem n.,45 (fechada) 2286000.
Becco da' Carvalha


Idem n. 5
Idem n. 7


Rua da VirafO


S 208"000
2075000


Rua larga do Rosario
3. andar do sobrado n. 24 A
Loja n. 1 do sobradon. 24
3.o andar do sobrada n. 24
Rua da Ponte Veiha
Casa terrea n. 31 U *a
SRUa da Imperatriz
Casa terrea n. 68
-Rua do Encantamento
1o, 2.0 e 3. andares do sobrado n. 3
Rua da Moeda
Sobrado de 2 andares e sotAo n. 37
Rua dos Pescadores
Idem n. 11
Run Visconde de Alb querque
Idem n. 61 [fechada]
Run dos Gn arapes
Idem n. 82
S.BRua de S. Jorge
Idem n. 92 "


Idem n. 80


Rua do Pharot


Becco do Abreu
Loja do sobrado n. 2 (fechada)
2o andar idem idem
3o idem idem idem
4.o idem idenm ,
PATRIMONIO DE ORPHIOS
Large do Paraizo
Loja da frente do sobrado n. 29
L.o andar idem idem
2.o idem idem
Rua da Gaia.
Casa terrea n. 29 .
Rua da Madre de Deus
Casa terrea n. 20
Idem idem n. 16
Idem n. 6 -
Idem n. 4
Idem n. 2 (fechada) .
Be:co das Boias
Sobrado de 2 andares n. 16
Idem idem n. 14
Rua da Lapa
Casa terrea n. 2
Rua da Senmalla VelUa.
Casa terrea n. 18
Rua da ,feeda
Casa terrea n. 45
deal n. 47


I:


2678000
667W000
288#610
157000
3625500
3008500
5005000
2445000
1990000
1819000
3016000
1835000
144o000
1205000
1205000
128M000

241#000



3%8000
204000


:2425000
3115200
&235000
644^000
2685000
244M000
217P000
2179000


Commandante o primoiro-tenente G.
Waddington.
E' esperado dos por-
Litos do norLe at6 o dia
^2.5 do correntee segui-
rAtpara os do sul depots
da demrora do costu-
me.
Para carga, eneommendas, valores e paspa-
gons, trata-se na agencia. escriptorip de com-
missoes de
Bernardino Pontual
12 -Rua do Born Jesus- '12
Companhia des Messa-
geries .Maritimes
S LINHA MENSAL
0 paquete
Orenoque
Commandante De Somer
g "Espera-se dos por-
"tos do sul no dia 20
-. ,-;,, do corrente, seguindo
'' +j depois da demora-.do
costume para BOR-
DEAUX, tocando em
Dakar, Lisboa e Vigo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tra-
tar corn o
AEENTE
Auguste Labille
9- Rua do Commercio- 9
Pacific Steam Naviga-
Stion Company
ROYAL MAIL STEAMER
Iberia
Espera-se dos portos
do sul at 28 do cor-
rente, depois da de-
l mora precisa, seguira
? para Liverpool, tocan-
do em Lisb6a e Bord6os, onde receberAi encom-
mendas, passageiros, carga e dinheiro a frete.
Faz-se grandes abatimentos a favor de fa-
milias e para reducQoes nos preCos das pas-
sagens, t4ata-se corn os
AGENTS
Wilson Brothers & C.
14-RUA DO COMMERGIO-14
CHARGERS REUNIS
'OMPANHIA FRANCEZA DE NAVEGAgAO A
VAPOR
Linha mensal entire o
Vfavre, Ltsboa, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos
STEAMER
Ville de Rio de Janeiro
Coftmandante-A. Fleury.
rSegue viagem no
dia 20 do corrente As
S9 horas da mash#, pa-
r raItvrd tozan b so
emS. Vicente.
Tern excellentes acoommodaCes par pas-
sageiros, send as passagens por prenQs re-
duzidos e inferiores aos.das outras linhas e
'dando vinho na 1" e 3" classes.
Steamer,
Ville de Santos
Comimaridante -Fontaine -
E' esperado dl Eu-
ropa ate o dia 24 do
cor enter, seguindo
de 9ua dispensavel p os
portos d e sua ali .aeimaareferidos.
Roga-se aos 8rs. importarores de carga, pe-
los vapors desta linha, .queiram apres.ntar,
dentro de 6 dias, a conta, do da desdirga das
alvanetrgas, qualquer reclamacao coneemeonte
a volumes que por, .ventura tenham seguido
para os portos ;do sul, afim de se poder dar a
tempo as providencians necessarias. -
Expirado o rferido prazo, a -ompanhia nao
se responsabilisa por extravios. .
Paratcarga. encooirimendas, passageiros
mais trata-se corn os
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de Oliveira & C.
42-Rua do Commo -o-42


Entrada pela rua do Tqrres

Rio Grande doSul
Para o referilo porto pretend seguir corn
brevidade o patacho portuguez Oceano, pgx ter
urn terco de seu carreganmento de eonta : para
o rest que Ihe falts, traa, se corn o consigWa-
tario J. Monteiro da Cruz, A rua do Born Jesus
numero e5. .

LEILOES"


LEILAO ,
Da armagao. de a'marello eniidviada,
da tavernA da rua de So egqui-
na do mnercaou.'n.25 -

A'S 1'%"
agent Martins far, Il1ao da m 0o
acima, a quawl aerA v.. d M. or .

AGMITE; KM M


DE
dous busios de marmore, representan-
do a deusa Ceres. e sete bustos em
gesso, (do Imperador D. Pedro.I1
Hoje
ao meio dla
Na rua da Cadeia n. 66
0 agent Pinto faz leilao, por autorisacQao do
Sr: vice-consul da Itaha, dos objects acima
mencionados, pertencentesao espolio do fina-
do subdito itafian6Guiseppe, Marchegiani, ao
rnmeio dia do dia sexLta-feira 20 do corrente,
na rut da Cadeia n. 66.
S LEILAO


*uma armagdo corn balcao, 2
madeira preta embutida
lo, propria para miudezas
tos.
Umaburra de ferro.
Hoje


fiteiros de
de amiarel-
ou charu-


20 do corrente
A' UMA HORA DA TARDE
Agente Pinto
No armazem da rua da Cadeia n. 66


LEILAO


armaf4o, deposits, balanQas grande e
pequena, utensilios, bebidas e mais
generos existentes na taverna da rua
do Visconde de Inharma n. 48
TERGA-FEIRA 24 DO CORRENTE
(is 11 horas da manha
0 agent Gusmao, competentemente au-
torisado, farA leilao dos objects existentes
na taverna acima referida, em lotes, A vonta-
de dos compradores.

AVISODIVERSOS

Ate virl
0 Revm. Sr. Francisco Vi-
rissimo Bandeira, que mora em
Olinda, 6 rogado a vir "A esta ty-
pographia, tratar de negocio
que nao ignora.
Precisa-se saber aonde param os
lilhos ou netos de Anna Mequilina,
*iuva de Antonio Pereira, resident na
ifha de S. Miguel: roga-se a quem
souber que e parte na rua da Guia
ou Restauraao n. 8, no largo do arse-
nal de marinha.
-- Uma senhora habilitada offerece-se para
ensinar em casa te alguma familiar, primeiras
Lets, prefere-se em algum arrabalde proximo
ao Recife: quem pretender, p6de dirigir -se ao
pateo do Terso n. 43, & _
A pessoa que prdeu urn chap6o de sol,
hontem, na igreja do arnio, pode procura-lo
na rua das For. n. 15 .depois de 3 horas.
A Nova Esperaia a r'ua Duque de,
Caxias n. 63, acaba de receber as mi-
lagrosas escovas electricas, remedio in-
allivel par= nevralgia nos denotes.
Verie-se tima excellent mnachina
typographica, de retiracao, que pode
impnmir urn journal do format de duas
paginas do Dieario d e Pernambuco, do
acreditado fadricante Ma]rioni, de Paris,
corn todos os sobresalentes indispensa-
veis. Tendo sid6 mandada vir por pe-
dido de umjornalista d? norte do im-
perio, ao chegar aqui deixou de lihe ser
entregue por circumstancias supreve-
nientes, h, portanto, ella ,d intdiramente
nova, e podeser transferida para qual-
qu'er provincial do norte, sem nenhum
risco, e corn pequena despeza. Para
informagSes nesta 1ypographia.
0 unico deposit dos
remedies do Dr. Ayer 6
em casa de Adamson
Ileie & C., a rua do
Ma quez de Olihda n.
37, entrada para o es-
iriptorio rua do Bispo

"riRMha n. 37, outr'o-
0a. En- 9 $cantamei-

to-N ',


Precisa-se alugar urma escrava cozinhei-
ra, paga-se bem : na rua do Cabiiga n. I .
Precisa-se de um bumrn cozinheiro na
praga do Corpo Santo n. 15, lo andar.
Esta fugido o escravo Manoel, preto, corn
o braCo direito decepado, 6 cambeta e embe-
beda-se : quern o pegar leve-o a seu senhor, A
rua de S. Jorge n. 74.
QUASI GRATIS. Aluga-se a casa n. 55
da rua do Visconde de Goyanna, caiada e pin-
tada : a tratar na rua do General Seara n. 31.
Aluga-se por prego commodo o
primeiro andar do sobrado da rua da
Imperatriz n. 6, corn agua e gaz enca-
nado : quein pretender, dirija-se ao
miesmo -predio, terceiro andar.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 3
A rua da Penba: a tratar no segundo andar da
casa n. 41, A rua do Rangel. _
ALUGA-SE as casas us. 47 e 51 at
rua de S. Jo.o, a prego razoavel : a
tratar na rua do Apollo, segundo an-
dar da casa n. 30.


Al uga-se o terceiro andar e sotdo
da casa da rua do Commercio n. 40,
1t.uito frcs.i e ioto CCtLModos para fa
milia, ar ratar i : .ti'mazem da mesmina.
ALUGA-SE o armazem no largo do Corpo
Santo n. 17 ; acham-se as chaves no mesmo
oredio, no segundo andar ; a tratar na cidade
de Oliqda, oitAo S. Pedro-novo n. 21.
AMAS na rua de S. Francisco *n. 18 ha para
alugar amas de leite e seccas.
Aluga-se o primeiro e segundo andares
do sobrado da rua Imperial n. -128, coil muito
bons comnodos e recentemente pintado : a
tratar na rua de Pedro Affonso n.,47, segundo
andar.
Aluga-se a casa n. 54 da rua do Fogo : a
tratar na rua de Pedro Affonso n. 47, segundo
andar.
Aluga-se a loja do sobrado da rua de S-
Joao n. 48, bem como uma mneia-agua nos fun-
dos do mesmo predio : a tratar na rua Duque
de Caxias n. 80.
Aluga-se dous molequinhos que servemrn
( ara comprar, lavar pratos, varrer-casa e fol-
gar corn criancas, por serem mpuito limpo;e
espertos: "na rua de S. Jorge n. 74.
Aluga-se quatro casas novas, muito fres-
cas, na Gapunga, a precos commodes; duas
na freguezia de Santo Antonio, travessa da
Bomba; e umana frguezia de S. Jos6, A rua
do Padre Floriano n. 61 : quem as pretender,
'dirija-".e a Capunga, rua das Crioulas n. 15 A,
ou A rua das Cruzes n. 31, que se dirA quern
aluga. _
A 1 a Precisa-sede urma cozinheira pa-
uAA ra casa de familia : a tratar na rua
do Hospicio, asac terrea n. 46.*
x If A Precisa-se de urma arma para com-
A I A prar e cozinhar: na runa do Crespo
n. 1t, segundo andar.-
AMAS Precisa-se de uma ama de ieit ,
sern filho, sadia e de boa conduct; assim
coino de urma boa cozinheira nas mesmas con-
dicOes : a tratar na runa do Aragao n. 41. Nao
se olba apreco.
A rA Precisa-se deuma ama
para lavar e engommar pa-
A Mt j ra duas pessoas: na rua
da Amizade n. 6, (Capunga). .
A m i I'recisa-se de uma ama para co
S ,zinhar. na rua da GConcordia n. 43-
S f A Quem precisar de uma
j l ,^ ~ama para coainhar em ca-
-A 1. VL sa de pouca familiar, diri-
ja-se A rua do Fogo, na entrada de S. Pedro n.
58, que acharA corn quem tratar. Cozinha
soffrivel, mas nao compra.
AM A Na rua de Santo Amaro n. 14,
A precisa-so de uma ama para en-
gommar e mais serviQo de casa lde familia.
Por 1:400$
vende-se dez casas de pedra e cal, cobertas de
telhas, rendem por mez 405, 480 por anno ; -a
razAo desta venda 6. liquidaco, de Cont4: a
trtaf nod primeoho andar n. 52, a runa Dque
4d Caxs, dw 9 horas d4 a As 3i/2 da
taille, nbs'dias u ei._
Cozinheira
Precisa-se de uma cozigheira :--a tratar: na
kf do Imperador n. 92, io andar.
De'lara ao
0 Bare de Nazareth declara quo na sua au-
sencia temporaria desta cidade, deixa como
seus procura4ores aos Srs. Dr. Innocencio Se-
raphico de Assis Carvalho- eGaldino Pio dos
Santos, devendo o segundo ocempar-se espe-
cialmente dos negocios ie sua casa commner-
i----------__-__-___--_____

Arrenda-se
o engenbo 'S. Caetano eyeodle-se a sa-
fra present e os animals que nelle tern,

Una (KIrcadem~ne :0ct~
em PBttrl: coin o pvptietaio o>,lS
jot Albuquerque Si va, ou aO ;e(lfe
corn os-Srs. Leal & Irmiolo Manoel
Joequm da Rocha, AX& da Cruz
n. d6._-__,_____


Francisco Gomes da Silva wraiva
Francisca das Ghagis Ferreira Smralva, Ma-
ria da Assumpoo Ferreira Saraiva, Amelia
(-rreira Saraiva, Francisco Gomes da Silva
Saraiva, Pedro Dias dos Santos (ausentW), Joa-
quimr Dias dos Santos, Julia da Silva Ferreira
Dias, fanoel Dias dos Santos (ausente) Anto-
nio Dias dos Santos. Gpitherme Vieira da
Rocha, Anna Joaquina Ferreira e Candida
Maria Ferreira agradecem sinceramente As
pe-ssoas que se dignaram acompanhar ao ce-
miterio pubtico os rests mortaes- de seu
prezado marido, pai, padrasto e cunhado, fal-
lecido no dia 14 do corrtnte ; e de novo Ihes
roga o caridoso obsequio de assistirem as
missas que mandam resar.per alma do mesmo
fallecido, sexta-feira 20 do corrente, As 7 1'2
horas da inanha, na caplla 'lo cemiterio, ,.
por este actor de caridaide e religiao, desde jA
se confessam eterna-mente reconhecidos.

Professora
Precisa-se de umra senhora que saiba po:-
tuguez, para professor de meninas, no enge-
,nho Boacica, freguezia de Ipojuca : trata-se
no pateo do Carmo n. 1, taverna.
Cozinheiro


Aluga-se um preto cozinheiro : a tratar na
rua da Imperatriz n. 37, segundo andar, ou no
largo do Gotpo Santo, estabelecimento do Sr.
rhomaz. __
Atteni0o
Aluga-se juntos ou separadamente o 3, e 4o
andares do sobrado da rua do Bruni n. 84,
corn grandes commodos: a tratar na rua larga
do Rosario n. 34,. botica.
ARTIGOS DE PHANTASIA
Bonitas caixas para costura, corn
music e sern ella.
Lindos livros [Horas Marianas] corn
capa de tartai uga, iadreperola; etc.
Canivetes e tesouras finas.
Ricos lengos de seda corn lindos dese-
nhos.
Finos pentes de tartaruga.
Lindos desenhos para trabalho de l.
Ricas collecoes de visporas.
Bonitos bordados para saias
Lindas caixas corn tentos para jogo.
E muitos outros artigos de phanta-
'zia : s6 na loja da Malva-rosa, d pra-
ga da Independencia ns. 2 e 4.
Na rua de Paysandt (Passagem) n. 9,
lava-se e engomrna-se corn perfeicAo, por mo-
dico prego.
200000
Alerta
Fugio em outubro de 1874, o escravo
Jose, pireto, crioulo, de idade 12 annos,
altura regular, conforme sua idade,
secco, pernas regulars, cabega com-
prida, pescoco comprido, pds chatos;
este escravinho foi comprado no Pago
de Camaragibe ao Sr. Joao Vieira de
Lima, e s6 esteve em poder do abaixo
assignado 15 dias, findos os quaes des-
appareceu e consta star em terras dos
engenhos Paraizo, Riachdo, Santo An-
tonio Grande, Sacramento, Ccronha ou
Quebra, conforme cartas que o abaix'j
assignado tern : quemin o apresentar na
rua de Hortas n. 86, sobrado, tera a
gratificago acira.
Maximino da Silva Gusmio.
Fugio em julho do anno passado,
o escravo Jacob, preto africano, idade
maior de 50 annos, alto, secco, pernas
compridas, cabeca corn uma cor6a no
meo, pescoco compridt., pes seccos, d
bastante vagaroso e falla mal; este es-
cravo logo que fugio fei -ter em Una,
na propriedade do Sr. Joaquim Felicio
de Sa Barreto, e este mandando solici-
tar pra alugar e nao me convindo,
mandou-o ernbora, Je atld hoje nao
appareeu mais; este escravo foi de
seu irmio o Sr. Antonio Victor de Sai
Barreto : o abaixo assigirado gratifica
conm.a quantia de 5$ a quem o trou-
xer a rua de Hortaso n. 86
Maximido da Silva Gusmao.
Mofina
E' pedra que nao joga.
Agua molP em pedra dura,
Tanto da atd que fura.
(Mas esta d de bronze, que se nao
tern furado por ser estanhada).
Rags-se ao hUm. Sr. Ignacio Vieira
de Mello, escrivao da cidade de Naza-
reth desta rovincia, o fasor de vir a
rua buque de Caxias n. 36, a concluir
aquelle negocro que S. S. se compro-
metteu a realisar, pela terceira chama-
da deste journal, em fins de dezembro
de 1871, e depois para janeiro, que pas-
sou a fevereiro e abril de 1872, e nada
!cumi;, e p~n" este motive, pois, d de
poO^ e... i-'adp dio tim, pois de-
S embrar-se que este negocio e
I de ma3 e oito annos, e quando q se
nhor seai filho se achava nesta cidade

Music -e Piano


-Uma pemm compdtenteoente habilitadapo-
pwe-se a lecoioar musia e pirnem coIeos0
o Caasa partiueares:a tint=r a Cb
al, 1,loja do jolmas marua da n


Na ma arSo watF A. d4, wasa-se do
mom ki a iA ti. .


























L
-,.. .t ... : '.
g o-:= .F"-i-ro. -.i ':'" ,= '

; !::::=- a prazo,- o aOU adiB|" d
S :Ionbem:-se ,lie todo: oe~rvrt p~msd e
s trazdas' a ella, qu r de "'semus
Faz contrato annual para todos os conemcer-
:i& d*engenho.
CauteUa


-Nao emprega inculcadores pelo ;capo.
Roga a todos, que mandam encommendas
ella, exijama vista da conta impress respect

Tendo sido enganadas diversas. pessoas e
procura desta fundicio, observa"se que a

FUNDI10,O DO BOWMAN
estlA entire o chafariz e a fortaleza, que os edifici

estIo de-aambos os lados da rua, perto da coche
rados bonds P pintados de verde nos andar
inferiores.


[IINCA


a.
m


10
I -
es


-IMPORTANTE


CABELLEIRARIA IMPERIAL
Odilon Duarte & Irmao participam ao public que, tendo mauddo seu
estabelecimento para a casa n. 60 da rua da I naperatriz, o submetteram a no-
taveis modificacdes, addicionando-lhe uma sala reservada as senhoras, e .um
magnifico e sumptuoso deposit de tudo quanto se pode considerar como ar-
tigo de luxo, ,que vendem por prepos relativamente muito reduzidos,.
acharem em' relapses directs corn as casas exportadoras da Europa.
Esperam que continue a benevolencia que ate aqui teem merecido do
public, e convidam a todos para visitarem o seu estabelecimento que
uesta cidade 6 o unico na especie e na magnificencia.: -



Museu de Joias
N. 4-Rua do CabugA-N. 4& -
Este important estabelecimento de ha muito conhecido do respeita-
vel public, tern na Europa um de seus socios bastante habilitado para a
escolha das joias, que constitue.o seu esplendido sortimento, tendo por esta
f6rma novidades constantemente no artigo joias. Asseveram seus proprietarios
que, a modificaao nos precos e agrado e a Ainceridade de que usam, fara corn
que qualquer pessoa compare uma joia qualquer eainda mesmo serm precisao.
Pedem, pois,. as Exmas. families para visitarem. o seu estahelecimento,
que se acha aberto das 6 horas" da manha as 8 danoite.
Jolas de brlhlantes. De brilhantes teem ricos aderegos me
elegantes caixas apparelhliadas de prata, e para todos os prepos, tendQoeatre elles
Idereos de subido valor, por. serem, dos melhores fabricantes que t4m vindo a
esta cidaide ; assim como, anneis, brincos, cruze;, caoletas, broches rqsetas
e uma infinidade de brilhantes soltos, para cravr oi voitade do e6o ador.
SJoias de phnal a;l De ouro, comni pedas finas, tern um va-
riadissimo sortimento de brincos, ealetas, voltas, braceleltes, cadeias para hl-
mens e senhoras, ate lapin, cpnetasapitos, etc., etc. r -
Joi&as de prIta*, De prata tem cb1heres, casticaes, esporas, sal-
vas, bandeijas, faqueiros e paiteiros, etc., ete..
-- -elogios. Teem um complete sotfmmento fe relogios db prata e
o ,para homens, senhoras e meninos, todos dos melhore fabrcantes.
Joias paralap isados.,O E para este a aeito que chamamos
a attenao das Exmas. madrinhas e padrinhos, porque temos um complete sor-
imento de pequeninas joias, e em caixas proprme pars dadiva no actor do bap-
tismo.
Aldm destes poucos artigos que meMcionamos, temos outros que nuo
podendo mencionar por ser enfadonho, sorprenderdo a todos que visitarem nos-
vo estabelecimento.
Joseph Krause ft C,
__. t -.


40 .- -


.
Grande sa0w de ca*elljirro
Rua do M d.q OUa b 'St, ti- and


Especialidade de postigos'para 6dnhor,- e pN os por preco fAzo8 0
Nesta casa se encontrara todos os objetos qacrnentes aes peqtadd*da d-
nhoras, cmo sejam: cachos, topets, tranps,; .dmeu o qeae o -.
nais modern neste genero. Tambem se con fcoqfes =dos, tomandoqoe
do ulimo gosto. '
Penteadosde coques X).'
Ditos de achos
M de'tra a "
::-o / i7ilras;Btro d^^s. ^ A" : .;;.
- -.a a..,
S ,- 2. ,, .
[::,,,,:, .- : .,_ ...: _,,,. .:. .-


4


4 :.k .


! Preserait., estelfundado tmnor nao existe. A injeccaajue n6s apre-
sentamos ao -ico, que conta 4 annos .ie bons.resultados, ns interrompi-
dos, ndo 6 irritante. E' anfiDlnnnwrhcgica emitoda a exteoris'o da palavra.
.Queremos dizer d a. caa do ma6 l, que ella destr6e decompondo os elements
da purgaao e tohificando a mucosa e as glandulas d'onde provem a sua ori-
gem. Asua apploa&o nao e dolorosa, e se irna ligeira impressao se segue a
sua introd.ucao, ess ivnpressao 6 da pouca dura, e segue-lhe urma sensaao
immediate e ndo .6e deagradavel. 0 seu tratamento nao prqcifa de nenhum ou-
tro. auxiliar pars fazer parar em nmuito ppuco tempo as purgates, ainda as
mais rebeldes. .
Quasi semere basta um s6 frasco para 'a cura, vis nao nos consta que hou-
vesse purgacao que resistisse ao emprego de dous.
Afim de chegar -a uma prompt cura, o doente devera seguir o regimen
indicado no impresso jhnto ao vidro.
Vende-se unicamente na
Pharmacia e drogana' de Bartholomeo & C.
S34-Rua larga "o Rosario-34.


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i Pefapoio cosama o Sr. A. Cars, rila o Bornm Jeus ,.
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A LA REN't DIS FLIURS
ftTA3ELEC1M^TO 'VADO &A 074.


LEITE D'IRIS
W iJ,,,., IrtJA, m Le .,s5.,


hribnff ia upeoial n ite d'Ilri.
VERDADEIFRO
LAIAo do STCO d ALAC
M7 W,*_9 Xr u de oucwador.
*^PIEhUOR.5A VA$HORABLE .


: *.s.e.. e s"
m O^P~tgAIX
4..As 9,I


S,0


I.

4 2;9


I


3 on 4 d'estas Perolas produsem uma ali-
vio quasi instantaneo; de tal forma que so
a primeira dose na6 product etfeito 6 inutil
continuar. '
Cada frasco contem 30 petolas, o qiue d
I logar a sdr feita a cura d'uma enxaqueca ou
d'uma nevralgia por pre'o insignificant,
A essencia de terebentina devendo sdr
rectificada corn cuidados .es.peciaes, convem
dosconlnar das imita-Ees e exigir, como
garantia (FJ'ori em. sobro.,ada frisco, a as-
signatura Ci.EKTAN.


9


'OF

I S.&H. HARRIS
Mtelk Street,1S7,Londres


Em Paris, casa L. Frere, 19,ruaJacob.


Vendem os Srs. Barboza, Bar
tholomeu C, Ferreira Maia eC.


GRAXA LI UIDA
PARA 0 CALCABO
Muitobrilhante, iosujaa mpaeii oqueim ocomo
COUPOSIOM CUTMA A Ar A PAm OSARREIOS
Artigo, o melhor em razlio das suas pro-
prWeades contra a agua, seo brilho, dura-
eao e eweitos vantajosos sobre o couro.
Gun LIUID ga m AIIIIOSA .tCAUU&A6S
UA PBTO U"I JJAM PAMl 08 AIRIOS
P6PAUk RA ILLAS
IICT'oR. PAUA 0S A.B108
B UAL4,aUKa MPCIZ OK OUOa
Paut B pa, sullas
Pu' far lutrar, Umpar oruutaeseo vidr.
Dfto em jambc,
ELIB XMORL e OL


Agu


Para tingir instantaneamente os cabellos
PREPARADA POR
BARTHOLOMEU & C.
PHARMACEUTICOS DA CASA REAL CE S. M. F. EL-REI DE PORTUGAL, PREMIADOS EM A
DIVERSAS EXPOSItOES DOM 0 PRIMEIRO PREMIO DE SUA -CLSSE.
Unico composto, cuja base principal sAo.principios vegetaes, que p6de
por isso ser uisadopor tempo indefinido,, SEM 0 MENOR RECEIO de altera-
gao da safide. Estaagua admiravel di aos cabellos, em poucos minutes, uma
c6r e brilho natural, desde o castanlo ate o negro, e, ao contrario de todas as
tinturas conhecidas, tern urn aroma agradabilissii, 'que facility o seu uso as
senhoras aminda 1 mais difficeis. AFFIANCgAM-SE OS RESULTADOS E
EFFEITOS INOFFENSIVOS, quer a applicacAo seja limitada a barba, .quer
comprehend os cabellos da cabega.
Todo o frasco, que ndo levarassignatura em mataruja branca, deve ser
regeitado como uma falsiffcacao.
DEPOSIT GERAL
PHARMACIA E DROGARIA
34---Rua Largado Rosario--M34
Perumbuco.


PEi FUMARIIA


A -.DAN


<<.
2S
-h^-i
=>
c=?
;5S

s
C=?
^^


M


UNiMEAL


22
Ulu &


-PERFUMARIA DE

TODOS F.,E

FABRICANTES


Esta preparaao tonica tem a qualidade dos dous products que for-
mam sua base, o RHUM-E QUINQUINA. Ella fortifica os cabellos, evita
Ssua queda e faz desapparecer a caspa. Seu perfume muito doce da ao
MabUo umn cheimro fino e agradavel
-Unico desit n Bzar Universal na ra Nova n. 22.
0 Biir term um complelo ortimento de pbrfumaria de Lu-

Para tm.1ara manoc ..-pfotd l k, Hamburgo
'*'. ^ ^ : .Ob ras d.e ve :b.. ,
Cad4ras ^bati~wo p^a~eoa ditai pir.mi~^ ^^

Hbervos, carminhos pra^ tiiew IPM L
S.; .J f .' :..." j. .- ,-
p ..., .,- ......a ."'. '.
"':' : -, '" "* '' '" 'A/ W %.; ,. \ ".^ ". .'*' ,,;
:,,: 081 6 :.,,


DAS BNFBRMIDADE5 SEXUARS, AS AFFECgOB5
CUTANBAS, E AI.TERAQES -DO SANGUE.
B30,000 curas das Ympingem,
sPutulas, Herpes, Sanra,
SComin6es, Acrimonia e At-
Stfrac6es viciosas do sanpg;
Virus e Ateraq6es do sa-
gue. (Xarope vegetal sm
ercurio'. Itepiraitivos Yesetaet, iAHB
miZBaAESN tomao-se dous uor semana, se-
gutd o tractaniento Depurativ, : 6 empregado
uas mesmnasmo!estlas.
Este Xarope Citracto de
^ lIerrode CKABLE,cura im-
medolataumente qualquer
Purga o, Relaxaedo, e De-
sUidade, e igualmenite oz
HFuxos e torts brancas ad
mullieres. Esta Injeccao benigna emprega-se
eom o Xarope de Ciftrtoo m de Feirr,.
nemrr.dah.pomacka queajcura en tres dia.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra : as Affecefes cutaneas e comixam.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do Or abale.,
ada fiasco vai accompahado de um folheto.
AVISO 1DS SRS. MEDICOS.
S* cGura Catharros Touu,
~Coqueluces l "ritaow
Inervosas dos bronchios @
t Idas as Dofasdopejo;
hebsta ao duente urea
6pdo Dr Forgot.
Wi eraua aes e x. opO Jo Dr Forgete.
ri UAIAMLE, cm Pariz, wua Vivieaa, 5I.
Asito emPi mbuo: A.CLOBS ;-BARTHOLO1O0
,"L SO Ce UM jrincpaes Phb'ido BRAZIL


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NiO MAIS CABELLOS BIANCOSI

a de chlimolina


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Doi IP auhy)
pertu rtamuh.Ai* MedItelna do Rio de Ja-
". **fro, TOWO Mtp euuoea do Gvao-PatrA, e lauro.t4o a Exposl-
qft ;3aeLnMal em 0.%I4 Delos seas products chlmlcos e pha1'iaceutlco$,
cavallcilro da Imlperiel O4dem dai Rosa, etc.
Ete preparado e sem contesja(,o o melher de todoa os seus similhantes:
j& ^o cied-Ieo em A*do o o pe'I o, prindipalmente no Rio de Janeiro, onde p
seOU c4surao em MWru at 24,000 frascos !! Aquefte que mais provel-
t6AsBte (Qseu sal ar df0 principia logo corn as pnimeiras d6ses) se poderi
applied em todus as mo-estas que teem sua origem aa imNpridade do sangue
e principahlnente nas molestias syphiliticas, came sql' : gpwwid, bobOes,
macros, bobas, rheumatismo-artieular ou muscular, darthros, empingens e ou-
tras molestias da pelle, ae. ea.
Venade-se irma duzia .p.r 4A0. 0
Cada frasco por
!eposito em Pernambuep a rua do Cabnm n. 14.

Tambem existe A vendanestedepasItos se0 ltes
preparados do mesmo author
Xarope balsanico peitoral de floreq e bagosd ,.rqI e
miucaem de mutambV pvmmo atratarnto ra l das maolesfiUas dasvias
respira.tora, es "como: catarriho pulmonar agi4o Webrnice,ftryngitew bron,
cites, hemoptizes ou escarros de sangue, cqMee, iMecg ,I-ahmitwAis co.
megantes, e na convalescenga das pneurionias.
Llnimento antl-rleumatico, para tiatamento d9 rea.ia .sw# arti,
cular ou muscular, chronic oiu agudo, gottosb on sypUhitico, dor syaica, e
comnio resolvente dasbobas, exostoses e turanwes.
Pomada anti-herpetica ou ant.dariro. a, par., fr a 1ento
prompt de dartbros, empiftgens, noduosidades, esoxriaAes syp hiicaN cas-
pas e de todas as mole-tias da pelle,- devidas ao ee tato ou impurma do
sangue.
Pilulas anti-periodicas, para cura prwupta dUs fbres iviervtten.
tes, ou sezbes, constipag3es, febres remittentes, paldosas e pernicio.aa; sio
laxativas.
Odontina, especifico vegetal para a pira ista e. da.adi r deden-
tes, por mais rebeldes que sejam, quer provenham de cariai;o do dente, quer
seiam piopriamente nervosas.
Dio-se prospectos. -


EI!LO lO lll I U IMYtlIS
DE
VICTO rGIADIN: .
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA N. 26





9 / .^l1 -. 1 .9
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r o covaoo, ..
QSS^SS ^ Ouuarto ^ mU to lId oisparoes, a zwv t
Bi SSTfr M ~aiR C4UlPW P~ ~ t* w* *-^W'f?; -r^P Sanael Maitm a. din*'*-- *
O ..... .... .

h ; Alpaca de c'esI, avraO- .'0"
l Q3eiros 4 WV. "e. u 2nP ww uSmart .,iia;uelistras e C'
166 3,20 V -IIN 7114edeIIIIIur n t s tu it o s -

000tn- n"', i
-.^E^ ^ S -st wl 'fi Se, av.afta C~e #,?fii t4rs dtD.0; :". .
papa.;~
peionpra-se ini!a negrinha de 10 12san- ina
Sbu os- no pateo de 4edro e 73, 2o. andar. s l .
d-epenen"a s 4 un.... ar.de Jho, e sea,.vinoD sdar ika v l
w~kubox o-ai.ikAA 0..A._i :, IM.I.


tern un conpleo rtimento d c one- C, -.Ao ti, i'd.0a,
ca- nos -eno ederPedro.- In in omass lindos goist e ra Et v ..- .
bra n -pnquedo er e.n Linhos pardos para 1vesfidos, iespe-
eA're tao iveat-e aOiuA a~, Afecconnfo poIo eomdendofor A'onio Jo- ( pr.6 803qbi.phitjlV bo p ara O rs.o dito.
aparadores, guarda-ouas, etc., etc. dtIeo. araem da bo aarei.a, oravorsa da avin Dito liso e de. a adrolpara vestidos,-
tern. urn mmpleto sertm en tb de -bone- Ca e
cas-,e brinquedos paro month, s, tendeYl ytdoi~d 1 Merin6 de cores .para vestidos, espe-
erteet s Hioi ofeec i4 -9C llecelonat'o porM comm .endfdor"Anjonio Joua- t( ,ppra-tq. qlbgrl, 90 v h al 00, ,441 i~l oe orD ~ s io
aparadores, guarda-lougas, etc., etc. M6o fir m d a it armem da b6a amarella, trB am a rta do Ganga amarella, para vestido ee n-
JAFOjs-' AtA o fim dee mb.he d M'*s da ty-. Impep4aat
n pographia rcantl t .ig ips obra urn es a b feitr, a320 ,r.edit.
dleas da libmsc,.. 0 lrto d inhr a traLar A (ru. laru a do Aosario nu-
IeieLC WA4 e coznprM ^ 1ar??^^^a Mainzs, ^ ospadr^a para 4
e nacia nn 2 2A.e-1e urn uoitweatas -vginas niidarnente impressas e meboz 44Drs o dito
hndo sortimento de jarros paradAlres, em born papel. ".. At.balhado de listras todo bordados
e estA vendendo barato. Esta obra descrevendo diversos episodios de m todbia"s, a ISM0c.nttnx
sua vida, seu mdnstruose process, sua defe- lOh, a 0 .m m .
AOS FUMANTES sa, e finalmnente a seatenca iniqua que o con, urn escravo e on. escrava de oiqi idade) Trlartanas de todas- as cores e qut-
A loja da Malva-rosa, a praca da In- demnou A more, assim commoa publicagAo de mas quiie nao tn L de s:vDs: fa rua d lidades.
dependencia ns. 2 e 4, previne aos sua grammatica, e reimpressao do journal po-. Aguas-Verdes n.roJ o. na pa 3
Sr. fumantes que alm das melhores litico Typhis-- torna-se assim utnp obr .-. a-se a ca oos a finaPara 3 rs. o
historic e instructiva e do summa imip6rtarl !i i s de .'o s. CI
emais conhecidas marcas de cigarro rtq. der^ ^^ Wor .pr esio~a.u
o mais conhecidas marcas do ciga~r,~ ro ia, e que todos os brasileiros, amantes dt ruenoj;, prefere-s na Soledade e seus grre- Cantti& preto, para vestidos, paralutF
fabricados nesta cidade, acaba de re- patria, devem possuir. ltr18-:a Eloas'.c.Ir u.. 18 $ eri.le n 800 rs odito..
celer do Rio do Janeiro, um complete Osedictoresinfrascriptos, nao suppoi'do que cm a. 8 Setim maco, todas as cores, p, a
Sortimento de cigarros tanto de papel ella se estendesse tanto, grande prejuizo, como -I- a c p
co den o paia, daos melhores e mais 6 notorio, tiveram corn tal publicaeo, occer,. af o.
comp de pala, das melhores e mas rendo ainda a ella a-Crise nmonelaria, apens LIQUTDAMI NA ITA DO MBE$PO
acreditadas marcas; assim couo os estipularam a diminuta quantia rie 5O000 par Cumpra-se e vende-se, novos e usa- N. 20
excellentes charutos do Rio e Bahia, os assignantes, e 700 para os que i'io st dos e recebe-se tarnmbprn para vender LOJA DE ALMEIDA& CA'MPoS
etc. inscreverem at. o fim do pre'sente mez, preco em leiIdo, mediante comtnissdo, azoa-
etc_________________________ pelo qual ainda nao se imprimio neste paiiz em leil mediant COISSaoa- --
Att ouma obra roe igual tamanho e apre(o. vel : no a rmaen de moves A rua es-ll
Atteneato Eae a. iadoAsr .-1
SEra escusado fallar no grande prejuizo dc treita do .rosario n. II. I
Saunders Brothers C., agents de que sao victims os edidtores, o que e reco. _____o, _-'_
Lloyds. nesta paa, chmama an atten- nhecido por todos, e facial ver-se, jAp ;'ol. I AU
l~joy~s. nesta pia(n, chamam a atten- grande onus que sobre elles pesa, j. pela VENDI
gao dos senhores importadors de la- flegma que seobserva centre n6s pela litlera- -. ... 0 groprietario do armazem da hola amare-
zendas, a necessidade" do redamnar tura, mormente patria, e ja por tere~v encon. VENDE-SE arinha de mandioe daS q 1- 0,.,trave';.-a da rua do Imperador, vende
a, tradlo amsacrise medonhd que assusta e lid speir,e bern acoqdicionada no%"'.6Wnisdo ve~rdivoeio cimeito single dw Por-
abatimento de direilos n alfandega, o a mesa crise modonha que assusa glia e st oorn1,iber colntiondo u tior oi
d tod e nr m ir indis affecta a todas as classes, e por isso sao fr-- g0o oelo i n. escptifnio de Julo &. ]Sad, corn 13 arrbas franeas, sok condiQio.
deod ge ir qe m a nio ados valer-se da benevolencia publiga e de I i. o i. qore se noo fr do mrboro qe se prea encon-
externos dae avaria, e tambem de cba- sels amigos, e scientificaflios que, temerosos r inf,-se4uimaZ;oea decaix, piopria tra no mercado, recebe-lo, pagaqbs a despe-
mar a vistoria de Lloyds, immediata- pelos inotivos acima ditos, rrui dimrinuto foram par4 padaip, quo velfia pV f6ra da citla.:' za quo corn elle tenba feito o consador, nao
mente, logo depois da descarga do na- os exemplares que mandaramn imprin ir, e por quem pretender, dirija-se.-a rua da Soledade 'passando de 12 horas depois de sahido do ar-
vio e antes de despachar a' fazelda, isso seria 'onveniente que cada um se previ- numieo 27. mazem; Ai 'iLa. vio e ants espacar a azea, na em tempo proven-do-se desta obra to im- -"- iA D' l ha quern votw ais baralo.
nao sefuindo este costume, esti pre- portante. .. .. --%
jul I ca, qiialqner reclrTna.uo sobre o Igualmenteacha-se ainda a venda a obra do Ie Aa Vq I'tSAo
set ro preclaro sacerdote o flmado vigario Francisco Vcndq-si i juczfo de suplior qualidade, em
se-__----------- Ferreia Barreto, de saudosa memorial. a qual barricas de 14 a 15 arrolbs : a tratar na rua Vende-se na eslmdade Jolo de Barros, jun-
m' S o uito se recomnmenda aospadres ministros is do Conmercion. 9. to a estaio da Encruzilhad. e 'Btem, un
siti Gh Cristo, que sao dignos deste nome. A obra .Tt" ---- a eitxcllnteme.werreno, eontedmlvii fteir0s
Altiga-se o sitio da Capuingt. em que 6 em dous volumes, e esLamos dispostos a U J:'aU wij u 4a ruUa 0 .i haxa para apimh, corn 200 pals dae frre'le
"r n r rvender por 46000 e darenros umrn grande abate d I e 800 dfi undo a tratar nO saiio da tallecidaa
morou o Sr. Ferreira Matheus, corn aos senhores livreiros ou quaesquer pesa e V esdo Goyaniaa.
grande comrmodos e proximo de- uma parculares qu cor n rare 0e poro .-dbe vsndes aoa
das linhas do bonds e estagdo do Man- Acham-se d venda er todas as livraris na seg irte: to concorrido, e bastanterreguezada: adftfr
guinho a tratar na rua de Pedro Af- typographia. Mercantil, rua do Torres 'n.1 0, na Passagem, rua de Paysaud 'a.1.
fonso n 47, .seguindo andarI aonde poderAo dirigir todas as reclamaCes. Alpaca de urma s6 cor. endseum p de 40 annos Iade
1os ., na. -N .Nenhumn' ~a s. ,etrgu i.Vende-se urn proto do 44D annosde10izlade,
nhei ro d isn o- sedic eores, gue Ditas com listras. born trabalhador de enxada, born caiador e
nheiro ", Os ,isa- sedictores,
A ora Bi la D'Cares E." uhlet & c. Lzinhas de Philtadel--iia, gosfps pintor, sta muito propi* para sitio: no pa-
i I mmito indos. teo do Pedr o t..6. _
Cor~ ~ Brihane ~Cretones fraitce~es.,
Ct><1 ZW0S ^ 'y~aw ff4.J^E~ _ES D Granadinas pretas. IH i ftT1IIA
-T-O DE "A.S; Iu] 4
Esquina da dofib XJ AAVF 0 4 N decoresecortesFvifd rUr|11 ^\A
S proprqtrio esabelecie S 2 eias Litdisimas baptitas para M etidos,
0 prop~trs de tl esaboeecuri plal,,9 sol-,.
veq," afn do rar .dinheir6 ve04' i !" "1' E'pLrtltos. t 240I rs. OVaO.d.
par* 4af5o AW qt0 outr, .... udea G tfpara se hors. Variadissimo sortflmefto de marip-
avrne *L IiAwo*u ootwinbos ptrditas. s, a 400 i. o dito.
se verudewm f~~t~n~
seAhoras a .o3lli .r i^ ^e s. "Grtairek setftiweno de p o" "a po f
L2, roste P?^,I 4orw esttios, a 4, 500 e .rs. ou
faesrrtega tmto soU- Flor dos Alpes, (que'ludao.-goio); tiido .
rrega l^O 0utros muitos artigos que vende ba. r4|fii t|, ijgpt em vmdc
paromptid aoepeonar as, e-~qu

lono pae a em pr^o~i e er~o :. na rueoi .... af -rii. **' .:.. S *y !' 7 ."w^ T-r *ir--n.( !mO ]f L!Tin .. ** *
do Cabul as .'"'' ,W]rlt UUmtart
..u a o ,d.icyo talr t ..h,. ,,
tomo pa~ fda ,,Po ,. M/* rm,- mem o. l mrdOo *U,i., .... .


4 A M ao 0 0
por 'W'e ".- m. baptistas
Sy rua das Crioulas 4 {59.6 ao 3 ova
;, .. 'iii& a L !mlrfte muitos ar teos, uma grande l fi y'.' loja daCoilqsita.-
~ .-.apum- emr frcs 0. ptasov e4O anar. Ve s.l ,mw, )p 3ti r tuarI
,.'ratar na ruado Vigario n. 33, pmeiro andr l,3] -l R, p iM^ A
le
L~rffY~~j~I3 Roib4 4~4e ju- RARMIOEMRON
... w.:Ese w; ga R1 -
Vidtor Grandk soeugfica ao oI ue fez c "4 bon Soil d a Baer P4o Vriv i- t"i
urnento de relogios de algibeira, do-puro, prata, ftJ3llr4 ,ro ;. paten' p4rdora w*.* ,idol ..... ...
tes inglez, suisso e argericano, dos mughores fabricanl. Ai *ra e dos Es. "te ,idad*41a 0,:&)OeulOrs ,
tados-Unidos, para hrniens e senhora; assim comn" sd'timento dj prtenceut6,aon. Pedro detAraiAi'1eltrao, o s 0 60 e 6 s.
correntes pAra os noeinos. 'qual tamos seuintes tgnaes ,sl -h. mMw ite GOM a .,,4Q ;,n avth
Grade~ortiwento de relogios parede e de cima de 1r"3, de todasl @Jill t ,'1 *U l^ H O ;a ^a.:dri a
as qpalidades e differenl.e piodelos e d4, melhores fabricates. bexigas no rosto e aew todo. corpo, anda Eiremeios, no hpreo.
urartp a l.etasr $ acb1os ac-ha-s g nesse geneoeha do bern trajado, 1ntInla'se forro,. disol -, te, hadIU Cretones-inglezes, a 28xrs,.... .p
Cado-e bern tralado, intltufa~se ftOro,,adiz a-:! IIM .. ;
dQ)rt Wqa' c.Ios ah--enesse g4:. orI& d#9 meip a. daber'as
rs h esqlkQP G.C aN- i4 'do msAt fu" *o' p ,o elai'.
melhor em videos de crystal, que so os minais aprlpialt*4pa easaCcarvaua-eC6S; do iopto Mariposas I a n 1
da vista. "aa-es. ea to mu '0 dde boro o" Baka, Chitas de 240 a 360 rs, ae
des de i't10"jOS. de V ~ ~ se tidi. .Oq aU.tjOZff- S S iWQPML U. vae Rrmildo1q1P iaiagem'desteet~,C) O
desr'.omtooss.quaoid 'abir rua; protea ,' pot.prej...s a rp para.o Rio dew hAeiro, do propriaentoe
des de itioo los :51 nqs, na fdrma da lei cjntra ueme .qu,:i : A-"" ",'0'"
A, quzL -ta"Silva Powriw es, nego'diainte ., :: ,
Na casas oroIM ~ ~f ~ hw or1' aem25 dejBaat
Na resma casa se compra prata e ouro velhos, pedras precicsas e Wes de campo quo o appebedamo1 Bramante de oanoTeoomprdar d
moedas 4e ouro e. pnta de qualqwir aqtalidade. zani A ruado.,43 dod y'2 m Th.oi'11 Vrde ,, co s-xle I
DoIrum,OR anu nte gir is iaVrt~c~oe-~4*~

cm Alm cornar
cea ran I 4odos; os0
I~~1A L#JA de e copO gyos4f _.em unss aplo
*61D14 ~ d~S ~UE doca e ouras asI1`C
9 .-. l- .-. .

::'-'7 .,.'" ... rn 1t ,ernat~fit.q.
NP.. .. ..Mmd r-A-,, .L" T-.


WNT11"ieT6 iwwt ITO.



los para .fenaM :; !
rmatia eqmn ltguta, a 1t500 a
";' )^ ..t
I~ b lll /lenhora, a

fo, barftitsstiro.'
ques de madreperola nos,tids-
itulis~imos a 'We .
. L
'rIp *l ompleto sortimento de
idas; dai quiaes a maior parte nao
inciamos, para no enfadarmoa
gnos teitores, e de toda.- ea.-5i0
|^a*l e manda -ss em casa das
Spar elhor escolhe-
0ift 6.dC ahies

... fumo de todas as qualidads, &
ietalho, picado e desfiado, em latas
-gn.9 Jetom., e e tda,--t-A


- h 4


.,

t'.


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2


so-#


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p4- _rA_ Mara cana





























., s fWKV :, __:___ *j __
,A"s Srs. proprietamo e
constructors .de obras
Vbnde-se por-ba.atissimrnos preeo8 traveja-
mewtoto telteio! de divers tamanhos e qua.
lidade-, bern como linha. de 5Q a 60 palmos :
a tratar corn Costa. ri ruia Tnperial n. 25, ou
DO farteo d6. egftio das Ci o Poatas, nas
eh .ii)'s dos irens de 8 horais dai *anhA e5
1/4 iL tarde. -
Maehmas para eostura
Rua do Marquez de Olinda
numero 1
\ Acii;i-se e Aenda umn .rantde depouilo (le
% machines para coslura, d trabalhar coia o p
e A mAo, as quaes re vendeni por harato pre-
Qo, par fereni de oonta do proprio fabricante.
Caiamna se a attenC-ao dos compradlores para
aproveitarera esta boa occasion de comprar
barato ; no novo buaza do Recdife, de Jos6
Pfreira Satncos.
Tudo de I
Cer)ulas, cawisas e meias de IA : vendemn
Amaral, Nabuco & C., rua do Barao da VictQ-
ria n m2:
Aos Rewns. sacerdotes
Meias prtas er6.(tas, de algoddo, 1I,
U 1 e sedai : venderi Amaral, Nabuco
It & < ,:
Camisas tie media para crianqa
-^ Vendem Amaral, -Nabuco 'C. a
rua d p Baro da Victoria n 2.
Espeihos para boca
Amaral, Nabuco & C. acabamrn de
reeeber espelhos peqaenos com mndilla,
S proprio para himpar-se comnmodamente
a caria dos denies, d o quie a di
niais util e cornmnodo : verrdemn na
rua do Barao da Victoria n. 2.
Cartas paraj ..o
corn canto e tdas douradas-: vendem.
par barato preco, em portao e a reta-
Ih,, Amaral,- Nabueo 4 C, rua do Ba-
rao da Victoria n. 2.
Aos senhores de enge-
nhos
Vende-se crivoas c tefro. pasa fomrnatha is
engenlios, por muito barato preo, bern coanao
aCeo para ferrapinenta, por metade do preco que
ensta o ferro no escriptorio da. estaeito da
S Aurua, cda vru-fevrea de Olimdav se darti .in-
for, iaices.

Gaisas ifnglezas
S a S, 30 e 36$ a duzia, na fragatb Amazonas,
A1 luqiie de Gaxias n. 47.
Aproveitem
Quando quizerein comprar qualquer
artigo de miudeza, ndo s6mente de luxa
e p antasia, como tarrim &Te iftitelira
necessidadi, leinbrem's+ dt. dar -umr
passeio a Nova Esperanca, ,at irua Da-
q alem de am, espleiadido sortimento de
a-ttig6s de, sua repa-tiVo, mais as se-
guintes : -
Artigos necessariosa
t Papel e eneLopes para ostriptorio, (
pennas caligraphicas de boa qualidade,.
y boris lapis e canetas, optima tinta)pa3at (
escrever-se, dita para marcar roupa,,
agua para pratear os mnitaes, aspas pa- |
ra espartilhos, tbrradas de camurca,
talagarg;a para bordar-se ai hi5, e.seda
frouxa .,ara di)rd, ,-sc : a Nfova Iypr-.
- ( ran';a t3 quer em
Artigo baratos 1
Ars,. florida a 1$. fira de liuho a 60
r&. ;* pe<,.i, papel ;nnis..ide a W rs. a (
caixa, cordao para vesuido a 20 rs. a -
pepas envelopes a 500 rs. a caixa j
na Nova Esp'r1anca, ai rua Duque de
CaxLs n. (t3. I


Artigos de iuxo e phaatasia t
Estampas .iallegoricas para ornar sa-
las c gabinetcs, banitos oeques coin plu-
mas e sern cllas alta niovidadie, lindos
livros delembrana corn capa de maiimr, f
proprios para seiliornas. delicados ra-
S rmos de finas ilores para cabeca, novos I
" 3. .. I I "


L, V ,., -M R&^ ... ..
E IMASOi J a d1 fo tI 4', 8 e 410

cavafios^ a^^ te f au ee n
lTm()ra.siperior, in-
possivel (atf Mn hanr, por vifm ibo agdetee.
F0IiMAS para assucar, pintiias e gavaidSafas.
f.,AS I'AGUIA, lortes e bern acaLbs. <
RO)AS DENTADAS detodos os tamanhos e qua-


lidades.
TACHAS BATIIAS e fundidas.
ARADOS de tqdas as qualidades.
MOINfHOS tara mandioca.
FORNOS ptra torrar farinha, e
TODAS AS FERRAGEiNS. recisas


a ariultura


desta proviniicia. '
ENCOMMENDAS -- Mandam vir da Eiropa qual-
quer machimismo, responsabilisando-se pela siua
boa qualidade.
CONCEITOS- Concertam qualquer machinismo
e fazem eontrato mmual para todos os concertos
do engenhos; para esse tim teem a fabriea bern
monlfada, Coi grande e bom pessoal, e diriqida
por dous engelhei"roS
FRANCISCO CORBEIA DE MESQUITA CARDOZO,
(hafrpouco dhegado dtinu1aterra.)
ORE BRMUI a(omispratico e anti que aqni ha)

fualdo Brun us. 100 a 104,
Depositoruta do Apollo ns. e -2 B.

w -Caldeiraria Cetral
SE *. .

findidao de sinos ebrnze
~d nze '.'
DE

Eduardo Cardoso & C,
Rua do Barao do Triumpho, outl'era do
Brwn n. 6.6
Os proprietarios deste estabeleceiimto pre-
vinem aos senhores de engenho, a-ricultore,
e ao public em geral que coutminuam a fabri-
mar os objetos abaixo mencionados, eomo se.


am:
Maebinas de Derosne para fazer esp.rio^
litas de Collars, os melhores systems, alam-
iqutes de feitios diversos, simples e- corn es-
juenta garapas, ineluindo os de NOVO SYS-
rEMA, ultimamente adoptado na provineia, ca-
rapuecas, serpeitinas,tachos, passadeiras, repar-
ideiras, eseumadeiras, cobre pieado para moer
nandioca e todas as obras necessarias para o
abrico db assuear. Bom iWs aspirantes e de
,epuxo, ie forro, de core e de bronze.. Si-


rt




-y ~FI *(, utJfeS Ca4 .ti ,.-- h,-,T .. r, .,i,, etc.
Psi tI uThh'
ft.o fria' "ft sv- 'WON S",:

S, lot. 6 p hir.heaapf.
..enteadores de casas lisa bordados a 40(8I/ftafatd.
^^ ^otl~rfi~i^^wPan sen-horas, enfeitados de renda, e novidade.
de V e flib puru ch im Ppicos dim a e fado.
'-5rvatt{)i~pn~irrP~trabmriek-Xi rd^ otmento.
MoRs de f r1tso hhmuaia pira o senhoi;s, ut nsa e mn^ninos.
"Leio. do inho emrctitthas, de phainitazia deai ,SOOO.
C- r hmibu.R d v iina diffrentes qualidades e pregoo.
C.anlor madamasceda, para cortiinados, cr cortinados bhordado-.
Tapktes de todos os lamanhos.
Secitifr, bretathas, esguiao de linho e bramnante de 4 Iargurns.
S'Cas.miras prelas e"Ie cares ern peas eCortes.
Ptmnno preto eeazml espe'l. idade para 79 e *00.
CoIcha b'rnincas e de. tares e cobertores de li:
Chales A rainha Victoria
Ricos chales, manntas snperioridade em tecido c c6re.-, unc;i viktos a 125
Espartilhos a 1; iriceza Regente, sao linidos.
Granadin, preta de soda de listras e quadrinhos.
Chapdos de sol, sda trancada e castles de phantazia.
t:oH'.iinhos parn hornens,-,supeaior qualidade a 705C0.
Leques pretoA bordados, lisos e de c6rcs sortimento comipleto.
Chales pretos, hordado., isos e de cores, sortimento complete.
Camisas brancas e de c6res 6 melhor sortimento possivel.
Coertores escuros de Ii a 1800, 6 pechincha.
Ditos brancos a 4$00 urn.
Lenio< de es.miao, finrios, a 25000 a duzia, 6 pechincha sem igual.
Alta novidtade
Fichus de Id e seda, recebidos honte'm, 6 o que de mats gosto se pode de-
sejar, e vendemnos par comrnodo preo -
NA LOJA D'AMERICA A' RUA DO CABTJGA' N. 10.


Calhngas de borracha
Que important sortimnento de ca-
Ilungas, bonecas, animaes; soldados,
etc., etc., tudo de boi'racha : tern a
loja da Malva-rosa, 6 praca da Inde-
pendencia ns: 2 e 4.
Aos pais cuidadosos
Comprai um collar e.lectrico dos ver-
dadeiros que recebeu a, loja da Malva,-
rosa, t praca da Ihdependencia ns. 2 e
4, unico preservative das convulses
nas crianpas.
Flor do baile
Perfume offerecido ta nobreza brasi-
leira :s6 na loja da Malva-rosa, a pra-
ga da independencia ns. 2 e 4.
Aos bons pais
Quereis satisfazer vossos filhinhos ?
comprai um Brinquedinho dentre -os
muitos que existem na loja da Malvar
rosa, a praa- da Independencia ns.
2 e 4.
Aos meniwis
Soltdindmhos de -chuminho a pe e
montados.
i~x.eelentes taboores e hoas comrne-
tas.


Lindos vaporzinhos.
Peixinhos que correm.
Bonitas espadinhas.
Lindas bolas de borracha
sos tamanhos.
]Bonit.Vf-corrs.trax'-e ,*


de diver-


Finas benigalihhas, cabos d'e marfim,
6sso, etc., etc.
Jegos istowes. e. ItiOS *o'fr
brjunquedos que s6 se encentram na
loija da Mdfva-rosa,, a pra. t da Inde-
pendencia ns. 2 e 4.
Dentes alvos-.
Qrereis conservar as dentes e traze-
los sempre alvos ? compra.i urn- vaso
de p6 de quinine : na 'loja da Malva-
rosa, a p aC.a da Independencia ns.
e 4.
Perfumarias
Dos melho.res e mais conhecido'^ fa-
bricautes, teai constantemente a VirJa
da lIalva-roia, i praca-da 'lndeilepdcn-
cia ns. 2 e 4,
Dor de denotes
Poucas pe.-soas ha que n4 sejam
itormentadas de doris de dented, po-
rdm agora s6 soltreil quemn quizer;
porque a loja da Malva-rosa, a praa
da Independencia ns 2 e 4, recebeu as
vepdadeiras escovas electrical, union
r'emedio capaz de fazer cessar.seme-
hante mal.
Cuidado corn as faisificagoes.


rua do Queimado
N. 43.



os preoos de fazendas,

que vendem na rua do
Queimado
N. 43
Venhall ver para c'er
Baptistas finas, corn padracs-muito
,ijados, cores fixas a 240 o covado.
Chitas percales finas, a. 300 rs. o dito.
Cortes de nansuc, corn figurines, ul.
tinia moda, a 65000 urn.
tinhos pardos para vestidos, a 240 o
covado.
Cambraia Victoria, fima, a 35, 35500
e 46000, a pega. -
Camnisas iRglem delinhe, forradas,
a 555000 aaduzia.
Ditas de cretone a 245000 aduia.
Brim pardo lisa para costumes, a 400
e 480 rs. o covado.
Maripozas de coresa, corn lista, oasse-
tinadas, gostos muito chiques, a 400 rs.
0 covado.
Chitas fiuas ,e.uras, e claras, a 240
e 280rs. ocovado.
Popelinasde liQho- e seda, a 280 rs. o,
covado.I
Alpacas lavradas de seda. gostos, )in-
dos, a500rs. o covado.
Lencos de cores A ingle*a abainht
dos, a 2z6% duzia. Sao bamt,.-
Fustoes brarwos pr.ia cijdcs,
rs. o covado.
Brim preto,fino, para luto, 4 500 rs
o dito.
Chaas de quadros, bonitos a 2SQOO
im.
Bri(mante de 10 palnos( de largura,
a l400 e 28500 avara.
Cretone prussiamo, a 24. rs. o co-
rado.
Cobertores' de 15, escuros, a 2000
Coichas de cores, a 1580 urma,
Toalha.s ,colchoadas, a 48500) ,
dluzia.
Chita escarlate propria para plone- i
zas, a 320 o covado.
MIadapolao francez, finm, a, 48$000 a
pega.
0 43 da
RUA DO QUEIMADO


AOS FUMANTES
Charutos, cigarros, porta-cbaratos e porta
cigarros, bolsas para fumo, cousa de gosto,
estA venfendo a Wwa EsperanCa A run Duque
Sde Caxias n. 03.
PARA SAIAS
A Nova Esperang.a d rut Duque de. Caxias n.
83, acaha de receber babados bordados proprios
parasaias, asinm emom, papafina, enfeites apro-
priauos p.al o inesm firn ; venliam antes que
se acaIiiiri.
1,lARA AFORMOSEAR OS.CABELLOS
P6 douraulo e prateadopaiaemloar os cabel-
los, recebeu a Nov: EsperanCa, 6 rua Duque.
de Caxias n. 63.
PERIB JMARIAS DA. MODA
Al, in dos gfinos extractos, baahas,- ole.s, sa-
l,.-:.;.Ice c 'usmcti liuer dos ..* ^ ris c mais
,,ados f:lrii:iait,-s, quo VT conLtante-
ineot,, a N,-\ ;i Espcranca, re '* irc a extrac-
tus, oleos c cosmetiqucs o o an, 6 a per-
l'u iiria da i tioda ; a ella, a- .. 'l Nova Es-
peranai, a rua Duque do Canri"a'r.. 63.
CAI.(:A DO RESE'UIDO
A botina ou sapato mais seco, applicando-
se a glicerina, fica perfeitamente nova ; esta
preliair.-.o vende-se na Nova Esperanra. a rua
'iqlie a dc Caxia, n'..63. %
PA IIA BAP'TISA DOS
Chl.:i s,:. i hu. toucas, sanpat.iiilos e ,..i,
zondo c-.!is de .-cda e aquelles de merin,:, e se-
tim; VCeii!e-:e na Nova L'speranini,, d rua Duique
de Caxias n. 63.
ARTIGOS ,ARATOS
Agua Florida a I$ a garrafa, fita de linho a
60 rs. a peCa, papel amisade a 400 rs. a caixa,
envelopes a 500 rs., cordao para vestido a 20
rs. a pega; na Nova Esperana, A rua Duque
de Caxias n. 63.
Sempre teem sido os unicos que
vendem barato I
0 Cincoenta e nove
a rua Duque de Caxias
Admirem !
Ricosortimento de popelinas de li-
nho, a 400 e 500) rs. o covado.
Ditas de seda, padres semr iguaes, a
700 e W-0 rs. o. dito.
Merinos de c6res, que excellence fa-
zenda, a 900 rs. o covado; 6 baratis-
sinmo!
Baronezas de linho, s6o fomos quem
as recebeu, a 800 rs. o dito ; aprovei-
ter!
Lindas Biiariposag, sem competencia,
a 400 rs. o dito.
Baptistas!, cores fixas, a 260 rs. o
dito.
Cretones suissos, as mais novas pa-
droes qLIue tern vindo, a 320 e 360 rs. o
dito,
Chitas claras, mhom sortimnento, a 220
,e 2140 rs. o dito.
Ditas claras escocezas, a 260 e 280
rs, o dito.
Fichus de la, ultima novidade, a
2&500,- 4 e 6$; a elles. Ha tambem
do seda e linho.
Magnificos chales A princeza regent,
108t; aproveitem !
Esguiio de linho, a 15200 e 1$800 a
ra.
Bramanteolargo de algodoao, a 1500
dita.
Atoalhado para mesa, a 18500 a dita.
Para- baptisado, lindissimas toalhas
de labyrintho, trabalho de muito gosto e
perfeico, a 4< $ Ja vendemos a 805
e.401 -"$
Para fronhas, lindas estampas de di-
to, a 20 o par.
Temwo urn comnpleto sortimento de
casemiras de carts, a 3, 4$ e 55 o
carte; aproveitem.
Merif iprincetas, pannos; ,lpaces
e alpacas, ppar tQdds as precos.
Toalhas feipudas, grandes, a 0$ a
duziA.
Ihencos abainhados, a 18800 a dita.
Ditos fines de linho, em lindas cai-
xas, a 3$ a duzia.
Colhaimhos de linho, modernios, a 75.
Meiau superiores, em caixas de ma-
deira, a 65500 e 85 a dita a elias.


Brins brancps, de linho puro, a1 $5)00
a vara. ""
Bons p(drues e;.i angohl., a I) rs.
o covado.
Cretones inglezoe., boa fazenda para
c;misas, a 280 rs. o rdito.
N.- 59 da rua Duque de Caxias, Ioja
de Cirneiro da Cinha '& C.

Nesla typoiraihlia vein-
demn-se bos seguintes


I












































Marco, le 1877.


A. S -.


CHR1STOVAO COLOMBO.-A ques-
tito da canouisacao de Christovdo Co-
lombo estA de novo na ordem do dia
em Roma.
E' provavel que o celebre navegador
seja em breve inscripto no catalog dos
santos.
.A darmios credit A Voce detla Veri-
ta, o unico obstaculo que se oppunha
acaba de ser destruido.
Sabe-se que Colombo deixou dous
filhos: Diogo, nascido em 1474, que
herdou seus titulos, e Fernando, nas-
cido em 1488. Este ultimo, fallecido
em 1539, acorn panhou sempre A Ame-
rica e seguio mais tarde Carlos V. a
Italia.
En 1516, foi encarregado de corri-
gir as cartas maritimas por conta da
Hiespanha; reunioentao, nasua magifi-
ca residencia de Seoilhia, uma rica bi-
b)liotheca que legou ao cabido eccle-
siastico desta cidade e que 6 ainda
hoje, sob o nome de Bibliotheca colom-
bia, urna das mais importantes da pe-
ninsula.
Fernando Colombo escreveu em hes-
panrhol urma biographia de seu pai,
cujo original seperdeu. EFra e4tefilho
Fernando que creava, aos ollios do
deio romano; unm o1staculo insupera-
vel, por isso que o seu nascimento era
um motive mais que sufticiente para
recusar ao celebre genovez as- honras
dos altars. Corn efteito nenhum bio-
grapho admitted a legitimidade de Fer-
nando. Mas os historiadores nunea
errarantmi.
0 Annunciador de Valencia, assegu-
ra que sim, porque acaba de se desco-
brir na bibliotheca da universidade de
Valencia, umn dociimento. -inedito que
poderia tertnin;iar a questao. E' uma
obra itititulada: ( Primeira parte de
las noticias historiales de las conquis-
tas de tierra fermia emn las Indias occi-
dentales -, por Pedro Simon de Parri-
da, irnpresso ein Cuenca emb 1826, por
ordlem do rei catholico.


Cada r preseutante da imprensa ca-
tholica oflereceu um exemplar do seu
period'ico corn um album, contend
uma felicitagio de cada urn.
Muitos periodicos estavam ricamente
illuminados. .
Eram cerca de 400 os represensan-
tes da imprensa.
GRA-DUQUE DE HESSE -0 novo
grt-duque de Hesse, sobrinho do que
acaba de fallecer, esta casado corn a
priniceza Alice de Inglaterra, filha da
rainha Victoria, e goza ha tempos do
titulo de alteza real.
0 no3vo soberano, aldm de genro da
rainha britannica, d sobrinho da impe-
ratriz da Russia e cunhado do future
imperador da Allemanha, que esta ca-
sado corn uma irma de sua esposa ;
do principle de Galles, future rei de In-
glaterra, e do principle Alberto, que es-
ta casado corn a filha unica do Impe
lador da Russia.
0 fallecido gri-duque deixou decla-
rado que ha nove annos estava morga-
naticamente casado corn Fran Von Ho-
chlistaten.
-A CHINA E A EUROPA Dizem
officialmente de Berlim que o governor
da China-ordunAra que desde o prime
ro de abril ticassem abertos os portos-
de Ichanz, Wuhu, Venchou e Peikai,
e que a abertura das seis estag.es de
desembarque em Santzd tenha lugar
logo que estejam estabelecidas as re-
gras a que devem. ficar sujeitas as trans-
acg5es come os estrangeiros.

SCIENlCIASI E" .
CIRURGJA DENTARIA
Estudos de Numa Pumpillo, dentist
pela escola medical da Bahia.
SEGUNDA SERIES
VI
Extracpdo de dentes.-Nevwalgia e odontalgia.
AFFICCOES SEGUNDARIAS e SEI TRATA-
MENTO
Varios motives, alaeios todos, pordm,
a nossavontade, Occasionaramn que s6-


FOLIIETIM cheque,-tome, es rico, mas tenho d6
do senhor!1! I-agora saia !...
Zimmermann dobrou tranquillarnente
?A fi A VA A oprecioso papel, semr parecer inquie-
*& n WhI 6 ~tar-se corn a maneira corn que lh'o da-
(coNTrNUAcO DA' TRAGEDIAS DE PARIS) vain, metteu-o na carteira no lugar que
v as tartas tinham occupado, e abotoou o
Pea paletot atd'ao pescopo.
^ V l IM-PI .Mais umjia palavra, fr. visconde,
VOLUME V se faz favor,-disse fazendo veuia.
(Conimaco do n. -164 --A minha paciencia esta esgotada,
(Contuacvo do n.'164 io-o .-Avie-se
CAPrT n-LXvI prevm!o-o !...-Ayie-se!!
CAP IT L XV 1 0 O Sr. visconde- torna a dar-me a
CONTINUA(MAO. DO ANTECEDENTE sua palavra de honra de que o cava-
Zimnmermann assistio, impassively e lheiro que amanhi se apresenta' para.
gyrando con os pollegares em volta um cobrar o cheque naio'encontrarai recusa?
do outro, a esta explosao de d6r. Essa pergunta e um insulto. mas
Prostrad0 apezar da suaforga moral da sua parte nada nme p6de admirar ou
p)elos golpes successivos que semr ces- ollender... -Simr, seuihor, pela minha
sar o feriam, Armando parecia have honra, e taoQverdade corn o senhor ser
es(jquecido a presentado miseravcl. urn bandido,.o checjue que acabo de
Deixara cahi r a carta em rim:i da assignar sera pago a vista, e ninguem
mesa, e ofcultava agora o rosto coin as procurara sequer saber em que maos
n.its,. immundas cahe o dinhleiro ganho por
Esta lasLimosa crises, muid- violcmta. semellhante modo! Esta satisfeito e
talvez que qprimwira, nAo LUro.n 'mais setra preciso lepetir-lhe que saia?
que esta. E' escusado...---Apresento ao Sr.
Armando tbfnot-se senior le Isi. visconde os meus mais humildes res-
A-brindp os dedos conth'ahidos. le\an- peitos, e por falta .de expresses sufm-
tlouL a cabeca, tornou a pegar nat carta, cientes desist fe Ihe dizer quanto me
abrio-a e leu rapidamente as primneiras ufano de ter hoje travado relagses comn
linhas. o senhor...
Nao tinham nada d& obscuras. I Zimmermann, levando um milhio de
0 amrnor profundo da deqfgraala Ger- lastro, cumiprimentou muito humilde-
in rnanifestava-se' e' tlodo o seu mente como no moment de chegar,
itor Tvenil, em toda a Ihgenuidade da sahio do gabinete do trabalho, atraves-
sua ,mcura. sou o sanio, entron na ante-camara,
0 anciio n1o cotminuou. chegou a escada, i6pMls ao. pateo, e
Corm Lin g-esto violento e sacudido, tornou a sabir para o trem que o empe-
ajuntowi as cartels e n-metteu-as na algi- rava e cujos stores abatxou,---apzar de
beira. quo L escuridao d' ensava ese cui-
Zimmermann n'lo pude ietcrum inCo- dado.
-vimento de espanto c de inquietacio. Deu ordem para oc6nduzirem ao si-
Mas que faz, Sr. visconde --.ex- tio onde arua Caumartin se euxerta na
clamrou. ruia Saint-Lazare..
0 Sr. deoGrndlieu encolheu os Ifout. No camibo um do-rto4 lvantou-se
b-os, replicando: trees ou quate vezfst w"dtsr cM-I
Por qtem me toma?... Sou um mao descaWlvra f etlr fra ur a -e belte,-
bL hq..- miA iuba palavra, embora ra aneldada e grtiMha' t b&rbA.6*;
90" *wtmkdo Vewmus. dada aeid de: catanhai, uabs oulos am telo que
.wfi ,^ e*.i- daabaimxo do con- par&eca MhAl o.de st e, m I
O'11 "'"J .1.M d a ""a J" m f


eo. o de sumain an d o
i.oia "n E 0 Dento exact da e Iate .da nevral- C

pruqPotoIurn Continuando:
porque dodtef ataro de cm Diz o Sr. Remack:
-- jdasa ,dn n a As affecgOes reflexas do.sytema
As molestias do s6ednem n Clal a xto- nervoso manifestamse d divesos mo-
incontesilmentefle difIR41 i 6dos-m*amo por eswesse. de epffepia.9
que, quem delans padece, ou s ra a e a o oimo, reeemos ur cas em que acate ra-



principiar ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ eeo por caw emam innuiied aeohv eleous efasfci\ iot
em pouco tempo, otto ics emond, sizo74or .6d edt m A rpito desnte Udaso ouospionous
i incurabilida4e dellas. Ei' We 0 Dr.' l .iT pb '.oevs dentes palpietaoes ei ur a pun-
poits, de tal riat untz nio, M ha.. de convul'.e atsomlpn towlado do coraglo. (Sy 4enhan
meio algum de tratasment, tem r .p que.eUe rte n 8". _s Yehrbook, 868,1pag.i20).
que seja. -, temeut;,; 4vido es '. erer descreve, um c as de vomi-
Deste modo, provado como es dt erup 0 '- de 'ted, eos4e l. gia cardiac ; e o0 Dr. Ang-
os dentes influem com s dde em qtmant o, que doA doen-tie uM- 5utro de a parade do core ,
vroses, em alguns d seus e asoese era boa, .ee, pame o aroxismos, por causa da implantaeo deurn mdente
principiar por um exame minu, 4a recobl-wy4 elle o use. de 'suas facul- a pivot.
bocca o tratamento de taos i s daden A propoi d sse caso, outro senos
Sobre este ponto seguimos a O- 0ro hce Times aoo d depara (Lectures on Denlal S! oiry by.
opinion de Tomas-que, se todos- os 'Gazette, poqcoi doe due-me- P. TmwzalEal m.a 1
dentistas se dedicassem ao estudo das nino de 13 annos, que padecia de ac- 535) de tetano- mortal IonSecWtib a
funcaes qub os dentes exercem sobre cessos epilepticos, rhavia mais de um implantaeao do um dente a pivot. .
o organismo, nio seriam o raroes es- anno. E' assim que, de todos os systemnias
ses casos de nevroses causados por A. molestia comegou porpruridos na de dentes-artificiaes o peeiolomo ode pi-
dentes; e, abonando semehantea opi-bochecha esquer a, tornandooe..eta, vet, e por isso reprovado pela Prothes
nido, offerecemos, baixo, a lgu mas b- aem pouco, sdde de uma nqevral -eue modern.
servacdes de pessoas, cujo criteioi d ter inava por ur accesso epileptico. -
digno de today a fd: ': Esse phenomaeno, pordm, s6 e ma- Os dente%,, pivot, siio entretanto
0 Sr. Coleman [Brit Jurn. Dntal nifestava quando o menino trabalhava urn re u so r qu e abusam alias, os
Science.- 863 aparesenta-nos quatro i noite. Extrahio;se-lhe umr dente se: dentists imp dos, cuja imnpericia
observances nas quaes as convulses gundo grosso dollar e cessou a enfer- os leva a admitt.esse systema.eomo o
cederam'd extracgQo deodentes edriados; midadoi que o perseguira- ,poqr m.aimde do fhais fail etecugao. Erram em
notando-se que, em alguns desses ca-ur a-noe frequentemento. ": .. claro; e erram pela ignorancia de(
sos, as convuIsdes eram pouco durati- Tomas [pag. 533] refere do que nao tratam de emancipar-se pel1
vas e limitavarm-se.A face e brago, em doe-pilepsia consecutivos A dor di den- estudo, visto como a ignorancia,
outros os doentes experimentavam ape- tes: as lesoes predisponentes consis- por mais crassa que seja, acha sem-
nas uma como c6cdga alterada corn pa- tiam em exostoses das raizes. -- pre para explorar ignorancia maior.
ralysia do braco. UUm wioco de Windsor, expxe o nis- As condicoes pathologicas exigidas
Nesse mesmo journal o -Dr. Bay cita mo Toms (pa 534), forte, bemrn para o born exit dessa operaqAo sao
urn caso de cura radical' de epilepsia constituMo, foi recolhido ao hospital do tao difficeis de se acharem reunidas
pela extracgo de um dente cariado Middlespex, como epileptic; e, sem re- em dn individuo, quao raro encontrar
0 Dr. Brown-Sdquard, na exposipo, sultado ,alqum, foram-lhe ministrados, dentistas que disponftham da capacidade
de suas experiencias sobre a produce durante.seis semanas, os medicamen- de os conhecer. Dahi, pois, acha-se o
artificial da epilepsia nos animaes, no- tos ordiiarios, paciente, em takes circumstancias, ex-
tou que, consecutivamente A les~es va- P:issaram a examinar-lhe a bocca, post a graves accidents.
riadas da mredula espinhal dos porcos e acharam que os grossos mrollares in- Entraremos em maior desenvolvi-
da India, produzindo ligeira irritaco feriores estavam ecariados, restando mento deste ponto, quando occuparmo-
dos ramos do nervo trigemio, era suf- de um delles as raizes apenas. nos da hygiene da bocca.
ficiente a provocar urma convulsao epile- 0 doente, entretanto, nao sentia d6r Dabbelin (Pathologie der Zahna, pro-
ptiforme; notando igualmente o rnesm0 de 4entes nero do queixo. fesseur Weldl, 1870, pag. 353) presen-
illustrado Dr. que, um excesso de c6ce- Foramn-lhe extrahidos aquelles den- ciou um caso de tetano, successive A
ga sobre a pelle tom produzido ac- Lotes; e as raizes de uns achavam-se extracgAo de um dente.
cessos de epilepsia ; que a irritacao re- bulbosas e as de outros corn exostoses 0 Dr. Tyler Smith entende que cer-
sultante da cornpressao de certos file- ndtaveis. Decorreran> dezoito mezes, tos casos de d6res sympathicas do ute-
tes nervosos, occasionada por tumnores, tempo quo permaneceu no hospital, ro, e mesmo daabortos, teem sido mo-
tern motivadb tambem accesses de epi- depois da extracdo, e u'fta so vez nao tivados por irritagces dentarias. Por
lepsia, curaveis ecurados radiqalmente foi accommettido do mal de que pade- isto accrescenta Charles, (pag. 355) o
por meio da seceao desses nerves, co- cera corn intervals de dous e trees que prova mais evidentementea influen-
mo estA evidentemente provado por dias. cia dos dentes no organismo 6 a stran-
mais de .ura vez. Taes observances, nao s6 provam que uria de que padecem as criangas na
Isto posto, e indlubitavel a connexao a epilepsia p6de ser curada pela extri-ac- epoca da -erupgao dos denotes.
que ahi ha, em certos easos, corn as le-. 9o dos deates cartados, ainda que- B- Effebtivamente e um phenomenon
sees dentarias. A. nhuma complicaCAo de dor ouinflarn- muitn frequent na deteonao difficul-
A relagao que e iste centre as co.- ,njaco apresentem, de maoneira que pa- tosa.
vulsdes das criancas, no period da -g am ter relagfio-4em a epilpsia, visto -. :
erupcio dos denotes primitives, justifica que em tantos cases ella cede corn a 0 Sr. Sercombe (B. Jour. Science,
evidentemente a influencia dresses. or-, extraco;-como, !cumstancia sta dig- etc. v. III, pa. 2-21) citea uinma obser-
gaos na patogenesia das nevroses. [To- na de toda a attencao-que p6de exis- valao rnuito interessante de leucorrhea
mas, pag. 48]. ti' urna fonte de irrita local, capaz rebelde e d~res miterinas, curadas pela
Portal [obs. subre a epilepsia, pag. de produzir ,deaordens: furnccionaes, extraceao de um dente; e verificou-se
333] refere que no citado period, a graves, sem quo o poDto, que for sede que era o dente a causa, porque ao con-
extraccao de dentes saos tomr suspen- da irritacao, seja doloroso ou apresen- tacto do stylete seguiram-se paroxis-
dido convulsoes, immediahamente de- he qualquer symptoma de relacao. mos agudissimos da nevralgia uterina,
pois do so haver esg.otado odos os re- E' tamanho. o nteresse que nos ani- e um access igual se deu na occasiao
cursos. d r-nt de levarnmbs a conviccao dessas da extraccao desse dente.

n'uma cadeira, e por espa o d'alguus 0 Sr. de Grandlieu sahio do gabinete A expresso do rosto modificou-se-lhe
minutes apresenton a attitude e o rosto e corn o pass de certo modo automati- de um modo rapido e complete.
d'um home fulminado. co d'um somnambulo dirigib-se para o De irritada e ameacadora que era,
"Nao tentaremos pintar os tornen tos quarto deo ermana. mostrou-se instantaneamente resignada
daquella grande alma, as d6res dilace- Quando alli chegou impedio-lhe o e s6 conservou o vestigio de uma dolo-
rantes daquelle coracao privilegiado. caminho um obstaculo material, rosa commocao.
Para que ?... e depois, comeo? Estava fechada por dentro a porta da .- Que ia fazer ?...-ba!buciou o an-


Apezar dos nossos esforcos ficariamos ante camera que precedia o salao. ciaoe aexanao-se canir ae joetnos sore
muito aquem da realidade, e amesqui- Armando estremeceu de raiva. o genullexorio.-Tenho direito de accu-
nhariarnos a inmensa dor procurando Queria passar. sap? .. Tenho direito de amaldivoar? ..
analysal-a. Lembrou-se por um -momento de ar- Tenho direito de ser desapiedado, eu que
Qiiando o visconde se levantou, len- rombar com um eencontrao aquellafra- ia covardemente mentira iuma morta?..
ta, penosamente, ja nada restava da gilbarreira... Mas os criados acudi- Ergueu o crucifixo. "
verdlura quasi juvenile, da flexibilidade rian ao ruido, e dar-se-hia o escandalo Imagem santa, continuou,-tu
do andar, da elasticidade do corpo, que que elle queria evitar. que recebeste o ultimo alento e o ulti-
nelle sobreviviam Ai velhice e formavam Parou e baixou a cabega. mo beijo da martyr, tu quefoste a unica
tao notavel contrast corn os seus ca-, Refleetio... -Lembrou-se d'alguma testemunha do meu corpromisso o-
bellos brancos cousa, e voltando para traz, toaiftou .luntario e sagrado, tu abriste-me os
'Agor~era effectivamente um velho.- caminho difference. olbos, recondtziste-me A send da hon-
Em menos d'umahora-vivra annos!... 'Para chegar ao quarto de dormir 4da ra, daqual nao tornarei a sahir !...
A sua estatura elevada alquebrava-se. viscondessa,-dizia comsigo,-bastava Apoiou os labiostremulos naimagem
-Na front ja se Ihe viam numerosas atravessar.o oratorio cuja porta ella de e continuou:
rugas. --Os olhos tornav-am-se-lhe mais certo nao se term lembrado de-Sechar. A moribunda apresentava-me a fi-
profundos nas orhitas ennegrecidas, e Era exact o calculo, e Armarndo lhae eu disse a moribunda:- -Se a sui
as pupillas agora seccas s6 dardejavam traAtpoz o limiar da port daqueqle felicidade defender de mirm, sertd feliz,
esmorecido fulgor. pequenino recinto a que devam pare- juro-o --Se por amor della fdr precise
, Os labios de Armando tinham estre- eebas corn o oratorio 'uma. castelli fue eu abandone'o quinhao que me c-
mecimentos nervosos e proferiamn em da Renaseenga as tapeganias, as s- be das alegrias des8e mundo, abando-
voz muito baixa palavras entrecortadas. culpturas em madeira, prodtc9Ao dos nal-o-hei-juro !...- Se fdr precise sof-
Que fazer. -..--murmurava. Que paciente artists da idade mddia, as frer para afastar della umn soffrimento,
decidir ?...-Que resoluafio tomar?...- vidracas de esplendidas cores, os es- se fdr precise sacriflear-nme para Ihe evi-
Devo perdoar?... Perdoar afiquella a t lItes bysantinos, os relicarios.de es- tar urn sacrificio, soffrerei e sacrnificar-
quem eu amnava mais do que-a propria tendido trabalbo. e -n 4| ...!-Socegradm6"creat nniuI ha
vida, e que sabendo isso muiho bn ,a-r MOa W4vot le Rai*I subia O
fazia demirm o Sau ludibrio, a sun vic- O Sr. de Gradiidlieu contemplon Va- iodD !...-eBurn, da mott,
tima, e zmbava' da minbha credUlidde gamenteW todas esta$ inaravilhaq aue olba! qVis versese ei comprir o jura-
nos bragos do joven arnanteLL. Per- lt cemhecia tao-bep, qu-e _scolh ~a mento qUer1z i...
dear !.: -'iAo, nunca!... E' imposivel para G mianfa corn tanfo o. 0 Si'. de Grandlieu ergueu-se tmansfi-
e seria covardia I... Justo DIeus que eontinuar o s..wu-caminho quando depa-gurrado.
crime pritiquei iframr6t0esto :..- rou com. getf xorio doseculo ,aie Do rosto radiava-lhe Uma espcie de
Eu quaacitava tnL -a ssua lionra qoueo libmavauma renda tNeitade dbapo. sublime tranquilidade. -
como na miutf,. Ce ... cego Dissemdequasi no come da'exofta Pegou cow to quasi firme n9
co6 I. -.-QuandA a 4' S-a-amlm*_, deseniaceo esta p mo, maQo das carts fataes, tirn-as de dew'-
..enci- qtanrp4ia cons i ta f sr tro do sobrescripto, e id-as
porcerho o, i a Aetwals-1... 0d lep, aprpximou-as umnaT(i46s otra
.* Or to
..eneia do QIiu o agtima


apre"Maao o 0.

weadec -at Weertaw U-.a.^wiBI-R^
declmavelmente reclaaa Si ,
ieutde gne regibk i
ro, e os soffrimentos de ura p"pi.
Ao ja numerosa, e to dotada dOaWi-
mo e valor para o trabalho, cown qe
seennobrece, a corn que procara pto-
gredir, aproveitando a uberdAe do
solo e a .,alubridade do cln, qte
uima .camidade -quaai peribdica vow.
donltrar para trazer a fome r a wMap
te-nnta abundancia e o prazer '.
so f im-se para a. ventura geral que
prognosticava-se duradoura..
Procurarei ser breve, como costumo
ser quando venho ai esta tribune ; per
persuadir-me que ella deve ser mais.
extensamente aproveitada por aquelles
que, fallando, sabemni desempenhar o
preceito -do grande lyrico latino, isto
6, discorrem deleclando pariterque mo-
nendo.
. Antes, porem, Sr. president, de tra-
Lar do assumpto da emenda, seja-me
permittido dizer poucas palavras acer-
ca do discurso do nobre orador, que
me precedeu; o que fago em contem-
plagdo e deferencia ao illiistre deputa.
d'o por Minas.
Desse discurso resumbram duas ideas
gapitaes; pois elle'pode resumir-se a
do us pontos.
Segundo o nobre deputado, a presen-
te situacao political e uma posigao ar-
tificiai, e.'o governor dessa situagao-
urn prodigo, esbanjador da fortune pu-
blica.
Ao nobre ministry da agriculur-a foi
arguida a culpa de fiaver corn os6OU
nome no actual ministerio conmorrido
para a creago desse .artificio politico,
do que o orador s6 deduz males ao
paiz.
Serao, pordm, verdadeiras as asser-
g5es do illustre preopinante ? NSo de
certo.
Para que affirmna5es tao graves pu-
dessem ser consideradas valiosas,
cuiipria que o seu autor as fortaleces-
se emin provas inmui robustas. Nao ye-
mos essas provas

A actual situacao political 6 filha de
factos legitimos, e a consagracao do
voto popular. Ella estriba-se em actor
manifesto da soberania nacioial, e sus-
tenta-se pelos resultados benieficos de
uma political de'respeito aos direitos do
cidadao, e esforcos pelo desenvolvi-
mento (1do progresso miateiial do paiz.
Emrnquanto a.essa situagco political,
que o nobre deputtado chama artificial,
vejamos o que os grandes factor nacio-
naes hAo sauce onado.
Sr. president, utim ministerioconeer-
vador, deI6 de julho de 1868,' recebe-
ra de seus adversari'os o poder, trans-
mittindo-o a outro que, perpassando
ligeiramente na scena politica, deu lu-
gar ao de 7 de marco, de '1871, que por
sua vez teve de ceder lugar ao actual
gabinete de 25 de junho de 1875.

{(Continua.}

diante consolal-a, amparal-a, defen-
del--a de si mesa ate ao dia-que
Deus queira seja proximo !-ern que
Ihe restituirei corn a minha more a li-
berdade do coracao e o direito de ser
feliz...--Vamos...


E corn um pass firme o visconde di-
rigio-se para a porta que punha o ora-
torio em communicaao corn o quarto -
da joven.
Abrio-a e entrou.
0 quarto estava vasio.
Um castical colloeado n'uma peque-
na mesa deixava nas trevas os cantos da
vasta quadra.
Germana !... -disse o Sr. de Gran-
dlieu.
Nenhuma voz responded A sua.
Germana !...-repetio corn immen-
sa dogura,-Germana, minha filliha, nAo
receive nada....-Sou eu...-EstA ahi ?
Contintuava o silencio aterrador.
Armando sentio um chlefrio.
Onde estA ella entAo?-pergcuitout
a si mesmo. *
Uma folha de papel, dobrada em f6r-
ma decarta e collocada em cirma da
mesa, junto da luz, chamou-Ihe a atten-
cao.
Ap roximcu-se rapidamente da mesa,
desdobrou o papel e leu:
c Teria Lalvez forcas para soffrer a suia
colera... Nao tenho coagepr 1aa ax-
roatar corn o sea despr ..,. Seattu ma
creature desgragada, cup66 da, louca'e
perdida... mas no era ingrat...-.Ama-
va-ok profandamente... --Nio Ihe peCo
quie m. perd6e... Demasido sei que d
impgsivel... Nao me amaldi, po-
rft, sepOde, etnha 4 t*Ahnim...-
S9 soubesse come au a ti -
daLr.. So soubese quat ,oyo ...
AbO terdapiWadT!... .
Mais nao& tiha& c a. a.: *..
sr.


A,*


1~.-

$

I,
(




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