Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16381


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Full Text






























17:-
if sUb


RIO DJANIURO, 18 de .tembro, as
3 hora e a.o miu"oa da taorde. (Rocebido
is5 hora 4 tarde, pole liuha terrostre).

A 00604 se"4 aA M 6.-j -
ra*, pi'4 de*i 4e h0 e. t* ^nwake-
gads at4 o 41a 1640 eerept.e
A Ca C ra *08 DOputaos sE.
flue. a nle.
No Ueado 0FraA hOJO) appova-
i-. 4.0 e S.. o projecto .e-





d~n~m 4uaW
pam a, tellea401o
ta rdoseleo* *maa-l e--
GAP&&* e .are ae-oweh aarampa-m
,-'i Wottcias lecr tetea .* -~
dr~ma qus h 1 HS' -er~l~

ta do eeco Stlquha* t^
Qaptao e Dr. *eo-Diuwol. Srlumphtiu
power umr m.lorst de maim i 1a000
votoe.


(Especial para o Diario)

BERLIN, 17 de setembro.

Vram a hertan novasm -gocayte
amuiatomma entire a Alemanha e o Va-
sloa.


LISBOA, 18 4e setembro.


A* preopotoifdas Carollna*. *eonf-
munnnma .s espanha an mantfesta-
96 s popnlares.


MADRID, 18 4e setembro.


IDImIueuo o saveloente atea-
*Ae dao i eg r ale U4plematlcas entre
a Alemauka e a empauha, pelo que
6 provavel que tudo se resolve per
um arranjo amigavel.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
18 de setembro de 1885.


IISTRCCILO POPULAR

PISICCULTURA.


(E.trahido)


TERCEIRA PARTE


Incubacao e desenvolwvimento
dos ovos de peixe
(Contiukac&0 i


A caixa da ineubacao constituida per Coste, pa-
roce satisfazer as melhores condig5es. Esta caixa
tem 1 metro pouco mais ou menos de comprimen-
to, 0m50 de largura e profundidade.
E' de madeira, inteiriea no fundo e nas paredes
lateraes ; a parede superior, formada por urma
tampa, 6 transversalmente dividida em duas par-
tee ou peas moves, no centro das quaes ha uina
abertura quadradade 12 a 15 centimetros de lado)
.guarneeida per ua rede metallica ; duas das
suas paredes lateraes so igualmente guarnecidas
de redes,--c todas estas peas so moves por meio
de charneirms, abrindo pars o exterior e podendo
fechar-se corn ifk cadeado. Interiormente a cai-
xa nuo 6 dividida; tern comtudo nos extre nos e no
centre, rouco mais ou menos a 0m,15 de fundo,
travesas que servem para suatentar as grades
que completam o apparelho. Estas grades sao for-
mada. por varetas de vidro sustentadas por cai-
xilhmos da madeira. Devendo sobrepor-se estas
grades, os caixilhos deverito ter acima e abaixo
a'ellas a sulfficiente alturas pare que a aga passe
livremente entire elles. Os tops dos caixilhos alo
ehanfrados para corn facilidade se poderem t rar
da caixa.
Nao obstante nMo term os apparelhos que soa-
banmos de descrever um grande volume, sio sufi-
cientees pars o fim a que se propoem e prestam-se
-be As manobras neeossarias para a exploracgo.
A disposiglo que descrevemos faeilita a limpeza
X grades, quando as suas malhau se aehem obs-
aidas por quaesquer sedimeuntos; pars isto
,brir-ose-ho as portas e a tampa sem tirar o ap-
parelhe de dentro d'agua, nao causando o menor
abalo nas grades e ao mnexendo nos eveos.
0 apparelho ,6 todo mergulhado na aguas-umas
-veaes, marrado aum eaixilho fluctuantd que estA
seguro por meta de tsteixas,-outrasa veses, segu-
ro a piques interrado no fundo. Deve, se a cor-
-itwkd" oa a~foeru=Wito/orte, offdrcer-lbe ura
d-rn A-, e n d49a augnio se a w~rcnte
Prepuian.. nof Ad.odo apparelho uni'sto corn
pedriahas eraia fias-;-fneste leito quo irSo
-sbihdo os pequenosw pemes A proporqgo que vlo
eahiadudos ovos, teodp .awtkw eswsarms, eon4-
-9a do vida s.no a pripsiro deenvoLvinteto,
emquento MUo Ceng a 6epasilo de se Ihes Abriteft
as portas ara, seonem d4z hbordade on u pa ist-
=e USUBfporto -Lptt rios am quo se lhas prepare.
onupamto Aquellepxes eploepque
*olume se podetm eeaal, Malh da re
onade MOiM Toradnada a ey AO tirs-
dit:ado 1 os pWa us4ae % berdsds sos
,,i~ll ^1 foau.prisiuuaoiros e feser. .onvaaient.


WeliOr~o


A itao' e *


a h ei aiia Street Railway-IA-
S pbtoir do
sWOee Pro.nial, tn4R v00 ta V o ddesp&-
oho de 1 e2 do .erBBa
Domigo. Diss Vieirm A Mello. -Infor-
me o Sr.. commandant do orp de poli-
cia.
Francisco do Pinho B]g-. ladeferi-
do, de conformidade co iso deo 20
de maio de 1881.. .
Fraeeisco Cadpfq 4o
Pase portari a.m.
' Commend-4w JoJ Pi de
Em vista da Intormiago dl.Thsoro Pro-
vi~aej, nazo p64e m r 0**0& a rta
xieqil U ~ j ****^:!:'s b~: ii.*- i
:1Ji ill rDg4lM hlllrs


Jos6 Francioo Ribeiro de Souza.-In-
forma o Sr. Dr. chefe de policia.
4 Julia Maria Pereira G Caldas. -A cadeira
esta provide.
Mamede Justiniano dos Reis. Como re-
quer.
Manoal Carlos Vital. -Deferido por offi-
dco de hoje ao Sr. inspector geral da Ins-
trucgo Publica.
Manoel Jolo Dias de Amorim.-Deferi-
do con officio de hoje A Thesourarin de
Fasenda.
Bacharel Miguel Gonoalves Lima. -En-
caminhe-se,
Marcelino da Costa Amaral Rosa.-In-
deferido, em vista da informagbo do coro-
nel commandant das armas iterino.
Manoel Francisco Tavares. -Informe o
Sr. Dr. jaiz de direito da comarca de Li-
moeiro.
Manoel Barbesa Moreira e outro. In-
forms o Sr. Dr. juiz de direito da comarca
de Limeiro.
Manoel da Silva Reis.-Passe portaria e
a respective carts de naturalisao4o.
Manoel Joaquim da Costa Rtmos.-Pas-
se portaria e a respective carts de natura-
lisagbo. -
Pedro Joaquim Augusto Ribeiro.-Pas-
se portaria e a respective carta de natura-
lisagao.


Secret ria
buco, em 18


da Presidencia de Pernam-
de setembro de 1885.
0 porteiro,
J. L. Viegas.


Repartipo de Polela
Secoo 2--N. 1090.-Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 18 de setembro de
1885.-lilm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc. que form hontem re-olkidos na
Casa de Deten* o os seguinteo individuals:
A' oriem do subdelegado do 1 district
do S. Jos6, Manoel Francisco da Paiggo,
Laowadia Maria da Conceiglo, Mariano
Pereira da Cunha, Manoel Hylario do
Sant'Anna e Jose Francisco da Cunha Pe-
dross, os quatro primeiros per disturbios,
e' o ultimo por crime de ferimentos, A
do subdelegado do 2" district tambem de
S. Jos6.
Foram sipresentados os detentos Simlo
Joes da Silva, Pedro Manoel Tavares
e Paulo JoIp da Costa, sendo o primeiro
so tribunal do jury, e segundo ao Dr. juiz
tebtituto do 1 district criminal e o ter-
ceV ao Dr. juiz substitute do 3" distrioto
crimtninal.
Foram postos em liberdade os seguintes
individuos: Antonio Jose Dias de Figuei-
rdo a requisigca do Dr. delegado
do 1: district; Joao Pedro, a requisigbo
do subdelegado da freguezia deo Santo
Antonio; e Manuel Pedro da Silva, a re-
quisicgao do subdelegado do 1- district de
S. Jos0,
Hontem, Ais 3 horns da tarde e confron-
te ao chafarias da rua Imperial. travaram-se


int0


D AMi DIu 6psOB SwBOum.. 188o
Dr. Antonio Alve. Paewra de Lira, JoB
Ferreira do Bisva, Ooxpanhi Pernambu-
cans, Manoel Joaquim de (sutro Mladeira.
-Informe o Sr. coutpar.
Manoel Joe "a Caumre, Joao Bodi-
guns de 8ouB,, Jo-. Pereira do Nas&-
mento, Jos Fias .de Oivira, Jolo Go-
me. da Costa o Joaquim Antonio Pereira
-Haja vista o 8r. Dr. procurador fiscal.
Thomas Antonio Maciel Monteiro e Ju-
lia Ayres do Noeimpento Freitaa.-Fagam-
se as nota" na portaria de licenga.
Dr. Jose Ventura dos' Santos Reis Ju-
nior, Pacifiao Joaquim dos Virgens. -In-
forme o Sr. ,d iu46dradodor do Consulado.
Ignacio Imwoio Gomem Pena, Joao
Marques Ferrira Lma, Uonorio Travamsos
sarinho, Maopl qwlOgues do. Santo.,
r a~o J Joaquiz Jos rRo-


SP H6 J doe Faxia e Digna
844' -a6kawf-se as devidas no
taW dpopA do competent registry.
Ioaool Goncalves Ferreira Costa.-Sa-
tisfaga o disposto no art. 282 do reguja-
meato de 2 de julho de 1879.
-17 -
Manoel de Medeiros Rocha Isabel Lu-
cas da Silva e Philomeno Getulio Correia
de Araujo. -Registre-se.
Padre Marcolino Vieira da Silva e S4 e
Joao Rodrigues de Souza. -Deferido, to,
mando-se por termo a fianga offerecida.
Alberto Moreira da Silva. -ludeferido,
a vista das informagoes.
Amelia Suzana Zooher.-Indeferido,
visto quo as polices possuidas pola sup-
plicante nao alo da emissao realisada no
Rio de Janeiro, unicas qua tern registro
no Banco Iadustrial e Mercantil daquella
cidade.
Brags & C., Manoel Martins Fiuza,
Sebastibo Antonio Paes Barreto, herdeiros
de Andr6 Barbosa Soares e mesa regedora
da Ordem Terceira de S. ;Francisco e Cle-
lia Perpetua de Freitae. -Deferido, :fian-
do irresponsavel polo debito anterior o no-
vo inquilino quo estabelecer-se no pavi-
mento terreo do predio n, 39 a rga de D.
Maria Cesar, na loja n, 26 do Largo do
Paraizo, na casa a cstrada do cngenho
CaiarA, na casa n. 11 a ruan do Pombal,
no pavimenta terreo do predio n. 21 ao
largo do Corpo Santo e na casa sita no
povoado de Ribeirlo, cuja desoccupa$lo
se prova.
Victor Neesen. -DA-se provimento para
ter baixa da collects, urma vez qua esta
foi procedida sem just causa nem funda-
mento legal, per so nao exercer urma in-
dustria prevista na lei fiscal, corn a exis-
tencia de bilhar em casa particular.
Telemaco & C., Manuel Ferreira da
Cruz, Bernardino da Costa Campos Ju-
nior. -Haja vista o Sr. Dr. procurador fis-
cal.
Joaquim Menna da Costa Virbes, Joao
Gomies do. Azevedo e Thomaz da Costa
Ribeiro.-Certifique-se.
Heliodoro Candido Ferreira Rabello e
Felinto do Rego Barros. Informe o Sr.
contador.
Dr., Francisco Amynthas de Carvalho
Moura.--Fagam-ee as devidas notas da
portaria de licenga.
Manoel Figueiroa de Farisa & Filbos.-
Escripture-se a divida.
JoF6 Elias de Oliveira. -Deferido, po-
denio licitar.
Joao Baptists Cabral, Antonio Joaquim
Casclo e Carlos Jos6 de Siqueira. -lufor
me o Sr. contador.
Alfredo Jos6 de Carvalho. -P.egistre-se
e fagsam-se as devidas notas.
Manoel Felix do Nascimento, Manoel
de Miranda Castro, Rita de Cassia de Oli-
veira Lobo e Henrique de Barros Costa.-.
Informs o Sr. Contador.
Augusto Frsderico de Oliveira & C.-
Satisfagam o disposto no art 282 do Reg.
de 2 de fulho de 1879.


de rW oe Jos6 Francis* da Cunha Pcdrv- Camara MnldelpI
sa, de q .em acima trato, e Francisco de DESPACHOS DO DU 16 DE SEtEMBRO
tal, escravo do Ubaldo de tal, resultando Po Sr. tentm VMu mmuwario de
ser este ferido por aquelle, que foi preso policia, .
em flagrante, sendo o offendido recolhido An&.*a Silvae aa, ar64aoi o pro.
ao hospital Pedro II, ond esta em trata- die n. 55 A da ruIo Barl -da Victoria,
mento. frigqsia de Santo Antonio, pedindo bai-
A tal respeito ostA o subdelegado do 1I xa de impostos sobre o memo predio do-
distrioto de S. Jos6 procedendo nos terms video s por diversms, a fi de poder o a
do inquerito podAL plicante lugal-o. -Manienho o ds
Oommunioou-me -o delegado do termo proterido na petigo do spplicnte 12
do Agua Prot&, que no di. 7 do corrente do correante, por star colotado not ezw-
tera do e hq Bij Flor, fra cicios do 1883 e 1885 o supplicante eoI
ssoseinado Mariino Jose de Lime, teado relojosria, n pavi..at..torz'o do prqdi
sidaitor deaOtr ciime o ialiiduo 4de no- aque% rore..
me Joaqusm Pedro, que eoguio AM &C. eino fie faa

Con termos da lei. -isl -a, Wwrajo IL 19a ava,',1*:i Jim
0 oxarct do "^^^ qMK P" rial
oequmo. orwa bosneaes 0 i*A?*


comminario


SPores, podindo lieenca pars
M -came o f q4oto da cass
W1 i* Motteiroaguesta do Pogo da
[2. w deI OUM pedindo licas,
Pub ri 0n o do oitio do seu
!dn- 4 Soledad, freguezisa da
Joai a o4s o st eoa!de-re.
SJosh ma, pedindo Uceaa pars cello-
't b de ferro na ports Sfgida, ezis.
.$Mt* no o iMou wtaibelecimento ,sito irun
do aM n. 27, froguezia de Santo
a imtposto., concede-se, de con.
midd to postdras,
Antonio t de Lima%, pediudo lieanCa pars
finer ose o0 sr precisos na easaa n. 25 da run
do Dr. Jos N abueo, freguesia da Graca. -
Pagos os O toe, eoncede-se, de conformidade
oml o paro do ouengenheiro.
Maaoel d* Cunha Brandlo, pedipdo lieensa
pars edifieium casa scorn 29 palrmos de frente e
55 de fu4ad, em um terreno sito entre as casas
n. 70 e 72' d rua do Bemfica, freguezia de Afo-
gadoe. -Pp*s o impostos, concede-se, do confer
midade ooL--as postures.
OebuiniA de Amorim Lima, pedindo lieenca
pars eorrW p telhado e limpar a frente da casa
a. 114 da *l'do Visconu ded Albuquerque, fre-
g8 ria da Boa Vista.-.Pgos os impostos, con-
oede-.o. '
Rieordow.s Gomes da Lu, pedipdo licenca
pMra eorrterifado e subatituir madras ua casa
U. 3 da gr*aa* dos Martyrios, treguesia de S.
Jo .- -P4A in iApostoos,le6nede-se.
Antonio.Alvesa Barbosa Primo, pedindo lieenqa
para tooaur goteiras na casa n. 26 da rua do Im-
perador, f e8ia de Santo Antonio.-Sim, dando
previa sci~b ao fiscal.
Andr: 4i Silha Dutra, pedindo lieengs pars
faser 200 osde muro na frente de asu case
sem nume o t i rua de Nunes Macbado, fre-
guezia da a.-Na fdrma do parecer.
Antonia isa Teixeira Elias, pedindo licenua
para substir madeiras, e fazer diversas obras,
incluindo Q de muro, na casa na, 7 da es-
trada dog fiotoe, freguezia da Graca.-Pagos
os impsto#,onede-se, de conformidade corn as
portura.. .
ecretpa da Camara Municipal do Re-
cife, 18 etembro de 1385.
Pelo porteiro,
Frederico Tavora.


PERNAIBUIICO

oefl ea Provincial
72.a SES EM l5 DE JUNHO DE 1885
NPIE5ID8SC1 DO UXM. BR. DR PAULO JOSi DE OLI-
VEIRA
Aois 83,inutos depois de weio dia, feita a cha-
aada e, Y81 ficando-ae estare'n presented os Sra.:
AristareLte0;*9, Bstevio de Oliveira, Jos6 Ma-
ria, Pa d 1e Oliveira, Antunes Pinhiiro, Pereira
de Ly* +PezUorito Cavalcante, Cunha Beltrio,
Biftwi G16" Cavaleante, Amaral e
Mello, JAittuo,'Lourenoo de 8a, Drummond
Filho, Barao de Nazareth, Santos Pinheiro, Ju-
veneio Maris Luns Freire Junior, Amaro Fonseca
e Maximiaaq4l uerto, o Sr. president declare
aberta a seskto.
Co-nparecem depia 0os Bra. Olympio Marquee,
Nilo de Miranda, Rosa e Silva, Praxedes Pitanga
e Augusto Leao.
Faltarn os Srs. Meira de Vasconcellos, Bar.o de
Itapissuma, Silvino Cavalcanti, Visconde de Ta-
batinga, Arruda Falclo, Fiel Grangeiro, Ferreira
Jacobina, Francisco Tiburcio, Regueira Costa,
Co istantino de Albuquerque, Antonio Correia,
Jolo Avires e Alfredo Correia.
E' lids e serm debate approvada a acts da ses-
sao antecedente.
0 Sr. 1 secretario precede a leitura do se-
gainte :


.1


XPEDIENTE
Um parecer da eommunissato de legislaslo exigin.
lo publica-f6rma eu certidto da procuragiao que
habilita Pereira Carneiro & C., a se encarrogarem
de negocioes referentes ao Bonco do Brasil, sendo
lito parecer approvado sem debate.
*Foi a inaprimir sob n. 114 um project conce-
dendo um privilegio por 30 annos A possoa ou corn-
panhi% que nests provincial imncliar a cultural do
bicho de se da.
0 8r. Drummond Filho justificas e man-
da A mesa a seguinte indicagtio quo 6 remettida a
ommisuao de policia.:
a Indico que se altered o capitulo IV do regi-
nento no qnue diz respoito a eleigio de commis-
ises desta Assembl6a, restabolecendo-se o syste-
ams em vigor polo do vote uninominal.--G. de
Drummond Filho. 15 de junho de 1885.
Passa.3a
l.a PAMTa DA ORDEM DO DOU
Continue a 24 discassio do project n. 21 deste
"ao, (orgamento provincial.)
Veem & mesa, sAo lidas, upoiadas e entrain con-
jnntamente em discussion as seguintes emendas:
N. 243. Ao 37 do art. 2o do project, diga-se
10I em vez de 5,, e 6S em ves de 3 A.-Jos6
Maria.
N. 24. Na tabella dos impostos de orepartigio,
24 parte; n. 8, em vez de-loas. de vender joias
6n6tea iWoias e reloglos'9:000A, diga-se 5:0005.
-Jose aria..
1 r taro do Nasareth-Nio posso,
Sr. prodemsmat, dissimular, and a que mantivesse
a Wal poposito, o receio qua de mint se apossa
ioUadS--easmalta ao esparito a lembranqa de que,
aaedo ste momienato da palavra, julgo -me em
eouepalbel obrigado a responder as consideraces
fitas peo illustrado depuatado, digno represen-
tante L d7 7 distrie dests provincia, e cuja pro-
fidcienia, & sw*uamjt.. do aturesa economiea o
fiwmBii 6 por "a reconhecidsa e apregoada.
O l. DuMom, Fmzo -Isso 6 muits bondade
'0,-Eo..
9 8& &IWO DS NAUMSuTa-Di cil, portanto, e
bam difaeil e6 a .nnhs posi*o nests o ccto...
0 & AX.rus- Pan V. Exc. uno ha diffieul-
08 BAR1 1 NAZSAmrI-... tenddo deapre-
ol 0 momwntsw. dioauso do nebre deputado,
5. proatnClad, sore w-maersIa do tents tsnpo-
teaa, no inttuito deojstiofifr o invonto doumn
naiW fuofta A. a..A.. 1 *. .


0 ebefe d,.f Polk
Correis Ida suva.


preza. b
0 SBa. DRUMMOND FILHO-V. Exc. por certo in- b
terpretou mal as minhas palavras.I


0 Sa. BARAO DiE NAZARETH-Se assim procedesse-
mos, o que nem por hypotheses admitto, illaquia
riamos sem duvida a boa f6 dos contraetos, pois
come takes considero a compra e a venda dos titu*
los do thesouro.
Al6m dieso, promoveriamos fundadas deeacon-
fianas no espirito do todos quanto tiverem de
arriscar os seus capitals aus acquisigAo desses ti-
tulos, o que tornarA diffileil, seneo impos-ivel, a
nsua venda quando o thesowuro precisar emittil-os
par aceudir aos seus ecompromissos.
0 SB. DaxwxoD FILHo-Eu demonstrei o con-
trario.
0 Sa. Ba&o DR NAzAaum-Esas difficuldades
avultam hoje aind ma"is,'porque, com lo ignmora-
so, temos neoessidide do din&iro parma alvar o
defli do orgamento pasMado.pa o que autori-
samos um emoprestimo de 1,6o 0 01 quo vai sr
realized corn a emislAo do apohoa atee
q u a n t i a ? + .
Do feitooa aspiftei so' hio da retrahir deadS
quo a. titulok que v.o represental-os, Atuarem
ep &t a rm nnovo onus qeuo pods er indifinido-
menue angmatado.
ZetabeleCido o prsodent., a taxa pode aw gna-
dsalmeutoetlevads ata 0 pouto do equiparer-se so
so quoq dth ooro porceberem os seus ac-
posuidores doe titulos por olle emitti-
'afa-.
Be o prmio e hoje pag a pnl'cia, 6 ex.
eO"vo e x=orbitantes, neste caso, antorisemos o
eatprtioolo precso, e o juro medico, pars o
da8 apolieeso em crculsogo; ea s un me
^i lama empessogbia :;.doies mode a. a
oa daqunlles Hn que n o thawo ro Ontrac-
tom, e con quebra d oonfianesm quaeo dove ins.

Qauoijesta nao ser a i a W40 4 diamela. aV.


ns qium so shibio
ldo ta&haoquo todoes 1h invo-
o "a. D nBAo -V. Exe. oessaga-me.
0 Sa B '8 NAzAaTmm -... eu me sinto
alentado por urmsa convieoa0 profound, quo me ar-
raeta A tnrbuna, a me animal a declarar a S. Exc.
que a eommiseslo de orsamento provincial, a que
tenho a hours de pertencer, nao pode de modo
algum aeeitar o alvitre suggerido, em virtue do
qCtual se venha estabelecer um imposto sobre eases
ttulos de divida.
0 Da' DRUMMOWND FaLO-Sinto muito.
O SB. BABo DB NAzARznTH-Sr. president, o
illustre deputado a quenm me refiro, nas austenta*o
deo ua. id6as recorreu a um simile, que no 6 pro-
cedente, quando disse, que tendo a eommisso one-
rado oom unia taxa de 10 0/0 os dividendos das
companhias de seguros, no podia, semr revelar-se
incoherent. rejeitar a sua emends que tornava
extensive o mesmo imposto a material igualmente
tributavel, representada por titulos da mesma na -
turza.
0 Sa. DRUMMOxD FILHo-Para Mnao interromper
a V. Exc., eu deixo de refutar desedeja este ponto,
agaardando-me pars fazel-o em tempo opportune.
0 SB. BARZO DE NAZAaTaH-Proeurarei demons-
trar que o simile estabelecido pelo nobre deputado,
nao 6 verdadeiro, segundo ha pouco disse.
As companhias de seguros sao verdade.iras so-
cedades commerciaes, exereem um mister, e teem
umn fim conhecido; ;u, em outros terms, exercem
uma profisso mais ou menos luerativa, donde
Ihes pode advir '"andes vantagens.
liada, portanto, obsta a que ellas paguem os
namsnos impostos quo gravanr o capital empenhado
em tranniw e mera~tio de 4atsa qr4ap.
E' o mesmo tribute que pap o uegocianto im-
portador, o logista, o armazenario, o consiguata-
tario e todos os mais qd. como as compauhias de
seguros exereem urma profissao.
0 mesmo, porbm, ja nMo acontece corn aquelles
que applicam os seus capitals A compra des titulos
a dividapublica, visto nMo constituir esse mister
uma profissao ou industrial.
Alem disso, accresse qua as apolices do Estado
naoe so material tributavel; porquanto o imposto
sobre ellas estabelecido, traria e sua depreciaqto,
atten iendo-s; a qua, devendo ser elle pag', o
contribuinte havia de satisfazel-o, comprando 0os
titulos corn o abate correspondent as taxas de-
vidas ao Estado.
Ura soerlhante imposiclo, pois, quando neI
fosse prejudicial, seria sem resultado pars o
erariu public e um saque do Estado sobre si
mesmo.
Sinto no ter asaistido a todo o discurso do no-
bre deputado que obrigou-me a asahir deste re-
cinto ; ouvindo corn alguma impaciencia os apar-
tes qua proferi nessa eccasito.
0 SB. DaBUxMOiD FPuo-De modo algum. Eu
costume sempre reeeber os apartes do nobre de-
putado corn aquella consideragio que me me-
reeR.
0 SB. BAnBo DO NAzABR-u-O qua proper o no
bre deputado, Sr president, nada maismimports
do qua a diminuieo dos jurors quae venccm os ti-
tulos a que S. Exc. soe refere. -
Si o nobre deputado justifica o expedient e lem-
brado, deve convir que 6 preferivel a reduc-
san do premio corn qua esses titulos soe emitti-
dos, calculada segundo o quantum do impostor a
deeretar-se.
Dotado de um talent lucido e perspieaz, nMo
sei como eseapou ao nobre deputado esas consi
derqates que tAo naturalmente assaltamo-nos o
espirito.
0 Sa. DRUMMOND Fxnao-Defeito de minha in-
telligenc a talvez.
0 SB. BaiZo DB NAZABmTH -Supponha o nobre
deputado quo a provincia tivesse de emittir hoje
polices corn os jurors de 6 /o, e que os seus corn-
pradorcs fossem sobrecarregados corn o pag&men-
to desse imposto qua se pretend decretar, calcu-
lada por exemplo na razao de 10 %, responda.me 0
a Assembl6a se a taxa nao ficarA final reduzida r
a 5 0/,. I
Ora, send assim, parece-me que seria demaise
curial fazer se logo a emissio corn esse desconto, d
e dispensar-se o impostor delle equivalent.
Por esse modo chegaremos ao memo termo,
mas peor caminhos differentes, sendo recto o que
indico, e accidentado e tortuose o quo lembra a
emends, que sggere-me todas essas conside- '
ra coes.
Illudem-se todos aquelles que supplem que esse
imposto nMo depreciara esses tituloa de divide
public, neor sera afiaal pago per quern as
emittir. s
Peuso, portanto, quo adoptado um semelhante I
expediente, nenhum beneficio provira delle A re-
eeita publics, se nao prejudieal-a, embaracaudo a o
facil venda dos seus titulos. o
Cousinta-me agora o nobre deputado quo eu c
aprecie a questao 'sobre outro ponto de vista, em e
que 6 ella ainda mais vulneravel. '<
Corn quo dtreito, pergunto, onerariamos hoje os c
poasuidores das polices da proviacia corn o pa-
gameuto dessa imposicao, cogitada na emenda ?
Tendo sido ellas adqunridsa na confianca de a
que nenhum onus sobre ellas pezariam, a obriga, i(
cao hoje imports sos seus possuidores, alem de q
vexatonas, censtituiria urea verdadeira sor- a


brilhantes estorgos que fez pars suitentar na tri-
buna a emends agora sujeita a debate.
Sr. president, n6s sabemos que ji o anno pas-
sado so autorisou urma emiss" de apolices no va-
or de 600,0001 que nao foi bom aceita per eau-n
sa dos jurors estipulados ; devo entretanto, declo-
rar que votei contra essa autorisago, expondo na
Occasiao opportune os motives porque assim pro-
cedis.
Hoje o eatado da provincia se asba aggravado
de unm modo que a todos inspira os mais fuadados
reeeios polo sen future. Como 6 quo em ta o.r-
euastaneias V. Exe. pretend cr IParM a -
vincia mais um embarago A manutenqio di sM7
credito ?
Como 6que na ausencia de melos, as 1lt. Cb-
soluta de orecurses, V. Exe. pretend* evaut om-W
taculos a qualiquer Opurao Siani quo-a pro-
rinci& tenbapor ventura de reallMar?
Como 6 quo V. Exe. pretende ,aggsavar a situs-
^lo dolorosa em quo, por assim diser, peoipm a
iberdade,ra hours e a aida da provivc ? T
0 SB. DwOmwm FIL --Eu estoua aeado da&
,ntranib.
0 SB. BAo o NWAzua -Sr. president a t
imposto quae o nobre deputado quer eaed.r = a
rends das apolhees, attenta contra a iga1dde (J
a Constituiko do Imperio minda gUdtr
iso do quaMtum corn que todos deve otl
pma as despezas do Estado ; -porqauwt, m
ale deve ignorar 8. Exe. os pomuid8o ja i
tulos j ooneorreom par ea fim,
seus capita parm a a aiub 9 d*
am modieo iatermw. .... i1
0 S&. Dauxu*~
*bov tdoIsss


r1


emittidos'neum ferir os direit adquirdus a t U
poj midor &
0 ft. Dftwxomr Fto da utRaparts ,
0 SM BAIZo DR NAEMRTWH -$ .E 4 oau
subsistarao sompre0 o6 nconveaieateim asoesbo do
assignalar, assim como fcsra slad* 0 f4mangM
que o emprego doe espitaes exige. ./
0 S. DBUMMOND FILHO V. Exc. laborsa em
perfoito erro; demonstrarei.
0 SB. BAko DE NAZAmETH -Se a provineia com-
prometteu-se a pagar osjuros da 7 por centp, por
exemplo, estes jurors nao poderao soffrer desoosto
algum, sob pens de faltar.se ie 6 devida aos-coa-
tratos.
Nao se pode. Sr. president, corn juatioa de-
cretar semelhaute media ; pois e aro que, eo.
brando a provincia tAo mal enteadido impostoi
exereeria a mILis iniqua das presses sobre aquel-
lea que, de muito boa fi, corn ella contacrataram.
O nobre deputado, que tern intelligencia baa-
taute esclarecida, se examiner corn calms o as-
sumpto, nao pode deixar de reconheser a injustiga
do onus corn que qutter sobrecarregar os possuido.
res de apolices.
A provincia nao pode lancar tributes sobre oa
proprios titulos de sua divida, serm faltar ao memo
tempo A f6 de seus compromissos.
0 SBa. DRUMMOND Fumo-Nao apoiado.
S0 S. BABIO DR NAzA-zT-Aqueoliq $ i-ooe-
beram polices do governo provinial|
garantio os juros de 7 por cento, teen, t
reito-de retirar os seus capitaes-ddl '
governor nao Ihes pagar integralmeatme 4 4i-
mento promettido. -
Ninguem, de certo, lhes contestara o dirdo de
se apresentarem no Thesouro, e exigirem o reem-
bolso *de sas capitals, disendo so governor :-
ahi tends a vosesa police, dai-me o men di-
nheirc.
0 Thesouro, porun, como o nobre deputado as-
be, nao dispoe dos recursos necessaries pars at-
tender a essays exigencias, aliAs muito legitimas ;
e disto inevitavelmente resultara o abalo do era-
dito da provincia, se na, sua extineglo total ;
passando ella pela miesma crisa que urma casa
commercial, quand) deixa de satifazer o0 seua
compromissos.
Ora, Sr. president, se 6 eerto quo a provineis
nao tern numerario sufficiente corn qu e possa at-
tender de prompto a todos os seus credores; so a
provincial vive actualmente do credit, e se agora
mesmo cogita-se de um novo emprestamo, eso
aceitar-se a emends do nobre deputado, quo oft-
belece uma impmsi$o directs sobre a rends das
polices cm circulago ?
Se estate Assembl6a decretar agora urmas lei, one-
rando os jurors das apolices, come podewrA a pro-
vincia levantar capitaes para a satisfasao dos en-
cargos que a acabrunbhm ?
Seria por mnuts um crave na roda ; series crear-
se mais difficuldades a nossa situaQAo financeira,
series, em summa, tropegar mais urma vez no eairel
do abysmo que nos escaneara as fauces.
Sr president, se o estado da provincia nao
fosse tAo melindroso, como e 6; se as circumstan.
cias actuaes fossem outras que podessem compor-
tar medidas dessa natureza, talvez eu a aceitasse
como uma simple experiencia, como um simple
ensauo.
O SR. DRUmMOND FIrmO-E porque nao faszer-aa
a experiencia decade ja ?
0 SR. BABo DB NAZARETH E, Sr. Dresidente,
uma vez aceita a proposta do nobre deputado, o
imposto arrecadado, pergunto eu, sera suefficente
para a satisfaoAo dos comp-omissos do Thesou-
ro ?
E' esta urma outra questao que deve actuar
muito em nosso espirito.
0 Sa. DRxMMMOD FILo Mae nao deve contar
somente corn a arrecagdo deste impoto.
0 Sm. BARnO DE NAZARETH E uma vex que o
rhesouro nao poses desobrigar-se, es stores da
ral fadada media terao de eerrar, debalde, os
ouvidos A grita da opiniao publics e aos just
reelamos daquelles que emprestaram seus peea-
lioes.
0 SB. DuuMoNSD FILHO-Isto 6, que aferrolhamo
seu dinheiro, que paralysam seus capitaes, obten-
do d'ahi bons resultados.
0 Sn. BARAO DE NAZAYTH -Eu nao concorresei
com o meu vote para collocar a provincia em, um
,erdadeiro estado de quebra, em urna perfeita li-
Luida9io, pars nao sentir depois, a pungent ma-
gus de ver esvaecerem seus escassos recursos que
inda Ihe animam as depauperadas forces.
0 SBa. DRUNMOND FILHO-V. Ext. bern sabe que
* minha intensao 6 outra.
0 Sa. BAsAO DR NAZARETH Per isso ou dime
1o nobre deputado : V. Exc. esta fazendo urna po-
itiCa cruel.
Serve-se do orcamento provincial pars fazor uan
opposicao por um systama novo e original; usgs
s rneioe do governor 9pontando como fonte de no-
eita o tribute sobre os juros das apolices. B. Exc.
rm sua faina de opposicionista denodado, parsee
echar os olhos para nao ver a series de consequ.n-
ias desastrosas que a sua emenda acarreta.
O SB. DauMMoND FILHo dA um apart.
O SB. BABo DOR NAZARETn -Espera que esta As-
lemblea, illuhtrada, coma 6, nao ha de aceitar ums
d6a completamente infeliz, permitta-me S. Exc.
ue use desta exoressao, apezar de ser o primeiro
respeitar o seu possante talento e a admirer os


-1


' t


^- .


I




















Else 0
~ deli
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sm~n'e


i+ Z
sG m.Bahb as.u I s, ...5
06+ BAR W."a OWN

twa ettO I'-0e mtiafaor umr divide de
Cme MRail ateO ?
0" &. O s 'Frum o V. Exe. eata confun-
4di, ea a*U fallei ema oonversao.
0 ow uBA RUa NAZaum -EU 6 quo eltou ea-

-ai --x SEw z FPo-Maa 6 nmi bypothese
ONAw aOf L
0 Se 1. Bodo VD 'NAsAuB-Perdoe-me; 6 urns
tjot^Byrp eaua ^ftfteweata&
17 = i .-40oo qe uan.
0 K A ow ,- VSmmm se. o Sr. Barb
doi #tad0*0;e"kjawOt peteuutai
0 kk. B l Da u -- Pf eguindo dixei
Sa pm tdt qedw emos eogitar d ooaae-,
quenciaa quo naturnIlmente docorrem da adopco
da-Ma-dWa *e dtsout8b .
-Aqaja, pis, m, e aiuunmtancias actuses, qamr-
fiatbeier an iaposto d .sta ordem, 6 pretu.dwr
coAs easga part e do territory brasileuo, cuoa
deutinos estao sob nossa guard, usna mats critics

A. -poao sabsoliakmente aecitar a ids doan-
brwldepltad*, pors aeho que, una vex adopta-
darprovinamo tra, de passer pela 4ur a humi-
lhaa.dmevo-se-lh e, retirar a eonfianga do todos,
l"aitllindp-So o credit que ainda a sustemn,
pclwf_. afandir-si no pelago da bancarrota.
4i-. D-,aADO--O nobre depatado quer opne-
rn-Aisas cover aerm dinheiro.
0 SiR. DauxmoaD Fuao-Este argumenfo 6e fu-
tikMii., Se V. Exc. me tivesse ouvido, no da-
Aismeihaft apart.
0 S. LM aAO Da NiZsaT SLa medida pro-
pasta tem.algia utlidade real, 6 aei4avel, o go-
vere epl que tern iwuto matsl facilidado m fa-
2ar ebzuwoperaQea, e at6 o poder de tabricar di-
abmro, Ipoque inutivo ainda nao lanaou mio della?
-0 i. DaumLM mD Fnm.ao Pelos motives que jA
deL--
0 SU. BAjAo DB NAZARZTH-Certamente foi por-
q gMeomobeceu as deavantagea nque condeamnam
a'&mgida do nobra depaitado. .
-jbuafeoa-se S. Exe. de que as coamequencia
dovir quo lembrou, aeao umsa auceesAo do
4emstres pars a provincia.
-0 SL DamimoD FIzLo Cads yes eato mmais
coioeneiodo do contrario.
gO tj BABA O D NiaAamaza Sr. president, nao
qum eingar a atteango deata Aasumbl6a alon-
gaudae deauuia lameaete sebre umn ponto, a men
vw&e facilimo exame. ,
kOs nobres deputadus corn a illastracb quo em
tap elevado grAo possum, melhor do qua ea, cow-
pzehenderio tod o oaleance da media em discus-
eii.
A e enk a do nobre deputado pelo 7 district
sgev uran, vantageom unica, que ja se realisou :
sw& detoraiuar sea disticcto author a proferir
Mmb um dioarso bellisimo qu4 tato o recom-
ilada' seaimar da provinoia. coma um talent
qua a enobrece, e de quo ella muato tern a espe-.

Aprecisak, porau, a emeuda em sua easencia,
wehuna vantagem offereco.
Sr. president, antes de terminar a aprecia*ao
dmtemedida oneu faqo um appello para os senti-
xntos patritiocs que aninma o nobre deputado
pe 70 district, e espero que onaeiderando na,
cogdigio humilhante a quo a provincial poderA ser
afrsda, reflectindo com calms sobre as coee-i
queacias fatataes do sua emenda, elle a retire da
ditsitBseo em tempo, e reserve-a pars quando a
&61e que nos ameaa tiver totalmeate deaapparq-
ddo.
Lance S. Exc. o olhai para o quadro contrista-
d- de nossas circumaUija, e estoU certo ue
ha de conveneer-se de que o onsui qae propSe 6
iaeompativel cornm situaglo calamaitma que atra-
vessamos.
0 SB. DRUnOaH FUaMO Sempre que 0s tern
tractado do impoto levanta-se grande opposiglo,
mas vota-se o impostor e a pratica vem provar
qua o que contra elle se dizia era eompletamente
infundado.
0 SB. BSIAO Dr NAZAPRTu-V. Exc. conhece a
historic da Inglaterra e sabe pefeitamente que
o system a que sc filia a id6a de V. Exe. e pe-
nig'oW, e taunto asim que o psrlamento daquelle
psiz mandou queimar todes oa projects sll apre-
aentados, no intuit de pol-o em pratica.
O Sa. DavxeosM Fnao-Sabe oque semtpe suc-
cede?
Depois manda renovar tud .-
O aS. Bwido DB NAZARTa Sr. presidots~,, te-
zuBo-me alongado mais do quo ponsava, s discus-
do ponto de qua te eatotoccupand i julgan-
do tel-oesgotado, aqui concluo o sou exame.
Pelizmento tenuo a conviccao profunda de quo
a Asmmmblea nao approvarA o imnpostos lembrado
peto men illuatre college quo supponho eastar com-
pletameate isolado desta vez.
Sn. DBuiMOw D FILao-Duvido, creio que ha 5
on 6 collegas que estao de aecordo comnumgo.
0 SB. BABio nE Nuzianra-Depois deotas ob-
mrvasqes auaeiatameate ezpostas, 6 verdade, Po-I


rdm, sufficientes para justificar a impugnaglo fei-
taA idea asuggerida pelo nobre deputado que sea-
ba de honrar-me corn o se" aparte, o o meu voto
nests questao ; permitta-me a Assembl6a que con-
Sin& A occupax a sua attengo, apreciando outras
mawndas tambem apresentadas ao project de or-
-pmento provincial, cncernentes a part em que
elle se retere A receita publics.
Tendo de discutir-se eats material, lament pro-
ftadamente que nA esteja presentee nobre depu-
tado pelo 8o district o Sr.Dr. Gramgeirp, a quern
venho responder; visao seo elle o aator daes emen-
doa-a que tenhk de referir--me. '
ExL no intuito do revelar unm certo interesse,
dirMi mesmo, estremecumeat. pela aorte dos con-
tribuintes, lembrou-se de diminumr a receita da
povinoia, apresentando divermas emenda, urmas
Wppreuivas, e outraa reductivas de verbas que fi-
um quantum das imposigOes a arrecadar para a
itlsfagok dos eneargos do thesouro.
ENotre ellas subresahe a que mands prescrever
do pVojMto de orgaamento o 1 do art. 2-.
UM SR. DEPUTAD--Foi uma id6 feliz.
0 -t. BaBO DA* NAzABTH Infeliz, direi eu.
MW aBeif -. president, como o nobre depatado queo
bditrrempe-me corn ease apart, applauds ura
Wi st suggestio, quando sempre se ttm re
Vlado extreme modelfenaor dos intereases de sua
pmvinisa, que tAo merecidamente o investio do
J*audw, em virtue do qual tern aaseuto entire os

A,adepAdo d urns aemelhate idea importara a
eliminagio de#ma verbal de recda, calculada enm
.4IOAO9 ois. sa tapto se t.eva o pagamqnto
fluipmto:stebre o assucar exportado pelts provin.-

a ut que viessem inda mias.enc.P
*j t.)Sl ..aQ>, Oerf NecnaRio qls Pib


eona impouio, corn os das deoam fa raso
poin, onde esa iadutria etA maw desaenvol-
vida. '
A benevoleneia do nobre depauto pars co0 Q
classes tributada nao se afire u6"ente pelo quoae


0af~ *11O %ite .0 W ija-rij <>j Mcl ia S ii
rp, on agents que mawateaesu a prove nv6io A
ptfifta qmantia fix ada p~a;a wff ii
A ds pMroeetrmad a"-.1h deputado- a
ita do dmoutoas rtis par toIoeta 'de tedos os
vLpcaeb, narios sweute4 do obefta enehuta,
etutins o r o ustioues quo descarregarom no
pbvrto -des lelaade4 a eaia arrecadabo esti ealm-
lida e 36.-00K000, rl*'e veo declarado no
51 26 do art. 2.' do memo project.
: Domioado' p t, eum eeucwiieato, propaz atiada
Sdistineto cotLeg aquaem respond, inat eduw(o
de 10 /o no iimposto qae vein ooeaigaado no 81
do ineoo artigo, onde a su receita o0rd9 em
80:0M00)(0que deeresoerA iA radaodo metade, se
for atprbvad& a emeada do aobro 'deputado.
Relevas aqili poaderar que a eomeauo de fazen-
da e orameito da atima nswao luilativa one-
rou os contribuinte- do ftnmoato a qae so referee
ease eomn o pagamreto de, 300/0, o que nan foi
todavia acceito pela Aauemblhs, que s6mnente oap
proves oom o abate d f 10"/., isto .6, nos terms
em qoe e hoje pipC8stO.
Fit eita tkgeira ,eAposigo, nada mais resta-
me do que deusar A AsmemablW6a o algarismo a
quao atinglrd o deafalque quo soffrerA a receita da
provincial soe forem approvadasass emendas sup-
presaivU e reatictivas dai divers verbas, a
que sAo' ellas referentes.
Votada a supptemuso do 4 1.' e 7. do art. 2.o
deixarlo de ser arrecadd" as quantisa alii de-
elaradas, ambas na importaneia de496:000A000 ;
e se forem approvada as outras eosedas, gaard*-
da ad ida proporo, haveri na receita orgada
elia. comf.A nia M almuaigA provavel de
S3r560l.. equivatenta a vedwoeb sobre o qan-
tum dab' tatas fiidas nos % 3, 21, 26, 31 e 32
do meseo artigo aoq quseo oacnerneam.
Addicionadaa essays duas parceltas, obteremos a
quantia de 559:5505000, quo se abatera da re-
ceita destinada a satiafagio das despezas da pro-
vincia, se as emendas tivereat o apoio da Assaemn-
blea.
Atdmttigo, por6m, qu e assim aeonteMs, 6 evi ien
te quo falhutrao todas as previsoes da commissao, e
que 9 det trabalho no attingirA o fim para que
fora elHa nomeuda.
Dedde qm se apresentam emeudas quoe defrnu
dam a r6t6ita neceasaria para sstibSfaer os encar-
gpo do Thesouro, aconselba a razio, e dita o born
i6nsbs'odqtie 4e explore novaa fontes de renda,
on q=ie o diminua a deepesa publica, a menmmoque
soae deseonheam os verdadeiros. principios do me-
thor regimen economico, e considere-se assumpto
de' pouca monta o esisdo das fiuAnWa publi-
cas.
NII.* obnftte Weos reflexes qua o estudo da
*natcria, ainda o mais perfunetonr, gera no espi-
rito de todon, 8. Exc. proceraado estancar o Ra-
nancial quo abasteee o Thesouro, nao eucaniahom
pars elle novos afldeuteg, newo oircunscreveu, ao
menos,, a area do campo que ihe cum, re regard.
Mai,'96 adoptadi e trsbai d da commissao, tal
qual firs propOuo, sinda asm s fitaremos expos.
pos a urn deficit .prov*vel, o quae no succedera
sendo apoiadea pelt A8aembi6a as modifice"6s
indicadsm poi,"' E.a.?
A aairchia, o acoafu lo, o eahos, finalmente,
nadis flt da-prbvnia, asorao as consequsaucias
neesftaiar e' fitmaes do, asooMliuuto de umsa sea-,
Thante pretengi; e o eopenho, os eaouo a "*
Ioenbraoes do commisslo, sasifidesas na realisa-
,9o de urn trabalho, de que foi incumbida- por
eats Assembl6a, desappareoerio detodo e corn elle
o estimulo e o-incentivo pars a exeou9o de arefta
semelhante, se de novo Ihe for coafida.
Neste moment se me offerece o ensejo de res-
ponder a um dos topicos do discurso do nobre de-
putado, onde deelarou 8. Exe. por occasila de
apresentar as muas emendas, quo no estava dis-
posto a sanecionar orqamentos feitos pelo Thesou-
ro Provincial.
Depois das reiteradas provaa qu nos tern dado
S. Exc., de sun vigorosa intelligencia, penso que,
osm t0dt a razao, posso attribuir ease seo assert
a falsa conviego em quo labor, suppondo ser
permittido a cetMmisubo de fasenda e orecamento
provincial apresentar o seoa trabalho & considers-
ego da AssemMba, sem receber da repartigo in-
cumbida de arreoadar e distribuir a rends publi-
ca, os eaclarecimentos iiforma950s e todos os da-
dos estatisticos quo Ike Ii neeeuirios paraso per-
teito conhecimento do estado economic da pro-
vincia.
8e s. Exc. nao estivesse posuido dessa idea,
nao teria, por certo, aventurado aquolla proposi-
cao nem teptado alterar o trabalhQ da colfmissao,
organisado sobre aquellas bases, a que talvez nao
attended o njbre deputado,,por julgar que Ibe so-
ria desairoso aceital-as, e gaiar-se por elias nos
seus estudos.
Se S. Exe. estivesas preaente, talvez uos aDnun-
ciasseeo asegredo que guards, pars ealcular a des-
peza da prevmncia, e fixar .a sg receita indepen-
dentemeate do auxiliq coaun-ro d'aquella repar-


tiolo, afim deqmue jAnuis ae dig que a Assemblba
votando e e aprentado por uma com-
missuo de o i; l ac aa urn orgamento
feto pele Thempwo iPpncia .
Into eatar imipmcieatando a ttencao dos hod-
rados eollegaaM qpe ottvemn-me (nao apoiados); nao
obstante, sou obrigado a pedir-lbes que dispen-
eemi-me ainda per alguna moments a sua tole-
rancia.
SNio esperando fallar maia sobre a material, te-
nho necessidade de responder nests occasiAo ano
nobre deputado, digno representante do 20 distric-
to da provineia.
S. Exc. apresentando uma emenda suppressiva
do 11 do art. 2.0 do project em discuassAo, reve-
lou-se ainda uma vez coherent, attenta a posiio
qua tern sempre mantido na quesato suscitada pelo
estabelecimento do imposto decretado no memo
pawagrapho cuja suppreasso propo;.
Entretanto, Sr. presidote, parece-me que ja era
tempo do honrado deputado egntemporisar corn a
cumiissbo d4 fazenda e orcamento, e dar nma pro-
va de patriotic mo e dedicacao a sua provincial na-
tal, sacrificando a opinion que, -at6 hoje team maa-
tido aobre esse asimumpto, e do pressaroso au-
xCailiar corn o seu voto a adftlO do unieo resure
capaz de attenuar aS met os O ait0s pernieiouoi
do trause dolbrosd, Mn quoe vAqaejam nosas fi-
nanm e6 jai se debate o 'nredito quo ainda no#
rest.
Se..Ec seti An e d an prestar o son va.
d'pokp o a eag jiArte fo jebte1 ainds0a 1i
Vehtvelia honrido'e ei risa d mow i'MNO. W
paiotso avoengos, cajs gllomdaboeafo-lhe
fsrtmiha, lfs iaripoem d yrhAMe tudweIeri kr
IalTtsdb & povoj q(e e ft .'ltte a ins miupve.
'i. 1&h (-
er,'Br.e oeeae it sWem..ixdor& hoo
maw. o iou tesLemunhe aob
~tif a^^Wuaru que door
'f^ j^ t- bjSp6IS ^4 ooinmusBrtent-
i^^~t^^E! uin^ 1 W 4 '''


ve tern a ma 11.
Ponderai tamnbam quo a elmea oldog preos do.
n t fa fo ada iain-no -

reon, depoi. queo eommercio dai de ser sobre-
cara-gado por eaer onus.


maI mo ir ---- -- -0 a ig


14


sivamente da indulgencia daquelles que me dis.
peasant as suass attencpes.
Nao obstante aventurarer algumas id 6as sobre
a question resumindo porem o mais quo me for poe-
sivel a suas exposiglo.
JAem outra occasion diseuti ease assumpto e
naio dissimulei o modo per Que continao a encaral-
o ainda que segundo declare nbo possanise a
somma neeessaria de c6uheeinnto0 paras fuoda-
mentar a minha opinion sobre ema important
questao.
Nao descoohego a difficaldade da maotria e a
sua transedencia, pelo que nao estranlib a diver-
gencia havida entire o qoue tern procutnuo etuci-
dal-a, ofierecendo- lb oges diveaa,8 itLtdrlsa-
da. por conclusOs 4m i deduzT.dash de prin-
oagen qao ie uap c xcmji rejUptadov verda-
deiroa.plo. qua nasem e a'aleutdu~b *otaW
do e exame que fizeram' d kum-pta. -

a taw*O jUetaba'p-- ",".e
poderia aahin mais tarde, ae0m e a
wr algum.a avelo. do A po e
injtmqrna mena fuag.omos, ara 4oY* ittt e IB
WU~~~raa~a iw.nf,'C__^n an


as, em


i W^ trabalho. S ". -",,'
B ~ ~ paatodas V%48 a
do iu dt i vel e i ni do-
do i que a cominitqF a
pede, exhibit l Is 4W i4idi
dro pdngonae da situag.1 dfurosi quo a pr ovn-
is attravess.
l, s aiitq mlo ,r.Vpode imj ginar u elsta to
MMi elanosew pTart xija ten zo dt d
u aosSai parties do qu o a qu e temis diante dois
olhosna epochs presence. T das as classes expo


U jRIpUUlm TJim ".TkmZnEUU tZ I dthIU U~lf WUdmmmWZ.


-maww us mptsxirrsiwa emwwwrtua u s unev7 U maU
Sesde'e p nuis alto tunccionario paiblico quoe eo--
aieWeeu t gel-viga lealde sua province, amE o,.
b ro 'operarie que -mIreja para adquiqir os
nieios de sua subsistkenciatodo mseat-m aaa fuj*sas
ecbsequencias dos erroi de noasos intress.s
As artes-definhpw. A iadustriks n.a medram.
0 deouaimo co6mo que'-Mt6u subre nb6s aUM cam-
panuth aaphyxiadora. 0 commneri-.,que.6 d tais
fiel reflector da vitalidade de um paiz nmea edas-
ceu a umn ta grino de abatiment, qutW o que hoje
observamoa.
0 eirculo do umst transaccqes se vai resttiagido
dia a dia de um modo. verdadeiramente assusta-
dor.


S aquele coneeito;: p-oquaT ed todos
u a* earo quoe outr'ora, ftapdoo Iampi-
Sera cobrado.
E quando as inquire a causa dq PhonpiilNo-
vim-ft A oita do cmbio que, gsmdo'dimze
conmserva-'se sampreq ... I
MAs, so assim fUlsISloHilmente se podeb CoM-
prehendor como oe pf" 'ds mereadorib eonaser-.
varam-se sempre alto&? quando flo hAvia4quella
taxa, e o cambio niao nW'era tao desfavoravel
A eauna, portaato, ads success"aosaconteci-
mentoe qaue ulrimaamene' ,s temrn o Ado nao cin-
me'l 'eita provinuia s ooeootd.pBara a dl-
mnuitio de daad tnransaeg8s, na',a* jeeretdao
do itmposto sobre os geneo impsrta os
0 1hpodto delappareuu, e efnttrWas Ihoie mais
do que nouanea eado as liquid eei a U9 eemomercio
muito mais frequentes pelu eotado da pragia, oude
a talta de' capitaes assume proporoese A assuatsa-
doras, e taes oco mnunea foratm observsdas; o que
me induz a crer quo 6 ella de.eraiada pelo d-a.
equilibrio havldo estre a reeeita e despexa da pro--
iineia, originado pela muppresao de tuama de suas
Spatei do re 4s.
E' possivel que 'me illuda em miuhas c'njee-
turns, mas declare corn today a fraaqueza de quao
sou capaz, que dno eonfio actualmenate em outro
qualquer recurso pars sahirtnos do estado cmnalto-
so em que nos achamos, a nao ser o restabeleci-
mento do impostor de consume, como propbo a com-
missdo no seu trabalho.
0 quae nos cumpre 6 nao embaragarmos a sua
adop*ao, e lembrarmo-nos 'de que hoje todo o adia-
mento, por mais breve que seja, na deer'ta9o de
meios que salvem a ptuvincia, p6de produair uma
tal enfermidade, que mis tarde raflitc ao mais
energico tratamento.
Ux Sn. D OnTAzo-V. Exc. hoj estA alstentan-
do umsa theoria contraria Aquella que ja sustentou,
ha. dous annos passatoe.
0 Sl. BARIO DB NAZARETH--A argaigqo contida
no apart proterido peio nobre deputaca, ndo 6 pro-
cedente, porque nunca aouudei em nconeeitos diver
sos d'aquelles que ora expendo.
Ninguem igaora a milha attitude ua occasion
em que a Assaebl"a discutio a suspmsaio a'este
imposto, inesperadamente decretada pelo miniate-
rio de 3 de julho de 1882.
Sempre considered eae acto fatal sos interessee
do fisaco provincial, e attentatorio do-equilibrio que
urge manter -s entre a reo ita e a deapeza pubh-
ca, pelo que diede aquela dpoea previa attingir-
mos a este' est"a queo todos deptorimn.
Estancada, come foi, urnsma das fonte s da receita
doa provincia, que despejava nos sens cofres quan-
tin avsnoda, e quasi equivalente at um tero do
que ella ,espende, nao era um acontecimento de
previsbo difficl -sa crises financeira que oe na an-
tolha.
Ora, se taos foraa ontr'oras o mom vaticinios,
como ae me w rgue i e incoherente porquo con-
tido a.- p&odigar qu opro tao brusca
tranaibo em o aonso etado puoaomico ?
Contradictorio, S presidentent. eiM en, se hoje
inculcasse opiniao differeate, e. me propozesse dis-
simular as cohsequedaeias damosas do expedient
que antenrormente condemnei.
fEm boa f, ninguem ousara dizer que, depois da
aboliVAo dd imposto de imnportaao elevou-se, e,
conseguintemente, o rendlfento aduateiro,.nem
que o coamercio foi belffciado po wsMA resoluc9io
do po aer, visto continuar iatd hoje no mesmom e-
tado de desanismo e abatieniti ew m jjde anteo
permanecia, privado de luhros Batisfa 5rios pela
reducVio que supportava em auias t ora nces e na
circulacgo de seus capit.es.
Nao se contests tambnm qte, desd essa 6poca,
os recursos do ornazietA oaimegawa a escassear,
o que tern coltcado a provineia em condig5es
anormaes, condemaado'.a a flttar son seus com-
promissos, e pedir podemos dizer, moratoria aos
seus credores, e at6 mesmoa aos seus serventuarios
que se achanm atrasados na percepto de seus or-
denadoe.
Ao pass, por6m, que ease acto, oriundo talvez
de um panic ficticio, aesencadeonu today essa staie
de desastres, cads qual mais pernicibso, as seus
defensores nba allegamn em sua justifieanlo um s6
beneficio, nem assignam uma vautagem, sequer,
quo viesse compensair a enormidade dos sacrtficios
que diariamente aggravam ainda mais o estado
desolador da provincial.
Procedenata como me par-eoem, -teadas essas ob-
servaom ao doeeubror.ar, presideote, uma ra-
zao de ordem superior que me obrigue a omrttil-as,
o que para mirn nbo importaria nada menos do
que calar a homnenagom derids a verdade em quo
sempre nos cumpre inspirar quando expomos as
nosamas iaias nojdesempenho da commialao que re-
cebemos de nosos ceoattituintea.
Pensando por esse modo, nbo cumprirla lealmen-
teo meu dever, se pera moers oateanplacses, des-
conbeceesse a necessidade de repanaremn se todes
asses males polo restabelecirnento do imposts sobre
as mercadorias importadas, unica provdnecia ca-
pas, convencido eowo eaton, de ata utilidade, de
debs.lar, no meu modo de entender, a onise que
nos ssoaornb.
UM SB. DI ruTAoo-E' reciso que .. Exe. de-
monutre que a medida e tambem constitucional e
que temom oampetemesa pats decretal-o.
0 8a. BAZBO DB NmZ~ABTw-O asarte qua acabo
de ouvir proporcionar me-ia o eunsjo para detiftas
considerasea, me jAno comecasse a aeutir algum
canmaco na tribune e nao receiasse abumar exces-


verbas orgamentarias, nas circumstancias anor-
maes em que noas acham9s.
A ascitako9idesie alvOke importmia aggravar
aS condikO4 afflotiimas de nooseo estado con-
istad&r. Por um lado a t seguran9a public. doe
sappyrceria completamente : o punlmal do nimfeito.I
podensa fammejar impunemente aos raios meri--
laanok, 0 terlamoe teloez de presenciar as soenas
eOatnibae das depredagks e doa morticinios.
Ef a plend imgerio do terror corn todo o seu
,W-Cgjgle burdror .
S] aoutra pte atirava-se sobre a sociedade ums
trba igara d6' fameltloa deavalidos, qua iriant
tltwV4 dgeua f isfleinaB dan cohorts manguins-
riaL
-,. q Qlu do problems financeiro, nSb podia
itrai gansda na 6omislsao encarregada daI


Ag earposta, s emais
9 prerogatives do powder
Al.ar em prestar o en
0 or0amento pars oo-
m a% poiem deixar de
01ifQtoiaws que eo.thei-


aT i


Os print


A po-si eute, jOag.w t. .40

q00e eonsidera amoe;'e o dpa e 'dobeilar os males
'*Cum a ^ina ^^f a, l o 4tAIthOGae
gdrtrartn atn OSre .A e
d- tiiMtt,, Ijm. igki 'da
maii ea so t e-i *
Teno; p "Il r 0 einpdrieque
ca44s uin de o, ci k"r a ea o
"..
8ea. <,-,y ,- 6 ,r '
'uaiVi, *ir d 140 on ores.
bei.ir.-miti do
jappruvsgo ..
Mas o quo 6 c6. 1ui etal19asei6b6ha fizen-
do reviver ebte imp.mti, tera aataiefeito urna neces-
ip.t49 iy-lhp'antr desta pi -viueia, dando- he os
"' ut d -sua itrios de cu-luir nos aeus comnpromis-
Ai ,e1 porem a Ai'a-mbl6a rejeitar a media
prop,,sra pela amnnissiao de faz.end:a, eata vd-se
AWN119M I V. "" WIMIw fg be h;: o trntya j
iko detsniniis~o..r. feito, a san misaso esta
find. "-
N6& nao tedmo. foutes de reodas sufficientes para
attender as nees.idittles publicas.
Nastac .ciretunwt.,ueia. a- coinmi.iso lombrou-se
de 'angar mao detals inedida salvadora, iuspirando-
seo nos verdadeiros sentimenutos de amor da patria,
faas a Assembl6a que 6 soberaua em suas delibe
raoIes, proceda do mni)to qua julgar mais conve-
uiente, twmando para sit a inteira responsabilidade
dilesse Vto.
0 Sa. DRUMWOND PFnuo- De sort qua a comn
'missed faz corno Pilatoa.
O'S6. Bxasl6 Db "NAzmiu-T- Se o governor per
sun vez entender quae na deve sanceionar a lei e
mandar vigorar o oramentospassado, as coasequen-
vias sio patented" visto sabermos que ease para
nada Aeuga, porqu' no fima de cada serneatre appa-
rece um novo deficit.
Em todo o easo se assim acontecer elle qua to-
me a respontabilidade desse acseto, porque n6s ji
eumprimos o nosso dever.
A eounissAo de fazenda, Sr. president, tern
cousieenca de quo procedeu corn today a franqueza
uesse assumpte da mais alts importancia eo03 seus
membros nmostraram qae thmn forga bastante de
vontade pars mianterem ate a ultima hbora as suas
coavicoes.
A commfioso de fazenda, Sr. president, nao
descurou-e doe interesses que do, de uta compe-
tencia, salvaguardar, e tern o orgaiho de diesel o.
No parecer quae precede so project -ella expri-
me-se corn a maxima franqueza e lealdade, tnos-
trando at6 quo o governor geral na.o leva em
conta as nossas queixas ; prbvando a evidencia
quae elle pouce se iucommods corn o estado ruinoso
de nossas finanUas.
Nestas condiq5es, senhores, A n6s representan-
tea desta provincia, urgia tomar uns medida qual-
quer, e foi jastamente o qua fez a 'OommissAo.
E' de todos sabido que a noisa representsa^o
geral no parlamento occupa- se muito pouco corn a
observanecia de seus deveres.
Eu nao posseo admittir qu r wnma provinucia que,
temrn 13 representantes aa Assembl6a Geral, veja
serem conspurcados os setas direito, sea que erga-
se, entretanto, uma s6 voz part defendel-os.
(Apoiados.)
Se porem, a despeito de tudo, eomo diise o go-
vern6 da provineia entender que no deve sekac-
cionr a nossa leli a responsabilidade sera s6 sua,
ficando n6s corn a consciencia tranquilla pois que
procuramos us media de nossas forgas, cooperar
para a ettinc* do mat quae a todoe veta.
Sr. president, 6 tempo de retirar-me da tri-
buta.
A ella subi, em primeiro lugar para responder
aiudaque mal-ap nobredeputado pelo 7o district.
(No apoiados.)
Dvia usna respodta a S. Exc., e doi- ame bern
qud idO me podesse guindar As alturas.a em que S.
Exe. pairou.
E' que me fallecem os dotes oratorios e o ro
busto- talent de quediep ie o nobre deputado.
O S. DirmursD Fzio- V. Exc. 6 sempre
modesto.
O SR. BARIO Dr NAZARETH- E' qtre eu costume
tambem'tnator justia a mim n esmo.
Mas, Sr. president, no ponto attinente A exe-
quibilidade actual, polo menos, creis que o meu
distineto antagontsta so convenceu de quo a sun
theoria, ndo pede ser aceita.
O SR. DaUMaOND FILHo- Nao apoiado ; nests
ponto estamos em perf,:ita divergeucia.
0 St. BARAO DE N.zAB'nru- tlespondi, em se-
guido a ) Sr. Gi-rangdiro, tnostrtndo que suas emea-
das em sua rnor part ndo estao no caso de serem
aceitas.
Depois, coube-me a vez de dirigir-me ao Sr.
Jos6 Maria, meu di~tihcto correligionario e amigo,
deplorando que um neto de pernambucanos tao
ill-stres quizesse tambem, por seu turno, prestar
urn desservi^e a nosss proviucia ....
0 SR. Josi MARIA- V. Exe. assim faz-me in-
justica.
o SB. BABAo DR NAZARETH -.... apresentando
como salvadora ura medida que e simplesmente
iniqua.
Por ultimo, finalmente, adduzi as considera-
coes que julguei necessarias, para a sustentaso
do impostor que a commissao entendeu set impres-
cindivel.


A co6fia6na, uniaco esteio que o pode muster, va
cilia at6 os fandamente.
Os captitaes retrabei-se e vaIo procurar nos re-
deeoSt dos Coatres d o segaran; a a garantia que
aSdse abauodonal-os. SI no meio de tuda o de
ficit de fauces hiaates, tudoabsorve e console coin
urnsm voracidade quo cresce desinesuradiameate.
0 Thesouro exhausts, despjado dos ultimos re-
curses, jA cruza os .,raqos ante o clamor quoe do
today parts se levanta*
Ug Sn. DPrTDr-o-;V. Exc. exaggera.
O ST. BAIO DR NAZ.ETI-Nao exaggero tal,
infelizmeate, infelizmente as tintas carregadal
que sombreiam o quadro di actualidade n4b sAo ti
radas ua palheta phattastica de um artist imag* -
noso.
Eilas exprimem a verdade da situag-io, photo-
grapham as pesadas e sinistras nuvens que se VIo
accumulando sobre nossas cabegas.
Qaemn corn seriedadle podera contestar a gravi-
dade d, crise que nos assoberba? Nao estarA,
porventura, na coasciencia de todos o que eu aca-
be de ayntherisar ? Certamente que esta.
Mas n6s no o devemos assistir impassiveis ao
pavoroso espectaculo que se. desenha aos nossos
olios.
Agora, mais do que nunea, torna-se irrecusavel
o coacursu do nossa dedicaA3 e eaforcos, no in-
tuito de minorar, se nbo extinguir, os males que de
todos os lados assediam a proviucia quo estremo-
cemos.
Assim, pois, liberals o conservadores, monar-
chistas ou republicaaos, homes de qualquer crea1o,
ubegou o moment do deefenuder o solo sagrado!
E' tempo de sopitar as paixes, de suffooar as
desaffeig5es, de esqueeer as represalias, e de unir-
mo nos todos no empenho da salvacao da pro-
vincia !
Mas o que nos cumpre fazer?
Antes de t udo restaurar as arruinadas finan-
gas.
Pars isto 6 necessario rear fontes de renda,
que estabelegam o equilibrio entree a receita e a
despeza.
Nao 6 possivel, penso eu, gravar mais a lavoura
corn a deeretaao+ de novos tributes, atteudendo- se
a que, elia 6 quern concorre comrn o maior contin-
gente de sacnificios, paras a satisfa* o de nossos
eocargs, e acha-seo na mais deafavoraveis e.ndi-
cWes. Estabelecer,' pole,sobre ella novos onus, 6
decretar o seu exioei.
Nao ha, S8r. president; outro alvitre a adbpt~r-
se, seniao o imposto de eonsumo como o quer a
commiusao em seu project de oraamento.
A commiasioestudoua protandamente o assumpto,
Scogitou dd todas as materias tributaveis, atten-
tanad ni conveniehocla oa desconveniencia do
augmentar as taasaxas ; e chegou a convicgao inaba
lavel de quea s6 reatsa o recurso por ella lembrado.
De fact, aiuda nao se apontou, nemo se paeri
apontar, fonte de receita, suffleiente para eincher o
vacuo eaorme que deixaria a suppresaso do impos-
to de consume; e nem mesme que reuna as vanta-
gens que ele offerece.
Apreasentem os adversaries desse imposto, uma
media que seja mais util e just, e eu nao trepi-
darei em dar-lhes o men mais sincere apoio.
Sr. president, ninguem mais do que eu pode
ser dedicado A classes commercial desta provineia,
pois que maito e mhonro em ser um do seus mats
humildes membros.
Se opino pelo tribute que per ella mvdiatamente
se cobra, 6 pbrque estou convencido quae neubuma
consequencia fittl disto podera resultar.
Neste ponto, posse asseverar a esta Absemb16a,
mnuitos commerciantes sao de men aviso.
Al4an diso., como representative desta provincial,
jamais saerificarei sun prosperidade e engrandeci-
mento u' cauan dos interesaes iidividuaes, ainda
mesmo que entree esses figure os meus.
Nao preferirei, em tempoalgum, ovagoes especta-
culosas deo cotentados, aos saingellos applausos de
miaha cousaciencia.
Mas, Sr. president, eu nbo vejo absolutamente
razao que juatifique a oppoaisao que tern sido feita
ao impoato, sobre que estou discorrendo. Na au-
seneia dos bons fundamentos que se podem iuvocar
em favor delle, haveria um principio, por si s6,
sufliciente para impOr a sua decretaAo :
a Salue populi supreme lex est
Nao ha pars mim vislumbre de duvida sobre a
imperlosidade da adopebo dessa inmedida salva-
dora.
Demais nao 6, porventura, exacted que todas as
provincial della tern langado mbo, sem protests
nem reclamacues, desdo tempos quasi immemo-
rises?
Qual a razbo, pols, deast, alvoroto que se tern
erguido, quando o governor geral, unico competen-
to pars vir atalhar-uos o pass, n.o quiz ainda
revolver o controve-tidb ponto ?
Devema ser a provincial que ocntribue forgada-
mente para a satisfagbo de dempezas quo, sem can-
testagbo possivel, deviam corner A cents doa cofrem
geraes, a pnmeira a abrir mbo de recursos em
cujo goes tern estado, simplesmente porque appa-
recem contestaues saobre o sen direito ?
Entre as despezas quo a provincia indevida-
mente paga, avultam as destinadas A m'anutengao
de uria part da forga public, e a alimentaVao
doa presos pobras,
Namguem podera objectar, corn vantages, que
toes dtspendios podeanrser supprimidos d'entre as


0 Mr. Antuners Plateire-Sr. presiden-
to eu havi pedido a palsvra anteriormente ao
nobre Sr. Barao de Nazaret, distinct leader da
masioria, mas par engano da mesa coube a V. Eac.
fallar primeiro de que eu.
Vd-se, pois, qua a impressao que me traz a tri-
buna ndo 6 muito boa por que depois que fallout a
illuastre relator da commission os nobres deputados
ouvirao uma palavra fraca come a minha.
E' necessario ter maits foro de vontade parsa
nao desistir da palavra; acceito-a, pois ndo tenho
came do nobre deputado. Ja tive occasion de was-
trar Sr. president a esta illustre aisemblha a in-
gratidio dos poderes publieoa pars' corn a lavou-
ra, occupando-me entbo eBpecialmente do assu-
ear.
Entretanto representando a provincia do Per-r
nambuco e a comarca do Pao d'Alho n'uma part
limitrophe corn a do-e Limno ror e a acomarca do Goi
ti, send essencialmente algodoeiras eu veaho i
tribune impugnar o impostor que a nobre cemmnis-
sao de orgamento hlnqcu'abre o dlgodAo.
0 mode por que seafha a mereade este produce,
to da prov ncia a diflmcuUdn que tem os plantoa-
dores do' algodio no transported, a carestisa que ha
naa tarifas dam istradas de ferro, as inconstancias
das e etA e uBrn o mo umero de males quo affi.
gem alavnurn peAatm qua ,obe OmmiissIo-fo.-
se Wais' oniktiwa eepart e lged
Eatretnto'a n. auo e elevona 3 o/. o
=imposto a exppntag o p a*gdbao Esta mt -
dida ft'armbnfik pelt ri4ba-oa~damiafld db fazenda e
6igamento aniquilou a diminuigic deeretAda I
assemblda geral no ihtiao de Wfrimaro-ps-da
provinciaes. ,


bre a laW
loage de


Tire


11


com a nobre commisaao, porque este impostor s
me afigura imnproductivo, al6m de parecer-me in-
constitucional, nao conformando -se ao mesmo tempo
corn os tratados de commercio qae temos corn as
nossas visinhas do Prata. Depois, Sr. president,
trata-se de um genero de pritneira necessidade
que constitute quasi que a exclusive alimentacao
Idas classes poores.
Entendo que este imposto deve ser reduzido,
porque como disse, vai somente affectar as classes
pobres que lanca mao deste genero, levadas pels
necessidade, e alM.m disto este imposto vai directa-
mente ferir a lavoura. porque so a6s agricultores
os maiores eonsumidcres da camrue de xarque.
Mando portanto uma emenda reduzindo a tara
pedida, e espero que ella sera approvada, e assim
os menos favorecldos da fortune nos agradece-rao.
Sr. president a illustrc eommissao de orgamento
langou dous potr centc sobre o valor dos contrac-
tos de compra e venda.
Este impostor, peza-me dizer, ainda vem recahir
sobre a lavoura infeliz engeitada dos poderes pu-
blicos a quem tudo se pede e nada se da.
Para mostrar a Assembla a inconVeni onia destO
gravame, coutersto-me em reproduzir fielmente
as palavras de Paasy autoridade que a nobre cornm-
missio nao pode recuar.
Dim e illustre eacriptor (06): que o impostor so-
bre transmiseso de propriedade ndo deve jamais
ser excessive.


As transmissoes a titulo onerosu teem o effoito
de fazer passar a propriedade das maos que a de-
lem a mlos mais aptas e fazel-a fruct~ficar, e este
effeito cessa de se reproduzir na extensdo deseja-
vel, todas as yeses quo as taxas de direito enfra-
queeem o press qua os vendedores obteam.
Neste 6aso esa em falta de poder pamra grande
pArte que se d1i ao estado, realiar em troca de
seas biend um capital sufficientemente productive,
ao alienarno, senio sob a presseio da o mesai-
dade.
Ora, 6 uma das condicUes principals ao pro-.
gresso da riqueza agricola, a facilidade das mu-
tagoes e tudo que a entrava ou impede prejudice
fortemente ao interests da sociedade inteira.
Estas oeasiderages, Sr. president, que scabo
de ler e que a commisbo niao pode reoowr, se
ajustatm perfeitamente ao paragrapho da opw we-
ieo dfeocoupar-me, o que siat profit te,
seibnrto, poreque a nobreoommisaao Una ma
ves'lUaotrotn-se atIeeis A sort infelits da laIs-
"votra.
0 8a. BaSO Dsa NuasnBx -V. Exc. -vai bem...
0 SO 8A uWx .-- .VaB&o nao-ea0 pretainMb&a
attoebo, e aim.- nb pode saber se vo n bem oan
'%Wr. 'I ( 11
0 f.'StNAXB Tenho onvido V.

0 SB. Aiamnuis-V. lzeXC. tern e tado a mve-
man duask e'impo quoe ea tenho oucapado'a tri-
b j. naa fadlo pora V. Exe.. e mim p%'ra a p*


iii. V spauap-o,




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o.ft. attraaemeamos a.nei ,q..ue meditar so-
tEe aB yocias da pr.mvaoa, ls a qur in-


toewsw hem estaw dia terra natal, flqucm tnistes;
do ioaniorecio.mo e
Lae nftie prof-todamente q o S viscond-me dV.
ParanA bistro a fmnm d a do justifgabinete d .
de jumho suspenisse o diposto d consumer, sman-
alas decetar ravedidas qu evilassem qua medit a pro-
vin ia luctasse cm ma prvienmra m u ites a q em in-
EIVbrm estar da terra nktbl, fiquem tristes

TLamm~t prohrodswento "quo o Sr. visconde de
Parwinga& cm~stro da fawn&a do gabinete de &
de julho suspende'sse o imposts de consume, sea
alis decretar me.didas qua evitassem que a pro-
vincia luetasse em nmna pentiria sewa limites ; sen
exemlo qmie so prolongar do- certo.
S.jt-m! tamnbemn peimettido dizer que nao sei
porque so tern admittido nesta assenmbl6a quer em
maioria conservadora, quer em majoria libirai, o
pagamento dedkespeza gerses. #e&i' ra occa-
siao da ilustabre comdniso de fazetuda or9amento
qune apresenta o impostor de consume, indo assim
de encontro A v(-ntade do governor geral, fazer a
aua onra vcmpleta, dando um grande paso pars a
rossa prosperidade on para a nosw- iraepeadencia
mostrando que a commission tern autonemia bbu-
tante para lancar mio do que ha maite deveria-
moS ter feito eobrando nim iMtftdasdesp4sxd gpraes;.
por que isto, Sr. president, seria sem duvida al-
gums urnm meio efflcaz de apreosar a solnaU do-
momentoso problema da divisiao e discriminagso
das rendas geraes das provincial ha tanto tempo-
almejadap e at6 hoje nao cuidoda.
(Atpa4'tes).
E que boa opportunidade-; agora quo n6s temose
um minnisterio de notaveis, o 6 demaio, do qual a
paiz espera tntos prodigies, e 0 8,t. ierador Luis
Filippe naveganclo no mores da confusion de ren-
das apressaria esta division eatou certo e tods esta
assembled de que a provmicia inteira saberia agra-
deees a U. Ec.
Aparte a pequena digrcssdo eu, Sr., pestdPnte
devo dizer a V. Exc. qae acompauh! a nobre com-
missio de fazenda votando peoimposto- de ons-.
nmo.
Nao me prendo, aesirm farendo, A importsnte
quest~b de inconstitreioneKtade, aliAs ainda nUa
resolvida; mas considerando que o eonsumidor
ainda no encontr-ou differenaa de am s6 real no
chap6o, no calgado on em qualquero eutro artefacto
porque a principioe era o aiposto de oConsume *
motivo em, que o negoeiante se apoiava pars ven-
der melhor a suan mercadoria, e suspendendo-se o
impostor de consume passou a ser o escudo a diffe-
riens de eamtbio.
(Apartes).
Deixando eatsta apreciagio que 6 certo que a pro-
vincia se vaio em um estado tao lamentavel, os em.
pregados publicos nao recebem ds seus vencimen-
tos, as obras publicas estao paralisadas, emfim nie
ha recursos e tndo istoe s6 devido a um actor precia-
pitado do Sr. Viseonde de Paranagua que lavoa
esta provinciaa U portas de uam abysmo.
AI6m disto aceito tambem o imposto de consume
come urn actor de reaccio contra o governor geral
que nao se lembra da provincia- senior para cha-
mnar a si uma grande part das suas rendas e isto
sainda porqe acerte-do impariosan se Lembrar das
nocessidades que as provincial teem, algnmas ia-
prescindiveis e inadiaveis, ndo me tatsa esta-
nhesa as provincias visinhas afugcntarea-e 4o
nosso mercado ; vejo nisso um facto naturalissimo,
que esta Assembla *nao pode de mode alguam eri-
ticar e nem pretender anstar. (Apartes).
Se aquellas provincias podem fazer o seu corn-
mereio directanmen ot gosando das vanagens qclue
o mercado estrangeiro offerece, porque raiao ha-
vemos de criticar e sustar esto desejo tad natu-
ral.
Assim pois, St. president, eu voto e voto corn
today a satisfaiao polo imposto de cosuimo acom-
panhanIo a nobre commfssa do fasbnda e eta-
mento corn todo o prazer. (Ha am aparte).
Se a nobre maria eatA, div'ids, nadp tenho cam
isso; cada um r responsavel pelos ses aictos ; e
assim entendo que 6 do meu dbvve akebmpastihUr a
nobre commiais newlaee pitoeiu -0 l 40-mfaQo.
Sr. president, mandei alguamas emendas ao art.
2 e de entire class ura eleVado a 20 "7o o piho.
consumnido na provincia.
Em duas palakvras justifico esta emonds, cuja
importancia e neceosidade se impoem.
Me parece qUe quem tern mattas comeo nds te..
mos, madeiras fortes e apropriadas pars todas a.
construciSes, que alias ndo sao aproveitadas devi-
damente e at6 sao destruidas pars fabric do car-
vao, dao me parece conveuiente, netijusto, aban.
donor estes reearsos naturaes e lancar ma do
pinho que nba tern consisteucia e ndo se preats a.
mesmo trabalho; e com vai send moda entire
n6s edificar-ao corn e pinho de preferencia as nos-
sos madeiras e tanto queen estou informado que
todas as eatacoes da est-cda de ferro de Caruaru
sdo edificadas corn pinho, lanco 20 O/o sobre o pi-
nho consummido na provincia coma meio de tor-
nar mais escasso o consume do pinho e elevar o
consume da nossa madeira.
A nobre commissao de orcamento, 8r. president,
no 13 do'art. 2, lauga o impostor de 35500 sabre
cada quinze kilos de xarque.
Sr. president sinto ndo poder estar de accord.


V


Devo concluir, pois.
Resta-me somente aguardar o destine das medi-
das propostas no project do orgamento ; vindo
entretanto, de novo, a tribune se pensar que as-
sim 6 de meu dever.
A commissao de fazenda. da qual son obscure
menbro, na confeego desse trabaLho que apresen-
tou A esclarecida aprecia.o desta Assemblka,
unicamente se deixou inspirar pelos sentiments
patrioticos que a animaram, e nisto faz consistir
todo o seu desvanecimento e ufania.
Ella, conseguintemente, julgar-se-ha compen-
sada de todos os dissabores, que por ventura Ihe
tenha aparretado a espinhosa incumbencia, se me-
raceu a justice de se Ihe reconbeegr o esforgo e
dedicabo quae empenhou em prol da provincial,
cuja prosperidade 6 o seu mains vehemente an-
helo.
VozEs-Mmuto bern, mttito bem.
(0 orador 6 cumprimentado por diverse Srs.
deputados.)


I,













i




4i .
1T


-V.--. -












A



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V -









11


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te', ^
















































g da4ptq da In.
CsA" 4A Forutm


eo,,6 m'irencfeio

0 juiso, appellao de


de Andrade:
el Joaquin do


UK Primmer. de
... .+t& jA^IniaM
.,^&lliitel
m, 1~~mz 'PfBflKBEI.


Ltokseole 1ft club,
do mpftl pan' elai
aesoL&4od. 4ISdo
- Ha amaa s eo-
mI11 hors e, auoe*.


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Cam ws&i. e 480,40De k4soilo.
ry 0: CaSineio a 60OWe8000 r& idem.
Pmdtam fariMefr.Wope l 4aDieui4.s
0 Milmo dBos480 a" r40Awideoma-
rabOW" Feijao de 10, a*4AJ 4W Ais idem.
,didem-
) e 15
I, ^ Ie i a .'+ Iia ,
to "m 40 talhoarm do ase w e utedwa l. 28A_
^''^^ 142 compatdi~tdtNaae
T~tlle *70, ditm-de lOgalM&'.400^i MW 1 281.

if. .161- 22co'tlnr n ". Qj6 ag .- .e


Iim o;0,jaw% sovidoo
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nivre ruaiitma Pdom o
Fumoeehi. 11
0ballo depm de el
abffe o torte 'Tibartino,
u*.4 nsa lamtarsadA.
rea dir' do ma a
inta is9 e 3 qua

Vomn m siiGmumtfi


ear.. por uma oubida'
9t. cude 4a "umrald, e
sawM amagdo LA amwea:
ii 9 e 1 qttrto da
MaUgeir~abru"at6Tmi-^
775 ineetro modar de dt-
i.- Paui, d'e das

a" pdooliro doiusio
Snma cart 1t digs a
i, que -o sib do mpr-
ii pauih
U: da msUl


G oilhwWm,.,Pd mb, Raaog. solteira,
R-Yia-st; ,brib, A .
Longa, Pfrtambtaco 3 &woos, S. Josi; catbar
ros foeanto.


codho
iogi gri. dlesem
berta a siemdo.
daainteedente.
0 denuaw-be 06


-1
vvebwmddo
am bote r-I


Paciox
Psimii
Joami


EV9LOAMRSTON
4!! T !aIiBH 0Ii


awas pwuer au u, k wsis uwa##orm e ez*
MNv earn semm pr+esoiad por outro
Do meio dis As 3 kgtw- da -assde rsm;o 0
Dr. Mooosoo encoutr#Ao no twra 4o pr&-
9 d4. Coimercio, onde .fiae a a,. m-
peo. doe a&i*& d po1to. Pr a quqer
d'eate dosapoItem pdeulo sar dirigidoa
*s ebhamado pop eartaa u indicada& hors.
0 Dr. J Iaa Ctmemara medico
deatistA d co29Ata &, raBaro da Vic-
torixa -51 10, ander. .1
'. +aoaataie deo qual r .rsiaWio de
irirgia e prode. dontanos; etrabah den-
tea por muio daa onhtar Ichnuubs);
collo a dentes arteia m e camigo as irro-
gulari4.des doe dentea.
5 Ruas BaO da Victori-51*
D. Barreto &ai dASo sultA de
I is44 boms da twde, i roa do Bar da
Victoia n. 45, 2 aoudar; residence raxu do
Biartele u. 17, fasnto da ua. dos Pir.
1' o c Dr.: Sif Bpau m .die e p rusdo
mudod 0 wa -1- o !- ,iil .t r!Ad
1 u de +ara~dr. N1


* nii.4o ator
pi residuacia, 6
n. 451! andat,


so Exim. Sr. D. Jas6 que no diii de~p egm o 00x wacdo oe atou id am
IKecfe, 18 deetemabro do 188.
f 7. ,ny.

0Sociead AU.iiIra 4da Agri.1
ukra de hriamice
eateclume ode agrielltura pratlca
pCl er. or. W -4*
Draemert
Conseguindo aob tate titulo cond1aaar
em poucas pagias variada nog~es dw4co-
nbmii, rurel, o sabio profeo6or d I"-
riat Escpls Agricola da B hi cab4 d
publicar o 2 fascicuro, tendo o 1' sedo
impress no snno paasado. OaWo a foema
d catecimmo. exp 0 o asmuptao em dIo-
a. alcaizee do qixaiquer inteijgoaiao e
cam o texto.
Q g.am, p _t lie v.s, tanu 4

__e+oreos do emnagml. 'e al* UvzI._.0


sob pon de vita .ora.am' ," pi e

tur mod.'a. cTuo' quo' "aJo i4 f*j
da acieni o d 4pramw f ai 0uido 40
opuaculo/dui o autor em emu refacio.
Poder-e-hia nuor saiguma falts de mqtho-
do na exposigio, porquanto comegando o au
tora tratar dos instrumentos da havWcra,
pass is ferragens, oeupaado-se logo eqa.
seguida corn a criao dqd ao iaes domeO-
ticos, estrumeos e eometivo, e depoias di-4
corre sobre as calturas em geral pars do.
novo descrever outros astrioentos (gra.,
des e rolos), voltando al da As ferragene p
nas ultim. vinte pagins treat das cultb-.
ras ncomnucas. Atteadea4o-so por6qqup
ensas nogies eao praticas e dostinsdas,, Op
a pe qz.uscientificate vii-a-A iesaoo aos
agricdtor% p, ra iapmoaiuil a varied
de de asumptos, qua prendes. a atteob
do loitor. Qado e4o oempad eas, A e
asacar, o asutor enumero as melhores
vared4 a e xpffs as -lavta, seos~arias
pr, o epa d olo afi do properar
preiosagmramuoea e o adubos qe raw
rove-taU-be, bem a comoo o tem pro.
prio de pa .d4e acwdo pwm as nosr
ass gataf e insisted na s o da sQmen-

V^ aepprtaat. oo ti 0 ,lI oseteeisms
a" quai dod O t"c m e kr eoomq
foi opportuma o. pr a 1 )OB gwe-,L


E &An -ei -.'





Na"raisciae t a .5 ke iiar-








tlmento sins doongama rois+g~w~rlckdd



vdio 4ju4 a e 4ypode -a. U ild 6
*I" dofss, *4:












*oiA. unl.iuxclMoatia-orsad.ihiqiiin~n
#7s e e um vs igdis ,4V 6 a.

C*om bra eas sympade uvb f Aaa




+Paoiaenr poradoei ma, wip-
o .pe t dss papia. le li f0y4o -
.oa re soednte es ueiseotado ,tral b-
a{>retao< m eie. o punyp at m la
Coa ba tmes; oe a ouadSM, wp.ia n--



umentdo amdporoemeao wa s



t" f aI 4o o
*v4 asotedioqesia uso phadmtam i l











o upic smim aho a outc
'31 ceihs.- M"indo, uo,,mmheg
,Combater t s. dyptonM'6p ori -=
a caes cot mc io. tq '4 -
aPfaran r o cobr as,





ocasineonas peIa8 qnuvo asaii o eM~i
4& do. aarso e amgodoS 4 e0ls
tAnte fuuqUa, 4cousaL qQGe 0 eif^
ova* avo meico que. 6 ma t.mooutdt.
0 unice oamiufao a Sega|F eca Qmft

o tm iqai rtoarm, d.oab sbpma. A Am
Lw ado, ua terrad a proffmaaift S od-
muahten descobemt.
Div efls:-A dyspepsi-a q a'm*l*mmfv
ocesa1onuwd P Sak impitcas do',-
tivada esta pal" diathemes rhenmftticawt Iw-

USPo bemt A djii~isii so* sa-kawo-
tk do wo ca o44-o&"~a to~liop

ormiolagar '0ajrbo

Ppst*.%a queai 41 iftC6i 0 rewiaiM


.5o t.rA~ootido lg.
ga, inchbg5. do v
saborrvwa fale do


[eisad poa preadi o. bartot -do lea-
oem tompa, a c TfWA J ",en 1, law
se administer noite ao deitat-eo e oa
as o mais love incom pdo, a
.avemejitt e refrivaudo os in a
enitcontrawrio so produido plos pu -
tiwos usuaes.


TrO tmoq r a deb lnua
**B' bn ular, quoeAp os pas 49raef> di
W obstuido ~PU oleoi e.i' *wu *e 3ru a


o grande bemfej da humauidado,
ae a fe'i lram do embinar vi


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Hfl- l ^^Mmauigoou,6 al
.. .. .do um bon.a-f


msn i ada fuea eam o itaito de
0 w rus&d --16-- e rom

sl ~u l0o cousegoirlo deao-
qs'P a wu r pis. rticna d mwrcuwo o on

f< Cti ~ju'r. abebs-sBao as substanciaa
S -.-Mm bhe do ,ius copo,, lo,
p egrtaede oes fl'mam
e" e en W s. o sutor guards em egro.
'T Qia iiaheees o effeitos depurativos
do 040.
0 a n o so muo tern omseudo mi-
S too u atihot e Myphiliticom dbelbarmn
S Mra tqs iaWa I, qa esrip
oe medioas nao coneguiraim owar.
:" BOs nosom indigemaa e homenm do povo
pqardani a quadra de saon apparecimeonto
par oem eiloe s curarem.
A jurubeba 6 urn tonico poderoso, des-
olbtruente das viceras abdominaes, e prin-
cipalmentedo figado, e urnam excellent an-
Sti-periodico; assim corrigindo o estado
*mabido de orgoies tio essenciaes- pars a
S. digestlo e absorpgio dos liquidos alimen-
t tidios, ella da vigor so organism por umna
lIns nutriglo.
Ninguem usa do cajurubeba-que nao
Experimented em poncos dias augmento de
appetite e urnma sensagRo geral de bemrn es-
p ~fss urn preparado de uma combinaglo
l tie racional e scientific, em cuja manipu-
-_bO srea s autores empregam todo zelo e
snho, S poupando coisa algnuma pars
ebbnm o dos melhores ingredients, estA
w emrvada urnma vida longs e gloriosa, spo-
r am dan maios aggreawoase o despeita-
Lin f eia vejosos.
Si& s autores, conscious do quo valem os
so.eus preparados, fecham osouvidos aos
a .elaBores da maledicencia, pars ouvfre m os
-" ,o da gratidlo, manifestados em innu-
o r ers e valiosos attestados.
SNacO rte, nas provincias do sul e norte
*m geral e especialmente em Pernambuco,
jA sumites medicos de primeira plans, scien-
tbe do grande beneficio, qae o cajurubeba
ten produsido na cursa de seus doentes o
receitam e preconisamn em sua clinics, por
-... tar se verificado que esse medicamento s
unm dos xnmeios at6 pars a purificagilo.


Programma da grande Kermes-
s de carldade no Hospital
Porltuguez de Beneficenela
A junta administrative deste hospital,
tern a honra do scientificar a mui distinct
e religious populaglodesta cidade, que, a
exemplo do que se tern praticado nos an-
nos anteriores, haresolvido solemnisar corn
toda a pompa e brilhantismo, domingo 20
do corrente mez, o 30. anniversario da ins-
talaglo d'aquelle pio estabelecimento, situ-
ado no aprasivel arrabalde conhecido pe-
la denominaglo de Sitio do Cajueiro -
A festa consistira em missa cantada na
Capella do mesmo hospital, pelas 10 ho-
ras da manhA, ladainha as 7 horas da nou-
te, exposiglo do estabelecimento desde as
3 horas da tarde cm diante, basar e leilao
de prendas.
Dttas musicas marciaes executario as
melbores peas de seus repertorios im-
quanto durar a referida exposigio.
A junta adminisrativa do Hospital Por-
tuguez de Peneficqncia, sobejamente con-
fiada na grandissima sympathia que mui
merecidamente gosa aquella ta9 nobre in-
stituigio pelo muito que faz em favor das
classes desfavorecidas da fortune, e inti-
mamente couvenoida do espirito eminente-
mente religioso da sociedade pernambuca-
na, espera ver mais uma vez, e d'um mo-
do altamente significativo, demonstrado A
saciedade essa honrosa sympathia de que
lalla, vendo alli n'aquelle dia a brilhian-
tando a =sn festa a part mais selects da
brisma poulaglo recifense.
Ao siti do Cajueiro !
A' festa dos pobres !
A' grande Kermesse a de caridado!
Secretaria do Hospital Portuguez de Be-
neficencia em Pernambuhbo, 15 de setem-
bro de 1886.
0 seeretario,
Jose da Silva Rodrigues.


Hudanpa de Consulorio e Resi-*
dendia
O Dr. Barros Carneiro mudou o seu
consultoio e residencies pars a rus do
Duque doCauise n. 88 1.' andar.
.Cousltas de meio dia s 3 horas da
tade.


I lk, iat 12d a moa do C&r


rea- m III .'I I W ',16)

fei erdeas 4a I
**^^^*****M*lliS^Bak S HlU!!


.adioinreoto as hmino~rinaq dIwonaaaa em agu
d46",
"0




Depodto Fral -t' pmioia am can d
ThuOlso X. d eittrs&C.
S"Sd. -
Frii"Kft Bov& C

(e.nM. s*f eeurg"
0 Dr. EstayCavamlosats4o Albuqaerque am-'
dB4 Jmaaoj ady des -tohp muhshwes fis

1., Emdr. -m.'
12 .1004 zoq M 4 moodtooi 6*Mr~B~a
Es1fMilde ;-PrtoI molostes do oria-
qR% fpb- s es s" me.



Dr. Cerqnehaitle-
edlc. e opener h
Do volts de mosa gem a Europa onds
frequentou os heepitaem de Paris, tendo
feito enu especial de.o molestia demenho-
ram (pazto) e moleatis de meninos, abrio
Saen eonsultorio rua do Marques deo
Olinda n. 3. onde6 encontrado do meio
dis si 2 hboras, e deats hera sem diante
em sua residencia mo pateo da Santa
Cra nn. 10.


Casa de Saude do Dr

Soulo Malor
Acha-se aborts a i sa do saude do Dr.
Souto Maior, situada A raa de Paysandi
a. 5 (Pasagem da Magdalena) cornm acorn-
modaOse.. para doentes de todas as clases
da sociedade.
Os Srs. facultativos da provincial encon
trario n'esa modest casa de saude as
condig3oes favoraveis pars o tratamento de
qualquer molestia cirurgica ou medics e
pars ahi poderlo enviar os scus doentes,
medical-os, conferenc.iar comrn os medicos
de suan escolha etc. conforms se acha dis-
posts no regulamento da mesmas casa.
Apparelho telephonico 398.


Oclists

Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Re-
sidencia e consultorio, n. 20
rua Larga do Rosario. i
Recife, 5 de marco de 1885.



OCULISTA


D1S Barreto Manapalo. medico oculqhsta
ex-chefe de cliniea do Dr. de Wecker, da consul-
tas de 1 As 4 bhoras da tarde, na rua do Baro
da Victoria n. 45, segundo ,-.dar, except nos do-
mingos e dias sanctificados; Residencia-rua de
Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.



{ ILVEIRA -
{ ADVOOADO }
S O S--Runa do Imperador-38 "
(PRIMEIBO A )DAB)




C, Heckmann
'Usinas de cobre, latao e bronz ec d ee
im.
Golitzer Ufer ri. 9. Berlim S. 0.
Espeeialidade:

ConstrucAo de machi-

nas e apparelhos
pars fabrics de assucar, -destillagoes e re-
finag3es corn todos oas aperfegoamentos
modernos..
INSTALLAAO DE:

E/ nnho sgoassncaarco0i ltos
Estabelecimoento filial na Havana sob a
mesma firm de C. Heckmann.I
Calle San Ifgnacio n. it.
Unicos represenlantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JAJEIRO
Pars informag3Sm diijajm4e a
Poliman &C

OiR h fi'0n 11,10 1


pk m '.i ls



oFL


MR ACfEs
im&u* I


Faq ebifi 6s1-10i vIimhV .40-.
L'wm Mom& devyf.f~ff bowW v tE


.emtbsh da quast&,p~dUsw:
SaUre s oee m a -m e al rm do
Viswonde do f8t r- i &p d& 8. Frei Pe-
drUe GmgUWvn sab 3.67 em solo pois o eaomr Sme-
1roes e 50 centimetwo de vio, 8 mutro de fundo
Iwta e jauns as kenen sakme 1 qusrto, per
Outgndita k tcsessdo -epo SM"tBeu as mems
freguosi sob uMm 1I? -.11s4 a IP.o -am 6
metki e0 lOusn .idB d. TA 8o n-.
tietrms do fuslopm% a ]o S {I no lsto, uram
Mng, I quarto a sotsul- Ol
VT, p g CM~mk o lM. IM ft nqtmimento
do lavfiftsufts JOAs Oss Maufabwo pm pRga-
,WO 9W dk h evoba.
utUt *ord *6mias o.
Spamsm..tu.,lsawu.r p ,-te quo sW
pabikmadope" mpuunae mfado no lugr do
costaume.
Dado e passlado neta eldade do Recife, no I*
deo steomb do 1886.
Eu, Olavo Antoniao F irandm4 eio, ofix e-!
crever a subeoeve.
Adeiso Atorio ed Le=na F f"*


0 amdnimtrador batermo do eonsulado prowin-
cial fax publico a quem itresar pos-m. quoa par
portaria do lm. Sr. Dr. inspector do thesouro,
foi prorogado at6 o ulttmo do ewrrente rmes a eo-
brang, livre de malta, des annuidades devidas
pelo servivo do Recife Drainage Company, reta-
tivamente so 20 seunestre do ezercicio de 1884-85.
Consulado provincial de Pernambuco, 15 de
setembro de 1885.
0 sdministrador interino,
J. H. C. de Barros Campollo.

Edital nL. 100
Faz-se saber aon prcfessores nomeados para a
cadeira do sexo feminine de Agua Preta e'do sezo
muascolino da Barr de Serinihem, Antonia Cle-
mentina de Souza Ribeiro, nomeada por portaria
da presidencia de 15, e Mamede Justiniano dos
Reis por pertaria de 17, que, de ordem do inspec-
tor geral, ficaihea deaignado o praso de 30 dias,
a contar da data da nomeago pars assumirem os
respectivos exerieidp.
Secretaries da instracAo publics de Pernambu-
co, 18 de setembro d, 85.=-O seeretario,
Pergentino S. de Arauio Galvie.
Wecregarlas da femtdeecla de Per-
nambauco 11 de selembro de S5
4a seocco.
De ordem do Exm. Sr. conmeiheiro vice.-preai
dents da profincia, ta0o constar so Sr. Belisario
Pernambuco, qne ners ,seoretaria acha-se a peti-
9o que dirigio ao governor imperial em 10 de
abril ultimo, a qual foi remettida pela secretaria
de estado dos negocios do imperio, afim de que
exija-se a ex-hibiqio da folha corrida, de que tra-
ta o art. 2- n.12 do decreto n. 2858 de 7 de de-
zembro de 1861.
Pelo secretario,
Emiliano E. de Mello Tamborim.
EdIal a.7G"
Da ordem do inspector geral da iasfrucqo pu-
blica, se declara as professors publicas Maria
Albina de Oliveira Costa e Rufina Onalia Freire
de Albuquerque, eat& removida da cadeira do
Barro Verwelho para a da Victoria, e aquela para
a do Barro Vermelho, por actor da presideneia da
prov:ncia de 16 do corrente, o prazo de 30 dias,
da data da portaria, para assumirem os respect
vos exercicios.
Secretariat da InstrucAo Publica de Pernam-
buco, 18 de isetembro de 1885.
0 secretario,
Pergentiao S.8e Araujpqalvio.


DEGLARA OES~~

Faculdade de Direito do Recife
De ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro
director i1iterino, e em cumprimento do
art. 135 dos estatutos vigentes, se repete
a publicano do edital do 18 do maio do
corrente anno, a respeito do concurso para
provimento de urn lugar de lente substitu-
te desta Faculdade, deo endo versar o con.
cursor sobre as materials da 6a seccao, quo
constam do process civil, commercial,
criminal, incluindo o military e hermeneuti-
ca jnridica, pelo modo e process designa-
dos no art. 141 a 181 dos novos eatatutos,
mandados observer pelo decreto n. 9,360


de 17 de janeiro de 1885.
Seri.o admittidos ao concurso oa8 qae se
inscreverem at6 o dia 19 do corrente, sen-
do cidadAos brasileiros que estiverem :.o go-
so de seus ,direitos civis e politicos, e fo-
rem doutores ou bachareis em sciencias
juridicas e sociaes, graduados por qual-
quer das faculdades do imperio, ou que,
tend o sido-o por instituioes estrangeiras
so tivermn.habilitado em defeza de theses,
perante aJgumas daquellas Faculdades.
Poderlo igualmente inscrover-se os es-
trangeiros que tend qualquer daquelles
grAos, fallarem correctamente portuguez
ou francez, sujeitando-se a habilitaco
previa em defeza de thezes, no caso de se-
rem gradunados por iastituig3es estrangei-
ras, send pore6m dispensados desta prova
os que tiverem side professors do Facul-
dades, reconhecidas polos respectivos go-
vernos.
Os canilidatoet deverlo provar quo estlo
nas condig8es exigidas apresaentando A ae-
cretiria di Faculdade, no actor da inscri-
pSAo, weus diplomas, titulos ou publicas-
formas destas, jnstifieando a impoauibilida-
de da apresentago dos original, e folha
corrida do lugar de u d6miio, e na
meas ooauio-ala deto doereintos
p-derlo aprMri qa-upsr: ,fW o
.rln~ro.eoauvMmtms out eooMu l de
hali^b|ospiwe- I

paa A ^ np ydo
mU* ff**^ Ss d!UU dem^^ W^^^ ^I^fBe.^
S n e mts sid eG as D lto do
00
R4^pif, 9 do e aea is d 185.
iie4Ebswie asm riom, .
oU~~. Nor~rd~w


a~Aa Cm 4.
Ni-


..... a i
^^^^^INO^^-i^ ah f
--Mt iton~ilMMdo


.


e0 sons easmtabelecimentom
4e 'fomme abaizo s v :
9 m3Cw bpeaf rubsMs.
20o parsa vmdir g. artieohs.
BOA parza tor ena do rancho.
20I para ter garapeiras.
45 por can de quitanda.
301 peor ia de sobrado que conservar varanda
de madeira.
00 rds por metro de terrenon nao murado&
6bf pm moeatasr a ter guindastes.
6Q m nr tor obre gna points ea trwpchw. 1
6 mtera toeut .iroi.
90 pas tereass de jogo nalo prohlabidol.
500 paws tor as do penhoure
S905 paw ter olaria.
30 por stMriba do eavallosdeotrats oudo
lguouli, de vaems ou b an
Fars do torrea maunicipmes
55 por ead embaruoeao quo retalmhar generous
atracada mo case o poats.
15S pama ter thieatiaho, tivoly on. qualquer
divertimento eom eutrsda p06a.
M0 per euro n 10A per earroga de trawporte
oan alugueL
4J por bote lancha oan qualquer embarcaglo
emipregad no tranporte de "psaageir e su0 2
bagcagenUL
orris por carrinho de vehiculos embarca-
96" de transporte de pamageiros e bagagens.
105 por eada viveiro de peize e s10 per corral
de papnhar peise.
55 per forno de fazer cal.
305 per baixa deo capim.
205 per machines a vapor para qualquer mister.
40 reis por p6 do eoqueiro.
1005 per maseate do fazendas miudezas e objec-
tos de folha ou cobre.
65 per amollador, engraxador, ganhador, bo-
leeiro ou por qualquer industrial que se exerea
nas ruas.
50A para ter barraclo de vender generous, esta-
belecido a margem das estradas de ferro.
205 por casa de sobrado e 106 por casa terreR,
cujos quintaes deitem para outras ruas e nao este-
jam murpdos na altura de urn pavimento terreo.
105 por casa que nao tiver passeio em russ jA
calatdau.
8j para ter toldo on empanada fixa.
55 para ter toldo on empanada volante.
105 para ter casa de banhos publicos.
500A per maseate de ouro, prata e pedras pro.
ciosas.
64 por capataz, 45 por talhador on magarefe.
65 por cads vacca de leite qu e andar vendendo
peas ruas.
105 por vendedor de bilhetee de loteoriS.
65 por cads espectulo de qualqner naturcza ou
divertimento public corn eatrada paga.
305 sobre fabrics de fogo de artificio.
A mesa Contarma scientific a todos os donos
dos diversos estabelecimentos de port& aberta,
pars que venham ou mandem pagar os impostes
atrazados qu e so acham a dever do exercieio pas -
sado, bern como os demais impostos acima decla-
rados, e tragam ou mandem o ultimo couhecimen -


to pago.


Pamr faciUt*10e #WPbh)lq*-9G 505 UdiOM
'aesieoaistas do "ndaauim do vespersas numenro
de sMUM acoes, aim de mue"-M a eonferenelia e
Fwepam'-m o teras doe reeMmento dos novoa ti-
tulos, o qua Sl ser asignado pplo proprio aceio.-
nista ou par soea poeumadoo dedidameate habili-
tado.
Noi me.mom dia ve farW entrega doe titaloa dam
acoba emitddas m mabril ultimo, devendo 5s ec
casmia o reastituir o recibo ou cautela que foi
dads.
Eseriptorio da eompanhia do Beberibe, em 15
de setembro de 85.-0 director see etario,
Jose L. Ferrpira Jaeobina.

S(Corso derparatorios I
" erh tUNc. <
Iram. .(pratico 9 theouico) geographis,1
:''I tratr corn o Dr. Tobias Barreto

A WciOO Golnrcial Beficinte

do PORIDlbflCO
'A directorial dbeta Associan o convida
aos Srs. socios.pars urns rouniAo d'assem-
blea geral, qua deverA ter lugar is 12
horas do dia 22 do corrente mezi. A pre-
sente reunilo 6 motivada per circumatan-
cias que 3 suscitaram em face da resolu-
go da Camara dos Srs. Deputados corn
relfio ao% addicionaes de 10 o, aos di-
reitos aduaneiros.
Recife, 17 de setembro do 1885.
0 secretario,
Joaquim Alvee da Fonseca.

COIPANHIA
DO

Tendo-se procedido hoje a emissao dos novos
titulos de ace5es, flea suspense o registro das ac-
e6es lo aaiga padralo.
Escriptorio da companbia do Beberibe, em 15
de setemoro de 1885.-0 director seeretsrio,
Jose Eustaquio Ferreirn Jacobina.


S iOtd Italians di uBeofieieua
Per ordine del president iterino, Sig. Luig
Lauria convito, i sigs. memnbri del commitato e
soci. volerai reunire il giorno 20 correnti aloe 11
1/2 a. m. nalla salsia, per t*attare di cose tile del-
la stessa.
2 sceretario,
Pasquale laselli.

Club Carlos Gomes


Uontadoria da uamara Manicipal ao Kecire, em Assembl6a geral em centinuaVio
14 do setembto de 1885. N3o tend ,ido possivel terminal os trabalhos
0 contador, da assembled geral, faltando a parte relative, A
Josg Maria de Souza Araujo. eleio, 6 de novo convoceda para domingo pro-
--------------_ ----- -- ximo is Ii horas damanhb.
IRMANDADE Secretarii do Club Carlos Gomes, 17 de setem
D_ bro de 1885. -0 secretary,
N.... B P Jr Rds Victoriano de Lima.
No go go B l hflo D M So O Relaao dos contributes que form collectado,
._ _-na formal dos g 15 e 16 do art. 2 da lei do or-
HIH~i' amento vigenLe, 'corn relacAo a freguezia da
RILNUl1 B~a-Vista, pelo langador Pinho Borges.
De oldem de nosso carisnimo irimo juiz, convi- Rua da Imperatriz
do a todos os irmoaos pars, no domingo 20 do cor- N. 1. Manoel Antonio Pereira 1204000
rente, pelas 9 1/2 horas da manhbi, se reunirem em 1o andar n. 1. Jos6 Basilisco da Silva
nooso consistorio, em mesa geral, afimr de tratar- Santos, dentist 301500
se de negdbio urgent d-% mesa irmandade. Dito n. 3. Jacintho Pacheco Pqntes 120000
Consistorio da meema irmandade, 18 de setem- Dito n. 5. Augusto Jos6 do Couto 109000
bro de 1885.-0 secretario, Dito n. 9. Henrique Vogely 1205000
Levino C. Psaxdes. Dito n. 13. Jos6 Maria Goncalves Viei
ra Guitnar-es 1203001)
^"- 1 Dito n. 15. Juse Autonio Jacome, ta-
i | 1 rinha de mnacarrio i4SC00M
O lllln d a. Dito n. 17. Ladislio Rio da Silva
Campos, marcineiro 245000
No dia 21 do c)rrente nmez sern posto em hasta Dito u. 19. Virgoluo & Falcio U605000
public o sitio corn casas, no luqar e estrada da Dito n. 21. Agnrpino Branco 405000
Ploresta n. 3 pertencente ao espolio do finado Dito n. 23. Francisco C. da Silva P;nto 108000
tenente Jos6 Eustaquio Maciel Monteiro. 0 dito Dito n. 25. Guilherme Spiller, marci-
sitio tern trescasas, duas pequenas e uma grande, neiro 120,0)0w
todo plantado corn diversas arvores de frueto e Dito n. 29. Jos6 Pedro Rodrigues da
uma pequena baixa de eapim. 0 solo 6 proprio, Silva, coeheira 1005000
avaliado tudo pelo juizo do civel cm 1:5005. Dito n. 37. Thiago Victor Pereira, al-
Olinda, 1- de setembro de 85.-0 escrivio, faiate 285800
Dr. Caldas. Dito n. 39. Ignacio Barjoso dc Mello,
S funileiro 605000
0 abaixo assignado, chegando hontem do Dito n. 41. Rabello Irm.o & C., pada-
norte, ap6s longs ausencia desta previncia, teve r a 201000
conhecimento de haver side4ineluido o seu nome Dito n 43. Leonclo Jo6 Pilar, officina
como devedor no inventario a que se precede pelo de piano ..30(jW00
fallecimento' da virtuosa esposa de sou presado Dito n. 43. Maria -A. de Souza Cat"o,
amigo, commendador Maaoel Gonualves da Silva, modista 20j5000
de saudosa record 'o, e vem em tempo declarar Dito n. 43 A. Jos6 Eutherie de Bnito
ao public, para que a sua declaracao produza ,.Macedo 0000
lodos osleffeitos, quoe as relaqoes cammereiaes Dito n. 45. Francisco Rodrigues dos
mantidas entire si e a casa commercial daquelle SantosJunior 60c00I
seu amigo desde 1840, form ha muitos annos li- Dito n. 49. Antonio Maciel de Siqucira 75t00
quidadas, e nenhum valor tern qualquer titulo de Dita n.55. Antonio E. da Silva Ca-
divida on document que possa existir. Recite moves 7. 5'wo
14 de setembro de 1885. 4 Dits n. 61. Antonio Serafim da Silva,
Antonio Gomes Pereira. ounves 40A000
n'I .es e "


COUMERCIO


Bolsa commercial de


Pernam


Hecife, 18 de setembro de 1885
As tres horas datarde
S Cotacw offieiaes
Cambio sCbre Para, 30 d/v. co 1-/2-O/0 de des-
conto.
A. Leonardo Rodrigues,
President.
U. J. da Motta.
Secretario.


RENDIMENTOS PUBLICOS
Meao de etembro de 1885


IVAN.GnA-D-- I a 17
Ida do 18


Ium asmmUs-De
Jimda s 18


la 17


lak s dis


7 udolS W o 1.a.1.
Id-d 17

and 18


SMACA


RwL .-.
l'i -


S117:6684154
18:589S644
131:1657798
.^3:6705441
3:6685850
27:2345991
65506M787
1:04W624
5A:55Um o
27:3*1074
561MI9
* :91i5566


SDA PAUTA
LIA 9 fetembrodeo 185
I ts. lo.
l.6,t
) otdvaogm
MAWAfc


4 -


K .**


Alft'afa 200 fardmbos a Maui & Rezende.
Barrilha 20 barrica s A ordem. Barricas 630 A
ordem, 500 a Maia & Rezendej 215 a M. F. Mar-
ques & Filh% 385 a A. A. da Silva. Barrns 200 A
ordem, 200 a A. B1. da Silva, 100 # Martins Vie-
gas & C.
Farello 500 saccas a Joaquim Jose da Fon-
aeca.
Soleiras de pcdra 16 a B. Pontual.
Brigue inklez Regulator, entrado de Pelotas em
18 do corrente e consignado a Pereira Carneiro
& C., manitestou :
Graxa 237 pipas i ordem.
Sebo 1,279 barricas a ordem.
Escuna hollandeza Albert Homan, entrado do
Rio Grande do Sul em 17 do eorrente e conaig-
nado a Baltar Oliveira & C., manifesto :
Farinha de maudioca 4,000 saccos sos consig-
natarios.
Lages 50 amB consignatarioe.
Patache alemio D. Pedro, entrado do Rio Gran-
de do Sul em 17 do correntmo e oawignade a Maia
& RmnMde, manifesto :
Gnsa m bzigs 12s333 kilo.
Sebo em S ,649 iO
Xarque 171,196 kilos A ordem.

DESPACHOS DE IIPORTACAO


Em 17 do setemabro deo 1886
rau 0 etear
Nopathleambo Asntoim oregm :
Pars Ll'erPel, J.. J. do Sm 1ntAan 0 oacas
Nao bidfakol P'%I,, -,I oI:
Rum %916ahs &lag" "d
:3l478i Rm los do a.godi.
No vapor nicianmi -UaS91los, carregon t
Pars P oedo, J. % C o 12elb. 3 berices oem 720
kilos do asmcar braise. -
Naibum ares saem meto aw w
Par oa P. Alm ITtodAW DBot Liafta ira -C I
bm ll-so ta'kil dio amm Qer

pas l ot)


VA


* -"- '" ,. i
*F- ^* ^
;4' ,. :'.*, -' :^
,-i : ** !*' :,. : /; '^ '* ; ,*^


.. ..... *.- u.' l i

OutdsL o 1950
lo Tavares & C. 40
la see*o do Cousulado Provincial 14 de ao-
tembro do 1885.
01. 0 seipttaraei,
Victoriano J. M. Aalaew. .

EMPREZ iDO GEZ

Pede-se aos Senh)-


res consummidores qe

queirain fazer qualquer
comunicap-o ou recla-

mia'i), seja osta feita no

escriptorio desta empre-
za que es*ari aberto nos
dias uteis, a rua do Impe-

rador n 29, das 10 ho-

ras da manha a i hora da

tarde, onde tambem se


receber, qualquer conta
que queiram pagar.

Os unicos cobpadores
externos sao os Senhores

Hermillo Francisco Ro-
drigues Freire e Manoel

Antonio da Silva 01i-

veira, e quando for pre-

ciso o Sr. Antonio Mar-

tins Car.valho.
Todos os recibos dessa
empreza deverao ser pas-

sados emin tales carimba-
dos e firmados pelo abai-
xo assignado sem o quo
nao terao valor algum.
George Windsor,
The New London and Brasillan
Bank Limited
Rua do Commerci9 n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as cai
xas do mesmo anco em Portugal, sendo-
em Lisboa, rua dos Capellistas n 75 No
Porto, rua dos Inglezes.

INDEIMNISADORA

Goimpanhia de Seguros
-MARITIMOS E TERRESTRES
Estabelelda em IS15
CAPITAL 1,000:000O
SINISTROS PAGOS
AU6 31 de dezembro de ISS4
Haritiinos..... i,110:O00OO00
Terrestres,.. 516:0008000
44--Rua do Commerelo-44

SEGENO

CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob

INSURANCE COMPANY
AGENTS
ailurs Broers & G
Q5 ilod o assucan J i c


75U kilos de assucar branco ; J. M. Dias 7 caixas
eomrn 210 ditos de rap6.
Para Manaiis, J. G. Coelho 15 barrinas corn 53S
kilos de assucar branch.
Pa-a o Para, B. Oliveira & C. 50 baurrieas corn
4,120 kilos de assucar braneo ; V. F. Coimbra 600
ditas corn 44,638 ditos de dito ; P. Carneiro & C.
400 ditas corn 21,020 ditos de dito ; P. Alves &
C. 10 ditas corn 381 ditos de dito ; A. J. Furtado
Sobrinho 141 ditas corn 12,015 ditos de dito,
Francisco Silva 25 caixas cajurubeba.
No hiite national Deus te Guarde, carregou:
Pars Araeaty, P. Carneiro & C 21i0 saccos corn
farinha de mandioca.
Na barcaca S. Salvador, carregou :
Pars Parabyba, F. Monteiro 200 saccos corn
farinha de man floca.

MOVIMENTO DO PORTO
Navios metrados no dia 18
Banana (Africnea)-'20 dias, Ugar neorueguoe
Chimtinre ElabetUL, 42.89 tielids, a e pita1
TR. Mag. e.en, equipego 8, m tro; a or-
aft" do 1a-33 diesa brigue ugigl. seJugs-
latr, do 966 tnAoud0, 6p0t Joab W.Drn-
equipaem.. carga pgraz; a ,da.
Babha--b dias, bes prtgea Bedmar, de 238
teladas, capitlo F ois Cun, eqI -
gesa 11, earsvaio gemro; aPereira Car-
nofro A .C.
NaviW sAi& no msmoW W
Mandaos parescalka-Vapor nadamal P!nM&atm ,
eoamandate Pedro Bypolit Dmarts, carg
VAP E emr.B. _
VAPOESESZRDO


Adwue an d N*-TYwb
Va de Rio de Ja-

No at 8t da wUpop
Ajwe dhk _

^ f _* '0,- A,*. l .* -
Ye*
"m M "r '


's," ^ J'" ; t". ,'',


^.' .."-f. .^ f .^ .-^-^ i^^


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...* -/' 1, .CAPT4~f #
ai.~ i~iooaooft
KBRO#^&C.
N. 6--Re a do C moroi-N. 6


SEGURLS
MARITIMOS CONTRA FOGO'
Cempnasla Pkhenlx Per-
nambueana
Rua do CommerGoo n. 38


MARITIIOS
COMPAHULA PEBRNAIBUCANA
DE
Uavetiap Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE p
Parahyba, Natal, M ed, MoSord, Ara&
caty, Ceard, Aca"ahao *e Camossim.
0 vapor Ipojuca
Commandant Carvalho
no dis 19 da
aetembro, As 5 horas de
aRecebe cargM at o
Encoimmendas, passagens e dinheiros afrete t
au3 d da tarde de dias da sahida.
ESCRIPTORIO
eses da Companhla Permambu-
eaalm I. I3
UYALMAIL STEAM PACKET
COMPANY

0 paqueteNeva
Commandant W. Gillies


E' esperado da Euro-
pa at6e o dia 24 do
.corrente.


Esle vapor traz simpitsmente
passageiros e malas e inimnedia.
lamented depois dodesembarque
dos mesmos seguira em directura
para
Bahia, Rio de Janeiro, Honte-
video e Buenos-Ayres

0 paquete Tagus
Commandante Spaemer


Lisboa e Soulha tploa
Pars passages, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Comnmerelo-3

CiARGEURS REUNIS
ComnpaalIa Franeeza de Navega-
ao a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos

Stoor Vili o Ble 0d~o3 tiro

Espera-se de=pro
do sulatWodio20de
setembro, seguindo
depois da indispensa.
vel dewmoparao Ha-

Os vapores desta companhia entram no porto
ancorando em frente ao cees da pra" do Commer-
cio c sendo muito incommodod oemh rque dospa-
sageiro no fundeadouro das paquees tramtlaaam.
tico,,nol ramro e demais devendotodos aportar
so Have, que0o porto maisvisnho de Paris, i
fra de duvida que ha grade vantageirpar que
quierir A Europa em aproeitwr-se do. ditos vs-
Spores tantomals uanto1 alen deaonaa os proeo
das pasagen maas modicos, as despezas do embar-
qu aqui e as dc transported do Havte a Paris, lb
muito meaormes do quo asue a- demiam s viagena
nes paquets das outm *hM w
Conduemedieo a bordo, o de nurcha rapids
eoareem eieelentes commode e option paws-
dio
As pasoaeas poderdo pu jaada do. axtma
foebe C"ra P.eau~ M pww wAp

4Wqw% In~l iialat


do'
I Bo
mbro
lute


0,
-~ porn
i.o.u Os


- frue~


Vapor Advance+

Spera-se de New-Port-
?Weaodcia2 doetem-
*Iwo v~uindo 4epoia da de
or d
,,rs mocoasaria parn

1 6AkiWoEdie Eanelro
Pa earaga, pagis,1n4,1 encommedas tracta-
se corn os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8- RUA DO COMMERCIO -N. 8


1.- andor
Companhia Brasileira de
gai5o a Vapor
PORTOS DO SUL


Nave-


0 vapor Para
COmmaganU0te o1 e tweate Car?" An-
tonio Gome
E' esperado dos
portos do norte
x2t6o die 21 do so-
tembro, e depois
da demora indis-
pensavl seguird


bemrn carga para Santos, Pelotas e Rio Grande dc
Sul, rete modico.
Para cJga, pasage.ms, encommendas e valores
raca&-se na agenda
46 RUA DO COMMEIBIO-46

Para o faranhao
U Segne corn brevidade parm o porto sacima a bar.
oa portugueza Vasco da Gama ; pari. o resto da
carga e passageiros, trata-se corn oa consignata-
rios Jos6 da Silva Loyo & Filho.


De


LEILOES
Leilao
6 vaccas prestes a term crias, 2 be-
serras e 1 garotinha de raga
Sabbado, 1 do corrente
A's 11 huras


Em frente ao armazom n. 16 da rua do
Imperador
POlo 8ente iartins

Ledilao
Do mobilias, 1 bom piano de Bloudel, 2
lustres de crystal, espelhos e outros mo-
veis
0 agente Martins, competentemento autorisado
fark lfilo de uma mobilia de mogno, 2 ricos lus-
tres de crystal send 1 de cinco bicos, 1 espeho
grande, 4 quadros, 6 ditos ovaes, 1 serpentina de
metal paTa 2 luzes, 4 etagers, I relogio (cuque), 1
important toilet de jacaranda, 18 cadeiras de jun-
co, 12 ditas de pAo carga, 2 cadeiras de brago de
junco, 1 sofai, um marquezio, 1 excellent mesa
elastic, 1 jarrAo, arandellas para gaz, registro,
encanamento, 1 maehina de rolhar garrafas, 1 di-
ta p ara corta? legumes, louga e outros muitos mo-
veis.
Terra-feira, 22 do eorrente
A'S 11 HORAS
No primeiro andar do sobrado n. 7 da rua
CabugA
2T leilaio definitive
Do bom sobrado de 2 andares e grande
sotlo, sito A run do Duque de Caxias
sob n. 33, antiga rua das Cruzes, em
solo proprio, servindo de base [o prego
obtido no 1" leillo.
Quinta-felra 24 do eorrente
A's 11 horas
Na armazen d rua do Imperador n. 22
0 preposto Stepple, por mandando e assistencia
do Dim. e jxm. Sr. Dr. juis de direito de orphaos
e ausentes, a requerimento do testamenteiro e in-
veutariaote dos hens perteneentee ao finado Joal
quim Ferreira Ramos, levark a leildo o sobrado
acims meneionado, o qual acha-se em bern estado
de coneervagAo e rendendo annualmente 960M000.
Os Srs. pretendentes desde jA poderilo examiner
o dito sobrado.

Monte de Soworro de
r Pernambuco


Leilao de joias


do estar u
nm "egatadaa
-iu'Bt psi
is do Bown


ERAS Wftdabemi"It -em tuwb
wevido amm deo Iutelafpor e
*.e deb vi:
intermsio do
mma.Am sfT okg,'m'sU


sures de" lt
+ 9'156a itent ruzGU
9.531 I torreate d 1 mo0edslhouro deolt0i.
.66 1 Wp do ro a de oo, I annei, 1 Iruz
eom brl tes, 1 fieo de peoL, e 1 pul-
poeim eam diamtes.a. outo d- lei
9.540 1 pulsira syor de le.
9.M1 A"Iva, Dato4 de li, 12 iberes para
soma 8 difta, 1[ palitemrO prata baixa.
9.548 1 relogioaudl.VLt
9 566 1 crus e oroooum peas e 1 nnel, ord
do 1 lei
9.6578 1 annel de oO oom sapbir@ e brilontes
9.79 s M a de oaro, to 1 ded, oes de ei; 1
pat do ~Fuueocrstvq Jimd d 9.688 1 caeaba de voro pops de brinco, 1
alfnete, 1 morco do coruelmlu em ouro,
ouro d le
9.606 1 anntel do or. corn 1 brilbastp pequeno
9.616 1 eorreote crieo pas relogic,, ouro d
9.6111 *anetdeourtsseou buifatbet..
0.619 1 tr1 iirne uts oe.lha 4. onto do
9.651 1 corrente pars relogio, onro do' ei, ln)
trancelim pequeno, orto boixo.
9.670 1 volta de oaroum e us medal, um do
lei.
9.689 2 alfinetese 1 par deo argolasa 1 erdi<,
ouro baixo.
9.704 15 colheres de prata pare cha.
9.707 3 pares de brinoos, I ditode rosetas, onro
de lei e um par de brincos, sare baixo.
9.712 1 pulseira, 1 par de rosetas corn brilhon-
tes pequenos.
9.7b3 1 trancelim e 1 par de brincos, ouro do
lei.


9.762
9.764

9.768
9.787
9.792
9.799
9.801
9.802
9.803
9.804
9.805
9.806


1 volta de trancelim, uma medalha, 2 na-
nei e 2 botoes, ouro de lei.
1 p de brincos, duas peas de dito eem
diamanates e perolas, 2 alfinet e ea"m re-
sacts, uma volta de tancelim e um cas-
tao, ouro de lei.
2 Pulseiras, 1 traneelim e 1 par derosetas
tP OrO.
1 Pulseir, 1 alfinete, 1 pa r do resetas
onro deo lei.
1 Cordao, 2 eruzes e um par do .brineos,
ouro de leL
I Salva prata de leL.
I Corrente pars relogio e 1 pulseira ouro
de lei.
2 Pares de brinos ouro i hdi.
2 Medalhuas, I par de roaetas e 2 anneis,
ouro de lei.
2 Pares de brincos, 1 oordo, 1 figa e 8
botoes, ouro de lei.
1 Bedowa e 1 par de broncos, ouro baixo
1 Alfinete ouro de lei, I roseta cravejada
de diamautes. -


6 -821 1 Relogio, auro de lei.
9.825 1 Par de brincos cravejados de brilhan-
tes,
9.828 1 Corrente e medalha para relogio, ouro de
lei.
*9.830 1 Paliteiro e 12 colberes para sopa, prata
de lei.
9.833 1 Par de rosetas de ouro, cornm brilhantes
9.834 1 corrente e ceinete d ouro e un relogio
ouro de lei.
9.835 1 pulsetra, ouro de lei.
9.836 1 corrente e medalha, ouro de lei.
9.845 1 moeda de ouro corn argolla.
9.867 1 medalha e uma volta de tramcelim, ouro
de lei.
9.880 1 annel do ouro cornam urma esmeralda e cir-
culode brilhantc, um dito corn ditos,
alfinete corn brilhantes em circulo, erte
par de brincos cornm ditos e uma cor un
para relogio, ouro de lei.
9.896 1 corrente e sinet i h 0(Cgio, qu12
lei.
9.901 1 pulseira e um tkancelim, uma medalla
e trees anneis, ouro de lei.
9.902 1 annel, ouro de lei; quatro moedinhas de
ouro em botes.
9.920 1 par de rozetas de ouro corn brilhantes.
9.927 1 corrente corn sinete para relogio, urea
volta de ouro,' urn par de brincos, dous
alfinetes, ouro de lei.
9.9341 par de brincos, ouro de lei.
9.936 1 corrente corn medalhapara relogic, urma
medalha e uma pulseira, ouro de lei; uma
pulseira, unia crnz e um cordao, ouro
baixo; e um relogio de euro
9.958 1 paliteiro, 10 colheres para sopa, 14 di-
tas para cha, prata de lie; 16 colheres
prata baixa.
9.969 1 par de rozetarde ouro corn brilha ntcs
1 corddo de ouo.
9.974 3 anneis, I par de rozetas, 1 botoo e urma
cruz, ouro de lei.
9.975 1 corrente corn duas tbteias para relcgio
ouro de lei.
9.988,1 pulceira e um alfinete ouro de lei
9.991'2 pares de castiqaes, 1 salva, 1% cLiberes
para sops, 12 gaefos, 5 cabos part icas,
prata de lei; 2 castiuaes e 6 colheres para
chA prata baixa.
9.995 2 correntes e 1 medalha para rologio, uma
caixa de dito, 2 anneis, 1 nneta, e 2 ro-
zetas oure de lei.
9.996 1 correate e sinete pars relogio, um tran-
cilim. 1 volta de dito, I par de brincos, 1
dito de rozetas, dous anneis, 1 medalha,
1 alfineite e 1 caixa de relogio ouro de
lei.
9.999 12 colheres 'parn sopa, 14 ditas para eha,
3 ditas para tirar peixe arroz e sopa, 12
garfos, 12 cabos de facas, 1 par de trin-
chantes, e 1 pin~a para assucar, de pra-
ta.
10.013 1 alfinete de ouro corn brilhantes, 1 par
de broncos corn esmeraldas, e um relogio
Sde ouro.
10.014 1 alfinete de ouro corn brilantes.
Recife, 16 de setembr. de 1885.

'Pelo gerente
Felino D. Ferreira Ceelho


AVISOS IT WOS


-Pre e iass,,r otioi ot t t
JoloBapt ita FerreirA na ru 'd ruryu
Alugae caom e tion. A ra do Cha-
c, t n por anno pr Go ave, a
am tean bons quartos, pooha 9eomdobfkoa,
lngar wao se aasivel, :am dos oequeirau to&
eercado d ader : ntmndam e oo
voa no Moairo on ma sas d" audwuea Mdts
eida&e :1-1


-Al

tsr do=.


En. 189, teameou
on memo param
"psinaM


S^ gust'.n" ra,
1K NV4 0.- .... dots
*,w,,ra~-rumidoes,
rum it) Y, Vope-Is; a
oh"~t A ,d froiats

S d Is' Y 'r rr ..h todI
uadoe p; .-rp t'', I, .
A"lu'-,, s u rapza ,,ra ... io, doa.ei-
ko de uum cM de fm6litL ; t Vtar a rua da
Imperatrus n. 8, 1- andwr.
Preeisa s de uo MOM uino pars vender : no
pate* do terqo a. 18.
"- Aulg se b e 2 wnadardaa pralsa do Con
i d'Eu an. 2, corn meitos enminodus prs grande
bpmilio, .;' .-_
--Aloa- o w ltio u. 106 ao Bo6, A rua de 8.
Migael, fire ia- dd Afrogadou, corn eamdeoVi-
veads para fiti, m uites arvoredos doe friwcto,
inetabive eoquoiro, alsuga-se baratoe; a trots
*lui L& M. ValenDa, wrua do t a a metro
.8 de 10 as 11 bor#A da iuuhL
Preeis-se de uaea aom& para ndar coem una
f ,m I;us rua d AuromR n. 81, 1 god".
r nuiu- te 4isam ama par cosinhar on-
traft- engommar; trata-se narus do angel
*uteo i. 1 '' __
SPreci-se do. uwsma aa de leite ; na traves-
4s Soldade, estrada de Joo de Barros n. 41.
-- lugs-se o obrado de ,tres andares e armas
ea da rua do Amo"mi u. 15 ; o pavimonto ter;
reo da travessa da Bomba n. 4, e o pavimento
terreo da run do Padre Floriano n. 69 ; a tratar
na rua do Apollo n. 34, 1" andar.

Fuio de Goyaz
picado, em barricas, recebeu e est& vendendo
muito baftuo Jos6 Antonio dos Santos, successor
de Bourgard & C., rua do M rquez de Olinda
numero 15.
rn Auga se o seguudo andar do sobrado
Sn. 43, A run da Aurora : quem o preten-
der, procure as chaves em o poder do Sr.
Negreiros, A rua uo Imperador n. 30.


Aviso
Oas abaixo ansignados tend perdido um conho-
dzmbnto na importancia de 1:000 para eompsa
de daus apolices de 500S cads uns, do thesouro
provincial do ultimo emprestimo, veo polo pre-
sente prevenir ao Sr. thesonreiro que s6 ontregue
ditas polices aos mesmos abixo asignados.
Recife, 17 de setembre de 85.
Antonio Alves Velella.
Moyses Alves Velella.


Preriea-se de nm caixeiro corn pratica de mo-
,hadoq ; na rua Direita de Atogados n. 18.
Caixeiro
Precisa s&e de um rcixeiro de 12 A 14 annos de
idade, com npratica de taverna e qae d@ fian" de
sua conduct ; na rua dis Trincheiras n. 23.

Leiam
Os devedores A lja da rua da Imporatriz n.
48, venham pagar seus debitos atl o fim deste
me; stcb pen& de verem seus nomes neste journal.


08 ESPECIFICOS VETERINARIOS
HOMEOPATHICOS -
DE HUMPHREY.
Par a cura de todas as doeagas de
Clavajo 00.9 CarmeiosiClse8 Por-
Tern aido nsadaxcoa feUo resultado par
Fuemdelro, CriiSoM de gab, Ow.


rs


Ndo *orcndos


IEDCuIH ~CO.


nimo do
o.28.
[0,A000


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1^

t-t- -l


iPP0OVADO PELA ILLUSTRADA JUNTA DE
HYGIENE PUBLIC DA CORTE


UTORiSADO POR DECBETO IMPERIl
20 DE JUNHO DR 1883


COMPOgSgqIO


Firmino Canbibo be Figue

XMIRGOADO COM A MAIOR BICAl
NO JItEUMATISMO DR QUALQU NATE
EM TODAS AS MOLEBTIAS DA PILL
XAB LEUCORRHAAS OU PLORKS BRA
NOS BSOFFRIMENTOS OCCASIONAID
iLA IMPURKZA DO BANGUR, FINAL)
NAJ DIJmAWTE5 F6RXAB DA 8YP1

DO" E-NoB primeiros seis dis um
da de chi pela manha e outra a noite
mente on diluids em agua e em segou
dar-se-ha pars colheres das de s6pa
adults o metade para as crianqa.


I DI o








08
Irebo



A,E/


M colher
pa, pura-
lids mu- 00-
parses


RBXGIMI3 Os doentes de-em abater-se
apenosmm do alimento acido e gorduroso; devem
usar doe banhos frios ou monmoes, segundo o
estado da molestia.


DEPOSIT CENTRAL
FABRIC APOLLO
Rua do Hospicio 79
PERNAMBUJCO


ii --


FUNDICAPI


GERAL


ALLAN PATERSON ft C
N. 44-Rua do Brum--N. 44
JUNTO A ESTAVAO DOS BONDS
Tern para vender, por pregos modicos, as seguintes ferragena:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivac.es de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fandido, de lindos models
Portas de fornalha.
Bancos de ferro comserra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e executbm qualquer
tfabalho corn perfeicae e presteza


JOSEPH KRAUSE ft C.


N






O


Acabam de augmenlar o sen ja bem conheoido
important esfabeleciment9o rua o
de Miarco n. 6 com mais
um salAo no io andar luxuosamente pepar.
rado e pIroido de uma expos.
Ao de obras de prala do Porto e eleclro.plate
dos mais afamiados fabricantes do
mundo inleiro.
Convida, pois, as Exmas. families, sees nrnme
rosos amigos e freguezes a visitarem
o sen estabelecimenlo, afirm de
apreciarem a grandeza e born gosto corn que
nDo obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta proiincia.

AC1-g ABERTO DAS A18 A 8 BA HOITH


0







N

M


4J-w[


3. b.emasi.


rntm~


0 3O


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11 _. ___


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Pi.o;
pIL


lEhIVO. khs lip IaRTO



















!" ,, 'i. A PCRUk)
4 t :( 1 coiniissftes
0.44 a4 itzi" sortimento 8o4 amOr
Wa ltalndo diroducqes da Alera
Ahustxis, Heqlanht
S.
NJ.-.-- a sobre machminismoa
M .(b' p 0 ,Mi5Bv .oentiaes
lp,-4.a: para +mcendica a oatran s.
," oi.Os.

ldiS il JOWiIImi Par-

Os aduaradores convidam Os reetvos
eomflo e p*B no praso de 8 dias, apeauentsrn
-m u lo, im- dep cream astifaer o qtze pre-
ceiti a sit. 869 do Cod. Cou,.
1fe, 14 de aetembro de 1885.
Os administrp.dores,
Machado & Pereira.




SDIAS
SMILGUEL WOLFF & G.
Participam ao res-
peitavel public, que
contminuamn ter um sor-
timento de joias das


if


.4
A -ten.


V -~


." *'s. ;' .:g O ,', "-
.? : ,' ^' ,.. >+ ,-: ..^ : ,*


mon-


mais modernas


e dos


mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.

BO goOe CaM 0. 4



RELOGIOS
0 1111DE1DR] JO1 s
DI
MIGUEL WOLFF & C.
Offerecem ao respei-
tavel public um gran-
de e variado sortimen-
to de relog'iosdos mais
acreditados fabrican-
tes, ese acham habili-
tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto rece-
berm directamente.


Todos
vendidos


os relogios


n'esta


casa


sao garantidos.
na do CalM i.


Cardornus
PREPARADO
POR
d. Sablo L. Pinke
(Nove annos de experiencia I )
Facility a dentiglo e evita as convul-
sloes.
Esto important vegetal brasileiro, da
familiar das Euphorbraceas, estudado e ap-
plicado pelo author em innumeras creanga
e seompre corn excellentes resultados, ven-
do-so na
Pharmacia do Dr. Sabin
43- Rua do Barlo da Victoria-43
PERNAMBUCO


t.,


*1S1&b ;' Eu- *U*tIb a
4*- tJ^ f^^^*


BRO I |OPV T64=SES, ( Catarras Plmna, 1
DEF&. ,toiestias do Peito, TI8SCA, Asu=
CUBA RAPIDA H CERTA PULAS

,Gottas L ivon ienines
i TUOSETZ'S-I~flflST
Com CREOSO2 WFALA, ALCAZRO de NORUMEA e BALSAXM 3p &l
I Este pwdo, &iamoel panra cura fradlioalmente todas Xanste asAs i. vw
*reptito ; 6" ilfluMtdado-pelas otabilidades medics como o anico fflcas
a o unioo medicampo qaw alem do nio fatiUgar o stomago, o fonifica, ioenwstitua s despe
o appitM : duo gtolbP:tnMfi e d tairde bastam para triumphar dos casa maii rebeldes.
3* 6 'O SELKa PlDE GARA 0,NTmIA Dq,,O,*GVB ,,r
DqotlQri:OUMETT-APERRET, It5, r IuSat-Autibe, PARIS


i ^ ^ ----- --- ,-- -- ---i

Em _'ren rracao da IVA&C" na....pzlnc lpa Phraiaa

O~qlD.0UTEinwnuin
WaflaAaMU'mti'4 no pwtOacaiMa symptom&WRoa" ho w
M~g.yfy iiiri~ itatorfnoia dos orga~a "eapilp'oriasIft f
.ass n aMI oe af a- a rit. -,, ru i aif W- mI. V





=,R--,..~__,.." --"-bf~i.J^~J -.,~y _,,.. _^ -1
A Xfi&A ZTZBJIJFA &u PELLF Obftids peae a

PERFUMARIA*ORIZA
de I. L-ANDj Fornecedor da MU da Rtaf ut
ET DOU ORIZAWLACTt hVSUS9MISFI8IVSSY
cr t c t- Q flt 1 LOCAOEMULSIVA W &buB hetnn.
NW *, FiXeV~^A adusnaoianreraskple^^s. ) t am s>auVHKj--a
o .aflvpmiib.CIS.t LaX
Ia011F5ESSo: IZA 507mSf1TI
l~fe*VON aN5,mu u* urnYs1151*81^ se

ISnoApt amfflKrztySBlSUc .


SFERRO GIRARD
Aprido pela Academia do UeEo de P4rS.k i
I W pwra Junta Ceutral do Aygiaos publica do BvA.m
j fso8nrsd encmrregao k f Relteuolst A Apes Ko"n
#w ? uf pewfdhilMW%,V:Ueio pe"o doentes, bem kftmdo pe&a gfouM^J
| resra as toww s cura a ohloroanemia; me 0oq Lu igues
1 a aombate, v w.aear a- d6se, obtl-w .a-ncitpe wset eanw9. m
: EBFEO GIRARD curs anemia, oares pallidas, (aimbre d4 oste o
i mago,empobreoimento do sanue; fortifica es tomprameilos acs,
e roita c appetite. ',gulara as regro s a aconmt. a strea idad.
SDep.osito am Pm..s, 8, rua. Vivi e ne I a a Droga-s- a P amcia -
onu mM ou oaumnu
y f i-m--l rsrADtooreovfal .lll lm
c~05a,% SE
tea'- ta &lmUm do pefto, a .taB
*roUtl P~antVmtqk *o-i hroain AttBnows l 11 ^H
sfte.SSrCA. ,ixsat De.-ea,, ramuSe. o .-Axau do J tedo AmesM
_4oa4e. I aian ,t N"Lfto* PA-J&----- .P a mbimm i W.
iFllMn il[o- 9 -i,.tlt li4 a I a A


aS|3m
.04sww aw


. ',--.r .. ," .i- --
0 Io AOzeIl Agp Oea
L s .periur Aua= de tnii. t
bbcl VlBnaglreset 'r
iiada PDstt par deno .
imametico Agua pars dct w
w1 4snbpsirne aPod
Wbastihs Cold Cream
eaoom ,, .e B Sachetr, s
oekluuiuso Bd rw"igaPurfumorbi


Q0-^


Vim- teneas pertate -des
tavils fixas, triNb do ferro ede ago
preos linftriores ao de qualquer outro
tema, aendo mais duraveis e inis ]
Peqnemas locomotlvas
netes eepeciaes prra fabrics, explore
asio1a, aterros, mina e engenh
auucar.
Estabeleddas no centro de urn pai
pdu iort e agoa nas mais econo
condi95es, as officinas de Verbarren
Jager, alm da sua situaglo em uma
lIdade onde a mio do obra A barata,
Sam. 4a vantagem de ter urnma organic
serial e especial para a constructso c
minhos de ferro aso alcance de todos
soens pregos desafiam a qualquer co
* reacia.
"Pan informa95es circumstanciadas
jam-so a
2 LAUGO DO CO2o SANTO 2.
Remettem-se catalogs illustrados a
pedir.

QASA DAFIIRTU]

Aes 4:@0*M0)

BILEWSI S4LNDI
la Primniir e lMa om n.
0 abaixo asaigunadao tend vepdi&d
suas afortuanado bilbetee gacantid
quartos a. 1,075 corn a sorts de 1:
4 quartos n. 636 cow & sort de '
J6m de out-aw arbte de 324, 166 e 8
4teria (7.8), quo so acabou do ext
zmonvida aos possuidores a virem re
u co-dformidade do costume sem des
*igum.
Acham-se A venda os seus aforta
3lhetes garantidos da 233a part d
terias a beneficio da Santa Casa de
ricordia do Recife (8') quo se extra
sabbado 19 do corrente.
PBECOS


4UNIS U FERRQ1
I>E
Yar'husiti& If I M AC
o i-strHors do melhor material pars
eaminbo de aerro industriae&. Fornecedo-
me, dsAres.e.s -amisho.bo de ferro do
estado belga, do Governo colonial das In-
dns'NX A ueidssoeter., eto., etc., etc.


),or A VENTUROSA --Tj
prati V\ Nl til #0Tricofero
Aos4OOOOOOdo Barry,
rao. U0s 4:000$000 dante-v q:10
os de BT1ITIIT RnAIIID O BE
DiLIM i ninda mesino nas caberas
manal caLvi.,,beaM comer-we.
t6-uado Cbg 5+-"
a que U gLna do CabU a TI-;A e a CASPA.
SAcham-se A venda os'venturosos billhe- i queda e o embranqueeiment
& do oda eo .mibranqueoimpente
& de as garantidosdaloteria n. 8 em beneficio o CABLLemtdsos c
loca-sos o forna invaxiaveLeaw"
da Santa Casa de Misericordia do Reife Macio iBante, Fo rmoso d
io- 8 que so extrahirA na sabbado 19 do cor- luZ,.nb^ieoltenta io
lo ra0- r te. S ter mal-r vonda que nenhum
I rente.,t\ ot ori-parado parau Ola o ,
ie ca. to mun 31do.
l. 08 0Jliv 8-1-- 1
ecur- Lteiro 4000 0 Agua Florida
Meio 2d000e Barpv.
Quarto O16 00A.
diri- ende quantldade superior nw s o DUPLA .f ,
aO*:4IOOftARRIB PrePerada segrnndo at fasmuls
Inteia 10000 3500 original usada polo inventor no
Inteiro 3L500 B aio de 1929.
Meio 1750 Tom duas vezes mais Fragranclal
queLm Qna trs duas vezes maia tempo.
Joaquim P.r- da Siluva E'mute mats rica de perfume -'
-mats suave. -
E'mute mats Fina e Delicada.
\MTeom dobradaJforca Refrescativa o
a irg!% FfP170 i Tonics no Banho.
NAI Fortalece ao Debile no Cancado.
& S Cura as Dores do cabea 0os ds
LI**R Hu~lfi~i~lJIMES malos.
uoo legaimentantorsado E'multiaslmo Superior a todas -
b",, legamente auctorinado outras Aguas Floridas Actual-
polo governo de Portugal, e approva- mente a venda. u 11-
do polo =n"lho de saude do mesmo .... .
paiz, depois de evidenciada a sua effi- DeoberIta mpertantaisa,
Jy c~~acia emn repetidas obwervavft- DMi jMjj I
"pitaes filia Pw iOhe do fkaiote)aa
Um unpruo.40dau obsenaVfe doe c
1 nob prinMp medical do Lumbo, roe- IODURETO DB FERRO_1
Los 4 bidB polo& con do -FERO ,
000r, Barclay Compan1lah

,heber p0c
icontr

As 10-
Mise- W Cnra irnialmente e comecrn wmrauao peore camoe
a BB doe PhthiLrica, F.-crul'jl.l4, PhmriniatiSmo, as doenu
ra UME da Epinha Dwsat, doe Quadris e dos Oueos, as-
DFamna0ces do Pigsdo.do Halo e do Utero, etc.,etc.,
B^ HBe restikie ao rorrp enrnquecido e fatigado o sea n
I^^^H^ ~ mino ifiovi-oreacetdDadaaaokcoatoruos. E'cert,-
mrnete um, trTand decoberta o Puro Ole do
Figado do Baeahao comn lodunreto de
Ferro-d XzSrope de Vida
o ,~ de Reuter No. 1.
Preparago de Produotos Vegetaes
PAftA
ExrIN ioDIAS CASPAS
e- outras Molestias Capillares.
SJVIARTINS &-BASTOS
.Perlwmbueo

t DEPURATIVO E PUROANTLE
SOeS ao e adnavel-19-1fic-08l
sangue actua obre'ointeat.ino
_s o I0gado, os rin- e.a poo.
E'curas InfalUveleontra aDebllldade
Sl dqKervosa as Dores deo Cabeca, a DysJ.]
i1 Maomsl irnaaelo de Albuquerque pepslaas ezoes, contra as doeom-
Maraab&e cue de rlgem Mlasmatilca ou o0-0
Ignez Cavaieante de Albuquerque slaranh.o, *loviadas por demardens do flgadoi
Antonio Ribeiro de Albuquerque Marakhi., ui Ou .pbrteza e Impurezadosangue_.
to i mulher e fikhose major Joa6 Francisco de Albu-___________________________
OS db .qaerque Maranhia, Julio de Albuquerque ara.s
s de nhic, ain mulher e Likes, Booa de Albuquerque | i
ti Maranhao Paes Barreto e fithos, Dr. Joa6 Maria AltlRP^A
a da Albuquerque iaa, soa mulber efi has, Ant, A tItlevao
Antonio Poniies d Camara Li mna, slSJ hl 5 e i a-^,oi .. .. is. do direito r. Antonio
filhos, Alnlia Bandeira de Albuquerque Mar .- mares -"" S--ip"iCO do AsuBs C. rvalw. da o-
nhio e filkis, aqrdosem doitimo d'alms todas Imar'a a t n." i, 0 epoia"l, fao dome"-
as pessoas quo ecompanharam at6 o cemiterio pu.o nde os bthote-p-st-,quk i e lo b ede-
blico cs restos mortaes de seu presado esposo, pal p, do eostaxis toia dLu0^i 0 O -uIG.
'a bogro e avo, Manoel Igoacio de Albuqbeoque Mas 'Amib de. oily Guamic.
ranhfos; e do novo uonidam sespspntm eamitu A o a
pus pnrausiutrem afmisas qua. msamm cele, j- lr'-fr'.]l d^
bnra polo eteno, repoa~o de mso alma, na matri$ L I L/J bl'l~x.^X^>C
da Boa-Vista, a6 8 horse da manha do dia 19 dA t t en
D(,plootn ropusodo i is its== ma,. r:..,
d (meibS.) uedus .i, M def I.kpaumaen, Peiejw,.i & Dor fumbus Auguto.- e. *4-
I. we ~ueM1Mb deshtj6 a swHts. peb4 meide, Ianador da recobodoris do Rio do Janohto,
"t W fltR difh nI ekmMia^ ___ ^*m^umeflSO'or 4. responder so fl~ee. psetaes


Inteiro
Meio
Quarto
Km qrarnddade


46000
24000
15S000
malor de 41
.Ai-',


Intoiro 5OUU
Meio 16750
Quarto 6875
Manoel Marins Fiza.


S S&I [EL I
AOS 4E00000


BDUIETIEI GARAlNTLD
Praca da Independu
cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado temn expos
renda os senus felizes bilhetes garantid
8a parte em beneficio da Santa Casa
Misericordia do ReLif-, quo se e xtr
op dia 19 do corrente.
4P00


9.1- m -i


24000
15000


"if .' ,. ; .certaim quao V. S.. o tmm-aeebido, aiao os quer
Ir e-w "gI- csaisUMnioco
&.." da Sts "Soi 6 0


.- .. ..


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: a w. 6do bow 4 Jcunho, sCpg 6 o
*1"- ^ ipreodio i l5 ts r doaigurlo; a
t4j'w"Asd APO16UC J4tV
01 1 *' "- A I s e
udI&Csfrea at vPemwmbvetua, Ca-
png a.- 1 l ow o uvim bquintal mum
ae ; R a Sema e a.
-- Solic iador
Rotfi. Tolenito do FgeiUedo I as, provi-
aibomdpars esta o rsusefA do *if* *straBt con-
tinus reic edo Cabo, pqdesdp so pro.
eusado t wa a quitasu'feira no scriptorio do
Dr. dugelio, rut dc Imperatdo it. 42, da 10
is 5 b a de,6zde, e n. otutrog dias no memo
eswriptotio achardio eaom quem tritar.
Modista
Na rua da Penha n. 3 1.- andar traba
l]-seo por figurino corn promptidlo asseio
per preco ommodo.

Nazareth
0 Sr. Joao Cavalcainte Mauricio Wanderley,
filho do Exm. Sr. Baro de Tiaeunhlenem, querin
viz o madar A rma Duque de Oaxus iu 74, con-
cuer negoio quoe nao ignora.
Criada
Preciaa-se de unma criads na rua da Soledade
__ampero 60.

Precisa-se de in ama para lavar e engommar
e qae dO fiador a sua conduct ; a tratar na rua
S do *Marquez de Olinda n. 6.


No caes de .pqbsaribe n. 6, lava-sevengomma-
uo'oernpromntidso, asseo e modifica9bo no pre-

Aa de leite
r Preeia-s de he a mama par amamentar ama
Ctiaagade 4mezes ; na s:rua da Aurora n. 155.
Ama
Precisa-se de una area para engommado ; na
r da Aurora n. 155.

Ama


Preeiss-se de urnsma boa engowmadeira,
qV pareste tambem: outros services domes-
tieo; nod 3' aidar do predio n. 42 da rua
Duque de Caxias, por cima da typogra-
phia do DMario.

Ama
Precisa-.se de ua ama pars todo serving, me-
nos engommar ; usna rua do Cotovello n. 46.
Aa
lNa praea da Independeucia n. 1, se preonsa de
ans ama que saiba cosinhar perfeitamente, pars
casa de famdiha.


Precisa.-se de uma asia pars cosinhar, nlo dor-
mindo f6ra; a tratar na run de Payssandi n. 19,
antes da ponte da Magdalena.
Ama
Precisa se de nma ama par& anudar corn duas
criancas, lavar engemmar pars as mesmas ; na
rua da Rods n. 16.

Preeisa-se de tmna criada que cosivhe perfeita-
meote beoh a tractar na run Duque de Caxis n.
14.___ _____ _______
Cosinheira
lNesta typographic se dir quem precise de
ma mulher, iorra o u escrava, pars ara de co-
mha.
Cosinheiro
Preelsa-se de um boa cosinheiro ; a tratar no
sitio da Ponte de Uch6an. 29, ou na rua do Born
Jesus n. 8.


Al Bo lo adar, do sobrado n. 27 1 ru do
Impea tend agua e commodos pan gran4a
aiiln a tratar na rua Duqoe de Caiass n. 47.
Casas brrats para algar
MAlgs-se as ,easM n. 13 628, a VidaV do No-
;+lves ; 183tvaveusa doe Qurteie; 66 aruas
daGuia, loja; 23 8. Jorge, 1' an6dai e loja; Phas-
rol 82 : a tratar na run AAsumpcl n. 58.
Pra passer a fsta
SAlug*s-ae, ouvnde.- nia boa cams reedific-
da noPorto da M&deira, defionteda .igreja de
8. Beedtto, Bebe4be;i a tractor no Larg do
Miereado n. 1.

brato
'A ftpl i't ra"o f W. 846" e 4A &oA' da Aai-i
made, naCapungs. ; e a de n. 37, eo Cowmel Sa-
#W"4a en &a##i AntOW4;-m SW tiatr, a< Ua.
&a rum do YioNde 44 Pewhrus't41,ia9 homas
1&a, 1 6 K
J. i 'lw, p"


"8046,p8w, Ifb Wig-Pa gd ifn*. nus xJo
Varbi BIiem 1. 12.d antif #'ena do; LAca, de-
fronute d0,itie .d Oat r DupTrat, oem bob
easa, bhetkate gande 6 Mari* fisca. tmdo' bea
aeeoim, ir vaea,,., ertribnxia,
bWa do caps., banhoirs die raa armoree e.
tiferas, muito perto da linha de boads ; quem pro.e-
tender dirija -se ao dito sitio.



A em auImmeaea41, a rua do Bomn Jesus,
tern manei caizas a e 18200.
Registros de gaz
P ecisa-se comprar urn oun dous registros de
ras, jA usados e em perleito catado ; na fabriea
Nov m H mburgo.

VEHDAS
Vende-se uma boa typographia, corn smuite
pouco use, e arrenda seo o 1- andar do sobrado
sito i rua Sete deSetembro n. 15.
-Vende-se on permuta-se per casas em Afo-
dos ou Boagas-Vista, um bom sitio em Beberibe;
a tratar na -rnaa do Marquez de Olinda n. 30.
Farinha de milho
Vende-se farinha de miho mnoidai1 a vapor de 1
2s; 3-, 4a e 5a qualidade a 80 'rs a b. a e em ar-
rob% a 25300 : na rus de Cotovello n. 25.

einho BeantI
Vende-se ou arreuda-se o engenho Recanto, s,
tuado na comarca de SerinhWiem, moente e corre
te d'agua : a tratar na rna do Born Jesus n.
secriptorio de Manoel Ferreira Barthoto & 0

Pinho de Riga


Mathues Austin &6 C. teem para vender
branches de pinho de resins da melhbo
quaidade o de diversas dimens~es.
Taboas da mesa madeira propriss pars
soalo, portas, etc, etc. Em lotes a vor
tade dos compradores, e por prevos me
dices.
Run do Commnercio n4 18.

Mutamba
De J. Delsuc
Contra a calvicie, queda dos cabellos, casp as
nevralgias da cabega.
Preo de cada frasco 1500
Vendem Odilon Dnarte & Irmo, cahelleiroaLe
a run da Imperatriz n. 60.
WHISKY


ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellent Wbisky Escosez 6 preferivej
ao cognac ou aguardente de canna, pars fortficar
o corpo.
Vende-se a retalho nos melhebores armazens dt
molhadoa.
Pede ROYAL BLEND mron VIADOeujo no-
me e emblems *o registrados para todo o Brasil
BROWNS C., agenteS
VacAs turlnas
Vende-se duas vaccas turinam, paridas de no-
ve, e dusagarrotas prenhes ; na rua da Conoei-
gao n. 6.
Ladrithos demarmore
Vende soe narma do Marques de Olinda n. 56.
TIverna na Varzea
Vende-se na povoaao da Varzea, rua de 8.
Jolo, uma taverns em pequeLa escala, propria
pars principiante, bem afreguezada, e o motive da
veuda se diri ao cemprador.
Piano
Vende-se pelo-bsrato prego de 155000 Tum piano
de armario, um poncou antigo o qual precise d
concerto; 'parwa ver e tratar natraveamado Crp.m
Sat a. 27, armuazem.

Taverna (
Vonde-se urna tavernas bo afreguaemsa, pro-
pria pars principia nte porter pouco capitaIsitem
commodos paras familiar ; na rua Direita doeAfo-
gados n. 18. 0 motive da venda se dirig ao conm-
prador. __
Motor e caldeira
Veadesm urnm motor do farheanto Taacyes, pa-
tentc, de fra de quatro ac*llos e mm ealdei-
ra conducts do fabrieante Robinson, patente, tam-
bem de forma de'quatro eavalo, corn inetbr e
peItfUes, todo eem feito esftado, por aito
eoramodo re"o a -strat, na tabrica Apollo i rua
doHospxeuo n.i979.


Vende-se
na botica francea e drogasria de4 UQU4YW OL0
FRERES, ,ucessores do A. CaOss
ua do 3Im J tt + (imdgf dtW (,ui


Vede-se am saemnors ; uruastftaldidd --
"6 a.,o 8. wpeeal
A _0--- W i AL


Vedem


Vendem ieo, tralba

lh-Ah as, ,deto*das as di
Mensoe sra do
oCtnmew o nI^ enS-
c tiori6 deSebastio
de Barros gBarreto.


Vendo-se ama earot para doM boi., nova
pdforte; fratr ro rg do Roario A. 40.
paderiA de Mollo & Bist.


Pharmaeia
Prego das especialidadew, smeundo a formula d
0). CARLOS BITTENCOURT, a venda &n
pharmacia de Hermes d Souza Pereira & C. Sue.
eeuores, rua do Marquez de Olinda n. 27, a par
tir de 14 de ogosto do corrente anoone.
Carobiaa 83000
Sulsaparrilha e caroba 2s000
Elixir de jurubeba 21000
Vinho tonico 26000
SXarope dejaramacard 25000
Ingec*o Bittencourt 14500
PiMulas d eucaliptina 25000
Pilulas operatives 15000
Exija-se o nome do author.
Cabriolet e victoria
Vende-se um cabriolet e uma victoria em pt
feito estado : a tratar na rua Duque de Oa
numero 47.

Novas selinetas lavradas i SO,
e 6t rs,
Chegoupara a loja des Br&teirosda Boa-Vista
A rua da Imperatri n. 40, um grande sortimeni
dam mais lindas setinetas lavradas, tend de today'
as cores, as mais novas que tern vindo so mercadt
e vende-se pelo barato preco de 500 e 640 rs.
isto na loja da esquina do becco dos Ferreiros.
Fasties brancos a 4tO0, 0 0
640rs.
AIheiro & C., a rua da Imperatris n. 40, vex
dem um delicado bortimento de fut6oes branceo
proprios para vetidos e roupas de eeama pelo
prepos acima indicad ; isto na eaquina do bece
dos Ferreiros.


Cazemiras IngIzas a 28300O
00
Na loja dos Barateiros da Boa Vista, vende-m.
um elegant sortimeuto de casemiras de duas lI
guras, sendo kiglezas e corn benitas cores, pi
baratissirmo prego de 25500 e 02800 a eova&
sendo muite proprias para costumes, e daes mea
mas tambem se mandam faner costumes muir
bern feitos de palitot, calca e eolete per 3OfW00
35,9, 6 grande pecincha : usna loja da rua da IA
peratriz n. 40, eoquina do beeco dos Ferreiras
Espartilhos
a 4# e C oo6#
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vence-.
muito bons espartilhos para senhoraz a 5-X,
para meninas a 4000 0; assim comao um bnit
sortimonto de fichuais de 1200 at6 38000 ; is
na loja do esquina do beewo dos Ferreires,
Merin6s pretos
A l200, 14400 e ls00 o ecow&a&
Os barateirot da Boa-Vista, A rua da Impen
triz n. 40, vendem muito bonis merin6s p-etm
pelo barato pregc de IW200, 15400 e 11800 ooo
vado ; assim come sortimeato complete para lut
sendo chitas, cretones e casemiras ; isto na le
da esquina do beeco dos Fzrreiros.


Liqudacao

Para acabar
Popelines lisas, de listras e lavradas.
Lis de quadros, eascossesas e lavradai
Alpaca s lisas e de litras.
Grenadines de cores e pretas.
Cambraisa bordadas e abertas.
Vestuario parwa menino.
Leque&.
Chapo par senhora.
3itas eas e de cores.
Fichus de seda o do l
Capas de malha de IL
Pars eaontimuar
Collarinho e pushos pars senhoera a hom0, s
verso fe Mtie
Oawisa- am eollarinmes e sem punbos,earmp
hoa es aco oollauinhos e punhoe paUa him
dsedn.85445.
Camisas pars meninos desde a. 28 15; uem a
larinhoe de m. 82 35.
Oeaisas, aias, patadonos, ealgam, s99
aboo varasnoa
Gravas, grande variudade.
Meias cruae, branmcas, de coreeps pas.
s =as p n, esaeteira, bolsa" vedu
Ctho, btinp baee s de oeaWvas, p
naiet.. ete.
Napoula & C.
:28-Rnua d Cabugh-iS
Em frente a mastil da Santo AAtsnio
Liqiaeio paM aea'

Das miudezuas existentes as loja da ra lanm
do Rosario n. 88, a saber
Cseix dedlinbs de 200 judos, a 80('s.
Peas do entremeios ffime, 5m05.
Gernafs de agua florWdms r S 90 Se*
co 5 e milheirog do a 800 ys
a' qug rdes m-tofius w ., 8W li.
0*avast6CiOfamae a0ci SaWM1


li


j jw + a m s d e c a ia 2 80 9.e
Damfpkft iBesas, 0O o 6ova4o.
wpO O de, sedej 8i0 ,e400 r o dito.
Alpacuaois furtU-.Amov, 8 60 e400.rt.vo dlo.
-inetn bordadas. iraneas, 40,, 500 e 5 5rs,
Chbeuiirhs*a t nrinis .ret >s do dzas Iargurae,
11, 41WO 14400 dito.
Dame*Cs doeirdas pu-a anovidade, t 8 e 13000o
dzt^
E1traia deibane, 25, 2200, 3MI 200 e 605.
Fieift %@ eres, 15)0, 2 0, 2 -50; O 8O3
Cataikrojarsenhura, ricamente border 3500
a 4fi00 "naO.1r
S4ia para seahora id. m idem, 45, 5500 e 65000
nUpa.
Cortinados, 'icaumente birdados, para camas, 61 ee
8S1 o~r
Qohlhas de crochet pars n,,ivas. 10$ umsa.
riniall, te v6op idem idem, 12A e 15;.
Set1n1 branco aineAo, idem, 15 o covado.
Setioeta branch flua, ides, 560 e 600re. odito.
rltrada superiorr param v'estidos, 80 re. 0 dito.
Miss fiaas pars senh ,ra, 14, 5P e 65 s duzia.
Idem para home, 35500, 44$ e 54500 a duzia.
Ceroulas bordadas, de bramante, 15000, 15200 e
15600 urn.
Camitas trancezas, fine, parsa home, 301 e 845
a,'jvia.
C6rtea de gorgorlo preto oara college, 25 e 25500.
Redes de cores, 44 e fi5 uma.
Idem superiores, corn 4 punhos, 141 e 165 uwa.
Grande sortimento do bordados de setineta de
cores corn toqu. de motor, 700 rs. e 15, perfei-
tase, 1500 e 2 uma
Idem brancos, 15200, 15500 e 25.
Madapolo largo, 55 a pega com 24 jardas.
Idem boavista. 65, idem idem.
Algodlo superior, 34800 a peca corn 20 jardas.
Counvidm as Exrmas. familias e seus numerosos
amigos e treguezes A visitarem o seu estabeleci-
mento, u dos mais complete em sortimento de
mereadoria.


Bom e baralo
Diz o adagio que nio cabem dous proveitos em
um sacco! Pois enanou se redondamente o an-
tor do proverbio, senso venham ver.
No armazem de molhados de Martins Capitio &
C. suec de Valente Irmaos & C., A rua estreita
do Rosario n. 1, encontram -se todos os generous
concerncntes deste ramo de negocio, por pregos
revalisando corn qualquer outro estabelecimente.
Alem disto os annunciantes acabamrn de receber
os seguintes artigos :
Mate do Parana,
Linguae seceas e de fureiro.
Araruta fins, o que ha de mais superior neste
genera, em pacot s.
Queijos do sertio.
Formicida capanema.
Doces fines de goirba e battat.
Presuntos pars fiambres, etc., etc.
Martins Capitao & C. succ. de Valente Izmlos
& C., run estreita do Rosario n. 1.


Roupas para homes
FOB
Prevos baratissimo?
Rua da Imperatriz D. 40
LOJA D08 BARATE1R08
Paletots de easemiras de quadrinhos, fa-
,zenda que s e lava 6100
Ditos de paan preto fino, fazenda multo
boa 7W0
pitos do easemira de quadrinhos e Htri-
nhas, trrdaie 8 .00
Dite. de casemir a eura, forradoa 85W
jtP e e aira d cores clars o e o-
-cara 100
Ditos da casemira de cordio, de 105 A 12A 0
1)itos de panno preto fino, forrados n I500
CalcW s de casemiras corn differences pa.
droes de o5500, 66M00, 85 e 10400
Pita. de eaemira d cord"o 6550
Ditas de easemira prete sedi a 8 e 10500
Ditas de casemra pretax
Cermulaa de regua, obra muito b n
feitas a 1200 e 160
Ditas dc Ba nburgo de linhei a 1800 e 2500
Colletinhoa pars dcntro, sendo de ere-
guaella e muito bem feitos a 800 e 100
Camisas, grande sortimento de camiMns
brancas, tasto francezas come ingl"ma,
tanto de linho como de algodlp, sendo
de 25, 2500, 3i, at6 510'
Meias, grande sortimunento de meias eruals
praohomena, de 320 rs. o par at S70
Toalhas, grande sertinmnto do toilbaAs,
tanto pars rorto como pan bhabo, que
se vendem por preos muito rasoaveia.
Tudo ist eom grande redugao de pregos : IV
loja da esquina do-becn do.Ferreiroc

Fazendas brancas
Na loja dos barateirot
da GlVista
40-Rua da Imperatriz-49
VENDE-SE
Hadapo l coki 20 vans 400C
Dito fanee, znda mito encorpada,
corn 0 v.varas A 51 54500,6, oe 650
Dito frances, amenfcno, fazenda muito
fin% de 7; a*t ISOP
Algodo onfestad*om 9 palmos do lar-
gusra, propria para taeenges de um
i6aan., metro, n 90
Dieto trade cm n 8 pslmos de largura,
preprio pan lenses e tUnihas demean,
metre oIVA
Bramant de algodao eam 10 palms de
lagura, poprio pars faen longS. do
um o pas no, mleto 18asi
Dits ingi de 6&quatro largaras% mmd.
do Jinhll moto 2J55

jpd~aapoga coin 80 sanas a 145,
eem 'virt1 5 *1, .1
Moits. o t mfitd a a 115509,
Atoad"maa( do Mara t oalha do
9 p lahodelargura, mo-
Ailn come Um e"mpleto sortimnto do
4. Algod5iorinho american.o
u^, 'e *so vend. a pegs do 85600
'as 11Ak da esqim a de becco do Feng*ir.


r1


Por


semana


P4de adqUirir-se as verdadeiras madhinas de

d SrNGER

Ouem no de\xari de comprar agora uma destas afimadas maehi.
nas?


Yenhaim a succursal da companhia Singer na


SRUN ADO CABUGA N. IA
N. B.--Vendemos lambem linha superior, retroz em carriteis,


agulhas, oleo, linha de crochet, peas avulsas para as macbhinas
Sudo de superior qualidade e por prefos sem competencia.


Grande estabelecimenlo


CASA


DE CONFIANVA


LOXJR
Nests vaato e bem sortido estabelecimento de fazendas e modas, cujas proprie-
tarios nlo poupam esforgos afim de bern servir aas seus numerosos freguezes e amigos,
continuarAo as Exmas. families a encontrar os principals artigos e os melhores teci-
dos proprios pars as mais primorosas toilettes.
Os Srs. agricultores poderao preferir nos em suas compras, visto que pode.-
efferecer-lhes tambem um born so-timente de fazendas proprias pars trabalhado-
eampo e po preeos os mais razoaveis, em razlo de as rocebermoa de Aonta
popna, dos mercados exportadores.
Os Srs. navegantes encontrarlo tambem um born tortinento de artigos pro-
prios para viageis.
Continnamos a repetir que 6 de grande vantage preferir-se sempre o LOU-
ARE, tendo de fazer se qualquer compra de artigos de boa qualidde e de born gosto,
visto que se encontrarA constantemente um grande e variado sortimento.

so
encontrafA constantemente verdadeiras pechinchas, assim come um bornm e variado
.rtimento de roupas feitas (fazendo-se tambem par media) apropriadas, tanto pars a
0dade come tambem para trabalhadores de campo, convindo cbamar a attenego Para


os prepos dos seguintes artigos :
Superiores sobre-tudo de panno pilot a 156, 205 e 25#000.
Madapollo Mariquinha, superior, a 4#800 a peva, corn 20 varas.
Dito Jangadeiro cearense, corn photugraphia do dito her6e, a 6#200 e tarn-
bem corn 20 varas.
Divrsas outras marcas a 56500, 6#, 66500, 75 e 86000, qualidades e quan-
tidades garantidas, e muiitos outros artigos por pregos bnratissimros.

Casa de confianca


Ba+a Prim ieg ?0do ar 1.20
ESQUINA DA RUA DUQUE DE CAXIAS
N. telephonico 158
FRANCISCO GURGEL DO AMARAL


&c.


As machines de costura


Domestic
Sgo reconhecidas ser as mais eole-
Igantes, as mais duraveis, e em todoa
os sentidos
As melhores
Para pregos, e circulares corn iluo.
tragoes de todosa os estylos, dirijaa.
se a
DOMESTIC SEWING MA-
CHINE & C.


NEW-KORY U. S. A.


FUllM


So


LUIZ


MARCA CARNEIRO


'I


Impotta p 49 Rio de Janeiro e garantido pr
melber e ta a4oatico que ve m a este mercad, v
4l o., :Wi dw-lotA0i0a
.Jos6 Ai49nioA.- ., j


ISOSO


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S-, '1


-bon-
Ad *ssto a-.I
*^ *i'dtW^9^46ovtapeito pelawnsr
^ -4t.* idores. (Apoitia.)
q ot ees mereosm 6
S fai*tll, a desanimo corn que
so B dam e cia, deixando-se ox-
P OaWi* at" bub o-me corn quo Ihos fique

%Argi s-e -am a opiniao do lavra-
dons f*veVaeis a idaas emancipadoras e
ab tE A I6bh ago dos sexagenaries. Ha
sr Uatse faslta 4 verdado e de generosidade.
0 pretso de 80 anos, se foi bom essravo,
S lao tens ms or protelao que a de sou
senhor. Os maoid senhores sao excepSg5es
poaco favraveis, porque at6 por motive
de interesse os senbores tratam bern os
S escravos. E, se os fazendairos cuja cpi-
i nis tern sido eitada, so favoraveis A li-
bertago doe sexagenaries, pur que nao os
S libertain elles, independents de leit ?
: 0 honrado ex-presidente do conselho do
Sgabinete 6 de Janho alludio tambem a
prodigiosos resultados obtidos ein uma fa-
S zenda em qne 14 colonos fazern mais que
r?' 80 escravos, que trabalham d'entre 140.
0 honrado senador deve roflectir na p)mu-
ca procedencia dresses dados, e pars isaso
basta ponderar que n'uma fazenda corn
140 escravos 6 roealnmento extraordinario
S que 80 trabalhem S. Exc. accitando takes
iafotmauges, deixou-so arrastar pelo seu
enthusiasm abolicionista. Oitenta traba-
lhadores n'uma fazenda fazem supper que
ella tern mais de 200 escravos.
A nova matricula estabelecida no art.
Sl nao se explica senuao polo desejo de ve-
xar os lavradores, dando razo Ais ponda-
ragoes do hoarado senador polo Espirito-
Santo, as quaes nenhum fundamento temn.
Em quo aproveita A lavoura occultar o
obito de escravos, com o supp5e o honrado
senador? Os mortos ja nbo soffrem o
terrvel azorrague de quo rezbo as lendas
abolicionistas.
0 Sr. Silveira da Motta'--Mas podem
apparecer na matricula nova.
0 Sr. Cruz Machado :-A nova matri
culad pars saber-se o numero exact de
escravoes.
0 Sr. Martinho Campos diz que pars
oonhecer-se o numero exacto dos escravos
bastaria que oa governor, relevando as mul-
tas, provocasse declarages ou averba3oes
completes, marcando prazos mais razoa-
veis, como muit o acertadamente jA leom-
brou o honrado seonador pelas Alagoas, o
Sr. Sinimbu, que prop6z amplial-os.
Dessa indispensavel media s6 nao re-
conhecem a utilidade os que gastam o
tempo palmilhando as calgadas da rua do
Ouvidor: para eases tudo 6 facil... Mas
o orador vio pobres mulheros, desgraga-
dlas, que s6 poasuaiam umrn negro ou uma
negra, pagarem a pessoas pars thes ma-
tricularem os escravus... Ist) na pro-
vincia do Rio do Janeiro, quanta mais em
outras Em nosso paiz sb prospers ver
dadeiramonte uma industria-a dos em-
pregados publicos ; vai croar-se aoutra -a
doa procuradres quae matricula.n eseravos.
0 Sr. Cruz Maihado:--As forrnalila-
des slo as da lei anterior.
0 Sr. Martinho Campos responds que
a ti anterior alo fuimina contra o snohor
a pens de libertacgo do eszravo em cuja
puatricula houver irregularidades. E o no
bro senador per Minas, que den o aparte
e quo muito p6de na actual situasgo, dove
influir para que taL abusa da future lei se-
j a corrigido.
0 Sr. Lhristiano O;toni:-No regula-
mento.
'0 Sr. Martinho Campos pronuncia-se
tambem contra a tabella do prcgos aunexa
aso 3" do artigo em discussbo. Esta ta-
bella 6 uran ides do honrado senador polo


Espirito Santo, o Sr. Ottoni (contestaqoes
repetidas deste Sr. senador) e marca pro-
gos inteiramente arbitrarios. Os governos
dos paizes em que, mais do que em o
nosso, se respeita o diroito do propricdade,
ano procederam arbitrariamente, marcando
pregos. 0 governor ing!ez em 1833 deter-
mlinou como prego do escravo a m-lia dos
pre", das avaliagaes jadiciarias nos oito
IAmoo anteriores A promulgagao da el.
Analogamente procederam oas govemos
iallandez e dinamarquez. Entre n6s, po-
r6m, vigoram as ideas de Luiz XIV: o
Estadoe 6 senhor dos seus subitos e de
tuio quanto lh e pertenue. 0 honrad) mi-
nistro da agriculture recebeu corn a sua
nomeaglo de miniatro a de avaliador ju-
diciario, e tanto basti.
A determinaglo desses pregos, que alias
o orador acha exagerados, o quo nbo cor-
responadem ao valor real do escravo, mes-
meo oa district do cultivo do caf6, con-
stitue'ima immoralidade da lei.
Contisuando na analyse dos di versos
paragrapbo do artigo, o orador, depois de
mode qeo a disposigio do 7-, equiva-
leads A peId' do escravo, A penalidadeex-
clasimmente grave, passa dsa d ntrar a
ioxeqaibilidade do 8-, seomdo o qual
S s paw6a us ivesi dq din a ma-
in" -140 aindem-





I ^ eite fa:agrapho.
STado WO- 4,eonastra qu o 92 sm i
u h i teAmponerado; ae 4 I te u gh
-d&giea4WS; A t6lii a dlstuki"Ols
(r60nido a vota. mlobSurn puan
tss b> quo sm a a idm .


fart o otador a o pro
o en er -opr


i1 'i ... llp t :HH '~-" 'Jj^ X~ "l

*, .: Nrvi ae"

honadomiiato dagcal~xa cja Pa-4
lavra mn 4Ise o Ia
presented diaeuLI
lou a- dioaue adlad e pelsa hora.

66' SESSAO EM 3 DE SETEMBRO DE
1885
PRESIDKNCIA DO sB. COD1 DX BAZff-.
DI [ I" VICE-FebROMTE)
ORDEM DO DIA
Element. ueru
Achando-se m9ala immediate o Sr. mi
aistro e secretadNo do eatado dos negocios
da agriucultura, caommercio ae obras publi-
cas, foibram sortoados pars a deputauAo que
o devia receber as Srs. Viriato de Medei-
ros, Silveira da Motta e Barko da Lagu-
na ; e, send o mesmo senior introdusi-
do no saiAo com as foriahidades do es-
tylo, tomou assento A diroita do Sr. prjsi-
dents.
Continuous em 2a discussion. corn o parocer
da commissao especial, o art. 1o di propo-
sigo da Camara dos Deputados, n. 11,
do corronto anno, relative A extincao rga-
dual do element servil.
0 X. Antonio Prado (ministro da
agriculture i) : Couvidado, sogundo o&s eas-
tylos parlamentares, pars assistir nests au-
gusta C:imara A discussao do projeeto da
extincg.to gradual do estado servil, era mi-
nha inten.o limitar-me a consilerar as ob-
servaaes quo viessein a ser apresentadas
contra o system e as principaes disposi-
e5os do mesmo project. Unieamonte por
esta razlo deixei do pedir desde logo a pa-
lavra, visto como os illustres oradores que
corn tanto brilho se tin aoccupado da ma-
teria apreciaram do preferencia o aspect
politico da questbo, doixando de entrar na
analyse circumstanciada do project.
Entretanto, Sr. president, sou forgado
a romper o silencio A vista do convite for-
mal que se dignou de dirigir-me ohatesm o
honrado senador pola provincis de Minas-
Geraes, e ao qual accede de boa mente,
como 6 do meu dever, agradeoendo a S.
Exc. as intuitos generooss que manifesto,
s podindo ao Senado today a benevolencia
de que necessity, tendode dirigir-me a as-
sembl6a tLo illuatrada.
O Sr. Martinho Campos : -E sera ouvi-
do corn toda a benevolencia o atode o rese-
peito.
0 Sr. Ministry da Agricultura : -Ao ver
discutida esta questao nas Cagmara dos De-
putados, antes da organisagalo do actual
ministerio, coube-me a boars de enunciar
de modo claroa e positive men pensamento
a resp ito desta reform. Ponderqi eotio,
Sr. president, qua o present pro]ecto era
aceito pela malaria da opposiglo conserva-
dora daquella Camara, come verdadeira
necessidade paras a soluglo do important
problema na actual sessao legielativa. Por
easa occasion accrescentei que, se fossie go
verno, nbo tomaria a rospo aabilidads da
apresentagbo do project. Estas minbas
palavras tL.n sido suite commentadas, as-
sim no Senado coma na Gamara dos Depu-
tados, pars inforir-ae da miaha entrada pa-
ra o ministerio certa contradic camrn opi-
nioes que manifestei coao mombre da Ca-
mars temporaria, 0 Sanado per-ittir-me-
ha oaservar que nesse meoao' discurso a
que se tern alladilo, dissm eu quo, coltasa-
do na altsrnativa de votar entra o projec-
to -o qae importaria entregk,-a qoesto Ams
incertezas do future- ou de yar par elle
corn as alteranses acoitas peo honrado ex-
presidente do conselho, preftria sate segun-
do alvitre. Sbo identicns as circumstan-
oihs em quo tambem me acso collocado co-


,no meombro do ministerio.
Ao apresentar-se A Camara dos Dapu-
tados, procurou o actual ministlrio chegar
coas ella a urn modus mvwdi para dous
fins : -a votagbo das leis do orgamernto e
a do project de reform do eata lo servil-
Procedendo de tal modo. provia de certo
ministerie a hypotheses de decretar o Sena-
do emenias quc obrigasem a reenviar o-
projecto Aquella Camara. A Camara dos
Deputados, por6m, votou uma moelo de
desconfianga political, s dest'arte recusaudo
o modus vriendi que o. governor julgava eon-
vir nas actaa circumsatmcias eos intames-
sea nacionaes, detarminou para o ministe-
rio a necessidade de aoeitar o project q"al
Sse chs, por Ihe pares.er inuonveniente le-
val-o de novo a quela Camara, quoe alias
o votoan, ha peace, por grand maiema.
0 Sr. Lima Dtarte :-De maneia que
se a Camara aeaitasse o moud uaVw di, o
govern o emndaria o projeotol
0 Sr. Ministro d AgricAltura---NIo o
governor, quo sobre eso onto alo podia
resolver. Ele agaurdarna a discussio do
Senadb. Conform ella correse, conformse
as emendas quo fossem aprosemtsdas, o mi-
aisterio teria de manifestar.-e pr6 on con-
tra. Se takes emendas teadeuem a melho-
rar o, project ou a corrigi-ble alguns de-
foitos, porque todeos so aocordes em que
o project tern defeitos e o mesmo gover-
no o reconlie...
Urn Sr. Sonador: -M nao dim em que
sentido.
0 Sr. Maimtro das Agriowliur%:-...
hop h o e aistrio 0X0
"^|1|1&d d p. -.l.adas nao as
0^%A^~~s ast~u- aew men-,



d'o.o .
Lat.a


wgts a ue.w d
'amt qao t dsiti..
0 Sj. Fsuwieo GatUis*ao :-Ap4oiadi.
S0 Sr. wMi6 d a Ag ras :-algo.
doer canoluir que nea a* mistimrio axm.
smim p=ds P ser erguida qualquer coatra--
diaglo. Nao ha nenhuma incoherencdsa en-
tre o que emou disendo e o preceder que
tive na Camarsa dos Deputados, apoisad"e
votando par Im projoto spresentado e sua-
s0"ad. por goMro advrnario. No ma-
do porque sesolm enti o prtido on-
sorvader, entrava .inoontmtavehaonte por
am tant, em rslul ao Sri. ex-presidente
do conselho, algumwconsa do confianga po-
lUtica.
0 Sr. Francisco Octaviano: -Apoiado.
0 Sr. Ministro da Agricultura :-0 no-
bre ex-presidents do oomslho iaspirari
confianca ao partido ounservador...
0 Sr. Cruz Machaido : -Apoiado.
0 Sr. Ministro da Agricultura:-...
pars execugbo desta reform a. Havia em
nosso modo de peoreder, repito, urn tatO
de confianga poliiea, a qual nbo deve ser
confundida coan a confianga propriameate
partidaria. 0 mosma, por6 a, nao oecorre
agora entire a Camara dos Djpatadas e o
ministerio, dado o anouncio da dissoluaglbo.
Ap6s a mogbo a C.,mara dos Deputadies
ao p6le absoluttamonce dispeasar confian-
ca aso minister.
0 Sr. Ignack Martins: Nem podia
dal-a.
0 Sr. Ministry da Agricaltura: Julgo-
me salvo de quidqper iucrepago polo mieu
procedicento, que coansidero perfeitamente
correct.
0' Sr. Cristiano Ottoni : -Mais- corrocto
do qur o projeeto.
0 Sr. Micistro da Agricultora : -0O pro-
jectL poderia ser mnoctficado se outras fos-
sem as circumstancias-
0 Sr. Atfouso Celsoa: Mae e- Sunado
nada tent- coin ossas eipcumstancim.
0 Sr. Ministro da Apiculhura 0 mi-
nisterio, coausiderada a stiuaglao e conside-
rados os iateresses publicos, julgA preferi-
vel quo a project nao soffra akeraglo.
Entretantf, o Senado temr plena liberdade
fde resolver com o entender em 8aW sabo-
doria.
0 Sr. Afflano Celso: -Isto aabomeo.
0 Sr. Baro- de Cotegipe presidente do
eonselho): -Mus V. Exs. di&se hontem quo
ee votos estavam contados e o Senad& re-
duzido A chaneisria.
0 Sr. A(Toono Celso di eatro sprte.
0 Sr. Miniatm d a Agricuture : -i um-
ni agora cm consideraglo aa objecqies
apresentadas contra o project. 0 aobre
semador pela pwovincia da ]Rahia, que en-
cetou- a discusalo, coin o brilbho-do seu gvn-
de talent, comubteu o projeeto priaeipal-
menats pela iademnisagio pocuaiari quo
*tIgoa inexiquivel e insuffiuieate. A-ob-
jpcgo seria proeedente so a indemniae$c
recuniaria contiluisso a bane cardiac do
proieeto, mas n Ao 6 ella semi.o- meio am-
aiia- da emancipaelo.
0 Sr. Dantas :-A principio-era raior.
O Sr. Minista da Agricaltura: -Hbu-I
ve, por6m, abatimento no mea.modo.do en-
tender, a base cardial 6 a indemnisasgopor
rome de servigoas pois outra oousa nbo6 a
deprecia~go do valor do csaravo. Fixando
.o valor do escvsvo e estabolecendo mama
;;abella pars a deprecia~go desro valor at6
sia extincgbo, o-projects- cosagra evoden-
terents a indomaisacgo por meio da pres-
taigo de servigoa.
Um Sr. Soenador: Eata. tambom foi
suite diminuida depois.
0 Sr. Barge-2e Cotegipe (puesideate do
{eanselho): -Maito, nao.
0 Sr. Minustrj da Agricaitura;.-E' tbo
eromoete como- medida auxiliar a da. eman-
jipaego, que me trata de croar e fhtonr da
iadsmnisacgo pecuniaria. Para sctrar
yaao a indomningio pocualania ria. consti-
'tja a idei capital da refofma, baits cousi-


derar que, segando o mecanismo projecta-
o, apVnas da& s tergas partes- do product
ta taxa additional de 5 per ceonto. t n de
.er applicads Ae omaancipago. Pbdendo ava-
liar-se ein ires ril cantos o product o da
taxa, 6 claso qa someate dou mll contos
terbo do sar applicadoa, cads anno, A in
demnisaqiao ao pass quae,. emo virtude da
depreciagca4do'valor, a escraiidao oe'ex-
tinguirA no. prase- de treze annose este
praROe sera de certa maito meaor.. Ct
dous mit cantos mraro. vito e seis ili
cantos ao cabo de iQaze asso e, sendoe de
am milho a populfo escrava no Brasil,
6 claro quo a indamnisago pecuniari al o
sern o principal fafn1 da estineo ac es-
cravatura.
O Sr. Affanso Cwelso: -Mas, al6ma. dos
doua mil contoa. por anno, tera o tambem
de ser pago,9 a jros das apolicea quo ti-
vanom aido emittidas no anno antexior.
0 Sr. Ministry da agriculture Tibs
juwos doves ashir do product ta ta is,-
to, 6 : dos dens mil contos. PaI o c0tti-
buintl, a anu seri sompre o messe; por
este aspeeto 6 indifferent p o pro-
duacto da tax teha de aoser aihoadu.
reetamente indemnimngo oa a jaum
tituloa. It
0 Sr. Affono Cslso: Nt .-E
quota quo anualmente m' .u.'br-
talo, vai diminuizdo pp eute.
0 Sr. Mtisro dao A cu :-a
duvida! e a obuorvagbd hm tr
fortdalao o men m3us ptoa
mostrar qua ideouua peco.harla,
nalo 6 a id6a p6iapal da rotrmsa
apsmamasioa auximar da smauacpagla -

polo ilumntre Ona
e0a, O. rotait to, a.aw i


|lam ...wb s do, poW.oS/.W.;
an. 9tr~ ~itt n iae1
*^ fr&Wuisntt Es AhMaL t^


o18s -em, a osuavidlao stard -extiocta.
-n qufh funocionacdo rqguarmente o
a ~4de eomaneipago,, a euaravidao aao
ped Ir'OslA d 8 ou 9 anos. Asrsdi-
to memo quo se extiaguirA antes desse
praio, porque, A media que a depreoiagio
for augmentando, aos miais interessados na
soluglao do problema, aos fozendeiros, sergo
am primeiros a querer libertar-se do serving
doe escravos.
O Sr. AJfono Celso:--, a deprecia-
qio como sioa opera? E' searo sobre o pri-
mitive valo:e da matricula r.
0 Sr. Ministro da Agridkl.'ara: Sem-
pre sabre primitive valor da matricula.
0 Sr. Dantas: -Mas esta consideracgo
nao nos basta.
0 Sr. Mi.aistro da Agricultura: -Quan-
do respondor ao illustrado mpador por Mi-
nas-Gerse. mostrarei que S. Ex-. noa es-
tU longs de concordar o.om o projecto.
0 nobre senador disse neo honteine que
aceitava o prazo de sets aunaor corn pros
'tabao de oprvign. Pois o aprojeto ox-
tinguo a escravidlo quasi no musesar o ra-
so. A nowa divergmncia, pois, nao 6
grande.
0 Sr. Martinho Campos : -E4' s6 pego
quo se appliqguo satodas as propriedados, o
meaemo systonemsa do indemaisagIto custa
do proprietario.
0 Sr. Affouso Celsa:--Se as proprie
dades fossem da mesnma natureza. ,.-
S0 Sr. Ministry da Agricultura: -0' no-
'bre soenador polo Lspirito Santo, quea fillou
am swgundo lugar, fez as snguint.-s ebser
vagse as projecto'- 1o, 6 fruto de ura'eon-
chavo estre grupos- da cainara, e foti or-
ganisado, discutido e votado, se penasa-
mento director. Peaseo quo esta objec;Io 6
a mn-lhor recommendago quo pode ter
e0e" project. Emn question, desta ordpnm,
que- intereaoea em ignal grao a todos os
brasileiros, acredito que o a.-zcordo dos ho-
moes- de tods as partidos 6& o melho)r meio
de ehegar a soluaIo, razosvol. (Apoia-
dow
0 Sr. Danuas'-Se fosse isso possivel.
0 Sr. Minetro da Agsicultwrsa: S6 to-
nho, pois, q[ue louvar as seatimentos pa-
triotieos-que- muifestou o.h.-nrado ex-pre
sidente do coneelbo, o Sw: S raiva, collo-
cando estate :qetao f6ra' do terrono das
latas partidarias e assim tornado possivel
o accord de diversos grpea di camera
dos deputadoas
NA*6 exacta pie o projects pasasse na
camnae se di baramo eglo. C mndo ao
prjeeto, em diasasabo o puesentado pela
commimalo e aceitwpelo honra-o ex-presi-
deute-do conselbot verifilar-se-ba que as
id6as-eapiraes daquello forarr re.peotadas.
O honMrado ex-presidento do. coasetbo fez
seaapre questsLo do. pantos capitaes do sou
project.
0 Sr. Saraiva :.--Nein cedi' a V. Exc.,
senao-na parts da, colonisag-o.
(0Sr. Mininitro da Agrientura :-Por'
coaseguiAte, o penamnento d&- illastre ex
president doco naselho foi senpr reespei-
tado pela carara, nas moIdffiaeas que
soffreu.o project.
Onobre senadorpelo Fspirito Santo achou
aimiaao projects defeituoso por- qo a ma-
tricula tern de set- felt pelas rnehgos que
ssrviram de base 4 que foi Ncita em virtu-
de da cil do 2$ de setoabro de 1871.
Dimae o illustre senidar que, tornanda-so
par base da matriwla estas relag,. o sen-
do cotta que coca muitas ikregularidades
se tern fliro as averbagoes, teresos quo o
sumero dos inscriptos na segpoda matrica-
la sort muito ajaor do que o realmente
existente no BraiiL S. Ext. entendeu dver
conderanar este systems do- matricula par
abrir a porta ma uitom abusoa. So 6 ques-
tbo-de abuses, o geverns toaart as provi-
decias eocessaMuiu para cobibil-os no re-


gulamento que terA do expedir para boa
execuglo da leL
0 Sr. Ignacio.Martius: -Podia-se emen-
dar o proiecto.
0 Sr. Ministro da Agricultuara: -Basta
estabelecer a |obrigagbo do presenga do 14-
bertaudo no asoto da eatrega da sua carta
'de 1iberdade pars evitar o. abuso de que o
nobre senadoa-tern recaio.
0 Sr. Ignacio Martins.: -Ell provenio
Iosa proposta. no discursm, que fez.
0 Sr. Nlinistro da Agricultara:-flga
a nobre senador exceeiva a tabela. dos
valores dos. escravos. Realmente, S: pre-
sidente, na era pasivel estabelecer urma
tabella de pregos de acravos que eorres-
pondesse esaotamenaao valor dosa meaos
(apoiados), porqu o valor se detemaina
pela offerta e pelha procure, e nsate caso
temos neocessidade de presaindir douses ele-
mentos de apreoinao Se a tabelk 6 ele-
vada par& alguanmas provincias do imperio,
por certo qie ono u 6 par& as do. sul...
0 St. Silvcira da Moata: -Trn ou" qua-
tro.
0 Sr. Minitro da Agricualha... que
ma aa is intereasaada noest questlo,
wito come a populaao esorava est nellsn
a9is agglomerada o so ahi mais valiomos
os interseaos da lavouran qaq so tGo bom
bitresse' do Estado.
O.1S. Igacio Martuins -Poins fi-se a
tabela porjravoia.
^S~oufrou apatam).
S0 Sr. io da Agricltra: -Q 0no-
br ae ador rouaa dmaourmar o xcage-
re da tabeL por ue odoaulo do terse o me-
di. do vaWre% Pweo-me que o meto
pa S. lie., pas deseobrir o
zpmedlo .do valor dos Travos So 6
T4^ ea priauiiptl nra aqo iw vocarMi
4je4w 'taikia da ipo
aa, ri doso ..bas narma calmaos de
:Ppti d. rodf Se m Goahe.
p rb0$ s'iJ f r dea eouba a

^ .j tea. modig' qu s*ruu


f **~tF h ROSEu~tti^^ -htjjjj^&^^_. ^^*~~wa^^K


eli, Sr. presidents a touter em cousidera- 1
9go as objscg~s iprementadas hontm poloI

conbeoor, o tod oo a pis admina. So ha an-
rei, Sr. preside ten aug entadr am cousidera-
glo as objeegoas apres'entadas hontern Polof
hourado senador pel-a provincia do Minas
'Geraes, Cujo t'jlento sou o primeiro a re-t
eorthooor, e todo o pais admira. Se ha an-
nos, S. Exa. tamn augraentado o sea Cabe-
dal de coahecimentos e de illustraglo, no I
eso tern apagado tod o afoqso do sou entbusi-
mo pe las idWas nobres e generosas que do-
fende. Nao ocensuro poristo: mas.S. Exre.
mostrou-se um pouto apaixonado na apro-
ciaglo do project. Espero demonstrar queI
S. I:XC. mosti-o-80 urn poueCaO ap.ix )n-do
na apreciagplo do project. Egpero dumnon
atrar qua S. Exc. nAo esta looge de con-
cordar coin as quo defen.ein o project
pqlas suas consequencias praticas.
S. Exe. censurou o project: l',em
conasequencia da escala de depreciagbo do
valor do escravo, que )julgou insigaifican-
tssimo: ern 2) lugar, porque a tabella de
pregos 6 excessiva n3o1 correspondendao
aos do murcado; 30 porque a indezunQisalo
pecuniaria 6 ineonstitucionnal, e onerosisa-
sims pars o paiz, 6 obstaculo ao sou de
senvolvimnento e perigoso em ialgumis des'
sas einergencias critics que inesperada-
mente surgem ns vida das nagocs ; final-
mente, peL falta absolute de medidas at-
tinentes A sub-itituiglo de bracos pars a
lavoura, o pars grand part dos quacs
serA verdadoiramente illusoria a libardade,
se ao mesmo tempo nao proporcionarmos
quantopossivel as meios de descaptivar tanm-
bo:n a intelligetcia.
( nobro -in-.Ior censurou o syatmrna de
depreciaito do valor dos escravos porque
pro-rastina e amaaci-pagio a prazo m 1is 1'on
go do (tuu aquelle orque pods ser imantida
a instfuii.o.
Sr. president, a taboll. de depre'iaqo
establcuida plo qrojoeto 6 mnor noA pri-
moiras aunos do que a establ-ici la pelo
projecto do illustre Sr. conselhe-'iro Dantas
SpoIlo prinitivo do hobrerdo Sr. consoelhei-
ro Saraiva, m:is no resultado final da ajuor
tizagAo, a tabella do project, apressa mais
do quo a dos oucros a, terninaglo da es
cravatura. Polo project do conselheiro
Dantas, a depreciaglo dave-se no prazo de
20'a 30sanos ; pelo project primitive
do Sr. consolheiro Sarai'a davays-se no ora-
so do 17 auaos, e por e&ta tabella dar-se-ba
ern 13 annos; JA ve o aenado'quo a obser-
vago do nobre senador. nt projede. E
eonsequencia.nocessaria da tabeolla de amor-
tiaasgo do prejecto o eaertarnment9 do pra-
m da eseravidio que o outros projectoas
estabelecom naais longs. E' vcrdade que
essa depreeiagbo cffectua-se mais lenta-
moente nos cinco primneiros annos, mas qual
o inconvenient pratico desso system de
daepreciaao ? A. idea capital do project s
a extincfao da escravidio dentro de 13
asnos encurtado polos faetores de deprecia-
.1o que o prFoTeuto estabelece.
0 Sr. Dantas:--Por essa depreciagco,
nes primeiros aanos, serai. maaior a indeon-
aisaigo pocuniaria, o, portanto, maior sa-1
enaficio para os-contribuintee; ena segunda<
lug.r, aquelle que so quer bcaefisiar tam-
be,- terA de rosgatar a sua libertagb, por
mauior valor.
0 Sr. Ministry da Agrtcultura :-E- ai-
taments ; a obeervag'to ,do nobre senador
a-c argument, mais poderoso quo poderia,
apresentar pars justificar essa tabella.
0 quo todoa nds proteonemos, coma-
systema do oraancipagiio no Brasil, nao 6
precipitar a solhgbo do problems. So esse-
foass o p~nsamanto do legislator, doveria-
rues escolhor, do proforercia a todos as
systems, a abelicgo immediate: mas o


que queremor 6 apressar a extincgao gra-
dual dos escravos sem n prejuizo dos pro-
prietarios de escravos nens desorganisasao
d9 trabalho. E' certo que devemos protu-
tra garantir o. trabalho do escravo, durante
certo nurnmoro do aanos ;. so nao fizessemos
a depreciago do valor do escravo se nbo
contassemos. earn todos as factors, tlanto
os creadoa. pola lei de 28 de setembro,
como os ereados pelo. mecanismno agora
projoctado,. de certo a- observagIo do no-
bre senador teria cabimento; mas camorn to-
dos estes faictores da emancipagbo usma das
principles prooccupac5es do legislador
deve ser garantir a instituigco duranto ctr-
to prazo, em que so.julgue nocessario man-
tel-a, pam que o iw*ereose publioo ao scja
sacrificado.
0 Sr. Affonaso bIso :--DAi ianga, pars
umn aparte?
Supponhamos que aomos chegados aos
ultimos annos deo' depreciago, a qAe B se-
gae dahi? A emencipaglo ?
0 Sr. Miuistro da Agricultuca :.-Nessa
occasilo alo haverA mats esacravos. no Bra-
sil.
0 Sr. Affonso Codso:-EstA ahi no pro-
joocto?
0 St. Mkistro da Agrioultura : -Sem
duvida.
" 0 Sr. Affonso Celso :--Perdlo; nao
eutA no projeoto,
O( 3r. Ministry do AgRultura: -Desde
qua o valor do eacravo me amortiaa em 13
amos, o quae so aegae 6 qa no prao do
1$ ases esa iditidom oa os earavee
oh m maiO a valor.
0 Sr, Afonso Oeo--Nko tern valor
legal; mai alnto s oegue quo estejam li-
vree. Isto neo seit 4ouiarado no projocto.
Ma ontrose aparum.)
S Sr. Minister da1Agrioultura:-A li-
bertalo dos .irsm neaete ooas er con-
sequencia m sawaia da lei. (Cruamm-se
apartes.)
O Sr. PF'udeael: -Attenglo.
0 Sr. A oaSe C o ::-NAo mtA no pro-
jeoto, Q Sr. ta sa osL. adireilb -olrigan-
do o urom a RNest a ho a
qua% 0". Bits,
at lb. ia*24loufeltura :alEtpc-
4o N 4b re0aido .0 valor do .uBp-
'v ,' ~ .. .. ~. "* .. .. .
6A8.. a
O&iaa e if r 9 M aw6f lW


I... ................... ....... ......... ..

MM a t do o ,a
Eemgr~I Wi^rtaa~A2., ^poqo
poder le urna deli-
beraglb; se ajugar odbavientoe' poderi
fazer declaraglo, exprieusa.
0 Sr, Affonso Celso L3o o projects
alo resolve a questAo.
0 Sr. Miastro da Agriedtura:-Se o
aobre senator enteode necessario o poder
legislative que o decree.
0 Sr. Affonso Celao: -V. Exe. confir-
ma a ininha obserragAo: o project nio
reaolwe a questlo.
0 Sr. Miaistro da Agrictdtura: -0 no-
bre senador ceosurou tamibe o pregonx-
eessivo da tabella. Em parts ij respomidi
a est.i objecqao. Tomarei apems em cor-
sideaqto o facto quo S. Exe apresentos
dos 120 eseravos libertados na co6rt pelo,
prego in&dio de 300 quando a m6dia daw
tabella 60056 Pari serrir de argument
coatra o project 6 precise saber qpial a
id6a doesses 120 escravos libertadAo; 6
preciso mbel-o para conhecer em qp" ca-
Cogoria devr'em eies ser qualificados.
U.n Sr. Senador:-Quasi todos mars.
O Sr. Ministro da Agricultura :-@ oa-
bre senator pelo Espirito Santo, trata-
do doste ponto, tainbem apresentounos
as estatisticas qaeuo tern msido pualicade
no Jornal do Commercio corn rda2go A Al-
timna quota do fund do emancipaglo.
Por essa estatistica ve-se qne o valoc
m6i ho do escravo tom dimioudo conside-
e'avelhnento por occasiao desta ultima dis-
tribuigto da quota, mas etas estatisticas
t6zn etL grand lacuna, nao indicam a
idade dos escravos manurnittidlos.
Poden ser libertados 20.ou 30 eseravos,
inas t)dou elles de idado superior a 40 ou
;)0< anvos.
(Y Sr. F. Octaviano : -Na camara mu-
nicipla estlo declaradas as idwadew.
0 Sr. Ministro dai Agricuitwra: -Na
curte d6-se o seguinte, como se dA em to-
das as, capitals do imaperio : O valor do
escravo- muito menar do que ae. interior.
O Sr. F. Octaviano: -Sem drvida,
mesmo porque nas capitals o espirito pu-
blico A mais philantropko.
O Sr. Ministry da Agricultura: -Mas
fiz os:a conaideragilo paas mostrar qtm as
estatisticao publicadas psiao Jornal. do
Comnmercio nao servemn pars combaLer &
tabella. Para que se pudesaso con essa es-
tatistica combater a tabella, seria- necessa-
rio saber do quo idado sao os escravos.
OSr. Christiano Ottooi :-N-,o senior,
porque slo terMos m6dioa que so Mefereom
a todas as idados.
O Sr. Ministro da Agieultura :.-Com-
bateu mais o anobre soenador o projectc-por
estabelecer a iudemnisagao pecusiaria:
i;Sr. president, a indiemnisaagc pocwianai
sesmpre foi idea do partido liberal.
Quando fallei na eamara doad eputadibs
sobre eatsta questao, citei a opinilo d- uia
dos chafes nmais districts do partido libe-
ral, opiaiAo iuisuspeita, a do-fiaado eanse-
Iheiro Nabico de Araujo que considemav
Fa aboligbo ser iadeoinnis~ao pecuniaria
,jo0io urn abysrao.
Nao ha nests paiz urn chefs liberal que
posas fzer wredrar una reforma sabre esta
questgo sorn a indemnisa-to pecuniaria...
O Sr. Affonso Celso : -ije ?
O Sr. Miaistro da Agricultura... a jul-
gar pela opinuiio que vejo manifestada par
quasi todos oas bomena mais importanteoo
do partido liberal.
0 Sr. Aftonso Celso: -V. Eso. mesrno
^disso quo a base capital do project era a
indemnisasiio por servivos.
0 Sr. Ministro da Agnicultura :-Seni
'duvida, mas exists tawabem no project &,
indemrisagao. pecuaiaria, 9 esta interini-


icagao pods toinar.grani e increment) -so os
proprietarios. quizorem utilisar-se do factor
de emnancipagbo quoa o pro)octo estabelece-,
o da alforriadoescravos pela metado de
seu valor segundo a tabella.
Por coasegumnte o project estabelece
rnaoio para a iademnisagat pecuniaria se. os
proprietanios quizerem utilisar-sa delle.
hatre isto e a decretacgo da abolihbo sem
indemnisagie vai muita different.
Eu acredito, estou men smo intimrnameonto
convencido, de que o partido liberal nao
poderia de form algumna obter do parla-
mento unsa li de emaacipa&ao semw a in-
demaisaaSo pecuniaiaia (apoiados) ; e o go-
vcrno, pcomovendo esta reform, deve ter
muito A vista a opportunidado. Muaita, e-
zes o govern torn necessidade de aceitar
principios e de applical-os, embora cooven-
cido de que as quest~es tenham outras so-
laoges melbores : mas, naj send opportu-
as essas solugaos inepto seria o governor
quo traraiae de realisal-as. E' nete senti-
do que fall.
A. 4' objeoglo levantada polo honrado
senador contra o project 6 pela falta do
providencias que tenham por tim elevar
aivel moral dos Lbertos.
Sr. president, ema ao consider e.f
paste ao project de grand e importanci&
pratica, porque a powder legislative aates
da terminal. da eram'iadlo duransa o
prazo em quo vigorar esta le i, pods taemar
as providanoies quae a experiencia for imdi-
cando coo aseeaarias par obaer a re-
sultado qua o Mabs. aeaador quor. Por
oonsginte, per odt lado, a objeog ualo
teaM grand -a pMrt a oondeminai do
projao.
SMas o nobre seador nao taa mauita
srko, porqe preooaupo muito atengla
do illutrado ex-promidsWate do oomea
mowt dolib ertos; aiM at a obrig
dos meakorea pguam t us imbe aos ea-
cravon quo forem alfm 10ad e, yatoa
dooeisuo de apoloOa. 0 9aa qu o u-
bert neoebr a. o iwtude do at tubl.
6 a base pinpal da rehabilao do .
OTC zo -a o tiaH e livri
Askitm to.. qialq' zraB6 d&

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