Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16359


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Full Text
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h .4' '. .
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A & FILHOS W
--- .


TELEGRAMMAS




POLITICOS,
4- LONDRE$, 3 de julho.
A esquadra ingleza acha-se fundea-
da na bahia de Besika.
PARIS, 3 de julho.
0 Vaticano approvou o procedimen-
to dos lbispos do Rio de Janeiro e do
ParA ; entretanto, as negociat;6es coin
o governor brasileiro proseguirao.
COMMERCIAES

S .LONDRES, 3 de julho.
Fuados braslleiros de 5 %o/, empres-
timo de 1875, a 91 1/2.
Mercado de assucar desaunimado, e
os pregos sustentados sem variaCao
apreclavel, corn tendencia por6m a
baixar ; o de Pernambuco GOOD BROWN
a 26 schs. e 6 d. por quintal.
LIVERPOOL, 3 de julho.
Venderami-se .hoje cerea de 5,000
balas corn algodaio; sendo o de Per-
nambuco a 6 3J8, e o FAIR de Santos
a 614 d. pop libra.
Assucar mascavado purgado a 28
schs. pop quintal.
HAVRE, 3 de julho.
Courts verdes salgados de Pernam-
buco de 67 a 69 frateos pelos 50 ki-
Ipgrs.
LISBOA, 3 de jiulho.
Caminbio sobre Londres, prazo de 90
dias de vista (DINHEIRO) a 527/8 pences
por 1O000, moeda forte.
NOVA YORK, 3 de julho.
Farinhlia de trigoa EXTRA STATE SHIP-
PING BRIANDO de $6-95 a #7-15 CENTS por
barrica.

Agenciade Peirnambuco, 4 de julho
de 1877.
PELO DIRECTOR, J. BROCHIER.


PARTE 0O


OFFICIAL


Governo da provincia
EXP:iDIENTE 00 DIA 19' DE MAIO DE 1877
Officios :
Ao Dr. Augusto Trajano de Hollanda Cha-
coli.- -esignando a V. S. para inspeccionar o
bacharel Maximiarno Lopes Machado, profes-
sor da escola normal, qu6 requereu dous me.
zes de license, allegaiulo incommodo de sau-
de : assim o cornmunico a V S., e espero qne
aceitrzl essa incumbencia.
-- Ao inspectLor da thesouraria de fazenda.
-TraiisniLtto a V. S.; para seu conhecimnento
e fins convenientes, copia do aviso, de 7 do
corrn-ente, em quo o mmislerio do imperio de-
clara ficar approvado o creJito de 40:0006000,
aberto sob iresponsabilidade da presidencia, A
vorla Scecoi'ios p'ihco, do exercicio de 1876
a 1877, afiie de ir occorrendo Ads despezas corn
a distribuicuo de soccorros A populacao desva-
lida do alto sertao, que estA sendo fiagellada
pela forne.
Au, minesmo.-Tramismitto a V. S. para seu
conbeciniento e fins conveniences, c6pia do
aviso do ministerio do imperio, de 7 do cor-
renute, mt. 1,180, relative A concessAo de cre-
dlito A verbal Eventuiaes, do exercicio de 1876 a
1877, nio so para pagamnento da gratifica.ao
devida ao lente da FaculidwIe de Direito, qie
c.-A suibstituipdo o Dr. Manoel do Nascimento
Aluci:d.) Portelki, impedlido por se achar corn
assenito na assemnblea provincial, mas tamboem
tara occorlmir a outras d('spezas de igual na-
(i .czi :i'-u o i Iinl do mesmno ,tn o.
.\A, dothliesouro provinciaL.-Se estiver re-
uiair a iinclusia (conmta documentada, made
Vmic. pagar a Fl n.l'ln, Brotlihers, conform so-
licitarmai en pmiA;o de 16 do correnle,.....1.
9:609`170, pr-ovonrielte do gaz consumido na
illIminmth,) public da icidad lurante o mez
ile ubril.
-- Ao minesmo. Devolvondo a Vine. a nota
L cunieintos a que alildem as informa-Ses
c.,-mtida; no seu officio de 26 de abril n. 188,
recommendo-lha qupie mnanIde pagar ao admi-
iisit-ador da thleatre Santa Isabel, commenda-
dir Joto Pitito de Leno:e, a despeza feita corn
os ',,je,'Los e i-rabalhos accrescidos, mencio-
nados nos documentos e nota referidos na im-
piortan:iia de 365$-621.
Ao eiitageiiiheiro ajidaute da reparmivto
,h ,_ ,olr:,& ,,l ,: ,t,-;- Vm ,, a m .nda,,l r


r ,1 ,1 ILi l.1A t .,. llotll, IULI.JI Ui./ If liilt. i 1 1I1,1ol1dUiM
,';,'!"a pelo) arremlat;anto da obra dos reparos
*i. f,.ol. din T.ciaruni, na f'rinma do art. 5i do
r.-.ztlanLnio do 21 defevereiro de 187,, mais
.liwarj estLeios de embiriha pret:i, trinta e seis
mctrols correntes de tirante, doze cavillhas do
.imnr. ua linha e cinco chapuzes, imd.) na im-
i .,)i'tancia do i171S680, conforinn solicita p..'r ouf-
liti-O d,. 17 do corrento, sob n. 137.-Commu-
.II..'.)II-.'! ao thetomlro pr.)vincial.
A.) conmmandunltc d) corpo de policia.-
i'.n- t Vinc., conformne solicit em seu officio
In,.i;:G, Jle t1 da corrente, engajar o paisano
A ;'. :ai. i N.iltiilail Ileis.


.\, c.mmiss.lm ri.) ,i, policia iunterino de S.
i.e .-.-P,; Vmnc., conlonrne solicita em seu
il'iiir) ide 9 do correunte, eliminar as pracas
A !t)ni'i Victolrino di, Oliveira, por lter dvserta-
i e Aiit)lonio G)!nos Botelhi), per so dar ao
vici i d einlbriagtiez.
l'..,rl;iria :
CommiiiicLand.,-me a camera mintmicii)al
,i- GraiiiLo em officio de 9 de abril, quo.tendo
I, u p aip;raos dizimios Il, legumes e miuncas
v outrus imposts, deixaram de ser iarrenimaa-
,is pur l't.ia de licitantLes. Emni respjsta de-
,laro qio, s inipostos municipaes do exercicto
i, l176 a 1877, devem ser arrecadados admi'nis-
ii-,.itivamnecnuie, sendo incumbido desse service
.. sem procuradlor, couformne determina o art.
X| da lei do 1 de outubro deo 1828. Oiutro simn,
L)i.u so devem er cobrados us imrpostos vo-
tudos no art 45 e respectivos paragraphos da
Iei n. 1,.52! de27 de junho de1876, e nesse nu-
mere atio estAo certameonte incluidos os de
quie trata o predito officio de 9 de abril.
F.XPEDIENTE DO SECGRETARIO
(f1icios:
Ao 1 secretario da assembl6aprovincial.
--j. 88.-De ordem do Exira,. Srresidett;
tanomiLto a V. S., p.repar @ (ag davenie
e7 .4rg a~s er'nefoW peai "RIMp
.wainiecpai do lm .. ... -
:~ ~ A n.=W 7 Ao, do't.-;Sc^^0
I M.
.... S


-S r. i
obras publicas.-De- ords do Exm. Sr. pro-
sidente, accusorecenieto do officio de V.
S., em que comamumca se ter passadi.) per es-
sa repartligo em data de 17 do corrente, certi-
ficado de pagameato na arremaftteft do agude
de Bezerros de ama prestacdS:OOOS0. -: .
Communicou-se ao thesouro provincial.
DESPACHIOS D V PRESIDENCIA DO DIA 3 DE
JULHO DE 1877
Capitio Anteio wJoM de Andrade.-Informe
o Sr. juiz nmunioipal do term de Ipojaca.
Antonio Augusto Pereira da Silva. Passe
port'ria na f6rma do estylo.
Anionio Gomes Senna. Passe portaria na
f6rma do estylo.
Antonino Jos6 de Miranda FalcAo. Remet-
tide ao Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da,. para os fins conveniences.
Bacharel Fortunate Raphael dos Santos Bit-
tencourt,-Infornie o Sr. inspector do thesou-
provincial.
Joaquim Jose de Aguiar.-Nao pode ter lu-
gar o ilquo requer o supplicante, visto achar-
se novamente eni praga a obra a que allude.
Bacliarel Jorge Durnellns Ribeiro Pess6a.-
Indeferido.
Jos(' de Azevedo Rodrigues da Sih'a.-Pas-
se porlaria na f5rma requerida.
SJose Affonso do Rego Barr6s -Deferido corn
officio desta data ao thesouro provincial.
Joaquim Caetano de Carvalho. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Ludgero Francisco de Aquino Cesar.-Prove
ser casado.
Maria.Jos6 da ConceiCiao.-Informe o Rvm.
director da colcnia Isabel.
Manoel Januario de Arruda. --Certifiqueo
que constar.
Manoel Figuoir6a de Faria & Filhos.-Re-
mettido ao Sr. inspector do thesouro. provin-
cial para attender aos supplicantes de accor-
do corn o contrato celebrado para publicagAo
e impressao dos trabalhos da assembl6a le-
gislativa provincial.
Tenente-coronel Manoel Francisco de Souza
LeIo. -Remettido ao Sr. inspector do thesou-
ro provincial para mandar pagar na forma re-
querida.
Tenriente Manoel Carneiro Machado Feire.
-Forecga-se.
0 mesmo.-Fornega-se.
0 miesmo.-Forneia-se. :
Maria Claudina do Rego Barros. Informe o
Sr. inspector da theseuraria de fazenda.
Nanhuni Nasianzeno Moreira do Mendenga-
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Nicomedes Mario Freire.-Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Secretaria da presidoncia de Pernambuco,
4 de julho de 1877.
O porteiro,
Jodo Gonpalves dos Suntos Junior.

Repartige de policia
N. 521.-2- seecao.-Se&retaria da policia do
Pernambuco, 4 de julho de 1877. '
him. e Exmin. Sr.-Participo a V. Exc. que
forani liontem recolhidos A casa de detengao
os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado da capital, Manoel
Gesau' de Mello, per infraeWio de posturas mu-
nicipaes.. .
A' ordemn do subdelegado do to dt8trieto A,
S. Jose, Manoel Liberato da Silva, Jos6 Igna-
cio Ribeiro e Manoel, escravc de Bellarmino
Alves Arocha, press emni fl-i-grante, per cri-
mnie de ferimentos, Clemente Rodrigues Cardo-
so, por andar esmolando ; Manoel Themoteo
Guedes e Joss Ignacio. per distufbios ; Gau-
dencio Jos6 Ferreira de Brito, Joss Ferna'i-
des, Joaquim Alves do Monte, Maria Joaquiina
da Annunciagao, Severo Jose Francisco e Ma-
ria da Annunciacao Jos(, da Luiz, por embria-
guez e disturbios.
A' ordemin do do 2", district de S. Jos6, Cos-
me Joss de Barros, por. disturbios.
A' ordem do da Boa-Vista, MIanoel Pereira
Bezerra, por disturbios.
No dia 17 de junho ultimo, no lugar--Fer-
reiros- do district de Tinibao1a, Manoel
Francisco da Silva, surrou barbaramente a
sua irmai Antonia Maria da Conceicayo.
A semelhante respeito proseguia-se na for-
ma da lei.
Deus guarde a V. Exc.--Illm. e Exm. Sn. Dr.
Manoel Clemnentino Carneiro da Gunha, muito
digno president da provincia.-0 chefe de po-
licia, Iei'ma'/ene.s Socrates Ttc'wes de Vascon-
cellos.


PERNAMBUCO


SESSAO EM 23 DE MAIO
PRESIUFENCIA DO EX.: SR. GO.tMMENDADOR
NASCIMENTO POIRTELLA
Ao mneio dia, feita achamnada e achando-se
presents os Srs. deputados latis e Silva, Si-
queira CGnpos, Attico Leite, Virgilio Coelho,
Leonel, F.irmino de Novaes, Lacerda, Goes
Cavalcante, Barros Guimaraes, Menelio Pinto,
Nuscimento Portella, Reis e Silva, Chacon,
Moraes e Silva, Cunha Cavalcaine, Soares,
Ucl6IO; Cacalcanlte, Alcoforado Junior, Hercu-
Lin' Barnieir.an, Moreira Alves, P. Pessoa, J.
de Mell Rego, 1II. Marques, Olympio Marques,
e Manoel d., leg,, faltando-com causa partici-
pada o S'. tGervasmo Campello e semn ella os
Srs. lInacio ,loaquim, Aguiar, Manoel Arthur,
Pedro AffT.,so. Correia de Araujo, Jo.io Alfre-
do, Cunali de Figiteiredo, Graciliano Baptista,
Anmaral, Tito de Barros, Alilpio Costa, Me-
deiro-. ,o (,a-par de Drummond, abre-se a
Lid. a itplrovauLa acta da sesao antecee
dent-, o Sr. 1" screta;ri-) id contain do se-
guiinte :


E'.PEDIEN rE
[I'n officio ,It socretario do governor da pro-
vincia, ldevolvendo a petiabo de Manoel Peres
Campetlo die Anlmeida, coin a informaAeo do
thesouro provincial.-A quern fez a requi-
siitc,.
Outro do wesmo, devolvendo corn a respec-
tiva inforna(iao do inspector geral da ins-
triuce'ito public, apetiC-ao do co-iselho direc-
Lor da sociedade Propagadori da Insltrucgo
' ublico da parochia do Nossa Senhora da
Graea.-A quenem fez a requisicio.
Outi1 do mnesno, Lransmittindo a informia-
cho do wlr.vm. .ovrnador do bispado, sobre
o project n. 7 do corrente anno.-A quernm
fez a requisieao.
Outro do niesmo, remnetteil:do per coia os
contratos celeblrados comn a cuminpanihia de-tri-
Ihos urbanos do Recife a- Caxanga e das modi-
flcaC5os a elles feitas.-A quemn fez a requi-
sija:o.
Outro do mesmo, remettendo os balancos
da receita e despeza e orgamieato ,4A .cailM
muRicipal da cidade do Goyanna.-. b9t iI-
sio. de orCarnento municipal.
E lido, post em dicususo e sern debate
apirovado o soguinte parecer:
( A 9om8i0isaode !eCWt_ae&o, a quem foi pre-
sen "B- pef io doe'1MW l Antonio Ferrei-
w it r1 da 3 eotraupia da a e.-
21;!Q ap deo sin
H^Hl^^^i7W*F ^ F_,;


d ait dag commissoes, em 23 b majo do at
de 1877. Virgihio Coelho.-Dr. Mora". e tSr
Silva. m- se
ORDEM DODIA R
Continue a 2A dircussao do art. 1" do pro- ra
jecto n. 44 deste anne, orgando a receita a ft- -
xando a despeza para o exercicio de 1877 a b
1878.
0 Sr. Goes Cavalcante :-Sr. presiden- C
te, sinto-me obrigado a entrar no debate per so
que infelizmente pertengo A commisslo de or- La
gamento tro desapiadadamniene accusada per coi
falta de cumprimeoto.de dever pelos nobres
deputados pelo 5 disiticto. ,
Discutindo Sr. president, nao thho a pro- ser
tencio de convencer aos nobres deputados,
nem mesmo aos demais colleges, pois o que se pr6mpti .
podia dizer corn vantage Aered da material, Devi*app
jd o fez o meu distincto cotlega de commis- nobres ut
sao, por certo muito mais habilitado e eomrn- contran wUm
petente para fallar sobre taes assumptos. evitLal-o.. fin
() mieu fim, Sr. president, 6 exercer umrn di- deput.ads re
reito de defeza, mostrando A casa que no des- descoll i
empenho da coinmiss-ao corn que se dignoul prognoar
Imonrar-me, procure cumprir o meu dover ; e Nada d'inpc
entlo aproveitarei a occasion para offerecer1 Sr. p de
tambem alguns artigos de contrariedade aosil ou o d e,
do libello accusatorio a quem foi sujeito o tra- urn q ua d
balho improficuo sim, poreni oonscienciosodo doie u d*
da coinmissao de or'amento. qualite-o d
Principiarei Sr. president, accusando a minim nio fdall a m
proprio, por nao ter recusado a tarefa espinho- notas."
sa de que fui encarregado... OS tW.xoRiE
OSR SIQUEIRA CAMPOS :-Espinhosa 6; mas expresslo-de
esta na altura de V. Exc. ,expresso lanr
o SR. GOES CAVALCANTE :-.,. porque ti-i 0 Sn.110ES
nha convicego .de nonhuma aptidao para qu'? n ihotz
ella ntaob s'#i or
O SR. SIQUEIBA GAMpOS:-Esta na altqra 0$ Sa, MoE
de desempenhal-a perfeitamente. Ex%.''
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Eu assim n16 OSR.PSOA.A
procedi, Sr. president, creia V. Exc., nao foi 0 SfGOES
pela vaidade de pertencer A commiss, o LtAo iafs-acicac
important. foiantes pelo receio de faltar A 'enflavl.
consideradao que me merece a assembl6a, e Sr-..pfesider
confiado na escolha des outros membros de (nteda que s
commissio, cuja illustragao suppriria a mi;ha s sa firari
insufficiencia. rospro, ltami
0 Sn. MOREIRA ALVES :-Sao todos muAi eaimador.
competentes. Qdisique 6
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Mas, Sr. presi- ; otiatmentos
dente, hoje estou arrepdndido; chego mesmo I I Snempre
a ter remorsos, porque a minha recusa ralvez Ira que a ca
d6sse em resultado recahir a escolha em al- i .ou most;
guns dos nobres deputados, a quem lme-reQ- Us fornecidos
ro, aos quaes consider centre os luzeiros des- de&cit presu
ta casa; podendo Wt aeontecer que por ocean lc-r ndo-se al
siao da confeccAodo' orgamento foss despre- s n6s vemo
zada a velha usanta dos povos atiazados e a plos caloulos
retina intoleravel, conforme qualificou o o-, d e receita, d
bre deputado que deft rincipio ao debate; e -319:628320.
assim, Sr. president, seria salva esta provin- ts ente, para
cia, que na phrase do nobre deputado eamba- -da corn tal d
leia, arrimnando-se em urn quasq cadaver qie 6 Entar.taa o,
o seu estado financeiro. ddste d 1,
Consola-me entretanto, Sr. president, h es- eii seusredi
peranca do que os medicos inhabtls a quem ds 20:82308.
foi confiado o tratameato deste enferm'o... Ja se v-, pC(
O SR. SIQUGIRA CAMPOS:-Nin'guem Hi4es ficlo deoimpr,
contestou a habilidade. d ficit, nietu
O0 SR. GOES GAVALCANTE :-... cedendo o do suceeder cc
seu lugar aos nobres deputados. estes appli- anno h que4nD
carao reagentes tao poderosos que hao de le- em vez de utn
vantar eslo quasi ca'laver, dad aa.furga.eo Sr. i e!-ideOnte
viF WWy *H"Vu leg;, que Pfa?a Uro S j.^*l~*l
vinw a,,u r.:-- .-.A-- j-ae. a, COI.
Espero Sr. president, que sirva esta con- lirianceiro rom
fissao sincera que fago de unia attenuante A ver, de cuja sa
minha culpa ; e se ainda os nobres deputia- a .' Que nao 1
dos nao estio satisfeitos, eu Ihes prometr.o saja que possa
corregir-me; nao aceitarei mais lugar na dos mesmos
commission de orCamnento, afir do que. nrio tai- Isto que acabu
ya perigar os interesses da provincial. ro confirm en
Sr. president, eui nao queria fazer reparos vras (L :)
acerca dos discursos dos nobtes deputados; (( Os eleven
seja-mne porem licito dizer 'algmnia cousa nisacao de un
quanto ao minodo quasi desahinro per que foi um trabalho tU
impugnado o project, parecenq a opposition gas da province
mais systematic do que comtsciedrriosa. recursos dentir


Neste infeliz trabalho que apresentou a com-
mnissao de orgarento, os nobres deputados
s6 encontmrarn enormes peccados e defeitos, e
nem ao menos se quer urmna virtude ou idAa
aproveitavel. Islto, Sr. president, nao se po-
dia esperar deo amigoi4 a quem n6s estamos
acostuaiados semnpre a prezar e a respeitar ;
devia se esperar antes de urnm adversario e este
apaixonado.
Sr. president, tonh.j o defeito da franique-
za ; senti-me e senti-me muito de ter dito o
nobre deputado que fallout emi primeiro lugar,
quando se poz cmi discuss eslot project, que
a propria coinmmissao "-ao podia explicar algu-
mas disposicSes do orcamento, mesmo quanto
ab sou sentido.
A casa comprehend o alcance desta propo-
sipao e per isso me dispense responder, por
que nao quero offender a pessoa algunia nerm
ferir a susceptibilidado de ninguem.
A proposito disto, os nobres deputados por
mais de unria vez classificaram-me de intelli-
gencia privilegiada ; porem esta critic.-, Sr.
president, nao pode alcangar-me.
0 Sn. Mo uIux ALViS :-Critica ; nto apoido.
0 Sit. GOES CAVALCANTE :-V. ExC. ten visto
e a casa que nunca procurei exhibir-me come
intelligencia, nunca fiz discurso, emitto minha
opiniao com o)oossocm darao menos, Sr. pre-
sidente, as minhas pilavras o tom oratorio ;
ainda n'o senti v ncIItl:) dilc elolcincia netn
mesmni sei ni, i'ogar a gocstlc]laibo propria dos
oradores. V. I:xc. qiue tom m ito e a -'asa mile
far.o jusli;a.
(Hla uni apl:rte.i
0 Sr. (GOL.-:. .AVAL.CANTE :-Quandio tnnito
esse enthusiasm qlue nota u nobre depititado,
pode considerar-se o awdor do resenilimentQ
que tenho, de vat pijI' fazer-se numna injusti-
a,Ru,-mdoe enlMO'tpme revblo senipre des'-
pre6rd0o08so. E wlfrdigo isso, Sr. pr.-sidente,
per modestia oaagetWi, ifo cumprehendo que quasi senimpre iiemi a em-
prega faz um elogio a si propriu. Finalmente
cor as segiiintes palavras ,lirei tilo : ePt tile
conheoo...
0 SR. SIQUEIRA CAMPOS :--' casu extraor-
dinario julgir offense o reconlihecimiento do
meriLo.
0 SR. GOES C4VALCANTrF :-Antes do ianaly-
sar o discurso di'#ebre deputado, devo dizer,
adherindo ao pentmento dor meu nobre coT-
lega de commissao, que nao pretend eseudar-
re no acto adilcional, comnoso o tem feito pa"
impor silencio z assemnblea. Ao contrario de-
sejo discussau franca e leoal, o ilio nato quero
6 quo intervenlma a possioa e simr quo se Irate
do assumpto.
0 Sni. SIQUEIRA C(A'i',-j :-Apla lo l isso
o quo quero.
0 SR. GOES CAVALCANrP :.-Suppbulon que
eoucurrendo para o trabalho que a conumssMlo-
apresentou, eumpri o meu dover do mesmrt
mode que os-Qtmwes deputados entetideUmi q xe'
cumprem -'||MWignan'lo o project qi w.,
uim-e, '.prosideatd, juantenho Jm.
m~sqft~jft.t"~gnads no .4f~amenta. por

mee,
IJ


to, nao sa'o ma
de falliveis. A
annullar o dft
recadacao dos
rentes de l)eu
executed rnos
q Nein isto
quanto no exe
a renda ordina
subio a arrooi
que satisfizer
urn saldo de 2
pectivo ormam
309:628$220.
Eis, Sr. prem
thesouro. Da
suhmido e o re
selha prudence
verbas destine
dizer que a pr
ca rota.
Entendo qui
estado seria p
natural das co


Sr. preside nt e,.e in 1874 um college ieOsso
declamava nesta- casa t( a provincia ameaQa
fazer banca r6ta; nato temos mais dinheiro,'o
nosso credit esta barateado per toda a par-
te ,
0 Sit. MANOEL. DO Rl-:.O : E ei i roLes-
Lava.
0 SR. GOES C.AV\L(\NTi":--Isse d(eu lugar a
que 9,nobre deputado, hojonosso digno presi-
dente, protestan'lo, dissesse que a provincial de
Periamnbuco nada tinha soffrido-em son credi-
to e portanto n;o se devia considerar ella em
tal esli't,); q:e d')s sens recOirsos era'n vastos
e attendendo a elles asseverava que havia de
cumprir ella sempre os seus contratos. Esta
profecia de S. Exe. realisou-se perfeitarmnteo,
die inodo que JaIqueilltv A(6peca at6 hoje a provin-
cia em vez doeabrir bancat r6ta, como dizia o
nobre doputado dc eritao, tern ao contrario sa-
tisfeito todos os seuscompromissos....
0 SR. WENELIO PINTO -Corn ltodi a poatnua-
lidMade.
0 Si-. GOg.S.CAVALC e; :-... 0 se mostra-
do dignadeo'.&"e.- o mode -porque
mantlm a f6doi. pttsir apezar do de-
ficit semapre pra l C'-. 'resideoiLe, osta
6 queA a.mr'dadeB- roaiegttl orainaminto e
se os nobres 4ipu q|Iier.m, recorram
a lodos dads4in e MS de convencer-
se, eLambemndoqu .. -tmquasi nunca
a despeza realisada aWri* a 6mma da des-
peza orgada ; Ais vezes aqel144 muito menur,
ao coitrario sucoede- que qtIas somnpre a re-
ceita arrecadada excede mnfto a que 6 orga-
da. E se a casa quer ver so isto 6 ou nao
'verdade, eu ainda recorrerei dos quadros
que me forum fornecldos-pelas. repartiCOes do
Sesouro. No exericico de 1874-1875 a re-
tia orata e despza realsada foram inferio-
i reita ar edada edespeza orgada, dan-
ltlido i6:1 contos. A receita orcada
S"f ,875-1.876 (oi da doun mil cen-
Bpuatro contos; entretants que-
eb.s deputados a quapt&won-
dad&? &IBALou,- *VAul
a Ott~op~


t as suas pi f iQEes. E"r Eisto que tern succedido nos annos da 1874
te, que os nobres diuta B-- p 1875 e de 1875 a 1876 ,temrn side reproduzido
io novo systemoa de ampoaiin OnM outros exercicios antgriores, dando-so
wes do povo, que sagundo diwe-, sompre esta differenia, isto A, sendo a despe-
lagellado. Mas assim nao =ac41- %1 ref4isada inferior a despeja fixada e ao con-
jha, Sr. president, que as -no-' trio send a receita an*aaada semnipre su-
is viessem analysar a dividda p ior a receita orgada.
usa que Ihes devia mereoer maior Sr. president, explicado timo flea o stado
ro indicasseros meios de con- da provincia quanto ao eqdifrio da despeza
se acha fiactuante, por que cor- corn a receita, vejamos o que-ba'sobre a divi-
especL- do divida 6 quo mais re- da public que devia marecer Unis attengao
dos nobres deputados doq qua-uelles pontos
nadita disto flzeroqnam ; naotrataram de quo traLtaram referindo-se a verbas inqigni-
lica se rio per accident alno dis- ficantes de despeza a a cousas que nao podem
to ella sobe, nem Os moles de set atemorisar o animrno o mais apprehensive; e
muito sacrillcio e ,oin 0 4aaior eu nao creio que os nobres-deputados o sejam
r '' t a n to ,
or ainda, Sr. president, que os Sr. president, a divida passiva da provincia
idos examilnando as cifrs, en- monta em 3,651t:113608."
m deficitjAimcassem os meios de A' primeira vista esla sommaparece atLers "
Walmente esperava que os nobres dora ; mas nao 6 assim, desde quoe -tateaie-
velasaem primeiroos symptomas der ao estado desta divida, e aos immensos
peste infelUi doente para se poder recursos da provinbia.
entAo o sen estado de mnioribundo. A nossa divida, como V. Exc. sabe, tern murna
onteceu- parte consolidada e outra fluctuante. A fluc-
nte, o nobre deputado queence- tuante 6 aquella cujo pagamento p6de ser exi-
considerou o estado da provincia givel a cada momento ou por prostagoes em
aver e o seu companheiro usan- 6pocas fixas; e esta 6 que mais receio p6d6
xpressAo nao menos lastimosa, causar a provincial. A divida consolidada tern
e horrorusamrnente degradante se character diverse, consistindo em apolices, nao
temoria. En tomei aqui algumas 6 o seu capital oxigivol em um cert4 tempo,
Ora, quanto a esta especie de divide que se
:IRA ALVES :-N&o me lembro da eleva Aquantiar do e,598:80|)0# niodevomos
que usei, mas creio que usei da ter receio ,porque ,os orgahdentoA annuaes
nentavel. marca-se a quota corre.pondeote aos jur A do
CAVALCANTE :-Creio quo tenho capital represenatado pelas apolioes. Porisso
is-horrorosamente degradante, que esta divida no temte de ser page dentro
Tro meu. de um certo tempo,. e-Se'determinalrdo no or-
IEIRA ALVES: Foi eagano de amrnento, comino disse, a verba para o pagainen-
to dos juros, esta claru, que nao p6de preju-
s:-Foi lamrnentavel. dicar o credit da provincia tao exubQrante do
S CAVALCANTE:- E' umF pouco lforas; e assim por este lado na. Atvemos
la a phrase-horrorosamente la- descrer, que melhorando a crise co04iurrclal,
possa Pernambuco attingir a um estado iflores-
ate, eu Ao penso deste modo ; center de finangas.
;e o estado da provincia quanto Eu creio nisso desde que se paga o estipula-
;as nao pode ser considerado do em tempo competent e seen que a provin-
bern no se pode dizer quo seja cia faga maior sacrificio.
Al6m disso dove-se attender A divide active,
i regra, Sr. presidunte, em todos que se eleva a mais de 1,500 contes, sem con-
s presumnir-se umni deficit, por6m 'tar corn a do ex(ercicio correonte, e a cobrdng<.
icontece quoe lle se realise; e cesta divida no exercicio findo produzio 285
sa fique inteirada da vordade, contos. j
ir corn us balancetes e-rtcamen- A divide fluteuante, esta sim, 6 que nos
polo thesouro que rnuitAs vezes dove mercer ci'idado. Sobro ella. 6.'que de-
imido &,apenas umna'flcgap, ve- via -recahir a atteho dos nabres 'depultados,
final ocontrario, at6 saldos. As- vindo indicar A 4asa bs meios de cansolihal-a,
s que no oriamento de25 a 76, uirma vez que ngaso se conformaram corn os
do thesouro pela despeza orca- apresentados no project de orcamento, En-
leveria hawver um deficit de..... tendo que assini os nobres deputados fari4mi
Nada mais assustador, Sr. pre- umrn grande servio A prviacia, extinguindo
os credits da provincia, aniea- esta divida que mais a incommoda, peraieno
lekficit. 6 eobravol a cada instant. '
enoerrado o exercicio, em vez Mas, Sr. president, esta diyida nao 6 t1- 1
que flzesse a provincia perigat enorme como se julga; ftem ainda torna des-
tlos, do contrario houve.ucn seaido animador o estado da provincia, perque a sda g
somma apenas chega A quantfade 1,08):313#,
Dr Lanto, Sr. presiion,, lue o sendo'72 eontos pertetucentos a9: empretei-
oposta do oragmento fl.urar um 'ros do ealCamento e outrasobras; 0 .Wto re-e
er dizer que islo so realise. Po- sulta do emprestimo de 1,800:0 06000 eontra-
)oino tern succedido, nM0 sO neste hido corn o Banco do Brasil. igo que esta
e referi, poremrn eni muitos outros divida ainda naio deve assustar;a provincia,
deficit, sempre um saldo. Ora porque nao exigivel de uma s4 vez e sim em
pro 4w aa s a ba aS~e pequenas prestagaes an a, a s Jewi -,
ao h rimndo i.4mperAuitte
Sumrn moribundo, ou quasi cada- sem que a provincia fate a outros compro-
dLvactio jA noio ha mais esperan- misses.
ha -medico por mais ihabil que Ora, se assim 6, ainda nao se p6de dizer las-
i salvar? Nao posso) participar tinavel o estado da provincia. Dos mil e oi-
recei.s dos nobres deputados. tocentos coqtostomrnados' ao Banco do BrasiljA
Sdo dizer, o inspector do thesou- foram pagos setecentos e noventa, e para isso
n seu relatorio por estas pala- naio me consta que aprovincia tenhatfeito sacri-
ficios. Consider, Sr. presidente, osta quantia
tos do qne se dispoe para orga- muito pequena para umna provincia cowo a de
i trablalho c:mno o orcamento, de Pernarnbuco, que tern recursos tao importan-
lo important no jogo das finan- Les. N'o sei mesmo come 6 que em vista
3ia e na comilutaCio dos seus. destes dados se pode lizer que o estado della
o de urn period financeiro cer- e urn quasi cadaver! Creio que esta proposi-
atheminaticos, e antes muiLo tern (Ao foi proferida inais para fazer effeito...
Assimn, e p))sSivel reduzir senui 0 SR. SIQUE[RA CAMPOS :-Sera.
tit, coiilomno o resultado ma ar- 0 SR. MANOEL DO R.:;o :-Infelizmente as-
impostos e as medidas concur- sire nao 6 !
n enten-lida economic, que so 0 SR. GOES CAVALC ANTE :-.-.. do que parr
services que a comportaarem. se pintar a realidade
R novo e sem precedentes, per 0 SR. MOREIRA ALVES : Peqo a palavra.
rciciofindo de 1875-1876, sendo 0 SR. GOE CAVALCANTE : Sr. president,
c-ia calcLlada era 2,-4i,:9695 177, V. Exc. sabe perfeitamente quanto 6 fatal ao
id.;iio a 2,338:609$022; de sorte credit da provincia dizer um deputado neste
ram-se todas as despezas, e restou recinto que. ella.ameata banca-rota. V. Exc.
'):823.:.,), a\' pass que o res- sabe que a provmcia tom transacce(s com-
ontou a:mres3Jnt:ava usn deficit do mercies corn estado do. estiangeiros, cown o
,) -' Banco do Brasil o outras casas...
sidente, o qua diz o irispeetor do 0 SR. fRoaEiRA ALVES : -- Ceio que aqui
qui vA-se quo ha um deficit pre- nao se disse isso.
ceio de qoe clle so realise, acon- 0 SR. GOES CAVALCANTE :-... e que esta
lih no emnprego e distribuigao das declara(ao per um deputado, pessoa completa-
idas a despeza, mas isLo naco quer mente habilitada para conhecer o estado della,
rovi!lcia esteja no estado de ban- ha de abalar o seu credito, se nao for devida-
monte eontestada. E foi fundado neste receio


Spar; a provincia chiear a oste qpe V. Exc. protestou, contestando ao depu-
rciso grande inverse) na ordemi t Lade que em 1873 dizia que a provincia arnea-
ousas. oava banca-rota.


0-SR. MANOEL DO REGO :-Eni 1874.
0 SR. GOES CAVALOANTIE : Em '1873 ou
1874. E quern sabe, Sr. president, se as
proposigoes desta ordem n5o teem concorrido
em grande part parar embaragar transacc6oes
e transacgeies importantes que a provincial
poderia corn meiliores vantagens levar a ef-
feito ?
Et enLtendo, sem querer prejudicar o direito
que :odos n6s temos de fallar corn franqueza,
que se devia, quando se tivesse de proferir
laos proposieOcs, ter-se mais cuidado ; e que
s.!ria preferivel pintar o estado da provincia
cirm c6res menos carregadas do quo dese-
nhar-so um quadro todo negro, porque o etffei-
to de tudo isto serA contra, a provincia e nao
em favor de seus interesses.
Sr. president, a commissrao de orgamento
Leve em muita consideragao esta divida fluc-
Luanate ; apezar de entender que ella montava
a pequeno capital, fez o que devia fazer c o
que f.iriam os- nabres doputados, se fizessemi
part da mosma commissao; autorisou a& pre-
sidente i# provincia a realisar operaCees du,
credits de mode que possa esta divida ser
consolidada...
0 Sa. MoRmIA ALVES :-Em tote o casu e
uma divida.
) SR. -GOES GAVALCANTE : -... e a lancar
mao da emissao de apolices de 7 0.'o, porque
comic a emissao dessas apolices obtem-: e no
s6 o resultado de consolidar a divide, cujo pa-
gaopento nao sera realisadel em um certo pra-
zo, come tambem a diminuiciloe juror ; por-
que o juro de 7 o,'o 6 mu.ito infeAbi ao que so
paga ao Banco do Brasil.
0 president da provincial, qompenetrando-
se da conveniencia desta idea, ja tern procw-
rado realiaal-a; porquante a media autorisa-
d;a no orgameatd nIo 6 nova, A apenas mais
ampla e taxatiya ; e sendeo post emat pratioa
Cam tela, Itrard A provincia muita utilidade.
Io exposlo, Sr. presldele, nio posse
c r corn os nobmes deputados qqe con-
sdieram oestado da provincia laweimavel e o
-compewali a umn enmo demw4o a se quasi
Mpossl a fua dcam.o-
Con .uapdo; Sr. pros4.Inte, 6s nnorm de-
putad .'no* sges elisCwo, ceRuiel4esa.mt-
milaa e dabrgemonto, s -R ae il'dr~y~l4.
tra dospeza, o B
9CfgiPtiSoo*.^j~ fe ^ a
ano4A rtinSMi itBhtin*a~ S~v~U V v


vista o orcamento e as propostaI do inspector
do thesouro, vieram dizer A cask que a com-
missuo de orgamento augmentou as deipezas
extraordinariamente ?9
Sr. president, .0rco devia occupar-me
alais desta matter '...rque o meu distinct
college,, digo relat*.da commissao, muito
satisfatoriamente jd disse o que se podia dier
-a tal respeito; mas into certa resistenclaque
me obriga a dizer alguma cousa sobre este
ponto.
Eu queria que os nobres deputados me dis-
sessem em que consistio o augmento da 4ed
peza, .quando eu comparando as verbas do.0r-
gamento offerecido A considerato da. case
coga propostas pelo inspector do thesouro,
vejo que a commission reduzio a despeza ?
Que despeza pedida 6 superior a fliada.tpela
presFdente?. -,que vejo de augmento sa ?pe-
quenas qidahtis0iki* ntes aos estabelecimfn-
Los de lnstrucao public 6 A rformna d# p-
bliotheca, sobre que os nobres depilados aIo
fallaram, talvez considerando aI' ue ere de
utilidade public votar-se uma in ignifleante
quantia para a bibliotheca provincial, quedeve
ser montada como convem que o seja. Sou de
opiniLo de que se havemos de ter. umla biblio-
theca corn am archive velho, onde s6 vai al-
gum curioso em busca de documento histori-
co, selia melhor nao a termos. Se queremos
ter bibhltheca, tenhamol-a como deve ser, ds-
vidamente preparada, onde so encontre 4-a
fonte de instruccao public (apoiados). J I-Ase
v6 portanto .que 1:200# que se augmentou no
orcamento para a reform da bibliotheca, n0o
pde sert motive para a provincia abrir banca-
rota.
0 Sa. SIQdEIRA CAMPOS : Mas 6 cousa que
p6de ser adiada para melhores tempos.
0 SR. GOES GAVALCANTE :-E 6 de esperar
que esta quantia votada seja confiada d pessoa
babilitada que sob as vistas de umn adMinis-
Lrador zeloso faga a reformna de que precise o
estabelecimento, e portanto se obtenha delle
os fins para que foi instituido.
A.o contrario, Sr. president, do que diss6-
ram os nobres deputados, a commnissao em
vez de augmentar a despeza, reduzio-a. E se
aug nentou na verba destinada A bibliotieca
1:2006 e 600# A escola normal, pelo facto de
ter-se augmentado o aluguel da casa emn que
runcciona ella, reduzio verbas do maisJimpor-
tancia, que podium ser reduzidas ; por exem-,
plo : a destinada a obras publicas e outras, de
sore quo apezar deste pequeno augmento, as
quantias pedidas na proposta sAo superiores
Aquellas quoe apresentou a commissAo de or-
amnento'
-E se a Ci `mitssro pmed e deste modo, como
Sque os nobres deputKios ctamam corn todo o
enthusiasm : a Senhope a commissao de
0wramnento Om vez de reduzir a despeza em
vista do estado da proviacia, uugmentou-a ex-
traordinariamnente x Como se emprega esta
expressio extradrdinariamente, quando
nlo ha augmento. e sim rewucAo ?
o S. MOREIRALVES --Olhe que V. Exc.
estA falland ) em torn oratorio.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Parece que os
nobres depltados, torno a repetir, obedecem
a urn system e nao aos dictames de sua cons-
ciencia. A pretexto de fillarem sobre uma
aott,!gjiB-elbre-~tute^--. yowv- dtstu~-i
1 oflobres
tos enormes !
.0 nobre deputado quo encotou o debate, Sr.
president, fallou'em descentralisaca. Acredi-
te V. Exc. que nesta parte eu fiquei completa-
mente alegre por ter encontrado mais urn cor-
religionari ; ninguemn 6 mais amigo dessas
ideas do que en e daria tudo para vel-as rea-
lisadas. Por consequencia cstou debaixo da
bandeira hasteada pelo nobre deputado. E se
S. Exc. f6r umr dia conductor desta bandeira,
tera sempre ao seu lado urn humilde soldado
que ha de acompanhal-o at6 ser ella vencen-
d6ra. Ja se ve, portanto, Sr. president, que
a este respeito en estou de accordo corn o
nobre deputado ; e aproveito o ensejo para
louval-o e felicital-o por essa nobre idea que
deve ser a idea de todos os provincianos, es-
pecialmeite dos habitantes das provincias do
norte, quo vivem no ostracismo e s6 se Ihe
concede as migaihas...
0 Sa. SIQUEIRA CANPOS :-Dos tantos ban-
quotes.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-... e as sobras
do que e destinado as provincias do sul.
Sr. president, at6 reparo que na clemencia
imperial se nota essa centralisa(rao, que o&
condemnados de outras provincias sao em
maior numero perdoados do que os do norte
e especialmente os de Pernambuco.
0 SR. PINTO PEssoA:-Esta consideracao
vai muito long, vai muito alto.
0 SR. GOES CAVALGANTtE :-Nao sei, porem
e certo que o espirito de centralisac.o domi-
na a c6rte.


0 SR. SIQUEIRA CAMPOS dai umn aparte.
0 SR. GOES GAVALCANTE : Nao digo que a
clemnencia imperial tenha de cingir-se a area
proporgilo, ou regra ; o que apenas reparo &
que sempre os individuos condemnados pelos
tribunaes do sul, gozam em maior numero
della do que os do norte.
0 SR. ALCOFORADO JUNIOR :-Nao 6exacto;
contest.
0 SR. GOES CAVALCANTE:-Pode nao ser
exacto ; mnas tenho fcito tal reparo 6 noto sem-
pre iujustiga quando so trala de dividir as gra-
(as em relaglao As provincias do norte.
0 SR. PRESIDENTE :-NAo desejo interrom-
per ao nobre deputado; mas devo ponderar
que endbora na segunda discussao do art. 10
do project de orcamento se possa apreciar
toda a materia desse meswno orgamento, bern
v0-3 nobre deputado que 6 material estranha
ent'anhar-se um pouco naqguilo que se clia-
ma political.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Quiz apenas dar
esta resposta ao nobre deputado o mostrar-lhe
que em algumas ideas estamos de accord.
Sr. president, a medido salvadora da pro-
vincia. quea es nobres depulados apreseftram
foi esta, mais ou menos am romin-; o d ointe
esta traco, nao pode comsigo. eu o.ren .
fazer-se ampuLaQces, porquo assim so i
mais leve. Parece que, figuradp O foi
o (que disseiam os nobres de
a que rccorreramn para remove 0--. --
nancfiros? que medidas apresentla um-i -'
siktiram someone na suppressio dca d.pe" '
de natureza geral.
Sr. prreaidente, neste ponto .eu. ltambhi
panso coin es nobres deputados':, go o,
tes votos para que e sdpeM' *
geral sJa, pagas pedl -<(
pergunta-se : temos nd
zer a spairao dessas ..
0 Sn. AicFoRAOO :.
para veriflcar a nossa desposa. '
0 Sa. GOros GAVALGANTE.-.
poder comipoteantejA especia.-lIQ
do que nds sd votassenmos n
ser pagas polos cofreg proj
o Si. ATmo'C LITz
0 Sa. Gosi CAr .WANT- ;
9r. presides. HJm a gl H U B
trnd j~soI. ~iia
~diaiiiii ias i~il~liBHHI^ ^~f


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-c .'404e O:--Mas a provincia
". r,, I i j --Sr. presidenLe.
AGC004uct q a eve
vineta ~ M- 110,am pa-
ii salgpoifl-as de
,Siu 1-e: ,((Fa-


*? .. "l ile l l "':,' -". .. '
Of dm" lids tm i'wnktos Ganstitul-
-a p,-. r% dB .i poffer, e, pot rcanse-
guinte, sddevemnws querer aquillo que ffir de
aeirdo ooi m tiesRas aaribuiCOes; qnt a pro-
prla ki see raeAft, e nao vnotanrs rtila uae-
.' diia de violencia. As' miedidas do violencia,
W1. presidenle, rri s&e. proprias dos qie cmls-
, ,, ,lMueiw- po jwriiica,.mas daqnefie$ -q~o
".. 5ra4rtbuices priAicarn o que n6o potfern..
._ _i-o?, rque a assen-Dlea provincraf
poile'adoptar ina rneJiiLh de violencir'?. Os
uobrs deputados porventora podetao contes-
tar'que a suppressio destis despezas seja
uu snvielencia,?
*Inehwteafk que ainda urea vez devemos pro-
Idmar cotara taes despezas, devemos mesmo.
ithg'-nOS especialmente aos nossos repre-
smitetMs, aftm d que cumpranm os seus de-
-vO9s: Isto e o que podemjsfazer, e temol-o
ja reit,.
0 Sa. SIQOEiRA CAMPOS :-E o resultado ?
0 Sa. GOESG CAVALCANTE :-Sr. prest4ente,
o nombre-deputado disse que devkrmos llrotes-
tar, mas protestLr por factors. Eritretanto a&dt-
wira.que S. Exe. se achanrido aqui em irome
da lei, queira fazer protest contra a lei, um
protest violence.
A principal providencia, portanto,-que' so
nobres deputados lembram, consist- omrn sup-
primir verhas para despezas necessarias e trr-
gentes, que nio podem ser adia4as sem que
a assembl6a geral tenha at6 heje' reconhecido
a competencia dos cofres geraes para o paga-
Bmnto dessas '-spezas.
Se-a asserablda provincial suppvtimir os ere-'
ditlo' para tal Bim, ellas naio serno feitas, e
ileste o0s, quaes as consequencias qde p:)-
deriarn xresultar d'ahi ? Seria possivel, Sr. pre-
sideate, que so deixasse morrar d tome na
cas- de detengao os press pobres, pelo facto
de ier ossa despeza de nalureza geral? Scria
possiWil nFio mandar-se pagar a fborGa public
petla mesnraa razao, sense que o governor geral
tenha autorisado e pagarnento ? -
Koizmente3, S'.. president, eu supponho,
quanao rme .mo a casa tomasse semelhadnte
mddifa, que o president da provincia procu-
raria tiornal-a nulfa e inexequivel; embora
fossa otrigado a mandar abrir creditos ex-
traor4inarims..
O3 Sas. MOREIRA ALVES E SIQUEIRA CAX-
Pos dao aparteb.
O ft. GOES CAVALC.AN'TrE :--Eu eston certo
quoa aova as5sefmbl6a que viesse approvaria :o
aelc do) president, porque nao e possivel que
a fora pubtiea desapparecesse, que se de' -
xasse de dar comnida aos pesos pobros, e que
na fosaem feitas outri-as despezas de serne-
lhante ordem.
O SR. MOREIRA ALVES: 0 governo geral
mandal-as-hia fazer.
0 SR. GOES GAVALCANTE :-0 nobre deputa-
do nao sabe que o governor geral por- si fno
pode autorisal-as ? Srita precise que o powder
legislative determinasse.
'q Nu F AATvM -,comno pode entlao
"WM4GOES CAVALCANTE: Pela tlei da ne-
,cessidade.
0 SR. MOREIRA ALVES:-Appareeera ent(d'f
a mesma lei aos poderes geraes.
0 SR. GoEs GAVALCANTE :-0 president da
provincia considerara prejudicial aos irrteres-
sos publicos a resoluqQ o da asseinblea, nao
a sanccionari para que as.im nao .possa pro-
duzir effeito.
(Ha urn aparte).
0 SR. GOES GAVALCANTE: Elias parecem
de natureza geral, inas a.o ha lei que a-s des-
crimine.
O SR. MORETRA ALVES :-Logo : 6 precise
provocar-se essa lei.
0 SR. GoEs CAVALCANTE : Provoque-se-a
pelos ineios legaes, pela representacao e pe-
tici'0: este 6 o direito que assisted a ltodo o ci-
dadao ; nao se a provoque pela violencia, exi-
ja-se dos representantle. ,hs provincias que
faaram respeltar o direito que thes "corn-
petern.
Mas, quando fosso possivel a resolucao de
que so trata, coma se fariamn essas despezas
antes que a assemblea geral se reunisse, o
que. somoente succede em certo tempo do
anno?


0 O SR. MO.REIRA ALVES: Este anao, por
exemplo, tern de ir atW outubro.
SO Sa. GOEs CAVALCA.,'E :-E se durante o
period da sessao nao houvesse tempo para
que se decidisso esta questao, ou a assemblea
enten.-esse que essas despezas sao de natu-
reza provincial ? Em qualquer dos cassos o
president da provinciAsob sua. respansabili-
dade maniudaria necessaiamente A& .as des-
- pecane eu, se fosse depuLado, approvaria o,
seu actorporque enteado (a uS, epor estes
S meios que n6s deveremosmguir os nossos
fins. -
O SR. RATIS E SILVA :-Apoiado.
O Sa. GOES GAVALGANTE.:-Sr., premiL.e,
ainda,.os irobres deputados insistirarnm a sup-
SpressMo de outras verbas, sem sea4emnbrar.que i
muitas vezes. dessa.suppressao result dimi-
-Miidg e re dtia. Os nobres deputados pe-
S' dem' a extincCo dos lugares de flscaes de ,
ScoeAotrias. E quern nos dira que eata sup-
pressao na.o venha fazer "mal A re :-
U"M SiA. DEPUTADO:-Isb 6 ura ti. quo.
V. Exc' faz A raita gente. '" ,
SM S GoES LGAVALCAmITE-8Srf; '
S eu nlo vejo nas minhas palav. 0
0 IIeMO'Sr. I DPUTA.O : n
S aos colleotores. -


J~J' -

- ~- -


O Sn. GotSCAVALCANTE:--Em diAeri-se que
os nobres deputados insistent. no sou -systema
de suppiessao, nao vejo offend t guma.
0 ibre deputado, meu ,ca&4heiro de
commiss.o, explicoau perfeitamaee bern, pro-
vou Ev.idcteitenete a necessidade dos flscaes
das ctUedtorl0.
0 SKifl.^ eJiRA CAMPOS-Mostrei a V. Exe.
que piWeha nressidade alguma.
.0 .R. GoEs CAVALCANTE : IPetzmente al-
do'memus nobres colHegas disseram que
mm-dermtes do relator da commissa-
dem oeu espirito do modo que, estan-
tBOf a votar pela extincCO1 ._mscae
KuMw hoje eqtpo rtef
mtrario. 8i8 s

fMM- raw coIgtr ipen;

vsna do .o edtorias s6
iia r o AkWttoe dos coliec-
-6 do qmj po seo dbbau
r --S4.k ..," 4


G.SLAs ...i r- n* "U'm.
qbusa-se de doust aes : de bh 6 a W- m h"S clm rdH h
runcia, ou enLAo de 'ma f6': J y I ~ B ^ S i
Qual se ria o meio de evin"ipr ds t oC1en-
tcr os collectores nog s abusos .
.. "- dizeremm :v



Inname .a .. -, -. -, p.s .--** j e r de lIta
sR. PINaTO E 4oA :A do-ti ssro- r)Ime:elp0rtgo "e iruporql i
0.8&. Ga"u GAVALCANTWL -:-r- Waill, qududo4|iW ^|,-* 2 -


qu esvimis a.. o .oda pctegpap.r a mpn eh t aaaeftte as oredi as a4a
to.ent. dqa n leia.te para den e Oifa del a,.4 4 ai, depwam -


pa~ga-da'M~i tu. b gs Sqaio0 o0fl51m0 p iflunetitwcioaial e -d
*&~tpraslant va;aos.seuvios aos contri- principalmente a classe menos fa
hati sa imando. se. aqwlbo, qua a ..parte fortune, .difflcnutando o cotumoavoio narna
pagOl, Ast de confrmlad orn as leis, so o pelo h a de e port v1o qu' .i a a
SCo0eotor abuson oiJ | Io. N6sde saeas aia, ue' s crifin p6ie pogar.. .
innurnerpaipt 9nf.Qe4l( p9Uli'SrfBleatojaaerca desta a BlKN



pr osde~al., que naM m caector dpde eazor col- Ieprae-0n5.efpretUato, mu in dor s i deL
eovtas extraordinarias para ober grande per- putads ea pa ecisoacabar impo o de ex-L
pa~dA'^i~f~iMAWKrtjWMLa. I IUD squio cam*=m pgr iftusitimioirnuil rr-e f


4i1acagemn, prde. Colleotar muitas vezeo s o enr- porainpalmenque arruina a lavoura q ) de-
budilento de um estate aqulecimenlo a pare ortun, difcaa eommecial ha. &nam
epaui e aia de conforeiadissa con QuaL o eia s e o pelo iae porem, eonspctor u thesouro
collector abusou otts 44o. Nos, sabereas aiada, qluew wo vetf rifein po'Je pengar. *
Sr. presideate,, quo urs oalector p6de fazer col- .Ditenli-neassetilrelaato, mttios flos 'w~sde-
lectas extraordinariag para'-obier grafide por- p utadb : 4 -6 p' eci so'icabar P' rm pos o d.e ex^
Q34uagesn, pode. willecaW -muilas vezes 0 ren- portag-ao, poeque arraina a lavoura qide defl-
dirnento de urai esfaberlecimentoi cointnexial aha. J-
eon miiawqpantia olavadissimaa. Qual o ineWi a Retjuaar, portsrn., *C-inspctor -do thesoura
cpq.. s.:d^eaa recrrer iiawdiatawnente par a to. edefit 6 presamivel; o impostt: de cotoau-
evitar ese adasmo ? n. n uo deu o resultado que se espeCrava; no
Ao fiscal dat collectoria. R' por isso qu.- se p6de augmentar este. imposton poi q pro-
do preforoeia 9 eseolhe para. fiscal urn ho- voaaria muitas reelamacSes do ecftn'ercio ;
moern importaloe dla lopalidaite, quasi ser- portanto, aagricultura6e unica forteie recei-
pre um pomotor public, porque nae c:-ivet ta, q.ae p6de supporLar augmento, e a.isertrio
que o hoinmom quae. tern uma ulturo, qie toem do imoposto nao aproveita ao agricuitor e sim
uia. carre'a. qaeira conlprrometter-se, concor- ao 'cn mercianta.. .. -
dando coin o collector nas extorsoeas aos con- De qualqubr -ido pois aep ommissgb 6 cen-
Lrbui-eS, -- : 'qo surada unao sabs a iqueM attendesse. 'e todos
0 a. J*. FIWO PV-saA : ,[ acho que os fis- faUalnm ; .. .. +
oS ..I2.. .m) f",i .
cas hwineans muito jirados e muito E' o cas.dajabula do moleiro e-o burro; e
s, i. :.::- +" .. *. o meihr.feaodiqae -tern a comnrnissAo 6dei-
O SA. ',Gos (A*VALCAN*t 4--MasU assim co- xar que cada s .o W e faan o que enterfer.
mo 6 possivel qti aauso seadte, de md fe, Os nobre, deputados analysandoas diversas
Lanbear-l 6 possivroaqu* se o por ignorancia. fontes de receitfi, do oramnento, se oppuzeram
Si. preeidente-, <.aes do se -haver creado A quoe dispbe 50.r6iepot metro de algodao fa-
colleetoria em um. -das noossas comaarcas do bricado no paiz. -'
centro, seoobseu 2j por cento do taxa de he- o SR. 0pt.r PaSSOA :-lsto e atroz !
raoia de herdeiros, que s6 d iaia -pagar .- a. GSAVALCANTE : Ese ipos,
p COI .... .... ,; ), Go GKs 44 AVA AT 7 -Este impostor,
pr ceit. _- Sr. presuleate, nao e novo, 6 antigo. e muito
o-0 S-. 9iro P.'ssoA Quem foi. que foz bemrn enndido -) nobre deputado sabeque
iste ? :,. ele eq valW.d'mina protecCao prestada a fabri
0 SR. GOES CAVALGANTE,--A parte pagava.i ca de ecidos desta cidade.
scm saber o que pagava. Alem disto, todos o S. Prro PESSOA ? Esta fabrica- n;o
n6ds sabeinos que as iistancias em que estao pI to?
inuitas dessas c,-etorams. privamni qua o indi- .S. GO ES CAVAL.CANTE: No era jqsto
viduo prejudicado possa vir ao thesow'o reela-i Sr president; que s devendo animar o pi -
mar contra a extorsao. E' preciso, rtanto,.i meiro e unico estabelecimento deste genero
que extra ur agente local que towe.-caaeci- existeite emn Permnambirco, tivesse elle as Mes-
me.ato. desLes faotqS Lr. j s Ler a mas sen a fue os de proviaeia estra-
s. presienitoM, iA Mo ns erna Po- na.
vincia urn pessoat hatiitado, de namo'4ue,.o .O SI.QUEIR; .CAMPOs lia urn aparte.
collector seja swatp urna pesao's ca e 0 SR. _&oES CAVALCATIr, 0 algodio iiid-
eotndor como, deMe-a lei; muitas vezes ow portad&^ra o consume paga, 50 reis par me-
quasi sempre poeurar,-se, em vez d&- urn he- tro, porfni'o que 5. fabrizado nesta-, provryc.c
mein inteUligeae, um-hmaemn honrado, porque nada paga; 6 unm imposto de protecao -niui
nao s eWeaPoQla..o iaWftr..da pfovinfCia,-I't- bemi enteidido; porqai perinitte cquel!a fa
las pessoars babi4itadas 0e certa W 6r quef brica cornmpetir cun as outris, e quo d via at
soe- ff 4ah ,a aigua'-ais poreeirage1s que ser maior.
podme. dar certa. eonect0ria annualmente, O SR. PINTO PesSOA, :-Esta fabric qtre aqu
.00# oBI300$000. Porisu e6que so escolbe de -esste naoproduz nem urn d'ecimo nrem urn vi
preferencia, homens bonraiwdos; as: uithl- 'esimnio do que 6 necessario para satisfiza7
sienr honraio Bo qaur dizer uma home de i.tmcessidades da provincia. E' urn impose
ioitlaigeacia, ie possa resolver todas as d-, am & :-
vrkis sus4i$'ar, Mexntes A sua repartLico et h.6 GOES CAVALCANTE: Sr. p, ded
as U.R T6 S '- evit-Isso. uma urna dos n.bres deputados, nato umI lembra ag
S ^. PTPESSOA ;.a-Isso m r i, ceatsu o imposto noVo sobre
nao-ha emn mao honado do qtwo olec_- c is. ". evee eii-a ,omsion o es-
tor. [Rsl sacaus. Oqua Let e$ oomi4 Ies
0r. .OaAVALCATB,-Pog pelamiia tabelecend&o estf impastl foi evitar a fraud,
part. v-auAVttot NdT o:-Po ollpela-mctor porque o's aegociantes importadores de algo-
parte You ptatostndo que o collector nlnnq6qd~o, paiMa. quo este rno pagasse o inaposto,
mais honPa Pdoqu Do e u V Exc mandaram buscar ja transformado -am saccos,
0 SR. PLr4ToPEss@0_,_--Do que V. Exe. nko..-
I& gif atnt ym impostods sCosdet algo-
lector; mas eu, que n'este onto teaho a mi- gue tamnbem impusto os saccos de algo-
nha dose d'anmar proprio; vDi protestando. dalo importados, s6 assim se poderi evitar a
fraude.
0 nobre relator da commissAo oitou umrn fac- Mas, Sr. president, udo isto 6 ouvave
'to bern significativo,.que por siV s6 nos devia mas Sbres deputadost, a is e pr6n mlouvavel
conven irda necesaidade d, conservafiap dos osnbres deputados o qe porm me su-
fiscaes de collectorias. Urn collector lausa,. prendeu cominpletanmeute, foi censurar-se o
apezir d seem tods hrrados, como jecto de ornament-. porque autorisa o pre-
ape dep oe h d idete da provncia a nandar fazer aoudes.
- 0 Sa. PINTO. PESSOA : Ru'i nantes... FoL 0 nobre deputado pelo 5o district dove coabe-
ur e ngano. or' que a eousa rnals preciosa no sertao 6
um0 Sn GOs CAVALCANTI : No con hecime agu, e tempos ha em que nao se tern mesmq
to que se .dkaa confribuinte poz a quantin do onde im besca-a, rpcorre-se aos pequenos de-
106(OO0, entreiasto no talao sub rntido ao pOit ds o d e oncontrados nas serras, naas
thesouro previpoial existia apeaMs a verbas cvidades das pda o" untao algunaa
de 6^0O0. 0 tikesomo provincial nao tey.co- rfimva d'a-gu'a, to salgada que os animals en-
nhdime60.a O'estc factaosr fosse iano .. gi'tarn por.nio powder beb.6l-a. E 6 o nobre de-
soa que se admirando da importanciada. e putedo conhecedor de tudo isto quem vein
pfAnsatrar commissao, porque autorisou
peza, prornever a roclama(;o. A parte nil residentse da provincia a fazer acudos -, -
entendendo da lei, pagou o imposto, O. Sr. prsdente,' eu entendo que- atordes,
'porque 6..roaxiana no foator-coml a fazIada. rP^16 eennoquatria s
nao se briga** Eu polo minha palt- e oa fa desta ordern, quatquer que ellas sejam, s6- po-
enda se brigao au peloe miha w pat,e :o dem trazer beneftcio public. E' escusado o
Zeuda rie o cro .quesl-es; .qe -sernpre nobre deputado insistir nisso. A autorisacao
h-do perder. ao prsidente"para andar conce-tar o aeude
Ora eis aqui.o "ulwtor abtaundo, receb.n- 'na vitta d Triumpho, foi uma medida sugge-
do.iA8$000 e pon'do tto Lalko a nolt dejS,$000, rida .comliissao par alguns senhores depu-
o athesouro to0naaao-V'por multo honrado. tados.


SoaconsiderAt*o, S, pidente,,- obstar- 0 SRt. SIQUEIRA CAMPOS da uin apart.
Re abuso desta ordfm 4i isa a onftervanio 0 SR. GOES CAVALCANTE :-Ha urnm engano:
d qs fiscaes, quanto mair-'-ue Wei d'isto trn em vez de autorisagao para se fazer umn acu-
eHes outras atbribuioi e attribtieoes muito de, 6 para mandar con-ortal-o.
importantes. Fallaram tambem os nobres deputados so.-
0(Sa um aparte.) bre concertos e construceAo de estradas. Sr.
O St.Gos( CAVALCAL t'--Omeiaoque eu president, a economic qire pretendem os no-
proponho 6 para evitar o abuo. bres deputados 6 igual a de um engenheiro que
E nem seo diga que ainstithAko dos fiscaes tivemos, o qual forrnulou urn regulamento de
nao dove ser conservada por inutil, porque conservaQio para nao ser executado, enten-
elles nao cumprem os seus dcveres. Sr. pre- dendo fazer economic deixando de se conser-
sidente, vejo que isso 6 un modo est~nho d4 var as estradas. 0 que resultou desta econo-
ar.xiurotar; so, o empregado puhlico.estla s- mia.? E' verdade que durante tres annos fez-
jeitoa-orma norm. de iacta, soea ~i telt se esta verba de despeza uma reduccao de
teiawido os seus devhje4 desde que legofo muitog contos de r6is.


aamupre, o respoasavet .,nao e a assebaa
qujo.Aeretoii essaecreaig; o responsavel n-
t56 6 o pnder quo, a p 'etw- prafica : demitta
essp empregado.
Q SRt. MOREIRA ALVES :'-Se elles na.tei*
.dveres!... -. -
S0 SR. GOES CAVA.-ANTE: St. president;
admira que o nobre deputy jaga unas a.c.
astao t41 formal a muMles dos seus eobaegls1
qluo-pfio M o0tg*fe nCeAb porque. -lstq;
urma injti ., eColo pode .e xar do aer. Se
3 reg colleoWtias, tern determi-
nado qudirr^en^p e^a
Coes e d.orr.:.e'.ese8 's.nbo (ttmpren,
recent sec doe (fi|i ou-Avem" ser eubme
tidos a un prooeso.
0 SR. PT.W"O fESSOA :-Eos'flscaes sao col-
legas do nobre deputado? .. torquee
.080 GOES CAVALCANTC :--'Bi, porque
sao coma o nobre deputado, bach~eii
0 SR. PYNTO PESSOA :-HE s.podem ser fie-
caes os bachareis ?
0 SR. GOES CAVALCANTO:-Nbo, seahor; pe-
dam ser outras pessoas; mas saiba o nobre
deputIw.'w-e ordinariamente esses liseses
sao osproprios promotores publicos damco-
naroas. Por isso Aj.ie queo nobre deWi.-
do censuravs9euil& .. 'i
0 S" R., "A Protesto
sso; 6 V. .,quem-i z.-
0 SR. GOEi CAVALCANTE : 0 rnobre de-
putado nao sahira deao dlilema. Oa os fli-
,aes cumPrem os eS i deterrtados
not %guiamentof -.tlatiai"c" neste
oa sa ,o bons ouve -
wi.f.f-ss ,o visto na& Wm f/^atf Ad
sdovem o serdeatiVES. -:
OR t.~O Nogf AvES;: -- PmetesW4

B4f,~ ^Sleiil{i~ -*tf-i~B^


Mas s;,b V. Exc. Sr. president, quanto cus-
tou esta1.experiencia? Custou o triple da
quantia ecornomisada; porque foi precise fazer
de novo estas estradas, por isto qua estrada
nAo consei'yada, qupr dizer estrada acabada.
Quant6dasstr4%sa novas, o project s6 au-
torjsa para IWugares que term disso e trema ne-
cessidade. Eu citarei por exemplo afreguezia
do Bonito, luar oude se innicia A culture do
caf em grande escala; entretanto nao ha pa-
:ir a!lstcada algurma; ha urn caminho diffi-
cilnmt -ias vezes impossivel. Eu fui juiz tau-
OIt'al a1e 'ermo, e muiu' vezes tive
te-d"o a esta cidade e vp4ando para
ti(do efrii a -dara cavallo tri e Lantas
leguas, segu do a estrada do cenfro, a nao
andar 7, que v.o da estAeAo terminal da es-
trada de ferro A villa Jnio, con receio do
caminho polo inve .-rgu aa uobhe de-
pnitado: semr -0l -se tat imelho-
ramento para .- ,
Sr. presidj" gado|ais
do que desejavr.|H 'Bieera m
uma sabb -3jnaM8ia seu born
defeademtn .o .. #*dA, ea dar
resposta, confrnrIM f-oM as prguaias;
velo porfn,que i"o S aa rac ais a easa,
-e,como este-- artigos disoutidos
a uw de per si, deOIar : de falar sobre o-
tros ponos de qire se ocEijram os noh
dopuedhs, agbardwado.-ne para essa occi
em quie darei sob& expJlcees qtee
pedem. .
EM


I




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1 dis o de S. Jos6, fez ampla ..coeia de.
',ff ,; qtr', abusandtr 3V edu-
lidclf u d-une'a It dtoe tot.osde agtLen-
did, faziam-a'a pagar bons pre0os pelos seus
fioros, .adihinbaftgs, cura3, etc., dec.
- '*omftiUTa das tues mawsza do fetfhiisMo, emr
tdtrapda 'da secretria dia poficia, po otia
faw a ditpoei;C-o do Dr. defega-do' da c
deWuu por algumas ruas na seguLnte asS"
fte, a ivoihni Mestr a Corn oso haU
pros tirregandfto drtbo, figas, caveireas ftd-
tIas buirgafga'64- officio; ern sengaida, as
ffSterdMisas, ia.t-1 i carrlgadas de cdveiras e
ot"lto oiJectos ''catto; e, flnalrnente, en-
coerraindo o prestito, divtrsos individuos cane-
0 gados corddestos de hervas, ayes padres, ca-
veirag do ao-inaes oatras semielhantes cou-
sas, quO attrahiam a attoncfo e provocavarnm o
INrD.o.' .
EseAotado pela ghairda civcioa, ch-gou o pres-
ita a poulicia, de onde, feitos os interrogatorios,
oi levatd para a d.,tenco corn as honras devi-
ts, frrdb ansim j~rntar-se os.scus ',embros-ao
6i'nuo MAere, que fo6ra captua-ddo na vespera
Sahi se achava.
SConviI icabar coin 9 exploraao iimmoraoT
ve praticam- esses e quejandos sectavios des-
;a estupida crenmi; e, pois, nao dove arrerl'e-
or o Sr. 'Dr. Netto no sea zelo, certo de que
)raticando adispersao, a extincdo do iminun-
o culto, presta serviQo A sua freguezia" o i
)rovincia.
Voiurntarios da patria- Estando conrhe-.
cidos, 'pela transcrrp'ao quo,3 hoirtemrn fizemos
ob a epigrdthe desta notitia, os bonds desejos
que nutre o Sr. Duque. e Caxias, relativamen-
te aos voluntartos da patria, que tAo relevan-
tes 9rviCs. prestararn nagu:rra contra o Pa-
raguay, e confiando n6s na inteireza de carac-
ter do nobre Duque, mos offereer a S. Exc.
urn novo ensojo em que os bons dese5os de
S.'Exc. muito podem praticar em beneficio da
farilia de uni servid'or do paiz, que, ap6s lon-
gos soffriant0"s,. succumbio na miseria, vic-
timado pela6c'isequencias dias molestias, que
adqueriraem campanha. -
SReferimo-anos ao alferes honorario do exer-
cito Hmrmnillo Aureliano Chaves do Souza, o
qual, servindo no 21o corpo de voluntarios da
patrin, niao s5 tomou part muito di~tincta ci0
varias acrges, pelo quo meereceu ser elogiado
emi ordeiAm o dia e condecorado corn o.habito
da Ropa, alas tambe3n fez toda a campana do
Paraguay, polo qae gafhon uma. honr6sisisma
f6 de officio. e una inedalha, quo era todo o
seu orgulho.
Eab ar w cio, qu0.e udpecuumento viuso; emboya cer-
cado do prstiio que gpatharaamen a su.a espa-
da no ca~pao.0%ubiuar;a naciohal., o fifeli-atfe-
,res Chaves *Sp* a, viuda para Peraambluaco,
jaqui ficau esquaaw4o, aqui viveu pobre, wiwaa-
,vehaete ,.a. qw, ab*Lido aos paWc.Qa pof
nma .enteagiode, qau&Cqutahira em campa-
nha, men.quao se desenvoixea especialmente.
nos Lre*'Wiiwos awios, 'iaeeu no dia 29 de
jwubo ulin0,, tegando i s"a farlia a misaeria
Sem que -g a,. e con ella a 4spada.
Sle a" etierro, qua t=eIutgar a 3V do reme-
ride mez de junho, foi feito A casta de alguas
de seus amigos, que lbhe quizeram pagir urn
tribute de-amor, e islo porque emra casa da fa-
rnilfaddj fiaado nemr ao wenos ficara o precise
para o pw jso .do din segninte !
.Essa familia compae-se do tres filhas, urma
ja moga 0e p- ,..- .- o que
qedimos as bons desejos do nobre Duque do
Caxias, pedLindo ao Sr. general Wanderley, dig-
no cammandante das armas d'esta provincia,
que se informed dos factos que aqui menciona-
mos e transmitta o que collier ao illustre Du-
que, que por cirto sabodi cuiuprir o que pro-
metteu A carnara dos Srs. deputados.
Qute irmao !-No dia 17 de junho ultimno,
no. lugar Ferreiros, do district de Timbafiba,
Manoel Francisco da Siva surrou barbara-
mente a urna sua irmla de nome Antonia Ma-
ria da Conceicao.
A autoridade policial tomrnou conhecimento
do facto, e bonn serd a que o poder public ajus
te contas corn esse born typo de irmro.
Pagadoria de lazenda. Nesta estacao
pagam-se hojo as seguintes folhas :
Culto public, empregados da estrada de
ferro, arsenal .de guerra (empregados), offi-
ciaes refomnados e recibos de eta4,a. .:
Reuniao de eonlra~ipIn- No dorningo [8
do corrente], As 9 horas da rmanh,, dewrm reu-
nir-se os membros do counelho fiscal da ir-
mandade do Divino Espirito Santo, afdldd dar-
se cumprimento ao disposto na P parlte do
art. 83 do respective compromisso.
Faculdade de Iitreito. Na sexta-feira
da semana vindoura [13 do .iarrente],. deve
realisar-se o concurso para proviL.anto de
umra c-ndeira de lento substitute d@pe. estabe-
leeimento. Slo coneurrentes os Srs. Drs. :
Jo~io Vieira do Araujo, Jose Atstregesiko Ro-
drigues Lima, Catao Guerreiro de Castro e Al-
fredo Ernesto Vaz de Oliveira.
Loteria da Bahia.-E' hoje que dove ser
extrahi'la a quarta grande loteria da provincia


I


da Bahia.
Musica Iova Recebemos hontem um
exemplar da mimosa walsa para piano-Caro-
Iita, composta pelo Sr. Manoel Tertuliano dos
Santos, digno professor da sociedade Sete de
Sete nbro, do PenedO, na, provincia das Ala-
g6as, e por elle offerecida ao president da
mesnia sociedade, o Sr. Antonio Gouto. Agra-
decemos a offerta.
Coniraria de S. Crispim e S. Crispi-
niano-No dia 8 do corrente, domingo proxi-
mo, pelas 3 horas da tOrde, benzer-se-ha as
imagens d'essaq invocagbes, no convento do
Carmo ; polo que a respectiva confraria avisa
os paranymphos para comparecerem aquella
solemnidade. -
Nossa Senhora do Cani C 'neam
amUnhM no convento do Carmq as novenas fa
respectiva padroelra. .. ..
Rene~ao de imagem." L^^ -se hon-,
temrn, pelits 6 eoras da tarde, a beniao da ima-
gem de N. S. do Carmo, em sua igreja desta
cidade. "
0 acLo esteve solemnissimo. .
Novena Amanh tA tard t.pringMqi:a -oo_
arena de N. S. do Carmo, e. sua igreja delta
cidade. "..
-" .teria-Sabbado, 7 dQ monte se extra.
[rslkAi a-loteria Vi.k ema =1fcio das obras
da nova igreja do N' S.. da Pexha.
Os bilbetes aQham-se A v.da ua thesoura-
40a das loterias e loja de oaloWA Sr. Por-
praca da Independencia n. 37 e 39. As
sariraoxno mesino dia a os premios se
nbto 0 -uinte em diante.
o esperados os seguintes:
da Europa bhoje .
., ddoSol ..6. 8 ,
0 da Europa at 11
'-, da Norte a
do Su,
A a Eropa -.,'
W-boo do8q-


rMeb, Jos JoaquimMn om Fetreira, D. Angelica
doe MW(l Itgah) WO Bass s g sobrim ha e
t criat, AGru.inL .t# Agusto Cyriaco
Vinds-Bo2, diilio-da .."3140 ranoet Pereira,
athe de .rrs tIra, tiente da Sitva P'a-
rantos, Jq tt.,taquiO da C6fceigAo, Ma-
noel Ie.^ -f ( aril,%o do Rego, Joao
Luiz de Agr-iaf, Meeoti Pderico de Salvatori,
4 pracas, I cabo, 1 x-praca, 2 desertores, l'e-
dro Lopes Rodtfilad., s'a senhora, fllha, !
criado e 3 escrayog. '
Sahidos par Id o Araidy .o lijiate ,Jf.to
Valle :
Gnilherme P. de Azov-3do, Vicinte I-',t-r -i-
ra L mnande.
Vinda do sul nio vapor Coruripe
Rosa 4,aria do Sacramento.

The New London & Brazilian
Bank Limited


Capital do Banco


do subscripto
do page
Fundo de reserve dcc
Lra depreciaao do (
pital


1,000:0J.0
S 900:000
.- ) 450:000
)1-
?a


BALXAN('O DA GAIXA FILIAL EM PERNAMBU-
CO, EM 30 DR .JUX1HO DE -1877
Action


Letras descontadas
Letras a receber'
Emprestimnos, conLas corren-
tuse outras
Garantias por contas correntes
e diversos valores
Caixa em moeda corrente


Depositos:
Em conta cor-
rente
Fixo e por aviso


349:3563820
338:501 980
2,2 28:636,i730
324:38617,0
530:595$670
3,671:477.$270


Passivo


1,04 :390j60
1,002:336580


Garantias por contas correntes
e divcrsos valores
Diversas contas
Letras a pagar


2,046:727$24
534.M6O410o
1,o083:583o89
7:005,730
3,671:477A270


s. o.0
Pernambuco, 4 de jutho de 1877. -
TW. J. Haynes, manager.
.Edivward Herdiman, accountant.

Balancete do Banoo Commer-
cial de Pernambuco, em li-
quidaggo, em 30 de junho de
1877,


ACTIVE
Caixa.-Dinheiro existent,
Moveis .
Banco .mmercial do Rio de
Janeiro .. ..
Despezas geraes .
Letras protestadas
Lucros e perdas .


PASSIVE
Accionistas .. .
Cautelas de capital a resti-
tuir. .
Dividendos por pagar.


S. E. e 0.
Recife, 4 de julho de 1877.
Fiscal do banco em


2:405$369
6Q.200
1i:870,453
1:207 100
40:4405280
28:2275798
84:223#500-


82:941t000
600$000
682$500
84:2935$500


liquidacao.


Antonio Baptista Nogueira.

English Bank of ]Rio de Janeiro
(Limited)
Capital do Banco em r),000
acg3es de 20 cada uma 1.000,000
Capital realisado ...... 500,000
Fundo de reserve 72,500)
Dito dito contra depre- ,' 111,388
ciago d4: cahtal 38,888}
BALA&NQO DA CAIXA FILIAL EM PERNAM-
SBUCO, EM 30 DE JUNHO DE 1877


1 -ivo


tLe~as. desctfcaas. .. .. ...
Emprestimos e contas caucio-
nadas ... ..... ...
Letras a receber .. .
Garantias e valores depositados
Mobilia, etc. do banco .
Diversas contas . .
Caixa . .


I
Contas correntes
simples ....
Deposito a prazo
flioo corn aviso
e por letras .


Passivo


Rs.


125:7684Q
135:150#080
56:416380
141:377 190
4:6696890
911:327(180
654:033,350
2,028:742.470


- 632:348850

1,16:373#250


Letras a pagar ., .:. .
Titulos em caugAo e deposito ..
Diversas contas .. ..


1,748:7226100
3:090$300
S141:377190
135:552=880
2,028:7425470


S. E. & 0.
Pernamibuco, 4 de julho de 1877.
S r F. B. Bloxham, manager.
-" H. Pritchard, pro-accountant.
I1 '" i __.mUH W U W


PUBLIC PED1


,an& satisflz o'. que devia As redaccOes
rk ates :-Joinat dd Recifei Pro-
MML -uQuatro e America llustrada,
M El.M w deixava de ser sen assig-


que uIn proprietario.
Fiz setir-lhe qne aquella prohibigo
6 tAoirliga, quanto.o e este estasteeci-
;.eilto e so acha ate, inscripta rib corpo
lia -tiard;t; ,jue nrihima ordemn p6de
ser dada smnente corn applicagao a
geate da plebe, porque todos sAo- iguaes
perantie a lei; e quando assimn fosse,
o soldado nao pooderia descnminar
aqwilla hora a-.gente da plebe da pente
proprietaria; qte o proprietLdrio tern
grande intercsse nos pi-incipio. (de or-
dei-, devendo ser o primeiro a respei-
tA 'a lei, [Fira q*e o sen direito de
propriedade ,eja aml)bem respeitdo e
a genie da plebe tome o born exenpilo.
Verifieada a verdade do acontecirien-
to, sem contesfagdo do Sr. Juvino, por
quanto estavam presents a guard e
etmipregados da Detemi;o, deixei de par-
te as apostrophes que esse senior
me ditigia, nao obsiante en dizer-IHe
que a minha intervenga alli era beie-
fica, e olibtive do cornrnandartte-daa guar-
da, o Sr. afferes Senna,.do 9.o batahUio,
que ficasse de nenhum effeito a ordemrn
-le prisio. Ainda depois de ter irans-
posto o portao o Sr.: Juvino volLou a
carga emn suns- apostrophem/,- as q uaes
entendi ainda naio dever respofeder
porque felizmente conheoo iuanto o
amor proprio e ao conselheiro em
ceftas acca.6es e nao me estava bem
estabelecer' urni didogo a todas os res-
peitos inconvenieate.
Os qie conheaem a topdgraphia da
Casa de Deteni6o sabemn que o cAie? de
toda a extenao da frente do editicio
nao constitute uima rua, nem da ,-ahida
para rua alguma, visto como, ao lado
sul o rio contorna a mnuralha atd certo
Sponto e a pequena nesga de terreno so-
lido, que ha, d formada pelo lixo que
a cawara iiuuicipal manda depositr
alli para fazer aterro. 0 trLansito d todo
polo lado posteror do edificio,. onde ha
edifica ao,'e quem quizer ir para algu-
ma dessas iuas tera de dar am grande
rodeio, se seguir o iinerario qua leva-
va o Sr. Juvino Bandeira.
Desculpe-me o Sr. Juvino entrar em
explicaes de um.facto, que eu julga-
va entregue acesquecimento desde que
S. S.aattendesse' aos segredos cahnos e
tranquillos da reflexao; penso que assini
succederia se nao haouvessem aleivosos,
que em tudo se entromettemn, para en-
venar, como o fizeram junto 5. reacco
da Provincia. -
Nao posso, nem devo ser irydlfferente
aos acontecimentos que se dao Ra re-
partiao que derijo, maxim quando
elles sdo (lesnaturados, corn o- liini -de


deduzir-se unia accusapo a autorida-
de superior, que nenhuma cuIaP teve.
0 meu indilferentismo ne-te caso se-
ria uma grantide deslealdad : e espero
eir Deus nao permittira nunca-enm mim


scntirmentos desta natureza.
Recife, (de junho de 18
Jefferson Mirabeau d'Azev,-


ecdo Soares.


hrs. redactores.-Li a enc-mmena.tau, on palli-
da defeza, publicada no Diario de 30 do mez
proximo passado, e assigned pulo Sr. Victoi
Lieuthier, histbMiando & geito a assmaada (como
qualiflcou S. S.) de 18 de maio, e eonfesso
que nao causou-me surpreza a sua if)rparcia-
lidade.. -
Ha defezas, que compromettem niais -as cau-
sas, e a que vein estampada naquelle Diario,
lida corn a devida attencAo, 6 das taies
Nao quero discutir corn o Sr. Victor, que
defeudendo ao Sr. tenente-coronel Luiz Fran-
cisco, retribfte services e dA provas de sua
gratidio. 0 que nio admitto 6 que faga-o A
minha custa.- Isto de modo algum.
Desejo qu-,o public tenha perfeito conheci-
mento da verdade, e possa avaliar o procedi-
mento do Sr. tnente-coronel Luiz Francisco.
A historic ou assuada, tornou-se bem sabi-
da nesta freguezia, e o Sr. tenente-coronel con-
tLou-a de modo different do Sr. Victor.
Despedindo-me de empregado da hor~a de
Caiara, e, tendo de retirar-me, era..muito -na-
tural dizer algumas palavras & miaba-filha, a.
fim de tranquiHisar o sen cmraoS 0e- f6ra. dte.
todo o proposito passar urn vectdo, Como
disse o Sr. Victor, que ouvira- doAe-.
Recado, e, muito de crer, que pamado por
pessoa obrigada a papagaiar, A o que esotA sob
a assignatura do Sr. VictOr, e a que. r res-
pondo. -
Insisto nas asseveraCSes, que fiz na minha
publicagao de 27 do mez proxiwmo passado eo-.
te Diario, e posso provar eada urmna dlla, e
as que referma-se a assmada de 18 de maio,
corn palavras do ter -,te-coronel, quando con-
Lou o facto a algumas pessoas.
Naturalmente o Sr. Victor LUeuthier, estava
per demais excitado de. colera lpor ter yisto
coma o sou amigo pagou a imprudenqia de que
usou para commigo, ou por oetro qm er 4o-
tivo, e por isto nsdo p6de recordar-e mow pre-
cjsode dtudo o que occorrecu. .
Sirvo-meodas plfAvras do S.r. o. s-
,to griphadAs. o'wmesno | i elle
teve par& M."f -A -ares-- -
Tconslao >- a1 a pari
nar a inl _.*'..,4 '. .
o sr. tOeW"m~ kL

TA.he*.


V




*C-*
. -. -^ .


/


I


I
I





























Pe9 desd"i&a aos leilorea,, par st di..;
gressQos alias necesarias.
Agora,-cAene para ca o Sr. Victor.
Qua esida ove V.S. d-womestar-nW
aotos,'que ro praL(que ?
So eu tivesse s4it ilisar-me da pistol,
que trazia apenas parad garantir-me de prova-
cao dolorosgQwma. coalra qua soffreu o infe-
liz Jose AIes, rnd9 serua V. S. ema seu irmao,-
IpitatS.cravos o Sv,. tenent-ewornt que
podertfni s'vir de obstaculo.
Nao. tern V. S. faorq bastante para segurar-
me pMos poahos, oomn.o disse no recado que
patss-me. Dei-lhe a. devida prova, quando,
sontindo que uma pessoa apertava-me a gar-
ganta por detraz, despachei-a corn um supapo
bem confortativo. (lhei e vi que era o Sr.
Victor. R aporvelto a opportunidade pamra
pedir-le miuitas desculpas, porque sympa-
thlso seriamente corn 8. S.
EFtreguei a pistola, assimn que ouvi brada-
remn: o marinteiroestci armado ) e accres-
cen.tei : nAo haja harutho por causa da pistola
pois nao quero offender ninguem.
Quando vi qua pretendiam executor as or-
dlens do Sr. tenefrte-coronel, indignei-me e fiz
o que devia.
A bistoria do levar-me d preseni:a da auto-
ridade, depois de amarrado, estd muito mal
contada.
A aMoridade no case era o Lroaco, .e,, "de-
pois... o diabo do mariraoeiro suicidou-se.
Nho.-f- Voetor, quemn vio as harbas do visiiiho
arde'om, poe as sias da rernolho.
Foi port-to qae deixeide ceder aoi poJidos
d:-i Sr. Victor, quanto ,g!uio atlaz de mirn, e
i slOa para que eu ds; o negoeiw por aei-
1:ado.
0 quelh3 rospoidi, Sr. Victor?
(( Este miarinheiro que esta aqui nao vola
nrais, o que quero 60 meu dinheiro. E
1'di-mn embora sem demora, e n5o duas horas
dp;)is, como disse S. S. em o sou reeado.
A.inal do contas, oen vez de 501$00, vim
a roeeber por interaiedio do Sr. Be-nar-
dino de Mffiraaria e Albuqrterque 302#000, a
coasjiho de pomasoas de consictdoragao e pas-
sa.ido o recibo da conta Loda, depois de casti-
gA-io na bolsa, dei muitas groqa. a Deus:-
S. LourenQo, 3 do julho de1877.
Antonio Pinto d( Souza.
Uri facto arbitrario eacaba do dar-se na co-
inarca do Cabo, qd nato posgo deixar de levAr
ao conhetimento das autoridades cortpetent,
pedindo promnpto reparo.
Tocou-me no inventario de meu finado mia-
rido, a escrava Suzana, e tendo esta a quaantia.
die 150$, foi Ler coin o Dr. juiz municipal e es-
te ax autnritate propria mandou passar-lhe
carta de liberdade.
Nao coatesto o direito que tern qualquer es-
cr'avo de procurar todos os meios do obter sua
liberdade; mas o Dr. Gandido Valeriano da
Silva Freire, que recebe sempre elogios cn6mo
promoter de liberdade de eseravos, deveria
saber que nao pode disp6r a seu bel prazer de
bens.alheios passaa cartm de liberdade a
escravos, sem seu. senior ser ouvido. Para se
librtar um escravo 6 mister ser ouvido seu
seinhor e nomrnear-se peritos, que depois da
conipotente avaliagao, arbitrem o quanto deve
valor o escravo ; depois disto recolhido o pe-
culio c havendo onto orpposilgao da part* do
senior, o juiz mandard passar carta de lIber-
dlado ao escravo.
Fiquei surprendida quando me entrou por
casa a esctava Suzana, corn uma carta passa-
da pelo juiz municipal do Cabo, sea ao menos
ter eu sciencia de cousa a1guma.
Prnteat ioenaemnempnte contra 0 -oprocedi-
mnento illegal e arbitrario do jauil mtrtiw3pe.
que exorbitou do suas attmibuineos, invadindo
nmeu direito e commettendo um acto para quo
n,o estava autorisado.
Deste modo qualquer autoridade podeA dis-
p6r de bens alheios, exereendo negte paiz ac-
tos proprios dos Chinls ou Japonezes.
E' por ora o que tenho a dizer, reservando-
me para mais tarde fazer a competente ana-
lyse.
Engenho.Brilhante, dacomarca do Gabo, 18
de junho do 1877.
Mar ia da Conceipao de Hotlanda "asatcawue.
S,'s. reactoraes. Em o-bedienoa a promes7
sa a qua obrig,,ei.lne na minba corraspoKiefl-
cia de 23 deste mez, pass a expor o que tem
occoniido, depois que dirigi-me ao nieu con-
sul e as autoridades deste paiz, pedindo a pro-
teccao da lei am favor do meu direito dejtmtfiO
podoi, escandalosamente violado polo Br-. te,
nente-coronel LuIz Francisco de BarroS


de Caiara.
SibdiLto portuguez, entendi queo m m pri
meiro pass devema ser %a dirocojo ao con-
sulado do mwo paz, e asatl o ft.
0 IUm. Sr. Dr. Clwako dequojQ (mBO Me6
rIoCQleu-me coM tofl a-aUtWnqa- e oM4ta a
quecixa, que related contra o attentado prhtica-
do pelo Sr. tenenta-Coronet Luiz Francisco.
offi.?iou ao Sr. D. chefe da ,olicia pedindo
providencias no sentido de ser garantido o meu
direito.
Fui'eu mesmo o portaor do officio, e, de-
pois qute terminou a leltura deot, o Sr. Dr.
chief fez-me alguinas perguntas, as quaes sa-
tisliz, declarando-mae quo empregariaos meios
au alcance da policia, afia do ser-me resLitui-
da minha cara filha. .,
Urna autoridade policial seguio no dia 25, pa-
ca o engenho Gaiara, instruida polo Sr. Dr.
chefe para obter a saLisfaglo do meu direito.
0 Sr. tenente-;oronel disse termniinanitemente
que nao cedia A inlerventAo da policia, e que
s6 reestituia iniba fliha pelos meios judiciaes,
ois recebei'ra autorisado verbal do Sr. Dr. juiz
e ophaos para conserval-a em sua casa.
NaLuralmente, para fazer favor d autoridade
C nlicial, resolve acompanhal-a corn minha fi-
ha a presenga do Sr. Dr. chefe, e ahi confir-
mou a declaraQAo anterior.
0 Sr. Dr. chefe de policia. aconselhou entao,
que procutasse umra caa do familiar, onde fl-
ca-;se deposilada minha filha, atW que fosse de-
,ilii'o o n11121 diaeito. A casa do Sr. Dr. Perei-
ca 4l) Carni) foi indicada polo Sr'. Ltenente-co-
roiI, e ahi esia minha camr filha.
Eis a exposicfo simples e verdadeira do que
I zissuIi-e, depoit da intervenaoA do Sr. consul
e Ila do Sr. Dr. chefe do policia.
Perg.inwo eu: 6 possivel affrontar-se a lei
corn maior escarneo?
Ai! Sr. tenento--coronel, e a lalta da justiga
huirmana, que nos traz as mais dol6rosas e ir.
re neliiaveis desgragas.
A\ iinouLnidade leva o crimigso aos maiores
arrojus de audacia conjra ovdever.
S. S. desconhece o meu.diteito de patrio p0
dier, o mais sagrado do. ofbs os direitos. I
iorrlue? Por venture .i hrou algumma dispo
si'.iu de lei, que bCiedi ao ituito alto, dis
tiicto e padermoso Sr. bi-ntei-,ron4l [uiz Fran
ci ico de Itarras-lego di49yOJlf
scbre as filliasdos s.t8bt4Q pqrtaguezes?Na<
sci, mas passo asseverar qn o Sr.'teaenea-
coronl esgueiru-sa des-dtorimt4,lb6mi o el
ficado no art. 189.49e, i -D : B ist
ul.6.t para&u maotiim PqP
maiores tLern pift 1d1- -
Requeri ao s u a
.da,.d ^"^^


Agradeeimento
Seja-me licito -.suffooar por. moment
a dura saudade que me opprime, vi-
brando as cordas mais sentidas do co-'
ratao, para dar um public testernu-
nho de profutinda grathio ao illustrado
Sr. Dr. Silvetio Lagreca. Iitimbido
da medieago de miaha prewada filha
durante a fatal molestia, que arremes-
Ssou-a ao tumulo, aqitelle distinct ca-
valheiro nao circumsereveu-se simples-
mente ao exercicio de sui profiss.o:
se como medico omprehen in-em to-
da a extensot os deveres que o pren-
dem d humnanidade, exhauFrindo dothe-
sonro da siencia os meios que a medi-
cina aeonselhava em circumstancias
tao delicaas; come amigo, junto ao
leite de nimiha innocente tilhinha, pro-
digalisava-lhe tbds os sdesvelos era
procurando miRfiar-lhe as ewuciantes
dores corms s riurvsis da aciencia de
que. istincto cultor, era desfigaran-
do a gravidade do caso no iritluto de
tranquillisar-lhe o esprit. Nia podia

medico pod ejwn *bpAit r a morte mi-
nha preciosa filha f X96o : a molestia
que a. surpreudma raanifestou-se cer-
cada de princlpios torbidos, e a'per-
da da vida era inCitavel.
NAo continafrei mais, immerso na
mais pungentemagoa, resta-me consig-
nar nestas linbas am sincero protest
de estima e gralidp :ao preclaro medi-
co Sr. Dr. SiLverio Lagreca.
Recife, 5 de jdilhdA 1877.
forge Tasso.

Manoel Joaquim de Mattos participa
ao respeitavel pnblico que vendo na
parte da policia do dia 3 do corrente
-n sea Su nor q i -. su-)ietLegtudav
de Santo Antoiio, po; embriaguez C
disturbio, ded a que nao se entende
corn elle e sim corn outro de iguat
nome, e dethoje em diante asigpar-se-
ha Manoel Joaqtfim de Mattos Peixoto
Gtimmaras. Recife, 4 de julho de
1877.

0 Dr. Francisco Gomies Velloso de
Albuquerque .4ns, nio podendo despe.-
dir-se de tod -os scas amigos pela
rApide de sual vimageam para Europa,
para onde seguiopoer motive de moles-
tia, o faz pelo, il te e offerece-lhes
os seus servicd0"e&a Lisboa onde vai
residir per algui "l4ti Ld
S Baoola'Phiky- 'io
CURSO DR EDUCAgIO PHYl8t, 1ftLC-
TUAL, MOPRAI1 KELXIOSA PARA 0 SEKO
MASCULINO, UA "A I NIIO N. 33 A,
PERNAMBUCO
E' bern onbecido des Iod que tWn


experiencia pela praica, quanto rub*
ao hem do, adianlameatlo moral itelr'
lectual dos alumnos o trabalho que
tern directors a mabe empregados ver-
dadeiramente iteressados pelo bern
dos internatos e* regular e inspeccio-
nar negocibyfpA:monte dotieSios, fi-
cando f6ra da&ha viOarcia assidua os
negocios de ensino.
Per isso, 'rhbaixo asaignado, empe-
nhado nessa ,questoes de educagAo,
resolveudirigir um institute em que
todo seu cuidado se consagre a ella
em seus varies ramos conform o
programmia que apresenta em aseUS es-
tatutLcs.
E' empreza neste genera .*i nova
aqui, e seu director esperm*i',".varrta,
josa parWquelles toem sut a resti
dencia na capital. "
A dedicaio cod e serve a esse in-
tuito ; o estudo a para esse lim se
temn dado; app dati e alguns annos
como prefeito deeI,.do' no collegio
Santa Genoveva, a vice-, do Dons'
de Dezerhbro : sio 0Qoj
senta oabaixo assign .. c.efi
aos Sri., pai* de. fail
0 #P*4ramra de -.opper-
tu amente organisado, eo o di-
rector da e1cola parteo- lxas de to-
das as classes. -
A escola funccionar 4 d.4,4e julho
em diante. .
Pernambuco, A'A dnf "o l4877.
-.W" g "'ior.
.' : *-- T* \877. *


DA PROViNMJA. DE PgMRNAMBUCO
Qom garantla do governor Im-
perW
Estabelecidclos A rua da Commertio-
N.48
Decreto n. 5,5915 de 1 df abril de 1874
A CAIXA ECONOMICA recebe de cada indi-
viduo, desde t1 ou multiplosdesta qu.antia at6
50W por senana, a juros de 5 por cento ao an-:
no, contados do dia seguinte 4o em que tiver
ltIgar o deposit.
Logo que as quantias depositadas e seus
juros prefizerem a sommrna de 4:000, s/esta
ulti-na importancia continaara a Veneer ju ros ;.
conservando-so o .restante, em deposito sem
premio, emquanto o depositante o-naO re-
clamar.
.0 depositante pdde retirar em qtaaquen tem-
po toda a quantia depositada e seis jurow, on
sdmente parte, prevenindo Ai caixi omrnluante
cedencia de oito di6 polo menos, quando ex-
ceder de 100$ a importancia que quiz~r re-
tirar.
No fim de cada semestre do anne civil erao
capitalisados os juros vencidos.
0 depositante que perder a respective ca-
derneta, devera participal-o iiumnediata enter
A caixa, annunciando a porda pela gaze de
maiOr circulacao. Pagara 2 #ela nova c ,er-
neta que se Ihe expedir.
SB'd xpressarnente prohibido.ao deposi~ante
fazer emendas ou qa alquer alteraQ&o no lexto
de caderneta.
S0 MONTE DE SOCCORRO-faz eiprest4mos
de quantias de 5f ate a que f6r convenclona-
da, sobre penhores do prata, ouro e diaman-
tes, a juroS de I por cerAo ao mez, sob a se-
guintes condigOes: "
"I." Pagar a respective quantia corn o pr mio
do f por cento ao mez qua so veneer durate o
prazo quo so convenccionar, que serw O: aio
da data da operaQao.
2.3 Ser vendido eth leil'o penhor, seven-
cid o tempo nao for res@atado, ou pro:o0ado
o pr&ze do emprestimo.
3a Prescrever o saldo do mesmo penhor\'se.
0o f6r procurado durante o prazo de cenco
annos, contado dat data do loillo.
4.' Se acontecer que o peohor so extrvie
neste' estabelecimento e nlo possa ser r ti-
tuido ao mutmario, sera o ,iesotWiro obri a-
do a pagal-o pelo predavit.li e 0rrais
2S por cento de indemnoMotl.,
0 mutuariopoderai resgatat o pener' aes
do prazo estipuladb, paqando qua tia iMn-
prestada e os jurors venceidos.
Recife, 1i dejunho. de& 877.
Sguarda Iivftts,
Franciea Joaquim Pereira Pi to.

Collegio deN. S. daGraa
N. 10-PONTE D'UCHOA-N.' 1
Director
XadftmoiaeqoUax &D= CAMU
0 gpra "" i,,,. -,
Cimeh-t 0 atf e; francez,
inglezr calfi.a-apNab aetioa, geo-
graphia, historic, mythologia, music,
piano, canto, danas bordados de todas
as qualidades, crochet, flores e dese
nho.
Recebe in-se -pensionistas, mei"-pen-
sioaistas o et*nas,, and *a t
rs a IJ, as seg tas a U-
mas por 51000 par mez, nao havendo
extras. '
A lingua fallada no ceegio 6 O0an-
!ceza. ,wxxi
in6^ nin*..;. 4***: &U'A.


JESPACHOS DE EXPORTAQAO NO DLI 3 DE
JULIIO DE 1877
Portos do exterior
No vapor ingtez Gladiator, carregaram : pa-
ra Liverpool, Simpson & G. 2,000 saccos corn
15,000 kilos de assficar. mascavado.
No vapor francez Pnrand, can'egaram : para
o Rio da Prata, Amorimn IrmAos& C. .400 bar-
ricas corn 47,207 kilo. do assucar branch e 100
ditas corn -1,293 ditos de dito mascavado.
No-patacho portugudz Zaida, carregaram
para Lisboa, S. Guimaraes & C. 38 couros sal-
gados corn 456 kilos.
No patacho dinamarquez Maya, carregou
pare o lHavre, A. Labile, 1tcasxas cornm diffe,-
rentes objects.
Portos do interior
Na barca nacina apal wiho IV 'carregaram
para Uruaguayanna,. J. Loyo & Filho 245
barricas corn 28,362 kioa de assuaar branch.
No patacho norueguense Expedit, carreg u:
para o Para, S. P. de Leaos 200 barcricas corn
15,542 kilos de assucar -branco.
No vapor national Ceard, "carregaram para
a Bahia, A. LabiUe I caixa corn 50 kilos de
doce ; I. do A.maral Rapose 3 caixas corn 24
litros de cajft e 2 ditas corn. 16 ditos de aba-
caxis.
Na barcaga S. Jodo, carregaram : para Pa-
rahvba, J. J. da Cunha Lages 50 saccs corn
2,000 kilos de fariaba. Para Mow-nguape, J.
de Oliveira Mello 2 0 .accos corna 8,000 kilos do-
farinba.
Na barcaca Novo Beberibe, cary-egaram : para
Guararapes, Juliok) & Irmiao 25 saccos. corn 1500
kilos de muIko.
Na.barcaoa Flar daNorte, carrego'u: para
Parahyba, D. Ferreira da Costa '1 barrica corn
20 kilos de assucar iranoo.
Na.btarcaa AMrora, carregaram.: para Mos-
sor6, D. F. Porto Baltar 14 saocos C oc.,120,
kilo deo milho. Para.villa de Touros, S .Mo-
rewa & C. 300 saccos corn 12,000 kilos ie fa-
rinba. .
S& bari MMawit carregtaram : param o
Rio, Grande do Norta, Co.hA' G. 46; sac-
cos corn 14,600 kios de farinha e 6#i4itos corn
600 ditos de feiAol.
UAPATAZIA DX-ALAANJDEGA
Sdo diaf3 -Lfl.7<6 2
i2-2671839

VOLUMES ENTRADLO
No dia 2 1319
No dia3 3 .
Vapor inglez Gladiatar 675
Brigue portuguez Sobet'ano 4t


VOLUMES S
do dia a 3
alo dia 4
S Primeira port
Segund" porta
STerceira port
l'Ytipicb Conceielo
Trapiche d'Alfandega


NO
SNo


IiB~ to dle N SenP oon%

,RU& A .,W- A ,W CO PA -r 7-2,
Direif)inf htiwr odriq ffp 44ueira
M ico IDr. CyriUlir Castro
Prolessores:-
Primeiras letrps e plruilue'-o director.
Latim-o Dr. ARWto e Artuj6.
Franeex-o Sr, L U. Mazsron.
Inglez e rheftorica--n Sr. Francisco do Brasil
PiWto Bandeira Accioli de Vesconrklas.
Geographia, historic e philogphia--o Sr. Ig-
nacio do Rego Barros PesxM. ".,
Arithnmetica, geometria.qa1*pftV*-^. SOt. Jos6
Ferreira da Cruz Vieif '
Desenho de paysagens e flguras-o Sr. Alfredo
Ducasme.
Misica vocal e instrumental- o Sr. Candidai
,. |komies d& .km.
"t.,. ";-. ---
Reeebe-afuumnos iftiernos, semi-inos terne
externos.




ados ctetores
.WK^ p4W.EJ, 4 D-rJM .O
1 lDE'.4877
tres. loras da tard%
.. potaq6ft olidaes
tGoltr. edicoB salgados. 4W20 rs. -okilo.
CwmJbfta Bahia, 5 d/v. ceam A/00 de
premio, bancario.
ernardino do Vca.C.,-


'hi rm Lo-..



.f7 f. w. *** *" B
; Itifca1- *!.l^' ^-tiA~i.^r-t ? 'rW ifl B


: .. ."A004
AHiDOS".
2,046


SERVI00 MARITIMO
Aittargas dwescrromg" w notr upf9
Lfa alfoflcIjg-6
da a 3
da 4


RECEBEDORIA DE RENDAS ITER-
NAS GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do di a I a 3 3:598
Ideal do dia 4 2:



CONSULADO PROVINCIAL
Rena-'mjnnto do dia 1 a 3 34M58
demrn do dia 4 10:



S^^s- ..
23:7*M


Augusto F. de OFteira &C. .M
por todos os vapores WA 1r
de Portugal e Banco .
e PQrto, e sobre as si1as 1., e.
agencias dos mesmes -bl*Em !
as fdades e possss60e do reino de
Portugal.


^MURIA
Pela subdelegacia da S de O4ida, foi
apprehen.dido e se -acha em- deposit tn ca-
Svallo castanho ; qiem ntiver di-eita au mesmno,
apresente-se a esta subdelugacia no prazo de
tres dias, afire de justificair seu domninio.
Snrbdelegacia da S6 de Olinda, em 2 de julho
de ?77.
E eu Tranquillino dos SonLos Castello Bran-
co, escrivlo, o 6serevi.
Jo3e Marcoliio da Fonacca MMAgUinho.
0 dcsembarq'ador F'anis4co de Assis Oliveira
Muciel, official da imperial ordemn da Rosa,
ejui: de orphaos e ausente. daecidade do Reci-
/fe de Pernambuco, por Sua Maguqstade o
Imperador, a qtem T eus ffuarde, etc.
Faeo saber aos que o present edital virem
e delle notieia tivearemr, que no- dia quinta-fei-
re, 5_do corrente, depois de finda a respectiva
audiencia destedia, tern de serarrematado emra
praia publima, do jirzo de- asmtes, o'terreno
sito ai rua das Nymphas, na S61atde, fregue-
zia da Boa-Vista, perteadente aeespolio, do
ausent- Joaqtn da Motta; o qual mode 3i30
iutruees e70 centimetreog de fundo, e 14 metros
e 70 centimetros de largura, avalldo por 300$,
e vai d, praga a .equerimento do Dr. curador
de ausentes. Cidade do Rcitie, 2 de julho 1877. Eu, D mingos Nunes Ferreira, escrivao,
o escrevi. .
Francisco de Assis Oliveirce M-acivel.
0 Dr. Jos6 Jaciantho Borjes Dinizfjuiz vubshitu-
to d(to especial do commercio desta cidade do
Recife, e seu termno, capital da ptovineia de
Pernambutco, por Suaita Magestade Imperiai e
Gomastitucional o Scnho, D. Pedro II, aqtemn
SDeaus guarde, etc.
SFago saber aos que o present edital
vh'em ou delle notieia tiveremr, que no
dia'6 de novembro do corrente anno,
na salad 'las audieucias, aIts onze horas
da manhi, devera ter lugar a reuni.o
(dos credores da mass fallida de Joa-,
-(lIin Jos6 Gongalves Beltrdo & Filho,
para verilicarem os credits, delibera-
rem. acerca da concordata, se houver
project della, ou forr1iavm' o contrato
de unido e nomearem administradores
4 dita mas 'a, certos os credores de que
nAo serAo adinittidos por procurador
sem que este exhiba procuraeao espe-
cial, a qual nao podeIra ser conferida a
devedor dos falidos, niao podendo. ou-
tro sinm, umn s6 individuo representar
per Vosdvro rdoeeqos


por dous diversos credores, e que sera
havido o credor que nao comparecer
ecmno adherente as resoluqoes que to-
mar a maioria de votes dos que corn-
eceremi corn tanto que para ser va-
r a" UU vlurrouju-ai -- Ax^ ^ -. ^;
concedida per um numero tal de cre-
dores Aue represent pelo menos a
maiiria destes em numero de dous ter-
gos no valor de todos os credits su-
jeitos aos efteitos da conacordata.
E para que chegue ao conhecimento
de 'todos, maa4ei passar o -presente
edital, que sei pu blicado pera in-
prepsa e afflixadbo nos higares do ,cos-
twme.
Cyade do Recife te' fi'e buc, 28
ode17nho de 1877: b, .
-u, Secundino, f1Vt0dpro da Cunkt!,
escrivao intedho,, o subgcrevi.
Jose Acintho BRrges' Dfir.

*w ea* secretaries, e d. rdem do insctor
#brat. aws -a saber .tr~sor t3aud~atf Go-
q rreti,, qre ll parecer peste o
eoaQ St&Lesi,' aMltaui~ia h*Rtrui
OROarearr
I~l;P~qL tiver

do P'le AAbj. 0AtO trario
etiv0; e~M4so-. a .,am% revelia se


I tr~vatuoe Ar,. rie
.^tCK~ri&TOJMUR~o aulcto Pervana-
Untde ]u4 do t8.-O seefttafit
Joaqei ?terN'rsaida- .Siba Gaiiavres
fti al-Relagao dos coniribuiates do imr-
posto de industrias e pmoG1S~oO relative ao
e.reicio deo 1877 a 87tjque deizaram do ser
aisados no acto do langaaient a- que proce-
Al ias fregue"As5e S. Frei Pe* Isofta1ves
e Nossa Seo*w GrmCa : .
Pj do Chaeo n. 1*' -.
Bernardino deaieza Pinto, alu*a-
dor de carroge-, algue l 1205000
Rua do S. Jorge n. 114
Eduardo Dauiel do Souz Fradi-
que, empregado de acougue, alu-
guel 9 o Se awo
Rua ,'- f -a Trimpho sem nuneo t
Antonio % iM Josd Qwlho NO-


na, nat. k _"-
iw-.doYIm Itaparica n.
Jose Vaof Cor em-
- pregado de escriptorio ie corn-
missil., aluguel
u Rua do Bomrn Jesus n.,19
-Joaqutm.-Luiz Vieira, empregido
do. esoariptoiq de-commissbes, alq-
guel
Joao Chr'ostomo-de Alcantara, em-
pregadode botequim n. 9, alu-
Viuva de AntaoiojJose Paal, de
Carvalho, aa de assucar,

t'w R6l~peltw^w^le n. -64
JOS6 *^~waf'% ^' eapBawaho de
a0oiue, aluel
Rirt& D. ,erialCesar n. 10
Eduaardo B S6tft' a Fmrdqe,
jimare ,-HM tae. fld


r aduguet
wos Jos6 Maicnkau.
'.mepadorlas -
>flda al4ittF^


^ ,


2405000
7

2006000


150S000

360900

40Q0P






- 54

;


guel ....10gO
Estrada dos Afflictos, sew mimero -
Jo:quiim Pereira de Souza, empre-.
zarib de taverna, agagls- 190o0
Rlecebedoria dR Peruna iano..,4 de jaolh de
1877.-O la.'adlor, .A3 e i Jod Saww4 d- Ave-
lar.
- )1,uadrdo ete o wa.apb


0 procurador dos fteifmsd1:b fSiaprb-
viacial,. tenao rtceabdid da thesw-Af, pr4mcial a
rela if,) abai.r"o transiciipta, dos .eo- tribldites
da decbmn' bam.,.tfl a'rwegzit$s d4a Ya,'zea, Po-
po e Graca, arelativos ao exericio de 1874 a'-
1875, cujos debitos se acham constituidor em di-
vida action, deAda tms mneswos coutribaintes
que lhe; flea macrcado o pruzo de 0 dias, aa
contar da publicuqJo do present edital, na eon-
form Ilde do disposto no art. 53 da. ei n. 891,
para recolhern a importaneia derseS dtfitos
ao thesjuro provincial, certos de que, #nde o re-
feridpr'azo, seprocedermc execativameate w eo-
branca. -
Recif[, 2 dejalho de 4877. -Miguel JWs de
Atimneida Perna mb itco
lielacdo dos devedor's da deMeima urbana da
freyfttezia da Grapay, do eaxeicio de 1874a
1875 quo tnio satisfizervm Os seus debitos am
tempo determinado ppr lei.
Rua de Paysandu n. 16.
Antonio da Costa 108
Dita n. 24. Anna Ursula de
Oliveira "55000
Visconde de Goya=na n An-
na Barbalho Carneiro de
Mello' -
Travessa de Paysandi n. ,. -I
158 HLerdeiros de Antonio
Joaquim de Mello 54000
Rua das Creouilas n 49. 'Anr
na Maria de Oliveira 8564
Pernambucanms u. 48. Ale-
xandre Rodrigues dos An-
ejos -401500
Ventura n. 16. Antonio da
Cunha Scares Guirnaraes 45(000
2 becco da Ventura n. 4.
Antonio Maria Miranda
Seven. 30(300
Pante de Uch6a n. 40. Viii-.
va de Agostinho da Silva
Neves e outros -o m000
Aft^ie" -. ...3.
koope
L'to n. 35. Antonio Pinto 451000
Estrada de Belm n. 7 '.'-
DrAmaro Joaeqaim da Fot .
ceca Albuquerque 125960
iMta n. 9. Antonio Vicente
do Nascimento Feitosa M00
Campo Grande n. 1. Anto-
nio Pereira dos Santmos 6480
Dito n. 5, Agapita Adtonia
Sde Bairos 55400
Becco de Santo A aro n. 8.
Antonio Alves Barbalhb 451000
Dito n. 14AnnaJoaqirina Ri-
beiro Macbado 000
Rua da Hora n. 1t. Antouia ,
Francisca da Silva :.. '3560
Dita n. 25. Aitonio da ComtW -
Reis l4w
Creoulas n. 3. Bernardino
Jose Leibio lfow(0
Dita n. 5. 0 mesmo 5(
Dit n. 7. 0 mesmo tO X '
Dita n. 15 A. 0 maesma 1 '
Dita n. '15 B. 0 mesmo -Si
Da n. 25. 0 mo so.
I n. 31. Viuvada Benedi. _
cto Gomer, 'Oliveira .
Ritrda de Beldm m 7 .. ,l '
tartholoti.eu FrancisCO.
does Santo Jmiwor
Campo Graide n. 3. Bmapar- -
.A4nio Pereira Coragem
i'fn. 3A. O mesmo W "
Sati Elias n. 22. Bazlio -
Gomes Pcreii'a (,?(ll
Capunga n. 1 B. Com.aiO il ^-1e -' '
dAs trilhos urbanos do Re
".t e a Apipucos 9P H
de Ucha 44.- A


d.as Pern utlwlana i.- .B
0.'Carlota V~-tb .^
Veetura n. 2. Candi dEmi--^^^^.
lia 4eAzevedoeoutros ..' M
Poirite Uch6a n. 40. Ca j : :
,lia Viterbo dosSantlesLtjB^ ,t' -l"


mos *-
Estrada de Beldm n u,
dida Carolinja t.*
mento MivAeflf..--aB
Dita n. 3 A. Co if "
trilhos urbanodo I


A Olinda
n n. 5. Candido

P. G
biio Mani V
Iow- do
4e geiroi

Constit k :


i.


1


111,


I


II


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1


Li^Kfi 4h -e k^..-
. it W 7v ,

































n. 21. 0

Dita ii.. 23. 0 mesmo
2leeco dt-Veututram n. 8.
Ftanisco "Intowio da 'Ro-

Pont. de och6ad a. 4W Fran-
cisca Escowiatica Joseia-
da Costa.
Dita n. 15. Framcisco Anto-
nio Pontual Junior
Afflietos n. 16. Frederico
Chaves e outros
Dito n. 7. Dr. Francisco de
Souza Cif'ne lIima
S Dita'n. 9: 0 mesmo
Zumbi n. 2 Francisco Anto-
nio Pereira de Brito
Estrada de Beldm n. 7 D. Dr.
Francisco Gomes Velloso
de Albuquerque Lins
Becco de Santo Amaro n. 12.
Feliciana Victorina da Cu-
nha
Joao Fernandes Vieira n. 6.
Francisco das Chagas Ra-
mios
Visconde de Goyanna n. 161.
Henriqueta Antonia Ce-
zar Burlamaqui
Capunga n. 6 Hypolito Jose
Roberto
Baixa Verde n. 22. 0 mes-
mo
1.o Becco do Ventura n. 1.
0 mesmo
Agua Fria n. 1. Viuva de
Henrique Gibson
Pernamnbucanas n. 40. Igna-
cio Nunes de Oliveira
Amizade n. 424. 0-rmesno
Dita n. 44. 0 mesmo
Ventura n. 1. 0 mesmo
Dita n. 3. 0 mesmo
Coronel Francisco Jacintho
n. 2. IgnacioN Moreira dos
Santos
Bardo de Itamaracd n.- 26.
Idalina Maria daConceico
Pays anda n. 5. Herdeiros do
Dr. ignacio Firmo Havier
Dita n. 4. Josd Antonio Mar-
0 tjques
Dita n. 4 A. 0 mesmo
Dita n. 6. 0 mesmo
Dita n. 8. 0 memo
Dita n. 10. 0 rnesmo
Pernambacanas n. 44. 0
&,t
Dita n. 12. Josephina Sebas-
tiana Cavalcante de Albu-
querque
Dita n. 20. Dr. Joaquim
Jose da Fonceca e
outros
Paysanku n. 46. Herdeiros
de Josd Hygidio Ferreira
Becco da Travessa de Pay.
sand n. 2 Dr. Josd dos.
Santos Nunes de Oliveira
Crioulas n. 9. Joaquim Tito
da Silva
Dita n. 51. Jose dos Santos
Neves
Dita n. 57. Dr. Joao Ferreira
da Silva
Baixa Verde n. 16. Joaquim
Pereira Arantes
Dita n. 18. 0 mesmo
Trvessada rnesi n. 2. 0
,iesmo
Dij n. 10. 0 mesmo
Di"a n. 17. Josd da Costa


56000o

65480
6(480

145400

275000

27(000

635000

368000
215600

125960

105800


275000


105800


368000

274000

215600

548000

175280



178280
165200

125960

105800

695120

17#280
175280
175280
17<280
155120

27So0

81800(0


805000
36O000


15(-120

85610

275000

815000

135500
135500

35780
35780
/


'-ispo 10S800
Dita n. 19. 0 mesmo 105800
Dita n. 21. 0 mesmno 105800
Pernambucanas n. 20. Jose
BaptisLBraga 186000
Ditan. a. 2 0. mesmo 215600
Dita n. 24. 0 mesmno 216WO
Trayessa da mesma n. 3 A.
J6s<$ Cr&team 95000
CoronelF.Jacinthon. 8 Joao
Joaqui% da CostaLeite 27(000
Ditan. WAk ff eso 32ft0
Amizade ii. 2iFsn. Francis-
co: de Sai LeitAo 0
Dita n.,30. 0 mesloo
Dita n.32. 0' .
Dita" n.310.- O,' '
Ponte de Uch*^37 JQi^* .:
Joaqliln da
DitaI t43. JosdE "

Aff t A2.-Joao to Re-
go'a 4. Jros e :X 3.kN
Dita n. 40. Josd Marques 37OW80


- gro Jonaiow 4e FuIas

Payswartu n.90. Maria Isabel
Nunes de.Oliveira
Dita n. 28. A: meaima
Dita n. 30. A mesma
Dita i. 32. A mesma
Dita n. 32 A. A mes.na
Ponte deUchoa n. 31. A
mesma 1
Travessa de Paysaild't n. 8.
Marinha Amalia da Silva
Visconde de Goyanna n. 106.
Herdeiros de Manoel Pinto
de Souia
Dita n: 197. Manoel Jose
Dantas U
Criolas n '11. Herdeiros;4e
MarigTEugenia
Dita n. 27. Manoel Ferreira
Diniz Branddo
Pernambucanas n. 5. Maria
Magdalena
Dita n. 7. A mesma
Graga n. 9. Manoel Jose
Francisco dos Santos
Vehtira n. 19. ManoelVic-
tor de Jesus da Matta
Ponte de Uch(a n. 35. Dr.
Manoel Pereira de Mofaes
Pinheiro
Dita n. 3J. Manoel da Silva
Nogueira e outro 1
,Dita 9.53. Manoel Gentil da -
SICosta Alves.,
Dita n. 55. OWihes.no
Tainlarmeira n. 2. Maria Flo-
rinda da Conceido
Dita n. 4. A mewa
Becco da Tamarineira n. 4.
SA mnesrma
Dito n. 6. A 'mesma
Aftliels n. i. Marcelina An-
gelica da Costa Aguiar
Rosarinho n. 15. A mesma
Joao deBarrosn. 6G. Meau-
reau
Dita n. 10. Manoel Ferreira
' Pianto de Araujo e outros
BeclG do Espiieiro n. 3.
Mftnoel Mende
Joao- F-rnandeo $.,
Herdeiros de aria q6s.
de Mattos -
Conde da Boa-Vista n. 1,l
Miguel Feni'a Pinto *
Hora n. 5. itWgelite Gomes
da Fonseca
Nunes Machado n. 8. Mar-
celino da Silva Lima
Dita n. 10. 0 mesmo
Coronel Apolonio n. 2. Ma-
noel de Moraes Oliveira
Barao de Itamaracti n. 3.
Manoel Josino do Carmo e
Souza
Campo Alegre n. 7. Viuva
de Manoel dos Santos
Hora n. 13. Napoleio Olym-
Goronel Francisco Jacintho
n. 9. Pedro Augusto Pra-
dine
Ditan. 11. Paulo'Gueife
Ponte de Uch6a n. 57. Rosa a
Candida Goncalves Fer-
reira
Paysandui n. 38. Thereza
Gon~alves de Jeusn Aze-
vedo
Dita n. 40. A mesma
i*ta ni. 42. A ras~sa
Dlila 114 44. A'iartesaa.
Colonel Fraye-co Jaeiirt0o
-uz. 7. Theotonino Atve Ha
Silva : ,
lbecco (da Ventara n. 7. ;
Serafim Josd Lopes
Af*ctos n: i 4,. ,peedade
Recreio Draatiaco


Joio de Barros n. f2. Sebas-
liibo Josd da Silva Braga.
Dita n. 14, 0 mesmo
Campo Alegre n. 3. Salus-"
tino Francisco de Souza '
Creoulas n. 14. Ursula Caro-
lina da Rocha Almeida.
Pernambucanas n. 1. Ames-
ma
Estrada do Rosarinho n. 9.
Bacharel Uimbelino Fer-

Creoitlais n. 1f. Victorino de
Almeida Rabello
Dita n. 23. Victorino Go-
mes dOliveira
Estradado Rosarinho n. ]I-.
QIVicencia Alexand'rina Pe-
reira Dutra.


865760

08(000

10(800

125420

8S640
195440


275000

36(000

808000

545000
725000

.20 600
18(000
165200]
16(200
215600
8S(641

195440

185000

13(505


45800(

36500(

10(80(

5540(
5$"

13(50(

12(96(

10$80(



1350(0
4500(X



5400(


54100O
647528
90(00(


47(280

6(4W

-27




b2(7S60

275000

4^000

-175280


95000


215600


.,.






De o0
sidente


~~~DR.1877.:-
fflfa ..f f/iv-M hojff..'
t ruo4h.h At" esta adi -
tra J6 ma~s para Jsragui, M
PeridtA)6- it -'- -/*. ,'--:-"
eras, awdw s de qu2 "
,tiardinaias ate 3 horns,. e a 3
P 2 On~ttipM ^o
S'. ". 0 aduainlLrador,
Atmiw if d ftRgo Barr"u.-
-----"dfde- do'Divifio Epr
*' .Santo
0 procurador geral da irmandade covid4a -
todos os membros que fazem part do, conse-
Iho fiscal a comparecerein em nosso cdsSto-
rio, domingo 8 do corrente, pelas 9 hdram
manhil, afim de darem cumprimento ,crdis-
posto na V* parte do art. 83 do 'nosso dpno-
nisso.- Consistorio da ,irmandade ds DivQno
Espirito Santo, emn- 4 de jnho de 1ST7.
JoMo Luiz deAraujo, ".
Procurador ger"l.
Sociedade Benefloente Lto
Braieileira
De ordem do consetho fiscal- convido abs so-
nhoros socios desta sdciedade a reunirem-se
fia sala de nossas sessoes, domingo 8 do cor-
rente. as 11 hora" da manhi, para em assem-
bl6a geral ordinaria ouvirem a leitura do re-
latorio do cmnselho, o apreciarem as contas do
anno que find. Sala das sessbes, 4 de julho
dde 1877. Barbosa Vianna, 1o secretario do
conselho,__
Juizo de ausentes
Estando a proceder-se a arrecadacao do es-
polio da finada Leocadi;.( Mar a da Silva, au-
sente seu marido, a quem pertence a metade
de seu espolo, 6-pelo iresente chamado dko
ausente, setusherdeiros, ou quern o deva re-
Spresontar,,patavhabilil4q nos terms da lei,
como preceitua o art'32 do regulamento n.
2,433, de 15 de junbo Ae -1859. Recife, 28 do
junho de 1877.-O esrivao,
Luiz da Veigat Pessoa.
Juizo dos feitos da fazenda
nacoinal
S 0 escrivYo Rego Barros
Sc vend6ra em prta public, no dia 6 de
SjilTho vindouro, pelo 11 horas da manha, le-
Spolo da audiencia *ste juizo, os bens so-
guintes :
A casa terrea de tijolo e cal n. 5, sita na
) travessa do Lfma. freguezia de S. Jose, per-
t ncente a Manoel Pereira Magalb.es, corn 4
metros de frente e 11 ditos e 34 centimetros
de fundo, tendo urma porta e urma janella na
frente, 2 Salas- e 2 quartos, quintal murado,
) avaliada por 1:.005.
A casa terra corn sotea, sita no corredor do
Caldeireiro, corn 15 metros de fundo e 7 ditos
e 5oeBmtiirs de largura, tendo 2 janellas e
) I port na frente, 2 portas e 2 janellis no
oitao, 2 salas, 5 quartos, urna salita e cozinha
) ext-rna, junto a saleta mais urnma sala e um
quarto, corn mais 2 quartos o estribaria, tendo
um pequeno sitio murado dos lados e a frente
) cercada,. tendo urma porta de madeira, perten-
cente aos herdeiros de Domingos Jose Mar-
) ques, avaliada por 4:5006.
S. A casa terrea, sita no lugar de Beberibe, 6
rua de Santo Antonio, medindo 13 metro e 55
centimrtros de largura, 11 metros. e 82 centi-
) metros de fundo, corn tires portas o quatro ja-
nellas na frente, cozinha externa, cacimba e
tanqe. e tam pequeno sitio corn alguns arvo-
redos,.pertenCinte a Pedro Mailer, avaliada
) por 2:ICGt.
A olaria,.sitsano aterro do Giquia, freguezia
) dos Aftaidos, '). 115, coberta de telha, sobre
Spilares de tijolo e cal, mediodo 46 metros de
d tajgiura Heaf'
Isabel Maria de Moraes, avaliada por 5005.-O0
solicitador da fazenda national,
'Frs iino Augusto de Holland? Chacon.
ADMINISTER O DOS CORREIOSiDE PER-
SQ NAIIBUCO, 2 DE JULHO I||.7
Relajeo da correspondencia$i|strada
(sem valor). que existe ne|ireparti-
v QUo por na6 ter&emisido enio6ntrados
seus destiatar'os. ..
.Awifldi Frffitoco Koduir^, Affonso-Marinho
C avaloft,-X7Ifredo de Andrad. Paes Barreto,
Antonio Pedro da Silva Marques, Antonio Tei-
xeirados Santos, Antonio Lrjz do Meilo Viei-
ra, Apolinaria Maria da Concdioao," Bartholo-
r mou de Oliveira Nery, bstellazze Quisepe,
- Carolino de LimaSantos, Climerio. Alves de
Farlas Pedrosa (2), Franklin MiHivino Mar.
) tins, Francisea Maria dos Praiere%, ;Yancisco
!arbosa de Paula Pessoa,. aldiikn, Gabriel
,oares Raposo da {hairarjJe&o Rainos Cha-
Sves, Jose Leandro de Sout3. um EloV Vsco


de Tol0do, Jose Alves da C, elho.4 Jose
SJeronymo Monteiro, Joaq ia, -' Figueire-
do, Joaquim Lucio de Albuquf i1e0lo, J6s
Joaquim Pereira de Oliveira, J0s9 Mendes
SVieira, Joao- Marinho Cavalhante (2) Joao do
Rego Barros, Luiz Felippe de Sotza-Leso, Ma-
nmel Joaquim Ferreira Esteves, Maria EmHiia
da Silveira, Pedro Manoel da Trindade, Sebas-
tifto Pei-reira Pinto, Sebastiao Grande de Arru-
da, Sivino Cavalcante de Albuquerque, Vi-
cente Jose de Miranda.
Casimiro Lucio dos Santos,
Encarregado do registro.
-OBRAS PUBLICAS. De or4emi
do Illm. Sr. engenheiro director da re-
parto. -das. obras publias, o pu-
bico a quern interessar possa, que no
dia 18 do corrente, ao meio dia, serAo
arrematadas perainte estal repartigio as
*i ob e r da ponte tie Porto de
& e,-'enm Sritidhaem, origadas cm
:'4901000 cm o ugmenio de 10 por
cento sore o )alor do respective or-
9Hqpentq*" e da, portia d agua para o
anude de Caruart'r, pela iiuantia de
QS- r[me s c condiudes de con-


Idem n. 94
Idem n. 112
Rua da Virafdo
Idem n. 7
Rua larga do Rosawio
3.o andar do sobrado n. 24 A
Loja n. I do sobrado n.24
3.o andar do sobrada n. 24
L Rua da Imperatriz
Casa tlerrea n. 68
SRua do Encantamento
1o, 2.0 e 3. apdares do sobrado n. 3
R" da Moeda
Sobrado de 2 andares e sotao
Rfla dos Pescadores
Idem n. 11
Rua Visconds de .4Mb querque
Idem n. 61 [fechada]
Rua dos Gua arapes
Idem n. 82
n- .. *"_ .


Idem n. 92


itua ae o. Jorge
Rua do Pharol


Iden n. 80
i Rua do Padre Florianno
Idej. n. 45 (fechada)
Becco do Abreu
Loja do sobrado n. 2 (fechada)
2o andar idem idemn
3 item idem idem
Ruta do Bi!gos
Idet de i andar n. .13 efcado)
PATRIMONIO BE ORPHAOS
S Largo do Paraizo
Loji da frente do sobrado n. 29
1.o andar idem idem
2.o idem idemn
RtRua da Mude de Deus
Cagi terrea n. 20
Ide"i idem n. 16
Idepi n. 6
Idei n. 4
Be co das Bolas
Solrado de 2 andares n. 16
Idemn idem n. 14


Cas


terrea n. 2


uia da Lapa


I Rua da Mloeda
CaSa terrea n. 45
Rua do Amorim.
-Casa terrea n. 45
Idem n. 24
Idem n. 22 -
Travessa da Mad,'e Deos
Eorado de um andar n. 1)
Cada terrea n. 17
Becco do Vigario


-I


207S000
2678000
6676810
288S6100
3620500
605000
2005000
2445000
1906000
1815000
301o000
183o000



imooo
2285000
1445000


245S000

241o000
325$000
305$000
7225000
'1205000
6271"000
:242000
6235000
6445W00
268#000
2175000
5735000
89M00G
'1235000
imoo6
6825006
613"200


l. andar do sobrado n. 27 26800
Raa -ida Lingtwei
2.1 andar do sobrado n. 14 240#000
SRuta de S. Jorge -
43m n. 104 242S000
S Rimta Primneiro de Margo
S4brado de-tres andares n. 11 2:048#000
Os nretendentes dercrao apresentar no acto
d4 arremataiao as suas fianas, ou comparece-
ren acompanhados dos respectivos fiadores,
deendo pagar alum da renda o premio da
qrrntia em que fo6r seguro o predio que con-
tinr estabelecimento commercial, assim cootn
o ;ervigo da limpeza o preco dos apparelhos e
a uldades.
.eeretaria da Santa Casa da Misericordia do
Rdife, 30 de maio de 1877.
0 escriv'o,
Pedro Rodrigues de Souza.
Rua de Santa Thereza


CHARGEUMB IMEUNIS
;OMPANHIA FRANOEZAIE NXVEGA4AO A
; VAPOR
Linha meeal entries o "
flavre, Lisboa, Perainambuco, Said'a, Rio de
: Janeiro e Santos
STEAMER
Vile de i* Janeiro
Commandante A. Floury.
Esperado do sul de-
pois do dia 15 do cor-
rente, tonlart dentro
do porto carga, passa-
Sgeiros e encommen
--- .. das para o Havre via
Lisb6a, elr Mbaldi o para toJos os portos
da Inglaterra e do continent, at W oBaico.
Tern excellentes accommodate s pAra pa--
sageiros, sendo as passages por prboos re-
dmzidos e inferores aos das outras linas e
lado vinho na4aie 3a classes. Sem aug'men-
t epreco, as pa'sagons tomadas ate o dia
#5t6r1o lugares reservados.
SA tratat corn os
CONSIGNATARIOS -
Augusto F. de' Oliveira & C.
42--Rtua do Commerio,--2
Entrada pelarua do Torres-
Companhia des .esa-
geries Marin es
LINHA MENSAL
0 PAQU ET E
Parana


Commandante Varangot
; :'" E'esperadd da Euro-
r] ^., pa, uno diaX 5 do cor-
M rentee, seguindo depois
cda demnora do costume
Bpara Buenos-Ayres, to-
Hcando nos portos da
hia, io de Janeiro e

Montevideo.


^- Los do norte at o die
1t4 do corrente e segui-
rApara os do sul depois
da demora do coslu-
me.
Para carga, encommendas, valores e passa-
gens, trata-se na agencia, escriptorio de corn-
missOes de
Bernardino Pontual
12 -'Rua do Born Jesus- -12
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegagco costeira por vapor
Portos do norte
Fernando de Noronha
S0 vapor Giquid,
S / commandant Costa,
seguirA para o porto
f acima, no dia 410 d
:;.-.'- -. corren'.e, ao meio dia.
Recebe cara atW 9 do corrente, encom-
mendas, passagens e dinheiro a frete ate as
10 heras da maniA do dia da sahida : escrip-
torio
Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIAPERNAMBUCANA
DE
Navegagao costeira por vapor
Macei6, Penedo e Aracaj]
0 vapor Mandahu, com-
mandante Rino," se-
guir4 para os portos aci-
ma no dia 5 do corren-
te, ds 5 horas da tar-
de.
Recebe carga atW o dia 4 ; encommendas,
passagens e dinheiro a frete, at6 as 3 horas
da tarde do dia da sahida : escriptorto no
Forte do Mattos n. 12.

Lisba e Porto
A barca portugueza Alegria vai sa-
hir breve para os dous portos aci-
ma para carga e passageiros trata-
se corn Silva Guimnaraes & C., d rua
do Commercio n 5. -
Para o Aracaty
0 hiate Deus tc Guarde recebe car-
ga :.*a tratar corn Bartholomeu Louren
go, rea da Madre Deus n. 8.

LEILOES

Leilao
*DE
dous bustos de mnormore representan-
do a deusa Ceres e 7 bustos em ges-
so, do Imperador D. Pedro II.
Hoje
ao meielo dia
Na rua do Born Jesus n. 43
0 agent Pinto, faz leilAo por aatorisagAo
do Sr. vice-consul de Italia, dos objects aci-
ma mencionados, pertencentes ao espolio do fi-
nado subdito italiano Giuseppe Marchegiani,
ao meio dia do dia de quinta-feira, 5 de julbo,
em se n, o r dBom Jesus n. 43.
UTEiAO'
De 35 ovelhas, 2 vaccas comn cria e i
boi
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
A's 10 1/2 horas
0 agent GusmAo, autorisado por alv'arA do
Him. Sr. Dr. juiz de capellas e residues, farA
leilao do gado acima descripto, o qnal sera ef-
fectuado na porta do armazem da rua.do Inm-
perador n. 22.
LEILAO
De duas carteiras e urn armaa o pare
papeis
Hoje

POR IN1RVENCAO DO AGENT
PINTO
Em sou escriptorio, a rua do Born Jesus n.
43, por occasilo do leilao de dividas e predios.

LEILAO
Do
sitio corn grande casa de pedra e cal por aca-
bar, ai rua de Santo Antonio n. 5. n'Agua
Fiia, em Beberibe, corn 140 palmos de fren-
te e 470 de fundo, confronte ao sitio do Sr.
Agra


Hoje
A'S i HORAS.
POR INT EWvYENO DO

NA RUAtOIBOM JESUS N. 13


LEILAO
Da casa n. I df rua das Pernambuca-
na's, na Capunga, corn 3 janellas de
frente, portio ao lado, 2 selas, I quar-
tos dtentro e 1 f6ra, que serve de co-
zinha, edificada ei chaos proprios
no centro do terreno que f6rma gran-
de quintal inurado, corn 151 palmo)
de comprimentp.
Iv Na t 4 ',
agw PI. t// ho-
6id dia actima dit o. escriptorio, rua
fdp Bom Jesus a. 43, a.Msa terrea n. 1, da sua
das PernambumAas. oa Capwaga, corn grande
quin e .cacimba propria, em chaos
sriainH ita a autorisaCho dos co.nse-

U LLELA0


POR


INTERVEN'$O DO AGENT
PINTO
Na rua do Bom Jesus n. 43


LEILAO
DE
Metade do sitio n. 3 do Arraial, corn casa de
vivenda, A rua do Gemiterio, em.que mnora
o Sr. D. Joao Anglada.
Duas parties do sit*o ji: 30, no Caldeireiro, corn
grande casa de vivenda e sitio, em frente
a casa do Sr. commendador F. R. Pinto Gui-
maraes.
Hoje
A's 11-1i2 horas.
POR INTERVENQXO DO AGENT
PINTO
Em seu escriptorio, A i ua do
Born Jesus n. 43
SEGUNDO LEILAO
DOS
prediosjda massa fallida de Joa-
quim Pereira Arantes
A SABER:
Uma grande casa terrea e sitio n. 10, cown
435 palmos de frenrte e 380 de fundo, na tra-
vessa da Baixa Verde na Capunga.
Uma casa terrea n. 18, na Baixa Verde na
Capunga.
Uma dita n. 16, no mesmolugar.
Uma dita pequena de taipa, na travessa da
Baixa Verde n. 2.
Urn terrenp na Capunga, corn 63 palmos de
frente e 240 de fundo.
Urn dito no fundo da primeira rua d esquer-
da da estrada dos Afflictos.
Hoje
As 11 horas em ponto
0 agent Pinto, levard novaraente a leilao,
pordespacho do him. Sr. Dr. juiz substitute
Sdo commercio, em virtude do requerimento do
curador fiscal da massa fallida de Joaquim Pe-
reira Arantes, as casas e terrenos acima men-
cionados, servindo de base as offertas obtidas
no primeiro leilao, devendo dito leilio ter In-
gar As 11 horas do dia acima dito.
No escriptorio do referido agen-
te, A rua do Born Jesus n. 43
LEIIAO
DE
Urma casa terrea edificada em solo pro-
prio, a rua de-S. Joio nit. 3, corn por-
ta e janella de frente.
Uma dita edificada em solo proprio, na
travessa de S. Josj n. 13, corn porta
e janella de frente.
H1 bje
Ho jo
AS 11 112 HORAS DA MANHA
0 agent Pinto, autorisado por alvara do
nMa. e Exm. Sr. desprnbargador juiz de or-
phaos, em virtude do reque-imento de D.
Emilia :Francisca de Arruda Mattos, curado-
ra de seu marido o interdicto Manoel Jose de
Mattos, farA leilIo das casas' terreas acima
mencionadas, As 11 112 horas do dia acima di-
to, em seu escriptorio, A rua do Born Jesus n.
43.
S LEILAO
DO
sobrado de urn. andar e sotao da riua
Direita n. 19, da freguezi'i de Nossa
Senhora da Paz dos Afog-ados
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
0 agent Pinto faz leilato, a roquerimento
do testamenteiro e inventariante dos bens da
flnada D. Anna Maria da Gonceicio, e corn au-
toruaco da junta da Santa Casa de Miseri-
cordia, do sobralo da rua Direita dos Afoga-
dos n. 19, As 11 loras do dia acima dito, em
seu escriptorio, a rua do Born Jesus n. 43.
Agent Pestana

IMPORTANT e VARIA-

DO LEILAO
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto
No armazem da travessa Ela Madre de
Deus -
A saber :
21 duzias de machados de ago, de sortimen-
to, 10 grozas de graxa em latas, 6 caixas corn
vinho do Porto, rnarca Xerez, 12-diltas corn
dito marca Portewine, 10 caixas corn espere-
dina, 18 caixas corn cia verde, 30 latas cor
cha do Rio de 1 e 2000, 10 barricas conj fa-
rinha do Maranh.o. -, hIu'ricas corn hervillias.


30 caixas corn massas surtidas para s6pa. 20
c6fos corn camarOes seccos, 85 caixas Conm fi..
gos, 70 garrafas con) diversas marcas de vi-
nha do IPorto, 35 -'rr'afa; corn cidra, diversas
latas corn sardinhas e dilas corn ameixas, di-
tas coin lavas, 2 caixas corn azeite portuguez
refinado, 1 carteira de amarello, 6cadeiras de
dito, 2 consoles de dito e sofa de dito, 4 pa-
res de jarros para flores c inuitos outros ob-
jectos que estarao patented no acto do leilo.
fIR INTEIIVEN(AO DO AGENWW
PESTAN4.
SEGUNDO E
ULTIMO LEILAO
DAS
dividas activas da massa do JO96 TeiXeira
Coimbra, na importancia de 2j, ,e
vindo de base a offerta obtida" orW
leilao, sendo que dita venda st'Wi. S-
vamente realisada corn quem melhor van--
tagem offerecer.

S A's 11 horas de ii 5 de junho
No ecriptea da r da S ,

POR INTE.VEgCO 00 i DAjiNT


'. I ..f -























qmd
desdarji

Waeoi o


7w 77"* .* -j5<. -tg

De i bilhartes corn suas pertenga
mesas corn tawpos de pedra, 1 dita de
ferro, 2 ditas de amarelo, 28 mochos, 7
uadros A regulaimeto' 2 lavatories,
bacias, 1 jara para -agua, I espelho
corn moldura dourada,1 relogio, -3ca-
bides, 1 quartinheira, 2 quadros corn fi
gumras, 2'sorveteiras, 1 nmachina para
sorvetes, ffbandejas para cafd, -14 depo-
sito para dito, 6 dominos, 1 jogodega-
mAo, 1dito do..lo, 3- mesas de pinh6
para jogo se vispora, 6 bancos dei
nho, 1 dito de amnarello, 3 -cabid
grades, 1 mesa corn tabella para jogo
de vispora, I sacco cada, I taqueira (prensa) de solar tacos,
copos,calices, louqa e uma infinidade
de betidas, como sejam : licores, oer-
veja, vinhos, genebra, 1 armacao e gaz,
e outros muitos artio-os que estaAru.i-
tentes ao acto do leiTao. -.
Sexta-feira 6 do corren!W
s IIt horas emiM pont .
No estabelecinwento denomihnado Gre-
mio Commercial, sito a rua do Born
Jtsus n. 33, antiga rua da Cruz.
0 agent REMIGIO, competente-
mente autorisado pelo Sr. Jose Loureri-
go da Silva Oliveira, que se retira para
a Europa corn sua familiar, levari a lei-
lao oestabelecimento acima declarado,


em urn s6 lote ou d vontade dos senho-
res compradores.
Os senhores pretendentes poderAo
desde jd entender-se corn o referido
agent para qualquer esclarecimento.

Agente Stepple

LEILAO
Rua do Imperador n. 55, *a 4ntiga
officina de piano
para /fechamnento de contas
Sabbado 7 do corrente, As ii horas
CONSTANDO DE
Cutilaria, camisas inglezas de algooao, cha-
p6ds Sparteril para senhora, ditos da'j(ir&o
de seda. abas de palha da Italia, ditos de phan-
tasia, ditos de dita para crianeas, ditos de
fustao, collarinhos de linho para senhora, le-
ques, punhos para tomem, chapdos de setim
de c6res, toucas.de -ambraia, mantas de sela,
fichus de seda, botOaes.de lM, cintas e bolsas de
pennrias, bolsinhas de seda, ciatos e boslas de
couro da Russia, bolsas de velludo para cintas,
cintos. cordlo de seda para debrum, brincos
de plaquet de todas as qualidades, cruzes de
crystal, camisinhas para senhora, gravatas de
todas as qualidades e muitos outros artigos
que se tarnaria enfadonho mencionar.
Em seguida venderd o mesmo agent diver-
sos moves, corno verio do annuncio que sa-
hird amanha.
Leilio
de moves, lou^a .:orystaes, objects
-de electro plate, 1 apparelho de pra-
ta do Porto, paa clia e uma .burtR
gorda e mansa.
Constando de:.
Urn piano forte de Carl Scheel in Cas-
sel, I mobilia de jacarandai, corn i1 so-
fi, 1 mesa, 2 consoles corn pedrts,
2 cadeiras de bragos e 14 ditas de
guarnidao, 2 cadeiras de balanco, 4
casti.aes e mangas, 4jarros para flores,
7 quadros corn linas gravura e moldu-
ras de carvalho, 3 sanefas para corti-
nados, I cadeira estufada para piano
e tapetes.
Ulma estantc par a livros, "- coin.
da, 1 Loucador, 2 cabides,l' gtUai
roupa, 3 camas de ferro,L. cadeira-d4
abrir e itma excelleniLe machina de
costura.
Urm guard louva epviriagado, I
zpa ador, 1 mesa elastiea, 1 sofa e 18
cadeiras de, guarnieao, tudo de carva-
lho; I apparelho de louga para cha,
dito para jantar, cops, calices, garra-
tas, cornpotei-as, facas coin cabos de
marlim, 1 relogio de parede e outros
artigo,s.
Uni sofa, 2 consolos, 2 cadeiras de
braios e 12 de guarni(;o, tudo de
amarello.


Prata e electro- plate
Dous bules, I leiteira, 1 assucarei-
to, 1 minantegueira, I tigella, tudo de
prata do Porto.
Umna burra propria para carro ou
sell:,.
TER( A-FEIRA 10 DO CORRENTE
Na casa n. 3 da rua das Pernaminbuca-
ilas, (:Caipunga
0 Sr Leamndro Ferreira Campos,
tendo de retirar-se para o Rio de Ja-
neiro, corn sua familiar, faz leilao por
inltervent-'o do agent Pinto, dos mo-
veis e mais objects da casa de sua
residcncia na Captnga, rua das Per-
nambucanas.
A's 10 e 20 minatos partirA da es-
tagdo da rua dd Brum umn bond da
linha de Fernandes Vieira, que dara
passagein gratis aos concurtentes.
0 leilao principiari 4 41 horus.

LEILA-- -I
DF,'



A rav
SJulio Is. .,


Uis, far* Jell&do
jo ema.M OWN
M&4 oHWMW i.0


. Pampa ver mra Ubnja
juonco d In-da cast~a, dowfP
ttastoado eu. ;--b pequeuo filete.:
ouro, e que ou por eqtimdfeto ou
gracejo se retiku do etn ue n os
achavamos, qua ter a ,e de a
restituir nesta 'typog tic aso naO
qeira vei, forqosameni sea nome por
extend,: _..
PRECISA.SE d ie uma pessoa'que
queira aprender a arte de confeiteiro e
pasteleiro, e paga-se um ordetado-re-
gular: a tratar na confeitaria do Canm-
pos, a ruado Impera4Qr n. 24.

b vi. Srt. Franctsco Vi-
riWimo Bandeira, qit o nora em
Olaeds, 6 rogadO &y ikasata ty-
pographia, tratar de negocio
que naotO ig rora._
PRECISA-SE d um criadpptu-
gueza ou ilh6a qne sa.ibarl*v.e' en-
goinmmar perfeitamenteo : brie,.rou(>a
de homers de senboy'a, "ou mes-
mo se aluga um* ,ca sd 'dMe muito:
bV conduct: no Uorrldor do Bispo
n.73; na mesa 'chacara se oaluga
s6mente a alguma senhora de bda
conduct, por commn6do preco, umn
grande quarto f6ra da casa no sitio..
-- Vende-se uma excellent muiahina
typoraphica, -de retiraao, que pode
inprimir um journal do format de duas
pagias do Diario de Pernatbuco, do
acreditado fadricante Marioni, de Paris,
oom todos os sobresalentes' indispensa-
veis. Tendo sido mandada vir por pe-
dido de um jornalista do norte do im-
pelio, ao chegar ajui deixou de Ihe ser
entregue. por circumstancias supreve-.
nientes, e, portanto, ella e inteiramente
nova, e pode ser transferida para qual-
quer provincia do norte, sem nenhum
riscp, e com pequena despeza. Para
infnacese nesta typographia.


A Nova Esperanca 6 rua Duque de
Caxias n. 63, acaba de receber as mi-
L m eoscovas electrical, remedio in-
falivel parm nevialgia nos dentes.
PRECISA-SE alugar unr escravo
para o service de um sitio : no pateo
le Pedro II n. 73, 2o andar,
PREGISA-SE de uma,-scrava que saiba
engommar e cozinhar, e um escravo para o
service domestioo; a tratar na rua do Marquez
de Olinda a. 26. _______
Deseja-se saber noticia de Joaquim Ber-
nardes Ferreira, flho de Jose Bernardes de
Souza, vindo do Para para esta provincia em
23 de abril de 1872; quern souber informiar
alguma cousa, 6 favor dirigir-.se ; o escriptorio
de Oliveira Filhos & C., no largo do Corpo
Santo n. 19.
Na ruajda Praia n. 53, rebate-sa cobre a
tres por cento.
DA se a quantia. tO: t40 sotbypoMea
em predlo : na ra" de Hoorts n. 86.
OSr. Antonio Fernandes da Silva
teS unia carta .vinda do Rio deJanei-
ro, mna Botina Maravilhosa.
-PRECISA-SE de uma ama que cozinhe
benm: na rua do Cabuga n. 14, 9o andar.
0 Dr. Joaquim de Aquino Fon-
ceca declara que e seu irmao, o coro-
nel Decio de Aquino Fonceca, quern
esta encarregado, desde o 4.o do cor-
rente mnez, da administratAo de todos
os seus predios, 'e quoe a elle que to-
dos os seus locatarios se devem de diri-
gir relativamente ao quefor concernente
aos. referidos predios, pois qu#. o dito
seu irinio esta munido de toWM os po-
deres.
Recife, 2 de julho de 1877.
PRECISA-SE alugar uma Ietsa para ven-
der na rua, preferindo-se escrava : a tratairna
rua Imperial n. 89.
Fugio do Cbora-menino, no dia 24 do cor-
roente, o escravo Januarioe, crioulo, idade 28 a
30 annos, pOuco mais ou menos, corn os se-
guintes signaes estatura alia, corpo regular
pouoa barba, tern marca de relho nas costas ;
ate escravo estava em tratamento de uma
ferida que tinhlia na sola do pd.. e jA be acnava
quasi born, apenas restaudo 6ca do lado de
f6ra do p : quem o capturar leva-lo ao en-
genho Camaragibe. m S rin I*ao ao seu se-
nhor Sebastv A nto. 'bcloJ ns Wander-
ley, ou no Plteife, t eso .-ieriW de Manoel
Alves Forreira & C 4-rua dOApollo n. 4, serd
recompensado.
Preci a-oe .d-uma amra para comprar e
engommar: na rua da luiperatriz n. 23, se-
gundo andar. -
QUEM precisar alugar um moleque para
tod6 o servigo de casa de familiar, dirija-se A
rua de Pedro Affomso n. 45, 1o andar.
PRECGISA-SE de um caixeiro de 16 a 18
annos doe idade, que ten* pratica de taverns
e que d6 flador a sua coiducta, prefere-se
portuwuez: na rua Ads Guararapes n. 14,,,.
AMAs-9 46 U&S. an"WPAM.
Agommar: na ra 6 Marquez de
Olinda n. 34.
-Nodwinanno de-
sappareceti a ist 9 zid-o "o, de 22
annos ae idade, aluram n r secco do cor-.
po, mulato claro, cabelorNBtlrados, falla fa'
nhosa, tem urma ms&o&veira, por quaeimaadu-
ra de fogo,-tem p6 ft i : asog atl-
quer capitL do oampo que o qM
o trazer ao sou engenho Pagto,: .-
ponsado. I .. :' ^ 1?'^^ 4 ^
S--.ALU.A-^E s camSgru
de S. Joao, por preco conm0^ a ra
tar n ru do Apollo, segun fdar
da casa rf1 30. ____A
h.LUGAE a caa iters 9. 77. i te
S.J.1o : a tratar < seoBpuao qndar da casa
a. 4 A ru' do .. .

-.5. .,


'. A ... L ;


Alla-se uma cass acabada de novo SA
MoCapoa, rn.dav.C trlas, corn pob
aolao, 4iw aft r todo muradt
eVim algumas fructeiras, cacimba .oam boa
plna: atratar na'l'apunga, rua da Venture
Dan. 14, ou no Forte do-Mattos, armazeR-
ALUGA-SE os. seg.ndos. andares
(.ad ,- us. -I e141, 6t1A ri deO.
Vidal. de Negreiros; alumni d6 serm
'-Oasg e terem i'adtje qnin-
O ift irto da watrinze fm biond,
a P4 -: trata-se na" loja do meamof
predio n. IS, ou no pateo do Carmo
n15,
ALUGA-SE o aimaxe r i5-do Mar-
quez de Olinia n. 66 ; a tr'tar con M4chado
Lopes & G., no caes do-.Apollo n. 85.


---.VENEE-SE unimarx-
cllentie casa terrea ,
Oli 11 da, fiu tot pcrto fios
banhos salgados, .m
ifocomHt)dos, scodo
U alas, quarlos, cor'rc-
dor ao lado. cozinha f6ra,
uinm "ii quintal c tIdo
muradd," cacinba -(o)II
iilita agua, c cica4i -
eiilto de agua c gaz: iWs-
la typographba se d ra
coin queim sc trata.
Aluga-se a casa terrea n. 46 da rnu do
Visconde de Goyanna, corn commodosipara
grande familiar : na rua do Crespo n. 12.i
SAluga-se barato umas meias-agua1 po-
vas, na travessa das Barreiras, becco do A.qui-
no : a tratar na rua do C.tovello n. 25.
ALUGA-SE a loja 4o sobradinho d. rua
do Fogo n. 5: a tratay na rma Duque deCa-
xias n. 80. ,
- ALUGA-SE para o service de campo a
sabe andar corn carrocas, o preto j& acostuoa-
do a esse serviqo, muito field; no Correlo do
Bispo n. 73. Na mesmia ,asa precisa-se qu-
gair uma escrava que saiba lavar, en. ommar e
cozinhar.
A i-iia Precisa-se de uma ama pars Co*-
A ...a prar cozinhar: a tratar na rua e
S. Francisco n,33. '


Area I'recisa-se de uma ama parato-
zmca zinhar : na Tua da Concordia n. 4.

AlT -t Precisa-se de urna arma pra
.lll todo o service de casa de a-
milia: a tratar na loja do Camnello, A
rua do Duque de Caxias n. 65.


AMA
ni. 63.


Precisa-se de uma para en-
gonmAr : no pateo do Terc9


AMkA Fr&ia-se de Mma que saiba
A1I cozinhar e livar : nIa rua da
Aurora n. .
A A Precisa-se de uma ama
.fl'lVU?& de boa conducta para ta-
A AL.U. &jL iar de uma crianca de 2
dnnos : na rua da i mperatriz n. 15, segundo
aodar.
0 eonseThTrdfU* eneg l0o s
tonio Barbhsa de Almeida
0 bar.o e Nazarth ten-
jHk^ ,do recebid ifausta .oOti-
Scia do fallec'moanto do seu
e ~ particular a"i. oQ conese-
lbheiro Hermo4egldo Antbnio
Barbosa do Almeida, cujo
passameuto teve lugar na
i S-- tc6rte no dia 14 do corrente,
manda resar algumas mis-
sag poi e ieu descaanso d'alma daquelle dis-
lincto cidadto, no dia 5 de julho future,, a 8
horas la manhl, na matriz de Santo Antonio
desta cidlade. Pede aos amigbs do illustre afna-
do a graea de aisistirem as mesmas missas,
om.o que muio se penlhgxoa.
IM = Oisoar~ja~m .Tsso
Jorge Tasso, sua mu-
hIber e flihos do intimo
il .d'alma agradecem a tW.-
0i 5os os es parp e
l*mlgos que 'twotaram
pwtt na sua dor polo
pmmsaento de sua mui-
I Q prezada Ailbae irmA,
Georgiana'; e ,t oab Wdeo novo o caridoso
obsequio de assistirem a miss do setimo dia,
que terd lugar As 7 1/# bo'ras da.manh&, na
igreja de S. Jose da fregoezia da Graca, -ho
sabbado 7 I4. ,- u..


D. UmerdWe Almelda dsnii
Penn& ",
Sebasti'o Jos6 Gomes Penna, Rutite
to de Almeida (ausente), AugustO
Almeida (ausente), Elias Augist6 de- I
(ausente), Jose Augusto do Almeida, J8,
Baptiga sGome Pennae Juvina Gomes Penoif
raid.m aos parents e amipos quo se dig-
Domm levar A se.u acrp d o wma preza-
JW1, 1W.P. -/~ iuae.^ Al-
meias eempora emm de
novo o especial .vor de assisirem a missas
que se Iiglg| i .sua iaua, na igre-.
ja. vi nu I T 'i 7.docor-


paar .oruna fi e *
Joaquim BEr, ^leied(
{para assi -UMa fEteU^
Pamahigrs 0
Perfocq


Preeiua
va : na rui


De B N W 4Li t tem iicoe-adere~os~e
fl.... p.... e7rat, e par .toio o, tendotr ues
*ere,os de s 9r, por serem dos ielho ; ab tes que teti Vindo a
eta cidade ; a.ucomop anni, brincos, cruzes, caoetas, broches, rosetas
e uma infinidade de a 1t6hgtes lotos, para cravar d vontade do compiador.
"- .- ^< f ft 'sf a d'.
JOla:4e7.Wfi Si. De ouro, corn pedras finas, tern um va-
tiaseimo sortlemiv ,ea0oletas, voltas, bminceletes, cadeias para ho-
mens e senhoras, at lapis, caheas, apitos, etc., etc.
Joas do p" a De prata tern colheres, casti~aes, esporas, sal-
var, bandeijas, fawueiros e paliteiros, etc., etc.
Ix* "is Teem umcomplete sortimento de relogios de prata e
oe-o, param homes, senhoras e meninos, tdos dos meliores fabrcantes.
Join para baptiados. E pa este atoque chamamos
Vtttenoo das Exmaa. m.adrinhas e padrinhos, porque teMos umcompleto sor-
aento de pequeninas joias, e em caiias propnias pra didiva no actor do bap-
4ismo. .. ..
S Aldmdestes poucos artigos que mencionamos, temos outros que nao
potendo mencionar por ser enfadonho, sorprender0o todos qne visitarem nos-
o estabelecimaento. s h Kr se &
Joseph Krause ftC.


IIPUTANTE

CAwELLEIRARIA IMPERIAL'
Ojimlon.Duarte 4 rrmo participam ao public que, tend mauddwseu
estabeleimento paraa casa n. 60 da rua da Imperat iz, o subm tteram a no-
taveis modificagoes, addicionandolihe uma sala reservada Ais horara, e um,*
magnifico'e sumptmpo deposit de tudo quanto se pode comeid*r m o ar-
tigp de- luxo, que adem por pros relativamente muito reduzidos,
acharem em relaO dgirectas co-'as casas exportadoras da Europa.
Esperam que. continue a benevolencia que atd aqui teem merecido do
public, e convidam a todos para visitarem o seu estabelecimento que
uesta cidade e o unico na especie e na magnificencia.




I Lr A.D oBR K fA "
If an 'Z'amtusn


* rnducts 1.1 os
STOA .S


dltroctaunte'
ocos a. Pa'dilct'u
de seU negodo.
f OAHazITKM
s qUdadW
t meow- .


DIIU Pak AM um
Wiebu.

atusr~umuuw

Medicamentos
Homeo.atnle
FundaLVtirni
e VazfiluDin-
ptr.
nniwuwnim.


23, Rua do Marquez de Olinda,
-\- ^SOAM^B'TJaO


CAPSULE Ai i

*DE.,




idetw o & a mid %!.
daf. i i
i ^ w T ,-it-t",


io ~t-. -i h,
4,0 w bimmu o i)4 ikll!.
p._ fnc -6 .
pFNUWWAtem., S^lj qmmvgijg /
dome*,.aMM rg 4Georgea.m
?jIS. I,^
-/m t llpw~ips. & h~al I
B3Beaww.


ra


, 0 ?,dis b L&. eisuen, bl s ap-
ieatmeat. waprepdo or.u a a s
throsicd4a $lle contra i t "ca tr.
Raetrit !>n'te, "ZeZ-o s. orgl (Dicud Tdscixc du i.Cteur FuzV .
d S iSteri m. aca tr:o ope tUatganuo a
i49(e dae ewina, ttcitai i po itputet *cA
a digestio. Receitam-no asorc sW .atrs
ultninw tihrotis?- 0o ',.Mii di b'iS.i
t7y d f Pha an tci di, t i'4 .r 0."
~i~ar.i


S


Le( a do# '*dinari, de umaa ti dutt
czpu.s ina oeasiso da comida, estp #-
ificaieaL ht ue tmia effcia -otavlj ma
GmAacis isguintes:


5RO&1i~t#
LITfMitr/iO PULMO60**
*PITMA -
TOssa 'faMoii
T'QICA P...4rT art
.f1a9Ao i)O pc;i,
{n.49sA CG acktA


j
V


UT4amo 302O *3ta f"
a em cor tr ia tods as eflu.-4. j
mocoAs. Cd0 frasuo. do prepo d f*t.n
cos 50 centimos zalnit O capsului. e
dTwr bait. pars d-saoastrar pinc.
qu6 custa o tratamrent pelts ctapml u i4
alcattio: usit 15 cntosimriA pcr di.

gir ? w raf.lm tb ner 'amm ijo. 4-
m preta, a a Arms MOTf@ M w as




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A' CESTA FLORIDA


Superfine de

IXORAnow,
pr~epado e faricedi-

ED. P15WA~

37, Boulevard do Sbrubourg,3


Este Oleo potsa o mais
gredientcs untu6sas os it
r'>da aos cabellos um lliilJ^
travel im,,egnandsaf
entreniiamete ft .e.' I .


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Cautela
Nao emprega inculkadores pelo capw.
Roga a todos, que mandam encommendas a
Sella, exijam a vista da conta impressa respective.
Tendo sido enganadas diversas pessoas ema
procura desta fundicao, observa-se ffue a

FUNDICIAO DO BOW4IM
estei entire o ehafariz e a fortaleza,. (ue os edificios
. estao de-ambos os lados da rua, 4 r dNO clei

ra dos bonds e pintados de veA ro aMm s
- inferiores. -


mIIOiOKM E L UT
DE
VICTOR GRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA N. 26


- ,~fr? ~j::~;
* ..--i

4 ~1~t' ~.
Il~ I I


Victor Grandiu sentifica ao pto que fed aooiS n de urn boe -
nmento de relo~ios de algibeira, de tir t fofflttI dto ofro ; -
tbs inglez, suisso e americanot dos me*,s ImrncaaQYu d* R,.oXi d5IEs-
dos-Unidos, lW'qbile senhoras; a- m, ctA i O raide gostiBt de
S: G~orrentes pdra oN ieafe. .
S Grafrde so#iflexfft de relogios de pa're4. dde oima d' ft mg, de t#das
0 4aw9ades a dinejttes models e dos mwoM. fafijeaiute.
k O W aiapltte e Qculos acha-se-nes4#ge((eW hiqtido & qu b d9
for eni1 dU, de crystal, que sao os ma4 a~r(mclos patra* a q
:;,,-. vista.
,,.. Tm- exeelearite iffcltaes para executaro concerto 4. d..w qtalwg,
^; yfde relogioa
"N a mesma casad se compra prata e ouro vlOi, Ddras e
.-Il.4.a. de ouro ow prata de qualquer qualidade.





D.... -
r 911" fE LTI-h. h
^ '*"^''''UWUi~ t^IlmfAliFAL~I VELTTiO */'


Modista faeeza
Rua do Bario da Viet a n. 32, antiga
rua Nova -
Madame Theard avisa ao respeitavel public
eg sua freguezas,. que centintrcom sua
casa de modas, tMY nelvire and,-a onde seni-
pre morou, e tern nta ffieoina bel montadaw
com peritas costirwa. Fikz vetidos da ul-
tima moda e cot a piNPrMpAdie exigida, por
piegos modicos ; assim como vistuarios para
mrmsa 0 menia9s ; qoncerta-se e enfeita-se
di e Io4 o ftodrnos. para senhoras e
imeuloas.
Casa para agiu.r
Aluga-se por comrnnodo prego A'6asa corn
solfo, sita 6 rua d htwodivo, em wa lto Ama-
,w a-. 5 pam pande f6milia ; a chavwe' para
v"*WAsti natawrna defnJ, m qpial sed'fi
quemi aaluga. ___
Caixeiro
Precisa-se de umrn menino de 12 a 14 annos
de idade, para caixeiro da taverna, sita d rua
da Florenti.a n. 32.


Ella.......
......... a Conquista, a rua
' g a u.6, acaba de receber um
.aortivinto de fazendas para


do Cabu-
cornpletQ
vestidos,


tans como:
GorgorOes.lisos. .
tins.W s -




A oja da ta a-roa, a pra' a da In
dependecia n is. 2 e.4, a unica que
tent urn complete sortimento de bone-
cas -briaquedos'para meninas, tendo
eri&. JIltdos toiletes, cdmmodas
aparadobres, guaSrda-Ious, etc., etc.
^ ~JARROS
, A loja da Malva-rosa, a p'raa dao n.
- depe.dencia a. 2. 4A, reebe urnm
lindo ortiumento.de jaPros pau flores,
e es~ta vort(na4(-brflir -
4 AO FUMAN
V I Atia d Malva-rosa, da In.
I[depondencik na. 9 e 4, 9 ine aos
Srv. fuOftte, f aI da helhores


[OS


Rua & Ba'AVaOP ivi 4 n. 40
ecasas do cdatt 4
0 abso Wwidnado s ..a dd vender
.a avs muito "eMizes bflhetefd a sorN
do 4:008M eWitw otim de n.
1825, urn quat. .).. a Porte dd
1005000, e outro de n. 3908 com a
ao'l de M W M "Mm," de Joutras
.tis ?ortes de )-)0 e de 21 w d0 d
^l~ftitfge seAcaod e-e~fxtrt
V .a, n.Jgftarconvida
aos possuidores a viremn receber na
conformidade do costume sem desconto
Ou.ginl.


Leopo0dina'fu
A a-se fugida a preta Leopoldih
vio domestic, tern os signees
idoi de 26 annos, altura regular, i
fala de urn dente na frente, da i
.com pequends cabells por Ibai d
irln ,co de barba, tern a barriga
et Vfaoa para a frelte, em virtnu
O hemn fallante e tern os olh
co' a amortecidos ; e~ta eicrava.,
esa o alugada como cozinheira :
tur e leva-la d rua, d&ifaro do 1
65 ra recomnpeoi .

Rna do peral or n, 63, 1
tire andar
S 0 Dr. Malaqulas, erurgilo
* pital Pedro II avisa a seus
S que de volta do sua viagem a
^cntinfia no exercicio de sua pr
Consultas --do meio dia As
da tardo. %
Ssperanea
dNavegando m mar encal
dous annos, quasi a.sossobrai
roneiro abandmno-a e ellaa
Sa rlima ROCHA, tScapofu' do
ias um tanto avariada ; por
erante o public que gosta
rnder o [astro que coneta di
diz miudezas finas e ordi
o Se vende sem ajustar-bf
retade, por urn tergo e rwes
Sa avarit for grande, de gi
aita Tt a do. Queimado n.
sperangoutr'0mflorestent


2,000 rs.
o palno de e r coa.,. aOO de lund
torte ; a- tratm na rus Nova n. 410.


S og-se Ignacio Vieira
do &ie escfitao da cideje de Naza-
%4AP ^t4a fatoor de vir A
"a k .36 con... ir
S -,aq S'. be,"COEN-
metteu pea rercbira c ama-
S~hl]S& ^a^s^ Jffl&ft *~io^,e 'dzembxro
SJ aneiroqquepas
IA. e..' ai r de 1871k), e nada
3?^'ow eete motivo, pois, d de
p1| ., n eVo chanailo para o dito fim, pois de-
t ^*-v- e S. S. lembrawse gue este negocio d
Ade-mmais d'e oitiatniot, e quando o se-
B agy hor h @ aehava nfstaa cidade.


_ ___ TiAVEA DA RUA DO
z .DUQUE DE CAXIAS N. 2
id pelas J l T
poI' Me. IRV i pU5,
ta-se n a todos os Srs. Im-I
Airos e em t os r -
. Pernam- t
C. Mau-. t~m eAU-
1, .o an- telas vendM s, ve-,

^nhami resgataloas,
a, A do se r porque se estia liqui-
seguintes :dad
6"' CO dando todos os va-
fc sup cor,
queloZa aloreS em cofre,; waO,
i um tanto
de de p $r- se reebendo, desde
[s algunia
pemnpre teml
quem a cap- hoje, mais empres-
ru"pto tineo sob penhores.

HIRK S Recife, 16 de ju-
"1- I nho de 1877.
do hos
clientes .6.
o10 ParA,, tten o
oflss-o. Atna


2 horas



pellado ha
, o seu ti-
agarrando-
naufragio,
isso vem
do barato
a tude que
narias, tu
arato, por
smo quan-
raa. Ye-
77, que a
Se risonha



a, na Casa


AMA
Na rug do Yi6'onde dU Albuquerque
n. 44, aaU rua da MatrJz dc s86aVis-
ta, precha-se de uma arma para Com-
pIr e cozinhar para pequena famffiia.

a casa terrea n. 'a da ru a do FQ4te8 o andar.
do sobrado da de Lomas ValeiHoas n, 86, e o
primeiro andar do rua da a n.
132; a t4rW na thesouraria da foterigas.
Maehknas de eostwura
Conoerta-se t da e qualqu. mchins de
Costura, Meja qual for sea aut4 bota-gtoda
Squalqber peqa por imals diff 0 "J asefMa _-
arntindo-se seu concerto: i0ta rua do Batao
da Vitoa n. 25 primelraibdar.

Protesto


0 abaixo assignado tendo mcienchi
que o ExmTu. Srt. enador Alvaro Barba-
lpo Cavalyante Uch6a, pretend ven-
der o aeu tngenho Pir[ga.4sia pro-
testa em tempo, co !. steetante
vi4da pelas razOes se "b P:
E' o aI ao asgn .ppji c"dIr,
caomo aleteibte, ,i di0-cotnwnidodor
Joeo Pittlo d'e Lenos, 1 rho Indossan-
te das letras, pars cuj0 pagameato ar-
;rematou a aoaa de cobrana, pw. eats
promovida contra o twetto-coronel
Gaspar Cava4cate e,:AIbuqU4qJ
cTh ; que est A e iN". do iec -
ao. .


Precisa-se alugar urma escrava que seja fiel
e de boa conduct, para vender na rua; agra-
dando, paga-se bern : a tratar na rua de San-
ta Rita n. 63.
Casa da Fortuna
AOS 4:000oo000o
BJLH9TEh GARANTIJiOS
A' ruat Primeiro de MarVO (outrora rua
do Crespo) n. 23 e easas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus
felizes bilhetes um meio n. 282 corn 4:000S,
urn meio n. 15'i corn 900#000, uam quarto n.
3908 corn l 0OW, um inteiro n. 2800 eom, 100,
umn quarto n. 988 comn 400 e outras sortes de
40$000 e 20$000, da loteria que se acabou
de extrahir [230.1], covida aos possuidores
a virem receber na conformidade do costume,
serm dessonto algum.


Achamn-se a venda os felizes
tidos da 37a.' parte dag'loterias
nova igreja de Nossa Senhora
quo se extrahirA sabbado 7 do
PREQOS
3ilhete inteiro
Meio bilhete
Quartn -
SEM PORE '05000 P
Bilhete inteiro
Meio bilhete
Quarto -
Mamael Mart


bilhetes garan-
A beneficiol da
da Penha 1 ]
current mez,0

18000
ABA CIiMA.
3500 ,
41$750
$875
ins- Fiuza.


ESCRIPTOS-INEDICTOS
DE
Fr. Joaquitm do Amor Oiivino
Caneca
M4Atjr' dch liberdade
Colleoclonado pelo eommend&dor Antonio Joa-
quinr de Mello.
A fioim deste ne sahe dos prelos da ty-
pograpbia Mercantil a imporLarissima obra
deste Mnartyr da liberdade, contend'o perto de
eitoeenta pak ia6 nitiidarnente impretkis e
OM_ bomp_.pel. ..
Esta obi deaorevendo divergsos episodios de
sua vida, seu monstruoso process, sua defe-
sa, e finahnente a senBtoa iniqua que o con-
demnou A mowrte, VA0sh4tf 'tsni ao pwucaoAb do
sua grammrica, # ipjffen3O do jwval po-
litico 0 TphM tM, W maim Ma -Obra.
historic e instructive e'de aumna impaort-
cia, e que todos o- 9*r-*ftkws amant- da'
patria, devem posstii, .
Os edictores infr i n00 supMPf
ella se estendesse ta v-, gfde preojuj,
Sn6toriW tlver ,ort OO, ultb
rendO inda a ella a tiA mnineli
est1rtpuinrt a dmsina ba qua)tad
o avelgnaines, e7 TfMN Jyti~q ^
inscreverem e a W o 9
pelo qual ainda n '..qi^
unia obra fetgaal -
Era esousddo fat f r
que san vicUg .os edi
nhecido por tros, e aftA l e6 A pdfo
grande onus que sobi e t. JA pela
fleugmaa ue se obaervW pi4ittera-
tura, mormente patrk q jA por frfte l fte-
trado a mesm"0crise medonha queilikost e
affecta a to$ as. a -d es, e por im 1s foor-
Oados valer-ve da nUevpleniicia publica 0.da
seus aVnigos, e scieatiWStb to, 10iK-
p8lo0 otivos i600 ditos, ,. iut o t
os exetnp.imtotoqe nda tfr, e0r-0
isso seriakotifveniSm
na em tempop b'-.
portante. -
Igualmente acha-s e ainda a venda a do
preclarofi arn 0ciso
Ferre" qIa
r ult._ de
Christo :._ .
6 em dons- volum0,-' es 5
,vender por 4000. 9 daremos dm aata
ao$_nbores livreiro'QJquaesqueh pt
;I,._i lares que compaYem o m ,
-Alxn-se v .enda ea todas as"Tr e a
yjgrtpbIla Mercantil, rua do ToC$r 44
'aonde poderao dirigir today, as reclawia ..
tN.X Nemnh uiobra !-ami -U .:
abeiro A vista.-.4Os edictores,

Cat,
___.. Cflr, Jg ^ 1^ ^ C. .:...
-------- -- ,,-- -- --,, r. ln:;L .,.7 .-*., --.-7, ...-


IoS .Jrge.
XA


Alupa-se
o segundo andar do pred o A rua Duque de
C;G-xias n. 5C a tratar na loja.

CtJPRAS
COMP A-SE uma escrava que saiba bem
cozinhar a tratar A tua larga do Rosario nu-
mero 32.
COMPRA-SE do.e decajfi, de boa
qualidade : na confeitaria do campos,
A rua d Imperador n. 24.


tEE LAW41
Compra-se, cobre, latlo e chumbo velho no
armazem da bola amarella, travessa da rua do
Imperador.
Compra-se um lustre de viriro para gaz,
e que seja de quatro bioos: a tratar na rua
Queimado n. 58, loa.

Atten .o
Compra-se uma mobilia., de junco eam born
esthdo : a tratar na rua larga do Rosario n.
22, loja de sobrado.


Y__DAS ___
Arados americanos paia ladeira e varzea.
Balancas de diversos tamanhos
Caduiras de ferro. de balango.
Canm-as de ferro de divergoA tamanhos.
Cofrts de ferro dos afamados fabricantes Mel-
vers : vende-se em casa de C. S. I-Famkes & C.,
n. 14A rua do Marquez de Olinda.
Vende-se carrogas e bois, juntos on se-
parados: a tratar na Tamarineira, ou A rua
anta Isabel n. 5.
t24: e e COMMEn COe '
Neste estabelecimento vende-se o
erdadeiro e superior vinho de Boi-
deaux, tantoem barria como em engar-
pafado, e mais baratb do qicem qual-
qperparte,p or ser recebido de conta
propria. No mesmo estabelecimento
compra-se garrafas vasias" que tenham
servido para vinho de Bordeanx ou
cognac. ____
VENDE-SE farinha de ma"dioca-de qua-
lida1e superior, e bern acondicionada : no la'-
an do Pelourinho h. 7, escriptorio de Julio &
JVmao. 6
-. VENDE-,E cafe do Rio de quawidades Smu-
periores; no largo do Pelourinho n,. 7; escr.p-
torio de Julio & IrAio.
.Rival sem seuniMdo
Tern para vender um optimo- petisco, que
sko latas q9mn lagoinos a 320 ro. a ata, e
duzla a 32 : na ruDiqude Casias n. 91
VENDESE iumos uperiores das- warcas
egpeeiaes de Dahiel, Goyez e Rio-Nve': no
go do Pelourhlbo w 7, escriptorio de Julio
& Irmilo.

Na iojdl Few
vwWje-se as 40~n~ 1" nffi p tf~f
d! e afmiaO mt Ifab~do,
,po,, dito :U4) cokaf, t
br as a 2;.venham a eSfs ante q',e
n n2 21.


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T~wern4


HInQd i ^~f


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.0*

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para crer..
Colacinhos e punhos.
Gravatas para horn ,m, temos sortimento.
Alem destes artigos.. tamos outros muitos,
que se acham patentes A vista dos compra-
dores ; & fazer uma experiencia.
0 BARATEIRO
Rua Primeiro de Marco n. 1
Agostinha Santos & C.
Vende-se
umn terreno emn Agua-FriaA corn boa
casa, tendo 197 palmos ,e frente e
500 de fundo ; a ca,s tern duas salas,
3 quartos, cozinha f6ra, etc. pintada,de
novo, veode-se mutQ ezflco ta:- Ir
tratar na empreza do gaz, do Recife.


.o i-rua- Prweiro de
0 IgATIA Adrua
Mrgo n. 1, eisc.n aos. sens fregu-
zeq em geral, que comproU grande por-
go lo madapol&es francezes, superior
quaidutle, -cada pega corn 20 metrom'
fazienda que sempre custou 115 e 128,
mas qie vende por 6$500, 7 e 7#500oo a
pec,. -' aproveitar antes que se acea-
be No BARATEIRO.
Tem tambetfi grande sortimento de
c61te4 de phantasia, lindos desenhos.; e
que v(nde barato.
Alpacas deseda, de unma s6 c.Or, o
que ha de mais modern para vestido
de senhoras, bem como popelinas, me-
rit6s, e outras muitas fazendas de gosto.
AO BARATEIRO
RUJA PRIMEIRO DE MARC(O N. I
SAgostinho Santos & C.
Vinho muscatel de superior
qualidade
Vende-se no largo do Corpo Santo n. 19,
primeiro andar.
Carnet secca de .xneiro
Vende-se a 600 rs. o kilo ; na runa de Pedro
Ao'onso n. 80.
Vs Srs. proprietarios e
donstructores de obras
Vend-E-se por baratissimos 'precos traveja-
mentos e esteios de diversos tarriaai6s e quti-
lidades, bifi como linhas de 50 a 60 palmos :
a tratar corn Costa. na riua Imperial n. 25, ou
no pateo da estaegio das Cinco Pontas, nas
chegadas dos trens de 8 horas da manha e 5
1/4 da tarde. ____
VENDE-SE per preeo commodo umn ter-
reno em Beberibe de Baixo ou Agua-Fria, corn
400 palmos ua frcnte e mais de 450 de fundo :
a tratar i rua de D. Maria Cesar n. 42.
Bournus e fichus de l1 e seda
Tecido especial ede novo gosto
Reoebeu hontem a loja da America, d rua do
Cabugi nf. 10; e vende por pregos minuito re-
sumidos.
Ultima novidade
0 barateiro da rua Primeiro de Margo n. 4,
recebeu alpacas de c6res,.Jisas, gostos espe-
ciaes, e vende barato tern amostras.
Merin6s de e6res; que fazenda!
L-zinhas de Philadelphia; gostos muito lin-
dos, para 560 e 600 rs. o covado.
Popelinas de muito go.to, para 360, 400, 500,
600e 70O rs.
Granadina preta de quadrinhos, listrag, etc..
fazenda superior, e para baratissimo preqo.
Cortes de vestidos ; que lindos desenhos que
elles tern, fazenda superior, para 16 e 195000,
convem ver.
Gretones inglezes para caynisa a 280 rs., di-
tos para vestido de senh tas, para 360, 400,
440 e 460 rs. o covado. /
Linhos de quadrinhos para vestido a 400 e
440 rs. -
Mariposas, que lindos padres e cores fixas,
para 400 e 440 rs.
Baptistas, novos padres e c6res fixas, para
280, 36) e 400 rs. o covado.
Selecia, 24 varas, 29 e 30$,
Bretanhas corn 24 varas,. superior, para 208 e
22#000.
Cassas pretas, cantAo.
Princeta, alpacas, I1s, merin6s e outras fa-
zendas propriasj ara luto. ,
Toalhas felpudas e acolchoadas a4#500 e
55500 a duzia.
Punhos e colarinhos lisos e bordados para
senhora.
Gravatas, ultima novidade, para senoras,
para diversos precos.
Guardanapos pequenos e grades.
Atoalhado para mesa a t1^500 a vara.
Casemiras para 25, 25500 e 25800 o covado,
e pechincha
Leneos de linho .corn barra de c6r, fazenda
superior, para 55 e 7$ a duzia.
Lencos broncos a 15800, 25, 35, 45 e 5+5 a
duzia.
Cretones para coberta.
Que lindo sorlirnento detcamisas de cretone,
brancas, de algodto e linho, e vendenios mais
barato do que em outr& qualquer parte; a
ellas, a ellas.
Chales de casemira.
(olchas para cama.
Ceroulas de linho.
Cortinados boreaidos.
Meias brancas e de cores para hbonens e
senboras, para baraLissimos pros ; ver


ExcellentLes tambores e boas comrne-
tas.
Lindos vaporzinhos.
Peixinhos que correm.
Bonitas -espadj hbas -
Lindas bofs doe bbrraGha (le iver-
sos tamanhos. ..
Bonitbs so 'C- ruc es.
Finas bencralinbas, cabos de marfim,
6~ ~ a e fc. '. .,..
J iogs instructivos e mmwbti outros
hIinnidnQ .;rip a Cs ; nPnntprnm na


-Jj I '-I~ --uvn"ti-r u )V Z- 'C g- it'lall. l
Cartas gmg s C ija dia Ma .lva-rosa, a prava da Inde-
-aa y p~ndencia ns. 2 e 4.
Cblegaram pelo vllWo vapbr da Swaop* nnmni- nIS. 2IeT4
to perfeitas ca rtas "0icft* aampa- .. f S. .VOS
mento entire os06^ &vtaj vn"a,<
mna litograpeia o -t.d J r- Querei" conservar os dexites e trazeb
na lithograi n;h 6- ..'.-f.. -:^- p*^. Quer. al os
quez caOlioda n. 3&r '. .:., Ide.re alvos I"ompMi urn vaso
S .K. 0-:quibfii: mhtia.rada MalI*
I: .-it;-. ;:. ';
Aua an encia ne.
Vende-Amos&
cozin gum,.s
M,., AMR.pht o-


^mfava^

'l i a A
p~~~o 4,,3-.*


umia vista a seu estabechfftento pat verem ;o
grande sortimomo de Ifiamh s e m'9gens que
S em d" tude da fimelthor qualdade, o
,..4 eno -adm a prazo ou aidinheiro, corn des-
O- e), ea preos miMto resuinklos.
S-'INAS4a valpYr, dernwade 4 .6, 8 e 10
cas melhoves que -aqUi teem vmdo.
AS e neias m endas,oobra supeiior, im-
possivel de desacunhar, pr, virem eom arjoletes.

FORMAS para assucar, pntadas e gialvanisadas.
ROD1AS 'AfUA fortes ebem acabadas.
RODAS DENTADAS de todos os tamanhos e qua-


lidades.
TACHAS BATIDAS e fundidas.
ARADOS de todas as qualidades.
MOINHOS para mandioca.
FORNOS para torrar farinha, e
TODAS AS FERRAGENS precisas


a agriculture
3i


Superior vinh do Prtoi
Veindt-se na rua do Vigalo n. 31, pnmeiro
andar. .
LEoa noticia
$6 vendo-6C poder-se-ha avaliar o que de
0yo tern mhe.ado e coniinua a vir da Europa,
ih r'igos de moda e phantasia; escreven-
d#-Ie nao se p6de bern explicar a perfeiolo e
gosto de -muitos arligos qw fazem parte do
sortimento da NOVA ESPERAN9A, A rua Du-
que de Caxias .n. 63; mesmo o.nuiero delles
-6iBflnito, que seria be n bota mnaw;t'd o tentar
de.erevol-o., e iialo sabemos gse seria possivel
conseguil-o, mas come a NOVA SPERANCA
procura sempre satisfazer a sua boa e cons-
tante freguezia, principalmente ao SEXO AMA-
VEL, para isto apressa-se em mencionar d'en-
tro muitos artigos que tern recebido -auns
pela alta.novidade outros por,-serem provei-
tosos e necessarios, e outros pela modicidade
dos pregos
AOS FUMANTES
* Charutos. cigarros, porta-charutos e porta
cigerros, bolsas para fumo, consa de gosto,
esta vendendo a Nova Esperanqa a rua Duque
de Caxias.n. 63.
PARA SAIAS
A Nora EsperanO a im a tuque de Caxias n.
63, acaba de reccberbabados bordadgs proprios
para saias, assim como, papafina, enfeites apro-
jwiados para o mesmo fim ; venham antes que
Se acabem.
PARA AFORMOSEAR OS CABELLOS
P6 dourado e prateado para empoar os cabel-
los, recebeu a Nova EsperanCa, A rua Duque
de Caxias n. 63.
PERFUMARIAS DA MODA
Alem dos fines extractos, banhas, oleos, sa-
bonetes o cosmetiques dos mellores e mais
afamados fahbrinantes, que vende constante-
mente a Nova EsperanCa, recebeu agora extrac-
tos, oleos e cosmetiques opopanan, e a per-
fumaria-da moda; a ella, a.e'la, na Nova Es-
peranqa, a rua Duque do Caxias n. 83.
CALADO RESEQUIDO
A botina ou sapato mais secco, applicandol
se a glicerina, flea perfeitamente nova-; esta
preparagao venrde-se na Nova Esperanca. A rua
Duque de Caxias n. 63.
S PARA BAPTISADQS
- Chapeosinhos, touicas, sapatinhos emeias,
sendo estas de seda e aquelles de merind e se-
tim; vende-se na Nova Esperanca, A rua Duque
de Caxias n. 63.
ARTIGOS BARATOS
Agua Florida a 15 a garrafa, fita de linlfo a
60 rs. a pe1a, papel amisade a 400, rs. a caixa,
envelopes a 500 rs., cordao para vestido a 20
rs. a pega; na Nova Esperanga, a rua Duque
de Caxias a. 63.
Granadinas pretas
Grande sortimento de granadinas de
s6da, riqoissimos padres, para yes-
tidos e palonezas a 600 rs. o covado: na
Fragata Amaz~nas, mrua Duque te Ca-
xiasn. 47.

Calungas do borracha
Que important sortimento de ca-
lungas, bonecas, animals, soldados,
etc., etc., tudo de borraeha : tem a
loja da Malva-rosa, i praca da Inde-
pendencia ns. 2 e 4.
Aos pais -uidadosos
Comprai um collar eledtrico.dos ver-
dadeiros que recebeu a loja jia Malva-
rosa, A. praa da Independenda ns. 2 e
4, aico preservative das convulsoes
nas crian(as. i
Flor do baile
Perfume offerecido a nobreza brasi-
leira s6 na loja da Malva-rosa, a pra-
ga da lndependencia ns. 2 e 4
A As boss pais
Quereis satisfazer vossos filliinhos?
eitajirai um brinquedinho dentre os
touito que existem na loja da Malva-
rosa, ,a praca da Independencia Hs.
2e4.
'. Aoss nminos
Soldadinhos de chumbo, a p6 e
rnontados.


-Caldeiraria centrall


fituidicao de sinosebronze
DE

Eduardo Cardoso & C.

Rita do Barao do Triumpho, otr'ora do
Brum n. 66.6
Os proprietarios deste estabelecimento pre-
vinem aos senhores de engenho, ricultores
e ao public em geral qiie eontinuani a fabri-
car os objects abaixo mencionads, como se-
jam : "'
Machines de Derosne para fazer espiritos,
ditaS de Collars, os melhores systems, alam-
biques de teitios diversos, simples e corn es-
quenta garapas, tethindo. os de NOVO SYS-
TEMA, ultimamente adoptado na provincial, ca-
rapucas,serpentinas,tachos, passadeiras, repar*
tideiras, e.scumadeiras, cobre picado para mo6r
mandioca e todas as obras necessarias para o
fabric do assucar. Bombas aspirantes e de
reNAxo, de ferro, de core e de bronze.
nae 4.6 lUbwas. at6 |O arrobas, fabricaeff
p lQ system fraiieez, torneiras de bronze e
prafnsos. dedito, de todos os tamanhos.
:4 biri.'l today e qualquer obra de
corn toft. perfect ',o e g s-
to asf d1 -~eifto aequtsiao ios melo0-
res .0 "o a forma seirei
Sbeift atodos quantos Ihs
;4onf^ i. .


L9. "4"8" b"ed v:j 7.
d s p bteaco ode lirid o G ii ee ...
om &ziias, rnerin6s, alpacas, "-cant pri, ta lii
etc. .. "" ',' ., .m' 4,
Alpa wcas -de c?,Oespara vestidos, rnagifico sardimento. ..
Batistos niudinhus, finas, lindos padres ec re6m fiai tx 4
MayipoVas bran,h e de c6res, cretones e chitas, born .*i"i
os prepos. .
Saias brancas a 29000, pechincha, awroveitern.
Penteadores de cassa lisa hordados a 48500, e barato.
Punhos collarinhos para senhoras, enfeitados de renda, uoide..
Vdos de il16 para clhapdos corn salpicos dourados e pateadoa '
Gravatas para senhoras e para homes, esplendido sortimeRnto.
Meias de cores e brancas para senhoias, homes e meninos.
Lenpos dc linbo em caixinhas de phantazia, duzia 4K00O
Camisas de ineia differences qualidades e pregos.
Cambraia adamaicada para cortinaAos, "e cortinados b)ordados.
Tapktes de todos os tamanhos.
Secilias, bretanhas, esguido de lino e bramante (de larguras.
Casemiras pretas e de cores ern peas e cortes.
Panno preto e azul especialidade para 7S e 85000.
Colchab brancas e de cores e cobertores de la.
Chales a rainha Victoria
Ricos whales, mantas superioridade em tecido.c c6res, nunca vistos a


c Espartilhos a Princeza Regcnte, sdo lindos.
Granadina preta de seda de listras e quadrinhos.
I Chapdos (de sol, selda tran.ada e castes de phantazia.
S Collarinlhos para hornens, superiior qualidade a 7$500.
Leques pretos bordados, lisos e de cdres sortimento complete.
Chales pretos, bordados, lisos e de c6res, sortimento complete. -
S Camisas brancas e do cores o melhor sortimento possivel.
Cobertores escuros de 1I a 16800, 6 pechincha.
Ditos brancos a 15000 uni.
Lengos de esguiao, finos, a 2$000 a duzia, 6 pechinclia scm igual.
Alta novidade


12$.


.-.




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. -.

* .,.'
- *
. ?


Fich(s de 1a e sda, recebidos hontem, 6 o que de mais gosto se pode de-
sejar, e vendemos por conimmodo prego
SNA LOJA D'AMERICA A' RUA DO CABUGA' N. 10.


Lindissimas baptistas para vestidos,
a 240 rs. o covado.
Variadisimo sortimento de maripo-
zas, a 400 rs. o dito.
Grande sortimento de popplinas para
vestidos, a 400, 500 e (300 rs. o co-
vado.
, Maripozas brancas, o que tern vindo
de'mais gosto.
SRiquissimo sortimento de cretones
corn desenhos inteiramente novos.
Popelinas de seda pura, a 16000 e
1U200 o covado.
Popelinas de seda branca para casa-
mento, a 1 000 e 14200 o dito.
Madapoldo francez de dtas larruras
a 5#000 e5$500.
Cambraia transparente para vestidos,
a 3-500 e 4 000 apega.
Fustao branco para vestidos e ves-
tuarios para meninos.
Bramante corn 4 larguras, a '1500 a
vara ; d muito barato !
Camisas bordadas para senhora, a
35000 e 46000 ; que pechincha !
Gorgorao de la, de cores lindas para
?estidos, baratissimo.
Leques de madreperola finos, dese-
nhos riquissimos a 10#000.
Chitas : grande s rtimento e para todo
preco.
Temos urn complete sortimento de
fazendas, das quaes a maior parte nio
annunciamos, para .io enfadarmos
os d gnos leitores, e de todas se ddo
amostras e mandam-se em casa dasw
Exmas. families para melhor esdolhe-.
rem: na Fragata Amazonas
41- ]Rua Duque de Caxias 47
VYos e capellasparanoivas
Chegaram lindas capellas e veos dIe blond
deseda para noivas a 6, 8 e 105 6 baratissi-
mO : na rfragaa amazonas, rni Duque !e Ca-
xias n. 47.
Camisas inglezas
a 28, 30 e 36S a duzia, na fragat amazonas.
rua Duque de Caxias n. 47.
Nao se espantem
0 Cincoenta e nove
DA


59-Rua do Queimado-59
Esta liquidando
Ficlius (de 15 e o de IA e soda, aLta no-
vidade, chegados pelo ultimo vapor,
para senhoras e meninas, de 28500 a
6$ cada urn, aproveitem.
Cambraia Victoria, fina, corn defeito,
a 3#500 e 45 a pepa, esta se acabahdo.
Lindo sortimento de mantas para se-
nhora, a 18500 e 25.
Grande deposito de mariposas a rus-
siana, corn lindos lesenhos,'a 400 rs.
o covadW
bind, sortimento de !*stas brasi-
teira;- 260 e 280 rs. o covaco.
Gorgoroes de cores par a vestido, Ca-
zenda de gosto, ja pelUa qualidade, ja
pelos padres, a 900 rs. o covado.
Grande deposito de cortes-de vesti-
dos brancos 6 de core.s, a 4ob$ e 6 ;
aproveitem. .-.
.Quanujades dMiv^&ks
e ee uissos OF
a S l ll ^ B ."^ 4 rs. ,O e." i ^ -
lc haales a. princeza .
te, a .--s.'qtUeremfe.r o gosto,a -
veite.m. '- "
R el. dOsito'-.


rua do Queimado
N. 43.




os premos de fazendas,
que vendem na rua do
Queimado
N.43
Venham" ver para crer
Baptistas finas, corn padres Xpito
,indos, cores fixas a 240 o covado.-
Chitas percales finas, a 300 rs. o dito.
C6rtes de nansuc corn figurines, ul-
tima moda, a 65000 urn.
Linhos pa'rdos para vestidos, a 24) o
covado.
Cambraia Victoria, fina, a 3$, 350
e 46000, a pe(a.
Camisas inglezas de linho, forradas,
a 355000 a duzia.
Ditas de cretone a 248000 a duzia.
Brim pardo liso para costitmes, a 40
e 480 ris. o covado.
Maripozas de cores, corn listras asge-
tinadas, gostos muito chiques, a 400 rs.
o covado.
Chitas finas, escuras eclaras, a 2'40
e 280 rs. o covado.
Popelinas de linho e seda, a 280 rs. o
covado.
Alpacas lavradas de seda. gostos, lIf-
,dos, a 500 rs. o. covado.
-; Lengos de cores d ingleza abainhia-
dos, a 2,000aduzia. Sdobaratos.
Fusetfis branicbs Ia naresides,
rs. o covrae. '
Brim preto, fino, para luto, a 500 is.
) dito.
Chialas de quad ros, bonitos a 2#90
irn.
Brainante de 10 )palmos de lar._.ra
i IV10O e 25005 a vara.
Cretone prussiano, a -40 it. o to-
rado.
Cobertores de lI, escuros, a 25000
Colbchas de cores, a 1800 8nia.
Toalhas acolchoadas, a 45000 "i
,luzia.
Chiti esecarlate propria para #?otse-
'zas, a 320 o covado.
Mailapolio fraincez, Ino, a 48000 a
pega.
0 43 da
RUA DO QU1IMADO


A Coroa


--Re


Loja de'oits ,
EsquinadaruA* n.
0 proprietario de reo-
veu, afim.de eptri erder maw.i', .
barato 40 0,0 que 'p qiiquer part, -.-
garantindo todas as suas joias, entire as quaes
se vendem: dedaes def-.ta- ,ra meninase -
senhoras a-600 e 700 sr., a .p ara "4Wfa- ,a
2$, rosetbghas paft-meninas a etc.,.Uhb
seiatle tis jo1 Tambems eIeai ^
de c 3 oe -s to~t^ a'seio, prenqitide -^
co.
A.11. -


. ....-


r
r
.'.' *'' '

I ^ ;';'"..*>,
s^,'


desta provincia.
ENCOMME NAS Mandam vir da Europa qual-
quer machinismo, responsabilisando-se pela sua
boa qualidade. -
CONCERTOS-Concertam qualquer.-machinismo

e fazem contrato annual para todos os concertos
,do engenhos; para esse fim teem a fabrica bein
montada, co-rn grande e born pessoal, e dirijida
por dous engenheiros
FRANCISCO CORRtEIA DE MESQUITE: LAtfDOZO,
(ha pouco chegado da Inglatera.)
GEORGE BRAIU (omaispratico e antigo que aqui ha)
RuaadoBrumns. 00a 104.
Deposito rua do Apollo ns.2 e 2 B.


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Ca,


I H I '1 'T


I


I


meffit^


Ao zrtLva-r.86.
































U1.' I cb.o estatutos da so-
ciedde, cor i a dino-minaao particular
eu La' faO&_ ,do object da empre-
za. EVtA daitiinaao ou designubo
dove serdifSiaet da de outra qualquerI
sociedde. Se f6r identica ou seme-
lhante, de mead que possa Ikdunzir a
errf, qualquer interessado p6de fazel-a
modificar, .e .pedir indemnisa9Ao de
perdas e damruos, causados pela iden-
tidade ou semelhanca.
2.0 Da relaao nominal dos subscrip-
tores, designaado o numero de accoes
e o estado das, entradas de cada urn.,
3.0 Di certida. do deposit do vige-
S simo, pelo menos do capital.4
4.o Da acta da installagao da assem-
blda geral e nomeago dos admihiistra-
dores.
5.o-A publicaao nos jornaes de
um annuncio da installago da socieda-
de, assignado pelos administradores,
que devera center:
4.o Os nomes, profissdo e moradia
dos administradores.
2.0 A designatago da sociedade, sen
olijecto e sua sdde.
".0 Mendo do capital social corn es-
pecificaAio do quanto em numerario,
e quanto em outros objects.
4.4) A quota annual do fundo de re-
serva.
S5., A. 6poca em que a sociedade co-
meC.a e acaba.
6. A data -do registry da sociedade
na junta commercial.
6.o Nenhum contrato .u operacao
tera lUgar por coata da sociedade ou
companhia senao depois de constituida
ella -pela Iormna que este artigo deter-
rvaina.
Art. 3." Todos os actos ou delibera-
i5es relatives : '
1.o A' alteracao dos estatutos; --
2.0 Ao-augmento do capital;
3.'P A' continuagAo da sociedade de-
pois do seu term'
'.o. A' dissolu0o atiLes do sen ter-
5.o Ao inodo da liquidago.
Sio sujeitosao registry e publicida-
de dos paragraphos antecedentes, sob
pena de nullidade, a qual toda',ia nao
podera ser opposta pelos accionistas
aos terceiros.


unico. E' nulla de pleno direito a
companhia, ou sociedade anonyma que
for constituida serm as formalidades do
art. '2.o e seus .
Art. !.o 0 numero, retribuiC.ao, no-
meaao, durado, destituigdo, sabsti-
tuiio e attribui5es dos administrado-
res da sociedade serao fixados nos es-
tatutos, ou contrato social. Elles re-
presentam a sociedade, mas nao con-
trahem nenhuma obrigacdo pessoal nos
compromissos, negociagoes ou opera-
v os sociaes.
Art. 5.o Os administradores sao res-
poasaveis, nos terms do direito, pela
execu(mIo do mandate recebido, e pelas
faltas que commetterem na gerencia.
S;'o solidariamente responsaveis, ja
para corn a sociedade, ja para corn
os terceiros, pelas perdas e dammos
resultantes das infracoes de dispo-
siO5es do codigo do commercio, da
present lei'e seus reaulamentos, e
dos estatutos da socieLade; e nuo
poderdo eximir-se desta responsabi-
lidade, ainda que natolenham tido par-
te nas infracgOes que a motivain, se
nao protestaraum logo que dellas tiveratu
nstift, ou nao as denunciaram na pri-
meira reuniao da assemblda geral.
Art. 6.o 0 administrator que tiver


FOLIETIM


(6oIiNI.X'Ag.tO DAS TRAS.ZDIAS DE. PARIS
. POR .'.
Pea
1Z iVIESBE G lThP4
VOLUME V
(Continuacao do n. 150,.
CAPITULO LXIV


annual en.te um JS_.
zer o qtorio ao d no e0"
Pa. -bass~i^^ ir kfMij
da ad ministragio. -
to E' nulla a delibeQMraao da a *
semblda geral, approvaI as corgtas
e o balance, nao send piecedida do
relatorio do fiscal.
2.o No caso de nao serem os fis-
caes nomeados pela assemblda geral,
oa no cado de impedimento ou nao acei-
-Uino dos nomeados, compete ao presi-
dente do junta commercial eonde nAo as
houver, s Inspectorias commerciaes, a
requerimento do presidents daassemblda
geral, ou de q.ualquer dos administra-
dores, a nomeabo dos mesmos fiscaes,
3.o Os fiscaes tern o direitoi. Pxa-
minar os livros, deve -Wat^ .'.t Ida
caixa e da carteira, de -- -
gdeai dos administradores sobre as ope-
ragaes sociaes, e 'de convocar extraor-
dinariamente a assanbl6a geral.'
4.o Os effeitos da responsabilidade
dos fiscaes para corn a sociedade sio
determinados pelas regras do man-


dato.
Art. 9.o Havera em cada anno urea
assembl6a geral dos acrionislas, cuja
reu iao ordinaria serA fixada nos esta-
tutos.
1.0 Nesta reuniao serA lido o rela-
torio dos fiscaes,apresentados, discuti-
dos e approvados o -baianco, contas e
inventarier. -
2.o A asse ablda geral sera compos-
ta de urn numero de accionistas que
represent, pelo mnnos, o -quarto do
capital social.
3.u Se este mimerQ se nao reunir,
uma -ova retmiaosera convocada por
meiode anuncios n fs jormnaes, decla-
ravdo-SO aetes que se.eMberara qual-
quer que seja a soma' do capital re-
presentado'pelos accioqijAtas presentes.-
4.o Todavia, a assemblda geral que
deve delibear sobre os casos do art,
3o, para ser validamente constituida,
carece de umn nume-ro de. accionistas
que represent pelo menos dous teryos
do capital social.
5.o A convocagao extraordinaria da
assemblea geral serA sempre motivada.
60 Nos estatutos se determinara a
ordem que se deve guardar nas reu-
nioes da assembl6a geral; o nuinero
de acoses que e necessario ter para ser
admittido a votar em assemblda geral:
o numero de votos que compete a cada
accionista na razAo do numero de ac-
goes que possuir.
7. Ainda que sem direito a votar,
por nao possuir o numero de aces
exigido pelos estatutos, e permittido a
todo o accionista conparecer A reuniio
da assomblda geral fe discutir o obj-edto
sujeito a ideliberacao.
8.o Para a eleido dos ad ministrado-
res e demais empregados da sociedade,
serao admittidos votos por procuracao
corn poderes especiaes,\ comtanto que
estes sejam contferidos a accionistas, .e
que um mesmo procurador nao repre-
sente por inais de urn accionista.
Art. 10. Um mez. antes da reuniao
ordinaria da assemblda geral serao de-
positados na secretaria das juntas com-
merciaes, e onde nao as houver nas
respectivas i1ispectorias,.e facultados ao
I exame dos accionistas e dos teroeros
que o quizerem :
Copia do inventario, contendo-
indicago dos valores, moves e immoB
i veis da sociedade e de todas as divi-
das activas e passivas.
2.o C6pia da relagso nominal dos
accionistas corn o numero das aceoesres-
pectivas e estado dojyagamento dellas
1.o No mesmo prazo serao publica-
i dos nos jornaes o balance, mostrando
Sem resume a situacao da sociedade e o
relatorio dos fiscaes.
r 2.o Quinze dias depoisda reuniao da


-Era cousa que me havia de espantar
ifiito se aquelle sugeito deixasse o
dinheiro A revelia, apezar de se gabar
de te umrn resto de peculio proveniente
de u% beranca.
Jobimio anou a cabea.
Nao.,. nao... -murmurou nao
voltark fico por isso. Seria preciso
apanha-lo esta noite, antes de ter,-
certeza de que desconfiavam d'elle.
Onde mora'lse- Cabera de Linho "?
Nao o soumhe nuiica responded
o tio Eustacbio.
Mas elle estava sob as suas or-
dens ?
Quer dizer, aroveitei-o para sub,-
tituir proviaosmria te o Augustozinho.
E it sabe -mde moral ?
i-:, V ~ekus que nae...- Tra-
COro dob0 ai.d4 09e
he 'essa Mirca .
dab.a
me*&ao... tietfib Oil-^ que
,Iaada toImoNa.8 a e na
i-.-_ __ ^ to '.f-'- *'-'- -


p !a Ivij mer ami-emi
por via de execu<,4.Soundo-asregr
de id contract
A*. -12. Toda a acgio 6 .indivio .
em referencia a sociedade. Quandoeim
destes titalos pertenc.a-digersas .
soas, a sociedade, stjT o exrci-I
cio dos direito que t dfShlos
inhererntes, emquant a* :peaioa
nao f6r designada v w.a I p i .
taria. :.
Art. 13. No caso d* cia da rnetade
do capital social -as
vein consultar ai0
a conveniencia d6 o ant-
cipada. -No caso. ; dequt a per-
dia seja de tres quartos do capital so-
cial," ququer accionistaoLyde6 rquerer
a liq.da io4 add. .
Art. Ass Imyas nao
so'wrjeitas A fallencia, mas. a liquida-
caO f0 r ada: salvo, p rnm,'a response
bilidade crimirral dtos seus representan-
tes e-socios pelos crimes .pesoatmept?
commettidos contra a so ade e ter-
ceiros, os quaes crimes | processa-
dos conform o decreto n. 707 -de
1850.


Art. 15. E' o governor autorisado pa-
ra regular a liquidaco forcada das so-
ciedades anonymas, applicando-lhes,.
corn as alteracoes dos seguintes, as"
disposigdes do codigo commercial iela-
tivas A fallencia na parte ci'il. -
L.o A liquidacao nao p6de ser de-
clarada : .-
1.o Senao por meio de roquerinmento
da sociedade ou de algum accioTnista,,.
instruido comn balanco e inventario -no-
caso de insufficiencia do capital ou per-
da. (Art. '13.)
2.6 Se no por rnmeio de requerimento
de umn ou mais credores, instruido corn
comrpetente justificagio, no caso de ces-
sasao de pagamentos de lividas liqui-
das e vencidas.
2o Declarada a liquidagco forcada, o
juiz do commercio nomearA o apraza-
mento dos principles credores, que fo-
rem facilmente encontrados, um cura-
dor fiscal, cujas fmemnc.es durardo ate a
deliberaAo dos credores sobre a con-
cordata ou administraglo.
3.o TomarL o curador-4fis posse
do patrimonio social para -consarval-o:
1.o Exereendo s6menite Os actos de
simple administraaeo;
J2.o Procedendo por meio de peritos
ao balance e inventario no caso do 1o
n. 2, ou A veriticac-b no caso do Io
n. il.
4.o Ocurador, no exericiiodas fIaun-
cgoes do antecedente, sera-assistido pe-
los representantes da- sociedade, salvo
se form ausentes. -
5.o De posse do balauWq e inventa.-
rio, qtue deveir set "c- t-panhaW de
um relatorio do curador-liscal stbre ak
causes da liquidacao, o jui' co~voaria
os credores por meio6 de editaes ca-Om
teonpo sufficient para que os aua.tes
possamn provindenciar sobre sit-a repre-
sentacao, se os seus credits polmrem
influir nasolugio da liquidacio fownd_.
6.o A reuniao para ser vai4p d-
pende de urn naimero de credorwquao
represented dons- tergos do valor dgb -
ditos. '
7.o Nesta reunion, 0 o em S
quosera celebra4 30 dias depoi, -
credoces resolveiro solbr'e.,a concdala
proposta-pelos representantes da tocie-
dade, a qual s6 serit concedida'pea. ui-
mero de cemdores deter.iiado nag 6.
8,o Nao haveria a'2' reuiao -
tretanto, os represnta"ntes da so
de apresentarem c nordata por *
to, concedida pelo numaro de criOre,
exigido no 6.o
9.o Homologada a concordata, ser
ella obrigatoria para todos os eredb
res.
10. 0 prazo da concordata sera o
que f6r estipulado peijs credores ; -8'


* =- A -N l'.- U-"j
que, .ctoda L certeza, senhot oi -
mnissario,8rA todo o cuidadlo de tI-
torniar a apparecer.-r- Por fortune
e reparei nelle... Se nao foss#
circumstancia fortuita, seria.u.ilbq
vai* qu*.unca o apanbhdss~ens....-
Mas tedaho o signaes gravados na me',
moriaie amanh. mesmo, otvuntes est
noite, todos os.antros, todas as'tasc-
tq-Ds us lugares puspeitos onde o0.-
hvel ha de vir-.talmente gasr
rio do seu qriB serAoma'o.
Iibem que nio nos eseaaf "
-Deus o quiira !... '
N'uma patavra-estao a0 a."as-as
investigates e pai'ece -me c ta4.:.
-S6 nos falta redigir o autJ' corpo
de delicto...- Quer agora sua aofooer
par-obtermnos noticias da p ltvi-
nha? :0 .
-Felizmeate Dinah Bliue t-iar muito
melhor.
,UJma sMria, qo imedi. i e .
haVia sof.fdo, prodnzima o,
feiw. -
A' inedi. q bello jacto depoprao:
vela aberta pola l 'idtv.o' -
rava as palpebras, ea
junto WW'elha, .diiiUecia
?nah tonava o 94 &l^
n0 medice- pa4p daktpo -
lA- Rio 446 1-
"rI


ut o laao, ou o lalo afle.ed s
- gerVenteia peladuplaVr- a
Lna extensio de 8Mo0 ti
n aberto or p_ p
r. -t 'Yechiado por um tri- il
Iielh *,b' as diverj.r -formando tres degraos o
nuiifo arruinadoA e distanciados de 6 a e
7.hetros. A Xi.meira-muralha, daat- St
-rade 10 a 13 metros,_ estA meia des- d
uida e immiscuida nas casas ou par- r
Lieiros construkidos corn os seus destro- r
,os; a segunda tern 7 metros de altura, q
Snao se acha em melhor estado ; a ter- 6
oeica, finalmente, nb toern de altura se- d
iao de 3 a 4 metros, e apenas conserve
alguamas pedras cornm um fsQs secco, d
leonde se ergue uma tloresta'de cy- _
Swtes, de- epinheros. -e C tr'*
-. as -: .'. -, ; ,-. i
A tt|&e maralhh? appri :.iB& ,p i,
Como uma trineheira minuito pittorasc&
de verdira e de ruinas ; mas, com6. se C
acha no estado em que a poz o assedio
de 1453, nao p6de servir de rnodo (
nenhum a defeza da cidade.
Todo o terreno vizinho dessa mura-
lha dcha-se inteiramenite eoberto de ce-
miterios, de jardin.,- de sebes, e do arq
vores, que tiram quasi' completamente a
vista da cidade,-sendo que 6 ellefrte-
mente accidentado e terminal poruita
chapada, onde se acham dumas vasas,
casernas que podem servir de cit i
dellas.
A vizi'nhanga immediate da cidade 6,
pois, bastante animada; mais distant,
por6m, o terreno 6 despido de arvores
e vegetaqio, a popalacao 6 rara e quasi
que e nao encontra habitaCoes; de
sort quo os arredores dessa grande ca-
pital assemnlham-se A um desert. -
Se o aspecto de Constantinopla 6 tris-
to do lado de terra, do lado do mar e
elle, ao contrario, risonho e esplendido.
Apenas se transpoe a aldea de S.
Stefano, sobre a Propontida, ve-se a ci-
dade desdobrar-se como um vasto am-
phitheatro, que parece sahir do seio das
aguas e curvar-se corno urn crescent
desde o Castello das Sete Torres atW a
ponta do serralho. 0 muro que a cer-
ca, construido corn as rests de muros
antigos ecoroado de jardins, kiosques e
de pequenas casas de madeira pintadas
de vermelho, f6rmna o primeiro piano
do quadro; acima desse plano, innu-
meros terrados de casas, entremeiados
de larangeiras e de flechas agudas dos
cyprestes, formam como que os degrAos
de uma vasta py alStiI; ftfieAlftt,
mais acima, sete ou oito grande mes-
quitas cor6am a colina, e elevasn para
os c6os seus zirmborios dourados, ao la-
do dos quaes campeiam os respectivos
minaretos esculpturados. e rendados, e
as lindas col-aruatas mouriscas.' Os
cypfestes seculares acompanham os
zimborios corn seus cimos immoveis, e
as pinturas de c6rcs variegadas das
casas da cidade fazerm corn que a vasta
colina brilihe corn todas as riquezas.de
colorido de A rm jardim.
Quando se tmanspoe a ponta do ser-
ialho, o panorama torna-se sorpren-
dente e excepcional. E' ahi, diz La-
martine, que Deus e o home, a natu-
reza e a arteo, coltocaram ou crearam
por accordo o potato de vista mais ma-
ravilhosib queo ~oolhar human p6de
contemplar na terra... Os terrados cir-
culares dos jardihs do serralho se ele-
yarn por declivios insensiveis ate o
palacio do sultilo, "de que .se distingue
us ziuborios-dnurads atravez os cieos
gigantescosdos platanos e cyprestes;
de distancia em distincia, esses grupos
de atvores sao interrompidos por pavi-
lhoes, lk'osque.-, porticos escuipturados
e dotrados, e baterias de canhoes de


is.ta c.d El04iinpe 1de tries parties
dictas( .istftlnopla, Galata e P&-
ra, e ScutLr .
ConetsneAf~ipj,;antiga Bysancio, a
moderr.@afmbul, a.eidade de Constan-
tino-e de MahometI ; ha-se sitiuada
ehtre o mar de Marflm'a e um brago
4Qo-Bosphoro, chamado Cornea de Ouro,
o qtAl, dirigido de sudloeate Ai nordeste,
'Oimstitue o porto, o mais bello da Eu-
Topa, e um dos meihores do mundo.
Constantinopla tern pouco mais ou
tnenos a f6rma triangular, occupando o
serralho o vertice truncado (do triangu4o,
sendo que tern elle a sua ponta em iuma
posigAo exceptional entire -a Propontida,
o porto e o Bospboro, a 4,000 metros
da ponta ie Galata e a 1,-800 metros da
ponta de Scutari.
A cidade 6 asseate n'um promon-
torio que langa suas aguas, de um lado,
no mar de Marmara, do outro, na Cor-
nea d'Ouro.
Entre os dous flancos, a aresta divide
a cidade em duas partes, separads urna
da outra por uma compiida e totuosa
rua, que se prolongado ibr6este ao
sud'este, desde a porta de Audrinopolis
atd a do serralho. Desta aresta sewde-
tacam sete colinas, seis das quaes sio
voltadas para o porto, ao pass que a
etima cor6a corn seus ram ies a verten-
te da Propontida*
Na primneira colina, irtdo do sul para
o norte, ve-se em primeiro lugar o ser-
ralho, vasto recinto que tern cerca de
uma legua de desenvolvimento e que
encerra uima agglomeraao confu.a de
palacios, pavilhies e kiosques, cortados
por rnagnificos jarding, cujps tapetes de
flores se sobrepoern, "uW aos ouftros
pelas eotinaq, e cujas a0vores gigantes-
cas-debragam-se sobre d mar. Em se-
guida ve-se a minesquita de Santa S.phia,
a antiga igreja dedicada por Justiniano
a Sabdoria Eterna, v-so e macisso
anontoamento d straw, coroado por
uma grande cupola. 0epois, divisa-se
a meaquila de Aehmnet, a mais elegant
da mesquitas turcas, proxima da prraca
do H .pod'omo oude Atmneidan, celebre
pela 4estruigo dos janisaros.
Nasegon4a colina, encontra-se a mes-
quita de Osman ; na terceira, que e a
part mais elevada da cidade, acha-se a
de Solimnan e o volho serralho ; a quar-
ta, onde se acha a mesqaita de M'ihe-
met, Hl-se A terceira pelo aueducto
de Valens ; na quinta, existe aMtesquita
de $elinm;; na sexta, que 6 a naissaepten-
trional e vizinha do arrabalde.4Eyobo,
encontra-se as ruinas do paiacio.4
Constantino, o velho palacio dos BtA-
quernos melhor conserva4o, e o antigo
quarteirao do Hebdoman; e da setina,
Imaltiente, que nao contfa mbfnumen-
tos, desce-se por um rleciiio.insensivl
da pot-ta de A-nd rindpolis para o Cast eWio
das Sete Torres.
Dos es lados da cidade, aqlelle que
seo !P no mar de M ara te cerca
det 7/9 metros 4.. emito; e e
no et'remo occideinte d~isa linha que
exisGe- astelo da&&4.bTorres, prisao
; ^ **e I -'*' ...

jnaiowres auteIas... Probibir-lhe-hei
r'tomt a c'nrmocao, toda a fadiga, s6
'd'aqui a muitas semanas lhe ser, Ies-
Bhrel e permittido tornar a apparefr
em seena...
Tornar a apparecer em scena'..
disse -Octavio em voz baixa !... tornrt
a arriscar a vida !... Nunca !...bah !
nao, Jiunca era o quefaftava !...
Mas, doutor, querido di.t or, nao
pense em tal,--clameu o direq
theatre .ssa Assassina-me t
Lembce-so^ 'queye eiitt hii^ndo,


noa, oue co U aI
queA &oe-l! ,pj
Bosphoro, como u-n .io aprisi" ttAo,
ntreabre-se e parece' fqgir
mmbrias mo.ntanhas, a* sopd ftlB.es
istingue-se A perdar de visa uma se-
ie nao interrompida 'de alddas, de ar-
nadas ancoradas ou .velejaade',- te pe-
ttenos portos W oabrea4 d arvores,
ide W dispas :'p: .eusjardins
debr*iloas sobre & Gra..-
Se feita esta inmpec*G dki4_. do,
laponita do serralho volWe-g a -a
p o occiente, ve--s a aonea-dau-
q,yav .sep
-ay p.S deaseo vlye, a me-
tatiee d.inha, circulahdo como
nif ff-ril Itanoe'o- rtonta-
ihas rourvadas. -Este porto semelha
ini largo nrio corno o Tamisa, cercado,
edo ambos os lados, poricollinas pejadps
de cidades,e coberto em ambas as mar-
gens por interminavel frota de -navios
grupados e ancorados ao long dascasas
0 interior da cidade, en4tretanto, nao
eorresponde a esse esplendido panora-
ma, pois que e composto de ruas es-
treitas, em rainpa, mal caltadas, qheias
d[e monturos, obstruidas por cdes sel-
vagens, onde nao haillumnmaoao A noi-
te (era isto em i859 e onde tees ho-
mens mal .pdem andar emparelhados.
As ca-as s*o pequenas, desaceiadas, de
madeira, de um s6 andar ou pavimen-
iatdas.de todas as 6res- e tendo
peqenas janellas corn grades. A ci-
dade nao cantdmn, como mnjondpents,
senlo inesquitas e fontes; tambeim s6
tern pequenas prans, coam excepgdo da
do Hypodromo nso teai, totras lojas
alein dos immundos e populosos baza-
res ; nerm tAo pouco encerra outros lu-
gares publicos, aldm dos banhos e dos
caf6s.
A cidade divide-se em dezeseis. quar-
teires : o Kum-Kapi d o quarteirao ou
bairro do. Armenios, .o Baat o dos Ju-
deus, o Phanar o dos Gregos ricos,
etc., etc. Tambem se chama bairro
dos Janisaros Aquelle. que era hliabitado
por essa militia turbulenta.. I
Em face do promontorio, sore que
repousa Constantinopla, encon.ra-se
um outro promontorio tmais elevado,
que domina quasi toda a cidade, e cu-
jas vertentes escarpadas descem brus-
camentepara o mar. No vertice desse
iprobifmfrtu seitad '*'arrabalde de
Pdra, e no contorno de sua base des-
envolve-se.o arrabalde de Galata. .
Estas- duas cidades apresentam o
mesmo aspect de Constantinopla : as
ruas ahi serpenteam como corregos ate
6 port, divisandfo-se entire ellas gran-
des espaoos occupados por jardins ou
cemiterios.
Galata 6 a residencia dos negocian-
tes francezes. Sobre.aparte emak eleva-
dada de Pera as e desenvolve urn bello
quarteirio semblhlfndo uma pequena
cidade europ4 : 6 ahi que se acharnm os
palaeios dos embaixadofeschri tios. Ao
sop6 de Pera, sobre o Bosphoro, se
acham as casernas e o arsenal de arti-
tharia de Top-hana.
Os ultimos deolivios de Pera e de
Constantinopla, no extremo- da Cornea
de Ouro, juntam-se no arrabalde de
Eyoub, celebre por sna mesquite, onde
os sultoes, ao subirem ao throno, vao
cingiro sabre de Onan. Cerrando-se
cada. vez mais, esses decivios apenas
deixam passagem A um valle estceRo e
A urn pequeno rio, reuniao do-Pytiris
e do Berbyces, queciicula e serpe-
teia no seio dos mais 4recos ta ps de
verdura, das mais Jellas somb ra"-for-
madas por groato de platanos, de: s v-
comoros e de chon pO: sao as AqtIaS-


Ddces da Europq}, passeio miai.s fr-
quentado-de CGalinuopla. .
:.: tinuar-se-ha)

Absolutamente...-
Octavio sailtu.lhe ao pescoeo corn
enthusigasrw' e beijou.o nas faees.
E.te born moo eSta bern apaiiixo-
nado !,..--disse o medico comsigo so -
rt4op--mas preferia por honorarios
um s6 beijo da sua narmoada."
Jobia sahindo do theaie, na vespera
i noite,- dirigira-se direito a prefeitura
depolicia. ,
Defa.t tsageutes da
Aegprpn2 explorer os coitos de ve-
lhaoos da vasta cidade.
0 resultado niao correspond"Aw


t ^


r.% I


f6rmnas bizarras q an-tigas. -Depois, o
hocispnte se alarga; a costa da Asia se
desenha Ai direit, toda- recortada par
altas e largas eoinas, cujos cinios sao
formados por florestas negras de6pios

cabellos, mas aquello grande desespe-
ro era mais apparent do que real.
ainente, se:n que ninlgena o
suspe o ppei eri questaoinha
- iwt4 Q I. 1duas actrize. B.ri,
I !gs.-=.vV unia college de
*^..S pontad ;a lum
^JH~~~a N^~ Bh^ein"ie ~q
fottda pa as de

S0 mtedico, qua acabava. do oWar,
d'ella coatsanto zelo e fortune, acorn-
p.... .mo tambem OctaviW, atd




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