Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16204


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Full Text












I : +fl i an : "

ausiulo, d9 dias *uterioreB. .


tojrebet b it


SAa be kria t fto#


TELEGRAKIMAS


(I-pecial p:ira o Diario)

LONDRES, 15 de abril, A tarde.


o principle Koung. miniiumtro da Ca-
.a Imperial da China, acaba de de-
cahir dam gracas de S. 31. o Impe-
rador.


PARIS, 15 do abril.


Enta completamente terminada a
GRLvE do departamento do norteo su-
-geitando-se o operariosM afi condlc-
c6es do% palr6es.

S Agencia lavas, filial cm Pernambuco,
16 de abril de 1884.


NOTA


No telegramma do Londres hontetn pu-
ibllicado acerca da rendigio de Khartoam,
sahio por error typographic, que escapou
-na revisao, governor egypcio, cm vcz de
gtUarnmi egypcia.

S \ A REDACXO.


Ii BC1o0 POPUiLAR


(Transcripgio)

CAPITULO VII
MACHINES SIMPLES
(Contimmagao)


Resta-nos portanto s6mentc o mnovilmento em al-
tura, eujo caminho A exactamente igual i quarta
S part do caminho no mov;mento descencional do
pso que fez mover o carro.
IMicomo estcs caminhos foram percorridos no
me o espaVo de tempo, segue-se que as velocida-
tdes tambem estao eatre si segundo a %esma relaao
(suppBado o movimeito uniforme; e o peso que
produ. o movimento podera portanto equilibrar o
tarro, Ainds quaudo o seu valor for qnatro vezes
mncnor do que o peso do carro,-isto 6, bastard ser
iat'al + ikdogramma8.
Repetindo experiencias semelhantes corn pianos
de diversas inlinac5es e corn oatros pesos, vere-
mos que sempre se realisa a seguinte regra ge-
ral:
A forfa, neeessaria para obri.qar qualquer corpo
a tbir un piano inclinado, est( para o peso do cor-
,po, na mesma relacao que a qoie existe centre a altura
e o comprimento do piano inclinado.
Oa ainda por outras palavras : a relaqao da for-
a para o peso d igual aa declive do piano.
Se em vez de obrigar o corpo a subir ao lon-o
de um piano inclinado, obrigarmos o piano incli-
nado a escorregar debaixo do corpo que flea immo-
vel, 6 claro qae as cousas se passarao do mesinmo
m1do, e que, no fim do mvnimeato do piano, estarA
o corpo elevado de toda a altura do piano incli-
nado.
Os pianos inclinados, que assim se fazcm escor-
regar por debaixo dos corpos para os levantar, sao
chamados cuinhas.
Una cunha nao e pois mais do quo-um solid
constituido por numa superficie plan inclinada so-
bre outra superficie plan c horizontal.
Ha tambem canhas diq.plas, coastituidas por dous
plr anos inclinados (de rodo quo formeinm uma espe-
cie de V, e (ie slo dit'i cauhat simple juxtapos-
tas pelas faces horizontaes.
(ContinUa).



SPARTE OFFICIAL

Governo da provlnela
EXPEDIENTE DO DIA 17 DE MArQO DE 1884
Actos:
0 president da provincia, attendendo ao
qule requereu Antonio Alexandre Vieira, praca qne
foLi do 14, batalhilo dg infantaria., sobre o que iu-
formou a Thesouraria de Fazenda, em officio de
11 deste mez, sob n. 164, resolve de accord corn
o decreto n. 2,384 do 1o de fevereiro de 1862, abrir
=1 acedito na importancia de 133J333, a verba-
Pracas de pret-do Ministerio da Guerra, exerci-
cio corrente, para pagamento da primeira presta-
.o de voluntario a que tern direito o supplicante.
-Comrnmunicou-se ao inspector da Thesouraria de
Fazenda.
0 0 president da provincia, atteniendo ao que
requereu a professor Anna Francisca Soares Pa-
checo, e tend em vista a informagio n. 88, de 14
do corrente mez, do inspector geral da instruc-
$ao public, resolve nomovel-a da cadeira de
ensino primnarip do sexo feminino de Cimbres, para
a da villa de Serinhaem.-Communicou-se ao ins-
pector geral da instruccao public.
/_ Offleiss:
J+ + Ao Dr. Carlos Fernandes Ribeiro, IQ vice-
Spreasidente do Maranhlo.-Pelo officio a que res-
wo/ d de 2 do corrente mez, fico inteirado de ha-
S er V. Exc., na qualidade de 1* vice-presidente
w asumido a administracao dessa provincia.
S Apresento a V. Exc. meus protests de estima e
oansiderao. ,
S-- Ao inspector do Arsenal de Marinha.-Ap-
Pryor a delibera o que tomou V. Exc., segundo
costa de senu offeicio n. 165, de 14 do corrente, deo
S suspeader do respective exercicio o escrevente da
officina de construcies navaes, Jose da Motta
Cardim;.pelo motivo exposto no citado officio.-
C- ommuneon-se ao inspector da Thesouraria de,
F,lazenda.
.-Ao commandante das armas interino.--De-
*Sinido o requerimento do 20 cadete furriet do 140
I bAtio de infantaria Joao Ribeiro Pessoa de
IlaMeda,^ antoriso V.8., avista&da Bsuinformtaio
:_ 156, de 14 do aorrente, a0 mandar dar-Ihe bein
W -a odo exercito mediante mubstit*i ums
J ubsttituto apresentado et qisi-
+- J^r. ohefe de poicia.- ,V.
do.teri.4o .. e Barzos e:u
odjuizdle direitod6e: e +


I,








r


cio de 10 deste mez, que a nova classificagao de
escravos a que mandei proceder nesse municipio,
dove ser feita de accord corn o officio que em 3 do
mesmo mez dirigi a respectiva junta.
Outro sim, concluida e approvada a nova classi-
ficaglo e esgotado perante o juiz competent o
prazo do art. 34 do regulamento de 13 de novem-
bro de 1872, cumpre a Vinmc., corno agent fiscal
da fazenda public, ter muito em consideragcio pa-
ra o arbitramento dos escravos libertandos as p- s
sitivas determinaqoes da ordem do Thesouro Na-
cional de 16 de julho do anno passado. i
A' junta classificadora de Exd e Granito.- i
De posse da classificag9a que por copisa Vinmc. en- d
viaram corn officio de 15 de fevereiro ultimo, rece- t
bido a 13 do corrente, declaro-lhes queo eumpre
proceder a novos trabalhos nio s6 para se descri-
minarem em rela95as distinctas os eseravos de um r
a outro municipio, como se fez na ultima reuniao t
dessa junta, mas tambem pars quo as classifies-
oies se limited a escravas casadas corn homens r
ltvres, salvo o caso de estar eagotada essa classes
e ser entao precise passar-so a immediate (escra- t
vos casados corn mulheres livres) e assim por d
diante, conforme a circular desta Presidencia de
10 de fevereiro do anno passado ; ten4o Vmc. em
considera*o que, se hover em qaualquer dos mu- (
nicipios escravos menores de 21 annos, filhos de o
escravosjA libertados por conta do fn0do de eman- i
cipasao, sem prejuizo da quota de eada urn, dove-
rao elies preferir a quaesqnor families, como Ihes
declaou tambem eata Presidencia na circular de
18 de 'abril do dito anno.
Deelaro-lhes outro sim, que devendo essa junta 1
ter-se reunido a 18 de janeiro, a determined,
cumpria-lhe fer funccifado pe enos 30 diw ,
convocando desde logo, PO w ditaes, os senhre t
de escravos para apresentarem stass declares x
neseprazo; concluido o qal prooeder-se-ha aes- I
colh dosa eseravos em melhores coilo"es do pre- i
fereneia, ao paaso que Vme, no refed& dia 15 de
forre"iro derampor find seas trablhos.
SA junta clkAMuadora de Leopoldina e Sal.-
0eirom-INao p6de ser approvads a clwasifies4o,
4tw*Vmu enmiaa por. copla eono oficio de 181


geral e espeial dos eseravas, e e mprehondendo-
se nelle, na part taxariva a penalidade commina-
da no rcgulamcnto n. 4,855, do 10 de deozembro de
1871, per falta de cominmunicamo de manumissues,
obitos, mudanga de residencias para outro rMuni-
eipio e transferoncia de doiniuio, rege-se pelo de-
creto de 1879 a iiposiAo das multas nos casos
acima ditos, A vista do qeuo resolve o Ministerio
da Agriculture, Commercio e Obras Publicas, ein
aviso circular de 29 de fevereiro ultimo, sob n. 1,
o que eommunico a V. S. para os fins convenien-
tes. -
Ao inesmo,*-Communico a V. S. que no dia
25 do fevereiro 44do, assumio o eoerrciio- interino
da comarca d* Bom-Jardiin o capitao Manoel Cer-
reia do Crasto, uaaceado pelo respective juiz de
direito.
Aon mesmo.-Transmit'o a V. S. para os fins
convenientes, c6pias das portarias do 12 de dezem-
bro ultimrno, creando f5ro civil no m'inicipio de Gra-
vatA e termnno de S. J )S. do Egyptoj nias comircas
de Bezerros e. lngiioira.
Ao minsmo.-i)De accord coin o exposto na
iniifornmacao dessa Tlhesouraria, de 14 do eorrente,
sob n. 172, iutoriso V. S. a mandar pagar as tres
contas juntas do material fornecido p'a as obras
do forte dD Buraco, corpo da guard deste palacio
e Enfermaria Militar, na importancia de........
303:790.000.-Communicou-se ao engeqheiro das
Obras Militares.
Ao inesmno.-Transmitto a V. S. a inclusa or-
demin do Thesouro Nacional sob n. 37.
Ao inoesmo.-O Ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publ:oa-s, conformine o aviso de
3 do corrente, sob n. 12, resolverat distribuir em
dous districtos cemin as sedes nesta provincia e na
da Bahia, as provincias do norte do Rio de Janei-
ro, nas quacs se tcnhaim estabelecido ou se estabe-
lecerem engenhos centraes, por meio do comnpa-
nhias, que gozem, notodo on cm part, dos favored
inencionados no art. 6.u do regulamento que baixou
corn o decreto D. 8357 de 24 de dezembro de 1881,
c noincon, de conformidado corn o art. 23 do dito
re'i'lamnito o engcnhciro Francisco van Erven
corn a gratificaAio annual de 6:0004 para fiscalisar
as operac5es das companhias cessionarias de taes
minelhoramentos, nesta provineia e nassla Parahiyba
Rio Grande do N rte, Ceari, Maranhao, mas tam-
bein a execunao dos contractors eelebrados por
ellas corn o goserno imperial e corn os proprieta-
rios agricolas, plantadores c fornecedores de can-
nas; solicitando no mesmo tempo do Ministerio da
Fazenda as provi'dencias precisas para que nessa
Thesouraria ponha-se a disposicao desta presiden-
cia a qnantia necessaria pars o pagamento men-
sal da gratificaao do alludido engenheiro durante
o actual exercicio.
O que communico a V. S. para os fins conve-
nientes.
Ao mesmo.-Para os fins eonvenientes envio
a V. S. a inclusa copia do officio de 13 do mez
findo, no qual o juiz de direito da comrnarca de
Floresta, bacharel Genuino Correia Lima, desfaz o
equivoco que se den corn relagao a data em que
reassumio as funcq5es de sen cargo.
Ao mesmo.-Mande V.S. vender em hasta
public os objects constants da inclusa relacio
por ccpia, alguns dos quaes foram dados em cen-
sumo e todos semr applicagIo nas officinas e depen-
dencias do Arsenal de Guerra, conforme declara
o respactivo director em officio n. 1,003 de 14 do
corrente.-Communicou-se ao director do Arsenal
de Guerra.
Ao (ngenheiro ehefe da rqartivio das Obwas
Publicas.-Approvo o orqamento na importancia
de '2:0'.)3000 r6is, a que se refore o sen officio n.
56 de 12 do corrente, para execuVao dos reparos
urgentes da ponte da rua da lAurora, e autoriso
Vmc. a mandar por em praca essa obra de accord
corn o referido ornamento.
N'esta data expeo orders ao engenheiro fiscal
da companhia Ferro Carril para que providence
afim de que o respective gerente reeolha ao The
sour Provincial a quantia de 4144000 reis rela-
tiva a parte que Ihe cabe nos mesmos reparos, nos
te-mos do art. 10 da innovagao do contract de 25
do julho de 1879.-Officiao-se neste sentido ao en-
gcnheiro fiscal da companhia Fcrro Carril.
Ao engenheiro chefe do prolongamento.-
Segundooaviso do Ministerio daAgricultura, Comn-
mercio e Obras Publicas, de 8 do corrente, foi de-
volvido para esta provincia, aflin do ser entregue
a Vmc., um caixao contend instrumentos de en-
genharia, pertenoentes a esse piolongamento; os
quacs foram remettidos em mato do annoy passado
para serem conertados na reparticao germal dos
telegraphos
Ao presideute da junta classificadora de escra-
vos de Exui e Granito.-Inteira o do que Vinc. in-
formia cm officio de 18 de fevereiro ultimo, recebi-
do a 13 do corrente, nesta dada declaro aos juizes
municipacs e de orphibos desse term e do Exu,
que, estando os roferidos terms regularmente
installados e provides, deve cada um d'elles proce-
der as libertacoes dos escravos classificados em
um e outro; aguardando que esta presidencia re-
solva sobre as respectivas classificacoes : depois
do que cumpre que o agent fiscal da sede da col-
lectoria promova o arbitramento dos valores dos
escravos libertandos.-Officiou-se neste sentido
aos juizes municipals do Exu e Granido.
Ao collector geral de Iguarassd.-Declaro a
Vmc. cm solucabo a cunsulta Lonstante de seu offi-


do de Noronha, capitAo honoranro do exercito ba- 1
charel Joao Baptista Pinheiro Corte Real, resolve
prorogar provisoriamente e gem vencimento per 30
dias, a licen9a que lhe foi coiicedida para tractar
de sua saud-.
0 president da provineia, attendeudo ao qne
requereu o guarda-m6r da Alfandega, bacharel Jo-
s6 Joaquim da Gama Malcher, em tendo em vista 1
os attestados medicos exhibi os sobre os quaes in- s
formou a Thesouraria de Fazenda em officio de
hontem, sob n. 177, resolve Oonceder4he 3 mezes
de licenga corn vencimentos na f6rma da lei para
tractar-se da molestia beribieri, f6ra da provin-
eia. LI c
0 president da provineia, attendenio ao que
requereu a professor Ismejia Genuina Dias, e i
tendo em vista a informaga'i n. 87 d& 12 do cor-
rente ao inspector geral da Instruccilo Publics,
resolve remover a peticionaria da cadeira, de en-
siuo primario do sexo feminine do povoado de Ser-
tAosinho, para -o de Goyannipha.-Communicou-se
re inspector geral da Instruwj6 Publica.
Officios :E
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.-
Communico a V. S. que, em 7 de fevereiro find,
o baeharel Jose6 Tavares da I Cunha Mello Sobri-
nho, homeado ultimamente jiiz municipal e de or-
ehaow do term o e Jaguary & provincia de Minas
eraes, deixou o exercieio cargo de promoter
pubmco da comarca de Goy ana. Quae em 9 do
nesmo mez assumio as faun s de promitor pu-
blico interino da referida a ra Joaquim Ra-
phael de Mello.
Ao mesmo. -ommue & a V. S. qae o ba-1
harel Feliit6Barbsa N n Ira, em 12 de feve-
reiro find segu&, do costa Ie officio dessa data,
hoje recebido Secrstaria Pi ie q as-
iumi. o exereiciodo r iag o dediveito' da
domSM &e Ozlaorbo d#1ar dsuowetovidb.o *
deetoia r(ertd 0 eomb ii ;


condi&e.-, reside ltes no me moa nmunicipia i
foram libertados os paiqs, n interesseo J-n
judicar-se a quota destribi la a outrtBt"
quanto a de Leeopoldina, r ter .W umU escravo casaAo corn mu1tdr l.-ie,
direito de eonjup*das to 2 IOvto* %
vas casadas corn hoernis lisils. -
URqeommendo porfanto q ie BV pr aI*
trabtlhos, attendendo-se ao s ufiea t endo
so, pordm, em vista quo a clafosi e dev6 so
feita gm forma de relacao, a qrral eftstem todow
sos eselarecimentos relativoi- aos cscr'aos prefetr,
d os +
Ao bacharel Franeisco Santiago Ramas.-
Cosv6m que Vine. o mais breve possivcl, cntre no
exercio do ca d.promotr public da comarca
do Rio Formoso ;ara o qua fia nomeadopor por-
turia de to do corrente.
QPortarias : -
Nio tend acompanh do ao balance e orqa-
mento annexos ao officio, qre a Camara Muniepal#
de Palmarcs, dirigio-me cmj13 do ccronte mei os
documents exigidos pelos arts. 81, 89 c 90 da lei
n. 1,221 de 21 do junho do 1875, recommendo A
mesma Camara que remetta corn urgencia A Se-
cretaria desta Presidencia *9 alludid.)s docimen-
tos afim de seremn enviados jl Assembla Legisla-
tiva Provincial.
0 Sr. agent da Coompanhia Brasileira de
NavcgaAo A Vapor, made dar transport A C6rte,
por conta do Ministerio da G-uerra, no vapor Es-
pirito Santo, chegado do notte, ao desertor do Ito
batalhao de infantaria Joao Dins de Oliveira e a
escolta que o acompanhou do Rio Grande do Nor-
te, compost dos soldados zia respective compa-
nhia, de nomes Jose Antoni6 Francisco d Joaquirf
Jos6 Bezerra.- CommunicQu-se ao commndlanta
das Armas.
Mutatis m'tandis, mandando transportar a
Corte, 20 praqas do exercito vindas 4o RioGran-
de do Norte.-Comaunicou-se ao commandant das
armas.
EXPEDIENTE DO ECRETARIO
Officios:
Ao agcnte da CompanliaBrasileira.-S. Exc.
o.Sr. desembargador presidente da provincia, man-
da accusar o recebimento d seus officious de hoje,
communicando que os03 vapofes Espirito Santo e
Pard surtos neste port, prdcedentcs-dos do norte
e sul, seguirao ambos amanli, o primeiro para os
do sul As 4 horas da tarde, e o segundo as 6 horas
tambem dia. tarde para os do norte.
Ao Dr. 1 secretario d& Assembl6a Provin-
cial.-De ordem de S. Exc. o. Sr. dcsembargadOr.
president da provincia, transmitto a V. S. afim d&e
que se digne de submetter consideraqio d'essa
Assemblea, os inclusos projects de posturas em
original da Camara Municipal do Recife.
Ao mesmo.-De orlem-de S. Exc. o Sr. de-
sembargador president da provincia, :ransmittoa
V. S., pars os fins cone -npes, o relatorio,balango
e orgamento apresentado pa eamara Municipal
de Palmares, scientificando-,he que o memo Exm.
Sr. recommendou a Camara jque remettesse ov do-
cumentos alludidos pelos arts. 81, 89 e 90 da lei n.
1,221 de 21 de junho de 1875.
Ao commandant das armas. -O Exm. Sr.
desembargador president Ida provincia, manda
communicar a V. S., para sou conhecimento que
em sen officio de 15 docorronte, sob n. 159, sobre
o pagamento do devido ao cabo de esquadra do 20
batalhio de infantaria Francisco Rodrigues Leal,
exarou hoje o seguinte despacho: Remettido ao
Sr- inspector da Theseuriau. de Ftzenda pars
mandar pagar, nao havendo, inconvenient.
Ao Dr. inspector da S&ide Publica.-S. Exe.
o Sr. desembargador preoiderte da provincia,
manda declarar a V. S. quei flea inteirado do as-
sumpto de seu officio de 13. Ao juiz inunicipl de Taquaretinga.-De or-
dcm de S. Exc. o Sr. desembargador president da
provincia, e em resposta ao officio de 31 de janei-
ro ultimo, dealaro a V. S. que o Exin. Sr. conse-
Iheiro president do Tribunal da Relaq:Io em offi-
cio de 10 do eorrente, communicou hayer provideun-
ciado no sentido de serem remnettidos a V. S. os au-
tos do process crime do reo' Jose Quirino de Tor-
res Gallindo, no qual 6 co-r6o Isidoro Felizardo da
Silva.
Ao agent da Companhia Bahianna.-De or-
dem de S. Exe. o Sr. desembargador president da
provincia, accuso o recebimento do officio de 14 do
corrente, em que V. S. coinmuninca que o vapor
Mearquez de Caxias chegado. da Bahia e escala re-
gressara amanhma as 4 horas da tarde. 4
Ao gercntc da Companhia Pernambucana.--
De ordem' de S. Exc. o Sr. desembargador presi-
dento da provincia, accuso o recebimento do offi-
cio de V. '. de .15 do andante, no qual communica I
que o vapor Ipojucea seguira para os portos do
norte a 22 corrente.
EXPEDIENTE DO DIA 18 DE MAfnO DE 1S84
Actos:
0 president da provincial, attendendo ao que
requereu o alferes da 5a companhia do 5 batalhaio
de infantaria do service active da guard nacio-
nal do comarca do Recife, Geminiano Infante Lu-
mechi Migueis, e tendon em vista a informaao~n.
198 de 4 do corrente, do respective commandante
superior, resolve de conformidade coin o disposto
no art. 54 da lei n. 602 do 19 de setembro de 1850,
transforir o peticionario para a 4a companhia do i
tO corpo de ,'avaluaria. Communicou-se ao res-
pectivo commandant superior.
0 president da provincia, attondendo air
nue requereu o secretario do Presidio de Fernan-


ango e
rido env
blea
MmInd
V. S. qn
um office
;om 0
supram
as copia
)lea naI

)GSPAC

Anic
iho-se.
Antw
me o ElS
zenda.
Ben
taria,
Bri
-Infor


recibo.

Mate
..jaol


a' vista do exposto, no officio junto, por
o president do conselho fiscA da Caixa
eca e Monte de Soccon'ro de 13 do corren-
1.'642, recommiaendo a Vinem., q to provi-
omo de direito for, afim de que soja levan-
[Hntia de 48J000 e sous jurors, conatante
nmeta qtu*eehava em poder do 14.o ba-
einfant*i**depositada na Caixa Econo-
9L falleciao music do dito batalhlio Frau-
pes das Chagas, quando praga di com-
te operarios militares do Arsenal-de Guer-
L provincia, e recolhida a Thesor'ariti' de
i, por cont;L da do 1:018.3726, que ficoui
Sa Fazenda Nacional o rcfcrido musico.-
t-se as devid:ts coinmuniicaves.
o director do Arsenal do Guerra. -Declaro
I)p.ra ow d&vidos fins, que acham-se reco-
Alfandega, conform declara o-respoctivo
ir cm officio de hoje datado, sob n. 73, os
e, contends medicamentos corn destino a
Aa militar,viundas no vipor Pa-'d, chegado

Sengenheiro fiscal da Estrada do Fcrro do
.o S. Franeisco.-EnEm solucio ao officio de
liontem, sob n. 29, declaro-Ihe que flea
do o superintendieute dessa estrada de for-
ceder um mez 4ie licena comrn o respective
nto ao empregado Antonio Martins Sal-


junta classficadora de escravos do Brejo.
te, do que Vines. expozeramnin cm officio de
rente, e considerMudo que lihouve mianifes-
rin.io do escravo RIayinundo, pertencente a
Mondes da Rocha, por occasiao da appli-
S4.a3 quota do fundo de emancipagao nesse
io, recomminendo aVmcs. que cumprain 6
rmiinou esta Presidencia no officio de 22
eiro utimo, dando ao dito escravo o 5 lIu-
iova classificaao, immediatamente depois
ro escravas preferidas canadas corn ho-
res, porquanto se havia nesse munieipio
scravos em melhores condicoes, como se-


1,paia
raodesI
P4efndo




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3 oxorci
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presided
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mnoz, qui
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lido mel(
lei n. 1,'
Presided
3i0 ornm
&.saembi
lb dito
ilo ohs<
he ammoc


pars

9411'fi


Manoel Theodoro"Simocs do Carvalho. Ilher materials 1
Informe o Sr. engonheiro j chefe da Re- de fazer nos ten
partiop das Obras Publicas. ro de que trata
Manoel Alexandrino doi Albuquerq ue nao deve ser cor
Pitt-t. Sara attendido opportunamente. lido, em face do
Urania Nympha da Silv4. Passe por- de 26 de j unho d
.taria na forms requerida. rigo, conforinme i
Secretaria da Presidencia, cm 16 de abrild de dendo fazel-o d(
1881. porteiro, dispe o art. 99

SJoaiqu:m Leocadio Viegas. Jose dos Sant(
-- concerto, substiti
Conmmando das armas sun casa n. 1, A
QUARTEL DO CO31MMANDO 1)AS AItMAS EM PER- voado da Torreo.


NAMBUCO 1 DE ABRIL DE 1884.
Ordemn do dia n. 1,458
HIavendo sido cexoncrado por S. Exc. o Sr. des-
.embargdor president da provincial, por officio de
hojc, o cargo de ajudante interino do forte do
SBuraco, o Sr. alfercs honorario do exercito Pedro
Baptista Carneiro ; assim o fa9o constar a guar-
niqio para os fins convenientes.
(Assignado) Joaquidm Cavalcante de Al-
buquerque Bello, coronel commnandante das
arenas, interino.
Conforme 0 alferes Joaquim Jorge de
Mello Filho, ajudante de ordens, encarre-
gado do detalhe.


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e nomes Viccnte e Jacob e nao foram op-
Snente attendidos a essa junta cabe a res-
idade por semelhante omissdo.-Commu-
ao juiz de orphdos do Brej ).
,pro-presidente'daCimara Municipal de
Im.- Inteirado do que Vmc. expoz no
io de 8 do eorrente, hoje recebido, decla-
e, na fadta do president e vice-presiden-
mara Municipal, dove Vine. assumir a
Ci:a da resp3ctiva junta classificadora de
Spar cuja reunibo desiguei o dia'20 tam-
corrente.
I ias :
Sr. agent da Companhia made dar pas-
corte, por conta do Ministerio da Guerra,
Epirito Santo, chegado do norte, as mu-
as pra9as,-'vindas do Rio Grande do Nor-
tomes Joao Gnalberto do Nascimento e
o Antonio de Almeida, e d e que tracts 'a
nnexa a portaria d'esta Presidencia de
atada, e bemrn assim a urma filha manor
o Eleuterio. Communicoa-se ao com-
das armas.
atis mutandis mandando tianwportae a
t cadete Antonio Americo de Albuquer-
o e o spldado Vital Gomes Correia.-
icou-se ao comnmandante das armas.
tatisa mutandis mandando transportar a
d4s Alagaas, o cabolde esquadra Manoel
lqueiro.- Communncou-se ao g man-
s amnnas.
is mutandis mandando transportar a corte
a d. Ministerio da Marinha o imperial
iro Augusto Lebre.- Communicou-se ao
r do Arsenal de Marinha.
8r. ge1rnte da Companhia Pernambucana,
)rimento a ordem do Ministerio da Agri-
Commercio e Obros Publica?, de 31 de ja-
uieo, made dar passage a re, por conta
o Ministerio, no vapor que segue para os
) norte A 20 do cerrente atW a capital do
ide do Norte ao engenheiro Carlos Le-
sste, nomeado fiscal da estrada de forro
Sa Nova Cruz.
tatis mutandis mandanda transportar a
o Ceara, por conta das gratuitas a quo o
tern direito a Clara Umbelina Cabral de

EXPEDIENTE DO SECRETA*O -
S :
Dr. IP secretario da Assemblea Provin-
De ordem de S. Exc. o Sr. desembargador
to dAn provincia remetto a V. S., afirm de
esentes a Assemblea Lcgisletiva Provin-
tcio do inspector do Thesouro Provincial
corrente, n. 489 e mais papeis annexes,
's ao pedido de credits supplemeutares
verbas dos 5, 6, 12, 15, 37, 40, 64 e 67
o da lei do ornamento vigente, na impor-
tal de 138:506876.
Smesmo.- De ordem de S. Exc. o Sr. des-
dor president da provincia remetto a
m de serem presents a Assemblea Le-
Provincial o officio do inspector do The-
ovincial de 15 do corrente, n.: 494 e o
, que ell- se refere, da divida passiva para
,io de 1881-85.
mesmo.- 0 Exm. Sr. desembargador
te da provincial manda declarar a V. S.,
sta ao sou officio n. 15, de 10 do co:ronte
tend a Camara Municipal de Villa Bella
o de 13 de outubro do anno passado, pe-
vagapo da multa imposta polo art. 50 da
[91 do anna passado, e n'o competindo a
^cia resolver a respeito, foi o refer;do offi-
ttido por copia ao Sr. 10 seeretario d'esst
ea, corn o officio n. 237 de 17 de novembro
iLanno, fazendo-se constar que a Camara
ante hayer sido multada e ficado privada
adar impostos, tinha remettido o seu ba-
ormamento, documents estes que haviam
iados per esta Secretaria Aquell'a Assem-

So mesmo Exm. Sr. president decarar a
a Camara, accusando o recebimento de
Lo da Presidencia, que nao tinha ligacao
sumpto, solicitou de novo a relevagao da
ncionada multa. Por esse motive ficam
que devolve remettidas a essa Assem-
a mais havendo sobre a questao vertente.

OS DA PRESIDENCIA DO DIA 15 DE
ABRIL
to Jos6 Maria do Rego.-'Encami-

nio Fernandes de Barros.--Infor-
r. inspector da Thesouraria do Fa-

enuto Correia Cabral. -Passo por-
ispensando o lapso de tempo.
is Sebastiana do Moraes Monteiro.
me o Sr. inspector da Thesouraria
enda.
da Rocha. Entregue-se mediante

da Rocha. -Sim, pagatido o suppli-
c8 comedorias.
Cioelbo d S^ilyfra. Informe oSr.
)r tda tThadefLarua de Fazenda, ten-
vita o ojti 4B~~iata1!!^ Fradwi de'


cipaes e de contfc
engenheiro, cone
Joaquimi Mano
substituir terea r
16, A rua do Coi
direitos municipal
Joio Jacinthc
pars tomar goteii
do Padre Flurian
do Forte. Sim,
Joaquim Morci
ceder escava'Ao,
para a casa n. 2,
Sim.
Joanna Maria
car uma casa de
a Torre.-De co
cer do engenheirn
nicipaes, concede
Joss Francisco
rancar musgos e
suas casas ns. 5


ba, 11, 15 o 20
a da FundiciAo, f
69 A rua do Vise(
guezia da Boa-Vi:
de, freguezi a da
olena, freguezia d
teiras, quando es
mo na de n. 37 i
na. Limitando-i
do-se.
Luiz de Paula
coberta no terraC
largg da Santa C
corn o pareccr di
as posturas e pag
concede-so.
Manoel de Sou
o telhado da cus.
do Tavares, frvg:
tuindo alguns cii
limitando-se ao q
Miguel Franci"
retelhar as suas (
travessa de S. J(
madeira na prime
cede-so para r ete
fazer outra qualq
vo.
Maria Joseplha
ra fazer parap ito
aguas pluviacs, r
a casa n. 3 A ru
os direitos munici
corn o parecer do
Raymundo da I
car a frente de s(
da Casa Forte, fr
nella. Idem.
Secretaria da
cife, 15 de abril

Leopoldino


ara as obras que se tc:n
renos contiguos. 0 tclhei-
SpetigiAo da supplicante,
certado e deve ser deiimo-
art. 124 da lei n. 1,122J
Le 1873, por ameacar pe-
nfurmou o engenheiro, po-
confourmidade coin o qutOe
da citada lei.
-s Silva, para fazer u;n
lindo e-teios, no Oitri) do
-'ua da Concti.7io, do I,)j-
SPages os directs miuti'.i-
rM1idade corn o parecc.,- l.
3dc-se.
l Fcrreira de Souza-, parir
a coberta de sun casa iin.
onel Suassuna. Pag .s, concede-se.
de Mudciros luz'mJ,
as nos predios u. 5 A ra L
o e 6 A travessa da Plrai:a
laudo scicucia ao fiscal.
ra de Sampaio, pars-a r)-
afim de canalisar ngtma
SA, a run das Saudadtc..

da Conceigio, par a editi-
taipa em seu tcrreno sit,
formidade com o parc-
c pages os dircitos nun-
-se.
de /Sa LcitAo, pora ar-
horvas dos telhados do
, A travessa da Pindo-
Sdo Corpo Santo, 4 e 12
Seguezia do Recife, 4:3 e
aude de Albuquerque, fre-
ita, 28 e 40 A da Amiza-
Gra~a, e 8 a da Maglda-
Afogados, e tomar go-
:as appareaam ; benm co-
, rua do Coronel Suassu-
e ao que pede, conce-

Lopes, para fazer urma
do sea predio n. 8, ao
*uz. PDe cooformidade
engouheiro, respeitadas
os os direitos muni ipaes,

za Tavares, para c rrer
, terra n. 6, a travessa
tezia de S. Jos6, substi-
jros. Pagos os direitose,
ie pede, concede-sc.
co de Souza Rego, par-
asas us. 14, 16 e 1'. A
es, substittindo algiia,
ira, se precise for. Con-
lhar, 'so por6u tivcr do
ier obra, requcira de nuu-

ie Alinecida Coimbra, pa-
, internal canos par a.-
bocar a frente o retelhar
das Carroqas.--l g-
)aes e de cont'ormidad L
enffenheliciro, coincdle-ec.
"osta Alecrim, para ca-r-
u terreno sito A travc-sa
eguezia do Poco da Pa-


'anara Municipal do Re-
o 18,4.
0 porteiro,
C. Fcrreira da 'ilva.


DIARIO DI PERIAIBDCO


Retrospecto ]


(C
Apczar da esterilki
tar, os3 ministerios qu,
vebcraram senao pe
rados, expediram os
decrctos vedando ao,
rios subordinados c
pregos de outros min
pecialnente exceptua
hibicio um certo run
funccionarios que d<
rendosas as accumulh
voltou as ordens rel
lament para a cony
Ainda o minister<
em manifestoes de
accommodando suas
several economic de q
note em scu program
cripoSes neste impos
deteve o jorro dc gat
ram as muitas empre:
que sob a ominosa pr
cado na lei do orqamex
ainda vergou so'o o n
garantiade seis por c (
um capital de cerea
al6m de outras que
versos capitaes sus
ponderem ao valor d
Essa media de
pecto se lhe noo podc
o gabinete, querendo
tisfazer s6mente as
aproxima da sinuosI
eonsecuelo do equili
orgamentos; se bem
' la o distance muitc
gir.
A suppressor e ri
protest realisado di
narios, nao proporcic
vidar para a obtenel
reclama igutdmente
productibilidade do
dos, de mode a ser a
os orcamentos dotani
complex a provide
debellago dos defic
em escala creseente,
reeada*o em detri,
neeessidades incessa
Adpralscao da
Meeancafaia-xi
mentor, de emja fall
muitoa que a. shaai
as provianiss, favm
edoA Esaow ivas

meuto eom quo so di


politleco do anno de
I883
BRASIL
ont clus*do)
ade da temporada parlamnii-
', durante a sessao, 's nao rc-
os actos quo ficaram cilmulc-
da agricultural e do imperin
n empregados a tacs ministc-
exercico simultanco dc em-
sterios, salvo casos nmuito cs-
dos. Causou semelhante pro-
or e alguma agitaaio entree os
sfructavam as vantagens dc
coes; do mesmo mobo que re-
giosas a publicaqAo do regu-
ersao de seus bens.
i da agriculture adliantou-se
oelo pelos redditos publics,
applicaqSes mais ou manos ai
ue fez grande cabedal o gabi-
na. De accord corn as pres-
s, o ministry da agriculture
autias de juros, qne innunda-
as que se levantaram no paiz,
ssio do avultado deficit verifi-
to doanno financeiro anterior,
o menos asphixiante peso da
nto, durante vinte annos, sobre
de quarenta e seis milh5es,
eis esparsas concediam a di-
eptiveis de alga pars corres-
evido em ouro.
diamento, pois que outro as-
enmxergar, tend a indicai que
ser fiel a sua promessa de sa-
necessidadcs inadiaveis,.se
vereda que o dove levar a
)rio ausente desde tempos dos
que a arduidade da tarefaain-
do alvo que prometteu attin-
uc o de despezas, unidus ao
n-o abrir creditors extraordi-
rao tudo que 6 preciSo ia-
Sd'aquelle almejado fim, que
Iomo poderoso adminiculo a
melhoramentos emprehendi-
lIjada part da earga com .qt e
as finances annual. Assim
;ia mars vigor despenderi nus
s que se reprodtUem mpre
e que adaorverido today a ar-
en da sotuio mmao dw
to.s e ordiuszisu.
emoetsi de gasatias su-
t. o sdiSaento do mclhora-
e wmte.e opu l ri68

comp6DB59Wo so dqep-Ja.-
Jvotar oniaiiuitei osOBCwi@If


DESPACHOS DO DIA 14 DE ABRIL
Pelo Revm. Sr. padre Mello, vereador
commissario de edificacoes:
Antonio Ribeiro da Silva Guimara'es, pe-
dindo licenga para edificar duns casas, si-
tas A rua de S. Miguel, freguezia de Afo-
gados, bern comno construir urma bombs na
frente das mesmas, para esgoto das agaas
pluviaes.-De conformidade corn o pare-
cer do engenheiro, observando as posturas
em sens termos e pagos os dircitos muni-
cipacs, concede-se.
Antonio de Paiva Ferreira, para fazer
um concerto geral em sua casa n. 26, sita
A rua Vinte e Quatro de Maio. Idem.
Antonia Maria da Conceiiao, para edifi-
car urma casa de taipa no lugar Dous Ir-
muios, freguezia do Popo da Panella. De
conformidade coin o parecer do engenhei-
ro, cocnede-se.
Antonio Rodrigues de Souza, como pro-
curador de Alexandre Vieira Caminha, pa-
ra tomar goteiras na casa n. 24, A rua da
Roda. -Sirm, dando previa sciencia ao fis-
cal.
Aurelio dos Santos Coimbra, como tes-
tamenteiro do Jos6 Joaquim deo Gastro
Moara, para tomar goteiras nas casas us.
76 A rua do Santa Rita o 26 A do Marsi-
lio Dias.-Idem.
Custodio Francisco Martins, para con-
certar o telhado de sua- casa n. 40, A es-
trada dos Afflictos. -Pagos os direitos mu-
nicipaes, concede-se.
David da Silva Maia, para tomar gotei-
ras nos predios ns. 16 o 18, A praga do
Chaco. Sim, dando sciencia ao fiscal.
Dionysio Dias Moreira Leite, para le-
vantar urma sot6a sobre a casa terrea n.
52, A rua Vinte o Quatro do Naio, demo-
lir urma trapeira, encanar as! aguas plu-
viaes, picar a frente, fazer cbrnija e pa-
rapeito.-Se a casa em que o supplicante
quer levantar a sot6a for do paredes do-
bradas, concede-se, de eonformiidade corn o
quepreceituam as posturas e cm o parecer
do engenheiro, e pagos os direltos munici-
paes.
Francisco Ribeiro Soares, para concer-
tar rebocos e tomar unma_ achadura na
frente de sua casa n. 132, A iua do Mar-
quez do Herval. De conformidade corn o
parecer do engenheiro e pagos os direitos
municipaes, p6de ser concedida a licen9a.
Ermelinda Amelia de Arauja Ribeiro,
para rebaixr o muro em frente a sua ca-
sa n. 42, A rua das Pernamucanas, col-
locando sobre' elle gradil d ferro.-De
conformidade corn o parecer o genhei-
ro e pagos os direitos m cnieaOl Coikee

Itenionis Ie"i niaade. ra 0 (arva-

liiaw --6a. toMt do Pei_-
$Ot1: if+$j a'S. L+ .. A m ae reI
++ *+ + I: +:+ : + + ::++? + + +++ i + + + I + + : : + + ..


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Repari'fIo da Polclla
Sece9o 2.'- N. 410. Socretaria da
policia de Pernambuco, 16 de abril do
1884.-Illm. e Exm. Sr. Participo a V.
Exc. que foram hontem recolhidos A Casa
do Detengao os seguintes individuos
A' minha ordem, Ludovico Nunes da
.Cunha Machado, vindo da comarca do
Goyanna como criminoso.
A' ordem do subdelegado de- Santo An-
tonio, Angola Maria da Conceito, por of-
fensas A moral public.
A' ordem do do 1. district de S. Jose,
Justino dos Santos Gloria e Thereza de
Jesus Maria Maciel, por offhnsas A moral
public.
A' ordem do do Peres, Joao Cancio Gon-
9alves, Vicente Pereira de oCarvalho e Joao
Pedro de Sant'Anna, por disturbios.
Communicou-me o delegado do term do
Brejo que no din 1." do corrente foram
alli press em flagrante, por crime de fur-
to de cavallos, os individuos de nomes Jo6
Bonto Beltrio Velloso, Marcolino Lyra dos
Santos, Jos06- Rodrigues da Costa, Joaquim
Jose de Assis e Jose FranciSCo de Lima.
Estes individuos, dos quaes o primeiro
jA esteve em Fernando cumprindo senten-
9a formaram um grupo de ladroes que ha
tres anuos desvastava os campos de crea-
9o d'aquella comarca.
A autoridade policial fez o inquerifo e o
remetteu ao juizo competent.
Deus guarde a V. Exc. -Illh. e Exm.
Sr. desomnbargador Jose Manoel de Frei-
tas, muito digro president da provincia.
-0 chefe de policia, Raymundo Theodori-
co de Castro e Silva.

Camara Municipal


11


14










































bmvissuo -wrmo iao uortuwunao quoe macula V z,
deapertaram nogoverno a. idea doais cfe
esseomovimento, a quqsenAo podia vtar iadf-
rente, e eoetencido de ser muito cado opa-
eulio puliico, se propose a angmeutal-oprometten-
do renumeragoes honorifia-por mzxawun sies gra-
tuitas. Desse ajuste deo ncIativasderiva a con-
vieao de que nio mauitos serao os dias a contar
ati o da extinccao complete da eseravidio. Esse
term que sera ao esmo tempo comieo de uma vi-
da diversa para o paiz, que nessetraue exnperimen-
tarA deslocagoes mais ou meunos seasiveisa e comn
fellas necessarias perturba4es em seu regimen eco-
nomnico, suggere a idua da um preservative eontja
a intensidade do abalo que advira dessa proxima
transformagao, e nenhum outro se onostra mais ef-
feetuoso, do que promover a immigragio de colonos,
secundando o invento de meios de tornar provei-
tosos os milhares de bravos que se desprenderao
dos grilh5es da escravidao.
Os receios de que o immigrante proeurara antes
posuir do que arrotear a terra por conta dos pro-
prietarios, nio devem subsistir diante da angus-
-tiosa contingencia ejn que se estorcera a agrical-
tara no period da transigio, contingencia cujo
prolongamento sera evitado pela prompts substi-
tuiglo, que a immigraco ministrari, tanto mais
profienua quanta mais acertadas forem as coadiges
do sua promocao.
Emquanto a importagio de colonas vai send
agenciada por alguns agricultores para seus ser-
vigos, urnma associaclo se erigio na Corte do impe-
rio,-Sociedade Central de Immigragao, pars o
fim de promove r esse meio de resistir sos embates
da transformaogo do trabalho 'buseando acercar os
immigrants de vantagens egarantias capazes de
vineulal-os ao solo brasileiro.
Em tudo isso e mais nas doa95es feitas de terras
pelos donos aos seuas ex-escravos, vg-se urma indi-
caelo dos meios que o governor nao deve descurar
parna amenisar os rigores que caracteiarisaro o prin-
cipia danova phase corn que nosacena o movimento
omincipador. Desde que nao se admitted verifica-
Vio, por ser resolvida a custa de muito repetidas
experiencias, a excellencia do trabalho Uivre sobre
o trabalho escravo, se deve comprehender entire'
aquelles meios, os que tendam a reprimir 0 des-
regramentos e.abusos que pretenderem fazer da li-
berdade os que a reivindicarem.
Dos empnehendimentos particulares disputam
meneiolJonrfsa entire os faustos acontecimentos do
anno, as exposicoes agrieola, no Maranhuo, e peda-
gogica, na core do imperio.
Aquella, a primeira de seu genero, foi iniciada
pela associanao commercial d aquella provincia,
constando as products apresentados de assucar e
algodao, os principles objectives da industrial do
note; e foi sumptuosa pela abundancia e varieda-
de, como feliz pelas observases e reflectido estudo
a que deu lugarfossem ensaiados sobre os meios de
mais aperfeicoar os products, de modo a tornar
-+em frigante o melhoramento que poderio alli al-
CiUar.I
A segunda, sem precedent no paiz, conquistou
a main complete admiraoo pela immensa quanti-
dede de artefactos differences destinados ao ensino
elementary dos diversos grAos; e foi realisada sob
os auspicious de various cavalleiros dipos do mais
alto louvor, presididos por S. A. R. o Sr. Conde
d'Eu, cujos esfornos reunidos a solicitude dos pri-
moiroes, deixaram conhecida a media da genero-
sidade particular em prol do que se refere a ins-
.truzco public. E de certo essa a exposigao pro-
dazio um resultado da mais permanent utilidade
public, e foi ser convertida em um Muzeu Escolar
National, para onde continuam a convergir quanta
so pode adquirir de novo, vario e mais aperfeicoa-
do, em material de pedagogia, corn decidida'vanta-
gem para os educacionistas que alli encontrario
o quo a experiencia tern sagrado aceitavel.
A proposito de instruccao public cumpre men-
cionar o project que pars sua reforms foi apre-
seutado, ainda que nao tivesse curso, por ser a ses-
sao esgotada pelos negocios que deixamos arrola-
dos, alguns dos quaes nao deveriam preferir o as-
sumpto daquelle project, um dos pontos cogitados
no programma do ultimo ministerio. Sous artigos
sao os seguintes: I
Da liberdade de ensino, secularidade da escola,
instrucgiao obrigatoria;-da educaqio primaria pu-
bliea e seu magisterio; do muzeu aacional, escola
normal national de arte applicada, classes e escola
de arts; das autoridades prepestas do ensino; do
fundo escolar; e dos cnselhos escolares de paro-
chin; dalnygiene eoeolar.
Sao intuitivas as vantagens a provir da reform
-consignada nesse project, prineipalmento no que
diz respeito a substituicao do method subjectivo,
pelo objectivo, infinitamente menos arduo que
aquelle. 0 muzeu porem, 4 idea realisada, para
cujo desenvolvimento poucos fomentos provirno da
Ii em que oprojecto 5e converter.
Em outras exposi~eos,no exterior, oBrasil se fez
representar, como fosse emrAmsterdam, nos Esta-
dos-Unidos, no Canada, em Trieste, em Vienna, e
ate em Athenas; em quasi todas o product apre-
sentado foi o cafe, que nao decahio de importancia
diante de seus rivaes onundos de outi*,s paizes.
Durante o anno que expirou, o Brasil gozou da
mesmapaz, em cuja posse repousa mansamente
desde muitos annos, ininterrupta apezar de motim
que rebentou na provineia do Parana, em o qual
tguraram como chefes pessoas de alta representa-
ao political. A esse motim den causa a execucao
de uma lei tributaria do imposta de 11/2 0% sobre


o valor das vendas que os estabelecimentos com-
merciaes realiiassem, except os de herva matte,
sendo o laugarmentos feitos mediate declarsaj
escriptadoe contribuintes, e no CmO de omisao'
ou fraud, pr commissoes pennmunentes nomeadas
pelo governo.
Ainda que- essa sublevao1 alias signifilativa
da just repulsa opposta a urnma lei attentatria
dos direitos confendos pe la legislaa* commercial
aos" ociantes aobre o sigilbo de ouu escriptura-m
savoB eases raros, heogaWs at fdehamemto
dos esa b cinentoi, ao attngio ainda assita
maaiones ~u~pronc ;pIr mere dimaunuitas c eaes-
a~w eoutd"as o re|ulawimto, tie -a acompaahot,j

toa e os intereo.s !agj8es eotmoxow. *'1 1
VPtOOqft to" as8bean e wOHoxteriOr j#iaio-a


sotiqb dIape :ebi a~m-que~dipoma~tia coin este
A )iiat'ailq& & n.;' p*'~.atetdap
propio motiu'o que 1he dou gem--o massaore de
nosaoscomatat. emPa o do, repele a de-
longa qua te eiitorpeido, contra as prescripOes
internacionaes, a mes do desaggravo a que
temos ineontestavl direito, at por haverem sido
reguladas as bases qu dever apoiar a solugao.
1Nao coostituirlo intovago na liHta da? neces-
mrias ao paiz quaqer modidas quo form pla-
nejadas para, a coerto dos crimes qae em maior
prapa.ro se espera obrevenham ao term gual e
eompleto da escravidA%.
SO-temorque se presented por essa progressilo
nle 6 destituido do fundamento, attento o desme-
suradonuminero de Individuos que se recolherAo a
comimuihio social, envilecidos pela vida vegeta-
tiva que terto levado, escassamente fortificada
pelo suor saugrento secretado a custa de esfor~os
ingentes, violentos e dolorosos, provoeados a contra
gosto de quem os dependent.
Entretanto esses receios declinariam de inten-
sidade, se as circumstancias quasi habituaes em
que slo infringidos os preceitos attinentes a m%-
nutenao da ordem public, da garantia dos indi-
viduos, de sua honra e propriedade, merecessem
dos -publicos poderes um estudo serio e amadure .
cido, e uima attenguo dedicada, capaz do agucar-
Ihes o s6elo pela diffuslo da instrucAto, pela orga-
nisagio de urma magistratura independent e de
urma policia conforme Ls multiplas e varias exi-
gencias locaes pela regei~qo das inaptidoes, pelo
c)mplemento dos claros que ainda se apontamn na
legislagio penal, pela repressio dos desrogramen-
tos da liberdade, e pela elevacao da autoridade
ao ponto da mais alta consideraao e valioso pres-
tigio que Ihe nao devem faltar.
Se por todas essas providencias cuidadosamente
praticadas fossem modelados os actos dos pode-
res publicos, contra cujos desmandos se insur-
gissem sobranceiros todos os espiritos aptos para
uma reacqo em prol do bern star commum ; bemrn
pouco se teria que addir por oecasiao da inmcta-
norphose que se deve operar no estado, e ate
talvez nao occupasse lugar neste trabalho a nar-
racao, alias puugente, do infausto acontecimento
que amargas recordap'es desportari no dia 25 de
oatubro deste anno.
Nesse dia o mais audacioso crime foi praticado,
corn supremo assombro de quantos delle tiveram
noticia, que logo se divulgou, para dar azo aos
commentaries, cujas centrastadas a&everac5oes
dao a media da ievolta produzida no animo pu-
blico pelas especiaes e barbaras circumstancias
que revistiram e facto.
Um individuo que em sua profissio de jornalista
decahira no declive resvaladio do abuse da liber-
dade de imprensa, disputara a ingloria missio de
attrahir sobre si o odio de muitos e o despreso de
outros tantos, de sort a sentir-se ameagado de
ver post fim proximo a seus dins pela arma ho-
micida de qualquer d'aquelles que so sentiam
offendidos por suas acrimoniosas publicag5es.
Essas ameacas repetidas e aeompanhadas de
outros actos violentos, caracteristicos do intent
sinistro, alimentado contra quem as experimenta-
ra, converteram em um verdadeiro aterramento o
animo mais ou menos resistente do amea9ado, que
sentlo-se impellido a procurar os recursos que Ihe
poderiam provir da autoridade, e comro ultimo e
mais decidido appello ao direito que lhe assistia
de ser pelo poder public amparado contra os
golpes que jA comegavam a ser-Ihe desfechados,
abrigou-se sob o tecto da primeira autoridade da
capital do imperio, de onde sahio para cahir,.nos
bragos dos assassinos que proximos o esperavain.
As providencias debilissimas quo a autoridade
julgou bastantes para garantia da vie;.;' a con-
fianca excessive de que se deixou ,l' --1 ela
assevcraoo do official, que de o
amea9ado se enearregou, consider. ..-
do de valor e prestigio para domino,' ,-
centes furias que contra aquelle se deseucadea-
vain, constituem artigos de accusaiao de impre-
vidente contra a antoridade, por quen nnab eram
desconhecidos os factos anteriores ao tetrico des-
fecho naquelle dia realisado.
Sirva esse acontecimento dolorosissimo e sig-
nificativo do desrespeito pelos mais venerandos
principios, de incentive para a reorganisagao dos
ramos de serving que entendemn corn a tranquili-
dade public, e para que seja conoedida a auto-
ridade, alem de mais numerosas attribnicoes,
meios efficazes para a preven^io dos delictos, de
modo a naio ser constrangida a acceitar jiroposta
de confianca, em substituicabo ao emprego de me:
didas energicas em sua mais complete evtensao.



PillAIBIU CO


Assembly a Provincial

20.a SESSXO EM 29 DL ITARgO DE 1884
PKESIDENCIA DO EXM. SB. BARAO DR ITAPISSUXA
Ao nmeio dia feita a chamada e verificando-se
estarem pretentes oas Srs. Aristarcho Lopes, Jos6
Mariaf Barno de Itapissuma, Silvino Cavalcante,
Antonio PinheiA, Pereira de Lyra, Cuhha Beltrao,
G6es Cavalcante, Arruda Fahleo, Amaral e Mello.


Joib Augusto, Lourengo de SA, Barlo de Nazareth,
Santos Pinheiro, Ferreira Jacobina, Juvencio Ma-
riz, Maximiano Duarte, Praxedes Pitanga, JoAo
Aives, Augusto Leao e Alfredo Correia, o Sr.
president declara aberta a sessao.
Compareceram depois os Srs. Olympio Marques,
Estevao de Oliveira, Paulo ds Oliveira; Meira de
Vasconcellos, Nilo de Miranda, Deminocrito Caval-
mate, &rmiio GCostiho,;Drmunond Filho, Fiel
Grangeiro, Rosa e Silv, -Luna-Freire Junior e
AtopukioCorreia.
Faltaram os Srs. Viseonde de Tabatinga, Mello
e Silva, Constantifto Lins e Amaro Fonseca.
a'4ids e semi debate approvadsa a acts da ses-'
lo antecedente.
0 St. 1 secretario procede k leitura do
gulute: *1 ..1 .

Uftoffido sectdito da x8Mbla Legis-
fwfti RfVincibl Ao Eeqirfto Smato,,re-mftmdo:


Teixtira Liope
Rego Barros,
adraittidos no
mienores, Alfrds
do em eqnieig l
que estio sec
mentor a custa
do uav64 stun i
iso augmentai
fawao dessa des
Considerandc
desta Asserabil
nao satisfeitos


e Joaqimn lia,' de AlbiSqde'
nos quaes solicitarm qtte s
4ymnaeio Provineial as peus
lo, Adolpho aePedro desBarroa,
aio o rescilo numereo de alu
do educados nAaquelle estabel
laproincia e que para a admig
nos no meamo fhstituto, seria j
a verbsA destinada para a $a
peza;
que subsistem nMuitas-resolu,
'a con :edendo igual favor, aai
por deficienuia da quota vot]


para. o paganmepto das pens05W dos que j'o7
veram aquclla gra4a, e conseguintemente que
torisag5es para o mesmo fim nao podern ser eoe
tadas, ou que, q ando satisfeitas sejam, prejudice
ao direito d'a Xaelles a quema ja foi eoncedid
boneficio requei ido e cujo ingresso n'aquelle es
belecimento est hoje dependent s6mcnte das
gas que forem si ccedendo nos lugares actualme
preenohidos pel )s pensionistas da provineia;
Considerando finalmente que o estado poi
lisoageiro da irovincia, n3o permitted a crea<
de novas desp. zas, nem mesmo o augment
verbal para aqu;llas que j-A figuram no sbu ori
mentor, attento j- deficit que pesa sobre os sa
cofres, e o desecuilibrio euntre a receita e a d
peza ordinaria,! em vista dos compromissos
ella tern dc satisfazor para cujos empenhos
fallecera os necdssarios recursos, 6 de parecer
sejam indeferid4ls as mencionadas p.ticoes.
- Sala das Coinrniss&es, 29 de margo de 1884.
B. de Nazareth.-A. de Souza Ledo.-Dr. Jo
Augusta ) t
Sao tidos, jultados object de deliberaq.ao e v
a imprimir os stguintes projects :
N. 35. Art. lo Ficam desde ja supprimidos
lugares que estiVerem vagos nas diversas repi
tig5es publicas da provineia em virtude do art.
da lei n. 1,786, 0 tainbem os que vagarem ate
numero de dous,jnus em que ainda nao se tenhi
dado as vagas do citado artigo.
Art. 2.0 0 president da provincial fica aut
risado a reformer os regulamcntos das divers
reparti6es publ cas, em ordem a restrinmgir o n
mero de empregps' e a regularisar os respective
services, fazend noslordenados a reduc9i6 que'
recer convenience.
Art. 3.o As dlsposio'es do art. 2.0 precedent
nao se referem .s vagas dos chefes das repair
9es, as quaes poderao ser preenchidos pelo prer
dente da provinpia, corn excepao do director
Secretaria da Assemblea Provincial, cuja va
serA prcenchidai nos terms do respective reg
mento.
Revogadas a4 disposicoes em contrario.
Paqo da Assemblea, 29 de marqo de 1884.
Francisco Dias Ide Arruda Falcao.'-=Silvino C
valcante de Albuquerque.=-Ferreira Jacobina. J
vencio Mariz.
N. 36. Art. ulico. Fica creada urma loteria
120:0004000 pai a as obras de cada umar das m
trizes do 12.o diitrieto eleitoral da provincia..
Pago da Assemiblea, 29 do ,marqo, de 1881.
S. R.-Dr. -PitaqVga.
N. 37. Art. 1lo Fica creada na cidade de P(
queira urma 2.aceadeira de instrucqa'o riPiMa
para o sexo masPulino.
Art. 2.0 FicalI igualmenteocreada umnaai'li
xnixta para a povoagio de Ipojuca, daquella
dade.
Papo da Ass mbla, 29 de marco de 1881.
S. R.-Dr. Pita a.
N. 38. Art. uhico. Fica o administrador
provincia autori$ado a mandar construir por ari
mataeao ou conQacto, urma estrada economic
rodagem que partindo de Timbanba, va termin
em Macapi, da freguaezia de S. Vicente, passan
por Pindoba. S
Revogadas asm disposiqces em contrario.
Paco da Assepnblea Provincial, aos 29 de ma
9o de 1881:.-Pei'eira de Lyra.
N. 39. Art. 2.? E' restabelecida a cadeira
escripturagao mercantil, extincta pela lei n. 7
de 21 de junho dde 1867, ficando o president
rrovincia antori~ado a reintegrar desde ja
excrcicio dosta eadeira a Joveniano MIanta, pi
fessor substitute do extinct curso comment
pernambucano.
S 1.o As ht64s serao dadas na Escola Nora
ou no Gymnasid, ou onde. for determinado, e
hora que for designada pela inspectoria geral
Instrucbao Pub.ica, mas de modo que aproveit<
ao commercio d& provincia.
S2.0 0 exerocio da referida cadeira nao ii
plica corn a profissao de commerciante.
3.9 0 professor desta cadeira Iica em tu
equiparado aos: outros professors deostruci
secundaria da- prijincia.-
S4.o 0 pres81Fite da provincial fica antorisa
a abrir o eredit4neeessario para a exeocuao
present lei.
Art. 2.0 Fican revogadas as disposimOos 4,
contrario.-S. IR.-M. Duarte.=Dr. Pitanga.
BardIo de Nazaieth.
E' lida d vai a imprimir a redaccao do projer
n. 3 deste anno.i
Continue a disoussao de um requerimento api
sentado pelo S.. Olympio Marques em umna d
sessbes anterio es.
0 Sr. Paulo de OuIveira-Sr. preside
te, o requeifimento'que se aoha em discussion api
sentado peto no' re deputado polo 1.0 district
obriga a vir A tribuna nao s6 para tratar de;
guns dos factor que mencionou o nobre deputy
no diseurso que proferno, coma tambem pars
algum modo nmodificar a impressao que pot
existir no anita( de qualquer college acerca
attitude que toinu ao nobre deputado na disci
seo quo hontesmsetravou nesta'asa.
Acostumado, I 8t. president, a nao degar ]
doreB aqnem < n que seja qnando se trata
questoes que B Bso possooes, mormente quan
nests casa tenoi urea eadoirne d'ella eu pos


articular as mi4ha s queimas e' pedair as rovid
cias que entehudOr a respeito, eupego aicea
,meu aigo dentado plo 1.0 district |para
iclinar d part do aeu diecurso em queS. -E
tratou.phtic ente da questao, agradcendo
todsvis, o up I Slavro eami" a
que S. Ec me


= w.-,p ado mode o zma'is`Tonse par& todos as
nlatas amigos dal"ocali 4
No posso, Sr. prosidenute, deixarpassar em si-
loncio un aparte dado pelo nobre deputado pelo
6 1b ietit!). Qando discutia caloroszaente o
"howii0 putado pelo lO'districto...
o SR. Anriilo MAnQuns-Calorosamerite, nao.
-i S P4U0 DE OLIIVEIRA-V. Exe. discatio corn
igumtealor. Mas, Sr.-preitdonte, S. .Exe. corn o
set aparte talvez qatsse iadior quo eun entendi-
me436nr nobre deputado para quo 0o1a tomasso a
iutc1ua qeuotem tornado, n'esta casa, porquanto S.
Eve^. dsse em apart, referindo-se ao nobre depu-'
tao p*,; 10districto, pque sun argamentaio nio
-era maiisdoqua uin .prelongamairto de adyocacia
q zia. Eu, por u, quero explichir este ponto.
'Bao 6eonstituido meun advogado, 4 verdade, e nao
6 do je, 6 :talvezde quatro para cineo aunos, a
um men amigo do infancia,no Sr. Dr. Portella, de
quem S. Exe., o mbre deputado polo 1 district,
Sconcunhado. JAi disse quo o aparte do nobre
deputado considerado por esta forma, pode dar
lugar, A urma falsa interpretaa.o que eu nao quero
classificear de odiosa, porque nao quero supplr no
men hourado college iutenglo de molestar-me.
Devo por isso dizer a casa corn aquella franqueza
que me caracterisa, que desde este acontecitmento
atW hoj6 ndo me tenho entendido corn o meun advo-
gado. Tenho tractado d'esta quesflo na commu-
naho do partido somente. Portanto np houve e
nam ha aecorda centre mirm e o nobrZ deputado
pelo 10 district illustre leader da banlada conser-
vadora. Sou amigo de S. Exc. por6m nas quest5es
que dizem respetto ao meu partido, eu nada tenho,
que tractar corn o nobre deputado ou qualquer
outro-da bancada conservadora.
0 SR. OLYMPIO MARQUEs-Excluido o qualifica-
tivo, 6 verdade que V. Exe. diz, como ainda hon-
tern eu'fiz notar.
O SO. PAULO DE OLIVErA-,Sobre este ponto eu
creio que a Assembla ficou convencida. Por isso
deixo este ponto c vou tractar de outro. S. Exc.
referio-se A audioncia que eu devera dar comojuiz
de paz, cm dias subsequentes aquelle em quo se
dou o attentado que a easa conhece. S. Exc. es-
tranhou quo as medidas de ordernm e de garantias
que eu pedira ao Dr. chiefe de policia, nao tives-
sem chegado n'aquelle dia como eu havia recla-
mado.
Devo dizer, Sr. president, por amor da verdade
que tendo eu espcrado at6 depois da hora desig-
nada para ter lugar a audiencia, isto 6, at6 As 9
horas e 20 minutes da manhi, e nao tendo che-
gado as provideacias, e tendo passado 20 minutes
dopois da ihora, retirci-mio corn o escrivao deixan-
do de dar audiencia e tomini o trem para vi r ao
Recife.
Em caminho pormr quando se o neontron na
Ponte do Uchoa, o trein em que eu ia corn aquelle
que vinha do Recife, vi em um dos carros o Dr.
delegado do 20 district que corn algumas pragas
da Guard Civics se dirigia para o Monteiro.
S. S. avistando-me na occasiao em que cruza
vam os treuis, passou do seu carro para aquelle em
quo eu estava e disse-me que ia a mandado do
chete de policia corn o fim de gananti: a ordem da
audiencia. Fazendo ver que S. S. chegava tarde,
elle retirou-se commigo, dando eu conhecimento
do facto as autoridades competentes, como me dum-
pria.
SSento-me, detlarando a casa que ainda espero
quo as providencias sejam dadas de modo que pos-
samos sahir deste negfocio o mais honrosamente
possivel, serm que para isso-seja necessario sermos
auxiliados pelos nobres deputados da bancada con-
servadora.
o sr. Amaral e Hello- Chamado a tri-
buna, Sr. president, pelo nobre deputado que
acaba de failar, teho necessidade de explicar um
aparte que dci.
Hontem quando fallava o -nobre deputado fran-
co atirador o S. <):ympio Marques...
Un Sn. DapuriADO JA efrance ?
O Sa. AMARAL- E' classificaglo sua.
Mas quando S. Exc. na faina de fazer accusa-
9o ao chefe de policia o ao president da provin-
cia responsabilisando-os pelo facto do supposto va-
rcjo da casa do nobre deputado, o Sr. Dr. Paulo
de ,Oliveirn, corn eftlcito cu disse em apart ao Sr.
Dr. Olympio Marques que condemnava o prolon-
gamento das questues de banca ate a sala da As-
sembled Provincidl.
Condemnava o prolongamrento das questuos do
banca de advogado atd a sala da Assembles nao
quor dizer, nem eu tive cm mente dizer que o no-
bre deputado liberal o Sr. Paulo de Oliveira se
ontendra corn um conservador para vir aqui fazer
accusaSes. Niio quiz dizer isto.
Censurci o proeedimneoto de S. Exc., o Sr. de-
putado pelo 1- district, c disse que tendo elle re-
laSes de arnisade mnito estreitas corn o seu cu-
nhado o advogado do offendido, devia esperar que
o tribunal competente resolvesse essays questoes e
que nao devia tomar o tempo da Assembles, a hora
toda do expediente com requerimentos que sao
verdadeiras engasopadelas, que nio deveria estar
tomando tempo da Assemblea corn questoes que
nada interessam a provincia.
Traota-se de urna questio particular que pode
ser decidida no tribunal competente. Mas os no-
bres depttados langam sobre nos pedras do nosso
edificio, querem das nossas arrecada5es tirar
projoctis para arremessal-os contra nds.
A missed da minoria esta manifesto: a mine-


ria tern manifestado a intenglo de nao consentir
que a Apsemblea tome umar[resolucao atil a esta
provincia ; tern resolvido esterilisar as ssessoes.
(Nlo apoiados da minoria). Isto esta na mente
de todo0. (Apoiados da maioria). Ora, o respon-
savel pela esterilidade das aesoes 6 a maioria.
Mas o dever da minoria nao 6 esse que tem cum-
prido n'esta casa a bancada couservadora ; o do-
ver da minoria em urma Assembles 4 fiacalisar os
actos da maioria, nao consentir que a maioria
faga o mal, mas nio. 6 fazel-o a mesa minoria.
Esterilisaro noss o tempo 6 tornar impossivel o
bemrn.
Esta 6 a, situaco que tern creado para n6s a
minoria. Estes requerimentos adiados slo verda-
deiros barcos de reboque, que vio levando e ar-
rastando a maioria em calmaria podre. (Apartes.)
N6s estamos nests situaqao.
Voto contra o requerimento de informaes,
porque quero protestar em nome do partido lbe-
ral, em nome da provincia de Pernambuco, contra
estes recursos empregados pelos nobres deputados
corn o fim de attingirem a autoridades, que se tern
portado como-outras melhoraes naoe tern maqui por-
tado. (Apoiade ea nia apoado.) -
Rat.a6 a o- 6 -a vemadevdwo. -.A~xwt&a do Per-l


e-Pe*


0O S&R. p nptoX uns-Os dous roquerirnon-
elar m in is tepo, fram do members
da mammbro.
0 Sn' iAbXO-Sr. president, liberal sinceroo e
p or convioiges, eaten o qua d* offereeer ao mea
partido os fracas rec asos da minha intelligoecia,
devoe ceder-he aopro iucto do mc trabalho, po-
i6t1 jAmais o direito. I censura. Esto eu o julgo
inalienavel, este 6 u 4ireito que doveraios exercer
Eer -contra os nosso0 adversaries naturacs, quer
ntra os nossos amigDs que be affastam do verda-
eiro trilho.
0 St. OLYMPIOO M. Ao uEs-Apoiado ; nem isto 6
queetSo political, umi questao de moralidade pu-
blica. F Sr
:0 SR. FIAAo-Eu, Sr. prasidente, antes de en-
trarna aida public, ainda, como estudante da
Eseola Polyceehnica, s1n9va um proteuto vehe-
.mente, contra urma ill galidade praticada por um
miniistro liberal, que iaha a sua front corfada, e
Sseu nomae escripto em lettras d3 ouro no livro
dos bemfeitoras da himanidade por ter concorri-
do para o deseavolvi4 into das lettras do noasso
paiz con o brilhante ecreto do ensino livre ; mas
esse ministry, que dospertava just enthusiasm
pelas suas idWas, teve um ponto negro, que vei6
ensombrar-lhe um poico as suas glorias.
Esse ministry quteri que todos pensassem corn-
pigo ; e porque houve urn velho respeitavel pelos
sens estudos, pela su4 posiego social e pelo lugar
que occupava na dircib do ensino superior, o
Sr. conselheiro Galv o, qusousou discordar de
seuon modo de pensar..-
0 SR. AnISTARCHO Mas por causa disso foi o
ministry demittido. i
0 SR. FALCAO-EU bhego lA... foi demittido de
umn cargo, para o qua! nao tinha sido nomneado,
porque era um direito adquirido seu.
Em presenga de S.I M. o Imperador lavramos
umn protesto. Tenho folizinento a satisfasao de
ter sido um daquelles que concorreram para que
houvcsse semelhantel protest. A nossa posi(;o
foi tal que o ministeri0 vio-se obrigado a alijar o
seu college.
E quando n6s pensavamos que o governor ia en-
trar na legalidade, vimios que uina outra illegali-
dade se queria praticar, protestamos ainda.
0 SR. ROSA E SILVA--E se praticou. (Apoiados
da minoria.)
0 SR. FALcAo-Ate que emfim praticou-se uina
injusti'a e nao urma fllegalidade : foi demrnittido,
quando viajava pela Europa o venerando Visconde
do Rio Branco director da Escola Polytechnica, e
nomeado o conselheiro Raposo.
0 Si. ROSA E SILV-Foi um grande escandalo.
O Sn. AMARAL-NX6 chorei per isEo.
0 SR. FALCO Era urnma injustiga, mas nao unma
illegalidade. (Apartes.)
Os means cllegas de entao quizeram ainda con-
tinuar na reacSao. Eu que fui dos 15 nomeados
para representarmos perante os poderes publicos
contra a violencia de que estavamos send victi-
mas, disse-lhes : A nossa missao esta cumpri-
da; o governor pode tbr praticado urma injusti~a,
mas praticou urna legalidade, deixem que o Vis-
condo do Rio Branco, que e clhefe de um partido,
defend os seus interepses perante o senado brasi-
leiro ; mas a nossa milssio esta cumprida.
SSr. presidente, nesse tempo me animavam os
prineipios liberaes coino me animam hoje ; neste
tempo eu protestava contra um acto illegal de um
ministry. Quando depois, Sr. president, voltei A
minha provincia natal; ao cheg A A minha locali-
dade vi tambem cercada a casa de um pai de fa-
milia, um cidadao resp1itavel ; sua casa foi eorri-
da sem as formalidadbs legaes ; a sua liberdade
individual foi atacada, porque alli queriamn pren-
del-o, se nao 4 feita a dcligencia par um official
de patente infe-ior A sun, teria sido levado preso.
Eu protestei entao, se bemrn que por outros meios
como protest actualmente contra as arbitrarie-
dades que estio sendo praticadas.
VozES DA MixaonuA-V. Exc. veja quantas arbi-
trariedades.
0 SR. FALCAO-Sr. presidenite, eu aceito o apar-
to da bancada opposicionista, c vos pergunto qual
dbs dous partidos tem' comnmettido mais arbitra-
riedades ?
Nao devo porem accusar-vos porque ainda nao
sois powder, se nao esquecerdes o'passado 4 vossa
vez; cu se estou citando fact) s, 6 pars mostrar
que a minha posi~io aetualmente 6 a mesma que
tenho mantido em todos os tempos, em todas as
occasiops; quoro mostrar simplesmcnte a minha
coherencia, para que njao se supponha que 6 o des-
peito particular; nao se supponha quo 6 por espi-
rito de oppdsiao, porque ao contrario presto ad
hesae a adn inistraao da provincia porque eaten-
do que 4 mvito feio proteger-se o forte contra o
fraco; e o i idividuo quoe 6 victim de urna violen-
cia de uma autoridade policial, represents o fraco;
e ossas autoi'idades qup corn medo de perderem a
forna morale que nunca 'tiveram, nao trepidam cm
pratiear violencias, deoeem so lembrar que o cida-
dao nada tqm em sun defesa, o elles teon o refle de
seus soldadqs, que em ultiman analyse serve para
vir em auxilio de sua forea moral.
0 Sn. MAxxMwIo DixaTrn-Serve pars refres-


car.
0 SR. FxALcIo-Sr. president, quando depois
um delegado desta capital mandava espaldeirar
inermes estudantes, protestei e acompanharam me
nesse protest o actual delegado Ide policia do 20
district. (Apartes.)
Era, Sr. president, tambem um delegado libe-
ral que praticava na minha vista um actor do pre-
potencia.
0 SR. JACOINA-Niao apoiado.
0 SR. PALCAO-... de arbitrariedade.
O SR. EnmnMo-V. Exc. ouvio o delegado dar a
voz de espaldeiramento.
0 S. FALcXO--Eu vi o facto.
O St. JAco.N-A-Euntambem vi.
O SR. ERmmio-Vio | o fact, mas nao vio nem
ouvio a ordem; e o delegado a quem V. Exc. se
referee tern um passadol muito nobre e honroso.
' 0 SR. FALcAO-Sr. pitesidente, quando o anno
passado deu-se o cercoeno engenho Vicente Cam-
pello por uma simple idenuncia anonynma....
O SB. AmsTArcHo-A. mandado do juiz de di-
reito.
O SR. PREstuTsm -EstA find a hora do expc-
diente.
-E' lido e approvado p seguiute'requerimento:
( Requeiro proroga go da hora do expediente
por mais 60 minutos.-Arrida Fkdao.
0 Sn. FALCAO (eontinuando)--Como ia dizende,
Sr. president, quandolo anno passado deu-se o
cerco do eagedho Vieite Campelloa que assistio
o I" supplente ddelegado daEscana, acompanha-
do do promoter public, fui pessoalmente A Esea-
da colher informages, ie vi que infelizmente neste
cerco os fios desse enroio partiram da mlo do juiz
de direito daEseda.I ,
0 SB. ,AxTm6=o OouuA--Nao apcdiado.
0 81. tsMvxo, IM OLuVmaA-Agora nao agrada,
ligte twOcu nA& ferid. ,
,SRi. PAttIo -T'im aqiui pars aAssemblba
Ptovuifialextonnei oqaueentia, n*anrei o fato,
emka ,cidame, S qe defbutevbd'ase as autonidada
p s guo gin acompa do Eco.
V.xos.,poremn,1earoadnfcradorquando mou-,
b&*wm que eate delogaft efa men *ngo pa u-
laiIa corU|onario mnuLW AdbmWot -em qaem
ae Mdvwas plAenaftofisn"cre9 qae V "a'6014
,par MAU46d w"a veOrdrtdpaeCwC
'4PS UPNM Sft- L I I ,.


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que, por
porque
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0 SR.
0 Sn
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corn pez
respeita
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dente, t
OSR.
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0 Sn.
0 SR.
vras (ji
soffrer
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muito n
0 SR.
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assim se
social n
nio sor
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toridad(
o SR.
conserv


A



I,
LI


-sme
tido lberaiL i *Fm
i DANARCADx :I L-XI -M mo amta
; Jstf MASZA- alica sejads
ido couservadr.w
Paumsimxm-Attenco I
FALclo Doe-maie io tantos 1
Spet& autoridade, mus 4a an I
de um amigo Foi urasa t eis


, GaAGihao-Ha de ter muitas d'es .
BALA'O DE DIDzAJXAn-IetO foi na Lea&.
FPALCAo-.Foi no Direetorio Dem ratie..
*OLYMPIO MARQOUF-E Saida ha Wt. ?
Jost MAu-E haverA. Asmn em eou
de V. Etc. ha grupos.
iam-se divermos outros apartes que htdr.
o orador, o qual renta-se.)
PamsiDewsTE-Attenglo 0 nobrt t 4Qa
de continuar.
* FALCo--En, Sr. presideate, qwu nia *
6aqueza natural ou ou se por jafgxr quo -s
a intelligencia slo sempre mais nobre do
1o pugilato...
ATrroxxo CoREIA-Entio qiad vilo a via&
, ?!
FALC.O-... evitei a intemnIpestirv ag-
tomanie o men chaplo, retirando-fe!
[L.O -Quem foi o aggressor ?
FALCIO-... e protestanJo n-lo ma pr.-
formaues oracs de qualquer autoridad&..
OLYMPIO MARQUES E d& grapes a DUm
sido preso.
PnnsnzEPa-m-Attcn'Xo !
FALc.o-... porque, se assim cu era tra-
or aquelle que eu julgava meu amigo,
mais por umrn que o niao fosse.
A -TO-O) COmREIA Fags ida so fosse
Suin de n(' !
FALcIo-Semp)re pensei, Sr. presi-lente.
isso que a auitoridaIc represent a for,
uando nao tern fora tern soldaidos pant


Li








C


i



a


0 SR.
rantias,
O SR.
O Sn.
V. Exc.
0OSR.
capital.
O SR.
0 SR.
o modo
q uccel-(
de, eu ln
lembrei-i
ir levar
e entilao
por pare,
tia, obri1
me aehal
tonidade
Sei quo i
por6m, a
vnr.
X(Apoil
6 SR. .
sao.
0 SR.
nunca v-c
panhado
cat, en
ridade 5
rarchia
era elosr
coberto d
O SR.
0 SR.
jimais i
nhores, e
ligionari,
o Sri.
versarios
0 SR.
modo d(
domestic
O SR.-
0 SR.
UM SR
0 Sa.
quando
de mimr
VOZBS
0 Si.
vai bem.
O SR.:
der agra
tos de mi
mentor q
gando u
traias M
jeitar-m(
aceitar o
(apoiado
despress
procural
9o-0 cOln
0 SB.
cada um
tao de p
GSa.
mea a-ca
Sr. pi
rem as C
oxcedido
vel fa".0
juatiqas,
9a feita
J cads, me
ke pnimaci
4OW.
1 Vol.4

por um 4
ea" On
do... nir


GoEs-La isso 6 verdade.
FALCAO--... sempre pensei que'.unin
Pos da autoridade, umn dos scus princir aes
s, fosse a boa educaq.o ; entretanto, vwje
ir que 6 pelo terror que elli sc quor fazer

AXNTONIO CORREIA Foi por isso qae eua
poucos dias (lque estavamos vivendo mob o
(do terror, e V. Exc. contetou.
FALCAO-'Tcmnos os Ferrabraz, Sr. presvi-
nos os DD). Quixotes...
GOEs-Ainda os ha n'esta 6poca ?
ILO--lesmo vao montados uno Rosinan-

iREsrTEVT E-AtteaquO!
FALCIO -... c U ao sei so as poueas palsa-
Sestou proferindo aqvi me fari) depois
ovas scenes de violcneia, poil de tudo C
*a autoriJ:Lde.
ESTEVAO DR OLIYEmA--Oh senior esti
rvosa !
FALClO-Fico, porem, corn a consciencia
mprido o men ever (apoiado do Sr. An-
rreia), mostrando que, 'se a .m saigo
tracta, e a um amigo que oeupa polig
inferior & do delegado (apoiados), o que
corn uma pobre part, o que nso sern
)obre cidadlo, que house fallar a essa anu-
Sr. president ?
DEMOCRITO -V. Exe. diga eoin um pobrc
or.
ESTEVO DE OLivEmA--Tem todas as g-
como qualquer outro.
jouREN.o DE Si Mas a que autoridade
stA se referindo ?
ALCo-Ao dehl'ado do 2.0 district da

EDMOCRIT)-9 Dr. Espirito Santo.
ALco-E' por esta razilto que dennucio
por que fui tractado. En pretendia es-
, porque, antes dos insultos da antorida-
mentava a perda do amigo : masi depois
ne que qualquer cidadiao podia tainmet
as suas qucixas perante essa aut-ridade,
Sever de deputado, jA queeu enao podia,
er despeito, tomar a iniciativa na quees-
rou-mc a vir patentear os receios de que
a possuido pela continuaiao d'essa auto-
eomno delegado do 2.', district da capital.
s minhas vozcs pfrder-s'-h;1o : rest me,
consciencia de ter cumpril n mneu ,-

lo (do Sr.Dr. Democrito.)
RIsrTRCHO Mas n ao 6 caso d& ,lcmis-

FALC.IO Sr. president. como unm mal
mi s, nem ha cerro que nilo vonha aconm-
de outros c'rrns, o a/yI,' fsilyti ,n.-
evo dizer qune pegon o exemplo da autQ-
perior, porque umn delegilo c urna hie-
uperior ao subdclegado ; e nooiur, di;t
espeitado no seu lar nm n )ss)-c clor,
e trab)alhos e de scrvi'os ai caiusr ualic .
Mf-rCPIT,)-E ao partido.
FAuLCo-... liberal muito (distirn-ti, ,lUn
eu tregoas nos adversaries. P',:ou. ;e-
sse trist e mode de persegui(;o aos corre-
)S. ..
ANTONIO CoMEuA-Quanito maia :i,,si ad-

FALcIo--... pegoun senhores, esse triste
desrespeitar-se a inviolabilidadc di lar
o.
AUISTARCJ L ,Pi-No ha tal.
AsxAAL-V. Exc. esta mal informado.
DEPUTADO-Assinm vai final.
FALcAO-Nao pretend ir mal nem bern
rubo A esta tribnna tenho sempre diante
6 cumprimento do meu dever...
DA MIoIA-Apoiado, muito I)m !
OLYMPIO MARQUES Continue assimn. que

FACAO-.. .0e eatio lament que pira p3-
ar eu fiao disponha dos recurso.s de mui-
nus distinctos colegas (ao apoiados, lab-
e nao possa prender a attenuilo, empnu-
a f6rma que seduza, uma f6rma que at-
s como, seahores, se eu nao qnizese im-
a estas posiq4es difficeis, ao deveis
honroso mandate de deputadp provincial
do Sr. Olympio Marques), vim A tibimam
do as formas da linguagem e 6eamte
do externar o que sinta, e n'easte ponto'fi-
franqueua.
OLXPKO MAaiuES-*E' quanta frets. Quo
cumpra corn o sou dover; o mnais 6 ques-
davras.
FArcio--Emrbo achem que vou md, di-,
sciecia que vou ben.
sideate, na sei se fui alcm do que qu-
onveniencia politicas, no sei se me teei
mas a castituio impress:OB-
n-quoe eu me revolts cona tedaas urn-
parque a injust' fMita a um 6 ureaaa-
, todas.
t-me contra iagustip* *e imineiCa pHIt-
pen um liberal suera ur min w
rote soe 6 per m. ut ua

avor de hregnesiui; s ibfto t --


Kiadhahaca mOUW g-.vflnim
^i~tode~xoc,^ ^ Mob
>J~ae~da>, w IOU!M i fi.MfR

i J^ NMR^W^* !"~wi|^M^^^^ "'^^^ al l-^^ PI


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po este imod%, Sr. presidoate, a pWinha
pog;nRCta casa, eu que-'vejo que hoje ha um
gnude e gerat enfo Para a transformaglo do
|' trabalboeacravo no trabjlho ir, aiQtd*ft
Muerer U sm~bo e" a- id a do captivatro zdxfi
v o que si a queira transportar paa os partidos, e
priucipaument para o grande e geao partido

Vozss4--M1ito bem!
4 f9r. ; ste.o de *liveira- (Nao.
v en se1f dwieurso).
E' lido, apoiadoe rejeitad oosegainte-reqeri".
mento: (
l RequAro prorogaco da Lora por mais 80 Mi.
nutos.-Arru4a FPaldo. w
ORDEM DO DIA
Coatinia a 2a discussao do project n. 10 deste
anno.
0 SL. BARAO DE N'AZARET-Sr. president, nao
S semr receio qiuiyvenho ocupar a attnenae desta
Amsembl6a; reciio quo provem daeucaiencia da
S minha fraqueza, da falta de habilitag5es..
O Si. ALFEDO CommiA-Para fazei uma viagem
a Hollanda.
o0 S%. BAAlo DE NAZ -ETH-... pamr. tratar de
urn assumnpto que de algum modo so prende A his-
S toria, respondendo A impugnago feita ao project
P 0lo nobre deputadopelo district.
S V. Exe. eomrehende que o nobre deputado, pom
quaanto nio seja especialista em historic, e n.o
piase poa grande conhecedor de liguaas, todavia,
como posse umn titulo scientific e umn grande
abedal de conhecimentos, deve paturalmente ate-
'morisar aquemt, cono 'eu, nao tern a fortune de ser
ilustrado, e se-vA forado a combater os argu-
Saefukto que a S: Exe. pareceram proeedentes para
j.ustificar o seu voto contra o project sujeito A
jl1&*dscasasib.
1- Sr. president, minha intervencAo n'este debate
naoi5: o i voluutaria, mas forgada por ser eu o relator
4. e ommissio de peaiqes, Al qual foi present a
S t.iglo do Institute Archeologico e Geographico
V6... l ambuicano.
Depois de examinarmos a pretenlo dessa il-
Slustre corporaao, que se propoe a prestar um re-
S levantissimo serving A historic da provincia, ela-
boramoa o project em discussao, e a mim corre a
S obrigagio de o sustentar, jA que foi tAo injusta-
mente impugnado.
O 0 nobre deputado pelo lo district nao so limi-
tou a cqnte'star a utilidade do project, foi mais
adiante : possuio-se de um ardor tal...
0 S3.' OLYMPIO MARQUES E' precisamente
aquillo de que nio disponho-de ardor.
0 Sa. BABAPJE NAZARETHr-... que atacou at6
Qs membros do Instituto Archeologico...
O.Sn. Jose MARIA-Apoiado, muirt bem!
0 SR. BARAO DE NAZABE-TH-... porque tiveram
o arrojo de appellar para o civismo d'esta Assem-
blea, pedindo que o auxilliassemos cornm ura miga-
, lha dos cofres provinciaes a colher um thesouro do
documinentos historicos... -
0 Si. OLVMPIO MARQUES-A quern foi que .eu
Aitaquei?
0 SR. BARIO DE NAZWETH-5Os membros do
IPstituto...
0 Sn. OLYMPIO MARQUES-Nilo, senhor.
0 S0 S. BARIO .M NDZARET-... contes~ando-
1hee compotencia e habilitagoes para o desempe-
S nhQ do serving em questao.
0 SR. OLYMPIO MARQUEs-Ah! isto sim.
0 St. BiuAO DE NAZARETH-Dizer que uma cor-
poraceLo que se intitaula archeologica, e quo pwa-
tanto foi instituida para estudar antiguidades his-
torieas, n1To possueic d'entre os sens* membros quernm
seja capaz- de obter copias de docunientos escrip-
tos em umm lingua viva da Europa, Cpor certo
deslustral-a, desconsideral a...
0 SR. Gi,-:s-Dizer que os inembros dp Institu-
to niao) sabemln hollandez, neo 6 atacar.
0 SR. DRUMMOXD FILHo-Qaal 6 o membro do
inst:tuto quo sabo hollandez ? f
0o S. Banol' D2 NAZARETH-Em primeiro lugar
direi qIto, para obter-se copias authenticas de do-
Cumn.ont)s e0a hallandez, nao 6 necessario em rigor
Conlihecer olhollanicz, basta tcr critcrio, illustraglo,
conheciuwto da historic ; em sogundo lugar mos-
trar.'i d.- m odo cabal que mais do um membro
do In 'tituto sabe o hollandez, linguaa esta do que
Vv. Exes. absolutamente nada entendem.
Ea me sinto, Sr. president, como djzia, multo
acanh'ilo, nao s6 porque me encontro corn adver-
sarieo .alostralos, como porque da commissio de
petiso:c sou justamenteo memnbro monos habilita-
do para sustentar esta discussio (nalo apoiados).
o s:;. M 1x2iMANo DUARrE-Isso 6 modestia.
0 S1. D ..rlalxxn FILuo-V. Exc. 6 bastante-
eniete habilitado.
0 S.x BuX,, DX hNAZARETH--Mas tdnho do meu
-11o *<. verladl, defend a boa causa, o que e do
iait re .30e da. provincial, e por isso vou responder ao
nobr1' .kprlamdo pelo 10 district corn aqaella mes-
ma csragcrm eom que Marcoc Antonio responded a
a- intlm:a o do Flamengo, quando este mandou ar-
rrear a bansdeira portugueza. (Muito bem; apartes).
Tc-re a Assemblea esses confroatos historicos,
jA que o p}roj 'cto se prendo, se rofere A historic.
, ; 0( SR. Or-Ii'IO MARQUES-JA tomei nota 'de Mar-
- 3 00co: Antonio.
I 0 SB. B.hmAs DE NAZARETH-V. Exc. va tomando
as nota: que quizer, eU confio que no fim, quando
esta Asscnblea votar o projecto, ha de derrotar o
nobre dcimtado, como foi 'derrotado o military Hen-


rique Hu: corn o senu companheiro dejornada Joao
Bliaer, batendo-se contra os paizanos mal armados
das Tabocas ; e por ultimo o nobre deputado ha
de entresar-se A descripao, com6 se eutregbu o
memo Henrique Hus nas campinas da Casa sirte
(apartes).
Tando eaplicado anim, Sr. presideite, a minha
interveu'-lao n'este debate, vou entrari na questo
da anim-o calmo, reflectilamente, pretendenldo reba
ter as arguigcs do nobre deputado na faina a que
ee den de mostrar que a eommniss ni o teve razio
para apresentar este project e menos tinhaa o
- Institute para se dirigir a esta casa.
0 SR. OLYMGIO AQUEls-E' gma empreza
difficil.
-- 0 Su. BRiuo DE NAZA-ETH-Mas primeiramente
p ernmitta ainda a Assembl6a que, en diga dua,
i palavras a respeito da illustre corporamao, cuja
,:peti;io dirigida a esta Assemblea dct ilugar A
Sapresentagio do projeeto sujeito a diseaussao.
: IHa mais -de vinte asums, Sr. presidente, qae o
SInstitato se manat6m, trbalalha e so esfora, entre-
1gando-se a fruetuosas indagaV5es sabre0 o Ose
.passado historic, gra~as A enirg Ae pati
ni de um grupo de hoimens qf s lfoso preo p
omnente. cow ao seus in pimpvados (a a
-Basta mewieo wosreS qtialhoa dN sf_ iS'i
'teo 6anno 'fimb paraq:ea21 W ^mpn
Ltre1 doqe: me gisa. 'diMs^tne corp )raq w^o -e
ma~ .situadto diffiefl pr is di^ rfsd
UOS au," so~ei-uds~ *flsi-isii


is exeraw obre asdetiaos doj
cowi nmed o0 t^ meu o dfi aens ons-
oti B do fi perto(aaba do -Inato(anem).r 1

esslo emytfe~oquaainda e"Wr qunaido to s
aBt ercsatoo doeam wosahistoricos.
Un 8 5eas aspirasu do iNtitut e6 oter o a publi-
oar nulmesroenso doementog Affiriaes quae se aehanr
nos archivas.e bibliothec ad&a Holla ds relatives
&o Brasiinos aeabar do ama -.ve paroa sempre corn
eossermysterio que ainda evolve mit dos pneriodos
,maii interesseantes da nossa histornia.
I Ja em 1875 o Institutoe dirigioum mextenso offi-
cio-neste sentido ao governor imperial, pediado um
pequeno eauxilioe peounirsiarapu essat pesquisa do
documents historicos; aproveitando a viar gem do.
um dos .seous membros A cate, e ineumbio e ao pro-
mover esse negoci corn o o ministry do imperio,
que entA era o Sr. conselheiro Jos6 Bento da Ca-
na Figueirleo, senador porenesta provincial.
0 member do Instituteo, a qoem ma refiro, che-
gando a eorte, procuron o distincto pernambucano
r. Joaqdim Fires Machad o PortelIa para do eom-
mumur accordo tractAerem desse negocio, e ambos fo-
ram entender-se comnou-Sr. d oer elheiro Jos6 Bento,
aUaqems expuzerami a pretenatiodoo Institute, faiza-
-do sent todoe o interesse quehavae n wssa eolheita
de docuameontos; m so Sr. conselheiro Jos6 Bento
responded peRmptoriannte -quoe neo, dizonde-
Ihes: meu reconhep a importaneia da service, imas
o governor imperial nada tem qui ver corn isso,
pois esse negocioe s6 interessa a Penambuco, a e
dnem seqier so dignou de responder o officio d. Ii,-
titututo, firmado pelo vencrando monasenhor Muniz
Tavares e pelo illustre litterato Dr. Jos6 Soares de
Azevedd! (Oh!)
E' adotavel,Sr. president, queo un senador pr
Pernambuco, c-amo o Sr. cnselhoeiro JosA6 Bento..
VozEs -Homem muito distinct.
0 SR. BARAO DE NAZAuEnH-Pode ser queonce to-
nha todo esse merecimento que om nobres depati-
dos dizem, en nio estou aqui pana passar carta do
eapacidad oul de incapacidade a este o u Aquelle;
mas admira-me que um senador por Pernanmbuco,
c que so diz Pernambucano do PilAo Arcado...
.VOZES-E' da villa da Barra.
0 Sp BARA O DEr NAZARETH- ... respondesse por
aquella forma, deixando de attender 6 pedido que
so Ihe fazia, porque o negocio s6 interessava a
Pernambuco, tanto mais quanto"e isso falses visto
como tracta-se da historic da invaslo do.Brasil
por uma na9.1h'to estrangaira, a qua& conquistoa a
Bahia e occupon o littoral dosdo Pernambaeo atW
o Maranhio. (Apoidos.)
A declaraio verbal do ministry do imperio aos
dous membros do Instituto s6 merecia uma reospos-
ta por parte desta associaglo, era dirigir-se o
Institute a esta Assembl6a, pedindo-lhe o auxilio
quo tao desattenciosamente foi negado pelo Sr.
Jos6 Bento, e foi justamente o que institute fez.
So essP negocio s6 interessa a Pernambuco, como
disse 6 ex-ministre, estA nos brios desta provincia,
onde a luta se feio, mandar fazer o servio a sua
custa. Eis porqne o Instituto se dirigio %a 'sta
casa, pedindo a subveengaode'sete contos de reis,
o que nao vem desequilibrar o nosso ornaments, e
C uma quantia muito exigua, jendo-se em atten-
0o a importancia do servico e as despezas que a
sua execuoo exige:
0 Si. OLYMPIO MAROQUES -JA t6m, nio psecisa ir
A Hollanda buscar-
"0 Si. Baa"o Di NAZARETHI-0s documents, as
fontes que temos sa'o de origem portugaeza, e, co-
mo existed outras, devemos tambem aproveita-
las, se quizermos que a hilatoria seja a expressao
da verdade, e nao se ha de regatear a quantia de
sete contos para se obter resultados desta ordem.
(Apoiados.)
A economic consist em gastar-se pouco para
obter-se muito ; e ninguem dira que, corn essa in-
significante quantia podendo-se obter preciosos
dawos historicos, se farn unma despeza inutil.
0 nobre deputado fallou muito em economic,
mas eoque'eu-se de que se punha em contradic-
cao comsigo mesmo, em vista de seu project n.
5. Seja dito de passage que o nobre deputado,
a quern tanto apraz qnalificar-nos de incoherentes,
temrn agora de justificar-se da pecha de contradi-
ctorio, pois a respeito do pedido do Instituto cahio,
nao em uma, mas em duns incoherencias.
Tendo eu mostrado, Sr. president, que o pre-
jeeto em discussao vem realisar o que at6 o pre-
sente tern sido uria louvavel aspiracaio do Insti-
tato, os esfor~os baldados que esta corporac'io fez
para corn o governo imperial ou antes para corn o
Sr. conselheiro Jos6 Bento os motives que teve
parn dirigr-se a esta casa, e que a quantia de se-
te contos nio faz a provincia mais pobre, e, atten-
to o emprego que a este dinheiro se pretend dar,
indemnisal-a-ha amplamente, illustrando" a suan
historic, pass a outros capitulos da accusaeao for-
mulada contra o project pelo nobre doputado,
segundo a ordem dos apontaientos que tomei.
0 SR. OLYMPIO MARQUES V. Exc. fallout em
duas incoherencias minhas, e nada. ,
0 SB. BABRo E. NAZABETH -V. Exe. espere, eu
LA chegarei. V. Exc. esta acostumado a occupar
a tribuna por espaco de quatro horas, e eu falla-
rei-inco, se f6r precise, mas direi tudo quanto
pretendo dizer.
Consultando os meuo apontamentos, vejo que o
nobre deputado disse que nao ha certeza da exis-
tencia desses documents, e, mesmo quando eerte-
za houvesse, no serial fail conseguir do governor
da Hollanda, a nao ser A forea de dinheiro, lieen-


.a para copiar os mesmos documents.
Declaro, Sr. president, qua cahi das nuvens,
quando ouvi o nobre deputado expressar-se deste
modo, tendo o Institute asseverado na sua peti-
glo h existencia de ditos documentos, e nito de-
vendo o nohre deputado p6r em duvida sem prova
alguma a palavra do Intituto em material de sua
competencia.
Se o nobre deputado se tivesse dado ao traba-
lho de informar-se, ficaria sabendo que se p6de
provar-de um modo incontestavel a existencia- dos
documentos officiaes ia que. me refirol; nao fallaria
am base, pondo em duvida o queo Instituto affir-
mn emou su i peti9Ao. .. .
B, 0 que vou mostrar ao nobre deputalo, lendo
Uu trecho da introdueco -da obra de Netseher...
.0 SB. OL'WIOMARQUHss-W: ihandez o padago
que oaobre deputado ahi tem?
0$Bv-&iao b Dz N.ziaMsuiKv- Prdoe-e : 'NetN -
ocher 6 hoabudz, maseslemwen em franeeza a-i
b~ an-clheei&. ohrft infi&U a

ic~nwtw .g e~~te i a Sr. Vae, eu' nVs,
*cd-nanrl*-'s P a .tetos ina.
c"ondl de !*olte 6 exruito aem Holland;.e Ie facto encotrei o q
* deseojjO dflv a 6 de upam 'riptu- da Il5-
blifatheea, ondo' tamete nada w ex edeste-
ft gfAer-mU" no' no e be", ordeqado av-
i .Mo omd~wd,, d U ee9o do Str.. Tli. C. Vi,
e den Bbrg.-
* 'A 'quvfidade ded mto#.redativos ao Bra.
r si& 6 eanorne, e to' gande, que por mim s6, e
a ignoaando como igno o a lingua hollandeza em
Squeopela maior part. slo eseriptas, nao pudera
senB cornm muito maor demora collier o que co-
,Ihi etenho a honra de offerecer A' attenao de
IV. Exe. Limitei-me a correr o grande numero
Sde pastas e'magos de papel respectivos; toda a
, rela9o devw-a a&. bsequio doa Srs. Van den
SBergh e Jogh, usw ( prestaram diligentemente
I auxiliary as minhas -ijvestigaoos... ,
Eis ahi, mevs neuher ts um brtzileiro que nto
sabe o hollaT-iez, corn )eoafossaa, e que sm em-
bargo d'isto, auxiliado por prestimoaos eminproga-
dos do archivo publicoa da HAya, pou'le examinar
os documents, transcraver 03os seus titules e indi-
car fielmefite a substaneia d'elles, eomo se v6 da
lista que se eg'e e qmo por sser maito extensa
na'b lerei. Corn esta lista, que aliAs n6o 6 eom-n-
pletal, o commissario dI governor justificou perfei-
tainente a sua ass. rcoa le quo 6 enorme a quan'i-
dade do documentos offi*iaos que existed no real
archivo do Hayst. Djpois de enumoral-os, con-
clue o Dr. Rainiz Gilv!o, dizeado quoe alem
Sdestes numirosos dodumn ntos, possn o archivo
, de Haya em outra seAo boWn nanmero d4 m'p-
, pa! e pianos miantsecriptos do lugares (do Brazil,
Squo ellde tambinm exaillnou con attoenaIo e va-
* gar ,. |
SSRt. ANTrONIO COREEA--V. Exe. m. empresta
ess journal? 1
0 ST. BiRAO DE NXAZ.RETH--Pois nto! Estimo
muito que V. Exc. veriqnue por si minesmo.
Portdnto, Sr. presidedte, fi.a provado n'o s)o-
mente quo os docuncnto$ cai s .33..To.l. cx.,taoe, smoal
tambem que o governor qla' Hollauda nbo s: oppoo,
comonunca se oppoz, a qic o estrangeiro oa o na-
tional penotre noa'seas iIi'iii'v03 pira cx-Oniar a
bemrn da verdads da histiria i)Ayis ri.Iativ) a no-
gcios intoiramente fiilo. 3 c quo 1no sr pr-en ,'ri-n
minais a interessos d) reselinte (apoiados, mIito"
bern). Antes pelo countitari- o 03s dirocetoro.s dj.s ar-
chivos e bibliotl'ecas C:pricliam c0n1 au1ili:tr o
visitanta de takes cstabocbi:n.atos clan suas unvosti-
gac.s, em eselaree-ol -os em cnr'u;iunh;l-03, fr .--
queando-lho os thesouroA alhU d!positadosIo; e 6 ese
o procedimnuto proprip sle u:n i naI.a)o civilisIhdJ.
0 SR. JOSi MI A-A-Som davida, apoiado. "
0 Si. Ax'roNxIO CoaRE[i--:Mas a Hollanda n uil.
esses documents. o
0 Sa. BARIe DE NAIZARETU-N63 vamOS podr'
samples co6pias do docuaiint.)s.
Passo agora a oceupLar ms 0o0 um outro topiio
do discurso do nobre deputado pelo 1 district,
topic em'quo S. Exc. eAtndlou ever afrinrar que
o Institute nilo tern oemnu seio um s6 moQnbro que
seja apto para ir *i HlA4-ada copiar do0amin-tos, e
istopela razao de que nonhum c capaz d, tradLizir
um eseripto hollandez d) sooulo XVI'.
E tanto insistio o n-b'ob dopatIalo n'cst- p,)ato
que me parecou, quo pa:ra S. Exc. o holla-id 2z
d'aquelle soculo era umni cousa confusa e grosseira,
como a lingua dos barbaros do:) tunpo de Carls
Magno. -
0 Sa. OLYMPIO MxRQmo:s-N'o.oC tempo nP so
fallava hollandez.
0 St. BAR.O DS Nv-.3 i -Ihl Ea n1'o entmndo da
material; mas semprc ,i-r (1a1, s.Ogualo m11 par-
eo, o hollandez do secati XVil j:ia devia ser uo a
lingua complctamrnte fdrmala, clidlt c qLUo,-2 ':C-
tae para cA essa lingua ia,) soff'c in l,::1;I:1 '.._.i-1
cal em sua .granmnatica,jnlo paLsso 2 2 t s-r 2
transformacues do quo; a lingua p jLjogaaza do
seculo XVII, e n6s sab:.m03s quo esJriptoi portu-
guezes d'aquelle tempo,jcono 0.. s do PaLdr Vicira,
ainda hoje serve de bio ao ens:nUo nas nooas's
eseolas.
Seja por6n como f6r,po ccrto 6 que o Instituts
tern membros muito habilittdos para irem a IH 31
landa e obterem o result4ldo qua sc tol em visa !t.
Ora, eu porgunto ao nobre doputado, se o Sr. Dr.
Joaquim Pires Mlachatco Portolla, qae a tamboia
membro do Instituto, te(" o1 nlo coLp1etoeia par'1
fazer e0se servico? i
0 SR. OLylumPI MoQLus--Nao t.3.
0 Sfl. BARIhO DE NAzjum1Ta-Y. LXC. contosta
seriamente a aptidio do Dr. Portella p:ira ir A
Hollanda ..... j
0 SB. OLYRPIO MAnQrras-P ra azer '__ viagm,
nao.|
0 SB. BABRo DE N.AZaR-ETU... c trazer-nos cI-
pia d'esses document os
0 SR. OLYMPIO MAIIQ0o1S-Pirra fazer a village
c)m subsidio de 7:00?0p0, clle ostSi tio ha'uiiiita-
do como qualquer de n63g mas pmra copiar doci-
inentos hollandezes de ddus seculos e muiio, nlo.
0 SB. BARIO DE NAzART'--Fiqps registrado (1ue
o Dr. Joaquim Pires Mihchado Portella, ex-dire-
ator da Instrucgao Publija dc Pcln.'.inbnco, ox-rn-
presentante da nacio e 4ctui1 director do Archivo
Publico do Imperio, niuo| tern aptidao para fazer
extrahir copias de docuinentos officials cscriptos
em unia lingua europea 4 -
E porque, diga-me o nobre deputado, nao tern
elle competencia pa-a isio -?
O Sa. OnLYMPIo MarQuis --L Porque n~lo sabc o


hollandez.
0 SEt. BAEo DE NAZAR-TH-Mas, perdio, o Dr.
Raniz Galvao confessou que nao sabia hollandez,
eisto nao obstou que ell exaninasse esses mes-
mos documentos, e nos disse o transsumpto d'el-
les, eomo consta do relate rio quae ha poueo li.
Mas Be o nobre -deputa o faz questao do conhe-
cimento da lingua hollar.eza, eu Ihe aponto o Dr.
Cicero Odon Peregrino daSilva, membro do In-
stituto, e muito versado em linguas estrangeirm4
pois eoonhece o allemao, o hollandez, o inglez, a
fria ez e at6 escreven unua grammatica d'esta'ul-
tima lingua. Um hornei que conhce til perfei-
tamente as linguas eatra geiras, como o pr. Cicero
tambin nio tern compete cia para copiar paneis
em hollandez ? f
Quaerodeclinar ainda im nome'propr'io, o de um
pernan o eno q honra a suaprovincia, de um
cidaLo mu distin cto sua applicagAo As let-
trao, e quo justaaente Sc tem dedicado ao estuda
.4friinga la par;*traduzir as chronic.Ls e'
.ouftoaesttipto ^eu ahollf dAo o -soc iw XVIZ, a
d giuo-Dnur Paemrm. (Muito4apoia-,


ano a~ -i#d aumwql4Wg
A*Aat s s wi V nhgs g
o u1 tempoem stadosBsoreoas&} vhalbs ehro-
niu ae 'criptos hollandezes para vertel-os aper-
i desH, awim a9,hi toria.do uaaproviun
0 e mhuua pa' e sea se poppafr- As derpeza
a rii-ar* a ,aliv O ros Ae carea;
Sjr. lAuoft- foram, pblieadas nos
aes d'e3evaital, alg As broehurMs fo.ranr
S)Ietadai,; naR6vista do 'Instituto 'd'aqui e na
rista do Inaitato do, 4o de Janeiro, depots do
ft rodepis de
t ido examiladaa por, hoemans to competen-
te com o seno orCandi&o Mendes eo Conego
F andes Piaheiro .
ses traba4o valeram aof Dr. Josi Brgino
hv a hajnrosa nawifeatac.o, da ptrte do Inatituto
TA6f Rio.-de Janeiroqu, segundo crei, 6 0mMais

e ^vsta d'es"ae itituto a' pug. 380, 'depois da
p a do Dr.4Jos Ilygino para soeio eorrespon-
d te; seryindo .a'titlo para suain admissia as
tr nuc 8o ,qae to. foito e publicado de autores
Ir adezea sable assumptos ,historicos do Brazil,
e ncontra a seguinte mocao oa proposta que pass

Propo,-ie o Instituto Historico e Geogra-
hico, Brazilax se dirija-ao Exur. Sr. ministry
o iimperie, pdinda-lie C mi recpeitosamonto
I aja de deterh.cbm benignidade a ipretengao do
I acharel Jose. lygrno Daarte Pere ra, attenta a
Stilidhda quo isultarA para a Histpria do Bra-
Silda versao de obras e dotminmtoi relativos ao
eriodo hollanqez, que o dito baeharel se propose
Sc asualtar nos ehilvos e bibliothocas da HIllan-
Sa. Rio do Ja eiro, 10 de dozembro de 1875.-
Sonego Dr. loaquirs Caetano fernandes Pinheiro.
f isconde do Bom RBetiro.-.andido Mende' de
Imida.-Dr. J. V. Couto de Ma/alhales.--J'osd
'ito Nabuc de Araujo.--Joa.nim Pires Miclha-
Portella.- J onego .M anoel da (Jdsta H norato.
-Dr. Cesar Augusto Marques.-Feljzardo Pi-
I &eiro Campas.-Dr. Mcanosl D:rarte Mireira de
SAzevedi, e Carlos H'wmorio de Fignjilredo.
.pprovada esta pr foi dirigiia ao minis-
tro do imnperio o seguinte otffiio qua pass a ler
ShIm. e Exm. Sr.-O Instituto Ilistorico e G-
r aphico Brazieiro ern, sossbo do 101 do corrente,
a nrado corn a augasta preseaxa dd.S. M. oLin-
r rador, delibe-roa dirighr-sa a V. Exc. rog-anlo
Sso servir deerir favoravelhn.nte a prctensio
) baeharel Joi Hyigino Daarto Perir.i, qu3 s3
p -eopuo ir a Hollanda cmnsultar os dowmarnontos
r. dativos a Hirtoria do Brazil, cxlitantes nas3
S bliothecas e rchivos d'cssc reih), cxtrahindo
) c pias authentIctcs e ftziiulo vors:') s p:ira a liii-
ga verniacla,klo)s que11 li par-eeer;iin inids ateis
anossa hist6ria 0 Iastitato acr.l'ta qui V.
IEIxc. prcstara ul n r-'l.s'aato service, )iao paiz ac)-
Sro jabtlo a tent:at'ia ,ido rofcrilo 1atchirel, Cin\
p 0in se apraz dc r1'2521-e1 r a, prweisas Ih:I)I- -
i ;ie.os pira o fin dm Rjilalo !d/. o |d Jan.lro, I
2d1 dez-onbro d4: l;7 .- oi ''o ?)r. Jjo,,tpaI
"< C etano Ferian'-es P{.-(.Ji'?h:. !
Ashn,Sr. presiidca':, o Listit;i o d} Rio do Ja-
non' so aspraz c:n r -cO'nhoc r as itllteoss
i u-icll mnoinbro .ao I,i'itato dI Prua;-nbo p,':
0 ii desejado; o nob:'a dept;ito., qui- col.'.1 a
11e. l contender da liahg:I c ito;atiira iiolla 1I za
; u3 ontosta.
Qw valor tin ef. i eo;'t:-?t '
ch 'aores, ec3ss ecstioS d0 Isr. ?). I) -'60 ify'iho
exi iram minito t i ni3, 1n:'to1 .:,t",':'.,is, f-rain di-
ta s por iatuitos 1u11eo iiru.:, e ,oaveai iarec r
da itrte d03 pCriIamIbaeu13 1 pala3vras d c.ic o-
Mios, do rospoito e co:i3d "'l,.m.
[aitos apoiados, 11171o ,).n). "
S37*Jos. MAIRIA-Ao-poi'do, u m lit,) ndi;tlatDo.
o Sa. JAcoBitxa-E' do alto inm'r.cinanto.
0 Sa. BAaIo Ds EAzS 2 itu csta A3-
som)16a nAo receia enog tr ;1) Dr. Jos Hyino a
tiantia de 7:00.)309) p:1 'a (0q- va aH)! niIt
:ar documnotos lhstor,-',h5, pii.s q C1 s a'nt 3 d"
tna1 elle e u1n honloln .1 b'in, a s ia pr17)idl l-
eita acima d& toda a cont-)fttc.'.o.
-(#it)s apoiados, in'aito bo:ii, a)pL.21iso3 das ga-


Um
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,s). D" -- "-
m Sa. DBPuriDo-Para qnce cst' z.z'lnldo a
isso ?
SB. BaRn! D: NTz "--: -', 2 1' : h:!.r .a
issio. Nmo f.tl 0 ';^ 22 :' :2 _:.' 3. ; 0 .; I-
em 'm 11(33 p" -2, i. 'm Ciu;*Auihio o do-
pa T. i :. :!r1-' 1.n) I l'l p. trso:liadeoBs, (Isquen s0
:Liij;iiz do. 7:J))'" ") para d'idtr It se-
'do da con:m .!-; ,A1 1 -i a,,1 t: (:i'ptr 3).
i deixo a disu'o' di .',draltvel do p--s vis
por patented a s-eyund t inI0(oherencla do no 'Aro
.tado de que fall'i. Q'.'r)j m I trar .qe o z2lo
Exc., que t.1tn1 .) .3' -.m'. l'. pj r., p3):: .ir o.3
3}000 pedidos p1-) lasttato, c,,p rr-1i ,-:n
-0, um tanto phii'IP11'.
2. president, toIos CsCnos quo p or''amen"to
eorreate exercieio c obra', do noljre depn:itado
10 district. i
SR. OLYMPIi' 1e'.-'o ',nr, cl'aborei
e, fui relator do or 0 1-no1 to; -iLs'as iet ts a ros-
abilidade d'ess or01 nm11ito, :-mn0os n1ii1illo
V. Exc. eiixcrto't.
St. BAn 1AO) N tz:,"zui --Es p7:E', n(-,nrto
Sprima de V. E:oe.. o:I V. E:c. o riott-r d:t
issao que o ;f;r:.?:-:tV, ; ,\ '. II :ve. qFi%, o
itiho c dt'foaoe ,i 1-, n ':i 2. l0tirr;i .(1.e
or0tahn nto 'O 'r':' t *i-. i ...
Siti (OLY 1'1,iO :I'.I: -'.--2- n1 l,'-:., t il co Sla.
St. IJu .Xo k) NA.'..:--; .- "i- qu us. *alculos
iun sio f51) .'1r2.13 :2 ::0 1 :2:-, i :'. .O i'-ndo as re-
It aritlinothi'; 0 -'2i e :g 1 ;-.;-n,l ntia o fos-
Cei, iriaN t- p w : :i;.L g' M 1 Wxo, .isto 6, pA'l)
barbha abatio a = o oe-'eauvo. (Apoia(los, apar-


E t i0 1iu a,- 3;ii '-.s duvilas n 1.mio 'corn relaIio
a eactid0o dos calculos, como por exnmplo, A res-
peit) da imposi-YUo de 120 rs. por litra de alcool,
vin o e vinagre. Afjui do meu lugar porgunLtei ao
nob e doputado qu'anto renderia esse ionposto, e
S. xc. respondeui-me :- jA fiz o calculo, pode
proud zir 74):0004 ,-ao qae retorqui dize-do que,
se f r arrecadado devidame-te, produzirA de 500 a
709 0003.
E o que succedeu? Quando a lei foi, p)sta em
exem 1,.0 levautou-so uma grita immensa eontru
este imposto...
0 SR. PESXIDEXNTE- Peco a V. Exe. que discuta
o p jccto.
0 SB. OLYMPIO MARQUES-E' in argument de
par ale.
0 Su. BARAO DE NazARETH-V. Exc. vae. ver on-
de q lro ciegar.
0 SR. PRESMDE.TE -0 nobre deputado po'N con-
tiu r. Eu fiz-lhe apmnas umia advertlefeta.
0 S. Bauo"' DE NAZARETH Obedego mq a
V. xec., como sempre obedeei aos seus antec i-
res, smo Aquelle que faltou-mo corn a justiqa...
V ZES DA BANCVADA coXsERVADORA-El0giado pela
ban da liberal.
V ZES DA BANCA.NA LIB.RAL -- E destitunido pelos
prop ios coreligionarios i
o0 b. BAa.o DE NAZARETH --Dizia eu, Sr. presi-
dent que, quando se poz emexecueao a lei do or-
.am to feito pelo nobre deputado oom tanto cui-
dado floi imposivel executal-o na part referente
-o.i paosto de 120 r. por litro de alcohol evinho, e
o pr -idente da provincia teve de m andar faser a
ewlle do. a de aoco~rdo -com rs cantribuintes.
-0 a. OLYMPiO MAs qUES-V. Exe. st0o ln o men

It^. h aI Dr?,-NAzAaiETn -AsSiM ia o lano-
Mura n recebe viuhoi, a quo no curse
mnil& k^.nn~disi00 290 0n, 400 pisas.


vueto raoaque de dew WWW f vwjawsw a ldeite de


^,;r8|or~a da nosa ,-:Ions.VideraB^es, e;l^' .u!^ ,Sirfli
deAl a: u iat61aiqa seo de opulen0 am 'PO
tryrioi mo creio quelfark:dasad-
*Inoe3didatou poarisaiea ecoomia-ap de&v e...r .rih
Sr. presente, en nao abnasarei per mais tempo a
da attend o da 6esa (no apoiodt4) Tapi e1i-
prieo rea devesr, defei deoudora. p ,eSt ierwa, -w te dis
jista, muito rasoavel deu iut.A illnstreot irpa aovti*a d
credora dais nossas considerages, e, que a 116
deveros npgar a iasigiupute q;ua Ai..A.d7:0m0aV
detiada A u Mln fim tAo util, qual o de opulent*ar n dMarkd.
noss a histriacorn um thesourO de documbentosa, A hoI
opreaente eso equcido, dar dossa ideffoereng, W gr



bern,0 oraor ,.poprinmena ido otmfto r em hid e
p6 de archives estrangeiros. ta
Esta preteno merecen o apoio,os applUa ea
iprensa desta capital, e, se for prn dferid, tL e rI
fiae certos d que seri isto no futilro wetitAlo ( o etris do
honra para esta Assemblka, um rn vio que a reo'- a-
coanmendara. r'a
Peao desmculpaa Arvnbla, se por acaso no "Qe na 15 do
rer da disetisslo ma tenha escapado dos labieA no bla reral
alteama espressao menos digna dos mein s colleges.' e sr lr.A
Tenho concluaildo. (Apoiados mrito bem, muito, aesistenee
bern. 0 orador 6 comprimentado por muitos Sr Asita, en S
deptados). a interior; ee
te os trabalhos

Fo -aear a e s re de at a tcrsnto de ter o
s UEVISTA D 1nA TnA noPdecuarsordo
Oi_ S1.1 t,1 Arl _Iita_ e-nos dias 204
abril corrente, i
Agimenabhai Provincial Fanccionou Que na pri
hontenfsoba presidencia do Emrn. Sr. Barao de present e di
Itapissain i tidno coenparecido 35 Srs. dputado. para interior pro
Foi lida o approval som donate a aeta da ses- rado associadp
sas antecdohinte. Portocarrero,
o Sr. 10 secratao priodete a a' loitura do se- social
guiate expediente.ne Qae p sefei
Um officio d) secrtirio do goterno redoott5cad. comndissao
copias do offilio do engonhoiro fiscal da coifljanhia ,aid theoureir,



pon:nisso de obras pablicas. present sess
Outro do mslng, dvolvndo informed, a poti-. recer da mesC
41) 4' M'iaod Civalsaate CoAho.-A' quemn fez a pars socio do l
re1uio~o. rce eut
Oterro do marril, acrea idm, a do Fielsao den Brotha-rs. o sob re a pe




--,A' qiern f.z a roquiiisi'.o. slad r o
U:n potibario dos talinhas, e do offiiontracta qutes do im. ramento Porto
apnSr. deinbarganl dos apresidnsta Asso i, pro e a eonstituio
pa0lt-.e, a clatrio, ptar os t abaho dfique ou no Tio Au4astoe
o rjueiha i:ato da 31 de outabro d 1875..-A- o ao
co mi3ss3o d ob policia. ,lprresentesio 0o
Oatroa d Ama Lt'rind Vrjolvdo informada a po- arir lo mg e1m
fesor paij l d P -aeate Coira o so f'iiueo fez a para socido a corr
-re iz d. S. Js rureno 6 nzes de ice em resultaI
Oatr.) do rn~sm'-, idern, a de Fielden Brotho-rs. ,o 'QQsmo profes(
qA' qe-ni f..^ a requuiicao. S1 I It doSr c



cUnA t, io'ie)0'dos tachyOS pra pos, contract d antes du o osi )ss
apd'tain ct, d03 s deisbatesrsta AssMl 6blea, pro- 'I eorstituiaso


po.- a c oa 2')datj!tw-tar o.' 3 trabalhos ) 1 do rc i
oa t'. < ) t a a1r:s1 3a M a d Qtautino dj S1 IeiraV-. A" 0 'o


]e ilA~ ,aL),,:n esoriv2) 42 J) z ix dd3Lzggiv2 e mul, 113,lore
c isu, tnssato di policia. t do proj-, ro r d olo 0 M cJa




cg Ut 4[a[ ,I 4 c'is m' .,e pruoe ...A cr :niJ. *.a2 ;S'
o.l0 ifdOAa-;aaL-mal jao brooa, pro- ,nin:iapl d,
oes3o il pa i i,1d 13 ca 1 iri d.) sexo rd ilinrira. pd a- n, ,it nt td;r
& uuloa dc t'm t4



'i ) ) I ) '1 l onha, *l'e rl 1' a r ,!lo<- r t 'JrU._U ,'~pi S~ J!)s6 rcequrerrio 6) inz-s da lieena 0, posive-l Cm. ml




eom tod)3 os \-'I pit) r-' a tact ar dz a f asau- t d2 S -i: r t d.
de.-A'do. .s cr n3:1:de (12 1"3. -a purblica. 1 a:,- I t',en ;




~~~ ap3-)1)21[1) dguS 1) lr'C-res ,Ii cof:n:n'3% .
,)' r ,j' t,.) dI 3[-,rit Jso'4ui, im S; i S:mnt I '(2 n s triii A c.
,Ltra A1t ; i ,-) 1Min l t )(i d -1 ,' ., c .,a ap.nr





0 d :!. 1: i)i e nr 1'~(L d t cJn delj a'. i a) :.l ,'.'- !12 1 2
e -r1 cc') ):ca ie do Br n o do ai :
p -i -.nio do G,' qua lh. a ,ft C n ar a ) n ilx : e ,'{,,' ': A
e 1i s.i I e) I)i I\ c ,ts it.a : de) pe dr ton ( p rozcss)s.-A' coimis.- 'a* 1





ida, foita p o m rr1cuhir-s.o il Oseola normal. 1 fc I r f f L a i q ) i- l 1 ,l t
iX .i 1)1 11h >: I1 .1 31 0502(-os ) i-tdtdina. *,- r t.r o '
<"ON. 87.--J rca:i no I 1)r.? a" l s l h'ras i .fu n eji CII d_* st) dhi d
F P r~t~n appIr:L) S-;i~).3 d'_n^~ imroLcres hi cona-.,.- P.-" ''.;'





dol t d1 iA:tri',O') p ri'jl tri:( p tdi. 5 Sonn1:1 ) 1.A :3 S c :;' l.- +,, e d
J N,0
L. L- CLA1 re111 n



N. ;-2 i.-i-.-Tho e'Ci (2' I ::) dc Sl i ,i d 9:0))3 )5 p?:i .,- ( *i inii di
N. a a. ". ..- 0 AL't i i 'r lto






o ,). ;, eoil ', .i j 5 0' 5 .)2- : d):; O
nhi1 o0t (2)n0)" 1 i o- reg1) :; r ein ril 52 ,c:: .;.:. T)r. in
cdral ..ir o) di Csdi D tra 1 ) do lafrr do q trn cti.n *c. :
Sl f' a 11.t ..ra m ,:tri.ul.r-s a ," e" :1'ta r,



10r"' 1 )s e, .4t (':
N. 8'. C anl "v a oCan-1Iird uma' ead"'[-1n. r'. -..nt



"i l ntr ) '_:s iis p ra o io u r e r dni3t l o S:.s 2..,
N. 87 -Crca.idon-) 1i'i-: D-aas P1ciras irn'i ea'C- ,{.*,,^V/~
cLir J d. 3 i trl uc:'>IP, p1ha7A 0 o r .., o so ro in .,1


N ) / -I th p il 1) i-)~iYs-O.') 3-.' O(1)11


c0:, ) de ,lit 3 S.;!, s.'In vioti~n, e:a (3-nx.:ta ( o r"espo .::bah
'ii l?, MI 1.4 -'ml Hi':t ) I -2:rrat: d [:i'z.'.. or)?: 1 121 C:::em(
i, 3. 3 ,' 0:1 a rin
N' (1 :103Pi i cnd^




N.~~ ~ i^. ICac...d a~ suv nl da-0)5p ,-' r:,r>Onij
kllo:c: v''j;o-i, e i A) )Is C !: fiea e jp-. du")iL-5 o, cs np ,'- .- ::'' ,*'; p;:'^!.n
E11iulia oal 0i--) a d .1 so ord' o1.11 j' ct I ii : : ,,t- ..
ox 'd os S:'-. Jd._ ii 'itrala dc cr o du que traca :n -. e
1 '?3 1i'i1't F1 15 .5 1 6 1.- 1 1 U L





n I i n 1, L t 't ( 21 1f'n l1'i- i .biin o :, g Si rT



CO):Oiic dcr SCrr 'Olro: J ('f.d). "ir,: ii' t-'- e '., ;,nto
*.*::'t -ll Fre .ir)e Yira~tone 1 0iiLrrie d; S~jrsi .. N ro;' d *" o t '\. ;, de seio
Ea'learri-.n 1't:troi c d roim,,to c.1-) Sr






1(l 'das, das u. s I1 11 01in I r r-I l 1 t ls C111 0. 11 ..10cull,.
)112)val n111s, vota.t,)o ul)- artioo p ;i t r Ill oS
dalta d o d. ci ': ^o11.11 '') I; 1 1. 2
Aulion-so 1S ? dlM3Us10 2i) .i ) 1 JJ-,4) nU. 51 '-t, e .-
alaS) (erelito-i stlp-)lemei~t'lreS). '
A. 014od em td i:3 dii : coltin Lit- .;.' e .;( -'ts d-i '. ,3 ] .orA .. ies n
Oivixli'a crri lrd i J.io'i ie l\r ;ia d! o p yre a:n to 7,; ,/,,., .ndo p
Dn 4iiri e~ r!eir (tIiio e p';;i riu- Pl^ 'r prs. i-lo c" ''tl, i, j'n,-



Sia din provifl ia foi Cx^O-lida i ..1n1 t U t'. e "' ""- ;"
5iu ir:alo 11n district d l < ie..lF '":r i, ) t.Ja:o':!n11 11 4 ,' t- I .. -.. a,.


.C tratru r : .^. ., ..
a2& ss To. -Pal .i o td. : 1"'i, di U P.I'I:i::u 12,. 2 1'1 ,.`
:tro, 17 d, ar0d d1 14(t-V381 .-9o) ,ieta da m- ro- -
,:i- aia, "t1 L mdn-10 a.)o 27 qu: pr:))z, o"0 Dr. (210 ,2,',:..-. : -.i '
:policia c.na ofla-io n. 351, de 2J de m'aro filLd:), 1r2- 2-,2 1, ;'2i, '' hlho
:;,ole croar un'dlstricto.d doe-gIcti no1 t i( d': I "4 I 1
Caraaru sob a ito niilo d,: 3' t.'n(1 p-r i, Hal '11 ~ ."
toe os 0 miners qo coaivrCliendem o dlistricto (1!, .'''
iib'uw C "" = 0 '"il mr p) '1( u. c~t.'g OS 1- 4 el' ,12:
i elcb",douro e n. ..i.'ar '1 'o'i "go. de 2,,_'k-,. LO,
1, 2" o 3' suplolnta s cildd tonio [-r- '1 eni r H <-.ir
ques de Azovodo Gialv:o, Jo.o )Mattalino d4, .- '1 ,e a1 1),
3im,)o1 Joao F rancisco da Si lva 1 enorio e Jo..o
da Queiroz Lim' n:i ordeoei eCi t q e-;, c io uct- n-,.
dos: (Assignad)-Jbso M Wijs ,' a2eta.. ',
Autaridadfle1 paliciaes Por acto d& L I-, 111 3 h,
presidential da provincia d4, 15 do) corrento c so r ) I
proposta do Dr. chefe de policia foran exoncrados i,'ti i j'1. ,Ii
Antonio Francisco Pereira de Lucena e Antonio 1J*Izol
Ferreira da Sitva dos cargos do 10o e 3o supplentes i ) te r m ll1"c il
do subdelegado do distrioto de Bcbodouro do ter- ,th) 3,1-li, Cear
mo de Cruar'UU'l, por nao toraem prostadi. jurameuto "- '..' 1 ..
e nom0 ar para saba!tituil-os o, ciddhlcs Joaquin i,,'11 '21..5 V.
do Modeiros Lyra e Luiz Joss de Vasconccllo.. >a=. .o
Snpplente de jaaz municipal-Pl la L Ci
presideacia da provincia foi c:pedida eata por- ten. L rig:l
taria: dio Filho c M.ei
,a d Dos iun%-h c
2.a socNo.-Palacio da presid-ncia d. Pernam- ,
buco em 15 do abril de 1884. -- 0 president da l d e
provincia- resolve deelarar que o cidadao nonieado 1. crt,'
para o cargo de 3o supplente do 4liz municipal e Cia do `dos Fal'
de orphaos do termo de Ingazeira chama-se Pedro bueo. 0
Tenorio Nogueira e nilo Pedro Tenorio deo Aibu- L.2I E 0lC a 0
aeucrquc eomo foi escripto na portaria do 19 de hionL1051. phn
fevereiro proximo findo, e. ordenaj que ust2 senti- VizaOem-,, :o iA
do se faq a adevidi rectifiea,oJ (Assignado)- VvadeJo
Jos M3anoel de 1reitas. Famlia do,-ce
Tribunal do jury do B ecife-Presen- Viuva Mic:iiinA
te numero legal de juizes de ficto, foi lihontiem ie VidLdL, ra:
installada a:.2a sess~o ordinaria ceste tribunal no az rem
corrente anno, sob a presidencia lo Illmn. Sr. Dr. sel 111112-- I' 1
Thomaz "'Garcez Parauhos Monte egro jniz de di- facto
reito do 3 district criminal, ocupando a cadei- I d
ra de pr(oa*r o .2, dA eomare Dr. Timolhio get' g '1'e: I' 1""
Pores de Albuquerque Maranhq(, ser-indQ de es- 15 ra.rsima
crivao o jrivativo do .jury capit Florencio Io 1e-, tid I a Roa
4rigues de Miranda Franeo.; taprou tila sa
Em segnidaentroaemi julgam uto)o reo Luiz aunos de idade
de Franca Ventania, incuro o art. 193 do cod l ,treado-
ci., pa. ter,,em.21 dej jio do 1882, em Fer- do, se m npa rtie
nando de 1Noronb1a, asisasau ado &,sentenciAdo -niial qomi
..relia".. logado para tony
atrocipu.atm&u J d -z & o ntni1J".6
de Almeida Pernamm 4,6a xtObeW
d.zi .ia ';v.. ... .. .
Hqj'e itA 4j t 'r&.-4a6CV nor Anton~ia e p
4. ~ ~Dr. Franeici,"o
Ca Ourl"" ; no
F U R d a a v*/: ^ i*: '": ? .;<;^"^ ;.ll5 l :l ^ *l ; l ^ .^ .*ll : li f ~ A t e A A T


d'euaw6M6|, soq 6 a
ho lio Uterri Cvo rito ji i as p
yedo Sra opwdaado. d. w,
etrabeo pabaundo no 8. paxiam

nselh o eibao e eraten" coVt
ieoDr. Freitas h dsa eM beanm ,

bui*o o programma de pests. pa-


ie F*e Paauee4aHuccmm
B Ina m m o a c o o

create em "assao ordioaria a aO-
d'rstda sociedade, sob a'sree fid
Sitoni Witrnvio Pinto Andeira, e
dos Sra. associsdos.
?so, foi lida e approvada a ctL
segnida, relatando o Sr. presider-
do mesz social find, den conheci.
conselho deliberative funcionrado a-
iesmo incz, em sessucs eeonomicaB, .
27 do mraro ultimo, e no dia 3 de '
xpondo:
teira daa m-incionadas sessoes fbi
iettida A competent commissAo -
irecer, umia paetiioa da viuva do fi-
Tito A'-gnsto de Albuquerque
olicitaudo a concessao do auxilio-

mda form presented o s rarecere'
e syndicaicia acerca do bhlaneete
correspondent ao menz de feoverei-
Io de oD. Francisra Moaria do Sa-
tarrero, relativa ao auxilio social
a qualidadc do viuva do associado
e Albuquerque Portocarrero, de-
intrar na ordem dos trabalhos d;
S dtFi igualmente presente o pa-
a cominisslo, referente A proposta
professor Jose Augnusto Pori.carrc-
ir da votaino, foi declarAi-o aocio
or, send acfordado, sobire con-
uelheiro Fclipp Moni.a, em inome-
encarroegada de tractar a respito
lo monte-pioe, que no :srulo c base
c mod o que formal u) pimeciro :/
ircitoi a penso, guari-assio esta ao
1o inferior a 2'j 1:) do dupl- ) doi
nias co-i sa:i- capitaisa$'Ces, no
spondente 25 10) e noC11- seguinto-eg
vimento asc--iilent':qo ,-1 o calun- -

im e ulti1a fsi a-:'ito, agradecido
olir ao cofrc o donativo na impor-
1t1 fizort o Sr. ('2), ehiro Felip-
gcucros'pid, p, r v'z. s j i rn-ai-
o rece;n:);i.i 'a uI-tAatt,-.iia,'r esta ,
dlo qui 11: ie iua-t ses'i.d, ai-da .
unon1ar dam ca ).i1,3C1o) Cicaru're-r
a r !'p '1 d O13 -it: -fl)' ") r z -
:py MI '1n1i o :0 ui c tribalhA ) for-
in. c':3i'i3i: -o, d'r L '2e'iil ) (coin o
c -teve o Cit, oh v. eto do "nsel .>


:tI,-,, a) e I e'- .. dr '& .r t
so')' i:) 0t, 1? ". <''1) .r:i *-')u'li-
d' rl''.'ereo 1'- ltL2:l), 4- a"'1O'li da. -
ilio zijocial viuv"a Jo fuhdo ass-
'ar :i1 A 2. 'l1'irju' 'u to,')1r'O ni'rj.
CS '" d ,:r:11 -i :a i para r, lii, 'ir mI
rim:. w' 1 ap'"-'ita I0 tra' lI) li ft!
o; o r-si' t lei-
r. c21--'2'1'rs' L'>iilo VarcJI- o0
60!u-.,o;i '' oli."'i do pr icti d,3
r'.-1 ;' I'i' C reqr-11if riin''ito c
0 o. a 'I't a1712 a pr 2mi1 ses
'2.1'- 211 22.^' li.'s .;'.*h 'ir*' (' inais
;011 J j 'Lr21117n-2il)ro q F vilimm MOii


42, ro '.-1-ri ";1 !," ) -r. 11- .1iL ph" ')
ido it' soI)rtt ir-se nil d 'mpc-
da i,).n ,L.-:-?^) eaefrr.::.,h d,,
0to d -o :! int,- 11, por ioip n,'tunii
rndt D' r. [r. Antonio Pr'nam-
0o I i [, do rieqperiuin-ntn ate ;
-o. It', do 11");,meto prov'aci'l- ,
ir-'-', ;; *oo;a". i'llde de o','c
-'e' '1 a 10is' 5 .o,, nalf:l i os Sr' .
l' ,, i)c. I' 1i0ti S 1u,, Drr



ia' cn c -el
P,- fil1e101 1 13' C'4eiYO1
?!1i; > F.,li M n se ni ,' ap-l 6
l a e r ij ':t in, !z;, re luerin l't.. -
11'1% Vi,! ,O's S:'s. sr3. Per:z.";tmo
:i. P. ,: .'ii : i:.i) i *' e scj;, e,,.i ,.iio
i',,cii.,n.'rit<.a-. n105 ternnos ,o! es


"l '0 E: ii. o o)s ::'t' 1 t1 t;I -in
:tri-:;\i., I*!;!1', Barrleira o A,,'_ioli

1L1; :ii:oL,';(:.: ":'rS O3 set'v.', 1: pro-
11-di (. ''- ,i', )s. 3 su: d!, lici.'i"





;-'!,;03 ,.i a i n votI o IIi t "
^'r >l*lo d n li~ine hnto -~ a:??o-
0r, aipiU|s is unanimonw.b 1 o,
*o.o l:rio. a' 'i:-.-so e't a dot 'r-a d -





r-'O.l'2) 13 ... -) ~ in -Etei n i n : ) -im
islt'itdo 00i23 1- die s0 cli"l','a--
o2 c;:5 : .\ -' ,. eonmercia,,i ,1 i
do-Vita e B ts ti Viatria ivo-ii ,.,.:-



a'e ki o 5 htritdo 1) t li'tt)
I pos aSin. inova S. irco0r-a.
,:,a ~ ~ e malt d* C O -
lustrado eom diversas chj,:a,-li-
i ''de cheBtr os fasesis us.
Sirespectiva agenia, Livraria
11 do Bar, -Pd V ict-sria ni. .
14 ce e--" o titloogo de Asunso-'
2nmiro Prosiunciapparecud hon--
i'n. t rJ. r- i -bciro dta Sil.'i. Ovi-'
i is Bastos. %
cprosperos ventos.
4ulbro -Pdblicou-se o u, 7*1 de
ldeste perie.dico, orgao d'a Asso-
Sonario Proviaciaes de Piroria-
:4r. R. JG..da L. remetteui-io
distrcib'n ,:1 a!guni s p) >res.
X ietor Jdnior 4Jor )
-: do Bern.'rdoe
I' ebastian.-I de' Abuiper-
t do Xodgueiiraa 12 3;v)0
Tt,'ro nin tro do Nazareth, enm
2 do corr.,ate, n-irra o seguinte
s :nana atrasada daen-se no eI-
C rimeo district pcal um
virgem vn' histosria do cri-
minaridade: Joaquim Diog -
fi de no-:no Autonia de '
a tlado pik saria desmppvr -,a t-
ul nlo denidoneias-o 1)}' juil
n. hstaoen'te di1' w fI. : -
ar it o n hecirnn.o ae fo,.ai
A2 do or s;itc ME m *43a o sesiit

3r imeo o mapm" Atwo poliui n


C


- 2






























gmaade urtves.-N.. mado.CabugA
o-se0uxa bi o rzao's fficina de ounriv-
i joias, onde podem ser fabricados ea concer-
o todos os artactos reetivos, corn boo
soto, prstesa e baratezosa.
N MaO mu.-f-Segue hoje Pmc O sul, ate a
t o vapor Jacuhipe da Compnhia Pernaa-
Awmenalt de Guerra.-Hoje as 11 horas
id manhl o conselho economico do Arsenal de
uterra recebe propostas para fornecimento de al-
odoes, brim pardo, botes, chineUlos de edoro
e sapatos. -
oeletlade Libertadlora Santo An-
ionto _9 de Mar"o Esta sociedade funce-
,enou hontem, na sua s6de boo*4 ru aDuque ,de
haxias n. 64, 1o andar, sob a piresidencia do Sr.
Carlos Costa, presents 35 sociog. Depois de se
tomar diversas medidas tendentes aos fins da
mesma sociedade, procedeu-so i eleiao de suna
-aova directoria, que ficou assiin compost:
ASSEUMBL*4 GE.AL
.reaidente-Francisco Lopes Cardim.
Jo vice-preaidente-Joaquim Ribeiro Barbosa.
20 dito-Paulo Tobias Maestrali.
Jo secretario--Flaviano Houorsto Ribeiro.
2o dito-Joao Alfredo de Figueiredo.
Oriador Antonio Ignacio de Albuquerque.
Vice-orador-Octaviano Alves Monteiro.
Thesoureiro Antonio Faustino da Silva Soa-
s.
$o procurador-Ernesto Figueiredo.
o20 dito-Rufino Alves Monteiro.'
Procuradorgeral-Deoclecio Fabioe da Silva Re-
DIRECTORU
Director-Carlos Faria da Costa.
Vice-director-Joao Manoel Carneiro da Cunha.
10 secretario-Alfredo Farias da Costa.
20 dito Thomaz Sigismundo Barros.
Conselheiros-Henrique de Siqueira Figueiredo,
lanoel Xavier Carneiro de Albuquerque Pessoa,
Caetano Luiz Ferreira, Fernando Lima, Raul
Faustino Ferreira Lima, Virginio -rederode Pes
oa de Mello, Thom6 da Silva Ribeiro e Arthur
enrmique de Albuquerque Mello.
Depois de procedida a eleicao o Sr. president
acmeou para eada uma das quatro freguezias uma
fommissiao afim de agenciar quotas para o fim hu-
manitario da mesma sociedade.
Freguezia da Boa-'lsta Alberto de Barros
Palcito de Lacerda, Horacio de Aquino Gaspar e
]aul Coelho da Silva.
Freguezia de Santo Antonio Alfredo Costa,
Flaviano Ribeiro e Rufino Monteiro.
Freguezia do Recife-Joao Manoel Carneiro da
Cunha, Joiio Alfredo de Figueiredo e Paulo To-
bias Maestrali.
Freguezia de S. Jos6-Francisco Lopes Car-
lm, Joaquim Ribeiro Barbosa e'Antonio Ignacio
9e Albuquerque.
Na sexta-fcira, 18 do corrente, havera sos-
3o de posse As 4 horns da tarde.
Dibliotheca do Centro Litterarlo
D Mecreativo Nazareno -Esta bibliothe-
ce no trimestre de Janeiro A marco foi visitada
por 388 pessoas e foram-lhe feitas as ,seguintes
4ffertas : Polo socio honorario, Dr. Democrito Ca-
Valcante, 13 volumes e uma assignatura do Bra-
sil; pelo, socio honorario Manoel Machado da Sil-
va Santiago, 12 volumes ; do soeio honorario, Ri-
beiro da Silva, 1 volume ; dos effectivos, Pedro
do Rego, 1 volume ; Manoel Xavier, 1 volume ;
do seeretario do Congresso Pharmaceutico, )s0 es-
tatutos do mesmo ; do bacharel Jos6 Cordeiro, 3
volumes; Irinro de Araujo Cezar, 1 volume ; D'.
Jos4 Pauline Cavalcante de Albuquerque, 1 vo-
lame; rcdaylo da Tribuna, estatutos do Banco
Auxiliador da Agricultura Joito Duarte Filho, 1
volume Dr. Martins Junior, 1 volume ; e das re-
da bes, o Diario de Peruambueo, Jornal do Re-
ife, Tempo, a Tribuna, o Diario d Jffrasil, Fo-
lha do Norte, o Rebate, o Amigo da Verdade e a
Offrenda de Oatro. Esperamos quo as -demais re-
dacccs envien-nos seus jornaes, para serem ar-
ebivados, ao que agradecemos, come agradecemos
a todos os offcrtantes acima. Outro kim, de or-
dem do president do mesmo Centro sao convida-
dos todos os socios effectivos para se reunirem em
assembled geral no dia 11 de maie proximo vin-
douro para tratar-se de negocio urgent.
Caruarfa-Escrevem-nos em 12 do corrente:
O pobre povo do Cedro tanto vaticinou o ap-
parecimento da variola que ultimamente es~ao lu-
tando corn ella.
Os almocreves Jo"e de Andrade Guedes e 4
flhos estavam desde os ultimos mezes do anne
fado, trabalhando no carregamcnto de issucar em
um engenho das immeduucoes de Preguica, onde
Antonio Jagode, um dos filhos de Joser de Andra-
de, f6ra atacado e morrera de variola.
SOs- outros, pal e filhos, voltaram ao lar tra-
;endo comsigo a terrivel peste.
Felizmente um eutro filho de JosA de Andra-
de que fora fulminado, ja estando noCedro, acha-
se retrabelecido. 0 mal, porbm, nao sta extino-
to, embora o clima d'aqui mereca o qualificativo
de autiseptico.
tm criadinho da professor d'alli foi accom-
mettido e se ucha quasi restabeoecido, mas em um
destes ultimos dias adoecera da poste a mulher de
Levorino.


0 Embonra lento o mal vai se propaganda e no
emtanto rino tomemos vaccina. A que oecebera e
Sr. eapitao Miguel Velloso 6 imprestavel. Foram
vWinados 20 meninos cujos resultados foram ne-
gativos.
cNio '1 am.s noticia complete do jury per cons-
tar-nos qci ,ilgerno jA mandon para os jornaes o
resunlk o da ultima sesieo juridica.
a 0-adre JoIIo Scares de Albuquerque foi pre-
terido no direito de defeza a pretexio da presenga
ode testeminmhas, das quakes uma, dizem.r'Tide ac-
tualmento no ccntro de uma das provi':ias limi-
trophes.
S JA foram publicadas as ultimas noticias do
Club. tterario desta cidade. Mas em abono da
verd cumpre-nos dizer alguma cousa.
S Pleiteavamo a eleicao da presidencia do Club
deuns candidates, cujos adeptos collocaram a caba-
la em um terreno, escabroso, quasi impissivel do
Stransitar-se. Assumindo o pleito uma attitude tio
precaria, os candidates tornaram-se inipossiveis,
sob pena do aniquilamento do Club.
Em virtude disso 6 que o Sr. Dr. Lacerda,
.um dos candidates, propoz, seado aceito polo on
I tro, que se elegesse per accramacio ao St. Dr. Ma-
Slaquias e anos inais membrott da nova administra-
ao, o quo realisou-se corn grande regosij o sfmbo-
siado per music, muitos fogs eo passeala.
SEm a noite de 25 de margo o Clulj festcjon
sohlnnem2nte seu 10 anniversario, alfdrriando a
ese ^rava Agueda, pertencente a una sobrinha do
Si. tlio C. Bezerra, pela quantia de'o00, de-
ido a Cbranca do alferes Manoel odrigues
-Porto que dissera ser deo opinion qutoI as as-
lalques quo visassem o movimnento poogressivo
Bdrasil deviam da urn signal .de ade so ao
acontecimnento do CearA. Os tios do
A e muitos partiiulares entraram c ap200;
A9e& entrou comn prto de 705, que dispen-
a aluns mezes ante ain da hi
,,,AM earwiruenses polr rinterdio doXrrs. a-
i d n f alguem,1 ceonsta-nos, co el-
Sr. Antonio Bezerra da Silva, 3ediamte
iA imniou uma escrava de 40 a 50 An. v


0W0, oncoria e wngqwtty vieram para o mer-
cado do 'Recie-fo: N6,25 6sa(coas; nth 1:072
saccos ; sal, 25:600 Wlitro ; xarque, 29155 kilo-
gramimas.
Va Ior sprU*o Santo-Este vLapor ten-
do sahido hontem do porto de Maoei6, deve ama-
Ahecer hoje em nome Porto.
Pavageiro-Seguiram pa erassando de
Norooha no vapor Asmdak" :
Tenente Jose Theodoro Pereira M., sn familia,
2 flhos e unm eriadc, Dr. Corte Real e snafamilia,
D. Julia Maria da Coneeiao e 6 filhos, Antonia
Agipmua Bezerra Braga, Luiza Maria da Con-
e*, Maria Angelica da Cafceicao, padre JU-
v6ncio Verissimo dos A.os, 1 sargento, 29 pras
e 1 clarim, 15 press militares e 35 senteitaos
civis, 3 mulheres e 1 filho de 83 das referidas pra-
gas.
LeiNeIm-Effecetuar-se-h- o:
Ioje: _
Pelo agent Carmo e Silva, As 10 1/2 hora A
rua do Born-Jesus n. 53, 10 andar, de moveis e
outros objects.
rtdo agent A. Gaimardes, As 101/2 horas, narmna
Bells n. 37, de moveis, loucas, vidros, quadros,
etc.
Pdo agent Pinto, As 11 horas, no Trapiche Avi-
nla, de I'arinha de mandioca. .
Peloe agent Brito, ais 11 horns, na rua da Ma-
dre do Denus n. 28, de generous de estivo e me-
veis.
Pelo agent Silveira, As 10 1/2 horas, no lar-
go do Paraizo n. 12, de moves e accessories do
Restaurant ahi site.
Pdi) agent Pestana, ao moei, dia no trapiche
Guerra, de generous de estiva.
Amanhi :
Pd-) agent Martins, as 11 horas, no Monte
de Soccorro, dejoias.
Polo agent Carmo e Silva, As 11 horns, na
travessa do Corpo Santo n. 27, de moves, miude-
zas, ferragens e joias.
Pelo agent Gasmo, as 11 horas, na rta de Mar-
cilio Dias n. 40, de moves, loucas, vidros e
SMisas ftunebres-Serio celebrada :s
Hoje: as 8 horas, na igreja do Espirito
Santo, per alma de D. Marianna Victoria Lobo e
Costa; as 7 horas, na matriz de Santo Antonio, por
alma de Jos6 Antonio Pilrao.
Amanha: As 7 horas, no Corpo Santo, per
alma de Manoel Pinto Lapa;'As 8 horas, no Cor-
po Santo, per alma de Joaquim Lopes da Costa
Maia; as 7 horas, no convent de S. Francisco,
per alma de Florencie Jose de Azevedo Santos.
Sabbado: as 8 horas, na matriz da B6a-
Vista; pela alma de D. Thereza Leopoldina de
A raujo Jacobina; As 7 horas, na capella de D,.arte
Coelho, per alma de Francisco Hcnrique Mafra.
Matadouro public. -Foram abatidas
no matadouro public da Cabanga, para consume
do din 16 do corrente, 81 rezes.
Loteria da provineta Hoje, 17 do
corrente, sern extrahida a loteria 29.4, em be-
neficio da irmandade de Santa Cecilia da ma-
triz de S. Jose, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora da Conceicao dos Militares, onde se acha-
rao expostas as urnas e espheras arrumadas em
ordem numerica, a apreciacao do publieu.
In.iutituto Litterario Olindense -
Hoje, no lugar e hora do costume, haverA ses-
sao do conselho director.
Loteria de 25:0000-A loteria 145a
series B., corre impreterivelmente no dia 19 do
corrente
0 resto dos bilhetes acha.se a venda na Casa
Feliz -i praca da Independencia uns. 37 e 39.
Loteria-A de n. 145 B, do Rio de Janeir-
de 25:0003000 serA extrahida no dia 19 do cor-
rente.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, rua 10
de Marco n. 23.
Loteria do Bio de Janeiro-A loteria
n. 337 B, do Rio, de 20:0005000 serA extrahida
no dia 18 do corrente.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, A rua 1"
de Marco n. 23.
Mercado Municipal de S. Jons-Para
este estabelecimento entraram no din 15 do cor-
rente 47 bois pesando 6,886 kilos, pertcncen-
tes a diversos.
Foran t vndidos a prepo de 800 ate 280 r6is o


kilo.
No mesmo dia entraram para o mesmo es-
tabelecimento:
Peixe 153 kilos
Fructas 8 cargas
Farinha, milho e feijao 32 ditas
Cameiros 2
Suinos 1
Precos do dia:
Suino a 640 r6is o kilo.
Carneiro a 1 idem.
Farinha 400 reis ate 280 a cuia.
Milho de 480 a 400 reis a cuia.
Feij)o de 15500 a 1200 idem.
Forama arrecadados:
52 talhos de came verde.
12 ditos de suino.
10 ditos de fressuras.
40 idem de farinha e comidas.
65 compartimentos de legumes.
Dove er side arrecadada neste dii a iminpor-
tancia de 1760260.
Caua de Detenciia.-Movimento dos pro-
sos no dia 15 do corrente :
Existiiam presos 344, entraram 8, sahiram 8,
existem 344, a saber: nacionaes 301, mulheres
11, estrangeiros 13, escravos 19. -Total 344.
Arramoados 315, soendo : bonds 309, doentes 6.
-Total 315.
Movimento da enfermaria:
Teve baixa :
Manoel Joaquim dos Santos.
Cemiterio Publico-Obituario do dia 10
de abril :
Henrique Jos Xaria, Rio Grande do Norte, 29
annos, solteito; tubereulos pulmonares.
Calisto Venancio da Cruz, Pernambuco, 86 an-
nos, solteiro ; variolas.
Virginia Maria Tavares da Silva, Pernambuco,
30 annos, viuva; tuberculos pulmonares.
Antonio Pereira- dos Santos, Pernambuco, 19
annos, solteiro : tetano.
Cesaria Maria da Coneei*o, Pernambuco, 43
annos, viuva; tubereulos pulmonares.
Ignez, Pernambuco, 2 mezes ; interite.
FrancisCo, Pernambuco 10 mezes ; eclampsia.
Antonia do Espirito Santo da Trindade, Per-
nambuco, 29 annos, solteira; tubereulos pulmo-
nares.
Seis d'estes pela caridade.
-14-
Padre Manoel Barroso Pereira, Portugal, 57
annos. Boa-Vista ; cerebrite.
Francisco Henrig e' Mafra, Pernambuco, 24
annos, solteiro, Recife ; beriberi.
Rachel, Pernambuco, 3, meses, S. Jos6 ; entero
colite.
Manoel, Pernambueo, 8 meses, Smanto Antonio;
eonvulsoes.
Alfredo, Pernambuco, 12 mezem, 8anto Anto-
nio ; escrophulas.
Marianna Francisca da Conceiqac, Pomnamba-


*~ ~ a

o r. deputade a6 Marlauiame
e/1: e abolle;o lSiujO 1
As rdaoes deaade que ligam-me u illu.
tre repreafta.te (an a, na* pelo 2o distrieto elei-
toral detas provincia, c evem eummudeeer-me
perante attitude francs s deisiva, qua vai ason-
mindo 8. zae. na gravissi ma quest odoo emeun-
to serviL
Vivo da agricultura, aem por oerto, pro.
tendera4 talhar-me o direl defender meus
intereses e oB edaslasse a que pert omente
porque um me amigo e co-religienurio politico,
sem tuvida de n nuito merecimento, teo
levantado a i oquente voz em favor do abo-
licionismo aidsagente.I
Aos que me tacarem de .ontradictorio, em vista
dos principios pltieos, que tenho iouida ate hoje,
apontaroi pars as vultoavo erandos de Martiuho
de Campos, de 8iffveirLobcd de Sinimb d e Sarai-
va e de multos outros libe a. distinctos, que oin-
da hoje sAo os chefes reeon- eoidos do grande par-
lido a que perte,,o. -
Quo seja o primeiro a apedrejar-me aquelle dos
meus co-religiouarios, q'e uder near os valiosos
ervioes prestados I grande causa da liberdade
por qualquer dos emineatet estadistas acima no-
m-eados.
N'uma causa, que affeetaa os interesses de uma
grande classes do paiz, .nio me-era licito fear ca-
lado diante do pronuneiamento do illustre deputa-
do pelo 2-. district em favoe dos abolicionistas in-
transigentes. E julgo prestar-lhe a homenagem
devida, apparecendo em public em meu proprio
nome, e sob minha union reponsabilidade.
NAo urma provocaqAo qqe vou fazer a S. Exc.,
nem mesmo urma inter= Niao me assisted
direito p- ra tanto. Entretahto, relieve S. Exc. que
leve ao conhecimento do publico o que se passou
entire n6s, a proposito de abolicionismo, poucos
dias antes de sua retirada para a c6rte no anne
passado. Isto imports sos grande interesses da
lavoura tAo ameacada hoje pelo illustre deputado
liberal, e eu nio podia deixar de ver a imprensa.
como verA S. Exc.
Nas verperas de sun partida pars a corte no
anne passado, em vista da algazarra, que JA fa-
ziam os abolicionistas intransigentes nests pro-
vincia, pedi ao Exm. Sr. Dr. Jose6 Marianuo, meu
amigo e co-religionario, uma entrevista, em que
pretendia fallar-lhe sobre assumpto grave. S.
Exc. oceupado corn os aprestos de sua viagem,
nao ponde marcar-me dia nem" hora certa, mas
prometteu-me ir despedir-se de mim A casa em
que assistia.
Corn effeito, S. Exe. procurou-me antes de sun
partida, e apenas nos a'istamos, S. Exc. decla-
rou-me que j4 sabia qual o assumpto, sobre que
pretendia conversal-o. -
Expuz-lhe corn franqueza .e sinceridade qual a
minha opiniAo sobre o enotdo recent movimento
abolicionista intransigent, e receiando um grande
golpe para a lavoura do paiz, se os homes publi-
Scos de nossa maior confianua nio se oppuzessem a
semelhante vertigem, pedi que me dissesse tam-
bem corn toda a franqueza e' sinceridade equal a
sua opinion A respeito.
S. Exc. principioe dizendo que, send, come era,
emancipador, partia de uoma principio, do qual nin-
guem teria forea para arredal-o, e era o seguinte:
que nado admittia o menor attentado contra a pro-
priedade escrava seem previa indemnisacao ao se-
nhor.
Neste ponto fieamos inteiraanente de accord.
Era o cumprimento leal e sinoero da lei de 28 de
setembro de 1871. Nem a lavoura se oppoz nunca
a libertaeao do eseravo mediantejustan e razoavel
indemnisagao.
Se o nosso governor entende que dove acabar
corn semelhante propriedade, p6de fazel-o, sem esa-
hir da orbit da Constituigao e das leis, mas nilo
caloteando os senhores, nerm insinuande perfida-
mente As autoridades e aos juizes meios pouco dig-
nos e atW violentos contra os sealiores, come se
fez no Ceara. .
Isto nao 6 prqprio de um governo snrio, e que
se preza, princip)almente se attender-so que a clas-
so agricola, quer se que espoliar, A compost de
homenus pacificos, pacientes e soffredores, incapa-
zes de promover qualquer lev4ntamento ou revo-
lu9ao em defesa dos sous direitos, maxime n'uma
causa em que se explora per tdos os moies contra
I ella sentimentos que elevam e ennobrecem o co-
raao humane.
A lavoura tern side, polo contrario, em todos es
tempos e em todos os paizes, a ;victuma expiatoria
de todas as evolucoes politieas ou sociaes.
0 illustre deputado, meu aumigo e correligiona-
rio, satisfez-m ceompletamento^ quando principiou
dizendo-me que so mediantc i'demnisacao just e
razoavel admittia a exproprmiaqo da propriedade
escrava, para o fim de libertalda.
Depois S. Exc. fez varies c~nsideraoes, e nar-
rou-me o facto da fuga de umas escravo do Sr. Ba-
rae de Jaboatho, facto, em quell tomara parte a po-
licia dessa cidade. |
Per fim, concluio S. Exc. dizendo-me: que as
cousaa podium corner de tal mgdo pelo Rio de .JTa-
neiro, que em pouco tempo eu nado devia admirar-
me ouvir dizer que elle estava oscravocrata.
Despedimo-nos asseverando ]he eu que estava
satisfeitissimo corn o que acabava de dizer-me.


Partio S. Exe. para a c6r.te, ie nio se passaram
muitos dias depois de sua chegpda, quando os jor-
naes dalli nos trouxeram a notii a de ter side S.
Exec. convidado para fallar em nma das reunites
abolicionistas, onde de facto apresentou-se, pro-
nunciando-se pela libertagro samples e immediate
dos escravos, tormulac'a num docreto, que S. Exc.
apresentaria, se fosse govemno: i S. Exc. nao fallou
mais em indemnisaclo ao senhoV do escrauo, e nemo
consta que aqui na provincia, depois de sua volta
da cArte, tenha S. Exe. se occupado mais de seme-
lhante indemnnisaao.


COZIER IOI

Prapa do Recife, 1t de abril
de 1884 ,,-
As tres horas da tarde
ot ffiia
Farinha de mandioca da Bahia, 60 rs. o litro, em
14 do errente.
Cambio sobre Mitceid, 30 d[v. c@m 1 0[0 de des-
caonto, hontem. I
Dito sobre dito, 45 d(1. corn I II 0[0 de desconto,
hontem. i
Cambio sobrNew-York, 90 d/vt 2A353 o dollar,
hontem.
Camnbio sobre Londres, 90 d[v. 20 3[4 d. por 11,
do banco.
Cambio sobre Paris, Avista, 465 rs. o franco, do
banco.
F. J.de OlieiraRodriguev
Presidente,
A. M. AMowrim Jinior.
Seeretario.1


RENDIMENTOS PU
Me de abril ado
.inBDuA==teD 1 a 15
Idemn de 16


IdeaB BiAle 16 1 a
Idein *di o^I161'^


ILICOS


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sem sa
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DI
Vaf
t)s do
nadoe
Caf
ma~os.
mRoe.
caixa
P~ipa

Bar'
Cardig
dem, in
Car
dem.

Edse
Paysain
ordain


;a i a *auraourte con-,
- quado &Inds-hon-
s'Ike.iou con-
vaii-so e Amo pa ser esbalhada il-
vioamenta do e direlito de propidade-
ate da rise treowenda de qoe somosames -
pedlo abolicionistas intradugnntes, o fact
e demaes paa fitar sepultado no segredo de
nverss ent re amigoeigs .
i d'eisses amigos, 6 verdade, snada vale, '6 ape-
simple. egricultor. Mae o outro 6 um re-
ante da naco, um dos mais proeminentes
os de grande partido liberal de Perna-
A s-a palavra autoribada pesa demaes
iiar de ter a importancia, que lhe attribuo.
rzes poderosas actuaramu no animo pa-
Sde S. Exe. parm negar-no0 hoje aquillo
toem nos tinha promettido, corn os accentos
s profunda conviceAo?
oura da provincis inquire as .causs de
procedimento, e hoje lament profunds-
ue S. Exe. se tenha deixado arit .r per
a opinion public, que s6 se alimenta e se
z corn os dosastres e coin a ruina da .patria.
aem no Brasil hojejadvoga a causa -da es-
0.


-1.


p ral
urn


&SPJ
por
nor
a Be
e 25
Cha
Ai.
as 1

ca n
Tuna
mani
Vuo


itIIna
nina,
adxu
rns


'im ra i necesu i s detism bomsyste-
ma de estudos a unidadee uniformidade
-do ensino.1 -
Isto emo acaba do ser confirmado c
'rconhecido polo conselho ltterario, em sui
esasle de 15 do crreno t, approvantdo o
parecer da commisbao dha 1.9 seccto, que
reconheceo desde logo o, iicontestavIl me-
recimento e manifesta utilidade da referida
Grammatica, nito s6 porque em estilo con-
ciso e.claro comprehendert. do quanto e
necessary a tenra intelligekicia dainfancia,
como pelos resultados vant08osos que o au-
tor declarou ter colhido na experiencia que
desse seu system fez no|. ensiuo de seus
alumnos per muitos annos e chamandoa
attenglo do conselho param, a competencia
na material e constant dedicaoibo do ensi-
no do proprio autorda Gratimatica, e para
as quatro vantaens por elle apresentadas
Wem justificag7o de seu trabalho sobre 9s
innumeros compendios em voga nas esco-
las primaries, conelue que deja ella adopta-
da, para o ensino, nas refeidas escolas.
Congratulando-nos corn b Sr. professor
Vicentoe de MorMes Mello por mais esse inmi-
portaute service, que acabla de prestar A
instrucnao primaria de sua provincia, faze-
mos. votes para que a sua Grammatica .Na-
cional arborisada possa ser impressa 'em
grande numero de exemplares u cada um
desses exemplares possa ser vendido per
prcgo commode, de mode a powder ter geral
applicaoo, a que 6 destinada 0 deve desejar-
se em bemrn do ensino public.
0 amigo da instrucio popular.


Ao public
Uma missiva d'csta localidade publicada
no Jornal do Recife de 14 d& corrente; no-
ticia ter side per mim espaucada a praca
de policia Manoel Francisco da Silva, e
que o subdelegado do district limitou-se a
mandal-a para o quartel, dcixando de pro-
coder ao corpo de delicto inas contuses
resultantes do espancamentd, e as demais
deligencias do inquerito policial.
Essa noticia causou verda41eira sorpreza
aos habitantes do lugar, que sabem a ra-
zao porque foi aquella praga retirada do
destacamento aqui estacionado.
Acredit9 que o missivista nao teve em
mira se naio fazer crer que pertengo A ea-
terva do discolos que teen trasido esta
povoaco em continue desassocego e que o
subdelegado, alferes Pauline, 6 do inmesmo
estofo d'aquelles que assistiam impassiveis
as surras que sua mulher mandava dar de
public em mulheres desvalidas, per moti-
vos que a decencia nao cousente que sejam
ennunciados.
Nao quero, neon dovevo entreter polemicas
corn quem per um milhao de factos torn
mostrado o mais- complete desprezo pela
verdade. Protesto s6mente contra a alei-
vosa noticia, porque nao dovev deixar pas-
sar sem reparo uma falsidade de semellian-
te natureza.
.0 missivista, cuja imaginag.o tene-
brosa anda semnpre preocupada---nao sabe
jA o que faga. Atira se atutlo e a todos,
corn a sanha do hydrophobo, suppondo po-
der macular corn sun baba immnunda as re-
puta9es mais illibadas.
0 objective de todos os seos esforgos 6
fazer corn que seja demittido o subdelega-
do, cujo procedimonto forma o mais perfei-
to contrast corn as inqualificaveis tropeias
de sou antecessor. Os moles a que se oc-
corte sito a calumnia, a inverdade, a inju-
ria, a diatribe e quanta torpeza e maligni-
dade ihe suggerem os seus baixos e perver-
sc-s instiactos.
Se o subdelegado tivesse noticii do umr
espancamento que produzisse contuses e
deixasse de cumprir o sen dever, perderia
no mesmo memento o apoio e a considera-
9ato dos homens de beo desta terra, come
osj perdeu o subdelegado imposstvel, que tior
ahi se estorce sob a pressao do despreso
publico.


equo se promulgou a lei de 28 de sotembro
A urma mqntira, 6 uma falsidade revol-
zer-se quo ha escravoeratas entire nds. Ha
divergenaias quanto aos meios de adian-
bertagAo t tat do paiz, que a mtsma lei
saha e profundamente, promovendo sem
tiao alguma para a sociedade.
e doixe S. Exc. precipitar pelo declivio de
ularidade ephemera, que em vez de levan-
taqces s6 serve para abatel-as e arrui-
nde Gambetta, o salvador da Franca repu-
teve a energia varonil e patriotic de ar-
sua immensa pop;ularidade para debellar
;os exaltados e irrcconciliaveis da sua pa-
communista8 e os anarehistas.
S. Exe. a sua mira no vuilto historic e
0o do grande tribune francez, e salve
a suna patria dos furores dos abolicionistas
s e intransigentes.
Some mais ardente vote, porque ainda
mito de umn co-religionario e amigo tao
Sconimoo Dr. Jos6 Mariano Carneiro da
<, 16-de abril de 1884.
brosio Machado da Cunha "avalcante.

ammatica Naeional arborl-
por Viceate de Moraes
S Mello
Slisada ou destribuida em 75 ligocs,
ia das quaes na forrma de uma ar-
Sie veon as noges geraes e depois
3 dda os desenvolvimientos precisos,
odados as intelligcncias infants,
rmmatica foi suggerida, como diz
r o autor na Advertencia -no tiro-
Is olar de muitos annos, nos quaes
alava sempre os meios mais faces
esta material bern comprehendida
c angas, sem constrangimento, no
Ssua opiniao, consiste todo o segre-
e isino primario.
6 isaundo ou mnemonisando assim a
aica da nossa lingua, tanto quanto
astante para a infancia, corn os re-
s vantajosos que obteve no ensino
us alumnos, chegouafinal a conviceAo
e la sobre os demais compendios ad-
)s nas escolas, as quatro vantagens
teo :
A facilidade corn aue os alumnos de-
a3 classificages adoptadas e suns
( s por serem curtas.
Q ie podendo ser admittida nos traes
eo que estao divididos os alumnos
ulis primaries, aprendem elles sem
, no 1.. grAo, toda a parte da Or-
l, a Orthographia e da Lexicologia
ne cionados; no segundogrAo as de-
5 o u lies s Ao relatives, corn a ana-
1e Ihes 6 peculiar; enoterceiro toda
aI ologia, comprehendendo a parte
sa( a, seun desenvolvimento e applica-
an ilyse.
Qt u convindo despertar na crian-
;os o polo desenho, corn o qiue ellas
se entretem, e de fail intuigAo que
a ueo Ihe dei e um meio, naio s6 de
i iesse ramo de ensino, comno de
vat em para sempre na memolia, o
oi| e teem de estudar, pelo desejo e
-of que o reproduzem.
Qu alem de tudo isto o ensino tor-
na s pratico do que theorico, e ainda
nic para os alumnos, pois pie basta
m s6 compendio na escolh, para
e c piarem os alumnos as ligces.
,be ecidas assim as bases geraes para
.o qa nossa lingua, nao fiea inhibido
ntnario compete ao professor (segun-
iec nra na Advertencia) dar-lho todo
nvo vimento do que julgar capazes
ipu os,; o quo d melhor e mais van-
ao asino do que fazer-so urea cri-
ieccrar urea infinidade de i'egitas,
ber digeril-as, as quakes em poucos
esq ecidas fieam. .


ica e xperiencia que o autor, 0 abaixo assignado, participa ao illustrado pa-
los melhores professors da pro- blica desti capital, qne abrio nina escola nocturne,


LCHOS DE IMPORTAgAO
ancional Pard, entrado dos por-
e em 15 do coraenx': e consig-
inardino Pontual, manifostou:
saccos a GCores de Mattos .Ir-
Aeos 3 fardos a Bernet & C., 1
D. Carneiro Vianna.
5 a Auoriin Irmlos & C.


rueguenseoucess, entrada de
esuma data e consignada A or-


estou:
lo podmra 517


tonmladas a or-


national Macahed, entrada do
a mesma data- e consignada A
tifestou:
86,075 kilos A ordem-.

L ionaI 9eriqzity, entrado de
iesm data e consignado a .
0 iiofesto: .
p 400i~iS,"^ :mfolos.1 11


Algodae 150 saccas a Mend8s Lima &
C., 66 a Gongalvos Irmao & p. Assucar
612 saccos ao consignatario.
Barrieas 505 a Pereira Carheiro & C.
Barris 10 aos mesminos.
Couros salgados seccos 13G6 aos mInos-
imos.
Milho 581 saccos A4 ordemn, 321 ao cou-
signatario, 170 a Pereira Carnciho & C.
Sola 200[2 a JosA da Silva l)yo & Fi-
Iho, 582 a Pereira Carnoiro & C|.


DESPACII03 DE EXPORTAQXO
Em 15 do abril tie 18611;
Para o exterior
Igo houve despachos.
Para o Interior
No patacho national D. Antonia, carregou :
Para o Rio Graude 'Io Sal, 0. Tirvasso & C
10( barricas conl 10,959 kilos de assucar brauco
e 100 ditas com 11,237 ditos de dito masc.yado;
J. M. Dias 46 saccos corn 3,450 ditoa do dito
branco. ..
N No vapor national Pard, carregu :
-PaMo Rio de Janeiro, A. J. Fartada S0rinho
600 saucos coin 30,000 kilos de assacar-- -asea-
v-do e 500 ditoa orm 30,000 ditoe de dito lbneo;
J. f. Dias 00 4itos eoit 12009 dito8 d dito
uiaavado o 200 dito. coraS 00 ditwa do dito
b*.eteoi::V. T. Coimbra 497 ditos cotom29,820


Ast em todIa os es mpa a eu ly-


C'U |OS.
parada.
Mensslldade 2it000
Horarlo d6 6 boras da tarde i 9 da 4oite.
expostoe aoJseio 8ares de Azevedo.-
sian..



Espna, ports m edidaa fLdouw

Anertonio Jose Pereira, despede-u e ten -
bnista em todom. as seas compatriots peranmmb..




porariamente d e seus amigos e pede-lhes
parada.



desutpade nao 2A ter feito pessoalmente d-
Horarid o atroperll da viagem; assim omite
offrece seu limi ado pareseimo na ide do.



Porto.
D spedida'




Antonio Jos6 Pereira, desped-se te-

poarTibaorcinto d e Css amigosapede-lhe

Rua deslpadno t arfeito pessoalment. do-



vidGonalves & atropll proprietaris da viafabrgm; assim con-
off Tigre, jsuligam do priest diovncr prevenir os
Porto.




~ ~ Advogado


}lTibireio de Carvalho{ I

Rula 1.* de Iar~oma.I



Naitia Tooe

Gongalves & C., proprictarios da fabri.
en Tigro, j ugam 'do scu, dover provenir os
numerosos consin idores de seus acredita-
dos cigarros, con a a c.p,.tila~lo sermde
crescente d'aquel*es quo proeuram todos
os meios possiv is e impossiveis para o
abalo de sun eas (!)
Aetualmnentoe crrem por ahi uns cigar-
ros cujo papel teo o desenho de um biclo,
mas um bicho ca ilosamente preparado, e
que facilmente se confunde corn o Tlgre.
Assim 6 que lnuitissimos apreciadores
dos nossos cigarrns hao side illudidos per
meia duzia (te taverneiros que ainda
preferem aquelles dos nossos, polo facto
de serem mais ba atos, e conseguintemen-
te inferiores, nao se Ilhes importando o es-
tomago e a bolsa io frcgucz, nem o cre-


dito de nossa mar
Cautela, Srs.
bem bs trag9os do
3nganados corn o



H CLINICAL


8| DR.]
I I Os chamados d
residencia, aonid(
I horas da manht.
N.15 Rua
0
) PHARIrACI

Dr
4 7 Ruca do A



0 melhor rem
caldeir
E prevenir a fo
c
Invenql'o do Dr


THI
Representante

17----PRAQA DO





SACENCIAS
S17 PRAQA




Co


Immaceula

Para o s

No Caosi I
As aulas deste coll
aneiro.
0 corpo docente d


PaaP. Civo, B.
fariaha dc manlioca.

MOVIMEN
Navio en
Bahia e escalas -
Principe do Gr
das, command
xeira, equipages
nercs ; a Domwi
Sahidos
Rio do Janeiro e
Pard, command
ga various goner
Fernando de No0
Mafilthi, corn
ca,ga various gei


VAPORE4


Warrior
Eopirito so
Virl'e Vi
Aivrtc
Mo3deo
OQreoque
Yesso
Thermezma
Vilk de Pe


ictoria




raambiuco


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;a.
consumidores! IEstudai
iqre para nao serdes
aal bicl, !



IOMEOPATHICA
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RISTXO -
'vcm ser dirigidos A sua
cdA consultas das 7 as 9
da Uniio=zN. 1.
IIPARAA .
A HOMG:OPATICA

Sabin {
4'rao da Victoria-47


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EGIO
A

t Conceifa"o

femenino
ibaib L38

abiram-se no pin 10 de
collegio A do mais reco-
e & t 10 saccos comr

DO PORT
o no dia 16
dias, vapor national
Para, de 360 tonola-
Jose Femrnandes Tei-
31, carga vancries go-
Alves Matheus.
rVsIno dia
Las -Vapor neii n ,
SCarlos Gomes, car-

a Vapor national
danto Souza Lobe,


SPERADOS
uropa
1 .
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aropa
SI
riest6
Iltimoro
pre
iropal

irops
ir n ii 1/


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f-4W
*a
aS19
420
a20
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alf
a2S


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T



i
]
13


Sou um cidadao pacifico e incapaz de
espancar posse alguma. Provoco ao mis-
sivista a provar corn' o testemunho de um
so habitante d'esta povoaAo a ealumniosa
accusaco---que fez publicar contra mim,---
e Ihe nao commnino a penn de ser tide por
um vil calumniador, no case dO A nao po-
var, por que ha muito que -cormeo tal 6 c6-
nhecido, !
Primneira, 20 de margo de 1-835.
Satyro Emygdio de Oliveira.

Escola noclurna particular de ins-

trucdo primaria para adiltos


L




























uotfwrdoom Sidroio Ig"MIO M e lnelo cmmet-
iaj b 9 erime previsto no art. 'do'Cod. 0im.
IIg' ".se A propridade ldos didos bois, -pas-
naoos dolosamente pra o iinio de.Sidronio
t&Atouro deata cidad, excepto alusa quoe ven-
den aocapitlo .Jos6 Caotauo eT'urza Lima; e
sno queiram proper sua acAo contra amboos
supplicados, Sebastiao e Sidron o, solidariamente
responsaveis pelo damuo que i freram, art. 27 e
28 1 2 do eit. Cod., requerem V. S. que se dig-
Re mandar cital-os para na la este juizo, depois
de citados, se oonciliarem corn 3 supplicante acer-
ca da oatisfago do alludidodano nos term& s dos
arts. 25 e26 do citado Col., bem como sobre o
aresto que proimoveram contra supplicados po-
lo juia civil, cartorio do esc ivao Borges Leal,
pena dt.-'revelia e custas, entreg ndo-se neste ca-
g a nota do inconciliagao. Pe em' lioenae aa
eomparecerem por prooarador
Come o supplicado Sebaistio esteja ausente em
lugar iacerto, reqauerem que suna citac seja
feita editaltente corn o prazo de 30 dias, depois
dejustfifeada a ausencia. Pede deterimento. E.
R.M. Recite, 22 de Fevereiro de 1884.---0 soli-
citader Custodio Moreira Dias Estava sellada
comn 11na estanpillha de 200 rs.
8 mais nio continha dita pet cao, na qual dei o
despaeho segnunte:
Cite-se. Freguezia de S. les, 23 de feveoriro
4et 1884..--A. 'Samieo. I
E mais aao se continha em dito despacho, por
tfroa do equal, teudo os suppi cantes prodizido
suas testemunhas e subiado-n e os autos a con-
,cluba d4i e proferi a seltenca do theor senate :
Vistos etc. Julgo justificada a ausencia e in-
,certeza do domlcilio de sup licado Sbastiao
Fl-ancico de Mello, em face os depoimentos de
folas e folhas, made que s( passed cartas de
editor corn o prazo renerido anm de se r'o mesmo
cited, para o que se reqaer iotificaco a fls 2.
Cistas ex-causa. Preguezia deS. Jose do Reci-
e,'7 de inargo de 18S4.--Antoni4 Samioo de Ijra
e Mdlo.
E mais s6i uao eontinha em iita setntcna aqui
vopiada, em vittude da qual 4 esevivao que esta
es crev'u passou a present cc m o prazo de 30
tdias, pela qual e.seu theor se chawa, cito e hei
"por citado ao supplicado auscnt e Sebastilo Fran-
cisco de Mello, para o fim req uerido na petiao
aqui transcripta,ipelo quo toda qualquer pessoe,
amigos, paren6te e coohecidos do tmesmo o pode-
rAb fazer seiewte.do que fica aci ,'exposto.
E oporteiro lie juizo affixar I,'e publicara nos
lugares do eestaae e sera publipakla pela impren-
sa. Dada e passtda ncsta fretuezia de S. Jose
'do Recife, aos 7 de marVo de 1884.
Eu, Jose (Gvvalves de SA, svrivao, cscrevi.
AonientSamico de 1ra e Mello.

DECLARA.ES

SanDaGa abMisori tadoltBGff
Arreada-se per urn A trees aemnos os armazena
us. 16 e 18 I .a-ua da Senzalla---lha, A razao de
3604 anauas,.eada urn ; a tratar na secretaria da
mesma Sana tCasa.
Insitulo Areheolog o e Geogra-
pliio Pernamn.. cano
Quinta-feir.a; ao mcio dia,'laiverA sessao ordi-
naria.
Secretaria-id Instituto, 15' delabril de 84.
0 10 seeitetario,
Baptista Regueira.
Recebedoria de Penamnbuco
iaposto sobre industrial j e profiss5ea
0' administbmdor da Recebo oria declare que
finda-se no daU &30 (1d corrente mez a cobransa,
livre demu-lta, do imposto de 0industrias e pro-
fissoes, relative. ao '2" semesfre do exercicio cor-'
rente de 2t83-#4, depois doquei serA cobrado corn
a multa de 6 60. o.
Recebedoria -de Pernambuco, '15 de abril de -84.'
Alewndre dce S. Perthra do Carmo.

Arsenal de flerra
O conselho economico prceu^ gomprar para a
companhia de aprendizes artifiea o seguinte :
400 metros de-algodaIozinho.
18 ditos dc nlgodao da Bahia.
132 ditos de aigodao -trannado.eifestado.
600 ditos de brim pardo.
800 botios branuco para calce.
50 pares de chinelas do couro.
100 ditos do roeiaB.
.50 ditos do sapatos.
{Os proroncates .doverio apresesar -suas pro-
,otas nesta secretaria as 11 hotas da manha do
,iea 17 do corrente, .svguindo-se a ordem dos~con-
ellos anteriores.
aretaria do Arseral d" GQera doe .Pernam-
1), JA de abril de 1S84.
Franciaco Joaquiun de .&uza,
Secretario.
... Boa Viag ni


Por ,sQa subdelegaeia so fag publieo que .se
aeka depositado umn cavallo castanho escure, que
foi apprebesidido como furtadm, Quem for seu
dono apresente-se na mesa subdelegacia no
praso de 3V9 .dias, que, provand o seun direite, ihe
serat eeutroege.
Boa Vyiagem, 16 de abril de $61.BL
Bras B. Cartiro Le&o.

Arseual de ouerra
D- ordem do Wm6. Sr. corotel director, dis-
tribu-sc ncite vseanal do dia 17 at6 LI do corren-
to, costiras sa possmUidoras das guias de nuume-
ros 101 A. 150.
Secretaria do Arsenal de Guerra do Pernamba-
co, 16 Jde abril de 1884.-0 secietario,
Franciaeo Joauimn de Souza.
IRWJANDAI10E
PAIR

Almas, erecta na natriz de S.
Jos6 do Reefe
De ordiem do nosso irmlo ju!2 convido a todo
as iraqaa mesarios e aos de ipais irmaiLos a s
re_.ir emen c nosso onsistorio 1o domingo 20 d
corrente, plans 6( horis da mani S, afim de encor
porados, acompanharmos a proi ian o do Sagrad
Viatic aos enfermos desta freg ezia, para o qu(
tiveaW eouyvite da mesa reged ra da irmaudad
do SS. Saeramento desta nesma matriz.
Coavigtorio, 16 de abril de 8 .-0 escrivlo,
Manoel V. Alvi 4 Fonseea.


z de~~


ariai, uina ae tM JOfUM
Joanna, filha de Manse
JoA, fitbo.
bDi
Carload Augusto Viega.
Andr6 Alves Rios.


Ueida Braga.
e da Costa.
eira da Silva.
z da Costa.


a 23


Dia 24
Maria da Coneei* Souto.
LourencaBalbiua de Carvalho Scares.
Felippe Santiago Cavalcanto de Albqcerque.
Thereza de Jesus A. Barbara.
Dia 25
Clara Brekenfeld Pereira da Silva.
Dia 27
Constantine Lopes GUinaraes.
Antonia Luiza Barboa da Cunha.
Andr Alves GamaD
Dia 29
Maria, filha de Ludgero de Mattes Pereira Du-
tir.


Dia 80
Helvecio, filho do tenente-coronel Jeronymo C. de
Albuquerque Maranhao.
Isabel, filha de Francisco da Costa Ramos.
Jorge, filho de Igaecio Bento de Loyola.
Maria, filha do Dr. Luiz Antonio Pires.
Amelia, filha do Dr. Jose Bandeira de Mello.
Dia 31
Mathilde Maria da ConceiVao.
Rita.
Manoel.
Dia 1 de maio
Josepha C&adida Frefre d'Oliveira.
Olympia Rfibeiro Guimarles.
Maria Ca-elina dos Santos Lins.
Jolo,'filie de Leocadio Marianno da Luz.
Din 2
Francisca Maria Cavalcante Dourado.
Francisea Guilhermine da Silva.
Marcolina Duarte Villas-Boas.
Caetano JIenrique Alves.
Luiza, Liho de Francisco Borges de Smza Me-
deiros.
Adelaife, filha de Sim[licio de B. Alwos da Fon-
seen.
Dia 3
Major Joaquim'Gomes Pessoa.
Fabiciano Napoledo do Rego Barros.
Joa, filho ,de D. CEmilia Leopoldixa da Silva
Bastos.
Frederico,'filho de .Frederico PereirE Moutinho.
Dia 4
Fraaceiina Mfauriieia dos Santos.
Antonio Pedro daiSilva.
Arselino Gomes dos Santos.
Dia 5
Mathias de Azevedo Villarouca.
Antonia Maria-2eferina do Bomfim.
Dia 6
Bernardo Rodrigues G. Costa.
JIgnacia Publine Pereira Machado.
Emilia, filha de LadislAo Gomes do Rego.
Maria, filha deJmbelina Maria de Mello.
CemiteriolPtiklico de Santo Amaro, em 16 de
abril de 1884.
0 administrator,
Fr. .eurenro da Immateulada Conceiwk"
De o rdem da Illma. Camara Municipal, sie
-convidados os donos dos estabelecimentos das
'freguezias de Santo Antonio e Boa-Vista, para
virem A%.seci( competente.rever os pesos, inmedi-
das e balances dos mesmos, no proximo mcz. de
-abril, sob pena da lei.
Paco da Camara Municipal do Recife, 31 do
amarco de 1884.
Jose Candido de MoNraes,
President.
Pedro Gaudia*o de Ratis e Silva
Secretario.

THEATR0Q

NANASIABEL




IRta-Oire 17 N aRri I
BENEFIOIO DE DESPEDIDA DO AR--
TISTA

Guilherrne da Silveira
PROGRIMM3A DO ESPECTACULO
l.a parte

Ultim representoaao
do muito afamnade e importantipsinamo drama, que
tanto enthusiasmaon o intelligence prblieo desta ci-
dade na prinmeira representacio e quoe tenm sido
sempre representado neste imperio e ea Portugal
cmrn os mnfdores apJlausos, original ,do talentoso
escriptor GOMES 2E AMORIM intituiado:


Odio de rata

(Costumes brasileiros)
Os principaes papeis pelos artists
Gnilherme da Silveira
Rosa Manhonca, Vieira Villa, c D. Carolina. Vil-
las.
A aceio no Para e aiedoces.
Este esplendido drama que faz part do rtper-
torio do theatreode D. Maria 1I4 de Lisboa, li txra-
duzido pare frances e represeatado com. g-randc
exito em Paris immeusas vezea.
?2 parte
Graade symphonia


pela orchestra.

I 3I I parte
Al muito eelebre poesia do grande poeta
guez GUERRA JUNQUEIRO:


pc'rtu-


S0MELRO
reeitada pela actriz D. Rosa Manhonga.
S4, parte
A magnifioa e eagmaadissinaa comedia imitada
do hespanhol:

A 'NOMTE.- H ALLO
Personags*
Mar hoa ....... ............. G. da i ei~la
EI'll proviniuas ........... Vima viflaz
PrdfSinsanugao .---... .- ..- *Ar'pio


snueU3 tt Companlia
rk para o resllode caniarotes
2 do corrente.


S s"
Co, pahaira eeza de Nav
:. eaa hrVaper ,*
Link&t quinzeiial 0ttr Havre, Li
boa, Perambuco, .B ia, Rio de Janei

Steamer
Ville deoVictoria


)ga-

op-
iroe


Espera-se dos portos
do sul atW o dia 18 de
abril, seguindo de-
pois da indispensavel
demora pare o Havre,
lcomescala por Lis-
boa.


Os vapores besta companhia entrain no porto
agcorando emmi*eute ao caes da pra"a do Commer-
cio e sendo namito incommode o embarque dos pas-
sageiros o funmdeadouro das paquetes transatlan-
ticos, no Lamarlo e dem4is, devendo todos aportar
ao Havre ue 6 o port mais visinho de Paris, 6
f6ra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir a Europa ,em aptoveitar-se dos ditos va-
pores .tito mais quanto, 416m de serem os preeos
das psagens mais modijos, as despezas do embar-
que aqwi e as do transport do Havre a Paris, so1
muito wnenores do que as que demandam as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Conduzem medico a bodo, sao de march rapida
e offerecem excellentes commodes e optimo passa-
die.
As passagens poderao ser tomadas de antemlo.
Recebe carga, encomnmendas e,passageiros, para
os quaes tern excellentesiacceomodag5es.
T--
Steitmer
Ville de Pernambuco
CommadWiete Taunay
SE' esperado da Euro-
corexte, seguindo de-
p Ppois da f indispensavel
demora para a Ba-
Ra. Rio de Ja-
neiro e Aantos.
Roga-se aon Srs. im.,rtadores de carga pelos
vapores desta linha,queulam apresentar dentro dle 6
dias, a contar do da descsrga das alvarengas, qual-
querreclamacIo concernJente a volumes, que por-
ventura tenham seguido paraos portos do sul, afim
de se poderemdar a tempo as providencias necessa-
rias.
Expirado o referido prasqt a companhia n1o so
responsabilisa por extravios.
Recebe carga, eacommrendas e passageiros, para
os quaes tem exceUentes accommodates.
CONSIGTATARIOS
Augusto F de Oliveira

&c1.
42 RUA DO OMMERCIO-42
(Entrada pelt rua do Torres')


Pacific Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor
Patagonia
Espera-se da Eu-
ropa atW odia 11
de maio o segui-
rA .para o sul de-
o p pois da demora do'
costume.
Par carga, passagens, encommenuas e dinheiry
a frete: tracta-se comoO
Consi natarios
Wilson SonWi C., Limited
C 14-RUA DO COMMERCE N.-14


0 'apor
Cot0paxi
i Espera-se ,us portos
Sdosulate odia 8 de
r z maio, seguiado para
E Europa depois da de-
-Nsl eora do costume.


Para.arga, passagenTs, eacommendas e diikeiro
a frete- tracta-se comps
Consinatarios
Wlson Don tCO 9 ., Limite4
N. 14-RUA DO OI'3M1ERCIO N.'14


cE


Faa
faini]
quoe
PC
rem
meal
Os
de c<
Pa
ufre


Io4


CoQ4


de, I
trPa
tron


P


Rio
Vic,
Bal
Mat
Par
Nat
Cea
Mar
Par|
Mat

jil


*PAGNIE jVME] MESSAGE-
ares nRTIM s
ELAMENSAL
0 Opaqucte
vrenoque
ommaadante o iefMard
S.'E es perad dos
pmos do sul no
Idiii 2 0'do'corrento
seguindo depoisda
demora do costu-
me para BOR-
es
Dakar e Isboa
z-so abatimento de 15 per cento em favor das
"as comp6stas de quatro pessoas ao menos e
agarem qnatro passages inteiras.
Sexcep o os criados das families que toma-
bilhetes de pr6a gozam tambem deste abati-
o.
valores postaes s6 se dao ati o dia 18, pagos
intado.
ra carga, passages, enconmmendas e dimheiro
;e: tracta-se corn o
AGENT
Augusle Labille
9-RUA DO COMERCIO-9


npanhia Braslleira de Nave-
giaeo a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor
Bahia
mandante Silverio Antonio da Silva
E' esperado dos portos do nor-
Ite at6 o dia 22 de abril
e seguirA depois da demora
/ do costume para os portosdo
sul.


cebe tambem carga para Santos e Rio Gran-
ete modico.
ma carga, passages, encommendas e valores,
-se na agencia
4 RUA DO COMMERCIO 44
PORTOS DO NORTE
0 vapor

Espirito-Santo
Commandant JoAo Maria Pessoa
S E esperado dos portos do
S sul ate. o dia 17 do corrente
e seguiTa depois da demo-
ra indispensavel, para os
portos do norte at6 Ma-
tra carga, passagens, encommendas e valores,
ba-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44


ioria
ia
ei6
.hyba

anhaio
aos


litedSt


I tjtt-a-a prm


J
gel
pat
rat
\W


Companhia Bahlana de Navea-s
eao a Vapor \
Macei6., PenedolAracajui, Estanciae
"^ oBahia
0Ovapor '
Principe do Grao-Parai
Commandanne J. F. Teaeira
tI Segue pam On ports
acima ne dia 20 de| a
abril As 2 bhoras di
tarde. Reeebe carga .
it As 2 ehors da tar-
Sdedo dalas1.
Par carga, passage s, cncommendas a dinhei-
ro a frcte, traeta-se
AGIENCIA.
7-Rua Vigario 7 -
,odliyps yes Mathnes .
COMPANR&A PBMRNAM-UCANA
DR,-


Parahyi


~ossordi


Passagens

90300b
815000
36 000
185000
184000
315500
67,500
994000
1354000
2055000


sites & Brasil Mail
0 VAPOR
Advance


Proa
275000
27,000
13.4500
95000
94000
105800
135500
164200
235400
40A900


S. s.C.


Espera-se de New-Port News
ate o dia 18 de abril, seguin-
l do depois da demora neces-
i saria para
Se Rio de Janeiro
passagens, encommpndas e valores,
o 8


S AOENTES I
I1 nry Forster & C.
S- RJADOCOMMERCIO N. 8
1.'-andar
'dea vapo es. desta companhia dAo-se passa-
8s para Li erpool ao preqo de 200 dollars ; o
sateiro de ermbarcando em New-York tern ga-
tia-a pass ens para Liverpool quando Ihe ap-
avor per vapors de la ordemn.


OAL MAIL STEAM PACKET
COMPANY
ais tdo reduceilo oen precoe dam
passageusc
0 13AQUETEAV4POR
Xondego
Comanandante leks

lis E' esperado daEuropa no dla
jil9 do corrente, seguindo de-
ois dademora necessaria para

RMe de Janeiro, 6antos, Montevideo e
Buenos-Ayres 1


S0 VAPOR
Trent
commandante Dyke
F E'esperado aEuropa no dia
WK A "L. 25 do corrent, seguindo de-
pois 'da depora neceasaria
lpinaa
i, Rio de Jajei. e Santos
empar'a aEuropJya oten ,i r m-
is$i& tospores ra o t8
leffiesio a p revje 0ara o Rio
4.1 #: 1: d aneiro :. 1 l :-!*:
iawss 90400 S. M e 27h000


"smamavton 1''' 24 .^^^


i. 1


P co 29 14
S.Vigo 13 20
Liahn. n- 11 26
u i Sthampton 15 1
S86 tocarA p-a tonmar carvTo.
Parm pasagens, fretes, otc., tracta-le ecar os
I mXSIGNATA.RIOS

Adamson o wic & C.
S-Rita do Comerele-3


COiPANUIA PEIiIAMIBUCANA
DE
Navegacoi Costeir por Vapor
PORTOS DCF SUL
Macei6, Penedo, Aratajd, Estancia e i
Bahia
vapor Jacithype comn-
andante Silva, se-
airA- no dia 17 do
c rrentc, As 5 horus da
toxde.
Rccebeyarga ate o
dia 16.
Encommendas, passagens 0 dinheiro a frete au6
ais 3 horas da tarde do dia diI sahida.
ESCRIPT(RIO
Caes da Companhih Pernambu-
eana n. 12


Ceari
ujPara o porto acima segue corn
toda brevidade o hiate D. Julia,
per ter part da carga ; e para o
resto trata-e corn Bartholomeu
l & Lourenqo, A' run da Madre do
Deus n. 8, ou no caes do Loyo, a bordo.


nit nrh-Spff Qni~rrikiNischli
DanipfscliiflTahrts.Gesellselialf
0 PAQUETE A VAPOR
Corrientes
Espera-se da Eu-
iropa e portos dc
norte no dia 2-
Wdo corrente, se
guindo depois da


demora necessaria para .
Bahia
Para passagens, fretc, etc,, tracta-so
agents.
Borstelmanin &
RUADO VIGARIO N. 3


coin

C.


F andgr

LEILOES
J 'l ao
'Leikio

AGENT PINTO
Quinta feira, 17, o de 484 saccos corn farinha d(
mandioca.

Agente Silveira
Lei l-o

Ouinta-feira, 17 do corrente
S 10 112 HORAS
O agent acima, dcvidamente autori.ado, leva
A a leilao os inoveis e mais accessories do res
aurante do largo do Paraizo n. 12, cm mu ot
mais lots.
Garante-se as chave.s

Agente Pestaia

Lei4ao
De 30 caixas corn superior cognac Maria Bri
zard. :
Quartorze ditas corn bacalliAho.
Urna dita corr50 tympanbs.
Quinze barris corn superior viuho branch.
Quinta-feira, 17 do corrente
Ao meiO dia
NO TRAPICHE GUERRA, RUA DO VIGARI(C
0 agent Pestana competf.ntemente autorisadc
farA leilao dos generous acima mencionados ao cor
rer do martello e em urn on niaiio lots a vontadc
dos Srs. compradores.

Carmo e Silva

Leilao
No 1o andar do so0brado a rui
do Boun Jesu Aer a-feira, 22 do corrente
A's 10 1/2 :horas
Urn cofre de ferro, prove de fogo, 2 carteiras
para cscriptorio, 1 bafcao, il preisa pant copiar.
1 secretariat de mogno, 1 mobilia de jacarhnda. 1
carna franceza, qcuadros, relogios, espelhos, jarros,
loucas, vidros e muitos outros objectos pertencen-
tes uma pessoa que se retire da provincia.

Grande e important


Leihio

De bons mnoveis e lfinos quadros
CONSTANDO
Urma rica mobilia dejacarand1, composta de urn
sofai, 2 consoles corn pedra, 4 cadeiras de bracos c
12 de guarnicao, 1 espelho, oval, 2 tapetes fclpu-
s, 1 rico divan de mognoo, 6 escarradeiras' 4
vases corn lindas plants vinda da Europa, 5 me-
sas redondas proprias paraI os vasos, 3 respostei-
ros de damas-o, 7 lancas pa4a cortinados, 4 pare's
de cortinados, 4 casticaes e nangas, 2 espreguica-
deiras de vim c 1 esteira fqrro de sala.
Uma cama franceza, 1 colehao, 1 cortinado para
a mesma, 1 toillete, 1 lavatorio de jacaranda, 1
gu.irnigao para o mesmo, 4 quadros, 2 escarradei-
ras, 1 tapete, 1 commoda e 1 esteira forro de
quarto.
Uma mesa elastic, 2 apamadores, 1 guarda-co-
midade amarel!o, 1 quartin leira, I relogio de pa-
redo, bacias e muitos outrcs objects de casa de
familiar.
NQuintafeira, 171 do corrente
SA'S 10 112 HORA$ EM PONTO
No 10 andar do sobrodo da rw Bdella n. 37
0 agent Alfredo Guimames, levar& a leillo 'os
objects: acima mencionados os quaes tornam-so
recommendaveis por serem novos e do gosto.

LeiIao
De nveis. Ioupa, vl4ros e Joias
Consta41do
De moblia do pao carga, j vitrina, 1 figura de
Musasas pama mesmna, cana parm slteiros, ditas
pair casal, ditas parain meani, cab ls, mewss, G-
deirsil o Ipainatelo4o m atai, Wr -sofAf-di-
asnovas5d4 ;inusive P!0!os


o De fcneros de
cretarna de jacarv
nita, quadros, etA
QnintSaf


E


escr


Leilao
estva, I mobiliadejuno, I e-
adA, 1 came de fe. muto o-


ira, 17 d. correit
L' 11 berao
ovio rua dos Madre de iA


Ms


m seu m. lo andar


leilao
De 484 saccos corn f.arinha do maudioca
EIan u II ou mals lotes
Quinta-fe ira, 17 do correnle
A's 11 horas
No Forte (o M'itto Traptche Avila
POR INTEBVEN(AO DO AGENT
Pinto


I porlanle

Leila da semana

Sexla.-fe ra, 18 do correnle
As 11 Ihoras
Moveis novos e usados, pianos, miudezas, ferra-
gens, obras de ou ro ec prata, etc., relogios, quacr.!I
e espelhos c minuitis outros objects que estar.,l
presents, e sc nvderao scm rcs.rva de pre,;')
polo agente
CAR tO E SILVA
t Travessa do Corpo Santo 2

Monte, e Soccorro de

Peirniambuco

Leil o de joias


A' 18d
S Este cstabelei i
corrente o leilao d
cm razito de exist
S p1o1re liquid;r e
sacrificar os inter
iuna vtfz que e]1
do estabelecinicm
18 do nrdante s(
leiIAo, por intereC
do Coaana'rcmo, 11
I jois que(1 iio fel
Os objectos esI
riorcs, A apirecia
Recife. 2 de ol
Os objectos es:a
riores A apreciali
7,133-1 volta e
criz ouru
7,146-1 corren e
(dc lei.
O 7,161-1 pulseiil
ouro Lc l(i
7,176-1 modalla
ouro de I 'i
7,209-1 aliinett
7,215-1 par dc (
7,21'J-1 traincall
de lci.
72(;l 1 pul!cirI
coral ( y.ern. i
7264 1 Iml-cira (
S7,277-1 mnocdta d
esuimerali .
u 7,315-11 collh rec
bmixa.
7,327-3 pres ]
ai"tciim oin
zctas c e
prata.
'73700-1 voltia le
: pcfa-ij co> !i
cnrco do icii
jOl01"3 It t
7.383-1 bLet.'o 'e
7,385-1 corrcni-
lei.
7-117-1 par de bL
cordto, cur
7,434-1 corr1i te
nete C 1 pI
7,43G-1 rcloiro
7.411-1 alf'i'c e
7,447-1 par d r
S corn 1 d(i) o,
(mac, ]c
ouro bai:o.
- 7,452-1 relogio
e 7,476-1 par d 1
ouro de .'i,
ourobaixo.
7,487-1 par d. r
2 pulsci as,
prata ba ixa
7,492-1 relogo.,
7,4X6-1 corrcutc
logio, oi ro
1 7,507-2 tranc Ali:
de Iei.
7,512--1 cruz dc
e 1 traimn cli
7,3518-1 corrc to
dC lei.
7,549 1 pulse ra
7,553 1 pulse ra,
3 botcs 01
S7,556 1 salva, 3
xc, prat de
7,571-1 relogio
7,574-1 I corrme ito
de lei.
7,578-1 relogo d
7,584-1 pulse ra
ouro de ei.
7,585-colheres l1
prata b isxa
7,586-1 par de r
deal 1 ow
botocs.
7,587-1 volta de
res de .ose
7;592-1 anne dc
e 1 rcl 1io
7,593--2 .imi d
7,606-1 puls< ira
7,614-1 caixi pai
7,619-1 cord~o, u
botao d,! on:
7,627-1 relog io d
7,62-2 corrmc tes
ro do l i.
7,631-2 cast iacs
7,643--1 mrd lha
7,654.-1 melo io d
7,664-2 Puls iras
ra, 1 m dal]
pa de o iro
7,665-1 Puls *ira
7,696-1 bot ode
7,709-1 tran lm
7,715-1 par (o ro
8,717-1 annci de
7720-1 volta de o'
rozetas c 1I


nhas en bot
prata.
7723--1 pulse a e
7725-1 cruza e ou
7730-1 annel ouro
7734-1 volta de c(
de roe as e
7752-1 eore teo
7755-1 trane ua e
76- slei.
7764-1 satu ond


abril do correnie
nento transfer para o dlia 1I',
le joias fixado para 3 do mnesmo.
ir grande nnmero do caut !as
e n111o "q*(11I('(clo I Ieonsollio fi,-(.I!
esses !',s r'.,-o .ctivo's anutuari ..
a t.r:::: a',!'r, cia nrto aihcta ,s
o., f:z lmpublieo (lne no referilo d'a
cf (:ctt:trAi impreteriveiincuetc
o (.i ageute Martins, :i r ;a;
4,. Ais 11 horas (la inaLh ('.i,
1m re.~-:tta,>as, atr a ve-sper:.
;arao cxpostos nos tres dins an:,'-
ito dos prctendcntcs.6
ril de 1*1!.
aro ('oexp'ostos nos tres dias :'.-
o dlos pretet'lndc'tc.
ouro. 1 imedallia, 1 trancclim. I
di' Ihi.
c nucdtlha, para rctgo.. :..
, 1 mnic(i;11 c 1 pir S"2 -alv;a.s de nr:ita b' l-i.
, 1 lIr d L liiicos u 2 i i
de ouro coin brilliantos.
0zc't;s '! o,, ro, coni 1 rill:iiite.
n c 1 li:odihlida corn la,.:. o'-.
1 alfi,'t e 1 ,Iar de ros-tas c.-
.. ouro de leci.
v 2 aimeis ouro d lVi.
c2 oi) (c ,IP. lmt o e 1 ;iilii(.'l *,:>;.
es p'ara spa e 12 para chi,. ir:'.
Sb'riicK. 1 dito de rozctas c e
cu Ic hi : 1 alfihete. I par d i,,.-
(1ruz. (cure baixo : 1 siala .a
n'ancclima. 1 par dc brincos. -
r::co : 1 i; '-l e 1 c; t2lo tc! fi:
i.
* ouro. corn brilhantes.
c medall.a para rclogio, curo '
rincos, 1 dito pIara piunhos !
o de I.i.
'c 'nia1!.l par-a rkeh,(io. 1 ;110
r dc brick's, our'o dc Li.
ouror de hi.
cravojado de damnamllts.
osetas coin brillihantos. 1 an: 1
1 l 01:1-ira c ouro d,' li. -
*as dc pulstciras c 1 uii,! *
dIc curo de li.
ri:iic,'-. 1 b6ot:o c 3 na.in(is 1,
1 alihnetc, 1 cordho 1 c1(r:'.:
*osctas dc ouro coin brilliant--
, 1 aulliIacte de ouro de lei, 1 c'.
ouro dc Ii.
c inedlal1.a para rclegio e 1 r,
dI li.
Ns, 1 pliL-irea c 2 mrdallha:. :-:f
(iro co0:11 perolas. 1 fio -dk di'.:-
inm, ouro ie lei.
e mcdalha para relogio, c'-
d(o ouro de lei.
1 r.lfiilete, I cordaio, 3 -ii 1.i:
irO tic '16i.
cl, I.rs p Iara sopa.ir, zv;z ( '
e lei.
c eontas do ouro. 4
C mIid.alha para rit ,,. ,-:
c. ouro.
o 1 par de b tucs par:t 1auhi "
ara spa c chA c 3 concha.-.
osetis. 1 anncl comn brilh:bnat.
iro (Ic lei, 2 moedas de ouro t,
tranc'lim. 2 moedinhas, 3 pa-
tas c 1 tetca, ouro dc i'i.
ouro corn brilhante c 2 maclns.
dc nuro de lei.
Souro coin brilhantes.
de ouro do lei.
-a rape, ouro de lei.
mis oilmos ea ouro, 1 roseta c 1
ro de lei.
o onro.
o 1 mi-dalha para relogio oa-
do prata do lei.
e 1 par de bnncos, ouro dc Ici
e ouro de lci.
s, 2 voltas de ouropara senho--
ha, 1 corrente, 3 a!metes, 1 cha-
e 1 dcdal do ouro de iei.
do ouro do lei.
euro corn brilhante. .
Sde onro de rte.
setaa de outui eom brilhantes.
euro corn brilhante.
ore, 1 par de brincos, 1 dito de
toteia cure de lei; 2 ,noedi-
5es e C colheres para'chi, de


1 alfiaete, o.ro de lI.
ro coin brilhiantes.
Dde Li cordo oaro baixo
)rdio,Vpar de brincos, 2 dits '
1 fivela, euro de ieL.
medalha paa reogi, 1 corLi
*io, our e de le m .i d
e I medalhia pequens, ouro de'-


.5'


I


I


-JIRIEANDpE
DO


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4-


*lpt\


I
i


I


I


I


1
!


51


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LAUTERIVE.-Aflfes"o rins,daboxip,areias
coucsoeqdasourinas,gota, diabetes, alfanminuria.
EXUA-SX E o Bti -i


*W 4 Il V 5c le. -
Recife, 12 e iaro de 1&9
-0
11* :^ -;1 :.:1:'1'1* j": sz;11 11 lil:: 4 4l^ i.- :


* iiva


devidamente autorisado ]
commercial v Q
S~aJbado $ d
IS a 13 b a? doeA

UI ll %i


>or urma firma

pc.rrente
da rua d

r !


:: :::^-..:< rr .:::',- e gr:!^'!'1 c.. p :'v (3 fogo.
" i;,"'.'V in dica.ogo.
I, 57;. i1'44Ih~ i. |


4 '4() -~' 0 gras i&r 17r5l04"4
I. O~ eiu~nl.
I 4' 'b4'-,,44r,~r. 4 44~4*,)
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I -
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0 C. s'


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-ti1c; ra ecriptorio.
- 1elo.O


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cosn anua gazoz ,


.-i1;A1ihado, corn
,o, 4 de brago;
Lc 2 cmnsolos.
S1 lavatorio c:-


" -. r: o gazjalol

f1 ;1 .mile ut.


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4 44' 4444 ''0 C' X4144'~
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I;


4 4 4,


N. A LOUOORBdAl 0 rLOKM
NOS OFWDnBJTOs OCCASION
PELA IMPUR& DO ARNGUXI, B V
W":i5 I DM4B DA


DOSE--Nos primoird oels e dl. uin
dos de ch pela msanhl e outrL &Dotp,
menteou diluida em ag e em% i
dar-se-ha para coheres dtfr do sp p m
aidultos e metade parmw .aMiaia.
IEGICM N Os doentes devemab@
apenas do alientetd acido e gordureo; d
usar dos bauhos fi-ios on moros, aeg
OQ.k,fif% Af *m la>mdl>


LU 4k uLmuiAB

fh'.Pflcsrf


0 CENTRAL
A APOLLO
Hospicio 79
AMBUCO


~i 1 JJ JD jA I
i N Run do:

i- 1 PERNM



Sl iquets de apurados e

novos gostos
0 1^ m conhecido fabricante de bouquets, Jbs4
S :.'I Botelho, se faz lembrado neste traballho ;
alrii ,Th reputagio grangeada nelle, pelo gosto,
S.. t'3:o asseio, etc., tern hoje para offerecer ao
y' .Lo novos porta-bouquets de bemrn estudada e
i ., einhbinaqgo de gosto ; a tratai na rua
.N loja de selleiro n. 29.


Francisco Henrique MaftRa
A'oo Henrique Mafra, D. Margarida Mafra,
fPhos, filhas, gtnro e noras agradecem do
"d d'alma A todos os parents e amigos que se
:"i'm acompanhar ao cemiterio public de
Ain.iaro os rests mortaes de seu presado
S ir;:, e ciinnhado Francisco H. Mafra, e
V '-t; :irmente aes Illms. Srs. Domingos
,.,a T o ,r'o e Ole degario Padilha, e de novo
!'1-,1! a os parents e amigos a assisti-
* ,.:,' ? setimo dia, que scra resada na
&.. d; S. das Necessidades, do povoado
'C peclas 7 horas da manha, do 4ia
"' corrente.






A Lope. da Costa laia
'""Esteves Vianna, tendo de mandar
*nissa por alma do seu sempre lem-
")ho, Joaqnuim Lopes da Costa Maia,
s os sens pa.rentes e amigos para
dia18 do corrente, 20 anniversario
c. cuto, pI)las 7 112 horas, na matriz
.to, antecllpando a tcd)s a, sua gra-

,--o'sedc Azevedo Santos, Joaquirn
,edo Santos, D. Francisca Maria de
,'os, D. Dcolinda Maria de Azevedo
S e filhas agradecem do intimo d'alma
entes e amigos que acompanharam
t'w do seu mnais querido pai Manoel
c 'o Santos, at6 ao cemiterio, e de
idam para assistirem a missa de
irandaun remar no convento de S.
':s 7 hora:. d:- ( manha do dia 18 de


Comupramse
ios : a tr.tir na rua Nova n. 5,


Caixelro
'Ic In memo de conduct afianma-
1l ,ortas .. 17.


D espedida
SJose' Coimnbra, medico e morador
"'izaieth, tendo de seguir hoje para
,odendo pela prestesa de sua via-
I de seus parents e amigos, o faz
tFfirecendo a todos o 'seu limitado
alli no Rio d- Janeiro, quer ni
de deve seguir dalli em viagen..

luga-se barato
da Baixa Verde a. 1 C.
iirgo do Corpo Santa n. 19.
SVisconde de Albuquerque n. 33,
a nria aa para lavar e engommar.
de tres amas de leite, cosinha e
m criado : natravessa de S. Pedro

30 andar da rua de Marcilio Dias
commodo : a tractar na rua do
"., Casa Funeraria.
..i., de umea que cosinhe e compare
S ,s ; na rua Duque de Caxias n.
,-:,nlar.


Sde uma ama para eosishar, para,
*' c' e qne durma em casa; snarua do
*', *ndo andar.
A{ rua Vidal de Negreiros n.... a
', metade de uia caa corn :
't Imperial n. 15.


a cusa terrea daruadoNogueira
.r corn o Pinheiro, A rua lga do
''2:' y .2' andar.. :
.....^ ___ "::: .*= ^^*. ** ,: ,,f;-::: "3


I







+
11*





oil



if
1 t 1 "


ANA
Precisa-se de uma ama de cosinha, para eCAsa
de pouca familiar ; ia rua 7 de Setembro n, 10.


Ama
Precisa-se de unma ama; na ra do Viseoude de
Goyanna n. 87, anti.a Mondego.

Menind desappare.

cido
Desde sexta-feira ide Passos que desnpparejeu
da casa n. 217 da rpa do Marquez do Herval ium
mcnino de 12 annos de idade, chamado Franeis-
co, jA estando esgotLda de paciencia a sua pore
mi, que desconsolada recorre A imprensa para
ver se consegue discobrir aonde elle se acha;
pelo que recorre A policia ou a quem delle d4er
noticia ; cujos signpes sao : cor pardo-escuro,
secco e espigado, muito active e corn marcas do
bexigas, tendo ao ladlo direito um signal rkxo, e
os dentes muito alvtos : quern delle der noticia,
p6de dirigir-se A mesa casa acima.

0 concerto
a orgao e piano de mnilio Lamberg, que foi an-
nunciado para 19 o corrente mez, esta transfe-
rido para o dia 24 dd corrente, no salSo do theatre
Stnta Isabel, em virtiude de differences pedidos.


honittos rar arroiar
0 Boa Sorte, a quem da Victoria urma legoa,
corn terras e mattas para safrejar 2,000 paes de
assucar annualmente
0 Goyabeira, meia legoa alem da villa de Ja-
boatlo, para 1,500 pa$es.
0 Cananduba, uma legoa distant da mesnia
villa, para outros 1,500 paes.
0 Mussahiba, entr' dita villa c a estaao de S.
Lourengo, para 1,000 a 2,000 paes.
Todos moendo coni agua, tendo o primeiro alem
do besta um excellnte vapor. A tratar com o
commeadador Barroc4 em sua residencia na Mag-
dalena, ou corn seus cunhados A rua da Impera-
triz n. 49, segundo aidar, ou na rua do Impera-
dor n. 77, mercearia. I


Grtnde officina de ourives
loDja le jo a,%, relojoaria e i
luneiaria
ARTHUR & DESIDERIO teem a honra de
commnnicar ao respeiavel public desta capital,
que acabamn de abrii" uma efficina de ourives,
que pelas coadicoes i em que se acha montada,
incumbe-se de fazer c3m prestesa eperfeicao todo
c qualquer trabalho concertos, ainda os mais
difficeis, tendentes a duriveraria. N6 mesmo es-
tabelecimento encontrn-sc tambem um variado e
complete sortimento de joias, relogios e lunetai,
objects estes do maii apurado gosto, e a precos
commodos. Contand' pois, corn o apoio e ani-
macao daquelles que i desejam o incremento' das
artes entire n6s, espe im a coadjuvagio em sua
emnpreza, garantindo! sinceridade, promptidao e
perfeiqao nos trabalh.9 que Ihes form confiados,
e modicidade nos pros.
Rna do Cabu gA n.3
ARTHUIR & DESI' ERIO

AinA


Os abaixo assignadd
commercio, que dissolve
mente a sociedade que
tao, que gyrava s6b a
tins, ficando todo b a
socio Manoel Martins
socio Jose Tavares de
tal e elucros, livre de
de abril de 84.


declaram ao public e a&I
ram nesta data amigavel-
iuharn na villa de Jaboa-
firma de Gouveia & Mar-
itivo e passive a cargo do
Louronqo, retirando-seo. o
Jouveia pago de seu capi-
Rualquer onus. Recipe, 14


Jose Ta areas de Gouveia.
Manoel artins Lourenco.


"4


a orgAO

Emilio e

foi a"ne

i do


OS ),AROPE


CHLOROSE ANENI
CORE8 PAL1IDAB
lENT& l l 11 A XN


gios, pois. que algumas gottas
por dia bastam para restabelecer a
safide em pouco tempo.
i0s FrRROLBRAVASI
nao }produz oaibras, fatiga de
estmago, diarrea, nem pri-
sao, de venture. i
0 FERRO BRA VA/S
n.o tern sabor nem cheiro e nao
d i mAiu gosto ao vinho, agua ou
qualquerllq--o em que for tornado.
0 FERIRO BA VA/IS
S o mais barato dos ferrugi.osos,
visto-o frasco inteiro durar le um
mez t seis semanas, importando o
tratamento em alguns reis par dia.
o f BRA VYAS
nunea ennegrece os dentes
0 Stir BRAVAIS sSd pde garantir a effI-
cacia d ferr-o de que d inventor, quando
05 rotui0dos esfrascos tiveren a sua assi-
ugatura 1mpressa co tinta encarnada.
Um prospect detalhado acompanha
cada frasco e indica o modo d usar
deste preoloso ferruglnoso.
VENDA EN GROSSO
Em Casa de BOUTRON & Cie
40, Rua 8t-Lazare, Pais
DIPOSITOa em tudas as PRINCIPAES PlHARYALIA


R-iCJaV'.E^ TE cna -- '
R~i^ET GUAA C:::


SS' COniO l0:'u03 0.5 p51'-(!iiO c
fitos i'este estabelncifepto. e dL J K:;
1'''". 4: "7ta .. .~ -". .. '-..

! ,c-t-o.i i i ra L'J U 5:L ole}: iih. n, -4, .. .-. *-4:
.6s^ '44) e Y~ ssd eD~or 44 :- 4-
laan arar". x-
DI'SEolvi~io no gs'faSfsc-s*; r.


Q 3iT s [8iO~s:ia a) a-se a Vcis" : 5 .


! Eurnambuco, as A 0 d Fontes do Vichy,
S sims nomwead, aeh:11e em-eassmde,
ASEOY & LAILLE, run do Ommrc;
eStUAME & BKCECRUN, 23", ur, 4a Crux.,
L 110 BFA ii'"yg-jwlg -:--- ----------- --- -
A venda en casa de Sulzer E
in, rua da Cadeia n. 36.


Coec-h


'ais a ad I fiitl d a e outos -

A PEP SONA.
pSobidaf6dma mINH< de PEPo OdA,
prepparado por Dlret i de PaS, D6 urn
medicamenta qu6 muito Bontribue jara faoi-
litar asfunc~es lo estomago, e rerslarisa a
digestao, unico n eio do favcecer nutraio
Sdo hoente. W
SSemnumero de expentias feritas pelo
*mais afamados mn'dicos d2 Paris e outrsos
Sizes demonstraram a efl.awia doVINHO
s oE PEPTONA sDaFSPe; na ink-
ossibilidade emqu-coestanoas de reproduzir
Ftodas as suas cartas, limnitaso-iaos-a hpre-
seutar aqui a carte ida at o Snr Defresne
tpot -rm facultativo, cujo name -a a fama sAo
ben conhecidos pelo mundo t uedieal. '
Diza o aD' Juiliet ao Sir efiretne:
S Sonlis, a 29 de p aw o de o1882.
a nTeia osto de iho M anifestar a wa
tisauiao que tive corn a sua Peptona, polos '
o' ns resultado qu e corn ella acancei os
c wos graves em qs.me a tenhos enr pregado.
SSempre quando tive de tratic ur eto-'
mago cansadn, doente ou carn ijAs diges-
tes a s.3a preparairo alliviou o
djente. melhorando-lhe as funcCes digesti-
evas mustas muoheres idosas, outras
anemicas i meninos rs-hiticos devem a
saude ao da Peptona. Por isso 4 que
consider cot um verda4diro dever o rma-
.commendal-F.neos meus doentes n'u.3 grande
Snumero de casts.
STenho praticado como medico prateco da-
rante os annos de 1831 a 1860, pri-odo em
que a necessidad de digerir s alimentos,
,n rAiediatamente consumfdosoa era menos im-
periosa do que hoje; entd o as constituiooos
erdiad mais vigorosas. eartguineas, energies
S dotadas d'um robucsto aetiin. favorecidaso
Spor uma grandeo abundauiia de success gas-
ptricc4 foe provocava a prfmpta transforma-s
ao snos al maen sis refractarisos.
SIlickje,po.cim,,j queooestomagosdebili-,
ca-taos careemzo de nergia, 6 convenieate'
lantar rmio de todas as stbstancias due fa-.
cilitari a digestio, comoa par exemplel, do
sua Pancreatina.
0 preceiio de hygiene mas important,
noren ai rs desprezado '6 ste : Gastar
,nuiIt.o para reparar m to/ E' este o se-
g.,erio Oa saude, e durante piuito tempo os
Lneus estui'is tiveram epte a~ss~rptor par'
^principal objecto; alm dr-isso, a nunha si-.
tungao de resdico na Repaistiao de Benefi-
-'-'lcia d'e.-ta cidade, em que os .scrofulosos
e iyTi rhatis ns abundam fora de nedida me,
perinittemN fazer miuit felizes p~icaVoes4
^do seus exceJJ~ntes produsstos. t
SAe'ita-se a deposito doe to valuto nmedi-
c~ornento ras Phar-macias e Drogarils d'essa
cidrsda. E' pre'ir.o cu;dar em recouthecel-o
e nao tcxeOr as inita^8es, exiginfi quoe




VIMP'-i % 7-P D SfI5HSOH so ayJLSa70I--
^mmm~imr P -'dsm


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4 4 444
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XI~iy-'a LG a'.l iai-,i .:x -, 4, :1:*i1 '( : 4 ; .:2,
S A 3R Ot a 0P` eLa GE-rilgias. n0,!., 1 7a Ca- -: ; -1 4 -e.-.z'I


%? -i'a p ^ ~ ? a i-f',cr~t.-f.ps oii .- "** ,'.: s x'"^; i **'* ::,-:e. -- .-. .-rs' -: ... -
SH' .. k ;E, ?: P K-
P 'Coatra as Afiec.&es -ssscrattz~oe.'-ss COr'..- ';a-.4 4-^ c,'? 4r''c. *"'-'s;'.-*
fr Asdat-betes 5yL'4ili41tsco.ro.* :'.:sQ .cc.- "
AX AROPE hERRU iNSaO '.?-
Gontra a A ne ia, Chlorc Aneznia, C~ rs. r ;2':_ .,', 1- z. -s:. 4s:.. ':'-*:

S P is3-oposito em tas as bos- d
Paris, J.-P. LAROZE e Cl Pharmaoeu;,..
2, -RUE DES LIONS-SA4NT-PAJUL, 2.


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I iA N DA Dfu'


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iidA~ o.~
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Jova,4gaa para o 0Fucador
IMPORTADA POR


C', Perfrumistas


RIGAUD &


45-


8, Rau Vivienne, PARIS


. Esta Agua e*trahida das fldres do Pirus
aponica, pela sua suavidade e suas proprie-
dades beneficao, excede os cosmeticos mais


celebres; tendo sido adoptada por


aoiciedade elega4^te.
Ugaiut no beaso, 6, de um perfumre delicioso,
Sconsolida ru. a es e faz desapparecer as
aes~teha8, coeld es e efilorescencias da pelle.

| ^ P =^^^ --- 1 .i i i E R p a"



UfMA o~ii~nu Ai A Ar^ ^'w *B


^ :'^ i~rf Was bs as 'M06ieias
CT~veaees d'e~lh-s:epara
VfOR Ao COAPQ


DEPOSIT GERAL
i S-hi, a PrInefro d l lar~-S
Rio de'Jamiro
Un co agent em. Pernambuco
ADMON HOW=I C,
N.-- Rua do Commercio-N.-3
A venda em todos as boticas e drgaw







MiG EL WOLFF & C.
aarticipam ao res-

peitavel public, que

contimiani ter umn sor-

timento. de joias das

mais modernas e dos

mais apurados gotos.

C'omproinmettem-se

a vei d(elr minais barato

do q e em iouti'a qual-

quer j'parle.

I J !bll .4


MUM




ii a:e Pintoo L,2pa
Jose Soarj L ... A"t',: ,ii;t' Lapa e Jose
Pinto La' t ;' .. r,,i' ; i-: uuLst- noticia de
,ter fall- ei;. (;r; : r',r'5'* o S :* ]r, s:> lissimo pal
C tio) M)a[w' i' ) .,' '. !;.,n r,-zar alrgum s
ni mi.5s ,r ,: *.:; ( 'i:',, 4!,-::i4:i :n i,.:rji m atriz
jdo Cor' ; i' :'; I- a i.i i sexta'-
feir'oa. c 'i, : eianemto.
p 'cde is : I-i l ,.i o : a: c a,,ren asn i-
moneo.
I'.e!-!: t' j '' -s' 'WiT ;-, i -e nhcc--rau



-ch
Mrar p I '. .2 i -' ) C ,ire
filhos. lil:;j ,-i', iv ;!;^. ], -'-v,:,:- c ausesste,.
* convidsun 1 *' '- igo- p: i > t ) T: r, v -s : ,li Boai
Vista, n (,is l dot corrent<\ ::. I'-.- da us -
nisa. as .*:Ij ': ':'i. i5!'-'- c !nj il, i :n cvih'-
brar pcio p .. a., dc su.a p)oi-cs ,; : aora, cu-
nhaida c T5t'.':c LoQpuidsi:s d4, Ar.! -.ijo Ja-
cobina ; c 1 1e :' J. s- c. q,-;;i -i'.,- ,, e('-sa
>prova c;!,-'- b !'1 .
Wfiki jk_,
jo.-,4 -. -
noel An. !L-> I'lr '1 'l-;!^,-(^. (1(" Az a- 'Li Pit-
tr;o, tA- ], iL'cCbls4 *, 4lii'. 4:.-ra i....r:ci:i d,'. p s'a-
raento ("i P( -tugial dtI,' przs a :i ) ul o e cxtr,'-
n 5lt.,i,) ):i .,g (j,>, 1,%i'i;' a 3 aoS sc(tl
useir t"5: m, gos v -i-a ] s:':t V'. a' '' as:a ;i. :'a..s qnc-
I4i";1:I;:-. L i P: j4Clo .* 4 ;:t^: 5'i 4p; '-ti;.-.Io, uL inatr:d;
C :c.,' ,A t-Oio, 1 7 *r c it 7





hor n,-i nl: ] r'
1 ]ior~ '::,.nhb7 : 1 -: r ; 'l-i u
jz -ag ... tol's ','- -, c. i r: 44aV i i '







j lehse :n1' c1 ',, :::: ,!'" "\ co-** 1- '





menAno. ,;
("'Se G -I. ) Xe2y



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teltado;-G: p;.r7. tZIiioniI e iii.,Ut!:;e.C9__,

Vc-stI,' ,ra a Acccro.ho

r.im o1),ii 1 34, se prcis euy
monino. 3^'on
SI s t. i .Mot
j ( *.*I (44u l~ '

I Yiti't4' 0orcu e etirn -;
I ~'*ik .'lt-evehi~do. I
l'l~i44T5 c 4i'1;!4;- .I X dvc as quiia e e w "


Me;-;1, *'j c": .t .;i, cist,-ios-ta c racisias.
I4~t. i-::;)'4 '' para ei''jc4llo. '
"I ~ 1 \?s 4 '-' .''1j "5u-'r 55'lr iiissh'ss. a '


lil 4L- d) I1op.1icio n. 34, so procisa de ui
memnio.


MIGU L WOLFF & 0.
Offer cem ao respei--

tavel piblico urn gran-

de e va oiado0sortimen-

to de r logiosdos mais

credit dos fabrican-

tes, e se acham habili'

tados avender : is

barato o que 'outlz *-


-4 Pitr


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m-o-



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e lavar ;,


abni'servir ao p

Ia Vista e Ip

seremn de pessoas


ah~.


I


Antonio da Siqueira Creniro da
Corte, attesta sob a f6 deseo grAo quo
Vo iw reputado do primeira alidade,
eomo poer sea effeitosa physioogico.
Xecife, 20 de Marco4doe 1884.


Jose de Miranda CuOario, dout
da Real OrdemMilitar
rurgiao do C o de Sj
nadcosp ,
mTendo ei a. m ili
set, 6 deop Dni e eole


Recifo, 20 de Marco d4 1884,


, doutor er
redro H, e
manuciozami
Biset, -em
ide exeelloe
Tadavel gos
'dade.
3 1884.


grAo.


Malaquias Antonio Gongalve
cirurgilo do Hospital ]
S Attesta queexaminou
.e vendido pelos Srs. Mello &
pareeer que .o roferido caf6
eicor de suave aroma e de a
Sa expressao sincera da ve
* Rocife, 18 de Mao d

Pedro de Attayde Lobo*11


or em media
de Nossa
Lude do Ex


uIM~cn uejn e mt

edafialta 4e. pem v-

se boa quala-

esta falta, para v qFc

acon os apparelhos ne-

-fa e moagem d1o

lodeo zelo e capritio

JMblcic 6 ue se veriia


Sttestados nra, quas

insuspeitas merecem to-


'unha, medico pela Faculdade de Medicinada
o caA preparado pelos"Srs. Mello & Bis"t, de-
Ad 6 por suas propriedades organoleptieas,


Dt. CARmNK DA CUNIHA.
eina pela Faculdade da Bahia, commendador
enhora da ConciIob de Villa Vigosa, 2.0 i-
rcito e medico substitute io Asylo do e Aena-


ucioaamente o cafe torrado e moido pelos Srs. M eo &,,i-
4e tyxxcllente qualidade, o quo attesta ejura em f6 de sea


DR. Jos0819M IRANDAVCURio.
i medieina pela Faodade do Rio de Janeiro,
nembro Aa Junta Medica Provincial.
aite o caf6 torrado e reduzido a p6 tenue, que
pacotes, perfeitamente acondicionado, e.6 de
tte qpi~idade, e que sua infusAo fornece un
to. Por, ihe ser pedido passa o presoate.gueo

DR. M.aiA&Q s A. GoiqA&xiu.
ir em medicina pela Faculdade da Bala,
o, 1. cirurgilo honoraria) do Coi $auoe'
I Porto do Perlnambuco, common r da Or-
tincto commando Superior da Guarda bimio-
o Nblica, etc., e. -
srtea awostra do caf6 torrado e moido, que
iset, e achou-a de superior qualidade a aujto
tto e arouila muito agradavol.
,eoie certificado..


triz $Ie r.J"A (q,
quintwfeia, 17-dio


Meio
Quarto
Em porva"
Inteiro
1Meio
Quarto
Jotio Joe4



,.lENl


Convida
ber seme 4
Acham-i
tea garanti
da irmandi
de S. Jcs6
quinta feira


16:,; 5 iio 750


* :1 i da : ::o f
wim da -Cosfsta &


Pa vi


lbhie-
na Yft


la grande case
(PoneI do Ue


2, -se preparam vesti-
r fiurinos, garan-
Lae nos prevoo.


travessa de Sant'Au-
star eom Silva Gni-


ra~a dalnd-e e II-,.

cia ns. 37 e39
0 abaixo assiguado vend eu centre os seus
es bilhetes garantidos a sorte de 800#
2 quartoss 'n. 3633, 1la de 100,O0
u m inteiro ai. 452, e Wtras sorts de
16# e 8#, da loteria 28 quoe se ex-
s io. '
Convida aos possuidoreo a virem rece-
semdescoito algum.I
S mesmo abaixo assigna o ternm exposto A
mda ot sens felizes bilhetes garantidos da
?loteria a beneficio da I irmandade de


anta -Cecilia da matriz dc *
i extrahirA quita-foira, 1r7
P~repos,
Bilhete inteird

quato'
- prq1' del
eiliete inteiro
Ieio
t'^ -, ii:ii .1c m
iht iner


,Qu onarto Augneo* I
Autonio Augnmto o


Casadmcan
Allga-se acasa n. 10 A da esi
rI a, em Parnameirim cornpe
Ssas 4 quartos ecacimba corn b
W -0e na aa do Ap61o n. 80, lo ai

AMa
ifecisa-se de uma ama s aI& w
324ie ro'12.


IT


16


DR.j


do
-to


farina Lactea


iiRADOR 55
i cas e piano de
' e


Vm


Elft A8' .caw siftU
Chegonpara o Palacio de Industria, i rua do
BaraodaVictoria.n. 45, Umlindo e variado sor-
timento de casemiras de cores, proprias para a
estaro invernosa; n' rul do Bario da Victoria
numero 45.

'Fazemudas avajiadas bara.

tissias!to


Chitas franeezas corn av
do!
Popelinas dc quadrinho.
to! ;
Peas de algodaocorn p
20 jardat !
Panno fino idem idem, a
gal
Granadines pretas para
vado !


aria a 200 r6is o cova-
idem, a 120 rtis o di-
queno defeito a 33500
24900 o corte de cal-
acabar a 160 r6is o co-


A vista fazfe
ARUADUQUEtD CAXIAS N. 59

Camiro da Culia & .

Vende-se
umna commenda da ordem da Rosa : no escriptorio
do Diariv se dirA.
Lfmvos 1lIdo pol1lica
0 Pedro Antunes &C. eceberam novas e fres-
cas, o tempo 6 proprio ; a rua Duque de Caxias
n: 93, Nova Esperanxa.

Nova madii'a de cos-

tura


S. JosI6, que Denomlnada Aurora
do corrente. Esteem exposicao A rua do Barao da Victoria
S n. 30, loja de Antonio Pedro de Souza Soares &
C., a nova machine ; cose corn dous carreteis de
4,000 linhia, podendo ser de 500 jardas cada urn, e
2#000 forma os dous posportos como se fosse de langa-
IjOOO deira, de grandc vantagem. No mesmo estabe-
PtA nara leeimento 'tem penstantemente um grande sorti-
ar ~ment das medihores machines de costura de todos
os yincipaes fabrieantes, e vendem em poroo e a
$500 retalro sempre por preos muito razoaveis ; na
1#750 rua do Barao da Victoria n. 30.
#875 ATT/A ia
os PooANTIi OCASA

ipo Carneiro da Cunha
trada da Cruz
qumo sitio,tor '0- Rua Duque deCsasm-&9
oae giua. Tra. No intuit de bern satisfazer os n ssos fregue-
idar. zes achamo-nos actualmente oeem grande deposit
a.o- e sortimento de fazendas, tante de phantasia, eo-
mo para uso domestic, as quakes vendemos por
prnoa baratissimos. .
ia de Alecrim Dispomnos de pessoal para chamados em casa
das Exmas. families.
Lindas baptistas com barra a 240 rs. o covado.
u -Fnst5es bordados braneos a 440 rs. o dito.
rg Setihetas damaes6s, gostos novaes, a 600 e 640
rogado a r6is.
R icou padres em novas popelinas de s~da a
14200o dito.
Iat S ormerin6 preto, 2 larguras, a 1200
rado A rua de o r6 de naple de sda pura a 24000 e 20500o
tados de novo, 4to.
milia ; a tratar Setins pretos e de todas as cedres a 1,500 o dito
agdlo Eosario Popelina branca de sda a 800 is. o dito.
Casemiras diagonal a 2A400 e 2A800 o dito.
___ Letques do pluma, modernos, a 51000, aprovoi-
11' 1 & temt 1.
Espartilhos de couraa a 5000.
croche^11 "K^* 1: ;~al|^8.,t*<^ :| ar le a I200, e ao-
Paaos doe rocbetspara cadeiras a12,A oeso-
pft fflda f, gprfoo. '; ,1" 1
ardanapos de linho, superiores, a 83A500 a
a.B.,48 A a sia. ,
ito prego. Lanfos4e sAda eom lettras a 3;500 a dita.
i*""7"" .14raiios do o emnho c caixinhas a 24500.
*Fichusde-~ewse pretos A3j6000um.
Oortaosbodooea 616Mo par, 6 barato



Cpw"p&ffa-s wU4


Ditos de tnanel
SnAo desbota
Ditos de -ec
diagonal, i
10A" e'
Seroulas de gr
feitas a 12
Colletinhos paI
da, a 800 e
Assim como
brancas para I
gum que se ve
Tudo isto 6
jeja da csquina

F

A':;rua da In
t
Vende-se su
ra, sendo amer
leve, propria p
barato preqo ('
fazer eostmtue,
353000 e de fi
loja da esquinm


Na loja da r
muitos bons e.
e ditos para m
nito sortiment(
csquina do be(
M%(


a ,5200,oj
Os Baratein
n. 40 tern um
para ves+tidos
send muito b
pados para ror
dem muito bar
Ferreiros.

I
Os Barateir
nitos linbos d(
vestidos, send
isto na rua d
doo Ferreiros.

Faz

Na loj
dN

A- ii


Madapolao, PI
enfestado c o
Dito muito lar
Dito, fazenda
recc creton<
6 p0e
Dito francez,
final e encor]
Algodt" ienfeI
gura pam ft
no, i ro t
Dito t''awraL
proprio : '
i mes*i, mcl"
Branuante. dii
largurm, pro
um s6 pann
Dito de lih(
da mesma 1I
Creguellas pi
1.han, eeroul
encorpada,
por 14800
Dita corn coi
vara a
Atoalhado adi
mesa, tendon
tro a
Isto aa loja


l
Setinetas lisa
coreq e lawvi
vindo ao m(
Ditas muito b
estreitas, e'
Gorgormos )o
vestidos, te
vado
Merins de wn
core fazeic
Alpacu s lisas,
PuBtoc 3 brane
roup as do c
CretoB s com'
Di~tos fenbas
.enanfgas!, e1
Chitas, grand
a eseuras, di


ira mal f l

iasonidu fair: do. a
uSae escura lii'-,>.l;-.-
L fah5OI ,
ia asid, a
a lUi sii3< Vs"^ e


emira s '
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VENI;
mas de roadt
ri 12 jardf-
7o corn 20 vn
uiito on. oa
u n, Z' ) -.


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pada de 7; 1it
tado cin t. ) ;
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Is, sendo
3ada peja n*!
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Se lavradas, s' c :
ores o mais I, ,, ....
rcado a 500 rs. '
)Iitas, corn aI.]- :.
>vado
Uitos de l, lir.-. :-,u
ido do tdO,
in s6 c6r, ten Jo
da de fosto, c,,
tend de todas.,
s, proprios p,' ,
rianvas, de 440 .,
rarra, seudo d -. s
Oe
tea e muito enic l -r
ti
estidos, cmisns C roua Jini
&ado a 360, 400e
i ort'mento dq d <
scores fixas, tO -,.
miis as alisa. s
Buercado, com zL a&
deliIOs dcsti$.l.
dos, asir como libas


as
sl
LXI, t~ii


E6 >:L .W.R.


I















i ag r.


-f ul ,se q quo v04 -6 exacto,
0 arqu suana Vi' dove tor toia-
do am Wa orie.
-E oque o penso, so'hor.. -
?or conseguinto, 6 peeciso, sem
4 per-se A proenra d'0lla. So al-
Meate veio-lhe a fatal id~a do pro i-
tar-so no rio, esporemos qfn o ainda a lo
p6de execute. Mas 6 j` demasiado te-
poerido. Landry e voc, Raul, p -
,t m. depressa.
Meuopai, eu acompanho-os exc a-

Born, acouipanha teu primo. D a-
- qui a poucoeo( estarei comr0 SMeusc -
dos ao lado de voc~s. Darei ordens s
dous ccheiros para quo umr carro espo
na ponte- de Iena e o outro a ponte e
Alma.
.. .,. .,.. .. .
Dizendo a-palavra adeus a seu irmi
Henriqueta cahir, do joelhos.
Ao tiro do pistol, crguou-se de u
pule, como quo sob a acqio de ntna pith
electric, soltando urn grito agudo.
Ella estava em um estado do excitagA
Iebril indescriptivel; espasmos violent
diiaceravam-lhh o peito i um calafrio nX.
interrompido passava per todos os seu
mnernbros; tinha os olhos desvairados, e
semblante pallido, decomposto, banldeto d
suor frio.
Tudo n'ulla expriinia a desola.Ao, o ter
ror, 7 desespero.
Horrivel, horrivel! pronunciou cot
voz rouca.
E torcia convulsivamente os bragos e a0
-n Tudo extingue-se, tudo desapparece,t
tudo despedaga-se, esta tudo aniquilado !
exclamou ella; adeus esperangas, adeus
future, adeus tudo! Estamos todos amal-
di~oados! Ah! para mira tambemr a mor-
te, a morteo!
E a misery, desesperada, f6ra de si,
quasi louca, precipitou-se para f6ra do
aposento, com os cabellos soltos, cahindo-
]he esparsos sobre as hombros.
Ella sabia onde estava o Sena, era para
alli que queria ir.
Seu irmaoe n~io se enganara.
Ella desceu precipitadamente a escada
da frente, abrio sem difficuldade a porta,
atravessou o jardimn come inua flocha, e
correu para a venida dos Caimpos Elysios
pela porta quo o porteiro acabava de'abrir.
JA alguns transeuntes curiosos haviam
parade diantes do palaceto, porn come
interrogavam o porteiro, nito viram a moga
que fugia A sombra das arvores da aveni-
da, descend rapidamnente em direeg7o ao
largo Marigny.

XXXII

0 marquez, Joato, Raul e os outros pro-
curaramn inutilmente Heoriqueta at6 ama-
nhecer.
Iaviam explorado as duas margens do
rio, desde a ponte da Concordia ate Au-
teuil.
Debalde interrogarain os urbanos esta-
cionados ao long dos cates e os burguezes
retardados quo voltavain As prossas para
casa. Nito haviam e'ncontrado a mnoca; os
quo viuhamn do long, abeirando a para-.
.peito do cases, niida haviam notado norn es-
-cutado quo revelasso a..queda do urn corpo.
n'agua.
Isto tranquillisara u~n pouco o marquez.
,i : Entrotanto Henriqueta podia tenrescapadeo
.:r t edes os olhares; podia ton de~scido nina
: das escadas on urea das rampas do cacs
.... : onduzindo ao rio, c ahi deixar-so escorre-
gar us agua, scn son vista cra ouvida.
: 0. marqnez, por~in, corn eimpenho em
ertifiear-se, adinitti.: quo a ma~a, nita eo-
heeendo Paris, tounara urn camiunho ep-
.. J


.-ECCADOS" VENIAES


TERCEIRAI PART


(Continuanto do n. 83)


VII-
An cartas


--9 qUe fizeram esta noite, meus fi-
-~ Vrnos as filhos de Iriarte, quo n~ s
Ontx~ararm quatro caixas de cartuchos e
carta do Paris para ti.
Aqui atens..
do O .hordoqui.
Perez o yo m:lta voz
a I!Ou came eAM Escrevo-te ap'sa-
damente vs tgr0n1unciar quooa o snh
naNdimime.oertou corn armas o bags-
--0 velbe ta quor "r gar-nos 5

pawBayo 113W.dims de-

Ouufo as as mdidas' pare quo
v1ageuk O'ese ignovrada. As cart"
iflw dinigidas para eVitremnt, o ollo
4wesosaspars soermh ~timbradas


o as ondas, inde prinmir& earidiade
do dia, quebraran-se sob as arcadas da
ponte.
Parecia que a .agua, o attrahia, e que
e1ie sentiria ulna voluptuosidade sew igual
em buscar a morte, quoo reuniria final e
parA sempre A suna bern amada.
Veto, disse-lhe sou pai, toinando-o
polo brago.
Ellh deixou escapar-so-lhe umr solugo.
Joio, prosdguio o marquez, nio es-
quegas quo Deus 6 o protector dos inno-
centes: espera, pais.
O marquez mandara voltax a calega
pelas duas horas, doixando s6 o coup6. 0
corro ahi estava. 0 marquez c seu filho
tomaram assento n'elle, e o cavailo patio
imutgediatamente coine tna flecha, embora
estivosso n'um estado deploravel.
Raul o Landry voltaramn a p6 ao pala-
cete de, Simaise.
A marqueza flcara eni casa do Sr. do
Violaine.
O condo puzera ao sou dispor um quarto
do dorrmir; mas, tendo SuzaAna deelarado
quo ella nitddormiria, a marqueza preferira
velar corn a moga.
O marquez nio ficou admirado por nlo
encontrar a mulher quando voltou; eom-r i
prehendeu quo, A vista da hora adiantada,
o Sr. de Violaino julgara preferivel quo a
marqueza ficasse a mandal-a reconduzir aI
boulevard de Strasburgo.
Posto quo o marquez e seu filho estives-
sem moidos do fadiga, nem umn d'elles pen-
sou em tonar urna ou duas horas de des-
cango. Depois, teriamr acaso podido dor-
mir ?
A's oito e meia, comeram umr pouco
para recobrar as forgas, e Is nove horas,
tendo mandado por ao coupe um novo ca-
vallo, foram para a casa do Sr. do Vio-
laine.
Este, muito inquieto, levantara-so havia_
duas horas.IV
Obrigara a marqueza a ir para cama.
Dormia. Suzanna nilo queria deitar-se;
mas, depois da longa vigilia atribulada
da noute, ella dormia igualmente no pe-
queno sal&io, estendida na sua conversa-
deira.
Quanto A baroneza, ainda nio sahira do
seu quarto.
O marquez p6z rapidamento o Sr. do
Violaine a par dos terriveisa.contocimeatos
Ida noute.C
-- E' precise, atW nova ordem, deixar
ignorar tudo isto 6, pobro tio cruelmonte
provada ha muito tempo, continuous o mar-
quez; devemos tomar as maioros procau-
oes para quo do nada sus~peite.-,
Houve umr conselho. 0 condo Aoi da
piniilo do marquez quanto a recorror im-
nediatamente A policia.
0 marquez partio sem demora.
Umn quarto de hora depois um criado
veio provenir ao condo de quo um velho
Ostava precurando Mile. Suzanna.
Esse homem, quo parece ser do cam-
DO, jA veio hontr3mA noite, disso o famu-
o ; a menina recebdu-.o e at6 converson
astante tempo com cite, mas nesta occa-
i.Mo a menina esta descangando, e a
Ina camareira nito julgo- dover acer
ial-a.
-- Fez bern, nesponden o Sr. do Vie,
amnne von en mesmo receber esso honiem.
ermitto quo "o deixo s6': urn instante-
itXo 6 ? continnon dirigindo -so a Joio.
's6 emn(uanto indago desso hemern o
neo tm quo dizer At minha filha, e vol-

o mancebo levanton-se a meio, inchi-
ando-se,. : tornon a cahir sabre a ca-
,eira.
0 Condo den-so prossa em descer ao pa-
ipara S. Joao da Lu um~ iagnift. e-
t~camente.. A muulher da rma do antiago
jsappareceu.,
s Adens: sau~do o fortnua.


Eis a explicawito da bala quo ernas-
t, disse Perez ao portactor da carta. 0
Sgit'vo e illeso nb o o serA esta noite: eu
ao errarei o tire logo, amanhit, ou mal o
nAontre. Debrin-biohaia I.Ah tio Can-
tOi, yens visitar-nos As escondidas e
c andas atraz do nds o teu infame policia!
oeja, pois. Ireros pagan-to a visit.
Ias... hoje 6- dia do correios! Tonho uma
carta no bolse, aiada nio sei a que a,&-
vo dirigir. Corn a br6ca NIo ha nees-
sidade de andar muit, -E' para Bi Meu
carol visconde.
E dizeudo isto o leal va'soongo franzio
as sobrancelhas, tentando reoonhecdt a le-
tra.
Para mim!
Para si.
Fofitac. rasgou o sobrescripto, e, lendo
em voz uasi sumida, sorrio core a .carg-
ra


s Tenho o prazer deo a umprimentar, so-
nhor do Fontac, e folicito-mo de o.ter en-
contrado. Dentro e'm pouco receberA noti-
cias minhas : somos amigos m.mito 4" 08.
pars,que nrie desejemos ver-ms do porte,
muito de peta.
o .44W.r.v
Qaem 6? peo. tou ,toz contra-

%-4 eston&U a


co Ofetojera Me.. i8haws
quo minua ,Tha.- esperava. Oon:o
sabe, tio Cabra4?
-0 bo do v~lho parecou atp ado.
Eu sei som4 ssber, balbucion He.
-- Assim, desoja veor Mle. deoVio a?
-Sirm, senuor4-
NiP exige) upponho eu, que a-'cor-
dem? I -.
Oh! nleo sensor; esperaret.
Entilo, 6 mu.to important a quo em
a dizer-lho. e ,l-h
--Important 'issi~no. VA o' senhor, 6~n-
teom tarde ot fiz uma prowiessa a Mle.
Suzanna.
Quo promess ?
Prometti virn lizor-1he hojo, antesw de
voltar part Blaineoirt, come eu fui eircc-
bide no palacete deo Simaiso.
-Q senhornfoi to pahacete deo Sii-
se? I exolamoa o S".' do Viotaine.
Fui, sim senhbr; oe queria ver Mile.
Henriqueta.
E foi recebid? "
0 tie Cabra abanuu a cabega.
0 porteiro, nui sujeito muito verme-
lho, vesgo, verdadeiro cerbero, fechou-ine
a porta nas ventas.
n -Eh isto quo voc6 quer dizer a rhi-
nha filha."
Isto e outra cusa.
Peis barn, tio Monot, diga-me tarn-
bern essa ontra cousa.
-E' quo... disco o velho atroplha-
do...
0 quo?
Eu n.lo posse dizer-lhe...
Pen quoe?
E' um segredo4
Um segredo ?
Sirm.
Tie Menot, 6 singular que o senhor
nio possa confiar-me, a mirn, o quo veto
revelar a minha filha.
Palavra, mou senho'r, 6 singular.
Mas estA vendor' segredo 6 a alma do
negocioa; eu quero tambem pedir um con-
selho a Mile. do Viol*ine.
--Acredita, entA quo nio podenia
dar-lhe este conselho?
Nilo sabendo o quo responder, o tie
Monot ficou calado.
Tie.Monet, proseguio o Sr. de Vie-
laine, em taom severe, nlo ditto quo
possa have o quo quer quo seja de mys-
terioso entire voce o minha filha ; na vezg-
dade, com as sua- roticencias, seu ar em-
baragado, voc6 capaz de me faer acre-
ditar em cousas exqUesitas. Ainda unea
vez, tie Monet, qual o a object da sua
visit? Do quo se tpata? Tenho direito
de perguntar-lhe quoe motive tral-o A mi-
nha casa ? falle, quer0 que falle !
O velho ficou per am momeento com as
olhos baixos, virando o chap6o nos do-
dos; depois, indireitando-se, responded .;
Apezar do respeito quo tenho ao so-
nhor, e do desejo qu10 tenho do abedece'r-
lhe, 4nito posse... Olhe, algunma eosCU
me diz. quo 6 a Mile. do Violaine, '
devo dizer isto...
0 Sn? de Violaiiio, impacient deu don
hombres e frangic u-sownbracehas.
-- Toimna estupida t mn'uriuon.
Prosegnio Mort naadv ae
-- Assim, tie nt aadv ae
-- Oh! nio 62 ist'o q quo quero dizer, o,
scalier ha do saber, da tudo, corn eeroza.'
-- At6 hA, voec6 t~ima em -guardar, son
sogredo ? .
-- Sirn, seihoen.
-- Voce bout qtto nierocia quo em, fzes-,
so imrnediataunento levah-o A poarta- da
casa.
0 Sr. do Vio~hahio nile ha d fazer
isto ; ha do permitting !4tue espero at4. qxai

arvne pte rais- Ih ga :~i para osi
enforcar. ., -


Entlo.,i nhl I are& a minhe. es-
tr6a exclamnou Fontac.
Paulo .,.repetirm toedes as contra-
baudistas. Quo quer ,diwr ttdo ista?
Perez responded trmquilamente:
Isto q;4 Azer a passou um
dia e uroa noito "0S Soa mazens;
quer dizer tanibem' n~a cdeix#remos
repouso as. Sais m.a .. Vamos
descangar, e.o.. a an h--outro galo nos
cantarA Aman)0l,.mru oaro viseonde, irA
pedir esmola ao a de Miguelgorfi ;
aproveitevrte o t IA q an podemos con-
tar cow ale j.br aivxt. Boa. noites -





Pois bem, min asenhora,-. dise
o conego de Briouno ndedeira do ran-
o joias,-abra-a s ia caixa aIe- mostro o
quo tnaz.-
A senhora, d# ,on a H e l Heena senta-
ram-se ao P6 do toneV 1a0 q4poz DO 'na-
Sairs sonsfociIus ,,..om az todo
o myope quando que d p erto
ur objecto.e
rosto do exeoUl v4
amdade e benevolen
Thpreza An*.-ate a cgixs
a aapresentou-a Aes era., di~pido
-Tdoa"eR Oa;mu 5a w


p6de race-


E. e le egtio a cria Ade -quarto, quo
eo e2atr Ino.pequeno- salbo, odeO Mile.
~iazan wk perava- odo P&
E entto ? interrogou-o vivauente,
tiel6 quo tem a'dizer-me ?
W Vi- Mile. Henriqueta.
Vio-a? exclamou. a Mo9a.
Oh! nro no palacete do Simase'n cu-
j porteiro fechou-me a porta nas ven-
t XS.
Mas, ento L ondo 6 quo" vio Mle.
e Simaise ?
-- campos Elyseos.
Heimn? qu9 6 qua estA dizenIo ?
Na noite de hontem, passaram-se
cousas terriveis no palacete de Simaiseo: o
S. barlo o seu filho mataram-se.
Oh!I disse Suzanna, filando harrivel-
rote pallida,
Louea do terror, Mile. Henriqueta
fu io e casa...
Meu Dens, men DeusI
Correndo para o rie.
(Continda)


VARIEDADUS

No balle

E no baile, no agitar da valsa,
E A urna aurnv do subtis arenas,
El voava, seductora aleyone,
Ao eve impulse do agitar das peas.
E en via-a bella '
Be boleta a saltar por entree flores,
A deusa dos amnores...
Seu bello sois
Do marmoro e do rosas sustefntava
Di pombas no ninho !... So me olhava...
N'e ses olhos, meu Deus, que santo lune!
E assim to bella
P cia vOar, suspensa a meio,
Nas azas do um perfume...

Clallos soltos em macios fltcos
Bei ando as curvas do~irgineo collo,
Por entire navens de explendente gaze
O3 6s mimosos mat rogando o solo...


Estava linda,
ras rendas sungindo d'entre a bruma
Como a Venus dai espumra;
E, n'esse anceio
ado sublime, palhl4a, arqunjante,
ivan reelinou.-se. Ah n'esse instante,.
xSe flha do c&-, languido name,
Escuta: estavas linda
o nu sylpho a voar, suspense a moio.
Nas azas de m p-rfnine...
was nos olhs da volupia a chamina
cca urn. beijp so apinhando em floor,
seio, em ancias uo-.i offegava tanto!
ez casanao... .m- ns- ta!vez amor...
Eras urn, anjo
as azas brancas machwasto entlo
N'aquelle turbiltimo...
Ai! sim ,en creio
nunca a brisa bafejara; um rosto
ella como o0-tiL.. era urn composto
Iraqv-z.e de anol qae o c6 tresumc...
Eras umn anjo I
lenoente a voar, suspense Ia meio
Nas. azas do urn perfdaie...

do. ella altira. atravessaval as salas,
aos sorrisos espathando. a flux,
ee o corpso a se dobrar fI xiveo
-nida a frante a reaplond-er do luz.-
AM! n'esse insta-ate
poprias flows do tocado d'ella
Na face bella
Entre amor e receio
-oe mnesmno. quo estalavam beijos...
jnatava de -amor ou do desejos!
c fitha do c6o, langglido nume,
Escuta : n'esso instante,
3'a voar suspense meio
Nas azas do t m perfume.

Auqusto Guanwvara.


,a4a P~re mulfer, roubandd-ltoe o sou
o'pedago de'p,1o ?
Senhora,.--iutejnlornpeu o senhor do
me, seja franca comnosco e confes-
s quo no fund d'esta caixxa s e 0-
Uln terrivel d.estistre : a senbora n~o,
cars de vandedeira eo corretora do

Pord6eo men padremas... ganho a
come posse; exeno meu o Qftio
Smodoe; assim 4. ""
B qptanto pede per este bracdfete?
ntou a senhona de-Fontac.
0 sen valor,' nada reais.... Deixe
o melembro.
conga pontemplava com piedoso olhar
dedeirg, e.dos ricos objeetos volt*va
pa Para a rote fate d'aquoila.
Dar-lhe-hei este bracelete, disse
m Therez por (incoenta escudos
ees Achda muito cfro? -
F.esta'pea. do ereada de Wl inas ?
Emaquanto -a isso, o.prego 6" conhe-
em tbda a, parted : don-a -pr corn es-


Puon1e.
nego dirnigi A viscoades : _u molma
inter egadrr, dizendo pourt4ep--
Miuha camasonhora, pf*tuta. -me di-
er-T e quo entouctopoueo do sUecio,
ofxer assim nioprecisa-atrafs-
Oa ouee expOr-se a ser roubada.
t rtsA i iuo mtemPO da


no oata ada


D'a'


Qua
Noc'



M&KI

Na
Too'
Tatv

Quo

Quo

Do g



Quail
Meig
Do I

As I

Pare
Oh!


Pare


ultie

so-nc

tern4
j oias

vida
d'eat

qerg


aveb



,tram


A' somora nas eaMbrip (e1ta0 itO.,OIO
Qu*4 feliz ea seoia re4ebend
Da to.as labios mil oncs, perfumosas,
E oudo, extasiadt, d teu 'wp
As curvas boln talhadi8s,-1caprichosas !
Quo prazer part mirn .artar-me em be*ijs,
Nos beijos virginags dcs labios tens,
Confundil-os n'um s6 1gozal-os odos !
Os beijos quo mo daes p osboijosmeus!
Qoe inveja vu motteriii ao mundo inteiro
Fruindo.assiin do amoi, tantas caricias,
Emb:dlado suave e brandamente
Pelo sopro celeste das dAicias I


Derinir,,vnos depresssa! A tua fronto
Trancluilla ficarA ssbro iimu peito,
A nitc corro, vOa, 6 li'ol aajo,
Oh! doixA-iuo sonar! da -ino teu leito !
P.,ludo Pereira
As Infenlaii6es do viras rableo
A conmienuicag7o do M. M. Pasteur,
Chamberlan e'Roux tvalo side fetias ignal-
mente na academia do iuodiciiia do Paris,
nos aproveitamos d'esta circtUinstancia para
rotificar ou complete .certos pontes dd
analyse quo demos ha dias.
A conservaglo do virus rabico nos teci-
dos nervosos se mant~mn dnrante tres se-
nIA1ss, mosmo nas temperatures do verao.
A viraleucia n~o so manifesto somento na
substancia nervosa, mas tainbom nas glan-
dilas parotidas e sublingu'aas. 0 bulbo ra-
chidiano d'um animal slo,- aprosenta ao
iuicroscopio granulag5es, porem as do bul-
bc) vir'alento sdo muito mais finas, e podem
see coradas pelos derivados da anilina.
0 virus rabico injectado na veia ou do-
baixo da poll, produz a hydrophobia pa-
ralytica, emquanto quo a inocalna-o sobre
a substancia medullar, bulbar omt encepha,
lica, depois da trepanaq'q, torna a raiva
fariosa. A inocula.Io de. quantidades uini
fracas de virus nao. occasional a immunida-
de contra inoculages ulteriores.
SE', pororm, nasubstancia nervosa que
so propaga o viros inoculado ? A. experien-
-cia responded d'unam maneira negative. Cor-
tando-se. por mei& do thermo-canterio a
.orelha abaixo do ponto da inoculate, logo
,depois da injzelto virulerita, a raiva neon
"por isso torna-se menos declarada.
A experiencia attesta tambein quo a at-
tenuagio do virus bydrophobico 6 possivel.
Eis aqui comob: a energia ou a natt'eza
.d'este virus varia em cada especie; obtem-
se pois, fazendo passal-a a travez dos or-
",ganistnos, pertencendo a species differen-
,tes, uan virus, do quwd pode-se determinar
'com- antecedencia os effeitos. E' assim.que
so tern chegado a possuir um virus que
,mats seguramente o coelho em- cinco ou
seiss dias, um outro virus. quemata tambem
,da mosma maneira o porquinho da India.
Procedendo-se por outro lado a virulen-
.eia, 6 em raz.o inversa da duraglo da ino-
culaglo. 0 resultado capital d'esta& inda-
gaq5es, 6 quo se chegou, por um method
hbem determinado, a tornar refractarios As
inocnlahw os rabicas uris viute c~es., Preser-
var o cao da hydrophobia, 6 quasi certa-
monte preservar tambem d'ella o home.
Todavia M. Pasteur p6de ainda algmun
tempo antes de so pronunciar cathegorica-
monte sobre a coudicilo dos cctes im ex-
periencia.

0 phenol na febre typholde.
Tern-se preconisadolo plIenol para o trac
tamentoda febre typhoid, comno. antiso-
ptico e antitermico, que' dizer (struindo
:as substancias putridas e pentle obstaculo
a elovaAo da temperatura.
I M. Albert Robimn communicou o resulta-
do de analyses chimicas inuito, exactas,
qu9 provam quo, eliminando-se pela via
da" socreqtito .rinaria, o pheal arrasta
qantid"afes a otavQis do enxofrie e potassa.
lEig meia-mninoralisa~it des tecides 6
eeilo1 Ro'"- fol D~ens, se~n dtixvia, quo me
guiou~ari osta casa.
a-- a, pois,--ontinuiou e cnongo,--
o ch a caia, e 50 tome confiar-nos as
suas desgra~as, guard o seu segrodo, quo
nile lho. perguntamos.
A~ssimi dizendo, o coneg o poz uine no-
'pleta bolsa sobre a mesa, e aecrescen-
ton :"
--Ahi tern esse din~h~eiro, e... devol-
vel-o-ha quardothleh for possivel.
Thereza repellio corn suaVidade a boslsa,
quo o conego tinha posto ao a cancer d
mao, e disse:


Meu padre, rao pego esmola, porque
nlo 6 para mim a importancia do que pu-
der vende. Unta pabre mulher, conioN *,
nio p6de tor tantas o tlo ricas joias. A
pessoa quo me oncarregoAi da vencla 6 tlo
dia nte orgulhosa, coino digna de com-
:pmz2:, e nunca me perdoaria so a oitas-
se eise dinheiro, neon mosmO per empres-
timo.
Pois por isso dove aceital-o: nlo 4
ismola, mas sim emprestimo, eisto n,o deA-
houra ninguem.
Oh I"... So soubessie!
Th~m lavou 01) lnon 4s olhos, par
e aaw laoimas- l e gia derrk-'

vibeti; nUI4%qne-

;bsfpo a procurar orinforkib -eq. r
4w,~ esteja,, tentar consolal-o.
Pois benie izteu padre, em ris do
imv, reprehenslo, fallarei: alcanga-
F Aieu tanto mais quanto rio
fazor m amu shn bor, ao ro-

8 u tente, respondeu a viscon-
cd ontrario &i urn sagra-
mi i~e~iQprivaste os
deverp :oilenclo pi
Lros da Provid
44wvisapertat Am kodo
Ab a1proxitkou-se Ade stia


to dafebr typhoid.:,
meojo co tor o mic io aP as
calor, esgo a-se o doente. 4


0 medl o assemilha-se ae
vegante
Da ordin rio ominedieo, Caine todo o ina
dagador da vardade, asseneflba-so ao na
vegante, q e, eeduzido pela lisngera mi-
ragom, par'ella esperangoso naxrl'a s"
depois, qua do cr6 inais proxiua mawr-
gem suspir- a, oe mais brilhante"a illuuo
de sua vist ella tauto mais so a.*W, a
tanto mais d snuedido IPi apparece o 0( rt
to do mar, nie dove ptreorrer. A's
uina luz res landecent, qu: parecea
dade, nibo 6 nura estrll, nMas apenas s
fogo fatuoi, oe logo so apvrga e dix- fiiai.
fixa a obscadilade.
0 segrod de que n estudL-lecobrir it
verdade, 6I de n'. coutemtmrso coil as
apparencias, o sin submnt-tte'-s a prV &0
a dlomoustra -io, a itidagag"io dos sentidos,
ao exaine da razio. TrUste 6 gwlo se tern
a vaidaded( toquerer progredir semnpre do
conecito 0111 conceite, iudeelfanve,'into
dirigindo-seo t6 as ultimas cou=n.c,- WIas.
Pode-so ver viaudaute (qu11 1weidido na
estrada, cent nuta aitivo o camiuho1, de oF-
ferencia a ea car o6 seus passes, 1ra cov-
ri-gil-os, o se ngoilfa n'un iab~rlnnt, saiu-
pIo knais ine-.tricavel.
Se no neso i martyralofio tones na-
dade colosso:, do destue.tido saber, do in-
tegerrirna ensciencia, do sevora expe-
rie=cia, come Boernhavo, que, tendo at",
76 annos eon agrado 11; hora. por diL a*
estudio da art ,enim, podia dizur coinj
sabia indiana LkIvnan) (( de ter apreudido
dos cegos tud (lito sabia,.os quacs n 1l1Y
poein j'ihais al 1)O para adiante sena to-
rein cefteza d solid6z. do ternon, e quo
tinha sempre bservado autos do racioci-
nar, e racioc nado autes de esmrever *;
devemos igual nente nomear taWeutos ex-
travagantes, tuanulttmsos, phwasticos,
charlatanescos qual Paracelso', quo fez
unea medicina vasia totalment de phisica
e chela do astrologia, qu o se gabava de
n'lo ter jAmais estudadr, e morrea na itda-
do do 48 ann s, tendo alten, d'isto jA Aes-
coberto e veonido a preo d'ourro o elixir
de long vida


E' verdade
as seus atr-e
Rabagas; ma
estenda unm
erros, consnt,t
ao fratricidio)
Sim, tarmb
erros, mas nil
quo ello nieao o
ainda entra-se
diante daqwelh
rmedicos qte si
So nas mass
cos d'aquella
da qual no eoi
les surdos as
tulantes, nociv
muascarada pr,
chado delinitiv
Pobre Dr.!
boca do Brah
os sabios, o tit
dondo o- guc
p6 dos sous p6
cos, crescOsA
recimuntas, do
res, mcimbido
o nleo basta; (
nanto expiator
Os sarcasmos d
ainda prove, a
cia d'Olympo c
insolente charl
do pela santid&
lade das satisfy
encia dove seo
justia dos hon


que tamboum a sciecma tern
ridos meuesterantes-go sons
3 pert itta-se nii) ,e 0se
nodesto yea sebre as- mnssos
-.so quo so nulo seja olnrigado
ao suicidio.

in o medico 6 imputael do
* pode na crdttdc negaa-so
3pague com usura. E d'ahi
no vtste reinodos prejuiaxs,
es que se levantito country aOs
LO'os mains f.eiiudos.
is brutus gosassern swndi-
considera -ol e conlfikncia,
mplexo s-. dignos, seiil' ie-
rabolices locuas, nisiveis, pe-
As dos charlatioes, a iatquaer
tensloe; e a estes 6cria fe-
,ineate ocaminho.
bertaraeurte n-to vcio da ca-
ia, doude os legisladcoro e
am, n-n dos sims bragiis,
r-irois, a del-ivam ; inas do
S, gerador -dos pa'iAa; nam-
usta de-trabalims, de abet-
fligas, de pwi,-os c de do- .
oe fel, saciado d'ingratidtes,
.eve seffrer nia sna peregri-
a as censuram, as conselhor,
todo ignoritt o quiaado
concorrencia .4c t-tda. poten-
do Avernn cretifin, de todo
tio. Mas 0 miedico iaspira-
aoe da sua miss e ouso-
'a9's- intimas dn sta amsci-
corajoso e milo temer a in-
ten. -


po0rt-do U rUrda N
lancias do seus
A minha sI
Bwdcnus, e acoe
tacld-Ul~hidos..
da navegat Fos
senhor -a fatal
,'o-so nimmedial
'de ver a sepult
enterrado rma v
a Nio tonbtar
* descrever a dok,
Ohl ... PW.1
generous, tio
lho !... A senil
compreheader.
eu acertaria s-x
A viscoadeos
peitp, e as lagn
sea Oihoa.


Tal foi a sua
Quanta to s6
punha altornada
pava a8 videos,
mte faser Para

Thereza con1
BaldAos
forgot, para arr
so p,& d aquella
ria fi perpoe

contra aqqthlo d
ocusoladera affe
,KDDus dias,(
tea, esteve no cl
renturada sonhc
a lo& que cob,
e resaudwpola 1_
teririveis
ijeram tromeet

masiado fund
por miacIU
re, com seWI't
e~d fxel-x i4


xi onde. estavlmn- as aiiib~zo
~xercito.
;nhona estava. aa tempo om
Pavamos de ekepar dos k;e-
Apenas rnfeitas das fadig .-
,oubemna. par u m aigodo
lovidade. A Be'nhora din ...
onte & Urdax, e0S66lP.'

splera.
sport senia impoivWe,
i, POW~a
I da minha boa soohora.
Ifredo. Era tio bom, tid
valente, e... tio' Nor m l
iera 6 tambea m4, e dote"
boitament o o qua nuck

"aprto 0a4 contra
m&Psveoxaraat-Ie as fo=


unica e elo rmte resposta.
inhor de Brionno, tirva *
monte sabre o naris a i-
30M 0 leo e o n Ioa -is
&iafanr a suna e/

ation corn a yoz -am"*Is
braim as rneus kimstdw

amonte a ltio b do senu
meus rogOa mtuo
magador s ltonto, e d
sio. "i
onsqeeutivos, com duam
rmiteaio do Urdax tt


ra, AAdo cornhAA.I
,4a oo~zh~or 4 am ft
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