Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16117


This item is only available as the following downloads:


Full Text













anteriores.


... .. ... ..........-.. ... 1 .. i l & J p


SS17I^|tV& 3SM

S RIO DE JANEIRO, 5 do imar9o, As 4

horas da tarde, (Recebido As 5 horas e 20
minutes, pela li i terrestre.)

Foi nomneado chefe de policia da
provincia do Plauly o bacharel Joa-
quirn Ferreira Velloso, Jlito de di-
reito da comarca de Traip ikas Ala-
g6as, send exonerado o actual
chefe de policia da refirlda provln-
cia,
ot removido da comarca de
Parnagu.t no Paaulay, para a de Trai-
p*, nas Alag6as, o Juix de direlto
bacharel Antonio Euclides da ill-
weira.
Fol nomeado Jaln de direito da
comarca de Parnagui. ano Plauhy. o
bacharel Jovino Antero de Cerquel-
ra Mala.
Fol reconduzido no cargo de Juis
municipal e de orphaox do termon
reunidos de Jardimn e Milagres, no
Ceara. o bacharel Antonio Joaquim
do Couto Cartacho.
A taxa do cambio sobre Londres
fot boje do 21 !/8 d. por l|OO4*


lISTRUCi0 POPULAR

I ZE 6AXICA
(TranscripJo )

CAPITULO V
CESNTROS DR GEAY-DADE-EQUILIBRIO
(Continuafdo)
Para o segundo modo e necessario que a verti-
cal, que passa pelo centre de gravidade, passe tam-
bern pelo eixo em torno do qual se pode o corpo li-
vremente mover. Pode por trees differences modes
conseguir-se este resultado:
Se o eixo horizontal passa exactamente pelo cen-
tre de gravidade o equilibrio obtido 6 chamado in-
differnte, porqne o corpo conserva-se em todas as
posigoes em que for coilocado, por nio poder des-
locar-se o centre de gravidade uma vez que se con-
fimde corn o ponto de apeio on sustentaso.
Se o centre de gravidade fica superiormente col-
locado em referencia ao eixo horizontal o equilibrio
entao obtido e chamado instavde, pois apenas o ma-
,deiro 6 deslocado da posicao que occupava para
uma outra, logo a forQa da gravidade nao mais o
deixa voltar 'a primitive posicao, obrigando-o a
descer continuamente atW arranjar urma posico es-
tavel.
Se finalmente o centre de gravidade fica inferior
ao eixo de suspensao, entao o equilibrio 6 estaveld,
porque, ainda quando deslocado da sua posiqio ni-
cial pars uma outra, o madeiro volta a ella, depois
de executar urma series de oscillag5os exaetamente
comno o pendulo de urn relogio.
Da terceira maneira s6 se pode rcalisar o equili-
brio, q'-vndo a vertical baixada do centre de gravi-
ade caiiir dentro da base de sustentagio, isto 6,
dentro do polygono formado pela unilo de todos os
pontos mais distantes em que o s6lo 6 tocado pelo
corpo.
Se o corpo ester tio sdmente apoiado por um
ponto, 6 nceessario que a vertical (isto e, a reaul-
tante das orcas da gravidade) passe exactamente
por esse ponto (como, per exemplo, acoutece corn
ura esph~ra collocada sobre urea suporficie plana,
ou mais claramente corn urna bola de bilhar apoia-
SLda sobre a mesa do bilhar).
Esta especie de equilibria pode ainda ser igual-
mente estavel, instavd ou indifferente.
Este ultimo case realisa-se, 9uando o centre de
gravidade esta constantemente a mesma distancia
do piano sobre que o corpo se acha apoiado, seja
qual for a posi$So que tome (como succede no case
que ja acima apontamos, em que a esphera fica em
equilibrio em toda e qualquer posicao).
0 equilibrio sera estavel, "s a posfcao eccupada
pelo corpo for tal, que o centre de gravidade esteja
collocado o mais baixo que possivel seja, porque
,, entao, quando deslocado da sua prinmitiva posicao
tender immediatamente a voltar a ella, por conti


nuar a forga da gravidade a actuar no seu center
de gravidade, para obrigar este a occupar a posi.
do mais baixa que j& tinha anteriormente tomado
(como, por exemplo, succede corn qualquer object
que esteja apoiado pela suan face mator, ou cujo cen
tro de gravidade esteja tao baixo que nao possa
mais descor).
Ha urn brinquedo muito antigo e muito simple
conhecido pelo nome de-frade mdo on boneco d
abugo--e que costa de urn pedao de medulla d
4sibugueiro, de forms cylindica, tend Superior
mente uns tracs fingindo urma cabea, e inferior
mente urn pedao de chumbo para obrigar o centr
de gravidade a estar rmito baiao: eate boneco ten
am equilibrio tao estate, que na&o pode tomar outr
posiao, al6n da vertical, por mais voltas que'o
ihe deem.


PAITE OFFICIAL

GOverao da prvlaelia
mrIUm T DO vu 28 v uruvmu(m ODs 184
Actos:
0 presiJute. da promini atteadeudo so
-quo solicitou o coronel da4 arms
inteuino, em officido He o, 116 relve abrir,
sob suamre.lade, non temmos do decuoto
1. 2,884 do fevereiro d 1862, urn redito
ipol a ie vaa Pra de
Pret, dominiaei da anerra, ezereieio de 1M8 a
,*18K4 afim de ooeorrer sopgmno do pret ear
Special relative & 1 pXxtac nvedtomwwrio dwida
so soldado i wmpwud" de fttaaouria Nicolio
GeC~nie As Sgir& OBB tow do~fld *qr ^ fto a ebrta


1 000 000 o vencimento do tnfarmeiraodo Asylo
-de Menicildade e a 803003) o do parteiro do
mean o Asylo.
Ao mesmoe. ResponuIo ao officio n. 560 de
20 do cftente mez deelarando a V. Exe. que ap-
provo a deliberagAo pela qual a junta admilnistra-
tiva dessa Santa Casa contractor Theodoc Ores-
tes de Meilo pars exercer mediante a gratifieaco
de 360000 annuaes o cargo de sachristlo da igre-
ja do Paraizo que era corn igual remunera*o
exereido pelo continue da secretaria 'da Santa
Casa.
Ao commandante das armnas interino.-Sir-
va-se V. S. de providenciar pera que sejam apre-
sentadas ao Dr. chefe de policia nos dias 24, 25 e
26 do corrente, ao melo dia, 25 pragas de cavalla-
ria para manutenlo da ordem publics durante os
festejos earnavalescos ; devendo ditas praga.fi-
carem a disposioo do mesmo Dr. chcfe de policia.
-Communicou-se ao Dr. chefe de policia.
Ao mesmo. -0 Ministerio da Gucrra em te-
legramma de hontem datado, manda subsistir a
ordin desta presidencia de 18 de dezembro ulti-
mo, quanto a compra direct no mercado dos ar-
tigos de que pracisar a eufermiria military, visto
nao ter ainda faa sessibo de 14 docorrente appare-
cido concorrentes para o foruecimento de takes ar-
tigos. 0 que declare a V. S. para os devidos fins
e em resposta ao .seu officio tambem de 14 deste
mez.-Communicou-se ao inspector da Thesoura-
ria de Fazenda.
Ae inspector da Thesouraria de Fazenda.-
Para os devidos fins remetto a V. S. os inclusos
attestalios comprobativos da divida de 100A090, a
que allude a informaqo dessa Thesouraria de 14
de junho do anno passado, sob n. 40399, provenien-
te da gratifiacago reclamada pelo capitao Luiz
Martins de Araujo, por haveragenciado em abril
e maio do mesmo anno 4 voluntaries pars o ser-
vico do exercito.
Ao director do Arsenal de Guerra.-Autori-
so Vme., conforme solicit em seu officio n. 973,
de 18 do corrente, a fornecer, opportunamente, ao
pail da p.-lvora da Imberibeira a balance de qde
tract o citado officio.-Communicou-se ao com-
mandante das armas.
Ao inspector do Thesouro Provincial.-In-
forme Vmc. cornm today a urgeneia :
1.o Quantas cadeiras de ensino primario do se-
xo masculine, femenino ou mixtas acham-se em fo-
lha nesse Thesouro.
2.0 Quantas estio provides effectivamente, in-
ternamente por meio de contract e vagas.
3.0 Se para todas ha credit.
4.0 Qual o numero das cadeiras creadas para
as quakes nao ha credit.
Ao inspector geral da Instruce*o Publica.-
Respondendo o officio n. 61 de 20 do corrente mez,
autoriso Vme. a contractor mais seis cadeiras de
ensino primario do sexo masculine, alum do unme-
ro fixado pelo art 15 das instruc95es de 29 de ja-
neiro findo.-Communicou-se ao inspector do The-
souro Provincial.
Ao president da Camara Municipal do Rio
Formoso.-Accusando o recebimento do officio de
8 docerrente mez, recommend a Vinmc. providencie
nos terms do officio desta presidencia, de 8 do ci-
tado mez, para quo a Ctmara se reuna afire de
tractar dos negocios deste municipio. -
Portaria :
0 Sr. agent da Companhia JBrasileira de
Mavegago a vapor faga transportar A co6rte, por
conta do Ministerio da Gua m, Vi
esperado do norte, os voluntarios, semr corps de-
signados, mencionados na relacio junta por copia;
e bem assim o 2o cadete 2" sargento Manoel Lou-
renVo da Silva, que os acompanha. Communi-
cou-se ao commandant das armnas.
EXPEDIENTE DO DIA 25 DE FEVEREIRO DE 1884
Actos :
0 president da provincia, tendo em vista as
informacges da Thesouraria. de Fazenda de 18 e
19 do corrente, ns. 121 e 123, resolve abrir sob sua
responsabilidade, nos terms do decreto n. 2,884
do lo de fevereiro de 1862, urn credit da impor-
tancia de 3025089 a verba- Pracas de pret -do
iniasterio da Guerra, exercicio de 1883-84, afim
de occorrer ae pagamento das presta9es de vo-
luntarios e vencimentos a que tern direito os ex-
soldados do 20 batallio de infantaria, Felix More-
no de Oliveira Brandao e Manoel Marcellino dos
Santos.-Cemmunicou-se ao inspector da Thesou-
raria de Fazenda e commandant das armas in.
t :rino.
-- 0 president da provincia, tendon em vista (
expendido nos officios do coronel commandante da
armas interino e do inspector da Thesouraria d(
Fazenda de 22 e 23 do corrente, ns. 115 e 134, re.
solve abrir sob sua responsabilidade, nos termos
do decreto n. 2,884 do 10 de fevereiro de 1862, uu
credit da importancia de 1:8495995 A verbal -
Pracas de pret-do Ministerio da Guerra, exerci
cio de 1883-84, asim de occorrer ao pagament(
do pret especial relative as prestacoes devadas aoi
voluntaries que verificaram praca corn destine
c6rte e ao norte do imperio. Communicou-se a<
inspector da Thesouraria de Fazenda e ao corn-
mandante das armas interior.
--0 president da provincial, resolve exonerar 4
tenente do 2, bataliha de infantaria Jose Ignacii
, Ribeiro Reras, do cargo de agenciador de volun
tarin na comarca do Limoeiro.--Fizeram-se as de
o vidas communicacues.
Officios:


S Ao commandant das anrmas interino.-Trans
o mitto a V. S. para os fine convenientes, a copi2
- do aviso do Ministerio da Justiga de 14 do corren
a te, approvando as license concedidas por est
Presidencia ao major da praca do presidio de Fer
s nando de Noronha, Manoel Ferreira Escobar e se
Scretario do mesmo presidio bacharel Jeo Baptis
e ta Pinheiro Corte Bea, e a designsao do apitb
Sdo 140 batalhio de infantaria Claudino Marinh
Sde Oliveira Cruz s tenente Jose Joaquim de Aguia
' para substituil-os, devendo ser deseontada do
Srespectivos vencimentos a iiportancia das pass
Sens boandas so referido Aito Claudino e sm
e f ilia at o aludido p .esidio,-Officlou-ae nest
sentido ao inspector daTbheouraria do Fazenda
ao commandant do presidio.


I -Ao inspector d a Thesouraris d Faenda. -
A! vista do que solieita o inspector do Arsenal deo
Marina em officio de 23 do eorrente, ,n.118, re-
c ommendo a V. S& que'de cnfornddade,'eomn a or-
dem do Th(souo Naeion. de 21 de janeiro ulti-
me, n. 18, made paga a im de 7041do
que tracts o ineluso a pesta proveniente de di-
vexsa coneertm effectuadw na enfearia da em-
paia do e marinhiros por Vieente
Ferreira de A-a-; que Naacimento-Commani-
con-se ao inspector do Aanal de -Marinha.
Ac omenw-Sarva-seV.S.dod&odvver-re a


DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 Dz
MAR90
Alexandrina Carolina da Silva Paula. -
Encaminhe-se.


Antonio Alves Pereira. -Doferido corn
officio de hoje ao Sr. coronel commandan-
te das armas interino.
Antonino Jos6 do Miranda Faloho.-
Remettido ao Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda pars os devidos effeitos.
Guilhermina Maria de Jesus.-Nao tern
lugar per nao haver vaga.
Jos6 Teixeira da Matta Cavalcante.-
Fica prorogado o prazo per quarenta e cin-
co dias.
Jose Brindley Fox.--Sim.
Luiz Pereira dos Santos. -NIQ temrn lu-
gar por falta de vaga.
Geminiano Joaqui de Miranda.--Sim,
mediante recibo.


Sr. dotador para mandar examinar, daudo infer-
- Dr. dmininstrador do Consulado para attender.
Junta da Santa Casa-Haja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Seixas & Irmlos.-Volte ao Sr. Dr. administra-
dor do Consulado para a diligencia recommen-
dad.
Francisco Marcalino do Amaral.-Ao Sr. Dr.
administrator do Consulado para attender.
Fmreira & Irmos.-Existindo despachos em
nome dos supplicantes, cumpre-lhes provar a si-
mutaglo que allegam de mode authentic para os
effcitos requeridos.
1. Paulo Jose de Oliveira.--Entregue-se a
quautia de 600j, da gratificaAo come engenhairo
fiscal dos trilhos urbanos do Recife A CaxangA.

Consulado- Provincial


o dohicilio para a provincial das Alagoas, onde
exerce o crgo de secretano da mesma provincia,
perdeu o lugar de vereador desse muneipio ; e
pelo facto de a har-se preentemente nesta pro-
vincia ainda mesmo que houvsse obtido exonera-4
9ao do dito cargo, nao podia mais ser juramentado
no dito lugar -de vereador, porquanto somente a
simples ausencia do munieipio por tempo que ao
possa ser precisado, 6 bastante pars determinar a
perda do supradito lugar, conforme a doutrina do
aviso junto por copia do Ministerio do Negocios
do Imperio de 26 de janeiro fiudo.
Ao mesmo. Pelo officio a que respond do
19 do corrente, fico inteirado de haver Vinmc. mar-
cado de novo o dia 29 proximo -findo, afim de
proceder-se a aleiqlo de president e vice-presi-
dente d'essa Camara.
Portarias:
Para resolver sobre o assiampto do offio de
12 do corrente mez, cuampre que a Camira Mani-
cipal de Iguarassu me informed se o vereador Fran-
cisco Cesario da Mello partieipou que mudava de
domnicilio e no case negative quaes as proves ou
presumpoes que tern a Cam ra pars supper que
houve tal mudanga.
Reeommendco a Camara Manicipal de Boar
Conselho, que remetta corn urgeneia a Secretaria
d'esta Presidencia a relagao e os quadros de que
tractam os arts. 89 e 90 da lei n. 1,221 de 21 de
junho do 1875, afiue de- serem annexados ao sea
officio de 16 do corrente mez, que tern de ser op-
portunamente enviado a Assemble6s Legislativa
Provincial.
Campre que a Camara Municipal de Caranri
expeca as devilas communieag6es e de as dem.is
providencias afirn de que no dia 15 de abril vin-
douro se proceda a eleigao paras juizes do district
de paz de Tacaet6 da freguezia de S. C et:;no da
Raposa, a qual deixou de ter lugar no dia deaig-
nado conforme partieipou-me o juiz da paz mais
votado da referida freguezia.-Fizeram-se. as de-
vidas communicates.
0 Sr. agent da Companhia Bramsileira man-
do dar passage a rn pars o Rio de Janeiro no
vapor que segue amanha para os portos do sul, per
conta das gratuitas a que o governor tern direito
as telegraphists Alberto do Amaral; havendo
vaga, e no caso contrario passage de pr6a sc
houver.
0 Sr. agent da Companhia Brasileira faca
transportar a corte, per conts do Ministerio da
Marinha, no vapor Pard, chegado do note, o 2o ma-
chinists da canhoneira Affono.Celso, Antonio Fer-
reira de Carvalho, que se acha soffreado de beri-
beri, segundo declare o inspector do Arsenal de
Marinha, em officio n. 119, de 23 do corrente -
Communicou-se ao inspector do Arsenal de Ma-
rinha.
EXPEDIENTE DO SECRBTARIO
-- Ao agent da Companhia Brasileira-- S.
Exc. o Exm. Sr. desembargador president da pro-
vincia manda accusar o rec ,bimnento do officio de
V. Exe. d'esta data communicando que o vapor
Pard, chegado hoje as 6 horas da manha, dos por-
tos do norte, seguiri para os do sul amanhi as 6
horns da tarde.
Ao Dr. lo seeretario da Assrnmbl6a Provin-
cial.-0 Eim. Sr. desembargador president da
provincia mania transmittir a V. S. afim de quc
se digne de submetter opportutiamente a eonside-
ragio dessa Assembler a -copia usa do officio
de 25 de janeiro find, no q- r- juix de di-
t WWAWW-td l __ w 046s moti-
voes peles quaes ainda nao proeden-se a apura-
gio da eleiilo em 20 escrutinio, feita no 13o dis
tricto para deputado a essa Assemblea.-Comm'i
moun-se ao iuim de direito de Salgoeiro.
Ao mesmo.-0 Exm. Sr. desembargader pre
sidente da provincial manda transmittir a V. S.
afim de que se digne de submetter opportunamen
te a consideraAo dessa Assembl6a, o project d(
posturas addicionaes da Camara Municipal de
Itamb6 relatives ao aforamento dos terrenos do
Sextincto circulo de Itamb6 alludidos pela lei n.
S1,729 do anno passado e bemrn assim copia das in
formaqZes prestadas a respeito pelo juiz de direitb
Sda comrrca de Itambe e Thesouraria de Fazenda
em 10 de novembro e 17 de janeiro ultimos.-Corn
municou se a Camara Municipal de Itambe.
Ao juiz municipal da Eocada.-S. Exc. o
Exm. Sr. president da provincial manda declare
i a V. S. que nests data providenciou-se no sentid
- de ser reprouzido no lDiario de Pernaibuco,A
- edital annexo ao seu officio de 19 do correntE
pondo em concurso o provimento dos hngares d
partidor e distribuidor desse termo.


PERRUhIBICO


Assefbl a Provincial


I A V V-. n- o..rs-A' s. WIM 7mArP^wT A MIR


Setaria da presidencia, em 5 de m argo AUDA D3A .a SAVaMPAiRA uJF Am
de 1884. 29 DE FEVEREIRO DE 1884


0 frteirp,
Toagui.4wed Viegcaa

lepart4io da PoUdela
Seeglo 2.!---. 260. Seeretaria da
pohicia de Perambnuco, 5 de margo de
1884.--hm. e Exm. Sr. Participo a V.
Exc. que foram hontem recolliidos A Casa
de Detengo os suintes individuos:
A? ordom do an legado doRecife, Antoulo
Beardio mos Vicnte Fereira de Paul,
por dia eeblacs.
A' ordemn do do Santo Astonio, Manoel Joiqinm
do Sant'Anna e Sovetino Ferreirs da Crta, pov
disturbios.
PeW detegiadodterm dofBredefoiremettidoao
jiuii coete.o iuqea que prce-


V. Fix.-I^miai. e
r JosA Manoel do
?resideate da prove
v Rayvsnd7iu h


PRUMIDENCIA DO XIL SB. VMICONDB DU TABATINOA
(Continuaclo)
0 -Sr. J46 Maria (pela ordem)-Foi ums
verdadeira tempestade n'um copo d'agua a que
levantou o nobre deputado. Para pedir os docu-
mentos a que se referio, nio carecia fazer tan;a-
nho barmliho.
0 nobe deputade devia limitar-se a pedir sem
bulha eas um inada esses documented.
E' precise notar que ellUes ja eativeram sobre a
mesa, o nobre deputado rve d'ito .to,
e e alo o reoebsu foi p e o uio quiz.
0 nobre deputado qu e que sto Simplos-
nte, pois sabe que nhum valor tem Om mrefe-
rids doeummtos, qunse sehax eam men poder, e
pass L &y d V. ER. safm de fasel-o trans-
mittir aonobve deputado, quo em l dim nsda eaon-


Q...CaValtaate--Sr. P
kraubando quo a nobre eomn
do depdees do St. Anarul e M
ecer sobre a reelm so do fD.j
ostrando ser o deffitmo eeito.


lustrada comnmissito tinha que investigar se houve
ou nao razgo da parte do candidate em reclamar
o3 seas direitos, para entao dizer A Assembles
porque o protest por elle apresentado carece de
procedencia.
MAu, Sr. president, corn pezar o digo, a conm-
mniss-o nao proeeden corn iseulo de espirito n an
mneson) coin certo criterio, e etam seu animo nao
predoiniamn os sentiments de justioa. Se ella
quizesse formular um parecer consciencioso e que
ialo estivesse civado de paix5es partidarias, de-
veria ter procedido de mode minuito divers, o que
seria mais honroso para si e digno d'esta Asnem-
bl6a.
Eu, Sr. president, nale alimonto a esperanga,
nerm tenho to peouce a veleidade de supper que
serei capaz de abalar o animo da illustrada maio
ri .
Por mais robusta que fosse a minha intelligen-
cia, por mais logica que podesse ser a minha ar-
gumentaga'o em mostrar 'a evidencia dos factors,
estou certo que nada conseguiria d'aquelles que
nto querem ao menos ouvir as reclama"es de um
candidate que, quanto a mim, se acha legitima-
mente eleito.
Eu nio poderia, nem posse esperar semelhante
eousa, Sr. president, e, nestas circumstancias,
venho apenas lavrar o meu protest para deixar
bravado nos Annauses d'esta Asaemblea, que mais
am escandalo se vai praticar em nome d'esta nova
lei eleitoral, que tanto foi endeosada pelo partido
Liberal, a qualja de nada vale, peis que tern side
per elle e continue a ser calcada aos p6.
Outr'ora, Sr. president, os nobres deputados
diziam que nos conservadores procuravamos des-
prestigiar o system, attendendo s6mente As con-
veniencias partidarias, e por isso a lei nao pro-
duzia os beneficos resultados que se deviam espe-
rar.
0 SR. ESTvIeO EE OLIVEIRA-E niol ha duvida
nenhuma.
0 SR. GoEs -A culpa eatSil era nossa, na phra-
se dos nobres deputados, porque queriamos a todo
transe prejudicar os direitos dos seus cerreligio-
narios, dar ganho de causa aos nbssos amigos.
Os nobres deputados entio diziam que nos pro-
euravamos negar a entrada na Assemblea Provin-
cial d'aquelles que tinham direito de occupar
aqi uma ecadeira.
Mas, Sr. president, as scenes mudaram-se ;
n6s estamos em minoria, e o que temos visto n'es -
tas duas secoes preparatorias ? Temos visto
constantemente os nobres deputados resolvendo e -
eontrario d'aquillo per que tanto pugnavam na
sessao passada.
0 Si. FALcio-Isto 6 deelamaoo.
0 Sn. GO6s Se eu declamo, apenas imito a
muitos dos Srs. deputados que tambem declamim.
Mas, Sr. president, eatou fallando ate corn cal-
ma e usando de um direito que n'to pode absoln-
tamente ser contestado. Conveneam-me os nobres
deputados que me ache em erro; porrm antes dis-
so pense que o diploma conferido ao Sr. deputado
Amaral eoMello nio lhe pertenee.
Se os nobres deputados me convencerem do con-
trario, Sr. president, terei resignacao e at6 vota-
rei pelo reconhecimento do illustre candidate. 0
nobre deputado discse que eu declamo V. Exc. 6
o menos competent para fallar em declamaVo, e
devo dizer que nao conhego deputado que seja
mais declamador do que S. Exc. quando discutc,
exaltando-se muito mais do que eu, porque sempre
costume, embera nao seja orador, portar-me corn
calm o que nao acontece ao illustre deputado.
0 Sn. FALcIo-Issu na opiuiao de V. Exc.
0 Sn. GOEs-V. Exc. sabe que entree iguaes, o
direito de emittir opiniao 6 reciproco.
0 S. FAxLclo-Nao contest isto.
0 Sa. GOES-Se V. Exe. nao contests isto eu
tenho o direito por minha vez de chamal-o decla-
mador.
0 Sa. FALcIo-Deixenos isso; vam)s a ques-
tilo.
O Sn. GOES-E' o que vou fazer.
Sr. president, a maioria pela qual se consider
eleito o illustre Sr. Amaral e Mello, 6 uma mmra
phantasia, ou pars melhor' dizer 6 uma ereaio
phosphorica. PeVo a casa que me desculpe a ex-
pressio; que nilo vai ferir ao nobre candidate de
que tract nem tailo poueo a Assembleas de que faco
part. Use d'esta expressao, porque 6 a unica que
cable na hypothese. Quando tiver de narrar certos
facts os nobres deputados hi de ver que nlo 6
incabivol.
Sr. president, antes de entrar no deseuvolvi-
mento do assumpto devo formular a these de que a
eleicilo do Dr. Amaral c Mello, nao pode ser ap-
provada pela Assemblsa e ao contrario deve ser
nullificado o seu diploma, sendo reconhecido de-
putado o Dr. Aquiline Porto, que reune a maioria
legitima de votes, e o sen direito nao so bases em
nma ficklo como succede ao Sr. Arnaral e Meilo.
Sn. president, o eleito deve ser aquelle que ob-
tern maior numero de votes prestados per pessoas
competentes. N'este case esta o Dr. Aquiline Por-
to, e, per conseguinte 6 elle o legitimo represen-
tante do 60 districto.
Neo supponham os nobres deputados que venho
aqui fazer allegac5es falsas, ao contrario me firm
nos mesmos documents que serviram de base ao
trabalho apresentado pela ilustrada commission de
verificacio de poderes. Sr. presidents, eu li o pa-
recer da commission. Ahi encontrei urna conts corn


DESPACH03 DO DIA 4 DE MARVO
Antonio do Souza Piate,.-A' Ia seccao para at-
tender.
Zeferino Jose da Costa Valente.-Junto coshe-
eimneuto do decima relative ao ultimo somestre.
Viuva e filhos do finado Jose Faustino de Le-
mos.--Certifique-se -o que constar dos livros exis-
tentes nesta repartigadro.
Hermina de Mello Rego e Manoel Martins Cam-
peos.-Informe a la secedeo.
5
Tbhmaz do Oliveira.-Fagam-se as notas con-
venientes, considering se o peticionario come suc-
cessor de Manhonga & C. e solidariamente respen-
savel pelol impostos atrazados na fOrma das ins-
trucg6es de 27 de julho.
Barboia & Santos, Joaquim Rodrigues Duarte,
Joaquim Martins Moreira, Rocha & C, Francisco
Rodrigues dos Santos Junior, Manoel Gomes da
Silva, Antonio Paulo Botelho e Wilson Sons & C.
-Informe a la seccIo.
Antonio Bezerra Cavalcante de Albuquerque,
Manoel Joa6 do Nascimento e Candida Cypriana
Serafina.-A' la sec9do para attender.

Camara Municipal
DESPACHOS "DO DIA 4 DE MARO90
Pdlo Sr. Dr. Jos O ,orio, vereador
conmissario d e policia :
Antonio Joaquim Cavalcante de Albuquerque,
pedIndo licenca para proceder excaviu5es na rua
afim de canalisar as aguas do quintal de seu pre-
die n. 119 A rua da Aurora -Sim.
Adolpho Alves Guimarnes, para canalisar agua
para a casa n. 46A rua do Bar-o da Victoria, pro-
cedendo a devida excavageb na referida rua.-
Sim. -
Pdlo Revm. Sr. padre Mdlo, vereador
commnisswio de edifjicoes:
Augusto Kruss Successores, pedindo cordeagio
para o mauro da csaa n. 20 A rua de Joao do Rego,
enja licencga requereram, visto terem de augmen-
tar o numero de palmos requeridos.-Na form do
parecer do eugenhairo e pagos os direitos m-inici-
paes, concede-se.
Barne da Soledade, pedindo licenca para man-
dar conccrtar a coberta da cosinha e maisdepen-
deacias de sua casa n. 9 1 A rua do Visconde de
Goyauna, bemrn como pequenos rebocos no muro.-
L's oi direito*.-m! nicipaes e de conformidade
com. o que dispoem as posturas, concede-se.
Carlos Martins Correia de Araujo, para man
dar edificar urma casa de taipa n1 largo da mi-
triz de S. Lourenbo da Matta.-De conformnidade
-com o parecer do engenheiro e pagos os impostos
municipaes, concede-se.
Jolo Leyland, declarando ser na travessa da
Cabaaga n. 7, a casa cuja licnga solicits parAs
mandar substituir caibros e frechaL-Limitando-
se ao quo pede e pages os direitos municipals,
concede-se.
Jos6 de Sampaio Coelho, pedindo licenca para
mandar concertar o telheiro quo desabou e onde
tinha officina de marcineria, sito no funded do pre-
die n. 57 A irua do Barae da Victoria.-Pagos os
direitos municipals concede-se.
Maria Joaquina da Trindade, para mandar re-
parar a sua casa sits ,A estrada de rodagem na
povoasio de S. Lourengo da Matta.-Pagos os di-
reitos municipals e de conformidade cornm o pare-
cer do engenheiro, concede-se.
Saverino & Irmlo, para retelhar a casa n.8
runa 10 de Maro, onde tem estabelecimento.-Sim,
dando previa sciencia ao respective fiscal.
Seixas & Irmios, para mandar levantar muro
no oitio de sus casa n. 3 ao largo da Conceigio,
freguezia do Recife, bemrn come abrir tires janellas
no mesmo oitio e fazer part da coberta.-Obser-
vadas as posturas e pages os direitos mun cipaes,
concede-be.
Vieira de Magalhies & C., para mandar guar-
necer a marmore as duas soleiras do seu estabele-
cimento A rua Larga do Rosario, bemrn come a fa-
zer de arcada as vergas das pertas da frente.-
Na forms do parecer do engenheiro e pages os
direitos municipaes, concede-se.
Secretaria da Camara Municipal do Re-
cife, 5 de marno de 1884.
0 porteiro,
S Leopoldiw C. Ferreira da Silva


te7 UK 8. UDtrTADo-V. Em. leu as actas?
D do 0 S. G6Oa-A commiaode poderes r. pe-
aio sidente, que naturalmente examinou todo. s
aino documents, porque uao trouxe ao conhecimeBK
6.- da Assembla as. raos pelas quaes foram toms-
us does eases votes em separado ?
IOM- A commissao era obrigada a dar cents de tudo
ieam quanto enecntrou.
das 0 S. Jost MsAuL-4 ommisao s6 disse aquil-
t:l*l o que era preciso diner.:^ *
Ut i -CBMpriI coMr senu dever aspre-

6 a 0umave que a ommis-

oSt.": I- V I V l vai diner ?
wX ,A -j .usM;-. ww&'a~B'aciii~ti~t 'Z inul .t M ii *'.-1


contendo o nome do Dr. Aqui. nas oceailo d9
serem fechada estando ainxa con a tints fofse
ficaram corn um pequeno borrio par eme fiae fo-
ram apuradas em separado.
0 SRi. Josk MANiAu-Ah E' estsa expeiaa
que V. Exc. di.
0 SB. GOES--E' a explicaclo de um facto qu
aqni pode aiuda ser examinado.
UM Sn. DrmTAwO-Mas a lei ail cogita d'este
caso.
0 SR. GOEs-Eu vou 1a.
Eis aqui as sedulas (mostrando), eu peqo i As-
scmblea pars que as examine se tem algum asifs!
al6m do pequeno borrio de que fallei. Envio as
sedulas ijtmesa parn que possam se r covenieote-
mente examiuaas.
Come estas, Sr. president, si as outran.
0 Si. ANTOUNIO COIIUA E' melhbOr mostrar
todas.
0 SR. Goks-Estaio aqui (mostrando), mas asa
precise dar-me ao trabalho de examiunar una por
uma, swbmettel-as-hei A Assembl6a. Pergfunt-
se : nos termos da lei estas chapas podem ser in-
validadas ? Estes votosjpodcm deixar de ser apu-
rados? Desejaria que me respondese a nobn
commission : se ha algum artigo de lei qu autori-
se a nio seem apurado estes votos ? Por vt ta-
ra a nobre commissio desconhece ella as disposi-
*oes legacs sobre as sedulas que se devem inva-
lidar ? Haveri alguem, que corn o espirito cal-
me, inspirando-se nos vo-rdadeiros sentincutos de
um julgador criterioso, possa diser que am veto
nao deve aproveitar, sO pelo simple fact de s
encontrar na smdula internamente um pequeno
borrno de tints, que naturalmente se deu na oc-
casiao de ser fechada ?
0 SR. FALclo-V. Exe. estA censurando ,w seus
correligionarios.
0 SR. GOES-Neste momento nio seiquem eor-
religianario; estou analysando o acto da mesa e
unao quero entrar na iudagacao do motivo...
0 Sn. FAiclo-Mas a mirm conuvm.
0 SR. G6Es--Se fax V. Exc. questao disto, di-
rei que a mesa eleitoral, se auo foi obrigada pela.
violencia, quiz inutilisar o pretext que se prom-
rou para a perturba* o da ordem...
0 SB. FALCAo Entao estava amedrontada ?
0 Sn. G -E3--E suppondo que os motivos allega-
dos contra estes votes nao pldiam achar prece-
dencia em uma Assembl6a de homes que dmevem
presar a justica o o direito. E eu nio tenho rec-i.
tide quo qualquer mun dos nobres deputados, dos ad-
versarios mesmos, possa dizer que estas eedulas
estao segundo os term dale, no easo de nao ser-
aceitas.
O Sr. LovurCO DE S di urn amparte.
0 Sn. G rEs-Eu descreria da intelligence do
nobre deputado apezar de illustracio de que tern
dado sempre provas, se affirmasis que impom te um
signal, nos terms da lei um pequeno borrio quo
se note em uma sedula, feito aecilentalmeate par
occasido de ser fechada.
0 Sn. FAxclo-E' exactamente o signal da
lei.
0 SR. GOEs-Procure ler a lei.
0 SB. LOURENSVO D; SI-A lei falls cm qualquer
signal.
0 SR. G6Es-Ora, Sra., ja vt-se que, apurados
estes 5 votes do Dr. Aquilino Gomes Porto, em
vez de ficar elle corn 317 votes, ficara corn 32,
porque 317 e 5 fasem 312 : O a eoats que sci
Asaer. (Apartes).
Houve um vote que se tomou e-u separado. fe
per isso nao censure a mesa eleitoral, porqnaato
na chapa se encontrou simplesmeaute o o:nme de
Dr. Aquiline Porto.
O Sn. FALIco-Neste case nio houve cow-
pressao.
0 SR. GOES-Neste caso, nao; a mesa nuo po lia
apurar senao em separado, uma vex que faltava
um nome do Dr. Aquiline Porto. Mas isto aom
quer dizer que a Assembla, powder competeute,
nio consider o vote come obtido realmeate pelo
candidate Dr. Aquilino Gomes Porto. nuo s4 per
quo elle e o Dr. Amaral e Mello foram os nupicoi
candidates que entraram em 2. escrutino, mes
ainda porque na provincia nao ha um outroe Dr.
Aquiline Porto.
0 S. OLyxMPto Manqu-s-Nem no imperio.
0 Sa. GOss-Nem no imiperio.
O Sn. JosE MAniA-E V. Exc. conhecc todos oi
bachareis do imperio ?
0 Sn. OLYMPIe M~anqcs--Pelo Bmeo conhoco.
0 SB. GOEs-Certarncute 0 muito mais tacil
conhecer as intencues do nabre deputado ou da
commission de verificacao de podcres, do que a-
ber-sc na provincial ou no imperio ha outro bac'sa-
rol chamado Aquiline Porto.
0 Sn. Josa Mania-V. Exc. mio ouviu o que en
disse.
0 Sn. GBss-Continuo, portant, Sr. presidepte.
Apuradas estas sedulas, fiora o Ir. Aquitine
Porto corn 322 votes, e o Dr. Amaral Meillo corn
318.
Agora, cabe-mo tratar dos votes em separad,,
obtidos pelo Dr. Amaral.
0 Sn. LoUiaaso DR S--E os 10 em separado ?
0 Sn. GsOs-Vou fallar n'elles. Nibo peB o
nobre deputado que preteudo fazer urna costa
pars ter o desprazer de vir um outro que, faoiado
melhor somma, apresente um resultado difowonte.
0 Sn. FALIO--Esta 0 a grande decepco qoe
vai ter.
0 Sr. Gosm-Veremo.


JA disse, Sr. presideate, que o Dr. Aquiline
Porto obteve legalmeote, muito legitiameote,
S322 votos no 2.o escautinio da 0 d 6.0 dis-
) tricto, e o Dr. Amaral e MeUo 318.
Succede entretanto, que e Dr. Amaral e Meilo
obteve na comarea d Beserro 9 votes, tonads
em separado pelas mess eOitoraes da frige-
ias de Bezerros e de Gravat. 8e o"es vots
nio foswsem inquinados de nuuidde, per sm
dades por pessoas incompetestes, par oet. que o
Dr. Amaral e Mello tea mai 9 votos maem dM
318; porem justameute o contario diso e ob-
serva.
S Um juiz de direito, compebeadeimd mn a MIam
misswjo, naquella coumarca atepi o devw de
fazer iaiStiUaM iclas p0did"ai01, aMbr
acrifando tudo mais.


0 S.. Ano tM o Onu-Qad- a fa.
0 Sm. sG4Bs-Eu ho eai s ha be adto d'ase
just, UMas quro comeer q, ., ; qo so-
mntedesojo6firma s predpo qbio e 4 am-
tepOe 00os intOsses padtida s d
loK,em nome da qual die hmi mesigfr os
destinusq uall.ik iseia pwov.
0oS1.EUmaoo-QA i60ojisaqus V. oe.
se rdere ?
0 Sm. GOdm-E-se jWu. dsbdift 6l UvMOco-
he"idoDr. Guhenumes deo MA.
01 S. EaummO- um risusMiftmial*l
tito, muoito iatoeiu iebS biase.
0ASmadd. mdaewa IMa. .



o Dr. mumnes a per mttas pi par otr uito ash.f a
o v adamwo Omqm &--.4. 10


tn riladm' IPM lM g ob
do B l**rl' 'l~ a 'i ;'^ M ^^ i ^


"-1n








I
?


















i-


- .. ..1 ... ..I.I ., ".. -I ; I -I. m


L


--m


a qual nio posso concordar, porque 6 come se cha-
ma em linguagem vulgar-uma conts do chegar.
Ux SR. DzmTADro-Conta de chegar querem fa-
zer os nobres deputados.
0 SB. Gos-Nao precisa grande trabalho para
demonstrar a veracidade da minha asseraoo; nao
sera diffieil demonstrar que o Sr. Dr. Amaral e
Mello obteve no 20 escrutimno 318 votes liquids, e
o Sr. Dr. Aquiline Porto 317. Isso-se provara coa
os documents ue naturalmente foram affects d
illustre commission.
0 Sp. Jost M Au-Eu nio disse que V. Exc.
queria fazer sua continha de chegar.
0 S. G6BS Eu alo quero contar por era corn
aquelles votos que foram tornados em separado.
Penso que estou sendo field, e que o meu college
niae contestara ter obtido 318 votes liquids e c
Dr. Aquilino Porto 317.
Rest agora Sr. president fazer a addigio doe
votes tornados em separado.
Me paece que a nobre commission verificadors
par dar um parecr firmado na justisPA, tinha a
ob6rigao de examiner o valor dW motives qm
actuaram paa as mesa eleitones towarem em
separado eates votos.
'Ma &asim nk procedon, desprosando a questic
dog votos obtido pelo Dr. Amaraledo e queof-
ram tomrado em separado pars o Dr. Aquili


;."* w
' *
*

\


I


























tana doe 4W'u

de levar eatadims" mnate pOusoal,
a 4 6 forcoso traetar d'Ae ponto, parque iloe se
H refere ao juiz que p ecedeu i vidamente ao alis-
": tainto.
$Sa. EiumIo-V. Exc. est& n'um terreno muito
')diojo.
o S. GOSs-Pois bern, nao quero tractar do
peassoas; vamnos ao fact.
'Sr. prcuideAteh feram slietados na fruguexia de
| Bezerros 7 cidadlos que nao provaram terdireito a
S alistar-se e, mais do que isto, houve entire elles
S umn que prosurou proval-o corn documents famsos.
[on 0 mesmo succedeu na freguezia de GravatA : 2
cidadaos foram incluidos no alistamento sem di-
r reite de serem adimittidos.
Apesar das reclarna5es e dos protests, esses
homes foram conavertidos em phosphoros. A res-
S peito de todos elles foram intentados recursos para
-' a rela'Ino do district.
Mas as mesas eleitoraes da comarca de Bezer-
ros, comprehendendo que esses pretendidos elei-
tores nio podium ser recouheeidos polo Venerando
Tribunal, .tal era o escaudalo corn que form anli
lp alistados, resolve tomar em-separado seus votos,
que recahiram no Dr. Amaral e Mello.
L o Tribunal decidio unanirnemente todos os re-
~ cursos contra takes individuos e mandou.,4esalis-
tal-os.
og O0 document d'este facto, Srs. ser 0io ,tambem
para instruir a reclamaglo do Dr. Aquilino Porto.
!!1 + A Assemnbl6a deve convir que aestas decisoes
Snino p6do prevalecer o espirito partidario, ,orque
o Tribunal da Rela9eo 6 compost de conservado-
res e de liberaes, e tendo at6 tnais liberals do que
i conservadores; e n'este caso uma decisao unani-
me 6 prova .exhuberante da injustioa manifesta
l"t corn que foi procedido o alistamento n'aquella co-
marca.
Tal foi o escandalo qua aquelle Tribunal mandou
ii1 responsabilisar o celebre collector Mandin-a e a
seu irmlo, um dos alistados como falsario.
!! Agora pergunto se nao repugna a boa razao, e
it- ao born senso, quo tenha assent n'esta Assembl6a
um deputado eleito co:n votos dephosphoros ? Eis
o motive, Sr. president, porqae disse que a eleiga'o
::/ do Sr. Amaral era phosphorica.
I (Nio apoiados da bancada liberal).
.; (Sussurro nas galerias).
O SR. OLYMPIO MABQUsEst-Eat bonito isto A
masa presidida pelo depatado mais mopo.
^ I.0 Sa. PaEsIDENTE-Eu cheguei a tempo.
;| 0 Sa. GOES-Eu senti muito a ausencia de V.
; Exc. porque diz o regimento: no impedimento do
president chama-se o mais velho.
i t VOZES DA BANCADA LIBERAL-E' o 10 secretario
y quem substitute.
VOZES DA BANCADA CONSERVADOIA E' O mais
velho.
(Trocamrn-se outros apartes).
SO SR. GoEs-Sr. president, 6 precise que a As-
semblya attend barn para o preeedente que vai
Sfirnmar, porqae sera o que vulgarmente se chama
iuna faca de dous games que fere a n6s ambos.
Dar-se-ha o absurd, Srs., da eleieao do poder le-
gislativodepender da vontade'caprichosa dos juizes
de direito, e 6 justamente a hypolhese em ques-
talo. Qualquer juiz de direito pode veneer uma
eleigao por maior que seja o numero de eleitores
adversaries, mandar que requeiram quantes in-
dividuos houveremn na comareca de suan parciali-
dade, os aliste, expedindo diploma a todos, embora
que nao podessem ser alistados.
E deste molo, os votos dos eleitores legitimos
scrao excedidos pelos desscs eleitores phosphoros.
SJA vc a casa que o precedent 6 terrivel.
0 SR. FALCAC-Nao acho convenient a expres-
sao phosphoros.
0 SR. GoEs-Oh! E' um tcrmo admittido.
E como se aceitar os votos d'aquelles que o
poder competent declaron incapazes de votar. 0
que succederia ? Justamente o que acabei de di-
'pn zer, que o Dr. A.maral e&tU eleito per votes dos
phosphorus 8 nao dos eleitores. (Apoiados e nao
Sapoiados.)
Senhores, ainda vou apreciar outras nullidades
i, muito importantes que invalidani a eleicio do Dr.
'1 Amaral e Mello.
4 N6s sabemos que a base de qualqucr process
^ eleitoral 6 a nmeza, que nio sendo legalmente orga-
nisada, torna um'A eleiao toda viciosa e que nizo
I5pde produzir os seus effeitos. (Apartes).
Se V. Exc. provar que tave mats votos, nano di-ei
tmais uma palavra.
uJa disse, Sr. president, que o Dr. Aquilino
1* Porto teve 322 votos e o Dr. Amaral 318.
- Mostrei que este numero e6 podia ser augmen-
t; do corn os votos dos phosphorus da comarca de Be-
zonros.
?^ Ora, provado que esses nove votos nio podem
.*. ser coatados pars o Dr. Amaral e Mello, flea este
ai simente eo~n 318.
Mas o que ha ainda ? Um voto tornado em se-
parado, do Dr. Amaral no 10 district da cidade
da Victoria ? Eu nio quiz fallar n'este voto por
- || que nio influia pars minha somma.
S:0 SB. JosE MAInA-JA fallout.
0 SB. GoEs-Nino fallei.
SNo primeiro district da Victoria foi tornado um
: voto em separado obtido peloDr. Amaral,e isso cons-
-ta das actas, porque estava escripto corn papel ecr
dc rosa. Crcio que essa chapa devia sor preseate A
commission. Papel branco e anilado diz a hei, por-


; tanto o voto escripto em papal cor de rosa nio de-
- via ser apurado promiscuamente. Mas eu conce-
- do esse voto ao Dr. Amaral e Mello, nio fao ques-
tao d'elle; e estimo mesmo que a Assembl6a de-
clare ser aceito urn voto escripto em papel c6r de
rosa.
r Ageora voltemos a outro ponto de que me oecu-
pava, estabelecendo como principio ser viciosa a
eleicao, desde que a meza nio foi organisada re-
gularmente, porquanto 6 esta a base do proceeso
S eleitorlJ.
Da reclamaginao do Dr. Aquilino Porto-attenda
bem a casa, costa e esta provado que a eleicio
-- do 2o district da Escada, onde oDr. Mello teve vo-
tagio superior ao outro candidate, nae pode deixar
Sde ser nulla por ter se dadojustamente o que aca-
bo de dizer.; e ainda se pode nullificar o diploma
do Dr. Amaral e Mello.
Senhores, a mesa eleitoral do 2' district da Es-
cada, nao foi organisada regularmente; nAo se
compondo de membros conform exige a lei.
0 40 juiz de paz em vez de chamar para corn-
pletar a turma dos juizes de paz eleitoraes, cha-


mou os immnediatos em votos.
0 SR. JosI MAIA-Quemrn fez isto?
O SR. Gons-O 4o juiz de paz.
0 SR. FALCIO E' um correligionario de V. Exc.
0 SB. Gons -Eu n io quero saber disto.
0 SR. FA&LcAo-Pois lhe devia merecer today a
confianna.
O SB. Goes-Dizia, Sr. president, que o juiz
de paz de que se traeta ema vez de ehamar el seito-
res conforme a lei determine, fIt o celitrsrio amn-
vidando o immnediatos em votos para completar a
turma dos juizes de pa.
Entretanto o supplente que eomapareeea eomple-
tou corn un eleiter a oa turn oem cuvida o
3o supplente qune nio podia dduar deo eabMina-
do. Das aetas se v0 que este cidad o esttWma pe-a
+ sente e at votou sea f#er part d nmea.
O Sn. Jost MAnIA- Como di V. Xx.e,.?
0 Su. Goss -Dio que o 30 s o 'te, n& po-
Sderia deixar de ser p pre do
mesa desde que se aPh*sya -a -
via ser preterido por um eeite, perque the e m-
petia ser chamado.
Ora, soeiso unao iAUe idacy entio em i bsei
o que mejax mesa eleftwfl -i etb! B iftd
Segundo a lei 0O8 's- rw d w VAN* i IFow -
sen estlitaidos, seoAto l tee e' m k ls
.daitiisdfa i tse"Ql w
H Li l VMJ ML" U O,'f^'T '"11 '*'*A'' Ill'l^ L^^^ji'_ a* 'i" "Tlail~ 1ii*i '


D)epo*s, soibe* -a lei -elraeftte diAn que a
acts, ad p6de er lavrada ilou eserivkio de paz,.
que quando porventura nao haja eacrivao de paz,
seja nomeado um ad hoc. .
Agora pergunto-en: una mesc qnue foi organi-
sada corn membros ineompetentes mesa em q iA
gura como eerivilo de juiz de paz num dos seas
membros pode ser eonsiderada legal ? De certo que
nao. 'aa ieataeO <(
o illustre Sr. Amaral n'esta eleigao, nao podem
aproveitar a S. xBic.
Se por ventura eu foses junta aparadora, nno te-
ria attendido a authentic da referida mesa, por-
que a lei terminantemente declare que as juntas so
devem aceitar as authenticas das mosas orgaisa-
das conform a mesma lei.
UM SB. DEUTADO-De accord.
0 Sa. Gong-Ora se issoe verdade o Dr. Ama-
ral e Mello ainda por este motive nao 4eve ser re-
conhecido.
Nota-se pela authentiea da junta apuradora quo
nio Ihe foi present a do 3o distrieto da Escada.
(Apartes).
Eu na o faro insinuaeoes, mas nao sei se a mesa
electoral do 3o district da Escada teria feito isto
de proposito. Nio creio. Mas 6 certo quae faltou
a authentic referente a esse district. Esta falta
corn tudo 6 supprida corn a certidio que eu offereco
n'este moment e que pode ser verificada pela As-
semblea.
O Su. Jost MAIA--Quantoa votos teve demais
ahi o Sr. Aquilino Porto?
O SB. GoBs-Pareeo que 2 ou 3.
0 SB. Jost MaBiA-Pois eu cedo estes 2 votos
para elle. Quero fazer todas as conaceess5es.
O Sa. GoEs-Duas portanto sio as questoes A
resolver.
Na primeira hypothese, nio se reconhecendo o Sr.
Amairal deve-se mandar- proceder A uma nova elei-
9ao, isto 6, a>o se contando os votos tornados em re-
parado nm comarca de Bezerros pelos motives que
j'A expuz.
Na segunda hypothese verificando-se que foi il-
legal a organisacao da mesa do 2o district, e sen-
do por esse facto nullos todos os scus actos, 6 claro
que o diploma deveria ter sido conferido ao Dr.
Aquilino Porto e nio ao seu competitor.
Em tal caso nao se annulla um diploma, porque
iSso s6 acontece Aquelle que temn o direito de ob-
tel-o.
Deste facto ja temos exemplos na camara dos
Srs. deputados, e eu citarei o precedent que se
deu em relacao ao 9o district desta provincia, em
que foi diplomadoeo Sr. Shares Brandio: a camera
nio mandou proceder a nova eleicao e antes reco-
nheceu o Sr. Dr. Alcoforado, que nio tinha diploma.
JA se v0 portanto que a Assemble6 a tern compe-
tencia para proeceder de um outro modo: se decre-
tar a nullidade do 20 district da Escada, deve re-
conhecer o Sr. Aquilino Porto: e se apenas na'
apurar os votos obtidos pelo Dr. Amaral e Mello na
comarca de Bezerros, entao tero de mandar proee-
der A nova eleicao.
Neste sentido, eu tenho de apresentar uma emen-
da, embora saiba que nao terei a felicidade de ser
aceita pela maioria; mas em todo o caso flea re-
gistrado o seguiate precedent: que nesta easa foi
reconhecido um deputado corn votos de phosphoros
e nio corn o sufiragio dos legitimos eleitores que
este deputado s6 teve maior numero de votos, por-
que Ihe foran contados os d'aquelles, que nio fo-
ram reconhecidos eleitores pelo powder competent.
Tenho dito. (Muito bern).
E' lida, approvada e posta conjuntamente em
discussion a seguinte emenda;
,a N. 1. Considerando que 6 nulla a elicifao pro-
cedida na 2a secio da parechia da Escada por
nao ter sido a respective mesa organisada de con-
formidade corn a lei: 1o porque o juiz de paz pre-
sidente convocou parn mesarios da turnma dos jui-
zes os seus 10 e 4o immediatos, e para mesarios da
turma dos suplentes couvocou o seu 2o immediate
e um eleitor; 2o porque fuaccionou como escrivilo
de paz um dos proprios mesarios; 3o porque nio
nao consta da hora em que teve lugar a orgaunisa-
io da mesa;
Considerando que sao nullos os votos tomados
em separado ao Dr. Amaral e Mello de 9 eleitores
da parochia de Bezerros, por term sido eases elei-
tores eliminados do alistamento pelo Tribunal da
Relacao;
Considerando que os factos allegados se acham
comprovados pelos documents exhibidos pelo Dr.
Aquilino Gomes Porto;
Considerando que nio podium ser contados pela
junta apuradora os votos da eleicao da 2 seecao
da freguezia da Escada, devendo portanto seo ex-
pedido diploma ao Dr. Aquilino Gomes Porto, que
tinha obtido major numero de votos do que o Dr.
Amaral.
E' a commisseo de parecer que seja annullado o
diploma coaferido ao Dr. Amaral e reconhecido o
Dr. Aquilino Gomes Porto, procedendo-se na for-
ma do art. 8 do regimento.-Goes Caalcainte, Olyu-
pio Marques.
0 r. Arruda Palao--Sr. president, a
casa acaba de ver os ingentes esforios emprega-
dos pelo meu college, deputado pelo 60 district, e
que faz parte dca minoria opposieionista, preten-
dendo demonstrar unea proposico falsa em todos
pontes pon que se enoare; o seu esforno, pornm,
se justifica, perque 6 um tribute A generoaidade
do arnigo, que expontaneamente cedeu-Ihe o pri-
meire escrutinio.


0 SB. -Gons-Eu poderia dizer o memo de ou-
tro, que pagou generosamente a eleicio do 8r.
Amaral e Mello.
O SR. FALCAO-Eu leavo as intengdes do nobre
deputadoe louvo tambem o procednmente do sen
correligionario, mas ao mesmo tempo lamento qae
a generosidade deste tivesse vindo estabelecer o
arrefecimeuto alli, onde O devia haver enthusias-
pio, alHi onde tinha-se quasi que jur#Ao, que a po-
litica nio teria entrada.
O SR. OLYMPIOI MAQUES-E 6 bom tractar da
question por este lade; creia que vale a psna.
0 SR. FALCAO Sr. president, mais uma vez o
dig6: o nobre deputado acompanhou perfeitamen-
te o corpo A sepulture e botou-lhe a ultima pA de
terra: louvo-o por isto.
0 SR. GoEs-Eu nao sou responsavel pelos vo-
tes que assassinam.
O 0 Sa. FALcXo-Mas lamento que V. Exe. nos
seuscvaos estoiVos neo tenha adduzido nesta casa
uma .6 prova sBria, que podesse levar a conviccio
a qu4lquer espirito, sequer, de que o Sr. Dr. Aqui
lino Porto pode ser actualment e eandidato i una
dlestas cadeiras. Lamento, 8r. president, parque
p torn emphatico oom queV. Exc. levantou-se, as
puas declamacges... '
0 SR. ALFREDO CORREIA Isto 6 florelo de rheto-
rica.
0 SB. FALclo-MAo, silo ligeiras eonsideracees
pecessarias ao assumpto.
0 S8. N-o-JA considerou o Dr. Aquilioo eemo
um defunto.
SB. FALClo-... as suas deelauaes pare-
giam que ti"nbms unioam ute rfmdei"rar aBme-
pos 41= do Dr. Ament
pos trmsparee, qando a e d Dr. Aifa
pie egav, metapt ei xpugada de viciss
Vios eoforgos ; S. 'xc com toda a ua eloq1E"
PAo conyeeeu a sagm.
Sr. prepidente, as 4toW do que os flrlors da
ch rica, p4is ato do q Itoa q1 0oweia
fila V logioa ftiM o" -Agari.pplL ito bwn)I
O Sn. GoBa- iM40 quo sjro er, -
0 S,- FALco-Entrehanto, .Oqe u. t eo
inao quero dizer quesoe 1H. mmtiroo da WuoI
M CoP-MV4 We45ade. ua- CsaO a ivomw -
pofme.; quero epenas dixer ggf q ', *;eqsfwia|
d4.e,.'


OlBM ch'.-..-
6 Po9 pr i, a todoaos meae cdIga qoe, ven-
d0o a&cta daanft apuradora....
0 Ba. AwTroio CoaRUE--V. Exe. pega as actas
parciaes.
-O SB. F LAo-... iue contend em si o resume
dei tod asacis.cas..
0 SR. GoEs-Pode nao estar muito exacta.
-0 SR. ATroaro CoaaRu-V. Exc. disse que hou-
ea1e sw u asw; vawB wrs asetapatreiea.
0 SB. cLo-Honvt erro de somma.
o SB. G6sS-Oa erro de somma; 6 o caso de re-
corrermos as actas.
0 Sa. FALCco--Se Vv. Exes. exanminarem par
eoas os diversos algariamos, hio de ver que coin-
cidem corn os que offered o A eonsideraclo da casa,
e chegarlo ao seguinte resultado : que a somma
total da ao Sr. Dr. Amaral e Mello, neo uma
maioria de 2 votes, como Vv. Exes. suppuem, mas
sim uma maioria do 13 votos, maioria por certo
eonsideravel...
0 SR. G6s-lIsso era bonito.
O'SR. FALQAO-... e que nao da direito a que
se diga que 6 um candidate phosphorico, sendo ao
contrario um legitimo representaute do povo e'lue
aqui entra pela port larga, corn o memo direito
que n6s outro.
0 SR. ANTONIO CORnEIA-Vamos ver as actas,
as authenticas; prove corn ellas que S. Exc. teve
esses votos.
0 Si. FALcAo-Eu o provarei e direi memo aos
meus nobres colleges que, compulsando as actas,
a nio ser que haja alguma que tenha sido ras-
pada.
O SB. A.roSIo Co.m-I-As actas authenticas
estAo aqui na casae; V. Exc. pode pedil-as.
0 Si. FALcAo-Faltam daas. Mas dirci aos
meus nobres colleges que, atnda mesmo assim,
analysando cada uma dessas actas, o que Ss. Exes.
poderao fazer e nao eu, parque ja o iz...
0 SR. Gs-6ES-Mts V. Exc. deve-o fazsr para
se convencer.
(Ha 6utros apartes).
0 Sr. FALCXO-... e nao eu porque jA o fiz na
oceaslao em que tive de estudal-as para dar pa-
recer e memo nos jornaes do dia quando publica-
vam o resultado parcial...
0 SR. G-6Es-Mas os jornaes do dia naio sao ba-
se para a discusselo na Assemblea.
0 SR. FALcO-Mas V. Exc. me ou.a... fil-o
mesmo compulsando a acta da junta apuradora,
e fit-o mais ainda compulsando cada uma dessas
actas. Esta C a grande sorpreza de V. Exc. e
para isto e que peco a attencIo.
0 SR. ANTONIO COREmt -Vamos vcr as aetas.
0 SR. FALCAO-Consta das actas que o Dr. Aqui-
lino Porto obteve em Bezerros 51 votos.
0 SR. GOEs E OUTROS sEN.ioREs dao apartes.
0 Sit. FALcXo-Oh senhores Se eu affirmo a
casa que estas minhas notas foram tiradas de ca-
da uma dessas actas ?!
0 SR. G6ES da um apart.
0 SR. FALCAo-Foi por isto que V. Exc. errou,
ou nao se quiz dar ao trabalho de verificar a som-
ma feita por seus amigos.
0 Sn. RosA E SILVA dAi um aparte.
0 SB. FALclo-Pelo que estqu vendo os nobres
deputados estao no firme proposito de nio me dei-
xarem fallar. Nio pedirei, porem, A mesa para
garantir-me A palavra; porque Ss. Exes. devem
asber que jamais deixarei que os mais nobres de
meus direitos esteja A mercer d'uma minoria ca-
prichosa.
Eu, portanto, continuando digo : leadd) obta-
ve o Dr. A. Porto 51 votos em Bezerros e o Dr.
Amaral 48, sete em separado ; o nobre deputa-
do consult as actas e veja. Obteve em Gravat;!
o Dr. Aquilino Porto 40 votos e o Dr. Amaral 37,
e 2 em separado. (Continia a ler) : ( Na Victo-
ria, Dr. Aquilino no 10 district 59 ; Dr. Ama-
ral 69'e 1 em separado. No 20 district Dr. Aqui-
lino 22, Amaral 20. No 3o, Dr. Aquilino 26, Dr.
Amaral 26. Na Escada : no lo district. Df.
Aquilino 66, Amaral 45. No 20 Dr. Aquilino 6,
Dr. Amaral 11. No 3o Dr. Aquilino 21, Dr. Ama-
ral 19. No 40 Dr. Aquilino 13, Dr. Amaral 49. a
Ora, V. Exc. made sommar por quern quizer,
pelo melhor calculista. Se o resultado nao f6r 318
votos para o Dr. Amaral e 307 para 9 Sr. Aquilino
Porto, eu mando queimar todos os livros de arith-
metica que tenho.
VOZES DA BANCADA CONSERVADORA--Trezento0 0
dezesete.
0 Sn. FALcXo-Vv. Exes. diminuiram pois una
dezena de votos ao Dr. Amaral. (Apartes).
Eu nino sei, Sr. president, se se pode discutir
coat mais lealdade, corn mais franqueza do que es-
tou fazendo.
Eu aceitei todan as proposicZies apresentadas
poe Ss. Exes. Tenho aqui dous distinctos repre-
sentantes, dons colleges que fazem political active
no 6' district. Vv. Excs. deviam tambem ter
tornado nota do resultado de cada unea das elei-
95s parciaes. Baseei-me na acta da junta apura-
dora composta de correligionarios de Vv. Exc. Os
dados que apresento form tirades da acta da
apuracano; fiz a somma; mostro a Vv. Exes. que
cahiram em erro palpavel de somma, e Vv. Exes.
ainda querem sophismna !
0 SB. EmsVTiO DE. OLVEIRA-E' que elles som-
maram pelos dedos.
UM Sn. DEPUTADO-Nos dedos neo ; en quero as


actas.
0 SB. FALcXo-Eis, Sr. president, a que ficou
reduzido o grande eastello de que o Dr. Aquilino
Porto tinha obtido 317 votos e o Dr. Amaral 318.
O Sn. Nmo-Pela arithmetic political.
0 Sa. FALcAo-Ora, nestas condiqies, pergunto
ainda uma vez, quern m6 o legitimo representante
do 6o district ?
Eu lamento que o Dr. Aquiline pleiteando uema
eleiciao nito se podesse fazer eleger; lament que
elle tenha perdido a confianua de seas commiten-
,tes.
-44k. Rosa Bw &W*.N- lIo poiado, -ao perdeu.
O SB. FALcAo-Agqra, senlhores, per falso colle-
guismo, Iquerem iummolar o verdadeiro repre-
sentante, unico eleito em 2o escrutinio peloe circulo
da Escada.
Eu li e estraahei a .petiqo dirigida aesta As-
semblea pelo Dr. Aquilino Porte. Vindo-me logo
a mente o que se deu no Rio do Janeiro, corn certo
cidadao quo queria a todo transe ser um dos de-
putados por Matto-Grosso.
O Sn. RosA E SILVA-Lembrou-se mal.
0 Sit. FALcXo-Apesar de conhecer a eleico,
quiz coutpulsaar os documents, e entio, Sr. presi-
deante, ni toi que eases doeumentos vieram corrobo-
rar o me a modo de pensar.
Sr. president, 6 necessario que nos conveae-
mos que o reconhecimento de poderes de deputa-
dos 6 uma quest&o muito s6ria, em quo a conscien-
cia e a political devem star de aceerdo. Nio de-
yen to-se nmunca, por falsa s principios partidarioas,
mamullar diplomas de Ideputados legitinamento
eleitos, sobre os quaea seo n eo p6de levantar a me-
nor davida.
Os nobres deputados opposicionistas nua su fi-
n, partdkkaria, io tern envidado para l erex er:I
qu ha" duvidasobre a eldigo d' OD ditricto.
Mae4 pam de Vv. xes. quereremm demonstrar
qu n s opuiamos a lei; qae queremos a tod
transe dar gi h (eahta f t mg to
nossa conoaeapeq pormanwoie UIXaq~k &8ia,3
portanto, ft, presidente ae :*asl~ *obiwa d-.ultdos-B1
gtopeasaem ser jnto4, de cetto -quo -A ab i^
ponta aiellei*~ do 4r; Dr. Amaral e fo n
poMO A j dessoo legitlno repdeo'ate

lUx SB. DpnTAix-No- bM&ta diaer"Ai., A


vesse aeotecido.
o Sa. FLCO-S. a4r.-


I iiwvep$ano; inuit(
, i to aind a"E
sftp u diatrieto d
U8i;o deputado,
)rs ilino corn 31
! tanVi to o Dr.
lSnllltfi o unico
^lSp~ltinio.


s.e a poi a.
C1-ria #inda o Dr.
cva cojw30, e o

dllo sl datrietiao em
-,40 0 ijtxicto em


I En&. president ae.astimtindou'eetas eoa-
sidersis, 6 por que tm oao metbroi da 2a eom-
mnisaaso de veriflea.laeao edoer, nafoliquei satis-
feito corn a insinuaao a* q iaaada n'este tapete
de que a political ia ser o movel do nosso procedi-
mento, quando Sr. president essc movel predomni-
na justamente ua bancada opposicionista, que
quer a todo transe dar ganho de causa a um cor-
religionario seu. (Apartes da bancada couserva-
dora).
Quererio por ventura os nobres deputados que
066 aceeitemos os seus erros como verdades prin-
cipalmente vindo decidir da sorte do nosso correli-
gionarie,legitimo representante do 6- dist-icto, afirm
e deixar quo entire p-la port estreita o candida-
'to conservador?
O Sit. OLYMPIO MARQUES-Nio queren3s isto;
qaueramos justi9a.
0 SR. A. FALclo-De certo que nio era isso pos-
sivel.
Quaato Sr. president is accusa5ces feitas ao
digno magistrndo que dirige a justiga da conarca
de Bezerros, eu supponho que ellas foram maqui-
nadas por que esse funecionario, procurando curn-
prir corn o seu ever, prejudicau os interesses
do nobre deputado, (Nio apoiados da bancada
conservadora) e o nobre deputado quo so atirou
assim sobre este magiistrado unicamente por que
teve uma sentenja sua reformada pela RelaIao,
nio se lembrou que omesmo em seu district ex-
iste um juiz de direito de quern jA tive occasiao
de occupar-me n'esta casa, analysando os actos
por elle-commettidos n'umra lingnagern que me
nio 6 habitual, mas que era a unica necessaria
para pintar urn juiz inconsciente que se manten
e ha de continual a se manter naquella localida-
de e que naturalmente mais tarde ha de occupar
um lugar na Relagao.
Sr. president eu nio sei qual foi o argument
do nobre deputado, o unico que fieon de p6. Eu
quero que elldie me aponte um s6; sc por acaso eu
nao chegar a refutal-o, cemprometto-mne t. nao ac-
eeitar o voto que S. Exc. prometteu dar ao nosso il-
lustre amigo o Sr. Dr. Amaral e Mello.
TerminandoSr. president cspero que o nobre
deputado calmo e moderado como 6, refletindo
sobre o que acabo de dizer, vote pelo reconheci-
mento do Sr. Dr. Amaral e Mello.
0 Sr. G6em Cavalcante-Sr. president,
en quero implemented dizer a casa quo o nobre
deputado que acaba de deixar a tribune nio an-
doa inuito correntc na conta da votos que procuroa
fazer.
Pela acta geral da apurartno ve-se que o Sr. Dr.
Amrnaral e Mello obteve 299 votos e 10 em separa-
do, o Dr. Aquilino Port o 296 e 4 cem separado ; niao
so addicionando os votos do 3o district d-a Esca-
da cm que obteve o Dr. Aquilino Porto em nume-
ro de 21 e outro em separado; e 19 oDr. Arnmral
e Mello.
Nito quero affirmar isso s6mente pola minha pa-
lavra. Quero que venham as authenticas para que
em face d'ellas a Assemble-i verifique qual foi a
votacao que recahio em cada ium dos candidates.
Eu ja disse que nao hesitaria em votar pela clei-
cIo do Sr. Dr. Amaral e Mello, se se me provasse
ter havido engano da minha part na sotammii dos
votos.
Pondo de lado todas as questues, nio tenho du-
vida em votar pela eleiiao do Sr. Dr. Arnaral c
Mello, se por ventura do exama das authenticas
verificar-se que S. Exc. teve effectivainente mais
votos quoe Dr. Aquilino Porto.
0 Sit. FALCXOc di um apart.
O Sn. G6Es-0 nobre deputado aontesta que a
miniha somnma esteja certa, e articula que houve
urn engano da junta apuradora ern relag.o ao nu-
mero dce votos, o que cumpre fazer a Assembl6a ?
Examinar essas authenticas, o (Iqe 6 facil e minuito
facil. Peco a Assemb6a tenha ao menos a gene-
rosidade de me canceder isto para conscienciosa-
mente votar pela eleilio do Sr. Dr. Amaral e Mel-
lo; made vir essays authenticas que preciso exa-
mina&l-as.
0 SB. FALclo-M.as V. Exc. nio confia na junta
apuradora ?
0 SR. G6Es -Confio muito.
O SR. ANTONIO COmREIA-Mas o nobre deputado
acaba de dizer que ella errou a somma.
0 SR. FALOAO dia um aparte.
0 SB. G6Es-NIo ha interesse em errar nas par-
cellas e.ha interesse em errar ona somma?
Ora, senhores, essa junta aparadora aecunsada
por ter errado. Perguatarei eu agora, de que lado
esta a verdade ? Eu tomei nota de todas as vota-
gues do 6" district, que estio de accordo corn as
allegacoes do meu distiucto amigo, o candidate
que reclama a nullidade do diploma do Sr. Dr.
Arnaral e Mello, nos dous interessados por conse-
quencia na materia verificamos que a differenca
que tern para mais o Dr. Aquilino Porto do Dr.
Amaral e Melo, 6 apenas de 3 votos nio incluidos
os votos em separado de Bezerros.
O Sn. ROSA i SLvAv-Eu 10 minutes liquidamos
as questoes ; venham as actas.
O Sn. G6Es-O nobre deputado diz bern; a As-
semblea deve proceder corn iaencino de espirito e
fazer justica.
O que 6 que manda o regimento ? 0 regimento
manda que a cotmmissao verifieadora faca o seu
trabalho pelos diplomas e autheatieas dos cohle-
giOs.
Ora, nota-se um engano nos trabalhos da junta
apamadora, engano que tanto pode ser favoravel
ao nobre deputado, conoeao Sr. Dr.' Aquilino Porto
o que cumpre entao fazer ? Mandar vir as au-


thenticas, porque por ellas 6 que se verifica o
erro.
Por isso 6 que o regimento muito sabiamente
diz que a verifiwao deve ser feita de accord
corn as authenticas e os diplomas, foi porque teve
em vista evitar enganos desta ordem.
Eu nio creio que haja enganos, mas o nobre
deputado affirm. Enfino venham as authenticas
para sabermos quern tern razio.
Mas, Sr. president porque razio esta difficul-
dade em mandar-se busear as authenticas para
provar-se o que se diz ? Onde pode haver ma f6,
da minha part, quando peeo a exhibigio do doeu-
mento legal, ou dos nobres deputados, que se
oppoem a que venha esse document ?
. 0 SR. FALcAo-Ahi estAo corn o Sr. Dr. Olym-
pic.
(Ha outros apartes).
Sr. GoEs-0 quo" aignifica isto ?
0 Su. FALCXO-As aathentieas ahi estao.
0 Sn. GES--Onde estao que nao as vejo ?
0 SR. OLYMPIO MAxRqUns-Tenho aqui 4 authen-
ticas; faltam as outras.
0 Sn. FALcIo-Para as outras V. Exc. temrn os
jornaes.
0 S. OBS--Oh! os jornaes!
0 Sn. OLYMPIO MARQjBS- Ella s&Io 9; faltam 5.
O S1. JAcomiA--Mas quern quer contestar vem
preparado corn aprova.
OSa. G^fl- Sri.! Adtiraquoe o nobre
.9putado, eu quern folg> de meonhecer mw -ea-e
rit0 semprW jMto, e dspout a atnr mar
que tem raxi,, contest que eu esto no mo di.
r.itopdimVo e auA.nw6an auwa& vim as au-
t hetatfa qtup deyflm estures- eact.a para por ellaa
oerifican-se o engano, de q ue falls o prpuo de-.
eo, qV 4d10" a isaq do 8r. AmarI e
Uengo, qaow -ae pode Ba dwA truido -an&
A no podia ter feito iat 4reitbal
Xhos senuo do accord. coin as anthentioaar-u
Mu* *b asea.be ?, -o 8W. Dr. Aav* fc= o
.t6J itifluanuntc cswviqpido 4o.'qn-6 e ~lewfti do.*


probatorios
*"atos?


-a ML, q,mZi J r M sW AW 'aerauarny.L a.
eafi p snaa causa raw'isqae o-adiamlnto
de urn dia possafaael-a perigSr. "
.. nE n me fo? 'onedido, fique mais registra-
do-'este facto awormal e strAnhavel de negar-se a
auwdeputado o0 documeato eisteates em aen
p-derpara eselarecer uma duvida Sobre negoeio
de interesse pnblico.
Cada um proceda como entenier, que en julgo
ter assim cumprido emeu ever.
You requerer o adiamento. (Maito bern).
E' lido, apoiado e posto em discussio o moguinte
requerimento:
N. 2.-Requciro o adiamento da discusslo
at6 amanhiS logo que sejam presented as authen-
ticas da eleiae d o6.o districto em 2.* escrutinio.
Ges Cavalcate.
(Continua).

1881.-Projecto-n. 3
A Assemblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco, resolve :
Art. unico.-Fica suspense desdo ja, at6 ulte-
-rior resolug.o desta Assemblea, a execuao do
art. 16 da lei n. 1,786 de 27 de julho do anno
proximo passado, e das respectivas instruc5es,
expedida, pelo president da provincia.
Revogadas as disposipies em contra rio.
Sala das sessoes em 4 de marco dei 1881.-De-
m )crito Cavalcante. Nilo de Mirauda.-Antonio
Correia.



REVISTA DIARIA


- AssemnbI6a Provinacial Funccionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Barao de
Itapissumrna, havendo comnparecido 31 Srs. depu-
tados.
Foi lida e sern debate approvada a acta da ses-
sio antecedents.
0 Sr. 1o secretario procede a A leitura do so-
guinte expediente :
Urn officio do scretario do governor, remetteudo
o balance corn os-respectivos doeumentos de re-
ceita e despeza do exercicio de 1882 a 183 dci Ca-
mara Mudicipal do Recife, c bern assim o codigo
de posturas c orqarnento para o exercicio dc 1894
a 1885 da Camara Municipal de Afogados de In-
gazcira.-A' cominissao do oramnento municipal e
de posturas.
Outro do mrnesmo, enviando 40 exemplares do ro-
latorio do engenheiro chefe da reparti<'to das
Obras Publicas.-A distribuir.
Outro do mnesrno, cnviando 40 excmplarcs ido
relatorio do inspector do Thesouro Provincial e 40
do orcamento para a receita e despeza da provin-
cia no exericieio de 1881 a 1885.-A distribuir.
Outro dlo mesmo, enviando 40 exenplares do
balancete da rcceita c despeza da t)rovinciat, re-
lativo ao 1 sinestre do exereicio dc 1883 a 18.1.
-A distribuir.
Urna p)ti Io de Joaquim Manoel ,ol ()livcira e
Silva, professor public de Ti.ipi), re(qiue'reilo
'que sua cadeira seja considerada dc 2' entramincia.'
-A' commissito de lustruccao Publica.
Outra de Ernestina Victorina Bcrantger, profes-
sora public da escola mixta da Batallia, fregue-
zia do Muribeca, requerendo ser considerada do 2a
enitrancia a sart cadeira.-A' comrnmissaio do Ins-
trueNIo Publica.
0 Sr. IDeinocrito Cavaleante justificou o seguin-
to project, que foi a impriutir a rcquerimncuto sen
no journal da casa :
N. 3.-Suspcndendo a exccuciIo do art. 16 da
ei n. 1,786.
Foi lido urn rcquerimentp do Sr. Barno de Na-
zareth pcdinda inforrmanues sobre o cstado dos en-
genholis centracs de Cucambuca e Bom Gosto. fi-
cando sobre a mesa para ser depois discutido.
Emn seguida foi lido urn pareccr da commissao
de constituicIo e po-eres coneluindo pela nullida-
do do diploma confcrido ao Sr. Dr. Francisco An-
tonio Regueira Costa e reconhecendo eleito o Sr.
Caudido Ladislla dc Azcvedo. Orou pela ordem
o Sr. Antonio Correia. Por dcliberacao da mesa
foi o referido pareeer a imprmirni no journal da casa
bern comoa requerimcnto do Sr. Olyinpio Mar-
ques os documents a que n'clle se rcfere a corn-
missno inclusive as actas das e cicues cujas an-
nullacues foarn propostas.
Votou-se e foi approvado, dcipois de orar pela
ordem o Sr. Antonio Correia, o reqicrimnento do
Surgencia do Sr. Lourengo de So para ser discuti-
do e votado o parecer adiado, reconhecendo do-
Sputado pelo 9' distrieto ao Sr. Francisco Tiburcio
-Paflino de Mello e Silva.
Entrando em discussion o referido parecer, ora-
ram os Srs. Democrito Cavalcante, duas vczes,
Jes6 Maria que pedio e obteve prorogacao da ho-
ra por 60 minutes, Olympic Marques, Jose Ma-
Sria, Aristarcho Lopes, Arruda Falcao e Ferreira
Jacobina, quo pedira prorogacao da hora por mais
60 minutes, send approvado e recoihecido e pro-
celarnado deputado o referido Sr. MIll) e Silva,
send regeitado urn mrequerimento do Sr. Demo-
crito Cavalcante e um additamento do Sr. Olym-
pic Marques.
Achando-se na ante-sala o Sr. Melleo e Silva foi
introduzido nan ala das sessos e presto o ju-
ramento, sendo reeonchidas as formalidades do
estylo.
Passou-se a ordemrn do dia.
Encerrou-se a 1a discussIo do project n. 28 de
1881 nio se votando por falta dc numero (codigo
do posturas da camera municipal de Qaipapai).
Adiou-se a la discussion do project n. 35 de
1881 (posturas das cameras municipals do Exui,
Floresta e Gamelleirp).
A ordemrn do di a 6 : continuacAo da autecedente
Gasarda naclonal.-Pela Presidencia da
provincial foram expedidas as seguintes porta-
ras :
S2. Secf9ad.= Palacio da Presiaencia de Pernam-
buce, em 4 dc rmarfo de 1884.-0 president e da
provincia paraa execu9io da lei n. 2,395 de 10 de
Ssetemnbro de 1873 resolve nomear o guarda Anto-
nio Marinho Ribeiro para o posto de t-nente da 2
companhia da 3 seccaio da reserva da guarda na-
cional das conarcas de Ouricury e Boa-Vista.-
(Aesignade).-Joese Aanoet do Feitas.a
2." Sectio. = Palacio da Fresidencia de Per-
nambuco, em 4 de marco de 1884.-0 president
da provincial pars execuieo da lei n. 2,395 do 10
de setembro de 1873,resolve nomear o guarda Leo-
ni-ias Rodrigues Coelho e Adelino Rodrigues Coe-
Iho parm os postos de alferes da 6" e 7 companhia
do 19o batalhio de infantaria da guard nacional
do service active das comarcas de Ouricury eBoa-
Vista, vagas por niao terem os nomeados anterio-i-
mente solicitado suas patented no praso legal.-
(Assignado).-J'ose Manoel de Freitas. ,
Ferro-vta do norte-Telegramma parti-
cular, recebido da corte, annuncia que pelo gover-
no imperial foram approvados es estatutos da
companhia Great Nortemr Brazilian Railway (Li-
mited), cessionnria das vias ferreas do Olinda e
Itambe e de Goyanna Timbauba.
Exoqulas e enterraanento Hontem
als 10 horas do dia realisaram-se, na capella do


Ceomiterio de Santo Amnaro, as exequias de corpo
present por alma do Dr. Jono Thom6 da Silva.
Assistiramn ao actor grande numero de pessoas
de todas as classes e de todos os credos politicos,
entire os quaes deputados geraes e provinciaes,
lentes da Faeuldade de Direito e do Curso Annexo,
desembargadores, juizes de direito, advogados, ne-
gociantes a redaol o do Tempo e muitos estadan-
tes da Faculdade.
Junto ao ataude fallaram : em norae da congre-
daao da Faculdade, o director interino Dr. Ban-
.ieira de Mello; em nome da redacc o do Tempe,
*Dr. Moreirs AIves; em nme does aluminum da
Pneuldade, o acadmieo WeneeslAo GuimarAes;
em nome d Ca- lacipadora Pedro Pereim,
da qual era o ilstre fiad president honoraro,
o respeetiv6 orador; e or. academico Cyridilo
mr|va4, que reeitour ans poe"s.
Oataude Ww esndusido capella para o tam-'
o Preton %w. hrs. Joamn Cmra die Auitjo -
m ande Ikump, Joob 4yiOSo~ Q6 &lia"

46ntoni Coa do Ara4i~ay e W~ae Poa amu
Preston as honras mili x que tinha direito
6 rtpefroficite f~luwre, ImBte niwa o.
nefto, ~ A uiiiw 2-u~ d >bae~ de jnfaite$0-


.5.'


do nato esta'vtun ~st


ran VgidIb 20,0" va "

mes dc Mattos e J4o Ferreira BeIhiar i Sta -
da rqfdrwa doe Estaitrs4 do smupaxi4 e Mew-
dao svia aci6. 31,.0.'
Prbcedndo-g depoi i eleiao da e-ii-l
fiscal, Acoa ella constitaida amrnas Sr.. Ir&de
Petrolina, commnnendador Abiw JA da Siha e
Manoel Jos, Machado, que fmra r .eleito.
Awtime^ U eef --- e_ s ......e.-
Em seso de 4 do'corsetea diT ris (a lqwh..
rinal Soeiedade dos Artista M4ciuaieos e LiberalS
lango na respective acta ut voto de 1Vuvor ta,
seu ex-thesoureiro, o Sr. Manoel do. Ssant.w., lo
relevantes servios prestados i sociedledi u'aqsell
cargo.
FAlleeimento Victima d2 mmni ttibrin-
lose fall-cen hontemin D. Zulmnir i MrtinsP ereira.
do 26 annos de i.i.de, .oltcira e filha d. Sr. Dr.
Luiz de Albuquernie Martins Per-ira.
Era uria s2ai!wrA prcntda1 c dv nobrce .oiuti-
mentos.
Nossos pezacins i. s'a fimilia.
Anniversario --Fimz-': amnanh1a 7., ai:,-
quc ao Rio de Janeiro ehegon a fkinlia rtid p,-
tugueza, que se rtirara dc Portugal tona1, i .1.
receios pela luti coin a Franca.
Sabbado fizorim 3S1 81 :m,.s que l'Pedrt Alv-
res Cabral enmbarcow para a descoblwrta do ltr:;-'.
A.sociacfio doA eenMaprexaidef putill-
Rua do IUoopi'io-Dizem-nos iiw *, ilr.-
dessa rua, que, o cano dd esgoto que alli p.,. -. ;14
lugar fronteiro Airua do (Canmarlo. aclia-c diiT -
riorad, at)res,-,itndo *nn i,.'raco(,ilue pACt r'.," ,ml:
ratocira aos iir.., itjs.
Clun' ; r t ,, ateto a attcn:,i ,lo Sr. i r.
director das (or:is Puliicas irjviiicia,..
Ca-Iante e mobile a tal'a-l.lo Sr. gado do ternodo iBrejo, ti r. .- ti.l, a, .. juliz .,,:-
petcntc o inquerito policial a1 qe pr< e lt-to v-n.i.
Manoel Amniaro Fcrrcira e .Man..clI l-rmii,- I -'.-
soa dec Mollo, pjir cyli.( d,< !aqrco ie iide oot t
fLisa.
cot provinciaem.- No) li : 15h .,) ',-,,
devern reui;:--s" os in nirois assemildo g.'tl, pir. ri i. r i.i t In rl.'i trc. di.& (L.I
respcctivo t'tatutf,-.
l'ropa.;itlorsa ti P.f.t No proximn') (o inii,-.,. '1 d'o ( rr,,it. Ai, 0?,ii n,-
d't tard& rcnei ln-s. o- in'l-itiii.- lest:t 5 s, Ai 1
para eleeremin o nIOo (*,;t;ivlh> Iut, d(vfil r'e I
no corrnviie tln'i.
Thaeatro Santa Iab*l. IT I, hi .-
pectaculo dr; inatic, -t, r .1 ,'-tiii<: r:ii "i i
conliiIl' ia p i. St'K. L'' 1 i L '. Af,- 'ark -
.\Iedeiros. lpre-usit' i t-s"' i, ',.!ni t / E,/. ;:,,,/..
e serl canta i o (li .r, .I A ,,,*, /, m driin^ r... 1t .
o ultimo espcj-taciulo d:i empieza.( e {uani,, naV.-
por csQ fa,-t.,. pi,'..b levi' ir :it,," Tl'.it....
Feri eneoa'o l ee--At-hiiiitcn, por viol
4e in i, dia,. o i4ii duli'.,iil. i i. .\ .,,nio, l 'rir :-
*lino R] ii. s, c aix l. i n.6 ii. t v'cia!; iiv) Ihi'e., .,
Liigi. uti. ailtercaiio ,.-,:n r v infl ,re pret,, \.iI
Coniheciio pl.':r ,//t I. >fs ra .i ,i -
quc resultoi 'ahilr a,'t/,-b, ;lsrinulv-c-li u;na hbr,
C't IIIt (C"II e'a.
() guard v,' ;p. 33 row se ; h ,p;!a I' ,:'..
prend,.n a 4 ofi'.;i-: ,r ';: fi _r.,nut. co'istati-:
porin(, (lit n ,, sI pricc 1 -u cotriita ei,.
Porque seria?...
Divlaeiro.-- -r n:mal ,,i 1.,,
em dinheiro p)ara :
Ma Cau U:m-<
Araceatv 727;,-
Operar.oe cirurciKa-.-l r-an ]rt it,-
das no hospital Poiero 11I n, hi 4 :'r. :"
seguiintes :
Pel ) Dr. ild.lia.s :
A l~lai.,< ,1,o tc.tr./nl, ,'- r io. ;*'*-1 'i. ; i .
alteratia)o do testicii'o. 4i1m i-i ii t ii
catgat.
Post hotoima ;p',lu pr)ocesso) ': L io !. ,
Mnoses c (atil(ros.
Pelo Dr. Ekrv..b, :
I)ilatatu;, pcl thln ., ca ,,ii iter'. i- tnl; -Ttl
e rcgilo s era.
AlaM oa |(e Baixo- Etcrcv:a-n,, -. -7
de f'vcreiro :
)it('oin e h,,.j' framn c ii-, --iima- I i-:,, -
e trovoadas nas vi'in hnin<:-.; ,l.--rt vill ;., i
bemrn l)roxiima a liora t fliz d i viita it,,. it. ..-
sita:dos a rieulturv,--. (cri:ilores f inrallorr. d ...-
1o0, quo atiiia iii tiv,'rarn a ir' i d,- i-,- -. .
anno Scus bIun'licoQ ,.itl, .i-. El)'r rt.~iii. r i
complete f-lta do e-:irani^as?. visto ,. ,l, "-
athmnosphcricos .'io de to lo i1 ,lo animi r ,r-.
a Dels as trd'g-i e Coil abiit Eian<-ia.
,, A ';ll,,.,rft L iiliiladlc vai rcar,'.--iva. nttflt m .t
chaudo no cilinprim.mn1 od,.'i i" ih';l.rt,.* A- a'_,.-
das p.qui asri c::tiidn.r. t' it:s v',, u uni,, a. -. a .
dos parti tor, porqjultitimani-lih-, iuiin. pr ]i~:rt* da i,'i.,a-
cipalidade, fa<:a arredar do d',utr., ti'al~iun:n-., 1-
las a quantitlade a'liuirav.tl o ,lamni porcos !... 0 i-cd. al:iis Uin dm'l,, eid-'ai...
qlue devcria !.nqar s,.las 'it abuso, nao o faz, por circumstancias iiidcpir'.l, r:-
tes de sun vontade, send, urea d'ehlis a di nr'
ter-lhc a .yirjtptcl Eab'lidd d- md i_'^- (. r-i -
nados hat dons annoi, pmcu moai' u ,ni-s'i. t',ri -
gando-o assime a abandonar o :;arro : (I p,'rt.;h-'.
diz a qucm qucira ouvir. que nao teindo ailr.1i. :;,.-
esta data, rocebido urn so real de seu irdenadl.> r' -


solveu abandonar seu cargo.) tanto que quini!
aqui andou o Dr. juiz de direito interinse, para pr.-
ceder a revisio dos jurados, o service de prteir,,
foi exercido por uni official d,' justi;a vindo d&a i -
dade de Pesqupira cm conpaiiiti a d'aquelle digm,
magistrado !...
"Nao ha porteiro snclo para figiurar no halan-
cete, quando tiver de str remiettito a A-semnlL'-.i
Provincial e entaio imular-se-hio tantas despeza-
quantas form as neeaseidude d-; cada mn ,1. -
beni-arenturados filhwo da mnnicipalidale '
Cuila'lo. Exins. Srs. deputados. o? recilw,. K;<
ficticios, menos os do secretario e o de am in pdri-
ro que estA agora fazendo um reboco nas pare n s
do Cerniterio, nao s ilsnos para q(tu fuim. de ut;-
lidade ao inunicipio.
Um pequeno parenthese: Nbo teudo h tvi'o
cleiAo municipal. atd agora, para eiogerein--. -
presidentc e o vic-c-prcsidente, podem ,s mcmn,.-
eleitos o anno passado, somente por umn anno. con -
tinuar a tunecionar sem que o governor geral ,,
sua ultima, palavra ?... Findou o parentLes'.
Acha-se funccionando a collectorbi provimc, I1
sob a gerencia do inuito honrado capitio Antonmio
Alves de Goes e Mello. 0 municipio congratAl.:o
se corn o governor corn o Sr. Dr. inslpetor io
Thesouro por t.ren cmonfiado tGo important ear.o
ao Sr. capitiio Alvcs de Goes, um duies caracter.-
mais distinctos do alto sert1o.
0 delegado dv poicia. aliferes Painphelio l .
vai marchando bern no desempeunho de seuas deve-
res, tirando inqueritos. por crimes que dormiam o
somnoprotector do esquecimento e prosegiuiid-
corn denodo nas mais obriga,ws conferidas a .saw
cargo policial, falta de que tanto sc rset'a to 'o
este termo.
,, A S. Exc. Rvmua. implorams novaiente a
graqa de nos maudar um parocho, pois que as
nossas imprecindiveis necessidades espiritm,,s
continuum no mais pronunciado abaudono -.
Bonio-Eserevem-noi no 10 do corriwnto:
a No dia 19 do mez proximo passado foi instal-
lads a seno do jury ima F m m- b a
presidencia dio jul 4t ditito Dr., JWii Morci-
ra Lima, cmupaudo a caduira o miim bli-
co i)r. Manoel Maria Tavares da Silva, ervindo
de escrivo ,Maoel darde da CaOtN Mte.
SForam apresentadoi& polo Dr. juiz municipal
cinco procesaos devidamente prepados.
Nesse mesmo dia foram sabiMttidw is ia-
mento os ros OGaldino Alves arboma e Ma&o4
Alves Barbosa, ambos inaos aumnp a art.do
192 do codigo criminaL
Patrmfimtus a eamua-dr !
Maria de Aravjo e Joa BA tienrn. Do

de uii.. pt siiitedo, aL
No dia20,Afi mubme ttW lb" o" *J
Kaximlano Joa6 de Lyra p.Miate w
do codigo crinal. Foi a by o *
aptiti G*tf k uw ^* -** '.7
apunan m i B i *























ordem


er.con ao reia, tasclas.
se dos socioshBe awfeitres, o Dr. lo secratario
spresentoa o s guin pie*:
quini doi MUo Mouteaegro e D. Aniawijada de
Mei. Nopotmuo e-bi3Exm&-neSts. deas bargader
Jo36 Manoel di Friai, D. Jose Pereira d Silva
Barros, Dr. MH i a Trindadife ttiDr. Jolo
Capistrano Bandeiia deo Mello e dos Illms. Srs. pa-
dre Dr. Jeroauymo Tdome da Silva, Dr. Joe6 Cbr-
neli LeitAo Rangel e tenente Joaquim Joas6 de
Med3iros Dintas, aecitaudo e agradecendo o titulo
d3 soeios bemfeitores.
S Doas offieio do eapitao Belisario Pernambuco,
corpinrantando o Gabinete pala sua iastalla~ao,
off0rcendo o Diccionario de Pernambucanos Ce-
lebres, per Pereira da Costa, e prometteado agen-
ciar donativos para o mesmo Gabinete.
Dons oflicios do capital Manoel Torquato do
Araujo Saldanha, reiettendo algans numerous do
periodieo Incentive, de smB redaegao e, tambem,
al gunsm relatorios e obras do litteratura.
S0 Dr. 1' seeretario; depois de deelarar que,
em nome d) Gabinete respondera, agradeceado,
aos officios d)3 cszpitles Belisario Peinambuco e
Araujo Saldanha, apresentoit a seguinte relagAo
do livros e jornae3, offereeidow ao Gabinpte, de 3 a
29 do mez proximo passado:
S Pelo socio effective Alberto da Silva Miranda,
Lamartine, obras diversas, 8 vol. enc.
SPela. socia bemfeitora D. Annuneiada do Mello
Montenegro, a Historia geral do Brasil, pelo vis-
eoand d& Porto Segaro, 2 vol. one.
S Pela socia bemfeitora D. Florimena Monte-
negro, Historia natural medical, por Achilles-Ri-
char, 3 vol. ene.
Pelo socio bemfeitor Dr. Jos6 Cornelio. Hora-
eio, obras completas, 1 vol. enc.; Daniel, historic
antiga e dt idade midia, 2vol. oue., e Vieira do
Castro, discursos,.1 vol. oneuc.
( Pelo socio effective tenente J. A. C. do Albl-
quacrque, Diccionario francez-portuguez, e por-
tagaez-fraiinccz par Fonseca e Roquette, 2 vol.
enc. ; Bellezas de Chateaubriand 1 vol. euc., e Um
crime ceicbre per Gaborican, 2 vol. enc.
Polo svcio effective Dr. Francisco Xavier
Pae:. Barrette, Goussee, theologia moral, 2 vol. enc.;
Gaia pratica do povo pur P. de Vascanccllos, 1 vol.
ene.'; Historia antiga, 1 vol. enc.; Luziadas do
Cam3es, 1 vol. ene.; Minual dts cameras munici-
paes p)r Vidal, 1 vol. one., e o Matuto per F. Ta-
vora, 1 vol. enc. r
Polo soeio effective L. F. Bandeira do Mello,
Os martyrs, de Chateaubriand, 1 vol. enc., e Ho-
racio, verses, 1 vol. ene.
SPolo ecio effective, Revm. vigario FIoriano
Coutinho, Coiistituiqces do areebispado da Bahia, 1
vol. one.; Djfeza do christianisma, por *.* 1 vol.
ene.; Tractado de eloquencia christhan, per Vil-
iemain, 1 vol. ncue., e a Lyrica deo Horheio Flacco,
1'vol. one.
a Pelo socio effective Maximiano Daarte Ju-
nior, Sonhos c realidades, por Duarte Filho, 1 vol.
em broch.; C)llec5es de leis provinciaes de Per-
nambuco d. 1869 A 1882,4 vol. em broch.; Refer-
ma da orthographya polo Dr. Barbosa, 1 vol. em
broch. e algua ii outros folihetos.
Polo socio effective professor Mirand-i Accioly,
Conferencias. pedagogieas, Publicaao do Gremio
dos professors Primarios, 3 vol. em broch.; alguns
relatorios dit Instruceaio Publica, pelo Dr. Joa'o
Barbalo e nm important quadro em moldura dou-
rada, repre.iontando o Ministerio de 7 de marqo.
(c Polo academico Rodolpho Gercino, Dicciona
rio dos pregadorecs, 4 vol. enc.
SPelo Sr. Henrique Brederodes, Jornal das Fa-
mnlias do 18i;3 a 1S 5, 3 vol. enc.
Pelo Sr. Sebastias Alexandrino do Amaral,
Memmria d() podra bonita per Souza Leite, 1 vol. em
broch.; A doutrina da ireja de Roma, 1 vol. em
broch.; 0 dover, per J. do Oliveira, 1 vol. o.a
broch,; Dis:-.-irsos do Dr. M. Peretti, 1 vol. em
brockh. e algans outros folhetos.
Polo Sr. J. C. Ribeiro da Silva, Hanrmonias dA
tarde per J. C. Ribeiro da Silva, 1 vol. em broch.;
Canseqaencias da urnm rapto pelo mesmo author; Via-
gem extatica, 1 vol. emn broch. e Novellas por Spi-
neolla, 1 vol. cm nBro'ch.
,, Polo Sr. Julio de Azevedo, Sonetos de Camues,
1 vol. enc.; Rabiscos de T. Dantas, 1 vol. enc.;
Os netos do aqoitado per T. Espiuca, 1 vol. ene. e
Lady blake, 1 vol. one.
a Polo capitao B. Pernambuco, Diecionario do.4
Pernambucanos celebres, 1 vol. cm broch.
Polo Sr. Judo Duarte Filho, Scintillaeues, 1
vol. em broch.
Pelo capital Saldanha, Mara, quadros anti-
gos, 1 vol. em broch.; Escriptos per Pide Cam-
pos, 1 vol. em broth.; Diseursos do Dr..trado Ju-
naior, 1 vol. em broc.; 0 imposto e o commercie 1,
.vol. cm hroeh. e algaus relatorios.
c Polo Sr. Cosine 'Bandeira, Theatre classic
per Ad. Rognier, 1 vol. enc.
Pelas respectivas redacoes: Jornal do Re-
cife, Tribuna, Brasil, (Rio de Janeiro) Ineentieo,
Tkermontetro, Cosmopolita (Rio de. Janeiro) Tde-
grapho, e pelo Sr. Augusto Bezerra, alguns nume-
ros da Folha do Norte.
Deelaron ainda o Dr. 1 seeretario ter rece-
bile o Gabinete donativos, em dinheiro, na impor-
taneia 265^000, quantia esta que foi entregue ao
respective thesoureiro. [
Em seguida, depois de lido, a requerimnenta d
professor Albem to Miranda o art. 6." dos estatutos


ao Gabinete, que dispe: Socios bemfeitores
sao aqnelles que, per se-s conhecimentos scientifi-
cos, dedicalle as lettras ou posicao social, esti-
verem em condiases de auxiliar o Gabineto na
conseeouco de seus fins, feram propostos e ap-
provados: para socia bemfeitora a Exma. Sra. D.
Antonia dos Anjos da Porciunacula; e para socios
bemfeitores os Ems Srs. conselheiro Franeisco de
Carvalho Soares Brandao, senadores Luiz llelippet
de Souza LAog, e eonselheiro JoAo Alfredo Correisa
de Oliveira, Barao de Aracagy, Barao de Seri-
nhaem, Dr. Praxedes G. de Souza Pitinga, Dr.
Joaquim Correia de Araujo, Dr. Antonio Francisco
Correiade Anaujo Dr. Fraenciseo deo Assis Rosa e
Silva, Dr. Demoerito Cavaleante 4d Albuquerque,
Dr. Antonio Witravio Pinto Bandein aAcioly c
IVaS3concellos, padre Valeriano de Alleluia Correia,
Dr. Aquilino PoriS Puto, Joao Emntgeosta e
imaDr. Felippe d &Figueira aria,Franclso
Tavares di Silva Cavaleante, Juli de Azeved-q,
psoqessor Francisco da Silva Mirnwda vigani


ate.


Smais intwn9o do quo titxrlaes oiqdo.para con-
sumil-o o labrador em ema caua on vendel-o quan-
do alguem'quenia comupral-o, hoje' sa mui poncos
os viuhatoiros que nAo fixem, iindagunem m e consul-
tern para fazer todas as operaea da viindima, pi-
se, trasfegne, etc., etc e; trabalhos que representam
urma part impertante de capital uemessario para
elaborar o vinho corn o minor cuidado, accommo-
dado as condigSe da prodaoo e A% exigencias
dos mereados consumidere.
Em 1879 calculava-se que 'a Italia tinha plan-
tade de vinhedos 9,1 per 100 do terreno eultivado;
a Franga 5,8 por 100, e Hespanha 5,7 por 100. Po-
r6mA .ioje, depois de ter-se plantado de videiras
grandes terrenos nHeesanha, e deadeque a phy-
loxera deatruio grande part dia que em Frana
so cultivaram, podemos asegnrar qu a Heapanha
tern plantado de vinhas mais terreno do que a na-
cao franceza.
As eansas disto sao de todos eonhecidas. Per
nma part, o readimento que dao os vinhedos;
per outra, a aextenaea do cultivo do vinho, e per
outra, a phyloxera que destr6e as videiras de
Franca, doe italia e deo outras nai&e, tern levado
a Hespanha a precurar uma rplantaAo que se pos-
sa applicar aos sons terrenos, cuj*s rendimentos
sejam grandes, o consume extenso e d'uma expor-
tagio senao segura ao menos provavel per um
grande nuaiero de annos.
UMtadouro public. -Foram abatidas
no M uadro Publico da Cabanga para o consu-
me public do di a 6 do corrente, 80 rezes.
Ljei we--Effetuar-seo-hao:
Hoje:
Pe.o agent Carmo e Silva, ao meio dia, na
travessa do Corpo Santo n. 27, de predios.
Pelo agent Barlamaqui, As 11 horas, na pra-
ga Conde d'Eu n. 2, da. pharmacia ahi sita.
Peloe agente Pinto, As 11 horas, na rua do Born
Jesus n. 43, de fazendas avariadas.
Peeo agent Gusmdo, As 11 horas, iarua do
Marquez de Olinda n. 10, de moves ilversos
objects.
Aminanhk :
Pdoe agente Carmo e Silva, as 11 horas, na tra-
vessa do Corpo Santo n. 27, de moves, lougas,
ferragens, miudezas, pianos, etc.
Sabbado :
Pelo agent Burlamaqai, As 11 horas, nas easas
ns. 23 e 30 A rua de D. Maria Cesar, da padaria e
refinacao ahi existentes.
Minsas funebres-Serio celebradas .
Hoje : As 5 horis da madrugada na igre-
ja de S. Pedro, per alma de Trajano Barbosa do
Valle.
Segunda-feira: As 8 horas, na matriz da
Boa-Vista, per alma do Dr. Joao Thoml da
Silva.
Passageiroa.-Sahidos para os porto- do
norte no vapor nacional- Gequid:
Pedro Calabria, Dr. Josu Presciliano e sen criado
Manoel Rego, Germane Monteiro Machado e sun
familiar, Bemjamin Antunes, Dr. Manoel Jese de
Medeiros Correia, Benjamim F. Pedroza, Dr. Ma-
noel e Souza, Joio Estevao Barbosa, Joao Alipio
da Cuuha, Umbellino de Mello, Maria da Coneei-
qiLo, Joa'o Duarte da Silva e Antonio Galdino da
Canha.,.
Loteria do Rio de Janeiro-A loteria
n. 142 B, do Rio, de 25:000000 serA extrahida
hoje, 6 do corrente. Bilhetes A venda na Casa
da Fortuna, rua 1 de Mar0o n. 23.
95:OOO8000 Per telegramma sabe-se
que a loteria n. 142', serie B, corre no dia 6 do
corrente. 0 resto dos bilhetes acham-se a venda
na Casa Feliz, Pran9a da Independencia ns& 37
e 39.
Loteria da provincia Hoje, 6 do
corrente, sera extrahida a loteria 18.&, em be-
nefic o das eseolas primaries de Instmcu o Pu-
blica, no consistorio da igreja de Nossa Senhora
da Conceigio dos Militares, onde se acharAo ex-
posts.s as urnas e espheras arrumadas em ordem
numeric a apreciagib do public.
Mereado Municipal de S. Jos4--Para
este estabelecimento entraram hontem 26 bois
pesando 4,972 kilos, pertencentes a diversos.
Forani vondidos a preco de 800 at6 320 reis o
kilo.
No mesmo dia entraram para o mesmo esta-
belecimento:
Farinha 40 cargas
Fructas 21 a
Casa de Detencao.-Movimento dos pre-
sos no dia 4 do corrente:
Eziitiam presos 283, entraram 4, sahiram 9,
exist em 278, a saber: nacionaes 244, mulheres
7, estrangeiros 9, escraves 18.-Total 278.
Arracoados 248, send : bons 238, doentes 10.
-Total 248.
Movimento da enfermaria :
Tiveram baima:
Gregorio, esciavo de Domingos Jose Ferreira
Chaves.
Jos6 Felippe de Sousa.
TiverAm alta : \
Antonio, escravo de Joanna Maria de Mello.
Mareelino, eaerave processado.
Manoel Vicente Ferreira da Silva.
Cemaiterio Publco-Obituario do dia 29
de fievereiro :
Elisa, Pernambueo, 27 annos, S. Jose ; asthma.
Genovevta Pernambuco, 40 annos, viuva, Gra-


a; paralysia.
Antonia, Pernambuoco, 7 annos, Reeife; cache-
xia.
SJoilo Caetano, Peirasbuco, 64 m.sts, solteira,
Boa-Vista; ca- .exi..
Emilia paldina Monteiro, Pernambuco, -22 an-
nos, soltera, Bo-Vista; diarrhea.
. Maria Pastora da Coneoi*o, Pernambuco, 18
anneo, solteira, Boa-Vista; tabereulos pulmo-
nares. i'
Trajanoi Barbosa do Val, Pernambuceo, 50 iai-
nos, Santo Antonio; v ario -
Anna, Peruambuco, 9 mezes, S. Jose ; convul-
iinia, Perambuto, 15 dies, Santo. Antonio,|


o -S ^ 'V l v ~ V .' .< r**- "
H. W". 1.-proto di capi-
tal tern seun escriptorio de advogacia A Wri
do Crespo n. 18, oair p6de aer proeurad*
para os misteres de sua profisso.

Couuultoril meii wurtee-do Dr
P de At dakbe Le4W mlUbinw a
rue 4a QIlortai a. 39.
0 doutore Moscozo dA consultas todos os
diasa utoia, das 7 is 10 horas da mahbi.
Este comasultorio offerece a commodida-
doede poder cada doente ser ouvido e exa-
minado, serm ser presenciado por outro.
De meio dia As 3 horas da artde serA o
Dr. Moascozo eneontrado no torrelo A p-a-
9a do Commiercio, onde funcciona a ins-
pecglo do saiide do port. Para qualquer
d'estes dons pontos poderlo ser dirigidos
os chamaios por carta nas indicadas horas.
Dr. Baptista de Moraes, rua do Bargo
da Victoria n. 37 1.', aadar; consultas das
10 horas aS meio dia; chamados por es-
cripto a qualquer hora.
0 Dr. Miguel Themudo tern seu consul-
torio medico A rua do CabugA n. 16, 1.0
andar. Consultas das 11 As'3 da tardo.
Chamados por escripto a qualquer hora do
dia n ou da noite.
Dr. Leonardo de Albuquerque Cavalcanti,
da Faculdade do Paris. Consultorio na
rua do Imperador n. 44, 1. andar, das
11 As 3 horas da tarde. Residencia pro-
visoria em Olinda Pateo de S. Pedro.
0 Dr. Carlos Bettencourt, medico e op-a
dor, corn pratica nos hospitals de Pari. -
e Londres, p6de ser procurado no seu con
sultorio A rua do Marquez do Olinda (rua
da Cadeia) n. 34, oade dA consultas, e pra-
tica operates das 12 As 3 da tarde. Cia-
mados por escripto. Numerous telephonicos
79 e 99.
Clinic medico-cirargica do Dr. An-
tdrade Lima
Da, consults em seu consultorio a rua
Larga do Roszrio n. 50, 10 andar, do meio
dia as 2 hora. da tarde. Chamados por
escripto dirigidos a seu consultorio, ou na
pharmacia Paraambucana, a rua do Cabu-
gA n. 11. Rjsidencia --Capunga-rua das
Pernambucanas.
Conisultorio medico cimurgico
dentario
0 Dr. Jeaquim Ca.imara, da consultas
tedos os dias, do 10 horas da manha As 4
da tarde, rua do Barao da Victoria n.
52, 2.o andar" Chamados a qualquer hora"
Occul ista
Dr. B.arreto Sampaio, consultas do 1 As
4 horas da tarde, na rua do Barao da
Uictoria u. 45, 2.0 andar, residencia, rua
do Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.
Bourgard & C,
Recife: rua do Marquez do Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro do Mar-
S n. 3'; Boa-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabric de cigarros a vapor.
Especialidades: Cigarros, charutos de Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para fumantes. Livros de medici
na dosimetrica e unico deposit da fari-
nha lactea do Nest6le, para os meninos do
peito e leite condensado.
Pharmacia
Francisco Mlanoel da Silva & C., depo-
sitaries de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, products chimicos
e medicamentos homoeopaticos, rua do Mar-
quez de Olinda n. 23.



PUBLICAgOES A PEDIDO

Abusode poder dojulz de dl-
reito de Camplna Grande
J& canado n'uma lueta afanosa, em que tenho
tudo conseguido do powder competente, mas vendo
sempre burlada a execusao dos orders superiores,
que reconhecem o meu direito, venho A imprensa
relatar os actos de prepetencia commettidos polo
juis de direito desta comares, Dr. Antonio da
Trindade A. Meira H., somente para master o seu


predominio politico nests terra, oade a lei & ad-
miniatrada A vontade das parties, comtanto que es-
tas sejam pertinentes ao partido dojuiz.
Existindo nesta cidade um boticario licenciado
pela janta central deo hygiene, de nome Dionisio
A. Dinifil, e servindo-se o. messo deosusalicensa
para abusar da ignorancia do povo, jA preparando
a veudendo remedies secrets, ja contractando e
realiamdo tratamentos medicos e cirrgicos, en-
tendi que prestav um servio Asalubridade publi
ca, e dennucieia aquella Illistre junta os abuses


deo .


tudo ein


Aatq e# am bdito do consl' de CaUigula do
m# m ae eits ca desDkiiuho~
dsd Dde Carnmina OGraamd, 17' fw eiro
R~qftisse4u~gwo Cie 6.usvedIo.



(DO v S O b 188
e ~New LondoA rasltn

Capital Ao Bsce Bn 1.0OQp:00
E dopafgo 5OOO0)
I|undo de reserve 200000
MALAX9O DA CAIXA FILIAL EM x1BVC6
2E9M 29 DE FEvnuEiEo Ds 1884
Aetivo 2


Letras desoontedas
Letras a receber
EAprestimos, contas correntes e
outran
Garantias peor contas correntes e
diversos valores
Caixa em moeda co mente


Passive
Depositos :
Em conta corrente 1,281:2404160
Fixo e per aviso 1,667:046A910k
Garantias por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar


377:542O80
1,902W.1400M23
3,472:283020
628:633M840
676:875A580
6,157:4756050


2,948:296J070
1,382:289.$900
1,791:6734570
35:215,510
6,157:475.$050


S. E. & 0.
Pernambuco, 5 de margo de 1884.
W. J. Haynes, gerente.
Fra. Drake, contador interior.

Chapa liberal
(UNICA VENCEDORA)
1.0 Costa Ribeiro.,
2.0 Jos6 Marianne.
3. Epaminondas de Mello.
4.0 Joaquim Tavares.
5.0 Ermirio Coutinho.
6.0 Pedro BeltrAo.
7.0 A. de Siqueira.
8.0 Arminio Tavares.
9. Godoy o Vasconcellos.
10.0 Ulysses Vianna.
11.0 Seraphico Carvalho.
12.0 Eustaquio Jacobina.
13.0 Jaaquini Nabuco
Muitos perncaibucanos.

Verdadeira chapa, liberal para
a proxima eleiiao
1-1 Dr. Antonio Jos6 da Costa Ribeiro.
2.0 Dr. Jos6 Eustaquio Ferreira Jacobina.
3.o Barno do Itapissuma.
4.' Dr. Laurino de Moraes Pinheiro.
5.0 Dr. Joaquini Francisco do Mello Ca-
valcante.
6.0 Dr. Antonio Epanuiaondas de "Mello.
7.0 Dr. Joao Augesto do Rego Burros.
8.0 Dr. Felisbino do Mendon9a e Vascon-
cellos.
9.o Dr Lourengo de SA e Albuquerque.
10. Dr. Ulysses M:. Pereira Vianna.
11. Dr. Augusto de Souza Leto.
12. Dr. Praxedes Gomes de Souza Pi-
tanga.
13. Dr. Jose Leandro Godoy de Vascon-
cellos.
A unito liberal.

3o Dlstrieto
0 unico candidate possivel:
Exm. Barao de Itapissumna.
0 eleitorado consciencioso.


laibRdl v au Iu
O partido liberal s6 tern um candidate
pelo 3 district a elei~go geral, o 6 o Dr.
Silvino Cawvlcante de Albuquerque.
Urnm eleitor.
Nao posso deixar do trazer ao conheci-
mento do public o facto seguinte, que,
come tantos outros ja 1ublicados, dove ter
enchido do gloria um distinct medico des-
ta capital quo honra a sua profissao e o
seu paiz.
SVim da Parahyba completamente cego,
s soffria em ambos os olhos uma keratite
parenchymatosa corn irido-choroidite con-
eecutiva. Andava pela mao de unm guia.
Neste estado afflictivo recorri ao Illm.
Sr. Dr. Barreto Sampaio, de quaem ja ti-
nha noticia naquella provincia ; e quando
menos o esperava, quando jA comegava a
descrer das palavras animadoras do digno
facultative, quoe todos os dias me affirma-
va o progress da mnellihora, sem qu, no
entanto eu visse cousa alguma, aenti ras-
gar-se o veo quo me escurecia os olhos,
e tornei a ver a lhz taoie perfeitamente comno
8aaiea da terrivel enfermidade.
86 quemn ja ninia vez perdeu a vista e
tee a felicidade do readquiril-a, podNer
e iar o nujubil e a minha gratidi:a
q4|$r. Dr. Raroeto Sampaio, cuja bilhazv-


,ricia, aoseu zelo
Sfeliidade assim
L sempre achav..
ra me consolar, e
te os dias do tratae!


. ,
Ir aO''r TO7 "






as d Bar. de re ja (anti-&




p do Sebo) na. 60 e 5R
Mm. Adour, dedicada ha dezeseis an-
aos exelusivameate ao ensino, procurou
Mtudar minuciosamente quaes os. dados
necessarios para a educagao regular das
criangas do sexo feminine.
Actualmente, auxiliada por sua filha
Mile. Alice, que, durante dons annos de
residencia em Paris, entregou-se ao estudo
das materials, especiaes a educatAo das
tneninas, observando cuidadosamente e
organisaglo dos estabolecimentos e sys
tema de ensino, resolve abrir um institidto
onde os Srs. pais do familiar poderAo encon-
trar todos os elemontos necessaries para
dar uma complete educaco As suas filhas.
No institute, que receberA alumnas in-
ternas, semi-internas e externas, serA falla-
da a lingua franceza.
0 curso de educagao serA constituido
pelas seguintes materials :
Instruegao religiosa nortuguez musi-
ca e piano arithmetic francez inglez
-geographia historia--desenho e tra-
balhos de agulha.
Os trabalhos comegam no dia.4 de feve-
reiro proximno future.
Os trahalhos comegaram no dia 4 do fe-
vereiro.


Collegio

1SNSTITUTO ACADERICO
Rua do visconde de Goyanna
Mondego a. 153
0 director d'este Institute, tendo sempre em
attenaeo empregar t.d- os csforcs para o me-
Ihoramento dos meios a concorrem para o com-
pleto dcsenvolvimento d-a educaeao dos alumnos
que ihcM so confiados, transferred o Collegio da rua
do Barao de S. Borja para a rna do Visconde de
Goyanna, Mondego n. 153. Vasto edificio, satis-
fazendo as mais minuciosas exigencias da hygiene,
magnifico sitio para recreio, abundancia de agua.
quer doce quer salgtda, exercicios gymnastics e
theatraes, pratica das linguas franceza e ingleza,
e um corpo docente de reconhecido merecimento
devem ser penhorcs muito sufficientes para mere-
cer a confiancado public.
0 director, certo do cumprimento dos seus de-
veres, convida os interessados 1, visitarem o Colle-
gio dcde 9 horas da manhk at6 8 horas da noite
Corpo docente do curso de preparatorios:
Sr. James Faustone, os Srs. Drs. Gabriel de
Araujo, Adolpho T. da Costa Cirne, Ignacio de
Barros Pessoa, J. de Oliveira e o director. Censor
fiscal: Dr. Francisco Jose do Lfnos.
As aulas comccaram a funccionar do dia 15 do
corrente.
Roecifo, Institute Academico, 16 de janeiro de
1884.
0 director,
Jose' Ferreira da Cruz Vieira.

COLLEGIO
DA
Inumaeulada Concei ao

Para o sexo femenino

No 0 sdo amaibrihb n, 38
As aulas deste collegio abriram-se no pia 10 de
janeiro.
0 corpo docente d'este collegio e do mais reco-
nhecido merito, o que prova corn o born aproveita-
mento das alumnas.
0 colleglo recebe pensionistas, meio-pensionis-
tas e externas.
A director',
1acrbi Coelho da Silva.


COSULTORIO

N edico-.cirurgico dentario

RUA DO BARXO DA VICTORIA
N. 52 2" ANDAR
0 Dr. Joaqnim Camara de volta de
sua viagem a Europa,. onde fez estudose
especiaes de molestas da boca; enear-
rega-ae- de qualquer trabalho de eiror-
gia e prothese dentariaa: extrahe den-
tes coin anestesia per mcio de appare-
lhos apropriados : obtura (ehumba)
Scom ouro, platina, cimento, corrige as
irregularidades dentarias, colloca den-
tes pelos proceessos mais aperfeigoados.
)Cumulsultas*
Do 10 horas da manh2 As 4 da tarde.






10r. Darrs s *M {}ij
JMedlco effectivo do hospital Pedro I!

S 9pratomioS i
,tone us^^ eiea do iauie ii 4 ndm
I! TlUhou i ~~anfi^^-'t ei^ a.0.Ditio^i l!


r. presiden te d'cske
31 5- dos estatutoa
-a compareerem no
a d maha na cida-
1 das aemsres, a -am
tra. tractor-se do w


Inglez.
Geographia.
Arithimetica.
Historia Sagrada.
Historia do Brazil.
No collegio fallar-se-ha francez c inglez
Alem disto haverA desvelado cuidado a
dirnc.bo moral e religiosa dos alumnos.
Recebem-se peneionistas nieio-pensionis-
tas e externos.
As pessoas interessadas poderlo visitor
a casa das 9 horas da manhi as 11 e das
4 da tarde as 8.


Na~it meteNOR
Sauinote mIco-c irgico


32i. n.AL E BM L M M
Pode ser procurado a qualquer hora do dia on da
noite, prestando-se aos chamados fora da cidade
corn toda a promptiduo. Pratica opera',es.
DA consultas das 6 Ais 9 horses da manhi e dis
3 As 5 da tarde.
Rua Nova n. 45, lo andar.

Pharmacia Pernambu-

cana
Participo ao public em geral e em particular i
todas as pessoas que me honram corn sua cofian-
ca e amizade, que tend me retirado da phume-
cia Bartholsmeu para estabelecer-me i rea seo
CabugA n. 11, Pharacia Perambuca, gaw-r-
do a continanao de su"s orders pm aeem aqui
executadas cown a minha promptidlo e boa vout-
dq habituaL Recife, 23 de fevereiro de 84,
0 phannaeeutici,
Antonio Martiniano Veras.

Fadlila a denlifi e previw as



Cardornus
Unleo deposit a Pnahmufla
DoDr.Sabue
43- Pa do Bari -be a Vfto 4S--4
PERNA:EBUCO.


) PHLBRUNAIfOMBMMATMA






I do 9 B4as d m auid tr.4\





39, MEDICO Od oPADWTO D P
NdLMNUCo, onde di cosamlta 7 >da







{ Dr. Balthazar da Silveira
SEspecialidade--febres, molestias ,Its
(eranes, dos or rot respiratorios e |y-
Uphihis
Presta-se a qualquer chamado pars




Bario da Victoria n. 43, ondef e indi.a-
rA a sa residencia. {




}{Dr. Aifredo Gaspar.

S MEDICO OPERATOR

Especialista em parts e molestias
das mulheres j
Tern o seu consultorio A ran da Impe-
ratriz n. 30), onde dA consultas de 8 ,is
10 horns d aa rauia e de 12 As 3 da tar-
Sde. Em butra qualdquer hera do din aou
da noite, serA encontrado A Praqa do
Condo d'Eu n. 30.







Ar Romno de i rin t
gDor. F. OBasteo
SConsultas cthainados ea quiqser iatria
Noa g dade. do Rio Foru mo.


Ainor DiUiM
'Baraio edVcial pn 3 cq nddo maw
nascuhno a mut dit Impdcncia. iZ n. 3_2 dan
gidopoi B D. Ol/eympia A/rtdeJksrdos s
0 ensinocoaosta das sciimotesinaterias:
Pomtuguoz.







































4 c apitaWff U .4 rm do Ub







Dr. Barrstosareiro
MED31 F, OPFADIQR
S Coaultorio rua do Kan de 0nda n. 38
p^1. (Consultas tN hdaas it i2rnsa- tr .
ResideneliaruPat da LIierorin. 2 17
(Cinhamados aqualqur hora) o
Presta-se a qualqn.r chamado par& f6ro da&
|' 1r t1 capital.

TtensuIo riv medico erurgiee
DO
D r. Barn'os Carneiro
Rua do Marque& d Olinda n. 33,1 andadr.
SConsultas das 11 as 2 horns da taaie.
B- Residencia-Pateo do Canno n. 20, 20 aadar.
S(GRATIS AOS POBRES)

S0 Dr. Adriao
MEDICO
Continta a dar eonsultas- das 11 as 2 horas da
Star, em se antigo consultorio, A ma Larga do
Rosarieo a. 36, 1. andar. Chamados peor escripto
Squalquemr horna, na pharmacia Bartholomen & C.

BstaitaIolltnos (i urethra
Tratamento curative pelo novo process da gal-
vano caustic chimica (electrolyse) pelo Dr. Car-
los Bettencourt, sem a6r nem tratamento ulterior:
rua da Cadeia n. 34, no seu Consultorio das












Apes ica que cura a e alviei, !!!
Privilegiada polo grovernoimperial, approvada
pota Junta Central do Hygiene do Rio do Janeiro,
e premiada* corn a medalha do la clause na expe-
sioo de Imperial Lycen do Art-to e Officios da ca-
pital tin Bahia, no anne do 1882.
Este preparado e' do grande utilitiade pama as!
pe1soas quo padecem de.calvicle. queda
don cabellos e caspa.' -
Esta pomada 6 composta de ingredients q
S- n~ o slo noecivos A saude.
0 frasco 6 acompanhado da instructs do use.
INVENTOR E PREPARADOR

Jeronymo DELSUC
Vende-se na loja dos Srs. Odilon Duarte & Irmio,
rwBAr










cabelleireiros, a rua da Imperatriz n. 60
Pernambucd
XTIESTA OS
Attesto que empreganao a pomada die base de
-mmutamba-preparada pelo Sr. Jeronymo DEL-
SUC, n'uma pessona de minha familiar, a qual sof-
fria de qu6da dos cabellos, colhi os melhores nreo-
sultados em muito pouce tempo, apenas com o em-
pregs de um frasco. Bahia, 21 de novembro de
182. -Eduardo Portella.

Sr. DELSUC, na Bahia. -Tenho obtido os me
lhores effeitose do emprego de sua pomade veetal,
contra as easpas da cabea. Sets semanas de tra-
tamento me bio interamente desembaragado d'a-
quella desagradavel affecto, que era acompanha-
dada quda dos cabellos, quo tambem iesso n com-
pletamente.
Tonhe tedo o prazer do Ihe remettor urn attes-
tado que fae, a censtar esse feliz resultadi. Bahia,
20 do nomi -bro do 1882.-pCet. .Wodot.
Eu abhao assignado, doctor em medicina, lento
substitute da Faeuldade te Medica d.hi osinl, re-
eiat ina Imperial Ordem da Rosa, etc.
Attesto quo e preparado debase de no t ,mbad
quo o Sr. Jeronymo DELSUC offerece come capas
do restaura eo estade atonico dos fopliculos do. ca-
belles e modifidar a renovea o do epiderma do
couro cabelludo urne ves alterada, preenche seas
fins.
O rqferide 6 i-erdade a f6 me/9radi. Bahia,
2 te dezembro de 1882.- Dr. MaNo J. Saraiea.

0 Dr. Jos6 Ms-es Cardoso da Silva, bacharot
formado em rmeedicina e eirurgia pea Unive-sidade
ds Coimbma, d approvade pela Escota do Medici-
di Bahia, etc.


O abaixo assignado attest que empregon a po-
mada vegetal DELSUC, a base de muttamba, em
sua pessoa contra a qu6d&a do cabello e obteve bom
resultado, pelo que pass o preente. Bahia, 11 de
a1: 1 -__i AmS *Ia QQ J&--_ Ala:'A_ -?


Praqa do


As tr


0 pregU
elo o doa


84

68
" 58
60

89
98
101
110
139
118
133
137

8
50
5
42
61
71
109
117
126


Antonio Augusto de 4Lemos (tfabri
de cerveja)
Antonio Augusto de Lemos- (Magda-
lena).
Antonio Pereira da Cunhq officiala)
Antonio Jose Maia Irmnao (rua Nova).
Antonio Jos6 Maia & C. fabrica de
chap6oa).
Antonio Soares Raposo residenceia.
Adolpho PereiraCameiro (residencia).
Albino Cruz & C.
Alfandega (sala dos despachantes).
Alfandega (sallo dos despachantes).
Arruda & C. (Palacio de Industria).
Almeida, Duarte & U.
Antonio Correia de Vasconcellos.
3
Baltar Oliveira & C. (escriptorio).
Baltar Oliveira & C. (a bordo).
Bourgard & C. (Recife).
Bourgard & C. (Boa-Vista).
Bartholomeu & C. (pharmacia).
Borstelmnann & C.
Browns & C.
Bernet & C.
Bernardino Gomes de Carvalho.


11 Companhia de Seguros Phenix Per-
nambucana.
37 Companhia de Seguros Amphitrite.
18 Companhia de Seguros Indemnisadora
39 Companhia do Gaz (escriptorio).
40 Companhia do Gaz (Gazometro).
44 Companhia Pernambucana.
3 Cemiterio Publico (Santo Amaro).
92 Cramer Frey & C..
36 Cardoso & Irmlo.
113 Companhia de Trilhos Urbanos, Rec
fe, Olinda e Beberibe.
120 Casa de Deteneo.
142 Cunha IrmAos & C.
138 Corpo de policia.
D
2 Dr. Raymundo Bandeira (medico, re-
sidencia).
26 Dr. Constancio Pontual (consultorio
27 Dr. Constancio Pontual (residencia
31 Dr. Malaquias Antonio Gongalves
(consultorio).
72 Dr. Malaquias e Rodrigues Mendes
(Ponte d'Uch0a).
62 Dr. Affonso A. Cysneiro de Albu-
qiterque (consultorio).
21 Diario de Pernambuco.
76 Dr. Jos6 d6-Miranda Curio (consul-
torio).
70 Dr. Jose de Miranda Curio (residen-
cia).
81 Dr. Jos6 Maria de Albuquerque Mello
(Capunga).
79 Dr. Carlos Bettencourt (pharmaciaGa-
leno).
99 Dr. Carlos Bettencourt (consultorio).
95 Dr. Estevao Cavalcante de Albuquer-
que (consultorio).
132 Dr. Burros Sobrinho (consultorio).
90 Dr. Burros Sobrinho (residencia).
130 Dr. Carneiro da Cunha (consultorio).
143 Dr. Santa Rosa (residencia).
102 Dr. Sabino ( Pharmacia Homeopatha).
E
51 English Bank of Rio de Janeiro, Li-
mited.
93 Eugenio Coelho & Vieira.
F I
10 Ferreira Guimartes & C.
28 Ferreira Rocha & C.
9 Francisco de Paula Mafra.
67 Francisce Antonio de Albuquerque
Mello.
82 Fabric de FiatAo e Tecidos (Mag
dalena).


54 Gongallo Braz Santos & C.,
macia Americena).
91 Gomes de Mattos & Irmaos.
135 Guimnariee-& Vjalente.


(phar-


124
134 J


& o.


*ta).

a&c. 1"


S34 Luiz Jos4 da Silva Gaimarles.
12 Lima & C.'; (trapiche do Giz).
104 Luiz Antonio de Siqueira.
19
46 Miranda & Sousa.
69 Manoel da Cuna Reis (Afflictos)
75 Machado Lopes & C., (armazem de
farinha).
66 Moreira & ragaa (armazenq. de mo-
Inados).
80 Manool Alves Barbosa, Successores,
S (Pharmacia Conceiito).
59 Mai& Ramos & Saatos.
32 Mendes Lima & C., (armazem de
bacalhAu)
33 Martins & Bastos fabrica de oleos)"
30 Manoel Gongalves Agra.
123 Moreira & Braga (armazem de algo-
duo)
131 Monhard Mettler & C.
144 Matadouro Publico (Cabanga)
N
114 Numia Pompilio dentistt)
0


96
97
111
100
119

140


Oettli & Rapozo.
Oliveira Bastos & C.
P
Pereira Carneiro & C.
Paulo JSos6 Alves & C.
Palacio da Presidencia.
Parente Vianna & C.
Prolongamento da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco.
Paiva Valente & C.


R
35 Restaurant Portuguez.
17 Ricard H. Connmly
115 Rouquayrol, Irmaos (botica franceza).
S
13 Saunders Brothers & C.
22 Samuel Power Jonston &.C.
38 Silva GuimarAes & C.
45 Shares do Amaral & IrmInaos.
%86 Santos Selva & C.
112 Secretaria de Policia.
121 Severino & Irmao.
T
43 Tavares de Mello, Genro & C.
116 Theod. Christiansen.
145 Thezouraria Geral.
V


63
-65

129
136


Visconde do Li-vramento (escriptorieo)
Victor Neesen (prensa de algodao A
vapor.)
Viuva Lages (rua do Vigario)
Vitello, Ferreira & C.
W


24 William Halliday & C. (escriptorio)
25 William Halliday & C. (armazem)
88 W. W. Robilliard


EDITAIES
0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa e juiz de direito especial do com-
mercio desta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitucional o Sr.
D. Pedro 11, a quent Deus gquarde, -etc.
Faz saber aes quoe o present edital vireo, ou
delle notieia tiverem, que se ha de arrematar a
quem mais der em pra&a public deste juizo, de-
pois da respective audieneia de dia 6 de marco
do corrente anne, a renda das tetras do engenho
Agaa-fria no valor de 6004000, annual sito na
freguexsia de S. Lourtenea da. Matta, eom casa de
vivfnda e o engenho em ruins somente as pa-
redes. Cuja venda, di terma do dito engenho
vai a praga por execuao qae move o Dr. Manoel
Francisco de Barro Rego, contra o capitao Joa-
quim Cavaleante de Albuquerque.
E nio hayendo lanador que cubra o preco da
avaliao a a.ato d rends serA'feita pelo
preo da adjudica ao eow o abatimento da ieL
E para que cheue a o necimento de todos


- pes & C. Fogs da Cluei 50Vo u k i1
- ntMereadorioas diesaw 33 caias i h ordem,'a a
--,Antonio Duarte Carneiro, Vinuna. 1.. .


tarde


Decocto de


ditas aos con-


Paula [Rei
erdeiroa de
ao havendo
a0oserA aa
tconm Osa-


E paraque chegue ao conhecimento de todos
mandei pasar o preente edital qu aer publica-
do pela imprenla e affiado -nos lugares do cos-
tame. ,\.;'
Recife 1 de marco de 1884.-Subscrevo, eu es-
crivao Joao Gomes dos Santos Junior.
Frandsaco Alves da ilva.
0 Dr. Thomaz Garcez Pamranhos Montene-
gro, comrmndador da Imperial Ordem da
Rosa, *uiz de direito especial do core-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
Sua Magestade o Imperador, a quem
Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o prasente edlital virem oun
d'elle noticia tiverem, quo se acha aberta a fal-
lencia dos negociantes d'esta praea, Fernando
Leal & C., pela sentence do theor seguintc :
Sentenca
a Em vista da petigco de folha, declare aberta
a fallencia dos negociantcs Fernando Affonso de
Miranda Leal e Jose Francisco do Rego Caval-
cante, membros da firma Fernando Leal & C.,
estabelecidos corn escrlptorio de eommissoes Arua
do Apollo n. 9, a contar de 23 do mez passado.
Nomeio curator fiscal o Dr. Affonso Pilto.
SFaga-se public a fallencia por cditaes, c
convoquem-se os credores para se reunirem na
sala das audiencias no dia 8 do corrente. para no-
mearem depositario.
t Proceda-se a arrecada9ao da mass, em cujo
actor designarci quem provisoriamente a receba.
SCustas pela massa.
( Recife, 3 de margo de 1884.-Thomaz Gareez
Paranhos Montenegro.
E inais soe nao continha em dita sentenca aqui
copiada, cm eumprimento da qual o escrivao fez
passer o prescnte edital, pelo qual e seu theor
convoco aos credores da referida mass:i para coin-
parcercm no supra-dito dia, hora e lagar acinma
deslgnados.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o present edital, que serA publica-
do pela imprensa e affixado nos lugares do cos-
tume.
Dado e passado n'esta cidade do Recife, em 5
dc in marvo de 1884.
Subcserevo e assigno.
Eu, Joao Gongalves dos Santos Filho.
Recife, 5 de marco de 1884.
Thomaz Garcez Paranihos Montenegro.


0 Dr. Joaquim da Cvsta Ribeiro, juiz de
direito do civel n'esta cidade do Recife e
seu termo, capital, da provincia de Per-
nambuco, por S. A. Imperial e Constitu-
cional o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guard, etc.
Fago saber aos que o presented cdit-l virem ou
d'elle noticia tiverem que a Companhia dos Tri.
Ihos Urbanos do Recife a CaxangA, per sea geren-
te Walter William Osttler, me dirigio per escripto
a petieao do theor seguinte:
S Him. Sr. Dr. juiz do direito do eivel.-Diz
Companhia dos Trilhos Urbanos do Recife a Ca-
xangA,que sendo-lhe de absolute necessidade des
apropriar o sitio e casa arruinada n. 106, e suns
dependencies em frente a ponte e estrada do Man-
guinho e na bifurcaeAo das estradas de S. Jose e
Afflictos, faculdade que Ihe foi concedida pela lei
provincial n. 518, de 21 dejunhe de 1861; come
quer que os mesmos sitio c casa pertencam aos
herdeiros do fiuado Manoel Pinto de Souza, que
slo em grande numero, muitos desconhecidos e
ausentes, come prova a justificaao jmnta, requer a
supplicant a V. S., que em vista do que ensina
Pereira e Souza, Primeiras Linhas, nota 203, e
dispoe o art. 30 da lei provincial de 2 de maio de
1844, sirva-se dc mandar aflfixar editaes per 3?
dins, para serem os ditos herdeiros citados, afin
de se louvarem em um arbitro e veiroem a euppli-
cante louvar-se em outro que deem valor ao sitio
e easa e mais dependencias, que se pretende des-
apropriar, para powder a supplicante proseguir no
ramal que atravessande a Capunga, tern de termi-
nar na povoao da Varzea, o qae feito, e deposi-
tado o preoq da indemnisacio, se expeea em favor
da supplicante mandado de emiss~io de posse, pro-
cedendo-so na f6rma estabelecida pela citada lei
provincial de 2 de male de 1844, pena do revelia;
assim pedo a V. S. Ihe defira.-E. R. Mc.-Recife,
10 de fevereiro de 1884.- W. W. Osttter, gerente. .
(Sellada orn urea estampilha de 200 rs. regular-
mente inutilisada).
Em dita petieao dei o despacho do theor se-
guinte:
Distribuida.-Como requer. 1ecife, 5 de fe-
vereiro de 1884.-Ribeiro. a
E naia mais se continha em dito meu despa-
eho, e sendoedita peticao distribuida ao cscriv-o
edro Tertiliano da Cunha, cste cui cump'imento
de dito men despacho, fez passer 0 present editan
pelo theor do qual se chama e cita e hoi per cita-
dos aos herderos do finado Manoel Pinto de Sou-
ua, para o im expndido na peticao supra.
E poaa quo ehogue an eonhecimento de todos,
ma....dei. .pauaa j te, quo aerA poblicado pela


~ U51 n :W +M *Wf'.W+ 4a-ta 1
Livwpool -Vapor inglez Lalan.de, com-
imandante A. Me. Eachern, carga va-
rios generos.
Macci4 Patacho ingltez CArstina, capitio
J] mes Eauning. em lastro.


to A V 1. se signe aanuuitl-o a jusiuear a ausen-
chtw, feito> o que se fara citaco por editsu., usf
f6rma da lei.
Westes. terms pede A V. S. deferimento. E.
RI.L A
Estava eellad corn una estampilha de 2W( reis
inutilisada coin a seguinte data:
, Recife, 28 de fevereiro de 1884.-Carlo Au-
gusto Carneiro Monteiro. *
Doepacho
O Come requer. Freguezia do Recife, 28 de
fevereiro de 1884.-Gomes de Oliveira.
B tend o supplicante produzido sua justifica-
9o per meio de prova testemunhal, foram os au-
tos sellados, preparados ejulgedos pela sentence
do theor seguinte :
6 Julgo provada a ausencia do justificado pa-
dre Mathias Ayres Delgado, em vista da prova
testemunhal de folhas, e portanto mando que se
passe editaes corn o praso da lei para a citaalo
do ausente, a quem condemno nas custas.
a Freguezia do Recife, 4 de margo de 1884.-
Joo Gomies de Oliveira.
Em consequencia dc dita sentea" passou-se o
present, per cajo theor chamna-s e c ita-se o re-
ferido ausente, padre Mathias Ayres Delgado,
para no praso de 30 dias comparecer n'este juizo
e allegar o qun for a bem de seu direito, sob pena
de revelia, de conformidade corn a petieao n'este
transcript.
Dado e passado n'esta freguezia do Recife, aos
5 de marco de 1884.
Eu, Benjamnin Am6s Jose6 da Fonseca, cscrivao,
o subserevi.
Freguezia do Recife, 5 de marco do 1884.
Joato Gomes de Oliveira.


DECLARACOES

Suita casae giEsaricorma o Roffo
A Ilma. junta administrative da Santa Casa do
Misericordia do Recife, na sala das suas sesses,
pelas 3 horas da tarde, do din 11 do corrente, re-
cebe propostas pare o fornccimento de assucar,
send de Io 2a e 3'1 sortes e turbir.ado, que for
precise para os estabelecimentos a sen cargo:
Hospital Pedro II, Hospital dos Lizaros, Casa dos
Expostos, Asylo de Mendieidade, Hospicio de Alie-
nados na Tamarinecira e collegio deas Orphas em
Olinda, no trimestre de abril ajunho do corrente
a nno. As propobtas deverao ser em carts fecha-
das, devidamente selladas, indicando o fiador, c
obrigando-se o arrematante a pagar a minulta de 5
per cento, sobre o valor total do forniecimento, se
no praso de 3 dias nao vier ansignar o competente
termo. :.
Seeretaria da Sant.i C' sa de Miscricordia do
Recife, cm 5 de marco de 1884.
0 escriva'o,
Pedro Rodrigues de Souza.
%anta Casa de iMlserlcordia do
Recife
A Illina. junta administrative da Santa Casa de
Misericordia do Recife, na sala da:s suas sc3sucs,
pelas 3 horns da tarde do dia 1 1 do corrente, re-
cebe propostas para fornecitmento de pL e bola-
cha que for precise para os cstabelez.imentos a sou
cargo, a saber: Hospital Pedro II, Hospital dos
Lazaros, Casa dos Expostos, Asylo de Mendicida-
de c Hospicio do Alienados na Tamarineira, uu tri-
mestre de abril ajunlho do corrente anne. As pro-
pastas deverilo ser em carts fechadas, devidaien-
te selladas, indicando o fiader e obrigando-se o ar-
rematante a pagar a multa de 5 por cento sobrc o
yalor total do fornecinmento, se no prsos de 3 dins
nao vier assignar o eompetente term.
Secretaria da Santa Ca.a de Misericordia do
Recife, 5 de minarqo do 1884.
0 escrivao,
Pedro Rodriyues de Soiza.
Manta Casa de MIisericordia do
Recife
A Illma. junta administrative da Santa Casa de
Misericordia do Recife, na sala das suns sessoes,
pelas 3 heras da tarde do dia 11 do corrente, re-
cebe propostas para fornecimento do pio c bela-
chlia que foi precise para o Collegio das Orphas em
Olinda, no trimestre de abril a junho do corrente
anne. As propostas deverao ser em carts feeha-
das, devidamente selladas, indicando o fiador e
obrigando-se o finder a pagar a multa de 5 per cen-
to sobre o valor total do tornecimento, so no pra-
so do 3 dins nio vier assignat o competente ter-
me.
Seeretaria dat Santa Casa do Misericordia do
Recife, 5 de merco de 1884.
0 cscrivato,
Pedro RKdrigues de Soiua.


Armialavao


Na aud.lIcia do Dr. juiz substitute do commner-
cio do dia 7 dl l arqo proximo, serA arr-ematado :
duas parties do terras sita no lugar denominado Lu-
cas freguiezia de Afogados, 33 metros de frente e
176 de fundo, pelo valor de 6005, penhorados para
pagamento da cxecuAo que Jose Nunes da Cunha
move contra D. Fraucisca dc Assis C. Figuciredo e
outros.
Recife, 11 de feverelro de 1884.
0 cscrivao interim,
Jodo Games dos Santos.
Secretarin da Camara Municipal do Recife,
4 de marco de 1884. Ilm. Sr. De ordem do
him. Sr. vereador commisoario de policia, scienti-
fico a Vme. de que nalo continue a conservyr-se
quasi 0te diariamente fiSmra de sua freguezia, come
pubhlico. e notonio, resultando dahi a falta de
cimprimonto de seas deveres.
Dens gartte4 a Vine. Illm. Sr. fiscal da fregnue-
zia de N. S. da Graca.-O seeretario,
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva.
--A Camara Municipal da cidade do Recife
faz sciente a quem inteiessar possa, que na res-
slo de 12 do corrente, As 11 horas da manla,
iraio emw hasta public' os concertos a fazerem-se
na cetrada da Imberibeira, oreados cm 4J00000,
e os da estrada do AmbolI em 2:078J. Os orna-
mentosse aeham na seeretrria a disposilo dosn
sle 3 ss d ados. -
Jasti Candid. do MorMaet


:* As priwtas &,"w ame~ *em 4er fm ies i
devWindune *eitodm, indie-edo o*Aaw o sbhrt
gsudo-4m o arrensebwmt a pwr a oaiks At 5 V
sobre o valor total do ,oi em se a pa
de tires dms nd& vier asisw 0 eeMi^^e
term.
Seertaria da Smfta Cam( d Wimim srdim do
Reeife, 5 de marVo de 184t.--O mvi.,
Pedro BodfriWm 4 de b s8.


dos trilbos urbnas do

Recifre AiOida
Para mai. eommodidade dos inMu iii-
tes] e a instaencias de maitoe duewe, tea dewle
esta data creada a & ompanhia ura aiguatar.4
para criado., dando direito a visjar mn vey por
din, ida e volta, centre os ponti- extreamr da li-
nha e nos earros de freio, inediante o* paganeato
de 105 mensae3.
Escriptorio da companhia, 5 de mirao de 84.
A. P. Simes,
Goreute.

Ansocio Oudos emiplmos Jl* -

cos pricmu
A requerimento de 36 senhores amssociadoo. o
convidados todo. os outros seulores a se reuni-
rem em assemblea geral, no dia 15 de mnaro via
douro, na sede da mesa associaiio, para trata-
rem da reform dos estatutos
Sala da Associac.o dos Empregadoe Publicos
provinciaes, 29 de feverciro de t4.
0 1* secretario,
P. S. de Araujo GalvAo.

Juizo dos fcitos da

fazenda
Fseriveo Clutra
No dia 7 do corrente, e depois da andiencia do
Sr. Dr. juiz substitudo dons feitos da fazenla se ha
de arrematar a quein mais der o seguinte:
Fre.xezia do
A renda annual do solwalo de 2 andare., a nia
de D)omingos Jose Martins n. 6$. em into estad4o,.
tendo o 1" andar 2 salas, 2 quartos, cosinha f,'rn,
avaliado cea 1244000; o 20 andar 2 salas. 2 quar-
tos c sotao corn cosinha, avaliado em 180000). e o)
pavimente terreo te:n repartimento avaliado ein
1244000 para pagaincto do que deve a fazenda
provincial Antonio Alve's de Souza.
Freyuezia de Sano toAntonio
A renda annual do plwedio n. 22 na travessa do
Livramento cm mao cstalo corn 2 sulas. 2 quartos,
e cosinha, avaliada em On000) para pagainmento
do que deve I mesa faitzenda Theodore *Antonio
de Jesus Borges.
Idemi do prediL. n. 44 no caes 22 de unovOtmbra.lw
corn 4 portas de fricute e 4 no oitio e oecupado
corn urn cstabelecimnento avaliado em I10 KX) para
pagamento do que dcvc a inesma fazenda Man',-l
da Costa Magalhacs.
Freguezw d' 1a.- Viesta
A olaria n. 1 uo largo dos Coelhos avaliada c:n
100,4000 para pagarnento do quc dove a mesma
Fazenda, Jose de Arorim Lima.
Fregucz:'a de S. JA
Umn terreno murado dos lados, c eomn a frente
em forma de easi, tendo I metros e : 0 cntin-truos
de largura site a runa do Padre Nobrei n. 'i
avaliado em 4000XJ( paira pagamento do quo d,,-
vemi a mesma Fazeuda, os herdeiros de Jose Maria
de Jesus Muniz.
Freqnemia do Po"o
A renda annual do predio site no oitio da Ma-
triz comn gradeameiito de firro na frente e terraco
2 portas de frcute, 5 jauellas, e 2 portas no oitle
terraco do mesmo, 2 salas. 4 quartos, cozinha fora
e quintal n urado avaliada cmn 2405000 para pa-
gamento de qne devem a mnesma Fezenda, Duarte
& Imio.
Cidade de Olida
A casa de madeira n. 6. eAi Beberibe, no lhgar
Porto da Madeira, arruinada e edificada em terras
do engenho Sapucaia, coin 37 palmos dc frente, 0;
de fund, 4 jauellas de frente, 2 portas no oitao. 2
sallas, 5 quartos, c cozinalia avaliada enm 2S!)iAt
para pagnamento do que devc a mesina Fazenda
Manoel de Caldas Barreto.
A renda annual da casa terrca n. 30 a runa do
Commcrcio corn 2 portas e 1 janella de freutte, 2
sallas, 2 quartos, cozinha internal e quintal gran-
dc todo cercado avaliada ecn !n. 4000 plra pftag-
monte do quo deve a mesima Fazenda, o Dr. Joo
F Maria Seve.
A casa terrea n. 3 no luger Forso da Cal ten-
do 4 janellas dc frente c 2 pt-rtas latcrac, medin-
do 10 metros e 20 centimetros, de larigura, e 12
metros e 30 centimetros de eompriunoato, eom 2
sallas, 4 quartos, cosinha fore, tulo de taipa quin-
tal grande no fundo do qual pass am ri, awslida.
em 30UJ0'0 p.ra pagamento do qae devc a IB ina Fazeaid~a, Antonio Jose Cordeiro por Tasso t
Irmao.


Movcis
A amarqilo da, taverna u. 3 a rua do Viscom'.e
de Inhadma avaliada em 250,50 II para paga-
mento do que devem'a mesa Fezeuda, Ctwvaiho
& Santos e Justino GonuaIvcs de Oliveiriea.
A armaco dc pinho tenade part evidratsda e
pintada dc amarclio, a qualx se as a ra do
Amorim n. 20 avalihada em 80G O parn ma-
mento do que deve a mesma Famuda Podro Mair-
ques Coutiuho.
Arimnso de amnasrello e 1 bane da mmma ma-
deira, a rua do Barilo da Victoria a 14, avutliad
em 20000 para pagamento do que deve a umesma
Favadai, Manoel Calhorine BuriAley.
A arma*o da fabric de chatsem a runs de
Marcilio Dias n. 19 avaliaa em 5OMM par pa-
gamento do qnue deve a me=n&a Fazeuda, Maamc
Vieente da Silva Rios.
Recife, 1 de maruo do 188.

fiW -iwne 1TnrlffrltM flll^tb^


is.to.

i-4.
I**d-


,f



































da Silva


OMPAMHTADWRAMTICA BOB AI
o111:^ : r^-IK^ :1^'1^'11 1.
S"o DO -AIISTA

Empreza L. Penaate pares
de Welrofts
Quinta-feira, 6 do corrente




Representar-se-ha o drama de combat, em 4
acts, de Antonio Eones


0S ENfEITADN0S
Terminara o especaculo corn o duetto, eantado
pelos artists D. Isolina Monclar e Lima Penante

A volta do marinheiro

HaverA trem para Apipucos e bonds paro todas
as linhas.
Principlara As S koras.

IARiTIOS
COXPANTHIA PEUNAMIBUCANA
DE
Navegaipo Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei6, Penedo, Aracajii, Estancia e
Bahia
0 vapor Jacuhype, com-
mandante Silva, se-
gurA- no din 10 do coe-
vereiro, As 5 horas da
j~tarde.
Recebe carga atW o
dia 8.
Encommendas, passagens e dinhoiro a frete atW
as 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pcrnambu-
eana n. 1I
Companhia Bahlana de Navega-
o a Vapor
Macei6, Penedo, Aracaju, Estancia e
Bahia
0 VAPOR
Marquez de Caxias
Commandante Nova
E' esperadodos portos aci-
J ma atWo dia 14: do corrente e
j regressarA para os mesmos,
depois da demora do costu-
me.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
t frete tracta-se na
AGENCIA
7-- Rua do Vigario 7
i)omingos Alves Maitheus

Brigue portuguez "Tito"
Segue corn brevidade pars Lisboa
Jo e Porto ; para o resto da carga so
trata eom Jose da Silva Loyo & Filho.

Naranhao
Bares portugueza Africa, segue nestes dias por
ter a bordo bastantc carga pars o referido dostino
para o que aqui Ihe possa appareeer, e tomarA a
frete medico: a tractor corn o capitiio o Sr.Joaquim
Goncalves Camacho, A rua do Born Jesus n. 13.
ClAItGEIilS HUNIS
Companhla Franeeza de Navega-
^*ao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Rtea-er
Ville de Oear

' Espa-so doe tortes


do sal aitk o dis 6 do
JL' =mdo4
pois da, el,
am = -o Hawt*
por LAs,


Sabkia ito 4 1 9
ChgadBre .. 4 .
Vigo 27
S Lisbda 29 18
S S.Vieente : 19
Pemnaibuco 10 19 62
a Maeei6 11 ..
a Bairia 12 .. 27
S Rio de Janeiro 15 25 30
S Santos .. 27 2
Montevideo 21 2
S Buenos-Ayres 28 4
Sahida Buenos .Ayres 5 15
S Montevideo 6 17 6
Santos .
-. Rio de Janeiro 2 9
Chegada Bahia 27 12
Maeei6 28
Pernambuco 29 14
S. Vieente 20
Lisboa 11 26
Vigo 13 -
Southampton 15 1
86 tocari paratomar carvio.
Compania Braslleira de Nave-
gooae a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor
Pernambuco
Commandante o capitol de fragata PedroI
H. Duarte


E' esperado dos portos do
sul ati o dia 7 do corrente,
e seguiri depois da demo-
ra indispensavel, pars os
portos do norte atW Ma-


naou.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
traeta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO-44
PORTOS DO SUL
O vapor
Bahia
Commandant Silverio Antonio da Silva
E' sperado dos portosdonor-
lte ate o dia 7 do corrente
e seguirA' depois da demora
I do costume para os portosdo
MaiSul.
Recebe tambem carga pars Santos e Rio Gran-
de, frete modieo.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44-
COMPANIEE DES UMESAGE-
RIEXS IARITIXIES
LINIA MENSAL
0 paquete -
Niger
Commandante Jacques
S, Espera-se da Eu-
rops at6 o dia 7
de marVo, seguin-
do depois da de-
moma do costu-
me pars Buenos-
Ayres, tocando ns
Bahia, Rio de Janeiro e Monte-
tevidto
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Pars carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-seoeom o
AGENT
Auguste Labille
9-RUA DO COMMECIO-9


Pacic Steam N
STRAITS OF IM
Aeon




Paa fregte patsoin
a fr-ete : tracta-fse eom. '


Wll.to1 R
N. 14-RUA


iviption Company
[AGELLAN LINE
AQ flpn *'


POR I


DO AGENTS


Qulta-feleira do eorrente
A's it ho eram t a
Da important boties aHemk pra do Condo
d'Eu n. 2, espoeo de A, Caors
0 agente seima, por mandadoe oassisteneia do
lm. Sr. Dr. juiz de direito da pro iedoria de ca-
pellag, levarA a leilo a grande botica a requeri-
mento do testamenteiro e inventariante Jos Men-
des de Freitas, cujo inventario sobs-se em powder
do referido agent a disposi..o des senhores pre-
tendentes : vender-se-ha mais umra botica ho-
moepathica de medicamentos de Castelan, cons-
tando do inventario em poder do agent e mais
alguns moveis, tudo pertencente ao mesmo espo-
io, inclusive 275 garrafas corn tints de boa qua-
lidade, que serlo vendidas em um s6 lote ou a re-
Italho a vontade dos senhores licitantes.
Leilao

de fazendas avariadas
e 2 caixas corn talheres e colheres
4UIINTA-FEIA, 6 3O CORRENWTE
A's 11 horas
Agente Pinto
Na rua do Bomn Jesus n. 43
Agente Burlamaqui
DLOiloO

De moveis e todos os utencilios de padaria
e refinaco, na casa ns. 28 e 30 rua
de D. MariaCesar
Sabbado 8 do corrente
A's -It horas em ponto
0 agent acima, A mandado do Illm. e Exm. Sr.
Dr. juiz de direito privativo de orphilos, A reque-
rimento do inventariante do fallecido Domingos
Jos6 da Cunha Lages, levarA a leilo todos os
bens pertencentes ao espolio do finado: urma mo-
bilia de jacaranda complete e corn tampo de pe-
dra, 1 par de jarros, 1 dito de lanternas, 1 espelho
grande, urma mesa elastic, tun guarda-Iouca, 1
commoda, 1 apparclho de porellana para jantar, 1
dito para chA ineompleto e todos os utencilios exis-
tentes na padaria e na refinaco da'rua de Marci-
lio Dias us. 28 e 30, onde o mesmo agent espera
os Srs. licitantes no dia do leilao.

CARMO E SILVA
27 Travessa do Corpo-Santo 2
Leilao da semana


Moves,
nos, etc.


A's 11 horas
Para fecdair contas
lougas, vidi03,miudezas, ferragens, pia-


Ao bater do marteHlo
Sexta-feira 7 do corrente


- Aluga-se uma grande casa na rua Visponde
de Goyanna n.-76 corn muitos commodes, agua
encanada e jardim so lado: a tratar na rua da
Imperatriz Loja do Cysne.
Precisa se de umn eopeiro e de um feitor ; na
Ponte do Uchoa, eonfronte a Cestago, sitio das
Palmeiras.
S- Aluga-se a casa d rua do Quiabo em Afo-
gados n. 50, corn mcommodos para familiar, caiada e
pintada, corn um pequeno sitio murado e bemn
plantado eom frueteiras todas a dar fructo ; a
tratar na rua de Mareilio Dias n. 106.


LVwUI Ub Furtaram da estribaria, so amanhecer do
Espera-se da Eu- dia 28 pars 29 do correlate mez, da cidade do
ropa at6 odia 16 Espirito Santo de Po d'Alho, rua da Estrada
o deMarvoo segni- Nova, tres burros perteneontfts a Francisco May-
mA pareo snl de- mono, residente e alli o tabelecido owm effcna
--poda demora do d e caldeireir, send nmi pseto, andador e umn
Norm toiutm. ta-tet aWrdigp, nito eunstso de pegar estando
W, eI eada e dinheire solt, nio muito novo e co oferro a. 8 unaspena
direita ; outro, umra burrm mellada, andadeira e
s&natarios conmopescoo um u tanto fio ; o cutro eastanbo
Jinftt orle do rapess, oyo e descamado. COnSta ue
,OM E1 O N.--141 seg a- peaestrad-a s-BueviA&nto
jro1 -sisortantoaias Oici5 a&pe
A"1i w.v4 *


Alexandrina Maria da Silva Mants, e sens fi-
Ihos maifestam os sens sentiments do grvtidgo
aos seus amigos que acompanharam ao cemiterio
oe rests mortaa de ea presad e filho e irmlo e os
convidam a assistirem as misses que mandam re-
ar porsua almsa, no dia 7, As 7 horas, na matriz
de Santo Antonio, polo que sereo igu ilmente reco-
nhecidos.
..-y.1 -p~aBia^<^W^
Baeharel jEaqulm Gomes da Cu-
nha Pereira eUrIio
Um amigo, convida aos parents, para assistirem
ao enterramento do cadaver do bacharel Joaquim
Gomes da Cunha Pereira Beltrio, que se acha de-
positado na capella do Cemiterio Publico, hoje As
9 horas do dia. Nio faz nenhum convite especial.
Carros I rua do Imperador.

Entre amigos
0 possuidor do eartIo n. 3032 que foi premiado
corn a sorte de 4:0J03005 na loteria n. 358 extra-
hida emn 21 de setembro do anno pissado 6 chama-
do & travessa do Carp) Santo n. 27, para receber
um relogio de parede que tem dous soldados qae
acompanham as horas tocando clarins, isto dentro
-de 30 dias, isto por ser object de facil deteoraalo.
Nio tbrndo o possuidori reclamado na.luelle prazo
perdera o direito do mesmo.
Farinha de milho
Moida a vapor, de 1, 2A e 3a qualidade, a 100
rs. a libra, e de 4a a 80 ra., em arroba a 2,$500 ;
vende-se na rua do Cotovello n. 25.

Anma
Na rua do Bargo da-Victoria n. 7, 2 andar, se
precisa de uma ama que saiba engommar e cosi-
nhar, pars casa dl familiar de duas pessoas.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro corn pratica de mo-
lhados ; na rua Imperial n. 133.

Ao commuerdo
Manoel Jose Fernandes declara ao public e
especialmente ao corpo do commercio, q ue nada
deve ncsta praga, mas se alguem so julgar ore-
dor apresente sua conta .i rua dos Guarajapes n.
10, para ser paga, no prazo de oito dias, a contar
desta data. Recife, 5 de inar-o do 1884. -- Por
proeuracao de Maqoel Jos6 Fernandes,
Joaquim Josg Fernandes.
Ama


Precisa-se no largo do Corpo Santo n. 19, 20 an-
dar, de umas ama boa cozinheira e que durma em
casa.
Ama
Precisa-se de uma mulher de bons costumes, que
eozinhle e queira acompanhair tuna familiar pequena
que vai ao sertio, fazendo-lie as despezas de ida
e volta, al6m do salario a que quizer dirija-se a rua
da Imperatriz n. 20 anidar.


Ama


Precisa-se de uma para cosinhar para home
solteiro : a tratar na loja Fragata Amazonas, rua
Duque de Caxias n. 47.
Alugam-se os andares lo e 2" de n. 39, e o
20 de n 31 A rua do Imperador : a tratar corn
Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
Precisa-se de urea ama pars cosinhar e de
outra pars engommar : na rua de Apollo n. 2.


gilP^ .___~_
W9g;jg o.
A tl OB 0 P 0
o ot'- 0




0.0 m s
CDis^ 0 CDB-!S


Maro--20 A


Snperiores gargarSbs de sda prela, dei i a 7 Iwi.
Cachemiras, pretas e de I pora, de l$200a 2" evadt
V6os, utilbhas, fil6s e ontros artigos propries paF (S arc s
da quaresna.

So a com fita em oPis e go 1O i 00 1 ia fi -

zenos o dsoito go 13 por colnto.

CASA DE CONFIANCA

FRANCISCO GURGEL DOAMARAL ft Ce.



I Pk"?L1aM 8?ff

SDO

DR. CARLOS BETTENCOURT If
MEDICO OPERATOR
0 DR. CARLOS BETENCOURT medico operator, corn lratica nos
hospitals de Paris e Londres pode ser procurado no sen CONSULTORIO() a
rua do Marquez d( Olinda (rua da Cadeia) n. 34, onde dAi con-.ltns c tcpratica
operagoes das 12 As 3 da darde.
Chamados por escripto.
Numneros telephouicos 79 e 99



OAS DEI OONFMIAN

TRATAMINTH B[ TIJRIO DAS M SOL IST PROVENIINTI8 UAt

IMPUREZA DO SANGUE
PELO
Arrobe depuratiho de salsaparrilha, caroba c eclame
Preparado per

PHARMACEITICOS DA CASA REAL DE SIUA MAGESTAI)E FiD)ELIS.SIM.A EL-R-;I DE1 I4MIrw ; '.L
Premiados em t ive'sas exposicGee corn o 1.. premio de iua laMcse
Consideravoes geraes

A sade o u bon iiiapreciavei, cuja importancia e valor s'o cstAi r, er-ado-
enfermo avalial-o. E' incontestavel que o home n'oste nimndo 6 constantomente, e pc :
odes os lados atacado por umtia infinidade de agents morblidos que todos tendein. 41.
das certas e determinadas circuinstancias, a alterar o regular cxerecicio das fiunc<,.
orgauicas, resultando desse doscquilibrio o quoe se denonmina---molestia.
A molestia nieo 6 mais do quo a desvirtua-Ao das for:as vita-es, ccasionao'a.
segundo as investigii.s e experiencias dos inais abalisados muiestres da sciencia, opc.
depravacao dos humnores geraes, consequeucia da ac rio maligna dresses mesmos ag'n:-
morbidos, introduzidos no organisino pelo acto da respiranao, pela via digestive, ps ,o
contact immediate, etc.
A syphilis infelizminento tern sido a partilhlia da hiumanidade, e como 6 f6ra d,
duvida que esse terrivel Proteo da medicine 6 una molestia hereditaria, ella tern ,i,.
observada em todas as idades, o debaixo de todas as suas formias tio variadas, cnfi',-
quecendo constituecues robustas, produzindo nmttila6es e cortando ainda cmi flor d.
idade vidas preciosas.
Eliminar da economic esses principios deleterios, e pmrificar a mas'a geral d,
humores, tom sido desde tempo immineorial, o tim constante da mcdicina, e os dc[ i-
rativos figuram em primeiro lugar para preonclier esse desideratum.
E' de preferencia no reino vegetal quo a sciencia aconsclha que dcvemos pr, ci-
rar as substancias proprias a dcpurar o organismo, eliminando os principioa nocivos .a
sauide pelo augmento das secrecoes naturaes; e que possain ao mesmo tempo neutral
sar o virus symphilitico, ainda quando este virus ja tern feito erup~ao no exterior dc-
baixo de suas multiplicas formas. Os grandes e inftomparavcis depurativos vegetac;-
conseguem muitas vezes prevenir os estragos da syphilis, quando por ventura so ach,
ella ainda no estado de incubacito; isto e, sem se ter manifestado sob formas externas,
beneficio incomparavel, tanto mais porque n'ossc estado os individuos ignoram coniplc-
lamente se es'tao contaminados por esse terrivel inimigo.
Felizmente para n6s o recurso prompto e sem igual para combater virus t.7o
deleterio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riqueza invja-
vel de species de vegetaes, muitos dos quaes ainda t~o pouco conhecidos e estudadcs
- corn pesar o dizemos.
Nos mereceu a preferencia na grande variedade de plants depurativas q-pi
possuimos, as trees i lantas beam conhecidas no nosso paiz; a Caroba Jaoaramdd pro-
eera de A'prengel, da familia das Bigoniaceas; o Velame croton carmpestre, de b'?t
Hit; da familiar das Euphorbiacoas ;--e a Salsaparrillia---Smilaa symphilitica, de Ruat:o,
da familia das Asparagineas.
Extrahindo somente d'estes trees importantes vegetaes cs principios mrdicam n-
tosos pelos processos mais aperfeigoados da sciencia moderns, conaegui'mos reunil-os cm
um composto agradavel e de fail applica'iio, cujas propriedades pala a cura da gran-
de serie de molestias' syphiliticas e todas as quo proveern da inipurea do saangue,


nossos estudos e repetidas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que
se tern obtido corn emprego, has differences formulas conhecidas, dos principios de cad.
um d'aquelles vegetaes do per si. Nalo precisamos descrever tlo importance plant,
fazer conhecidas suas virtudes ; ellas e sens bonds effeitos modicamentasjt ji do bcm
conhecidos, quer em nosso paiz, quer na Europa, onde abalisados botanios e distiwtos
medicos se teem d'ellas occupado, e elles mesmos experimental corn optimos resultadeos
n tratamento de muitos padecimentos.
0 nosso Arrobe depurativo de &zdsaparrllla, Caroba e Vdes tem um sablor
agradavel, a sua acglo 6 suave e benign e de nenhumsa forms produ moleitias medi-
camentosas, como acontece geralmente a todos os compostos em.,e etram m bsta-
es mnineraes, como mercurio, o iodureto, etc., cujo uso prolO 6 ma t pmr m rM
ceiar,- pricipaunee porqae trazem grande alteralo do .sa ge, r seaamd dete
/tado muita %r-ates y sias quasi sempre fumsa."7
SSen' o ams olestiasj come oClia disemos, deavid 1 ahag & umoMs, 0
A deprativo da &cdsaarrd/a0 Cqmoba e Vdamue pod. "or Yasta 4e-
ente na syp ~s, e pa rb Itai, betas, geta ed&o" uc oat t l cram
Cr~a, gono sw c s, molestias da pele, et, e om geral em teds. as Mice-
Sem que abli (to# tas tem f fto.ver, indi uo vc a" O&M cas grf- s
jif tos e prolongar A exisacia, u4seamna A 4m-a
*4k 4 o ^ o 'de- 6 p do mm ip
CA- PM


Ak


41


-14!1!


44a


^-.


de


ARtram l





















eams de faamia :


ria


te I- Be prcma


LP






v
N



N

I


JOSEPH KBAIJSE, It co
Acabam de augmentar o sea ja mn co io
imtuprtante eslabeleidiento a ruta 1o
de imaro n. comn nmais
urn sahlIo no 1o andar luxuosamenlte prepa.
rado e provide de ,mia expsi.


ao de obras deprala do Porto e elect"
dos mais afamfados fabricantes do


G.plate


mundo inteiro.
. Convida, pois, as Exmas. fanmilias, sous nume.
rosos amigos e freguezes a visitaremni
o sen estabelecimeito, afimn de
apreciaremi a grandeza e bom gosto corn que
nto obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincial.

At -bB ABBRTO UAB I k B 8BA NOITH


da


N!


JIEM


PHAIRIACkA LEVY
Anliga pharmaeia de P. Maurer


Elixir depurativo regenerador do


Praatlo Dlo Nmacllidc
SJOSE' FRANCISCO BETTENCOURT
COl
Salsa parrilha, vefame, caiiana e caroba
Os resultados admiraveis d'esse mnedicamcnto e a grande aceitag^o que tern m-
ecdklo, fazem-no recommendado para as molestias sypbiliticas e imipurezas do s'\ngua.


GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE
AEUDA LUSOSA &


ARli 4LSIOS A. &


C.


41...Rua do Barbo da i ictoria*.41
N'cste acftditado estabelecinmento so encontrarA sempre um sortimento com-
pjeio de pannos finos, casemira do todas as cores, proprias para costumes e calgas; re-
cebemos directamente as nossas fazendas por todos os vapores da Europa. Brim
branco e de cores, e todas as fazendas tendentes A uma casa nesse genero de negocio.
Aprompta-se costumes para luto em 12 horas.
S Dispoe de um pessoal habilitado e corn os melhores elements para servir
a seus amigos, e a qualquer pessoa que quizer hbnrar seu estabelecimento corn suas
eacommendas.
41-Rua do Barao da Victoria-41


ONIPSES on .educce chronologiea
dos facto. mais notaveis da historic
do Brasil pelo general JosA Ignacio
deAbreu eLima,, I volumeene.
A PONTAAMENO sobre o eontencifso
adanuaistrativo e sobre os privilegios
e prerogativas da administraVli noas
eontractos e transaeoes que celebra
corn o poder public, per Henrique
do Rego Barros, I volume enc.
STATUTEN der Koniglick PreussiocheR
RheinisehenFriedrichWilhelmsUni-
ver sitat. Offiieller Abdr, I vol.
eneademuado
HISTORIA do Brasil de 1831 & 1840,
por J. M. Pereira da Silva, do case-
iho de S. M. o imperador, goverao
regencia durante a minoridade, 1
volume em broehura
NOVOS apontamentos de origem allema
para o estudo das quest5es relatives
a edueaao Pcional, collegidos pelo
Dr. Joaquim Teixeira de Maecdo, e
publicados por ordem de S. Exe. o
r. conselhciro BarAo Homem de
Mello, 1 volume em brochura
MISERAVEIS, drama em 5 actos de
Agrario de Souza Mexezes, em bro-
ehura


35000

5500


3500L

2A000


N. B. Faz-se abatimento a quem comprar to-
dos.
Caixeiro
Precisa-so de um corn pratica de hotel : a tra-
far A rua da Madre de Deus n. 3.
Atteniao
Aluga-se o 2- andar do sobrado n. 17, do largo
d6 Corpo Sando; a tractar no 3' andar no mnesmo.
Precisa-se de um caixciro corn pratica de
molhados; na rua Imperial n. 128.
Aluga-se o andar terreo do sobrado n. 36 A
rua do Duque de Caxias, o 20 e sotea do de n. 41
a rua do Rangal, o 10 do de n. 25 A rua de Santa
Rita, o 20 e sotao do de n. -24 A rua do Aragao, o
10 do de n. 26 A rua do Duque de Caxias, a casa
terrea n. 77 A rua de S8. JoAo e a casa corn sitio
e grandes commodos nii. 1 D na segunda travessa
da rua do Principe : A tratar na rua do Hospicio
n. 32.
-- A Venturosa ,A rua do Cabuga n. 16, se
acham -6 vcnda os bilhctes da loteria 334 de
20:QOO, c 25:000 que corre a 6 do corrente.
A tinturaria do pateo de S. Pedro n. 6, precise
do um official habil, paga-se bem.
Precisa-'e de uma professor para ensino
demeninas, preferiudo-se estrangeira, no enge-
nho Barra de. Sant'Anua, cidade da Victoria; a
tratar corn Augusto do Rego A rua do Cabuga
numero 9.
Precisa-se do iln rapaz para vender bol so
na rua Augusta n. 187, 2( andar.
Precisa-se de im fcitor ; a fractar A rua da
Madre de Deus n. 38.




0
UNp^M H ea OS*


ao extracto


d6


Figado de Bacalhae
cujo uzo
produz
:s mesmos rezultados
que o de

OLEO DE 1PIGADO
o .

BACAJJHM


Precia-se de urn caixeiro para molhado.: na
rua da Unieo n. 5&k

Pa eawa de duas pessoas, precisa-se de uma
ama pare copmr e cosinar : na rua do Mar-
quez do Hervral n. 87.


Urns.u setor# Jilitadaa evainar portuguez,
frainez (8cr*voe e fallar)X aritlimetic, deeenho, .
,Nlor i os, tura, ofece-se par tal m, a E
eontrsta.e pam fmra da eidade, preferido algu I4, nmado 6rmont em Pavis
engenho; a trktar na ru da PaIma n. J. Encontra-se todas as peas de theatrui
A- Antias e modcrnas assist como urnm
1sordmento complete dos Mionjlogos
ele ebridl &-,wS. I 3mais em voga, come :
Pde-Mes ao cavalleiro que lev coam o amotra C .iaPuce-LaGuigne-LePotAs c
dous garfos de metal fino do armnasem da travessa e Trae d'uM Gendw.f
do Corpo Satnto n. 27, o fav-r de devolvel-os sob Un s oasieur qui dine o n V S
pena de deelarar-se o sea nome. Urn Defkt 5
Lem Art* Iach '?A"MIC DR CADA MONOLOO: -1 PFR.
| ei A-s Expedi<&o frasco pc!o Correio em vista
S" de remessa em carla fr.-inquada, da
Preeisa-se alugarusma onescrava de boa con- quantia de um fra co em sellos poe-
ducta pata eomnprar e eosinhlar, paga-se 20A000 taes de qualquer paiz.
mensaes; a tratarun rua do Crespo n. 255 loja. XM l Ow OuOu


don;
neza. Este inaprecia
amacia e di brilho
deixa na cabe;a umn
muito tempo depois


KANANGA DO JAPAO.
=iDZAUTD & Cis, Perfumista
PARIS 8, Rua Vivienne, 8 PARIS
Qleo de azzanaga
Conhecido sob o nome de Thezoi.ra dos cabellos
[o d mais do que o oleo essenciat da Pirus japo-
vel preparado alem de ser um excellent tonico,
aos cabellos, fal-os crescer, impede-os de cair e
aroma delicioso e tao persistei~e, que se senate
de tel-o usado.


I Prjpara-se tambem o Oleo de Kananga corn os seguintes perfumes:
BOUQUET VICTORIA HELIOTROPE I MARECHALE VIOLETA
ESS. BOUQUET JASMIN MILLE FLEURS WHITE-ROSE
NFENO JOCKEY CLUB RESEDA YLANI-YLANQ
*^ "ACHA-SE A VENDA EM TODAS AS PEnFUMARIAS .


Deposit em Penibuco: Maia Sobrinho-& C.. Francisco M. da Silva & C.


Em casa Ae todos os Periumistas e Cabellieireiros
r da Fraina do Extrangeiro -e


y ^L* L>%6 deL^I j^rd t^5^i^^rrozesiiciat l
PREPAnADO 0OM BISMUTHO
C'or o 3OE-. A-2j.-", Perfumista
E'.A.RS&T, 9, RSia'. -' la. IPai. 9, A-ISX






Xarope de Casca de Laranja a_,a
o PODUTjI.ET9 dc 1is 2AbPar D
APP)OVAIO PELA JUmTA D3 HYGaTENE DO BRAZIL


*fodo o m'mundo conhice a' proprldla-
das tr lo4Iaeto de potassio. Os mais
diatiactos medicos dx' -aculdade de mcdi-
cila, de Paris, e pricipaimeiti c Ars
Ift8 RICA)RD, BLANCSAi, TaouSSUAU.
N*LATOw, Poaiay, Roomu, obtinerao os
meliheoes resultados no trat.menio das
adlaoaas escrophulosas, lymphati-
caa, cencrosas, tuberculosas, nos da
ca dos o s. doe tumors bram-
00s, dan a-P5ejiXD ou Oclo, 4d8 =I0-
lssti fhro i'Ocas da pOile, da agrnura
4* wifae. dos acoidentes arounda-
at. a tarolArios da oyphilis, ite.


Este agnate pcdecoso adminiatadoafltm
solucfio corn agia, tern por inconvoihiole
o irrnilar a maucosa de estomagoc de!taz
minar acce gastralgicos.
Em ista ,Acc. os medicos acirmata-
cionaa. escolhe'rao per excipiente d'esite
famo,.o rc'medlo, o Xarope d. aeA
do laranja amarga do Laroe, o qual,
poar sua acca&o tonica sob os orgios do
apparclho digestive, facilita a absOAG pc
de io~airuto C' poLias2o, pieivmfe v ia-
quer -acic- e pe-r:nitle quo cantmnm e
o trrnamerto sein tfeaor de euvenha
.ia4OnD atet completorestabaleciata .


aNo iwxamos dopositos aohao-se oB saguintws poductoac de J.-P. Lax.:
~~do eam do
UARGPE LAROZE a TONICO, ANTImNERVOSCO
I Ira m oa lt, Gs8tralgla, O"pepla, Dores s Cuml e s d 4 tomaaeg.
IMPE SEDATIVO ,-m,.-BROMURETO DE POTASSIS
r OlMMf1.p'1s.fletO. ^^^D~ans doS. GtaD. nn ft gftr. a ldiatle&o.
VAii: ltaO niFiRi'r-'"i"''t'''080* ^'pninijPf~~t
,AIN ,fERtUGINOSO ,uaiamar*., PROTO-IOOURETO, ,FERRO
GItsa %a *a aa. Cmltao-Aan~ma. trs paMllidas. Floras mranoae, w ,adb1Attoa
.tf0-ofj il ul sz 9 Wu fWA# 91 raL4
S Pals, 5.-P. LAROZE e Ot, Phariao-aeutlS




gregadt o drdeu trointa as p Medoicos& d ,os a tles, cM
v dv"x ooBi.do Gorqufb, By-dropl0a Breftlutea A.= Ql-.
^pk~tai~he, etcmM e euiliim, en todas as perturbagbes da iruaio m

Er Gt E? ^ S, ERGOTI.t

:1~~Adf d 1 I 'w(Ouro: da 8flcMjuf do PftarbaCdt do PW^ .
lflkf. Mem sc:AN* woom

a- A
iWMBMIWC|9nF rim ita WYECIVT-c 09, nmi dJVbw&,f--r3


ALLAN


-As


Paiga-se bem a umsa cosinaheira quo sea perita
e queira servir fdra da cidade a uma familiar de
tres pessoas ; a tratar no pateo do Ter"o n. It1
primeiro andar.

Am
Precisa-se de amua ams na rua do Visconde de
Goyamnna n. 87, (antiga do Mondego) para todo
servio de uma s6 pese.
Aluga-se
uma casa terrea corn sotao, grande coamodo.
dependencias !e agua ensmcanada : na ra do Pay-
sandfi : a tratar ua rua do Vigario a. 31.

Becia Jin D
Compra-se tod7 e qualquer wt o" ; m nsa de
Mari e Barros a. 11,armam.

deiPriI- P m 14.
*1Preciea-3e do was, no LTO do PiaUO a. 14.


D
is-Rum


Unice egmue.m NW fmw.1
A@WWM NIWm A C,
N.-3 R do Camumni.--3
A veuW em todos an ba e d o imi.

i Q Queji quiser ahugar a caLa D. 8 a sa
^^da Uniiojw grcr -l mMe a Iqja a.
30, d a dna aedor.

Ama
Precima-se de =a eam que cemapre eosinhe
psara pO||a familiar; *a rtam do Mailue. do

GLYCEiAT VMGETAL
Contra eepmgrn. e o at
fee'fes da pee
Preparado por Joilo Antoio MAfartim s No-
vaes,, plarnaceutico diplomado pdela Fa-
culdade de Medicia da B4Ai.
Este preparado, compoto especialmentc de
Idantas deste paiz, 6 o resultado de muito tempo
de trabalho e estado.
Elle 6 applicado corn cxito admiravel n as affc-
ves herpeticas, nas sarmnas, frieiras, feridas chro-
nicas e em todas as molestias de pelte.
0 seu emprego nessas molecstias tern sido vnm-
pre d'um grande rcsultado, operando o Glycerato
Vegetal uma cura rapid da molestia, evitand)o A
repctiqlo della.
A grande procura que tern tido o scu autor.
b uima prova da excellencia deste preparado j:i
eastante conmhecido peiss suas virtudes.
Em testeimunho do ique avanamo(s offerecens
comn sis'rwa,:o public os attestiados infra de di-
versos facultativos que teen usalo em susa elint
Scorn Lranulc provcit(o do GLYCERAT(I VE(E-
TA g.oe hem assim de pharmaceuticos c pesisis
(iuc cl!c tein feito usnao.
Modo de umanr
Appli ca-se sobre a part ;iffit'tadin em frim(<,e;
uma vez ao dia, ou pjcla nmln o, o 'im noite .tnSo
cuidado ,oc n.lo fazer se.'nro c'.ir;tivo. semr tomnr
uin banho n agina mornan ou fria. eI lavar a ipartc
affeetada coin salao (de qualitucr qjalidatle.
SNofim (Ic d 'oucos (dias o inl vai desappnreun il.
Outrosim, ipuanito ,mt- omidal t,,rni-.s-rulwidh* mais
depress. o GLYCERATO) VE(ETAL obra c n
promnptidi'io.
Quaniido o doente applicar trees ou quatro vze,.
c tornar-se a part affectada d',rila c vennelhf,
neste easo dceve-se radluar ua friieVs para ni-
110S.
No03 caos de frid-,', dove aihlpjlar-se de tr'oi
em tre. ,l:: on 1o '[e luatri) e i ,I:0ro i :ins.. ai l i-
var a ferini. d '"';t.i :'.'"'z ;u' 'Ca qVa c


U 'Ale]VSta
Falsii nea lo de positaradepolvra



j~Castiio-xosquo cm lbr( esera offereeida
polvora coni a acx'* tta la mar-rim diajivatte e J4n
centro. marca te-fa b 'Iiu coul eccida tapninpoviaii
por ter, silo I. ikaunos tna narexi $>peis m
PIAI,.,MA,.IA 1.^ I)ROOAPIA




do Lin. Sr. d eir :afi, iins a '.
34 pA L.mIA:\ D /O SAIKIO -- :*{tjg
j Alerta



inFatressadliaqo a vedadeira polvor polw ra
I ^onstaiil,-i-nos quec m bratve s !polvora corn a acr,: ilta.' l utr.;{t dlivan-'ite e J ,mo
centre, inircat e.-ht bi'm~ conileeida 11a provinci:
por ter shdo })',r lii;;.,s ;iino.s un'in~tta micaiepet ial
!o Esm. Sr. j:ir',, de Bezinfice... l~r.veninios a':i^
!interessados que a verdadeira polvora por niy fa-
bricada traz nos barris irn mch.piuto estaympjvii
sel o 0qual a p.lvora nI'om v roi~a.'irn.
John llall l\ Se
Londres.
AMA
Precise se de uma amin. ;.0r eosinhar em cm -a
j de familia ; a tratar na r:d; (l u Fltres n. t.
Aiiia
Precisa-se de uma a:;.*' parA lavar. engomatmn
e audnr coin crian%'a : a tr itar 1.nn rua do Barlo
da Victoria n. 41.
Caixeiro
Precisa-se d, um de idade de 11 a 1i s annos
corn pratica de mollados : i ru dxi Aurori ur.-
maro 81.
N. 182:580
Salvador Barbalho Uchoa Cavalcante e. chama-
do A rua Direita n. 24, para dar umna 3oha%'o
sobre o numnero acima, poti ha jA mais do otto moe-
zes que o senior promette... c nada...
Cosinheira ..


i


I




























9w iot"eraa, .320 ris,
covad4 ;T-6bembse


do ~~40c~res, a 3W r ?is, oe9 ao p~ho el
do bnhoa^ dem'a, feitos aapricho, r p O, -
%forraas, prompt par uso, a 3#"o, a I -
; 1fiuissinAs, pamr senhora, a 500,,& duia!
11^. '1' traspawente, fina, a 36200, a peea!
Sopreto, superior, a 14200, o covado, aproveitem I
RXu r Em quantia de 100000 para cima e sendo a compra
em pega ,%z-se desconto.
Ha constantomente grande deposit de roupa feita para trabalhadores de campo,
a bern assim sortimento de malas e bolsas de viagom, tudo mais barato do que -bj
outra qualquer parte.
N.20O-RUA 1.0 DE MAR(CO-N.S2O


MiGUEL WQLFF & C.
Participam ao res-
peitavel public, que
continuam ter urm sor-

timento de joias das


e dos


MIGUEL WOLFF &C.
Offerecem ao respei-
tavelpublico um gran-

de e variado sortimen-
to de relkgiosdos mais

acreditados fabrican-
tes, e se acham habili-


a vender mais baratotados a vender mais


barato do que outro

qualquer, visto rece-
berm directamente.
Todos os reloziosi


vendidos


n esta


-. 3- I


casa


garantidos.

Rna lo ab* i. 4


Para engininar
Preecisa-se de uma amra, forra on capfiva,
para engommar e owtros misteres de casa
de familia; no 3.V andar do predio n. 42
da trua Duque de Caxias, por eima da ty-
pographia d'este Diario.

Trastes
A' m do Imperadorn. 16 compra-se, vende-se,
.aluga-se e troca-se, novosoe usados.


Pecisa-se de unma a am par todo servi, o e ca-
sa de familiar : A trmtaw ma rua da Uio. 47
Noe ra

Preeisa-se corn urgeneia de uma, que Anymnmio
ibemn na rua do Cabuga in. 20 andar.'

Attewao
Alhga-se urn exemente-shrad- o em SaetlAnna
de deatro, con exeelentestswinodos para17n
demifiuilia, a tratar ,usius do Uviamoeto n. Iloja.

.Br. Audr^bampcfe
4Qneirafaer o favor de-vir -Arua da lapera-
-trizn. 55, tratar de negocio eomn rela*o a sua*
arte.
4easa e itio


.a mna -Isoo u U uraitibise movivi. I -" -
(Camzes.) Aluga-se por preoo medico rmas exeeliebtelas
eomtiio na estrada Rm& deaeber ibe, perto da
n ,s estacO-d%'aiiemz1111ttrur usnia adolmi-
Ha sete annou sle se roga aoeSr. Ignacio esae a 42 (ertomio) o a a d. o BaS d
i pm or n. 42 _(eartorio) ou :ma nm do, r te
Wieira de Mello, escrivlo da cidade de S.Bofja n. 47.
Nazareth, ha sete annos que se pede quasi ________________
pelo amor de Dew que ven ha A rua Du-
que de Caxias a. 36, e naa vem nem +
mandca.
Pois devia vor n mandar. C AI
~'E muita duress do coracao. | ml l a H l ''
r se mandasse -gulo que motivaas AMH
saudades que S. S. lem causado, mao da- .f A305"
n ra lugr a queo s esteja o 'empomio umi
chuea pars ser caAtada A viola, a qial-logo
smrA publiada. A

:1m -f a--uMlham atidnoIsahdet U 41*'Oi8S


Iteiro 460
Meio 2#000
Quarto16000
Em qw 4dade m malor de t100
Inteirb36500
Mei l* 1750
Quarto 5875
Manoel Martins Fiusa.




Aos-4:0OR 4


Ria do Iarao da Victoria U. 40
e easas do costume
O abaixo assignado acaba de vender
em seus felixes iihetes quatro quartos
de n. 933 corn a sort 4:000#000, dous
ditos de n. 663 tambem corn a sort de
100000o e diversos premios de 326900,
16(000 e 8000.
0 mesmo abaixo asmignado convida aos
posuidores i virem receber na conformi-
dade do costume, .4em desconto alum.-
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garantideos da 1M.' parte das loterias a be-
neficio das Escolas Primarias de Instruc-
go PNbics, 1(t8.), que se extrahir&i na
quinta-feira 4 corrente.
PIIEI0 S


Inteiro
Meio
Quarto
Euu

Intiro
Meio
Quarto


2$6000
1#000
de 100000 para
eima .
3#500
1#750
#875


JA&o Joaquinm &da Costa Leite.


A VETURONSA

l0s4:OOO$O00

IMET f mmom
16Rua do Oabug4-16
0 absaixo assignado vendeu nos sens
ventureosos bilhetes garantidos os premnios
seguintes : 2 quartos coam a sort de .200W
no n. 05,p 2 meios corn a sorte de 1006
no n. 2253, alem de outras mais de 32#,
16# e 8#, da loteria B.d:7.
Convida aos possaidores a virem 'rece-
ber sem desconto algsm.
Aeham-se a venda 8a venturosos a4+lie-
tes garantidos da loteria n. 18 em beaeficio
das eseolas primaries ,e instrugo .publi-
ca, que se extrahiri ma quinta feiae, 6
do corrente.

Katelro 4:000
:eKo 9:000
Qmarto l:e0o
Sendo quantl c superior
a iO*OAO
auteiro 3:500
,Melo 1:S0
.Quarte ISO
Jeaiquinm Piremda Siva.

Atteio
Offereee-oe uma senhors de b"a tondueta par
tomar cot de umr easa de uernm solweiro poe-
ferindoseesUteageiro, sujeitado-se a todo ra-
balho de prtas a dentro e na esm a a se em.
prega amas: na rua Direita a. .11.

Aliuga-mw
o segnmdo andar di' casa n.7, A Passagem ds
Masgdalena.


oe-se vesfil-s poer figuring o por modieo preo;
ma-m da Couaurdia i61. Na ma .u4sa 13o
eseeia o- f piofeio.


toupas de10 en .^, do 40 4 n..600 e 640
Cretoiws eot barra, sodo clans e eseuras
tovado .a 400 e 500
Ditos serm barra e munito encorpados, pro.
oris para vedtidos, eamisas e roupas de
oiatas, covado a 8360, 400 e O0
Chitas, grande sort mcnto de chitas claras
e eBou'as, de cores fixas, de 200, 240 at6 400
Miposas, as mais lindas mariposas quoe
em vindo ao ercado. coro desenhos mau-
dinhos, co rado 600
Baptistes corn delieados desenhos miudi-
nliose ograudos, assim como lisas 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
eom, 8jardas apea 31000
Ditas mmito finals, tanto tapadas come
transparontes, tend. 10jardas cada peqa
a41,,41500,54 eat6 71000
Espartilhos muito modernos para senhoras 5,000
DItos muito bern feitos para mcuinas 4J000
Chales, grande sortimento de chales, tb nto
de I come 'de gorgorao e easemira, de
11, 25, 3, atW 8;000
Do today. estas fazendas se dao amostras corn
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina do becco doe Ferreiros.
Casemiras de cores
De 2:001) at6 0:000 rs,

Alheiro & Bilva A rua da Imperatriz n. 40, tern
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras come scuras, que vendem a 21000,
25500, at6 61 o covado, e das mesmas mandam
fazer qualqut r pea d'obra ou costumes, por pre-
9os muito ra oaveis, assim como tern tambem um
explendido sorting ento de casemiras e panuos pro-
tos at6 ao mais fino sedil que vemo ao mercad), e
dos mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer pcea de roupa A vonta te do fre-
guez e corn toda a perfeigao e piresteza : isto va
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Ferreiros.

Fazendas brancas

Na loja dos barateiros
da B a-Vista
40-Rua da lIiperatriz 40
VENDE-SE
Madapolo, pcas de madapolao francez
eafestado corn 12 jardas a 34000
Dito inuito largo corn 20 varas a 4,500 e 5.000
Dito, fazenda minuito enciorpada que pa-
rece cretone, corn 29 varas a. 5$500,
65000 e 6,500
Dito francez, americano, fazenda muito
final e encorpada de 7, ate 124000
Algodao cnfestado corn 9 palmos de lar-
gura para fazer lkB oes de umr s6 pan-
no, metro a 900
Dito tran.&do corn 4 mesma largura,
proprio para lcc6ocs e toallias de
mesa, mcLro a 11200
Bramante de algodAo corn 10 palmos de
largura, proprie p)ara fiazer len 's de
um so panno, -metro a 1I280
Dito de linho, sendo muito ecicorpado,
da mesma largura, metro a 21000
Creguellas preprias para len&6es, toa-
lhas, ceroulas, sendo fazcnda muito
eneorpada, cada peca corn 30 varas
per 145800.e a vara a 500
Dita coin -corn 20 -Yaras a 7A500 e a
vara a 400
Atoalhado adamascado para toallias de
mesa, tneado 8 palmos de largura, me-
tro a 14800
Isto na loja da esquina ,do beeco dos Fereiros.

SOR"TIMENTO
DE
Roupas para homes
POR
:pe~os baratsIuImos
N. 40-RUA DA TMPERATRIZ -. 40
L'oja d o~arv~*4iro5l
DA
B IOA.Arl^Iql
VENDEM
Callas deaslesquim, padrao .aros e es-
cures toupeo bern feitas e fazenda que
nao desbota a 25500 e :8^000
Ditas de eazemiras de listririhas e qua-
drinhos, fazenda muito boa e que se
lava, a 5:500
Ditas de easernira preta, fazeuda muito
boa, de 6G100 at6 "10S000
Paletots de~cazemira mnito boa, liza e de
listrinhas, .a 61500
Ditos da meama fazenda forrados, a 81500
Ditos de eazemiras escuras, bastante en-
corpadas,.a 75000
Ditos da metaaa fazenda forradoc e mui-


tos bena feitos a 10500
Ditos do eazemira assetinada a 5500
Ditos de flanella azul, sendo fazenda que
nio desbota a 61500
Ditos de eazemira preta de oorddo e
diagonal, sendo muito bern feitos a
101000 e 121000
Seroulas de goguela, sendo muito bern
feitas a 1,%2 e 11600
Colletinhos pama dentro, da mesma fazen-
da, a 800e 1000
Assim como um grande sortimento de canmizas
brancas parsa homnens, tanto de linho come de al-
g que se vendwn per prego muito razoaveL
.. Tudo isto corn grande reduecio em preco, .na
,a da esquina do beeco dos Ferreibos.


+ euon-seou
QC stvaciIL 46,


PARA
'abriolet
a Iomaito-e .muitbom, rwa da r e-
1''.
a-:, '. :1* : 1 .; -11


Nalojas da ra da Imperatrii z n. 40 vende-se
muitos bons espartilbos paa s"nhoras, a 5000;
e-ditos pars meoinas a 4000, assimn come um bo-
nito sortimento de fiehbs a 3000,,isto na loja da
esquina dobeceo dos Fermeiros.
Merinos pretos
at16900, 1400, 14O e 26240
Os Barateiros da Boa-Vista, a rua da Imperitriz
n. 40 tern num grande ortimeato de merinos pretos
para vestidos que vendem de 110200 ate 25200,
sendo muito boa fazenda, assim como ditos encor-
pados para roupas de homes e meninos que ven-
dem muito barato usa loja da esquina do becco dos
Ferreiros.

-Liiaios a1 Oreis
Os Barateiros da Boa-Vista vendem muito bo-
nitos linhos de urnsma s6 c6r e de listrinhas para
vestidos, sendo a 160 r6is o covado e de cores fixas
isto na rua da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dou Ferreiros.

FarinhaLactea
Nos primeiros mezes a alimenta9Sio mais
natural e apropyiada para alimentar a crian-
9a de peito 6 o proprio leite materno o qual
em caso de nccessidado deve ser substitui-
do pela
FARINHA LACTEA DO DR.
FRERICHS
A sciencia e a pratica adoptaram a fari-
nha lactea come poderoso element nu-
trictivo para a infancia e distinctos medi-
cos do Brasil e da Europa reconhcecrar,
ser 4 do Dr. FRERICHS a melhor n'este
genero.
Deve-se pois evitar confiar o filhinho
uma pessoa estranha e de comportament(;
nao conhecido muitas vezes o gormen de
numerosa molestias. 4
Vende-se a verdadeira farinha Lacter
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabelecimento de musiras e piano de Vic-
tor PreaI e


F lEit AIJIIIAII!


Estr-.floen~ovido
Rua do Duque de Caxias n. 80
Complete sortimento de damaces coin fires, co-
vado a 600 rs.
Setineta ruxe lavrada, dita a T700 rs.
Idem lisas de todas as e6res, dito a 500 rs.
Variado sortimento de setins Macio, dito a
1.300.
Lindos crepes de lUt cornm modernas cores, 2 lar-
guras, dito a 1,500.
Modernissimas las escossesas, dito a 320
Ricos fust6es bordados brancos e lavrados, dito
a 500 !
Bramante francez de 4 larguras, metro a W00 !!
Riquissimo atoalhado bordade, dite a 15 309.
Lindo atoalliado corn listras dc acres, 2 largu-
ras, covado a 15400.
Saias corn rices bovlados, uima 31500.
Cortinados bordados, par 65500.
Ditos ditos recortados, par 85000.
Chis vestuarios de linho para meninos a 3U
e 35500 um.
Admiravel sortimento de fichuds a 2500X, 3-,
3,500, 43, 53, 65500; 71 e 84.
Complete sortimento de chitas e cretones de
apurado gosto, cor e scm barra, per precos modi-
cos e limitados.
Camisas francezas a 294, 304, 344, 3G5 e 40-
a auzia.
luavendo giaade pechincha
Brins pardos lisos a 30, 360, 400, 440 e 500 rs.
o cevado.
Lindos setins japoneses a 560 rs. o covado.
Lensos brancos rbanhados a 15200 o 1.500 a
duzia.
:;Esplendido sortimento de fazendas pretas, como
sejam merin6s pretos a 11200,11400,15500, 15800
e2lo covado.
Lus pretas a 400, 440, 500 e 600 rs. o covado.
Chitas pretas-a 240, 280, 320, 360 e 400 rs. o
eovado.
Coutinho & Souza

Vinho especial do Porto
INTITULADO
AVE LIBERTAS


NO ROTULO
A gloria dos aoli(onislas no
-Brasil
Este viaho foi especialmente eseolhido nos me-
lhores e mais velhos depositos do Porto, e recem-
menda-se pela sna final qualidade. Nio d elo-
gyio banal, os apreciadores o-dirao.
Esta a vanda nos estabelecimentos de molha-
dos.
Expedietle do Patio de Indus-
tria, a do Bario da Vito-
ria n.4A
Petijoes e despachos
Umr abaixo assignado, de muitos freguezes, pe-
diudo para que seja conservado no mesmo pala-
cio uTim grande sortimento de roupa, igual ao que
actualmente tern, mai mesmo porque jA passou
isto como lei,
01ia por diverges ,senhores
oriltdo e, pedinopara que o mesmo palaceio
mpasortido de bons e esorpados obrtos p ro-
pries p Bsenem usados pelo inverse. DeoLjidi
MVg3sep pdita*pa&por Aoaors e us e
0 didopwmWe remimn &dovtde& opm.-

4~ -quroadoaberope..
.46 de~eik *e*oAna~


boo
360|


ramagens, covado
Zephyres em lindos crtes, acompanhados
de bordlados, o que p6de haver de mntais
deliciosamente poetico, cada ct'rte 20#X
Velludilho lavrado, covado 23Ml
Fustoas brancos de differences desenhwtui
e qualidades, o esvado, rs. a -Ni, 7tO e 'W
Ditos estampados, covado
Alem destas fazendas, que se garante uits
agradar ao mundo elegant da nossa capital. is-
dai se acham no mesmo estalwieieimnnto nist
outras fazendas finas, corno sejaiun :
Damass.s lavrados
Lavantines
Cachimires
Merinos
OrgiandyliCne, etc., ctr.
e muitos ontros artigos de nimoda. come :
Leques (desde 5- ate 1035 cada urn,.
Fichas de 1I e de seda
Sahidas de baile, chaos par,-- snmilxra, de pp-
lha ingleza.
Espartilhos.
Custumes panra meninos, dcodc 3 atW 9 anw
etc., etc.
Finalmente urn explendido sortimnento de cwo-
nas e outres artigos para homes que poderi taw-
ben eer encontrado no estabelecimnento de


Rua do EBarle do Wietra a

NUtHET 1

UJSE EVR
unegov nova w


mais modernas


mais apurados gostos,
Compromettem-se


do que em outra qual-
quer parte.

oa d# i nga a no. t


"---'---
I '^^^^^^^^













''ii~iM


0o






0m
ff
g==


I


XOFINA


*Vmos bara imium
das Exma. fami iis.
*A SABER:1 .
Lindas baptistas c n barws a 24$ r. ,
Fustues bordsdo breun. a 40 nao *
Setinetas damarss, goeto ve %oa, 0a 4
rMis.
Ricos padres em novas popeli- de i0 a*
15200 o dito.
Superior merind preto, 2 largus, a :1S
11500.
Grds de naple dc s.&ia pmra a 2*000 e !!Am
dito.
Setiis pretos e de todas as c6res a I41Wo4i
Popelina branch de "a a 800 rs. o dite.
Casemiras diagonal a 24O4 e 28000 o dt
Leques de pluma, modernos, a 5O000, *ppel-
tem!
Espartilhos de eouraa a 55000.
Panvos de croclihets para cadeiras a 1 I920 e l-
fa 21000.
Guardanapos de liaho, supl-riores, i c.t4Wp a
duzia.
Lencos de seda corn lettras a 34500 a dit%.
Idemin broncos de linho em eaixiunhas a 24.y(
Fichus de c6res c pretos a 3X)M0 urn.
Cortinados bordados at500Z o par, # l)uitu ;
Saias bordadas, liimdas, a iSoii o e 6,X00.
Toalhas felpudas para manloa 125 a dnxia
Idem de labyrintho as nielhres que teem vinda
Magnificas rides d Baira a :l rca o a o inl .
Chalecs de casemira, eom Iefito. a .340No w
Flanclla preta iiigleza parn lmlitts a .5v $
covado.
hBramante francez, 4 larpur;r reara csr'. a
1O0 e 1-41(K o metro.
Cobertas dc gal:ga, f-,,rrada.i, a 2.S;tkI.
Colchas franiezos d( c; Lenmdes d 1braminmite 1r ("imia c i,' i v
2.1000.
MadaIp,h3o ,IVa-Vista c4,w 21 ;;ri- :1 :-G a
pcca.
AlgodSids iirgc* 4<) c 4u0 -4 ")a dita.
(+'rtcs dic jlw ca:i;,iiri; itigli i ii;a a 4t fna a4t
7,4000.
E-outros nmiitos artiisqnp s' erlo ,i?)r't -.t
corn a presonva dos dignos lvitore.-.
Scni-re que furemrn as veudas cim grosso, *,. :r
descc nto.
(Carnero da C'tulha & C.
59 IRUA DUQUE DE (CAXIAS
$SI!T~tA
Grand c variedaIdc cm pe pel d'arroz, parA 6t
licados traballios da mo(La, o Pedro Antunes & .
foi quern receblca, 63 rua Duque tide Caxias.
Ainda mais
Novos e freiscos s:pattes MIoims. acaba de rec"
ber o Pedro Antuimei & C.. <6,, rua Dwuyc de. (e.-
xias.
Silo lindos
Os bordados tranmparentes e tapados qnct-a'
de receber o Pedro Autunes & C., 63 rum 1 f
de Caxias.
Especialidade
Para os c.abellos o venrltstitro Camacan, i. "
deposito-Pedro Antunes & C.
E' nova! Sempre nova!
As intcressantcs crianeas gramndI rcveluic -'-a
calungas, cm id-o gencro, :.-aba tdc 'rclxyr o Pe-
dro Autu'. s & C.
Nova Esperanoa
63 ILA DU'QI+E DE CA .AIUt

Loja de fazendas e foda
1DE
ENEAS AIMERIC(O DE MEDEIIE,
Rua dlo iarAo da Victoria m. w
Grandes novidades em fazendas finas & L 1"t
fixes e sem competencia
Entre os bcllisaimos artigps qUO se CI'OB'
neste aereditado estabemcimxxcuto+ feiz-.-c njotar e
preqos dos seguintes, para causar admiraao
Lais mesclamd-s. fazenda larga. covad<. rs. #0
Ditas litradas, tazcnda de grande effeito
covado, rs. WS
Ditas lisa.s, fazcnd;i vistosa, eoviado mM
Ditas do fluers, liadrSi.s muito novo0.
covado, rs. ,.Mt
Setinetas e rampadas. fazenda lar~za e
de gosto, covado, rs. W
Tecidos d lai e soda. liudos descnihos.
covado, r. .
Ditos idem, corn desenhos em xadrez.
covado, rs.
Alpaca de cores, lavrada'do sxlda, corn
lindissimos padres, propri:,s para
IsOlVAS. covado, ris.
Ninon de Lenclos, fazomida de Iinis-sims,
gosto, covado -<'*
Toile d'alsase, despnhes deliciosos. rm


1


a-" sao


. IO.raFM I n A nvta


1




















-as, s.'tas a-
so como que


S-Nio deseja vel-o agora.
Noe, un pouco mais tarte; deve
primeiro apresentar meus respitos S'as.
Sandras e filha. Quo esta elle fazendo
agora?
Esta na sala de esgrima corn 0o pr-
fessor. Progress rapid come nas outras
cousas: sempre calmo, joga corn urma agi-
lidadedo mio e de corpo, uma eleganacia...
r um prazer ver a habilidade d'elle em
todos osjogos de esgrima.
E a equitagAo ?
Sua posiqto a cavallo nio deixa
-mais nada a desejar.
Tern sempre o mesmo gosto p.o tra-
balho?
Tern paixio, senhor; quanto mais
aprende, tanto mais deseja aprender.
E sempre docil ?
Submisso e respeitoso corn os sons
mestres, nio cessa de testemunhar-nos
seu reconhecimento per quanto fazemos a
favor d'elle. Nao precisamos mats, come
outr'ora, amea9al-o corn Mile. Henriqueta.
Certamente ainda receia ouvir estas pala-
vras: ( Vamos contar a Mile. Henriqne-
ta. ) Esta constantemente sob a influen-
cia salutar do Mile. Sandras, e, para que
d'elle obtenhrmos tudo quanto quizermos,
basta que ella mostre sua varinhadecondAo.
N'este memento uma creada de quarto
vdiu dizer ao Sr. Ligarde que Mine. San-
Sdras estava A sua espera. Elle agradecenu
ao preceptor, e seguiu a creada que lefou-o
para onde estava a ama.
A barnneza estava s6. Prevenida da che-
gada do Sr. Ligarde, affastaraHenriqueta,
querendo fallar em segredo corn o protector
de Jolo Fera.
Estava pallida, parecia agitada, e tinha
o olhar perturbado, inquieto. Levantou-so
e estendeu a mio ao Sr. Ligarde.
A senhora parece contrariada, diss-
este, que tern?
Estou corn effeifo muito attribulada.
Esperava-o corn urna impaciencia aneiosa,
e se me nao tissue annunciado a sua che-
gada, eu ter-lhe-ia escripto que viesse o
mais depressa possivel. Uma nova desgra-
ca amea9a-me.
A senhora?
Sim, senhor; a mini e a inha filha.
Que nova desgra9a C esta ?
Ah! nao sci airtda; mas presinto-
i'.o a visinhanwa.
Por favor;. l iiidi' s'ara, n1o so
aimedronte t.o faciim'ti.
Ella abanou a Pb hill
-- 0 senior v..i y :':., ,.,,; r: lrt (lois
dlias quo meu marido esa t uia VKacourt.
Sei d'isto.
Sabe? -
Sei. Niao ignore qu3 o barao de Si-
maise nadapdde fazer se:n que eu seja in-
Lormado.
Disseramn-lhe quo eu estava ausente,
que viajava corn inha filha, e que nao
sabiam quando eu voltaria.--(Btm, res-
pondeu elle, esperarei pela volta da Sra.
de Simaise. E installon-se no castello onde
faz e mianda come done. Quo quer elle,
meOI Deus, que qucrera elle ?
Ignoreo; mas a senhora nto tardara
asabel-o, scer duvida. Nieo lhie deixei
agn) rar em que situa9io se acha o barto
de Simaise; esta arruinado e provavelmen-
te esgotou os expedientes de que estava
vivendo. Suas -propiedades nao the per-
tencem mats senso cm apparencia, em ap-
parencia, porque, independent de um
moet milhko que esta devendo a um dos
seus amigos, dove a onzeneiros mals do
valor do seu palacete, do sou castello e da
suna fazenda da Normandia. Se ainda
esta de p6, 6 per um prodigio de equili-
brio.
Nao tendon mais credit, epollido de to-
da parte, vira, abandonando tudo ass seus


TOLIETIE


PECCADOS DENIES


POR


SSEGUNDA PARTE


SEGUN\DA PUTE


iContinuaglodo un.' 52)


VII


P6de junrar, pergpatoni o vcend,-
qne a gente que o tmenhor commanda run-
ca commettera roubos nem aseassinio ?
Que, 'uuma pal.vra faz o contrabanza A
mile armada, 6*certo, amsi que. s6 so serve
._.dae Bs ti rains pan. se defender ? P .i '


ban
item


tro de oumni rno, eatro.do- teis mqmes,-
mais cedtoa tlveezse el fr & d
por meus cdore, a.. hora -smi
nhas div]ias Qndiacfio "io*x|^^
uhas divides contrahiodo um. emurestm6
sobr seuo dominio de Vancourt que *ale
.muitos wulhiee!
- Oh,! seahor! proaunclon a baroneza
a tremer com voza desfalecida.
Seu marido Ihe ha de dizpr porque
veio a Vancourt, minha senhwra; mas fique
convoncida de que so6 um motive poderoso
p6de determinal-o a chogar-se para a se-
uhora. "
B3m set, e per isse 6 lue ando ator-
doada.
SNao dove raeeiar; seja forte e calms
polo, contr4rio, para fazer frento A tem-
pestade. Nilo esquea que -ha entire n6s
um pact de amizade, e quo estou.velan-
do pela senhora e per sua filha e no dia
em que precisarem de mim, estarei junto
para defendel-as.
Mas quer fazer? Aeonselhe per fa-
vor.
Sua mission aqui esta terminada, se-
nhora baroneza; volte amanhil para Van-
court. Vai achar-se do frente corn o son
marido; fallar-lhe-ha: eseute-o e respon-
da-lhe come dove, corn firmeza. Dascon-
fie d'elle, e peca-lhe elle o que pedir recu-
sp; nao faga nenhuma promessa; sobretu-
do nao assigned papal algum; a senhora 6
minli e na'o tonm mais direito de sero ganero-
sa; guard sun fortune.
Mas ella nao me pertence mais; nio
6 mats minha esta fortune quo eu conser-
vava para os meus filhos! exclamru ella.
Que qhter dizer, Sra. baroneza?
Quero dizer, senhor, quo tudo quan-
to possuo pertenee ao marquez do Chama-
rande; o dover de meus filhos e o meu, a
nossa honra exige-o, 6 restituir ao filho da
infeliz Lucy o que o barlo de Simaiso rou-
bou-lhe.
E' iusto, Sra. baroneza, e nio posso
senlo approval o sentiment que inspira-a.
Por6m, continuous sorrindo, depots do que a
senhora se tern prestado a fazor polo po-
bre Joio Fera, o marquez Jolo de Cha-
marande nAo pode se mostrar muito exi-
gente. Demais quem sabe se nio existed
algures u!na fortune que Ihe foi consorva-
da? Em todo case, casando corn a sua
filha, o joven marquez tera um dia a me-
tade d3 sua fortune, cabondo a outra me-
tade, do direita, a sen filho Raul. Mas
nao sera um thesouro inestimavel para Jolo
ter ptr zompanheira de sua vida aquella
adoravel donzella a quatnn sun miEi ded to-
das as virtudes ?
Estas nitimnus p.ilavras fizaram corar a
Sra. de Shnimaise. Crm corteza, morecia o
coinprimnento, mas estava confusa corn elle.
Ai! suspirou, um crime separa mi-
nha filha do premio; esta unibo e imposi-
sivel!
Sin, replicou vivazinente o Sr. Li-
garde, um crime os separava, mas o amor
conchegou-os: os filhos nio sAlo respoasa-
veis e nao podemn s2r Malditos porque o
pai esta amualdigoado. Jolio adorn a I riin.
e ILimriqueta- aina aquolle qua gragas aq
amor quo ella inspirou-lhe, tomnou-se um
home civilisado.
c Um dia Dous fez surgir o seu arco-ris
e disse: esto 6 o signal de minha recon-
cila'ao com os homes. 0 asor do Joao
e Huriqueta 6 tambem um signal de re-
concilia9bo. Naio s6 o casamento da vic-
tim"- corn a filha do criminoso 6 posssivel,
senhora baroneza, porem 6 necessario, pti-
meiro porque ellos se amain e soparal-os
fora cousa odiosa; 6 ainda porque sera aso
mesmo tempo unea reparagbo pira a victi-
ma e a rohabilitagio do criminoso. Tendo
future aberto diante de si, Joao de Chama-
rande nrie pensara em fazor pesquizas no
passado. Nada dove saber, nada sabera.
Deixemos a vergunha no autro em que
chafurda-se e tratemos de preservar d'ella
os innocents.


ou quando commettem um grave peccado :
engolphamo-nos no contraband, semr pre-
juizo para a sociedade, sem recursoa, sem
desgosto do mundo, sem perseguitlo de
credores. Mas... fallemos d'outra cousa.
0 meu amigo dove pagar amanhi urna le-
tra de doze mil frances, b nuo possue um
ceitil.
Como sabe que...
Eu set... tudo quanto 6 possivel sa-
ber-se. Deve, al6m disso, varias baga-
tellas, que silo verdadeiras miserias, e per
ultimo, os homes come o senhor neo po-
dem andar corn o boise vazio. Attenden-
do a tuo isto estas vinte notas nlo slo
grande cousa... Vamos, valor Nao se
lembre qlue 6 o visconde Fontac la Palu-
ze e que todos os seus antepamados oeft-
pam um lugar honroso na historic deFraun-
9a; esqueca que eapalhou oouro i As mlos
cheiss, e quse o v a lovar a aventureira
vida de con trabadit como eu. N'este-
mundo s devemoas penman em au& cou-
sas: no present 0 U. feature. 0oaiso
viril dei=a* mo al&lhe ra CIO
passado; devemonos pa do post ue
nos achamost para ohb*# a OUt.t W.--
quo, imn per pdosiuo j*Ao. -
.A .. .*m -4a. A*


icidade do
snsnirou:


iM e seutew*
ma-filha. i'-
o 8r. 'TLhi-


. .. .- -... .... .
p Oeguio .
At6 o dis em que Jobo Fera, |
felto valer os us direitos, for roeton
cido flho do defuato marquez de oChi
rande, deixemol-o i ssombra; guar
segredo qe lheconfiei; Mile. do Sin
nie dove saber ainds que exist um
de parentosco entire ella e aquelle
ama.


Conformar-me-hei corn as suas intcn-
95es. Assim, senior, minha filhae. eu po-
demos partir amanhb ?
-- Restitao-lhes a liberdade.
0 senhor offereceu-me suna protede
quo aceito; se tiver necessidade do seZoi
pars onde dovevo escrover-lhe?
-e- Para Paris, pois dentro de trees dias,
eu e Joo Fera nao estaremos mais em
Epinal. A prosito, seun marido ehegou a
Vancourt, acompanhado do seu criado do
quarto, qne se chama Frederico. Nao des-
confiei daquelle home; veja n'elle, polo
contrario, um amigo. Frederico 6 dedicado
a mir, deposit n'olle a mais inteira con-
fianga e colloque-o junto ao barbo de Si-
maise, per motives que a senhora tacil-
monte adivinhara.
Fico sciente, responded a baroneza,
sorrindo tristemente. Mas o senhor nao me
fallou ainda de suas ultimas pesquizas rela-
tivas A infeliz Lucy: adivinho a causa do
seu silencio, sempre nada ?
Sempre nada, disse o Sr. Lagarde,
cuja front toldou se e cuja physionomia
mudou de expresleo.
Ai! suspirou a baroneza.
E entretante espero sempre.
Oh! sim, esperemos, senhor!
Deus que me fez achar o fliho, aju-
dar-me-ha a achar a mali.
E a filha das duas outras victims, a
pobre Joanna?
Ha d'este lado um doce clarlo de es-
peran9a. Porem nada posse dizer ainda.
Proximamente havera em Mareille umn
acontecimento de que ouvira fallar; entlo
ficarn sciente, entbo sabera se a filha de
Carlos Chevry e Zslima foi restituida aos
que amam-n'a on se estA definitivamente
condemnada. A Sra. baroneza tern ainda
algama. cousa a dizer-me?
S-- Ache que nao.
A pedir-me?
Nao senhor.
Entao, corn licen9a da senhora, vou
despedir-me.
-- Tornarei a vel-o a noite ?
Nlo sei; a senhora vai ficar occupa;-
da, caixas a preparar... Em todo case
vel-a-he antes da sua partida.
0 Sr. Lagarde beijou a mio da baro-
neza e sahio do quarto. I ..
A Sra. de Simaise abrio umna porta e
chamou a filha. -
Henriqueta appareceeu en sua belleza
radiant, u an ponce pallida entretanto, e
sampre corn o minesmo colo-rio de d tristeza
estampado nas feicoes.
Minha filha, disse a mli, acabo de
conversar corn o Sr. Ligarde; jitgou em-
fim que a .ucssa prasenua aqua rt o 6 mais
nacessaria; recobramos a liberdade, deixa-
remos amanhl Epinal para toraarmos a
Vancourt.
A moga estremec a pallidez accen-
tuou-se, o peito enftnaeceu coma se fosse
solunar, e ella abaixoma cabega, semr du-
vida para disfargar as lagrimas que Ihe
corriam dos olhos.
Come ella o ama I disso comsigo a ba-
roneza.
Proseguio cm voz alta:
Come to disse, Henriqueta, o Sr. de
Simaise esta em Yancottrt,_ode nos espe-
ra. Vais tornar a ver teupai. Jacques
volta para n6s ; 6 que estar arrependido de
tor esquecido a Rlha por tanto tempo. Tes-
temnunha-lhe a affeicbo que urna filha tecna
e respeitosa dove a son pai. Quaesquer
que tenhamn side as culpas d'elle pars do-
co-lat-fizer passar um milhho de cartuxos
para D. Carnos, come lamentara a sua ju-
ventade espordioada n'uma inutil ociosi-
dade! -"
Paris, cidade de lode, de ouro e de
prata, cidade em que tudo 6 also e artifi-
cial, at6 o an que n'ella so reapira, chega-1
rA hoje a parecer-ihe mesquinha o misers-
vel, ser-lhe-ha odiosa ; mae, so dentro do


cineo annos, quizer recuperar o lugar que
Ihe pertence, tera reouonquietado a sua per-
dida fortuna, sern rico, e os insolentes, que
Iho fallam de ohap6o na cabeca, humi-
lhar-se-hto diante de si.
Ninguem conheceri a origem da sua
fortune, e oasta procede.ra a sous olhos de
uma oreigem pumr; t o side, como eu, co-
mo n6a, industrial, negociant mercador;
mas nao er- caor ecurvado sobre uma
seremat ou um mostrador, oe hado
OM ailgarimos e caslcuoi, a ro
e cotmodamente, ma8 sim coin
cia no cerebro e audacia no ooraOIo, de-
vrudo a sua fortuas so perigo eoutinauo
dasua vida. Eis o que sear... 19 quA6

.-im 4-0mo soexpli a M MW


VOW A


ques, ora ea. B Slpicio, era na rua de
Vaugirard....I
-- Como! coahece.. -uiterrompeu o
visconde, comr ura especie de terror.
Oonheo tdo. Segwi-o e conheci-o
em today a sua miseria e dlesventura, e con-
cedi-lhe toda a minhia eatiaa o respeito,
sores tricelo.
Ah! N'estes ultimos quinze annoa, i
o senhor o unico home quo me toern fal-
lade assim! Faz-meo muito bem o eascu-
tal-o... A minhua alma dilata-se ao ouvir
essas affectuosas consolaoes. Comtudo, A
f6 do home honrado, dovevo dizer que so
engana, porque nao sou digno de stima
aos meous proprios olhos: tenho pungentos
remorsos; fiz derramar muitas o muito
amargas lagrimas As mais nobres creatu-
FaUll das mulheres a quernm amou ?
Nisso nalo antro nem aaio : nunca amei
mulher alguma, e, comrntudo, s6 teaho vin-
te e oito sn=os. No oonhe9o os goso-
nemo op pesar" do amor, e, por conseguin-
to, o meaooracUo nao offreu o0 tormaentos
quo 9 saonsomreu; taaos os sinta ioda.


testi o ppel,


':'~~~ ~ .... 77i^ O I .^'

SJoao Fera estava ainda corn o soeu mes-
tre d'armas, quando o seu preceptor veio
annuneiar-lhe a chegada do seu bemfeitor.
Immediatamento soltou o. florete e
corn o0 olhos radiantes de dalegria excla-
|aou:
o- Onde estA elle ?
Esta conversando agora corn a Sra.
Sandras, portanto tern todo tempo para se
peparar para recebelo-o.
Joo Fera sahioe da sala de esgrima e
subio pars o seu quarto, oude veetio so de
preto, dupo.a do oer cuidadosamente pas-
isado o ponto pela barba negra, curta, fri-
sada, que usava inteira, e pelos cabellos se-
parades por uma linha do lade esquerdo
da eabe9a.
De crto, o Joo Fera de hoje, elegan-
to, distinct, vestido A ultima moda, tend
as maneiras d'um cavalheiro, nada pare-
cia-so corn Joao Fera d'outro tempo, corn
aquelle infeliz que so via atravessar as ma-
tas coberto corn duas pelles de lobe, de
pernas e bragos nis, barba inculta, cabel-
los ao vento come uma juba de loeo.
A transformacgo era complete: era uma
verdadeira metamorphose.
Elle teria podido corn certeza atraves-
sar as ruas de Mareille e Blignycourt sem
ouvir gritarem: Joao Fera! Os que mais
vezes o haviam visto, os carvoeiros e seus
dous amigos Jacques Vaillant e Jacques
Grandin teriam muito tempo hesitado em
reconhecel-o. E alguns mezes apenas ti-
nham bastado para operar aquella mudanga.
0 corpo adelgacara-se aos pouoos sob o
vestuario, e tomara elegautes proporges;
agora trazia a roupa serm desazo, corn
gra-a. A voz rude aheigara-se singular-
monte; nada mais se via de brusco em seus
movimentos; nada de feroz no olhar. 0
que conservara per algum tempo de sou
involucro selvagem acabara per desappa-
recer. A peolle das mlos e dos pea estava
ainda dura, por6m nio tinha mais callosi-
dades. As mros, em que tinha grande cui-
dado, outr'ora de um moreno escuro, bran-
queavam polo emprego do saboe e da pe-
dra pomes; o rosto ainda estava de love
bronzeado, mnas nio tinha mais a cor ter-.
rosa de outro tempo. 0 caraim dos labios
sobresahia assira come o rose mimoso que
Ihe esfumava as faces. A forga, a flexibi-
lidade, a agililado que nalo perdera ainda
s6- faziam-se notar na facilidade, na elegan-
cia o gra9a dos nmovimentos.
Esteva prompt havia um quarto de
hora, e esperava coin os olhos fits n'uma
janella, onde a arrebatadora Henriqueta
devera so ter m)strad lo minitas vez-s.
Emfim, um criado' veio dizer-lhIe qua
Sr. L&garde podiarecebel-o.
Oade estA? perguntou e de.
0 Sr. ijigarde esta em sea apo-
sento.
Jo-lo F3ra sahia do quarto per uma por--
tirha lateral, atrwessou um quarto, que
servia tambemin de solAo de estudo, abriu
umna segunda port e achou-, a sou .protec-
tor, que esperava-o, de p6, com. os braos
cruzados.
Oh! senhor, senhor dissemuito com.-
intvido.
E respeitoso, com unea mao no coraclo
Q-a folicidade noe olhos, adiantou-se.
0 Sr. Ligardo -estava tambom visivel-
monte commovido.;. havia iagrinas sob as
isuas palpobras, e elle envolvia Joao Fera
em um olhar euL quo brilliava unia to-nu-
ra indizivel.
Meuamigo! pronunciou en voz turbada.
Tomou nas milos a caboca do sou prote-
gido e beijon.-a na front.. P.ar suna vez,
Joao Fera beqou-o nas duas faces.
Sentaram-se em um canape, segurando
o Sr. Laganre a mil do joven.
Job0o, disse o protector depois de um
silencio bastante longo,.eston conteots corn
voce; correspondeu come era men desejo
aso ne eu. esrerava de veer, e sints-me


Sei qae semr Henriqueta voc nlo, p6de
a3r fefz; pois bem Henriqueta seral a
c)mpanheira de sua vida, sua mulher.
Quer. uma alegria, uma primeira felici.-
dade.?2' Escnte o que vo a lhe dizer...
negocios pessoaes. Deseja roubarduas mu-
lkeres, segundo me disse hontem ?
Sim. Pela que disse, vio-me seguir
=m menina, desde. a ruda de Vagirard a S
Sulpicio.
Certamenate.
Pois bera; precise roubal-a, e o mais
depressa posarvel..
Bern. Quotem 6 a outra ?-
E' a que vive commigo.
Bemrn. E que tenciona fazer da quo
hoje encontrou em Vitreaunt?
Quando eu for rico. veremos
Pefitamente.
-Como se chaoa o home que temos
de roubar ? Um rapto, tratando. me de um
home, 6 cousa nova, e sou affeigoado ao
original.
-- 0 velho oonego de Brionne, Conhe-
ge-o ?
Sim; mas nlo convinha verificar o
rapto de todos os sens de uma veX, excep-
tuando Theresa ?
--Nue 6 poliveL
Cr-Po que se procurasae reunir a se-
ahora wisoondeapa e FontaN, Gastmo, sea
ilho, Helen bom do conego...
M-" I Mau DeXss!... quern o infirx
mou de todos .emes 4omes, tdo torrivois pa-
ra mim i?
Sereunimse debaixo do memoo, teto
tda0. eaes entes tao seus lquorids,e se
podasoe vivwperWto d'ks, r i,:prow-
-8 mMlos... awa liso; paraslma


A* 6 iapossivl. ab


,rablhado, estudado o apreudido. Serm
dutida falta alguma coua i sa educao
e maito a i jinstruccao;: mas adq** i-o-
ha aos pohcos, cuccessivamente. hori-
sonte alargou-se. aos soUs olhos; o futdro
6 sen. .
-Joo,/ voice largon a sua scawsBela-
gem, ,prossegaiu o Sr. L garde, afagan-
do-o c o moolhar; de Joao Fera nada mais
resta al6m dos bonas e nobres sentiments
que sempre existiram nu'elloU emfim, meu
amigo, voc6 tormou-se o a que eu queria que
fosse: um homem... Ah! cr6a-o.e nuca
o esquega, eis a primeira e a-melhor re
compensa do quo tive a felicidade de fazer
por voce.
Jolo inclinou-se o collou os labios da
ualo de sen bemfeitor.
Voce me quer mnito bern, nAo 6,
meu amigo ? disse o Sr. L igarde.
Oh! sim, quoroe, respendeu elle, que-
ro-lhie tanto cimo a Mile. HWnriqueta e sua
mEi.
O Sr. Lagarde mostrou unm sorriso de
ineffavel bondade.
Passado um moment de silencio, pro-
seguiu:
Joao, dentro de tres dias, voc0 vai
deixar Epinal.
O joven fez um movimento de sorpreza.
L-vo-o para Pariz.
Para Pariz! exclamou Joao.
Sirm, por motives que n uo 6 util que
voce coaheoa, 6 precise que venha morar
em Pariz, junto de mim. Sei que vota
affei9q ao seu preceptor, o Sr. Popinot;
elle ira tambem. Durante algum tempo
ainda sun existencia continuarA pouco mais
ou menos a mesma, voce continuara a tra-
balhar, a instruir-se; como aqui, terA mes-
tres que completarlo, tanto quanto possi-
vel e corn a mosma dedicacao, a tarefa dos
primeiros.
O rosto do mo9o contriktara-ase subita-
monte e elle olhava para o Sr. Lagarde
corn um ar inquieto.
Jolo, advinho o sen pensamento ; estA
perguntando se Mile. Henriqueta e a mai
tambem veo para Pariz. Nao, men ami-
go, no e possivel. Forgosament vYoc8
dove separar-se de Henriqueta.
O pobre JlAo deixou eecapar urn ses-
piro e abaixoa a cabeoa.
Voce sabe, meu amigo, prosg1uo
o Sr. Ligarde, foi a meu pedido, por de-
dicaglo e reconhecimento que MRe. f-en-
riqueta e sta mAivieram installar-se aqi
junto a vocal pera animar seus primeirD-2
esforgos e tornar-ihe o trabaiho e o es-
tudo menoa difficeid. Mile onniqueta
devre-lhe a vida; voce deve-lhe" muito
tambem ; foi- graca A sua influwncia, A
fada benefica qtre operou-so em voce
arma mudawa tao rupida; sna tramsforma-
9'o e obra della : serni que voce o sus-
peitasse rlla fez mais, que seus profes-
sores. Estes desenvowlveram sua intelli-
gencia,, cultivarami seui espirito. Hen-
riqueta venceu sua selvagoria, amoldou
o seun coraco, abri@o sen cora9lo sua
alma. 0 qpe-eu; Ihe pedira que finesse
p3r voee, ella fez. Sua. tarefa esta. ter-
minada.
s Ora, nio a.baixe assim, a cabega, olhe
para miniu Assim. Wejo' lagrimas. nos
sous olhos. Porque chora ?: Ah cnetu -
ihe muito a afastar-se de Mile HIenri-
quota !
Vejamos nao estoa. junto a voc, eu
que ihe quero tanto ber. come Henriqueta
a sramal.
C Crianga crian~a!. Trata de com-
prehender- quo ha na vida cousas necessa-
rnas. Voce ama-a, voce habituon-se :
vel-a cada dia, e parece-lhe que afastar-se
della, 6 perdel-a para sempre. No,,, men
amigo, n'o tranquillise-se; quando che-
gar a memento, ha de tornar a ,vel-a.
Mudande suna existencia e o curso db seu
destine, jurei quo voc havia de ter- toda
a felicidadoe one emn mim cabo dar-lhe.


uma especie 4ie grunido semelhante
aow que depois euvi na fims ta de Mis
reille.


,_______^ i.)
a Nonanville a propniedada e 1 _
ri, que, fiquo sabendo, esti sitada n va.l-
le do Nive, a menosd e- duam legna do
vaio de Urdax, onde vai reaidir. Lnk
comsigo sea filho.
Conhce-o ?
Nia ; mas sei qaeo eat Panis
con sa maii, deede hoote de oimal.
Leva tambem comsi Hblema, Mk a, e
o senior do Brionne ; eatlo... WlW pleci-
samoas de apressa amito o rapia. Qi di.
a isto?
0 viscondoe, sem so poder cootr, abra-
gou estreitamento e cotra-avbstak; e as
sim quo poe artioalar algw peavrv,
disse:
Perez... para a vik paea a mw-
to, pertengo-h em ooo am.... a-
ranca-me do infmeo lam- m pmua 0C 0
E... quamlapartwK?
Deveam Oear a oehftEm asm 1
do Paris, do o As b Ai nds.. NXa&
firm inso ; mas Ow a ai"""M y
pardaiB is Seiw d. tmrd. pm. 11on||
i. Pde aShel-o, khagua ra





qPit 4 aa
mroaad&. 11 ll~il


IIIIB^


* i|ii^-

! / i g..
, 1 s |,1 -


'' *&*


tra emr orT a A a.
deiixou cahir tloe-te a *A*" a"*
dua a08Sr. Lagarde. 1 1 ^-W
Este pawso-h'e es bra_"f a~i iulI
fortemiut ao peito. WaSpWa oae
sua emn-ao.
Um instaute ficaram sileacioes, depdw
o Sr. Lagade prosegao:
Jo01, atM Mose unica diriki *a
uma perguta sobre a m ma ie=as m* o
the perguntei que recorae guard.
da Msu infauia, hoje, voce fi aia s-
do favor dizendo-me tude quato ficou-
Iho na memorial. Seai ji m ita Coa-
saslde sua existeucis passada; mat jal-
gar-me-hia feliz ouvindo-o fallar de sma
mais autigas recordag5es sobretudo.
Tudo isto esti muito vago, muito
confuse em minaha msmoria.
Nao import, digs aempre.
O rapaz recolheu-se per uam instant,
reflectindo e comeceu assim :
Nas minhas recordavtes mais lon-
ginquas, estou em um bosque. MXl yes-
tide, corn os p6e descaio, ser m ter nnda
na cabega, corro no bosque. Tenho por
companheira, per unica amiga, ulna ca-
bra branca ; aquelle animal e mninih a:ua.
foi, emqnanto viven, minha e aunica
affeicqo. Quando tenho fome e oe4e, c
nada ache que corner, nada par& beer,
ponho-me de joelhos debaixo da awr
e mamo. Ah queriamos imuito u ao
eutro. Eu seguia4a por today a aywte.
Quando ella afastava-se de mima, yw-
tando, e, de repent, eu nio havia rai-t.
eu soltava um grito. o meatno instant
respondia-me umrn benro. Punhalm-mec a
correr para a bands em que se acha-
va a minha cabra e logE via-a reappa-
recor berrando pars mim. Estlo ella we
afagava, eu passava-lhe o bnkgo polo pes-
coo, e beijava-a. De uoite, o verioa,
dormiamos ambos na gramwi, so p6 &e
urma arvore, ou no meio de ogranmi ervnw,
junto a ma moita. Eu segumv-s peelo
pesco9o, ellaguardava-me entire m pernnm,
e assim dorniamoe conchegado am ao
outro.
cTinhanm n urm cabana no owpie,
urnma especie d& grots au qual havuim d4-
tade urma cainms de psa u; era ai 9 w
refugiavamos no verflo qaando chawi on
as notes eras frias w no invcrntm pars
garantir-nos contra om frio, o ventop e a
1ievo .
SUm dia, aw actridr, vi a minhoI ca-
bra estendida, comn. a# patas estirwme,
sem movimentoe Ni.o ergueu a caN"a
como de costmar., p a m ABr-me e aeMi-
ciar-me. Levantei-me, e1a n so se n-
veta Soltei o vito que e conhecia sl
ber e ouvia de to, lo nge-; MWas esp.a
debaldo que uuma berro me respoudess.
Tomei-a nos brngsps e ppan-e a beijaa
aacnchegan.io-mwe so- eu corp. Sena.pm
semi movituento, hirta e fria. Entio st-4
tel gritos agudos, chore, solucci. N.'s
sabia ainda o que erna morte.
Afinal, torneihme a deitar unto da
cabra,, e chorando, gemendkj. saudimt"-
beijando-a, fiquei jimto della tod o adia
today a noite. EFtava corn 3aade fome.
Tenttwa mamar, l\rw a& cabra me-r
ta ri3 tinha nan* leite. Amanhecer-
do decidi-me a deixar a cobra pars ir
buscan-alimento er-urn lugiw' -ede actha,,
sempre um pedanT .do pio, uma ou da-
mace.s assadas !o. burrall.,. e alguma
vezes,. raramente amn oseo cum am poarn
de at-ne aso redor.
c Olugar end psanham o.- que me d-
,vain pars comer nio estava. atMtdoe di:
unie grande casia negra e alihacisa, dst
que:os6 me aprocinmava a mode. lois lit-
via alli um home: ,quo me atorava. Eu.-
tretanto olle nieo. procurava fww-mne ma1.
Dernais ninca ae dirigia palavra. Re-
1corie-me s6 de ter ouvido de sms bocft.




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EDWEFPVPS_KNM235 INGEST_TIME 2014-05-22T21:22:50Z PACKAGE AA00011611_16117
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES