Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16039


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Full Text













* ~


TELERAEIAS


SSS71C 7m :;LA; JDSA:I

RIO DE JANEIRO, 6 do agosto, &s 4
horas e 45 minutes da tarde. (Reccbido
A 5 horas c 30 minutes, pela linha ter-
restre.)

A Camara dos Deputados naio tne-
clonou hoje.


- 0 Senado approvon hoje em 3.a| perador.


discussao o orcamento do Ministerio
da Agricultura para 1SS4-188.
A taxa do cambio sobre Londres
toi hoje de 19 5/S d. por 1OO0.


(Especiali ipara o Diario)


BERLIN, 5 de agosto.


S. M. o Imperador da Alemnanha
ira proximamente para Ischl, onde
deve encontrar-se corn S. 1m. o Impe-
rador da Austria.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
6 de agosto de 1884.



INSTRUCCIO POPULAR


MAGNETISMO
(Extrahida)


APITTILO V
MAGNETISHO TERRESTRE
(Continuac&o)
A inclinacao tern tambem as variaVSes annuaes e
diurnas, assim como as tern a intensidade do mag-
netiemo; mas nao as mencionaremos por serem
pouco estudadas e nao nos interessarem immedia-
tanmente para o nosso fim.
De todos os phenomenon que marcam perturba-
cOes notaveis no magnetismo terrestre, aquelles que
tern corn elle mais intimas relagses 6 o phenomenon
das auroras ,boreaes (no pdlo-norte) e austraes (no
p61o-sul).
Os tremores da terra teem tambem grande cor-
relacao, mas as perturbagoes slo mais locaes, po-
dendo o raio ate onde chegam as variaqoes ser
maior ou menor.
0 que est. provado 6 que ha perturbaies que
sao notadas em todos os pontos dc um mesmo me-
ridiano magnetico, e que apresentam amplitudes
decrescentes para o equador, mudando de sentide
quando per ali passam.
0 que se diz em referencia aos pontos de umn
mesmo meridian, diz-se tambem em roferencia
aos pontos de um mesmo parallel, que tambem ac-
cusam qualquer perturbago succedida em um
ponto.
D'aqui se concluio que o magnetismo terrestre
east em continue fluctuaAo, como as ondas do mar,
-e que, se ha tempestades magneticas que so6 se
fazem sentir em alguns pontos, ha tambem fura-
cOes e borrascas magneticas que se sentem de um
a outro p6lo.
Por se ter notado a apparigao das auroras jun-
tamente corn as perturba 'es magneticas em various
pontos do globe, A que se concluio haver mutual
correlacao entire estes phenomenon.
Para finalizar esta parte a que chamamos mag-
netismo terrestre, transcreveremos aqui as impres-
aSes que as auroras boreaes deixaram em um dos
membros de urma cemmissao que fei ao norte es-
tudar os phenomenon magneticos.
a As auroras sao, umas vezes, simples clarida-
des diffusas, ou placas luminosas; outras, sao raios
scintillantes de brilhante alvura que pereorrerem
todo o firmamento, partindo do horizonte, como se
um pincel invisivel se movesse sobre a abobada
celeste; As vezes param, e os raios incompletos
nao attingem o zenith, mas a aurora continue n'um
outro ponto ; apparece um bouquet ds raios, que
se abrem em leque, impallidecem e desapparecem.
Outras vezes sao longos cortinados aureos que flmc-
tuam par cima de nossas cabepas, dobrando-se
sobre si, de mil maneiras, e ondulando como se o
vento os agitasse. Apparentemente figuram-se-nios
pouco elevadas na atmosphere, e causa admiracao
nao se ouvir o roar d'aquellas dobras que escorre-
gam urmas sobra outras. A maior part das vezes
um arco luminoso apparece no norte; um seguimen-
to negro o separa do horizonte, e a sua cor escura
contrast corn o arco, de um branco deslumbrante,
on de am vermqlho brilhante, que lanca raios, es-
tendendo-se, dividindo-se, e tragsformando-se d'ahi
a pouco em um leque luminoso que enche o e6o
boreal. Este leque sobe a pouco e pouco para e
zenith, onde os raios se reunem e formal urma co-
r6a que por sen turno langa dardos luminosos em
todos os sentidos. Entio o c6o parece urma cupula
de fogo; o azal, o verde, a encarnado, o amarello,
o branco, brineam nos raios palpitantes da aurora;
mwa ebto bri1nante espectaculo dura poucos ins-
tuateo. A cork cessa' de langar dardos lumino-
sos, e enfraquece a poueo e pouco; uma claridade
deffusa onche o ceo; algumas placas luminosas
dl.persas, contrahem-se e deeerram-se corn unea
actividade prodigiosa, come um ceracao que pal-
pita. Dentro em peuce impallidecem tambala, e
tuao se contunde e so apaga; a aurora pareee es-
tar na agonia. As eatrellas, que haviam side apa-
gadas pela luz da aurora, brilham de novo na eo;
e a noite polar, comprida, sombria e profunda,
reina nova e oberanamente sobre as solidoes ge-
ladas da terra e do opeano.


referia companhia ao pagamento d aul-
ta de 1 /o per mez d denmora, a qual
devorA ser palculada sobre a n Lqiutisa
que tiverem sido despeadidas polo Estade,
corn a'garantia dejuro at6 aquella ..ta,
nos terms da clausula 4a, parte 51 do de-
crete n. 6,995, de 10 de agosto de 1878.
Antonio Cameiro da Rocha, do Meu
Comnaelho, ministry e secretario de Estado
dos negocios da agriculture, commercio e
obras -publicas, assim o teha en4tendido e
faa executar Palaei db Rio de Janei-
ro, em 19 de julho de 1884, 630 da Inde-
pendencia e do imperio.
Corn a rubrica de Sua Magestadoe Im-


Antonio Carnmero da Rocha.


DECRETO N. 9,249 DE
SLHO DE 1884.


19 DEJU-


Attendendo ao que Me requereu a com-
panbia Central Sugar Factories of Brasil
limited, concessionaria pelos decretos ns.
8,053 de marvo de 1881, 8,288 e 8,289
de 29 de outubro do mesmo anno e 8,562
do anne seguinte, de garantia de sete per
cento ao anne sobre o capital de dous mil
e seiscentos contos de r6is (2,600:000#)
para o estabelecimento de tros engenhos
centraes, destinados ao fabric do assucar
de canna, nos municipios do Cabo, da Ga-
melleira e de Agua Preta, na provincia de
Pernambuco: e de seis per cento, sobre
igual capital, parade o estabelecimento de
outros tires engenhos nos municipios da
Escada, de Jaboatlo e Goyanna, na mes -
ma provincia, Hei per bemrn autorisar o
pagamento do juro do capital effectiva-
monte empregado pela mesma companhia,
a contar do corrente mez de julho; Acei-
tar, em vez do engenho que devia cons-
truir no municipio de Gamelleira, de cuja
obrigacAo fica exonerada. o que esta cons-
truindo em Born Gosto, no de Palmares,
ficando, por6m, reduzida a seis per cento
a garantia concedida para aquelle munici-
pie e agora applicada a este ; Marcar o
prazo que decorrer atW 30 de outubro do
presented auno, para conclusilo e funccio-
namento das quatro fabrics actualmente
em construeglo (Palmares, Cabo, Agua
Preta e Escada), e bern assim Conceder o
prazo de dous annos, contados desta data,
para conclusAo e funecionamento das duas
cujas obras ainda nao tiveram comego
(Jaboatilo e Goyanna).
Antonio Caeiro da Bcha, -ir
conselho, ministro e secretario de Estado
dos negocios da agricultural, commercio e
obras publicas, asfsim o tenhr entendido e
faga executar. Palacio do Rio de Janeiro
em 19 do iulho de 1884, 630 da indepen-
dencia e do Imperio.
Corn a rubrica de Sua Magestade o im-


perador.


Antonio Camneiro da Rocha.


Ministerio da jlustipa
Per decretos de 26 do corrente :
Foi nomeado juiz de direito da comarca
da Antonina e Morretes, de primeira en-
trancia na provincia do ParanA, o bacha
rel Francisco da Cunha Machado Beltrdo.
Foi removido, a pedido o iuiz munici-
pal e de orphlos, bacharel Herculano de
OliveiraTorres Gallindo, do termo de Pe-
trolina para o de Ouricury, ambos na pro-
vincia de Pernambuco.
Foi declarado avulso, a pedido o juiz de
direito da comarca de Antonina e Morro-
tos, do primeira intrancia, na provincia do
ParanA, bacharel Jos6 dos Santos Pache-
c) Lima.
Per portaria da nesma data foi decla-
rado sern effeito o decreto de 22 de no-
Svembro de 1882, que nomeou o bacharel
Jos6 Eustaquio de Oliveira e Silva, para
o lugar deo juiz municipal e de orphlos do
terno de Ouricury, na pravincia de Per-
nambuco, visto nlo ter entrado em exer-
cicio dentro do prazo legal.
Per portaria de 29 do corrente foi no-
meado Jovino Francisco de Mello Tavares
para o lugar de amanauense da secretario
da Relagno do Recife, em Pernambuco.
-mm a


nal que tam de r6 mi-a em1
tratar deopenitencia"ias. -

Goverae da Provik
DERPACHO$'3 5 5OD DBOSlTO D
Arur Garez arzPranho o*ateaegro. -
sAntonio Mchado ,jilva.-Inf.orB .,
Sr. inspector da The "Paftsbda.i
SClub Lttterario de S- to:.-Iafmmo r or. DIk.
inspector geral da Instrac*o Pablio.
Fielden Brothers, & Aguardem o ekdit
pedido ao Ministerio dasi erra. "
Francisco Line do e ouza Couto. Inirme
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda. .
Jos6 Ribeiro da ]onseca Braga, Luiz Felippe
dos Santos Porto e Manoel Baptists dosSantos:
-Remettido ao Sr. inspector do Thesouro P:*ro"
viricial para mandar attender uma vez que os
supplicantes provem legalmente que slo os encari
regados-das obras daigreja de que se trata,
prestem a fianga devida, de aceordo corn* a itfo-
maco do mesmo Thesouro de 31 de julho ultimO'
sob n. 65. 1.
Baeharel JoAquim Homem de Siqueira Cava
cante.-Encaminhe-se.
Jos6 de Souza Almeida.- Sim, corn as restri-
cres feitas na relaco annexa a portaria de hoi
datada. '
Jolo Gonaives Pires Ferreira.-Passe portar*-
na forma requerida.
Capitio Modesto do Rego Baptista. Ao Si
commandant superior da guard national da co-
mares do Recife para providenciar de aceordo
com o final de sna informaio n. 241 de 28 do
corrente.
Miguel Archanjo Baptista.-Doferido coin o of-
ficio desta data ao brigadeiro commandant das
armas.
Manoel Joaquim dos Santos.-Sim, pagando e
supplicante as comedorias.
Pauline da Silveira Pinto. Remettido ao Sr.
inspector do Thesouro Provincial para mandar at-'
tender de aecordo corn suaninformaco de 31 de
jiulho ultimo, sob n. 66. AV .. -.:
Corenel Thomaz de Aquino C a~i nte. In-
forme corn urgencia o Sr. inspector do Thesouro
Provincial.
Secretaria da Presidencia de Pemaq-
buco, 6 de agosto de 1884.
0 porteiro,
J. L Vieges.


Repirtlpie da Policia .
Secqlo 2a -N. 844.-Secretaria de Pc,
licia de Pernambuco, 6 de agoto de
1884.--Ilm. e Exm. Sr.-Participoa V
Exc. que foram recolhidos A Casa de DeL
tenglo os seguintes individuos: *!
A' ordem do subdelegado do Recife, Jos Joa&;
quim de Sant'Anna, Gabriel Henrique da Sdilva 9
SLuiz de Franna do Nacimento, por disturbios. -
A' ordem do do lo district de S. Jos1, Angus-
to de Lemos, per embriaguez e diaturbio n
A' ordem do do 10 ditricto da Boa-Vista, t
uliii Sophia Maria d& Conceicalo, pordiutsriff
mik ,I-.Kais an~ 'Cef
Sr. desembarga or eeM oedlBi
tas, muito dignb president da proiiM.
0 chefe de policia, Rayiunndo teeod4rico
de Castro e ,Silva.

Thegoure PrvIneltial
DESPACHOS DO DIA 4 AGOSTO DE 1884
Francisco I. Pinto, Baroe de Campo
Alegre, Bemrnardo da Cunha Teixeira col-
lector de Barreiros, Henrique da Silva Go-
mes e Jos6 Muniz de Almeida. Haja vis-
ta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Manoel Machado da Silva Santiago, Ly-
die Purpurario Sautiago de Oliveira ePe-
dro-Ramos Lieutier.--Registre se e fagam-
n3 os devidos assentamentos.
Ordem Terceira de S. Francisco, Com-
panhia do Beberibe e Jos6 Elias de Olivei-
ra.-Isiforme o Sr. contador.
Ponto do Consulado e da Instrucelo Pu-
blica. -Ao Sr. thesoureiro para os devidos
fins.
Joaquim Tertdliano de Medeiros. Satis-
fa9a a exigencia da contadoria.
Anna Ferreira de Barros.'- Haja vista o
Sr. Dr. procurador fiscal.
Bernardino Pereira Ramos. --Informe o
Sr. contador.
Antonio Jose Rodrigues de Souzi. -
Page-so.
Folhas de offimiaes do Corpo de Policia.
-Pague-se.
Antonio Moreira Reis, Companhia Santa
Thereza, Joaquim Ferreira de Oliveira
Desembargador regedor da Santa Casa.
Informe o Sr. contador.
Lourengo Justiniano da Rocha Ferreira'4
e Antonio Jose Rodrigues de Souza--Haiw*
visto o Sr. Dr. procurador fiscal.
Thereza Emiliana de Souza Gemes.-


Xlalsterio dajpazeada Fagam-se as devidas notas.
Por decretos de 26 do corrente foram Thereza Emilia de Souza Gomes.- Es-


nomeados:
Contador do Thesouro Nacional, o ins-
pector da Alfandega de Santos, Utnbelino
Guedes de Melo.
Inspector da Alfaniega de Santos, Ca-
millo de Andrade.
E aposentado per decreto da mesa
data, a seu pedido, o Dr. Luiz Antonio
Vieiro da Silva, no lugar de procurador
fiscal da Thesouraria de Fazeuda da pro-
vineia do Maranhbo,


cripture-se. d-
Sophia Gailhermina sde Mello.-Faganil
se as notas de portaria de licenga.
Vigario Jos6 Luiz Pereira de Queiroz. -
Escriptnra-se.
Francisco Gomes G de Alm eida. In.-
forme o Sr. contador.
-5--


,J646 raucisc o i. aula Cai~alommU 40d
4uqrqae Dr. Joal6fA Horio Berra de
qlwzes e Dogo Augusto dos Reis. -A4
otecioso para cuomprir o despachos da

J. AlveJ de Albuquerque e: J. Go-
a da Cost&.-Informe o Sr. cohtador.
Carieo Jos6 Dia da Silva. -Eseripta-
*we-se. .
FraonWo Jos4 Alves Gomes,
Jo0o V -0al de Algonez e Ant o
Joprocurado .-Haja vista o Sr. Dr.
wrocuradwi, l
Jos6 de Motm aes Gomes Ferreira.-Sa-
tisfaga a exigencia da contadoria.
Francisco Vigro.-Ao Sr. porteiro para
entregar ao interessado.
SJos6 Francisco de Paula Cavalcanto de
Albuquerque. Entregue-se.


INTERIOR

Correspeaondenelit do Dlarleo de
S Permabueo
RIO DE JANEIRO. -CORTE, 29 de julho
de1884


StxMAio :--As ooourreaeias de hoatem na Camara
dos Deputado.-Mais deputades em oppo-
,ic&o.-Mo6eu de deeonfina.-A impa-
ciencia dos diidentes.-Os couservadoree
arrautados por eles.-Apreciadoe da im-
prensa soore o voto da Camara.-O que de.
sejavam os conservadores. Inconvenites
do project Danteas. Estatiic a dos liber-
to. 0 que teria do acontecer em Pernam-
buco se foese adoptado o .roete o dogoverno.
-Pearioparg a sona assucareira.
Quando esta ahi chegar jA o telegrapho terd an-
nUeiado a soluaoe da crises creada pelas ocecurren-
cils quo se deram hontem na Camara dos. Depu-
tades, e que resumidamente tambem ja si ao esta
hora dhi eonhecidas. Asim, limitando-me a ar-
rar ox facts, abater-me -hei de cojecturaso que
codem ser antecipadamente dsmentidas.
Comol Ihes dissme na anterior opposigio nao
tatisfeita corn as pequenas e ropettdas derrotas,
on dtsastres provisorios que ia infligindo ao minis-
teri, preparava-se para um golpe mais efflcaz e
decisive. Nio era este o melhor alvitre que se
afigurava a todos, mormente sos conzervadores.
Mnas, obriados a manterem--q em accord corn
oes dissidents, form de alguma f&rma arratados
peIa impaciencia delIes, e por fim combinaranoem
que na aessao de hontem fosse levantada unma
questdo de desconfianca em terms que, sem isfas-
tuarem-se das conveniencias parlamentaes, obri-
gasaemo governor a aceital-n.
I ntes porem, de entrar-se naoordem do dia, o
Sr. todigues Junior, que suppunham firmemante
igado aO governor pedio a palavra pars apresen-
tar um requerimentd6 sobre negopeios do Cear,
4Amqmwo dBide nOe
____ vI.. '


mam~-~eu~ mu


*fmi~f~aSOn s-son-w contfi2-ainu*'11 .aido ..2
Qia~fe~jb~~a ~ W. SP-
AO .- zrues segairam-se os-sons dous
insprvei companheiros, os Sr. Meton e Jos6
Poompeu.
Entra5d0em. discuss a receita, tomou a pala-
vra o SF. Ratisbona,' e dko entraram na sala to-
mando os seus lugares e4 Sris. Dantas e os seas
colleges, ministros do, imperio, justiMa, guerra e
estrangeiros, faltando os Srs. De-Lamare e Car-
neiro da Rjoehlm. 0 deputado cearense diz que
acredita prestar um servio aom gabinete e ao paz
acalerando o desenlace da situaelo ds duvida em
que se acha o gabinete, o qual estA- vivendo set
maioria; e por iso offerece um requerimento do
adiamento da discussion por cinco dias.
0 Sr. Dantas responded que j A tinha declarado
formalmente que nio aceitava questio de confian-
9a senlo no project, e nulo via no requerimento
motive para-'questiq de tat ordem.
0 Sr. Louengo 'do Albuquerque respondendo
am poco desenvolvidamente ao Sr. president do
conselho, coneluio apreseatando a seguinte mooia
cujo pensamento accentuou, affirmando que o6 a
condemnua*o do project do govorno:
cK A Camara dos Deputados, deplorando que
lem o seu apoio o ministerio continue em gestao
dos negocios publicos, estranha este facto, que
consider de funestas consequencias para o regi-
men parlamentar e os altos interesses do Estado.
Ao mesmo tempo o Sr Penido mandou a mesa
esta outra moglo, que realmeate foi uma boMba
corn que no se contava :
A Camara, reprovando o project do governor
sobre o element servil, nega-lhe o sen apoo.
Tomou entio a palavra per part do goveruo o
Sr. Ray Barboss, que discorreu corn mais largueza
do que as circumstancias reclamavam, @ concluio,
declarando, como se for& ministry, que ease como
governor se trave combat franco e se estabelega a
questio no terreno escolhido pelo Sr. Penido, acei-
tiva a amoao deste.
Requerido e votado o encerramento da discussio,
queriam alguns deputados que se votassem as
emooes na ordem de sua apresentaglo, e especial-
mente queriam que be votasse a do Sr. Lmrenm o
Sde Albuquerque, sobre a qual havia combinaio;;
mas outros reclamaram que a vota*o versas~e
somente sobre a moi doSr. Penido, assim de.
cidio o president.
Foi portanto levada a opposigio colligada a evo-
tar, talvez a contra gosto, per essa mocgo, que
significa mais do que o que estava na mente da
umioria dosr conservadores, qua condemn o pro-
jecto do governor, particularmente no tocante a
libertaio sere indemisio, mas nio querem o
esatuo~ A sto, porem, respondiam os miim u
pacientes dizead que nada se ganhava comn es-
pernr pela discussio do project do governor, desde
que o Sr. Dautas havia declarado que noe acei-
tava emend& nem transigia sobre aqaelle ponto,
e assim punha a Camara entire a espada e a pare-
d& E foi memo eom es intent, pars no dei-
inr a oppoi*e nenhumn sahida, que o governor
fex corn que o Sr. pres dente sUbn ttesse a vota-
cil somente. a moio do Sr. Pev~do.
PeFoi foroso, pis, qae a oppoil'o so praun-
ciasse por pe l-faWte de oiease A taViofoi no-
minal, respqoendo sina 59 deputados, s 5 O 42
conservadores e 17 iberta, quake fram os Sr.
Loureo dos Albquerque o, kigue J`
iom, aatisbona, Mnrds ,Calo A&fena,
oa Vgemd, V eM d O .Mea Rl lVeeitade A-
Atm, Felicie dos SaNto, SetA Crvaio,1Eli0
do Woneaoreinad ,Rinses Paula, Souas, Sousa
Qaelroz B...o di Eatanaw.
0 voto do S K orne Jardim aenprhodeno a
todos e s6 se 6xplioa pal* asisade quevoto 8o


porqu sendo& hoje anniversario nalaticio da Prin-
eeon Imperial e tendo havido cortejo no pago da
cidado e festividade, sdmente A noite, A hora em
que, esto aga escravendo, 6 que os consethei-
rOB Olstiiam desembaranados para comparenerem
e mesmo m precise que tivessem algum tempo
para preparPa' n spra i resposta do questiona-
rio que o public ni6 conhece, nmas imagine que
versar senraoe sobre a dissolv*o da Ca-
f desfecho, 6 o que nao e p6de prever;
o3mesMino contradictorias slo as conjeetu-
iras que si fazem.
Q*anto'ao mode de julgar do procedimento da
amara, diveraificam as apreciap5os da imprensa.
NIo fallo na (acte da Tarde abolicionista ultra.
A de Noticids condomna-o,- qualificando a op.
posivio de escravdcrata. O0 Diaro do Brasil
applaude-o, e conclue que a o resultado signifiea
que a camera repelle deeididamente as fataes ex-
travaganeias do abolicionismo imperial, que o Sr.
Dantas, por umn rasgo cavalheiresco, quiz endossar
sem ouvir previamente os seas melhores amigos-.
0 JornaM do Cammercio, embora reeonhecida-
mente emancipador, mas moderado, observa corn
justeza, narrando e apreciando o voto da Ca-
mara :
a Ainda os chefes hesitavam, diz elle, ainda
buscavam travar combate sob bandeira simulada,
quando o valor indisciplinado de um soldado, que
se arremessou para a frente corn o verdadeiro es-
tandarte, precipitous a ac*o decisiv.. Os chef .g
ao seguiram o exemplo da Liglaterra, no aban-
ldenaram o seu general Gordon; forum arrastados
mnas form A batalha corn o seu exercito que en-
to se abalou em massa. A camera rejeitou o
project por sete votes de maioria, negaudo con-
fiana ao Ministerio que o apresentara.
a Para n6s, que queremos sinceramente e que
edos dizem querer, uma emancipacno gradual
que permitta que so fa a sem grande abal6n para
os interesses eccnomicos do paiz a transigao, que
por forgo tern de fazer-se, do trabalho escravo
para o trabalho livre, o voto da camera foi um
erro, de que oxalis nio tenham alguns de arre-
pender-se e n6s todos de lamentar-nos. 0 pro-
ect) do governor podia ser emendado, modificado,
attenuado ou ampliado, come quizessem; rejeital-o
em discutil o sigpifica nio querer nada, e aqui
o nada 6 impossivel agora. a
Oproprio Brasil, orglo conservador assim se
iprame :
cc A questao foi posta e aceita pela camera e
pelo gabincte no terreno da confian*a. Ap6s a
votafo o Sr. vice-presidente da camara Jovantou
Ssessio, ;em que fosse requerido, deeltrando a
rise, cnja soluigio pertence agora A sabedotia da
Cor6a.
a 0 Ministerio e os seans deffenaores, os orgios
la propaganda abohlicionista de todos os matizes,
oram satisfeitos-a2 votao versou sobre o pro-
6cto a respeUp da questio servil, embora nio
ujeito ainda apreciacao da camera.
STeria sido um mer o de tacilitar a losucao da
rise ?
a Pensamosque nio.
a Desde alguns dias o Ministerio ostava em
ninoria e ineapaz de assumir a direcio dos ne-
ios &lAamentares.
w 'tw~odo pro-

Sstia, podea siniciar e di-
igir debates de tanto momento.
E mais adiante accrescenta :1
cc A opposiqlo conservadora .nlo interveio no
ebate, mis 6 f6ra de duvida quc seria preferivel
votanio sobre a moglo do Sr. Loureno de At-
uquerque, porque correspondia melhor A sitna-
Ao political do gabinete e da eamara.
SNo podia, por6m, a opposicio conservadora
scusar-se A votaao em qualquer terreno que fos-
e collocada.
a Assimn per effeito da insisteneia do governor,
aue a todZo transe quiz trazer o project par a
noeio de confianga, teve a Camara forgosamente
e pronunciar-se sobre a material do um project
inda em estuido nas comnnuses, ondemnnando-o
or 59 votos contra 52, havendo ainda nestes mui-
os votes condicionaes, nao s. por declaraoses ex-
ressas escriptas, come verbaes, feitas desde o pri-
neiro dia na tribune, e ainda no seio das commis-
Aes encarregadas de darem o seu parecer. ,
Isto mostra, como fiea dito, que os conservado-
es form levados a votarem mat gre, bom gr4,
>ela moco do Sr. Penido a falta da out-a.
Eltes nio queriam matar in totum o projecto do
everno ; acoitavam-n'o para base do debate pro-
ondo-lhe largas emendas, porque comprehendem,
6 opinilo geral, que 6 precise fazar alguma cou-
a mais do que o que existe.
Ahi achariam ociasilo e meio de derrotar o
abinete ; mas precipitarami-se os aconteeimen-
Os e o resultado 6 esse que ahi esta, e que mais
a menos constrange, se nao a todos, ao maior
umero, porque eases quoriam e esporavam o de-
ate para pronnnciarem-se e exporem o seum odo
e ver. Nenhum delles, entretanto, admittia o
rtigo 10 doerojecto, pelo qual declarou o Sr.
antss que fazia quostao, nilo aceitando nenhmna
lodificacao. E neste ponto elte seria derrotado
iesmt per alguns dos qno votaram agora contra
mocao, come o Sr. Mafra. que jA tinha annuncia-


o o seu voto aos da opposigio
E na verdade, abstrahindo ,mesmo da questao
a libertao sem indemnlsaglo, aquella id6a ca-
ital do projectib do Sr. Dantas tem ainda umn ou-
ro grande inconvenient, como terA todo o syste-
an de emancipaaeo per grupos ou classes nume-
sas, o que se dove ter muito em vista.
Em um trabalho, aliAs curioso, publicado no
ornal do (Commercio de 22, o Sr. Vieira Souto,
indando-se em tabellas e estatisticas de varies
aizes da Europa e tomando per base o numero
le escravos, que, segando os dados offleiaes, exis-
iam em 30 de junho de 1882, isto 6, 1.272,855,
hal que no 1 de janeiro de 1885 nio devemos ter
Iais 4e 1.000,000, e quoe o numero dos de 60 ou
ais annes, guardada a propor*io de 11 O/e n.o
needera de 110,000 escravos que tero de ser li-
ertados de umjacto, ease fosse adoptado o pro-
oto Dantas.
NI sei at que ponto possam takes tabellas ser
pplicndas a pol 'ulagio eacrava do Brasil, sem
sevar em linha de conta a diversidade de condic-
oes quose de ntre os paize'em que ellas foram
irganisadas e o nosse. Cumpre. porem, atten-
or a que entire. n6s o escravo vive tais do
ue o proletario europeu, que, alem dna dif-
euldades cornm que luta pars prover aasun ubsis-
scida, tornem ada entra ai e rigor das esta~Ses
Iviraosaa que ote airalba a saude, a falta de
solos, do abrigq. Seeiedfte nova, em um, palm do
gaao espusa, com dim brando, ends salo
mioa ios de vive, ok lemos panperiw-
mo, esla ohaga dua sooiedades da veoih &u-
opa que \ar m obstaeqa longevidade das dcas-
s iaMUas, maxime nos grades centros popu-
Dlah, o relativamente pequno wnume doe
ior de 60 Mou.As $ ei$a... : w al

1 UrA_ 1.1 itiirif> do zftrd n--


apartes).
0 Sa. RATIsBONA observa que o seu requerimen-
to 6 simples. 0 govemo pode aceital-o...
0 Sn. MonitnA DE BAsnos-At6 que se collcque
em condic6es normaes.
O kB. RATISBONA... atW que se colloque em con-
dii3es normaes em presenga da camera e do paiz.
(Apartes).
0 que nao 6 possivel continuar este estado de
duvida.
O Sn. ZAmA-O que nio 6 possivel .6 continual
essa falta de coragcm para dizer ao public a sua
opinilo.
O Sn MoRznin DB BaBBos--Quern tem duvida
a'isso ?
0 Sn. BEszEA Dr. MNmZss -A opposing est&
errada. (Apoiados. Ha outros muitos apartes e
o Sr. president reclama attenao).
0 Sn. RATISTONA offerece o soeu requerimento o
declara solemnemente que nio tern a intense de
negar ao governor os meios de river; quer apena
que o governor se colloque nas condicoes normaes
oa regimen parlamentar. (Apoiados da opposi-
'SP.xPc coP"Aizo -Patriotismo nunca visto t
0 SR. Josg Mauxxoo-A montanha gemeu 9 pa-
rio un*rat f (Ha outros apartes).
Ver A mesaoeseguinte
Requeiro o adianiento da discussion do orgamen
to da receita por 5 din..
Sala das sesses, 28 de julhe de 1884.-Rati8-
E' lido, apoiado e post em diseusslo.
0 Sir. DaUs a (pOsidente doonsetho; at-
tenao, sile eio)-Pareoia-me, Sr. president, que
depoxs da delakaioa to !e opai "va, que tive a
hour& de faster A Camarm dos Sr. Deputados, e
o seri chma^do novamts matficar o que
dissara.L
A cw, a se reword-- i, som dauida, de um in-
e nte mWa ,-a e A do.
1,141191111M .: I t ea


- -- -- 0- -


sueareira e na capital, que, 6 menos da 10( part
do territories da provincia.
Si em 1882 onumero de escrav&s era ainda d4
84,700, como fica dito, odeinos, cmrn uma de
de 12 O/o proveniente ddi flMeeimentos e m e i
9ses, contar que actualmeute existem 74,6 *
mesmo 70,000, dos ques 52,500 (J/4 de 70o -
so acham na mencionada zona, qc, S partir do
beira-mar, vai de Itamb6 a Barreiros, e na quail
alem destas dias comareas se contain as de Na-
zareth, Goyanna, Iguaras, Po d'Alho, Limoei-
ro, Born Jardim, Victoria, Jaboatao, Cabo, Esca*d
Rio Formnoso, Palnares, Bonito, e os raumcpepios
Recife e Olinda. 14 0/. d'aquelles 54,500 escra
dio-n'os 7,355, que tantos seriam os libertos d
60 annos que segundo o project Dantas, ahi fiea]j
riam, salvo pequeno numero que porventuk
guardassem affeig6es que o prendessem ,A sensau
dos ex-senhores, come outros tantos vagdbundoea
entrq os quaes se contariam algans invalidos, e a
maior part eria nuMsa disposta a toda a casts de
vicios e a rapinagens. A tendenciado escravo quo
6 libertado, 6 deixar a casa em que riven captive;
e 6 per isso que a libertagio per grupos numero-
sos acarreta perigos ; e todos os meios indicados
no project, para os prevenir sao illusorios.
Se, eatretanto, esso system nio serve, o dever
dos que o combatem 6 apresentar outro que nio
tenha os mesmos defeitbs; e 6 isto o que nao aeon-
tece corn a regeico previa do project Dantas.
Amanhi saberemos o que tiver de sahir de today
essa embruthada, cuja soluelo nao me pareee facil.
E come prometti nie fazer conjecture, termino
aqui.

CAIARiA DOI DEPUTADOs
SESSAOEM 28 DE JULHO
PRESIDENCIA DO SR. ALVES DE ARAUJO
Segunda parte da ordem do dia
Contiuua~ao da discusslo dos additives A
receita geral do imperio
O Sr. atiabona signalss de atcenlo) nilo
vem definir a sua posito perante o governor. JA,
declarou os motives que o collocaram em opposi-
91o franca A political do actual miniterio; deseja,
por*m, contribuir para que se defina corn a mes-
ma frtnqueza, e no mesmo sentido a posicio da.
Camara.
O Sr. president tern sido testemunha dos ulti-
mos incidents que se tem dado nesta casa, e dos
factos polos quues nenhuma duvida pode restar
na consciencia da camera e do paliz, do que o mi-
nisterio permanence na gestio dos negocios publi-
cos sem ter maioria. (Apoiados).
0 Sn. BuZBsRA DE MmiuzZs-Por culpa da op-
posiclo.
(Entraram no recinto e tomaram assento o Sr.
president do c'nselho e outros membros do minis-
terio).
O SR. RATISBONA diz que convem definir essa
posicio para que o gabinete, sem apoio france e
decidido da maioria, neo continue a considerar-se
repreasentante da maioria.
Os nobres deputados que se julgam representan -
tes da maioria parlamentar devem desejar este
(muitos apoiadoa) e a solucio destas
O SiAxwonso C.so Jusnoa-O desenlace natu-
ral :ea* us oeeasiio de apresentar o project.
0 S&. RATISBONA... duvidas fatigantes para o
nobre president do conselho e para todos os seous
amigos.
0 Sn. BEznm& Ds MXEsEzs -As hesitag5es nao
tem side do governor.
0 Sn. RATISBONA para que o governor nestas con-
digies offereca a necessaria garantia aos contri-
buintes, e possa dizer que parlamentarmente re-
presenta a maioria, er6e o orador prestar um gran.
de servigo ao gabinete e ao paiz, sem partilhar
deste ou daquelle receio, preoccupando-se neste
moment s6 dos interasses publicos e accelerando
esse desenlace. Portanto, poupando palavras, of-
ferece o seguinte requerimento A consideraglo da
camara:
Requeiro o adiamento da discussion do orgamen-
to de receita, per 5 dias.
Assim proporciona ao gabinete occasiao para
que obtenha urea prova da confianca da camara.
,0 SB. ULYSSES E OUTnos SuS. DErAgxos Adia-
nento geral. ^
0 SR. Josi MARIANNO-E' a questao do element
servil. (Ha outros muitos apartes).
0 Sn. RATIsBoNA diz que as vozerias nao podem
abafar a sua voz, e ha de dizer o que pensa, quan-
do cessar o tumifto, appeilando para o paiz, quo
esta ealmo e tranquihlo.
0 Sn. JosE MABIAiNo-Leve a questao nara o
verdadeiro terreno.
0 SB. ABELARDO DE BaiTo-Venha a questao.
0 SR. RATIsSOSA diz que o requerimento que of-
ferece, por si e em nome de seus amigos, 6 relati-
ve ao orgamento da receita, justamente onde 6 ca-
bivel o adiamento em presence dos grandes' sacri-
icios que se exige des contribuintes.
O SR. ZAx&-S6 me admire que gastassem tan-
tos dias para chegar a este resultado.
0 Sn. ALMEIDA OLI.xVXB-Nao querem a respon-
sabilidade dos resultados. (Ha ontros muitos


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!BRI^ 0 S T. D l (iiiiiiiiimit do
maiograves, 00 am$ tolkwaaa
umn parlaiet yiiM hic iiic iu ini
grande povom- a
Bas-rador os mi*wl =Q prcip0tM"WWalib
Do que so ette arae ete? squ
| tend corn o m immtode ai ? e
N morar a disecilo da 46i IRe ogensmto, aa
; cono a Camara e o pisaba, e siel ip
S constituir que te aconaIpl (po( m x
P| maioria), quandowsa neeessidade 6 de ordenitt
que os mais intransigentes adversaries at6 hoje
S ainda nao negaram o sea vote a ella...
o SR. PMuIRA DA SMLvA-Peqo a palavra.
0 SBR. DANTAS presidente do conselho)... visto
que, como tambem se sabe, 6 impossivel um go-
verno regular administrar serm ahar-se anado
das leis de meios. (Apoiados da maioria).
Se, portanto, por difficuldades intestinasida
honrada epposicAo, mais do qu.-por acceder ao
Spedido formal e positive do governor, ella n-Ao pde
S chegar a um accord (apoiados da maioria), sobre
urma moglo de confianca, que chamasse a contas o
Sgabinete actual, para apurar, pela votagio da Ca-
mara, se o governor tern ou nao apoio da maioria,
no project da emancipagio (apartes); se, como 6
intuitivo, somente estas difficuldades intestines
demoraram o pass no dia anaunciado, e o golpe
S nao foi desfcrido, o requerimento que surge nao
p6de ser aceito pelo governor como questao de con-
< fianua. (Apoiados da maioria).
Vozus DA oPposirAo-Oh Oh!
0 SR. PRESIDENTr-Attenoo!
06 Sn. DANTAS presidente do conselho)-E' nma
3 questio de econ mia da Camara, 6 uma questao
de maior ou menor celeridade do trabalho. Caiba
A opposicgo, seja ella ou nao maioria, a responsa-
bilidade de devnorar-se a discussao da lei do orga-
monto, quando estA tao adiantada a 6poca de nos-
sos trabalhos.
Todos sabem que d'aqui a 3 de setembro, tal-
vez nao mais de 2J ou 20 e puucos dias de sessao
possa haver
Logo, nao estando ainda o orgamento da re-
ceita votado nesta casa nem em 2& discussion; fal-
tando ainda a 30 discussion; pendendo do Senado
a discussao do orcamento da despeza; deveado o
da- reeeita ir d'aqui para o Senado e alli ser dis-
catido depois de estudado no seio da commission%
de or9amento, 6 claro, Sr. president, que o tempo
urge e que grande responsabilidade assume urma.
opposiao de Saa Magestade, na phrase ingleza,
querendo entorpeeer a march do governor por um
meio, que nao me parece regular. (Apoiados da
maioria).
Sr. preaidente, direi ainda: nada de illus5es.
Diante dos acontecimentos que se estao desenvol-
vendo, estadando-se as caudas do proeedimento da
opposiglo, reconhece-se corn seguranca que ella
procura por todos os meios evitar uma questao,
que tanto a sna honra, come a honra do governor
e da maioria exigem que seja tratada, (Apoiados,
muito bern da maioria; apartes).
Tenha cada um a coragem da sua posigio
(apoiados da maioria), tenha cada um a hombri-
dade neoessaria para dizer ao paiz o qui pensa
sobre a mrmentosa questao do element servil,
consubstanciada hoje no projeeto offerecido A
sabedoria da Camara. (Apoiados da maioria).
Queiram os que ternm de combater eate project, ou
os que t6m de sustental-o, assumir na hera pro-
pria a responsabilidade da condemaa*ao, ou a
responsabilidade da detesa.
0 SB. J. PMxwo-JA estA assumida a responsa-
bilidade. (Outros apartes).
0 SR D.rTAs presidente do conselho)-Sr.
president, 6 uma-verdadeira novidade o que se
estA passando, e you mostral-o em muito poucas
palavras.
0 Sn. PIRzuu DA SIvA-Novidade e viver o
governor serm maioria. (Ha outros apartes).
0 Su. DANTAS presidente do conselho)-E' urnsma
verdadeira novidade o que se estA passando !
Senhores, o ministerio actual ate eate moment
ainda nao faltou A pontualidade de seus deveres.
(Apoiados). 0 ministerio, apresentando o sen
pregramma, nelle consignou a medidas da emanci-
pa4e dos eseravos como ama des :duas pmimeisa
questoes de que se occuparia; a discussion abrioa
neste terreno, declaraoes foram feita& per part
da opposiqao e do geverno, e este eomprxmetter-ee
a apresentar o seu project em determrmdo prazo.
Effectivamente assim aconteceu. Apoiados da
maioria).
Este project, come o paiz hoje o cabe, porque
conhece, nao devir ter side urea obra facil.
(Apoiados). Oa que o lerem e examinarem vera.
nelle o resultado de combinacues, estudo e piano
prco)ncebidos ; mas istc nao quer dizer quo o
desenvulvimeuto desse piano e das ideas do pro-
jectoeimlo devesse ser trabalho altamentedifliciL
Pess bern, dia e noito trabalhou-se e no praso
ifixado foi o project present A Camara dos Srs.
Deputados. A isto soguio-se a remessa do pre-
jecto As commi'ssees de orgamento e justice civil.
Agradeco As nobres commissoes o terem-se en-
tregue activamente ao trabalho para elaborarem o
parecer que jA se acha quasi concluido.
0 Sa. ANTONIO DE SIQUEHIA -Apoiado.
O Sn.Das presidente do conselho)-E foi pot
isto.que na penultima sessao do senado tomei so-
bre mim a responsabilidade de aununclar quo o
career seria lido A cauxra dos Srs. deuutados


atW ao dia 30; serial impresso no dia 31 ; e dado
para a ordem dos trabalhos no dia I- de agosto.
Isto quer dizer que, em vez de retardatarios,
n6s os sustentadores da id6a do project vamos ao
encontro de nossos antagonistas, (muitos apoia-
dos; muito bemrn, muito barn da maioria), levando-
lhes a grande question na qual as nossas foras so
hio de medir.
O SR. ZA.-Mas diante da qual elles recuam.
(Oh! Oh! da opposigio).
0 SR. DANTAS presidente do conselho) -Eqpera-
va, nao direi da lealdade, porque essa nao posse
1,6: em duvida, mas da generosidade dos nossos
-adversarios nestegravissimoassumpto, que se con-
tivessemn durante algumrtempa. (Apoiados e apar-
tes). Porque, senhores, qual s cria o resultado do
proeedimento. da camera dos Srs. depufados, afas-
tando de suas discusses e deliburapSes o projec-
to do elemruto servil para dar combat em urma
questiuncula incidents? 0 paiz ignoraria a opi-
niao de seus representantes; o projecto nio seria
condemuado nemr approvado.
O SR. CONTAGEM -A condemnao 6 pr6via.
0 SR. DARTAS presidente do conselho)-E nio
haveria graves iaconvenientes, nao decorreriam
p:ira altos interesses publicos males que per certo,
nle estao nas intengoes dos nobres deputados ?
-Pois algaem deseonhece hoje, alguem p6de por
em duvida a exeepcional expectagio do paiz in-
teiro (muitos apoiados da maioria) a respeito da
*votaqlo da camera sobre o project do element
servil ?
O SR. CONTAGEM-A opini-o estA suspense e
aterrada.
O SB. DANTAS presidente do conselho)-Se esta
-suspensa e aterrada, come entende o honrado de-
putado, ou suspensa e esperan&ada, como enten-
demos n6s que adoptamos o project. (apoiados da
maioria), 6 certo que, quer para uns, quer para
outros, ha necessidade indeclinavel de que a eama-
ra se pronuncie sobre o project. (Muitos apoia-
dos, mtito bem e apates).
Tenhamos esa coragem, senhoris. Se eu for
derrotado...
+,f^ 0 SB. ArpoNso CiLso Juoa---CoM Ua maioria
qu aqui tern, nio ha de er d6rrotad4 "(Oh! oh
I1,":1'1 ^, -doppoWicao).
0 SZ ssDBT--Atten o !
O S. DAxTAS presidente do conselho)-... se
< o minister foir drotado, e a masioritatul
4onvertWiere-WIQuriaLf* pa*A op-
;1.m oi*a, de algual Wu AO LHa beoia ocaea
p.4 .apoiavan o Ministeo
(u..tos apoiados da maionia), indahiaaiu o te-
reBos pedido. (Mu a^oiadoiu
tobem aiong ).


no wm a conscience earae peuetIea e que nao
count corn ma maioria dacamara dos Srs. deputa-
dos. (Apoiados e apartes).
As declaral6es do honrade president do con-
selho slo tanto mais para estranhar quants foi S.
Exe. que ha pouco tempo disse que o ministerio

ria da cauwaa.
O Sa. CoTAGBMx-E que o quenia viver sem a
confiauga dels. I
0 Sa. LoOau o Ous ALBuQusza4Qu 0 hoarado
president do conselho nao tern o direito de quei-
xar-so do que tern sueeedido e hover de succe-
der ; S. Exe. devia ter previato as consequoeancias
da apresentatao do seu projeeto, quando a camera
estava a terminar o seu mandate. (Apoiados da
opposigio).
Senhores, filuei contents quando o ministerio 6
dejunho ehamou a si a soluci dai qaostbo, quan-
do me pareceu que este era o meio de levar a paz
a todos os espiritos qua se sentiam mais ou manos
sobresaltados corn oisa propaganda artificial que
se levatntou nest-c'pi'tal
Quando, pou ,obs4 yei que o hoarado presi-
dente do coi .o iemiva a sia questao pa-
ta tranquilisar xw os, para inspirar confiaua
ao paiz, mas para .. um passe tAo adiantado
come o poderiam desejar os propagandistas, fi-
quei apprehensive, porque desde logo previ que
S. Exc.encontraria na camera as mais s6rias dif-
ficuldades; e assim succedeu. 0 ministerio en-
tende, eatretanto, que 6 compativel corn a sua di-
gmidade continuar no governor serm ter maioria na
camera dos Srs. deputados...
O SB. DANTAS (presidonte do conselho)-Quando
nso tor compativel corn a dighidade do governor
nao sera precise iembrar-lh'o.
O SR. LouR.sEo D rALBUQCEuQUE-... e lhefaa
appello para que tenha a coragem de suas opi-
snies, come se houvesse deputados que nao a ti-
vessem. Vou adiante do desejo do governor para
lembrar-lhe que o system constitutional repre-
sentative o6 o das maiorias e obrigal-o a confessar
que nosso procedimento e o mais digno e coheren-
te. (Nio apoiados).
O que 6 o minit ;rio 6 de junho? Nito 6 ontra
cousa matis que o project abolicionista. (Apoia-
dos.)
0 Sn. ZAMXA Mas entie ataquem-n'o franca-
menta per esse lade. (Apoiados.)
0 SR. LOUREN4 DE ALrauquEaQu-Dissemos to-
dos os liberaes que corn pezar nos separamos do
governor, que o ponto de nossa divergecLia era o
programme do miiasterio na part referente ao
element servil.
Portanto, quando apresentamos o requerimento,
uizemos dar urma prova expressiva de descon-
anna, e offierecer ao governor um meio de ma-'
dir suas foroas e verificar se tern ou nao per si a
maioria.
SParece-me que era dever do honrado presidein-
te do conselho aceitar esse meio, fleando reconhe-
cide e grate a n6s que lh'offerecemos, porque, so-
nhares, nao ha situaalo mais incemmoda, mais
penosa, mais insustontavel para um governor do
que viver corn a suspeita do que lhe falta apoio.
Desde, porem, que o hoardo president do con-
selho quer que sejamos mais positives; desde qqe
S. Exc. faz question de envolver-se na bander-a
que levantou, corn sorpreza de teos os seas ami-
gos, quaudo devise apenas suscitar a idea da refer-
ma, para que servisse de criteria na future eWei-
9Ao ; desde qae S. Exe. faz este empenho, satis-
far-lhe-hemos a voatade.
Vou mandar A mesa a seguinte mo9ao, e para
que o honrado president do conselho nio oppo.
nha ainda alguma excepgTo dilatoria, declared l-
to e bomrn som, que o epenaentada moAo eeste;
a Oaruuawa'a.`, &u D tpnsad8 5cWOimna '
ideas principaes do projeetodo eleuento nservil.
Vozcs--Oh! oh!
0 SR. JosE Mt suo--Esse.pensamento estA es-
.cito ?
6 SB. LOUEN9CO DE ALBuqERQuE -Que impor-
tancia ternm star ou nao escipto ?
VozEs Oh! oh (Sussamrro).
0 SR. LoREuano DE ALBUQUERQuE-Eu afao esta
declaragio para que niuguem se illuda. A moco,
6 coneebida nos seguintes terms : (06)
VoZEs-Oh! oh (Susurro).
0 Su. LoumgNO DE ALBuQuzRnQuE Antes do
terminar pergunto ao nobre Sr. president do con-
selho aeso lhe parece ou n io bastante clara a mo-
0 SB .DANrIs presidente do conselho) Corn
eorteza neo e, ura vez que nio tract da projec-,
to da emancipacalo servub. (Apoiados).
O SB. LouBBNCo DE ALBUQUERQ.UE Pois bem,
quero ser -agnadavel A minoria da easa, post que
a mocao esteja em teomos taes que o governor nsi
pode decorosamonto evital-a. (Apartes).
0 Sn. Ammosso CELso JunIon Venha a mo0ao
negra, sejam frances. (Ha outros apartes).
0 Sn. LOBEKgO DE AiiBUQUENQUE Lembro ao
nobre presidents do conselho um meie de S. Exe.
recouhecer se tern maioria para as ideas capitaea
do seu project : presented S. Exo. se quizer uma
contra-mocaio. -
0 Sn. DANTAs presidente do conselho)-V. Exe,
tinha-se compromettido apresental-a; arrepen-iT
deu-se do que havia promettido.
0 SB. LoteBBNO DE ALBUQUERQUB-Ja dise qual
o pensamento da mocao que offereco, e o quo ella
siguifica ; se o nobre presidents do censelho en-
tendle que isto nao e bastante clareo proponha ou


made proper unma contra-moeoo.
O SR. AWaNo PIKENTEL-0O que se vota 6 a mo-
"ao, nao ob commentaries.
Vaem A mesa, so lidas e apoiadas as seguintes
mog5es :
Mocdo
A Camara dos Deputados deplorande que semr o
seu apoio o minister continue na gestAo dos ne-
gocies publices, estranha este facto, que conside-
ra de-funestas consequencias para o regimen par.
lam3ntar e os altos interesses do Estado.
Pago da tamara, 28 de julho de 1884.-Louren-
go de Albunerque.
MO*w
A Camara, reprovande o project do governor
sobre o element servil, negs-lhe sua confiangas.
Sala das sessoes, 28 de julho de 1884. Joio
Penido.
SSOr. Ruy Barboua diz que quern devia
star fatigads, exhaust de urma luts que Ihe n Aol
p6de elevar a alma, inspirar-lhe a coragem dos
grande commettimentos, era a opposigio que, evi-
tando systematicamcnte ate os ultimos mementos
combat campal, tem-se mantido sempre em luta
de esearamugas, de guarrihas.


* ininuR'q84


;,T


dos nesta question, mas um passe aceelerado paras
a liberdade incouedicional.
O movimento parlamentar da emancipagio nil
rerocede mais uma linha, e nemo ha maiornia com'
forga para contel-o. A cada victoria o espirito li-
bertador erguer-se-ha mais pujante, mais affouto,
enearnado em plano mais amplo, e as conceasSes
moderadas que hoje se recusam, amanhl J& i lo sa-
tisfarlo a ninguem.
Isso que os nobres deputados defended -.corn o
zelo violent do ftanatismo, e que o orador respei-
ta pela confianga meditada ns soluces modena-
das e concilialoras, nlo 6 direito, 6 situaio privi-
legiada, mas transitoria e condemnada em todas
as consciencias.
Si ete prvilegio ephemero, ct ue, agonisant
nie transigir si As crises Ipacifiea oppunereo
implcvel-nonpeasumi), tempo virA em qxur eja
tarde pars capitular corn as hon sda igurms.
Os operarios dests cruise sero os opposieionista
e os sustentedores do project estaro iabsolvidoe
da reeponsabUidade peIiate a ra a e o Lpatrietis-
nO.
O pmjecor6a- emecipailo idiatda, maspreo
Tidentee kaponpesadmra.
O-AbolidniAmo, ilo sobesmfeigilo generous e
ympathicado caramioo humano, man oe abocionis-
me ser merit incoeiente o abolicioniamo sob
sua feioo mais absoluta, o qo nepresenta a 0-
posJi6o. vAw i portautoe o govMo, de"'
jando quo so dofivm, as poses, e que-o eob ate
so traye em campo tbefo, act= Mo* 4o
neBr-detado ef:U(also &. ,.
4g.- fl S. Tee


Qae ideas ten o, ehefe da diAuideacia moaserva-
dora de 1871 a repaSit o do project presentado
sobre o elemento servile?
Em 1871, o n*wo deputdo-o&r. Psdixtode
Soua julgou-se obrigado a oompaa palaa
palrnmo o project Rio Branco, aeeitaudo todes is
perigos de sua posigio, aIle obstante 4as magoas
proufndas que 'deveria soffer, por'ser brigade a
rasgar as eatranhas de seu partido.
S, Exe. chegou atW a defender a theoria de c 9
os filhos d is escravas eram iguaes aos truactos das
arvores, aos products da natureza inanimada.
Hoje o' ehef& da opposigie conservadora de 187.
emmadeee diaate do projeeto dej.1 de julho.
Porque ? Os seas amigos niA m eaorAdo pela
diseussio do projeeto para combatel-o, e as hosti-
lidades, agitadas contra o governor, na&oi tern tide
outra razao senior a divergencia qae haeatre elies
a respeito do projeeto. .
0 pcojecto do Visooade do Rio Branco foimdiscu-
tide muito antes de eatrar na ordem do din, nao
se julgando a dissidencia obrigada a occuttar prb-
dentemente as suas opinieios. Entretanto as cir-
cumstancias aottaes saio msis graves parasa oppo-
siagio, que se quer aproveitar dos resultados de aurma
campaurp a,-fte telo, e m seorgem de dar. 'Fa-
zero dos libiaes, deuligados da maioria, um es-
cudo corn que pretended sparar o golpe que os
amedronta.
Responda o paiz si mnarece applausos a attitude-
de subterfugios systematieos em qae se tern collo-
cado a opposiao, que preteude ter forga para vean
cer o governor, sem dizer os motivos pmr que ocom-
bate, e a razio per queo governor naao moreco a sua
confianca.
Dizem que esperam o project e suseitam todes
os empecilhos para que nio venha A diseussio.
Come disse o nobre presideate do conselho, 9 sou
miaisterio tern cumprido todos os seas compro-
misses. E' a pura verdade, e o orador 6 forgade
a referir-se a este ponto, come membro das com-
miisoes reunidas a quem ellas delegaram a hoara
de formula parecer sobre o project. As commis-
soes especiaes nomeadas em 1870 e 1871, pars dar
parecer a respetto da reform servil, apresentaram
os seus trabalhos, a primeira em 86 dias o a se-
gunda em 45. A commission do senado, que apre-
seutou o parecer em menos tempo, aproveitou-se
do trabalho e da diseussao da camera, mas o sea
procedimento foi estigmatisado pelo illustre Vis -
vunde de Itaborahy. A opposicao hoje quer que o
pa*%cer das commissoes seja apresentado de um
dia para outro, tendo atW incriminade as commis-
soes de falta de sinceridade.
0 nobre president do censelho, por6m declarotv
no senado que o parecer seria apresentado no dia
30, e a commisaW respeitara a palavra de S. Exe.
Mao grade a vontade da opposico congservadora,
approxima-se a oceasilo de se defiirem na ca-
mara as posiqs da maiorlia e da miuon6ia.
.Lamenta o orador que neste desfecho, -em que
os sustentadores do project nunca poderlo icaNe
maj, estejam envolvidos amigos liberals co-ruti-
gionarios, euja affeiglo e apoio to grato Ihes seo-
riarm.
A poaicgio de alguns 6' estrauha e iuexplicavelZ
eom que ethos contemplara o C0arA, a,p
que deuA estoepale ogrde.exemplo da
erdiempgio, o procedimento dosw seis rpresentamtell
na eamxraY'
A am apArtiooSr. JUN, Jjiio
quato S. Exe e taivez adait xe.
J.ludem-se os aejiiijalg dr.aprl -8
'diante do paiz como amigos deta ide fgioao
imesmo tempo de sustental-a no memento eam qios
ella tern de passar poryprovaqo -grave.
Querer urma idea iaonorrer parn a qnued do
governor uepromove a at realisa e o6-sim e
o nao-, '6 a these e a antithese, '6 a ausencia da
convicg6es, 6 a falta da conagem e da verdade, 6 a
falta da sineeridade na defeza das id6as.
A um aparte do Sr.'Martinho Coenatagem respon-
de o orador que apositao do nobre depatado per
Santa Catharina 6 insustentavel e nao serA aceita
pelo paiz.
S. Exe., que e o apostolo dos imnigracionistas
julga que pode ao mesnmo tempo ajudar.o andor da
bandeira negra a transitar titmgphante pela ca-
mara.
Confia, por6m, o orador no patriotismo do nobre
deputado per Santa Catharina, a cujo espirito nio
se pode occultar a evide.sia da sua pesicao.
Respondendo ao nobre deputado per S. Paulo,
que accusmo orador e sens amigos de terem a ban-
delta vermelha da communa, diz que, si nio co-
nhecesse os debates parlamentaren de 1871, hesi-
taria ante esto espantalho. A lei de 28 de setes.
bro, que os nobres deputados hojo erguem com--o
garantia do ordem e de liberdade, saffreu na ca-
mara estygmas mais graves; chamaram-na-lei
do msrticinio e do roubo, a lei da banca-rota, a lei
don servilismo proclamando a liberdade.
: Estbo claras as posicoes; inspire-se cada um ua
sun discripeao e no seu patriotismo. Acompanhe
quem quizer as bandeiras negras do esclavagismoI
intransigents, sem obedecer a algum programma
de partido sere cuidar da propria classe de quo se
ervora defensor.
Cada batalha que a solugao do problema perder
na camara, enda revez que os nobres deputados
julgarem infingir-lhe, esmugando sob o numero de
votos o governo que a personifies, serA, nao u~aa
vantagem para os interesses eoenomices envolvi-


Hl, e amanhi negarA o soeu vote em quest5es
de confianga political ao nobre president do con-
lho, mas neste moment veta contra a mocao.
Qoem vai ser julgado nao 6o ministerio, 6 urma
idea: esta, e nio aquelle, sera vietoriosa oun ven-
vida. (ALuito bern, maitoe bemrn).
0 Sr. Rodrigues Peixoto (pela ordm)
pedio a palavra exelusivamente para enviar A me-
sa a dechra*ao do seu -voto.
Murros Sts. DEPUTADOS-NIO p6de ser.
0 SM. DRoDoauss PrxoTro deolara A Camara qae
acompinha o governor em todas as quest5oes de con-
fianga, apartande-se, por6m, d'elle nas question re-
lativa ao element servil; algumas das ideas do
project nio merecem a sua approvaoo ; mas ou-
tras teem o sen inteiro apoio. G4uarda-se, per-
tanto, para votar conm o governor quando 0 projec-
to vier A discussio, per emquaato vota contra a
Procede-se A votagio nominal da moclo do Sr.
Jolo Penido.
r-Bespondem aim os Srs..: Paaos Miranda, Can-
thi, Cruz, Mae-,Dowell, Silva Maia, Goines de Cas-
tro, Meton, odrigaues Junior, Bario de Canind6i
Ratisbona, Tarquinio de Souza, Carneiro da Ca-
aha, Tertuliano Henriques, CruzO GauVs, Sousa
Carvalho, Manoel Portella, Pereti, ego Arros,
Ienrique Marques, Souza Leo, Albcforado, Ga-
galves Ferreira, BarbAde Anadia, 'Loureao de
lbuquerque, Baro doEsti aia, Geminiauo-Coe-
ite d E~most Bazo de Gushy, Axsat Enho,
SBra array, .Duque-Btrada Teixai-
ri galreaan"tdes 4.911 -ai jdino 4oSouza, e-
lUso, Eliasali orses,h Alft akves, Pare"
AL IBvay, Lasorda Wemne* Aub*ade figmuisa,
Verei i LaAar n o sAffaonso, Martinho -an
ag i~t(ou4ra`!=doeAW^ aro e ^Np^
44-PeniB Porois CQbral, Olymipie
d0e, So iosMO Caetano,' ieira de oAdhade,-Ve-
1:e do. atklos, foreiraa- Bearros, ileidaNo-
Sora Jadima Ul inta (59).
Uiri a tIg o 08 rs. A Awisao Pmton!9 A1.
a iri~ ~~m.Aul.ViuwT Vm


I ;
u
I I

f-
I
**


- No large da estao fbrmou-se o prestito que
desfilocna seguinte ordem : os almnos do cole-
gio Santa Cruz, aeompanhados do seau director e
respective corpo docent, formados em alas, abriam
a procissio; ap6s elles vinham illustre bispo,
sea secretario, vigario de Lorena e padre-mestre
Jobo de Souza Rassin, vYne-presidente da Camara
Munieippl, debaixo do pallio, a oujas vaas pegs-
yam os Srs. Dr. Fernandes Torres juiz de direito,
coronel Vidal, desembargador Antonio Joaquim
Rodrigues, emoammiador Nano Telmo, Pedro Hor-
ta e Dr. jJoo Ribeiro, leguindo-se as bandas do
music do club Unilo Luso-Brasileiro e do insti-
tote H. Machad, compost na sua totalidade de
meninA de 5 a 12 annes de idade, e grande
massa de povo feChava o prestito que segnio pelas
ruas Imperatnz e Direita at6 A igreja matnas de
Santo Antonio, onde o Rvdm. bispo fez orago e
abengoou a centenares de possoas que disputavam
a" honra de beijar-lhe a mil.
Finda esta ceremonies, retirou-se S. .Exe.
Rvdma. par a cans de d:reskdelncia do Sr. commea-
gdadr N oe Telmo, on ade se ach boapedado. Alli
-oi offeeeido aso datincto ga dote ,m lauto jan-
tar, a que assistiram grandenmmenwode pSoaa"da
mais finsa sociedade, trooado-se durant o jatar
muitos e enthusiasticos brindes entree Rvdm. bis
PO Dr. jwdA d ireito, Dr. JoeiAoRiboito, common-
dador Nuo Teulnmo, etc., e reinando ..4 pre gran-
de. contentamento centre os convivas.
eA' neite dingi-se o prelado & I a atpd
destas odade, ende pregon se Evaqaz I hay adv
em sefmda Te-Dema aqwa aauatio grwie'uuii-c
rode lais. T
rI _- pi -- Q ~_;JianHT m n

*g-l0 momentouso ro ft s mm eole D rmaa e.. .
Vrozcs-Dr em. Ordem!I
OGSR. PauBSIDNE-V. Exe. nio p6de continuar.
A diseussae ostA encerrada e foi V.Exe. "measmo
quem requ .oeacerrnument&'
0 ST, AhBTmIMO CorTAGzx-Von cinclair. Sr.
esideftts, em hom gem aos escraoiates, 4al-
,bio nplz,
qaero darpabicoteamnodos meus sentimen-
tos, deelarando libertar ao meu muico eseravo de
nome Bernardo. (Hilaridade.)
0 Sr. J. rPeolt (pei& oidenm)--.Autor da
moge, eeujaidiseusslo aas a doeae neneerrada,
pOeP lieei9a para -dar uma txpIieacao.
MuDTos- 5a. JIDtuxAos--NWlo 6 muaismpo.
0 SB. J. PaSmao-A muito acusto me separo do
partido liberal psasvotar contra ogabi6e.
0 Sa. Paxasusrn--A discussile eta eacerreda,
o nobre duputado nao p6de coatinuar.
O SM. J. P.srwo-Lmito-me entlo a pedir a
V. Exe. que consult a camera se aceita a vota-
c1o nominal sobrea mocao que apresentel.
Consulted% a camara resolve affirmativam-n'e
per unaaimiddade do votes.
Sr* .P. BeUiaw (pak ordem)-Acredi-
to que V. Exe. sabmetterA Avotagio as daes mo-
eoes na ordem chronologica.
O Sn. Paaco PAAIZO-Nio apsiado. E' mats
um symptoms de fraqueza.
M-urTos Sas. DEpurADos LSzna&zs--E' ultimo
reeurso.
O SB. F.B BELIsArIO-Espero que V. Exe. me
diga so tenciona ou nio seguir a ordem chronelo-
gie na votal ) das duasn moooas.
0 Sa. AnAno BRzaaBA--Hade ser a ordem regi-
mental.
0 SR. PBssDESNTE-Trata.se do um;i: questio-re-
gimental e eu you dar sobre ella a minha decisilo.
Apresentaram-se tree mog5es de confianoa, duns
fundamentadas em m3tivos geraes pelos quaes o
gabiuete nao merece a confianaga da camera, e
umea pondo de part os motives geraes e restrin-
gmde-se a am unico ponto. Segundo o regimento
exige pr6via vota91o a quo so restringe a um pen-
to unico, neste memento da maior importaneia por
acoitar o governor a question de confianoa a seu
respeito (muaitos apoiados).
Portanto vai votar-se a menoa do Sr. J. Penido.
0 Sr. Moweie a -de Oaft. ( pela ordem)
aceita a decisao do Sr. president, pars que a vo-
taAo nominal recaia -sobre a mocao do nobre do-
putado por Minas, ians pergunta si as outras fiea-
rao prejudicada ? Pareee-4he que uada impede
que o Sr. president sujette, pelo menos a votaco
symbolic as duans outrae mogces, porque quem-p6de
cochecer as intenq$es dellas sio os seas autore6.
Ellas nao so repellem ; completam-se.
Recorda o orador que o primeiro pensuamento da
opposigie foi lembrar ao gabinete, per meio de
urma votacao que o governor representative deste
paiz se aohava em: condig3es anormaes e para que
tivesse tempo de seo .harmonisar corn a camera e
dar melhor direcgeo aos negocios publicos, apre-
sentou am simples adiameato por poucos dias.
0 nobre president do oeuselho nio aceitou a
questio nestes terms, e o nobre deputado pelas
Ala;as completou a n ao, faendo sesivel o
pensamento de nue era elna.e resultado natural do
puimeiro requerimento apresentado pelo nobre de-
putadoplo Coear. Por isso pensa o orador que
nada impede qeuses u#jeite pe moes a uma vo-
1tw*eeymbdiuo estas duas InoioMs.
ifnI's S. D-.zrnwi ,WNke p6de ser.
0 S. .MoBmuIoAn BAwsBS dm qae o Sr. presi-
Adeate, oes&lv&endo taeqoqurinodo, eoneotrarA
em si ouaisetaimissmo allegau paMM seutjo.tr a
a"deoisio. Oquetibo couprhende -a -irmpa-
lie a a ie-so ise eepeznftitr-eosa -snmbles eupli.

*0ta hAema. O ,e t lurt. (pels -er-
dema) obnervaguemaorjnea m ilodo .u deve seonrvo-
tada 6 ado nobre deputado per Minais,n qu nell
den brilaante prova do seu eseii-to franco eleal.
Avotah aodostsm o e prejudice a outra. Atra-
vez do tidoae terigin^ea.-dBnO- e patentede
qae o unae moivo de oppusiloub ausa determi-
Uante da moaole4 o project do element servil, e
s-do nobre deputa'do p1 Minas 6 a unica quo col-
leea aquestlo no terrene quo dove ser votada.
Coahecendo que a Cainara ae' jarunsniistar-4e
pela votacao, dirA apenas ,que a moago do nobre
deputado per Minas'6 que deve ser votada. Tu-
do mats, usando de urns phrase eonprqgads no Se-
,mdo-6 mna trios indeceuto.
;0 ^r. Aifvaru rCftmiauua, noprosentants
de nUts provincia livie, nio-devetdixr deo.ex-
plicar o seu voto (apoiados) sobre o ponto em que
os dous partidos ctUocararm.a questao de con.

Advozsaiod -do r ioem tado que nao din
respeito ao elementonervil, hoje como nunos nio
11w concederA vote de confiana ; mas votes contra
armoqlo do nobre deputado por Minas, porque a
nuestle do eleinento servil esta- acima dos part
os, 6 mais do que uma questao social, 6 nma
questio humamtaria. (Apoiudos, muito bem).
Seria o orador trahidor A asua coneciencia e. as
suns ideas, ii nested memento nao as -atmrmasse de
umodo solenme, collooando-as acimadan convenien-
cias dos partidos.


ta x udo ldpeo I
0 paquete naceional Espirito-Santo, v indo hon-
temn do saul, trux as seguintes noticias, e a s que
eoastamn das raubricas Porte Offieia eInterior:
PaetIAco
Datas de jornaes at6 8 de julho e telegraphicas
at6 21:
As folhas nada adiantam. Um telegramma po.
r6ma noticia que os enviadosde Caeeres regressa-
ram de Lima sem ter chegado a resultado, por-
quanto pediam, como primeira condi ao parat qual-
quor aceordo, a retirada do general Iglesias da
presideneia da republican.
Ignacio Osuna renunciou o cargo de ministry da
guerra.
O congress peruano dove reunir-so em Lima a
9 de dezembro vindouro.
Os membros do partido civilista organisavam os
seas trabalhos eleltoraes, sendojA indicados Quim.
per e Reosas come condidatos. Parecia que os pie-
rolistas se absterio da luta eleitoral.
Aseegura o aUudido telegramma que as tropas
chilenas desocouparnoo PerP at9 o fim do corrente
mez.
A Camara dos Deputados do Chile approvou na
generalidade o project da reform da constitui-
c0o.
Fallava-se em rise do gabinete de Santiago.
Paraguay
Datas atW 17 de julho:
0 governor apresentou de novo ao Congresso
um project de lei teudente a rear ura legajao
am Buenos-Ayres, a cargo de um miuistro resi-
dente. Segindo La Democracia, se indicava para
o lugar o Sr. Jose6 S. Decoud, actual ministry das
relates exteriores.
Constava que o Congresso m.lificaria o projec-
jeeto do poder exeeativo, estendendo a represen-
tagao A Republica Oriental, o que caasaria a com-
pleta derogagao da lei ha pwuco sanccionada sobre
nomeacoes de encarregado do negocios no Rio da
Prata.
RUo da Prata
Datas de Buenos-Ayres ate 21 e do Montevid6o
at 25 de julho:
De Buenos-Ayres annunciaram a 22, ao Siglo,
de Montevid6o, que o deputado national Crespo
apresentara um project de lei mandando estabe-
lecer um lazareto em Martim Grarcia.
0 powder executive da Republica Oriental
texpedio, a 22, um decreto promovendo a tenentes
generaes, chefes de exercito,,os actumaes brigadei-
ros generaco da uagle, e a generals de divina os
coroneis-m6res, e creando a classe de generaes de
brigada, compost de oito membros, cujo preen.
chiiento serkrealisado opportunamente.
Em 23 a junta de saudode Montevideo to-
moun umi resoluao nos aegintes terms:
1.0 Os navies proedenteo de Toulon e Marse-
lha, que se demornaem na viagem menos de 40
dia,, i1o serefito dittidos nos ports da republican
emquanto reinarno chelera-morbus naqueUles pon-
tea. iEaa diWp ioao serA applicada a qualquer
outro.porto quo o cholera invadir.
20 Os que se demorarem mais de 40 dims sem
eautuma novidade a bordo e jas cendiges by-
ieneieas geraes (liQpema, -0laod e de o arga, etc.)
sejam satisfacitornias, ficarBo sjeitos A rigtosa
-viuiMg-,a&1v urn iwdatlfdos -ATlivre pusesab me Ai&
pois lde inspoco immediat de paSsageires o
j5o.Aasoats pmiweeaftia do Meiiterraaoo, as-
simcomois edF'rang& e H.spanha no A fieo,
sero ubmettid a rigoroma observao de qua-
renta e oito hows, nass condicoes indioadas no ar-
-tigo precedent.
40 Nenhum navio que estiver de quareatena
seraa post em livre pratica sem que desembarque
todos os passageiros e carga que estiverem a bor-
do, e scmter side expurgado a juizo do medico da
repartigiao de sauAde.
Rio Grande do Sal
Datas a6 23 de juiho:
A-mesa de rendas provinciaes da villa de S.
Jose do Noe passouS Wr de. 8a, clasie.
Noticias do Ja*aw o direm que as copiosas
chuvasnfizeram engrossar muito o rio, ficando sub
mergidoso paredAo do caes e osituado proximo
ao tInar denominado Beruardo a Siva.
-remuia&se quo em divmersos pants do caInpa-
nha estivesse interrompido o tnamsito, per causa
da encbente dos arroios e banhados.
0 capitio do lugar nacional Am/ia1 entrado de
Pemnambuco, declarou noeneto doregistro que, no
dia 23do mez sassaco, fleeexa a bordo umn pas-
sagoiro de nome Jobo de Pine.
Santa Cathariana
Datas ate 25 dejulho:
As npticias carecem de interesoe.
JUmts ,Geraes
Era coehecido na crtte esto resultado da elei-
clo do 2.o distrieto para deputado geral:
sadido- Oliveira 529 votos
Dr. Cavalcanti 141
Em 28 de jalhoescreveram do Jaiz de F6ra
so Joral do CGomereio da corte dizeudo que alli
ehegAra sendo renebido corn grandes demoastra-
de aprego o Bispo do Para, D. Antonio de
Macedo Costa; e accreseentaram :


puxador do rozasnas ladainhas, dolt ,a26,9
'jWwA^^^^br'^w'l PBt0, oexpresso do nXrw



note, do urns festa, c opletaente ed bigado,
caoo sobr os tlos e Wli pe Branece at. e m.
mento do deast. h en do obito.


_m Guarstinguetil, no dia 18, us fanends do
Sr. Tiatheo Jos de Os60 anno de idCadpos, no aboeloirro
dos Mattes, as as iadins, volta faada 26,mor-
no 0 ae .uea estaco letamente e' gdo,


tal, spenetrou ato e alli permaneceu atPredeiom-
mento do desast& j
--W'GiumatinguoU4 no dia 18, na -fazenda, do
S r i o h o J 6 C s r ode 6 ^ o no b airo
dos Hattas bi asnanaocor am& facada mor-
tal, quo penetrou Wt ao, coraoo, o feitorFrederico
de tal por um seu escravo de nomes Ozias. 0 cri-
minmoso conseguio evadir-se.
LA-se no Correio Pautietano:
SA 24 do corrente, as 10 horas da manhU, pro-
ximo a cidade de Tatuhy, Antonio Joaquim Santa
Lica e um filMo assassmaram a Jos6 Bueno de
Campos Buovio, disparando sobre este tree tiros
de garrucha. Segundo informnaes que rtcebemos
o facto deu-se do seguinte modo :
A urma legua distaste da cidade residem os
assassminos, tendo sido seu visminho a victims, os
quaes cram amigos e compadres. Ultimamente
andavam intrigados per questoes de cereas e de
terras.
S Buavao h&via propalado que tencionava cas-
tigar a Lica corn chicotadas. No dia em que se
den o conflict Lica e seu s flho levavam, em carro
pachado por bois, grande porcao de algodlo para
venderem na cidade.
K Proximo A resideneia de Bouavio, esteencon-
trou-se corn os assassinos, perguntando umn d'elles:
SCompadre 6 verdade que o Sr. promettcu sour-
rar.-me corn chioote ? A victim responded af-
firmativamente, c, acto continue, apontou urma
garrucha ao peito de Lica.
A arma, por6m, negou togo, Lica desfechou
um tire de garrucha sobre o seu aggressor, indo o
projeetil ravar-se-lhe em um dos hombros.
( Seguiram-se mais dous tiros e Buavilo gritou
polo sea companheiro, Francisco Fiuza, que viesse
soccorrel-o. Este, por6m, deu As de VilIa-Diogo.
Dahi a pouco entrava na cidade o cadaver de Bua-
vao.
0 delegado de policia procedeu a auto de cox-
po de delicto, verificando-se, nesta occasion feri-
mentor, produzidos per tries tireos um no hombro,
outro no lade posterior da cabega e o ultimo, nas
ilhargas. LieU e seu filho evadir.m-se.
SInformamn-nos ainda que a victim era born
home, por6m algum tanto incunado a proesas de
valentia, e que Lica, desde criana, fAra morigera-
do e de costumes severos, Buavao deixa onze fi-
Ihos.
Rio de Janeiro
Datas ate 30 de julho :
Al6m do que consta da rubrica Interior, pouco
mais occorreu.
No Seaado, A28, por .casaiao.de diseutir-se
a acta da sessio antece4ente, o Sr. Viriato de Me-
deiros formlou uma reediamcio, que o Sr. presi-
deee ,*oeteeteu, -sendotlogo -a cta approvwida.
0 Sr. Correia enviou A mesa urma representaalo
de negociantes, lavaradores e proprietaries na
villa de S. Jos6 dePortowAlegr&e na povoaglo de
Santa Clara, contra o decretode 15 de Margo ulti-
mo que suspeudeu a escala mensal do vapor que
do Rio de Janeiro partia para Caravellas e nave-
gagio fluvial do rio Macury; e justificou unm re-
querimento, que foi approvads, pars pedir-se ao
governor c6pia do&, documents que- motivaram a
expedicao dosse dfereto.
b Sr. Chistiano Ottoni, referindo-se A represen-
tagAo das camaras muuicipaes de Itapemirim e de
S. Joea do PortoAlegre sobr e mesmo assumpto,
offerece unm requerimento, qu eq 6 approvado, para
que esta seja enviada ao governor, afim de que a
tome na considerao que merecer.
Pasando-se a ordem do dia prooeden-se A ,vo-
'9t1a0dorequenimeato do r. Hernrique d'Avila,
mibstitativo do que pmeed2teme4te -apresetkra1
,sobretrifas da estradadefermo de Baturi, efoi
,applOvado orn omo additameato do Sr. Leio Vel-
lose.
.Approvou am la discuaoao o projeto quetauto-
risa a oneesio de Iiena ao desembargodor Ja4
,de Araujo Bruaque.
Entrou em 3' discusslo o orcamento da despe-
za do mini~terio dajustiga para o exercicio do
1884-1885. Orou o Sr. Correia e form apoiadias
varias emendas. A discussao ficou encerrada, Bio
se votando por alta do numnero legal.
Foi postal em 2* discussao a proposicalo que
isenta do imposto do seolo as cireulares da Asso-
eiasao Promotora das Artes e das Industrias de
S.. Paulo. Oxeu o-Sr. Carreia, e ficou encerrada a
duscussao.
Sem debate ficou tambem encerrada a 2a discus-
sao do project sobre legitimacao de filhos ospu-
rios.
Seguio-se a2a discussaoda dprposicao que abre
umn oredito de 200:0006 para pagamento de Sabi-
no Tripoti. Orazam os Srs. Correia e Junqueiza,
que conclue requerendo que seja o Sr. minister
dos negucios estrangeiros convudado pars assistir
a eats di'seueso.
Fieou a discussao encerrada e esgotada a ordem
do din.


Na camera dos deputados, no mesmo dia de-
pois do expedient, o Sr. Escragnolle Taunay jaus-
tificou um project e dous requerimentos, e mas-
dou A mesa quatro representagces; o Sr. Adriano
Pimentel fez algumas observag5os sobre a eman-
cipagao do element servil no Amazonas; o Sr.
Rodrigues Junior justificou um requerimento sobre
os actors do vice-presidente da provincia do CeatiA;
o Sr. Jos6 Pompro pedio dispensa do lugar de 8.0
secretario da camera; o Sr. Martim Franciscode-
clarou dar o sea apoio ao governor; e o Sr. Meton
pedio dispensa de membro da commission do contas
Passando-se A la parteda ordem do dma, o Sr. Crua
occupou se da navegagio dos rios Tocantins e
Araguaya, para o que a camera the concedera nr-
geneia do 3/4 para a primeira sessio. Depois,
continuou a discassio dos additives ao orcamento
da receita geral do imperio.
O Sr. Ratisbona requereu o adiamento da dis-
cusmao per cinco dias. Sobre ease requerimeoato
orou o Sr. president do conselho. 0 Sr. Louren-
9o de Albuquerque apresento umea mogio de des-
confianga ao governor. r'elo Sr. Penido 'ta mbem
foi offerecida outra monlo. Orou o Sr. Ruy Bar-
bosa, send requeride o encerramento pelo Sr.
Martinho Contagem. 0 Sr. Penido requereu e a
camera approvou vota*io nominal, o Sr. F. Boli-
sario, que ua votaVAo se seguisse a ordem chroo-
logics da apresentaco das moeOes. A mesa, portm
decidio, fundada no regimentoque seria votadaem
1." Iagar a do Sr.PenidD, a qual fi .approvada per
59 votes contra 52. Autes da votagio suucitoose
umaquestio de onlem em quetomarmin parteoN rs.
Rodrigues Peixoto, M eiira do Barros, Affawo
Oelso Junior e Alvaro Caminaha.
Em segaida levaMtou-se a sesswlo.
No dia 29 no; fumncionaram as cameras.
A' 29 o Jral J ,mAtCoermo eserevea:
Conawnmatun esl. Ap6s largas tergivoa-
As e nnmerosas tentativas de arredar indireeta-
majte.-qprcjectO denominado do elemento sWvil,
arredad ao ministerio s, auntor, a camera dos
iepatados teve de ponuneiar-.e aberts e pouai-
vaeUsobrs aquelle pu, zes
viainte 80bie aqoplle i, rej&tando.O anti-
ci i e antes de admittil-o diaeilo.
fHotem o Sr. presidete do ee"Qp e X% oO
que poriia vezes havia dito, quo opaiz estava
eom s s o presos aquele projeeto, e havia de
sabertot-q.& -ta respito-paw O3O'mf<
sentantp.-l eMa i stI06 J -9;,g o MO*ol
dee'tolm ame tw IMUQ, UbL soUpQIriS J
eontingeuJ lie d arid ip WPal'- ani sos
haver i~i~wigdao c~ietamete~ob~ ~re q dmques-,
ti~eS intia n tosas. tia OS'h*eWotipil aUnU,
andu buawairl u .al ba~m *-I





















o-oesad no earWompt o es ptvo eM 6i el o eas-
craves na commnnhdeoais na ra.a
torn*, lWaqpieir 4q*44 #NWtrr. I 1W40

0 mgos dais singular otvw que .ApO que ao pass

travopini-so quppare vai teomuAte entre voI queo nso qustetar-
remo- nado os que triqurem alrum civiouisa vdo eon es-
ravos naquolls. io u rro a nos vr, rro.
sin0 maip singular t d forna, quea pod emendar-se. E'so


uina questo eneandescente esti do escravidao,
em que npangra muitosz qa e parden teirs metehor fra no -
minho da emaneipaco por onde vamos, a luts
travou-se aPPametemaskie entire os que nao que-
rem nads e os que qaerem alguma, cousa, venee-
ram aquelles. umiva erro a nosso ver, erro
siinpleamente de forma, qua pode emendar-see E'
uma questao Oneandeseente ests da escravidio,
em que para muitos pradentes melhor f~ra nao
tocar ; mas e j. tarde, tocou-se-lhe, e agora foroa
6 que caminhe. 0 emperramento seria a peior
das politics, a mais pejada de tpmerosos perigos;
seria abandonar o tremenda problema a todos os
azaresd,6 deseonhecido e do imprevisto.
S Caminhemos lentamente, pois que oa mais vi-
taes iotatesses do paiz estao press a umns issti-
tuigio tres vezes secular, que todos deploramos;
mas que nao pode desapparecer de chofre sem cau-
sar espantosa catastrophe, mas caminhemos. Os
mesimes qpe regeitarain o project, s6 apparent.
mente pareceram nada querer, de corto alguma
cousa querem que nao tiveram tempo nem occa-
siao de dizer o que seja. Esperemos que se Ihes
depare'opportunidade nao s6 de dizel-o, mas tam-
bern de fazel-o.
a -atretanto, vencido n'uma questao de confian-
va q.ue o incompatibilisava corn a Camara, o Mi-
nisterio reunio-se As 4 horas da tarde em conferen-
cia na secretaria de estrangeiros e trees quartos de
horatdepois o Sr. president do conselho dirigio-se
ao paio de S. Christovao, onde de S. M. o impera-
doi reeebeu ordem de convocar o conselho de es-
tado pleno para hoje As 8 horas da noite no mes-
mO paap.
C Para os que conhecem as nossas praticas de
governo inutil 6 accrescentar que nestas circams
tancias a reunilo do conselho de estado na' pode
ter outro intuito senlo ouvil-o, como preceitna a
constituigao, sobre a conveniencia de dissolver a
Camara dos Deputados. u
A 30 escrcveu a mesma folha
SConvocado, como 6 sabido para o paso de S.
ChristovAo, as 8 bhorns da noite, foi ouvido hontem
o conselho de estado sobre a conveniencia de dis-
solver a Camara dos Deputados.
,, A' reuniao do consoliho de estadj, que durou
ate As 11 1/2 horas da noite, compareceram 11
conselheiros, opinando pela dissolugao os Srs. L'-
fayette, Martim Francisco e Viscoude de Parana-
guA ; contra a dissolucao o0 Srs. Visconde de Mu-
ritiba, Pauline de Souza, Teixeira Junior, Affons,)
Celso, Sinimbd, Jos6 Bento, Vieira da Silva e
Andiade Pinto.
,c Retirados os conselheiros de estado, S. M. o
imperador) ficando a s6s corn os seus ministros,
resolved usar da prerogative que Ihe coufere o
art. 101 V da constituigao, dissolver a actual
Camara dos Deputados c ccnvocar outra.
SE' natural que antes de lavrar o decreto de
dissoluhao, o miuisterio, apresentando-se hoje a;
Camara A 1 hora da tarde, declare-lhe franca-
monte o seiu.intento, e pega, segundo as boas pta-
ticas, a chamada lei de meios, isto 6, o orcameat'
corn que possa continual a cob-ar os impostor e
fazer a dcspeza public, atW nova reuniao do par-
lamento. Nao menos natural nos parece que a
Camara nao se recuse a dar constitucionalmente o
que, em caso contrario, o governor teria do tomar
dictatorialmente, pois que n1o pode parar a vida
do E stado.
SSendo assim, corn a discussao do que falta do
orcamento, e de alguma med'a que se nao repute
de confian.a political, se prehencherA o resto da
sessao, e a dissolucao virA a ser meramente nomi-
nal. Por outro lado continuarai no govern) o mes-
mo ministerio, e a luta mais violent terA tido a
solugao mais suave.
c Fallamos da luta entire os dous poderes ; a
magna questAo, essa o paiz a decidirA pelos re-
presentantes que mandar a future camera.
Sob o titulolCholera Morbus ainda escreve a
referida folha:
Sendo de indeclinavel e urgente necessidade to-
marem-se quanto antes medidas sanitarias, qne
premunam as oidadeo do litorni r.impfrio do cona
tagio da terrivel epidemia, que esta lavrando nas
de Marselha, Toulon e Spezzia, resolveu hontem o
governor, por proposta do Sr. Dr. Nuno de Andra-
e, inspector de saqdf do porto do Rio de Janei-
ro, como abtixo vai publicado mandar fechar todes
os nossos portos para os navies procedentes dos
tres referidos focos de infeccbo, send estendidas
sos portos trancezes do Atlantico a suspeicao
quauto aos do Mediterraneo.
A inspectors de sadde do porto hontem mesmo
communicou por telegramma a resol.ucao do gover-
no as inspectoriis das provincias.
Nao bastando o transport Parus parn o servico
das quarentenas, tracta o Sr. ministry do imperio
de adquirir outros, e hoje deve ser escolhido na
Ilha Grande (provavelmente na escada das Pal-
mas) o lugar em que deverao ancorar os transport
tes, emquanto nao sio construidos o lazareto e os
telheiros para desinfeccabo das bagagens e car-


gas.
A media do fechaffihto sera estctfdida a'pro-
cedencias de quaesquer outros portos em que se
manifestar a enidemia.
Pelo Ministerio do Imperio foi ante-hontem ex-
pedido o seguinte aviso a inspsctoria de saude do
porto:
A' vista do que ponderous V. S. em seu officio de
26 do corrente mez, resolve o governor autorisal-o
a declarar feehados os portos brasileiros aos na-
vios procedentes do Marselha, Toulon, Spezzia e
quaesquer outros portos onde se haja manifestado
a epidemia do cholera-morbus, e a estender aos
portos francezes do Atlantico a suspeicgo sanita-
ria applicada aos do Mediterraneo; o que commu-
nico a V. S. parsa os fins convenientes.
Deus guard a V. S. -Fdelippe Franco de Sd.
Na mesma data, e aserca do mesmo assump-
to, dirigio-se o Ministerio do Impcrio so dos nego-
cios estrangeiros nos terms seguintes:
hIm. e Yxm. Sr. Tendo o governor autorisado
a inspecgao de safide do port do Rio de Janeiro
a declarar fechados os portos do imperio aos na-
vios procedentes de Marselha, Toulon, Spezzia e
quaesquer outros portos onde se haja manifestado
a epidemic do chiolera-morbus, rogo a V. Exe. se
digne dar conhecimento deste acto, para os fins
cenvenientes, aos agents diplomaticos e consula-
res brasileiros nos respeetivos paizes.
Deus guard a V. Exe.-Fetippe Iranco de S&.
Esp rMto Sato
Datas atW 31 de julho: ,
Em 23 a Presidencia autorisou o thesouro A
emittir apoliees no valor nominal de 1:000;9Q0,
ao juro de 7 6/, ao anno, e atW a somma de 40:0004,
segundo a autorisagdo legislative contida no art.
15 d6o cttmento vigente e observadas rigorowa-
monte as disposioes da mesa lei, relatives A
emisdo de polices. A
No exereicio de 83-84 mesa de rendas da
capits artecadou as seguintes rendas :. ..
Exportaoo 59:778496
Reada: 4'41terior 21:5974,
Extraordinaria 3212
Espeeial (despacho maritime) 807W
~81:39t9


-da a ci.cuNOA M d, Meeftw tit"<> no maweado
podere-ha iar e effecti-
vo, libertando osB red qup o tw de roceber
aopar, do abte eOeateiva de 28 /o e que
so presuue psia.ftrimWdm- jams agnadii a
este epfttua,* .
a Ao'eutretnto, coniattaudo. este uan divisto
de capital nao exegivel eaprao certo, ainda A
isso condigo pars agw ao. rtido de abater
o par dos respetivos ttulos; e em taes cirems-
tancias penso, quonaito -ii aris. par faer
cessar ease obstoeoiem, qu a8t aotdes provinucies
de arrecadabo recebessem os referidoe titulos
como moods corrente na satisfagko dos mIpostos,
afim de que por este modo fique estabelecida em
condig5es de igualdade a cireula*o dos mesmos.
( Submettendo este alvitre atdeliberaslo de V.
Exc., aguardo o que haja por bem resolve para
dar comego a emissao em observancia do diposto
no citado art. 37 da lei n. 1;810. Dens, guarde a
V. Exe.-Illm. e Exm. Sr. desembargadwr Jos6
Manoel de Freitas, dina president da provineia.
-0 inspector, Antonto Witruvio Pinto Bendeira
e Accioli de Vawconcllos.
3* seccAo.-Palacio da Presidencia deo Per-
nambueo, 1 de agosto de 1884.
Em resposta ao soue officio de 30 de julho ul.-
timo, n. 58, decl_'o a Vinmc. que approvo o alvitre
proposto de ser feita em titulos ie 100A000 e ao
porcador a emissio de apolices autorisada polo
art. 37 da lei do orpamento vigente.
S Constituindo a emissao por essa fdrma uma
divide de capital nio exegivel em prazo certo,
deverbo takes titulos ser admissiveis nas estagoes
provinciaes em pagameuto dos impostos como
moeda corrente para que fique estabelecida em
condiocs de igaaldade a respective circulagio
conforme opina esse Thesouro. Deus guard a
Vmc.-Josg Manoel de Freitas.-Sr. inspector do
Thesouro Provincial. a
Tribunal do jury do Reeie Func-
cionou este tribunal hontem e foram julgados dons


processes.
No primeiro era accusado Manoel Francisco dos
Santos de ter na noite de 21 de novembro do an-
no passado, na Estancia, ferido levemente a Jose-
pha Maria dos Prazeres. Foi absolvido.
No segundo era accusado o subdito argentine
Alberto Roque, polo seguinte facto :
Na noite deo 16 de novembro do anno passado o
dito Alberto Ro-jue pratieara urn arrombamento
na port do estabelecimento de Rodrigues Silva
& C., sito rua do Gervasio Pires n. 49, no intui-
to de roubar, sendo por6m sorprehendido e preso
em fl tgrante delicto. Foi condcmnalo a 8 annos
d& gales, e nas custas, grAo maximo do art. 269 do
codigo criminal.
Produzio a defeza de ambos os accusados o ad-
vogado dos press pobres, Dr. Luiz Emygdio Ro-
drigues Vianna, que appellou do segundo julga-
mento para o Tribunal da Relagao.
Hoje serao julgados os reos Hermino Jos6 Fran-
cisco, pronunciado no art. 21 e Maneel Ignacio
Pereira, praga do 20 batalhac, pronunciado no
art. 205 do criminal.
Coneurso a cadeira de geometria
do Gymnasio-No concurso A qua se acabou
de proceder para provimento da cadeira de geo-
metria do Gymnasio Pernambucano foram appro-
vados e classificados pela commission julgadora,
na ordem da inscripcio: em 1.o lugar os Srs. Dr.
Joaquim Antonio de Castro Loureiro, Jose Ferrei-
ra da Cruz Vieira e Laurindo Carneiro Leao; em
2.0 o Sr. Joio Jos6 Fernandcs da Cunha ; em 3.0
03 Srs. Joaquim Cavalcane Leal de Barros e Tra-
jano Alipio Temporal de Mendonqa e em 4.o o Sr.
Manoel Augusto Ferreira da Silva.
Gatunosi feridos-Hontem, pela manha, o
sublelegado do district da Edcruzilhada de Be-
lem mandou apreseatar ao Sr. Dr. Souza, para
seremn vistoriados, os pardos Manoel Sim5es de
Oliveira Junior e Manoe' Caetano de Araujo; e o
Sr. Dr. Souza, feito o exame, considerou leves os
ferimentos. consistentes em escoriamoes e echimo-
ses nas costas de ambos e urn tlho de sabre na
mao direita de um delles.
Foram feridos, quando, estando n'um samba, no
domingo ultimo, alli os foi sorprender o inspector
da Eneruzilhada, aeompanu t..,de um grupo de
pBiaano4 awmftdoo, pov toromt 4 denuncia dei q'_
am delles havia furtado algumas telhas de zineo;
e sendo intimiados de prisAo, se recusaram A obe-
decer, resistindo, do que resultou luta renhida
Os Fanitoehes de Madame Diabo-
Para a Livraria Fluminense, A rua do Barao da.
Victoria n. 9, ch3garam os frsciculos de 32 a 35
deste excellent romance, illustrado corn chromo-
lythographias.
A vida da wlores-Deste outran romance
chegaram para a referida lirrarria o 05fascieulos
28 e 29, tambem corn chromo-lythographiap.
Biblioteea do Porevo e das nscelas-
Emfim chegaram para a dita livraria os ns. 79 e
80 dos livrinhos uteis compendiados sob o titulo
acima. Trata o 1 do Metlodo de Francez e o 2o
do Manual do Fogueiro `Machinista.
Igreja da Pekfta--Principiaram hontem
pela manha' nesta igreja as novenas de Nossa Se-
nhora Mai do Povo, constando de missn.a s 7 he-
ras, canticos, e orag5es. No dia 15, consagrado &r
gloriosa Assumpaio aos Ceosda excelsa Scnlmora,
terA lugar a sua festa, havendo missa cantada corn
music As 8 horas da manha, sermlo e ladainha A
tarde.
No din 29 deste mez hastear-se-ha a bandeira
da inclyta Padroeira daquelle magestoso tempo,
Nossa Senhora da Penha, pela manha, precedendo
a missa cantada; e A tarde do mesmo dia comega-
rio as novenas em preparaiao a suna explendida
solemnidade.
Irao nestes diab os Rvms. missionaries capu-
chinhos procurar A port dos fieis o obulo da cari-
dade, como de costume, para occorrer As despezas
necessarias A decoraoao daquelle grandieso quio
bonito temple. 0 povo pernambucano nio, des-
mentira cornm certeza a f6 e generosidade dos seus
illustres maiores, exhibindo tambem neste anno as
ternas provas de sua verdadeira devoago A Santis-
sima Virgem da Penha.
Como o Santo Padre Leao XIII recommendou
que neste anno se celebrasse corn toda a solemni-
dade o dia do Nascimento de Nossa Senhora, que
6 o dia depois da festa da PFenha; por isao no dia
8 de setembro proximo vindouro, cantar-se-ha tam-
bem uma mnssa solemne que sera o complement
da grande festa que os missionaries capuehinhos
pretendem fazer, se em tempo form auxiliados pl,-
los devotes da excelsa Senhora da Penha; certos
de que a mesma Augusta Senhora, nde d recompensar largamente a todos, coan as eochentes
das sun. gracas, e valiosa proteocco.
Benefleo em favor do Hospital dos
La-aros -Effectaar-se-ha amanhd 8 do cor-
renteo-n-theatre-Santa- Isabel oaespetaculo em be-
neficio do Hospital dos Lazaros que ha dias demos
noticia.
Representar-se-ha a belissima opera de Verdi
em 4 actos a Trdviata.
0 preducto do benefleio, concedido polo Exm. Sr.
desembargalor presidents da provincial 6 para re-
paros urgentes de que nocessita aquelle hospital,
a cargo do Santa Cassde Miserieordia.
Os infelizes que alli existenrebo dignos do maior
deomnoiseracoe oninguemniprteert~prod melho
'do concarror cam e io u contintfente pars meihorax


at condigbes hygienic" daqielles deaventsarAos
repdlido st6 de sums propas famUiliao-
Cass no-buuteesebads-IlaBujantadeo
cotnbe doi ftao Dro Praddts 4. PEa",


A rua mlwU fU) Umia 80a88W duemir cm .-
ieuorg(ai, 4. *do A 4a annieBamrio, emo diatribui- v
gIo de premios aos alumos qpe mais seo distin-
guiram no ultimnanno lctivu.
club CslarIos m.i -E-tasociedade sus-
peideiesseps t.raaha, tree dima em con-, i
quencia do falle eo de o ea aoi o Exm.
Viaecode do Livramuato de .oufrmaAe corn os
*e t~~s ss'. J;1. .j1"- -*. ^ ii1 A


a Ovemediwat6 hajieaqw ewhoheio e ,ezperi
mennted s enas de4 cawcoft vapm o
da hydrophobianams peeo... indisw1y-
drophicos e c6n4siderade iafu&llivelw
do eeAmM 6 preparado pow iD i. MD i. Ja ian
LopeI-da Miod, viavd de-JiwaB i ear de
Andrade a MelIa, que-poeauo a farma tadwnreoeita
que constltlua o -segado -, umantiWoa oiugilo,
seu, ased etei cua-ioaspessoas e
st6 cBe, mnordidos peroutros.
aBeside esta seihora na freguezia da Bae-Vis-
ta dita cidade, A rua Viseoiadf d< Albuperqaue
u. 28, 10 aadar.
Tiro.-Anate-hontem, ntrem da ferro-via de
Caxangil, qursubita do Mointehiro para Apipucos.
As 6 horas e 10 minutes da tarder o iaspector de
quarteirio de notoe Augst. d6 tAl de* um tiro de
pistola no hespauhol'Manoel de tal, resident em
Apipueos, ferindo.,e corn algunabago) s de chumbo,
de que estava carregada a arms.
Dizem que a causa do crime foi uea questlo de
honra.
0 criminoso evadio-se, e apolicia, que o conho-
ce, nadafez para punil-o.
Os larapies-Na noite de ante-hontem para
hontem, estes industriosos foram ao armazem do
Sr. Joio Anselmno Marques, sito na rua da Compa-
nhia Pernambucan,a da parochia de S. Frei Pedro
Gongalves do Recife, e dahi consegiram levar,
sern qae a policia looad visase, trees saccas de cafe,
duas caixas corn chitas, urn fardo de madapollo e
18 duzias de chales.
Para tanta gentileza foi mister tempo e traba-
Iho aturado; e no entanto a policia nada vio!
Ah que boas almas !
Dnhabelro--0 paquete Espirito Santo trouxe
para. :
Fonseca & IrmIo 4:030M00
Amorim & Irmlos 3:3720290
Manoel Martins Fiuza 2:000$000
Pereira larneiro & C. 946A420
Espectaculo selvagem A imprensa
italiana censura energicamente o espectaculo que
part da populaoo de Nopoles deu, por occasiAo
da ultima pena capital que alli se realisou. A
iescrid9g.o excede tudo que se tern dito destes casos
brutaes; muitos milhares de pessoas foram presen-
rear o fuzilamento, como quem vai a uma roma-
ria.


Alguns donos das casas proximas alugaram as
janellas para ver o espectaculo sangrento; no
meio da multidao andavam vendedores ambulantes
de cigarros, cafe e licores.
Antes da tropa comegar a desfilar, um carabi-
neiro avangou, e beijou o cadaver do justigado.
As ondas de povo eram tao impetuosas, que foi
precise levaremn o morto immediatamoente. Mal
as tropas se retiraram, various grupos se langaram
sobre o sitio da execua.o e molharam os seus len-
9os no sangue que humedecia a terra removida.
Os periodieos protestam contra aquellas scenas,
que justamente consideram como proprias de gen-
te selvagem.
Sociedade commercial de geogra-
pbia-Vai crear-se em Londres rama sociedade
de geographic commercial, fundada sobre os mes-
mos principios e para o mesmo fim de sociedadc
analog que existed em Paris.
A sociedade de geographia commercial de Lon-
dres, segundo uma circular assignada pelo celebre
exploradorCaneson,consbrvar -se ha cuidadosamen-
te afastada de toda e qualquer empreza financei-
ra, e prestarA today a sua attenglo dos assumptos
que digtm propriamente respeito a sciencia geo-
graphica pura, recolheado informag6es commer-
ciaes, abrindo uma bibliotheca, formando umn mu-
zeu de products naturaes e manufacturados, in-
dicando novos mercados, discutindo os trataoas
commercial, auxiliando s exploradore .* .
dos construiram o anno pal 61)56
tros de caminhos de ferro. Eet1881 eonstri
18,260 e 18 546 em 1882.
Os 18,546 kilometros construidos em 1882 cus-
taram 707.422,000 dollars, isto 4, 3,537 milhoes de
francos. 0 custom medio por kilometro da cento e
oitenta rmil francs.
A longitude total das vias-ferreas dos Bestados
Unidos era em 1 de janeiro de 192,000 kilometros,
e 6 precise sommnar todas as da Europa, para cheo-
gar a uma cifra equivalent, porque entire todas
chegarim em 1882 a 180,00 kilometres -.
.Nunca se construiram nos ,Estados-Vnmdos tan-
tos caminhos de ferro, como nos annos de 1881 e
1882.
0 proprio anno de 1883, que 6 muito inferior-a
elles, excede, comtudo, a todos os que precedem a
1881, salvo o de 72.
Durante os annos de 81 e 82 nab se censtruiram
mais caminhos de ferro, alWm dos que eviotem em
toda a Franga, porque so oonstraurmW 3PO kik-
metros n'aquelles dous annos, e a Franca nao torn
mais de 30,000 kilometros em today a suna longi-
tude, e foram feitos desde 1870 a 1863.
Nos Estados-Unidos houve de doze annos a esta
parte, verdadeira veitigem de eonstrueeao de ca-
minhos de ferro, porque mesmo nas regiSes mais
afastadas e menos povoadas se desenvolveram
desmesuradamente e em proporco muito superior
ais necessidadcs.
Todas Is linhas foram construidas corn uma ra-
pidez vertiginosa.
A Union e Central Pacific, que nao formal
mais que uma s6 linha continue, que une o valle
do Mississipi ao de Sacramento o Atlantico ao
Pacifico, que mode, sem os ramaes, uma longitude
total. de 2,880 kilometros, foram canstruidos sil
multaneamente de 1862 a 69 e terminados treo
annos antes da data official prevista.
No ultimo dia collocaram-se 47 kilometros d*
via para unir as que vinham ao mesmo tempo dO
Leste e do Oeste. N'estes desertos foi preeis'
procurar a agua corn pogos artesianos, tanto pai
as obras, como para os homes. Estes, irlandeze
d'um lado, e chinezes do outro, iam armados di
revolvers e carabinas para lutar corn as plls
vermelhas v e dormiam em wagons blindados q p
avmeanam com o raiaL
Este primeiro caminho interoceanico nao bai-
ton ao ardor dos americanos, e ha pouos mez*'
abrio-se outro ao Norte, o Nimrthern-Pacfie, q"
vai de Saint Paul no alto Mississipi a Portlan,
Oregon e na Olympia, no territorio de Wasin
ton, ambos no Pacifico. Este eaminho defer,
que atravessa o Minnesota, o eDakotah, o M
tans, o Ydaho, tern uinma longitude de 3,163 k-
metros.
A construccao de todos estes caminhos de fro
den A fabriea da fundils e d'ajo nos E as
Unidos, impulse colossal, tanto que, deps da -
glaterra, 6,o primeiro -npaiz metlgieo do
do. Em aco faz-se rais do qte em hIng |
pois so fabnicain 1.700,000 toneladas, pninci -
monte pama riml
D'este estado do consas rosultaifsr vyeses e l
economieasi muitb v-+ioletas. Por
eon,.tiueo dos camiu deb d ero a
nse fero soe pod., e meno. aco, e d'ui susp
e qtobras, quo ontorpoa mara n olnomalm >
De toda a -maneira naoe s6 as coloninaetniAe


tra-
mais

W4 us


Bta& pft Ancoiu ptor'2 P RiMa do COP40i ermi-
no eir da Silva ; As 8 na da eda, por al-
*&do major Joio Manoel Pontual; a-s 7 hoas,
04 Utri V doCorlio SoateL por alma de D. Zuli-
g Maria, doe Sautes..
At-A Aa bs ,- 1/2 heor., na matriz da
Boa-Vista e as 8 na capella do engenho Cabeoa
de Negro, por alma do :majer JAo Manoel Pon-
tugl ; a 9 horas, na matrix. de Palmares, por
alma do major Jobo M oel Pontual.
-Sabadoi: as 71/2hiire, nateatriz de Afoga-
do% por'alma &d D:.Eo6sa M Paiva. Campos; As
& horse, no convent doCarimo-por alma de Ma-
noel Marques deo Gusmb Vianou ; As 9 horas, no
mesmo coavwnto, poralma drViseonde do Livra-
mento.
Se-unda-feira: is 7 1/2 horas, na ordem
teresira de S. Francisco, por alma de Bernardino
de Almeida Lobo; As 7 horas, no coavento de S.
Francisco, por alma de Manoel Jos6 Fernandes
Barros; As 7 horas, na igroja de Santa Cruz, por
alma de Custodio M. Freire de Oliveira; As 7
horas, ns igreja dos Martyrios, por alma do Vis-
condo do Livramento,
lip6tera da e6rte : Eis a lista
dos maiores premios da 2.& part da 76.a
loteria (154 B,) concedida em beaeficio do
Fundo do Emancipato, extrahida em 29
de julho:


Numerous Premio
3008 ... ... 25:0004000
2830. 10:000000
1995. ...... 5:000000
924. ...... 2:000#000
173. 1:000#000
2008. 1:000#000
2912. 1:000#000
4611. 1:000#000
4782. 1:000#000
4932. 1:000#000
3007. Approximago 1:000#000
3009. 1:000000
Nuameros dos premnios de 500StOOO
2198 2872 6914 7694=-
2540 4272 7065 2829=Approx.
2584 6240 17113 2831= ,
Numerous dos premlos de 2 LO000i


68 1331 4340 4654 5957
71 1564 4364 5321 6278
263 3805 4503 '5696 6335
772 3921 4614 5888 7283
1994 Approximaao 1504000
1996 1504000
Numerous do premios de 1006000
1132 3397 4213 4736 6745
2422 3411 4239 4969 6908
2611 3539 4283 5165 7540
2613 3608 4354 5868 7741
2745 3669 4360 6066 7845
3171 3728 4427 6697 17872
amero do premios de 406000
go ib ---. ,,- .. .. ... --


'128
129
147
269
332
403
415
421
454-
463
487
517
563
578
622
641
655
660
891


965
-ato-
1037
1047
1094
1277
1367
1469
1486
1540
1620
1726
1800
1862
1885
1977
2020
2035
2083
12084
12112


2157 3845
2253 4107
2V54 4117
2811 4140
2354 4162
2411 4168-
2477 4171
2501 4190
2585 4200
2722 4372.
2914 4389
3119 4402
I3123 4408
3202 4414
3220 4477
3319 14513
3321 4530
3329 4534
3468 4569
1368414612


4670 6191
49f00 6303
4987t 6350
5114 6351
5212 6527
5217 6621
5347 6669
5396 6700
5428 6718
5487 7032
5558 7207
5564 '"=8
5623 7441
5634 7452
5674 7503
5753 7533
5790 7625
5860 7852
15930 7878
15954


96212116137821466116068 -
Loteria de OtO0006k00 Por tele-
gramma expedido da cnrte, sabe-se que f6ra hon-
temn extrahida alli a loteria de Nitherahy, n. 342
serie B, sendo premiados os seguintes nume-
ros:
3.556 20:0005000
1.937 10:000900
5.058 4:0005000
Loteria da provlneta Hoje, 7 do
corrente, sera extrahida a loteria 60.', em be-
neficio da Santa Casa de Misericordia do Recife,
no consistorio daigreja de Nossa Senhoa d a Con-
ceitlo dos Militares, onde se aecharbo expostas as
mmas e espheras arrumadas em ordema numerical
4A apreciagao do public.
Orande loteria .e 500,X0e-
Esta extraordinana loteW a semr extrahida no din
3 de outubropro me vindouro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da
Fortuna, a rua de MarCo n. 3.
Lheoteria-A de n. 155 B, do Rio de Janeiro
de 25:0005000 seri extrahida no dia., 9 de agoe-
lho.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, ra 1,
de Mar" n. 28.
be* de iO6oeo"OO -A loteria 155a
Arie A, eorre no din 9desgosto.
SBilhetes A venda na Casa Feliz A praa da In-
dp dencia ns. 37 e 39.
- UaIagei& -Cbegados dos portos do-sul
no vapor naciamal EspirQto Santo:
Dr. P. C. Vansoeellos Chaves, Antonio F. de
'Albuquerque e Se sueahora, alferes FP, J. F. Lo-
bo, Antonio F. G.- Tomre. aypr Atn Franisa e
um filho, Josepha 1A do C. mo, Mareolimno de
'Boua Trava7 i c sua slbra, Joao LI. F. da
UlV%, Antonio do Preit4K JoU Maaodo, Anbro-
zis J. un fiiho, Be* Jose do NascimentoJoo
4L Monterao, *uarde de iqueira, Joaqjuie K.
de Somsa, CmeawiroPoofriz-i ie AA
va, Julio Guiana<&%a, Aana de IAmos, RobertaF.IV
log|Beir;aAtoaig- S aywv!ri,
Dorbsy Frudw P. s -F1r
na,Dr., Ianoeu Ea *- is.ai-ilhN m Da,l
Vill P .F. Pmaminiir ..t H &Aeeu.. M4t0"901 x


I Enta rw: ^ narm 5,~ saluama .8,


sme ecravo di Alexsrw8-Tota.3.
AiM~t^307, seudo bona 296 dseatee I3.
Moyiaiento da enfttrmari&
Tiveriai baiza :
Bemuado, emmravo, do Josquim do Sak
Cone esermvo de Alexandrin.
ManoelCabocdo, ecravo de D. Castana da Costa.
Nuerio Jos de Sut'Anna.
Jolo Evageliata de SantAnna.
Tiveram-alta:
Manod Gones d& SRva.
Jose SerapiAob Proeopio.


PINLICA.0u A EIIDO


BEpIpeza telephonelca Bourgard
NUo podendo o abaixo assignado fazer altera^go
na tabeila dos preos do assignatura de linhas te-
lephonicas sem accordo previo corn Jos6 Leopoldo
Bourgard e sem appro'vago do governor imperial
em vista da escnptura quo tern em sen favor
Bourgard e do disposto na clausula XII do regu-
lamento approvado pelo decreto n. 8,935 de 21 de
abril de 1883, como jA mostrou pela imprensa,
v6-se forgado pola declaracao hontem publicada e
feita por assignantes desta empreza a avisal-os
de que do dia 10 em diante ficarao interrompidas
as suas linhas e serao retirados os respctivos ap-
parelhos, uma vez que nio-querem pagar o prepo
de assignatura da .tabella em vigor.
Os, que nao quizerem deixar de ser assignantes,
devem atW o dia 9 de corrente communicar por es-
cripto, que se mugeitam ao pagamento cestumado.
Para regularidade das communicagoes entire os
assignantes, que continuarem, se publicara os nu-
meros respectivos
Recife, 6 de agosto de 1884.
A. do Carmo Almeida.

POLHAS DE CYPRESTE
AO POETA E AMIGO


CLEMENTE M. FERREIRA DX SILVA
A memorial do sea prauteado pal
o capirwo Hermnino Ferreitra da Silva,
no '" dia do sen fat eeimento,
A morte 6 sempre uma fa-
talidade, n,,s fastos da hu-
manidade!
Da catapulta horrida da morteo
A setta fulminante dardejou,
E corn furia possante trucidou,
Um carinhoso ser, corn fero cbrte!
E da familiar q'rida, a impia sort
O precioso 61o cspeda~ou,
E o splendid lar transfigurou
Em cruciante der, latente e forte !

E consumou-se o agro itinerarmo...
D'um extremoso pai, esposo, amigo
Neste mundo fatal, tragico e vario;
Nio findou-se por6m, no algente abrigo
Onde o corpo descanga do fadario,
0 pranto derramado no jazigo !..
Recife, 7 de agosto de 1884.
CwmNo T. Dos Rams.


Ala particar para o sexo fe.

A abaixo assignada tern a honra decom-
municar aos Srs. pais de familiar, que con-
tinua a ter sun aula ao pateo do Ter9go n.
3, 1.- andar, entrada polo becco do Lou
bato, send o ensino constant das seguin-
tes materials: leitura, escripta, doutrina
christa, arithmetica, hktoria sagrada, ana-
lyse grammatical, logica .e phonetico, cal-
ligraphia, geometria, various ramos de his-
torias moraes. Trabalhos de agulia: cro-
chet, marc, labyrinth, obras de 12, bor-
dado a branceo, tapoegaria em alto e baixo
relevo, a froco, missanga, matiz, inclusive
ouro e prata, panno e cera pura.
Alem do que acima flea mencionado, a
mesma abaixo assignada encarrega-se dc
elasino do outras materials, como: desenhc
e pintura, piano e francez, para o que
tern pessoas ass habilitadas.
Olindina- Tweophila do Sacramento

FOI DADO A LUZ 0 CATHECISMO SOCIAL i
POLITICO BRASILEiRO
POR
Ajfonso de Albuquerque Mdlo,
cujo assumpto mais se revella pelo seguin-
te indices das materials nelle contidas.
Introdnclo Parte I. Questoes sociaeo
-Capitulo I Da importago e export
9o. Caitulp II-Bala3a eatre a impor-
tacgo e exportag9o. -Capitulo III Do vs-
lor e da moeda.-Capitulo IV.-Da moe
da papel. Capitulo V. Da meed a paper
no BrasiU.-0apitulo VI.- Do cembio, d
desconto do valor da moeda e da different
9a de cambio. Capitulo VII. -Da con
verso& do valor das dividas na raAbo &
valor da moeda corrente,-Capitulo VIII
Reform do nosso systems e padrio mo-
netarios. Capitulo IX.-Dos funds ne
cessarios ao resgate da moeda papel.-
Capitulo X.--Do emprestimo. -Capitul
XL Do imposto de consumo. Capitul<
XII. -Da conversdo da divide public e
do resgato do papel moeda. Capitul
XHII -Os ladroes. -Capitulo XIV. J
immoralidade ema doutrina. Parte II.-
Doutrina. e questoes politie.---Secgao I
Do system eleitoral e oea-s effei -
(^spitulo L-Do antigo- systems eleitib
o sois fructos. Generalidades. As anti

$ao1 p~ltleasi.-aad -Meee aniem.
l&asil. 11. A-B tatura. til.
4aigma9Io. Capita Os frtetos di
aova lei eleiteral. .GQeueraldadea. 5 uin
00.1 Suan me sie deu. *i-
2tlo H. -O remada^ o's, -
HIita 1 Erm '-,_


maior iaimiw 8$* 0 c0 ommercioja
ta I.a M41& do& nawoiBau. 00
lo i.- Procedimento fztturp dos eleit,
Generalidades. .unico. A ibse nBdo&
me8 elitores. -Capitulo IV.-Do reas-
cimen 4.dka- particlopiti0-c .-ThutI.uni-
om.- Suporema-questlo social.
Aphoi~aTiSUoI eleiteiaos. Apnie '
Urn ponto na lei.
Os assignante- podem mandar receelo
mediante os respectivos bildetes, A ru |
Imporador n. 59, lo andar das 10 At 3
ras, onde se acha A venda a 34, oa na,
do auto.
Tmbm estA A venda nas livrarias 4
rna do I* lde Margo, us. 7 e 9, runaw
Imperador n. 52 e rua do Barao da Vic-
toria n. 7.


Cura iftiive das sezme


Na pharmacia de Hermes de Souza Pereira &
C., A runa do Marquez de Olinda n. 27, 6 nesta ci-
dade o unico deposit destas efficazes pilulas for*
mula do Dr. Santa Rosa. contra as febres inter.
mittentes (sez5es), send somente verdadeiras a
caixa de pilulas acompanhada de um prospect
corn a firm da mesmo Dr.


RemeUdlo iuallivel contra mi
deduras de cobras e outros
Insectos venenosos
AUTORISADO PELO GOVERNOR IMPEWU
COM A APPROVAAO DA EXMA. JUNT* C
TRAIL DE HYGIENE PUBLIC,
E PREPARADO SEGUNDO A FORMULA
ESPECIAL DO SEU INVENTOR
Eiigdio Antonio Iahado
Nao se contarA um s6 caso perdiw t
vez quo se observe a direelo `os
uso do medicamento, que e facilme, c
forme o libreto que acompanha ovid
A sua applicaglo 6 internal e externam
te, acha-se ao chance de todos o nao ol
rece perigo algum.
Unico deposit n'esta cidade
SRua do Bispo Sardinha, 20, 1. and

Dr. Cerqueira Leite

Medico e operator
UDo volta do sua viagem 4 Iropa or
frequontou os hospitals do Pariz, tei
foito um curso especial do parts e mol
tias do senhoras, da consultas no seu
tigo consultorio A rua Daquo de Cax
n. 48 (antiga do Queimado) do meio
as 2 horas.
Especialidade. molestias de criangas e
senhoras.


Recebe chamados por escripto ou
seu consultorio, ou em sua residencia A ri
Imperial n. 2.


on-
Lro.
en-
ffe-








ide
ido
es-
an-
ias
dia,

do

em
rua


MEDICO E PARTEIRO

Dr. Joaqnim Loureiro
Consultorio e rcsidencia rua&Duque
/t Onjuxasn m", deft-uutc do DIAJUO..
DE PERNAMBUCO, onde da consul-
a( s das 10 As 2 horas da tarde.




CLINICAL HOMfEOPATHICA {\
DO

8 hDr. Trislao
$ > Consultas das 7 As. 9 horas, e chama-
dos run da Unilo n. 15. (
Nfmiero telepbonico 154 {




Aviso

D. Clemienlina Theodora da

Silva, viuva do commendador Ma.

noel Gontalves d& Silva, tendo se

tornado cessionaria de todos os

credits de sew fnado filho, o
Scnmmendador LuW iit alves da

Siva, quer individues fper os

daf extiita firm de Luiz ion-

CalaWes da Silva & C., em virtue

de cavyeno feita comsua nora,

D. Ismenia Ayres da Silva, por

si ecomo tutora de sua filha,

preeleuo autorisatfio do Dr.

jul do orphios, pr.vine a-ddr ,
esivos fdevedores Bse
deveniihi lor ca ff sea genro
'+ ... i tlI .+m ,J. .

e, a e0
sJ Antoaio Pin*to M^ itkka6Ie


1,1?
A

















.o.
A





8e"


Aglowedaaltpf


I


I

















































zem tambem sciente

que sao depositaries

Sdos medicamentos do-

Ssimetricos do doutor

Bourgraeve, S edlitz

chanteaud, cha preto

de Horniman e das

perfumarias de Gos-

nell.


S Octaviano Alfredo Gomes Padilha e sua irml
S D. Francisca Amelia Gomes Padilha vem agrade-
cer ao Illm. Sr. tenente Francisco de Paula Ma-
f ra e a sua excellentissima familiar, a maneira pela
qual se desvelaram no tratamento de seu finado
irmino Guilherme Norberto Gomes Padilha, falle-
cido na noite do 2 do corrente em casa (1e resi-
dencia do mesmo Sr. tenente Paula Maifra, e fal-
ftriamos de cumprir urn ever sagrado, se por
acaso deixassemos passar por desapercebido mais
um acto humanitario praticado pelo mesmno se-
nhor o qual jA d bemrn conhecido por esta popula-
vio ; assim pois, pcrnaitta-'ne V. S. que corn estas
fracas expresses lhes agradecamos do intirao de
nosso coraao o acolhimnto que fez em sua casa
ao nosso presado irmno e o interesse que tomou
junto corn os facultativos que se achavam incubi-
dos de seu tratamento, afim de salval-o da moles-
tia rebelde que o levou a sepualtura.
Pediinos pois a V. S. e a todos que fazem par-
te de sua excellentissima familiar, que nos descul-
pemr se corn a present publicaiAo offendemos sua
modestia.
Recife, 5 de agosto.

xxxxxxxx--XXXXXXXXX
OcuHsta s
04 OD r. Barreto Sampaio, medico ocu- N
14 lista, ex-chefe de clinical do Dr. de Wee-
ker, dA consultas A rua do Barao da Vic-
toria n. 45, segundo andar, de 1 As 4 ho-
ras da tarde, except nos domingos e dias
santific idos. Chamados em seu consultorio x
N ou em casa de sua. residencia A rua de d
4 Riachuelo n. i7, canto da rua dos Pires,
q>xxxxxxxx--xxxxxxxx

lDiscrostaite Mla ri
0 melhor remedio para linmpar
caldelras a vapor
E prevenir a formato do pedras em
caldeiras
Invengao do Dr. Pascoal Alfieri
A NAPLES.
I THEO. JUST
? Representante do fabricate em

S 17----PRAQA DO OCORP SANTO---17.

I CORIERCIO
Praea do Reelfe, 6 de agosto
de 184
i As trees horas da tarde
_otaobes officiaes
S Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. corn 114 0/0 de
desconto.
A. M. de Amorim Junior,
President interino.
. P. J. Pinto,
Pelo secretario.
I RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez de agosto de 1884
; L.ARDBOA=De 1 a 5 82:2255361


Edital n. 2
0 administrator do Consulado Provincial ten-
do em vista odcspaeho da presidencia da provin-
cia de 17, e a ordem do Thesouro Provincial de
18 do corrente, scientifica'a todos os contribuin-
tes comprehendidos na collect do imposto pro-
vincial sobre vinhos, vinagre e aguardente, e bern
assim aos interessados comprebendidos nos arts.
30 e 31 da lei n. 1810 que, a contar do dia 21 do
eorrente, Ihes fica marcado o prazo improrogavel
de 30 dias uteis para o pagamento livre de multa
e a bocca do cofre. dos seus debits, na fdrma dos
arts. 16, 30 e 31 da referida lei n. 1810, sob pana
da multa de que trota o art. 6 da lei n. 1786, que
6 de 10 (q0 ate o dia 30 de setembro e 20 010 dahi
por diante.
Consulado Provincial de Pernambuco, 19 de
julho de 1882.
Francisco Amnthas de Carvalho 7roura..
Eidltal n. 3
0 administrator do Consulado Provincial, at.
tendendo a reclama9ao que lIhe foi dirigida pela
associaeAo commercial benefieente e a informako
do ehefe da la secao proroga, em virtude do art.
2' additional as instruccoes de 27 de julho de
1883, per mais trinta dias o prazo marcado no
edital desta repartiqio sob n. 1, publicado pelo
diario official, para a collect dos impostor de re-
particao, que na f6rma das referidas instruc95es
de 27 de julho de 1883, devem fazer as associa-
Oes e classes interessadas. Para constar publi-
ca-se o present.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
ulho de 1884.
Franciseo A. de aCrvalho Mourn.

Obras publicas
De ordem do Him. Sr. engenheiro chefe, faro
public quo no dia 7 do mez proximo vindouro,
ao meio dma, perante esta reparticAo, vai de novo
em praga a obra de reparos e pintura da ponte de
S. Jobo, orgada em 2:458A480.
0 orcamento e mais condigoes do contrato se
acham nesta secretaria para serem examinados
pelos pretendentes.
Scretaria da reparticao das obras publicas, 2!,
de julbo de 84.--0 official seeretario,
JoAG Joaquim de Siqueira Varej lo.
Obras Publeas
De ordem do him. Sr. engenheiro ehefe, faco
publico que, em virtude da autorisaao do Exm.
Sr. desembargador president da provincia, vai
em praca no dia 7 do mez xproXim vindouro, pC-
rante esta reparti'ao, ao meio din, a obra de re-
paros da ponte sobre o rio Tracunhaem, nacida-
de de Nazareth, orgada em 3:710A.
0 orcamento e mais condicoes do contrato se
acham nests secretaria para seem examinados
pelos pretendentes.
Secretaria da RepartiAo das Obras Publicas,
25 de julho de 1884.-0 official secretario,
JoA o Joaquim de Siqueira Varejo.

Juizo dos Feitos da

Fazenda Nadional
ESCRIVAO REGO BARROS
Perante o Sr. Dr. juiz substitute no exercicio
pareial dos Feitos da Fazenda Jeronymo Materno
Pereira de Carvalho, se vendera em praca public
perante o mesmo juiz, na sala das audiencias no
dia 8 do proximo mez vindouro de agosto, pelas 11
boras da manhb depois da audiencia os bens se-
guintes:
A casa terrea corn frente de azulejo n. 159, corn
caixa a Paulino de Olive-ir Mai. Mercadorias
diversas 3 volumes a Capitania do Porte, 1 a pre-
sidencia da provincia, 18 a estrxada de ferro
Recife a S. Francisco, 1 Reis & Santos.
Queijo 1 volume a Baltar Irmlos & C.
Panuo de algodio 35 fardos A ordem, 15 a Gon-
"alves Irmao & C.
Relha 1 fardo a Jobo #Ieira.
Polvilho 2 caixas a J. Ferreira & C.
Velas 50 caixas a Dias Pinbeiro & C. Vinho 1
pipa 15 barris A ordem. Vinagre 15 barris A or-
dem.
Carga da Bahia
Charutos 8 caixas a Bougard & C., la J.P.
Pontes. ,^
Farniha de mandioca 300 saceos a Fraga Ro-
cha & C. Fio de algodao 34 saccas a J. F. Leite,
40 a Gomes de Mattes Irmaos.
Panno de algodao 20 fardos a Andrade Lopes
&C.


EdItal n. .L
De ordem do inspector geral da Instrucoo Pa-
blica ede accord corn o dispto no art. .69 dae
instrucoes te 28 de janho-de 1879 se dedlar a
quern interessar possa que no concurso a quo se
acabou de proeeder par provimento da cadeir do
Geometria do Gymnasio Pernambucano que foram'
approvados e classificados pela commislao juliga-
dora na ordem da inscripc : em 1.o lugar os Kra.
Dr. Joaquim Antonio de Castro Lowreiro, JosB
Ferreira da Cruz Vieira e Laurindq arneir Leao;
em 2.0 Joao Jos6 Fernapdes da Cunha; em 3.4 Joa-
quim Cavalcante Leal de Barros e Trajao Alipio
Temporal de Mendonc, a;. a em4. Manoel AUgus-
to Ferreira da Silva, como se v ido mappa intra.
Secretaria da Instrucao Publica de Pernambu-
co, 6 de agosto de 1884.
0 secretario
Pergentino Saraiva de Araujo Galveo.
MAPPA don pontos que alcauarama
os candidatos cadeira de Geo-
melria e TWrignonmeotria do Gympa.
sio Provincial no eonucurso a que
so uubmetcerami conforme a or-
dem da Inscripc.ao.
SI 'NUMEROS



0 1






^'il3^
-~~ I






GEMTRIGNOPLTINA
00n 5- 2- S.. 2 -E 1




CO,- I
0 .0.000

















GEOCLTSSIFICA O RESfLTANTE
I________


A6AEANOMETRIA












Secretaria da nstraco __Public& d6 ePrnambu-
Sco, 6 de agosto e 188.










e faz public pars oonhecimento dos donIs das
pequena-s embareag~es, que per bern du hygienne
public, se faz necessario clue "jam n a-' ene
te observadas as disposiois dos artigos 2-) 3*
4 da lei r. 1178 de 5 de janho de T75.
00 .lftd O I
** O@@S0 0 O









v I- I -CYL-% N JL-U 3l .apA _-







J uose rDuarte da eves, 2,0I 0 a a chaooes
Ker n no "0 do p0 0 oa s I -rd .
Cl.A5SiFICA(!AO RESULTANTE

Secretaria da Instrac3o Publiea d Pder ambu-
co, h do agosto de 1884.
0 secrtrid ,
Pergentino S. do Arwaio Gatvc~o.^


DECLARACOES
i-~ A Camara Municipal di cidade do Recife,
|recommenda sos senores fiscaes das freguezias,
e faT public par conheciMnoento dos donoa dBa
pequenas embarcattes, quo per bor di hygiene
public, so faz nocessaric que sojam rigorosameno
Ito oboorvadas as disposicoes dos artigos 2;1 3'' -
4 da lei r.1178S de 5do junho de 1875.
iArt. 20 Nenvuma alvarenga ou embarcaso doe
qCalquer qualidade on donominacao quo seja, em
pregada no trafego do porter on rios, podera trim-

i nhc & C.
lFerragens 3 volumes a Joao Rainos, 25 a Mi-
randa & Souza. Fa~rinha do trigo 250 barrncas a
Jose Duarte das t'evos, 2,000 a Mmichado Lopes
Kerosene 6,000 esixas A ordern.
Mercadorias diversas 3 volumes a ordem. Ma-
chinismos 31 volumes i. ordnai.
Pregos 40 barricas 4 ordem.
Tints 5 barricas a Manoel Jose Goncalves Bra-
;ga, 65 a Gomes do Mattes Irmbcs, 1 A ordem.
Vidros 14 volumes i ordem, 1 a Adanson Hovic
& C.


Deordem do president desta ,-oeiedade bene-
ficepte, oonvido a todos o seu socios para do-
mingo 10 do corronte, as 10 boras da manhwi,
cempareerem. Aseuaso em que tern ade proeeder-se
a eleio d m nova direetoria psra o ano de 1885
j 1886, devado todos quitar-se cornm o eofre da
I-oeidae, sob pena de inhibi*o ce voto.
0 seeretario,
XM. Gome dai .


la ir ula Nta M

BlIel o
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
nossos irmosi ceomparecerem em nosso consis-
torio sexta-feirk 8 do eorrente, pelas 6 horas da
tarde, afim de reunidos em mesa geral, proceder-
se a eleigao da mesa regedora quo tern de admi-
nistrar esta irmandade no anno compromiasal de
1884 & 86, oemo preceitda o nosso,copipromisso. -
Consistorio da irmandade de Sant'Anua .da
igreja da Santa Cruz, em 6 de agosto d2 1884.
S0 seeretario,
Antonio ALves Vilella.

Obras publicas
De ordem do Uim. Sr. engenheiro chefe, faWo
public que, em virtude da autorisagoe do Exm.
8r. desembargador president da provincia, vio
em praca no dia 7 do mez proximo vindouro, ao
mewo dia, as obras de reparos da ponte sobre o
rio Serinhtem, no engeuho Anjo, e do pontilhio
do aterro no mesmo engenho, aa importancia de
2:20O0000.
0 orgamento e mais eondicoes do contrato se
acham nesta secretaria para serem examinados
pe!os pretendentes.
Secretai ia da reparticao das obras publicas, em
31 de julho de 1884.
0 official secretario,
Jobo Joaquim de Siqueira VarejAo.

Redemplora Aecademiea
A commissto desta sociedade pede aos acade-
micos qua assignaram esportulas no Livro de
Ouro, o obsequio de satisfazel-as o mais breve
possivel, em vist3i de approximar se o dia 11 de
agto.
Eneas Cavalcante.
Abel Gareia.
Joao Jaguaribe.
Victor Camargo.
Eduardo Silva.

4"cia9o Co0mmerelal Be-
n elcenite
SAo convocados os Srs. socioa desta associaeao
pra se constituirem em assemblea geral, as 12
hos dt dia 8 do vigente, afim de tomar conheci-
mIto dos actors da directoria, durante o anne fin
doiem 31 do mez ultimo, e eleger a nova direc-
cao, de conformidadc corn os 1,0 e 2.0 do art.
15 dos estatutos.
Joei A. de Oiiveira Lima,
Seeretario.
Institulo vaebtico0
No *rimeiro andar do predio n. 26 4irua larga
do Roeario vaccina-se todos os dias uteis, das 10
boras da manh ao meio dia.-O director,
Dr. ArrudaBeltrao.

Obras publicas
De rdem do him. Sr. engeaheiro chefe e f
public l'ue, em virtude d autorisagIo., A oq m.

Navios entrados no dja 6
Rio de Janeiro e esealas-7 1/2 dips, vapor nacio-
na illpirito Santo, de 1.999 toneladas, cora-
mandante Joao Maria Pessca, equipagem 60,
ca'ga varies generous; a Bernardino de 2ienna
Pcfntual.
Rio )rande do Sul-19 dias, escuna allema Fri-
ti, de 95 toneladas, capitbo F. Dius, equipagem
5,earga Graxa; a Pereira Carneiro & C.
Poloas pelo Rio Grande do Sal--7ldii, lgar
nIlonal Pelotense II, de 227 toneladas. capito
Tl .omna P. de Figueiredo, eqaipagem 9, carga
X)rque; a Maia Besen Ie & C.
Bib--2 dias, vapor aliemao Peruambuco, de
I,12 toneladas, commandant Seharfe, equpa-
Sfc9earga varies goneros; a Brostolmann
p t-1l dias, seuna allemA Harmanna, de
1 toneladas, capitlo C. HI. Voss, oquipagem 6,
a _graxa; a Maia Resende & C.
Cabo da Boa tspen na (Africa)-2o dias, pata-
u(llreo BertAa, de 224 toneladas, capitao
!4 Kuaen, equipagen 7, em lastro; a Her-


cing (tw A rua J o Padre INom 35,- com
port.a e janea de trente, 2 salas, 2quarto, co-
uiab e quintal, ,corn 4 metros 40 contimetros do
*su=84 .e7 metros e 50 centimetros de fundo,
por 4M00 ja feito o abate da lei, perteneente a
Them~otePinto 1*41I.1 : **
-, Afogados
Op terrea i estrada do GiquiA e Jaboatio n.
21, corn port e janella de frente, 4 metros e 86
Oetimetrms, 11 metros e 50 centimetres de eom-
prieno, 2 .salas, 2 quartos, ozzinha f6ra, quin-
tal emnaberto, por 400)100 1 feito o abate da
ei, pertenceEte a Arehanja Saltastiana Caval-
eante
Dita a estrada do Giquia e Jaboato, com 4
metros e 70 centimetres de largura, 10 metros e
95 centimetres de fundo, 2 portas de frente e 2
no oitao, de pedra e cal, boccapada eom taverns,
sotao, 2 janellas em cadaoitbo, per 6003000, ja
feito o abate da lei, perteneente a Luiz Ferreira
de Almeida, outra a Ignacio Esteviu Moreira da
Costa.
Dita a Estrada Nova n. 4, corn porta e janella
de frente, 5 metros e 15 centimetros de frente, 8
metros e 15 centimetros de fundo, 2 salas 2
quartos, cozinha f6ra, avaliada em 200.O000 per-
teneente a Alexandrina de Souza Rangel.
Dita A rua do Castello n. 7, Barro, corn 4 me-
tros e 15 centimetros de largera, 10 metros e 40
centimetros de fundo, 1 porta e 2 janellas de frentu
2 salas, 2 quartos, cozinha extensa e quintal em
aberto, por 80A000, jA feito o abate da lei, per-
tencente a Clemente Jose da S:lva.
Dita a Estrada Nova n. 102, cornm port e ja-
nella, 3 metros e 80 centimetros -de largura, 2
salas, 1 quarto, cozinha f6ra, quintal nm aberto,
em s6lo foreiro, per 1640000 ja feito o abate da
lei. pertencente 'a Maria Catharina de Oliveira.
Varzea
Casa a Estrada Nova n. 11l, corn 4 metros e 55
entimetros de largura, 58 metros e 25 c( ntimeti oi
de fundo, 2 janellas no oitio & port e janella de
frente, 2 salas, 1 quart), cozinha r6ra. quintal
em-aberto, por 20030,;0, perteneente Felippe Nery.
S. Lourengo
Casa a rua do Rosarib n. 25, de taipa, em s6lo
foreiro, corn 7 metros e 40 centimetros de lar-
gumra, 10 metros e 30 centimetros de fundo, 2
portas, 2 janellas de frente, 3 salas, 2 quartos,
cozinha f6ra, e quintal em aberto, avalhada em
200^000, perteneente a Antonio Lucas Rib2iro.
Alugueis
Casa assobradada no Chacon n, 7, freguezia do
Poco da Panella, corn copiar e porta de frente, 2
portase 3 janellas no oitao, 1 sala t quartos, co-
zinha f6ra, 2 quartos extensos.; o eorredor su-
perior corn 1 janella de frente, 4 ditas no oitao,
1 sala, 3 quartos, sitio murado, portao de ferro,
jardim, por 40X000 mensaespertencente a Fran-
cisco Antonio de Albuquerque Mello.
Casa a rua da Estagio do CaxangA n. 5, fre-
guezia da Varzea, corn 2 portas e I janella de
frente, 2 salas, 3 quartos, cozinha fora, 1 quarto
externo, copiar e quintal, por 16S000 mensaes per-
tencente a Francisco Gonualves Torres.
ArrnaVd
Armago de louro comrn balna e eonchbas, exis-
tente no estabeleelmento do Largo do Mercaao
n. 15, avaliadas em 80,000,. pertencente a Lu-
ciano Jose Dias GuimarU&s. .
Club c s 4 oMaes .
Previne-se aos Srs.' socios que o expedient do
club estara suspense atW o dia 8, em signal de pe-
zar pelo fallecimento do socio, o Exm. Sr. viseonde
do Livramento.
Seeretaria do Club Carlos Gomes, 6 de agosto
de 1884.
; 0 secretario,
Andr6 Ferreira da Costa.

Iinisteris da Earinha

Repartivao de phar6es

PHAROLU A TES DA BARRAI
PHAROLETES DA BARRA


PORTO DE


S. LUIZ


PROVINCIA DO MARALNHAO
BRASIL
SUBSTITUIVAO DE LUJZ
4 de 1884
Do dia 1 de agosto proxim o vindouro cm diante
sera exhibida do nosso pharolete estabelecido no
forte da Ponta dai Area, na entrada do porto de
S. Luiz do Maramluaio, uma luz branch e vendelka,
fiza, em substituieao da actual c ec;sposta do se-
guinte modo : a luz vermelha illuminanlo 202o -
30' do borisonte, estende-se do rumo magnetico
NO pelo accident e S atW OSO e a luz brahca il.
luminando 66o-3)' do horisonte, estende-se do
rumo NO pelo notte atd ENE. 0 rumno magne-
tito NO-SE 6 portanto a liaha diyisoria das duas
cores.
0 apparelho de hluz 6 lenticular da 6' ordem.
0 iano focal eleva-se 9,OO ao nivel m6dio
das mars e a luz branch pode ser vista da dis-
tneioa de 7 milhas, e a vermela da de 4 ditas,
moo atmosphere clara.
Posibo gfeegraphica:
Latit.- 20 0' 20" S.
Long,-00 5T7 40" 0. Rio de Janeiro.
S-44o 8' 00" 0. Gw.
-46o 38' 00" 0. Paris.
Repartcao de Phar6es, Rio de Janeiro em 11
de Julho de 1884. (Assignatmo). Benjamin d
Cerqueira Li,- eapito de fragata, director


Honoranio da direeAo
Pessoal
Custeio, da Bomba
Linmpeza dos agudes
Despezaa diversas
Despezas eventuaes
Conservacao das obras
Obras novas
Dividendos
Fundo de reserve
Recolhido no New-York Lon-
don & B. Bank
Saldo para o trimextre se-


guinto


4:21170O
4:610120
5:787O"

2:345#730
581)OOO
2:124#930
16:4666250
36:168#000


31:353#856

26:316#300


130:793#386

Escriptorio da Companhia do Beberibe,
5 do agosto de 1884.
0 director caixa,
Graciliano 0. da Cruz Martins.


Balanco da
ordlnaria
neberlbe,
de maio
1884.

Re

Arrecadado per e
Pe
Recebido dos coe
rios

Arrecadado por
traglo
Divideado das
do do reserve
Juros do funcdo


reeelta e despeza
da Companhfa do
no trimestre do 1.
a 31 de julbo de

Receita
ndimentos di-
vers os
esta verbs 1:102800
ennas d'agua
ncessiona-
22:1534800
Chafarizes
adminis-
21:3720550
aegoes do fun-
3:702#000
de resorva 723#120

48:954#270


Despeza
Honorario da direcAo
Pessoal
Custeio da bomnba
Limipeza dos acudes
Il ezas diversas
I)blz 4s eventuaes
Comerva9go das obras

Somma

Saldo

Total

Receita
Ea ignal trimestre do 1883
Difforenca para mais em--
1884

Despeza
Em igual trjmestre de 1883
Differengs pars meno3 em
1884

Saldo
Em igual trimiestro de 1883
Differenca para mai3 em
1884


4:211#700
4:619#120
5:7875500
8194000
2:3.456730
581#000
2:124,#930

20:488#980

28:465#290

48:9540270


47:928,5364

1:025#906


37:956#284

17:467,304


9:972408@

18:493#210


Escriptorio da Companlia do Beberibe,
5 de agoato de 1884.
0 director caixa,
Graciliana 0. da C. Martins.
TIhe New lAdoes and e rari n. a2
Bank lited
Rua do Commercb n. 32
























did%, sob eiA deopagarga .,E lmW
sobre o ,ajor do ornecu 4 '
se effctivamente o a.eo fizem.
AArt. 5.o Os fornecedorIlla
roaros objectos
-armazem do deposit, me redb, que er,
passado polo empregado o:aem us propria
via do pedido, a qual com hara acots, que
deverA ser tirada mesa nte e entregue a re-
partilo atW o dis 15' do mez seguinte o forneci-
mento.
Art. 6.0 0 carvio para as dragas e vapores se-
,rA fornecido a bordo, na quantidade de 10 ou 20
toneladas em embrcaes d'essa arqueasg*a coin-
pletamente verificadas.
Relaao doe s objeetos
Acido muriatico, Iiro.
Ago batido, kilo.
Dito dito em verguinha, idem.
Dito fundido, idem.
Dito dito em verguinha, idem.
Dito chato e oitavado, idem.
Agua raz, litro.
Alcatrdo, idem.
Almotolias de folha de 1/2 a 5 litros, uma&
Arame de cobre, kilo.
Ditao de latao, idem.
Azul ultramar, idem.
Arrobem alcatroano, idem.
Azeite doce, litro.
Dito de peixe, idem.
Dito de carcapato, idem.
Baldcs ferradoa, urn.
Barris de gale, idem.
Bandeira nacioual de 3 pannos, uma.
Dita dita de 2 pannos, idem.
Borracha vulcanisada em lengcl, kilo.
Bhgorna, idem.
Bc-eu, idem.
Brim, metro.
Brocha n. 8, umra.
Dita pequena, idem.
Cabo de liuho, kilo.
Dito de Mauilha, idem.
Cadernaes bronzcados, pollegadas..
Ditos ferrados, idem.
Cadeado de ferro, urn.
Dito dc metal, idem.
Cavinete, idem.
Colla da Bahia, kilo.
Cadinhos, us.
Chaleira do terro estanhada, kilo.
Canetas, duzia.
Caminpa pequena, unia.
Caique em panno, pesa.
Dito em papel, idem.
Coilieres de trado do meia pollegada de grossuro
a 10/8, duzia.
Dita do rosca de meia pollegada de grossura, a
818, idernm.
Chuiubo emin barras, kilo.
Dito cm lencol, idem.
Caldciras sortidas de derrcter breu, idem.
Carv3'o Cardiff, kilo.
Dito pars ferreiro, idem.
Dito New-Castle, idem.
Coke, idem.
Cminento Portland inglez de marca Pyramide (pEs
liquido, idem.
Dito romiano (peso liquido, idem.
Cobre em barra, idem.
Dito cm lengol, idem.
Dito par- torro de can6a, idem.
Cobro velho, idem.
Dito cm varAo, idem.
Correa de sola ingleza singela, metro.
Dita de sola ingleza dobrada, idem.
Correate de ferro, kilo.
Couro cr, urn.
Cr6, kilo.
Cravo ou rebite, idem.
Cantoneira de ferro sortida, idem.
Cal preta, aiqueire.
Dita branca, idem.
Curvas de sicupira de differences tamanhos, con-
forme a f6rma apresentada, urma.
Cavernas de sicupira verdadeira, corn 12 p6s de
hastes e 51/2 pollegada de grossura, idem.
Dobradigas de forro, par.
Ditas de metal, idem.
Escova ingleza, urma.
Dita pars tube, idem.
Estanho em verguinha, kilo.
Escopeiro, urn.
Est6pa de algodao, kilo.
Dita dc linho, idem.
Dita de emberiba, idem.
Enchames de sicupira verdadeira corn 22 pes de
comprnmento e 51/2 pollegadas de grossura, um.
Estopares, cento,
Enveloppes pequenos, idem.
Dito para officio, idem.
Fechadura, urna.
Feltro, kilo.
Ferro inglcz sortido, idem.
Dito em lencol, idem.
Dito inglez marca Lomoor, idem.
Dito suoco em barra, Idem.
Dito brute para fundir. idem.
Forqueta de ferro, urna.
Fio de algodao, kilo.
Dito de Ia, idemr,
Dito de vela, idem.
Graxa do Rio Grande, idem.
Jarra de madeira ferrada, urna.


Lampeao, urn.
Latao em lenol, kilo.
Lima ingleza de 6 a 18 pollegadas, uma.
Dita mural de 6 a 18 pollegadas, idem.
Limatao inglez de 6 a 18 pollegadas, idem.
Linha de bares e sondagem, kilo.
Dita alcatroada, idem,
Liame de sicupira de differences tamanhos, con-
forme a forms apresentada, urn.
Lixa do esmeril em pauno, folha.
Dita de vidro de papel, idem.
Lena ingleza, metro.
Lapis de 2 cores, duzia.
Dito Faber, idem.
Dito Giber, idem.
Dito de borracha, Idem.
Livro em branco de papel almhnago, pautado de 50 a
200 folhas, 1.
Dito em brauco papel ca6e de 50 a 200 folhas, 1.
Merlim, kilo.
Metal composigao em folha, idem.
Mialhn" 'brauco, idem. '
Moitoes bronezados. pollegadas
Dito ferrado, kilo.
Oleo d e liLhaa, litro.
Palhas de coqueiros, cento.
Papello, folha,
Parafisos de ferro, duzia.
Dito de metal, idem.
Pa de forro patente de ervado, urma,
Dita de awo, idem.
P6 preto, kilo.
Praneh5es de amarello, urn.
Dito de pao carga, idem.
Dito de louro, idem.
Dito de pinho da Suecia, metro.
Dito dito resinoso, idem.
Pregos de cobre bate! grades e peq"uoe, kilo.
Dito de zinco, idem.
Dito de ferro deo 4 a 8 polegdss, idem.
Ditos caibraes, idem.
Ditos ripaes, idem.. ,
Ditos der fero batol grade. e fl .
D ito franeez, idem. *::;1 1A '1 1:1. 1 *-' ..* 11 ,
P'rumeardo chumbo, idem..
,SZd stM- *sAdaei


rello


V4.1de lo xuro, z~'
Dita de eedro, idew.,
Trave de uaiidadei i L, ... pa. l ..
Tapete pam escaler, metro,
Tacb de eobre,.klo.
Dita de zinco, idem.
Dita de bomb, idem.
Tijollo inglez, um.
Dito de logo, idem.
Dito de alvenaria batida, milheiro.
Dito dits grossa, idem.
Tints branea de zinc o em mass, kilo.
Dita verde em massa. idem.
Dita preta" em massa,idem.
Dita preta Stephus, builo.
Dita preta national, garrafa.
Dita carmim, frasco.
Trave de cicupira verdadeira, metro.
Dita de embiriba pretax, idem.
Tincal, kilo.
Tube de vidro para nivel d'agua, urn.
Dito de latAo para caldeira, kilo.
Tarracha de 11/4 a 3 3/8, uma.
Tinteiro de vidro, urn.
Verde franeez, kilo.
Verimelhio, idem.
Verniz copal, idem.
Verde ebromo, idem
Verniz de alcatrio, idem..
Vergontea de pinho, una.
Zarcao inglez, kilo.
Zinco em folha, idem.
Observaa'o
As propostas sara'o feitas por ordem alphabeti-
ca, conforme a relacAo acima.
Rcpartieao das obras de conservqao dos Portos
de Pernambuco, 23 dejulho de 1884.
0 2o. secretario.
Augusto Cezar Cossero de Mattes.


THEATRE


Santa Isabel

COMPANHIA DE OPERA ITALIANA E DE
BAILADOS
Empreza IP. M. Musella


Ulliia sseiman!



Ouinta-feira 7 de agoslo

21B EITA DI AS8IATUBRA

A grandiosa opera









Defanitivamente pela

ULTIMA VEZ

VRDBABHIRO 8CCSSO !!!I"

Preoos e horas do costume.
Trem e bonds para todas as linhas.

NOTA-Para evitar desagrados, previne-se
que as enoommendas de bilhetes s6 ser6.o respei-
tadas ate o meio dia.

Sabbado 9 docorrente
Subira a seena a obra prima de Bellini



NORMA

EARITIIOS

United States & Brasil lail S. S. C.


0 VAPOR
Fe0
Finance
'E esperado dos pertos do
Siul no dia 14 de agesto, e
depois da demora necossaria
seguiri pars o

Raranhko, Para, r. Thomaz e
New-York
Pars carg, passagenh e enommend, tracta-
se cor os
'Alk OAGENTES
BHenr hr-oter& iC.
N. 8 RUAXDOQMlEOO -- N. b
1.- edard


oV


A E. peradp o do Triete no
/, j.~ dia 9 do oorren pee de-
o s oda demiora eearia
; vsoii oiew Pam a

Bahia, Rio de Janeiro e Sanos
Para carga, passagens, encommendas e valoreos,
tract--se corn os
AGENTS
Henry Forster & C.
8 RUADOCUMMEAtCIO -- N. 8
1.'andar
COMPANIA PBUNAMBUCANA


Navegaplo Costeira per
PORTOS DO SUL


Vapobr


Macei6, Penedo, AracajA, Estancia e
Bahia
0 vapor Jaguaribe
l'-J commandant Costa,
j"_ seguiri no dia 9 do
corrente,is 5horas da
tarde.


dia 8.


Recebe carga ate o


Encommendas, passages e dinheiro a frete at6
as 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
COMPANHIA PEBNAMUCANA
DE
Navega4lo Costfira per Vapor
Fernando de Noronha
,4 aSegue no dia 12 do
coxrrento so rneio dia
0 vapor Gigat, corn-
=. =Y .mndante Mafra
iRecebe -caiga atW o
~dia 11L
Encommendas, passagens e dinheiros a frete at6
ais 10 horas da manhi do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambzemna
n. 12.


ROYAL AIL STEAM PACKIT
COIIANY
Grande redueio nos prepos daas

0PAYUTVA APf
Tamar
Commandante A. E. Bell
E' esperado daEuropa nodia 9
ou 10 do corrnte, seguindo de-
pois dademora necessarina pars

BaIs a, R]io de Janeiro, Monte-
video e Buenos-yAres
0 PAQUETE A VAPOR
Treunt
Commandant Dicktinson
A esperado
Sdo sul no dia 14
docomrente, se-
guind. depois
da dera necessaria pars S. Vicente,Lisboa, Sou-
thampton, etc.
Tern optimas accommods*es.
Passagens para a Europa podeM ser toma-
das na ida dos vapores para o ml
Reduevio oso preos para o Rio
de Janeiro
1. classes 90000 e 3. classe 275000


Mhida
Cgad


a
a
a
*
a
a



Sabidas


hCogada
a,
a *
a T
a^1


Itinerario
IDA
Southampton
Bordeaux t
Vigo
UIsbsa
S. Viceate 4
Penambueo 2(
Maoei6 2
hhis 21
Rio de Janeiro 2(
Santos. 2
Montevid6o
Buenos-AyneA
VOLTA
Moatevidto a
Santos 8
Rio de Janeiro 'OS
Bahieia g
Macei6 c io
Permambuco o
S. Vicente CLSI
Lisboa I
.v;im -;lp;


2A
D^


1 9
4
I -

1
) 24
I
2 26
S 29
s .11
- 5
7
17
18

2T
27


11
i/i:


24
2i


5 ricos quadros a oleo ee-
rvea e .ito outros mo-
[% deve ter lugar na quints-
1obsado d.asulejo do largo
. muitos e differonteS movVAs


Leibo-



Liipas e avariadas
3,000 peys -de bordados &e chape- de
sol.
(iita-feira, 7 do corrente
A* o e mela Ithora em ponto
Agente Pinto
Em seu escriptorio d rua do Bom Jesus
n- 43

Agente Pestana

Ullimo leilao
Da excellent casa terrea sita a rua de S.
Jorge n. 21, tendo 2 salas, 3 quartos,
cosinha f6ra e quintal murado corn por-
tro para a rua do Pharol, e rende 20#
mensaes
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
AO MEIO DIA
Na agenda de leil~es a rua do Vigarto
Tenorio n. 12
0 agent Pestana tompetentemente autorisado,
far6a leilo da casa ascima mencionada.
AU cor fo irto1 llo

Leilao

de generous estiva
Constando de 2612 libra demanteiga, 4 caixas
corn molho inglez, 18 caixas corn papel pautado,
58 caixas corn cognac, 700 libras de massa de to-
mate, 150 latas corn pecegos, 59 latas corn mar-
melada, 50 latas de peras em calda e muitos ou-
tros generous de estiva.
Quinta-feira 7 do corrente
A's 11A horas
POR IINTERVENQAO DO AGENT

ifredo Guimaraes


NO ARMAZEM DO SR. ANNES
LARGO DA ALFANDEGA


NO


i Lilao

De moves

Ouila-feira 7 do corrente

hmffte Pnilt
No sobrado de azule|o do largo
do Corpo Santo n. Af
Constando
De um piano forte, uma linda mobilia de iaea-
rand& corn I sofa, 2 consoles, 4 cadeiras de bra-
cos e 12 Je-guamrnio, a Luiz XIV; 2 espelhos
grandes, duas cadeiras de balango, 4 quadros
corn finas gravuras, toilettes, escarradeiras e 2
bancos pars jardim.
Urma cams fianceza corn duas faces, 1 guards-
roupa, urma commoda de armario, duas cadeiras
de balance, 6 ditas de guarniqwo, 1 lavatorio corn
podra, 1 guarnigio, 3 escarradeiras, 1 filtro, urma
azxa privada, urma mesa de cabeceira, umna estan-
te para musies, 7 etagers, 2 cabides, 14 quadros,
1 espelho dourado, uma resfriadeira, duas-banqui-
nhas, duas mesa com duas gavetas, 1 aquarium e
outros muitos objects.
SUma mesa elastic grande, 1 guarda-louna en-
vidraado, 2 apparadores, 1 sof, 12 cadeiras, 1
quartmfileira, 6 quadros, 1 guarda-comidat, lou-
9a e vidros.
Um santuario, duas commodas, 2 guarda-rou-
pas, 2 lavatorios, urma cams para menino, 2 mar-
quezes, 12 cadeiras e muitos outros moves, qua-
ros e espelhos.

Leilo
De novels, loueas e videos
Sexta-feira, 8 to crrente
A's 11 horas
NO 10 ANDAR DO SOBRADO SITO A RUA
SDO IPEADOR N. .16


De 1 moilia de


I s lavatinosr, can
los, linesa elatics,
dxas doe & ranigbo


npleta comtamapo
d,lcadeirapara
as, 1 cam france.
4odo amareuo, 1
olumnas, maiNque-
de, banoas, coaso-
a, pusdor!4 ca-


exii-


I----" ;j-~


dia.reeadoa de aqwdxeo e wsWme nonioa de -| ciafia.uma d pio seyotim, 1 g a .d-rou-
ps d a re 1 lavatorio de dito cor tampo de
edra, qnAo de amrello, I marque do
Uma exceUente mesa elastioe do anumremo, corn
4 taboas, 2 importantes gaarda-ou9. tambem de
am&arello, 12 cadoiraade juniIo, 1 Aofa deamarelo,
11 cadeiras de dito, 2 ditas de bragos tambem de
amarello, 2 aparadores de dito, 2 espreguiadei-
ras de junco, aapareUn p tar, dito para aI-
e10, compoteiras, copos, fices, garrafas, talhe-
reo e muitos outros objects de uso domestic que
se tomna enfadonho mendcouar estaro patented
no acto do leilao.
Sexta-eira, 8.do corrente
A's I hoberas
No 2.0 andar da rua Larga do Rosario
.n. 37
0 agent Pestana eompetentemente autorisado
per urea familiar que retirou-se para o sul fara
leillo dos moves e mais objectos acima mencio-
nados, os quakes se acham quasi novos e serdo
vandidos
Ao correr do martello

Grande leilao
Se '-ao 1 o to
A's 11it boreas
Do cafe e hospedaria de Fernan.
des &C.
Rua Estreita do Rosario n. 41 1 andar
0 agent Silveira competentemente autorisado
pelos dons deste estabelecimento levarl a leilao
os seguintes moves:
C'a'eiras dejunco, mezas, aparadores, quadros,
espelhos, camas, colchoes, travesseiros,cobertor, la-
vatorios, bacias, etageres, cadeiias corn assento de
peo, fiteiro, cops, calix. loncas, candieiroa cartei-
ra de amarello, 1 sofA de jacaranda, trem de co-
sinha, bcbidas e urma infinidade de objects que
tornam-se enfadooho mencionar, tudo estara pa-
tente pars ser visto antes de comegar o leilao.


Leflao da semana
Sextawfeira, 8 do corrente

Carmo e Silva

A's 11 horas
De mobilias novas e usadas, guarda-vestidos,
guurda-loucas, commodas, aparadores, marquezas,
camas, mesas elasticas, pianos, quadros, espelhos,
relogios, vidros, louca, apparelhos, lanternas, ean-
dieiros, machines de costura, roupas feitas, miu-
dezas, retroz, linhas, ferragens, enx6es, martellos,
chapas pars fogaes, pistolas, phosphorous, joias de
ouro e prata, reloigios e outros muitos objects que
se cham presentes
Na agenela de leU11es
2ri-l~rIyem (1o Ooriot~nam -27


Leilao definilivo

De- uurn sitio e c


1a(1o1, .9 0r corTOIte
Ao mnelo dia
Carmo e Silva


casa


Cempetentemente autorisado vende urn sitio
corn casa, tend 2 salas, quartos e mais depen-
deneias, tend 885 palmos de frente e 500 do fun-
do, corn diversas frqcteiras e grande plantapAo de
capimr,boa cacimba, no lugar dos Reinedios junto
ao sitio do ilm. Sr. Manoel Antonio Ribeiro.
Na agencia
27 Travessa do Corpo Santo 17
.. "*!' -N


Leilao

Agente Bfito
Uwa do Imnperador n. 4
Sabbadi, 9 do corrente
SA'S 11HORAS
0 agente acima a mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito e de ausentes, e a requerimento do
ImU. Sr. Dr. curador, levarA a leilao uma letra da
quantia de 142000 pertencente ao espolio de
Ros de Oliveira Casado Lima.
Leilao

'f Ite ^
Ce mdoms iowesA, bR i espe-
as*6, Wadre, cadelabros, ap-
"mho.1 de pwreelama, erya-
taes, tapetes e eutros nmultos

A SABER:


&da d eaSe rada
mobilia dojacarandi eeomi


r*r d o 'B^- l i o a V ie o r i a n I 1k
=j ,v 1, :1 .... 1 ... .. ....,. i *>

AIgaH- cansasde. u"36 j rmua da -
.Veuat %aCappmga, a do a I na tavesa da
ora, no Espho a tratax na rua do Hopi-
eso numero 32.
Alnga-se uma grande ma Cm Santo Ama&-
ro, rua Lemnbrana do Gomes n. 4, muito fresco,
oom eud e sotao, corn dous grades quintaes
mu'adeo eom corn boa po d'aga : atratarna
run da Imperatriz n. 32, seg do andar.
Precisa-se de umacriad&: na run da Impe-
ratriz n. 49, pruineiro andar.
-.Precisa-se do rna ama de leite oem 8fiho,
preterindo-se escrava : na rua Primeiro de Maro
n. 17, segundo andar.
Alug-se uina escrava preta, que cosinha,
lava hem, engomma e 6 boa quitandeira : na rua
dos Pires n. 79.
-Precisa-se de urma oas cosinheira e um
enado-de 12 a 14annos, na travessa de S. Pedro
n. 8, na mesma indica-se armas de leite.
Precisa-sesabor onde mora a Bra. D. Fran-
cisea Bemardina da ConceirAo OCurvalho, on o Sri
Antonio Luiz Baptists, afim de se pagar o lau-
demnio de sea terreno rua do Calabougo n. 15 :
rua Duque de Caxias n. 78.
Precisa-se de urnsa criada que tenha boa
conduct e seja limpa, para andar corn duas
criancinhas de 4 A 5 anuos de idade : a tratar na
rua da Aurora n. 27.
Ptecita-se de uma criads pars engommar e
services domestieos de casa de tamilia : a tratar
na loja da rua Nova a. 39.


Gullterne lVoirereo Qomes
Padilbha
0 alferes Octaviane Alfredo Gomes Padilha e
sua irma" D. Francisca Amelia Gomes Padilha,
tendo de mandar celebrar urma missa na igreja de
S. Gonalo da freguezia da Boa-Vista, as 7 1/2
horas, convidam seus parents e amigos do falle-
cido afim de assistirem este acto de caridade e
religilo o que ficargo eternamente gratos.
Cusdtod M. F rei de Oliveira
Manoel Joaquim Freire, tend recebido a in-
fausta noticia do fallecimento de senu extremoso
irmao a 19 de julho proximo passado, convida a
todos os parents e amigos para assistirem as mis-
sas que manda resar na igreja da Santa Cruz se-
gnnda -feira 11 do corrente, As 7 horas, setimo
dia da fatal noticia, polo que desdejA se confessa
grate a todas as pessoas que assistirem a este
actor de religiao e caridade.
A w-nL[


Visconde do Livramento
Maximino da Silva Gusmiro, sua mulher e filhoo,
gratos memorial a deo seu sempre lembrado compa-
dre e amigo Viseonde do Livramento, mandam
celebrar na segunda-feira 11 do corrente setimo
dia de sea fallecimennto, urma missa as 7 heras da
manha, na igreja da martyrios per alma do mesmo
finado, pars cujo acto convidam os parents e
amigos do mesmofinado.






Falleelmento
Os religiosos earmelitas, repassados do maior
pesar polo fallecimento do Visconde do Livramen-
to, urn dos seus dignos conirades que mais bene-
ficios tern feito A sna ordem, apressa-se em sufra-
gar sua alma, fazendo um memento solenme no
dis 9 do corrente, pelas 8 horas da manha, haven-
do misses antes e depois do acto.





Manoel Marquies de Giuamo Vianna
Maximino da Silva Gusinao, sua mulher e filhos,
mandam celebrar urna missa no sabbado 9 do cor-
rente, na igreja convento do Carmo, As 8 horas da
manh, por alsma de sen estimado sobrinho e pri-
mo Manoel Marques de Gnsmlo Vianna, e para
cujo acto convidanuseus parents e amieos.


no*&a de Palva CaMpOs
JosB6 Ferreira Campos agradece muito cordial-
mente a todos os amigos que se dignaram acom-
panhar a ultima morada, os restos mortaes de sua
presada esposa Rosa de Paiva Campos, e de novo
roga a todos os amigos o caridoso obsequio de as-
sistir as misses que se hio deo celebrar na igreja
matrix de Afogados, sabbado, 9 do corrente, Is
7 1/2 horas, setimo dia de seu passamento, pelo
que desde ji antecipa o sonu eterno reconheci-
mento. O I

Ao coNOereio
Offerece-se dons rpazes pars, caixeiros de
qualquer casa de negoeio, dio fiador a sua con-
ducts, quem precisar dirija-se a ruae do Amorim
n. 33, lo anidar.
A0s senhores mercieir6s
Os refinadores desta cidade tem-nos constituido
seus caixeiros em vista dos pregos que em con-
r re0o estabeleceram aos seas assucares desdo o
I0 do corrente, sm causa justificaveL El nees-
#aooqufia. ae aquoe r e-om*a
inin om celante espiwk soolvendo
qualqmer meio ovenionts A closely
Muitos M"cioi1


a e agna 4o Boberibe,
a. 2: a tratar ua tir


C do(
de(c


*< ^ji


Ios


I



























































Nos abaixo assignados declaramos ao corpo
commercial que nesta data disselvemos a socieda-
de que tmhamos na taverna sita A rua do Viseon-
de dce Inhadma n. 3, ficando todo o activo e passi-
vo a cargo do socio Antonio de Azevedo Andra-
de, retirando-se o socio Pires pago e satisfeito de
seu capital e lucros.
Recife, 4 de agosto do 1884.
Antonio, de Akevedo Andrade:
Salvador Pires Almeida.

Ao commercio
0 abaixo assignado pelo present declara que
dissolve amigavelmente a sociedade que tinha na
taverna sita a rua das Larangeiras n. 2, retiran-
do-se pago e satisfeito de seu capital e lueros, fi-
cando todo o activo e passive a cargo da nova
firm.
Recife, 28 de julho de 1884.
Antonio Pereira Ramos.

Tres sitios
Passar a festa commodamente a
cendlpio razoavel
0 primeiro sitio 6 no corredor de S. Joao, na
Varzea, corn casa para familiar ; o sitio alem
de ter grande numero de diversas fructeiras,
tern logo no fundo excellent banho do rio Ca-
pibaribe, e flea, segundo dizem. antes do fim do
anno, junto ao caminho de ferro em constru-
910.
0 segundo 6 na travessa do Motocolomb6, em
Afogados, corn casa para familiar, corn grande
viveiro e immensas fructeiras dando fructo, ex-
cellente banho saigodo junto.
0 terceiro 6 na rua de S. Miguel, em Afogados,
corn casa para grande familiar, todo murado,
diversas fructeiras c muito perto dos bonds da
estrada de ferro de S. Francisco, e tendo por
vezes na port diligencia para o Recife : a
tratar corn Th. Bastos, A rua de Santa Thereza
number 88.


FRANC FORT S/MCIN











6 cnhcd do muudo inteiro
Scomo o melhior 6 mais perfeito
fr p I nA m Am^^ af nnlhai %^*-:n~- f


__ W bUUUVDDWOa O~UeIVO UCL blA~bb.
Especialidade.
Estractos 6 elciae trjiles
Sde cheiros. AgxUde ColtiCa.
Vinagresderto l .PS&Sd'ar-
i roz. Pommadas. Azeites 6 to-
adasclasesde perfumariasfinas.
S Superiores qualidades.
oqesios Ras principaes Per-
tfarian, Pharmacias 6 Cabel-
p teireiros do BraziL
lerers.


I'


ti.

:1;
A.,


wffflk de P-rogresuo Vlenna 18v73 Jy


N. B. Faz-se abatimento a


quem comprar


Este remedio precioso tem gozado da acceita-
go public durante cincoenta e sete annos, com-
ecando-se a sua manufacture e venda em 1827.
Sua popularidadoe venda nunca forao tAo exten-
sas como ao present; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sun effcacia maravil-
hosa.
Nao hesiamos awdier qde nio tern deixado
em caso algum de extirpar os verefes, qupr em
creanvas quer em adults, que se achardo afflic-
tos destes inimigos da vid&liwh*.
- NaO deixamos de receber constantemente
attistas8 dinmedis em favor dasua sefficacia
afitkteL. A cansa do succeso obtidb por ests
remedio, tern apparecido varias faLsificaopd, de
sorte quoe -dre-o coaPrador ter ltao c idadd.
exaT~tdfaflttftohfr~q a wftsl- _


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A1SfBe


PREPIDO VIIOSO DIPUMITIO


APPROVADO PELA ILLUSTRADA JUNTA BE
HYGIENE PUBLIC DA CORTE

AUTORISADO POB DEGRETO IMPERIAL DI
20 DE JUNHO DE 1883


composiglO.


Firmino canbibo be 3iguetrbo

EMPIREGADO COM A MAIOR EPICACIA
NO RHEUMATISMO DE QUALQUER NATURAL,
EM TODAB AS MOLEBTIAS DA PELLET,
NAS BLUBCORRHBAS OU FLORES BRANCAS,
NOS SOFFRIMENTOS OCCASIONADOS
PELA IMPUREZA DO SANGUE, B PrNALMMNT
IA8 DIVNEENTES 6BMABs DA BW 'kLI

DOSE-Nos primeiros seis dias uma colhier
das de chi peoa manh: e outra note, para-
mente ou diluida em agas e em seguida mu-
dar-se-ha para colheres das de s6pa pars. o a
adults e metade par as crianqas.
flJSQSSSSSE'-- Oskdoentes devem xbiita;-7e
apenas do alimento acido e gorduroso; devem
usar dos banhao frios ou mornos, segundo o
I estado da molestia.


DEPOSIT CENTRAL
FABRIC APOLLO
Rus do Hospicio 79
PERNA]MBUCO


02



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op ^maimmo^wasuuxn Y uj subite *opuii wgy miduf sopwx otoap .oo~upgami 6anrio sa

sope OsLguuw~sooapnr'oph~ns *odup C eiop autb .a ,uawi c .j
v^Wpew opswlpswyswav op auowo o 1u0o supsosnou a'oui4 b op a o ouzpp ss&Lm =R sop=UBa d o,
*isa m oissgozd sptruomiAsip sar bospoqm, = sopd unpusinw to o sop pusuuioo oes apfwi EtpVC
-m .rox p vrwaxisug 'v w moax 'voixxu 'p vrzsxou SBNa oy
-DohaUao isaoft ~ 'viia OmUH 50oa 0 5os U N unAp a 1M.I 0MUU ipso5et V as~oipE

WV3OWtIS~ 3U Cl11VBWOWSddVNHi3S,1 SO
'supiwiun~pow osuossad syas03urs~sow a~oopBow oboa'sms a auB s~n od 5OpS35Wiso0U
o o~uuzois9 oa opptlpziossBipci soagaAwgmp o spAwpgspgisop Wfp m uiw9 euz0 j o.owm owoo
usoowtwi_.sud usi o != 6pd.xndvnw sbpodsaowss
opopqwbWi c'o oz o pp ijwbepupuusn
lQog= SOMpA vID SM 9st stIQrutNl~M sOPq 0)S1

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26 aI
Elix


PHARMLVDTA ,LEVY
l ainmaeia de P. Iaurer

A BO siv* o R YW^
kt de ativo) regenr dr


Stotas itvoniennes
TROU7ETTE--PERR~ET
O CSwB3Y0TB Re FAIA, ALCATRRZO d e NORUBA e BALSAMO g TOL ,
Ete prepara4o, ifallivel para curar racicalmente todas as Moloetla das Vbes
r-apiratoras, e reoommendado pelas Notabilidades medical como o union efficaz.


o union medicamento que afem de nio fatigar o estomagp, n fortiffoa, rwonstltue e desperate
o appetite. -duas gottas pela manhi e 4 torde bastam para triumphap dos oamoa mait aebeldss.


DUVE-S EXIGIR 0 SELL DE GARANTIA DO OOVER]O HUaL
Dpsito prmcipal: "'ROUETTE-PERRET, 165, ru Sait-AMtoine, PARIS
Em er'nuutlblOi *:Francisco M. da SILVA & C'1, e nas princnpaes Phainmacias.
^ ^^>^- - - -


ESa PEvicuuBMu
Alid
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54


p 1 T ^PARMg 22" DoWteTd also,,'KIA
P.W MASTILEA8 DiaEST1VASriaaet
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r de gosto aeadatvelea a ourt 4nuteoon-
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Ur robe pAra am banhk, pmas peuoas40nb &M% .rW.*lijay.

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nO CA vma uadca ctaco, a do W iete
*W!I y ubwq- 0 a suedUbletsmdiz e oe, s,. as AuiM WeolUM
&* m oIlf aaUoklh Oko. B DOUBL. ....
f6.A-AOMde A ntVOaemS de Io b/ a rftr.
BmBsB4tqW*Ipt~ grmavdo oore alaO PWtf amo &O
S*UUPgfUDEsONPIAR DA 49AQ6Em
& PAIS. u Pnur.g.-Prnamnea;my1. iiW5 -.A 4. oiruu~r&^ ^


L. ITR, el PIARIS
IMPOTADOR DO

Mor OLKO Extra-Fl
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^^*L ~~A&1- MIdWifL a A~f&I^ t


UBirn aeC0~ \th d~wwVftf


ai* 0ON AT B T IW ill

' Jil-p AMoif ,a ltoieyiciane i aroba
Os resutdAdo' adiiraveis d'esse modiato e a e aceito quo too ,
'iido fazw.-no reeonieundado para as mais' itoiesypblitieaj e iupi va:s do g


Kemgad~ma-h


Joao Manoel Pontual
Cordulina Velloso da Silveira Pontual e seus
filhos, Thereza da Silva Vieira Pontual, barao de
Frechciras (ausente), barao de Petrolina. Jos6
Rodrigues Pontual (ausente), Francisco da Ro-
cha Pontual, Davino dos Santos Pontual, Leoca-
dio Alves Pontual, Feliciano Placido Pontual,
Jeronymo Barreiros de Moraes Rangel, Henedina
Pontual Rangel, 4gueda Aventina Pontual, Sa-
muel dos Santos Pontual, Maria de Jesus Pon-
tual, Dr. Constancio dos Santos Pontual, Thom6
Joaquim de Oliveira e Adelaide Pontual de Oli-
veira, agradecem do intimo d'alma as pessoas que
se dignaram assistir aos ultimos suffragios e acornm-
panhar ao tumulo os restos mortaes de sea presa-
do esposo, pai, filho, irmAo e cunhado Jolo Ma-
noel Pontual, e de novo, rogam as mesmas pessoas
e aos mais parents e amigos o caridoso obsequio
de assistirem as missas que se hao de celebrar na
igreja matriz da Boa Vista no dia 8 do corrente,
is 7 horas e media, setimo dia do seu passamento,
pelo que desde j-1 agradecem cordialmente a todos
os que comparecerem.
IA


Jo0o Manoel Pontual
0 Barao de Freixeiras (ausente), Francisco da
Rocha Pontual e Davino dos Santos Pontual con-
vidam a seus parents e amigos par& assistirem
a miss do setimo dia que mandam resar na ca-
pella do engenho Cabeoa de Ntgro por alma do
seu sempra lembrade irmlo Joao Manoel Pontual,
no dia sexta-feira 8 do corrente, is 9 horas da
manhi, do que antecipam seus agradecimentcs.
AV<.; Lee' dee Alftelda
lo anniversario
Clodoaldo Lopes sufiraga o lo anniversario do
fallecimento de seu finado amigo e college, Dr.
Leonardo de Almeida, corn tuna misms que seri
resada no convento do Carmo desta cidade no dia
7 do corrente, pelas 8 horas da manhi ; e convi-
da para assistencia do acto os parents, amigos e-
correligionarios do finado, testemunhando a todo%
que comparecerem sineera gratidlo.


Capltto


reira da


nviwa
Maria Rosa Ferreira da Silva, seus filhos, gen-
ro e cunhados, agradecem a todos os parents e
amigos que acompanharam os restos mortaes de
seu extremoso esposo, pai, sogro e cunhados, Her-
mino Ferreira da Silva ; e de novo os convidam
para assistirem as missas qne por alma do mesme
mandam resar na matriz dee Santo Antonio quin-
ta-feira 7 do corrente, ds 8 horas da manhi, se-
timo dia do sou fallecimento.


ZuIm,1# art dO sautos
Manoel Jose dos Santos, sua mulher, filhos e
genros agradecem do intimo d'alma A todos os pa-
jentes e amigos que se dignaram acompanhar ao
&miterio oe restos mortaes de sua muito presada
filha, irml e cunhada Zulmira Maria das Santos,
e bern assim agradecem as Exmas S.ras. D. Ma-
ria Candida Branco da Matta, Maria Muhlert,
Idalina Muhlert e Gertrudes Muhlert, que mos-
traram o vardadeiro espirito de caridade, send
incansaveis, noute e dia junto ao lite da falleci-
da durante o sen prolongado soffirmto, e pedin-
do desculpa aos amigos que deioxarft deser con-
vidados ; e rogam de novo a todos os parents e
amigos que se dignem de assistir as missas que
por ehma da mesma serlo celebradas na matrix
do Corpo Santo, quinta-feira 7 d6 corrente mez,
as 7 horas da manha, pelo que se eonfessam des-
del eteruas nte gra s



Preciua-se de uma ama para couhhekr e outr
para .a. e : n- trte- A dbs Prres
u:iutB&W] 5. ___>__


dem unacional
a 16 annos : n


1
i
4
<
^


<
4
i
















fUEL WOLFF
Offerecem ao respei-
,tavel public um gran-
de e variado sortimen-
. to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
tes, e se acham habili-
tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto rece-
berm directamente.


Todos


os relogios


vendidos n'esta casa
sao garantidos.

R do GaRbnW .4

Leite de aveloz
Pars ,cara de camcros de tods a
especie
Perfeitamente couservado liquid graxo e con-
demado, approvadi pela Exma. junta de hygiene
public do Rio de Janeiro.
Privilegiado polo governo imperial, pela effica-
cia da sua applicapao.
Os frascos trazem o retrato do bacharel Jol
Baptista Gitirana Costa corn a sua assignatura do
proprio punho e sao rubricados corn tinta encar-
nada pelo cirurgiao dentist Numa Pompilio.
Unico deposit em Pernambnco, rua do Bara
da Victoria n. 54, 1 andar.
Prepo de cada frasco para cancros 6;000
Para ulceracoes e grannulao5es do collo do
ero e cancros syphiliticos, formula es-
cils 5/000
Jardim das plants
Bus do Mondego n. SO
Sapotiseiros e sapoteiros muito -randes e eo-
pados, dando fructo, a 44 e a 34, segundo o ta-
manho, e descend atW 1, corn seis palmos. Corn-
prando-se mais de dez faz-se abatimento. Ha
outras muitas plants tambem para preos com-
modos.
Grande fabric de ma-
earrao national
Bua da Imnperatriz numero 15
Neste important estabelecimento encontrarao
os chefes de familiar um complete sortimento de
massas para sopas, tanto preparadas corn assafroa
como sunimples, proprias para pessoas doentes, a
saber : macarrao inteiro e cortado, aletria, ta-
Iherim, estrelinhas e muitas outras qualidades
que estario Avista dos compradores, e por 50 0/d
menos do que o importado do estrangeiro, e tor-
nam-se recommendados os products desta fabri-
ca pela limpesa e asseio do trabalho, e sobre tudo
pela frescura dos products que nao cont6m gur-
gulho, come succede nas massas velhas ; os con-
sumidores podem examiner o trabalho que sera
franqueado.

Aiuga-se
unma boa casa A rua de Gervasio Fires n. 18, corn
bastantes commodes para grande familiar, corn
agua e gaz, a have se acha na meama rua n,
26 ; e um pequeno sitio corn boa casa no segundo
becco da rua da Ventura n. 2 (Capunga), a have
se acha no sitio da esquina do mesmo becco, e; se
trata na rua Vidal de Negreiros, casa n. 138, ou
na Alfandega corn o despachante Heliodero Ba-
belio.




Aos4:000$000

BLEXTES 9 MIDOS
16-Rua do Cabuga-16
0 abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguintes: 2 meios corn a sort de 4:000#
no n. 2277, alkm de outras maio de 32#,
16# e 85, da loteria n. 59.
Convida aes possuidores a vires rece-
ber sem desconto algum.
Acham-se A venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da loteria n. 60 em beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que so extrahira quinta-feira, 7 do cor-
rente.


PRECOS
Inteiro 4:000
Melo 2:000
Quarto 1:000
(endo quantidade superior
a10O0:400
Inteiro 8:600
Melo 1:960O
Quartso 86
Joqtuim Pires da Siva.
Um convite especial
Zeferino Martins & C. convidam aos senhores
que deixaram de frequentar o sou estabelecimento
a virem tratar de negocio que nao ignoram. Parm
que nuo se enganem, praga do Conde d'Eu nu-
mero 18.

NO
0 Sr. Herculano Baptista de Carvalho, desta
data deixou de ser empregade da Fabrics Apollo.
Recife, 26 de julho de 1884.
Antonio Pereira da CunAa.

Aviso
Fica tranaferido para a ultima loteria do mez do
nstembro, a acego entire amigos denominada-
-lavor.
-Copeiro e ama para


"1" .


,
.AiB-


P I


i ;


qie

und rotlo

cuja
pmprodue&o
em
tita preta
se acha
ao lado.


r"4u
V. kse


Rm'i &


hNOETML U33 L MINWHE MUU-
ohm.utru KeanM
_L FRERKsr (B. TORCHON A PARIS
@us WM0N, a

------ "oft 4- md-In
qamilo ~ t aum -- .su


de


cofla Leis


flA PELA~iIA VIlITOhn


CHAPELINAS EGCHAPEOS
NA

Prafa da Independencia ns. 56 40
DE
j. da Silva Caralko e t .e
Um lindo sortimento em chapellinas e chapeos pars se-
nhoras em todas as cores, ultimos modellos do mez de
Nesta casa tern sempre um complete sortimento em artigos de
chapellaria, tanto para homes, senhoras e riangas, s recebe
mensalmente das principals modistas de Paris o queha do mais
alta novidade em chap6os e chapoelinas.
Garante-se sinceridadee pregos modlcca.


AVISO
Para que o public reconhega que os queijos carimbados corn a marca acima, im-
porta seria e bornem fundada garantia do recebedor, transcreve aqui a 3.' parte de suas
instrucqoes sob as quaes sAo fabricados os mesnmos queijos no SERIDO', cuja inspec-
glo 6 alli feita per seus agents, a quern compete carimbar s6mente os que recebem
dos fabricantes corn as suas devidas numeragoes em baixo relevo, como se veriflcara
memos queijos, na part inferior a marca supra.
INSTRUQOES
3.a part. Os fabricantes marcarao os queijos no actor de pol-os nas formas corn
as numeragtes que Ihes forem fornecidas pelos. mesmos agents, deixando porrm de os
marcar quando o queijo nao sahir nas condig5es exigidas, polo qual perceberA o flabri-
canto o mesmo prego como se estivesse marcado.
Do que flea acima dito comprehenderao bem. os apreciadores do leite do SERIDO"
que s6 desta marca so poderA fazer -um presented de leite puro. As encommendas
pars caixas de 4, 6 e 12 queijos deverloser feitas corn antecedencia no armazem do
rocebedor A ran da Madre de Deus n. 5,a vontade dos compradores, nas ptiucipaes
casas de molhados a retalho desta cidade.
Recebe dos portos do norte per todo sospaquete snacionaes.


Ama
Precisa-se de uma ama de conducts aiangada,
para todo service domestic em easa de familiar :
a tratar na praga do Corpo Santo n. 6, primeiro
andar.

Attenio

Francisco Antonio. de Sa Barreto do 140 bata-
Ihlo, Dr. Francisco Xavier Pass 'Banieto, promo-
tor de Iguarasst, Jolo Gongalves doi Santos Ju-
nior, Jobo Baptista Ferreira (engenho Oapi6),
Antonio Bezerra de Meneoes Lyra, ThomA Au-
gusto da Silva Villar, appareom na rua dos
Martyrios n. 148.

Modista
Eduvirges Maria Coelbo, tendo feito grande
escolha de costureiras disp5e de ohabeis corta-
deiras.

Shdouuse
Antonio Jnaio&eitor
mudom o son oti c to da rus do-B to
Amaron.3p da na r da da o n.66. OstaUaM A
6narrepar-sies. en.auar pasa cB, ptti-
cuisinef, doposio panastgue, bombs, towimas,
euOms deo- 'opaeM. A='t~&
etm. Reoebe ehmnfe poete oieddeM
pmM a em*A -oinU12iteOW tbdhn.


CASA BA FiT-UNA

Aes 4:O0ft$000O


ftfa rifltrode btpf B, -23
0 abaixo assignado tends vendido. noi
sous afortunados bilhetes um quarto n
1,922 corn a sort de 800#000, al4s de
outras sorts de 32#,00, 166 e 8#, .d
loteria (59.4), que se acabou de e'itrabir,
convida sos posauidoreas 'A vi'em recebeo
na uonformidade do costume sem desconto
Acham-se A venda Os neus afar kmadon
bWlhetes garantidos da 199.' part das
loterias a beneficio da Santa Casa de
Miasericordia do -Recife, -(60.), que Be
extrahira na qunta-teira, 7 do corrente.

Inteiro 4#000
*Meio 2,0M0
Quarto 15000
Em qamntidaio uMIr de Ike".
Inteiro 89600
Quarto 875
*.a 'os wu .


4?'u...!m:,,, ". ,,*
-ANAL
JljiM flulfo


Wafidpnamg.ao. res,
peevd pWAlCO, jue
contnuam ler unm sor-
timanto de joias das
nmai modernais e dos
mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do qmue em outra qual-
quer parte.
Iia I~o U i 4

Escavaaes

Fate"s da hlstora de, Permna-
bueo
A venda cm todas as livrarias da cidade
Um volume de perto de 500 paginas, encader-
nado,-ooitendo os seguintes artigos:
Aget*ho Bezerra, a Santa da Pedia, a pri-
meira ponte do Recife, Alta prevaricaao, Baca-
lha cown eabeca, Caro Senhor Deus, Camnes,
Camaesoe Baptista, D. Thomaz J. de Mello Des-
potismo e degradaco dec eostnmes, Distribuigo
de deeao, Descren9a, Ezercicio forado, Esapecnu-
lagao orig al, Farinha de Foguete, Francisco L.
Lemose, G(astronomop Bacchicos, Garrafus, Ir bus-
ear lI e sahir tosqueado, Intuito mallogrado, J.
Cesarde Meaezes, Jubilo ephemep.o, Luiz do Rego
Barreto, Libertaao depress politicos, Manoel
R. de Azevedo, Morra Pedroao, VW.a Pedrome,
Nova Athenas de grades de ferro, o Padre Vir-
ginio, o Sete de Abril em Pernambuco, Pasquim,
Posturas municipaes, Padre Jolo B. Cordeiro,
Padre Joao B. da Fonseca, Procissio de Cinza,
Praca da Independencia, Primeira tentative, e
Urupemas.


A^^m





AD
V=


OWN


c1z
QC



UJ .


'i.,


Liz rele sem frnmo
-O1eo ar ati.o
IIYfilETCO ~E ICONONICO

Parlal\


levard St. Martin, P'a-
ris, a receita de seus a-
famados Brioches, re-
solveram fabrical-.os, e
desdeja avisam a seus
innumeraveis fregue-
zes e ao respeitavel
public quenas quar
tas e sabados estao ex-
postos a venda em sua
padara, rua larga do

Rosario n. 40.
Aluga-se a casa n. 8 do largo da Soledade,
am orq umiodos para nuneTsaZaila twha-se
gdaf e completamente reparads, e tern galli.
Wnhmixo besheiro e agna caalisada : a tratar &
ruaDi'eta n. 82. _


*- Ama
Na.arua do Hospicio n. 84, se preesa
am ra engommar, lavar e eodnhar.


de urnm


AMado
bem-perdeou do aiguma puls-ra do in icnip*
a let 6, cravejada do (iamwntel, qUOrIRD
dor in6tno eiptsni& deMtS q"
,,m -Vex. qu A m'


:"" a 'r r-f"n '-'f 'd....


Oompra-..auwB'Poke mifcdidadle: qwamti-
w dome1 mia

pow-


Vende-se um fog o corn nove boeeas de fogo,
deposit pars agua quente, corn dous repartimen-
tos, chamin6 e mais accessories, fabricado no Rtio
de Janeiro por Laranja & C., preoo commodo : na
rua Duque de Caxias n. 56, loja de ferragens.


La barriguda
A 700 rs. o kilo, e 85 por 15 kilos, em sacco
vende-se na ruma de Pedro Affonso n. 68, arma-
zem.
Machina a vapor
vedie.se
uma machine a vapor, typo horisontal, corn forga
de 6 cavallos, propria para engenho, pois queacha-
se provide de todos oa rodtese tae sises, po-
dendo ser adaptada immdiatam ite ,qualquer
moenda. Vende-se por pre"o commndo, por ja ter
tido algum uso, o que alias atorna recommenda-
vel, por estarem provadas as suas oondicos de
seguranca e born funceionamento.
A caldeira, al6m de poder fomneeer vaper A urma
machine de muito snaior fora, mu6ida de urm
aquecedor d'agua, o que occasional grande econ-
mia de combustivel.
As pessoas que pretenderem, podekm exanwil-
na Capunga, a ru. das rioulas n. 57.
Trastes
A rua do Imp dor n. 16 iipra-sue, vendo-e
sluga-me a troca-so novose o adol.
VENDE-SE uma cas terrea sits. A
rua dos Guararapes n. 21: 'A tratar *o
pateo do Carmo n. 2, 2.0 andrr.


Vmde-e Iko Ae pepo tom0 l, pro
paradeo do aerto,. paMa aWas, afiUgam.de ow.
gue e m'iuommodo de anlra ; tambem se vende
o Heor de laranja e outres, e uaus garrfa pre.
pmdas no .ertio pa. rhematmo, jam as, im.-
p"gn efeda s jA. mito antina e me* : as
rna do Conde da Ba-Vista n. 4 3.
-- Vende-se dous sitios, urn em Tigipi6 e entro
no Barro, corn boas ca.as de moradia, bemrn abo.
risados eperto da primeira estate da estrada de
ferro de Caruar : a tratar no caes do Ratnoi n.
28, sobrado.
Vende-se una mei'aua corn porta ejanela,
tendo 1 sala, 2 quartos, eoeminha, quintal e cacim-
ba, sita nob bemo da Cauimba n. 1 : atratsr a
rua dos Prazeres n. 2.
Por 1:900100
Vende-se o sobradinbo n. 20 da rua de S. Jos6
em bom estado : a tratar corn ClauidiAo de Mello,
A rua das Flores n. 24, typographia, ou Velha de
Santa Rita n. 40.
VYrdadeiro eidiento inglez
Mlrm pyraPmide
BReeentemente chegado .de Loudres : vendem
Fonseca IrmAos & C.
Nova machina de cos-
tura
Deimlnada Auvrora
EstA em exposiglo A rua do Barao da Victoria
n. 30, loja de Antonio Pedro de Souza-Soares &
C., a nova machine ; cose corn dous carreteis de
linha, podendo ser de 500 jardas eada urn, e
fdra os dous pospontos coimo se fosse de langa-
deira, 6 de grande vantage. No mesmo estabe-
lecimento tern censtantemente urn grande sorti.
mento das melhores machines de costura de todos
os principal. fabricantes, ta veadem em porlo e a
retalho sempre per pregos muito razoaveis ; na
rua do Barao da Victoria n. 80.

Vendes.se
Sbem conhecido estabelecimento de bilhares da
rua Duque de Caxias n. 34, montado ha pouco
tempo, corn tres excellentes bilhares francezes,
novos,, tacos, taqueiras, etc. Para ver o balango e
tratar do negocio, os pretendentes dirijam-se A
rua do Barao da Victoria n. 38, que acharao'com
m tteurvarq.
Mobilia
Veade-se uma rica mobilia dejacaranda a Luiz
XV : a tratar na rua da Madre de Deus n. 5, pri.
.meiro andar, das 9 horas da manha as 4 da
tarde.
Cambraias transparen-
tesa3W
I :' p~obi~noha
Na loja sa ra da Imporatizzn. 40, a coquina
do beee jdos Femreiu.. -ade e. pegas de cam-
binai -hranea ta n- apfd6 Meds azuladintih
para vestidos a 85 a pega ; sao muito baratas.

CRiVOS E FLORES
Na rua da Uniao n.

ha senipre para se

vender cravos e lores

SFarinha a LO

Saecos grandes; lar-
go do Mercado Publics
n ri


Carneiro daCunha &C.
Liquidam os seguintes artigos e outras
muitas fazendas de seu grande deposit,
como sejam :
Cretones clars e escuros, corn pequeno defeito
a 240 rs. o covado !
Oxfords lisos para vestidos a 120 rs. o covado I
Lis de cores, bonitos padres, a 200 rs. o dito I
Alpacas de quadrinhos, novidade, a 400 e 500
rs. o dito!
Merin6 preto de duas larguras a 1$000 o dito!
Idem de cores a 14900, 6 barato!
Casemiras de cores a 152' 0 e 15500 o dito, duas
larguras !
Idem diagonal, final, a 25400 o dito I
Brins para rcupa de meninos a 240 rs. o dito!
Bramante trangado para lenses a 500 rs. o
metro!
Fust5es em cortes para collete a 25600 cads
um !
Lengos de linho em caixinhas a 85 a duzia !
Meias inglezas para home a 35500 e 55500 a
dita!
Seroulas bordadas de bramante a 165 a dita!
Camisab brancas e de cores, francezas, a 305000
a dita!
Cobertas de gangs forradas a 25500 uma !
Cobertores de la1, grandes, a 25, colchas finals a
35000.
Saias bordadas superiores a 38, 45 e 55.
Espartilhos de couraga a 455u0 cada um !
Leques modernos a 45, 6 barato !
Madapol&os, boa-vista verdadeiro, a 65 apeo
dc 24jardas !I
Algodes la.ros a 35200 a 83500 a dita I
Toelhas riqumssimas de labyrintho para prenen-
tes e baptisados, a preeos resumidos.
Cortinados bordados a 75 o par, proprios para
cama e janellaL.
Redes de cores, superiores, a 55 !
Fichus, chales, crochets, sortimeuto complete de
roupas de todas as qualidades.
As vendas em grosso damon deseontos.
5--Rou'Duque de Caxias 59
Canrwio id Cumna A e.


I
w
A


~ -.1


(A




JIJ r

I' ^


Fazendas avariadas!! !
Martins & Bastos 59-"a DuquedeCaxia'-B
Madapoloes franeftes e amerieanoswoem peque,
Pernambue Qno toque a5500 e 600! 6 fazenda de 105000.
Pernambuco A~od o
SAlgodes superiores e largos a 400 a pe !
Numero telephotleo n 3 Cretones muito encorpados a 240 zr&is o covadole !
Bramaute trangado pars toalhas e lengoes a 50
Tt~~ff' ~ I > metro I
Mello & Bisset,m eiro daCunha &C.
tendo recebido do fa- A9-Bu A QU DE oAxS- 59
bricante Lion, do Bou- Grande fogao de ferro
kI 'I f-I AM 0 T 1


I


L


. I I II


Pro _os- aissio
9. l-|Olfftc _e .
LOJA DO8B^tIWJE
Pajelis do oa9 mfraa do quaduimnoi -6
samda.queA lava ,Oa
Djitado pemno preto fio, fazenda ,uWto
boa 7500XZ
Dite do aemi-a dequadinh e w Ireri-
B==to da foi'r eM, de cordo, for-
Dii. doflanella auL forrado., endo fa-
Zen Ia que ni deobota 105000
Dito de asiras de cores clara e os-
Ditoe d panno preto fino, forrados IQOO0
Ditos d acasemira preta de cordlo 105 e 1fm00
Calgas de casemira corn differentes pa-
dries, de 6b500, 65500, 85 e 105000
Dit de casemira preta sedan a 85 e 10j00
Dits de casemira de cordao 650M
Ditas de casemira preta 6.00
Seronlas de creguella, obra muito hbem
feita a 12A00e 15600
Ditas dc Hamburgo de linho a 15800 e 25000
Colletinhos para dontro, send de ere-
guella e muito bem feitos a 800 e 15000
Damisas, grande sorticento de camisas
braneas, tanto francezas cormo inglezas,
tanto de linho como de algoda endo
de,2, 25500, 35, ate 65000
Ditas de cretone de cor de 25, 25500 e 3000
Meias, grande sortimento de meias cruas
parahomens, de 820 rs. o par, atW 500
Collarinhos, grande sortimento de colla-
rinhos, tendo de 55 a luzia atW 8/006
Toalhas, grande sertimento de toalhas,
tanto para rosto como para banho, que
se vendem por pregos muito razoaveis.
Tudo isto e eom grande redugco de preoo : n
loja da esquina do becco dos Ferreiros.
FarinhaLactca
Nos primeiros mezes a alimento mai
natural e apropriada para alimentar a crian-
9a de peito 6 o proprio leite matermo o qual
em caso de necessidade deve ser aubtitui-
do pela
FARINHA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fan-
nha Lactea como poderoso element nu*
trictivo para a infancia e distinectos medi-
cos do Brasil e da Europa reconheeram
seroa do Dr. FRERICHS a melhor nesto
genero.
Deve-se pois evitar confiar o filhimho
uma pessoa estranha e de comportamento
nio conhecido muitas vezes o germen
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farina Lactea
do Dr. Frericks:
55- RUA DO IMPERADOR 55
Etabelecimento de musi'xw e, piano de Vw-
torPriazz e

Chambres
A, 2&W9, OO e 4$O4t9
Na loJa da rua da Imperatriz
40O
Vende-se chambres de ch~ta e cretones a 25500,
35000 e 45000, para acabar, isto i esquina do
boveo dos Ferreiros.
Liquid Mo para

acabar
Popelines lisa,:de histras e lavradas.
Lansde quadros, escossezas e lavradas.
Alpacas lisas e de listras.
GIafsdzaes de Sores e pretax.
Cambraias bordadas e abertas.
Veatuarios para meminos.
Leques.
Uhapeos. para senhora.
Uhitas lisa. e de sores.
Fichus de soda e de 1.
Capas de malha de 1l
Para continuar
Collarinhss e punhos para senhoras homes,
diversos feitios.
Camisas sem collauinhos e Bem punhos, corn pu-
nhos e corn collarinhos e punhos, para home
desad n. 35 a 45.


I


, ,-_tv
4 P-:.L.'.'' *- '


Camisas pars meninos, desde n. 28 A 88.
Ditas sem collarimios de n. 32 A 35.
Camuar.. saias, penteadorea, calgas, gollase pu-
nhos para senhora.
Gravatas, grande variedade.
Meias cruas, brancas, de cores e pretas.
Capachos, tapetes, mallas, esteiras, bolsas, vel-
ludilhas, bruins branch c de cores, luvas, perfuma-
rias. etc., etc., etc.
Pap6ula & C.
IS BRa do Cabuga IS
Em frente a matriz de Santo Antonio


IMJ ~ ~~~~~Fp Or-iaaed muupuiq




















uo he? o a, qu0eo ha m .aical qn
fas trocas, ou .0 4ai: o-
ano o definia o phynim og^t raom
animal quo e wAa de modo quo, egndoi4
este sabio, a idbis de fogo, de vasoaes e uten-
silios culinarios, entra na compreheonsto da
idea geral de homem,---seja como for,
o certo ,6 que cada uma dessas defini-
9es indisca alguma cousa deo contrario
e superior A pura animalidade, marcando
assim um memento da evolulo cultural do
mesmo home.
Mas nenhumna d'ellas involve o verda-
deiro caracteristicb do ente humaneo, que
todas aliAs pressupoem, corn excepcao tal-
vez da primeira, per isso mesmo a menos
acceitavel,---isto 6 nenhuma d'ellas involve
a capacidade de coneeber um fim e diri-
gir pars a elle as proprias ac9Q5es, sujeitan-
do-as dest'arte A urma norma de proceder.
Nerm pensar, nem trocar, nemr ezar,
nem cozinhar,---nada disto exclue, por si
s6, a ferocidade original. Quern pois defi-
nisse o home: -urn animal, que prende-
se, quo domase a si me6mo---daria per cer-
to a melhor defiuiglo. Todos os deveres
ethics e juridicos, todas as regras da vida,
considerada eni sua totalidade, accommo-
dam-se A esta media que 6 a unica exac-
ts para conferir ao home -6 seu legitimo
valor.
0 individuo prendendo-se a si mesmo,---
e o pure dominie da moral. Mas o ho-
meorm nao 6 so individuo,--6 ainda e prin-
cipalmente---sociedade. Releva portanto quo
tambem todos se prendam vis a vis de to-
dos, cads um a cads urn, e este 6 entao o
dominion do direito. D'ahi nasce a diffe-
renga entire essas duas orbitas da vontade
humana.
A moral, corn o direito, toern tres meo
mentos :---a regra, a lucta e a paz. Por6m
ao passe que, na moral, a regra 6 a do
proprio individuo (autonomia), a lucta 6 a
que elle travays comsigo mesmo (automachia),
e a paz 6 a paz intima, a p tz da conscien-
cia,--- no direito a regra nao 6 individual-
monte propria, vem do f6ra (heteronomia).
a lucta 6 travada corn os outros (heteroma-
chia), e a paz 6 a paz externa, a paz so-
cial, a harmonia da vida commum.
Fallei de moral o direito, come os mais
importantes processes de selected artistic,
em opposiaeo A chamada march natural
das cousas, sem que alias, no que diz res-
peito aos outros processes, o home deixe
de ser sempre o animal que doma-se a si
mesmnzo. Em todos elles apparel pois co-
me essential o memento da lucta. As pa-
lavras---lide, contenda, demnanda, pleito, dis-
cUssdo, controversial, polemica... todas en-
cerram a ideia de um encontro de forgas,
que so nao combat nas diversas espheras
da actividade humana. Mas ha isto de
notavel:---s6 na esphera da moral 6 que
se trava realmente conflict. psychologico,
s6 n'ella a conseiencia 6 campo de bata-
lha.
Estas ideas nuo deixam de ter um cer-
to ar de novidade. Rudolf von Ihering,
quo introduzio na sciencia juridica um dos
eonceitos capitals do darwiniemo, fazondo
a critics da escola historica, estranha-lhe
sobre iude o ter affirmado quo a formato
do direito da-so lentamente, sem trabalho,
sem dor, sem combat, tal come a forma-
9ao da lingua. D'este mode qualquer prin-
cipio do veiho direito romano ter-se-hia
originado corn a mesma placidez corn que
estabeleeeu-se per exomplo, a regra pela
qual a preposi9ao cum rege o ablative; e
6 isto quo von Ihoring nao admitted.
Eu acho porem quo o erro da escola
historic nao esta em inserir o desenvol-
vimento do direito na mesma categoria da
lingua, mas em desconhecer o quo 6 corn
mum A ambos, isto 6, a parte da lucta.
A regra de cum reger o ablative e todas


as outras de igual genero custaram tanto
esfor9o, come, exempli gratia, o principio
juridico de que o senhor da cousa pode
reivindical-a do poder de qualquer. A es-
phera da grammatica e tAo tumultuosa co-
me a do direito. Se a historic nao nos
instrue bastanto sobro os seus primitives
combates, tambem no langa inuita luz
sobre as contends juridicas dos primeiros
tempos. Entretanto ha epochas e espiritos
grammaticalmente conformados, em qu e as
questoes polo mais correct mode de dizer
tomam a frento de tudo, e os contemdores
nao recuam diante das maiores immorali-
dades, na defeza de urma regrinha, de urma
qualquer futilidade idiomatica.


I


autoridades que aceitam a responsabilidade
dos abuses, desde que de long data con-
scientemente os toleram. E infelizmente
nao e a accusaoo unica que se p6de levan-
tar contra o goverdo a de tolerar takes abu-
sos, porque para elUes tern directamente
conorrido. 1
Faz-se entire n6s idea radicalmente falea


tivo.. cGontlEmP:i astadosociaL. e-J
r6am ainda Abi"yapi prwva dAs relda^
antiteticao l ;que o ashas toi
systems de, a-- x tiwe e a qo-
ciedade, de modo ,3u muitas vezes um temrn
neisBidade de 86 corrgido pelo outro.
Se pois o apparato social da cultura no
6 mais que um immenso asenial de arms
divewsa4 para veozcca eisbj*gar, g atura"
^, B4o 6 menos eert6 q bem, por sua vez, reagir indomita e fazer
valer a sua omnipotenoia. Grande nume-
ro de factos da vida humana podem ex-
plicar-se por meio desta reacglo, Ngo
poucas regras de etiqueta e mesmo de mo-
ralidade, que entretanto sio perfeitas vio-
lag3es da natural coezistencia e successor
dos phenomenon, tern dado lugar a uLna
desaffronta da Physica contra os caprichos
da.PsyeM. (1)
*Ngo obstante, a sociedade continue i
multiplicar os seus liamnies e A crear obices
ao imperio fatal das lois naturaes. E' cer-
to que neo todas as regras, que ella im-
poe merecem respeito; muitas slo "fomo
cordas de philstheus, prendendo a Sam-
sgo; urnm espirito superior as arrebenta
sem grande esforgo. Mas o principio per-
manece fire :-a sociedade 6 urma s6rie
de combates contra o geral combat pela
existencia, e um conjuncto de selecaoes
artisticas, quo melhoram, modificam, alto-
ram a grande lei da selecgo natural.
Agora por6m 6 tempo de pergantar: -
tudo isto nao deixa bemrn patente que a
vontade humana, send o pricipio selector,
a causa de todos esses melhoramentos, mo.
dificagles e alterac9es da vida social, reve-
ls per isso mesmo um caractor antinomico
das necessidades e fatalidades da natureza,
e quo 6 justamente esse caratcer que n6s
entendemos, que devemos entender por li-
berdade ? Serm duvida alguma. Quando
pois Ernesto Haeckel nos diz que o querer
humane aperfeigoado 6 urma... auslesende,
zuchtende Kraf,-desde que nao esplica-
nos, como esta forga, que de proposito op-
poe obstaculos A forgas e tendencies natu-
racs, estA sujeita As leis communs, As leis
mechanics da mesma natureza, nos dA o
direito de support qua ahi vae de sua par-
to, bom grado ou mau grade seu, ura
enormo concessao ao principio da liber-
dade.
(Continga)
DR. TOBIAS BARRETO DE MENEZES.


INSTRUClOO PUIBLICA

InstrueVio seeundaria
(Da Revista Universal)
Nenhum ramo da instrucco public
entire n6s acha-se em circumstancias
mais lastimosas quae os estudos seaula-
rios. Nos outros, ha sem duvida grades
males que remediar, difficuldades immen-
sas qu e veneer, abucos inveterados que
reprituir, mas, apezar de tudo, os fins
capitals podem ser attingidos corn al-
gum esfor9Ofo. Effectivamente, quem aprean-
der em nossas escolas publicas chegarA a
ler gualquer livro portuguez sem soletrar
muito, come a esposa quo para si elegeu o
hor5e do romance de Goldsmith ; das nos-
sas escolas superiores tern sahido alumnos
quo bern aproveitaram o tempo, e alcanca-
ram, sem embargo dos escassos elementos
quo nellas se lhes proporcionou, e s6mente
ajudados de alguma boa vontade, juntar
cabedal avultado de conhecimentos scienti-
cos. Jt% nao 6 pouco em ambos os casos.
Quantoao ensino secundario, porem, nflo
ha materia para contentar o julgador mais
condescendente. Suas condioes sao mas,
sao pessinmas; tem-se constantemente re-
cuado, e perdido terreno, de modo vergo-
nhoso Dara os nossos educadores e para as


vez restringem-se a determinadas massas
de conhecimentos, ganhando em profundi-
dade o que perdem em superficie. Elles
precedent a niciago de certas profissoes que,
per causa de sua intrinseca importancia, re-
querem altm das habilitag3es ordinarias,
somma do conhecimentos especiaes onu to-
chnicos. Em'resume, a instrucco primaria
tern em mira a totalidade oun a grande
inaioriEfdos cidadaos de um paiz civilisado,
6 a obrigagbo rudimnentar ; a instrugbo so-
cundariadove ser o ponto de oontacto ou.
antes o denominator common doa ho-
mens bemn educados; as escola speriores
sao destinadas a darem urn supprimento d
eduacalo especialisada A minoria, esqlhi-
da dentre os individuals quo' sentmi v4o-
gbo decidida para profiases pnvilegi4%w .
Nada poerde m a n a dinuigo do
numero doe s -ns o: s, uma vez qua os
restantes sejam'v tdouto 0o
que sobretudo importa6 quo avlte o nu-
mere dos hoiiuene be o edacados, e tal 6 a
tarefa do eusino secundanio.

Qd pjongeBestamtoossjie *Ai aspirin.
1. 0 .l o do. s estuados
TieuOR ni estel_, i ye. Eipeo, Oy6' u--
.demnal-o.0E 0Eftt iahai & aurift
ww uen,6e nA tratms-se At.
do instruegbo publiis, qua qaew -
demonstrar-a-these aiBsia
A entrar c m Ail
lexcutadas. 0* -tii| M ^


S116 ot&Mas as Aesses er-
'!"IdSa$eraveis. 4A pIallectual

0,. idivduo,.B .q iA_& u di-
pioma, Abara os termi-
narm CS prtmaeve. 1gtt .e lstuna-
moe chamar a deturpaco rodual q"a

quentn a s ewp ast regap, e-
rantes As M ctad", de 4ontora Ernscorrido
o curriculum dov p-matricu-
lam-se nas faculdades sem enhuns conhe-
cimentos solidos ; na mu r parte das vb-
zes, esquecem at as noos superficiue
sobre as disciplinas que apnmder.am. Nas
escolas de direito, o maior numero dos es-
tudautes salo incapazes de erpohender es-
tudo aprofundado e. srio, .potlque, faltam-
hes as bases, failec]hes squalquer prepare
scientific ; d'ahi os resultados Qohecidos :
ou a banalidpde que caracterisa os nossos
juristas, ou a influencia perniciosa exerci-
da na educacao da mocidade ispelas mder-
nas theories philosophical, que exigindo
conhecimentos suientificos, sao prQofessadas
alli apezar da plena ignoracoia do quo ellas
significam. Nas outras escolas superiores,
onde ao ensino das sciencias positivas cum-
priria dar a extensbo reclamad4 pelas pro-
tissOes para que ellas preparam, os profes-
sores sao forados a despeuder um"precioso
tempo corn a explicaglo de regras elemen-
tares, as quaes nenhum home bern edu-
cado deveria ignorar.
Os estudos socundarios merecem maior
solicitude; nelles cifra-ce today a educago
liberal. A sus funcglo peculiar 6 inde-
pendente da dos* estudos superiores, e se
Ihes cable a designaglo de secundarios 6 ex-
clusivamente porque, em virtue da clas-
sificagio ascendente dos griaos do ensino, 6
essencial quea s6 tenha o dirito de ence-
tal-os quem nas escolas primaries adquirio
a instrucgo indispensavel ao homemn que
convive na sociodade modernsma. A escola
secundaria ministra-lhe os '-lementos da
educagco integral, afirm do acoipanhar os
progresses do sen tempo e aproveitar em
beneficio proprio as conquistas das scien-
cias e das artes. Nas sociodades civilisa-
das, ninguem arroga-se impunemente o di-
reito de ser analphabeto; a sciencia aper-
fdigoou todas as manifestagos do traba-
lho, de sort que rebaixou o operario intei-
ramento bogal a eraveira do brute. Em
tempos futuros poder-se-ha dwain o ho-
moem, e sera a sua gloria, o animal qu e asa-
be ler e escrever. E', pois, facit divisar a
separaglo entire os dous graos da instruc-
91o. A primaria tend para e o apana-
gio do todos, e tanto essa intuiglo arraiga-
se nos espiritos que jA no 6 possivel com-
bater s6riamente, em theoria, 9.,prinipios
da ohrigatnriedade Q da gratuieda do on-
sine publico.primanio. E' fuindmentjal que
o home modern conhea, emsetus linea-
mentos mais kaes, a mus's enorme de
verdades que a intelligencia humans accu-
mulou. Realisado tal desideratum, termi-
na a funeqo do ensino primario, o qual
deve cingir-se ao minimum susceptivel de
divulgacgo pela generalidade das popula-
9bes. 0 ensino secundario represent em
substancia o complemento da educabeo;
dove abranger em sea piano geral a som-
ma do coguigbes de quo nenhum home
bern educado p6de prescindir.
Concluido o curse seciindario, estA per-
feita a educagco liberal. Suppoe-se que o
individuo acha-se em condigos de aprovei-
tar os sous talents ou habilidades para oc-
cupar utilmente a vids. Os estudos supe-
riores formam verdadeiras especialidades, e
nisto so distinguem caracteriaticamente dos
dous ramos precedentes, ambos subordina-
dos A lei basic da integridade. Ao passe
quo o ensino primario e o secundario com-
pendiam, em quantidades proporcionaes, o
conjuncto do saber humano, perdendo qua-
si sempre em profundidade o quo ganham
em extensao, os estudos superiores as on-


Seassim succeed ecom o francez, 6 facil
imaginar o que se dA corn as restantes
materials.


TW P 0 8- | a;bIC .IeN-das par& indicar a
ioe s|giAos, ai Corn' m qus omdemoraaso podoer
!utonior an4onp. Ur prinlpide do eecuo A refona", por.
i h~i~ stiib 4 m r -ai. mhit hieRs 'i noada obstn tke ,oEstado, no fuatw
Ss .l -ni qua nlsr, ustitfa lyeeus am prov icias onde jul-
cumpre ionagumra m ua reforma, quo dede gmr. conveni;te.
6 .at6 ltimo anned d^0 O0ystema, que em esboco 9 uito sum-
obrigaeo 0e8studa t a ar Margaioador a ema 6 ogiali-
cia aessasadiecipinas, to o 0 adas dade; imports polo contrario a iuita~ odo
pia, a esa d "n s i -v-mtal I
'ta -formisrn si io --lrer e har- quo a aaAtada Alemaaha pratic,a ha di-
it.de .refllo. E OBsivoI quo latados anuos, em seus prosperos gymua-
estudantes aprifundem tode os pontos, sis, admitjtdas alias as nMutaoe recla-
nem seria mesmo necessario, mat o que madas pelas nossas circuamstanciasnacio-
em today part se procura 6 inicial-os nas naes e sobretudo' pelo nosso atrazo. Em
id6as geraes e no exame dai questoes ca- nada offended as franquezas provinciaes,
pitaes, tanto quanto baste pars deslum- porque nao setratade impor 4sprovincias
brAl-os incutir aelles o gosto pela sola- nerkumworganisa9Eo pars os seus lyceus;
$o dos grande, problems. Ao a14 ellas terUo* ifierdade de examinarem o
dresses estudos ininde o idioma neional piano adopta4 pelo Estado e de declararem
comoroulro importante ramos paralello, as- si o aceitam u pm nop ,os seus institutes:
sumptodo lies em todo curse, afim de no pfimeiro aow, -agaidbro estes as van-
quo, no periodo razoavel de set3 annos, tageou, que pdeArWo no segundo. A allhe-
tenha o estudante tempo de perlustrar a gacglo do abuse podsivel na eoncesslo dos
lingua e a respective litteratura. A gee- attestados de capacidade tern menos valor
graphia e a historic, encorporadas em um do qu pod pedparecer A primeira vista.
s6 curse qoe se continiua e se conipleta, Antes de tudo, os lyceum de qualquer
deverlo ser igualmente distribuidis de naturoza, que goza m dos favors officials
maneira que, do -primeiro anne ao ultimod ficar.o subordinados A inspeolo, e o re-
o estidante receba gradualmente, as no- conhecimento official poderA ser cassado
90s aecomefodadas aos conhecimentos ad- deade que o abuse for denunciado e roco-
quiridds em outras aulas. Corn estes qua- nhecido. EstA entendido que serA essen-
tro ramos principles do rogramma, queOid remunerar decentemente os inspocto-
prefazem a ssencia do ensino, concorre-Tres, e confiar os lugares a pessoas com-
rao, no prosekuimento dos estudos, outras petentes, per maior sacrificio que tal pra-
wiaterias comblinadas de aorte que, uma vez tica imponha aos habitos da nosa admi-
introduzidas no curse, o estudante as nistraolo. Em segundo lugar, o abuse
acompanhe semr interrup9lo at6 o term nio so poderA verificar sem cunmplicidade
final. da inspecglo; porque, tratando-se de uamn
Entre as materials a que acabamos de curse de sete annos, e devendo o exame
alludir figuram as linguas vivas e mortas de madureza ser feito dbpois de comple-
Tern-se attribuido at6 agora, entre.n6s, tado aquoelle curse, serA sempre relativa-
mesquinha importancia ao estudo de am- mtente diminuto o numero dos alumnos no
bas, de sort que descabido suscitar a ultimo anne de cada lyceu, de sorte que
celebre questlo, que em outros paizes di- corn facildade so exercerA a fiscalisaglo.
vide as opinioes dos competentes, sobre a De resto, per mais defeituosa quo seja a
estenslo que cumpre facultar aos estudos execugIo, havera muito maior garantia de
classics. 0 grego estA exdluido do pro- seriedade no attestado conferido per urn
gramma actual, e nio fara nenhuma falta; institute onde o estudante demorou-se sete
basta conservar o latim, e jA nto 6 pe- annos, e fez outros tantos exams, e afi-
quena concessio As obsoletas id6as dos nal submetteu-se a urma prova geral do
que reputam as linguas mortas as disci- que nos actuaes exames geraes, de pre-
plinas mais adequadas para urna especie paratorios, que nenhuma confianca podem
de gymnastics intellectual. 0 que, porem, inspirar.
parece solicitar maior cuidado 6 o vicioso Para aquelles individuos quo fizerem os
methodo do ensino das linguas vivas, e a sous estudos particularmeute ou em insti-
necessidade de convellir o proconceito em tutos nao reconhecidos polo Estado, ficarA
virtude do qual a crianga comega o es- salvo o direito de requererem os exames,
tudo pelo latim, trabalho arido e sem segumado os regulamentos vigentes, em
utilidade immediate quando ha today vanta- qualquer lyceu quo Ihes for designado.
gem em que principle pelo das linguas vi- SA so ve, portanto, que em nada flcarA
vas, nio s6 poro sar mais facial entio a ac- limitada a liberdado do estudante de pro-
quisigleo e conserva9lo do vocabulario, mas parar-se onde lhe aprouver. 0 quo sobre
porque takes conhecimentos simplificarlo tudo so aspira n'uma reforms dessa natu-
sensivelmente o ensino posterior da lingua reza 6 que o Estado dU fdrma definitive e
latina, proporcionando ensejo pars que a series aos estudos secundarios, que obrigue
aprendizagem se tome mais complete e os estudantes e os mestres a seguirem um
proveitosa. D'eutre as linguae esttangeiras programma racional no ensino, e finalmen-
s6 a franceza e a inglezamereceramser con- te, que destrua o periga a liberdade ab-
templadas entire os estudos preparatorios; surda de mutilar a eduea91o e de arvorar
a reform de 1879, que nests part ficou em principioe de enhsino a especula9lo
sem execu9Io, prescrevia tambem o alte- torpe.
mlo e o italiano. Aquella exigencia 6 in- E' certo que nenhuma roforma so faz
sufficiente; a segunda 6 exagerada. Nao semn dinheiro, e as nossas fiuanias nao
ha razlo pars excluir o allemio, nero fun- promettem mauito, nern deixam nutrir illu-
damento para impor o italiano. Seria, en- sees quanto a custosos melhoramentos. A
trotanto, supernuo er o ir as tree linguae tal respeito, por6m, a reforms esbo9ada
vivas em object de outros tantos exames; offereee vantagem de nuo exigir no presen-
6 sufliciente obrigar todos a estudarem o to emaioros sacrificios do qua faz o Estado
francez, e facultar a preforencia entree o corn a instrucebo secundaria. Toda a
inglez e o allemlo; o exame em qualquer despeza so reduzirA ao pagamento dos
das ass linguas desonerarA da obrigacao inspectores do ensino secundario, os quaes
o candidate. Quanto ao methodo de ansi- deverno ser croados em numero sufficiente
no; convem refrear o impeto decertos pro- para fiscalizarem o ensino na corte e nas
fessores, quo desgostam os alumnos e ar- provincias. Cumpre, entretanto, attender
refecem-lhes o zeho corn exigencia dema- a que, suppresses os exames geraos do
siada de formulas grammaticaes excusadas preparatorios, flea A disposicbo do Gover-
e enfadonhas, sobretude nos pnrimeiros tern- no a verbal de 50:0000XX0. Igualmento
pos. 0 que se deoeja 6 um ensino pratico, naoeterbo mais razao de ser os dous cur-
quo habilite o estudante a xitilisar-se da sos annexes as faculdados de direito do


usas _adadias de 4geito. Pm -mio deasa
miseria edusativa, a ptaosvbia emerge
comoiUmn -Wma,;. devem-se mtrar,
aptos para tar disquisiges que sup-
p.eom conhecidos os derradeiros corollaris
dosciencia humana, individunos que aq se
q uer aprenderam-Ji a primeira .pa rra.
Tal 6, porem, a ara dos ecapiritos quo
muits gente oppoe-se seriametW a otd-
slo da metaphisica d'entre az disciplinas
prcparatorias, e os que :assim opinamn, se
6 isto urma opinilo, coitaam com-oa spplau-
so geral e corn o apoio decidido dos pre-
conceitos inveterados. A geographia e a
historic, cada qual o sabe, reservam-se
par as.sumptos de meres exercicios mue-
monicos.
Sobre tio indecisoa fundamentos seria
baldado intent elevar edificio duradouro.
Aquelle cujo espirito foi adestrado apenas
no ostudo restrictissimo das mencionadas
disciplines, nao estA na realdade prepa-
rado pars cousa nenhuma -careoe de tudo
quanto pode ministrar urma educacao ra-
cional: a concepgbo geral do mundo, o co-
uhecimonto dos factos commune da vida, a
id6a do method scientific, o amor do os-
tudo e do trabalho. Nao 'ha, pois, exa-
gerago em affirmar quo oa nossos acado-
micos, ao prenetrarem nos curses superio-
res, sao verdadeiras tabQw razas; igno-
ram tudo o que um home bern ducado
tern obrigago do saber. Outras circums-
tancis mais positivamente caracterisam a
inanidade danossa instruecgo secundaria.
No incunabulo dos nosos systems educa-
tivos, sob o imperio de uran legislaglo en-
genhada polos velhos estadistas, estremes
do qualquer intuiglo da tao chanceada
pedagogia modern, exigia se do candidate
ais academias que, per occasilo da matri-
cula, fizessem os exames de todas as disci-
plinas preparatorias.
0 pensamento era quo as provas fossem
prestadas de urma s6 vez, ou dentro de pe-
nriodo restrict. Era um exame de madu-
reza o quo se reclamnava. Posteriormente
surgio a primeira concesslo; fixou-se o
prazo de dons annos pars a validade das
provas verificadas. 0 exame de madure-
za perdeu o earacter primitive, e poude
ser fraccionado. Excedidoo prazo, cadu
cavatm os exames, e o candidate tinha de
submetter-se a novas provas. Dahi para
diante, precipitaram-se as concessoes, e
acabou-se per desmoratisar tudo. 0 prazo
de dons annos foi augmentado a quatro, e
rinal, pars proteger a inorcia, a desidia,
e o relaxamento, supprimiram-se trdas as
limitag5es. A lei nactual 6 facil do con-
tentar ; quem fez oexame em Aracaj6, ou
no Natal, tern a presump9go legal de saber
definitivamente a pateria e de nunca mais
esquecel-a.
Fora melhor que se houvessem supriumi-
do de urma vez os exames preparatorios;
corn as repetidas concessoes deu-se golpe
mortal nos estudos secudarios. Sao conhe-
cidas a inornpetenoia e a condescenden-
cia das mesa examinadoras de algumas
localidades, e a eUllas rocorrem os jovens
que tmrn empenho em se matriculdarem
cede. Ha quem em dous e tres annos te-
.nba concluido o curse preparatoe sere
nada saber, mendigando approva90es de
provincia em provincia, pars mais facil-
mente occultar a ouaadia d3 suas escanda-
losas preten~cas.. A grande maiorni dos
estudantes matriculados sao incapazes de
responderem As perguntas mais triviaes
sobre as disciplines de quo em primeiro
luganse libertaram; esquecem nos hum-
braes das Faculdades a inteira bagagem
preparatoria com qUe vieram carregados
dos collegios, onde aprenderam a jfar
exames. E' facto freqauente, nos curses
superiores, o de nao poderem muitos os-
tudantes consultar os expositores francezes
per nao saberem traduzil-os o e nao des-
aprendem o propriom portuguez, e aqui fa-
zemos exelusbo da grammatica, porque a
forca do habito node mais do oue elles.


lingua pars fallar e escrever; per conse- Recife e de S. Paulo, doe quaes nenhuma
guinte, 6 irrational comegar pela gramma- utilidade se tem tirade ato agora em be-
tica e acabar pele vocabulario, porque o neficio do ensino public, despendendo-se
grosso sense commumn estA protestando aliAs corn elles a crescida somma de....
que a pratica inversa produz os meihores 60:000#, a qual seuuida Aquella prefaria
resultados em rela9go As criangas que, na a verba de 110:0.00#, mais que sufficient
infancia, aprehendcm linguas estrangeiras para pagamento de urma inspecelo regular
SEvitAmos intencionalmente fallar no en- do ensino secundario. Niop6de, per con-
sine religioso, que nao podo eatrar em sequencia, prevalecer contra a reform e
um programma normal; dove setr deixado peremptorio o financeiro: non possumnus.
A conta da familiar. 0 ensino philosdphico D. SOUZA BANDEIRA FILHO.
servirA de assumpto a ligoes especiaes no ___.________ ...
ultimo anno, limitando-se A logica e A psy- A D IElA
chologia empirica, o que nos gymnasios .o .."laIDE
allemles se chama a propedeutica philoso- .. .
phica. 0 ensino artistic completarA o pro .IVm punee e .tudo
grammia, compreheodendo o ensino da mu- Arlekoff astronomo russo diz: que cm
sicw e do desenho, parties integrantes de breve haverA um eclypse dos planetas
today educagbo regular. Emfim a gymnas- Marte e Venu#; =a oste ultimo ficarA scm
tics serA discipline obrigatoria em todo es- luz solar per semanas; quo esta
tabeleimento de instrucgbo secundaria. fatal coincidenci dos dous planets des-
Taes slo as ideas que parecem mais pertarA umi sentimento semibarbaro em to-
apropriadas pars indicar a oriental do os 1t0i reodlado os quaes pre-
qma reforms ra", e de awordooi&:elb%. duoins do( pernuan fu tan t Vo -
. oesiao do foreiular am prcto vare daas beld
I d-u~t oie ^tod peit exqivl n
Wodic 0 tie dii e t -O ....i Aviso as mulhl m .S
wa-40tImei~al Coil^^ee de Per O
iaaaomen W e u Eis aqui urna desooberta que devo
acetushnonte6 6 muito sobrecrgdo m
relaeo a cert1 r.a 11a sei@ o-10-. enohet de alegria today a turba dos bebe-
ficiento emn relago a outras,-.pod er-se-i dors.
i& comon- God ipMmpt a Um chimico deseobnio o mode de o
matricula n.-s escolas sapiore tad. icar oS lieres, cognac, wiskey, kuziE |
io -capaidade uI m en oonagktoro&* 4 l -os em pbosiabalm
pot quilquer outn o 'estaltqitoD 70 n505a aos chocolate-
i C A-_. : 1 licores terldn oLe
finitivaA cbanidos o exames ap ^on de iser dssvidos emog^* .
I aam ea ( mm o tes' liaver& d. to" a 66 f 1e3a wihi'




Full Text
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