Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16026


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Full Text
















































i Consolidados Inglezes de 3 o', de 96
SFundos braollelros de. 5 o, empres-
tlim de 1875, a 93.
Fwmdos argentlnos de 6 o,, empres-
timo de 1871T, a62 1/2.
sIercado de assucar sem alteraeio.
SLIVERPOOL, 20 de novembro.
i Mereado de algodio melhorando.
venderam-se hole cerca de 10,000 ba-
; las de diversas procedenicias ; sendo o
de Pernambuco FAIR a ( 11,16 d. pop
llora.
,- NOVA YORK, 20 de novembro.
j:'"Pre Pio do ouro 102 3/4.
SGambio sobre Londres, prazo de 60
dias do vista,^ 4 dollars e 81 CENTS por
libra esterlina.
?"1etroleo no mesmo.
Agencia de Pernambuco, 21 de no-
vembro de 1877.
I?0 DIRrECTOR, .T. GOMES.


INSTRUCCAO POPULAR

Elementos de Chimica
METAES
SMangane:
S0 manganez estabelece a transiqio natural
entire o que se chamava outr'ora terras sim-
| pies e OS metaes propriamente ditos. Por suas
principals propriedades elle assemelha-se aos
que ja temos visto; 6 somente pelo numero
;de seus oxydos que se aproxima do ferro,
corn o qual 6 encontrado frequontemente na
Snatureza.
o manganez tern o minesmo aspect de ferro
tfundid9; at6 o present seu interresse 6 nullo
no estado metallico. Dos seis oxydos que elle
) f6rma, 's6 nos occuparemaos de dous, porque
os outros sio absolutatmente desusados, e,.
Sdemaais, nilo offerecem nenhuma utilidade no
it ponto de vista da explicagdo dos factos ulte-
viores.
0 bioxydo de manjane:, Mo 02, mais conhe-
cidd sob o nomae de peroxydlo de manganez, 6
muito abundante na natureza.
7 ; 0 bioxydo de manganez natural tern o as-
pecto do ace; esfregando-o sobre papel bran-
S, co, deixa um traco cinzento, o que o destingue
Sdos outros oxydos de manganez, que, em caso
identico, dao traoos vermelhos e pretos. Aque-
cido, detxa despronder-se o tergo de seu oxy-
Sgeneo, reduzindo-se a um grAo de oxydaaio
menos elevado. Ja vimos ctnoe se pode pro-
: duzir o oxygeneo, baseando-se nessa proprie-
dade, em virtude da qual 6 elle ainda utilisado
pare extrahir o chloro do acido chlorhydrico,
Iau qua!, pelo oxygenmo nascente que deixa
dosprender, tira o hydrogeneo para former
i agua. A equagao seguinte explica essa reac-
cfao:
MnO 2 HI t 2H 2HO +- MnCI + Cl
Bioxydo acido agua chlQrure- chloro
de man- chlorhy- to de mau-
Sgauez drico gancz
0 bioxydo de mauganez obra, pois, neste
I case comoa oxydante; e ( como tal que 6 elle
empreado nas artes. Pode igualmente, em
o Icertas oircumnstancias,. absorver oxygeneo.
4Esta dapla propriedade o fez collocar na clas-
t se dos oxyaos chamados sin.tkares. porque
S nio sao neam base nerm acido, mas podem ser
uia at cousa, cedendo ou absorvendo oxy-
geno. Tatcorno se apresenta no commercio,
o aisd 4as vezes corn a barita, corn oxydos
Sde tr,-o lalguns saes, 6 este oxydo que se
l conkwS oom o nome de minanganez.
Qua0do se traL. o bioxydo de manganez
,topla polassa, faz-se-lIhe absirver oxygeneo ;
torfna-scido mrngaaico, Mn 0, para unir-se
) 6 base former urn sal, que 6 o manganato
fe poipta, KO, Mn 0. Este sal e de urna bella
cor v., brem como sua soluco. Se esta
Se fevv~a, ou se se Ihe ajunta urea grande
quant ldfed'agua, ou, finalmente, se se derra-
ma nel$ um acido, torna-se vermelha; e
tbasta jsaar potassa para voltar a c6r verde.
Este facto curioso era conhecido dos anti-
gos chimicos, que eram impotentes para ex-
plical-O,4 per isso tinham-lhe dado o nome
Sde cam Eo roioral. Hoje, porem, 6 facil de
comjprebeader: e uma simples mudanca de
estado. 0 acido manganico decompoe-se em
I, bioxydo Bt em cido p rmanganico, Mn2 0', que
se une 6 polassa para former o permanganat
II. fde potana, KO, Mn2O', que 6 vernelho. Eis a
IR ~3KOtt0' ==MnO2 S21(0 T KO.,Mn2 O'


u,' +anaoato do Bioxydo Potawsa Permanganate
1 puta sa de man- de potassa
A-l > ao 'A sy' v~eganez
S|1 Qmtuado se ajanta a potassa a solublo ver
Smoelta do. oemanenato, reduz-sc este A mnan


Pa
to
do
Scii
Se f
DC


uis como*
KO =2KO,Mn02 -1- 0
tassa Manganato Oxygene(
de potassa
to de potassa 6 um oxydant(
cos; destrde. corn a maior fa-
rias organicas queimando-as
o tom sido recentemente pro
excellente; tqoda a difficluldade
de em seu alto preCo.
I(CotinSM}.


provincia
kte Pernambuco.-
junho de 1877.--In
to do aviso do mi
e1l doeorrbnte me
sadde public. Doe


niente accresce que um ou rmais dos encana- Eis, Exm. Sr., o que entendo sor de meu
mentos da companhia Recife Drainage tern estricto dover informar a V. Exc. Rogo enca-
embocaduras no ancoradouro, o que aldm do carecidamente a V. Exc. que haja de dignaer-se
prejuizo, quo pare este result, provoca o des- des":ulpar-me, se na present informaoAo fal-
envolvimento de epidemics a bordo dos na- tei, ainda que de love einvoluntariamente, ao
vios surtos nesse porto. E como a remoalo .respeito devido a V. Exc. Dens guard a V.
de takes incouvenientes seja da major valia pa- Exc.- Ilim. e Exnm. Sr. Dr. Manoel Clementi-
ra a salubridade e de interesse para o servio no Carneiro da Gunha, dignissimo president
de conservaglo do port, chamrno para isso a desta provincia.-O engenheiro, Antonio Vi-
attenfc de V. Exc., eqperando de sau zeo center do Nascimento Feitoza.
, que providenciar6 da mn hor f6rma possivel. Inspecodo da saude do porto de Pernambu-
SDeus guard a V. Exc.-Thomaz JosE-Coelho co, em 30 de agosto de 1877.-aI1ml o Exm.
de Almneida.-Sr. president da provincial de Sr.- Recebi no die crjulho o officio de V.

F Ie pios a i ,6 6 1 a s d or aco reec o n
cepca do officbo de V. Exc.; de 21 do corren- servacio dos portos da provincial, em resposta
te, que me foi entregue hoje ; e corno no e me ao meu officio, dirigido a V. Exc., em 26 de
seja facil conhecer quaes as epidemias que a junho, pedindo que o dito director indicasse
abertura dos canos da empreza Recife Draina- quaes eram as causes de infecdao existentes
ge, tenha produzido nos navioe s ancorados no no porto desta cidade, sobre que mandava o
porto desta cidade, rogoa V. Extc. se digne Exm. Sr, ministry da agriculture, commercio
ordenar ao engenheiro encarregado da con- e obraspublicas, providenciar por officiode n.
servaca o das obras do porto se digne de indi- 16 de o11 de junho do corrente anno.
car nao s6 as epidemias produzidas por ditos Pbco licenm a a V. Exc. para juntaj a este o
encanamentos, como tambem os inconvenien-r meu officio, dirigido a V. Exdc., em 26 de junho
tes que delles podem provir, porque podendo passado, afis de que V. Exc. tenhla-o-presente
ser que alguns tLnham escapade d minha ob- a memorial quando houver de apreciar as in-
servacao, e por isso nao tinham sido referi- formacdes que pass a ministrar em resposta
dos em meus parecuu rs e relatorios, convem ao arrazoado do engenheiro do porto.
quo eu me appliqne ao seu estudo para pode Duas questOes distinctas encerram-se n'essa
depois informar convenientemente a V. Exc. pega official, assignada pelo engenheiro des
Deus guard a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. Dr. obras de conservacao dos portos de Pernam-
Manoel Clementino Carnueiro da Cunha, dignis- buco, em que transiluz o desejo de mostrar-se
simo president da provincial. 0 inspector, offendido, quando do meu officio nerm mesmo
Dr. Pedro de AttaVyde Lobo Moscozo. se pode vislumbrar a intengAo de offender ao
Ministerio da agriculture, commercio e obras dito engenheiro.I
publicas.-Decreto ede31 de agosto de 1874 e Julgo-me dispensado de frazeor qualquer con-
aviso da mesma data.-N. i1,050. Directoria sidpaaeracpo cera do modo porque considerou'
das obras de conserva.d o dos pornos da pro- o engenheiro o me n officio, porque os nossos
vincia de Peornambuco.-Escriptorio do enge- juizes far-nos-hdeojustiaointeira. s
nheiro director interino.-Recife, em 13 de ju- Passarel sem preambulo a tratar da ques-
lho de 1877.-Illm. a Exm. Sr.-Informando, to scientific, quoe 6 a que mais importa.I
como me ordena V. Exc. no seu respeitavel Todo3 os annos faQo mencAo das causes quei
despacho de 28 do proximo passado mez doju- podem concorrer para o deseonvolvimento deI
nho, sob n. 555, exarado no officio que inclu- epidemias ou sua .aggravaAo, quando ellas
so devolve, do Sr. Dr. inspector da sade pu- apparecem poer effeito dessa causa immediate,
blica, no qual S. S. do um modo pouco s-rio u at hoje oeculta, apezar dos esfdr.os que teem
para uana currespondencias official, rog4 a V. feito os mais denodados apostolos da sciencia,
Exc. que se digne ordenar-nie que indique des que ella se cultiva, ou `para bemr dizer.
eu, nuo so as epidemias produzidas nos na- desde que os primeiros lampejos da luz divi-
vios ancoradosg pelos nanencanamentos da Recife na comesaram a illumiir a inteolligencia hu-u
Drainage, como tambemos inconvenientes que man e fizeram-lhe comdrseader a nceessi-
delles podem provir. cumpre me respeitosa- dade de evitar as causes qae poden contribuir
mene dizer a V. Exc. que e S. S. e nlao eu, o para a deterioraCAeo do organism e eacttrta-
mais competent paraindicar os inconvenien- meonto do prazo qu. aprve i a Deus coce-
tes que podem resultar para a satde pubiica der-nos na tormentosa teregrinacao neste
e especialmento para a das tripolsd es dos ni- Nmundo.
vios ancorados no porto desta capital, da vi- A indiferenca aos ngooiosn: o de saudeo publi-
zinhans a dos enoanamestos da empreza Reci- ca, tern sid cftusa de nao se procurar reme-
fe Drainage. diar proampruente a todas as exigencias des-
No meu relatorio de 31de1e djaneiro proximo ta repoartip parecendo sempre que ellis niea
passado, me exprkmo corn relacmao A questAos passam de umi desejo de osatentar zolo polo
vigenteda maneira seguinte servilo ou de se fazer gastar dinheiro iautil-
4 Cumpre-me aqui pedir toda a attentoe de monte.
V. Exo. para os encanamentos da Recife Drai- NPso que seja somente entire nos usual essa
nage, cujas extremidades vAo desembocar no desadttenceo a mistr tao sublime como seja ad
ancoradouro, second umea ao norte e outia ao saude dos poevos: em today a part do mundoI
sul deste porto, dandoe esLdas encaameatos oivilisado ha igual tendencia; e s6 as grades
sahidas a manras fecaes, de volve-se nas difficuldades que vio cercando os doveaios
bflSP. doas,- ,.m_ .et lo 00 em prestar socoorros aos wvalidos, mid
que s cofritigeand-e difficuldade se poderes- que, ha pouco tempo, elles tambom vio cha-I
pirar alguma distancia dos tubos ; ora, sen- mando a si, s tern obrigdoa o or o a estudar as ca
do os venos reiaantes na costa o N. E. e o sas de insalubridade existentes nos grandes
S. E. sao os miasmas constantemente trazidos f6cos de populaao, Para extinguil-as, afi m de
para o ancoradouro, done result infallivel- nao augmenter em hedionda progress o o nau-
miente grande prejuizo para a saide do porto mere de inaigentes.
e o desenvolvimento das epidemias a bordo Quando a presidencia mindlou que eu infor-
dos navios ancorados. g masse a respeito da conveniencia de abrir o
Exprimindo-me desta arte, quiz apenas no- cano de despelo da companhia Recife Drainage
tar os inconvenientes que resultam da collo- dentro do ancoradouro, eu damonstrei os gra-i
caQAo dos encanamentos nos lugares em que ves inconvenientes qua no contract corn essay
se acham, e isto fiz no interesse do bem pu- compandhia ficaram desprevenidos; e pounco se
blico, e nSo corn o intuito de critical ao Sr. fez do queeu indiquei eatudo andou a bel-pra-
Dr. inspector da saude, que atW ignorava que zer da companhia; posteriormente etm longos
tivesse tido part algfma na escolha do lrgar e minuciosos artigos publicados no Diario de
e na altura em que se acham os canoes colloca- Pernambuco, procurei esclareceru os principles
dos, poise, ticain completamente descobertas pontoes d'essa interessante quest, que en-
as boccas, durante as baixas mars; procu- tended directamente corn as conveniencia -da
rando SE. S. ridiculartisar-me perante V. Exc. populao e da provincial.
pulo factor de procurer eu cumprir corn rs Julgo quo hal o p edn a, esses arnig pos-
meus deveres, indicando no inaarVsse do par- sem coilecciosados para em dRiquer tempo
to e mesmo da cidade, pord i quanto me parece si poder remediar aos males, que provsm do
ser prejudicial, parece descoLocar-se de sua pessimo contraio e de sua ainda peior exe-
posirteo official, nndo mesmo p or attenchao a cu eoo.
V. Ext. nao e permittido lancar nenhurn ridi- Em o parecer que dei a presideacia, demons-
culo. trei que deharol e Ilha do Pinae, eram points
Parce-me, pemm venia a V. Exc. para di- equidistanoes da cidade do Recife, e que con-
zis-o que a S. S. sb era permitlido declarar a siderando a posilo pdesta em relacao aos ven-
V. Exc, se ehygioe nSo prejudicial a sauide'do tos que de ordinary rediarn, tanto ual podia
p~orto us encanamentos, taes come se acham fazer a abertura do cane de esgoto adiante do
collocados da companhia Recife Drainage ; nao Pharol e defronte da barra, comei na Ilha do
me parecel, Exm. Sr., ser eu o eompetente pa- Pinea; e que se as materials feces lancadas
ra ser consultado, come podia S. S. subre adiante do Pharol podium vir pare o ancora-
questoes de hygiene ; S. S. na sua qualidade douro, da mesma f6rma podiam vii"as que los-
de medico e de inspector da saude public, 6 sem esgotadas peia Ilha do Pina, porque as
per certo e competente para responder e o de- mares na enchente podiam atirat-as per sobre
veria ter feito de unea maneira positive o naio o recife e na vasante levarem-as pelo anco-
evasiva, como fez ; ou os meus receios sio fun- radouro.


dados, ou infundados ; se sao infundados diga As razbes per mim entro apresentadas fo-
S. S. positivamente e demonstre que siao in- ram de tat ordem que o director das obras
fundados ; se pelo donirario sao fundados, publicas que se oppunha totis viribus ai con-
k apoie S. S. as minhas assercoes corn razZes cessao da abertura do esg6to ao norte desta
Sprofissionaes. cidade, nao as p6de combater, ou pelo menos
0 facto que verifiquei e que ainda verifico n o o fez, e o president concede que a corn-
6, que as boccas dos canos se acham colloca- panhia Drainage esgotasse as materials feces
das em um nivel superior ao das baixas-mar6s, do bairro do Recife defronte do Pharol, e de-
que os ventos reinantes no port sao o N. E. baixo d'agua A vista das raz~es por mim apre-
e S. E., quo um dos canes se acha ao norte e sentadas, sondo uma das principles a seguin-
Soutro ao sul do ancoradouro, que as materiasF te: que em todo case dons fdcos de infecgto
fecaes que passam pelos canos desenvolvem menores eram menos prejudiciaes que um s6,
Sgazes miphiticos, que estes gazes silo insalu- porim muito consideravel.
Sbres e silo proprios para o desenvolvimento Posse asseverar a V. Exc. quo corn effeito,
das molestias contagiosas, que as epedimias a companhia collocou os canes ate muito
acham nelles paste mais que sufficient pare adiante do'Pharol ontre as fortalezas do Brum
alimentar-se, crescerem e progredlrem, que fi- e do Buraco. e em profundidade tel que, mes-
nalmente sao damninhas A salubridado public. mo na baila-mar des mares de lua niao podia se
E' innegavel, Exmn. Sr., quequando estes gazes fazer o despojo senior debaixo d'agua; e, se o
se acham impregnados na atmosphere, torna- director des obras do porto quizesse informal
se esta um fdco de epidemias, e as febres de A autoridade superior corn a verdade e exadti-
mAo character ahi se desenvolvem de um modo- ddo que devem de ser o apanagio dos empre-
assustador ; nao 6 desconhecido e nem pode gados publicos, certamente elle havia de pri-
ser do illustre Sr. Dr. inspector da sade pta- meiro verificar que o resto dos canes ainda
blica, que a febre amarella nests ultimos estA dentro d'agua no lugar em que form
tempos tem-se tornado endemica nesta capi- collocados primitivamente e tao seguros que
tel e principalmente no port ; e qual o moti- tendo a ressaca, que As vezes se fez sentir no
y vo da aclimatacAo da febre amarella nesta ca- port, levado os outres canos em grande ex-
pital ? E' per certo encontrar a atmosphere tensio, no prejudicou Aquelles ditos.
a em que gyra em condigles de alimentil-a. A companhia allege quo deixou'de assentar
Ora, sendo os gazes que se desenvolvem nas novamente os canes pare emendar corn os
boccas dos esgotos. -principalmente o acido que estIo debaixo d'agua, porque asareias
sulphydrico, pestiferos e itisalubres, 16 eviden- slo extraordinariamente movedigas e que em
3 te que se achando estos gazes espalhados certos dies faz-se un montio de trinta pds de
na atmosphere, serlo um alimentu muito subs- altura, e poucos dies depois desapparece.
tancial para a febre amarella e predispOem a 0 que floa relatado verifica-se exactamente
atmosphere a conserval-a, e acclimatal-a ; nio no desonho que submeto ao exame de V.
quero corn isto dizer, Exm. Sr., que sejam os. Exc.
encanamentos da Recife Drainage a origem e Queoulpa tenho eu que tendo-se desman-
osjuncios causadores de umr tel estado de cbado 6- encanamento, nao fosse obrigada a
cousas, aponto-os, porem, comeo uma das can- companhia a repol-o como d'antes? Eatretan-
sae nesse intuito pego providencias aV. to, cumpre-me declare a V. Exc., que tanto o
Ec., pedinda a sue sabia attn .0o para tio gerento como o engenheiro da compalehia as-
grave o inconveniante severaram-me, nos exames a que procedemos,
i. Quanto aos inconvo que noto, 95o os que no tern duvida de tazer rep6r- o cano,
z que prov6m doa 0pdmtns sque ceifam as vidas como estava a principles, case -isso fosse exi-
s dos tripontes dos navios surtos neste port gido. *
a do. Re e *do paico quo result no estran- Passafti a dizer algumas palavros sobre o
.-resultando m a voteade dos navegantes rawal que esgota as maierias fecaes porto da
a r-eurrem t port, onds altlis-encon- IhadoPina.
. tram com excepgo do imonveniente notado, Todos sabem que o recife se estende des-
bom a.noomdouro, fabilidade doe carg de o Fort do Pieo te a Boa-Viagem quoe
dumiagri n mram o abimdin nore. ued aeo vai se e-t-- r. oto
e. i erado abudai s6o rse ara o


Sbavia 11oa das ondas; sea houvesse eE
M ar ivesse de ebthente, a bocca do cane
estari pre debaixo d'agua,
Es se n'essa oocasio -a fazer o despe-
o t e ieam no eaca, s5 sentiram (
mao o quando ead s jA quasi a
at ram, por cima do .perto do Recife.
nA hia pdde e ew rW um poudco mais
o can.collocar na extremidade utim outro
curvoI evitar o embate das oqdas na bocca
e o 0o do service da machine.
AMs cano estarti sempre, debaixo d'agua
e o d l.das obras do port nao terA mais
r D i, fidArioM p.podug epide-
A d present nunca pesso a alguMa se
queixotrde sentir mao cheiro no lado do sul
desta cidlade proveniente do esgoto tda compa-
nhia Drainage; nem mesmo do lado do norte
emn que lca o esg6toemn frente A rua do Pilar,
ondeas emanag(es chegariam facilmente, se
ellas s.zessemrn sentir.
No diAi6, ao ,meio dia, estivemos ao p6 da
bocca do cane, que se abre entire as fortalezas
do Brum e Buraco, e ha pouco havia recebido
agua da mare por ter estado cheia; e julgo
que se elle tivesse dimensOes sufficientes, po-
dia-se percorrel-o interiorfmente sem sentir
gazes, mephftos e insalubrea.
Pugnarko sempre esforgadamiente contra os
focos de fipurezas e de consequent exhala-
giao, eu nao queto, defender a inocuidade dos
despejos da companhia Drainage : quero ape-
nas dar a entender que a demora na expulsion
das materials e a falta d'agua poderiaw tornar
mais nocivas essas exhalagOes. Ma s iricon-
testavel que no ha essa demora, per que a
companhia esgota todos os dias ; e em segun-
do lugar, a quantidade dagua 6 consideravel
per que tEodos actualmente despejam as aguas
de sabito e outros services nos apparelhos de
aceio para supprirem a falta dagua da compa-
nhia, contra a qual tenho clamado, e sempre
inutilmente, pot que della result a infecqao
produzida nos apparelhos das cases, os quaes
per esse mao estado podem tornar-se nocivos
A saide ou polo. menos gravemento incom-
modes.
Entretanto 6 forgoso confessar que o estado
de podridio e desarranjo de alguns deoles 6.
tlo consideravel que custa a crer que haja um
engenheiro fiscal da parte do governor, que to
sita ess a .7to perniciosa exhalagio.
%or covseguinte a decomposioao effectuada
pokes agras de sabeo sobre Ds principis no-
civos qu existem aas bMes, e a que 6o ee6 -
tuada pelos principiosconstitutivos d'agua sal-
gada, e a dissoluAo do$s owtJS oipios
n'agua, fazem que a decomr o S d$s mate-
rias orgaAjcas seja tardia out in apta e por
tanto peta luito de
Estas rqjes coMiquanIWe p m scien-
tificas, f&Am todavia suj s do jiiza austero-
do elevado criteria do director dis obras do
porto.
Por mais vehement que seja o mou deseja
deer bvwe, nio opows, conseguir per que
tenho natwssidade de mo lrT que nerm o di-
rector da.1obras do port falls a ma ateria corn
Wto de. para affirar em tona ma-
?Nrt~l i ea ibo do cano we es9po fa&
epidemias, e defebme amarella ; nemr tenho eu
sido tecidu4o em investigar as causes de
insalubridade, e pedir sobre ellas as necessa-
ries providencias, como V. Exc. 6 testemunha
desde que estd na presidencia.
A que me nAe julgo obrigado 6 a ropetir
automaticamente aquillo que acho escripto
sen exame nem consciencia, ou o qua os ou-
tros dizem, sd por qae tern autoridade, que
em men humilde pensar, julgo, neo ter powder
centre a intelliganeia e nem contra a razeo.
Aliega o iltustrado director das obras do
porto que indicando os inconvenientes da aber-
tura dos canes de osgoto da companhia Drai-
nage e os males que d'abi podem provir para
as tripolaCOes. desenvolvendo epidemias, nio
teve em vista critical a mim inspector de
saude. e que eu descolloqwei-me da minha posi-
cao official para lancaar o ridicule sobre elle.
Nio sei onde achou o illustrado director das
obras do port fundamento para interpreter o
que eu escrevi por semelhante mode.
Estando patented o officio que dirigi a V.
Exc. pedindo esclarecimentos. nio ha neces-
sidade de dizer que, ou o director das obras
do port esta sob a pressao de phantastica
desconfianga, ou e de uria susceptibilidade
tal, que o leva a julgar-se offondido, quando
nero ha offense, e nem mesmo nItengao de a
fazer.
Penso que nib precise para minha defeza se
nilo a leitura do meu officio enderaeado a V.
Exc. em 26 de junho ultimo, no qual podia
apenas que o director das obras do port indi-
casse quaes os ataques que soffria a saude do
port da parte dos canes de esgoto da compa-
nhia Drainage para euo saber se eram os de
que tenho feito meng0o rdpetidas vezes ; ou


se eram alguns que haviam escapade oA minha
observaCio; e tinhamn side apreciados pela
perspicacia ajudada polos conhecimnentos de
hygiena public de que se acha tio opulenta-
do o director des obras do porto.
Naio val A pena analysar trecho por trecho o
officio do director das obras do porto, per que
elle no contare material digna de aprego e nao
pass de uma fastidiosa repetigao das mesMias
oraoes. P'or varies vezes tenho procurado
explicar os factos de que se occupa o director
das obras do port em sue magistral informa-
Cgo ; e apezar de que seja difficillimo desar-
raigar j pconceitos em pds de haverem creado
profu~4issiimas raizes, nio desanimarei em
contiouar meus esforgos, apenas exiguos e
insigniflcantes, certo, come estou, que umn dia
a verdade prevalecera.
Ainda uma vez procurarei obter se me faco
comprehender."
Os gazes que exhalam as materials fecAes
sao de diveiso genero. e em muito monet
quantidade quando as matorias estlao frescas do
quo quando elias estlaoe per algum tempo guar-
dadas ou amontoadas em alguma part.
Todos estes gazes saio muito soluveis nagua,
e 6 por essa razlo que misturando as material
feces com unae certa porcio dagua, ellas ficam
manediatamente inodoras, e a aguae tendo em
fissoluClo os gazes e outros corps soluveis
contidos nas fezes, e estas reduzidas quasi i
parole terra, que a6 pouco susceptivel de for
menlagAo, e sehdo separada d'agua torna-se
sem cheiro e sem prestimo pare adubo dae
terras, por. que n'agua deixou ella todos ou a
maior part dos principios que servem pare a
nutriglodas plants.
Se a essa agua se ajuntam os desinfectantes
apropriados, elles precipitam tode a ammonia
e os outros products da dc'ornposigo vege
tal e animal e a agua fica pura. Dizem atd q
sea pode beber...
Foi essa a principal razao que eu em meu
parecer apontel para mostrar quo quando s<
fez o contrato comn a companhia Drainage nbc
so impoz a condigao da doesnfewoae, insepara
vel d udos os contratoso smilares oxistentes
na Eu r antes da descob6rta, que hoje di
zemC-d moderna'data, da applica&o dae
amuias da eUiotooa avmno das avouras. como


a suna supretnacia. 'A antigaJorusal6m nos da a o ar constantemente renovado, e principalme I-
o certeza da existencia do uma r6de complete de to agitado pela I)risa do mar.
esgotos que desde o magestoso temple at ao Nato se ocabaria nunca de citar factos da,
mais inaignificante tugurio recebia os resi- mesa natureza se se quizesse provar que as
Sduos d6 sacrificios e os excretos humans e epidemnias nao dependent dessas causes aque-
a os ia distribuir nos jardins e culluras diversas de ordinario sio elas attribuidas.
aflm do as alimentar. Ainda aqui cita-se corn profundo acatamen--
Roma, Paris, Londres, Vienna d'Austria e to a palavra autorisada do pai da medicine
quasi todas as grandese populosas cidades Ja Ha dous nit e duzentos annos, dizia elle:
Europa vomitain a cada instant, polos boccas Ha un quid divinum que produz as epi-
de seus monumentaes esgotos, milhoes de li- dernias. Ainda ojesse mystery existe,-
bras de otito que s6 sorvem para afogentar o come naquella Ara, diz o celebre Ozanam, e
peixe, 9 assassinar milhbes de habitantes, ou existird eternamente.
fazel-os sentir toew os offeitos das miserias O0 que Ozanam disse ha trinta annos nio
41 Baus. : wp1to 4Aamno,- Per p6de 3er'contradicto por ninguem, e 6 prova--
queo langa f6ra a rieza, e vio compr' pr po vel que nuo o seja eternarnente.
alto preo e em paizes longiquos, aquillo que A que qualidade de causes nao tern side
no "etrn a centesima parte do valor do que el- attribuidas as opidernias ? Desde a cousa mais
les desperdiqam sem consciencia. simples e natural deste mundo, atW a mais in-
Soon a horn do desengano. I sciencia ma- verosimil, emi todos os tempos e at6 hloje tem-rn
aeja o facho deslumbrante que excite a visdo side considerada como causa de epidemic.
e se communica ao sensorio. A razdo emmu- 0 frio, o calor', a lhumidade, a seccura, a eleq-
dece, mas contempla silenciosa a voz da natu- tricidade as constellagOes, os cometaso as
reza qu.adverte-a de seu crime, de sua igno- erupries vulcanicas, tudo quanto existe e-
rancia edesua consciencia. Estuda-seo meio quanto se tern imaginado tern sido considera-
de tirar todo proveito do que a terra nos cedeu do causa dellas.
e a desinfecCovai cahindlo em complete ol- NMo admira, portanto. que o illustrado di-
vido. rector das obras do porto, quizesse tambem
Demonstrado come Iicou que a condigo de qne u m dia souhnome fosse citado na historic
desinfectar as materias fecAes antes de tan- da febre amarella, como tendo inventado urea-
Cal-as ao mar era indispensavel em contratos causa, que atW oje tem-se occultado aos mais
de tal natureza, outro romedio nAo havia se estrenuos investigadores.
n&o entrar em novos ajustes corn a compa- Ha necessidade deir miesmo chegar o nariz -
nhia ; ou obrigal-a a fazer os despejos debai- a essas boccas dos canos de esg6to na mar6,
xo d'agua e na mar profundidade. para se convencer que aili nao ha miasmas ou
Se como 6 said) as matorias fecaes licam emanates de qualquer especie, que possam
sem cheiro quando se misturam corn agua por produzir epidemias nrias tripolacoes, principal-
que os gazes que ellas contem dissolvem-se monte deT'febre amarella.
apenas o que 6 que ha do acontecer, sea Se fosse essa a causa das epidemias que rei-
agua quoe 6 empreg3da para essa dissolugao nam nas tripolafies, entflo deveriam de ter
for a agna do mat ou salgada? 9 ahavido epidemias mais mortiferas no tempo em
Quo do phonomenos on reaches chimicas que todos os despejos das casas eram itow
nbo se hue de exercer desde que os principles sobre os montfes do estercos e immundicim.
de uria estiverem em intimo contact corn os que existiim em todas as praias que ortavam
d outras ? a cidade do Recife.
A agua salgada contem 33o/o de chlorureto Se fosse essa a causa da febre arnarella. esta.
de sodium ou sal commuim, susceptivel de se nunca deveria se ter tornado intermittent ou
decompor ao contact dos acidos, para ous periodica, como todos a conboecern, porqne
quaes tenhami mais affinidade os seus- compe- aendo a casa persistent e continue, a motes-
nentes : e assim bem depressa serao destrui- tia nio cessaria completamente, como cessa
dos os gazes que desprendem as materials fe- per lunges periods, conform estd exuberan-
cdes, come sejam o acido sulfidrico, os carbu-ptn
retos de hydregenio, o gaz ammoniaco e outros temente verificado ; intermittencias estas que
quasi ode eminenateente soluveis n'ag-a, nestes itres ultimos annos, tem-se tornado
EssadissoluCo intfluenciada peolo calor at- mais notaveis por serem muito mnais loo-
Esspa disolUeqo, fluovnciada peolo caln at-gas nas tripolaQpes, de frma fue a febre ddi-
mospherico e polo movimento incessant des xa, muito tempo antes de apparecer nellas, a-
ondas, facileta sua combinao immedlata corn s6 depois 6 que cessa em terra; e jad no men
us ses e outmos corps quo ist em relatorio correspondent ao anno passado, eu
abundancia n'agua salgeda, vindo asstmr a r observe, que durante o espaCo de um anne, a,.
sultar deas com bnaCos multiples. xA qu febre amarella fez tantas victims nos brasi-
sempre provenientos 4e dupla decomposio, l6iros, gentle do c6r. e resideqte ha muito tem-
a nullifle&o complete dos gazes exhalados po nestacapitalcono nos estmogeirds reco-
pelas matorias em ptfac~o. cptlcoensetanersrsa
pAtomdagriadem afthideo chio uoto eg-dos e nao acclimados : e sendo aiba.
Alem da gracndeqmoidadedeu chlorureto demaisdignoe nota que a ,maior part#
sodium que comviros entra pela tera pae affectados' ra gento de terra e no das trip-
na composito d'agua sulgada, contdm alle al- I es
guns outrosprincipios chimicos que s dota- a muito tempo que n apparece u
dos de propriedades desinfectantes: taes r do, 4tor antem que eo amoz de jpu-
o broino, o lodo, sies de ferro, de potassa r ssado qd vez e omequando apu-
cal e algunso soiea qud o p oro ezdem oand a 4a
trdaI cos _1ero par- -wa "o itro doete e As t ee a.-
Tam.e aaa existifnl5s asYd o gae sdo,- paiz.
Tambem pSie existir as aguas do SOr~IO Segundo informaCe nf inistrada polo director
domestic aiguma quantidade de cinzas e das obras do porto, durante o anno passado
carvdto vegetal, e todos esses agents chimi- foi revolvido o porto em grande parte deo sua-
cos podem neo s6 impedir a fermentagfao pu- exteno, pls barcas de excavae e p6de-
trida, como decompor os products delta ori-setonaopoares daqasioo d
quo otornar por tstemunhas quasi todos us5 n-
ginados. Se a aguna 6 indispensavel para aque oiantes oecife pssoas quo a s e bea-
a decominosi(;&o das substancias animaes 0e noconcem doRe asoas do a egoeao*
vegetaas se effectue, a quantidade oxcessiva ne o cheiro a nvasad o qar dreor dase
desse agoente inteoredio p6do retarder o of- q da vasa da mar6 revolvida era
delse c cageteit eo pr dereardao esg em certoes dias insupportavel, ponto do aol-
feit da desaggregaeio on transformaq me- ayer alguem quo parasse defronte do luga.
lecular poe algurn tempo evitando 0 contact e quo trabalhavam as dragas e nenhula
do ar. duvida p6de haver de que os gazes que se-
Naie 6 possiel deixar de confessar quaento desprendem da vasa da mar6 slo principal-
seria difficil entrar no conhecimento exacto dae a a quo reto s
inflenca qo pdomtornibs6 quntiadomonen, o acido sulfidrico quo o director clas-
influencia que podern ter n~o s6 a quantidade sifica de mephitiosoa damninhos A safide.
d'agua como osagentes chimicos quo podern N11o 6 certamente a opinillo do director das
estar em contact corn as materias fecaes e obras do porteo de Pernambuco, quo e a de-
suaes exhalaCes: mas 6 certo que nesses in- prevaleqer para attribmur a febre amarellaL
mensos rioeptaculos deo rna grande cidade, dose ui doges epiticos damnios
como Paris, passeia-se socegada umente per di- snsavolub'eo dequ soves eh pesos odanc ananh-
vortimonto on para observer as constncios teos e Rnecifreod ue D e ;equandos entealqeoo
monumontaes nos esgotos sorn sontir-se d e Dainage ouandon e t
mTo cheir las e xcrept es resnideas de tantos us escripteres, que tern cniterio, ase so ache,
milhpes do habitantes o residues de fabrcas, em s6 quo nib confess que a febre anarelta.
Tarquinio passou ombarcado na Cloac Ma- etodas as molestias epidemicas on contaiio-
eilasquohoj e ainda em o sobre d aurn tetmo- psas, podem desonvolver-se sob toda e quL.-
munah aeu honetaico doa su n oantga d' tzate- quer condi aso moteorotogica, e sob qualquer
nhorg utheto de saicpnega grandeza es.odictao do salubridade ou insalubiide ado; e
Toen-so escripto centonares do tivrnos, e muito quando aqueltes quo torn passado a sue vida
phantasiado sebre as cansas primordiaes da estudando zas epidemias e sues causes prova--
putrofacqiio das materials organicas vegetees yeis confessam quo olias atacam As oezes corn
o anirnacs, sobro a produccio dos cheiros quo exterrminador'a vehomencia os mais assoiados
olias exhialam, e sous effoitos sobre a atmos- palacios, o em quo nibo faltam as reals requir-
phera. Seja resolucio dos principios compo- tadas exigencies da phantasia o do conforto, e
nentes em outros mais simptes, soja decompo- respoitam o hurnilde tugurio, onde aornina a:-
siglo de materia organic, e seja emfim unia humidade e o ar carregado de impurezas, nian
vida nova que succede a uria outra que se heo de certamente deixar de ser acreditados,
extingue ; o case 6 que at6 hoje ainda a para se aceitar a controversial de queon falla de


questio esta quasi como no dia em quO pela oitiva, apenas de materials sobre que nio se-
primeira vez o philosophy teve de invesLigar pdde dizer palavra sem deltas, ter feito pro-
a origem dresses phenomenos para delles pro- funds e prolongados estudos.
curar a causa das molestias, principalmente Nao 6 nem p6de ser a causa da febre ama-
das epidemias, rella a exhalacao dos gazes lanCados polos en-
Os mais poderosos f6cos de infecc5io e de canamentos da Recife Drainage : ella tern sue
potridi-o existem em alguns lugares, sem que causa especial algures inteiramente occult
tenham j-Amais dade nascimento a molestias atW hoje aos, mnais pertinazes investigado-
epidemicas, nem mesmo endemicas. res ; e a prove 6 que depois que nds comeoa-
NAo ha necessidadede irmos algures pro- mos a cuidar de asseio public e de extinguir
curer provas quando tomemos ao extreme sul as causes de insalubridade 6'que tern coinci-
desta cidade, atraz de uma rua de grande ex- dido a desenvolunAo de epidemias ; mas, nao
tensko, port do um povoado important, o 6 certainente a ignorancia daquelles que o
major foco que se p6de imaginar de podridao queixam que as epidemias tern apparecido.
de materials animaes e vegetaes, demoradas, depois que se anda a limpar praias e quintaes,
ha annos, e cada dia tornaado-se mais per- que ha de predominar e sustar a accao da by-
nicioso, mais consideravel; e ainda A-suas giene public.
exhalaCOes nao ce p6de attribuir epidemia al- A febre amarella appardceu a prirmeira vez
guma. em Pernambuco em 1686 e sd aqui voltou em,
Na cOrtL do imperio ainda ha bom poucos 1849, quasi dous seculos depois. E se os his-
Sannos existia am immense f6co de immundi- toriadores daquelle tempo nio adivinharam o
Scias e exhalagao putrid, por perto do qual nilo que havia acontecer passados dous seculos, os
Sse podia passar, sem se sentir grande inzon- symptomras daquella 6ra sao os mesmos corn
modo; ninguein attribuio A esse. matadouro de que a molestia se apresenta hoje aqui e et.
gado e de gene as epidemias que alli se tern today part, salvo insignificantes modiflcaces
desenvolvido e continuam, apezar da remogAo devidas as localidades ou outras quaesquer
i desse immense f6co para lugar bemrn distant circumstaneias maldeterminadas. Niagaem di--
i da cidade. ra certamento, que a febre amarollafoi causada
i Na visinhanca de Bryton emInglaterra, a uma em 1686, per motives de insalubridade exiseAm-
Smilha de Withebridge existed uma fabric de tos no porto ou na cidade edque deixaramm- e
i products chimicos em que depois de extrahir existir durante esse incommensuravel lapio
o oleo modular dos ossos por fervura, sao el- de 163 annos ; e menos ainda que em i
Sales distillados pare tirar o muriato de ammonia e annos subsequentes at6 1865, fosse lla 4-
r e sulfado de soda. vida d influiCAo dos esg6tos da Recife Of-
S Este trabalho produz um fetido extraordina- go, que at6 entio nio existiam. -
a rio que empresta uma.milha em redor de si: Nao desejo que das considered a iik-
nupea ninguem se queixou que elle fizesse bho de fazer, alguem fique autorisado i r
Smat, e o admlnistrador da fabric, que more que a abertura dos canes de esgoto *o
E neRa, goza de bda safide. coberta na baixa-mar, nemo que sp Raw
Em Bristol e Hanham perib do Avon existede de remover, remediar e extinguir todhsq `
tuna fabrica de adipocira. Nerm administrator causes de insalubridade, e principal
neoi trabalhadores nunca s6 queixaramr. das mephitismo, possam sernoontzada
a exOaaiaces terriveis quese desprendemp de im- quer part. e todos -os as pa
a mensa quantidade de cavallos, bois, cles, ove- ltorios e requisios s6 resumbs
Slhas, mortos, etc., que servem pare obtenAo mento de que tenho a minltori
. daquelle product, flcando e m maooeraeho du- todos os motives, o u mesamo pe
raifte muitos mazes. salubridade, onde qur- que el
Clavero. segado a aloridae de Torque- trem; e portanto, sondo elj M
a mad., refem que po dt io do eoonsagralao desoriptos e semwre cow
i do Graniaeiowe do Mexco em 1646. se sa-mmnaou eeanor


4
I


















hi ^ rT a* .- *1 S 11 1-1:1 -1 '1 1.- 1
SSr.olJO A Somma
was, das
Generous distribuidos em outubro
Norlta2, Asaber:


inrector nas oyb QopM po fo umOesejo ad
fazer-Ihe censsmA o0 sti e neaos ridicu
larisal-o, intenqiao' essa quecertamente nin
guem p6de attribuir a um empregado que tea
at6 hoje sabido guardar o respelto e acatamen
to a seus superiores, e procurado sempre bar-
alqema s udom t m. hefsA e eapregad das repart-es corn que se communica. Hou-
ve wtato messe modo de xprimir-se exal-
atacao de sensibilidemt da itustarado didotor
das ivras doporto, eujos cohmcimentos e il
luslUa io soa o primeiro a-reconhecer e res
"Atar.
Pela teitura das peas officiaes quo submet-
to Acriteriosa apteciaqa de V. Exc., veA V.
Exy. qvle nio6 per fat& de cuidado e estudo,
aiam inemos de boa vontade que suibsistemi
oetas caIsas do insauabrWade : serda seI
dt 19uo faiq, nao posso -Icpiirir coa a f'racmi in-
tellig'ncia que Deus dotoo-raee.
eNfiotenho akiada para fazer executar qa.oes-
qser provideoeias attineates a remover os
embaragos que a cada inomoento etycontro A
sahubridade puhbica tuinde pende das nutra's
autoridades a quemin me dirijo, e quo lio cotm-
prehendende o alcbrice dms nminhas exigencias.
as cotisidetwt, comoI infundadas, e talvez por
affluencia de'medidas do outra oi'den, deixarn
as mirtibas requisiCbes em comnpleta olvido.
Dos; nmesmox pareceres o qule forami em tem-
po aperoiadcs pab. presiuleacia da provincial,
ver V. ,Exc. quies as opinibes emittidas pAr
mirm no ltein r n quo oeias fuorAmn exigidis ;
o por Coeg.ie4ifta nto so p6de, suippor quo
fssoenm ituafinente arranadas paa crnihmaLter
adouta epiniao do dir(cuor das obras-do
porto.
Tenho assim expndido a m iteria scidentifi-
ca do officio) do director d'.s olbras do porto,
datdo do 13 4v julho, pareo.e;ro-ie que ell,
dosta vez nilo fi mais lm- .Afdad) p:li t-)rutn)a
na flnaniist( O {S sun Ol[ini;tLo Io (ue dro on-
tras vezes. enr que tein .so tive.iltirado a intro-
meLtLer-so cmn quests. .le hygiene )publica.
que suppionhio ser-lhe pt.-Jiso Liin pou3o nis
do esLutco pa;'a ter vo,. ;;!las.
Aclfo qui, :"inda se [iz tlcess,-ri, alnmi es-
f46W para quo cm suti ip.n-soa so realise o (juo
vaUrjias vezes toinl)o laltifst:*Io 11cil IOus es -
criptoS; e ,e que :ticualrine:ne nat Europa ctilka
os uais ;da'I;iisa los hy,-.iotnistas s5o os in;he-
nheiroA '1. -n'1,i ,-levaIia posic)0o1 em suta vlas-
so. Deus gnardo a V. Exc. Iltmi. c E 'xm.
Sr. lr. MinDtel Clhinentiio Carneiro da Cri-
nhar digniasiw) presitnteL da provincia. 0
inspectrnr, Di-r. e:b-'o Ie Aituhi/gleL,-,bo oHs-


DESPAt.UsIOxS OA PRE-SIPENiA DO) LWI. 20 DE
NOVEMBER D. -1877.
Padre Anionio Manoel de CLstillo,
Brati drAo.--0 producto da loteria, coin-
ceditd' em favor das obras da rnatriz a
que allude o supplicante, foi 6ntregue
a comnmissao central do soccorros para,
ter a devida appAicaQio. .
Anna Joaquina de Jesus.-Sirm, pas-
sando recibo.
Antonio Tenorio Cavalcante.-Por
portaria desta data fica autorisada a
thesouraria a satisfazer o pagamento a
quoeallude o supplicante.
Anna Francisca do Nascimnento.-4'-
guarde a supplicante o resultado da
inspec*ao.
Irmandade de N. S. do Rosario da
freguezia de Santo Antonio.-Informe
o Sr. thesoureiro das loterias.
Irmandande de.N. S. do Rosario da
frgaezia da Boa-Vista.-Deferido corn
officio desta data ao thesouro provincial.
Ioavuiin Martins Gomes.-Indeferido.
Jose Ferraz Daltro.-Nesta data pro-I
videnrio no sentido de ter luigar o pa-
gameinto a que allude e supplicante.
1o0o FIrncisco do Nascinneuto Feito-
sa.-Passe portaria, conced~endo trinta
dins. ,
Padre MIanoel Antoni6 Martins dle
Jesus.--A visti da informacao prestada
pela Ihesouraiia de fazenda, nUao ha-
quue deferir.
Manoel Josd de Araujo.-Encami-
nhe-se.
Manoel Claudio d( Sant'Anaa.-Fica
autorisada a thesouraria de fazenda pe-
laportaria de hoje, a eflecluar o paga-
menttode que |rata o supplicante.
Rfta Maria de Jesus.-Remettido ao


Sr. juiz (de d(ire io interino dia comarca
de Palmares, para providenciar corno
f6rde direito.
Sebastibo Ferreira Lima.-A' vista da n
inlrbmagdo, nao tern lugar o que re-
qur ,osupplicante.
Steretaria da presidencia de Pernambuco, 21
de novembro rie 1877.
0 porteiro,-
Joeo Gfmwaloes dos SaMtos Junior. 1

Commando das armas p


Suartel general lo commando das
arms de Pernambuco, 21 de novem-
brode l877.-Ordern do dia n. 1,054.-
0 brigadeiro comnmawndnte das armas,
em cumprirnento A ordem do president.
te d'esta p'-ovincia, coinmmunicada em
officio de 10, referente ao aviso do mi-
nierio da vuerra de 5, tuilo do corren-
teo determine qde, n'esta data fiquemrn
dipensados do servigo dos conselhos
do guerra, que prestavam per normea-
0oe anterior ao aviso circular de 21 de
julho ultimo, todos os Srs. officials
honorarios, cabendo-lhes os vencirnen-
tos a que tern direito pelo referido ser-
vipo, atW o fim de jlho s6menlt-.-Ma-
noel da Ctinha Iftnderley Lins.-Con-
forme.-O0 major Jose Bonifacio dos
&SWos Mergtdh&o, ajudante de orders
enearreado do detalhe.

Repartigao da policia "
I. seocAto.--N. 881. Secretaria depolicia
tie Pepambuco, 21 de novembro de 1877.
Ilm.o Exm. Sr.-Participo a V. Exc. que
Fram hontem recolhidos:;. casa de detentCQ
0 sogubrtes individuos:
I A' inha orden, Jos6, escravo de
Pedro Joaqini Gornes, por andar fu-
T 'doeM Anoel Jose dos Santos, e vtM
P horyemtosSit es criaiv-d


0 1 1 .'V I j -
8, DifemoS 0 qua Peasesrowda eduetAiP mmb,
- ftssiom. tambem mcucada no i a
- que nos tomos referido, como um 'dos rene-
n dios contra o atrazo da lavoma.
Vemos, coin a commission Sa a quiena,
Store n6s o cultiro, ainda, na maxima parte, o
namoero dos caltivadores que, arrostando as pro-.
conceits, admitted inrstmentos araI.iaos
i ontrus mahiaas aoptt UdsR peTos agiS Ci1tarW
k ewopeus e ,orte-americanos.
0. qte se diz da Bahia d applicavolt Asoutras
prorineias; por toda a parte o espirito do
Sagricurtor, atado As velhas usancas, nuo can-
cebe cousa ntelhinor do que o que vio praticado
,por seus pais.
S0 aferro iA rotiaa naii ha duvida quo, oem ama-
xi-ma part, proven da ignaorauncia dos lavra-
Sdores, totalmente estranhos aos progresaoss
Sagronomricos; sem a mnehor idea do sciencias
naturaes nada ce<,niecem 4dU foeras, que a,
snciaec nos paizes adiafljod tern sabida
Saproveitar ern benegclo tU.agricultura.
S Naio desconhecenos que a instrucgAo frecn-
(da o traballio, ensina.,do-o a utilisar todas as
for-gas productivas do s6lo ; ,e que, pertauto, o
lavrador illustrado na sua profissao valerd
Smais do que o ignorant.
Mas nfio p-odemos conceder a a ensino pro-
fissional a virtue de lovauar- a lavoIura de
soen abatimnento, que reclama rciadios d. effei-
to prompt o eftericaz.
Anholi:mos V\6r em nosso p-ai a Oitriaisua,.
,do Ohsiu professional, send.o a verdade para
notar-se a i!different a e dehoixo con mque os
govoern,)s Leai olilado para -sto .ssumpLto.
E' sem duvida digno de re-pArot, que n'un
paiz eminenteomente agriola, at5 agora nadia,
on quasi nalad se tenha 'eit() (ini p rol da ins-
-truccao agronomnica ; quando ja ura tempo de,
terms. se nio todas as i stituiios queji
Liem, por exerplo, ai Alloe.raniha, alguwuns liue
poderian j5i. L-!f-nwo.-, (l-Io riitu s.
Sale-,o que a Prussia nuo se pile gahar ile
p-ssair umrn solo rii-,o, e, entretaw.)-,, t.lvez nao
h|aja paiz europeu, ique tarito tenihaoniuseguido
na lavoura ; foi a;ii t'io rapid o esetnvolvi-
i'nto dai int'tlstria sacri;arioa, lquo em dez
anios tri-)iieou a (laiLidade pro-'lutzida.
Nao foi d:aonento a industria tio issiicar (qui
naquelle es)paCo de tomp)o Love es.i grand-;
dosevolvitnento ; iessie decrirso lini lfelto a
lavouni, Cr1agerol, Lto rapi-los priogress-s,
que, apzlar do poucA favoreci ia pel) aitiure-
za, ,:ollocar-s a r nvel da Franl.a, alias corn
to sii, as ondi dries de siperioridade ,que lie
ass1gLir3a :,u ico le'rritorio e excellent cli-
Inha, bern come suk ipula-uao) iitellig-i3te. e
Lhto beai doLada sub) LiijoJsass relaqces.
A quo lqvo a Prussia a sua iuvejavel posi-
<;ao agricola ?
A' ilnstrucao largametiteespalhada no cam-
po, diz Laveleye. 0 conhecimento das leis
natures e econmnicas tem operado o milagre
dIa miultipica.ao dos'productos.
0 governo prussiano, nio satisfeito de abrir
em. eada aldpi e cr1 ca-ta burgo unca. escola,
e obogar os meioriaos a froq.untal-ai, organi-
son um systeinma complCt1 da cnsino agricola
para as differences elasseo sociaes. chamadas
a dirigir os trabalhos dos caampos.
No eirwo do edificio representam oensino j
superior quairo academias reaes de agricul- 1
lure, almn do um iinstituto agricola muito tre-
quetado, addido a universidado de Halle, e s
-ot4r9 A de Bertim ; sao insttibwtes destina-
das .ao easino de mocos abastados, quo dese-
j".| preparar-se para dirigir fazenlas, como
donors ou administradores. (
Al6 c das quatro academias, ha dezenove i
escolas de agriculture em differences provin-
cias, corn cerca de trLezentos discipulos ; ordi- c
narnamente sAo montadas e custeadas por al- f
gum grande fazendeiro, auxiliado por dotis ou (
Fires mestres, o veterinario, o mestre-escola o
o chimico da visinhanga ; seu t1m 0 preparar P
administrators de fazendus qu, trabalhem c
coin os outros operarios, mas de um modbo r
mais intelligonte.
IIi aS escolas chamadas de aperfeioamen- a
t o (Fortbitdung-schulet, o diversa escolas es- 1
peciaes, florestaes, do volerinaria, de pradi- t
cultura e de arborietiltura.
Alm destas escolas ha os professors am- r
bulanles, destinados a levaro ensino aos carn- I
ponezes, pouco dispostos a procural-o f6ra de 1h
seus estabelecimoutos ruraes; vio de ajtda e
em aldea faze-edo eonferencias sdobre os me-
Ihoramentos adoptaveis e ensinando a vsar n
delles: citam os exemplos dao invencoes que d
tern colhido born exito e convidam a vil-os nas
explorariSes models: dsses apostolos noma- n
d criptor, nio pregam no deser to; os relatorios d
annuaes atteslam os. progresses que Ihes s'lo
devidos. ,


Outra instituiCao nao menos interessante i
a das estaieos de cbirmica experimental, que
tanto coadjuvam o ensino theorico. n
Por este rapid esboeo do -ensino agricola u
na Prussia ve-se que constitfie umn system ti
muito rational e complete, principiado desde u
is escolas primaries, cujos mnestres silo obri- ,
gados a ensinar noNSes, que gradualmente se
vno desenvolvendo nos grays superiors, do p,
ensiro profissimnal e aquilatadas na pratica.
Nao se improvisou to unimportatite edificio, di
antes obhra de muito esforco e demorado tra- e
balho dogoverno e da iniciativa individual.
P-e nAo podemos construil-o de urma vez,
torque nao iremos langando os alicerces? Se d
isperassemos ser ouvido do governor, lhie pe- ti
liriamos que se desprendesse um pouco das
preoccupaQges da pequena poliica, e dos cui-
lados pela vida de seun partido, afit de atten- dr
ier para assumpto tio vital, como a funda,o "18
da verdadeiro ensino professional. d
Nao esperamos, como esta dito, que delle ta
mane o remedio que a lavoura da canna pro- ex
-ura; pois necessariamento sero muito len-
os os seus effeitos, send uima verdade o con- m
eito do citado Laveteye, quanrdo- reflect que de
-o campo intellectual semeia-se hole, e nao se
olhe scn,) depois de vainte ou trinta annos vl
Ha, no entanto, relativamenteo a ensino gc
gricola, uma media que nos pare6e pratica- Mr
el desde ja : o engajamento, em paizes de
ivoura semelhante An uosa, dte homes pra- da
icst,, que percorram os districts ruraes en- n
inando as novas, praticas e melhorando as
elhos.


Nas fazendas do carina de Quissamt tive-
amos bccasiao de ver alguns melhoramentos pa
plantagio e cultivo, que aionda no se i0icia-
ram nas proviacias do norte.
Esses mnelhorameatos fo'-am introduzidos e
ensinadog por- americanos, contralados pelo
conselheiro Almerda Pereira, de cuja experiwn-
cia na parte da agriculture se oproveitaram
os fazendeiros.
De Nova-Orleans, onde se cultiva a canaa
de assucar por modo aperfeigoado, nao uoa
poderiam vir mestres, que se iamuibaumr ei,
tre n6s de uirn ensino pratico ? ba'n
St aensino pirofissiowal de 'que a indusiltla
de assucar poderA asperar immediate pro-
yor~e.
V046,. V1', / '
Outra necessidade de nossa lavoura 6 a de
qj s de communicagao, que garantan a crcu-
-oo d-s, products sem fortes doesp4 de6
N* h1 i j a OpIMo de nui tas 1

( Deus se compadea de no6s !... A
e Em 5 deste :-Hloje, as 6 1/2 horas da ma-
uli, dei o Santissimo Viatico a nossa mai e
nanas, e neste momnento acaba de dar a Ex- q
rema-Ungao d Gloria, que, jd sentihdo resfria- t
mento e umrna grande ancia, parece con$ar pou- v
os mementos de vida! d
o Nossa mai, ji quasi nada enctlierga-e nem d
ode ligar mais ideas.
(( A Cleopha 6 que ainda naio chegou a esta- ti
1 tao afflictivo, inas nao oonfio nada do seu n
stado. g
(( Que dores profundas nos aweagam !
a Alum do meu estado grave pelos iicomino- s
os d& que ellas soffrem, come poderei resis- c
r a tio terrivel golpe? q
' Seja feilta a wvontade de Deus! a 47
- Pela presidencia da provincia foi manda- n
b vigorar no proximo vindouro exercicio de C
878, a resoluCdo n. 1,746 de 13 de setembro
e 1876, por nao ter a assemblea provincial evo- s
ado o respective ur.amento pars o vigente bI
.erticio. q
--Foi nomeado promoter public da co- tc
area de S. Francisco, o bacharel Francisco Cc
SAssis Bezerra do Menezes. pE
-- No dia 18 do corrente, S. Exe. Revwa. de- ni
a conferir as ordens menores aos dous. c leri- dc
s, Amaro Jos6 de OlindaBarcellos o Julio
aria do Rego Barros. dc
No dia 25, o subdiaconato P. Amaro JoA Olin- si
t Barcetlos, Benjamin Corra de Sampaio Fi- "
.eiredo'e Julio M.do Rv Barros. te
No dia 30, o sobdiaconato a Clementino Pe- di
ira de Alencar c Francisco Gomes Angelim
etto. se
No mesmo din, confbrir io diaconato a Amra- di
J. 0. Barcellos, Benjamin C. S. de Figueife- 1
D e Pedro Leopoldo, de Araujo Feitosa.
No dia 2 de dezembro, rcetemoerao tonsura a
erica:l AprigioJustiniarro B. de Moraes, Gus- v'
dio Saraiva Le~o, Fratisco de Hollanda Ca- ha
Icante, Francisco Joaquim da Silva, Jos6 a
mildo de QQelroz Lima, Luiz Gonzaga do eG
iveira, Vieento Pinto Teixeira. 1o
No mesmo din reoeberho )is quatro orders M4
snores os teopsurados: Antonio Candido da. -
oclia, Artonie Fernasdes da Silva, Antonio bei
p de Arauj, Custodio de Ahnmeida Sam- !d, looa Grios Augstd .s6 Vmiko de 011-
ira, Manoele Candidildbs Santos, Pedro Ca-
dcante Rocha, Sezinando Marcos deC. e Srl-
, VicenteoSAzar da Cunha. ,
Igualmente ne mesmo dia receberlo o
iaconato : Librato Dio@i5o da Costa, Cemtn- S


K, li4al3^
0 Aiutr
district,


so$Ws nrqS[ess ema. ps e
at wa ipa No m iesano o *Babb$a u a, q-
SAO m as 1gweO Sach4oq

dIteM dasdo ferro, _oqu6facirftem a eSxp-
tacto dos prod uctos, resultara immediate be-
m a reatwoera compnesandoa sim e a -
WrifqiaS tovdnlientes ds mencargos tpulicos.
a sem near a influence que pessa osercer
soWre as ndustrias esse systema do virao,
todavia a cominssao naopense quo present.-
mote deva 4ar-se-lhe pradrecia a ous rdo
actAo mais efficaz. As estradas duare ero a-
ve al ia cetti 5za, que assim sod torpa
privitogiada; o de qot maik seo eo-ita 6
doe tu .soccorro. ua etefacioigeal. -
,a Mais do que viaoao rapida preciai a os ae-
vra4ores de estrads* ieuaieipaos ou viinaos,
e de points que dsean Lravsito ewa qualquer
6poca do anno, em falta do que ficam as pro-
ductos retido r nas fazondas durarito a esa i.aso
das chuvas, semprie corn de rifento de suoa
qualidade e diminuic2a-do peso. ir
Sa tivessamos de awonseaaw o goverao a
prornover, alrn dais estradas ordiUtiae. -Al
igum anoelhoramniealo nas vias de comhaunica-
00o, cha mariaraos sua alloao para a nave-
ga1o de nossos rjos, muitos delles iabalido-
nadoi ou desaproveitaoosr, quando naio hba
transport U ao aropriadodas tnrca;iorims pe-
sadas ere tonga distaincia. do que por bad.
E-*perainus poiJtrainda Lt&4arrnos das vias
oluviaes Cein a s., quie soabre o assumpto
p1-ojical'nDos esc'elder, epo nthinostrareinos os
cuidados) que na Fra39a vao .perecei.do ses
rios arnacis, que as estraidas de terro haviaw
deato osquec-ir.



[ARIO BE PEINAIBM-UCO

RE'UIE, 292 DE NOVEMBRO
Noticias do Ceara e Parahyba
Prlo vapor brasiloe o Ipoijuca, cuegaado hon-
torn pel mianhi, recebernos o Cearene, de 11
do corrente.,re a i,, doa Plandiy1ja, de -18
do corrente, daos 'naes oiernos 0 (Iue se-

CN5A1l.A'
Do ialau-i< gr I dajo na thesouraria no) n
uLirMMo ti itulbro, onsa ser a divi a acliva
di d)r)vineird e da 3u5:1993i e o passivo de ...
ai2:897^ 82
Da aornparaCA.d dest)as cifras rsullta d'i fa-
vor dos cores pruoviciaes a quanltiaa do I
82:302452. .
Da divide provincial pagoii-se de janeiro a
outubro do icrrento ajmo a qUantia d .....
228:539#73-1.
Dki-mea.no ad aail costa existir urn saldo
em dinheiro da quantia de 26:6W6$557.
fina alm deste saodo a recoler a quantia de
35:Brr,( M da fazeindao ral, destyinda no res-
pecftiv orQronento para auxiiio -as duspezas
S Falleceu, et Boa-Viagern, o capeito An-
tonio Bezerraudo Valn, abastado fazendeiro.
Ern various pontos da provincial tem-se
desenvolvidoU t1 0pitgaoia, cujos symptoms
Bso mnui semelaoites i s te Oberiberi. Em S.
Uernardo, LimoefReo, racty, Quixeramobim,
Boa-Viagein, Sobral e outros lugares tern omal
feilo niao pequene nunOhero de victims.
0 Dr. Adrhio Tauvat* Lay, 4Qpois degob-
iervar diversos doi* no oAracaty, no mnez
oassado, diagnosticou-beriberi,
Uma cailau do Revm.-Pradasco Jgtricio da
Costa Mendes, de Boa-Viagem, para seu irmlo
o Sr. Manoel Theophilo da Costa Mendfs, di-.
rector do Atheneu Cearense, diz o segaiute:
a Escrevo-Ihe doitado, porque al6m dos in-
uomnodos da wrrivel molestia que, estou sof-
iron1oappliqivai hontem quatro eausticos' que
ne teem inncoemiodado horriveibente.
Nossa m.i e m&nas eontiuam semnpre a
)eior ; tendo cornecado a fazer use dos reme-
lios qua nos mannlou o Dr. hello, hontem pela
nanhi.
i Nao sei qte terrivel real e oslo que nos
0coom0mette, tomando vaslas proporges em
oucas horas, e levarndo seas victimas & sepul-
ura no fim de poucos dins!
Comera por incha@,? nos p6s, depois nas
iernas e rapidamente toma' todo corpo, sof-
rendo-se dores e endurecimento nos muscu-
os, extrema f'aqueza nas pernas, anciedade,
;to.
Alem do capitao Antonio Bczerrt, jai teem
aorrido outras pessoas, e muitas estao ataca-
as, serl outro recurso, alhn de honeopathia.
u 0 Dr. Mello nos aconsoeha que saiamos
ara a sersa do Batnrite, porcm, oestado de
ichacao de nossas manas e tal que nao po-
em fazar qualquer movimento.
a Alemn dos horrores da secca, urea molestia
esconhecida!


sty-Bssfi 3,
onUWalo 2, ,
abutfi 1, S.I
[pi 1 e .Assa
los immigra
L-se jA a 1,.42


Officlaes honorarios. Por' aiso d
ministerio da guerra, de 5 do corrente; fc
determinado que fiquem dispensados do san
vico dos qonselhos de guerra, qae prestavar
por nomea o, anterior ao aviso circular d
V1 de julhd ultimo, todos os officials hoanora
rios, cabendo-4hes os vencimentos, A que tec
direito pelQ referido service, at6 o fim de ju
llio s6menre.
Captura de erslilnosos.- Pelo delega
do do term de Goyanna foi capturado, A t1
do corrente, Manoel Viriato, crirainoso di
more.
Commilsso central de soccorros. -
Foi-nos remettido o seguinte para publicar:
a Villa de Plores, 3 de novembro de 1877
--IIIms. e Exms.-Srs. -- A coramissio de Flo
res, represeutada pelo abaixo a~signado, ha
biliteda no corner do mez proximo find coo
quatro remnessas parciaos de generos, vindo.,
de Linioeiro, formando ao todo 98 volumes
quo siao os mencionados na conta refereni
ao mesmo mez, a qual por esta occasiAo, va
A presenga de Vv. Excs., rDAo so se exfornot
por acudir aos reclamos da pobreza verdadei
ramente desvalida na f rguezi, soceorrendt
e ajudando tanto quan)o era possivel o des-
envolvimento crescent das retiradas para c
literal, como tambem emnpregoau u os traba-
Ihos do aQude, em numero do 1,895 dias d(
servico, o pessoat constant do annex qu(
acompanha aquella conta, folando de'podet
annunciar que no dia 31 ao mreo dia, foi jul-
gado concluido, acirna (Ido piano, apreseritadc
em officio de 16 de julho, .todas as olas dc
mesmo acude.
(( Cornm o concurs de pessoas gradas da lo-
calidade foi verificado opportunamente que as
dimens5es das obras realisadis sao as se-
guintes
a Obras dc terra. -.. 0 assento do paredio,
que comeCou comrn 4 metros ,1o comprimunto,
tern 24 metros mr sua base. Sua altura ele-
va-se, media do porao, at 9,50 metro8. vin-
do a morrer nesta altur'a corn 189, 0 motros
le extensio- e 2,18 metros de largura.
( Sangradoura.- Cavado em terreno de es-
ructura custosissimo e pedregoso. Tern 39,50
metros de comprimento, 7,10 metros de lar-
gura e 1,05 de altlura.
a ParedSo de pedra secca. Amparando o
.ervigo de terra contra as enchentes do rio,
oomegou corn 5 metros de extensio na base,
oue tern 1,50 metros de largura, eltevou-se atW
-,40 metros de altura, e terminou corn 30,50
netros de comprimento, rampado em cima
oir argamassa, e sendo todo rebocado.
( Sobrou do cal preparado para este ultimo
ervigo e de-que dei sciencia a Vv. Exes. no
aalancete do mez de setembro, cerca de 60
uartas, que offereci A matriz, para onde foi.
odo transportado, e qua passou a ser appli-
ado pelo Rv. parocho, minediante recursos de
atrimonios, ao acabamento do service de cor-
ija e reboco da tore que estava eo preto
o meio patia baixo.
a Tendo consuwido w corner do mez to-
os os generous de que taMei, flea mesmo as-
im em doposito, 8 cargaS de mitho e 4 de fa-
inha, chegadas igualmente de Limoeiro, an-
e-holqtem I.0 do corrente, com que irei acu-
indo As necessidades occurrentes.
a Nada mais devendo acerossentar qae hao
jeia a repetiio do estado critic das con-
igfes datorosas, a que ostAe condeimiados
ods os habitantles destes sertles, !cunmpre-
te agradecer. a Vv. Exes. por mini e por
quettes a qemni teuho podido f eneflciar, o
alioso concurso coin que a administraglo
a distinguido esta localbdade.- Dens guard
Vv. Exes.-llims. e Exrs. Srs. 1Dr. Joaquim
onalve s Liam, Viseondte do Lirwatmento e
)io Ignacio de Medelres Rego, mrnito dignos
embrtos da commissalo central i sccorros.
-Pela commisao, FramMismo Dhmiesng Ri-
iro, Vianna.
oata corrente do dinheiro e gert;ros *fe-:
bidos pela commisao especial de socorros
de Flores, a -dtar do di to a Si de oittt
bro deste ano, e bemt a ssi da apjlicacIo
e destiny quo tlveram: -
ldo existence do 3es de seIeiro 26440
oneres -recebitlee neste mi
A saber: *
* P teinla 40 seticc :o "
Kilbo ....m
' IK alio 1 A 1 1 ...


dissoas.
Peli|hissarlo doo P rit" Hetwi-
ques Theberge, foram soccorridus de 1 a 8 do
corrente, OWfailias enigmatos, co.Astando
ao 4odo &e esos, -
Umas pesso$t que acaba de chegar do cen-
tro counuacu a(> CwM~ep.aeyia*:
Ia Molhe fao ruma descripg/o complete dos
Herroores de q&@ fti teasteImunha em nminha pe-
noasisima jurnada do interior, porqne falta-me
a cbragem i; e eso, n'iagueom o acreditaria;
poupe-me pois a esse trabailio, referindo-lhe
somente o seguinte:
SEin S.Joao do Prineipe tendon a respective
commissAo ds soecorros contratado alguamas
pessoas puar irem a Quizeramobim biwea_' vi-
veres, saMrai, d'alli coam urn eoniboio de bois
e cavallosem numero de14. Destes animaes,
por6m, nao voltou am sjtodos morreram em
eamribo, os quo reais se apros;imaram da vil-
la foran duas cargas, que fieam-anm A distancia
de 10 leguas !
F .' impaossvel fazer alravessia de 8 ge9os
por urn campo desert, devastado e completa-
mente abrasado !
( Em Jaguaribenmirini, uo dia 07 do outubro
assist A cemmissio soccorrer a 715 immi-
grantes que passavam ; a 28 c 29 quasi igual
numero, pois que a estrada real do Cariry al6
o Aracaty est5 apinhada de pOVo, muitos dos
dasgragados inteiramente nis, lguiumas ma-
,as trazendo apenas uima-si-,:ples tango-
Como usavam os prnimitivos iNeolasde-sta toe-
liz provincial e todos moirt)s 4 ftuine. arrastan-
do-se coni dilliculdades pela rua d'arnargura ;
em dirccilo ao Aracaly, onde preiendobm achar
passage para esta capital.
q Goin cprteza, deve esperar-ss nostes dias
nesta capital, soinento daquella pwrodonoia,
nupca menios de 10 a 15 mil pessoas. o
Communieam do Brejo 3Secco em 23 do
passado ao Cearense :
a Acaba do dar-se unm conilicto si-,'io no
Exft, provincia de Pernamnbuco. Foramn pre-
sos dous hldrOes de graO : o tenente-coronel
Ignacio Ca.tano mandou tomnal-os ;- effectiva-
rdente assim aconteceu depois de escalarem
as grades da cadeia, dando-se urn conflict de
quot resultou a morte de um dos aggressors.
0 facto occorrera no dia 16 do corcnte.
PARAIIYBA
Cartas do amigos do centro da provi.ncii,
diz a Opinido, dizemn-ns que noste mwz cahi-
ram ligeiras chuvas, em al'iuns points los
sertOas, send maiores nos Carirvs ; 1n1s quo
de nada serlirAo senuo forern seguidas de -ou-
tras mais copiosas.
a No municipio desta eidade teem havido
tambem alfumas chuvas, tend sido grande a
da noite do -16 para 17 do cot rente.
Na capital falloeeeu o primeir4 escriptu-
rario datlhesouraria de fazenda Antonio Ma-
noel da Silva Goelbo.


PEPFAJIBUCO _
REVISTA DIARIA


Para o deposit, do din 1 a 3( d
tubro proximamente find : 416 v
Milho
Farinha
Feijao
Carne
Arroz
Peixe
Carrinhos
Sal
Fazendas
BacalhAo
Total
Genetos sahidos
Para o Triumpho: 92 volumes:
Milho
Farinha
Feijao
Arroz
Sal

Total
Para Flores: 14 volumes:
Farinha
Milho

Total
Para o Brejo: 100 volumes
Milho
Yarinha
Feijao
Carnme
Peixe
Sardinha
Sal
Total


ra


o mez de ou-
volumes:
468
122
46
26
22
14
8
4
4
2
-416


40
38
6
60
2

92

,8
6
14

.42
30
10
10
4.
2
2
100


Generos requisitados
Pelo commrnissio especial do Limoeiro, du-
inte o mez passado: 298 volumes:
Farinha 145
Milho 34
Feijao 32
Arroz 28
Saidinha 21
Peixe 10
Fazendas 4
Came 4.
Sal I


Somma
Ferragens:
iEoxadas


Pi5s 6
Picaretas 6
STotal 98

Nnrno de volumes exiitentes no deo.
posito a 31 do outubo


279


Villa do
-0 eacari
Jla*xIa~v41
Akaiori


no, r (d I novombro fie 18717.
(o deposito, flojY da Cunha
poUdlal Por porLaria da
v ia, deo 14 O orrente,
**4 mniAwv public, Fma-n-


sI sde
ra 3i


Imel
1mei


pre-
e, fo_-
1, OS
Gus-
pa ft,
l9od


Gurff|tl,
9osi bvk


SFarinha 49 saccos
Milho 42 ,
Feijao -
Arroz 9
Sardinhas : I brrioas

Total 98 Wvlumes
A distribuicZto iresiati. em :: owpenSno aA
1 1895 dias de service, eolrrnme annuo qow
S-prenesee s refor, toda ap$i*ados A obar
do acude rnais em rsa s a cerea de 1,00&
iWoas entire retires e desvabdos que
procuraram soeborro.
Villa 4e Flores, 3de novembro de 1877.-
PlIa anBissWo.-- 0juhiz de direito, Francisco
Domingues Ribeiho Viann.
SVilla do Lknetsio, 15 de novembre de
1877.--Ilms. e Exms. Srs.-Tenho a honra de
remetter a Vv. Exe. as relates incluasas das
entradas e sahidas dos generos do deposit a
-meu cargo; do dinheiro recebido edas despe-
zas que tenho .feito eom o transport dos ge-
neros para outras.locaidades, durante o mez
proximnamente find.
o Como Vv. Exes. tVraio a bondade de v~r
dan retac0es a que me refiro, existia om caixa
um saldo de 9885800, que, corn 4:000# que re-
cebi em data de 23 dflmez passado, perfaz a
somma de 4:9885890.despendendo desso di-
nheiro 1:882600; entraram no deposit 416
volumes e sahiramn 504, para os lugnres men-
cionadas nas mesmas relagOcs.
( Cohtinuo ir6 empenho de fazer seguir pa-
ra o centro e major numero possivel de volu-
mes cornm generous, em cumprimento das or-
dens de Vv. Exes,; mas you lutando e6in dif-
ficuldades em consequencia do estado das es-
trad-is e da falta de past e agua para os ani-
maes; dificuldades que, entretanto, espero sn-
perar.
a E' so por era o) que tenho a cornmunicar a
Vv. Exes., rogaando desculpa da demora na
prestai;Ao das comnas, de que me occupy; de-
mora determinada polos muitos afazeres de
que me acho sobrecarregado. Deus guard a
Vv. Exes. IlltIs. e Exms. Srs. Dr. Joaquim
Gonialves Lima e visconde do- Livramneinto,
rnuitp dignos mnembros da coinmissuo central
de soccorros na capital 0 encarregado do
deposit, Eloy da Cunha Barbasa e Silva. i) -
Gonta corrente do dincieiro e generous recebi-
dos pelo encarregado do deposit da villa do
Limoeiro, desde 1 ate 31 do mez de outubro
deste anno e bem assimi da applicaQuo e des-
tino que tiveran:
Saldo existence em caixa das quan-
tias anteriormente recebidas, (of-
ficio de 2 de outubro) 988$890
Dihlieiro recebido al6 31 de outubro 4:000090
Somma sob a responsabilidade do
depositario 4:98848 0

Dinaieiro del p ii-ido .
Corm 46 cargas remettidas para o
Triuimtpho, em os dias 3, 6, 20 e
30, e conduzidas pelos cargueiros
Eloy Mendes da Cunha Azevedo,
Fdrtuna SansAo de Liberato, Josb'
Florencio da Silva e Pedro da Ro-
cha Oliveira 9.)60cn
GCon 7 cargas pars Fiores, em o dia
16, e condazidlas pelo carg-ueiro
Joe Gonralves Pinto -1403000
Corn 50 cargas -para o Brejo da Ma-
dre de Deus, em os dias 22 e 26, e
conduzidas pelos cargueiros Vi-
cente Felippe de Oliveira e Satur-
nine Gomnes do Nascimento 300$(M00
Com o ordenado do depositario do
10 de setembro ao ultimo de ou-
tubro 4t005000
Corn o aluguel da casa do deposit 16$000
Viagem ao Recife para conduzir o
dinheiro de frtes .18#000
Corn salario do advogado, sellos e
certidoes para ser post em libev.
dade o carpoeiro Saturnino Go-
moe do Nascimento, preso pelo
subdelegado da villa, quando con- -
duzia 36 eargas do generous para
a villa do Brejo 22$600
Somma 1:882$600
Dinheiro existebte em caixa 3:'106200

Somma 4 988S800!


O primelro nos ataques, o'n0limo nat*stB-a
das nalo perde umn momento- de viti Ma-eusa
soldados, os quaes tmi nolle absoit .ooB-
fianea. -. "
SQuando flanqueia um batalb&o, Skoa-vi
i frente e o conduz ao assalto s em e hi
vacilte. Qurndo tern tdo emprehep er mvi-
mento perigoso Ie Mnportante;elpwoOewpr-
para, dirigee exeouta, gostando po.It on-
flar aos se"s subalternos tudo oqiu*.lll ee
graild dificuldades.
E' possive qioe eslte geieraxl., w K'w
delo degonetld lio uAbOw-til
no dia emoni ,*q t5,ai)ma l
coimmiandaT i grandM exerlEto, i
as multlip rigsab i < ii 5i
go: por m amu ndkA am"W B I
frents d ans+ tr ps lig"ims t g^o
coniouari,.a prestar a U,


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prpiNPRdo Sr.'4aD 4Wdo
;oses AN4s que, MVi br-
co pua -bor6, weB ui etoripieW de
11700,4IaSOM farwrha. Buftmfu u l-
~2,7G mo~e, ~ jwI1ianu lat
I gar Tr iaos, a s Ste, A
horas o meia da note; i I SW-
eo meAtre, fie r, ttma pdw lp igi -,ua,
da emipntnia Pernarntbucuaa, 'httem i ga
do A nosso porto, at6 a ensea-la de Caismra,
onde. para poder encalbha-la na praia, ,cono
era indispensavel, mandou o 0ommandante
do vapor espiar um ancorote corn urea ,spia
le cabo de Cairo, de seis polegaitas, empre-
gando om todoo asevico atripolaclo do vapor.
A barcaga aaufrgoa per hbaver, ao ca(ibar
A vela, dado d borda.
Do carregamento sh.-aram-se 800 saccos do
farinha, em born estado, e 600W, com-avarias.
E' digno de eacomnios o Sr. commandant
do vapor.
Telegranitna-Pelo ,r. Reis, chefe da es-
ta(5o do Recife, do telegraph terrestre, nos
fui communicado o seguiqte :
c Bahia. 21 -Hontem, Is 1, horas -da noite,
incendiaram se os armazens de Rebello Mi-
randa, Santos Porto, e outros.
Penedo Dessa cidade, na pravincia das
Alago6as, escrevem-nos em 17 do correate:
a Escrevo-he da nmiito nobre e leal cidade
do Penedo, olhando para as bellas margens
do magestoso S. Francisco.
o Aqui so acha. a passeio, o Exm. Sr. com-
mendador Passos de Miranda, digno presiden-
te da provincia, que tLeve uma esplendida re-
cep).io : arcos triumphaos, musicas, flores;
reuniies danuantes, etc.
,( Cnsta-me que o corpo consular peneden-
se vai oifureeer d esso nosso comproviuciano
ulima rica penna de ou ro, ravejada de brilhan-
les.
I la aqui grande itass iiao pela sua vi-
siLa.
Faculdade de Diiet,) ( do Recife--Re-
sultado dos actos de honLnn :
Augusto Guedes Gort-a Diomedes Theodoro da Costa, idem.
Artilur ,de Barros FaIcAo do L-,WcOida, iiden.
Luiz Barbo-sa da Silva, idem.
A!,ri'- Dins ,le Araujo Fii j,, sirptesment-.
M;unoel Lopes da CutLit, pi;o:aenoite.
Archimedes SecunJino ,irt'ins- da Silva, idem.
Mwnoel dio Nascimont-:, ..,haju Portella Ju-
nior. idoin.
Josl EmUyli, Gonaro- Lia. idelrn.
Joafjuim Jose !od -;'';i,^ -Allares, simples-
-; Escola norP'tl--N)' i- 2i do c)orronte
(0bbajo), ao meo !i;, -o 1 lse necse es-
t;tlebeciim;nto a s .lemu i istribuicdo dos pre-
ni-os qp ) forarn *c-'r;.-;'.os a. os ahlinmiis rio
corrente anrno.
E2iames de prepargtorios-Comegaram,
no lia 19 do cort-rerinte, Os oxames de prepara-
to~i-)s, send o resultJ,,i. a seguiiite
Di.: l 9
L;tim--l r- apprvado plenmmente, 5 simples,-
Inentep, o reoro',;v.os.
Lingua nacional-2 plenaiu)ente, 8 simples-
111ene, e 11 reprovados.
Latim-2 plunamente, 4 si;nplesbieote, v i
reprovados.
lnglez-4 plenarnCento, simplesmente, e 3
reprovados.


S


Generos entrado,


I"I


783


eoattDia 2
oaotim-4 plant 2 ples-ente, 2
Leprovado--4 yat' te s.a-
Dinliero- vapor fpjosca troupe para1
Gores de V vattos & Irm a.e17:7170400
ia rentoe Viana & rC. 16:000000
Luiz Antonio Siquir & 6-72450000
Cunha IrdetAos r & C. 5:500#000
Mcnha rd, Mettler & C. 3:00000
Piieno Duarte Ribeir 30000
MnJulio Irma o R2:500000
Mael da Costa m'oreir 2:300500
Gundalvdes, CIrmoao & G. 2:0005000
Fernanioels, arneis o & CA. mr2:000.0.
MF oel Tavarles do ACni t.:8200000
Joaio Narciano & CAG-. 1:1200720
Joaqui so lippe a Coj 1: 00000
Jor1ae Tassqo 'aIC 1 00000
nanroel Jos Ptio Tas- so 10500 0(t
Feinand.is &o -iuila a0o 003700
AnJnio D uniz es achad 0OS(000
JoSi Duairte ( atds Nve 600000
Silva & Alves 600000
Machiado, Loposs C. 5-0.000O
Jo-o Jose da G-Inha l.ae; o-477t040
Sociedade Proteto's dia Instrucegio
-Esta associaeao celebra sessito da assem-
blia geral de seus nmenmbios, hoje as 9 horas
do dia, afirn d(O [rosegui't a discussio dos es-
tatiutos.
Monte Pio Sant;i Cruz-Esta sociedade
benefticeute funcciona hoje, as 6 horas da
Ltarde, em a reospectiva UO, d!rua Estreita do
Rosario n. 41, corn o numnerio de associates
que comparecer, afim ido proceder-se a elei-
C-o do conselho director para o anno de 1877
-1878
Itua do Marquez a ilerval-Pe Joem-
10o para recormmeoldar a autoridJade compe-
Lente, um terrono (11e exis-.c na esquina das
ruas do Marquez de Ilerval o da Paz, apenas
cercado por umITI 'anito zssaz baixo, o qqal eostA
serviido de depo:-,io de quanta immudicia ha,
coi grave prejuizo dua sulubridado publics, e
nloCineodo n.o s6o dos visinhos come daquel-
es que tern a infelicidadeo do ahi passarem
em certas horas do din.
Recomnmemdiamos ao Str. vereador da cama-
a municipal do Recife, encarregado da lim-
poza da cidade, um passoio por alli, para por
i veriticaro quanto fica lito.
Imprensa-iRecebomos do Rio de Janeiro:
0 n. 84 da Bibliotleca Romantica; o n., de 3
!o corrente, do Psitt !'
- 0 dia de finados, inteoressantissirnma satyra
oelh Sr. Arthur do Azevedo.
General Skobeleif-Acerca desse gene-
al russo assimn so exprossa umn journal in-
lez :
a Este general adquirio fama universalpela
ravura e audacia de quo tern dado proves na
etual guerra. condiqbes a que deve ser um
os chefes mais populares no exercito russo.
Os turcos couhecem-o, o a ficr-a de o ver
os combatcs, lhe chamam Ali-PachAfou gone-
al Branco.-Quando se pergunta aos prisio- .
eiros se viram Skohe!eff, rospondem :-No,
uem viaros 6 Ali-Pacha que vai s.mp e A
rente dos rmsos...
Skobeleff monta sempre um cavallo braCo,
usa durante a bat,,lha uma capa taisbem
ranca; daqui a denorminacAo, do GLwraotl
Ia InCO. ,2],,;: .. ..





























t a r, o1iti'lumapprt W p #, augmenwto
* ro progr kq* afas deve terminal
da iissr dos aestes e anseg*untei
Le4Qt.Ucoostkd a t bultra
* antaet St Of n funtdo Joe reserva, afi
4 prw as reecesdades $ da e a, aliWO
* o n dolestadoqse, iaf6 Ot as actai
breo ensinoe a desponder corn elle, no
.lhe dart o deseuvolvimento que o mresmo
sin, ptodf aleaanr pelos esforoos comic
dos f tco."os*
AA primeiratbusina Adpregoar i o ut
rii-aainstituioes, 6 a voz autorisada do in
rvel e habllisslrnao Sr. professor A. Est
4a Cta e Curiba, o Pestallozzi brasileiro,
s quiz,'isponwnnea e louvavelmnente, co
i tursedi-.r iniciador.
Seund ados 9 seus csforeos polo ac
Sr. ininstro do iBiomioa, distincto patriot
coan o maior fan procure elevar o nive
instlrnw pubiirea no vaiz, p6d (Jeicadu ezsel o ampliar, 'ievidamente au
risado, o programmtta das materials que c
Lituern a insLrucAuo primarii, e ainda u
fundtiar ura caia ae ima bibliotheca escotlai
lado do estabelecimonro tue digaa e illu
dameonute dirige, e pare cujo augment e
feiolbethe nao te. fata !o as ptblicas ad
nuculas.,
o Nao sendo, porOan, o seu inltuito ins
na cOrte a realisalaio de tio luminosa i
sunao propagal-a par toJo o imperio., para
uenhelimn de seas compatbriAaw fique A mar
do bernetieio, eis oomao se e.xprime elle em
appelo que aeaba de ini'serir nas column
Escola, revista do sumno proveito quo all
public:
a Aos ptrestimosos senhores correspom
Les desta revista, aos seutis colldgas de c'
bhora(cao na rncesma, aos seus cotlegas no
ualistno, aos-seus voltegas do ensino, pub
,u particular, quer da crte, quer das pro
ias roga o professor |A. Estevao da Cos
Cunha que se dignrem auxilial-o no soua
,tcamtumn de instituir a bibliotheca e a caixa
.co:,', para cuja fuasa.:t) se acha o dito
le-sor autorisada polo governor imperial.
*i Quando nito Ihea seja possivel, ou
queiram auxilial-o dt-ect;amente, pede-lhe
meos que pronovam-igiuaes instituicoes
localidades em que rcsidem. Elle tona
iuiciaCiio dessas instituijOes com o auxili'o
rvatA sua id a, e os m.vs dil-os-ha em i
pi o)pportuuo.
a A caixa escoLur, s' a instituirinos
u,sso paiz, em cad, iadai:een cadia parog
O fr possivel, seS.') unico eo)meww)ref/c.o
,lir poderemos drlispir para aporfeicoar o
sine e esparzir a tis.riacAo popular. .
SA razAo porque dissemos acima que ca
a proposito tIrataraios-i hoje deLe assumpt(
preierencia a qualquer outro, 6 que inco
rirmos em um crime de leso-colleguismn
lo-;o -delicadeza se, nilo apressando, como
vIflos, o appello do n)sso illustre comnpal
ra de lides jornalistieas, deixasserns de f.
pate aos encarregados da instrucQiio pul
n.t provincia, do nobre emponho em que
:,hi i o disLincto aapellante, encareceidj p
-a e nossa parte a pr.:iosa attenc'o de to
em geral e de cada um emn partictu"ir par
.,sp cie de que se irath.
0 Sr. professor A. E-evao da Costa e
ia jao 1110 exige qae Ihe mandem umn ol
quUalquer, qua fosse ajudal-o a attiigir
objectivo ; elle c6ntenla-se-subiime rasg(
patriutismo!--queo se procure iuiciat- ig
monete nas provincias Lto monmenLosas itn
tuicSes, o que considerarA (( coino urn aux
moral A sua idta. I
u Convicts de que aqielles a quemim os
rigimos nao lecharno incdifferentes os ouvi
ao appello que se lhes faz de tio long,
amor dos proprios brios e da propria dign
dt de cada urn, pols que trata-se da resoln
do grande problena. da educaio, quo nra
.i.nente o desenvolviuento du future, n
;,iles uma questuo de vicia e morte, no d
"l3c Michelot, aqun darlnics o pianro, mais
inIiOS, que pare os estaielocimentos qu
Iionados apreseuita o e.,inoeite inslituidor
\ btb~iotheca e a'kcauixs escolaw deven
-tinr para cati freguezia nas ci.lades g
'leS ; nas cidades.pequeaas uma per distrii
ias villas e povoa, ios, inra para cada t
,lessas loalitdades. i
Sobire a applict.o a fazer-se dos fundos
,'ulhidos na c-iix escohl' disse olie :
,' A cais,.i ou f..talo escolair em alguns 1
S,:'s contribue para o pagamento do mes
*i n;sa da oscala e do material do eosir
,?m outros, ou so para o pagarnerito do n
ire, ou s6 para o material, fazendo o esta(
restanteda despeza ; em outros, finahrne,
,.onw, o nosso era que o estado pa.ge o me
,' a easa, pdde a exu't escolav set'vir pare
,:i-,n material de easino, o livro, por exem
ptra premiar os aluinnos distinclto, auxi
,'s neninos indigentes, etc. a


SEutendeeie maise q'ue pare director
iiscalisacgao da bibliaohec% e da c:ii.a esco
a ptini.ijiahpnto daz ultima, sob a preside
do respecivv delegado ou inspector litter
c;mn recurso, em ca-so de dividvta, para o
poator geral da iiizassta-,o public, a d
para o ministry do inperio ; e julga, pelo
tlimo, da maior- necessidade que a autorid
co*nipeteate se digae .mniandar formular as
,fucQOes peJas qaaes se rejam quaesquer
btiothecas on c(k.ras scolares que se fun
enitre n6s.
SSemr divergirtos das opiniOus euliit
pelo distiocto coLtega, vamos dwer. ere
plii-toi), qual o nosso modo de pensar ace
As bibtiothecat.f que constituirlbo de lii
woacereuotes a dis-iMplinas professadas
esu.olas, ainda que coiastituidas por donmit
pari.ioulares, aget-:iadxs pelos respectivos
rectoras deveon ser. ubsidiadas pAelos cc
p'blicos provinwiaes.
As caixas cseoi,,es, que terao do erm
zir, niao s6 par a comnpra de livro, expedi
dies esuolas e auxilio aos alumnos ncuess
dlos, was tanbeat p.ra a conrstrucpibo de
mentor in pa,'tibaz, los professores, se d
,lo former:
q Do produclo espetial de algum imp.
provincial;
i De doabese, subsidies ou leg.dos pArtl
lates ;
(( Das readas ,ds bons do minti-io
app1i-a.' detertniarda d;
at Do subsidio obrigratorio de 2 por oiut
rteaWlianto iliquido de todas a- ir.ianda
3 e Ce)aftrias ; etc., etc.
SPensamos mnais que essas caiaus dcve
estar a cargo de juntas municipaes ou p
r hiaes, e que todo o dinheiro realisado de
ser cavertido e.n ac:,5es dm estabelecimeu
bhcarios de cireditLi consolidaio.
( I l jon1d t t) de(nais para uni simples
tStiiide apresanta.io, resta-nos ainda co
d1a r aqualles a au .am aos dirig.utos, p
4ia4s, a Miceheket, que nao devamos ac.
A at-mwa polas emnbaraos emi transmit
casino s a taw;as, iem tao pouco chain
sna aiid --jjgat(;, ;porque o que ingri
Sa-eii rriacoumidor, 6, a negligeucia ou des
om 'teqia se f faz pusaro 0enino de(
vida : t in A.-uma fxidade barbara,
llo, Vp assar umiat pequana cabega,t
tffiagimaativa, a cousas tAeo
P -1a gleituira ouo cal eto, oemn
tiss a,(ether
P 4' .Ito fat


an- cia ns. 37 e ..
- As iHotas whirft-to, sao, digta extrac-
gaun- cAio, s6 tendo por6n ,lugar, paaianmto ds
umn resnpidaip -pre misq 4 A ips stainta- pot
aols (iaM/af 1'1. ; II 11^ 1!:11
ou] Prote4 doe U .-- e0 vilo de pr6-
sem- testos Albuquerque, a dsse4 n Garlo-
inar) rio na pateo do Paraizo sobtrad. n. 24.
nea- Vapores-Sao esper os sguintes:
em Chrysolite anh
k ede Vil de ais r e B tA* 625
ando Elbe da irapa ate 27
Sso- Eapirito Sa4. doNae t a* 27
unea ptan do Sol at6 7
en- Neva do Sul a 29
na. Galicia 4a Eurpaald 1 de dezm.
Gear .doNorte at 6 4
ilita- Gironde da wopa at 5 5 )
fati- Bahia do Sal ate 9 ) )
evAo Mfimo da iuropal6 11 ) )
que Lelles Hoje devem rtalisar-se os se-
nsti- guintes :
Pele agent Balamaqui, A rua do Bom Je-
,tual sus n. 53, das duas terQas" parties, no valor de
Sque 15:856G894, no important predio di Passagem
I da da Magdalena.
,ptor Peo ayenate Pinto, a rika do Born Jesus n. 43,
uto- de trees casas terreas na rua do General Seara
pns- e duas na rua do Visconde de Goyanna.
mais "Pelo a.qente GusMOo., rua do Bar'o da Vic-
r ao toria a. 65, do sitio denominado Solidio, na
stra- eslroda do CaxangA avliado em 5:0000100.
per- Pdo agente Stepple, no trapiche da compa-
dmi- nhia porriamnbucana, de29 saccas com algodoia
de Mossor6.
sular Pelo agente Pestana, d rua do Vigario The-
idea, norio n. 12, de moves, objects de ouro, pra-
que ta e brilhantes.
gem Pelo agntc Martins, no pateo da :"anta Cruz
utnm n. '12, da aruinagao, generous e utensilios de ta-
s da verna.
i se Aianhil devemn realisar-se os seguintes:
Peto aqeulte Steppte, A rua Duque de Caxias
den- n. 18, de ura casa Lterrea na rua da Paz, nos
ella- Atogados ..,
jur- Pelo tatentc Pestana, ad rua do Marquez do
)lico Herval n. 146, da armagdo, generos o utensi-
vili- lios de tavenra.
ta e Salbado doR ci icalisar-se os seguin-
lesi- tes:
I es- Pelo agcnte Pinto i no armazam alfandegado
pro- do BIarato do ivramnonto a rua do BruMn, de
ce ca da 7,000C caixas coin latas de kerosene.
!iao Petlo aente t Gnsmoi, at rua do Barao da Vic-
S ao toria n. 65,.de uria letra da quantia de......
aas 6:50O000.
ra a Passageiros Chegados dos portos do
11- nuorte tj'ap_',r brasileiro Ipqjtaj :
ein- goaiue.walJor Albino L:p.s M icieira, terfeii-
te-coronel Jos- C',rreia dos Santos, sua so-
crm iihora, dUILas filhas e 12 eseravos, tenerite-co-
Va, runel Jos G- Crreia dos Santos Junior, sua se-
de. 1ihora c dous uscravus, padre Jose Aureliano
on- Corrcia dos Santos e 3 escravos, I). Enilia C.
da Cruz, D. Luiza E. de F. Seixas, duas filhas
ahia e unra criada. Pedro Francisco de Oiveira,
o dc Antonio Manualw Ferr'ira Maia, 9 escravos e urn
rre- criado, Jost Azevedo dos Santos, .Joo S)ares
0 e de. Ainorinm e 3 OsuravoS, Jose Raphael S. Pa-
de-.. checo e sua senhora, unna escrava e 3 filhos
liei- livres, Antonio Fartado da Motta, Oaviin Al-
izer fredo" TI'avares France, 29 escra'oas a entregar,
ciei os sentenciados Manoel Francisco do Paula,
se Joao Benicio da Silva e Jos6 Antonio Mdndes,
pela um inferior e duas pragas quo o; acompa-
)dos ntiham.
,a a Clieadusi de PeInedo no liiate brasileiro
Flc" do Ja, dint:
Cu- Jose( M. de Souza Borges e s&ia fatnilia.
Iolo Sahidos para os ports do suil no vapor.
Seu national C' ripe:
o de Manoal Gomes da ConceiQafio, Epaminondas
uat- Joss da Silva, Jouio da Silva Mello, Jos6 de
isti- Freitas Machado, Mainoel do Nascimoirto Lima,
'ilio commendador Pedro da Silva Birreto FaIdcto e
SA.ntonio Ferreira Diniz.
Sdi- Ceniterlo publlco.-Obituario do dia 20
idos do novembro de 1877.
por ThomaziaMaria da Conceigfo, preta, Per-
ida- nambuco, .44 annos, viuva, S. Jos.; cancro
0i5o uterine.
o c Silvana Mairia Fraucisea do Souza, parda,
nas, Pernammbuco, 40 annos, solteira. GraQa ; tuber-
izer culos pulhonares.
on Maria Ignacia Pereira, parda, Pernambuco,
ies- 56 annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro II;
desynteria.
seti Benjamin Virginio dos Santos, pardo, Per-
ran- nambuco. 30 annos, solteiro, Boa-Vista, hospi-
etoi; tal Pedro II ; hepatite splenite.
uima Henrique, branco, Pernambuco, 7 mezes,
Boa-Vista, gastro euterite chronico.

a INDCACOES UTEIS
stre,

nes- ~Medicos
do o Dr. Lob9 Moscozo, rua do Visconde


,ite, de Albuquerque n. 39.
store Adv6gados
al- Josd Ozorio de Cerqteira, rua do Im-
iliar perador u. 79.
i Dr. Guennes, rua do Iimperador n.
oe 48.


Dr. Antonio Drummond, rua do Im-I
perador n. 20.
Dr. J. Corr-da" dc Araujo, rua do
hmperador n. 67.
Fazendas e modas
Antonio Correia de Vasconcellos, rua
Primeiro de Marco n. 13.
AlgodAo branco da Bahia, supe-
rior, rua Duque de Gaxias n. 44.
Clhapellarla e modas
Costa Maia ft C., rua Primeiro de
Marco n. 6.
Fabrica de olgarros a vapor
Bourgard & C., Recife 415, rua do
Marquez de Olinda, Santo Antonio 3,
rua Prineiro de MarCo, B6a-Vista 54,
rua da imperatriz.
Pharnmaela e d4ogaria.
Fcrciram Maia &' C., rua Duque de
Caxias n. 57.
Encadernaao, pautagao e papelaria
MIiranda Junior, rua Duquc de Ca-
x;.as r. 37.
LiQes de faneez
Lio5es theoricas e praticas de fran-
cez, pelo method mais facil para se
apreAt esta lingu em poucos mezes.
Curso todons os dias na rua da Aurora
n. H1 2., andar.
Gastroaomiia
A rehifnmazem d CGmpos .28-rua do
Imperador-28
Leite condensado superior, presun-
los para fiambres, linguas afiaanbradas
)cr latas), fiaiwbires em tatas, cha fino,
does, licores. acipipes e grande varie-
dade de vinhos ftUos eA_4 pastos.
Rhtte ratlItt 1: "
Curu oerta e rapida pe!0 emnprego
do Eliri e LinIioento .do o Dr. ons.
tanlin. Vendesge na bctiea franceza de
A. Cars, raa da Cruz. 22.

W. Inglis & C. Deposito de fazen-
das inglezs, frar.iae allemaes e aie-
Inricar A f" 4 1 adyA a hia 1

A' r a P~t ,do Moo, .12.3 a-.


As ViCP OM GENERAL VWA Ba*-tAI4
Irnmmensa 6, o e ap
Aiu ro aSW ( Aa e00 et' a ouLra
Rb~ste aclaitranJ o o undo itfl#ra I
Aguit soberba, flhs do grwti wsul,
Ergueste o voenre, a p tmg Wu
Zi a po-fta d r gldo,- qual scanteiha
De sot --abrindo o ulvetso aE, trevas!
Forga irre*Oefet .atmradora espada
Grand 6 4t, p de 4 Aulssambraeiti
Vo0te ao ifinito em busca do azul oleste,
E de lia coni as olhds aiauta sg|.sor ta
Da terra a eseura profundtdade do abyaso
De brnlho imenao uces't todo o o'be
E a soldadesca pasmada techawbou--)es !
Viram-te rogando do Paraguay os ceos
Como a aguia que roCaa4do s ires vae&..
Rompendo das nuvens turbulentas ondas!
Ou como rea dos astros caimpeando garboso
Na azulada .abobada envoko em manato
Do, purpura, senhor de mrnagestade e grandeza
CoMn o tufo feroz-revotvendo o negro p6
Abriste o tumulo de urman aao Int'lra!
E n'elle fizeste tombae o paragitayo exereito
Dt 4o-he por sudario brasilicai bandeira !
Como outr'ora Napoleao sobtre os Alpes,
Voaste, 6 aguia-d cordiheira dos Andes!
-Indo teus p6s pousar na elevada froute
Da mionstruosa serpente sobramieira
Que parece tocar a abobada celeste!
PE de Ia como o raio que manda o iafinito
Fulminaste d'umrna naao o rude povo!
Mostrando que a bandeira do servilismo
Nao podia trernular no Novo mundo !
Pasmou o Universe curvou-se a humanidade
Ao'uvi, echioar este nomrne-Osorio!
E as mais naCO-s revendo a sna historic
Mandaramrn que se curvassemn ao altivo astro
Suas aguias quiie'saudarain a luz do seulo
Como que reconhecendo-te um-Napoleao !!!..
Mais que elle f6ras-6 aguia americana!
Pois que nenhumn Waterloo! barreira ingente!
P6de supporter o enthusiasm dopeito au-
(daz
Fazendo te nivellar a immuuda poeira-
Oh! guerreiro ingente, fllho do grande sul
Gravaste a victoria to firmamento azu[-
Do glorioso Brasil. -
Rompendo as florestas.virgens do Paraguay-
Mostraste que o teu nonie gigante vae
A aboboda de anil! -
Mustraste de Europa ao povo inteiro
Que d'America do Sul amin brasileiro
P' immense e forte!
Mostraste que quando geme o canhAo
No mais renhido do fogo e da acCiao
Brada-vida ou more!
Que diga o vasto campo de Tiyumty
Qual o niome quo gravado flcu alli
Cobrindo todo chio.
Quo fallen de Curupaity as muralhias
Qual o effeito das bombas e metralhas
LanCadas polo canhao!
De Hurnayta fallen as grandes trincleiras
Qual o impeto da phalange brasileira
Seu brio e valor!
Que diga de Surabyhy o grande rio
Qual nao foi o immeanso murmurio
Confusao e iurror!
Na poite Itoror6 a tua epopea Osorio
Gravada ficoa, como do ceo zimborio
Estrella a luzir!
Pois que no cimo da extensa campina
Nao offuscou o brilho da espada diamantina
0 canhaio a bramir !
Na collina do Avahy, no mais renhido daac-
(cao
(0to
Firme no coroel-affrontaste o grosso eanhho
Corn a lanca matadora!
Todo o.solo Paraguayo convulsivo tremen
Quando sentio do iaio,'d6 grande Prbmrnetteu
k. espada aterradora.
Assim la esta nos palacios d'Assumpc.o
Treinulando o estaRdarte auriverde pendtio
Que libertou rude povo.
Atteatando que do su t 1 imperio gi.ante
F6ra tua espada a estrolla rutilanto
l)os c6os do mundo novo.
Qual de Napoleao as pyranaides do Egypto
Fora tambem Osorio ten nome escripto
Dos Andes nas cordilheiras.
Para que os po'vos da Europa e do mundo in-
(teiro
Conlemplem da America do Sul-luzeiro
Das aguias brasileiras!
Osorio do Brasil 6s o immense guerreiro
Qual da Franca Napoleao primeiro
Sobre o Pyrineu !
Osorio !-nonae que murmurarn sempre os ma-


(res
Osorio !-incessantemente repetoma os ares
0 mundo e os cens.
Novembro de 1877.


J. F. Paes Barreto.
Eleicao dos devotos que tern de feste-
jar Nossa Senhora da Coneeico, do
arco da ponte do Recife, no anno de
4877.
Juiz por elelQio
O HIm. Sr. Jesuino Alves Fernandes.
Juiza por eleigio
A Exma. Sra, D. Maria Dorothea Moreira Mar-
tins.
Juiz perpetuo
0 Ilm. Sr. Manoel aa Silva Pontes.
Juiza perpetual
A Exma. Sra. D. Maria Rita da Cruz Neves.
Procurador geral
0 Illm. Sr. Josc da Silva Loyo Sobrinbo.
Eserivao por elelIlo
0 hIm. Sr. Manoel Moreira Gampos Junior.
Escrixa por eleigao
A Exma. Sra.-D, Franetsoa Thomasia da Silva
Maia.
Thesoureiro
O IUm. Sr. Franisao Ios6 Ctaves.
Juizes potr devoeo
Os Illms. Srs. :
Manoel "oaquim da Costa Carvalho.
Paulo Pereira Simnbes.
Ihenrique Burle.
Gommnendador I ongalves da Silva.
Manoel Alves "
Adolpho da SilvaMKiata.
Jose Urbano da Costa Carvalho.
Jos6 Velloso roar. s.
A ntonio Ignacio do Rego Medeiros.
Antonio Gongalves d'Azevedo.
Juizas par devotAo
As' Enias. Sras. :
D. Jpaqtwis Victoria Pereira Sim6es Coatinho.
D. Basilia Amelia da Gosta Carvalho.
D, Idamna Esameraldina Motutinho Perdigio.
D. Maria Joaquina Ferrei'a Gomes.
I. Mariana do OliveirA Loyo.
IY Maria da Mota Leat Loyo.
D. Idalliaoa do Souza Moutio.
D. Julia Armoelia4 da Silva Lob;
D. Fviliaf HA.day Io.
Juze protpotores
Os ilIms. Srs.;
Antonio FratiscaCor gOa,.


Omea A Aelaije ^e |do im-
&A404Moequeh-lion da ala r; I
telMariaPinheiro... .' -
MpsA ela., esposa do lialS. 3oS6 'arte
I4 dasNeves.
'IX A.elia. esposa dolhira. Sr. MriaaW da Gao
iba Reis. ", 1
D. Wanna, esposa do Ilim. Sr. FIe p GsalI
ves Rieiro.
D. Ilrasilina do Rego Lisaa.
D. Francisca Lina da Cuaiba Port;o.
D. Nio nesia, esposa do la Sr. Francio de
-Albuquerque Mello.
D. Zilnira, esposa do Ilmn. Sr. Bernardes
Oliveira.
D. Carolina da Silva Burle.
D. Atoxandrina, esposa do IUlm. Sr. Manoel
dos Santos.
D. arlota, esposa do Ilm. St. Josd Barbosa
do' Mello,
D. DAelfina, esposa do I.m. Sr. Custodio Fran-
cisco Martins.
D. Felippa, esp. sa de Francisco Antonio Gor-
reia Cardoso.
D. Clara, esposa do Illm. Sr. Joaquim Jose Ro-
driguaes da Costa.
Escrivaes por devoQAo
Os Ilins. Srs.:
JoAo da*Cunha Magalhies Junior.
Joaquim Jose de Amqrina.
Joftoyedro daCruz Neves.
Fratiisco Augusto Pacheco
Antonio Ferreira Baltar Sobrinho.
Francisco Pinto Teixeira Chaves.
J os6 Antonio dos Santos.
Jose d'Oliveira Basto.
Joaquim Arthur dos Santos.
Franeisco Joss da Silva.,
Rayrnundo Remigio de Mello Junior.
Joao Pedro das Neves.
Joao Fernandes de Almeida.
Vicente Nunes F e reira Coiinbra.
Marcelino Jos, GonQalves da Fonbe,
Manool Joss Pereira.
Domingos de Souza Rodrigues.
Antonio Rodrigues Ramalho.
Joao Moreira da Silva Braga.
Escrivas por devo As Exmas. Sras.:
D. Antonia Maria da Fonceca Carvalhio.
D. Lauriana de Jesus Regadas.
D. Anna, esposa do Sr. Joao Antoniojda CGrta
Moreira.
D. Franoisca, esposa di Sr. Joaquim Alves
da Fonceca.
D. Rosa, esposa do Sr. Luiz Antonio Goncal-
yes Penna.
D. Pastora, esposa do Sr. Manoel JosO dos
Santos.
R. Emilia, esposa do Sr. Antdnio Rufino d'A-
zevedo'Lima.
D. Joanna, esposa do Sr. Jose Antonio Fer-
nandes Fradeque.
D. Firmina, esposa do Sr, Jos6 Peixoto da
SFonceca.
D. Maria, esposa do Sr. Jouio doe Aquino Fou-
ceca.
D. Maria, esposa do Sr. Joss dos Santos Costa
Moreira.
b. Annia, esposa do Sr. major Justino da Sil-
veira.
D. Joanna, esposa di Sr. Joaquim M. Pes-
tana.
D. Olindina, esposa do Sr. Antonio Gones Leal
Loyo.
Loyo. Pocura'dores
Os Illms. Srs. :
Joao Baptista-Pereira da Souza.
Jose Prudencio dos Santos.
Jos6 Maria' Vieira Gongalves GknimarAes.
Manoel Jos6 Malheiro Braga.
Antonio Domrningues Serra.
Jos6 Antonio Martins Vianna.
Francisco Fernandes Gorreia.
Francisco Pedro das Neves.
Jos6 Barreto Paes de MeIlo.
Olympio deSouza Ciuuha.
Antqnio.de Castro Monteir6.
Jo-" Pedro Vatz de ivoira.
Jose Rica-do Mathisus Ferreira,
Adolpho Ferreira Baltair.
Mnpoc AJles s^6 Senna.
.waf~o iledo Carvalho. -. >
* Joao Nunes Ferreira Coimbra.
Joss Jeronymo do Albuquerque Mrranhibo.
Jo~o Pereira Moutinho Junior.
Vieonte Ferreira de Jesus.
Affonso Ferreira Baltar.
Manoel Licio Marques.
Henrique Geraldo Junior.
Joaquim da Silva Carneiru.
Vicente Ribeiro Pontes.
Alfredo Francisco dc Souza.
Francisco da Silva Vaz.
Antanio da Silva Pontes Gtimar'aes.
Fran -isco Jos6 d'Azevedo Braga.
Antonio Alves Barbosa Primo.
Jose Miguel dos Santos Junior.
Manoel Pacheco Lima.


Jose Joaquim da Costa Araujb.
Recife, 8 de dezembro de 1876.
0 vigario, padre Antonio Manoel dia Assump-
Qio.


Aviso n. 600, em 6
p de 1876
A isenqao de custas
causes' de liberdade s6


de outubro


judiciarias
aproveita


lias
aos


escravos.
- 2.a secdo.-Ministerio dos negocios
-da justiOa, em ?6 de"outubro de 1876.
llm. e Exm.. Sr.-Em officio de
47 de maio ultimo o president da re-
lagao do S. Luiz, submetteu ao conhe-
cimento deste ministerio a duvida alli
suscitada, i vista do art. 8! 3.o do
regulamento annex aodecreto n. 5,135
de '13 do novembro de 1872, sobre a
isengao de custas judiciarias nas cau-
sas de liberdade, quando o senlfhbr do
escravo for parte vencedora.
Declaro a V. Exc., para fazer cofistar
ao memo presilente, que aquellaisen-
cao, send urn favor A liberdade, so
aproveita aos escravos, conform de-
cidiu o ministerio da agricultura, com-
mercio c obras publicas em aviso n.
"211 de 8 de junho-de 18751
Deus guard a V. Exc. Diogo Velho
Cavalcante de Albuquerque.-Sr. presi-
da provincia do MaranhAo.


S Protesto
Os abaixo assignados, herdefros dos finados
Joao Henriques da Silva e sua mulber D. Jo-
sepha Maria dos Prazres e Silva, tendo lido
no Diario de hoje um anouncio de Joaquim
Henriqaes da Silva, scienutficando aos inqui-
linos dos predios foreiros e solos pertencen-
tes ao casal, dos mosmos fintados, que s6 elle
6 o competent para rereber o.que for devi-
do ao easal por ter sido nomeado inventa-
riante, declaram aos msmaos inquilinbs e A
quern mais interessar possa que a nomeaiio
do referido Joaquim Henriqaes para o cargo de
inventariante esta dependent de decision
superior, visto como o.s abaixe assignados
appellaram do deepacho que o nomeou, por
que elo, estando miulto arcangado para com o
casal,rio offerece a precise gatatia por nada
mais ter a receerer, e prote contra i qual-
qtuar pagarnenWo feito a, 1-


Sia.


is. ftusiea do
i0 u orchestra
o 0o0so irmiao
0115.


actual,


I COILEOGI DE S. TkO-
U** D16 AQUUIG
S65- Roma do Hospicio -65
0 BACHARELMANOEL BAR-
BOSA DE ARAUJO
Acha-se aber44 a rnatrieula
de philosophic, geographic,
e histotia, rhetorica, arith-
metica e geoinetria para o
eurso de feriias, que deverl
comecar no 1.o do dezerabro
Sproximo windouro.
Os senfhores alaumnnos, que
Sse quizerein inscrever emrn al-
Sgumas das materiassupra men.
Scionadas, deverao eantender-se
corn o director do coleg.io, das
S9 as 2 horas da tarde dos dias
t, teis.
S0 paganmento, de cada aula
que d de 300, seri page adi-
Santado e feito nai occasiio da
Srespectiva matricula.
S 0 curso serai de tries mezes
a contar do I.o de dezembro
t ao ultimno de fevereiro.


COIMERCIO.

Junta dos corwretores
PRAQADO RECIFE, -1 DE NOVEMBRO DE 1877
as tres horas. da tarde
cotaQdes oficlaes
Apolices geraes de 6 0,0 ao anno, por 1:030,
cada uma.
Accr, da companhia de Beberilbe, 83$000 cada
uma.
Gat do Rio de Janeiro, 8$400 por 15 kilos,
hontem.
Gamble sobre o Rio de Janeiro, 8 d/,v. ao par.
Dito sobre dito, '15 d, v. corn 1/2 0'0 de des-
eonto.
Gaimbio sobve o Rio Grande do Sul, 90 d/v
coin 2 0'0 de desconto, hontem.
Ga'ibio sobre Lon'dres, 90 d/v. 25 31t d. nor
IS000, hontem.
Desoiino de L :Lras. 8 0/0 ao anno, hontem.
llernurdino de Vasconcellos,
President.
J. Leal Reis,.
Secretario.


ALEANDEGA
Rsudihnento do dia 2 a T0
(dem do dia 21


635:579#746
33:076#587
668:6566=333


Descarregam hoje 22 de novembro de 1877-
Vapor francez Villc de Saatos (esperado) varies
Sgeneros e bagagens para alfandega.
Lugar inglez Louisa Wait, mnachinismo jA des-
pachado para o 1o ponto.
latacho inmgtez Sata'ncta, sal despachado para
a terra.
Barca italiana Cuvoatlieri Saverio Potimeni. ke-
rosene par., doposito no trapiche Ba-
rao do Livramento,
Vapor inglez Chrysolite (esperado) various ge-
neros para alfandega.
Barca ingleza Sarah Ellen, ferragens para o
trapiche da alfandega para despachar.
Fatacho inghoz Silcia (atracado) bacaj4&.4fs
pachado em transi:o polo trapichO Coh "
ceictao.
Patacho allemaIo Neptun, farinha ddspachada
para o 1o ponto.
Barca portugueza Pereie:" Borges, vinho para
deposito no trapiche Barao do Livra-
mento.

SImportaao
Eseuni ingleza Silvia, entrada de Ter-
ra Nova em 21 do corrente e consigna-
da a Johnston Pater 4, C., rnanifes-
tou:
Bacalhdo 1,705 barricas aos consig-
natarios.

Barca ingleza CGourier, entrada de
Cardiff na mesa data e consignada a
Simnpson & C., manifestou :
Carvio de pedra 495 toneladas aos
consignatarios..


Patacho national Dona Francisca,o en-
trado do Rio Grande do Sul na mesma
data e consignado a Amorim Irmaos
& C., mranifestou:
Couros seccos de relugo 83.
Xarque 216,000 kilos a ordem.

Vapor national Ipojuca, entrado dos
portos do norte-na mesa data e con-
siguado a companhia pernambucana de
navegacAo costeira por vapor, manifes-
tou :
Algoddo 8 saccos a E. da Cunha Bel-
treo.
Cafe 1 sacco a Monhard, Mettler &
C. Cerveja 20 barricas aos mesmos.
Calgado 1 caixa a Vianna, Chistiani & C.
Courinhos 2 volumes a Manoel A. Pe-
reira, 80 a. Lins Filbo & C., 32 a SA
Leitao Irmio. Couros salgados seccos
477 a Luiz Gongalves da Silva & Pinto,
128 a Manoel A. Pereira, 894 a Euzebio
da Cunha Beltrio, 542 a Leopoldo Mar-
(ques de Assumpgo, 423 a Prilnenio
Duarte Ribeiro, 169 a Francisco H. de
SA LeitAo, 60 a Lins Filho & C., 100 a
Cunha Irnmaos 8& C., 42 a Fernuandes
Carvalho & C. Cera de carnaiba 13
saccos e I barrica a Leopoldo Marques
de Assumpca, '11 a Francisco H. de SA
L eitao, 2 barricas a Cunha Trm.os
&C.
Esteira de palha de carnauba 54 mo-
Ihos a Thomnaz de Aquino Fonseca
It Successores.
Pelles de cabra 248 a Monhard Met-
ter a- C.
Sola 4502 aos mesmes, 156 a SA
Leitdo Irmaos, 77 a Manoel A. Perei-
ra,. 43 a Leopoldo M. de AssunapVio.
Saccbs vasios 3 volumes A ordem.


DESPACHOS

No aavlo i
lmmootlv M. ii


NO DA 20 DE

aoun: aw Li-


Porols do i teNi4 l..1
No potacho iaeiocWAhlvt4
Para 0 RsGraone,, do Sol;. 4*a- !| 4
barriquinhas om 8i,35) ...os.qMO
co e a barricas mcorn ,. ft t1 *s-i
cavado ; F. R. P. a'agias 120eB
9000ditos di dito baoo e 80 ditsO #o6W
ditos de 4ito mascavado.
No brigue portuguez Recif, carregm: tra
o RNo Orande do Sol, L. A. Ferreira IRsafo,
corn 13,500 kilos de assucar branoa 2w tos
3orn 1,5M ditos de dito mascvaWi
Na escuna national Cyne, car ram: par$
o Rio Grande do Sul, Amorim nwabs & C. 60
pipas corn 28,800 litros do eguaribate.
No brigue national lsabel, carregatam : para
o Rio de Janeiro, J. S. Loyo & Filho 400 saccos
com 27,000 kilos di assucar branch e 20W titos
corn 12,000 ditos de dito mscavada.
No hiate national S. Maria, carregou : para
Villa da Penha, J. G. da Costi 50 satoms corn
farinha de nmaindjoca.
Nabarcaga Agaia, carregarawn: paru M*lii,
V. P. Coelhu Junior 50 saccus corn farixam de
mandioca.
Paa Macao, F. Rocha S& C. 3 buricas cdn
240 kilos de assucar branco, 3 ditas eaon 160
ditos de dieto refinado e 8 saccos c.m fariaka.


KELEBEDOUKIA DE RENDAS INlJ.tt.
NAS GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia sa 0 3:(D04&
Idem ,1o dia ni 2:2@i025
"5:20Ql071

CONSULADO PROVINCIAL
I Rnlnor,-ntn jin 0 l 9 ia 19f B-WR79O&"


3I do V din V .J uu
alI Idem do dia 21


5:8415044
1Q0e73Q1t


MOVINENTO 1DO PORT
Navio sahido no dia 20
Rio-Crande do Sul-Hliate portuguez/
Glatdiador, capitao Carlos Jose dos
Santos, carga assucar e outrcs gene-
ros.
Navios entrados no dia2f
CearAi corn cscala-7 dias, vapor nriacio-
Ipojuca, de 300 toneladas, comman-
dante Jeronymo Jo.se Telles, equipa-
gem 30, carga varies generous ; com-
panhia Pernambucana.
Rio-Grande do Sul--28 dias, patacho
brasileiro 1). rancisca, de 196 tone-
ladas, capitao Alfredo da Costa Tor-
res, equipagemi 9, carga xarque; a
Aniorim Irmaio a C.
Penedo-5 dias, hiate unacional Fior d&
Jardim, do 150 toneladas, capitao
Joao Sabino Antunes, equipagein 6,
carga fariniha e. inilhjo; a J. J. da
Cunha Lages.
Terra Noya-36 dias, patacho inglew
Silvia, d1 '112 toneladas, capitol W.
J. Peucavel, equipagem 8, carga ba-
calhdo ; g Johnston Pater & C.
Cardiff-i-3 dias, barca ingleza Courier,
de 320 toneladas, capitAq William
Ozanne, equipagenm i, carga carvao
de pedra; a Simpson & C.
Navios sahidos no mnesow dia

Canal-Lugre inglez Stello, capitao J.
N. Mitchell, carga assucar.
Canal--Barca ingleza Constance, capi-
ta5o D. M. Girr, carga assucar.
Rio de Janeiro-Patacho americano Se-
norita, capitao. J. C. Towsapd, car-
ga parte da iiue trouxe de Baltijuore.
Bahia Vapor iinglez Glen Sannox,
jeonmandante S. Merden, carga parte
da que trouxe de New-York.


EDITAES
0 desembargador Francisco de Assis Oliveira
Maciel, official da imperial ordem da Rosa,
cav'alheiro da de Chiristo, juiz privativo de
orph'os e ausentes, na comarca do Recife,
por S. M. imperial e constitutional o Sr.
D. Pedro II, a quern Deus guard etc.
Fago saber aos que o present edital virem,
ou delle uoticia tiveremn, que sera affixado no
lugar do costume e publicado pela imprensa,
que fhndos. os dias da lei, vai ser arre-
rnatada em hasta public, a requerimento do
Dr. curador geral ad hoc Pedro Guadiano de
Ratis e Silva, a renda triennal do predio n. 22
da rua do Imperador, servido de base A ar-
rematacao a quiantia de dous conths de rdis
annuaes, que actualmente 6 paga pela men-
cionada renda; sendo que o arrematinte
prestard fianra idonea. Dita arremataCao terA
lugar quinta-feira 22 do corrente.
Dado e passado sob meu signal e sello ex-
causa, nesta cidade do Recife, aos 10 de no-
vembro de 1877.
Eu, Floriano Correia de Britto, esecis&vo, &
fiz escrever e subscrevo.
Francisco de Asis Oliveira Maciel.
0 Dr, ;Jose Jacintho Borges Diniz, juiz
substitute especial do commercio desta
cidade do Recife de Pernambuco, por
S. M. imperial e constituciona, a
quern Deus guard, etc.
Faco saber aos que o presence edital virem
ou delle noticia tiverem, que no dia 2! de
novembro do cprrente anno, se ha de.arrema-
tar por venda a quern mais der em praga pu-
blica deste juizo depois da respectivea audien-
cia, o seguinte:
Um sobrado de dous andares, sitLo A traves-
sa do Capinm n. 2 ou travessa de Jos6 Mir-
ques, na freguezia do Recife, send o sobrado
de dous andaros de mineia agua, teddo uaa va-
randa e duas janellas do. frente, uria salad, ties
quartos, servindo um dos quartos de cosinha,
os mesmos commodes em ambos andarta e o
pavimento terreo encoberto, serviatdo 'd4ar-
mazem e tenclo a casa de freate cinow letos
e setenta centimetros e seis ametros e dous
centimetros de fundo, aliado '-f doinS con-
tos de r6is, e se acha sob b pode4o dtposi-
tario geral interino desta cidade, Aatoui~uiz
do Rego Baireto. Gujo beni va A praga por
execuyao de Joaquim Caetano de Carvalhbo
contra o tenente-coronel Francisco do Miran-
da Leal Seve. E niAo havendo laoador que
cubra o prego da avaliaQAo, a arreaaata4o se-
ra feita pelo preco da adjudiao o 1rtq 1 ,6m a
lei. 1
E para que chegue ao couen ie .4 to-
dos, mnandei passar o pftesent edtto I, q* se-
rA affixado nes lugares do costume a e ica-
do pela imprensa. Dado o pasaea sa ei-
dade do Recife, aos 19 de noveiufc4*A.
Josd Jaintho Oorga .
0 desembargador FraA04i..#
Oliveira Macel, offt
ordem da Rosa efwizd&
cidade do Itecife e s
M. o Imperador, a WP
de, etc.
Fago saber aO-
vfremi, 0 4efle ~ibW


V


i


,.^






































--,. tes' Natmfino Auguisto. 'a. Silva vinr,
testatnenteiro dos boeis deixados por seu lna-
Jernyo Pere1ira Villar, vemreqtierer
S-Ec. s digne admitir o supplicant a
_,itficar a iMs ta de seus'dous irinos Ma-
iWi Brges da Silva Villar e Balthazar Borges
4ilva Villar, ausencia constant do proprio
estareneto, docu mento j unto, alrm de quo jul-
-'4*5 ella por senLena, proceda-se a invenla-
-64; ltados. os berdeiros Joe ana Vitlar Ferreira
Pinto, C~aa con Manoel Ferreira Pinto, Lad-
riana Ubeia de Jesus Viltlar, Ienriqueta
'vVtlar Nogueira de Souza, 'casada coin Jose
f.ogueira de Souza. Antonia Villar Marrocos
Mendes, casada corn Jose Mairia Marrocos
Mehde,. Thome Augusto da Silva Villar, Maria
Garoiaa de Jesus Villar e a viuva meeina
breza Maria de Jesus Villar, quc por mo-
a 4s poderosisgimos'nAo pode aceitar a, testa-
fitarW anAotpode promoter o inventario,
-designandoporisso V. Exc. o inventariante
para proseguir-se na fdriMtia da lei e do estylo.,
Nestes Letornos pedea V. Ext. deterimeiito. E
recebera Bmerh, Estava a petiCio sellada corn
umaestampil)a deduzeptos t'is e inutilisada
do modo seupinte.:ARecire, 6 deo ovembro de
1877. -Mareolino Augusto da Silva Villar;
E nesta petiau dei o despacliho do thoor se-
.,guiute:
Distribuida.-Cowo reqt.r. e design o dia
8 do oorrente, depois da audieucia na respec-
-tlvasala, citado o.Dr. curador gCral de ausen
tes. Nomeio o supplicant inventariante e
des;gno o dia 13 do corrente para proceder-se
A descrpeAo. Recife, 6 tIc novembrAo de 1877.
*-Oliveira Maciel.
Em virtude.deste meu despacho, foi a peti-
Vao distrib.uida ao esc'ijifo Domniigos Nunes
Ferreira. E no dia designado foram apresen-
tadas as testemnunhas pelo supplicant, debai-
xo do juramento prestado no livro dos Santos
&vapgellos, depozeram convenientemeite so-
bre a ausencia dos herdeiros Manoel Borges
'da'Silva Villar e Balthazar Borges da Silva Vil-
lar, pelo que oscrivdo,,e depois de stellar e pre-
-parar osaultos, me os fez conclusos, e nos
quaesdei a sentenca do theui seguinte:
Provado comno estA pelo depoiincitp das
testemunhas de folhas vinte a folhias vinte urn,
que os herdeiros Manoel Boiges da Silva Vii-
lar e Balthazar florges da Silva Villar. se acham
ausentes em lugar nao ahi',lo, mauido que se-
jam citados por editos coin o prazo da lei, e
custas. RecItfe, it de novembro de l877.-Frat--
cisco de Assis Oliveira Miaciel.
Eta cumprimento ilesta sentenga o tespec-
tiTo escrivlo que este escreveu, passou o
present edital corn o prazo do 30 dias, pelo
equal chamo, citLo e heii por citados aos referi-
dos herdeiros, filhos do dito i ivcntariado Jero-
iymo Pereira Villar, para que no dio prazo
comparecant por si. on scus prucuradores an-
'le estejuizo, allegando e provaudo o que f6r
a bern ide seus direit.,s sob penau.de revclia. E
-para que chegue ao conhecirnento de todos,
mandier fazer o present edital, que said affi-
xado no lugardo eo.stume e puditado pela im-
preasa. Dado e passado nerta cidade do 1Ly
cilade Pernamnbuco, aos 12.)* de noveunbro So
fcolrente anno do Naschnento de Nosso Se-
nhor Jesus Christo de 1877. Eu. Domingos
Nunes Ferreira, escrivao, o escrevi.
Francisco de Assif Olioeira Maciel.
EDITAL N. 362.-De or. em do inspector ge-
-ral da instrucao public, se convida aos pro-
fessores pqblicos de cusinia priwari. desta
capital, para no dia 22 do oorrentec, ao meio
dia, no sallo daquella inspeutoria, Vrocederein
d eleiCAo de que trata o art. 9t)G do regiment
intern das escolas publicas.
Seereta.ia da'instrucAo public do Perrnam-
.buco, 14 de novembro, de 187.7.--0 secretario,
Jouquimr Pereira da Silva Guihnaraes.

Consulado de Portugal em
Pernambuco
Por este coiiiulado se faz public
para conhecirnento de todos os subdi-
topsportuguezes, ou tiaturalisadlos pors
t juezes, residences nesta cidade, que,
*1 vlrtude do decreto de56 dejunho
rolximo passado, tern de proceder-se
ao recenseamento geral da populaiao
existente no Reio,no *lia 31 de de-
zembro do corr.ente anno, e coto dom-
pzLanto deste recenseam&iito, houve
ua ,magestade el-rei, por bern olrdenar,
em portaria expedidai a eslt cousulado,
pela repartieao do neatListi~a- do inis-
^Itfe *'iold~ oas, "publica~s,'cdrtniieeeio e
h, 4 tia'1 quo se proced41a ta.nleh ao
recensearnento da popli laTo portougue-
za residente no dish'icto dc.te consu la-
de; oeem virtude desta oiydcm. convi-


do a Wtodos os prtuguezes, oun natura-
lisados portuauezes, residents jno dis-
f: $ ei, r Ik:auto,' no.dia 31 ede-
r1 ro 4-,oeor * este consulado, pl.' scrip.,' .i--
S*aim es quo eonqtemiha uo,:iome-,


'bal, comrn porU
medindo 9 me
3 metros de fti
reduzida corn
Denhorada ao


Pires iFerrea e outo
vao Maciel Pinhbeiro, c
St ra a sobredita casa
tLes, poio abate.


Olt


tintal em
ietros de
por 4505,
;: qutal


I.uattort doo escri-n.
havendo licitantes'
cada aos oxequen-


BE BERBIBE
0 Sr. Corbiniano de Aquino Fonceca,
caixa da companhta, acba-se autorisa-
do a pagar no seo escriptorio a rua do
VigarioTenorio n. 4, da 10 hioras as
3 da tarde, o 59o dividend desta corn-
panhia, na proporp-o de 30 por apoli-
ce, previne-se aos Srs accionistas quc
este pagamento seri feito corn urna
parte em moeda decobre. Escriptorio
da compauhbia, 14 de noveinbro de 1877.
-0 secretario. Josd Rodrigues de
Souza.


Estrada dedo Recifo a
CaxangA.
A pedido de muitos passageiros, o trcm n.
18 que sahe do Recite as 3/15 para Apipucos,
do dia 22 do corrente em diante, deve sahir as
3/10, levando tambemin passageiros pelo Ar-
raial at6 CaxangA; o tremnn., 15 (1qe sahbe s
2/20, deve seguir pela linha principal somente
at Mornteiro ; o trem n. 17 quo sahe 46de Api-
pucos As 3/10 deve sahir as 3/5 e chegar ao
Recite as 3145 ; e o trem n. '19 que sahe de
Gaxang 4 as 4horas deve sahir '"s 4/10.
Escriptorio da companhia, 17 de novembro
de 1877.
F. E. Fen,
Gereute.
* Do dia '3 do corretle por diante, Lthis, as
tercas, quintas. e sextas-feiras. havendo carga
de assircar, sahiradtc axanga as 7/10 da 'nia-
pha um trem para conduzi-la ao aecife, onde
dve chegar das 8/20.
Cada sacco de cinco arrobas ou setenta cch.i-
co kilogrammas paga 250 rs.; devendo sB a
carga para estes trens, ontregue na estti'o
para ser despachada, na vesperp oua00 teFle1
6 horas do dia da irtid4. '9ssaccos 46assu-.
car conduzido raOs triS, depci do vasios
nada pagam na volta.
Escripto'io da cunipantia, -17 de noveiin'ro
de 1877.-F. R. F leni te. -
Instituto Arohiologico e Geogra-
phico Pernambucano
Haverd sess0o ordinaia na quinta-
feira, 2-2 do corrente, as itI horas ,da
manhai. Ordem do dia. Pareceres, de
comrnissdes e o mais que occonrrer.-
Secretariia' do institute, 19 de iloveuihro
de 1877-0 secretanio p'erpet&, Sal-i
vador Hcnrique4r Allbterque: .

0 ocuriadoridos feios-d~t fCnao
provichwial, tendo recebido do thesouro
provincial as relafics abatxo tramscriptas
dos devedores de diversos impostos das
freguezias desta- cidade, relatives (o
exercicio de 1875 a 187,f dalra
aos mesmos devedores,_ que Mheg, fic
mnarcado o prazo de 30 dias, na eci-
fonnrmidade do dispose 'no art. 53 d i li
n. 891, a contar da-pUblici, tio do'pre-
sente edital, para *colherew'm "aa inpor-
tancia de seas debits 4 omesmo Viesou
ro, certos de que find o refei'do "pray
zo, se procederd a cobranca executiva-
mente.
Recife, 20 de novembroa de 1877.2-
Miguel Jos4 de Almeda Pernambuco.
Relail.odos, devedoires do impostfi de .i.:Y0
sobre bancos, casa de segui( s 'deo qiwihlder
,evecie ou suas agenciasf do exercicio de
., 1875 f,..7.. ,t ^ .


incariatfsdo
ou aget-.


Mabneel pidola de Mendno*a, Vo-
funtarios
Relacgo dos devedores do imposlo do
por cento sobre escriptorios coMuM
agenciasou casas de consignakcd
vios e vapofes.
Marquez de Qiiqda n. 53. Antonio
Pere:ia de iranda .. tu
Viscondedo -jiiriea n 47. Antu-
tncs & Garneira
Inperaodor.i. 48. Dr. Augusto daCos!
ta Menezes
Dita n. 54. Araujo Machado & C.
Vigario Tenbrio n. 31. Bargo de
Bemflca
Imperador n. 77. BarAO t de Naza-
reth
Commercio n. 32. C. L. S. Rocha
Vigario Thenorio 'n. 8. Corbiniano
d'Aquino Fonceca
Caes da Comipanhia n. 12. Gompq-
nhia perntinbuana
Visconde tie ItaDarica n. 48. Clernon-
lino Moreita Temporal
Born Jesus n. 23. Domingos Jose da
SSilva -
Travessa da Madre do Deus n. 8.
Domingos da Silva Torres
Caes da5jupanhia n: 0'. Dantas
Filho iFC.
GonMnmermt* n. 17. E. R. Rabelto
& C.
Bonm Jesus a. 6. Felicianb Placido
Pontual
Dita n. 56. Francisco da Costa Maia
Cominercio n. 32. H. Nieinyer
Marquez de Olinda n. 38l Joio Pc-
reira Moutinho
Dita n. 42 Jo61 do Redo Lima
D a n. 3 A. Jose Pereira ,de Miran-
da Cunha
Commercio n. 48. Joaqaim Diastdos
Santos
Dita n. 5 Joaquim Jose Goijalves
BeltrAo & Filho
Largo do Corpo Santo i-. 2. Joaquimn
Jose Ramos -
Dito n. 2. Jose Joaquim de Lnima
i,,irao
Dito n. 2. Joaquim Luiz Vieira.
Dito n. 3. Jeronyino Joaquim Fiuza
de Oliveira
Dito n. 9. Jose Marques dos Santos
Aguiar
Dito n. 27. Joao Pereira dos Sautos
Farofa
Travessa do Vigario n. 1. JoLo Ma-
ria de Oliveira '
Vigario Thenorio n. 18. Joaquim do
SSoiiuza Silva Cmnha' .
Amorim n. 37. Jos6 Jacome Tasso
Visconde doe Itaparica a. 4. Julio"&
Irrnmbo '
Dita n. 32. Jose da Silva Alvos & t.
Dita n. 7. Jos6 Mauoel Correia .
Barros
Born Jesus n. 6. Lyra & Irm~io
GCinmerolo ii.'.A:- Lidstone Roiir
-liard-& C., -
.im Jesus n.,: 6. Manoel Paulini
da CunihaBarreto
Matfre de Deus n. 5. Moraes & Ir-
Marqulezde Otinda nu 37. Rayinuir-
do Reimigi od Mello Junior
Tripuheiras a. 43. Rodrigues Al-
' ves&C .&
Largo do -Corpo Santo n. 6, Silva
Guimaraes & C.


-16000




168001)
1680oo
m24o0
24o000
205|00
,,s000o








38|OOO
48$"0
16$000

I
245000
165000


1285000
24J000
405?000
2$O0 0
325000
245000tj
141

,2000
40,000


-195200




16$000
352OOO
1218w)


28M00
135000


02$000

1-40|K00
21000
200ooo
48$000

12j500d


28000
485000


Secgao do contencioso do tllesourt pro-
vincial, 20 de novembro de 1877.
0w 0 O 2 official,
Maowel do Naschnento Siva Basta.s

Onsldao provincial
Pa sciewncia df eotribiiites de
dioeeos inpogAtos, publicam-se abaixo
as'at|'ra s Verificadas no exercicio de
1877 a $87 ficando marcado o pra-
zo de 30 diats, concedido.pelo art. 45 do
regulamento d'esta repartlilTO para os
interessados que porentura tetham dc
fazer alguma redlanWffao.
Alteranoes feitas no lanameniito da d6-
d cima'irbana da freguezia do Poy'
4dP Pelta, no exercicio correnite de
1$77 a1878, pelo langador zidoro D.
f atto Ferreira.
Estrada tdo Arraial n. 6 A.
SCoinpulatie trilhos ur-
lba ii AuRecifee at-axan-
i u teiheiro que serve
'doestL a vo, avliado por
N. OXJ J Aii'toni oda Cos-
IaCa fai0'i ,1cas terirrea
.1Poe- l^. y ^: l-';* 01.Ja IO Q
N.2.4 tmniot, i ca a
tere:arO I I i. 1 '1 O
N. 64e-,'k Gino 1-01
.'Saf^ii'. Urw lasterit.- 10


Pereira d A-


rauje, : ua cas terrea
per
N. 28D.Joiba Ma us, urma
cast Lerr" por.
N. 28 E. entonidos
Santos, uma iaia toerrea

N. 23- Joao Felippe, "rima
casa terrea por
N. 25. Jose" de Hollanda Ca-
vaicante, iuma casa terrea
corn urn telheir9 que ser-
ve de olaria, por
-Parnameirim n,14. Francis-
co Goncalves Netto, uma


726000


1445000


120000

60o000




72^000



120^5000


casa terrea per 7005000
a spe8o'odo consulado provincial de
Pernambuco, 19 de novembro de,1877.
S0 chefe,
Sidronio e.Magalhes.
Santaa ..da Misericordia do
Ree.lo .
A llma. junta administrative da Santa Gasa
da Misericordia do Recife manda fazer public
que na sala das suas sessoes, n. dig 22 de
noveibro pelas 3 boras da tarde,tee*l de ser
arrematadas, aquem mais vantagens offerecer,
pelo tempo de urn a tros annos, as rendas dos
predios onseguida declarados :
ESTABELECIMENTO DECARIDADE
Ruade S. Bento emOlinda.
Gasa terrea n. 16 3005000
s Rua do Padre Flortano.
asa ten'ea n. 47 2(000
Idem n. 45 (fechada) t O
Rua da Viracao
[dam n. 7. 2075000
S Rua larga do Rosario
3.o audar opsobrado n. 24 A 2675000
Loja e Io andar do sobrado n. 24 A 9635117
Loja do sobrado n. 24 1:036$450
f't' iRda da Imper'atriz
Casa torrea n. 68 362500
Ruai&r Moeda
Sobradb de 2 andares e sotlao n. 37 [fe-
chada] 375000


Becco do Abreu
4.u andar do sobrado n. 2 (facha
Ruca dos PesP dor


teoin n. 11
fdem n. 92


Rua de S. Jorge
Rua do 4 harol


Idem n. 80
8Rua "do Encantale
Loja do sobrado n. 3 (fechada)
Run de Santa Bit
Casa terrea n. 34
Rua das Calfadas
[deni n. 32
fdeim n. 34
Cinco Pontas
hlIem n. 70


Idem n 9.


Rua do Caju


ido 905000
S244000

301600"
1835000
ito
1805000
ta
23000o0
1365000
A234O000
288"000
-,I O n(W f


S Rita da Moeda
'2o,'!ado do urn andar n. 41 347$007
Rua da Lapa
Sobrado de urn ander -. 8 378#000
Rua do Viscond de Albuquerque
Casa terrea n. 91 2085000
Rua do Coronel Swwssuzn
Casa Lorrea n. 132 .40 .)
PATRIMONIO D9 ORPHIOS
La.go do Paraiz.
2.o andardo sobrado n:29 (feehado) 3055000
Ra da Lapa
Casa terrea n. 2 .201000
Rua da. Madre de Deus
Casa terrea n. 20 7225000
Idom idem n. 16 8275000
Ide'in n. 2 (fechada) 233_400
S Bevco das Boias
Sobrado de 2 apdares n. 16 623000
[demi idem n. 14 6445000
Idem n.,18 (fechada) 3003000
Rua'da Senzalla Velha.
Casa terrea n. i8 [fechada] 1831000
Rua da Moeda
asa terrea n.,,45 2175000
detin, 47 21000
Rna do Atoarinm.
Casa terrea n. 24 89#@W
Idem n. 26 B -2-.
Bl. do ,BtcS. X648, ,
iesa terrea%, 1b4 2"
Ide9i o4 ... -... 225
[Idern n. 100 l[ecbada] I


.aOMPA4


Bahia, Rio


Santos


Corm mandate Fontaine.
Ssperd-se da Euro-
j pa at6 o dia 25 do cor-
rente, seguindo depois
Sda demora indispensa-
do uldes scalaB^ vel para os portos do
do sul de su esala acima referidos.
Roga-,se aos Srs. importadores de carga, pe-
los vapores desti inha, queiram apresentar,
dentro de.6 dias, a contar do da desoarga das
alvarengas, qualquer reclamCao concernente
a volumes que por ventura tenham seguido
parasos portos do sul, afim de se poder dar a
tempo as providenzias necessarias.
Expirado o referido prazo, a companhia nao
se responsabilisa per extravios.
Para carga, eucommendas, passageiros, tra-
ta-se' corn os
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de OUveira & C.
492-Rua do Commercio-42
Entrada pela rua do Torres
Comipanhia Brasileira
D19
Vg
Navega9go a vapor
PORTOS DO'SUL
0 paquete a vapor
Espirito Santo


Commansante


Aureliano Isaac
E' esperado 'dos por-
tos do norte ate o dia
26 do corrente e depois
de demora do costume
saguira para os dosul,
inclusive o da Victoria.


PORTS DONOITE
0 PAQUETE A VAPOR
P,11


Con mmandante



Cie


do norte. .


Carlos A. Gomes.
Epera-se dos por-
tos do sul at o dia
27 do corrente e de-
pois da demora do cos-
tume, seguird para os


Para carga, encommendas, valores e passa-
gens, trata-se na agencia, escriptorio de com-
missOes de '
Bernardino Pontual


i1 --ina

RoyalMai
Cc
Graiide reduce
0 PAQI


ferragens de todas as qualidades, salvAq de
Selectro-plate, casticgaes de dito, frudef. e
dito, calices de dito, mobilias de jcR -tA,
camas francezas, marquezas latgas-e trei-
tas, guardas-louga, guaidas-vestidos, roias
commodas, santuarlos, cabides, quartinhei-
ras, sofas, mesas elasticat, lustre de crys-
tal, espelhos, jarros para flores, pianos e di-
versas obras de ouro, prata e brilhantes.
H(je
As horas em ponto
No armazem de agenda de leildes d rua
do Vigario Thenorio n. 12
0 agent Pestana farA leilao, por conta e
risco de quem pertencer, dos objects acima
mencionados,' os" quaes serlo vendidos sem
reserva de prego, para fechar facturas.%

LEILAO
DE
predios
A SABER:
edificados em chaos pr6prios na fregue-
zia da Boa-Vista -
Tres casas4erreas de ns. 1, 3 e 5 da rua do
General Seara [outr'ora rua do Jasmim] as
quakes rendem 1925000 por anno cada unma.,
Duas diuas de ns. 68 e 70 da rua do Viscou-
de de Goyanna [outr'ora rua do Mondego], as
quaes rendem 2405000 ao anno cada ura, sen-
do que a segunda tern agua encanada, depo-
sito e banheiro.
HojW
as t11 horas em onto
POR INTERVEN(AO DO AGENT
.PINTO
Na rua do Born Jesus n. 43

Agente Gusmao
J IEL AO

Hoje
as 11 horas .
0 agent acima, por 'mandado do I11m. Sr
Dr.juiz substitute dos orphAos e a requeri-
mento dz Thomaz Gavalcante da Silveira Lins
,Jumior, inventariante dos hens deixados por
sue finada'mri.D. Clara Gavalcante Lins, ven-
dera em leilao o sitio denominado Solidato,
na estrada do Caxang-a, avaliado por 5:0005.
No escriptorio do mesmo agent, 4a rua
do Barano da Victoria nI. 65


do Born Jesus-I2

1I Steam Packet LEILAU
DE
pi~iy 29 saccas corn algoddo de Massoro
qio nos pregos das pas- Hoje
sagens ssv^
JETE A VAPOR A'S 11 HORAS
ATM ,"' $ No trapiche da companhia pernanmbt-


.L i .IAIW


(;ommandante Gillies
TOCANDO EM HAVE
.^ Espera-se dos por-
atos do sul no dia 29 do
Icorrente, o qual depois
*da dem ora do costume,
seguirA para os por-
Los de S. Vieente, Lis-
b6a, Southampton e Havre.
Tern dous vapores por mez, desta compa-
nhia, tanto para o sul; como para Europa.
As chegadas esahidas slo as seguintes
Da.E-iropa -
lo Souihampton nes dias 9 e 24 de ia me/.
De Lisb6a nos dias 13 e 28 de cada inez.
De Pernambuco nos dias 10 e 45 de cada mez.
Do sul
De Buenos-Ayres. nos dias 1 e 15 de cada mez.
De Montevideo nos dias 2 e 16 de cada mez.
Do Rio de Janeiro nos dias 9 e 24 de eada mez.
Da Bahia nos dias 12 e 27 de cada mez.
De Pernambuco nos dias 14 e 29 de cada mez.
PREQO DAS PASSAGENS
CLASSES
"1 2.' 3.&


ParaLisb6a. 24 15 9
- Southampton e Ha-
vre. 30-35 20 13
-Babia. %. 50 25 15
Rio deJaneiro. 3005
Montevideo. 23 11 76.8
Buenos Ayres 24 12 8
Bilhetes de ida e volta teem um abatimento
dei 2-5 por cento.--I
iD'a-se vinho gratis aos passageiros de to-
das as classes. -. _
Faz-se grandes abaomentos a favor de tfa-
milias. ", : !


A VAPkI
Se ^


o prdio qu e con-
erial, assim coom
dos apparelho8.9
tda gisericordia do
0 ecrivao,


cana
0 agent Stepple, por mandado do Exm. Sr.
desembargador juiz aeausentes, a requeri-
mento da companhia pernambucana, levara a
leilao 29 saccas corn algodto de Mossor6.


Leilao
DE
urma casa terrea a. 10, i rua do Fogo, con' 2
portas e I janella. edificada em chaos pro-
Aprios, corn 32 palnlos de frente e 57 de fun-
do, cozinha f6ra, quintal corn m50 palmosd tie
extensilo e cacimba.
Hoje
A'S 11HORAS
POR INTERVENCAO DO
AGE$TE PINTO
EDi seu escriptorlo
Na rita do Born Jesuts n. 43

LEIIAO
DE
50 ac'oesc da companhia per-
nambucana, de 10000ooOOb cad&
umna

a I hora da'tarde
POR JINTERVENgAO DO 'AGENTE
PN- TO .


Em sei


(Ia Euro-
7 do r- arma(ao,
ai -depis nado


(l.^i"l


'I '





I ? 1'





t

4^
I


.~ K


ft


,4
A'


a escriptorio, A rua do
Bom Jeaus-n.&3


LEILA4)
DA
gene0os e perteotas da-IWer-
'pteo da Sa nta Cruz '1
ER DO MABTAO


toes, dii


t;' '1


I .,


I ,


-*C^M



























S li A do Sr. inspecto r da alfandega, em
'resenca de um empregado da mesa repar-
ti1% pa o ft nouado, e pot conta e risco
dr q uei ecer, de cerca de4 7000 caixas
con lats deo kerosee, paite do careganmento
da '.esma bareatano quto f6r preiso pa-
- ra occorier As depezas feitas neste porto corn
o concerto do mesmo navio.
O teilao serAeffectuado As 11 thoras do dia
aciwa dito, no, armazem alfndegado do Ba rio
'do Livra.nento, & rua do.Brum.
SEGUNDO
Leilao


DE
uma letra de 6:500000
SA.BBADO 24 DO CORRENTE
A's 11 horas
0 agent Gusmao, por mandado do 1im. Sr.
Dr. juii de direito provedor de capellas e resi-
duqs, levanri de novo a leilao a lotra da qu'an-
tia acima referida, pertenoente ao espolio de
S Jos6 Rodrigues de Souza Cruz, servinclo de ba-
se a offerta de 1:0045000, obtida no primeiro
leilaio, o qual (eri lugar em seu escriptorio d
rua do Bario da Victoria n. 65, armazem.
LEILA0
DE

Ultime deliniltivamnente dal Iiqui-
diaeae
Julio Isaac faz leilao no dia 17 de dezembro
proximo, por intervenoao do agent Martins, ti
travessa da rua Duque de Caxias n. 2, 4s 11
horas em ronto, dos objects constantes das
seguintes cautelas:
Ns. 2896, 3022, 3306, 3426, 4435,
4924, 4911, 1685, 3160, 4894, 4890,
5205, 5388, 5224, 5306, 5465, 5480,
5533' 5597 5543, 551, 5554, 5557,
5591, 5633, 5677, 5620, 5606, 5604,
5683, 5646, 5087, 5685, 5666, 5650,
5651, 5562. 5692, 5679, 5670, 5657,
5649, 608, 5636, 56556, 56,630, -5623,
-4 5611, 5656, 5338, 4713, 5570, 5522,
2360, :3007, 476, 486, 433, 387, 505,
466, 547, 2689, Q903, 2908, 2794, 2676,
2902, 29514, 2916, 2960, 2970, 2946,
2935, 2085, 2911, 2884, 2927, 2947,
2963, 2955, 2974, 2906, 2779, 249-,
740, 1116, 1129, 21)3, 2462, 246-1.
2346, 2405, 2521, 2547, 2569, 2645,
,)2512, 2557, 2550, 2640, 2630, 2170,
2265, 2062, 2066, 1860, 1978. 1817,
1525, 1964 1599, 1257, 1466. 1370,
1388, 1216, 1445, 1256, 1482, 892, 681.


AVISOSDIV ERSOS

Encyclopedia mIoderna
Vende-se u ma Encyclopedia modern,
diccionario (1e sciencias, artes, letras, in-
dustria, agricultural e commrercio ; pu-
blicacAo feita em Paris, pela casa Fir-
min D)idot, sob a direccco de Leon Re-
em.
A obra cornmpoe-se de 30 volumes,
encadernados, em born estado, sendo
27 de texto e 3 de atlas.
A tratar nesta typographia.
Na saboaria do Ilecife, precisa-so de mna
ama que saiba cozinhar.
Precisa-se alugar urna preta para servio
de ruia, e urn preto para sitio: no pateo do
Pedro 11 n. 73, segundo.andar.
0 iInico deposit dos
remedies do Dr. Ayer 6
em e casa de Adamson

Howie & C., a rua do
Marquez de Olinda n.
37, entrada para o es-'
, eriptorio rua do Bispo
Sardinha n. 37, outr'o-
ra rua do Eaeantamei -
*O ___ _________
Precisa-so-de uma ama para en-
gommar para duas pessoas : a tratar 6
rua do Duque de Caxias n. 60 A.
-OSr. Fabio Faustino Feinandes da Silva
e rogado a vir ao segunde anidar da casa n.
41 a rua do Rangel,. a negocio.
PRECISA,-SE de urn sotao. tambetmn
, serve metade doe um casa, deitro do
Recife na rua do Ericamutamento n. 12,


na taverna se dir.


Precisa-se de uma anina para cozinhar e
fazer eomnpras patia casa de: familiar : na rua
do Hospicio n. 27. .
Joaquim lcm-uiijttcs. -d.Silva tendo sido
horneado inventariante do, bens do casal de
seus pais Jcao Ilenrique.: da Silva e sua mu-
Iher D.. Josopha Maria dos Prazeres e Silva,
scientific aos inqulilinos d(os predios foreiros,
de solos pertencentes ao patrimonio do easal,
e aos que por qualquer deverem aormaesmo,
que s6mente elle annou'icianLe 6 o competent
para receber seus dchitos.
Precisa se de uma rama que saiba cozi-
nUbar, unicamente para este serving ? na rtua do
CabugiAn.-14.
Precisa-se comnprar u ma eserava, preta
on para, qiq.saiba cozer e cortar corn per-
feiAo : 'quem Liver pode levar a Passagemn
a agdai ra, pimeiro sobrado, passa;do a
ponteg rane. Tambein precisa-se de unma
*apa nas mermas eondi3es..
pr a--l -^"e 4feuq a pessoa pare servente
e ajuo dEteIMa fabrica d confeitaria :a
ratr na Ua d Imperador n. 24, confeitaria


tima area : na ru do Ran


-o-.-rr- C. 4. e'Aluquerque.
Veci*sas de rnixairwa a live 4euboos
costumes, para andar oom uma ,rianQa e ser-
vir the de a se ,a : q.uera stiver uessas
condi45es, diria se A rua da Imperatriz n. 7,
segniiaaditr. :


0Sr. Mahoel Felippe #oelho, vindo da
Bahia ha pouoo tempo, temr uma carta na rua
do Commercio n. 14. .
-Preoisa-se de uma ama para eomprar e
cozinhar: na rua Duque de Gaxias n. 64.
S-Roga-se e pede-so muito por especial f,-
vor a pessoa a quem foi offerecida ou vendida
uma penna, tendo todd o cano de ouro wacis-
so, pesando 12 oitavas, e na haste uma linda
cobrinha enrolada, tendo sobre a eabega uma
cor6a corn 15 brilhantes, que foi roubada de
lugar reservado, onde s6 quem vivia em inti-
midade o podia fazer. A dona deste objeeto,
feito especialmente como present de annos,
jura o nidior segredo, s6mente quer saber
par prevenir-se de tAo viAs companies, nio
quer nem a penna nem o valor della. somen-
te quer saber a infame que abusa de sua bon
Jade, para fugir e prevenir-se de tudo absolu-
tarmente. No Corredor do Bispo n. 73 se f llard
corn a dona do tal object roubado, e eterna-
mente se agradeoerd : roga-se a-todos os ou-
rives desta cidade, que por acaso tiver corn-
prado, ainda mesmo quebrada, porqne quem
rouba tern astpcias, nio venderia talvez o ot>
jecto perfeito. porque outro aqui nao ha igual
e seria-miais facil.
Precisa-se de urn caixeiro corn pratica de
taverna : a tratar no pateo da Penha n. 8.
Aluga-se a- casa da r-ua do General Seara
41, esti liimnpa : a tratar junto.
ALUGA-:E o 1.o andar do sobra-
do da rua do Visconde de Albuquer-
que, n. 44, muito fresco, corn commo-
dos para grande familiar: a tratar no
Corredor do Bispo n. 73.
Aluga.,e urma boa escrava para todo ser-
vito, na rua da Praia n 33, 10 andar'.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da rua da
Penha n. 17 ; a tratar na rua. do Livrarnento
n. 32, loja.


Aluga-se -a casa n. 65 i rua da Palina,
corn bons commodos easseiada : a entender-
se na ruan da Imperatriz n. 49, io andar.
Aluga-se por prevo commodon uma casa
na rua de Aguas Verdes n. N, hoje rua de Lo-
mas Valentinas, corn 2 salas. 3 quartos e comn
portdo para a rua da ViraCo : a tratar na
travessa de S. Pedto n. 6, casa de marcineiro
Aluga-se o armazem da rua da Senzala
Velha n. 88 : quern o pretender, dirija-se r'ua
da Imperatriz n. 53, que acharA cornm quem
tratar.
Aluga-se urn sitio em Beberibe : a tratar
na rua estreita do Rosario n. 12.
Aluga-se a casa n. '54 da rua do Fogo : a
trotar na rua de Pedro Affonso n. 47, segundo
andar.
Aluga-se o pavimento terreo da casa n.
41 d rua do Rangel por 30$ ; dito da case n.
64 id rua Direita por 25$ ; o- sobrado do um an-
dar e sotao i rua de Lomas Valentinas n. 27,
pintado, por 30$; a casa terrea da rua de S.
Joio n. 77, por 20$; dita n. 79, coin 4 quartos.
sala forrada e pintada de novo por 30$ ; b 20
andar da casa n. 25 i rua de Santa Rita, corn
2 salas, 4 quartos e sotao por 35S ; o -1o andar
da casa n. 3 & rua da Penha por 30$ ; o 10 an-
dar do sobrado n. 27 no patoo do Terco por
30 : a tratar no 20 endar da casa n. 41 A rua do
Rangel.__
ALUGrA-SE por prepo commodo
o predio n. 8, A rua de Mariz e Barrcs,
outr'ora rua da Codorniz (onde foi o es-
tabelecimento do Calangro) muito pro-
prio para qualquer estabelecimento de
seecos ou mn1hados, para o que tern
boa armatico e pertengas : trata-se A
tr'avessa da Mudrre de Deus u. 18.
=-- Aluga-se o sobrado da rua td S. Bento
n. 9. em Olinda, coin 4 s4las, 5 quartos e cd-
zinha f6ra: a tratar na thesouraria das lote-
rias, ou ina mesma rua, emin Olinda, corn o Sr.
Jose Nunes.
Aluga-se a loja do sobrado d riua do Vis-
conde de Albuquerque n. 44, muito fresca, por
preea commniodo: a tratar no Corredor do Bis-
po n. 73.
Aluga-se uma escrava cozinhejia, c urn
moleque para compras : na' rua de S. Jorge n.
74, das 6 Ls 9 horas da manlA.
AM A Precisa-se de urna para casa
Tt de pouca famrnilia : a tratar na
irua de Pedro Afronso n. 34 ou 27.


S, Precisa-se de urma ama que cozi-
AlMA...- be bern e coin limpeza, para easa
de familiar : na rua do Marquez do Ilerval nu-
mero -12.
A HPrecisa-se de uma ama
Jji'I *i que cozinhe bem, compare
A 1 .1 A e seja de boa conduct,
para casa de J)eiiena familih: na praga do
Condo d'Eu n. 30, 2 andar.
% "---- Prfecisa-se de uma ama'para casa
tl'l"' de honmem solteiro : a tratar na rua
Imperial v. 133. taverna. .
A NA o Precisr"-3e de uma que cozinhe e
] icompre: na rua da Imperatrizn.
.4, primeiro andar.
A Precisa-se deoduos amas,
4 iI lima para andar corn cri
^ ,..a aneas e outra para engom-
mar : a Lratar na run do Raugel n. 11, priminei-
ro andar.
Eseravo Ifuido
Fugio da casa d(to corretor Gaipa o
escravo mulato de nome Joao, estatura
regular, cabellos carapinhos, idade vin-
le e tires annos, tern falta de deaties na
frente, e tern ruma fistula no queixo ; le-
vou cainisa de algoddo nova, e cala de
alodao riscado. Recompensa-se a quem
o ievar A rua Velia n. 143, ou d rua do
Marquez de Olinda n. 35..


ol ; i


tIlUUU -
Aluga-se por preGo 'coiinodo (200$ annuaes)
a casa terrea com 2 salas, 1 ,abinwe,, 3 quar-
tos, cozinha f6ta, si .( arna do Sl, otI praia
de S. Francisco, em Olinda, dislante 400J pas-
sos do mar, offerecendo assim a grande van-
tagem de poder sahir-se della corn trajos pro-
prios pari, o banho saiga lo, ul6m de suia pro-
xiridadoe ,A estaoo du, Garmo : quem a pre-
tender, dirija-se aot sobrado ',l-,da r arude S,
Pedro Martyr, a i mtiSma cidade :'a trtar om
o eOtt respeetjY^iv p 10Lop ria. :

Aluga-l e o '1aio mair 4osqbrado 1. 72


Colta
ibuque


Coinbra de Albuquerque e D. GenoVeva Lau-
rentinade Andrale, mulher, irmaos, flhios,
sobrinhos c primes do finado Antonio Domin-
gos da Costa Albuquerque, muito agradecem
ds pessoas que por caridade acomr anharam ao
cemniterio de Nossa Senhor.t do 0' de Ipojuca,
seuw restos moraes, e de novo os convidam
e aos seus parents e amigos do finado, para
no 7o dia do oeu passamento assistirem aos
suffragios que serAo celebrados no sabhado 24
do corrente, na igreja deNossa Senhora do 0'
de lpojuca.


Maria Josd dax Serra
0 capiuio Vicente Nunes da Serra, sou filho,
irmas, cunhados e sobrinhos, tendo recebido a
infausta noticia do passamento' de sua sempre
lembrada mAi, Maria Jos6 da Serra, fallecida
na villa do Gascavel, provi-cia de Ceara, con-
vidam pelo present a todos oc seus parents
e amigos, para assistsrem hoje, pelas 6 horas
da manha, diversas missas que mandam cele-
hbrar no convento de N. S. do Cirmo ; e desde
j. agradeeem a todos que compareeerem a
este acto de caridade.

Urn amigo do fina-
do Bardo de S. Borja
manda rezar porsuaal-
s ~ ma unra missa na ma-
triz da Boa-Vista. s 8
horas da manhai do dia
24 do corrente, trigesimo do seu falle-
cimenti, e para esse aeto convida os
demais amigos, e os parents do mres-


mo finado.* -
,j Canaidaf Rosa Car-


-- .' neiro- Mointeiro, irma
^e mad rinha de Victo-
-. rino Jos6. Carneiro
MontLiro, fallecido no
-l lio-Grande do Sul,
mauda rezar misses
no convento de S.
Francisco, no dia 24 do corrente, as 7 horas
da mnanha, trigesimo dia- do seu fallecimen-
to, o convida para esse acto religioso, to-
dos os parents e arr igos do finado.

Caixeiro
Precisa-se de umrn caixeiro que tenha pratica
de padaria : a tratar na rua do Rangel n. 8.

Escrava 'uoida
Aclia-se fu,,ida desde o dia 7 do corrento a
escrava Maria, de 30 annos de idade, c6r
preta, crioula, estatura regular, urnm tanto ma-
gra, olhos m')rtos, quando anda balanta mnuito
com.o corpo e braQos, o rosto afilado, consta
que anda vendendo corn taboleiro, e jd foi
vista no Recife, e como tambem consta que
tern estado na estrada de J'oio de Barros, na
cocheira do Sr. Mhnoel Joaquimi, tern rm'i e
inora no aterrinho da Barra: roga-se a todas
as auLoridades e capit.Ivs de campo de a ap-
prehenderem-na e traze-la i rua do Apollo n.
30, qua sera gratificad).


AGORA SIM


NAO PODERA' IIAVER MAIS CABELLOS BMAN-
COS, COM A TINTURA CIIINEZA
Preparada por A. R. Ramalho.
2iJ-iUA, DO MARQUEZ DE OLIN-
DA-21
Esta tintura faz tornar os cabello,
rapidamente pretos sern offeuder a cu-
tis, e muito facil de se applicar. Cada
frasco acompanhar6 as islrucsics nie-
cessarics.
0 auto da tintura chineza nao preci-
sa de encher as columns d'este jornal
corno muitos outros autores fazem, en-
grandecendo seus preparados a ponto de
tornal-os una maravilha, serm sseleonbra-
rein que, a maneira- que sen author oa
eleva, o public es p6de rebaixar, poi
que as mais das vezes e enganado.
FPortanto, o autar da tintura chineza.
certo do born resultado, ja peass mui.
tas experiencias que se temrn feito, ja
pelas boas provasque sempre tern tido.
recommend estw tintura.
Pede tao s6mente que experimenteml
ella, para depois fazerem seu juizo.
IJnico deposit, cm case de sen au
ro aciln

Alerta~


Pequenas novidades
Mangas de ItamatacA.
Meloeq de Ila mesmo.
Laranjas de umbigo.-
Abacachis sem casca
Avelans e amendoas.
Ameixas e figos.
Castanhas do Maranhao.
Encoutnra-se tudo isso e maais algjaas
sas, ni confeitaria do Campos.
24 -- wrador -- 21


Gratifica. se


S XAROPE PEITORAL
DE '
Cartos Bittensourt
,Pharmacewtico pela academia de medici-
; na daBahia
SGraude e novo descobrlmento
ESPECIFICO DA PHTYSICA E DOENQAS
PULMONABES
0 Jaramacarfitcompostoou xarope peito-
ral 6 um medicamento precioso e o me-
ihor peitoral ate joje conhecido nos an-,
naesdamedicina. E considerado especifl-
co nas molestias seguintes: defluxo. Ltos- i
S se siamples ou rebelde, catarrho pulmno-
nar, affecOes da garganta e phtysica pul-
t onar. Slo innumeras as curps efftc-
nd4as desde o seu descobrirnento. E'
eirpegado em alta escala pelos medicos
especialistas.
Salsaparrilha e caroba
DE
SCarlos Bittencourt
Grande depurativo do sangue
Empregadanashydropesias, rheumatis-
rmos, affeceOes gotosas, infartos glandu-
lares, escrofulas, syphilis, papeira, mo-
lestias chrenicas da pelle,, cachexia mer-
curial, lupus, sycose, eczema, care es-
rofulosa, dysuria, darthros, boubas, bu-
,*Oes e todas as molestips que teem a
sua origem na impureza d& sangue.
D6se : uma a quatro colheres de s6pa
por dia em agua e mais progressiva-
mente.
DEPOSIT GERAL
S Pharmacia popular
Carlos Bittencourt
| t Rua Nova n. 51
Pernambuco

Mofina
E' pedra que nao joga.
Agua mole em pedra dura,
Tanto di atd que fura.
(Mas esta 6 de bronze, que se nao
tem'furado por ser estanhada).
Roga-se ao him. Sr. Ignacio Vieira
de Mello, escrivao da cidade de Naza-
reth, desta provincia, o favor de vir A
rua Duque de Caxias n. 36, a concluir
aquelle negocio que S. S. se compro-
metteu a realisar, pela terceira chama-
da deste journal, 'em fins de dezemtro
de 1871, e depois para janeiro, que pas-
sou a fevereiro e abril de -1872, e nada
cumprio; e por este motivo, pois, e de
novo chamado para o dito fim, pois de
ve S. S. lembrar-se que este negocio e
de mais de oito annos, e quando o se
nhor seu filho se achava nesta cidade


I





I


gVLAS DFALCAI1I&

IE GUYOT
sMr-u Sm tfl** bi^


I"te. e#.ulaa, usprisw, d u4 own
ralM.,- coot&x *6Z4cis do WNaig,
iowe4 teiods a plt-ag d pimunr qai.
id&ed. & opla disolvO .s -w staao,
o sletrfa toruam m amhltsi pmw
rapidamato.


d
4

q
I


4 0im fis. hs"hhul a qisudiem.&4. 1s2, k*
c0unibtetu 3Wr s^gM.b pe.. eaul~mte..
OWNC tto-vmawanft P"n 0, 6iml-te> 0
pma MwPum fromu : soitam m" WmuIm"
pmbvtrv.o 6t ,i ,in |grand qunutidm 'w
S sam W6 wmoa w. 4D 4*-


1 0 l*.4. di V.A. CA. Ai..2?. i Main* pr
t - chroaice do ple ein'rr a laien pua aWrow.
*:-fs 6u! do iiJit t olervadoo *t-.ojo, qut 0
* vtetrgo Lc, uama co eoevide'temew t w a-
Sitate, ue,. dadc ,: ; aes miodraderl, saxta o
4 or(i(. s .tiie A A.Lo ra a : rcultpIb. a
(Ditev'4iwGcine^ ^JK|duq'(.ceteur Fn.)


4
4
4


SM iwttotit. ucttwo,.oper ltagutando aI
4 wa'- a tfr. c'artidoo apeti^, *~cisrmn4
* digestlo. Re;tc'Um-no Wire tudo catra a
ittkoslos ahron:A do puhallr do bexip.. ,
(I ,m tro F4ar" tOcit du pfrc,'aur SAe-
i1i5 .


(.omn dote ,'dirnaria de umt ou duas
ci4qpubt aa occ,io da comida, sst me-
dicaienL.k h-ise ,aim efl&cia o'.&.v ou
(er~ica <(Ui~thSl:


b7?aDlC~(tT 1*
?*AftAL#t- PUlLMQMate
Test rt IoA
"Saic& p40 Ocmns
MttuiTA1o 00 PCITO
@O*" M 0 *SAUMTA
OVSPMPIA
18TSUROS 01U(1
"ToiIm 404 onMO"l
e em garp.! cfrtri todas as effiecwfs dat
wocoss. ada frsuo, dio preop dt Ie frn.
coM 50 centars;mos contin O60 capsules. Is
dttr bsat.-e prs demonstrnar o poucw'
quo crcta o tratamente peli capsuale do
lcastroia: ji tS c5wentesimos por dia.
Pern. rta e4 fsaltifes$ ? imaufu,
teifi, no ro tde a rvoi w (rt I anpr
em petDo, 4 8 a at Uvpcumi am Ph
lrva ~".

.is *am.

^ftrms. as *Mo I
a"so aa I L53L a '. -go


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W s57,R t d gio d BRua deVaugrard, 57

PARIS PARIS


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13*1.0 VAaA'RUTIRAQZ@


rafo UNIVUR"L


PiLo noMMMNAVUL
MIL MkCHINAS VENDIDAS


Loureiro, morador na' baixa Verde, cujo es-
cravo tern os seguintes signees caraerisUt-
cos: cOr acabralhada, esttura 5 pes, 1 p0le-
gada e3 pontos, cabello preto e carapinho-
rosto omtprido, olhfim pretos, comrn olhar ambr,
tecido, nariz afilado, boeca grande. ,odo os
denotes, barbapouca, e corpo grosst-, em.uma
des maos, ,por traz do pulso, tem-urnm caroeo
A especie de um lombinho, pronuncia compas-
sada, conservando-se, quando fall, em attitu-
de humilde e vista baixa, tern de idade 30 6
32 annos-, pouco mais pjnmenos, L fllho de Joso
e Antonia. escravos de Manoel Salvador, de
lugar Fazienda Grande ou Pajej* de Flores,
d'onde o referidoescravo 6 natural, e onde ex
ercicia o officio deferrfiro. Sahio desta cidade
vestido corn welga e camisa branica, paletot de
alpaca preta, chap6o do Chile, levo)u um ba-
huzinho de couro, corn bastante roupa branca;
essim como consta que no acto do embarqua
aqui, um preto foi 6 bordo e entregou-ihe a
quantia de 600U000 a mandado de urna amasia
de nomeRomana. provavel que teniha mu-
dado de nome e. de vestuaieio, e ,ue ande
calgado, para assim intitular-se livre e illudir
a vigilancia das autoridaden. Ha de cornm cer-
teza seguir caminhe da Bahia para esta cida-
de, em algum dos vapores da cornanhia bahi-
anna, desembarcando em Macei. ou pelo in-
terior das duas provincias ; rog.-se, portanto,
As autoridades policies e aos Sr?. ',apitAes de
campo, ou d qualquer cutra pesska que delle
river conhecimento, o appreherderein, parti-
cipando ou entregando-o ao sea respective
sennor r., xecife, itau do Commtrcio n. 5,
que serAo renxmpenisado r ,n-. tritifleac4o
acima.
ON. Z- .


Rua do Crespo
Precisa-se de uma ara para and. .' n ,,itma
lnenira na rua do Crespo n. 16.
-fe%^'^^a -e1? ^ -^ ^'1-f -
I MEDICO E CIRURGiX, Q
D,. CGyrillino P. de Almeida e Las-
trc, corn urma pratica de c!.nia civil "'
I de dous annos,e decercadet:e. annoy ;
nos printipaes hospitals de Vienna "'
SdAustria, Paris, Londres e Allemanha, ..
p ,ode sert procurado para o e::ercicio .
Sde siua profissaio d rua da Auro:'- n,!. ., .9)
I seundo andar. '
'1 Consultas de as 3 horas da :arde ';
f.% Sfv > *.'',s- ^ .~j. 5 !'i.... f...o .. ,*^s" .? .:

20000
Alerta
Fuglo em outubro de 487 .:- eb rzmo
Jose', prelo, crioulo, de idads 2 annos,
altuua regular, conform -. i 'ade,
secco, pernas regulars, caR,'?-a com-
prida, pescogo comprido, pe. "-atos
este escravinho foci comprjo w. O OPa(o
de Carnaragibe ao Sr. Joaro t'iira de
Lima, e s6. esteve em pode "o abhaixo
assignado 15 dias, findos o0 -: 9eg des-
appareceu e consta estar eir.-'."asds1
engenhos Paraizo, Riachio, ito An-
tonio Grande, Sacramento, r- onia ou
Quebra, conform carts au- :* ;aix'j
assignado tern : quemr o ap"'-ientailr ,a
rua de Hortas n. 86, sobr. 'o terA a
gratificacao acima.
Ma'ximrnino da Silva ; -, .

Wfl/

!Consultorio e-

Sdico cirurgiCo i <
0 Dr. AdriAo bavendo regr^-,. 3a p
de suo viagem a Europa, tetq. s:a- .'.
belecido a sua residencia e c_.isu!-
toLoio rua do Imperador n. -
andar, &asajunto a Relacl*. )mndeo
Spcde ser procurado a qualq-ef ;X "
/ra do dia ou da noite, para ;i- r
teres de sua profissao. Coni, ;ta-
M das 10 horas ao meio dia.







Xaropeea Pastado DZvd a1nao
promptamente as casos dprriNtf'.es do
pemo ou dos pul6ua, Brmtskites, (aw.eiv-
des, Deflswos, Catarrhos, etc.
T"la matma, a Paris, 22, ma Dmiot.
^- AELIK AS MODI EOU e 0t. -


cou-


I


IeWILL


nta. a quern


am rehender o esIlo 4e` ,lwl at t
baixo, cheio do corpo, bemo 'f- i
suissas fechadas, pe.s umn pouco apala -
tados, gosta de amidar ',e alpargatas,
levou vestido calVa e camisa de alga-
duo azul de listrae chapdo de felt)
branco; quemo a agarnar, levo-o a rua do
Cotvton.: ,u8 9, aque reebera.a. grati-
ficaavio.Uoiist.i^f ew le :osxinita anei-
Itar-si em urtea eiO. eorr-or do dois-
Ipo. onde emra doe toiduzira-i:
,gu.'


EO E IGAD -BAE CALK -AD
-em", 'W cem 9Rm
E CASCA DE LARANJA AMARGA

ippareimento d'este oleo, 6 devido ao sa d# ts
womas experiencias feitas pelo D R D1OX duraIcte


QO~a&1ln


ece, a
T', .1[11


*f ] -







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!


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'O w..l


un


I


I.

























'S


GRANDE DEIPOSITO

Machinas de costura

SHARES LEITr XIRMAOS
30 Rua do 1tito la Victria 30
Pernmaibuco
As molhores machinias conhliecidas de
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Preniadas em todas as exposi&Acs
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sitar o grande dcoposito de mrachinas de
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e hamburguezas.
Convem comparar pwm hem escolher
30- Rua do Bar&o da Victoria 30
Melies -
Frescas bptinas e sapa!'.Oos de Melids, rece-
beu a Nova EsperanMa, rua Duque de Caiias
n. 63 ; a elles, antes que se acabem.
Attencao
Escravo fugido do engenho Ara-
Magy da comarca do Cabo
Continufia fugido o escravo Manoel, corn os
sigaaes seguintes : boa eCItura, grosso, nade-
gas grandes, p6s tortos, o major signal 6 ter
o umbigo estufhdo o gnnde, corflA, idade
50 a 55 annos, costa ter estado, e estar aqui
canhando na run.
Desde o princiio de setcmbro estt fugida a
Bscrava Francisca, de 50 annos, cabocla, es-
tvtura regular, cabellos cachoados e pretos,
bons denotes, muito ladina. Consta estar aqui,
j)ois que foi encontrada no Cabo de viagerm
@para aqui.
Pede-se aos car-'~;7s do ecampo o As auto-
ridades policiaes, quo os apprehenderom le
#e-m os ao engeniho acimrna ou casa dos Srs.
Ihomaz de Aquino Fcnceca & C., successores,
wua do Vigario n. 91o -pdur, que s'!r5 genero-
sameute gratificado.

Vendc-se


Nesta typographia ao I.o andar ven-
eit-se as seguintes obras:
Collecoes de lets gerae' e decisOes
do governor, do anna de 1870. encader-
nado por 6$.
Dita, dita, dita do aano de 1873, en-
ca;dernado per 86.
S 0 ESPREIfADOR D0 MUNDONO-
VO, obra" ,ritica, moral e divertida
ior Jos6 Daniel R da Costa, encader.
pado por 2560.
OSENGEITADOSDAFORTUNApe-
lo mesmoauctor, eneadernadoporlj50.
TRIBUNAL DA RAZAO, onde e ar-
gaido o dinheiro pelos queixosos da sua
Malto, pelo mesmo autor encadernado
por 1$500.
OS DRAMAS DE CAWENA, folhe-
tim por Elie Berthet, encaderndo
por'1 500.
VENDE-SE tambrem ura banda de
vkda, quasi nova, para ofieial, por O05.
MACIIINA BE G-EO
Vende-se barato umra machina do fa-
bricar geo, propria papm casa de fa.
milia, especial mente para algum enge-
uho. E' dq system TOgKU,. e trabalha
.implesmente corn chlorreto de amno-
niaco. E' de simple rmanejo, pois qual-
quor crianpa p6d6 toear a manivella,
sem esforco.
Para ver e tratar na roa do Barao da
Victoria n. 2, no BAZAR VICTORIA
de Amaral, Nab cio A C.

4toubaram no di a 15 domorente. a tarde, do
itio do Caldeireiro, )unt. ao sitio do Sr. com-
inmendader Franisco Ribeiro Pito QGaiumrs,
arrombando urea portao w mi relogo de ouro
latente inglez, d & voraWdor descoberto, corn
inaa corrente grossa massiea, figuranclo fili-
grpa, coip 20 oitavas pouco mais oa menos :
oga-ge fA todos os senboTie rem eeiros e ouri-
yes que lhes for offerecidoa, o favor deM ap-
prehender, que se Ihes pa4tel. o trablho o
-despezas que fizerem corn tal apprebensio. e
parlicipar na rua Sete do itWaroa u & Do-
sinagos Antonio da Silva ebinrs, que sehe fi-
caril muito agzradecjdo.
-~Paid~eria
&luga-se e Unas, hA vi lla de Patlinares,
caa Nova, c t uode s w *4w s a trator
w ateo do Teo n

::ecsa-se de um remedio para tirar urn lou-
4(a dokaplo de ): qo sbep ari-
*Ki ara set procurado. Pd drjgir-se A


-s sproJ
vinem aos
e ao p#ubt





ditas de Cc
biques e


prtetarios oeeteeut m
senbores.ie ed0"i 0r toft


ectos abaixo iuencionado&,, eo'o sew


as-de Derospe para sfar
Wlars, os melhores systems, al-
feitios diversos, samples e corn -


Boa-Via -
Alun-se umrna excellent casa neos arrabe-
deo, c4 muito bons conuasjooa fresca a
tratar 4a rua do Aragqo.&. i; t" atdar. owde
so aluga tambem du laoleques, umn cozi
heiiro e copeiro, e oatAro para trebatho em
sitio u escriptorio.


CASA D Um
Aos 9:000000
Bilhetes armantidos
rua do Baro a Victoria n. 40
e pasa do costume
0 abaixo assi ado acaba de vender
'!hetes a sor-
io-. ei"e t, inteiro de
-if.2263 corn a
toartede oI0*IV alt, deutras sortes
tde 32M e d i0I00da loteria que
se acabon de *xtmabie.
0 mesmo abaixo assignndo convida
aos possuidores a viremrn receber na
cop mkw ade do costume serem descon-
"c a-se i venda os multt felizes
bilhetes garadieo'da2.a part iasi lo-
tenrias a eneficlo da igreja de ,Noisa
Senliora da BaHiora deOhnda (248),
que se extrahira no sabbado 24 'do
corrente mez.


Intetro
Mioa


PreBos


De


Tres casas para alugar-se na
/Capunga-
ip eatio na rua das CrigUlas jj. 59, todo mu
rai;, omceasa bastante grande para familiar,
potaie esiado, casa pare banho, corn mui-
tAs frctsiras, grande parreiral, jardim, baixa
pera capi', Corn bonita vtsta para o GCapiba-
the. Umn.+oasa ni mesma vua n. 61, corn
born quiatl otodo murado, eacimba corn bornm-
ba, eas e 40 jbnho e bastantes commodes pare
familiar. Outra nos Quatro Cantos n. 29 B,
tambem corn bons commodos para familia;
todos solugamRpg rprei? commodo, agradan-
do o inquelino ; a tratar na ua dn Vigario n.
33, lo aidar.

Pulseira
.Perdeu-so uma pnlseira de ouro, lisa, corn
uma cruz, do fim da rua da Aurora A rua do
Hospieio : quem a Liver aehado, p6de entrega-
la a rua da Aurora n. fl-, collegio de Santa
Genoveva, qudsera gratificado.

'Por baato preo
aluga-seuma escrava que prosta-se a todo o
serviV.o de umia casa,: que.6 quizer, dirija-se
A rua larga do Bosario n. 34.


Desappaieceu no ommngo, 18 do corrente,
duas abr, pretas quern as achou, queren-
do relitWl, dija-se rita das Nymphas n.
26, que o-erA recompensado:


ASS ~zAt*LS AWAD E:JS


u wmm mwaaryres, 9" 0 wnprou na cifaa
da PIaUyb&. 0, 4.oaluuiareglarim-
00 31 08r ; ", coprad pa rasma data
40 que 0 9tmi, aoSrM iW Txayasj 8 Ba-.
cl*ob, morador em Bom Jardt Parahyba;
este eTo 6 Viuvo e deixou {ihos naPara-
,hyba ; .rn Bi-s autoridade potciag e aos
MMl ^ i^ampo a appretenalo dpstes es-
MYOSB, Wratiaeando-se a quftn os otttregar
oesta cidade aos Srs. aei Alves Formira &
C., rua do polo n. 4,primuaio ndar, ou ao
respective senhor, no enganbn Camwragft,
am seroin5em.
CASA -DA FOIRTU NA

BI'LIA ANTIDOS
A' rua P11 BiM e MarQ (ou.
:treora #-4o *vpo) n. 23 e
casab4daMMqtix~k
Acham-se a #e i bilhetes garam-
tidos da V me da7I9rims a beneficio ds
igreja de Nossa Seahora da Boa-Hora de Olin-
da [24&8.], que se extrahirA no sabbado 24 do
corrente mez.
ur os
Bilhete inateiro 109OO0
Meio bilbete o 5)
Quinto 0ooo
Em porC&o de 1000000para cima.
Bilhete inkeiro t0000
Meio bilhete 4500
Ouinto 15S800
Manoal Mfartiu Fisa.
SAluga-se urn excellence sitio em Be-.
beribe, no Porto da Madeira, junto aa
ricontendo mui boa easa dte vivenda. m
corn todos os commodo procisos,
jardim corn gradeameato de ferro, ca-
)cimba e algumas arvoreos de frcto,
bern conio um grade terreno eomr
baixas de capim a trafar no largo do
Gorpo Santo n. 15,1Io andar.


cin S


Aos donos de sitios


Compra-se
tes


fructas dassegaiw-
qualidades,
a saber:


quenta garapas, incluindo os deNOVO SY-
TEMA, ltimamente a dopt naproviac, c-
rapucas, serpentinastachos, passadeiras, repar-
tideiras, eseumadeiras, cobre pido0paramoer,
mandioca e todas as obras necesarias para o
tabrico do assucar. Bombas aspirantes' e de
repuxo, de ferro, de cobre e de bronze. Si.
nos de 16 libras ate 110 arrobas, fabricados
pelo system francez, torneiras de bronze e
parafusos de dito, de todos os tamauhos..
Emfim fabrica-se toda e qualquer obra de
cobre ou de bronze, corn today perfeioo e gos
to, para o que teem feito acquisiiao dos melho.
res operarios, podendo desta forma servirem
bem aos seuns freguezes e a todos quantos Ihes
hoDrarem ecor a sua confianCa.
%Na Caldeiraria Central
66-Rua do BarAo do Triunpho outr'ora do Brum-6A


COLLAR DE 1G
N. 3 A---RIUA DO CABUGA'---N. 3 A
Agostinho 4 Irnmios
Offereoem ao respeitavel public destaW cidade e f'ra della unia infinidade
Sde joias, send aderegos corn brilhantes, rubins, esmeraldas e perolas., meios
ditos de ditos, brincos de alta phantasia e argolas do ultimo gosto, afinetes para
T retratos e serm elles, cagoletas corn letras e sere elias, cadeias para homes e so-
nhoras, de aperado gosto, reloglos par& ditoes e ditas. de o-ro e prata, anneis
S corn brilhantes, rubins, esmeraldas e perolas e corn letras, voltas corn lgo -e sem
laeo, pule=ras par sehoras e menines, bjectos 4e pr&ti Porto de toda qua- .
lidada, e emBs urea iafinfdade djotias que soda eiadopbp muencionar ;'s6 corn
Sa vista pode-se ajuizar taato em pregos CQoO em gosto, garante-se a qoalidade
Sde o.uro deIlei e a modificsat o nes pregeo Compra-sp curb, prata e pedras p*-
ctosasg. Concerta-se obras detoeurEeap ta,2com-ptsteza. '


A PERNAMBUJC ANA,

Fabrica de chocolate de Alna It Casasa
BUA DA IMPERIAL _IZI N. 49
FAWICAQ AO HESPNH OLa
S Von& por a .o e a retalho
Chocolate sumc* pare taiWese oaie@a-700 Mis, pacotes de 200 grammnas
Dito baunailha a 500 idem.
Dito hoieopathioco a 500 idem.
Dito-para convalescentes a 600 idem.*
Dito.comnmumrn a O,400 e 500Q.
Vende-se tambem pastithas por sepawA4o A raz*o de 0 ris ca4a uma.
N. B.-As vendas po w atamo teem fescotW segpndo sua importaneia.


0
-Covado de
POPELINE
RUA DO DUQUIJ .DE CAXIAS N.


45
Admiral Admira!t
Pipelines finas de liiho 0o1 listras
modernas, gostos inteiramente differen-
tes de todas as oua que ha no mer-
cado, polo insigiii prego de

Vende-se pot' 'e.t prevo 'enm razao
* ^~er conta doe um r ifricante da
Europa'; d4o-se amostras mediante qual.
quer penhor, e mn tasdae tlevar em easa
eos prtendentes.
". hano '.
IDT n nT r L, i Ald A tk-k~


QURt1MADO
3ija do.,Cueara
lS.WAW


Grade d~posito de popefiQ s 41 li-
.A^ ar ...1' O 1

ie^ crm~si^ ~ 0^ xo<^
lproveitejn o. so, d. 3

a ? uriso covado.
JLiRdas alvpetacas o d soda flisa, cedo-
de, Irtdosde Cava)0 r&i o covad6;
aproveitfw.
POH'Ues de linho e zsea ficniss s,
rdis o covado.
dadasatpacas deseda lisas, padres
de novidade, a 700rii o covado. "
E&iWAe lisas de todas as cOres, a 30
rdis o covado.
Lindos cortes de vestido, cambraia
branca, a 6 ; 6 pechincha.
Laminhas de togas as qualidades,
100 a 240 rdis o covado.
Grosdenaples pretos, fazenda final, a
2500 o covado.
GorgorOes idem idem idem a 3500
o ovado.,
Sedas de diversas qualidades a 10 o
cevado; aproveitem.
Cambraias de eores pelo tarato pre-
co de 240 rHis o covado ; admirem.
Chitas-de diversas qualidades, a 240
rdis o covado; admire.
Lindos-chapdos, palha de Italia, para
menino, a 28; aproveitem.
Idem idem pellode lebre, fita de soe
da, a 2$600; aprioveitem.
Gretones de bonitos pad.roes, a 360
rdis o covado.
Colchas de fustdo de c6res e de chita,
a 3$ cada urma.
Lencoes debramante, 2$ a cada urn.
Brtm pardo liso, fino,a500 rdis o co-
vado.
Brim branco de linho fiuo, a 15200)
a vara.
S6o 59
Rua do Queimado [ddo-se amnostras
corn penhor]
LOJA DE CARNEIRO DA CUNHA & C.
5000 covados a 200 rs.
Popelines de linho, listras e quadri-
nhos, padres cornplelamente novos,
muito barato, sem competencia de pre-
o ; corram a ellas, pois se acabam per
este prepo, todos querem ; venham ou
mandem ver as amostras, pois custa
cada um covado-200 reis-SaIo os ba-
rateiros.
Almeida & Campos.

LOJA OA C'XiUi -TA
6-Rua do Cabugd-6
Para este estabelecirmento acaba de chegar
um variadissimo- sortimento de fazendas para
grande toilette, assim come
Granadine de c6res:
Rosa


Azul
Perola

Branco
Amarello
Sortimento complete de chap6os de pallha de
Italia e palha ingleza, primnorosamente entei-
tados.
6-Rua do Cabugq-6

Binoeulos
de madreperola, marfim, tartaruga e
metal : vendem Amaral, Nabuco & C..
rua da Barao Victoria n. 2.,
Boa noticia
Urna noticia proveitosa interessa a todos, a
Nova esperanga, rua Duque de Caxias n. 63,
acaba de receber diversos artigos de luxo e
phantasia, per isto apressa-se em scientificar a
sua boa e constant freguezia, e corn especia-
lidade ao sexo aamavel, afin de virem apreciar
os seguintes artigos:
Bonitas bolsas de chagrin e veolludo para
senhoras, commodas caixas vasias corn have
pare guardar eostuia, ou para outro qualquer
mister, novas cogtureiras e port-agulhas, bi-
cos imitando os feitos no paiz, elegantes to-
souras corn cabo de madreperola para border'
so, p6 diamanlino e de ouro, para empoar os
cabeNlos, leques de muitas qualidades corn
plumas e sew elfas, para senhoras e meninas,
delicados port-relogies, e tudo vende por pre-
Cos baratissitnos.
Artigos para escnptorios
Verdadeira tinta ingleza preta,dita optima de
copiar, pennas, lapis, oanetas, papel, envelo-
pes, lapis de borracha, etc., etc., vende-se a
rua Duque de Gaxias a. 03, Nova EsperanCa.
Dous remedies -
Milagrosos collares electricos e anneis, a-
quelles contra convulaoes nas criangas, e estes
verdadeiro antidoto-.parae os nervosos, rece-
beu a Nova EsperaoWa a rue Duque de GCaxiias
n. 63.


Nova remessa
Agm para pratear os meta-es, lixa de borra-
cha (tie a ferruigen pulindo o ferro ao mesmo
tempo) e baleias pare polonezas e vestidos,
recfbeu a Nova Esperanga, rua Duque de Ca-
xias n. 63.
Luva rs.oa do poluioa
ANova Espraae, 4 ra r Duque de Gaxias n.
63, acaba de recebbr frescas luvas de peUica,
brancas, pretas e de cores, pare homes, se-
nhoras e meuBis, tambem recebeu de camuf-
Qa braneas e mrellas.
Anneis oom lettras
So de ouro os que reoebeu a Nova Esperan.
Ca a rua Duque de Caxias n. 63, e s-o para
criangas.


Mat caspa
Pomada do Dr. Alain, remedio infallivel con-
tra as caspas, reeebou a Nova Esperanga, rua
Duquq de Caxias n. 03.
S:1.' **Para* baptbwdoae* 1 ^'^
A NovaDu qu | drue Duque d CaxrsS
n. 63, recebebu bo picos restuarios para
baptisados, e estA v andeo por commodo
p i o,.,^ ^ ... .... ;. ;; ^ ,:;^ 1 :,1,
mUnb6a para seir mip recebeu a Nova-
OpP S we ?
Pa~~ a.-bvkAeaI


e -ma. ~ -VJ .... lp 7 --" -
lin Pw*para par. vestioej a 20Uft.
0eavado.-
atites lisas d t e dsas c6red a
320 Mr a 0vado; 4 peo fincb..
Bretanha de linho corn -30 metrs,
Batstes fina- miudinhas, c6res fixas,
por 240 rs. o covado.
Chita f rainha Victoria, modernas, a
3I rs: o 0ovaeo.
La chineza para vestldos, a 100 rs. o
covado.
Cretones fnos, goitos francezes, a
400 e 440 rs. o covado.
Peas de cambraia Victoria, a 3S000
e 35500.-
Ditas transparentes, finas, a 35500 e
41000 a peca.
Chitas escuras e claravs, para 200 rs.
o covado.
Popetines fins, comn listras de soda,
a 320 e 500 rs. o covado; quo bonitos
padroies, vale Apena.
Alpacas lisas, a 600 rs. o covado.
Ditas corn listras e flores, corn padres
muito chiques, a 400 rs. o covado; naloe
ha quem nho compare.
Setim Macau verdadeiro de todas as
cores, por i1200 o covado; que pre-
Alpaca preta, a 440 rs. o covado.
Bramante com 10 palmos de largura
a 18300 a vara.
Camisas inglezas, finals, a 26000 a
duzia.
Madapolato francez e inglez, de 45000
a 78000 A pea.
Algoddozinho de t 3$3.,O a 5000 a pe-
ca.
Maripoza branch corn listras assetina-
das, a 400 rs. o covado.
Brim pardo, liso para costumes, a 440
rs. o covado.
Chitas emcarnadas para vestidos, a
320 rs. o covado.
Chales de casemrnira ingleza, a 28000
urn, e muitos outros artigos por preqo
barato
SO 0 43 DA RUA DO QUEIMADO


Armazemi


N.43
e loja de Guerra &
]Fernandes


Grande pechinchia
Caixas de envelopes a 300 rs.
Ditas de papel amizade a 480 rs.
Leques para senhora a 2S.
Pegas de franja de soda a 2S.
Grande sortihmento do galSes para vestidos
a 40 rs. a pega, e muitas outras pechinchas:
na casa de Scares Leite IrmnAos, a rua do Ba.
rlo da Victoria a. 30.
Grandes espelhos
Amaral, Nabuco & C. receberam elegantes
grandes espelhos francezes, ovaes, a Luiz XV
moldura dourada, vidro biseaut6, e vendem
ua rna do Bareao da Victoria n. 2.
A 10"
E' para acabAr
Cortes de vestidos de lM e soda, padrOes
modernos ; vendem Amara). Nabuco & C., rua
do Barao da Victoria n. 2


Para a fiesta
Pechinchas, e sdo novidades
Alimeida 8 Campos
A' RUA DO CRESPO N. 20.
Receberam unma grande porcio de
pipelines de linho, miudinhas para
200 rs, o covado; pechincha.
As mais lindas popelines, seda puna,
tamnbem receberam para 800 e 18000 o
covado, que barateza!
Mais popelines ainda, bons gostos,
para 600 rs. o covado.
Vgos prateados, dourados e de salpi-
cos, urn vdo 25000.
Russianas de cores, lA pura, lindos
gostos, a 800 rs. o covado.
Cambraias brancas para 3 e4W0
a peca. n
NA RUA DO CRESPO N. 20.
Loja de Almeida & Campos.

Manteiga em jarros de 3
e 6 libras
AGUA APOHNAKI$
Hunyadi lan6s
Vendem H. Niesch & C. A rua do
Bom Jesus n. 61, unicos importadores
n'esta praca.
Vende-se a taverna estabelecida no quar-
to n: I da ribeira da Boa-Vista, a qual 6 boa
acquisirio, per defender de.pequeno capital,
ser mWito afregnezada e em lar de muita
concurrencia : a tratar larm da Alftp
ru:nerog.


Miudezas para le iiar
PeNa deo fita dec6scorn 10 metros a- 0
Perrtes para alizar a 2w
Guarnipoeg-para camia a 2
Caixas corn obreias a 40i
Espelhos de zinco a fO60
Es.cevas para sapatos a 140
Frasco com vinagre de toilette a', .|
Duzia decosm.ticos muit bons a i
Abotuaduras para coletea -100
Duzia dolinha de earretel At0e- ,:!:I
xandren. 60 a 9 00
DTuia de cartel d in: Pa
E muitas ehin a s a "
E muitas outras pecinc1p 2 (


30-]I


Uvas, figos, sapotas, sapotis, laran
jas, abacates e outras jualidades : a tra-
tar na confeitaria do Camp s, A rua do
Imperador n. 24.
Compra-se urn piano do fabricante Co-
las ou Bord : na rua dos Gruzes n. 12.
.Sulipas
A coipanhia da eslrada de ferro de Olinda
compra sulipas de oi'icica corn as dinten'oes
seguintes :
Comprimento 9 palms.
Largura 9 pollegadas.
EsDessura 4 dit-as.

VEIDAS
Vende-sb na rua doRangel n. 59, Us a
optima armae(Ao de amarello, toda envidraga-
da, serve para qualquer negocio, traspassa-se
igualmente a casa, queo tern commodos para
moradia; o local 6 o melhor.
Vende-so urn exCeellente sitio no Arraial,
al6m da estagio da Mangabeira, A esquerda,
urma casa das bolas brancas, corn 400 palmos
de frente o milU e tanto de fund, corn 20 pes
de jaqueira, porcfo da coqueiros, muitas man-
gueiras, corn p6s de oiti-corO, quantidade
de larangeiras, p6s de sapoti e abacate, urn
parreiral muito born, duas casas, sendo uma
de pedra e cal, feita A modern, corn 4 quartos
e 2 salas ; a outra de madeira,. muito bem
construida, corn 3 quartos e 2 salas, corn urn
rio que atravessa o mesmo sitio, corn quanti-
(lade de bananeiras, terra de barro e baixas
muito boas : quern pretender, ,di'ija-se ao
mesmo sitlo, que ld achard corn quem tratar.
Vende-se
o engenho Conceicao, em Serinblem, nests
provincia, multo born d'agua, podendo safre-
jar annualmente 2,500 ples : quem o preten-
der, dirija-se a praoa do Corpo Santo n 1h,
primeiro andar, onde achar.A corn quem tratau
a respelto. -
Escrava
Vende-se uma esyava de meia idade, cozi-
nhefra e en. ominadeira : a tratar namrua do
CGronel Suassuna, outr'ora Augusta i74.


r A l N O .....-- n. .. -- ..., -MAAO- ...... GW"M --'-
ALIUERTO PARA S CRIAWAS
0" o9 dsn*orvod wwpee as.
]PAJOItHw asflarga*iant a mqsAewie) dtaMW4 tom
ou attacadas de close o i anm. o melhor e o mas agradaveamo
o RACAHOUT dos ARAzBES., a.fmento nutritive e restte e
ELANGORENIER, de Paris.-Depositos em todas as principaeaPs ra.


I


MMMMEMM=2


m


11





















MaNhias.de l--en
No*WB 23^2


uorpo


" 1.0 ,


I I v mAA. ,AU ,vlsttu s. '
Vende-se aMa casa reformada de novo, colo
6 quartos, 2 salas, sotio corn janellas, cozionha
f6ria, estribaria, cocheira, deposit d'agua,
baheiro, quarts, tanque de lavagem, jardtm,
e gaie quintal, em urma das melhores rmas
daBoa-Vista : para ir ver e. tratar, A. rua Nova
numero 13.
"estdos em e6rtes
Os mafs modernos e lindos cdrtes de vesti-
dos Oe cretone para senhora, enfeitados e bort
dados i ultima moda, receberam pelo ukimo
vspWr vindo da Europa, Amaral, Nabuco & C.,
e vendem no Bazar Victoria n. 2.
Arma ao


I;Vende.-se uma arma@Ao toda de amarello,
envidragada e emrn perfeito estado, servindo
par qualquer estabelecimento: a tratar na
rma do Marquez de Olinda n: 40.
Espartilhos couracas
Os mais eommodos espartilhos couraCas e
de ouats models, lisos e bordaoos ; vendem
Amaral, Nal~uco & C., rua tdo Bara'o da Victo-
ria n. 2._
Roda para engenho
d'agua
Vende-se urna roda para moer coni agua'
rasteiro, toda de ferro e perfeitameate aeabha-
da, corn os eomnpctentes rodetes, e uma pe-
quena moenda, tudo em bom estado : quern
a pretender, dirija-se ao engenho Peres, on A
fuadiao do Bowmann, Ai rua do Brmn.
Mlludou-se o tempo
JOAQUIM FERREIRA CAMPOS & C.
Rua 1.0 de Margo n.o 21.
RCEBERAM AS SEiGUINTES NO VIDADES:
Len-os de linho corn letra e barras
doe cores sa 95, a duzia.
Toathas alcochloadas para rosto d 4$
a .duzia. E' peclincha.
Meias de c6res superiores para ho-
mem, duzia 85, 10 e 125000. Sio lin-
das.
Meias superiores para sen'horas, du-
zia 10$ e 125000. Admiral...
Brim branco alcochoado superior a
35 e 35500 a vara. E' baratissimo.
Cortes de finho bordado, a 125000.
Linho bordado, covado 500 rs.
Dito liso corn 4 palmnos,covado 360 nrs
Alpacas corn listras de seda, covado


500 rs.
Chitas chinezas para colechas; covado
500 rs.
Algoddo corn 5 palmos de largmra,
vara 400 rs.
Toathas fepudas, monstruosas, para
banho, a 2500..
Lindas mariposas, brancas e de co-
res, a 360 e 400 rs. o covado.
Fil6 preto corn salpicos,'vara 'O0 rs.
Brilhantina preta e de cores, cova-.
do 500 rs. .
Esguiao amarello, corn duas larguras.
vara IO n.
Lindissirmas mantas de setim para
homem, a '18000 e 15'200.
Casetniras de cores, finissimas par,
costumes, covado 33500.
Especial flaneila azul para paletot.
covado 36000.
Damasco de il e seda, pelo diminu-
to preCo de 3 000) o covado.
Chales do caseomira, superior a 55 e
105000.
Camisas para Ineuinos, brancas e de
cores, duzia a 28$0 0 e 305000.
Atoolhado de altodio, idem de linho
a 28000 e 34$000 a vira.
Cortes de cretone, corn figuring, bor-
dados e estampados, ultimo gosto a
15 2050e .
Cortes de casemira de cores, lindos
desenhos, a 5$000 e 1)0300.
Carnisas de linho para homemn, o
que ba de superior, a 405000, 501000
e O000 a duzia.
Ditas bordadas, urma 6$000.
Bitas de bonitas cretores, a 305000 e
40W00 a duzia.
.ambraia preta fina, vara 640 rs.
Mantiihas A braileira, a 5500.
ROUPA FEITA
E' tao bonito o sortimento deste ar-
tigo e por tao barato prego, que s6
com a presenca do elegant cavaWhei-
ro, se podera mostrar a realidade.
Iffl l T0


0 verdadeiro ai ento inglez de Potlland:
vende-se no armazem da bola amarella, na
travessa daf rm do Imperador, tendo as barri-
Cas mais d9 13 arrobas coda urna, e sob con-
dioo de o.rw-Aber se nao for do verdadeiro
PotUand.
-RUA Do' o COMMERCIO-4
Neste estabelecimento vende-se o
trltdadeiro e superior vinho de Bov-
deax, tanto em r arris como em engar-
rad, e msis barato do em qual-
S a r ,ser re propri)a No' measmo estabeleegwentto
coapa-e garrafas vasias que team
para. vinho doBordeanx u


nbw, tanto pw como tmespamoes,
bos, sa, o
por prieos umito berates, por havwr
pgrane porcio, ino oI do Pavo, af rug
do Que.%ade u. 56.
ESPARTILIOS E BOTINHAS
Na nova loa do Pa vao, a rua quie
de, Caxias, vendeo-se modern imos
espertilhos a 459000 e 4500, assimr co.
0to botinhas modernas para senhoras,
send lisas a 45 e enfeitadas a 5, 'para
vender muito, isto na rua do Qaei-
mado n. 55.
ROUPAS PARA HOMES
Na is loja do Paveo, a rua Duque
de Caxias, eneontrarfA o repeitavel
pabli-co um grande sortimrnento de rou-
pas pata homens, tendo de todas as
qualidades tanto de brins, come de
casemiras, e'de meias casemiras, sen-
do: calas, coletes, e paletots etc.; as-
sim como, grande porcao de roupas
brancas que se vendem per precos
muito em conta ; na rua do Queimado
n. 55, loja de Per"ira- da Silva. & C.
La-zinhas a 200 rs.
Na loja do Pavao, a rua Duque dt
Caxias, veniemn-se modernas e bonitas
lhizinhas de c6res, proprias para vesti-
dos e roupas de crianvas, pelo barat
prego de 200 reis o covado ; D pechin.
cha: na rua do Queimrnado n. 55.
CORTES DE POPELINAS
a 35000 reis
Na nova loja do Pavao a rua Duque
de Caxias, vemdenfe-se bonitos cortes de
popelines de quadrinhos, tend aad.n
cOrte 15 covados, pelo barato preco
de 35000 cada utim; pechincha: nar(m
do Queimnado n. 55.
Cortes de seda


A' imperatriz das Indias
Sdo de gosto
Tern 33 covados cada um c6trte, e vende-se
pur 80'000 O : na loja da America, t rua do Ca
bIug n. 10.
Novidades
Sahidas de baile, de seda n It, ultirno gosto
Granadi-nes de seda preta, o queha de me
Ibor.
GorgorOes de 1L de e6res novas.
Popelines lisas, de todas as cores.
Alpacas iisas, 25 c6res differences. -
Precos sem competencia.
Feijao
FeijAo muratinho, portuguez, novo e
muito claro, vendem Franco da Cunha
&IC., 33 rua do Arorim.


Fazendas brancas
BARATAS
Na nova loja do Pavao a rua Do:
que de Caxias veudem-se peas d*
madapolio iaglez, fazenda muito boa, t
35500 e 4000.
Ditas de dito francez, fazenda muit(
encorpada, a 45500, 5500 e 6000.
Ditas de dito enfestado corn 12 jar
das, a 35000 e 35500.
ALGODAOZINIJOS
Peas de algodaozinho do muito bot
qualidade, a 25500 e 35000.
Ditas de dito, muito etcorpado, i
3$500 e 45000.
Ditas de dito, muito largo, marca I
a 45500 e5000. ,
INFESTADOS
Algodao francez, infestado para lei
eees. de urn so panno, sendo muit(
encorpado, vatra, a 11000.
Dito trangado, corn a mesmia larguro
a 1S280.
BRAMANTES
Bramante de algodao, corn 9 palmot
de largura, para lencOes, vara a 15600
Dito de linho, fazenda, muito super
rior. cornfi 4 larguras, vara, a 35000
Cretone fraucez, corn 11 palmos di
largura, para lences de um s6 panno
vara a '1S600.
ANADENES PARA- VESTIDOS
a 500nr. o covado
Na nova loja do Pavao a rua DuqW
de (axias, vendem-se as maids mode-r.
nas anadines escocezas, de linho, panrt
vestidos de Sras., corn as mais lindai
cores, a 500 rs. o covado, assim cowm
maripozas muito finas a 400 e 440 rs
o covado e batistes de muito bons 'gos.
tos a 280 rs. o covado; isto na rmad
Queimado n. 55.
-- Vende-se por preco comodo, imna
casade taipa om terreno proprio, sita
no Arraial, estrada do Blrejiih'o: quern
pretende-la, dirija-se a rua Bella n. T7.
Taverna
3Vende-se a muito boa e afreguezada taverna
sita ao Largo da DetengAo n. 18, propria para
principiante : a tratar na mesa.

Cortes de cambraia branca bordatdos
com 9|1i metress de faenmda: vende se
na Idja Americana, rua doLvrmmen*
n.32. 0
Moliduras para adros
(Grande sortitent d detodas as htrgn-
ras, Cm frisos pretos e todo do-Ia-
dos.
Pregos resurMidos.
cr kvot -ThiXOM F


PAMIA 8NHORAS
Na nova loja do Pavo. vnde-ge nm-
grande sortimento das mis modwmal-
gavatihas eomantas para senhom -
sign como um gramfe serjiento dot
rnais ruodernos punhos oonm pfintma
bordada C e eamidnrbas conia puMbos, e
grande sortimnto de teqses que sw
vendo tu4o por pros ipaito bamtos.
isto a rua do Queimado n. 55. -
CORTINAIDOS PARA CAMAS JA-
NELLAS
a 7000, 8000, 9000 e 10S000 o pai.
Na nova loja do Pavyo a rua Duqw
de Caxias, vende-se um grande soerti
mrenLo de bonitos cortinados bordados.
proprios paracama e janfells,-, que s
vendem de 75000 ati 10000 o par, sexy-
do cortinados de mnito gosto, assinm
como calchas de superior darasco du
la, A imita~ao de seda, proprias par
cama de noivos, que se vendem.tia 'XW
cada uma, na rua do Qtieimniado n. 55
GRETONES PARA SAIAS
var aWOO6
Na nova loja do Pavao A rua Duaqu
de Qaxias n. 55. vende-se cretone fra).
cez, pro~rio para saias, corn 11 palmos
de largura, 4ui corn duas varas faz-sc
urea saia corn 22 palios de roda; rua
eornmenda-se esta fazendk pelo rem
corpo e duraVao: vende-se pelo barato
preVo de 1$600 vara na ua do Quei-
mado n. 55.



0 inimio a im con-

E inimi~go aeerrimo eon-


tra a carestia
Rua Primeiro de Margo n. 1
Cortes deicace, |cretone e oxford,
lindos gostos, para 75, 124 e 155.
Cretones- francezes corn barra, gos-
tos inteiramente novidade, para 400 e
440 rs.
Granadine preta, para 600 rs. o co-
vado.
Entremneios e tfiras bbrdadas, para
800, 1 ate 36 a peqa.
Bramante francez e inglez, fazenda
superior, para barato prepo.
I Linhos de quadros, para vestido, a
360 rs.
Alpacas de urina s6 cOr e corf, listras,
par-i 500 e 640 rs.; 6 aproveitar.
Popelines de linho e ljnho e seda,
para 360, 500 e 600 rs.
Ditas de seda, para 18400.
FustOes alcochoados, para 700, 800
e 900 rs. o covado.
Pa hos e collarinhos para senhora.
a 1$500 e 25.
Gravatas para senhoras, a 1#, 15#00,
2$ e 25500.
Marinosas brancas e de cores, lindos
desenhos, para 400 e 500 rs.
Batistes, temos bom sortimento,
lindos padrOes, cores fixas, para 260 e
280 rs.
Nansuk, que bella sortimento, que
lindas cores, para 360 e 400 rs.
Cambraia Victoria, para 35500.
Toalhas telpudas, para 65000.
Guardanapos pam 35600 a duzia.
toalhado adamascado para mesa, a
15500 a vatra.
SColchas para cama a 35000, 6D00 e
7#000.
Chitezz minttmhs, eores fixas, pars
280, 300' e 320 rs.
Ditas de cores escuras, para 280,
300 e 320 rs.
Oxford para camisa e vestido, pars
280 rs. o covado.
Brim branch, oxposixao, para 25000.
Complete.sortfiwto de camisas de
cretone, bgancas, para todos os preoas.
Meias para homeans e serinhoras pars
baratissiimos precos.
Chales de casemira, para 5S000 e
75000.
Ceroutas do IWuho, fazenda superior,
para 356-a,du4a,
Lencos de algodao abainhados, para
A -Q O v/ C vtut ,


Tg m e 1mipa corn a raiior peei o4a quaIdswd de otofo e fatn-
peca m Obra8, cpO s do feero 0 a, twa o mof das fa-
si tod ;' tod O tvabalhi6 iBo pormelo de machinismo oais apfigoodo
4Wjo conhehdo.
WA Fla INA- rB! MA mlTII 30
Tfntura a preto lo Ras as teraas e sextas4feiras



SFazedas de gosto e

artgos de alta novida-m

(+ +de, prOipnospara passeios
SP
gbai es e theatres e assis-=

Stir-se aos festejos que se

preparam para a recep- (

cao do distincto gene-=


ral Osorio. Precos se rn

Scompetencia. i )

SLojadosArcos,de Frran-

I cisco Gurgel do Ama-

( ral, rua 1. de Marco n.

920 A.
le -

Fazendas de gosto por precos baratissimo
Lindas hatistes e cretones, hisos, com grande variedade de cores, a 320
reis o covado.
Superiores alpacas de cores, cornam listras, padrOes modernos, a 400 rdis.
Ditas ditas, muite finas, 'corn grande profusAo de padrOes, a 500 rdis.
SDiw ditas, lisas, corn nnita varjeidade de cores, a 60) o covado.
S S- ioriores poelines de seda, lisas, d differences cores e b6nito tecido,
a 800. s.o covado. ,
Mod"rnos cortes def tinho e seda, enreitados cort au0o gosto, a I0500Oo
c6rte M assin eomo outras muitas fazerida de gosto por precos sem compe-
tencia.
Na loja d.s Columnas, de Antonio Correia de Vasconcellos. rua Primnpiro de
Marco n. 13


\AL\ A, -AROB4, E E1AACA
0 mais energiko elixir deptrativo do sangue
I Unico apprQvado e privilegiado pela Junta
de Hygiene do Rio de Janeiro, e autorisado pelo governor imperial,
por decreto de 18 de dezembro do 1871
DE PROPRIAi INENGAO E PREPARAgAO DE

EIItiEB r ,Q-iS EH EIDA

(Do Piauhy)
Phapmacetici> llomaadQ pe4a Imperial Faculdade de Medicilna do 1Wo de Ja-
neiro, oeloQ. ffeetivo do lnstituto Pharmaceutico da C6rtO e correspon.
dente da Socledade Pbarnmaceatica do Grio-Para, e laureado na Expos'
e&o Naolonal en 1866, pedo seus peoduetos chimloos ophrnaceutioos
caj+ ar pia, Ua 4m r ndo& d osa,,te,.
Este preparato 6 serm eontestaeAo o melhor de. todos os sens similhantes :
6 tao conbhecido em todo 6 imperial, principalmente no Rio de Janeiro, onde 0
sen consume em 1876), chegou a 24000 frascos Aquelle que mais provei-
tosamente (o seu salutary effeito principia logo corn as primneiras dOses) se podera
applicar em tdas, as molesties que teem sua origem na impuridade do sangue
e principalmente nas molestisa syphitticas, comosejam : gonorrhdas, hoboes,
cancros, bobas, rheumatismo.-artieular ou muscular, darthros, empingens e ou-
tras molestias da pelle, etc. etc.
Vend.-te urea dazia par 42000
Cmda fiasco por 41000
0eposito em Pernaauco rua do abUg t n. 14.

Tambem existe nB'u estedepositoos seguiates


Leniasdeoinho ccor barra de cOr, M pIjGNOS d m6esn *aior
para 3#, 45, 5 75. Xaeo7 b1" lbalsga dpeltoral de fore iegoa de aroeira e
Ditos chinezs para 15"0a duzia, a oilagt d omtauwa. par tratamento radic*a das wolestias da vias
MadapolOes para baratissimos pre* reepldtorias, takes eomo: eatarrho pulinonar agudo ou chronico, laryngites, bron-
^Q8.. lchites, liemopti on eiwaris de awgue, coqueluche, affecoes asthimatic-as o
Cortes d'e casegra parai as' a utes, na aow alescea d pnuoas.
4 5 8 ,0, 5 we O+ .... p u m n w
A-iM des' ,tUs que e iBoua" aahow wzamat pam tratamr to do rAumwatismo ri-
Alerndatea p Iqe niOU- .culta ou mumular,, ehroi-O oU agudo, gottm oIi, syphilitico, d5 dr, ali e
mos, o tro ml;^ {.eos era ,+ +ltlli + I.+ ~ l
mos',, Outras muites qu vendemios ox no xesolyentA dateduhds, bostoses e tuaores,
baratos preos; nao T Aos sem vita, *, i oa ILo u I w4rxo, tp rta
granite lucro e ims fit ar a .rouiq g do, am ", o-.dLU s sypNWam't
veua: a's pe- ssosa q4e aegq-aaqjw 'Pta '4d eas emriadaw syphi.,4as* oct
+eu~~~~~~~~aa a, adFsm t :Pi+ e eWas atiwemasd a + pell e', dovm acoutp*W ou'- -ipurezg d9
r rnaUo- eneontrawao am nossa quT wgUe. I~w~4
born sorlinento erie~ade'e van.04",.I w praLcuwtp piic m pr doamdw eresWer:1ittta
,rm ^" .. *^, ^ .: ,, :, ,:-.. i.ea:+- "'-;,:,,+:.- :;+.+) ... + = ., 1 .....,1:- *,1-'1 ^ 1 -
jknaORWWt, ji ubno onto pquo d Perk- ot -a-s 81
febres re tteute i~wr Sao;


vgtal para a aura instatm dda* d6ra de dea-
jaaN qt*r vP'nIb .do4aiar,, do doi. ir


m
wt;'


Liquidacao de fazendas
(Citas inas c i ras e escura& a-=
280 rdis.
Batistes finas, li.dos padtrOes
240 rdis.
Alpacas lisasde todas s cores pars
vestidos, a 360 e 400 ris.
Ditas dle seda pura, lisas e corn ulis-
tpas.
Lindas mariposas para vestidos 9 360
e 400 rdis o covado., -
Vestuarios para meninos a 25000
e 3`000.
Meias de erea para meninas.
Brim braneo, superior, a 8 $500 a
vara.
Cortes de linho bordados para vesh
dos a 12#000.
Cortes de caseraira de c6res a 5|00.
Casemira preta muito fina a 150JS ,.
covado.
Camisas de linho para homem a 31a
36, 50 e 555000.
Dttas de cre'lone para home a 30
e 36000.
Cambraia preta, fma, a 320 ris. co- :
vado.
Bombazitnas pra vestidos.
Cortes .de cretone em cart0 com'fi-
gurino, para vestidos, a 12500.
hadapol ingelez a 4 e 5#0M.
Dito frateez, boa vista a 5600.
Chaoos de palha -do Ttlit -oa -0
te4Um vldo do mais ittndo pa lasi eh
ras e por preo muito commodq,
SDio-se as amonstrm, na FraptaA
zoies do Duque de- Ixi~a n?. 47.
S- "' ... 7T


e


I


iUno, com ded brftmnt ded at
por preCos mitcitobaratos, eg d
timent de collarinhos e pnntro Ms B
nho, proprios para homes, a- meht.
,ea, france", etig ezas, qe .e y
dem (mutt baratas, isto na r" 0
Queiminadoa. 5. ,
LENSES DE BRAMANTE
a g214
Na nova Ioja do Pavio, ai ra Duque
de Caxias, vendem-nse lengoes de ba.
mantel e d cretonne, send de uam 0
panmo, fazencia muito encorpadaagS4
assim con.ocobertas de gang adam*
cada, tanto forradas, corn sem forra
for prevo muito barato, isto na ma r
1ueimado n. 55.
VESTUARIOS PARA CRIANVAS
de 28000 atd 5#000
Chegou para a nova loja do Pavao, A
rua Duque de Caxias, um elegant sot-
timento dos mais modernos vestuarios
para crianoas, sendo de fustAo e de li-
nho ricamente enfeitados, que se ven-
dem de 2$000 atW 5000, na rua do
Quefmado n. 55.
BRINS DE ANGOLA
core a 26500
Na loja doPavAo, a rua Duque de Ca-
xias n. 55, venide-se cortes de brins do
Angola, verdadeires, corn muito bons
padres, para calas a 2500*; assim
como calhas feitas dos mesmos a 3$000,
e grande sortimento de ditas, tanto de
bruins cormo de mneis casemiras, e de
casemira', por pregos muito baratos,
assim-corno de palett-ts e eoletes de
brins e casemiras, por pregos muito em
conta, na rua do Queimado n. 55.
Cretones para leneoes
COM 11 PALMOS DE LARGURA.
a 1$600 a var
Chegou para a nova loja do Pivae,
esta nova fazenda franceza, corn it
palmos de largura, propria para lea-
goes, sendo muito encorpada, e superior
ao bramante, que pela sua irnmmensa ar-
gura, apenas precisa de uma vara:.e
uma quarta para se faer umrn lenseI
de um s6 panno, e vende-se pelo bara-
to preco de 186000 a vara, e grande
pechincha, na rua do Queimado n. 55.
NOVAS POPELINES DE SEDA
a 720 r6is o covado
Chegaram para a novaloja do Pavaw
A rua Duque de Caxias, as mais bonita
popelines de linho corn listras e qua9
dros de seda, sendo dos padres mal
modernos que tern vitdo ao mercadok,
e vendemrn-se pelo barato preso de 7
reis o covado, assira como, ditas de li-
nho cornm listras e quadrinhos, padres
ilnteiramente novos, a 360 e 400 reis ,t
covado; isto na rua do Queimado
n. 55.
CRETONES DECGORES PARA. VF
TIDOS
a 360 reis
Chegou para a nova loja 4o PaU.ti
rua Duque de Caxias, um grande srsi
mento dos mais modernos e banit
cretones, muito encorpados proe_'t1Q
para vestidos, que se vendem a 36
reis o covado;assirn coro as mais bh.
nitas percales para vestidos e roupas
de crie~as, a 360 reis o covado, e u
grande sortimento de chitas elans o
escuras, que sevendem de 240 ate 321
rdis o covado, isto na rua do Queirade
n. 55.
MARIPOSAS BRANCAS E DE C4O
RES
Na. nova loja do Pavyo A rua. Duqqe
de Caxias, vende-se um bonito sorti-
mento das mais finasee bonit,s waript-
sas do cores para vestidos ; assim comen
'brancas corn listras assetinadas1 que se
vendem por precos muito em contas ns
rua do Queimado n. 55.



















. inoodo .rotege das chuvas os seus esta-
ut ra espeie, come a hervilha doce
tern um cOo1e capacete, cuja viseira
tem.-de ser levantada pelo insect que
quizer entrar.
A abelhia toma seu logar no fund
destes recesses dignos das fadas, co-
4iertos de tapegaria delicada, debaixo de
pavilhies phautasticos, corn paredes de
topsio e telhados de saphira. E mesmo
assimr estas comparagaes silo me3sui-
nhas, pois. sao emprestadas A pedras
mortas, eriquanto as flores vivem e qua-
sisentern, desejam e esperam. E se o
veacedor eliz destes pequenos reinos
de caudidos, se o violador imperioso
dessas barreiras inhocentes, o insect,
mexe tado e o pae em confusio, ellas
logo IWh'o perdoam, o cobrem de sua
dog-ura e o carregamrn de seu mel.
Ha localidades favorecidas e horas
felizes em que a abelha, colhendo a
sua safra, faz consummarem-se myria-
des de casamentos. Nas costais do mar,
por exemplo, e na vizinhanga do ocea-
mio tempestuoso, onde por certo nao se
esperaria encontrar idyllios tio pacifi-
cos, se houver s6 um recesso umbroso,-
segurs e de temperature amnena, a na-
tureza nunca deixa de ahi crear um
mundoinaho escolhido; alIi a flor cede
A abelha sen nectar mais delicioso, e a
ahelha satisfaz os desejos imperiosos
a. flor.


Doce, amenera e quieta 6 a hera que pre-
cede a nolte. Afagada pelos ultimos
raios do sol, cujo calor, ella conserve
em sen seio, rociada a sua corolla pelo
orvalho, a fl6r come que fica conscia
de duas vidas ; d impellida a amar e...
ara Os 6stames arrebentam e es-
patham uma Huvemnzinha de incenso.
Ehega eutaio a abelha que, sem o sa-
ber, se faz a mediadora entire os dons
amantes. Em procura de mel e de
material para ?abriar a cera entra na
corolla da fl6r e fica coberta de pollen
espalhado pelos esta mes, e repartin-
do-o inconscientemente aqui e cola,
EaI-o fructificar as flares, e o prado e6
converted emn leito nupcial por inter-
vnedio 4esse pequeno sacerdote, que
iee de long em tal pensou.
Nern 6 menos important que a abe-
Iha se levante tdo cede de manha e es-
teja present no memento em que a
flr, que dormio debaixo do orvalho
fenetraate, acorda e principia um dia
vovo. Afagada pelo raio sympathico
Aio resite mais e torna-se uma fonte-
:uinha qae distilla gota a gota o mais do-
ae mel. Opportunamente chega entio
a abelha, e pouco 4 o trabalho que Ihe
orsta a fazer; pois o doce thesouro,
preparado naquella hora de perfeicao,
esfa quasi inteiramente prompt para
ser depositado nos armazens da col-
tneia. .o meio dia, porem, quando o
calor e t'o intense, deixara de traba-
4har esse insect active? 0 sol res-
plandecente e a atmosphere secca t6mrn
enurchado as fl6res do campo; mas
vias florestas, nas margens dos riosi-
ihos e das lagoas as ha em abundan-
cia, cheias de vida, convidando as abe-
lhas a vir e saciar-se de suas doguras.
' Mas observemos as abelhas em sua
casa. Em commum corn as formigas e
alguns insects, que vivem juntos em
grandes colonies, a sua vida 6 a de cas-
tas viryens laboriosas, que como tias e
irmas se dedicarm inteiramente aos tra-
Ialhos e cuidado de uma maternidade
afoptiva.
Nao se sabia per muito tempo qual
era o governor, o regimen public, para
assim dizer, das abelhas. Suppunha-se
writneim que este estado fosse unma
ionarchia, que tinha um rei.
Mas nfao assim; o rei 6 femes.
.Dir-se-hia, pois, que era uma rainha.
#fas isho tambenm error, ella nao s6
io reins e nleo governa, mas em cer-
tas conjuncturas dgovernada, ate re-
colhida a prisdo. Ella 6 ao mesmo
FO 1
FOLHETIM

OS FILHO SDO MONFI
POR
FERNANIEZ Y GONZALEZ
VOLUME nI
SEGUNDA PARTE
0 MARQUEZINIO EA DUQUEZINHA
CAPITULO IV
A FOR(A DA MULHER
(Continua^o do n. 265)
A voz de Amina era solemne e pare-
cia curvar come a um peso horrivel a
cabeca de seu pai.
Amina, continuou :
Griada sob o ardent sol da Africa,
eu aos dpze annos, come meu pai sa-
fce, eraj4 urea rQulher feita, quando
qtor ocasiao dolRhamadan (quaresma)
as visitar-me per alguns dias a Cas-
1ba do dey, sentavas-ine obre teus joe-
Ihos e chamavas-me a tua oeauena


mulherzinha.
aye den u1n rugido surdo, porque
atembranca que sua filha evocava the
despdafava a alma ; ergueu a cabeca
p ohand de frente par Amina, disse-
H e 1 : 1 '
]be:
-Maitas vezes,e em mais de um
gralme combat, iuma lanca iaimiga
a raspado meu. peito ; nunca, porem,
as dops causadas pelas langas iguala-
cam. iue as tuas palavras me tern
"; a porem,- continua, coutnia por
a qa chogueso w m. Qero I
ouato. s e ccita no oeom-
ihaa r~wA a mflinha Ri -


rn 4 o tribalho espontaeo de
toes.:, b qu aniqm tnde. usmtu-
d lh 4i aw, aa t evada ei corpo in-
ellgite elect, uma n aristocracia
do artists oocidpara o primeiro' lugar.
Urma cidade nao e edificada nern orga-
nisada pelo povoe inteiro, e sim. por
umna classes especial, urna especie de
corporagag.
Assim tambem nas colmeias. Em-
quanto as abelhas communes sahem em
procura do alimento pars todas, ou-
tras, muito maiores, fabricam a cera,
dMo-lhe as f6rmas necessarias, e corn
muita pericia empregam-se nos diver-
sos misteres. Como os francos-magons
da idade mddia, esta corporacao respei-
tavel de artists trabalha e edifica se-
gundo os principles de uma geometria
profunda. Nao construem, pornm, os
seus edificios de pedras mortas, e sim
de material feito por ellas mesmas e
vivificado em seus corps corn uta
substancia vital.
Nem o mel, nem a e6ra 6 material
vegetal. As abelhas pequenas, que vao
em busca da eqsencia das flares, e tra-
zemo jA transformada e enriquecida corn
sua vida virginal. Doce e pura passa
da bocca dellas para a de suas irmAis
maiores, e estas, as fabricantes da cera,
tendo recebido o alimento vivificado e
dotado corn a doura que 6, para as-
sirm dizer, a alma da raga, elaborain-no
de sua vez, e commi-unicam-lhe uma
propriedade nova-a solidez. SAbias e
sedentarias, ellas transformam o liqui-
do em umrn solid. Nem 6 isto tudo : a
substancia duas vezes elaborada e duas
vezes misturada corn liquidos animals
no corpo das abelhas, 6 incessante-
mente humedicida por ellas corn suas
linguas, emquanto trabalham corn ella,
para que se conserve molle durante o
trabalho e se tomrne mais rija depois.
Observemos agora as abelhas traba-
Jhando.
No centre da colmeia ainda vasia
uma abelha fabricante de cera tira de-
baixo de suas azas uma taboazinha del-
gada de cera e tomo-a na bocca, d'on-
de, depois de bern arnassal-a, tira em
f6rma de fita. Oito vezes 6 repetida a
mesma operaglo, e o resultado 6 oito
tirasde dcera, que sio collocadas em
seus lugares apropriados como as pe-
dras fundamentaes do edificio a cons-
truir, ou antes da cidade que se vai
edificar. Outras abelhas levam para
diante da obra, sem se afastarem mui-
to do lugar em que foi principiada. Se
qualquer trabalhadora menos intelli-
gente nio seguir a risco o piano pres-
cripto, as abelhas mestras, mais peri-
tas e corn mais experiencia, logo des-
cobririo o erro e remedial-o-hio im-
mediatamente.
Na massa solida, bem collocada e ar-
tisticamente quadrada, tern de fazer-se
entio uma excavagAo, 6 precise tam-
bemrn dar a massa outra f6rma. Urma
abelha, pois, separa-se das outras, a
corn sua lingua dura, seus dentes e
seus pds eava na mass ale que, pouco
a pouno, consegue dar-lhe inteiramente
a fnrma de urna cupola invertida. Se
estiver fatigada antes que acabe a obra,
6 substituida per outras. Emquanto isto
se taz no interior, outras abelhas, a duas
e duos, trabalham do lado de f6ra da
mesma massa, o aparam as paredes,
para que nio sejain mais grossas do
do que e necessario.


Mas como e que j ulgam da grossu-
rcs dessas paredes ? Como e6 que sa-
bern quando e precise parar no Itraba-
lho de adelgaal-as, antes que sejam fu-
radas ? Nunca dio volta a sua obra
para examinal-a do outro lade; e nao
penetrando nenhum radio de luz no in-
terior da colmeia, seus olhos de nada
lhes serve. E' por meio das antennas
que se dirigem. Estas silo seu com-
passe e regra.
Tudo palpeam con ellas, e pelo tacto

tremor semelbante ao de uma montanha
agitada por umrn vuleio, [he abalou o
corpo desde os pds ate a cabeca.
Aos doze annos era ja uma mu-
Iher em toda a extensAo da palavra, e
tanto me haviam ensinado, que o meu
espirito estava minteiramente formado.
Nesses poucos dias que todos os annos
passavas a meu lade, procuravas in-
formar-te pessoalmente se eu havia
recebido a educagiao que querias que se
me ddsse. Lembra-me, quando me
fallavas em castelhano, ao veres a pu-
reza da linguagem corn que te respon-
dia, dizeres-me :
E's admiravel umrn hespanhol
julgar-te-hia uma andaluza ; uma filba
d'esse paiz abengoado, onde tudo 6
bell o cdo, a terra e a mulher.
Eu n.o conhecia entio a nossa his-
toria, e admirava-me que me tivessem
mandado ensinar uma lingua, que nin-
guem fallava junto de mim, a naeo ser
os captives hespanhoes, os pobres ve-
thos, corn quern durante muitos annos
me obrigavamrn a conversar muitas horas
seguidas por dia. Nio sabia .tamnbemrn
a razao porque me faziam conhecer e
estudar a religion christa, quando, alias,
me diziam outras vezes, que tal reti-
giio era uma impostura, que nao havia
outre Deus sendo Deus Altissimo e
Unico e Mahomet seu prophet. Oh !
isLtoe 6 tambernm fatal I unma religib o me'
ordenava a caridade, a humildade, a
pureza; dizia. me que una -nmulher,
uma santa virgem, era a mai do Re-
demptor do maundo; da a-me urna par-
tedo paraizo assim come ao home ;
tornava-me igual a este, suancompa-
el o )1m0 atrimnio; dava-me *di-


tum eqamssemio pos arazens,*R
os deposits de m4 e da substan a
chamada em certosugars pao de abe-
Ihas, porque 6 part important do ai-
mento destes insects. Cada cellula de
armazenagean, quando chbia, e fechada
cuidadosamente corn tampa; e quando,
nos paizes onde no inverno niao se en-
contra fl6r alguma noscampos, as abe-
lhas se veem necessitadas a recorrer a
soeus deposits de alimento para se
sustentarem, ellas esgotam completa-
mente um favo antes que principiem'a
servir-se de outro, e observam sempre
a maior moderaiao na comida.
Tem-se dito muitas vezes que a cons-
trucQAo das cellulas 6 absolutamrente
uniform. Buffon atW chegou a dizer
que a cellular nada mais 6 do que a
forma inversa da abelha, que. pondo-se
no pedago de cera e movendo-se, pro-
duz a cellular pela simples fricqao do
corpo. Esta, porem, 6 hypothese serm
base alguma, e a minima reflexao mos-
traria que e inverosimil, mesmo se a
observacio a nio conttadissesse. Na
realidade o trabalho das abelhas variaa
muito e de muitos modos diversos.
Em primneiro lugar os favos sao fura-
dos no centro por corredores ou tun-
neis, pelos quaes as abelhas passam
sein ser obrigadas a atravessar o lado
inteiro de umrn favo para chegarem ao
lado opposti. Economics em tudo,
sao-o particularmente no tempo.
Em segundo lugar, nemr todas as cel-
lulas teem a mesma f6rma. A f6rma
predominante 6 o hexagono, que da o
o maior numero de cellulas aproxima-
damente redondas corn a menor quan-
tidade material e no menor espago.
Mas nao se limitam a essa f6rmna. 0
primeiro favo que affixam no cortiqo es-
taria pouco seguro se fosse feito de cel-
lulas hexagonaes, porque deixaria sem-
pre na oria centre cbllula e cellular um
espago vasio, para encher o qual, afirm
de fazer mais seguro o favo, seria pre-
ciso desperdigar muita cera.
Fazem, pois, esse favo de cellulas
pentagonaes, cujas bases fornTim uma
linha continue; e assim as abelhas
conseguem segurar bern o favo sem
empregar inutilmente nein a miRima
quantidade de cera. E alem disso col-
lam tudo, nio corn c6ra, mais corn
uma especie de resina *chamada pro-
polis, que, quando secca, fica dura
como ferro.
As grandes cellulas reaes, ou beroos
das futuras mais, que se acham nos
lados dos favos, naio saibo hexagonaes
nem pentagonaes, e sim ovaes, para
maior commodidade das predilectas
reaes e sea mais facil desenvolvimen-
to.
Em ultimo lugar se observarmos as
cellulas hexagonaes corn alguma atten-
iao, veremros que ha differengas no-
tL vbis entire ellas. Algumnas sgib pe-
quenas ; estas siao as que sao destia-
das para as pequenas abelhas, c6Fhe-
dores do material; outras ha maiores;
estas silo para os fabricantes da ce6ra ;
outras ha maiores ainda estas saio parm
os machos.
Assim, de motu proprio, as abelhas
modificam a forma e o tamanho das
cellular. E fazem mais modificacoes
ainda; conform os obstaculos quo
encontram. Seolhes faltar espaco, die
minuirao proporcionalrmente o tamanho
de suas cellulas hexagonaes. Este facto
foi verificado por HUBER per meio de
algumas experiencias muitb engenho-
sas. Em uria occasiibo collocou uria
chapa de vidro na parade do interior
de uea. colmeia.


As abelhas, ja antes de chegar atW
ahi o favor que estavam fazendo, viram
que nessa superficie lisa nao lhes seria
possivel fixal-o segura ; e, per conse-
guinte, deram ao favo uma direcao
obliqua, de modo que a sua extrenmi-
dade deu na madeira da parede do cor-
tigo, evitando assim o vidro. Mas, para
conseguirem" este resultado, foi neces-

ter ciumes se o seu espcso ou senhor
tambem pertencer a outra ou a ou-
tras muitas ; o teu coracio nao deve
sentir, a tua cabeca nao deve pensar,
6s para o teu esposo ou teu senior,
menos que o seu arco, a sus lana ou
o seu cavallo.
A minha razio vacillava entire tio
oppostas doutrinas ; nao acreditava em
nenhuma d'ellas ; decidi-me, pordm,
pela que me dava mais direitos, comno
e natural. Sabia que existia uma re.
ligibo em que eu era igual aoehomem,
onde teria familia, esposo, filhos, mas
filhos nmeus, que ninguem me arreba-
taria e eu decidi-me per o christianis-
me. Depois... perdoa-me, pal, porqus
sei que aborreces os christios ; per-
doa-me... por6m,, queres saber o que
se guard no meud coragio e na minha
cabeca, e queres _sabel-o em um dia
solemne, em um dia em que a igreja
commemora a paixio de Jesus Christo;
no dia em gue escolhi osposo... Ea
sou christi, christa de todo o men co-
raaio, porque, Dens fallando ao men
entendimento e illuminando-o corn um
raio da sua divina luz, salvou a ominha
alma.
Yaye sentio outre estremecimento,
inas, como se se tivesse resignado a
tudo, conservou-se calado.
Pormr a fd, por mais poderosa que
ella fosse, nao p6de livra-me da in-
fluencia da educavio que havia rece-
bido ; eu nao conhecia o prazer, mas
conhecia o amor; conhlia-o, porqtp
m'o tinham dado a conhocerd',ti


I me u
brica


occasion, diz HUBER, urMa
ia de c6mra cghi dosoeu lu-
em cimna dos favos em
,ande o perigo de que ta-
deslocasse este s tambem e
e uma ruina geral. Mas
am as abelhas, fizeram de


cra escarpas e esteios, e assimn, sus-
tentando a massa cahida e especando
os lados dos favos, desviaram todo o
perigo. Depois, para obviar que se re-
petisse igual sinistro, fertaleceram o
edificio todo convcolumnas, traves, tra-
vessas, espeques e outras obras seme-
lhantes.
Nao serd isto uma refutacao comple-
ta da theoria de Buffon? Machina? ou
automates nao podem inventar nem
adaptar-se a novas circumstancias. Corn
tudo, a autoridade soberanadesse gran-
de dictador na historic natural teria tal-
vez prevalecido sobre os factos e sobre
a observaCao se, pelos fins do seculo
passado, as proprias abelhas nao tives-
sem dado urma prova decisive de serem
em certos casos dirigldas por alguma
cousa, seja o que fOr que se parece
muito corn a intelligencia humana, e
quede certo as tira inteiramente da
eategoria de automatos.
No tempo supramencionado appare-
ceu por toda a Europa urma grande
mariposa de epecie que nunca dan-
tes f6ra vista ahi e que, como se soube
depois, havia sido introduizida da Ame-
rica por algum niodo desconhecido.
Porque tinha nas azas alguns signaes
ue se assemelhavam a iUna caveira,
eram-lhe o nome d6 Sphinix Atropos,
de Atropos, urna das parcas, que cor-
tava o fio da vida.
Grande foi o estrago que essa mari-
posa fez, mas s6 nas colmeias. Gosta-
va muito de mel e para obtel-o era-ca-
paz de tudo. Invadia de noite as col-
meias, comia o mel, destruia os favos,
arruinava os armazens e mataya as abe-
lhas novas e pouco desenvolvidas. As
abelhias nada podiam contra ella, pois
o seu ferrdo era muito curto para pe-
netrar a colcha molle e elastica de que
estava coberto o seu inimigo.
HUBER estava ainda meditando para
descobrir algum meio de proteger suas
abelhas contra esse insecto damninho,
quando umrn dia vio que muitas dellas
ja se haviam protegido de um modo
muito efficaz. NA entrada de algumas
colmeias haviam construido uma pa-
rede de cera corn pequenas aberturas,
pelas quaes as abeihas entravam corn
toda a facilidade, mas que eram muito
pequenas para dar passage at grande
mariposa.
Atravdz da entrada de outras, cujos
habitantes, ao que parece, eram mais
engenhosos, haviam construido diver-
sas fileiras de cellulas, uma atraz da
outra e de modo que a abertura de
uma cellular correspondia a parede da-
quella que ihe ficava por detraz. Pelos
corredores assimn deixados, as abelhas
passavam corn facilidade ; mas para a
mariposa, em razio do seu tamanho,
era impossivel a passage, e assim as
abeihas so haviam protegido, ellas mes-
mas, contra os ataques de seu voraz
inimigo.
Nto ha creature quo seja dotada mais
ricamente de instrumentos necessaries
para seus trabalhos, ou quo seja mais
obviamente destinada pare ura indus-
tria especial, do quo o e a abelha. Re-
cebendo luz por cinco olhos, e dirigida
per duas antennas de sensibilidade ex-
quisita, traz na frente, aldm disso, um
instrumento maravilhoso, uria trom-
ba, ou lingua comprida externa, que d
tambem muito sensivel, e em part co-
berta de cabellos, para mais facilmen-
te absorver os liquidos.
Quando a abelha n.o faz uso da
tromba, guarda-a enrolada em unra lin-
da bainha escamosa ; logo, porem, que
quizer servir-se della, a tromba sahe
da sua bainha e a Donta fina toca no


liquid: humedecida a ponta, a abeiha
encolhb a tromba, introduz a ponta na
boca, onde se acha a lingua internal,

comprehend que tudo sacrificavas pela
tua patria ; ate o coracao e a honra da
tua filha!
Oh! pai! pai! murmurou outra
vez Yaye.
Sirm; talvez seja verdade que sou
irresistivel. Um principe real disse
Amina corn amargura, um pobre louco,
arde em desejos impuros por mim, e
por minha causa 6 capaz de tentar con-
tra os dias de seu pai. Esse mesmo
pai, o taciturno e grave Felippe 11,
nerm semcpre tern podido ser muito se-
nhor de si, porque mais de uma vez te-
nho descoberto signaes de ardentes de-
sejos no seu olhar; os principles per-
sonagens da cdrte arrastam-se a meus
pds, esquecidos da soberba que Ihes
inspira seus brazOes e suas riquezas.
Chaimam-me. por excellencia, a corn
grande inveja das damas da c6rte, a for-
mosa duquezita e por acaso sou irresis-
tivel. Pordm para adquirir esse poder
tentador perdi a paz da minha alma.
Tu nao sabes pai, corn o meu pensa-
mento se preoccupa como todas essas
imagens de contos de fadas e de amo-
res, as quaes me acorn panham atr 6 em
sonhos; nio sabes tambem de que ma-
neira vagarosa, pordm segura, se foi
formando na minha alma um amr for-
te, ardente, roedor, que me faz sentir a
falta de umrn ser a quern una alminha
alma, a quem ame corn todo o amor
que a minha alma encerra; a quem
tornelouco pela minhogformosura nfia,
incitante, pal itante, e corn today aten-
tadora forca dos meus olthos. Nao sa-
bes come .detro em meu peito se for-
enou um ser impossivel, mas bello,
grande, enamorado; um conjuncto tie
poeeie~es, tim amante divl%,1 Iue eR,


como oe o Brasil; e os resultados que
ahi aleaanaram os que prestaramn al-
gum attengo a esta industrial sao real-
mente admiraveis. Neo havenlo inver-
no. no sentido rigoroso da.palavra, as
abelhas multiplicam-se corn tanta ra-
idez que talvez n dssem crddito na
uropa e nos Estados-Unidos a quemr
contasse simples factos a este res-


peito.
. Assirn, por exemplo, 6 urn facto que
"na colonia de Angelica, perto -de S.
Joao do Rio Claro, na provincia de S.
Paulo, hoive urn colono allemnio que,
em 1860, teve s6 duas colmeias, em
1861 teve mais de setenta, e em 1862
mais deduzentas, sendo todas o pro-
ducto das duas corn que principiou. E
al6m destes enxames de abelhas que
recolheu em colmeias, houve muitos
que perdeu, por fu'irem para a matta.
Tamanha foi a quantidade de mel que
recolheu, que nao podia vendel-o todo,
nem A razdo de 120 rs. a garrafa ; para
niao perdel-o, fez aguardente corn elle.
Resultados quasi iguaes alcangaramrn-se
nas colonies de S. Lourengo, Paraizo
e S. Jeronymo, todas na mesma vizi-
nhanga, no sitio chamado Rocinha,
perto de.Campinas e em outras local
dades da provincia mencionada. Na co-
lonia chamrnada Paraizo, que flea entire
S. Joio do Rio Claro e Piracicaba, a
gentle final nem se importou mais corn
os enxames novos, e d(eixou-os fugir
para onde quizessem.
E nerm e precise que se tenh. muito
tempo disponivel para dedicar-se a api-
cultura. Nos casos citados eram colo-
nos pobres os que tinham as colmeias,
e todos elles trabalharam tanto nos
cafesaes e nas rogas como qualquer
dos colonos que nao tinham abelhas.

Os mortos illustres
Neste mundo ha s6 uma cousa peior
do que ser-se morto, 4 ser-se morto
illustre.
Quando As vezes se ve ir para o ce-
miterio, em uma modest traquitana
cheia de symbols amarellos e pagiaos,
um 4norto ignorado, que desce tran-
quillamente a sua cova, nao tendo a
aggravar-se o latim dos padres, os dis-
cursos das sociedades patrioticas, e le-
vando ainda a humedecer-lhe os labios,
para sempre mudos, as lagrimas arden-
tes que, como o orvalho da manha
imprime sobre os pallidos lirios a
sua passagemr rapid, marcam naquelle
rosto, que vai comegar a ser caveira, a
passage do ultimo beijo de ternura,
a gente pensa sempre na grande feli-
cidade daquella creatura, que p6de
morrer descansada no seu leito, rodea-
da de affects sinceros e de amizades
dedicadas e que, nessa lora supreme,
em que o espirito, presentindo termina-
do o seu papel neste mundo, desentra-
nha todos os seus thesouros de ternu-
ra, de grandeza e de sinceridade, pre-
ferirido legal-os ao coragio amante de
uma esposa ou ao respeito profundis-
simd de uns filhos, em vez 'de encer-
ral-os em um estreito caixao de churn-
be, pode dizer esses segredos ultimos,
sagradamente intirnos, sem que centre
os seus labios que se fecham, e os ou-
vidos attentos dos amigos que por mui-
to tempo o escutam ainda depois delle
fallar, esteja o ouvido perfeitamrnente
mecanico do reporter e por detraz desse
ouvido a multidio indifferentemente,
aborrecida, enfastiada, A espera de no-
ticias baratas que lhe distraiam a hora
do almogo.
Esses sao os infelizes, desapparecern
come essas pequeninas estrellas, que
enchem o coo asos milhares e que se
apagarn sern que ninguem de pela sua
falta. S6 nelles fallam os poucos que
viviam A sua debit'luz. Sahem da vida
come entrararn nella, sere ninguem re-
parar nellf.s cpmo uns comparsas de
theatre. Occupasj sete palmos debai-
xo da terra, occuparn sete metros em
cima, e a unica difference! Vivem e


nmorrerm na sombra, na vida tiveram sor-
rises, nio tiverarn triumphs, na more
teem lagrimas,,nap teem noticias.
Quando se retirarn, deixam s6 atraz


pallidecendo as minhas fpig6es, e lan-
gando-me f6ra do perdido jardimrn de
Hiram da minha pureza. Nie podes
acredidar quAo. desesperado, ancioso
e desanimado esti o coragdo da tua
Esperanca.
Este terrivel jogo de palavras, obri-
gou Yaye a levantar a cabeca e a langar
sobre sua filha um olhar em extreme
ancioso.
De facto, era to profundo o deses-
pero que se revelava no rosto de Amni-
na, que Yaye senito-se completamente
aniquilado.
Esse hornern !... esse home !...
esse esposo que tu escolheste! excla-
mnou o duque de urn mdo fire, mas
desperado. Nie o arnas ?
Ainda nao o sAji.
Abusararn entio de ti emrn umrn mo-
mento de delirio?
Sim.
Oh! exclamou Yaye.
AquelUsa exlamagio era ao mesmo
tempo uma blasphemia e urn rugido
de arneaga.
Pouco tempo depois de ser apre-
sentada na cdrte, continuous Amina,
ouvi fallar de urn home corn quern
os ociosos haviamrn resolvido casar-mne
de uma maneira muito ingular: soube
que, poir capricho, haviam deixado de
tIe chamar a formosa duquezita, para
ine tratarem por esposa do marque-
zito.
-Mas quern era esse morquezito2
Um mancebo da minha idade, pouco
maio ou menos, de quem se contavam
maravilbas. As damask W fm d'elle
cora desejo, _.e Qsh .'os -corn inveja;
mrn saber porqxi, cornecei a pensar


( Ys outros, os isw.,
planets, astros cuja vida fM
pre sob-o olbar curioso d
cujo desapparecimento in
observag6es e extensoe ar
Esses nao saio.cadaveres,
tos.


graves


!


de ittxo, uma occasiao de feta. Todos
querem prestar uma homenagem ao
grande home, corn tanto que os no
mes venham nos jornaes e que a con-
dtrcmio seja barata o commoda.
[Continiula.)


ca alli concorria. Finalmnente, hon-
tern, quando comegou o incendio no
temple, e fugia espavorida, senti que
uns bragos me levantavam do chdo,
que un. homenm me levava comug
para um sitio solitario onde me lari.
Brilhava a lua. Na minha presena
achava-se urn joven, de cabeoa desco-
berta, tao belle como eu ainda nio ti-
nha visto nenhum. Senti que o meu
coragiao se despedagava, que me arras-
tava para aquelle home, e (fq'uando du-
rante a breve conversagao que entire
n6s se estabeleceu, eu soube que
aquelle homemn...
Era elle... observou Yaye corn
voz triste.
Sim, o marquezito: ardeDte, ena-
morado, atrevido; quiz defender-me,
porern, a minha razio tinha side ven-
cida pelo men eterno sonho, por esse
sonho fatal de amores. Esquci tu-
do. Para mirm, s6 existia elle no
inundo; deixei-rne onduzir para onde
ell quiz levar-me e cahi no abysmo
que me tinham pweparedo, envenenan-
do a minha alma.
Arnina calou-se; Yaye nao teve anim-
me para prohunciar urna s6 palavra.
Agora que ja sabes tudo, paI, conB-
tinuqu Amaina. levantando-se e laugan-
do-se-lhe aos p6s; mata-mei; ma -e,
porque te deshonaei; porque .iP po-
so viver; porque prove oe amto, a
niao 6 o amor que havia sonhado; por
que, no memento de peide a mia
psrea, conheci queera paI-
nro possee voltar para o
inose quoeram o metve
porqne so1 ne n, m IlAl


"1


3~'II


A sua vida tern sido uma constant
noticia, a sua morte 6 um artigo de
fund.
Nessas mortes illustres quern menos
figure 6 o morto :-os enterros celebres
sao as apotheoses dos vivos.
-Os obscures, os humnildes, os desco-
nhecidos descemn cova sem noticias,
serm discursos, sem rhetoric, s6 levam
cemsigo as saudades, as lagrimas, a
alegria daquelles que lhes quenam.
Os illustres, por uma lagrima que
levam, deixam mil vaidades, que, se
os tehtam, a suamorte 6 urna vacatu-
ra, o seu enterro um espectaculo, o seu
elogio um reclamo, a sua cova um ber-
go de ambig6es, que, entrelagando.se
corn as phrases oratorias, forma sobre
o seu esquife urma corda, onde, em vez
da ternura escrever saudade, o egoismo
escreve-orgulho.
A's vezes esses cadaveres hirtos tem,
nas inmos profanas das paixoes arden-
tes, ondulagoes fantasticas de estandar-
tes revolucionarios, e as descargas, que
fazem as honras funebres ao corpo mina-
nimado de Lamarque, s$o as fuzilarias
das barricades.
Outros sao disputados As bicadas
pelos corvos sinistros dos partidos mi-
litantes, e, no meio dessa luta encarnoi-
vida A sombra lugubre dos verdes cy-
prestes, vem de vez em quando umrn
salpico de lama, que emerge de um
charco immundo, o Pays on o Uniners,
e, nesse escarro ignobil, a humanidade
enojada le uns nomes fadados para o
lodagal, Cassagnac ou Veuillots.
Esses grandes hiiomens, que na vida
foram um astro luminoso, que as mul-
tidoes seguiam fascinadas, como os sol-
dados do veliho imperio seguiain as es-
trellas brilhantes que fulgiam nas es-
poras d'ouro de Napoleaio o Grande,
passam entLo a ser simples lanternas,
corn que os Diogenes-Paturot procuram
nao um home, inas sim uma posicio
social.
Nem a more livre a esses heroicos
lutadores. Alguns jornaes francezes
accusaram Thiers de se ter deixado
morrer, quando a Franca mais precisa-
va delle. Quando agonisam, a casa
enche-se-lhes, nao de amigos, de infor-
madores. 0 que alli os leva nao 6e o
interesse da amizade, 6 a febre da noti-
cia. Os grandes olhos da imprensaeu-
ropda seguem palpitantes as sui s doen-
gas para fazer boletins interessantes a
tanto por linhb. A sua enfermidade
neo e para elles um cuidado, 6 urma
nova seciao. As suas palavras derra-
deiras nao as recolhom religiosamente a
amizade, a veneragdo; recolhe-as o
mercantilismo. Todos querem ver o
grande home moribundo, nio 6 para
guardar na memorial os ultimos tragos
daagonia de um here que more, 6
para dar a lithographia a estampa pal-
pitante, que se vende aos milhares.
Ao pago que a doenga vai continuan-
do o seu implacavel caminho, os agen-
tes das pompas funebres program as
taboas do caixaio de carvalho, os can-
galheiros litterarios 'soldam as phrases
sonoras da sua necrologia.
Quando elle more, os coveiros pe-
gam na enxada, os reporters largam a
penna corn que ja lhe teem aberto
essa grand cova fatal, nos seus noei-
ciarios -o elogio funebre.
O rosto do morto 6 analysado corn
toda a observacibo profunda de um au-
tonomista, para figurar nos faits divers.
Os esculptores vem encher-lhe a cra
de gesso, antes-que o coveiro a encha
de cal. Ambos exercem a sua profis-
sao, este evita as exhalaSes mephiti-
cas, aquelle arranja os bustos cars.
Depois veto o enter. E' um acts




Full Text
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