Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16024


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Full Text




























a tNe Jnxis & Jittj


tle xro0 epontan ol e



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-6 tm4* "coy -pprmtQiphI- do affi* dolf.- ooeD
qti~~d~sse o~ n'astacomsi-havido ac~ordo corn J m" Ua .lm 1
UARIS, 29do maio. ~ I~i~daI tria Ineepqniliha e ~quo enteadia nibo pod~er & 0 oSr. c
emvbyleficia d'Md15. 'sl('lisd msquoem vista de sna oxphica*.
gan '~ ~ ~ c as c -~ $ o I' oail I r eo 'SlUvh satisfeito.
I" uqe Wsmofte chasenot, es 4*49-p tieas, b i Ldo Q -aim 05r. trn tea
tamene e~aelci~w- rv7&prsomiU 4teiB. ipgbo me
-sa, p0 reduitnlea, o eais W EO M t -Iio
ar rioa enha or de-sp
1ONDRES 29 de'maio. CiiCwnpw r0s e~mcomnottido eon "a'ldpor "ener-se e xpt


.. ... ... 5aI*e e- a ab iJ os e m
S.cosurados, "e po eonitrario tor le-
Egypto recna.a9 a tomar part vado pelo born caminho da deceqcia,


confereneia internaclenal.

igenciaL Havas, filial em Pernambueo,
le maio de 1884.


INSTRuCCIO POPULAR

WI M I:ANIL D33(EtraI1da)
-^ (Extrahidq)


PART III
C:- ASSIFICAqAO DOS PEIXES
(Continua0&0)
SPelxem osseo*
J^, sfphobranchios (5a ordem).-Nada de notavel
ha fnesta ordem na disposicao das maxillas. A
e "tructura das guelras 6 que os caraeterisa. As
gelras i1-9 tern a forma de pente, mas dividem-
se elem bor/w pequonas arredondadas dispostas aos
jw^ sobao ligo dos arcos branchiaes.
eogonatkzos (6a prdem).-Os peixes que entram
Westa ordem, distinguem-se de todos os outros
' :.pela co rrnma o da bocca. A sua maxilla superior
na 6 movel, mas soldada ou engreaada cam o cra-
Peixes cartilaglnouos
Os pei|es cartilagiaosos deaominam-se Chon-
dropgerygios. Teem o esquelcto geralmente carti-
lag noso; e alguns, membinonso. A membrdna
oesea, ou ant6s a material calcarea que endurece a
superficie d'este 'esqueleto, deposita-se n'eUa em
graos.
As peas que reopresentam os maxillare supe-
riores e interm'ixillares slo radiraieatares, e a ma-
zilla no peixe 6 essencialmeit-formaada por peas
awAogas aor ossos palatinos. "
'As guelras sao, nos peixes quo pertencem a este
Arupo, livres ein us: pelo seu lado extreme (como
nos peixes oss-os): cutras vezes as guelras sao li-
gadas por ambos os seas bardos. Esta difference
6 que serve de fundamento on base para a division
dos peixes cartilagiuosos emi rqjRdcn, aa sabir :
Chi ndroptery.jio.3 de guelras vtres, form'indo uma
ordem; e Chandropterigios de guelras fixas, cons-
tituindo duas ordens (os 8lacios e os Cyclosto-
nas).
Os Chondropterygics de gudlras livres sao tam-
bem denominados Estarionianos, eujo typo 6 o es-
turjao (Sturio).
Estes peixes teemi a form norn.md e vulgar, a
pelle guari.-'ila cingraganies pla'ias oa chitpas
ossea.s disp)stzavi eases, c a, blca t s n dutcis.
Os 1Ghondopterygios de guplras fixIs teem amin
character muito nofavel, commum a todos elles, que
consiste na disposic.o do apparelho resir.nttorio.
As guelras em vez de se apres.ntarem lives no
td bordo exterao e suspensas cm umta cavidade
btieai da qual a agua sahl por uma s5 abertura,
j3adhereates aos tegumeatos; e a sahida da
i aque servio para a rcspira'o, c que os banhou,
M Se por tantas aberturas quantos sib os inter-
*AIos centre as gaelras. E3tas aberturas slo, cm
[ns peixes (na ;n doria dos d'esta ordein) exterio-
ies; en oiutros (!inmnor ninaro) ellas commnunicam
comnm ncan:dl cannan qui di bsaaid .i a agaua.
'O arcos cartilaginom)i, e.n mnait3s piixs, estl)
suspmsoi nti c.irna, e cAlla lbs eOn p)ntoas ca)r-
re3sp3nieatci a). b rlo.3 exteriors dis gaelr.its.
(Continaa).


PART OFFIIAL

SoGoverso da Provinela


sempre tendo em vis!
cokp a maxima reflex
JA como autoridade,
Emquanto ao primneii
communicado inform
le subdelegado em in
Antonio Martins Ocv,
mez pass-ado, pouco
ter ferido, seguudo sE
corpo de delicto, e p
dous individuos, emn
district e& isto gra
legado deixou, por6
inquerito policial e
falta demorou-se dan
mrinoso, e soccorran-


a a lei, e procedendo
lo, de que 6 dotado
jA como particular.
*o ponto do referido
) a V. S., que aquel-
xercicio, prenleu a
deante no dia 30 do
nais ou monos, por
evidencia do proprio
srtecipa9gao official a
um lugar daquelle
cemrente. 0 subde-

)ara proencher esta
to lugar a quoae e cri-
[o aos maios quo a


lei lhe faculta, interpoz esse recurs de
habeas-corpus, quo nesta data lhe foi con-
cedido e post em liberlade. Emquanto
ao individuo SebastiAo, ease foi, 6 verda-
de, capturado pelo mesmo Sr. subdelegado
c post a minha disposicao, por crime de
fthrto de cavallos em o termo do Caruaru',
o nao no de Pesqneira.
Teondo de remeter para essa capital al-
guns riminosos, entendi qae o devia tam-
bern remetter.
Estou certo que se o referido o subdelega-
do assim procedeu tave bastantos raz5es, e
entendo que alo commeftotu itj ustiga. Do
mais que refer o tal commanuicadoinporo, o
p6de V. S. crer, quoe aquelle coinmmunicado. 6
todo partial e aleivoso, porquant- o sub-
delegado que se aeha em exercidio, 6 in-
capaz de assim praticar por sor um eida-
dAo pacato e illibadamente maorigerado.
Assim tenho-informado a V. S.'o que me
dt^armina. -Dous guarded a V. .6. I1m.
Sr. Dr. Raymundo Theodorico de Castro
e Silva, mui digno chefe de policia.-Sa-
tyro d Bistos Moto, deiegalo 1' supplen-.
te em exercicio.
Secretaria da Policia de Pernambuco,
27 de maio de 1884. Conform. Pelo
secretario, Frrncisco G. dst Silva Barroso.

Reparttiao da pollela
Secg.o 2a N. 585.-Secretaria da Poli-
cia de Pernambua .o, 30 do maio de 1884. -
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc. que
foram hontem recolhidos A4 Casa de Deten-
9ao, os seg-intes iadividuos:
A' minha ordem, Antonia, egcrava de
Manoel Gongalves Pereira Lim-i ate ser re-
clamada por seu senhor.
A' ordem do subdelegado do 1.0 district
de S. Jose, L3andro Jose de Mello, por
crime de off nsas physicas.
A' ordem do do 1.'districto (LI Boi-Vis-
ta, Pedro Francisco dc L 1m), p)r distur-
bios.


t

r


~ DESPACHOS DA PRESIDENCIAD )0 DIA 2J C
S' DE MAo C
.::' Amaro Augusto de B trinros Correia.-Sim.
'4 &itAntonio Pereira da Silva.-D.aferido coin officio f
de hoje A TIhesouraria de Fiazeulnd i.
Francisco CordLCiro Marinh) Falealo.-Compire-c
Q a na Scr=taaria d'esta PrcsiJenciia, pira recebcr
os pap.'is a qua allude.
.Gjilhermnimiii da Sitva e Cualla.-Sim.
Jos6 Lpes Pereira Maia.-Inform" o Sr. ins-
S pector do Tlhesouro Provincial.
\ Jose Paulino d; Silva e Antonio Paulino cda
N Silva.-Informe o Sr. Dr. juiz de direit t das cxc-
ecucois crimiiiacs da camarea do Racite.
ta Ltndolino de Luna Freire.-Remettibo ajunta
noedica provincial, A quem o supplicant: se apre
s9ntarA para ser inspeecionado.
STenente Manoel Joaquim das Trevas Marinho.
-Informe o Sr. comiandante superior da guard
lracional da comarca da Victoria.
STenente Manoel Antonio Martins de Jesus.-
Informe o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
H Manoel Joaquim Alves da COast-c & C.-Estan-
Sdo enerrado o exericiio financeiro a quo pertence
f a despeza de.-que Soa tracta, eumpre ao supplicante
requerer ao inspector da Thesouraria de Fazenda
11 o relacionamento do divida, nos tarmos das orders
em vigor.
Olegario Rodrigues da Silva.-Deferido com of-
1 flcio do hoje a Thesouraria de Fazenda.
...- Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
30 dornaio do 188 1.
0 porteuro,
II' Joaquim Leocadio Viegas.

S 2 a eccao..-Secretaria da Policia de'
Pernambuco 27 de maio de 1881. N.
572.-Illm. oeExmr. Sr. Para que V.
SExc. tenha conhecimento transmitto por
iopia a ossa Presidencia, a informaqbo que
em data de 24 do corrente me presto o
Hdtlegadlo de policia do term deAgua Pre-
S ta, relativamentinoticia quo. puablicou o
fornaldo Recifede 14 doeste mez, bsm
come o 7empo de 17, sobre ctos succe-
S drosa ao districtos de Campos Frios do re-
_II ido term. Daus guard a V. Exe. -
.Sr. desombargador Jos6 Kv-
~u ~ mlasrtito dign- idte dii
*J; _-0 O efie do poh icus,'


A' ordim do do 2.* disiricto da GO-a.9i,
Sverino Jos6 G)analvas, por disturbio3.
Comrnuiic'3u-me o adilegi:lo do tm-ao do
Ulagoa de B-ixo, qu u)n dia 12 d- cor-
-ant, fora alli ferido lomvonnto corn u-n tiro
te pistol, detfechado por Joaquina Franm-
celina Illmainata do Oliveira, o indlividu)
de nome Jos6 Simnos de Mo[ura.
Contra a delinquent, quae foi presa ern
lagrante, procodea-zo nw)3 trnm)s do in
uerito palicial.
D.us guirde a V. E-,. -Ilhn. o Exn.
Sr. desunibargador Jose Minoel d e Freitas
inuito digno president desta provneia. -0
chAe de policia, Rtaywndo Tlieodorico de
Castro e Sitva.

Camera lunlelpal
ACTA DA SESSAO ORDINARIA DA CAMA-
RA MUNICIPAL DA CIDAI)E 1)DO RECIFE,
EM 7 DE MAIO D)E 1884.
PRESIDENCIA DO SR. COMMENDADOR MORAES
Aos 7 dia3 do mr;z de m:iiio do anno de 1884
achando-se presents As 11 horas da manhi.
no Papo da Camara Municipal d:c cidade do
Recife, os Srs. president da mesma, commendador
Jos6 Candido de Moraes o voreadores, faltando
sem participaclo o Sr. Natividade Saldanha, oe-
cupou o Sr. president a cadeira competent e
deelarou aberta a sessac.
Lida a aeta da anatceaodnte, e posta cm dis-
cusslo foi approvada pleaamente e assignada.
Entrando na primeira part dos trabalhos, apre-
sentou o secretario aliu nas redacines de officios
dirigidos A precideneia e os despachos da anterior
sesslo, o que tudo foi approvado, e assignado.
Apresontou mais o expediente eontido na pasta,
do qual foram lidas e tiveram eonveniente desti-
no as seguintes peas :
Un officio da presideacia, datado de 30'de abri]
ultimo, exigindo que lhe seja remettido a plants
e perfis da estrada do Ambol6 para resolver soa
bre a assumpto do officio n. 23 de 29 do mez d
rnarco ultimo.-Satisfaea-se.
Oatro dA mesinma, cm 5 doeorrente, convidandu
a Camara p:rA assistir a queda n'agu% do pata-
cho Pirapan-ma o que terA lagr no dia 10 do eor-
rente rpelas 4 horns da tarde
Inteirada, c mnvidando o Sr. president pare ss4
acto a todos os Srs. vereadores. -
0 Sr. coronal Decio, obtondo a palavra pah
ordem, disse que vinha expliear-se sobre o offici
quo dirigioa A Camara em 30 do mez finde, uom
rmu.ieando a distribuicAo dos talhos que flera nw
Mereado de S. Jos6, que comn a _devida.proptS
fuera aadistkibuielo dos 64 tathos que ailrlxis-
te PaUa serem occupados durante o mez eorrea
ta. 0&tukado-Bs ae0 commnreintes dee emaresr


reds


I


tbi expedida a portaria, quo leu e discorrendo Bes
te sentido, ejncluio qua otbsse approvado o actor di
directorr da 4a seeCao, mandando aferir os pesos
,edidas do peticionario,.diindo. em eauclo a im
Sportancia da multa.
' 0 Sr. president disse que a propoposito dist
havia na pasta um officio do chefe da 4a seoqao d
m aferin5s a@o Sr. commissario respective, que o ea
caminhoa pare a Camara, referindo o facto alt!
nente A quest de Joaquim Coelho Netto, e eoa
I iaanieando ter afmal aferido os peso e medidas d
sen estabelecimento, deixando em cau)1o a impom
- tancia. da multi.
e Posta em discasslo a proposta do Sr. padre Me
to foi approvada, mandando-se s6mento rccebi
, 1DAO0 pela divida.
0 Sr. comnmeadador Nves obtendo a palavi
pla ordem, mostroa a neessaidaoe da plantao
o algumnas arvores no Ccmiterio, e pedio que
e Camara o autorizasso a admittir mais eurn senvu,
pir trees dias 4 preodo 1280 diaries para aes
S fiin. .-.
o Co namunicou c p dio tambe pprov.lodeuI
Sver e mndado pagar Aw,*srente a sa
o ttres dias, em qume eut edo Foi tad
a va 1 .d
0 Sr. padre K~ello adotawbeina p&4#
k- ntia it nnm a fii,.-= ACsi,i. f


lanndo apresento
ies Gerimaraes,
ara carroga no m
z do Herval, e ta
V- casa coam 10 p l
= no quintal de o a
squal peti hp
'ItMpodidas do confoi
9k,129de 26dejanh
engenheiro, pages
yroado o despachc
0 tenente Viegas,
mandou mA mssa a
S roponho que seja a
rdV|ndr pela verba n.
no vigente o-quie
pto se collocaremr n
eiro de suas novas de:
acretaria par.L affixar edi
fi Provincial para, os
S.de maio de 1881.-
mante approvado serma dis
0Sr. Dr. Jos6 Osorio,
ordana, infornmu a Camars
ra, proprietario da easa
S. Borja cihegara a uam ai
meanima casa, recebendo a
degipropriacao; e que est
das as desapropriacuas c
Baio de S. Bonja, julg"A
missIo, que Ihe fora dad
podia autorisa-ao pama m;
cia da referida dcsaproj
casa desapropriala ser a
blicado corn relacFo as ou
A Camara fieou inteirad
autorisou o pagament-o 'da
Gmtinuando corn a pah
dmnmandou a mesa a s
juatifical-a: ..,
UHavendo a estrads ,
ruaru cortado transverlI
medies, e a rua do Quia
gados, levantando n'aquel
ro de cera de quatro nes
tornar livre o transit na
construindo ahi um pontil
de pedra, nio aeontecen
Quiobo, onde o transit s
tada pelas construae9es d(
ra daquella rua, que se
prejuizo dos seas habitani
,, E porque nao possa a
nba ferrea interceptar por
ruas de povoado, quarido
zer na run do Qaiabo a u
na eatrada dos Remedios,
levando este facto ao coi
da provineia, pega A estc
sentir ao Sr. engenheiro,
a nccessidade que ha em
deixar livre o transite n'aq
lidade de substituir alli o
cha completamente. Em
Josd Osorio. ,,
0 Sr. Dr. Barros Regc
desse o pedido tambem co
xicho n'aquelle povoedb.
Diacutida a proposta
B.,rfe Rcgo, foi tudo app
SO Sr. tenente Viegas,-
or~emn, disse que apresen
S ^ nme&sa nos segi
io hque se cha
paort pra a inteira e on
75 d:a lei do 10 de outubrc
7;de maio de 1884.-Viega
Posto em discussao, di
seu requerimento, tinha
que se faziam despezas
c mais ainda, sem d'ella
mesmo depois de feitas.
Que a Camara, a respe
verbas, de nada 6 inform
dar a lei qne a contad
.mensalmente, o que effect
como ? Era outr'ora remn
rio de policia para examit
livros de tal.o, quanto A.
montos, quanto ai despeza
ao conhecimento da Cam
que flea ella inteirada e s
fiuancas, o que sempre s
testemunho dos Srs. coinr
do Rego, como vereador
ram signal affirmative).
Mas que hoje nbo se p
do o balancete ao Sr. cc
hia no limbo, pa" assim:
d'elle sabia nem do que 1
movimcnto- da C-mnara, j
star a par do estado
aresentar projects e m
nhiam ao municipio.
Ao pass que assim su
go sem autorisaao da C
llr provar sun propoiu
do Sm. proeurador.
Apresentando-se esto,
neate Vieg is, fez ao iost
coes acerca de divorsas
nra que as autorisassem,
mereado de S. Jose, con
arborisacao, etc., etc.
Lirvendo sobre tudo r


commiasario dos -Memdow. '
0 -Sr. president 0e i
cussao o parecer, e a pr -d Se. tenente
Viegas.
Nesta occasigo se fez annanciar na ante-sala
unia commission das sociedades Club Abolieionista
c Nova Emancipadura, que pretendia fallar A
Illma. Camara.
0 Sr. president* nomeou, os Srs. vereadores Dr,
B:irros Rego e Cussy do Rego pars introduzirem a
coimissao no rocir'to : em eumprimento os dtos
Srs. vereadores reeeberamn a eommissio, a qual
sendo apreseantada A Illma. Camara, o seu presi-
dente, obtendo a palavra, dirigio-lho a seguinte
discurso :
A commissao ekysta dos abaixo assignados,
que foi encaregadMla aolemnisacao do dia 25 de
ar o proximo passaido, em quo se realisou a com-
pleta extincgibo do element servil na herneca prc-
vincia do Ceari, offercoe o present livro, outr'ora
pertencente ao inelyt0 Viseonde do Rio Braneo.
A patriotic Camara Municipal d') Recife, para
server As inscrip6es dos cidadaos que quizerem
auxiliary fund municipal de emancipacao, crea-
do pela mesma C.amara em sessio do' 29 de abril
do eorrente anno; e sentindo. bastantemente en-
carecer aqui o zelo patriotico qu6 presidio a crea-
cIbo de to avalioso meio de emancipacao, resolve
inieial-o corn a metade do saldo existente dos fes-
tejos por ella prdaovidos, entregando a Camara
para o meneionado fim a quantia de 514.000 ins-
cripta na folha seguiute.
Pernambuco, 1o de maior de 1884.=Dr. Antonio
Joaquim de Barros Sobrinho, president. Josd
Affonso de Araujo, secretario.-Juvino Cesar I aes
Barreto, thesoureiro. Jodo RBamos Elpidio de
VaseconceUos. .
0 Sr. president de p6 corn toda a Camara,:em
uma breve e eloquente allocuglo responded A il-
lustre commissao, agradecendo em neme da Ca-
mara Municipal do Recife a preciosa offerta do li-
vro 4e ouroe da quantia de 514J000 para auxilio
do fundo municipal de emancipaoio, a qual quan-
tia foi entregue ao procurador da Camara, que
ordenou ficasse o livro exposto na secretaria A
inscnpAo de todos os que quizerem auxiliary a
mcsma Camara para a realisagio da modest fes-
ta que pretend fazer no 130 anniversario da sAbia
lei de 28 de setembro-de 1871.
Tendo a eommissio cumprido a sua mission, re-
tirou-se cim as mesmas formalidades.
Em seguida inscreveram-se no livro de'ouro.
alguns Srs. vereadures, declaraudo o Sr. capitUo
Torres que se inscrevia libertanudo desde jao sei
eseravo rhiago, de 22 d1iadle. ... I
Passado este incidente,continuou a discussion do
parecer da commisslo, e da proposta d& Sr. te-
nente Viegas, o qual fez consideran5oea em susten-
ta.Ito da san proposta, reproduzindo os mesmos ar-
gunmentos apresentados na sessiao passada, e ae-
crescentan que, nada havendo feito o Sr. commis-
sario do mnercado, como confessa, se nao a distri-
bui9.o mensal, era de todo effeito a proposta con-
tra o parecer, e que a Camara entretanto decediria,
como fosse j usto; mas qua a proposta era unia ga-
rantia, que assignava a popular* o cerca de 3,000
kilos de care verde diiriamiarnte, cujo prego nao
podia ascmnder de 560 r6is.
O Sr. padre Mello disse que, corn quanto nilo es-
tivesse em boas relaq5es de amizade corn o Sr. co-
ronel Decio, todavia A bem da verdade era for~oso
confessar que o Sr. commissario do mereado se
tHiha sabido collocar na altnra do seu ever, por-
tanduo-se corn honestidade e justiga.
0 Sr. Dr. Jose' Osorio, obteudo a palavra, fallou
no sentido de mostrar a inconvenieneia da propos-
ta, e coneluio que votava contra ella.
0 Sr. Dr. Barros Rego tallou tambem largamen-
to no mesmno sentido, e concluio declarando que
votava pela conclusio do parecer.
O Sr. tenente Viegas ainda replicou sustentando
a sun proposta.
Encerrada a discusslo e post A votos o parecer
foi approvado votando contra elle os Srs. tneente
Vicgis e padre M1lbo, ficando por conseguinte pre-
jadicad-i a proposta.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio mandon A mesa a decla-
r t1.to do sea vote nos seguintes terms: vot o con-
tra a proposta do Sr. veread)r Viogas pelas raz59s,
qae dci no mena parecor, que p3go seja publicado,
corn:) fundamento do meu voto. -Jose Osorio.
O Sr. padre Mello, obtenido a palavia pela or-
dein, trouxe ao conhecimento da Cam-ira que al-
guns predios da Santa Caia de Misericordia nile
tiuiham passeio, aquelle pio estabelecimento seore-
casava A hazel o; par isso reclamnava providencia
contia semelhante recusa da Santa Casa.
Discutida a material, resolveu-sc que se ofifcias-
se a Santa Casa di Misericordia n'scsta sentida, p3-
dinio o curnrimento das pomturas.
C:atinuandi o Sr. padre Mollo corn a palavra
disse quto, lend) n) Diario umas portarias expedi-
das corn riasbn) A aforcigo dci pesos e mididis dt
J iquii-n Colho Netto, vinha mostrar em facm dt
i ;i que nba estava ellb sujeito a multa, que Ihe forn
imnposta, mas sm--nte A de 10&000 de conformi-
tlade corn o art. 21 da lei n. 1,176 de 22 de maio di
1875; e que nem se Ihe podia par isso recusar
afericAo dos pesos e modidas do seu estabeleci
mento em vista da delibera um sessio de 2 de abbril ultimo, detirminando qu.
a contadoria receba as contribuieose do exercieit
vigente, indepeadente do pagameoto das contri
huias dos exercicros fiados; em virtule do qu


u a petigio do Franeisc, missarios fazerem aquilo, que nao possa esperar
quine pedia para 'abrir en- pela reunile da Camara ; que a proposta do Sr.
auro do soea terreno a run tenente Viegas estA f6ra do dispositivo do art. 25
mbem para edificar aima da lei n. 1,394 ; por isso mandava a seguinte
nos de frentd sobre 12 de emenda :
easa n. 7 A ruan da Casa De accord con o art. 2%da lei n. 1,394 de 2
psoeu eoncodendo as li- de maio de 1879.-R-arrwos o. f
rmidade corn 6 art. 99 da Encerrada a discussia, c psto a votos o reque-
o de 1873% e corn o pare- rimento on proposta do Sr. tenente Viegas, e a
os direitos municipa;s.- emenda do Sr. Dr. Barros Rego, for tudo appro-
a. -vado, declarando o Sr. tenente Viegas que votava
ob*endo a palavra pela a favor da emenda for demais, pois e sabido e
seguinte proposta: corrento que uma lei provincial nio pode destruir
mutorisado o procurador A disposiq5es de uma lei geral.
14 13 do art. 2o do or- -Foi lida a peticao de Francisco Joaquim Perei-
Sfor necessario para de ra da Costa, pedindo para corn elle ser contracta-a
i entradas das ruas o le- do ow servigoc da limpeza da cidade, juntando uma C
ltomina9e&s. Outrosim A proposal contend as bases do pretendido con-
itacs e official ao Consu- tracto.
devidos cffleitos. S. R. Posta em discussao a material, o Sr. Dr. Barros J
-Viegas. -Foi plena- Rego se oppoz formalmente A proposta ; e fallan- t
cussiao. do extensamente sobre o assumpto, allegou que
obtondo a palavra pela nenhum contract tern feito a Camara, do qual se
a que Jos6 Elias de MKou- haja sahido bern, send que em resultado tern sido e
n. 4, sita a rua .Barao de a Camara obrigada a abrir pleito judicial corn os
ecordo sobre o preoo da cx-conaractantes, e concluio dizeudo que votava
quantia de 603,090 pela contra a proposta.
ando assim liquidadas to- 0 Sr. tenente Viegas, combatendo a argumen.-
las casas sitas a rua do tanto do Sr. Dr. Barros Rego, disse que nao acha-
va-se exonerado da corn- va ligaW"o algumna corn o pleito quie se move coin
a pela Camar4 A. quem os ex-contractantes da limuipeza public ; quo 6
indar pagar a imiportan- lastimoso hoje o estado das ruas, e o asseio da ci-
priagIo, devendo a nova dade corrie A revelia ; e portanto era precise quo
ddicionida no edital pa- a Camara tomasse -Aima posiao n'este ramo da
tras. administraco municipal, e que s6 via para isto
da, approvotz o accord e urn contract em terms precisos e exequiveis, I
desapro4a9io. por isso mandava a mesa a seguinte proposta :
S aiofloAumo Sr. verea- Proponho que a limpeza public seja feita
S pr. posta depois de por contract, aproveitando se a proposta que estA
Sd ema discussao. S. R. Em 7 de maio de 1884.- r
1 ferro do Recife ov ea- Viegas.
Aeute a estrada dos Re- Posta em discussion, fallou ainda contra olla o
tbo no povoado dos Afo- Sr. Dr. Barros Rego, e a favor os Srs. Dr. Car-
lies dous photos umrn ater- neiro da Cunha e capital Torres. d
tros de saUara, pfocurou Encerrada a discussio, e posta A votos a pro-
Sestrada dos Remedios, prosta, foi approvada, votando a favo:- o seu au--
lhao sobre duais pilastras to', e os Srs. padre Mello, Dr. Carnairo da Cunlia,
do o mesmo na rua do Cussy do tRego, capital Joao Torres, Silva Neves,
e acha de todo intercep- c coronel Octaviano de Souza e contra os mais
Saterro em toda a largu- senhores em numero de seis. a
acha assim "fechada comrn Em seguida o Sr. president nomeou umra corn-
tes. missio composta des Srs. coronel Deoo e Dr. Bar- v
Sconstrucqao de uma li- ros Rego para dar parecer de conformidade corn a
r esse modo o transit em proposta approvada.
6.certo que se poderia fa- Foi lido o officio do engenheiro ao secretario em
nesma obra, que foi fetta 3 do corrente para traaer ao conhecimento da Ca-
I proponbo que a Camara mara o oroamento, que de ordenm da mesa fizera
nhecimento do president da casa n. 68, sita a rua do Senhor Bom Jesus,
e que corn urgencia fa~a pertencente A Amador de Barros Cavalcante Lins.
chefe do prolongamento Posto em discussao, o Sr. Dr. Barros Rego man-
providenciar de forma a dou A mesa a seguinte proposta, que foi appro-
quella rua, e a impossibi- vada:
grande aterro, que a fei Proponho que se conceda licenqa A Amador de
S7 d e maio de 1884.- Barros Cavalcante Lins de accord corn as pos-
turas, obrigando-so por umrn termino A desappro- t
Srequereu que se esten- prial-a pelo valor de 10:0005000 quando entender
)m relaggo a rua do Ma- a Illma. Camara, sem direito A maior valor no caso
de obras novas, ficando a desappropria~lo depen- e
corn emenda do Sr. Dr. dente do novo valor, se t6r o sobrado conservado
mrovado. no estado actual.-Barros Rego.
Sobtendo 'a palavra pela Petieao de D. Elvira Moreira Lopes, proprie-
tava o requerimento, que taria do predio n. 28, sito A rua do Imperador,
aintes terms: pedindo licenpa para encanar agua, tazer cornija,
ame a attengao do procu- parapeito, etc
ipleta observancia d1o art. Posta em discussao a material, depois de sobre
o de 1882. S. R. Em ella fallarem alguns Srs. vereadores, ficou resol-
s. m video que ihe fosse concedida a licen9a de confor-
isse que para justifiear o midade corn as posturas.
necessidade de provar Outra de Joiao du Oliveira e Silva, inquilinno da
sem ordem da Camara, casa n. 8 da praga da Independencia, pedindo per-
s toer conhecimento, neo mrissao para transferir o arrendamento da mesma
A Augusto Fernandes & C., offerecendo como fia-
ito de suas finanaas e de dor Joaquim da Silva Carvalho. Concedeu-se.
ada ; nao obstante man- Outra do Dr. Jos6 Joaquimn de Souza, declaran-
oria apresente balancete do que sujeita A desapproprianao, quw qner fazer a -
ivamente se taz ; .por6nm Camara da part de sua -asa n. 5 A travossa das
aettido ao Sr. commissa- Flores, que se acha f6ra do alinhamenoo pela in-
nal-o e conferil-o corn os demnisagao de 100O000...
receita, e corn os docu- Discutida a material, resolveu-se aceitar a pro-
devendo depois trazer post, e mannlou-se fazecr a desappropriacaIo allu-
ara, por cuja discussao 6 dida.
ciente do estado de sus Outra de Manoel Anseimo Correia de Figueire
se fez, appellando pars o do, arrematante dos conci tos do Cremiterio dai fre-
endador Neves e Cuissy guezia de S. Louren-o da Matta, declarando qu
as antigos, (os quaes di- so conforma corn o parecer do Sr. commissario res-
pectivo, apresentado em sessiio de 3 de abril ulti-
raticava as im ; remetti- mao, e pedia que fosse autorisado a facer a mesa 1
mmrisario de policia, ca- obra.-Deferida.
n dizer, e ninguem mais Outra de Antonio Maria Carneiro Leao repli-
havia, em pura perda do caudo dos despachos exarados nas peticSes, que
?ois os vereadores devem jirntou, pelos quakes lhe foi negada a lie n;a, que
dos cofres pars podereoi pedia, para vender no povoado da Torre part do
nelhoramentos que conve- g.ido abatido pclo supplieante na fregmuozia da
Yarzea, em vista das consideracoes que fazia.
recede, contas se tern p:l- Posta em discussao a matgria, sobre :a qual frl-
-ainar~L ; e que pars me- lara-m alguns Srs. vereadorf.s, foi final deferida a
Ailo, requeria a present I l)eti~ao.
0 Sr. Dr. Correia de Araujo o coatinuando o Sr. te- dou A mesa a seguinte proposta, que foi plena-
mo prj)cirador interpebla mente approvada:
contas pagas see pa)rt:-- Proponho que do perimetro, onde 6 prohibilo
tanto de obras feitas no tender carne de gado, abatido fora do matadouro
na de mictsr;3s, latrin 1s. pablico, seja excluido o povoado daTorre--Frc0 ,
c'sco de Paula Correna de Ara,,jo.


respondido o Sr. procura- Informaca.o do Sr. commissario do mercado so
;as so deu por satisfeito, bre a petico de various negociantes de fremsuras
havia avancado. no mercado do S. Jos6, representando contra o
;.a do procdrador, conti- modo inconveniente, e prejudicial, porque 6 feita a
;as, e disse que tinha cmi eonducqIo deste genero para o mercado pela Em-
o do Sr. coronel Dccii A preza des transports de cares vordes.-Ao Sr.
de algumas inexactidces. commissario do matadouro paya providenciar.
cal da freguezia de Santo Em tempo declare que do despacho proferido
gasto 99i; corn a rcmo9-o pllo Sr. vereador commissario de edifica5ces na pe-
ru-s, send corto que essa tiao de Francisco Jos6 Alves Guimaraes replicou
provou o fiscal, eat. para a Camara, declarando que nao pretendia
toa comrn o entulho lania.I'] edificar mure, nem easa por ora, mas sim alargar
0, quando e certo que a-, a entrada existente na frente do sen trreno,nj-i co-
im foram pagas pcli ver- mecado para urma casa, corn altura snfficiente p ira
e concluio dizando qie mmuro coin o fim do servir para guardar carro, is ;
t su-, proposta pelo que nio podia prevalecer a informacao do
obtenlo a palavra, disse Sr. engenbheiro.
a acoastumado a soffrer ae- Desta rephea tomon a Camara conhecimento, e
Viegas, que nai comn)r ea vista de sua allegago concede a licenga pI)-
,alleirismo corn quo o tom dido.
sobre o mercado da Bj)a- Dada a horn foui levantada a sessao, e desig-
ta de fiscalisagIo furtava- nado o diai 14 do corrente, e lavron se a prcsente
ite seoutido discorren. aeta, que eu Pedro Gaudiano do Ratis e Sihlva, se-
com vehemencia, respon- cretario, escrevi.
iva do fiscal da Bia-a.ta i Jose C andido de Moracs, presidente.-Jos-e PP.
ie proceurasse ao Sr. coronel ,dro das Neves-Manoel Antonio Viegas.-Padre
Smr devia ajustar as sass 8Antonio de Mello e Albuquerque.-Francisco de
ampregado, por ser sou nir- :aula Correia de Araujo.-Joado Goncalves Torres.
-Antonio da Silva Ncocs.--Decio do A.rLia Fon-
Svercaior, que o que nao seea.-Jose O orio de Cerquteira.--Cussy Juvenal
fiscal fosse aceusado por do Rego. -Manoel Francisco de Barros Rego.
mia, nso havia um s6 em-
atirar a Irimeoira pdrae; Cana1ra Etuiilpal
em vehemenocia, o Sr. pr- DESPACHOS DO DIA 26 DE MAIO
necte Viegas que entrasic Pelo Revm. Sr. padre Mdello, vereador
vinha que a diseussAo eon- commissario de edificae3es:
(' y/ Thomaz Teixeira Bastos, pediudo permissito
ga, contuaio, d pa cntiuar a obra quo esti fazendo na easa n.
quo estA na Camara, 1 ru d S. Franeiso, a qual foi embargada pAlo
r mae dida pr peoivo fiscal, visto ter a Camarg aceordado no
iblea tu 69 determ se c y re eadtamissari nao sentido quoe requer.-
its1a^ ho p *64 eti ar de eouifam aceordo comrn o enge-
um teyser~i.fic ;tod1o o seu cont ieu d e -n-
ro4 6qe feAhofro.
3era 0 *aZ o q Pa &.el SrDr. Jesi Osorio, vereador coo*-
n-a-diufti 4- pro".ieerario& polic~ia:
wio, ceo 4dwqatqdalqser .4Qdina da Sivam Buteto, pedindo que so-
uoiadnoj feito nsontido de ter


mA 29 -
Anselmo Jose da Costa, pedindo licenga para
abrir urn estabelecimeato de quitanda na casa n. 2
a rua das Pernambucanas, freguezia da Gra~a.-
Sirm.
Jose D..arte Pereira & C., pedindo que sejam
feitos o. devidos lancamentos no sentido de term
alugado a casa tcr,'ea n. 143 a rua do toronel
Suassuna, para estabelecerem-se corn taverna.-
Como pedem.
Joio Marques do Nascimouto, pedindo lieenca
para abrir uma quitanda na travessa do Rosari-
nho, freguezia da Graea.-Sim.
Manoel Soares Mendes, pedindo que sejam feitas
as devidas averba9oes no sentido de ter acabado.
omn o agougue sito a rua de S. Jobo, freguezia da
Graca.-Sim.
Vicenute Ferrer Goines Ribeiro, pedindo que se-
am feitos os devidos lau9amentos no sentido de
ter comprado em leilao o estabelecimento de bi-
har, sito a rua larga do Rosario n. 10.-Sim.
Secretaria da Camara Municipal do Re-
cife, 30 de malo de 1884.
0 porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.



PERNAMBUCO

Assemblea Provincial
DISCURSO DO SR. DEPUTADO OLYIP-O MAR--
QUES, NA SESSAO DE 31 DE MARCO
0 Sr. Olympio lIarque-- No present
parecer a commissio de policia propoe o provi-
mento do lugar de 2' official da secretaria desta
Assembl6a, vago por morte de Francisco Goncal-
res do Rego Barros.... Nao procuro ler para
diante ; porque o nome do proposto 6 indifferent
para o proposi'o que tenho em vista, impugnando
o parecer c a proposta.
Impugno o parecer e a proposta apresentada
pela mesa pelas raz~es que passo a dar.
0 ort. 13 da actual lei de oramcnto prohibe
absolutamente que se precnebham at' duas vagas
que occorrerem em qualquer das repartigoes pro-
vineiaes, no corrente exercicio.
0 SR. JosiK MARIA- Isto e em relaco ao presi-
dente da provincia vl. Exc. leia o rt.
0 SR. OLYMPIC MARQUES Diz o art. : (LU)
SAs vagas que se derem atW duas em qualquer
Srcparti'ao provincial, inclusive os estabeleci-
Smentos de ensino, exceptuada a Casa de Deten-
Sao, nlo serao provides durante o exercicio da
Spresente lei, sendo as faltas preenchidas inte-
Srinamente por quaesquer dos respectivos em-
Spregados quo forem indicado3 pelo elofe, na con-
Sformidade dos regulamentos.
O SR. Jolo AUGUSTO Evidentemente este ar-
tigo nao se pole refer A secretaria desta As-
sembl6a, que tern lei especial ; e hei de proval-o.
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Pergunto a V. Exc.
e pergunto a esta Assembl6a ; a secretaria da
Assemblea 6 repartigao public ?
0 SR. Jolo AUGUSTO-- E'.
0 SR. OLYMPIO MARQUES- E' E' reparticio
provincial ?
0 SR. Jolo AuGUSTO- E' provincial.
O SR. JoSi MARIA Nao ha duvida.
0 SR. Q rMPIo MARQUES- E'. Logo est com-
prehendida na prohibico de que trata o art., que
acabo de ler.
0 SR. JosI MuARIA- Ahi 6 que estate a cousa.
0 SR. JOA)o AUGUSTO- Se nao tivesse uma lei
especial que a regulasse e que e o regimento.
0 SR. OLYMPIO MARQUES- Vamos ver qual 6 a
'i especial que tern a forca de derrogar este art.
Nao a conheco. 0 regimnento ?
0 SR. olo AUGUSTO-E' o regimento desta As-
sembl6a, que regular as replaces dos cminpregados
de sua secretaria ; 6 o regimento que nao pode:
ser alterado senao )elos mcios n'elle previstuo.
0 SR. OLYMPIO MARQUES Desejo que V. Exc.
inande-me o regimento.
0 SR. JOAo AuGus'ro-Eut lh'o mando. Veja os
arts. 225, 227, 148-e 192.
0 SR. ANTOXNIO CORREIA- Nao pode haver art.
no regimento que autoriso actualmente accrescimo
be despeza.
0 Sr. ESTEVAO DE OLIVEIRA-Ah Isto a ou-
tra questao ; mas n6s estamos apreciando a lega-
lidade da cousa.
0 SR. ANTOXIO CORREIA- Isto e questao muito
soria.
(Ha outros apartes.)
OSt,. OLYMPIG MARQUES- You ler o art. 225 :
(L6):
Havern mn official maior, um i official,
dous sogundos e um terceiro, um collaborador,
umn archivist'i, um ajudante do archiivista, unm
< porteiro, e 3 continues, sugeitos intciramente a
,, commissio de policia, podendo ser augmentado
o seu numero, se a Asscmnblba o entender con-
,, veniente.
0 Sn. JoXo AvGusTo- E" scmpro a Assemblea,
a commissa.o de policia.
O Sr. OLvM'Po MARQUES- A qui ainda nao se
tracta da compctencia na commissao do policia ;
tracta-se da Assemblea.
Porgunto a V. Exe. : a Assemrle;A tim actual-
ment" os emprcgados do que tracta este art. ? Nao


0 Sn. Jolo AUGUSTO-- N:o, porque se tern aug-
ment'ado o seu numoro.
0 S-. rOLYMPIO MARQUES Pcrdoc me ; estou en-
traido na demonstraeao ; esta questAo nao per-
initte tantas interrnpbcos. V. Exe. estA corn a
paldavra ; depois discutira.
Pergunto : os actuacs emprcga'los desta casa
sao aquelles quc estao creados pelo art. que li ?
Na'o ; silo c. rnaior nunmero. Porque ? Porqua
a Assemblka as.iir o cntcnilcu convenient.
0 Sit. Jo.o AUGUSTO Em virtude desse mes-
mo art. quo autoriia o anLginento.
0 SR. O,YMPIO. MARQUrES -Sim, senior.
Agr'ora vejanios o'art. 226 (L) :
Os officiaes da seeretaria c qualqucr outros -
o mpregados serlo nomeados, dispcura >:D, lo ser-
SVico, ou demittidos por dcliberaAo da Assem-
Sbl6a, sob proposta da commnissao de policia,
a qualI estabelcceri em regulamento os deveres
Se attribuiibes de todos os ditos empregados,
Spodendo tainbem a discussio dos mn':smos ser-
Sproposta por qualquer deputado, etc. .
Eis as uuicas disposi oas do nosso regimrn-
Ao.
0 S. Jolo AUGUSTO-NaO, ha mais o art. 192.
0 SB. OLYMIPIO MAr.QuES Vamos ao art. 192,
(16) :
o 0 porteiro, continuos e mais empregados su-
balternos, que form necessarios para a guard e
service da casa, serao propostos a approvaapo da
assembl6a pela coinmissAo de policia, a qual dis-
tribuir. a cadai um d'elles o servico, etc. ,
0 SB. Joo AvcuGUSTo-Tado isto mostra que 6
da competencia exclasiva da commissao de poli-
0 SiR. OLYrPIo MARQUES Pergunto, Sr. presi-*
dente: a assembled ternm ou nio tern, em virtude
do seu poder legislativo,a attribuigio de regular
o numero dos seus emapregados ? Tem, indepen-
dentenmente da dispmsi ao regimental. .
0 SR. JoIo AUGUMTO NIao, porue 0 art do
reginmento no lpodeser rebr tadoo altered
nio de accord eom opro rio' isent-" V^da0
art, 148.. eonaa ,.itn .e.0 s.tOu R.f


dor, o Sr. tenente Vieg
- porjulgar provado o que
Dispensada a present
nuoa o Sr. tenente Vieg
m.o uma commnunic'i
Cainara, que se rcsentia
S Que comegava pelt fis
SAntonio, que disse ter
i do lixo do caes do Rai
- despeza foi de 834, cjmc
S Disse que nada se gast
I6 nos alagados do Hospicic
- carroaas quo o coniuzir
a ba -Limpeza publica-
e assim tiana ja3tificado a
o 0 Sr. ca:nnel Decio,
- em resposta, que estava
t casavoes do Sr. tenente
- hendia ao menos o eav
o tractado; e falland3 s
e Vista, disse que por fal
k- so alit largamonmte, e n'eo
0 Sr. tenente Viegas,
o deu quo nio so tract
o n'aquella discusslo ; qm
- Dacio dofender'se corn q
i- cotas, e ni6o corn esse e
i. n~o.
Lo Qni3 declarava ao Sr
r- desejava era quo es0e
tactos inconfessaveis.
- Que quanto A neglige
er pregado quolhepodcsse
'e contiuuando a faltar c
-a aidente pedio ao Sr. teT
uo a ordem, pois nibo 0oR
a tinuasse d'aqutlbo mo<%c
ie 0 mesn-a Sr. t3nplte
te que o Sr. cormol Dee
:ainda n al e st


i


Now


I


I























fe siuiam 0a
ado wim tow-


Oregimento1aop11B0 te intedqigeueA que vo
obr"e eputados:. l s em -
O E4.tMG-&-NIo pode ter outra.
0 SBL Joo AUms-TO-Nem ha outra.
0 SB. OLyMPIo MA&RU--EU demonstrarel a
rninks proposiao. Colloquom os nobres deputa-
-dos a queati no terreno em .que quizerem, you
provar aOmtda a.i .a (cam ha Sa doaebro
deputado pel o 10o district) ue =inda quando o
regiment por obscure, podase mtwr uma intelligen-
i al quela que osnobre deputads l2 dio,
W. Ixaa tinham o direito de dar-4ahe esa in-.
telligencia. (Apoiados da maioria).
Mas nao ha tal obscuridade. 0 provimento dos
empregadlos da Seeretaria d'esta Assembl6a ano
eonstitue a disposioAo regimental do art. 148; do
counranki a .ommissbio de policia nlo podia proper
a uomeoqco sea" nos tenrmos do mesmno artigo,
isto 6 por umaindiaeIo quedeveriasegur ostrtaini-
tea legaes, e aole por meio da proposta que estAi
em discussio. Mesmo a fixago do numero d'e&-
sos empregados nuaca, em tempo algum, fei consi-
derada como disposigio regimental, das de quae
trata o art. 148; e tanto qu e -a Assembl6a tern
augmentado ease numero por mais de uma vez,
como poderia ter diminuido, por simples proposta
da mesa. Mas a lei do orgamento nao fixou, nen
alterou o numero dos empregados, nem alterou o
modo do provimento; mandou apeuas eliminar a
despeza, na occurrencia de vagas, atW duas, em
cada reparticio.
Portanto, Sr. president, admittindo-se mesmo
quo este regimento tenha mais antoridade qne a
lei do orgamento; que esta Assembl6a nao tenha
o poder de dimiuuir a despeza corn a secretaria,
por meio de uma disposicgo orgamentaria; per-
gunto: qual foi o motive porque, ainda ha poucos
dias, tendo sido apresentada e approvada, uma
emenda mandando suspender o art. 13 da lei do
orqamento, oe autorisando o president da provin-
cia A reencher as vagas que tern havido nas re--
parti5es provinciaes, esta Assemblda reformou o
seu proprio acto, rejeitando depois a emenda, fi-
cando assim subsistente a disposicao orameineita-
ria ?
Porque prevaleceu a opiuiao de que nao havia
na provincia repartico alguma, onde fosse neces-
sario fazer essa despeza que a Assembl6a, o anno
passado, economisou coin a melhor consciencia e
corn o maior patriotism. E nio 6 s6 isto, Sr. pre-
sidente, depois que a Assembl6a rejeitou a emenda
que maudava prover esses cminpregos, os nobros
eputados, membros da eommissao de orqamento,
mandavam para a mesa um project) tornando per-
manente a disposigao do art. 13 da lei do orcamen-
to, amnpliando-a, portanto, paraos exercieios fu-
tures.
Pergunto agora, Sr. president: as raz5es que
teve esta Assembl6a para proceder assim quanto
A todas a reparticues, nao sao as mesmas que exis-
tern quanto a sun secretaria? Ainda mesmo quan-
do se queira que esta secretaria nao seja uma re-
particbo provincial, on que o art. 13 nao alcance
os seas empregados ? Pois, quando estamos nas
dificeis condi5es jA tao conhecidas, quando o es-
tado finaneeiro da provincia 6 taro grave que nao
ha dinheiro nem pars se concertar a cadeia do Li-
moeiro, nao pdde esta Assemblea por mais um ou
dons mezes privar-se dos services de um empre-
gado, cuja falta at6 hoje nQa Qe fez sentir ? Pare-
ce que ninguemin de boa fA dbiwa contrario. Mas,
nao e s6 isto: ainda tenho a aaduzir uma consi-
deracao de grande peso.
Nao ha n'esta casa uma porciAo de requerimen-
tos de pessoas idoneas, pediudo para servir o In-
gar gratuitamente ?
O Sa. Jolo AuOUSTO-A comnmi sso nao repute
cousa s6ria.
0 SR. OLYHPIO MARQUES Eau crcio que A s&
rio. Ha ainda outros que se offerecem a fiazer o
servigo por menor ordenado do que aquelles que a
proviacia paga, al6m d'aquelles, a que me referi,
que se offerecem para servir gratuitamente.
Ux SB. DepurTAo-E pagando ainda em cimsa.
0 SR. OLYMPIO MAxQUEs Nio me consta qne-
haja offerecimentos neste sentido, nem eu qaero
tanto; mas se houvesse, nao ficaria mal a Assem-
blei aceitar, ao menospara auxihiar a viagemn A
Hollanda; e a provincia de Pernambuco nao est!
nas cowlndies de recusar favors d'esta ordem.
0 Sa. Jolo AUGusro-E V. Exc. acha que favo-
res desta ordem podem-se reputar srimos?
0 Sn OLYMPO MsARUES--O nobre deputado diz
que esses offereeimentos nao edo ceusas serias.
ue raz-o tern o nobre doputado pars dizer iateo?
Ja so entenderam eorn esses pretendentes ? Eu
orai) qua nao. Qae direito tern e nobre deputado,
para dizer quo um cidaddo de idoneidade reco-
nhecida, quo se offerece para servir gratuitamente
um emprego, u-o 6 homes strio ?...
Sr. president, aca'bo de ser interrompido per
um individuo que esti n\ galeria, de um modo
grosseiro; creio quo esta Assemblea ouvio e eu
chanmo a attendeo de V. Exc.
O Sn. PRESIDENTE- tttengbo !
o Sa. OLYMPIc MAnQUES Nao merecia ser in-
terrompido polo mode porque o fui, e per urn es-
pectador quo nao poie intervir nos nossos traba-
thas. l hamo a attencao de V. Exo. para quo takes
faetos nao se repitam, por honra d'esta Assem-
blea.
O SR. PREsrDENTE-Eu nwo ouvi.


0 SR. OLYMPIO MAaQUES -Sr. president, suppo-
nha-se que a commission dle policia nao devesse
aceitar eases offerecimnentos gratuitos ; que a pro-
vincia iole estdi em condi6cjs de precisar d'esses
favors. Puis bern, senhores, o serving da seere-
taria da Assemblea que se fez atW hoje, nao pode-
rA continuar a ser feito por mais urnm inez ou dous,
sem aecarretar mais esta despeza para os cofres
da provincia que nio estbo em estado muito lison-
geiro ?
0 SR. VIscoNDz Dm TABATINGA-Isto ainda p6de
seT, mas aceitar o empregado de graca, ache quo
nao.
0 SR. OLYMPIO MARQUEs-Se elle tiver a idonci-
dade necessaria, qne motive ha para se rejeitar ?
Os nobres deputados dizem quoe esses offereci-
mcntos nbo slo series. E' cousa tao scria que,
ainda o anna passade, o Sr. president da provin-
cia aceitou o offerecimento de various cidadaos para
os lugares do Institute Vaccinico, corn a clausula
de servirem gratuitamente e de n io perceberem
vencimentos emquanto a Assembl6a expontanea-
mente na'o marcasse.
0 Sn. JoXo AUGUSTo (1' secretario)-Mais ain-
da uma razlo para nao se reputar serio.
0 R. BARXo DE NAZAMETH (para o Sr. Olympio
Marques)-O argument 6 ceatra V. Exc.
0 SR. OLYMPIo MARQUES 0 exemplo tern duas
parties : uma s6ria, outra que nao 6 sdria.
0 offerecimento 6 uma cousa seria; e foi come
cousa s6ria que o president o aceitou. Pois nao
6 sdrio aceitar o offerecimento de cidadaos idoneos
que vdm offerecer os seuns services gratuitamente ?
Pois este president aceitou o offerecimeuto como
cousa sdria e tao s 6rio o achou qune tez a nomea-
ago dresses cidadaos. Mas sabe V. Exc. o que nio
foi s6rio ? Foi poucos dias depots, consignar esta
Assembl6a a quota necessaria e mandar pagar o
serviwo d'esses cidadlos que haviam se offerecido
para servir gratuitamente.
Por isso retorqui ao nobre deputado pelo 8o dia.
tricto que o exempio, que citei, tern duas parties;
vma 6 s6ria, a outra nao 6 seria. Seria 6 aquella
4mera que o president da provincial confiando na se
riedade doe offerentcs, aeeitou s6riamente Os offe-
lecimentos de homes se6rios, que estavam promp-
io.a servir sem vencimentoe, emquanto a provin-
cia estivesse em mms circumstancias financeiraw;
inas o que nao 6 6rio 6 poueo dias depois, auto-
-ruar-se a despesa que os proprien requerentes di-
sama que diapensaivam.
Pormato, e q! so 6 WU i6 j nio WU a6,n mata A


p oafn dbuianir am osL u ~m l ; -
daprovincia, totntmetterowao am sfte -do at
tismo, am nacto de honestidade. (Apartei).
Ao menos, em atten1o a esta raiao, quando fos-
se urgent o provimento, noe s devia desprezar o
offercimeuto gr atito de peaos idoneas.
0 SB. LUA Faic Jusio da um aparte.
0 68&,0umti UMmumms -Ai tQa eaee as reque-
rentes a uum academieo; e respond ao nobre de-
put"d* quoe damhgpo CON tsadtes nests As-
aebla, e que me indifferente honw l-os oun
nao, porque o m modo de prooder 6 saempr o
mesmo.
(Ha diversos aparte,.
Nunem disse que sou patriota, nemo qae sou hon-
rdo; nunca disse isso a ninguem. S6 conuhego
aqui tires patri tas e amigos da verdade; hoje esti
augmentado o numero; mas nunca me inculquei
cemo patriota, amigo da verdade e honest; ape-
ias faro aqaillo que posso, que 6 eafbroatme pot
cumpnrr os meus dovees e dar bons exemplos de
honestidade. (Apartes). Proouro ser honesto, e o
jaiz do meu proiedimento nio sou eu, 6 a Assem-
blPa, 6 o publico e o eleitoraio que me mandou
para aqum. (Apartes). Nao estou dizendo que sou
honest; digo que procure osel-o. Ha muita gfn-
te, por6m, que proncura sel-o, diz que o 6, c bntre-
tanto nio o ,6. JA vdem os nobres deputados que
eu digo muito menos d'aquillo que outros dizem.
Por qualquer lado que se conusidere este p irecer
ou esta proposta, nao pdde ser approvada. Terei
pois de mandtir uma emenda para que vi A com-
mrisso de oramento, ou, no caso contrario, pmra
que so imponha ao empregado, de cuja nomeagio
se trata, a obrigacao de nio rcceber veneimentos,
que se tern proposto nestas condig5es.
Ux SR. DEPUTADO-JA vio trabalhar de graca?
(Ha outros upartes).
0 SR. OLYXPIO MAQUEs-Sr. president, tenho
na conta de pessoa idonea e mesino distincta o ci-
dada'o a quo se refere a proposta; crelo, pois, que
auttendendo elle Ais circumnstancias da provincial, e
que ha outras pessoas igualinente idoneas que se
prestamn a fazer o serving gratuitamente, 6e case da
commission de policia entender-se cornm elle para
saber so quer sugcitar-se as mesmas condiies.
Nern flea mal A commissato de policia on ao nobre
Sr. 10 secretario entender-se corn este pretendente
ou corn quaesquer outros a este respeito.
0 SR. JosE MARIA-Acredita que haja home
que se preste a servir de graca ?.
0 St. OLYMPIO MAI.QU.s-Nao abata tanto o pa-
triotismo de nossos concidadIos ; ha muito quern
preste serviaos gratuitos.
0 Sn. PRESIDENTF--Observo ao nobre deputado
quoe a hora do expediente esti flnda.
0 SB. OLYMPIO IMARQUES-JA conclui.

DISCURSO DO SR. DEPUTADO OLYMPIO MAR
QUES NA sESSA3O DE 5 DE ABRIL
0 Mr. Olynmpio Marquen-Sr. presiden-
te, acudindo ao cumprimento do men clever e ao
convite quo me fez o nobre deputado polo 2- dis-
tricto, venho nio jastificar jA.o project, maajus-
tificar uma emenda, ou mn requerimento que vou
apresentar. Antes, pordm, de 6 fazer, permittam
me os nobres membros da commissoe de fazenda
quo eu manifesto as miahas queixas contra S.
Exc.
Quando justifiquci este project, tinha o direi-
to de na'o requerer, comao V. Exc. abe, que fosse
eile A commission; e, neste case, seria impresso,
distribuido e entraria na ordem dos trabalhos ; mas
nao obstante ter dado as razSes de oonvic.io que
tixrha para organisal-o, tive a deferencaia, qum en-
tendi ever ter para corn a nobre commissao, uma
vez que se tratava da receita da provincia, pedin-
do, na f6rma do regimento, que fosse ella ouvida
sobre o men project.
Trata-se, Sr. president, de umo a questlo im-
portante ; porque deelarei, corn toda a franqueza,
que, por nia ter sido bemrn redigida a disposigo da
lei do orcamento vigente, que creon o impost& so-
bre vinho e vinagre, dem isso lugar a que those a
mesma disposigao errada e inconvenientemente
executada cornm grande injustiga para corn os con-
tribuintes.
Corn effeito, logo queapresentei o project, apre-
sentaram-se aqui diversasreclamagbesjcontra ease
imposto, que no mesmo project pretend diminuir.
Um SB. DEPUTHo-Sabendo-se do project, vie-
ram immediatamente as reclamaoes.
O SB (OYAMPIO MAuaquns-Pois eu affirmo ao .no-
bre deputado que nao fiz neahuma commnuanicado
para Goyanna e para outros lugares distantes,
d'onde vieram essas reclamacoes.
Mas, Sr. president, conhecendo a especialidade
desta questio, nia me podia ser extranho quo a
derrama, quo o lanoamento deste imposto no inte-
rior dove ter sido iniquo.
O SB. SrLvnro-Nao foi, na.
0 SR. OLrMPIO MABquEs-P6de ser que nao, mas
a verdade 6 que n6s temos o dever de examiner
isto corn mais pausa; e so podemos fazel-o, sub-
mettendo o project a discussao.
Eu nao tenho a pretencao de supper quo elle
seja approvado; mas dezejo quo seja discutido
para que a Assembles o vote. Nao foi isso o quo
fez a nobre commissao; a nobre commissiho nao te-
ve parm corn o autor do project a deferencia quo
elle teve pars corn a nobre commissao.
Eu admitto quo a nobre commnisso dissesse :
o project nao presta,eve ser regeitado depois
de ser submettido a decisbo da Assembles ; a As-


sembl6a que decide ,. Mas a commissa'o foi cruel,
e disse : a nao estA no case de ser discutido, dove
ser in limine rejeitado ,. E' por issoque me queixo
da nobre commissao : penso qu e ella foi cruel nao
so para eomrn o author do project, mas par earn a
classes contribuinte, a cajos interesses o mesmo
project vai affectar.
Al6m disto, tenho certeza, convicqo profunda
de que a nobre commission de orcamento nao p6-
de ter os dados necessarios para affirmar, desde
ja, que arrecadaremos este imposto sem resisten-
cia, bemn como que, do modo porque foi elle lan-
cado, nao seria oneroso aos devedores.
Nao fallando desta capital; ha muitas localida-
des da provincial qud estao a grande distancia ; e
os nobres deputados sabemrn que os nossos costu-
mes publicos, a respeito das relanses dos contri-
buintes corn o fisco, estao muito atrasados :'ha de
haver muitos contribuintes das localidades do in-
terior, que nao saibam quanto e o que vdo p:mgar;
e que so hdo de sabel-o depois de justicados. En-
tao tera'o elles de ser victims de perseguiaes
fiscas, sem o menor proveito para a causa publi-
ca ; porque essas perseguicoes s6 podem ter em
resultado a resistencia polo nao pagamento e por
consequencia, prejuizo para a receita da pro-
vincia.
Ora, 6 melhor, para a provincia arrecadarm3-
nos e sem resiqtencia, uma vez que se recebaaqnil-
lo que se teve em vista receber, do que aprovei-
tar-se a Assembl6a de um engano, de um erro
confessado e conhecido para exigir um imposto qua
a propria Assembl6a nao teve intenclo de de-
cretar.
Sr. president, sem que imported offensive ao
criterio da Assembl6a, pego permissao para dizer
que isto nao e digno de n6s.'
Se a Assembl6a se convener de que este im-
posto foi erradamente deeretado, tern o dever, de
reparar o erro; e este dever s6 p6de ser cumpri-
do, discutindo-se o project corn madureza, exa-
minando-se a natureza das reclamaes eoxisten-
tea e d'aquellas que hgo de apparecer, faendo
publicos todos on elements de convict, para
que todos os nobres deputados estudem a mate-
riae se habilitem a votar corn conhecimento de
causa.
At hoje, Sr. presideate, estouen conveneido de
quo e o project esta em condieoes de ser diftutido
e approvado pela Assembla.
PosaS star em erro; mas estou de boa f.
S0 primeiro mundamento dopareeer e o 6 egtinte,
0 : d 1 .. den.. ^
Conaiderando quo olwsnca nte
a to foi feito do woeorda camn os 1Hiercieir 1111111, Ia~n
w do a reloao W~ t o n^ m: at de 2a CU irAO


em pequa ensala, f1iou esoessivAmente projudi-
cad, aopasseoque quelle que negociava em gran-
4 wamla fioou r ramiate favrorecic.
Supponh se q ue n ndividio vendia p or ano
200 pipa, umas outro vendis duas: o primairo po-
4ia medair onumnero ateooA o Hite qaue lThe brou-
vssee ea A MId ea tt -eat tretuan qua -
o vegando nio podia flenomsr ine o.
C.mprehendem bem Os nobres dputados que
ntao podia deixar de Imaver nma grade desgual-
dade.
No ha nada maias injosto, mais iniquo do que e
desigualdade na repartillo do impesto; e esta
desigualdade produz um effeito contrario ao.que
teve em vista o legislador.
O project, dira'o nobre deputado nao resolve a
difficuldade, no estabel.aeetsa igualdade.. Con-
cOrdo; mas, pelo menos, dimhti o onous teiO ih-
psto.e
0 ponto principal que a nobre commis6o d"Va
ter em vista era saber qutal a intencOA da aseem-
bla ao decretar o imposco; porque, Sr. presiden-
to, seo a assombl6a tinha em mente, comr mootrei,
decretar um imposto correspondent a 30 contoo,
elevando-se elle a muito mais de 140, a sua inten-
g1o foi dosvirtuada.
Este 6 o onto principal. Qual foi a intensUo
da assemblra? Foi eobrar 140 contos, on 30?
A nobre commission ado quiz examiner isso;
deu, poiem, uma razao de todo ponto inaceitavel,
quando dissc no ultimo fundamento do parecer que
nao convinha dimiuuir a renda da provincia. Se
eita rasa podasse prevalccer, dever-se-ia aug-
mentar os outros impostos, ate pro luzirem a re-
ceita que se deseja: o imposto de assucar per
exemplo. Uma vez que a provincia esta luctando
coin ditficuldades, a assembl1a teria o direito de
augmin6tar o imposto de assucar para obter uina
renda superior a aquella quo a assemblea teve em
vista, qtando decretou o imposto.
0 Sa. FALCAO-V. Exc. leu o ultimno consideran-
dufm?
0 Sn. OLYMPIC MAqum-S-Vou ler (I1):
Considerando que no actual estado das finan-
gas da provincia no se p64e de moment fazor
concecseo que imported diminuinao de sua renda,
aqua esti verificada que nao chegaipara occorrer
as dcspezas imprescindiveis, 6 de parecer que nao
seja approvado o project. *
Nao se tracta de fazer coneessbo, mas de dar a
lei a interpretacao que devia ella ter, ou antes,
restabelecer a verdadeira intengio do legisla-
dor.
Lerei agora o 2a considerando:
a Considerando que a different parm mais da
renda caleulada, inao 6 motivo just para a reduc-
V;o indicada no project, como nao seria a dimi-
nuieao da mesma renda motive justo para eteva-
gAo da'taxa. v
Supponha-se que o imposto rendesse menos do
que deveria render; a obrigagAo da aasembl6a se-
ria verificar se a dimiunrigo foi devida a erro ou
engano; ou foi consequencia natural da lei. No
primeiro caso, deveria reparar o erro on engano;
no segnndo caso, porem, ada teria a fazer. Sc
a assemblea nao podesse reparar mm erro de lei
or9amentaria-; se no tivesse o direito de exami-
nar, de verificar se houve error para reparal-o, ew
concordaria corn a nobre commission; mas fear a
qaern do direite que a nossa constituiCao presere-
ve, tinao. Nao podemos, unem devemos alienar o
direito de reparar as nossas proprias faltas ou er-
ros, on as faltas e errors dos executoresa das nossas
leis.
0 Sa. LUNA FaEIRE JUNIOR di um aparoe.
0 SR. OLYMPIO MAQUES-0O imposto produaio
mais, 6 verdade, porque a lei foi exeeutada erra-
damente e, em todo o casoinjusta e desigBalmen-
te.
Ux SR. DnI-TAmo-Donde veio tax da eorI--
qa, da exeeuc*o ou da disposiqlo dalei'? \
0 SR. OLYhelO MAnQUWS-Eu quando justifiquel
o projeeto declare que a intenuglo ;a commissAo
foi que este imposto fosse cobrado...
U SR. DBPuTADo-Mostre iso no artigo.
O SB. OLYMPIOuMARQUES-NAo cabe tractar disso
agora; mas sim de dar A lci, qu e sahio daqui er-
rada ou mal redigida a interpretago que ella de-
veria ter em sua execagio; e o nobre deputado
sabe que o poder legislative, o poder que taz a
lei, tern o direito de levar a sua interpretacao ate
ao ponto de modifical-a e alteral-a substancial-
mente.
Na iaterpretacao da lei, o legislator vai A sua
letra e ao seu spirited, o nobre deputado, ponfrn,
agarma-se a. letra, sem attender ao espirito da dis-
posigdo quo tracta-se de emendar, porque sahio
errada, ou mal redigida.
0 SB. LUNA FBEraB JuNmon Isto 6 nia nova
lei.
0 SB. OLYMPIO MABQuEs-Por isso mesmo que 6
precise unia nova leii, que formulei o project,
pama quo por unea nova lei se modifique a lei an-
terior.
(Cruzam-se diversos apartes.)
Sr. president, vou referir um facto identico,
qne se deu nesta assemblea, e Deus nos livre que
a assembled nao tivesse o poder de remedial o mal
quo faz.
A provincia sempre cobrou o imposto de 15000
per alvarenga quo trabalha no porto desta cidade;
entretanto ura commission de orcamento de um dos
annos passados, per inadvertencia, cm lugar de
escrever 1 000, escremeu 10A000; e assim foi


votado o project, publicada e executada a lei.
Sendo a razao de d1000 a alvarenga fieava sujci-
ta a um imposto crescido, 6 verdade;. mas imposto
a que os que exerciam aquella industrial estavam
habituados e pagavam de b6a vontade; poram,
que, elavado ao decuplo, absorvia atA o valor da
propria alvarenga. Vieram os interessados -corn
sua reclama*o a assomblea, e esta, no anno se-
guinte, mandou que fosse cobrado o impostor a ra,
zio de 1000. Na verdade, se uma assembl6a,
quae decreta impostor, nao tivosse o poder pare fa-
zer isto, nao sei de que nerm para que serviria.
Mas, Sr. president, supponhamos que nao ti-
vesse havido engano, vou conceder aos nobres de-
putados tudo quanto quizerem; sera irrevogavel
umna lei de orgamento que nio esti ainda exeeu-
tada em todas as suas parties, e memo que o es-
tivesse ? Ninguem o dir!
S, pponham os nobres deputados (estabelegamos
ainda esta hypotheses) que do modo per que man-
dou o president fazer o langamento, em lugar dw
render 140 e tantos contos, reundesse o imposto
500 contos; estavamos obrigados a aceitar este
lancamento ?
UM SB. DEPuTADO-O president mandou que o
imposto fosse lanWado de accord corn os contri-
buintes; 6e o tributado quern diz : pago tanto e no
dia seguinte nao quer satisfazer.
0 Sn. OLYmPIO MAuRuS-E acredita V. Exc.
que esta determinaglo do president fosse exen-
tada, como deveria ser numa lei de impostos?
0 Sn. EsTzvlo DE OLIvm-A-Foi.
0 SR. OLYMPoI M&BQuzs-Nao foi e nem podia
ser, come JA mostrei. (Crazam-se muites apartes).
Desde que a lei, por sun defeituosa execugao,
partio d'esta Asaembl&a, nW nos falta competen-
cia, quer para modifieal-a oun meOarmone revogal-a,
quer para m interpretal-a, fixando o seu verdadeiro
sentido. Do-se a nova lei o notn e de mterpreta-
tiva ou de revogatoria da anterior, o ffeito 6 o
measmo, a nossa competencia ,6 a mesa. No sei
como se coutesta principios tio elementares.
0 S. LUNA FsuIz JusmIO di umr apart.
0 SB. OzmnWo MAuQuia-Supponha o nobre de-
putado que esta Assembl6a deeretame per ua lei
a diaspensa do imposto; eOtavo o n revogadaa
lei?
0 SB..jAoo-au-AcausdeoV..Exe. 6 m.
S0 Su. OLMPI ABww-Pde ; mas vamu
dsuctir; provun-eme O t i w d d qpu a


qn eimentaes: (I +. + 11 '

DI8CURSO DO SR. DEPUTRDO DEFOCUITO
-IAVALwAftl a#A SESSO Dig, 16 5 IM
ABRIz.I
0 01r. 10D6 a frlbuna pautw ?eleitalr-
S pelo triapho, que acabo de obter, fasendo-me
.setA. gs"sde dar pana a discussao um dos
meus requ uebtes doe informages, a tanto tempo
envilado Ame5a; Be a3o, me faiha a memorial em
de 27 de awrwo;- o que itnporta 15 dias de anti-
guidadeI
0 SB. EBmaRO.aS.o tambem os requerimentos.
0 Sa. DzMocRLTo-Assim os factos perdem a
opportunidade, e a memorial de umn deputado, por
mais fes qe soja, nit o pode reter os acontecfmen
StftM e ficetnsttnci&.
aEnti-etauto, o object d'esse requer'Imetito e de
Unaturea tal, qiue, embira nio tenha present as
circumstancias que o envolvem, espero que a caza,
sem repagnancia, acceite, dando uma prova de que
nao sorldaria comn os abuses das autoridades,
eInmra essas autoridades pertengam ao credo po-
litieo de Ss. Exes. apontando para a bancada libe-
ral, embora a autoridade de que vou fallar seja
um cidadlo indepedente e honest, come 6 o Sr.
major Carlos LeitoH do Albuquerque.
0 Sp. EBmBmo-Eu estimo muito que seja V.
Ex&. quem diga isso.
S0 Sa. DBMoCRITO--... Mas Sr. president, nem
por que eu respeite o Sr. major Leitao, pos30 tran-
sigir corn S. S. no abuse, na violagao da lei.
(Nao apoiados e apoiados.)
E no ease de que se trata, eu estou tanto me-
nos disposto para transigir, quanto sei, que o Sr.
Leitao prestou-se as malevolas insinuacSes de
outrem.
(ContestajSes da bancadai liberal.)
Quem quer que fosse, sequioso de vingar-se, nao
foi feliz, servindo-se do poder public, da sua in-
fluencia na comarca, para commetter um grande
attentado por intermedio do delegado de policia.
0 attentado, como diz o requerimenta, consm ste
no seguinte: achando-se ausente o Sr. capital
Jose Francisco Cordeiro de Arruda, homer con-
eeituado, abastado agricultor e politico distincto,
(apoiado); achando-se ausente na comarco Limoei-
ro, onde pleiteava a casa de um seu correligiona-
rio, victim de cruel pcrsiguiqao a policia, con a
forca de que dispunha, c mais corn o auxilio de
uns 100 paisanos, todos armados...
0 SR. ERmnr-o-V. Exe. nao p6de sustentar
isto.
0 SR. DEMocuHrro ... invadio o sea engenho
Melancia, nesta noute, corn grande estrepito.
Sem mais formalidades invadto de tropel casas
de moradores, a casa de vivenda e outra dependen-
cia do engenho; c, comn o pretexto de tomar armas,
nao deixou ficar nenhuma arma defeza, e prendeu
9 moradores...
VOZES DA BANCADA LIBERAL -E o criminoso ?
0 SE. DEMOCRITO-... dizendo, que, de entire es-
tes, um era ecriminoso, tendo sido a sun prisao re-
quisitada pelo delegado de Olinda.
Este achado de um criminoso nao justifica de
nenhumn mode o attentado contra a propriedade do
capitdo Arruda.
Ngo justifica o apparato e a ridicule solemni-
dade, nao justifica os excesses commettidos.
0 criminoso foi encontrado A beira da estrada
antes da porteira do engenho.
D'"Ai per diante, tudo foi abuso, violencia, ex-
cesse de poder, que a lei sonsidera crime.
E, corn effeito, Sr. president, abuso foi varejar
casas a takes horas sem formalidades legaes; e
abusoe, excess criminoso foi a prisio de nove ci-
dadeo, em takes eondio5es nao sendo critninosos.
Vozs DA BANCADA LIsEzRAL-Habea corpus an'el-
leg...
0 Si. DmocaRiTro-... como reconhen a mesma
policia, mandando-os softar, sem instaurar- Ihes
process.
Nenhum senhor de engenho esti isento de que
nas suas terras venha residir um criminoso por
queos criminosos nao trazem indicago visivel, nem
para elles, nem para a policia, que entranto tern
o dever de inquerir pela procedeneia dos recem-
chegados.
Eu garanto, que o meu presado amigo, capital
Arruda, ignorava quem fosse o criminoso, que o
um indivadue de nome Cosine Ferreira.
Ha um anno que esse individuo, chegando do
engenho do meu amigo pedio-lhe rancho ; e o capi-
tao Arruda, feitas as indagacoes do costume, con-
ceden-lhe fear em suas terra, longe de supper,
que elle fosse criminoso porque fora informado de
que traasitava livrementepelans runs por toda part.
A existencia de am eriminoso, ou mesmo de mais
criminosos nao deixa induzir, quo o proprietario
neouta criminosos propositalmente... ( Apartes
prolongados).
E' um agricultor de"mruito b6a reputacao na co-
marca, tendo exercibo muito merecidamente cargos
eleitoraes e de nomoca~o. (Apoiados.)
E' um cidadao digno de todo acatamento e res-
peito. Nada justifica a prepotencia da policia a
nao ser o direito quo ella se arroga de infamar aos
sous adversaries, a titulo de punir o crime, quan-
do 6 corto que os pratica, e deixa praticar pelos
amigos.
Eu nao venho queixar-me ; eu sci que hoje a vio-
leneia das autoridades coastituem um mral sern cura.


Nao peco nem quero repara9do do damn:). Le-
vanto, porem. o meu protest perante a opiniao
public, corn o fim de tornar bemn patent o propo-
site de mesquinhar os conservadores. Se eu qui-
zesse e podesse referir tudo quanto se passa n'esta
Assembl6a, de naturesa semelhante ao attentado
de qne me occupo, se quizesse referir-me como
ha de fazer o men illustrado college deputado polo
4o district aos revoltantes attentados, que sa om-
mettem n comarca de Goyanna as prisSes arbi-
trarias, Ais violencia contra cidadaos pacificos,
aproveitando-se da acephalia da comarca, o que
nao honra a administracAo; se eu quizess, fallar
de tudo isto, Vs. Exce. ficariam plenamente con-
vencidos de que eu ainda sou muito tolerate,
exprimiado-me come o tenh )feito na justificacqo
do meu requerimento.
Mas eu jA o disse, e tenhol repetido muitas ve-
zes, que exercendo meu direito nesta tribune, nao
quero molestar a pessoa alguma nerm tao pouco
usar de hyperboles.
Para se fazer um juizo complete sobre esta si-
tuacAo e de quanto 6 fracoo direito dos opposicio-
nistar, basta historiar os facts taesccomo elles se
dao.
0 de que me occupo 6 um facto grave, porque 6
um nsulto em nome da lei a um cidadao respei-
tavel, amante da ordem, bem amigo, politico acti-
vo, e, portanto, collaborador do bern social.
(Apoiados e apartes.)
Foi tractado como qualquer eriminoso vulgar,
insultado pela policia e vendo a sua propriedade
devastada como acontece e sempre n'essas corre-
rias.
UM SR. Dm-vpAu o-NIo houve tal devastaglo.
( SB. DBMocumO --Nio direi que no caso pre-
Ssente deu-se uma verdadeira devastaio ; deu-se
nra correria eom o seu cortejo de insultos e falta
de respeito.
"x SU Dw ADo Entio suppe que se ternm
dado deasta9s ?
0 SB. DMocuw-Q-NIo ad supponho, como tenho
a certea, porque para isso tenho muitas razos -
e, sen me sobrase tempo fallria de verdadeiras
devastagOes, e o nobre deputado lavia de conven-
cer-se, porque, faxendo justiga soao sos sentinen-
-tos, acredito que no hade encampar actors como
Q SB. Zsaulosx Oua-s FeliUzmeate eles


o 8& DBxoazfuT(o(V. Exe.niJutca os fac-
toe; proeura attenal-ofl, atteasuwdo igual"ente
a respowmbilidada-Ae-Sr. president da provincia
-e do- fr. chefe do p" -1 m& ao-i hade ter 0 Po.
der de obliterar u re wnabiaaade d' das
autoridades, pwIso qie etU na uconsciencia da
provincia inteira, quq ua aa su nta nm priebwst-
mente oSs l epo"t paras ggeo do adV#er-
saries politicos.. (Apat-.).
N. oe 6poaive, qu o Sr. president da provin-
cia ignore tudoquant. so eiai paeaado em Ca-
tende ; nno e 6ApoeiV, que ako tiveuse coohesi-
mento do que se aM na Iseda, na Victoria e
em Nazareth; nW 6 possivel, que S. Exe. ignore
o que tern feito por ahi a f6ra a forga publiea, es-
pancaudo, prendendo, devastando como um cyclo-
ne ; ninguem cr0, que, a primeira autoridade ig-
nore o que todo o mundo sabe.
i t tSWvia, 8. nau.io providence nio garan-
te a ninguem, noe cumpre a lei, nao cumpre o seu
dever!... (Apartes).
Averdade 6, portanto, que o Sr. president da
provincia identifica-se, e 6 solidario corn ow seuns
prepostos, que espancam, ferem e perseguem sem
responsabilidade! (Apartes). Esta 6 a verdade.
(Apartes). Assim como o Sr. president da pro-
vincia pdde expedir um officio, como expedio, elo-
giando a urn d'esses subdelegados, destemidos,
podia assignar ura portaria demittindo-os todos,
e fazendo-os recolher A capital, e punil-os legal-
mente.
0 Sa. AxAAtL dA; umrn aparte.
0 SB. DeMocRITO-Nao houve na Escada, porque
o juiz de direito, amante da ordem, e desejoso que
se firmasse o imperio da lei, pedio ao Sr. presi-
dente da provincia a remessa de alguma forga que
mantivesse a tranquillidade public por occasilo
de brigarem dons grupos de individuos conheci-
dos pelos Barbosas e Perigosus. Dado esse facto
o juiz de direito alertou ao Sr. Freitas, porque elle
ndo sabia de nada.
UK SR. DEPUTADO-O melhor defensor da ordemn
pubeica 6 o nobre deputado.
0 SR. DEMOCnRTo-Nao sou ; mas ha de fazer-
me a justiga de reconhecer, qua. tenho tide at6 a
abnegaqlo de soffrer, por amor do bemrn public.
A forca presto o sea service; corn effeito man-
teve a ordein; mas, coneluida sun missIo, dcsre-
gron-se, e cornmietteu merdadciros desatinos.
RIprcscntou.se isto ao Sr. president (Lda pro-
vincia, e S. Exe. prometteu, cohibir os desmandos;
a sua providencia, por'm, foi mandar elogiar ao
respective commandant, de acinte as victims.
Cessorn, portanto, os nobres deputados de ga-
rantir'a boa vontade, o zelo, a imparcialidade do
Sr. president, e cessem de ver em nossas quei-
sas e censuras A administragao, simples desabafo
partidario.
Nessa opposiqao, sobre ser o cumprimento de
um dever, einm cases como esse de que me occupo,
import um brado de desespero e de agonia das
victims, que, infelizmente sio os nossos amigos!
(Contestag5es e apartes).
E 6, Sr. president, o que me cabia dizer. An-
tevejo, depots de tantas contesta6es, qne apezar
da justica que me assisted, meu requerimento nao
serA approvado.
A illustre maioria 6 surda, e vai o seu caminho,
nessa dedicacao a todo o transe ao sei chefe.
(Apartes).
Tenho dito. (Muito bem).


EMENDAS APRESENTADA AO PROJECT N. 165
DESTE ANNO EM 2a DISCUSSXO
N. 1. Sejam mantidos os ordenados dos empre-
gados da Camara do Recife segundo a lei vigente.
S. R.-Barao de Nazareth.
N. 2. Ao art. 29 j 11 em vez de 500,9$ diga-se
800J. S. R.-Josd Maria -Amaro de Albuquer-
que.
N. 3. Ao art. 29 diga-se no 20 em lugar de
2:6004 2:2004. S. R.---Jose Maria. -Amaro J. F.
de Albuquerque.-Juvencio Mariz.
N. 4. Ao art. 20 tit. 10 13 n. 1 em vez de 300$
de gratificaeo, diga-se 200S. Amaro J. F. de
Albuqterque-Juvencio Mariz.
N. 5. Ao art. 20 tit. lo 11 n. II emvez de
1:000i de ordenado e 6005 de gratificacdo, diga-se
800i de ordenado e 4004 de gratificaqio. -Anaro
J. F. de Albuquerque.-Juvencio Mariz.
N. 6. Supprima-se o n. IX do 5 do art. 2* ti-
tuo 1O. S. R.-A-nfro J. F de Albuqueeque,--Ju-
vencio Mariz.
N. 7. Supprima-se o n. VI do 5 art. 2' tit. 1%.
S. R.-Amaro J. F. de Albuquerque. Juvencio
Mariz.
N. 8. Ao art. 29 tit. 1- 5- n. III, em vez do
1:000A diga-se 6005.
Ao mesmo artigol mesmo titulo, igual n. IV
iga-se em vez ds aOO 380j. S. R. -Amaro J.
F. de Albuquerque.-Juvencia Mariz.
N. 9. Ao art- 2- tit. 1- 5- n. 2, em vez de 800,
Sdiga-se 6005. S. R.-Amaro J. F. de Albuqner-
que-o=Juwncio Mariz.
N. 10. Ao art. 2 tat. 1 5- n. 1, em vcz de
'2:004 diga-se 1:2005. S. R.-Amaro J. F. de
Albuquerque.-Juvencio Mariz.
N. 11. Ao art. 2- tit. 1" 1- n. IV, diga-se um
1:000U de ordenado, em vez de 1:200J.-losd
Maria Amaro F. de Albuquterque. Juvencio
Mariz.
N. 12. Ao art. 2- tit. 1- 2 n. I, em vez de
2:200, de ordenado, diga-se 2:000.=Jbosd Wa-
ria-Amaro J. F. de Albuquerque Juvencie
M ariz.
N. 13. Ao art. 2- tit. 1- 3- n. II, supprima-se
as palavras-e mais 112 ojo do que se arrecadar
alum de 300:000$-Josd Maria-Amaro J. F. de
Albuquerque-Juveneio Mariz.
N. 14. Aoart. 2- tit. 1- 4 n. I, em vez de
1:0001 de gratificaQao diga-se 80D$. Josd Ma-
ria==Amaro J. F. de Albuquerque. Juvencio
Mariz.
N. 15. Ao art. 2- tit. 1- 4- n. II, em vez deo
1:5001 de ordenado diga-se 1:3004.-Jos4 Maria==
Amaro J. F. de Albuquerque-Juvencio Maria.
N. 16. Ao art. 2- tit. 1" 5- n. X seja substitui-
do pelo segu'inte :
Idem de um mestre pedreiro e carpina, sendo
800$ de ordenado e 400S de gratificaqio.-Jose
Maria -Amaro J. F. de Albuquerque Juvencio
Mariz.
N. 17. Ao art. 2- tit. 1- 7- n. IV, em vez de 8
serventes diga-se 6.-Jose Maria-Amaro J. F.
de Albuquerque-Juvencio Maria.
N. 18. Supprima-se a ultima part do n. V e o
n. VI do 6- tit. 1- art. 2.-Jood Maria-Amaro
J. F. de Albuquerque.--Juvencio Mariz.
N. 19. Ao art. 2- tit. 1- 7- n. I, em vez de
2:000S de ordenado e 1:0005 de gratificacoe, di-
ga-se 1:600S de ordenado e 800$ de gratificaqdo.
Jose Maria-Amaro J. F. de Albuquerque-Juven-
cio Mariz..
N. 20. Ao art. 2- tit. 1- 9- n. II, em vez de
cada una 1500, diga-se a 1$, total 1:8255.-Josd
Maria-Amaro J. F. de Albuquerque Juvencio
Maria.
N. 21. Ao art. 2- tit. 1- 11- n. I, em vez de
7005 degratifica9gao diga-se 5003.-Josi Maria-
Amaro F. de Albuquerque-Juvencio Mariz.
N. 22. Substitua-se o 12 do art. 2o do titulo
a1 n. I, pelo scguinte: Gratificacqo ao zelador
do eemiterio do Caeote, 1:2000. Supprima-se to-
dos os demais numerous do mesmo paragrapho -
load Maria. A mare J. F. de Albuquerque.- Ju-
wencio Maria.
N. 23. Art. 21, titulo I- 11 n. 8.-Em vez de
aous pedreiros a 31, diga-se-um pedreiro a 44,
1:4605.-Josd Maria.-Amaro J. F. de Albuquer-
que.--Juvencio Mariz.
N. 24. Supprima-se o n. II 14 art. 2c titulo 1o.
-Jose Mari.-Amaro J. f, de Albuquerque.-
Juvecio Maria.
N. 25. Ao art. 20 titulo lo 16 n. V, em vez de
1:000, diga se--1:200.-'osd Maria.-Arnara
do A-iquerquc.-J.uvenio Maria.

A commission de redacgco 6 de parecer que se
adopted a seguinte para o pryjecto a. 25 deste anne.
A Assemble& Legislativa Provincial de Per-
nambuoo, resolve:
Artigo 1. Pica o presinente da provincia aunt-
risado a reforuan o plano das loterias concedidas
pela 1-n.. 1,738 p.m. a cresqlo.de um fundo de
emsncipscao proVincial, dcvendo Sen as mosmas
losnria. oxtraliias por parts. naoe uisfrioros a
OfiM~i~fKY ania nnka crub 4mu>3A n)< fu,,nn4~u...


^-Art. J0 Picarrevogads as dispoqi Am-
891a eoufrie em S .* maio & j8ft__ "i
8aoadt m eu.8 4.maod184..

Adi. d --Jo& BaptusM 40 nmaZt A Wlo.

Atomiaildoi do e opropiga segainte paMa
o projeaW n. 58 dWte anno.
A AdasembleaLgislativa ProViacial de Pernam-.
baw teesve:
Art. lo PFica prmeidnte da provineia autori-
u4t a aonaoder U .aeglnua Goom ordenado s6-
mente: por m am nno para tratar de sua saude onde
Ihe convier ao bacharel Henrique Affouso de Mi-
randa Leal, chefe de seceo da secretariat da pre-
sidencia, Jose Xavier Carneiro de Barros Campel-
lo, Anna Ignez da Silva Ramos, professor desta
cidade, Sebastilo Olegario de Vasconcellos GalvAo,
Balbina Francisca da Rosa Leal, professor de
Sannar6s,por urn anno dentro da provincia, a Jose
Luiz de Franga Torres, professor de Nazareth,
Manoel Henriqu i de Miranda Accioly, professor
de Iguarasas, Minervina Francisca Cardoso, pro-
fessora mista da cidade de Santo Agostinho do
Cabo, Francisco Augusto Paes de Barros, 20 offi-
cial da secretaria da presidencia, Manoel Jerony-
mo da Costa Uchoa, empregado daq obras publicas,
o Victorano Jos6 Marinho Palhirds, coin todos os
vencimentos, por seis mezes para onde Ihe convier
a Sophia Guilhermina de Mello, Diogo Carlos de
Ahlmeida e Albaquerque, monitor do Gymnasio
Provincial, Maria Cleobolina de Mello Ottoni, pro-
fessora de S. Frei Pedro Goncalves, Jose Candido
da Silva Pessoa, professor de Olinda; para dentro
da provincia, por seis mezes, a Anna Senhorinha
Varejilo Barbosa, Carolina Militana de Garvalhe,
professor da Poute dos Carvalhos, Luiz Epipha-
nio de -Souza, escrivao do Thesouro Provincial,
professor Bernardo Teixeira de Moura, professor
Anna Francelina do Rego Barros, Guilhermina da
Silva Cunha, professor de S. Bento, professor An-
tonio Maximo de Barros Leite, Anna Senhorinha
Monteiro Pessoa, Alexandrina Umbelina de Frei-
tas Uchoa, professor do Tegipi6.
Art. 20 Revogadas as disposi5es ein contrario.
Sala das commiss5es, emn 30 do maio do 1881. -
Adelino A. de Luna Freire.-Pereira de Lyra.-
Jodo Baptista do A maral e Mellt.

A comrnissao de redaccao propSe o seguinte para
o project n. 28 deste anno.
A Assembl6a Legislativa Provincial de Pernam-
buce) resolve:
Art. lo 0 president da provincial garantira por
espaco de 20 annos, a j uro de 7 0/. at6 o capital
realisado de dons mil contos de rcis, as emprezas
encorporadas por agriealtores para fundacao cde
engenhos centraes nesta provincia.
Art. 2' Para cada engenho nao sera garantido
capital superior a 500:0003009.
Art. 3o Os concessionarios ou emprcsas que en-
corporarem, ficarao isentos do pagamento de qual-
qucr imposto provincial ou municipal.
Axt 4 As concess5es nao serao transferidas se-
nao a agricultores, ficando no case contrario de ne-
nhum effeito as vantagens dos arts. lo e 30 da
present lei.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das commissoes, 30 de maio de 1884.-
Adelino A. de Luna Freire.-Pereira de Lyra.-'-
Joao Baptista de Amaral e Mello.



REVISTA DIARI~

mAseembblia Provincial Funccionou
hontem, sob a presidencia do Exm. Sr. Barao de
Itapissuma tendo comparecido 21 Srs. dcputa-
dos.
Foi lida e approvada sem debate a acta da
sessAo antecedente.
0 Sr. 1 secretario procedeu A leitura do se-
guinte expediente:
Um officio do secretario do governor remettendo
o balano da receita e despeza do cxercicio de
1882 a 1883 eo orcamento para o de 18,4 a 1885
da Camara Municipf- da Gloria de GoitA.-A'
commissao de orqamento municipal.
Uma petiaoe de Joaquim Fernandes da Rosa
reclamando contra o privilcgio requerido pelo te-
nente Francisco de Paula Mafra, de carrot de
praqa.-A' cemmissao de lsgislacao.
Outra de Francisco Gomes da Silva Monteiro,
arrematante de impostos muincipaes de S. Caetane
de Caruarui, rcquereado um abatimento de'104L.
A' commissao de ornament) municipal.
Outra do capitiao Manoel Bezerra dos Santos
Junior, escrivao de orphaos, residues e capellas do
term de Bezerros, reclamando contra o plojecto
n. 181 deste anne.-A' commission de justica civil
e criminal.
Foram approvados sem debate 4 pareceres da
commission de redaccao sobre os projects ns. 2,
23, It 7 e a96 deste anno.
Foi a imprimir o seguinte project precedido
de parecer da commission de posturas ;
N. 207. Approvando o codigo de posturas da
Camara Municipal de S. Jose do Egypto.
Foi rejeitado, depois de orarem os Srs. Luna
Freire Junior, Pereira de Lyra, Estevao de Oli-


veL.a, Viscondede Tabatinga, Jolo Augusto, o
requerimento do Sr. Pereira de Lyra, apresentado
na sessao antecedents peiindo que todo o tempo
da ordemn do dia fosse exclusivamente reservado
para discussao das leis annuas.
Passou-se A ordem do dia.
Adiou-se de novo pela hora a 2' discussa'o do
project n. 165 deste anno (orcamento municipal)
sendo apoiadas 25 emendas e teudo orado os Srs.
Barao de Nazareth e Jos6 Maria, e, pela ordem,
o Sr. Luna Freire Junior, que envion A mesa urn
requerimento pedindo a impressao das emendas
apresentadas.
Approvou-se em 2a discussion corn duas emen-
das o project n. 26 deste anno (restabelecendo o
lugar de administrador do Cemiterio Pablico do
Santo Amrnaro) tendo orado os Srs. Joao Augusto,
Visconde de Tabatinga e Jose Maria, que pedio
obteve dispensa do intersticio.
Em 28 discussao, corn duas emendas foi appro-
vado o project n. 64 deste anno (mandando per-
tencer o engenho Camella A freguezia de Ipojuca)
sendo dispensado do intersticio a requerimento do
Sr. Santos Pinheiro.
Em 2.a discussao, sendo dispensado do intersti-
cio a requerimento do Sr. Barao de Nazareth, ap-
provou-se o project n. 88 d'este anno (subvenga'
de 9:000$ por kilometro A companhia ou compa-
uhias qne se organi sarem para construir as es- /
tradas de ferro de que tractam as leis ns. 1,455
1,684) ; e o de n. 70, tambem d'este anno (indem-
nizac.o de 2:5004 ao arrematante das obras da
cadeia de Itamb6) e o de n. 129, ainda d'estl
anno (considerando mixta a cadeira do sexo mas-4
culino de Maricota) sendo dispensado do intersti-
cio a requerimento do Sr. Silvino Cavalcante.
Em 1.a discussio approvou-se o project n. 109 ,
d'este anno (elevando A cathegoria de cidade a
villa de Jaboatio)
Em 2.a discussio, senido dispensado do intersti-
cio a requerimento do Sr. Joiao Augusto, foi ap-
provado o project n. 204 d'este anno remissa
do que dove A fazenda provincial o coronel Tho-
maz de Aquino Cavalcante).
Encerrou-se a 1a. discussao do project n. 142
d'este anno (transferindo para a povoasAo de Pog
Fundo a s6de da freguezia de Santo Antonio dt
Jacrara, send elevada A matriz a respective
igreja de Santo Antonio, existent n'aquelle po-
voado1, oraudo os Srs. Ferreira Jacobina e Juven-
cio Manr, e ngo se votando por falta de numero.
Adiou-se a 2.a discussion do project n. 1
d'este anno.
Vieram .A mesa diversas declara95es de votes
sobre differentes projects.
A ordem do dia 6: 1." discussion dos projectog
us. 78, 81, 106, 170,174,195 e 206 ; 2.ao dos
us. 89,109 e 129 ; 3.1 dos de ns.-26, 64 e 204,
todos d'este anno, e continuaAo da antecedente.
Gardja naciaal Pela presidencia dA
provincia foram expedidaa as seguintes portrias:
2& se o.-.Palao da Prekih d e Per%
namuo, en 29 dentiao de.1884.-0 president dk
vinois, tendo em vista a intorma*lo do oomman-
dante superior da guard nacional da e6marfa t*
anv^anni e nonnola do 0MMfiw uta i irfw a*4 l


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Ldo uler


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lar-se


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I^A ^ n 1o 0 actual 2,0 sippleut, eapitao
$rsdo Silva Ji r pa sub-
de S.]Frei Pedro Ge lves
Amanha terA lugar o
anc||into do4. Marianne U.ig4ia de Nos.
n o da P&ha, hlavendo mi cantada A
orchestra As 4 horas da madrugapda ; As 7 horas
do dia communhlo geral, e as 8 missa resada eom
1m0anha od oorga, henio e e graio
dau menimas A Nossa Senhoma. A' tale proeirVA
analogs oranak o Revd. misaioario JFrei ,Ceeti-
o de Padavoli; em sguida cantar-se-ha ua:Te
Dem, que findarA comic a bengao do Santissiimo
Sacramento.
Sm'aa el Hontem veio ao nosso es-
criterioo preto, db 50 annoes de idade, de nome
ISabio, escravo qclue foi de Serafim Velho Pesoa,
senior do engenho Matary, da comarca'de Goyan-
na, e actuW mente liberto per liberalidad6 do sen
exseahor, e referio-nos que, residindo asa eomarca
S de N reth, quasi no* extremesda de Goyanna,
l achwkr- se por aeao nos limits das terras dos
cngahos Matary e Terra Preta, f6ra espancado
por dous individuos, quoe o deixaram por morto, na
noite de 24 do cadente mez, e que attribuia o sen
espancamento A intriga que lIhe urdiram, por causa
ii de uma professors que residia corn o seu ex-
senhor.
0 infeliz sofireu realmente urma surra cruel, A
Sjulgar polos vestigios que lhe ficaram no corpo, e
dos quaes dames o nosso testemunho pessoal.
Tern elle nas costas grande numero de feridas
contusas e echymoses, e o lobulo superior da ore-
Il, lba esquerda decepado, apresentando tumefactos
os peito$ e costas.
||? Agirma elle que uao foi vistoriado na localidade,
nem a autoridade policial respective tomara co-
nhecimento do facto.
|Ed- erer que o Sr. Dr. chefe de policia, A
jquemis a presentou o infeliz, cogita de provi-
denciwpara que sejam punidos os culpados.
WFesta religious -- Celebra-se amanha, na
S respective igreja, a festa do Divino Espirito Ssn-
,; to, pela seguinte f6rma : As 4 1/2 horas da manha,
j aisni resada; as 11 horas, missa solemne, corn
S sermi polo Revd. padre Candeias; As 7 horas da
n oite Te-Deant, orando o Revd Leonardo Jo0o
Grego.
A p6s a festa serA largado um lindo aerostato,
cognominado Baldo do Anjo. ,
A's 5 horas da tarde terA lugar no salao proxi-
mo ,A sachristia um bazar de prendas, em benefieio
das obras da igreja.
| ];- Em todos os actos tocarA a bands do 14.o bata-
lhio de infantaria.
Larapio --Dizem-nos de Olinda que alli
S aeha-se organisada, e em plena actividade, uma
quadrilha de ladrbes, composta de cerca de vinte
individuos desabusados, que jA ternm dado a mais
palpaveis copies de si.
Aecreseenta o nosso informant que, al6m de
outras, tern sido roubadas nestes ultimnos dias : a
casa de Vicenta de tal, na rua do Born Successo;
a casa de Casemiro Antonio de Souza, na Bica de
S. Pedro; a padaria do Sr. Pedro Allemao, na ist
de Fernandes Vieira; e a easa de Umbelina da
S Paz, no pateo do Rosario, sendo esta ultima ante-
hontem.
IEVo case do Sr. Dr. chefe de policia tomar
energicas providencias para destruir tal quadri-
lha, q(jue traz inquietos os espiritos alli.
Theatro Santa Isabel-Amanha' a com-
panhia dramatic Julicta dos Santos dA o sen ul-
timo espectaculo no theatre Santa Isabel. Cons-
ta o espectitculo do drama-A Coja Opulenta, da
scena comica Amores de Cupido, da comedia A
Espadellada e de urma das scenas comics do ac-
tor Lyra.
E' esse um espectaculo bemrn arranjado e attra-
heute.
Quem ainda nao vio a companhia e especial-
mente a phenomenal menina Julieta, dove apro-
veitar este ultimo ensejo, pois quc a companhia
segue no proximo paquete national parao CearA,
onde vai demorar-se algum tempo.
Julieta do* Sauto-0 Sr. Moreira de
Vasconcellos, distincto actor e director da compa-
nhia dramatic que tern trabalhado no Santa Isa-
bel, acaba de dar a estampa um livrinho muito
interessante e bern elaborado. E' o perfil biogra-
phico de Julieta dos Santos, a phenomenal atrizi-
nha que dA nome Aquella companhia.
Nas 80 paginas do livrlnho esta perfeitamente
desenhada a menina Julieta, quer no physico,
quer no moral, e principahnente no seu porte de
notavel artists, cujas linhas se destacam para as-
signalar os seus dotes e talentos.
Agradecemos ao Sr. Moreira de Vasconcellos o
gracroso mime que nos fez de um exemplar do sen
mteressante livro.
Desalinaut--Ante hontem, As 6 1/2 horas da
tarde, na rua Augusta do 10 distrieto do SaoJos6,
o carroceiro Laonardo JosO de Mello den tamanha
rancada corn urna cords no escroto do menor Joa
Affonso de Albuquer Mello, que este cahio sem
sentidos.
0 offensor foi preso, e o menor foi vistoa:ado
pelo Sr Dr. Carneiro Leao, que o medicou.
Vapor incendiado-0 digno Sr commeo-
dador inspector da Alfandega recebeo hontem te -
; logramma do Sr. guardajm6r, datado de Barreiros,
m; dizendo que s6 ali havia mais de 2:000 pranchues
de pinho de Riga, e que ainda ignorava o nome
d(avio victims do accident a que nos tomes re-
i*:di1 l o.


0 Sr. commendador inspector deu ordem ao Sr.
guards m6r pars demorar-se ali e arrecadar tudo.
Frimenito leve-Mandam dizer de Alag6a
de Baixo que ',no dia 12 do expirante mez, fora ali
levemente fenda corn um tire de pistol Jos6 Si-
m5es deMoura. sando sua offensora Joaquina Frau-
celina Illuminata d'Oliveiva, aqual foi presa.
Ustupro-A' requerimento do Sr. Dr. lo pro-
motor puaolico desta cidade, o Dr. delegado do 10
district abriu inquerito contra Francisco de Assis
Lopes Junior, por haver deflorado a menor Li-
bania Maria dos Prazeres, resident na rua de D.
Maria Cesar, da paroelua de S. Frei Pedro Gon-
calves.
Aberto o inquerito, verifioou-se que a offense A
menina foi feita corn violencia attestado pelas suas
respostas no interrogatorio.
0DDr. delegado prosegue no iuquerito,e A menor
foi dado euisdAor.
IPalmare.--Diz o Echo de P/mares, de 29
S de maio, que Joaquim de Souza, morador no enge-
nho Canmivo,, assassinou corn 8 facadas A sun ama-
zia Felismiaa Maria da Coneeiego, corn a qual
viv's ha 10 annos, e evadio-se apos o crime.
|:- A autoridade policial mandou proceder a visto.
ria e prosegue nos demais terms do inque-
rite.
AlUtrSWI de Afa oft- 'estas, nmatriz,
amanhi, pela o adruagadas e nerieocerrados os pios
exereleios do mx deo Maria, havendo missa can-
tada, sermio e primeira communhio.
l- A ildca-Pabliceou-se o n. 2 d'este periodic,
Sorglo da Soeiedade Cettamem Litterario.
A LanteriM a tBsw-Tambem publicou-
so a n. 85 d'este periodic livre e hurnoristieo, il-
luft&,do.


cIao de CeOc
, as 5 horas da
itorio d a igreja
SSant'Anna, q
oras da note.
de music.
Ikflam de ao


de imasemu
-" set benzidos
te Deus e a ima-
-i em expoagie
o- acto algumas
A-Ha funanhi


do Bom AsJes 4,o ikedas lipas e avariadas.
Peo qgeWe i o4is II horas, no largo do
Pataiso a. 26, de um terreno. -
Pelo ag5emC C o e Silva, ao meio dia, na tra-
Yemss do Corpo Santo n. 27, de predios.
Pelo agent Gwm as 11 horas, A rua do So-
cego n. 26, d moves, etc.
'-"Torga-foira: As. 1 .. I
Pelo agents Burkapsi, is 11 horas4 na rua do
uapersdor a. 4, de pedio, cabriolet e vidros
finos. *
MIsans ftueb-res=Serao celebradas:
-Hoje: as 8 horas, na matriz da Boa-Vis-
ta, por alna de D. Clara Carolina da Fonseea
Caroll.
Segundaei'ra: As 71/2 horas, na matriz da
Boa-Vista,_ por alma do D. Beatris Bittencourt
Crte-Real; s 7 112 boras, na igreja de Espirito
Santo, por alma de Jos6 Joaqnim PereiradeMe-
donuga Filho ; as 7 hora, sna matriz de Afogadou e
igreja do Tergo, po r alma de Antonio Hermogenes
Pereira do Lago.
Matadoure publeo. Foram abatidas
no Matadouro Publico 89 rezes para consume do
dia 31 do corrente.
Loteria da prowiueia Terga-feira, 3
do corrente, serai extrahida'a loteria 42.8, em be-
neficioo da Ordem Terceira do Carmo do Recife,
no consistorio da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceiclo dos Militares, onde se acharao expostas as
urnas e espheras arrumadj em ordem numeric
A. apreciavao do public.
Loteria do Rio de Janeiro-A loteria
n. 339 B, do Rio, de 20:000,000 serA extrahida
hoje 31 do corrente.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, A rsa 10
de Margo n. 23.
Loteria-A de n. 1419 B, do Rio de Janeiro
de 25:0004000 serA cxtrahida no dia 4 de ju-
nho.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, rua 10
de Margo n. 23.
Loleria do Cearai-Corre no dia 7 deju-
nho, cujo premio grande 6 de 5:000N.
0 resto dos bilhetes na Casa da Fortuna, rua
1 do Marco n. 23.
Loteria de 25sOOO#OOO-A loteria 149a
series B., corre impreterivelmente no dia 4 de
junho
0 resto dos bilhetes acha-se a venda na Casa
Feliz A praga da uIndependencia ns. 37 e 39.
Grande loteria de 500O:OO0000-
Esta extraordinary loteria serA extrahida na c6r-
te no dia 16 de julho proxime vindouro.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da
Fortuna, A rua 1 de Margo n. 23.
Mercado Municipal de S. Joos# 0
movimento deste estabelecimento no dia 29
do corrente foi o seguinte:
Entraram para serem vendidos : 45 bois, pesan-
do 6,245 kilos.
No mesmo dia entraram para o mesmo es-
tabelecimento:
Peixe 372 kilos
Fructas diversas 12 cargas
Farinha, milho e feijao 38 ditas
Suinos 2
Carneiros 3
Pregos do dia:
Carnet verde de 560, 400, ate 320 r6is o kilo.
Suino a 640 r6is o kilo.
Carneiro a 1 idem.
Farinha de 500, 400 at6 280 r6is a cuia.
Milho de 480 a 400 r6is a cuia.
Feijao de 13800 a 1;200 idem.
Foram arrecadados:
64 talhos de cane .verde.
14 ditos de suino.
11 ditos de fressuras.
68 compartimentos de legumes.
45 idem de farinha e comidas.
Deve ter sido arreeadada neste dia a impor-
tancia de 212U740.
Casa dte Deteac.o.-Movimento dos pre-
sos no dia 29 do corrente :
Exiatiam presos 309, entraram 4, sahiram 4,
existem 309, a saber: nacionaes 281, mulheres
8, estrangeiros 6, escravos 14-Total 309.
Arragoados 288, sendo : bonds 271, doentes 17.
-Total 288.
Movimento da enfermaria :
Nao houve alteraco.


CIRONICA JUDICIARIA

Tribunal da Relayao


SESSAO ORDINARIA EM 30 DE MAIO
DE 1884
PRESIDENCIA DO EXK. SR. CONSELHEIR
QUMTIO DE MIRANDA,
Secretario Dr. Vrgilio Coeldho.
As horas do costume presents os Srs. desem-
bargadores em numero legal, foi aberta a sesaeo,
depois de lida e approvada a aeta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se os
seguintes
JULGAM ENTOS
Habeas corpus
Paciente :
Antonio Felix Bezerra.-Fieoo adiado.
Recurso crime ,
Da Victoria--Recorrente o juizo, recorrido Her-
eulano de Barros Limn elator o Sr. desembar-
gador Pires Gongalvesi'Ad.juntos os Srs. desem-
bargadores Pires Ferreira e conselheiro Queiroz
Barros.-Negou-se provimento contra a voto do
Sr. conselheiro Queiroz Barrosh
Aggravos de petigio
Do civel do Recife-Aggravante Dr. Jose Do-
mingos da Costa, aggravado Dr. Francisco do
Rego Barros de Lacerda. Relator o Sr. conse-
Iheiro Araujo Jorge. Adjuntos os Srs. desembar-
gadores Buarque Lima e Toscano Barreto.-Ne-
gou-se provimento, unanimemente.
Do civdel do Rocife -Aggravante Antonio Bor-
ges da Silveira Lobe, aggravado Antonio Gomes
oerreira Coimbra. Relator o Sr. conselheiro Moi-
teiro de Andrade. Adjuntos Pos Srs. conselheiro
Araujo Jorge e desembargador Pires Gongalves.
-Negou-se provimento, unanimemente.
Do commercio do Recife Aggravante Felix
Gomes Coimnbra, aggravado o juizo. Relator o
Sr. conselheiro Quexroz Barros. Adjuntos os Srs.
conselheiro Araujo Jorge e desembargador Pires
Gongalves.--rDeu-seaproviMeut fo aggravo con-
tra o voto do Sr. conselheiro Araujo Jorge.
Aggravo de instraumento
De Palmares-Aggravantes Bezerra & Irmlno,
aggravado Mianoel do Nascimeuto Caroies Vital.
Relator o St. conselheiro Moeteiro de Andrade.
Adjuntos os Srs. desembagadora Oliveira Maciel
e Pires Gongalves.-Deu, |provimet aso aggra-.
vo, unanimemente.
Appallagos crimes
De PNo d'Alho-Appelante ejuizo, appellado
Feline Luiz Soaroe Relator o S. desembarga-
don Oliveira MacieL-Coafitou-se a wntena,


Jos Babo* a deis ajutial e o r6o Pedro
N AtalaU a App4nte 0 juiQ, appellado
Do eife App e 0o jui, a ppellado J0
G0paor dLwur o:

De Peaqe p- l _APple aMte MAo AlvesdatA-
B apen ada, a j .,
Do BoW Jarda M -jito o motorppel & Ap-


ptoado Antoni o liasuia io
o Smnor JOBnse& c
lhoeiro Ma ir Appellant Mao d tAn-
Ao Sr. deasebargacr Q~ivein MXiol:
Appe~aglo, crime
De Bom JrdiFi-Appeufo to a ostx 1,a
perbado Antonio Claudio b isim de ea,

Do Sr. eonelbheiro Arauo1 Jorgoe a Sr couse-
lboeiro Mateiro de, andrade
Do Recife- ba-Vante YFraiac Josquim Ri-
beiro' embargo Albino dii SUA IeASI.
da coroa e promotoc d justis deu parecer nos
seguintes feitos :
Appee eiveis
Do juizo dos feirtos- pella'te a Faenda Pro-
vincial, appellado VictorinoDomingos Alves Mai&.
De Jaboatao-Appellante Joaquim Maximino
Pereira Vianna, appelladoe os libertos Romualdo
e Josepha.
Appellaos crimes
D'Areia -Appellante Bernardino Francisco de
Salleb, appellada a justiga.
De PAo d'Alho-Appellante o juizo, appellado
Gervasio, escravo.
De Gamelleira- Appellante Manoel Gonalves
de Oliveira Rocha, appellado Venancio Jos6 de
Lima.
De Camaragibe-Appellante o juizo, appellado
Euthimio Vieira da Silva.
De Nazareth Appellante o juizo, appellado
Pauline Jos6 dos Santos.
Do Buique-Appellante Antonio Silvino de Fa-
ria, appellada a justiga.
D'Areia-Appellante o juizo, appellado Manoel
Martins Pinto.
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellaao cuime
Appellante o juizo, appellado Manoel Anizio
Baptista Guedes.
Appellacao civel
Do Pilar-Appellante Feline de Castro Masca-
renhas, appellado William Kunfrey, agent da
'Alagoas Railway Company.
Do Sr. desembargador Oliveira Maciel ao Sr,
desembargador Pires Ferreira :
AppeUagSes crimes
De Bom Conselho AppeUllante o jmuzo, appel-
lada Maria Clemente da Rocha..
De Penedo-Appellante Luiz Xavier da Silva
appellada a justica.
De Borburema-Appellante o juizo, appellado
Trajano Ferreira do Mello.
Da Victoria-Appellante Manoel Francisco Ma-
rianno, appellada a justica.
De S. Joao -AppellanteSatyro Alves de Abreu,
appeUllada a justica.
De Cabaceiras-Appellante o promoter, appel-
lade Antonio Barbosa de Araujo, vulgo Antonio
de Barros.
De Bom Jardim=Appellante Joaquim Jos6 da
Rocha, appellada a justiga.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Pires Gonoalves :
AppeUaca civel
Da Recife Appellante Franeisco Joaquim
Gomes da Silva, .appellado Antonio Gomes de
Araujo.
Do Sr. desembargador Pires Gongalves ao Sr.
conselheiro Freitas Henriques :
Appellaco civel
De Pilo de Assucar-Appellante Manoel Felix
Pereira, appeUllados Joaquim Milito da Silva Rego
e outro.
Appellaqao commercial
Do Recife-Appellante o Barao de Tracunhaiem
e o tenente-coronel Francisco Gongalves Torres,
appellados os mesmos.
DILIGENCIAS
Corn vista ao Sr. conselheiro procurador da
cor6a e promoter da justica nos seguintes fei-
tos :


AppellUagoes crimes
De Mamanguape -Appellanteo juizo, appella-
do Belisario Jose dos Santos.
De Muricy-Appellante o juizo, appellado An-
tonio Victor dos Santos.
De P.ao diAlho Appellante JosA Lopes de
Araujo, appellada a justiga.
De Alagoa do Monteiro Appellante o juizo,
appellado Manoel Antonio Clemente."
Corn vista ao Dr. curador geral e ao Sr. con-
selheiro proeurador da cor6a
Appellacoes civeis
Do Recife -Appellante D. Josephina Amelia
de Moraes Avila, appellado Monoel Marques
Avila,
De Born Jardim-Appellante Joaquim Gongal-
yes da Costa Lima, appellada Luiza, per sea ca-
rador.
Corn vista As parties:
Appeliacglo crime
De ItambA Appellante Manoel Antonio do
Nascimento, appeUllada a justiga.
Appellaoo civel
De Goyanna Appellante D. Rita Lauriana da
Cunha Rego Barros, appellado Marcolino Caval-
cautc do Rego Vasconcellos.
Appellaqces cemmerciaes
Do Recife-Appellante Jose Pinto da Cunha,
appeoada a massa fallida de Marques da Silva &
Companhia.
Do Recife-Appellante Manoel Jos6 de Olivei-
ra Azevedo, appellado Decio Augusto Rodriguee
da Silva.
DISTRBUIBQ6ES
Recurso eleitoral
Ao Sr. conselheiro Araujo Jorge:
De Souza-Recorrente Jos6 Grmes de SA, re-
corrido o juizo.
Recursos crimes
Ao Sr. conselheiro Freitas Henriques :
Da Victoria Reeorrente o juizo, reeorrido
Nestor Nestabis Corbiniano.
Ao Sr. conselheiro Monteiro de Andrade:
Da Victoria -Recorrente o juizo, recorrida Joa-
quina Maria das Dores.
Ao Sr. conselheiro Qaeiroz Barros:
Da Victoria-Reorrouente o juizo, recorrido Jo-
se Pedro da Silva.
Ao Sr. desembargador Buanque Lima:
Da Victoria Recorrentp o juizo, recorrido Jobo
Vicente da Silva e ontros.
Aggravo de petioe
Ao Sr. desembangador Pire Ferreira :
Do commercio do Recife Aggravante Fran-
cis.o Ferreira dSilva, aggravado Joaquimn Ri-


de:
ae de
Lezi


veqto, de sat&d do porto Para qualquer
0B chamadoe por earta nas indicadas horas.
Dr. Bapit d Jraera, ruaa do Barao
da Victoria n. 37 1.-, andar; consultas das
10 horas o meo dia; chamado por s-
cripto a ququer horse.
Dr Loo^do doA yhu rgue C6aicauti,
medico da Faculdade de Paris, pode ser
pro6arado em seu consultorio a rua do Im-
perador n. 44, 1. andar, das 11 As 3 ho-
as da tarde. Rosidencia a rua do Hospi-
cio 36, onde dA consultas das 8 as 10 da
mavha e recebe chamados por escripto a
qulkquer hera do dia ou da noite.
Dr. Lyra, medico, dA consultas das 8 As
11 horas da manhil A rua do Barao da
Victoria, n. 48, 1. andar, para onde lhe
pode ser dirigido qualquer chamado.
4fltnea medle-c.m.rviea do Dr. An-
drale Lae m
0 Dr. Andraet Lima, continia a dar
c0aultasde meio dia As 2 horas da tarde
m senu consultorio A rua Larga do Rosario
n. 50.- Chamados per escripto a qualquer
hero em seu consultorio, ou em sha resi-
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"n. 68. Especialidades febres e molestias
do apparelho respiratorio.
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Dr. Barreto Sampaio, consultas de I Ao
4 horas da tarde, na rua do Barao da
Uictoria n. 45, 2.' andar, residencia, rua
do Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.
Bourgard a4 C.
Recife: rua do Marquez de Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
o n. 3; Baa-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabric de cigarros a vapor:
Especialidades: Cigarros, charutos deo Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para fumantes. Livros de medici
na dosimetrica e unico deposit da fari-
nha lacuea de Nestle, para os meninos de
peito e leite condensado.
Drogaria
Francisco Manoel da Silva & C., depo-
sitaries de todas as especialidades pharma-
ecuticas, tintas, drogas, products chimico
e medicamentos homceopaticos, rua do Mar-
quez de Olinda n 23.
Pharmacia Pernambueana
Rua do CabugA n. 11 de Antonio Mar-
tiniano VWras, pharmaceutico. Avia-so corn
promptidao e esmero todas as receitas e
encommendas que Ihe forem onfiadas.


PUBLICAOES A PEDIDO

Uma rectiflcawio
Urn amigo do Sr. Alfredo de Albuquerque narra,
no Diario de hontem, o -facto que se deu corn o
mesmo Sr. Alfredo e o Sr. Antonio de Azevedo
de um modo tal que a simples leitura da narracao
mostra que o eseriptor pode ser muito amigo do
Sr. Alfredo, mas nao 6 amigo da verdade.
0 facto den-se do seguinte modo:
0 S. Antonio de Azevedo, entrando na venda
do Sr. Alfredo, vio no chao um envelope, que
empurrou corn a ponta do seu chap6o de sol, logo
que percebeu que estava sujo e pisado e Ihe pa-
receu que estava vasio.
Vendo o movimento do Sr. Antonio de Azevedo
o Sr. Alfredo pergunta-lhe o que era, ao que
aquelle responded apanhando o envelope e mos-
traudo-lh'o. Enta'o ambos abriram o envelope,
aeharam o bilhliete, e, entendendo que podiam as-
senhorear-se d'elle, assignaram e dirigiram-se
para a casa dos Srs. Palmeira & Maia, onde reco-
nheceram que o bilhete, tendo o n. 2,210, fora pre-
miado na vespera corn a sort grande. Immedia-
tamente foram ambos ter a easa do Sr. Joaquim
Pires da Silva, eujo nome achava-se no envelope,
e ahi reconheci a a falsificago do bilhete, foram
ambos press.
Eis como se deu o facto e nao como 6 referido
no Diario de hontem, onde, evidentemente, se pro-
cura innocentar Alfredo e culpar Azevedo. E 6
tambem assim que ambos narraram tudo o que se
deu no interrogatorio que Ihes fez o digno subde-
legado, o Sr. capitao Barata.
Que o amigo de Alfredo procure demon.trar a
innocencia deste, 6 eousa moito louvavel, 6 mesmo
um ever imposto pela amisade ; mas para conse-
guir isso 6 inteiramente desnecessario faltar a
verdade, calumniando A um outro, que 6, polo
moenos, tao incapaz como Alfredo, de commetter o
crime de que sao ambos accusados. Se Alfredo 6
negociante, 6 conhecido e apreciado, 6 Azevedo
tambem um home de precedentes muito honro-
sos, conhecido de longos annos por pessoas de con-
sideraoo, como o Exm. Sr. Visconde da Silva
Loyo.
A causa de Azevedo 6 a causa de Alfredo. Fo-
ram ambos victims de uma fatalidade.
.Imparciai.

Justi a
A pouca tempo um pobre matuto foi roubado
por um industrioso em um quarto de bilhete que
estava corn a sorte grande, dizendo-Ihc que tinha
o memo dinheiro; descoberto o roubo o pobre e
infeliz provouen e em juizo ser o bilhete sen, apesar
d'isso teve sempre contra si as repartigoes que
foram ouvidas, que oppuzeram-se a ser pago o
premio, a nao ser a vista do bilhete, e nio appare-
condo este, o pobre diabo nao pode receber a pe -.
quena quantia de um conto de r6is.
Hoje, pore6m, traeta-se de justificar-se nio a
perda de um quarto mais s6mente de um meio
( 2:0006000,) e consta-nos que espera-se encontrar
facilidade daiquelles mesmos que se oppuzeram ao
recebimento do outro.
Sera verdade? .. Teremos duas medidas na
justioa?... Custamos a erer... mas si se con-
firmar de ser pago o bilhete publicaremos os res-
pectivos nomes e appellaremos para o digno admi-
nistrador da provineia que praticara um grande
acto de justiga mandando pagar' igualmente a sor-
te que tocou no outro bilhete, pois esta nas mes-
mas condigoes.
A igualdade.


Um voto de raidi


A gratidlo 6 um sentiment


quo deve-
I almia.
ais poderA
Itimo sus-


o jiso, ap-
,or o Sr. des- I
Ldon-se o roA
juii@l appal-


tandao-me o en e terno reeonheimento.
Recife, 31 de nmai 4d 1884.
lIsabel Igcia do GusmQ VloM4.,

Ao.publico
Estando ante-hontem no meu estabele-
cimento commercial, A travessa daas Cru-
zes n. 8, appareceu nelle corn um envo-
leppe, quo havia encontrado na port, o
meu amigo o Sr. Antonio da Silva Azeve-
do, quo obrindo-o e encontraudo um bi-
lhete de loteria disse-me que o premio
que nelle sahisse seria comigo repartido e
fez-me assignar nas costas do mesmo, o
meu nome, assignando elle o seu.
Em seguida dirigimos-nos ao estabeleci-
mento do Sr. Palmeira Maia & C., a praga
da Independencia ns. 18 e 20 e tendo ve-
rificado da lists da loteria publicada no
Diario, que o bilhete estava premiado corn
a sort grande, serm mais exame e na maior
boa fA encaminhamos-nos pars a casa do
Sr. Joaquim Pires da Silva que o havia
garantido, pars recebermos o premio; ima-
ginem todos quo me conhecem o meu es-
panto e desapontamento, quando o Sr. Pi-
res declarou que elle estava falsificado e
deu ordem de prisao a mirnm e ao meu com-
panheiro.
Nessa occasiAo foi que reparei para o
bilhete e que vi quae tinha side victims de
urma grosseira falsificago, que nao podia il-
ludir ao mais simples exame, pois que ella
consiste na colloca9ao do algarismo um
cortado de um noutro bilhete e mal collado,
sobre a penultima cifra do bilhete n. 2200,
para fazer o n. 2210 que tinha aquelle
premio.
Em vista da rela9to fiol desse facto fica
o public prevenido para nao former um
juizo desfavoravel a minha reputagto, pela
noticia que delle dcr .m o D:ario de Per-
nambuco e Jornal do Recife de honternm.
Rosta-me agradecer ao autor do artigo
quo publicou o Diario de hoje a defeza
que me fez, rectificado corn o que venho
de expor a part delle que nao se accord
corn o que fica relatado.
Terminando cumpro um agradavel dever-
agradecendo a todos os amigos, que con-
victos de minha innocencia e fazendoj ustiga
ao men character, me procuraram na guar
da civic, onde requeri a fianga, offerecen-
ilo-me os seus valiosos prestimos e dando
as mas lisonjeiras informagoes do meu pro-
cedimeinto, as autoridades e pessoas que
alli so achavam.
Recife, 30 de maio de 1884.
Alfredo Ferreira de Albuquerque.

Festa do Divino Espirito-Santo
A mesa regedora da irmandade do Divine Es-
pirito-Santo, tendo dado grande impulse as obras
de sua igreja e desejando fazer-lhe urma modest
test para commemoral o tao assignalado dia de
Pentecostes; espera dos irmaos e devotes a sua
valiosa coadjuvagao neste empenho, send ella
conforme o seguinte
PROGRAMMA
Ao meio dia de sabbade 31 do corrente. subira
ao ar uma grande gyrandola de foguetes, precedi-
da da exeellente music do 14- de linha, annun-
ciando a vespera do gr-ande dia.
Domingo 1 de junho, As 4 112 da manha serA
resada urmna missa em tenqAo de todos os irmAos
vivos e defuntos.
A s 5 horas, sera annunciada a alvorada por
uria salva de 21 tiros ao som da referida mu-
sica.
A's 11 horas entrara a festa cuja orchesta sera
regids polo maestro iolhis, sendo os solos entoados
pclos melhores artists da cidade.
E' officiante o mui illustre Dr. governador do
Bispado o Exm. conego Luiz Francisco de Arau-
jo, orando ao Evangelho o Rvm. e elouqente padre
Candeias, find a festa subira ao ar um lindo e
rico balao denominado o Balao do Anjo, offere-
cido pelo juiz da irmandade.
A's 5 horns da tarde terA lugar um modesto
Bazar de Prendas sobresa indo muitas de valor,
o qual acha-se armado no salao anterior a sa-
christia.
A's 7 horas entrara o Te-Deum, send oradoro
bern conheeido prmgador da capella imperial Rvm.
Leonardo Joao Grego.
Em todos os intervallos dos acts a musical do
14- farA ouvir os acordes harmoniosos corn as va-


riadas pcas do seu vivo repertorio.
0 eserivao,
Manoel Fedippe de Souza.
A' ofnHleta dos Santos

(NO SEU BENEFICIO)
Crianca artist! Eu venho per entire as oaa95es,
Oeculto na penumbra de minha incompetencia,
Estas flores trazer-te, que emb6ra sem essencia,
Vao timidas exprimir-te as minhas saudacoes!
,Eu quizera dizer-te em phrases de magia,
Que 6s uma nova estrella d'um novo firmamento:
-Quer brilhe a lua A noite ou fulja o sol de dia
E' menos radiant que a luz do ten talent!
Eu quizera poder n'uns. verses atrnuantes,
-Replectos de harmjonia, exergicos vibrantes,-
Endeuzar te a genie infante e alvigareiro!...
Mas s6 posse dizer-te, phenomenal artist,
Que fizeste da scena tua lucida conquista:
-Tu 6s a constellaao do palco brasileiro!
28 de maio-1884.
SRibeiro da Silva.


Flores?


A INSIGNE ACTRIZINHA JULIETA DOS SANTOS
A luz de um fausto dia resplendente,
De prodigies e graqas--naturaes.
Tu nasceste, corn os dotes divinaes
De um talent sublime, altiloquente.
E no vasto proscenio aurefulgente
Onde brilham as gloria immortaes,
Entre louros e flores festivaes
Fosuio a ired'encomio transcendent f
E quem p6de, crianga, ante o teu vulto
Phenomenal, precoce e juvenile,
Deiar de consagrar-te immense cultoj;
Quem 6 que d'alma em extase febril
SDeixarA de saudar-te oh! genie adulto,
Gloriaingente das Plagas do Brah!I
RocifbR 28 de male de 1884.


PDevndo, chegar hoje a, pa"; q.e
liever estrear nestes poas e a em-
prma avisa- ao Srs. assignantes quo eata
procedendo decade ja na-Livrana France-
|za,-a arrecada o das. importaocias dAB
assignaturas, na f6rma das co ndioe ante.
riormente publicadas, a qual devera teipi-
nar no dia 1" de junho.
Depois deste praso ficarA livre A empr-
za o direito de disp6r- dos lugares nao re-
clamados, afirm do attenier a outros pedi-
dos.
Recife, 30 de maio de 1884.

0 Dr. Souto Maior, medico, dA consul-
tas na Pharmacia Popular, rua da Impe-
ratriz n. 71, das 11 horas da manhi as 2
da tarde.

Consultorio medico
0 Dr. Joao de SA Cavalcante de Albuquerque,
da consultas das 10 As 12 horas da manhi, na rus
do Born Jesus n. 20, lo andar.



j! Dr, D0111403~e Moflor

MEDICO
t Consultas a' ma do PabugA ni. 14
Residencia a rua do Hospicio n. 62



Sibylla Moderna

Novo Uvro de sortes para as noi-.

tes de Santo Antonio, S. Joao
e S. Pedro
Contendo, alem de doze assumptos poeticos va-
riados, escolhida col!eccao de espirituosas anecdo-
tas e eDigrammas para os amantes do riso e da
galhofa, flores, folhas e fructos, dedlcado aos fieis subditos
de cupido
A' VENDA
Na livraria franeeza, rua lo de Marco n. 9
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1 3i8 0,0 de desconto.
Dito sobre dito, Avista, 167 0/0 de premi<
banco, hontem
iDescocto de lettras, 8 0jO anno.
F. J. de Oliveira eodrig",
President.
A. M.de Amorim Junior,
Secretario.


RENDIMENTOS
Mez de maio
'AyANDGA=De 1 a 29
Idem de 30


4tacBBmDomiA=De 1 a 29
Idem de 30


.JossAwo povoYcuAT,-De 1 a
Idem de 30


tRacnm DBAXuAG-DI a 29
Idem do 80


DESPACHOS I
Em. 29 do


CZm
do


PUBLICOS
de 1884
921:412A906
39:489A690
960:902A596
46:1820313
8675960
47:0504273


29 104:2265830
9:0850664
113,;3121494
17:9520166
1:182A715
19:0t881

ORTAQVAO


pole doa 15diam nos toroda1 lei. Ueeife 16de
ainio do 1884. Joao da d ciS^iveira Borges TE ra,
proeantdor, (Sellada! con um% estamplTha de
200 reis regulameite intilisada) em lfita peti
proferi o despabo do theor seguinte: Coiw to-
quer. Recife, 19 de maio edo 1884.--Ribeiro.
E nada mais secontinha em dito despacho aqul
trancripto.
E'. para que ehegue ao conhecimeuto do todos
mandei passar o present edital corn Q praAo d -, 15
dias qu e sera publicado pela imprensa e afixado
no lugar public do costume.
Dado c passado nesta eidade do Recite do Per-
nambuco, aos 21 de maiode 1884. Suibscrevo e as-
signo.-0 escrivao, 'edro Tertaluwgnodc (unha.
Joaquim da Costa Ribefro.

0 administrator do Consulado Provincipl avisa
aos contribuintes dos impostos de decima urbana,
sobre bens de corporace s de maO morta e de 120
rs. por litro de vinho, vinagre e aguardenta, que
na mesa repartieio so fara a cobran"a dos :mes-
mes impostos, Ai bocea do cofre, corn relailo ao
2' semestre do exereicio corrente (1883 A 84) a
comeqar no dia 1" de junho proximo future, de-
vendo terminnar no trigensimo dia util, na f6rma do
regulamento de 4 de julho do 1879.
Consulado Provincial de Pernambuco, 28 de
maio de 1884.
Francisco A. de Carvalho Moura.
Edital n. 56
Segunda prama
De ordem do 1im. Sr. inspector, sc faz publieo
que as 11 horas do di- 2 do junho vindouro serilo
vendidas em leilao, no trapiche Conceiilo, as mer-
cadorias abaixo declaradas, a saber:
Armazemn n. 3
Marca DSP, 2 caixas us. 71 e 72, vindas d,,
fHamnburgo no vapor allcmao Ceard, descarrcga-
das no 1 de abril uitimo. contend 501) kilogram-
mas do cartazes de annuncios, abandanadas aos
direitos por J. Sabino Pinhlio.
Armnzem n. 6
Marca HBI.C, 2 caixas na. 2,601 e 2,605, vin
das de Southampton no vapor inglez Douro, dcs-
carre-adas em 26 e 30 de janeiro de 1880, con-
tendo 278 kilogranimms de casemira de la corn
tod trama de algodao, abaud'i-adas aos direitos
por H. Burle & C.
Arm.? -u n. 7
Marca diamante. .63 no cectro c contramarco
BB&C, 1 frasceo de vidro, contend morphina, pC-
sando bruto 980 graimaas, parte da caixa- d-
marca a mnargein, n. 1, vinda do Sonthamptqn no
vapor inglcz Minho, centrado em 13 de nareo do
corrente anno, abandonad aos direitos per Bit-
tencourt & C.
3a secro da Alfandega de Peruaxl-'"-o, 2) de
msio de 1884,
0 chefe,
Cicero B. de !ello.
-- I h" rrir
DECLARA .0ES
manta Casa da Misericordla do
Recife
Perante a Ilhna111m. junta administrative dest-i
santa easa, na sala de suas sessoes, pelas 3 horns
da tarde do dia 10 de junho vindouro, ha de ser
arrematada a quemn mais vantagens offerecer, a
propriedade Ilha do Nogueira, pertencente aos
estabelecimentos de caridade, sob as condiv'es
seguintes :
Pagar mensalmente a renda annual dc 1:6005.
Ser o arrendamento por tempo de tires annos.
o-Faer a sua custa os concertos de quo preeiia
rem as casas e o viveiro do sitio e entregal-os em
bom estado de conservacao na conclusilo do arrcn-
damento ; nao eriar gado c plantar em cada anno
150 pis de coqueiros, sob pena de pagar 26000 de
raulta por cada um que deixar d- plantar, de
raodo que findo o prazo devera apresentar os 45-
pes, bern tratados e conservados, sendo de tres
em tires mezes verificado pelos respectivos mor-
domos o field eumprimento das obrigaq5es da pre-
sente condieio, e nao powder abrir nem consentir
1agradouro nos terrenop da ilha.
Apresentar-se no acte da arrematacao corn fia-
dor idoneo ou carta deste.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 29 de maio de 1884. 0 escrivlo,
Pedro Rodrigues de Souza.

Camara Municipal
Recife, 29 de maio de 1884
"Tendo, na qualtdade de commissarmo de edifica-
ai o, or'ienado ao fiscal do Recife, Santos Neves,
q me intimasse aos donos de certas casas A ruan o
Bom Jesus: que mandassem coucertar as pedras
arrancadas nos respectivos passeios, e isto desdce
o din 16 do andante, e neo teudo dito fiscal feito


Para o Interior
No patacho hespanhol Elvira, carregou :
Para Uruguayana, Amorim Irmuaos & C. 40
barriers corn 4,671 kilos de assuca- branco.
No patacho hespanhol Francisco, carregou:
Para o Rio Grande do Sul, Amorim IrmAos &
C. 100 barrios corn 9,600 litres de aguardente.
No patacho norueguense Urda, carregou :
Pam o Rio Grande do Sul, H. Lundgrin & C.
4,000 cocos verdes.
Na eseuna national Macah, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmaos &
C. 50 pipas corn 24,000 litres de aguardente; J.
S. Loyo & Filho 100 ditas corn 48,0.0 ditos de
dito.
No vapor national P. do Grao Pard, car-
regoal:
Pars Bahia, J. J. Saboia 15 saccos corn 759
kilos de carnadba.
Na barcaga Aurora 2a, carregou :
Para Macko, J. J. da Silva Campos 19 bzns
corn 1,500 litres de mel.
Para Jacari, J. J. da Silva Campos 5 barris
cora 240 litros -de aguardente e 1 'barrica corn 72
kilos de assucar branch.
Na barcaqa D. Sophia, carregou :
Para S. Luiz, J. B. de Carvalho 1 barrica corn
60 kilios de assucar refinado.


VAPORS ESPERADOS


Teutoia
Rosario


de Genova
de Trieste
da Europa
-junho-
daEurops
wo donorte
do Pacifeo
&ml Sul


hoje
hoj
hoje


Spars exe-
nte e aco-
.importan-
adcha nesta
rntes parsa
moo, 30 de
Silva, .


I maio de


Devo~alo de Mo ma IBehora da
Concelvio, ereeta so convento
de s. Prauslce..
De ordemr- da mesa regedora convido a todos os
irmaos a compareeeroem em nosso cosistorio for
dia 1 dojunho pelas 9 horas da manhi afimr do
contigregados em mesa geral procedermos a leiWao
da nova administrator .
Secretaria da Devoclo de Nossa Senhora da
Concei9gao, 28 de maio de 1884.
0 seeretario interino,
JoseG C. L. de Melo,


DevoVAo de Nossa Senhora da
Conceieo, erecta no convento
de .. Francisco desta eldade
do IRecife.
Tendo a mesa regedora d'esta Devocao eneon-
trado deficencias na rcalisaclo da festa de sua pi-
drocira, resolveu deixar de fazel-a c bemrn assim en-
tregar a todas aquellas pessoas que faziam part
da delei.Io e irmAos que concorreram para este acto
as exportulas corn que concorreram devendo aquel-
leic que se acharem prejudicados reclatharem A rua
da Assumpgao n. 58.
Secrctaria da Devoao de Nossa Seuhora da
I Cuicciao, 28 de maio de 1884.
0 secretario interino,
Jozd C. L, de Mello.
Tlaip!raria dg oMonk t
0 coaselho para fornecimento de vivercs, forra -
genus te ferragens saos corpos desta guarni(aio e en-
fertnaria military, recebe propostas no din 9 de ju-
nhoi do corrente anno at6 as 11 horas da manhui,
no quarter general do commando das armas, onde
fnmeciona o mesmo conselio, pars contratar o for-
necimento de generous alimenticios Ais praqas de
pnrt, forragens, ferragens, pastagens e medica-
meutos paraa cavalhada, durante o 2' semestre
do auno corrente, a saber :
Agna, balde.
Aguardente, litro.
Alctriai, kilograrama.
Amincixas passadas, idem.
Ararnta, idem.
Assucar bronco refinado, de a qu dlidade, idem.
Assucar refinado de 2 qualidade, idem.
Assucar refinado de 3a qualidade. idem.
A.siwcar mascvo refinado de 3a qualidade, idem.
Azeitc doee de Lisboa, litro.
Azeite doce de Lisboa, fino, garrafa.
BLacalh:3, kilogramma.
Bai.iia prata ou laranja, duas.
Ditas (e S. Thomn6, uma.
Banha americana, kilogramma.
B1atatais inglezas, idem.
Biscoiitos de araruta, idcm.
lBulaehiinhas americanas, ideinm.
Borra..ios on poanbos, urn.
Caf6 cm grao, idein.
Cafr mIoido, idem.
Carnome de carneiro, idem.
Came de porco, idem.
Cameuc de vyucca, idem (sem osso).
Came de vitella, idem.
Carnet secca do Rio Grande, idem.
Chli da India, idem.
ChiA preto, idem. .
Cevadinha, idem.
Ccrveja national, mcia garrafa.
Chocolate commum, kilogramma.
Chocolate musgo, idem.
Farinha fina de Mag6, 1 qualidado, litro.
Farinha fina de Magi, 2 qualidade, idem.
Fcijao preto, idem.
FeijAto mulatinho, idem.
Feijao braueo, idem.
Figos passados, kilogramma.
F'rangos, urn.
G.liinha, uma.
Gelea de mio de vacca, kilogramma.
Gela de marmnellos, idem.
GeMca de musgo, idem.
Goiabadas em latas grades, idem.
Laranjas da China, uma.
Laz anjas selectas, idem.
Laranjas da t'rra, idem.
Limas, idem.
Lim5es azedos, umn.
Limnes does, idem.
MacarrAo, kilogrammas.
Maisenas, idem.
Mateiga ingleza de 1, qualidade, idcm.
Marmelada national, idem.
Matte em folhas, idem.
Dito em p6, idem
Ovos, umn.
Pao, kilogramma.
Pao-de-16 tonrrado, idm.
Passas, idem.
Peixe salgado, idem.
Dito fresco, ra ilo.
Queijos de Minus. rim.
Roscas de Ia qualidade, uma.
Ditas communs, idem.
SagS, kilogranma.
Sal, litro,
Tapioca, kilogramma.
Toucinho de Minas, idem.
Vinho braneo, litro.
Dito tinto, idem.
Dito Madeira, garrafa.
Dito Malaga, idem.
Dito dito, litro.
Dito Porto, (eomnmum).
Dito dite fino, garrafa.
Dito dito genwroso, idem.
Vinagre braneo de Lisboa, litro.
Dito tinto, idem idem.
Verduras e tempers, raao.
I ura fomyei.r eferrat-em
Alfafa, kilogramma.
Mlilbo miudo national, idem. '
Fareleo de Lisbos, idem.


Capim, uiedida caixao.
Ferraduram, numerous.
Cravos,.eento.
Pastagens para a cavalhada, numero.
Medicamentoa, idem.
Parg di'erso misteres
Carv&o madeira, seaco.
Dito coke, kilo.
Graxa do Rio Grande (bexigs) idem.
Lenha em achas de 1 metro, uma.
Dita em toros, uma.,
Lsva e' de roupa Bem distinc* o do peWaa, ums.


a aaeiier acar4 .jtmoot, s c~pra posa vaor-
eineor is na multa de '25P0.Bbre o valor
do generoT-regeitdo ou no reeebido em tempo.
5a Os concutrentes sio obrigados a apresentar
amostras dos generous ou artigos que form julga-
des preeisos pelo conselho.
61 As propostas serdo apresentadas em dupli-
catas at6 as 11 horas do dia 9 do citado mez, em
que serao abertas e apuradas em present dos
proponents. Na mesma eccasilo se aeeitargo
propostas para a venda de estrume dos animals
da companhia de eavallaria."
Thesouraria de Faxenda de Pernambuco, 14 de
maio de 1884.- 0 contader,
J. de 3B. e Aecioli de Vasconcellos.


Sociedade Ave Libertas
No domingo 10 de junho ha de hayer reunion
geral da soeiedade Ave Libertas, na run do Imra-
perader n. 31 Pee gA todas as Exmas. seuhoras
socias que compaream a esta session. Recife, 28
de junho de 84.==A 1' seeretaria,
Maria Albertina Pereira do Rego.
Thesouraria de Fazenda -de
Pernambueo
Substituigao de notas
De ordem do flim. Sr. inspector se faz public
que em virtude da circular do Thesouro Nacional
n. 19 de 5 do corrente mez, publicado no Diario
Official n. 136 de 17 do mesmo mez, foi prorogado
at6 31 de dezembro do corrente anno o prazo mar-
Scido para a substituigio sem desconto das notas
deo 05000c da 5a estampa, 105 da 5' e 6a, e 15000
da 3-' estampa.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 27 de
maio de 1884.
0 secretario da junta,
Francisco Antonio de Oliveira e Silva-
IRMANDADE
DO
SS. Sacramento da matriz de S.
Jose" do Recife
I)De ordem do nosso irm'o juiz, con-ido aos ir-
mnaos desta veneravel irmandade a reunir-se em o
nosso consistorio no domingo 16 de junho do cor-
rente anno, pelas 9 horas da manhi, afim de as-
sistirmos a missa votiva ao Espirito Santo, se-
guindo a eleieao em mesa geral, conforme os
arts. 36 e 39 do nosso compromisso, eleiclo dos
novos funecionarios que teem de roger esta irman-
dade *o anne compromissal de 1884-85.
Consistorio da irmandade, 28 de maio de 8-i.
0 escrivao,
Heliodoro Rabello.

Santa Casa da Misericordia do
Recife
Na Santa Casa arrenda-se por um A tres annos,
os seguintes predios :
Rua dd Saudade


Casa terrea n. 5
Travessa de S. Pedro
Sobrado de dous andares n. 2
Rua do Bom Jesus
Segundo andar do sobrado n. 13
Rua do Burgos
Casa terrea n. 27
Beceeo das Boias
Loja do sobrado n. 16
Sensala-Veliha


Casa terrea n. 18
I
Casa terrea n. 49
Casa terrea n. 16


Rua da Mocda
ienzala-Velha


Casa terrea n. 127
Rua do Encantamento
Primneiro andar do sobrado n. 9
R"a do Visconde de Albuquerque
Casa terrea n. 61
Run Sete de Setembro


40.000
303000
305000
18.000
125500
20.000
304000
203000
125000
15Y000
171750


Casa terra n. 28 480000
Estrada do Rosarinho
Sitio n... 2501C00
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de maio de 1884.
0 escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.


EMPREZA DO GAZ
0 Gerente pede aos
Srs. consummidopes que
queiraln fazer qualquer
cmunicacao ou reela-

iv&'a, seja esta feita por
,.cvipto e a elle dirigida,

que se achara nu s dias
uteis, a rua do Imperador
a0 1 das, 10 horas da
manha a I hora datarde,

otmde tamberm. se poeet,
berO qualquer conta que

uei am pagar.
Os unicos cobradores
externos sao os Senhores

Francisco Felix de- Mello

e Hermillo Francisco Ro
rifues Freire, e ado

for predsooSr, Antonio.


desla
rnnuac.4


COMPANHIHA-DRAMATICA

JUJWLITA DOS SANT0S
DIRIIDIA PORli

MOIRA D VASCONOLLO8


Dom


FRANCISCA LEAL EJE UINA LEAL
Offerecido ao Exmn. Sr. commendador Jolo I into de Lemos e a sua Exma.
familiar.
Subir a scena o inagnifico e sempre applaud dissimo drama em 2 actos, de
propaganda, escripto expressamente para JULIETA OS SANTOS polo Ilm. Sr.
JOAQUIM NUNES.



A CORJA OP LENTA
Polo sympathico e popular artist LYRA, em obsequio As BENEFICIADAS,
uma das suas mais chistosas e applaudidas
SCENAS COMICAS
Segue se pela phenomenal actrizinha JULIETA DOS SANTOS a chistosa e
sempre applaudidissima scena comic, toda ornada do niusica



iI0H1 oD Iufllo
Onde a interessaate JULIETA cant a conhecitla SERENATA da opercta de grande
SUCCCSti0

Terminard este graudo e minagnifico espectaculo pela dosejadissima comedia
cin umn acto, do costun,'s portuguiczcs, original do actors COSTA LIMA"

A ESPADELLADA
Em que se cantatn os s,'gaintes nuineros d inusica :--1 o .1lhco por Julieta dos
Sntos e Lyra; 2- Canumat verde, por todos os art'stas e figurantes; 3' o Desafio-por
Jesuina Leal e JoAo Rocha; 4- a Ballada-por Julieta dos Santos o Jesuina Leal, e
c6ros; 5 a 'Serandinhl, cantada e danu.ada per toda a companmia e figurantes.
SN'esta comedian, ver-sc-lia n'uma barquinho, os seranleiros, vindo n'ella os
artists JULIETA DOS SANTOS, Adelina Castro, Lyra e Castro, cantando o Ma-
I lho corn aconipanhamento de viola.

0 distinct actor LYRA prestou-sc gcntilmnonte a abrilhantar este cspecta-
culo, que muito agradecein as beneficiadas.
N'um dos intcr.allos irao as bcnefiiadas cumipriwentar os scus convidados,
attendendo a brevidade da partida da companhia quo segue para o CearIt.
Bonds para todas as linhas depois do espectaculo.


THEATRE



SANTA ISAEIL

Teraa-teira 3 de juniho

Beneficio da Sociedade ((Ave LIBERTAS

GONZNGA

Drama em 4 actos do poeta dos escravos Castro Alves.
(Reprosentado por mog9os estudantes da Faculdade).
TerminarAi o espectaculo corn urna bella apotheose ii

BEComegarDEs 8 hors.
Comegarma mis 8 horas.


OPAIA CONTRA FO1GO
W~~jxm r(wDDO0r


SThe Liverpool & London & GIo

E fIRIBDsINSUIRNCE COMPANY
No escriptorio d'es- AGENTES
ta comipanhia paga-se &lllr Brotir & ,
1I--CORPO SANTO.-1l
o 72 dividend cor __

respondents ao semes-
tre findo, a raza"o de l
34000 por acqao, sen-
do diariamente de 15 IMPERIAL

a 31 do corrente mez, CBMPA ]]E SI[IIRO8
e ao depois, nos sabba- CONTRA

dos.

Escriptorio da Corn- F
panhia do Beberibe, Tendo roduzido a uas taxas do
12 de mao de 1884. premio offerece graadesvantagens
2 de maiao dSrs. negociantes e proprieta-
0secretario, "remo. moedicos,
iiegrwaua ind"litavel,
Jose E. F. Jacobina. Z pre ipt pagamen de
preJunlos =o"

INDEMNISAflORtA Capital 16 OW#O$N
Toma sesuros marltimo e mcntra Recife, 1 de a Coist de1881.
LARGO DO CORPO SANTO AGETE
SAO SEUS AGENTS Browns & C.
Companis A ABiangD, XaBabiag P
a ;Patveranga, no Rio Gran- UA DO COMNRCIO N. U
de. do Sul.
Os rs.:
D. Joviosr Alvarez, MoPutevid#,o.
D. iter is Schni 1.1r, -ttlhr'mi. ILI Iluono A,
D.Th I,1.ri*o B -* '* vi fl


ib

Y


0@

ingo, I de junho

Ultimo espectaculo ..
sIFIT.CI S AV'CtlIZES


Ii~


I


F.


vaneio


.,1


























,AO
)0 11 : ; **. : .- : -


-CLUBIC-GARLOS GPIIS
Concerto wocal e instruintal
Euclides Fonseca
tSabbado, 1 de malot de 188
1.a PARTE
Guarany, ouvertura at 2 pianos, A 4 maos.
pela Exmna. Sra. D. Florinda Main, e os Srs.
Agostinho Lcal, Elias Pompiho e E, Fonseca.-C.
"Gomes.
Trovador* phantazia para flauta, pelo Sr.
Basilio Raposo.-Ciardi.
Tarantella para piano, pela Exma. Sra. D.
Herminia Maia. -Beriot.
Aria de Alvise da opera Giocondia, pelo Sr.
Jo(ao Neponmuceno.-Ponchielli.
Gramudee brillhante pliInutasia, (A
2 pinos, sobre motivos de Verdi, p1.la Exma. Sra.
*i D. Maria C. Rodrigues e E. Fonsea.- Cerimnelo.
I due eoacari, Tu ptr lo sai cite qiudiee,
duetto pela Exmna. Sra. I). Maria A. G. rfIecixeira
e o Sr. J. Nepomuceno. Verdi.
2.'a PART
Le pot(e et le paysain,. ouvertura, par-(
piauo A 4 -ilous, pelas Exmas. Sras. Dd. Maria A.
It. Teixeira e Amelia Guimaraes, 'coin acompa-
nhanmento de flauta, violino e violoncello.-Supp6,
Trovador* phantasia para piano, pela Exma.
Sra. D. Florinda Maia.-Goria.
Polka de comucerto para clarineta pelo
Sr. Manoel Bandeira Filho. E. Fonseca.
Prasiesxi po.i* duetto p-ara baritone e
baixo, plos Srs. J. Nepomuceno e G. Nind.--
Ponchielli.
Rigoletto, phaIntasia A 4 maos pela Exma,
Sra. D. Urcicina Alciforado e E Fonseca.- t eri-
mele.
Traiata, lphlanitasia para dnus pianos e or-
gao, pelas Exminas. Sras. Dd. Floriuda Mlai, Ur-
cicina Alcoforado, e o Sr. Elias Pon.pilio, corn
aeompanhaminento de flautim, flanta, ciarinecta, vio-
lino e violoncello. M. Fischetti.
Iutcrvallo da 1 para 2k parte de 1/4 d ehora.
rineipiara is 8 horas.
spuBo pelas linhas principles.


ARITlIOS
0 vapor inglez F 'utonia esperado da
Europa ate o dia 29 do corrente, segue
depois da demora precisa, para a Bahia,
Rio de Janeiro c Santos. Recebe cargr
o passageiros a prego modico. A tractaa
corn os agents Johnston Pater & C A rua
do Commercio n. 15 1' andar.
Recife, 21 de maio de 1884.
Companhia Brasileira de Nave-
garao a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor
Bahia
Commandant 1i tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos portos do
... "- sul atW o dia 6 de junho
oi^.^I '^ ^ e seguiri depois da demo-
....+++-.:,. ra indispensavel, para os
... .-^.: -^ portos do norte at6 Ma-
nmlos.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44
PORTOS DO SUL
S0 vapor
Pernambuco
Commandante o capitao de fragata Pedro
H. Duarte
E' esperadodos portosdo nor-
te ate o dia 4de junho e
seguiri depoig da demora
do costume para os portoado
fjul.
Recebe tambem carga pra Santo e Rio Gra
de, frete modico.
Para carga, p0agens, 0 val(l
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44
COMPANUIA PENRAMBUCANA
DE
Mavegafio Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor',
Aracaty, Ceard, AcaracA e Canmossimn
Segue no dia 5 deju-
Jnho o vaporPirapama,
-_ commandant Rino,
is 5 horasda tarde.
_Recebeecarga gat`Wo
:_- -= = -: -_- :d ia "=4 .
Encommendas, passagens e dinheiro a frete ate
as 3 horas da tarde 'do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cases da Companhia Pernabu--
eana n. 1I
ROYAL EAIL STEAI PACKET
COII'ANY,
comfy
ursande rednccai now precos das
pas0 agents
0 VAPOR


te Horton
Espera-se do Rio
de Janeiro no dia 14
dejunho o qual de-
pois da necessarma


*-e corn os
Ak "


Pama4


ropaW ate o t a e
.de junho e segui
-rA pararo sinide-
i ppis da demora do
Costume.
encomimendas e dinheiry


a frete: tracta-se comos
Coansignatarios
Wllson sons i C., Limited
N. 14-RUITA DO COMMEWI-O-N. 14


0 vapor
Magellan


|"^ -^< ~ dosulat6 odia 5 de
*j ^ junho, seguindo para
11 L *a Europa depois da de-
mora do costume.
Para carga, passages, encommendas e dinheiro
a frete; tracta-se comnos
Consignatarios
VWilson Sons 4k C., Limited
N 14 DO COMMERCIO N. 4-1
COMPANIIE DE MIIESSAGE-
RIES MARITIMES
LINIIA MENSAL
0 paqucte
Gironde


Commnandante


Mlorea it
Espera-se da Eu-
ropa ate o dia 3
de junho, seguin-
Sdo depois da de-
Mmora do costu-
me para Buenos-


Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Mlonte-
tevidteo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o
AGENT
Augusle Labille
9 RUA DO COMMERCIO- 9

CHil1RGEURS REUNIS
Companhia Franeeza de Navega
ao a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Bahia
-N-, S. E' esperado dra Euro-
=-.--2 pa at, o dia 6 d e
t tjunho, seguindo de-
e at pois dar indispensavel
remora para a Ba-
S lia, ioe dee da-
neire e S antos.
Roga-se aros Srs. importadores deo carga pelos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias, a contar do da descarga das alvarengas, qual-
quer reclamaxo concernente a volumes, quper-
ventura tenham seguido par os portos do sul,afir
dese poderem dar a tempo as providencias necessa-
rias.
Expirado o referido praso a companhia nio s
responsabilisa por extravio';.
Recebe carga, encommendas e passageiros, para
os quaes tern excellentes accommodates.
AGENTS
Augusto F. de Oliveira
&CO.
42-RUA DO COMMERCIOO-42
(Entrada pela rua do Torres)
* Saites & Brasil mail S_ S. C.
O vapor
Finance


.4


E' esperado dos portos do
sul no dia 7 de junho, e
depois da demora necessaria
seguirA para o


Maranh.o, Para, S. Thomaz e
New-York
Para cargu, passagens, e encommendas, tactar-
se corn os


N. 8


AGENTS
Henry Forster & C.
RUA DOCOMMERCIO N. 8
1." andar


Pelos vapores desta companhia dso-se passa-
gens para Liverpool ao prego de 200 dollars ; o
passageiro desembarcando em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool quando Ihe ap-
prouverpor vapores de la ordem.

Pmd L buha e NOll
It .kj SeguirA nests poucos dias
para os portos acima a barca
^ ^ portugueza Nova Vencedora :
spara. carga e passageiros, trata-
se corn w consignatarios Jose da Silva Loyo &
Pilho.

LEILOES

Agente. Silveira

Leilao


De 2 bob
bem como,
an
Ake


e .n tim
ma raca.


. gpaia, quae sao art1e do espolio de Elias A
0 ilscao deoAlbuquerques Maranhio.

Leihao
fa 1* mpa
De zendas ip avaria

SSabbeo 31 go 0orranta


das


A's I I horas
Por interven$?o do agent

Alfredo Guimaraes
Em seu escrtptorio a rua do Born Jesus
n. 45

Leilao

De t caixa comn espeihos e I dita
corn chap6os para senhoras

A's 11 horas
POR INTERVENQAO DO AGENT
Aifredo Guimarnes
.Em seu escriptorio d ,'ua do Born Jesus

Leilao
Em continue ao
De 1 mobilia da jacarandA, camas francezas,
mesa elastica, cadeiras de balance, aparadores,
quadros, cabides, machine de costura, lavatorio,
loueas, vidros e muitos outros objects de uso do-
mestico existentes na casa terrea na rua do Soce-
go n. 26.
guonla-foira, 2 o ouho
A's II1 horas
POR INTERVEN.9AO DO AGENT
Gusmao

Agente Silveira

Leilao
Segunda-felra. 2 de junho
A's 11 horas
No aruniazemn de models
Largo do Paraiso n. 26
0 agent acima devidamente autorisado levar&
a leilAo o terreno onde estA edifieada a dasa ter-
rea sita A rua das Nymphas n. 24. Medindo o ter-
reno 26 palmos de frente e 80 de fundo.

SAgenle Burlamaqui
2. leilao definitivo
Tertapfeira, 5 de junho
A's 11 horas em onto
No armazem da rua do Impe-
rador n. 94
0 agent acima por mandado e em presence do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito da provedoria, leva-
ri a leilao a casa terrea n. 7 A rua e travessa d a
Baixa Verde (us Capuinga) servindo de base o
preco queobteve.

Agente Burlamaqui

Leilao
De um cabriolet americano corn dous assentos,
quatro rodas, arreios para urn cavallo, um cavallo
gordo proprio do cabriolet, e mais dons arreios
novos para carro e bridges.
Terta-feira, 3 de junho
A's hllhras em ponto
NO ARMAZEM A RUA DO IMPERA-
DOR N. 24

Agente Burlamiaqui

Leilao

Ter.a-feira, 3 de junho
A's 10 1i2 loras
NO ARMAZEM A. RUA DO IMPERA-
DOR N. 24


De 10 barricoes corn copos finos, compoteiras
caliees, castigaes e mangas de Baccarat e outros,
mauitos vidros, para fechnamento de contas, ira
tudo ao correr do martello e por ordem de diver-
sos.
0 agent acima lovara a leilo os objects men-
cionados ao correr do. martello.

Agenle ilve

Lei'ao

9urnrbfiefra, 4 do jAnb
A'is It it ieras
No arwmem deo .largo do Paraieo
0 agente acima. Dor maudadoasoistenuiA do


Segunda.feira, 9 de junho
Ae inie did
Caramo e Silva
Plenamente autorisado venderA os seguintes
predios : "
Um sobrado de 1 andar e sotao ( rua do Com-
nercio n. 7 em solo proprio, junto a Associaao
Commercial, corn fundo para o cases onde embarca
a pranchaemnavio de qualqueroallado, e a pou-
0o reedificado.
,Um sobrado de 1 andar e sotASo A rua das Trin-
cheiras n. 40, em s6lo proprio.
Um grande sobradi de 3 andares, A rua do Pa-
dre Floriano n. 40, em s6lo proprio.
Uma casa terrea A rua Imperial n. 125, corn 2
salas, 4 quartos, cosinha extor na, etc., s6lo foreiro.
Uma casa terrea A rua Sete de Setembro n. 20,
cam 2 salas, 4 quartos, cosinha e quartos externos,
quintalgrande cm solo proprio.
Urma casa (armazem) A rua do Marquez do Har-
val n. 7, em s6lo foreiro.
tua. n,9 ie- iunfo
Na agendela de lelloes
27 Travessa do Corpo Santo 27


AVISOS DIVERSOS
Aluga-se por preo carmmodo a.excellente
chacara A rua do Caldeireiro, no Caldeireiro, corn
magpiificas accommodates para familiar, muitas
arvores de fructo e boa agua potavel. 0 sitio
estA perfeitamente murado em teda a long area
de terrenos que abrange, e tern alem da casa
principal, muitos commudos externos para cria-
dos, grande estribarii, gallinheiro fechado corn
grades de ferro, banheiro, etc., etc. : trata-se na
rua do Apollo n. 32, 10 andar, escriptorio.


1uga'-e os ana superors do predio n. d,* Lugo
61 sitoArua do Impgdor ;a trataw no pavirne- J0 pirTo Pereira do Lago, sua muiher, fi-
-'ato terle20 ^do pedi u.1i0,. upra^a d e & Ios e nora agradecem sineeramente is pessoas
dmr0 eaw araw aweemiterio o cadaver do seu
'Pr'is-s de um Pmpesoa o prfesor Ao nie avermo dense
p n ir ho, irmd e cunhado,Ant Hermogenes Pe-
de nheavaa Bemfamilia, ra em reiradoLago, e eonvidam aos seus amigos e Os
n engenho a dous imeinos as primer lettras ; do finado, para assistirem as misses que mandam
quemretender, dirija-se a rua do Imperador a. rear nas igrejas de N. S. do Tergo e matriz dos
81,salada frente. Afogados no dia 2 de junho, As 7 horas, setimo de
Precisa-se de duns costureiras : na rua lax- seu falleeimento, pelo que se confessam gratos.
ga do Rosario n. 26, 30 andar.

Jardim das plants Ao colmmercio
Rua d1.,Mondeg~o ni. 8O
e sapoteiros muito andes e Participamos ao corpo commercial que coinpra-
Sapotisciros feucto, a4 it 3,sgndo oeta-.mos o deposito sito A rua Vidal de'Negreiros n.
pados, dandofacto, a 41 e a 34, segundo o ta- o21, o rteneute ao Sr. Trajano Sabiio Vicira da
manho, edesendo at 1 corn seis apalmos. Corn- Cuna, livre e desembaralado : quem sa julgar
prando-se mais de dez faz-se abatimento. Ha credor, apresente as suas contas no prazo de tres
outras muitas plants tambem para preosCor-dias. Recife, 30 de maio de 84.
modos. .I Sebastilo Jos6 de Souza Correia & Ihnmo.


SEI
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A A r
"' + I- p; r I





tHOAP O f


4AfC


Aluga-se urea casa no Espinheiro, A rua do
Dcsembargador Nuues Machado n. 1, corn gran-
des commodos e um grande quintal murado com
muitas arvores fructiferas, muito boa eacimba,
corn agua encanada e um bonito jardim ; a tratar
na rua de Pedro Affonso n. 70.
Precisa-se de um caiheiro comn pratica de oS
molhados ; a tratar na rua do Marquez do Herval I
numero 141.
Idalina de Souza Moutinho participa As Para que o public reconhega que os queijos carimbados corn a marca acima, irm-
suas antigas freguezas que continua a trabalhar port seria e bemrn fundada garantia do recebedor, transcreve aqui a 3.' parte de suas
em babados plisses, assim como recorta babados instrucgoes sob as quaes sAo fabricados os mesmos queijos no SERIDO', cuja inspec-
de seda. Recebe encommendas de cangiea, pra- 9o e alli feita por seus agents, a quern compete carimbar sumente os que recebem
tos e formas, faz plo de-16, bolo ing'ez, de bacia, dos fabricantes corn as suas devidas numeragoes em baixo relevo, conmo se verificarA
de rolo, born bocado, pasteis de natf, may benta,
aletria de ovos, semedo, arroz de leite, tortas, bo- nos mesmos queijos, na part inferior a marca supra.
linhos de raiva. Prepara presuntos de fiambre, INSTRUC(OES
rerus, peixes, empadas e fornece comidas para
fora, tudo corn asseio epromptidao ; na rua do 3 parte. Os fabricantes marcarAo os queijos no acto de pol.os nas forms corn
Caldeireiro n. 56. as numeragoes que Ihes forem fornecidas pelos mesmos agents, deixando porem de os
BDJoul!trias de phantasia marcar quando o queijo nao sahir nas condiqes exigidas, pelo qual perceberA o fabri-
Ahinetes de gravatas-em 40 models, correntes cante o mesmo prego como se estivesse marcado.
de relogio e botoaes para homrs,-pnlras, alfi- e fa aci a dito comprehendero bern os apreciadores do leite do SERIDO'
netes, vmoltas eportab blues para senoras o'; s- desta marca se poderA fazer um present de leite puro. As encommendas
tras na vitrina da loja & rua Nova n. 16. para as doe 4, 6 e 12 queijos |deveraoser feitas corn antecedencia no armazem do
n-- rsa-:sbonitos, eade tedeeure;am-a rocebedor-T tdeDeMat Dus n. 5,a vontade dos compradores, nas principles
-Precisa-se de uma ama de leite e de urna s 8 m >
engommadeira ; na travessa de S. Pedro n. 8. casas de molhados a retalho desta-*dade.
e-re-se ao Sr. Antonio Lopes Rodrigues, Recebe dos portos do norte por t'oqs ospaquetes nacionaes.
que venha dar cumprimento A sua palavra fixada U NI0----
para o fim de abril, na rua Nova n. 26, primeiro
andar.,
-Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 41 FU N I1A G ..
rua do Rangel; o primeiro do de n. 25 A rua I
nova de Santa Rita ; a casa terrea de n. 17 no .
largo de Apipucos : 1 da travessa da Hora no Es- i F


pinkheiro ; 36 a rua da Ventura, na Capunga : a
tratar na rua do Hospicio n. 32.
0 desembargador Henrique Pcreira de Lu-
cena perdeu a police provincial n. 2839, do valor
de 1:000;, pertnecente A sua filha Maria Annun-
ciada Carneiro de Lucena, e para poder requerer
outra em substituioo, faz a present declaraco.
Na rua do Caju n. 6 engomma-se corn per-
fei*ao e per commodo prepo.


URGENT
Precisa-se de uma
ama de leite, que seja
sadia, para amamentar
uma creanea de pouco
tempo, pag'a-se bern;
no escriptorio d'este
Diario se dira.




Aos 4:000$000


lua do BDaro da Victoria n. 40
Se eaas do eestune -
'0 abaixo assigado acaba de vender
am PeUs felizes bilhetes um meio n.
3,832 coma sorte de 200#, dous quartos In.
178 corn a sorte de 10000, um meio n.
3,8W corn a- sorte de 100OO00, al6m
- diveios premios d 32#000, 16AO e


no abaixo assignado ownvid
es A virem receber a couf
costume, seir desconto gun
L-se A vend& os feliBeo W


na terga-


0 0 *^11-1 :,1
0 0 ..-,;:.:1


ALLAN PATERSON 8 C
N. 4-Rua do Brum--N. 44
JUNTO 4A ESTAVAO DOS BONDS


qaer


Tern para vender, por preoges modicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas e batidas.
Crivaqoes de diverssos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos models.
Portas de fornalha.
SBancos de ferro .com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de q alqer conertos, asentameao machinimos executam
trabalho corn perfeigo ou presteza.


qual-


CHAPEUS


Altos, de castor eseda, baixos, de feltro de
todas as qualidades e para "engenhciro" for-
ma ingleza. Manufacturados corn perfeivao
e elegancia,-prefos resumidos-garante-se
o aperfeiyoamento no trabalho.
No deposit da Fabrica a Vapor, rua do Ba-
rio da Victoria n. 34, de Antonio Jos,6 Maia
a Cis


PRRM(ACJA
ANTIGiA PIUAIU


Af--I


LEVY
P. MAURER
a do pelt*

FJ E IJEAV


"k a F LI


I!


I


I




















GRANDE


Rvender mais brato6
Sque em outra qual-
"quer prte.
Hl'tt~aa. o'abiL
qifpIhcpbtiL

Cambraias transparen-
tesa33$
E pechincha
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, A esquina
do beeco dos Ferreiros. vende-se peas de cam-
braia branch transparent, send azuladinhas,
para vestidos a 3A a pea ; sao muito baratas.
Favor
Por motive just deixa de ser extrahidi corn a
loteria da provincia n. 42 as acres entire amigos
sob o titulo-Favor-e sim corn a de n. 60.

aiii
duas casas terreas ns. 24 e 18, A rua Capitio de
Lima, em Santo Amaro : a tratar na mesma ma
n. 30, ou na ruma do Marquez de Olinda n. 8.


.Joss Joaquim Peretra Mendonca
FlIho
1^ PilBO
Jess Joaquim Pereira Mendonca e candida Eu-
genia Pereira de Mendonca agradecem do intimo
d'alna a todas as pessoas que fizeram o Caridoso
obsequie de acompanharem na sua ultima morada
os rests mortaes de seu presado filho; e de novo
; rogam aos mesmos, a todos osf seus parents e
amigos para assistirem as missas do setuno dia
Sque mandam celebrar por alma do finado, no dia
S2de junho proximo future, na igreja do Espirito
Santo, As 7 112 horas da manhb ; e desde jA se
confessam eternamente agradecidos por ease actor
i. de caridade.
|i D. Deatrix Bittencourt Corte
Real
SD. Joaquina Angelica Bittencourt Corte Beal
(ausente), D. Maria Henriqueta Rabello Bitten-
court, D. Maria Anna Bittencourt Corte Rtal
.f (ausente), Raul Bittencourt (orte Real, D. Emilia
Bittencourt Corte Real, Manoel Thomaz Bitteu-
court Corte Real, Valtriano Manso Costa Reis, D.
Carolina Emilia Cysneiro Cosa Reis, D. Maria
das Merces Cysneiro Costa R&, Manoel Cysnei-
ro Costa Reis e sua mulher, pharmaceutico Jos6
Bcmrnarde Cysneiro Costa Reis, tios e tias (preseu-
Stes e ausentes) agradeeem do intimo d'alma A to-
das as pessoas que se dignaram acompanhar atW a
Sultima morada os rests mortaes de sua sempre
i chorada filha, neta, irma, sobrinha e afilhada, D.
Beatriz Bittencourt Corte Real, e mandando cele-
brar misses pelo eterno repouso da finada, segun-
da-feira 2 de junho, setlmo dia do seu passumen-
to, As 7112 horas da monhi, na matriz da Bo-
Vista, convidam os seus pareutes e pajra
assistirem a ease aeto de re, e.dad, e polo
U 1 o nf se ont gratos.

Luz brilhanBte sem untio
Oleo aromatieo
HYGIENICO E ECONOIICO
Plm fnnmias
tc 1 QO lniji


Martins & Bastos
Pernambuco
Nuwmero telephonlco n. 33
Compras se
diaries e jornaes : na rua do Rangel n. 75, e na
rua larga do Rosario n. 13.



RELOGIOS
I) IISRJ15EB1 JOIAS
DE
IIGUEL WOLFF &C
Offerecem ao respei-
tavel publicO umr gran-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
tes, e se aeham habili-
tados a vender m'ais
barato d1o qe 'otr
qiuaquerg visto rece-


rile





$gao
CID
- &. .
oc I
0
ILD

CD
(Ds0'


* D mO-ATI-Nm pIZe qJUedB nATs urea
s eTODAch ASa OMlMlSiA1 DAeo B Pnr, .
nAS te UCiM u mAns OU e LWEM BA.ARB,
NOS6 SOFRiMM3MOR oCcABio*ADo6
PBLA IMPUTRUIA DO &A&GU, N PIN2ALIMinI
iAm D rvxwTI r6Bii DA. sTnHUmm

DOSE-NOe primeiros eels dias um colbRM
das deochi pela manhb e ontra A nolte, puns-
mente ou dilulda em agxa e em aeguida mu-
dar-se-ha pars colheres das de 6p. ppra o0
adults e metade par as erwnMa.
REGIMENU Os doentes devTo atbdr-m
apenas do alimento acido e gorduroso; devem
usar dos banihos frios on mornos, segundo o
estado da molestia.

DEPOSIT CENTRAL
FABRIC APOLLO
Rua do Hospelo 79
PERNAMBUCO


A GRAMIATICANACIONAL
DE
J. A. DE CASTRO NUNES
Annotada pelo professor
JOst MAITINIANO DIE MOUZA
Acha-se 6 venda
Na Livraria Industrial, A rua do
Barao da Victoria n. 7 e nas demais li-
vrarias da cidade, a 1O000 o exemplar

Leite de aveloz
Para cura de cancros de toda a
especle
Perfeitamente couservado liquid graxo e con-
densado, approvado pela Exma. junta de hygiene
public do Rio de -Janeiro.
Privilegiado pelo governor imperial, pela effica-
cia da sua applicaoo.
Os frascos trazem o retrato do bacharel Jolo
Baptista Gitirana Costa corn a sua asaignatura do
proprio punho e sao rubricados corn tinta encar-
nada pelo cirurgiao dentist Numa Pompilio.
Unico deposit em Pernambnco, rua do Barao
da Victoria n. 54, 1 andar.
Prero de cada frasco para cancros 61000
Para ulceracoes e grannulaces do collo do
ero e cancros syphiliticos, formulaes-
ciwp 51000
Criado
Na rua do Born Jesus n. 57, segundo andar, so
precisa de um criado.


No.hacon. taverna do Hypolito, vende-se um
yindro inglez todo ae ferro, em porfeito estado,
nma masseira corn fund novo P tampa, de ama-
rello. e tendedeira ; todo e qualquer negocio ae
faz. vistn nan non nrppis.


~1

*S .* 0.


hI0


Modista
Rua da Prata n. 855, anrdar
Eduvirges Maria Coelfio participa as suas nu-
merosas freguezas que dispondo de habeis costu-
reiras e tendo por norma os figurines maisrecen-
tea, se acha habilitad, a satisfazer qualqaer toi-
let, como seja: para casamentos, bailes, theatres,
passeioa, etc.; enchovaes qara baptisados, e tudo
por prego mais commodo que em outra qnalquez
parte.

Ama
Pecisa-se de uma ama para engommar e fazer
algum serving de casa de familiar: na rua do
Brumi n. 68.


Auga-se barato
A casa terrea da Baixa Verde a. 1 C.
A cass terrea sita A rua do Visconde de Goyan-
na n. 107.
A tratar no largo do Corpo Santn. 19.


} Leite de Alvelloz
Conservado e garantide pelo pharma-
ceutico .
SAntonioI. Ye's;
Cada vidroj w immtrkcies 36000
OsioftWitos obtidos pelo leite de alvel-
do nosso estabelecimento, sAo a me-
i hor garantia pars quem desejar ter es
U te remedio pure.
) Pbarmacla Pernambu1nlR I
Rua do Caug % a. 11 ,"'

Precisa-se


----, ..... -* .....---......- alugar uma caaa nao m itc grande, que tenha
nt0 D 11I ntodas as'comunodidades e que seja situada perto
C t 0 Dina das linhas de bonds da Magdalena on Fernandes
Jeaquim Francisco Vieira, professor de canto, Vieirs, on do ferro-carril de CaxangA at6 a Tr.
e ena esposa Germana Vieira, professor de piano, re : na runa do Vigario n. 5 primeiro andar, es-
teem a honra do annunciar ao respeitavel public criptorio.
de Pernambuco, que se acham nesta cidade aptos an
para dar licoes de canto (eseola italiana) e piano A nl
pelo melhor method conhecido na Europa; quem Na ma da Impe.atriz 3, prci a-se d u
desejar utilisar-se de seus prestimos, podt procu- Narua da -mei atiz n. T 1 reca-edeuea
ral-os no hotel de D. Antonio. Caminho Novo, ou amea de meia dade par cosinhar em caaa de p-
deixar o nome e morada no escriptorio do Sr. quena fanilia.
commendador Luiz Jose da Silva Guimaraes, no
Recife, rua do Commercio n. 5. 1|n V flPAh 9more nil


ATTENCAO
Mathues Austin & C., na rua do Commercio
n 18, teem para vendor madeira de pinho de
rezmna:
3X9
3 X 12
4X 9
1 112 X 9


UJ IlUUl vJ u mulllUUlJLU
Para padaria
Vendem Henry Forster & C. A rua do Commer-
cio n. 8, primeire andar, oa cees 22 de Novembro
n. 2, armazem de nrinha de trigo.
N. 300,000
Roga-se ao Sr. Antonio Bezerra de Menezes de
Lyra quo o adiantamento que so lhe fez foi para
um fim tdo just, tao sagrado, e quando o senhor
seu filho estava no 1o anno, tend consciencia que


Em lots A vontade dos compradoreg, pregos soeu credor precise.
medicos.
AMA" G0hoir0
Precisa-se na rua da Imperatriz n. 6, de urma -Precisa-se de um cosinheiro que seja perito na
ama para tratar de meninos e qne lave e engom- arte e poessa dar infonnmagoes de sun conducts :a
me pars os mesmos, paga-se bem. tratar ns Passagem da Magdalna, runs de Bem-
___ __________________fica n. 12. Paga-se bern,
Cosinheira I u.1ilan" ,


Precisa-se de uma cosmheira : na rua do Ria-
chuello u. 57, poftto dc fefro.
Pennas de ema
Bento Machado & C. A rua do Barao da Vieto
ria n. 11, loja d'Aguia Negra, vendem porgao
destas peunas, de superior qublidadc.

Ama
Precisa-se de uma ania para lavar e engommar,
para casa de pequena familiar ; a tratar na rua
do Livramento n. 24, segundo andar.

Caixeiro
Preeisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos, corn
pratica : rua do Hospicio n. 34.


150,000
Lembra-se ao Sr. Dr. Francisco Xavier Paes
Barreto que faz tempo, quando V. S. era pro-
motor.

Precisa-&se de urema cosinheira : no segundo an-
dar do sobrado n. 7 da rua do CabugA.
Baletc de volta
Quern tiver para vender, dirija-se a rua Duque
de Caxias n. 2.

Cachorro perdido
Pede-se a pessoaes que encontrar urn eaehorrinho
1_ .... _.. I. ___ _4 It A. 3 A. A _


Al ugase barat eo feipuao (o rem ) ovar a rug ua Atr&-
A~lugamse b r w tIO 1f9o n. 4, que sera generosamente recompensado.
02' andar do sobrado a rua do Brumn an.84,
corn muito bone commodos, caiado e pintado de rllA Pa l
novo; a traetr a rua larga do Roaio nx. 34, bo- se
------------- ------ ....Aluga-se um grande sitio com carnmbsa,
pOVeite casa de morada, quarter pars criados co-
a,.,A..." r o c .,..ao heira, a a e da, uitas frueteirsa,
Grande porpo doe ports, vidr de o s llo a g encaxada, mtsfrctr,
ua.a.. que saevendemsna unova fabric de o crfj baixa pars capim, na Tore : tratar s
aaaFlorentina in. 15. Tambem svende rn ruPrimeiro de Margo n. 17, 10 andar.
8 gra, d amaeo, nova, e naaw por tas. ._______ :. '______

~ ~ ~Pmisa-s6 =a am.usarua de S..t The.-
Pvicios-se 4s um am queFil '. egmm ntni rez n.. 27.^N^i~~a^^^ ^ 'i~^T


.DA


TFICINA DE ALFAIATE


LUTOSA &


C.


641 Rolua do Bare da Vicoria-.41
N'este acreditado estabelecimento so encontrarA sempre umn sortimento ; re-
pleto de pamnnos finos, casemira de todas as cores, proprias para costumes e calgascom-
oebemos directamente &, auim fazendas por todos os vapores da Europa. Brim
)ranco e de cOres, e todas as fazendas tendentes a uma casa nesse genero de negocio.
4prompta-se costumes para luto em 12 horas.
Dispoe de um pessoal habilitado e corn os melhores elements para servir
a seus amigos, e a qualquer pessoa q quoquizer honrar sen estabelecimento corn suas
encommendas.
41-Rua do Bardo da Victoria-.41


I


KANANGADo JAPAO
^^B xtIO-A&TM & 01, Pal i-D*
? ARIJ8 Ra s Tirlenee, S PA

1ztracto de KanangS
i Novo e delicioso perfume paralen~o, product da
preciosa fl6r conhecida sob o nome de Pirusjaponica.
0 ou delicado aroma, de persistencia-sem egual, refresca. o ar que
rspira, espargindo ao mesmo tempo ao redor da pessqa qua usa,
as uaves emanaoes que revelam distinciao e elegancia.
I Aha-o & ewnd" em tod. a *er emaariau a


BRONOHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, MoJestias do Peito, TISICA, Asmas
CURA T.APIDA B CERTA PSLAM

Gottas Livoniennes
T OR TETT' -rERBJB'-P
0orM CEOSOTE de FAIA, ALCATRJO de NORUEGA e BALSAMO ie OWZU
Este preparallo, infallivel para curar radicalmente todas as MolIetiew das Vlas
respiratorias, 6 recommraendado pelas Notabilidades medical como o unico efficas.
t o uniao medicamento quo afem de nao fatigar o estomago, o fortifica, woonstitue 9 desperta
o appetite duas gotta pela manhi e a tarde bastam para triumphar dos casos mai rebeldes.
DEVW.-SF- XIGIR 0 SELLO DE GARANTIA DO GOVEnNO FaMCE
Deposito principal: TROUETTE-PERRET, 165, rna Saint-Antoine, PARIS
1P1 j <3-ws nie<* : Francisco iM. da SILVA & C'I, e mas princioaes Pharmaclas.


fodo o aadllo onbece as proprieda-
(e ii lodureto de potassio. Os mais
disactos medicos dp Facaldade de medi-
ciaa de Pais, e libdpanlmente oa Sirs
ZB0 RwORD. BLAwCHa, TnoussnAu.
NLATiow, PRtola, ROOD, obtineroo os
melhores resultados no tratamento das
asmefses .ropbolowmm, lymnhatl-
so om, eibercalosa, no* da
O6 as *MOac do 60tunuorw s bra
00a, 4* papeira 'an l9oct1, d48 me-
ll iAS d o elle, do una.
0 mar"r do* B pienteo wsta.
vim* a Z;Raiw &a *grphito, fto.


do lPOTASSIO
2 YWIMBN DO aRALn"
Este agemte podeaoo admuiA.traduin
solwso corn agua,tem por inconvebseate
o irntar a mucosa do estoxago e it
minar accesios gastralgicos.
Em vista d'ito, on medic.osacimf.te-
cionics escolhero por excipinte d'enat
famoso remedio, o Xalope 4d oCo
do laranJa amarga d. oLirm, o quak,
por sua acqM tomica sobre o oigio do
apparelho digestive, hcilita a abwp
de iob reto de posasmo, prevmine
quer el.'Laco e permniUteque a;imunue
o tra.mento ser m temor de Qu&W
acUcteO atW6 ompletortallBi6t.


SiAaam poatmtosaoh&o-e. os saguitftm poduotow dLJ.-P. Im-:
XiROPEILAiROZElaraUjAarg TONICO, ANTINERVOSS
ta*&a "$*ntow. Gatralgis, wapfiareaDam 0 Catr d Wmoo=".


RAWE SEDATIVO,*,., .0BROMURETO E POTASSIUM
fft lpUi'r. Mysitrlm ]Dawa d oS. 6"b. insomnia 4as G Cu sagMs*1.a dm4t=000
~~~de a calm srl~
IAROPE FEBWUGINOSO^. q, .. PROTIHODURETO IRFEWR
Gnua& a AmmlawC)ro-&xmta. _a rs pal"das. ,,re ra..M.t-m .
--- ..... I. --


qesIaw t* I a op qdud to sia
Pers, ;.-P. LAROZE e Ca Ptoarmaoeutko
iRE DES iONS SAINf-PMAiL,


U = -


ELIXIR &VINH


* 4


Ii:ge stivmcs


04


TBOUETTE-PEBRET
de PA1PA4INA (Pepsina vegetal)
sio os mais poderosos digestives conhecidos atW agora, para combater as
S AFFEC;OESDO ESTOMAIO: 6ASTRITES, GASTRALGIAS
,-MA IOESTAO, ETC., ETC.
BIAAREAS, VOMITOS, PESO KO ESTOMAGO, MA 01ESTAO, ETC., ETC.
UM CALCH LOGO DEPOIS DX COMIDA BASTA PARA GURAR OS CASOS MAIS REBELDES
A venda nas principles Pharmacias a Drogarias.
Ye Vdaem frosso em Paris :TROUETTE-PERRET, fra Saint-Antoine, 465
SDeve-se exigir 1ios do Governo ranaees sobre os Frascos pars evitar as ralsaeases.
'.,postarios eat Pernambuco : yRAN M. da SILVA &C.
^--*---WfLA~ntu~l~fV


4


pAiMACCRMmMO(fA. .
TossEEAsTHMABRNC1Mre,
Co=UEtCIE ouTowSCONVSi.W
Tisica 0Pulmnar.

DEPOSIT GEBAL
13-Rlua PriieIre de Mareco-IS5
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambuco
ADAMSONH OWIE & C,
N.---3 Rua do Commercio---N.---3
A venda em todos as boticas e drogarias.



K B.A..t
YERYUGO


WEDE



Este remedio precioso tern gozado da acceita-
Vao public durante cincoenta e sete annos, com-
egando-se a sua manufacture e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca forao tao exten-
sas como ao present; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua efficacia maravil-
hosa.
Nao hesitamos a dizer que nio tern deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
crean9as quer em adults, que se acharao afflic-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attestac6es de medicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do success obtido por este
remedio, tern apparecido varias falsificaq6es, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser

Verniioiie Oe B.A. FAHNERTOS.V


ASA FELIZ
AOS 4:0004000
BILIETES4 GARANTIDOS
Praa da Independen-
cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado tern exposto a
venda os seus felizes bilhetes garantidos da
42a loteria a beneficio da Ordem 3a do
Carmo, qu( sBe extrahirA terga-feira, 3 de
junho.
Preeos
Bilhete inteiro 4i000
Meio 26000
Quarto 16000
Em po7i4o de 100,5000 para
elma
Bilhete inteiro 3#500
Meio 14750
Quarto 6875
Antoio Augusto dos Santos Porto.

A VENTUFOURA

los4:O00$O000
BILHETE GABS8

16-Rua do Cabuga-16
Acham-se a venda os venturosos bilhe-
tea garantidos da loteria n. 42 em beneficio
da Ordem Terceira do Carmo que se ex-
trahirA na ter9afeira, 3 de junho.
PIE OS
Intelro 4:000
Meio 2:000


Quarto 1:000
Send quantidade superior
a 100:000
Inteiro 3:6500
HIelo 1:950
Quarto 875
Joaquim Pires da Silva.


CASA BA FORTUNA
Alos 4:000000


aua Primeiro de Marpo n, 2:
0 abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes dous quartosn.
2,193 corn a sort de 4:0006000, dous
meiosn. 3,594 corn a sort de 8006000,
dous quartos n. 178 corn a sorte de 100#,
dous meiosn. 3,900 corn a sort de 1004,
e outras sortes de 32#000, 16# e 8#, da
Iloteria (41.'), que so acabou de e-trahir,
convida aos possuidores a virem :.ceber
un conformnidade do costume sem desconto
algunm.
Acham-se A venda os seus afer-Unados
bilhetes garantidos da 21.' parte das loterias
a beneficio da Ordem Terceira do Carmo,
Recife (42.a), que se extrahirA na terga-
feira 3 de junho.
PrE(Jos
Inteiro 4#000
Meio 26000
Quarto 14000
Bsi quanddade mator d i00o
Inteiro 3#500
Meio 1750
Quarto S 75
MmoF Martins Fi, .
An de cite e. para.


0".


Fk-


'I


























Em.:; na rua *do C~abq*, lda
cabriolet djequatro, rodas e
Um cusa em Onda a rus do
8 quartos, 2 salas, q ialt
d), par ebarto prwo:- a tra-
ao.l19.


A' Im do hnneadorn. 16'ompra-se, vende-m
sabugfs e tzoas-w movos e usadom.

mova de cos-


Xeeoiaada Aurora
E em expool. o A rua do Barbo da Victoria
9o0, loja de Atonio Pedro do Souza Soares &
C.,a nova machine ; cose com dous carreteis de
lin4, podeado seo de 500 jardas cada urn, e
rm as dous pospontos como se fosse de lanea-
ders, 6 de grande vantagem. No mesmo estabe-
Ieiamento tern constantemente urn grande sorti-
%nto das melhores machines de costura de todos
00 prinipaes fabricantes, e vendem em porao e a
tetalho sempre por pregos muito razoaveis; na
ftea do Baro da Victoria n. 30.


AVISO
Adamno Howie & C. tern para vender:
Vihodo Porto fino, em caixas e barrio.
Whiskey Donville verdadeiro.
ta de impressao, boa qualidade.
Brins de Marshall verdadoiros, de todes o nunie-
Beiaedios de Ayer.
3-RUA DO COMMERCIO--

Febres intermittentes
Chamadas vulgarmente SEZO)ES
Cur rapida e certa pela
A GUA ANTISEZONATICA
4 Eouquayrol Irmrios.
Eate poderoso preparado e reconhecido hoje
1mo ESPECIFICO contra esta molesti
Vende.se


a botica franeeza e drag
' A. Caors
.RUA DA CRUZ (RECIFE) N. 22


larla


Drogaria
Faria Sobrinho & C., droguistas por atacado,
i tuado Marquez de Olinda n. 41.

Sitio em 01inda
Tende-se o sitio denominado Sebastio Lopes,
ea urna pequena casa de taipa, coberta de teha,
ftm muito boa varzea para qualquer plantao,
Sdivera.s arvores de fructo, inclusive mais de
*O queiroa que dAo fructo ; a tratar na meema
4n&da rua do Bispo Ooutinho n. 4.


da


,, raE
, ret


vender por todo o

pre"o, para acabar!

sartigos 0 i" aespes

eificados e outros de fi-


nissimo gosto eultimas

modas!

Nota-se que esta

grande loja de fazen-

das finas, foi aberta a


coneurrencia publica,

no comefo do corrente

anno e portanto nao
tern alcaldes!

FarinhaLactea
Nos primeiros mezes a alimentao mai
natural e apropriada para alimentar a crian-
9a de peito 6 o proprio leite materno o quaJ
em caso de necessidade deve ser substitui-
do pela
FARUNA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fan.
nha Lactea como podleroso element nu-
trictivo para a infancia e distinctos medi-
cos do Brasil e da Europa reconheceran
ser a do Dr. FRERICHS a melhor n'eate
genero.
Deve-ae pois evitar confiar o filhinho i
uraa pessoa estranha e de comportamento
nlo conhecido muitas vezes o germen
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lactea
do Dr. Frerichs:'
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabdecimento de muica. e piano de Vi-
tor PraUl e


mb doeuibs. -audi-
ao moliuos.
edam e ra zBe


060
aoo


Ditaa mmito fia tato tpadw. eoiom
UshaSapaw te olo& ja0rda41"cadape8a
Da Wdao eo'tu faxemda ft dio amoifitra coa
penhor, na loja des barateireo da Boa-Vixta, mo-
quina do becco dos Ferreiros.

Brim pard

Covado a 300 rs.
Na loja da ru da Imperatriz n. 40, vende-a
brim pardo liso, proprio para paletots, calqa e
roupas de crianpa a 360 re. o covado, isto por ter
um leve toque de mofo, que larga logo que se
molhe; e grande pechincha ; na loja dos bara-
teiros da Boa-Vista. esquina do beeco dos Fer-


Pit. W wf m es, dc fasenda muito
godo emf 9tado Mo, 9 pamos de lar-
PM Pama ta2or lenq6eade urn s6 pan-
nMta1o, metro a

nmoie s,0
Dito tatando em a momsa largura,
proplio pare leneo" e toalhas d4
,mo, metroa 11800
oapante de algodlo corn 10 Palmo de
largurs4 proprio pars fuxer eno6es do
v= 56 pwM m, aetro 16
Di0t franez, seode doliaHaO, metro a
10800 2006o
Ditoinelu de quatro larguras, seodo
de Hunw, metro a26500 e 26800
~gueiu propria pra lenpek, tea-
,bast eONO a e:zo fazeda muito
O cads pea corn 20 varas
por =l e em varee 500
Pitas corn a mosm&a tedid" a 800 wa., on
vaM a 400
Atoalhado adamaseado para toalCIas dO
meos, tendo 8 palmos do largura, me-
tro a 16800
Assim como um eompleto sortimento de -
pe"s de algodAozinho americano e
mglez, que se vende por peca de 3A ate 66000
Isto ua loja da esquina do beeeo dos Ferreiros.
Casetmirflm de.t Paprpt


r1irUB. NWWIP U "0 %WU %MRA oJ j
GAM iiN 0n o De 9:00ao at6 :000 n,
H maiin iawie~a
GABIlffttDOA B 0 .Mru Er0Boai m a

Y!?pD Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
U SE E I S r unimmenso sortimento de casemira de oreos,
A. tanto dares c omo escuras, que vendem a 2000,
26500, ate" 66 o covado, e dae mesmas madam
UCneoou nova re- faer qualquer poa d'obra ou costumes, poz pre-
Vd^pa.9o8 muito ra, oaveis, assim como tern tambem um
m essa para a Livraria e nd'do ortmento de caaemiras e pno pro-.
aW Wt ao mais fino sedl que vem ao mereao,
Fr n e a a ra 1 d des- mesmos tambem se eneanregam de mandar
acwe a r ua 10 d lfaszer qnalquer peoa de roupa A vontade do fre-
111 arguez e com today a perfeicao e presteza : isto na
rgo n. oja[ dos barateiros da Boa-fVista, na esquina de
bec=o des Ferreiros.
UNICO DE POSITO Merinos pretos
Preco 800 rHis a.0oo,A4oo, 96o oo*0
________s.________ Barateiros da Boa-Vista, A rua da Impgratri
n. 40tern um grande sortimento de merin6os preto
Auardente de ca a para vestidos que vendem de 16200 at 21200,
a n a ~ sendo muito boa fazenda, asim como dito eneor.
Vende-se amelhor aguardente de canna que ha pados para roupas de homens- e meninos quo vea-
no mercado, em ancoras de dez canadas ; garan- dem muito barato, na loja da esquina do beeeo doe
e-se a superior qualidade : na rua estreita do Ferreiros.
BRosario n. 8. TIL n lfoain O
..r ,UIIH& dtoo.U
Vendemse Os, Barateiros da Boa-Vista vendem muito be-
Vende-seo ..
S o feuoa do nitos linhoa de uma s6 c6r e de listrinhs paa
o engenhe S. Pedro, freguezia do Cabo, perteu- veatidos, sendo a 160 reis o covado e de enosfix
center A D. Anau Isabel Carneiro Lina e Mello : a isto aa rua da Imperatriz n. 40, esquina do beoo
tratar corn a mesma senhera na rua Direita nu- dos Ferreiros.
mero4. Bri m)ardo


Taverna
Vende-se urna taverna proprit pare qualquer
principiante, bern afreguezada, e o motive da ven-
da o dono achar-se doente, na rua de Hortas n.
56 : a tratar m a rua de Marcilio Dias n. 14.


l
Covade l see w8a
.Na loja da rua da Imperatriz n. .40,. vende-ase&
brimnpardo liso, proprio para paletots-, calpas e
roupas de criancWa a 360 rs. o covadtb isto pez-
ter um leve toque de mofe, que larga logo que eso-
melte, 6 grande pechincha : na loja dos baratei-
roas da Boa-Vista, esqui"a do becco do- erreine


Pfletotede cammiraddo inhwl fa-
zetaquaseolamvao 6
Dit" d paUo preto fino, eadsaft to
boa 709
Ditos de easoemira de quadifioe liHtri-
nba, *rados 8E0SA
Dito de eamsemira escura, de cs ,'for- hn
rados 800"
Ditos de fliela azul, forrados, seado fa-
zen Isaque aole desbots 109000
Ditos de casmiras de cores claram-e ee.-
cures 106000
Ditos do pamn preto fino, forrado. 106000
Ditos da casemiua preta de cordio 101 e 12W00
Calas de casenira corn differentes- pa-
_dr5e, de 66500, 66500, 86 e 10,000
Ditas de casemo a npreta sedi a 86 e 106009
Ditas de casemia do cordao 6A500
Ditas de casemira preta 66000
Seronlas de creguella, obra muito bem>
feita a 1200'e 1 600
DiAs de HamburS6 de line a 16800 e- 2000
Colletinhos para dentro, sendo de cre.
guella e muito bern feitos a 800 e 1A009
Camisas, grande sortimento de camisas
braneas, tanto fracmeezas como inglezas,
tanto de linho como de algodio, sendoe
de 26, 26500, 36,. atW 6W000
Ditas de cretone de cor de 26,26500 e 36000
Meias, grande sortimento de meias cruas
para homes, de 320 rs. o par, ate 500
Collarinhos, grande sertimento de colla--
rinhos, tendo de 5A a duza at6 86000
Toalhas, grande sortimento de toalhas,
tanto para rosto como para banho, que
se vendemr por preeoe muito razoaveis.
Tudo isto eom rande reduao de preis:: us
loja da esquina do becco dos Ferreiros.

Fustoesa300 440,500
P, 640 PS..


%/ xyW in yf jbA
Os barateiros da Boa-Vista A rua da Impera
triz n. 40, vendem urn grande sortimento de fus
toes brancos, proprios para vestidos e roupan de
cnriancas, pelos prees acirna indicados : isto na
esquina do becco dos Ferveiros.
Setinetas A 500 e 640
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, A esquina
do becco dos Ferreiros, vende -se um elegant sor-
timento de setinetas, tant lisas como lavradas,
sendo as cores mais bonitas que tern vindo ar.
mercado a 500 e 640 rs. o eovado; assim come
mn bouito sortimento de losinhas lisas e lavra.diua
proprias para vestidos, de 5& 0 atW 800 rs., 4 pe-
eineha : na loja do, baateiro da Boa-Vista.
Espartilhos
a 46 e 5000
Na loje da rua da Imperatriz n. 40 vende-ae
muitos bons espartilhos paa senhoras a 56009,.
ditos para meninas a 4000, assim como umn bo.
aito sortimento de fichs a 36000; isto na loja-da
esquina do becco dos Ferreiros.

Vende-se
a lythogaphia da rua de S. Born Jesus (outr'oa
CUz) ; a tratar na mesma.
A45

Farinha
Saeeoe grande : as Madre de Deus n. 28&


V i,:


LIST G ,E AL
*O P O D a TL I POIC LN30AC D B. 0 premio TprecreverA
DOSPD 2DDAS I PRN. 3, A B DA R TA D- SurAN aIo depots da TRAIAo.
DOS PREMIOS DA i4oaPASTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 370, A BENEFICIO DA OIBDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO DE OLINDA, FXTRAHIDA El


'I.


4 DE MAO DE
I 30-DE MAIO DE 1:884.


-S. PREMS.


7
10
12
13
15
22
25
26
28
38
-42
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T5
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83
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100
5
6
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19
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37
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41
42
46

51

70H


56

46
o


|


NS. ]

215
18
19
24
26
28
31
33
38
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52
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63
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86
93
96
300
3
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15
17
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29
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70
75
81
85
91
94
401
4
7
14
20
S23
25
28

3-6


PREMS.1INS. PREMS.INS. PREMS.INS. PREMS.


S.
46


462
64
68
69
73
76
81
90
94
98
500
5
9
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26
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33
37
38
42
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7
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12
17
21
22
30
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46
56
57
59
61


46 690
- 92
- 94
- 96
- 708
- 11
- 24
- 26
- 29
- 31
- 38
- 43
- 44
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- 52
- 54
- 58
- 64
- 69
- 76
-- 81
- 83
-- 85
-- 87
- 90
- 97
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- 804
- 6
- 8
- 10
- 13
14
21
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-- 32
34
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40
48
57
59
62
8 68
4# 69
-'72
73
78
81


46





















46























46
<. p.


898
902
5
22
31
37
- 56
64
65
69
76
77
80
81
84
90
1002
4
14
30
33
34
35
44
45
60
62
64
67
73
77
S81
82
91
1103
10
18
22
27
30
31
32
35
43'
47
55
63
71
-75


445





4
i

94
i 4


NS. P

1196
99
1204
8
9
10
12
15
32
43
46
50
54
56
59
62
66
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81
83
92
93
94
96
99
1303
17
20
22
23
S26
29
S30
38
44
46
- 51
S61
- 63
- 67
- 68
S72
76
S79
S98
i99
-1409

14
-: i111 8


REMS. iNS. PRE3


8*
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46


8*
46

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4ai


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1431
37
38
40
43
47
50
54
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61
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71
72
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93
1502
8
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11
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58
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63
65
67
69
70
74
76
80
1 *831


HS.

4#



46
46


iNS.


1598
1601
3
8
10
13
15
18
19
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D _! ~ d I kUp 'riX Jn w" m


t;Meia&'pS<. caralut, de b cort ^ d -l'200T
d oeod2o!
1 trjar o diagonu .l(2- g alo 2e M0 -
ot, dorn, icase moimae do corer!a 18001 E
Idem4 de caaemiras dea i-s-e opriet par!iip
vinne a SM5OW I
Lido brtino 6tem In do, core1 a 200, 320e
40 ro.
Merino- preto para Into, C 3argura n v.aw120 e
IW500 o cevado
B danate tranado de urn largura, alto e mul-
tIh bom, a I o0 rs. o metro!
Idem de daes larguras, a 90* ri-o dit!o
Brim brauo n. 6 fino, a 1500i E' nova re-
inossa.
Idem psod Iona, o mais, largo que term viudo
a 500 ra.' o c1'ado !
eAm de algodlo ho corn pequeno defeito a
31400'20 0ardta!
Idnem d adapol o superior-sa 5000 24 jar-
das!*

desa !~
Camisas braneas francezas, coelarinho deitado,
366000 a dazia IA' ellas.
Cerolas doe braanteo, supericres, bordadas, a
16aOOO 6a dta!
Lenhos de linho imibanhados, a 24600 a dita!
Meias inglezas om r bocal de csr a 36500 a
dita!
Toalhas felpudas- fnas a 56000 e 66000 a dita!
Ricos cortinados bordados para camas e joanel
las, a 6500 o parV
Punhos-de linho superiores, a 16000 o dito!
Cobertawde gangs para cama de ceasal, a 3600
uma!
Lene&-de bramante, idem, idem, a 26000 !
Lindissimeas colxae de crochets para noivas, a
Idem de fustao braneas para 4g000. E' ba-
rato !
IBaptistes do cores- fixas e finas a 300 ra. o me-
trol!
Cretones superiores a 360 rs. o dito! Temos
claras e escuras.
Setinetas francezas para acabar, a 500 rs. e
dito.
Lindas capas braneas de pelucia muito grande
a 76$000! Mandem ver antes que se acabe.
Chales de casemira grades corn dofeito a
36000.
Ritas saias. bordadas a 36000 Sio de 66000.
Superiores sebre-tudos a 186000, assim como
temos grande depesito de ditos para trabalhado-
res d( campo a- 46500 cada urn, algod6es nacio-
uaes brancos e listados, o quc pedimos a atten*ao
dos S:rs, fazendeiros
A'S VENDAS EM POR9AO, DAMOS
DESCONTOS
C(arIneiro da Cunha

&C.
59 IRua Duque de Caxiis-' 9


CRAVES E FLORES

N rua da Uniao no

33, bha sempre para se

vender cravos e flores


I




























:dos


aupy temue emusdMai
annuis w Ul-aia ,Ci o, d1 u-I-F ax F umas bs s a a oito a
Tlees deotem a. a baixwdos ttaros t bal^au do commermqito mostra iiwa de-
existentes ;portanito, Q o eio de vernficar Jici* do B31,9W:04, rie cousequeeia das
a quai l*de dos uovos itulos eto es- difforen'ado cambio. Essdr-
tentes; o prtanto,0o nemo do venfifea a ucur foad, e6 a preov del,
quanfidadedo+S ova t^u ^ a++ o o cro
quantidade dos novos thalos qwor4 mores- cnsidera que, so rilo fosse o deficit quo
0do eomporta onmiste na venificac o do mi- tos comr estrangeiro, a conveao dos
nimno da eta 4dos fuadospublicos.e fr doo bicos a ve e natral-
Cuaoa. -Fbllosse faria suave e "natral
costa precauito naio polaria o governor cal- monte.
eular o jure dos titulds que offereee em Ne quest de depreciago de moe-
trocaqesaad.epoagodomo
troca d q odo e depreciagio de caambio nota por par-
0 oiradr desejaria que as questOcs fiuan- te da noasa imnprensa as opinimes mais
ceirazs, priipalnente na quadra diffie contraditorias e mais absurdas.
quo atravessa0 o- paiz, fossem diseutidas Dosejava tractar agora deste assumpto;
longo da political. Em toda a part ob- Dsej achando-se a hra adiantada, rserva-
serv qu se perin mdife i 3esa e innms achando-se a hona adiantada, resenva-
serva que se opera modific es a esteaz-o em onta occasion
rospeito nos paizes regidos polo systena 0o Sr. Pauline de Souza 'vem
parlamentar represontativo; o pensa que fallar corn sacrificio, sendo-Iho vedada a
dentro em pouco tempo teromos uma im- frequencia da tribuna por conselho dos
portante modificagao em o nosso system, profissionaes; inmas no pode doixar de
determinado umn campo noutro para esta acudir ao reclamo do nobre president do
oepecie de questoes. consolho. So no que val dizer desagradar
Dando umna prova da suna neutralidade a S. Exc.,- a si, que provocon, o impute,
neste debate, accentua que o traco ais no ao adr, que-nito se occupara com
saliente da nossa situacao financoira tern o nobre ministry.
sido o abuso do credit de muitos annos a Din o sou pensamento na lingnagem
esta parte. 0 progress industrial, multi- h se serve na tribune
pliondoas nqueas pblias, ernsi~ c h e precisa do quo, so servo na tribuna
plLando as riquezas pablicas, tern sieo o o pede desculpa ao nobre president do
pretoxto dessa politicagem aventur"sa, que conselho par ter do fallar apenas de pas-
cm todo- o mundo so faz sentir, send 0sa gm nas fabulas, que S. Exc. para alli
Brasil umn dos paizes quo naio pouco tern troupe, tio puugentes da dignidade alheia
abusido'do eredito para a gaerra e para as quanto compromettedoras da propria, nas
melhoranmentos emprehendidos. S5O a guer- duas anecdotes occorridas da vespera o
ra represent cerca de 60 '/ na nossa di- nas outras quinquilharias litterarias de tao
vida, e a ella so dove ittribuir a-demora o gosto ca que S. Exe. veAio ostentar
que ee nota na fractifia9Ito dos melhora- a su crudigao do algibeira to abaixo do
mentos dccretados. Se nao fora a gaerra seu talento, co o i epropria deo sua posi-
todos as sacrificios feitos no sentido desses o
melhoramentos ficariarn Apquenm dos nossos o ostua usar d precauoes orato-
rIccursosa uar r pecnarios.ato
recursos ordinnios. rias, mas tern de fazer duns declara5es e
Como causes das difficuldadles financei- diri jA a razlto da primrira, antes doe nun-.
ras em qu, se awhi. o paiz assignala tires cial-a. 0 acontecimonto do 25 de outubro
que ihe parecem as principaes, ultimuo, que tio dolorosa improssAo causnou
A prnmejra e o^ a~odam+.nto e falta de ^ ^
A ...... o ....e a m todos que zelamn as credits da civilisa-
cntenro ina decretagso de cortos methora- 91o d'esta capital, esse success, que mos-
mnetos, falta do cniterio devida em sua trout praticamente ate que ponto a autori-
moior part a exigeneis lda. tica. dade so podc cobrir de ignominia, quando
Desto malse-rasfeo toe a decretano das se acobarda, esso facto unico nos annaes
estradas do ferro do Recife a S. Franciso,- dos povos cultos de ter sido levada pela
a obstinalacontinaro ida estrai. d.fer- io offerecida ao puuhal dos assassinos
rm d Bahia, algiumas estradas concedidas a victimna que implorava a protecgAo da
p.ra Ro Graunde .do Su., assin comj o lei e dos scus representantes, essay occur-
prolonganento neioni o da estraa de for- rencia tristo e vergonhosa deun cauia a que
ro de D. Podro I1. o nobre president do conselho, para arra-
Considera um error a direcqao dada a dar a attenaio public e fazor diversaio, en-
muitas dessas estradas, do long percurso tsse nas publicagoces pagas do Jornmal do
por zonas improductivas. Commercio uma campanha de grosseiros
Prozando-se de dizer a verdade, isento doestos e violentas diatribes contra oaho-
de preoccupagoas political em questoes des"- mensmais activos eo miliiantes do pafdito
.tA ordem, nota que, )i medida que os go- conservador, senudo o orador aquelle que
Yrnos so democratisam, o dispendio dos rompeu a march, o soffreu as mais rudes
dinheiros public aug unto do mode a golpes. Dil-o porque leu umna ou outra d'es-
poaer-sc dizcr i(1 oiC gexiid o trao carac- sae pu|li'oacues estando doente'e fora d'esta
teoictico dia d3iozuoCriIA ui a- prodigaliiadto, cidadi, e, por lioc refeirem varies amigos
-rnal de quo soffrcn os divcrsos pirlamen- que reconheceram, at6 nas palavras do
tos do u0aud0. discurso do Sr. president do conselho o
A segunda causa das dfi,-ulldados a que author ou inspirador do tacs .artigos. 0 the-
se rcfermu 6 a falta do i:niligraciao, iudis- ma d'estes e d3 discurso sao o mnesmno.
pensavel condiDio para alimentar os cus- Kao reclamna, nom quer redarguir, mas
toss melhorameontos de paizcs novos diz o Sr. president do conselho que S.
despovoados como o ncmsso. Exo. esta alli en frcunte de umn cavalheiro,
(Considera como terceiracausaa inanuten- que seo Ihe apresenta possoalmente e nao
9bo do) trabalho escravo. Declare que 6 corn a mascara do anonymo por sons su-
abolicionista, mas no limited strictamente balternos e instrumnentos. (Apoiados da
lhgal; c auitio d acontocerd, quo o ,'rasil fosse o primeiro NKit sabe, A vista d'isto o das injuries
paiz a dar ao mun'lo o exemiplo do reali- que o nobre pe.eitdente do consolho dirigio
zair pacificanunte turna roenrma tao impor- a varies deputados hlgo (ue fallon na ca-
tant mara, at6 onde tora de ix coin S. Exc. c
A.sinaiadas estis cnutsas, manda a pru- faz, portanto, a doelaracito de quo naio se
dlncia aguardar fr,.ctificacio das somentes julga, coma coa hoi iro do estado effective,
lan9i das i tel'rra. obrigado a neon uwrr restric9ao na liberda-
II......--Tudo,-antes quo isto. Tudo, meosui-o a
FOLB lTIM norte.
Comprehendo-so que crno afogado, aquel-
te perdido apeg.ira-se a um galho. Coinpre-
0 .-,''* y^P A hende-se por quo, apezar do grito de sua
-- 8conscicucia iadigna~da, eLLe quedara-se ira-
Amovel e sem voz, quanado Paloque nunnmu-
r )u-lhe ao ouvido


POR -- Quer o syniioe ganhir trezentos mil
"francos ?
P If L Trezentosn mil francos! 0 Pactolio! a ri-
Gl A L queza. Quinzni mil fraucos por anno o
Sque elleo airancarUia difficilmente cinm dous
annos. Trezentos mril francs era a felici-
PRII RK PARTll dade! Era Mietto Era a vida I...
I Era tamlem a.houra!
Tudo aquillo comno brazas candentespas-
sara-lhe pelos oihos.
(Cuatir:i3o do n. 152) Umn gesto, utn-a palavra, accrescenta-
(Uutiaxaiodo n. I15) ?i* ,-
vIa o forgado, e o senhor estA perdido..
II Era cidade to:nadai, batalha ganha.
Para elle tainbom era a vida, para ello
A xcieta era. mais quo a vidia, erI a. liberdade ...
A ncocaa Aproveitando se do silencio do Monlieu
e- da estupefacc e iii que esto se achava,
Nad: (-o inmuito begin qu. ,; ditos fornecedores, "- Miuha iiiA, disso e elle, dirigindo-se
sobrottulo nos portos de mar, teem unhas a unia das fi!h-i& de S. Viconto do Paula,
c:irVas e mi.os aoian-as. Masvinhami mon- quer tr a bow let 1 de dar uina cadeira Iao
t ev, chivoiros, cir.5as do quneixas! Chc- doutor, pois o |', tliho a dizer-lho e tGo
gvtn d, tz,,os o5 ijdos, c entao o boundo penoso, e custa-.,i tanto a fallar, que a
a:iioriO.r que nio primavai pela paciencua, cousa levara alghiin te po e nao posse con-
' {,;c~i:o ft',z'+-lha cwti. justice, tivera uI serval-o do p&.
: (Ieso dc oleri. e cia:unintiL imnniediata- A irml apprxiinou unaa cadoira.
u ntn. p: ,rces.io iM L-ciauo Montieu, ci- Monlieu deis a se cahtir sobre aolla.
ru^ .,io d,' jrio u i m'. ,asse-f. As duas irit'iim.1rcorriam a slata ver
Uinnv) s- iumm;gnuu facilunhate, racebeu-o outros doentus. reclamnav Mn -as seuscui-
de moIIIdo ful-nirI3ilt,. dados.
"A i. podl-I, o ali'aiwite imxpuzCra-lhe Co 1 a cabeP- bAixa, tremulo, coin os
001 tlijuuautuW. olhos mnoio eeli, MonleunDo nao ouiava
t .... rmg m .uiv". ls nI) l rl 1 -mtzoreaiss bre- f zeru m' n .. ... .
ve 0.1n O eri' doniitrido t.il o'eiunco.J w f raar Palo. .


S. rmus vra LO++ Ser :cowa nnto4-
ITP-asa ol ;jii t 08dizia +quo *)idi0%,


sento aeppis cie-ilki5Qro, e p0para Co45]-
m o sa8crificio, naquea iemi r ,iii-
da de 5 dejaneiro, sjeitou-se tarb
alcavala do uma cadeira no senado. (Hi-
laiat 4e,) '*-*:.1 ; 1' '
o Sr. Presiaente do Cooselho -Ai 6
que estA a ferida.
0 Sr. Paulino ae Souza nao comprehen-
de o alance do dito, pois quo nuuca ea
adehou no caminho do Sr. president ,o
conselho, nem o encontrou no seu. Nunca
toeve a preteniio de ser senator por Minas.
O Sr. Andrado Figueira: JA rejeitou
tina cadeira no senado em eondi9Oes fa-
voraveis.
0 Sr. Caatio: EstA no caso de ser so-
nador por qualquer da provincias. do im-
periio.
0 Sr. Paulino de Souza sem querer aug-
mentar a contrariedade, que ji. estiA mos-
trando o Sr. -ministro, dirA que nao para-
ram ahi os encargos tominados polo nobre
ministry em consequeneia do sacrifice to ao Sr. conselheiro Sinimbit. Foi dahi
quo veio a sua nomeagio parao conselho
de estado e no anno passado a sua chaita-
da para organisar gabinete.
Volta para a referendcia que fazia ao Sr.
Sinimnbit quando se abrio este incideats.
Tendo a bondado do pergantar-lhe quando
tornou ao serving da secgAo do imperio, o
orador pedio a S. Exe. que alcangasse de
S. M. o I1nperador a sua dispensa, porque
a disposigao do seu espirito o levavaa a -
tirar-se por algam tempo, para dar lugar
a ser substituido de modo mais convenient
ao Povo ministerio e livrar so o orador de
algumn constrangimento; como appello entio
feito pelo Sr. Sinimbu para o zelo polo ser-
vigo public tevo o orador de conformar-se,
tanto mais quando reconhecou que niao con-
viuibha firmar o precedent de retirarem-se
do servico os conselheiros pertencentes ao
partido decahido por occasiio de mudan-
gas political. Assim tern servido atW hojo e
nao pede agora dispensa, mas lembra ao
nobre ministry que nao provocarA nenhu-
ma reclamagAto sua, se julgar ever acon-
selhar o uso da faculdade concedida pela
lei de 23 de novembro de 1841.
Pode o nobro president do conselho, A
bem dos seas pianos, querer afastar dos
conselhos da coroa os antigos e leaves mo-
uprehistas, hoje que ella tern a seu seviMo
doceis e prestimosos republicans. EstAo
agora todos acfeditando que sao estes hoje
os mais chegados ao animo do Imnperador,
e d'o como razeo serem os monarchistas
intcressados por convicgio na causa que o
soberano represent, terem de dizer a ver-
dade, e algurna vez de contrariar, ao pas-
so que os republicans nOto ternm a peito s e-
nho agradar.
Por superior que seja o espirito de um
principle, por elevado que tenha elle o co-
ra9Ao, nao pode deixar db participar al-
gum tanto da fraqueza humana.e inenos
admittir de born grado que nao sejam as
melhores as proprias inspira95es. Demais,
os apostolos teem sempre um certo fraco
pelos convertidos, que consideram creatu-
ras suas, attribuindo o facto da conversa'-
a umn ascendente exceptional, sem Ihes oco
coarrer que aquelles (os convertidos) podem
ter enveredado no orro ja corn o calculo da
possibilidade de serem charnados ao born
camninho. Proilomina nested ponto un certo
amor-proprio, a que ninguem escapa, ain-
da na mais elevada esphera. 0 proprio sol,
procurado por um horneul, Isaac Morio.
Monlieu estrenoceu.
Nao se incommode, roplicou ainda
Paloque, conheeo esse hornet, 6 urn judeu
italiano. Offereceu emprestar-lhe quinze
rail francos a cinco por cento, s6 coin a
gtrantia da sua assignatura. Nito 6 ver-
dade?
O cirurgiito abaixou a cabeca, como as-
sentinento.


0 senhor passou-lhe uma letra a tres
mezes. JA passaram dons. D'aqui a trin-
ta dias o que ha deo o senhor fazer?
Monlieu teve umrn gesto desesperado que
queria dizer:-6 unia fatalidade.
Naturalmente farai saltar as miolos !
Que asneira S6 os imbocis 6 que so ma-
tam, aquelles que nio sentem nada dentro
de si. Qualquer faria o mnesmo. E de-
pois n'o 6 honest, illudir assim Monio.
Em vez disso, venho propor-lho uima for
tuna.
En troca de que ? murmnurou Mon-
liet.
Esta visto e as palavras passaram
sibilando pelos labios de Paloque, estai vis-
to que nao ha do ser pelos seus bellos
olhos. Toma l A, dia eA. E' umn negocio
que 1iho venho proper. E.o que 6 quo o
sanhor arrisca? Eu arrisco a pelh, porque
se me sorprehendem, urna seatinella ferrt-
me um tiro nos nins. 0 senhor nadA tern
a receiar, e quer o negoeio vi por diante
quer so nito faga, o senhor terA os sens tre
zentos mil francos. Fica isto coaNhinado,
6e comao so fosse feito na presonga de todog
os tabellilies do mundo
Contra a sua vontade, apesar doe todos os
esforgoasquo fazia paraI reagir,'-Momlieu
proestava attnceto rull voz teA1ra'


qu est-.nd rn


4,o6pse j. *aa iexpfe i*uoj no vQi
4^s^aad p d1Wao ques e deve
^ul|er expreso duvidosa, que
Di-i.s, porqenuuc& votou atras do
ue Buamy eprofrioz na tribuna, e nlo ha
eo s ir ra, no ir^ de 28 annos de vida
parlmientar, que tonme o exemplo dado
pelo nobre- president do conselho ni pri-
meira vez que alli disse mais de quatro pa-
lavras. (DenegagPes do Sr. president do
conselho).
0 orador, A vista das denegag8es do Sr.
president do conselho,pergunta seS.Exc.
sustenta a alluslo ao companheiro do ca-
9ada do leAo feita a umn distinct deputado,
a hypotheso de Buridan 'applicada ao seu
ex-collega de ministerio, a sua inteango de
fazer um ancilo venerando, como o autor
da sua carreira political, figurar como herce
na lenda ridicule dos Sebastianistas.
Quanto A anedocta do tio rico, 6 mais
prtpria da soena comnica de algum theatri-
nho de 3.3 ou 4.8 ordein do quae da tribu-
na parlamentar; nio pode ser applicavel
ao orador, que nunca precisou, nrm fez
alarde de ter estes ou aquelles parents, e
muito menos ao illustre Visconde do Ita-
borahy, que por tantos titiilos so recomn-
menda ao respeito e a gratidlo national.
(Muitos apoiados).
(Continua).


VARIEDADES

A e s ola


(IMITACVO)


A escola sd conduz
A' verdade e a razvo;
Abre vastos horisontes,
Moradisa unia nacao.


(DO AUTOR.)


A escola e sacro temnplo,
Onde a vordade reluz,
Onde as fastos de Jesus,
E santos mysteries 1 -
A insonte creancinha,
Da ventura mensageira,
Das lettras a companhsira,
Onde o porvir se revc.

Pelas escolas se mede -
A for9a d'uma nagao;
Polo seu grAo de instraegao
S'elevaou rebaixa uin povo,
Luz ou trevas conquistando:
E' na escola q'as creangas
'Bebemn gratas esperangas,
E da gloria o s Ato renovo.

Bemdicto o active mestre
Que seu cargo desempenha
Que cuidadoso s'empenha
Em cumprir sua miss'ao !
Bemdicta seja a creanga
Quo na escola so esmera,
Que nao canga neon se altera,
Sempre de livro na mAo!

Salve o governor q'as lttras
Proteje sem transigao!
Que-anante da instructao,
Em c.Ada ponto unia escola -
Prevident o estabolece;
Salvo o monarcha illustrado,
Que -da machine do estado-
Faz do livro a grande mola!

E' na escola quo se form
0 genio da mocidade,
AMli -6 quo a sociedade
Seus alicerces implanta;
Q'a infancia-graciosa -
Sua razao esclaroce,
Queo-mais tarde refloresce
Vigorosa- a tenra plant.

Pao d'Alho, maio de 1884.


Joaquimn Elias de A. Rego Barros.

Balbina Oudard habitat effectivamente essa
casa, e ananhA, A hora da visit, quando
tiver beijado a bella Miette e ponsado nas
letras de Morio, eu Ihe direi em que con-
siste o negocio.


A evatAo


Monlieu levantou-se.
As duas irmAs e o enfermeiro correram
para elle, que havia terminado a visit.
Como? nio o poderia.
Pareeiache que o soalho da sala do hos-
pital ia a eada instant afundar-se para
subvertel-o.
Peior ainda foi quando sahio. Nao iria
no outro dia ao encontro que Ihe nmarcara
o gale. Nio iria. Daria part de doente
ao chefe da junta de sal le que mandasse
substituil-o por um'collega.
Mas seu ever ordenava-lhe que adver-
tisseo aprefeito.
Estava JA e:n mar.ha par. a prefeitura
maritima, quando lembrou-se que Miette
estava A espera, que desde a manhl nibo
o tinha visto A rua do Canhno, onde ella
habitava, distant dons passes do Campo
da Batalha. Tomou o caminho mais lon-
g) e passounpela-run do Canh-o.
E quando elle abrio a port, Miette sal-
tou-heao opescogo.
Era impossivel ver a.guem mais fresca,
mais faceira, mais catita que aquello din-
binho dourado, quo dardejavalhe olhos
enwmines,_ profundos, estranhios. Miette es-
trva cornam urn penteador cor deo cereja, que
assentava lhe admiravelmente, e nos ca-
bellos trazia uma flr doe romm.
A' vista do object doesua loucura, as
,minesresolussdeo Monlieu ficaram aba-.
laas. Ao primeiro boij eahiram por ter-,
re r.
M+iette ultara-Ihe ao posco0o e iis


vida.


ma das
morrer


torque estarnos vivrs, por6m queremos
mororer unm pouco mais tarde do quae de
costume, umn pouco melhor do que nlo se
faz.
............ .Dalle fasce


Si coniincia a


canton Metestasio
do modo a fazer
naval e nIo de
mnaior severidade 1
toscano antigo:
Dopo il giuoco
quanto la pedina.


morir quaudo si nasce,
corn metro tilo alegre,
crer que fallava do car-
quaresmna; poren con
tinha jA dito o proverbio

tanto va nel sacco il re-


E a escola salernitana coi calma es-
toica:
Contra vim mortis non nascitur herha in
ffortis.
E corn severidade de todos os poetas
Pallida mors quo pulsat pods.
Pauperumn t: bernas.
Regumqpe turres.
Tudo isto sabemos ja de ha tempo; e o
tern cantado cm todos os metros poetas,
moralistas e apostolos; mas o facto 6 quo
quando ahora s B do mais alto, coin ella
nao se accommnoda ninguem.
Quand l'heure d'en baut soune.
Elle ne s'accommodo I l'hture de per-
sonne. Lamartine.
E n6s quereomos morrer tarde e morror
bemrn; e cste 6 o ideal da hygiene do por-
vir; campar um seculo e morrer sorrindo-
se e assentado. Conservar sitos, e perfei-
tamente saios, cora-Ito, pulio,3es, figado e
cerebro, e ja correr quatro quintos do ca-
minho para conseguir aquelle altissimo e
suavissiuno fia-; fazer a hygiene das vis-
ceras 6 tornar quasi inutil a medicine.
Aquelle santo homemin que today a Italia coin
tanta dor perdeu nestes dias, aquello anjo
de bondad*, aquelle modesto salbio philo-
sopho, que reunia corn rar.I harmonia a
grandeza do coragao e da monte, deixou
escripto, entire muito bellas cousas, estas
santos palavros, que s1ito ao mesmno tempo
urna profissIo de f6 mnedica e uina pro-
phecia:
Se podessemos preceder igualmabnente no
porvir ao aperfeipoahento da humwanedade
e ao da sciencia e da vaude, esta ultivt
seria representada por umnt perfeita hygiene
que deveria saber reduzir ao imenor nawnero
possivel as necessidades d'hi mdicina thera-
peutica.


A conseguir este fim sublime convem
sobretudooccupar.nos da hygiene das visce-
ras, ninaparto, e verdadeiramente a part
mais obscura c mais difficil da nossa ar-
to. Os musculos se apalpam c se modem,
se fazem trabalhar e descangar A nosso
capricho; a pelle se vu, e se toca, se lava
e se refresca, e se aquece segundo as nos-
sas neccssidades e os nossos prazeres;
mas o figado quemn o lava ou o torn pe-
queno ? mas o rim quemn o toca, se naio
corn a m10o, ao menos corn umn instru-
quo n-o seja langa ou lanceta?
Queom mc manda um minensageiro lilli-
putiano, t io pequeno c tito flexivel para
poder penetrar nos labyrinthos do baco,
nos profundos abysinos da medulla e en-
tee os acinos do pancreas?
Niao poderei eu penetrar corn a luz da
scioncia, quo esclarece todas as profundi-
dades e aplaina todos os abysiros, nos
canaesinhos microscopicos done se fa-
brica a vida e so prepare a morte?
Sim quo o podoremos, mas pouco a
pouco, lenta c laboriosamnonto conquistan-
o terreno. Si'o as visceras que insidiosa
monte adoecendo nos preparam a more aos
40 e 50 annos cm lugar dos 80 a 100;
sao as visceras quo, gastando-se minuitas
vezes sem n6s sabermos, nos fazem mnorror
atravez do supplicio de uma doenga aguda
ou atravez da long tortura de unma lenta
affeeg.o; sio as visceras quodegenerando
nos fazoemn morrer de hydropesia ou de
gangrena.
Cada mnolestia tiern Tnma casa natural
nenhuma suc-cede sJ&n a intervencwo da
naturezca, disse corn olympica einexoravel
magestado o velho Hypecrates ; mas por-
que nao poderomos n6s espiar corn as nos-
sas sentinellas, o primeiro mover-so do
inimniigo; porque nto poderemos n6s ter os
nossos hulanos exploradores,'que a fizoram
Corn o diabo da profissao que segue! Bern!
E agora estI vermelho conmo a minha ro-
mait. Anda, meu Luciano! succedeu-lhe
algumrna cousa terrivel, diga.
Monlieu tranquillisou-a socegou-lhe as
inquietaeoes, c a doudinha, leviana. deseni-
dosa, depressa mudou o curso das suas
ideas. Mas seu amante nao podia fazer o
minesmo. As palavras de Paloqae cstavam
sompre tinindo-lhe aos ouvidos. Trezen-
tos mil francs. e Mietto!
A noitoe foi torrivel, die passou-a em
perplexidades horrorosas.
Na hora da visit, elle achava-se no pe
do leito de Bernardo Paloquo.
Sen partido estava tornado. Elle fizera
calar a voz de sun consciencia.
Tudo, antes, que perder Miette Bran.
Pel)que parecia maisfraco, mais desfeito
que va vespora. Sua voz estava sibilante
e parecia s6 po ler fallar a custa de extre-
ma difficuldade.

Por centre as suas palpebras fechadas fit-
trava-se um olhar do triumph.
-- Bern, disse elle logo que Monlieu p6-
de ouvil-o; o senhor aceita. Nao perca-
mos tempo, e, sobretudo, nada de palayras
inuteis. Eis o quo Ihe psgo. A essa ho-
ra, -eramn nove horas da manha--devo
perder os sentidos. Julgarao que morri, e
hei de parecer morro.
Mas.... quiz interromper o cirnr-
gito.
C Oale-se e escute-.m. 0 scnbor estA
vendo quo estou corn areas dc moribund.
Ha tres dias qju absorvo una mistura de
belladona, morphma e opio. D'aqui a pou-
co, tomarei urea d6se mais forte. Oh n'o
^ha perigo... afirmoa urn a mov'mento 'd2
'slnhiMOu conhego a posizao. Somento,
rdo adormnecr teroi areas docadaver;.^
i iO rigil 2 fez -na sigal ^aflirmativo.


do que nilo


UIm pouco de tudo


Urn marido, muito boa pessoa, coino ha
muitos, era casado corn ura nulihcr ultra-
mar, como ha muitas tambem, c quo, du-
r-inte todo o dia, o enchia de recrimina-
coes.
Elle entao consolava -se, fazendo espirito"
Minha mulher, dizia elle n'outro dia,
tern a voz ti'o aspera, que so ouvil-a me-
faz tossir.
rendo comno bicho. Portanto, logo qne eu
dear inteirigado, tirar-me-hao d'aqui.
E depois? perguntou Monlieu con
voz surda.
Depois, o senhor vai dizer que me
acha muito mal e aos outros tanbem, o
que para elles sera exact, o senhor terA
urn pretext para voltar as quatro horas da
t irde. Sem duvida ter-me hao levado pa-
ra o amphitheatre, onde nio hei de estar
sa. Ha de hayer verdadei'os cadaveres ao
oaeu lado.
Todo aquelle piano parecia corn effeito
dos minais naturaes a Monlieu. As cousas
dcviain evidentemonte passar-se como Pa-
loqui3 as previa.
E no amphitheatre ? porguntou elle
ainda.
A cousa ainda e mais simples. Esta
fazenlo umr calor terrivel, e muitos dos
seus colleges, e o senhor mesmnio, tern sido
obrigado a fazer autopsias A noite. 0 se-
ahor serA corsiderado como devendo fazer
auna ai noite. E como tomarei sua roapa,
como deixal-o-hoi em meu lugar, o sanhor
terai sido victimna de uma sorpresa audaz,
born explicavel e bern natural emn tal lugar
o a takes horas.
Nao h i rvia mais que hesitar.
Tudo estavAregulado, prev.s'o por Palo-
quo, corn numa seguranca complete do inten-
,ibo e raciocmio.
Monlieu aceitava o negocio.
Deixou o leito de Ploquo sA. dirigir.
lihe a palavra. Estaval"oncluido.
No moment de dei a sala, dirigio-s
a una das irmins e Ihe a e:
Ha alguns doentes q vIo muito
Voltarei As quatro horas. ,
Conmmunitram-lhe is qu kro horas qu.
o n. 233 havia- sidolevado a o oa
corn outro cadaver, e qaoe te, orrid
pois outro dos coudennadc s iigua
soer para idtransferido.
Tado ia asiiu do melhor M


4-


77(


I


I -


que curar os doentes.::
0 insigne home que oh
sor Carlos Maggior.mi, e a
profundo trabalho que a wicina de pre-
venao 6 'mais potent o&quo a curativa,
o cornM tara :aoutrina e muita largueza de
vistas mostrou de quantos mnodos se podel
imnpedir o desenvolvimnento de affeos he- -
reditarias on ameagadoras o j4 nos primei-
ros passes do seu andamento.
Bern que a sciencia at6 hoje tire pobris-m
simos elernentos dest desejo, Maggbiarami"
sonbe do pouco sabido e do pouco conhe-
cido advinhar as riquezas do porvir.

BDuzaina a vapor
0 pharol de Planier, proximo ie Marse-
lha, que tern ja ium poderosof6co electric,
vai ser munido de urna buzina a vapor, cu-
jos sons poderio ser ouvidos a muitis mi-
lhas ao largo. A buzina tera quatro mine-
tros de comprimnento, o diametro da suna em-
bocadura seri de vinte centimetros, as pa-
Ihetas vibrantes de ago torAto 6m,30 do
comprimento, 8 centimetros de largura e
15 de espessura. 0 corpo do apparelho
compoe-se de uina parte'vertical de cerca
de 30 centimetros a partir da embocadura,
e de uma parte horisontal, fazendo umn an-
gulo recto corn a primeirae terminada pelo
pavilhao.
Ha muitos annos que nas costas da In-
glaterra e da Franga estAo jai funccionan-
do alguns apparelhos aeusticos d'este gone-
ro. A experiencia tern mostrado que os ne-
voeiros, quo annullam o effeito dos f6cos
luminosos mais poderoscs, facilitainm ao con-
trario singularmento a adigio dos signals
sonoros, gracas ao accrescimo de densida-
de do meio transanisso. Sob o ponto de
vista musical 6 o ,t que so destinguo de
preferencia no meio do sussurro do vento e
da tempestade; 6 essa a nota dada pelos
apitos dos grandes navios, principalment'3
pelos transatlanticos, cuja velocidade, comn-
binada corn o grande espaco neccssario pa-
ra as evoluqoes, exigo que se faqam ouvir,
em occasioes de nevoeir.), a uina grande
distancia.
Imagine-se a satisfac.io que devem ex-
perimentar os cantores que ao fazerem a
travessia da Europa para Nova-York en-
contramrn ns paquetes ui instrument que
Ihes d6 o la.

Um ronbo audacioso
0 doutor Russel, o antigo correspouden--
te military do Times, durante a guerra da
Crim6a, casou n'una d'estas ultimas sema-
nas em Paris coin nuna encantadora ita-
liana. N'essa feliz occasiao, os brindes
choveram de todos os lados sobre o par
sympthico.
Esses presents de noivado, avaliados
cm 25,000 francos, foram contiados, du-
rante os primeiros tempos da lua do mel,
a uma amiga residia que em Eaton-squ-ire.
Um bello dia, umn commissario, revestido
coin todas as insignias da sua profissao,
foi a casa d'esta ultima senhora, dizendo-
s3 mandado pelo Sr. Russet e por sun es-
posa, para levar os objects confiados A
sua guard.
A pobre sanhora entregou ao comnissa-
rio tudo o que ella guardava perlencente
nos nolvos.
Passaram-se dous ou tries dias e a so-
nhora em questibo comngou a admirar-se,
primeiro por nabo ter noticias dos seus ami-
gos e depois por ver quo cites lhe nao ac-
cusavam a reeepgao dos objectos cevia-
dos.
A razeo do siiencio dos noivos 6 facil de
explicar : naio tinham chegado ainda a In.
glaterra c o famoso commissario era sim-
plesmente um gatuno.




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