Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16015


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Full Text






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. .


4


U


i:


em que o ineucionado rdo corme(ou a cumprir
a pens de gales perpetuas i qua foi condem-
nado por decisio do jury de Cabrobd
Ao mesmo. Sirva-se V. S. de prestar-
me as informacOSes exigidas em officio d'esta
Presidencia, de 7 de dezembro e 13 de abril,
acerca do sentenciado Joao Baptista do Naci-
inento II, aftim de dar cumprimneuto ao dis-
posto nos avisos do Ministerio da Justiga, de
2-2 do seteminbro e 7 de marco.
-- Au corninandante do Presidio de Ferman-
do.-Attendendo as consideracOes, por V. S.
expostas em officio n. .O, de 19 de junho, au-
toriso-o a promiover, na maior escala. nesse
Presidio, a cultura do alg.,do, de prefarencia
ii do milho e outras, de'muitb menor result
tado. Nesta data me dirijo ao Minsaterio da
Agricultuta, soiicitandos remesa das me-
Ihores sementes, conforsme N. 8. peds, o doo
sciencia da present autoripg| ao Ministeric
da Justice. *
Ao mesmo.-De accord eorn a informs
qao constantedo officio de V. S., n. 93, de 25
de junho, e nao se oppondo o Dr. juiz de di
reito do 2. district criminal, eoneodi, po
despacho ('esta data, permission a senten'iia
da Maria Antonia da Conceig8o, para regrets
sar a capital : o quae communico V. S., pari
os fins convenientes.
Ao inspector do Thesouro Proviyaial.'-
A' vista da informasco, milisttdas a 4td cot
reate, pelo engenheiro cefe interior da Rw,
partigio das Obras Pablicas, cb m a qtas te
satisfeita exigencia conftids no dio dam
Thesouro, de 27 de junho, a. *,aob
quantum da despeza que, pertencendo I vere
do% 38 do art L.' da lei do orameto do i
erieio de 1880-81. recom M0 a V k
minde satisfaer o inclusoh p 4dido. de
afim de ter ko 0 o mgaesdes abras
ejitadas p#l
Ao-: r
q % al. W-


Metto a
souro Pro,
d4mas pi
gamento
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quando di
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da ordes
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Pan
6ie


T LEGrIIIAS



(Pelo telegrapho terrestre)

RIO DE JANEIRO, 21 de julbo, 6s 3
horas e 30 minutes da tarde. (Recebido
as 6 boras e 30 mioutos).
Consta ao JOURNAL DO COMMERCIO
qua S.M. o Imperador coanormou-se
coin o pareeer da minorla do Conse-
iho de Estado opinando quoe sejam do-
clarados inelegiveis os IAectionarios,
do que trata o art. 11 da lei a. 3,029
o 9 de Jane* mMl ano, quo
sods mezes antes do din da elei01o
eKerciam cargos.
Foi noineado professor de paysa-
Seas, na Academia de Bellas Aries,
Leoucio da Costa Vieira.
Cambio o mesmo.



?ARTEOFFICIAL
Govwrno da Provincia
EXPEDIENTS DO DIA 6 DE JULHO DE 1881
Actos:
0 presidents da provincia. i vista da
propostt do Dr. chefe de policia interino, em
Btftcio n. 900. do hontem, resolve nomear 3"
supplente do deldzado da Escada, so alferes
do Corpo do Policia Manoel Gabino da Silva.
-dRemetteau-so o titulo ao chefe de policia.
0 president da provincia. attendendo
aaoque reqlerdrain Manoel Pereira da Silva e
Loaren-o Gonc'lves Aleixo. professors de
casino primario emra Venda-Grande e Lage-
Grande. e, tendo em vista o parecer do Con:
selho Litterario, annexo a proposta contida
em officio n. 216, de 2 do corrente, do inspec-
tor geral da lnstrucio fublica. resolve, de
accord coin o disposto nO art. 112 do regu-
lamento de 7 de abril de 18"79, dar sos referi-
dos professorea aceesso is cadeiras de 2' en-
trancia da cidade do Cabo e da villa do Born-
Cjnselho, na ordemin en qae estio colloct-
dos.
Offcios :
Ao president do Cdara Coun a infor-
maciojanta do director interino do Arsenal
da Guerra. de hoje. sob n. 211, respond so
telegrainma do V. Exc de 4, relative ao far-
damento dais pracas do 15* batalhlo de infan-
taris.
Ao ditD da Bahia.- Rogo a V. Exe. se
digne provideuciar pars que seja passada. e
remnettida A Secretaria d9sta Presidencia. a
baixa do service doiexereito, do. ezx-anspeeada
do 90 bstalhlo'de infantaria, Daniel Antonio
das Neves, quae aflega., em pticlo, a mw d --
rigida. solicitando a dita baixa. nfio a tf re.
cebido em in temp, por schiar-se t6ra dessa
provincia.
Ao comiaandante das *rmas.- -Recowo
mendo a V. Fxc. qud expeo', sas ordana, n ,
aeutido d -'ir apresmsatda so Dr. chafe de
policia, a 8 deste inez, 6 10 horas da inmanh.
urnsa escolta o ctvallria, arftin de conduzir
pars o ltern ,ies Santo Antio. seis rdeos, que
ali vyo reap ,dter so jury.- Communicoa-se
ao chefe de policia.
Ao rneozo.- N&o havendo forga dispo-
aivel no Cori,, de Policia, recommnendo a V.
ExIc. qUae an ie apresentar ao Dr. chafe de
policia, a 8 do corrente. 6 pracas e 1 cbo,
alim de escoltarem 4 crimninosos, que vao'res-
ponder aojury de Itambe.- Communmcou-se
ao chefe ,le polic:a.
-- Ao Dr. chefs de policia.- Aonuindo ao
(ue solicita o inspector do Arsenal de Mari-
aha, em officio n. 58, de hoje. de V. S. suea
erdens pars qae os agents policies prohi-
bam o abus quo praticam alguns patr~os
de embarcacOes do trafego do porto, de amar-
rarern espias no gradil da Poute Sete de Se-
tembro.- Cin~nunicau-se ao Arsenal de Ma-
rinha.
Aojuiz de direito do I district crimi-
nal.- Trtnsrnittindo a V. S. a peticao. que
opportunamente sera devolvida, dos escrivies
do civel desta capital, recommendo-lhe q.e
proponha a designasqo dos districts crimi
naes, era quo cads um dellds deve servir.
Ao dito da 2.0 districto criminal.-Para
-er devidarnente instruida a peticlo de graca
do reo Francisco Barbosa da Silva, actual-
mente no aervico da fachina da fortaleza do
Bfum, con vin* quo V. S. declare, conforms
Ihe foi recoinrnandado em 19 de maio, s data


ftlcio. Qusnto. porem, to reforgo do destaca-
mento. nio pde ter lugar, por falta absola-
ta de foray.
i- Ao prefeito d4 Penha.- 0 Exm. Sr. pro-
sidente da proviacia maanda commuuicar a
SV. Revma. que, nests data. enviou ao gover-
i no imperial a peli.to, em quo V.. Bevaas. BO-
* licita Unouo de- direitoas nu A-fndega, par
i novoe objqetoe vindon.da Europa corn d4 i n
D a igreja lda Psmba .


DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 291
DE WULHO DE 188t

Abaixo assignados moradores no povoa-
do Palmeira deo Garahmus.-Iaforme o
Sr. inspeAtor gera, da IustruccAo Publica.
Audr6i Avetino do Espirito Santo.-a-,.
forme v Sr. inspector eda tThesourania l
Fazewudft.
BI o t.m.... .. C C S alles -
t ain Constant da Ca, Saaless.-'


'14

.1


auero- dp pio Psjo t qt oram re.aidose
as de~ eo l"e feita. _
ZOM ViWAJUb..PaOMn ser devi-
dameoteio~tIft d~~co'< doa Manool Joiquim d Milva, wavdai q, Vime.
pp!
4 w0 to r
e8. do aviso ietlar do io lvio d ti-
la. 287, de 1865. conforIa lh. foi reoam-
mehdado etu offlcio de 4dejunho.
Ao jai m nioipns4 Suln4ariNteaa.- Do
Sdo. offtu 9d. d6 j 9dju la. q moe
Vac. oommumca tar rof"bid a J.taode
ciassaoiLai de- term*o ospia da nova
a clM404e reconmeadads, par -$A Pr MT
dencia, declxro-lb* qae. esgotado prVzoo
art. 34 do regulamento a. 5,13 do 13 do no-
vembro de 1o 2, dovero ser libertado. por es-
te j uiz.tsatos escravos, quantos comportar a
quOta dietribauid, depois de arbitrado o sua
valor, sg'do srt7dregulmoado ot do mo rglmn-
to. salvas as e:cepQos nolle contldas.-Offl-
ciou-so a junta de clasificaio, par os dpvi-
dos fins.
S- Ao commandant do Corpo do Polioia.-
P6de Vine., doacefordo corm a iformuato cans-
tbate do offcio n. 865, de hoje, dar baixa so
soldado Jo"e Claudio de At lbuuerque.
Sag aahoiro chefe interior da reparti-
|li^ lr sPalios.-CGommunico a Vmc.
qua. di adeordo coI a sua informnoo do 10
do orreat sob a. 186. aesta data, indeferi a
petio eFiannelio do Melslo Cabral. em
que, p4io dispeonsa de multa, que lhke foi im-
posts. por nao tar feito no praso legal os pas-
solos dos predios us. 4150 152, silos AT rua Im-
perial.-Mutasis mualaOis ds Carlos de Pau-
la Lopes, quanto se paseeioa dos predlos ns.
113 e 115, ai rua do Visond. de Goyanna. e i
de Rieardo Moreira da Silva. q uanto so pas
seio do predio u. 184 rua Imperial.-Com-
municou-se so Theaouro Provincial.
Ao motmo.-Atteandeado so quo expoz o
proved: da Santa Cas de Misernicordia, no
officio, I que allude a informagio de Vmc.,
de 25 de junh6, sob n. 169, ralevo, Desta data,
as multas impostas por fartas de execugito dos
passeiose das casas ns. 61, 93, 95 101, ds rue
do Visconde de Goyanna, pertencentes ai mes-
ma Santa Cass, e concede o prazo de 6 mazes
para curaprimento dessa obrigaqio.-Commu-
nicou-se ao provedor e ao Thesouro Provin-
cial.
Ao mesmo.-De conformidade corn a sus
informacao, de 18 de ounko, sob n. 159, nesta
data, relevei da multa em qua incorreu Jose
Francisco de Sat Leitko, por abo tar feito, no
prazo legal, o passeio do predio n. 63, a rue
do Visconde de Albuquerque, visto ichar-se
feito regularmente o roferido passoio. Mu-
tatis mutandis ia Antonio Fernandes Velloso,
Manoel Ignacio d Arruda e Umbelina Justi-
na de Souza, A Jmquim Gomes Ferreira de So
Leitao, quanto aso pasio do predio n. 158, a
rua Imperial, e a mesa regoedora da Ordem
Torceira do Carmo, quanto a do ,odio n. 46
a rua dO Visconde de Albuquerq
Ao promoter public de Cab .-ons-
tando de communiuua o official a ae con-
cluido oinquerito, quewprocd p'iroc-
easiJo d a tie uo yae t d,6,aaaj
preso Justino Alves do& Arogo,. reM eDdo
a Vinc. que promote a inetaaraodo respee-
tivo summario, e o sea andamento, devendo
dar a estate Presideneia conta do resultado.
EXPEDIENTB DO SECRETARIO
Officios:
Ao commandants superior 4a guards us-
cional do Rio Formoao. 0 Exm. Sr. presi-
dente da provincial manda accusar o recebi-
menlo do officio de V.'Exc., di 28 de junho,
communicando hver, nas masma data, entra-
do em exerciclo d4 sau cargo.
Ao Dr. chefe do policia. De ordem do
Exm. Sr. president. da proVineia declare a V.
S., em resposta ao officion.898, de 4 do cor-
rente, qua, ano havado forga sigama dispo-
nivel no qiartel do Corpo de Policia, nao
p6de ser attendids a requisicao do j uiz muni-
cipal de Taquaratinga, no sentido de alli per-
manecer algum tempo a escolta qua foi
conduzindo r6os pars a serem julgados perante
o Jury.
Ao mesmo.-De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provmncia, communico a V. S., quo,
pelos motives constantes da informsaco pres-
tada polo inspector do Thewuro Provincial.
em officio n. 883, de 30 de junho, aio pdde ter
lugar o fornecamento da roupa nMcessaris aos
press pobres reoolhidos a eadeia da cidade
do Limoeiro, conforms requereram a V. S.,
na petmico annexa a eeu officio n. 830, de 17
de juaho.
Ao inspector do Arsenal de Marinha. -
De ordem do rxm. Srn presidents da provan-
cia declare a V. S. quo expedia-se ordem, ao
eagenheiro encarregado das Obras Geraes,
pasra apresentar o orgamento da despeza a fa-
zer-se corn as obras e concertos, de que trata
o seu officio n. 56, de hontem.
Ao promoter public. de Caruarm. De
ordem do Exm. Sr. presidents da provincial
communico-a V. S., em resposta so sea offi
cio de 13 de junho, quo o br. chlfe de poli-
cia vai providenciar, no sentido do serem cap-
turados os rosa A sue allude V. S. no dito of-


Officio do procurador dos feitos.-Infor-
me a secco do contencioso.
Officio do procurador dos feitos sobro
aliegaoo de Dyooisio GoonCalves Maia.-
lolorme a seckio do contencioso.
Contas do collector de Palmares relati-
vas ao exercicio deo 1879-80-Approvadas.
Contas do collector de Bezerros.-Infor-
me 0 Sr. contador.
Jos6 Paulo Botelho.-Informe o Sr.
cootador.
Jose Manoel Ferreira Guimaries.-Ao
Sr. Dr. administrador do Consulado para
attender.
0Coutas do collector de Cimbres.-Haja
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
BariQ do Morenos.-Iuforme o Sr. con-
tador.
Barlo deO.Mecejana.--Informo o Sr. Dr.
adminigrador do Consulado.
Antonio Ferraz Ribeiro e outros.-Volte
ao Sr. coniador. -
Barao de Mbrenos.-Ao Sr. thesoareiro
para attender de accord cornm as informa-

Officio do engeabeiro cbfe da Repar-
toa-u das Wian Pubicas6eaeledo o ter-
mst doe 4outts.W pira, e~cooo pass
do Pavo da Aso .bta.e-Al lacC ocon-
teocioso para os fins conveoo tetos.
Jose NicolAo Ferreira.-Informe o Sr.
contador.
Joaquim Fetreira RBamos.-Infoirme o
Sr. conlador.
O, fficio do Dr. procurador dos feitos so-
bre at #-o de Claudino Jos de MoWHo.-
~lnfami&j o Sr. Dt. administrador do

Jeroskylo Jos6 Ferreira.-VoVte at ) Sr.
*.ui.W f ine ,


~t&- a.~em. j;ccz
~ 9 IM- tica5


?elo Yapw
hontem, prwtB
7 do correa,
se segue:


.,22 DRJIU~JIO
m da Europa
Mie de Bahia, obegado
mos jornaes de Lisboa de
dos quaes colbemos o q1 "


&-ot -1ic.f '. ''lAMti T I||I4^
de.o quofoss* eid CM'
''A' milnhi 6rdffliti 4Jafih 144,ti"M
come aienado, at6 q o cole-.

A ordem do subdeleaio do uto
Antonio, Laiza Maria do 6ito
per e ubriaguz e OB faw -
ca; Joaqq.u p.xmes Siteioi f
de furlto, e Angelo. escraro, de Do 'i
Ismeria Lopes do Ameida, por ter Men-
contrado for d e boras.I -*'
A' or.m do do t districto*e&S Jos6,
Jesniao Pireira da Silva, ,por disturbios e
offemas a moral publish.
Dens guards a Va. -Ec -him. e Exm.
Sr. Dr. Jos6 Antonio de-Souza Lima, muito
digno presiqente da provincia.-O chbee
de policia Joaquim da Costa Ribeiro.

Thesouro Provincoial
DESPACHOS DO DIA 21 DE JULHO DE
i881
Almeida Machado & C.-Deferido, fi-
cando os supplicautes irrespousaveislquan-
to ao debito dos anteriores locatarios do
predio n. 36 a rua da Malre de Dens, vis-
to provar-se 414a4verem succedido Dno
estabelecinmnto Ouja-natureza 6 al6R disso
de causa da do anterior.
Maria Venancia de Abreu e Lima Bastos.
-Deferido, ficando o novo locatario da
casa n. 258 A rua do Coronal Suassuna,
irresponsavel pelo debito dos anteriores,
visto achar-se Techado o mesmo predio,
segondo as informao5es.
Joaquim Lourenuo do Barros.-Defe-
rido. .
Maria Francisca de Almeiaa Gomes.-
Restitna-se, e proceda-se no mats na cot-
formidade das informaod-e..
Contas do collector do A relatives
ao exercicio de 1879-80.-- rovadas.
Magalbaes & C.--Ideferido'por dar-se
verdadeira successor na ca.a d past a
rua das Larangeiras n. 2i, a-
ta : porque se a venda foi por
leillo, esta teve logar de or d0o ante-
cessor, e o sea product Ihe Si directa-
mente entregue, e assim est.lece-se a
responsabiidade do successor ot limos
ida-te tegeteladora da -tial~t^ S -
Joaquimrn de Sa Lopes Ferr, ,
ficaado irresponsavel o 0010 Jov a
casa n. 21 rua ade PaysaaA e ito
dos antorioreq, visto achar.-Nri,, cupada
a mesa casa, e fechada.
Jos6 Barbosa da Cunhoba.-Ao Sr. con-
tador para mandar fazer as competentes.
nofas da portaria de licenca.
Joaquim Beda.-Ao Sr. conlador parsa
mandar fazer os competentes notas da por-
taria de licena.
Contas do collector de Panellas relatives
ao exercicio de 179-80.-Approvadas.
Antonio Luiz Caetano da Silv.-Iofor-
me o Sr. contador.


BULGARIA
As ultimas noticias chegadas da Bulga-
ria represeatam a victoria do principle,
como muito menos decisive do qoe se ha-
vik supposto ao principio.
^ @ sea governor tcra que proceder A elei-
coes supplemenlares, para obter a maioria
necessaria de dous teroos.
RUSSIA
Noticias particulares dirigidas de Mos-
cow para'Paris, communicam qae foi com-
pletamente destruida a famosa cidadella
de Moscow, antigo palacio dos czares, que
eo 1812 escapara ao incendio ianQado A
grande cidade por Rostopatrin. 0 fogo
rompeu ao mesmo tempo por quatro
lados.
Urn telegramma de 5 A noite, diz:
SRebenton um grade incendio que ain-
da dora. JA foram destruidas pelo mneos


500 casas.


HFESPANHA


ConuliAsnm a motivar geraes e tris-
tes commnentarios em lspanba os acon-
tecimentos 'de Oran, esperando-se em Ma-
drid, corn rande anciedade, o resniado
das negoci'sos diploiaticas entaboladas
a esse respeito entire a Hespanha e a
Franca.
0s jornaes consmervadores desse reino ni(
cssam de protestar, e -agpax mais do
'Cao das cO*tes. IA Epo*a, foha ultra
conservad r c e ovtisia da gemma, to-
mou uma attitude llicosa; pblicag


!" ... .....0 gonralr GsarfldN foi vietima da reetid.
4810&Ao) ceMdrd40di 69 deodos s0euaprineipios.'
41 JAallro, 5 dejalao, I 7 horas a 28 mi-
, Z l dii qpp da'coofeOrciado te uo "Ainfavoraveis es$& manbS. Melhora
mU Javibf Co a 0 9 istro do& w- pa0so. tsmpkiaUnra respiraggo, desde
t |uagsis iteatuIa, quo a Fran0a hontemn tarde nno sofir a nauseau que as-
imp a hobies banhopaboesd do te I*M o tffilgiam. Os-seons medicos es-
tio H ais eospranjados.
da deplora i attituddee certeos Londrese, 6dejulho. as 9 hoi as e 28 mi-
S M sdri, a ustenta quoae # Hs- atos.da uanhI. 0 ,atado do president as

awperljadicados com a ul- yoravel.
ft carlfis. 0 almiraate fran- -
Oftenhuma nota dipioaa- PBlii igo
I V-1sro do neg*ciO6 esrangei- -limlI Uli
tpVwdeu quo a iiMeonsa hespanbola A ,- I -* iTI
?e; e queo i baia piridade entire AoNSIB LEA fOVINCIAL


- Wopfibios deUS.da e os prej uizos cau-
ssct',a o iqa.. U era euft
%401gt 6tuas soleisias, depois quo
itegt a esposta ll'1ranca a -nota da

,' 0 ministro dos estraageiros eovioa
novis instrueomes ao duque de Fernan
NKiiez. )
Otroa de 5 a noite, dizia :
Nadrid, 5 de julbo, a noite. 0 em-
baixador francez, alhnirante Jaures, teve
ufma loopga oofereocia corn o ministro dos
negocios estrangeiros de Hlespanba acerca
dos acoutecimentos de Saida Cre-se qua
havera soju.Ao satisfactoria. 0 almirante
Ja&nres etregara amaahb a resposta do
siu governor. 0 Sr. Alberto Gr6vy, n'uma
couferencia quae lteve corn o consul de Hes-
pauba em Argel, declarou que o resulta-
do do inquerito a quoe se procedeu indica
que em:Saida foraun assassinados cem hes-
panhoes e trinta levados prisioneiros pelos
arabes. 0 circulo dos bolsins de Madrid
resolve, por 67 votos contra 30, que o
bolsin seja aberlo aos domingos. 0 rei, a
c6rte e o ministro dos estrangeiros irlo
sexta-feira para a Graoja. )
IPORTUGAL
Eis o theor do decreto polo qual foi fixa-
do o dia para proceder-se ais eleiqoes pars
membros dan novas c6rtes :
a Tendo do proceder-se a eleilao geral de de-
putados is c6rtes que teem de rennir-se no
dia 2 de janeiro do proximo future anno, em
virtude do decreto de 4 do corrente mez de
junho, polo qual foi dissolvida a camera dos
senhores deputados na nagio portugueza:
heio por bern determinar o seguinte:
a Art. l.o E' fixado o- domingo 14 do proxi-
mo mez de agosto para a reuni1o das com-
missoes do recenseamento eleitoral, afimr de
darem cumprimento so dispoeto nos arts. 42.
43, 44, e 45 do decreto deo 30 de setembro de
1852.
a Art. 2.0 Sto convocadas as assombldas
eleitoroes do reino pars o dis 21 do dito mez
de agosto, afm de alegerem um deputado
por cads um dos ecirculosweleitoraes designa-
dos no mappa annexo i carta lei deo8 de maio
deo 1878,
c Art. 3.4 Os acs0 eleitoraes e da apura-
monto sbrio pretiadxs nos praos e pela f6r-
maI"- ripu a.. dae to de 30Q41 Btepmbro
de I2 e carta de le deo 8 de maio de 1i5,.
a Art. 4.' Os governadores dan provincial
ultrmaarinas, logo que reeebam communica-
cao do present decreto, mandario proceder
as eleigoes nos circulos de suas jurisdiqoes,
nas epocas a prazos que form compativeis
corn as distanciasse meios de communicafio
a Art. 5. Da igial tfaculdade usarno os go-
vernadores civis das ilhas adjaceotes, quan-
do doixem de receber a communicacso do pre-
sente decreto a tempo de poderem ser prati-
cados oa actos eleitorses nas epocas no mes-
mo decreto designadas.
a 0 president do conselho de ministros,
ministry e secretario de estado dos negocios
do reino, e o ministry e secretario de estado
dos negocios da marina e ultramar, assim o
tenham entendido e faqam. executar. Pago da
Ajuda. em 30 de junho de 18Kl.-Rei.-Anto-
nio Rodrigues Sampaio. Julio Marques Vi
Ihena. v
Foi agraciado corn a commends da Con-
ceiglo, o bariLo de Villa Vigosa, subdito bra-
sileiro, em-attencao sos seus merecimentos e
qualidades, e como testemunho da real consi-
derablo.
Foi agraciado corn a commends deChris-
to. o Dr. Jose Joaquim da Fon a Junior,
subdito brasileiro, *attenqio a seou me-
recimentos e qualida&& -e como.estemunho
da real considorabeo.
Foi agraciado corn o babito da C0ncei
cio, o Dr. Manoel Lopes da Silva Lima, 21
tenante e 2f cirurgilo do corpo da sasde da
armada brasileirs, em attenulo as sua cir-
cumstancas e como testemunho da real mu-
niflcencia.
Em Lisbon eram esperados, em viagem
pars Pernambuco : 8 do corrente. o vapor
inglez Alice: a 13. o vapor inglez Togue ; a 19,
o vapor inglez Orator; a 29, o vapor inglez
Author; e a 2 de agosto, o vapor anglez
Iberia.

Noticias dia America
Em Lisbon foam reoebidos os segnintes
telegrammas dos
f ESTADOB UN1DOS
$ Washington. 1. tards. 0 Sr. 6arfteld aeor-
"don is 2 horsn e muia, e deelaroU que se sen-
tia melhor, quo aunes -eteved depos e ser
ferndo. 0 boletim medico daL 5 hornas e m
) quarto di'que qaeo president pAds toanar
[ ur pouedldealdoe quo oeoBBrvou Actual-


meats estik desanqando., 0 Stu eSZG .0 0
mamo qa oanteriornmate. S6 havera ontro
-boletm *A 6. boes da tarnd.
W* tisvisgtu, 4,s ite. As'sIoras 645
D or*Weate nao estsft melhor;
&4*W dftrew quo honteib, mas deel%-
=at do novo % itympaite: pulso, 126;
lio al r s a lp k-ois ii Ual ha-


ineOommoatr o
pve ligira me-
d. No teon ha.
Shora o 40 tai


*1


SESSXO EM 8 DE JUNHO
PKSIDRONCJA DO |XM. SR. BARAIO DR ITA.PIl.
SUMA &A: 1
(C6Oncusei '
0 Sr. Eudoxio de Brlto-(Nbo devolvew
sou discurso). ,
O Sr. Bario de Nazareth Sr. prm*.
dente, nbo veBho a tribunal levado da 0
rang&a de convencer ao nobre deputado, s.
Dr. Ulysses Vianna. S Exe. nMo se conveace.
0 nobre deputado tern declarado guerra sos
orlamentos, e tomou por system atacar or
relatores da commissao sob o pretexto de ia-
ter pellacbo.
Hontem, Sr. president, n6s viamos o atk-
qua virulento do nobre deputado..
0 SR. ULYSSES VIANNA Virulento, no :
podia ser vehement ; sou incapaz de empre-
gar a virulencia.
0 SR. BARAO DE NAZARETH-V. Exc. empre
gou hentem, e eu appello pars o nobre rela-
tor da commission de fazenda ; V. Exc. hon-
temn fallout corn ardor tamanho, que eu estra-
nhei, lamentando que se afastasee do mode
porlue costumna di.cutir nesta casa. Real-
meale surprehendeu-me a maneira pur que
S. E9e. se dirigio ao Sr. Dr. Ayres Gama, e
S. Exc. mesmo tern disto convicclo ; e, ape-
iar disto hoje noo foi menos incis'ivo quando
se stirou a commission de orcamento muni-
cipal.
Nao me cumpna, Sr. presidents, embort
apoputado qu e sou e como camarista, discutir
o orcamento municipal, porque nu respective.
cominisseo se acham colleges muito distinc-
tos, entire os quaesa o nobre relator, que tea
discutido corn muita vantagem, provando a
pericia do seu trabalho.
0 SR. ULYSSES VIANNA-0O trabalho da com-
rissao ja nMo existed : corn as emendas desap-
pareceu a material prima.
0 SiR. BARXO DE NAZARETH-0O nobre depu-
tado julgou que estava so nesta casa, ou tfe
muito pouco caso da commissio de orsamen-
to municipal, e talvez do camarista e deputy.
do que esti na tribune ; o anobre deputado
julgou, que, corn o seu discurso atopetado de
fores e espinhos do rhetotica, e no sisei se
ate mesmo empregando alguma cousa da phi-
losophia, poderia veneer, visto quo n Mo se
convencia pela razio nern pela apresentaco
dos factos. (Apartes.)
S. Exc., Sr. president, lembrou-se de ate-
ear urma emenda votada em 2.& discus-ioe
reterente a um contrato da Cambra Municipal
comrn o Sr. Jose Eleuterio de Azevedo, e, visto
que estmd inteiramente estranho A esta mate-
ria, lesou muito tempo lendo uan deciLlo
dadapalo. preidente du provincial e um re-
curso interposto por dons vereadores da Ca-
mara passada.
0 St. ULYSSES VIANNA-NiO li o recurso:
V. Exc. equivoea-se.
0 S;. BARXO DE NAZAtRETrH Tinha ido a
outra sala, por isso nao affirmo; mas, como
V. Exc. levou mnuito tempo na tribune, proe-
sumo que leu tudo.
S. Exe. nao etat 6i par do fact ; preciso ex-
plicar-lhe e a casa a natureza d'esse contrato.
a rimas por que elle se fez, s os motives que
houve para ter-se burlado um acto da Ca-
mars.
Sr. president. por urma lei d'esta Assem-
blea foi coutratada corn Evaristo Juliano de
Sia a construccao de um logradouro e mata-
douro no lugar denomninado Peixiaho. Nic
precise. remontar mre. nem a lei, neo ao con-
trato assaz conhecido de todos Dn6s. Mats tar-
de essa lei foi annullada, como desgragada-
meante mitas teem ido. E' precise que se
digsa : o Sr. Evaristo de Sa nao cumprio o
seu contrato; locupletou-se, entretanto. corn
as vantagens da lei e deixou a provincia pre-
judicada.
Tivemos, Sr. presidents, necessidade do,
em 1879, promulgar uma lei, que foi sancciu-
nada, rescindindo esse contrato corn o Sr. Eva-
ristdo de Sa, do qual apretentaram-se como
concessionarios a Srs. Barao de Mesquita e
Luiz Maranhuo.
A casa sabe que a Camara Municiia' ftf_
obrigada a entrar corn urmas quantia para a
rescisbo a'esse contrato, resultando d'aha quo.
depois d'essa rescisbo, reverteram os onus e
privilegios do contrato e os poucos melhora-
mentos feitos no matadouro velho para a
mesma Camara, quo d'elle tomou posse.
Cumpre notar, Sr. president, quo a lei quo
esta Aseanblea vote e foi sancelora i, rela-
tiva ao contrato de Evaristo de Sa, no era
pars estabelecer o matadouro no lugar em
que hoje existe, e aim no Peixinho ; mss o
Sr. Evaristo.de Sa. cpmo tern feito outros co.-
tratos da provincia, assentou apenas a pri
meira pedra e corn isso se julgou no direito
de entrar no usofructo do matadouro da Ce-
banga.se quo tirou vantagens, sem que pars
isso tivesse feito sscrificio, nem cumprido -a
lettra do sen contrato.
Effectivamente, rescindido esse contrato e
passando o service pars a Camara Municipal.
tanha eats necessidade de entregar aquelle
estabeiecimento- a alguem, que d'elle zelasse.
o qua cuidasse alsi dos interesses do muni-


cipio.
SFoi-assimR. Sr president, que ella annun-
cion concurrencia paras o encargo da direco
do mesmo matadouro.
lDiversos foram aquelleo que concorreram,
em vista do edital da Camara, e eutre elles o
Sr. Jose Eleuterio de Azevedo, corn quernm a
Camara contratou o service do matadouro
medisente o 'estipendio de 18200 por cadila iez
que fosse alli abatida. 0 contrato foi effec-
Itunado no dia 9 de marco de 1878 ; e cumpre
declarar que today a Camara foi solidaria nes-
se comtrato, toda'ellao firm 'u.
Eatretanto a Camara d'squelle tempo jul-
Sgou-sei deobrigada doe communicar ao presi-
ideAte da provincia, anteos e firmer esse con-
tiatoa resoluglo quetinha to'ado e as ba-
see- eai que tinha, assentado corn o Sr. Jo9'
Eleaterio de Azovedo; Julgoo-se soberan '
naqnella cewsiolo f q qaant at mir
| ;ero;ms oS. Joe neuteorio de Asve-
do no ap6de ter neukumia respoasabiidatd
r-Se to, 4ue 6 4ramente da Gamara
o Sr. Joe6 Eleutari
gozo do matadouro.
a p elle obedecea:
iervio, pereebende
Axbvedo ob iion-


ARGEIA ,
A barbara insurreioIo qub taiots hor-
rores causo* na Argelia. estA longs de to-
car o sen tormo. Os receios crescem, e
os arabes vdosos corn os seus triumphos
sangrentos,limeagam corn a centiwa*o
dos seus a, bniaveis crimes. Os colonos
abandonam, as terras, a insurreipo core
poderosa no, arredors deo Gaida, bhega As
cidades gr1ode numero de fugitives assus-
tados ; coltinfa a excltacao das trbus
das altas reselas e o caudilbo dessas hor-
das, quo len tudo a ferro e fo-go, pods
Rum exagerado resgate- pelos pr-sioneiros
bespanhoes.
Como erA esperar, emr presaona de
tantas atrocidades e ja conhecida historia
dos aconotecimeatos- naquella region, os
joruaes fraczes nuo dissimulam a gravi-
dade dos faetos, reconbecem os erros das
autoridades argelinas e nio occultam a
debilidade, -on torpeza dos militares quo
compandan as fora francezas.
A princijo estes ,jornaesdavam pouca
importaucia sos suocesos da Argeli&, A*
tribuiam ligeirapente a deserco e ie-
ritia dos ses generaes ao panico queom
apuderou 4, airo dnos bespathoes, e pe-
dem.eoenerga vigilaacia qua garanta a se-
guranca doiodot qae se acolbem a som-
bra da bospitalidade frapconza.
A Press#, tralando dos horrores da Ar-

c E' impossivel dissimilar que o sangue
fdos hespanhoes assbsinados pelos arabes,
corre sobre a nossa baodeira, e que nos
descuidamos da defeza e protecQoo de in-
ollensivos operarios contra os assassins
de Ben-Ameoa -.
Esta lioguagem da imprensa e a que
foi empregada na tribune franceza pelos
deputados da Argelia, preova clarameute
que a Franca reconhece a impericia das
autoridades, e que deseja- remedial quar-
to possivelos desastres quo enxovalharam
a sua bandeira.


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ea estava res(
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to do e ever, io uquerando lear, nerom ser
1tio t lwda, t omou 7alvitre de mandar
0o0 ex*ie tosba 4ueatio por uno
fsafo do seo aseio. 0membro, quo foi
bid s trabalho., ji o illustre Sr.
a. a bferoonrece a kCamara Munici-
tie Ittmntiao, thuite o detido,
mito especial e muito precise. Eu tive oc-
Sdo ler 8eae relatorio'e de admirar o tra-
o qae se impose o met nobreamigo e qua
ie f" QaA"its honrt.
Pra~ou4o Sr. Dr. Pitanga corn today a
am o do eepirito, acoselhbou a Camara,
dianoe da propostas entftiao apresentadas polo
S. Josee6 leauterio de Azavede e outrbs con-
eurrentes, que a do Sr. Jose Eleuterio era a
prefurivel, porque, se o Sr. Jomd Eleuterio
edntinuava a fazer o trabalhe na raszo de
180 por cada rez abatida, neo 'bstante ter
havido coneurrentes qu e soe offereciam fazel-o
na razao do IO00 outros ai td a ratio do 120
ou 00 rie, nio me record bemrn...
0 Si. PrTANOA-O Sr. Jos6 Eleuterio fazia
co o.o dem obras em favor da Camara.
0 Sn. BAKoO OS NAZARBTm-PordLo; che:
gwatol(a.
Nossas condigOes, entendeu o Sr. Dr. PMan-
ga que, tendo-se de fazer o contrato cor 6u-
troa e devendo seor indemBisado o S. Jos oElau-
toerie da quantin Ie 20:000", no dumndo tempo
porqea se contratava o serving a Camar vi-
ria aperder, entretaato que, tazendo-se con-
trato corn o Sr. Jose Eleuterio, na razto de
19200 per cada rez abatida, no fima desse prazo
a Camara viria a ganhar, por issnno qua nbo ti-
Oba de pagar indemnisaglo.
Seado awim preferido o Sr. Josd Eleuterio,
fioe assentado o contrato entire elle e a Ca-
mara Municipal pars ser approvado polo pre-
sidente da provincia. 0 Sr. Josd Eleuterio
ajatotpu ento corn a Camara receber ,s 1IS200
per eada rez, abriado mko de todas as obrag
existentes e, o quo e mnais singular, teade-so
oebrigado nesse segundo eontrato a fazer o do-
bro das obras qua entlao ja tinha feito, a no
Am do niesmo contrato. que era de 5 annos,
fear a Camara como direito de tomar contas
das obras sem pagar-lhe nenhuma mudemnisa-
gbo. masnem compensaclo devendo ser resti-
toAidA ao mesmo Sr. Jos'e Eleuterio a quanti
deo :0005, qua ha via recolbido as oofres mu-
nicipaom por forca do primitive contrato, isto
e, e 5000 mensaes, qua serviram de base pare
e alagueldo matadouro.
jo0 SR. ULYSSES VIANNA d, um apart. -
0 SR BAaXo Da NAZARETH Prometti ex-
plicer-me nesta trinbuna e eston me explican-
do. V. Exc. J& previamente taxonu o men dis-
curso de histuria; pois bem, elle 6 realmente
am diseurso historic.
O SR. ULYSSES VIANNA Eu nbo ataquei o
oOntrato.
0 Six. BABRO DE NAZARTTIH V. Exc. nbo
ataeou cousa nenniuma, e as.simu qua eu come-
cei a fallar, recirou-sa; entretanto qua eu o
ouvi religiosaipont dedesd o pnrineipio at o
fim.n
0 SR. UrvLYSSES VIANNA Tive p3e6ssidade
de sahir.
0 SR. BARXO DE NAZARrTH-Emnfm esti no
seau direito. Eu fall para a Assembida. e
quando nao i, haja um s6 deputado qua me
queira ouvir, o public leri o meu discurso.
OSR. ULYSSES VIANNA Eu costumno senm-
pre a ouvirnaos oradores, qua me do a honras
deuma resposta. Nio inmc dinorei la f6ra nem
dous minutes.
O SR. BARIODrDNAz.Anrrm-Portanto.como
eu dizian, ficaram assim ajustadas as bases
desse euntrato, e entio a Camara, emendando
a mao no erro que tinha comminettido no sea
primitive contrato, communicou ao presiden-
te da provincia que havia feito por 5 annos o
novo contra to.
0 Sr. Loarenqo Cavslcante de Albuquer-
que, exanmiando tudo isto. contarmouse corn
a resolucao da Camara. a qual ofliciou dizen-
do que acsitava o contrato, e autouisando a
mesa Cnamra para que o celebrasse comn o
Sr. Jose Eleuterio, epnas lazendo urea modi-
ficaceo, irto q. que em lugar de ser por 5 an-
nos foese par 3X.


Comprehend a casa que isto nao podia
agradarsRo Sr. Jo$6 Eleuterro. porque de certo
moleo atacava oas sems vitaes interesses, desde
que p)|o so obrigava par esse contrato a fazer
obras'no dijbro das qua jA existiama, e is o-
pregar no matadonro o capital de 50:0)4 ;
mas o Sr. Josd Eleuterio. -condlscendentf
como sempre se tern apresentado noese nego.
io, nWid duv-idou de conformnar e e com u are
solucgbo presidential e declarea i Camara par.
que nese soentido mandasse lavrar o ceontra-
to quo elle o aceitaria.:
Pois bern: sto as passou ficou asseontauo
erma urna seaso, uem qua se aechavam pFo"Ontae
todos s eiamaristas. Como sabeis, -meusso-
hares, o quo se resolve em urma sesbo de
Caara ae irma sefi nat o aa sisae o segui
to. Portanto na aessao seguinto o arertari,
ted lavrumd o coabrato, o apreentou no
aesa, azsigaanlo-o o president da Camart,
pra qu a os outros eamarisiast assioaaesmo
e g ttid a no e at a ,'1,^ o* ;
Sabeis, r. preasidate, o qa nteas dema ?
Levantou-sa unra questbo de order ...
0 SR. PITAkoA -Pmio a attencio do saobre
depatado, o Srr. Dr. Ulysses Vianas, pare este
panto. j
0 SR. BA O 10 DE NAZART-lT-hllt KR A .a


otiir,. uer6 a cciusir : 6 uma oppoieto ey-
itemtic.A f
0 5.. UL1Irsas VUitAw 4diL. qt sRite.


eitas ji
e foramu
qon,so
qae,se
Sr. Jou
aado do


an co0ntondo ~~iapto idatieos ai oatras t-
jiWtadas ems24' dsusfsas o o poderiam sores-
tabelecids esi & a -loq 4.mit .replo, far.
zor a meoa. %"p moractoOpa *,powi<40a-
; 5#i s^a; ,. vf$:^ ,iai< ~ls
qaQl, 1re~o a o ulfcr Ligske ;mi q 6 Vit%*a .^jw
stuvvU 6reforout# 4 oatrasob e o io '&tku-
gy quo n6o oi scoeita, astA taxom o devia
ser. Foi sz Aduvid6om-'i*uano o Sr. :-
I *m1 :. n na^l1 l l*l^'S5 c1^itz k Avtml :'1 I'


t feito corn o
aer indemni-


qua B^Bvutsrega uuiga w.Wi; 'iu, p^* UQ-
baoi deavisaentit-or foica do lloydntrito.
Svista da o n uotw aw igao p taxA8 coo,
trataantox pacecous a d 9 -
tio a isto ,e oppuznram, uaI daet( I
Cimft Muvicipal qfieria fazer, cqi
; uia u mriSleao qi*o rpiaoiro, ce Attva0t
Wp impooto o aotpurtQ. DYaq uaiirow
tow, Sr. president. qupi unm recuxao foiiAtop-
pOsgto peraniite o president da provioPa por,
dooa camarisias, muito irregularmeftei o0
aton |IoIo do d to lon.
No tIeDbo qta por A m frims amWusa a.
Salguem, mas o art. 73 dale organicaiaClax:pi
ra nao di direito oamaristat da intorpor re-
curse para o president. daiprovneiaa dk' ma
questbo, qua a measm Ceaita roaolve...
0 SR. PiTAMGA--Apnido. -
0 Sa. BAAO B DUZAAT4 .... ipta fWga soto
servado ao proprio contratante. quo a a pro-
judieado.
Na questfo vertent era o Sr., Jo6 Meonte-
rio do Azbvedo queam tinata o diroito doe iater--
per ewe recuarso, porqu enra &lie o aSieo pe-
judlicado, deede qua nko fasem naattidIos q
seas direitos na conformdadedo daquillo qe
havia contratado, mas nlo dons camartiits
per divergeneiPs que tiveram eo: oan soue co-
oegas A repeoito de istaqsqustf*o, quo em ses-
sio anterior j's tinbae sido vencida.
Eis aqui, Sr. president, o que deg lugar ao
reeurso, do que tanto se occupou o nobre de-
patado. trazendo isto comao quest de direi-
to. Nio ha realo nesto ponto.
Aeateceu qu o, president Dorria deu prove
vimento a ease recurso. Nao Pei se S. Exc.
devia ter tornado conhecimenato de tatl recur-
so ; reserve isto para aqtvelles quo eonalten
dajurisprudencia e que podem avaliar o act.
do S. Exc. Em mina opinion, pego licengsa
a S. Exe., que se aeha tao distant de mim,
para declarar que resolve muito mal.
Entretanto. reosolvida assimn a questbo a Ca-
mara decidio em sessao quo deede a proposi-
cao des.e recurno si6 so pagassoe ao Sr. Josd
Eleuterie de Azavedo i5000, em lagar de..'..,
10"., pot cada rez abatids. resultande d'a-
hi ptejuizo o contratante que podia ded
logo pedir a recitso do contracto e a iademtni-
saclo das obras que tinha feito, como tambem
da differeaga do preco no abutimento de ca-
da rez.
0 SRa. PiTANGA-E pars isso requereu ma-
nutenglo.
0 SR. BARXO DR NAZARETH Vendo, pola,
o Sr. Jo El umterio tie Azevado. qua o patesi-
date tda provincial deO provimeato ao reeur-
so, qua era caoottrari aotseu direito, e aoque-
rrend ser eor liado daquillo ique a Camara
estava obnrgada, requereu mandado d4 munpa-
teng, o. que obteve, e conserva-se na posse
e gozo do Sea oatrato por forca de lei. A Cas-
mara, porem, &6o qttereodo alimentar pleitos
em juizo, porque ja toern a experieaeia de queo
em todos em que se temnaprtentado, ella tem
sdo victimada, perdenno-os., pois qua tudo se
conspire contra a a>esmia :Cain-ra. nitfte4i4o
liavido urma senftense que seja em fav#r de:
iM. porque todo o mundo tern direito, menon
ella ; a Camnra.digo,nle quereudo enrolwer-
se n'um pleito. sujeitou-ie it iso, e agora pro-
pOe que o contratoj seja mantido e otpprova-
do, porque por este modo.'esm prejudic4aTros
seus direitoas, ella cuupreo seun dever, aife-\
rindo mais tarde as vantagone que lbhe leixa-
rio essas obras, sem qua teiisa de fazer graa-
des dispendios. '
Quas I6, pois, o perigo da emestda ? Senbo-
rea. n6s sabemos, uue a Camara Muiieipal
tern urea allada deo 0000 : touda vez quae o
contrato que ella bhouver feito seja de maior
quantia, par a quo etae contratqo teha valida-
do 6 preclso a approvacao do president na
auzencia desta Assembl6a. Agora n6s seios
s08 unicos competentgs pAra attemteor a este
negoci na razsp d*s conveniencias e int,.
resses da Cawara. e, ama vez epprovada por
astA Assemoblda, a Camara esti no direito do
ftrinar o coutrato corn Josed Eleuterio., o qual
Pntregara a municipalidade as obras, 1pgo que
esleja termiaqdo o prazo do mesmo contrato.
SSc algumjo usa rue escapou nests points.
; queira reolr<|r-m'a ou nobre amigo o St.
-Dr. Pitangaique esth a par drsta quxstlo, e,
na quniidadei 0e csmarists ma:e antigo do que
e, deve tel-a estudado mais profunadainete.
0 SR. PLTANGA-V. Exc. asdou peafeitamen
te bern.
0 SR. BAReO OK NAZawrTH- -Agora, Sr. pre.
sidente, passarci a omeuda firmada pelos no-
bres college riBa. Drs. P1tanga e Paulo deo(Oi-
vej sa.
;ata .amenda foi defendid4i polo illuatro de-
putado quo se amuou um penn., rermitta.r-mx
a expressao. Corn as uainmiaa observacoes. a -
crescendo qao foi a unics emendsa qut- nnrf
ceu dufeza lnr parte do sobr. deputaclo.
r Sr. presideatde, e eB ,,:p razioa
de s -~lerano e S ?peptot quo tlifiet0, votoQ
11a sci mea ma come ella foi acerta peot a .a,
porque j urisprudeneiam s frau- de que omen-


)sigaQ,


A. Camara Municipal. poredra apresentou a
idea,qub ibi aeeita pela illustre commiasio
de orcamento. deo ar paga a lieenja couforme
oas palmos que tivf a cas at costauir-e.
Aiand mais : o imposto sobre baixa decs-
pim e 20SO00, mas .o orgmoento uunicipel
nao descrimina. ao inadividuo qu tem. 'umrn
baits de capital do'tS metros pags a maM
iapo alco qu asqt lla. que teorn u-ma AHw
de capima de u quarto ou oasi legus, e quo
viv-a deste negociu; nao ha proporqAo estabr-
Ioeida. A Canara'Manicfpal, revogando esta
dispoaskiloo pteade quto o Imposto Beja pago
conform oas maetros que contenha cada baixa
do capim.
SERa-iria, S. presiente, ate o infinite, se
quiieassoeprovar qua orlameato quo se is-
,cute, 4 .6rpos doque o qua esti em vigor,
n&a 4 aiuts voe monstraoattda. e qnie a
Camera rs dIepat. lo~gj# RaR5 tre


traoe q
eonstra
estava
estava
gia a Il


apre.enta das O eniop' o!oq.. p as te e
dito diversA raO o rp talvez pela ulti-
In, pa tlRo pro, n1rale atis serei obri-
gado a 1 1 a idt t-nau e mosmo a esta easa,
por quanto estt a terminal o men u, mandato;
58n1o P1t1i0fta as e iabas pfIavras se-
rtiain ba 4 BOnotrq4dqputo0or jto as
oQHiIiA*4wtfAiekiariami a votar era rel1ito
a PS ws *I i1ndo, oemo hA9 fetto. smjpoe. iato
d^co^fQrat4t< a,p*hip qa quota VOeaaSO,
9tfft iat qut coaform o4 ped.idos que lhoa
fesm fitoo.
Ma, impagnadas niao ada upa dessas
anUf a q c alg t, talidade. della. sam quo
as40bveg a444jiide.a* 4S argumnto toa
tra, eu so obnrigado a moastrar ig ot
q=u0 o Sr. Dr. lysses, quoae 4z iaMigoUas
feoMiats,B aeda mais fez do que delatima";
aiad. Ma, a provar quao e nob0e doputado,
r^ Va4 1 verdxa, qsaadto rAonu qi%*
"4084C*l Waa VMW04 q, %umaro-
03-40A Uw*&i uared de irapostpa *olre eato
pove. a quo ohathamos ae amigo, a hoi de
dg sat quo quoS. Exe,. assia 8 exprtimin-
do, fel-o corn o unico n l do ve r a. coaxeguia
indispor.-no acoa 4cite (I aes un povo.
0 ormeaI tmant m niip*t.A Sr. prsidnte4, d4
ba mut5o a anos nol 'mais do quo ums co-
pia vorgonhosa do prilmeiro oanameato muni-
cipat, tavea, aqui votAdo.,
Todo S n-owas at cormisiae3 do orameoa
to muniipal, ou porque nao quoiram ter tra-
balho, ou pprque desoonheogam a neoessida
des das saimioipali4ades, no fazem mais do
quo copiar os orcamentos anteriores, repro-
duzindo sempre as mesmas impoi.ic0s. revi-
vendo as moamaa idas, ideas retrogradas,
atrazadas, inconveoientes e ate prejttdiciaes
ao propri povo.
0 SR. ESPIRITO SANTo-Apoiado.
Q SR. JO$S MARIA-Com o ftm d,. fazer des-
appareoer eof& monstruosidade, qua se bha-
mfn o ei ata raniotpl, a Camara eavion
um rtlatorig pqdiad4 a deroetabao de modi-
dtas inteiramonte novas, mqdidas todas acei-
taveis, per isso quo reduapdam em benedcio
dos coaitribuiates, corn o ftm de mostrar, ao
monos, quo presidio ao sou intento o melhor
desejo du server aos atas MwuLicipea.
Ja oorgaoeato quo e disc ateounf ccioaado
peta Illustre commissio, modilcpu bastajte o
orcamento passado ; jiA a eommisto apresen-
tou ides novas, quo foram justiflcadas pelo
aseu illtst.r, relator, pr'ncipalumento nas dis-
posig5as geraes; mas, bem iatenctoaa4a e
quereudo preetar um relevonto service a po-
pulacio deste municipio, aceitoue convertiu
em eanendae as idWs aprosenteadas pela Ca-
mara Municipal, as quakes a mesma commis-
aeao reqotectu aeraem raras aaprovetitveais.
E para con veneer aso aobre deoputado, de
que nfo se langou uras rede re impostos so-
bre o povo, mas ao contranro, proeurou-ss
suovisar a sort4 4oa contnibuintes, tornado
proptroioaiea 0ae9s tuesmos impostos. votU
trazer alguos exaemplQo...
O SR. ODmoN Lim.-Esta 6 quo 6 a ques-
tau.
O S. Jo4 MANRIA-... que causarama pas-
ma ao a0 dqu#Mtado que discatio osta mto-
teria sem a cpea el*ol.a, quo disautio.; de ai-
tiva.
0 SM. ESPtRITO-SANTo--Como sempre.
0 a. Joi MAniA.-Sr. president, polo or-
gainoo *igqnte, o indivi4duo que tiver de
tbrir uam uetebolecimentu commercial, nto
qual 44pregue o capital de cem ou duzentos
eoqtos, pIari peio alvara de licenca a quan-
tia do trI a mil rdis; enatretanto aquelle qua
proton4dertoa rvuaI tasca, urma bodoga, inam-
da mnil uaptb4'Jw6omem ndo poveo, qV pro-
cura ganharAl.guim ditheiro' em cort4s occa-
sioes, eComo por exeomplo nas festas notaveis,
has restia de grande cbn'iurrencia, quo so fa-
zea etsW muaicipio, imaado ura iMbarrea-
para export a vend.arguns aosreso dttranlut
os hove dias da feota ter 4 pagar pea li-
cenca 9s mesmos trinta mil rtis. Ise., Sr.
president, 6 nada mais nada menos do qua
um absurdo ; isto nao tern quaIifietoao pos-
sivel.
0 SR, it.OURE.O DE S i--.poido.
0 B, JOSE MamA--Pois, ssnhores, qaando
a Catars Menioipal pretend quo se pague
esta impostor proporcionalmente, conforme o
alugutl da cosa, afrn d4e que pague rmus
aquelle que tiver de abrir um estabelecimen-
to em um predio de aluguel mais elevsao.
p6dde-so dizer quo ella 6 inmmigs de seuas mu-
aleipes,- pode-saoitrmar qua esta medida e
vexatoria pare o povo, quando pelo ooatn a-
rio tende a diminuir extraordinariaraente a
importance da license, que dave pagan
aquelle quo tern de abrir umn eatabelemeuto
rm urma ease de O$00, por axesaplo, de In-
gael ? Nba se'v6, Sr. presideato, ,qua a Ca-
mara.Municipal f~w muito born iteueionada 7
Aindal una otra exeiplo : pags-a 15|. por
licenga pars edifloar casa neste mruniipio.
quer soja de 22 palms. qaer soja de 50, quer
uqischoaptaa. quer seja umataalacio; uol;
casa da padra e cal. oru urna casa de taipa,


of, rue val 4i e
Nenuhu; quando nio-daixa de ,azel-e por
*Del,, di4 dp-o por discaido, por cit.-
eceariot ntaQut o 1
"do da'v*a ama pqlaa r"as
atenar nolm *ifu .ee 6 beleeifeutos qae
itmaa abertosi -(aquellp que $ae Fecoaramn e
4b~aoaqu qe. ie 8diinasani b(rtoe.
S u M &otAAiAONa Roebedoria faas
se.o otoedos as8sU4s.
O 8S1 k MA -& Sim, sanbor, mas a Ca-
Mara, Muieipal nalo o faz...
0 SR. PFA&wN -H 6'rxzozvei.
0 Sit. JoIg MARIA-E e raze&vel. A Cama-
ra Mnicipal aio o fax porque alo tom eases
empregdos. e dahki resuta qae a recoita mu-
nicipal nio p6de sahif dessefemrrio, 6 Sam-
pro a mesma cousa.
0 4obre deputado fallot era. impostos no-
yes. No, ha tel'impostos norOs, Sr. presi-
d(teat, os impoatos toram apeonas especifticas-
do&.
0 Sa. ULYSSES Vr&NN.-Ea s&Linto n lto po-
der fallar masle.
0 SR. JOSeR MARIA--Ed proporcionarei a V.
Exo. oeeast*o *r ra fallar, eviarei outras
emeada6.
0 SR. PaRESiDHt--Peo a V. Exc. quo con-
clti o sea discurso; nao pode ultrapassar a
h110(a, porque temos tamtabom material impor
tante na segunda part da order do dia.
0 SR. Joss. MARIA Eu OU terminar, Sr.
presidents, mas V. Exe. ha de permittir quae
e u taga ainda algumas ligelras eonsideraces.
0 SRt. PIBSIDBNTE.-A diseussto tern do f-
car adiada, e V. Exo. poderi fallar urma ou-
tra vez.
0 SR. JOS MARIA -z- Se V. Extc., se a casa
permittir, eua peitrei prorogacqa por idez mi-
nutos, e anesse carto espago d'e tempo termi-
narei.
0 SR. ULYSSES VI.ANNA-Apoiado, perfeita
monte.
UM Si. DEPUTADO Estamos ouvindo a V.
Exc. com muito prazer.
0 SR. PRESIDENT--O meio seria ease, mas
nio pode haver urgencia que pretira a mate-
ria ae q,,e se vai tratar e que 6 o orgamento
provinetal. O tempo, esta flndo.
O SR. JOSE MARIA-A.' vista do que V. Etc.
acaba do dizer- me, vou terminar, minas quero,
ao menos, nio deixarsuspenaa da minha ar-
gumentacao.
0 SR. InuSIDFNTE-A. makteria tom de flcar
adiada, e V. Exc. tern ainda o direito de fal-
lar, nio pdde continuar agora, porque a hora
esta dad a.
0 SR. Josi MARIA Mais dous minutes e
terminarei. .
Sinto. Sr. president, na ipodoer continuar
nests srie doe consideracoes, onde mostraria i
evideacia que o illastre Sr. Ulysses Vianna
apanhou a garga no ar, metteu-se a discutir o
orcacmento municipal sem tel-o estudado, e o
quo a mais, intentou intrigar-nos corn o povo
chamando a odiosidade sobre.nos, e fazendo
am reclame em sen favor.
0 SR. ESPIRITO SANTO Corn esta pouco
mesmo V. Exc. desmantchou-lhe a figure.
0 S. JosE MAMIA-Agora passarei a dar li-
geirameate umin .resposta ao nobre deputado
relativamente a6s cares verdes.
Nao tend sido saneciouada a Ici quo votou
para esse mister 50.000S, eu-entendi salvar a
idda, apresentando ao orqamento municipal
ama emnenda conuignando igut quantia.
Nao 6 um auxilie m Camrsa Municipal; e
couse muito divers. Eu queria que "e con-
cedesse no orCameuto uma autorisaolo de...
50:0005, coqa se concede a dp 20, o anno
passado, porque, se a Camnara Municipal po-
desse disp*f dessa verba, della disporia; e no
case contrario, nao usaria dla faculdade que
lho fosse concedida, e dabi nao resultaria in-
conveniete nenhunm.
SN80 retire a, emen(a; a casa vote como qui-
zer. Eu e o men illustre college, que assigna-
mros eata emenda, cumprimos o'nossn dover;
a casa cumpra o seu corno Dem extender.
Nao me e possivel, comprehend perfeita-
monte a casa, demorar-mo na refutacio de
cada um dos pontos do discurso do nobro de-
puta-do a quo respondo. e por isso occupar-
rne-hei unicaenute inos principaes, e per srum-
ma capta, par tanto...
O SR. PRESIDENTE Previno a V. Exc. quo
ji se esgotaram os dons minutes quo pe4io.
V. Exc. nao pode coptinuar pcfrque o tempo
vai passando.
O Sft. JOsE MARIA -. Vou terminar.
Eu pretendia n~o voltar nais a tribune:
dosejava liquidar hojo tudo; dar urea respos
ta cabal, frrefutavel ao nebre deputado que,
canfiando demals no seu elevado talento e
vasta illustragbo...
O SR. ESPIRITO SANTO- V. Exc. e par de-
mais cruel.
0 Sn. JosE MARIA-... julga-se corn direito
d-e discutir matlria per S. Exc. descoahecida,
d'onde result que, na impossibilidade de ad-
duzir argumentos series. derive para a daela-
magbo, procurando armar a popularidaide, no
que estaria no seo direito, se para isco nao


'do Q 81-.-udMIVe v h Iv afb
pareeeu. :
tit er ,u a as psie praevel ulR dB40a JQr-
&11 D-Cfi~l' ^W, &a CWtiz 5, r.
president, a Liberdde q a1 weoAF6 nilo qua-
bro U o seu hd r, pdrq ue t m r ursos, mas
sao ..... j wujmizos eor ut~licacao
deas *gt,, n etoa aout ra saldr
Wwj ANKFAW> WWWX UMfu~~~~ot<

'r. rlsiftle ,Atl o rI to quisi lei de 1fto s-
ter bro de IlW 4termnlua qkuto eAw p ublica-
gio seja faita pe t cefrw mtrouJcipaes; mas o
aviso do l1d&jalb-o da 1875 favj Abservei.
di; que todas a rV q-a+ Cirao-Uo tiver s e-
cursoas par fazer a*st& de>pelm sjam estas
realisatdas pelos cofeos gpraes. Ora, a Cam-
ra Municipal do Rediife ita CornA diffieuldades
pars pagamento dos j uros da enorme divide
quo tern, o nao p6d4etsfazer estca despeza :
10 porqua reaobfce.. que Qa atrato foi onero-
so~ioaeus eofra* senodo.feito ptr9:915$ quaos-
do o contrat o dos anan atenrores foi do....
4:'.200 ,; porque oella no tove iaterveanglio
no aontrato, nowm fisalioago a. oxaaeao
delip a
0 SR. PIT,4NGA-Teve poriatera|diodo Sc.
president.
0 SaR. BARXO De NAzAuTar OQprosidente
da camara nao tomou parts neate troalho.
Estoer auatori~adt a daeqlsrelo.
Logo. se a C^eamra' na o tobru parte aneste
contrato. se ella tern deftciencia de recursos
pars effectuar esse pagamrnatn, reeorra o pe-
tieehaario, comoi jroj correou, so goerrno go-
sal.
Sr. president, voa concduir o men disbqar-
so, qua deo certo foi muito longo e bastaate
desalinhado corn osapartes dos nobres depu-
tadoes. -
0 SR. PITANGA-NIo apoiado.
0 Sit. BALaO sD NAZAAra --Consiata V.
Exc., Sr. president, que eu me aproveite da
oeeasibo para dizer duas paavras acrcae de
um faeto que ma e pessoal.
Haje, Sr. prosideuta. 9 .Iral do Reife pa-
blicou uma correspindeoeia do Sr. Jobo Vrarm-
cisco Teixeira, em qua S. S. p0e em duvida
uMtrecho die um dinescurso quo quui proferi
reoativameato a :M coaferoneia qualele to.
To #oi o Sr. qaaselheiro Doria,
J a. JoI- is. S&--alto teat maltai rela*o
a0o o orcamento municipal.
O 8*. B'Atio DE CAZA&Rsi-Nao tenho, Sr.
president. par ooetume devaysamar segredos
quo so pasasm entire amigo.. 0 r, Jolao Tei.
xeira quando me diseo qua o r. BarSQ 4a
Catqpo Alegue tinlut iido .qiumrn ,ho havia pe-
did6 para elle sera o Bdvogado dos preoses a
Victoria, alao me pedioa0grodo.,rinii aso fsw
odioeo aoa erosera..
0 SR. J4AO DR ..'-4- toBno temn nada Qorm
o orcamiento municipal.
O0 R. BARO DD NAZARNTH Perd6e me ;
ean pedi licua Lmesa. Demais. V. Exo. alo
0 o president.
0 SR. Jo0O DE Sk-Mas tenho a & ninha opi.
ailo.
0 8R BARXO DR NAZARrHf -- O-que queot
quo fique a limpo 6 qu nao qabrei ut so-
grodo qua ae foaseportdo, otaem fiz unam fal
." asaevnrago. iisseo S, S. que fui mal in-
forgnad0.
0 ., PRJiSDZNTk Peao 46o tobre depata-
do qua seo cinja I maria em discuaslo.
0 SR. BAHXO Da NAZARugrH-Aceito a obser-
vacio de V. Exc., e vo' concluir dizendo que
ou incapaz de aftrmar n'esta case oatu fora
della um fact quae nao seja verdadeiro. 0
facto a qua me reflro pasou -se entire os Sra.
Jobo Teixeira o eonseltiro Doria. 0 Sr. lolo
Teixeira contests., e eu, afrmo; e, comnoe bes-
t negocio eatia ompenlhasda a nosso pafav,
do que eu disss nesta triouna. 4o que nIa
imprensa dise o Sr. Jobo Teixeirt. appello
para o Sr. conselheiro Doria.
Tenho concluido.
Sao tambem lidau. aporadas e postas can-
junctameate em discuss&o as seguintes cmeta-
das: 1 '
N 119. -Supprirna-so a emendA sob a. -69,
relativa t approvabo* do contrato eruw Jels
Eleut fnio do Azevedo. quo foi approvado iaI
2' djscusaSo. Tha 8 de juiho de 18St.-Uly-
srs Viaunn,.


tYo orm l do Orments.
d sts nan: Olla tlerza-4 ano es-
sho t biadest%*as&
4 WSSOW. TfBt"fWti-*S jreaidenit.
a 6lai os- eis. q p sma ter to-
I ool l em mudm da opinilio :
direo; o 0 f4ro d eoasceiucia 6
Calls a. penetro.
Sr., Pe suendi d M at*-regkman..
a t a por inter favor a
um iiduo; esa oteeda cont6mn una in-
UAic* rcel v W: ate-roegantash porqu,
iii.HH Ndela ea (16).
Nao conteado esta emenda materia alguma
que posa ter connexio direct ou indirecta-
monte corn o project de orcamento, e ante-
regimental. (Apoiados.)
U Sft. k~Eff5ViIa R (h.wEIRA-E' prse~i9 4e
monstrar. Aalyse a disposigio do regimentO
e fac a aptlieaeio.
O' S. ULYSSU. VA'NmA-Demonstrarei por
parties, ji qua o nobr.deputado quer.
Srarm.waprovidencia fiscal ? No. urma vez
que as providemncias fiscaes, 4i que se referee s
regiment, 1io as quo dizoin resseito ai arre-
eadacio da fawaida public. Seri urma rega-
larisac&o de servio ? Naio. porq ue nao se trata
do sorvigo, nonhum a regulanrar. Sera uma
opera'io de eredito? Salvo so for uma opera-
gio de credit em favorde umn individuo. Sera
uma reform de reparticio ? N'o, a cmenda &
individual. Sera a eontinuanio ae obras pu-
blicas ? Nao. Seri destinada a satisfagio
do interesse provincial? Nbo. o interesse o
particular. Eatendlera corn a receit4 e a deos
paesa, no sentido flnanceiro ? Nd'), ella 6 ape-
nas a consigaacbo de-uena verba do deslesa.
O Si. EsrrGvko tD OLIVI -A.-E entRo ?
0 SB. ULYSSES VIANNA-Mas corn Iuma ver-
ba de despesa sem attencio a um servico pu
blieo. Corn a receita e despesa diz o regimren-
to. ista e. corn a arwoadacio da receita e o
,iQodoA de fazer-se a despesa
Vamos agora a antithese : da these ji mos-
trei que nada se podia coneluir era favor da
emends : (IW).
Loneo da emenda ter apoio na these, esta
ineluida na antithoee. Isto e uma indemmi-
sacro.
O SR. ESTEVXO DE OLivMIuA-Nao apoiado.
0 Sa. ULYSSES VIANNA Diuso o nobre e
honrado Sr. 1. secretario: Compete-nos in-
terpretar a lel. Da accord; mas interpreter.
nio. por occasibo da discussito do orcamnento,
sim por um project especial, quo devo ter
trees discassOes para ser transformado em lei.
Mas interpretaroos urna lei quie tern 6 annos
de existencia e de execucfo, tima lei feita por
adversaries ,para aproveitar aos mesmos ad-
versarieos, por urna emenda ao projo,'to de or-
camento, sem que tenha sido ouvida a oom-
missao do legislacio, seam que sobre a mate-
ria so tenha auerto debate largo. pareco-me
que n1ko esta nos nossos precedleritcs. nao po-
de estar nas nossas tradicceas liberaeas.
Foi o proprio honrado :r. 1.0 secretario, au-
tor da emenda. que. querendo defendel-a co-
mo pai extremoso, mostrou qua clia continha
uma interpretkciao do lei, e, conseguintrmeh-
to. era contraria A material orcanmontaria.
0 arguamnento do rtobre deputado foi contra
S. Exc. inesmo, esmaga-o come urma grande
mole...
0 SR. ESTEVXO DR OLIVEIRA Folizmente
ea nio tenho medo do ser esmagado.
0 SB. ULYSSES VIANNA ... porque, se-
ahores, so se trata~de interpreter uiaa aispo-
sicauo legal no project do oreamrento, o art.
141 do regimento a i-so so oppoe.
0 SR. ESTEVAO DE OLIVEILIA-V. Exc. por
que nao se manifesto do mesmo modo em
relacao a emendas identicas, como as qua
continham autorisacao para rct'orinar contra-
toa de companies, etc'?
0 SR. ULYSSES VixN.x-Dir-me-ha o nobre
deputado: mas esta emenda trata de interpre-
tar urna disposicao orqarnentaria. D'accorde
quanto ao facto. quanto a theoria de accor-
do quanto ao facto, porque a disposicio inter-
pretada era orqainentaria corn character per-
manente, e isto no tempo em que o nosso or-
camento tinha disp sic~es permanentes; em
de8accordo quanto a theoria porque, depois
quo o. regimento acabou corn as disposicoes
permanentes, essa disposicao niio pode ser in-
terpretada em project do orcaamento.
Al6n de anti-regimental e anti constitacio-
nal. ainda quo habilmente mascaradu.
o Sn. ESTEVXO nu OLtV1IRA--ua apoiado.
0 SR. ULYSSES VIANNA-A emends nern as
menos e franca, e apenas uina pilula doirada
que so nos quer fazar engulir sem quo nos
facaioos a careta.
o SR. ESTEVAO .E OLIVEIRA da um apart.
0 SR. ULYSSES XrANNV-Vou demnonstral-o.
Sonhores, eu entro era um desses t'rrynos,
nos quaes quando se penetra, segundo d sse
Ma-aulay, e se nao toena a meior das jrecsu-
cOos, p6de a gene enterrar-se ate o vectre.
B' um terreno escabroso este em que you en-
trar ; e o terreno das personalidades.
Sou advorsario politico dessa pessaa, a quern
a emenda trita de favorccer, e conseguinte-


- '1?


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4-^

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epoao i ns corn essa justice benevo-
difeo o meunvat.. Sou 1a, de quest c ispaz, corn essa benevolentmn
*cpios doajmastis a do oexceasva. deoque os nobres deputados terk
S sats em.rppatiros' dado innutmeras provas, temos querido favo-
iiaohesMtte6 commigoo ter a certos individuos, quer ageitando-
jtlEhkoaruete. l thoiaposentedorias, quer maelhorando-lies4 as
t Apabei a ea#coM- aposentadorias ji obtidai, quer concedenrao-
iaterprt r as so re- lb" mnelhores veneimantos, o temos freito em
oa qaualuer oull to- qctxs eeeiaes, qua tern soffrido tma
a dirditoo aill*e- -equoto tbrn corridor a aventura d
qmale sd -s .tt..W.4 aaifaa' compoji teorn acontecido, qusU-
U' g ,otua favorecer& aurm nosso Otwvr-
De fa61 l9 (aladotal0), so qual nio se deve negar
44 s a, uu oquali bo se pode fazer fever
quo aqutlle quo disp-unsamosu a 4
egas. o qtue procedetuos desta TnA.
in8iandpeu do anramites regimentaosT
W. Sr IPoisu009 que, q tAdo-
orqr s it, e o iwa
qpw s trvossou asowI
;w*0: Ol pnai, a


* 4
4, El

'1


iateatasse ienvenenar os nossos sentirmentos;
s1 n&o pretendesse levar-ae no conceito deste
poro 4 nossa custa (apoiados).
Umna vcz, porem, Sr. president, qua V.Exc.
me observe que a hora esti coucluida, e que
nao poseso ult apassal-a, embora constrangi-
gidamente soua foreado i deixar a tribunal.
quando em mnuito poueos moments ea. rosu-
ipindo o qua pretetdia dizer, poderia termtuinar
as minhasconsideracOes. (Muito bemrn).
A. discussao fica adiada pela hora.
2' porte
Eatra em discussion a emend n. d61, euja
votacio0 icAra, empitada ana sessio antece-
dentS.
0 Sr. l stev L de OlQlveira (NIo de-
volvea sar disearAo).
O 'r. Bauo de Npazarett Sr. presi-
dente, nen sempre as emendas que so aopre-
seantdas. deoiai; iTr claraomeute a iatezcbo
qua as dietao, em a o ateria qua prtendeom
regular.
Foi honteM lid urma emeouda sob a. l1 que,
pela f6rma porque se actava redigida, sem
que a tiveass e tidado, entendt qua davis
votar contra ella: mas, examminado a lei que
regular aoosentadoriaa am question. firici a
vibo-O d. qas tinha Totado MRal, o qua


monte um duplo'escrapulo inme deve influen.
ciar em 1 lugar, para n&to offender a justice
privada, para nao offender direitos particula-
res; em 21 lugar, para que a justice nao pare-
ca a injustice political.
0 Sai. BA'aXo DE NAZARETII E eu creio
quo 6 nesse torreno qua V. Exc. esta mar-
ehando.
0 SR. ULYSSES VIANNA-Srs., teuho dito in-
numeras vezes nesta casa : as leis que cou-
tiverem disposicOes ad hominera, -s leis que
tiverem uim cunho particular, sAo leis incons-
titucionaes.
As assembldas legislativas s6 podem ifazer
leis, e leis sio normas geracs du conduct:
ap leis ad hominem, as leis que c ontenhamrn fa-
vores, siAo leis inconstitucionaetis.
A fdrma desta emenda nuo e uma f6rma
verdadeira : esta emonda tendcc simnplesmentM
a favorecer ai um individuo ; e peco ao no-
bre Sr. 1-0 secretario que diga-re a qua oau-
tro individuo pbde ella favorecer ?
O.S ESTEvXoO DE OLIVNI-AP. -- Porque s
Oantro ja morreu.
0 SR. ULYSSES VIANNA () o'.tro ji mor-
reu ; favorece pontanto s;mplesmnente a urn.
CousNuqaentemente esta lu i uma lei ad ho-
minem, e uma lei pessoal, contem u:n favor
individual, e 6 por isso que urnm'a lei in-
constitucional.
SOSR. ESTEVI.O DE OLIVEIFA da umn,apirte.
0 SR. ULYSSES VIANNA C., u diSse quo
esta oel cot6qm urma injustisa relative e you
ptoval-o. Tenho votado nests casa contra
tod0 os projector que contdm disposicOes
peawaoaes, que tern am cunho pessoal ; tenho
me levantado par fallur cont.a projects quo
tratam de favorecer i amigos mius politi-
cos, nos quaes deposit plena conftianca e qua-
rmoto me mereceinm.
0 SR. BIAkniO DE NAZARETII dL umn aparte.
0 Sf. IUrssEs VIANiA- la disse apeaas
qua o proljcto oatem uma injustice relative


aN. 12. Sub-emendla n. 57 approvada em 2*
discusfAo : Entre as palavran"Camara Muni-
cipal do Recife-e -a lasgtr hlo das obras,
ascereapte-ae--despois deo ogo adopt todo. s
meeursos tePers parent. o? taribkinaaa jaicis-
rios. Supprimnan-se as palavras-cujodir
to foi reeoniheeido pelos tribunaes. 0 ,lris
omo esta. Em 8ddo jAmbo deo 1831.-Ulysses
Vidnno.ta. a *l*'
Sr. Jos Mata Qaaneuo. .8. presi-
dent, V. deoiot ea dtWeUtem) -o oreo-
fh m a Tmra ito des
jo 40 idiveir(as flumdas Bwrwaetadas'pelii
III% oM*ppisoon8f, nis Vo is .*P0lrs a eOI
11-muita omstia4o deta
jadod. tuofate.. ;.
AVW,4I- a pro
b@efitn !bw a -alT.


I


Amer


tr






































anauJa aa as,


a om noueess averosarios par os uaW m U-
# cous #4i WA 4wui dso Oquaos eI
a levantavat Pvoe, para o e 4quae a
su09 prsera p .Capfe-
tas dessa nte~rpr@4a*aodo thesouro ? Poer
.io fio n p tue 1 a6r qaqrsie lsser ?
as'qu avangaremoe aois sat ode tesi rns-
uAraPM ?
$O 6 possiveL ft. o i l0e posaivel qau
_n~s tamos aduadd
I-s eases alm dots egiladors deo 1875.
Touho (W rohett 4a 8 ue, s.P" r ea ncws-
sidade do voter a tribuna. heit de vr eotp
=6a4 esteoadids so otapate da Assmilab
Tenho ocluelo 1 i1'' 1 '*
0 Sr. Es teva de OUtltra fas algam*
costidoras9f ma resposta as precedents ora-
dor.
N0o kvondo mis q uem io ea a palavras.
4Perwra4a a djiwaoo.
0 Sr. Abrea e Lima. pelals ordeoa, re
qger gus a v seja 4mbal.
Consultada a As emba d4eide pelas ar,
mautiva.
Proaedeon4a."s 4 vpta q moal, 4 ji-i
tada a emeda.
Votarama wvor os ra. t A to i,4oo,
Hargio de Nazareth, Ermirio Cottiaho, ispi.
rito S$ato, gstewo de Oliveira, Siqueira Ca-
xajoante. Rockoa. Beljto s S.o Baptie*a,
9;- a contra os Srs.: Duarte Pereira. Pe-
rs'. O de 4 riAo. UlysWesViaBas, Pispcp1. LML00
reaeo do Sai, Abrou e Lima, Ayres Oama.
04ifa Lima. o Daodoo, J00 doe So, 14Ao do
Tsatiega, Jouao !pranhio, Paulo d *voi
ra P Budoxio de Bri to. j4.
SBge-se a 2adiseupaq 4Us eoponadk approj
vdas a 3' do orameato provincial.
Na o hareodo quom peoa a palavra, a on-
cerrada a_ dismeseo e procde-se A vota o.
cujo resultado foi o seguinto :
Appros4imsaa.d ei. 1, 0 wanoax, & pwts
quo fleon prejdisada, 1 A, t. 3, 4. 7 9. 10, I.
12, 13, 15, 16, 20. 2", 30 a 40.t 4Z, 43 44. 49
a 12, 56 a 60, 62, 63, 65, 66. t. 71. 74, 76 a
77; rejeitadas as deo ns. 23, 28, 29 9 4; Q
etpetadas as 4o ns 75 6 8e, t4ado si4. eo-
miasl a votsoo da ultima, a requrimento
do Sr. Lo uA o de SA a otaram faoor 0o
$t: wusrta *t"Ira. Bar" to Nezarth,
Loureneo do Sa. Abroeie Lima, Joads 0maco
Deodioro, Estemfi do A HQ ra's, V lo 4 01*O-
veia. Baltrio a Eudoxiu de Binto, 40;.- -
aM'tr as ars.:'. Augusto. La8io.Pr+era 4o
Jrito, Ulysses Vmuna. Pitags, OtjiUL4ma;
Juao de SA. Barito de Tabatinga. Joo Mara,-.
00o, Siqveira. Cavlt a Jgo BaaRpByei,.
to. ++.. 1
ind votar ase a emend. n. 82. e' 4eowb 46
two Sr. Ulysses Vianna flito pala ordeal o l-
gumas observacoes, verifica-seonio haver nu-
mono e fiea adiadas votatao1 teado.sa teite
chamada.
0 SR. PRUSIDtwNTI levaua a seosso, d4aig-
mB4o para ordemain do dia a eontpuauia 4a
antecedente.


Camara Municipal do Recife
ACTA DA. SSSAO EXTRAOIDINAB1A, EM
8 D1 JUNHO DE 1881
V|PRBSEDBNGL& DO Si. TENTWE LOYO JUNtO.
Aos 8 dias do mez de junho do anno de 1881,
achando-se presented a meio di a no pa"e.d
Camara Municipal daeidade do Recife, oan 9r.
vereadores Drs. Democrito Cavalcante de Al-
buquerquoe, JosA temBardo Galvio Alcofora-
do Junior e Jos6 Francisco de Barros Rego
junior tapitems Jooe Fraeoiaco Antunesm
Francismo Faustino deo Brito, temtetes Jose
da Silva Loyo Junior o Francisco Gongalves
Tiuems, Josi terrniraBltr, ia uo to eO com-
pareeido o Sr. preidente, Exm. Dr. Josd Ma-
rianno Cajrneiro da Canhs, mass mio a presi-
dencia o Sr. tsenoate Jose da Silva Loyo JR-
nor, por ser o immediato na ordam d 4* vo.
talo,o e decsroe aberta asestbo.
Lids a acts da antecedeoat, foi usamoe
men pprovad e assigoae a depel. d ps#at
em discussed.
Eotrando-se na primer part des- ttbOi
da sessio, o seretarilo, dando 0o0tA da6
dioate, spreseontou as redacfots dQe o Woo
dirigidos A Presideeia, as quaes fora da,
approvadasa e sasgadse d; esia. cmo fe
tam os despache da anterior seselo. Aprep-
tou main as Seguintes ppesga que foramc ldp
e Uaveram a0 oo0ouente destinoe, a saber:
Us officio do advogado a seestaie, em
do correntoe datado, reaoaeodo a inutl i
coantrato do kiosaqe9 qpe tow do setm
corn a @swar. Ao Sr. coamtaisno deo
jicia. 1 *
Outro do eagenheivo, ema 6 do d taIe, em-
aunicando queetA, reatisadosa paeg on
concertos do jaopedi. n. l iijt9 A rfwdo .1
do Rego.-Ao procurador. ,,
Outeado fIAp f o5waid
Gongelves do %Af,* oa e0 icb A a
seoretario, m w 7 d corrente, partkipao qus
so aseb am 'jjM f
da limpeza publi ce. Ciso porous,
urma cabra, e aa cabrito, qtue form appre-
hendidos vagando nas roas.-Ao Dr. secretrio
para providenciar.
Outro do fiscal do 2,o district adfreguezia
de S. Jose. corn oxeref to no 2. da da Boa-
Vista. em 7 do eorrente, ran end .O
de anlta lavrado coitra Joo 1 i U
vir, por infrafct o :do )wt*sM. A* prep
rtdor.
Oatro doan fisoil Ast isge
3 db crente, ewhem ev* I*wW
naquella frogueza ibadordo
da Silva Lima.-l*a rf.


iAego jtiar.-,
PTesairsa 9lk.:


1800 As N. 1-


J y do Re4o ie ioutem wubaoetido
& j ulgameato o ro AJrdos Kugeaio Creepo,
aceusadodo id avor, J15 itareo ultimo,
ferido graeamew s A Isb Hel rie Nogueira ;
teado per dfentor o Sr. asademico Clodoalk
do L opu. A 4 anoosa e 1
Smew dep-ro Tf ai 6' coulwo orres-P
1 psedeas A WWak4 G 4ide asor
*ppeltos pe -aTribacel da Bvlagdo.
Nio hava4 auia process preppa4doo.
aeeandsR49 4 ea s 3u4W f #tsrarho,
o Wr, Ttr.)ii4 4q, ir tprosz^e^ta # ri.
bunal, eacoruto a teieira se"ao do correntq
aono. -
DIree4o dos6 belboo. r KEstawos 4for+
asadoa do -m ~tte Aw~cagff ow
O kei Bn*ae s.. pawip Q8 s 4Mo 4uines
ram, eslit emLnp aldt4Atwbas ugrutdls4, u#
iam ocape dot4 8i. ,4ulieCw Ribeiro do4 uza
trazemos lovantada par auxiliar epm diai
tiaeto paramoueM o ealisaoio dan experiepr
ciaas do mau graiM.o invento. destinado 4
darao lomai sobra a oesseno do ar qIe apo
toeu0 d pesad o dlomn. iw qua j4 lse %q1iWa-
tou dde 8eds culoaobre ooeeaso d'agus qtne
ciroumvotta os cQaR nt8 terretres.
Nio era de eepurt ostre procedimento da
illustra qaoseiao, quo t*Aks proyj$ tei
adduzi4oo doae seau patriotiSho. dos Seus oppreo
iotuitos, dos eu. o sestimetetoa de b(eI oln-
ci= p&ra todas As idoas utix a proveitoas 4
hasanidade. E, pQ*, r&o4ew Sl t4ri oPrr
porsl&o que. 6em 4,dPop tr, j Qw, an.
tecipeuxatsn oag'a6acimentos quae ele oppor,
tautoate l~,l aidereozra pesa suna fertil
podLerou0 Peo IE n'uma empreza, qua hA
do sernor haroa. para o nosso paiz a credora do#
applaueos do priunerao.
-Hontes4, p co4 "
Hontea^, |tffM^CQe4r e Aidea da sub,
scripcio publice, iMereveram-se na liata res,
petiva do noso ewsriptori., os Sra.:
'ItigttelW61 I^t- 1 *'
J~empbfKusue !
A toeio Yiruaa S rz1 0

AIa tiotaI pUIti*da
Total eeebido
Dow quw reaehlob a ua a4in k
BftkofRiof A WEdo ro kO
S- IascravM55'w coo eoatIbaintas o
Srm.:
Dr. Altino de Araujo
Dr. Tobias Barret, d .Mnezes 5Q
PhenixPernaabeatna.-Aebase di"Mg-
nado o dis 1 do oorsnte (quarta feira) as
meio dis, para amseso da assembleageral doa
accionistas des oompahi affma d 4he8s soel
lido o roh$atIM fo flatfietd r dod cona
o art. 3M dos respe tivos estatates.
Supremo Tribunal de Justiga Para
proeenober a Z I em e,"'4 xITtt ufal,
quo soeacaa do ear n com d fallecimento da
conselheiro J Igmia ilceM de Vascon
coaeeflo., vat OdeiosaAjrgade.JbslAatonio
do Magalbles Ga.tr mawumbre d ReAsloo 4
eOrte dsdeo 1864, o awsi attigo a lists ons-
peativa.
Juizo do Commerelo Aa audianoias
deosa juiu, a comeeir do di-25 do Corzte,
pmassA a r l a IIA horas ca manhl
i dubDe9c tei4o-HTve* hk ema
Sdess soedaod i, is horas eao lugar do zostu
no.
TheatroSaant. Atto a.-sBeuavaisse, ho
je, a noite, noesse theatre, o eapeetaclo ly-
rico-dramatice dado, pek los notavoeis artiatas,
Sr. Noel e Sa. Victoria PrblIo, tft'Imatents
chegados do Sow4 'mpei.
i sDemin aa rtnympaaOe oue tends,
t vitet d411 etAer4slo qt* *40m uqri
bem aeolbide&.
i: ww wflo PatbJMw-,A a ". SM I Dh
Flora Antunee, por now eaom o inteAn do Sr.
Dr. dolegado littrar respective, asoka-sq
leccionsado a ete im do aexo feminine, da
ilhu do s B imt sdrU Uialon.69.
r8 datre e'hirrUftiao6 d6 1 fte
bro, da io rkm Jsus da Cruz, no
lusar do cot1b6, de negocios

Sha sore. 4 pits 4ias saca ups 4ad


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que
Mae
Mai
tam
0-t^;


rtae do
* Prol
A e Cot


sos vis)


so BsO peod s 1mlerorar a* ar. oW a u42ore.
gazi da Bo&-Via dovorue he intem.
d be a fazer~retirar As fiesto t bo lac in
d!o a grande porgao de lizo qua a1Hi esa,
ede dar escoalmato as aguas que ali tam-
boa eiotalo estagmadas ; deotuno oque resul-
tarn miasumas noelvos aos doente s d'squelle
estabeleeimento a see moradores da visi
uhanea.
O A.Idoal deve atteader a otat justa reela-
eio.pois que pra tsnto .tm oompete1cia.
SKuaSteded Setambro-Tambeme snos
quetl ao noradores desta rua. n'outro bilha-
a. pomal., do starem inundados com as ulti-
mas8 ehuvas, devrido atto o estado em quae se
acba o canso de o sagoto que atli pasa.
. .1 rvedio a este toal sa6 pods seordado pela
partTfgao de Obrs PulMio ProvinJ, e
a"a fimos do Sr. eogenheiro director quoe ntao
diiporart as providencias que no oaso cabem.
Rua da Paima-Oas mAorsdoren desta rta,
nafrmgazia de lSanto Antonio,. pedem-nos
T Op* q= do t. ar a ntidon
nu a ama ra.
Gompae 4 Camara. Mupicipal dar essays pro-
videnoc4a, a a sesameate flseal us- dita fre-
-uess teossa obrigsgo de velar por io Elle
qupe owaa o seu dover.
Iash*edt de guerea bralsUeira. -A no-
va eanhoneira, que vai ser eonstruida uso Ar-
a doe fterr da dc6rte, ser isteitran4'fede
4oto, i *uplo forro de madeia e w aobre.
Mottar a1fllarla raitada de aslibre 70, de car-
regar pela ctlatra, disposta deo tal f6rmsa que
poder-e ha batemr livrememte todo o borisonte.
Qfo -4*1us 5wSi ahrigados por weo 0a de6A06
lMe4toe;p oliopados u4m.avante eouturoa r
do navio, as quaes deverbo ser cb4ue*a#s de
ago para protege us artilheiros do fogo de fu-
pi,-ewaw* ;as; saviao eraaem disso
dotado de p au wp met"lbdras pare defen-
der-se ds lanqba* to'peo, Seta provide de
das. mseinas tndependentes, do systemwa
MptmiR, Atvoedo o, 1eAmwA desewploer
Fta- k forga effTiva t Ua2s00
ge~altpu, fprpa sta quo issprinulrb acanttonea-
ra t 1oiWde do movo mihas per bora.
Seadi"dlodh ow em i as t=sein o es
*nxm 4eMl .ortas de c48 tOMMUMisaa 4 iim
,e aMofl. +Te earvoeiwas qu p0V04"
mawr Gambeaw pelpars ciuoeoueip 41a4.
sevog 9 ~aosa a vfe au o srIovuf4a,*
6paup. Asd~masoM dpss osolsees nio
'ee so w 1' I >*
(ernwmiwest..tre perpe ulates.. 31
boo..nam........
usldo ei...........-... .z, ;.lt
Polo quo ftca dite ides quo teneu 44o auerra quo podW promrrW to' egwr
B..G od .o nosto lito=ra&. e, o qua A Mtea, o-
pIs denavega, e4 epMlqaor 6epw 4o aono
WS p-ssOs ixaus i0 41mWi0go r ij Maguay, pO-
4IdoB imo tr aistComaorbas,
Seletteub pm'sa 4.-.> epr
pw I" lwarris Al esesidedsoq t10 dew4 a pp
bo0aqboso8aual, gqae smasl liw Ro NeQ t
Janeito. -
&80 d*am rooewtem:oentieaa de va-
ridedos i due ^~do&uvia ss a4eKA, o
RmfT~efl S. ~tioaesbw4osp~iiD
cer luz o exaelopte reoance Nistorini jfms-
sileiro 8 1ftwrtim 4r Cafuwrdi*. polo i90a-
trado Srt. Dr. DoMingo Jose ,Negair J,-
gaariteoFilho,. distrt.o medico pals e Oal-
dade de Medicine do Rio de Jedairo,
1 0atrdoesowe*esceaMddm priseiesatem-
peo da eolonisaGo do Bras o a matIiaf-
e god% eriastyle gradavel astra-
hentes.
SJ oprauisduroea dne genero de litteratu
ras rfimomzen4amos 0 ad nmmaeo ,
SGnmde loteri da G Crte.-Correono dia
3 do omemte. 0 reto do bilhates asehan-
so auveond na Caa da Fortunainm L do
MAe u. 2&.
L4eS a,-Hoj. ra1Wisbm-so 9 oamplnatO*
-Ai r $uog ito, An 11 hoos no rni odo
Mrquez de Olinds n. 13 do miadsa can--
dfiiru gse moveia rapsoUsiela doaxs-
rolle, eaieados e cobertores.
P.1. .geq^ Rutw^, a~s 11 horas, ns ms do
loape r a. tse disveaos predios e ton-
tepee, jszendas limpss e tar'idas, bottea de
OeaBe e a ss. i Ui s sertsdh., e 4e 381 uc-


te 0.
PWlt


belino 4dfoi61, Ji0q44.pW40 1S"
qiiiu Pinto Lapa, Marcoitmo do 0o.
Caa_de D", '00o.'-Movi" do*pro-
os no dis 2 do Coi
Exsltiam proses W3, an A m
60, extsetm 376, asber:ItalnT
lhers.10, ostrangeirout, e wroviw
tal 378.
Arrasoado 411, sendo: 3 7 5, doss-
tea 36.
Movimento da enfermaria;
Tiveram lta:
Luiz de Carvalho 0dtatJa.
Herculaso Gomes da Wia.
R*ypqundo foreo dig$it a.
Lakz o Brj~a ttima4ip
LsqraptitoAlves de *ouza.
Pedro'Josd do SoBoa.
Benvenuto Jos6 do SatsAnh.
Belisario Tw.iSa iveira.
BentoNtoes PessOa.
LiurentinQdo F44an Bezerra.

Srne#%o OsvTla.
Joqatm Gomai do Albouquerque.
Antonio Franciaeo Osto
J JQsdMoA de da 0Tv.
sMea Vrlint o do9 fwtaw.
Aa o ThoQdoro.
Mi01sel FrJaIeoiu 4e ueod.i
Antonio Romam die Ad rda.
Rosalino Rodrigues de Lima.
Cemiterlo publlUco-Obituarlo do dia 2Q
de jiaIho de 1861
Aagusto Caetano PNteheco. branco, Portu.
gal, 50 annos, caedo, ,Boa-Vista; edema do
figad0,
Luzia, escrava, pards, Rie-Grande do Norv
to, 35 aenoa, seltoia, Zosi-Viatw; tiaica pual
monar.
Francisco
Francisco SilvreiejNro, Oeatr, 45 annos
solteiro, hospitaledvo I; vartIlte,.
Job Eleuterio de Barros, pardo, Alg6as,
41 aunos, canado, npit l4ruo 11; ;neu*
m onia. 1 ** .*-. .
Antonio d4 $obe paEmr*o, RioG(ande do
Nortc, 14 aios, h04l. Pedrol; vario
ians.
Jose FranosooebIa, pIto, Pqreambaceo,
32 aonnos, caso9*Upta Pedro 11H; vario-
lam. .*-
lMarcolina Muri, Ow Dlram u, paspa. Poen
nawbioo. 14 amoan soolteira. Boao-Vista;
tro hwpaltsAe.;,I 4 .
Maria, parda,Pesaftwebco, 9 horse, Recife;

annon, I'W,
Jo0, Wobrae. Po, 3 moese, B3oasrg
Vista; eapasO.
Joann a dit r da, Poneaia-
Manoe. p owv?, A
cife ;. gastro taer.o.




Joi0o d .. reitdo com ddo @OR-
AUDIrNrt1 DO IA l21 D6 JLHO.* KWl
J1I2 Dm, X"WB 0 _
:Ascri,&' fya'aA e
h fsagor ~o~R 4ep do-as- 4-


Auto o r laieledii le d o


Autor AdtWfl6 MwIte da SUva.- I'
gada im~ot.4ta.


Sbida


de Patula.-RVce-

aOt" Silva.
~tdp.


stlb 1 II bora*, o r de ovaisnI.
2, emow pdv i- em prova.
delout IeAlar-W es *i-




&A8tafkiftA-nhwMHT-A 14.1
.a de+aAl^i g.. m 1 ^"+^- ^,, MWB, ^


1


,aodtaos oUbamflrn e%%-& 4 Wsbkquee
bqseia a opisIo,-q.npo oe l'qttiny:.qr p -
press da tribe. para iea 6 -iadisna-
rl queo letMooso reveoll no eeposamento
B exphnso ite impotapt a adoptoa qae
S0+s+a' oP .olfm4ea. Nbendde e ao des-
sviorvnsot moral e materials do palz; ol
P[ A~los ntaXW 4extIoras quIOeapaso-
teme digOsdev idds spovo*1
Ora,^toBsw: ew we qRisenanoRpar-,
ammto, es uqgexie w dou pms.Dam, qw
areD~a IBOS wtigwp, tomo paitgo Sr. Dr.-81-]


T 1oa400 era%


s doe


as
veTm


aSGti5i


9 nqrps,
slal. do
Pinheiro
Dous. g e


- o +



Mi *8e, dt, .tS. D

Aeam pdlieto


teds vaqa~a S p Sr paut~os,, e. *drluoss
wwi p a pr ermeia, om scolbe r a ease
6 A'ibuo ,, ejo-a cmO seu repmfsntpto,
r +l $W11 coNu* So p ros das,a sem tdagpr
* ,aidrpIesu& s ou aquellsa pro-
,,tia on. we date.
T. a, emn XWO does4 seprincipJOs, so
*r. Of. SeoiAwu Md Amio Goalwasw tA
no cA0o do inosber abe e to reproemtar Por-
IWOtM, pri'vin* rics4 born..owe 4talseto,
a 44 S."90 4 "o,
AWeOO iPerarbOSaa, mo "do sr ao ead it
4saao ,Swto aquiolesmmmeos potticos, pod.
8"POGWM0SpiekloonOe
wr befleoismente at, ldo pelo etIitorado do

V tioionew quo oa aetos intelliUgeoiteas
do q9 queWlkwueidnao le o aferldor certo deo
asa sapvelde intellettal, nilo 4 menos
,oeoo _q1, a Opl ao publiea, guiandeose por
siRs scMt anea s oagMa quande a*sig-
eals &ada ql o geo do me wreimento in-
tebectkatqote clasdba na soeiodade em quo

Vmsos, pes, o qse diz a opiWao aeerea
dos ;ctos intelligentes do Sr. Dr. Segismundo
Aotolo Gongalves as sua vida publicsa; pars
isso pirescrutemos he eesa vida em todas as
uaa faces, sauai quo em ragos travos.
0 Or. B. SgiWmundo, quando estudante,-
phasem quoe pars bemrn dizer oomecam as re-I
veoUace d o intellecto--, passou despers bido
nte os eoeus colegus da Faculdade de Direito
do Recite, pois quoa nunca deu de si proves quae
outros dem doe talents, de largas eoneepCoes
mltoeririas e saientificas.
Coo rsagistrado, carreira que abraeou pou
'o depois 4e formado, tambem nenhum largo
e bell itc rdeixos de oei ineloljcto nus chro-
niee lomea das eomaroas em que servlo. As
manirfestagws activas do sea ser nuanea passa-
mai de espra wem que se assignalam as me-
dioeridade#.
Como beote de policia Oe Pernambuco,-cujo
advent Ihe cahio do c6o politico so o manA
no deserto-,* 4ocep1o dos dotes especlaes
quoe revella nan tries eleitoraes, nada tarn-
bem den d desio ilaltre pretodente, de que
SpQ s tirar elemouento favoravel pars a avaUa-
Qzlokquememos.
(.o9oeputado provincial do Maranblo. vis-
A nater podide .sel-o poer sua terra natal, o
Br. Dr. Segismundo ainda delxou.-e ficar que-
do 0s lustA apaigo, quo 6 pprtilha. de todWs
,ioa epuitos aeba, deosbre etevap- as s eous
Fllg9C iao mani' e ;i acio do In*ect, e a
owU rasfp## o eaasse .Assambl6a doMa-
MMao trmU u p mumIeo o doesicUS
&omo depatoAe geal por Goyz,, Sr. Dr.
Iilimusdea, nosreron discuarses qua prcferio,
l fdeu tamb m grape coph de s,a e empal.
deen st ro M i quoe 6e a espma gran-
teos, diBemeuos i liabuco, Ulysses Viana,
Pedro Betti, Soares Brandlo e outros, para
^lo #itr -pepU depotads de !ern.ambuco,
exado flt&r muto mal os seas cempatrioatas
IQwoyez, qqe 1O gracdfsaments sa esforfarmn
por sUa )e1ao.
Ftnaeqte, u imprquq, emoacujas discus.
Bqoq, r, D. SimSqaHi, tael teoobta pro-
ategbo de lanoar hiz, nenhuma prove ainda
pxhitrio S. S. do aeu alto rlterlo Jntellectual,
porw qaato, que a saibsipa, asndas nenhom
sum,o sorib eo gave Ie prendmul a attoenqo,
aa5d4l$U poxaopw do paltntesuas 'ados
O'egcua do eu itntelleeto.
1festai pppndlgces psrgumttanaos: '15.1 pods
Slio s wricm da ppiniloa respel. das apas
rfdbde istslhal do preteasnpte para o man-
c de mtef o uido?
Vejoses, poeSR,seasoa prelen~lipodo set
Blor euocawedf sob o aeipjio pwt.4devis-
ba, amo 6, -af o r..B. Sileauiio tea euMf-~
eimtos eooheiaustteo *egoclos gubltces.
Nau O4Ihec8moD apiroa inqos do affelr o


piauhyense, que nem esta na altura intelec-
tual do mandato, neo coobace sufflcientemn-
te os negocios publicos, nem tern services ao
paliz A provincial, nem tern elements politi-
cos, nemo torn amor a Pernambuco, quo Thelfa-
gam mercer a honra de fallar em nossoe nme
ao seio da RepresentaCAo Nacional.
MARIO.


PBICACES A PEDIDN


-Umajor Serpa Pinto
AgaOe peinhoradissimo aos digsm
membros do Gabinete Portaguez de Ita-
ra, Real Hospital Portuguez, Monte-PIo
Portuguez, Associago, Portugueza de Bone-
ficeucia, Lostituto Archeologico e Geogra-
phlco, as redwces 4o Diario de Per-
sambe, w Jontl do Recife 9 Dowera-
d aft como a todos is cavaiirss qae
0 Vrtm somprimenw-0 e *bital-o, as
duianio e provas de estima coinm qe
o honratani manifestaudo-lhes por eate
meio or m profdado reconheciineuto, sea-
t"iS") 4 a e 1 do tempo lhe n,
pemi'Uis camikr este dover de grati-
dio por maneira mais solemne e pres-

f1M hW deoulthdo I884.

sC. ao nftoFP. sobre
proestgw ast ItlO


1 a inutitd
lalviabo e
obraseoar


m w t pso parido fez, cestrb!Ia4
t tpar a dJvieao craolanto qsw l-
4 a0084 o.0liraes, dlviso qua se arigmorA
Jw Mtr A* poliiea do Sr. Dr. Sit
M*A4,., mlef o so terceiro poato
0 Xi4aso aos dous primeiros, oowjiderm
40k l40 A,.e aalo pode deixar de Ser CtGInt
^*uS .DJr. 8lgismundo. E, poia, naolmeto
S.S.Io dest*reVT-neia, n0o imnog nodham
jeaSMOo parm a sua candidatura, qua, pa
dmais. em Se qmOr temi em seu favor as a.-
diMOs, qua quatificamos d segunds ordeo.
De feito, 4 exeepgIo da division do partido
liberal, pars que S. S. contribuio immaeaw,
neabum service real prcstou o Sr. Dr. Sigis.
0undo so partido liberal do Pernambuco, por-
q. como tWes, boaomente n5o podom se r eon-
sidea4e of seUs escriptOs na imprensa, per
quaaUto, eomo flea dito. tses escriptos nao tero
valor intrinseco e s6 se tern distinguido at6
agora pela virulencia da lingu3gem.
Tambem nao podemos coovir em que S. S.
tenba asor Pernarmbuco, porque. nao teao
aqui nasedo, e sondo os seus interesses squi
radicados ha poncos anoos, nao se lhe podem
ter obliterado os sentiments ianatos em rela.-
Cloao Plauhy, de modo A n'om conflict pos-
slvel sqwuecer a sua terra natal para pugpar
per Pernambuco.
Finalmente. 8. S. nao pode ter, no tern do
fact eloementos politicos na provincia. Como
etudaate, tendo tevado vida obscura, nAo pode
tel-os conquistado; e, depots, 6 bem s ebido
quo 8. S. eSqueceu-s e de Pernambuco duriass
m1a grande temporada, atd que, allando sea
uma honrada respeitavel familiar, teve o acea.
silo do paras aqui vir como chefs de policia.
Nsessa qualidade PRo pode tawbem SS. ter
conquistado amigos psia razor jA dada-de ter
faclitado a divislo do partido ; e, se chegou n
conquistar alguns, deve antes attribuil-os ao
presiUgo0 quo reconhecemos, de alguns merm-
bros da familiar A quoae so ligou, do que ao sea
proprio oereoimento,
Redunda d'ahi que, 3m ultima analyse. os
elementos aes que pode disp6r no district o
Sr. Dr. Sigismundo sao exclusivamente os quo
iie poles emprestar os alludidos membros
deos* fapilia; e, como estes slo restrictosaA
tires freguezias do district, e mesmo assim
pouco avultantes, concebe se tacilmente que
toemos razlo paras dizer quo o veredictum da
opinilo em relaglo as condiCOes zecundarias 6
aind deofavoravel ao Sr. Dr. Sigismundo.
0 quoe concluir, portanto, de tudo isso senlo
que a candidstura deo S. S. nao 6 natural,.nao
6 aceKitavel, 6 infellz e nocivaao partido liberal?
Pois se ha outros, muitos eountros membros
do partido liberal, que sobrepujam ao Sr. Dr.
Sogiamundo nos requisiws exigidos, tendo por
accrecimo a circumstancia notabilissima de
serem PERsAMucANOS ; porque razao prefe-
rir &quelle a estes, que aqui teem sempre vi.
vid4, que aqui ternm sempre prest3do servigoo
ao seu partido, A sua pruovincia, ao seu paiz,
dado sempre reiteradas proves de mereci-
mato e grangeando estima e respeito ?
Tal preferencia 6 odiosa; tal canditura 6 is-
solita, improdente e infeliz. N o diremos,
como outro3, que ella choca os brios de Pl-
nambuco, por que a nose, provincia esta aci-
ma disto, e o paiz lhe farn justice ; was 6 in.-
gavel quo ella offended o melindre dos liberals
pernambucanos, porque, em sum-a, 6 uma
formal confisdab da pobreza de homens desse
paxtido.
Mae, pow isso quo essa confissbo nao 6 ver-
dadeira ; per isso que ella offended so partido
liberal de Pernamnuco, composto em sua quasi
unanimidade de eomprovincitsn.s nosses; n6s,
embora connervadores, mas antes de rudo per-
nambwinaaos, julgamo-nos em nosso pleno di-
reito lavrando aqui o nosso formal protecto
contra a insolita pretenoo do Sr. Dr. Segis-
wunds Antonio Gonalves, contra o candidate


[ ;








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07.


Trnuta, es .a to,. git
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de M78nia 'quo 6t coo"WO
pagina O640.lt audqr (veflgo uvrlupY:IK
,tSosa r*6sa jtholicwa (aue ot 4l i-
nada petolo o: Id .Trnltb) ileo arrs 9 p
ralti o viWi'ea oWrupc, fez wada 81 l-
to, diz Cow Gantt, a&so IRnes sd uareu'sl.
dades a corporaoes reolqgiousas a qual o alto
ansin estava onldo I As novas or8ens po0-
detain ineliear par a frouxidalbo relaxaoi o,
MaS o eepifito obrislo, quo tiaba reoobrado
sou antigo .vigor, Ia dtava pra coablster a e-'
fervesooacia da oarnee a vuluptaosidsde sen-
sual; s searidade, qe tinfha balemas0s para
acalmar tLoda a torida, impede que a I corrup-
gAo attingisse o ultimo degrAi. Quatas al-
mas, fatigaeas de corner as vicssitudem do
aundo, busmavaw. urn milo no solo do Does!
As irmnssde earidade, qua so lanmgavsrao *meO
das miseries, as carmelitps quo a dptitav8W-
so por anti*ptqlr, parociatm todas inflrmadas
do amor divJfti; cl.ro oorria a Loda parts, e
proourava iasiWe it a igoraipia, oiorrigir o vi-
cio, sustantar a virtude, alimentar os pobres,
expondo-se ao masrtyrio quotidiano do despre-
zo o da calumnia.
a Os annaes dos capuchiphos, collocQao rom-
post a por Baverio. apreientam-nos uwea series
deo houens qoe so votaram A obra de sua pro-
pria p*rfoicAo moral e ao servigo do proximo
em suas stores noenessidades, justamente no
moment em que Lutheroa conmei, isto 6 em
15t. Esss grades espalhavam-oe no meio do
poVo para o consolar, abencoar e saconsalbar.
Qo!mo pois esquecer o heroismo qua lilos de-
sedvolveram ass pastes dessa 6poca. e a per-
severanga corn quo-iam assistir ass supplicia-
dos cujo saogue de alguma sIs)rLe saltavasobre
apes,?
c Os protestantes (refere-se sos miniistros),
pelo contrario, nesses tempos de pests fu-
giam, e o proprio Luthero o attesta 4os se-
guintes terms:
Elles fogem cornm um La egoisms qja nsio
so encontra mais cirurgiao neo enfermeiro.
Parece quo to1os os diabos os perseuwm, Ito
grande 6 o temor panico de que so achaim pos-
suidos; e irmio abJnsona o irmdo, o i#Uo ao
pai... Flagello intuiramente nova u Imsal fu-
gida geralM. quando o diabo iSio tinbha ainda fe-
rido soano poucas vicLimas Eu noi posso
veneer o meu assombro, vendo qua quanto
mais se diffindo a predica da vida em I!hristo,
mals atemo'isadas se mostism am popt' aisgbes
A aproximaglo da more. Sera procms crar
quo debaixo do imperio do Papa os tomens
sAo sustentados por suas esperancas slupers-
iciosas; qu elles so rntostram enti .Imenos
pusillamines qua boju, ou quo. meLbr i srui-
dos, sentem inmelhor quanto 6 fraca a n4tureza
buman%? ,
Eis aquw, querido amigo, o que o prop io Lu
thero diz dcs protestantes e do prOLesL&a tiU.
potr elle fuodado I Eis aqui comoa elias S was-
travam na Allemanha 'taea quaes se avian
mostrado na Inglaterra e na Suissa. E 6 umm
religiAo desta ordem qua u Sr. Saiith ve pr6-
gar centre n6s, quo videos corn as noss apro-
prios olhos quam differentemente se purtaroa
aqui os sacerdotes calbolicos no meio da doe
vatasgao causada pelo cobilera am 1855, a pela
febre amarella um pouco antes ?
S0 douto historiador qua e iso escreve ;i4a a
caitas de VenoeslAo a Linck, Codart, Acadorr
up. Nicolas. Du proteatanlisms Tit. Ill C ip. I V
e accrescenta: As mesmas quoixas e amen-
tagoes acham-se mui frequentementee ire ci
reformados, ieLu to6 en os discipulos o1 Cal
Vino.
Atrever-so ha o Sr. Smith a nagegar tumbeo
veraidado desta citaglo como negov a dpi
qua Ibe oppozera o benemerito Neophyt 7 Se
Tia istole mais qua atrevimento !
Mis. querido amig., ainda isto nio. tydo
O eximio escriptor conLinula na pagna 641 di
Revista acima mencionala nos seguints tot
sos:
Sahiremos p6s do nosso quadro mustrain
do que deteza oppoz a igreja aos aps lbs ds
berezia? Admirando esses prodigies d cud
dade, nao podemos tazer nead de melior qua
tembrar a exclamnago de Luthero: a owe
os, diussesto, debaixo do regime papal, s pes
moss swam caridosas. e nto era precis irar
Ibes polas orelbas para que so dispozrsow a
lazer esmolas ; boje porem debaixo do regia
do Evangelho (do protestantismo), em vez de
haerom a esmola, a gent. us vA rouharoem-se
uses ao ou.sos ; elles uos esfolariem vivos se
polessem acbar nisto algum proveito, |or pe-
quono qpfefosme, e pareae quo julgam n ala ter.
Se nao teiaam ao proximo tudo o que esta pos.
Nao achas grand esle eloglo feito :o pro"
* testantismo a sos protestantos pelo seo p'e-


prio patnarcha? Qug poderia.4izer d muaiq
ignoriuioso contra elles o mais encaraigadu
Mw, apoio de sua trans'ripeo Cesar Gantf
'a isHauspostiU, Watch. XI II, 1472, 1544.
Mas passemos de Lulhero a seus dasaipu-
los. Escutemas a Muscuhas.
a N6s, diz este, at6 temos mudido de nau.
reta; tlemunos tornado boevuleneies .crrta-
tivos uns para corn os outros, quai corn.
sA0 entire si as beftas ferozes. Quem se
interessa hoje pelo proximo? Cada um sao
ama senio a si proprio. na o attended souea a
m. podeo se a16 duvidar qne lMja ain4a em
6ousea gottade osange huumano p
Nlb' faz auma tal deoserpo alripiar bs ca-
MellUos a quem nba 6 prolestanta, quarida ami-
go? Mas, que queries, se 6 doutrina ; dessa
noita que as n6as obras de noeds asro*eitam
pwa a salvag5o e quo as md em nada a em-
baracm ? -
A citalao felta por Cesar Cantu 6 esta: Ma-
Nvalus, Von Himmel und der H61Oi-Franctfart,.
-159. D. 3. 4.
Escutemos a outro discipul dor apostata,
Vizbfl. Eis aqui o que ella diz -
c Outr'ora havia ctiristAos, oraw os oatholi-
cos qua amavam de tlal sorte os pobres, qua
elias so ehamavam enire si-paes e irmof I'la-
vavaw-lbes QS p6se sorviam nOS AA a
msotlj6 de Jesus Cbrlto. Agora (rw4-se
a pvtestante),. elites 'so excluem d uma
te, de ouma casa, como reproiis, jami-
4U pablicos. E' porventura, 8ahOr, o teu
.rwitr quo reina hoje noe igre;a.(PI oteop.
aMtes evangelical)? Oh! qI4qoao,.
Suoe reform, que elementos m tlu i v a e -do
concordia !...D Refectie o lkhernmi, f. 91,246,
ap. Nicolas, DD Protestautismo,' etc. lia. 11l,
cap. IV.) I
E o illustre Cesar Cantu accrescPnta:' N6s
podoeriamos catiuuar per inmto tempo estate
citaqsb-s, mas pars econcluir repetiramefos as pa-
avras corn quo comenAmos: A Srvore conke-
ce-w pelos fruetos.a ., .
tla, qoerido amtgo, o preteutiiro, cbsa
msl4o evangelico ou biblled, serd sempre
sataftico, porque diA fructos de aaldido, froc-
to do more; eaquelles que, jpa obstante
1Oks pri6gar esfrgam-se pot estfdel-o,
pj| ae ser considerados sfmtlo 'Coia
w 'isu-iros satellites de satanks. -
'1pA= `porventura qua 6 s6 na Eutdp9 qua
uJ r uada doutrina produz fruost L.rio
k a", OS ptibres e necessita$ aS
.que soft'era seatm f ? Rf;
..-. '' :., rio.O~u da America, desft Iva-
..+ : ff~roduz elle na preo u
: .... j gos asiprgos fractos.
..... o0 que dizn' pratest"Ptas
nosspaStdres quo no Leg do,
derer proferir o etliddo a as-
auheo efilhos So ;pida-
rabmoho qW /hastfish8
POW01aor46 1min j.ornal
fl RO ".U404o, po-
abbwo doentei 08
iAs efli's


ef Oun 4_ J
,also


6M..uwrplo' s ~e
: mroro .st oregdo e Fr .,M a

meOMes Pbbahem eso a *m IolM eti-
tper his proftnihm ti dholles Stew w.e
gie peor lo pafomw pa tme. a
El o nffr( If r tia sool~6dtn> ^cotepfda



bag ocvrmaPustw!isa;Ie*te01afes. dapoI
cmparar aidaW e o adamse otorres .o
4enoj-qGG-090w9t"o wIOMflt, 0na10quGOneuten-
WI (apl-. sua 4wsaisoa airruemte 9 p


lpb 8 vp dlzro o -e so; levado orp quo
ha'no po vomralor woralidmde, seguno as eeo.
tatlsticas dom doutos" i si minbas observe-
qis. utlrlemeo que Wtre spotWm serdo
mmatlsa em i meia.wraim. KBa traeM 18s, flo
das sociedq4des cathbolies areidas porgavoer-
ais catholiods, 6 doeicot 6 reprimldo corn leis
inexoraevois, a deoencia public eA61utolada, a0
tbeatros.oms orni Ioeprostituicbo aloeeise-
do s e a oonutreniqriq ne a a tbanam germn ol
Uu.na fecundl~ade %aravilbosa e iJpcosppara-
vel.d o so epodi regr quo entree Ollsj a
nsrid* e eotre dea urm mod 'e 'qe- lbhU6
pr&prio, aisto 6 pot via do s ia.oiot camsos
idos mmodoas, das id ades, tor : beia% di 4ekda,
oe quest o nuneroe, immense, d.hqos deoI
mulheras so ewaimma hi roicdieab Kbesto fti..i
Sea clare secular a regular constRte ur for-
dadeiro exrcito do oalibatosarvi lunftrios
corn um e xprito auxilar ado danzellas, vir-
gens consagrdas, ae tooa se odedicar A obra
do expoellir a barbaria ds taorsi inflaise, a
consernvr a piedade entire o feisi, a ailiviar
as nOeassidades dos entermos, dos asgos, dos I
loucos, dos prezost dos empektados, Idos dimi-
cuq6s, do cabidos e dos quo correon riso de
calbir.
SPoer um dolles quo fallece A vocagAo sem
ouLros so conservam constants ast 6 worts.
g Do todo esse ospiraito. que 6 verdidaira-
Sments osanto asos olhos doe lode o om e ra-
seavel, as (protestantes) nb a possuimss na-
dos. Temros cartamente of undado misses, so-
Sciedades biblicds, bospittes. obras do bonefs-
cencia s m rastudo a pagamento. Dontro do
iires seculos do reforms no produzimos ain-
da um s6 missionario voluntarimeate pobre,
Snero raa s irml qu sirva em bospitses;
ms anuo D aqui quoa estirt o vivo da questio.
A qaesto eost em verificar so as inestitui-
sgaes, lois mores de cads Igreoja som ptes
Spas eorar a sanrtidade. A supreme institul-
vi4eo eCoda igreja 6 c eu governso. O04 0u
vejo quea um tdis as [grejas protestantos a
getrarha ecclesiastica governsnte nelo torn
Squasi neuma influeoncia saantificante. Nos-
- sus psstores neo s1 educados pera este fim.n
ae vivom absortus nos coidados a familiar. 0
p voe considera-os, iae oomoa minister os doe san-
tif-to. mus acam e empregados do governor.
a Na Igreja romanasda-se o contrario. 0 cle-
a 6 preperado e adestrado psra a istoile
- com e.go exercicio. e vida i rejlbLsa; ela
tor contigu4 acgbo sobre soe robapbo ; 6 .se
pregador ssslduo. escuta soue eom iToiu-n.
Baria, roprehosde-o, scosnsdha-e; 6 o vibitS-
dor do aend qo, a o aigq do povoa, pial do
fmilim q cst.. Foita s pole a pdrts da bums-
na fraquezs quoa nu esimo ieual,. o tum
s c1po ) -lU .dtr% & necgqualo o qua i igre-
- jsa proltaes -to a ieno ssntiflcadas que
a pupiste, o smuil-meno. sautificsdas seore
ainda aqaollas eomianbbieseas qWso a geno-
i reca a .. e ,aca. p4truida(Wa_ a
*- em ula .op rcmby.t eiax quoe piatene q Sr.
iSmith) *Tbquootua as qnests6 ha lelgos. 116sa
eha outroaoPstacuolo mas radicolo eabsolaute WA
a maruad es snj aclph (prautsmtsnbq );
a lo 6'a doutrnlna, o lp.or ii d Msem 6 Ial.
moraj... *
I ttend. a, queaido aeak, s vo quao be llso-
*g~e o Sr. Smth procure prqpagar i ntre
Cow e onatisnfn o era'iptv1adqtrotem-
*tenat, quo cown ha qqe posaaes-so t ire a-o
rajj do quo dizor-so drsobaorn: Tm l As
*itre ow later a bmoOu 6 a l uus, quo meier
doaarmn, a fixzer o bown do quiq diaor-ee-lho:
a Tudns boas obram LJD is apruhew nesalsma,
8ersa diante do'iDea. nesod tO moreedum no-
chutm prqrlo s o So*' Quoa weloar anuaglo
a to crime do quo flqr-o -lbe: Toes voip
* ha tope puedca fe o to os cobrs cowr a mfo?
Qua mebor impuo0 s expelljr to~o o pots-
meatno do aIS o do que dizer-se-lbe: h
Pa us pboa paodqtisado pasr o co,.Lu aus,
- 'salv, soe dle'Deurs pordid: t1 caj,,,esi
- ob prearlorn a votde flim own sao os-
[ jao.? o nes dog q eus seIW:s tomaut im on
* wnus letrganpqto ditilaosUqmaros 101 o0fals-
' os ph*oto e entreteetp o ulgr'el& -s


itbolicaos proSocreve. D'aqot4mMoPspa-rajgmso-
rido D'aqul IIPX 988i a Sdaua a 6 e
moral no prWbtnt e d "logi h qu pile por
/'orfa da sua reiigtdo dever- j ladrdo, tmpto,
fraud.Isw.,t dewso coinm t liUberdad. sam
remorsos. Elie sd6 honest porque o grito sd
conciunela, tbais frte que o grito do sua pro-
Sflsslo, obrip-b aireneor a pratica oa pdas-
capias protestantes; o1 6 taato mia booto
if',ianto AiS abjura aos sous dogmas fndAr
uoentoes, A trtto mais malvado quiato maim
escuta esaes principios e ms Jelies sua n9ita
pratii'a. Comeo pois pcogurar am nenbhut de
aossas igrejas a santidade lotrinsioa, sondo
Snoseas deotiemS subversivos de otoda sauti-
Sdade? GComo, naeo bavendo 'elssas nenhquma
sanUdade intrineca,, toriam a virtudo do san-
telr sn meotsbsr? l a
Ah! quericklo aMilo,. s apo r mUar-
so em termpos mal claro tm pzIs leftoski
dade do poitestanibiao ? C qaodo 6m e
quo A am protfemate qu tW"i lto.1 S S
sobs sadg. wmua o baloWE oa- ^nie
gao? qua a hoseetw n..atral. ern0 o JA
ti dasse, saf 'ocs 'c'-*1ic 1p&tpr id p-
los protestamne. K'qouru oouamp4a.d Ius ,ro
testantes honwstos siaceroa 6 tG -
Sta Ihes" ioexoravbleont : 0 boM 6 o ih
oIle Wagr Ii BMW;r ut at,'a am luauUi-e 0'
aaGo Eelorserw;iOow OtN*" tgmaoeuqdp,4
qque o tag.o 4o bom 6 'A
ttolico, e domobideoe so pi l
ulo~o, Ss iwde w
to 6i protsote !
1 btrlam a6"eoe owo,4l i
do bioa fe, -1w ifui. nvt goiao
fs, cajo noa 6 o Va em eo w-dinbiro; 4
sos vw q Imps ftv;. wmrlseot a C11
Slifiasto e, imlini tlil
tseatom I. IMRA

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4bmpa eMotts.

loaie f, t.I.s Figutelredo.
Aitomisi P6'., '
u104SaOntos..
Aatoalo1nkyr.ai' ,Tarres.
~.inwoa* Batrl5uflLeogarito.
b Gngstlvso de. O1Ivewa.
e T'iwel Gouveia.
tto htvriCra Cz.
DItqqfMO Antonio Fprira.
BigUl 1ares ijreir& de Araujo.
dJoa J Gentg ,veJq-Serra.

f0 i m qof 9 f ropic;a.
DowagoS Goaax C"orreia. ;
ira.Golmbra.
pip doerPUas raoo.
Fhefno Guerra
Otpprhiao do A4l6 m ,tabello.
Co"quIj 1'1i6 dos S mnsom.
4o Soaa'AzevedI Pires.
Olinpio Po C4igpen dsa SI.ia.
Antonio Casuto de boZa.'
Franotacs 7a'drls.
Jol6 Ffapcico da Costa Lima..
MeGooJ Gpnogaiss Nqjuei~a.
Muaooel ustaqu de d ello.
Besrnsdiuo DbomingQs Pereita.
Joaqilca Antonio de Vascuncellos.
Antonio Ferxeira Rolrigues.
Manoel Alves. '
Joaquim Goccsmvw 4as Costa.
Luiz GonIalves Loureneo.
Jesh de Alreida Rabello.
JoXo IMartins Viegas.
Hmydip Martios.
Victorano Francisco Ribeiro da Silva.
Manoel J squim Carneiro.
Manoel Alves Santiago.
Jeon Bastos de Aomnida.
D Tnereza Faeisa Diaiz Figueiredo.
0. Rita Maria dos Prnzerqs.
Victorino do Rego Costa.
N, B.--Os bilhetes eetaodepositados na mio
de Antonio de Sa'za Duarte Ferreira, oem o
qual os scijs se podoreo enteader no case de


4'


bites Meit a .a 00Cmeei4e
se.. poarl e jaoelafiwimls
quArtos. eldphe t6ra. pI numoq _-
.....0, mo o, avalead. p Ip
q~lll O I"IilBIII e~m_MI .A .OW .perte cendo as e~spollo 40 8i anm
'waJ m 4|W) fllOfM relra Limn, quoe or este Azo achu-se in-
i'" ....a MK qeejl.'Atoiuolde vontalantdo. rs.vai &Apraga pars.- atistagauo dee'
ftfift*onus teutamsntnrlados 18.
k I -..- -. B o.o f e c e 1 8 d e j u l b o d 8 1
if ULU SL0 escrivato,
.S...Anton. o Lui- da Ve ga Pen.
gio^ '1 9 l lUs as CA terry ia trvem do Lobato n.
hf ^^ 8 A', cor duas 0^a. is quartos. co-
Q I Ifjtd t iir : sh$ia f6ra, q eai bacimba, poe ....
*: o ea rt nAmouimIn os! C 10 barrl-: 5M pertenomusea Joaquim Alves da oriI
.s 4ow110 kilos do carvy warnita!; B. G. de Silva.
Carvalbo 200 saccosco iO 15,000 ditos do aesu- S. S08 D
-car bronco e 50 ditos corn 3,751 duos de dito Casa terre A A roa de Frei Henrique
rnascavadir; L. G. da Silva & Pinto 10 bard- au ai, nuarto co-
,cas'om 938 ditos do c-rvo o animal. n 'c a ala a a0, -
Pars o Natal. L. G. da Silva & Pinto 50 sao- sinbainterna, quintaln murao, por....
coo com 1,250 kilos do fio do algpdlo; A. S. 105000, partencente a Maria Antonia da
Xavier do Souza 8 barricas corn 075 ditos de Purifica~ao.
assucar refliado.
Pars Mousor0, J. A. do Albuquerque 13 bar- Gasa A rua.dosPeeadore, eoom duas no tn tnds reunide
ris som 1,440,troo do aguardente. slam, trees quartos, cosinha f6ra. quin- t u u zv
Pra Pirnasbyba, P. Alves & C. 15 barricas tal murado e cacimba, por 8 g00, per- nu r lea d
corn 912 kilqs de assucar broanco. tencente a Benedicto Duarte Cedrim. numer legal dos rs.
Ps aiosim, J.A. %. Pires Junior 12 Casa terea a rua do Padre Nobrega acinin n nai
barris corn e OM itros do aguardente .12 bar-
ricas com236 kilos doe assucar bran0O. D. 70, com doe8 salat. dais quartos, aci 11stas co n'Vcad
ParMaco, J. A. C. ViapaB1.barri co p92 cosianha f6ra e cacimba, por 65000, per- a m rol
litrosde aguardeateo. tencente a Bernardiso Pereira Ra-para a assemblhUa eral,
N-.o vapor national Jaguaribe, carrega- mo..
rm..: P.dP F.Cao lho B sao denovo convidadosa
Paia P. d+o P .,, r C ,eo & F,,he 50 coa-Boa Vnosta
rinbuos di cabra. Casas terrea a rua de Jcio Fernan- "dni m n ia 26
No hiate national Iris, carregar-a: des Vieira us. 54 e 56, esta por 8& r000 elllrer -se n l
Pars o atal, J. A. G. Pires Junior 20 ac e aquella por 400 ; sobrado no becco
cornmbo. cado correiite mez, as z2
Para MacAo, A. Oliveira & C. 7 barris corn de Joao Fernaandes Vieira n. 2, por .....
665 litroas de agqarceiite, 2 barricas con 180 .8(000, e casus terreas no mesmo beeco horas da manha 1
kWos doassucir branch et ditas corn 135 ditos de nos. 4 a 48, por 1600 cada urma. v o d l no es-
do dt rdnado. perlencentes aes herdeiros de Andrd p tdrlo l a 4
enptri de sua s64 o,
MUMBBEMOR1A nx RENDAS INTERNAS iLt- RAss DKPBRNAMBUCO Casas terreas A estrada vella de Sn- i run do mperador n 71
Reidimoaseo do dim 1. a20 30:1629M41 to Amaro ns. 12 e,12 d, por 46000ci- d I p d 11. 1,
Ideam do die 21 8915375 da umas, pertencentes a Joao L.ar'neiro pan a de confor milado
31:054.S316 Rodrigues;Cumpello. paa d e llllm dUe
Recife,.Id ejuiho4e 1881. corn o art. 29 dos esta-
CONSULADO PiOVINCIAL L Etutos deliberar sobre
'*sedBmento do rdia 1 a 20 156:0081722 1 lierar SOr
Ides do din 21 4:465$984 DE I1.
.--I ,_ 'i ascontas do anno fi-
--- nancd) et o Brmasil-
RCED IA Paga-seo 550/ dividondo daes a;oS dest idiith tdU ioad c np -
RECiFE DRAINAGE banco. inscrintas na eaixa filial esLa nrovin- -va_- n --


ten'dimento do dia 1
Idems do di& 21


a 20


8;286S286 ,. ran do Cowmeroain. 6.. I. i a, approvar o orca
~0 %- ------,o .


l1


' t-




I ",

4 -


algusa duvida.
Recie, 21 do od 186 CAPIANIA DO PORTO mento vindouro, e ele-
Darte & rmo. .Avio aos navegantes i .
CanAMra MuniiJpal Cionif-rme Cgmunicou-oe S. x7. o s. pre- Oger a3 nova adn miinir-
A' a rn a M u allll~ 1 .---=. 9.1. tie provi-.'eia ne o.+tatau. .je ah.;-stc
A.....dIA.+otol...io.A..+o4.'o YI~WpBT0n DOt PORTO desmontaloopparolete da barradeS. Francis. 0o, ,aPa o bienmo a fin-
A estrada do Jolo da Barros (lego no prin. 90ISIBILDO RTO co, as proving's des Alagoas. Frcu ao D a o bieu rii a a in-
cipio), acha-se quasd intrassitavel. por ausa -. -- --- ------ Capitaria do Porto de Pernambuco, 19 de.. s -
das ultirmas chuvas que teem inundadlo a pn- Navios eat'cadus no dia 21 jolho de 1881. dar-Se em i8 0 tie
to deimpoedirotrau ita. S&-ria dei -oavenitn- .1 1 V d-?3 V A!1, I ii nr .tsritanico. Cariradosrto.
cia e de grande urge.cia que o Sr..11 -,1 i .1 ," -..i cuar V ,o... equips- e. Cr--- vilelOadoporto.eD sl OCCSIt' P
encarregadoe docuidan do bern public, r *l. ,* ,.v l at'1ti W. M.. equips vendoaoi l ser
nasso ao fiscal da freguezia par r nar er al, r 0 a nud oh
coamento as aguasW eatg9a ls. nu.'lanDlo urnu Hv,,. Jr f.ancez Vil e Bahia, Fabrica e fiao de te lido o relatorlo qu de
coO quo capichussmente foui plap'i). d, ...i .i.,. o.on. .incauandante L. Pon. arsna
VXltaremos. gitl. .o 'pag-i. 40. cargvaris gene. V set pd
--; a-:. ..' Oivira & C. Sto convidadoa os Srs accionistas a se reu- Les e
Galoeria itnedita 'tido ,o mesmo dia nire em .ssemba ge,,,, no 29 peo Sr director os-
Nw ,r 1 ,t norueg seAt ,do 202 ntoae, As ii horas dsatarde no edifl.ilo da fabir- pe lo Sr. rnreetol
*" ; sca dos satut. m.com -
N. 2 1't:.-),, emcpittbo A. E, Olasosn, carga .% nca, p w setratar da approvagbo do Irojectu rn~ s u acr
asscan. ereflems dosulbo do 1881.
Neo.tni qua irve um bu!l-do Recie. 19 deglho de 881.
Dasses do raga rateirf, .... .. _M.NJ. de Amerim, no find
Pdena t.r.oasai., i ,A,,_ _panhia no anno findo e3
LPaenllo cutorpartirda i HneI a ~rique Sarai -a, ^i
EDITAES Secrea. 3$ de abril do corrente.
Trzz .biode oitUaigKlo. 0 Dr. Adelino Antonio de Luena Frire, lr1__d0de abril d
,e ,pa-s." .,.;, ^izde ,to p.r.,to deorpmIrimndadc Scientifica-se aos ines-
Torn a signs do 4shaveruI dt e
Asts no mado em marradas. da comarca do Rlecife, por S. M. Am- .
Ng Sbp a, quem Deus garde, etc. ivino Espirito Santo mos Srs. accionistas que,
Ninguam sab.donde vio f Fa o saber a .os quo apfe.enteoOdital viem a Pelo presented covido a todos Os nasos ca .
Antes d'ir aso Maraitbe delle oautisia tiverne, que no dia 26 do.corre- rimales Irmlos dessta imandad a compare co om iae COlll a
D lia veio aqui vandA toenez,depsis aa udieociadeste uiison res- erem neo domingo. r4 do crrente, pelan 9 rlnaar e o i a3
Joias fiass do. LlAok' : pectiva sia, irA novamentO a praa parsa se- hotas do dis, no consisLorio da noses igreja, ult
4 D'. trn srrerrmatada, comL o abate da quiatsparte afir do rounidus owem mem gdral. s proceder ui a d 23
0McirI DAfr,.oga- por quernm mais der, as rendas por urn anno a elaieo dos funccionarios que fotarn para do es l
.-, ---.^--.-'. dos diversos pontos de arrocadaCao, quo com'pletar a mass somedtd .daerefermad irman- dos estatutos, a assem-
Bilhetes pertenofltns a socie- consLnuem-a propriedade em commum deno- dade, de conformidad.: ocam o art. I ll do nos
'daLlfldo odiA ei I ltu J an aide minada.-Apipucos, serviodo de base para a or- so compromisso, e pars qu ea egue ao conhe- hlPa ter efteptlv""
To ia po rewatagbe, corn o rspectivo abate, a quantia cimento de todos, facg pubico. por ordem do ^ o d 1"t eii
lotoia 5TEtO pontos do arresdasao. a saber: Tabatingap. Consistorio da irmandado do Divino Espirito '&de com o nurnero dos
18W71t, I *t IW,.? 4899.74, 189975, por5165000 Y; ilt do acude, potr 1535600; Santo daCidadedoRecie, t1 dealjolahodo 1881.
9a1471, 201k#t V1 tC5 90980 Cs Amarel'a, porSO3SWSP; Piabas, por 1t ; Antoie Pri,.o, que ella enpare -
917' 9.1 17", 1909, Mumbeco, pot 19W*00; Passarinbo, por a, a ,ll ipi co-
4 8o"a49Wtf 49t .. A23g91#0; poteudo a mrmwtfo 5ser,4olt tan- ,-.
Re i0s-:. K. globadsouseparadasmolnte .AvonLOdedo4pre- X ie'it lfrapise. rem.
InWi.B'SW ;i W1 ,M2N1478, 291479, tendentoes, qua deverso aprseoter-se csape-
Hiba ~ I 3, Svai p-499air aenaa a rnda, Cm rl qoir S
aros 9 N98 3, 4s4,. ta parts. aqueMrimastodoaornenOrdadrJose e C 0 U r s Mnt a I s 1 si n c pa
; -Qart-'- FrancisoodORego, invefliautodosbenssquo de Pernrmbuc nhia do Beberibe, 19(de
8394.4-575, W478, oSt49, 05'i480, coibWtuem a roferda praoedode eam cern- LI t6sidants tramn sa sontiuvitsd se ren- .
.lf o0.4t89, 054490, 051490, 7057393, muw. nirndiinacbe 24 courant. A aneo horo u oe d r, JuQh d8i
06: 179gS7 papa qtte cilguesaohoob~ ento do )to- chez Mr. 6ylvain Brunet, tue de Commerce, *
M170".9.9635.0151637, t.7195, 1451729, dscm andei passer o present. qua ser, affi- r do preceder d l'election du bureau dt secretario,
7, j5,723,J I7 t175, 150t728, 9 o"ad no ougae do costume, e puido pelaettoesecreario,
15419, 15730`154733, 1147:13, 154734, amprensat
15 15&736, 15t73 15737, 13470, Dadoa pomade oamts eMade do Recif, saos Camara Municipal do Recife G. 0. da C. M martins.
154710, 514717 1547M, 157,'82, 250703, 14 de julbo oe t881 *-1.0diitricto da freguezia da Boa-Vista. 21 _
251704, 1u, Mangolido Nasimento Potes, eoto scvto, dojuiho da 18I.8 Foram hojol xpostae a -Monte te Soccorro as
2S77 24, 354 9 17, 09 ,'157 0240, 71j9subscrevi. venda neste district quatro rezes na razto de d o d
t1,77409 354142. 31 W5UR M ,5 9 35488, __ AdeliseA.de Luna Fraire. 480. 440 e 400 Pai o kal e. -0- fisce.1. Luiz Ma-
354743, 3580 3514s; 14,J74, 355205, E1dital.- oroaeio dp Exit.' S t. CusefmltokO noel Vega. rn buco
3550735.3573 4 ..director, f0go puo rq&l.'tdoe c doe Pe am u
I P t gmr or 'pdidao D. uL t doM Va- Segundooartorio do Juizo
Pcurador caqdidato Dr. Jlsf [ Lomedqu fts m- COS o das cautellas de penho-
u~lablldA" ed Drmmwond;lquel piftv'0411 morns- $ercnlcionadas, sio. convidadog
Luiz de Bqdrrps P4reira Rego. W6 resqgvu aconrgregasco iaiar -duO0e noa Do e-ades dola111. S8r. Dr. juiz do coo 2
Thesbareiro, -oucurso iidia do torrif(ent (sat4eoi- meroio so feax publaoo a quem iuteressarpq S ,4ar.M O dia 23 do corrensle.
n Mdnrio W dp ffigutiredo. ra)'Asl I ts i da. mauhi, deo conforfidade que as audiencias d'ese juizo, a principiar CAUTELLAS-NS.
Acoaoni at. M fdon estatutos. 25 do corrente mezpassam a ser as onse horas 3,36, 3,41t, 3,4A,, 3. 17, 3,454,
Ai hesm StteorFtala.eutdadedo Direito do Recife, d manh2 tie b 3,16, 360, 3,467, 3 475, 3.480,
A-e heRecmife 2tdoo l9 eiulbode 1881. etire 1 do juliode tta. do 3, t 68, ,67 3 A7I 3.480,
Ptde o QA n Aflonso do 4gnerque o w0 .. Osecreterio 0 emHivbo interino 3, S8, ,488, 3,491, 3.496, 3,515, 3.516,
Me.11 set 81%OqE pretends 46etado a Josi Slow-ia B. do eeses Viut N. F. P. d Silos, 517, 3,526, 3,537, 3,539, 3,;40, 3,5A,
polo, i 4.io, 0Wndo "ITL.-.Pe ordem dpIIlrm.Sr. engeneuiro Monte Pio Popular Per- ,9, 33 3,5437, 3,57,,518, 3,5052 35660,
a ana A raa do .%on&d"o qu director das obras publicas goraes, fago sca-r 91, 3,572, 3,578, 3,83,
; e' qn-.,ua o dia t
(a patt.oddo districts? into que; isteressar poses ue no5 dia7 naibuc6ano 7 02. 3 ,60. .0. 3,013. 3,.41. 3,619

fazP pat addoiddto vino'r oaodprao:areLa
Em na opio ntndemos q do agsto prom vindouro io p21 3.626, 3,638, 3,39, 3641, 3643,
gm... .. serem ate rrelatedasaobras da piitursa ere- De ordem do. I Ir. Sr. director. Convid





serom' arrma W 653.weh :1651^^
-4- .. pros da pote gaeo deSoetembro 0 piatsa das senborer oioi part, ro nidos em asseml 14. 3,649, 3,650, 3,651, 3,653, 3,65,
let~. rerlr l n Wyota no 4* 'da Boa.Y'sla e Pedro II. gral. sstw a liturs do relatoris do pri- "55, 3,656, 3,637, 3,660, 3,661, 3,65,






tai .fB g.S ?,% -ot o .0d Bo-V'Ss&IR es ^ Sfc z Pedro 11.;^ ^;
-dsstncti( ~Oa&P"~ Sr !otado. Fm proponents epressntsrbo as sueas pro- weird soeitrU do cerrente 3no. A qu ase 3,6661 31,669, 3,677, 3,680, 3,686, 3,690,
ass no ROCoi cas obapdeva' shpreceders no proxiamdsi2. pelas N hares3,696, 3,7t0, 3,716, 3,736, 3,739, 3,743,
i*a pole, de bee t wisnques s. o .c.^ idas obras do consi;erava- pocodorinopxmda 2 to xsttct1h e
be b avWq uo s.. s. o doaorts do-Reoife emprls e naaa, a m an,*, e* 1ha s-^-.
pud^jat^ aLdsiiibm *quS 2e hlando rqfqfo0iba, e Sot i* ;,d.oM'p ..io..1qpuqalP.rnajbu., 3,747, 3,751, 3,751, 3,759, 3,760, 3,761,
w.-tjke 4 o.i.jam-' S 0 r,,eWPoesodispoStae dos Was' cano, 2 djlboe do188. 5;:. 3,767, 3,780.
;., momg, no oscrqnerio tdss mesmss obras. 0 1' mect Recire, 7 de julho de 1881.
,Deoile, R1:lbo do 18.8 .Candldo JosA de Goes Tiles. 0 gerente,
o+ : ea,,,pwro.o Frncsc JaqimPeeia iEo
aptdafaaii-'g. C b


)rei d .. seivO+rtmimzm~ ,S Pede.so ass sonhoros socwas quo queiram Ca-
st st KsCRvI:0to~iw BANDIBA r canvitos parsa rocreio familiar dlangante
4i~lqri ...o di=.!. ,Diopole di au- ASSKMLE&' "GSSIETRAORD2IABIA quo doev lte lugsr,-eabbado. 3)0 do corrento,o
;odlclia~e.*o i pnQKP(' flen.8, 011D)fl- bo..ris~lt~ dabsoqubo do lorwoerow sues nt.is ao Sr. dl-
lllt~em, IqlkMWITJpes' '? rordaector Januarlo Josb d~i Costa, bern come de
dds,1als taaaSa +..'I._., _+i., nai etk&u o mll + -- preoursros nas he~ social es seus respeotlvos
-per 0l6W!W fW1d eica. mh ~~m 'r'!' r 5""mo"''T'" Sto.,
+ 'l~lA~ltl: +':+ C m in:t~te, optd .de Lois _do em tonal, gs.srs Ha liwdleacus -' I .j..bsar is Fansm Godiuko,
... .. Ifl* ,..ora.dus a- RM,.Ii.urtto, .. ... 1'acslro
., :. ,+ rtrgw-t, n19 ioa untodort codn.s Ha d;rtn1t ... ~ saaaIrj sU f
3 4 .1 a"wt s


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137091,
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!3376621,
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& d 'lreo eidta ompanhta, nos terms 40
33 dos estatutos, oonvida aos Sts. ateio-
para a reunion da'sssembl6a geral, qut
dwer&i tar lugar no escriptorio da mesa ornom-
paLbia, a proxima quarta-feira, 27 do corren-
t#Wgio melo dia.-
iunizo tern perlirn a aprediaido de rela"
do do'anno como determine o art. 37 deos
mgooos estatutos.
Companbia Phenix Pernambucans, 21 de
jnltp do 1e881.
Os directors,
Luiz DapraL
Joho Joe6 Rodrigues iendes.
Ma noel Gomes do Mattos.
f -rcado Municipal do S. Jos6,
19 de julho do 1881
Foram hoje veaJIdos este estabeleciiento
39 boas, pesande 5,2983 kilogrammas, a prego
de 52-11, 480. 440. 400) e320 rdis o kilugrammo.

-" THEATRE

SAnro ANFrONlIO

Unioo espectaculo
EXTRAORDINARIO


Sexta-feira


22


Pales artists francezes:
Mr. Noel Martin
f ie l.o coinico bouffe do theatro national
l( de Paris, e
Mlie. Victoria Prello
CAstlres de operettas de Bouffes Parisienses.

ONOIVADO DE NANE'I'TE
Il pereta-bouffe em I acto, music de Offem-
bak,na equal desempenharA i part de Na-
neW Mlle. V. Prello. de Jobin Mr. Noel Mar-
tin e o de Griffart, Mr. Roger
0U Bell Nicolas
Scena comic por Mr. Noel Martin, music
de -Darcipr.
A MULHER DE PAPAl
catada por Mile. Victoria Prello, music de

iDoutor Mirobolan
Opereta-boufTh. em I acto, de Hanteroche.
muXlca de Cochei, por Mile. V. Prello, Mr.
"Noel Martin e o artists national Coimbra
Jultior.
Urea noi e de Camaval
Qpereta em 1 acto, desempenhada por Mile.
V. Prello e Mr. Noel Martin, m:isica do F.
Jauffrey. .


A'b horse.
Os bilhetcs estio a venda desde hoje
&kore da tarde no escriptorio do theatre.
PRE('OS
Camarotes 108000
Cadeiras de L.' 3000
Caderaa sde 2.' 2S"00
Frisns No5 0
PJatea 1]000

THEATER


SA.ITA


as2


ISABEL


COMPANHIA LYRICA ITALIANA
DIRmCGlO DR
THOMJLZ IPALSSCI
HOJE
19.' recita de aasignatura
gutir6 a scenea grandiose opera em 5 ase-
hns. ado* estro Gonoud -:


FAUSTO0


aouRto
#epbstofe
Yalentino
Margarita
Giebel
Mtarts
mi dates,
oblollw:


PERSONAGENS
Sr. Giordano
miles Sr. Saceard'.
D Sr. Medinf.
I Sra. Seneeplada.
Sra. Caracciolo.
Sra. Marconi.
soldados, paisanos e c6ros do


ComegarAs 8 horns.

Domingo 24
Recita extraordinaria


aItUSTO.
AVISO
Osrs. assigoantes nrio poderio reclamar
esas'loealidades depois das 3 horasada tarde
de lxte-feira 23 do corrente.

THEATIRO LYRICO
Bumlcio do tenor Enrico Glor-
dano
Pfvn.- ao roespeitavel publieo qua os hi-
Jheaes para este beneflcio qua effsctuar-se-ha
stbbadb 23 do current,,, acham-se i venda por
spedciul obsequio ao beneficiado. am casa do
Sr. Miguel Wolff. a, rua do Cabuga n. 4. Os
Sre. assignantes terfio preferdncia DOs seus
biThetes ate sexte-feira ao meio dia.



COMPANHIA PERNAMBGAA
DEC
Kma ya o costeira po Tapo -
Potoes do su
r i.d0 Porto de Pedras, Carma-
*6, Penedo eAracaijf
o g no da 25do
corrento, o aor J-
guaribe. commandeate.
.QM, is5 haras 0
rAD dis t i -
io L t L 6 -.s.


Cmoaa ilat Gillies.,
pemra-.e da
Eurooa8 a1 o
4isd25 do o r-
rentes, qul
dppois da do-
more do ostu-
ne, se@n4 pa-
rsa s softOS
--mIus .... de Jemere, M.4eu

m vidde e Benox-Akyas
0 PAQUTETE A VAPOR
Neva
Commandante W. Gillies
K' espei s dos
ports do iul no
die 29 do cor-
rqyte, seguin-
dodepois da no-
cess.ria detno.
rapara o Havre,
tocando no&aPlr:
tog de
S. Vicente, IUsboa e Southamupou


Para Lisb&


Preeo das passages
CLASSES
1.' 2."
8a Vigo. A25-20 15


- Southampton. Ha-
vre e Antuerpia
- Bahia
Rio de Janeiro


35-80
5011
0lOO5


20
255
508


3.'
9
13
158
308


AVISO
Ox bilhetes de ida e volts ltom um abati-
metto le 25 por Ctnto, corn o prazo deo 12 me-
ces para us ports da Europa a de 6 mezes,
para os do sul
Nas paRsaagens de ids sAmente para Eu-
ropa faz-se o abaLimento de oma sexta part a
familia de quatro pessoa s adults, quelomar
taxa mais alta da I* classes.
Par a passagens, rreteb,etc. .trata-so corn om
CONSIGNATARIOB
Adamson, Howie & C.
Rua do Marquez de Olindan. 37
Entrada para o escriptorio peia rua
do Bispo Sardinha n. 37.
Companlhia Brasileira de nave-
gagAo a vapor
PORTOS DO SUL
0 VAPOR
Para
COMMANDAN I'I': CAIILOS GOMES


x


K' e.p-irado dos poor
d" 1...i- atl odia 25 do
CO-P..tPe, dep-jis da de-
ijor:. cstinme sBe-
.vu' -spurtos dt
sul


PORT'S 'O) N'lJI
0 VAPOR
Periamii hu'
Command.-rinte o cap :Uo de fra-
gata Pedro tHypp iLLo Duarte


A
N


Fspeia-se dos por-
t.s 'lo sul no din 27 do
co. rente, seguindo de-
pois da demora do cos-
tume para os portos
do norte.


Para carga, passagens,tn.uominendas e vs.
lores, trata-se coin o agent
Bernardino Poutual
4 --RUA DO COMMERCIO-i4
Para o Porto por Lisboa
Recebe carga ai frete i brigue Boa Sorte. A
tratar 6 rua do Vigorio, n. 1.


BAHIA
0 patacho italiano ilvefrf- reeebe carga a
fret. para o indicado p0674 dentro de poucos
dias. A tratar com If. Burle &C., rua do Mar-
quez de Olinda ns. 7 e 9.

Lisboa e Porto
0 patacho portuguez Veloz II recebe carga
para os portos indioados : a tratar corn os
consignatnos "
Jos6 da Bilva Loyo & Filhos
Porto por Lisboa
0 pataebo portuguez Luritanats, tendo enga-
jado part da carga para aquelles portos, rece-
be a frete o rosto que Iho faita, devende so
guir viagem coom brevidade : a tratar r am o
eonsiguatario Paacrisco Rtboir Pinto Guima-
rlke, 6 rua do Brewnm 96.


LEILIiS

Leilo
Agente Pinto
Hoje, 22, deve ter J agar o loilio de calados
e cobertores. hens perteneentes a masaa falli-
da de A. E. oa Silva CamOes: bom como, o
leilAo de fazen :as e mnudezas avariadas ; p0z
conta e risco de quem pertencer, por ocasilo
do leilao de moveis, urn repartinmeto de escrip-
torio; no 1.0 andar do sobiado da rua do Mar.
quez de. Olinda n. 13.

LEILAO
do moveis e um rico espelho
dourado, grande
Hoje, 22 de jolho
A's 11 horas
C onstando
De um moi"Iede ;wo oreto corn I sefiA, 1
cadelfras de guaroiao. 2 ditas de balata, 3
tapetes, 1 toilette, 1 lavaturio, 1 guarnic&o,
i espelbo de crystal proprio para salAo, 1 di
to pequeno, 1 mesa elastic, I ceadeira alta
para menno, 1 mesa, duas cadeiras de ba-
lanCo de amarello, 2 ditab Gsnovezas e ou-
tros moveis.
Agente Pinto
No 1.0 an Jar do sobrado da rua do Marquez de
Olinda n. 13
Por occasiao do leildo de faz-ndas, calca.
adss e miudez-i
S ente Burlamaqui
.. leilLo
Do es&lUo edo falleldo Francis-
Ob Martins Raposo
Sexta-feira '2t 4o correntite
A's 11 horas
No armazen da rua do Imperador n. 22
0 agent. acima, por mandado "Jo 1im. Sr
Dr. juiz de di;eito de orphaosa vender cm leil-
Ilao nmse dia. 6 eases teireas A rua fo Core-
pI L4nenh,.M. :.33, 35, 37, 39. 41, 43 ,
oldria na metna roe, do^s terreons e6-n
query, corn lass olWJis. ________


,.'. ,
0I



D-^ MX4


peew, 4tt .omtl. *Bl.l.-vg&, awg W,4
uaiftesu3 44ing^^ orapedi 13400
dulia .4 cerCO s pt4 a.i
Sea$ -feira, 22de4julhl ,
No I. m lnbt w#A. i, 8. 4*0' Mo.k-
FOR INrmQ 00 A WGI1T
flo



ConlMtando: deo cidrs6, WUJW @es, damp
frnrnsmb duwetfasi- fodr&.J uskid".
vidro, rmarioe, *e- toe -jantar omatrios
WOVOIS UnLlGQ0
naoveis ntilxiQ4 .. .
Sexta feirm 2 4o orrete
o; M oada Ol ',am f. 2i
O agedie Martins fara J.llo d46S mov (dri-
mu, p&rmMan ddo do .iuflw i. ..'jW .J.dj .ro-
vedorit e6 d rbqurbiento o id-Vtaa i*,a" des
bens da floada D. Maria'8. 4e IB6tta Mat.Q8

Agents Pestana


De 381 Saeeo corn t-rinha de
mandloca da Bahil em sacos
fde algodao de 80 litros eada
sacco.
Sexta-feira 22 do corrente
6d t iher"e
No trapiche da Companhia silo no largo do
Corpo Santo n. 19
Por cOna risnco de quem pertencer
POR INMERVEN(AO DO AGENT
Pestana

SLEILAO
de duufi caixcs corn ellaidos, lettreiro Cambn,
ns. 100 a 101, uam fa4o c con oberlores let
treiro Camaines, n. f02
SEXTA-FEIRA., 22 DO CORRENTE
A's 10 1/2 horas
0 aigente Pinto levarA A leillo, por mando
do Ilim. Sr. Dr. juiz especial do commercio, dm
virhtile do requerimedto do depositario da
massa fallida de Antonio Elizisario da Silva Ca-
wnoes, dos trees volumes acimna mencionadoB,
pertenoentes a mesma masse, as 10 1/2 boras
do dia acima dito, no l.* andr do sobrado da
rua do Marquez de Olinda n. 13, por oocasilo
do um outro leillo do fazendas, miudrzas e
moveis ; ondo quelditos volumes deverlo ea-
hir dm alfandege na vespera do dia do leillo.


LEILAO
De miudezas. candieiros a gaz e mve s
Constando
De mezas para fazeondas brancas, sma
caixa com miudesas, cbap6 s de castor,
golas e ptboas, bordados e entae-mineios,
cordas de viola cAndieiros a gaz, kerose-
ne, depositoapara os mesmios e outros ar-
tigos exislenftes so t andar
A rua do Marqoez de Olinda n. 13
Atente Pinto
efta-felra 93 de cerreo te
A'S It HORAS
LEILAO
De un repartimento de amarello sou ba
lausures pars escriptorio, mesas e diffeorotes
objectos e miudezas, pertenois d'um bazar de
prendas e 1 csndieivo a"g8z.
Sexta-feira 22 do corrente "
A'. it hera.


A gente Pinto
Rua do Marqnu do Olinds a. 13


LEILAO


Do sitio Empbq eira-4m Be-
SABBADO'WD CORRENTE
Ao meio dia
Rua do Ipnperador 16.
0 agent Stepple, autoriledo. por avar& o
Dr. juz de. direito da proredoria de capellas e
residnos eai raquermento do teoateatei, ee
invenltarlonte ados buns da finad Antosli
Isabel do Couto, levari f Jilio o sitlio denmm-
nedo Emberibeira, con assiUetmciA do Dr.
juiz.

Agent Pestana
lmportante leil o
De 120 relogioa de ouro e prata dos metho-
res faoricantes iiglaIzen airriqanae, sulu"a e
remontoir, divers amnips detwiIvlmato, sum .
a briqcos corn brilantes e ; uai4as.oa&D obree
de ouro e prata que se torna 'enfdobo ai. -
cional-as as quaes s9zl vendldaa em mnIliuii
para fechamento de facturas.
SABBADO, 23 DO CORRENTE
A'g ot 1|iS heswe peote
No armaiem da ag-ioiadeleir&-fWnrtdo
Vo .



Lemll
Da caes de azulejo n ooa-Viagem co 2
siandes salen, 5 quartp, dispenea, ftjis,
cocheira o quartos tore- pert enado, 6ti-
eada emo twrrno cowrn 0 ploalmos d. 1pente MW
da fundo e divers arveres froItionw M Ot
dos basbo do a ir.- -.
qainta-fe" i9S do q te
A' tI hQwa* se pQnt ,
Po intokv iLgao do
Agent P t.i, ,
M-t
seu e6&ripserio-, ru d u oMkt A
S., I. i r.3
.... ^ ,_ ,* i_


,lt g1alochastaemdtcos do
msiapHf d3aipintes, tudo-cbegado
I s; asrmnU eoven. t6; j.-denomanuda
yap=.,


'-U. -
arI


--3


PF1TONE DE DEFRESNE
PhmawuIQ do fCfa~d f Aaigos s E*Man@ d98 hospitaee,' gaauedo dc ffoo/Ma doe Hina
L Ad- daM Dte L o dobro do set peso de carnq a quarta do
^ef. e Qa? it IUtf-ente prowarados para a *.oriaoe compitea-
;" f .me oio, o dp L eolheradas de sepa, no caldo oz com vinh
geimeroso e seMmpre twty i e!hor exito contra:
SoA rlgia. 1, i aDianiear I a .ConaumnApro,
.; l m I "mlo 6i, Iay .e ante I, as mceru mttwu.
* ^IntPh~marnauft DEFRESNE, rua doe Lomlkards, 2


Se nam prnncipaes PlAarnmaeu.


PE/


" O NDO 1ALFACE E LOURO CEMM
_. z *.. _fcULLTeQ*. Q", im xep e
-'~oa eot dlti ra pest~Bsafoptrn os dols prinolitos mat
ealmennlasaofognaivqW&a maewitadc. mc .
-se co&n m "esso

I JrAfw, ^n VIume imuia4 whM.sl



"SANDALO IY
fm pureza. vmu erxM p a iperendas, feitas mBO Rospitaas do Pmris deram a preo w
a is di Hsandel. ca-isazmneorca uma mcco nuito malo ae mul active do quo. o ,


IC himi a M ..,
;,4a|ip~qqa~f|^ on aro invoterado,I
ta miae a hematui
Phniada L MIPMY, 1
'. R OPA PH


aImam dab am tesudas para qua demwai u |i
D eaconunicar cheiro algun i urina- b610
rbam. Ainda uli, t*rn a nm a.kaa-a I|s.
ma. -^I
Itn 40 smoigSt- ko Me PcriMe
EAMCL2S 3 DROGARAS"

AV=, AOS SRS. MEDICOS
S.Ca C.tarrAw, toes,

M e tod&s 4s dowac
d.6peib basta .doent.
Un CoM d.Nteape do D'IPVenG.
3 nA.UTiAUT, loanm, am Parb.
h MIm eJrAWA.C: A. COUS-- AITEOIIAMtI
LTAAU = Na6 a 0'. OW lw do hi- BEAZAU
QUA 1vw us 0U VV!dIts
^^*a--ii as ~Miersochadas,.9
Irk s u acauiza' pt-Jo babaew, lave-as a a

AUA EUPCIA
Superior a todas as pIwacfres Uioddas.
ail, P. A. DUTAUT, PHmwmnM. X, imlhhUML
epwsariaaow n Porsawfo : uIN" L da ISTA A V




UrLNA ESUKM IM

EWlstgar-ma aBMu VS T M VIE
e f dw *iT .
a WmAPW aP.
ueQ eh!ib aauhvlru aK pib*i. &
OE' A5gMKT E OTALSTEINYI11TEL1 f
diadu a pole umra Irc.%cawa e
aveIudddo natures.
PreFo ds Caixinha sam borWs, S*'.
( Paris, Ch. FAY, 9, e ea do l ai
S D)epo.it" era todas as
/ Pharmaciax, Drogarias,
C azas do P-crfumariagL
DESCOBERTI
CURA-92
A ASTHMA
SGA0 TOsIl


QSXAROPES
DE TPOPHOSPHITOI
de Soda, de ral e de Ferro
Empregados co n tauto exitopara
crr I apbthios e as si h
" tiMuwtBumA' qehdenA-se uniamntl
era fr&asooawdadof orn o nome do
doctor CRuacHuAu'sobre ovid ,
Sob a injluenciados HypophiufiMt
a tome dixi 'ue, o appe>tie augmsta,
as frWS WrnA a. vir, ps auorms Ie-
turnos messu, e o doente goa do am
bem esai deaiRa4.. ,
Os hypophosphU osqsae jpEvn a marc.
de rahrica da Phar;nacia FWANR. 12,
lnue ( El.fu.i 4e, Paris. soa .,unlak
,umwihfisrnFne-. reww~nmein W GOGRCILd autordWdg
W-40a: 4-fr. porani muP4MF .a
| endmm am j incipau PbsadaiB.


FMuMIL v i RlKAM*,. BI I
Yw4un &)*orn nk*WANI.h
P1ERAL*4 &0 EXPOWLOMIS D
i' i l.i ''& j .*^^ L



0 F. I T'pB'iUANL& e o ,bltfr
," PSUHpIULAIjel."Q l00wgr7o 0 ge. .
mo 'r n "VW. .por ai.n_ r,
rifa~lftfe i~t$fH mVt das F-twosS
rlencjf ^*ft$auTs "rn gcral, do Cho..1
A es11 )
0 ftBNT-2iA bA A hailitAa ta '-es-
**f~l~tamh k844 ,,*Urutdta apliA,
Lwf-aosasd6< de "CU, ro loiiloiras. *i iau K
"qeerds6 4 o,.espteW.. .
iA O 1or u|criir a uoM ea" bitter"
oe aiagQsic ofidm.d-op&1uir-e toolc .A%-or
S dims aM 'dA o'.fetos.: Do aperiliv,.
'Dpokt daM -ieIdaW.uw 4 d1Mtivo eu6r'-
glco.-Pol- se nusLural-o coin o vermouLth,j
4 .Vinh. a a utMf4 oeljt, eaoa "R&
i0 Em -ssaipa.

r_4tMRASD. KKTThBl A C 5

JMt iiS iMe lA


w*


-I -.


AVISOS-3

j i ,'-i- i.


JOAO RODOLPHO GOMES
0 Dr. Maneel de Figueir6a Faria mauda
celebrar uma missa polo descanoo eterno
da alma do sea amigo Jolo Rodolpbo Go-
Pies, no sabbado 23 do corrente, As 7 ho-
ras da masbha, na igreja de S. Francisco;
e, para esse acto convida aos seus amigos
e aoi parents e amigos do fioado.


Precisa-se de o aw ama rara cozinha
na rua Imperial n. 7, padaria.
,- Urea pessoa cimpetentemente habilitada
na arte de lorista se propOe a dar ligoes em
cases paelic~eres ou em algum collegiao; quem
de seu plestivu se quizer ailisar, p6de deixar
o seu adrese na livraria Economica A rua 1'
d6 Marco oputr'ora do Crespo) n. 2, para sec
procurado.
S-Preca-se de urn criado ; a traLar na rua
do Amorim n. 37, primelro andar.
S-- Precisa se de umea ama para )avar e en-
gommar; a Iratar na rua do Bar-o da Victo-
;na 41.
S-- Pinheiro sob bypotheca em bens de raiz,
no 20 andar do sobrado u. 41 a rua do Rangel
sa dira quem da.


Fugiram os escravos eguiauies:
Justino, cOr preta, de 40 e Lartos annos,
bern alto, grocso. p&s grossos, naiz chato,
barbed., rIo muito, foi de Pajefi.
Maria, parda escura, cabello urn pouco
juim, baixa e cheia do corpo, pds feios, muito
fallante, denotes perreitos, custuma arndar lord,
represent ter 20 annos: roga-se As autorida-
des a captuia de ditos efcriv. s, e waia quaes-
quar pessoas que os appreben.ler e levar ao
seu senhor Ildefonso Fiancisco Gomes, no en-
genbo Flori&ta. termo do Rio Formoso, qte
serfio bern recompensados.
Precisa-se alugar urma escrava para con-
zinhbeira, comprar e fazer todo servitp de casa
de pouca familiar, a trNLar na rua do Visconde
de Albuquerque eutr'ora atraez da niatriz da
Boa-Vista n.5.
Precisa se de urma area para engomma-
do, contando cioco pessoas ; a taLar na irua
4ss Cruzes n. 18.
Aos senhores de engenho e pais
de families desta provincia
0 abaixo assignadn, subdtLo [iaicc-z, resi-
dente nests pr.-vincia, arhando-se babilitado
para ensicir coam clareza a lingua franceza,
tbeorica e pratica. lingua pur uguezv, geome-
tria plan e algebra, ate as equaeps do 2.0
grio, coMo JA he deowunstrado am aJguns en-
gonbos e colleFlos nests mesma provincia, of-
feisce os seus serviwos aus Dpsmos seahores
de engenbo e pais de faw-ilias. protestandO
empregar, como costume, todo o zelo e activi-
dade. Quern se quizer utilisar de SOUR servi-
gos pode dirigir-se A typogtaph'a deste Diario,
deixando ficar cai ta zom as inicives. -A. A. M.
Offerece-se uma ama pa;ae casa de pouca
familiar, na rua do Tories n. 18, I.' andar.
-Piecisa-se de uma nmenina orphi
que nio tenha absolutamente parents
para rrestar serviCos a urna senhora
viuva que Ihe dari bum" agazalho, na
rua do Mondego casa depois do n. 76
de portAo de ferro, na mesma casa
tern para alugar urn prelo muito fiel
je que trabalba em sitiu jaraim, e t
robusto.
Preeiwa-se de uin mievino pra caixoiro,
oom pratica d tLaverne, do 12 A 14 annos de
idade, na povuacao de Re-eribe n. 12: a tra-.
tar na rua Os Unino n. 64.
Ceeja-ee falliar as Si. Juve Affonso dag
Araujo, quo fji eoimpregadu na ,-tr.-la de ferro
do Recifs ao Cvxanga : na tum Duque de Ca-
xias n. '1, I andar.
Preeta-e aevuin criado; na rua do BlDuo
n. 8-2, 2 andar.


.... PQMPI'LI4;

,, @'aRRNGIAO 'DEJTISTA-
S/f .40r4#e da-Victoria it.
.-0 ; a r)
Concdfta e o6deratees alas 10 horas
da mnhaa As 4 da tarda.


SPhauiaceutimas Chimicos
EscMla supeWeParmacia de t
Este amo meddimtwo rp
h^almote IMS Fw lm.*'
tge hwdaasiK
I qu


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la U6 0 nopGdo, no cma*bo, at., quando o0 se =lai
Sk apo Pmnoa v da e dar





e % ypamerad s "roN s p9i -"
Ai,-O w Rt.-on1WNi w asulrs aomut
A e T u riwm doa e ua pa e o ua do S.rit a
lastii aia i o .mumomada oos !
4. ae pout. qoe B 0 *iamiij 7maiejtd (empoo d
. para.. quttado aala W riNOd W


,A SElinwsrlSob e oi IW a @ diit iuibuiayge 4r.
MK m ge bN&a motfltao d oa m lbCfe aotaxm allhri
ldr06% "hula "onoet aciu~ or seda fetpuicoa


Xbase *u'DJsVtharnm.
A Ol)S uL-ie aw u a o rm m e;uSoo w awu, al P am. 0 )
onuset, e sideawa mmiooer A ss.Upitus. eapagoo
ZvJswh il ou *i s1JW Jkwrtcm% qas uao riaga uai-
9am Sidpmal as moleadmlentm u*pss Womew Aunkox
dMl, e fti-aine>tae unkdas p incotmdw eo putori-cd
tIMO 0, ix' jafm 0e qualqn r flwtw pa aaecm
me ita de me mo m fode aohMa do 2ambn contest (inoar
*m I~t weCU




vranf tS POB .
Uaixeiro


Precisa-se de uam caixeiro corn pratica
molhades: na rua de Hortaes n. 15.


del


Mercurio doce
Dasm acreditadas marcas: Carlos Serzeello a
Sersdeflto & C., em pacotes do 20 e 400 gram-
inas. Tem pars vender Silva Guimarles & C.
Baa do Commercio n. S.
SBeiia-Flor


Criado e aa


Precisw-eo do uama
a rua do .arlo d Via


d poder de Leureati
sonde se achava judi
slrava Loooprs, mi=
eabetosermBpue,la*i
do o dedo mifltao ta 1
xia de oaM peem; q
gida durante trems anc
loiro corn o naom# an


Hasem
He me-0 SaD


Seari


U '
1


twnce'do hogs a E~asei lr Mydorrmia, Moon
sor de Montewre & Corret, potels-. com
tade t eci *"m e Of
tado. Ha razes pra Uppor quo n1a se
ache nest cidade. GeraG be w a qim
apprehendel.a e levaa a6A" 4" Liwkamtstfi
n. 22, eu A rua, t xias n. 71.

Atteii~to
Ausentou-se boje (17) 4s do di
1asa do Sr. Joaqutm Bernardo db s NO
tenino dnolM 3Mond s &Wl.eWm,2. ,
annos de lmda. t ml .
ultimament.oe dI fe *o ;
quo d^ o, wee.|ei q" 1a4bi b"4.
de 'W-'a 4.d 3f,! ib W.

Precisa-se de u esixeiro de 13 i15 annos
de idade: nu uik* ma#8 a IsJm6,5L

Toalhas felpudam a4V50 a duzla t na rua do
Cabug, loIja do Aodrg .
ALUlA.SE
06 T/ A UG a omma terrea i rue de Pyuaaam n 3, acorn agsa
do Beberib. e gas: a t amra I mm do Vro
a'Si.


Este pequeno e sytmpatbhico eetabelecimentoa
recobiu agora bonitas fazendas e novidades*:
Arua do CabugA n. I D, Auguasto Figueirau &oiaeIs
Companhia. .._ .
----- ,*_* *-~ ---- ;Jasc preto. doe 1, z "5amnf, ttrom "a e-
Coz m eiro c do ef.p, deo ama maMe quo wsg r, per-
nas fines, pes om poI uab Baib etado, corn
LPrecia.-e corn urgency de uin cozinhbiro de falta de metade dnou dw as6 re6 ure&
kpnrdtt~ta;*no KManguii he n. 1. bun
- oondutet; BO Manguizhbo n. 2. peqoena cicatrt na face -q mrda ;a mpo na
fM A uPrecisa-se de uaa ama Macahyba, do Rio Grde a do. Norte, um powder
quo saiba cozinhar; a tca- do filadoJolo Martips, |pofuisD a emso ea fi-
tar na rue da Madre de lho que o vwndeu, passe samoa na Serra do
DasI n.36. armazem. a Marties, e conhece otc mvoA tl flomaoeaos-
S-A Precisa-se de uma ama to provia, 0 da Parmhyba: qwm" sUe der
Pris-o s cib e ureavarm i noticia ou conduzil o aso engnho Pimentel. na
que para cozinha de pouca fai. conarsa edo Cabo, on A raa do Queido eA De-
lia,* a trinter n travada eSl R_ Jsda n 2 .t. : metric Bastos, seri goenerosmeate recomDen-


................................ gado.
verfna.____________ d .______
Amak Precisa-se do nua part duas pes- z nh e
somas: atratar na rue do Hortas n. C s t i
1 2. andar.Precisa-se de una, qua sa
A A Precisa-se de uma, forra oun es- penhario lugr, preferindo-se
LA crava, para cozinhar: paga-se being, Crmpo 'a, Iti, .)a.
a rua doRangel n.43.Aa-Mf Ae de 1
A Na rua do Imperador n. 25, 1.o an- A2x dv JM
dar, precisa-se de uma ama, par& Precis4-se de ulma con urg
pouca familia. buga n. 2 A, loja de fazendas.
-mg A Precisa-se de Um ara m- .
pA rcozinhar eensaboar: Thesnur0 diF
A L iV ua rua Imperial n. 13.
S No escriptorio da Com- EsIA f6ra do prelo atd a IS'
A M panhia Pernambucana, pro utile eimortante obra, do qau
A M m cisa-se de uma ama pa, senhres amssigantes: A rei
eozinbar e laver pouca roupa. numero 75.
AM ..S Precisa-se de duas mas, uma Pi
AM SAAjpars engommado e outpara pa ce-
zibhar e comprar; na rua da Cadeia dj Recite Na ruea do Imperador n. 14,
n. 25, armazem. corn promptidbo e asseio a 20


tra


ikba berm desem-
escrava, rua do


eite


nmoa: rua do Ca-

amilia
caderneta desta
t se previne aos
a do Imperador


2 andar faz-se
rI. o merot.


OFFIC E HLUFAIAT
DE

FEB REIIA GOMBt&C,
li-Rua do Barao da Victoria-1t

ANTIGA UA NOVA
Os proprlerios daste estabelecimento teem khons de paerticpar setamlobs a fregue-
sesquo aeabams do receber um bo.ifto sortimenteo decasemiras e pano; convidam tambem a
itodas as pessoas (roe ainda nalo viltaram saa casa, A vireu experlgnentar a Insigne thesouns
do Mr. A .Due'



BAN YIULS- RILLES
VLNHO DE QUINA
Tonico, apperitiVo. f tate, fat ebV tifugo, suerior ao Q INIUM
LABARAQUE ou quzua oitroU
ViNHO DE QIADO
Apportivo dos mals e d ,eos, bebida agradavel, emnpnado-we PMba lsturafi.
vieode quint "-. .. i.. Trilles, aco MUMoamemexpesIo aelvsrsaidp 1878, psi
mais aai recompensa a i.na de ouro, deve ser re -el ado ew todos os caom doefraaewi.
imento, oaBs convalesoenas. ,E' indispensa'el. ara corbater a lecurbe, a anemIetc.etc-
Este vinhe 6 muit, eonhecido nas Indiasin!ezs. end ele 6 mutIto prourado oeos r-
vto que elle rende, nlo sdmente aos indienase como tambom aos proprios euroous. in.
w m tempo no norte doeBrasil: Pori, Mamahlo, Gearit, sue.quaidade
. ...... d re ,I 0 ^ ^ yra s ^i i.: P e & i m l ~ ui da d ll
co tornl. te e apperitivo j6 foramni preoiadms n'aquiles Ingao.
S Recoameandado este tniao per exclenate a attoo do utastre corpo medico d'sest
ptrovinteamos a convtci ode prestar um tervigo.
ARTenoia em POE dos Sms.
BARTHOLOMEU C.


t '46 a


~ii
w'o
N


full


35t, 6 39
Praca daa dad ofldncia


Aos 4:000000
0 aba sto vendeu entra
os, mm bilhete s gfntdo i 4aloteria
14&0 a sorte de 200 arm meio bilhete
n. 1861 e a a dOO& ei I mnio 6. 1586,
outra de 100aOOO em meio -x. 837,
aildme de atrese d3 2J1 'L 04 0l*
Convi4a opos saMido &' iviem re-
reber ema d.sionto algume:
S0 mesmoasaia adotim expos*
to ve enda eO a fs e ga.
ratidso da lterials41 &= fcilo do
hoqbat da Orden do Qt* t 3do BRe
cife, quoe Itm de ettstr-ee Ul 4 ia serx
ta-irek, 22 do crroi6.

Bithets intIires 4O0
Meios aIi00
Quartos 1X000
lhm poriAo ed o008000 pra
Bilhete^ ieteirowl 330O
KeiM V150
~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ I Otatom,* 1- H5
iunaim4Aso"m" deiw "m Porto.


rogulmi
defofito


1. da aNmarea
bro "&noB*
i -i f' dw"l i
ota, corn un
do que o con-
quo o outroi


4 carreiro e o de oidade
(pi comprad o0 r4lANiAN f nuoeb Bernardol

0 01tot 4e 17 panr sass., e6mulato. do
del itos c orapiihoS, Sacco, e SO Oe ( ue falls
conserva ar de riso A e de Pesqueira, ms pre-
s*a-eW ques a on RornI 800u4 lroi,. seoMa
panhiado primal: qeaw os apprehender s
leval-os so referido enouhbO. e, riA generos-
Mtel" re iseoado. 1 ___



Preparado especialmente para ia
outros climes quotes corn a asisten-
ci de medicos nuito disinctos.
0 unico tonico nutrition e ao mesmo tempo
fortateceter. sit6 proeiatpar do vtrdtelra
s*emumia 4d come, Ttbo qa eotttrOs "alio,
sos hutritivos ingre4ionteose aervtaos,^--mui-
to gostco, fas1 0 d isatAI, 6 pWde ser to,
miado mesa pot pssoMjet otestomnago nao
aeita utrimento solidMo desio de qualquer
torus.
A' re.es as pessome quo se acharen epos-
tas a excesso defadiga, oa as isfluonoima de-
bittanto de uoi slime quentsb a muilo prs-
yeitof, colm resteuketmvo.
Bm ret as febres 6 um agent prevent,
vTO, comase taeMev curativo ; di vigor e ener,
Pia a. copo bomr o, ana doaeca, na saude,
estimuludo am fsacges do igado, auadando
o estomago na digesto, 6 urn romedio valio-
so pare dobilhded e todas as doenas aesola-
doras.
VINEIO DE CARNE
Sem contest a nod0-ee 4escrever come
alimento e befida, cortudO Item ear inoxi-
Privilegiados e mnicos fabricantes
J. & S. AL-XANDIE, RUA ALDERS-
GAT, N. M1 LONDRES.
VNICdS A6&TES Mt PEMAMBUC
N. 7 RUA DOMARQUEZ EIC OUNDA
Acha-se a voae mDs pnricipaes
1ptlanaaciasi


A!' RUA P1UM
TR'ORA RUA -DO) REPO)N. 3 E
CASAS DO COSTUME.
0 gbiixo assiguad tfle. w 'Von&i
do nos se s afortu'ados bilhett
meiosn.600eoma sorte d 2
meios n. 2546 com a gofte do 800S. %
meio n. 837 com a sort- de 100%
e outra sortes do 32 JO e 8,d4 lo.
toris (I40.A), quo seag aou de Oxtrahir,
oevidsa sos poui4w r a iet re!
oeber, na contor& do es1ime
sem dosconto aigum.
SAcham-se a venda os seus aforbina
dos bilhetes garanIti4aosda19.partda
lotoerias beakicio do Hospital d4
Ordem 3.k do CarFo do Recife (141.),
que se extrobira bexta.iem, 2 do
corrente.

Bi i ho 4mia
Ke4os
Quactow
Sm quantidacle mmior 4 t100

IsSM IM


M.


ai.
ire,


ksrwiwfos dd
de Sangvw, J o m
Srepjwdor def Av
aiax rax:
- a aseii~tura ,.


h i~ smsmbw~ Ssna paaloscilrt -
(k Plramgy, trtas Be Baso do If para 17 do
Stret fe rm urn cavallo oCm os signaes se-
guites rodado escuro, corn o ferro -o em wm
duwwuab, use peovam Iistra a frnte, tern
os cabe~loe.djuiat. do peador para qs cascom
mais airos ud que os do corpo. e intelro, muito
nowo, teom o andar baixo, bracdo e mistura
corn gaplope, lsto de tonge parece m doia- ra-
poso, tern pouco cabello na cad*a sM as elias
mala proetas quoe tode o corpo. tse o50000O
9 quemot o entregar nests engenho e iOOSaU
qpem deoacobrit oladreo.


FUGIO
Do engenho Car Assa, comarea de Barre l-
resm, fugio no di a 2 de fevereire o eeravo In.
nroeeacto, con 10 annos de odade. levando rwe-
p de brim mIn paletot de caserira. Mo eto-
prado no Buique be oito annas, peace male
oa mesms, e preume-se ter ido pare 16 ou
para os ladot de Alagoas, onde jA tern sido
apprebeeddoaiguis veses, ste u so signaes
ogumtem: baix,, corpo regular, c6r acab -
eldad on mulato escaro, eabellos cearapiahos.
Malt de denies, othios grades, ps grmsos,
muito ladioe e intitula-se forro: quem o ap-
prebndoder. leue-o a* referido engenbo oamso
Recife, praga do Corpo Santo n. 15, qua sera
reeompensado.


Fugiram
do engenho Algodoses, da eomarca do Cabo'
na noite do 23 para 2A do corrente mez de
junho os ewsravoe Faustino e lgnez, casados,
ambes pretos,erregulam 40 annom, pouco mais
ou menos, seodo qua o negro 6 alto, bohem pa-
recido, boass 4eantes, pbysioDmoia algre, uaui-
to pouca barba, e esta mesma debaixo do quei-
xo, tend portanto as faees lisas, e urn pouco
mais preto do que a near, e sa por sua ves
tambem 6 alta, tern alter de denies, e a cara JA
corn algumas rugas.; desconfia-se qua tenham
tornado o caminbo do serto da cemarca do
Afogados de oIngazeira d'onde vieram : quem
os eaprar e leval-os so dito engenaha, oou.A
si ua do Imperador, ser bern recompensndo.


Compra-se, vende-se, alnga-se e troam-se
moveis novos e nueadoe de todas as qualidades.
As comprae effectmam-se de prompt a di-
nheiro A vista, qualquer que seja sua impor-
tancia.
Em todasass transages, so tomadas em
considercWo as nocessidades dos Ss. preten-
dente s, qua encontrarAo malores vantagens
do anue em odtra qualquer pats.
ARMAZIM DE MQVEI8
f A raue do Duoe de Caxissn. 37)


Ecravo ftigido
Em 17 d t abo este amas o ftio ao enge-
nho Paraizo, trmo do Rio Formoso, o esora.-
vo Jole, perac ao Sr. padre Migutel Pe-
re de Aznedo Falclo. o qual tern 28 annoo
de idade, e os gtata ti 'un: alto, bent
preto, rostlo comoido'eo liso, oariz afllado,
Ipeias ffsin, pAS granes, urn mtA o tnchados
e ante apelhetados, tern falta dO 3 ou 3
des dset d. ctiaa a t s Sala descancada;
*w4Wi1fatiiteaf. u aoM v~ flhb an ruhmn


SALSAPARRULHA
: DO


fManoel.


r 'andIt


.,, '" :" 9+.,.i iV : ,/''^1;"::'*<"+ tf p+ .*.... ," ", ^
4^ ,(t + ...... e .....;.. lS.- i t,(,,a ,,
*^ ::1: + r :1" : '1 : :; - iii *i jI i 1 6 1 1 1 ;
* ., + ? ;', + :.+nTS I
IT.- -t


'S5 ( vrtider ota I ho~qe 0 nO s aue% plo"atm.m
asqocompra-



WTI,,
14o Maiqued 4wOfia & MSt 10 andar.
gW*1*1 2 ai< de og& a Hweiro





haneel Thom&6 Ias de Araujo
loene Dis as de ALrgda Falcgo coavid8 os
sones parentuem e amigoe, e Igualmente aol de
sea sempre lembrado primos *amigo Manel
,Thm6 D dA lraujo, pa assistaUiem as mis-
sm qo manada ,resar no convent de S. Frac-
cWoe, pelas 7 bores da manhb do dia 25 do
corroats. *1 ,______
Be AR." PjBpBfW^ettayde'
Os fibos da finsda
-aS D. Anna Porfiria de
Attayde Figueiredo,
eoaVidam os sezs pa-
reanoe e amigos pars
asaistirem as missas
qaeepolo repouso
stern de sua extro-
,m mig. nandam remar na mAorizda S. i6a,
peosl 8 boras da fhmbi de SB do corrente, se-
Umo dia do pam mmet.


t
Dr. Manoel Pereira de Moraes
Plaberee
D. Maria Amelia defreitas Morass Piwhriro,
peo flos, irkmios e contado, D. Catbarina
Pereira de Moraes e seus filhos, Jeronymo de
Albuquerque Maranbdo e stus filhes. agrade-
ceta do intifo 'ualma a todas aquaellas pesaoas
que hIbes fizeram o caridose obsequio de acorn-
panhar aSo cemiterio public e aitistif aes ul-
timos suffragio 4 pesltadoe mo seau muitLo pro-
sado esposo. pai, cunhado, filbo, irmo e Do,
Dr. Mnoet Pareira do Moriex Pinbeiro ; e de
novo convida as pessoas de sum amizade e pa-
rentes para tIese fazerem o obsequio de assis-
tirem as missaRs e memento quoe devern ser re-
sodas no seteinme die do seau pssamento, sex-
ta feira, 22 do corrente, pelas 8 boras da ma-
bla., na mstriz de Santo A ntonio ; afianande-
shes desde ji seu eterno agradecimeoto. por
sewmelbantes proves doe amizade e consde-
r9ngl i e.i


Jos6 Rabefot iPulIha
Os filhos do finado Jos6 Rabella Padilba
mandam resar no dia 23 ao corrente, 8 anni-
versario do seu passamento, na igreja do Pi-
le, .eni misme pot alma.
Manoel Was de ArauJo
0 Bar& o e a Barone-
4ay" za de Frecheiras, com-
mvi/dos pela perda do
sonestlrmado sobrinho
Maboel Dias de Araujo,
mamlam eebrar mis-
sesapela sua alms, na
S uatriz de Santo Anto-
nio, is 8 boras de manhA do dia 25 do corren-
te, setinmo dia do sea passamento; parn o qiie
convitdam a todos os seas parents e amigos:
protestando desde ja oinceero agradecimento a
todom o qoe comparecerem & este acto de ca-
ridade.

D. An4tonla Clara Mo-
retra Gomes. Candidlo
Lyre. Alcira Gomes Ly-
s ra e Adolpho Moreira
Gomes, viuva, genro e
filhos agradecem cordi-
almeate a todos os ami-
P gos e pareotes quoe com-
parBralg e tR4 de seo eposo, sogro e
pal, ow ncdam novamente aos mesmos pars
assistirem as misses quao por sue alma man-
dam celebqar na matrix da Beeoa-Vista, as 7 ho-
ras da manai, no dia sexta.feira, 22 do cor-
rente. setimo de sen fallecimento


Afonso da Cruz Mniiz


S *.:.,,. Benino Marquez Muniz e
^'T.'^ tseus Ribos convidam es pa-
.!+i ...reantes e amigos do finado
j^ -.'- :, si, esposo pas ffeonso da
.. 'L: Cruz Muniz, para assistirern
A rma missa que mandam
Sresr peb aIma do fesmo,
't 5.0 anniwrsarko de seu pas.
samento, na matriz de Santo
Antonio, segumir4-fe,, a5 do corrente, As 7 e
meia horse da mo nbaL


--'Muga-se urn bom

eosinihiro, a tratar a
rua Duque de Caxias mn.
73, i.o andae, escripi
torio.
Ficam em men podar dous bilbhetes intei-
seserse melon da g Lands t1 a dm *6rte.
sado aq de 9s 38765 e13765, e sto s
de as. 4M 803, 46"S4 480S36A e 4
480536. 81575, eujos pertencem a ReH ar-
dino 4s SouzaS Doarte C. a Daate & Irmao.
leeifeS i1 de jaho de 181.
Anoni-o do Souza ikarte Ferreira.
Alugs a cana n. 28 1 ra de N-es MN-
chado, limpa e boa part familiar; a casa n. 17
no larpo de Apipucos., e ovtfa asa eem pe-
qmeno sitmia no spimabeiro A travessa da Hora :
atifa, no ameda andar do sobrado n. 46 a
Aod oRaenps on onmAugusto Octaviano de


cabr, c6r oeita rosto chupado,
1o qedo %4 e pouca no rosto,
a eaMtri no quixo ioferiom. eabeaio
a, Obatsra etamanbo regulmres, pAs
e l emcos, pernsd finas, represent
q 06"s "not idoAad#e, 6 filbodo jio
v an o 0 Se= conlecido do
*daI 0


serA


)~!a, bu
1,&z, a,.ni


I


6 q


,


Movelb



























j Ali
SBatistes

popeline
S6 e-48, i
Chitas d
fxas. 0-


eaqr #o DqquoI
rnab coraeo.
, -
"'I


A ITa
somH
vidros brman
qufN I tene
Cimen


e vinho Ber-


Sdeaux
Santos & Araujo, travessa das adre de Dews
nU. l, ven4lem a caixa oom 12 garrafas de vi-.
nho Bordeaux muito foo a 7.500, e barrio de
cimento pyramide verdadeiro, por menes do
que em outTa qualquc parte, _
Oliographias
Ricas e primorosas vistas i oliographia, aox
ba de recber a Nova Esperange, A rua ]ique
do Caxies n. 63, e tambem bonitas moldursa
preats e douradas, pars quadros.
o- VendeSeo o Lerreno Olho do Vro,7"a31-
do A tntrgem da linha fbrrea do Recifa A A t'
pows, cuja exteos parts da beixa e q di-
vide este torreno o o io aioda 4Jaqueira, a,6
a estaCo de Parnamoerim; a tratar a runado
Imperador us. 9 e 11,
Farinha em saceos
Vende-se mois em c inta do que em outra
part. senlo 4e qualidade superior, como a
afamada deMuribeca; Dno Progresso Centftl, A
rua do Bom Jesus n. 6.


Bicos d ae algoOu de cores, peas,
e* 98 s.
Par a baptisado:
Vestuarios d o c braia, enfeitados.
Sapatinho do setim e de pellica.
Chap4os de seda enfeitados.
Meias de sedan branca
Filtas braneas de gorgurlo e de setim,
jas douradas.


e fan-


Plumas pare chapio, flores em ramos pars eo-
feites de vestidos e de chapeos: vende-se no
Bazar Victoria n. 2, A rua do Baiao da Vic-
toria._____ _
Cal nova de Lisbfa
Formas galvanisadas
Oleo de mocodo
PNos dejangada
Mastros para barcaCas.
TRAPICRE FIUSA
agendas baratissimas
Para vestido
A.' loja dos barateiros da Boa-
Vista A rua da Impetatriz
n. 40
VENDEM-SE
Linbis lisos para vestidos tendo de to-
das as cores e cores fixas oovado a 160
Barejes transpArentes Lfeada, do gpsto
covado a 200
Chitas miudinhas e grades tanto claras
como escuras, covado a 201
Baptistes de cores cow padres muito de-
licados e cores fixas, covado a 200
Ditas lisas de uma s6 car tendo de todas
as cores e fixas, covado a 240
Ditas prelasi paca luto com palminhas
brancas, covado a 240
Gtetones encorpados e claros para yes-
tides cores novas, covado 240
ChItas claras e escuras sendo muito boa
Sfazenda, c3vedo a 240
Cretones francezes fazend muito cener.
pada para vestidos e cobaobres, sendo
padrios escuros, co ado a 280
lasinhas bonitas para resaidos cone gos-
tos a Pompadours. covado a 280
Ditas melpomenes fazenda do muito gos-
to, covado a 320
Fustoes de core matisados com largura
de chital franceza, covado a 280
Creiones finos para roapa d3 crianaet,
teado padres$ claros e eecuros seedo
dos mais mudernos qu e tew vindo ao
mercado a 320, 360 e 100
Para luto'.
CassAs pretas com salpicos broncos,. co-
vado a240
Organdy preto iso corn listas palmi- 4
nhas, covado a 3$2
Laihas pretas, lisas de todas as quali-
dades de t00 alt 700G
Merln6s pretos cow 6 palmos de larguri
para vesBidee a 15800 e a001
Doe todas estas faeondas4dao-se amosi
tras cow penhoria esquina do becco.
doe Ferreiros n. 40, d.
AMheWo4'SUt9,.

Vinho bronco de Lsb.osiwpso eb
brlis de quinto.
Vinho Figaelra, especialidade. par par-'
tielares, eam quintov e decirous.
Ceavela 3as. e, bo~i)is6 e w4as d d ,


Pw c waa m. a.
I Iipgratriz a.
eirrtlos.


I Gooft.e ,


I-


II


41-.j %AWO
do t V
es-to p


cuaWm, e&a
ia do beco


Setixetas lias
Chegoram pet a loja do B"arMtetos d i Boa-
Vista as mais filos e lindas setinetas de urna
sd cOr, para vestides, tend de todas as e.6-
res ; assim come bonitos cretones lisos, que
se vendem por proos baratissimos, na rua
da Iaperatrir n. "40, esqitna do becao dos Fer-
reiros, dando-se amotras oonm penhor.
Corinuados para. camas e
janellas
A 6500, 7C00 e0 85000
Chegou para a loji dos bars.eiros da Boa-
Vista urn grande soetimento de cortinadoe bor-
dados pars camas e janellas, que se vendem
pelo barato pre.. de 6(5O0, ,7l e 8 o par, istol
so 4s. de. rue da tapatriz n. 40, eouai a do
beedo dm Ferniros.


As Exmas. senhoras
0 proprietario da loja de fazendas da rua do
Cabugai a. 2 A, cbama a attensao das Exaus.
familias pars os preom de snus artigos abaizo,
seam competencia actualmente no mercado a va-
rejo; uomo sejwm :
Zephire de listras a 100 r-. o covado I
iaptistes fins con floe a 200 rs. o covado!
Cmtonos Pompadour a 310 vs. o covado I
Dios petit-pois a 360 rs. o covado.
Cambraia transparente a 3800 a peCa.
Ditas finas a 454 00. 4#500 e 5S00 a peoa.
Baptistes de urma s6 cor a 240 ra. o covado.
Vetoauarios pars crian*c4 3$0001!!
Toalhas felpudias par& roito a 48500 a duzia I
Greguela doalgodlo proprio para toalbas de
mesa e lenedes a 500 rs. a vara.
15,Mantilhas de i16 proto a 2000 !
E' corn os haomens
000 duzias de collarinhos de various gostos a
*osIer a 25()000 a duzia
Rua do Cabug& n. 2 A.
Loja do Rodrigues
Padarias
Farinha para tender: vende-se na padaria
da rua do Bruin a. 62.
SKILLS lLE


Jockey
Na loJa do sellr da rua do
Bare da Victoria n. 29
Se vendem pur commodeo proeo estes esbel-
tos e Interessantes selling, asSlim cooa urn
complete sortimento de sellins, silh5es, che-
gados pelo ultimo vapor fabricados pelos mais
auslisados fabricantes do Loadres e tudo se
veode por menos preco do quoa em qualquer
outra parte-a vista faz fM. i
Aos nervosos
Anneis electricos magneticos para os quo
soflrem dos nervous tendo-se (verdadeiros) s6
na Nova Esperanga A rua Duque de Caxiax
n. 63.&
E' corn as mais


Ver extorcer-se oms doresbhorriveis das son
vuloes seu ionocente filhinhbo, magoa im
mesa que n&o s supprta sewr estalar ope t
de dor: eooroi a Nova Esporaana A rua ulqu
de Caxias n.43. e coiupral urn collar electric
magnetic: que osreis ovitado o mial.
Que mania !!
Bonecas mansas e choronas, btinquedos d
differeotes models e preoos (eis um maDnA
darta as crlangas, na ova Esperanga a rua DI
qu de CAsias'a. 63.
7As Exina seznuhoras


Grand liuidagAo pars acaber
Trnaeas de cabolelos natures, compniento
para mais de 4 palmos ecabellos cowipridos,
a 7 e 85000.
Coques a 4 e $0'0.
Crespos a 5 e O6 o par.
GoMos a a5000 a duzis.
g muitas outras obras de cabello que se ven-
dem bewats. ...
A' rua do Marquez 4 de Olida n. 21, t* aPdar,
Sallo de cabetireiro
Por cima da loja detrastes
I]snd- a GiA


d tods asI


cres pan a-


lnnhails 1 mAi. nml


I


II


urma noites, 4 v. com gravw. 7; Omtdico iwd
ease, system simple* do ,urar qeilquer alo-
lestia. 2 v. 46 ; EspaueL ,oetAodo preUco 4
fhoweopatbia 4A; Th. Riblro, veaperas6 .p-
sias 3; Tbesouro inesgotavel, collecod 46o
varies processos e receitas 4; Camtllo, Ewe-
bio e Macario 2500; Dito, Caancloneo aetM
3$5(0; E. de Queiro. crime do psdre A4
45; Dito, Primw Baeilio'45; 8vbrebor, % i^y
nastlea domestic, mealca o. bygieenica i0(;
Lauret, Manual theoriro pratico fe gymnastics
25: Garrett, Gamo#es 9; Viael do Castro. dio-
cursos 25500; Silva Pinto. os Jesuitas, cats
ao Bispo do Porto 660 re.; Duarte, Codigo de
Policia, municipal e adminAstrativa 25,
OBRAS DE ESRICH
Amor desumores,. 3 v. 5$; Anjos d trra,
5 v.9; Cai(nlpia, 5 v. Q- Proae a sagro,
da, 4 ; 6$; Anpja da8uard v. v6; Os des-
IKraad6s, 2 v. 4$; Po dos pobres. 3 v. 51;
Martyr do Golgotba, 8 v. IS; Cura d'aldeis,
edito, 3 v. 61; Garidade christli, 3v.6Q;
Apostolos, 3 v. ene. 8 000; Violino do diabo
18500; Rico e pobre 4$590; Cornices aou-
lantes 15OO, Historia de umn beijo 1800; Pro-
sa da glorta 15500: Segunda vida 15800; Um
filbo ao povo 41500; Piano do Clara 1500
"Amigo intimo 1509: a Lbro.-Papelaria 24 A
rua largado Rosario.

0 CALANGlO
Vende
especial fumo desflado, do Rio Novo, a 1S000
cada kilo.
36 fua da Madre de Deus-36
Bichas hamburouezas
Chegadag pelo ultimo vapor, s1o de priiweir
qualidade, e vendam-se munito em costa, tinto
em por&o como a retalbo; na rua do Marques
de Olinda n. 21,j andar, sallo de cabellei-
reiro.


MIII -I E 1) 0 TEMPO
J.?. Ceapos & C. receberam dbepoe die
de seda iglesza coin duas cores, de6 T
na rua 1 de MarQo n. 21.
Tavares de Mello, genro

Praca do Cormo Santo un. t,


1 andar
Vendem a prazo ou a dinheiro
coato


corn deo


Cal nova do Lisboa,
Oleo de nmocot6.
Potassa da Russia.
Enuxads do Porto.
Escumadeiras.
Passadeiras ..
FORMAS PARA ASL
SUlCAR
Novo system do for-
amas anmeritcana para& s.
ucatr, fellas ,de adeira:


* amoarasno eecriptorio tk
'undrs Brothers & (C

* praca do Corpo Santor');
SI, prnimeiro aidar


NOTIgIA PR*IITUAI
Revnir o util an agradavel; els o que toADOs
spiaudem. a con raeao.,. pois buea a Na
Esperanca A rua Duque doe Caxias a eW
eoecutado este spreciavel pTogsioma: ia o
como acabs de reeber direetentefdt Baro-
pa por interumelio dos ,Srn. babeis oomsetn-
denues. o uue do uio YoO ea WSanto 8 10e


squele agrado
Lauto reunoo 0
do expendido a
lna -am meral. -e


Gollnbhas bordadim para senhoras,

Poirtja- a de,; v.
prepsios pars 1I s06
MiPnardi ra tRbaLo 4e croebet
.Guarnir es d trees pntes, deo hlu-
id, pars coc6 0 marrfa.
Bruao, Ispulseirw caooletas, cintose
-oetinhoa Ae trran-aa; tudo de laru-
od.
Plpeias pretuascm eONfeites d Cel-
Pitas 4 imitagio de tartaruga.
Ditas protlas, gran4e variedade.
sparUlhos;, .intia rgente, os k ais
Llegantes atW hoie conhecidos.
lspartilhos coumraa. e outras queli-


tades.,
Perfumarias dos melhores fabricantes
ngleze e francezes.
Caixinhas eom perfumarias poprias
lamravpeeatea, 1 0 '""
Guarni9e58 de pentes a !mitacao de
artaruga, para eoc6 e marrafa, gostos
icodernos.
Capellas cornm vos para neivas.
SRaa3tde fiOres de larangeiras pars
estidos de noiva.
Leques de oseo e seda, brancos, pars
ioivas.
Ditos de c6res a preto, corn plumas
Ssem ellas,
Bolas de borracha para creanvas.
Pentes de Celluloid pars regago de ca-
,elaos.
Bordados em cambraia Victoria e
mnsnparente, grande sortimebto.
Boties dourades e prateados para
festidos.
Coquet imnitaleo de cabello.
Variedade- de bonecaspara meninoy
rua do BRwao da Victoria
Carnelro da Cunha
l Sf C.
9-RUA kDUQUE E CAXlAS-59
Vendem por preios queo admira todas as
suas fazendas e para provar a verdade convi-
dam as Exmas. families e ao public em giral
8 vi.em ver como so vende barato I
E' para acabar..
Lindas chitas de cores a 100 e 240 rs. o co-
vado
Crelones Pompadour, finos a 280 e 320 rs. o
covado !
Idem pare cobertas fines a 240 rs. o covado!
e6 sevendo,
Brins de cores finos a W60 rs. o covado !6
ba rato.
I Ditos pardos lisos eneorpados a 360 rs. o co-
vrado.
; Ditu branch n. 6 a 1 $500 a vara! aproveitem.
Bramante de algodio finissimo a 15000 a va-
ra term quatro larguras!
Leneoes de dhiol a 450 urnm I
Casewkpss inllezas em pega pare costumes
a 1800 rs. o covadc,
Ditos em cotes a 200 e 49000, 6 baratis-
Oimo.
Chales de casemiras, giandes a 39600! que
pechincha !
Ditos a Pompadour, fine a 55000!
Colchas trancezas, grandes a 28041
Cobertas de ganga forradis a 2(00!
CambraiaetraiSparemtes a 4SbWA I peas corn
10 jardas.
Ditas flnissimas victoria a 35500 corn 10
jardas. '
PannosAde crochet para cadeiras a 1$200 (a9o
grandes). I "
" Madapol~es e algodbles per precos sew com-
petencia.
Seroulas de bramastes bofdadas a 16$000
a duzia !
Lenos-oem caixiobas a 1800 a duzia.
Tecidos modernos pra vestifdosego sejanm
olpacas Pompadour a 360 ra. o coovado I
Ditos cow, frocos a WIeW re o covsdo
Ditasliss iurts eoves a 50 m. o:evdo !
Gorgote .de dito muito de gosto a 700 re. o
covado I '
Lihor lisos de todas as cores a 6f n. o
covado .
Fustnes brancos brocwao a 400 rs. o cova-
06 1 vtiw -t. ^- -- *:v^'^ *^yM ^,."-^ -1:1 '; 1 1:1
finO f Ousat az ed do ON vqudoa
a 440 {1 1 i *. 1 11 .
awlavdapa lindos a 560 rs.

I ee4 J rn a 1500's. o co-
hem ocvJv co a 9MM E$a0do


LYMPHA VACCEINICA I
VENDE-SE NA


."'DSC 81-N 9`0'E G-'R ICU L T ORE S
":, a'l om de cemrnlcar aVls'. Ss. que nosio estabelecimento esta
fontea& eooudimC de seeo arreIa e dar prompt e satisfactorio cumpi-
msto a uewremoxnwendaes teodnteas asus officinas, e alm de rnmtos
outros artigos fabricam os seg Ms : MACHINAS para fabric de aloool
pelos siD~ S aU *i es fr&iaezs. araumeros 1, 2, 3 e 4, alambiques d ee.
quenta garmpb e simptes de todas as dimensdes e systems pelos mesmos auto-
res. Caraputs., columnas e aerpentinas para esquenta garapas, e condensado-
res, toroolas, carregadores parsmlambiques, flanjas e brides, parafuzos de
2noazes canoe do bre, bicas e par6ei, bombas de repuxos e aspirantes para
garapa, mel, a sa, de cobre de bronze e de furro. bombas continues sem pre-
eiaer de motor para fornecer agua a destflllaOes, tachas e tacos de cobre, pas-
saeir, e epniumadeiras, e repartideiras de cobre e de oerro estanhado, e cobre
peado. zSinodeol1 libras a 110 arrobas. Temos cobre em lenol e arruelas,
canoe de ferro e chumbo e outros muitos artigos, etc., etc., etc. Vendem k
dinheiro e a praso.
Contando corn a confianfade Vs. Ss.? esperamnos qce nos conceda a sua.
valioa coadjuvaglo encarregando-nos de suas encommendas, que serio attan-
didas todas cum o mator zelo, presteza, perfeicao e modicidade de pregos.
Somos cornm muita estima e consideraeao
De Vs. Ss.
Attentos Veneradores e Criaaos,
Eduardo Cardozo 4 C.


Rua do Brumns. 100 a 104

Deposito- Rua do Apollo ns. 2 e B
DE

CA.ILOZO U
Tem em deposit continuum a receber da Europa todos as machines a
!erragens precisas a agriculture desta'provizIcia, vendem a prazo ou a dinheiro,
Spreg os resumidos, julgamn desnecessario eecarecer a boa qualidade de suas
kachinas, pois que atd hoje ndo ha quem se queixe de qualquer machinisme
Iqui comnprado, tdm moendas que um s6 tambor pes aper dous de igual tama,
.t.o de algumi qua ha no mercado.
Vaporesde 4 alOcav. Moendas de 10 a 40 P.
rachas fundidas e Par6es de diversos ta-


batidas.
QrivaCoes moderns.
Rodetes grades e
pequenos.
Fornos para farinha.
1auos de ferro.
iuindastes.
lambiques.


manhos.
Guinchos atW 3 toneladas.
Rodas angulares.
Moinhos para mandioca.
Torneiras de bronze e
ferro.
Bombas patients.
Parafusos diversos.


-tOIDASGD'Ui
Inglezas e feias aqui polo system i e risco do distinct agricultor Leandro
avalcante da Silva Guiinai-es.

FORMS PARA ASSUCAR
Pintadas, galvanisadas, grandes e pequenas.

ENCOMMXENDAS
Mandam vir por encommenda qualquer machinismo, mandam sental.o e se
isponsabilisam pelo born trabalho do mesmo, para o que se cerresponden
tom uma respeitavel casa de Londres e cornm um dos melhores engenheiros de
;uglaterra,


CONCERTOS
Concertam con promptldlo qualquer mchinismo; para esse fim teeq
tua fabrica bem montada corn grande e bom pessoal.,

Pua do Drum us. 100 a 104


eM +Il


26-Pateo do Carmo-N. 26
Este grande estabeIecimento sitnado no centre desta cidade contem 18
,os, 10 Eestiados para homones, 4 para senboras, 2 para banhos de chuva e
a as duch a. Este estabelecimento offqrece today Es vaantagens que se po-
dojar, oo o grande mtelboraneieto quae seu proprietario acaba de fazer, co.
ida uakscatldeire a vap^r p*faeitar os banhos iornos e medicinaesc: cs
e4 s proip r para o tratameonto pelo system hydrotherapico, taes como
w 4ife lmove, aundente e a circular, system este que 6 um
k ri b4,tssawntooquoedterm~a oum abalo particular do syotema ner-
xer p!1#am os banhos f os, o seu throno, per-
too. door o n bandonados e deDois de esgotados to-
Oqf~ ptFw" ine ql o rwmento des duchas--j i muitos doen-
.....S. lodsee) aeschdo a curs de seus males.
0 *,&baik$r~m sea o rorsauane observados, em relaCo as
tem amditviso a taia regular nos quar-
arase so receio mais -nelindroso.
9" laiA s s obeequio de bonrarem nosso es-
tp saew do seu estado, poderem as-
,bd'*enoaoS desta arte a dar-Ihe um de-
Q 4Pstff a ~ b ros agwmsos; a casa de banhos estari aber-
44 lalaso 10,d aMtee asos dias santificadc s das o


For assignatura
9ps mrnoos ou ftrios
idem idmen
pejofarlo on arowa-


ao docka
circular


a 400


Maiw 1


6-


5 (K


r


m I


/


CUHA





























I lo1


ca -de 138 kilogrammas de assocar branch.
1880-1881.-3,710,250 kilogrammas
de canna deram 1,.649 defecadores, que
produziram 73Q,O00 de asucar snendo : do
primeiro jacto 2#55,000, e dos segundos,
115,00t). A relaCAo foi assim de 221 ki-
logrammas para unm defecador ou de 15V
kilogrammmas e 58 grammas de assucar
branco.
Em resumo :-A mesma quaniidade de
caldo que, nos ooze annos anteriores a
1873, prodoaira a media de 126 kilogram-
mas de.assucar, de Ires qualidades, prodo-
zio nos cinco annos posteriores a m6dia de
do 200 kilogrammas de assucar, entire os
quaes o m6dia annual de 143 kilogram-
mas de assocar branco. No pobde hayer
algarismos mais eloquentes; elles mos-
tram como enorme prejuizo soffre cada
anno o fabricante de assucar que, seja por
falta de meios, seja por effeito da resisten-
cia do espirito rotineiro, nio p6de ainda
ou nao quiz romper corn os methodos ru-
dimeentaes. Uma revoltCo economic in-
teira resalta do coofrooto destes dados, e
no emtanto elles naooexprimem, senio em
parole, as vantagens dos melboramentos de
que S. Francisco e S. Jolo offerecem o
typo. A economic do tempo e a econo-
mia dos bragos nao chliegam a resultados
menos lisongeiros.
Em S Francisco a moenda extrabe da
canna 70 a 71 O/o de caldo. A canna 6
transportada para o engenho em trilbos do
ferro portateis da bitola de 0"1, 50, syste-
ma Decauville, que o Sr. Conde de Ville-
neuve recominmendara no sea relatorio da
ultima ExposiCio Universal de Paris, pu-
blicado polo Jornal do Commercio. A
via 6 oltocada segundo convem As neces-
sif s do transport; os dormentes sao
0 feno, e fixes, sem que necessitem em-
pM .9_e iradeira : as curvas estabelecem-
se po galquaqer lado, corn raio de 8m,6,
e 4' 0,lOs desvios em rectas e carvas fa
cilitam muito o assentamenta da linha. A'
media que o cbrte da canna se adianta os
trilbos seguem por cima da gala. Urn
cavallo lira sem esforoo, 3,000 kilogram-
mas de cann a.
Come o terreno nao se presta bernm A
wllocaCo de trilbos para todos os pontoes,
o Dr. Barros Lacerda, que nao recua ante
trabalho, estA rasgando ama estrada que
permittirA empregar o system Decauville
no transport de quasi toda a canna.
E' da primeira atilidade para a lavoura
assignalar os beneticios deste engenhoso
system de ferro-vias portateis. Ordina-
rnamente urn engenho da foroa do S. Fran-
cisco despende por anoe corn a indispensa-
vet remnoota da boiada 4:C(000 a 5:000M;
algarismo que se eleva muito, se sobre-
vem alguma epizootia. 0 servico de trans
porte por bois occupa seis on sete conduc-
tores ou carreiros, e a mantenga do gado
exige campos de pastagem que aqui se cha-
mam, cercados, e que devem ser excellent
tes terras, cam aguada, e das mais proxi-
mas do engonho.
Ora, a ferro-via de S. Francisco custom
7:00M., comprebendidas todas as despezas,
e a sua duraeao 6 calculada em 10 anaos,
bastando dons cavallos, dons carros e dous
conductores, ou carreiros A lodo o trans-
porte da canna e d'aqui result :--dimi-
uuicao do gado, que someonte e empregado
em pequena parte do. serviQo; limitacao dos
campos de pastagem cuj a maior parle
pode ser utilisada na lavoura; reduccao
do pessoal-operario ; ou per outros tor-
mors -economla de capital, economia de
bracos, economia de tempo, e economia da
terra polo augmeonto da area cultivavel.
0 proprietanto de S. Francisco, dispondo

FOLIETIM


A BRAZILEI1RA


POn


A. MATLEET


(Continuagio do n. 163)


Angelina
'assaram dez mezes. Em de mezes
muilas cousas succm ee se transfr-
iuam.
Ja nao eatamos .m ontubro, mas sim
em Maio.
As joeha.s4doPaetjodeo. arag.oes-
tie techadk thj er d are-W


ram ait 18t.000: resultado que deve
ser atrlibaido, nao 6 o maior, aprw a-
mento da casna pelo novo, metbodo de fa-
brim. mas tambema o regimen observado
para comrn ell es pelo proprietarie, que, dan-
do-lhes saiores tagens do quo outros,
os estimola ao trabaiho. Estas vantagess
oomo a construct eo do casa de residencia
co1 certl conforto, o fornecimento de es-
trume, semeontes e i ostrunmeotos, e -a liAo
do meneio do arado, nio sipo menos
indispeosavois ao geral dos pequenos plan-
tadores do que a garantia dos seus direi-
tos por contracts do arrendamentlo. 0 pro-
prietario Ae S. Francisco uAo entende, co-
mo infelizmente outros, qae pode despe-
dir da noute para s dia uam lavrador, sem
Ihe dar tempo as vezes para colder sua Ila-
voura. E' por isto que s seus lavrado-
res, fortes corn as garantias que os cercam
naio recuam ante a lentidlo dos melhora-
moentos agricolas ; nio tratam de tirar da
da terra, estragando-a, o maior proveito
no menor prazo possivel. "
Tern feito mais este bonissimo bomem.
E' o banqueiro dos operarios e dos lavra-
dores; nao s6 se. presta a guardar-bhes as
economias, mediante certo juro, reembol-
sando-as A vista, mas adianta a estes ulti
mos as quantias de que necessitam no in.
tervallo das colheitas, mediante juro igual
ao que paga a outros.
Para os lilhos Livres das suas escravas,
dos trabalbadores e dos aggregados man-
t6m o Dr. Barros de Lacerda, ha muito
tempo, uma escola deo. ensino'elementar na
espaoosa capella do engenho, fornecendo
gratuitamente aos alamnos que disso care-
cem, roupa, livros e utensilios escolares.
Quando, ha seis mezes, li no Jornal do
Commercio, entire palavras de merecido
louver, que em certa fazenda do Rio de
Janeiro tcreio que do Sr. Visconde de Pi-
mentel) f6ra inaugurada a primeira escola
de ingenuos, associei-me do coragao aos
sentimnentos maoifestados por essa folha,
mas lamented que a imprensa de Pernam-
buco boavesse guardado silencio sobre a
escola de S. Francisco, de data anterior
Aquella. Pelaprimeira vez este silencio 6
quebrado.
Al6m dos estabelecimentos agricolas de
S. Francisco e S. Joio, de que tenho fal-
lado, e cujo pessoal dos services do ma-
chinismo, seja dito de passage, 6 todo
de nacioenses, ha ainda nesta provincia os
seguintes, dotados de apparelhos mais ou
menos aperfei0oados:


Mamelhco, na comarca da Escada, corn
material fornecido em 1878 pela casa Cail,
de system identico ao de S. Jolo, mas em
pontomaior. Possue 4 turbinal e am va-
cue corn dous metros de diametro. E' o
mais productor dos engenhos apparelhados
corn os novos machinismos: bern que
mat aproveitada, por haver side colhida
fora de tempo, a ultima safra excedeu de
600.000 kudogrammas de assucar. A casa
onde estio assentados os apparelbos e em
sea genero. a melhorda provincial. 0 trans-
porte da canna 6 feito peor ferro-via, inau-
gurada em 1879, da bitola d& umn metro,
sendo a tracolo de vapor effectuada per
uma locomolivae achando-se outra a ser
armada.
0 proprietario deste grande estabeleci-
meoto, o respeitavel Sr. coronel Antonio
Marques de Hollanda Cavalcanti, bomem
de espirito largo e emprehendedor, pre-
tende ainda este anne fazer transportar o
seu assucar sobre trilbos atW a estaoo do
Limoeiro, da ferro-via do Recife a S. Fran-
cisco, na exteasio de cinco a seis kilome-
tros. Elle conta poder rem breve produzir
annualmente SO,O0O a 1.000.000 de kilo-
grammas de assucar.
Paranguaud, na comarca de Goyanna,
posse apparelho collocado em 187'j, mas
posto a sua safra seja igual i de Mame-
luco, nao tenm o apparelho prod uzido as
esperadas vantageos, -sem duvida per inha-
bil meneio dos instruments. Coohecido
o mal, sera certamente removido e o exem-
plo desta fabric nao servira para entibiar


pela nalher, mas ha ja tres meazes quo
Balda, tend volttado a Paris, depois de
uma aeuseacia de um anno, usa official e
legalmeete o tituto de coindessa.
Um mez antes do regresso de Balda,
Lucia deixara os aposentos que tinba oc-
cupado no primeiro anda;irto de 'sua
mni ; fizera depois itm portal todos 08
seu0s mveis par cima, ra os antigos
quartos de Balda.. lembrando-se que, ao
menos qoando Luciano voltasse, ficaria


chegou a
do a bord


Ainda neste anno dous engenhos Ta-
qudra e Mupl, torlo de trabalbar corn
apparelbos modernos, e conta-so quo o nu-
mer destes ira em augmento.
Sio estas as nformal6es que ora posso
transmittir-lhe, e talvez nao registrem to-
dos os melhoramentos introduzidos em
nossa zona assucareira. Junto a ellas, r-
gando-lbe se digne de a export ao exame
de entendidos, uMa amostra de assucar
que vi fabricar em S. Francisco no dia em",
quoe id fui ullimamente, tendo acom4p-
ohado o process desde que as cannas pas-
saram nos cylindros at(6 sablr das turbinas'
o assucar pnrgado. Este resultado, obt1do
em um s6 dia pelo novero system, sO o
podia ser em 30 a 35 dias pelo aotigo me-
thodo. Avalie-se quanta riqueza a ma-
drasta-rotina dissipa cadA4iora, cada dia,
cadaannot I
Recife, 14 de junho de 1881.


(Do Jornal do
Jan-*,.)


Commercio do Rio de


LITTERATURA

A! M.....

E' justo que tu meesqoeqas,
Que me maltrates assim;
Que nerm penses mais emra mii
E mesmo que me aborreoas
Que metn nome n'um moment
Nao queiras que o pensameflto
Te fa~a, a medo, lembt bar;
Que se choro te sorrias,
E desses felizes dias
Nio te queiras recorder.

Seja assim, ja que to queres,
Eisquece tudo o'um dia:
Protestos que eu te fazia
Mesmo o mal que me fioeres;
E' atW os doces instantes
D'essas horas delirantes,
Se tu desejasassim !
Emquanto sorrir-te a sorte,
Embora me venha a more,
Nio te records de mimI t
Se um dia alguemni corn dooura
Fizer-le juras de amor,
R so ouvires corn fervor
Sentinde n'alma a ventura;
Se do passado esquecida
Tio doce te for a vida,
Possa a sorte dar-te emfim
Dos anjos na terra o gozo.
Se o fizeres venteroso
Ah I nio penses mais em mim I
Se Ihe apertares a mao,
So nos olthos Ibe disseres
Que esse amor partilbar quoteres,
Que Ibe dis te a coraolo;
E vedo-o a tens phs rendido
To the prestares ouvido,
Se Ihe disseres que sim-;
SM foliz, s 4venturosa,
Mas n'essa bora ditosa
Ah I no penses mais em mi It
Mas, se tudo ainda am dia
Per acaso te faltar,
Quando a saudade voltar
Do tempo que nos sorria;
Quauado a verdade sorgir,
Quando a illusao s'extinguir,
Quando ainda hoover um'hora
Da saudade e de pezar.
Entao em vez de chorar
Volta A quem tanto te adora I
V. s.
17 de juihode o1881.


se, para escrever am bithete, Asa so
tUria de ebano.
S--Jacintha, disse para a criada
quarto que entrara: va ao qaartoda
aina Anglina, diga-lhe qeo logo The
darn a beijo, e qa nio gero quae
s 1 levat te. ...++ + + *
- Sitm. mas- en 6 s: J -lA n islei


loraimsm Otodit ela b1agiWa
riminoaete aospre da cda r p n o re-
trahimeato das capacidades. Islo escapos
ao illustre criLico que, como eOu, aimenta
o atropWhoesoda mocuidad0o academics;
am devida com o exampio 4os mestros
0"0=9a oalop6de I ceompreneder quese-

do mestt, n teve oca o de conniver
coR mos laborers do mgiatso. -'
A indiferenga com, quo sfowrecebidos, 6
a awte d a Uitos talentos qu oroam
nonS. o n"ado; matar a indiffereopa,
onde querqu eslla centre, 6e me intonlto,
o pognoe na imprensa pela agitaclo pu-
Mica, oa no Congresso Agricola pela gran
deza aindaustria, o u na cadeira pelao dig-
nid'de do discipulo ou na introducao de
umas jayenws composices litterarias polo
renome deoma intelligencia fecunda.
Deplore i sinceramente quo essa impres-
do nao loavesse occapado o access ima-
ginarn do prestmoso lutador.
0 segndo, e potr sem cduvida o mais
io portantee escopo de mea intent, prqae
ra a realisaio ultima d men empenho,
S a lisongeira apreciaoao qoe tem tido o
CQrlot em lodos os circulos on4. aasince-
ridadeo so preza oe o merito se s aquilata. 0
janlgeamentodo iomo o critic do -Escalpe-
goSio -veiargioeotar o cabedal doe men j u-
bib; estou plenameote pago do- meu tra-
balho.
.Agora, sobre o quoe a mim respeita.
A nao torema sido as atteores do que
so tern meus discipulos e amigos acostu-
mado a tercar meu naome, atteog es qua e
sinceramento estimo term encontrado la-
gar no espiitlo recto do collaborador do-
EscaLpelo-, creio quoe mais puogente se-
ria a critica, polo remordimento do que
the pareceu uma i njunria A escola e aos
sectarios, naqriellas palavras-giria retam-
bante-descarada nudez pseudo realismo,
*.pleiade de tatuos. Discipulo decidido da
escola positivista, de quo elle entre os
mogos do Recife 6 o mais estrenuo propug-
pador, julgou talvez haver nessas palavras
resaibos de doestos que so costumam Ian-
oar as cousas novas que se nao compre-
hendem.
Foi engano; de ha maito me teniho
acostnumado a receber as ideas novas corn
criterioso exame, e espernr que de sea
livre embate resulte sna victoria oa sua
derrota ; e me congratulo de hayer sem-
pre acompanbado as ideas mais adianta-
das compativeis corn a evolnoao natural,
que se fo z lenta no espago e no tempo.
Foi asssim que desde aquella memoravel
composiCio quo sob a epigraphe-Duas
E'pocas-publicou no-Peraambuco a Ca-
moe--nunca deixei de ver corn admiraCao
o merecimeuto do moco academic Mar-
tins Junior. Nao podium, pois, miohas
palavras nem de leve attingil-o, a elle e a
esses trabalbadores que, come en honram
as letras; nem a escola que tio legitima
influencia exerce na-economia moral da
si ,cedade.
Precisava de fallar corn sinceridade a
Carlos, que, nesses mares litterarios sem
tim boiando A tha, ia navegar corn a bus-
sola pouco orientada para mares encapel-
lados, sob os unicos anspicios de sou born
sense; e precisava fallar abi tambem
aqueJles que esperancosos, come elle. flca-
tam ainda sob a responsabilidade de mi-
aha direceAo.
Quiz mostrar-lhes urea pleiade ondenm-
pera a igoorancia e o desamer a-) estudo,
e onde a pretensao~acastella-se em umas
palavnas couvencionaes quoe eles, tiilera-
los de ouvido, nao comprehended. Em
samma quiz apontar-ihes o trabalho como
o verdadeiro mode do merecimento.
Agora, a distinccao das escolas.
Iao preoendi apreseontar o Carlos come
fibo de nenhuma escola litteraria, ( nao


pbde corn essa idade ser um poeta corn
uma personalidade asseatada, defnida *.
No foi men intento dirigir para uma n
otitra escol a predilecao d6 sea geoio ;
seria estragar a obra que a natareza fez
tao linda. Eu quero livre o mopo, o es-
tudante mesmo, ondo a liberdade o nao
pode pre* dicar.
Me arredando da cotura das mu;as,
examine coin o espiriLo critic as produc-
6es litterarias, procurando nellas o que a
sociedade p6de tirar de until para leval-o
como licao aes quo aprendem.
Si Carlos encautando-sepor V. Hugo, Ma-
galboes,oUCaStrO Alves peK inspirafes ao
Ibm oe dons oo -ao do de vellud noa


da rsso tio limitado e ainda o qua-
drode seus co im os sc fi .
Mas por essa intuiao que o talent dA
ja nella se- divisam acceftuadas tendean-
cian.
Cosmopolila e Carlos podio aos condoei-
ros e bogoanos o estylo e oum elle vestio
mm.a oocep,5es--srias- ; verdadeiras e
-graves- ; qualquer que fosse a inspira-
o nao Ihe regq4io o f6ro de cidade na
republican ltterwia. I mais quo as inspi-
raoes i propria linguagem come os no-
vissimos realistas deu amplo f6ro poetic.
Applaudo-o ainda por isso ; acho deoa-
siado rigor, al6m dos terminos quone o ho-
nesto, o bom, impoem lacar sovos empe-
cilbos As manifestaC6es da intelhligeoncia.
Eis o quo prtetidi fazer na resummi-
da introducoo que precede os trabalhos
impresses do Cirlos. No quiz caracteri-
sar as escolas, para descriminar o que uel-
le pertencia a cada urna. Escrevi para os
entendidos e nao para doutrinar na mate-
ria.
E' assim que desejo ser entendido pelo
judicioso critic do-Escalpelo.
Macei6, julho de 1881.
DlikGUES JUNIOR.
Obras completes de Shakspeare
TRADUC(CA.O DE FRANCISCO VICTOR
HUGO
(Ao Dr. Franklin Tavora.)
Ce n'est pas un home, cest
un element.
MICHEL&T.
A nova edicqo das Cbras Completas
de Shakspeare, traduzidas por Francisco
Victor Hugo, offerece-nos ensejo de role
-las e estudal-as. Formam umn mundo dos
mais vastos que se tern descoberto. Essa
descoberta 6 recent. Quern coahecia Sha-
kspeare no seculo dezesete ? Sua sombra
nio encontrara aWe entao uma barca para
atravessar o estreilo da Mancha. Era tio
desconhecido na Europa come Calidasa e
Fidoursi. A propria Inglaterra esquecia-o
corn desdem, porque uma reacCAo pseudo-
classica invadira a littera'ura ingleza.
Dryden usurpava a gloria de Shakspeare,
esse Claudius de collegio destronara opai
do Hamleto. c Qu'n komme sachant
'anglais, escrevia Dryden, lise attentive-
ment les ceuvres de Shakspeare, j'ose af-
firmer qu'il trouvera a cbaque page, soil
quelque sol6cisme, soil quelque manque
de sens notable. Lord Shaftesbnry de-
clarava-o t esprit passe de mode. > Refa-
zia-se e emendava-se mouita pea drama-
tica de Sbakspeare ad usun da gentle de
gosto e de espirito.
0 que foi o autor do Othello no seculo
passado ? Pouca cousa.
A Inglaterra deslambrada por Pope co-
me*oa a encaral o apenas Voltaire recua-
va espantado como a onda do cant, de
Tbh6ramene diante do monstro que tizera
conbecer A Franca.. Chamava-o sauvage
ivre e Gilles Sbakspeare. Sbmente Dide-
rot, tal 6 a foroa do genio, medio e com-
prehenden aquelle qae o singe du genie,
na phrase de Hugo, insultara. Mas si
achou-o grande, tambem achou-o disfor-
me. Adwirou-o come admiraria umn Cy-
dtope. Moi, dizia Diderot, je ne compa-
rerai Shakspeare ni A l'Apollon de Belve-
dere, ni A i'Hencule de Giycon, mais au
Saint Chrystopbe de Notre Dame, colosse
ioforme, grossierement sculpt6, mais dans
les jambes du quel oogs passerions tous
sans que notre front touch't sos parties
hooteuses. )
0 que 6 Shakspeare no nosso seculo ?
Tudo. Nao queremos corn isto conferirlhe
a supremacia entire os genies. Victor Hugo
ja o disse magnificamente no livro que
tern per titulo o nome do granhioso tragi
co Shakspeare faz parte do grupo indivisivel
formado por Homero, Escbylo. Dante e
Rabelais, esses prirnogenitos do espirito
human.. Maso que o distingue entre seos


irmlos 6 a oniversalidade mais larga e am-
pla, a semelhanoa mais aproximada corn
a natureza em suas milfaces, a personifi-
Cdq mais complete e v riada da humardi-
dade. Eotro os genius o tragic ioglez oc-
cupa um lugar separado, o mesmo que ti-
nha entire os deuses o grande Pan adorado
pela antiguidade ainda mais do que o pro-
prino Jupiter, Deos selvagem, hirsuto, de
pernas tortas, mas cujo peito reflectia as
images de, to os astros do firmamento.
0 genio de Shapeare tern alguma cousa
de infinite e universal; exerce sobre as
litteraturas modernas a mesma influencia
iear na iama so porque sinto um ligeiro


ombreados par longas poastanas es- mal estar.
,cercadas per r6xias oiheiras quo -1 Em todo o case nao qnera
profuodos osfaziam ainda. 0as para o almo'go.
io a lesta esleita cahiam em cara- Oh I neo, e demais a ma
ebeldes os cabellos de ebano cornre- pessoa-estranha, o tal snuiito'
Sazuados, no meio dos quaes se di- no Jeve apresentar boje ao see
m as peqeninas orelbas artistica- Sim, e hontem ja te contra
i-.... n s iantares A mesa. -


taUao.
'altar -
+ / | UU.U
avi- -
moo Ida I
annn, Antm


soube


Xbwr; a rensoa.P8a aF*
01G 7 s ---insr4 kilva.1,
Ileza conquistou Ihe a A.merica e .faf-4
onbaritrimmphante pela03Aia. Empregaaf
barbrnismo expression de Emerson, po.
duemos dizer qoe o monda estA shasp
Urn critic ioglez ;chamou o a voz dA
"atureza-phrase bastante para definit-o.
Sua obra nada tern de local, de pessoal;
cont6en todos os seculos, todos os pOvas,
admitted todas as manifestag6es, todas as
singularidades davida.
A barbaria e a civilizacao esto rep=-
sentadas pelos seus typos mais caraciers-
ticos. Sacuntala diante de Miranda julga-
ria ver sua image refletindo na agma
limpida de amu bell lago da Italia; um
Care recuaria diante de Caliban como urn
selvagem foge diante do espelho. As e,-
trondosas gargalhadas de Falstaff respon-
dem ao looge aos Concetti de Benedicto e
ide Mercutio. Atl os climas estio represen-
tados pe bsseos products especiaes. Nama
das extremidades dessa vasta scena Othello
solta rugidos n'um drama ardente como
a zona torida; n'outro poi. iHamleto pas-
seia a hypocondria do Norte a sur fond
tremblaot de I'aurore, D como disse Paulo
de Saint Victor.
A lHistoria desfila em regimes desde Co-
riolano atW Ricardo III, desde Julio Cesar
atW Henrique V11I. Si existe alguma cosma
no mando que possa dar idea do dia de
jaizo, segundo annunociam as Santas Es-
cripturas, 6 o genio de Shakspeare re-
suscitando o passado. Que iutuiao rapid,
quoe sagacidade penetrate que v6o de
aguaia sobre a bumanidade I Que babilida-
de leonina em atravessar, os tempos e ida-
des, e entrar em cada seculo corao enm
paiz cooquistado Para tal homem nao
ha tempo, nero estac6es porque participa
da eternidade. Os annos passam n'um
dia, os mezes n'uma hora e os dias n'um
minute. 0 poeta nio pira ; armado do
chicote das Furias ou da vara magica das
Fadas, castiga em massa, evoca em mul-
tidlo. No sea drama o combat e geral e
os soldados confundem-se, chocama-se em
coofuslo de uma so vez. Nessa horrenda
batalbha eil-o por toda a parte; ouve tudo:
o suspiro perdido no meio da peleja e o
clamor do morihundo qae implora com-
paixao; a meditaglo solitaria do philoso-
pho e as vaias da populaca. Sonda o sen-
Lido dos sonhos, prescruta as consciencias;
diante do seu escalpello os personageWs
sio iguaes como as creatures peran oe
Creador. Interroga-os, absolve ou con-
demna conform dita-lbe a censciencia,
sem hesitar e soem que a mro Ihe trema.
Parece que tLemrn una adviuhah.o transcen-
JdenoLe em vez da scieucia e do estudo. 0
arcbeologo brune a poeira dos seculos.
Sbhakspeare e o archeologo do mando mo-
ral.
Os seas dramas romanos corn os arre-
batamentos, a licenca e os anachronimos
que nelles abundam sao cem vezes mais
verdadeiros e contemporaneos dos seculos,
em que se passam, do que as tragedies
classics pacieotemente tiradas dos textos
historicos. As fronteiras do passado re-
cuam diante do poeta, que illumina corn
os claroes do genio os horizontes ante-his-
toricos. Macbbeth transport nos aos tem-
pos da barbaria ; Caliban faz reviver seres
contemporaneos dos mammouths e masto-
dontes.
Como exhmmador da his.toria, Shaks-
peare penetrou nos mais intimos recesses
da alma humrana; vibrou-lbe todas as
cordas. Nao deixou passar um seutimento,
uma paixao, sem sondar a causa. Os ca-
racteres diversos encarnou-os em persona-
gens tao perfeitos que seus tomes vieram
a exprimir os sentimentos que represen-
tam. o ciume toma por mascara tragica.
o rosto, negro como a noite, do Mouro de
Veneza. 0 amor partilhado lixa-se no


balco de Verona, sobre urn pedestal im-
mortal, corn o grupo de Romea e Julieta
banhado pela luz da aurora. Debaixo da
form de Hamlet, creado immortal, a
duvida, corn uma caveira na mio, ainda
atormenta hoje a humanidade. A piedade
filial vesteo -orpo de Cordelia, pura a
iminaculada. 0 remorse caminha do noite
corn a lampada de Machbeth.
Atras das grandes figaras que occupam
o piano da scena formiga e agita-se ura
myriade de personagens secondaries, vis-
los de perfil, esbopados rapidainente mas
que representam muitos pbenomenos fu-
g Aivos-da vida e do character da bumani-
dade. E'a multidio anooyma de todos
os tempos. Criados e mendigos, soldados
e marioheiros, padres e cortezios, carras-
cos e bandidos, todos assignalados corn o
typo o a eftigie do individuo, nio creados
pelos processes da arte, porem feigos do
carnoe e osso polo esforoo do espirito. iMo
heaouve escolba nessa reunio.
Pa f._n d (Cpotincas).Noq
Pela froate de BAI4a passou como qas


ama nuvem, e aOI corn violencia que res-
o quo des- pondeu :
V- f precise que saibas, Angelina, qu"
kis, ha uma nao ha nada no munde que seja dema-
que Lucia- siadamente rico, demasiadamenta belle pa-
ihor conde. ra ti.
riaste para Mas eu sa pobre, replicoa branda-
mealte a crea&oa; 'ea nem sequar estoa
jantar de- aqai eam casa quoe me pertenga.
Maao... r- is tal, porqde esta cisa 6 minbi.
'ois sof-t t4o qaseeu tenho6 ten ; comprehend'
istolbm. Como sabes tu que 6s pobre?
Como sabes que o has de ser sempre ? I
Paris, ta Ciostuma-te ao luxo, pelo contrario. Nao
a, habitua- pfdsso dar-te o sot do Brasil, mas tudo e
ropicos. inais bei de dar-te I Por isso te respond
madareo enIl E afflijo-me quando te vejo eclypsa-
la coed aa da, easmagada pWas toilettes do Lucia.
Lfcia bformosa I Foi feita para o,
ae OW t lato, o o lu o foi feito para ella. E de-
r s bemve que w 6 a menina de Serg1t,-
T, no, tome rne posio.0...
to l 6s o 6 as linda tambemo? Mais-
En6 e t lida do qau ella,-que tenm apenas a ba-
vw tr. msuira 4 parisiense.,
diftatoque t *... no s6 5 s belti1,
it Isnea&u'Qma belleza different, excp-
a*0 a bdwescuedda aqi, desconbecida em
tam viA.toq .isol -


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