Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16006


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Full Text










ide... .. :... .
avulso, de dia* anteriores.


pr rea be JAlanaeOt
';t


TELE&RAEEAS


(Especial p ara o Diario)


.PARIS, 22 de novembro.


Continuum n era enviados refor-
cos do lropaN Vara a China e Ton-

Vanm telegramnma do almiranle
Courbet anuuncia que os lchinezes
foram desalojadox dam suas trin-
cheiraas nos arrealores de Kelung.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
24 de noveinbro de 1884.



INSTIRUCCIO POPULAR

ca 'vxxDaR.c
(Extrahlido)

PAIRTE 1I
PROUESSOS ESPECIAES DE FABRIC
I-VIDRAqA.A
(Continmagao)
N o novo methliodo de operar processo do cylin-
dri-) o vidreiro coineca por produzir uma bola de
vidro sufficientemente grande, segundo as dimen-
s5s33 da folha que quizer fabricar,-e depois sopra,
suave-ir ite ao principio, alongando um pouco a
massa vitresw-i, (l :nI)..> a dclar-lho a forms de um:i
pera. Em seguid-I b:iluaaceia a canna, e levantaI a
afim de ajantar o vidroq-, assopra mais fortemente
repetidas vezes, e imprimoa-lho um nmovimento de
vai-veui como o de um bAdalo, para alongar a pega,
que toma urma form cyliadrica. Tornm a levan-
tal-a aeima da cabeca, fazeudo-lhe em seguida ex-
perimnetar um movimento complete e rapid de
xrotao, corn o fim de alongal-a, dando-lhe uma
espessura igual em todas as suas parties.
Logo que o cyliudro esteja feito o operario asso-
prador introdwz a pca na abertura do forno, corn
o intent do amollecer bern a extremidade; quando
estiver sufficientemente quente, 6 furada corn uma
ponta de ferro. Pelo movimento de balanco ou de
oseillaclo, a abertura augment, e mais ainda por
meio de uma taboa quo n'ella se introduz. A ca-
lote inferior nao tarda emi desapparecer. Todas
eatas operas s o exigem um trabalho do 8 a 9
minautos. A mang.a de vidro adhelrente A canna,
6 colloeada em sagaiix n'um cavaliete.
Destaca-se da canni toeando a sui extremidade
eom u.na haste fi .i de tirro on involveado a part
superior do cyliadro comn um fio de vidro quente, e
paasanlo-se rapidamente sobre a part aquecida
potr est, u.mna haste fria do ferro; a calote imme-
diatamento se destaca Abre-se o cylinder emi
todo o swnu comprinonto, quer corn o auxilio de una
diamante qucr aquecendo e arrefecendo em segui
da bruseAnute a linha segundo a qual se deve
pratt;car a abertinra ().
SContliua).

(a) Para cylindros de grandes dimens5es ha um
instrument especial afim da assoprar o vidro-o
que se nato poderia obter por mneio dos pulmSoes do
operario. Ease inustrumento foi inventado per um
vidreiro chamado Robinet, a quem conferiram em
Franca uma medalha de oure.


PARTE OFFICIAL

Repartii9o da Poicla
Sc09io 2.'- N. 1,249. -Socretaria da
policia de Pernambuco, 22 do novembro de
1884.-Ilhn. e ExPm. Sr. Participo a V.
Ext., quo formni ro.ollhidos A Casa de De-
teniAto cs seguintes i nlividuos:
No dia 22 :
A' ordemn do s!b loehoglo do Po district
de S. Joss Fernan lo Joi d.6 i Silva e Be-
nedicto Maria do Carmo, por offender aI
moral public.
A' ordemn do do 2. district do S. Jose,
Maria R-yrnunda da Conceiglo, per dis-
turbios.
A' ordem do do Affogados, Mauool Bap-
tista dtoe S.uza por disturbios.
A' ordemJin i di) 1- district) d(l Boa-Vis-
ta, Jeaquirn Antonio Maria Junior per cri-
me de ferirnent)s.
No dia 23:
A' minha ordemn, Jose Gabriel do Souza,
vindo daprovincia IdaParahyba coinme sen-
teneiado evadido do presidio do Fernando.
A' ordem do subdelegado do 2- district
de S. Jos6, Martiuiano Felippo de Santit-
go, per disturbios.
A' ordem do do 2" district da Griaga,
Darnilo da Silva Gama, per distprbios.
Deua guard a V. Exc. -- Ill1 o Exm.
Sr. Dr.. Sancho de Barros Pinmentel, muitote
digno president daprovincia. --O chefe de
policia, Mtanoel Ventura de Barros Leite
Sampaio.


Francisco Augast,
e Angelo Honorio B I
Registro-so e fagamr-so os,
mentos. -
Joaquimn Domingue4 ]
ve o allegado.


Sda Costa,
pe-nezes.
7rdos assenta-

iandes.--Pro-


DIARI0 B PERNAIBUCO

RECIFE, 25 DE NOVEMBRO DE 1884
,Proeedenclas francezas
Ante-hontem publicamnos um telegramma do
Sr. conselheiro France de SA, ministry) do Imn-
perio, ao Exm. Sr. president da provincia, con-
cebido nos seguintes tcrmos : Oa vaporee :pro-
cedentes de Fran~a devem ser intimados A segni-
ren direcciamente para o Rio de Janeiro ; e jA
hontem foi essa ordem post em pratica relativa-
mente ao paquete Aconeagua, da linha do Pacifi-
co, que, tendo tocado em porto francez, trazia
para Pernambuco passageiros e cargas.
E' scm duvida irnpossivel apreciar os motives,
as razSes de ordem public que aconselharamn
aquellai media; nmas 6 de presumir que sejami sd-
rios, muito series aquelles motives, e fortes e innui-
to fortes e poderosas aquellas razSes, poismInao se
tomam providencias tO u energicas* por impliess
causes, que podem ser removidas por meoes mais
brando,-.
Se o tclpgrammnina tivesse aventado uina ao me-
nos daquellas razoes. seria opportune perscrutar
sun procedencia ; mas tendo cle se limitado a
transmittir a ordem, repetimos, e impossivel apre-
ciar-lhe as causes, e nos devemos adstringir A
estudar ligciramnente os effeitos.
Aquaella ordem tranca para as procedencias
francezas o porto de Pernambuco. aos vapores,
isto 6, isola costa provincia das communicacoes
mais promptas que tinha corn a Europa, porque
os vapors transatlanticos, quer os de passagei-
ros, quer os de carga ou mixtos, ou slo france--
zes ou em regra tocam toaos em portos franceCzes ;
So que importa dizer que, durante um certo lapso
de tempo, incalculavel certamente, nrio recebere-
mos passageiros, nem mercadorias senio muito
demoradamente, ou seja pelos navios A veain que
vierem directamente do velho continente, ou seja
por intermedio do Rio de Janeiro, para onde de-
vein segair os vapores.o
Se a ordem tivesse sido em tempo transmittida
para a Europa, ter-se-hia evitado muitos dos in-
convenientes que resultam della, porque os pa-
quetes e vapors on nido tomariam passageiros e
cargas para Pernamabuco, oa se os tomassem evi-
tariam tocar em portos da Franca, quando proce-
dentes de outros paizes.


A ordem, porSm, s6 agora appareceu, e, semr ter
lade tempo para seem acautelados os interesses
em jogo, foi post logo em pratica ; de sorte que
)s vapores em viagem, que desprevenidamente
tomaram car-gas e passageiros para Pernambuco,
serto forgados, como foi o Aconcagua, a supper-
tarem o excess de onus que result da conduccao
de uns e outras ate o Rio de Janeiro ou nA fazerem
recahir esse onus sobre as mcrcadorias e passa-
geiros.
Em ambas as hypotheses ha grands prejuizo
directepara o commercio maritime, sem ccntar os
indirectos resultantes para o commercio de terra,
da demora na revenda das mercadorias, muitas
das quaes soffrem rapidamente a aeciio do tempo
e se deterioram ao ponto de quasi perderem de
todo o seu valor, e sem ainda contar os que
advem da irregularidade na recepcao das contas
e facturas e demora no eneerramento das trans-


acqSea bancarias corn que so saldam takes cantas.
A' isso acresce ainda, que, send feitas quasi
tod :s as remessas *de generous alimenticios e ou-
tras mereancias por vapores francezes ou outros
que tocam nos portos francezes, a praga de Per-
nambuco, que alias abastece em grande p.utrto as
de Alag6as, Parahyba e Rio Grande do Norte, vai
ficar desprovida d'aqiellas mercadorias por um
long period, e, justamente nesta quadra da sa-
fra do assucar, em que as transac9Ses crescem
consideravelmente, ter.io os consumidores de pa-
gar por pregos elevados todos os generous de que
aecessitarem.
De tudo isto result quo os prejuizos que vac
soffrer o commercio e toda a populasao das quatro
provincial sao enormes, e tanto basta para que oe
prejulgue comteo de alta valia, come da maior im-
pottancia as razses determinativas do acto dc
g>werno imperial, que nao p6de ter side influen
ciado por simples conselhos preventive eontra


Motlelas do enorte do Imperlo4,
S0 paquete Pernambnco, entrado do norte anta"
hontem, troupe as seguintes ntticias :
Amazonas
Datas atW 11 de novembro :
A.mprensa accusava alguns empregados pu'
blicoque cabalavam a favor de seus candidates .|
Reassumio o exercicio do cargo de consul da
Republican Argentina o Sr. Joaquim Rocha dos
Santos.
Foi nomeado o Dr. Aprigio Menezes, direc-
tor do hospital de variolosos da capital.
Chegara a capital o pintor Jos6 Irindo que
vai preparar um quadro representando a grande
festa da libertacao da provincial.
0 vapor Acre na noite de sua viagem no rio
JuruA, patio o leme.
No Comnmsrcio do Amazonas lemos o.seguin-
te corn o titulo-Cabide de emprego.
No proposito firm em que estamos de recla-
mar a mais several economic dos dinheiros publi-
cos, offerecemos hoje ao Sr. president da provin-
cia, a descriminagao dos empregos e vencimentos
que tern o Sr. Pedro Vallete Netto, que corm grave
cscandalodas leis e do service public, vai pas-
sando vida folgada e milagrosa.
,, Eis os emprigos: .
SAlferes de policia 1665000
Delegado de policia 1605000
Fiscal da illuminaqgo por part do
governor 505000
3765000
Dizem que por part do feliz emprezario tam-
bemrn recebe gorgeta, para nada fiscalisar.
a Que pela verbal secret da policia tambem elle
mama, afim de visitar cs vapores.
,, Ignoramos se pela verbs soccorros aos ario-
losos, ella chucha alguma cousa. ,
(( E a incompatibilidade do cargo de delegado
de policia, corn o de official de policia ?
u Respeito As leis.
Parax
Datas ate 15 de novembro.
As noticias sao de pouco interesse.
Falleceu o Dr. Benedicto Antonio de Olivei-
ra Cotta, redactor do Diario de Belm, em Came-
tA onde se achava.
-- Lemos no Diario do Grao Parda de 14:
0 nosso estimavel correspondent do Rio Ma-
deira, na carta que nos escreveu de Manaos em 7
do corrente, narra o facto de ter(sido morto a vara-
das um soldado pertencente ao destacamento que
servia nos tstudos da estrada de ferro do Madeira
e Mamor6, facto este ath hoje ignorado pelo go-
verno do paiz. ,,
Lemos na mesma folha de 15:
,, Conforme noticiamos hontem, chegaram no va-
por national Pernambuco e seguem hoje para o
sul, os membros da commission de estudos da es-
trada de ferro do Madeira e Mamor6, em numero
de 17 engenheiros.
a Nesta capital falleceu o ceapitIo de engenhei-
ros Joaquim Sant'Anna Xavier de Barros, que
viera no vapor passado de Manaos, gravemente
enfermo. a
Maranhao
Datas at6 17 de novembro :
As noticias sAo de interesse local.
Chegara e estava trabalhando no theatre S.
Luiz, o prestigiador Hermann.
Lemos no Caxiense:
a Afogadoisq Na-ttr~d doe *&^o eefate, no
P64t1do62adBief, pouco abaixo dos Caldeirbes,
Manoel Baptista de Souza, mettendo-se no rio
para passar ao lade oppostc, mergulhou algumas
vezes n'agua e desappareceu.
a No dia seguinte encontrou-se o seu cadaver,
que foi conduzido a esta cidade, onde teve sepul-
turn, depois do exame que a policies procedeu.
a Assalto.- 0 Sr. Alipio Dias Ribeiro commu-
nicou-nos que vindo no dia 5 do corrente do seu
sitioe, ao chegar proximo i Ladeira, inmmediag5es
desta cidade, as 8 112 horns da noute, foi accoa-
me.tido per um home branco, trajande roupa es-
cura, que se achava emboscado a numa das mar-
gens da estrada; que deve nao ter side alcanga-
do pelo assaltante a ligeireza do cavallo em que
vinha montado, o qual espantando-se corn o ines-
perado apparecimeanto, correu a today a brida, de
mode que deixou aquelle logrado no Intento que
tinha.
,, Informam-nos que nao e esta a pt-meira vez
que se tern dade isto per aquelles Iogares. ,
LS-se no Efho Liberal:
,, Na tarde de 5, dous individnos de nomes Ma-
noel Caninana e Manoel Veras, bastante embria-
gados, embarcaramn em um casco e dirigiram-se
para o lugar CaldeirSes. Em caminho travaram-
se de razoes, e Caninana deu urna facade em seu
companheiro, que cahindo n'agna, nao ponde con-
seguir alcannar a margem do rio. No dia seguin-
te foi o seu cadaver encontrado a 3[4 de leguas
desta cidade e para aqui coduzido, fez-se o com-
petente corpo do dclieto. ,
Ceara
Datas ate 2) de novembro.
Foi exonerado do cargo de promoter public
da eomarca de Assars o cidaddo Emygdio Odorico
de Moraes.
Foi removido o promoter da comarca de Vi-
eosa, bacharel Ernesto Marques da Silva, patra a
de Assar6, e nomeado para aquella o bacharel Ray
mundo de Fatia Brito.
Nada mats que mertoa mensio.


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iem cuja persegaiii') vinha o mesmo Pereira, que Assumio o Sr. 2o aupplente Joaquim Inns- ] n. 1, de bonds moves.
teve por sua vez de defender-se do punhaladas cencio Gomes. Quinta feira:
que lhe eram atiradas por dito Costa. Canivetada-No dominga ultimo, As 9 ho Pdo agent Pinto, is 11 horas, na rua do Bom
Teve per advogado ao Dr. Luiz Rodrigues Per ras da manha e no lugar Jtmigada do 2' diatricto Jesus n. 49, de fazendas.
reira de Menezes Vasconeellos de Drumnmond, e da fregnuezia de S. Jos6, travaram dispute dous MUlrsam finebrem-Serio celebradas :
foi absolvido em vista da deeisaio unanime do jury irnaoa Martiniano Felippe Santiago e Ricardo Amanha :
de sentenoa que recouheceu haver side o crime Francisco do Nascimento, e passando a viaa de A's 7 horas, na matriz da Boa-Vista, per alma
praticado em legitima defeza, facto, o ultimo feri levemente a Martiuiano, na do vigario do Rio Formnoso Manoel Ferreira Brw-
Gymnan io Pernanhbucano-Eis o re- c6xa esquerda erm unina canivetada. ges ; is 8 horas, na matriz do Cabo, is 7 horss na
sultado dos exames doo alumnos de instrucgio A, policia tomou conhecimento do occorrido. Ordem Terceira do Carmo per alma de D. Ad.-
primaria.N'ut bumba meun bo-No lugar Ga- laide Clementina Gomes de Sk.
ps 16 grdo melleira do 20 district da freguezia do S. Jos6 o Pasiagelrem -Chegadoe dos portoe do ml
Jose Gonoalvcs de Brito e Argemiro Itajuba de na madrugada de domingo houve a popular danpa no vapor national Marquez de d axias:
Tymbisa Juruce6, corn distincao. do bumba meu boi. Cadete Guilidonio Lins a das, Manoel Awawio
Agripino Vieira da Cunha, Antonio Nunes de Estavam t.loa summamente divertidos quan Gonalves, Mauiio Js da Lu Antonio Fia-
Oliveira Barros, Elias Lopes de Mendonga, Hen- do armou-se uma tranna e travando se renhida te, Francisco Antonio Gervasio Lima Gangamel
rique Cesar de Vasconcellos Campos, Irmeu Hen- [its entire os dilletantis, houre pancadaria velha' Francisco Antonio.
rique Cordeiro, Julio Cesar de Arrada Camara, sahindo um de nome Gabiraba corn una facade. Chegados dos portos do note no vapor nacioal
Juviniano Lopes do Metdonga, Manoel do Rego Quando a policia procurou os perturbadores da Per-narnbo a:
Medeiros, Manoel Nunes da Costa, Raynundo ordem public estes jA se tinham posto ao fresco Manoel Jansen Ferreira, ClemeAfno C. da Q -
Dias de Freitas, Pedro Octavio de Faria Leite e Dlnbeiro-O paquete naemional Pernambuco ha, CapitIo Antonio E. G. CarSiAo, .I %
Franeisco. de Assis Carneiio da Cunha, plena- trouxe dos portos do norte as sommas seguintes Mare Lpye, ixeira Henrique Miarta Oliin eodAfeiM i
menta. pta dos Santos, Jose6 Teixeira do Oliveira e Affbw I.
2ente 'grdo Lu J. da Silva GuimarAes 5:000j000 da Rocha Leal,
Francisco Octaviano de Arruda Camara, Jose, Luiz Antonio Siqueira 3:809500 Ldoteia da P ruincia --Quinta-feira s 2e
Liboriz-Magalhies da Silveira, JoaqVim Ribeiro M ai, BResende & C. 2:000000 do corrente, se extrahiri a oteria a. 90 em be-
Dantas e Octacilio Monteiro de Aimeida, corn Gomes de Mattes Irmaos 2:0004000 i ficio da matris de 8. Jo9 do pyto pelo
distince*. "Miguel JosS Alves 2:0005000 novo planeo approvado no cousistor6 agr
Luiz Alves Baboas e Jos6 Marques Damiio Antonio de Abrea 2:00000- do Nossa Senhora da Coneei*o dos.]ilibteag e
plenamente. Manoel Martins Finza 600A000 se acharo expostas as urnas e asw3 eas r t-
Amniver.laril.-Amanhuba fazeom 208 annos Francisco Gongalves Torres 500000 madas em ordem numerics pre a do Pam-
qne foram elevadas a diocese as prelazias de Antonio Pereira do Souiza 4165450 blieo.
Olinda e Rio do Janeiro, pelo Papa Innocencio Vitva Lages 3005000 Loterda de o, 00088 -A Wai 164
XI, e fazem 61 annos quaeo Imperador Pedro I 0 vapor national Priacipe do Grto Pard le- esrie B, do Rio de Jasdiro "Copm fi mai-
ou mn u eonselho deod6smnibros para orga- you pam : P to meilhtrado, ace nno a& 26 do ovemb
nizar-a Constitugi do lepri. Maeio 20:005000o Bilbetes ends aa Us a Fels P~s"a dslt-
aewra tudo S. Uraumeo .- nova ASO#M depoadeneia us. 87 e 89. 8
a-s dCno P .tas, idafcrro-vin do I Aeaifo C thea t F _ot er af U Vrawga- Le$t-i-A de o 164 B, do Ri de Jim
ert d i8eo Post~a,^|eo dlb CL k 11ii so ficisco,srl .inaugurada no dia 28 do Ante bottem, em n easto ordiasnia, corn a asi-a 8i c 0:00000M seri trabidsnodia sode a*-
eddee lio do mnuit soios oede pesoas abolicionistas vembro.
s deedeo et[o ai feito todo 6 w' da Iemi-o so(
aviq de embarune deembarque o paosageiros, este club depois do setr lido o expediente social Bilhetes i evds ua ada Wt ma, Ia
,bag oasp amanso, bou como o do corroet-io e t- de seremi propoatos e approvados unanimemente doMx s. 2- L
legrapho. pamsooos beneineritos ou Srts.Benmvindo Pniamo 35 a raa oIteat a a .....- -
'Rwaneasento-Aute- hontem, aos gritos deomnia, Joa Gongalvoes. TourinhoI Octari: o iOs 0 -Coo mawo phm|a s** wk
Js ureerro qu6 partliam 4. rut do -Baril o 4.8.CesarCorruia do Aran* e Wes Banbosa e Pans taejs
Srt ',e i~ha oBa1it, aznido- do o ter a-'S do rrIpo m. 238asbam Au f
voti joa^cp 3,9 -pttk* g -. 4 dox
Joatiti*1W9-WI AA -I"


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Rio Grande do Norte
Datas atW 21 dc novembro :
Em Angicos foram libertados sem onus 6 es-
craves.
Lemos no Correio do Natal:
Pesseo fidedigna nos informa-que deram-sc
ultimamente 3 barbaros assassinates no lugam
Parau, do termo da villa'de Triumpho.
Foi author de todos esses assasinatos um indivi
puo de nome Amaro de tal, morador n'aqueUlle In
gar, o qual nao s6 matou a propria mnlher a pu
nhaladas, come maic duas da viainhanga, de no
0 mes Antonisa e Ignaeia, que haviam chegado on
soccorra da primei:a victims; achandon-se todaa
Sellas em estado interessaante. ,
&Parabyba
Datas at& 27 de novembro:
O 0 capitio Joas Campello de Albuquerque Gal-
Sviolibertou gratuitamente c aem onus A- 10 esera
vos seas, em Mamanguape.


unirda be Ia & raitloz


goveino para seguranca da sadde publica.-Fran- mentos : uma ferida contusa iia region parietal titulo acima fui-lhe offerecido pelo 8r. Dr. Jd$*
0o der 8d. ) esquerda e corn alguma profundidade ao osso ; ou- Barbalho Uchoa Cavalcante, proprio para us Am
Faculdade de Dtireito-Eis o resultado tra na regiao occipital internando toda a espres- escolas primariaa, contend precioasom eseripen
dos actos de hontem: sura do couro cabelludo e um'a extensa echimoso de obras classics e scientificas.
13 anno na region articular direita. Agradecemos a offerta de urnm exemplar qie M,
Joaquimn Dias Lima, simplesmiente Em pro dos excrawo --O Sr. Julio Fal- fez o Gremio.
Ramiro Affonso Mouteiro, plenamente. cao escreveu-nos hon em o seguinte: Cauam de caridade do padre I t16 -
Joao de Moraes Mattos, idem. Hontem, poroccasiao do bazar de prendas feito pina-Mandaram-nos para esses estabelecimevi
Americo Silvestre de Faria, idem. em favor da devog'o de Santo Chisto no Espirito tos onde estao recolhidas mais de l.0Oi orphias.
Francisco Xavicr da Silva Pimcutol, idem. Santo, alguns mogos em gracejo andaram esmolan- Um anonymo 5A00
.Bianor Gddault Fonseca de Medeiros, idem. do centre amigos (de vintem em vintern) em favor Plhblicadu auteriormente 22KKK
Benjamim de Scuza Rabim, idem. de um padroeiro da humanidade soffredora etc,,
STobias Gabriel de Oliveir, idem. dando em resultado esse gracejo fazer-se a colheta Somi uJak
Al redo Attgusto de Medeiros Marques, simples de 2^000, corn que, encarregado per aquellcs mno- Ducado de 13rnsuick. ( ,:Lanee.n w
ente. cos, comprei 2 quintos da loteria quc deve extra- do impcrio allemno propoz, em nome do impcradw,
SJose Franeelino de Paiva, idem. hir-se amanha (n. 1465) para ser applicado o que o conselio federal que decidisse se os funccqa-
UUm fallou 'A chamada. n lles tocar por sorte em favor dos escravos., rios (que serao nomnados plInipuloUciiario.sde IBruas-
Um nao foi adminittido por ter'a prova nulla. Nao ha duvida de que foi boa a lembranca, e wek n'esta asscmbe'a plo conuelho do irnperi
2o anno por taes factos n'unca faltarlo applausos. serao recouhecidos repirsieutat>es Oc l runswiek
Ortulano Ribeiro de Abreu, simplesmente. Ferimentos leves-0 Sr. subdclegado do ao conselio federal. :,o sentido da constituiio do
SJoaquim Agripino de Mendunqa Sim5es, plena- 2-. districcto da freguezia de S. Jos6 reiAtteu iinperio.
neate. hontem ao Sr. Dr. J. J. de Souza o cre0u) Mar- < chancellor fez saber, ao mesmo tempo, ao on-
Felix Jayme Fernandes Barros, idem. colino Tranquilino da Silva afin do scr vistoriado, selho federal que o imperador exereeri ei, virts-
Pio Alves de S. Boaventura, simplesmente. e aquelle digno facultativo encontrou: uma facada do dos arts. 6 ; e (I da coastitui4ao do imipera
Jose Carlos Junqueira de Almeida, distincgAo. no terco superior da face externa do braVo equer- emquiunto durar o estado provisorio no llriu-w'ck
Jose Buarque de Mac.do, pleonamente. do, porem, de natureza level, que liho don o pardo os direitos que a constituivtao rescrva sao luqueAs
Raul Raposo Barradas, idem. Libanio Jose dos Santos no domingo Is ;) ioras da e lIrummswick no qu respeita as tropas ,, luca-
Francisco Porfirio de Andrade Lima, simples tarde, no becco do Segredo. o.
bente. Contou elle que Libanio o terio por quo estava ) uique d Cumnberlan l dinr.io ao i:i;.-rador
Benjamim Americo de Freitas Pessoa, idem. se divertinto n'umna casa do mnlhurcs alegres, on- da Allemiiuhi uwna ctrt;. na tual declare ,i< Ihe
Luiz Ayres de Almeida Freitas, plenamente. de Libanio, por ter entre- llas una apaixononada annuncia coin umt pl)rufoimniiai uit ;i mort -to
Antonio da Silva Guimaraes, idernm. bAiga corn todos que li vilo, scndo dos.j que dizem duque de Brunswick.
Justino Augusto da Silva Mourn, idem. que Amor nao querparceiros. 0 duque de Cumberlaiml aecr<-sctita ,1- ,w s IA-
3o anno Libanio nao foi preso. os do amisade, quo unianm ( imp Francisco Antonio Duarte, plenamente. Morreu-A parda Josepha Maria da Conci- de Brunswick, ihes inspiran a convic(ilo de 'ue o
.Affonso Eugenio Joly, idem. Cao que ha dias foi recolhida ao hospital afirm de imperador tomara part na cruel perla que soffreu
S)omingos Jose Marques, idem. ser curada de ferimento penetrante da region epi- mesino tempo quo Brunswick.
I.ntonio Minervino de Moura Scares, simples- gastrica, murreu na sexta-fcira; e feita a autopsia 0 duque do Cunltirhp(p d aitiiira esm s-ruida
.te. reconheceu-se quo a more foi devida A poritonite que toimou posse dog ,vm-rao di due el,, cnm imta-
*Jprigio Augusto Fcrreira Chaves, idem. traumatica consecutive. de da lei que diz res)p ,ito A succes6to aio thrwi,,
-nanoel Adeodato de Souza Junior, idem. C6ra, a filiha de Agar-Com este titulo de lBrnswick c por cartas patented. ctujAs c,,.im0
4* anno acaba de editar e publicar o Sr. Antonio Pereira tormin enviadas coin a carts.
tydi Mlarianno de Albuquerque, plenamente. da Cunha, uman drama abolicionista em 4 actos, Per esta occasi;o, accrescenta o dtli.- de
to.'o Francisco Machado da Silveira, idem. original do Sr. Josd Cavalcante Ribeiro da Silva Cumberlan(' pe Luiz Paulino de Figueiredo, idem. e representado pela primeira vez em 20 de sctcm- Real que qucira d-fcrir p irm minun os sentimcntol
.Aaizio de Abreu, idem. bro deste anno pela sociedade Distraccao Drama- amigaveis *ur testemnunhava aos seus defunto a l-
Joao Valentim Villela de Gusmao, idem. tica Familiar. liadcs, men tio e meneu primo.
Salviano Correia de Oliveira Andrade, idem. Ao autor agradecemos, a offerta quo nos fez de Junto a este voto a segurana dx minuIa cmn-
Olynto de Pina e Mello, idem. urn exemplar pleta e elevad i considcramuAo.
5 anno Exames publicos primarios.- Ante o character ad-ivnhade pela uleb*
Liberate Magno da Silva Castro, plenamente. hontem sob a presidencia do Sr. Dr. Temoliiiao Pc -Depois do se ter procurado adlivinhar o cartcter
Joao Carneiro de Souza Bandeira, idem. res d'Albuquerque Maranhao, tiveram lugar os (1 itdividuos pelas bossas do citaneo, enmprimen-
Manoel Jeronymo Ferreira Junior, idem. exames dos alummos da escola public de Campo to do nariz, etc., actualmente a atttemnm; dos s-a-
Arthur da Silva Rego, idem. Verde, regida pelo professor Hcnrique de Miranda pei do genro pred-s ao ud o !as di
Esteva.o de Sa Cavalcante de Albuquerque, Henriques Accioli, cujo resultado foi este : versIas frmas de ounhas dos dedos.
lem. 1.0 grdo.-Approvados corn distincgao: Semundo clles : as unhas lougas e steigaJaa que-
Raymundo Filonillo dos Reis, idem. Ocaorico Augusto Lumache, Antonio Geraldo de S iea unha Estes receberam o grao do bacharel. Souza, Jos6 Antonio Vieira, Antonio Corrua Lo- ren sgificar i aginAo e posi, amr ds art
Hoje principiam, As 10 horas da manha, o- pes, Luiz Correa Lopes, Severo d'Almeida D.ria, onpr s e chagls : ., prudencia, rao e t
princiiaanLofligas e chatas : 6 prudemicin, raz~o e tI las as
ctos escriptos do 1.o anno extraordinanros, e armas Augusto A. da Silva Guimaries. faculdades graves ds espirito.
hi, 26 do corrente, comecam os exams de latim 2.0 grdo. -- Approvados corn distinccao ; Lar-ras e curtas : cholera e arrcbiatament,. con-
francez. Ceciliano August3 Co6lho, Miguel Archanjo uc troversia, composicao e teimnosia.
Cablnete Portuguez de leitura- Figueiredo, Alfredo Olympio Machado, Luiz Fran- Bern coradas : virtude, saud.-, felidade. cora-
;mbesso de assemble geral de 23 do corrente cisco Coelho, Diogo Emilio Salgado Accioli. gem e liberalidade.
bram eleitos os seguintes Srs. para fazer part da Approvado plenamente : Duras e qne! radicas : cholera, crueldade, rixza
dmiaistraqio do anno de- 1884-1885: Manoel Dias Toledo. e querella.
Directoria 0 acto foi solekmnisado corn musical, flores, arcos Recurvadas em formal do garras : hyp)crisaia e
Director-Justino Teixeira de Moura. e foguetes, tendo o Sr. Dr. delegado litterario ao maldade.
Viee-director-Jos6 Maria da Silva Fernan- encerrar os trabalhos, dirigido a palavra aos Molles : fraqueza de espirito e do corpo.
es. nalumnos animando-os nos estudos. Curtas e ruidas: estupidez e libertimn m.
0o secretario -Manoel de Oliveira Main. Facada.-O pardo Manoel Ribeiro Paes de 0ur o idi: es iragi
%o aecretario Manoel Martins Capitio. Aquino, de 25 annos de idade, entrou As 4 horns paraundosnhastereimndicaes, ao p dir a bilidae
-1 ominero-Pnolnhospital Pedraoa.11apat-a as unhmas, tt-eu imais aws probitbilidadek
aweiro-Paulino de O iysa Maia. da madrugada de domingo no hospital Pedro dacertar.
-_mlad---Thomaz Espiuca. para tratar-se de urma facada que recebera no
Substitutos: terco interior da face externa do brago esquerdo, ro ri af o. _E
Do vice-director-Gaudino Ernesto de Medei- traspassando-o at6 a internal, sendo caso conside- !p1o a crocoruilos e o aftadrs. -DedN-
us. rado grave. poisquo a industrial aproveitou a epiderme doe al-
Do 20 secretario-Joao Fernandes Fer:eir.a. Aquino fdra uma hora antes ferido por Conrado ligators (especie de crocodile) e dos croodilos par&
Do Thesoureiro-Joaquim Fernandes do Monte. Vieira da Cunha, quo fazEnim part de urn grupo a transfcrmar em objects de luxo e atW em caka-
Conselho delzberativo de seis individuos espancarn.m a urn seu amigo do do, ten so desenvolvid de ma maneira m -pam,
Presidente-Visconde da Silva Loyo. nome Joao Ribeiro: e come em soccorro deste fosse sa a ca a d'estes amphibios.
Vice-presidente-Antonio Correia dc Vascon- o referido Aquino recebeu uma facada Na America teorn se dad cbo de urna quanti-
ellos. A policia tomou conhecimento do facto e trata dude consideravel daqueles primeiros anima ms. a
1, secretario-Jos6 da Silva Rodrigues. de prender os criminosos. ponto do so rcciar u ves s torno t ra
2' dito-Andr6 Maria Pinheiro. Outra.-Na sexta-feira ultima, As 5 horns da como do period antidiluviano.
Conselheiros-Manoel Nunes da Fonseca, Ma- tarde, Jos6 Nicolau de Gouveia foi ferido corn .Para preven'r este mal alguns industries av..
ioel Ferreira Barbosa Junior, Rodrigo Carva- uma facada por Manoel Pinto, no lugar Gamellei- ricanos estabeleceram nas margetrs 4) MiMis*
ho da Cunha, JoAo Jos6 Rodrigues Mendes, An- ra, 2.o district dia reguezia de S. Jose, que tra- estates para a creaiAo dtestes animaes.
onio Fernandes Ribeiro, commendador Albino da varmn dispute por motives de pequena mmportan- E' provavet quo os engenhosos americanos n^
hilva Leal, Albino Narciso Main, Joce August) eia. e itom aponas a aproveitar a pole, e quo pro.,
llvares de Carvalbo, Bernardino Duarte Campos, o criminoso evadio se. curem mei doe caviar pat- a Europa postus de am-
&anoel Joaquim Pereira, Augusto Fernandes, Au- aubdelegacia de .Santo Antonio- phibios s-algadms ou fumadas, come fazem cor o
;usto Frederico dos Santos Porto, Jos6 Maria Deixou hontem o exercicio do cargo de subdelega- boi, corn o butalo, corn o salmon etc.
le Andrade, Jose Lopes Alheiros, Antonio Nu- do desta freguezia o Sr. capitao Alcides Fulgen- 0 mesmo amphibjo fortnece tambem i industrial
aes Ferretra Coimbra, Joaquim Jose Rodrigues ejo Barata de Almeida, que durante os dez mezes uma espocie de almisear, matto apreciado na per-
la Costa, Manoel Vieira Neves, Antonio Agosti- quo o exercen fez 20 inqueritos, sendo : 8 por fimanria.
sho Santos, commendador Hen-ique da Silva Fer- crime de ferimentos leves, 2 de ferimentos gra- LeiIle --Eftectuar-se-hao:
-eira o Luiz Duprat. yes, 2 de resistencia, 2 de roubo, 1 de estelliona- -- Hoje :
Tribunal do Jury do Recife Fuac- to, 2 de armas dofezas, 2 de tentative de morte, 1 Pelt agesate Sihe-ra, as 10 1/2 hbr.a nus run da
eionou hontem ease tribunal corn a presents de de furto e 1 de estupro capturou 12 criminosos: Camboa do Carmo n. 19, 1 andar, ce moveis, lou
numero legal de juizes de facto. Foi submettido 5 do ferimentos graves, 3 de estupro, 1 de more. .as e videos.
a julgamento o reo Jos6 Pereira da Silva, pronun- I de falsidade e 1 de ferimentos leves ; requisi Pelo agent Alfredo Gnimardes, is 11 horsa, nu
diado no artigo 193 do codigo criminal, ton e consegumo a captura de 6 criminosos sendo : rim do Born Jesus n. 45, do moves de anrnaem de
Era aceusado de, em 7 de maei do anno passado, 2 de ferimentos graves, 2 de fenmentos leves o 2 assucar.
na praca do Conde d'Eu, na Boa-Vista, ter assas- de crimes de morte ; tendo feito assignar 5 terms m Pelo agente Pestana, as 11 horas, no armazem
sinado corn uma facada na regiao thoraxica a Jose de bem viver. do Sr. Annes, do gencroa d-. estivat.
Francisco da Costa, que poucos mementos antes, Correccionalmentc recolheu a Casa de Detenyao AmanhM:
havia assassinado a Rozendo Francisco Gomes, e 682 individuos. Peto agent Pinto, is 11 horns, na Soledade


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506 dita


S Pre aa
Varne va e-aB*5aM 0 520 ,imo kiWL
-Suino a 60 #6:0* ilo.
arneiro a 14idm.
Fariaha de 500, 400 ate 280 r&is a cuia.
Milhode480, a 320 ria a euia.
Feijao de 800, e 500 rs. idem.
Foram oeeupados:
122 talhos de carnet verde.
34 ditos de amiro.
25 ditos de fresuras.
22 aompartimentos de farnnha e comidas.
I10 idem de legumes.
Dleve ter side arrecadada neste 2 dis a impor-
tancia de 424A660.
Feram mandadais lanpar ao mar, dp,'s i-du cx.a-
me medico, um carro corn fressuras arruinadas.
MaUtdewro-Foram abatidas no l atadouro
Public da Cabanga pars consumo no dia 24 do
wironte, 98 e para o dia 25 do corrente, 97 rezes.
Cama de -Detencao.-Movimento dos pre -
sos no dia 23 de novembro :
Existiam press 370, entraram 3, sahiram 2,
existem 371.
A saber:
Nacionaes 342, mulheres 7, estrangeiins 14,
escravos 8. -Total 371.
Arragoados 347, send : bona 334, doentes 13
-Total 347.


CHRONICA JUDICIARIA
Junta Commerelal da eldade do
Reelfe
ACTA DA SESSO DE 20 DE NOVEMBRO
DE 1884
PRESIDENCIA DO ILLM. SR. COMMENDADOR ANTONIO
GOES DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimardes
A's 10 horns da manha declarou-se aberta a
sessao, estando presents os Srs. deputados, Olin-
to Bastos, commendador Lopes Machado e sup-
plente Hermino de Figueiredo, faltando o Sr.
eominendador Pinto corn participacIo.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
Fez-so a leitura do seguinte
EXPEDIENTE
Officios :
De 7 do corrente, da Junta Commercial da ca-
pital do imperio, remettendo a relacao dos nego- I
eiantes matriculados no mez de outubro.- Accu- I
se-se a reeepiao e archive-se.
Da directoria da Associanio Commercial Bene-
ficente, em resposta ao que se Ihe diirigio a 13 do
corrente.-Arehive-se.
De 15 do correute, da Junta dos Corretores
des'a praa., remnettendo o bcletim das cotac5es
ffl4iaes de 10a 15.-Archive-se.
Dihrios officials dens. 302 a 310-Sejam archi-
vados.
Foramin distribuidos A rubrica os seguintes li-
Tros :
Diario de Julio Fuerstenberg, dito de Bento de
Freitas Guimaraes, copiador de Narciso Maia &
C, dito de Antonio Pereira da Cunha, protocollo
de Antonio Leonardo Rodrigues.
Foram assignadas as eartas de matricula de
Alexandre de Faria Godinho Cunha e Jose Joa-
uim. dos Santos Lima, subditos portuguezes, do-
miciliados e estabelecidos corn armazem de fazen-
das por grosso e a retalho A cidade da Parahyba,
sob a firm Cunha Santos & C.
0 Sr. president deu sciencia de quo hontem
foram assignados, na forma da lei, os editaes con-
vocando o collegio commercial, afim de proceder-
so A eleivio de dons deputados que sirvam no qua-
'.*iieunio de 1885 a 1888, conforme foi resolvido
ma precedente sessio.
DESPACHOS
Petig5es:
De Domingos' Torres & Carneiro, para que se
d& baixa no seu ex-caixeiro Angelo Tavares.-
eomo pedem.
De Joaquim' Martins Moreira, para que se Ihe
M per certidao o theor da carta de matricula do
aegociante Antonio Avires da Silva, matriculado
-n 1872 ou 1873. 'mo requer.
De Jose Luiz Pereira de Mello & C, para que
me registre a nomeacao de eoas eaixeiros Antonio
Jacob dos Anjos Junior e Joio Amancio de Car-
valho e se de baler ua de Joao Felippe Vieira de
|ijmros.-Coioqoedem. depois de satisfeito o pa-
rerer fiscal.
De Jose Ferreira A C., para que se d baixa
no registro da nomeaeibo de sen ex-caixeiro Ma-
upel Arouca Campos Bello. D6-se a baixa re-
querida.
Dos mesmos para que se registre a que passa-
ram a Antonio Francisco Areias. Seja regis-
trasda.
De Fonseca Silva & C., para que se de. baixa
aos seas ex-eaixerros Affonso Henriqne Coelho de
Almeida e Francisco Praxedes de Abreu e se re-
gistre a nomeacao que apresentam.-Como pedem,
depois de satisfeito o parecer fiscal.
Nao havendo mais nada a despachar, o hIm. Sr.
rommendador president encerrou s, sessio as 10
e .3/4 h';ras da manhia.


INDICAOES UTEIS

Medlcos
-onMultorio medico-eirarsgee do Dr
Pedro de Atlahyde XLobo eOsoso a
runa da Gloria n. 30.
0 doutor Moscozo da consultas todos ow
dias uteis, das 7 as 10 horas da manhA
Este consultorio offerece a commodida-
de de poder cada doente ser ouvido e exa-
minado, sem ser presenciado por outro
De meio dia as 3 horas da tarde serA o
DW. ,Noacozo econntrado no torreto A p-
ga do Commereio, onde funceiona a is-
pegloo de saude do porto. Para qualquer
d'estes dous pontos poderlo sear dirigis
os chamados por cartanas indicadas .horems.
Dr, Leonardo de Albuquerque Cavd.l-
cante, medico e laureado da Faculdade de
PFr4i, p6de ser procurado em sea consulto-
rio a ruma do Imperador n. 44, das 1 As
3 hor&. Residenia provisoria Alto da
Misericordia-
Dr. Barretto Sampaio, de volta de sua
viagem ao Ceaa, dA consults de 1 As 4
boras da tarde na ruma do Baro da Victo-
ria n. 45, 2.0 andar; residencia, rua de
Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.
Advaalo
Dr, Milet. 1I promoter public da ca-
pital tm sea escriptorio de advocacia, iraru
do Crespo n. 18, onde pode ser procrado
p o mistereB de sua prm .

,Dr. Boawto ,anmaiv ; ru tm d iAs
4 horas da tarde, nas a drui 6o-X 4*
Vitoria-a.. 46, 2. AUJS, mM aiap ,
doe isch..ia d 17,in niwftoFirea.


. i | nestequa-
s o ft Bm*> v--op.^- crittcp
^ imiste poa *to& 10e 6lmn % m is eapirit<


fie=a faIVS4- *,to& ims Fuioied nho
Recebe sempre vaccine fresca e boa. Ra
da Cruz n. 22, Recife.


a


Sentimo-nos o;wigados pelo anterior compro-
misso a enristar a langs das pugnas incruentas
da palavra escripta para rebater as hbates qae nos
atiraram, das columnas do Joomal do Recife de 23
do corrente, os dons valentes advemsarios-Lin-
coln e Gladstone-que tio galhardos se mostram
na campanha que trazemos empenhada ; e, sem
mais preambulos, porque temos carencia de por.
par espaco e tempo, seremos resumidos, tantO
mais que, para a Hlia, pouco trouxeram de novo
aquelles denodados campers.
0 illustre Liw:oln veio grandemente abespinhi-
do pelo facto de havermos n6s reproduzido umis
cruas verdadss que na corte foram ditas ao sou
molhor dos critics, o Dr. Silvio Romero ; mas
nDao reflectio em que, assim praticanio, n6s usa-
mos, polo menos, de igual direito ao que elle se
arrogou, e Lincoln adoptou, de levar a sua critical
ia personalidades, facto que alias Lincoln censura
dizendo-se a inimigo das discusses que fcreinm
pessoas v !
Se assim fosse realmente, Lincoln, que ja urna
vez chamou de parvos e tolos aos commendadore3 e
capitalists e dirigio-lhes outras amabilidadesd'es
Se jaez, nao voltariai a atirar ap6dos e improperios
ao honfado conselliciro Joilo Alfredc, e mainunter-se-
hia no tPrreno da discussao s6ria, sem nos attribuir
inicio de actos que nao praticamos senao coagidos
pela necessidade.
Effectivamente, nao fomos n6a quern enterreirou
o debate politico no campo das personalidades. Se
gloria ha n'isso, essa gloria cabe de direito aos
candidates liberals dos dous primeiros districts,
porque foram clles que, muito antes de apparcecT-
mos n6s na imprensa, assacaram aos seas adver-
sarios no pleito, aos chetes conservadores e a todo
este partido injuries e calumnnias, que foram ouvi-
das por maitas pessoas.
S6ment eA 1 do corrente encetamos n6s a faina
que nos tern occupr.do, e os nassos proprios ad-
versarios podem dar testemunho de que nio a6,
niao temos retaliado, mas tambemnos temos con-
servado nos estrietos limited da seriedade, discou-
indo factos, e s6 accidentalmente tratando de
possoas, quando e de rigor mencional-as.
Ainda ultimamente, inquirinde Lincoln qual era
o ideal politico do honrado conselheiro Joao Alfre-
do, nome que foi por elle trazido A discussio n'um
confronto que fez corn estadistas do velho mundo,
n6s Ihe respoudemos sern molester a ninguemi. E
como nos replicou Lincoln ? Procurando offender
so digno ehefe conservador, indo para isso pedir
auxilio ao Dr. Silvio Romero, a quern endeosou
come o melor dos critics !
Entao foi que dissemos quem era esse critic, e
como era tido e havido no Rio de Janeiro, onde'
todas as folhas mettem A ridiculo o sen .f6fo orgu-
Iho, as suas desmarcadas preteaosea, as auas on-
sadas oriticas, que nao passam da inais requimta-
da maledicencia contra todos os brasileiros e con-
tra tudo qne lha no Brasil.
E', pois, evidence que foi Lincoln e form os
seos amigos politicos que encetaram a discussao
no campo das personalidades, e per isso nao nos
cabe a menor responsabilidade ; e conseguinte-
monte e inexacto que Lincoln seja inimigo das
discuessoes que ferem peasoas. ,
A prova provada esta meamo na sanha corn que
o nosso contender lancou-se-ao eoaselheiro Joao
Alfredo atirando-lhe doestos que, fique certo, o
neo alcancam, porque, por grande que se julgue
Lincoln, nao passa o nosso adversario de um pig-
meo comparado corn o honrado conselheiro, que,
entree os seus pares do Senado, e centre os hoeenso
illuatres de todos es partidos, goza do melhor
conceit como habil politico, orador correct e fe-


cundo, character serio e honest, *e intelligencia
cult e vigorosa.
Chamair-se, per exewplo, ao illuatre conselheiro
* chefe de vistas curtas e estreitas, de ideas atra-
zadas e perniciosas, de titulos pobres e contesta-
dos a e pura e simplasmente urn dislate de marea
maior ; -porque, quer e6mo governor, quer eomo
simples merambro do parlamento, o konrado chefe
conservador tern adduzido as mais eloquentes pro-
vas da sua capa idade.


E' so gabinete 7 do Margo, de que fez part o
honrado ehefee f um dos mais demodados morw-
qeros, que deve o paiz a lei de 28 de setembro de
1871, a reform e meo meato da isastmwco pa-
dlie,, re efia dA gumrda saiomal e do reeru-
tamento, a reform dale electoral corn a repro-
geata*o das minorias, a&de femta aual, a en-
gehoes centraes, o desenvolvimento da n vugn o,
.s c"ai para escolas publicas, e uma infinidade
oe seham melhoramentos tanto das aldem inteUo.
tual e moatl, come da ordem material.
Toh paamento, os discurams do iomado sense-
-aeio ouvidos corn a maxima atteu vo e reh-
gioo stlecio, e come senador jamais deix elO e
de tarmar parte nas questdes importantes ans-gi
iamlna oe vitalicia, revelando sempre de par,
morn uma robu tasMte~lligwesain. re yelps- ilhms.u-
iraqa, e *mat pirfaito oie~et -dai. M
-*Aa qme vemqma b tprm amd.ft& sa de.s


0 qu valo eg quo eG oAbeiro Jao 1aARM -


atrabiliario c imbuido do seu ea ; o outro- um
partidario infreoe, que noib trepida em arraupar de
si nresmo rnm dos olhos, com tanto que arraaque os
dous ao adversario!
W darn, qRG 4to, quo-a hifetickidtas eitro
nds, sAo elles esses dous campeoe., por ;.ue am
tern porfetr e o seo eu, a s& a proampia de critic,
que chamamos, corn a imprensa fluminense, dc
maldizente, o outro tern porfetiche o seu sectaris-
me politico, a sua descabida arroganeia parti-
daria.
Quanto ao mais que, no su artigo de 23, diz
Lincoln, repisando o assumpto, per elhe levastado,
da selecqao legal, nao passa do uma descahida in-
gloria, por quo na'o- fomos n6s e sirm o proprio
Linco'n, quem fez alarde dos 60 annos de escravi-
duo no Brasil. Batido corn as suas proprias armas,
pois que dissemos, e -elle nao poude negar, que os
pais putativos da doutrina contavam por muitos
seculos os peritdos da selecqio natural, irm' ger-
mana da legal, voltou corn a affirmative de que.
conta a escravidao no Brasil 300 annos.
Mas no ose brata do inicio da escravidao ; tra-
ta-se, sim, do period em que comegou a manifes-
tar se a idea transformista no toeante A question
servil; e o proprio Lincoln, tanto o reconheceu,
que, logo ap6s aquella affirmative, se express di-
zendo que antes de nos constituirmos emn Esta-
1o, jA existia o tratado da Inglaterra coin Portu-
gal cm 1815 para prohibir o trafico, e segue por
ahi af6ra citando datas posteriores A 1815.
Dcpois dcssa confissao, o que valem os sepo 300
annos de responsabilidade pelo error da eseravi-
dao ? E' evidence quo eases annos se reduzem a
poueo mais de 63, e um tal period no 6 sufficien-
te, segundo os pais do transformism0, para rsali-
saT in totum uma ti-amform aao, uma selecmlo le-
gal, que demanda largo tempo e processes lentos,
gradativos.
JA passamos por dous graos desses processes,
extinguimos o trafico e libertamos o venture escra-
vo-assim matando as fontes de vida do mons-
tro-; por que havemos de precipitar os facts,
por que havemos de proceder aos saltos, contra os
ensinamentos da natureza ?
Por ventura prooederam assim os outros povos,
ainda mesmo os da raqa latina ? Nao, a evolucao
fez-se n'eUles lentameute, sem abalos, serm perigos,
sem sacrificios da ordem, nem da liberdade. Nis
nao pretendemos a lentidao em absolute, isto 6, o'
indefinido : queremos sim que se resolve o probte-
ma tiao rapidamente quanto for possivel, pordm
serm offense ao direito de terceiros, e mantida a
ordem pbLUca, e garantido o trabalho national,
base de toda a nossa economic social.
Quern assim se enuncia, hImarmonicamente crn o
lemma da bandeira conservadora, nio quer por
obices a eztincao da eocravidlo; tranigeqtunto
possivel comn es quequeremi ejd'a' w do
facto, mas resiste-lhes dentro das raias da sec-
9bo legal, por amor da patria, que dove superpor
a tudo.
E, como estamos convencidos de que assim pen-
sa a maioria do paiz, tomemos acrenqa robusta de
que, no 10 de dezembro, sahirao das urnas venee-,
dores, aqui, come aldm, os candidates conservado-
res, que offrecem garantias & ordeme seguranqase
A liberdade.

Posto que no nosso artigouaterior teahamos re-
fatado completamente o que avan~ou Gla&ton, no
eseripto de 23 do Jornal do Recmte, repetindo ar-
gumentos )a caducos e sem valor, no nOB furtare-
moe to dover de mais unea vez oppor embargos -a
e0se artigo, embora seja pare n6s doloroso estar a
repisar allegacoes e arguments, tantas vezes des.
truidos.
Sera baldado o homerice eoforco de Gladstoa per
nos plr fdra das portas da cidade da historic
contemporanea ,; por que nib se consegue tao gi-
gante emprehendimento falseando oj factos con-
tempeaneos, nerm comettendo, embora de boa ie,
,igrandes erros hissoricos, analysados e derrocados
pela inflexivel logical das datas e acontecimentos.
Tudo quanto tern avancado Gladston, tudo temos


provado ser inexacto e filho dos seus erros de
apreeiaao, e o noammo proprio antagonista o tern
reconhecido, tanto assim que tern cedido o terreno
pounce a pouco, diante da nossa energica esgrima.
Por conseguinte, nae somos n6s quem merece
ser post fora aeas port da hiatoria, e antes 6
Gladston quern, polos seus inglorios insuccessos, a
ousadas preteng5es 1 deruir os baluartes das nos.
san preteuqUo, temn incorrido nose crimes qne
outr'ora levavam osgegsw da Attica A condemna-
ram os maom gasemes e o cidadwa perigoss A
pens do ostrciaio.


Eatrtanto, -enio obatante o reconhecimento
desses faotos, meo seremos n6s quoern pcaeis pena
par o nossoe coatender; liuitanio-pa A. APti.r
om aeous errea, sempre reproduzidos, e damo-ne pot
satisfeitos corn ojulgmamto modernm da opinilo
pablica, que cosinaar M mparoial e navera, yo-
tan.doo saiqle.B eqtec to -Oqe ferm m ma rl
Scausea national
No passaremos, todavia, em silencio a ita*o
que fez .ladatvusdo eswniptor xigusto de Catva-
Iho quando, emnelasouo ttrafego,Bseexprsou now
egmisut. twimas: o0-Anooe prepaoto deo,
elpar a adopgi odeeamnouate sedida, nem tao
pouco justtfierAiyviolemanS e exoeum osiuetoi-
deispd enun ei *M AWi=sdv ooaMs-
trt tambem uAsa eo sera 2rPotimia dla ]Iuna-
texa o goeaf b4uttoi edidinia sapf-

*etode 1837) lda ,,t>w gen = i jgoro-o -9
)aiM m~il lb0Quoo porn pm ao


---* vA Ipffm **qs tro poutoque ewduvida.
paudeseuido,' de 4i i, ar a noiso adversario : 6
a cousisao de-quw qema li -pelo ieu couteudo, ri-
1prono eo intransigt6 aweguio mUsaw paren
7r ,o merdado -wbm r "to
Zata verdade, fm tamjNvex Giam" preten-
S offnscar, e quiwi*fta m-n- d a lei
,t1831 e do decrmt ; qu w'e Ih guiram
4 -im perdeudo *mi 111i1 4hawts uforoada
Hbeeta, derivouAaj~miaa1i m rmdo que
.immwn erro, um rne** palmar, dner que a
Constituige reconheceu direitos no proprietario de
escrvos, e um error que toma umn volume propor-
cionalmente cheio de perigos e vergonhoso quan-
do elle 6 erguido a altura de um principio por pcs-
0s6que deviam star mais a par dos comezinhos
preaeites jurietas de nossa lei organic.
0 que 6 um error palmar 6 contestar-se esse re-
conhecimento teito pela eonstituigio political dos
direitos do proprittario de cseravos; por que, por
igual modo, so poderia tambem negar que a Cons-
tituio .4tenha reconhecido os direitos ;'s dernais
propriedades.
Onde, em que artigo, a constituicto d) imperio
definio o que era propriedade? No art. 179, em
que eatabelece a iuviolabilidade dos direitos civis
e politicos dos cidaddos brazieiros, tondo por base
a liberdade, a seguranca individual e a proprieda-
de, na'o articulou nem uma palavra nos sous 35 pa-
ragraphos, para definir o quo era pwrpriedadc; c
em nenhum outro artigo tambem denunciou o pue
era propriedade.
Por que o nio fez? Evidentemente por que re-
conhoceu o facto preesistcnte da propriedade, tida
e havida comu tal; e, como nesta se comprchenflia
a propriedade eserava, 6 inquestionavel que aquu!-
le reconliecimento se estendeu A esta, pois onde ha
a mesmina razao d/-se a inesma defininAo, c uma pro-
priedade nao pode ncm dove perigar sem que po-
rigucin as outras.
E tanto a constitui;ao reconheceu a preesisteu-
cia da escraviduo, que no 10. do art. 6(o. e3tabe.
leceo que s io cidaddos brazileiros ,os que no brazi,


tiverem nascido, quer sejamn ingcnuos ou liberloas,
isto 6, quer sejam fillios de pais lives ingenuos)
quer, tcndo sido escravos, se forraram ou liberta-
ram liberties) ; e excluio os demnais-escravos-la
inviolabilidade dos direitos civia e politicos garan-
tinda no art. 179 aos cidadaos brazilciros.
A constituim.Io, poiz, ao invez do que sustenta
Gladstoa, reconhEce a existencia do escravo no
Brazil; e, comno a existenoia de escravos, supSe
necessariamente a de senhores, isto 6, supSe a ex
istencia do seu proprietario, 6 obvio que o direito
a essa propriedade foi reconhecido pelo art. 179,It
qaea ella niao se pode applicar o dispositivo do ,.
22 desse art. acm que seja previamnente indemunisa-
do o valor da propriedade.
Nem se argument corn ojus utendi et abutemdi,
por que ate IA nio vio as garantias constitueienaes
pois que, se a constituicao reconheeeu a escravidilo
e o direito de propriedade ao escravo, nao o f z
senAo com as -restri5es que o s costumes tinliamn
adoptado e as leis anteriores, muitas das quiacs
ainda nos regem, tinham estabelecido.
Se ainda nao temos o codigo civil, promettido
pelo 18 do artigo 179 da CenstituigAo, temos as
lois, decretos, alvaras, regimnentos e resoklocs pro-
mulgadas pelo regimen anterior, mand&das vigo-
rar ela lei de 20 deoutubro dt 1823; e nesse re-
positorio encontram-se-resticeues bern entendidas;
ao jus abute"i.
Demain, no condigo criminal, de 16 de dezembro
de 1830, e n'uatras leis posteriores, que s ailo o des-,
euvolvimento 'pratico das dontrinas constitucio-
nioea, estio consignadas algumas dessas rcstric-
95es, e coademnados coma crimes os abuses que
se podem dar em relacao A propriedade.
0 senior e possuidor de un predio, nem por
sel-o, tern o direito de incendial-o, e commette cri-
me se prsatcar ease actor. Da nesma forma o se-
nhor e pbaansidtr de urm esavo, perante o nosso
codigo, pratica actor criminoso se matar esse es-
crave. SAo restriecies ao direito de propriedade;
mas que nem per isso, fazemn periclitar esse direi-
to, garantido em toda sua plenitude pela censtitai-
cao, entendendo-so essa plenitude em habeis ter-
mos, nos terms legaes.
A Constituico, diz Gladton, nao creou essa
fallada propriedade. Estamos de accord, nio
a croon, come nio creou nenhuma outra; limitonu-
se a reconlhecel-a, e tanto basta part que seja ella
respeitada.
Mas, acctescenta Gludston que, quando assim
seja, nose spade encontrar prova pars a indem-
nisago, porque o mesmo artigo 179 diz: ( que ella
s6 se dai se obem publioo legalmente verificado
exigir o use e emprego da propriedade, e a lei de
9 de setembro de 1826 nao cita case algum em que
o bem public tenha necessidade de exigir o uso e
emprego (utendi et abutendi) do escravo.
Pois nio sera fazer o melhor use e emprego do
escravo tomal-o livre, dar-lhe f6ros de ei.ladao
brasileiro, recobheeomdo-lhe direitos civis e poli-
ticos, nos terms combinados dos artiges 6o e 179
da Constituicgo? Come ooua negal-o o illustre
Gladston, que tio afanoso se mostra pela extine-
qU immediate da eseravidao?
E dar-se-ha o case de que o bemrn public, ja
verificado entire outtra pela lei de 28 de setembro
de 1871, deixe de exigir aquele use e aquelle em
prgo do escravo?
Aindabem que nioseomes ns que o dmiemos.
Ao contrario, un6s-os conservadores-tanto o re-
conheoemos que ji deolaramos quoddemoa, que.
iemo e podemo. resolver a questito eervil, -respei-
taMdo os diroitos garantidos pela Constituicao; e
admira que seja Gladacmn quo, por urea argumen-
-ago saphistica, qusira ainda fulosar o espint.
dan nossas leis.
Nem argumente Gladston commas suppostas of-
feanas feitas A Constittaico pela lei de 28 de se-
tembro tde IlB. Nt. houve-ties eobuas, nao
86 porque a hborta2a do ventre nao diminuio o
valar da prapriedade esrava, urn a~dedraiou d
Umm t u paerqrqueltia lei, a1m dei estaiek-
oar oprnuFpio da indemniaiSojirus essia ppprin--
dade qumado dosmmcpriade., no tenant. atige .
tiMB que st-ou, Iegishu ad faruttrer, xefeuindo-cc
6 souse. aiuda d~o psiido. eqs aiada fe .1.


EAi 4626 lbe etrMabro do so ufuiu oumvj%-
se da Constituicao; BS, qaSao is.&ai.-

la~rs, ;awi immiMtaw u-am qe
-'e adIe~iiirr~Bif6^


debaixo do e&o era o hoe
dade.
Imagine se um milbic
improviao a sociedade,
instrueIo, corn uma am
que a Uierdpde oniste
quanto Ithe apm! q
lhlo de homsauo dibi
vidatodaa soto, de Mha
cidadAos, -en arimnet
lade, tm nam abe G
perigos pamwa ordem pm
Sem duvida alguma;
ce que a ordem public,
lavrio, ha de fornosamor
9ada a ordem pubhlica, so
berdade, igto e6, perigamt
abalam-se as fundament
litico dos cidatdlos.
Quanto A ordem, Glac
de que nos refirimos As
mo abrange, pordm mais
economics. Qacira, ou
illustre coatender, e um
mia repousa no trabalhoi
p6de Gladston duisar de
bertaao instantanea dos
industrial national, esta
e alluirl os alieerces da
que, assim violentamrente
se restabelecera.
E, pcrguntamos, dadas
deine da liberdade nacio
dcio para a grandezi da p
A resposta affirmative
blica, e por isso esperam<
no lo de dezembro proxi
bandeira conservadora,
cial no seio da ordem e c


beeei6do trabalb firro, qft iftd
o.. so.e xieW om
11ma5i tiJy 8 SI0M', SO tA mouopoliudo psei
nerm no drio da liber- Comprehendese qua o om amiom
stores nUo possuem escravos por hm,-
Sde homes langados de roconhecern a inferioridade do t
aem n*oe do direito, a servik, loe naSo necios quoae p
mIl &ntt*, e crmds erder AiMlmrI. III, onde Os 0 is
nofiteito d fazer tajb aemovwa cimaMdimal?
oepe p rdazu er oss iM- 0 Sr. labuco ale 0s die,, n o in.-
cou.
le da Hhe~lfte? Sen:oAa .
SdaA? Semis- A in umania9 imp6* s0ivel, porqao as
psmlnj da vidaados e ;msatlo em banca-rots meo 0
di eguraqa da pu e-k provineias; a em gralao tern contrM a
i lei. ZE -Ue tsve" nio l e amarella ea policia dos subdeleghMa ,
ibliea? logo elejamos o Sr. Nabuco polo circuit .
e, como Gladston reconhe- das mentalidades! Nito fagamos como
sem liberdade, 6 um pa- o indio, que deixa a gambarra sein rero a
ite convir em que, ames serm governor ir pelo fluxos das aguas pre-
offre necessariamente a li- cipitar-se 'nos abysmos dan cataratas '.
todas as garantias sociaes. Pode ser que no project ldos negros W-
os dos direitos civil e po- lhos haja alguina virtude occult que soae
manifesto ao toque da vara de Moyses.
Iston devo ter consciencia Queon sabe. P6de ser que dense duro set-
generalidades que o ter- xo ministerial, jorre %gua em tant* abun-
Sparticularmente a ordein dancia, que afogue a banca-rota ?!
deixe de querer o uojs Eis ahi a quo se reduz a rhetoric do Sr.
facto que a nossa econo- Nabuco!
eferavo; e, pqrtanto, nI:) Quer ser deputado, quer as pazes c-)n
convir em que, dada a:lio a sua provincia, para a q(ual nunci teve
Sescravos utilisados na inla so palavma doic -nor 0 (IC: reconheci-
btqueiarA forqadamentc menato, e done sablio sacundindo o p, dan
nossa ordem economic, suas sandalias. Diga isso nmas n-io venha
i perturbada, difficilmente pregar-nos, a prttexto da inperiosa lei da
salvaAo do Estado, que tudo estira pprli-
Sessas perturbanSes da or- do se nuAo passar o prqjecto d() Sr. ID)an-
onnaeg nin a .hvperAi sac, if- tas !


atriaa?
Sesta na conscienciai pa-
oi-a ver surgir das urnas
mo, corn a exaltaclo di&
cuja Icgenda 6 a paz so-
la liberdade.
MARIO.


PUBLICAOES A PEDIDC


0 aboUclonismo e as elelV6es
III
Temnos notado que os abolicionistas fazein
questi-o onde nIto ha questAio. e empregam
esforg's eseusados em demonstrar o quo
todos sabein e conhecem pela razao e ex-
periencia.
F6ra disso, nao vemos senAo a revolu-
9.o pelo incitaunento das mAs paixoes e do
odio do escravo contra o senhor, e o des-
aprego do agricultor brasileiro no estran
geiro, onde e apresentado como um typo de
algozarias e de caprichos insaciaveis.
Queya n-ao sabe que o trabalho livre c
superior ao servil, porque 6 mais produc-
tivo e mais barato ?
Mais barato, porquo na conta corrente
do trabalho livre nito figure o valor pes-
soal do operario, nemr as despezas da sua
subsistencia, aldm de superior emi quali
dade ao D trabalho servil.
Mais productive, porque dopendendo I
perfeigio do trabalho do desenvolvimento
da intelligencia e do direito que tern o
operario de esclarecer o servi9o em que 0
mais apto, no eseravo se dA a mesma
cousa.
0 embruteeimento e uma qualidade ei-
sencial da escravidao, e quando a intelli-
genia nao interveo na execugao, e o
trabalho e fatigante porque A fercado, niao
ase deve esperar do operario grande pader
productive.
Mas dirao : se assim e, porque nao aca-
barn o trabalho servil ?
Per duas razzes mui simples e claras:
Primeira, por que em um paiz novo, de
vast extenslo territorial, 6 mister grande
oomma de trabalho combinado, e n6s nao
tomemos grande numero de brafos que tra
baJhem simultaneamente.
Segunda, porque a populacio livre que
trabalha, s6 o faz quando quer e por pro-.
go superior ao natural.
_Por conseguinte, se as condioes do paiz
sAo estas: come acabar o trabalho escravo,
apezar da sua inferioridade comparative
corn o livra, segundo os principios da scien-
cia e consciencia ?
A lei de 28 de Setembro advertio ao
agricultor da proxima extincgao do elemen-
to servil, pela libertaalo do venture.
Nao ha contestar.
Mas que fim deu o governor aos ingenuos
da lei ? Onde estiAo para serem procura-
dos e contratados em substitui~go do bra-
go escravo ?
Onde a lei de locatlo, que assegure e
garanta os servi9os e o salario ?
IOnde a que ampare o operario e repri-
ima o vagabundo que promrove, em escala
;ascendente, o furto de animaes e da la
1yours ?
Se de nada disso se tern tratado atW ho-
je: em que se funds o abolicionismo para
*expor o agricultor na praga public come
turn enter deshumaneo e ferozmente ambi-
tcioso ?
E' na verdade para deplorar que ainda
ihaiam aseravos, man a eulpa nao 6 do se-
pnhor, mas daquelles que ainda nao eogita-
,rwa ua subatituigAo.
Perguntaose: o que flea depois da aboli-
jAo sem a indemnissao.
Sem duvida a miseria publics e parti-
%cular.
Masose o agricultor tern concorrido pare
t emigraglo estrangeira e o governor des-
tordiado sommas enormes sem proveito,
, evidette qe este ao unico responsavel,
o -saior iimigo do -ein dos escravos,
o nao squelle que nao\teov upado o sou
"inheiro pars obtor redas as vantagens do
trabalho livre.
E ainda em cima a miseria!...
0 Sr. Nabuco ha de ter notado um fac-
to muito frequent em suns conferencias :
,s -ovintes applaudem estrepitosaumente os
omtss do elou9o, mas doixam passer
mi nuido as id.s 'da argumentalao. Por-
auef?


'Porqus ua ams palewsa liaougeam o,

tie, emquantee um a 'oa" doea
Abo os omvence Fa Imprad do 01jec-
AD. -AlVfnM "' $asftm,- i~t~t effftii'w-
UKa nurna w dixalm levar *&!amob


Ja ouvimos alguem dizt-r, qui, _, nao
so fizer a vontade do Sr. Nabuco, s6 cxis
te umin mcio (de salvar o paiz : arrtal-d-o
aos inglezes !
Se formos t)io incapazes de admiiitrm'-Ao
e governor, fapam o que quizcreii, iuas dci-
xemn nos a escrava buscar atg a o chafa-
riz ean vez de scream iA is!a obrigaI,- n 1-
sos filhos e nossas esposas.
PoderA a prcferen,-ia parecer eg istm-'-a c
at6 inonstruosa aos olhos los alrh.ii -
tas, naso o duvidamos. DKesculipo n -.. (,-
tretanto o president do club l' -,-L;-', .
o Sr; Gomes de Mattos, se ella c:p ,:rtar-
lie na cousciencia os remorses dos lii'u-ri,.
negreiros, que o fariam endoudecer ao ti-
nir da bolsa do comprador escravagista.
0 project Dantas qner a libcrtai;Ao io
escravos do 60 annos-ipeo ;t,-fo-?
0 Sr. Nabaco estI encarregado ( !,i, t
defeza no parlamento e por isso cabala para
ser deputado. EstA visto que "cpmoI""ipf
dor, emancipador sem indemnisa7to prlo
mAo estado dos cofres geracs.
Mas o quo quer o Sr. Jos6 M.Ir.ana
Elle o disse na sua confereneia.
Nao admitted que se principle polo fim.
quer tudo ao mesmo tempo. E '-thcij
niti sns pi sanssans rprohL:" ..rcicio-rc
nista sem indemnisac'ao, porque deseia be-
neficios ao agricultor, fazendo por este
meio, que elle nao pague a quem deve
EstA claro que nao ha accj a I entire o
candidate official, e o pernambucano mais
profundantete popular, nao obstante as fi-
lagranas de emanci/,pao e aboico.
Se o project esabelece o prazo ic 60
annos para a liberta4ao legal, e o Sr. Joss
Mariano nao admitfo praso, segue-se quo
este se opp5e ao project do Sr. Da.ntas e
o desaccordo de idW6 is entire os dous e corn-
pleto, apezar dos applausos que ambos ol-
tiveram dos ouvintes, que deste modo se
mostravam tambem em desaccordo.
Entre 60 annos e nada nao p6de haver
filagrana, como certamente nao ha entire
aquelles dous terms.
Por conseguinte, um delles nio pdec scr
eleito pelo cesmo motive porque os aboli-
cionistas os querem fazer eleger, c ate pelas
mesmas raz5es porque ambos cabalam,
mandando o Sr. Jose Mariano que o povo
respeite ao Sr. Nabuco, e este lisongeando-o
por ver a faisca electric do abolicioninto
illuminar todos os cerebros!
Estio malhando em ferro frio. Nenham
delles inventor a polvora, porque se todos
os pernambucanos conheoem que a escra-
vido 6 urm mal, aquelles nao disseram
ainda come ha de ser esta substituida no
trabalho da agriculture. Demolir 6 main
facil que construir, mas quemi na-o sabe
construir ao menos nao levante poeira.
IV
0 estado penurioso do paiz nao e des-
conhecido de ninguem, se nao pelas causes
ao menos pelos effeitos.
Perguntae ao mais ignorant e obscure
cidadlo se vive bem, e elle vos responderi
em afflictas exclamaOes : ni posso mais
subsistir, nao ganho o necessario para vi-
ver; outro accrescentarai; se almoo nlo
janto; e outro ainda; passo dias sem co-
mer !
Indagae do negociante a retalho, como
vae de negocio, e elle vos dirA; n3ao vendo
a centesima parte do que vendia ; 0X0 a-
puro as vezes para satisfazer as despeza
diarias !
0 agricultor naio tern meios de utilisar
as suis safras nero de aproveitar as suna
terras.
Man, so a noite aproximar se de vos al-
gum individuo, escondendo o rnst. e pedir-
yos unea esmola, nao procuress saber queam
e. So tiverdes alguma cousa, dai-ble ; 6
um empregado public, que morre a foms
tendon alias tires ou quatro meres de ordeaa-
do no thesouro, sem esperanca de o re-
ceber!
Esta e a miseravol situaglo da provim-
cia, situaglo que todos sabem, porquo so.-


tern e per que veem.
A par della, e semilbante a smbra quo
segue o corpo, apparecem em esoala u-
cendente o crime contra a propriedade, a
corrupgto dos costumes e a meadicidde
asqueroa.
Qual a causa de tudoisso?
A escravidlo, diz o Sr. Nabuoo, somem-
te a escravide 1...
Tornae viavel o projecto-daatu e we-
rei desapparecer a Sude e a femw, M-
d a&A s -dartera Votto em aim *a
8r. J Mariam tsrWis a oeosp
d'Amath6a derramando por today a par
ores, fihsm-e, d uinhbr.f

algada e us. fso-Boo
4-qr 1Kr to 4 p
-2M P. l.*llg' 111"4-, ai f^ t *kk l UM M tI


a


























4a f paetK orar- m si
1149dn| bi w4 da^ emutip4-e *
*'11 S .6 oir#ru Vni~as t ai oam al& fi

st estt-to, do quo acttInente, o fact-
nao prova ontam oa Sr. Nabtwo ?
E t um pai nevo, da nitita torra a oAit-
tivar e and U nio h- braces, a escravidt.
nalo canesa a pobresa, embora seo compro- ,I
henda qua o trabalho servile saja men.s d
productive 0e meonos f.tcundo que o livre. I
Sem braces escravos e livres e quo no'
pode hayer agriculture. D'entrae n6s, come
em today a part ondo isso so d'esse, desap-
pareceriaia Aquelles intereAses reciprocose
que realisam a lbi da fraternidade huminana
sob o ponto do vista di ligar-,se a [proprie-
dade d e uns o prosperidade dos outros. 1
Per tauto, a impossibilidade do traba-
Iho livre, e trabalho eseravo produz igual--
monte a riiuesa, & qual se diatribue, pola
troca de servigos, por todas as classes da
Bociedadg.. 0 rico interessa-se pelo pobre, i
assimn como este por aquelle; os fabrican-
tes e; artifices interessa:n na prosperidade
dos lavrradores, bern come estes na prospe- s
ridande daquelles; e, finalmente, fabrican-
tee;, artifices e lavradores na grandeza do (
comuiercio, come o commercio na prospe-
ridade de todos.
Sem treabalho livre ou escravo e que nio
se di a h-rmoaia daquella lei natural.
Ora, so per simnples promessas abolicio- ,
nistas, o trabalho agricola senate abalo, o
quo n'o ser corn a aboligao complta e
prompt, semn terinos bragos lives que to-
mem i si a lavoura do ponto em queo a
emrovo a deixou? l
Assentemos per una vez, que o maior
rnal do trabalho escravo 6 nao haver tra-
balho livre.
A escravidIo foi quo construiu o edificio t
do sytemona fiuanceiro sobre as quatro co (
lanmnas carcomidas, do que fallou o Sr.
Nabuco ? NMo.
Quaomn construiu esse odificio fo)i a pouca
sciencia dos nossos primeiros estad stars, c
o pouco patriotisao dos ultimos, que foramin
comprometteudo ainda mais a pouca s)li- (
dez da obra corn o pezo enorme dos es 1
baniatamentos o dae pouca fiscalisaggo.
0 eiiticio resistiu quanto poude, masn8
era impossivel que nao desabasse, quando -
nunca so procuanou melhorar, mas sempre
arruinal-o e destruil-o. q
0 que tern a oscravidilko coin esse im-
menso cabedal gasto na Earopa improdauc-
tivamente a titulo de emigracao ? Em que d
ella concorreu para essas grossas indemni-
sages A estrangeiros, per obras que nao
fizerain ? d
Dave-se-lhe per ventura essas pessimas 1
vio-ferreas, eujos tragados e tarifas nio fi- e
cilitainm o transporte dos generous, e nas c
quaes nao se attended os interesses da la- 1
voura, mas somento os dos impresarios
pela maior somma de iuroe sobre capital in- s
dustriosamente augmentado ? e
Teria ella aconselhado aquella desgra-
gada opera(,io de credit, remett ndo-se g
pars Europa caf6 em vez de cambiaes ?
SarA ela, emfimn, ue influo nos exces- e
d
sos dos creditos fixados para as differences ,
dospozis publi:as, coin os quaes se- onera d
os cofres do Estado, e mormente agora r
qomiido se acha esot sobrecarregado de -
comprominsos extraordinarios ?
Pois o president do Para nao abriu ago-
ra ut credits de viate e tantos contos pars c
a compra do utna ilha, afim uoe construir i
nella u.n lazareto para cholericos, qun-ndo a
ni) credited votado para soecorros publicos
estava inoluida as despezas do lazareto ? a
Isso tamboum e obra da escravidao? -
Os nossos apuros fimanceiros sao devides t
unicamente a mA gestio dos nego ios pu v
bltios, e n.i ao escravo, qum alias e um
instrumento de. produc9lo e do riqun-za,
mais restrict, e verdade, mis sempre ins.
trumento de riquesnn,1.


Nestas circumstancias, t~das. ellas crea r
des pela incuria e pela incapacidade, e que I
hwvemos votar no Sr. Joaquim Nabueol N I
agent do Sr. president doconselho, corn- -
missionado por quern quer que seja qu1
julgi ter descoberto n-i supresa.o do tr -
balho servil o reunedio infallivel para tan-
t)s males t
So o agricultor ja pouco fez, em razl'.
da perturbacao introduzida nas fabrics,
donde os agents abalicionistas tern roa-
bade alguns efeito ifugir e muitos para a ,
provincia do Ceari ; se a concorrencia do
assuoar da baterraba nos grandes mnerci t
dos europeus, nao so6 pela porfoilo no fiL-
brico, comno pela barateza vao deprecian-
do o nosso, que o destinamrn para estrume ; +
se o commercio decahe espantisamante, so
o artist nao tern o quo coer; oe soe o
eonpregado public pede osmolas; o que
nao acoatecern depois que si realisar a li-
bertaglo dos csciavos sem indemnisailo
ao-3 senhores ?
Se o Sr. Jose Marian- aconselha o cal6-
te, por ser a indcmnisaglo peior para o se-
nhor do escravo, melhor sera desprezair
nos o conselho, e reservarmos on nossos
votes quern comprehend o seu dever do
simples cidadiao, o depatriota.
Niaguem se illuda, eseso senhores que-
rem nos entregar maltrapilhos e -nmarr.-
dos ao estrangeiro.
Nunea estivemos ein situaiio mais peri-
gosa, mas tambemn nunca o remedio foi
mais prompt e effioaz.
WEUDtYOCH.. -

0o Di. Manoel do Nasliento
aehado Potella e a confe
we" doo Dr* J Zo "rt% "
Dttfesdi-nme dan injustan arguooet qae 3m menM
conipetidor fez-min emr sustAeretmigisld 12 110
mez passibo. E ihjv vemho defEaiuderB-mo 4a s-
csaa qle quo e Sr.-Dr. Jos6 Marisumo j~ifou dever
faaot-m tmins inlofmre 26 doviWw-00 1 ji i
Pffft-laght iaxcmo anavlla. no t twro Sanuta Isabel.


r eanda oafinmeamime a e
3btdh-im.ior -iimni5 satr


aedo
WNtA e


MAI oarorhe riutmiAHi e vita fui t eA
inula wxtedis Wn s psitni mai a W-0 u ,m ne"-(
gita Gbpmrf, aindLfmunawdo Si. tosame ovaam-
petldeo prirnipstouaee fae~adaoo'v--rrwod
rcoluiaaliamo e piaeoias"ewprouuei~ae-qmaattdo me-
lhor do que miaguao ul as qua i mos ftewm'-uw niOb
iidtidgoiberats e caaonrviduers, mie cu ndorialn
presiso indicar factors, quo cmitosie, e bastando-
me appellar para anna propri eooseieoneia*
abe S. Eic. quaato affigefiwr, semao imonas
am protest, arguio injoista, feita e an aeucim,.
Eu tinha o dimito do ewsparqnB quaido msw
mo a oulpas, que i- atttibnio, tnmfs i argai-
die em publieo pelo non .mn1anheiro cora rete,
mneu jomapetidor, 8. Ex. o minano em apart pra,-
testasse, e nunca quo do seas labioa pawtiaasemn pI-
mivrao deotlnadaw a arguit.-me de felta die mates-
se peio oats da pVwineia,
QJiamdo em 1883' derrotade o0 gabinete Parana-
ga*, um dos ex-minintos fes sS.&Exa., na.ai wu,
iencia, arguiao qae mUe.parecenu infundadus e of.
fcnsiva, e os sen s co-relhgionarios-coinearvaram-se
ioeneiosas, a minha palavra n ase foez eperar,
)rotestando em apart, que S. Exc. depois, defen-
lendo-se, agradeceu-me ( oessioe 14 dejunhe).
Se para asaim. ter eu proeedido allo prevalence
sem outran consideragues, bctsaria a do-amdlsi-
si8mo e preconceito provinciacs, -- terreno emr que
agra procurou ferir-me oa antes, na frase preten-
miosa e estulta do sou companhieiro, cavar me a
sepdultura !
Nao A para mnolestal-o que ist3 lembro, mais para
nostrar que nesse terreno- a ninguem coacedo
vantagem, nelle comnprehendendo nilo s6 as cu-
sas come as pessoas, atnmesmo dos meus adversa-
ries, e satisfazendoeme sempre queeates sabem bon-
rar as posig5es offlciaes, nunca Ihes poupando pa-
alwvras de animacao em particular e em piiblico.
Quando tenho sempre assim procedido, doeu me,
,onfesso, que de S. Etc. partisse a aecusacao, em-
bora me lembrasse que fazeudo, com.i o seu com-
:nheiro conference, do abolicionismo soffrego e
ntransigente arma de combat, estava corn elle
dentificado por tal forma qne atM na injustica
para commigo devia aoompanhal-o.
E tanto mais doeu-me quanto S. Exe. dcixou de
pnblicar pela imnprensa a sua conferencia, retar-
lando assim a minha defeza, que somente agora
FaVo,' ja desesperangado senao e-rto de que tal
oiaf,-rencia nao serA publicada e toi apenas deati-
iada a fazer scena de effeito, propria dos theatres
c dos comparsas da companhiit-auxilio mutual.
E' certamente inexplicavel que S. Exc. atM hoje
ilo fizesse publicar a sua conferencia, tanto mais
qiianto foi a primeira e unica, que fez no theatre.
Qualquer que tenha side o motive porque assim
haja procedido, deixando o corpo eleitoral do 20
listricto, except a part que alli compareceeI, na
gnoraneia das ideas que expendeu, nio posse dei-
:ar de agradecer-lhe as palavras corn que segun-
do fui informado, se referio a mim no character de
articularr, ao terminal suna conference, cortezia
que quiz ter, iao seguindo o exemplo do seu tom-
anheiro conference, meun computidor.
E pois, se no que vou dizar fiser ref.rencia a
S. Exc., serdi pela nocessidade da defeza e nio pelo
lcsejo de mnolestal-o.
Accusoui-me o Sr. Dr. Joset Marias.no de respon-
;ivel pelo desgratado estado des cofr-s provin -
iaes por nio liavel-o acompau.hadt n voto que
,'u na Cam ira ea 1882 em favor d)I aIlitivo d)s
0 O/o destinados a auxilio aos cofres pravincials,
por haver votado na sessao do corrente anno
oontra o additive que, contend a min ma idea, foi
por elle offerecido cjmo emends a lei do orga-
nento.
Doterminado ean.., dc agosto ie 1882 a suspen-
3o da execuiqo da lei provincial de Pernambu-
e, o gabinete PkranagoA praticou actor violent ae
ttentatorio do Acto Addicional.
Foi esta a opinia l geral, mesm. dos awrigos do
tibiuete.
Foi tambem a do Sr. Dr. JoAs Marianne, que
n seon discurso de 14 de maio. de 1883, respon-
lendo ao seguinte apart do deputado Taunay-
V. Exc. tern muita responsabilidade nisso ,--
lisse :--c Nunca tive a responsabilidate da sus-
pensao das leis de Pernambuco: toda a gloria
iessa media, que nao davidei reconhecer come
iolenta, cabe s6 e exclusivamente ao Sr. presiden-
e do conselho. n
Pratieado o attentado, o gabinete Paranaguni pre-
is iva de um bill de inmemniddade da C-ian ira para
[lte podesse continu-a'. Solicitou-o, fa-endo da
pprovaca'. do additive do 10 /o questso de con-
laia.
0 Visconde de Paranagul president do gabi-
aete, dasse (0ess1o de 12 de setombro de 1882 -quo
-, nalo fixera questao do imposto a-lditivo dos
0 /o, ram da approvacl~o do actor do guverno- ,
Deveria eu porveutura eoneorrar coin o meu
'oto para a approvac.o de um -ado violeato -?
Diz-me a consciencia que nao. Arrependldo es-
tria se h-cuvesne acomp.-aihado o Sr. Dr. JosS Ma
i nno, como elle proprio mostrou-se arrependido
laIa.lo .depois (seseio de 14 do maei do 1883)
ciase :
,, Conf'sso que ftii ingenue, acreiatindo nas pa-
avrras do governs.
Recothloeeo diante doe action posterioros do ga-


>inete, que c!l3 so procurou ganhar temp, mysti-
icar grosseiramente os depatados. ,
Ao que o Sr. Gomes de Castro deu-lhe o seguin-
e apart :--, Queo Ihe aproveite a licio. -
E 8. Exe. continuando acerescentou :-* Me-
her fora que o nobre president do consellio nao
ocasse no p itrimonio da provineia, e eom verda-
Iciro empenhi tractasse de realisar a grande re-
forrna da divisiao e discrimintxlo das rendas (apoia-
i s.) s
E ainda acerescantou que o gabmete fui--, lo-
ya I) per um move desconhecido, que hoje se pro-
V-a n;to ter side o bern public, pelo acodanento ou
a'vez p~la influencia permanent. ,
E no discursi que profCeti cm 11 de junho de
1883, homrou-me S. Exe. comn o segainte aparte :-
, Que toJos n6a q e votamnos per aquella moeao,
f) res embrulhados, auo ie ta duvid.v ,,
A. palavras que ficam transcriptias, proforidas na
amara por aquelle que hoje me accuse, cuntituem
a minha mais cabal defeza.
Fago justiga a S. Exe. aereditando que, nao ape-
uan o desejo de sustentar o gabinete aprovando o
aeto :d'este, apesax do-violento -, o demovera a
,oncorrer c)nm o seu voto en fav-ir da 'nmgao de
confianoa, mas a convicei;c em que estava de que
j gabinete queria a approvaa'o do additiv- coma
meio de fornecer recursoa as provincias que -ti
niha-n ul,-cittido o imposto de importag-16 sob a
detti muacAo de-eonsumno.--
Mas S. Exe. foi -ingenuo, e eu pela minha
idade e experineucia niLo fui e nem podia-sel-o.
A-ingenuidade--senr a desulpavel em S. Exc,
moeo aindad e nmigo d-) gahiaote; ma- em minim
s-ria falta imperdoavel,que-Bme envergonkaria
Eu nio podia deia-ame embrsllr-ou mystificar
grosseiramente-por um gabinete que, segundo a
eonfisaao de S. Exc.,'fdra levado per ma movel des-
conhecidO, que so pvrav& mo ter sidae- o bentpablieo,
por nm gabinete que, na frase de um deputado li-
beral, era da-illegalidade-, us do outro, tambem
libeal, era da-pro eedauva se-- do -
nador, tambem liberal, era da-tmmoralid(de,,-
Bastaria que o gabiteta fSo6pae;, com- feza, do
additive, question de n a,-- pi r causa do
_-imposto--que elle continha, mas polodoesejo do
ser appravvdo pela Camara -o act &WieOLed-a ea-
tentads& qa pratiwa, auncloadoa laipUcc-
,viiali d Pernamaero, parA. qw eu njinw& p,
dowseA4 h-oo aeo-u vo. '


$Now#"


aC smstt~engla do 1u QbreFde~wo3p

taz *M d6 diL %'dLo uf, agitos
'wn d-o nvo "- qut +. T i"..ppotso e ao-
Wo vfiw4psllsmma&dhr a ews b1 o- anieo
aid* maiterna, pa u.me iwpfbve 8 Exc
do movo a agitMeso.
*Protei uAimlia- attemf&a ma disommo de S. Exe.
Se tirei a conclusao de quo S. iExe. ja nao.og"ta
m ma doe 1 0 %/ emne unsuma reita provincial
o (s(iaitd), imma* dbs 10o /. comoereceita geral;
. temto quo 8. 3*x. din0e:-
S81, idiaia o i*lApos deo exportaw*, ai nO
Squte4 e rp e4iffrenaa pelo- impostor do sal
a e p6lo e& ohi tend oi 10 a/o, quc
a darao urmi equivalent* pars suppnr o deficit
Sqneeu presumo.a


N6s8n,a4 tivemenoce'asiv de e'pIewr' o nos
,aew votes na 2-diuausdo do adftimw. -Por mams
wque' en inshti**leSI-. preisidentepai'-qtu V. Extc.
cie conoedee:w patvmi nwo me 1i eus' v elob-
tel.a ; mas deixoi- proftMetAlgOa S p Nraa, tan-
Stas quantas eraun preiaus parsa anunnemrque
nio se tratava de cause d& provinw de Per-
nambuco, mis de uama quetao -qu e respeitava a
t ode o Impnia; e est as-patlwava, que foram ap-
Sptauditdas polk dbptitaipude PIrnnmbuco, deurn
e oatre crudito pvhtio; bastnriam para demons -
trar que, votandt niad* contra o additive, nio
c prejudicavamoos s interesses da provinca de
,, Pernambuco, n&b votavamos contrao scommern-
Soio daiquella pramga. (Apsiados). Entretanto, se
Shores, o noseo voto pareceu br eontrarib aos
interessew do commercio do Pernambuco.
q 0 Sr. Jos Marianno: 0:commercio inter-
Spretou mat o voto, porqume eendeu que. nad6 pas-
sando o addition, o govera noawtria restabee-
Scer a lei,
c, ( ontinuando) E de feito nada tinba o ad-
c ditivo corn a question da revogavto da lei; sao
c causes inteiramente distinctas; e ate o nobre
deputado, o Sr. Jose6 Marianneoi j na session de
Sant-,-hontem disse quoe nao so importavw corn a
Ssirte do additive, porque- elle n1b reeotvia a
c questao, e o nobre president do conselho ainda
hontem disse qua nab fiszera quest do imposto
mas da approvagao do actor do governo.
No diseurso corn que em 11 da junho do 1883,
deseavolvi a interpellaaio, que fiz ao gabinete La-
fayette a respeito da auspennao d-a lei e dis diffi-
culdades em que estavam as provincial, tornei
ainda mais manifesto o condemnavel procedimento
do gabminete ParanaguA, dizendo :
,- Tudo isto costa dos Annaes, e de mode a
tornar patent e que nunea o gabinete de 3 de ju-
ho teve unm pensamento director : era podia a re-
:vogaiao das leis para depois apresentar o pro-
jeeto de auxilio aos cofres proviaciaes, era podia
previamentei meios para casse auxilio; afimn de tra-
tar depois da'revogaqAo: era fazia do additive
lquesta)o de confiana : ura on azia retirar do orva-
,ineato par a n) dia seguinte incluil-o neste come
receira geral; mas sempre promettendo c asseve-
.rando quo trataria dos auxilios As provincias.a-
,Ahi fiz a critical do procedimento do gabinete 7
de julho, na quesfio dos impostos provinciaes, e
lendo as palavras do relatorio do cnefe desse ga-
bineto (o Visconde de ParanwgqiA) em que elle
confessara que-oagolpefoi rude-mas que-afe-
rida cicatrisaria e que o-credito-fornecerta re-
curses as provincial, disse :
Senhores, o mmisterio de 3 de jullio, long de
justificar-s -, lavroun nestas palavras a sentenua
Sconfirnnatomia da suan condemnalao.
0 Sr. Jose Marianno: -Ja descania na eterni-
dade.
.
Como, pois, (continuando), lnage de arrcpen-
,der-se o governor vangloria-se da attiiude que to
cmeOu? Come em vez de contristar-se corn os effei-
Stos da ferida produzida polo gotpe rude, appella
Spara o tephpo, que a fara cicatrisar ?
c Cjmo esqucce as suas promemsas formaes e
c solemnes de auxilios, e vem dizer as provincial
--recorrei ao credit ?
c 0 Sr. Jose Marianne : Mas niao o que di-
Sziam. Depois de muitas promessas, disseram as
,, provinaeias :-aguentem-se no balango.
c(Ha outros apartem).
0 Sr. Mmnoel Portclia: Nao conheqo parti-
ccularmente o que vae pelas provincial victimas da
---operafdo-; mnas, polo que respe'ta A provincia
Sque eu represents, sei que 6 diffeil o seu esta-
Sdo, e tilo penoso, que levoe a illustre commission
da assembiea provincial a fazer no project de
Slei de ornamento cortes profundos nas despeza.
c 0 Sr. Jos8 Mariannoe:- Atrophiou-se o03 des-
cc envolvimento da provincia.
cc 0 golpe foi rule, disse S. Etc., mas necessa-
c rio. ParA quo ? 0 que resolve S. Exc. comrn
o goipe que lancotr sore a provincia?
c 0 Sr. Jos Marianneo-S6 p>dia ser vmntajoso
ao governo geral, que foi o unico que lucrou na
Shistoria. )
De tudo o que flea exposto resula que me no,
eabc a rasponsabilidade pelos males que soffrcu o
pr)vincia eom o desbarato de sus fiuau nans.
1lo ultimo daqujiles discursos ji eu havia ditu
o agora repito:
,, Qiem praticou o acte e todos aquellcs. que o
sustentaram e tomnaram-lhe a responnabiti'dade,
estavam na restrict e rigoroea obuigacAa da af-
froatar as dufliculdades e empregar on miaos ne-
cessarios pars fazor, as nao cessar, ao manos di -
raimuir o mal que o actor tenha produzido. ,,
Nao, nac me ceib a. minimst responsa-bildado :
tola ella S do gabinete Paranagua e daquelles quo
votando a moeio de confianca e partanto appro
vando o-golpe rude-ati-ado sobre a provineca
aveitaram a respoasabilidade desse acto-violou-
to-, desse attentado, esqueeeado se do respemto m
ac-utamento devadjS ae Acte Addicional.
Sc o Sr. Dr. Jose Marianno tern parte nessa res-
pensabilidade nao serei queun o diga; no seu dis-
curso de 14 de rino proeurou tirai-a do si, cm ac
palaWras que eutiA priforie o e ficam ccima traus -
cri(tUs indicam tardio arrependimento de have,
prestado apoir, a aquelle gabincte, que-sd quiz
gainhar tempo,-embrullhar-os deputados que w,-
raaram a mtnoco de confianma,--mysttfical-os gruo


seirameate,- lcvado-por um move occult, que
tao o do bean public.
Nio inculpo a S. Exc. pelo procedimea.ito quo
teve. Nao havendo concorrido para o acto violent
to-da suspensao da lei provincial, nao tendon tui'
p irte alguma nesse actor, como declorou no eu
di:mcurso de 14 de maio, em que tornou sensivel
que ao Vidcoade de Paranagua--- cube toda a rea-
ponsabilidade, porque nesse negocio nem aoe pro-
prios companheiros do gabinete consultou c-, era
t ,davia home politico, apoiava o gabinute, e cc -
[iajo nas promessas desate, promensas formaes c
s.*lemnes, acreditou que podia conciliar o se n Io-
ver do amnigo d) gabinete, approvando corn o sen
Voto na question de confianga, o aeto-violento-
ci& sus;peasip da lei, corn o soeu ever se represca
tante da proviuncia de oesperar que takes promesas
seriam cumpridas e qua portanto nao scria saerti-
fienadi o estado da provincia.
Illudio so: que Ihe aprovaeite a ligio: mau nta)
queira atirar sobre mim e sobre a deputaoo cmon-
servadora de Pernambuco a responsabilidade d
auAl, que soffre a provineia.
SE porque aewnscnoa- oa resp mavois ?
SVotarnuo. comno l podiamos daixar do votar,
contra o gabinete na questiUl o de confianca. Ma-
,apezar dos- nsoss vot o(radditivo dos 10 o/, oub
jeoto dessa quest tfoi approrvado.
K quo dbtio te-aes9Q< tiia(ii
E o qne cmuinre ep psc a airnd rmai psaten-
tear a injuattia que se nos iWz.
SFoi o preprio gabinete quemn requereu e obteve
camrn o vote do 'Sr. Dr. Jos MarLanno (sesso dn-
31 de agosto etc.)-que fosae elo zeparado do ora-
-ronto-para constitmrt project especial-e remet-
tieo a Commiuita d+e Q"aiito. -:
uEsts -er*iisslo, oaipm ta de liberaes smigia
dl gpui*jte, nueuc den mBa, e e additive edo
m>-ac WIIIuAt~ alhn aB#ainio*Ef "*


-"LwA.* A61


, tariffs desiguaes, nao s6 corn relagao aos pro-
a duetos estrangeiros, corn, o que 6 mais deplo-
, ravel aiuda, cm relagao at) products nacionaes
c (apoiad-s), causando damaosos effeitos na pra-
,, c de Pernambuco. ,
Em %25 de f.zvereir de 18382 a illustre Associa-
qw Commercial remetteu-me uma representaeAo
para ser presented A Camara, podindo a revogi-ao
do leis le Pernambuco, pelas quakes se arrecadava
imopostos iconstitueionites de importaiao ou con-
sumoe.
Na sessao de 7 de marco, apresentei a Camara
essa representaeao e roqieri que tosse ella sub-
tnettida a aprocia9ao da commission competente.
Daudo disto communica9io a aquella Associa-
C-o respondeo-nii ella pala f6rma segainte em 27
Jd abril :
,, Accusamos a recepeao do officio de V. Exe.,
datado de 10 do mez passado e muito agradece
mos a f6rma porque so e 0 .u dar cumprimento
c nossA incumbencia so5,0e os impostor provin-
Sciaes, o que constituc m inais um titulo para a gra
Stidao de seus comprovmncianos : hoje pedimos de
novo A V. Exc. para que em occasiao propria,
continue a patrocinar essa causa, que uma vez
veacida coilocarA a nossa provincia na p:siqao
Scmn quo este'e ate certa 6poca. )
E a 15 de mnarto havia a inesnma illustre Asso-
ciayO ine dirigido o seguinte officio:
v A dirnctoria dosta Associagao, resolve diri-
a gir-se a V. Exc. para que na qualidade do re
cc presentante decsta provincia na aseemblea gr.al
c li.gislattva. se digne de empregar os meios mais
Sadequedos que lhes suggerirema sabedoria u ex
Sperienciados negocios publicos de V.Exe.,aiim d
c que so votemno orcqameatogeraldo imperio ver-
Sbaspara pagamento de despezas par a forga po-
licial, secretariada provincia, sustento de press
pobros e outros que devem eorrer por c.mta d.)
", eutatdo, alliviando-se assim os cofres provinaiacs
c: do posadissimo o.ais de avultadas dcsp.zas, cuja
Simnp,)rtanincia ple ser destinada a realisa ao de
, mnfihorameuntos publicos ina provincia, ou sup-
, prinida, p;ra que niesto ultimo case se facil.te a
at. suppressAo de impostor incoustitucionaes e di-
Sinainucito de oatrosexcessivos, todis votoJos nos
c or9.acntato& proviniaes. ,
1Em vista do tudo isto nf'i) duvidzi apresentar
na sesaeo do 28 de maro oo s.gaiute rcquerimento,
qud justifiquii de mode a nato ser coatcstado, di-
z -ndo-inm em apart o conasellheiro Martrim Fran-
ciaco-que oa fundamental do requerimento-esta-
vami.naconseiencia publicsa .
c Requeiro qae scja nomcada ruma epmmissAo
Sespecial para, e'tudaadtoi grave questao da har-
n ,ni: t. dos impotos goraes e provinciaes e oi
c udo meaonA twprztintea .dosi servi*o, a cargo
dos cof.es pravineiaes, que pr mua naturease
fins devem sE reputedot geraew, aprcserntar
trabalho que firm a distincego da material tri-
Sb atuvel em geral e provincial, e fixe definitiva-
*mente os svriiosi 4 caro das lprovincias e os a
a doe-Wd1I
cc Q ao aceita a idea seja eenvidade o Sanado a
,a conoorrer pata ease trabaiho, noameandO coam-
misBos, que delle trate de *ccordo corna des*tr

Awsot
+sw .ogihzos ++ wal .iledo U111 dour < ,0' dins-

^^ip -... o..."r- fic ara >a' so ..
f A,:,4060k iteprwbte jawAOS .pca" a~iu"..
%=rViwA aAIZA IM^^> deMA1ir6,;^*ts >tam AdaniaAg


e
commae


k


stu pensamento fazer contrato compreheunsivo da
-onistrucnao de ddcas,-e disse:
Se no asetrata simple-smentc de melhorar
,, o port, pondo o emn condic5cs de facilitar a na-
c, vegacao; se tambem trata-se da construccao de
c d6eas, 6 precise ter muito emn consideracilo os
cc onus, que hao de recahir sobre o commercial e o
, monopohio que pode resultar corn risco dos inte-
cc dresses do commercio e da provincia. As condi-
, oesa do port de Pernambuco dispensam, per
, ora&, a conatrucco do d6cas; nalo ha necessida-
, de sinaeo de facilitar o emnbarque e desembarque
c das mercadorias, e nao de obras custosas que
* deem lugar a imposigao de taxas. (Apoiados).
* 0 pnvilegio para recebimcnto de mercadorias,
(, cm vez de ser um ben'ficio, e um grande mal
a para o commercio. (Apoiados).-
Qunem assim se havia expressado iiao podia vo-
tar em f-,vor de tal additive.
Posse estar em error; mas a opinialo que ento
manifestei tern em s-.-u apoio a do finado conselhei-
ro Buarque, e do tambem finado Marquez de
Olinda e a do Sr. conselheiro Joao Alfiedo, como
aaquellta occasion mostrei. Accresce que coin ella
se cenforma a da Associaglo Commercial no -)ffi-
cio que em junho de 1880 dirigio ao Ministerio da
Agricultara.
Eis o que tinha a dizer.
0s factos ahi ficam expostos. 0 Sr. Jose Ma-
ri:ano, porem, os embruldhou comno-- enabrulhado
-u-- inystificado ,-foi expressess do S. Exc.)
ncssa desastrosa questalo do conmmercio de PNr-
nambuco. Queixe-se antes S. Exc. de sua pro-
pria a ingenuidade, ,, e como disse o Sr. Games dc
Castro,-, queolhe aproveite a licclao... ,-
Eu o 0 imeus companheiros deputados conser-
vadores per esta provincial nilo tememos o julga-
meanto que possa resultar d'uma apreciaglo des-
apaixonada.
Recife, 23 de novembro de 1884.
Dr. Manod do Nascimento Machado Portella

A* Tribunal da lelaa04
Pende de decisiao um aggravo de agqira-
va (e este o torcoiro ) pelo qual, na
imassa. fallida de Moura & C., Victorino
Maia, miediante u.w hypotieea, mas cuja
procedeaeia duvidosa estd send discutida
emju zo-pretende antepOR-se a todos os
6outros privilegios; ainda mes'no os de do-
min !
Nfio nos preoccuparimoaus deo tao estulta
e irrisoria pWetnS1O, inAVOcudo par. ella a
attenclto do collendo- T.ribunal, si o aggrA-
vante ulo tivswjA obtldo povimonto i
ura carte testemaunhavel mandando escro-
vr em deois4 UAl
. 0 SaQiMVar pa1immto, vil,
filmar dounaqa aanto a ua4 no i. r
ccnimaroiaI d~at.& oiaMd,. qa^rar-Ba*Mo
*bttos OB oaontm privilegiow, ai3ad memo os
dti pmiMO. &- OuMWu e^Mift, de uw


~~peh.
~[voitar..


Credor hypothecario na faihaoi 4
foro, poderi entld- aom vastape ianW
sMs hypotheca se mausi u r do P
terir-sa.
A's suas invfctisana a miuta d o
vo, contra o Dr. curador fiscal e
sitarios da masa, rempondem omn ae
ridica oontra-minuta do Dr. juism do a.m-
mercio, abaixo transcripta.
Os credores d vt a.


-de Pernaabuaco que-ee agueat *w
?M&. [s"vaiesto ertamenrteas in j 40oi

S enalo estva e.B. iawnv o porque enttaudb
w83 diaeusao o projeeto revogatorio dAs leis
Ptovintia.O (eob dar 2de t. de 188
spresentou I"eida antorisandoa overno a fazer
-A opera da a tdi.o uohispMaRra aupprir
odIefioit provinciaeo, embora fo6ase elle o proi-
Piu qie, sa ser votado o projeto Ossio de 2a
wabeltembro), requeron e obteve a retirada da-
qnella eeenda, por confiar quae independent
della o governor daria auxilio As provincias,
Assim, corn o voto do Sr. Dr. JoA Marianne o
additive dos 10 o/4 foi retirado d u oramento e re-
mettido a commiies, que mnunca deu parecer; e
corn requerimento set, foi retizada do projeeto re-
vogatornaa emendkvqe autorizava o sapprimento
as pravinciss, supprimento qua por outra f6rmwt
nao obtiveram.
E porque tudo isto succedeu, somos n6s os do.
putados couservadores de Pernambuceo os respon-
saveis! NAo ha maior injustiga.
Falle ainda em nossa defeza o proprio 3r. Dr.
Jose Marianno. QuandL em sea discurso de 14-
de maio de 1883 censurava o gabinetc per nuo te r
cumpridoea promeasa, elle disse :
a Esperei, esperei come um verdadeiro create,
c durante tode o tempo, das feris parlamentares,
pela realisaglo dessa promessa, na qual estava
empenhada a palavra de honra de governor.
E accrescentou !
Confess que fui ingenno em acreditar nas
promessas dogoverno; eudeviater ficado corn a
Spulga ua orelha deada que vi ser proxellada a
Sdesignageo do dia em que devia ele responder
a interpellagio do nobre deputada polo Rio de
S Janeiro, o Sr. Ferreira Vianna, apresentado a
29 de setembro, e final nao haver sessao no
dia designado para a resposta do governor.
A interpelalagiao eta e o goveruo estava resol
video a occorrer ao deficit provincial e de que
moios pretendia lanvar mao. E o gabinete re-
tardoii-se na de.iiguacwto do din, e marciindo-o
afial para 5 do outubro, cunseguio quo a stiua
maiorla nAo comparecesse, nao compareeendo
tambem o Sr. Dr. Jose Marianne, nao sendo
designado outro dia e encerrando 8e a sessao sem
que o governor dease resposta-alguma I!
Nao pouho cmi duvida a boa f6 corn que proce-
deu o Sr. Dr. Jose Marianne, de que foi victim,
esperaado-como um verdadeiro crente-.
E foi por assim reconhecer a que quando o con-
seliheiro Lafaeytte, president do gabinete 21 de
maio do 1883, apresentou a Camara o seu pro-
gjiaminma, eu particularmento charnmci a j.tteprao
do Sr. Dr. Jose Marianno para o sileneio qua esse
programma guardara sobre a quast.Lo; e qnando
na sessao de 11 de junho interpellei aquelle con-
selheiro sobre a question e sobre o silenciu que no
Senado elle havia mantidoao referir ahi o Smnador
Juuqueira as palavras do Sr. Dr. Jose Marianno,
proferidas na sessao de 30 de maio e declarativas
de promessa, particularmante feita a elle pelo Sr.
Lafiayette, de auxilio as provincias, este conteston
que t:d promessa houvesse feito e expressou-so,
para evitar a difficullade da acareagao, em ter-
mos, que o Sr. Dr. Jose Marianno qualificou de
-sybilinos-.
Eis o quo eu disse naquella interpellacao:
c Quando o honradopresidente do conselho acaba-
c va de apresentar n'esta camera o seu program-
ma, no qual eu vi guardado complete silencio a
rcspeitodas necessidades das provincial, corn re-
c lanao aos auxilios,e quasi qiie cm esquecimento
a ideal da discriminaAo dos impostos, eu me di-
a rigi ao meu digno e illustre college, e pergun-
tei-lhe si por ventura tinha prestado atteniao
a ao facto, respondendo-me S. Exc. affirmativa-
mente e que ia cntender-se coin o gabinete a
c tal respeito.
a 0 Sr. Jose Mariano:-Perteitamente, porque
a a questIeo em que nao posso rocuar umn passe.
o (Ha outros apartes). n
A questao do imposto de csn-ium) muito co-
nhocida e aquell's que a teem acompanharo crn
criteria hao de ter-me feito justica.
Em meu discurso do 13 do sotemnbro do 1882,
expressei-mne : respeitj nos seguintes termoa :o
,, ao ser iniciada na assembl'a provincial em 1874
,, a idea do imposto de consume, fui eu um dos que
,, primeiramente o umpugnaram.
c Embora respeitando o peasamento da assem-
.c bl6a, ante a qual ou fui veneido, ficou me sem
, pro o reeeio de que o commercio viria a soffrer
as consequencias d'aquelle impostor; e quando
,, no anno seguint' eu procurava reagir e eonse-
cc guir que elle nao foassi mautido, a digna Asso-
cc ciagao Commercial, dominada por um peiisamen-
c to muitr louvavel, qual o de livrar a cxporta-
c, 90o de to-b o tribute provincial e dc fazer corn
que o imposto de consume deixasse de recahir
,, sobre os geuerc. de primeira neccssidade, pedia
,, A assemble L provin~ail um impostor uaieo sobre
,, a inportaeao, segundo a pauta da alfandega
,, E senda attenlida pela assemblea, dirigio a esta
,, um voto de louver.
c Nao tardou, porem, que ella mesma visse
cc quanto se tinha illudido.
Dentro em pauco se estc'u'lcceu essa luta das


o que disse a fl 157, 22; I 277, agurdo
o que houver de decidir.
Recife, 8 de novembro do 1884.
Tzomaz Garcez Paranh,,s Mcf Jrc.


Agradeeimento
A gratidclo d'entre todos os sentimne
tos o mais difficil do ser calcado n'alhna.
E' per isto que nao dispondo do recursv,
corn qne pudesse mostrar ao Sr Dr. Pew-
taal o meu sincere reconhecinmeuto p t
mode benevolo e caridoso per que fui tra-
tado na operaieao em mim praticada no dia
21 do proximno passado (tres posthomias,
dhas pelo process Record, e umi a bis
turi, roclamada por phimoses e cancros),
venho por meio destas linhas patentear-
Ihe a minha gratidilo, mostrando tCambeiB s
public que ainda hoje existomn vorajcs tie
bern formados quo naol hesitam ein em-
pregar o seu talent, a sua sciti ia, o seo
amor em um cmo en que, pedindo discal-
pa ao illustrado Dr. de lhe ter offendido a
modestia, humildementc sc assigaa
Floriano Carvalho da Gama.
Recife, 22 de novembro do 1884.


A benio de S. Sevmri
Domingo proximo pasado reAlisou-.a
novidade que annuncici pelo Diario &
Pernambuco de 6 do correntc a Bl-a;o
di voueranda imagomn do milagriso martyr
S. Severino na capella do cngeniho PRaia
dosti freguepczia; foi uin acto solsm, -tIl-
ve tes o nisplendido de que tern fi
tol n,'aquella capella mormente par ter si&
exsovw o pole Eximu. bipo diuessao, pela muita bondade, que o karate
digIMou-e aeitar o huimilde owavi,
The fez pars oste fim.
Taiaa. kaa Fquem tguaw.
qes intrometti-me I. onepocis do & Sl

Ogumana eapella do I dew Mdo"
iS 04Mso


c-I








-I


a-


vir r Min


r-


ffi ra* ftfiri- wm l13 de m
rpaiaeda Buop~efttria


ensfbabO ento havida, neste recinto
SIzhrasm sippor que aquelle requerimento aena
apprav-db: auim, n ildauccedeu, e continua adia-
r dit ata diemmAsao apexar de tres urgeaeias vo-
talas a requedwnto s iando anobre de tado que
acabs do fa-lar e do nobse deputado pelo 130 dia-
trieto o Sr. Dr. Antnio de Siqueira, e de haver
sido disaeutido em dbus don rare sabbadof, em queo
tern havido sessio.
a Eo gabinete actual ao apresentar nesta ca-
mara o soea programma oonsignaou a idea do no-
mear, no intervallo da sessao, ruma commission es-
peeial para estudar tao important material. (Ha
um aparte).
cc Talo palpitante reconheeia eu a necessidade
de provideneia, que ao nobre deputado palo 13e
diatrieto declarci que, se porventura a camera nao
approvase o meu requerimento, ambos n6s nos
reunirtamnos orn aquelles dos nobres deputados
que eativessem dominados do mesmo pensamento
e, em commission particular, trabalhariamos estu-
dando a material e apresentando um project a
respeito.
Nio conhecia eu meio mais conveniente e re-
gular do que aquelle quo empreguei elle estava
de accord corn o peasamento manifestado pela
Associacao Commercial no final do seu officio ide
15 de maro ; tinba em sen favor o programma do
proprio gabinete de 3 de julbo.
0 Sr. conselheiro Lourenco de Albuquerque,
ministry de estrangeiros desse gabinete disse de-
pois delle derrotado, o seguinte, em sessiao de 13
de junho de 1883.
E senhores para queo remedio seja efficaz e
produza os effeitos que todos desejamos, para que
seja perfeita a discrimian ito dos services e dan
rendas geraes e provinciacs, e essencial que o
projeeto seja examinado sem paixao e que s6 te-
nhamos em vista o interesse public. Nao e esta
uma questao de partidos. ,
E o Sr. Dr. Jose Marianne foi o proprio a dar-
me razaoe quando em sen discurso de 14 de maiu
de 1883, disse : melhor f6ra que o nobre presi-
dente do conselho nao tocasse no patrimonio das
provineias e corn verdadeiro empenho tratasse d&
a realisar a grande reform da divisalo e discrimi -
Snaqaio das rendas (apoiados). n
A injusta accusacao qua o Sr. Dr. Josd Ma
rianno ora me faz e aos deputado3 conservadores
de Pornambuco qstende-se t-imbem ao facto de
h- vermos no corrente anno votado contra um ad-
ditivo, por elle apresentado ao project de orga-
inento da receita, de 10 0/0 addicionaes para as
despezas provinciaes, alum dos 10 0/0 lembrados
cin 1882 para o mesmo fim e aproveitad s pars a
receita geral do imperio.
Nao precise demorar-me nas justificaqao do vo-
to que contra ellde dei, come deram quasi todos os
deputados de Peruambuco, conservadores e libe
races.
Basta me referir o que disse a respeito na sos-
siao de 5 de agosto.
a Quanto aos impostos provinciaes, e uma ques-
tao ja muito conhecida. Se o autor do additive
jA reuonheceu que os 10 0/0 addicionaes para
supprir as provincial foium calote que estas sof-
Sfreram, nao ha razao para que sejam ellas ainda
mais oneradas corn mais 10 0/0 sobrn o consume ;
cumprindo notar que em 1877,quando os adilicio-
c naes niao se elevavam A importaucia a que agora
chegamin, a Associa9ao Commercial de PernambIu-
Sco reclarnmou ao poder legislative contra a cleva-
,, 9Ao entiLo projectada. a
A representagAo a que ahi alludi foi de 15 de
maioe de 1877.
Na propria representablo que a mesma Asso-
ciaeAo Commercial fizera a Camara em 1882, re-
eonhecia que ja cram entao -elevadissimos-taes
impostos.
E se assim ja eram, e manis onerosos fiearam
corn os 10 0/0 aecrescidos entao, como addicionar
se-lhes mais 10 0/0 ? Nao tera cxplicaeio. Se
tal idea fosse aceota, a importacao ficaria tao one
rada que pouco faltaria para ser considerada pro-
hibida.
Penso que o Sr. Dr. Jose Marianne, apresentan-
do essa idea, tinha convicwao de que na'o seria
aceita, come effectivamente nao foi, nem pelo go
verno e nem pela Camara : o facto de ter obtido
muito poucos votes tambern o indica.
S. Exe. quiz apenas mostrar que nao se tinha
esquecido do additive dos 10 0/0, remettido a conm-
missao de ornamento desdc 1882.
Nao teve forca pars conseguir que os gabinetes
Paranagun, Lafayette e Dantas, ass quaes pros-
tara apoio, fizessem que elle sanlisse da pasta da
commissao corn quaiquer parecer ou entrasse em
discussao sem elle, e nos ultimos monmen os da
Camara, jA declarada officialmente a dissolucao,
lembrou-se de ofierecer come emenda aquelle ad-
ditive.
Accusou me finahnente per haver votado contra
o additive por etto offerecido sobre o porto do Re-
cife.
Nesse additive era o governo auitorisado a des-
pender a quantia de-10 mil coatos- corn as
obras do porto e construcqao de ddcas e arma-
zens,-ou a-garantir juros de 6 o/o-sobre esse
capital-a.empresa que para tatl fim s organisasse.
Minha opiniao sobre o port do R.-.ife esta rna
n;fostada no discurso, que proferi c.:, 10 de aguou
-e 1883. Ahi eu chamei a Mttencaso do Ministerio
da Agrieultura para a opiniiio que o finado conse-
lheiro Buarque de Macedo emittira no Senado na
sessalo de 15 de setembro de 1880, e de nio ser-


Contra- mimt
JA tive occasilo de dizer que a fok
q ,e ha nesto foro pelos aggraro maim-
ha de acabar corn as appeUinage, tal 6 a
elasticidade, que se tomrn dado ao 15
art. 669 do reg. a. 737.
A questao que o aggravate aventa 6 d
natureza das que s6 por appellaco podm
ser resolvidas.
E' o que se deduz claramente do at.
860 do cod. corn.
O aggravante ju se conformou corm a
decisiu, que mnandou que elle se ag -
dasse para a classificaio, coaPo o demou-
trei a ft. 158 e 223 e'roconbeceu V. M. 8.
a f. 160 v. e227 v.
o iacidente ficou resolvido ; mas o
gravante procurou encaral o per um ld
apparentemento divers, e na ausencia dm
autos (estou certo) obteve provimento a
carta testemunhliavel, quo interpoz. Cks-
inom sobre esse ponto a attengao de V. M.
para a minba contra-minuta, transcripts a
fl. 277.
Nao mandei entregar a importancia da
divida do aggravantu, porque nio hmvia
dinhoiro disponivel, e, se nuAo havia pam
SB Ihe pagar, pela mesma razao nlo ha
para se depositor. J. disse o repito, eliL
emin andamento, e segundo ime cousta ji
cmn poder do terceiro juiz um pleito que,
se for decidido em favor da massa, ser3f
pages integralmente ate os credores chy-
rographarios. Si a massa for vencedoca
precise de extrahir sncatea;a, dar-se-lh
execugao, que pdde ser custosa, e ise .
tiver dinheiro para isso ficara parade on
terA o curador fiscal, que alils ainda rut
recabeu cousa alguma pela sua commisili
traballho de desembolsar do seu o que e
absurdo exigir-se.
0 que conseguir o aggravante, se (,bti-
ver provimento este aggravo, 6 sacrificar
sem necessidade o direito dos outros ere-
dores, paralysar o process, aquelle pleito,
e atW prejudicar se, porque, podendo afi-
nal receber iut-gralhnente o seu credit,
nao n conseguira agora, porque os bem
hypothecados nao deram em leilio tan*
quanto chegue para ssu complete paga-
mento. Quanto ao privilegio acimua de to-
dos os privilegios, que se arroga o aggra-
vante, direi que sera elle o primeiro, que
obtenha essa victoria, alias de funestos ro
sultados.
Na fallencia de Belizario de Souza Ban-
deira, foi vendido o bemrn hypothecari.
uuico que existia e d'ahi tiradas as despe-
zas. Na de Manoel de Azevedo e Audra
dc, estando hypothecado um sitio a Brow
& C. e send vendido em leilao, nao rece-
beram elles um s6 real, porque o prodaita
foi entregue a um credor dos mencionadom
no art. 874 do cod., em vista do dispoat
no art. 880.
Os credores hypothecarios aggravaraiM,
mas nileo forain attendidos por accord&
unanime de 29 de novembro de 1681.
Se passar o precedente, o negociante qe
quizer lograr os sens credores, nem se -
jeitar ao menos ao incommodo de umna fl-
lencia, isentando-se atd de qualquer pen,
em que tenha incorrido, nada mais tern do
que reduzir seus fundos a bens iiamovi
e hypothecal-os a um seu verdadeiro
famis credor; a fallenci i nao podera prom-
guir, porque nib sao somente as custas Ao
juizo que se tern a despender: existed ou-
tras indispensaveis de natureza diversa, e
que se nao form tiradas do product dos
bons arrecadados, nada se fara, poise as ai-
uaulaoes salo difficilimas de provar. Eit
questlo e de muita transcendeneia, nem
pars ser decidida per aggravo, cm caio
process dous juizes nao veemn os atoi .
o accordaio neo e susceptivel de embargo,
per meio dos quaes se repare em qmalqucr
ongamo, e d'elle, nao ha o recurso de re
vista; pelo que deve ser preservado pare a
classificacao dos credits, come jal resolvi
coin a approvacao de V. M. I.
Chamando a atteneae de V. M. 1. pare
























lao da imagem do San t mo ty para o
.. trac'etei de vender a oera e rzeite, .quo
iobravam do use da capeHa, reobendo da
rendeira o que restava do mea pagamento,
que era satisfeito em dia. A media capl-
lania, que eontractei, durou vinte e um me-
zes, contados de agosto do 1880 a maio
de 1882, quando a rendeira, findo o tern
po do arrendamento, retirou-se do enge-
nho, e tendo em menu powder o que havia ad-
querido, e mais algumas esmolas espontanea-
mente offereciddas, cuidei logo do tratamen-
to da imagem; mas o artist, a quewu en-
carregaei este trabalho, per motives jiustos,
nao o poude executar senao agora; tardou,
mas nao se esqueceu do seu compromisso ;
trabalhou corn esmero, e sua obra se nao 6
das mais perfeitas, polo m-inos tern agra-
dado geralmente.
Agora ninguem pratendlerA ames uinhar
o meta credit fazendo aereditar, qae me
quaeria utilisar do que era de S. Severino ;
senalo tivesse escrupulo de chamar meu o
quo deve servir para a limpeza e adorno
dos tomplos, por certo nao me faltaria
geito, c s6mente Dtus me chamaria a eon
tas. Sou begin conhecido, tenho a cons-
ciencia tranquilla, e meu coraclo exultit
de prazer, para quem, por futulidades,
faz de mim critics mesquinhas, por nao
acharcousa quo maislIhe presto, levando-
me As columns do Rebate, tenho armazens
cheios de despreso, que 6 a unica armna,
do que costume usar.
Agradeco cordialmonte a Exma. Sra.
D. Angelica, e a todos os devotos de S. Sa-
verino a coadjuvaglo, que me prestaram no
tratarnento o adorno de sua imnagem. e a
Exma. Sra. D. Maria, proprietaria do cn-
genho Ramos o ter-se dignado receber cm
sua casa o nosso virtuoso, e muito amado
diocesano. S. Severino ore por n6s a
Deus, que nos faga tervorosos na f6, para
o imitarmos em seu glorioso mnrtyrio.
Cidade do Espirito Santo, 22 de novein
de 1884.
Conego Antonio Domningues de Vasoncel
los Aragao.

Ao eleitorado do 2- districto de

Pernambuco
0 conselheiro Theodoro M.
F. Pereira da Silva
Resolvido pela direcao do partido conservador
de nossa provincia, que eu disputasse a eleic;o dc
deputado pelo 20 district, nao hesitei em deixar o
meu retrahimento, ate porque o pleito tinha por
object a questao servil, de importaneia excepcio
nal. Outr'ora collaborador da grandiosa reforna
que estancava a foute da escravidao no Brasil,
era e e meu dever pugnar pela honra de represent
tar a nacao, consultada pela dissoluio da Camara
dos Deputados.
Sempre e hoje, fiz e fapo ponto de honra em rei-
vindicar-como aquelles que foram companheiros
do ViscondeldoiRio Branco, quer naslconselhos d.
coroa, quer nas lutas do parlamento e da impren-
sa-o que aquella retorma tern de salutir, vedandu
que alguem mais nacesse escravo e send o factor
espontaneo de toda a transtormacao future. Mas
a par desse nobilissimo commettimento, a lei d,
28 do setembro de 1871 reconheceu e mnanteve o
direito de propriedade pela iudemnisaeao, base so
bra que assentou a reforms, sendo um de seus inc
recimentos nao desorganisar de forma algum.i i,
trabalho agricola, dar tempo para que se tornasse
pouco sensivel a diminuicilo de bracos e promno
vei-so a sua substituicao.
0 que nao se p6de attnbuir a lei m que os sens
executors nao a executassem leal e soveramente;
e, se bem que dentro della, attenta a flexibilidad'
e elasterio de son mecanismo, houvesse valvult
para maior aceleraTao de emprehendimentos o
facto que a questo servil esta pertubada pelas tx


ICOMMERCIO


Praca do Recife, 24 de novem-
bro de 1S)4
As trees horas da tarde
Cotaces officiaes
Cambio sotnre o Rio de Janeiro, Avista, com 1/4
0/0 de premio, do banco.
Cambio sobre a Bahia, Avista, corn 1/2 0/0 de pre-
uiiu, do banco.
F. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. de Amorim Junior,
Secrctario.
RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez de novembro de 1881


WPAzADIGA=--e 3 a 22
Idem de 24


tNaCBBDORiA==l)e 3 a 22
Idem do 24


.jONSULADO PaoVIMCIAL--De 3
Idem de 24


S Ruciu D&Ao--De 3 a 22
Idem de 24


749:349A217
43:208A364
792:557A581
43:526A265
2:085A593
45:6115858
a 22 80:9155169
1:548A073
91:4635242
5:717A179
1:0735699
6:790A878


ALTERAQAO DAPAUTA
Para a semana de 24 A 29 de novembro de
1884
Algodlo em rama, 499 rs. o kilo.
Assucar branco, 146 rs. o kilo.
Assucar maseavado, 84 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 22 de novembro de
1884.
Os conferentes,
A. de A. Marques.
Raymundo F. 0. Mello.

DESPACHOS DE IMPORTAQAO
V apor national Espirito-Santo, entrado
dos ports do norte no dia 23 do corrente,
e consigado a Bernardino -Pontual, mani-
festou :
Baris vauios 150 a Marques Lima

^B W isi&:31 aJ o -0V. AlvesMUK
.AMA, 9~.... t ~


oa iainigos que n4o exist
usoas, e eome-4o dai4desa
e o abilo da fjrtuna priv


iraiao dos saner-
prOtundamente


dproeeiuda.
Erro foi este em que nAo ineorreu o preelaro es-
tadista consoervaidor, o Visconde do Rio Braneo;
pois iniciado o eommettimento, o I6vou ao cabo
pentro da mesma sessao legislative, corn proveito
e hour da naIo.
Opponho me ao project do loi que motivou a
dissolugflo da Camara dos Deputados; porque nao
admitto transformagno alguma qua viola o respei-
to devido A propriedade, bastande-me a certeza
de quo ella e legal.
Fixem-se corn prudencia novos terminos ao es
tado servil : mas, satistazendo-se como na ante-
rior reform, interesses divergentes, posto que
ainda conciliaveis : as aspiragoes de melhor futu-
ro e o direito de propriedade.
N im a oppositeo quoe haja e de inpossivel eon
ciliato. Nest e ponto de vista o que eumpre ve-
rificar e se convem transigir, se a itransagao 6 pra-
tieavel, nao alienando o coneurso da proprie lade
para a transformacao gradativa e successive.
0 methodo pode nao ser congruente corn as ex-
citavoes de propaganda radicaes ; mas de certo
e realisavel por homens politicos, que menos de-
vein attender a principios absolutes quo a resul-
tados praticos.
Assign co;no digo que parar e impossivel c re-
sistir to:neridade perigosa, panso que precipitar
a m-Archa e desencadear a crise, scm accoinodar
tantos intoresses oppostes, pjdo c ha de ser remina-
tada loucura.
Nein as cireumstancias do estado perinittemn
cominnttimentn t o arrojado), caino seri-i a aboli-
cao iminiediata, ainla que disfarcada fosse, mas
de efft'ito inovitavcl. co,) project o governor, on
aberta e deelarada fornitlhnnte, cono a quierem
os propagaudistass. As p ssimas condicoS-s eco-
nonici a fiti-minceiras do inmp-rio sio notorias : ha
cruise d, proJudtao, h:i crises de precos, ha crisc
de ren las publicas; o unumerario occulta so de
intimnidado; os banucos (livwan as suas taxts I,
desconto, !cu ei cada balajic dneauaciin qu3 e.ist.)
sem recarsos para fazer faic.t :os dpositbs, do que
sAo gaardas; o do Brazil immobilisonu mais quo
o sou capital nas areas do Thiesouro Nacional, por
divida flactu:tnte ; a carttira Hlypthecaria desse
banco esta depreoiada ecn miis da mnetade do seu
valor; o cambia desee, e qumn tern 1:OJ03009
nwo possi6 minais quae 635030; e este estado d&
filencia geral.de dia cm dia se aggrava, porque
o estado ahi estA coin urn deficit orcamentario de
ceres de trtnta mil contow, cam urna divuda suo-
rior a oito centos mil ,oautos, se-n fllair is pir.)-
vincias que, coin)ia nossa, j:I chig:train .: b;:i:t -
rota, culp-sa pelas iinprudencias que a miti-
varam !
Em sewellihante situaa:Lo, oppresiva e quasi des-
esperadi, pir inais exigentis que sejam as aspira
c5es da civilisac.Io, Ii liumanidade e da religion,
eu que, em coasdi,-sc prosperas, podera set min-tis
ousado, s6 cederei A' necissidad,, procedendo conu
a maior pruieneia cm assumpto tao mnelin Iroso e
grave que os desacertos nallc cantar-s_-liIo por
calamidadcs.
Evitemnol-os; c os factor da hiistoria rcgistraril
que o Brasil, assirn corno effectuou a sua indepen-
deneia national por unia rcvoluio incruenta e pt
cifica, chegarA de t.tuo a extinguir a escravidan,
corn a mesa rara felicid ide, coin que coincmou ,
prepare, e adiantou a solua;o do terncroso prol)Ie-
ma pela suppressio do trafego e pela lei de 2S de
setembro.
Bern ou rial succedido. vim pleitear a eleicio
n'umu dos districts mais difficeis de minha provin-
cia natal, c nlo oeculto o meu modo do pensaraos
diguos e iilustrados Srs. olcitores.
Fieara a tradicao de meus esforcos e do ap.i;
corn que me distinguircm os clmentos do ordem
da grande capital, agora agitada por excitaeues au
iesorden e opola patent comnpressibo official A li-
berdade do vot) ; reeursos vulgares, mis impo
tcntes, pois nao prevalecerao centra a gente cujo
masoreo preferiram simpre resistur a subrnctter-se
Recite, 20 de novembro de 1884.
Theodoro M. F. Pereirvaa da'.Sil.
trado da Bahia e esoalas no dia 26 do cur-
rents e consignado a Domingos Alves Ma-
theus, manifesto :


Assunar 50 saccos a Miguel Jos6 Alves.
Algodao 54 saccas a Mendes Lima & C.
Cordas do piassava 200 peas A ordem.
Coaros salgados seccos 190 a Pedro Oso-
rio de Cerqueira.
Piassava 10 fardos e 101 mollhos A, or-
dem, 300 bettas a Luiz Francisco de Al-
meida.

Barca portugueza lentadora, entrada do
Rio de Janeiro do dia 22 do corrente e
consignade A ordem, minanlfestou :
Barricas 350 volumes A ordem, 250 a
Paiva Valente &CC, 300 a Amorim & Car-
dose, 110 a Aniceto Augusto da Silva 125
a Joaquim A. Pereira, 100 a Dias Pinhei-
ro & C., 500 a Jos6 Jolo Castro & C.
Barris vazios 400 a ordem.
Cerveja 147 caixas a Alheiro Oliveira
& 0.
Espelho 1 caixa a Andr6 D. dos San-
tos,
Kerozene inexplosivo 50 caixas a Thee.
Justo.
Lidrilho 40 caixas ao Barlo de Petro-
lina-
Miudczaa 9 volumes a Andr6 D. dos
Santos. Moveis 10 engradados ao mesmo.
Vinho 187 barris A ordem. Vinagre 6
barris A ordem.

Brigue hespanhol Enriqueta, entrado de
Montevid6o no dia 22 do corrente e con-
signado a Baltar Oliveira & C., manifes-
tou:
Xarque 185,955 kilos A ordem.

LUgar national Amelia, entrado de Pe
Iotas no dia 22 do corrente, e consignado
a Amorim Irmaos & C., mainifetou:
Sebo em poles 8501kilos
Xarque. 185,955 kqos A ordem.


Barca
de Santa


ntrada do Rosario
do sorrente, e con-

A nr~r


A0 R4VIBE3L j
Ioao Aaitums de Ara;jo Pi nhtila i'd
,' FELICITA 0 ,.
I Amigo e conterraneo-M. M. C. 1.
Cabo, 23 de novembro de 1884.





Saudade
A" memorla de mlu&ha sme pre lem-
brada mae Amelia Villela de Quel-
ro x Fonseca.
I
Mae nao pode o meu peito compungido
Pela agrura da dor
Dar-teomais que estas lagrimas sentidas
Fraco tribute 6 certo ; mas, sincere
Ao teu immense amorI !
II
E tu eras no entanto, o men thesouro.
Meu fanal, minha luz,
Que coracaio me abriste is santas crensaa
Que os passes me guiavas d'este mundo
Nos putridos paues I...


Teu scio era p'ra mirm a nuvem rose
Dos meus sonhos gentis
Teus labios um compendio de doutrinas
Limpidas, boas, de moral, de exemploa...
E cu era tao feliz !...


Oh quem 6 quo nao scute dilatar-se
No seio o coracoe
Ao murmurar s6mente o doce nome
Este nome de-mae-tao repassado
De amor e de paixao ?...


E no entanto, infeliz a ninha estrella
Ennublou-se nos cmos...
Apagou-se o fanal dos meiis anhelos,
Meu anjo tutelar desprende as azas,
Voa ao seio de Deus


Era forra ceder, a natureza
Tern tambem suas leis...
0 chiAo da sepultura iguala a todos
0 plebeu, o faililo ; o pobre, o rico ;
Os vassalos, os reis !...


Mas doe la da manslo do Eterno Goso
LA da Patria do Bern
Accita as inihas lagrim:as dorudas
E vela sobre mima, 6 doce amiga
Oh minha terna maile
Olinda, 23 novembro 84.
Joao Victor Villela de Qeiroa Fonseca..


Os lasaroniallassaniello abati-
dos, o eselavagismo sobre a
presa
XII
Libertas, decus et anima nastra
in deblo suait.


cKW1f 0OoWvmua conservaaor -
N" m -anie -lo Ea 6 liberal. nuao 6 aboli-io-
ita'no e6 ecravoerata, nao 6 cosmorvador; 6
tudo, tuto quanto 6 precis o ser pars alcanar muito
poder e at6 a ditadura, 6 come Massaniello pesca-
d Nor de apoles quoe chegou a mais eruel e tyra-
nica l-dictadura.
Vdde como ele ja ia dictando tudo nesta .pro-
vicia comn todoe os arranjos para seus amigos ;
como at6 nas balanas do impaerol jA elle pesava.
Nemr o governor, parece-me pode sentir a sua falta
seno como um allivio. E' um nedinebo terrivel,
impondo-ze e fa3ndo-se valer pelo valor que tern
na massa do povo mais ignorante e mais tolo, que
6 attrabido per sua presenga agradavel e seus
modos seductores.
E' oagitador, que sustenta os motins em nome da
lei e mata a provincia e reduz a desesperagio da
miseria os funecionarios, provecando e sustentando
o acto arbitrario e violeato dai suspenslo da lei, e
recebe recomipensa desta fnanha. Nunca ?e met-
teu em empress arriscada, mas s6 nais que dio pro-
vcito a si ou a seus amigos. Nunca foi valente
- senio comrn as costas bern guardadas ou assim se
julgando e corn os ministerios na hora da agonia.
E' um concitador da pobre mass do povo ignaro,
nos comicios onde se ouvem immoraes conceitos.
0 incita a attentar contra a lei, contrL as mesas
eleitoraes, contra os eleitores, p urque se conta der-
rotado, esta mesma lei, estes eleitores, essas mes-
mas mesas que jA o fizeram deputado, grande e
ricocom palacios elberlinda, corn lauta mesa sem-
pro exposta a seus convivas, em tree anuos, depois
que mendigava o voto allegando pobresa.
E incendiario do mais belle e poderoso instru-
monte da liberdade, a imprensa; 6 sacrilego le-
vando esse pobre povo, como oa lasaroni de Na-
poles, a cortar a punhal imagens que a im-
mensa maioria do paiz venera, conduzindo outras
imagens em procisabo profane, attentando contra
as pratieas religiosas e contra o levita do Senhor
em outro tempo corn os lasaroni, esse mesmo igna-
ro e pobre povo cego, armados de cacetes e de pu-
nhaes, entoando canticos ridiculous e funebres. E'
o liberal que propSo a A membros das mesas eleito-
iraes, o furto de votes de um para outro candidate.
Eis aqui o que e Massaniello; chamai-o agora
liberal.
E' por isto que, no desespero do sua tao triste
quanto dcsgranada eleimao, a tudo tern recorrido
.)s furiosos lasaroni e seus commandantes, assim
come os amigos esmorecidos a pedir-me que ceda
logo no 1 escrautinio a minha votaao ao liberal
de eacete.
Ae passe que se faz todos os esfornos pars eu
retirar-me a ceder minha votacao a MAlariani, a
mmina que jogam contra mim, tanto a gentle dos
lasaroni como a theodorina, 6 dizendo que eu nao
tenho votacao, que e perdido o vote que me for
dado.
Considere, porm, o celeitor quo este embuste s6
pode valer para quem inuito simple, porque,
quiando s6 ha tres candidates, na hai voto perdi-
do, porquanto, se o voto nao aproveitou ao candi-
date que perde logo no 10 escrutinio., vai no 2 0es-
crutinio decidir entire os outros dous que entramn
nelle.
Ao contrario elles sabemin que cu tealho grande
votacio toda occulta porquc a miuha ibandeira do
commercio a retalho m de tao grande utilidade e
salvamento, qu into compromette a todos que por
ella se pronunciem. Por isto temein quo eu entree
em 2O escrutinio, porque sabem que se eu entrar
t Ile, venco. Perque todos.sabem queeae cufor de
I)putado, assim na Camara, comno na praga public.
hei de lutar tanto em favor desta idea, que hei de
conseguir que este eo.nmercio seja nosso para dar
pato a todos e. tortuna aos mais diligentes, sc na i
nme matarem.
Venhiam, pois, a mirm todos os que anlmejarem
tao grande beneficio, venham emn scgredo par a nao
ficaram mal vistos.
Previno logo de um pIlano que prctqndem os cm
busteiros por emi pratica; e publicarem no dia 30,
porque no 1 ', dia da eleicao, nao hajornaes, e pu-
blicarem reclaraeo eina meu nimme que me retire
ou desist la candidatura.
Estejam, pois, os eleitores previnidos contra
este e qual(yuer outro embuste oun sorpresa.
Descancem, pois. que se eu nao entrar ein
2.0 escrutinio, entree nefsimoe oessimo candi-


N.o obstaute estes artigos quotidianos, propa- date, ajudo como puder ao menos pessimo; e
liin com ino ultimo recurs aos esmorecidos amigos vencerA corn certesa o escravocrata fazendeiro da
do Kassanicllo quie jeli j conseguirin de m iniin bandeira nigromantica. ,
(quieeu jA retire a minha candidatnra cm favor' Quem nao quizer, portanto, vret csteresultalo,
delle. Peqo a tolos os meus aminigos ou autes maos eixe o patrAio e venha a mini, qu-, so eu entrar
amigos da grande idea do comninercio de retalho, a 2o eseritinio, corn igual certesa veuccrei.
que vao prev'nindo aos e(kitores 4ue nibo ,lein Affonso d'Albuquerque Mello.
Diario, que isto 6 unma tatica do desespero. Quo
eu estou animado das maisores esperangas, do en-
trir em 20 escrutinio, confiado no segredo do voto Ao eleltorado do 8' distr-icto
dos eleitores que, nesta hora solemne, acordain di HIllm. Sr.--Ha mais de trinta annos comecei a
lethargic, para se esquecer dis miserias dos pa.- tera hlionra, que nunca deixei de pleitcar e fre-
tidos e lembrar-se do future de sous filhos e da qaentemente me foi conferida, de ser cleito por
patria, pela qual e pela grande idea tern sido ini- Pernambuco, deputado A assemblea provincial ou
nlia vida inteira de sacrificios. A1 geral : e ercio terot-me csforcado por na' deslus-
Nao insistam, pois, os amigos Mariani empre- trar essay provincia, niao obstantet setr o primneiro a
hender levoyal o ao 2o escrutinio na esperanea, de eun reconhecer a minhIa interioridade de habilitaAlo.
saltar for'i e ajuidal-o entao, porque nAi o tarei, e Por maiores, e mais crcdras de today a mninlm
soifrerernos a vergonlia de vencor o candidate fai- gratidAo, que sejam as provas do estima que eu
zendeiro eser.avocrata consignado dos fizendeir*s tenha obtido ou possa obter em outras provincias,
do sul da bandeira niqgromantica. Porqunanto em I" nao devo renunciar ou deixar prescrever os me's
lugar quasi todos os eleitores que me dao o sel direitos politicos em Pernambuco, embora nao de-
voto sao os que dizem : vot atW no diabo, e nAo seje tirar o hlugar a nenhum m-,o crmprovinciano.
voto em Jdse Mariano. Em 2" 0igar p)rque s- Acceito, pois, corn vivo agradecimento a apre-
eu nao entrar em 20 escrutinio, fare por demons- -sentagao da minha candidatura que os rep'-esen-
trar a meus amigos que antes soffrer a vergonhbi tantes do todo o, partido liberal de Pernambuco,
de ver eleito o candidate Theodore da bandeirnm tend. de attender a varias conveniencias, colo-
DESPACHOS DE EXPORTA AU H.- H'irkell, equipagem 11, em lhstro;
Em 22 le novembro tie 1884 a ordem.
Par& o exterior Pelotas,-15 dias, barca national Mi-
No vapor ingloez Archimedes, carregou :d 2 .o J
Para Hamburgo, Naboy de Araujo 4 barricas mosa, de 287 toneladas. capitbo Joo
corn abacaxis. Ignacio de Mello, equipagem 11 carga
Na escuna ingleza Emma, carregou : xarque, a Baltar Oliveira & C.
Para New-York, J. S. Loyo & Filho 845 s- Orcenock, 39 dias, barca iagleza Jnemc
cos corn 63,375 kilos de assucar minascavado.0 7
Na barca ingleza Mary E, carregou : I 'rile, de 370 tonola lIs, capitr Iz ae,
Paira New-York, Julio & IrnAo 1,000 saccos carga carviAo ; a ordemn.
com 75,000 kilos de assnear mascavado. iff 36 dias, br nrugunse Se-
Na mmta ineio-.ui Nruvuy carogn 1 Cardiff 36 dins, bare, noregc-Itlso Site-
-NAi barcei Lfnri 3ii Norivay, earregou ,,, 0. ,,
-Para New-York, 0aiITorster & C. 800 saecos rid, de 410 toneladas, capitAo J. Sa.
Porn New-York~~, Vosen&C80 esneia-m 1)
corn 60.009 kilos de -issucar mascavado. imuelsen, equipagem 10, carga carviio;
Na bareo ingleza Earl of Devon, carregou : Cornpanhia do Gaz.
Para Halifitx, M. J. da Rocha 1,000 saccos coum Buenos-Ayres, 16 dias, patacho inglzz
75.000 kilos de assucar mascavado. B, 1 I igs
Na barca portugueza Claudina, carregou i Plover, de 386 toneladas, capitao J. H.
Para o Porto, F. Rocha & C. 7 saccos corn 4*0 Crossiey, equipagem 8, em lnstro; a W.
kilos de milho. W. Robiliard.
Para o interior Trieste,35 dias, canhoneira de guerra ar-
No vapor national Pernambuco, carregou: gentina General Ortijas, de 214 tone-
Pars o Rio de Jantmire, C. X. da Rocha Santos ldas, com andante Xavier Gemenson,
12 caixas medicamentos; F. F. de Saboia 24 sac- das, emmandante Xavier Gem7 nson,
cos corn 1,483 kilos de samente de oity e 5 caixas equipagem 37, carga municoes de guerra.
eomrn 1,596 ditos de dito ; B. C. M. Vieira 12,100 Terra Nova 27 dins, barca inglozI Olin-
cocos fructa. da, capitao P. Kinduck, equipagemn 10,
Pars Bahia, Amorim Irmlos & C. 250 saccos e 0 carga bucalli'ao; a Johnston Pater & C.
100 barricas corn 26,396 kilos de assucar branco. ahios no -esra dia
'- ha t AwU.U. r-Lm, (L .fU- Sahidos no mesrao dia


-- i.t acae u abiphob.x/ay, carregou :
Para Mossor6, S. Nogucira & C. 5 barris com
480 litros do aguardente.
MOVIMENTO DO PORTO
Ndvios entrados no dia 23
Manaos e escalas-12 dias, vapor nacio,
nal Pernambuco, de 1,999 ;oneladas-
commandante Pedro H. Duarte, equips-
gem 60, carga varies generous; ao Ba-
rao de Petrolina.
Rio Grande do Sul 30 dias, patacho al-
lemlo Perle, de 160 toneladas, capitio
C. Wawing, equipagem 4, carga xar-
que; a Maia Rezendo. & C.
Rio de Janeire -17 dias, patacho inglez
Liber, de 213 tonoladas, capital R. Pa-
ver, oquipagem 8, em listro; a Saun-
ders broters & C.
$ahidos no memo dia
Hamburgo Vapor inglez Arcdimdcee, com-
muandante 3. Davies, 'carga various ge-
neros. 'rn
Rio da Prata Patacho allemlo Hermann,,
oap.tAo H. Krus, ea,'a assimoar.


Rio de Janeiro por escala Vapor nacioaal
Pernambuco, commandant Pedro Hy
polito Duarte, carga varies generous.

Observacwes

Procedente de Liverpool por escalas, fun-
doou boje iAs 10 horas da manhA, no La-
mario, o vapor inglez Aconcagua da linha
do Pacifico, o qual nao tevo communica-
go corn a tena, e suspended hoje mes-
mo ao meio dia corn destine a) Rio de
Janeiro.
Ss.andea do Lamario para Bord6os o
pata-cho inglez W. N. H. Clement capitao
D. Mictehell, em lastro.


VAPORES8 ESPERADOS


[Ceard
Alice at
I-Za Plta


por


do.snul
dai ropa

- Aoambfo -
.49 norte


amanhi
a 27
a 29


a
a
. .- !1a


oparaw o &%Amid euibwcolleiogbi-maita. ye-
Sea: me honh m grande number u de votos.
Nao nteseito. fazer- progrwammo ata occa-
silo. Pernambnoe sobre o procedimento, a posi-
ao, o grio de influeneia, que tenho tido nas lu-
tax politics, nas aseembiMas legislativas o na im-
prenea, quir nas provincial, quer na c6rte.
E' conhecida de todos, e exuberantemente temn
side manifestado, a minha opinion soeee o project
de le que motivou a dissolugio da ultima camera.
Ella se acha especialmente exposta no parecer
que dei como membro das commissoes a que foi
submettido.
L-se nelle o seguinte trecho :
S Nio sou de parecer que se deva mantcr sys-
tematicamente a eseravidito no Brazil. Se fosse
possivel extinguil-a complete e immediatamente
sem alteraoao da ordem public, sent notavel des.
barato da fortune public particular, sem roubo
aos proprietanios de escravos send elles devida-
monte indemnisados do just valor dessa sua pro-
priedade legal, com o estabelece e exige a Consti -
tuigao do Imperio, eu nao hesitaria um moment
em votar pela reterida extineao.
Mas nao basta que o nosso geverno possua ou
possa obter a somma necessaria para indemnisar
lealmente, e nio de modo irrisorio como costume,
os ditos proprietarioa. Ainda assim o estado e os
particulares ficariam arruinados em seus rendi-
mentos, no valor das terras, em todos os outros
valores, em todos os meios de vida e de prosperi-
dade, emquanto nao ccneguissem substituir ou-
tros bragos Aquelles que atW hojo tern desempe-
nhado o trabalho agricola e operado a producao
nacioaal. ,
Grcio ter dito o sufficicnte para concluir, so-
licitando todo o apoio de V. S. a minha candida-
tnra, e rogando me dispense de mais protests e
compromisso, pois tenho obedecido sempre a uma
regra : fallar ou escrever pouco, prometter menos,
eo tazer quanto cabe em minhas formas para servir
o paiz e os amigos corn dcdicaeao e reconheci-
mento.
Preso-me de ser de V. S. amigo c criado obri-
gadissimo.-Visconde de Souza Carvalho.
Rio de Janeiro, 1 de Novembro de 1884.

gaminho limpo e bello como os raios dai
aurora.
Um bravo do amigo
A.S.


Caridade
Err dezoito asylos existemn mil meninas or-
phas.
Em dous hospitals, muitos doentes de ambos os
sexos.
Todos estes estabelccimentos ein quatro provin-
cias do norte.
Para q:e0 nAo desapp:tre,:t tanto beneficio o ir-
mao Ignacio vos pedu una esmon-la polo amor de
Deus.
A osrnola attrahe sobr' 11s :1 graca, que aug-
menta 0os niossos beuns espirituae- c temporaes,
apaga emi n6s o poccado, e abrc-n:s as portas do
ceo.
Poderao as esmolus spr ciitreg'aos aos Srs.
Braga Gomes & C., rua Marquez de Olinda n. 50,
ou no escriptorio do Diario de Pernambnaco.

11 district
Illm. Sr.
Candidate a depntado pir esse urndecimo dis
trieto, eu peio a V. S. o mnuito particular favor d&
honrar-me corn o sea vot.), e d ,s seyiis uumerosos
amigos.
Si eu fizer l)arte do parlamnento, sust'itarci to-
do o projocto do sabi) est:idista Exin. Sr. so-nador
ManocIl Pinto (e SoIizi L1)aut.LS, digno pircsidc-nte
do ewioelhio de nin;stros.
Entendo que todo prctendente a representante
da nacro, emin a cleiQAo do 1o de dzembro deve
apresentar o seu programinrnai relativamente ao ILc-
inento servil, questalo a mais grave que se tern
agitado no iminperio depuis do semnpre nmcinoravel 7
dc setembro.
Disponha de quernm corn a inaior considera<,a
c estima, de V. S. amigo e criado obrigadissimo
JosI -;aria Ramos Gorjdo.
Recifo 24 de outubr, de 1881.


OCULISTA
0 Dr. Barretto sampalo, medico
oculista ex chefs de clinica do Dr. de We-
cker, de volta de sua viagem ao Ceard,
csntinma a dar cousultas A rua do Barao da
Victoria n. 45, segundo andar, de 1 As 4
horas da tarde, excepto nos domingos e
dias santificados. Chamados em seu con-
saltorio ou em casa de sua residencia a
rua de Riachuelo n. 17, canto da rua dos
Pircs.


Collegio Nossa Senho-

ra das Victorias


RU\ DO HOSPICIO N. 10
Este collegio continuarA duramnre o anno lectivo
de 1885, abrindo susitia aulas no dia 10 de janeiro.
Admitte alumnus internas, semni-interuas e ex-
ternas.
As directors,
Blanche d'Herpent Torgo.
Baronne Lucie d'Herpent.

0 Dr. Adriao
MEDICO
Continvi a d'- consal:i.s das 11 As 2 horas da
Sarde, cm sou antig;- c L:toitaioo, ai rua Larga do
tosario u. 36. 1.-" aud:::,. Clainadon por script
Luqalquer hora. na :aa:ch;i Bartholomeu &


Iiisliliilo iaeeinico
una Larga do Roaari ni t26 #.alldar
Funciona todos os Li.s uteis do 10 as 12 horas.
3J director
Dr. Arruda Beltrao.


A a tlirmal 8ttlup lt8, uo Bur-

tscl il-aix-la chaiollo
Tem as mesmas qualidades therapeutics das
aguas de Selters, Apollinario e outras, excellent
no; soffrimentos das membranas mucosas, affec-
;oes rheumaticas e artriticas, escrofulas e moles-
tias de glandulas, edemas do figado, soffrimentos
do figado causados pela residencia prolongada cm
elimas tropicaes, hemhorruides, congestues pul-
monares e cerebraes, hypocondria, rheumatismo
gottoso, catarrhos de today a especie, nevralgias,
asthma; syphilis e molestias causadas polo mercu-
rio, assim como se presta para ser bebida pela ma-
nha, qntvdo em consequencia de falta de diet na
vespera apparecerem irregularidades na digestio
Agenle geral e depositlario

THIEO. JUST

17--Corpo Santo--17



EDITIS
0 Dr. Addino Antonio de Luna Freire,
official dc imperial ordem da Rosa ejuiz
de dirito privativo de orph&s e ausentes
neuta comare, do Recife, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitudional o Sr.
D. Pedro II, a uem 'Deus gw9 rde.
FaW saber os queo presented edital virem e del-
le notieia tiverem que no din 25 de novembro do
Cownte anno, depots da audieneia deste jumo, na
reetiva sul, it o aovemeiate praa, por ven-
d, sermarematadaa por quem mais der,
a actias do acervo do ommendador Ma.


marco de 1878 3 80560. Mao de m
va, vncida am 8 de outubro de 1dIW11SS-0
0 meno, veucida ema 8 de moita as 1 l...
1:8815930. Andr. Avelino Pere ida 5 Uv t
cida em 80 doe abril de 1881 2005"0W. OM
vencida em 30 de junho de 1881 10000. 0--
mo, vencida em 30 de agoto de 1881 M 00000. 0
mesmo, vencida ecm 30 de utabro &e 188139
0 memo, vencida em 30 d de zmaibo & 1881...
2005000. 0 mesmo, vencida em 28 de tvgi&
de 1882 2005000. 0 meemo, vencida em 80d
abril de 1882 2005000. 0 measmo, vecida em 30
de junho de 1882 2005000. 0 mespwo, veneida -e
30 de agosto de 1882 2005000. 0 memo, venci-
da om 30 de outubro do 1882 2005000. 0 B-
mo, vencide em 30 de dezembr3 200500. 0 me.-
mo, vencida em 28 de fevereiro de 1883 .11690.
Antonio de Souza Botelho, vencida em 15 de ju-
Iho do 1882 2005000. 0 mesmo, vencida em 15
de outubro do 1882 2005000. 0 mesmo, vencida
em 15 de janeiro de 1883 2005000. 0 mesmo, ven-
cida em 15 de abril de 1883 2004000. 0 meemn,
veneida em l5ide julho de 1883 200,)0. 0 roes-
mo, vencida em 15 do outubro do 1883 1364 60.
Domingcs Jose da Cunhi L:gcs, vencida cm i15 de
setembro de 1880. saldo 226C3200. 0 mesmo, ven-
cida em 15 de outubro (Is 18Si) 526200. 0 mee-
mo, vencida em 15 de novemibro do 18"0 526A200.
0 mesmo "eneido cm 15 de dczenibro de 1O...
5265200. 0 inesmino, vencida em 15 de janeiro de
1881 5265200. 0 mesmo, vencida em 15 dc feve.
reiro de 1881 526;200. 0 mcesmo, veoncida cm 15
de margo de 1881 5265200. 0 mesmo, vencida em
15 de abril de 1881 526,200. Antonio Jost de
Carvalho, vencida em 11 de maio de 1880.......
4415670.
Letras sacadas por Gustavo Leziazeno Furtado
de Mcndonca e aceita pelos seguintes:
Vicente Antonio Novelino. vencida em 30 de ja-
neiro de 1883 4:8005000. 0 mesma3. veneida emin
30 de jancir3 de 1863 3:f)96000. 0 mesTno, ven-
cida em 28 de fevereiro (dei 1 S83 3:000f)O0, 0
mesmo, vencida em 28 de fevereiro de 1 ....
3:1245000. 0 mesmo, vencida cm 31 de marco Jc
188 1:25250-X). 0 mesmo, vencida em 30 de
abril de 1883 4:520,j00O. 0 mesimo, vencida em
30 dc abril de 1883 3:150A&JO. Antonio de Hol-
laiila Cavalcinte, vencida em 31 de janeiro de
1683 4:850000. 0 inesmo, vencida em 31 de ja-
neiro de 1883 2:532,4!J:). Jose Carneiro da Silva
Bcltrilo. vencila ein 12 de fevereiro do S3 ....
1:3.S5.710. Ignacio ,Ic lirros Wanderley. ven-
(cicla einm 22 de inarc( d. 1,S3 1:1393.W). Anto-
iii, Fnrancisci'Fu,'t ,d d. Mnd, inei. venucida 'im
12 de abril d&. 18.3 "3:9t1 $2%).
Divides pr ceiuti de livro:
Antonio Clhiares & Irmno -.5981'S.i Joaquim
Firminin. Alvares Quintal -57-5030. Antonio Joa-
(Iliul 8vc .537>50, Joss de Freitas Barlxsa. ..
16(i0OJO, Eduardo M[ller 3;560-S0). Antonio Al-
ves Pcdr.sa.16235101), Andl Avelino Pereira da
Silva 3"04400, Mawel JosIJu Cai-ei!',I 3'' $i;(, her
d&iros de Antonio Domingu-s Pinto 6791374. Joa-
quim Marlins do Alineida 1:64 1-50). D. Anna
Zeforinai Pcixot) d(I, Smiza 1:1', );' Aitoni)
Buar'lue do Liiiait Jaiiiir 10r';710., EdlNrl< (tA-
daut 2295313, SMinul .1 ols.tO, & (k'. 4-,.71.
Gaspar Antoui. Viyira uinir:aies 5:1)00100),
emin. padrc Felix tI! )'it Rd go 10:3974557
As (Iuaes dividas va,) do' i, :i pra(.a a reunc-
riniento do eornmendador Jose. Joio de Amorim,
testamenteiro e invent;iriuite do,)s hens deixados
por aWiqelle fallecid)o.
E para constar maidei passar o preo;ente edital
que serA publicado pela impreasa e affixado no
lugar do costume.
Dido e passado nesta cidade do Recife, aos 13
de novemnbro de 18864.
Eu, Manoel do Naiscinunto d- Pontes, escriv.'Lo
o subscrevi.
Addelino Antonio d0 Ldna eFr b''.
ACamara Municipal da cidald- do Recife
faz constar a quem intsressar possa que na ses-
sao de 26 do corrente serA levado em hasta pu--
blica o aluguel das casas us. 10, 12, 30 e 32 da
praia da Indcepndencia. doi; !c n-. 1.2 e 1. :' c
10, 4 e 9. do m icado da f;-('i..-zi:t d t Boa-Via;
as quaes ji so acham oceup.idas coin aeioiiinw's, e
begin assim os impostos d( 12. rs. pitr eairz1i dc
farinha e legumne, c 40 rs. por pe d,' co ju,-ir,.
Paco d-i Camnara Municipi d do I,'ecifi. l" 1:
no0ciiiiro dl 1881.
Joss Caanlido dc Morass,
Presidente.
Pedr} Gaudui0,f d' Rfts f ,'7';t,',.
Secretario.
0 D,'. "ioiiiaz (,ro'c,:z 1uavho Monhne-
qro, conLwfdadVr da 1map) ritm' rd,'m da
R,'aj, tiiz de d'r,,!fif ,',.pj'il ,1,o oimrr-
cio dsfit cidadil do 1Jc,. Peruni bCu),
por Sunt 3[.t'/)stft o 0 IiptridorT, (p,,, 1
DL'us qtaarde, etc.
Faz sauer ins pie o presented elital virem, qu.
devendi no diti 25 do corernte, :s 11 boras da
manh, 11:t salad dibs audiencias. haver a reuni,o
dos eredores dli mass fallida de Antonio Il^peS
Pereirai de Mello, pars verificar-se os creditos e de-
lib-rar-se acerca dxi concordata. caso aeja apre-
sortiiIsi, on formar-sc contracts de uniao e no-
moar-se ulhninistrudorcs :a dita ma-is- : lelo pro-
stte etitiin a todos 0s ere lures d~i referida mas-


sa, afim de comparccerem no inlicad,) dia, hora e
lug:ir,[certo de que nao serao admittidos- por pro-
edrador sen ipe este exhiba procuravIo esp-cial.
a quiial nio dcveria, aer conferida a devedjr do fal-
lido, e que ser:t liavido o credor quo nao compare-
cer como adherents as resolucues que tomar a
maioria (dos que cominp.recerem. comintanto qu pars
ser valid a concordata. caso seja apresentada, e
necessario ser concedida por num-ro tal d< eredo-
res que represent dous terqos n3 valor de todos
os creditos sujeitos aos effeitos la coneordata.
B para que chegue ao conbecinreato do- inte-
res ados mandei passar o presence hital qie serA
publicado pela impren-a e ii.x ,l ,s I.icares do
costume.
Recife, 17 de novembro de ls-4J.
Eu, Erncsto Silva, cscrivao, suls-revi e as- gno.
Thomniz Garcez Paran,'c,, Mwtas r" I.
A Camara Municipal do R-citC fez consta;
I a quemn titoressai possa, quo Ua sessao de 2i; d ,
corrente scrA le'adL cm hasta publika :t facti0r.1
de tre. inictorios, s,--ndo inn ao lado da Facuhldi,
dc Dir\-ito, outro no beoco da izgr ,,a do lt i-ri,
de Santo Autonio. e outro finaliinut; a% )funu', .d,
igreja inatriz desta frcgueziia. n: :r'.vcssa i -
passa da1 ua do Barao di Victoria. servindoi dv
base os orcamentos utim:nne:otc fitos para s
mictorios collocados ass lados da matriz da Boa-
Vista e Santa Cruz, os quaes serio entregnes a
quem por menos fizer.
Pago da Camara Municipal do R6ife, 19 de
novembro de 1884.
Josa6 Candido de Moraes,.
I resident.
Pedro G. de Ratis e Silva.
Secietario.

Edital n. 8
Dc ordcm do Ii!m. Sr. Dr. inspector, fako pu-
blico quii no dia 11 d dezembro proximo vindou-
ro, ira de novo A praia a arrecada-cao do imposto
do disino (1) gado vaccum, cavallar e muar. nas
localidades abaixo declaradas. sorvindo de base
as quantias relatives a um anno. ohferecida pe-
los Srs. Aurelio dos Santos Coimbra. Jeronymo
Theotonio da Silva Loureiro e Auguslo Octaviano
de Souza, as quaes em segaida sao mencionadas :
Born -Conselho e Agnas-Bellas 1 :700 w00
Fleres e Ingazeira 1:4204800
S. Bento 9001000
Cimbres e Alagda de baixo 8005000
Garanhuns 5001000
Brejo 50 3000
Caruari 400JOWu
Bezerros e GravwtA 3005M00
Bom.Jardim 1005000
6:625800
Outrosim, tem-se de addicionar a imprtaia
d& arrwematago a do impoeto addicionale 65 0/0.
Secretaria do Thesouro Provincial de Paua-
buco, em 21 de noveobro de 1884.
Affonso de Albuquerque M4lo.



DECLIARA~iD _
wft Quartol general d~o onwa 46 =m a
Pernambuco, 24m de, ovem A l9WqMA-
conetar m gAMV _q a
que em 21do L VWenur


7-


t



















__DO o~rdew04no rgeor, 0env a to"0
s irmlos I dst* .Irmauad .para o irm em ,
me(sa iger adIan 6 a 26cdrro wrnte, is' h 6oraada
jd;paza tratar de nnegocios urgestos.
S :0 6eretatio,
Living Cbristiano Praxedes.
A maara Municipal da cidade do Recife
convida aos donos dos estabelecimentos cemmer-
rises dasfreguezias do Recife e S. JosS, par vi.
rein sec&ao eoipetenhe afcrir osopesos, medidas
e balauaes dos mesmos, no proximo, mez de no-
vembro, sob pena da lei.
PaOL da Camara Municipal do Recife, 80 de
outubro de 1884:.
Jose Candido de Moraes,
President.
P. G. de Ratis e Silva,
Secretario.
Secretaria da Cainara Municipal do Recife,
21 do ncveminbro de 188L-Illin. Sr.-De ordem
do Illm. Sr. Dr. commissario de plicia, determine
ue Vv. Mcs. informed so ha fabric de fogos arti-
ficises ern suas freguezias, se estLu collocadas em
russ prohibidas, impondo-lhes a multa da lei, ha-
venda infrascao de posturas, e remettendo nota
dellas para se organisar collectas referentes us
mesmas fabrics.
Dens guard a Vv. Mcs.-Illms. Srs. fi caes.
0 secretario,
Pedro G. de Ratis e Silva.
Sociedade Reerealiva' Javenlude
SOIREE 'BIMESTRAL
Acha-se designado o dia 7 de dezembro para a
soiree bimensal. Ingrassos em mao do Sr. the.
soureird.
Assim coino pede-se simiplicidade nas toilettes.
Recife, 17 do novembro do 1884.
0 10 secretario,
Manoel Bandeira Filho.


'hesouraria de Fazenda de
Pernambuco
0 conselho para fornecimeuto de viveres, forra-
- gens e ferragens aes corpos desta guarnicio e en-
fermaria military, recebe propostas no dia 28 do
corrente mez, 4s 11 horis da manh,, no quarter
general do command., das armas, onde funeciona
o mesmo conselho, para coutratar o tornecimento
de generous alimenticios -As prayas da guarnicao
forragens e ferragens p:ara a cavalhada, durante
o semnestre de janeiro a juiho vindouro.
Arros, kilogramma.
Assucar branco refinado de la qualidade, iWem.
Assucar refinado de 21 dita, idems-
Assueair mascavinho refinado de *a dita, idem.
.seire doco de Lisbon litro.
Bacalhio, kilograinmmi.
Alfafa, idem.
Batatas inglezas, eiiem.
Cafe cm grao, idem.
Care de porco, icldem.
Care de vacca, idem.
Carnet secca do Rio Grande, idem.
ChA verde, da India, idemn.
Ch'A dalIndii, preto, idernm.
Cevadinha, idem.
Cravos, cento.
Chocolate, kilogrammas.
Capimn, idem.
Farinha de la qualidade, litro
Farinha do 2- dita, idemn.
Feijalo preto, idem.
Feijo mulatinho, idem.
Fructas, urma.
Farello, kilogramma.
Ferradura, numero.
Lenha, achas.
Macarrao, kilograirmina.
Maizena, idem.
Manteiga ingleza de la qualidade, idem.
Marmelada, idenim.
Milho, idem.
PRio, idem.
Sal, litro.
Toucinho de Minae, kilogramma.
Temperos e verduras, idem
Vinho de Lisboa, litro.
Vinho do Porto, idem.
Vinagre tinto, idem.
Condiqoes
1a Todos os generous serio de primeira qualida-
de, e os fornecedores deverao satisfazer os pedidos
dentro dos prazos marcados nos respectivos con-
tratos, entregando os mesmos generous nos qnar-
teis ou fortalezas e enferinaria, e depositarao na
Thesouraria de Fazenda urna quantia, como cau-
51o, que seri arbitrada polo conselho de forneci-
nvumto.
"2, As propostas deverao center a declaracio
expressa de sujeitar-se o proponents A multa de 5
0/0 da importancia a que montarem os viveres on
artigos qne forem aceitos, se deixarem de compa-
recer para assignarem o respective contrato, den-
ti-o do prazo que for notificado polos jornaes.
S i 45poderA coneorrer aos fornecimentos an-
naaiAt4Us quem habilitar-se na f6rma do art. 18
do deereto n. 7,085 de i de marco de 1880.
4a Da talta de field cumprimento de qualquer
daw obrigac5es contrahilas, o fornecedor ficarA
sujeito a pagar o valor de quanto se comprar per
sua conta e incorrera na multa de 25 0/0 sobre o
valor do genero regeitado ou na'o recebido em
tempo.
5" Os concurrentes silo obrigados a apresentar
amostras dos generous ou ar.igos que foremjulga-
dos precisos pelo conselho.
6' As propostas serlo apresentadas em dupli-
eatas at6 as 11 horas do dia 28 do corrente mez,
em que serlo abertas e apuradas em presenga dos
proponents. Na mesma occasilo se aeeitarlo
propostas para ; venda de estrume dos animals
,la companhia de cavallari6.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 15
dle novembro de 1881.-0 secretario da junta,
F. A. de Oliveira e Silva.

COMPANY flA
DO


Convida-se aos Srs.
accionistas desta com.
pauhia a virem rece-
ber o 73 dvidendo na
razao de 4o000 por
aecao.

Os pagamentos se-

ro feitos diariamen-
teo ate e afdo corm-,
to nmoz, e .so ,depois,


Ioem .id a froegueszia de Santo An-
Idemn icea conmas c rR qua trebl^ba
rams do pateo dc palacto as gazoaetro
Idem idem da freguezia de S. Jos..
Idem idem da freguezia da Boa-Vista
Idem iden da freguezia de Afogadow
Idem idem da freguezia dakGraoa
Idem idem da freguezia do Pogo
Idem idem da freguezia da Varzea
Idem idem da freguezia d6 8. Lourengo


Rs. 1:198940O
QContadoria da Camara Municipal do Recife, em
22 de novembro de 1884.
0 contador,
JosA Maria de Souza Araujo.
Great Western of Bra-

sil Railway
Sao convidatdoa os senhores accionistas desta
companhia A virem receber na estaco do Brumn
as eautelas do jurcs correspondents ao semestre
find em 30de junho proximo passado. Recife,
21 de novembro do 1884.

Club concordia
Samstag 29 d. Mts. geselliger abend. Zutritt
haben nur Milglieder und Inhaber von Fremden-
karten.
Das Directorium.


SKOVNO$

CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob


INSURANCE COMPANY


AGENTS

Sanflers Broers & C.
11--CORPO SANT 011.-

COIPANHIADEBSEG8RO
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North British & Mercantile
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e:000,000 de libras sterlinas
A GENTES
Admson Howie & C.
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IRs. 16,000:000Q000
Agentes
BROWNS & C.
N. 5- RRua do Comnmercio N. 5

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Toma seguros maritimom e contra
FOGO
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COMPANHIA AMPJIITRITE
de .
8eiNros mgaritimosi o trrefrol
N. 9--Prana po Corpo Santo--N. 9

A NOVA-YORK
New-York Life Insurance
Company
Seguros de vida
39 annos de constante prosperidade
Unica companhia nesta provincial puramente
mutua.
Activo effective, 31 de dezembro de 1883, mais
de 55 milhoes de dollars.
ESCRIPTORIO FILIAL
N. I I-Prata do Corpo Santo-N. II


SEGIUROS
MARITIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix Per-
nambnucana
Rua do Commercio n. 38.
The New London and Brasilian
Bank Limited
Rua do Commerci, n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as cai-
xas do mesmo banco em Portugal, send
em Lisboa, rua dos Capellistas n. 75. oN
Po, rtorua dos Inglezes.


EARITIMOS
COMPANNIA PEBNAMBUCANA
DE
Navega4pio Costetra por Vaper
Rio Formoso e Ta-

mandare
Segue no dia 26 do
corrente is 6 horrs da
*1 manA u o -vapor Giquid,
eor=%andante Mafta.
Recebe caga atW o
ESCRIPTRIO.
Caes da Compaoiaa Pem'asIwa-
12.
. C0 PANJIA PEBRAM3UCANA
M co DE .
Nawe5 c. steirs 0 tVapor


360 Paa passagens, free, etc. tracta-se
080 agents.
Borstelmann. &


corn OB
C.


RUADOVIGARWO 1. 3
P 14andr
C0AIRIEI)RB RENIS
Compania Franeeza de Navega
peo a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis
uoa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Maranhao
-s E' oesperado da Euro-
pa lastodia 5o de-
Sdzembro, se indo de-
pois da in pensavel
emora paras a a-
-1bil, Rio de da-
eirs e eSautos.
Roga-se sos Srs. importadores de earga pelos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias, a contar do da descarga das alvarengas, qual-
quer reclamaoo concernente a volumes, que por-
ventura tenham seguido para os portos do sul, afim
des,e poderem dar a tempo as providencias necessa
rias.
Expirado o referido praso a companhia nao s-
responsabilisa por extravion.
Recebe carga, encommendas e passageiros, par,
os quaes tern excellentes accommodates.
AGENTS
Augusto F. de Oliveira


&C.


42 -RUA DO COMMERCIO -42
CompanhMia Bahiana de avega-
Vio a Vapor
Maceid6, Villa Nova, Penedo, Aracajii,
Estancia e Bahia


0 vapor
Xarquez de Caxias
Commandante Nova
aSegue para os portos
-N acima no dia 26 de no-
P ovembro As 4 horas da
-ar o pr tarde. Recebe carga
-at6 ao1/-2 dia do dia
Sd sua sahida.
Pam a carga, passages, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na
AGENCIA
7--Rua do Vigario- 7
o0mingos Alves Matheus
Maranhkio
Para o port indicado, recebe carga a free
modico a baresa portugueza Tentadora a tratar
no trapiche Baltar, A rua do Vigario Thenorio
numero 1.
Companhia Brasileira de Nave-
gaao a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor
Ceara
Commandante o 1.0 tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sul
Wati o dia 26 de novembro e
seguira depois da demora in-
dispensavel, para os portos
Sdo norte atW ManAos.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tCracta-se na agencia
46-RTJA DO COMMERCIO- 46
ROYAL MAIL STEAM PACKET
COMPANY
Grande rednerio nos preVos das


5ahida
Chegada







"das
Chegada
C


Chegada
a1


passage ns
Itinerario
IDA
Southampton 1
Bordeaux 4
Vigo
Lisbha 7
S. Vicente *
Pernambuco 20
Macei6 21
Bahia 22
Rio de Janairo 26
Santos 28
Montevideo .
Buenos-Ayres
VOLTA
BuenosAyres
Montevideo
Santos
Rio de Janeiro 0
Bahia
Macei6
Pernambuco o
S. Vieentesa "
Lisboa 0Z
Vigo
Southampton '


24
2i
20
5
10
12
15
22
24
1
2
7
9
12
13
14
20
26
28
30


(S) $6 tocara se precisar carvio.

Para o Maranhio
A bare p ortugueza Allian-a recebe carga a
trete medico para o port acima, e segue nestes
poucos dias: a tratar no escriptorio de Jos6 da
Silva Loyo & Flho.
Maranhao
Para o port indicado recebe carga a fretea
barca portugaeza Claudia : a tratar corn os COD-
signatarios Jose da Silva Loyo & Filho.

~LLM[OIS


Quartafaira-26 deve ter lugar .o leillo de'
bons moveis, quadro e outros objeetos, na ca"
ema que morou o r. encaneado do consnlado de
de Portugal no largo Sofedade n. 2, bem wo
1 cabriolet e 1 burr& de sell mansa e gorda.
Quinta-eira s27o do fae dashiMpas ei*a-
riadas no ariazemi da rua do Bom Je s n. 49
oemc eofres, caxwir eedros .m..,i


-Agente Pestana

Lei/do
do 20 aixas corn batatas novas, 30 ditas
corn castanhas idem, vindas polo ultimo
vapor
Tera-feira24 de corrente
AS 11 HORAS
NO ARMAZEM DO SR. ANNES NO
LARGO DA ALFANDEGA
Ao correr do martello
POR INTERVENVA.O DO AGENT

Pestana


Hoe !


Leilao

Hoje !


Holl !


Agente Britto
36 A' RUA DIREITA -- 36
Em continuafio
Vendcra 1 piano de cauda, I mobilia de jaa-
raudA, 1 dita de junco, 1 meza elastica corn 4 ta-
boas, 1 relogio, 1 porta-licor, 4 fiteiros, miudezas,
fazendas e outros objeetos miudos.
A'S 10 112 HORAS

Leilao
De cartciras, secretaries, balangas, pesos, esca-
das para assucar, quadros. mesas, trem de cosi-
nh, e mnitos outros objects.
Tera-feira 26 do corrente
A's Ill horas
POR INTERVEN9AO DO AGENT

Alfredo Guimaraes
No arnazem da rua do Born Jesus n. 45

Grande e variado

Leilao


de bons moveis e quadros a oleo corn finas
gravuras e 1 cabriolet americano
Qtarta-feira 26 do corrente

Agonto Ptftof
No sobrado grande de azulejo do largo da Sole
dade n. 1 em que morou o Sr. Frederico Correia
Lima. (Os diarios dos dias 25 e 26 darao as re-
lades dos moves e mais objectss.

Leilao


De bons moveis, quadros corn finas gravu-
ras, 1 cabriolet americano, urna burra
de sell muito mnansa e corn andares, 1
espelho oval dourado e grande.
SENDO:
Urma mobilia dejacarandA a Luiz XV, comrn 1
sofa, 2 dunckerques, 4 cadeiras de bracos e 18 di-
tas de guarnicio. 4 quadros corn finas gravuras, 2
espelhos comrn moldura do phantapia, 2 cadeiras
grades de balance de junco, 2 ditas de phantasia
6 arandelas debronze douradas, 6 ditas prateadas
e 28 mangas de" vidro para as mesmas, mesas ta-
poetes, etc.
1. QUARTO
Uma cama franceza de jacaranda, 1 toilet, 1 Ia-
vatoerie, 1 toucador, 2 guarda-vestidos, 1 commo-
da de jacarandA, 6 cadeiras de guarnigio, 1 mar-
quezao e 1 colxao.
2, QUARTO
Um guard roupa, 1 sofA, 1 espelho, 1 toilet, 1
grade de cama de molla, 2 cabides, 1 lavatorio de
mogno fechado pars home, 1 cadeira privada, 1
banca corn pedra.
Pavimento terreo :
SALA DE ENTRADA
Urma mobilia de jacarandai, comrn 1 sofA, 2 conso-
los corn pedras, 2 cadeiras de bracos e 12 de guar-
nicao, 4 quadros dourados, jarres para flores, es-
carradeiras e tapetes.
OABINETE
Urma mobilia de palha, urma secretaria, uma es-
tante pratileira, 12 cadeiras de junco, e 1 carteira
pequena.
SALAD JANTAR
Urma mesa elastic, 2 guarda-louias envidraga-
dos, 1 apparador grande, 2 ditos torneados, 24 ca-
deiras de guarnicao, 1 sofA, 1 relogio de phanta-
sia, louVa, vidros, garrafas, mesas corn cavaletes, 1
candieiro a gaz e muites outros moveis de casa de
familiar.


Ouarta.feira 26 do corrente

Agente Pinto
No sobrado de azulejo do largo da Soledade n 2,
easa em que moron o Sr. Frederico Correia Lima.
A's 10 horas e 20 minutes partira da estacalo
da rua do Brum, urn bond da linha de Fernandes
Vieira que dary passage gratis aos concurrentes.
0 leilao principiar-
A'S 10 112 HORAS EM PONTO

Le/lao

de fazendas inglezas limpas e
avariados
QUINTA-FEIRA, VV DO CORRINTE
A's it horas
Agente Pinto
No armazem da rua do Bomrn Jesus u. 49
Em continuafo
venderA o memo agent 1 cofre, 1 carteira, 1
prensa de copiar cartas c differences moves de
casa de familiar.

Leilao
d'um camapi, 2 dadeiras de balango, 2 con-
solos, 1 mesa redonda, 6 cadeiras de
Suarnigo, 6 quadros e 2 etageres.


^\1"~ ~ .' i^ ii tI
I No armarem da rua do Bomrn
Jesus n. 49
0 agent Pmft levaAi a iMlo po r autorisaao
do Sr. eonsuhla Pd rnnan. fAmn aeoa do sen thimn-


Aluga-se narua Imperial dua. casas, uma
depadaria, em forn o e utensilios, e outra do moo
radis.n n198 e 199 por pre"o muito commodo -
a fallar corn Jos6 Fehlciano de Nazareth, a rua
de Pedro Afibnso (outr'ora ruma da Praia), arma-
zem n. 20.
Precisa-se ahlugar n menor de idade de 10 a
12 annos para serviso domestic de home soltei-
ro; a fallar no pateo de S. Pedro n. 14.
Ura pessoa ausente deseja saber se reside
nesta cidade a Sra. D. Libania Rita Lobo : in-
formaes a rua do Commercio n. 6, primeiro
andar.


Manoel Rodrigues raSvaseus filhos, genros I
e noras mandam celebrar no sabbado 29 do cor-
rente, As 8 horas da manhi, na igreja do Espirito
Santo, missas polo descanso eterno de sua mui
presada mnulher, mai e sogra, D. Maria Mathilde
Teixeira da Silva, 1 anniversario do seu passa-
mento, e convidam para assistil-as a todos os seus
parents e amigos, tornando-se ainda mais umv.
vez reeonhecidos a aquelles que so dignarem com-
parecer. -
Jos6 de Albuquerque Mello
Loyola
A viuva, fithos e genros do fidado Jos6 de Al -
buquerque Mello Loyola, rogam aos seus paren-
tes e amigos o coridoso obsequio de assistirem a
missa que mandam celebrar na matriz de S. JosA
por alma do mesmo finado, As 7 horas da manba
do dia 26 do corrente, trigesitno do seu passa-
mento, e desde jA se confessam eternamente agra-
decidos. -

-Aluga-se a casa assobradada n. 19 da rua.
da Ventura (na Capunga), propriedade do Dr.
Jolo de SA e Albuquerque, a qual tern excellentes
commodos e grande sitio : a tratar na rua Pri-
meiro de Margo n. 13.
Aluga se o 20 andar do predio n. 51 A rua
do Imperador corn grandes e excellentes commo-
dos para familiar, tern agua e gaz; tracta-se no pa-
vimento terreo do predio n. 10 A rua do Commer
eio.
Aluga-se o 1- andar da easa n. 18 o 20
dade n. 66 a rua Direita. o 1- da den. 3 a rua
da Penha, e a easa n. 1 da travessa da Bra, no
Espinheiro : a tratar na rua do Hospicio n. 32.
Aluga.se barato duas casas na Varzea a
margem do rio : a tratar em Olinda, no sitio de.
frohte da igreja de N, S. do Guadalupe, ou nos
domingos na mesma Varzea, no Ambole, sitio
defronte da taverna do Sr. Antonio Leoncio.,


c4 conhecido do mundo inteiro I
4 como o melhor s mais perfeito tj
rn de todos os saba6s de toilette.,
Especialidadc.
p Estractos 6 esscncias triples
0 de cheiros. Agua de Colonia. M
SVina resde toilets. P6s d'ar-
roz. rommadas. Azcitcs 6 to-
Sdasclasesdceperfum. arias finas. 13
S Superiores quali'dades. t
SDepositos nas prih,.i*aes Per- .
fuma-ias, Pharmacias 6 Cabef. ;
S leireiros do Brazil. ,"!
Medalha de Progrcsso Vienna 18' ,


ESTRADA


0


DEIL1


do


lsrrwy,

CASELLO
0 A 6 6 L L 0
Aladl fmtmO Nmw eabSmo
malt calvaI, berm cme *
cra radicalmer:
a TIMHA o a CASPA,
SPositlvammtae tiM= a
dCANZLLOoaeafE-f
M o torna& iav.-
Jdaci.B-ilhatea$, prarwe
Am uotba madeoftenmam"
* ten major vemaa que cmaeb
I ogtrorepanrso pearo tbMi
toG.. 5)0040.


Agua Florida
de Barry
DUMA.
Prqasrda segundo a formla
original usada pelo inventor a
=no de 1829.
Ternom duas vexes males Fragraniea
quo qualquer outra.
Dura duas vezes male tempo.
E'muita nais rica do perfume e
mais suave.
E'muito maeis Fina e Delieada.
TeDp dpbradaforca Refresoativa e,
lOnica no Elanno.
Fortalece ao Deble ao Caneado.
Cura as Dores de cabea e os de!
malos. .a4
E'multissimo Superior a tod- a r
outras Aguas Floridas Actual f
mente a venda. -....
Descoberta Importantauim

Puro Oleo de Fiiso do laaim:
CON
IODURETO DE FERRO,'
Barclay & Corn






Cnra radicalmente c com ?(ieuran ' 3hitlhiica, Escrofil;s, wiK-umnatismo, s docneM
;a Eapinlia Dorsil, do- QOuadris c dof, Ot-o. as iD-1
..fl:nmacefis do Ficado. do Bioo e do ."tera. .te.. etc.,4
t : ,c !o;;t :' ; i po t-n: erraq ci!o c fiati,:do o cPu pri-,
:1, v vigor e arrc donido dos co' ,nloro. E" certa-
C..-.tei nia sranie descoberta o Paro Ol1 4d'
" i_'ado de Bacllhao corn mlodurt o d.
Pe-rro-de Barclay & Ca., New" Yirk,;4
Aarope de Vida'
de Reuter No. 1'

I n I j innI


i DEPURATIYO E PURGANTE.
|11te novo e admiravel purifimcador do
S sangue actua sobreos intestinos
S o figado, os rins ea pellT
j E'cura infallivel contra a Deblidade
SNervosa, as Dores de Cabeca, a Dy.
pepsia as Sezoes, e contra as doen-
cas de origem Miasmatica ou occa-
sionadas por desordens do figado
ou pobreza e impureza do sangue.
Deposits. Em New-Y orkrnimoau-
des Srs. Barclay & C. em Pamauacor
co e em casa dos dos Srs. Fsae ccab
Manoel da Silva & C.
Aluga-se a 8,000 umas mei'aguas novas,
na travessa das Barreiras (beco do Aquino): a
tratar na rua do Cotovello n. 25.
Aluga-se uma casa tarrea sita ai estrada
nova de Caxanga, corn bastantes commodos pars
j familiar, tend um born terreno parm plantaces, e
perto da linha de bonds da Magdalena. na pri-
meira bomb : a tratar na mesma.


DE FERRO


DO



i0


AVISO


Sexta-feira, 28 do corrente, sera aber.
ta ao trafego a nova estaao de passageiros
cm Cinco Pontas, e pelo largo do Forte.

Desde aquelle dia, todo o movimento de
passageiros, bagagens, cavaltos, de sella,
etc., service de telegraph, e do correio, se.

rao feitos exclusivamente na nova estate,
continuando a ser feito na antiga estarao to-
do o movimenito da carga.
Cabo, 24 de novembro de 1884.
Wells Hood,
superintendent.


osn
OS


de Schiedam detidoWlphodslfeso imiin
SCladadosete epolnsBa m
iotb~bm do ftuctdo ftiHae mkcW*&fr~d
i as particlasa ac .
designMvdse hulbs vees pmicosaui(Mtedm oM -lou

RSMATICS.DE SCBiUAM
8I e no. cu 46XnnOPsimA muse, in..
UMGA, UaStWICTO-WA, DYP&* 0 AN
am insbulcia p"osmmlaaos n aus dicaw n `16 Mka
bgp-s da O m sAaSi d4:aft. *
ohitmi{d-u *mT-^ log" ^^ .*IPf.


ft4


- -


--1


I


fmco
























Por seuaiia


Bir1s Msn Mm .a* o Geande do Norte.
::.,a



Q& .~es Awtaorulqsd~~ quan-
: do viqr, t idad i 4 e-se d eom-paroerA
run do S. Fancisco

Precisa-se de uma ta que saiba engommar
|a l_ ra X d de* mijia,: j run do Ria-
.enlo n.,offtrtao de ferro.
S t do amIfflo

LConstaudo ae ,eo pan s vendor duas casas
rterras situ A ntio d nauao Cdnarwa, outr'ors
Camb'a do Carwo, ns. 16 e CI e roncentes 8o
patrimonio do 4 uipario de oQ d, se previne
Carmo desta cidade.


SOabSaixo asseignado, ocio e respousavel polo
| ave e pam ivo da atiga firms Ayres Ferreir a
S &,C., ve pmor meio deste declarar que eddesoe
di*IOLdo co*rente julga nada dover nesta praga
da firm supra. e quem se julgAr Credor da dit&
firm, apore.ate-se ao pw 40 tatios o oprazo doe
tries dias para serem pagos pontualmente. Reci-
fe, 24 M C Mo br* de 1884.
4w! F d Yonseca Oliveira.
I... PAo d'fltblco




A socie#dae TWa xen Dramatica Pdo d'A Aenae
previne as seaaores aceieQuioma do theatre de
S" ta Theveza por e Yvta raebe atW o
di*29 do errente moe, esta;Weeimnto do
14u. Sr. J94 P. oro .0 5s eus iIb*es para o
espeeta o do disa 80, e q do a jul a sociedade
daquella, data em diante exonerada de o qualquer
response pildade. PAO d'Aho, 22 de novembro
de 1884.

CAR-LOS C. TRESSE
Faab eaote Ide.e ,ca eo s se

ARTIST PR-EMDQ COM [ PEA DE ERUITO E A
DX RATA
UP& ds Imperatria n. 65
:.Particip op ei e "p~ o fregue-
pzesetie v(tae d0os vayjg"eo do 4earJae'-
roir a eha.se tabeeeido 'na rua e numero acima,
Sotinuando a exercer sua rte, o cntando con a
confianga e proteeRo quoe danteos Ilhe disea ra,
especarrl ed d#i9 0 *b d ap quq W ouiss-
trnen~to a!ima,m assonQ doe efq;rA p r
come novos pia" de q "r .utor, p.or zpW"i
gji re.aejao cjierl 4coporAsorsgas do
igrqa, harmonimun, reAkos, atqrdionu, concerti-
as, e aaas do music eo quaqner d de phau-
sia, co.bonspos mecanicop, e. etc. t abrica
c~iudros pars realejos, collocando a Mnusicas a
contento dos pretendeontes (unico neste genero em
todo o imperio). Encarrega-se de afinar pianos
em easas partieuares, # promette boem ervir,
quer em perfeigio de oeus trabailhos, em
preo4 vommodos aos que o h9pe con suan con.
Pamse-partqsgs
STambem fabric passq patats pare retratos,
desenhos, paisagens, etc., ek., de qualquer tama-
.nho e gosto, desde o maisimples ao queo ha de
melhor.

AVise
,. ta0 salco doomanodss j ALwora n. 18, 'ae.
*- dou-se paraa r daalimooatris an. 13. As Ex tao.
senhoras erndcontrareo scmpre as ultmas noeida-
::des da moda de Paris.

Po~esssdo uap a m. parse de a ir em eriao-
e aa p ra dp el. prom e bdar.
f Criada

Precisa-se do uma eriada para tratar doe um
-- eriado ,: na rua do Marquez do 1.erva m. 28.


ABMNI E
Precijp-se e ua ama pa a ndp
....... m ,n a, en-
livre : a rua da Ventura (C unga) l en-
trada n. 3.
Amra
Precis-se de 4una ama para lavar e outros ser-
vicos ; na Capunga, entrada da rua da Ventura
numero 3.
Am&
Precisa-se de uma arma pars cosinhar : na pa-
daria da rua 4o Fmi n. 62.
Aiuga'sf birate
0 armazem corn sot6a A rua da Madre de Dens
n, 1, e a loja 4oo sobr do n. 38 dA run .estreita do
Rosario: a tratar ua rua de 8. Jose n. 56.
Por festa ou por anno
Aluga. -se umn cas naa p(voac.o do -o-teirq,
muito perto do rio e pr modieo preeo : a tratar
na rua Primeiro de Mar0o n. 20.
Quem quizer alugar o segpndo andar do
T sobrado n. 43 1 r#a df Aurra, poderi
j' procurar as chaves'emn a casa dog Sre.
Negreiros & Irmalo n. 80, A rua do Impe-
rador

-.Comp i-e las~dil ^?|& n be, I" ^ t
de Caxia, "
r'ua da 'Ra>t.& xgtli~a~l'' '''''
graadee A
d aTm


0auio~ddxade ( rarnuw a desW afamadas mdii.
nns?
a ih tA wnhib Singd .


fA DCABUIGA NIA
N. tB....^irnmstaimninh aru s periodr, tru ea mrtei(,
agtdeu I piaserK e tircpeA, s adsaepra 8 anetina.
sdo de saperiff de e for prefos seomuewnda.



JOSEPH KIAUSE R. C.


M





N

0

U


Acabaud4 t tgu as oose ja i ber nhido
inp e awelecimeut I m t
ie fatr n 6 O Nis
ur ti o umdsr l nu -0 Ap
rado e provide de uma exp.si.
od4e obras epata do Porto e dectro-plate
dos ais afAidos fabricanles 4.
(edo inteiro.
Convid, pis, a Exuas. ramilit, sm unne.
roses wis e freezes a visiNre
o seo I feklewento, ai de
apreeiaren a gndeza e born gostt eN que
o eobstan a grade
despeza, o adornaram, em honra


n

p




4

N


H


dests provincia.

kC1LK- 8RBC !niB A 8Ot EI

__w Ba vf lrg oi


GRANE OFFICINA DE ALFAIATE
*E


ARIIA .LUSTOSA & C.

d*. ikJ da Viceria---4l
N'este acreditado estabeleeimento so eqpot pp* m wrtimento re-
pleto de pannos finos, casemira de todas as cores, proprias paa costumes e calgascom-
ebemos directamente &o cjaia fazendas por todoe oB vopores 4a Vuropa. Brim
bragco 9 de cores, e todas as fazendas tendentes -A uma casa nesse genero de negocio.
Aprompta-se costumes para luto,. m 12 horas.
Dispae do um pessoal habi]itado e cornom os melhores elements para-s ervir
a seus amigos, e a qualquer pessoa que (uiser horar soi esta)locimto corn su4
ancojnaendas.
41-Rua do Bargo da VictoiA41


7 i~.T[~ ~~'~~1AROBA
~ -~


1' f^'m ~ jTi1'p^T'fii
?: *,: *, A V *U K \ a!: a a: ''. A ;(


*- -,? '*:** '-* ..*,-< 1 -*. *** a'i~ y '1i( 1 iS '

.. .. .. .:.. .. 'a ..... ,-
: ; ",, ",. *. -.a 't'l^ tii(' 0 af' .n i t a,'l r '" ii .4 1 -'
i' ;" .* ;.,. *.' ,';-;*'.*:;*]," *. :';'-l~lid0 aS d( h,-oi~ .q't ^;'.! t:"'"
''


SEC


NAk
..E..


4. da UWa-1 tavalho 4 a.e
Umr lindo sortimento em ,apellinae e chap6os para so-
ahoras eam todas as cores, ultimos modellos
Nests casa ternm sempre um compteto sortimento em artigos de
chIpelaria tauto para homena, senhoras e criasaa, a recebe
menalmet_ dw principles modistas de Paris o qaeha de main
alta novidade em chappos e ohapellinas.
Garante-se sincerilade e pregos iiodlcos.


j apsulas de Grimault & Cia:
^^Cu MUinaYATI CO I
H Appn d pela Junta central de Hygiene pnbiM o do Brazil. j
Coa gn Al a Essencia do latico corn BalsMu de Copabiiba
Remecio infallivel para curar a Gonorrhea, sew emlarata o
fStLuIauo, nem povocar repugnancia, effefto qu szempre proouzemi
wS as capsules de copahiba liquid. |
Depoeito em Paris, Pharm.. GRIMAULT & C-, 8, r'o iviennS
*a eaa principals Pharmacias e Drogarias* do Portugal-q -to am .


A ,KAQ TOE FABBICA*
-" ~VINH#oo

ID" 0abanoe


KINA-1 ABANES
0 Vuido 1ae 1e d1 Came, submettido ai
S approvag&o da Academia de Mediclna de
P aris, fol reconhecido como urt emico
W '"'"-"p-'ii--ml'" o energieo(por encerrar os principles consti-
!~ i a (I F W^IsN I R tutivos dao.vgue e da Cae), que adiao o
sangu 7t"~, myor e energia.
Os Sntr D Troussea, n u6Ourd e Vol-
NOTA..-.Par& vitar a sconteftacpese, s6 se de v peau professors da Faculdadade Medichia
Iar awso f qui tiveeem incrustade no vidro de Paris, o receitamx todos os dias corn o
*. galav-a t dp4ras ho do Df Cabanas, Paris, e memor extto is mismeres enfraqueesdas por
0a.a.e Aowm.dea -fahr, excesses de-toda especle, traalaAo, prazeres,
'a au~ayaC~I'C natmia'0PVav-o0,0Oneda4de critical, e amamentaf4o
b=ne, o o qf'AMtia4 .4 p rolongada. E' extremamente cfflcaz contra
do tovf o W oM. oFstio,MAsdises*tes,DispepsiasG(stritis,
i, i ,, Tonturas e Vertiges.
Di resultados naravllhosos nos casos de Anefia. ChMorose, Pauperismo do sangue, Esteri-
lMAe doas mutAeres, Flres branca.s, Perdas semiaes, Impotencia premnatuwa, Emmaprecimento
geral, T ilt |mtaa, 1ebres terqoU, ItermIlttentes, Palustrs, Zundemicas e
Upldmiea. .
0 VOtue do 3' Cubnesm pela energia de sua accao cordial, desenvolve as forqas, active a
Circule$4 d0o angwu e e muito recommendavel para as convalesceencas.
P eowaw o0s vomis tao frtquentes durante a gravldez, augment a secrecAo do leite nos
ALnutrizes e d4 extraordlnaro vigor as crianclnhas de mama; gracas a influencli dos seus prin-
cipios tonlcos, e soberano Bos casos de Diabetes, A/iTecfo da medulla, Hysteria, Eilepsika,
BRachift"sso e am geral, em toe oos casos em que c precise recorrer a urn tonico poderoso, que
de vigor e restaure as forcas dos doentes.
vComo aperitivo substUtue corn grande vantagem os liquidos perniciosos como absinthe, p
veRmoU, etc. E'lm preservattvo apreciado pelos viajantes e marinhetros, como anti-epide- P
$p1co e autidoto da febre amavePa, VoiXwtoe outras Molestfts troplcaes.
^ Depe wit -eal TfiOUIIE -PIflET, 163-165, rea St-Ufteite, PARIS
DeIoefsamM flfle J Werwfbe: rnjar- W. da SM~VA &. 0194 pliulyw hunufmn ^


A #mni~e Exito ha mus de 20 umOS



(at. NEDXCdJFW, e9 eabor 'rada*m
A _-<-^-1 -mA -J&_- JAL^^ A _ft _l '


0 uw


p- mi iuw- wM ofamwr
003rrTMA.: ^
GImlPE, TOSS, ORES E Ut T
CATANIM PULMOKI


-ITAES do PEITO, das VIA URNAA
I ,, w
da BgXIA
i t-- ft BLAYN, 1, m i lbmt PlMI
&em Fsan: WW I.. SMILVA A U
MEam"* 'mav~m


to


XCIO. FLEXIVEL E LUSTRDSO.I

DEPOSIT GERAL
13-BR n wPrtImmelro d as e-I
Rio de Janeiro
Unico agent em Pennmbm4o
A9AUWI NWW C.
N. 8=R ua do Co=mmio -=N.8
A venda em todas as botics e drogarias
Ainga-se barao
00 2o anar'da rua do Bom JmM (Reeife.
Armazem da travesma do Cmpelldo n. 1. eeife.
Os armnazens n. 13 do hlargo do Corpo Sabt, o
qual tern communieato eom o do n. 4 so earnm da
Companshi Peruambt.cana, com gm-
A loja da travessa do Carmno n. 10.
Casa terrea n. 1, B as Baixa-verde.
A tr tar no largo do Corpo unta1. 19, pr1 ke
audar
Trastes
AW rua do Imperadorn. 16 eampra-O F vemde-.
aluga-se e troca-n novu e m da..


Viarlo Manoel Ferreira orges
0 bacharel Jefferson Mirabeaux de Asevedo
Soares e sua familiar, cowo signal de recounbneei-
mento A memorial do vigario Manoel Ferrmira
Borges, fallecido ti:1 cil.le do Rio Formoso a 24)
do corrente, man iiin re.;r m:tna missa em suffra-
gio de sua alma n,- ,li;ia 26 ,o correntc, pelas 7
horas 4a manha, u n: matriz Ii Bloa-Vista. Rogam
aos seus amigos e aos do reterido vigario a eari-
dade de assistirem a esse actor de piedade christi.
pelo que antecipam sinceros agradecimentoe.




.9
Francisco Teixeira de S; manda resar uana
missa na matrix do Cabo pIor alina de suas dedi.
tosa irma, Adelaide Clementina de Si, no dia 26
do corrente, as 8 horas da manhi, Is anniversario
de seu fallezimento. Muito reconhecido ficara a
quem concorrer a esse anto de religion e cari-
dade.
Adelaide Clementina de
Jemum 3a
Jose Goncalves de Si, bacharcl Uriel Gomes de
Si, Zorarda Olympia de SA, Idalina Tertaliana
Sde Sa, Felomena Angusta de Si, Dr. Francisco
Teixeira do SA, Firmino Wanderley Cavalcante
Sa e Olympia Maria do Espirito Santa, couvidam
aos seus parents e amigbs pars assistirem ai
missas que se hUo de resar no dia 26 do corrente.
Sas 7 1/2 horas da manha, na igreja da ordem ter-
ceira do Carmo, pelo reponso eterno de sun proe-
sada esposa, mui e irma, Adelaide Clementina 4de
Jesus Si, 1o anniversario de sen fallecimento.


Pedro Aureliano da Cru UMate
D. Maria Annunciada Lima Muniz. seus filhos
e D. Esmenia Amelia de Mates Lima, agrsdeeeu-
do cordialmente a todas as pessoan que se digna-
ram acompaiuhar a ultima morada os restos mor
taes de sen prezado esa< so, psi e gears. Pedro
Aureliano da Cruz Muniz, vein convkidal-os a as-
sistirem as mists que por alma Ido memo aerao
rezadas na igreja da Moire de Dens pelas 8 ho
ras da manht de quarta-feira, 26 do corrente, 7
dia de seu passamento.


ROWLANDS
Macauar Oil
Oko ombeeido ha mais de 84 anumos *
~a PIwrvamtvo do' CamoN, picuI
s quotes. Impede os CaOl do a
S* M~aiMW; A e fbrtffl < O v..... -6
0 1 *SmSa.- Vende-se tambem Or i* b w.-*
BO ADS' MACASSAR OIL de s
inrdmnomdreaenconuatnem i *
Dmwuaa e Perftnwaoi


^jT Q.-va 40 (4i^ a. 27, plmacia do Blertues c4-Sawa


tail tonico superior slo
iwnte pelo Siir (lwm m


-Preewca-oe do
outra pama. and=


a.1


UL .,


*'' o' W 4-ul














,' :; .. .. .- ..


Speitavel puNio que
Scontinuamr ter um sor-


timent. dIe joias das
mais medernas e dos
mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender rmais barato
do que em outra qual-
quer parte.

R fo goMad is I


0 PiiiKillrvo tall do Prry a Nis
Malador da dor
Urn amigo dos pobres, economic e de
t.cil applicario, 40) annos de success es-
pantoso.
Nenlihiana faroilia deve estardesprovida
deste remedio.
Ex/ernamcnte cura: furunculos pana-
ricios e outros tumores torcedura dos ten-
rdIes intumecencias das articu!a5es do-
res do dents ncvr-algias- rheumatisro
-queimaduras-golpes, etc., etc., etc.
Internamente cura: cholera, molestias
do figado, dispepsias, ulceras doengas de
garganta, tosses, etc., etc., etc.
Acautelar-se contra as imitagoes.
Agentes em Pernambuco, J. C. Levy
&C.
DROGARIA E FHARMACIA
Rua do Barlo da Victoria n. 25


PREqOS
Frascos grandes
Pequenos
Duzia de frascos grandes
Pequeno


1#500
1#000
12#0(6
96000


Luzbrilhante sein fumc

Oleo aromatic
HYGIENICO. E EC fNOMIC
PgImpt ifiniias


Martins & Bastos
Pernambuco
, Numero telephonleoa n. 83

Novo Porto do Carvao

271---Rna anruQoz o HflR---2
Vende-se carvio a 640 reis a barrica, farinha a
320, 360 e 400 rets, minilho a 240 e 280 reis, feijI*
a 600 e 640 reis a cuia e muitos outros generous dq
V Mtrosim, 0 comprador terA direito a usa bar
rica &om ervo sem inademnisaso agua, desde
que co mplete aao inumero de 30 barrios e igual nu-.
mero de tales fornecido pela casa.
Pereira & C.
onatinauam am gar servings pars ea e jantar, ta-.
tiheres de metal firos, trinchantes, cops, calice.'
garrafas, compoteiras, jarros, globo, lantemnas,
Ilptro, toalbas, g sardanapos, toalhas de labyrm-
tb. para baptiiTdo, eepelbos, bandeje -do metal
? brpueo para ch, mesa elastia e de forradura, e
S outrase suites artigos para casamuntes, baptisa-
des, bailes, festas de igrejas, etc.. etc., per precoe
dcommodos : na rua Nova n. 39, 1 andar.


Attend
Offerece-se para tratar de urmas chacara, um
tWbmem habilitado, chegado ulimamente da lha
de S. Miguel: p6de ser procurado no largo do
Bercad. deS. Job n. 25.

Ama
Pars consinhar par pouca familia, a rua da
Aurora n. 139, atratar das 3 as 6 hora da larde.


Pli e~pla.
Goomnetnist
Arithmetwa
Rhetorica.
As aniul eomeeam a funecionar


A~.


em dezembro.


Aluga-ie o 1. e m- andam do mobrado n. 17
do largo de Corpo Sanmto, e a nan a. 21 sita rua
27 de Janeiro, em Olinda, coni bonds commodos
para familiar, tendo encanamento d'agua e gaz, e
muito perto doe bashos aalgados do Carmo : a
tratar go 3- andar do aobrado aeima.

Modisia
Rua da Prala n. 35, 2' andar
Eduvirges Maria Coelho, eommunica as suas
numerosas freguezas que acaba de fazer uma
grande reform no pes2oal de suas costureiras, e
que a direccAo de seus trabalhos acha-se a cargo
de uma habil costureira, que ceor promptidio e
inexcedivel perfciggo fari qualquer toilete, como
sejain para bailey, theatres, casamentos, etc.
Aluga-se
o sobrado de um andar A rua Imperial n. 286, 6
novo, tern muitos commodes e agua do Beberibe:
a tratar na rua do Creep. n. 18.

PAPEL PINTADO
Para f':':.:r sallas de visit e jantar, quartos.
alcovas, corredorcs, etc.
Grande e variado sortimnnto por preoos, ex-
trema'nente medicos
Nemn compet'dor
Acaba de chegar para a
LIVRARIA INDUSTRIAL
I- Bua do Barao da Victoria -


Alugause
o segundo uanular LI: rua Primeiro de Mar.o n. 18,
muit) liripo c assi-i'lo, comn commodos para fia-
wilia a tratar na l..a do mesmo prediu.
XAROPE
DE


IIATTA- .IIT i
0 matai-mnala (Oleey'his idatimon) con o
qual se prepare este xarope e urn vegetal da flora
brasileira.
E' urn agcute therapeu:ico poJerosinsimo contra
as molcsti.as do peito e da asthma.
Os num-rosos affectados que d'elle teem feito
uso, couseguiram um resultado muito satistactorio
acabando por se reconhecer que 6 ate hoje o me-
Ihor preparado para a cura da asthma. bron-
chite asothmalica e antiga e oppresa
a6es ; dispensando o emprego do arsenico, fo-
lhas de estramonio e plants narcotics que aca-
barn quasi sempre pelo~abuso que d'elle se faz, e
mesmo pelo uso prolongado, por produzir effeitos
desastrosos sobre a saude e em geral entorpeci-
mento do cerebro.
VENDE.SE NA
Botica Franceza de Rouquayrol
Freres
Successores de A. Caors
III-Rua da Cruz--2
(RECIFE).

Aos 6:00000O
Loteria Emaneipadora

33-R d0 BaOIYtria-33
Nesta casa vcndeu-se da 4a loteria os premios
de 1:000k no n. 1490, de 200A nos nus. 1889 e
1962, de 100A no n. 4666, de 50A non. 5708 e di-
versas de 20 o e 10%. EStao epostosa 4 venda os
bllhetes da 5* loteria que andari a roda a 25 do
corrente.

Porla da Fortimna

Aos 6:000%


Rua do Bario da Victoria numero 4
Bllhetes da novas lotertas
Esta casa vendeu em seus afortunados bilhetes
opremio de 5001, alem de outros de 200(, 1004,
50, 20s e 104 da quart loteria que se extrahio.
em 13 do corrente.
Acham-se A veuda os aforttinados bilhetes da
quinta loteria, que se extrahira terca-feira 30 do
corrente mez.

R. DE DRUISINM & C.

Rna do Blm-uu L 18
(ANTIGA DA CRUZ)
Casa de commissaes
Granmde e variado sortimento de amos-.
tras e catalogs de produces da Allema-
aba, Franca, Inglatera, Austria, IHepaiha,
Italia -e Estado-Unidos.
N. B.---Informages sobre machinismos-
agricolae, ditas pars engenhos certraes,
bombas, ete. -pars incendios e outran ma-
chinas e utensilios.

Ama e eriado"-
Precisa-se de umas ama pars pequna famsnilia e
urn crhido pars vender na rus : na rua Nova num
mero 15
Ama
Pars asa de familiar se pa de ama Iamai
aa ruma do Cabga r. 3, tere:ro asdar.
TILUAOS POWTAKS
0:YnrsAM AF,MiOADo 0D KUM STUAOT & C.
EwmS & C. receberam mes=embso e
mSpecflll es e~teu tuilh-bo
sm tamw de wRA"e
DO trhm e edqmmim a& todo de ew oor (one
ten audta duraglo---o aaeaimto imawefacado
que eom darmeia de madea.
N. 5-Rua do Commercio-N. 5


Acham-a A vend& o venturoos billWh-
te g8amdidos da loteria n. 90 mbendfio
da matris de S. Joas do Egypto qua we
extrahia. naus quarta feira 27 do cor-
rente.
P8ECOS
Iiteiro 46000
Meio 2#000
Quato 1#000
*emn.o quantidade superior
a 100:000
Inteiro 3#500
Meio 1750
Quarto 875
Joaquim Pires da Silva.


lANi F ELI Z
AOS 4:000000


2:0008000
BILHETES GARANTIDOB
Pra~a da Independen-
cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seuns
telizes bilhetes garantidos da 89a loteria,
a sort de 200#000 em4 quartos n. 2559,
a sorte do 100000 em 4 quartos n. 3808
a1im de outras muitas de 326 16# e 8#.
Convida os possuidores a virem receber
scm desconto algum.
0() abaixo assignado tern exposto a
venda os seus felizes bilhetes garantidos da
la part em beneficio da matriz de S.
do Egypto, quo ase extrahira quinta-feira
27 do corrente
Preeos


Bilhete inteiro 46000
Meio 26000
Quarto 16000
im porpio de 1005000 para
elma


Bilhete intoiro


Meio 11750
Quarto 6875
Antonio Auqusto dos Santos Prto.


CAADA FOIRTUA

Alos 4:900$000

5IL55IT5 GAUXTiBQ5
na I'rimeiro de laro n. 25
0 abaixo assignado tendo vendido non
seus afortunados bilhetes garantidos o in-
teiro n. 784 corn a sort de 2:000#000,
o inteiro n. 1,007 cow a sort de 200#00,
o inteiro n. 2,542 corn a sort de o100600q,
alm do outras sortea d e 32, 16# e 86, 40
loteria (89.'), que se acabou de extrabir,
convida aos possuidores a virem receber
na conformidade do costume sem descoatp
algurt.
Achar4-se A venda 0o sew afortladoo
bilhetes garantidos da 1.3 parte das lots-
rias em boneficio da matriz do S. Jos6 do
Egypto, (90.'), que se extrahirA na quinta-
feira, 27 do corrente.
PrECos


Inteir(
Meio
Quart
Em quant
Inteirc
Meio
Quart(


0 46000
2#000
o 16000
tldade major de 1004
0 36500
1#750
0 #875
Manod Martins Fiuza-


CASA DO OUII0
Aos 4:000000


Rua do Marfd 4a Vistom4a a. 40
0emes .d co-tnow
0 abaixo am'signado acaba de vender
am seus felizes bilhetes quatro quartos di
n. 4,232 corn a sort de 1006 e diver,
sos premios de 326000, 16M000 e 8#000.
0 mesmo abaixo assignado convida ao
poasuidores A virem receber na conformi-
dade do costume, sen desconto algum.
Acham-soe A vend. os felizes bilhetea
garantidoa beneficio da matriz de S. Jos6
doEgypto (90.a), que so extrahirA na quin-,
ta-feira, 27 do corrente.
?tE OSs


Inteiro
Meio


Quarto
om pera de 10
elma
itteiro
Meio
QuarJo
Jolo Joaquimda


46000
4000
16000
000o para
36500
10750
#875
Costa Lete.


SPmd-e. ao Sr. Carlos = o Qu nime Pas-
o.a, que ultimamente -se o 0avor d
Tvir i rma do Imnperador, anoemn de move, ij-
quodar o negcio oque nio Wf.a,,


-Pu
VLRmdJEL WOLFF & C.
Offerecem o respei-
Aavel publieo um gran-
de e variade sortimen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-


tes, e se


acham habili-


tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto rece-
berm direetamente.


Todos


os relogoios


vendidos n'esta


sao garantidos.

RJ Rdo MID H. 4

Aluga-se
barato a loja do sobrado A rua do Bartholomeu n
33, corn oitao para a rua da Concordia, corn urna
boa armaqao para qualquer estabelecimentn, re-
commendando se muito para molhados pelo bom
local : a tratar na rua larga do Rosario n. 34.

LINHA COATS
SLustrosa para machina, e a ,r Macia de 6
Uos tanto para machine como para cozer a mdo
-Nao se usa mais linha em novello-
Pede linha em.. carretel con o nome
J. & P. COATS. -

Gosinheiura 0 lm0malIra
Precisa-se para casa de faminilia nos Afflictos : a
tratar na rua do Barao da Victoria n. 13.


AO COMHERCIO

Viagens ao centro
De Ollnda Altabayannapor Igua
rassi, Goyanna e Itambd
Todos os sabbados, As 4 horas da tarde : passa-
gens tomam-se A rua. Primeiro de Mar9o n. 1,
loja.
De Itabayanna LOlinda por It&m-
be Goyanna e lnguarass i
Todas as tergas--feiras, As 4 horas da tarde :
sassagens a tratar corn Lourenp Pereira d'Amo-
rim, em Itamb6. .
Viagens avulsas para qualquer parte e em qual-
quer dia, partindo do ponto que se convencionar e
a preosa commodos. Essas contratam-se a rua da
Companhia Pernambueona n. 4. Encarrega-e das
bagagens que nao podefem ir nas diligencias.

Bom emprego de capital
Vende-se as seguintes casas, em boas ruas e
em born estado:
de Patlino Camara ns. 16 e 18, terreas
n4de de Albuquerque n. 110, terrea.
tfvc Jo. D.Jof"; 07. .
Sete de Setembro n. 14.
Rua Velha n. 82, sobrado.
E um born sitio nos Afflictos n. 28, junto a os-
.taglo do entrocainento.
A tratar na pra"a de Pedro II n. 2.
Ama
Preeisa-se de uma ama par o service domesti-
co de casal de familiar : na rua da Aurora nu-
mero 109.

GCOIPRAS

Caji
Na fabric cajurubeba, A rua dc Luiz do Rego
n. 16, em Santo Amaro, compra se caiu em today
a quantidade.
Portio de ferro
Compra-se um em born estado : na rua do Ba-
rao da Victoria n. 10, loja.
VENDAS

Carrots
Vende-se dons cares de quatro redas, em per-
feito estado, proprios pars carregar asmecar: a
tratar na rua do Vigario Thenorio n. 31.
Armafao
Vend-s a armacgo da loja n. 48 A da rua do
Barao da Victoria.
Novas setinetas lavrada a ;00
Chegou pars a loja dos Barateiros da Boa-Vista,
A ru da Imperatriz um grande sortimin4to 4a,
mais lindas setinetas lavradas, tendo de todas a
cores,=i mai novas quo tern vindoao mercad. inelu-
sivameaute pretaa, aendo a fazenda mais benita que
tern vindo pars a festa, e vende-se a 500 rs. o co-,
vado, isto na loja da esquipa do becco dos Perrei-
ro. ..
Cazemira i liglezas a 28500 e
2$800
Na loja dos Barateiros da Boa Vista, venda-se;
um elegant sortimento de cazemiras de duas lar-
guras, aendo inglezas e corn bonitas cores que se0
vendem a 28600 e 2.800 o eovado, saeao -muito
p ,,pziarpa eotumee, e doe mamas tambem se
mandpm 1azer oetames mpito bem feito de oaila
p'litot e eollete pqr 30f e 35, e grande pqoincha
na loja da ma da Imperatri. n. 4 a eaquina dp
b.oe doe Fernpiros. *
Fnstus a 40W, 5W e 640
Os Barateiros da Boa-Vista, a rua a i ,s
itru n. 40, veaude u grande te S fu-
tiu '.r' d : s a.e nas de

UWM NN Ira


e it6 0 o numero <(I usa aereditada caba a rum
Duque do Caxiae nj aiumm r temtiei, ve er
as suas fazendas por precos baratiusimos, o05
seus proprietarios qverendo provar a veracidade
do que fica dito, apreaeotam urma list dos prevos
dos seguintes artigos, os qidee slo para admirer,
Seva rempnas do poplnas de quadrinhos a 160
rs. o eovadm I
Lindos padr5me em cretones claros e eenaros a
240 e 280 rs. o dito !
Bonito sortimento de fusta de cores i 240 rs.
dito 1 6 bowa verea.
Brins de cores para roupas de meninos a 240 re.
o dito !
Idem pardo, lIona superior, a 20 rs. o dito!
Idea con quasi am metro de larger a 440 rs.
o dito !
Casemiras inglezas de cores, duas larguras, a
15200 e 15500o dito!
Idem pretas diagonal a 21400 o dito !
Paunos para mesas, bonitas cores, a 600 rs.,
1,400 e 1 A800o dito !
E 3plendido sortimento de laes para veatudos a
200 e 500 rs. o covado pars acabar.
Setinetas francezas a 360 rs. o cevado !
Settm macAo branco para as Exmas. n9ivas a
1,200 o dito !
Idem de todas as cores a 14400 !
Merin6s de duas larguras e de todas as cores a
15200, fazenda de 2000 !
Idem preto superior a 15200 e 15500 o dito !
Bramantes para len0oes a 500 rs. o metro, 6
trancado.
Idem de quatro larguras a 1,200 odito!
Cobertas de gang para cama de casal a 3,!
Lencoes de bramante idem a 2000 !
Cobertores de la, grandes, a 25.
Soroulaa de brainunto bordadao a 1145 a duzia!
Meias inglezas corn bocal de cor a 34500 adita!
Camisas francezas finas a 306 a dita !
Lenqos brancos abanhados a 25 e 35 a dita !
Mad.polao boa vista, 24jardas, a 65 a pcqa !
Algodao largo superior a 35800 e 4A a dita!
Cambraia victoria P transparent a 3A500 a
dita !
Espartilhos moderuos a 44R00 e 5A um!
Riquissimas toalhas die labyrintho, proprias
para baptisados.
En:xovaes para di'os a 151 j6 22000 cm outra


parte.
Guarnicues de crochet, o que ha de melhor, por
204000 se pre sc venderam per 305.
Idem avulsas a 1,3200, para sofai a 3 !
Colchas de dito a 104 sao liudas.
('ortinados, novos gostos em bordados, a 76000
o par!
Fichus e sahidas de baile a 4A e 56 urn.
Superiors redes da Bahia (sao do 4 punhos) a
15SO)0 !
Grande sortimento de roupas, bern como de
outros artigos : gravatas, collarinhos modernos,
punhos, saias bordadas. chales, etc. ; temos de-
posito de fazendas proprias pa'-a os senhores ne-
gociantes do centre, e as veBdos em grosso da-
mos descontos.
59-RUA DUQUE DE CAXIAS-59
Loja de
Carneiro da Cnnha & C.


Rconomia Pa n s lasEmas. amilimc
Fazendas brancas
Na loja dos barateiros
da Boa-Vista
40-- Rua da Imperatriz 40O
VENDE-SE
Madapolao muite largo corn 20 varas a 44 e 5,000
Dito, fazenda muito encorpada quo pa-
rece cretone, corn 20 varas a 5A500,
6,000 e 61500
Dito friancez, americano, fazenda muito
final e encorpada de 7, ate 12,000
Algodao enfestado corn 9 palmos de lar-
gura pars tazer lenoes de um s6 pan-
no, metro a L


Dito tranaoadoomrn a mesma largura,
proprio para lencoes e toalhas de
mesa, metro a
Bramante de algodlo corn 10 palmos de
largura, proprio pars fazer lenses de
um s6 panno, metro
Dito francez, sendo de linho, metro a
*"1800 e


X>U fn~izdua& 10ot la~Re a do
de linho, metro a 21500 e 2,800
.Lreguellas proprias para IPs e:6es, toa-
Ihas, eeroulas, sendo faz, --a muite
encorpada, cada peca corn 20 varas
por 10/800 e em vara a 50%
Ditas cornm a mesa media a 800 ri., ou
vara a 400
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, tendo 8 palmos de largura, me-
tro a 1;80%
Assim como um eompleto sortimento de
peas de algedaozinho amerieano e
minglez, que se vende por peca de 34 atte 6 00
Isto ua loja da esquina do becco don Ferreiros
Casemiras de cores
De :000O at6 6:000 rs,

B rgepa or iedili
AIheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, ternp
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras como escuras, que vendem a 21000,
2A500, atW 61 o covado, e das mesmas mandam
fazer qualquer peca d'obra ou costumes, por pre-
V* muito ra oaveis, assim como tern tambem um
explendido sortimento de ecasemiras e pannos pre-
toa atW ao mais fino sedl que vem ao mercado, e
dos mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer peg de roupa A vontaiie do fire-
guez e con today a perfeivio e piestesa : isto na
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina df
becco dos Ferreiros.
MLsa 1u60 rMi
Os Barateiros da Boa-Vista vendem muite bo-
nitos linhos de uma s cOr e de liatrinhas panr
vestido, send a 160 ris o coyvado e de acres fixa,
isto aa run da Imperatriz n. 40, esquina do become
dos Ferreiros.
Espartilhos
a Q 06#0
Sloj ia rua da Lmpersatriz a. s venae-sc
muuton bons espartilhos a nepUhew a 5A000,
sntos para memnai a 4/I.0, aasam coapo um be
dito sortimento de fichus a 35WO0; isto na loja ds
qeiuina do becco dos Ferreiros.

Vendemse
Ainda estA para vender- se o sitio junto a eats-
91o de Pamrnameirim que pertence ao finado Mon-
slen Munie Tamres; Para inwn no
memo corn o Br. l Mathia Mou Tvares, ou coal
Beg legitimo pmopietario, a na o J mica n. 7.!

Chambres


1528IL
1,2&1 1


rn^


Artigos para senhoras
C6rtes de cachemira para vestido 284001
Ditos de percalisa 138000
Bonitos leques 1 000
Percalinas sl1periores, covado, rs. 320
Meias abertas, par 500
Alpacas mescladas de seda, covado 6t0
Cachemiras escossezas, covado 500
Fichus, capas, lagos, meias final, setins de
cores, sedas, espartilhos americanos, etc.
Bam Duque de Caxiam u. 6
Mendona, Primo & C.
Ricos espelbhos ovaes con ml.
dura dorada
0 bazar da Boa-Vista resebeu pelo ultimo va-
por da Europa urn lindo eortiumeuto de quadnm
corn lindas vistas em madreperola, que vendemw
or nrecos oratissimos, assim como ricos ese-
ors eom motaura douraaa,v t .nr o .bAtu
sortimento de capellas funebree e velsa des-.L
miudezas e perfumarias : na rua da Imperatrii
n. 88, esqumna da rua do Hospicio.
Cimento portland.
Potassa.
Panno de algodao petropolitano.
Vmnho madeira superior.
Vende-se no largo do Corpo Santo n. 19, escrip-
torio de Orestes Travassos & C.

Taverna
Vende-se a taverna sits a rua do Rangel n. 31
A, bern afreguezada e propria pars principtante,
o motive da venda se dirai aos pretdeates.
Recife, 17 de novembro de 1884.

Vende.se barato
Sementes de hortalias, novas, e de todas u
qualidades.
Grao de bico.
Matte do Parana.
Linguas seccas do Rio Grande.
Doce superior de batata de Malaga cm latinaui
de urna libra.
Leite suisso eondensado.
Azeite de coco.
Capachos do Porto.
Canna superior de genipapo.
E urn complete sortimento de obras de vime
garantindo-se a boa qualidade.
Rua estreita do Rosario n. 1
Valeate Irmuos C & pV
Para festa
vende-se

Roupas para homes


Pre o s baratissinme
Rua da Imperatriz a. 4"
LOJA DOS BARATEIROS
Paletots de casemiran de quadriah., f&-
zenda que e lava 6A
Dites de panno preto fine, fazenda maito
boa 75
Ditos de casemira de quadrinhee e Ultri-
nhas, forrados 8e
Ditos de easernmira escura, de cord4o, for-
radon 8m
Ditos de fanellUa aal, fornadoe, emdo fa-
zen ia que nbae desbota 10m
Ditos de casemiraa de cores clarsu e ea-


*00

m
Ko


10100
loo



$M
IAM
sowo
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U
U.
8~


**-'5.
s ... -


No pmiwos mmfM a a MB
natura*apropriada .a imi u *
Sga de peito 6 o propno eite matrm O
em caso de Mcaidad.- deve r a
do pela
FARINHA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a praie adopt i a f
nha Lactea como podwroo ele-.-| sw
tricivo para infancin e bdiim atol m&
cos do Brauil e da Europa rpom
ser A do Dr. FREBICHS a nm ob a'it
genero.
Deve-ae poia evitar conuar o
um pesos estranha de eomportmM-
neo conhecido muitas vese o g r
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farina Ldmt
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabelecimento de mua* e piano do Vie
tor Prall e

CRAVOS E FLORES

Na rua da [11nM L

53, ha sempre para s

vender craves e flores


Liquida ao

Para aeabar
Popelines lisas, de listras c lav-radas.
Lis de qua'I-ros, escoss,.as c lavradas.
Alpacas lisas c do listras.
Grenadines de cores e pretas.
Camb!-aias bordadas e abertas.
Vestuarios para meninos.
Leques.
Chapeos para sejhora.
Chitas lias e de coris.
Fichus die seda Capas de malha ice IL.
Para conlinuar
Collarinhos e punlhos panmr senlora b aror,-m di.
vorsos feitios
Camisas scm cobllri-inh,, c sen punh;os. ( oi pa-
nhos e corm collarinhos e punhos para hommm,
desde ,. 35 ;i 45.
Camisas para meninos d,'sde n. 2.' ;i :;.',: sem \-,
larinhos, doe n. 3- 5 3.".
Camisas, snias, p 'n'cauorcs, cala. z. Has c rpu-
nhns para senlnh)ra.
Gravatas, grande vari.-lale.
Meias cruas, brancas. ilt cores e pretai.
Capachos, tapetos, malas. ebteiras, b.isas. ,11 ildi-
ihos, brias branc.:,s o1 Ite co-es, luvas. perfuima-
rias etc.. etc.
Papoula & C.
IS Rua Oe CabugA-IS
Em frente a matriz de Santo Antonio


1


'1

I


1'-
- 1-



Ii





A.
r


casa


36500


2)


V



















re


otos (1sobre os


1' .tro: mto fiduciario) comnprohendend
S impOsti is6bre as mattas.
.26 LIposto sobre as casas.
3 Sobre a renda dos capitaes (sobre ju
ros de emprestimos).
4' Industrial (contribuimo das patente
e minas).
50 Sobre ordenados ou salaries, ou inm
posts sobre os seus products (ou aind
imposto especial sabre a renda).
b) Impostos pessoaes e Sobre a renda :
1 Capitaglo ou imnposto pessoal pur
S (igual para todos).
J 20 Impostos por classes (deo contribuin
tes, classensteur) e impostor geral sobre
renda.
c) Imposto sobre fortune.
i- : A difference quo ha entire as rubHricas
ob:; 4 b deve ser inteiramento clara, segundo o
Sdesenvolvimentos que precedent; ainns
Srelaco entire a e c unao pode ser advi
S nhada.
SEis a palavra do enigma: a &igual!
c. Quando se analyst c, retira-se a 1,
2, a 3, etc., isto 0, o imposto fiduiiiario,
S patented, etc.
Quando nato se distingue entire os elh
mentos de a, temn-se c. Assimn a e c nA
podem existir simultaneamente; scria ur
duplo emprego. Mas os legisladores sA
maliguos : salvam-se da difficuldade, corn
binando a e b on b e c. E' o bis in idem
Ssem que o dupl) oniprego fique sempr
patent : a 6 o corpo c b 6 a alma, ou b
a alma e c o corpo, e, si se precede assign
por via do duplo emiprego, 6 para apoderar
se melhor do contribute, segundo as sua
faculdades: o estado tern necessidades, c
contribuinte e recalcitrant, e d'ahi a luta
Lendo-se as subdivisoes de a, e paran
do-se no n. 3, entreve-se que nao soetrata
aqui do impost6 sobre o capital no sentid
que Menier 1he dava :
Citavam-se ate or(amentos de dous 01
tres estados allemries, ond lia-se: impost
sobre o capntal (capitalsteur). Mas nao s'
tratava de capitals mortos, improductivos
e sim das rendas, dos juros quoa elles pro
duzem. Era um impostor sobre os valore
minoveis, comprehendendo geralmente os em
prestimos hypothecarios quo so quiz tam
bern impor em Franga ; em 1872 a lei fo
votada, mas nao pude ser applicada, po
que o onus, em vez de recahir sobre o cre
dor, recahiria sobre o devedor, o quecon
razao nao se pretended fazer. NenhuE
legislator razoavel permittira que se des
trua a gallinha dos ovos de ouro, o capital
S commamn-seo os ovos, Ianns mantenha-se
gallinha.
x
0 que fez corn que se d6sse preference
ao impostor sobre a fortune (rubrica c.)
S contra o impostor sobre os products (ru
brica a ), foi cscapar-se assim, em cert.
medida, de uma difficuldade theorica,
de estabelecer a igualdade das taxas. Por
tanto, quer se plague o impostor sobre pro
ducto de um campo, de uma industrial, di
urn capital-dinheiro, o onus deve ser igual
Duvido quo o legislator so preoccupasse
Oftfm ioaQ-- fivn tfdf J *, - 1]VLrublema 6 extremamente difficil.
A solucao seria facil, se cada um decla
rasse sinceramente o total de suna renda
ru1s, corn poucas excepoes, todos os con
tribuintes dissimulam part della, e o Ie.
gislador ou o administrador tern de lutni
corn elles para saber a verdade, luta era
quo muitas vezes 6 batido. Iruaginou-se
nesse sentido o imposto sobre a fortuna.
Realmente eu naio sei si exists (impos-
to sobre a fortune ; procurei-o, mas ama-
da nio o achei.
O Sr. Wagner consagra-lhe apenas al.
gumas linhas.
O impostor chamado nsobre a fortunaD
n'o 6 mais que um pessimo modo de ex-
primir-so, 6 sobre a renda; mas nao 6 so-
bre umna renda abstract, pessoal, que o
impostor se bascia, e siu sobre uma renda


concrete, real, isto c, sobre bens tangiveis,
moves e immniovei'. E' u.na questo de(
palavras. Si so falla em ertragsteur (irU-
postos sobre os productss, diz-se-((impos-
I I w


FOLHETIE


0 FILHO DEANTONI


POR


ALEXIS BOUVIER


TERCEIRA PARTE


Bastarlo ldo BaQeo do Grs


(Continuagao do n. 270)


CAPITULO I


Vinte e cinco amnnoas depots


0 individuo princip'ava a perceber o mo-
tivo por qque elle tinha sido despedido da
ama do Sr. condo do Saucy.
,e;Tinha presenciado dous dias antes de que
forma o nosso desconhecido so portava
diante do algumas garrafas, e n'esta tarde
encontrava-o em horas de serving seutado
it mesa'de uma tasca. Era um criado que
nunca estava em casa de seu areo.
LOo.y'q ueo doonhoeido se proxi-
que, at I o-
;^l~jBia^y(^


.01reowot .ono9audo
pela contribaig uciaia. Em queo base
se firramr- este miposto ? A lei fraceza
diz : (restabelecendo o prodnet liquido.
A lei, os derotos, etc., expllcam o nmodo
por quo so ha do proceder. Mas parece
que nem sempro se fazjiiso, porque o Iao-
cesso 6 difficilc, ontentando-so em apoiar-se
no valor da propiedade, o que 6 um syste-
ma inteiramento differeute.
Chamaremos a atteneao para um ponto
especial. E' sobre o product liquid em
que dove basear-se .o imposto. Mas qual 6
o product liquid do unm'parquo ou de um
jardim derecreio? Ignora-se. A lei pres-
creve proceder-se, neste casi, par analogia
e impor o parque coma so ?fosso terra da
primeira classes da vizinhanga. Mas, ha,
alem do domino public, muitos torrenos
que nao produzem nada: deverno ser el dles
isentos ?
A perequagiato 6 uma difficuldade espe-
cial para o imposto fiduciario. Quando se
impoe 3 '/o sobre a renda dos valores mo-
veis. e, temrTno noaos n, nl n ,',p rdea i. -


apresentamgra
atwe, n'estesp ~ la^
0 quo o ia1dotPrcle1n, principal- -
mente, n'estes impostos, .ipi pder fixar
corn equidade as direitos iadividuaes, sem
ter de penetrar nas transaoeges do contri-
buinte.
Ora, ha aqui um ponto em qu? ninguem
ainda insistio.
Entre os contribuintes sujeitc ao impos-
to sobre a renda ha uma cattbgria que so
aolia em urna posigio lesfavorayvpl erm rela-
Oo As outras, e sao os funriowrios e em-
pregados.
Elles nao podem dissimilar -as saus ven-
cimentos, emquanto a maior part dos ou
tros que attenua o total do. sua ronda, do
que se segue que os primeiros sio taxados
em pregos altos.


XIII


tradas do ferro, do canal do Suez, do ren- Voltaios As oontMibuig indirectas,
das estrangeiras, do credit fiduciario ou chamadas por vezes impos<(e consume.
outros valorcs, pagamos sempre 3/. nem 0 Sr. Sehall no primeiro vlumne da sua
malit nerno menos. AcontecerA o mesmo obra s6 falla em taxas do consume.
aos8 camnpos, aos prados, as vinhas, As mat- E como outros economistan, elle serve-
tas ? E, principalmnente, as terras do Pas- se da expression aufioandsteuern, e qua 6
so de Calais e as do Dubs, das Ardennas, um erro quo so tern o dircito do qualificar
do Giroade, do Aisne, do Gard e de outros corn severidade.
departamentos? Sustenta-se quasi em to- E eis pogque. Os economists allemAes
dla part que ndo ; s6mente abusa-se um tern a sun disposigao a palavra consumsteur,
pouco desse assumpto de declaminagao, e quo equivale exactamente .ao impostor do
ninhuem reclama seriamento a pcrequaiAo; consume.
os mais favorocidos se opporiain sempro a A palavra aufwandsteuern impostoro so-
qualquer elevagAo de taxa. bre a despeza) pelo contrario, p6de aoem
Outras quostoes ainda se ligam a este duvida empregar-so por impostor do consu-
imposto: o cadastro, as hypotheeas mas eut ro, mas significa antes imposto sobre o lu-
nIo acho nada de novo no quo nos 6 offe- xo, porque nao ha um allemilo, comprehen-
recido polo Handbuch. dendo-se o Sr. Schall, em cujo ospirito a
0 impostor sobre as casas merece que palavro acufwand niao desperte o pensa-
delle nos occupemos, para insistirmos so- mentor do grande despeza.
bre algumas distincoes importantes. 0O
imposto sobre as casas 6 cobrado segundo A sciencia exige precis'o -e 6 singu-
o seu alguel (ou valor locative). Supponha- i lar quo sabios, que inventam diarimente
so quo o proprietario recebe 1,000 francs novos terms techniceos para chegar ao su-
liquidos de uma casa e qua a taxa da con- perlativo da precislo, empreguem auf-
tribuiqao seja de 2 0/o; elle tera, pois, de wandsteuern quando a lingua Ihes offeroce
pagar 20 francs por anno. E' um im-1 o term consumsteunrn.
posto sobre umna. renda fiduciaria, pago A primeira tarefa do Sr. Shall e a de
pelo proprietario da casa, mas existed tam- rehabilitar os impostos indirectos (ou de
bern o imposto sobre o aluguel, que 6 urna consume) e comquanto ca portenga a seita
especie do imposto do consurno. E' o lo. dos liberals, dou-lhe razso.
aontario que 6 encarregado de entrar para o Por mais do uiea vez tenho demonstrado
thesouro coin tanto por 100 francs de alu- a necessidado desses impostos; o argu-
guel, como ,ntra corn tanto por 100 francos mentor que o cidad2Eo deve sentir o peso
de vinho, assucar, etc., quo consome. E dos impastos, afirm de quae pregue a econo-
do imposto sobre as casas e do imposto so- mia ) nucna me pareceu serio.
bre os alugueis, 6 mister ainda distinguir 0 unico argument dos adversaries das
o imposto move, que 6 o criteria para me contribuices indirectas que merece ser
dir a renda dos contribuintes. nxo,;,nn n e, ro A n, n .n. .. ,


XII


U C, LLIL&'.4V, U L4 LACI LICIUU jJ& nU p ULr "
nalidade o e 6 talvez o unico sobre o qual a
discussion n.o estA esgotada.
Indinarei iilznna nsrntona ca daytin sftr


0 impostor sobre a renda dos capitals oonsiderados.%r ...-'....
nao 6, como se acredita, um imposto sobre I 1. As contribuies direct no bas-
o proprio capital. tam para obriras neessidas de um es-
A Franga tern esta taxa sobre a renda tado modern, cobi as mpsto indiretoos u es-lhe
dos valores moves. tao modeno os impostor director so-he
Este imposto, comorn jA se demonstrou, indispesaveis;
6, por assim dizer, umrn imposto sobre as A -" 1 -
aasociaqrsp -2.0 As pessoaa retnadiadas e Pohri-
assoscie~Ces., WariseB re euren do suffragio
Disse-se que nao era just impor co rn alas eeor p gn do suragio
mesma taxa as rendas provenientes & tra- universal, nio pagariarn quasi nadt, ou
nada si s6 houvessem impastos direetos;
balho (os honorarios do umn media etc.) 3ada. sNAo se dhouvessem cipostos dar um impsectos
e os provenientes da fortune (rendas de 3is aamne dove spread uni dnpoato
isoladamente ; cumupre seaipro considerar o
fundss, contend geralmente o primeiro conjuaeto dos impostos. E' absurd carm-
urn aciamento, emquanto que o ultimo era
seguro e permanent. parar as quotas de A e B. quando se trata
u do imposto do Sal; seria nfecessario oppor
til alguma verdade nesta proposition. a totalidado A A totalidade B;
Aqui temos um banqueiro, que negocia cornm
os seus proprios capitaes; e quo s6 paga a 4. Noilo se evitam as injusti9as nas con-
patente o as outras taxas normaes. tribuiges directs como nas contribuigoes
Ao lado estit uma sociedade por acgcs, i indiroectas, porqne os contribuintes niao se
que nao 6 mais rica; esta pagarA tfudo prestam para o langamento do imposto.
quanto paga o banqueiro e, ainda mais, 5 o A multiplicidade dos impostos da al-
cerca de 7 ,/o do capital (3 %/ sobre a ren- guinas changas A comparablo das injusti-
di, 1 o/o de sell, e cerca de 3 0/o do re- 9as ou A sua attenua~go mutual.


gistro).
Isto porque as aces funecionam por
Ssi, e, entretanto, os seus proprietarios po-
dem fazer outra cousa e ainda ganhar.
Na pratica, pergunta-se simplesmente
quantas pennas pode-se arrancar do urna
gallinha, sem que ella grite ; em theoria
multiplicam-se as questoes, por exemplo,


6.0 E' impossivel sustentar que o pobre
consome tanto como o rico, como si rinao
houvmse numerosos consumos do luxo.
Prescindirei de mais argumento*para
voltar ao Sr. Schall, quo nos offeroco tatm-
bern outros.
__________~_ (Continua)


Nao vim cAi para outra cousa... jantamos juntos, deixe tudo pormin oo-
Conte commigo. ta; apresento-o Cq o- umn home qua sou-
E Baptista levantou-se para ir conver- be fazer render as economnias, e confiei-
sar cm um canto da sala corn o desconhe- Ihe as minhas, e o setihor Ven por causa
Scido. disso. Darante o jantar conversa-se a res-
Os dous individuos que jogavam corn peito de criados, do mode em que as eco-
elle, olhavam admirados para o recem-che- nomias sao collocadas, das easas qqe ren-
gado. dem mais ou menos : e vathos at6 failar do
0 que quer ? perguntou Baptista, em conde do Sancy, do que se passava eam sna
voz baixa. casa, das privates que l1i soffriamos, quto
As informacoes que me deu cram-moe nunca se apranhava uma gorgeta, porqu
muito precisas, mas querem, segundo en- els nbo recebia pessoa pessoa alguma, por-
so, encontrar-se corn o Sr. conde de San- que nio se ia a part alguma. Exagwo...
cy, e talvez cornm sua sobrinha, e encarre- ataco um pouco a casa e fa~o valer a- mi,
garam-me de saber qual a casa que elles nha; o outro sahe I espora e conta que
frequentam mais vezes. agora as cousas estieo melhores. Eu
Mais vezes ? comparagoes, dizendo: ora, l1, na c -
Sirm, porque ao inverso do quo me taremos lives tal e taI.4ja4porque o pa-
disse, elles costnmamr frequentar algumas trio vai aqui ou a0li. 0 outro nao dojxaI
vezes a sociedade. ma rAde dizer: LA em casa tambom est,
Tern razlo, disoeram-me isto esta tar- convidados, em tal dia, para aq4 oU e a
do-mas no mon tempo nio iam a parte alli. -.I
alguma; agora sahem muitas vezes, vio a Muito bem, comprehend. *
bailes officiaes nas embaixadas e nos mi- Ohio, ainda nio 6 ttado, =4i tao
nisterios. a olhar para n6s. Vai vef comoa Itoo oas
E' isso mesmo u: 6 preciso que eu sai- pAosinhos. Ah mas antes diss Qi
ba corn antecedencia para onde csta convi- 6 o sen nome ? Porque preiac i
dado. quo heaos conheoemos hA muito tm
Vein mesmo muito a proposito. So Chamno-me 'Lelaqu6, exiA 4 .lU
for generous, estou exactamente agora aqui deligencias. :
corn um criado da casa, que 6 o ajudante Muito bem I o 0 j do 4kt,
do tio Luiz. Ajada-o no servigo dos(1 wn aleg'ia raids
quartos e serve docriado4. esEa. m Ora,
b6on typo, mas mslIin desrfiado. Se qtiS
zer saber alguma cousa, deixe-me cAg fo-
vernar o barco* oeo dig uJ pal~vr Ao.. A- bo "W 4
bre oque', que dber. E a noUe1-60 f
defolga.!O Ocoueaasebtria EolsaL


(MUO1 UM pi)
4|o esynpathico *aDgo Jo Ferreira
^ Carvalho Janior.
c F11 ;-v era bell... d'essa beUeza plastica,
u erecia, outr'ora edto, e tihia altarea:
| pWurpra do labio s ris The paisavam,
Goro cysne no azul pnririimo dos ares.
0 olhar tinha uma attraolb extranha, magaeti
Surena irradiawio tambem serena e meiga :
Trefego come o mar, tranquillo como o lago,
Ardeunte como a lava, a tresco coma a veoga.
SElla a era bella assim... d'essa bellezaauste
Despida de artificio, brilho d'uma joia ;
D'essa belleza antiga e classic de Helena,
Capaz de resugir do tumujo o amor de Troya.
Fitei-a ... ella olhou-me e rio-se docemente
Depois cravou-me um olhlr vibrant como o ro
Foito de voluptuosidad e cffluvios de desejos,
Da languidez do amor, e o gozo de um desma
E eu pude m'evadir por entire a espessa coma
Feita do nenuphliar dos seus cab.:llos pletos ;
Mas, nao logrei vcnce- as plants de seus pes,
Feitos de rosicler e philtros de amuletos.

w Ella ,, estava de p6. Assin eu a vi primeiro
Urma vez... A attitude grave e senhoril.
Vestia simplesmente a alva do pudor
A' lhe trahir as formats puras do perfil.
Entao n'essa postura olyminpica mstrava
Um p6 sculptural, d'uma pureza media :
Tal do polytheismo os creates conceberam,
CalVado de cothurno a deusa da tragedia.
Era um p6 ideal, correct c ondc a grave,
Sev6ra correecco de Phidi:is parecia
Unir se ao gracioso csanero de Praxit'les,
Quando sob o buril a estatu:i llv sorria.
Depois, simi-nda a vi no banho entrando,
De tenue car do rosa o alvo jaspe tinto :
Como linda bacchante, lubrici, esmagando
Corn seus lascivos p6s as uvas de Coryntho.
Oh como almejava eatao o Chrizto ahi ser,
Que lavasse-lhe os p6s ungindo-os do mil beij<
E mergulhasse o olhar no fund desso abysmo
Onde o rubro coral se agita dos desejos...
Quae visse-lhe as vedadas grutas encantadas
Onde se crystalisam as per'las dos amores,
E se guardam os thesouros casts, csconlidos
Dos ardentes rubis c minysticos falgores..
Assim eu a vi assim... e oh! coin era bella
Nesse instant fallar de magica vcntura !
Em que, s6 de assim v61-a, a louca phantasia,
Senti se m3 abrasar do um fogo quo inda dara
E, eu que fugir pude ao encontro d'esse rosto,
Fui ap6s das paixoes aos fervidos tropeis ;
Resist attraccao de um riso, do um olhar,
Cedi ao magnet forte d seuons p6s.
E, coma o fakir austero, immovel e absordo,
Fiquei A olhar-lhe as formas nuns, ideals,
Desdc o rosto gerado aos beijos de uma aurora
A's columns de op6!a, aos vitreos pedestaes.
E em etasio de amor na arcada d-'sse temple,
Levantei-lhe urn altar rendi-lhe ardente cult
Mas, send ella um anjo, e anal-a send umcrii
Guardei o mru amor dos homeno sempre occul
Fernand) de Noronha, 1881.
Gustavo Adolpiho
0 que e Deas ?

A' DULCINA


Ondo fdfra o be&ber
Ssahe o saber.


de





lea,



3ra,



aio,
do.





















0-1
3o ;


















mne,


Ito,


Na hora cm que o firmament se retrata
E a lua estende seu fulgente v6c.
Como gr'us de ouro e atomos de prata
Brilham estrellas una amplidao do ceu,
Eu ergo a vista para a immensidade
E pergt,2to tornado de anciedade :
O que 6 Deus? Porq ie nao m'o revelas ?
E' a Luz--respondem-me as estrellsa.
Qauido coutemplo o valley uj o prado,
O rio finmenso que estende-.o non redor,
No camupu as flores a coro'. abrindo
H-umidas de c rvalbo-o matinal suor;
Volvo um rapid olhar a esplauada
E minh'alma pergunta emrnbeiczada:
0 que 6 Deus ? oh campos seductores ?
E' a belleza-respondem-me aits flores.
Qumando ante mnirm, como illusao divina
Chcia de encantos, de perfume raro,
Ao brando impulse da paixi.o Dulcina,
O ten perfil extasiado encaro !
Interrogo a luz de ti emanada
Mensageira de minha almo enamorada
0 que 6 Deus I Onde estA Elle! Aonde ?
E tu, mimo do ceu-amor responded.
Novembro de 1884.
Dias Barroso.

Os proverbios da lingua pe!or-
tugneza, corn um appendlee
des de origem brasileIra
REDUZIDOS A VERSO
P ron
P. S. DE A.OGALVAO
(Cooitinuagi'o)
Deixan dous do atlalhar,
quando nu nio' quer lutar.


mil


tem algama quantia dsponivel, ele co,
nhece uns bons empregos, que rendem
dobro.
Que historic 6 essa?
Mous senhores, o Sr. Baptista exa
gera; eis o quae fago por elle e pelos meus
freguezes. Conhego alguns negociantes que
nile vivem muito A larga, e nos dias de
venoimentos v mr-se um pauco atrapalha
doi.


E' isso que eu queria dizer.
Sim ; ora elles vem procurar-me.
Ponho-os esa ielaco corn os senhores, e
Is senhores emprestamn-lhes dusentos, tre-
rzntos ou quatrocentos franoos quo eles
Yai em dous mezes, om, prestagces.
Gis bona; eu me compromnetto a
|orn duaontoa qu trmets faQOo, w d.m8
142e,1 ttrista o' quarenta franco.
S- imn, seahor; 6 bern born. Sente-se,
r. Leclaiqu6, havemos de conversar a ease
respeito.
Fizeram lugar para o recem-chegado.
LPuzeram a ruesa, e dez minutes depois o
jantar eomegava.,
Os 4uia convivas do Baptista mogtram-
so cheio de attenges para corn o Sr. Le-


5r. Leeaqu6 no podia chorar o saou
wo; pcrque o jantar foi copioso, ale-
rendoso. Readoso por causa das
s5es eitre 1p8ttae o o se U colga,
s&es de quo sahiram todas as infor-
a prometlidsa, e iodiscri~es que o
3fa~qu6 nao esporaa.


bow!,. io


Bebe o ten vinho
corn tento e corn siso,
nao bdbas o juizo.

Bebe o vinho precise,
nlo bebas o juizo.

* Comer sam beber,
o cegar sern ver.

SDepbis de beber
da cada um sou parecer.

A mulher que muito beber
pagarA tarde o que dover.

Na taverna nio beer,
e nella conviver.

Nemn to fies de villao,
nem bebas do charqueirlo.

Quemn muito pedair
e inuito beber;
a si proprio damna,
a outros bota a perder.

A born comer e mAo comer
tres vezos beber.


Quando nito ha taca,
beer por borr. cha,
nilo 6 tachia.


Nadar, aador
o vir A beira
morto chegar.

Beira de igreja
sempro gotcja.


* Seja tun a figue ira
e este-lhe ca A beii-t.


Muito e hbem,
ha pouco quemn.


Nao des de rosto co'o bew,
que houveres teito a alguem.
Niao fagas bem
e nunca mnal
te vird de ninguem.
Falla pouco e bern,
ter-te-hao por alguem.
Que-r nao faz bern 6 ninguem,
s6 quem faz bern e alguem
Ao acabar-se o bern,
o mal venm.


0 bern que digo, praticar,
e o mal que fago, evitar.
Ao bern buscal-o,
ao Mral, estorval-o.
0 bern s6 6 conhecido,
depois de perdido.
Onde bern me vai,
tenho mai e pai.

0 bern soa,
o mal voa.
Quem faz o bern
o nto fa, o bonete,
quanto fizer
tanto ha do perder.
Chegar-se o bern para o bem,
e o mal para quem o tern.
Quem nao sabe do real
o memo tambem
nio sabe do bern.
* Naio ha mal serm bern,
cata para quemn.

Ha males que vemt
por nosso bern.
0 mal e 6 bem
a face vem.
Quern bemrn se estrear
o bern Nl ha de chegar.

Quern bern estiver
e escolher mal,
quando mal Ihe vier
nao se anoje_ por tal.


nib so anojo por tat.


sea o frazes ten igu
0 que o beref Dos d
a cova nos levara.
ou
0 que o beryo da
s6 a tuinba levari.
Bsta (de amigo
arija de amar,
frouxa em atirar.


Grande orelha, grande pe
de grAo best signal 6.
Best de andar chio
para mim e meu irmAo.

Homemn grande, viarapipAo
best do pAo.
Oraude c: rga
fraca best;
dizem os corvos:
(( nossa I esta.,,
Ainda que Jolo Vaz tern best
nuo deixa de Ihe dar na testa.
Bestciro mno
de oaio incerta,
despede o tiro
Os seus acerta.


*J'n:., ito turto
aos p6s atira
c da no rosto.


Mama eiC t1da. a.s vace,-
a bIezrrijhc que mianiia,
engorda, tfica uutrida
o torn cheia s;mpr, i-':
* Quem t f'c-z 1-,,
fez-to rico.
Para o bisl trab tiihU"
c ni0lo tirar pr'oveito
c de b1.-lc minourcjxr.
Ande o b;sj.N], de catana
brad alert, moats guaro .
use doe mitra o soldado.
tome as contas, dispa a farda.
SI)De boa case,
boa braza.


Boa part em sujeio
ao inil atreito.


Nio 6 hoe, a falla,
bem se deixa ver
cm quo n'ao podem todos
o que se diz entender.
Boa 6( a tardanca
qup traz seguranu;a.
Best sem Sevada,
nunca bo-t cavalgadia.
Esquivanca aparta amor.
boas obras omisio oppressor.
Quern boa ventura tern
agradea semp-e a Deni
do qual ella lhe vem ;
a Elle encomnmendar
e as comas pejar.

Ganha boa fama
c deita-te na cama.
Faze farinha bo. e final
e nao toques bozina.
De matta oscassa
nunca boa caua.
A boat mAio
faz cavallo do rocim ;
faz rocimrn do cavallo
a mao ruim.
Quando fui sogra outr'ora
nunca tive boa nora.

MA conta, boa conta,
como tal sermpre se aponta.
Onde ha boa mesa,
tonai asse-nto,
ha mAo testament.
A boa nova
nunca 6 tempera,
a mA s6 pela maahU.


Boa 6 a truta
born o sau:io ;
born e o savel
quando 6 de saz.o.


- annos tinha feito novos conhecimentos. atwuogado sseseu amo soia um gr
o Em Pamiz, o conde de Sancy era quaai um de ambicioso, acariciando a esperanga de
estrangeiro: s6 tinha conhSirnentos na uma grande posigao, o criado hesitou um
casa do soberano, nos mhiistterios nas pouco e acabou por dizer que urma vez ha-
- embaixadas. Era, pois, muito difficil en- via surprondido seu armo a diser:
Scontrar o conde na sociedade, a nao ser o Quando a minha queries Rachel se casar
Snas Talherias, nos bailes do ministerio dos ha de abandonar-me e nio seti o que hei de
Snegocios estrangeiros, e em certa familiade fazer. S6 uma cousa me podert fam
nomeada. ficar em Pariz e aqui fir rcsidencia. So
A joven sobrinha do conde de Sancy, eu tivesse uma desilluwio por ease lade
Mile. Rachel Delaunay, acompanhava semr- uio hesitaria, tornava a partir e recouie-
pre a estas fiestas: mas tend poucas dis- caria as minhas viagena ; mas como timbha
traces, alem d estas festaa muito arars, e intenglo de o fazer quando me paz a ca.
nPo tend amigos em Pariz, ia mitas ve- minho corn aquelle pobre Olivier, far, e
zes aos italianos o i Opera. N' .,- sempre uma viagem until isci(neia ao
sines era acompanhada por uas Ie meu paiz. )
lue a serviam e qua ella 0 va, aa- 0 Sr. Leclaqu6 nPo deixoa do eterever
tee como companheiras d< tia intia na sa artei.
das: a tia Zaouma e sua irml dol i '6 is no tinham ainda chegado i infor-
ZIzi. magio exacta do que elle precisava; an
E estas duas creatures extraordinaias, signal corn os olhos advertiu de quo Iwan
ao lado d'quella moga do uma beloezapou- a conversa para ease ponto. Baptit era
co comam, no ROtinham coneorrido peoco pratico; ia direito ao Sin, e disse:
parachamar a attenlo sobre ella. NIo Me us senhores, quern oftferece oj -
so sabendo se era filha ou sobrinha do tar sou neu.
condo, era conhecida pelo nome de Mile. Perdlo, tu perdestel-o.
do Sancy. Pordi um jantar, quo no e odte q"o
Sr.. Leclaqu6 sou be ainda qae parecia lihes offereo.
havor, na vida do conde de Sancy, uma Nio temosaque to agradeer; per
intriga mystemiosa; ele iAO era realmente causa do Sr. Laclaqu6 quo fazes as com-
tdo reservado em8 s1a Casa, affirmava o sas direito.
criado, unicamnyte gtrq1I aua sobrinha se E' verdade, e justarento im quo
e ea 1 u quero direr. Jantamos bem, devim
No fun o, a Code s 6 tinha umn desajo : tr oreeoo meatm* do.tesmag prw aan
casar a sori, tornar a viver bri- ofrecem jantar qulq d'ui
lIhan'teentecomiogparwimto'mer vivido anti- [Le :q16nio perob ; s 4 ai di-
et( o u:-ema Ipm!a d ses zmento nU 0 que UWava,
o-ad fez uma cret.; 6 coprui dp
qiu o a s U -guns i m tsdepois, Ido serouvida a s
0 ol 1l. ll~a 4 hoitou e euP64
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