Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15918


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Full Text








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Por seis meese adiantados. .' .
Por nove ditos idem. .
Por um anno idem. .
Cada numero avulso, de dias a nteriores.


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ropribabe e Aanotawet rtigueira be Jaria & Jitl
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IINSTRC IO POPULAR


MACHINES DE VAPOR

(Extrahida)

A T1 TR.
MACHINAS APPJLICADAS A NAVEGA(WAi'
(Continuaggo)
0 helipe tcve form mnui diverse:( daq que ac-
tualmente -c lhe di. Co i sister, ua sua menor sim-
plicidade, em um parafuso do urn ou mais fios de
rosca, quo polo sen moviniento de roS^o: ifstwoa
na agna, corn um para'fso na awm. opNn hm-
pellindo portanto adiante de si o corpo quo resisted
so seu progressivo moviuicuto.
Sendo a iagua extrcmrnamente imowel n,s siss mnnl-
leculas, parece que ponic;t reisteuia podoria op -I
por aos movimentos do helice; porem, fazendo-ol
mover coni um. velocidade conveniente, a sun es-
.pira encontra na massa liqukira um ponto de apoio
sufficieute para aanciar, como o faz uti p.,rtfas<,
na sua porca.
Os primairos heli'es quo so cmpregaram tinharg
o filete (*) cei, e n i u u nlais espiras. 0 acaso
e a experiencia depois, bern como o calcunlo de di-
versos cg'enlieiros, fizeramn descobrir q we vauan-
do ou cxcavanJo u;n, pnrit o d'Vssa: espira, corn
especialidade proximo do e#itro do rotaqao, a ague
se escapava corn mcnor rc.3tenciiA, c quc J';aqui


provinha utilizar-se maior forqa motriz para o an-
dameuto do navio.
A formal do helice que primneiramente se asse-
inilhou a uti parafuso, modificou-se pouco a pouco,
-- hoje tern approximadamente a tgrma de um
moinh,, de fc'to, cin que as vsls fossem hclicoi-
dacs.
'0 helice, como hoje se empregA, consist cm
duas ou mtais abas de supericuie helicoidal, colloca-
das cmin volta de um eixo horizontal. Este eixo
move-se horizontahlmente sobre si mruesmo, scndo-
Ihe dado pela mechina o 0inwimnnto de rotacdo.
E' g-riude a varie.lade no feitio do helice,-e
parelo que ruio ebta ainda demoawtrado pela ex-
periereia e |iratica qu.al seja a formna mais uouve-
rmeute que elle deve ter, apezar das tentativas e
experie-eias constantes, e de um profundo estudo
que a c&te rwespeit aeso tern feito.
0 holeicec pole ergi cdams ubas, tires, quatro, ott
sceis. Dz-Se quo existindo unieamuate dtns bwas,
part da tjra rnmutriz se perde quaudo ellas, achan-
do-se na mesina linha, passam na direclo do ca-
daste (oo) do navio,-pois quo n'esta oCcasi'o a
suin forga de propulao 6 destruid pelo caixilho
(***) oud,' elle trabalha,--c que, so urma dus abas
se partir (o ,lie nao 6 raro), o navio ficarA cm pesa-
sitnas coradicbe-s de andimento.
(Continai).

(*) Charna.-se filete a p-rte do parafuiso que
curvilinua e que descreve no cixo uma enrva (he-
licoidal) mais ou minos fechada.
(-*) Calisfe-pis de mdemrira o0 terror, sittna-
dai umna inai proa e outra na r6 do navio, perpen-
diculares A quilha.


PARTE OFFICIAL-L-

Actos do poder executive

1)ECRETO N. 9,304-DE 27 DF. SETEMBRO DE 1884

Hci i,,r h-r.i, .iri: t1xcSCino do art. 1];, cap. 13 da lei i. 17W4, de 28 de junho de 1870, decretar
o seguinte:
Artigo unico. As ajudas de custo dos juizes nmunicipaes, de orphaoz ou substitutes serao regu-
ladas pela tabella que om ceste bai.a, assign.Lda pur Franuiasco Maria Sodr6 Pereira, do meun conselho,
miL-:stro e secretario dc Estado dos Negocios da Justiqa, quc assim o tenha entendido e faQa executar.
Palacio do Rio de Janeiro em 27 de setembro do 1884, 630 da InJoependengia e do Imperio.
Corn a rnbrica de SU. MAGEfAJT.ADE o IMPRRADOR.

FRANCISCO MARIA SODRE PERFmA.


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Governo da IProvlncia
EXPEDLENTE DO DIA 8 DE ouruBaO DE 1884
Actos :
0 presidente da provineis, attendendo ao que
requereu o juiz municipal e de orphaos do terino
de Bomn-Consellio, ba-!harel Francisco Odilon Ta-
vares Lima resolve eonceder-lhe dous mezes de
licenga para tratar de sua saRide, spmdo umn corn o
respcctivo ordenado e outro provisornamnte e sem
vencimentos; o peticionario entrarA no gozn da
rcferida licenca no prazo de 3) dias.
Officios :
Ao conselhairo Joao Alfredo Correia de Oi-
veira.-Pelo officio, de que respando, fico inteira-
do de haver V. Exe. re-issuiaido hoje o exerci'io
do cargo do director da Faculdade de Direito do
Recite.
Ao inspector do Arsenal de Marinha.-Sir-
Iafr. Vjxe. de prbvideneiar no senttdo de serem
tmnsbortads 22 press da Casa de Detenao at6
a bordo do vapor Giinid na mwanha, de 12 do tor-
rente mcinz.
Ao commandant das armas.-Sirva-se V.
Exe. do providenciar no sentido de serem escolta-
dos 22 prisos da Casa de Deteqaao at6 o presidio
de Fervndo de Noroaha, no dia 12 do co: rente
mez.
-- Ao commandant do presidio do Fcrnando
de Noronha.-Receba V. S. nesse presidio os 21)
scntenciados do que trata a inclusa relaeAo, os
qunaes pra ahbi seguem a requisimao do Dr. juiz,
de direito das execuoes criminaes da comarca do
Recife
Ao mesmo.-Receba V. S. nesso presidio
afirm de seem convenientemente tratados, os de-
tentos beribericos Manoel Paulino de Mourn e Jo-
,6 Fernando da Silva.-Communicou-se ao Dr.
chete de policiae ao Dr. jaiz do direito das exe-
cuoes criminaes.
Ao inspector da Tbesonrarla de Fazenda.-
Para os fins convcnientes, tranomitto a V. S. a
copia inclusa do officio qne dirigio-me huje o con-
selaeiro Joao Alfredo Correia de Oliveira, director
da'Faculdade du Diretto do Recite.
Ao mesmino.-Mande V. 8. pagar pela verbal
-Soetorros publihcos a importancia de 42A5740
constant da minclusa conta proveniente do medical,
mentos fornecidos pela pharmacia do Dr. Sabino A
inspectoria da made public corn destino ao tra-
tamento dos indigentes acoommettidos da variuola
uo 3' district do termo de Agua-Preta.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a Joae Luiz
de Macedo Cavalcante, eonforme solicitou o enge-
nheiro das Obras Publicas F rovinciaes em officio
do 10 do corrente, n. 224, a importancia de
128604o constant da iuclusa conta e proveniente
do aluguel de ura earroga e do salario de dons ser-
ventes que eativera aso servigo do aterro dos ala-
gados desta cidado de 6 a 30 de setembro ultimo,
sob a vigitancia da commissIo sanitaria da Cama
ra Municipal do Recife, devendo correr a despeza
pela verba-Soeorros publieos-nos terms da
ordem expedida por esta Presidencia aquelle en-
genheiro em 30 de agosto do rorrente anno.
Ao mesmo.-Mande V. S. pagar a Francis
co Manoel da Silva & C. a importancia de...
242400 provenieate dos desifectantes de que
tratam an ineluaas eotas,- forne.-idoe & inspecto-
ria da Sade doPortoem agoeto e setembro ulti-
mos, correndo a despeza pela verba--Soccorroas
peblieos-nos termos da informa&,o dessa Thesou-
rAria de 30 do mez findo, sob n. 659.
Ao mewmo.-Remetto a V. S. para os devi-
does fins eopia do Aviso de 27 de setembro ultimo,
a. 44l07, eo q*e*Eam.-&. bjiistro do Imperio
'htoutrin oa pagaff)tib do 6rdenada do Ihnte da Fa-
culdade de Direito do Recife, Dr. Jos6 Joaquim
Tavares Belfort, relative ao tempo decorrido de 28
de maio a 27 de julho deste anno, no qual esteve
licenciado por acto desta presidencia.
Ao mesmo.-Em officio de hontem datado
participou-me o Dr. chefe de policia haver, na
mesma data, prestado juramento e assumido o exer-
cicio do cargo de secretario da Repartigao de Po-
licia, para o qual fora ;nomeado por decreto de 23
do setembro findo, o bacharel Arthur do Barros
Falcao de Lacerda. 0 que commuuico a V. S.
para seu conhecimento e fins convenientes.-
Ao mesmo.-Communico a V. S. que o juiz
municipal do termino de Floresta, bacharel Antonio
Freire, eutrou no dia 28 do mez findo no goso da
licenca de tres mezes que Ihe foi por esta presi-
dencia coneedida em 24 de julho, sendo dons me-
zes coat ordenado e um provisoriamento sern ven-
t cimentos.


Ao juiz de direito do 2.0 district criminal.-
Convo6m que V. S. infQrme se ainda se acha cum-
prindo sentena o r6o Joaquim Jos6 da Silva con-
demnado pelo jury da cidade da Victoria, em 9 de
junho de 1880 a pena de quatro annos e oito me-
zes de pris.o corn trabalho commutado em cinco
annos e tires meses de prison simple e multa cor-
respondente a metade do tempo.
Ao juiz de direito'do 4.o district criminal.
Reitero a V. S. a exigenoia feita em officio de 23
de outubro do anno passado, e de 30 do janeiro
deste anno, no sentido de preatar na qualidade de
juiz da condemnaeio, a informagao que deve ins-
tmuir o recurso de gra"a do sentenciado. Joao
Evangelista Gnmes do Castr-o.
Ao juiiz de direito da comarca dai Victoria.-
Coov6m que Vmc. informed si aitudi sbCe acha cuin-
prihdo sentena o r6o Joaquim Jos6 dai Silva, con-
demnado pelo jury dersa cidade, em 9 de juuho de
1880, A peua de quatro annos de prisato corn tra
baiho, commutado em cinco annos e tires mezes de
prisao simples.e multa correspondent a metade do
tempo.
Ao juiz municipal do termo de Santo Anto-
nio.-Declaro a Vinemc. em solucao de seu officio de
30 do mcz findo, que mandei retorqar corn quatro
pracas o destacamento policial da povoacgo do S.
Joao dos Pombos.
Ao Sr. Miguel Teixeira de Vasconcellos Pe-
reira, 1.o supplente em exercicio do term de S.
Jos6 do Egypto.-Tendo o Dr. juiz municipal do
termo de i'ngazeira nomeado,:dc conformnidade co:n
o disposto no art. 10 do decreto n. 817 de 30 de
agosto de 1851, os cidadiluos Napoleio Benicio du
Nascimento e Francisco de Borja Gonalves ide
Mello para servirem interinamente os lugores de
1.0 c 2.0 tabelli.o do term de S. Jrs6 do Egypto,
o represent de que Vinemc. recusara-se a dar poss-
a-s nomeados e entregar Ihes os respectivos car
torios, sob fundamcnto de nao ter o referido juiz
eompetencia para praticar o acto a que alludo, de
claro a Vmc., parsa os devidos eficitos e em solu
cao do seu officio de 10 de setombro findo qu-
aquelle funccionario procedeu a. tal respoito de
accord corn a lei, cumprindo portanto que aos no
meados sejam entregues os referidus cartorios,
afim 3e poderem ausumir o exercicio de suas func
cZes.-Communicon-sc aos Drma. juiz de direito e
juiz municipal do termo de Ingazeira.
Ao juiz de paz president da junta de alis
tamento military da pasochia de Nossa Senhora da
Penha de Gamelleira.-Segnndo consta do officio
do Dr. chfeo de policia dehontem datado, sob n
S1887, foram expedidas as precisas ordens no sen
tido de serem apresentanas A junta de alistamn
to military d'essa parochial as listsas de que traeta o
unico do art. 14 do regulamento n. 5,881 de 21
defever. iro de 1875. 0 que declaroja Vmc. em res-
posta ao sen officio de 3 do corrente, e afim de
quo deaignando nuvo dia para a reuiVo da nea-
ma junta, eavnide es maiore oaforos para que
pon ollaol dr prai'pio aos reapectivos trabalhus


.Port : ...
S A l Beaf.-Chamo
A;do fo d


p~li(iueol sum esii
^ ^ j'!l^;

-- A.''ompanhia Pernambucana. 0 Sr. go- A' ordem do subdlelegado do 2 district da Gra-
rente datompanhia Pernambucana de Navegavao qa, Joao Luiz de Oliveira, Francisco de Assis,
a Vapor, -Aga transportar no dia 12 do corrento, Joaio Jose, Luiz da Marinha, Jo-s Francisco Ri-
por eonto-da provincia, para o presidio de Fenan- bciro dos Santos, Eluardo Percira dus Sant03os e
do de No~nha, os deteutos beribericos de nomps Secundino Orcst-s do Patrocinio, por disturbios.
Manoel haulino do &{our;L e Jose Fernandes da Communicou-me o dolegado do termo do Birejo,
Silva. : que no dia 5 do corrcnte foi capturado no distric-
EXPEDIRNTE DO SECRET.RIlO to Caropot6s o criminoso de minort de tnoine Joa-
Officio : quim, pronunciado na comarca tdc Msor6 da pro-
Ao Arsenal de Guerra. 0 Esm. Sr. presi- vincia do Rio Grande do Norto.
dente da lrovin..ia manda remnetter a V. S. par:a Deus guarded a V. Exc. Ium e Exm.
seu conheeimento eem soluq;io ao seu officio de 15 Sr Dr. Sancho do Barros Pimentul, muito
dejulho ultimo, sob n. 1,161, copia do aviso de
29 de setembro ultimo, expedido pelo Miiisterio digno president da provincia. -0 chefesie
da Guerra, relativamente ao lugar de guarda, a pulicia interino, Jeront/nmo Mate-no Pri':ir'd(
que se refore o mencionado aviso, (/ Cirvalho.
EM ADDITAMENTO AO EXPEDIENTE DO DIA. 8 DE OUITUBRO
Otbicios tThesoevro Provincial
Ao juiz de direito do 40 distrieto criminal.- Theso-rO rrOwncal
1 l)o tendoat6 estit data chliegado A secretariat des- DESPACHOS DO DIA 1O DE OUTUBRO
Ita presidencia os mualp.pa esta-tisticos de que trac- (_)tfi'io do commandanite da guards civic e Joa-
Ita o deorecto n. 7001 de 17 de agosto de 1878, sir- quire da Silva Duarte. [nforme o Sr. contador.
va-se V. 8. de os remetter, corn a maxima brevi- Francisco I'elix Gonqalves c JoaquimN M;anoel de
dade, afirm de se poder organisar os que deverao Barros -. Caetano Quintino Galhardo.-- C.rtifi
ser enviados Lt Secretaria do Estado dos Negocios que-se.
do Imperio. Irimandade da Couceeiilo de Caruarhi.-Junte-
A' Companhia Pe'-nambucana. 0 Sr ge- se copia das informaqces.
rente d:r Compimihia Peruambumani de N.tvega- "Florentino Cavaleante tie Alhuqucrque.-Haija
cao a Napor faqa trausportar p:ira o residio de vista o Sr. I)Dr. procurador fiscal.
Fernando de Noronha, por c)nta duos commercian- Dr. Joaquimn Antonio de Castro Lmureiro.--e-
tea JustoTeixeira & C., os goneros m'ncionados gistre-se c fac.ani-se os devidos ais-.ntameutos.
na inclusa relaqao. Jeronymo T'heotonio da Silva Loureiro.-- Dc-
A' mesina. 0 Sr. gerente da Compmnhia pois do deposit, haja vista o Sr. )Dr. procuradtor
Pernamubucana mande dar passagemin a r6, at o fiscal.
Rio Grande do Norte, no vapor- que segue ama- Miguel Jos Alves Informe o Sr. contatdor.
ah.l paraaquelles p.rtos, por conta dag gratuitas, Luiz Felippe dos Samntos Porto. -Volte ao Sr.
aque o governor tern direito, a Manoel Cavalcante contador.
do Rego Barros. Jose Alves de Souzi Bandeii'a. -Registre-se o
A' mesma.-Dcclaro ao Sr. gerente, em ad- facamn e os devidos assentamentos.
ditamento A portaria desta presidencia, de 27 de FrancelinoJos.6 Maximo Pestana-Cetifique-se.
setembro) ultimo, que as passagens gratuitas con- ---
codidas i re, na primeira opportunidade, A Joan- Consullado Provincial
na Wanderkey e A sua filha Maria Wanderley, sao DESPACHOS DO DIA DE OUTB1
para o porto de Mcssor6 e nAo para o de Natal. DESPACHOS DO DIA DE OUTUBO
-- A' mesma.-Declaro ao %r. gerente da Corn- 4 peti''cs de Pedro Satyro do Salles. -Certifi-
punhia Pernambucana, em additamcnto A portaria que-se.
desta presidencia de 30 de setembro ultimo, que a JoiLo Baptista da Silva Praxdes e Martiniano
passagem gratnita :a r, para o Rio Grande do Xavier ida Cruz.-Cerlifique-se.
Norte concedida ,A Joviniano de Souza Bandeira Antonio Seraphim da Silva c Juio Manoel Lo-
de-era ter lugar no vapor que seguir para o3 por- pes Braga. -Informe a 1' secq;'Lo.
tU do norte a 20 do corrente. Junta administrative do Hospital Portuguez da
EXPEDIENTE DO SECRI-TARIO Beneficencia e Candido Hermes Ferreira.-Dirtia-
Officio: se a junta do Thesouro nat form das Instruceqes
&' Companhia Bahiana. S. Exc. o Sr. pre- de 27 de julho de 1883.
sidente ia provincia ficou inteirado de ter de re- --
gressar para a Bahia e escalas a 9 do corrente as Camara lMunlcipal
4 horas da tarde o vapor Sergipe, entrado a 5, se- DSPACHOS Do DIA 13 DE Ot'TUBRI
gtmdo o officio de V. S. de 6, hoje recebido. DSPACHOS. DO DIAva nte cwLOUTaBRO
__ Pdo t8r. Gjres Caualcamte ccnii,,iissario


a

I,
a
a


DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 14
DE OUTUBBO
Antonio Cosinme do Souza e Ludgero
Francisco Cavalcante Serpa.-Ja so pro-
videnciou.
Annunciada de Mello Montenegro. Sim,
na forms da lei.
Coronel Antonio Baptista do Mello Pei-
xoto.-Indeferido.
Ignacio Ferreira Lustosa. -Concedo por
mais u-m mez.
Irmsadade de NIossa Senhora da Con-
oeao doe (aruars. Remettido ao Sr. ins-
peetor do Tseouro ProviueWl pars Attka-
der ao pedido, mediante fianga, nos ter-
iros da informag.o de 4 do corrente, n.
198.
Jeronymo Theotonio da Silva Loureiro.
Reiwettido ao Sr. inspector do Thesou-
ro Provincial para o fim determinado em
officicio de hoje.
Juvinianno Manta. Indeferido. JA ca.-
ducou a autorisaglo a que se referee o sup-
plicanto.
Bacharel Joao Luiz Cavalcante de Al-
buquerque. Nada ha que deferir, A vista
da informap'o.
Julio Cezar Gon9alves Lima.-Como re
quer.
Dr. Jose Soriano de Souza.-Sim.
Luiz Augusto Coelho Cintra. Sirm, por
3 mezes e provisoriamente.
Laurentino Vitalino de Mello. Ao Sr.
Dr. juiz de direito das executes criminals
da co.narca do Recife para providenciar
no sentido do ser o peticionario opportuna-
mente devolvedo para o presidio de Fer-
nando.
Bachlarol Miguel Gongalves Limrna, Co-
mo rec[quor na forma da lei.
Maria Florinda da Conceiglo. -Informe
o Sr. director do Arsenal de Giuerra.
Manoel Joaquim Silveira. Encaminhe-
se devendo ser pago na Reparti-io dos
Gorreios o porte do offiio hoje expedido
para a secretaria do Ministeriuo da Justica.
Maria Jos6 do Jesus. Nio ha laiig.,r.
Santos & C. Inforno o Sr. president
da Junta Commercial do Recife.
Sergio Ribeiro Torres. Informed o Sr.
inspector do Thesouro Provincial.
Tito Jose Cardozo Rangel. Encami-
nhe-se, devondo ser' pago o porte na Repar-
tieto dos Correios.
Dr. Tarquinio Braiulio de Souza Ama-
ranto. Como requer.
Veneravel Ordem 3.a de Nossa Senhora
Carmino.-Deferido corn officio desta data
ao brigadeiro coinmandante das ariuas.
Secretaria di. Presil,?ncia do Pernarr
buco, .15 le outubro de 1884.
0 ajurante do porteiro,
Antonio F. de Silaeira Carvalho.


Commando das Armas
QUARTER DO COMMANDO DAS ARMAS DE
PERNAMBUCO 15 DE OUTUBRO DE 1884
Ordem do dia n. 1,490
Faco const-ir a gu-truiLio qie, sob proposta
'este ,:oemnaand em officio de I do corrente, foi
ioiareado por S. Exc. o Sr. president da provin-
c a. por attu de hatterm, o Sr. tenente honorairio do
exercito .J crim-egadm da conservan ; cda fortale-za de Itama
racMi, irn substituieio do Sr. tenente tambemn ho-
norario CamiUllo Machado Freire, que fallecen.
(Assignado). Antonio Tiburcio Ferreira de
Soua, brig-ideiro commandant das armas.
Confirme. 0 tenente Joaquim Jorge de MeUo
PWio, ajudante de ordenas, encarregado do deta-
Ihe.

lepartiqo da lUeda .
Scao 2.'-- N. 1,117. Secret-ia da
policia do Pernambuco, 15 de outubro de
1884.-i-im. e Exm. Sr. Partiaipo a V,
Exe. que form .reo ow i OsA A de Do-
tendIoos o guint" iudiidtm :


de policia :
Alves & Duarte, pedindo licenca para abrirem
um hotel na casa n. 13 A praca do Conde d'Eu.-
Como requerem, pagando o impostor competent.
Andrade Lima & Irma'o, para abrirem inma fa-
brica de cigarros na casa n. 27 rua do Visconde
do Inhauma.-Idem.
Jos6 Henriques le Oliveira, pedindo que sejam
feitos os devidos Ianaamentos no sentido de ter
comprado a Antonio Barbosa de Souza C., o es-
tabelecimento de taverna sito A rua Direita de
Afogados n. 74.-Sim, pagando o imposto devido.
Santos Selva & C., idem, no sentido de term
mudado o aseu estabelecimento de ferragens da ca-
sa n. 105 para a de n. 111 sits A rua Daque de
Caxias.-Sim, pagando o imposto do exercieio que

do.ed S. Dor. "" Je "O.iori commissario,
de edificay3es:
Angela Maria do Sacramento, pedindo licenca
.para retelhar e tomar pequenos rebocos na trente
de sua casa sita ao lugar Areias freguezia de Afo-
gados.-Sim, avisando ao fiscal.
Polo Sr. coroner Decio, conmmissario dos
mercados publicos:
Manool Ignacio Pereira de Araujo, pedindo li-
cenaa para continuar a exercer a profisaso de ta-
lhador no mercado de S. Jos6.-Em vista do que
informou o administrator do mercado de S. Jos6
uao tern lugar o que requer o supplicante.
13 -
Pdo Sr. Dr. Jose Osorio, commissario
de edificaqes :
Antonio Gonaalves de Azevedo, pediado licenca
para mandar reparar os telhados de suas casas
ns. 5, 7, 9, 11, 13 e 15, sitas a travessa do Arse-
nal de Guerra.-Sim, avizando o fiscal
E. C. Beltrio & Irmao, para mandarem caiar e
pintar a sua casa n. 56 A rua do Bario do Trium-
pho, bemrn cono reparar o reboco do muro da mes-
ma.-Idem.
Guilhermina Antonia ardozo, para mandar to-
mar goteiras, substituir as grades da porta e ja-
uclla dando-lhe mais altura e fazer novas cabeyas
nas referidas grades na sua casa n. 52 A rua da
Pente Velha.-Deferido, de accord corn o pa-
recer.
Jos6 Maria da Costa, para mandar edificar uma
casa de taipa em o terreno sito ao becco de Santo
Aimaro, ou estrad:% do Maduro, freguezia da Gra-
c.--Sim, nai f6rma do perecer.
Manoel Ignac-io le Burros, para mandar cons-
truir um quarto em o sa;u terreno sito {- mia r da
Matinha, freguezia da Graca.-Deferido, na f6rina
do p:irecer.
Mathias Gomes Fernandes, para mandar fazer
pequenos rebocos nas portadas do 1o andar do
predio n. 7)0 ; rul;i de Lomas Valentina.-Sim,
avizando o fiscal.
Ricardo Sarces de Freitas, para mandar collo-
C ,r uma rotula no predio n. 51 A runa de Mar-
,ilio Dias.-S:m, pagoo inposto.
Veneravel Ordem Terceira de S. Francisco
para mandar corner o telhado da casa n. 18 A run
de S Francisco. de seu patrimonio, sAibstituindo
caibros e ripas.-Sim, pag, o imposto.
A mesina, idem, idem, cornm refencia a casa
u. 3 A run do Nogucira, de seu patrimmonio.-Sim.
avizando o fiscal.
Secretaria da Carnara Municipal do Re-
cife, 15 de oatubro de 1884.
0 porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.


PERNAMBUCO

Assembila Provincial
8-P -ESSAO EM 20 DE JUNHO DE 1881
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BARIO DE ITAPISSUMA
A, moia dia, feita a chamada c achando-se pre-
sentes os Srs. Aristarch'. Lopes, Estev o de O1i-
veira, Jose Maria, Paulo tie Oliveira, Barlo dc Ita
pis.una, Silvino Cavaleante, Visconde de Tabatin-
,a, Pereira de byra, Cunha Beltrio, Arruda Fal-
cio. Am tiral e Mello, Barao de Nazareth, Ermirio
Couitiho cantos Pinheiro, Ferreira :Jac.,bina,
Francisco' Tiburvio, Juvenbio Mariz, Lama Freirc
Junior Ainaro Fonseca, Maximiano Duarte, Pra-
tedes Pitansa e Augusto Lewo o Sr. president
abre a semuio.
l[altain ous Sr. Olymnpio Marques, Meiri de Vas-
concellos, Antunes Pinbeirol Nilo de Mirauda, De-
mocrito Cavalcante, G>es- Cavaleante, Lourengo
de K.A Druamm.md Piibo, Fiel Grangeiro, RO ss
Silva, Conetantine de Albuquerque, Antonio C.r-
rein, Ju Atrvea, Jeu* Augusto e Alfredo Correia.
E lida .8.. dbamte approvuda a acta da s*n-
An0 Bmtaadthi~tS .
0 Srh. msWAibfh prooede i WOW&b do uspimfts


E XPEDIEN KI
in'ma peti,.lo d i Associat;lo Coinmnercial Bene-
ficente, requeredo a revogagludo imposto sbrf.,
sal imnportado.-A comnmissao de' or;nrmento pro-
vincial.
E' lid.)e -eci dcL-bte approvado 4. sgiminte pa-
rccer.
N. 226. A c,-mimisI.o dc police: a ,quen foi pre-
scnte a pcticao dos tacligraphes min que solicitam
iunov.iaq dtc seu contract p:.r.i o anno de 1K5 a
1.S6, ;attendendo ao quue ailug.,rm min sua petw,'ioi
do p.trroer ijfue sija pron',gado jor um auno o con-
tract)u fiitoc 1iii : S i.' abnti de '-.' 2.
Sila tis ,,mnmnimos''s 21 ci, jilo dc ".-" I -i
ritao de llupi..s-rnji, presilnir-. -I)r-. l'r.r'r,/', PA.
Iiffo a, 1, s eerottrio,--DAr. 1" i B,,,,if, lb.!tr'i., 2"-
s, rertarwn imtcrinio.
ollilILM. IIl 1>1 I
LEitra in emm 2 ili.-,cn..i, a,. a nen.l.a ;ircsoen U
d ii Ao pr,-ij.-to n. ll;m i l, ,te: ann i ii.rt.minvit'i inu-
nicipal)
0 Sr* .tIrilarelmo Lope%--( N'., J .- ,lvoli
a seu gliscmrso.o
Ningumm mais pedihnadoi) a palavra ,t ci. encrrada a
diacuAzi, e proc.lo'mtj- s a votai;i s'.o approva-
das as en'ndia.s bein corn, project ,in :3- 1h.4,us.At
senlo est" rein'tido i -omnmitnsA dc re,'ia:t.1.
Entra 1m ,' dis,-u.sp;i jr-ojc nto i. L' 4 I.l..
annio ( discusises ina A.sseinblh a1.
0 %r. Santoq Pinheiro-Sr. i r,-'ilente
na.) pooo dcixar de protester contra o projecto n.
2291 quo 'ai coarctar a liberdade da tribuina
N'esse prjecto estai.lom,'-s l qr (1e'li.
Quand se tr.atar ijuallutr project. li -me.
nos imnportinnci; assirm si p)licr;' fazer mas poder-
se-ha fazer o minesmino (itando sae tratar dos projec-
tos de fr;a poblic-a c urmamento provinial in ani -
cipal aus iuaes todlos n's temos interess- e temos-
quejustifiear as cmenilas que apresentamn's a eas:'
projectss? IApartes.1
Pelo actual project sremrnus privados d,-3s,. ,li-
reito.c do lamenter iuc- sir apresnte :' o-ta.. As
sembhl'- urn prIje,'-to iut rolha.
1t S. VI'.ONDEi D: 'ArATING.A-Maa V. Exc. nan
votou ha pouco tempo pelo encerraincuto de urna
discuss!a)o isso nio fui i rolha '
0 S.NTr-.s Pi.xH:a',-Votii. sim. Sr. mas pjr uma
necessidade.
Contrir'pormn. este projettojAi tcnhoa rniuha de.
elarac.Ao dc vot.) c.cuntinu. a votur contra clio.
parque niao posso admitti ijnue project dc orqa
inento se vote apenas coin sci. discursos, trees co -
tra tires pr,;.
( Trocamin-se ap:arteso.
I'ortanto vatrrendo :A ininlia tetaida. declare que
voto contra o projc-to.
0 Sr. Barao de iazari .-, Nl .i-
volvou o seu discurso.)
0 Sr. Ferreira dacobinma-(NXio devol-
veu o seu discurso.)
0 Sr. Ermnirlo Coutilmoe-Toumando a
defeza do project que se dispute, reconbeco, Sr.
president, que a causa abracada e calorosamente
defendida pelos nobres deputados que me precede-
ram na tribune, 6 a minus sympathica; e aquella
que mnais se coaduna corn eases espiritoa exalts-
los que querem a todo o transc a libirdade, sea
limits, da tribune parlamcntar, que muitas yvexes
6 forca confessal-o, degeneraem anarchia : liber-
lade que e umrn tropego, e uro raro um obataculo
invencivel para a regularidade dos trabalbhos le-
gislativos.
Sr. president, eu ntlo clo a ninguem o r0 u
uigar uas fileiras do grande partido; anio doa di-
reito A nenhum de ser mais liberal do que sou en .
Tenuho ainda bern viva lembranca da fusilaria
de 1848; e ainda em tenra idade, aowstnmei-me a
soifrer pela idea liberal.
: orre-mo nas veias o sangue dos martyred da It-
berdade, e ate6 hoje tenho me mantido sempre firms.
semipre fiel aos meus principios politicos : e corn
elles espero que heci-de morrer.
Entretanto condemn o. excesses pcrigoso- ,U
iberdade.
Nao serai, Sr..presidente, esta Assemnbl6a a pri-
nmeira a adoptar minodidas semelhantea A que ae-
tualmerte se dispute ; n iao uma ida nova ; ni
ino seremos mais do que os imitadores de outral
;ollectividades que cm identicas coudices tern
sidu forcAdas a legislar neste seatado.
A representaiao franceza, certamente (1d exem-
plos de liberdade ao mundo. A Franca que t .
regoneradora da humanidade, pela revolucito de
89. em sua Camara conserve medidas restrictivas
do abuse da palavra.
A Inglaterra, Sr. president, moaeio das bos
nomnas do systemna representative, tendo A uaa
frente o grande liberal, o air. Gladrtone, via-se
obrigada a reformar 1 regimento dca caara doe
comnmuns, para tulhcr, ino a liberdade da tribune,
mas os abuses da pahavra.
Sr. presidcnte, um home extraordinario. um
genioda tribuna ; uas um espirito mnfeliz. um ta-
lentommauhogrado,,Vicira de Castro dizia em seuas vos
de enthusiasmos : Sanctas deuaasias da palavra !
Ern dire: diabolicas demasias da palavr '.
E' tempo, Sr. president, de procurarmos cor-
regilr costtmnims defeituosos.
Devemos substituir rethorica cxagt-ralai peol
voto quo tambentr urn meio de mnanifcstar o pen-
samer-to.
Preesamos tra';llh;ar muitoa. e-tudando as
graves questuses do paiz, rtfl-ectir insmis. A pali-
vr:t vrini :rtiparada polo c-tutlo e pel:t refeXi*-, *a,,


seu tcuipi par. cxcl.incer us que tiv-rem duvida-i
c conveucer os que estiveremin em erro.
E' precise que haja mnais votes conscienci.eaos
do que palavras.i apaixonadas.
OMuito behn).
Sr. president, or iernm e progress a oa lemma di
uImI philoiophia que iio e minhti, ma s qu adnojt
nests momnento. Ordem c progress sio a bandeira
sob a equal devem minardiar todas asi collectividades,
toda humauidade fiialmnente, serm o que, por major
quc seja o csfuoro, pur major que seja o trabalbo.
por manior que seja o patriotisaoo, tudo se perderA
di:rute (kl omila mar-rebatadora a an:irchia.
tH;I um aparte).
Ordeinm e progress, Sr. president, 6o duas
condiaues indisl-i',saveis para o born reinultado,
paria a tert-ninadqo feliz de qiialqnier emprehendi-
inento qualquer que possa ter o hrmemn istal:ida-
nmeite, ou constituindo uma collectivimlade.
E' um-t gruide verdade que eucerra o positi-
vismo. Em o reconheWo.
A ordtu no 6 ma;is, em meu entender. do que
o modo regular e methbdico de lirigir quer 0c
nossos pensameintos, quier osi nossos acts. Desed
qluo ella deixa de existir, tudo caminhia mal. tude
.seconfunde e sesbor&, diante da onda da anarehia
alie perturba e das paixses quc arrebatam e te-
.ilisaram o pensmento.
Sr. president, ainda nao ha muito quc tivesmS
um exeirplo d-sses aqui nest casa, Linda nl. ha
muito tempo quer estas abobadaa repereutiam u
clanmores apaixonadam e injustos resultantes do
abarso da palavra. N6s vimos que por am pr-
tjxto qualquer, insiguificantumimo MusM veM1
us discursos se succediam w a M ow tM; e i
trminava a bora de nouss trmbih" e ad.
havia feito; de modo que esta Aobmsr viw-w
obriga.lai a tomanax urna melida aris o .Ulegu..
0 SR. BiRlo Dt NAzART--Ainda qb V,,' j
Exe. conhoc que nlo foi legalW.
0 SR. EauMtio--ForQa 6 coOfe-al-o, abhjU
mais de uma illegalidade por ba d
pela noeeessidade de oceasilo. (Adrn-J ,
fiu aeho qoe esa media fl dmlg
teost tribuna quo votei p.w fligHi f
nio me arrpeadode har M in M .
O queer adal p ainO

dIe me indioti M
S Qur 1er mleg ar1 W Oft -i'i 1
rc~waxss L as.e ~ e A S .<.


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iro memes e;de uiiifIu 1 e Mi
folizmente manita- isamr p a *slja-
provineia, que ter4 dito ba --.as .. m At. .io
sevuras Art. 2. P
0 Sm. BAloe D NAmanz-Nlao foi s6 a mino- mos, requeoer
ria que teve a culpa, tevoe-a tambem a maioria, eussao em qu
pois o project de oroamento s6 apparecen dous Art. 3.o S
mezes e sete dian depois de aborta a sessao. verbal para o
(Trocam.-se muitos apartea). quer mentos o
auuuo--Va oou mr, Sr. peside a da
porque noo quero incerrer na pecha de protelar a tins, people ma
discussao. No quero inmtar aquillo que combat. Art 4.o 0
Eatendi do meu ever vir a tribunI," porque meato de qu
esIn eouveneido de que a medalida que se pop post a vote,
eta AsemblI Ai tomar 6 de publies utildade; 6 clarar eneer
uma media altamente reclamada polos altos inte- Art. 5.o l
ueosee da provincial e do paiz. contrario.
Declare que nio voto polo project tal qual foi Pago da A
yresentado e sim polo substitutive firmado pelo Pernambuco,
distineto Sr. I* seeretanrio, cja auuencia neste re- pissuma, presi
cihto eu lamento, porque S. Exc. melhor do que eo sa Pitanga, 1
Tviria justificar o sen trabalho. da Cunha Bdo
Tenho comeluido.
(Muito bern, muito bem).
0 Sr. arao de lauaretb-(Nlo de- RE
volveu o sou discurso).
Vet m at mesa a seguinte emenda que A lids e
apoiada : Socieda
Onde se diz--depois de trees discusses se po- tura dte P
derA pedir o encerramento, diga-se--sem prejuizo asivel reaisar-
de fallar o deputado que se tenha inseripto.-Ba- conselho adm
rao de Nazareth. a sociedade An
Ninguem mais pedindo a palavra 6 enccrrada a acharern repr
discussion e post a votes o project 6 approvado 20 assignatur
Entra em 3a diseussao o piojecto n. 18 deste tos para a val
anne (subsidio e ajuda do causto dos deputados Em couseqa
provinciaes na proxima legislature). geral commem
0 Sr. Arittarelo Lopes (pela ordem) chado Portell
manda A mesa o seguinte requerimento de prefe- os resultados
rtncia: quinta-feirI 1
Requeremos preferencia para votar-se o or- niiGo da asses
qamento provineial.-A. Lop.s.-Francisao Tibur- Tambem ni
do. -Pereira de Lyra. -Arruda Falcao.--Bardo de nao star pro
Nazareth. EXtIo a
Ninguem peIindo a palavra 6 encerrada a dis- pelas 2 horas
cussio e procedendo-se a votacAo A rejeitado o re- de residencia
querimento e approvado o project. na Estrnada N
0 Sr. Estevfao de Oliveira (pelea ordem) depois de se a
pede e a casa concede dispensa da imrnpressao dos presentidos pa
pareceres da commission de redacyao, visto ser o deixando o. d
ultimo dia dos trabalhos da Assemblea. modado part
0 Sa. PRSDsrENTE pede aos nobres deputados que -N. o dia
naLo so retirem attendendo a qne so esta no ultimo tor;min visilar
dia de prorogalo da sessio. da Silva Filho
Em seguida approvaram-se em I' discussion os interior, porqi
projects ns. 106 e 164 desteanno, o 10 autorisan- nqundo elles
do a despender-se 3:000, corn ma compra de urma oitao da cas
c.sa que sirva de cadeia na villa de Floreta, e o facto acrma.
20 contain lo como tempo de effective exercicio o da No mens
suspensnlo criminal do professor Francisco Silve- ram ulles A ta
rio de Farias. guar Barreiro
Approvaram-se em 3.t diseusilo, sendo remnet- amarraram o
tides eommissAo de redacau.o os projects ns. 78, ioer, e levarar
I e '101 d;.ste anne, o 1 creando em Ouricury a de 60')A pouct
fri'eiezia de Nossai Senhora da i'onceiiao ; o 20 a niaram.
de Nossa Senhora do Belle Jardim, no Brejo ; e o A policia L
3o elevando a idade diversas villas. actoes.....!
Approvou- m 2* discussao o project n. 48 de Theatro
18-3, coni o seguinte requerimento : lyrical italian
Ao art. 20 -supprimnam-se as palavras desde dranima em dc
desmembrando se at- o final.-A. de Sowusa Lao. io lyrico, e di
Requeiro a andiencia do Exm. Sr. bispo dioce- rada de palka
sanoe sem prcjiizo da votacao.-A. de Sousa Leao. Anniwer
E' lido e post em- discussito o seguinte parecer que foi creada
adiado : Flieor de i
N. 229. A commissa'o de constituiyao o poderes, piano, cmnposi
tendo examiaado o context dos officious de 9 e 11 impressa na
do proximo passado mez de junho, em que de or- do Baro da
dem de oS. Exc. o Sr. vice-presidente da provineia, venda.
o respective secretario solicit do Dr. 10 secreta- o Meqi
ne desta AsAemblka a devoluclo do antographo da houtem o n.
resoluglo n. 1,761, relative a transferencia da lntrado.
sede da paroehia do Nossa Senhora da Saude do
Povo da Panella pare a povoado do Monteiro, e EsCola N
bern assist a sancuio presidential exarada no mre asbequiat
mniesmo autographo : pagadora da
1.0 Considerando que a* sanecao e nao sanccio pier do regular
das leis ou resohb5es provinciaes sao reguladas nhoras, A car
polos arts. 14 c 15 do auto additional; sociedade, da
2.o C(onsiderando que a sancsvo de qualquer lei Atradccesn
on resii.cvAo provincial tern liigar plelo inesmo Fortalem
mode prescripto no citado art. 14 do inesaon acto, 14 do correet-
que canaistc, na formula-Sancciono e publaque-se coanmandante
comic ?i--er.artad: no rippe-tivo autographo e as- president da
aigna'da pulo president de seu proprio punho; ercito jse F
3.- Consnderando que a resolucio n. 1,761, que carregado da
transfer a srde da parochia de Nossa Senhnra da raca, lugar va
Sauac do Po[o da Panella para o povoado do bern honorary(
Monteirm,. acha-se. sancionada do conformidade Fallecin
corn o disprsto no citado art. 14 ; Commercial t.
4.-' Considerando quo seria um contra-senso pasnado:
applica-r .1 disposic.vo do nrt. 15 do mesmo auto a' Falloceu
additional ia mencionatda resolutao 11. 1,761, em de agoeto, na
quc se Ie a tormula-Sa-S'aciono e publcpne-se come collaborador
lei ;siignada polo viee-presidente da provineia; valho, satura
5.' Con-iderando, que nestas condivoes nao pode 'a Ao Dr.


ser havida per nao Asnccionada a alludida reso- padrasto e dig
lu 'i) ; iamos Iossa
i.-' Considerando que naio dcve esta Assemblka Biqueza
encemnpar o precd-ente de devolver aol president qieza dos Esl
da provinci-i resoluc5es pr-r clle sanccionadas para 50,000,000,(
er c,-n nvrtldo a sancy"o em nao sanccio, come no .5 40, 00,0.l).
:as:) vre-tntec se pretend; tado.-Unidos
7.o Considcrando que min sncmelhante precedent S Nos Eatadlos-'
A periga.-issimo, illegal e ati iudecente, tanto mals ra ao traihalb.:
u.in[,, eAtA conahecido qu na hiypothese occurren- paraoe goverl
te o vi.--premoidcnte da provinicia entende que de. rma o trabalhi.,
via .tinc1iinar a1 lei. tendo-a effectiv-uneonte sane- t para o gr o
ciutiado, t a, a, depois '. que os pedidos ue crmpe- As grans
nli-a-n 1. nites a-s ia i|..)SiyL-S da c-airto le'varaim-no 7IT!L Parizs co
a niitl.-itr die opiui.i para obedocer- as intianatfis FraitQa apena
receeb;dais; man, que era
.' Ca.a-iil','and-j que virgom em nossa hisno- tantes, tinha
ria polrtieao factro ,iue fiz object do precseste pA- ne, que conta
recr e. ,tue nao sc terna jamais dado, sse o Sr. Epa- bre cidade d
minondas de Barrros nao tivesse na filta de um apenas 1,000,
presildeite effective assumnido as redeas da. admi- Cinccentaa
nistrac'io desta provincial ; de piogresil-
9.0 ',inside'r;indo que -enielliante facto 6 tco mas rn muito le,
saumeoalo ,lue nunca passou pela mointe do legisala- vinmento corn
dor do acto additional, pelo que nelle nleo se acha Assim, em
previot ; tingia ainda
10.') C,,isiderando que no entr-ctanto A precise 1,500,O0X) ; B
tornar effective a sancla o uma vez regularmente Lyon e Mars
dada :is resolut,.es dasta assemblba, que inconfes- tal de 250,00
saves interessen partidarios ao depois procuraram menoes que Lj
inutilisar; nas 300,000
11 0 Considerando que no caseo de ser havida a Atlantico, v(
e16 coaro sauecionada per nao Ihe ter o president cias.
dado ou scgado sanccIo no prazo de 10 dias, como 0 recensea]
de Ihe scr per elle recusada sancqlo, quando rece- 270,000 almnai
viada na forma prescripta pelo art. 15 do acto ad- 29,000 almas,
dicional, o art. 19 do mesmo act o determine que a 10,000 habitat
Assemblea Provincial a mandarin pubhcar, devon- 190,000 contr
do assignal -a o president da mesma aasembl6a ; conheeida atW
12.o Consideraudo que onde ha a mesma razio 500,000 alma
cabe a mesma disposiiao-Ubi eadent ratio, ibi Em 1882 c
eadem disposition. des, tendo ms
E' de parecer que nao deve ser devolvido & Pre- dres 3,382,44(
sidencia o fauthographo da resolugio a. 1,761 re- 1,222,400 e
ferente A transferencia da sAde da parochia de Vinham en
Nossa Senhora da Safide do Pogo da PaneUa, as- 876,000 habil
u como que devc ser ella havida e mandada pu- 600,000 alma
SMKicar por esta assembl*a, para que ao fique abu- de 400,000. 1
eivamente frustrada a sancgiao qu4 Ihe foi dada 300,000. habi
ad instar, do qua se pratica nos easos previstes no lha, Madrid,.
citado art. 19 doactoe additional. Dublin, Romi:
Salad das commiito, 16 de julho de 1883.-JJ. 200,000 alma
V.-Meira de Vasmelmaos.-G. de Drwnumwand nm
JWhto, (cam restrieoe quante ao 8" considempdo). -86mente ,
Vemo A m 6 lida, spoiada e entra em discus- mogs dte no,
a aoWguinte eamds: tievo, a imper
o .Aide o. grpho A Pre8dOn- [a* esemav
i, teqisitdpo 9a6 doa. 193 quaoa boa
4 IW.--o6e Maria. uecta
do IM oa a G= tmb
aprdos diveioes pareaesu da e "ampo a tod&
At 6
'soeto-a. 1= os an-% n u e Taho *t-auto a I
& douc- vi rtae sc&&A ia&do rem- douhea

urn' ti. dsuh~aghsb 1
R,,W -as oa ddrc Ivad T-wMw ^

-' B 'tt^ ^ 77"


t Rhi .46 onwthfo-re e no a ,B-
00, R,


ST:rL- A
_Iwo


;na m3i do finado, e mais famnilia, en-
S condolencias. ',
& dos Estados-Unldos A ri-
Lados-Unidos e calculada eum......
()0, e da Inglaterr em ..........
L)'). -A riqueza per babitante nos Es-
e 3 9*00. e ni lnglat'rrt 6 5 1,000.
Unidos 72 parts da riqueza vao pa-
, 23 p;irtos para o eapit.l I' 5 )arte-I s
no. N:L Inglaterra, 14 pairtes vio pa-
31 p.itrtes para o capital, e 23 par-
verno.
*t'cni'j.
ides cialade do mundo-Em
mtava 650,01)0 habitantes e havia ein
as uma outra cidade de 100,OO al-
Lyon. Lilh, tern hoje 170,000 habi-
entalo apenas 13,000 e Saint-Etien
26,000, era n'aquella epoca urma po-
e 9,000 habitantes, Londres tinha
(MO d'almas.
annos mniais tarde, 1810, o inovimento
Sdan cidades timnh.A-se accentuado,
ntameute, se comp:trarLvo3 esse ino
o que se pass hoje.
1836, a populaVao de Paris n'o at-
i)0,k)0 almnas, nem a de Londres...
ordeaux tinha apenas 99,000 almas,
elha 150,000; Berlin era urea eapi-
0 almnas, quer dizer, tendo 100,000
yon tern hoje; Vienna contava ape-
habitantes. Se transpuzermoa o
er-se-h o ainda differentes salien-

mento de 1836 di a New-York ....
s; o de 1880, 1,206,000, Broklyn.
, contra 556,000 em 1880 ; St. Louis
*ntes contra 370,000 ; Philadelohia..
a 847,000, e finalmente Chicago, des-
1836, 6 actualmente urha eidade de
8.-
ontavam-se na Europa quatro cida-
sis de urn milhiao de habitantes ; Lon-
0 ; Paris 2,225,910; Berlim........
Vienna 1,103410.
n seguida: S. Petersburgo corn ....
aates, Moscow Cotmntinopla com
s; Napoles e Manchester corn mais
)epois 4dz eidades, tendo mais de...
itantee; Lyon, Birmingham, Marse-
Buda-Pesth, Amsterdam, Varsovia,
a; e quinze cidades, tendo mais de
a-.
kseas coeeoUdMam so Ceara&
aomparavel a do todes -o sao atr&adisiimo servigo adminatra-
ric don dad eoastasticm daspu-
a 6 eausa conftaute dgpreemasoe
Zno hafts pars &ftat do arro. Pos-
ano lWgr da mrtsa, ca livre o
s a sorto de induces p aSl o-;
dadca positivs, uouhms ouba o --pa
rsqinm quer t uog TD er
tle.fliFaJasim qus, po cM ad
arooimado O ,J* 5 a ndo


I _-A'-,


a debate approvada a aeta da Pre-
,v .11 -_ .







5|da,^. to55imd to,
IM 2 19 doemoon-
r verbalmente o encerramento da dis-
aIquer occasido.
36 poder ser aceito aorequori to
encerramento da discusslo dos mre-
au pareceres, quado se houver tra-
iiaSm do es m 4w aidewdm-&
requerimento ewrhel parao encerza-
alquer deiwuoso sem debste,
e, send appravado, o presidents de-
erad a diesselo.
lam rrederes as disposives eau

Assembl6a Legislativa Provincial de
20 de junho de 1884l-Bardo deltaa-
idente.-Dr. Prazedes Gaimes de Sou-
Ssecretaxilo interino.-Dr, F-1 eisco
itrdo, 20 secretario interino.




Me AuaWiladorada Agricul-
ernambueo-Ainda nio oi pes-
se hontem a eleii.o dos membros do
inistrativo e mais funecionarios da
xiliadora da Agricultura, por s6 se
esentadas a 1 hora da tarde 19 das
ras exigidas polo art. 54 dos estatu-
lidade da mesma eleicgo.
ueneia, o presidents da assembl6a
idador Manoel do Nascimento Ma-
a, declarou que ficavam vigorando
d.i ultimna eleicao e marcou o dia
.1 de dezembro para a prosima reu-
nbl6a geral.
4o funecionon o eonselho pleno, por
senate o gerente da sociedade.
ndazes!-No dia 12 do correate,
da manhli, os larapios forain A case
do Sr. Francisco Antonio do Couto,
ova do Caxangi, destelharam-n'a e,
ucharem no interior da meosaa, send
r pessoas da familiar evadiram-se,
tiversos objects qne haviam accom-
cor. duzirem.
scguinte, pela madrugada, os cujo10
a casa do Sr. professor Job i'aulino
0, mas nio conseguiram penetrar no
me o mesmo Sr. professor despertou
procuravain m arroinbar a parede do
U, que A proxima a ein que se deu o

rio dia, tambem pela in!drugada,'t-
verna do Sr. Jose Goncalves, no In-
s, no CaxangA, e, ahi penetrando,
dito Sr. Jos6 Gongalves e uma mu-
rm diversos objects alkm da quantia
o main ou meuos, segundo ns infor-

ocal uMo tomnou coaecimento destes
Santa Isabel-A companhia
a da hoje o seguinte espectaculo :
ous actors O ,jaiato de Paris, interme-
Iisparat9 lyrico-comico Una masca-
lqos.
*ario-AmanhI fazem 55 annos
Sa imperial ordem da Rosa.
Mr!s-E' o titulo de urma walsa para
i casa do Sr. A. J. de Azevedo, A rua
Victoria n. 13, onde so enucontra A

metrefe -- Da C6rte recebemoa
54 deste peridico humoristico e il-

lormal dan Senheraa.-Fo-
los pela directonia da Sociodade Pro-
Instruceio Publica corn um exem-
rnento da Escola Normal pars Se-
;o do conselho director da referida
parochia da Boa-Vista.
OS.
la de Itamaraca. -Por acto de
3 e sob proposta do i.xm. Sr. general
das armas foi nomeado pelo Exm. Sr.
provincia, o tenente honoraria do eo-
rancinco de Paula Vellez, parn on-
connervavado da fortaleza de Itama-
Lgo pelo fAllecimento do tenente tam-
C Gamillo Machado Freire.
menlo. Estrahimos da Revista
Imericana de 8 do setembro proximo
em Brooklyn na tarde de sabbado 30
idade de 34 annos, o nosso amigo e
lesta Revista JosA Simplicio de Car-
1 da. Parahyba do Norte, Brasil.
Jose Lima e sua Exsma. senhora,


to.ana&mSl. a 188,. 0 aasqua *
Apjjacaet il qTo ehg .
dsPg.oa do

A -" O ew: w go"
molt eanolpelo 1,806





D4 3g t11


TtM em13 l aviam side

Na -uttritcula o enewatda em 3
inscriptos no CoariA 31,975 escravos.
Soaa-O Rei Umberto reabeu em Napoles o
sequinte telegramsnu do president dca repoblies,
|franceza :
a A catastrophe que devasta a Italia suscita em
Nh~sa mtah9 e dehtw hbas mis w-
Sfundseomnisec ; Aejs eaiuee he"oi-
S iea -mmmmida" Vo-wos Meg I de, admis--
Na e eutbidamoe.,
O a a e s i a Clhma-Sabeis on igno-
raos isto : easbeqas chines se ,span oe pro-
vAito da Europa as poerto eseutrasvapmtes:
40,000 kilogrammas d e cabelios, a metade da eo-
lheits annual doe tdes ta mas reusidos, mas que
a Italia, quae fornece 22,000 kilogrammas.
0 que ha de peior, 6 quo a MatseLd s6a import
por algarismo phantastio; 75,000 marsoelhsas
trazemt anos cabeilos, din a eatatistica, que teo
as courts de te-das as enfermidades oauan.
Podeis calular pear este iMaples resume que pero-
turbalo a gaerra om a China traz na induasntria
dos cabellos.
Se nio temessemos inteiramente sahir do as-
sumpto, aconselhariamtos is marsehezas soabre a
mA partida que lhe faz a esquadra franceza pondo
o embargo sobre a material prima os chin6s, falas-
trancas e outros postiqos.
De todos os cabellos importados em Franva, on
hinezes sio oe de menos valor, pois saio duroas e
cur preta; mercnsaderia inferior, em us palavra.
Isto, pordm, noe impede que depeis da declaragio
das hostilidades os cabellos teem soffTido urat alta
de preqo insolita. Se a guerra trm doe contoinuar
have cdriso nas cabelleiras.
Eis ura consequencia da qtiestlo do Tonkin que
os partidiotas da politica colonial nMo tinham pre-
visto.
A polencla colonial d'lnliaterra-
Este assumpto ao qual os jornaes allemaies se dedi
cam noste inomento corn nma affectayo particu-
lar, inspire A Post de Berlimn as reflexes seguia-
tes :
SOs inglezes t. em tambem urea doutrina de
Monroe a seu modo, posto que elles nso o confes-
ser : pretended, cosr effeito, abarcar todo territo-
rio aein excepvlo, desde que veem a possibilidade
d'explorar com proveito.
n No timn das guerras do primeiro imperio, a In-
glaterra parmceai vordadeiramentc t,-r attingndo
este resultado: imnpedir qualquer pot-oncia m -iti-
ma de se desenvoiver sem o consentimanto da
Gran Brtuanha. Podendo todos on pontos estra-
tegicos permittir so Esf.do que os possuia domi-
nar o matr, mains ou menos estavio ou entire as
mios dos Inglezes ou neturalisados per posicies
inglezas As ilhas da Mancha deviLo imnpor res-
peito Ai costa franceza, e Helgoland devia desen-
penliar um papel aualogo relativamente A costa
alemL.
a 0 unico imperio colonial europeu era a Ame-
rica hespanutrola; tarmbein, come dine Canning, e a
Inglterra incitoeu logo os ventos d'Eolo, para des-
truir eate domniuio.
,, E' verdade que, depois a Franva conquistou a
Algeria, mas na Inglaterra consolaram-sn os in-
glezes corn esta conquista, dizando que aqu lias
tribes guerreiras, longer de serem uma fonte nova
de forva para a Franca, seriam, pelo contrario. uma
causa de enfraquecimento.
a Estas previsoes tem-se realisado, por6m nMo
A menos certo que as fundaqbes de today a potencia
maritime d'Inglateira se teem enfraquecido in-
sensivel, porerm contiauamente.
Uma das primeiras causas dste enfraque-imen-
to foi a reveluofo exeoutada na mariuha pela sub-
stituico das velas pelo helice. Ursa outra cusa
reside na formacilo de numnroaas apotncias mari-
timas de segunda ordem, que, todans teem dado um
desenvolvumento crescente a suas forces navaes.
Ate hoje, nenhuama potmenia torn coca t-ado fran-
cements a potencia roantida da Inghaterra corn o
Aim de a substituir e se tivesse de estabeleceo eats
estranha questao : a Inglaterra quer provocar um
tal combat, ou entende ella aceitar taeitamente
a situavio de primeira poten-ca maritime ao lade
d'outbas potencias iguaes ?
oEsta ultima hypothese A a mais verosimilhan-
te. Para veacer pela torma urma rival, a Ingla
terra teria hoje necessidade de alliados.
A simaa~eo do mundo estA de tal modo com-
plicada que a Inglaterra nso pode mais pensar em
conservar, e ainda menos em augmentar suna po-
tencia mnaritiua, visto come as outras potencias
navaes tomam a seu respeito um'. attitude hostile
on somenre indifferente.,a


N 1mw1rO-Foram sabadids no Matadouro
I da I C"bnga para la0na do dis 16 do

S651 tag.De.0omqer--Movimento dos pre-
ore-no din 14 de oantubro :
Exutisn preaos 296, enaaram 7, sahiram 2,
4101,aa user: adamm 266(h uim
I, Rdmgeiv' 14, essnm a tS -TatSal t
r_ los 261, posea : hab 251, doeaft 10
rbda(261.
I to da enfermn -
Immbaim:
qflne, esrvas do U adhm&
Jofldiro Mendea.
C6mIE erlo pa Smo -Obitmio do iia
12 fwlubro:
mi.41ai Dores, PaM4 o, 30 W Suto
Antonio ; copasmo.
Innocencio Jos6 Gongalves, Pernambuco, 50
annos, solteiro, Boa-Vista; tuberculos pulmonarcs.
Antonio Praneisco do Livrameuto e Souza,
Pernambuco, 45 annos, casado, Boa-Vista; tuber-
culos pulmonareq.
Ayar &&it", N amgwMboo, T" amm", Santa
Antonio; virisla.
Seonhorinlia Maria da Conceigio, Pernambuco'
50 annos, viuva, Santo Antonio ; canero.
Maria Raymunda Barbosa, Pernambuco, 50 an-
nos, easada, S. Jos6 ; congestlo cerebral.
3 pela cazidade.



IIDHICACOES UTEIS

Medlcos
Conhmaltrieo mdie-ctrrgrleo do Dr
Pedro de Astahyde Lobe osCeozo a
ra da Gloria a. 39.
0 doctor Moscozo dA consultas todos os
dias uteis, das 7 As 10 horas da manhrl.
Eate consultorio offerece a commodida-
de de poder cads doente ser ouvido o exa-
minado, sem ser presenciado por qutro
De meio dia As 3 horas da tarde sert o
Dr. Moscozo encontrado no torrelo A pra-
9a do Coramercio, onde funcciona a ms-
pec9o de saude do porto. Para qualquer
d'estes dous poutos poder!io ser dirigidos
;s chamados por carta nas indicadas horas.
Dr, Lenardo de Albuquerque Caval-
cante, medico c laureado da Faculdade de
Paris, p6de ser procurado cm seu consulto-
rio a rua do Imperador n. 44, das 11 As
3 horns. Residencia provisoria Alto da
Misericordia-
Advogado
Dr, M!ct. 1 promnoter public da ca-
pital toern s83 escriptorio de aivocacia, a rua
do Crespo n. 18, onde pode ser procurado
para os misteres de sua profiss.io.
0 cons,'heiro Scares Brandlo, abrio sou
ascriptorio na corte do Imperio, A rua da
Quitanda n. 37.
Dr. Sea.bra, mrudou set escriptorio do
advocacia pare a rui do Imperadur n. 30.
Das 10 horns da maul ais 3 horns da
tarde.
OCculilta
Dr. Barreto Sampaio, consultas do 1 As
4 horas da tarde, na rua do Barao da
Victoria n. 45, 2.0 andar, reaidencia, ra
de Riachuelo n. 17, canto da ruma dos Pires.
Bourgard S C.
Recife: rua do Marquez de Olinda n.
16; Saato Antonio, rua Primeiro do Mar-
90 a. 3; E.a-Vista, rua da mLaperatriz n.
54. Grande fabrics de cigarros a vapor.
Especialidades: Cigarros, charutos de Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tibacos e ob-
j"eotos parns, fmunates. Livros da modici-
na dosimetrica e unico deposit da fari-
nla laccea de NestlA, pan os meninos de
poito e leite condensad0o,
,D eiari
2Francisco Ma7wd drfva & C., depo-
eitarios de todas as especialidades pharma-
;scuticas, tintas, drogas, products chimico
e medicamentos homeopaticos, runa do Mar-
quez de Olinda n 23.
Botiea fraunema
Rouquayrol Frdres successores de A.
Caors. Nests estabelecimento encontra-se
todos os anedicamentos homeopathicos da
grande e offamada eisa do Catelan. 0
granules dosimetricos de Burggrawe. As
especialidades pharmaceuticas da Euroda
e da America, dos verdadeiros autores,


este censurou a demora da construcl.o da ponte
Buarquo di Macedo, declarasse no parlamento,
que niao se occupava corn as questSes locaes,-
despresando assim a confianva dos quclUe Ihe com-
metteran o honroso mandate de deputado, espe-
rande qae oa interesses de suas localiladts fon-
sem curados per quem lIhes castou t-o grandes
saerifiemos.
Isto A questiAo que S. S. liquidarA corn o eleito-
rado, perante quem novamentose aprescnta para
supplier os saus suffragios.
Eu nao intriga Sr. Dr. Ulysses Vianna, e e pre-
ciso, que o diga corn a v, rdlde que me caracteri-
sa, -eu nao me preoccupo corn S. S.
Como) cidad:i) tenho direito dei mauifestar-me
sobre os negocos politicos do men paiz e nao eston
privado de ter politic; definida, occupando cargo
na magistratura vitalicia desod que no o transija
no cumprimento dos meus deveres.
Nao sci separar amigos, dau.do preferencias in-
jastas, para main t.ardl fazer retrata;oC's e sujei-
tar-me a humilhacoes...
Nesta comarca onde ha annos exervo o cargo de
juiz de dirwto, tenho sabido collocar-me acima das
palxSes partiifaras. Aqui entretenho relagves
corn lodeos os linberaes e me proso de ser amigo de
muitos, emn cujo numero destaca-se o Sr. tenente
coronel Autonio Candido d'Oliveira, influencia do
partido liberal e que A pent n.o tenha tide a minenor
eompensacio dos sacrifieios feitos ean favor d, S.
S. que atA oppoz-se a justa pretenl.o d'aquelle c;i
dad-o na ultima eleicao provincial.
Ajustica e a policia t,)da de liberal : con o03
colleges da ju-iicatura mauteuh.) as m tin estreitas
relaqves, e con prazner o digo), elle se mostrati
satisfeitos commigo c manifestam-in ono seus pro-
testes de adheano. A3 actuates autoridades poli-
cisesmantem commigo relaV6es ami stosas e me tre-
quentam corn assiduidade.
Nao instaurei ainda um so process d e respousa
bilidade contra as autoriladcs policies, embora,
em o proc.'edimento de algurmas encontrasse faltas,
que corregi corn admaestaoSes amigaveis. Nunca
mandei Lastaurar processes contra advcr sarios po-
liticos e os -cartorios da com.arc- cstAo abertos e
flcam dede j Ai franqueados a S. S. par a examiner
todos os meusactos de juiz e esmerithar todo o meu
procedimentoem osfeitos, crimes, civaise orphano-
logicos sujeitos a minha apreciatao, e estou certo
que S. 8. ha de reconhecer em fim que me aceusa
con estruhavel injustica.
A convocaco do jury ha quatro annos passadoes
e que s6 hoje constitae um ponto de accusa*o
foi'uma aeto de ever. 0 Sr. Dr. Ulyssus Vianna
naote deve ignorar, que nas comarcas geraes ha an-
nualmente quatre sessses ordinarias de jury e in-
ewtestavelmente a ultima s6 pode ter lugar em
dazembro, e foi o que se deu.
0 capitAo Simaplicio Gonqalves dos Santos, ac-
cmado de crime de tentative denmorte, mandado a
is julgamento pelo Suprem Tribusal da Relacio
pr preterigo de fornatlidadea no 1o julgamento
prefidide pelo Dr. juiz municipal, quando ea go-
ra de ms4aieena por ter falecido minha presa-
,ig pulhar, recolkeu-se a prioo e foi per aimjal-
.gWAto. .-I
ao Cme mptia excluil-o do julgamento em
:uma sj covWoead, embors noe heuveasem
utros W prepades e =a Otrs eA
jpreo..
0 jui nGo deve ecaprichosamente eoosrctr a
ijesotf d fidefesaw poxnto julgol o Nopitle Sim-


g ,e, per par klealdde pars
ca ul~lies que em1 mirE .
Entreasto nto qaue s B re..ure amesquinhar-
me ante oas eleiLores do 5 district, porque elles
julgaram-me digno de rdpresental-os na Assem-
bl Pao incial, e o men mandate saids nae soe
findou.
E, into tatO mains, t, par a Vger eutra
aesndidatura, alo es preem moltorma,, desde
que eu nalo alesti a niuwMs.
Corn tude, por6a, mailo mi;NuWarM.
Mas, pels muidnha w, a eixaswi pa r sem
ptotesto, eoswit qsimi os qwet a* meo
presado amigo oqiao obe f B ba dusa
Silva.
Elle, que feoe a.iwgeoa ae mtar oemwa
para ser-me .grAwel, aq pw rio da nob
altivez que o Miteriq, eutsaz W sompme eem.
minha simeera gratidao e a estima de todos pela
sua conduct illibada. -
Coim, porem, as malsintaces. JA estA sabi-
do qie o meu nome nio_ fiura na chapa do par-
tido.
E, neom me invectivem os anonymous, nemn aos
meos amigos de ambas as comarcas do 5o distric-
to pelo procedimento que mais tarde elles possam
adoptar emra relavao a mim, procedimento, quo, en-
tmretanto, nao estou insinuando.
Pela minha part, porque, se o powder da amisa-t
de chega para olfter, come tenho obtido, assigns-
lados obsequies de meus dedicados amigos, cam
certeza nao basta parn dictar-lhes essa ou aquella
attitude em determinadas circumstancias.
Isto post, desde que salvo a pessoa do men
amigo Dr. J. Correis, embera nso me caiba a res-
ponsabilidade de imputages, qnue se Ihe tenham
teito, espero que S. S. aceite, e noo me leave a mal
a explicaagio.
Para isto basta-Ihe attender iA situa;io melin-
drosa em que acho-me via a vis dos meus estima-
dos amig:s do 50 district, aos qu.Les dovevo todas
as demorstraeaes de affect, porque elles poderao
ainda negar-m'as, por6m at6 hoje no em'as tdm
recusado as mais significativas.
Recife, 15 de outubro de 1884.
Democrito Cavalcante.


Ojuiz de direito da comarca de

Limoeiro e o Sr. Dr. Ulysses

Vianna.
Est'i confirmado o juizo dos que diziam, qu ie era
o Sr. Dr. Ulysses Vianna o disfaroado emrn trez es.
trellas, que no artigo Itervew;aoi eledtoral, publi-
calo no Jornal do Recije de 10, me accusa Ide po-
sivao political ostentosa nesta comarca.
S. S. aopareceu hoje no10 mesmnio Juorial e, com a
sua assiignatura, toma a responsabilidadle dessas
accusavues o !iffirma que sino verd-aJeiras.
E' significativo e ati( admiravel que o Sr.
Dr. Ulysses Viannia, de q iem, eutretant), me
suppunlia csquecido, so procure a imprensa para
dirigir me prov)-oc.i<'es, fizer-ine aec-usaa;ues e
amnaunas em vesperais de el:.i>;jes ...
JA ern 1881 quando S. S. pleireou a eleik;zo no
109 district corn o homir.Ado Sr. descmba;rgadlor
Manoel L'lementino, querendo fazor-me responsa-
vel pela derrota quo soe'reu nests ooll,.gio, atirou-
se contra mimn c orn palavras sybillinas fez me
ameatas que rcpelli, esperando a public.u.') do
seu capitulo de-accuasaclo, que nco foi feita.
No decurso de quatro annos, quer na cimara
dos deputados, onde S. s. teve assento e quor na
imprensa, um s6o facto nio foi articuladolcontra o
meu procedimento de juiz.
Entao nao teve S. S. opportunidade para verbc-
rar-me declinandopublicamente os factor indica-
tives de minha parcialidade pohitica. Hoj., po-
rem, na opiniilo do ***-, que e o Sr. Dr. Ulysses
Vianna, sou juiz partidario e apaixonado; e S. S.
coin a SUA proverbial arrogancia e corn maquella
entoasyo adqumrida pela pratiea dasmnormas in-
glezas, at- tomou a si o aserio compromisso de -
revlar so paiz, ao governor e a 8'. M. o Imperador
facto per facto, circumnatancia por circumstaicia
da min4a intervencao eleitoral na comarca, onde
exervo o cargo de juzz de direito.
Vou responder ; -mas antes de tudo declare ao
Sr. Dr. Ulysses Vianna, que me 6 inteirament
mdifferente que S. S. seja mutavel em suts opi-
Ees cqm relacao a magna questio do elemento
aMvil: me e indifferent que 8. S. na camara dos
dputadvs se manifesto aboliceouszta intransigente
a no 10' district queira passar per simple entan-
cipador.
Into speuas sera motive para S. S. explicar-se
perante os que o elegeram e para que nMo conti-
nue a declarar-se candidate do governor, de quem
ne diz recommendado, ostentando entree os seas
amigos tanta forca que offerece empregos, pro-
mette ren-moces e ate demissoes.
Nio tenho nada corn isno, e ate snu o pr:meiro
a convencer-me de que dissolvida a camnara o con-
sultado o paiz part dar Sut opiniao nessa questno,
que affect-a os inis vitaes interessos da lavoura e
do commercio, o governor cumprirat sua promessa
e as eleioei's corrernio livremente, cmbora a con-
tragosto de S. S.
Me A indifference tambern que o Sr. Dr. Ulysses
Vianna, respond,'ndo ao Sr. Dr. Poretti o quando


Do future ? E quem ameaOa o future data pro-
vincia ? 0 governor, querendo per forea que seja
eleita umrna maioria de deputadoe aboliucionistas.
Ess a razAo porque nenhum candidate liberal
tern a coragem de manitfestar-se francamente cen-
tra o project do governor sobrc a question servil.
Temem o governor, eis tudo.
0 distinct Dr. Souza Carvalbo guerreado
corn todo o acinte pelo Sr. Dantas, no 5-" district
da Parahyba, e nesta proviucia. per unde toi
apresentado nao per amor dan stiuant, id'as contra-
rias ao abolicionismo, man como liberal de grande
merecimento, sabe-se que o governor provincial
declarara coin antecedencia que nao yauebraria
laMnas pela sua candidatura.
Em vista do que fica exposto, a n,s. agriculto-
res liberals, cumpre appellar paraa attitude que
tonmar o chefe conservador. Se os candidates con-
servadores se manifestarem francamente contra o
project abolicioaista, nuo devemos hesitar em
dar-lhe o nolss) apjio dc prefercncia a um can-
didate lib,.'rtil abolicionista declarado, ou presu-
mido.
Os candida;tos liberals -la chapa zrovernista,
per into ilesino que conL:am coin ') apoio a'.iicial, A
excepteo do Sr. Souza Carvalham, devein se r sus-
peitos A lavoura, e per isto urge quo se manifes-
term com a maxima franqueza, se quercrn olter os
nossod votos.
Sera uina fraqueza lamentavel. e atA urea co-
bardia inqualificavel, o silencio dos caudJidatus
liberals c eonservadores diantc do prajecto abo-
liciouista, que motivou a aissolu.-io d:& Camara
dos Deputados. Os deputados liber.tes, quie vota-
rain coin restricV6es, devem dizcr uos quake, se
jam ostas restricaoes; os couserv:adores deeum
escilarecer-nos.-Se os seus votos toramin siomente
politicos, come adversaries natur.ies do Sr. Dan-
tis, ou nse tambem de reprovaAo .As iades do i.ro-
I jeeto abolicionista.
Tenham a corageem e a franqueza dos Srs. Jot-
quirn Nabuco, Jose Marianno c Souza Carvalho.
A quadra nato comnporta hesitaqoes, nem dubie-
udades. As tricas e as espertezas, elevadas por
muitos a alturi- de tinuo sabedoria political, s6
serve para mascarar trainaoes, produiziudo sem-
pre resultados inesperados e contradictorios.
Ao governor e i lavoura so conv6m posi96ea
francaa e definidas.
Nem outra attitude digna de cidadilos, que
aspiram o hoaroso cargo de representantes da
nkq'lo.
n'~i..
A inclusion do name do illustre Sr. Dr. Joa-
quirm Nabuco na chapa liberal, como candidate
pelo 1o districto, nao tern exphlcaio possivel se-
nio no rcio, que tiveramn os chefes liberaes, de
faltar-lhes o apoio official. Nam urn, nem oautro
teve a confianua precise nos soeus amigos, e no Meu
partido, para arcar contra o governor, que Ihes
impoz a candidatura dochefe abolicionista.
0 illustre Sr. Dr. Joa.im Nabuco, omhecido
de mais pelas susts opimoes ultra-abolicioistas,
polas szas apostrophes violent contra oa agri-
eultores, pela suna animaieo constant as chofe do
Estado pars precipitar a questao do elemenato ser-
vHi, indo maito al6m do que ae tern feito, aUo po-
de, nem deve e aohdeu co, eomo candidxte, par
urmas proviucia, onde a lavoura e o comunMrciem
debate nos maiores apuro, par srarm aL
sua bonra e o sou credit, ababdo psB al-
t4 P"a predminaiaceudkruia e tardmew**
duaMn m do aisfam a e mgtro eM-
Be so tfaue-uA to do pisuisr tt
provvAo emimade, o amde% anil'
Jmrya.*L*t 0aa ages a hue--
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5% Op. ju.I uMa10ud own*lo13b-
pWOcurou SUxdiaI-%, OtnlbhlmdfruS am~ edfi.
do acenuado?
Publique Sr. Dr. Uly, es Y nis. i em dme-
mento eo e quer eu lh'os mauamdei dar isderim-
deate de requerimeatu.
E' falso quo fosuem banta cidadiw po
atstados na rvio de ld1883 e [ e riermshtS-
vera provimeAnto no Egrio o da Zd ,
t verdas inm. do-t. deelar f.
MW4,y9 ea TMW, ee imTyiiiiiii da -

- oda tM w aare ml s q e-r
EAftto 0fB At~ eM,*we
I eursoso m figeum o do emprega da es-
Wmh* LimAn quw shibibWo attestado do dcMe
. tr o, po o b emnrse, que era Mamod
de o ".e As Aeo,tipr auim aesM do-
eriste;. aoe.en* quoe numero daqual
-hAviMs iMs qte oa eIs emitores em outras so
iwareM.
Come pois ainda se invoca um facto astir *
tacitamente aceito part se me fazer aecaoe s e
so me considerar juiz partidario e apaixonado?
Quejuizo forma o Sr. Dr. Ulyssaeb Vianna do Sr.
Dr. Guennes que, come juiz de direito do Brejo,
de accord or n &. &, desalistou, depois de regp-
larmente incluidos a sete ta eleitores coaucrvdo-
resjurados de 1878, cajos recursos obtivers pro-
viusonto so Superior Tribunalmd da Relao, -
peito dosesforcsr de S. S.?
. Teri o Dr. Ulysses Vianna dous pesos c duas
medidas em material de alistamento eleitoral, como
tern na questio do element servil ?
Sou particular amigo doDr. Rosa e Silva, nao
o nego; mas affirmo sem receio de contestasio, que
n on.o conorri directs c nom indirectamente para qne
esse amigo tivesse as explendidaa e solemnes de-
monstrav5es de apreco da que fui alvo nesta co-
mnarca, onde conta dedicavSes sinceras e bern pro-
nunciadas.
Corn o Dr. Rosa o Silva nio sahii pa:i.a part'
alguma e nr o visited a eleitor algum.
Disto poderao dar testenunho amigos do Sr.
Dr. Ulysses Vienna, que minc honram c.t.mn a su
amnizade e comunigo estiveram em minha casa.
O Sr. Dr. Ulysacs Vianna, que coustituio-se fis-
cal do meu procedimento como juiz poderi julgar-
me comrno quizer.
Eu gosto das anucmsaoues claras c defiuidas e as-
sumo a respounsabilidadc de todos os meus actos.
JA o disse e repito- : nao recnarei ,ima lin/ta-
e responder-lhe-heci sempre. Os dI iwis eAta- lan-
cados, suweeda o q-.e succedr.
Cidade do Limociro, 11 de outubro al, 1' -4.
Jos Anttio, Currcia da *'/',i.

Protest
Corre-ne o dcver de l,,'otrtar cuutra a chapa
idos candidate Iberaes, subscripta Ilos alo, i il-
lustre choetes, senadur LAIz l"''lippe e lr. A.\,xnio
Epaminoudas de, Mcllo.
Excluido do 2- disitricto, per oamJec cmntinao a
apresentar-me candidate. acreditcin os rarm-'ami-
gos politicos, quce ainila mie tazemi algun.n iim.ticv.
que nao e a vaidadc otl'ndidai, nin tAo pouco ,
mallgro de int,?rcsose outr o,lu mm .'ei, s-.j 4 di
lasse, a ifuc me io,,ro p-'rte,-,ir-a r i'mc. an-- ',ri r.-n
a am redar-me da discipline do io-mi) p.'tin.l.
Na afflictiva crisis, que atr.ve.J a lav'ur.t 'lo
meu paiz, nao inn' licito tia:ar Ila ) e e l<',:'.-,so
diante 'Jo indiffkrentismo frio 'enriel, c:oan iull sr'
houveram os illustres chefe. lil-,raes para cum ns
agri':-iultores desa nobrc e horoicea provnacia.
A declaraq;o solemne, feita pw-los doun, eIa,,i-s
liberals, de que nao levavam ein conta m,.i proxi-
ma eles.:io geral a quest-,o do element servil,
sobre a qual 6 consultada a Navio plo proprio
governo, que dissolve a Camara dos iDpautadlo,
parece-wer umn facto anormnal, c estupu-ulo, aute
nao pode deiLsar de provocar da part de qualuimtr
brasileiro as mais series c graves appr-h.'uis.''s.
Collocam os illustres cheles a questi'o partidaria
antes de tado, e sobre ella, no e-mu -utenaler, 'nue
dove corner unica e exclusivamente o pleito clei-
tortl. A quest-o do elemrento servil ,- umnin cousa
secundaria, de que nio deven cogitar. q/nuando so
tract de salvar 08s caiijdatos liberaes.
Quae sejam eleitos deputados abolicionistas,
emancipadores ou escravocratas, istol Ihes intei-
ramente indifferent.
0 que convm A gudardr-so eomp)leto silencio
sobre a grande quest-io, que tfaz divididos eso-
bresaltados todon os animos nest- paiz.
A conserva~ao do poder, antes de trde. E'
para isto que se dove observar a major discipline
entire os liberals. E' precise que todos se calem,
que emmudeoam todos, pan que continuum a go-
sar uns poueos de felizes, emquant,, urna clause
de cidadlos pacificos e inoffensivos ensmagada,
insultada e vilipendiada per um governo dceore
deiro e anarchist-.
Em vez de aconselharcm aos candidates, quo
manifestem francamente as suns ideas sobre a
quest-alo do elemento servil, dizem-lhes, pelo con-
trarmo, que se conservem anudes e aileneiusos i con-
taudo deede ji corn a disciplima, que garantcm e
comn o'apoio official, que prormettcm.n .
Triste situava'o, dcsgra-ada political !
E isto ss faz, isto se pratica, a b-ir dos rman-
iiencvias do partido liberal e do f't aro deata pro-
a'i-cia !


Leil6em-Effectuar-sehbo :
Hoje:
Polo agent Afredo Gaimaraes, As 11 horas, no
armazem n. 45 da rua do Bom Jesus, de jarros
para flores e louas cliversas.
Pelo agen'e Gusmdo, A4s 11 horas, na rua do
Born Jesus a. 51, de moves, roupas, obras de ouro
etc.
Amanh :
Pelo agcnte Barlamaqui, As 11 horms, na rut do
Imperador n. 22, de moveis.
Pdlo ageiute csarmo e Silva, As 11 horas, na
travessa do Corpo Santo n. 27, de mnoveis.
Sabbado :
Pelo agent Silveira, As 10 e 1/2 heoras. na rua
do Vidal do Negreiros n. 155 da taverna ahi sita.
Pelo a/ente Pestana, Ais 11 hormas, na rua do
V;gario Thnenorio n. 12, die moves.
elo agente Barlamaqui, As 11 horas, na rua
d. Imperadur n. 22, de predios.
Nisaas fuunebres--Serm-o celebradas :
Hojc: A'is 5 horas, ua matriz da Boa-
Vista, per alina do Dr. Alfredo Alves Matheus;
as 7 horas, no igreja da Santa Cruz, pela alma de
D. Francisca Secundina do Livramento Raposo.
Amanhd : As 8 horas na Ordem Terceira de
S. Francisco, por alma de Flonano Correina de
Britto.
Loleria da prowincla Hoje, 16 do
corrente serA extrahida a loteria 79.', em be-
niuficio da Santa Casa de olsericordia do Recife,
no consistorio da igreja de Nosa Soenhora da Con-
coiyo dos Militares, onde se acharno expostas as
urnase espheras arrumadas em ordem numeric
A apreciagao do public.
-Loteria de 25:O000900-A loteria 16Ia
smrie A, do Rio de Janeiro, corre no dia 18 de
corrente.
Bilhlietes A venda na Casa Feliz A pra Ga In-
dependencia ns. 37 e 39.
Loteria-A de n. 161 A, do Rio de Janeiro
da 25:000$000 sert extrahida no dia 18 do cor-
rente.
Bilhetes a venda na Oasa da Fortuna, rua 1i
de Marco n. 23.
Loteria de Eacei6 Corre impreteri-
velmente no dia 18 de outubro.
Bilhetes A venda na Casa Feli z A prama da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Loteria do CearA-Corre no dia 8 de no-
vembro 4mpreterivelmente cujo premio grande 6
de5:00.C.
0 resto dos bilbetes na Casa da Fortuna, ria
1' do Margo n. 23. i
Mereado Municipal de o Joe6 0
movimento deste estabelecimento nos dias 14 de
entubro foi o seguinte:
Entraram para serem vendidoe : 46 bois, pean-
do 5,873 kilo.
- Noe memo dia etraram para o memo es-
tebolooimento:
Ira, nno feijlo, 107 carpa.
FPructas diverma,23 dits.
Suinos, 6.
Anofeiro, 7.
Pregos dos di.i:
Caue verde a 480, 400 e 360 ris o kilo.
iOino a 640e 600 rhis o kilo.

ift P41%400 46?0 aw a a".
lIsrdyoa SADjim. cola.
9 to a i .do .r i -

i dtII M u.M
1 2 dit o 0r swa.,
62 .a !'"d dekIm Is


drogas, produc'os chimichos, tintas, oleos
pinceis, vernizes. Products especiaes da
flora brasileira e toda qualidade de funds.
Recebe sempre vaccina fresca e boa. Rua
da Cruz n. 22, Recife.
Fabric de Cerveja Pbenix
Industria aperfeigoada de Antonio Au-
gusto de Lemos & C., a rua do JoAo do
Rego n. 15 (antiga rua da Florentina).
N'este estabelecimento, montado a capri-
cho, ha sompre urn complete sortimonto de
cerveja estrangeira, das mais conhocidas e
melhores marcas (al6m da do seu fabrico)
vinhos, licores e mais bebidas. Ha tam-
born para distracgfo de seus freguezes e
bons amigo;, jogos do bilhar, bola, domi-
n6s, etc., etc., e reservados para familias.


PUBLICACOES I PEDID1

Cbapa censervadora
5 distrleto
Pudendo-se me attribuir a responsabilidade do
artigo do Diario de ante- hontemn, que motivou re-
paros per parole do men illustre mestre e amigo
Dr. Joaquim Correia de Araujo, no Diario de hon-
tern, julgo do men ever publicar alguma cousa a
respeito.
Tambem eu suppuz, que o artigo do Jornal do
Recife sob o titulo EleiQao do 5o districto-era
da lavra de S. S.; e ninguem diri que nao havia
metivos para tessa supposi9Io.
Desde, pore4r, que S. S. affirma o contrario,
dou-me por convencido do erro.
Esse negocio de candidatura do 50 district tern
dado muito o que fallar, sem dtvida pelas condi-
95es especiaes em quo eleitores do Bom-Jardim c
Nazareth lembraram-se do men none.
Sem qne en .3ncommendasse o sermlo, surgiram
na imprensa dons illnstres campees, apreqentan-
do-me como di -no de figurar na chapa do men
partido.
Agradeci in peto a attenzao; mas nao louvei
que se permittissem apreciaOes menos agradaveis
ao honrado Sr. Dr. Laeerda.
Para quo en fosse bern succedido em tal pre-
tenglo isto nao importava; mas ainda quando o
contrario devesse acontecer, quem ha que jA me
visse ainda mosmo no men denodo sedvagem ames-
quinhar ninguom, o peior adversario, o peior mini-
migo, arguindo-o de falta de eapaddade
Ahi esta o Tempo, ahi estie todos os jomaes
onde tenho eseipto, ahi tandam moneus discursos na
Asembl6a ProvmieiaL Salvo urma unica excepo
que en podia jcstifiear muito bem, reference a urn
juiz de direito, hoje desembargador, nio reeeio a
resposta.
anaainhas mvarws iamas tedos Babem come
costume guard cenvmisuUs.
Eotretanto ram vreem nbo tratamento reipro-
co.
cK..ji Ma. aitAneio asSprediai Spain-
nadis.
.0 y" fiwaYs .rp aqm p -oomrrador, 9ara
pwh rabbiSI'-vah avd&A a 1MM



J.bIamOmsciean d ol iepeuttis lbs















Mbf 11vam fn pwe rw PWrASA blaacarOt le pM% aL
A : gradile idau, as gr.ndea inn a ms coae-
^am seupre a iyradiar-se doe grades fese do
civili=aa a mtit lba trado r.',Dr. Joa-
quir Nabtw .feg*eworitO e amedrouado da
cfrte do ispdko, vena ac9i poucar abrigo e
protecao para a sux candidatitra.
Batido e derrotado aUi na ultima eleico gei-al,
voW a s nuas vistas para Pernambuco, considera-
do como um burgo *pjdre, onde a forga do poder 6
tudo, tudo veace, tudo anaiquila e tudo corrompe.
NMo quero acabar de lavrar este meu protest
sem tocar n'umfdesvio la chapa liberal, que, con-
trariando as praticas seguidas atW hoje, nao pode
deixar de chamar a attenaco dos illustres membros
do directorio democratic, ao qual tenho a lihounra
de perteneer.
Tern sido costume atO hoje nomear o directorio
democratic urea commissao de cinco mcmbros
para-entendendo-se corn outra de igual numero
por parte do directorio liberal --praceder A esco-
lha dos dandidatos a deputaqao geral, que devem
former a chapa do partido unido.
D'esta vcz, como semupre, reunio-se o directorio
democratic para proceder A eleiqlo dos cinco
membros, e todos sablm que foram eleitos os Srs.
Drs. Pedro Beltrito, Jos6 1Hygino e Joaquiin
Francisco, teenete-coronei Torres e major Santos
Dias.
Aceitos os candidates, de accord entre os dous
grupos-liberal e democratico-a chapa, que se
apresentava ao eleitorado, costuma ser assignada
pelos mnembros das duas commiss5es.
Agora, preterindo-se formalidade tio couforme
corn a iudole do partido liberal, que nao admitted
ch'fes despoticos e otygarchas, surge a chap li
beral, assign:ida, uao mais pelos dcz membros das
duas couminissues, mas JUicaLifente pelos Srs. se-
nador Luiz Felippe e Dr. Epaminondas de Mello.
Diz-se qu os inembros d;a comniasbo deinucra-
tica, antes de se rounirew, dLb.indaranm-se na iui-
possibidklade *.Ie chegarcin a um accord. 0 mei
illustre college e amigo, "Dr. Pe-dro Beltrao, de-
clarou-mne qui' nao ftaria parte da coininissao, par.
ilo a-signar o soul uoiieu n'awra chipa quI in-
cluikse o do Sr. Joarquir Nabuco, comno candidate
por e-t;t proviuciii.
Rqtirou-se par a EuLropa o Sr. Dr. Jose Hy-
giuo.
Riunir.u n i ,in- o i)Litro3 t R. ii..l:)iir0os ? Os Srs.
Dr. Joaquim Prancisco c major Santos Di:is, ami-
o;os dedieados da lavitmira, ieeit:ranam o Sr. Dr.
oaqIquir.i NIabiLic con) caulidiato para o 1 dis-
tricto ?
Paia mirm tudo unm mysterio ate hoj.
Protesto, poise, come membro do directorio de-
mocratico, contra esta infraeqao dos estylos ad-
mittilos at hiojr pelo partido liberal d'esta pro-
vincia : a comnpeteacia do s.:u. directorio para a
eseoiha dos candidates a- el'imo g:cral e provin-
cial.
Gaipi6, 12 de ouLubro de 1SS1.
Aminbrozio M. da C"una Cavalaine.

Ao illustre corpo electoral do
l0 districto
E-tatva bern loang., d, pensar que ;i oicilla9cs
political viessem aind i uMai v.'z arrancar-me do
meu retiro e launar-am no theatre da grande cam-
panha que vai ser disputAda no I0 de d2zembro
proximno vindouro.
Qaaado se confeeionou a chapa liberal, nuuhumnt
objeeclo apresentei, todos os candidat. s A deputa-
Vlo geral mereeem mmiha approvacAo porqaa todos
slo mereedores de estima e confianga.
A apresentaqto, parem dc Sr. Dr. Nibaeo palo
1' district irritou-me e nao podenAo couter os im-
petos da mninha indignaglo, apreseutj-ma caudidti-
to p-lo mesa' district.
Fazeclo pis urnm appello ao muito digno a iu-
dependente eleitorado, po qae m a litan io consci-
eaneiosameate sobre os intwrresses do paiz, estabe-
le"a a eomparacao eatre mim e o Sr. Nabaco, e
decide eoima impareialidade qae o arnor do patrio-
tismo acoaseiha.
iao apresento programn.a, a provineia m3 co.
hece bastante para despansar-me desaa tarafa: o
meu passado garante o mett tuturo.
Antonio Femandes de Albuquerque.



Ao Dr. Joeo Ferreira da Silva, sem que pve-
tenda offender-ihe a modestia, pevo que aceite a
publicacao destas linhas como remuneracau dos
bors servios que corn pericia, rapidez e delica-
deza me presto, extrahindo uma chapa dentaria
que engoli por occasiao da dormida.
Portanto, incommodado, come me achava, em
S. S. eneontrei prompto linitivo, pelo que aqui
registro naais um triumph do eximio operator.
oeife, 14 de outubro de 1884.
Pedro Celestina de Mello Lirn.
30 Dlstrieto
CHAPA CONSERVADOURA
Em um artigo publicado do Diario de
hoje se da a entender que fui o autor
de urea publicagao feita no Jorna ao Ree-]


fe, de domingo, sobre a eleiglo do 5o dis-
trioto, e, tratandodo assumpto, ebcrevcu o
articulista os segaintes trechos :
(( Na imprensa procura amesquinhar a
quern nao offended seu amigo; emparticu-
lar faz aeerbos coammentaris oaebre o ca-
pitao Rogoberto, de Born Jardim... Hon-
tern o capitAo Rogoberto era muito bomn ;
hoje 6 (come se diz alhares) urnm filaucioso,
quie tein a e&stulta pretena..o de apresentar
tun candidate I !
Nao e meu o artigo, cuja origem falsa-

COIBEIICIO

Prata do iteclfe, 15 de ontu-
bro de *8It4
As trees horas da tarde
(aCtovea ,ffieiaes
N.io houve coraaeo.
J. d'- Oliveira Rodrique.s,
President.
A. M. de Amorim Junior,
ercrtario.


RENDIMENTOS PUBLICOS
Mlz *i, oitobro do 1 8.1-44


,.lJANnEOA=De. I a 14
Idem de 15


fiB Idein de 15


)NSELTDO nnOvNC!c.+*- 'o: I a 14
!den d, i5


ucimrg DzAirmcs.--- 1 a 14
1 lron do 15


399:222&96j
39:382AU0G
438:606A755
18:763A055
3:479A2i.5
22:2426320


30:218A488
1:607A781
31:826269
3:071,878
72A392
3:144270


DESPACHOS DE EXPORTAQAO
E I to enoutubro ito 1884
Para exterior
Na barca aoregengwe Castelar, carregou :
Para New-York, J. S. Leyo & Filho 700 sac-
cos con 52500 ilW de aaear Maaeavado.
No patacho sueco lrivftof, earregou :
Para New-York, F. Casclo & Filho 440 sac-
cos corn 10,500 kils de asrMe masca.ado.
slo ga ingae Sar" ofae sirk, Ourreao:
Para New-York, f i t&B 6 bW o -ca m,
37,500 kUlos de ass uoaeakib
Par o lAnterler
No vapor nacioual Pard, earrez;
Para o Rio ioimsvf Bei4A,.L Vieira 5,000
coaUs*&W s AmoMantos DIM Saiza sejwun-
o6 :
No his*ea aaiunam D. did, meaos:
Ai Mk_.- C. A M .& a ims- 1 .mm
, cam 90 k.ilo de anume refinuado.


. <.- :.*---


~1~~ ~0-i


recom. a iNN.ro"M. a^' eia low 20 1
a* t -soM ?-0 e em Iw'imwr te-
~ska .u-mawimdmdo Sr".e ao eapzto Rojoberle, on por gual-
Dr. Demoerito, quae nlo seoi amesmo, si foi
feita pllp dito capital.
Qauea qa, r que teaha ouvido do mim o
juizo quo se me attribue, que me contest.
Sempre prompto a assumir a responsabi-
lidade dos mous actos, nto estou, entretan-
to, disposto a consentir, som protest qae
se me responsabilise per actos alheios.
Recifo, 14 de outubro do 1884.
Dr. Joaquim Correa d'Araujo.

Luz e Redempao
Em resposta ao artigo anonymo, que
sob a epigraplie tE' coan a policiao publi-
coiu o Diario de Pernaribaeo, de hbje, tenho
a dichzor que quando fiz part da Sociedade
Luz e Redempqao nao utilizei-me de quan-
tia algama pertencente a masma sociedade
ou a oscravo algtum quoa se pretendesse
libertar.
Nao quero qualificar o procedimento dos
demais membros do tal Soeiedade, mas
Limbem naio quero assamir a responsabi-
lidade do actos que nao pratiquoi, nom
sanccionei. Paira provar o quo veaho de
dizer, public o documnento abaixo, eserip-
to uc assignado pelo Sr. Jolo Gualborto
Moraes Pradines, thesoureciro da Sociedado
do qitie me fizeram presideutes
Recife, 15 de outubro do 1884.
J'raacisco Livino de Carvalho.

Declaro que 'o Sr. Francisco Livino td
Carvalio, piresileuntc d Sa)ciedade Luz
c Redeempao, nAo temn c m soen podor
quantia alguma pertencente A Sociedade a
cimua, nemo dove a escravo alguin que a
mneslui Sociedade preteudesse libertar.
Recife, 24 de julho de 18S4.
0 tlhesonureiro.
Jolo Gualb rto Moraes Pradincs.


Ao IlIm. Sr. inaspectlr i Alfan-
Sgoa

Vaiuo- p dir gar'antia a V. S. dos nos-
sos dlireitos, qime cst-lo seoudo vilipandliados
pir urnai malta do individuos que andam
despachaudo barcagas e canvas pelaguar-
da-moria, utus, s c serem despachantes
dresses; outros, rmaltrapilhos, que andam
sob as azas protectoras do alguem, assig-
nando despachos pelos mestres ou proprie-
taries; e n6s quo tomemos os nossos titulos,
quo 6 garantia de subsistencia das nossas
families, que pagamos imposto, que tomes
responsabilidades, nao podemos despachar
urna barcaga?! Pcrque estes individuos,
que nao tem a minima responsabilidade,
dospacham sob a commissao ridicula do
160 rs. per barcaga.
E' um pedido justo, e ja hontem al-
guem pq;io pela imprensa, providencias ao
Sr. guarda-mor, e S. SAtao provideneiou
come era de osperar, o quo V. S. pode
certificar-se revendo os despachos mariti-
mes do hontem; inda mai aqtAelles que
nao salo tao protegidos, occultam-se sob a
assignatura de algam despaehant3, e di-
ozen que sao ajudantes dessos; os guar-
das, per ignorancia, ou per outra qualquer
circumstancia, vao despachando, e n6s,
despachantes gcraes, nao obtemos servico
em vista desse escandalo; esperamos pro
videncias do integro o honosto Sr. inspec-
tor, que ha de conhecer a injustice de quo
semes victimas.
Alguns despachantes p,'ejudicados.

A Companhla Lasaronl lassa-
niello-larlani
VI
Audaoes fortsna juoat.


Prestigiado por sen brilhante triumph electoral
pela forqa da numerosa companhia lazaroni, pela
dedicaqao de tantos homes cisudos que o susten-
tavam e aplaudiam, o nosso Massaniello, cbegou a
constituir-se grande potcncia para os negocios de
Pernambuco. Diante delle todas as potestades da
provincia se abateram.
Ainda hoje, come os que creem na volta de S.
SebastiAo, alguns dos enfiados lazaronis e poucos
outroe, creem que elle ainda 6 potencia.
E' per isto que se espantam vendo a chapa libe-
ral constitnida pelo embaciado Lduiz Felippe de
milos dadas, ou autes dando a meo ao susmido Epa-
minondas, serm ao menos entire elles figurar o sea
beroe.
No entanto, ainla quando os treentos phospbo-
ros marianis, quantos dizem quo salo elles, podes-
sem compensar a enormi perda de eleitores que a
--NIL anc- ar-oa- /i, carrego :
Para C'-amruripe, J. A. G. Pires Junior 2 barricas
corn 175 kilos de assucar branco e 1 volume corn
vassouras.

MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 15
Santa Catharina, 16 diam, brigue ingles Winisfrihl
de 172 toneladas,capitao Richard Roberts, equi-
p'gem 7; em imstro a ordem.
Rio de Janeiro, 15 dias, escuna ingleza Blanche,
de 223 toneladas, capitao Thomaz A. Moresterz,
equipagem t, ca lastro; consignada Niemeyer
Cahn & C
Cardiff, 50) dias, brigue noruegucese Taritta, de
381 toneladas, caIpitilo Piterson, equipagem 9,
carga carvio c ferragens, a Brasilian Street
Royay & C.
Rio dtie Janeiro, 130 dias, escuna national Gadituna
de 125 toneladus, capitao Francisco Pereira.
equipagem 7, cm lastro a ordeni.
Suhido no rnesmo dim
Rio Grande do Sul=LUtgar nacionil Tigre, capi-
tao Ordeuer J. Catrnciro, carga sal.
Observagao
Suspended do Lamrnarao para Barbedoa, o brigue
noritegmense Aabine. capitio A. Blise, em lastro e
fundearam um lIugar e umrn brigue, porem nao coin-


muneicaramn corn a terra.

VAPORES ES-ERAD )S
J*
Tales da Europa hoje
Principe do Grdo
Pard da Bahia hoje
Espirii Sa,'at de sul amanha
Ville de Mceid6 do sul a 18
Derwent da Europa a 18
'olluce de Triestre a 20
Orenoque do siul a 20
Britannia do Pacifico a 2"S
Bahia do note a 23
Ara'oania da Earopa a 26
Pernambuco do suol a 27
Finance do Sal a 27
Nevaa do oul 29
Noevembro
Aiwmie da Eiropa 4
r~t-w da~iws a i ^ 6
Taar da Europa a 9

sFuteur I dooult
a sparaio Josal a 20
Aowagum a BaMopa a23
La Plata doal a 29






*6"
*.- i' ', .
'''"-*. .:+ -+. f'/ :. -* .'


iitlo id^M qae: eBl w5"_^&tm1 ii.
o aieq u e to r ilce- o'
Masawteelio Mariani tdb o e0etor em to.
a sa s fonra: foi o impost de conumme que veio
parn sea bem e para sea nmal.
E' penna quo dams pmvatoff nao eaibm n'nmm
macco, que nAo se sommna trutay barbsa enchatas.
0 imposto de conesumo nao era Janado sobre
today a importacao; mas s6 aiquelles generos quae
n.o eram ou tinham de ser re-exportadus.
Alguns negociantes contrabandistas muitas vi-
zes corn velhacarias e espertezas se isentayam de
pagal-os, tirando dist) grande lucros. 0 Thesou-
ro u o Consulado os apertou, e ellis se enfurece -
ram e procurem remedio.
Emn todas as provincial so havia creado 0 se co-
brava este imposto ; entretanto que nao se cobrava
aqui o dos generous que se tinham de re-exportar.
Nao era portanto, ease imposto a causa da dimi-
nuicao do coammercio d nossa prasia corn as outras
pravincias, mas era a principal o hoverem ellas
crseado um tanto o commercio director corn o es-
trangeiro.
Mas aquelles commcreiantes contrabandistac,
toma'do per pretexto essa demninuiqio do commer-
cio do nossa praca, moveramn de tal mode a intriga
e n,v soi porque meios, que quaudo se vie foi Pa-
ranagutd, ministro da fazunda, ordenar a nossa al-
fandega que nhlo consentrisse que os empregados
do Co-isulado fisealisassem nella a cobranca,do im-
posto dc consumo.
E quando o Consulado corn o Thesonro tratavam
de tomnar provilencias qa,- se coatrapozessem sos
nubara-os da Alfandega, aquelleff negoclan-
te3, chamando a outros que, sempre honrados, nun-
ca haviam r-ojubado A provincia, levantaram mo-
tim, chega-ido a fuchar as portas de todo o com-
meraio c todo aquelle movimento que n6s vimos.
Quo partido tomariain cmn t acaseo os nossos de-
putalos ? Todos fracos, mtnos urn, todos neutro .
0 unico poderoso, Mass.inicllo Mariani, o tomaria
c sern lihtACIo tom'.u polo commercio e contra a
provincial, (qua' ia perder s riecursoi-ss comrn que fazia
inetada d,; nu is despczas, sem r as ter donde su-
prir, que it p.:,rtauto a cahir na maior desgraqa.
E o parrido, e o auxiliary do gr.lo tribudo pelo
coinercio foi tao grande, -lue os importadores, que
ian lucrar a, tt-lle imposti)o que a provincia perdia,
gratiticar.in o pot,.'ate tribune, comn) sabemos. E
essa g-ratilicacqao n.o s,' fti qciota dessa lucro de
tIo poutco, arrancada dc t,intous e tantos que fica-
ram c estA. p.idecondo tortaras,como ainda muitos
tree comm'-rciautes que s6 perderam e perdem corn
a suspensao do tal imp sto, toram obrigados a con-
corroir part aclnelle iresente.
Espcrava per ventura o tribune merecer reconm-
pensa ? Que inotivo levou o nosso Massaniello a
tomar tal partido ?
Outubro -84.
Affonso d'Albuquerque Mello.
(ContiniSa .
P. S.
0. 1 izaronie semupre em crescent furia e deas
nimo, continual a mandar-me cartas aconymris,
umeas cheias de tolas obsenidades, outras de des-
composturas, pedindo-une que a publique.
Publique-a elle, guaste os covres, assegurando
a todos que a mou respeito disserem o que quize-
rem, que nunca o03 clhamnarei A responsabilidade ;
e declare a todas as gazetas desta cidade. a to-
das as imnprensas, que podem cceber a meu res.
peito e imprimir tudo oque Ihes levarem sem exi-
gIr responsabiliAsade alguma.
15 de outubro de 188&4.
Affonsao de Albuquerque Mello.

Fleicao dam pensoas qae hao de fem-
tejar a MN e de eos Nossa Senho-
ra da AprewentacVo da Eseada.ora-
go desta treguesia ne anuon de 1804
SiJuiz por eleiao
1Im. e Exm Sr. Bar-o de Freixeiras.
Juiza per eleicao
Illma e Exma. Sra. Baroneza de Amaragy.
Juizes per devoqAiio
Os Illms. e Exms. Srs.:
Barao de Taquaretinga.
Dr. Henrique Marques de Hollanda Cavaleante."
Major Manoel dos Santos Dias.
Capitao Manoel Barbosa da Silva.
S Leoeadio dos Santos Pontual.
O Cassimiro Lueio Jorge.
Dr. Leonardo Cavalcante de Albuquerque.
Coronel Marcionillo da Silveira Lins.
Capitaio Domingos Jose Bezerra.
Manoel Pereira da Silva Lins.
Juizas per devocao
As Exmas. Sras. esposas dos Srs..:
Capitao Davino dos Santos Pontual.
Manoel Thom6 de Oliveira.
Dr. Sergio Hygino de Senna Santos.
Major Jose Sancho Bezerra Cavalcante.
Jose Francisco Ferreira.
Coronel Antonio Cavaleante de Albuquerque.
Capitao Jose Alves de Oliveira.
Franqico Cavalcante de Albuquerque.
Joi.o Carlos Cavalcante ale Albuquerque, e a
Exma. Sra. D. Maria Pereira do Rego Belerofonte
Juizes proteetores
Os Illms. Srs. :
Manoel Cavalcante Barrette Lins.


Manoel Rodrignes Campello.
Manoel Olympio de Barros Costa.
Dr. Aquilino Gomes Porto.
Dr. Miguel Archanjo Pereira do Rego.
Dr. Francisco de Arruda Falcao.
Dr. Vicente de Faria Gurjao Sobrinho.
Dr. Antonio Eugenio de Castro.
Rvdm. Vicente de Fanra Gurjo.
Rvdm. Frei Augusto da Immaculada Conoeigao
Alves.
Rvdm. Joao Carlos de Moura.
Rvdm. Joaquim Pereira Preire.
Antonio Pedro Gomes.
Joaquim dos Santos Lessa.
Antonio Jacintho Pereira.
Romrio Pupulo de Andrade Lima.
Americo Fortunate da Gamna.
Juizas protectoras
As Exmae. Sras. esposcts dos Srs. :
Dr. Antonio Francisco Correia de Araujo.
Dr. Sebastiao do Rego.) Barros.
Dr. Antonio Carlos Carlos Cavalcante do Albu-
querque.
Joao Pereira Dutra.
Dionisio Joaquim de Sant'Anna.
Jose Francisco de Souza Chavcs.
Manoel Francisco da Silva Birro.
Antonio Jos de Araujo.
Vicente Berthollno.
Aurelio de Araujo e Silva
Alfredo d6 Souza Mendes.
Manoel Joaquimm da Costa.
Manoel de Barros Wandeilcy.
Ricardo Marques Liberal, c a
Professor D. Claudina M-,ria da Conceiqoo.
Juiz perpetuo
m111w. Sr. Theodorico Jose da Silva Lins.
Juiza perpetual
Exma. Sra. esposa do hIm. Sr. tenonte-coronel An -
tonio Marques de Hollanda Cavalcaute.
Escrivao por eleiqco
hIm. Si. Dionisio Joaquim de Sant'Anna
Escrivao per devoVIo
Ihim. Sr. Tenente Adolpho Joaquim Baroosa.
Escriva per eleicao
Esposa do 11im. Sr. collector Joao Gomes Penna.
Eacriva per devoalo
Esposa do Illia. Sr. capitao Jose Luiz d L Silva Gii-
mar.e;.
Frocurador geral
IIm. Sr. Tertuliano Delgado de Borba Cavalcante
Procuradores
Os Urims. Bra. :
Jose6 Joaquim de Sant'Anna.
Aventino Nunes de Soaza.
Alfredo de Sonza Mendes.
Aurelio de Araujo Silva.
Mauoel da Silva Barros.
Miguel Archanjo Vianna.
Francisco da Fonseca Luna.
Cosme Damilo de Souza Paulo.
Thesoureiro
Joaquim Luiz Ribeiro.
Mordomos e mordomas
Todos os 'naradores dest a freguezia.
Novembro 25 de 1883.
0 conego vigario,
,tmdo de Axeede Campos.
Pr ritdad- \l^ m

Convida-s3 os consenhores desta pro-
priedade e reunimrem-se no ultimo domingo
do cerreste sew,- a w As, .-
isstorio da W*a, pat ttmme deasMW
interaa w mettidoo.
Ajsifiws ef n&^owib Aio 1884.




'3



S ... ,
.+: =. j ';: : .+ss I .' -1:x~


lowp:Aad
Sobrne o e etento servii corn um prologo
ao leitor e ura P. S. ao psiz
Esta obra, que interessa aos agriculto-
res pelo seu assumpto, dove ser lida por
todos os homes politicos porque, Apar das
aprociaqoes historicas do segundo reindo,
decsenvolve um piano geral de rforma da
Constituivia.
Reuebe-se assignataras A 26000 o exem-
plar en casa de Arthur & Deziderio runa
do Cabugri n. 3.


0 cirarMoi eRtista

Patricio Moreira
Encarrega-se de todo c qualtljuer trabalh'o ten-
deite a cirurgia,prothese dent.ria e boccal, achan-
do-s- pin; isto nimnido de modernos e apcrf.m-cja-
dus instrucnentos e app:Lrolios.
Extzalie denotes seni d'r polo appareiho do Ri-
chardson.
Faz obturaqSes a ouro, pr-ata e marfim, colloca
dentes a piv5ts, dentadur-as em chapas de oiro e
vulcanite.
Trata todas as molestias da bcca e da primei-
ra denticm:o.
Consultas o operacoes das 9 horas d:i mauli e
as 4 da tarde.
CHAMADOS POR ESCRIPTO
52--ua Duque de Caxias-2


Cirurgia o dentist
Joss Basilisco da Silva Santos, cirurgiao
dentist e pharmaceutico pela Faculdade
de Medicida do Rio idle Janeiro, culloca
dents pelos systems mais aiperfeicoados,
obtura t-hunmba) a ouro, a platina e a osso
artificial; faz reconstrucTes de dento i
ouro, traita das molestias di bocca c corr
go .is irregularidades dentarias. Acha Sc
dias 10 as 4 horas no sou gabinut, a ruia
da Imperatriz n. 1.
Ilin. Sr.-Apresentando mi,? eamnildato pelo 1-
distr cto desta capital, nas proximni-is cleit,-s par';t
deputado es geraes, dirijo-ini a tV. S. pinra sol ic ith
o seu apoio cm f;,vw- da ninih.a candidatur-a.
Nao precise fizer profist'co de f6 political; V. S.,
come liberal e ticndo lutado n i_ mesma.i fileiras
em (ique eu li hmains de vinte aiinos miiiito, dev>
conhccer- o p.ss;oal do partido liberal eos scrvicqos
de seus correligi.narios, parma t'izer.lIhes devida
just.i~a.
Caremo, porernm, emin face da minliudrosissima si-
tuacAo que atravessa o paiz, dizer coin today :-
franqiieza, a cada um dos Srs. eleirores, o nieu
modo de ver acerca das questoes mais momento-
sas a qae, por certo, scrA chamada a rcsulver a fit-
tura Camara dos Deputados.
Em primneiro lugar figure a magna questao do
element servil, cujo problema entendo deve ser
resolvido de maneira a nao trazer o auiquilamen-
to das forcas vivas do paiz, a bracos com embara-
pos de tal ordem, quo aos espiritos menos perspi-
cazes nao escapam, per certo, as consequencias
desastrosas de que estamos ameacados.
P-rtilhando a opinion dos que desejam a ex-
tincaio do cancro qne corroe as entranhas deste
paiz, opiniao da maioria da nacao, tenho concorri-
do e continuarei a concorrer, envidando esforfos
pars a sua aboliio e conseguintemente para a
regeneraiAo dest,. joven imperio, sem spartar-me,
entretanto, de um dos priucipios reguladores daes
sociedades bemrn organisadas; o respeito ao direito
de propriedade de todo cidadao. sob qualquer for-
ma que esse direito se manifesto.
Apoiarei neste terreno todo governor que, seria-
mente empenhado na solucao deste important
problema, apresentar medidas que na pratica dUm
os resultados desejados, serm abalo para o paiz.
Propugnarei polos interesses da lavoura e do
commercio, prinoipaes alavancas e susteutaculos
do edificio social; cencorrendo corn a minha pala-
vra e corn o meu vote para rudo que posea trazer-
Ihe o mais pequeno influxo de prosperidade.
Nao serei indifferent ao triste estado a que
acham-se reduzidas entre nos as arts, que forta
e confessar, nao teem side attendidns em suas
jutas aaspira$Ses, send esse abandono a causa
efficiente do abatimento em que permanece centre
n6s urea classes quo nos paizes cultos concorre
poderosarnente pars o engrandecimento nacional.
NioAdarei o meu apoio a nenhum governor dela-
pidador dos cofres publicos, certo, come estou, de
que a restauracalo das fiaancas do paiz estA de-
pendente da mais severs economic dos dinheiros
publicos.
Espero tambem nao serlancado ao rol daquelles
que sao acoimados de esquecer as necessidades
da sua provincia, deixando-a jazer em condem-
navel abandon.


Sa-o estas, Sr. eleitor, as ideas que pretend por
em pratica, se merecer o voseeso valioso apoio, quoe
muito me fortalecera nesse desideratum, tanto mais
quanto, de nenhum modo vinculado ao carroe do
poder, posse dar-vos como penhor o meu passado
politico.
6 de outibro de 1884.-De V. S. correligionario
e criado obrigadissimo-Paulo Josi de OliveiTa.

Ao partido liberal
Apresentamos, tendo ouvido os nossos amnigos,
a combinacio de nomes para a eleicAo geral do
10 de ;ezembro do corrente anno.
Esta combiaaio nao entende corn a question
de element servil e attended s6mente As conve-
niencias do partido.
Esperamos que ella merecera a adhes.o de todos
os nossos correligionarios e amigos, e que estes
unidos trabalharao corn esforco para o seu trium-
pho, per amcr ao partido, aos ptincipios liberals
e ao future da provincia.
10 districto. Dr. Joaquim Anrelio Nabuco de
Araujo.
20 dito. Dr. Jose Marianune Carneiro da Cunha.
3, dito. Dr. Arminio Coriolano Tavares dos San-
tos.
4- dito. Dr. Joaquim Trtavares die M,11io Barreto.
5o dito. Dr. Autonio Epaminondas de Mcllo.
60 dito. Dr. Pedro da Cunha Beltrao.
7o dito. Dr. Segismundo Antonio Goncalves.
8e dito. D)r. Antonio Alves de Souza Carvallio.
9o dito. Dr. Jose Eustaquio Ferreira Jacobina.
l0o dite. Dr. Ulysses Machado Percira Vianna.
110 dito. Dr. Joao Augusto do iego Barros.
120 dito. Dr. Caietano Xdier Pereira de Brito.
130 dito. Dr. Antonio Matioel de Siqueira Caval
canto.
Recife, 7 de outubro de 18F4.
Andonio Epaminond-as de Mello.
Liz Felippe de Souza Ledo.

lndusatrla Sacharlma
NA REV1STA INDUSTRIAL DE NEW YORK 7
DE qAlo LEMOS 0 SEGUINTE ARTIGO
Assucar dti sorgu
EstA proximo a' termiaar o anno de ex-
periencia ou prova, que sob os auspicios
do Departament of Aqricitdture e sob a di-
reciAo do commissario especial Dr. Loring,
se hao levado A cabo em Washington, so-
bre o cultivo e fabric do assucar de sorgo.
Ainda quandp os resultados se nao te-
nham tornado publicos, contudo se estAi ao
facto quo o reu4imento per cada acre de
terra plantada do se orge excede A 100 li-
bras. Desde que o Dr. Loring se poz A fren-"
to da commission encarrigada do lcvar a
effeito as experiences, manifcstoa franca-
mente a sua opinia'o do que nao produzi-
ria resultado algum practice; porem, ape-
sar de sua opinion autorisada, nao falta
vam no paiz pessoas, que per sua conta e
risco se encarregassem de levar avanto a
empreza.
Em llliUoisWi8comin, lorva, Missouri.
MichiganKaM c.s e nos outros Estados do
-Gest. so fizeam' emperimaciae corn resulta-
dos varies. 0 que se fez em New-Jersey,
em. uma 6xonslo d 3 2 mil acres de terra.
,d'Amz ultado boem different do q ue.os
Iobtidos pol Dti. Loping, randeado rmais do,
mil libraEu de assucar por acre, que adds-


se pra o- a.Ib v -"l o" 0 0
tivo e fabric do assucar, deixando-se jA
a id6a deosimples exporiencias, entrando
o cultivo na fundaglo do um grande centre
industrial e montando-so um estabelecimen-
to em grande escala, corn machinismos,
que contenham os adiantamentos moder-
nos. 0 dito estabelecimento produzira se-
gundo todos os calculos tanto quanto pro-
duzom os engenhos de assucar dos Esta-
dos do Sul.
Na plantacao Rio Gra nde, pois este 6 o
nome do estabelecimento em questao, tom
-se plantado uma semente dc serge espe-
cial, que tem muita semelbauqa corn o mi-
Iho, a qual uasce emiu abundance na China
e em outros paizes da Asia, e se emprega
geraluiente come trigo para fazer-se o pibo,
e apezar do facto, 6 singulari-, que os Chins,
que, ha dois rmil annos, usam o serge para
o fabric d'. pAo, nuao descobrissemrn no
mesinmj a grande'quantinade sac-carina, que
contem.
Faz poueo tempo, qu? o ministry da
China visitou o estabelecimento Rio Grand,
e manifestou surpreza na igiorancia de seu
paiz sobre a substanciM. saccarina do sor-
ge
E' soem qttestio, que aI .coumnuuicacei'o do
Ministro Chinez ao son goveruo sobre o
assumpf, venha trazer ein ftturo a pro-
ducio do assucar do sorgo na China,
este paiz tornar se ha irugrande productor.
0 custo do cultivo c fabrio do assucar du
sorg i) barato, e t- nmito provavel, quo
e.-ta industrial se tenha c de-'!scnv-olver de
umu imolo -*xtraIorJLinari,. A senueut, di,
sorgo 6: emi qua-i tou,, o-s e-; ntiinnentos de
m uior vanti:gon q-tt. ;a do iilli i.
No artigo publicadilo no I;ti,'o do hen-
tern, ( 1)) deramnse alguns errus typogr;.i-
ficos, dos quakes vaimos cjarrigir 0is anias imi
p)ortantes. Todos na 2.- (1.
1 12 Suprina-se 1I) o,/'.
S14 emn lugar de lo) Iclia-se para
I 1' ei lugar do li-,ta lei -se utra.
2 0) ec'; ligar d,:i-- smu l,'ia s SLun.
1 : inI cm lugar de ver a in:-;,o lkia-se
lueta racito.

Por casas parliculares
LANDELIN, CAMAAr leccioWii por casaasparticu-
hlres qualujri las scgiinth-s wat-.rias : portugirz
franicez, latirni, ographia e e istorit.
A' tratar a rua Duque d1. Caxias n. 7), 2
andar.

Dr. Seve
Medico p'irteiro e operador fixoti a sua residen-
cia na cidade de Palm:tr,;, prai;a I1, Maurtv n.
4, onde pdde ser procmrado para os misteres de
sua profissao.



\ CLINIC HOMCEOPATHICA {
DO

{} Dr. Tristlao
Consultas das 7 as 9 boras, e charna-
Sdos rua da Uniao n. 15.
{ Nunmero telephonico 154


IBR. ALEREBHO ~8A

MEDICO OPERADOR
ESPECIALISTA EM PAUTOS E MOLESTIAS DAS
MULqERES
Tern o sou consultorio em casa de sBus
residencia A rua da Imperatriz n. 30, 1.'
andar.
CONSULTAS de 8 As 10 da manha e
do 12 As 2 da tarde. Chamados per es-
eripto A qualquer hora.

) MEDICO E PARTEIRO (

Dr. Joaquim Loureiro


/ onsultorio rua Duque ate Caxias n 39, '
defronte do DIARI ) DE PERNAM-
BUCO, ondeda consultas das 12 As 3 ho-
ras da tarde. Reside temporariamente no
Monteiro,


0 Dr. Adriao
MEDICO
Continua a dar consultas das 11 As 2 horas da
tarde, em seu antigo consultorio, A rua Larga do
Rosario n. 36, 1.- andar. Chamados per escript
a uqalquer hera, na pharmacia BartholomeU &

(XXXXXXXX--XXXXXXXX i

S rOculista
ODr. Barreto Sampaio, medico ocu-
Slista, ex-chefe de clinics do Dr. de Wee-
Sker, dai consultas a rua do Barlo da Vie-
toria n. 45, segundo andar, de 1 I-As 4 ho-
ras da tarde, escepto nos domingos e dias
Ssantificados. Chamados em seu consultorio N
Sou cm casa de su a residence a rua do
SRiachuelo n. i7, canto da rua dos P-ires,
*XXXXXXXX--XXXXXXXX
Liquida 1o aproveitavel
Synopsis ou deduqAo chronological dos
factos mais notaveis da historic do Brasil,
pelo general Jose, Ignncio de Abreu e
Lima, 1 vol. corn 408 pagimnas 1 000
Da soberanin do povo e dos principios
do governor republican modern, lic5oes
pronunciadas na Faculdade de Direito de
Pariz, por M. Ortolan, traduceqo de A. P.
de Figueiredo1 evol. corn 160 paginas 500
Reform eleitoral, colleccao de diver-
sos artigos sobre a eleiqao direct per di-
vers)s lentes da Academia do Recite, 1
vol. corn 360 paginas 2^000
Doze proposiqies sobre a legitimidade
religiosa, da verdadeira' tolerancia dos
cultos por Ephraim, 1 vol. corn 200) pa.s. 1,000
S Estudo elementary de direito de uso-
friucto adaptado a legislaqiio patria cin
gorvi pelo Dr. Jeaquim C. chi Cunha Mi-
randa, 1 vol. com 174 paginam 1,000
Segredo da geracio ou arto de pro-
crear raparigas c rapazes ejpirituosos.
etc. etc., (leitura s6mente par.i r'apazesi,
1 vol. corn 200 paginas
Mosaico Pernambucano, p,.lleccao de
exerptos historicos, poesias populares,
anecdotes, curi'sidades, lends, antiqua-
lhas etc, tudo relative a lorovincia de
Pernambuco. 1 vol. corn 260 paginas It
Jesus Christo a critical m deina polo
Revd. padre Felix (da comupanhia de
Jo us) vertido do francez pelo Dr. Pedro
Autran da Matta Albuquerque, 1 vol.
corn 150 paginas 1(
Historia sagrada do velho e novo tes-
tamento, corn exFlicacoes e doutrina dos
Santos Padres, para reform dos costu-
mes em todos os estados e pessoas com-
posta por N. de Rayaumont, 2 vols. corn
564 paginas l100t
A' venda na Livraria Universal, rua do Im
perador n. 52.


A Latvouran-e os, andMatsios
depisg eA wal. -Jose de 01
JA e tempo. deo Su
tude da
0 Mint0io Da)nts arvorova bandi rder j
do aboliccwro imtr4nigeate saoa tm. fodi-
cima de todui as euidera8w s e nilh9, ,n




,-.. ; ,y ^ : -' : --


oenmsni ad pad ,' ub lYSS -
ennhum dos poderM oeMtitslioI u as
uaao, e apresenta-se hoje disumt d T-
nas appellaudo para a unilo e disipiM
do partido liberal, do qual se dis um &w
chefes.
Ninguem se illuda. Nao 6 o partido li-
beral quern sustenta o Sr. Dantas no pw-
der. Elle 6 o porta-ustandarte do partdO
abolci;onista, do partido imperial.
0 -quero fid reproduz-se neste se-
gundo reinado e ousa affrontar todas M
rosistencias da Nagio para resolver, ja e
jA, utna questao gravissimna, que s1 corn a
maior prudencia, e gradualmemte po lde ser
solvida.
A Lavoura prrnambucana levanta-se,
portanto, comno ua s; hoinoin, e faz causa
commum corn as qjuatros graniles provin
cias do sul do inpoerio, para repellir o pro
jecto inconstitucional ilo Sr. Dantaus.
R que offecta profundamunte :L L.ivu.
ra-do paiz inteiro, e na qual devemos
francaminente intervir.
Lavradores, i. postos! Bate-noss i pnr
ta o dia 10 de dezembro !
Onde estAio os chefei dos djii granrles
partidos constituciouaes ?
0 Sr. Dantas fez o scu paeto coin a
Cor^a, c nao dcu a nieaor satisfa.i;b aos
maias prestigiosos chefs (do partiflo libraIl.
Fapcamis nss tiiubem o no-so pacto!
Iuamno-uos liberae es c-n-ecrva't[.r -. c
luarclioIm os todos 11, .ii. 1 (i: ,iuzi.biru.
n' un si' ).ilis;iun.ntlo : a .c-rr-ta ,i,, Mjili.-
tnrio D.int,.
Qiue. apparevain, sa t'rent us nof.-,o-' cl-t', ..-.
A La 'rmiira iqu,'. u 'uvil i-. ,ii'r :at
tt idel*-oi. I- as l pr...--i 11 iit,1 .
i,'",.,tr,..in ,ii'.';i,,. ,l,, lu::.' i '*r ,] i,'ili, .111
N. r 1<) moluent () sI)CIilie, e I.' l,,i1ni Ii ,'" ;.:a;;
luLadtoz.
A uuiAo uentr- ns lioi,- jartil.- ]illti.'wlh
se p'.lde tfazer naturaliant -., .,cw ln'I A -
nero reclumaiCes in.r n.uli- in.'i l, -
Aprescnta-,e por caLui;,t liiri .t, l-t .
uin candklato dea cada partirfl, *i-c.li1l,
aImigo da lavoura, fraincamnconte apiiito
pelo sen rc,-lpective cliefi politico I n-b,
liouver sgun'io escrutinio P 'r n,. ,-tiar ru
caudidato da Lavoura coin 1,u ..u.Aiit:ioi-
ta, cerrem oinos dous partidos a it-a vota"a'
em favor do priineiro.'
Que ccssem, que eminiideamu. ,li.ntt-
da cruise trimueuda, todos os intresse-, mu.-
quinhob e transitorios da political. w- tv-,
abstenham, que se contenham tosla, asi ma-
nifestages da vaidade e do amnor proprio
mral entendido.
A quadra 6 de sacrifticios, e abnogaes.
0 governor na-o tern dadivas, nem recom-
pensas, por mais deslumbrantes que sejam,
que possam corromper o verdadoiro pa-
triotismo.
Candidatosi deputagAn geral! Apresen-
tai o vosso programma, c contai corn o
apoio de todas as classes anmigas do tra-
balho e da ordemrn, se vyes pronunciardes
francamrnente contra o project Dantas.
Um governor fraco e isolado da nacao
nao intimrida ninguem.
A lavoura quer apoiar-vos corn todas as
forgas ; mas quer ouvir-vos tambem; nho
basta que sejais apresentados p6los vossos
chefs politicos.
Quando vultos. como Paulino, come fi-
gueira, como Pereira da Silva, correia i
imprensa para apresentarem o seu pro-
gramma ao corpo eleitoral, nan 0 licito que
tiquem mudos e calados os candidates da
nobre e orgulhosa provincia de Pernarn-
buco.
So a cobardia e a deslealdade costu-
mare refugiar-se na campo dns hesitacos,
ou envolver-se nas trevas do silencro.
A' imprensa, a imprensa, Srs. candida-
tes A deputa'to geral .
Lavradores, a postos! Bate-nos a ports
o dia 1." de dezembro,


Recife, 24 de setembro do 184.

Umn aqgrict-tor.

Dr. Cerqueira Leile

Medico e operator ,
De volta de sua viagemn A Europa onde
trequentou os hospitals de Pariz, tend,
feito nm cursG especial de parts e moles-
tias de senhoras, da consultas no seu anti-
go consultorio a ruta Duque de Caxias n.
48, do meio dia as 2 horas.
Especialidade molestias de crian-;s e de
senhoras.
Recebe chainados porescripto niu no seu
consultorio, ou em sua residencia A ruma do
Bar-o de S. Borja n. 31.


Mudou-se
0 cirurgia decntist:a. Jose Basilist- mudoui n
seu gabinele psra a rua da imperatriz n. 1

IUnma esmola
Ainda supplies as alma, caridosas um obul, a
pobro velha do becco do Bernardu n. 51.


Mndanfa
0 advogado Adclino A. de Luna Freire .Innior
mudou o seu escriptormo da rnia do Crep,, 1n 12
para A rua do Imperador n. 51, junto ia KRelat,..o


DR. PERRIIl D E LYRI

MEDICO
Fixou a sua residencia iua ciladc de Caruanir
ondc pode ser cicointrado para os misteres de na
profissAo.

Pastilhas dotes anlhelmihnbas
de Hering
Para complete expellicio dos vcrnmc., intestim
em crianas e adults.
EFFEITO FACIAL, PROMPTO E CEKTO
UNICO AGENT

Theo. Just
it I-cORPO SANTO -It
Deposito nas principaem drogaria e.
cia. r
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spstigbreniqwmru-mWk
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am m cbonxeaimot. uande
sori affiado noa lugares d(
mets iispresa-
'*s *- 'A-' T?.i-*..1A- 1,


.T2reguesa doe usto .avAWOwC no J-cuc, us
Sutbromevo e aignao. Recife, 14 de outubro
1884.-O esorivgo, Coriolano de Abreu..
___rl____.... .Olieira M dlo.
0 capitiao Alfredo Simmes Barbosa, 1 supple
S do juizo substitute da comarca de Olinda,
virtude da lei, etc.
SFaco .aber a os que o presented edital virm
que a requerimento do Dr. Joao de Sa Cavalcm
t de Albuquerque, inventariante do espolis
L. fmado sen pai, coronel Joso de Sa CavMaoante
Albuquerque, que no dia 30 do eorrente, dep
da respective audiencia, o porteiro interino (
auditorios desta cidade, trara em praga public
do venda e arremata*io,. o cngenho Paulista, av
S- liado per 55:000 ; o engkenho Ginipapo, avalia
Spor 10:000 ; unia c.asa terrea a. 12, no pateo
S. Pedro Martyr, nesta cidade, avaliado
4:000,9000; bens estes pertencentes ao menc
nado espolio, e que se a cham hypothecados
commendador Francisco Goncalves Nett., e c
vio A prac a para pagamento da alludida hyj
^ onvido, pois, a todos os pretendentes e in1
w,' hdos, para comparecerem no referido din
hbra acima designados, afim de se-effectuarem
alludidas arrematacoes.
E para que chegue ao conhecimento de tod
mandei passar edital em duplicate, que serao, t
affixedo no lugar do costume e outro publics
pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aom
dias de outubro de 1884.
Eu, bacharel Francisco Lins Caldas, escriv
que o subscrevi.


QA


i;' Alfredo Simoes Barbosa.


SDECLARAMOES

Club Carlos Gomcs
^ JSARAO MENSAL
p O sarao deste mez se realisara no dia 18, po
S dendo os senhores socios procurarem os seus res
pectivos ingressos do dia 13 em diante, em ma
S do Sr. thesoureiro, das 7 as 9 horas da noite, nD
seie do club.
S Secretaria do Club Carlos Gomes, 8 de outubrc
i de 84.-0 2 secretario,
...'David Baltar.

Sal Gr Or.% aoNor.,. goBri',

.3.. ..3
eB De ordem do Sup.. Cons.'. Prov.. convido a to-
l) do os mmac.'. a se rennirm domingo 19 do corren.
: te as 10 horas da inanhi no predio n. 14 ao val d(
S Imperador, 3.o andar.
|| Or.'. Seer.'. Ger.. do Gr.-. Ori.'. ao Nor.'. d(
Bras.-. em 8 de outubro de 1884. (E.-. V.-.
SGr'.-. Seer.'.
''-B 1U. Ribeiro

7 Cemiterio public do

'Recife
o 0 administrator deste cemiterio, approximan
S do-se o dia 2 de november (dia de finados) con
S vida aos donos do* tutnulos e mausolics alli exis-
S tentes, bern como as diversas irmandades e con
S' frarias, que no mesmo cemiterio possuem cata-
cumbras, a mandar pintar e esual-as, como e d.
ii estylo. Ceiniterio public do Recife, 9 de outubrc
S de 1884.-0 administrator,
Joao Baptista do Rego.

IontPo 0 ittorrie o r 7Npzarono

S De ordem do Sr. president, communi.
Il co a todos os socics effectivos, que no dia
S 19 do corrente devein todos se achar reu
nidos As 4 horas da tardo na sede d'esta
1 sociedade, em assemblea geral, afim de to
mar-se medidas urgentes sobre o born an
S damento d'esta sociedade, como resolve a
commissAo fiscal da mnesma. 13 de outu-
bro de 1884.
Jose Maria Coelho,
10 secretario.

l lHospital Portua g oIB B fconcia
+ Achando-se em organisaco a nomenklatura de
todos os socios deste hospital, de ordem do 1Im
Sr. provedor chamo a attencio de todos os Srs.
socios effectivos que se acham em atrazo de men-
salidades para o disposto no art. 8D dos estatutos,
certos de que se atk 31 do corrente, n&o estivereni
S em dia, incorrera'o nas penas do referido art. 80
S dos estatutos.
Para este fim os Srs. socios effectivos que quize-
S rem pagar suas mensalidades, nio encontrando c
S respective cobrador, dirijamn-se a casa do Sr. Es.
S moler, & rua do Amorim n. 52.
Seeretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
S cia em Pernambuco, 14 de outubro de 1884.
Alvaro B. Dias Ferreira,
o10 secretario.
S A Camara Municipal da cidade do Recife
convida aos donors dos estabelecimentos commer-
ciaes das freguezias de Santo Antonio e BQa-Vis-
S ta,para virem aseecio competent aferir os pe-
sos, medidas e balancas dos meemos, no proximo
S mez de eutubro, sob pena da lei.
Pago da Camara Municipal do Recife, 24 de
S setembro de 1884.
Jose Candido de Moraes,
,1 Presidente.
.. Leoncio Quintino de Castro Leao,
Amanuense, nervindo de secietario.


Thesouro Provincial
yNesta reparticao pagam-se no dia 16 do cor
l.- rente mez os vencimentos dos professores do 1'
Xl' entrancia, correspodentes ao mez de julbo.
i'} Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 14 de outubro de 84.
'- 0 ajudante d, escnivao da receita,
: A. M. Saraiva Galv&o.

V Canaara U[aoielpal
B^' *'* Rdayo dos contrbuintes da freguezia do
Santo Antonio, sujeitos ao imposto sobre
o valor locativo e bebidas espirituosas,
Kcorresondente ao ecerdcio de 1884 a


1885, os vaessao chamados a vir pagar
dentro do prazo de 60 dias, a contar do
10 lo do corrente,. livre da multa de 50 por
cento,
Rua 1 de Maro
N. 1. Agootinho Bautoa & C., fazen-
das 1n :000t.
N. 2. Jo6 Nogeiras de Souza, livros...
1:700A.
^ N. 3. Bourgad & C., cbrrotoo, eftc.....

4 A. Pr anFwucioe* Fwasr i, ei% a-

1.:1.5 -1 *


:+:iI ,J .......... +: F _,ma4 W ll *Ir .-
I N. 1,3.!annel Joaqaim Pereir lo
SN. 16. Bernardino Duarte Capos s C.,
S lonea 8w.
i N. 17. Domingos Jos6 A. Guiparie;, fa-
1 zandas 1:000.
N. 18. Dias Silva & C., alfdato 6005.
e N. 20. Vianna Junior & C., cal6ado....
1.-204)5.
e Na. 20 e 20 A. 'Francisco Gurgel do Ama-
ral,fazcndus 1:500J.
N. 21. Joaquim Ferrecira Campos & C.,
S dita 600J"
SN. 23. Manoel Mirtisn Fiuza, bilhetes
de loteria 6005,
N. 25. Bedel & David, relojoeir3 8(C0.
SN. 25 A. Jose Bernardo Peniche, bar-
" beiro 1205.
e N. 25 B. Ramos Irmaos, fazendas 5005.
SN. 17 A. Dr. Laurino de Moraes Pinhei-
ro, escriptorio de commissbes 200A.
Run do Imperador
Ns. 3 e 5. Henry Porster & C., farinha
0 de trigo 2:0005.
SN.9. Manoel Goucalves Agra, carros fa-
e nebres 1:2005.
N. 11. Joao Correeiro C. de Mello, cor-
reeiro 2405.
0 N. 12. Lopes & C.,fructas, etc. 6:05.
e N. 14. Dr. Jos96 Joaquim de Oliveira
Fonseca, typographia 400S.
N. 16. Antonio de Souza Braz, moveis
6005.
N. 18. Machado & Santos, marcineiro
300A.
N. 19. Antonio Bernardo Quinteiro, car-
ros funebres 4005.
N. 20. Jose Angelo Pereira, ourives....
1205.
9 N. 20. JoAo F. de Amorim Lima, mar-
imorista 1205.
1 N. 20 A. Gailhermino R. Lopes, lytho-
graiphia 300i.
N. 22. Thomaz de Oliveira, moveis 600A.
N. 23. Francisco de Paula Mafra, carros
fuuncbr-s 8005.
N. 21. 0 mestno. carros de aluguel....
4005.
N. 24. Miguel J. da C. Meira, moveis...
4005.
N. 25. Candido Pereira da Silva, canrros
de aluguel 4805.
N. 27. Jos6 Joaquim Marrocos Pereira,
dito 8006.
N. 28. Paulino de Oliveira Maia, mer-
cearia 600A, bebidas
SN. 30. Jos6 Joaquiin de Miranda, cigar-
ros etc., 360S
SN. 30 A. Jose V. de Nogreiros, ourives
500.4.
N. 31. Francisco J. A. GuimaraIes, can-
deeiros etc. 600,;.
N. 32. Julio Fuerstemberg, joias 7005.
N. 32 A. Emproza T'lephonica, telepho-
lie 600S.
N. 35. Joao B. de Oliveira Fraxedes, me
chanico 2403
N. 38. Antonio Pinto da Silva, pharma-
cia 1:000A
SN. 39. Viuva de Germano P. do Maga-
lhafs, casa mortuaria 3005
SN. 40. Vitello Ferreira & C., mercearia
6005, bebidas
N. 41. Empresa do gaz, escriptorio 4005
N. 44. Antonio Josa de Abreu Ribeiro,
pharmacia 4505
SN. 45. Jose da Silva Pereira, mercearia
400J, bebidas
N. 45 A. Eduardo M. dosSantos, ouri-
ves 1805
N. 46. Correia & C., escriptorio de com-
misses 600A
N. 47. Jose de Vasconcellos, typogra-
S phia 1:400U
N. 49. Silvat Fernandes & C., moves
S4005
a N. 50. Joao Joaquim Alves de Albuquer-
a que, typographia 4000
N. 52. 0 mesmo, livros 500A
N. 54. Allredo iuimaraes & C., altaiate
600O
N. 55. Victor Preale, mnusicas 4005
N. 57. Machado & Pereira, fazeudas. .
1:0005
N. 61. Nogueira Lima & C., bilhetes de
loteria 480-5
N. 63. Adolpho Marques dos Santos, ba-
hus 8005
N. 65. Antonio Lopes Braga, cigarros
1-80$
N. 67. Guimaraes & Sobrinho, .bahus
4005
N. 69. Vicente Ferreira da Paixao, bar-
beiro 3005
N. 73. Joae Ca,,alcante de Albuquerque
Uchoa, typographia 1:0005
N. 75. G. Laporte & C., livros )005
N. 77. Azevedo & Main, mercearia 3605
hebidas
N. 79. Herminio Rodrigues de Siqueira,
bahN. 4005
N. 81. Francisco Jose Leite, mercearia


S 6005A, bebidas
SN. 83. Mattos & Campos, bilhares....
1:800,, bebidas
N. 79 A. Barao de Nazareth, escriptorio
0 de commissues 4205
Caes Vinte e Dous de Novembro
Ns. 6 e 8. Jose R. Climaco da Silva, ser-
raria a vapor 1:8005
N. 24. 0 mesmo, madeiras 4005
N. 26. Arthur & Santos bilhares 6005,
bebidas
N. 28.- Viuva de Claudio Dubeaux, pol-
vora 3005
N. 30. Jose Antonio dos S. Cousseiro, bi-
lhares 84Q19, bebidas
N. 86. Jeronymo Gomes da Fonseca, ma-
teriaes 4005
N. 42. Antonio Jose Felippe Santiago,
restaurant 6005, bebidas
N. 44. Zeterino Valente & C., mereearia
6005, bebidas.
N. 52. Barba Coutinho & C., fazendas
N. 79. Santos & C., does 20015
N. 79 A. Jose Caetano da Silva, typo-
graphia 2405
Rua Duque de Caxias
N. 2. Jose Joaquim Pereira da Silva,
mercearia 2405, bebidas
N. 15. Jose da Silva Nunes, cocheira de
carro s 9005
N. 16. 0 mesmo, idem idem 300t.
N. 18. Aristides Xavier Lopes, bilhares
1805, bebidas
N. 19. Manoel Antonio de Azevedo Pon-
tes, alfaiate 1005
N. 20. Olympio Adolpho de Barros, mo-
veis 1605
N. 22. Alfrfcdo Figueiredo & C., barbei-
ro 2405
N. 22. Victorino d'Almeida Rabellamar-
cearia 3001, bebidas
N. 24. Rodolpho Jayn e G. da Silva, ca-
belleireiro 1005
N. 25. Anselmo Ayrns de Azeredo, al-
faiate 200$
N. 28. Antonio Ribeiro da'Costa e Silva,
typographia 480 .
N. 29. Baptista & C., moveis 5005
N. 30. Beirao & Almeida, padaria 5005
N. 31. Luiz Jose da Silva, move 2005S
N. 33. Melehiades F. d". Chagai e Sil.
va, altaiate SOD
N. 85. abio Xader d o ca,
pharuiseia 2605^
N. 37.Afredo. T. os ato., oveis
3000
M. 39. M. J. de Miraimnda, id-ML91o
36005
Ns. 40e42. Maoel de F agir8 Faria

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X,43. Guerra- Fw & pVeq, F 4 &sen4 n

1:8000


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205000



20000


205000


Ili-^1 *.'


N odeA, 'eW-ARodrip diSilva, feo3r
r agenda 700A
N. 57. C0 o dalvea B a doe Satcw Cd ,
pharwoaia, ,4 :a00.
N. 58 Joaqu.mn Lu To eiira .& C.,
idem, faadas, 600.
N. 59. Carneiro da Cunha & C., idem,
600S. -
N. 60. Jolo Barboia d4 Crvalho, cigar-
ros, 4005
N. 60 A. Antonio Jose Moreira & C., fa-
zendas,6005.
N. 61. Custodieo de Mendona & C., idem.
1:000,
N. 62. Mendonga Prime & C;, idem,..
50005.
N. .63. Pedro Antunes & C., miudezas,
1:000;.
N. 64. Antonio Pinto di Sve & C., fer-
ragens, 4005.
N. 65. Guimanrles & C. faiendas, 800.
N. 66. Sobrinho Carvalho & C. idem,..
6005.
N. 67. Rodnigues & Spbral, alfaiate,....
8005.
N. 68. Azevedo & C., cigarros, 400E.
N. 69. Rodnrigo Carvalho & C., fazendas,
9000.
N. 70. Jaosn dos Santos Oliveira, ferra-
gens, 6005. -N
N. 71. Manoel Alve s Correia, fazendas,
1:2005.
N. 72. Antonio da Fonseca e Silva, fer-
ragens, 6005.
N. 73. Fanando Silva & C., fazendas
1:0004.
N. 74. Jacintho de Avevedo & C., ferra-
gens, 8005
N. 75. Rozende & 'Tavares, fazendas,
800S.
N. 76. Guilherme Porto & C., idem 600.
N. 77. Joao Bezemrra & C., miudezas,.-.
720,45.
N. 77.A. Pedro Maria & C., idem, 7205
N. 78. Antonio Rodrigues de Souza & C.
ferragens 1:000
N. 79. Manoel Rodrigues d'a Silva, idem,
60000.
N. 80. Coutinho e Souza, fazendas, 500a.
N. 81. Flores & Aguisr, idem. 1:200.
N. 82 e 84. Narciso Maia & C. idem,
.:540J.
N. 83. Mendona a & C., idem, 700a. s
N. 85 e 87. Faria Neves & Cordeiro,
1:2005.
N. 89. Graciliano Martins & C., pharma-
cia, 6001.
N. 90. Almeida Duarte & C., fasenda,
1:000J.
N. 91. Maia e Silva, & C., miudezas,
600$.
N. 92. Ferreira Bamrbosa & C., caleados,
1:20041.
N. 93. M. J. Ribeiro & C., niudezas,



300,?.
N. 94. Albino Amorim & C., fazendas,
1:000.
N. 95. Ferreira Guimaraes & C., ferra-
2ens, 40054.
N. 97. Arthur Bastos & C., miudezas,
600,.
N 99. Netto Campos & C., idem, 600?.
N. 101. Emilio Pereira Abreu, idem 3005
N. 103. Barbosa & Santos, idem, i600.
N. 105. Santos Selva & C., ferragens,
3005.
N. 107. J.ao de A. Almeida, miudezas,
40U.
64. 109. Costa & C., idem, 400Z.
N. 113. Manoel Vieira Neves, idem, 300,4.
N. 115. Vianna Castro & C., ferragens,
60 8.
N. 117. Nunes Fonseca & C., miudezas,
6004.
N. 119. Casimiro Fernandes & C., ceora,
6005.
Rua do Livramento
N. 1. Albino de Paiva Ferreira, calado,
700X.;.
N. 2. Andrade Maria & C., fazendas,
1:200.
bebidas.
N. 4. Rodrigues Fmagoso & C., fazen-
'as 6005.
N. 5. Joao Baptists do Mo ueas, cal-ado
3005.
N. 6. Leito Bastes & C., chapeon de sol
6005?.
N. 8. LoSreivo Main & C fazendas
80015.
no. 9. Joao A. L. Alves, caleado 3005..
N. 10. Victonino A. Monteina, fasendan
6005?.
Nn. 11e 13. Joso Francisco Poudad, cal-
mcado 7005?.*
N. 14. Silva & C., fazendas 6005.
N. 15. Joao Aifredo do Carvmalho Jam-
uior-, ca1cado 2405?.
N. 16. Arantes & C., mercearia 5005j,
bebidas
N. 17. Joao Francisco do Andrade, bar-
beiro 2405.
N. 18. Manoel Dias da Silva Guim-ares,
fasendas 48051.


N. 19. Bernardino da C. Maia & C,
calcado 4005.
N. 12. Alves de Britto & C., fazendas
8005.
N. 20. Jeaquim Agostiuho & C., dita
1:000A.
N. 21. Joaquim Ribeiro da Gama, mer-
cearia 400A, bebidas
N. 22. Laurcuttino P. du Carvalho. fa-
zendas 5005.
N. 23. Francisco Ribeiro Soares, calca-
do 200A.
N. 24. Braga Sai, idem 1:200A.
N. 25. Miguel Isabella & C., miudezas
5006.
N. 26. Magalhaes & C., fazendas 6005.
N. 27. Antonio Manoel Fenr.andes, cal-
cado 3005.
N. 28. Joao da Cunha Vasconcellos,
mercoaria 6005.
N. 29. Jose Lopes de Miranda, calcado
6004-
N. 30. Fragoso & C., fazendas 6005.
N. 32. Joao Rodrigues de Mosa d& Ir-
mao, dita 7205.
N. 33. Christovlo J. A. Guimaraes, sel-
leiro 3005.
N. 34. Araujo Mello & C., cigarros
2405.
1. 35. Albuquerque & C., calhado 240A.
N. 36. Viuva de J. A. de Macedo, cera
1504.
N. 37. Joao F. Ferreira Junior, calcado
3005.
N- 38. Lopes & Araujo, mecrealia 400d,
bebidas
N. 38-A. G. Dutoy, relojoeiro 1805
N. 39. Luiz de Albuquerque & U., cal-
cado 4005.-


20oo000


20o000oo


20000


205000


Kua da Penba
N. 1. Manoel da Silva Pinto, alfaiate
1205.
N. 2. Josa Januario da Silva, ecigarros
2001.
N. 30. Idalino de Souza Lima, taman-
cos 100A.
N. 4. Manoel Antonio Cardoso, barbeiro
1000.
-. 5. Francisco das Chagas Monteiro,
latoeiro 100. -0.I
-N, 7. treiPtr&OQ,< ftimado vi-
N. 8. JiIo Texeci'ra & mercear*
4005, bebabs 2501)
'N. n11: i & C., dita 360, lbbidt A -
N. 31. Jose Domingue da Slaj t urs .
dot, 10M~.
1. DM emardnoFerreirft Praa, mer- -
Ste++ia ; buida 20r00
H "u'd-o- V iq*d M' 'Iu ma-
$ .I .......I* "' 4 I
Ui4at04jjZ"N20


*, '


ro 1805.
,4. 14. Francisco Tcixeira Barbosa, fu-
nileoro 3000.
N. 16. M. J. A Ribeiro & C., mercearia
5001, bebidas 205000
gua de Marcilio Dias
N. 2. Anselmo de Jesus Carvalho, funi-
l1ro 200W.
N. 3. Antonio dow Santos Lins, pintor
1505.
N. 4. Joao Rafino Barbosa, mercearia
3(10, bebidas 205000

Consulado Provincial
Alteraqoes para mais encontradas nos alu-
guvis dos predios urbanos na freguezia
de Afogados, relatives ao exercicio do
1884 a 1885, polo langador Jos6 de Pi-


nho Borges.
Rua Direita n. 6. Uma casa terrea ar-
rendada por 360000
Dita n. 8. Urna casa terra arrendada
por 360?000
Dita n. 56. Ulna casa terrea arrenda-
da por 1685001
Dita n. 84 A. Uma casa terrea arren-
dada por 1685000
Dita n. 96. Umna casa terrea arrenda-
da por an -2004000
Dita n. 3. Um sobrado de um andar
Comjardim ao lado arrendado por 1:2005000
Lafgo da Matriz n. 1 Uma casa terrea
arrendada por 1445000
Dita n. 3. Urma casa terra arrendada
por 141O000
Run da Estan.io n. 1 A. Adelaide Mi-
nervina de M. e Silva, una casa
terrea corn sitio 30000(W
1" seecAo do Consulado Provincial, 14 de outu-
bro do 1884. -
0 chefe,
J. H. C. de Barros (-ampedlo.

Camiara municipal
Despesas feitas corn a limpesa das ruas, pragas,
eaes, points e travessas das fregueias de S.
Fr. Pedro Oongalves do B ReeM. Santo Anto-
nio, S. Josi, Boa-Vista, Graca, Afogados, Var-
zea e 8. Lourengo, nad. semana de 6 11 do
corrente meta.
Despendido corn as folhas da limpesa da
freguezia de S. Fr. Pedro (ongalves
do ecife 171840
Idem idem 1& fireguezia .de at8 An;,
tonio 2 .1
Idemu idemmad f rgueaia de S.Jose V-t?4
ldemidewd*ti o&.aia do oa-Vi4ta 1614
Ide i4. e fsurv ia da Grag g410611
Ma didm da e. wi> de Afogado4 20#M0
*i& i d ... dosisda a .. e 154"
IW idemn d deo. 81. lk 340HO
?:^: :'*- +/+ -+ 1 '


eavu& FteitO614 p4arit60019.
-19. xuneilt^ tage S&Q.860&9.
,19 A 1,24- Joaquim C.de Agiair, funilei-
'W. 13. Maria-C daCrna,quitanda
N. 15. oQviao qLio oei3a FonteO,
barbelo 4000.'
KN, 16. EpaZniuondasXM S. Gouveia, ly.
thograp'4ia 240,
N. 17. Manoel Tavares Moreira, fazeb-
das 240J.
N. 18. Cellavo & C., dita 240$.
N. 19. Joao Pradines, cutileiro 1501.
N. 20. Paulino da Silva Pinto, alftaiate
200W.
N. 21. Severina Maria dos geis Siqueira,
passaros 2405.
N. 22. Joaquim Innocencio do Eipirito
Santo, funileiro 240g.
N. 23. Marianno Jos6 Travassos, louga
de barro 3001.
N. 24. Leoncio Silveira Pinto, alfaiato
240A.
N. 25. Francisco de Sousa Martins, lou-
ca de barro 3005.
N. 26. Costa & Irmno, fazendas 200;.
N. 27. Germiro de Souza Mafra, alfaiate
300A.
N. 29. Luiz Rodrigues de Araujo, hotel
240j, bebidas 201000
N. 31. Fernandes Primo & Ferreira, mer-
cearia 860A, bebidas 20%000
N. 31 A. Joao. Francisco Pereira Lan-
dim, idem 3605 bebidas 205000
N. 33. M. J. Teixeira & C., miudezas
8005.
N. 35. Alvaro Joa6 Pereira, camisaria
4804.
-. 37. Jose Joaquim Pereira da Luz,
mercearia 45015, bebidas 204000
N. 39. Franklin de V. Lima, idem 2405,
bebidas 205000
N. 43. Jos6 F. dos Santos Bastos, refina-
V0 780S.
N. 44. Joaquim Gaspar Leitio, qui-
tanda.
N. 45. Domingos G. de Amorim & Ir.
mao, mercearia 400;, bebidas 20000
N. 46. Manoel Soarns de Amaral & Ir-
mao, idem 6005, bebidas 20;000
N. 48. J. Rodrigues das Cotias & C.,
pharmacia 4005.
N. 49. Antonio Bento de Campos, mer-
cearia 200O.-bebidas 205000
N. 50. Loarengo Rodrigues da Silva,
chapeos de sol 1201.
N. 50 A. Americo A. Ferreira, barbei-
ro 1005.
N. 51. Antonio Jorge dos Santos Junior,
mercearia 2001, bobidas 20J000
N. 52. Jose6 Carneiro de Faria, quitanda.
N. 53. Maria Feliciana Travassos, loupa
de barro 240.
N. 54. Jose Affonso Ferreira, barbeiro
240A.
N. 55. Belchior M. dos Santos, marcinci-
r o 3005.
N. 56. Joao Antonio de Farina, loja de
passaros 2405.j
N. 57. Fonseca Filho & C., deposit
3001.
N. 59. Joaquim NicolAo Ferreira, talho
4004.
N. 58. Manoel Joaquim Tavares, depo-
sito 3005.
N. 60. Archanja Maria do Rosario, qui-
tanda.
N. 61. Pinheiro Silva & C., mercearia
"300j, bebidas 205000
N. 62. Joae Braz da Conceicao Silva,
phaimacia 400U.
N. 62 A. Adolpho & C., cigarros 150A.
N. 63. Faria & Medeiros, merceria 3605,
bebidas 20A000
N.. 65. Joao Ferreira & Irmao, idem 2405
bebida s 20000
N. 67. Romao Jos6 da Silva Marques,
idem 3005, bebdas 20J00
N. 69. Luiz Ferreira de Almeida, idem
2404, bebidas 20000
N. 71. Dcodoro Manoel dos Santos, bar-
beiro 2405.
N. 73. Henrique G. Dias, mercearia
4805, bebidas 20600
N. 75. Albino da Costa Ramos, idem
3005, bebidnai 205000
Travessa do Marquez do Recife
N. 1. Pedro Francisco dos Santos Costa,
pintor 1805.
N. 14 A. Lucidato Pereira Lima, alfaia-
te 1205.
N. 15 A. Geraldo & Alcantara, dorreeiro
2405.
Primeira Travessa do Duque de Caxias
N. 2. Luiz Ceciliano de Franca, marci-
nemro 3005.
N. 4. Francisco das Chagas Mascare-
nhas, aifaiate 1205.
N. 6. Joao Frcderico Naso, fabricante de
chapeos 200l.
N. 8. Alfredo & Ferreira, mercearia
3005, bebidas 205000
N. 10. Guilhermo F. da Cruz, marcinei-


Thesouraria de Fazenda de
Pernambuco
Pagamento de dividas de exercicios findos
Pela Thesouraria de Fazenda se faz public,
que, em virtude da ordem do Thesouro Nacional
ob n. 142 de 20 de setembro ultimo, se effectuarai
o pagamento) de dividas de exercicios findos, aos
credores infra declarados :
l)r. Francisco Tavares da Cunha Melfo 2504000
Urbana Vicente Ferreira 1545675
Jose VariceslC o Carneiro 197-5100
Bellarmmo Gonpalves do Nogueira
Farins 70060
Severiatin. Francisco do Naseimento 3 200
Benedicto Reinaldo da Silva 14210
Manoel Joa(qiii'n Alves da Costa 1894817
Fielder Brothers 1:467#W0
Francelina Velloso Barreto 724000
Manoel Joaquim da Silva 476743
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 13 de
outubro de 1884.-0 secretario da junta.
Faanzisco Antonio de Oliveira e Silva.

Faculdade de direito
De ordem do Exm. Sr. ieonselheiro director, faco
public que n) dia 20 do corrente eouecarl;i a
inscnipio dos u(i c pretenultre|i lrcst;ar cxames
de linguas, sendlo eimrrada no dia 10 de noveni-
Iro proxtmno viudouro.
Os prcteudeuntes deverilo (x2.ibir aittstajdo de
habilitaao, o qu:itl sera pas3ado por professor lc-
galmente autiorisado, no inesmii lequcrirncnto em
que for requerkida a inscrip*o, coin a declarapao
nelle feita polo reospoctivo professor, do ser a let-
tra e a assignatura do proprio punho di alumni a
quem der a attestagao.
Declaro tambem, de conformidade corn o aviso
ae 16 de julho de 1881, que do dia 15 em diante
estarA aberta a inscripao para os exames vagos,
de que trata o 10 do decreto n. 7247 de 19 de
abril de 1879, send ditos exames prestados por
anno, de accord corn os estatutos vigentes sobre
as seguintes condi5es :
11 apresentato das certidues de exame das
materials exigidas como preparatorios para a ma
tricula da Facaldade, ou das que antecedem a dos
exames requeridos na ordem do curso.
2* prova de identidade de pesesa.
34 pagamento da importancia da matricula na
proporgao dos exames requeridos.
Secretaria da Faculdade de Dircito dQ Recife,
13 de outubro de 1884.-0 secretario,
Jose Honorio B. do Menezes.
SOCIEDADEI
Uniao commercial benefieente


dos miercieiros
Aseemjblda geral
De ordem do Sr. president do conselho fiscal,
convido os senhores socios para se reunirem na
sede social sexta-teira 17 do corrente, As 4 horas
da larde, afim de reunidos em assemblea geral,
assistirmns a prestagao de contas apresentadas
pela directorial. Recife, 15 de aoutubro de 84.
0 1- secretario,
Albino de Souza Asevedo.


Juio do anseales deOIda


. it o di
Dr. join de d


rrte, depois da audieneia do
firl pra para seor vendido
to da M adei em Beberibo,
f do preto liberto Francisco
8 ayalisdo em 830000.
I Dlhito
. Sr. conselheiro director, fago
-ata Wt o dis 24 do-Coente
wticula de encerramento doe
sa #t*ldade, podendo '

^eltede Dhreito do Recife


-.16 A who art 76 do regulsim!Ito4a
euitanisa dos poito. 4 extansiva is oankan do un
s6 pio, porqu e se empregam defacto notrafego
do portoe rioe adjacentes, e como taesOOtaa-
besm ujeitas, juntamente corn QB seaus thnpoates,
aon arts. 64. 73, 74 e 75 do referido regulamento.
20 Para nlo reprodunir-se o abuso de cobrar-.se
mais de uma vez-emolumentos devidoes pel ma-
tricula de qualquer das citadas embareagoes, e
em duplicate as custas do process de intimacao,
cumpre que se tomne effective o disposto no aviso
de 14 de margo de 1864, relativamente A averba-
cAo, e portanto, que no verso de cada matricula
oq licenga, e em geral em todos os papeis ou do-
cumentos expedidos on entregues pelos secreta-
ries das capitanias dos portos se especifique o
quantum e as proveniencias dos emolumentos co-
bradon.
Capitania do port de Pernambuco, 15 de outu-
bra de 1884.
0 secretario,
Antonio da Silva Azevedo.

Santa Casa de lisericordia do

Recire
Do ordem da Illma. junta administrative, faco
constar quo deixa de haver a festividade de S.
Pedro de Alcantara no hospital Pedro II, no do-
mingo 19 do corrente, por se acharem cm obras
algumas das enfermarias daquelle estabelecimen-
to, celebrando-se somente alli uma missa resada
As 9 heormas da manhi. -
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 15 de outubro de 1884.
0 escrivao,
Pedro Rodriques de Souza.

Sociedade Reereativa Juvenlude
Soiree semestral em 19 do corrente
SSientifico aos senhores socios que nao haven-
do ensamo e recrelo domingo 19, a soiree semes-
tral principiara As 7 1/2 horas da noite.
Assim como pede-s e as Exmas. senhoras s'm-
plicidade nos toilets.
Recife, 15 de outubro do 1884.
0 10 secretaric,
Manoel Bandeira Filho.

Obras publicas
De ordem do illm. Sr. engenheiro chefe, fao
public que, em virtude da autorisa"ao conmeedida
pelo Exm. Sr. president da provincia, vai em
praca no dia 18 do co-rente, .ao mei dia, a pintu-
ra de que precisa a ponte do Afogados, orcada
em 1:1614500.
0 orcamento e mais condiV5es do contrato se
acham nesta secretaria para scream examinados
pelos pretcudentes.
Secretariat da repartiaio das obras publicas3 de
Pernambuco, em 11 de outubro de 1884.
0 amanuenso servindo de official seerectario,
Basilio G. Ptreira Rodrigued.

Club S. Jolo Evangelista
De ordem (do Director scentifico ans SrS. socios
que alem d'aula de inglez, est;i funccionando
tambem a aula de italiano.
Outro sinque do dia 16 por diarite cstara aberto
um curso noc urno de primeiras letris para as cre-
aiauas c adults gratuitamente fornecendo o club
o indispensavel para as pobres.
Seeretaria do club S. .Joto Evangelista em 12
de outubro de 1884
0 necretario
.4ffownso LuciG.
Institute Litterario Olindense
S8o convidados os 8rs. socios a se reunirem em
assemble geral, domingo 19 do corrente, As 10
horas do dia, na resectiva sede, afim de cumnprir-
se o disposto no 4' artigo 3". -0 1- secretario,
Faria Neves,
companhia Loeomotora Pei-
namibmeana
Nos teinnos do art. 59 dos estatutos, snao convi-
dados os senhores accionistas A realisar a 4a
prestacao de suns entradas, a razao do 10 0/0
sobre o capital das accuts eubscriptas. Pars
este dm podem dirigir-se A case n. 56, primeiro
andar, run do Marquez de Olinda.
Recife, 13 de outubro de 1884.
0 thesoureiro,
A. G. Miranda Leal.


COMPANHIA


IMPERIA


r4EGUROM CONTRA FOGO
EST: 1803 -
Edifcios e ntercadorias
Taxas balxa.
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Lrico-comica Italiana
DIRIOIDA

Pelo actor Luiz Milone

Elpr z Mlo0e & StION!
1l.' RECKTA
16.' REPRESENTA(AO

Quinta-freira 16 de Outubrode 1884
Important espectaculo variado!
Subira a scena o belissimo drama em 2 ac-
tos em que a actriz Sr.a NAGRHEL faz o difficil
papel de protogonista merecendo o mais complete
e feliz exito cm toda a part onde foi represen-
tado :


GAIATO DE PARIS
Part Memnda

Esplendido intemedio lyrico
L.a-Romanza pelo Sr. Baracchi.
2.a-Cclebre cavatina d:i opcra-TRAVlIATA-

Pela Sra. Springer
3.'-Granude ria-BiLI,(0O IN *ASCHERA

Pelo Sr. Dominici
Part terceira

GIRAHIE EO6IA33..LI
Pela I..' vez o engaeado disparate lyieo-omi-
co em 1 actor inteiramente novo nesta cidade e re-
presentado com grandes applausos na CORTE
pela Real Companbla Itallana TES-
SEBO I



Mascarada de palha os
Que sera

Umin escandalo no Thea-

tro Santa Isabel
Tomando panrte toda a cmpanka


Bonds para todas as linhas..
Trem ate Apipucon.
PrincipiarM a 8 horas.

----affli Il iI


CO"PAkNB DES& BRA43BU-

LINHEA MENSAL


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em Lisboa, mra dos Capeiutas n. 75. ;
Po, rtorua dos Ingleaes.



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F




















- Et eperado dos portu" do
,sul ]no dirg-s 7deoutubro, e
? depois da demora necessaria
1segiirA para o
tara. e S. Tiolnumaz
tgens, e ecommendas, trsacta-


N.b


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pacific Steam iNavigation Companr
STRAITS OF MAGELLAN LMNE
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Britannia
SEspera-se dos portos
Ndd sul at6 o dia 23 de
ouutbro, seguindo pa.
ra a Europa depois da
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N 14- DOCOMMERCIO N. 14.
0 vapor
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ropa at,6 o din 2G
de outubro ese-
guirA para o sul
depois da demora
do costume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se comros
Consignatarios
Wilson Sons & C., iAmited
N. 14 --RUA DO COMMERCTO- N. 14
CONPANIEEA PElRNAEi3UCANA


Vavegajaio Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdo, Mossord, Ara-
caty, Ceard, Acarahlt e Camossim
~Segue no dia 20 de on-
tubro o vapor Ipojuea,
commandante Telles,
.s 5 horas da tarde.
Recebe carga ato 0
dia 18.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete atW
S As 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cases da Comnapanhila Pernambu-
|eana n. 12
ROAL MAIL STEAl PACKET
COMPANY
Grande reduepio nos preios das
passage us
0 PAQUETE A VAPOR
Derwent
BE' esperado daEuropa no dis
18 do corrente, seguindo de-
apois da demora necessaria
para
aeelo', Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Em consequencia das quarentenas nos portos
brasileiros, os vapores que sahem de Southampton
primeiro de cada mez deixam de fazer escala
por Bord6os, continurndo de tocar aqui nos dias
18 a 19, e os vapores sahindo de Southampton nos
S diAs 9 de cada mez deixarAo de tocar neste porto
e no da Bahia, indo em direitura de Lisboa a Rio
de Janeiro.
As datas de regresso para Europa nos dias 14 e
29 de cada mez por emquanto sem alteragao.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Commerel--3
Comnpanhia Brasileira de Nave-
gacao a Vapor
PORTOS DO.NORTE
Espirito-Santo
Commandante Joao Maria Pessoa
..* E' esperado dos portos do
"sul ati o dlia 16 de outubro
'" 'e seguirA depois da demo-
'-'^^^^ ra indispensavel, para os
|: ':"r- '---p. portos do norte at6 Ma-
nAos.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
rracta-se na agencia
46 RUA DO COMMERCIO 46
CHIARuBCIJs REUNIS
S Companhla Franceza de Navega-
| pio a Vapor
L L.a quinzenal entire o Havre, Lis
L*>< ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
:Santos
r Steamer
Ville de Maceio


Espmra-se does portos
do sul at6 o dia 18 de
outubro, useg .dod-
po da indispensma-
el demorpap 0o Ha-
ve corne eseala por


ent,


ram no


pott-1


-7u4,
e P-ort
& a,' ,
i 1'1 I"".l- 1 :"' '


P.


EL esperado de Trieste bre-
vemente e depois da demora
necessaria seguira para a

Bahia, Rio de Janeiro e Sanlos
Para carga, passages, encommendas e valores,
tracta-se corn os
AGENTS
enary Forster & C.
S8 RUADO COKMiAtClO -. N. 8
1.'andar
J I I i i


LEILOES
jP7Ifji.nr


i !:. 1 AVISOS MDIVERSOS
De moveis novos e n usados, 1 seretaria d mo- Aluga-se um quarto muito fresco, dentro de
,De moe es nevas earusados, r send retaria c1- um sitio no Caminho-novo n. 128 ; s6 se aluga a
no, roupas feitas para home, send palitets, ca !Io-o-A.-h-no. 128; __se -let a


.as, colletes e camisas, trens' de cozinha, colxoes,
travess-iros e diversas obras de ouro e plaquet.
Quinta-eifdra 16 do corrente
A's 11 boras
No armazem da ra do Born Jesus n. 51
Ao correr do martello
Por intervenSo do agent
Gusmao

Leilao
De jarros par. flores, candieiros a gaz, cops,
garrafas, escarradeiras, appareihos pars jautar,
ditos para chA, chicaras, pires e muitos outros ar-
tigos.
Oiitafk 16 o l0 bro
's- 11 horass em ponto
POR INTERVENAO' DO AGENT
Alfredo Guimaraes


No armazem da rua do Born Jesus n. 15
Leilho da Semana
Sexta.feira, 17 do corrente

Carmo e Silva
Mobilias nova e usada, de jacaranda e p'A'o car-
ga, guarda-Uvoatd -guard.4oua, conmoda.,
came mesa, elasticas, aparadores, pianos, cadei-
ras, sofas, marquezas, tear, machine de coetura,
quadros, espelhos, relogios, vidr a, ricas candieiroo
para gaz, miudezas, ferragens, phosphoros,-joias
de ouro e prata, relogios, revolver e outros muitos
objects que seruo vendidos sem reserve de pregos.
Ao correr do miarlello
AS 11 HORAS
NIa agencda


Igente Burlaniaqui

Leilao
Be trees jumentos braneos
80nta-rah 17 gocorront
A's 10 112 hormas
Nr rua do Imperador, em frente do sobrado onde
tern de effectuar o Icilao de moves. Os Srs. pre-
tendentes venbio a elles.

Agente Burlamaqui

Leilao
soxta-ftoir n 17 do COITOitO
A's 11 horas
Be moveis, lounas e espethos
NO SOBR4DO A RUA DO IMPERADOR
S N.22
0 agent aeima autorisado pelo Sr. Manoel An-
tonio de Macedo Sobral levard a leilao I piano
forte, uma mobilia de jacarandf corn pedra, Idita
de faia preta corn tampo de pedra, alcatita, 1 corn-
mods, I1 guard vestidos, estante e mez, santuario
novo, bergo pars crianna, mesa elastic de 3 ta-
boas, quartinheira, bancos, cadeiras de guarnicio,
apparadores,jarros, lanternas, copos, calices, com-
poteiras,, e outros muitos moves que cstarlo a
vista dos concorrentes. *


I ~jbc~


De generous, armagao e utensilios da taver-
na sita A rua do Vidal de Negreiros
n. 155,
Sabbado, 18 do comnte

0 agent Sivira devidamente autorisado pela
Exrn. vhwas do fdleczdo JoAo Bap~iat B. Rodmi-
gues Amida, leiva a leilao re erido generous,
4r urn ott mais notes, pr amanto dos- cre
does. .!
Garete-se asC behaves _
Agente Pestana
:II':Itia 1:


armazem da twM do VTgri
n. 12
POR INTERVEN(AO
Ao te, Pesta

Agenle lam

Leildo


GO AMIS~uwasra 0 IeWIaapor gemen4e a0sua
pt|a a jr ualqier toilet paria
Si-bpIOtS,)'i ., theatros, etc., eoen-
sOvaoi -pasi-bap~sdos.
":ql r ~:l':: l""r....Vende-se o estabelecimento de molhados a
ruf da Rod&an.a.48; a tratar no mesmo cown Eu-
e genieo da Silveir Dutra. r
s -P isa-se alugar uma asnea que seja boa
cosiheira, para cass de pequena faminla e que
io TenoriQ nao ten iMeninos ; a ratar na praca de PedroII,
antigo largo d( Collegio n. 77, primeiro andar,
DO Adas9A. e1) horas da manhi, e das 3 as 4 da
-DO tarde.
ma Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familiar : nra rua das Cruzes n. 36, 3" andar.


iq0ui


DE
Dueas casas lerreas
bIN lo, 18 go coMente
As 11 horas
NO ARMAZEM DA RUA DO IMPERADOR
N. 22
O agent acima per mandado e assisteucia do'
Illm. Sr. juiz substitute dos Feitas da Fazenda
levari a leilio a casa terrea n. 125, em chAo pro-
prio a rua do Conde da Boa Vista, outr'ora Cami-
nho Novo, e a de n. 4 a rua da Restauraqo corn
sotao no largo do Arsenal de Marinha, rendeudo
mensalmente 22j0(0, por alvarA de licenea do
Ihim. Sr. Dr. juiz de direito privativo e de orphaos.
Os Srs. pretendeutes decade ja poderio examinar
as casas.


Aluga se o 2, andar do predio n. 51 A rua
do Imperadclor corn grande e exeellentes commo-
dos para familiar, tern agua e gaz; tracta-se no pa-
vimento terreo do predio n. 10 A rua do Commer-
cio.
Precisa-s de uma ami a que s siba cosinlhar
na rua Nova n. 16.
-Precisa-se de uma eriada para casa de fa-
milia : na rua Nova n. 39, loja.
Aluga-se na Capunga, rua da Veutura, duas
baixas de capim, wna plantada, ao p6 da Sra.
viuva Pint), e outra contigua ao Sr. Dr. Jolo de
SA que esti por plantar ; assim comno o sobrado
n. 36 beira do rio Capibaribe : a tratar em
Bemfica corn sua proprietaria.
Preciea-se de uma ama que cosinhe e lave
pars urn caal sem filhos : na rua do Pilar n. 2.
Precisa-se de urma criada um pouce idosa,
para servi~ointerno de casa de familiar: na rua
do Livramento n. 31.
Aluga se a casa do Dr. Castelto Branco,
sita na povoacao do Beberibe, a qual flea alli en-
tre as duas ultimas estacoes, 6 bastante arejada,
acha-se limpa, tern muitos commodos, born jar-
dim, banho proximo de casa, murada, c corn gaz,
e uso dos fructes do sitio : trata-se corn o pro-
prietario A rua da Cruz n. 23.
Aluga rn-se duas pequenas casas A rua de
S. Joao ns. 52 e 54, ambas corn quintal, prego
12,000 mensal : a tratar no .mesmo lugar, das 9
is 10 boreas da manhL


genie soiteira, e tamocm se aprompta o catf e a Aluga-se #nU sitio e casas -em frente aos
comida no mesmro sitio, no caso de o morador que- bonds da TarreO'. na do Imperador 42 se
rer. No mesmo sitio se dira quem vende um xa- gundo andar.
rope vindo do centro do sertAo, para molestias do
peito e pulmo. Precisa-se de u ama ama para andar corn uma
crianga : na. rue das Crioulas n. 2 B, Capunga.
-Aluga.se urn born sitio e diversas a e.no a nga
principio da estrada da Torre : no hotel Recreio Aluga-se nma es. a ia runa do Conde da,
dacMagdalena. r a-Vista n. 117 (Caminbo*Novo), caiada e pin-
da Magdalen. tda de novo : a tratar na rua do Commercio n.
-- _________ 115, primeiro andar.
rt A- Aluga-se on vende-se a casna estrada do
RI A n Luiz do Reg6 n. 37 : a tratar na rua do Born
X~UJesus n. 51, armazem.
Precisa-se de umn criado de 12 w ,o,.ooB,-,
Florlano Correia de Uruito
a 1. a nno ; n rn Duqe e D. OAnna Candida doe Albuquerque Martins de
a annos, ad r u Duque deCa, ,Brito, seas filhos, genros e noras, convidam a
xs n p imor i ma d tpgra seus parents e amigos para assistirem as misses
S as n.42 po~r d -a ty r que, por alma de sea idolatrado esposo, pai e so-
1o, madam rear no dia 17 do corrente, pri-
phla do Diario. meiro anniversario de seu fallecimento, As 8 horas
_________________________ da manhi na ordem terceira de S. Francisco
Aluga-se a asa assobradada u. 19 da rua polo que Jesde jA econfesam eternamente agra-
da Ventura (na Capunga), propriedade do Dr. decides.
Jolo de SA e Albuquerque, a qual tern excellentes
commodos e grande sitio : a tratar na rua Pri- Cosinheira
meiro de Marqo n. 13.I& Cosi e
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 27 Preeisa-se de umea cosinheira que trabalhe corn
A rua Vidal de Negreiros ; o primeiro e segundo todo asseio e d8 informagio de sua conduct : a
do de n. 16 irua de Hortas ; o primeiro do de n. tratar na praa do Corpo Santo n. 6, primeiro an-
24 A rua do AragAo ; a casa n. 36 a ruae da Yen- dar paga-se bern.
tare, na Capurga, corn bonds commodos e recente- M 4 i
aaente pitada : a tratar na rua, do Hospicio nu- IiJO ld l
ro da32. -n i p.o* M onteir0 .o .
mer d. .. d n- Aluga-se o sitio da Canna-Fistula A margem
En o nmm adeira do rio ; a tratar em Joao de Barrowrn. 24.
g Parer iumlinapies de festejos
Precisa-se de uma engommadeira para case de, Balosin;os do papel do cores, muito bamato, ea
peace familia : narua Duque de Caxias n.8. eontos: na re Novaloja n. 16.r e


* 4 .


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Tern para vender, por preoes medicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas e bai;das.
Crivaces de diverssos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados models.
Portas de fornalha.
Bancos de ferro corn serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de qualqer cornertos, asentamrao mnachinimos e
quer trabalho cornm perifeigco ou presteza.


C


ixecut am quar-


GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE


ARRUDA


LUSTOSA
LUSTFOSA


&


C.


41.-04n do Rarao da Victoria..41
N'este acreditado estabelecimento se encontrarA, sempre um sortimento ; re-
pleto de pannos finos, casomira de todas as cores, propriea.para costumes e calascom-
cebemos directamente c'.)A, fauendas pr todos os vapores da Europa. Brim
branco e de cores, e today as fazendas tendentes d uma casa nesse genero de negoci0.
Aprompta-se costumes para luto em 12 horas. -
-lispoe de un pessoal -habilitado e corn os melhores elementos& par servir
w= =B 6P, e a qualquer pessoa que quizer honrar .eu estabelecimento corn suas
ncommendVs.
4l uadBardo daViora
,/; ~ ~ ~ In ., 1 :V: ,la bx ai ; 1"Og.


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maestros, amadores, etc.
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Le Carpentier, Methodo de piano, 1 vol. 4 encad. 5#e
elnnfsC para riscar livros, contas e outros papeis; do todas a grs
a1 s uras e feitios.
C lela Syndetikon, para collar vidros, porcellanas, cryataes, couro, mar-
Collamore, figures de alabastro, marfim, tartaruga, madreperola, ma-


ueira, etc., etc
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em urma casa, conservando-se inalteravel durante longos annos e resist a- qualquer
temperature mesaovaA agua fervendo.
Chromos e decalcomanias, grande sortimento. Chamamos a atten-'
S9o dos amadores para a importaute collecoo que temos de
artigos deste genero.
~PasselcS do velludo para retratos; o que ha de mais rico
tasse-pa rtoUI n'este genero para presents.
Desde 2# at6 12S.
at eiras dde cartso de lousa para notas, novidade, desdoe o prego
iai'rIUl s de 640 rs.
Albu para retratos e chromos. E' o melhoro e inais rico sortimen-
lunsO to de albuns que tern vindo a Pernambuco. De veludo, veau.
chagrin corn lindissimos chromos acompanhando os ovaes dos retratos; emfim 6 o mais
rico present que se pode fazer sem gastar muito dinheiro.
eseuho artigos completos para desenho models, crayons, papel,
De senho compassos e escalas de reduc"o, etc.
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Estados-Unidos uma colleccao important de tintas de escrever de afamado fabricante
CARTER'S
para a escripturaao commercial c cscriptos de importancia, compre-se a
Tinta flida para esreVera qual 6 chimicameute pura
ev muito limpida e nao cria
bolor nem engrossa. Escreve azul escuro, transformando-se immediatamente em pre-
to, bern preto.
Pora escrever negro instantaneo, compre-se a
Tn t az ne1ra uma solucao verdadeiramente chimica. Nio
iU am ul ng aenigrossa nem faz borra, nao corroe as penas
de ano, nem congela no tinteiro e resisted a acoo dos acidos.
Para escrever corn tinta brilhante de c6r, compre-se a
Tints violetA ~e urma c6r profunda e brilhante ; nao corroe nem
X v1 ioletl decompoe as pennas de ago.
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pre9os.
Chamamos, pois, a attengo das casas commeriaes, guarda-livros, escrivAes,
repartigoes publicas e qualquer particular que queira tinta especial, do vir munir-se na

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bro de 1884.

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Precisa-se de un ama par cosinhar e cornm-
prar : a tratar na ruaw d & i 16.

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A' rua da Imperatriz n. 53, prinieiro andar, se
preeisa de mulher de boa coadueta para comprar
e'cosinhar para familia.

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Aos 6:009
Bilhetes dam novas Ioterlas
Rua do Barao da Victoria numero 4
_,ta nova casa de bilhetes de loterias em favor
do fundo de emancipago, aeaba de vender nos
setfus afortunados bilhetes asorte de 50%000, ura
de 2004, outra de 1004, alem de muitas de 50M,
2",000 e 10, da loteria que se extraio em 11 do
corrente.
A mesma casa 2onvida aos possuidores a virem
receber os referidos premios.
Acham-se A venda os seus afortunados bilhetes
da 2& part das referidas loterias, que se extrahi.
rA teroafeira 21 do correutd

Aos 6:00$4


Rua do ia da V lais a. 3
Nesta casa vendeu-se a sorte de 8:0005000 n.
992 ; 1-000X n. 3006; assim como outras de 205
e 10000.
Estio expostes a venda os bilhetes da segunda
loteria que se extrahira no dia 21.

Perdeu-se
da travesma dos Bnedwis o aobrado grande usI
volta de ouro corn um corae d 4" AerneUlmaeaw-
nada, engastada, tudo de eiUro doilei, eahidla do
pescogo de uma menina : quem a tiver aeado e
*v4&a tvrna do Er. & r.ncisci Oames do Li-
vramento, us esquhia da& eanas tralesoa aeima,
sera gratificado.
Ama
Precisa-se de Uima aia para comprar e cofsi-
nhar, para caa 4ppea fzmi : a ratara
pateo do Tero n. 2, a segundandar.
PAecia-e de urma ama para cosinhar
uaias service : nas Cinco Pontas n. 152.
S- Aga-se urma grande casn cm Santo Ama-
ro, rua Lembranea do Gomes n., 4 muito friesca,
com gando sotao, cop& dous grindes qumtaep
murados e corn boa penna d'agnua : a tratar na
rua da Imperatriz n. 32, e a W A
na rua Imperial n. 128.
Alu-se o segu*b jpAtlr do oasha &4
rua de Marcilic Dias n. 79 : a tratar na r aDti-
que de CaxiatnB,54


} ra evitar duvidas
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America do Sul da afamada fabrica
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Hamburgo


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clinics. da Europ& (Paris e Loadres), bern como de uuaf-*ui t iim "e r
bastante complete, praticaqualquer opera(;o pelos procefse:.i milis mo-
demrnos.
Trata da elephantiase dos arabes pela electricidade e pela electrolyse
(noyo tratamento).
Estreitamentos do recto e da uretra sem d6r,pela electricidade.
Opera os polypos do utero pelo-processo da sua invenAo, sem dur
Tratamento-curstivo dag gonorrheas chronicas pelo method das in-
tias Hydroceles sem injeciao.
Optra as fistdlt vsieo-vagiaes pelo process americano e prolapsos
completes. do ut o pela elytrorthaphia medians.
Mol.estias da gar &ta e do punlmes pelo spray a vapor, medicac@o
topic. mole vhem e d pelle. Emntos
Syphilis, molestaes venemea e da polio. Embaisamamentos


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}i ~Notas, Pernambuco,
Porto 8.e0., io |
S Rio de J ehaj SAntgo de
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Sua iopulai
Sas cos li


a em i8e7.
y t~oexteII-


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Nesta 'awa tem *(


alts


-


_cii~p605 pAr.s fe1


nens,, senhor"a m-,
modia e do Paris o
e preeqa modlcos.


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a propria pcss, restituir para sempre. sem alteraCio, aos
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46

1^
1'4

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U ieof baIrto as seas mereadorias exp6iem apra


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(cm sea:
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OWES avariados, a 36500 a pega!
',yS avariados, a 3500 a peaI! que pechincha!
RAS de algodlao a 400 e 50) rs. o covado, aproveitem!
ES de bramante a 26200 nih b beom btm!
AS de gaa. torradas, a 26800 uma "
ardo liso, 320 rs. o covado!
D0 t8 io, a 10, 14500 e2000, que pechincha!
Sd bao do mar, bemrn costurados, send# para sahoa 19 ,)000

ltm 46os, 5a0O0 0..a duia. .
NM eoawpo, a 600 ins. o vado


000 a2d0,i
a 240., 20e


320 rs. o covadot


iw "Mas U Argt

















L.E ROY
:A q~io o ^nM-^aj of dafift









B ao remedle mats antqgo e o
J mak unvarvsalmente empi-
gado contra todas &s molestias
epldemrnleas ou outras, causadas
pwla alteraAo dos bumores.
_k^ M !'^S^ ^& t ?







Spreiwara axclubvam'lte um Ph"Mimis
VOTTIlOnod o IN ROY
Rauds Seiuersalmam Paris
1 SdoCotatuss leia(


.^., t Aiivio immediate e Cira ccm a
/nHEMORRHGIUAS POMA M ROYER )
a is s do Anos R uaat-KtiAespn, 5, PAM.gS


..^ ^. .... ....., ..- ...... ,. ,
". : .-^L"_ .- '
':*: c--., /, ,,_.- i ,W ;' Nd.,,,:;
f ;.-I ," : :G;\L.. IYarmaceutico em Borders'
o '.a.s u n Juz, ce:itrzui do Hygisso do BrwanL
| '* -.'-.;., ::,,.;- .... ,i, r pt-io, :-s qu esido acoirmmettuias do Toe i,
S G.ti~ttu.,'out.e, u, .....-. iUtttr'hoa, B,'oitchiies. Rontuiiddes. Extincdo do
t.;i: ."; VO 1, c .,Alim, pot is;! flcar cert's de encoutrar urn m lIompto allivio, e con-
i' i- -.v ut ,a ciura comietai corn c uso dos priitem4tihadamfeos pidnhS
-M".st u t1, coliicatl~ &- ,,x-iav&mo w e L.asae. i
F- ? a ba Noo elva a m parca de faboeia, M t.rma A
NIJ "no dkt GIMAOXLT & -C
|l~fl.J- PAR, fl, UA Vf~lwQ"K'; E NAS PB1HGICI 6 BAM,~ L8 -^|*i





ISezta aimos po EApca iem oaM|
e do bom ao Ima dousomtrado a "T.e -tmtestavl )0st vn ja o U ,tf
"""ito" parn ortar as n sw *uevttar o eo reap
bova qnqab1, 3 ida4@do "SBazgue, at MeP
|qM dWteO, Xinfeirmldskes uervoeAs, a oebidade causqdla la e ade ou an e q Co
EM Vt ain, qu, contft male prin6!ploe satlvs do qw os prepeaedWtO iud'm pJ'SO
XWleJ elevsdo.-NIo so deo abjaear contra o pre em vista d osoa45oha sulecla ao mw=&BeMuto.
S Pharmaoia C3-. IS 3 J ', 378, r BtUnt-oUor, .PARM
| 4^ ^ac1@? SPr am:ugO A.14 At4. SMVAkb400


or/


Appr-vado pela Academia de Medioia de part.
ApIIoYdo pela Junta Central de oMygio pubiioa dw Dai.


0 Professor H6rard encarregado do Relatorio i Academia demonstOu
u f fa4cUmente e.itto pelos doentes, bern totlerado pelto estomago,
restaura as forgtas e cura a chloroanemia; que o que distingue parti-
oularmeide este novo sal de "ferro, e que nao causa prisMe de vestre
a eoMnWbate, e eenv -se'. d6se, obtm-se dejeco6es w ef Los.
0 FERRO GUA4RD ca Bemaia, c6res palldas, caim91 rAs A eto-
maggo,em i; fortifica os temperametitos fracos,
e",ita o 0 pe t -fli as regrm e combdte a wterimdade.
Scpasto em Paris,. rua VivieoAne uspilcipsa Dmrmt. Piarmacin -
-L 2 cposit ___________


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N.---3 Rua -do Commercio---N.--3
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se dira queim precise
de duas amas, forras
ou escravas, para ser-
vivo domestico de easa
de pouca faminilia.

Aluga-se barato
Os armazens n. 13 do largo do Corpo Santo, o
qual tern communic to corn o do n. 4 no caes da
Companhia Pernainbucana, corn guindaste.
Lomas Valentinas n. 4, casa terrea.
Becco do Tambia n. 5.
Run de Santa Theroza n. 19.
Travessa do Carmo ni. 10, loja.
Armazem da travessa do Campello n. l.-Recife.
A casa terrea n. 1 C na Baixa Verde (Ca-
punga).
Idem da Palma n. 11.
A tratar no largo do Corpo Santn. 19, primeirc
audar"

Ao dia de finados! !
Na rMa Bova a. 9, i 6adar.
preparai-se capellas de f1re1
artlfelae, de pamf, from e
velludo, eoMn letrelres botrdad.
a ouro e a prata, de tedo gosto
e preeo-

Luz brilhante sem remc

Oleo aromatieo
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Preci3a se de ura am i ra IsTavar e eag r :
a tratar na rua do Impemudor a. 55, 2' andar.

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JIheres de metal finos, trinchanteg, oopos, aiceW
garrafka, compoteiras, jarroe, globos, lanter..,
utro, tola, guardanapoes. toashas de labyrn-
tho Pama bap = zo,& espelhos, wiujaad i e eumtal
braneo par cla, mesa elastica es de ferradura, e
outros muitos artigo. par easaentatu, baptia-
des, bailey, festas de igrejas, etc.., etc., per preuos
commodos : na rua Nova n. 39, 1 adar.

Ama
Precisa-se de urns para casa de familiar, a tra-
trar A rua do Born Jesus. n. 58 armaxem.
Precisa-se
de urn menino de 10 12 anno, que teanha algu-
ma pratica de molhado : as run da Poute VeIla
numero 77.
Dacharel Aifreede Alves Waftbews
Domingos Alves Matbeus rog a tWasi s weus
parents e amigos, e os de seu faileeido filbo, o
bacharel Alfredo Aires Matheus, o caridoso ob-
sequio de assistirem a algumas missA. que, pelo
eterno deseaniJ do memo seu filho, nmada rear
na igreja matriz da Boa Vista, no dia 16 do cor-
rente, As 8 horas da iranha, 1 anniversary de
seu fallecimeato ; pelo que se confeoa i todoe
agradecido.
Franelscna Se adima do Ltvm-
memeto Rape..
Manoel Jose Raposo, Luiza Secundina Raposo,
Thereza Raposo Lima, Lourengo dos Santos Ra-
poso, Jolo Baptists dos Santos BRapoo, pi, mli.
irmaos e irma agradecem cordisaeate a todas as
pessoaf que se dignaram acompaahar atg o cOa-
terio os restos mortaes de Frasim Seoemaduia
do Livramento Raposo; e de novo omvatilnu ts
mesmas para assistirem as hniss que se tn do
celebrar na igreja da Saata Crua, quinta-teira 16
do corrente, as 7 horse da "aRa, setimo dis do
sea passineato.

Costu'ejra
Precisa- se de uma oosti : a tt na rnm
da Saudade n. 16.
Aluga-sc
o0obrado deo= andaruares % IPftsUda 4 3
noU0, tots mux commdo a"" de
batarM na rua do Cr-pi a. 1.
Urns pe ss, pe ribhm|WA
por ter grnde pratie snigt d* SWdV bSS ,
i carre0e de Oatift Mew us-


POLYCLI N ICA


Dr. CARLOS B-ETTENGCURT
MEDICO OPERADCR


, Cumltj-Bna fld Barnz P Mina i


FERR'O GIRARD


4i

ec


, -JWAN d Lg .


* T.


MUC MHSMlUffL? BA ZV












eawage.: ewe-
I'


dsor
ento de joias daa,


WIRA apUradS8 gost
..... Comprometemi-se

... a tender mais baryta
: do que em outra qual-
lot




quer parte.




Sapotiseiros e sapoteiros muito randes e o-
pados, dando fructo, a 4^ e a 35, segundo o ta-
wanho, e desccndo atk 15, corn seis palms. Corn-
prando-se mais de dez faz-se abatimento. Ha
outras muitas plants tambem para pre'os con-
miodos. _____da
~ Alugaso
P~atisdios spoti-se ,,, -ads o


sobrado n. 9 ona Passagem da Magdalena.
TKILIOS POVIATEIS
O SYSTEM A.PEBPBI Browns & C. receberama desenlos e
especifltea46es desteu trithos.
co-re tamibem de Was em
e locomotiva
Os trilhos e dormentes sa todoes de aro por tante
tern muita duraqdo-o assentamento 6 mais facil do
que corn dormentes de madeira.
N. 5-Rua do Commercio-N. 5


Trastes
A rua do Imperador n. 16 compra-se, vende-s.
aluga-se e troca-se novWs e usados.


o P&IiWairffnt~ l dfLp 0Trry DsO
Matador da dor
Um amigo dos pobres, economic e de
facil applicagao, 40 ,annos de success es-
pantoso.
Nenhuma famuilia dove estardesprovida
deste remedio.
Externamente cursa: furunculos panar
vicios e outros tumores -torcedura dos ten-
does intamecencias das articulates -do-
res de dentes nevralgias- rheumatismo
--queimaduras-golpes, etc., etc., etc.
Internamente cura: cholera, molestias
do figado, dispepsias, ulceras doengas de
garganta, tosses, etc., etc., etc.
Acautelar-se contra as imitates.
Agents em Pernambuco, J. C. .Levy
&C.
DROGARIA E FHARMACIA
JIua do Barao da Victoria n. a
PRECOS


16500
1#000
12#006
94000


Frascos grande
Pequenos
Duzia de frascos grande
Pequeno


Por 25SOO
Aluga-se o 20o andar e sotio A rua de Lomas
Valentinas n. 50 : A tractar na livraria Parisien-
se, a rua Ia de Marco n. 7 A.
PHARMACIA HOMEOPATHICA
DO
Dr. Sahinmo
Verdadeira homeopathia
Medicamentes vegetaes brasileiros
Prepara 'es 6. machines
Vendas em grosso e a retalho
Descontos vantajosos
Rua do BarAo da Victoria n. 43


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Meias elasticas
Mamadeiras
Tira-leite
Chocolate homeopathico
Fundas umbelicas e herniaes
S Fundas para crianxas
Tubes vasios para vaccina
Themometros para febres
Anneis electricos, etc., etc.
Vende-se na pharmacia homeopathica do Dr.
Sabino, & rua do BarAo da Victorian. 43.

Barbeiro
SPrecisa-se de um official de barbeiro; na rma
do Livra nento u. 17.
.. Agente de leil6es
p 0 agent Gusmio mudou seu escriptorio pars a
rua do Born Jesus n. 51.
: LINHA COATS
a1 Lustroea v para machine, e a c Macia de 6
fm x tanto para machine como para coser a mdo.
-No se usa mas linha em novello-
Pede linO a em oarretd con o noae
:1 "J.&P. COATS. -
Ama
eNa s do An olm o n. 2, %preiro andar, preiaa-
seo de urns muiher ideas para services ligoiro0 de
ta d fsaro dBJ is~. _
a WW.W0


S-, fIs


.-A
d~m


..... im wre O AW"
0 I*II5n Riuimtag4 Imu osa.t^ 8101
tt04ief bilheta* tam ft" 'dA7a WW& ~a^
a aorte cle^ 100# erm 2 ^arto m.1 33A
*:1 Convids oo-pownidcrem a-virem receber
low de"Cnto ialvm.' .1::
0 abaixo sweigna tam exoto A
"C44
lateria ,79 a brnecjQ A Sianta Gaas do
de Wericordia do Recife, quoe ae XtahiA
quntaifira 17 cornate.
ito intero 4000
Meio 24000
Quarto 14000
WA perv. 4de :14 OOo ppia
elimn


Bilhete intoiro
Meio
Quarto
Antonio Augusto


36500
16750
6875
dos &Altos Porto.


CASA Dli OURO
Aos 4:o00000O


IRua do Barlo da Victoria a. 4o
e easas do eosturc
O abaixo assignado acba de vender
am seus felizes bilhetes dous quartos de
n. 3,136 corn a sort de 2004000, umn dito
de n. 3,330 corn a sort de 100(000, 9
diversos prenios de 326000, 16# e 8S000.
O mesmo abaixo assignado convida sos
ossuidores A virem receber na conformi-
ade do costume, sem desconto algum.
Acham-se i venda os felizes bilhetes
garantidos da 209.' part das loterias a
beneficio da Santa Casa de M isericordia
do Recife (79.'), que se extrahirA na quin-
ta-feira, 16 docorrente.
PRBE(OS
Inteiro 4#000
Meio 2S000
Quarto 1#000
Om porto de 10"4100" para
elma


Inteiro
Meio
Quarto


3#500
1#750
#875


Joao Joaquimda Cosa Leite.


CASIABA FOITUNA

los 4:0 0$0O

BIL;:IT: GAB..nD:13;
tnu Primeiro de naro n, 239
0 abaixo assignado tended wedido non.
ws afomn ados bilhetos garantidos a sor-
te de 100#000 em quatro quartos n. 915
al doie outras mortea de 32. 16# e 8#, da
lot40 (7a"), que se acabon Ade e-lstahir,-
convida aos possuidores a virem receber
ua conformidade do costume sem deseonto:
algum.
- Acham-se A vends os seus afortunadus
bilhetes garantidos da 209.a part das lo-
terias a beneficio da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife (79.'), que se extrahirW
na quinta-feira, 16 do corrente.
[ Pn (;+os
Inteiro 44000
Meio 2#000 -
Quarto 1#000
ma quanldade maleor de 100#
Inteiro 3#500
Meio 1#750
Qarto #875

A EN PI OA
Mctnoet Martins 1?Mw,



ALos4:O0$4O


16-Rua do Cabuga-16
0 abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premioj se-
guintes: 2 quartos corn a sort de 4:00#
no n. 2657, 2 meios corn a sort de 80041
no n. 2885 al6m de outras mais de 32#,i
16# e 84, da loteria n. 78.
Convida aos possuidores a virem rece-
ber sem desconto algum.
Acham-se A venda os venturosos bilhe-
tcs garantidos da loteria n. 79 em beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife
que se extrahirA na quinta feira 16 do cor-
rente.
fRE tjOS
Inteiro 4400"
Meio 24000
Quarto 14000
SeAdo quantldade superior
a 100:OO0
Inteiro 34500
Meio 14750
Quarto 875
Joqu Pres daP


Os bilhets deata loteris paraTo Pmuedode Eima.-
Sipasvo seham-so a venda na 6 ad bugA x
1 B, LNa dp joisa da viuva do Hermauin Fmmrrca
4a Bas..


UI,
aSr01P.I


1,94


n; aain


Sterrea n.- F da rua do Ria-
SDstieo, caMIadS ertada,
ado Iftd n. 1 anx dau
I4, tepa, por 12W0; a msve
tavemae. e tiratase uRa =a da


taveI pubheo *urs rn
de e varinado sor'timej*e
to de relogiosdos ais
acredi s,., f "rican.
tes, eeS aehaw habili-
tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto reee-
berm directamente.
Todos os relogios
vendidos n'esta casa
sao garantidos.



Casa uio aIir
Aluha-se a casa terrea & rua do Coronel Suas-
suna n. 240: a tratar na rua Primeiro de Marco
n. 17, primeiro an@ar. ___ ______
Para taiulia .
Aluga-se o ndo andar do sobrado n. 3, A
rua nova deSanta Rita, em frente do mercado,
reedificad -pintado de novo, tendo agua encana-
da e bonit vista : sa tratar no primeiro andar do
mesmo.
So6 se vendo
Vende-se muito barato cinco moradas de casas
em Olinda, sendo uma na rua de S. Bento n. 23,
outra na rua do Barlo da Vera-Cruz n. 34, outra
na travesasa do Commercio n. 1, e duas na rua do
Amparo ns. 1 e 12, esta 6 reedificada ha pouco,
corn muitos commodos, e aquella 6 propria para
negocio por estar bern localisada e jA ter arma-
qo ; assim como se vende os generous e ntis
utensilios existentes na mesma casa, por preco
commodo por seu dono Ihe ser precise retirar-se : '
a tratar na casa da rua do Amparo n. 1 oom An-
tonio da Cruz Ledo.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar e engom-
mar a tratar na rua Duque de Caxias n. 34,
bilhares.

Attencio
Na rua de Domingos Jose Martins, casa n. 4,
officina de marcineiro, pede-se a presenga do Sr.
Eduardo Caneca, afim de vir ou mandar buscar o
marquesao que mandou eoncertar, o que se na-o
fizer nestes tires dias, ser. o dito marquesoo ven-
dido pars pagamento do-concerto.
Precisamse
Ide una moca que saiba bern preparar vestidos pa-
Ira. senhoras e meninas etc., etc. e mais trabajhos
tendentes a esta arte, e que esteja em condic5es
de sor contra-meatra de \uma casa de modas, o
ajuste eerA conform a hsabilitagOes : a tritar na
rua larga do Rosario a. 22.



AO COREU4CIO

Viagens ao ceniro
De Oihda Altabayanna por tgua
rassu, Gojnnaa e Itamb
Todos os sabbados, As 4 horas da tarde : palsa-
gens tomam-se A rua Primeiro de Marco n. 1,
loja.
De Itabayanna a Olinda por Itam-
be. Goyanna e Iguearaes
Todas as tercas-feiras, as 4 horas da tarde :
*aasagens A tratar corn Lourenco Pereira d'Amo-
tim. em Itamb6.


I
If'






k








A'










)


buib aflent~o
Na rna da Unilo n. 47 fax-se plisss e recorta-
se babados seda de todas as larguras, pontu-
dos, redondos e miudos.

SuI
Sitio
Precisa-se AlUngar um rande sitio corn propor-
cles pars plantaoes de eapir, e perto de capi-
tal : quem tiver, dirija-se ao largo do mercado de
S. Jos6 n.. i5.



S--Acham-- expostos. A venda &a cooheiraue
foi do Pinto, jA rua de Santo Aearo, dons cabno-
lets amenicanosum de doue aseto corn amreos
o dnas roda sobrecelentes e o outro deo qu#o axs-
-eM$Wy; Mbe6 em optiMo e o.
d 4Nadftae. -,d= e,. erksw nop-teo
do TerqQ^^yti u..4 pa, ft
Vede-se =wa bun a mar m e utio sta A
ieUs cam todw "s 4adew; *4 1 stwcto I" Pont


...1, -,, a|;. C .= -





Na loja do barateiros3

41 Dkolvista
4i_-Rw" 4A 1io~ratiz -40
IadP l eo, peVas do madapollo franees
s a me 1 ja a dd a000
D etnaeeom 20 vars. a54000 e 500
enm nuaito monorpeda quo
ce, etone, camn 20 varas a 54A.
Dito frantme., nmerianeno, fads muito
fin&e eu dpa o de79 stA .%
AlgodA o tso crn 9 palam" do lar-
gus/ tazer ends do umr s pan-
no,% etroa.
Dito ft adoem a meosma largura,
pr-prine n lxenq6we e toalhas do
mesa, metro a 1A200
Braimante de agodlo com 10 palmos de
largura., proprio pars. fazer ie es de
um s6 panno, metro 11928&
Dto fniuees, send. de nho, metro a
1Av0O e 5000
Dito ijo:ez de oquatro larguras, soedo
de lin:v, metro a 25500 e 2A800
uregueltu' propinas para leno6es, toa-
,hasse-ouias, seno fazenda munite
encorpz. a, cada pe a corn 20 varas
.or 100bO0 e em vara a 500
Ditas cown a meswa media a 800 rs., ou
varms a 400
Atoalhado adamascade pars toalhas de
meos, tondo 8 palmos de largurs, me-
tro a 11800
Assim como um eompleto sortimento de
peBas de algodaozinho ameoricano e
ingiez, oue se riede per peg s de 3 st6 65000
Isto us loja da esquina do becco dos Ferreiroe.
Casemiras de cores
De $:4O at l6:a00 rs,
E roua 2o5 u 2di 8
Alheiro & Silva A rua da Imperatniz 40, tern
umn immoenso sortimento de casernira de cores,
tanto claras come escuras, que vendem a 251000,
2150, atW 65 o covado, a das mesmas mandam
azser qualqucr pega d'obra ou costumes, per pre-
0s muito rat oaveis, assim comr tern tabembr u.
explendido sortimento de casemiras e piano. pro-
toes Wt so mais fino seda que veianso mercado, e
dos mesmos tambem se encarregar de mandnr
fazer qualquer peA de oroupsa A vonitaae do fre-
guez e corn today a perfei~o e pkesteza: ist xna
loja dos barateiros da Boa-Vista, xs esquina de
tbecco dos Ferreiros.

LM :is a16t:0 ra
Os Barateiros da B6a-Vista venderm muite bo-
anitos linhos deO u rna s6 c6re de listrminhas a
vestidos, sendo a 160 r6is o covado e doe eres mana,
ito na rms da Imperatriz in. 0, eaquina do beee.
dos Ferreiros.
Brim pardo
Covadoe a 3 rea.
Nas boja darua da Imperatri 40, vende-se
brim pardo lide, proprio pars paletots, csalas e
roupas de crian, a 360 Rs. o covado, isto porI
ter um leve toque de mofo, quo larqa logo que st
melhe, 6 grande pechincha: inas lojad dos baratei-
rosa da Boa-Vistz, esquina do beeco dos Ferreiros
9% iist0esa3GA 440, 505
I C a90 rs.
Os barateiros da Boa-Vista An.a d4 Impera
triz ni. 40, vexidom urn grande sortimexito do fus
toa braxicos, proprios para vestidos e roupaas e
eroiupas, poes preies acirna indicatdo,: isto xis
esquina do becce dos Ferieiros.
Setinetas a 500 e 640

Na loja da rus da ImpeB ataix n. 40, a esquixa
do becco dos Fe4reiros, vende -se tun elegant. so-i-
uoesnto do setinetas, tanto Hisas come laviadas,
sendo as cores mais bonitas quo tern vindo a.
meincado a 500 e 640 ma. o covado; asaim corn
um bouito sortimento de lasinhas lisas e lavradas,
proprias para veatidos, de 5,i0 ate 8CO rs., 6 pe-
chincha : na loja do. barateiros da Boa-Yista.
Espartilhos
a 46 e. &0


Na loja da rua cld& Imperatiz n. w venae-se
muitos bonds espartilhos para senhoras a 5,000,
usntos para meninas a 4;000, assim como um be-
ItM idtlin4ae fihfus a 3000 ; isto na loja da
qeiuina do becco dos Ferreiros.


NOVO


SORTIMENTO
DE


Roupas para homens
PON
Pre s baratissimof
Ruaw da Imperatriz a. 40
LOJA DOS BARA1EIROS
Paletots de casemiras de quadrinhos, fa-
zenda que so lava 6/100
Dites de panno preto fino, fazenda maito
boa 7;00(
Ditos de casemira de quadrinhos e listri-
nhias forrados 8A00W
Ditos de casemira escura, de cordio, for-
rados 800%
Ditos de flanella azul, forrados, sendo fa-
sen la que nae desbota 10,00M
Ditos de casemiras de cores ciaras e es-
euras 10M0
Ditos dc panno preto finme, forrados e 10100
Ditos d3 casemira preta de cordAo 105 e 1200W
Calps de casexm corn differentes pa-
droes, de 55500, 65500, 85 e 10;00(
Ditas de casenmira preta sedan a 8,9 e 10006
Ditas de casemira dc cordlo 65500
Ditas de casemra preta f500%
Seronlas de creAuella, obra muito bemrn
feita a 1A200 e 1600
Ditas dc Hamburgo de linho a 15800 a 25)00
Colletinhos para dentro, send de ere-
guella e muito bern feitos a 800 e 1500
Caminsa8 grande sortimento de camisa
braneas, tanto trancezas come iinglezas,
tanto de linho como de algodbo, sendo
de 25, 21500, 85, ate
Ditas de cretone de cor de 200,2500e s8500
Meis, grande sortimento de meiaa cmua
a nomon, de o20 n. par, a 50
grande oortimento doe Olls-
idhoof tilo, 4!e 5X a duzia' aW 85000
Tealhm 'grande, swdtmcato de tOalhaS,
tasto para rost. omeo para baohm que
o veideme por pr", muito nroaveis.
Tade isto e eom grande rodugao de preoa : a
I* d.4 esquina do becco doe irreitos.

Vado-se dmou boi.s d c rkbab o e u catr-
.q 1A Mr O Amif B o : *t traa *


ik, rap ba" I Ani'
tbs -&IN&, L. Is
*trdafbbl fs *L. 9


ESPECULMADE EX
o todas a qualidSdeu.
'U-... id- idem).
MI43$RS do Rio-Gmande.
Ws.. -rpaads
Pnuute deod Lanmeg e ingles.
Mortdela e slarns.
Venmm do aertlo.
Uvsw e magles.
em eemtrangeiros e naceionaes.
arftala laetea, amnts e sagi
Comeurwaw inglezsa e frsaioeas.
Vtios fies e oommuu, paude sortimea
14cre idem, idea.
Coguace idem, idem.
Caf idem, idem.
Chl idea, preto e verde.
Ansendoas e confeitos.
Mas*as para s6pas de todas as qualidades.
Mate do ParaniA.
*Ibras de verga.
Semiente. de hortaligas e flores.


X.1


Capas de malha de I.
Para contIi h e
Collarinhos e punhos para senhora e home, di-i
versos feitios.
Camisas sem collarinhos e serm pmhos, corn pu-
nhos e corn collarinhos e puhos pPoa home,
desde n. 35 a 45.
Camisas para meninos desde n. 28 a 35; sem col-
larinhos, de n. 32 A 35.
Camisas, saias, penteadores, cdlas, gollas e pu-
nhos para senhora.
Gravatas, grande variedade.
Meias cruas, brancas, de cores e pretas.
Capachos, tapetes, malas, esteiras, bolsas velludi-
Ihos, brins broncos e de oar, ltuas, perfuma-
rias etc.. etc.
Papoula C.
1S -Rua do 1w a
Em frente a matriz d4o" ,14 tonio


Vende-se urm piano de mei to hoin ro-
prio par aprendiz ; a tratar'i F er-
reir da Silva, & rua do Iwmtento a..


o sobrado gras
do Luis do Eio
jan".bL nos doi
I* &Makm fi*040h


Vende-
e deou m urn
r-&':.a


a.estradaI


Noa primeim now- a a i Imla&o mb
natural e apropriada&ara alimomtmra i
9a depito s bits nrueio
em cao de nec dove
do pela
FARINHALACTEA DO DR.
A aciencia e a pratica adoptaram a
nha Lactesa como poderoso elammate a*
trictivo plr& a- infaia '* 0 ii mins o.
cos do Brasil e da Europa rzomimmn
set A do Dr. FREBICHB a mhwr a'uts
genero.
Deve-se pois evitar confiar o0 fnimb
ulna pessos estranma e de comportai
a1o conhecido muitas veses o germea
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira fazinha LadI
do Dr. Frerichs:
55- RUA DO IMPERADOR 55
Estabodecimento de musical piauo doPf
tor Pr&id 6

CIRAVOS E FLORES

Na rua da Unio L

55, ha sempre para se

vender craves e flores


E os afamados requeijoes em laWas,
todos os dias

Novos tecidos
POR
Preos baratissimos!!
Lindos padres em fustues de cores a 240 rs. o
covado!
Bonitas setinetas lisas e lavradas a 360 rs. o co-
vado !
Baptistes de cores finas a 200 rs. o covado!
Alpacas de quadrinhos finob, modernas, a 400 rs.
o covado!
Merin6s de cores a 700 rs. o covado !
Dito preto de duas larguras a 15200 o covado!
Casemiras proprias para roupas de criancas a
15500 o eovado!
Ditas pretas diagonal a 2W400 rs. o covado!
Saias bordadas, novidade, a 35 umsa.
Cambraias transparentes a 35500 a pesa de 10
jarda!
Ditas victoria a 35500 a peca!
Madapollo boa-vista a 65 a peca de 24 jardas!
Colchas brancas a 21500 e 36 !
Cobertas de gang, forradas a 25500!
Lencoes de bramante a 25 !
Camisas corn collarinho deitado a 385 a duzia!
Seroulas bordadas a 165 a duzia !
Toalhas felpudas a 55 a duzia !
Fichus modernos a 24, 3A e 45.
Pannos de crochet para cadeiras a 15200!
Ditos para sofai a 35.
Ricas toalhas de labyrintho a preyo resumido.
Complete sortimento de cape'las e veos para noi-
vas a 105 e 14S.
Popelinas brancas e setinetas para as mesmas.
Espartilhos a 45500 e 5A, leques, gravatas, len-
cos, etc. etc.
Grande deposit de fazandas e roupas. Vendas
em grosso, damos deseonto.
59=Bua Duque de Caxia*=59
LOJA DE
CamN la CMlai & .

8S a barrica
de cimento inglez de 320 libras, marca pyramid,
chegada de Londres : vendem Fonseca, 0. maos &
Companhia.

Grande liquida&o
Para acabar
Folar de cores, fazenda linda para vestidos por
360 r6is o covado.
Setinetas ombre, cores lindas e modernas a 360
o covado.
Ditas corn flores a 400 r6is o covado.
Crepe e setineta parsa ceberta a 800 r6is o co-
vado.
Damasco de cores, d'algodio, proprio para col-
xas a 600 r6is o covado.
Cretone franceza para coberts a 500 r6is.
Dita ingleza para coberta e chambre a 280 r6is
o covado.
Chitas modernas lindos e magnificos padres a
200 e 240 r6is o covado.
Cretone a pompadour a 280 o covado.
La escocesa a 280 o covado.
Dita de cores a 320 e 400 r6is o covado.
Merin6 preto corn duas larguras a 10M00, 1500
e 25000.
Fustoes brancos para 400, 500 e 700 reis o co-
vado.
Brim pardo liso, fino a 320 e 400 r6is o covado.
Camisas de cretonss de cores a 15200 uma.
Dita branch 15800 umsa.
Dita branca peito de linho 35000, 35500 e4;1
uma.
Corte de casimira ingleza por 51000 urn.
Casimira ingleza per 35000 o covado.
Assim como outros artigos que com a vista se
pode avaliar. Para o respectiVo annuncio cha-
mamos a attencao do respeitavel public e das
Exmas. families nas
RIua Duqae de Caxlue s.. 88 loja dam
quatro portas, n. 88


Liquidagao

Para acabar
Popelines lisas, de listras e lavradas.
LUs de quadros, escossezas e Javradas.
Alpacas lisas e de listras.
Grenadines de cores e pretas.
Cambraias bordadas e abertas.
Vestuarios para meninos.
Leques.
Chapdos para senhora.
Chitas lisas e de cores.
Fichus de seda e de la


Gingeral
Limonad
Tonie W
Soda Wi


O i0 teina nioos
e duzia 3#000
a I 34000
ater 34(00
ter 26406


Agua de Seltz (em Syphon)s 1500

Bisnagas para o carnaval
Os sen0ores logi"tas quo desejam madar vir
de Paris um sortmento daqueues brinquodo PmAr
o proximo camaval, acharo uma ole coi om-
plts de amostras eom O competetes peo e
dcontoG em cas deG. Lapote & C.


Yedo-sem ur sto corn ci caibha us fre-
te, na villa do Umotiro, M dn da nu bum:
1 -,isenei do-uqe "aclri an "M


A ,


else.I


Viag.ens avulsas para qualquer part e em qual-
quer dia, partindo do ponto que se conveneionar e
a pregos commodos. Essas contratam-se A ruan da
Companhia Pernambucona n. 4. Encarrega-se das
bagageus quo Bai.podeen ir ae n i ge.a



AO8 PBIIiaD~B8

Vinho puro sem confeiIo

Proprio para mesa
Fm barris de quintos e
declmos

VENDEM
FERREIRA DA COSTA & IRBMiO
Baa do Amnorinm n. 04


LEITE BE A VELOZ
Concentrado, perfeitamente incoagulavel
e conservado para exportago
PELO B. CHAREL
Joio Baptista Gilirana Costa
Manipulado pelo cirurgiao dentist
Numa Pompilio
Privilcgiado pelo Governo Imperial e approva-
do pela Junta Central de Hygiene do Rio de Ja-
neiro.
Para a eura de easeres, ferldas
chrouleas e syphllltleas
Unico deposit geral em Pernambuco
Rua do Baraio da Victoria (ot'ro.
ra Rua Nova) n. 34 i andar

o ria r degaor(oD .2,1olai glei
Preqo de cada frasco para cancros i6500
Formula especial para ulceraees e gra-
nulac5es no collo do utero e eancros
syphiliticos 55000
Para feridas COOO
Para calos 21000
Cada frasco leva o retrato do bacharel Gitirana
Costa e assignatura de proprio punho e rubica de
Numa Pompilo corn tinta encarnada.

Attenao
Uranden rednucc6e em precen de
moveisM
Cadeiras de junco do fabricante Thonet a 65A
Ditas corn pequenos bracinhos 70A
Mobilias corn encosto de palha 350%
Ditas de pAo-carga a 2605 e 3005
E mais pecas avulsas que se vende barato : na
rua estreita do Rosario n. 23.

FIN BA Dl mn


Souza Moutinho &
C., tem constantemen-
te a venda fio d'alg'o-
dao da marca L, mui-
to conhecido n'este
mercado, em novello
de 200 a 400 grammas
e em saccos de 25 kim-
los, da muito acredi-
tado fabric Bom-Fim,
de Ca$ilina & D'utra.
Rua do Marquez de
Olinda n. 22,

Grande fabrica d'ans

gazosas
DE
William Chance & C.
Rua das Crloula s. &6
((Caiga)
Deposito
Caes 2 do N!ovembro n 42


,k ^ -,


I -....-

















PAULO "'A KAJN41


.,y' -l-lT ercehuka pai -
S AVINGANq DU YIDOCQ
(Continuayio)


COMEVO DO FIM
S Rolanlo den um passo para a port.
Mas a moga collocou-se resolutamente em
sua frente
Nao has de passar, disso ella corn raiva
coneentrada.*
0 O nosso here procurou afastal-a. Ella
S nlo se rnoveu, parecia uma ostatua. Da-
| K pois, corn umra ontonaglo que Rolando nao
h e conhecia:
S- Se tentas sahir d'aqui, tAo certo co
tnoe ostamos condomnados por antecipa-
91o, mato-to!...
O afilhado da Sra. MAzerolles perguntou
em torn zombeteiro:
Corn que?
Tu verAs.
Corn uma agulha de border ou corn
urn grampo?
Corn isto.
E o boioie knife de Vidocq. brilhou no
punho de Sabina..
A' vista do punhal, cuja lamina larga e
afiada e ponta agu9ada dirigiam-se ao seu
peito, Rolando rocuou:
Ah! vibora!I disse elle centre den-
tes.
A nora da Sra. Mazerolles zespondleu:
Vibora, sirem. A vibora tern um for-
rao. So avangas, eu pino.
Ficaram assim os dons, immoveis o mu-
dos, observando-soe um ao outro. Sabina
preparava-se pars avan9ar; as suas nari-
nas trerniarn; os seus olhos lancavarn essa
chamma livida o azulada, quo tmrn os olhos
das feras, de 'noite.
Rolando comeeava a tor medo e a enco-
lerisar-se: a police da front estava gelada,
mas o cerebro ardia. Afinal tevo vergo-
nha de parceer ter medo de urns mulher,
e voltando a si:
Nada de tolices! Larga essa tetra!
ordenou elle. Ferindo-me, minha filha, po-
deste ferir...
S-- Nunca! responded Sabina.
S-- V6o la! eu vou me zangar...
'j -- Nao sera a primeira vez. Mas hoje
S torna cuidado. Tonho .corn que vingar-
S me...
0 branco dos olhos do mo9o injectaram-
S se de sangue.
Vamos, arreoda!
Niao !
Deixa-me sahir.
No ,
-Pelo inferno! bradou elle, resolve.
Queres -sirn ou nao -deixar-me sahir?
Nao nao! na ol
Rolando fechou os punhos.
Tanto peior para ti, entao, vamoo a
luta...
A' luta!I
0 mogo den um pass.
A mo9a, semn hesitar urn segundo, es-
tendeu o brago pars a frente, mas o s eu
adversario tinha previsto o golpe. Deu
meia volta paradesviar-se. 0 golpe era
dirigido ao coragIo. A arma resvalou pe-
la manga de Rolando. Corn um movimen-
to rapido, elle apanhou e torceu o punho
de Sabina. Esta soltou urma exclamaglo
do dor.
Rolando! Rolando!
Os sous dedos, apertados pelos do
nosso her6e; como n'um torno, entreabri-
ram-so e deixaram cahir a bowie knife.
Sem largal-a o afilhado da Sra. Mazerolles
abaixou-se e apanhou a faca...
Oh! covarde! covarde! miseravel co-
varde loncou-ihe Sabina em face...
Rolando atirou-a sobre unea cadeira. De-
pois, deixando-a:

FOJ iETI




0FILHO DE ANTONY


POR


ALEXIS IIOVIER


PIRINEIRA PART


CONSEUnEN1SKDRI.lFkALTA


(Continuaca'o do n. 238)


CAPITULO II1


quo me pammava no palaceio de
Hervey

E' exacto doutor, vou escrever o
que se passou, ou polo menos o que Ihe
supplico dcelarar para.mo salvar, disse elle
corn urna vozW urn sorriso singular.
E o mnaneebo -dispunihar-se a colloca:se
diante da sua :neesa par oserever.
Ias, apeoszar do encerrad4o em urn dos poe
qusoo quartos da Coneirgine, que seo-
viarn n'aquella 6poca aos pros de ol ana
importaucia p-"o4 znott0 uA mies, inas
uno o que nO tlhi~tro'Ae 'hia-tnudo que
pt~o4isiiws l;Air ha iia616


.ai^^y^^^-lidl~l


b a, q.ieaebuio 'i^^lie^ *l '. 1^i.
ti oo ii gidtoisolta, d oebrugale-se.
Soccorro! AcudAo t. 89crnbr!,/'.'. .
Mais rapiddo qua oo raio, estOjisa'
monto atravessou a .monte jd9.i iiJhe-
r6e : ... -
SElla vai despertar os criados, os vi-
zingos. Hito de prouder-mne... Estou per-
dido, se nao a fizer ealar...
Voltou, segurou Sabina eorn os braos e
procurou arrancal-a dajanella. A mo9a
agarrava-se. A sua for9a era sobrenatu-
ral. Erquanto lutava, gritava:
Ladrt.,s Assassinos! Fogo!
Cala-te I Cala-to! ordenou Rolando,
berio do furor e de susto.
Por urn esfor9o violent elle conseguiu
arrancal-a da j anolla e leval-a at6 o meio
do gabineta. Ella lutava o gritava sorn
cessar. 0 afilhado da Sra Mazcrolles ta-
pou-lhe a boeca corn a mIo. Na outra ti-
nha ainda a faca. Repotio em voz surda :
Cala-te, onu estAs mortal...
Sabina estavA nos paroxismos da raiva.
A sua bocca espumava.
Ah! desafiaste-me para order I dis-
so ella.
Os seus dentes apertaram os dedos que
procuravamin tapar-lhe a bocca. Rolando
soltou um rugido de dor e recuou urn pas-
so. A mo0a aproveitou esse movimento
para correr de novo a janella e langar esto
grito dosesperado:
Assass...
0 grito expirou-lhe nos labios...
Rolando tinha voltado para ella. 0 de-
do index e o polegar da mAo esquerda
sangravam. A direita segurava a terrivel
bowie knife. 0 mogo ergueu o bra9o, e a
moga cahio no tapete, como urna massa.


Una hora depois o primneiro andar do
pavilhiio Matiffet estava cheio do gento;
havia soldados, algnns vizinhos, um medi-
co e o commissario de policia do bairro
corn o seu escrivAio. A prefeituia, quo ti-
nha sido provenida, mandou um official de
paz, emquanto na'o ia um inagistrado. Es-
se official de paz era, justarnente, o res-
peitavel, rnas irascivel Sr. Yvrier. Havia
tarnbern os criados da casa; o porteiro, o
cocheiro, o cozinheiro, Marietta, a criada,
o os dous criados pertencentos A brigada.
Foram estes que deram o alarms. Corren-
do para a rua em buses de soccorro, en-
contraram Vidocq, quo, por acaso, acha
va-se alli corn uma patrulha de agents
desfar9ados. Intorrmado do quo se tinha
passado, o chefe da brigada do seguranoa
mandou logo avisar o commissario do poll-
cia e o profeito. Elle tambem alli estava
corn os seus homens. Toda essa gene,
menos o secretario, que tinha se sentado a
umna mesa pars escrever, e o grupo forms-
do por Vidocq e os seus, cercava es a
casa lugubre: o cadaver da ,marqueza,
estendida n'um canap6, corn as roupas en-
sauguentadas. Dizemrnos o cadaver, coin
quanto ligeiros estromecimentos agitassemin
os membros de Sabina, a urn level sopro
passasse atraves dos seus labios descora-
dos, porque o medico, depois do ter exa-
minado o ferimnento ornittio esta opinion:
Esse ferimento e terrivel. A info-
liz nao escape. Talvez ainda recupere os
sentidos; mas os seus minutes estao con-
tados...
Doutor, perguntou Vidocq o senhor
julga quo sern possivol fazer-lhe algumas
perguntas ?
Fazer-lhe perguntas, pode ser, mas
quanto a ella responder...
0 official de paz interveio.
Sr. Julio, disse ello corn aspereza,
em materia nolicial eu nabo sou nenhnm in-


novador, nem progressista, nem revolucio-
nario; mas em material j udiciaria, tenho
qualidade e experiencia. S6 a mim com-
pete resolver aqui autes da chegada dos
senhores do Palacio da Justiqa.
0 primeiro movimento-de Autony foi
procurar nos bolsos para tirar da sua car-
teira papel e urnm lapis. Mas, apezar do
tererm sido muito respeitosos para corn elle,
tinha aido revistado A entrada: tinhaan-lhe
tirado a bolsa o a carteira. NMio tinha
comsigo nerm a carteirinha de baile. Anto-
ny estava em toilette de baile, do casaca.
Sahia da partida da viscondessa de Lan-
cy, quando se introduzio em casa de Mine-
d'Hervey.
Parecendo tomar uma resoluglo, disso ao
doctor:
Meu caro Olivier, o senhor e o men
melhor amigo, 6 urm amigo commum, meu
e do Mme. d'Hcrvey. Testemunhou-me
sempre a mais affectuosa sympathia, ape-
zar do meu mysterioso estado civil. Nunca
despresou o bastardo...
Oh! meu caro Antony, disse o me-
dieo, agarrando-lho nas miios, tinha orgu-
Iho ern ser sou amigo.
Tinha... disse Antony, lovantando
a phrase corn tristeza.
Mas Olivier, fazendo-so corado e aper-
tando-lhe aiada mais as mios, protes-
tou
Te ho orgulho ern ser soeu amigi, ce
a prova 6 que estou aqui.
Temrn razao, tern razo, descnlpe-me,
sou injusto Ahi soffro anto!
Fe amrn iia uil ntio, doms mimittos, no
fimn dos quaes Antony prosegtio :
Vou, mea laro amigo, dizer-lho o que
direi ao j ji q,4 me interrogar: repita o
a Mine. d'Hervey. 0 quo Iheo vou dizer
4 v~pr ad, ,no quexo que ella peca por
mira. Tonho omrguli do meu crime, que-
Sro soffrer astig.... avez o anteei-


No feamos de mini; ouawms:
qnsudo r 1inrrogarern obre o novel do
1 ntuiriain',t divii nto ama, va Mraq-, d'er.


liza I
buUs
- (kee~f
j r^m


No fundo falso dle umna gavnta delo se
AmnAi, conhecendo-nos quadi Urean
Pas, amei-a, pensei que ella me amava, e
quando pensei em desposal-a aprosentou-
se um homem, quo Ihe fez lembrar quoern
eu era ; qu e lhe offereceu urma posico, um
noime na sociedade : que Ihe fez ver que
cu nao tinha nemr nome, nemr posiato a of-
ferecer Aquella a quem era capaz de offe-
recer o men sangue. A seus pais era pro -
ciso um nome. As probabilidades cram,
pois, queopreforissem o honrado barao de
Hervoy ao pobro Antony. Pedi entlo a
Acelia alguns dias; urna ultima esperanga
me restava. Existo urn home encarro-
gado nlo sei por quem de me atirar todos
os annos corn que viver um anno.
Cornri a procural-o: Jancei-me a sens
.p6, corn a voz embargada, corn as lagri-
mas nos olhos; pedi-lhe por tudo quanto
eUe tinha de mais sagrado, por Deus, pela
sua alma, por sua mtli... ellre tinha uma
mai! que me dissessem quem erarnm neus
pais, o que podia eu esperar d'elles....
Nada pudo alcangar. Parti como urn louco,
como urn desesperado, resolvido a pergun-
tar a todaa as mulheres: E' minha rni ?
Os outros homens tmrn urn irrnmlo, uamn pai,
ulna i i, peitos amigos quo os recebem e
onde elle ,vilo : horar. Eu nao tenho nern
a pedra de umn tumulo onde posa le r um
nome e chorar I -
E o desgranado solu9ava, dsesperado,
esmagado por aqWuello abandon, quake era a
deagraga da sua vida.
Vivamnete. cormmovido, Olivier diane-
Ihe :
Antoiy, socegue, assusta-mne, priiisa
do toda a aua razlo pira svavr-se. :
E queiL f Ihe f 'a de salvar-rme ? To-
nho vivido boatute e de6 deejo repair o
Moal qu ..fiH..i..a.ut a quomir
qlocua erontoIettiiE., -. a' i;l
Palo an.or de Does, acalme-ae 1I
Contibdt*w, irei-oj*w'x Fr'oi entiAo
qua o 0coroel 4etviffoey, pbdie a,.n*s .-mo.


.,*- -u el-quo raie 40Q ^arado' p:et'.
AhI! srbn, disso o official de paz, para
cottar-aos Uap p oQ de, tora,' figrar
1w~odwsos1 e,444 s, eo)ao tto aoi
da rua dos Magons elm que voc' suatntpu
coata Oproc6uidor do rei e 6 'jaiz prepa-
rador que o interidente era innocent.
E satea to ainda contra todos, o 8r.
do Maichangy, o Sr. .do Broo, o diabo !...
Sim, o inteli e brun era injiocente, e foi
injustamento que os senhores o prenderam,
condemnaram e'xecautaram : sim, fizaram
d'elle um santo no eco..
Born, born, born, interrnmpou papai
Yvrier,'que tirou a boceta do blso';
quando isto me for demonstrado, juro por
Deus que Ihe deixarei better os cdedos na
minha b.)ceta em meu lugar, cada vez que
eu quizer t6mar urna pitada.
Vidocq comprimentou corn gravidade:
Terei a honra do lembrar-lhe essa
promessa... Mas vA ouvir essa pobro
creatura... Creio quo ella volta a si, e
parece que vai fallar.
Sabina, corn effeito tinha aberto os olhos
e os labios. Mas tanto o seu olhar como
a sua voz estavam pertubados pela agonia.
Ar agua! implorou ella levando a
mao ao peito e dopois A garganta. Tenho
sede!... SuffocoI Eston perdida!... Um
medico !... Por piedade !... Mande cha-
mar um medico!...
O medico reclamado approximou-se della
Enquanto este prodigalisava-lhe cuidados,
quo infeizmente, nao podiam salval-a:
EstA tudo acabado, continuous ella
corn desespero feroz, Sciencia vi Esfor-
9os baldados! 4h I nao foi costa a primei-
ra faganha d'aquelle que ferio-me. Elle
sabo como se matam miulheres. E' um
amador da faca!...
A chamma de uo a colora surda poreceu
reanimal-a subitamonte, e foi em voz mais
firnme que ella perguntou:
-- Doutor, quantos minutes posse vi-
ver ?
Minha senhora, responded o medico,
se Ihe bastlo dez minutes para pOr os seus
negocios em ordem e fazor as suas deela-
ragoes Ajustiga...
Ella interrompea-o, levantando-se:
A j ustiga ? 0 senhor disso. a jus-
tiga? Entdo a justiga estA aqui?
0 commissario de policia e o official de
paz approximaram-se.
Minha senhora, disse este, estamos
encarregados do colher todas as informa-
95es relatives ao crime de que a senhora
foi victimna...
Uma alegria sinistra illuminou os olhos
vidrados, apagados da moca:
Dez minutes o a justi9a, murmurou
ella, 6 quanta basta para vingar-me.
Depois, dirigindo-so ao commissario, que
conheceu pela sua facha:
0 senhor tern ahi alguem que traus-
creva o que eu vou confessar ?
0 meu secretario estA aqui...
Born, elle que escreva e todos os
quo me ouvem d6m testomunho, quando
for preciseo, perante quoern de direito, das
ulti'nas palavras de urea moribunda; elle
que escreva que: eu Sabina de Lignibres
Savonieres, osposa legitima do Sr. Carlos
Mazerolles, advogado...
Houve um susurro do sorpresa no audi-
torio. Esse nomo de Mazerolles era tlo
conhecido depois do acontecimento da run
dos Ma~ons! Ms, ninguem admirou-se
mas do quo o official do paz e o chefe da
brigada de seguran9a. Ambos ignoravam
absolutamonte que o seundo filho da an-.
tiga proprietaria do cafe da Escada tosse
casado.
Yvrier, virava e revirava a boceta de
rap6 ontre os dedos.
Minha cara senhora, tern toda a cer-
teza do nibo estar esganada ?
A mo~a apoutou pars a secretAria, que
Rolando tinha deixado aberta :


pretos.
Era robusto e umR socco sou podia aba-
ter um novilho.
Quem fitasme um instant aquelle man-
saram-se, nao sei onde nem comon ; no te-
ria mesmo a certeza do os ter vivido, se
olo tivesse a recordaglo de ura dor vaga
e continue; jA nao temia nem as injuries,
neon: as injusticas dos homens, s6 sontia o
coraclo, quo era todo d'ella. Dizia conm-
migo: hei do tornar a vel-a, 6 imrpossivel
que me tenha esquecido, confossar-lhe-hei
o rimeu segredo.
Pobre amigo, disse o doutor commo-
vido.
Antony tinha rasgado o collarinho, des-
pedagado a camisa; corn as unhas rasgava
as carnes do peito; parecia querer esma-
gar o corageo.
Corn a voz abafada proseguio:
Voltei, vi-a, fallei-lhe. Pertencia a
outro. Oh que odio tenho por elle I Que
o meun saugue corra As suas maos ou nas
do carrasco, pouco me imports N io res-
pingari ninguem e s6 manchara o chlo.
Esta mulher tinha dito que podia amar-
me, oe tudo estava perdido. Era impossi-
vel! Quiz vel-a outra vcz : soube que ti-
nhAi. uma filha... Oh I raiva! Mas sou
nmarido poucas vezes a via e vivia long
d'ella. Estava abandonada. Aquelle ho-
mem n Io a amava ou, pelo menos, ama
va-a corno pai, e estas rlaqoes d'eqse ho-
meoa jd do idade corn maquella creanca
repuguavam-me e pareciam-me incestuo-
Sa.
Mas Adelia. estava quasi livre e mais
apaixonada do que nunea, resolvi respon-
der Aquetit alma que me haviam roubado.
Quoria Adelia ainda que fosse a custa de
uum crime. Desde esase dia nAo fui mais
senior da minha razlo. Quando aquella
hoairadaaiulhcr geaipeIapteaegwo de quo
era objeeto, qaardo ae mvio d4cidido f tu-
do, sentindo-;e talvez frac auii faigru'
quit teumfr-o a Ben m*Mo ioctB~smlshrgo.
Sagui-i, alkancei-i-t am Ettenheim, e arro0
jei-we a aa w ij-.
~ACotiala ?
Antmypa.mu N daa" sef t 0a 1 ,S* '11-
tet., e' 4dopis iS,40 eurU.Vpu.


sadou lo"itula .- 'A 4i aua-s: .' A*
torao qu vnl9am dt8 6ogra.
A aira aa Sr-a. Maeroltes continuous,
em;.tomi aindp tah.o,"posto que os sigaaes
4os sels 8oftfHnentos augaientassema:
S*Esereviaiqo eu :.morpo assssigaadia por
meu amante.... Esseohomemn, que dizia
-o arem1seo o Matrquezi 4 Graadehamp, nao
era, na realidade, seaS0 o componez cha-
.madeBola0do...
(Continnia.)


VARIEDADES

As scenas de singiae
POR MELCMHIEDECH DE J. A. LIMA
(Continu' ao)
HII
m S
Salvemrn-se, salve-n-se, exolamou
Antonio da Motta oe empurrou para a por-
ta, quo dava para o interior da casa, as
tres mn alheres.
Ela. entraram m uma sala pouco rmaior
do quo a primeira o tomando por eutra
port atravessaramn umn cumprido corredor.
Agora, disse apressadamente An-
tonio d.a Motta, entrem na salla de jantar,
atravesisem a cosinha, ganhem o quintal,
fujam polo portlo, emquanto en vou salvar
o nosso dinheiro so ainda for psssivel.
Voltou polo mesmo lugar por onde tinha
conduzido sua esposa e suas duas filhas,
tendo por6m, o cuidado de armar-se eomr
duas pistolas e uma faca.
Ah -exclamrnou elle, devia. ter fe-
chado a porta, e correu apressadamente.
Carnaradas! -ouvio elle dizer, na-
da de tiros, facas na mao, o estampido das
armas, p6de causar suspeitas.
No momento em que Antonio da Motta
ia fechar a port, ella voltou-se sobro elle
empurrada por bravo mais forte do que
o seu.
E' tarde, -disse um dos miseravcis
saltando no meio da sala de faca emi pu
nho.
Fitsndo a cara amrneagadora e sinistra
daquelle bandido Antanio da Motta n.ao
podia deixar de estrenimecer; mas reco
brando logo o sangue frio, apontou ura
das pistolas ao peito do* bandido, gritando-
Ihe :
Para traz canalha, ou arrebento-te a
cabega-
Olhe 1A, senior, a palavra 6... e
avan'ava parta Antonio da Motta einpu
nhando a faca.
Nao concluio; Antonio da Motta dispa-
rou sobre a cabega do bandido, e os aio-
los saltaram de encontro a cara de outro,
que jA se apresentava.
Antonio da Motta engatilhou a outra pis-
tola e apontou: o tiro patio e o bandido
teve a sort do primeiro.
Ah! isto 6 assim ? gritou Adolpho,
disparando a sua pistol, a queoina-roupa
no peito do pobro pal de familiar.
Elle lovantou os bra9os no ar e dos can-
tos da bocca sahio-lhe um espuma avwrme-
lhada.
Parecis ainda querer sustentar- se em
p6.
Olhem este miseravel, -disae Adolz
pho descarregando um socco no meio dos
peitos do ferido, parece um bebado a so-
nhar.
Antonio da Motta cahio e bateu corn a
front do encontro a parade, abreviando
assini os seus soffrimentos.
A quoda daquelle corpo, responded um
grito de dor.
Um home passando pelo meio do resto
dos bandidos, como uma fleoha, rasgava
corn um punhal a garganta do primoiro,
que encontrou e saltou na sala.
"-. Fogo rapazes, -gritou Adolpho dan-
do urea gargalhada de despeito.
0 mooo que acabava de entrar na sala
cono urna boaba, era um mancebo d'e tez
morona, nariz afilado, front espacosa,
bocca pequona e os seus cabellos eram


D. Branca e Amelia encostadas na pa-
rede, extremarnente pallidas, encaravarn
corn terror o mancebo; Vieentina cahida
em uma cadeira, assemelhava-se a um ca-
daver; e o mancebo de p6, entro aquelles
cadaveres comr o punhal na mao, sirnulava
um heroe !


rnus do 8r. d'Hervey, e soffro minenos por
que sci que elle vive long de sua mulher.
e quasi quo 6 apenas um pai pars ella, -
comprornetti-me a nao a atormentar mais,
evitaria vel-a, nunca mais >ne encontraria.
Outras tantas mentiras nas quaes cu acre-
ditava. Voltou para Paris.
Antony parou por alguns segundos, de
pois continuous corn intenioo:
-- Voltou para Paris s6. Comprehen-
de ? Eu cheguei alguns depois. Frequen-
tamos a sociedade ; forgosamente nos ha-
viamos de encontrar e apezar das minhas
promessas o meu amor tfoi mais forte do
que a minha razao. Pcrseguia-a de novo.
Quando a vi, ha poucos dias, pedi-lhe quo
me escutasse.
Ha pouzos dias... Onride ?
Antony fez-se vermelh) c balbucion, vol-
tando a cabeoa :
Sim, ha poucos dias... onde,ji nitio
sei ; recusou. Enta'o escrevi-lhe; amava,
queria quo correspondesse ao meu amor, e
pedia-lhe que me d6sse uma resposta ca-
thegorica n'essa noite, em casa do e ine.
de Lancy. 0 senhor hi estava... A mu-
IherjA nao so lembrava da donzella, repel-
lio-me seccar4nente, dizendo-me mesmo que
havia informnado, sou marido das minhas
perseguioes e que ele devia chegar no
dia soguinte.
0- qua diz ?
A verdade... o resto, o senhor o sa-
be. Resolvi a todo custo tcr corn Adelia
uma ultima entrevista antes da chegada do
colonel, decidido, a se ella me repellisse,
matal-a e matar-me depois. Estava lou-
co quando sahi da casa de M.ue. Lancy;
duraote muito tempo erroi pelo bairro de
Saint-Honor6, perguntando a mira mesro0
o que derovi a fAzer. Ponsei primaeiro em ir
so eneoQtro do eor4a'ele p6'rovocat-o para
urn dueO.. Mas so eu matasse 0 coronel,
ela nunea mais couientiria ern ver-me ;8
s e Ou **rosse., la eontiindava a per '
cer-lhe, a elle Oh I .e podesse imagitr
muanto teoho sof4rido coin a Imbran de
quo WiB, t wit -**s 1''11'1: bra,"i 1, collocar1:,


0 Lurtl. UlUt LUVJ% a* DuC uxistncOaft4^
chorAmos; agora necessitanos de coragem,
o eu do hoje em diante serei apoio de
muinha irma e de minha rnmi. Os bandidos
roubaram-no, mas rcata-nos ainda alguma
cousa e naio esmorecerernos; e se algum
dia a fortune somrrir-se pars commigo, eu
vingarei a more de meu psi.
trar, convencido de que haviari sido dads
ordens pars ine despedirem, so inme apre-
sontasse, o tendo a certeza de que, pediu-
do aquolla hora pars fallar a Mine. d'Her-
vey, me tomariatn por urnm louco, mnas de.
cidido a acabar corn isso antes do regresso
do coronel...

-- 0 que entende por-acabar corn is-
so ~ iaterrompeu o doctor.
Resolver Adelia a abandonar tudo. a
acompanhar-rme, oumatal-a, pars me depois
iue mnatar.


Nao admitto quo podesse ser amante
de uma nulher, em cujos labios tivese
de apagar os beijos de seu marido. S6
minha... Mas voltemos ao facto. ttrei
em casa do Mine. d'Hervey, polos jaMdins
do palacio quo dlo pars os Campos Ely-
sloe...
Tinha entAo urna chave ?
Antony fi 'ou completanuente desaortea-
do e pareceu tlo contrariado onm a per-
gunta, quo o doutor Ibe dise immediata-
monte :
Meu amigo, estw me fwafdo a aru-
raqAo que deve fazor ao agistrado qu o
interrogar... Esta pergunta ha de ser4he
feita.

Sin, sim, bem sei, e corn um embw-
ravo visivel continuou : Meu Doniu, fia os
que fazem os ratoneiros, ervi-me de un
gamcho (-omprado a uam ferreiro a que ati-
rei f6ra depois. Entrei njardim, a port
da estufa eatava sempre aborta c -
se imnmediatarnente estava provavss
sempre aborts A noite ; Alcancei pela s-
tufa a-eseada particular do apo o de
Minme. d'Hervey. Che "ei..
N'esteo moment A"toy p= 1 "
bher-se, como is quinine resf R
scemla. 1 11 / .^ tti;'11-


:^lgBaaq.ando ello j Wgarit Vir 0ltO-m i ab -a -
90 ch 1r, cell atirou-se sobre urn dos mise- AquelMla.`ivro o f.bo 6 "i*ft
ravels, d'--do-1u.- tMna pnhah .eadaconio se ceabesse pun
Um grito de colera patio dos. peitpsdos Senhora! engansa-V& u a bn
quatros bandidosrestantes. seu psi; o sangue que tinge awaim 4&
Nova descarga- minha arma, -disse. levstando o pa hmaL
O rniaacebo fez un muovimento rapido 6 de tires dos seus assassinos; ia
como o pensamento e as balas comno da i sua morte.
primeira vez, foramn sc cruvar n parede. 0 manceb) contou comno entrara li a
As armnas dos banlidos estavamn descar- como havia morto os tree bandidos.
regadlas; t-runr a carrcggal-as stria imnpru- E o quo pr-va, senhor...
d&ncia; e os bandidos d- fao --a u panho Que no minatei sen pai?
amneoaanJo'o moco.- do entrava aqui ouvi un tire, e
Elle recuou dous paisss, abaixou-se e cahio : o sou ferirmento deve ser deo
saltou sobre os bandidos, disparsando-os. eu apenas tenho esto punhal, al6mrn d
S6 restavam trees; atirando-so A elles o except dous, que foran mortos pr S9f
mancebo ferira um. pai, todos os inmais cahiram sob o meui pt-
Fujainos, -gritou Adolpho deitan- nhal.
do a correr, -- estamos em prcsenca de E tomando bran:lamente a mro do Vi-
Lucifer. centina levou-a ate o cadaver dc Antonio
Os dous acompanharami-no, e nos labios da Matta.
do mancebo appareceu um sorriso de sa- Veja, disse elle, desabotoando-lho o
tisfa.ao; havia comprilo o sea dover. paletot e a carnisa, veja; o ferirnmento aqui
Pallidas como cadaveres appear ceram na 6 de bala.
sala D. Branca, Vieentina e Amelia. A mno9a deu umn grito ao contemplar as
As tres inmulhores fieando s6o dirigiram- feigoes contrahidas do cadaver.
se polo caminho quo Antonio da Motta Perdibo, senhor.
mandara seguir. Tinha razAo, senhora, qualquer pes-
Jai haviam chegado ao port.bo, quando soa podia-me julgar urn assassino, vendo-
Vicentina parou, nbo querendo inais acorn- mie na mao umn punhal tinto de sangue ;
panhar a minai e a irmi. e disso inuito bern, porque matei tree ho-
Vein, minha filhlia I yein dizia Bran- mens.
ca supplicando. Obrigada, nio podc salvar meu pai ;
Nio, eu volto, meu pai corre pcrigo, pormrn, fez o quanto estava em seu al-
nao devo abandonal-o. canoe.
-- Nos de nada servimos, minha irmnAt, Obrigado, disse tambemn imelia que
dizia Amelia churando. havia chogado para junto do mancebo.
Eu volto, supplicarei aos bandidos, 0 seu nome? perguntou Vicentina?
ells ouvirlo minhas supplicas c pouparno Chamo-me Vital.
ia meu p ai. Despedio-se das trees mulheres.
Ouvio-se uma detona9.Ao. Ao apertar a mao do Vicentina, elle
Volternos, -gritou Vicentiaa arran- sentio um estremezimnento.
cando os cabellos, niao ouviram uma doto- Senhor Vital, disse D. Branea, quan
naoo?... outra. elles nmata mea do o mancebo ia sahindo; muais urn favor:
pai... eu irei so. vva prevenir ao ouvidor da villa do que
Ac pronunciar as ultimas palavras acha- acaba de se passar, c que os cadaveres des
va-se possuida de urma coragemin bem rara tes bandidos saiam jA daqui.
entire as mulheres. Sim, minha senhora.
D. Branea c Amelia estavam horrivel- 0 mancebo sahio.
monte pallidas. Mais depressa do que csperavam, os
soldados chegaram c pouco depois os ca-
Vicentinaestava tambemn pallida; porem, daveres dos bandidos erarnm levados em
a sua pall idez era o da pessoa, que vai ar- padiolas.
riscar a vida,semr temor. IV
Na occasiao do perigo ate o home minais AIberto ainda chorava sobre o cadaver
valonte senate fugir u sangue ds faces, do sea pai, traspassado pelas balas das
Mas, serd o mode ? Nio, e terror pelo armas dos bandidos, quando uma mito to-
resultado do combat ( min quo vai arris cou-ihe levernente no hombro:
car-so. 0 que tens ?
Agora talvez seja tarde, -disse a Voltou-se: era sua miri quo ainda na
velha segurando fracamente o brago da sabia a scena, que acabava de dar-so all.
joven morena, -tu te exporAs : ells po- (- quo tenho?! nto conheco este cada-
demn levar-to para seu covil. ven ?
A mooa afastou brandamente o brago -- Joo Joo! assassinado!
da mai e disse : E grossas lagrimas rolaram pelas faces
Eu vou. da pobre nulher.
Havia naquellas duas palavras tab forga Ao gTito de desespero da mnulher afflic-
de vontade, que as outras duas mulheres, to, respondeu rm outro grito de dor e urma
nao puderarn deixar de seguir. joven de quatorzeannos, de muita semelhan-
Entraram nasala sno meswmo monento 9a coin -mIberto, appareceu no lirniar da
em quo os bandidos fugiam, e o valente port, cor o casaco desabotoado.
mancebo sentia em si, um prazer indivi- Teu pal.. .
dual tondo certeza, que havia cumprido o 0 queo?...
seu dover. Mataram-no.
Ele ainda tinha na mao o punhal goto- Jesus... M De gito a
jante. ,. o a c r e d a a o c d v r
Ur gito de horror patio dos peitos das mo0a conrendo pans o cadaver.
Urn grio do ~partioTomnon a cabeoa do psi us. m3.s e cob-
tres mulhores ao veren os cadaveres es- ocando os labios nas faces descaruadas e
tendidos na sala. frias dopoz ur beijo; o nltiro boijo da
Nio viam Antonio da Motta, ser duvi- fris. dp u
da u~n daquelles cadaveres devia ser 0 E tu, mcu inmnio, o quo tens ? que
seon. sangue 6 esse? perguntou apontando pars
-7 ebb! Ebb!6 o assassino do men o lado direito de Alberto
pai! E' um bandido! -gritou Vicentina Um ferirnento, nao receies, hei de
e cahio em unia cadeira como so fosse ful- ficar born, bor depressa.
minada. i- Querido muano, foi defendendo none
D. Branca o Amelia recuaram at6 a pa- pa quo o recebesto? n'ao foi? Se w
rede. estivesse em casa tamborn o havia do do-
Ouviudo as palavras de Vieentina, duas fonder; e lan9ou-se nos bracos do irmlo.
lagrimas rolaram pelas faces do jovon. ih in d -
Qno quadro pungent! --Mnamimnarii i! l
Que quadro pars o pinceb do ur pu-berto afastando os bravos desta: -Deus
ton naoquiz quo oen pal vivessu main
tor~


&


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