Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15896


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Full Text































os seas met4bros fdra dos quadros ofloiaes, 1 aos escrivaes, juize of.fiias de MI '
em todas clas lses, centre os ftlhoesdos pa- fe estas, 6 for%' cufmesar, % -.
dres, dos negociants e dos nobres, essa bar- oneram seus o qftes. "
guezia ha de necessariamente extinguir o E assim, decade que os I 4o e l-orca
dualismo social, o schisma moral, qua, desde mento em questlo nao poem dar uma re-
Pedro I 6-o maior mat da Russia, por iaO dvA I-tno pagamento destas estas, eftl
que vai-se isemptando das distinoQfes da" isco testavelmente nao podem rnem .J -
sss antigas e dos prejuizos de nasmen- p0sr. uma economia para a cna
t"-. '4 As caustas gas coin os advoga ilM ,.
Nestas eondicoes, o trabalbo ha deo ser 1o- doe aos rd pbbres, senores, paola
go e kenoso; ma ener por Asoer me qoe menos onerama sabrecarregam "
0.8ioso, em. todo -cI s ao o I msm.ins o


Ca0m n re Londres 4-88.
Preb Ouro 105 t/4.
Ca"-d.Santos VAIR CARGOES a 19 CENTS
po lpbra.
I
LIS A, 19 de junho.
Cheeu hoje dos portos do Brasil
o pajete francez SENEGAL, da com-
pi~plia MESSAGERIES MARITIMES.
Agencia de Pernambuco, 19 de junho
de 1877.
PELO DIRECTOR, J. BROCIER.


PART OFFICIAL

Governo da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 5 D;E MAIO DE 1877
Actos :
0- president da provincia, d vista da pro-.
posta do Dr. chefe de policia em officio n. 351,
de 3 do corrente, resolve exonerar de 2o sup-
plenle do subdelegado do district de Malhadi-
nha, do termo de Limoeiro, a Antonio Francis-
co dos. Passos.-Communicou-Se ao Dr. chefe
de policia. "
0 prepidente da provincia, de conformi-
dade corn a proposta do Dr. chefe de policia,
em officio n. 351, de 3 do corrente, resolve no-
miear 2, e 30 supplentes do subdelegado do
district de Mathadinha, do termo de moeiro,
a Florentine Francisco de Medeiro*i se Ma-
noel de Castilho Calbal.-RemetteWd6Os8 titu-
los ao chafee de policia.
0 presideoto da tvi-vii d
S que requere. o promote pibico de I6e o
r d'Alho, bacharel Jos6 Cavalcante de Albuquer-
que Uch(a, resolve conceder-ihe 2 mezes de
S licenga, com',ordenado, para tratar de sua saf-
de onde Ihe convi6r.
0 pireaidente da provincia,lattendendo.ao
que requerou o fiscal da coltectoria provincial
de Pao d'Alho, bacharel Jose Gavalcaate de Al-.
buquerqua Uch6a, resolve couceder-the 2 me-
zes de Iicebga corn dous tercos da respeotiva
a porcentagem, nos termos db 4o art. lo da lei
n, 1,108, de 29 de maio de 1873 e lo do art,
139 do regulamento do thesouro provincial,
afim de tratar de sua salde.
Officios :
Ao president do Rio Grande .do Norte,
Dr. Jose Nicoldo Tolentin de-Carvalho,-Ac-
cuso recebida o officiodJ de abril, em que
S V. Exc. communibau-Ilrer prestado jura-
mento e tornado posse do cargo dp- president
da provincial, para.o qual f6ra. nomeado par.
carta imperial de 13 de margo. Aproveito a
opportunidade pa.'& 'apresentar a V. Exc. os
ineus protests de estlina e consideragao. *
Ao commandante das armas.- Recom-
mnndro a V. Exc., em. resposta ao seu officio
n, 362 de 3 do corrente, que indique o outro
subalterno para substituir o tenente Jose Placi-
do Lucas Bion, no commando do destacamen-
to do Ingazeira.
Ao.inmesmo.-Em u.eferimento ao incluso
reqierimento de Juliao Jose-da Cruz, cabo de
espiadrada7" c1.npanhia do 93 batalhij de
tifantari, declare a V. Exe., A vista do expos-
to em su officio o. 363, de 4 do corrente, que
p6 e .3andar dar. baixa ao referido cabo de es-
4anadra, sendo aceito para substituil-o o pai-
sano Jose Jfquim de Sant'Anna.
SAa memao.- .chando-se epositado na
-eapella do.) cemiterio public, o cadaver -do te-
nent9-oronel Justimno Pereira derFaria, provi-
dLncie V. Exc., para que hoje, pelas 4jhoras
da tarde, sojam prestadas as honiras militares
devidas ao mesnmo.
Ao commandante do presidio de Fernan-
dj.-Fa pelos senatee ciados pobres *existentes ness-
presidio, 4,56c litris de fariqiha de mandioca e
75) k1o;,rammnas de carnet de xar'que offereci-
dt a por Antonio Augasto Pereira da Silva pars
sere:n applicalos a alimentacio d )s m3ismos
Sint~ncauios. Iies generous se,;uorn no va-
por GqmS, ...
Aos nmaBbros da comrnissao- d e soecorros
ao0 in ligeates do later r da provincia.-Accu-
so rCebidQ P.o4fi|_ do corrente, em quao
Vv. Ss 'no commaialit ty noineado em cada
. umia das fregauIl*4(i Ltpilal dma commis-
Ss~o compista dos cidadaos inenctonados na re-
lia'?5o aineat aso predito officio, alim de auxi-
lidt-os ui) service da d ibU'ibiii.ad c4a soccorros
ao& illdijntes do interior da provincia.
Ao iaspoctqr da thesouraria de fazenda.
--e estiver rglatr a conni juntaem duplica-
ta, e de aocerdo.com- a ordien do tliootro n.
61 d.. I dde marac, mmn le V. S. pagaar a Bisi-
liji.is6 dao ~re 3)6S80), imoportamncia pela
qua[ Qollfc.j iaa p-rta cm i rap ctiva ler-
/ ragfepr Wti reservada 5' compinhhi dO 9b bu-

-vo asia.-.q' GIntamianco d-V en
sueim i to B flus coitveoMCTte^BW o


~a. 3~ participoik. me ~
Gig do
vs an


DESPACHOS D.I PRESIDENCIA DO DIA 18 DE
JUNHO DE 1877
Antonio de Lima Ribeiro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Aureliano de Barros e Silva.-Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Francisco Marcellino do Amaral.-Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
Padre Manoel Antonio Martins de Jesus. -
Informe o Sr. inspector do. thesoururia de fa-
zenda.
SSecretaria da presidencia de Pernambuco,
19 de junho de 1877.
0 porteiro,
Jodo Gongalves dos Santo4 Junior.

RepartiUga de polioia
N. 479.-2' sec.ao.-Secretaria.da policia de
Pernambuco, 19 de junho deo 1877.
him. e Exm; Sr.-Participo & V. Exc. que
foram hontemrn recolhidos 6 casa de detencQo,
a ordem do 'subdelegado de. Santo Antonio,
Mathias Alves do Nascimento Feitosa, Manoel
Francisco da Sitva e Francisco Antonio da
Silva, por disturbios.
As 11 horas da noite do dia iU deste mez,
em terras do engenho Catende, do termo de
JaboatAo, na occasiao em que voltavam do tra-
balho pra stuas cases Manoel Pedro, Francis-
co- Caid Paulo de tal, encontraram-se-corn
urn mdidduo, conhecido de Paulo, corn queni
depois de fallar-por alguns mementos, seguio
sem destifio. .- *I
Declarartdo'Pauto a seus companheiros que
aquelle individuo chamava-se Antonio de tal,
que era ladcooeoavtflos ecrianosode duas
mortes no ,Bej dHMHee4 da. ; M"noel

varain grande lu-tada quai 7Wultou a morte
de Manoel Pedro e sahir gravemente ferido
"Francisco Caia, logrando evadir-se o crimi-
noso.
Sobre semelhante tacto procede-se na form
da lei. I
Das 9 para 10 horas da unoite do dia 16,
Valdevino Alves de Sant'Aanna, foi a casa de
Antonio Rosas de Arruda,mnorador no 10 dis-
tricto de S. Jose, sob o pretexto de pedir vinte
milr6is emprestados, e declarandb-lhe Arruda
quo no lIhe podia fazor esse favor, Valdevino
fez-lhe diversos ferimentos, feind tambemn
nessa occasion a mulher-do offendido.
0 delinquent foi proso em ffagrante e con-
tra o mesmo se esta procedendo na form
da lei.
Deus guard a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel ClementinO Carneiro da Gunha, muito
digno president da~provincia.-O chefe de po-
licia, Hermogenesi Socrates Taares de Vasco&-
cellos.


DIARIO DIE PHAIUCO

aBUCIFf, t*b OE U^HO

0 imperio dos Czares
XI
Quando se estuda'a divisi'o das classes da
poputaglo da Russia, o primneiro facto que so
nota 6 a desproporgao numeric entire os ha-
bitantes des cidades e os habittantes do campow
pois que estes, s6 por si, comprebendom uma
enorme maioria dos subditos russos.
Na Russia europ6a s6mente, e sem aPi com-
prehender o antigb reino da Polonia e o Cau-
caso, as estatisticas dao para a classes rural
(seskii obytately) cerca de55 milhies deo habi-
tantes, inclusive os cossacox; no entanto
que para as classes urbanas, takes como nego-
clantes, burguezes e artistas de toda especie,
os mesmos docunlentos apenas apresentam
cerca de 6 milhOes de almas.
Embora n'esses algarismos nio estejam com-
prehendidos o clero e a'nobreza, esta corn cer-
ca de 900 mil almas, e aquelle corn 800 mil;
ainda assim a desproporcio 6 enofe, e re-
velha urn estado social, politico e economico
pouco satisfactorio, tanto mais rotaveliquanto
a importancia do facto sobs do ponto ?qm face
das consideflfes reltivas a qU6qe 4 es-
tatisticas rusias' deonAtnam ades, verda-
deiras iihas despersas e isoladas n'um occeano
de calupos quasi sem limits.
Rar-s, disperses n'um vasto territorio, pou-
co povoadas, em geral compostas 4eoias des-
mesuradas e descalqas, e tendo caslrde ma-
deira distanciadas eotre si por caeaf'dos in-
cendios ; taes cidades idifferuis fmnte
das eidales do Occidekte. nflo. terdt.caraoter
urbano, e antes pareces aldeias do quo vdT-
dadeiras cidades.
A' essi regra fazem. sem ddvida,. excepvao
Moscou, S. Petersburgo e ,putras ..cidades que
aetvei de capitees ao0 diveisos governos;
mia essa excepgio apxA-eohitrnaa a regra, e
em geral o facto ObservO4d6QgqS tics expos-
to, alias oriundo dos tbefipo 'ntto", pois que,
durante omuios seculat, td& akjlusia nao foi


* aais do que umna aldera doe awmr.itlhares do
de exteaso, d avia ua
capitall arteshf t iosobae,"
it imasina era composta awesa-
disersA s ema
" ipois de 1912, isto 6, depofs' do grande in-
odeMowso AsLttouMM NalieR-
^ ^^ 8Del (Irlte f fi. 0.0


rout da Poplojia .pa._oc. Yastar-se, pot esse
lado, do i[porio A que estL iigado; ma, .no
fundo assim nio 6, visto.;romo,, se as cid'wk
polacas- sBAo populosas contedm-se nos li
da proporcionalidade europ6., prov6m is
ser easa populacao, em sun maioria, coimposta
de judeus ou allemaes, ambos separdbs do
resto da populacao slava pelo espirito de ini-
ciativa e pelos interesses.I
Fundadas por povos estrangeiros, as cidades
da antiga Polonia, como'as de hoje, eram tidas
como colonias estrangeiras, e a sua populagco
naio constituia uma verdadeira classes btrgue-
za. Na Russia antiga, ao contrario, as cidades
sahiram do solo national; mas se0doW raas,
difusas e estioladas, padeceram do mesmo mal,
pois que n.o deram azo A formaCao d4eroma
burguezia, sem a qual flcarlm privad4s do
primeiro element economifo da civUlisaeIo
modern, da riqueza mobiliaria, do capital cir-
culante, principio essential do, desenvolvi-
mento material e da fecundidade social.
. Entretanto, conv6m nao attribuir ao oarac-
ter do povo ou ao gosto nomade da raga slava
a falta deo cidades, de centros de actividWde,
visto como a razAio de tal facto se acla. nos
costumes economics da Russia, send, que
estes provieram de antigos habitos, que vlo
desapparecendo, e em .parte de causes gorm
nentes, takes como, do solo, do clima e prdo
pria conformaiao do paiz, tudo o que obtigava
o home A bastar As suas proprias necessida-
des, sendo ano mesmo tempo agriculture indus-
trial. -.
Tendo contrasi oestado social, que outlr'ora
ligava o camponez 4 gleba e hoje ainda o liga 4
sua communal; terido:- contra si as pequen "
necessidades e pouca riqueza das miassas-,
tendo contra si a ingratidlodo solo e do clima
e atl as proprias qualidades do povo ; as cida-1
des nao poderam prosperar, e limitaram-se a
ser centers de admihistracao e centros de tro.
ca, verdadeiros meroados, atopetados de pove
nas occasides de feira, desertos e vasios na
major part do anno. ,
Nestas condigOes, nada ha queo estranhar
em qae as cidades russes or& so assemelhem
aos campos, oradivirjamd'etles, ,Apule e-:
te em relacao as grande cidades, e maiis i-
cularmente em relagcio scasitaes, onde o
as artes e os prazeres simiam uaina vidae
ropea, diverse da vida que levam os eqmpd
nezes. ,
D~~fetto, o ^aso" qu.aj{ i9dad"^

IWOaM ciiiaca' 0s campo )Sfc m aioa& urna'
vida patriarchal, simplest cnmitiva, e o iam-
ponez parece ainda o antigo mosoovita, semi--
oriental e semi-aziatico.
Ha, pois, amli, A primeira vista, um oOntrasts
perteito.; mas esse contrasted* todo e perfi-"
cial e exterior, visto oomo, part s80-!a a
clause, educada 4 europ6a, aassa dos babt
tantes das cidades, quer pelqs usos, gotos
educagio, quer pelo espirito rotineiro, asse-
melha-se A dos campos, sendo que as cidade
se conservam semi-ruraes. per fata de uo
verdadeira burguezia e de urea plobe urbana
elements queo caracterisam as cidades eupo-
p-aI
pdas. 4 '
Atantiga Moscovia fazia pequena distincoo
eotre cidades e capos, entire burguezes e
camponezes. A Russia modern, por6m, a
Russia do seculo XVJI, quando instituio a ser-
vidAo, procedeu due modo inverse, separou as
Cidades dos campos, e considerou a popult4 o
urbana como classes diversa da campost -
AtWentao uma outra tinhamnestado4 -
tas ao mesmo meir ou commuoa e foram' rgi-
das pelo mesmo direito e poes mesmas auto-
ridades. D'ahi por diante, as.jqdades fyram
erigidas em commuoss especlhoi f ,tornou-se
defeso passar de umasjpara otttr, sobpena-
de more; polo que, no interesse do fisco, o
burguez foi flxado 4 sua cidade natal, da mrs-
ma fbrma que o camponez foi igado A terra.
Sern embargo, por6m, hatia nas cidades da
Russia desse tempo uma classes j1rivilegiada,
constituida pelos negaciautes mais ricos e
mais imnportantes, a quat fazi&a excepqo aquel-
la regra; mas essa mesma classe, denominada
gosti, mna obstante fornecer os conselheiros e
embaixadores dos Kniages, nio gozava'de in-.
fltuncia, da mesa forma que as denials, ape-
zar de ter cada uma de suas sub-classes um
conselho especial ou doarna, incumbido do
julgamento de seus pares.
Joao IV, Ivan o terrivel, inimigo dos Knia-
zes e b3iardos, corit.rehenden.Jo as desvanta-
gens de tal regimen, quiz soorguer os.habitan-
tes das cidades, e corn especialidade o- bur-
guezes de Mosco0u. Pouco affeito, porem 4 taeo
transformacoes, nao soubo reviver na Mosco-
via as lierdades municipaes qu desarralgara
de Novgorod e Pskof, onde tinham ella, ilores-
cido. .
Subsistindo. o mal quando sebreveio a es-
tinccao da dynastia d.) Rurik, as ldadesrus-.
sas tiveram opportunidade lira remedial-o,
visto coz!) mostraram-se ca^s de.assumir
um papekpolitico, j pmaafminarte na liber-
tacao do paiz de soD^ jugofIolaco, ja contri-


buindqpara a eleicao da novadymnastia; mas
arruinadas pelo perjodo de perturbaclo que
seguio-se Aquelle facto, abaandqrim as fran-
quias e regalia que Ihe tinuhaam.cocedido os
ultimos Rurik, polo que aohfin-9na, sA-os
RomUWr, destituidas deprivileg e sob a in-
fluenoi do'-rterido mal.
Comproheudendo o sou alcance moral, que-
rondo preeneher a lacuna, Pedro o Graode 44-
troduzio nas provlncias- o sl-goernment a
autonom'a administrativa, e'exilu o traba-
ibo intemo per ineio doaovas indestrias e M-
vos meios de communicftao; mas, faltando-
Ihe ama base solid para emar unsa burgue-
zia, sua obra coainhou lentamento, e, depots
de 'sua morte, edmo que floou 'etaoioauk,
gras as restriog5os tas ams privsigios ow
adeas nos dos negoclpantes peloWle a $o-
isoeres, .in dos quaes, a czwinaw :sbel Iet.
ib sem monopolio es principals rawigio o q '
mareio, no 1 0ersse de ses *i.
D'est'arte. qtasdo CAtharia I i ao
.tlirono mosooVita, on0-al eoistlia -
da a sua gravida0,,e por fao
do ella onistltuir-Wa .nobeama 6- l
zia, dividio os hWIltMtaan diAg
ersAs g .aft qei4a h
41a- ~~ad ctuUt urns oryaia^ i ^
tb~ed~a tftiS tftto bufte b HBm


foftuna
oda mma
CAinpon Os procurein-n'a &?ft
mas das quaes existeM estes
em g er, c.)mo em S. Petersburgo,
que m o mecAhfanino 6 o mas
inell of ambros to corpo social
russoj al paw que o ca obnez, o
may seguano a lei dt.emdiacAo,
,a cats -16OW a terra qude a cerci e
ama' d0o .commuda para oualtivar.
elle-vve ao visto como a lei nao
Ihe oflre a, item a communa lhe p6-
de fo er alho certo.
Eint Ik, a-oasse de .htchan- e os gru-
POS vA de .Mtsta comptam cerca de 5
milH de almas, e constRtuem a maioria da
popua -o dcidades!.
,"A t police tempo o mechtchanino e o
remese iki ou opequeno burguez e0 artist
junta toe come o camponez, eram Os unicos
que povamut imposto do capitacl'o e fornoe-
ciam ateria ao reecutamento; Ikoje, febiz-
men 'J* ifto 6 assimra nova leimAnilitar ado-
o ra elle o. serviqo, reparttndo-o 'por to-
das ses da sociedade, da mesma formia
quol kes ,;Alexandr6 I1 isempta da
capi b oo htchinio a sous pares.
d p podi .6, ssas classes, a que
or rp se aggse ga os dorOvyv, ou
Cd domestic, ermancipados, frumam um
d opretoriado tirbano, divers toda-
oOdiverported
J|omonym do Qoodeio, purque
ftafito pa arsodpfrio urba-
e or clasi 448= o proleta-
pe nao-s w96da aila bur-
SnVvdo Campo.
poles Wdas, pe-
8crqzss, p- aedos, o povo das
(adaa sas pDor ou quaSiS nada differe
; e e n chtcacmnio, bemrn como
6 i mBf 6- a 43to qu o mugik das cida-
inS, 9| amt issB a tout o iada reeigiao,-
lq a t ea buguozae -real, kte qaodas seopo ea doui
it, tinas qo n, pudointo atUesta
viaplieda gpiritos-reli.
J i Vmonia d0 sqntimel
pq snogondoAe do portion



qe cuparn a ~bm ased0o ao p ugresso.
Per emqfanto p Russia tr escapiado a esse
rals imas pars, is tern contribquido esse ou-
r. malWlque temos aWsignalado-afalta de uma
burguezia .real,- dta que se procura remie-
diar,, ms que s e: npo pode fazerdeerappa-
Lr porque ? ellepde dar azo mAfusAo dos
daMOWs da "epulaoio urbana, ainda hoje
dividik em dots bgrupos d. .ap
n era gr poe o de menor valor social,
o sifedospeq uenos negociantes e artis-
bs que ,eoseupam a base da esala; opuhtro;
oi A formado pelos grqdP deg negoctloa1e s,
pelodsbdiguezea elevados aos rao superio-
res, isto e, pelo& anegociantes que, p6suimndo
grande oaptotsivi m subidos direitos depan
tento. q og d cn
Tendia gozpol por muito tempo de nogo-
pritvile a c.mnegociantes, denoeinados
offlcoialmeteio, iyts, nunca podera consti-
tur casts, porqua e o access do mwntmine,
do umgik e do ndbre ao gro de kouptsy ape-
uas era dependenate de sua posichoe pecuniariay
e elassifieaAo como- neg-ciante; ,mas, n00
obstaote, consefvara- os0 ptlyifeios tnheren-
Bi.-a diversas g eildem qo etelle1 se fubdi-
vidiram no tempo de Pedro d Gcrade.
Desoes gicdas, hoje, apeftas existed duas,
cujos direietos ivis so identicos; mas, ainda
aim, ells divergem pen o capital, pois que i
esto quem regular, de accord omr a patente
concedida pelo govemno, a posico do nego-
pianote o sen commercio, que pode estonder-
se ao exterior, ou limitarse ao interior, con-
forme'o valet orda patented.
Ambas essas guides tern nas cidades suas
astombleas particulates e chefes ou syndicos
porzelias e neites. a e a p
Outr'ora os seos membros, post que times-
sere parte das. cle privilegiadas, por isso
que atidham bdireitos pessoaes, semelhantes
"rao chia noao podium pos uir terras
povon p^Jele que fncou o commercio isolado
^la ag plra, e o negociaiite do nobro pro-
prietarioedo culi~vador i mas hoje assiua n'ao
oalc~ue, porque, emancipalo o servo, cessou
da, e o aoossso desta e facultado-a lodes.
*-A Apeze, idisso0,entretanto, eviciade por aquel-
la prohibicao, que= o levava a aspirar fazer
pate da no~brea.-os, membros da p~rimaira
guild ainda buscamn entrar para-a tchina ou
hierarchia functional, e em eerie modo des,


prezm e a cathegoria especial, que o impera-
dor Nicoliao creou papa a burguezia, sob o ti-
tuloxtpolIchetnyi gragdanina ou burguezia uo-
taval..:..
Gomo a verdadeira nobreza, esta ultima
-c aeavdo gr6os- --o de ciadcao tatawd pes-
a, e 9. de- cMadoado owtacel herwditario; mas,
se taesU'ubricas hoje flguram na momencla-
ttumi 4ial, a verdade 6 que a potchetniyi
pmgd'6 in taio- valor deuma dig-
iO visto -como as distinccbes
.aan eff Apareaeram ou teadem a
deaapafgj igtilas reforms.
div' dizer due nao hbajamn na so-
I das d idades varies distiUnges,
Maof; ssa que alli.apeas vigora.
bJ0 ass ao sociaes creadas pelos cos-
tu aco e pelo -grao de civi-
a aa ogncmAs, nobre aha.
for ,s &ip :.vAc -v isolado.'do ud go-
; go RK -m geuclub ; mias.
mlo-' mewi ja se mai-
..7, urmntoS rEtucwMtarios, visto co0ao,
onobr a b a 4go=

*tA ,.-... da o c. a,,..,. ._,-._ .


[Conclusdo)
0 9r. Reis e Silva : -Sr. president,
pedindo a palavra, nao o fiz na intenQ&ao deto-
mar parte na questao que se agita sobre o
quanto da porcentagem que deva ter o. procu-
rador da camera municipal. Julgo esta ques-
tao pelo debate- de hontem, e peia dfscussao
de hoje sufficientemente esclarpcida, e a as-
semblea, por consequencia, a decide ckmo me-
lhor entender ou acharjusto.
F Apenas pedi a palavra, Sr. president, para
fazer algumas consideragos sobre os 4o e
5o da 3, part do art. 2, do orgamento sujeito
d apreciaglo da casa; sobre as verbas de
despjas ahi autorisadas, cornd gratificacao
ao adogado e soficitador dos press pobres.
Acho 8r. president, que estas despezas
SAo deonecessarias, e som nenhumna conve-
niencia. Que a camera municipal nao tern
mesmo precisdo de as fazer. Que 9s seus co-
fre'jastand tiot oeraft ..
0 St. PINTO P)S8OA:-.Apoiado.
0 Sa. REIS E SILVA,-. .. nao os deve mais
gravar corn semelhantes despezas.
Nao quer Sr. president, com o que digo,
que aos press pobres nao se lhes ddO quem os
defenda.- N nnlo tenho este 'pe _miento.
Os principiosde.Justa e humanmidade 6 o que
Icnselham. Mas, na 'o motiyo pars que
a camara pague annualmnt 40( a um
advogado, e 300000 a um -solicitador corn o
11%Ldeancaroa defeza do press
D&Drt.0 t
9 isto, senhores, porqtte segundo aviso
de de noviemnbro de f835, se o reoipobi,
ou no t in d julgamento dectra nao ter quesn
.0 d eiao juiz team obdogaao.. de nomear-

joitar-se a camera. aquellas despezas ? 'Se os
interesses dos prosos pobres as dictaram, es-
tes como se deoxa vet, ji estbo acautelados.
Nao ha, portanto, razAo de ser para que a ca-
mara pague a um advogado e a um solicita-
dor que cuidem 4ps seus direitos. Serd in-
contestavelmente uama despeza superflua, sen-
do certo, como ,6, que o juiz ja tern obrigacao
de nomear-lhes um advogado.
Neom vir a proposition Sr, president, prefer
a hypothese de no ac.itaolo dos nomeados
advogados sos r6os pofi, porque, sob pena
de desobediencia, sao obrigados a a*eitar.
0 aviso que citei de .1835, impond ao juiz
a obrigacao de dar advogado aos proses po-
bres ou aquelles que no acto do julgamento
declaram nao ter quemn os defend, determina
tambem, qua o juiz pode, sob pena de. deso-
bediuncia, obrigar os advogados dos audito-
tios a tomar a defeza dos reos nos casos em
que compete nomear-lhes defensor.
Dir-se-me-ha, poremin, senhores, em outra
oldeog de consideraies para justiflcar-se as
verbas de despezas em questlAo.-Muitos sao
os press ga casa de detentAo que nao res-
pondem aon jury, que nao veem terminados os
sous processes, tudo por falta de um advoga-
do e de um'solicirador-.que tratem de seus di-
reitos E que deste modo, mui justas as des-
pezas consignadas nos 3 e 41 do orQamen-
to, por4ue o advogado e o solicitador-a quem
se paga serao de muita utilidade aquelles
press.
0 SR. RATIS E SILVA: See -duvlda no-
nhuma.
0 Sa. REIS E SILVA:-Nao penso assim.
Ainda semhelhante razio nfio me convince da
utilidade daquellas verbas de despezas. E se
consultarmos o regulamento de 31 de janeiro
de 1842, verernos que ella nenhuma proce-
doncia tern. -
Como V. Exc. sabe, Sr. president, por este
regulamento, os chefs de policia, delegadps e
subdelegados sao obrigados, ao menos uma
vez por mez, a visitarem as prisOes publicas.
E sabe tambem V. Exc. que aquelle regula-
mento em seu art. 150 determina-que o pro-
motor public, estando no lugar, sera sempre
present A visit parm requerer o que de direito
for a bemrn dos press.
Ora, sendo assim, se ao promoter public a
lei ja iinpoe a obrigacato de reluerer o que de
diroito for a bern dos pros.. em geral, por con-
sequencia dos presos pobros, paa que maue
eose advogado e solicitador dos presos 0o-
bres;? Eu declare que hio set.
Se m na casa de deten^ba, 6 certp, existem
prosos* cujos processos nao terminam;, que
deixamde-ser conduzidos ao jury, OaS pro-
motes .pabllcos. .desta capital camblhe-a re-
querer o que for a bern dos seis direitos.
Para isso oao ha, .portanto, necessidade da
camara pagar a um advogado o a .si polid-
eador. ., j .
Ji exerci, Sr. president, por mama e. qum-
tro anno. o cargo de promoter putb.icO, .,. em
minua comarca algumas vezes esq lpr''
cedi.
O SR. Gos CAVALCANTK : a o .)rornOt
public.o pode set defensor dos ros ? "
0 SR. BRis E SILVA :-Nbo diss isto. No.
esLe caractor se Ihe pode d4ar quattlo exerge a.


attribuioto que.Ihe confer o art. EU ,e
gulamnento quite.
do4ieeito abDodos pre
o U. Gdc (&v AoNX*;e


PNir W~o'W breS, e'16 i6fen des'fggT -
hidos que tern direito a haver custas da mu-
nicipalidade aquelles advogados.a
De mode que poesivo,, qualdo ns o se.t
certo, que a camera durante o anno page de
custas menos a estes advogados, do que des-
pnde em gratiflcaao coin urn advogado e so-
alcitador especiaes dos press pobres.
B nesta possibilidade, ja se deixa vOr, que
so p6de dizer corn seguranca urma econo-
.bnas despezas consagradas. -,
.APndo-se, senhores, quanto ao solicitador
dos press pobres, que nem ao menos reco-
nheitlo ainda tern podido se fazer pelo tribunal
da relaOaO da .provincia e nlo seo mesmo se
plos j'uzes de primeira instancia.
Pr -te aquelle tribunal jd uma vez compa- g,
recep este empregado municipal, requerende.
em noime deo 'M preso pobre ; mas, como
nio fizesse 'om 'p .-MuragAo do preso, o t0
bunal nao mou coniheWento de suai-
gao, julgano-e assim in comQ'te4 ? em
nome dos prosos pobres exercer qualquer
acto, sem procuraQAo dos mesmos. No entre-
tanto 6 a este mesmo empregddo que se trata
de dar urma gratiflcaglo de 300W annualmente.
Sao, portanto, Sr. presidente, estas as ra-
zbes que me levam a votar contra as despezas
consignadas nos : 4 e 5 do art. 2, 3.a part,
do orQamento municipal, e a assemble6a A vis-
ta dellas decidira como entender.
0 Sr. tatis e SHva : Sr. presidente'
sinto, sempre que tenho de vir A tribune para
emittir opinioes minhas, que estejam eUas em
desaccordo corn as do nol*e deputado polo
1.o districto7 a quem de coraCio estimo e
congidero -; desejaria estar sempre de accord
corn elle.
JA v4, pois, V. Exc. que sinto urnm, despra-
zer, um desagrado, quando me vejo forgado a
afastar-me de sua opinilo.
Entretanto em cumprimento do meu ever e
pelo bemrn public, levanto-me parm fazer con-
siderapes que se oppOem As razOes apresen-
tadaspelo nobre deputado.
O nobre deputado, oppondo-se A disposicao
dos 4.o e 5.o da 3.a parte do art. 2.o do orca-
mento municipal, que se dispute, pretended
mostrar que 6 inutil a conservaglo dos luga-
resde solicitor e advogado dos press po- ,
bres,
'4:.iscordo deste mod4o de pensar,,r. presi-
dente, e you offerecer OsasideragOet em con-
tiario.- Eu acho que .a 0mservaoq, doses lu-
gares, de que tratamos, 6 umna Mcessidade,
-n W6 a bem dos press pobres, c O a
0 Sa. MOREIRA ALVES : Corn relico ao6
adogado, nao estou long de concorar ; nrom
relacao, pordmao solicitador. permitta-melque
lhe dM um nio apoiado.
O SR. RATIS E SILvA : 0 nobre deputado
disse que os juizes teem obrigagAo de dar ad-
vogado aos press pobres. Foi o sou primei-
ro orgumento. -
Segundo argtmento : que o promoter pu-
blico 6 obrigado a acompanhar o juiz nas vi-
sitas A casa de detencao, e ahi requerer o que
f6r a bem dos press pobres D'ahi a conclu-
sio de que-no sAo necessaries esses lugares,
Quanto ao primeiro argument, Sr. presi-
dente, eu tenho que observer o seguinte : 6
verdade que a lei incumbe a0sjuizes, na au-
sencia de advogados, que se apresentem para
defender os press pobres, nomear-lhes um
defensor. Mas, senhores, bern comprehende-
mos qe muito differente 6 e servigo que faz
o advogado, qiie. 6 chamado ex-abrupto para
produzir a defezade um r6o, que elle nmo co-
nhece, cujo process elle nao vio, n4 -estu-
dou, do seryWio que faz a advogado, que vem
de proposito-produzir essay defeza, deois de
haver estudado o process.
0 advogado, quo 6 chamado ex abrapto, vert
I apenas obedecer ao preceito da lei pela bocca
do juiz, e nao toma o verdadeiro interesse pela
defeza, nem pdde-tomar (nao apoiados), porque
nao tern tempo lde estudar o process. D'aqui
resilta quoe -mauitos dresses processes cahem
por falta de defeza conveniente.
UM Sa. DEPOTADO --Melhor.
0 Sa. RATIS E SILVA : Melhor, nbo, per-
doe-me o nobre deputado ; a camara munici-
pal paide corn isso, e as 'ezes veto a innocen- -
cia a soft.rer, soffre a justica....
0 SR. ATTICO LEITE :-Apoiado.
O SR. RATIS E SILVA .-... sendo condem-
nado aqueUe que deveria ser absolvido, e ab- "/"
solvido o que devia ser condemnado.
0SR. MoREInA ALVES :-Nesse caso o jaiz
deve dar o reo por indefezo e chatair outro
advogado.
0 SR. RATIS E SILVA 0 quo vier succe-
dero-lhe ha de fazer a imesma cousa, porque :-
esta nsa mesmas condlcoes, nlo p6de estudar "^
o process, e ahi estL a innocencia a soffret. :.
0 advogado da camera municipal, no into -/
resse 40 bern cumjrir o sen dev1M& ir para .
o jury prpparaado, estudar4 os part i.
quo atj& anbohlo o r50, psra quo. Io a:ofra <-
-itemneia, e mesmo o seu crealto to adxo-. ".


KU^. ~ ~ ~ ,"- '" -
JSdemais, nisto ha uma vantagdm 6"i|-i *
ine..L Ea sinto, Sr. president, que MW V .
nlkim.vindo a eSt casa os inrifurmaes qf
poucos digs pedi sobre esteo negoeio. ... .
Q O .. AO8 L DO REoo :-=Talvez chguem I .. ,
aid4a p tempo para a terceira disusucuo. -s
0 '", RATIS E SILVA : Talvoz, Deus. quoira
quo elas venham Eu pedi informagqes A ,
casUra maioipal por iaterinedio da pn den-
d e provioiaolaebre a quanto montam as .a
.-aw mazes pela camera muoicipd, autes do
la po lca.ara cm o.4vo .O,


d ~ L.a





































TAWpdadre! ai
:fnda no a06fnei ao souci-
Hi^ .bel a prmoti'or p ico nao .pode set o
Sdaoiusardoa..presos pob'as ; a san mnissiAo 6
/..l O'Sa. .ECZt.SILVAt. da1 apum e. "
^ K ILVA..- -Pode Fazer chegair o
u-ali ib j r 9S ,4 o
lto, qiie a de bxa, ele RAoO&
cZ o retanto qua pod(1 azer 0ssas d s
vogad nomeado, IOU .- in.,
Hpl"- fr^jlil~s~a^jwelf ecakowimiro- fqi^a cffo is
gagj mostrai.
S"Agora, Sr. president, passarei a fallar so-
." bre a emenda ao 5o da part 31 do art. 2o,
r ae, serelere ao soicitLador dos presos pobres.
N. Nao estava hontem rua casa quand4 o nwa
; *nobre amigo, deputado pelo 3o dsLricLo. que
'" 'so senta na primeira bancads dettla lado on-
..-. de me acho. invocou o meu testenanho acer-
4 ca dos servigos do soricitador dos press po-
: ^ bres. Eu venho declarar nao s6 por issp'
-s .cz amp para responder ao aobre depuLad" qeuo
\-- -7 ,. acaba4e fallar, que o sorictdor dos pesos
t '-\ pobres 6 uma entidade mwito aecessaria. tano
'" coma o a dvogado, e'que o acLul soliciLador
,| L tern pretados servigos importap4ts aos mesmos
"'' ":' .esos, o qua os hobres deputados

0 ;SR. GOES CAVALC.ANTE .- oaber se
lestemunho agora -iser consierad
:C O0.RT 4""-S'v. A:-EsLive irigialo a
Casa etenao por eppajo deseis mezes, e
^ ha popco acabei de dizer qua encontrei alli
I press de umni dous e tresannos, sem proces-
; so, sem culpa formnada, detidos illegalneute
d-i.ante esse tempo. 0 procurador dos press
'pobres .a Lodos os aias a casa do 4eeijuao. e
d durante esse tempo Gorca de qmareta ou cin-
coenta desses detentos f ram submettidos A
.sua liberdade a requerimento desse procura-
.: ,dcr3 que eom Policitude requeiaeu. 4m favor
\deles. L
0 Sa. MORELaRA ,LVES di um apart.
*. ... .0 SR..RATIS E SILVA :-Nao fil eU, poxque
1elle tinfha o cuidado de apparecer alli todos os
dias; 6 verdade que se ilrormava ,de mihg so
detentos havia alli injustamente presos,e eu,
que Utinhao. cuidado de sqerv&r umalista
desses detentos, miaistrava-lh os eclareci-
.- mentos, e.-elle effectivamiite cumpria o seu
Sdever, punha am aceao a sa. soIicitv" am fa-
{vor desses presos,requeria habea-crpwu, e
Sos puniha na ria. Duraate seis mezes,,posso
i garantir acasa, foram soltos para gcr de
*s sua liberdade 40 ou 50 pressss que estavam
.. alli injustamaente detenlos, alguns ate'' avia
~ trees anaos. Se isso nlo 6 service, eu. nao sai
:id o qu se possa chamar serricos "
.6SR. RIS E SILVA d- uui ap e. -
0 SRi. RArIs E SILVA :-Mas obromotor pu-,
bilco darante esse 1t4ipo l e Iat aadou, l4
Snao foL e avae Upque razao se conser-
~ vavam esses press a ltegaTmesnte deteatos'
i ~ havia tres onaos ? o qie razao eu nao sei.
O que 6 ecto 6 que nao bastaalte a vigi-.
....d "no Dronimotor "ubir ne
4ano quen-lalp algau u umriquse weress
i exclusivamente pelos lstos, que promova a
sua liberade quando estiverem datidos ilUe-
galmhnente.


N.O-Sub-etnnd a de n. 15-Se pafinfffsar
risado a ,Fcra do sm dirlt sadigo que
ligue a allhajelal-ris elvrTiber., na
fceeia.la 41 0oeftd-o despender a
qta tpasteria Soare. de qu.Me Drn-
LsoThe i a do.s p c d
N. -6.-Ao art. J28o-Ar emtnda da com-
50f6, approvada na segunda discussao, ac-
creacente-se :-exceptuados os leilOes meno-
res de cem mil r6is.--Marques'da Silva.
N. 6.-Sub-eineuda a de n. 15-Se passar
a emenda sob n. 15 ao 29 do art. 9, aocres-
cente-se :-Ficando sem direltb oA rac o que
dhe da a taherla.-Ratis e Silvua.
N. 65.--Nas-loterias mvaores de quinze coh-
Los o thesoureiro terA mais dons por cento de
poreenLagem.-Gdes Cavalcante.
N. 66.-Su'pprimam-se uo art. 9o 3o, P',
5o, 6o, 7o.8n, 9 610," lt, 12.
No art.4U-Snpprimam-se as palavro s :-e
das obras do comnmeadador Antonio Joa1nim
de Mello at6 o finr, dminouindo-se a verba.
No art. 16 .23-Supprimam--seas palavras :
-30 ris peor volume de carga ate o- fm e o
ca43. .
M No art. 17-Supprimani-se -os 4o e J.-
1. Moreira Alve.s.
N. 67.-Suppria, a-se o ar L 40.-J. Mreira
Ad ves.
iN. 68.-Substitua-se o additivo do Sr. Ma-
noel do Rego,-sobre -loterias, pelo seguite :
a porcentagem deduida do capital das Jote-
rias para o beneflclado feca elevado at 10 00
quatlquer que sej a importancia do mesmo
capital; e nenhuma pare da loteria erds. ex-
trahida no eaxe1icio vindouro sem setr de con-
formidade cor a present lei. -- o6es Caval-
cante. '
N. 69. Ad iti'vo. 7- Fica o* president da
provincia arisadaa contratar, corn quem.





ueI pro -eove ro
mais ganrata, offerecer, a ditrecglo do gym-
nasio provinal, sendoo cqtratante,'por cu-
ja conta eorrer o odas as deapezas, brigad,'-,
,iclonservar p. actuaes rofesGore e admit-
tirkath Wnos da provicia, sob a,,mes-
matS ,o i .f. j:w Alat
7N. 7.-Resa-belepa-se A final do a iL.&6,-

premiados prp deverAn no pazoo der 1nn an
no, a conoar da daLa da xttracao.--Goes Ca-
"volcanic. .u
N. 72, aj23 do art.- I, -- Saldbsitua-se pelo
eguinte ;-at aa-e -a_46e ransporte de pro-
ductos dee PghO, eP 'redzido a 8e o
imp~stosobre cwarcMsem, molas qae estive-
rem appicad0 f eua ,vmte a sertico par-
ticular. -;J.J. L ao,=. de GrMwoww.-
Goe, CTovren ... "
N. TMAmn a S r. 1ais e Snva .go-
bre o meh 0o qv elntos do'direc*r
do ase demaendi' d le--subsltua,-se 2:..VW
do .odena,,po 2O ddordenado.-flWel-
10 &,gro. .i


tar., ~ aswf Wu~c~tM~|^
coea4me p40a0rikanie e". egafos |i






em ~co wtac~enc a0qez~ salari quote re
cebeni, cobdemoeass os mdgete lugr
-i r qviameos i cas0 is,( n a qeeoiiJco






platos eatgado eonueparaal W~e(ravaauce
talemes, wne sndo quenta rgnl aso l
imil o, quarenta e qluatro de farina o,






des~~ ~~ daro dosfardswe azenas
psl de virrtud e duto 9epeflagH|,fd| miljwz do i-
reit deCiruaDr. 4 Fa o
la e dous de Sarinhao do 0m mie
Koz, Wwo 40s~apa w&Q^ faipe
doe _Lenooetou n pooa-e dBbdp
^^Endc) a-ommiassoeir~9~ Ba
de reaegos alinefieios ia e sM doa-
podsewtos. rptiranteors eiproga4o9 i --nra
aemo iastraces oom, o exiguo salario qw re.
cebrea, ejW assim os indigentes dolugftr,
alimsatarq.vestir as, families, era quakcom-
plato estado d tnudez, para alli eaYiaMbkween-
to e dez v olumes ; sendo (Psarentos ,dasio de
farinaa, quareatt. de amilbo, devito eui djAo,
dez de arroz e adous fados S Em virtLude do iepeo tao do juiz 4e di-
reito de Caruars, Dr. Joso Francsisr Duyte,
qu am.officio de4do eorrootpo deoirss o
lastiaoso estado de fome, nuullz e miseriaem
qua onocatou nas povoaNbes do Bebedola e
Altinho, grande humero ds retiraites do al-
to sertao desta e de ouLras provincial, anxin
damos para esses potos alafts soccorroi ooa-
sisteares em rUa o e daus saccos de farinha,
trinta e dons de milnho, vite edla do flaoo,
dezeseis de arroz e dous rdos de fazemodas;
e nomeamos sob Wforpam o do meffsaui-
de direito dunas commisoees -a dlribg js"
*eado a de "adoupg, caipovaa do Trioe
Francisco Peixoto lBefrtevaubd ea iAftulao
pos6 Garmos e alferes Joao Geio l Bo e de U4
vedo ; e a do ArUiA aoavi srosp ai
Guiterres, major c stMsita o deo imos Cf i re
e subdelegado.Mariel sV'issiao, p"od s
SNa impomsibilidade te pos danm se ai6.
zeraAtos pedidos e de amxrsadao. s a,
tordsos btgavs, 9deWproctwraiwn igarb .s
retiresu, deramos at- 4- l s
que. distribuinde s sooeorro- e m- 8s eK;
hortassema -eass.sqifelizes a maos arem--
para 0 tiramos dJo limoiro e BoaiGoal,
onde efcontrariam e Labl.ho e sodpardsQ pv,
blioos. ds nees'dos, qse.j fi eaa ..a-i
crio4ie deabaqonar sess lares, podem ,se
dficaldade A= suaosresdleaa d a a teand
cil e *oefmmdaleate possama sertowooios.
SA' instancsadas -ato.idades deA.odir
nomeamos.Baaquellawiua awaomnoqoaoo.-
postad PiNtoW lawotor putblico, Dr. wai-t4"li-fr]
dino dos Reis eSilva .e dalegadq .cei esio
ApdoARosa da Csta, iLao i dtca. anhim r
o miasimarvqupe alktvMi ap tcbbt->
Ilbes da esbrv& public, _Fl fawA'.di *9
buir as sooaawros pelei: indipgnhwi iin
aI = inde, i'n

isso JOetB" 'da
Dovanaisslo e ea rae ady rtauinnro|


'-.A 19MI40do Garmo-O Rlvda. padre pro-
F'nal do onvento don carmelistas dota sf-
Ldade MjTo if.6 nwo louvrvel Ifnnitb

Mtrlado. -!ap rehenatan IUMot eet
taurftsao da dlita ireja, oenmoislindo essa ohbm
espeeMmnete 6 limpagm, pinntura e doura
meMtde olsoda-a iwte imtnma do caea de op4-
L0 l l1. ~ # '. ", 1.
,Wfos Wntem ver essa ofa 'e, "eORfesrO-.
mowl-- hio-nos ocorago aos pbs diante do
modo dpMtico par que tem.sM feltea a tat
westa"ufotw, que, lonI de restanrar, tern ani.
quilado o qua de-melhor havi n.a igreja!
0 antigo teeto da nave principal, se nao era
um primer d'arte, lainbem nio servia dees-
Mndalo aos ethos de quem os tern para ver.
foje acousa muda dp figure, Cobrio-se a an-
tiL piptara corn urma ca&mada de tinta branch
de ofeo, e sabre essam camada assentou-se ou-
tra 4wnaada do tinta preprada A colla e at-
vaiadftw eoe.
No oeato do LeWo, assim emplastado, pin-
tou-se um quadro allegorico corn urma hrren-
Oda figua de S. ELias, am Latomo desse qwi;dro
pintou-se uaw seis, de menores dimensoes,
porem tlo grotescos come oprimelro.
Assim Lramnatimadio, o tect o da nave prin-
cipal esesdali&a os olhos de quern o exami-
na. Mao ha atti nerm sombra% de arte, nao
ha meszo o mais leve toque de gosto. Sem
contar qe a camrada de tinta A cola nao se
2 i fmar sebre a que Ihe precedes, que
fWde *tita a oleao, acereece que as quadres,
pTsivmenteC4ionceidos, borrivelmeate exe-
aitudo&. dostoadamento dispostos, dAo a es-
se vasto tete urnm. aspeeto estranho, qua en-
rirttece.
SEtft-rala.ao ao tecto, pois, houve na preten-
sa *estamrwAo am verdadei'o ,uat# de ft; mas
sa fei a uwfa,, pois timbem passaram pelas
cnudinaes dia retamwawo as sacadas
Svarandas das tribunal, e dissaram-nos
ue e.omeoo tern deacontecer oomrn a grade
o balawtra"a que oircutda nmvo.
Satoas asmada& dstribumas como a ha-
|4,strada da sace so do d aotiquissimo jaca.
raidd negro, perfeitamento trabalhado, artis-
ticamewte eseulpldo. Pois behm, a aza agwean-
ta do anjd da restauracao passou por elma das
sacdas das tribunas, e-estas hoje spreqw-
Ua-se p Lntda9 4 brabeo -com friso dwU-
rdos, eu *mmO noB de aoonltecer .A balaus-
ada4a na: on oorpo tentral da igreja, *e
W'^i ualme do bom soweao flo fizer parar o
~e eujspdo tal aRjo. -


v6iign|dr4f1t6epass.adbto da yes-
taumko emprebendla pelo fRvdu. provin-
zaa. 4.ceato earm jiota
Por que nazioo oRvdm. 'psou&4 quo so-

L'-tnd a esut; o uaw. -A,
WQMMahR R so? 'b*s oeIeK0t MiM:


la mandf-a limpo, et, se o Iufzer,.a mand.
tpla a bran., sa 9m einabssn s6^e~ie.t...

ImtBen6,A ft ae rlz pode rnpediaro saldb


10M fltrutare *'m~ekvn.,
Asuueoo verd. prewincia a sopitra







'Sad. 'a om.fww, A&no pm-
usttads jlBdoa dao naveH ntarr.,
-ilwt~mIIeu6 mwtauo .emn relaao aea
e ixandal-a limpoe, e, seo dqu'zer, a Orand-
Iiagtral-a epan o aer~iz easmanm 'esrpoagadim
emI datlufl~e Asmmdehiw.B*' -'
tri&rmsfiuzeudo, o Rvdtei provincial woersJ

,Inlm-io emto tdavia deqe ina rulo eal -'
o b mbe ui4o1 3 Sottado. i
,^4t., B ,ft, rf _--aft .ATpam'._ swic
*obnigH~~.*zoi 'Tchue A* Wayao ft
400, a a :'go ad
046z p 4. re e e dial

& t~i aii A pata a, soa
-do Nagt--ana tcouwtruatolaoa
yPoo a aidre b ade,4 no e.ognlM> Sava-
4d0 e* Aft 0 Sr.d, etado a pfqgaEmEtod
2 WNm>MB~d6 7 pwcatowavfn.
xe~irI a suqai490-'do- Babelrttw-ero mwi.
versarioflcin uma-explendslna reunbae dosaw
^uap~i~lp'a tfes~f~tanto (frt~a pdtavell
intl aMade, do Rw4 16de seasi hrra-

f*imftsu potkA o -i eofaaz'd
| (tFe&9*w*,o, Sr. deputado buqmue-Estrftdal
Teixeira o seu quadr(fwairtoVArHBiro mvd-,
versafo oem umaexplendioa rounio e coi

Tnj~jBT|fy<^ntesa^ oitcaly~os &gr
MA ^cdia-iaga 1s Srs. miuaistroo :da juisthr
^1q puaha, dq esrageotroln ua AI6do 4 Se. t"M& Exrm iaia


0 -7aiRque "Wtr-r. venS a fl ]
que se aguarda o vemcimento paw'o mesmo
t, podendo ser resgatadas desde ja.
Calidft -4-^ara a*jn do Porto, A prava
da lapen ca as. 35, 37 e 39, acatb de
cheg uam vaniadfo sortimento do betirp e.
sapas Melids, para homnens e. pmtr aeneo..
ras.
PlasAeiros ,-Sahides para os p.rrtmo do
sul no vapor iaglez Valparaiwo:
M. P. de-C. Campos, V. P. de 8A Pasos, B.
Ramos, a4ntonio M. Fernandes, J. G. da Costa,
Pierre iebush, sua rmnlhere I filho.
Leil6es Hoje realisam-se os sequintes:
Petlo agent Pinto, no armazem n. 7 da al-
fandega, ds 35 arnicas e 65 mainas corn garra-
fas coin cerveja,.da marca Tenewte.
Pelo agent Martins, A trun do Imperador n.
16, de moupas novas para homens e erianCas.
Pelo agent Renigio, a raa da Moeda n. 47,
de 38 amarrados eoorn 304 caixas de fogo 1a
China.
AmanhA devem realisar-se os seguintes:
Pelo agenle BtwuLamaqui, A rua do Born Jesus
n. 53, de umar divida do banco MauA, no valor
de 7:706#074.
Pelo agente Pinto, A rtma do Born Jesus a. 43,
iAe fazeadas de algodao, avariadas a bordo do
.navio Southern Home.
Pelo agente Di8s, a praca do Corpo-Santo
n. 9, de diversos predios.
Pelo agent Pinto, A rua do Bomrn Jesus n. 43,
das dividas 4a massa ,faiidade Joaquim Perei-
ra Arantes, no valor total de 431005190.
Cemiterio. pnbllor-,Otbiterio do dia 18
dejuabo det 1877.Z : ,
SZacharias de Santa Isabel, patdo, Bahja, 3
anao, casado, Boa-Vista; ulcera grangrenoW,
FrAucisco de Assis Britio., branco, Prltugal,
51 anpos, casado, Boa-VisLa; apbpbexia ce-
rebral.I
JoQao Gonalves Monteiro, pardo, Pe rnaxnbu-
eo, 41 annos, casado, Boa-YikAa, hospital Pe-
dro II; ttuloeras.
ManoAl Jos6 da Rocha, bronco, Portugal,.42
annas, solUeiro, Boa-Vista; bepato indc"rdt&e.
ViaUiii parpido, Pornanbtco, 6 mezos 8;
Jos; poeaopla ag)fda. ,
Maria. rpamda, Pernapbwco, 1 anWo, Santo
Aao ao4 do n... -
0 menor Manoel, pawlo, 2 annos; andadq
polo aublctAgWdo dA B ia-yit4

GHaONICi7WBXzLUUA
vi

-~ ~~S~UUH0
PRM9!NCIA DO E't4. R. CONSELHE11O
ANSELMO f tANCISCO PEKETTI
Secretario interino Dr. MaIoel Pinto Damazo.
A's 10lhoras e20 minutes da manh&, pre-
sentes os -rs. ^se rtgador em numero
Z^gal, fo, aborta a sessao, depois de lida e ap-
provacla a a-) antecedente.
D rmdos e p~d- 6os os feitos, deram-se

Z ULtAiKENyOS.:
Ilecr so crime
D o nm Jardfimn ecrent0e o aie, e.reco-
rido Agosidho Prrt a at:o y.Rbtator o
Sr. desembargadnrW A4,.. dM .
desembargdoress Rft 6f oS&4vaeAlmda Al-
Jurquerqte. -Negoa-se unaniini nettte promi-
,raezlo ao recurso.
S Aggravosdceppt4cao -
DQ Reoine-Aggravante Tra 70mardio Per-
nandes, Aggravado o0 jtizo de, orphaos. Re a-
lot b Sr. desembargador AI;i'ft Aetsquar'
que. Adjuntos os Srs. desAs Re-


tVn- T--ttpeuante ]MOMA-L pllt,[ado
.A|B l~embargador t "
Do Rec^ApperllanfaD. Iogjftna-dh&a
Mendesa dil pva, a-pp eos Fr I
por seu eurador. ----.
lador Regueira Costa : ,. ,
Appellagoes crime -.
Ant An' a
Do Ouricury-Appella 0e e illRP o
Anselmo Bispo da Rocha. -
Do Pianc6-AppeHante o Z. a'
mg..._ b
Manoel Jueiaflo 4a Sanv e outre. 0'
be Peres-Appellapte oa "Im-A
Antonio Luiz de Vaibaes. -- '
SDo Sr. desembargador ReguelftqrG ,ao
Sr. desembargador Soza Leao ; ". ,:
Appellaoes crimes' '..
ApeUape o jiaw, appellado la&J
Pinto ; aeUlente Francisco d*i' Imy
valfio de. queira Varejio, app T-
ga ; appellante o juizo, appellado Ghrispim.
escravo. -
AppellagOes comrnerciael._
Appellankt Jolo Tuinsm M1,,1
do Julio de Assis GWralbe :
rengo Ja6 dC I i-Ariaa outres, a -M.
Furstemberg. *; -'
,Ao Sr. desembargador Lourenco tlaO :
AppeUag&o sivel "
Appellante a mesa regedora da it-andade
das almas do Recife, appellada a camera mu-
nicipal.
Diligeneias
0, Sr. desembargador MoLta, como procura-
dor interino da corOa e promotoSda justia,.
den parecer nos seguintes feitos:
AppellaOSes crimes
SAppeante aW o *promnaotor publioe appellado
fM doe io C&4nte; ap-
|eantp Bernatdino Jos6 de Lima, appellada a
jsUVa ; atl ^ 4 jt#o, qppeokio Valerio
Jps6 los Si f at ante a Itua, appella-
do Antoio Alvies de Moura ; appellante o jui-
zo, appellado AaUOcioP Martins de Souza.
Corn vista co Exm. Sr. desertiargadbr pro-
lcurador interior da cora'e prormotor da jus-
AppeIaApes crimes
SAppellante o promoiotor publUco, appellado
Jeaqt~~iRFideis Ferreira. appellanite a jusO-
ga, appellada Paulo Jos6 de Araujo ; appeMan-
te Augusto Fernandes de Paula, appellada a
ust ca. %
Com vista ao Dr. curador geral e depois ao
Efxm. Sr. desembargador procm.*or da co-
r6a: '
Appellavnes civeis
AppeUlautes Monteiro & Correia, Braga Go-
mes fi C, yppelada D. Maria Figuaia de Oli-
veir Mo Uat T Isamael J1nli&o e qw
troS, a J4 00 Bezerra de Vascoaceclr
Trres.
Corn vista as partes:
ApI2saQ~e5 uivei&
Appellants D. Maria Candida da-Silva Lima,
appellado o Dr. Jos6 Bernardo Gavao A.lcfo-
rado; appe1llante Trajano de Mendonca, ap-
pellado Francisco B. de Mendonga Lima.
ApplolaOes commergiaes .
Appellantes Moateiro & C4., appeUlado Anto-
nio Guiltiermino dos Santos ; appellante M-
noel Barbosa da, Silva. app ellado Luiz Jose
Plnto dpw Fariaa.


V


it


I


























































b pp. qud^qun tncom- PRAVA DO RtOaW', HP I*JUNHO
CA.t 4" Como DE 1377
ptt'horai* etc. :n runa do As tres behras da tarde
4 DIM- n.'9 WIcro C an- cotanles oflciaes,
Ri,.ro Caf6 do Rio de Janeiro, 7500 por 15 kilos,
bontem.
^ "- ,GCambio sobre Londres, 90 d/v. 24 1/8 d. pot
*<'jll BI~--ri*' *&W ^ *S~iW. \.16"0, houbft .
S A Wl ILU Dito sobre dito, 90 dAr.I. 1/8 e24 d., ebanca-
rAl&3 1/8 d. pot 49IOM
"He .'.. Dito sobre dito,Avita, e 3 /d23 5/8 d. por
JUII^UN1i~ll|ei~l 18000, baacarie.
..iIJe At UhArMal'" Gombio sobre Paris, 90 d/v. 401 rs. o franco,
X&A, 3bancari.
A1 1r t lA Wa nW rDto sobrea dito, & vista, e 3 d/ 405 rs. o frawo,
CIAOa aoq ci=W de-ora. banwaip, hentem e "oe.
1. acqukdi do %stdio imie- Cambib sobre o Porto, Avisia, 123 0/0 de pre-
* 4iato, que 6 de dons ,adS afa o0 mio, bancario.
,IB e acbao rnl aplamwe* me- 0 Var..XV-,,
^f t Ie ,c^oI i es d~eita .eIsa de. loan Lea] Rei,
aacgio e, inskaeop p a o seo ,oo Le] loRis,,
aikb.. Na distribui~ao de conmomn t* ..
-Atuhaqlo a dormitsmos, salas d 'ula, ALFANDPGA
-- Yll ie de re*iteors &caw at-
. as aicr reaem de cuja Rengdi t4bdi a1 af "487:157M7
1k. oepeem a boa rdae e a w. .,,
Iwsecu&o zos fins ,cae, q intelec-
tmaos, que des".im aleaq os suho- '" t
vs pais defamihias es .-* t.por.-|
.. .. ,*n_- .* -.. *h-'. ",'. ; ". *llii

Caixa EonroMAi e Monte Vj hO P,,n '
T 7-OIJIAASW
.- "rfg "... -
DA PROI4ONA fl S SAioWnhW
0f -arfltia do tginW RU- Barca braslair4 aeromnadonai
,e Brigue uportuuez io lagedo d 'pachado


Adime, isa ia nrnfCAec dwlaaia ili4ut^ r~nt^efrd
j-pli ou sn--, a O jd o eara- to w

A.. -an4 pf- nosiv
Low S? 1S p^3 fllOj $ni1l^ No-
^ S~~il~~il- 7'S ^ V- ^ao No-


Saunders I'rotfterslEt
'IP^-Cwpo .$wib-4$
ComNp a de seguros



Estabole Toma searw'opmreiios modicos
rE de toda a s pecie,loWntra os ris-
" cog 00 foo ou,a nyqricias-
MAMITIMO'c^n|BB,|epi^mimportadak e
expo.rtadas m r res a natos a vpla.
Not qegwp enstresfa jceeftgr
tuita dcb preio, d6 setimd amino mo 'segsura-
dos que'durapie sqs f iumoseeutfvos fe-
rem se sanewqs nesla cnmnanhia. .


s1Navios cntrado& djp
RfpIEjnae U5tba-r % diLaer
Mariana, de 502 tone,^
Thomaz da Costa, equizkter
gue;a Jos6 du Siva _M


atil Il


.tsB a Cruz;&
MPA&4as JJ ott ^i *a
.j .: id as aor-. me d.da
SIp ientod


"i -, ,


1 Aa .idoe n.. 8-M
tFREGUftIjA DR.S. J0ot '





'; flio^ ^r^-l" ~ ^ eu, sdor do9 Crval.ri .





oi ^ 8abaixo decrrds flw Gorisfie~te ^olombo n. ,,--oaqui-
-pad.e, do e-n dore do pet o &W .






WW. a 30 dje juuno ,e4t8 so convl~adoS os onla Kio n. "--"nx kAntonio AI-
p r e.,.e n de ntes a ap re e l a til -e corn su a s .. y 8 1 1* ve ...
p~rooslas emn 6apta lechadk; qcomradJadas Dian.ul-rBanaM Xavier de
Nq44he" it 'i'. & Ds ag






ne2&-4!





.das respeti-as amostrs, -at o dta % do cor- .o .w Tetono ". ^<--n-
raOg a saber:'anSn Thoo-
Parad)expediente das msccqJes chso ere d f?"g rflkss _
J..reo de-lgodao e delinho, eg ou es- Iil n. 4b--FaoBBJVlem Limal
m treito. Da B- 43-Feji~aana Marja Olympia
_Canea parapcnm. Dias Cardoso n. 19--Francisco "'os6
Lapis pretcr. 'Pereira Borges .
DitO de e Travessa do praia dbo Forten. 27-ran-
Obreias andes Fex pequenas csc areas a da CeIfta,
tabaixo d ra S oshrisn.lav7-FortunalomboaFlo-onda'qu-
rnparki*, do Ir'd& di mciateUG *ARK*




PaPelHouanda paudIM, Santatitn o -F tooAl-




i 3o &tlio liso. Assumpdfo n. 460Galdino T6emis-
preito gdesve, branch pre as RS Ves abral de VOsconcell
prDito dlostasde linho. Coroneaft;D Suassuna n. 81-Guaher-d6





Dito mat^4borrao, Inino) Nobre de Almeida Motta e
C~anivete para .lip. outros.,- .,
Pf. naj de a(?o. ". ..* Pescadorre n. 19--Galdrmo Ferreira
arolas deers. ataC.m" Lomesto
rdte afsaber flar- mingos Theotonio -1n. 30-Fran-
Parapexpidienteidra. seccqfln CIUw PtrSit do Neirsiles
soas de' o e de H tap as- aDp ba n. 4eii. Atl royLes Lan




Tigdapredb. uutrs filOUo de Rosa MarOlympiad
ifa carmin.ias Cardosneio a.19-Franciscoos
Lapis borracha. Marquez do Herva .s 7-Hyppo-.





i~vroa emit~mnoo dediversos tttoanhos. lito obeeto '
IGomma arabica. DiTravessa do Po obo n.-a-
Cobrheilas grades aou peas. Tciwesca d PMaria dCA 8-ce rmiio
Paaader S. Jos6 rdo. 27-FortunataFloridd






Aleiedecce. veriano Go)nclves
1PaelHollandi pautad6. Conceivflo





Dto doe carpao. AssuDomingos Theotoni. 46-Galdino T.ewis-






Ancorets, ..neg~do^J d6'AteBhai.ai ;
INto arveo francz. Jardim tocles Cabral deVasconceli Aze-






Agua-raz. r edo Coutinho;
Dito dl-e36 grlios. SaCoronel Suassuna .7-.rmide r-
bite ma borrao. sino NobressaSe doAlmeida 8Mottade ,
Canivoto$ para Ipr A

LOIas do mayes ra. Padm Nobrega n. 68-Gertrudes e





asere. ia iuta teOSlih dR, o-Roa Mauiade de
Livros em tirnx dois 4vrsos tanj.hos. iltr d) 1at Robe
Gmma arabica fita.a 1 -I0 mn e.o e-
Coiche.es our .s..,as. Travessa do,'Nr .3 -Hirmill
Nra aarduorieDuperrop
Alage.Assnnpofto n. 8-Ifermeegllo -So-
Aeit do co ,.. veriano Gongalves




o de carrapato. Do ngos Theotoo-. 5-Hemb


1J8e D3gistano. Behra .,fl d o.da.i.
Soii'^B"iilr-Jardim u*. 33. -A. -= '' .
Seto Cscftt1jVrinanmaded. dte
Oilsd&~e dons paunos. rL dP0at wAW











S l os. ,;.. h I:se s .
:hafin.. Ditan.38--As3 .
;j,,-et. 1 D~ita n.3- amesma

Nogoe.ra a. d 3.

-ghsP- Mta n. 96-A m. a
: Jr Dm S--AesmS d
Dita a M. e- itn

*ae~r~s. Pita n.37-A7 sm


u..3i-A n. e-

;i ',. ti; I f._ p- fla4 ma"
*i~~1Amu sma
~Dita n.9-SAmeM


LJ.I*)(. i. itan .j6-AK.-esma
36-c~ln~2A mo*Sua


two. t&A i, 1 -f lan di is


Nsgfl A,-J.nor,.iu.
^ .t lf a-. .-Jot Cu. d m *- '

:" "' antrH~oranon 96--JtdiJ,Aollrmes
An74( NVg98te-Va-Joao BmrMJ||
Sri Dta Q 3Jost Carteiro dI bflt
b- it., ni JB6 Fraawxq)dsr~llm
ItMaim. -Josmpba Msia dos Pne-
Padre- Floriano n. 31-rfeisss do


T hIdl de Negreiusa. X-Julia So-
1IS.968 raphina. da osta e outras '
Padre Florino n. 2-Joaquim Fran-
IV& cswKWo Adrtm da Sflva
^ ftsmm p aoe 0. #0 iose Prn ncilc
13SM8 Pio ls F .uc
Travyesa do Peixoto n. 19 J-1
13988 Martins di Silva
S- Goronel Susuaa u. 107-iam
tqm I .Fraicismn das Ghagas e Whos
i3 aJutdes a. 8-tkIpaos is Jose 811-
1389M8 veirv
Vidal doNegreNos. N-Viuvae
13)98 herdeiros de Jos fe Otveira .
S. Jose n. 6 Joaqgjn Tertuliano
13988 -do Medeiros
Domibgos Tieotonio n. 39-0 mes-
135988 mo
Muftfio Bas n. 9S-Joot Machado
13P988 deasuza Pimented & Irmio
anta ita nt. 53-Jos Joaquin la
Cuniha Rego Barrop
46361 Domingo %eotefle an. 16-Jese Oa
Sina Branco Pimenlel
WS4 PeacMkes ni. 37-0 memo
Assume o a. 70-JeoB Fraftcieco
Reis do. Rie Carvaho e ,ou-
139,8 tros -
Travessa do Poeib 25--ltia e
SAnm,. otobb
17376 ('a, a. l#.Rfenor fliha de Joa-
-_. quits JosAelcea
1398 QVomW 'Saassrna n. I--Joaquim
Lefi Rifbeio
13UP8M lIa-n. 59-Joao Walfreio de Me-
135988 Kaieu As iervid n. i38-Jose-
pbina Rosa de Freitas Pimentel
14988 Dita v.i S09F6s6 Frantisco do Car-
-' Ntain

Wa Jos& d 8Ca va aQ. e
Croflme.uasa ma a. 155-Joalia
Fereixa Vales .
Bit&aa. 53-4oa6 Martins da S ... a
&' JOIO at- _J .*ag daPo tta ...
59p24 mai'wo "i .: .
D"J n. 4-Jfta A.MaiA Peix~ow
palca IV71-.Jo1o-jolooia de Sou-
za BWrao' raujo Peneita
mil Tjveam U ipia a. 8-Joanna Ma-
riaNun
Fret,.J[ua n. A--A raesaa.
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de Jesus "
,Nogueira D. 16-Ig. auB' "
, i rea .- "| -
SaMa Rita .n, 44 Padrea
dosSantos : -'-.
Santa Cecilwtan. 41--IaeI Mit
Fom/iot~iaes ":'. :' ,". .
Santa n. 79-Isabel Mximi
Chaigas uimaruis e
""'o. -li f 0 i hS

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'." .,in., :ot "ai^




-a0 co' ,raot ez ^o weibdis,
n upartio o d9 Seam s Oirss, reabe a
competene junta, prapostas para forpectmen-
t. o dos mater'aes necessarios as obras'de "l-
vecaria ppr administraggo, por-espaC4 do seis
me,., a'eontar do pr1eiro doejuiho proximo
jdodro, sob as eoodiQes eguintes :
Art; o. Os propohentou deverao fazer suas
Jrqo tas em cantas feebadas, selladas e apre-
S to d-as ateL a hors acimae indicada, sendo. quoe
pepois nio serSo rnais aceitas.
Art. 2.a Os proponents devereo apresentar
Sr &mostras dos objects que propuzerem.
.Art. 3.o As propostas deverao ser feitas se-
gundo o system de pesos, medidas, quanti-
dade qualidade, de conformidade corn a rela-
.Ao abaixo transcripta.
Art. 4.o Osjornecedores devero-fazer o for-
necimenm o dos mateiaes, a tempo eA bora
em que Ihesytr pedido, sob pena de pagaremn
dez por cento de multa sobre o valor do forne-
Scimento e de vinte so effectivamente nAo o fi-
zerem.
Art. 5.0 Os fornecedores serao obrigados a
pagar o sdlo proportional sobre a importib-
cia do fomecimento feito.
Art. 6.oevs fornecedores se obrigarto a en-
tfregar os iateriaes que Ihes f6. pedido, nbo
armazem ao caes do Ramnos, ou ao p6 da obra
sobre .qualquer dos caes desta cidade, me-
S -. diante um recibo, que serd passado pelo guar-'
da do mesmo armazem na propria via de pe-
dido, a qual devera acompanhar a conta que
serd entregue na repartie no comego do
mez seguinte ao do fornecimento.
Materias de construdcAo
Area do Monteiro, metro cubfco.
Pedra bruta do Rio de Janeiro, metro cubico.
Pit bruta quebrnda, passada no annel de
*sO6 para beton ou emped amento. metro
cubico.
Tijolos de alvenaria grossa proveniente do
Monteiro, milheiro.
Cal hydraulica extincta de IguarassA o ou\ de
qualquer procedencia capaz de supporter a
agulha Vicat, depois de 3 dias de immersdo
Sn'agua salgada, metro cubico.
Cimento romano, kilo, peroliquido.
Dito Portland inglez da marca Pyramid ou
West-Kent (Invicta) send quoo de ouAts
provincias sera tambem aceito no caso de
provar igual qualidade em experiencias com-
parativa. de resistencia ,A traccao, kilo, peso
liquid. .
Reparti!o das obras de cpnservaclo dos
portos de.rnambnco. em 12 de junho' do
. 4877. ,-- .


: 0o escripturario,
4 0 Manoel Duarte Pereira."
..... 1_ m nA n '-Wi M sh I


Companhia de cavallaria
de Pernambuco
0 conselho economic desta compa-
panhia contrata o fornecimento dos ge-
neros e mais objects abaixo menciona-
dos para alimentado e. uso da cavalha-
da no semestre do 1.o de julho a 3 de
dezembro vindouro, a saber.
Capim, kilogram in ma.
Mel litro.
Farello,. dito.
Milho, dito.
Ferraduras, uma. -
Cravos, centq.


Os concurrentes
propostas em cartas
das e fechadas, nas
mitte condig6es, atd


apresentardo suas
devidamente sella-
quaes nao se ad-
o dia 22 do corren-


te; devendo ser rs.a eneros 'contrata-
dos da melhor "qualidade e posts no
quartel por conta do contratante. Se-
eretaria, 19 de juuho de 1877.-Leobal-
do Augusto de Moraes, alfl'es, servin-
do de secretario.

Obras do porto
De ordem do lUm. Sr. engenheiro director
das. obras de conservaQAo dos portos, de con-
formidade corn a autorisaCAo de S. Exc. o Sr.
presidsnte da provincia, de 5 de junho oorren-*
tee na forma do art. 40 do d4ecreto n. 2,926 de
14 de maio de4862 e 18 do decreto n. 2,922 de
10 da mesa data, do regulamento do minis-
terio da agricultura, commercio e obras pu-
blioas, fago sciente a quemn interesear possa.
queOd.a 28 do'2co6w enter a maio di4,
na epr(odasciaocsrcb
compeCent t partTorh -
to de objed neossariAs as Wreagas, vaposreo.
Sofficinas de machibs. 4e reparos, por esp*
co de 6 rmezes, a 't*f'd lq iho promO
vindouro, sob aso sofittes :
Art. L.o Os P l i devertlo fazer :ams
propostas e'i$ g hmadas e apre-
sentbl-a' a 1o6 ii mencionadg, send
qAr de5 d ia1g. aia.
Art.. tee ovqft t d apresenWar


Lqaw .m~ajUUfW..^*w.
P. de e6queiro, cento.
PO oifo%4.-,. .
Pafftiso ordinario, duzia.
I de ferro, uma.
PRs preto, kilo.
Pranchlo de amarello, um.
Dito de pno-carga, urn. .'
Dito de pinho deo Sneeia, urn.
Dito de pinho rs noso, umn.
Pregos de cobi,'kilo.
Dito de zinco, kilo.
Ditos de ferro de 6 pollegadas, kilo.
Ditos de dito ds 4 a 4 edJ2 ditas, kilo.
Ditos de ditQ.4e 5 ditakilo.
)itos de'tfo ki k'o
D-W -baK. '. ..
Ditos, fran'is, kilo.
Pruniti deu dmbo, kilo. '
Piassava, molho.
Quartolla ferrada, uma.
Query para cabo, urn.
Raspa de ferro, uma.
Remos de faia, metro .
Roxo terra, kilo.
Seccante fezes de ouro, kilo.
Dito de zinco, kilo.
Sola ingleza, metro.
Dita national, meio.
Taboas de amarello de 1 pollegada, duzia.
Ditas de pao-carga de I pollegada,: duzia.
Ditas de amarello de meia pollegada, duzia.
Ditas de pinho da Suecia, duzia.
Ditas de dito resinoso, duzia.
Ditas de cedro, duzia,
Ditas de louro, duzia.
Travel de qualidade, palino.
Tapete para escaler, metro.
Tachas de bomba, kilo.
Ditas de cobre sortidas,, kilo.
Ditas de zinco, kilo.
Tijolo inglez, uim.
Dito de fogo, urn.
Tinta branca de' zinco em massa, kilo.
Dita verde em massa, kilo.
Dita preta em massa, kilo.
Trave de sicupira verdadeira, unra.
'Dita de emberiba proela, uma..
Trincal, kilo.
Tubo de vidro para nivel d'agua,
Tarracha de 1/4 a 3/8, uma.
Tubo de latAo para caldeira, kilo.
Verde francez, kilo.
VermelhAo, kilo.
Vergontea de' pinho, uma.
Verniz alcatrao, litro.
ZarcAo inglez, kilo.
Zinco em folha, kilo, '
Repartic5o das obras de, conservaCao dos
portos de Pernambuco, em 12 de junhp de
1877. oio
0 lo sipt.ra.o.


-De ordem do Ilm. Sr. engenhei-
ro chefe da rep-artiAo das obras pu-
blicas, opublipo que.-if
.... q, era-m virtue JR
*A r. o president da R
novanmente a praca, peran ta e-
partigao, no dia 6 do correnle, aa
meio dia, a obra de reparos da pornte
do Brumzinho, orgados em 1:5405000
corn o augments de 10 por cento so-
bre ) orcamento. As condigaes do
contrato, aciam se nesta secretaria pa-
ra serem examinadas pelos pretenden-
tes.
Secretaria das obras publicas, 19 de
junho de 1877. 0 official, Joio Joa-
quim de Siqueira 'Varejao..
ADMINISTRAgAO DOS -CORMIOS DE PER-
NAMBUiO, 20 DE JUNHO DE 1877
Malas a expedir-se hbje
.Pelo vapor national Cururipe, esta admi-
bfsifhCAo expede malas para Jaragud, Macei6,
Penedo e Sergipe.
Keoebe-se jornaes, impresses de qualquer
natuweza e cartas a registrar, at 2 bloras da
tarde, cartas ordinarias 6 3 horas, e atW
31/2 corn porte dull1o.
0 -administrador, -
S-Affonso do RegoBarros.

THEATRE

SANTO ANTONIO1
Sabbado 23
Vespera de S. Joao
A pedido da rapazada
Gran=e bae


um complete sorfimento de roupa nova, cons-
tando de paletots, calQas e coletes de.ese-
mira, ditas.-de brim branco e do cores, e
vestuarios para crianCas.
Hoje.
A'S !1 HORAS.
No armazem da rua do Impera-
dorn. 16
Pelo agente Martins


Agente Remigio

Quarto leilao
DE
38amarrados corn 304 caixas corn i
Sda China


logo


Em um ou mais lotes, &d vontade dos Srs. com-
pradores
Hoje


as 11 horas em' ponto
NO ARMAZEM N. 47, SITO A
nt A tA T1TA A


RUA


- JUA IVlUJIiUA
O agenteRemigio, competentemente auto-
risado por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz subs-
tituto do commercio, levara a novo leilo os
38 amarrados corn fogo da China, pertencen-
tes A mass fallida da viuva Leitao Guerreito
&C.
O agenite fiurlamaqui

LEILAO
Quinta-feira *21 do-corrente
AS 11 HORAS DA MAA 4
S agente acima, por manudo doIlm. Sr.
Dr. j uiz de direito de capella$o*. W us, ven-
deoen Woilo a divida da quantia de.......
7:7Pq 74-_-diYida pelq banco Mau. &C., em
lidao1Q; -ao casual do ftle Dr Joio-doe r-
vlho Moura, vendida a dte o e D.
Roib&A arante d0 Ca Metwa meera,
I-Om entekei '- -no~iif 0"O bmwg As aem
Smi, porfaleelmeitoo d6 seu' marido o predi-
to Dr. Jolo de Garvalho Moura.
Re inu ^t pri1wqi i*Io agen-



DER


"" Aviso y

Previne-se aos Sit. compradore, -qe as
latas de funio de corda da an tiga e acre-
ditada fabric de S. LourenQo, tra ebm-
pado no exterior o.seguntie :-,
ridot, successores de Vilga '-a do
*Viscpnde de Inhaftma ns. 3 je eJa-
neird-e no interior de cada urnm
vas latas uma circular da wenc i
Na occasio de fazerem suas cdJam
mnito em vista o que flea diit, 'l1p bu
no mercado fumo prcparado nia,
trazendo as latas um rotulo q lhn
do-se ao daquella falrica, i2ude 6 ira vis-
-ta ao 4omprador despreven o. '
Recife m5 de junho de 1877. \
A ^ lffedo Fwn'gtra, |r._?
Verde-se uma excellenfi h
typographica, de retiraa
imprimjir urn journal d for'
paginas do Diario de P l-
acreditado fadricante Mariomn d
corn todos'osg obresalentes ij: nsa-
veis. Tendosido mandada vir por pe-
dido de.Urnm jornalista do 'nodUdo im.-
perio, aopchegar aqui deixowf'jf3bhe ser
entregue : por circumstancias' preve-
niente",, portanto, ella 6 in'pente
uova, 6'-odeser transferida paa-qual-
quer provincia do note, ser nenhum
risco, e corm peqsiena despeza. Para
minformagQes nesta typographia.
S speranma
Navegando em mar encapeltado ha
dotis annos, quasi a sossobrar, o seu ti-
moneiro abandonou-a e ella agarrandd-
se a uma ROCHA, escapou do naafraio,
was urn tanto avariada; por isso vem
perante opublico que gosta do barato
render o lastro que consta ,e tuo que
se diz mauidezas finas e orng(as, tu
do 'se vende smrn ajustar-bafto, por
metade, por urn tergo e meshot quan-
do i. avaria..for grande, de grama. Ve-
jiAhama rua do. Queimado n. 77, que a
Esperana.outr'ora florescente e risonha
-liquida. _____
"At^ vir!
0 Revm. Sr. francisco Vi-
rissimo Bandeiro, que moral 4W
Olinda, 6 rogado a vir A 6 ty-
pogr|pda, tratar de no goso
quo nA*'f~o inoa _
MODBM CHAUrIN tern a homa 4e par-
ticipar&Es xias. familiuas que dou o seu
q~abte dqrt meBodes ,f lBaf~e o^
acha a disposiob das
ohe quizerem honrar or
do annuMlar s e-QaU doM t
de annunteilur craM'^~a de "~i~c''Irtli


































pI IJif~pr~ io passa-
1oIt, frevue--
H qO Juabdatdo, o es.'
oAp's 01 tMos os se-
leaes: catlos carapinais,
, falta doe denies na frente,
s e dedos caspentos e las-
-Wo od p.6de estirar. po'
IaVos secco.q, tern osegs,
,Blas um. pouco groos.
SteTcado de S.'Jose ii6'Udia
l:-'iede-se a quem o pe-
tengenlho Jangadinha, que
&ente recompensado.


co deposit dos
sdo DrA&er 6
a de AdMnson
SC.. A;rfia do
zde O da n.
adapara" es-
Srua do Bispo
a n. 37, o o-

o Encantamen-


S--: AMA LIVRE OU ESCRAVA. Prqcisa-se
.de uma que seja boa cozinbeira, palando-se
,bem: a tratar na run Vidal de Negreiros a.
16, segundo andar, outr'ora pateo do Teryo.
SA Precisa-se de jima'ama
Sp j ara comprar, cozinhar e
UA erigommar para duas pes-
soas: na-rua da Conceicao n. 38
Maria Shnborinha de Lima e Thereza Adria-
na de Limn, tando de mandar resar missas
pelo eterno repouso de seu presado Irmlo,
Manoel de Almeida Lirfia, no convento do S.
Francisco, as 7 t'2 horas do dia 23 do corren-
te, 30.o do seu passamento, convidam para
oiivjl-as aos seus Parentes e amigos, e antec i-
pam sua gratidao aosque comparecerem.
F- Of I / I I


Dr. Josd da Costa Maekado
PorfTria Emilia da Costa Machado, Anna Oa-
rolina da Costa Maehado, Maria Thereza da
Costa Machado, Feliciana Laura da Costa Ma-
chado, Clotilde Olympia da Costa Machado,
Antonio Paes da Costa Machado, Joseda.Costa
Machado Netto, Duarte Alvares da COsta Ma-
chado. Rufino Olavo da Costd Machado Junior
e Belino Hermillo Cavalcante Souto, irma, fi-
Ihos e sobrinhos do final Dr. Jose da Costa'
Machado, agradecem cordialmente a todas'as
pessoas que praticaram o actor de caridade,
acomnpanhando A sepultura o seu cadaver no
dia tJ7 do corrente, no cemiterio public desta
cidade, e vem rogar-lhes o favor de completar
aquelle acto, assistindo as missas do setimo
dia, que pretended mandar resar no convento
de S. Francisco, as 7. horas da manhI do
dia 22..I


Ropa : .
Branco. '
SVerde.
Azul.
Bismark.
Preto.
Lirio.
N. 6, rua do Cabuga.
S.Loja da Conquista.

Quern 'nao querera ?
Tirar a sua sorte de S. Joao
Comer o spu pedago de bolo
Soltar ao menos o seu traque ?
TodosII! !Todosl!
Respondem todos a una voce
E' chegado o tempo em que to-A"
querem tirar a sua sorte, comer, o-sei
pedago de bolo e soltar pelo menos o
seu traque.
Tudo isso acompanhado de risota e
admirag6es. espirituosas.
Entretanto n6s' que somos os pro-.
prietarios da
CONFEITARIA DO CAMPOS '
E que sempre temios em mente pro-
porcionar
Aos habitantes desta cidade -etc..


Cautella
NMo epregajnculcadores pelo campo.
Roga a tods, 1, windm1t encomnmefdas i
teaa e a"i* da conta impressa respKiva.
Tendo sido enfahadas- diversas pessoasem
procura desta fundicao, observa-se que a

FUNDIlO DO BOWMAN
esti entire o chafariz e a fortaleza, que os edificios
estio de-ambos os lados da rua, perto da cochei-
ra dos bonds e pintados de verde nos andares


inferiores.


IJL1m4Ri
nao annuncio este'anno fogos de artili-
cio para as noites de S. Joao, porque
todos sabem que as encommeldas des-
tes artigos que se preparam na antiga
fabric da Viuva Rufino levam-se ao ar-
mazem da Colat Amarella, d t*e"ssa da
rua do Imperador.
Cozinheira
Precisa-se de uma cozinheira, que saiba
bern cozinhar : na rua do BarAo de S. Borja n.
55, antiga rita da Trempe.
Aluga-se
umn sitio na Cpuiiga, rua das Crioulas n. 59,
todo murado, corn uma casa bastante grande
e muitos commodos para familiar, tendo 2 sa-
las, 9 quartos dentro e i mir-ante cAWm linda
vista, cozinha grande f6ra e mais 2,4 uait* ao
lado tambem f6ra, e ureas meia-aiguas "en-
cos adas ao muro. corn quarto i; .i-a feitor e
-escravos, casa de banho e tnarjlues, cacimba
com duas bombas ; o sitie teirn muitas laran-
geiras da melhor qualidade, sapotas, sapotis e
outras, fructas, urn grande pairreiral corn mni-
tas uvas, jardim corn muitas roseiras e flores
diversas, baixa para capim, d marge:n do rio
Capibaribe : a tratar, no mesmo sitio, ou a rua
.4o Vlgario n. 33, primeiro andar.
p r----op---r


('
'!**
;1 *

^
*


I




























ie pretend c4ar.. Eis aqufI poT ea par'ue-j.
lwao 4e as .for, .,. *:,-.^ -^^ ?
o n te nte, e futidadd temvrV
s0 pabb, q con 10 a
,dos, o d imrtante. '- ,,bhlennorrh a e 6
Queromos dizer 4 a awai do m, qu7e
Oi ^urgar o e toniflomde a mucnsa e as 4 : #
gnm. A sua applicso nlo e doloroa, e *..- ai .
asi introduceio, esa iknpwessio do pouca dura, e sgI elh umai sensAo
immediata e nMe 4 demngradavel. 0 seu tratamento nao precise de nenhurn ou-
tro auxiliar para fazer parar em muito pouqo tempo as purgaQ6es, ai'da as
mais rebeldes.
Quasi semnpre basta umrn s6 fresco para'a cura, P. -is aio constaquc hou-
vesse Rurg4o que resistisse ab emprego de dow.- '
Afim 0dechegar a urma prompt eura, o dorio Ader seguir" rro0en
iodicad no impresso junto a vidro.
Venxde.e unieameLte d o .. & ,
PIrmacia e 34-Ru lar-ga 4 1A fto---. -


) mais energico -liir dopuiRUvo do ugsa ue
Unloo approvado e priv.leado p]la Ju.ta
"de Hygiene do Io de J 0a *o, e a- p qon lmporial,
npor decrto 40 18 de dezembro do 1871.


DE PRQOPRIA

I 11


.NFJ.Ao E PREPARAAO DE

INN-02


(Bo Peauhy)
PharmaeeutIco lormado pel fMrapeftac aws dede Med4cina do Rio de Ja-
neiro sod ef l do i .. co da COrte e eorespon-
dente daSod itA- PF Pa, e laureado na Rxposi-
o Naiel 18iv 66, phlos seaiSoq cimilcos epharnraouUtcos,
cavalleiro perlal Ordem d4 l .
Este prepa -Mem contestagao melhor d- tod. os eus similh ntes:
ja tao co'"oet.Ri- imperio, prfrj i e no A o Jandeiro, onde o
sen co e u a 24, f !! Aqu lJe que was provei-
tosante (o sej tar ( 9odera
applier em todas as lestia que teo sua orqs m iutdede do wpgue
e priwipalmniente oa mpmI syphili.as, i 9i0oj ; INjoh4.. bob6es,
cancros, bobas, rhemnaAwOm.tic ular r*J lhtb fe t i e ou-
tras molestias da pelle, eco et '. -- -
Vende-se un*L duzia par ". 96
Cada f*scoornhuii^0i
Deposit ei P do n.

Tambem exis^ a vnda neste dos os se ie&

preparafos do mesmo aubrr
Xarope -pt. peitoral de flore e a d1 aroi a e
mucU.agem de ihAdpmo atrataranto radical "a iesti das-vias
respidtpiaa, soom& o pulmonar agudo ou crico,. laryngtes, bron-
chite., hemoptize ou .e sang., coqvtuche, affecgqes ;sthmaticas oor
megafim a.De A p nas pnep1ionias. -..
LIaiimnento anu-r a para tratamelto ddi teumatismo arti-
*alar! ou musdulU ut(. o1 Qwpitio, dbr syatica, e
4mo resolveiaedasj es
-. Pomada a1- ,. petiam ob p tratamento
promnpto-de darthros, -em no is es, coriaSes syphiliticas, cas
| ee de todas as moleJ. 41. |alle dedas ao contacto ou imp*reza do
Tongue.
Pilulas apti-paod* pare cuwa prompta das febres intermnitten-
*s, ou sezoes, cbnstipa Ir, fWb^s remittents, paludosas e perniciosas; sao
bxativas.
Odona.CI para a cura instantanea das d6res deden-
s8 por manis ,r de i provrnham de cariao do dente, quer
p,014-


Brancas.
AmareHas.
Rogas.
Pard&s.
Cinzenta,
Enearmadas.
Rosas. -4
Vo- rdes.
N 6; rua do CabuqA.

CA s &&I -^k RISPW kjk^

TRAV=5MADh O DO0
EDUQXE IM E CA.IAS N, i
7f

Aa todos os


teiai voiddas, vre


^porque SO6S nju-


:hlemd, iiap


ho tho^e.
jhoje, fOottempe-

de `u


r Alugaise a casa Af" a da
h Uniio: a Wratar A. ua Primeiro
de Marno.n. 0, chapelljria Im-
perial.


Samp fallido, ofav.w d"
dot r s n. 18i, 9 de pea-
de que slo devederes, como fadores- iri-
cipaes pq de uma casa-sita a ua da
Roda *. 9, aluada a Alfredo Lages, que nel-
Ja moerou durante 6 tempo de sete mezes, sem
ter pago aluguel algm.
sa aY os'- (T' '
Frogai L4 SA9Wr t R^ En.
genlo Rosarlo -
Continij fugSa o o escravo Antonio,
corn 6% sgwMes segeuites: rioulo,
c6W preta, bixo, secco lAesdentdo na
frente, ealvo ho alto da cabea, cara
descarnada e barba rala. E' carrelro,
tledo de idade 40 annos, peuco mais
oif menos.. EstA fugido 4esde o dia
S de janeiro de 877 e costume di-
zer-:se forro. Furtou o cavalUo em que
No dia 6 do corrento fugio do mes-
%o engenho o eseravo Fortunato, alto,
corpo regular, bonita jira, pouca
barba, co preta; tern os dedos gran-
des dos pds 0 ompridos, e as unhas
do- pds muito curtas. E' mestre de
assucar e carreiro, e tern marcas ve-
lhas nas costas. Anda limpo e mintitu-
la-se forro. .
Roga-se as autoridades pollidefes e
eppies de campo a apprebensao de
4itos escravos, recompensando-se ge
nerosamente a quern os apresentar no
engenho Rosario, em SerInhem`, ou
no Recife escriptorio d6 Manuet Alves
Ferreira ei ., *ru&S d'Apbllo i. 4,
e P .eea ea-se
-4e alupr 0 -10W.Mr pBa
venaer do N-'


-Co
qualidad /A ^o1onlq
a rua .b.


14*aji, de b6a
dian do icampos,


AOS.JO0o ;
Papal do siwa4 basI, ywde sq na Nova
gS pa 4 ru4t.) OaD do CaxiMs u .03.
AOS- FUMAONTES
Charutos, "eigaos, porta-chamutoWs e porta
cigarros, bolmiss para iunoo, cousa de gosto,
stA& vendendo a Nova FsperaW-a A rua Duque
de Caxias n. 03.
.-.PAA SAIAS -
A'Nova Esperaoa A rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receberbabados bordados proprW.
par salas assim como, papafina, enfeites -pro-
priados para o mesmo fim ; venham antes que
se acabem.
PARA'AFOBMOSEAR OS CABELLJ
Pd dorado e prateado para empoar Os cablI-
los, recelbe a Nova Esperauo, rua Duqu
de Cax.as n, 03.
PERFUMARIAS DA MODA
A16Mo fino" e tvectosd bapiAmba el, a -
bon"e oesss0waies d." wlboroi a *ais
afamados fabricnies, que vende co tante-
meate a Nova AperaWa, rec4bMqm miec-
Woo, oeW c9 osmetqnes -
fuimari da modfe ac lla,* -
per~anc*,o~l tt ma Du 48 de |J^ fi ;
Co~lA klru RUd
A botnaou spao.,m -
sea gliCorina, flea pe*iLa 6( aa 6 esta
preparalo venso a- oa N Ra Espam a, A ruas
Duque do Caxiaa o. 63.
PARA BAPI'!SAPOS
obIe Ro bo e mui.#,

d,'i "A as,' rtm M l~ue
de axias o, 63. -'
AkThiGO p RTOS
Agun FlAoda A. 'I. rAW1 fIt de Unbo a
envelopes a s ., 'Xflo pare vesUdo a 20
rs. a pa; na Nova isprana, a rua Duque
de Ctxaai,/. (3.
x~at 4"61


Linhi3 s 'bapti-Tass ,
a 240 a,. i.vvad..
VariadQm9 soiOeento alito-
za., a 400 r. o dito.
Grade sortimento de polkaspaM
.-os. a 4W, 5W) e $P t. o-.
^ f M as jraca's, o qsw tMe vbe
de mais gQsto.
-Riiia -aortimenlD ie cretones
corn desenhos inteiramente novos.
Popelinasde sela pura, a 1000 e
|W4mpu a6 -0 oo
popeujias ide M aM br n< pvra caMa.
meeto, a 1:-000 e 16200 b dld
Matdapollao lianoez de duas larpame,
a 5O0 e 58500.'
CaMbraia lwansparente para vesti4os,
a 3 500 e 40O0 a pega. ,
Fustao bronco pira vesti" e vie-s
tuar*o para meuinos.
Bramante corn 4 larguras,: *UWO a
vanm ; muito barato 1
Camisas bordadas para Mwbon, aa
400o0e.a O); uqwpeeh I t
Gorgorao de li, de cores lindaspara
jOtidos" baratissimo.
Leques de madreperola finos, dose-
ahos riqNiws a 1900.
Ghitas : grande s rmento e para tod4o
prepo.
Temos urn complete sortimento d*
fazendas, das quaes a maior partel no
annupcianoa, para nao enWah4 _o
osdgns leitores e .de tda sedA
atnostr~a a e nidu-e ew paaF ran
Exmas."familias para melhor .escolbe-
rem : zua FagtU _Ade
47-7 -u Aug~ p & A-'47


,e CIO. v.r.
oak' vireI


1






















































A*i~ed & apo
_uiefo 4de Mpn o' Q
^^^d9b eus irk." 10

asil^ ae MBpreg"q~due '
CAil l 11 vuaiiphas, f4uas para
249 s rp an. 9 4panbol por 280 xp. covfalQ.
eri.6s de rs escuras, finos, par&, vestl-
dos a 9W rs. o oeqdo.
Chitas brancas a6huxa QeS6 paRRoS a ",
WD . W6os pwra 6hap6os, fi6 wom.sRpis s Iratpa-
dos e dourados, finos a2_OO umn vo.
Bafitistas lisas e finas de umao. cfr a 400
re. *eovado. .
Cretones wbvibqrgezqs. a 0 .- 'sW490.
Dtos suissoo a 400 e 440 W S. 9 .%y7P,
vai t s do s indoi padrOes a g 00 e 440 rs.
0 M *, ,
em caidoes, col W 4atino a
Ok aa5 'ada urn.
_tnde sortUmepto -de alpacas de. .cOw v.
3ars. o cova.o.
rwea dcseda pwa, oo univ med, -
wbo pardo- isp e DlAAra p jpra vsesg4.s a
280 e 360 rs. Q covdp,
G4nga amareIa l pa enfites a. 320 e 360 rs.
o0 vado. J": : ".".
Sumr flsa^ bsiw es, psm ut*i~ra&m *
cada T'P8 .
a 0im par.
VtpoW ascw Ditos photographados de duas vistas a20
e 30 urn. .
Riscadinhos paratamisas a'20 rs. O covado.
l ainbasm eoseoezas, bKniLos padres, a -460
rs.o oovado,...
Princeta prea l pura a 640 rs. o cov0d.
Damasco deo l de todas as cOres a 500 r. o
oovado;. .
I& pret& =t" AnRa a 400 r. d covado.
BripIW i idno a.450W*4ara.
DR? a- ES. A). vflp.
a t40 rs. o ovado,

-M ru4 0,9 16o ., a. A
,.akaRat &q teem -para
a... porio na ptaCA do vorpo
'wlm# a Iuuxssvdemmiade dezuw
veorde e prela..


ENCOMMENDAS Mandam vir da Ewropa*
quer machinismo, resp6nsabilisando-se pea -
Ma qualidade.
CONCERTOS--7 Concertam nquo)qer t
e fazem contrato annual para todos os cnerts
do en tIhos; para esse firm teem a fabr4m bem
montada, corn grade e born pessoal, e dirig1a
,p' dous engenheiri .
FUNM 0ECO JG' RIEtA DE MESIOUITA CIiZ0,
a jpo w l0ado da ILgMrr.) .
( m0.ra~o t AIR=
sptts. A.
Depos vAQ Aofto ;e^B


r ". -,
Este important ^ s f-2to dd ha mrn t166 Ai rg
I~e A WTi
VA u tepa auie sea mio)
4~wajoiasg d s,
f6rma novidades cons nent. 1 ip1 api 9 jPnt
g~p, 4 uae p ~ o e a's ine0, il ~a
qu % IftWicP-JW ON^J 1Vad eam^eflpqFain
coiw q1e q344r 'sq r ceinprir una joia qualquer e ain4a nestnQ seie"
ciw o 'c -, -. | .... .; ... ,
Pe e ins as. Ji.as T e eqInet,

Gu -- ia. asinn. s .b .*. .


D .,ouHo,, m _pediHa nstia i wB telui a -u:
me a a471 OUhBlapI- apitos, etc., etc.g.
ei ga s=o 1n 1-1, 14&jhir-ni( P-rat e: Pamf to"Q fM ^f^>nr)te
.~e~s40 mei~ o~o sti'p albores aW frl b (ie twm i


d .a .id *e M-m cawo, ..ie pratateni m colIheres, castiBaes, .oualw-I
e M-na jAODJ14-faitrts jRaMtc'pancvar.f 6Yontado' We o~f^ikt.
*ff~~i~ l ItlilpNmftlwm. Deouao COIM pera fitom nii IRI-



S.De prata te coheres. casti m a m. ni.l-
vas, bandjeias, anerepltroec e. .* (

oaio- pmachomens, flf~ afl ie aeno* o todas dogi malker~ m. inaici ,*

21 attencao das. Fxar. madi^ fd~f~pq^^ WiI
U"tiO .de peq.p. il jol e.W ,as p.pop px .dadiva m .a.
tiulD o.. ,* ..' '... .* ^ '


lipL0 ps facois:
fl H ^. *,,i ... L '*", !'*"' '''*' "' .- *_., ,-' aii rri iQ^^s iya cpo (upeguii
.31 A &taMaTI e aescOlbida bur u
r 1vieMI 9o06Mtatemepte ; o 0cerigo
....... ... ... ...,^ f .azoer. ele a u a a F depe sa.; osw
.. A ry.o. e Lne pi,,, 9s empre, ,
-A H, aps, os artisLase o
1egestur sar oemb cormn pouwe d.-
-.' .. *. ... *. .;- "" ''* .o, e n .'qaf6 loAwzer as suasa gusi
iJB~jS':-'i' fiSt+e| f,,..flrlr-' n ff *" '.+t; .M1+. eS 'atPI* ?10n., .oldirS, res de compai.hia$'e Q
% L Ae ot!c q..g, assenhoces
mestosde one~ipaqo,0
INV,- fw^ e. Immnandantes pe navios, abrilhantam suas
'as i.., .L ;- : i ."~ t.j ~ *~~idJ i' .mnbias oora as peMa mais apreciadas de op .
CID 41 Qg a i el8n tante r"iprorio. /
mentor de acipipes, iguai jas, preparados c
S f lt psfrpT rieos objects de phantasia, assim como urma
roerba coilelio de vinhos, licores, cervejas,
.ra, C0l LEIOOF, champagnes, bitters, xaropes e outrasbebi-
das pioprias ds nossas estaqaes.
0O Vejam as provas:.
Sas ..... prop.ietarios do archiarmazem. do Cam:
K.... .'. p1-.,*.1E"' :;' "+ '""" 4 :" t"i": +pos, rua doo perador n. 28, l te .os dpu
t '. grandes emporios comimerciaesJa uo
0p& &teirr"o", ^ de wco r e ebro' nze- 0t.tpC Paris e Lindres, habeis e consia4 n-
irepuxo, ~~ ~ ~ ~ ~ ~ S p ,i 4^ '\ dei A .o.... .e .-,n .ea.B, da uma remessa do que Wppa-
o de 18 Iibrps ate 110 arrobas, fabneaq cerlemeihor ee is pura cofecona
rte- sublime da gastronomia.
peo systeUmai ancez, torneiras de bronze e a Garantias: .
S- Se a nossa mi oommum 6 a bau.iga,
paralfuaos deo-dito, de todo% os tamanho. Lahoratoio sublime do prazer,
Devemos rids extremosos filhos se,'
EMRimii .abrwapse today e qualquer .oha de .meniaiodesvelIada e tao.mia.
cobre de bro e, cono toda pe o assim nio ser, se nella ten' s
cobrjdjz~e, cor today peret o egos- Urma fonte perenne de calor? '
.- P,6- _u *0 et a0 0 E se nas suas sabias'leis n6," .,os
a... ra o que .teem feito aequiisuao d- s d" eio- A forca, a paz, a vidae eoair. r
0 operarios, podendo desta' forma. servirem iaB.ons!rer cos, bosehosesmave;
0aos sens, freuezes e a todos quant.s thes o s prelwos, bos'inhosemanjares:
teremos : alegria prazer inspir~o I...
nrarem corn a sua confian~a. Vendeotse barao
.e ae a dino eir
? a Caldeiraria Central r'". 6 e ado -
ee--ua do Bario do Triumpho outr'ora do BruQ--46 m a o
SN.43.
Dvi LlA> JEI PAVAO ANIbAK+


N. 55.--UA DUQUEI DE CAXIAS-N. 56 -
E I DE V .os pre os de fazendis,
PERtEIRA DA SILYA It C. ..Ivendem na rua*b
Neste estdbelecU:
d ete e ecifWtpt veu4e-se urn grande sortinaito de fazudap tanto
.de priU wade, comde goito e fantasia : de todas so dbo amnstWa; UORm O
0ou mandam-se leuI' em as Exmis fami.lias, dfe-t Wo- e ven- s 43
dem p1oTrpos araAissirms, eem razao de s6aoe vendieem a dNoe 43 -.
-sasr "; 0,I + Vmnhqan ver para crer
sabpos' tas $nas, corn padres muito
.tdev- dapOs~a giem8q-80+e4:000 p -ade wr d o e r.M<, a wft "ifdos,-cres fixas -a ., tt eovado.
DDitas do dlre1o, de muito boa qualida- da muitolia, den C90hifas pe.les.fina e300 rs. o&ib.
.d6a Bai icMkjv 6"1 9. GaCM:iras em peasn.g~priapss pqi a csas, aias veies1s, o0 r. oi
dtnQ a pade 0 c< be. A9oo;^! ofd pai C.rtens da niue corn figuonos, l-
^ ^g'g:1"^^ ~ corn os padres elaros e escuros, a 4A00 o tima moda, it000 urn."
-Ditas de do idem enestado,seia fazend Paiao p L .inhos pardos dara vestidos, a 240 o
miuto e49grp4i'JPJardas, a r00rs. Dito azultmut o, rig aeovado.
# o...a 500 o. tno. ., a Canbraia Victoria, final, a 3S,3W
dtO (asinhtl zefiaM, faunda mliito fina, e"4 ,a e. -
0284o2A600 aea
Algodlo aaericano, muito-inoorpado,. csm as 2 duas lai par ei a :00 a 3 00 a d a.
Pews do 'dio de 0 fazenda 'Dis doecret a 2a(200 aduzi.
pimtito e a.40,i; foX A A Di ed'jver d 1b Ikepara 6osstesaa,a4
to. dass'O eiuto- f ita < a XsiO4 :e 'so cvafo. .
Cambraia Victoria a 3:200,3.500 e 4:000 rs. a Ditas ft-.r w n dx 6tod" M oWffN Ma1ipozas de cores, corn listras 96.
-. I + -"-tinada n. n.gostos ma o e iquesa 0
Ditadi'taMRuitoAiXaM, .S 'g@ !M.apea. D ,de i mp'adWo -e cfres e d S ti ada oq 400
Dita traapartte a4W,4:S(X500 0". resporpre5o o -.' OCOut obao.0""...C:.
peca. ... .. Pawtai de panto b pretbo ed oasimifa de G{itQs finas, e~uras eclaras, a t-'$
.... ...liuii0a.o a-7:000 & o. -. .. +, p d. pw =. PopeliDpa+ 4 b0 se a 2 80 rs.e
Dita bordada corn 8 1/2 varas, a 5:000 rs. ca^si do .ms, per pros: covao 0In 1
o.,o t. iavore. mithzhos, a5 L raf eted tpacas lavradas de seda. gosto ,'}in-
,".MIO te ro. &toahosde casltt +i+'baedeoflwO0.a doA 50 o) C .,,,,r
[lidOOhya', /ia cr ,uda 9ires'o Ief eateen a.lS"O0 "/V^Af"S|^re
os,a ^00 rsa ou 3O1rs, i iro a duzia. "aooatos.i"
-tasteeno a tres "Vuittsbrancos para v estidcs,
B p s.-f6 Eoia CPU paios os pi'eQOQ 6 quai- .,s o pcvad.
IBageres traxrsparentes coribowitM 06105 ;a BW broncos .aaifthpos.aOO a~0 di ^.^'Pt~l PW0 i^ s.
,,jon 0: 55O ade Chalas de qtia~iro, bonitos a 29,00
_,. _., .' TU _' .- ., :'[ -.
I -,- Bian' i' o 'lt i :Btamante de 10 palmos de largura,
n "iWi'. tSE a16400 e21(5.tw's.
-.. .. -. :, .'^ y' ..,* Cretone prussiano, a 240. ri c6-.


1~




'9




4. -



-ile


"": ~ '^v a dp. rto ', do #;curos, a
,. .. ",1 .1. .ii i ,-A teu ,,


l

































vez, que, em 'mieha nao curts vida de meram immoveis as ordens do Sr. deus Y I' T
magistrado, experiment o pezar de tao dos exercitos. ., "
promdo' desaordo jddieiario corn o 9 1- -
orsda-Asjusqia pubhca., d ele.
Veeedor, pordm neste s 1R pro-1i ow Tl | i[ e "
vocado. estreinecido zeli do ius- 1 baii lif"l q-
trao ,motor publco:o,'e ue p ecla t nt(I su ste B em. como juiz,.-e la grCQ* :t tda' teq. d'4 n'us a. a.
nhafenej do profunda ai lei, ai direi- 4o su que nunca taateer.as m P
to e a jutiCa, nao e repoaijo i s corn limpeza. Vamos.: que re- Da aurora aos Ithnes, que acetiravam fulgio
isso. quenimentos hapor ahi .? ditosalynffpha, -
Vandoo naio me entrsteo. enhor, temos aui um 'reque. meus pobrep olbos- dominou tao cupidos
e'cri--ro.Senhor, tamcosta nymmreque!
O0er-o partilha da humamnidade. rimento dos.bulgaros pedindo para que a casta nympaI
Nao reformando, pois, como nao re- o turcos levem pancadas. Pedindo beijos nag espaduas nitidas
formo, o mneu despacho de nao p. c Que allegam elles? A brand aragem,
nuncia recorrido subarn osautos i- Que fora- martyrisados pelos seus e vendo n'agua,--fldo pelho magioo-
.,. 'Q,dueroutmaityrisados Delos sons .-a propria imgm
Wrior instancia! I .prpri ipagem;
?or instancin. ..... oppressores, qpesabo christAos, posto
l"rkwleza, 22Te maio de 1877. q pue no catholcos.. quoe tentaCAo d'essa )udez tao vividal..
Juo arbosa -de HVasooncello umI". quo n_.o 6 i u.,, -" Por gloria quero
..... -. _. tobr.Em .- po iue nao e la mul lembrar desejos, que soffreu despotio$.
-. -^ fto bom. Eu cia por M im nao sou nen- Tantalo. vero. .-
\ V l hum he.reg e' nao posso. andair a pro-
._ U roteger hlieresias. Mas vi la: ser turco Ah! seeupodessetransfomar-me em crrq
Jimp"doea do'e.1
'"~- 0^! a r~iir. Arliante. nipd dC
OUS EXEdRC"OS eior. Adiante. Se emn vez de ser incorporado espirito,
liOU .ER_ --- A Diwrio da ManhT, d., Porto, lese co, '
So 0se uinte chistoso artigo :" ( -Isso corn o meu companheiro Ah! quem me.dora emadonsdamusah elle
71'.;I C I doalwoIncentivo-,
:?,' ( N'um canto do c o.aLoa1ado e Allah.. Deixenio-nos de. complicages. ipor celebrar-te palpitante marmore,
"sujo, .onde as estrellas tambala- Os russos tambem requerem. marmre vivo!
lIo, e onle nas noites grande gala' c,-Podera! Eu ci herege 6 que
se accende o planet Mirte, cuja luz iA. sou, mas emfim... J quo, a mes l1hos to expuzeste, archgy
vermelha .faz lembrar um viden ftL A- *.-- Temos tambem aqui um re- revloapate immedo, ea.s s
revelo apenas bern cabidos exaos
mogado de candeeiro de petmieo? vive querirmento dos judeus. em brando-veroo.-
ainda, toterado pelo. Doug born, just, (c Ai! men pobre anjo, responded e
sajo e misericordioso que o Evange- o detus dos exprcitos, isso era born no Qpen naotevio,su nI-bcoag eeea ifbula .
l]ow.revelou aos homes, o velho'dew tempo o'Sanao! 0 que eu fiz nesse da grega' VenusE
de i~4~r ern~o!Af~eie~ pjos mai no fa- esbooo., quo oiffere~o aos posteresv,
do&- exercitos, um mixto de J tem Afoue e ios, alMoa- julgue-te ao menos.
Olympico que se mettia nasbu'li4ios bitas, degoleiiolophrnes, pregueium
gtegos -corn os troyanos, do Moloch prego na cabea deSizara Bom tern- Melhor quo a diva quo nasceu do pelago
carthaginez que devorara crtdinas, e pO! Ma.eimi a" m decahiram da e ras no vida e i ttgudos nade.
:.rs Jmli em thas folguedos, nalade,
d'aquelle Dens feroz dos judeus, que graia. Pdos requerimentos de part. 9iaa honees..
se punha de mal com, Saul por elle Aqui ha tamboi gI .uerimentos -
nao ter passado ao fio da espada os dos cathoiCos de "' mtuItiopla... Soltos n S o ooem fi flos, mfdidos,
lu 's1 belie, ..w
Amnalecitas todos. Esse deus a wheo- c -- Bern bemw I YamUs ouvir isso. oh! que attra3v%-captivadozophiro
log:oo, cheio 'e velhos odios o4de pin- Querem pancada .Is t 9, 6Ao 6 ver- nos teus oabellosI
ponkces guerreiras, 6 conrservado. no dade? rl ; ,, *r
0eo simniesmente a titulo de curio- c -No senhor; ream n favor Nag lindas urvS d's"se'po alviasimo.,
sidande historicsr, uma especie de syn- d'elles. que novidd
these e de'resumo de todas os deuses c Essa-ag6ra 6 m oer!- r a eseulra
ferozes das velhas religibes tyranicas. C E os grpgos tambem... '
Emquanto o Deus dos chiristao%, o gran- Tamnbem H O' Miguel Angelo, 60teini, 6 Phidias!
em fogo, ostranbho
de, o j0tto, o inefavel, o Ente Supre- -E os armenios igWisiente. erde-vosia ainspiralo muageUca
moe, que se manifesta na natureza phy- a Igualmente! ITOh iIl. com os d'aquele banho.
sica pelo-solo que e a luzsupremna. na diabos, agora e que eu nao me enten-
naturezk moral pela alniia de Jes u oe da. Mandem ja um t ranriia ao Va- De leite e rosas, de alabastro 6 perolas
# e a mi.era um composto '
6 e supremo bern, emqanto o Deus, ticauo a perguntar o que quer isjto di- a formosura, qua enlevou-me attonito
Trino e Unp, campeia na iminmencidlade, zer: Resposta paga, pot causa'da au- no ledio rosto.
tend debaixo dos p6s os ceos, em torno gusta pobreza d4 sua smttidade.
dos quakes gyram outros e outros s6es, Instantes depois chegau a resposta Eo sio?... o sl quo minha alma em T
do infimno dos quaes e satellite- que il- ao ceo. No seio arfava at qu np o mai valida?!....
lum 0a o nosso globo, .deus ,os exer- t S. Thiago de Clavijo foi corn eugo- Cala-te, boca!I
i l i I I ill i i i -_"-_-_I "' II_ I Ill "' I I "l I I II
Oli TIM o isrd'e&esta casa-d'ondejulgava -Estou as suas ordens, sen.
A U E T que'havia sahido para se ,re !... conde....
SHa trees semanas como cavalheiro que -E,.-ontinuou Trjan, vol
dI Ooz-se as mimhas-ordetns, e offereceu-. se corn al"tiv.z ra p os .convidak
O "Rb me uma reparao ,que recusei...--Que sua mulher,--- qde' todos o
(CONTINUArAO DA TRAGEMIAS DE PARIS) podia eil effectivamente exprobrar ao comprehadam bem I -Nio
POn antigo amante da repariga que se cha- por esta mulher a quem d.",
maya Fanny Lambert ?-F6ra ludibria- pela honra do nome que me
4VIlR DB O MIONTIRPUN do por rmns aventureira e -tornara-me enxovalha !...
VOLUME V o escarneo da sociedade, mas o senhor Fanny, apoiando As maos
-._ nao era cumplice...-s6 me reslava re- hombro de Alddosoil, e oh
(Continuaco do n. i38) tirar-me....-foi o que fiz.;.- Hoje tudo Ihe ao oeuvido, disse-the baixnho co
CAPA ITULO TITTd different !..1- Hoje o pprincipe 6 violenta exfpessio de odio :
C AAFPIULO LIII amante da condessa de Ti A DFSAFFOITA tern sequer o pudor de o occultar em ra-me que o mataras !...
0 e6roe do cond, Tr;jan resou part L..- Esqueceu-se do que esta O russ.,-sem lhe respoder 'ii
mo i^ T^ ti~iO acriatIr quo taato descent, tern o meu corn um signal, afaslot-.e e
o ntrlo e 5o legre saniateo noe L..Faz ostenta o^ Mlkteu-se no m nemo lher 1-4'asta honra pela Ia- dens...-S. t ,favor,-.
prou ll eu-se. o tods oS instants ma !...-.E' nua inlto, senhor urn mandar-Ihe os-atoe p
se voltaram pars a p orts elbates ;iIWlto do morre -.- -No torero, e Soii muitbo brP, 11I
Geogsotcabavars d porar por od:e o nltraje 6 pubho, publisea sei jan,--habihas- agnes f
Geores aabav de ntra. "a dm~sa&onta! ""
Fanny ar'commeltida d'um tremor tl Sai'Pbar, 0"qu^ t.
nervoso, apertu so contra o amante POerindo estas palavras, Georges mildoMesepO.4f iin g.ai.r B
corn ,m movi nto instinctive. omo levaantoa mao e bateu corn a luva na por011 sas 1


para se Sbbrir a sua poteco. ra do reia te subr t
0 p ^riaMn-a naate, e ... ,. 0 u S .-
poz-ie na ad da epeOAtiva, coW Ia As
a cabeca dae os braVOs cruzados j i-stite dm e ns havau .do min.as? .." .zW
Vestido corn uma sobrecasaca preta iravgo do' s o ;e em d
abotoada ao t, a qual..l fora .e ft.mor e aia quasi h' nhi eteo i E
desea h egM qgiial To
4r a 'ik lava 1 U bei. Gqr .:. ,ig "-.i l
1 A. m direita desca"Lia amirotavaa t. Tome
otm I U^a. .. ..
i*- x. reno X- :,No

a .,*.s a sa 'iM.
.. 16a.. .


.detde o r a-einsa Iefr ota e cIa*
9ade 0 I zo homeut '1Rgo
Jo, quo t*hecero, elpa. d quotas
--- d l*al a coah we ella. chavenas nie
phi ioua..Sra. BIW istrQ vi, esse.m
sersenao de um.aven-
;..,~deoi 0a ,q u
"ui urna cars sabers. -.blia.que ddra passage i carta tura, eft0 o-tontrit entre-
-iidutil dizqr qual destes d oA abia. sobre os jardins. Defronte or-' a "a ,0siononi, eao
0s jectos occupa mais a sua attenao. A guia-se uma magnifica e grandecasa, torn ioonte di1 sdii r aI Lestra-
,arta cont.m urna declarao muito cujos moradores nunca tiiham -ocupa- tadicc et attitude
terna que Julia relW pela decima vez, do a.ociosac uriosidade dSra Blainval: o-_o
doajmacrsdd aSa lma: e o seu ti.,t od
agitando machinalirente o espanejador,- Pela primeira: vez, a formosa viuva atrev, o
serm saber O que faz. Dupla imprudln- poz-se a espreita atraz di cortina daja- A- A-ainval ai -
cia. D'um lado attendo de mais, de nella, e passou revista aos seus vizi- nolh.' an | on-- e
outro demasiada negligeucia duas nhos. e" U- ove-.-.
c s que podem occasional duas des-
I". Mas s6 so pensa nisto depois ,Norez dechusge moravainuma so- lat e. :- .
ntecidas. nhora ingleza e duaslilhas, que viviam A --^-I .or n&.,
eavena de porcelanacahe, e s6s e retiradas. No primeiro andar, um sort._ .... qe uo$
os no chdo. 'As desgragas general velho, que de ha muito renun- at .1 .u i1
iiealisar-se; uma aconteceu ciara a oservigo nilitar e a tempestade .- .e i
lez contega no domtngodas paixoes. o86.c.or tm.que be
'. No segundo, uma honiesta fanfli vOnas m. im q. is
de repe4 as doguras da compost de pai, mai, e sete.filhos, .as- ,.P.esnai-
v d P a,1" o p o a cI m 'm e 1 m C 4 a
aletra, Jull contempl0o mnais velho dos quae tinha 11 para 12 to'0camoPd ._ciae
ocaionado pera Au culpada annos. qundo -
A* Noterceiro nao havianmnguem; es- -"es"u'-
egao. ""c .- ,AMt ,es eu
0 que dirm a senhora ?. Um mag- tava pOr alugar ha muitos semestres. ava i
O nifico servio de S yrea4isermatiado!I Nequartq... Quernm moraria no quar- ouvir-mb- i
'A gravidade-to -case &augmentada to andar? Os olhares da Sra. Blaina Ha tantaodistLana n B
por urmnSckumstancia trrjvel; as por- nunca se tinham .erguido at6-1 E albertoo or. i
par .ap, .. -.v.lit, E &alberto gro0 lOpo r s
celanas preciosas tinham sido dadas A Da opente, n pma das janellas dease n e.. -- r. ...
Sra. Blainval por sen marido, e Julia quaI ndar, appareceu um raaz. A. "" e" i.
Sr, lnval escoosdeu-se aw. Se V e.,dite ,, ,, am
sabe perfeitamiente quanto- sua ama es- Sra"nval esc.deu-se .. s cora v*
tiwa todaqs rda(o defunto. da cortina ; mas rapaz, iseqr A s ]H mana'
Opw "rso6do dduntnu A.... man
Vai iArafhw mmaigo, avlor, at4 olhou para o sen' do; ao o, i. l 'f l
yvez me m aeeambora, diz a gradosa parapeito, passou as "pole"s sea w- S-
"" "d per-endob moptentos oseu co-npridos cabeUlos e os 0 .se .asacor As e ostava urn..
S algria. olhos fixram ..se-a do c-o. """ Adalb, ""
io*pensou a bella apparecer. Adalbprto
796 a k t..al Painpor forat, da destas fugidas, dci%
^antou ask-cenas queo 0davriti -ani. so,
natural -;,- o. r
S- (' M o hors (gk odoss oomprebeider.
-,,...-,-. -.o o de hor Todas ais q81e06p
d'outreOf? ..O e" ,- -. uainval Sra. Blainvafia logo vetr se+txvia mais
Aintensao.no era mtnitQ 9caridosa, vizn oMa qupsou- alguma chavena quebrada.
ma iso rs0 o nho que procu- Mas Julia tomara tantas precaue
Emo .! rays.n ,eae.m mnsa n b p aeque o aceideite nao se repetio.
bAia eoffectlvai ela am poets, e Oromace prolongaqp-wneste pri-
tdkvia01WAua. nada mais; uol n ore poeta chamado 0.er o ?ql tuo nud Lste_. k
o.e 4.sos 6 que d Adabe eo,de-quem o mundo inteiro ci t ao hrdo-
-6 que Ada oi dbrip& a. whir-do%
:i~~mws~va o nme.e a aust
boo...., n mar aguas de Ba^. Oi ^
"" ,1te o t pows, A Sra A Blainvalp.6de ver-4he A vonta-tinmar as asonseLhado.oj,
tinharn-Ib as nonsethado a!
Sm" .ade so rrmedio offic-..1ViM
bis excamon iOeU' t e ",pmo hide-~esasad
Npruxclameuahlegreorq .,ein flrilmente en- d a viu
ponxeds. u -de ua. vlau. O-untlia.
-Ach I ottise ai ;st, for porquedes-Flanao trje rome
as pFoi e ezo. JMia etl as- re s dv, e.contrar as ipli- pS eRaoa
js. Mo _magrirr n'tma .0o dos esa retiro-se sem um tio v
p4raw f ir saa, quaerar um vidro. deixpcar ahir- tn'u| ..l a-jw .%lla


j d o




Full Text
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