Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15864


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Full Text









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lropriebabe be JHanoet Srigueira be $aria & illos


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cWntro de suspensdo. nymas, sbre as seguintes duvidas : associates, e instituics da nature e fins, das de que acabo de alar.
Se a balance nao satisfaz a estas ceondi5es, mas "1. Os aecionistas ausentes ou impedidos tern associa s, institui5s da natureza fins, das dqu acabo dalar.
principalmente A ultima, entAo mover-se-ha com direito a 'azerem-se representar per procurador,
difficuldade pars indicar as differenoas depesos, e sendo ou nilo accionista, salva a disposivao do art.
teal per esta causa o nome de preg/iiosa. 15 & da lei n. 3,150 de 4 de novembro de 1882, GYMNASIO PERNAMBUCANO
A balance quando satmisfaz a estas condicues, por embers oa eosatutos la companhia permittam ou
oer delicadamente tabricada, e ter na sua construe- nio esta fa-uldade ?T
9io metacs menos sujeitos A acqao das differences 2.a Em case negative ou affirmative, sendo a
de temperature, constitute a ohamada balanqa de proeura-c concedida a accionista que nao possua Continfa o institute sobre a reoencia interina do illustrado Deoo Dr. Joaquim
fprecisao (balanga que todos conhecem e teem visto numero de acqSes, quo Ihe dcm direito a vote, node C -tr n d mdo or. a
nos mostradores das boticas, mettidadentro do ma- este aprcsentar o vot pelo sou constituinte ? Francisco de Faria. Este venerando sacerdote tern demonstrado, de modo honroso a
:-iaetas de vidro -para melhor estar isolada da 3.a Quando :o procurador represents mais de sua olevada intelligencia e esclarecido criterio, quanto tern sido proveitosa e economic B
*unidade e do ar). numn accionista, pode elle votar, separadatnente por a sua administration. Corn effeito, de par coin a boa ordem do estabelecimento, sobre-
Q uando menos sensvel e sem satisfazer cabal- cada urn, ate ao limited de votos mareado nos es- ho a economia com que tern sido feitas as despezas de sea custeio, se prejuiso das s
iflute a todos os principios, constitute propriamen- tatutos, embora os votos reunidos de todos exce- nsace aoossidads do servi uo. id a rj
a balanpa ordinaria do commercio, que pode ter dam Aquelle limnite ? necesidades do servio.
grates do madeira ou de metal e ser de variadissi- 4.a So as acices que o procurador possuir nao Havia, desde annos, um desequilibro centre a receita e despeza do Gymnasia
Vas dimensUs, servindo pesagens maiores ou me- tiverem o tempo de registro marcado nos estatu- encerrando-se os exercicios financeiros, sempre corn deficit.
-Po arentrmadifrengaiprtn tos pars powder votor, poder elle fateol-o pelas que 0 actual regedor, prestando s6ria attengao ao fact, conseguio um resultado so-
Aa, edisposicAodospratoseconstitunira oaaa rseresmnta, estando estas dntro do praso ? bre modo lisongeiro; anullou o defit, e no anno de 1882 apresentou um saldo de
Sia&lea on de Robertal, a qual costa de um tra- 5.a Finalmente, as companies ou quasequer 1:4745962, que no exercicio de 1882--1883 elevou-se a important cifra de 7:451#090.
isdo de braio iguaes, que sustenta os pratos que corporagbes que possuam aeoges podem ser repre- No anno passado obteve tjangferencia da cadeira da lingua grega, que ficou
-tuobre elle estlo apaiados, em vez de os suspender sentadas nas assembles geraes, para todos os extinct em virtude da lei u. 1,787, pa a de italiano o Dr. Pedro da Canha Souto
.it meio de correates como nas outras; inferior- effeitos, polo president dos mesmas ou por qual-
Mo. nte ao trav&e ha outro (eollocado inferior- quer membro da directoria on jrerncia, dovida- or.
Sute u base a pponte) qu corn o prer enter autorisado, seja elle individalmente saccio- Aos professors bacharel Francisco Jacintho de Sampaio e Dr. Jose Soriano de
f .: -forma um systemia articulado, e que serve para mnists ou n io ? Souza concedewu-se gratificagio de merit satisfeitas as exigencia legaes.
,:_bIigr em s pratd a conservarem-se sempre na Em resposta A referida consults, declaroa V. De accordo cO a purtaria de 21 de agosto do memo ammo foi addido ao Gym- P
4,. w sms vertical. Esta bak/a 6a menes rigorosa Exc. :
n vque asou Et a bala Quanto a primewi dsd que nada ha que nasio na qualidade do auxiliary dos trabalhos das aulas de latim e francez o bacharel q
":-, (Cbrfta)i vbde a repmre tail, s estatutos naleo p- Adolpho Tacio da Costa Cirane, professor da extinct cadeira de latim e francez da fre-
pom fornaliete a qw o acmionistas untes guezia de Afogados. n
S0 ou impedidos fli presentsar nas aumbs 0 professor padre Jeronynw Thom4 da Silva, que foi a cote, afim de tomar
li '" gorse. per proura e me.aleosx.- U a, quo instbihsd
proerador iea. fan ate part nos trabalhos doCongresso&LAtruclo, foi substitudo, em quanto ausente, polo
,*QuantQ a &4 sqad, quae, s o ind9iv `-wqbre professor Baohardel Jos Diniz Baieto. I
-. llfSt |4 da ut. a 1qutem recahe o a nudate nae o fmciiOa4. a al fo Falleceram ol professor. Pedro de Alcantara dos GuimaN es Peixoto e Ma8o t
-.do foo a Da m posir o nr umar do40aov exi.. a .t Caetmn Spinola, ete da aula de. imtruco primaria e aquelle da, 2.a cadeira de ma- e
S t do mmp do Cfarm : tttmmnoi, es poer Se form -- thoemathicas.a Ambn s cadeioas estto em concurso. no ot v -
do .Oto 1on r tatoto- ; 0 No impe&mento.do maonito Jo 6 Raphael Soares de o evedo,, un C
IpJuvengsl~e atara, Pevdrw QaanftD A tereeiZ4 qv, r tand & lta- an o de liceuga, noB. t f* da lei n. 1,P7s7r5 serve Jeronymo Accioli de usmLjina. c
?: c itepa aintesu pode- o'voteri n @ ooJo Figueira de Faria par rytio crgo d pr

.1Cavaleofit', .. nore. -d.+ ., Ow'. ifiw^ f muito superior om 1883 ao revellado no ann
4WD"eamTT 12 do 3W mn os .quo'
'f' H#. ^, dappravadtmoi 187, em 1888 d17e 33m mer-
a^^ B B i V.+.t2t. .. tv nto .thd.. ,.
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[atrieula e sahlda.dos alumnos do Gymnaslo Pernambucano ago
anno de 1883


q flrnnass To D*sado, que no Mou o bacharel Jos6 Francisco de do procurador nada tom cum as acq5ocs validas do m'nte 4e as companies accionistas do banco oa
LLIJflAD M Paulat Eduitardio pIar o lugar deojiiz municipal do sou ou/dos seus constituintes, pgrquo o procura- d out. asciaoes anonymas poterao s er re-
termo de S. Sebas .iao do Tijuco Pr to, na provin- dor nao vota por si inlividualmente, mas polos presentadas poraquellas que pars isto tiveremi a
cia de S. Paulo, visto nao ter asstinido o exereicio scus constituintes ; competente faculdade, polos respectivos eistatutos.
no praso legal. Quanto a quinta, finalmente, iA so acha em Deus guard a V. Exc.- Lafayette Rodrigucs
1nv^:;:UL f lfT D? L -Jiorain expedidos os seguinteo avisos: part rcsolvida com a primeira, accrescendo so- Pcreira.
66~i iAiril~A ~l*4 instren dos Ne-ocios d~a Justiqa.-2a sccq.' *t
-RPio de Jam iro, 8 do inaruo do 1884.
RIO DE JNEIR, 2') do uaro, ias h1 mll. oeaExin. Sr.-Tmnio a Junta Commercial
RIO JAcRO, 20 de maro, s 3 rte representado contra a pratica adoptada
lioras e 5 mniiuutos da tarde. (Recebido as no juizo comnereial dessa capital, quanto A des- -_______________
tItuit,lo e levautainento da fi!IInLa dos agents de
5 horns e 15 minutes, pela liuha terrestre.) kleillo,> declare a V. Exc., para o fazer devidamen-
teo constar, quo, A: vista dos arts. 40 e 11, la parte,
FMi nomesido inspector da Alfan- do deereto n. 858 de 10 do novembro de 1851, tG vrmna d P rulvinoi
adeta.do'BRioGrandedooNorteGe- art. 6'60,mbinado coin o art. 7- do decreto n. ji Yii
1,597 do o1 de mnaio do 1855 e aviso n. 461 de 10 lf t m i
sano AMtOnio Macbado, sendso ac- de outubro de 1865, nao compete Aquelle juizo ALLA co u 0 o Exm. Sr. President esembargador Jos l ool =an
tual remBvldo d'alll para a Alfran- nomear, concede exoueracaIo, on accitar desis- ide
Steniados agetes do lSes, e ordenar a resp- d ilas, abrio a sesso da Assembla Legislativa Provin.
Sega di Uruguayanna. tiva publiea9Ao, nern resolve sobre o levantamen-
to de fiaras de taos agents, semna oxhibiq'o d,
doue__ _tolegaldajuntd'onde ost o pe:- cial de Peraambuco, no diaIA te marvo de 1884
der contra ellies rclama9ao alguma, comino 6 ex-
A SE5Ipresso no citado art. 11, 2a part, do decreto n. 85S
M iiadi~ t. v& Dens guard a V. Exc.- Francisco Prisco de INSTRUC9AO PUBICA
Souza Paraiso.-Sr. president da provincia de S.
(Especial piar 0 Diario) Paulo.- Communicou-se A Junta Commercial da
.:erto.
-- (Conthiua~ao)
(Via Gah'vcstonu -Buenos-Ayres) Ministerio .dos Negacios da Justfca.--a seccao
-Rio de Janeiro, 8 de mar(vo de 1884.
Ilhn. c Exm. Sr.-Coin oficio n. 6 de 29 de de-
PARIS, 18 de mar.o. embro nltimo o inspector da Thesouraria de Fa- A provincia possuc quatro predios escolares ; ein Santo Antonio do Reife, Ri
zendad'essa provincia submAtteu A approvaQao Formoso, Una e Agua Branca.
Ohsur tlera madeTokitdo Govorno Imperial o aceW, polo qual madnda ..
oDid uondo telegramma de Tonko dIi alo macrocadolo S.sde Todos exigem concertos e urge fazel-os, tanto mais porque takes predios, a ex-
mzum teega madeTok i bonar ao juiz doedireito da eomarca de S. Jos6 de as 13 q Pare
que as tropas cliinezas foram nova- Mipibi, bachlarel Alvaro Antonio da Costa a quan- cep9ao do prime'o, foram offertas particulars. Em talta de outros recursos, cumpre
mIente batldas peloss francezes em tia de 3514838, que indevidamente lhe fora des- nuo esquecer a etracgao das loterias concedidas a beneficio da Instruceao public.
-aierso pequen cnbates eontada do respective ordienado duirante o tempo JA y avultada a somma gasta pela provincia corn o aluguel de casas, no geral
4Aiverasom pecuenom comates. em que esteve licenciado, do 3 do maio a 19 do 9 1
iepg-oto do anno passado. itnproprias paras escolas publicas. Mais razflo existe, por isso, para merecer cuidado
':n rcsposta declaro a V. Exe., para o fazor a conscrvacao dos predios que lhe pertencem, pmncipalmente sondo difficil augmentar
LONDRES, 18 de mar0o. constar :iquelle inspector, que, na forma de aviso o numero existent, que 6 insignificant. '
:a. 62 de 4 de outubro de 1882, contadas as lieen- A escola de Bonito funcciona na casa dont pelo coronel Francisco Benicio das
Sim respostaA a Inina uerpeusra. o,,as gozadas polo referido "uiz de direito e retro-
E repo a u a nerpela o do-se d 14 setebro d 1883, quan- Chagas para Estag'o Telegraphica, at6 que o G1rerno d'ella precise.
que life rol dirigida no Parlamen- do entrou em exercieio dc suas funec5es, e 13 Tambem dove scr lembrado o fornecim ito de moves e objects precisos As
too o secretarlo de Estado da Guer- de setembro de 1882 verifica-se que o mes- eseolas, do que muito depend a tcd:s os respect" o born aproveitamento do ensino aos
ra declaroues que nao era real ofoe- mo juiz gozou, d'ntro dess anno, de 6 me- alumnos. A quota marcada pars isso 6 sobre u1odo insignificant, comparada corn o
zes e 24 dias de liien~a, e quo, portanto, -na
recmmento de dinheiro que me disse conformidade do 10 do art. 2o0 do decreto n. numero de aulas, cujas mobilias em geral ou sao reduzidas ou exigem concerto. 0
felto pelo general Graham pars a 6,857 de 9 de marvo de 1878, cabe-lhe o or'enado material escolar complete e aperfeigoado 6 de niecessidade imprescindivel.
ptura d e Oman Digmaajudant por inteiro durante os scis mezes e metade p-lo Tenho o prazer de declarar-vos que o Exm. Barao de Macahubas, al6m de ou-
,eaptura de Ofmman Dilm~a, ajudante exeesao dosg 21 diias. ir
4 Eai. Deens guard a V. Exd.- Francisco so tros valiosos donativos anteriores de livros, fez A provincia outro que agradeci, de 8
00 Xnhdi* Deus guarde a V. Exc.- Francisco Peieco de ,,j ? r i i
Souza Paraiso.--Sr. president da proviucia do mil exomplares, sendo metade d'este numero da--Geometria Popular-de sua composi-
Agenci Havas, filial em Pernambuco, Rio Grande do Norte. o e a outra das--No9es de Arithmetica--que editor, do professor Rodrigues Costa.
0Agencia Havas, filial em Peambuco, professor da Escola Normal Vicente de Moraes Mello, que estivera na Corte i
20 de margo de 1884. Mmnisterio dos Negocios da Justi9a.-2a seealo. para tomar part nos trabalhos, que foram adiados, do Congresso de Instrucglo, offer-
--- -Rio de Janeiro, 10 de marVdo de 1884. do tou algumas obras pedagogicas e varios8trabalhos, executados em sua presence pelos
iwl ......... zembro ultimo foi declarado avulso o juiz do di- alumnos do--Jardim de Infantes--do Dr. Menezes Vieira. 0 inspector, agradecendo o =
IN imillj! AAf reito Ramiro Percira de Abreu, por nio haver offerecimento, commetteu os livros escolares ao exame e parecer do conselho litterario.
_______________________ enttado em exercicio do suas funccoes na comarea Cabe aqui roferir que esta respeitavel corporagio continda a prestar seus bons
de Boa Vista do Tocantins, que lhef r ra designada servigos Ai administracglo de ensino, satisfazeido plenamente, segundo as expresses
MEC1A= 4.1A por decreto de 6 de meio de 1882.
No officio constant da copia junta e dirigido do inspector geral, os fins de sua instituico e auxdiando-o, de modo muito eficaz e
(Transcripeo) pela Thesouraria de Fazenda em 24 do mesmo louvavel.
mez de dezembro, quandoeainda nao era ahi .co- Tratando de donativos ou servigos desinteressados e louvaveis, prestados a
CAPITULO VII nhecido o ultimo acto do Governo Imperial, alle- instrco public, possodeitr d eclarar-vos que o digno gerente Sa empreza
gen-ce quo aquolle maagistrtdo nibe tinha coguido l~rCI ulcnopsodia odelrrvsqoodgogrnoa mrz
MACHIEAS SIMPLES par ag, comarca, p elre aitado no. de praso. pa dos Trill Urbanos do Recife a Olin4s e Beorinbe, engenheiro Antonio Pereira Si-
++cPWssArm + a comnarca, par fWa de fixg dos rfe Iel'aseoBeribe
(Continuagao) o exereicio. moves, espontaaeamnoe dehUoiberuf- mro g'itamente passa-66tcards-& em-
L n5c sm cDeclaro a V. Exe., pars o fazer constar Aq el!a preza sos alhmnos, que troqnentme
Daceondtsquo diseomoc necoeanie pars repartiio, que tal motivo nAo procede, pois ta enotabenoeu public. no. tr o, concor-no
balanqa ser rigorosa, a primeira tem de se dar for- casos de designao prevalece disposio do rendo pr esso modo, pars facilitar a suaeducao. In
'gosamente, porque, quando o ponto de applicavao art. 7 do decreto n. 8,265 de 8 de outubro de Tendo fallado, 1inidentemente, ha pouco do Congresso de Instruc9ao, pea a (
-so meio, 6 necessanio para haver o equilibria que 1881, pela qual o praso ,6 o que estA marcado no vossa leitura pars o titulo do relatorio do inspector reference sao assumpto, onde vereis
Zseja ignal a V' ue a vez que temos P=P'. decreto n. 4,3W2 de 23 do dezembro de 1868, e que a provincial foi pressurosa em prestar de boa vontade sen concurso A realisaco L
Praticaminente pode-se da seguinte maneira reco- conta seda data da publicaq.ao no Diario Official. caros o
nhecersesediesta condivao: carregam-seospratos Assim deduzidas todas a3 interrupcSes constan- do congress.
ds balaaa d modo quo haja equilibrio, oe dcpois tes do referido officio e incluida a prorogaao de Pars tomar part em seus trabalhos, representando a provincial, seguiramn em bF
i n d a b a a- e mo d e p eso shar a eoul i b r i a e dept o iqo se
udam-se os pesos para o lado dop objScto r quo trees mezes e meio, concedida a 20 de junho de tempo os professors bacharel Ayres de Albuquerque Gama, Vicente de Moraes Mello
quer pesar, e este para o lado do. pesos. Se taonr- 1883, terminou o praso em 22 de outubro do mes- e Rvd. Joronymo Thom6 da Silva. I
nar have eqsl/Ibria, 6 porque se realisa a condi- mo anno. .
mo ; eponn, ss. o xposiglo podagogica, offoctuou-se, psrdnoreiodoc ge:
,qo; se, porn, assim neo succeder, 6 porque os Deus guarJe a V. Exe. Francisco Frisco de Na exposio pedagogica, que effectuou-s apesar da nao reumao do congress, A
bravos eram desiguaes, e portanto, se havia equi- Souza Paraiso.- Sr. president da provincia de foramin premiados corn diplomas de 1.a e 2.a classes o inspector geral da Instrucio Pu- It.
librio, era orque do lad do brao menor estava Goyaz. blica, e o professor Vicente de Moraes Mello; corn diploma de 1.a classes o delegado RI
am peso maTbr, e do lado do brace maior um peso
mentor; corn a mudanaa, o equilibrio desapparece --- hitterario bacharel Jos6 Osorio de Cerqueira e o professor particular Landelino Rocha, G
porque o peso maior pass' pars o lado do braco nlimnisterlo da f agenda e corn mensao honrosa o Gremio dos Profess res Primarios de Pernambuco. PI
maibr concorrendo amubos pars a balanca pendcr Vein a proposito declarar-vos quo o Gremio celebrou no anno passado duns H
arsa este lado. 6 Foi expedida a seguinte oer Nogoeios da conferencias publicas polo orgao de sou president, o professor Vicente de Moraes Mello,
vidade, oujo estudo jatraz fizemos; se eola nii0 Fazonda. -- Rio de Janciro, cm 6 dc maro de que tratou do estado d& instruc.ao publics, suns necessidades e reformas, e apresen- A
serealisasse, poderia a centrode grav/lade coineidir 1s84. ton, comn o prociso dosenvolvinento e, modolos, as bases de reform do system actual (x
eom o centre dc suspenesar, e haviria eqitltdbrto em Lafayette Rodrigmies Pornira, presiidlnte do Tri- de escripturacaio das escolas publicas, a seOI vOV complicado, sco vantage e at3 one- S(
tomas as posi(4cs, l)orluc o eqe/librio senia m cha- bu,nal ,io 'l",'ommro National. do contbrrnilade coin roso .s cores publicos.
mad.-: iit/id;'roe,: ou custanria supenriorimente ao ariu 1" ,lo Ministerino da Agricultura, Coin- A o refo r d i e n o in g a mt
cc,/ro rdc ..,'.pesteb, e o e.'bil//nro obtido scnia is- ,ereco el..,'L Publicas, de 29 do fevereiro ultimo, Achando essay reforms digna de consicfracao, o inspector geral a stbmetteu ao
level, hav,.enlo doslocamento a meuor cansa, o nao ondena aos Sr'. inspeotores das Thesourarias do exame do Conselio Litterario. ta
podeidov.,ltar a occupara primreira posivao an'e- Fazeila m,\.e fac-am remetter tudos os telegram- AlUit do Gremuio dos Professores Primarios que mantem uma revista, cuja pu-
.tas condic.es a balane tom r nonm, d d,,/id.j. ,,mis orlicia--- As estam/Sos toiegraphica- do Estado. blicapaio manifestamonte until merece auxilio da provincial, seguudoaopiui3.o do inspector, In
Das condicoes do seneibilMlade eonclue-se que a --La/',ett"J ldodriguces Pereira. e n p o n dos P o a S i P d LnsTru ^*o1E
coastrue delicada, (nucas ligmi5es devem sor feitas por meio aviso ao pro idente do Banco Commercial do Rio Publica, que continua a prestar relevantes services mantendo urna cscola normal noc- dc
ode superficies nmir. 1Iolidas e rcsistentes, dc mode do Janoiro : turnu na freguezia do Boa-Vista e urn aula pnimanis mista, aiem do ura oscola 1o
-que o attrio fique mui diminuido. fazendo corn que Illn. e E.sn. Sr. Em officio do 19 do fevereiro povoado do Monteiro, a melhor da provincia quanto Ai mobilia e materials do casino,
o traressdo seja love e comprilo las sea que ,iltino, consult V. Ese., na qualidade de presi- 1 da cofle.
.seja facil curvar-se debaixo da aeio dos pesos. e l;,',r do Janco Commercial do Rio de Janeiro c o quo rivalisa coin as das mais fartas e elegantemeute provides da core.
collocando o centre de yrar, lade o mais alto que dl alm asnsmbl6a geral, e como president tambeoH Corn muita vantage o digno inspector geral demonstra em sea relatorio a con-
possivel for, seo passar para a part superior do d-o ju.'as assembieas goraes de companhias ano- veniencia e utilidade de auxiliar-se quanto possivel o desenvolvimento e progress daso


IN rERNOS


1' -


-0




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5


3



24
12


1


35
2


10



27
1


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43
10


10







10


EXT









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61





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27


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rERNOS





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MEIO PEN-
SIONLSTAS


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45

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12

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2914
25

319
23

296

296
1.
295


atricula e frequencla dos alumnos nas aulas do Gymnaslo Per-
nambucano no anno de 1883

HABILITADOS A
EXAME


AULAS "





istrucio primaria 95 76 2
ortuguez 1.2 classes 88 65 43
S 2. 73 58 21
atim L.a classes 85 53 52
S2.A 8 4 1 3
rancez l.a 62 39 22
S 2. )) 31 25 21
glez .. 29 21 12
llem o 6 6
aliano 4 2
hetorica. 23 15 1I
eographia. 35 21 15
hilosophia. 23 15 9
istoria Universal. 28 23 ;13
S do Brasil. 29 25 13
rithmetica. 39 34 13
eomeuctria 19 12 .
icucias naturaes 2 1_

0o Revd. regedor iusiste pela necessidadle de um capellAo para cujo cargo, res-
belccido pela lei u. 1,497, aidida Ino ha credit.
4) digno regedor prope em sea rclatorio apresentado a inspectoria geral da
astruccao Publica diversos mnielhoramentos que julga iunthireiu no maior dcseuvolvi-
ento do instittto a sett cargo e que servem do seguinte modo : houorario de 80).5000<
capellao, cathegoria de fuuccionario public aos moritores, de que ija gozam os an-
riores, subveunc;o de 400-5QO)0 para o museum como antes se praticava.
Pevo para isso a vossa consideration.
O edifieio do Gymnasio estA em boas condic<">es de aceio c segtrauna, except
pavilhao de gymnastica, que por estar a desmoronar-se mandei reparar, d e-tando
nasi prompto o concerto, (Contin)


INTERIOR
'orrespondencla do Diarlo de
Pernambuco
10 DE JANEIRO.-CoRTE, 15 DE MAR-
tODE 1884
UMMARLO :-A reserva do Sr. president do con-
selho e as jfratnqiuezas do Sr. ministro do im-
perio.-O qpee meddta o primeiro e o quefaz
o seguindo. As alegrias expansivas do Sr.
Maciel e os amigos indiscretos. 0 project
da reform das Camaras Manicipaes. -
Como se elaboranm os projects de reforms
e regulamentes.-Pctrpolis e urnm incident
engragado.-A queseio do process dos ve-
readores.-Inquietaqwes do Sr. Bezerra de
Menezes.-Um discurso do Sr. Silveira Mar-
tin8. 0 inquerito sobre o incident de 25
de outubro.
0 sieneio e reserve guardados pelo- honrado
-residente do conselho sobre o que project fazoer
luanto a quertio finaneeira, contrastam singular-
aente corn a publicidade antecipada corn que o
eu college do imperio torna coahecidos os pla-
mos e projector de reforms, que tern formulado no
eu gabinete e memo do. qae tom apenas traeado
m mtte.- Ao pawo qo" Sr, .Lafayette guard
bholuto # .t"e a : d. imedidas corn que
mtende a smixun ima Mwo realisar un dos prn-
ipaeso estlo- do s' p ,g.ama,--um ergamento
quilibradb- hsfaendodecreoer a despesa e au g-
centar ua eits e eedado aud a uma parte dos
impostos germ. pars as provinciaa ; ao 0aso que
continue a deixar pairar no espirito publico vana-
Las duvida iArespeito do fim para que fbi onvido
0 conelho de estado relativameute ao resgate do
a meooda, autorisado pel lei de 1846, revo-
Sa.a nessa part, e nem tambem di a perceber de
inue moeios ter de lanr Ao, on corn qne recr-
io conta para pagar os 18%400 countos tomadoa em
onta correRte e ',45, emletras do Theseuro so
Baomo do Btul%, ai de 0,000 e tantos o Bamfo
gypotheeo, Os qses sentem neceasidiade dasa
jiatitp* pars atteader an nuceuuaidsls Sgeutw


.~


I, *~
4.


da praga do Rio de Janeiro, qun* nao tern podido
ser devidamente attendidas corn os recursos res-
tantes na cearteira d'aquelles cstebelecimentos,
principalmente o primeiro; ao tasso, emffim, que
S. Ese. trabalha em silencio, consult no segredo
do seu gabinete os bispos do tbesouro, pede in-
formaqes e dados das provincias, estuda, media.
ie tudo quanto os sous amigos sabem e dizem) e
dA tratos a imnaginacAo para aceudir sos gastos dos
seus colleges (por sua part o Sr. Lafayette tern
side economic) principalmhnente os do ministerino
d'agricultura, que crescem progressivamente, par&
o que fez at6 vir de Londres oas uittimos novecen-
tos contos que alli restava do cmprestimo Pars-
naguA; o Sr. Maciel manda annunciar e cantar
em grandiloqua prosa tudo quanto pretend fazer
e coma tern de ser feito.
SManda annunciar um modo de dizer. Tal-
vez S. Exc. nerm goste de takes reclames. Mas 6
que nas expanses das alegrias de que fica pos-
suido quando recebe qualquer trabalho que tenha.
eneommendado ou mandado organisar na sua B-
cretaria ou mesmo quando trash corn preciub e
claresa a.s bases pars o desenvolvimento de oU"
id6a que Ihe tenha sido inspirada, elle nio algds
conter-s e oentlo confia esses trabalhos a
indiscretosp e pressuroso que officiosamenL io
annunciam sos qnatro ventos. ,
Ainda ha pouco a -Gazeta de Noticias foi O&-
quiada, sob a forms deresumo, corn o projeftl do
reforms das Camaras Munalcipaes, trabaiho .l
minucioso, em que se acha tudo qiamto so ,
deejar em theories para elevar esas _
e alrgar a esphera de suas atribulo_
aquillo que b S. Martinho Campos,
denite d.e conselboem resposta sos que e
em refor-a m iazjal, dida que era o o40.
tinha faltado qudo foi president de
rna, diaheiro oa recuraos par o obter.
nlo imports; o projeeto, aind a meo
ehegue a ser roduaido a lei ficark regis
elle Ig&0 nome de mgr d que od
teve aidea de o maidar elabos r obri
a a responsabilidade. F1 sabido qua .
nistros nao chegs o tempo par etemM
Iimsr e redigir preo'6 do refousaes
Stog extenodespial q o obnfec a
de eW e upea, Ok obrig


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Existiam.
Matricularam-se.


Sahiram .


Existiam.
Matricularam-se.


Sahiraim .



Existiam.
Matricularamin-se.


Sahiram. .


Existiam.
Matricularam-se.


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^ ^ inntog ad atcrte do en.
t^llnBue razao prasteo %ontem a disct&-
doruneto Adigbdo %ipra d r prdfereupia
.|amniatranova?
1.0 SL PhmnEwTR-u.HpnWem gaston-se .to&d o
-cuti do-se,.pruite. o da- eotnausso de


1 o^M^Sp.t- e^8m.i3^ ,i"'earme"o. corcini-^Aal hmeiiio.^a
el s J00 NOW a
oww-' em.laplB taguaw missAo, ma" a wu ben o pouA'- Juaaai0 mt eo; mn~aia os meinos sujeitados &Ire-
771 i c di ado e pores- melMe president provisoridm rEp.eaC 1u"1 correctional acham em edificio proprio as
d ervaco, di itdo em gn- A' sess"o do amembl'a aai-tirm- o ip4a .oadiga d sevolde oreu e d t a.
o provisorias, que o trm tros da America do Norte edo BraL Cog. o N. dia u,,m augusta preeF. de 8. MM.
proy N soraaiauss psw*der9 im
A rrel e o crn cerca de cem passa- ministros abstiveram-ase de concorrer. Imperiacs, do 55. AA. Impeial e Real e corn a
oft. s achava o Sr.*inistro do Iglsiasla pu ou o m discurso no qual ara- assstoncia do Ministerio, corpo diplomatic e con-
I a raise da serra, ia i t m 4we a n tv, aaVeWdVido Bular, eeaseholro de s eado, e sawmw omrso
rol. a d'ahi .para o porto. de Maul, qcoe o patri9fismo o lewou a i *s or- do enboras e eavalleiws, e d..4laoom do celle-
Ail istree, S o eaesetemna a a cisno P dos n asit utmOb es- gio Meneses .Neira .owmpaaht.do m do kw editor
pai* ,estva-& a linha ompletamente 4oolihos que se apreaentavam no seunaminho. e professores, r oisop-se no tradee a do 4 x-
pida. Era preoiso esperar queo se ropa- Todo o pals aeal-se em complete estado do Ao do eria coleus 4 db Pedro H a wehm-
SoqW .a ,s dt m 4iphatm deteriorado, e niato pa e todo os WW ajudam a paeia tarefa Wide da expo dog premier oa ferid.imar muni-
Awl-oo rt-o ( do.dia a noiteo dormindo os da reorganisaso. Uaieamente Caeres nogou-se tos des expositores que cncoarreram A expoaio
i:sage t," meno p mialstro, nos carrots como a oavir o seu chamado patriotic par maanter a pedagogica.
"ga A resa to de comida deram-se por con- sun romantic eelebridade e enlutar ainda n*is a Logo que Suas Magestadeo e S. A. a Prminceza
*eutes e felizes em haver alli uma estalagem ou patria. Imperial occuparam os lugares que lhes eram des-
t;eomsa que o valha, para commodidade dos empre- Iglesias deu contas do pacto concluido coin o tinados, S. A. o Sr. Condo d'Eu, president da com-
Sgados e trabalhadores da estrada, na qual devora- Chile c das duras condigoes impostas ao Peru missalo, proferio umn discurso, depo do qual foram
xma tado quanta havia e o mas queo foi encon- Assecuroa que a fazenda public, sem maior sa- entreguss premios aos expositores esentos.
Straado n'uma venda.visinha. No dia seguinte fei crificto das dividas, sustenta os gastos da admi- Eis as noticias commerciaes da ultima data.
AU* puderam continiar a viagem. nistracao. Rio, 14 de marco de 1884.-0 mercado de cam-
0 Sr. Madel, eomo disie, aAo passou pelos mes- Ha communicaao official de que o general bio abrio ainda hoje A taxa basoaria do 213/4 d.
sos transes dos outros passageiros, porquo na Es- Iglesias abrio pewsoalmente a assembl6a e leu nmas sobre Londres, e foi eata a taxa dodia.
;trtllsa, ngo long da estagao flea a fabrica de pol- i mensagem, dernittindo-se do governor. Foi proeis- As transacqbes realisadas sobre aquella praga,
" vora, cujo commandant 6 um official que deve a made immediatamente, por unanimidade de votes, foram pequenas, a 218/4 d, bancario, e 21 18/14
san nomeaego ao memo Sr. Maciel, ou antes ao president provisorio, designando-se para o subs- d., particular; e solire Franca a 431 r6is, parti-
Sr. Silveira Martins, que a exigio de la do Rio- tituir, no ease de impossibilidada, a quem for no- cular.
rGrande, per telegrammuv quando o Sr. Rodrigues inmedo president de conselho de ministros. A as- Na Bolsa o movimento foi regular.
ja havia apresentado em despacho o nome do ou- sembl6a proeedeu coin a mnaior ordem. As vendas do e af coahecidas a t6 as 5 horas da
tw quo al6m das habilitai6es para o cargo, tinha Os ministros dos Estados Unidos e do Brasil tarde eram de 3,097 sacws.
em seo favor (mas que no cas o toniou-se desfavor) assistirarn A abertura; os outros membros do corpo Bahia
,e te r sido official de gabinete do Marquez do Her- diplomatic residents em Lima concordaram em Datas at ,18 de maneo:
Sval. A interveuvao do Sr. Lafayette tez corn qne no coneorrer. Diz o Guarany, da Cachoeira, que na Conceicao
o Sr. Rodrigues cedesse. A resposta do general Iglesias sos maiudstros da Feira, envenenou-se urn individuo que no da 7
Assim, logo que aquelle commandant soube do estrangeiros que entabolaram a reclama*ao euro- do corrente lutara corn um boi, que se supp6z by-
Seoatra tempo acontecido aos passageiros do trem pea foi dada a 28 de fevereiro. Esti concebida em drophobo.
aspesson-se em ir buscar o Sr. Maciel, a quemn nao terms energicos e repelled toda a reclamaeAo. 0 infeliz julgando-se hydrophobo tambem, pro-
taltou nenhum dos confortos que na occasiA po- -. A Ga2a de Noticias, da corte, publicoa este curou, polo veneno abreviar os seas soffrimen-
diam set desejados. telegramana; atos.
Dizia eu que S. Exc. desce regularmente uma o Moutevideo, 11 de marco.-A camera dos de- Na l ta a que ji nos referimos, o ferimento que
veo por sqmana. Mas tal e o assalto que lthe dilo putados do Perd approvou por cem votes o trae- o infeliz soffreu foi bastante grave, tendo-lhe o boi
iuo quasi que .6 o mesmno que ea o ter vindo. tado como Chile. rasgado o venture.
b a questio do process o dos vereadores em que o 0 governor declarou officialmeonte, que os into- Lemos no Diario de Noticias de 15:
"o interessades, e d'ella tractamn perante o go- dresses dos governor europeus no Perd serao diseu- Teado corrido o boato de que morrera enve-
verno, como procuradores encarnicados, os Srs. tidos. nenado o Sr. tenente Jos6 Pedro Ribeiro de Oli-
Yraitas Coutinho e Bezerra de Menezes, toma-lhe Rio da Prata veira, na Feira de Saut'Anna, conforme noticia-
um tempo immenso ; e e talvez estA urma das ra- Datas de Buenos-Ayres at6 7 e de Montevid6o mos, ttactou a poheia de averiguar a rerdade do
'bee porque o Sr. Maciel, por ultimo jA tinha re- atW 8 de margo : boato e determinou que o cadaver fosse sujeito A
jdilvido ceder. Digo uma das razoes, porque a As noticias da Republioa Argentina M :teem autopsia.
principal 6 a political, ou antes os interesses dos importancia. a Afinal por6m nMo foi possivel effectuar a de-
candidatos polo municipio neutro, na future elei- LA-se no diario de Montevid6o El Sglo : tenminada autopsia, per isso que os medicos indi-
91o geral. 0 Sr. Beaerra de Menezes, principal- El Ferro Carril inlina-se a crer que a presen- gitados par& aquelle service, perante os rs. dole-
mnente, ands muito contrariado, porque a cousa ca n'esta cidade do Dr. Mallo, membro do npewlho gado de polieia e promoter public, declaramn nao
agora torua a complicar-se novamente. 0 pare- de hygiene de Buenos-Ayres, revela o proposito poderem proceder A autopsia, per nMo se acharem
cer odo 2 promoter o Sr. Leao Velloso, nao sera o de coacluir um convenio sanitario. munidos dos necessaries instruments.
que as esperava e atW foi annunciado pela impren- Que o faimn, mas cuidado em nao prejudice w 0 facto oceorren no oemiterio da Santa Casa
sa. E' una historic long que contarei em outra os nossos legitimos interesses comrnmerciaes em ho- de Misericordia, ende f6ra sepultado o cadaver.
occai.'Bo. locausto a exageracues e ealculos do visinho. j a Em vista pois daquella allegagao do" peritos
Chega-nos agora do Rio-Grande um discur- 0 general ,Santos ju tima regressado a capital mandou o mesmno Sr. delegado sepultar de novel o
so do Sr. Silveira Martins, pronunciado emn um urugtayana. cadaver, que jB se achava smn estado de putrefac-
bajqueLe na Cruz Alta, onde elle foi corn o fim de Aio Grande do Sal lao muito adiantada.
gaeBrear acandidatura do Sr. Ribas na future Datas at6 8 do marco: 0 Sr. subdelegado de Pass6, no dia 28 do mez
eleieo geral, apresentando em son lugar o Sr. No Alegrete, a requerimento de Andr6 Demar- passado, aompanhado de mais de 20 pessoas e
Joaquim Pedro Salgado,| seu eompadre, amigo e chi, commerciante em Uruguayana, foi, per des- quatro soldados, entrou no diatricto de Matoin,
iBprezario de todas as festancas de recepcao qre pacho do juizdo direito, deesarada s& tAs a fal- mandou arrombfr a ports da casa de Manoel Gui-
se tern feito em Porto Alegre quando aquelloe he- leneia, a contar de 5 dp laaeiro ultimo, do corn- Ihermo, e disparando tiros de revolver, deu ordem
fi segressa da .cdrte. merciante da pra. 4 A. rte o4pit4 0 20oel de pris'oao dito Guilherme que se entregou, send
A razao principal porque o Sr. Silveira Martins Cavalheiro. do An Fora nomeado curator iminmediatarnate conduzido para Pass4 .
repolle o Sr. Ribas 6 por ter este se separado fiscal o Dr. Joa0i 8 onglves Marques, reproesen- 0 Sr. subdelegado de Matoim procedeu ao
d'elle, apoiando o ministerio ParanaguA, vindo tante do credor requerente. corpo de delicto naqaella cas. e proseguia no in-
^depois apoiar o actual, isto 6, apoiou o ruim e o Foram registradas na alfandega da cidade do querito policial, que foi remettido ao Sr. Dr juiz
ham esqueeendo que a elle Martins deve o partido Rio Grande, duranto o mez de janeiro oito liber- de direito do 5, distrieto criminal.
liberal do Rio-Grande e a mesma provincial todos dades, send seis plenas e duas a titulo oneroso. IL-se na mesma folha de 17:
-as beneficios que disfructa actualmente : No mez de fevereiro subiram a dezenove as li- Os parents do infeliz tonente affirmam ter elle
209 leguas de estrada de ferro. berdades registradas, dezeseis plenas e tries a ti- succumbido aos effeitos de uma congestion; ha po-
100 mil contos espalhados pela proviucia in- tulo oucroso. r6m quem assevere o envenenamento, e com tal in-
teira. Refere o Commercial do Rio Grande: sistencia, que no dia seguinte appareceu affixado
tUma colonisagao immensa derramada pelos Na madrugada do 12 par& 13 do passado foi na port da promotoria public um escripto, asse-
sertues. arrombada a cadeia civil de Urugaayana, evadin- verando a veracidade do boato.
DiminuiaIo de impostos no valor de o0 0/0. do-se o rio Eleuterio d'Avila, que alli se aehava x Em vista disto continda aberto o inqMerito
Urma concessao de 10 mil eontos para a aber- aguardando o resultado do recuerso de revista, policial, do qual A de esperar que final aia A
turn da barra do Rio-Grande, que vai se abrir. Dcixou a seguinte carta: luz. *
SFazando outras considerauSes aerescenta : T,-i.c despcdida-E' chegado o moment de
a Qae a sua political podde nio exprimir a verse, empnlrar a penin para peor meio desta despedi-- II II l
^ s,; quo elle, come home, p6de ten m dos muos cars amigos, tanto da cidade come
M.is nao e'infalhvel; masque seguindo as suas do unanicipio, e finalmento da provincial, assim PERNAIBUCO
nas, apresentava-se agora Inars ureQ opportur- e come da riuha lembmada e queroda patria ; j.mais
dade para ser julgada a-politica severs do con- qpenei eue abaadgna-a, maisd tenho esperancas
lhrir,:, Silveia .Marti,,,; qt e nesta emer~cncht que a verlade algama dia apparecera' calma e so- AsCbfl d a rIvnU1eial
eile faria tud) par.a o triumplio do sea cindidato; rena, ahi entao eu voltarci. Into que meus ami-
quo o oundidate nie era o colonel Smgudo; ;que o 0gosse euveronherm'd este meu procedimento, mas DISCURSO DO SR. DEPUTADO LUJNA FREIRE
eadidato era a-politica severa do consclheiro Sil- nao doseonhecerao tambem que fui vietima de unia
veira Martins. Que a sue pretenc.io era legiti- cruel ,ptrsegiuio o; para bern se obter minha con- "UI A SESS1&O DE 4 DE MAB(O DE
ma, pois quo a harmomnia da deputacio rio-grai- demnacao, empregou-se today a especie de trope- 184.
dense na camara, de aceordo corn cssa political, as, alforriando escravos, comprando testemunhas, 0 Sr. luana Freire uInior-,Sendo a pri-
havia tornado a provincia respeitada, tant) que a e.. no sei o que reais, at6 que afinal abtiveram meira vez que tome part nests discusses, sinto
nmprenna da core, disse : no Brasil ha dous po- miubhs condemnaqao, e para nMo arrastar ura cal- nMo powder estar de perfeito accordo corn o nobre
deres :-o imperador e a deputacao do Rio-Gran- ceta durante minha existencia, tao injustamente, Barao de Nazareth.
de. Entretauto, cousa doploravel e sem justifi- tive q ue commetter osse crime fugindo do carnere. Accitando, em part, as ideas manifestadas no
cativa, houve alguem que provocou a desuniao, Agora sim, 6 que tenho consciencia que sou crimi- project, e sustentadas pel nobre deputado, nalo
Jevado per interesses inconfessaveis. nose Esse alguem foi o deputado pelo 2' cireulo do mo iinputa estou tranquillo; nao sou assassino urma part do mesmo project, aquella que se re-
ilio-Grande, foi o Dr. Ribas, apoiande o minis- aqui ,o rmo faz varias imputac5es criminesas a fere ao augmento de ordenado, poise que isso pdde
trio Paranagui-iministerio que elbe orador dcr- um sen inimigo cujo nome nao declare e segue) : ficar para quando a provineia estiver em condi-
ruben u--por ser ministerio indecente. Aqui ra~o ponto porque a decencia manda calar. Soes mais prosperas, quando estiver menos sobre-


SQue oprocedimento do deputado Ribas, apoian- A estes crimes que e public e notorio e que a carregada.
do o ministerio Paranagua, ministerio que por um justica devia applicar today a energia, no entanto Sr. president, o project formuladopelo nobre
simples telegramma havia mandado suspender a passam impunemente. Bario de Nazareth, encerra duas medidas: quer
execucao de uma lei decretada pela Assemnblea Concluo dirigindo um adeus ai miuha patria, e que Assembl6a deerete nao so um augment de or-
Provincial de Peruambuco e sanecionada pelo pre- um abra9o nos neus carissimos amigos. Cadeia denado aos monitors do Gymnasio, come tambem
sidelnte ; ministerio retrograde, comparado corn o de Uruguayana, 11 horas da noite do dia 12 de pretend dar-lhes melhor eathegoria.
Uaa teve em seguida apoiando o ministerio La- fevereiro de o188.-Eieaderio S. d'Avila. Ora, nesse direito de serem cnsiderado empre-
fayette, para cuja organisaao elle orador concor- Estava-se procedendo a auto de arrombamen- gados publicos, ja ha duas vantagens :, em pni-
reu, ministerio liberal, 6 singular, porque 6 im- to, tendo o promot-r public requerido a prisio do moire lugar a aposentadoria e em segundo lugar
possivel apoiar duas cousas diversas simultanea- earcereiro e das tires sentinellas que guardavam a ficarem comrn o direito de ser qualifieadtos eleito-
mente-o ruim e o bom. cadeia durante o dinae a noite de 12. j res..
S Que, ou o ministerio Paranagun procedeu mal Noticias de Jaguarlo dizem que a secca con- 0 nobre deputado, por6m, no se satisfy z corn
iiestecaso eUe orador proeedeu bern derruban- tinua-va a 1flagellar aquella localidade e as adja- estas duas vantagens que tenho apontadoq, mas
.- ou proeedeu bem o ministerio e neste easo cntes. pretend ainda mais umea terceira, apeaar das con-
* actual, cuja political 6 inteiramente opposta, pro- Hauve mais um incendio na capital. Ardeu no dies critics da provincial, que nio p6de suppor-
cede mal e em takes cases a deputado do 2' oircu dia 1 a fabric de fogos artificiaes na rua dos Vo- tar este bonus corn que quer S. Exe. sobsecarre.
lo nao p6de apoiar este, tendo apoiado aquelle o. luntarios da Patria, n. 457, perteneente a Joaqunim gal-a.
S 0 que consider verdadeiro sacrificio, acres- Jos6 Pereira. Eu, portanto, senhores, querendo, antes de tudo,
ceata o orador, 6 vir aqui por f6ra de eombate um Noticia a Nafao de Pelotas: economisar os dinheiros publicos e desejando ao
oomern que nao podia ser o candidate legitimo do A's 6 horns da manhi de domingo, estando o inesmo tempo quesomnente faca part da instruc-
partido liberal. joven Alvaro Antonio Ferreira a banhar-se no rio 9o public quem estiver em certas condib5es, vis-
a 0 Sr. baralo de S. Jacob :-Ningnem pdo me Guahyba, junto a ilha do ,Chico Inglez, foi accom- to as duas vantagens conferidas "pelo project do
r a rleagiti eade do Dr. Ribas. Te: n direitsm pSd mettido de urn ataque apopletico, e indo ao fundo, nobre deputado, deixando de lado a ultima, para
q ieidos. m)rrneu afogado. O infeliz mwo tern familiar na quando a provincia estiver em melhbores circums-
o 0 Sr. Silveira Martins :-Nio nego a legiti- capital da provicia. tancias. v
mleeiumm nIo posse apo1a a can- hana Assim, pois, quaudo o project tir de entrar
widdr s de tainguoem, mae naoposs tapoar a c n Datas ate S de maro: em 2a discussion, pedirei permissIo par offerecer
ddataode damdo hiberal que Mo toservi-os ao A alfandega de ParapaguA durante o mez de urna emenda neste sentid isto 6, referente ao aug-
-n r. Bno partio liberal e oDr. Kibquo nu6a rm fevereiro ultimo teve o seguinte rendimento: im- mentor de ordenado de que cogita o mesmo pro-
T tanto atrBo:-Excui r com VDr. Riba, nes.porta*o 15:9355371, exportap o 4:692J236 too- jecto.
IOm tunto patiotleimo :o o V. oX e-. tal 20:627&607. 0 SR. BaRo DE NAZARETH-E eu a lo terei du-
0 Sr. Silveirs Martins :-NI vetnho pedir fa- 0 lr official foi: importa*so 33:882;648. ex- vida pmaeital-o.
-r ao eleitorado; venbo pedir ojulgamento ase- portac.o 3:598;998. 0 S. LUxA Pzamu Junmon-omo membro de M
w da minha political. Se o Dr. Ribas for victo- S taiasntruccao public teaho o deer, de soAr pelo
f af ndonarei a poitica, e a provintia que o- e elon ga 6 6eeome .:idado, tonho ail-.
jsiemm eo Dr. Ribas ; mas.. .se eun mir trium- Darsatd 6 e maro m:ts
continuarei a preponderar nos degtmimee d As mticias a do tew loal. .. o b dv .ng i-
anowsein e do go eirulo. Couto coin m Jls oquo soire o ppibeieto F"46&tdo
at ser asea, meria para im a Dataa at 14 de msyo: ewJtt *
i trgu e axnte queris 1tec tma boa As folhas de 13 referem0 segui d S*. dio p t do bin ui
do mwdrte. ~o t a dea a O grade aterro do lowetro 1* As aha Br*- ied oe-okh PQ 6'
Seta m parto de *AM o beah- gantins, jA Be acha fechado e aofavut o l ma. de pela 2, .
uas a iori do parido uil uit u a trilhos, cujo assentamentovaiproeUAW aro a
40M ~ nefez eleieqb. De 1iiie. M.I e-J-21a '
'w*|MtdD *BArior, P-li go" "A o ataftuos 4l w I A-A & Yhk mwaiBp I 8_ -
e a de ae a a *. 6de .-f Om" VO

4iespoudom ?... tpt sh I Ob oner.- ?lrefa I u 4 0 sa. BasIO DE I.SA&Awra-V. Exe. fez justiga
."r~tf .i:lit.e-^^ 'Jr "^ ^ g |(-e i^ t ""
11 asimr ni l m.Jmitan f ,Ds9R PTADOM
AO- 8R -tO.-
5048 4k** ag DISOURSOS DO SR. DEPUTADOOLYXPIO MAR-I_


- QLNr 9 io Mmw q5-IO Borte ,qu9 V. Exe.
quo os reqwnte adiade "w4k e m pro-
I apresentag~o do ie M roefjeiuaento ou
I. PsBf aiDT*- O pooodo vde aseeordo corn
3 68 do regieate,
70 TL. OLMNPICo h OSw-E--U delar -V. Exc.
ue -ale pretend.. i1br w ? o; deejo 'ap.peae-
6u4eB projectos eown reqaewmento, e-t.nhepara
isso o direito qu meu faculta o regimento.
0 Sn. SIDENTem-Vv. Exes. querem rear diffi-
euldades, qeaudo eu acho que isto 6 ura cousa
mmta elara. Os requerimneatos adiados fazem
parte do expediente.
O Sn. OLSR pio MAaQUEs-Eutto V. Exc. nega-
me a palavra?
M O P BmmmNE-Nio ha talt opportunamep-
te, juando eatiyerem esgotadas as materials do ex-
pediente, darei ,a jliavra ao nobre deputado.
0 SB. OLYXPIO MARQUES---. Exc. comprthende
nas naterias do expudiente todos os requenimentts
adiados?
0 S. PBEZIDENTZ--Sim, senhor.
0 SR. OLYMPIO MARQUs-Por consequencia nMo
posse apresentar agora o meu requerimento e dous
projects? ,
0 S&. PBHsDNirE-V. Exe. p6de mandal-os para
a mesa.
0 SB. OLYMPIr MARQUEs-Mas, antes de apre-
sental-os quero justifical-os ligeiramente.
OS, ,3iTAxaA -Mande-os para a mesa e, de-
pois de lidos, terna a palavra. Esta 6 a praxe do
artigo 68 do regimento.
0 Sa. GoBs-Perddo, Sr. president : supponha
V. Exc. que o deputado quer justiticar o projeeto
para este poder aer apoiado?
(Ha outros apartes.)
0 SB. Pa8mwTmB.-E-u procedo de eonformidadc
corn o regnimento pondo em discussion o requeri-
mento adiado.
0 SR. OLYMPIo MARQuEs Sajeito-me a tudo
quanto V. Exe. deliberar; o quo quero 6 que fique
bern clara a intelligencia que V. Exc. da ao regi-
monte nesta part. Portanto, flea estabeleeido
por V. Exc...
0 SB. PBESIDENTE-Estabeleeido por mim nAo,
pelo regimento, que 6 lei.
0 SR. OLYMPIO MARQUES ... que, emquanto
houver na mesa requerimentos adiados ou cuja
diseussao tenha ficado preterida em dias antcrio-
res, nenhum deputado tern o direito de apresenttr
requerimentos oa projeetos.
O Sn. PIsWumTTE-Projectos, n.o. Em summa
eu Mao psoso estar diaeutindo corn V. Exe.
0 Sa. OLyMPIo MA-QuES-Be-m; entio a dis,
cussao s6 6 referente a requerimentos novos?
0 Sn. PRESIDRNT--O que digo 6 que s6 poss)
d r a palavra no fimn do expediente, de conformi-
dade corn o regiment. Se algum project for re.-
mettido A mesa, serA lido na horm respeetiva.
0 SR. OLYMPIC MARQUES-Man eC precise justi-
ficar os meus projects e o meu requerimento, e
nao os mandarei A mesa senl depois de justifi-
cal-os, mas jA. vejo que flee disto priVAd,, ate que
se esgote aquillo que V. Exe. chama expediente,
isto 6, a discussao de um requerimento que ficou
adiado ante-hontem.
E quanto ao meu requerimento V. Exc. tambem
nao o admitted seloi depois do esgotado aquillo
que chama expediente?
0 SR. PRESIDENTE-O nobre deputado mande-o
par-a a mesa. En o mandarei ler quando se seaa-
bar de diseutir o requerimento adiado.
0 S. OLYMPIO MARuQES-Tenho o direito de
mandal-o quande me approuver; mas do que me
serve fazel-o, para ficar guardado na mesa?
0 SB. PaBw N---FiInalmete a questilo eata
resolvida: s6 depoias do expediente poderei dar a
palavra ao nobre deputado para apresentar o seu
requerimento.
O SR. OLYMPIO MARQUEs-Bem; aceito a decisao
de V. Exe.
0 Sa. PaRESIDENT-Entra em discussao o reque-
rimento adiado.
0 Sr. Olymnapio Marques-Sr. president,
no precisarei voltaraaccusagio documentada que
fiz ao subdelegado do 3o district do Poco da Pa-
neW, em vista da confissao que acaba de fazer o
nobre deputado. pelo 2- district, de todos es factos
que Ihe attribui, a nito tivesse necessidade de
explicar e rectificar certos pontos de que tractou o
nobre deputado.
Sr. president, V. Exc. e a Assemblea ouviram
que eu nao tractei, nalo imputei aquelle subdelega-
do, facto algum que Mno tivesse relacsio immediate
corn o objeeto do meu requerimento.
Nilo procurei penetrar em sua vida intima; cin-
gi minha accusacao a factor conhecidos por mira,
c documentados, que constitniam um abuse do po-
der, uma violencia.
Referi que o subdelegado do 3o districto do Po-
co da Panella prendeu a um pobre velho sexage-
aario ao din 11 de fevereiro, eonservando-o /in-
coinmnnicavel ate o din 13 do mesmo mez, sob o
futile pretext de que esmnolava indevidamente' e o
denrespeitava.
Disn o. nobre deputado que elle pedia esmolas,
nMo para a matriz, mas para Nossa Senhora da
Saddoee Santa Luzia ; e porque o subdelegado Ihe
exigio a necessaria licenca, negou-se elle a esse
dover e o. ineultou ou desrespeitou.
Disse ainda o nobre deputado que o subdelega-
do prendendo a este home, o fizera recolher nMo
a um quarto immundo e escuro, mas ao quartel do
destacamonto aonde foi tractado corn today a at-


tencao.
0 SR. Jos* M.MA-E' exact.
0 Sn. OLYrWIo MARQUES- Logo depois desta
prison, fui-procurado em meu escriptorio por um
tfilho do proseso, a quem ja codiheeia de vista, e sei
que 6 um mogo de born procedimento, dizendo-me
que seu pai tinha urna ordem escripta do vigario
para podir eamolas para as obras da matriz; e
que o subdelegado, a quern mostrara ole essa li-
cenca, d'ella se apoderou.
Que o preso tinha a licena, aMo ha a mentor du-
vida, e m'o afirmou o proprio vigario que lh'a
concede. E que. o subdelegado se apossou d'ella,
tambem 6 exacto, porque eue o confessou no trem,
perante muitas pessoas incapazes de faltar a ver-
dlade, que a tinha no bolse e que ia processar nno
s6 o preso come ao Revm. vigario da freguezia.
Entre etas peaboas mencionarei duas, cujos no-
mes agora me occorrem : os Srs. Affonso Tempo-
ral e F elippo Duarte.
E 6 iss. o que naturanlmente aconteceu ; poise
aio 6 crivol que o preen rcusass mestrar a li'
ceonga, ou que desrespeitasse ao aubdelogado, am.
do, come 6, nin home ianeofivo; em om c6rivel
quo o subdeiegado deizxaae .dA toamr-lke a Uelea.
Ia, ainda q.naatdo 9 pobre viWho rcousau w ttrat -
lh'a. Disse, pooem, o nobre deputado que alicm,
Pa dada pelo Revm. vigario apenas facultava qug
elle esmolasse para Mosaa Senhora da taude
BB LPu ia. ,
jaw(fPokgaoto usm% Prae nw MOvq a M4)
mfg a-a eo ll& a, clo vYm ostrar quO
i 0ii to o qo eu a*Oho, arpenutando a 16

0%44 -000, M 44 G ttpaee
O4D,"> Quww,,XAMimMB^ 4siA(Bitetprocua^


SSfeip -ee mesmo* que aterr'-
J .Lass a fear petiQga em
rV l otwde um porf vpelho.; o iobre da-
itao censura por iaso, e clogja o suadeega-
d0..que nb BCe'dignou despacehal oa muas requeri-

E,6assim que um,deputado uerl v.m-nhai
defender os direitos do-poyo,,?. IA9 o nobre
deputado eomprehezde 6 e%4 #asagi ireto indi-
vidual do cidadao! Jj nest Wi, to ptovin-a.
cia inferz nao se tem o direitW de r foir a a
subdeleado! eIu -, a
0 SB. EgEVZO DE OiavBIA- Iporque V. xe.
nao dennciea o subdelogado. I
0 Sa. OLRMPIo MAqujEs Poderei fasel-o mais
tarde contando desde ja corn o vote de V. gxc.
0 4Sft&vlO DB OwatvmA--e V. I. areaen-
tar provas, -nlo terei duvida em dar-lhes o mreu
voto. -
0 SB. OLYMPIOo MABnquEs-Disse o nobre deputa-
do quo o subdelegado nao despadhou, porqhe as
peticoes cram todas identical. Tambem nro 6
exacto isso. Eu fiz cinco petiqoes, sendo tres ao
subdeleado e duas ao chefe de policia.
0 SR. Jos LtMaiA---Ora s6 V. Exe. fez cinco.
0 SB. -OLYMPIO MMABQUEs- E elle apenas despa-
cboo "lra. (Apartea).
Apesar das interrupoes dos naobres deputados,
vou para diante.
Quando fi proneurado polo filho do preso, disse-
Ihe que convinha requerer urna ordem de habeas
corpits ; mas send necessario para isso obter uma
.certidUo do inotivo da prisao, dirigi ao subdelega-
do urea petiAo neste sentido. Foi esta a primei-
ra petig"o que Ihe dirigi.
0 Su. JosE MAtaBA dia um aparte.
0 SB. OLYMPIo-MARQUEs- Tendo elle demorado
o deppacho propositalmeate dirigi ao ehefe de po-
licia uma petigao nestes termos, queixando-me da
demora. (LU)
86 depo-s que o chefe de policia mandou ouvir
o subdelegado e deeois que elle recebeu esse des-
pacho, den a certidao pedida na tarde de 12.
Na manha de 13 procurou-me o filho do preso
em minha casa e pedio-me que, emquanto nao se
requeria o habeas corpus para seu pal, que eu fi-
zasse urn requerimnento ao chefe de policia para
removel-o da prisao em que se achava, porque era
unma prison immunda, insupportavel, urn quarto
baixo em que mal se podia elle ter em p6. Diri-
gi-me entAo a dous proprietarios idoneos, os Srs.
Joao Roma e Tempora!, e pedi-lhes que fossem ao
subdelegado prestar fiauna provisoria em favor do
preso; por ser este o meio mais breve para se ob-
ter a soltura, uma vez que nao podia ser negada
a fianca.
Estes dous lignos cidadAos forama ao subdele-
gade e offereceram-se para prestar a fianoa, res-
poadendo elle nao ser isso preciso, porque ia man-
dar soltar o home, como de facto soltou.
Nestas condioes, nao sendo mais necessario
requerer a habeas corpus, porque o home estava
solto, mas estando realisada a perseguicao a op-
pressao, s6 me restava o direito de, por meio de
denuncia ou qucixa, fazer punir essa autoridade
criminosa. Precisando para isso de documents,
dirigi segundo requerimento ao subdelegado para
que elle mnandasse certificar a que hoi as tinha si-
do o homem solto, porque motivo e por ordem de
quoem. Ficou elle corn esta pctiglo e nao despa-
chou-a.
Ja vA o nobre deputado que esta peticao nao .
identica is oatras, conforme disse.
Fiz-lhe ainda ama ultima peticio, para que en-
tregasse a licenga do vigario, de que se tinhA apes-
sado, quando prendeu o home; mas teve a mes-
ma sorte a da segunda.
0 portador dessas petioes era o filho do preso;
mas final me disse elle que nao voltava mais a
casa do subdelegado, porque toda a rez quae he
levava urma petiAo, era victim de insultos e in-
jurias. Disse-lhe que evitasse tudo quanto fosse
motivo para que o subdelegado commettesse mais
violencias, que fosse prudent, e .que elle procu-
rasse outrapessoa. Dirigirfiaalmente uma p Aticao ao
chefe de policia, pedindo providencias sobre os des-
pachos das duas pctiVues, e foi portador d('esta ul-
tima petigao, deopachada pelo chefe de policia, umn
eriado do Dr. Joao Leite de Paula Priino; mas o
subdelegado jogou-a sobre o portador, dizendo que
nao a receberia senao em sua casa, onde a despa-
charia. Mais tarde o portador foi i casa do sub-
delegado, que, dcpyis de corrcl-o, para vor so es-
tava armado, declaron-lhe que nao despachava.
E corn effoito, nao despachou mais.
Se, portauto, fosse exacto o que disse o nobrm
deputado, isto e, que o subdelegado nao despaehou,
porque eu fazia peticoes iguaes 4s anteriores, a
obriga'i4o do nobre deputa'lo era trazer as peti95es
que ficaram em poder do mnosmo siibdelegado,
como eu trouxe as peticoes que forum despachaidas,
sendb por elle apenas tuna e duas pAlo choef do po-
licia.
Sou membro desta casa ha muitos anuos, e quer
como deputado, quer como homem publico quer
come particular, ainda nao dei a uingicmn o direito
de dizer que faltei a verdade consoieuciosa.neate.
O SB. JoSE MARIA da um apairte.
0 SB..,OLYMpio MAQUES-Eu naiv retribuo ao no-
bre deputado nos mesmos termos, e ainda urea vez
agradeco-lhe a delicadeza; mas respondo-lhe como
queot tern censeiencia do que diz, e que so veon
aqui fallar a verdade, em defeza dos direitos de urn


cidadlo opprimido por umna autoridade violent,
que, nao obstante achar todo o apoio da parte dos
nobres deputados, naturalmente em none daquillo
que os nobres deputados fingem que estremecenm-
a liberdade. (Muito bern da opposition .
O SR. Jos MARIA d4 um apart.
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Hei de'provar ao no-
bre deputado que em teda a minha exposicao nao
faltei em ponto algum a verdade corn que presumo
fallar nesta Assemblea, ou em qualquer parte.
Disse o nobre deputado, Sr. president, que eu
vim aqui exercer unia vinganca pequenina contra
essa autoridade. Agradecendo ainda uma vez a
delieadeza do nobre dequtado, vou provar que o
nobre deputado enganou-se, Depois de solto o
pobre velho, disse eu ao filho que nao valia a pona
proseguir contra o subdelegado, salvo se este con-
tinuasse a perseguir a sea pai; que abandonasse-
mos as p(t:95es que elle naeo queria despachar;
que eu esperava e devia support mesmo que elle
nao repetisse a insoleacia.
Coutinuou, pois, o home a esmolar, modiante
nova icen"a que lhe deu o vigario.
E' quando, ao voltar d'esta cidade no dia a que
se referio o nobre deputado e no mesmo trem em
que ia o nobre deputado, ao chegar no Monteiro,
soube da prison do velho.
0 Sa. Jbstk MAIA-V. Exe. ehegou la As 11 ho-
ras danoite.
O SR. OLrmo MaqBu -Sim, senhor. No dia
aegante, teado mandado-aber o que havia, para
requerer mais tarde, appareaea.ine o memoo filho
do pemo, declaraado-me aquillo que ja consta do
mn "equerimenso: que o subdelegado m mudou
ebaaw o velho roprehendeu-o e deolarou que o
preaderia tatas vexes quatas ass elle polo
sea ditritao.
Repmdi-lhbe que, aehando-se aberta a Assem-
bla, mne eaearegiva de tracer o facto ao seu co-
jaheciptwto, e anlmato i o requaiia Q promovia
ura providenocia judicial.
E, Sr. presidtet, o facto. 0 nowe deputado
Ai-o..oq "eta ,ue xaamew fosse Jsep o dende a tar
de aoaod...
O ib. Jos, tAM--JMI ie t bo4a- dta4e.
0 SR. OLmPIo MAQUES--... ad &"& s 3ho ao
ILrAd a g ato" di" 9 ; ma diq,

y.c~4Ie gcDjaaD.t do p *.wnd AiptiidaetoMIt
aaA DeitwlA9. i por "*a 4':AUoqpe we SeA
o~,J8~MMEA4I'- ^M4. 4iaa~e jp o Sr. Joao
do Begp o tinha prendida.
O&. 0. Qf.vm kirgA -r. prwkentq,
em linga m poirtae u ,a aep* aetu-
A .s! f6';( OolMB0ai
VAf~ iiAjiW. _. _,.il I _, _doI SamC


0 Jos*r AwA-Faaz-me o favor de Ti
qe U1.arsmedez a prioo? .
0 S. OLrMPzo MAzQeEs -Em Apipmeos, awolbh r
posso diner precisamente o lugar. I--
O'S0 Joski MAA-E' born que fique sabeado
que foi no proprio quarter: elle foi ao quarter in-
suit ir as pragas, assim como ja tiulia ido, acompa-
ahado do fitho, a casado Sr. Jobo do Rega.. Ago-
ra 6 que comprehondo o nim nd'lle: ia inmAtar o
subdelegado; e porque? Porque coutava quo o
nobre deputado preueraria punil-o.
0 Sn. OLYMPICo MAsQUES-Pois bern; quaado o
nobre deputado trouxer a prova do que acaba do
dizer, ea tomarei 'ean coasideracao o sea apart&
Agora tracto de outra cousa; mas noto que o8
agora lembrou-ss d'isso o nobre depitado.
Portanto, o facto do subdelegado nao estanpre-
sente nao prova quae nao tivesse dado ordena"a
prouender o velho; porque a ordem existia desde W
I& prisao e continuava a subsistir. Se ell ealo-
tivesse approvado o procedimeato dos seus ageatese
teria mandado ircontinrute soltar o preso; aus
nao s6 a o o fez, como era do seu devor, Waeoa
tambemn no dia seguinte, depois de soltal-o, deela-
rou-lhe que, se voltasse, tornaria prendel-o.
Per consequencia, este procedimento do subde-
legado denota que foi elle quem autorisou a pri4i,
pois teve della conhecimento e approvou-a. A.
que vem, pois, dizer o nobre deputado que o 0aub-
delegado nMo estava present na occasi'o cm que
se deu a prison ? (Apartqs).
Sr. president, se o facto e este, pergunto; po-
de-se attribuir a um deputado o intuito de vingan-
9a pequenina contra uma autoridade que precede
por semelhaute form? Creio que ninguem disto
se persuadirna senilo o nobre deputado.
Disse mais o nobre deputado que indo no trem.
de Caxanga na noite do dia em que se deu a pri-
sao, na companhia do subdelegado e da. outras pes-
seas, tractou o subdelegado ou referio-se a minha
pessoa, e me appellidou...
0 SR. JosE MAunIA-Appellidou, nao.
0 SR. OLYMPIO MAQUES-... seem notar que eu
tambem estava no trem. E d'ahi dCduzio ainda
o nobre deputado que o meu requerimiento foi de-
terminado por uma viaganca pequenina.
Eu nao tractaria d'este incident, se o nobre de-
putado nao tivesse trazido para aqui; mas uma
vez que o trouxc, devol-o completal-o.
Declare a V. Exc., Sr. president, que eu aqui
estou prompto para defender os direitos dos meur
concidwdaos, qualquer que seja a sua posicao; e
ao 6 s6 come depatado que o faceo e tenho feito,
mas tambem coino simple cidad'o e como advo-
gado.
Nunca, Sr. president, nueca recusei o meu con-
curso ao opprimido contra o oppressor, qualquer
que saja o partido do oppressor, qualquer quo seja
o partido do opprimido (apoiados); e provoco o
nobre deputudo a desmentir-mc.
0 SR. ANTONIO CUaRREiA- E' um proeedimento
digno.
0 SR. JosK MAniA-Eu nao desmenti, nao disse o
contrario.
0 SR. OLYPIO M.ARQUES-FTeaho dado provas
disto come advogado, come simples cidadao e
come deputado.
0 Si. JosE MARIA-E' tambem o que me tem
succedido, estou nas mesmas condices.
0 SR. OLYMIIPO MA.lQLES-Nao partece; porque
esta defcnadendo oi excessos de uma autoridade
violent contra a liberdade individual de um ei-
dadao, de um pebr veoiho desprotegido, e defen-
dendo em terinos aggrcssivos contr.a aquelie que
convencido e conscienciosamnMte procura reagir
contra takes excesses e fazel-a center e respeitar os
direitos individuals de seus concidadlos.
O Si. JosEI MARIA-NMo apoiado; estou defen-
dendo a um amigo injustamente accusado, comr
tern side seumpre; foi o anno passalo a figure
forcada das discusses desta casa.
UM SR. DEiI'UTKxO)-Isto 6 verdade.
0 SR. OLYM'IOc Mm.-QuEs-Mas quando,) se trac-
tar da minha pessoa, fique cert,) o nobro deputa-
do do que nao incommodarei ao Sr. presideute da
provincia, nem ao Sr. Dr. chefe de policia per
qualquer aggressAo que soffra de seuos agontes.
Limitar-me-hei a contemiplal-as e a admirar a ga-
lhardia corn que carregam a esfarrapada bAadeira
da liberdade, e aguardarei a hora em que o masta-
r6o, a que se oreferio um dos nobres deputados ha
peac-s dias, c;'ia sobr'i as cabeoas dos seas carte-
gadores, come suecede sempre aos falsos amigos
da liberdade.
0 SR. EsrnvXL,) DC OLrvErmIA-Coitado !
0 SR. OLvunte M[aRQCEs-Portanto, fijuem os
nobres deputados certos do qua no-) o0 ineommo-
darei, nem Ihos reabarei o tetnmpo por caiusa de mi-
ulia pesses ; mas neo posse, nrem dwo fazer o
mestao qiaudo so tratar da dft'eza dos direitos
dos meus concidadaos.
E' exacto o fticto a que se referio o nobre depu-
tado. ri-ts e.ot:; incomplete. Tenlo do tom-ar o
trern na noite do dia em que teve lugar a prisao,
passel entire o nobre deputado, o Sr. Dr. Jose Ma-
rianno e mnais dous amigos de Ss. E'cs.., cortejei-
03 e entree no carrot contiguo; poc-os ,aomenntos
dpeirs entron o suldelegado, passoa junto a mim,
vie-me bern e toi sentar-so ao lade do nobre de-
putado. Foi dosse lugar que ille poz-se a prove-
car-me c insaltar-mi per minito tempo c cm voz
bern alta, de mode quo o ouvissem ti)dos quantos
estavam no ruesmno earro em que ea estava. No- ~
tei quo e nobre deputado e os sous oomnpanheiros


riam-se e gostavam.
Nlo se himnitoa a isso o subdelegado ; depois de
occupar-se dc ininha pessoa, passou a oceupar-se
de alguns de meus colleges e correligionarios, at-
tribuiado-lies defeitos que elles nunca tiveram;
tudo isso corn a major ostentao e comrn o applau-
se do nobre depatado c de seons companheiros.
Ja uone o nobre deputado trouxe o facto para es-
ta casa, conv6a:n que fique registrado nos nossos
annaes, coin todas suas circumstancias.
Foi no dia seguinte a esta oectrrencia quo apre-
sentei o mcu requerimrnto relativamente a pri-
sao, que teve lugar tamnbem no m3snmo dia; mas,
Sr. president, declare que aquelle facto nunhum:t
influencia teve sobre o meu espirito. E appello
para V. Exe. e para a easa, quo me ouviram jus-
tificar o requerimento sem a mentor animosidade
contra a pessoa do subielegado ; pois limitei-me
a apreciar as violencias praticadas per elle contra
a pessoa de um pobre velho.
Confesso, Sr. presidenie, que me envergonhei,
come se envergonharam outros cidadaos nacio-
naes e estrangeoros, que se achavam configo no
mesmo carro, assistindo a um espectaculo tao edi-
ficeante come o que referio o nobre deputalo, e de
veras laimentei o estado a que temos ch ad.,
quando seo v que um representante da pieToiVa
6 insultado em public por um agent deaa dus
prnimeiras autoridades da provincia, polqae tevea
coragem de tomar a defeza de urn pobre velho, op-
primido em sua liberdade.
0 Su. JO)sE MAmwx-E o anne pasaado qando
os nobres deputados insuWtavam de viva vos a w-
a ease home !
0 SR. OLYai,, M.MaQups-Mas esta sema nio
teve a menor irinfluenecia em meu anita ; o reque-
rimtiento que offereci a consideraao da Asembabl6a
eu o apresextaria em todo o cawo, e quaado j wi-
fiqtwi-o, qngi-me a violencia per elle praticad
eontra o pobre velho, Mao me lembanrdo mespoe
do que era relative a minha pesaoa.
0 nobre deputado referio-se tambem a rdaqfes
smutoms que eu tiaha on tive cam ease asubde-
gade. Nunca tive taeo relaqeu aamitoaas W o
obsetante ser aparentado com pemas de minha t-
mili, nusea deimaram as naw. -etos de SMer
,am taato e.rewAiosas ae de imple. ortazia, B6S-
ta-me di4er o a ob-e deputio quo WIaca fr "
a esw a, nem el. veio a aiMah& caam. AJvl-
ema vses, por&n, yea o mimo eamerptarie a. Oe-
gocio d e sea iterame._
H%.poaCos masi do daa acmu, qedo .j.-*
TahAA6 no oateifro e edoeewado de hbriZT^.I.o
embaroar pars o Rio de Janeiro, doipodiop. B *:
mirm a, l(feendo-l he eu nesa socmCewSi &
carta de reeonmendaio, .qu ue acei
pamigo P"l, -jl- <# t" M
SaapV i. P ,p4M a i p < t/uzim
tars p rqduzi


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'- mideradq sel 4L Aew mbla dqto

F~^^ ^^^ '^ H ^ Zen "y W q am e sbua
kqll S ^ Ox".'1111! plwafr co IA explea e justifiezA*I~

1PK ''^^i^ ^ ^ l1 L)*^arludo a 50 rei3 0 ifr-
Slo r6io dwetada n% Ii 1,786d 1883,
T inbo v ou vinagre que ae retalkar na
diz (L) : iA isenA o decretada na lei n.
de 9 de maio de 1864 nAo fleou revogaga-pelo
Ile 11" da lei n. 1,7$6 de 13M3.
S.. iabe a Asseanbla quo o anno passado, na si.-
:" ': '. ^gO orsitiea em que estava a povimneia pela def-
ism de sdua rendas, eotrio s alteraerem
K^_ *^ system tributario, lembrou-se a cominaissio de
S -/iu da e-oranameato, da qual fasia elle orador par-
S : de~do augmentar o imposto de consummo do
iante e alcohol de 120 a 200 reis. ProduzrL
IT7 sPoto existente 35:9005000; elevado a 200)
S. Ae il via produzir 59:8005000. Apparecendo.
1 $- s que a qeommisselo julgou e, de facto, erani
itp + justas, restabeleceu o imposto anterior o
,IiMc~iuou As material asaim tributadas o vinho s
S-o vnmagre, calculando esse augmento do duplo, e
Slievando, portuito,. a reada proveniente desta fon.
; '.Ito a 70:OOFXX)0, sendo metace pelo consusmno d
4gcardente e aloaol e metadepela do vinho e vi-.

Quando se trnaton de dar execueao a lei, pro--
,'curou-o per part@ da Associa*ao Commercial, o sen
f diO mearetaria e hoarado cpmrnmerciante, o Sr.
SiJeltrmo Junior, para lhe faozer ver que o impostor.
tobre o consumramo de vinho e vinagre ia ser co.
brado de um mode exagerado e insupportavel
Maesmo. Mostrou-lhe o orador incortinenti as no-
,4 sa escriptas sobre este assumpto na miauta dco
SFJecto de or-amento, que ainda cenaorva emr seu
ppder, para provar quo I fdra a intencAo da Aasem-
h NaM qu, come 1A disse, era obter diu materis.
novamente tributaridas mais 35:000;000, ao pasao
Sqae, come pretendia o fiasco, deveria elevar-se o
arOsto a cerca de 500:000000).
Em vista disto, procurou a S. Exc. o Sr' preai-
dete da provincial, a quern referio o que se havia
gimasado.
.; Lembra-se ainda o orador de que fez observer
S-4 commissaio dos mereieiros que nieo se deizassem
-os contribnintes atemorisar nerm illudir contra as
'* intanpces da Assemblia; e que, se houvesse al-
Smgum excess por part do tisco, sendo o imposto
pagavel em duans prestag5es, em janeiro e maio,
41eixassem de pagar a primeira, que, antes de ven-
ver-se o praso da segunda, estara a Assembla
; funccionando e providenciaria.
1W/ Ponderci-lhe, finalmente, que o imp6sto do con-
sumo de bebidas espirituosas era um recurso de
que a provincia nao poderia prescindir e devia
oatinuar a fazer part de sua receita, mas que
;devia ser moderado e igual.
S0 SR. EsTEvIo DE OLIVEIRA di um apart.
0 SR. OLYMPIO MARQurEs-Ja disse qual Onra a
intencoo da commissao de orgameuto, o anne pas-
sado.
Nestas circumintancias, parece ao orador quea so
dons meios tinha o Sr. president da provincia de
fitaser executar a lei: o prinmeiro era por em exe-
cucAo o regulameuto que vigorou desde 1836 ate
1875 para arrecadai;o do imposto de consuiume
das bebidas espirituosas e vinagre. Este impostor
exiatio desde 1836 e o respective regulamento serm-
pre foi bem aceito, porque fazia recahir o impos-
; to exelusivamente sobre os commereiantes que,
recebendo estas bebidas, as introduziam no con-
saumoe, ficando lives aquellas que fossem reexpor-
tadas. Todos os interessados, representados pela
associa9ao dos mercieiros, declanrararn que, sendo
c6brado por esta forma, era supportavel o impos-
to, por mais elevado que fosse, porque seria re-
partido comrn a inmaior igualdade.
0 peguudo meio era executar a lei corn todo o
sen .rigor, porque, antes do prodazir ella os seus
effeitos, havia tempo para providenciar.
0 Sr. president da provincia, porem, lembrou-
se de urn meio term, que consistio em mandar
qae a repartiqao fiscal aceitasse as deelaracues
dos contribuintes, collectaundo-os do conformidade
corn ellas.
\ Entende o orador que a-o podia haver solucao
remas infeliz para este negocio ; porque importava
autorisar aos contribuintes pouco escrupulosos a
nogar a verdade, quanto no consummo dade aos
gateros tributados, em prejuizo dos contribnintes
boneoten que nao quizessem falter a verdade.
E~issim se executon a lei, resultando d'isso a
maior dosigualdade e injustica na repartipo do
imposto.
Porque r mziio deixou o Sr. president da pro-
1 viia de executar a lei do mode per todos'aceito,
de conformidade corn o regnlamento de 1836 ? 0
order ignona, a nco attriburr a mim proposito de-
+ liberado de frustar a bua e burial execucat da lei
/ .,. do ormameuto votada pela Assemblea transacta,
^ x-..... propopito manifestado taribemr em relauoe a ou-
3fi m disposiySos da mesoia lei, come ha de mos-
-f trns X opportunamente...
0 Sa. SILVIwo-Mas eose regulamento cadueou.-
9 SB. OLYimPI MAnQUus Entende que nalo
ednueou, mas quaadogeaducasse, m-o.estava o pre-
Sig onte da provimmiainhibido de expedir outro. E
p( rque nao o fez ?
mos relatorios do inspector do Thesouro e do


^ administr'ador do Consulado verifica-se que, per
mai- irregidar que fosse o laneamento deste im-
post), elevou-se eie a 72:000U000, s56 aqui na ca-
pital) ; e devendo-se presumir que chegue a igual
quanIia no interior da provineia, eleva-se o total
a 14t:000,000, quando a lei do orgamento s6 co-
/ gitou de 35:000U000.
P' a esta ultima quantia, que foi a orgada no
oianinecnto, que, o seu project reduz o impostor de-
qretado, redluzindo a quota do imposto na propor-
qao0 cessaria.
0 SR. SILVIo-A provincia precise de muito
-'mais.
Q" SR. OLYMnPIO MvaQuEs-Concordo ; mas nao
se ha de tirar tudo de um.a s6 fonte, al6m d'aquillo
*/ que foi previsto na lei.
0 segundo project ticm per fim dar a verdadei-
S ra interpreta,-'o a lei n. 590 de 1864, que conce-
deu isenqvo do imposto de profissio e industrial
aos estabeleiimentos que s6 tivessem caixeiros na-
Cionae3. Come nr'aijuin--lle tempo este imposto ba-
seava-se no alor loer:ttivo do predio onde era uxer-
cida a profiss.io oe inlihstria, a lei referio- -.. cx-
.presamente a este inmpousto ; mas trdelo L ILI dL
or-aminto correute substituido or imp..-i-to existen-
\te por um outro, cnti:.-nndleu-se que jio podiiia ter
1mais exeeuci,' a Ili n. 5'.0.
S" Assim scri.i, cosIultanido-s,' exclusivamuente a
letra da lei ; mas, se atttender-se ao sou uspirito;
{it!"* se attender-se 1que a isie;'mi(,- do imposto, decretada
cna lei n. 590, fui prote-,ir it commnercio national,
-I a sbstituiqao da base do imposto (iu industrial e
ii,,. .pro.istSo mito podia ttr o ei'oito do prejudicar o
m imtumto da lei ide iscnqio tlapi"'lns).
'J ; Iatende, pois, que ante a obseuridade da lei
~ anterior, deve a Assembli'a interpretal-a, dando-
SlIe-a verdadeira intelligoencia ; para o que offcrece
".-.V 1ojm ecto que acabou de lr, e requer qie sejL
** msubmettido a exame da commission de legis-
. ,| -


V-i):


A$0R8O DO SR. DEPUTADO MEIRA DE VAS-
O- SBCELLCS, NA UESSXO DE 7 DE MAR4,'O
4,, 1884.
; _IkSr. Meira de VaMCeoneello-Sr.
l te 6 para mim objecto de. estranhesa a
*sno porque tern side impugnrdo o roqueri-
.do niuen-illustre amigo dcpq, 'pelPo 1" dis-
b Sr. Olympio Marquob..A ,utoria contida
luerimento, Sr. presideuie ; mufu*,pro-
ia tito palpavel. ". ..... -
& ROSA E SMVA-Apoiado. .
M.MEIBA-... e de uofmi. verdade tI. iUion-
qo u sinto difipuldti em odmprehpn-
asu.e e nobres deputSos qaoe se e a
levantati-de para cot btl-p
,:aicda par-s-pedkr quo Ah0e-s re-
daente, eao rqierimentodo meu
ip|Ol k.10 ictrto ao tiveo-
Byu, nBJ* :AwftoaO n asAo da
S S9. Ap~pipao sia efa, t'era ap .


bate a ,pprovao do
wser WayeO do pecwo de
Kjrar 44 as; iertes rel"tV" AO = =- Z.imut
de, poderts.'Se alguem n ose eama aecuago, Sr.
president, ao as nobres depatdos que frmam a
imnioria d'esta ease. 8..Fasa. tivertam at a habi-
lidlda de inverter a 9rdem reginMatal, pana que
un .eu@6" rdiaria se eatejam diseutindo pareeei-
Trem que na forma do regimento deviam teo sido
Idgo diescutidos( durante as sess6os prepmratorias
data Assemiblha.
Vv. Esea. ale tiveram on nao quizeram ter a
coragem de cumprir o seu devrer fazendo respeitar
a Kispmioo reoineotaL-. Vv. Exam. n' Everau a
Woragom de disgr coqtenjvMna bre'a .Ldicgo
de certos candidates e de affirmar a re#Uide on
mullid ide de ieus diplomas. (Apartea).
Sr. president, e vejo, peis, que aa esensura
que acaba, do levantar o nobre depatado petlo 2 -
distrieto io tean a minima procedencia em rela9oe
I nda S. Exc. ferio-me eorn a prapria arma eqma
que pretendia ferir-nos. Emfim, S. Exc. kanton
uma aoeusaa1o que p&Ae caber iae i nos, ains sim
aos amigos de &. Eze., quo amo member de ma.
commissio tie important nao tiveram a coragem
de cumprir o sen ever, apresemtando parecer so-
bra todas as eleigee.
0 S&. JosA MARA-Tem apresentado todos.
0 SB. MzzA Mas nao tern apresentado em
tempo competent. V. Exc. sabo que o regiment
disp5e que nas sessues prepaoatorias a respective
commiasilo em vista dos competentes diplomas de-
vera dar pareer mobre eases memos diplomas ;
reeonheeer a mua validade ou msuggerir as duvidas
que onobntimar. (Apartes).
Eu vejo, Sr. president, que h& em tudo istoe
urea anomalia perfoita.
N6s temos esta Asemblea funecionando, depois
de duas sess5es preparatorias, installada ha sete
dias, semn que estejam ainde reeonheeidos os di-
plomas de alguns deputades, a respeito dos quaes
a nobre commisaUo nuo den parecer conealuindo pe-
la nullidade. A conveniencia allegada, 6 mhra-
mente phantasiada pelo nobre deputmado. 0 fact
da commissio nao ter cumprido corn o set ever,
o facto de nio ter dado sehao tardiamente parecer
a respeito dos nosmos am go, aio p6de implicar
par& noa a renuncia do direito que nos cabe de de-
fender a eleigio d'esses amigos, pois que nos reco-
nhecemos ir n'isto o cumprimento de um ever res-
tricto, principalmente quando vemoes que Vv.Exes.
iteem sobre a cabega d'esses nossos amigos sus-
pensa a espada de Damocles. So Vv. Exes. enten-
dem que a comnmissao tern andado bemrn avisada no
quo diz re&peito ao eumprimento de seus deveres,
quando ella ainda hoje nio se pronunciou defini-
tivamente sobre todos os diplomas aqui apresenta-
dos, nlo nos podem arguir de faltar ao cumpri-
mento de nosso ever pelo facto de exigirmos o
adiamento do parecer que se dispute, afim de po-
dermos votar eonscienciosamente, e em face dos
documenntos que dizem respeito niol s6 a um amigo
nossoe, come tambem a um amigo dos nobres de-
putados.
UM SR. DEPOrADo- V. Exc. agora 6 quern esta
protelando.
0 SR. RosA E StLYA-NaO apoiado.
0 SB. MEIRA-Sr. president, todos n6s ouvimos
ha pounce o illustre Sr. 1I secretario dizer que nos
podemos dispenser a publicaiao dos docurnentos,
porquanto elle estava prompto i nos proporcionar
a leitura d'esses documents referentes a um dos
candidates do 11o district. Sr. president, estes
argument de S. Exc. 6 da natureza d'aquelles
que nio precisam de ser refutados. Pois, se os
illustres deputados que compoem a commissio de
constituiqio e poderes, commission encarregada de
dar parecer sobre os diplomas, ,nIo obstante o de-
curse de 7 longos dras de seasaes ordinarias e 3
de preparatorias, nio tem-rn ainda apresentado todos
os seus pareceres A Assembl6a; se os nobre depu-
tados, que comnp'em urma commission especial, que
eateve de posse de tod6s es documents econcernen-
tes Ais eleio5es de diversos collegios, tern lutado
corn duividas e duvidas muito serias, segundo as
proprias expresses de Ss. Exes., come quer agora
o nobre deputado imp6r-nos a obrigaido de deci-
dirmos esta questio de memento corn a faca nos
peitos, por assirnm dizer ?
0 SR. GoEs-Muito bern; isto e irrespondivel.
O SR. MaRmmu-Desde que os documents smo re-
ferentes ai urea eleicao reputada duvidosa, devem
elles ser examinados cern toda a calma, sere a pre-
cipitar.o corn que pretedem os nobres deputados,
que o facamos. N'uo podemos, portanto, decidir
essa questato, decidir de todos esses factos, semr
terms o tempo necessario para compulsar csses
documeutos, pois que oe nobrem deputados bern sa-
b-m que nao se pode fazer estudo detido sobre
documentos diversos e sobre uma reclamac.ao ex-
tensa, referentes a unea eleicao, durant" a diseans-
s.to d'ella. Isto 6 uria consa que nao p6de ser con-
testada, salvo per .urn espirito apaixonado.
O Sa. Joro Auusxto dii um aparte.
0 SB. MEIRA Nao precede ainda a argumenta-
9ao do nobre deputado.
O SB. Jolo AuousrO-Tern toda a proecedencia.
O SR. MuIRA-Salvo se V. Exc. entende que n6s
devemor aqui ver pejos seus olhos e ouvir pelos
seus ouvidos. Se, porem, nds ncao temos o dever


de ver pelos seuas olhos e ouvir pelos seus ouvidos,
o nobre deputado bem comprehend que a mesma
material pode ter diversas interpretac5es eonforme
o prisma por que seja olhada.
Vemos que muitas vezes aos olhos desapaixona-
dos.de uns a mesma cousa pode ter intelliencia
diveraa d'aquella que tern para outros que estlo
sob a pressio de um sentiment qualquer. Bern
ve V. Exc. portanto que a sua argumentaWilo nao
pre cede, V. Exc. entende de ummodoo assumpto da
reclamacao sujeita a seu exame, mas n6s podemos
entendel-o du outro e cumprimos aqui um ever
sagrado, uma vez que nao confiamos na justiga da
maioria, defendendo ps direitos dos nossoe amigos
que estio sendo prejudicados.
0 Sn. G6Eis-Sem a menor duvida.
O SR. MEIRA-Se estes documents, Sr. presiden-
te, sao de tal importancia que a propria cornmis-
slo entrou em duvidas, quando teve de elaborar
o seu respective parecer ; se a propria commission
de constitui*io e poderes, nao obstante a sua il-
lustracao e de long tempo de que dispoz, n ao pde
resolver a questao satisfactoriamentie e dar umn
juizo seguro; se a nobre commisslo foi dando os
pareceres u m a inn...
0 SR. ROSA E S.ILVA-Pelo svstema dosimetrico.
0) S. MMEmAu-... se a nobre commisuao foi re-
conliecendo os deputadcs um a umn, aos poucos,
pelo systemna dosimntrico, na phrase de meu no-
bre amigo deputado pelo 10' distrieto, como 6 que
rIns, que noit dispomos dos memos recursos, ha-
vernos de estudar a questiono as carreiras para sa-
tisfazer s6mente aos nobres deputados? Como e
que n6s que estamos obrigados a produzir a defe-
za, (quine somos os propugnadores do direito dos
nossos amigos, que zelamos aqui os seus legitimos
interesses, havemes de abrir mlo desses documen-
tos que bem podem ser cm favor d'elles ?
UM SR. DEp'UTADO-E a maioria da casa 6 libe-
ral.
O Sa. MEnmA-N6s podemos dcixar, Sr. presi-
ldcute, de pugnar pela cansa de nossos amigos
pela justiqa no reconhecimento de seus direitos,
Sr. president, em trudo Iso eu vejq um tal ou
qual proposito de parte dds nobres deputados.
0 SB. JoS MAiUEA--F V, Exe. enganado;
nao ha proposit j algumni'liberado.
0 SB. MEMA-S.r. tu, em tdo isto eu
vejo um tal on qual -.1 l 0 titse dos no-
bres deputados. 0,qnjSu iaB que SR ErXC.
diziam ter semepp e A Vi.4 sd Boise ose no--
bres deputadom utlwal, b,m dqa. co.n a li-
herdade sob cujas bald iV s4 combater. -
0 queen si 6quo'as, l dOpultados conti-
-uam a dzer-se os w.-ln 'do todas as id-
adiantadas, e e os e
Lenoores perpetsn aB nllvi es -"
*neirAm-tAeamoair a asA. lain urnlavn ile


..,,
"''.


5oW91wws


,vondo per ams" m am um go 4l erk
. mo a aa ,ia -a s- 1 1. It
advogar corn todasa, fxrc moma a JN
amigo.. (Ha diversosapartes).
Os sobres depatados podjcm ficarcertom de que
Dio me -blo de arsmtar -d-ponote aque pretend
ohe'ar., Podeoei desvisr-me per memaont i, ns
nunea de rmode a prwdr eompltaente 9'fi o do
discurso. Eu hei-de attingir ao im a que quers
hegar.
Sr. preaidente, se n6& pedirnos a -publicaalo dos
doeumenjtms de qua setrats, ae inatamos por uiwo
e nao so per que n6s temwe o deW de defender04
direitos dos nossos amigos contra o quaeas 4le-
vanata a eemmisslo deo constituiao e poderes,. eono
tambem porque desoejamos ver de perto e xami-,
nar a eleicio do eandidato, amigo doe nobres do-
putados Vv. Excs. nto noa podem prier d'wteA
direito, que 6 tanto dos nobres deputades, come
nosso. Vv. Excs. nio podem pretender quoae psse.
desapereebida e descoaheeida de n aconervado-
rea Axe.olaqAao feitas pelo Sg. Dr. Mamiwiani
,Drit@ contra.a eleioai do 110 distrietoe. par quo
ella no dijer de seu author inue e infle direta-i
mente sobre a .caadidatura do Sr. Dr. Amaro,
Foaseea.
0 Sa. Jomi MARu-A eleicio de Agtaa-BeWa 6
tilo legitima que o illumtre chefe da baoeadaemna--
servadora, nao reclatta contra ella: se assim ao,
6 eu. provoco a V. Exe. pera quoe o fia.
0 So. AmNTb O sm-En-lu 6 quwnaoafeito a
provoeagio de V.. EF.
0 Sa. MEAA No eotretanto, Sr. president, ,o
qne se ve ? VA-se que a reelamaqi& do Sr. Dr.
Maximiano Duarte affect klo s6 a elei*do Sr.
Dr. Sophronio Portala, como tambem a elei ao do
Sr. Dr. Amaro Ponueca. Dizem, porxm osnobres
membros da coiimadao de eonstituigao e podet.w
que a seas olhts a elei9o do Sr. Dr. Amiaro Fon-
seea liquid e que portanto a reelamauol nio
p6oe influir pama aullidade do diploma dado
Ro meaao. Poias bern, vA que amiim ,ja.
Man em todo case precise tUrarw-atodo ease
negocio a limpo, afim- de ver searazio easta do
lade dos nobres deputados, ou se porventura ella
nos cabe. Euji fiz ver no eomege do meu discur-
so que esse doeumeato que oes nobres deputados
consideram improceadent.e, para o effdito de affebe-
tar a eleigao do Sr. Dr. Araaro Fonseca. podem
ter today a procedencia para n6s. Isso varia on-
forme oprisma pelo qual cada urn faz o seu estu-
do.
E' bem possivel que os nobres deputados fazes-
do esse estudo muito a gosto e long dos profanes
come n6s, tivessem encontrado mil maravilhas
corn relatao l candidatura do seu amigo.
Mas, tambem 6 possivel, Sr. president, que es-
sas maravilhas detappareeam, se porventura na6s
tivermos de examinar os documents desapaixo-
nadamente, corn today a natureza e criteria.
Quem sabe se depois disso nio levaremos a
convieAlo ao espirito dos nobrea deputados-de me-
do a fazerem Ss. Exes. mudarem de opinion ?
Quemr nos affirma o contrario ?
Se 6 portanto urn facto possivel, uma hypothese
que se pode realisar, e fora de duvida que os no-
bres deputados nilo nos podem negar o direito do
fazer o exarnme dresses documents.
Estou acostumado, Sr. president, a fazer semm -
pre justiga As inteng5es, ate dos meua proprios
inimiges. Eu, portanto, que nile nego justice iAs
inteneies dos meus inimigos, na acoepqio vulgar
d'esta palavra, nioe poderia negarjustiga is inten-
95es simplesmente dos meus adversarios.
Quero crmr que os meus nobres colleges da ban-
cada opposta, fazendo a impugnanao que fizeram
ao requerimento assignado pelo meun college, de-
putado pelo 10 distrieto, aionosquererit deixar en-
trever o proposito fire, a deliberagio pre-assen-
tada de a todotranse negar-nos justipa, fazendo
corn que um de seus amigos seja reconhecido de-
patado, quanio nao esteja no caso de sal-o, parm I
que um daquelles que se deyem sentar nesta ban-
cada, pars que um eorreligionario nosso nao ve-
nha a ser reconhecido, ainda que em seu favor ve-
nham todos os principios legaes, venha a verdade
dos fcta. dos os nas somoa- uaseeptiveis de- la.
bdrar no erro; todos n6s estamos no ease de fa-
zer questao por um erro suppondo que quebramos
armas per urna verdade.
Ei acredito, pois, que os nobres deputados es-
tudando os documentmos que instruiram a reclamrna-
9io do Sr. Dr. Maximiano Duarte corn a lente da
prevennio, que tern a propriedade da ictericia, te-
nham enxergado nesso doeumento somente ver-
dades em favor do seu college. Acredito eu tudo
isto ; mas, come os nobres deputados nbo estato
sem duvida, quero erel o, no proposito de negar
justipa a tode o transe, por isso mnesmo nao nos
devem recusar o direito de examiner esses oecu=-
mentos para, depois 'de examinados elles, virmes
nos a tribuna dizer-lhes qual a imprepnsno que ncs
ficou de tal exame e do tal estudo.
S, dente mode pode resmltar do embateodosta
discusiao, do cheque das luzes que possum emrnar
destr e d'aquella baneada iuma eonvicpo vorda-
deira que tenha por base a justipa e a lei. >.
A passar o precedente que os nobres deputados
tern em vista, o que ficaria serial o eguiinte : que
os nobres deputados se erigiriam em juize sere
appello nero aggravo e transformariam'a sna ban-
cada em urn tribunal de inquisiito, oude, come 6
sabido, se condeinnava sem ouvir e se pr-vava da
libcrdade a quern tinha a infelicidade de ser ac-


cusado de um crime imaginario per um ininmigo
ou per um adversario fementido. I'
UM SR, DEPUTADO-Como aqui ja se tern visto.
0 SR. MEIBA -Os nobres deputados nio devem
per Iconsequeucia, ainda que momentan amenta
confundir-se corn juizes inquisitoriaes. Ss. Exc.
nao quererio per certo rasgar o diploma de uim
amigo nossoe ou reconhccer a'eleicao de um amigo
seu somente pelo seu exclusive estudo, em face
unicamente da impressilo que lies tenha deixado
o exame da questao e dos documents que tire-
ram a seu dispor.
As normas seguidas em toda a parte, em todos
os tribunaes, em todas as corporapees, no seculo
actual, em que tudo 6 do regimen da publicidade,
nao podem deixar de impor aos nobres deputados
a approvaqao do requerimento que se acha em dis-
cussao. Os nobres deputados nao podem deixar
de reconhliecer que nos temos o direito de discutir
a elei:tLo do) Sr. Dr. Amaro da Fonseca, em nome
da qunal cIles proclamain quc o seu lugar nesta
Assemble 6< legitimo, da nmesma mraneira que os
nonbres deputados ficam coin o dircito de discutir
a eleicao do Sr. Dr. Sophronio Portella, em nome
da qual n6s sustentamos que nao precede o que
se attribute ao diploma deste candidate. .Creio
que o facto de nao nos acharmos em mnaioria nao
pode imiportar diuninuiilo de direitos nossos em
face da nossa constituieao, em face do nossoe regi-
mento.
O SB. ROSA E. SLVA-Apoiado.
O Si. MEI,.A-Creio que os direitos aqui seo to-
dos iguacs ; a justiqa deve ser uma so : ou se
tricte de um amigo, ou se tract do umrn advdrsa-
rio, os prinipios devenm ser os mesmom. -Se por-
ventura os factos me vierem convencer do contra-
rio, sernt mais uma amarga deceppio alem das
muitas outras porque tenho passado.
0 Sn. NILO A justiga political tern os olhos
abertos eauilo v6 nada.
0 SB. MEnUA Sr. president, 6 tio procedente o
requerimento que se aeha em discussion que nao
poaso mesmo admittir que elle venha a ser rejei-
tado. Se n6s attendermos ao facto do ter side
approvado pela maioria desta case o requerimen-
to que hontaemn enviei A mesa corn o meu digno
amigo e coUega, deputado pelo 1" distrieto, no
sentido de aerem publicados -oe- documentoa mrelati-
vps-A eleilo do Sr. Dr. Amaro Fonseca, nio po-
d comprchender qne o reqauerimento que
-em.vista adiar a discussao desta elei*o
axauopsepaaudA publicailo dresses documents, se-
a ejeitado, porque o facto da approvaio do rc-
I L 'meto de honcem, reeonheeendo a necessida-
Sda publica&o da reclamaio do Sr. Maximia-
no Duarte e dos documents que o instruiram, [imn-
Uae a U60 oeusrvadores, que approvamos ease
S *BO ie .A'tnutos dos nosmos advenrios,
e6coaormNreram Itn-parai a uasppruL aglo,


-/ .


- -.-. -. aquinteito njidioe .
tea. foi nJ. approval* da ca, pediudo a
publieaco desses documents. Fetto 1t eun di-
rA6,*. nbtdtad4*a poderil. hoje se nhjNs-
o e 3a ,~0 ,ItpW. dieutinde e approvauado a
eleiglo do 11, uticto indepoadepte duwlpar
biWiOp. Mas, 4dee qiu S&. recs. form oa pri-
meirn a ranouheeer eom naets votos a uaceosidade
do t1 pul.p sago io ,poxm )ear, aF du ap-
pravam o requrimento deque as tracts ag ra.
Sr. proideote, naol usi me couiaierebm ononu.o
symptom* faeto, qm enut*eatnto hama a:, m a
attean, da eje que a bacnada. do meua adverse,
rios, daquelle.-i de quem val defender a sorteA4o
reouerimnto. tacha quasi deert9.&
SOS. RmA Z SULVA-E' corn effeito estranhavel,
tactandoae de umn assumpto tAo grae.
0 SB. MmKaA-Nilo tenho per certo a pret3nao
de tracer busaa paa eata -case, nem do esclarecr
om meus colleges; ma .neem por isso, nem polo.
fheto de nl09 estar no casom de moreew-Ulhme a at-
, teao, podem o uobres deputadoa, que devem
ser juizes imparciaes, deikar de ouvir o pr6 e o
ointra para fauererm jaiautAmptta.
0 SR. LnA4 Fawu JumIo 4 iaum apart.
0 Sy. MxiUar-V. Exe. erma oonseiencia Uo p6-
.d ontestau a prncedenoia desta argw"-eto. ap-
-polls para t a.a propria conaciencia. Se o nobre
deputado tivesse de oser juiz em uma causa e prin-
eiphane por nio qI rer ouvir a defeaL, ea desere-
ria do votoido obre depotado e da. sua conacien-
oia apartta, 1 m ,o nobr deputado, que eu julgo
iaeapa do 4r o aen. vote come juiaz sWm ter ouvi-
do. a defeza,,. a p6de deizar de reconhecer a pro-
edoeaeia do xem 4rgemeuto, pouwpe elle imrporta
uma de duaa: out que aquelle- qua t&n de ae jui-
sw, aRo querem prestar attewAo A defeza, porque
a"qule quo a &produa nao lhe# merece conaidera-
4ao.;; oa e nobroa deputado. estiAo com ojuimz
preconeebido, estio corn o proposito firmado deeos
negar juatqia, e de certo que um propcsito desta
natureza nilo pode honrar aquellea que exercem a
mawsio dejnizes, porq ue naeste memento n4s, tra-
tando de julgar do diploma de um college, nio
pasamos de um tribanl Q.4jutia.
0 Sa. Luxx FawIs JuDion -Ji leram as autos e
estao corn o juizo formado.
0 SB. MImA-JA v6 o meu college, que corm o
seu aparte, quaado pensava ferm-me, a si ferio-sa.
0 nobre deputado disse que os seus colleges de
bancada jia leram os autos e estio corn o juizo
formado ; S. Exc. allude ao facto de term oaseus
eollegaa conhecimentodeses documeutos e redla-
mampo, cuja publicaaio requeremos. E' portanto,
S. Exe. mesio o primoiro a recoahecer que para
formar-se juizo o precise ter conhecimento dos
autos, isto 6, desses documents, dessa reclama-
9,o, que n6a nao conheeeAmos. (Apartes). Bastava
que um s6 ae n6as nilo os conhecesse para que o
nosso direito nito fosse menor, para qne esses do-
cumentos devessem ser publicados, visto come n6s
temos o direito de dar um vote consciencioso, um
vote fundado no eonhecimento da causa, umn voto
fundado nos documents que instruam a question
ou discussgio.
(Apartes; signaes de desapprovaaio nas ga-
lenras).
0 S. PEsnmsIENT -Attenealo! ordem !
0 Sa. MEaA. Sr. presidente, eu poderia dizer
aV. Exe. que nao tenho necessidade de fazer va-
ler a lei regimental desta casa, porque V. Eoc.
tern o imperioso ever de fazel-a respeitar. Creio
que estou no exercicio de um direito e nio posse
ser perturbado pelas galerias. (Apoia los; muito
bem). Se per ventura V. Exc. entende que nao
se dcve fazer respeitar a lei, eu desdeja sento-
me, porque a causa esti prejulgada.
0 SR. PREswman --Se V. Exe. me tivesse]pres-
tado attengio,, daveria ter visto que logo pedi a
ordem.
0 SR. MEImrA-Bern ; nao ouvi.
0 SR. PaRESIDENTm.-Toda a vez que tal facto se
dii, eu cumpro o meu dever.-
O SR. MEiR--Estou no exercicio de um direi-
to, ninguem m'o p6de contestar. Nao se pode pre-
tender que a perturbaglo das galerias seja um dos
meios que a sabia'lei eleitoral trouxe para que o
maddato seja melhor cumprido do que ate hoje o
temn sido. 0 deputado que nao cumpre o sen de-
ver, que nao exerce como deve o seu mandate, eu
entendo que dere encontrar a sua punicao nas
unas e nJo aqui'nas. galerias, que, apupando-o,
desrespeitam nole 6 a sun passoa, mas a institui-
9ilo de que elle fftz parne. [Muito bern).
0 Sa. PansimmETn--O nobre deputado nubo mc
praatou attenpilo ; se tivesse prestado, era escnsa-
do dizer isso, porque eu immediatamente reclameoi
a ordern..
O SR. MEniBA--Crete que estou perfeitamente na,
ordemr; se nao estivesse, V. Exc. seria o primeiro
a charmr-mem a ella. Estou exercendo mn direito
tilo legitimo quanto o dos nobres deputados que
combateram o requerimento e que entretanto nco
form perturbados no exericia deste direito.
Dizia eu, Sr. president, que o aparte do nobre
deputado pelo 10 distrieto veto em meu auxilio,
longer de seo um argumento produzido contra as
proposi95es que aqui tenho emittido.
O Sr. LUNA Fammine JUvxOR-V. Exc. passou-se
para miram agora ?
,0 SB. MEiA--Nio estou discutindo a possoa de
V'. "Exc., estou discutindo uria sun opinion e creie
que tenho o dnreito de fazel-o, desde que o nobre
deputado me honreu corn o seu aparte. Se S.
Exc. entretanto, entende que o sen apart nao de-
ve ser tornado per mim em considcraato, eu o sa-


tisfarei de boa vontade.
O SR. LuiA FREImur Jusio--Nto desejaria uma
argumontaito taio largai sobre delle.
0 Sm. MEniA-Naio e long. Ea tenho aqui o di-
reito do deduzir arguminentos mocsn) ad hiitcnem.
0 nobre deputado, solida'io coin os sets amigos, 6
d'aquelles quo sustentinm. sea duvida que o re-
querimentao, dove ser regeitado, per consequencia,
desde que S. Ext. so a nunici- neste sentido,
forneoa um argument em men favor.
Eu tenho o direitoilo valer-me d'elle para mos-
t-ar quc a juatiea esta do nosso lade e nao do la-
de dc V. Exe.
O Si. Lu x FREIRE JL'soR-De certo; mas jAi
valeu-se d'elle; passemos adiante.
0 Sr. MEirRA-Agora, Sr. president, verifieado,
como se acaba de verificar, que nos nio devemos
dar o nosso voto ao reconheeireuto do diploma
de um deputado, sem que estejamos instruidos
pelos autos, na phrase do men nibre coll'.ga,r de-
putado pelo 10o diitricto, eu devo acresccntar quo
nis aqui nao somos juizes letrados, na ohrase f)-
rense ou juridica, que est:io apenas adstrictos .is
provas dos autos ; somos algmuna cousa mais, por-
que as uuossa. attribuiqmes sao mais amplas doquc
as tlcjuiz.-,s letrados. N6s aqui julgamos nri) si-
em face das pmrovas documencnes, nao s(,; cnn face
dos autos, come tambem em face de qunaesqtunr ou-
tras provas colhidas aliunde, onde quer que as
possamos collier ; e tantoe assim que. tenmos o di-
reito de, em qualquer discuss nesta d.nsa, e lii-
bir documents que venhain em apoio da verda-
de quo sustentamos. Ora, se temos este direito, o
direito de produzir argumneutos nco proveitosos
ieos autos,-nclo rest duvida que aquelles que se
trmde.pronuzqciar sobre a questAo debatida, de-
vem 'diseutil-a'. c.mi calma para que profiram o
seu voto corn cbnhecinento cabal, complete, da
cauna que w. discuie, sem ter mode memo de iii-
correr em umea injustita.
t Sr. presidente,.o requeriimento em discussIto ain-
da por outra nrasilo uiao pode deixar de-ser appro-
vado per esta Assembi6a, uma vez qu- ella qaeira
fazer justice, Pelo pwneoerda propria commission
se evidencia que reclaman es houve contra as elei-
9pos do 9.o ditricto trazendo assim .prejuiso no
uaso de serem elias procedentes para o candidate
Dr. Aparo Fonseca, quo se pretend fazer recm -
nhecer hoje. Mluitas foram as nullidades allega-
dao, a que a nobro commissiLo se soccorreu para
dar parecer invalidando as eleipies do ll.o dis-
tridto em relaqio a um dos candidates, pelo que
siadi mesine que a nobre commisslo enteL. la que
esspa nullidades a seus olhos nao tern peso, nemr
valor em relaqIo ao outro candidate, ate aqui nos
s6 temoes o juiso da commisaao ; mas pergunto, e
someat* a baneada opposta, silo os nossos adver-.
sarios somente a quern cabe o direito do rooonho-
cer:este ounaqaello diploma?
Eu creio que ninguem me responderai pela affir-
mativa.. 0 direito. qut tern os membro da comn-
miWlo de e pronunciar contra oraa f avmw.dM,
Lou 4'aaQh.dtfipinh.6 o> nsuaiw~m~e~muosque.wtP


b.
~.-
f A


fptd doe mmtos I
aa SL J~~mb-iu
a. woia, 0m cja bafa f mse o m ,B- *
Isivex mno Odeantom'meeno for'wit W-
Sleatoraev doqu aque as qu qe *aaqnetli
bancada, ha de tratar de uma deai O a -,m
,ie twreue a sua dipoeicao o0 dados f u,
me o candidate Dr. hL Dtafte,.allegare~li- .roe
da oq s ao aeU nderaffmtam oogioia de 4
Aga aBeI 'ase eat" uilidIad ianvaldama pal
9a0 do xadAjato Xtd M -Fonersi, uma ve4 pa
qg sq'ain reoobeeidas Imeedentos, nio rest ,
duvida qua a eleioq on diploma desse candidate te I
niaopods ser reeouhecido e diaeufido seniio me- amn
diante a publicaQio de todos *d docuamentos. m.)
Paranquav M possamos fovmar um juiao complete, pet
io bastaa a si-nples affirmativa da commissao.
Essa affirmativa corn relagio ao collegio de Aguas lis,
elUas, ao tern forqa sufficiente para impor-nos par
uma Convicao. em
Isso nio 6 bastante, para que deixemos de fazer cor
umn estudo desaas nrdlidades e assim euurcmiemos 4
w o juimo. Queom diacos nobres deputados que ser
depoia.do estudo que an6s fizermos e das allega.Ues squ
quat apreseatarmos, nio virto Vs. Excs. ficar con- cav
veneJdos do quo e e ngaamvam, de que essas nuli- sig
dades s'o inteiramente promedentes ? to
Eata prosumpegio 6 tanto mais rasoavel, quanto
as nullidades allegadas contra um collegio, que pul
prejudica a eleivao do Dr. Amaro, e foram por um na
amiffgo do nohres deputados que Ihes merece tlnta pul
consideracao, tanto peso que 8s. Excs. fazem todo (
.0 estorVo para que eate tenha assoento u'csta casa ser
Qom preteri*o do deputado legitimo. sel
Eu uio posso supper que essa elei 'o seja tao
favoravel comno se afigurou aos nobres deputados ser
no afan que tiveram de reconhecer o Sr. Dr. dei
Amamp. Por .in lado legitima a minha presump- do
9o o faeto de partir a reclamaAo de unin corre- de
Ligionamio doi nobrc deputados e por outro a pro- c.c
venio corn que devemos em tal material receber (
os aeua juias, po
Etaadas eirewmataneiam qua apreaento, sao dos
valiosas para fazer actuar no nosso capirito a sup- tra.
posigio de que essaa nulidadea nieo sao talvez tao alg
improcedeates covio dieme os nobres deputados. leg
0 Sa. Lun&. FaiuE JurNIou-Este 6 um argu-
mento fraco. dre
0 Sa. MaIn- Na opinion de V. Exe. Folgo cas
de ver que V. Exe. reconheoga que tenho apresea- sao
tado argmnentos fortes. I
0 S. Luri FamBtis Juroa da urn apart. de
0 Sn. MInA-V. Exe. acaba de produzir umn ar- tig
gumneto que ou nasce do erro da intelligencia, oa .me
nasee do erro da vontade. (
0 S. .Goas--Vamos & demonstrao..o. hoj(
0 Sa. Mma&--Eu nsok disse, nern o nobre de- rio,
putado podia deduzir das minhas palavras quo Air
facto de uma reclarmaclo ter nascido de um nosso I
adversario era sufficient para que essa reclamia- A
iao fossalverdadeira; eu nio disse tal cousa. de
E, se V. Exc. disse isto em boa f6, commnetten I
um erro de intelligencia, e se o disse de proposito, do
eommetteu um erro de vontade. (Apartes). dis
Eu, Sr. president, creio que estou discutindo sub
de boa f6; nao pretend offender aos incus colic- nen
gas. Apenas venho aqui defender uina causa jus- Ain
ta e nio fago mais do que cumprir urn ever sus- Poi
tentando a causa de um eorreligionario, que e.t;i o ti
fuadada em documents, e documents valioios Sil
que tern de servir de base a nossa decislo. con
E' bern possivel que, depois de publicados c por do
nos estudados os docuimentos e reclarnaLiTo, ve- menc
nhamos a tribuna declarar que os nobrces deputa- Alb
dos, membros da commissito de verificaqlto de po- Ovi
deres e seus amigos, trn toda razio. E isto n;o Re.
6 facto virgem; jA aqui por mais de uma vez n'es- da
ta bancada o tern pratieado. N6s ja nos temos le- em
vantado d'esta bancada para reconhecer diplomas qn<
de nossos adversaries; n6s nao temos votado aquii me
per capricho e temos feito semprejustika. poi
E' necessaria a publicagio dos documentos para p e
n6s podermos aquilatar da validade das eleiyies I
a que elles se referee. N6sM queromos 6 que o co- Va;
nhecimento do diploma tenha tambem o sello da 2 "
nossa approvagio. I
Sr. president, n6s nao temos per norte o inte- cis:
resse politico, o interesse partidario; n6s s6 temos saih
per nornma de nossos actos ajustiga. Eu posso ci- run
tar n'este memento a eleicao de umn adversario nos- I
so, a eleicao do Sr. Santos Pinheiro, que foi impung- do
nada per correligionarios de V. Exc., ao passo I
que foi per u6s sustcntada. cio;
Se n6S nos deixassemos levar pelo interesse par- cos
tidario, per eerto que nco proceleriamnos assim. 4
Alii estao e3 annaes pare attestar a proposigito leg
quo acabo de levantar. da
Eu supponho que n'ao tenho necessidadc do alon- ort
gar-me mais para convencer aos meus illuistres ct'
adversaries que o requerimento do meu illustrado J
amigo, deputado pelo 10 district, o Sr. Olyrepio tor.
Marques, nao pode comn justiqa ser regiitado por cas
esta casa. (Muitos apoiados da baneada canscr- pa
vadora).
Per um lado nds vetoes quo a approva~tto d',s |
se requcrimonto e come quo um corolhu'io, inua -1
deduecao logica da approvaguo do requerimrnto ass
apresent'do c approvado hontem n'esta casa; por o (
outro lade, Sr. president, a approvac-ao d'esse re- J
querimento e uma necessidade palpavel, porqrc Co
nos nao podomos, nrio devemos mesmo pronunciar- ^
nos sobre uria eleicao sere terros conhocimento Ca:


perfiito d('cllia, sem terms dados quo possam tirar I
a limpo facts que a respeito d'ella se dramn, tai-
to mniais quanto se allegamrn nullidades contra csa (
miesma eleia;o para umrn candidate quo nao e nos- -
so amnigo, mas sim amigo dos nobres deputados. L
Aquillo que nuo se nega a ninguem, neorn mes- dce
ino ao r6o da mais infimna esphera, nao sera ncga- .-
do A urna corporagio tao illustrada come esta. ba
Qucro que os nobres deputados, nossos adversa- deos
rios d6emo exeminlo dajusti9a, que deve caracte- tra
risar toias as nossas deliberacoes. 1
Eu quero ver os nobres deputados re vestircin-se tean
da forca necessaria para niio calcar a j'isti(.a aos ina
pts, eu quero ver os nobres deputados elevados t t
altura do direito, nao per meioe das palavras b,-mni- m.e
tas que nao passam de phantasmagoria, mas sin de,
pela realidade dos fictos.
Se os nobres deputados procederem assim eu N
dirci quC teem razto em se proclainarem os defcu- 1
sores daIn justiIa. No case contrario o meu juizo
flea de pe a rcspeito de Vv. Exes.
Tenho dito.


BREVISTA ADURIA --
------i ---d)r
A~semblea Provincial -- Nao houve I
'--';ao per teremn comparecido apenas 19 Srs. de- bee
putados. ,
Foi l)residid:t a reunito polo Esm. Sr. B'.i tie d;tI
Itapissumta. ,lo
0 Sr. 1o secretario proe ,il.l ;'i Il.;trua ,l,1 s.'- V'. _
guinto expedient.' : S)"
Umrn officio do seecrt:irio do g)ove'rnil, tran-init cer
iir lo pr'ijc 'ti)S I'i- p I-)m t rris .l. i I it n r i :r i:i.,.i r,.1'
do i V :iitf.'.- c irn i.i., ili pl.isttr -, I .
) trito do mInesin'), tr u:,in trini 1.j o r,.'l it-ri.. I .- z -.
lanr:)o e orcaminto til.i C.nar im t1i1iArr .1 d.-, !).,l- I, I
minr'e.--A'(" cor ni-.r i.,.l,' orqar entr ruttn icrl,.il. L[ ) i
)tltro d) miesmio), i.l ,trui'lio miu., t..-i:l. .t ;
nmar, M.Nj ii|ipal dij VrIlh-lkilla. pelldo d il-d \; ,'io lij
d inUlt. imp,.iistai o inno p%)a,.lo, f.,oi o r r.,t'.r, ..,
officio remettido por e'tpia ,Ao 1, sDecret tri.) lhrsF Ilin
Assemrnbl:t, aeompimnliado do ser b:lan;. ,r,. :1_i.i
mento.--A' cormmissio do or;ament.o minuiriijal. _'.r.
Ourr.) do inesmo. tr;snsinittin-lo mi nofficio d:i con
Camara Munimieipal de Villa-Bella, em quc p..-e de ,leI
nerovo releva.'io da multa inposta :runno p issaalo t .1
remuietteado'os balancos e orjam'-2to do everii) ;,.,
de 1881i a 1882 acomnpauhado do3 respetitos ,.)- ri'A.
cumeatos.--A' commissio de or pal. .
Outro do m:,smo, trausmittiudo o balance ejor- ,M
9 tmente da Camara NManieipid do E spirito-Sant, c:t1
e bernm assim e6piu da postura approvando jirovi- des
soriamente o codigo de po4rates do novo minici-
pie de S. Joss do Egyp.to.-A' -aonqiiso d'.e or- ,an
9amento e posturas, mniicipAe.& I
Outro do mesortb, remettejdo n u o&icio do ins- -.
peotor do Thesouro, o-o q4d4o a~ue ell so r-fe- uin
re da divide passira pare o qpeatclt.de d ,I81 a tenm
18^5.--A conm isso dm: ozdsiwartb. procwiid. tre.
1 8 45 .- A c % 6
Outro do mneam, r .ttonmdo .rt" offltior do ins- tid
pectoer do Theaouvo e mai&s.im6' a.udnexo3 refe- umi)
rented ao pedido. do &edilt supplementares aa sen
-importancia de l tijt.8X.-A' commiss'to da .1
oWameinto proviueM.6 sis
Outro do meamino, devolvendo informado o re- cioe
querimOnto do professor Joaquimn Mano-l d1, Oli- dos
,veira. e Silva.--A' quem fez.a reqnisicio, va.
Oatro dacommies-o enearregada do aolemnisar de
dia 2 do corrente, em que. se realisara a corn-
oleta-"xtic91o do elementaw ril do CeasA, con- 141
aw) A saembi6. a ae soI. repreactnr non re%
tej a na-soamo litterpria e muuj de
.w no t%, .Sant '
r*O4ant nod& --, da Vrne el Qr a. T4; tW

N"
'"^^ *'
B


4
.nij.. iii-


-da dEduardo xi 0
qwxac~uO mento d 8 u 89;
)4Wos d aahidos:.-A' commisdlo de orgUent -
t ade ntonio Joaquim do Nascimo "
Cuaf, .


I, requerendo que seja elimimado o sen mm d o -J.n
sdfo dos devdicres da Camara Muniicipl do
miaires.-A' comraissio de orgameuto Mumai- "
. ..
utra de Gratuliano dos Santos Vital, negm-i -
matriculado, requernndo um privile io po 1{ O .'
nos para estabelecer nesta provincta um. m E -n
,iq fabrincaa de curtir couros.--A' commimkeoj* :

Outra de Antonio Franeisoo de Oliveira -. "-,'
requerendo um auxilio de 2:5000 AQO.'
ra explorer jazidas de mineraem metal .>;, ,
Svaries montes da cidade de Olinds.. ",
Mmisao de orgamento proviuciaL .
Outaa dos promotores publicos dsta ca '.
rvindo conio aulitores do corpode poIlicia,'fx "
erendo autorisa c0o retativa ao nao finaneeiro; bemrn comoee -
,nag'-o da verbal para o meamot fim no oraxam*-
fiuturo.--A' comnraiss-lo de ordenados.
Outra de Antonio Candido Ferreira, professor"
blico do Poqo da Panella, requereudo aepesm.
retferida cadeira.-A' commissiao de instruc%
blica.
)utra de Jos6 Jeronymo Bustorff, roquerezd.
Snomeado para o lugar de carteiro desta Am-
abl&a.-A' comm;ssuo de polcia.
Outra de Candido Gomes Duarte, requereudc
Snomeado adjunto da escola public da la ce-
ra desta cidade, percebendo somenite a metad
que marcou a tabella amnexa ao regulamento
7 de abril de 1879.-'.V commnnisslo de instrue-
) public
)utra die Ricardo Couily, II. O *Illy e Joio R-
o de Souza, reclamando contra a collect. feita
s supplicantes come agents interaiediarom dea
nsacSes cambiaes, compra e venda de assuear,
,,xo e fretamento de navios.-A commnissio de
;slacao.
u)ntra de Francisco Xa ier Soares, mestre pe-
iro, apontador da repartiao das Obras APubli-
, requerendo sua aposentadoria.-A' commis-
de legislagio.
Jmrn abaixo assignados de negociantes da cidade
Goyanna, pedindo a revogacao do 31 do ar-
e 2o da lei ni. 1,786.-A' commissio do ora,-
nto provincial.
) Sr. president nomeou para aeompanhare*
e a procrisao do Senhor Born Jesus dos Marty-
Saos Srs. Antonio Correia, Cuuha Beltrao a
arxo Fonseca.
Em seguida dissolveu-se a reunia'o.
Iutoridadem policiaes-Por portarias
19 do corrente :
Foi exonerado Francisco Jos6 da Silva Correia
cargo do 3' supplente do subdelegado do 1*
trieto do termo de Paio d'Alho c nomeado para
.stituil-o o alferes Severiano Jos6 Freire ; o te-
ate do corpo de policia, Ildcfonse Ignacio do
raral do cargo de subdelegado do district da
ite (dos Carvalics, e nomneado para substituil-oa
3nennte do referido corpo Jos6 Guilherme da
[va Duarte ; Joaquimn Correia de Araujo Vai-
cellos do cargo de 10 supplente do subdelega-
do 2' district do termno de PNo d'Alho, e no-
ado para substituil-o o cidadlo Luiz Antonio der
)uquerque; foram nomeados tenente Antonio
idio de Souza Ramos e capitao Bellarmino do
go Accioli para os cargos de 20 e 3 suppleutes
delegacia do termo de PNo d'Alho o prunmeir
substituiglo de Joaquimn Cavalcante de Albm-
erque que ficou exonerado per haver side no-
'ado official da guard national e o segundo
x se achar vago o referido cargo de 30 su,-
rnte.
'oi tambem nomeado o t mente Jose Correia, de
sconcellos para o cargo de 2" supplente do
district do termino de Pao d'Alho.
Proei.si'to -Effectua-se hoje a tarde a pro-
sd.o <) Seahor Born Jesus dos Martyrios, que,
indo da igreja dessa imnvcea.;io, percorrera as.
.s do costume.
Lauterna iagica-Pablicou-se o n. 78,
:30 amnmn, dcste periodic livre e homoristico.
[ufta pela.t letras -Esta soniedade fuae--
man amanhna, ats 4 horns da tarde no lugar do
tume.
Doura. poliiea.n-0 nosso hmnrailo col-
a Ferreira dc Araujo, da Gaze.ta de Noticwar
crte, reunion em um volume de 258 paginaas o
igos tite sol) o titulo Coasas Politicas dea &
unip't cm 1S'-i u'apuclle journal.
r' un rcpo-itrio ,to finissinnas critics, ean qs'
am discutidahs as questoos political e ewusaw -,
que prendcram a attenrdeo public a no au
ss:tdo.
\gradciil('os p1lo mime de umn exemplar.
Propagaulora do Poco a Panella-
*ita sociodado reunio-se no domingo ultimo eaf
embla gcr.ei p.rr.r eleger o son novo coaanelo,.
[mn:rl ficou a-:sun organisado
;'residcite-Ccmmen lador Joaquim Feliippe da
sta.
Vice-presidents Manoel Joaquim da Costa'
rvidho.
t secrctario Jovino Barral.


. lito--Manoel Carpinteiro Peres.
)radox--Dr. Jos6 Marianne C. da Cunha.
rhesourciro -Tito Livio Soares.
oinscilheiros -E'. Mcttlcr, Dr. Celso T. Fernai
SQuintolla e Autonio Scares di Silva.
limsociaetio Benefieente Parahl-
nu; -AmnhAl. Aid 5 hiornt. dr t:rde, ha semao ,
sta soeiedtdo, no ,) 1aniir do predio n. 18 dai
vessa dos Expostos.
Em tranuifo-0 paquete Congo levou hou-
n p-ra a Europa 436 passaeiroes, sendo 33 to-.
dos em Perunanbteo.
iomit6 Li t vi-.ario==-Procedeu-se ultima-
ute A ol'ic)'to it nova directaria desta socieda-
ficalndo assinli coinstituilfa :
President Andrade Lima.
Vice-)pr-sidente-M-Iala alias de Queiroz Barroff..
lo sccrctario -Thia'go da Fonseca.
2o dito--Madcira ( d Frlitas.
)rador-Graciliiano martins.
Vice-oradlor Nettui Junior.
I'hesoureirm)-Jos,' Jaymue do Miranda.
rbliotecario--Candido de Alencar.
oNomeou-sc mnia:t coinmis-io para representer a-
ieodade con-post- dots Srs.. Netto Junior (era-
), Thiag. ,!a Fonseca e Coelho Leite.
H' corn o li0eal dia Baa-Vista -Rece-
n)os i-; hontemn o seguminte billhicte postal :
Esporam os mrmadores dft Boa-Vista da ben-
, .1. rj:a.- -.'I Vv. S;. ia a,:tcr;,. .l)3 a inl rcqlD
,in- r':,.l;,:L Ino : l" par, (uel n-i o continue a
I: Ca, ,,iiunniho Novo e r tt., do Progreso,
Slie, Sie) Prinep' iim:a r:iu.nada d( porcos,
in-iros. it-., etc.; 2, para que haja um para-
r., .i,- i I[s itiic rdi c1r),n i:)sp --c ir i.ide i-
_..- ,'- ,i ISoli,. l;'l' .: C' C niilmhn NovO, on 'le ,
v 1: 1 ,'i ) .-, pi trim i1.. i.-' -- mint ,l aljn l l-.', rou-
[i ..i p),'; p-leo- in.,in iti t]rtcis prcois k 6 1-IU,
j, '. i' r matnr ,.I L -u- recltinrmi .
t lts'si,cto do &t'evri.--I'ara tractar da
I.:. -., C.. .u..ci-n\," itr2e ce;,r -ises ;qui resi-
,te t;r nmnomr:a.la uima commissaoue cominposta dos
us..Sr- Jus,' .Adnilpho d'Uliveira Lima, Dr. Ma-
l. 1ir.1. pm 11 e;be riesmo enmc>toun seus trabllhuos
i n) .mais li-.imgeiro resultailo, que publicaremos
bJ .zariio-S., cst., t'itu'lo D;air';o de No-
rq ii 1.ii3.h, dc d 4 A., to rreut', h.'l icstra no-
A :
Un j-rll ii ,I.1 cort', orgo) dL) Grayde Orien-
H'. lI. ". _li qu. o) S.. colienlheiro Saldanilnn
'inImia rji]li'ruu a ia erte ,lI'.n.-;uor dos fradei. n:i in .-esTo da lei de'" .
ian-imtias.ao dams ordens rdhgio.was. .
Ao uie o parce. ista nao pass:at de unm grande .

Proeidiao 1 Ferwando de Norn-,z7Jm ., .
x 31 ie lesembro ultimo eout nwa custl i r-did '.
m p1pulaoi de 2,338 almas, dan qual 1,4,A s.en-.'
ciadas, inUdo t1235 civis e 255 milita'c.
s minida- -e,-intkao9ao primarfa."f6ram -w
as duriauto o"'asna: a de meninos por 38 [!
, a de meaidni 46 e a dc adults, quo
tenciado dirmirg r76 alamnos.
nla no presidio 121 predios nacionaes e 626
habitadas pt sentenciados. Os paedios
,aes, corn excep92io da igreja de Nossa Se .
s Remnedios, acham-se em eatado 4c boa co
,io. Existem na ilha 165 cavallos, 1A4 cai
gado vacoum e 141 de gado cabru-mn.
& protcigao da ilha, durante ii an". W.
42 1Utrp de farinha de mandioci., 993 a4
dbe eal,. 7,900 kiograuuaa de aldod& s
milho. ''.^ ^ ^
Q estado sanitario m=aiev e s -
Ao reinado umolestia endemic 0


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,,owdo oscrems do teora


^P~e~radU^ eve, itin e ng 40 q explraco eutre eD tae a cidada & o C*-
urste o pence temap que aqul tern estado
i ^pli~ fdii n o1 4itiiiiiiinnimjnh ain& &n WMi -
tebmn ei no dusmo des ad s arasomfrn-
trec upeamargomr direita do io
['or masi de umaPve tmaes tido occasiio de
monve-ar corn cases da dutos cavaleiros, e
ito no6. taemprpme &rad= tso & am snmo, lhdno
e final eduoao.'
Squi tern m do visitado" por muitas pese
I mijd do lug Ar, J eja. ,iitUs edes h". cornea-
r. Fasemos votos para qu e cases dous arautos
progress%, tqurem ao termino da exloraqao
p feliz exito, e que em breue a sun monumental
prez seja traduzida em facto. Simn, queremos
o gigante'e fogo, esse immense cavallo do
pogresso, atirando-se esbaforido por esteas valles
'i montes sertanejos, trazer-nos no seu dorso o po-
d civilisaso, da riquesa, da industrial e das
S 56 assia virlo um dia bater a ports deste in-
l pvo a prosperidade, a independencia e a
#vha] ao.


i bliletheea Provincial.--Em fevereiro
do foram offrecida as seguintes obras:
SoPelo Sr. Dr. 1. aecretario do Instituto Geogra-
t. l'._.ie Pe[ amn caBe, o seguinte:
+ Historia di revoluco de Pernambuco em 1817
po l .i Dr. Francisco Muniz Tavares, 2a edicao corn
-I d: odicco e notas do Sr. Dr. M. L. Machado, 2
rAm. Recife, 1884,%2vols., broch.
7 i 4 Pelo president da Camara Municipal do Re-
dw'1- *~e o seguinte:
i mara Municipal do Recife, relatorio com o
1 *+i. passou o president da mesma coronel Decio
5 *'-o 1Aquino Fonseca a presideneia ao novo eleito
Stanmendador Jo.6 Candido de Moraes, em 2 de
i Jtweiro de 1884. Recife, 1884,1 folheto.
1^ = Peta Typographia Universal, o seguinte:
Mosaico poetic, collec*o de escolhidas poesias
N .&S melhores poetas brasileiros e portuguezes.
| Pernambuco, 1884, 1 voL. broch.
| Pelo Sr. academic Candido Jos6 de Lemos, o
Os cortesios e a viagem do Imperador; Ensaio
| etc. Bahia, 1882 1 folheto.
4 Pelo Illm. Sr. director da secretaria da Camara
I Deputados, o seguinte:
SAnnaes do parlamento brasileiro; Camara dos
)m. deputados quarto anno da 4a legislature, ses-
io de 1841, etc. Rio de Janeiro, 1883, 3 vols.,
broch.
S= Pela Typographia Industrial, o seguinte:
Aggravo commercial de A. A. de Britto Tabor-
da. Recife, 1884, 1 folheto.
,Relatorio da Veneravel Ordem Terceira de S.
Francisco durante o anno compromissal de 1882 a
S1883. Recife, 1884, 1 folheto.
Pelo Illm.. Sr. professor Vicente de Moraes
Mello, o seguinte :
SExposiao pedagogica do Rio de Janeiro; Con-
ferencia feita na presen~a de S. M. o Imperador e
sob a presidencia de sua Alteza Real o Sr. Condo
-e:+ d'Eu, em 28 de setembro de 1883 no salao de henra,
4a exposicio pedagogica pelo Dr. Abilio Cesar
(.'brges (BarAo de Miacahubas), etc. Rio de Ja-
neiro 1884, 1 folheto.
S Peio Sr. Dr. Ignacio de Barros Barretto, o se-
guinte :
- + Conto hebraico para servir de introducglo A se-
gunda edico das doze proposi5es de Ephraim,
etc. Recife, 1884, 2 folhetos.
K r 1 Explica~ao de varies pontos da doutrina das
S doze proposic0es de Ephraim por ** etc. Re-
7'4 cife, 1865, 1 folheto.
1I Remettido por intermedio da secretaria d'esta
I presidencia, o seguinte:
*Carta do Imperio do Brasil comn a designa9lo
im das ferro-vias, colonias, engenhos centraes, linhas
StdegTaphicas e de navegagio a vapor., Mandada
o rganisar por ordem do Ministerio da Agricultura.
J)urante a administra19a do Exm. Sr. conselheiro
S P. L. Pdreira de Souza.e do Exm. Sr. conselheiro
iL A. Moreira Penna. Rio de Janeiro, 1883, 1
4 arta.
Pela Typographia Nacional, o seguinte :
Regulamento organico do curso nocturne gra-
tuito do ensino secundario para o sexo feminine.
Estabelecido no Internato do Imperial Collegio de
Pedro 11. Rio de Janciro, 1884, 1 folheto.
Relatorio dos estudos mineralogicos e geologicos
df provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul
S aspresentado ao governor imperial pelo engenheiro
'Joilo Cordeiro aa Graca, etc. Rio de Janeiro,
1884, 1 vol., broch.
Regulameato organic do curso nocturno gra-
W a.to de ensino seeundario para o sexo feminine.
st4abelecido no Externato do Imperial Collegio de
ldro II. Rio de Janeiro, 1884, 1 folheto.
: Relatorio da caixa beneficente da corporaao
eocente (primeiro anno, 1882-1883) pelo conse-
heiro Dr. Joaquim Monteiro CamninhoL. Rio de
aneiro, 1883, 1 folheto.
-* Relatorio da Associacao de auxilios mutuoswdos
W |eapregados da Typographia Nacional (do Diario
^ lcial, apresentado a assembl6a geral em 20 de
Uneiro de 1884, pela commissio director de 1883.
o de Janeiro, 1883, 1 folheto.
SCatalogo da sessao do Collegio Abilio na Exposi-
SPedagogica do Rio de Janeiro. Rio de Ja-
4ma-ero, 1883, 1 folheto.
Estatutos da Companhia Estrada de Ferro do
Nlorte. Rio de Janeiro, 1883, 1 folheto.
Estatutos da Associa9ao de auxilios mutuos dos
,+ ial. Rio de Janeiro, 1883, 1 folheto.
KEstatatos da associacao mantenedora do Miseu
J "J.colar Nacional. Rio de Janeiro, 1883, 1 fo-
*|: I l' ,, to. .
Estatutos da .associacato dos homes de lettras
.... : Brasil. Rio de Janeiro, 1883, 1 folheto.
o mento interno para as escolas publicas pri-
1%"'ol sfi do lo grao do municipio neutro, approva-
a revise do Ministerio do Imperio, de 6 de no-
Ite 1883. Rio de Janeiro, 1883, 1 fo.
so jury da Exposio Pedagegica pr
Guiistd, -representante do Guilard, All-
& C., de Paris. Rio de Janeiro, 1883, 1 fo-
too do poder executive, cencenentes 'as at-
s e deveres dos engenheiro. fiseaes dos
de ferro colleccionadas pela 1a secio da
nretoria do Ministerio da Agricultura, Corn-
oe Ohms Publicas. Rio de Janeiro, 1883,


-; I de 8. Psia: Combate Naval doRia-.
^~- iftoria e arte-uadro vtViutor Mei-
unotas para oo visitantes da RXplo. Rio
ire, 1883, 1 folbeto.-
iaoPedw O&do Rio d a


ILdBst6


491 2176 3675 5395 6291
642 2717 4028 5429 6851
1347 2787 I 4261 5453 6864
18551 3032 4515 5943 7159
197911 3106 4913 6107 7181
2071 3153 5255 6124 i 7852
Numerous do* premios de, 406~000
41 2077 3304 4408 5777, 68J4
108 2174 3416 4450 5841 6831
254 2185 3438 4582 5877 6857
268 2212 3575 4646 5920 6957
288 2290 3603 4706 5941 7011
289 2336 3641 4735 6083 7018
314 2366 3661 4877 6088 7046
388 2536 3591 4992 6149 7143
399 2553 3710 5062 6174 7294
640 2659 3723 5069 6218 7324
875 2773 3724 5110 6283 7378
964 283013776 5156 6287 7411
1117 2892 3829 5181 6394 7436
1250 2904 3840 5198 6589 7446
1359 2910 3925 5244 6610 7497
1401 295214058 5376 6633 7620
1668 2990 4097 5403 6660 7695
1806'3004 4177 5411 6691 7800
184313005 4190 5574 6739 7960
185113057 4217 5640 6749 7995
1983 3092 4232 5644 6760
20691-310114339 5720 6790
Loteria da provtncia do Rio de Ja-
nefro == Eis a.lista dos maiores premnios da 1.1
parte da 28 loteria ( 335 A,) concedida em fa-
vor do Hospicio de Pedro II, extrahida em 14 de
marco: -.

NUMEROUS PREMIOS
275 20:000#000
3.022 10:000#000
2.834 .. 4:000W000
656 2:0006000
1.676 ..... 1:000"000
1.998 1:0005000
1.873 8006000
3.679 800,#000
3.811 ...... 800000
4.664 ..... 800000

NUMEROUS DOS PREWIOS D 5006000
334 13252 156261 274-Approx.
1293 15032 156951 276
NUMROS OS S PgmREIOS DE 2006000
401 1889 3925 5394--
403 3744 4716 3021-Approx.
1117 3898 1 5"4i t, _- .0


318 -13 492.,j403
332 1 60317 451
45 16 1654. 5490


'^l~r^^'ITa*^^ao, jaSeadeS.i
pata 4. D: -Thermf





*A A
a de v fiaMSNAfL us inat dsci,


nosleu B udi~a d1*. do carrat ao *apor naciouui,.
-o.da s; m O Mra d dae, naf dom a.



sapama,, Dr. Ju l B o A oo
P. o Matea o, WiPuMiw L amb, dpar oeA. C.o
-aidoa Ptd S L i pJto do


v t an do lbuqr coueat a national V.
dJoa dilva Atonio Jndad, i raP i o e an C.ao


Machado, Joeintho Macbado, andid d Estrel-
Sa Maado, Jr. J. duio B. F MaihoDr. Bo snua facia,
IP. de Cagbro% Williamn L~naw* T*#MeB Ae -A. C.


Fondlmina Amelia M ide, Thomas G. Sandehe,
SIlude nso La. Ferrei e I Ca.


-- Chegadas do. portos do sal no vapor franees
Vilete d e Maranlboerque, rn .
daneiae ouvoi, Affono Engenio Jaly d


Catro Lobe.
Machado, Joapth Pro nhado, Candidao dorene as



se utes"
l Machado, J. J. da Gais: Malcher e u fi
Felismins Amelia Kaehado, Thomaz G. Sanchets
e Ildetonso Gr. Ferreira.,


Osehegados dos portos dos pr elephantiases do es-
VtUe de Aarank~o: 'II
-Francisco Gouveia, Affonso Eugenio Joly e
Castro Iobo.
O1pefsecies uirgica-Foram pratica.
das no hospital Pedro 11 no dia 20 do corrente as
uites
Pe~elo Der. Matlaquias
Oscheotomia rielamad& por elephanflases do es-
cr6to e penis, pesando 1,000 gramas.
Pele Dr. Estevo::
Ablas o de cheloide da face em erianca.
Loterl de -A loteriade oeis144a
series A., corre impreteriveloente aegunda-feira 24
do corrente 0 rest dos bilhetes acham-se ex-
postos & venda na Casa Felis,'A praga da Inde-
pencia ns. 87 e 39.
Loteria da provlwncia Segunda-feira,
24 do corrente, sera extrahida aloteria 23.-, em
beneficio da igreja do Espirito Santo do Recife, no
consistorio da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceigio dos Militares, onde. se. ahirago expostas as
urnas e espheras arrumadas em ordem numerical
a apreciaito do public. -'
Casts Divw.-Esta lindissima aria da Nor-
ma, de Bellini, acaba de ser imptessa para piano
no estabelecimento de musicas do 8r. A. J. de
Azevedo, sendo arranjada por Ct'. Neustedt
Agradecemos o exemplar eom que fomos mimo-
seados. I
Mercado Manicipal de *. JoS--Para
este estabelecimento entraram no dia 19 do corren-
te 21 bois pesando 4,278 kilos, pertencentes a di-
versos.
Forani vendidos a preoo de 880 at6 720 reis o


Rio de Ja1uu6, ibv6de e* A-

mnte ellaa natsdaou 44 4.aeal '.
one :aa -maIt detecbrodort
miio auoplr 4, Bsa Om4 etc 'R6do
Janeiro, 1 V88,1 L.r.o.i
Thkou spromtads as Faedade de Medicins do
Rio de Jmemuei., e 29 de tembro de 1888, Ie pe-
rmento ella uutet&da em4. t e deAiembro do S-
mo anno pw Attenio 1Naw GaIva. Junior, etc.
Rio de Janeir, 1888, 1 veL breo.
Synope des objeto. peadentes de dclibera* i
do 8eaasdo% n 1 doea bro dre do1883 organada
da deoonfe Midade jo 1.4 do art. 6- do rek-
lamentodeo doe deamubo 1de0686. Rio doe a.-
neiro, 1883,1 voL broe.
Counimiss 4 do atedo da moleotia da caMnn da
provincia de Penambue.: Belatorio aprementado
a S: Em. o Sr. eoeelheko Anifdr Augusto de Pa-
dna Fleury, -uaiWio da agricaltra, w or Daniel
Henninger. Rio dc Janeiro, 1883, 1 vol. broc.
Mapp s etatietodico do commercio e navega"o
do porto do Rio de Jmwaeir, etc., eercicio de 1881
-1882. -Rio de Janeiro, 1883, 1 vol. broc.
Aunaes do Senado do. Imperio do Brasil, 3a see-
sao da 18" legislatr, etc., voL IV. Rio de Ja-
neiro, 1883,1 vol. broc.
Annaes da Camaaa dos Srs. deputadoe do Impe-
rio do Brasil, 3a seao da 18a legidatura de 3 A
18 de metembro de 1883, prorogajioe appendice,
vol. V. Rio de Jaaeiro,1883, 1 vol. bro.
Annaes da Camara dos Sra. deputados, 2o anno
da 18a legislatura, sesio de 1882, project n. 224,
vol. VII. Rio de Janeiro, 1883, 1 vol. broc.
Loterla ds CArte.-Eis a list geral dos
numerous mais premipdos na 1.' part da 18.& lo-
tera, ( 143 A,) coneodida em beneficio da Ir-
mandade da Candelaria, da COrte, extrahida em
12 de mrgo :
Numerous Premios
2.597 25:000000
4.04 1........ ... 10:000(000
1.903 5:0005000
3.284 2:000#"00
181 1:000#000
1.422 1:0005000
2.847 ". .. 1:0005000
3.013 1:000(000
4.225 ...... 1:000000
4.904 1:0005000
2.596 Approximao, 1:000#000
2.598 1:000000
Numerom dos premios de 6008000
2317 ili 2957 4625 6792
258f- j 2959 50h2 4040== Approx.
2781 3231 5545 4042= -
Numeros dos premlom dee oo00vo
416 Ii 2467 4721 5278 6521
1861I 2678 4782 5448 6729
2117 2857 4885 6016 6890
2294 4671 5265 6032 1 7360
1902 ApproximaSo 150#000
1904 b 150#000
Numerous dos premio dee 1008000


PUBLIICAOES A PEDIDO


Os contraetos de eadeiras
0 journal denominado-Seis de Otdubro, em seu
5o numero publicado no dia 15 do eorrente, traz
urn bemrn elaborado artigo, cornm a epigrapha que
acima descrevemos, no qual o set author inculcan-
do-se leigo na material, por modestia, comtudo des-
envolveu sua desfavoravel opiniao nao s6 contra a
idea dos contracts para leccionar cadeiras, como
tambem contra muitos professors effectivos a quern
o illustrado Sr. P... signatario do indicado a:ti-
go, deseja que fossem retirados do magisterio!!
Semelhante proposicfo vaga offended no geral a
uama classes que e digna de public reconhencimen-
to pelos relevantes services que presta a socieda-
de; portanto em nome do magisterio primario da
provincia, lavrando o nosso protest, erguemos a
nossa voz e declaramos que o distinct Sr. P...
foi injusto para corn os professors primaries de
Pernambuco.
Quanto a idea dos contracts a ella nao somos
infensos, porquc 6so por esse meio poderiam ser
provides as cadeiras dos nossos sertoes, as quaes
permaneceriam acephalas, so continuassemos a
esparar que os titulados da Escola Normal, homes
e senhoras, se resolvessem a requerel-as.
A lei e os regulamentos da instrucao public,
prescrevem as condices que o mister 'o candidate
satisfazer para sner admittido ao contract para
leccionar por eapago de tires annos, findo o praso,.a
reconduecao depend de um extenso prooessn, que
ainda se repete na segunda recondueio, de forma
que poderA muito bem se affirmar que o professor
contraetado qu e attingir aos novel annom de exer-
cicio, sem duvida soube cumprircom o deveres do
magisterio desenvolvendo zelte dedicasoo.
Sproprio muito illustre 'Sr, inspector da ins-
trucco public corn a maestria ue todos lhe re-
eonhecem, fruto da long pratica ,.do serving a
seu cargo, maus de urmas vez tern, opinado pela
idea dos coatractos
Corn aqedq tstmeto eavalleiro,sobre o assump-
to abaediA 8nso oR. P... aoAnh o aconselka-
moo que no o fa, pojque sendo leigo na mate-
rio, semn duvida seri vent io.
X10.6, ore0factoca~tmeto d. adeiras.
que noso= a vii a iumponta, o noseo propo-
sito 6 demonstarmos r que no rvio da stnruCQo
1ubliea primari, a noeft provinciabteit caminoa-
na. owd de progress :equo a gjoria ;.dle


:iarrl0: no torrene do
de ~sua proprie-
~, qul al m de 'rina comas, tern
um rn Mde obrado, nulo sei mo alo dis-
se, um esplendido palacio.
M A~esse enter asqueroso nad respond,
porque alo aehQ-o digno de coin elle entre-
ter amas simple& polemics : 0 carv&o
nbo fuotmo, mae tusna.
Por6mem considerae-o ao respeitavel e
uaNao vargo, que digoamente occupa o pri-
meiro lugar no governo da provincia; e
ao public, a quem devo tambem todo o
acatadmento possivel, cujos nomes foram
pluidos pela viperina lingua do Sr. Can-
to, s6 em publical-os; acompanhando-os
eom lgriimas deo crocodilo, declare que, o
ailogado pelo man.unto e honrado Sr. Can-
to, esse conservador, vjctima sempre, e
nuca algoz, ao menos dos parents, que
muito o etimam, rewpeitam e eneram, pela
alta e ded aeresda proteco quo corn to-
dos despende; respond que, a respeito do
motivo que o levou as honradas columnas
d'esto journal, foi ell e vencido pela justiga
e equidade dos distinctos concidadfos, que
presentemente estlo sentados na cadeira
de Themis, na comarca de'Goyanna, onde
sou conhecido pelos me feitos.
Esso Sr. Canto, pelo mesmo motive por
que levou o men humilde nome is colum-
nas desto journal, armou o brago de um
miseravel dilator, seu apaniguado, e 'de-
nunciou-me ao noaso preclaro, virtuoso e
recto prelado diocesano.
Fai ouvido sobre a accusacao irrogada
pelo Sr. Canto, e, em resultado das provas
quo exhibi em men abono peranto o Exm.
e Revdm. Sr. bispo, recebi o seguinte effi-
cio, que nao'guardo em cofre de ouro,
porque sou sacerdote pobre.
Eil-o:
Palacio da Soledade, 6 dc fevereiro de
a 1884.-Revdm. Sr. -Pelas razoes addu-
e zidas em seu officio de 23 do passado,
( comprovadas pelos documents que sub-
metteu a nossa consideragio, temos a
dizer que ficamos satisfeito corn a de-
Sfeza ijustificativa que produsiu em seu
<,favor.
SDens guard a V. Rvdm. -f Jose,
a bispo diocesano. IUm, Sr. Louren9o de
S Albuquerque Loyola, vigario da freguezia
de Nossa Senhora do 0' de Goyanna. o
Quer mais claro Sr. Canto? Cubra-se
de vergonha, reculha-se ao silencio, vA en-
gendrar outra -lomba- que, certamente,
nao levarA outra vez ao engenho Canna
Branca ; emquanto eu vou orar pelo des
canso eterno de sen sobrinho o inditoso ca-
pitao Joao Ranulpho Cesar de Albuquer-
que, cruelmente assassinado em 10 de de-
zembro de 1877, diante da port do sub-
delegado em exercicio n'esse dia.
Adeus. Se voltar, tambem voltarei.
Nossa Senhora do 0' de Goyanna, em
12 de margo de 1884:
Vigario, Loureno de A. Loyola.


(*) Por imperdoavel erro do paginador foi pn-
bliesdo hontem este artigo na $.- pagina. Corri-
gimos o erro, publicando o mesmo artigo nesta sec-
cao a quo era destinado.


Jurisprudencia
Accordao em relacq3o, etc.
Que, sorteados os juizes adjuntos e re-
latado o feito, dAo provimento ao aggravo
a fls. 15 para reformar, como reform, o
despacho aggravado 4 fls. 8 v. e mandar
ficar sem effeito a abertura da fallencia ahi
decretada, e isto porque, pelo proprio ba-
lancete* A fls. 7 ve-se que a firma com-
mercial Godfroy & Brochado nao tern ti-
tulos mencionados A pagar e nao esta in-
solvavel, como. se allegou A fls. 2, sondo
que a verbal de 35:0006000 comprehendi-
da no passive & fls. 8 e constant de duas
letras de 17:500#000 cada uma, nao tern
a responsabilidade de dita firma e sim a
individual de seus membros, comno se ve do
document A fls. 18 e por isso o active
de fls. 8 torna-se superior ao passive.
E portanto, e nao constando de qual-
quer outro modo que a mencionada firma
social tenha cessado pagamento, dao pro-
vimento ao aggravo para haver por insub-
sistente a abertura de sua fallencia, pagas
as custas pela mesma firma ex-causa.
Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1881.

COIERCIO0

Praea do Recife, 20 de mareo
de ISS4
As tres horas da tarde
Cotaoee officiaes
AcIes da companhia de teguros Phenix Pernam-
bucana do valar reahsado de 20000 a
420A cada urma.

F6ra da bolsa
Sob propostas
Venderam-se 10 acges da companhia Phenix
Pernambucrna.


J. de Oliveira Bodrigues,
S Presidente.
S Antonie M. Amorim Junior,
"- Secretario.

RiENDIMENTOS PUBLICOS
Mez dimaode 184


ArwAXn>BOA=De 1 a 19
- Idem de 20 -.


caBBBOsMzA==De 1. a 19
Idm de. 20


Pwovu~Tc,--De I a V
de 20


r 's-DS p 19


704:1275655
53:627A922

758:755Ab77
65:183975
1:003948
66d1935923
9 78:422A519
7 :489:T9m,
80:9121alt


*ernquast o t*alanco arW 0tf epooqeQ'
de xpr )r I4aqwuwth de.$16
eT er fol enmprido corn kN95les 5. S-
P Iocha &0C. e Carlos Alves BarbOMa; e demais
chamo qualquer outro erdor soaquae sAitedo
dito balano par receber om 50 0/0, oobrc qoId-
quer quantia, me deixei de cupnrircoam estoes if is
de qua se tract, e porque me julgo se erxcdor
tambem, ser born que venha justar contas pois
nao eaton resolvido ai eanonar magro; agora nao
o balano que voce deu '&a. au gosto de 1881-82
que sahto comendo doe e eu tocando flauta, no
tempo da sosiedade.
Aguardo sun resposta.
Rocife, 20 de marco de 1884.
David Jose Fernandes "'Iva.

E' en a Camara Munlelpal e
ei o sr. Dr. chele de po-
Uela.
,Pedimos a illustre eEdilidad, que faAm oas
fisces obrigar que as vendas nao centinuem a
vender por portas travessas no. dias de domingo,
como todos vendem, com eapeeialidade na fregue-
zia de S. Jos6.
Pedimos ao Sr. Dr. chefe de polieia que enear-
regue esta de fscalisar e obngar a nao se com-
metter cute abuso.
Be So. Ss. nao podem faser ecumprir a lei, a As-
semblea que made abrir, e cada urn que fac, jus-
tiga por si.
A dclawse caixeiral.
0 professor de francez Pantin, tendo tido noti-
cias de que unma pessoase de sua familia, tinha peio-
rado corn a viagera que emprehendera, vio-se
coagido A, sem perda de tempo, seguir para a Eu-
ropa ; o que fez no vapor Ville de Maranhko, sa-
hido hoje; e pela presteza de sua viagem nao
ponde ir pessoalmente despedir-se dos seus disci-
pulos e amigos, peilo qua lhes pede desculpa, offe-
recendo-lhes seus prestimos em Lyon, onde pre-
tende demorar-se pouco tempo, visto como conta
star de volta A 15 de maio proximo.
Se no emtanto alguem quizer qualquer informa-
cao, p6de dirigir-se por carta ao Sr. Oulmann, na
ruan do Marquez de Olinda n. 26.
Recife, 20 de marco de 1884.
Palinodia
A Palinodia publicada neste Diario 6 fir.
mada pelo Sr. Hugolino Giraldes, e nao-Hugo-
lino Giralaldes, como por engano sahio.
Tendo o abastado proprietario em Buique o Sr
capit~o Joaquim Epiphanio de oello, publicado no
Tempo de hontem uma declaragiao de que nao devia
nada a firm de Motta Silveira & C., parece, para
os que nao nos conhecem, que se quiz corn isto res-
tabelecer uma verdade qualquer. Por nossa vez
tambemn declaramos, que o Sr. Joaquim Epiphanio
de Mello jA nao 6 nosso devedor desde 22 de feve-
re'ro proximo passado- porque caneados de espe-
rar, e rogar, at,6 empenhLando-nos corn alguns ami-
gos de Buique; formos obrigados a vender ao Sr.
capitlo Francisco Auto Cavalcante Badega a letra
de 1:2315770 do Sr. Epiphanio que ainda repre-
sentara um saldo de 500A000, desde 6 de outubro
de 1882, corn prejuizo dosjuros, e mais ainda de
10 O/o do capital
Se ha ou nao gloria em conhecer-se do modo por
que foi concluida sua negocia9io para o Sr. Jor-
quim Epiphanio, pouco temos que ver corn isso.
Recife, 21 de maro de 1884.
Motta Silveira & C.


EDITAES

Edilal u.45
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz public.
que as 11 horas do dia 21 do corrente mez, sera
vendida em leilao, no trapiche Concei'o, a mer-
cadoria abaixo declarada, a saber :
Armazem n. 6
Marca AB, 4 caixas, vindas no navio portu-
guez Aguas Prineiras, entrado em 12 dc maro
corrente, contend 163 kilogrammas liquidos de
queijos do Alemtejo corn algum estrago.
Terceira secAo da Alfandega de Pernambuco,
18 de marco de 1884. 0 chefe,
Cicero de B. Mello
Edital n. 623.
De ordem do inspector geral da instruccao pu-
blica, se declara que fica marcado o vrazo impro-
rogavel de 15 dias, contados de 10 do corrente
mez, afim do professor public Bardominiano
Nillo dos Santos Ferreira Barros assumir o exer-
cicio da cadgira de Pindoba de Cruangy, para a
qual foi removido da de PNo Ferro, por portaria
daquella data.
Secretaria da Instiuccao Publica de Pernambu-
co, 11 de marco de 1884.
0 secretrio,
Pergentino S. de Araujo Galvdo.
Edltal n. 625
Os alumnos mestres da Escola Normal Floriano
Baptista de Oliveira, Francisco Guedes de Bar-
ros, Francisco Marques da Trinidade e Joaquim
da Costa Guimara.es, nomeados por acto da pre-
sidencia da provincia de 13 do corrente mez,
professors publicos effectivos, o Io da cadeira
primaria de Abreu de Una, o 20 da dc Caxoeiri-
nha de Caruari, o 3" da de Olho d'Agua da On-
ca, e o 4" da de Santa Cruz de Taquaretinga,
deverao assuinir o respectivo exercicio no prazo
de 60 dias, a contar das datas das nomeacoes,
sob as Penas da lei, o que se declara de ordein do
inspector geral da instruecao public.
Secretaria da instrucao public de Pernambu-
co, 18 de marco de 1884.-0 secretario,
Pergentino S. de A. Galvao.

Edital n.44
De ordem do Illm. Sr. inspector so faz public
que As 11 horas do dia 22 do corrente mnez, serao
vendidas em leilao no trapiche Conceicao, as mer-
eadorias abaixo declaradls :
"Para Liverpool, F. G. 'lTorres 5O0 saccos corn
37,500 kilos de assucar mascavado.
No vapor francez Vllle de Maranhao, car-
regou:
Para o Havre, A. Labille 30 saccas corn 2 008
kilos do algodao e 163 couros verdes corn 3,423
kilos ; H. Burle & C. 203 ditos corn 4.263 ditos.
Para Lisboa, 0. Travasso & C. 109 saccas corn
7,376 kilos de algodao ; A. da Cunba Filho 100
saccos corn 7,500 kilos de assucar branch e 200
ditos corn 15,000 ditos de dito mascavado.
No vapor francez Congo, carregou :
Para Bordeaux, J. Krause & C. 1 caixa corn 25
kilos de pennas.
No patach' allemro Anna, carregou :
Para Montevideo, Amorim Irmwios & C. 700
barricas coin 81,969 kilos de assucar bronco e 100
ditas corn 11,997 ditos de dito mascavado.
Para o Interior
No brigue naciounal ('yne, carregou "
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmos '&
C. 1,040 volumes eonm 80,225 112 kilos de assucar
bronco, 120 ditos corn 9,710 ditos de dito masca-
vado e 8 saccas corn 226 kilos de algodlo.
No patacho allemAo &lduard, carregou:
Para Santos, P. Carneiro & C. 200 saecos corn
12,000 kilos de assuacar bronco.
- No vapor, inglez Portmense, carregou :
Para o Par4, Amoria Irmnios & C. 30 pipas
coin 14,400 litrs d& agutaxdgte, 4 ditas wmn 960
ditos de aiceole 200 volumes corn 14,319 kilos de
assucar brauco&
No iate national Deus te Guarde, carre-
gon : barrisi
Para Mossor6, 3, J. d4Silva Campos 5 barris
corMn400 Utrco e kuarlato.
lNo iate naeionastrdna. Wargou :
%iwK a 3MXao, J. A., (. 1ires Junior 5 barrio
i48 litres do aguardehte e 10 barricas eom
'do sucBaar .bna~io. '.^111'*.*':,
1^ nl l~ii rfiniiiiiii i niimido *..* *1 -.-. .


-00u ae. cent. ; t'diars e 7'
de algodao nio especificadas, curtain |
20 cent.; 10 pares demeias de algodio n1aio
eificadas at6 20 cent. e 5 kilogranas de' B
de algodao, ordinarios. .*
- Aninazerna. 2 ,ll',:Jt^1'
Sem marea -47 bales machueado,.' l :
Liverpool no vapor inglez ,ordouu, ealtrfW
de dezembro de 1878. .' "i
Bernm marca=LUm sacco, ide idema, no vp
glez Commander, idemn, em 8 de mnaro d iL
contend dobradicas de ferro simple, peusa do '
kilogrammas.
Marca SPJ=8 chapas de fog&o quebrada, idag
idem, no vapor inglez Warrior, entrado em 10(41
fevereiro de 1881. +
Marea FPG=-Uma caixa contend brao
dro para lustre, quebrados, idem idem em W-*,
maio idem. -S
Marcea Souza Basto Amorim & C.-Uma,
vinda de Liverpool no vapor inglez Hem |ip
em 29 de agosto idem, contend amostrasa b
Marcea Francisco de Paula enna-Tres '
foes quebrados, vindos de Liverpool no va0r4 -
glez Orator, entrado em 3 de janeiro de 18
Marca ARS-Um amarrado, vindo de Liver-
pool no vapor inglez Lalawde, entrado em 25 de Ja-
neiro idem, contend 2 barras de aVo, pesando 64
kilogrammas.
Marca JPM-Uma barrica n. 535, vinda de U;-
verpool no vapor inglez Warrior, entrado eril.
de junho idem, contendo 363 kilogrammas .qw
dos de panellas de ferro fundido estanhadas.
Armazem n. 3
Marea HN&C-Uma caixa n. 14, vinda deHano
burgo no navio allemao J. H. Jessem, entrado emr
9 idem idem, contend 6 quadros annuncios com
molduras de madeira ordinaria e 3 1/2 kilogram-
mas de cartazes annuneios de duas c6res.
Armazem n. 5
Marca 0 TEMPO Um pacote sem numero,
vindo de Liverpool no vapor inglez Lalande, en-
trado em 7 de mar0 de 1882, contend 280 gram-
mas de chapa de cobre e suas ligas, assentada em.
madeira.
Marea MC&C-45 grade., sem numero, vindas
de Hamburgo no lug:ir dinaamarquez Axel, idemn
em 5 dejulho idem, coit.aido frascos de vidro es-
verdiado sem rolha e sem bocca esmerilhada, pe-
sando liquido legal 2,900 kilogrammas.
Marca MC&C em cima e duas cruzes em baivo
-84 ditas, idem idem idem, corn o peso liquid
legal de 5,460 kilogr'ammas.
Armazeia n. 7
Marca EMC-Uma pipa vazia, vinda no vapor
inglez Minho, entrado em junho de 1883.
Marca diamante WB em cirna e TC em baixo
-Urma lata idem, no vapor inglez Tamasr, iderm,
em 14 idcm idem, conteudo 12 kilogrammas, peso
liquid legal, de tinta preparada a olco para pin-
tura de casas.
Marca MJP-Dous barrios n. 143 e 144, idem un
vapor inglez Mariner, idem em 30 idem idem,
contend 330 kilograinmmnas, peso liquid legal de
oleo de linhaca impuro.
Marca GRC-Uma caixa vinda no vapor inglez
Alice, entrado em 28 idem idem, contend 10 ki-
logrammas de carries annuncios de duas c5res.
Marca AGUIAR-Uma dita, idem idem, con-
tendo 10 kilogrammas do cartazes annuncios de 2Z
cores.
Armazem de bagagem
Marca Win. Tomphson-Um pacote sem nume-
ro, vindo de Liverpool no vapor inglez Gassendi,
entrado em 18 de maio de 1883, contend 4 1/2 ki-
logrammas de roupa feita, nao classificada, de ca-
semnira de la singela.
Marca diamante BB dentro Urma caixa n.
157/162, idem idem idem, contend 3 1/2 kilogram-
mas de lensos de morin estampado.
Marca Joaquim Luiz Teixeira-Um pacote n.
524, vinda de Southampton no vapor inglez Der-
went, idem em 21 idem idem, contend amostras
de fustao de algodao cmi retalhos.
3a secao da Alfanduga de Pernambuco, 19 de
marco de 1884,
0 chefe,
C.icero B. de Mello.


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(Fcidadao Joao Gomnes de Oliveira, juiz de
paz em exercicio da freguezia de S. Frei,
Pedro Goncalves do Recife "
Faqo saber que por part de Antonio Guilhermi-
no dos Santos meI fobi dirigida uma peticao, pedin-
do que o admittisse a justificar a ausencia de Je-
renymo Pereira Lemos, herdeiro do falleeido Ma-
noel Pereira Lemos, o que feito Ihe mandasse pas-
sar editaes para ser o supplicado citado, pars em ,
audiencia d'cste juizo conciliar-se corn o a
cante Antonio Guilhermnino dos Santos, a respxto-
do pagamento da quantia de 3:0003000, principal. ,
de tires ltras de terra do aceite do dito finado, sa-
que e endosso de Antonio Ferreira de Faria Go- V
mes, jA vencidas, alcm dos juros estipulados, sen-
do que o supplicante coafessa tcr recebido por -
conta do referido debito a quantia de 600,000, sob- '
pena de a revelia do supplicado, ser tido por nao 2# -
concluido e condemnado nas custas. ,'I j
E porque justificou o deduzido em dita petiV4,. =*
minandei passar o present corn o prazo de 30 dias,
pelo qual cita-se e chi:na-sc a Jcronymo Pereira
Lcmos, herdeiro de M-noel Pereira Lemos, afinu /
de que compareca a" priuncira audiencia d'este jui- r
zo, depois de indicado o prazo, e allegue o que en-} c
tender a bem de seu dircito e justica, sob pena do 4
revelia e custas.
E oara que chegue ao conhecimcnto de todos-
passou-se o present edital, que serA publicadod e
affixado.
Dado e passado n'esta freguezia de S. Frei e-
dro Gonralves do eccife, aos 18 de mar-o 4e .
1884. \
Eu, Benjamin Amns Jos6 da Fonseca, escrivao.
o escrevi.
Julio Gomes (VOliveira.
0 Dr. Addlino Antonio de Luna Frere,
juiz de dir'eito substitute reciproco do 5J i
district criminal, upor S. M. o Impera-
dor, etc. [
Faco saber que os titalos dos eleitores das fre- i
guezias do Poo cda Panella, Varzea c S. Lourtn- -

MOVIMENTO DO PORTO T -
Navios entrados no dia 20


Montevid6o e escalas- 12 dias, vapor franee'z
Congo, de 2,444 toncladas, commandant G'
Grou, equipagem 128, carga varies generous ; a"
Auguste Labille & C.
Rio de Janeiro-23 dias, barca ingleza Blue Birtri
de 394 toneladas, capitao Byron Shaw, equipa-. ;
gem 9. em lastro; a Henry Forster & C. *
Rio de Janeiro-18 dias, barca portugueza MinA, -
de 292 toneladas, capitao Joao Pedro FerreiNii
equipagem 10, carga various generous ; a Loyo-.',
Filho.
Sahidos no mesmo dia
Porto por Lisboa Burca portugueza Bedmar, -
capitac Antonio da Silva Fentes, carga vario" ,
generous.
Havre e escalas--Vapor francez Viee de Mal'*
nhlo, commandant Brcante, carga various ..
neros. '
Bordeaux e escalas-Vapor francez Cang+i
mandante G. Grou, carga various generOa.&


* -


VAPORES ESPERADOS


Ville de Victoria
Avon
Reliance
Ceard
Finaance
TJzgu
4Yetwrd1: **,


da Europa
da Europa
de New-pert-News
da Europa
do, sul
da Europa
do l -orte 1 !
do su


-*1; *" Abril -
-c'-.. '* I '^**s .. -- '^ '- "


kilo.
No mesmo dia entraram para o mesmo es-
tabelecimento:
Peixe 459 kilos
Farinha, milho e feijato 67 cargas
Fructas 12 cargas
Suinos 5
Carneiros 6
Precos do dia:
Suino a 640 reis o kilo.
Carneiro a 1$ idem.
Farinha 400 r6is ate 280 a cuia.
Milho de 480 a 400 reis a cuia.
FeijAo de 1500 a 1;200 idem.
Foram arrecadados:
30 talhos de care verde.
15 ditos de suino.
11 ditos de fressuras.
75 compartimentos dc legumes.
40 idem de fariuha e comidas.
Deve ter sido arrecadada neste dia a importan-
cia de 153J280.
Cama de Detenefio.-Movimento dos pre-
sos no dia 19 do corrente:
Exiatiam press 276, entraram 9, sahiram 12,
existem 273, a saber: nacionaes 236, mulheres
Arragoados 239, sendo : bons 224, doentes 15.
-Total 239.
Movimento da enfermaria:
Tiveram alta:
Manoel Pauhno de Moura.
Pedro Vasco da Silva.
Jacintho, escravo de Carlos Victor Bolitreau.


I


I



















POR


co44


a Ferei-
eedeodo
* Anus
iopto d*
e todos,
a ao lii-
i.
" am 18t


do 188K J Et% -No do Naicimento
>fOBrtatto 0 sbsacevi. *1-'
44Ade1 Antonio de Luna lrer&m
d o Antonio Samico &Lyr e elo
Spaxdo 24anno fregsesiade
If do R .edf em virtm da lei, etc.
Skmberm que presente vhm qne no dia
*,,VMS% ao lmrp do More&do n. se uhio
004 P.oM q .e mai der, 14 porcos e 8
Resljpll 1*110 fi1eft cuis An-emats
is horas dt manhi do referido
Spo!ado os doaoa dos animaet, detro do
compa re- que psndo anmulta, lbes
Ofttregue& *1''- 11
us c@.r aiw pass r o presents para
4ado DwWgumes &tSomtme s publisdos
.0 epsdQ frest Zia de S. Jos do
Joset*"&lve. de 8, escriv#o de paz,.es-
ttoQ c &mica & Lyra e Melo.


DECLARACOES


tea uree


Companhia


SBohte de pasaeus~f
Fidmar-se o resgate dos bilhetes de pas-
6 d'esta companhia, ainda em eir* aia,
Saos possuidorse dos memos se sirhvam de
m ao troco por &inheiro no escriptorio d'es-
manhia a rua do Bari-q do TrimphLo, das
s da manh UiAs 3 horas da tarde.
nuam, outrosim, a serem os mesmos bilhe-
bidos nos cantos em pagamento de paisa-


G. A. Schim4t,
Gerente.


M: .. to, 13 de 1884.


-: : Consutito P0vICI id
:.Peis laeecno se faz sciente aos senhores i*-
11 s quoe seguna%=do a ordem do Sr- Dr. -ins-
pet id' Thesouro, foi prorogado ati o dia'31 do
c-rrente mez o prazo conccdido para pagamenta,
Slire de multa, das anuunidades e mais servitw
feito pela companhia Recife Drainage, corn oe-
SI s* ao a 1" serinestre do exercicio eorxente de
^ I-8:: t Recife, 17 de marco de 1884.
S, : Horacio Peregrino.

ledie l niAo Commercal Be-
Snectuetc dos Mereieiros
1A direetoria d'esta associao"to faz science a to-
Sdo s seus assoeiados, e a quem iutera-essar poesa,
uanue as suBS sessues ordinarias, senile de oramem
Saditte efectuadas-. 1naja1 44 3mquinta-feitra de-cada
S c1ife, 18 de mareo de 1884.
1Maitoel M aras Cpitdto,
,10 secretario. ______
e"8mltamida confrariale &. Benedicto, 18
( d arde 'de I .S84.- De ordem da mesa regedoani,
on|i idi4 a todos os nossos iriaos a comparecoem
pft|fentados, no capitulo desta eonfraria, scta-
fira 21 [ do corrente, pelas 2 horas da tarde, nfimn
dw1 mpanharmos a procissilo d ,Senhor Lowm
jim .. .dose Martyrios, par a qual femios convi-
:1adis -O secretario,
". Vietoriano Antonic do Sacramento.

Ir dade da Senhora Saut'inu
igrfeja da Madre de Deus
1 |Mesa regedora
41De -ordem to irmao provedor interino convidoa
S.todos os irmnes desta irmaudadc para eomparece-
niZ o cousiastorio da mesma, doming, 23 do coa-
.ple, ao meio dia. afirm de cn mesa regedora darI
Sanovno provedor eleito.
l eifa, 19 de marmo dc 1884.
/ 0 escrivao itexrino,
:| !i| / -, Jos6 Vicexte de Lima.

SC as uI Ii ricorl p a 4 e oc
*I dazjreda-se per um a tres annos os armazens
ns-> ; 18 a ruan da Senzalla-velha, A razio de
mu annuacs cada um ; a tratar na secretaria da
messya Santa Casa.
ecretarii da Camara M[uuicipal do Recife,
20 dde maro de 18SV-Thgando ao eonhlecimeno
-do lllan. Sr. Dr. Josd Osorie de Cerqueira, verea-
r oeomrmissario le policia, que alguas guards
m Anieipaes, s', caearreg-un de certos octos, F)'mo
st'i an tirar lienc :-is de po)rta abert:, pagAr impos-
t- e ouatrtos, recebeud, das partes interessadas as
: ve tiVas im:)rttncias, de que tern resnitado al-
gum" rc: l elamas.ie dos mesmnos interessadoa, faio
segtinr as Srs. guaw-das quo fica-lhe expressamente
m drlda agenciarem taos hegocios, que s6 podem
; 'i^ idos polos leroprioou seus proeuradores,
Cb. 4da Li.-Srs. guards municipals.
S0 secretario,
Pedro Gaduliao de Ratis e Silva,
STendo sido awmalada cm sessao daCsm:Ara
v ipul de 19 do correate a arremataeigo do:







gee e rueI
a executetr-se na estmada do Ambol ns
neia do 2:()781030, foi deliberado quo 50
concurrentes paro referida obm a qual
a pla~a no din 26 do mez corrente, -As
sna porta da satla das sessies.
d- Camara Municipal do Recife, 20 do
e M48.
Jos- Candldo de Morace,
Presideute.
; Pedro Gasdiamo de Ratis e Silva.

do rerro do Rtfire ao
rS. Francisco
pa forneclimseto fe e,600
s- de cnas o mie ped a p
puia recobe poista pz 0_orome-

anno, xnliaito as seguintes condi-

rio ,ovori seeneadietguuam qualida-
-^ ^ IIHw^^1. rtMablf screened.: lezous lai#Lfa0tion


18K.


0
WU.


neat Poe ese um
t b~rstA ott qui
itb t ouq
ciA, Cabo, 19
Hood,
widente.


FA9MV -UM U U L I lijUL
Ted g u dmairis doe cio
daslmo eokdua o wr es a c
arentio sdauaba ge Pd'ea o



In~~to de I f Idu tla pn-
eet a reeg e do paqoete epara Europa br-
toria re've d e ut do in: ide-in rdun tio trans-
ferida uia. a2t-ome, 1t io iorrenate, o ueio
noe scriptoria da omupahia.
Recife, 12 do margo de 1884.
&Midr Brotheau & C.
p. ip, W oe &>w &c. .LimAd.
Sr R. -, ehMather.


IIcebnia 8 Nn~aibc
Iumpto4 de Iadustrlas e pro-
floeft
0 administrador da recbedoia ia z publico, que
se estA proedeiado porresta repartieo a cobransa
livre de malta, do imposto de industries e profis-
sues, rehativo ao 2 eiemestre do corrente exerci
ceio de 1883--84.
Recebedoria, 14 de Maro doe 1884.
Alexandre de Souza Pereira do Carm.
Obras Pubileas
De ordem do llm. Sr. engenheiro chefe, faco
publio que, em virtude da ordem do Exau. Sr.
desembargador president da provincial, vio em
pray no dia 22 do corrente, ao meio dia, os re-
paros urgentes da pente sobre o rio Jaboarlo, no
engenho Novo de Muabeca, e dos trees arcos em
seguimento a ponte de Motocolomb6, omoados os
^Bkneiros em 3:400 -e as segundos em 2i-55O.
Os orgamentos e mnis condigmes dos contratos
-se acham nesta secrietaria para serem examinados
ipelos pretondentes.
Secretaria da Reparti* das Obras Publicas,
13 de marco do 1884.
0 official,
Jodo J'oaquim de Si(Jueirsa Varejdo.


Santa Casa da Nisericwdia do
Recife
Tendo a lllma. junta administrativa resolvido
mandar admittir no collegio das orphs, em eujo
quadro se achavam inscriptas, segundo a ordem
das respcctivas datas, as menores constantes da
seguinte rela, o, por esta secretaria se convida
aos parents e protectores das reffridas menores.
pars que venham solicitar do merdomo de mez,
que 6 e ilm. *. Dr. Alexandre de Souza Pereira
do Carmo, a cmenpetente ordem pama a admiss-o.
Secretaria da Santa Casa de -Miserieordia do
Recife, 13 de marco de 1884.-0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Relaco das mefiores que va ser admittidas
no collegio dac orphies.
Maria, filkia de Emilia Maria da Silva Ven-
1 tura.
Avelina, filha de Maria Candida do Nasci-
2 mentb.
3 Joanna, afiihada do Maria Bencdicta da on-
4 Saturnina, Elha de Francisca Paula do Espi-
r'to Santo.
5 Francisca, dita de dita dita.
6 Carolina, ilha de Maria Joscl&ina da Silva.
7 Virginia, filha de Virginia '.Candida de Mene-
zes Lyra.
8 Ambrosiaa, dirta de dita dita.
9 Felieiana, filhade Joaquina Maria.
10 Adelaide, fliha de Theodora Pompilia de Me-
deirus.
11 Maria, afilihada de Felicidade Maria Esmenia-
12 Joanna, lha de Rosa Justiniaan' de Araujo.
13 Rosalina, filha de Ign:z Teixeira Cavalcante
lestana.
14 Yaria, d'ta de dita dita.
15 Flora. irwat de Jo&ad Odorico Fareundo Limna.
16 F1rancisea, fillia do Anna Maria de Jesus.
17 Capitulina, filha de Felismina Moura da Silva*
18 Maria, filha Ze Leoailla Anna da Silva Ta-
vares
19 Anua, filbh do Anna Maria da Conceiy;o.
20 Virginia, llia do Maria Semiana de Moura
Barros.
21 Maria, filha do Rosa de Lima Roclia Duma-
nak.
22' Amelia filha de Maria Antonia 4a Silva.
23 Maria, filha de Luiza Maria da Cocceiqao.
24 Isabel, filha dc Marianna Pires de Scuza.
25 Maria, fillia de Francisca Xavier Goncalves
Costa.
2(1 Josepha, filha de Esmoria Maria da Conceicao.
21 Mirandolina, filha do Anna Rosa Maria da
Coneei"ao.
28 Amelia, filha de Luiza Maria do Sacramento.
29 Eliza, filha de Maria Jose da Costa.
30 Elvira, filha de Amelia Pessoa da Cruz


ra aanal Amos
ho* BeArn Jesus
1%e 1 su.
fthft Bom Jesus


** Gouvei. Caroline,

Arreuataiao
Tet woar no dis 26 do orree, depoi da
udieaia < D. juts flbo tiw & & is ema a-
toEwdoabene pomOrdos sThwsgo Vieor Pe-
aque deixou 'd ter of .nt0i 6 fora
imeds. 2Re4ife, 20 46a O t.
0 6CVomen
Antonio Borges LoW.
-isJ 10 hema do d4 iavwemi 5io da
Librtdort orte Rio Grftndkh9m, "a i6de da
Noa Kmmeipadrs. Pede-uawva s'detodos



illuffolie
SCOMPANI"MA PBNRA"UIICAVA

NMavetgacofttra por Vapor
I-ORTQS DO NORTE
Parahyb, Natal, Macdo, MesworO,
Aracaty, (eard; e Cwocimn
8egue so dia22 do cor-
reanto vapor I~ojuca,
eommandante I 8nuats),
is5b horms da tarde.
I'Rebe carga atW o

Eeoemmeada., pmsage eddeiro afrete0at6
a 3" horas d tard do dda sahida.
ESCRIPTORIO
Caoes da Companhia Perna" ana n. 12.

a LiDsba e Porte
Vai seguir brevemente a barca portugueza Mi-
ramar, que JA tern part da earga engajad, re-
obendo 0 resto a free banato: A tratar oem o
censigqnatano Francisco Ribeiro Pinto Guima-
rmes, g T 'a do Brum n. 96.


COIUPANMIA PEUNAUDUCANA
DR
Navegmapo Cesteira per Vapor
PORT "Do SUL -
Macei6, Penedo, Arase Estaucia e
Bawla
10 vpw& Francc,
commanmdants Tellei,
uo dia27 do
tois5 horas da
tarde.
BRecebe carga ag o


dii 26.-
Encommendas, pawsagens e dialeinro a frete at6
iA S horas da tarde do dia da saWlda.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia PWeraambu-
eana n. 11
Companhla Drasileira de Nave-
ga0ie a Vapor
PORTS DO NOTE
vapor
hahia
E' esperado dos portos do
-asulat6 o dia 26 do corrente
.-/ e seguirt depois da demo-
ra indispensavel, para os
-- J9 Iportos do .orte at6 Ma-
-Para cargaf passagens, encommendas e valores,
t-acta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44

PORTS DO SUL
S0 vapor

Ceara
Cemuanidante c L1 tenente Guhlerme Pa-
Irheco
E' esperado dos gortos donor-
t e ate o din 24 do corrente
S e seguirA depoi *da demora
do costume para os portosdo

Recebe tambem carga para Santos e Rio Gran-
de, -frete modico.
Para carga, passagenE, encoinmnendaa ,-e valores
traeta-se n-a agencia
44 JIUA DO COMMERCIO 44
Passagens -i
B6 Proa
Rio .90000 27,000
Victoria 811000 275000
*r>~l~A( Q nf RAij.7)fi


Obras militares Maceto 186000 9000)
rasS Paralyba 184000 94000
De ordem do engenheiro enearregado das obras Natal 814500 10800
militates, estA aberta a coneurrencia para se pro- CearA. 673500 13450
ceder wo din 24 do coarente, As 11 horas da ma- Marantluo 99000U 16200
nifil, a arrematacao do encauamncuto, deposit ParA 1505000 234400
d'agua e eutros complementares no quartel dis Manaoi 2052W00" 409000
Cineo Psntas, orqados em 2:5304403.
0 1 eadte 2. sargeuto amanuense, United lale & Brasil Mail S. S. C.
Sebastiao C. Lacerda de Almeida.
0 VAPOR
Gremie dos Profegssors Primna- Reliance


rios
Sessilo magaa
Tende esta sociedade de solemnisar no dia 25
do eorrente, ao meio din, o 65 anniversario de sua
installaio, convida a todos os associados, aos
eollegas do magisterio e ao lmblieo cmi geral, a
comparecerem A sessilo magna, que celebra no
dia e horn acima indiceados, em sua s6de, a rn de
Pedre.Affonae t 20, Eseola NormnaL
- Seeotria di Gremio dos Professores Prima-
te oa* Pemambneo, 2) de ioiSo de 84.
0 "I ee1 tario,
Chris:toi Porto.

Asylo de mendicidade
De conform4dadd comn or 86 doregulamen-
to, erA frau4ueadeotsestab leciteeB to s se-
nhoresv iitantes das 11b sd I i AA 5 da
Ftarde, no dia 25do corremte, 14f e o d
inauguriae AsyIo do-a miar-
go do 1884.-( direCtor,
Juitino; J0864iea^^jpjtops. 6


,'7 Espera-se de New-Port News
"7 M aw, 0 dia 24 do corrente, se-
Sguindo depois da deemora ne-
ieeomia para

3abk ep Rio de Janeiro
Pars carga, passages, encommendas e valores,
traeta--se eom os
AGENTS
Henry former & C.
N. 8 RUADOCOMMERCIO N. ;
1."andar

OVAPO1 -
Finanree


mceberd neste


o0' PUSS."',
057g, r85


E' eaporado dos ports do
saul no dia 25 do corrente, e
depois ddemoirs necewa
seguirA parao
'arw S. Thoukaz e

a99nt ^ea^rgz puar 0 oMa-


WaW eaeo-. "d t-
isa ejae~oineaefA traefea-1


E' perado 4Europa nodia22
o ,,do dourente, 'mguindo de-
pia-ddmdpra necesmsaria para


Rio de Janeiro, Santos Mtfvio e
SBuenos-Ayrew
neduet BOs pre~.s pama o Rio
S o d Janeiro -
1. l-aie 90#000 e 3. classes 27VO000

0 VAPOR
Tagus

| i E'esperado daEuropa no dia
J ..._.. 261 2 ou 26 do current, s Beguin-
do depois dai demowa neces-

aha, 4e damelro e Santos
Pars pigia ft, etc., tracta-se cem os
ad SIGNATARIOS
nHowie C.
-iwa-4. Cenrnerelo-S
Pacsagwep paae a .Europa podem ser tona-
das i ida doe vapares para o aul
llinerario


Stdda Southampton
Chegada Berdemnx
Vigo
Lisboa
S. Vicente
Pernambuco
1 Macei6
Bahia
S Rio de Janeiro
S Santos
S Montevid6eo
a Buenos-Ayvrcs
Sahida Buenos Ayres
S Montevideo
Santos
Rio de Janeiro
Cl gada Bahia
4 a Maceio
S Pernambuco
S. Vicente
Lisboa
S Vigo
S, uthampton
S86 tocamr paratomar


24
2i
29
*
10
11
12
15
21
23
5







carvio.


1
4


19

25
27
2
4
15
17
24
27
28
29
11
13
15


LIUIARGEIJS REIJNIS
mpa* Feeza de Navega-

Linka quir' nal % ntre o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Victoria
1E' esperado da Euro-
pa Wti o dia 21 de
marpo, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para a Ua-
i hia, Rio de -Ja-
neh' e Santos.
Roga-se aos Srs. inmportadores de earga pelo
vapores desta linha, qneham apresentardentro g-
6 dian, a contar da desearga das alvarengas, qual-
querreelamaao conceanente a volumes, que por-
ventura tenham seguido para 6s portos do sul, afim
de sepoderemdar a tempo as providencias aecessa-
rian.
F*pirado o referido prazo a companahia ulo se
Reeebe carga, encontmendas e passageiros, pari
os quaes tern excellerntes accommodacZes.
CONTSIGNATARI0S
Autgusto F. de Oliveira

&C.
42 RUA DOCOMMEICIOO-42
(Entrada pela rua do Torres)

nRtinhin S oplad mppirb lischo

BaipTschilThahrts-Gesellschaft
0 PAQUETE A VAPOR
Ceara
Espera-se da Eu-
ropa e portos do
worte no din 25
do corrente, se-
g'uindo depois da


-demora irecessaria para
Bahia
Para passagens, free, etc.,


tracta-se corn os


agents.
Borstelmanni & C.
RUADO VIGARIO N. 3
Para

^ rA barca brasileira D. Clara
S seguc corn brevidade. Recebe um
resto de earga a frete barato ; a
tratar no e.criptorio de Boltar
Irnilos .& C., A rua da -Cruz n. 14


LEILOES

Leilao
De objects proprios para officina de pianos, bemrn
como bancos francezes para trahalho, dito pa-
ra tornear madeira, mnachina parm fazor bor-
dtes, 1 grande fiteiro, aa-gust.s, grampos, ca-
valltes, I grande relogio de caixa regulador,
ferramen.ta e -outras muito utensilios para offici-
na de pianos
Sexta-ielra do. corrente
iS 1l HORAS EX PONTO
Na offcina de ptunista A rua da Imperatriz
n. 32
"Peten#Wte Hartins

Leiliao da semana

CARMO E SILVA

Se ta-feira, 21 'd corrente
Para fechar cents de ferrageds, pistolas, macha-
S rench6os, eseumnadeias, retro, plhnsphoros,
pas pars a fogaooe ovois avulsos.
ti Cae ol boi mans e gordo. ,
50 Laneiros de gomma.
I Presa para copiar.
SCfre de ferro prova de fogo.
AS 11 SORAS
SI Travessa do torpeSaute 2 1
P, a~B


Ultimo leilao
Da a'-macio cnvidracada, fitciros, balcio (tudo
de amarello) encanamento e registro de gaz, 2 bi-
lhares novos, cliA verde, generous do estiva, moves,
louca, vidros, lquadros, espelhos, relogios o 8 pe-
qas de madapolao americano.
N. S--Na rua da Impcratrlz--N. S
Sabbado, 22 do corrente
A's 11 t horas
Garante-so as chaves a coomprador da armae'o.
POR INTERVENQAO DO AGENT
Britto

Au correr tgo artllo1
....... I fii3I)

De 60 saccos corn assucar pur.
gado e relame
Nabbado 22 do corrente
A's 11 horas
No t'apichc Mouttlnho, junto do trapiche
Companhia
0 agcnte Gusmao levarA a Icilbo per mandado
do Exin. Sr. Dr.jniz de de dircito do comie-rcio e
corn assistencia do mesmnio, 60 saccos corn assucar
existentes no trapiclh Moutinho, e arrcstados por
Jos6 de Oliveira Castro a G onalo Cavalcante de
Albuquerque Uchoa.

Leilao
Da armnat,'o, b:lc,;o.o, cofie, cartcir, mochos, ean-
dieiros, sclins, colxioes, arreios, lounI para cama,
fazemdas para colxSe., borzeguins, tamnancos,
sapatos do difflerentes qualidades, chicotes, ar-
mam6cs parai sclins, cama para casal, marqueza
comnmoda, relogios, cadciras, trens de cosinha e
outros objector.
Segunida-feira, 24 do corrente
A's 1 1horas
Na loja de seleiro a rua Dircita n. 56
0 agcunte


learA a leiliao a loia de seleiro aeimna ditopor
mandado e assistencia do Illm. Sr. r. J.uiz da
pro'vedorma os bens pcrtencentes no finado Domin-
gos Joaquimi Ribeiro Soares, a run Direita n. 56.


Leilao


Da taverna sita fA rua Imperial
n. 5
Emn lotes a vontade dos compradores
Quarta.feira, 26 do corrente
A's 11 horas em ponto
0 agent Alfredo Guimaraes levari a leilao a
taverna acima dita, por mandado e assistencia do
1ilm. Sr. Dr.juiz de direito especial do commercio
e a requerimento de Dias Pinheire.

hTISOS DIVERSOS
Vende-se o deposit do pateo do Terco n. 21
a tratar no mesmo.
Aluga-se um grande sobrado na Magdalena
(Chora Menino) onde esteve o collegio do CoraAo
de Jesus, tendo agua, gaz, lustre e arandellas para
o mesmn: a tractar na run da Madre do Deus n. 5,
1 andar.
Ainuga-se o andar tenoeo do sobrado n. 36, a
muadoDnque de Caxias, olOdoden. 26, A mes-
ma rua o 1, do de n. 25 a rua de Santa, Rita, a
casa terrea n. 77 a rua'd & Joao, o andar terreo
do sobrado n. 24 a rua do Aragao, a casa corn so-
tea e grandes commios nt bteggunda. travels i a
runa do Prineipe n. I D eo sitio n. 1 a rua da )ra
no Espinheiro; aItri ar doHospicio n. 2.
Precisa- se doef ,eir a tract-r ru di
Madre de Denus.!Wu 1 dai
"'- OffoEeq:. e bua 1viuva, que ten
umina neta de 14 aanoW para atuxiliar os taiabahos
de ums easa de fatnilia ; quem quizer udilisar-se
do seu prestiLo, queira anunaciar para ser pro-
cusado.
COntiniua a procurar-se Uina senhora de boa
fondutsa qupo d6 fianma della, para o governor de
"sdist* te ma legoa peuena de Santo
de r lsaboatih bo asim um casa lie
OsOa I taV par Pa OM e-uompmr c m easa doe
)n~t&1F~1CftaM*w~f ea Or Por UauitoPOUc6
Itmo 11a, r~tr n ftA~trfO-'&1,. A rua daI


A eas. terra da- Baixas
A' tratar no largo do Coe


den u. 1 C.
Santo w, 19


No raiche CoeeAV-&

Sabbabt*2 do eerente
A's I Ihoras
0 agent Alfredo Gnimarles levari a leilao as
mercadorias conforme o edital do ilm. Sr. inspec-
tor da Alfandega no dia acima dito.

Leilao
de moveis, loua, videos, cspelhos, qua-
dros e pianos
A SABER
Urn piano forte e quasi novo, 1 mobilia de jaca-
randA, corn 1 sofA, 2 consoles, 2 cadeiras de bra-
9os e 12 de guarniqlo, 2 ditas de balanco, 2 can-
dieiros a gaz, e 1 secretaria corn armario.
Uma mobilia de junco preto corn tampos do pe-
dra, 2 mesas de jogo, 1 piano francez, 6 cortina-
dos, 5 quadros, 2 etagers, 6 venezianas, 6 tape-
tea, 3 lampeoes corn torcidas duplas e 1 mesa pa-
rs escrever.
Umra a'na de ferro, eolchocs e travesseiro, 1
marquezao, 1 commoda, 1 guarda-roupa, 1 lavato-
rio corn pedra, 1 bidet, 3 cainas de Iona, mesas e
cadeiras avulsAs.
Urma mesa elastica, 1 guarda-lonua, 1 appara-
dor grande, 12 cadeiras de junco, 1 relogio de pa-
rede, cops, calices, garrafas, mesas de cosinha,
trem de cosinha.
Um apparelho de porcelana fina (obra de gosto)
1 dito para clia, 1 guarda-comida, 6 quadros, 1
cadeira de rosca, 2 bercos de palha, diversos qua-
dros, mesas, cadeiras e muitos outros moveis do
casa de familiar.
Sexta-feira 21 do corrente
No sobrado pintado de encarnado no cases
do. Ramos, onde funcciona o Club Po-
pular.
Oagente Pinto levara a leila'o os moveis c mais
objectos acima mencionados, no sobrado do cacs
do Ramos, junto dos Srs. Victor Neesen & C.,
para onde estAo sendo transportados, vindos de
uma casa de campo long da cidadc. 0 leilio
prin, Agente Silveira

Leilao

Segunda.-feira 24 do corrente
A's II horas
NO ARMAZEM DE MOVES NO LAR-
GO DO PARAIZO N. 26
0 agent acima por mandado e corn assistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito de ausentes, c a
rcquerimento do procurador da herdeira do finado
Justino Manoci de Sa Ramos, le-arit leilao as
dividas activas do espolio, na importancia de
54:0006000.
Os interessados entendam-se corn o mesmo agen-
te no referido armiazem de moves.


Tricofero
de Barry,
rarante-se que
f., ez, cl'serl" o
CABELLO
malis avi,.-u cu i.. .
c ra radicalnrcne
-. \- a TINHA e a CASPA.
ritivsmente impede a
-y aqueda e o cibranquecimeste
oCAELL0Occm todoscsca-
S- os 0 torn invariaveslcat..
-^X acio., rilhante, Formosee
Abundante
Em uso himais de oltentax.tais
g e ten maior vIida quo nen i. a
out' Or.-paado para ocaj2ennaa
toc- _- 4iundo.
Agua Florida

(^1 de Bawsrry^-
DUPLA.
1- I- Preraradu'. segundo a formula
original uzn:7a p!co inventor a
dco 1320.
TernOM d'aS vezee mai s Fragrancia
que qualqUer outra.
Dura dias vezes mais tempo.
-E'muito rr.Mis rica de perfume a
mais suave.
-'mnuito mais Fina o Deicada.
Tern dobrada forca Rcfrescativa e
Tonica r o meanho.
Fortalece 0 oDe.fie ao Cancado.
Cura as DOcres do cabeca e os des-
maios. -
E'muitissimo tupericr a todas as
outras Aguau Floridas Actual-,
mente a venda. -,
Descoberta Ihportantissima.

lure Weo da Figado-de Bacaha
COM
IODURETO DE FEIRO,

JBarclay & Companhla-







Cnra radicalmente e com seguranca ps peores cass
de Phthisica, Escrofulas, Rheumatismo, as dea;u
e da lBpinha Dorsal, doe Quadrisa dos sosas a-l
I!dmmniaes do Figado. do Baoedo Utero, etc.,.tc,
e restitne ao co.-po cnfraquecido e fatigado oseu zt-j
maitivo vigsor e arredondado dos contornos. E, cub--
minte uinBarandq descoberta o Paro *o da,'
PIado deoa BaeaIhae com lodureto do
Ferro-de Barelay & Ca. -New Tork.
Xarop9 de Vida

de ReuterNo.V


Precisa-se de trees mass, de leite, co sill
engommado, e urn criado; na Travessa de S. Po.i :
dran. 8.
D). AnntaJrausuna-Barquc de Nazarth, de-
sembargador Antonio Buarque 'de Lmna e se.
familiar, malher, tio e primos do desembargador
Antonio Joaquim Buarque de Nazareth, falfei-a
no dia 17 do4corrente na cidade de Itamb6, ania
dam resar missas por scu eterno ropnsous, na.nwa i
triz da Boa-Vista, as 8 horas do din 24, setim odbll
seu passamento, e couvidam os seus pareates iy
zmigos e os do finado para assistirerm a emS-
acto.

Furtaram de dentro da estribaruia do eng*
nho -Ypiranga, freguezia de Aeogados, ma be"!:
cardao, sem ferro, fazeudo a primeira-mada, ten4 -
ja tamanho de animal grande, e signals de ter'
trabalhado em cangalha, tern frente uberta ; 'nl-
ga-se as autoridades ou quaesquer pessoas que a.*
apprehender, levem-na ao mesmo engenho qpen
sera gratificado.
0 prete E 4ias que se diz livre, apresente-se -
ou alguem per elle, no term de meu domiciio, -
que 6 na freguezia da Escada, para provar jud&-!i.
cialmente a sua liberdade, que eu o possuo I
muitos annos e tenho titulo legal, polo quial o
comprei, e nao eomparecendo procurarei le*a-
mente preceder corn o vigor da lei contra quora o
tiver occulto. Engenho GiquiAi, 17 de mar'o de
84.-Florismundo Marques Lins.
Jose Francisco Martihs do (ivcira, mord-
dor no Gymnasio Pernambucano, onde esti em-
pregado, precisa fallar corn oeus irmAos Manoel
Francisso Martins de Oliveira, Maria da Concei-
AUo filha e Francisca Maria da Conceicio, e pe-
de-lhes que apparcram ou mandem aquelle esta-
belecimento, A rua da Aurora, onde p6de scr pro-
eurado.
-- Jose Rodrigues Macieira, estabelccido coni
enchimento de aguardente no bai-ro do Recifie',
rua da Companhia Pernambucana n. 2, faz scien-
te a quern interessar possa, que o Sr. Joo Go-
rues da Silva deixou de scr seu caixeiro desde o
dia 14 do corrcnte. Recife, 17 de marco do 84.
Aluga-se urma grande casa em Santo Ama-
ro, rua Lembranea do Gomes n. 1, 'muito fresca,
corn grande sotao, corn dous grandes quintaes
murados e corn boa penna d'agua ; a traetar na
rua da Imperatriz n. 32, 20 andar.
Aluga-se a easa n. 7 C, na 3* travessa do
Principe, corn 2 salas, 2 quartos, cosinha uf6ra,
quintal e cacimba; a tratar na rua do Ataliho t
7, oitao da caixa d'agva.
-'recisa-Fe de oumu jr,,avcvra para ersiano
de meninas, preforindo-so estrangeira, no enge-
nho Barra de Sant'Anna, cidade da Victoria; a.
tratar corn Augusto do Rego a rua do Cabuga
numero 9.
A l J, A Precisa-se de uma cozinhei-
4.& w &xdl ra para casa de familia-; i
tractar na rua da Imperatriz u. 17, segundo andar.
Traspassa-se, o arrendamento do engenho-
Collegio, na fregnezia da Luz, distant uma !egoa
da cstaAiio de Tiuma, c tambem vende-se a safra
ereada para mais de 2,000 paes. 0 motive que
forca o rendeiro a fazer tal negocio 6 estar pas-
sando muito mal de saide. 0 engenho tern pro-
porqces para safrojar mais de 3,000 pites annual--
mente, o melhor de assucar quanto i possivel:
queip pretender tal negocio, dirija-se ao mesmo
engenhlio, que achar corn quern tratar.
Aluga-se a easa da rua Imperial n. 261,
tend armrnaAo c vende-se a mesma ; a tiatar na
mesma run n. 236.
-- Na antiga agencia da rua da Palma n. 19,
ainda continua-se a ei.pregar boas amas de leite,
e seccas, na rua imperial i. 158, venda.


I














-'.--'


.t". W -w.. -.a -.-.. . IN A ',+ 15, i *+ ..,:" '. t-/ '
'-- "4e ...' e -6

1os ornas e d6
yI-jrw, g~ostos.


K veunder mais barato
,-A ,&.que em outra qual-.
iwerparte. ,
~ d L.


Preeisa-se de uma
ama de leite, que seja
mdia, para amamentar
ua creanva de pouco
tempo, paga-se bem;
no escriptorio d'este
Diario se dirai.

Dicionario Maritiimo

Brasileiro
VTnde-se nm: n'esta typogra
phia se dirf.
Ao Sr. David Jose Fcr-
nanides da Silva
Domingos Pinto da. Mi.,tta declara clue as con-
fth que pda no Diuri, di 18 do corrcute, que sc
aeftale corn dell Mtta, por qunanto voja o ba-
Amnpi de 5 de setembro de 1883, de cujo ficou o
ir. David obrigado, c corn 1:S'00, pouco maia
mMOezos, par. i pagamento dos crcedores, que fi-
So weasmo David ob,)igado ; e como nLo tenha
Sc. os crcdores querem que Ceu page, cornmo
i& oha & C., Carlos Alves Barbosa e ou-
tw logo que plague estas contas p6de vendor o
mu estabbdecimento. Olinda, 19 de marqo de 81.

Aviso
Oataixo assiLnado avisa-no respeitavel public
w ninmgem fa ;a nogocio alginm corn o Sr. ,jo'4'
3'S-a"RodrigU.i com irma.Iletra *Jo se, aceite,
a -ad ,r tlc 1:51 )3, a vcneer-s.? in m 2) do corron-
IL- m-z. quo tern de ser : refornM;l.t. in in tm .ta'1 I.
crmHtia, e cornM o abaixo assinador, ti;ih dc pro-
raci.., confiado cm s:-us dirrfitoi, L' para evitar
Uktnuer engano fitz o present avi.o p;ra quec
nugumin seja illudido cm sua 1)a f,-. Eniienho
tr.j,. 19 de. niareo de o'4.
Francisco.de Hollanda C. d(1 Allujirrque.
---w7n irr
0' baza.r da rua do So.e.) n 7 i prc7'isi
,wi9s i fabric, tern scrveja p:a.r 200 rs. o copo,
Bn-r.3o o e a retalho.
Criado
i- -.; ;a -sr I d tn cri.ao !e 11 2 annos ile
51als-. Iue t?!ih:. pai out i in.i, qit; sr.ja ell.e telha
(- n -Itlj u'ia., )pa;:'7 (,1:; li pIIT.IC farrmii : i r,-
.'*- a na-i d," S a.t I ilhel n. 1:.

Modista
tia de S. f)roe 1. 122. 2 rep'mramn-so vesti-
o d, tofl a rja dli, t .,. I ,," -..rn os, garan
-*" ~ r r l mi,.. P ni, lici. i .i- proeo' ..
Aluga-se
amm .i )iO i",pcnl, nt.' rn em e. !. .! imilhi, L ria
i Ait-Mra, ten0 s :,',mmij. p"rjpri) p;:ra liommnm sol-
,iri : a traiLr: n1t rut dc. J>., ih l?,.io,, 1. Ii.

rlgelte


P'.-i.a-s e ma cautella n. ,5a5, da Caixsa EConr-
mmVa(seta pr.,vincia e reg -c ;a ,mLUqre nchor-a
favor ,le Ieval-a no arinzazom, sit, ao l:rgo da
Comfmnhia n. ;. qlf-p orgratilic.u'1i.
.l -itte. 1.' de- m.ran. dl li',1.
t" ~MtellI;o -
Jl,.,- Pa-s d'Oliiaira pclk- a tnals os seus damve-
Ai t farror -Ic h'!mmx.-rn s:,.;m-, cantm- at' o f.mm
S do ,i'--r-otn m, 'd, comitrnari- puhb,>.r' ,.:
wimen e eni s,,ila pr,,cei le1:-i-' i col)ram;-n jit li-
Cia.


o UIuUJUBl BEI lAS
DE
.MIGUEL WOLFF &GC.
Offerecem ao respei-
tavel public um gran-
je e variado sortimen-


to de relogiosdos mais
lreditados fabrican-
eg e aeham habill-
dos vender' mais

^rat4que ou.tr
I Visto

Aml


IF-
POP--7 ,
w,,bwc wc^ t'
Hji +,'"x de O ia .


quo, "t:?q.

Pedsa- -

/


P*Alwreo s vdadeiro
oumprerdirigwu-seAs am
44 idntoricdadiep
'e pdncipalmen
PC p aeuha ulda ded ad
SOcmpladoregauI
daymercadoriateih
Scontra o vendcgw-


c --,


dA' w4 0eompas-e, venda--e,


D. T"aevea i.5 r
Antonio deoBae an L eoe sua wier,
o Dr. Ado phoPeana do fou one de Lo4M
e suatmulher (auseutea) Thomim AMeade Perei-
ra de Burgos e oea manido Carlos Poreia de-Bur-
gos, agradecem cordialmente aiquellas peaoa.que
se dignaram aeompauhar os resto mort& do pusRS
presadissima mMi e sograo ao cc=iterio pullico, e
convidam ams seum pareates, e amigos parm saI-
tirem a missa dO setimo diat, que terai lugau na:
ordem terceira.de Francisco,. is 8,horn da, ma-
nhil, no dia 21 do con-rente, pols queen so-a esam
aternam entmAnia to.ff


D. Therest Ade ide Sqiueira
Cavaramte
Sebastiio de Barros Barreto e suas irmlos con-
vidam aos seus parents e amigos para assistirem
uma miss qae mandam resar pela alma de aua
tia D. Thereza Adelaide Siqueira Cavalcante, no
dia 21 do corrente, is 8 horas d manhA n&aor-
dem de S. Francisco, setimo dia do sea failed-
mento.
Francscea de Mouna Gonen
Thereza de Souza Gomes e seus filbos agrade-
ccm do In intimo d'ahna a todas aqaelias peesoas que
se dignaram acompanhar ao cemiterio desta ci-
dade a sua muito querida fitha ; e de novo as con-
vidain para assistirem as inssas que minandamn
resar pelo zpouso eteruo de suIa alma, na inatriz
de Santo Antonio, no dia sabbado 22 (de marvo,
pelas 8 horas da manha, setimo dia de seu fallc-
cimento.


Lquiz Ignacio de- Auivnade Lima
Fabricio Gomes de Andrade Lima tern de man-
dcir resar uma missa na matriz da Boa-Vista, As
7 112 horns do di 22 do corrento, sabhado, pelo
repouso'tterno d'alma daquelle. Os parents e
amigos podergo prestar-lhe o ultimo trianto devido
sns mortoas ouviddo-a.


Criado
Precisa-se de tumni crialo na rua do Born Je-
sus n. :5, 2 and
Criado
Precisa-se de tta molequc ott de um menino
forro plara erimdo ; a tratar na rua Princeza Isa-
bel n. I1.

Modisla
Rua da Praian. 3, 2' andar
Elunvircmes Maria ('Coelhi participa aos sets nu-
mr-rosos freguezes (lie dispondo de habeis costu-
reiras v tend por norana os figurinos mais recen-
tes, achla-se habilit:uda a satisfazer qualquer toi-
lette ppira casamento, bailey, theatre, pi-ss-ios, b&._-
-ti.-alos etc. Prer -........-. -- .
---20gO000
AhMiia-se a easa terra n. B, sita A run do Ria-
chlui.-'lio, antiga do Destino, corn 2 salas, 2 quar-
tos, cosinha, quintal, apparelho em born estado;
na rua da Guia n. 62.

ATTENCAO

N. 600,000 rs.o
PI\-de-se ,to Sr. cnpitoildo 14' batalhiio de linza
Pr:i aci e h AttoAnio de SA aearreto, q(eo venha a
ru i. aruf Mart-trios u. 1-., poisj;'i fazern 3 annos.
N. 3:000,000 rs.
Pede-se aoSt. Joilo (rantIaves do"a Sautos Ju-
amor, cmnipregado quo foi do Palacio C lnije coilmL-
Ij',.m;- n hai r 'itsourmaimi o qin vonha rd' .tutair o di-
.lnh (o Ljut? se e dou, qiaindo toi o sen drsfalque.
N. 300,000 rs.
Pede-se so Sr. Antonio Iczerra do Menezes
Lyra, quae venha satisfa;er a(tuelle comnpromisso,
qupe tanto Ihe servio, quatndo sent lilho estava no
I io dalC,a academiai.
Pede-se ao Sr. Dr. Francisco Xavier Paes
Barreto, que respond as eartas que se Ihe tcm
dirii-" nlo, na rua des Martyrios n. 148'.
N. 2:000,000 rs.
Pede-se ao Sr. Jo;o Baptista Ferreira que
v.xnha restituir o que Vmc. d'aqui levoit para o
-orn iog-o Gaipid, e noa o fazendo se dir t o que

Feilor
P.1 da a de um teitor; a tratar na rua do
Peiro .\ir'.ai-3o n. 26.
Ama
Precisa-so de uma ama para cosinhar; a tra-
tir na rni c-3treita do Rosario n. 36, P andar.
CasaeSitio
Aluga-se por prcco modico uma excellente casa
corn sitio, na estrada nova de Beberibe, perto da
cstac3o da Yncruzilhad : a tratar na ra ru do Im-
p naor n. 42, eartoro, o. na rua do Baro de S.
Borja n. 47.

Precisa-se do umna scahora de meis idade para
governante de urns cisa de famnilla, dando fiador
d^s-lm r.aa;dmmeta;, a tr-atair na i-us da' Cruz n. 1,
pirineiro indar..-


"ft criada ; nus rnma da Soledoade n. 50.


S* Caii,.,
icbse~f ado un o e tao eam, b'atante pratica
P tis ; a traw ma runjftBque d.%eQadau
4tt'. .. ; I ,G. a*.


re-idemt de is*dyi T wa, aeMff
ter ma .W zn^ f SmsMlitilnL*n
bms, a semipi .uim de oPula e Sildva,
o qual veio para ino anno de 18.
Tendo dei =o- f nUncs maim re-
cabeu nogimcias dW tr s empire proem-
ratio po pej r em Usboa.
1o0a poise a bondde da qupm sober o lugar
omm elafrrWted AB aiaef 40uir

*. N iitag---- .^ -..
,tm+,,....al,

Precisa-seol 5nae MAUrF ou eaptiva,
ara e =,O.aI 8oo ",,4 asal
l"eF .?#,A aim e -w- 42
da mta DAqwi'. Cmciuf orf; ftb dc% ty-
dographia d'ete Diar.

Delmira C, Smnt'Anna
Florist
Prepara con esmero e asseio qnaiquer encom-
mneuda conceraente a sna profiio como sejam
bouquets par noivTos, bordados a ouro e eanuti-
Iho, floree artificial, bolos para baptisades e ca-
sarmntos, variados trabalhos em opera, etc.
RBa do Bar&* da WietolA Bn. 40. I1
PERNAMBUCO
PERNAMBUCO


-M-s |fl

SOLEO a
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imi, w .aM


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NOW# -m b.
*am IL~f &aC InB
0 aw viaMpi


-a-ww.w u. -- .v" v. N. .EMAM..A.ZC.A
U4kJ i .em casa de A. Gicquel, Phc
te ~ UN ?MU 8RI 4 sum Dteteoceto 4-
L,iL wrd
'ffr aauytp Dgubo A'J1 0i. p.'W:. CP,.J Mm srtudw
WrESOURO 9ABS Mb VR1.*23D UO8
SCOLLiERS ROYER
Xr J-Sl^^^km.6ti'@-Magnetics ^
DuoM "Couara ondaM de6haioao" co=ma ag
E pit FAcnmITA A Wuiri0 8 S CnUAWs
1sCOLURES ROYER,.onhecidos ha mais
S e 251 annop uso cmunicos que prefer, o0
realmento as 'remms das CONVULS6Eb
ajdiando ao memo tempo -a dentiwdo.
SPar evitar as FasUiasfts e as ImitagOem.
S f nCaWfhAa tenha a tw da fIabrca d4margem e
PROW"CuuCRAIUA mBOYBBMPLasmo uo225.=~&Sa~ria


ADMIN8TRAW.
3 PARIZ, 22, Boulevard Non
PABTILKAS DIGESTIVE
Vichy corn os Saes extraAtk
^*~~______ ___^B *de gosto agradavel e a suma
Ltra-a Arfa e asDifestD s t
ES DE VIHYi PARA BUHOS. Um rolo para um banlo, pamas pessou qar Me|
Pow hir ta u eModffr ezipi- -m tlode u a ii
JMCJCJEZXA XX1 X VaoXC'.r
Pwnwm rtWmbk ePdnewtsacims ahte- Im caass da AS a" ml W k LABWMLM ,L.
e SULZER & KOLCH L.tI.-3k a S4k CW


VERDADEIRAS PILULAS doG V
Poucos preparadon frraginoawo pode aprese zter-i A covfiaafa C
e Doentes apo ados em documentoa tie 0autentaocome O N gui&t
Sao empregadas (cm o mehor eito, ha mats de 40 amo, pela matOr partle
pars ctrar Anemia, ChIere (tew puais), e faciUtar a remawco daa rapenr=
Se oem que a nsero dostaS Pilmulas no novo codes f)aez dos dispense dA
te limitareosa uma unimca Jtaao. a do 3' DOOVB. n
slamp 35 -.a I ut exerq amiieMinsdlz eUe, rssmnheo naPfiluI
Q ,mut laao e At e 5ow s e SW 0Outro w lWuaasmeM e e-o
9 In 30MlON, sa""btrWtOU4 I of CDOU ILK
Ear.w-dutIC Aado4OMAa do Msdfl. do Partk.
Zmwm aszu-m que o aeu nomaesteja gravado sobre Cm" PMula cimawgen
OUPM E I. O ;l AR IPA.IUI M*AQ.U S
.PAUlS. via PaMM. L'-P~imlnmhaaen V313'1. Am hM14W C. Hi~ihiU--ld


.., .. .. .



Polvora proper pm gw hIps4ua a trata. -
-'no cam 22 do oaa um' di beta &a-


di 4le un ao. st. o w A
*i a~aad4Eo~dw uwaoeadtaef, deo A 1sannoa


eaidade; no, depai to ,ruad 8. JowA.n. 56. DEPOSIT( QERAL
'K tS..at o A R&P Vw. 4.E R -AL-
i a deiJcmro
S o segundo andar da cam n. 7, a..Paagem d, Unit. agent em Peraumbue
Magdalena. AW@-'-- UW. VBi C,
SNW.-- Ru Ado Commercio-N.--4
A venda m todpa as boticam e droagni.
mcen i e M ;llado Duque A, kt4S ode awilf
dade C i de M- d que bs Alfinete de ravsta em 40 m delos,ctemtee
le im ... ....... -- deogioebotes p r hemous, pulseiru, aee ,-
netel, voltas e porta-leques pars aenhoras e me.
:I A f ., ,- L, I, f :nina,. models bonitos aimitaio de ouro ; amoo-
.. ,A 4. -',.ta t v tri n Ai& d kja ru& Nova n. 16.



L S sPracadad ndependen- I [yIt n li ns

Svede- c ia s,37 e 39 r -wai
ts 0O absmao ssipiado veudmei. eukosseus P
felies bilhetesgarauitido a.sorte de 8006 a rWW tlni-
m : 2.quartosn. 3,95,. a de 00. am 2 1
n" .uju ^pro. quartos n. 3,989,,.e. um 100 em 2 quar- ) Q pn g. u, 111.
ubliaAJAl- to n. 3,341, outra de 1006- em -2 quartos 111(10go Jsoi s 11. il
ineconhcchh n.46, e outras sortes.de 32& 16 e 8#, Ca r "
P Arabs da loteria 228 que s extrahio. aO desapparecido
o .nantM Convida aos possuidores a virem rece- Desapp meehbontempelrw9bhorasdanome,.dt
A Ao ber sem deseonto algum. rua da Uniao, urn cio grande, de cor amarellada,
defranddor. 0 o mesmo abaixo assignado tern exposto A corn a cauda curtas, vindo de fora.
venda os sems fes milhe*.s gaantidos da OQuem d'elle souber ou apprehender, leve-o rua
do Marquez de Olinda n. 56,, audar, out Arua
23loteria a beneficio da igroja do Espirito d UniA o in. 39, queo tert boa recompensa.
*Santo do Recife, que se extrahirA segunda-
feira, 24 de corrente. 1 11
Bilhete intiro 45000 I i
Meio 26L0 t AI
Quarto 1s000 iuJ v
nm Gpo eima
"Nd a Bilhete inteiro 36500 IB13TES 6ASATTIO
dMtost" Meio 13750 AV rua PriMeiro de mareo, ou-
- L Quarto ,75 tr'ora rua do Crespo a. 3
IX AntoioAugasto dos 8antos Porto. e easas do costume
lin 1 o',,,inl'^d"SJD 0 abaixo assignado ten-,o vendido nos
uinOS ilrOls seus afortunados bilhetes urn quatra n.
kkhae. li8corn a sorte do 800r000, qua-ro quar-
.ft andbab, maluaseate)48lma oed 80
M uscatela tos n. 2375 corn a sort de 100- e outras
L i l Maduro, sortes de 326000, 166000 e 86000, da
Porto, superior, loteria (22.1), que se acabou de extrahir,
up-Borg Figueuira, convida aos possuidores a virem receber
o r Bordeaux s conformidade do costume serm descouto
w44' fUFU C algum.
L ou gard Acham-se i venda os seus afortmnados
S __________ _________ bilhetes garantidos da 11.' part das loterias
1 ISi'^ 9A a beneficio da igreja do Espirito-Santo do
a 1Recife (23.'), quo so extrahirA nasegunda-
-____ Precisa-se doe urna ama para engommar ; a tra- feira, 24 do corrente.
tar na ruai Nova u.5, 10 andar.
PRECOS
gaI l Atten+ao Inteiro 45000
Prccisa-sc de umn meninode 10 A 13 annos, para Meio 25000
^ vender taboleiro, que dte fiador de sua conduct ; Quarto l1.00O
P-T-A .C. .. -...o ..^Ltii a,. Em quantidade malor de 1000
I Sardinhas em copos Inteiro ,3500
3erttooljt) CO Meio 16750
Superiors Quarto 6875
E 'i or 1 e Manoel ,rtuis Fiusa.
*Vendem _________________
BOURGARD d C.
EL- ___ B.ic NA OQIIOA
SL -_Pena CASA D00 t90
HHHI Joaquimn Fernandes 10 Monte, eorn padaria na A 4 0005000/~f.f
I^^^^K.freguezia do Reeifp, p)rc'ine a seus freguezes e 0fS! 4'lfllklN
U^|^^^^^^ amigos, que uao'entrcemmem cousa alguma epn sen Aos 4-OOOfOOO
nome, a seu mulato Antonio, que se ausentou de iLH II n i imnO a
Jei 1 Claus sti casa desde o dis 19 do corrente, scm que u [TflA1liUUu
houvesse motivo pam-a isso, usando a esperteza do- LIJJIIJ
PARES pois de sua retiradi >l-:' meceber dinheiro de um fre- Rua do Ratio da Victoria a. 40
W VtowSWW ?guez a titulo de c-.ram.t:a, (Ie que nDo prestou eOn- e cas do costume
ta nern qual o destiny que tomou. 0acaa do ve
0 1& Alhngafse por baralo em seusfelizes bilhetes urn quuato de n.
S1, 2, 3 eo 4 andares do sobrado mi rua de a sort- de s8oQOl)JU outro dito
Brum n 84, todos reparados e piutados de novo, 39*9 corn a sort de 200-UO0, .dous
corn bistantes commodos para familia ; a tratar quartos de n. 3972 corn a sorte de 1006000,
em quahquer dos andares, Arua laraga do Rosario e diversos premios de 326900, 166000 e
*S 'f~rnumnero 34 _________86000.
numero 3.ABIA 0 O mesmo abaixo assignado convida aos
lI A~fljlA possuidores A virem receber na ,eninrmi"


=Uija-se que cafi a dade do costume, sem drsconto alnum.
o verdatetro nom Desappareccu do dia 9 para 10 do corrente, de d do costume ser desonto alum.
wtItw,emPA Ul Ponte de Uchoa, urn bote corn o nome Muriel, Aehamn-se A venda os felizes bilhetes
9 m pintado na popa e duas bandeiras na pr6a : quem garantidos da 11.& part das loterias a be-
levar o dito bote para o sitio onde mora o Sr. neficio da igreja do Espirito-Santo do Re-
ttmartlePARZ -A. G. Browns ou der noticids delle alli ou no cs- cife (22.'), que se extrahira na segunda-
AS ablcadasem criptorio n. 5, rua do Commercio, sera recom- feira, 24 do corrente.
.Sao nado fera, 24 do corrente.
MXm1 a emu Con
.-.Ama inteiro 4E000
Precisa-se de uma ama para todo serviqo de Meio 26000
r casa de duas pessoas; na rua do Jmperador n. 39, Quarto 16000
2o andar, entrada pela travessa do Marquez do Eam poropo de 100oo000 para
S ecife. elma
VXPOiiA@ DE PARWS 187 Inteiro 3;500
U Cura a. Cvs Mneio 16750
dos Nefta t64de o Quarto 6875
o.s Medco C l4y1 SJo o Jeoaquim da Costa Leite.
FJg dem totnra as Pharaada&
M Vende-se-se dous en-
owl uoR e genhos
mpr.,a!i UVende-se na freguezia do Cabo, distant da
1 ':Meptaqao de Ipojuca uma legoa, dous engenhos por
m f .fl..iiB pome Jardim e Universo, ambos d'agua, moentes
R-- VP .o B flR "IiTrS e correntes ; atratar corn Antonio Fernandes de
p ta-SUM SMt& (-L..( Grond) .Bar-os, no esmo- eagenho Jardim.
--*A dp^&&I Aa&to
tL 4W IN ViT3aD|O M mIW* Vende-ie phach&m- de amarello mais
WMPllPas : 164b1N o e ml*-Magi woea-.- "do qoe em ontra qai -jer part ; tna rua
lUMtgua 9" : SMGMIWai=hxm biiu r ea aumcz-o-4.
tv cap& do6 it OR M 5erB mi, tac -E .....A- -- __ -

,. .,Precisa-.e doama ama param es
"$A ,a ruandaUxito a. 47.
"v "HenqueaSilvaxmdrei-

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fumu PaOsa,. ^
A .! .


Preasipte


































+. .DE
-' Flores &Agiar

4rtigew,'rpwOM para tweo presented Atlat a. i
Rcieterar peo ultirno vapor a sqgumate : *d -t-
Capas e mams.. para senhoras.
Mantilhaapretaa.
iroedenaple e goegoroes de seda. Na
Sti e me eria6 da China.
Merinos deo todos es pregos. u|
Amimn como teamos muitos outros adtgos, como
am* : leques, espartilhos, cap de mcores, fiehuts, NO.Wa Sel4
ptar janefas e sOfu, eortinadoa para janellae Vinho rde de B
caMea, colebas adamascadas e de crochet. OUB4 de vne. o
Am DeonMarebt paa 09M-
Rua Dpque de Caxias numero 81 Do. para papeL




Especialmmte adoptaos para moer eerae., Rua eat"e
v Tt"Awlo. dm-as, especiaraik prepiatar *r
.i8 e quaautue outs objeAs quoe Ae.te de i
BFar. a a" St
lrm 0.o36 vezes. Innumneios attestadoL.
inforrnaVes e redidoa, dirijam-se a The*. Encoutra-sebow
Jt, Corp anto n. 7modo, na a
Agent* gw4 de H. Gramuson, BDuc Magdejwg 4O Caxiaan. 47.

Liguas Iovas CRAVO
dBo NoGrands do Su) ; nI Ma de Pedro-AA~toe
aie46. N
""s^_____ia il
Araos, grades e ontros inst .,
sites para prparar a terra ,
da sereditRda fabrics do
RUD. JACK PLAGffWrZ-EIPZIG e
306 dipkmas e medalhas durante 20 aunos de o e d e
exutenriL._ ____
Cataloged, amostras e pedidos, em casa do gen-
t.e 7To.J J Corpo Seatena. 17. FA


Abdamats pedincha
..* EA U:lewante A wuad do- Iars
d t VietorIa & I
esti vendendo entremeio e babado berdado, a 400
e 500 rs. a peMa corn tres varas, preeo Bern eom-
petencia.
Drogaria
Faria Sbrinho & C., droguistas por taeado,
=ruaao Marquez de Olindan. 41.


1"40m .. ^ ..^ now FAR. ALAOTIKADODL
P~w~ikfeit de.lffla~i Mpt grolFRER CHSE1 I
eilA cieia e4 a pratiOia adoptaram a 6aw-
A em n ffl i 7 f A Lacte- como poderoso elemerato uh-
po" I otiWlO mla s vfa z e distinct. Bxeedi
!spr "e nn "bM In nm e roa.u da Euroipa reconheeera
-e, sleB:n S" Mdo ADr. FrEICHS a molhor jiesta


1 o wt 1'1 illlMII :! $ *11 1 ] *, '- [: 55 RUA DO MPE DOR 5
A' i VE"A Dive-ae pis eitar confer o filhimhO A
iliusnia ^,1I ..^ .UwA peasa etanha o de coiprtaz ento
*nff iB nlo ecido muitas vezes o germen de
U Ia numerosa molestias.
ites nr~taas c B LMm Vende-se a Terdadeira farinha Lacte.
U lU ldDr. Frericla:
a i 55 RUA3DOIMPWRADOR 55
,poaeaecir dedmusas e piano de. Vw-
aorP PV a-p

Iw o 14.lw l uaresnia
[ fits 8 oMtoeo Elfante A riado Itar
rft~ft ftfMK r IxrhinkMT dVictoria it. i I
hps?:b~d iend veudende per preo medico civersos artige8
>it d Tnhi Ap .a- nrnI1 0bicos cor m vidrilhos, luvas de seda, retroz e peili-
Wii/ttfI 'I WEBl' C; ae, e ures infindade de bicos novos a enfei-
tar vetidos.

a orieno powM priiao~aBhiaiAs
oi AaISo



'J rrjiS I Tfft l-Adkmion Howie & C. tem paravender:
kE ,u A JVinAhbo oP1o0.&no, em caixas e barrios.
'a a I"IA* #IW-D0 anvMsa wrdeiro.
113 .3 Bu~0Hmtnde mpxessaalaqular dade.
!Ua da UWAMUV rf|l~fV lkngb d6 haU wrdAidiros, de Wes as nums-


seiprepara se

ravos e fIres

L'ABIAIB If+


O Mu u El te estA iquidadl os -collari-.
ahos de linhbo d 8 a duai da easa Fenix, pot
3 por eatm't umn pouco trigieiros4; a ruado
Barao da Victoria n. 12.
Flores
0 Meseu egante recebeu o que ha de ra
lindo um flies de cores e poeta, e estA vendende
muito barato ; na rua do Baro da Vicetoria uu-
wero 1.


* oPiiseue Ehcgauteos eamtiaraoafiftadooeq
do bom e bell an mawgifieo sotirnikto' db objec.,
too do electroplate, propri-e parn mfi esm, e
tambe oolhere pc "0 easpa, g eovo
tastw. odo do hor fabrtient. r|euo ed
asto. : na rat do Barao da Viotoif n. 12.,
Venda de sitio
Joag Mac&ad S ams veade a soaeiti, perto
As staoAo d 1anga1beira deCjoa, -no Arnaial;
tem cana de viveada, sgm eretea freea de todo-o arrabald desta eada ,pel &an
elevada aiaao. No iti ha graad. quantidade
de arvotes de fructo, e nos fund= 4do memo 51I
tio corremmn grande rimcho, que unea.secca do
todo, e nde se p6de fazer exeetlete baheiro ; a
tratar na ram Duque .de Caxias a. 44.


Rew~dlos *de Ayer.
a-B-RUA DO COMMERCIO-3

Atadrs de emro
Para livrs, pe 9is e embrulhos, cousa util, a
800 e 1A000 ; O Museu Elegante) A rua do Ba-
ro da Victoria n. 12.
Liquidaao
Enxovaea e vestidos parn baptisado e passeio,
estA vendendo e Muzeu Elegante por metade do
valor ; na rua do IParao da Victoria n. 12.

iFarinha de milho
Moida a vapor, de P, 2A e 3a qualidade, a 100
rs. a libra, e de 4a a80 rs., em arroba a 2M00
veTde-se na ra do Cotovello n. 25.


Roupas parah

4O-uw da n ratriz 4' Preios baratslshmos
VE Ew N. 40 -RUA DA IMPERATRIZ-IN. 4
Madapoeo, peas de- madapolilo francez LoJa dos Baratelros
enfestad6o orn 12 jardas a 31000 DA
Dito m rito lgo corn 20 varas a 41500 e 51000
Dito, faxeada muito encorpada que pa- B
rece eretone, com 20 varaa a 650 6 0 VENDEM
6$000 e 6500 Calas de molesquim, padrio elaros ee-
Dito francez, americano, fazenda muito curos muito bern feitas e fazenda que
fia eencorada de 7$ ate 121000 nao desbota a 23500 e f
Algodlo enfestado corn 9 palmos de lar- Ditas de cazemiras de listrinhas e qua-
gua para fazer lenu6ea de um s6 pan- drinhos, fazenda muito boa e queo
no, metro a 900 lava, a
Dit. tranado corn a mesa largura, Ditas de eazemira preta, f&zenda muit
proprio para leng6es e toalhas de boa, de 6A500 atd I
mesa, metro, k 1%200 Paletots de eazemira muito boa, liza e de
Bramante de algWo4ao corn 10 pailmos de listrinhas, a .B
largura, proprio taa fazer lenoSes de Ditos da mesma fazenda forrados, a "
uMn s6 panno, metro a 10280 Ditos de cazemiras escuras, bastante ea-
Dito de linho, lcndo muito eticorpado, corpadas, a *0
da mqsma largUra, metro a 21000 Ditos da mesma fazenda forrados e ma-
Creguellas proprias para len,6es, toa- tos bern feitos a I
Mas, eerotdas, sendtlo fasenda muito Ditos do eazemira assetinada a
encorpada, cada pe~a corn 30 varas Ditos de flanella azul, sendo fazenda quae
pyor 144800 e a vara a 500 nto desbota a *
Dita corn corn 20 varas a 76500 e a Ditos de cazemira preta de cordle e
vara a. 400 diagonal, sendo muito bern feitos a
Atoalhado adamascado para toalhas de 10000 e e
mesa, tendo 8 palmos de largura, me- Scroulas de greguela, sendo muito bern
tro a 10800 feitas a 14200 e -1.
Iste na loja da esquina do becco dos Ferreiros. Collctinhos para dentro, da mesma fazen-
da, a 800 e
Ap~ll aa hl Uxoj Assim como um grande sortimento eaoiw
IAppella hello s A brancas para homes, tanto de linho co dAA-
E' bern provavel que chegnase a tempo. 0 Pe- gum que se vendem pot preqo muito razoar
dro Antunes & C. desejando sempre que as Exmas. Tudo isto C corn grande reducsao em prse^a
amantes do chic, nao deixassemn de fazer um vesti- loja da esquina do becco dos 'erreiros.
do preto bern enfoitado, pela falta de bonitas fran- ----------- -
jas e lindas passementerie, grinalda, enfeito mo-
derno e de apurado gosto, ate hoje pouco conhecido Flanella azul
n'este mercado; teem a satisfago de prevenir ao
sexo amavel! que acabamrn de receber os enfeitcs a i 11OO
acima indicados. Outrosim, communicam, que A' rua da Imperatriz n. 40, loja dos" Ram
como sempre vendem por preos-resumidos, por ser.
essa sua promessa ao generoso sexo. Ao 63-Rua toiros da Boa-Vista
"do Duque de Caxias.-Nova Esperan~a. Vcndc-se superior flanella azul d'uma e& la
mo silo bnlas ra, sendo americana e toda de la, fazendas m
Como so bonios j level, propria para callas, palit6ts e colletes, pd.
As:meias de sedate scores para as interessantes barato preqo de 1.400 o eovado, ou nukw
eriangas de 6 a 10 annos, e brancas para senhora, fazer costuimes da mesma, sendo palit6c ta 4
quem vende? 354000 e do frak 40,000, 6 grande pechisdat- A
0 Pedro Antunes.-63 rua do Duque de Caxias. loja da esquina do becco dos Ferreiros.
Em continuaco Espartilhos
0 Pedro Antunes & C. tambem acaba de rece- a 46 e 500O
ber bonitos bicos pretos de seda corn vidrilhos, sor-1 Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vawA
timento, largo e estreito. 63-Rua Duque de Ca- muitos bons espartilhos paia senhoras, a5 W
xias. e ditos para meninas a 4,000, assim coma s b-
E r s a a a nito sortinento de fichus a .'300, isto na *
precise andar a par esquina do beeco dos Ferreiros.
Dos cintos modernos que recebeu o Pedro An- iVLerinos prelos
tunes & C. 63-Rua do Duque de Caxias-Novaz -0
Esperana. a 1;20 11 00, ;>000 e S2T
o tuin 6 rin63 d r ar Os Barateiros daBoa-Vista, a rua da lbrw
;in.140 temrum grande sortinieuto de meri-ra-z'.
i para vestidos que vendem de 1200 atf 4.20
Os terqos e rosarinos, quem vende? 0 Pedro An- pad muito b6a favenda, assim 2omo di sa
tunes & C., e estA vendendo muito por ser tempseno muito ba fazroupa asde homes e meninos q ditsea-
de quaresma. 63-Rua do Duque de Caxias. pas P araro na loja d ae hmEs eequnina do q qa
dciii muito barato tna loja da esquuna do Ibmt~a
Sio DOVos Ferreiros.
Variedade em caleado para homes, acabam de o 7l 1 il
receber o Pedro Antunes & C. 63-rua do Du- L !1 a f"
que de Caxias.-Nova Fsperanca. lihsU 1 ri
Luvas frescas de pellica, branca, preta e de c6- Os Barateiros da B6a-Vista vendem n( w -
res. 0 Pedro Antunes & C. tern. 63-Rua do nitos linhos de uma so co6r e de listrinkas Pa
Duque de Caxias. vestidos, sendo a 160 r6is o covado e de e&_4 iag s
T a /n-a 'isto na rua da Imperatriz n. 10, esquina 4A bw
Sdou Ferreiros.
ainhas Meias
novsinrc S, cegda ntianirievcav


novas, inarea SS, chegadas utltimamente, -vendi
A rua da Madre de Deus n. 24
Paiva, Valente & C.


0 0 Muzeu Elcganite vende meias cruas e Oim-
cab para criaiwas de turn a tres annos, a 2 -- 2
( duzi.,, fazenda' de 4,500, i baratissimhno: ,=m
(do Brrao daVictoria n.12.


DOS PREMIOS DA


4 PARTE DAS LOTERIAS
.fc PATE DAS LOTERIAS


LIST


II


L


N. B. 0 premio preserwvera
um anno dcpois da cxIracU o.


CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 745, A BENEFICIO DA IGREJA DO ROSARIO DE IGUARASSU; EXTRAIJIDA E- 20 DE MARCO DE 1884


NS. PREMS. INS. PREMS.


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-. Quern


S0 ae ro mS a crea-
do61vk oesia m 9 gica ova-
po*syerezte a tuz brilhan-
t44w vvMeilmto acientifi-
co das w. naturaes. 3
EREST H'ECKaL-H[STOsmA"DA CREArIOA.



esttuifa.-.a natureza humana ver,'


;-,neessariamente,. que quanto menor 6 o
-grAo de adiantani-.uto de um povo tanto
,anaior 6 o powder imnpiessionista e illusorio
-qu o domina. E' este urn facto incontes-
tavel.
A illu&Il.o exerce utrn' poderio tAo energi-
Sco sobre a inaginaao do hpmem ineulto,
ie U fal-o eoneebor tin terrorinvencivel por
certos factos quo o impresionam. Ella
lem a propriedade de dar trma vida apa-
rontementa real a objeetos iuanimados.
A impressao, como a illuso, influe di-
recetamente sabro o poder imagiativo, e
d'ahi as concepcues obstinadas que abatem
o espirito hunmano, e d'ahi a contamteo
transfigurago. dos factor.
JA disse uma --vez e repito nivamente -
que o espirito human 6 m ui susceptivel de
irnpressoes que .n'elle calhindo tornam-se t
firmnes, inabalaveis come irwscripg9es nas
camps. (1)
Uma circumataueia qualque-, mesmo a
mais vulgar preoccupa a imagine -ao, e faz
brotar umra iimensidade de peisamenttos
vaos que so sobrepoem, que se solklificam,n
o que filualmente nao se desligani mais
d'esse cerebro em agitaa.o. E' por esse
process que os acontecimeutos reaes vao
pouco A pouco esmaecenido na memorial dos c
povos e se transformando em lendas qu'e
se trausmittem, de gerarao A gera o. (2J
A luz brilhante do uria estrella, o mover '
turbulento e sombrio das ondas, o deslisar
suave das aguas crystallinas.de.uma fonte, F
a figure gygantea de uma montanha, a ap- d
pariglo periodica do certos astros, e mui- d
tas e muitas outras cousas extrceram .uma
influencia fortissima sobre o- pensamento
dos primeiros povos .e: foram origem de no
varias lendas, crendices ebruxarias.
-O home ignorando as causes mais sira- s
Sples) que determinaram a variodade dos (
V phenomeos .naturaes, entia um horror so
. cressente por tudo quanto observava. D'ahi as
ro
0 poder ilXuorio mmostrando as prineiras a
manifestagewdoe sua.- impression. D'ahi as
cren9as obstinadaas as snpresti98es impor- j
Junas, d'ahi o fotiehismno.
e 0 homiom superstiiiob, Adi: Mg Jamrs'I
Suly, jilga-se guLad q her bons :outviao I
,espiritos quaado novas iddas, nascem er. E
sen espirito, quaado,,novasroesolugoes n'elle tr
se debnxam. (3) ac
R' assiim, quo -amos, o valor de urma 6
crenga puramente supersticiosa agindo di- di
reetamente sobre as aceoes de um povo. er
Este estadotern se -transmettido de tern- in
\pos remotissimos at6 nossos dias. A virtu.-
-,de de ui- amuleto tevo grande forga nas di
tosmogonlas antlgas e hoje n'esto ultimo a
quarto do seculo XIX elle ainda produz n
milagres para os credulos. lu
Estas emogoes que experimentava o es- E
pirito human nos primciros tempos deu ta
Sorigei a-principios embryonarios de reli- uu
giosidade. vi
SDois factos importantes, diz Ltournanu, ta
Ssao factors da idea ieligiosa -a impres- .1'
s(o e a intelligencia (4) (
SQuando no sou estado de atraso o ho-
mmn langava umn olhar sobre qualquer phe- p
nomeano natural -e n~ao o podia comprehend in
Aer, comecava entIo a por em exercicio a c
sun intelligencia. Procurava saber a razio t<
das co-sas, fazia indaga9oes a suna imagi- p
na.io, raciocinava, mas o sou raciociuio c

(.1) Fetichismo relig. e pol. (
(2) Para provar o quo fica dito basta
observar(o que desde os irmuos Grimm s
estA exabirantemente provado) quo os con- i
tjs poouhlres reomnntam e:n suna maloaia
a edade nimdia e a-ntigm.'ulC e quo teem
iutimas relaei>s coon os my1s...-


FOLIETIfI



PECCDOS YENIXES

POR






SEG[NDA PARTE


(Coniiua.o do n. 63)


XIIA reclua
A recluisa


Nao responderei nada sem r primeiro
-, r o dedo nas tuas chagas.
S0 baslrao deitou unm penetrante olhar a
sua mulher, e, nao Ihe vendo alteraglo al-
guma nas feigoes, pensou para si:
a A imprudente desafia-me 1 !
E, levantando a voz, continuous :
0 meu coraiao foi mortalmente feri-
do no dia em que resolveste passar dos
.#n- CO1AM ft -a Anta saP. e do sXm111i bra-


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d
v
c


p
le
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abjuecWo -,0;oA.

dorava-o, por fimn. -.
Aqui temos dgora o lhmem por forga dc
powder enocional, favorecido pela intelligent.
cia, a por da impressiAo e da illusiao, tor
mado. um visionario, um religioso, ium

- E deste mode brotaram as primeiras
idWas- do sobrenatural.
Do, atheysmo inconsciente ao fetichismo,
depois ao polytheismo, mais tarde ao mo-
notheismo 0-per fim ao pantheismo: eis a
marchla evolutiva da id6a religiosa.
Fui, portanto, a religion una meio de sa-
tisfazer As oxigvncias da mentalidl do illu-
dida quo precisava de uma explicailoe
qualquer para acomnprehenuo dos diver-
sas phenomenos que a preoccupava c :n sua
guoraucia.
E-it. 6, preia, uiuma cxplicag'io metlia-
?hysica qua vae ji extiacta, e continuari
Sdesvaureer-so porpo.rcionalmeute A me
lida que oc domino -da sciencia modern
'ae se espraiando por meio das forgas me-
auicas quo regein o universe.
fI
.Para conhecer'-a natureza de. um povo e
recso attender a, sua origenm, a sua iudo-
a, o clima do turritorio, eto., pois sao es-
cs 0o elements essenciaeis para bemrn de-
arminar o seu caraeter. O povo brazileiro
o resultado do crawuanento de- tresraas -
branea, a nogra e a ainericana.
0 elemento portuguezA, o-afriean'o' e o in-
gemna so, portanto, as foteos donde
manou. o que propriamente pode-se; cha-
ar -o brazileiro pure.
Descemadeordo de tires ragas participa-
o0, infalivelmente, de algrums dos usos e
stames peculiares a cada urem dellaU.
Estudemos em primeiro &Igar as creOn-
s do nosso selvagean, depois busquemos
ber tambem as das duas outras raqas para
dermos entlo acrentuar quaesias crenias
ichista, supennti;5-s e lendawdo pove
norte dbiBrazil o.puo constitute o objeew
ekte estulo.
E' urnia cpestio q ne Uno esta, alda bea
criguada a do saber' so o selvagem, ti-
i on nao ama ida mais ou memos as-
itada acerca, do' subrenatural. O n ignora a distincmo do natural o do
rem'atural; lle v: e- nada explica. E'
im que so exprime io inacque (5) com
,s9o ao nossa botocudoj. urnas das ttbus
asi extnmctas, mas qWe- ada apresenta
os vestigios.
Cout de Magsihfles, poremi, 6 levaab a
editor qcue o iadigenni tiba ra ima
Jquer de que ,s espii'i*wsbrenaturaes
rciam sobre elfes uww. aco bemefica-
leste modo elle se nos, meawfesta: ez


e os sevagens assim como emtro n6s, a
e9ao atribuita, aos espiritos. sok-enaturaes
aima acego "benelta- (6 a Mia- adiantey
z elle, que ningaem p6dle so recusar a
acheryr n'escs series a ianifia.tago cdh
n verdadeiro instirxto ,religinso..
Em ecmtraposiAo ao que dieste noss*
stint escriptor v6-se Iwelaclque q a
aoiada na authoridade do Saiit-ilairf
)S garante quo o selbagem aao.temt abso-
.tainiete nilnhuma idea d divindade-
sta dcscoberta de Saint-HiBe- fe6z sal-
Lr dos labios d'este granl- natura'ist.
Mas magaificas exp-refs5es sattsndas d-
ivo :enthuslasmo, as quakes com. prazer
imbem repft')-3: f est athe coomm-
enf-ai ; heareuse phase, trois-, fois. heu,-
)Use. ))
E' wuaa ver-le ineoneuna. qj o es-
irito de religiosidade brota do appareci-
ienct de pionoiienos quie n.- podenm. set
omprehendidos, eexplicados. Ait, almea-
e nulesiao a religiosidade 6 para. a maio1
arto dos homens.puramenta passiva: ellesa
.rcm do ordinario sem qre compreheaf
ham, pola simple razlio, do- Ilhe havere
hito.
A educao tern umni p &ser grandiose,
asbre o modo do pensar das. cniaaqas. As-
dAas do sobreaaturalisiw vilo se grandou&:

(5) Les d,61ut-s de l'hLmalitm*
(0) O selvageinm.
miuo.-Por espado le doze annmo tiai vic-
tima de um amnor deseonfireado.
No ohstante, D)eus a.ccio em0 teu
auxilio.
Sim, ta o disseste L
Oh i! Que infaitas, graga Ihe devo
dar!
Deus soccorreu-ine, fochando estama-
nhmt a minha ferida para sempre! exola-
moun o barIto corn voz. rouca.
Esta manh' I Como ? Explica-te ;
a tua violencia come a prender-me a at-
ten~ao.
Como? repetio, friamente os barao.
Sim. Dizo.
Conheces este escudo ?
E apresentou a sua mulher o fragment#
do lenmo da senhora de Ravenstein.
Clemencia pegou no leno, examiaopa-c
detidamente, disse uma apoa outra as duas
letras, estremeceu ligeirawoate ler. 'c
F., e rospondeu ao barto, devolvoendo-
lh'o :
E' o peda o de um leno que nomnes
me pertenceu, e cuja cifra deaconheo. '
0 senhor do Certenes e'perou aquelU
resposta corn apparent tranquillidade. C
sangue fervendo-lhe nas veias, parecia &Qu
dir a reconceatrar-se-lhe no cerebro..
Corn que ento nmao conheooa esa
cifra ?
Nlo.
Serias capaz de jurar sobre um cru
cifixo ?
-- A religiao prohibe que so tomem a
Sreliemias safradas Dor testemanho ; cornm


tes sate VSWBVO WUmt a %MDMvj V~%" --- --- I- --- X -- ---
cos pars os da religion. N'aqelle di o tuwAo, digo-te, A fA de mdher honrada
golpe querecebi foi terrivel !... qu ease object me 6 totalmente desco
Ah t- *camou a senhora de Cwexte- nhecido.
M ; cpm o por fim a comprehend"teR; Sem, deixal-o; demos tregua ao
.oTmr q s, a eabo de tato s cumpriamentos, e jai que no nos entende
"uW .revar um ma e W palavas, pronunciemol-a
^ *" tecetS e a mim tam. I1 te mimat .
S& ? tr'4uma asedooL
Aues6sr uprwou ted-a. tea


:"" R4tttmi / foi a a


I


Xr'*;*',
,, 'o .
n. y


PYde-se agora. crer quo o selvagini do
Brasil corneou a ter as primeiras noges
das cousas religious, ou antes que as pri-
meira maanifesta98as do religiosidades-, s6
Ihe prooccupara o pensamrneto depoia do
contact dos exploradores qao aportavam
em nossas pag.ts.
Para a cathochese dos indio*, os jeoSi-
tas precuravwau formular palavra- adequa-
das e que oais ou menos podessemn corres-
ponder a exterwagloo de dou'trinai que in-
catidas no anikmo destes pobres ignorantes
.doixava-os apaoderados de p ,nico terrivel
per tado e por todos.
Elles, os guepireiros das f brostas, que
viviam niuma d4oce alegria de innuocetes,
habitando as tabus, que seus a:-'os, os mais
ivalentes. dos gaerreiros, harvianv constrido
Jeomr a palha do tncumr do paty e da pal-
meira d&s" chapadae's bebendo o cauiv wos
festins, d2anando ao'p6 !da fogueira nease
horas der prazer, elfts, os descuidados da
vMda, visam- e as vexes obrigados para me.
livmreni d& maior saplicit- a repetir aos Je-
suitas semi domadores:
c ArofOr" llrpa'. Pavy; ChemoBwgsesuc
Y9p4, Chemeiassouch p:Pay. (')
E -os jieosuitm sentixn entio urma satis-
fa9go intin-m per admrnarenn o prodigio de
suas doutrinhas o valoi'de sinas palavas...
Mas, nao sr. lembravama-elles, que all nao
havia a extt-naelo veaadfeirm. de um son-
timeDit; a',revelaqo d"- unr pensamento
espontneaemnte- gerad&o pela convicoo !
SNlo-lhes eoavinham itadagaes takes. ..
Dep.ie qq-un respings de; civilisaoio
foi se darraiaado pelas- trybaus- selvagens,
aeppis q-e. o imadio fo se fa-iliarisamoo
rnais cma.-o&, hareas do. cathechese foi
pueo comeqaram, e germaiar.-nolhabitantmes
dass floomstas, as idas.W confusaa de adora-
do, de: revemmsecia,, d-tumor a. objectDs
Idivinisaas9.,
Eis oppradwa, phase wimitime da eveo
.us o reIgiosaw&-do atlbiAsmo iwueienmte
!ao feticinsmo.
SHoje qyeimxpecorrer a interiurdas pra,
Yincias do Amazonas,. Para, Mranh'o,-
Aptc., e psoculi. saber. a creng9 retigiosas.
quo a hi so eucontranma ha-de Decessaria-
mente convenr-se cne-u.ns resabuois mlt
desvanecidos dte mnythologia ainda. s do,-
imina. iF assam.que niessas tryiuas, os inft
4dios renmEm,-pre-itos ao sol, a rI a atodo--,
.os astros.-
Recorrendo ,aos iuThianologos hiasileiros
encontrci iuma- nouiwCclatura de,; algani
douses a ct4o, cuidado, estavames, destinos.
de certos. okjectos. ( Gauwcy (o. aol) e o
creador dos auimaes.;. Yacy (a.liha) a.

(7) Cre-io em lDei, quero haisar-men.
Misslo. dos padres capuchinhos ana ilha
do Maranhi&o,. pelo. padre Claudio d'Abbe-
ville.
unibo ,,ao ver-te atf'ctuosa, acil, suave,
conci&a.dora e. tolerant, te amei como a
urea imnI quweridc.e a. falta do, amor qen
aindca nio tinha scuticdo por muliahr algmwaa,
consagrei-te uni. amniade tIoe apqrazivot co,
mo respeitosa e& terra.
Do quw fiz s6 er.a moio clpado,, e por-
taato, nao min podemn criminal. comnpleta-
monte so prefari a eaga e os turbulentoas
prazeres dojsgo, do luxo e de cortoes es-
balramentos ao umfieo encanto da., tias
graias e A folicidado q ue, sem.eu couhecer,
tinha tornado lugar- em nossa casa,. Im-
pulsado, arrastado, por falsos amigos, eor-
ria pola escorregadia ladeira da bo-A socie-
dade, serm. achar uma s4, pessoa qoue me
Sd~sse uamn, conselho. Ru queo n'tc to-abo os
tens escrupulQ3 religiosos, e quo- du'elles es-
)tou completamxente livre, juroe sohro esse
c cruciixo, A f de nohre e cavalhe-ro, que
) ate. ao dia em qao pensastoe encerrar-
te no estreito recinto de umu claustro, te
|cosideroi como a mais nobre; das mulhe,
res e a mais virtuasa das esposas.


Na o fiz maias que cuxprir corn o mau
1 ever, e portanto nao soa credora do ne-
mnhum elogio,-murmurow a baroneza de
- olhos baixos.
0 barao do Certeaoa sorrio corn arnar-
a gura, e continuon : 4
Quando as tWaa repetidas ixsancias
me demonstraram o firme proposito que ti-
- nhas formado de to dedicar a uwa missUo
de paz o caridade, queres saber o quo aa
a tas supplicam produziram em mira ? Ras-
- gar brascamente o v6o que me cobria os
Solhios; entao reconheci a minha louaomra e
- abjurei para logo de todoa os mena errors;
o amor mais puro germuumou no men cora-
B 91o, a a fraternal amizade qua por ti sen-
)- tia transformnon-se em adir ... Sim,
a eu tnbattei-te urn culto, e immolei sos tens
p6s tobs Oe falsos deuses d a minha idola-
a tra ,njde. -h I quantos cuidados, quan-
).ta caiio quamtos extremes e quanta
I W- aas *nqe


Ttlffna alms mamu vnrgm gm. qes
BtM'lRorosm*, o. qmante mama apaixonmdo,
l smais engnol par faser mau do
jfleq^js pfmate oiiierneoer, pod' ^ *
IftLBao nuiolOow I Ta fcate BM a
q~mbohautavdipm ras uinhi
PWT pel.Atquor (i


cI*M140oto n-m cI' Angs 6
nu povoa930 ou tribu.0

r'1wafo-ena, cowo todo hoir l
priAitibo no tern a faculdade imnginafl
de ta Borte, desenvolvida quo poassa C .S
crutar a tona dos coanhecimeatcs ultir a
tione ; -
Par 'ais .antenticar as assoreo s, qoe
fag), voir.oitar iirb :em Iop'blo feiit0
quo li em unha olrz.clde X,. Letouiraw: -
E umn dos pt'miinbi'a mntsniiarinos da Nova-
Caledonia, o p.akr* Bomrgeyron, quao o
conta. .' .
Para. se protegar contia o roubo dos na-
turaes, os missionaries mandaram vir da
Europa urn mclo bouledogue :' ora, a Nova-
Caledonia estando completamnento despra-
vida de quadrupedes .m'amiferos, o animal
paroceu aos Noo-Caledonianos urn sor pro-
digioso. Elle lIhes inspirou um terror pro-
fundo, e, raciocinando corn a logica ele-
muentar do selvagem, elles resolveramn se
conciliar, o mais possivel coin este ser pe-
rigiso e superior. Assimu uin dia Ihe on-
viwramn ira commission encarregaida do Ihe
offerecer frutos e legumes, e do fazer uiu
lougo discrm'so, no qual solicitavain sua
amisade e o louvavam pelo seu powder.
Quanto* facts analogos n.io slio occa-
sionadores do superstigces, de crengas?
0 terror, seiupre o terror brotando e
fetichismo !


feitos de mkadeira, representandc,' grossei-
,ramente mr.as estatut.s. lunanas,. pintadas
de branch, de preto,. de encarnad., de va-
aris cores, eomnadas k.cabellos, de- pennas,
d.e cornos, de dentes, e. de uI-A sort de
objects Usarros.
Ao p6 dieses fetic-ITs faziam festejos e

(8) T6e native raves of Pacdc stades-
pag.. 5, -wol. 3.o


furiosas;do -revolto mar-: recusate esten-
der a mlxo ao naufriag. que se abysmava
aos teu&a. lhos n'umi. oceano de dores, de
angustias e de implacavel desolaqio. Cn-.
vencido,do p3uco quo para ti valia e do
inumitil qne os meus esfotos eram para te or
quistair inspirei-me nos maiores.- sacrificibs,
o en mesmo te otroaxe a esta easa e t, fe-
ciei un'ella debaixo da guard de Deus.
Elle tomarA era conta tioe.grande- sa-
crifico, disso extremamente noommovidi a
baroza de Coet toes.
Deus e: testemunha, contiEipf a o
bario, depois do.mnna ligeira pausa,-de
qu naoe teritei explicar como a religiao, de-
pois. do beneficiar a nossa uniao, podia re-
ceber-te no seu. seio, vivesdo eu. A. u-
sei-me a- mam. proprio de- infinidade' de fal-
tas para. comtigo commrttidas, e,. couside-
xando o, :eu. abandon. eomo una merecido
castigo* tornou-se o anpr violeatp que me
inhas inspirado em sensivel veneraqal.
Sempre. que fallava d@ ti, invoswva o teu
uom% cow#o o do unaa d'essas. mulheres
que o espirito Divino privilegion,, e julga-
va quo nda havia santas no mundo. Du-
raute- quinze annos afaguei na minha men-
to esta crenga, e, no meio do inanpporta-
vel1 tormento quo me corroia, tinha o orgue-
lio de dizer: E sou sou esposo. *
S6 no ce se devem procurar Q es
olhidos do Sephor.
E' verdade, Clemencia, 6 ve*dde !
disse o-baral% cuja vistaparecia nibUar-sa.
-Na terra s6 exiata a vergonha e a mean-
tira!
C&a exolamou a baronsa, faxen-
do reeuar a cadeira. Que dizes ?
Digo que a minkm'virtuoa esposa, a
minha adorada santa, 6 nmas oreatura in-
fame,.-bradou ore impetuosidade o ba-
ran ;-digo que a sun piedade 6 urma odio.
sa mentira, que a6 uma covarde, 6 urma hy-
poerita sem alms; digo.... falta-me a
voz !... escute, senhora, a sun conselen-
cia, e ella mldhor quu iterminar o'soeu
retrato.
Obedcendo ao unico conselho da
minha oucienea, omego par to pordoar
G"a to-rente dAo ijunaa.
lMdowm-n- I 1*ih qua, Bso eu niU
to y u n d oiee.


!


se>I tontacto C ,egmo vf-ncido escra.-,,ou-se
o iudigena aplwvorado _vadia-.e. 0 bran-
co ve-ncedor sabjiugou a ainbc.
Mas si o indio a uniuI-se o ocean de
suas florestas.virh'gens,. se o negro. aidxou a
cer-iiz, ao mado do sru senior, se entregiou
ok.cmtpo ao latego cruwato, nao o fizeramin
senm. que sens costumes, suas, creunas, su-
0 bariao paxoa ipri.ida t pela
crux de diamantes ;, e dissc- saa esposa,
mos.t-aundolh'a:
JA (.j.i dizes que t3 6 absolutamente
desconhou-ida a cifa bordada u'este escu-
do, dize-me se te 6 tamb.om. doseonhecida
esta joia..
A baroneza attainton rna. cnLz qu e lhec
apresentava scu. marido. ; e, depois de
a exammar,. respondeu-le traujuillamenr
toe :
-- Lembro-me de ter perdido, ha jA.
muito tempo, una cruz. parecida corn esta;,
mas nio, me atrevo a atirmar...
Que tens nas mbos ura joia do ten
a9afite de o hda ? -E' isso que queres. di-
zer "
Sian, justamente,
Tilha-me esquecido. que 6s curti da
visti; tom a bondade de ler cuidadosamemn-
te o. qua esta gravado de um e outro lacto
da cruz... Aqui, & esqueorda, que diz.?
OC... C...-lea abaroneza.
que quer dizer: Clementina Cer-
tes.es.
A baroueza n4o. responded.
Agora lI aqu', a direita.
20 de wuaro.o do 1816.
Conheceo -essa data ?
E' a do. nossa casamento, respon-
deu a baroneza, sem se pertirhar ; esta
ioia 6 minka; sam davida me foi rouba-
da... Qtuoam t'a veondeu?'
Ura pobre diabo, em ona casa a dei-
xou esquocida urma ingleza de cars de., an-
jo, de encantador olhar, e que se ehamava
milady Stewart.
Ah!I exclamou a senora de Corte-
mea, eahindo aos pes do eeu martdo. -Pie-
dade piodade !
Mas que isao, minhla querida Cle-
mencia ? A que vein essA loucura ? Le-
vanta-te I!
O bario agarrou saa mufier por '
90 ; e, sem querer, compria- or ft' .t
forga, que aquella nAlo pae dexd de(U -
clamar
-Ai'... Por .favor,, pw& f"r, ,a&
acabes I A.
A historic 6 dmasido maffactoria
pua qo*aiot prk do r; der uvil-a
est8 incidente G' ma gemia variant pA
riuida~ 4iciD in M-'wta I ata 0aaa.


formando-as surda e leu


pius. &cg M tded, Uratdu. e
C pira g1 douses :, athegoria infl
nor. Nin do' maiore es o -RMa,
guma imdgiarfda de u."Oewelro que vive
acin^ dos mantes. Catc. (a lua cheia) e
-.Cat" (la tnova) u R emanagies dosta
divhdade msprema.
F do mesmwo zmdo 6 que 0 encuontra
nas mnythologias antigas urea sinples pa-
Javra asq)Rmwindo uma persotAlidada, re-
pre'dentanawo ,um4 entiJado supreme.
0 Guaracy, de simplos sol passou a're-
presentiar urn deus ; Yacj, que significava
a lua foi coasiderada ama deasa.
Sir H. Bancroft (8) penaa de .maneira
identica quando diz queo a em rmythologia
a linguagem reveste-se do pcrsonalidade e
independonoia. Maitas vezes a simples
significaSao da palavra torna-se urma ida
osseneial. Zeus, de simnples ceu, fez-se o
deus do ecu, Eos, originariamente a au-
rora, fez-se a deu5a da manh'). ,
Pode-ze, em resuino dizar, quo o nosso
indigena estA na ultima phase do fetichis-
mo-a astrolatria.
III
0 elemnonto africano concorreu e concor-
reu directamento para o augmento da po
pulaqgo do Brasil colonia.
0 trafico desmesirado dos fiihos da ru-
gi!c tropical trouxe, o que era inivitavel
umua invasao de negros quo infestaram o
territovio do paiz novo. A irmmigracao
africa-a cada vez mais desonvolvida, o
comwercio' do escravos tomando propor9des
agigantadas, eis em sumnia a casa, da ap-
pariao repenotia de uina outra raa quo
unindo-se-a dos naturaes e- a dos portaguae-
zes fornimou o terceiro element para a
constitaigo' de uma nova raa originaria e
co-participaate do cada area d'ellas -
a- brasileira.
Os africamos) todos os escrifptores estao
de accord, eao dotados de umea faltb de
desenvolvimeuto. de suias faculdades intel-
lectuaes, quai compgmonettedora.
Ellos nao tinhamr como tambem, em
principio o nosso selvgemn, uni a idea as-
seritada sobre a, existeooia de entidades
superioreL; adleravam, a lua, o- sol, a
monte.. os animals e auita couua mats.
A oeste de ULoa, no-Senegal e ainda
mais eiw toda a costa do' oceano Attlantico
predominia o fetichismo o. mais grosseiro'.
Isto afirsa um esriptor de crodito;.
No Aschanti, a urn. vago presentimnento
d'um deu suapromo. d'!um creador chamado
Jan Kovinju6.
0 negro da Afriea, applicava-so rais a
hlanga e am fostins- era uuu amador da
nusica e doffolguaedos,,indoleutc poc na-
tureza, peiwlhe imaportavaxa, por6eiu as
imnportunufaes' do idies sobrenaturalistas.
Corn reio as idkas religious 6 forgo-
s.confeasai .elles viviam. n'm.ufetichimo
o mais madPuaI' pos&vei a Eim spupesfi-
dieos, m aas. ua saperstigUs levava-os
se6*nte adiminio cdi pensariuntos nims.
IQero, dizea-tamiain o.fetiches.h cora medo
qua Ihesw- ncausassenia1gun m, sL
No .6'-diffiiii de ,-w' entree eles una
seupente elevada a cathegoria" de deusa.
Qa GUllos adwavam -aa serpemat assim
tasbem entneeos COffres.oxiste o' cilto da
serpente.
Era, poise, puedomiunims entre-os africa-
nos o' tomou- do.; :nma espiritoat. x Na
M'Achnti e mEseno d'ahii ao su da Bon-
Ln,/ia, o ho amuignoxamrsa e suBprsticioso
cr& nos mos-.epiiritos.. ,'
1 bta crerenL-, tamberttm dogt;a da re-
ligiif catholica que lcescreve a es~atenoia.
do uma eutiaide malbvola corot o ibm de
punir corn castigos imirnaes as altas ma^
procedidas ,),
Era quasi que d :2aante no territories,
.africano a rmw'orencia rudiemente coscebidA.
"por obiect-.inanimados, e Hartiamm noeo
fala de uus-fctiches de Ruanda qj-e eraiu


bedal d~rpoder-q8 osi>TW ~
davam-lhes, por6m, uma animaclo como o
quer a nossa egroja, quae para poder con-
sqrvar estas tradieqes enraizadas, fazia-o
repreqentando um deousinvisivel, mysto-
rioso.
0 que .4, por6in, f6ra de duvida 6 que os
ncgros iiportados parao noSso paiz u -lo
traziam id6as fixas acerea do sobrcnstural,
e que so deixavam'domianar, portanto, polas
palavras sonoras dos traficantes seus so luz-
tores.
IV

E' occasiao de estudar aind.i que rapi-
daisente as crengas inais salieontes dos por-
tuguezes que habitavamin o noa:*o torrlo nui
epjca colonial.
Sabo-se quo Portugal era jAu ina nag,)
antiga e bastante degenerada em ocus cos-
tumes. RIinavay couame hoje, uma auarchia
religiosa, niao havia ara idea caracteristica
propriamente dita, ila verdadoiro cngra-
gamento de pensarc*. Unis crami catlolicos
aa accep9io rigorosa dapalavra, outrJs po-
lyth-eistas. Esta era ewais on meaos a edivi-
s1fo da.s classes dlos lihcn'eus ';aquelles tem-
post cono tambcin ds coatemparauces,
coin algoumas restrici3-.
()- portunniezes inv.--.orr. d( teritori,>
brasil-iro traziam eurai-g.izks as suas creu-
9as, e as, suas superstioes. A-classe baixa
da socied-idie tendo id6-ts inxi agas e fra-
Igeis de *ina concep9?io religiosoa, per onlo
podesse regulainuntar -o sues actor, deixa-
va-se entregar ao polythieismny,. e eutio era
snpersticioea em. extreme.
Esta gente- n o tardou em asiimWlar as
lendas dos selvageas, e, elaudoe as saa.s
coin' as destes- pude satisfazer as pobres
exigencias de sua imnaginaa'o inculta. 0
selvagm e uegro, por sua vez,.procra
vain tazor valeti o pdlor de suas crencas,
mas, ftagilissimias coWo eram, nac'- odiam
resistirao imperio- de forces mais energi-
cas.
Aqui 'v6-se pesfeitauoeute estabelmeida a
concurrencia de ties eletamentos que dispa-
tarn entre- si o predominio. Qual aerA o,
veancedor ? Eis firmadl' ierfeitainmaute o
magno priicipio da lucta pela existencia.
SUm ter& a- victoria,, os mais sentiro', 0'
.abatimento e serao eliminados.
Di-se a hicta entire tres grandes raas.
q1e desejami fazer sobresahir e assentaaru
'os sons costmctes, lendas -e guperstioes.
Todas as vezes que'tres f6ras so corn,
batena, urma hata treisonda estabelece-se e-
o-podler do mais forte sobjugara fiatalmente,
as. ouaras duas. Isto i-ia um fi acto vorifiI
cad6, e quo rso so p6ido- mi.i contestar.
DIrwin, o crt-c.tr desik priacipi scienti-
co, asimu o dcnionstra por: iiei6 de ua-
sarie- iadefinidz.de -exempkos, tend. nttes ao
lui. alihejado.
Y* antiguidusa, .dizoemaa* p, eoothologia
e a-rcIueologia pehistouicaf o-*le'es eram
de dmta especies-: uns deo-juba. outros des-
pidba dese oraBnainto, as-meeiawdo-sae As
leosS. Umn collate treamendo traviu-se
ontre- estas dua, espeeies de animaems; os
le~es4 de juba timluum imais ,chanws- de ven-
eer porque posz&iian.um iroqpel natural on-
de se-eembotaraios arremassos. do& outros
-a~jpba. Em cocsequoacia d'aso, conse-
gttiain apoderar-se das leoas .em. doetrimen-
to ,des eaais, e o, resultaki, a ccacssao fa-
jal-fii qlue a raa. dos leias seaa: jiults nao
podendo procreaxy desapiaxreceu completa-
renoen. Os fortes. derrotaram os. frcos,
quo aor-rm gradctivamenie extir_ndo-se.
A i A i estA beiipateuto- o -valorlesteprin-
ci'p.io. qou H ke-lz faz .re]3csentar.? em todas
'as.aaifesta9oe.da vida costaca.
iabem, fo.iEiiia lIuta ideomtica a que
se dei entree as- tres ra-cs que habiVavam o
BrasiL
Tres elemeoin -,s..convrrgiair, tm-os ragas
Jtectavam para a.accea~iicibo d.- sna ori-
gem,, de sous cstamer...-d sua linguA.
Aas foi umnalocta dcsigual.
A raca civil~sada ern. a miaisf forte ; a


A tao brusca exploscto seguio. uam mo-
meunto de silencio, durante o qual o barao
foi gradualmaantc recuperando a saa tran-
quillidade.

Esta. historic estA receate na minhaf
;imagina9'o, e, pelo prazer dj a contain
msem que ('ella me esquea nenhum dos
seus pormenores, acabo de nebentar o me.
Ihor dos mesn cavallos... Euta manha, al-
mogavama conammigo quinae, estroinas, de-
pis do CeSear eom pessinMoa sort, sde
quo comecou a raiar o dia; de volta da
nossa Lnmildke batida ehogamos a Arte-
nay... Lembrrs-te da Artenay ?
Oh men Deua I men Deus --mur-
murott, deafeita em bgrimas, a pore ba-
roneza.

Artenay 6 ura aldeia sitbada no ca.
minho de Orlans, e muito proadimo do quo
conduz a Verneuil. Entre aa dez e as on
ate am dos meur amigos chamo o dam da
hoapedaria e disse-Ihe que entoasse -urn
can*to picanto, ou no s re"rsse umn .ats
escandaloso. 0 dono da hospedaria:4-uaa
born home, que confeswon nunca t= ii
tado canea d aquelle gene.ru m % ,;.
dido outros contos que o w .wsseuu
races. As instanncias do todas pCi' t.
corn elle, e, Ai falta conto, p"
urma histoa escaMdalosa, e
SA 19 d rezm bro de 8181. .' .
Oh! S generoso: m In ..d a
t n 1 ""


Typ. do D"w. i .-4,aD S-

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w


Un io-to a si de Ln mo-bo que me assust,.!
Ta 6s-lhe a patria, a vida, o Dlua emfimi!
Tentei cont l-o0 jAi.,. mas muito, custa
Center um co)ra-:'i) quo e adora ass-im!

.J' mowstrei-lhe a chirwi-a a quo se prmnde,
J.d Ihe- tiz ver a sua sem razAo. .
Mas fn' deb.dIle. .... o preito quej t6 rende
E' mais-* quo umn ciilto, 7 funda adora-, io!

Quiz verse a ausencia lHie qwbrava o emmto
S,- era a tim presenca o que o seduz ;
N.'j tenUbho' id'> Yver-tc, n) entrentanO
Elle te bnsca como o ccgo s' laz !

i'NAo posse mais luictar. sintmre imbeie.
E.' inutil oppor-imc ao quo elle qter !
(i j te o fado para ti o- impolle!
Eil-o a tens pls.., sejao qLe Denxp-quizer !...

EGAS .4LtD.
1:i.


VARIEDADES
Os nihilistas na Russia
Segpmndo a correspondencia de S. Peters-
burgo do Standatrd, quo dispose de meios
especias, de informa9Ao,. parece que Oa as-
sassinos, do coroner Sudeikin nto transpo-
zeram as- fronteiras. P -sumnme-se-se qe soe
acham ainida em S. P.trsburgo. Nio- se
sabe onde- para Dega.ieti, o nihilista coafi-
dente da vic-tima.
Per ordem do miniAstro do interior, frram
affixados cinco mil retrates. do assas*ino
naw taverasn acomnplhados de um offere-
'cimeaento de- niil libras, pela sua capture, o
metade a qpem der iaformuaces comple-
,taj. Nunca. se recorre na. Russia aos jor-
nme, porq. pvo aeo Toose P.
Por occa''io dos fumeraesg de Sudeiri',
feose, durar,&- apassag.emido cortejo, una
prioro desticaida a poder-se deseobrir o as-
aasmso. Unm agent de policia, situado na
esquaa de uma rua, nto e urm-n idivi7ti
tpe elle se lembrou do ter, visto em casa
tie .tegaieff. Percebend,'que era obsorva-
.do,. o individr (deitou a fagr, fbi persegi-.,
do.e- preso. Tnha em si.. mn passaporto
ifslso einm regra- Charmi-se Rossi; 6 ita-
lianmo de origen. Depois.de- proseso, confes-
|ontesr ao fac* de todos o pormenores
idoassassiuio, us vesperaA-do dia em que fi
omaneattido, maa recuse nonear qu3m o
execAgou.
WVai ser evacmtda a pvisao, da ilha de
$ohlaselbourg. plos prisioneiros nihilistas
enuar-erados nao casamatas. da fortaleza.
Fresentemente .ha s6 dez nihilistas no fo.-
tim, d'Alexis, qyo foram todos. condemn,
dos morte, e euja pona fbi eommutada
poelo, ibhperador- em pris'o- perpetual.
0 pcacesso d ( Vera PFUlipora de mad.
VolkLstein teriA, provavelmente lugar wo
mez. de maio.

A propoaito dacearmaval
Obata uni jomnal frames que, de uma
,wez, o duque (1d Orleans. quiz. tomar p&rta
active no cara.val e m:,'turar-se na mnti-
ido dos mascaeas.
iLiscarou-se-. e sahio eemn Darbois, re-
eomimendando a este i4timo quo no.--se
acanhasse de se mostrar fa iaiax con elle
dLHque : por esCa fdrma,, o' rogente nio eor-
ria risco de se..conhocici.o
lDbois conkjrumou-se com a recommen-
dacao, chegando a dar no sen compaahei-
m ro*mu pontap4.no. ..
Dubois murmurou. o rm'genle,, dis-
farce de mais !
N'ac, niLe 1 Nada quero ouvir.
E, depois de a tor. ito sentar A foria,
cottinuou :
-- Oh! has.de ouvni, porque en.o or-
deuao !

Aquellas palavras form pronunciadas
corn tanta mais forns^ quanta que por mui-
to tempo o barao continha a sua colera.


'4


4


Seja o que Dm w"

Este men coraco mata-me ainda. .-r
Que foi elle fazer... valha-me Dens!
Sonhou comntigo umna existeneia linda "
E foi queimar-so a luz dos olhos tems! ." .
,-'',".. 1
L)uco !... e n~io v6 quoe 4s tu o ].gw SS'
E elle o Tautalo a ardor en s6do atroz ?1
Como anhela ventures a ten lado
Embebido no mel da tua voz?!


'mi


n


L


t


Lo ..1w"
. '. -


-. ..


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4-




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