Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15847


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Full Text


































































-- %APR P-Uw a'saum
t e' o Exm. Sr. Dr. Manoel Durante o. exerciclo proximo findo fftira
dCwihvabr 1-despendidos corn essas obrua 357:09984 e no-
B u leg.s' tva primeroseoestIe do exercicio corrente......
E M 1,^1 em de 1877 1M57:149: 9.
4- frontkueoao: No qdro sefruinte icbam-se especificadas
S EXE .JTADA POR CWNTRATO ias obras em coneArnqo,' seus respeotivos
is que esio send executadas.j.aaylores, quainUas paasesaldosa pa"ar:
importam em ICO9:584#725.


SIp.pasvisoriawente durante o
o.e segundo larz1o da estrada de Gra-
A ie Pao-Sangue.
SIbai~amento da ladeira do Peres:
uijedramento da chan do Barro.
Reparos da eadeia de Ganmelleira.
-iis da deit da Escada.
da pontoc do liparassu.
4e Afogados.'
IQ O t da estrada de Muribeca.
.1 atitivamente foramn recebidas as seguin-
-- l ameno. de 700 metros da estrada do
-bnlfat tda lsdeira do Barro.
S ,a ote h da Magdalena.
_.i be.

dra o norte centre a chan da Mangabei-
m apote do rio Bi.
:gh'eade do.norte erntre a mesa ponte e a
l aa deitapireina.
.deia da Ecada. -
A moo.nsruw o do theatre Santa fsibel.
Se.mW-da pe # ie Nazreth.
.. Dt( di -eaei, d O5nda.
DiW da cdulada da- case die detenCao.
Oi A ate de Jboatlo.
:" :; da orre.
-. ,p .aaolouw l

4psGravatA.
"a u "rda local de Olindra.
'rr'-' r^^d:H*S-pb&ASCN^^^hATADA1
*'3-f^^ KyyBwdK~


Livramento acha-se em-execugo. Em. virtu-
de de reclamanOes da camam municipal, re-
solvi que fosse calQada a praga do Merctdo
Public de S. Jos6 de preferencia A rue Impe-
rial.
Ate o present estLo executados 9492,32
metros quadrados 'de caJoahento, sendo na
rua Imperial 7786,42 e ha.praga do Mercado
1705,90. A importapcih paga foi de.......
66:649S20.I


W.U fla Sow J -Ra5WWf po~u^Rqe-
las aragens, aresov .ea m onuir
de legumes ,que encelneirados nesta yul, sob
suas vistas, a habilite de prempto e opportu.
namente a satisfazer corn vantagem aos films
que tern em mente a alta admiqistrapo d4
provineia. .
'este proposito, tende em upuita conta que"
a obteneao de taes legumes na localiddde, so-
bre no ser imuito facil pelo quedii tio a
milho, e feijAo, trarAem resultado uaalade
precos immediate e assis dampnosa aos qonsu-
Uidores eut geral, resolve ir'comprando o quo
quer que f6r sobrando das ne:essidades ge-
raes, e coin urgencia contratara-possiwis
conducmes para mandar vir4dp'a huusft
Papacaga mil.bo fei.jo prinp B.J fea
sentido passam a dar os process sos, para
que quanto antes se chesgqr esse'esQtado.
Dada assim cont- dos principles ados da
commlsiso no comeoo'de d ao s trabalhos, pas-
sa a mesma a satisfazer a parLe do officio de
Vv. Excs;, em que solicitam esclarecimentos
sobre a natureza dos soccorros que em outras
occasibes teoe de enviar, jsfo.- se deverAo
consistir ema dinheiro ou em geiier o e d que
qualidade. -. .
Antes, por6m, .cumpre que de um modo
simples, d "a commwsso upa ida da proxi-
midace do estado de cousas no tormo.. ,6t
aqui, Exms. Scs., salvo um orescido numdro de
retirantes em oompleta desordem que a ffluem
de passage das provinclas da Pabhyba, GCe-
ri, Ro Grande do Norte em busca da.comarca
de Paulo 'Affonso em'Ala0oas, e tambem um
certo numero de families do term que, de Lto-
do easmojrecidos, atirain-sesnia debandada pa-
-ra aquelle eoutiUos lugares das matters do sul,
toda outra 'populaq5o pobre passajmate mui-
to mal, poem .vai resislindo amra apolo
uso da caga e beattas agrestes.,- a
commission que longer omo se as
future, que s6 polo mez de abril pe-
sewt.r seus resultados, nao tepdo abso-
iutamente leouAes neste 6anag item no anno
anterior, so o que dessem parm atrivessar
ate ha poueo, porque 6 um fotto qu% 4 Aeoep-
Qao de algumna poues ternfan&e rpa vla,
Judo nais quo-vem Sos 0cado 6 a
das Alagoas,_ delertoiE do -t para c,
quandao os ajimas eofraqueeddot po o-
1pmaudir-nos# carn custar& viver-se p.es-
[lM ea~i eB. -.. *
S-eOa iesmo"Exms. rs., umfa equeae
"rma~6,-que'sdria a dealgupam f ri agIoj
raise Dos antolfa-realiave. Tudo
dia dar aessa plais j& 6 e anhcidaei ie
nada. -
Para ento -cbe .a admini D bUdk
representada lorwVv. asw.,e MO
genwosos' setUments di
-cspita( ouwpir a.tiuop d
Rik"~a ~ a

L. a


da ir a
r i *" .
im's. Srs. A cominuaeoenearregada 0o
dist.'ibuir t s aos .-.o pauperrimos
deasta teoado recebido a quantia de
d.i- 6" xiliar e convenientemente for-
necor mniseraveis-Soffredpres dos terriveis
effeitos da secca, bouve por bem,'de commum
aocordo, 4esttnar essa impertaeia par.a sr
eaiogada em -leguwes -afitm de meHor ea-.:
dir aw reolamo da pobrezapt ra esst* yiila af-
*flel si todos o. dias, rai:de numthro de
indigentes do Piancd, da provincia da Parahy-
ba, 6 anesmo de certos points desta ; eo es-
tdo panoso e triste coin qe6 cheoam, leva-nos
MWje g que.ea*os de vr.onibreveb ereildo
rnmerq (VE l as ceifadas ple lafboe. -
STemos, po o,. con m cuidado feitoal-
gumas compras de farinha, mit e. e : e
a distribution feita aos povodaes dere o re&bi-
merito do dinbeiro ath eota data jA monta a
374$, e isto por termos em vLsta auxiliar aos
de necessi'-,wem oxtremo., Familias ha-
por6m, as escondidas, a ponto de
nao pod o'lar.o p0o, tal 60 o estadoya
complete 'm .'ea. que se aclam, por i
qne lemoiteos a eisa digna coumnissbo, "We
bom-sera vir urma ou duas carps de algedlo-
zinho ordinario, afijn de vestir esles mt*era-
veis nfis. t
(Com relageaso. gro de miserabilidade a
quo os povosteem attUingido, podemos calcu-
ladamennte affmrmar que pod4er qcando mui-
to,-a6._abo de dots mezeos ester eoncluid a
qua*t ,W.he nos foi confiada em favor dos po,-
vos-pobres, sobre o qua pedimos a'atrenolo
blnevola da honros a commisst *Apresenta-
mnos possps protustos deo coneidcago e apre-
CO. eeMfpml: mm Srs. mombros.da
commission de O sGccwros da4vintifa'de Per-
namrbuco -wilIa do T"riuni 15 de mairo
do1877.-O pio Ely. do-~~ ascimento Was-
dereg.-Jo.oaauim J Arte iNto a Silua.-Joa"
,FerrMndwLe$..la


ndo-Oea 3'Aisuwlsaoi J& nto 6 mals
iaswel a apresentaIo dsoemendas.
o 0 SR. MANOEL DO REGO: Mas p6de-se
apresentar agora.
0 Sa. PREs-IDENTE declara que as emendas
devem ser offerecidas desde ji.
0 ;R. GOs.s GAVALGANTIr: -Sr. president,
eu nao me opponho ao project, e portanto.
as observaCes .que you apresentar a casa
nab podem ser consideradas urma hbostillda-
do. Apenas* sobre elle tenho a fazor aigumas
.modiflcaoes, por.entender que assim 6 do to-
do intere~se public. A pessoa. que requereu
o privilegio de quo se trata, se obriga a montar
uma-fabricara vapor de fazor chap6os, e a ou-
tras eon lif5es; por6in, enmendo que se nao
deve matar a pequena industrial existence na
provincia, do fabric de chap6os. To4oa nas
sabemos qae n'esLa cidade e fdra d'ella, exis-
temn muits officlinus qu e preparam chau6os,
usando, e verdade, de materias primes vindas
do eatanigefro; e, e9 l to WvedadOe.'juto
quo se nao mate estawpquena indostria, por-
que a razlo principstdo privlleoestA em que
o contratanto eplore' s m4terlas primas do
paizre noa havia ntilidadealna ae ew e usas-
ase-*ente -das quo vissoem doeslaMgeiro,
porque fabrics d'esta ordem, e9bora em po-
quena escala, j-A existem na provincia.
0 SR. RATIs a SiLVA: F o que me levou
a dar o meu vote ao projcto.
O SR. G-ES CAVALCANTE :--E o motivo que
me faz votar polo project, 6 a esperanva qef
Atenho de qeo o contratante venha explorer
umra indusW que. nao existe na provincia;
do contrario votaria contra.-
0 SR. PINTo PE zSoA :- se o contratante
nao explorar, quakl6 a.pena?
0 Sa. RATIS E 8iLVA:--Nao temlrn Jugar o pri-
vilegio. -
0 SR. Qos CAVALCANT: -Nao tern lugar,
Como diz o nobre deputadbo, porque-esta 6 a el-
z.o de ser do mesmo privilogio.
0. SR. PINTOPfgssoA: E no p'ojecto estA
consilado isto?.
0 SR. RATis o SILYA Nlo precise.
0 Sn.f'GbEs -CVALCA-TL,: NB O precise.
-pesde quooa .Qto aMte eumpdr, asscu-
sdWae do a|Ia pi W'to. M padfl
tow:r pe que.eue 6 cOoodMWo


sola am iDt4resse tao impormaf t '
plora&Oo da nova industria, a que
to estd obrigado o contratante.
*O.nobre deputado oppbe-se ainda ao .
to pela razao de se querer. conceder so con. -
tr atante mais do que elle requereu. 0 nobfre
deputado nao tern tambem razao neste pono,.
Nao ponho .om duvida que o cot is, to
nha requerido nos termos em que o..
sa o nobre deputado ; pias, se 4usat.-
fez, requereu uma cousa inxquivel .
N6s sabemos que nas fabrics deste'o -
sao ermpregadaq materials pnrimas, iue "f
dem ser exploradas no paiz, porque aquiv
Rao existem; de modo que, senos-cnoede;-
semos um privilegio para que -no fabric .de
chaps, somente fossem empregadaa.toa- i.
terias primas do.paiz,. seria o mesmo 0 di-
zer que essa fabriea nao pderia prep -a
pR6os; porque todos demnandam cerlo
rias primas, que nao temos, e algua
terias especiacs como per exemplb, o01 l e
a lebre, corn que se fabricam exclusivfikente;
'e se les animaes nWo existed no pa1l,.o conr
tratante nao podia certamente obrigar-se a ac- -
olimatalios; serial um contrasenso, Qma cou-
sa memo impossivel. -
Peor consequincia, embora o contrataate
empregtm nuterias primas vindas do ftoa-
geiro, desde que explore, as' existebtss -no
paiz.. -
0 SR. RATIS E SILVA :-Que as.bha. *
o0 SB. GOES CAVALCA-TE :-... traf aestepri-&,
"9ilegio grande obeneflcio e intespose publo
para a provincia e para o pqzz.
O S. SIQUEIRA CAMPOS :-FicarA eHe o uni-
co explorador de chap6os.
OSa. GOES CAVA M :- Contra q proctor
o que se kddedzLo se, tendo o C
o pivilegio parN mpFgr as material pnmas, .
nao s6 do paiz como tamhem do estrageiro,..
aria eUse prejudicar a pequena industtra, quo
-ba na+r.pvincia, "de fabricar chap6Os cegf a-
-trias primas vindas do ostrlmge ;.- e Ltow
seria um motivO para eu votar o-
to, soe nAo me fosse licito ap a.- %.
amedW neste sentido. Foi esta rsni(pd_ -
1rec-O. avl, dispondo quo o p0 ifMi1I*'
gedcfrm prejua da yig9^;
SQWRA CAMPv .
Oftj. GOES !CAvuuifeq r ii l
N owla so sNfo-o I
it argiffenAM des 1#1deLt, 9 0a ||||
6 obvigltlo a xplorar as
pai, shi eal motivo do 1" .
olr Industrios 6 'i so-
b arii, eaml prepist t
oqu# q6 l4,oar qteua
api emeods qaeapo.^ ^ ^ -
*~a~ntre prr~la mfhlai o
offt .m414 .60 Ainft


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24


7- '.
l
.4- ^


ep
Aul
eo



















































t M mconohLudo.
UtPrOn PzsSOA ;-4i vo6quaoe o fnas
a djsllii, quando o mineu dcever a -elkua me
chamsa.;-temos tempo.
t.rmai ids.a, apoiada e post tnjoactamn,-
4.o4sifsctis6Ao a seguinte emeoda:
eSi. eaeaSda-depois dA pal-a TB -o paiz,
aMowgome-se-ou (tue possa existh',-Goes
Cepquade. am '
,g ,rIIrynipdo Marques fazalgiunmas ahb-
servflQcs. .
E' "igualmente lida, apoiada e posta co01uno-
Lam, 'rte eim dihsou a seguinte einenita:
4 Ao-art. .'2-depois da palavra expomrr;di-
ga-sa-.reaulusi \'aanento.
P Aart. 3--suppriina-se a palavna-lre
for Oeg)smaio iaportar.--Marqaes da Silva. o
O.is. ati's e Silva :-Sr. presidGntorei'io
estwa-4isposto a toimar pare m debate que
Sso.aita poar ocasiau da diLsoisrao deste pro-
S jecto. M1as o requerimenLo ultimn Lque mandou
^'J a jrnesa o nobe deputado inca diasli.ncto colle-
ga do district, mine fora a vir Ai tribuna dizer
SalW*&pMjvra&sacarca de sua emia Ja.
4' $.U prepidenato, enu., quo tenbo sido atdhoje
* nia~.sa-dots priviltgios, ta- votaria por este,
CU c aotoAo ,declarei o ann-o passadi, se cIte ti-
S v me'i(vn4fate por tim o fabric de chap6os
S con a matoria prima vinadadO-estrangeiiro. A
* rmailOuf'ia, pterm,qua-vme leva.a.votar.pefo
projpqlsu, 6'a ooftiiao quo nelle existeobcigan-
.do. w'iviegiado a explorer e apreofitar a
mupria primnia do paiz.
-OiS.- OYwrio MtAnQuws: i Enlso dove
aceitar a minha emenda.
-O'SRRA.BTis SiLVA.-NAa posso aceitar a
emenda do noliw depatada; porqeo ontendo
quaes+ np est no caso de aer ade eota.


Sr -


&o.pait fbsse rico destas Interias primas
quese vai bus tar no esa'rageiro, se n6s -ti-
veswanos aniaes donsticos, cujo p3H.Y po-
desumtes apmoveitar para. ofthbridodsLes s ch:i-
po9 i- pedessemots aproveitar loda a. matequ
prik:of paizde .:niodo a satisfazer o.qwe s&
teimat-.ista; se tivessemos esses aninmaes
erAtaotaabandancia qae desse para sastentar
una fbAi regularinente monrtada, es'certa-
mienta.4oteria pela -eameda de nbbe desWttam. enaprunas, #smaap% .que tie a
teio imno9teria paw, desejar; to .a iall
A dadOeu1resua- do.prjetto 6 -a expWaC
feta.&val Industa, porqeaino, -Sr. Voesiden-.
tojaf s tmemw no paiz animaes calo' pefse
.preag parMtmete para o a-rio deehAos,
e4e nlao temos lebre, s eo tameaws o castor
tuitouitm s anitias, eomo-porexeinple :-4
loaMr, que possue urn pelo *no, deNicado e
apenpiade para o iubrioo do ehap~os, pello
esteaqof, -sen, o 6 -supor,0. rtambem nalo .in-
Sfeeler w daqueles animnaes vie veei wde r6ra.
I ewB..altm n disto uit aniimazinhe&oonheeido
vulgatoete pelo name de gato-do matto,-fujo
pell.o tamjbew eeO epde e-w s iapr-oVtado,
teoaos ocoelho, e otrts animazes siliestmre
pam isto apyveitaveis.
Ua. DPUTAoo :--F' -verdade.
Ou.iTo SR. J)EPUTA.DO --,Plde passer .-pot,
lebge.
04 4ttiAtsS SLVA :-E torosu senlwo,:
aiha outros animals domestios, cojo pale
depis de w 'pwado, pde set *mnpregado,was
na ejrco 4outamaiterias 6 4 ,Westa a
'd project 4 e 6- -noosaro Ae -d
muit4evowpienciA quetaindtaiaaova sOsja,
dessola nuo paiz. Mas concede" pTpiVi-
le"_giziapdoese o prav r .aa-sarso-
melateaitnawmiaptiwa do pat, 4,-matar- in-
dusia, 4qperer se e onoeder aumt privflaegio
que nao poderd ser realisado, quwfariA pio-
juizo.daqfaelle queoaqotaUr, porqupato alo:se
p6de. sar soumeate da materian prima SApats
porque, omo Ja mostrei, tnaoa tlemos em ta
; ta quantidade que se possa montar urma fablit
S.ca corno guerquetUe que so-liciatnass.erttW
o privil.oiodi d ,que so trata. E' por ,s8oSL
-prp4eatjle, qu# eu nao acompanhlo 0 nobre
deputado votando pela saae meada. V6to peol
projito cewoestA, porqunenllW4a*o ase ibbri-
-ga o concessionario a oempregar priaciptlmen-
t a aMeria prima do sI como a-permis-
teoquokebqtenba do sWgiro. -dqaeo-t
Sver sesasdde vista. eotroEmtdo paiz-nmi-
cament4-. nalo poderiA sastentar a fabric.
0S.. OfiuaMo MARQucs:-E' s6-b qua veio,
que pose anwtrisar. o trisglie.
0 $i. RATAS K SILVA :-0 Otbre- isputad.
S teve sUta .amra na apresentbkio de .:sum
emeoda, o nobre. deputado infenso ao projec-
to, quegendo matal-o, lembrouse de lhe dar
ummowrte doce. e suave, apresentaudo urea
emeiMh na qual se obriga o conmsaiouaio.z
empregar ex.Jusi-vamente a material prima d-
paiz. Ora, na o bavendo no paiz esta mater]
.prVaa emtb.o grande quanbidado, claro flea
que 0o Drivileo sera inexequivel e a.amorte do
estableeenito nla so se fara esperar.


a. QwirTnHo M~feoUBs :-O cencosiona-
rioci qpeos.peio~iso. *
&W wsa~rt.SILVA: vueddste;.msn6s
do'desnscomoedre aqui qe podemos m a do.
veWfln a, t ien* to j t aIlwaU eida-
de o queoa &ptnde iicimr no pdiz. .
0 nonw fiou ut o oflmdo projeo J6 d-
envoa.r tnainddutrbi n*ofto pals; s 08oso
inUiit*, o nosse mtersse .6- 1 o ng 0 -
tot4gis ; 6 fzer MMin.que o pat tm i to-
doW.-m, 4is uoa indastria novad fqoe poma
n .aSa*o, porie 9 aan 6 qa sUe upole
aU^ffrafjmjBdenugrandeclmsseBe'presp~ri-
AIWtfeue ogv ns ~^|~io A' Vista


In 'tao .
I cior duznaflij uos"s pn
Io0i.oo os indivados, r as a r a
estes. ^ pi S1
Senhores, a madteria 6 dP r a-ps
CQo; attendamos bon r. emS o t



ujiesmo tS q tiej.onb^ate4sa o:*l





t~t tv^^t;N quo f~rn<
I aT Qeve ser-da ie 'eq o d me fmodrO
iao estrongeiroo., ,


io p uzom as (Iven
tegiaalo doe seo d .i nvo l do V .pn if pfeor
Im aesestra'geiaa. ....
Seahwir,euto dm roar ditra 4 p niera
cit.o is OS seatdos, porq .6aoa do. niosa
lei da sociabilidado qup.,ha de. aascer a-prs-
peridvade o beni estar'do paiz.. Mas por isto'
?smo a quiet exito e'e lba e
ur-iv segio. e'. d ., p ,_i r. D q so
S verdad e que se d-z qu alec e.p-
Veo ao inven.toR 'fas, "ts drao a,,s o 'e
Wtmea osc a fi o rneen-
eonmed,,s-g uvp o.. .Wn
or? SolicitarelPe o gozo'ea istVb do sau,
traballho, do seu invento nto e p6d um favor.
mas o cu capimeso spum r dir nt por venturai
D mais sagrado, porque 6 a obta do ,genio quo
deve ser applaudida e respeitata.
M1as aqui nada existe de-.semefhantf; e
quer-se coneeder urm privikiaoo De que se
trata c.ji efTeito pra-s nrcedIer esse privi-
logio ?
S- S'. Ai.xc.onADO 3uNIon : Trata-so lt,1
garantia do- captlaes empregarlos. .
0 SR. PIYTO PC-SC)A : -Masf V. Exe. sabe M
o emprego de capilaes s6 por si n4,o jIstifoiti
o privitegio.
0 Sgn. ALCo- on.PAo -Juxor :-O( justifica de
alkum modo.
OSR. PITO PEKsS)A:-Poi9ento todos os
capitals para sere'n tdrnpregtfos reG'anioui
uni privilegio ? E e jnsto "eS 1N'o concet?-.?
.No sab-3 V.-- Exc. tfe o e'prego dos capi;taes
tom do eorrer nwt.rtmeiete a sort do com-
mierclo, e a sort de to. i.rdustrina ? Pois
q6s & 0o-podem os-anmattir-emsrego de capi-
Laos sere upI 5 sela-o eHles soccorridos pel.i
mao-avara do prlvitegio? 9
0 SR.RATIS m' S rI.x:-t-Lit t:ina aniinmaCo' a
e.pk)rapoto do ma Indu4trta.
S0 SR. Pro. Pfssse.:--!&o 6 una -anti:na-
-to, e.mio mostrarel. Eoe entendemn aosno-
res deptttgaos '.que -posqo -adiantar algnma
oousa paraillustrar o debate sobre assumpto
tqo important, et-a solieltai-ia os- sous votes,
para o adnleosodeta.-taises..iQ, afit de qaeu
selpossa refundir totasestgs -emendas [apoia-
dosJ o pam. qae i possamts- ostudar melior e
bhabilitar--ft tavbtoem a-dr nam vrto mais se-
guro e mait Cbeseienolsb. -
SE nobre para esta 'ass em1La que em as-*
sumlio to l griAvo nAb s' resoiva sem apurado
,esuda. -.
0 SR. GOES GAVALCANTE da urn apart.
0 Sn. @TwRo PSsoA :-,,E 6 por isso que
soinitodft V. Hec. sentt vote param adiar o
prMjeie par mais 4p liners. omo.xVs.Excs.
oetC o aoerdos o mimigo... '
0 SR. SIQUEIRA CAMPO$ -iGm a "u1aIorla.
00 --n. fifrol is- a .-..s.e eu gosto de
-8felh00o .tfalona, 1orq0e 4 -sempif a
lei e- ,eur4 *it a lti, ,pis. ?Adiaem qune
sou imsIt*4i, ao 1menossuito sBO
'lei... ,
0 .-PL Ss, GAe T VALC ,,TE:.- etmx :di
lei. -
-o Sft. PITO PEssoA :-.. .e ua quero ftWgir
a,": swims6.devemes.
0 Sn. RATIs &L SLVA i',-0-nobre deputado6
mestro e.nmestre-muitodias --U.
0 SR. PINTO PESSOA : Conseguinrtp.Mte
vouaflececr orme u requerimento, haaa. vez,
Sr. president, qup Vi Ec. teatdw u p i elle
nfo implika ,cow- o autc.. bIAutSlO-ha d
d is e su i ., ;
0 Sn..PnzaosmBs :r o; :o Tecpw aento
do nobre deputado nm p iwipuoo. op hplmeiro
vequerinao que foi apremeatadoe e sen se
aeha.per isso-puej4ucadDo.
0 Sa. .lIWW .kssoA: Bern; vmo pi-
gqUter. -
t! lid, apoiad- a pqpto ooajuauotaauente em
disausslo -iae rqnenmano:
-..,e o lor awroeado o requienimuteo do
Dr. Qtyuoip uMauqa soja. a4iada; a- discusaos
porlfaAB dla~-rRRJit hues..
No.4anudo*5sae qum z pesa a palarra, 6
epoenswk ebra~t..*
0,Oi:j, PlS. Pessoa-equer:quej -si' ,o-
fliail a otagao Ado pgqcQo Conmlsutada a
asopolb6al, decide p.a-aflirmafJvA.
tppuw ap 4am!-wee -ute, requ recto de
48t. IHaUse:Sulva, oora rolac~io-ssmundme.
Forum sucoes-tvswesteraitado s reque-
lianentoa .= 6eiSa e Pi.,.
i2essoa..-


-app1Nowdoto sosbstfutlivo, flcaudo prejf
4icado a project e a*e;n ais apprwadas m,
2dtispcuasfo. Votaram St os SB *. -MtAig
La Res, se. Sivn, O ,par de Drammend,
il96fheQWW s, L.Md Xe ,aReg, iLooet
iMes-sea, 4.nba aVtemte,- -Alcohbo Jud -
hior, Goes Cavalcante,'LaoeA,'MorontlAisres,
,jMhe 8lva e Virgitio Cqe:', ao d .tod 18; e
contra os Srs. Uclaha avaloate, Firnniho tde
Novasi Hobnda Cha Wa, Pints Peoss, Hen-
rique Marques, Soares, Manoel do.Rego, ..Me
nelio Paie, 'Siqluira tarnpae o M ueqos 4.c
Silva:aotodd .- ,
J depois approvada a-i emenda tido Sr. G6es
Cavalcante por unanlmidude de votds; e a 2'
contra o vote do Sr. Moreira Avires.
it, ftialmeate, approval gaF part da omen-
da do Sr. Marques da Situ, considerando-se
prejudicada a 2 part depots' dena questao
- ordemn, em qua tomou paW Sr. Pinto
Pessoa. Votaram a favor os rS 'ehfa Ca-
vhlcante, Firmino de Novaes, Hobtiea Cha-
con, Pinto Pesso, HenTiqear Soarea,
J. de Meio:Rego, Leonei -de Alenocar, Mane.
do Rego, Keaelio Ptnte lqutlm Camal e
Marques da SSia: so t6de 0; roatra o&s.
Attico dsio., Sis e I ,.,apar.d Dnq."
mfonA, B .tM slate XMriimS.
AtooforitdbrJuaior. oes-Cg~svaleanto Lj oih,
MmaWira AWAes, % atis e Sisva e Virgitio Coiho:.
as todoll. i
Assndaa ;an fia suaem -depeadestes
,e u. ,b liM, .oa -
wis. .,ft Is-,tahia*hua ,. Sr. p.-.

4ecedmnta;, M R~t niwotn.X
25j, 26, 27",-, 59 8 wae


e SUM sikg^ ma.^
iN^-a AlmlA i i J. .... : .a_-- iado


n .uo' e -sld. -ta77.






0 (|IB9di fevoirto 18nr~acJ.is mciits
f*18, A vorb Socy PQubfic;do minis-I
vazido GiTampello, Siquva C'neu --
Alves, Soares o Atknid o l ad iIIoa
AP69 fpi .appovado) q9Bl> ni M H
qae damtlMb io dete r fisa o A "-at



prestre~-Va^MTn( dw#2f :dootfe
cgantdoa ;lw .it, o t .si:fen-

cAno Qddous dad6iproa fsutados p55g3ws
aiatueadrproa deai1pIr Fms i dstr ui -
soguinte rm t;. i p ...*
a Searorda o3 :iF dt re3 deft itr-d ,
naxubueo, em 221damjawde 177. .-- 0 prei-
dBaoe Etpoi iaresole apir i sob via f -c.
MiWa~id oax-rterh*tnems ds de --&43 9. -984%
do pa de feveipP io 186I maes t m-cpeiad ce
.Qg0A, a verbaQocros Publicos; do mIni-
tirio,.doGimpario, rdltiva no eerc'.iiondt
17f6-t882 p0ara o0ratUin ao titas ,eapxas. *t
a distraibto dewl ro's t populagG iaw-
ggnta.do aftto seroko teo snioinsH i effiien-
le o qae himErdneteWi d aberbo para essrei ms
tarisoQ vc dos daloiRnpreseatados peaqt5-
anissuo eacurresgida Op pemllnte di.Wtfbui-
aeo.-Meu pet (_a"nei9WCsumisiao' dra deua-eo
6o0mnlssa n oeetraM de seemros-
foi-as rdmealatido o Psanlaste parm pi aicaa
IM Alm. a-Ex.in.Si. t-- A om migss V-
encarrlV avtu dosiso.enrros ms dgv1lsiacs d'.
hitfarionhdaprpioba, particip9 a A V. xIc) tir'
eaiviadopata 1 tieesao espeial dt _-co-.
iJnaopa do" uantphqBir^8 0vathmne co"pitentes1



Ofltsamn;lodo-;reoibja *o ftpahe
eai -ii~at~amssdfarikrt.a, 26 de l hO, dee
f.iiAo 4 1foero, de-dndas, paea serem dis-
tribaidos Mmm og rotu ateremi s pares offieiaes das antontaes dCa-
alca a comarm de Pahellasn retmomt l ae
cidadis, que atli co46stitunem a con mi&pas u-
cado GvooM Eparamistentesi em 40 sacc=) de'
farinha,- dftwiltho, 9 de aijaa fi t a do
fazenpasiTaa.a i Oefis o n encie.dao. Ae
4eaamWsGii do. reoiumeftq.to d u aa" IF
vtia ido sUioeiro deua atels ort iSb Is
instiucdads neeowsadas Bpara cd trutar eo
daie5s-e, roettae fam.. .camgyameRO! de Wl
cngas ma, *o tmo Ade .f lgaeipra;'rs. pM'a kI
de Frmes,c 60 para o ie Tr-iuimpho. e 00 Vfay
o d nVtta-Bedta,:sero o carregamelato- Om
carda dnr dos lrs praneiros srmos coavpaate
do ,44MoFsd faris a, 44. d -mlUho,- 10 de
faei afeeasmi, do famed t-.
6Pawf p illaa OdleoIeM & "oo do se -fe,
viOMeotAsnbrnseI ienw9, eftnOmns .qseaido






co~tnp3Seoji mui iptiD.Agl ae
da~d Gasa&yaA .c d co ron d ~ etanoi.-
co-do4 eodo Nasim rao amaedo p "Loos
atoridades daiw tros da BcBem oig Bn
44 ,. o csl kiM E,
inatt umoq osimaroqe ehat para aceospre
tirmo, compost do Jui'de-direito Dr. Ray-.
IAnadf. 'Pieaoso ad 4 r ca *-e--Silva, Com-
me7dado Xamoel WmeiDr Pessea Cavaneant.m
e Major FrmcitsooqVu z Goavaleate, -Le-.ara am4
vaiMas -do tintr aersuo amen.wit .So





'hftim l~l:utrodo datafabl, -m tundo. q
parts tai etm 'fli-da dcimwatao a pecvu




90p. a rIna s9.s mpponte, 4s indlm*
coMpoetauo-jtaie rwmicipat r. Anrgold,7m2
doe atralbmo alt rs.qu% do omoronelGrancIs-
code Banro s do Narimento ;-do caplao e -os
GwonONIMSTorres, a quem se dir;to, danf o
instruO$em:me p eldar'os soccBrros preU .
'ci9owsw.a conanamSo+de deposit b os- mesmds
*-m ra-rt. TodaS as rechiae s -que th~e
ptare am justas tern sdo seropre,^ttlenddas.'
EDeos guard arT. g's. 4:Recifo, em 29 de .T'to
de- 4877.-fftlm. o"eaC~n, Sr. Dr. Manoel *Ctemen'*-
tino.Carne.re'da',anbra, digno paesidene.da.

T heatro(e> ttanta Isabel -- jtun'lo. a
.partedca-po~oia,"dt,(a de hjortt, KS.y, va*
,purina na secco eanipetente,. 4s indtiv^
'd~u~ e tomaiaai) part no tumult oceocrd'o;
lwn espertctael A e.ommerctante~de~carne secea; os estudoei
Freire de CarvalhoAc~x^e outros cqos.ao
vms ,ero.meocidosad"s'

,28 doi09e,qui.lje'4tada,,e .no luaf:ai-ap>,_
:Grands do list~iectade BeeJ,.Lamr~tio AM
;da $flva-e :ntaoewwia de larros eammia-.i.


ram a Kiwi. Jpopito -arteira do Ifello, e.
evfadiit-se. P -keUdjdo roi. rcoUWio noa
hospital Pod o Ijplara sw trLatadi. -
kimetd*I.'a.4A hose d& nit De Q 8-
nea.que 6kojaeoaii-es-o!-aeio~i
19* _hrboi.etaw st OoPau dGIOui
$uasm Ia, t4stri.o -da -d$egega d-z S. ls;
Descoberto e oombatldo a tenmpo, feoO
extincto a bsforgos dos respectivos subdelega-
dos, comwnandantefas&ecgA6 da guard-ivica,
inspectortfu -qsartmho e l ean spempas.
Veriflcou-se tlr side aesual., ,
binbeiro Os, vapores Ipoja-e CoG
d'Eu, trouxeram para:
Luiz Aptornio Siqu ia 56-
Machado & Pereira -
r in. &C. #
Pei Carueiro, Maia &4 4 .H
PriA iis .Qa da$ivja C.
J 'Aiatonloilz .1
V -8 o- @e Jaasebo-oT
CAqdtedia dre ur 5sc #li

TonMtne l 4" .. _.s,


6 P *.* *


aaaoelfloss&4daSilva Anorim

XIV
.-stfit r,e defeA

Co^flms LotJas 4s provas constaotes dos
atott is de enumerarraos os resaltados
dos deii mEtjos das testemrnnhas, que ape-
nas 4e'ozemd. sobre circpmnstancias anterio-
res ou "ptLeriores ao crime r depuis de de-
moBtstrarmms qua Ltas testemanras, pela.ali-
socta de uniformnidade e,precisuo em s~as af-
tmnnagOe.gvelvamr-talta de observaeAo-at-
tenta-d9w4ctos e ausencia der intoira veraie-
dade ; depots (fe entrarmos na uprpoiaao dos
depAnmentosAas trstestewtias, -quie se di-
zern premnpiwes ; chegamus A concuslus de
quo o.enmeurso de todas ascircunistancias de-
'inostrava lgicamente que n&o foi Antouio
Ios6* des AgAs qneif4erio Matioel Jos6 do Sa-
crainento, e qe,; p-eIo otrario, todos os in-
dioioa toduts agresraimpqots .todas is provas
o i a .pta ,soeie ilndigitxr Macedox
Ipoao assarsno1 d. Sacramento, fact q e
se osvnria em evidente-Yverdade, mediate a
coBfisalo qaet&ea. o pruprio'Macso, Wo*ixlsr
tloqw seo fh ui etam juiz'uo todavia era
de sujeto capaz do erime, porquanto depo4;
*a morNMe aetamsernto conSommara outra.
da rnesnai-Aaturoza e.revetida de om. or gra-
,vdade, mfleuIa o veresimil,por star e ar
moma anneo resakeila do o as grovas, eonJ
fssao qne-so in aotemnrito reeeUdo, po1
quo o faat-quo Qoi~t6in p~dode ri-reinooslrtt
ordadeim Pot outras (oumstawzas. tnjil-
tautoq 'tjocesso etdsS quaesM gcnate
IDWM -meI A
.9Wt obegasus A~itman tnchiupo
,a graveerro judieiadrio 9 sd tfi t,
',A U-,' Ad .10

1* 4. IIVOI1* a-
'Rnheoida a innoceanda d6Mo*eiro, &naA
vase abslvido pelo trfibutnal do jury, e con-
seguntemeote destruida a circuistncia de
Ier Mdo-nacmmmeito de m&a-M atftrahido a IU-
roem quete eoftsummara o rlMna, d~ons-
"Ldo comr flcoo, que eriminoso, qt4' o.as
sasMImo f&a' Maceo, e dabo Atonio Sos4 d$
Apjos, exatiJe8m9 agpra o factos arudos'
comtraMano .'Goms d Silv A marir_ os
gieie = = "aootSdead$ Co 0cdnstlt6otvos do'
mndalto, p virtude do qual so pprpetlara 0
tries
Qtwr Sacameaeto fosse fsrlTo pot Antonib'
Jose dos As.jos, qieor fosse pelo solada 'JcoA
fi~dmod~l~ceosanettiaite cfr:ris~n~ -
tO qat rto f "UR ,omoeum DUtrof-a"0
Wiaytdlffpbder!'stb~iftir. : .' -: ,:
fteodhrino?-eans RUtI)3, v'6S0 qe~1 L$Li~
Aiorim sudRta-se 'a n-diseato de ser o a'ftn-
dante do Mrime, o por que vMa emn inimni ale
qrO Serameintou, por -o'tler ste querido re-.,
petir um pagaiMento, coffores exigia -o es-',
Tno Amor n. facto qae iieremi abgqamu.,ste,
mntihas, e eoftrmna Sac:.amento- nb autq e
y/rgantas que lhe foram dirigidas, auto 4t1
per -mnwi do MiiaGwS o tetnearid& 4
auxeaw a destsv ar minma Sacramiftw,
co norme w ef rm wa dito auto, tlronuata'-
ciaz estA.perm, Ier Sd' w .i'o.i fcontra em qui.t
querwouti pefa dos autes; S9'porqne, pan A
perpsetruo:do cran, uiogitaM a leSnos d.
Siiramiio rom Ps t~exaskbbs ts r~rt XbN6, ral -01.
os car-amsgoPniucisco "Anseftno a'San-
t'Anna e PFvwrmcoEmImn&o na Aqqtrm Ozofi-
ae .d-o. .Om t de 1 acan ae
tta, _relbe oftenido-e bora assire Antonio
osE do; por'ocaa d0 sert, .p oe-
I M -t d" s ta o '

raids rrogade polo srbMdekswdo
iJos; i ,e qlt porQfta- ta'rmna do.
L rassrn ii ertfmquentada por Wco&d9 pe
ApteaoHqIO q A*Jos, 64 n-eAmociuarec&-
biam born acothimern p dgn o hihO
quo bb ..iAs send o or t 'atadoe ant
..'44,'he:p de onte
,rin. -~t tira. aln ,do bande.oiritta^
d anaa~jrt que-'P cauaa de Am'orftnhavia

-. Al6Bt.todas688as clrcumstancias, xrtn
f.la-outraa quese procjrou da .iwpori

j ~o f'Ap ttflOe icando prgnva, doqtsaeul fi-uo

d .le ,,ia" as .4 ^.


.. A-armqa 6 sempre, on quasi se m9-e, ainl-
les o resdlta:l-. fi0lL i nuviuWeOLt- d"coukIMu
diz o desembargador Meadestda Cunha, do qtt
ama tesoluClo formada para comniettLer um
crime.
t 0 que anwaga previne o u inirnigo, e,
so expOe A urna reapyao pr6via do in ividuo
anieanado ; e quern revella c intena..'o de coinm-
madtlt um deticto, cwj va lUWao depen "e
priucipalmente do segredo, se no A un louco,
S. tern. diStido deUl. .
0 faeto da'ser a taverna de Amorim fre-
quentada por Anjos e Macedo, e sernem estes
tratados corn. certa amisade, circumstancia
esta ultima de que falla uma testemunha. p6de
ter significaf.o algumna.
Situada na travessa do Monteiro, a taverna
de Aronim, poi quactos individuos, nas cir-
cumstancias de Macedo e Jos6 dos Anjos, niiQ
seria ella fireqnentada, mostrando Ainurini
sempre e. sempre eara al-gre a todos ees ?
Que alcance p6de ter o facto de nLo paga-
rem iinediatamente o vinho Tue bebem arc-
gaezes de semelliante esphera ?
SPod-se. d'ahi conjecturar para a existeacia
de l.at.us queemdema a. prperptragaa d uam cri-
qeo-e ecrimeggr4vissimo ?
Oh por certo quo f6ra louca Leraerid*4e !-
Essa 9ircunswtancia de ir Antonio Jose dos
Aajos ji p reso, acoxtpanhado das pra.as qute
Sconduwi,4 a em dia posterior, a taverade
Amorfm pedfr ao caixeiro doste que Ihe desse
1%40polef.tiaaadiabeuhoiwe amiSo40o patrAo,
provarptambm alguma cousa contra Amo-
-irimn'? No s A isto, peoloaontrario, o resul-
itado de hrnm eoludada triw ?
Pois'lese dos Anjos iria-dar protas contra
si, praticando se.qelhaInte acto em presenqa
"drsoodados qte u acompanbawvaw.? Tendo-
'sB mostrado deseonhtv"edor das circumstan-
-cias doaT e, no aA de ser ilderrogado no
Sa. _itwbrilI, Antonio kst6 dio Anjos, que
p r a enLout Mfucedo como esecUtor do
oe-qbrim cOo-mandaat, qaAdo en-
trot.ft da dde bMAwI para DijSr-aquella
.7W Bjanlo -uapC= 4ot40 vi-
dMo..t e foaleor, qe. -ra a
10a flmfso aaio7 o 4 a re se v6 spri, ?
'o ,nmtamibe asfitel ae I sendo ra-
i~roesapena dsttesta o.faudegs, fivesse
a. ," nosmt i e fo ItenAWmad ei-3llq
Mir. ita-p ft q do que. gauobava dUraute
'dtmoo o casp, em t snemlhae foearo, i-iao
ha Intevenscn o algau da 4iparte de Amarim,
0 (1i0,aneiam iicar bo-t assigmalado send
'calxeiro apenas attesta o fact do pe-
a "eAnjos que a ao foi attendido, diz o cai-
pxeira. -por que senu patrao nao Ihe dra or-
depa para. dar tal dipbeiro-,
SK qom acreditaA na sxistencla i ultima
clrcamstancia, iso 6e, -ter Amokim apontado
para Sacramento,-, dizendo 6 aquode-,
Ap essoas que a rIferem so. cosiftrfzem
'porf u-. m odo qu a.eviden.4se torua a f-4lsipade
0Yt btofuOijas respostW sao postas-ta bocca
de Samramnnto, diz quo, apontando Amorim
dlIssua -- aquller- e as ne.siMapalai
eluusS. Jado- d, :aoam1oo,p *I n ax-
tem oppouSto eao ado- de AOrnA e, nto
ebtutstautl4, a toateqpsnka.BSeraite Jese da
^Iva~a-stcsrap1^M Sfltmt~i~o 551Mwl e LSM
rancisco Anselmo de Santa Anna, que onAo
pfetta estwer to .disvs,, Vbftt Ainorim
Spontn potem aft vkram qut a tees pa&'
t e profeoisse.! .
Quinto to facto 'de poutar Amnorim para Sa-
cramento, elle 6 ainda oontradictoriamente es-
tabelecido pets -testemuunhas_ % or quantoja.
vnoque^ -segundo a teutuatutish Berultrdo
los6da Sma ta-tji'nIal pawthnm-ti. MrapidA-
tuletAkntomf J6 -ndos e.Abnio oeak qle
AMI tue ftfa o vie mardos do feira
ftcrwmhMo peru &p~c w ambdrs -ue, se-'
tAd*do i rt lesemra 'os6 PFrancisco Anselmoi
e San Ain a raplde' nto fti tama, pore qti
pde vw mdttnctamenek quo 1itido os toius,
quom 1Vaf'o pflb^ no- w~tro iesa~Si
loetororaAftten) Jsedos Mrljos', e tegumicdo
* .Wstetosunha o, a _lM.ed .QI (So 0(1a-
sa. qua vtwf' l.r rst & i.se Mae-.
'do, io viou o ftCo de sffrferido Sanme etoe
-e tw de esolver-se a it, chfmara po.

- 'NUb 4inqa tajitltom quo, soegkndu) aupw'lsg
tesfefunhas, qaedmprminorament&-accooimek
lea-a Sramweno- fort Mqcedcg9 eqppinq. ohnrua,
seputo JosePrabet *o Ans*Uao de SaoCA*
B r.afo Anjos1 no pepktreasto que segudQno.
fo qpern rene Sacramenoto foi o memo ndih
viduo que fizera ajor -aggroasso ?
. PaIerOeh-srprelr fb e.gama a taes 'dft&
,,.es t contraditoria I Par eerto que
- Mo to -. prQv.-ejufficientes para dizer


que8~O- 85filk^^^R^*lei f


1- a'.1
ja.W^s


sera'istpdiltciymatultard dab'ai a
ad qtiaLO moffiente, tugs pafr |^ | !
omandato para a
Desqamos ainda a.; iltifimasc'elbiqeiq .: .I
esinerllheinos todos os ,a-.i, qpe i -'
ain.Ja': quando tudojjuanto x4 i iusisoe tsad '-" ,.
-uss$a ow wressio d..verdacile, qstinand -, ..
dp-eomuitos e pruvas podes:ze r ,sitfar e. q-
-de ter Ainoriin, ceawliaauo-se dom.Aw :W.e
Josei ts Ainios ou owl Iouo Clautindu-bs1-
do, provocado ou mandado upraticar uo-mna 4"
contra Sacramento, servinjlu-sc p.i. isto de '
liberalidiades, grauificair)es oa pagas, eltuA
provado que essa provoca.uAo, que esse man- .
dato ft jtustamewte para ew ussassiaadjo a in-
feliz Manoel Jos6 do Sacramento ?' .
No ease contrario, poderA ser respoiret&6
Manoel Gomes Ia Stiva Amohim por aeto _.. -"
qte nAo h-orea Inten..lo, por itAo que n fo
provira, por acto do outrerri que nmo L'ra cun-
scrgenciJtde oua provoecvo nem de seu
mandato ?
NAo per certo. A boa razao, os saus prig-
cipios de justim repe!rem semlhante conase-
quencia.


S.GoOmcow todos o eriffminahftas qne, so-
gunldo a li dai rspcLnsabilidade huinana, cada
accuisadp alopde sr punidlo sento cm razio
da parte que Lomnou n o crime, a u Hina lei da
fsutiga ditribmtva, dizenn elles, que'e a peWa
seja medida entire os culpados, seguado a cal-
pabiMsade retativa do cada um dolles. Y
- -omtesanno tlo si doutrina, esefeVer e"ar-
,not|pesrpe-nas da cotuplcidade :io p mopt
ser apphlioada seno q(atmndo os faotos qen i
constituirem forem verificados de modo tAo -;
formal quo ao espirito mais eifbtil nfo.seja
SdaMt perceber- o mentor equiveco.- Bastgrit
quo se podme suscitar ura lhgeira g t.vlda
sbbre a culpabilIdade do acciisado, 'iz or
mesmo Carnot, para que seja proferida sua


O.ovl i~i ~J V . Sobre o mandate Chauveau e F. Hellie pro- .
fessam doutrina de que a existencia dqssa
convencao deve ser clarameote estabelecida
para qu e possa ter lugar a accusacao doman-
dante. .- El pecessario urn conseatiraenl4r-
mnil dizem elles, 6 necesprio mais. queq*..
ceonsentimento : Q mandate & uma proye .
direct para a perpetcaIo ,do arIm, el I-.
taqto torna-se precise qo ftque ob w
con todas as circumstancias q4^ 4f orr
pOaratornal-o efficaz. ,
:$obre a naturezp e co.aseqenac4i do -m"a s :
to .suscita-seoainda a questto _.do earini -o
iaandante 6. respmasaval ,pelo fate.&.Umvl o
dalario quo nmapdeu os just DoiMlts fla-
data. -. :,
Lagrivereiti professfa a capinub 4o Grne .:
todos so caoos, o mandanae 4, f Ml
pelu crime corn tLdas as suas ac"r
lMuauueaa o F. lliIHeirs-a 1 o-,0puOlqIm
reswosavel pols resultados 4dofb -
esi~ padiam ter aido previous N .
rapi a consequencia provavel 4.a mWaief
qpo clera, Josse e Muyarl de VO.ogtv.es.
fazem distingcao ajgumna, porquato ea.nsifi
quie- o m.atmiaoueo :qle ,1fa.64* liit -
dao iuadal, coamo quanfdo -* r aquel I a.
quom simnplesmeunte se majrdou5ucca1r, deB
ser punido cmorn is riaordo qu^"a-aa.'
to, do qual se pde, em tU cas.o i:i qgo
mnos procurou a causa que a eccvAsi. C
hotnicidio. )) -
Discutindo a material, o conselheiro-SilvaFar-
ral6 na sua Theoria.do Cod. Pen, no comnei-.
"tolTy-PwmtwC '-*h act. 25flv^~tf.tcn.'f8S( Por.
4uez escreveo: ( N.s l.crtibe em qu fl, -m
prowoe-dpr por virtdede e md ntado, e ogeB
,raridatario, dao-se dous factos distmnceui,-t
)4andato, a que se deu L a quaLt exec^t .
ba ocrime commeUtido era cOfslqueti.a, aqut ;
op.al6m do-lnadOWto ,"
a Estes doos [a"gos lop .0re e-* ^
nodos. Cada um tern a -isabid..te
lle 6 propria. A exesuo Cdaht pelo B ,
tarib p6de nao ter lughar, pods nao.'e 4
urna tentativa, p6do ser frustrlte, pq -S
tira.eafAel, oa p6da sr i.Mpar .i ;
nuta on excessiva, em rlaS ao
Fa&er, pos, catga .o- .,0 n k
so domandatario, iuma grave wli -
qpe 6 fazel-o rtsaoasavel p"r eic liS -
f14ltas alheias. As"inm _no
forgs do mandate, o wandEd.iat
ordenou o assassinate, teI -k E
'.OF a erp acaimwto .H^~f^ ^
ea tenttatva de a sassinato ,
o. ser impuLtaveI? opect
sminato : jabem o mandan.E.
.4ouo 0 -- ratpsu.o
sponsavel pelo "alp ,
re nao provocou, ... ?
tltencionatlade t aita tn -
U*Wo fi D9 ode havok .ii ^ g |
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g 0 reeoonbe6o^ ^ HH^
podia prove o zo ;
tun m m osqueac* tuow ^ iM ^ if
nmadante, coma M ad
para comprebodet". 10
veis dosu sea s
Ces.o o",lsa -
,(at-ia;s.,&


maria noag
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'pXe, tooum to 61b4


eoneg uidte nar 6 su.ceptxeli do
Var-w l% z existenc1d4.
...... .AtsFio e.atre Ainqrim eo oM foctrdeo
;..-.'* ( "uip, cusps aisa qK sirfRa i ov~a
+ ', > a- prbvocaqo no crime, o mandate, co-',
^' ?-"-. o -"i sItaIde, fr Wa a cod.. Io 'da res-
tt -..,V wt-Iypa'ga ou pelo meao, de promessa ou
-.'" j-..~~fteUya'vio panr, clemeaieto 9m o equal !
r:. fiir*Moeinhurn effleacia poderia te r e por
^^ "" ;t.. ig+iirte jamais poder-se-ha converter
r :.h^ '4M atoao crinjoiso!
.Ek' e: "..-*i.. nalmente, sepuado os acertados principios
v', flfe sados porjousse, Mayart de Vogtans%
-r .... ( b 'raiize, Slva Fe rfo-e outros nlo basia
"i i^.ova ia exstencia dq rmanda-to nao gmtui.
;* ." ;.rps-W ail.ada indispeonsaval provar-se to-
"' ;: 'l a est,?&o- do nwindato, para que nio se-
k o-o.. o' "..'.'^. sade condemnado por actb qu nW.
^. : se W.y s poriim d4%outLrea, e isto -porque nao
i'-'"" mSerM iinputaeval ao manda4nt o ,m exssso
.'' "'&'.. m~as;:iidta-"io, rasultando r'atLi-q.ie, a jaso
S" ."",o.qute w)f& bccupainos, rAo basta dizer-se
'-.ua hiuyewe'mandato da parie de Amorimn
r iara a -parq.';ia-io de urn crime na passoa
,6, :- Sutatnento, s3ndo indispensavel litm st
V ", a- p,.ve, q6e o ian'dato cohpvehendia como
,' object o crime de murLe quo devera ser per-
S, *' v"' pctraeIo 0:1.o do fict,) foi, na pessoa do mes-
A+ ..., D-' mo Sacramenrto.
.,.. .ssinu pois, tris sAo os reqoesitos in-
S-I,..- ,, ipkp:rs,,javis para cst.abelocr-soi criminal,
d.iodadela Manoel G.ms d, Amriri s
...L ProvwaTLio ouon 'va)n g-ao en qu3 f6ra-.
i<.:'*, "- estipulaIo o '-rinio e em l'JL convierai o Inali-
-:,s, <, ? .. ..^ o
i.'.; c .0LU t.ti o p0,pcniaria, praaaa ou ao
.~. -. :- -. p6rsectiva de qualquer liberlidalde
aa-'-'t orar er.caz a inesina pro-
1 v3. tna .tp, proia cbl quanto dKlen-
,..-' ,- -_ 'o -.-lto. do w qlod-qe fique f"6a de dn-
S./, + -i'-d.b.+t. A ori3 nao.i taWAi.a simple.,cton-
..,,e fefir,,QW., ,iconitesta vpl mt.t n iaara
,< -i, 14i Jo6 m, 4o A njos'otl Joao .Ciaad i no
....e. ac* eca tasse a'sanoel Jos6 do tcra-
'' ^gpentoi^
"'- l-.l g ee a. .lnualqeur -ma daspro'-as, de
--.. A :M prnimoiroe segundo luga#, ex-
; -. .*^*^ r ''ai a coasgaiRotnnl +e +vSai a
A :iiorimaa -a Halta daLerceinz prova eoclue
;.. ti do poler ter ele inaidado
i|critm. .de moe, p' qe, ua-
[: -.: g ,p$trI+ s r consierad.a comjpan-
,a iu am espancanento on do umn-,eli-
+'- a' .nd" a tdo meotre. .
S v naes s5n as provas. "e.xis-.
t ..' *wts do te qe nitre Amorifrnm e An-
t;,.." )- w .epr4nAiorim qe Macdoq hgvrLer.prrevip
|^~e I' ;, a pre*"*ia~
":. ...Yww ,previoaj.steeonqtlte pUr jwrovoca-
: -,",.|. .'Awrrnim*, -ficaTeesovfda a meOrLte de
_..".. "- o-nito adsa .ps investigai5es a qio pro-
....:- -..'. a olicia, slo numerosas as 4provas
F.. ,, ir_ ajustia public, por6m do ne-
,. '. .. 1#tAs rosul Ltal popmoveno, tal ajus-
nbAudo Ibitaje.: a- ltr 4,morior
ipra #acramiento oproferido'n'as pa-
",. ,,f ewsegaqullld? Estlas duas cire isLans -
Q povada P cuja edxrj;p a "j5 do-
~. -r.+t &- I Sp" a sI.w.1 a fox l,. pif;-s.JAO consi-t
;.. 'A ".r. as o d& juWa. -- da pro,5caga
-., ,:+ ".. :+.'L,:<.ij r .wpr t1ll A ioui ? Nao,. cerpt-
4 ; ,ip; ce a5
,i. ."- -'.s.-n como deI-as' e pode presu r que
Syo. u vc.'I MWcewo cr previo entire morin
y`U O' ~lpl tdrnr-gbilff*dbtra ded*


'^^.^^'^3a~i&por par:e.dei A rlmjou desqe
we JIMe
Aw- e^loat qciOio di3-1
I ; ..,^ ..."tW < |^ ^"- -^?A .4 ^ ': *- ,
1^ .'" ".- .n "i .'hie emento do =midaixd, pa$-'
:,.',- ., ..- j.w'tH M B N ^^^.^ o .' .e r s-
%g g ; ;'= e ,.ltq !ir~ b -ali+ ^1^^-rf '~ ~~ -'~ ^ jrade" AtjOm oud. Macedo a perp^-


to.
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WWQM I~r .Stt < ^ a^

0*0*PAWAP0P'iq w4 .W*-
V3R4Gipecf 09 %a& ^Bitsr*4)^?etw^^
sar o, p g 0ao bass a s pt
P","
4 As pwvAze.a pun u.wiar ayoapdqiu
doAM acc -~AdW


cer o mesmo andao L .. .. -
Aintia wisie, punce Mwoatn~gmoe,, ba
ldos na opinii"7 0dose to iP 0A ,WeabPii
Woa.p-2ara 4tesejaAwmeha ooP4"apu4eoqa*
mandant do crime-des ofse.n Pfp-
21a datxda, a eiterjailo do muandalo j~ s$.4w.t
seguinte. quo 41,0unomn iidg 'spanr.4i
!et'ar m isdpente, por, m. quo a :.tdrj
no eutrelauto, reur-eudoe o, aosa os vtse'
,quo, por oecasiM o do .u d L juapund a.
rosa opiao aqado Arm1rimi senin
IU -0 ro Mnxoc( Game. -da S&W ,UAWW s fl
qsem vwado pGiCt poroutr-rn 4ar 1 a d 4
feliz Maaoel Jos do Sacramt 6 Aq q4am'I.nM-
ndctu o jury po" soveo vot'coMtra Lres.-*. -in
o. r6oMantocln Gouems d S i"n Amorio, fi
qoem mian-oa p rj, oute 9 daj. a (ucqsa i- -
l'iz MArnoel Jo04 do Scranmnto ;asewo. quei
ouLro qunqu sito, re&tass .lS,,,mwt-
dando da. a, aciada, #amUdran Amori2m ma tari,
Sacramento, pci. respectira s anontea.wons ,.
applicadaslas o.ptas do gaias perpetdas, coimp
so o jury houvessefo efrmado *o sme.te qut1
Anorim houvesse mandedo a dar a facada po;-
r6in ainda codo se honvess" estabelecio que
Atnomiim ihourera mandadb maur ao mosmrp
SacraTmenLo. -
Mandar dar facade lo 6 maandar -maLa':
urif coumsa nilo ogica cohsWecnia de.atai%
e poitanLo, desde que o mandatee aso 6 resr,
ponsavel pelo esces.o do mandatario, _wi
pois do quesito de que se Lrtaydevera segule
ouLro om qua se preeisasse a queshtd 4e sa--
her so o jnaqdato eompreheadera a more, ona
eita&o, nao so estabaei'cefldo o quesito conwoacL
ma osti, devera-se Iormular. fir o comtpbr
exemplo, por occasion dda prhieiro.julIpwentLo,
em que se pergurntou dsdesJd g, se Afotin
j.aandara alar. "- '
r..e Vpordm, quaW ez i.Lo ," .o as .
postas .d. jau, ni autisa e' ond1
naua.o deAmr cm wrmo 9 mnadffltne'.d6W'idb
moret, porque o eofLraj4 ?spa estAleteer'
que o mada reti .att.e.lo excesso.do
minandstario, eatendeodo a disposlio da lei oam
Suas miaisi latas consequencias quafrdo't cerlO
que, em matlra penal, a interpretavAo deve
scrr rsricta e nao ampliativamenLe !
Resuita do'qtlnto fica.exposto qua, coasid&.
raqndo-6 a prvocatgw ao crime, poer ucio de
p4lgu, grnulifcaCes ou prmnessas Bflberaf-'.
dadfes, como comprehendida na dWspbigl1o do
art. 4,0 d codiso Rijpanl e* sob a mula9tuRMn'-.
dare--foi acuamdo .Maoci 'GeaMes :dM 8kih'L
Amopihn, como maodante do gseaspo trer-
petrado6 na pessoa de Manoal Jos6,do S a.r'
nteato etomon ta! sob a.sanclo do art. 11do'
codigo penr, eomrn refrMih :ma atl.\oI4.do-
mesmr sodigo, poroam, vi4nmeatnaiMqia*as.
.W pias W a$U Is, verjfie- Bsequ -irMsflhl
prova existed quanto aqs eleoiefts vhstiiti-R -
voo do'Jnandato, elementS'quoi e'nrt6 "
fobrs artictitfdo emi todui-a* p-gAM *obab-a
torias, sendo queporultimo'nem op.pPrio j-
ry assigaoeou. os fact. 4u coastitWram a aju-
minalidadatlo acqsado.. -
Percrra-e cfmo.'se quit tO&S'u4 tOw
dos autos e-nio eoacontUa;re-ha prova da c0r-
minalidade de dtimk'i !, 7
SDo fact db ligeirajnimisade corn Sarameat-
p~t6, o (^nnrosri "aeoa-

mente pre~grevou -no aftyiS'-dWbfgipsl
Que ftenhwua i7rc~uw^tflmq) aim p~eA.temenl
*'aQ c^d l'st d&i taf mtaei
ffla~t~e~i1ii~ ffphOM k 15n'^; W a hoa@e@ da e sapie-wia, en fIS

sao tahfl~m osdie otoct i eafr
-So mstfl- ItaMi datesmeo .

OQIPI~Lets, s sin lba a' stpAgliiptoiAftihB
della se approximaim e bastam pIra wrw.

pugnancia contra tudo que lnodq a.a,
:a seofldiadaliimaat 0 part ^M* iali' fraap~
pmi~pao, jrowialnBf*ed* Bi*tode^ on^A
pelos maW distinetos magistridos epor oA
oS ai:.-'-aJ p :.-; qe I f'


-im ,


~4ez~Wtb~
~y.s~ea ~flw saJyaMt 1w


,,,,,+.+-.+,,+.,,,-.+r ;W. ,,_ )^ ,-
com-ra-dediominayio ,de o a .a La-'
VaUM
" %r. Po Fipcar ij3A
caiaas4 Uas dQ NOs[R bm^.o$tQ
as proviuciata^Tco)as d.41jroo.
AL 3.9 .0 umco a& wkiw Q-
:ii emitttr aA &qsAifr4hA.
bynm leans Oa 'nottshypbtkltvln $4W-
raai~iaspaIp govei getalt e com- ca-
so forgado. ,
Art.o :'4 Osje.,a.verf-eron d-
dous por ceft satfub, e a,:amortisaa-,
vao de quatro-por+cento .tambem-ai-
AThurtes. 0.
, Art. :5,o 0 fuvj dmrv. o Baa-
co dJLtavoum set^Jr4Ifd1tM o s j-as
ros, e a arnor0Utimoe,.qn forem sendo
recolhidos i sta 4cex.nao dieps de-2
mezes de os-a instaa-a.o. '-
. AtL &.c Aptm,.do4p,4+b eante-
wedenta'foda-'deppeza a 'f.iBr-Se o;em
sa ft histllavio, e'geg cerr 'tww
coita do theseura, qaeWai.
serdela udeita>.-
ver CApit;d reelhid :ao `.ME, Mco, q.
sobrde dditagp.akb.
SAc.'7o A,. ddmis4taio ,dIBic
(hlLaqIarg~a^dn gseal, 4pn~r. pVkiZWij,4
46excdcv de tre jusow wQ pj
deate, uu*Ail&Bq^ b'n^ie
deveo "r :,pqoln* prow-.
de'nteo do senardo Up Ao ttesdi'ro, e dap
provincias od'.iunSk*i1s o. maior ca-
,pitalista e proprietario brasileiro nc-laf
-existeaese,, *-.-
Art. '& Nieabuau propritagtio agri-'
Fculbu por maior valir -que na .f sug
+amwpieid~t,^ poder4. Lir'arrda-4 oahq 40
,B MAiC kda ,latoiuinaiui4le(ra0t0O.3 eli
iftraS o.rnols inhpoaheoarias _ftrnnti.
$as petl. g ernIr,, e .erha eei
1Eotbeo.umiuea popridadsx b gw
jdr yor-olleItam .... "
* Art.,9. A qaviBaapnevrailta@
seri ju4joisl, e itpma deeazacorrer*
por onam dopri p aMb ,,q, stwod.-.,

Sprioktto, I.Q..aoes.eRdooa..a;.a'Eintmi,
I4 ^ nwdft-. -
|ArE,,O.. 0. Oprilltio',gus'qaize|
jm~lriayamo lsW^^/ d~ida $
)( :afawi, ,reag +.tlt& b-^
j ^alia doc .: l 4* r-To-
cebendo u.n do~tanwlbogi.l tamem.
to da7w .tatci.. t mB&p9mq.4tad9.
A rMt. IWa pi-:




feita por cota do apial
-0 encedeouW pr& fAt' st^at anrtea
gWoa m Aeco MC ". | para e
voca ,, .s ,.

u+Ao e .' dett ...tt
-uao^mdeo^ tt^


w.mear as suas riaoraas em 1vivW V
aItld preoy -t ,cre eeen; et ba4
efaao nab haado tWe ,-.nifesnm
mle; sevIYioi 1lt ^s^e para. ga4m r'| a .sfa propried-la
^^4p? enlyaj~s\de PL-kro. V.QA: o
S ,t.coib e!d eetr
-*7t|- 08,04t"1 os / wqay 4eslion.,
ya!tONuhadosd ca enlregatr',^ aos
-auq
zlgesdteomInm[t ptt sugarcm a
-uresialte d^ s'S.i a,.e mesmo o SeL
fu0ir tratIrflI ievemois a[trij4
bu~A Wfrt4MsbofdgpwraoI pard'
J.CM4U'VIta ;. ? eonquantu ao men fra,
mas. pe0w-attuio udi*-itra'


pfof""0 -do -popi, verdadi.l
r-s fiffia bI=sird tdo vastoe rico im,
perole da SaOta Crt'z, ,sana. dissipadar
esas grandes tL,,esx les, que de moe
d.ento a momeato se vioagglomneran-
do Qinrse ,.
- Stfr.espouco oai.4o$s s'us re.
ftgros, e-soffrimento.%s1fil ieltes qUO
l.a.em queo elleuo tazaaro tenith,
W -b t ~a -m fro n oe a I 2aAf p r. *
.cifl soffredora,.soi rt 'eaa
4Dese-pere, ae ekLns" keavmlo
aw. iI s,.- qua
Posa emaracipaa; e oW penseis" qu
esta e a voz e4porakica' dA armn ft;oe
'Jgn.orntc agric-illor, pordin sirn a-vor
4mnqosa evibrante qtie partindo l.ias
jlags, da heyojica abRiia,. vfl Qrepercu4
ir e retnftbar .jos- amenos values do
Alto Ama.aqas. -
* Assevermm et padres (como se elies
Ii tivesbm ido) te wpDs..-o& corde-
hidos n inferno :--maossdjaas o&v
maldito sej'a o 0Fw, e maldito- seja
Espirik .,eaa" ndo for

ra do&d Idtfa .'g- wna-
brasileiro1 Wo

T. Be p h, .Me ..,.

,..s.. -e pj .. -. -, -. -' ot; .


d 'm
;Afr _A n sa c B ta t f. NAI ; ;*
*V.Y kOt^^ mw !R


. s :. -.-.': .


rod^ an.,p




.A bndo. rT'. :14, 3
Sr rW Vct.r'i,,, oo & o: anImai+I
iei l?akeil et pe acbv amy ,iiqui.
fdagdo de gvitr.-Olift.
Rtite, ..o de juaho ade t877..
S- /AmlOffic Lopets C~rsdose-.r

ln ituo de N. S. do
tarmo
RUa 4a S.'Francisco n. 17i
lustrucao primnaia, seunJitida o
recreativa.
Recebe alumnos intertMos, ysimi-inter-
los eexternos.


b

A ;. .i ..
C,)LEGIO-O. PARA 0 SEXO MAS-
Poawt; -diaUdhfa




N. 4LG D IiA-'$. '10
Jurectotn
Madnolsili Afnna. Caro "
S0 grio de iwrucW'Aeste estabere;
'elmento eooust del popt. iez, francez,
igloz; el'.rnphitB, arithweticer geo+
graphia,.Aiistorih: :.ytboloti, musiea
piano, cdanktdams, lodradts de todas
as qualidades, crochet, .flAores e &de!e
uho.
Iecebema-se p'ensionistas-, -rneio-'pon-.
sianistas e eoternas, sondo as prima '
rasa &0, segun"dwa. a'.0.$' a t.
mas por 5W9 per mez, ;fao fluavas
extras. -.
A' lingtia fallada no .collegio 6 a frar-
_c e za -A
N. .406.--fqcordaii bern .est
drcent~noiat. .-Q& a recorfthecid.1
p ui-a dodleo d. iro de Lainarr& R6rnp, o.coflbca n'uipa
Dosauaojtdoalrdm de tack a'.Ivalga.
^e'em totOs os-rnfecao" d.' cthi
E ":e6, pd.., un assttnpio d nar
imnp6tel para 'doet@a C6t V b1e
meio'de'utar, as tosnA otittlaW, de
sarar os fuhM es irnffamini+d M tfter+
pulnsos, ddi'- ti.r a 6dft"fts Qao do- 6fi,
Wk li"ati agff*b.eS' brou

SS 14xpw nttt*&ai ^r^ sytt&i
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Q~iffl v!I '.Lpo~a!~0
^ite ~ it f.Q
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,0ue pottu uerV w'"at
do RIo de. Janeiro na iIs
cmignj0itn a a Ft 4in Jrf
Gu iWeMS, auifesLu::: .. .. .. s
Cat6Il30'saccos '3 tuJiu4^ ?.'*
Craves de, 4 ro' 3'IVtAs ,-
FeTrro Catil de Penmambu -
Foejriiras iIbarricas a Unit A-
go I ftli 100i'Q Maas a A "?
mfcga. iFadnif a ldo rssndfiM fdytat1
ricas ao consignt.Lao. ".
PapaAs.iaais 2OO.-*L mea&tO. ; .
Patacho naqionaiIjtEwies,ei .m..oZ
do t~tBBb u,(?edc oa;,
Fki'uli.p, ~IiUeirbF Pi'to A ub es, '-..
manifestou .
Couros de refigo 65.. Coreitorn3
e+'' 4
Xa1qa i.56 kiLos A OW
** u +, r -' ;,- -..' '^^

Barca jrrtugueni L eA,.'aentra4a do '
Rio-Grand do Sul na meAqa data da C
consigraaia a -lva Outiiffrai wC., ..
manifesto : ."/.: ,.+


Gra.a l20 pipas. .' -.. .
'Seob'o'aoido 412 bari.as. '. ". '
- Oleo ie mocotL6 33 oaixasiptW.; -
Pivp vu tsr es : "
' "-Tainbsa 'saFgdas .38: batf*',t&..-.


de Aj6 em 30 do maioewc 4
Amobinm Irajos a- C., manit.o-"
Xarque 206,7,4 kilos i o. .


S.Vapor. nacioaial.C.onde 4, +
0do Arqcajt 'na eismia dWiat
nad4 cgopaziia perii
nrdaao costeira u .vaporI T"
LOU ,*:, '" ". :"'
4. f.odo 8-sacoas a ."
eos. Arroz I sacco 'a A.
chado. -' -^^
(f" Sa+ madw etmmc
gos da Silva.To-,. a
A l ve s ; r_.. _j..
Escrivaninha 1 ao Dr. FR.aee
i: Fefi-ade hRn!Obr
PereiW eim ja-i,
:M4 Rbdrtgues- Mende.'
Mi,; '^saeos a ,J ; Gl i"
-(iewtoe. <{
:!^ [ +. ,. + ,t. q..i
'4 1
Vapor iacioqaal fpoju eaw
pOwto9a.o Sorte na, HmesM' t
^ Ada coma~ni~p tlrj

Algod' o 76 saccos a& Lai
S.4t 4.a-Keller &O., f
a opodo Marqes-,'-d,
gar aho wdm .




TiC,", i466 t Li, J...k^i



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1.- 4.. O. .. .--..-
'ao 'r .i ez s, ,,ea. .. 4*.

.-CoSulaprvindal d Namb, 29 dei .. :.. *
..Ax,&*a -ogo. mato d nawdew7.iOhraFor dt7 a S
Edwd* AbgzOtdo Oivaira.
-.'- taPhniPr'- Conselho e c. p do ars
salb1W ka 1 a1 da gui2t 'Rua dooiiim-dRog..n.e9
: i. .-ua do Commerio n. 34 De o-Sem do'Em.-Br. general Sprsidente, Sa por ted.oS -R vapora .oblr i
f public quo est couselho precisa corn- V
-m arp&ra 6 presidio deoFernar.do de Noropha, caixa do meSo Danco em Portutt
*Cloago pseninte ,do n .
o. con U a .iUIIfI snnoA
Stitverp rol aLondr n &. Farinha de.mandioca, litro -65,280. Rm Lisba, "rua dmS Capellihtas n,
Gl.bo. pCoraG mbpraneA em velas doe 225 gramaoroh .
"' ", GWMW kilos 30. "" ~- ?.. ..'.;.;,. ^ ^^ ". ^ : :.:..
I: s rr'nee Compan Fmnba de tapioca, kilos 30.
Pennab d'aQo dePerry, caixas 5.
.= -.. AGENTES i Doce de goiaba, kilos 7. ___..
-A^Iao-kilos 25.,dsBro r C ex: .
% idets, ro r g -lia c tfalhos de ferro.n., ;para tanoeiro 3. i0 .
I 1 'l-CorpO Santo-Il Eixosdosicupira paracario, 8. 4
S. Kos de. jangada pra baICa, corn 10 metros
S ahia de seguros p0 ide colnmte 24lOe V ntimros I "
.. ~~~de diamnetror na partW-m0is- ftna, 20. -'-4 ""'"
~ ntre r itfci'mo Eswanadorgra de de pennas,1. -
L UA I Os'prbtendentesdevetto impreLerivelmente -
1i"Ldielidad.'I~e no dia 6 debjunho, As 10 horasdamanh,..:.
",1- -Mdelide apresentar suas propostas. Contia etam vi- COnitt t '.; DVia. amure -
,Eot ml-k, a aiA em^~ ~gor os artigos do regalamento ji publicados. Ey SPft* kr&
Eo wU. Sdem Lisboa em ala das sessOes do conselho de compras do. pa, o dia 4 do .eor-
T ,sWe.,o mo os5 : arsenal-de guerra de Pernambuco, 30 de maio l rente, segupodepois
-TdoM1-TUosAdremios modipos : de1877. da demora do costme
ST de toda a especiecjontra os ris- 0 orffiial servindo desec etario, para Buenea-Ayr to-
ces de fogo ou suas consequencias Cando Lobo. d y ra t
MAR sobrd mercadorias importadas e .i.. i T i T kLo T n a
Fas emvaporese navioes vela. "t 1AJI N TASAW L de a "o
Seguros lterres tres faz a concesslo gra E iS '*h
.jta'do..remio do setimo annomos segura- TM 46 6 d Un -- .- M OXim Yltv .
4os que durante seis annos consecutivos flze- spectacopromovidopor "
n Se seguros nesta companh.spectlopromovidpor m
SA6eM nesta cidade Miguel Jos& Alves, Espitwuca em favor dasiafeizes vietima s 0 P A QU ET E
-. IA,*o= Jeius, oiiutr'ora da Cruz, n. 7, lo. da secca nesta prt-vmcia. "
: = -Depois da chegada do Exm. Sr. pre- r
.. -- sidente da provincia, comeqvA a repre- t!aiig -OFT
sentaCAo do drama em 3 actos suef no d
A gt Saque -MESTRE JERONYMO do corren.te,_
Anso eefiei0 C.Sc=3e
Augsto de Oliveira & C. sac Mestre Jormnymo T. Espiuca. Qt5 e d
-oortdtos os vapores sobre o Banoo AU#usto. seu filho J. Silva. o-t
P":. nat.e Banco UninG em.Li. r Sant'Anna.
*feST^^SPef r Safkn...^^N'
e Port6, e sobre as callas filiat e Luiz de Oliveira ,ntos Silva.
ag---'- dos mesmos bancos em todas I'h-go dos Anjos ipim-
U qidds e- possesses do reino de. Anasacia D. Rosa.
Ana"tacia.D.. R ,a6 dK69' ,
,,* Maria D. Henriqueta, & .jra .
... ."' ,,+ -.: -Segue pelo Sr. S. Silva Lisb6a.-Camarotes de 2 beliches 550
I ~T- rituque machiavi, de ubn balo in r, 4 itos I'- I
[I3Ai. naschera. 9 d pr~a A de9w
.'.~ Vmsch'a. Vigo -Camarotes de 2 beliches 760
SFinda o divertimento a comedia em I ( de 'o4tlRos.fA,!UVIW
Prol"ogamento da Utrada de acto a proposito da ruerra doPanaguay 4" prh 1. '
Bordecux.--CamArotes -de 2bedihes -
ferro de. Peornamboe AVINVAD.OMEUAMIGO "-4"dilos"
0 Sr. engenheiro em chefe da direc- Perso agens atistas. A r d .
gio e isa$" das obras do prolon- Proaee rit~
o e fi o das obras do prolon- regorie (tamanqueir6b) Santos Silva. Parm pessageiros, eOcommesdas, ec., a(3p-
game* da estrada de ferro .de Per-.. Feipe (Wvw con o .
natbueo, ecebe propostas, em carta IMomo (v.ntario) Cbir Bn. ar oo
feq.aa, atd as tres horas da tarde do De oio w ) D. Rosa.d Av
dia do corrente par. a o oas i A ac.aop ;-se no. Reci)e. 0
di, achode 2200,18 metros.dex o- Pd 44 a loras. --". ..'
tea-_eomprehendido o ibk Thb r 0eeva se para rmais DE
)' Ot0, "- 0,O,m18 da 2.a di"ilt_.da tarde. a$cr a tpdas as pessoasque Na. otDa- p ..-
.secf. ', +. AauitlUarem.no seu empen&o deariL P. d .
fpstas serao rece0* nese dade e gratd"o. .nime wo sentimental i r"
f1 f .* eabertas, em prVen
liaf oeno dia que for previa- .... .- ,__ _P__._Ml
jUnunciado. OBRAS PUBLICAS m'd in 51
de base a organiacBo das Pela erep.tiao das u iaptuIWit se -"P, !. -
iia> preos do 4smratoeet. f1P "ityog.- :que g 4 diai 4 .
governo imperial e o dd "-i1. Mats. d en
birar': tade d died ala
;iI^^ incisce Justniano^ do C* ^ 4 1^wrl
.Ana refertir eb .a. u^mey -
-t: te, |i Sa~ o do leito daoeda p i e cfMro ;,
+,+. *4_^! de. obras d'arte,.de,. al, i'?4^. e ,"*^ .}0. e
,.I. :to as ae...,Wi:br n Mda. a .


I


.," -S < ;
7 Mixas oam serior- cogaac, ver--
- "
mtbth -e a-bsintho, 30 cfos corn
4 p. .a e sqco -do Miiaranho, 3U
lat corn carneiro cm hrvillw,
S3(W^l!aM-om +m Bai9da latas
-Arn "nx A ,i._-a h jif",iL -.R w A.-p n


S.- Vnde-se uma exoellente- mi
Lt rhica, de retiramo, que
i ufiu-.um journal do froatio&4
- -. dai no i Pornamba
p "dricante Marioi, doe
cm todos.os smbreslentes idi
'vil. TedousidoW m ida v p
I.ido d 'oi 'i.s d nor .


rItLase


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row-BS. i": .,.-
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*- y\'-' -r.--.


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-. Barthotomeu e .
'Elias de Moura e Com.^ J
c -op / \


7.5


4-4P
-. 4" ,= .. -, .
.- I. -.. e .peg in.:.ad .os p,-, C o.,.


7 *' *" ."a 4;s qf e manda e. .orne,,
;a+ .iai ai.a-da cnta. m lmressa res
d sienganada pessoas
,p- .(I.,desta f.ndi.o, observa-se qe' oI

|0 FU( IO DO BOWMAN
e^l|tire Q ehalar e a fortaleza, quo osedil
s:.'.a V q Ch a s a ro ez.,! --.es



-;, ende-ambos"os elados da rua, perto edas.o
Sdos bonds e pintados de rde -nos an
3* '/ "'. '-'2 ..r .L ( .*

A4z ..,~
}/ !: ores. itdsd vrensai


IIELW-OEIIIA ,


'- DE
VICTOR GIRIXNIIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA


N. 26


. ,_. .- ... .. + ,.~r "K
--iceorGraiiii-.scientilica ao public que fez acuijsigao,de urn b
twet de relogios de algibeira, de ouro, prata, folgeados de ouro;
.-" ..IJft~UMsS e americano, ,los ieliores iabricanles da Europrie d
os, pam homes e senhoras; assim como grande sorhne
.i idaos,. pre omes ." so'rlimex
." ."pai ra os mesmos.
,irande sortimeito de relogios (ie parede e de cima de mesa, d
SaJqOtalmads e diffcrentes models e (los inelhores fabricantes.
-u -. aato a. lanetas e oculos aclia-se nesse genero sortido, do que
w melh vidmos de crystal, que sao os- mais apropriados para a conse
Sdan visa.. -l
d Teom excellentes officiues para executar b concerto de- todas as
S. des de reogios. -
1 ,. "-'.-Va 'fmesma casa) se compra prata e, ouro velhos, pedras- prec
,--, ipasd e-ouro ou prata de qualquer uualidade.


F-U-13'INv QAOD-GERAL
A' 1UADOBIJMU ,
SJunto a estaiao dos- .nds
WW W 1, p a.A i vW ga>4^Bjra~o.^tea~ daftidi~o dStarr todosM nlsBq~a ai eitrtsw
i aarAo presteza quailquer peCa q b.iasidof etaMaquet.ftabri
a 3 0l -- .


" -n.as de ferro batido e diverWo mahinismo, vol*
'.
--. .;, .,


e^)teu ,'a[)o.-: < ,.- .. .. "
0 pB~, i a._. &wp. :. -. .

'SaatB<^.( Rd85 a mmu moeapdas,,
., 4 'd .- ~.- -./ q -r
itt a ias+.,!' m o .-.. '.
t'" og, zd^g..., .1- .^ f ^ -. -'"
\ ; .. : Oa a ff ; *_ .." :'- *" a: '*" "' ^ *,"
-" ^ f B i q 8 ". ,- x.. .."* ^ ,, '* '" "e, "
--'' 4. */ ...- ."; '( ^ -; 1 k *^ .
o ? ? :*. .' r. *' *. .,, Atb- ;-. .jy .-
^ 'Ik C.1:e '^ '^.-- A.-. ." +. .--. ^ aS A ^


iIQ POLL S 21;_
,, ,.:: ., ._. .. .. .. : ..: ...._ .



Ova- id;j"br Esta a eimem onbeida nesta tiem
,.. ] Awt ".ao" '^tyM j'yM^ PCiO*" 1i | 1. !i i '' "' edda ne ta"pr .. '.
. eiia. rnoMo '-.o-Osse e1 f6ra della pela f6rma oue serve aos Srs., 'q
Este repiado sem co0testaao o mel'or de todoa os seus similhantes : "- .
j. Io cooeeldofei todo o imPen'o,pi'ucipalmente no Rio de Janeiro, onde o eulWres, demaneira a nao hayer unt que s- .
seu consm m a86 cheou a 24f0.firscos !! Aquelle que7mais provei- deq machnas on qualmmer nhobra nella eomnpradiitVi
tosamen_ (o se salutaryr lt pricipi3-iogo cow as prinirAs dses) se p-dera U u U, u w- ,pt :
lIpi" 'applicar en toas as molestias que teem'sua o.ngem na impuridade do sague p~ y dpyneitn ^nfinil5' eI'phpr fla "ft -
bios pj~lc~r n~ td~ ~s moestis qu temsuaoem a mpui~d sangues em deposit, e contirnu"a a rece'ber da Europa, .as
IOS e ptincipalmente nas molestiassyphiliticas, como sejam: 'ono dheas, boboes, v ,p
.aneroj,_-bobas, rheumatismo-articula' Ou muscular, dartr'oo, emipmgens e ou-a fer-apl us e machnas ,preeisas ao fabrie do ,s.
ihe-^St d^ ^ ^ 6^ as _ferragns e machienas %precisas ao. fabrieodea- '
tras mo~lestia's dd pe~lel,; eft ,- "'e~u u amu ~ udu .~ .oo";
lares Vend.s duzia por sucar e para descarocar lagodo., :
Deposito emPernam bo a rua do CabugA n. 14. Taibemtem formaspara purgarassucareaea.-

Ta-mbem existed & venda nested deposit SS m d r u variado sortientod su
prpn"asn 4o nieminantnr acrediLtadas machines a vapor, moendas, rhas-ef
F O s"d t o . .. 1 A I .' ""
XaO. ballsedo peitoral doafiresa e bhgos de aroia e qua, tachas e toalsas fs erragens precisas aA arrI
inueflagew do' pautama, pitoo-atratOant~o.. radical dds molesias das. Vias fn ^ i^'w~^iy AfvOQro~clNfl
respiratorias, takes como: catarrho pulmonar agu4o ou chronic, .ljygitea, bron- UIl, d' ."U -UvUnO IiIl U. rBlldlliU
chites, hemoptizes ouescarros deo ingue, couelhche, affecpe. sthmaas co-,. A, -
mesantes, e naeonwalescena.as pinemoniaso.. -o ,. m,. ,d,, a ppodU UU eieUr-o Uui-t.so.lltQ. '
ULnlmento a-iti-rheumatico, para tratamnento do rheumatismno affi- -h ,.wA' i 'r.1. d ..nAtr -.d
cular ou muscular, .ehronico ou. bgudo, gottoso ou typhilitico, d6r syatica,' e. P ara aUgiLHu,. sU uepOSltO de !etrrage dS.r. .-
eomox resolvente adas obas- ex&toses-e tumores.: a LT... n*n, ,_ / l ue : ..' .
pomada antierptia ou ant-darthrosa, para tatament .uuaa eo ao quo
S prompt de darthros, empingens, noduosidades, escoria.oes syphiliticas, cas- o .- ,, luSl t,. ,, M, ,,, tk,,, '
.apas de todas as mol tsda'pille, devidas a6 contact ou a impureza do .lS O. UOS .S.- gmUIu.reS, O.V iiUI
SPuhlasint-piodfica, ppara cura prompt das febres intrmiden- ra armazem A ra do Apollo ns. 2 e l
s,-oun-e' tipa 6es, febresuaremittefites. paludesas eo ; o p,,ud,,sa, o"ao "w i
fonkteda, soico osascrf s
S Odontina espetieo vegetal para .a, cura institanee`a as6es deoden-/ U -.
tes,-por ma s rebeldes quo sejam, quer: provenhau de caria.do-dente, quer dll -: pr eneommend qUuqUer:in u-
? ^po?^^^ ^ 6^^ Mandam por eB(Mmmffnda qualqu^'
sejam pramente nervosas .
rcprso __-. nismo, mandam assental-o e seresponsahliSm .
L^ ~'. 0 "lo om trabaho do mesmo. -
Coneertam eom prompMao qualquer I
N ItNICA SOBEfiANA E INFALLIEL 1to e fazem contrato annual para todos os -
Na cura da leueorr a, flores' raneas e corli- tos de engenhos; para esse fim teem sui *,
mensto recentes ou -ethroaicos -bemrn monlada, corn rande e born pessoat'l-
A bleneorrhagia ouljirgapio, e uema inflammago do canal da uretra, occa- ld nne tmii-nntimmwc A'. "
sionada a majorparte da vezespelacommnicei4ao imput'a. Nao. umaaffec- ou por UUdos Iiv '..,-. .
om sor o geral, que d ITxgart como a syphilis a accidents secandarios. E uma. af- -.' pnf l iI niTT i-Tt lk. : .
paten- fecC.o pumamente l ocal. Efietivamente, os medicamentos qye ha muito teem.. .C4I)O CRUI. A MEISQUIT I .A CAUR) ... ..
los Es- sido aplidos interiormente conta este mal, tees como a. opabiba, cubebas, A h-AQA Al Innlilt \ .
to de tc., ~produzem effeitonio eommuinicando as ourmas ma das isto .p1Ui URyJ5UU d 4ltll ..lM a". ..
compo a,_s, qua, pela sua passagem.atriv6z do canal, se tornamuma verda- -" ]R'Inm/ min p Pntnmi.-
e todas deia iajeco. ." .?AIN- .A (ma Ap-Uatco5e iu qu,. l.
"Para que sera necessario carregar o estmago eom esps prepara6es nam- -Q dn ] m e 4AfA Q J .
ha de seabhdas e repughnates? .Pa que 6 precisofatigar o 6sintestinoseom a.sua llUd U ..I l Wi J.. fi- a00'a 14..
erir&o ac.io irritanfu A resrosta 6 inples : No:,se tinha ainda deacobearto =.1 A o Tf n 2. l AnJj r I .- 9 e c "
istura que, introdiial directamenlte no caal, .ros.eos m. effNeitos o -n't -- .'- 4,- y, ,.- "
squalid sem temer~map resu1tadoi. Asm ia oe taotfaitf as ataql "- I f .U vi Grtl :. ...-
;i6sas-e sao umat anme~va perrnnenute d'ape~o, affecgao mxnixto mais ter~1ve1queom f-^&l t r.^ t *gay t ^IIr.~e
zer-- .vpara puqpg o,'ipr6_, eIea~itikmjo conscutiva.,e t", .', q",a-nal.= .' ,. ::
que. se peteiade curar. Bis aq' porqueaa m pa.rie dos mericoe, rocupam,| .-3"
cornm pi do as ewpregar. [ l ~B t = .l l:
Presefttemlente, este fuxidado tenor naa existe. A injec9ao que no8sapre- K IF jl JdH l .'^ ^MH i -'^
sentamos ao pjuibljoo, que couta 10 annos de of. s resultados,. nao inlteirompi- ^, I ITA-'1!? IIiR-," A"T ,6 'l. B^ ..iI
"dos. nio ...ie.... anmeu "rha p da a ex$.ns da pa]vra. t- --N UA U-Kf. DE (AX.IAS-I^^,- .=,
Quermom dizeird- eusa ado t* . da purga'eeo.ificanmomucaa e as glanaulas-d'o n-preem a sua-oni- PRIi 1A1 .IT.VA ft 4 "I"^"
gem. A uapplicabEn lo 6dorpsa,e seumaigei-timire(.of8 ea .-'w' v-, k ,, 4u.- ^*.*,,. ..".
sua in.troduccoo, ela 1mpresp.o da-poua O"d._ra-e~o oa.' Neste esta.ielecilememo vn.e-ee 1mm gr e..- s ,rt.me.to .-i^N r^.
imrtfediata e nso 4 4es~grxdave1. O' sen tratametto uaoo^MB n. opinemncesdue como do gosto- e fabija: do toda~rs g^^ ft^
- tro p ara zer parar em muito .pouco, 'temp. asis i o,amda a. ou .mandam-se levar em easadaaiExmimsa, d .il *JSP ^^BiB
--, -" dem por pregos baratiseimos, omao do s se v ere, ":., '. ..
'. O aai eimx basth rnm.safrasco oariL'aera. nIi miaonos consta que hou- A- .. ir:, e '. -'.-


.. .l^Deffo.._.^b'...Hejeo,. "< "* *' P i^ mr; 'b o e!.~got^ '^ '^^'j^g J^
curft, i ,dc~te d egui r F ren tIO C'piflh1It
d -in di4WB hau a-'. ;. =d (..I ..( -S'
1.''5. ,'.,4.. -"
emat .^J^ fl''"^ ,-a ..."' .^,> -'.fi.-' -.4". ,. :J^* *ti~t!^ f",,- *^f; IS;
.. .." ""' :" s" "" "w ~ ^^ ^ "'"0 '::l' '
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.. a casa n. 55a ruado
de ,d Glrana; esta I e
;,.".,. a: a tratar na .rua do Genera1

-- *--.4 UGA-SE mnuito barato acasa.
."", "- .at' Li do General Swar, aatigw
.'-." lpwm: a tratar na.nesma rua n.
:, :. ,i. reina.
-:. i "na". -Precisa-qe dcu, nima a bWa,
S.,:" 2 -w pra casadIe um homfm soltqi-
ro : aimrua de Pedro Afonso, iyuUga r(4
';" ":da.N akn. 66..
,: p -
"'^ ~ba cozinhar e nmai armanjos de
w* 4 ha de, ei-sa famili(: up a rua
.. do tAfto Lima n' 06, em Santo A
a .... .=-- _____.__ :__
.. -, -iEm Santo Amaro, a rua da Auror-
*" : -,; ,n. "*13,pre : .'o6ziflirpt1var.
. --- ALWGA-SE uma crioqUnla habi-;
lidosa ; em frenle dh. capella- de Sdnfo
S..Amaro das Salinas.
., -1 Uma familiar Qstrangeira
,"* ..- jy deseja alugaruma eserava,
'. afl y A- cozinheiha: a tratar na rua
da.QPayaliu n. 15, no'Chora-Menino.
1-.. L -,F-CrRzi-SE de ur. a ara: b6opaoda
[... Santa Cruz n. 22.


k-"








''.



el Vi
.4 .
I ; .:
,?


S P.-ecisa do iiwna ama,
A lit [ f refere-se escrava, -para
" -p ..rac-a. Lozinhar. e coaprar : a
tritar ha ra larga do Rosario n. 14.
SVao ver e venham
Aluga-se- um itio c) divesos, viveiros.
900 a l,OO coWuaeir os de kkcto, dArina e outras
eommodidades, diversas frucLeiras, etc., no
iqupii.: .mttar na rua. DpLqr de grxkq a.
.4, t0 andar.
Escrava
.- ftecisa-e de urea esora xpara wzinhbr, e
, pga--se aem : na ran do Irmperador n. 14,
arntfazemn do unes.
SEim0o parti#ar

Predsa--'ge do uma senhora honeSta c habl-
kladaB'para eCsinar em iiin engenhb na comp-
ta do Cabo : a tratir na rua !I Jrfterador ad,
Nero 49;


-ID A J .R aC A-xt ii.'Am :


3 t -l 1.Y ',,TL.KtThii BU -/Il i "l'
SASTHIA E TOSSED GONVLSA- MI
7LO t 4t "
- LII It PEITORALMWI' .ASTHUUI4Ot ||
BRTUTHOLP4IIEUD.za,
FaIm 0rm
J. .S .SI CZflOul m i~ 11111 f 5li S4ln li Siin
4 in Sd' cwckanas, e mU- efu t w
qt' aCM t em qk o- emprftde'.a*4 o


f^^iil~flezo^noei^!41?!qamG


-''a:_4o RoMrif. ., 4,


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41*UKOHI:- & c -V


44,
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S .' ,' .' ""* ,*


fBrKWlraM-wt* W igsra-ffdt6 arii d4
caf6, o mnelbor. q'uq tern app.reci4 w a.im
arnie sqrveldo 4ms rnJitlst-
mendaimnos o psso caf6 pqrqpe tems a frin-
'rqms der jap qse AJ noo ahusa pjre
nests eiWde a6eeeowM* e"h igual o abhose.
Islo 6, pa confeias.t .o Camopo
VA -Jnpqtw -24

Laurinda Thoopzia dos Santo.s avia a9 re$-
n~w esaIMt pet'*aWtinkf A dit s-
fruoEAo elementary paa'o sexo fwini'no, A
& d GoraneL$G. u ,. de Hor-
fes.. A alta aMa'MdneciabMMa, nM s6 teom
por flu a instrucQao e 6mentar cmoPtial v
toAo 0,flW*o ot4iQfWinV0:
pefa, portanto, bba acquisiao, dos sentore.
Pais 40 009itt 4qSndi. I(9 sa bw Pj9.ara
o mister- *q ; n Wep eGkaiodA4hfs o
mresmo tempo o mais restrieto cumprimento
o sonEsgwi' -

i pe9 raqe nao joga.
4piL mot em pedra dura,
Tainto di at.qiure fqra.
4Mas esta-t ,4. broze, .lUe see no
tern'furado por.sef'estaiihada).
RogA-eae en lUni. Sr. jUmacip 1)eira
de Mello, escrivAo da cidade de N.aza-
reth? desta provhdi, o f0or die ir' a
rua Duque de Gaxiais n. 36, a concluir
aqfelte hegoco qioe s. S. oQ'qwo-
metteu a reaJisar, peld terceira chama-
da _jieLe jeral, ePm kis de 4deemtro
de 1871e 8 depois prajaueirogque pas-
9a. a feverir& e iab*t d1 q.- e nada
rcum.prio; por este motivo, pois,.,de
RwmtACf I Qt& 6. w4 fin fi m* e-p
ve S. S. lembrw-sd que este negocio 6
de TaU 4e ito s, e qpwndo'o0Ae-
nhor seu filho se achava nesta.cidade.




M A Bto~w &fravj-



I MLt R hIk dkda, saft aLoiz
I I
to FP n, -a---e- I. ,i
OCT.de tllica pwreta, salto a LiV6
lXV,, .,t~cJ '> '.
{ W0 doye flica J ruda, sait n aiz

N-tatde pellica pretax, salto a Luiz,
M'. t' *.de priz 'JO


Salatos deen -d&-,sala I osa.
Lun XY. ** -
DTkri d6 pelfica preta, salto .a Luiz




Ditas ie. dito, inteiriA4'sola fina.
t t3a4Io', P sapiads, sola.f .a.
D ta odvao, mintci.ra, sola
D.na.: b2. do co,oo,iteirasa, asol.
vmwas de odrioto,' gaptwinas~l fdenel
S Dapd et.~ ,~pad^ soar

.Bitas de cordovao,, gaspiadeskd todw
T.n.'ta. de pellica, co" biqaoira do
.&( '' l -

i'itas de pellica, gaspiadas de pl-
,.a .,


D' ts denn oazovio, gosdpastl.
peli T-afdepliac 'bauigd
Sites do' corlovM, cosim.a de.. l
9 *,, l :, ..-
/I~s epaa au, csdas "
-*i Ar r


*- ri '4
**. J~J^^^JMS^^g~iT^^^^-^'i'


Wua defa0#. 1p 1- s cp jer
: tssuas qfapd'des natrientes, gsar
agradavel e fresc," -
Nao falta nada: o. gastronomo,i por
ePas &e0tZ :pjfA ficarkxoBrq4ip
-moipe 416. Venhs 4*
mair- delitados. acepipes. os matjares
N^bwso, 9osv^pupads4^
al as, as iguanas isi excita ,
os vinhos finos e-regfn~rradotes. a cer
vejas calmantes,"os'.li'fcores, a delicosa
caOna, e iQ hne. o t-c0 q e 0eheor
se pode deMai' ljAra apretentar unsa
mesa eoloseamente lauta.,
Notea bem : .
E na rua do Imperador n. 14
Armnazem do Wtznes
Que todos deveim ir recheiarern as
suas despensas do que ha deo.-xetlhor e
corn pooco dinheiro.
Alugawse -
o 3o e 4o andares- do sobrado n. 13, sito tirua
do Som hsusu; 2*, 30 e a lj* do de n,.&4; si4
a4 rua do Padre Floriano; o a loja do de 37.
da rua da Aurora: a Lratar na casa n. 51 desta
ultima rua.
AMRMUUS onfeis
KMELNBOAceonfeit4a*^


Na conkl-
I-posY~11^ 9 ^

rdorwn. 48.

a easav.trra n;, a ni i &oFerte,- o anufr
dd 'tda t ca.deoMa -aleniitias' af M, e o
pfiW~nv .indar 4ft nat 4' &iBB~awaBuha B&
132 : a, tratar na tlouraraia das Zto s.
Aviso
lFugio no dia lo de feveroir de .1877 de-
crard Eitfdmia, cioula, de 25 annos, "c6r um
potico fula., baixa, cheia do corpo, 'tale.pe'
queum, vsitAcinwito otella, abr aiaW e
cfri la.fitfiraei"o, vsiioae
s ., oom tab e ,S deean-
M&ctint~am tea~e As abtfi<0d*r e cap$-

1 a qquu.p"soea'"...




,m .qUu... .........


ii041- Dam Stane' familiar l r a.
Magga fw de eulfir

&^Lque sitthaoaBu^' i' v



Dfetendentes : tambem f b6ra- i,
modf a pa ra. i famlta dder nn"
3?rlimftifa te.. c<,o.. ,^


/. )


A-9


H Nafl~yes^^rnt

andimsAMEp
-.as Crazes ta .he

rosigbreeaboresde,
oty ,~i -: 7_, '.t.

lh s* qzglat6r
a quahtia. h
J W -; .* :); *,


A NIff fi~^ aa
elonqinrase os.. Slfes-^






chapdos parF
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rio 4aWi.ctp s .

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i'ri"D t '*f '$,O
,.wt~~f~i1 .BB .- ..."W -^^^ ..

,r=i'!/'.""M^pw *_. ro' ''

fl: ':.. .. r


s ora, a 2A.
Co.,es -de cakemira para calas, a
POW0 e45.
- Meias miissimas, sen costura, para
tofias pa ma 6 janella, a f,
roiuhas e linho,"a 28 a duzia.
atIB. '" iiW^ iafet
eIfdtadot, a r
6fo rimmasde mtO, p m enh-w,
Madapbliao franet e bigkz, 4 000,
4500 e 5-
Ag]od-o b @.ac atod& 6sOprego.
Seda braar ,pt estdo de noivas,
a= :at~ s ~e manda-se M
fze*4as em casa 4os--Dretendentes.
I Di'que ae d ieOias n. 47.


Violeta "
Azul
.- Parda
8iam ark
Chienta
lOt6xaft
S a 400 rs. o cavado
6 rua do Cabug&
loja da CMnqui.ta
Aviso-
A refinvria a rua do Domnil p fisM
Mqartins 90, scientificai a. tmn
guezs (f do .o de o judMe
futur1i4* 4"kne, retalhAnsemam
cpreopelos pr"os segum$1: I.a sor-i
a 5 @2.4$.5 1) e -1 a 41430 por t15
kilos: .. .
Quemznvritastar4 qa. Ow m-M s
haratiroa -,na nI*m do .es-
po n.. Wi.agam:,. ... .

wios.- 02 -it spa-
rentes..lapclos, a M0rs.a pea.
Chail escur*, e nws panss .e clh'-
ras, para 240 rs. o covado."
Qvanga amarelle; c e escWra, para
Srs. 0 covae ,
.r iao de linho, tambenm amnrello,
.SpO asfeites, co urn um pequeimtdefei-
to, W90 rs. o covado.
Brajpte de algodao, mui% 1
duas hiwas, al400 e.600a oa,
"Dito delid o puro, para lenv6UAJ
21000 a va" f ".f' ,
SLen ps d# brm.anto a 25000 umr.
Cobertas d p'gp, fbvra4as, a 300
SCotiertores de"la, duas,'vistas 38000
e 3000 um. :
4 I 4i 1 d pe l.pn, esra, para escrm.
vos, a a2m0 m .n -
L.U~z4hasscQoae~a J0rs.oooado..
itesrcocezas, adeics.pa. es
scuros, a 240 rs-. o covado.
Alpacas 4e. cOre& layadas, muito
oa seda, a 360 rs. o ,covado.
S-*he ^de U-ho. gr.pe a. ,
dto, a gape
't, a f2 o cova&do.
Flor da Isdia, duas c6res, lindissi-
-mas, a 500 rs. o covado.
Chitas pardas, gjosnoyos,. duas
OrrsIw; ewte, j29'. ti 1ovado.
Cr9n Osi^ue

Grande sort"imento'
linho li wIl O sew 'da, e
.rs. 0 covad o ,, ,, ,, .'4-i.
Ditas i. -da



/'Leao dem o.4 4do^1

^^im. rd vde cr^Agl,^


Wr


n a240, 260e is, o44 %
Novos psd s e c rWto a
f rwnv zes a 360e 440 rs-. ed
Chnl's finos de caseminiri-
Codthf de cor'es. faa.I ,
'3"00 .* ^
Trcalh.aacolcheadas, a
Len~m WmEBinhaef aw f, a|
nhas, a 1 1800 e 31'; 4bom bwere
o" .Go!hase. punhos para senhbqr
2358O.,. : -
finos cobertores de l& de cb
5 000.ooo.. -
Liqnidau \o
'No5


Srual Doque de
Lindas casemiras de cOres, a.n
tumes, a,2S"0, 215Oe e .J
vadd! ..-,
Boji tos r-crtes de dita, a 3a50.t|i
aproveitem. ,
Anjo da meia noite, novos pad$
desta rica fazenda, a 320 rs. o
LAzinhas de quadros, dinas, a
120 rs. o dito '
Cortes 4de vestidos de nanzuc r
dados, corn listras de seda a.-65 :i,-
E s6 quem vende por estes pit
SCauneiro da Curinha d C., a'ra
qae -i Caxias n. 59: : '*
E5 sempre msiif-^
qotwai apparecendW& o 1vo el-
io u mundo da pbfeiad ed-m
gn.fe ta, Nra Espezaiay?,-4 at MuQ
de Cainas IL. .63, -ai recebw&'qoM.
senpre twee artigo-, para d'eskt 6A
poder (sfidzer ac as ar4cha 4 4
boa e ewohidai fregezia, 'l
cial$~de ao. swo ainatt;Wi*.4
se dedica. Agora mesmq ae,._"
cebor 'diverse a rtigoa..qu-.p
deocierer d entree jrp
bonitas grinaldas e veos de o
noivas, delicadat rendas te
ciermes, lindas ceixinhbas'ar
ditas corn finals perlurmanagc.ar4,,
corn boas -e finas agalhas, "aerni
patmas e c' llarinhos .,$ *wtos
Porta-flor $ :.-.
*Nova Esperang&,''1SB, ""
ar n. 63, acabg- j
t portiimento de.-
Srlnhos e sem eoAN 1
ellias ou salas de danse. '
,* Aspas panae^t 0t:
A Nova Eperar, 4 I 3
ACaxias n-.63, rocebeu 'W,
camurcam, para *pa .op, t
tamanhos. : ,-- -
* A, Nva, E mn^ .:__
AC n.~~^1. em 4
spas wMrcadenas dwg
10o/, quando a'cornp^^-P
de 1001, e u .pre .o,
duzidos pprquoe se o
iwsta p~ifta. re ^.'^l^^
.6 avo, ou ferrornti
feia limpo e blido tom-a.
lca.de .borrtN .mW ^
r"rhe .._^^


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a a. par.- seiAO:a, para ,:
aIf~~ho. ~t a 6IW, part*
=4is ti~o pdmwg pai a,


to, para I MO9 e f 600.
ma5caEo ra toaMias a


IPAOI
00


wI~fwo oaccam frana, pama S30M a
Sgrfndes, fazenda suptrior, para 6,
a dtlzia.
-a .itldas, parag.
Ullito, e.ig,.pm -ara.
S; sCoriUmenLo temos do, camisas do
,:de cretones, brancas, franeezas
o sem competencia em prego ; a
pwet, eaamao, bombazina do 1a, pre-
Oi", Aipacao, etc., etc.
,Ms d cassmiraa 4800, 50, 66 e 8f.
,i% para custumes a 45 o covado;
id4tinhoo paa 6is e 19t a peQa.
. .ta. tpoarama de crsea. e hmba
preo ; a ellas, a ellas.
ecasemnra d coros para 65 e 7#.
do "ofeltro d ndame Angot, para
W. sortimento de-mineias para meuo,
bk senkora e homem,-tanto de cores
,irb & que vendemos muito barato.
I W.A- 4n pan i1W* 2C, 8)3#,
o ea.. ,
I, l9djvoaealgo4&o.
_-"transiparentes e tapadas para
e. ..
'par&2, o, prmprii para roupas de
p" eqmns para rm o owado.
m.I4aga para 40 ra. o Wvado,
%dgstes, temos n muito outros artigo,
hiaB grao sorento -.de fazendas
rtepui paras e i~to qp~e Bdrmis
n~veom e l nota w, v m W
SBARATEIRO
frote ao arco d Santo Aptoni..


tBtabeletrmfito veRde-se o
" superior vinho de,1Bor-
iAo.'embarris coQ epC engvar
'MW i ',1 em qual-
ar ser recebido de conta.
N.o "nto estabelecimento
o garrafas, vasias que tenham
mra .vibo d Boreaex -ou


*~d~ ~ U-
-v


AAM


mesto


I
I


.(WW W:*^, im '. *"."U :.i.-._: .




PffrarP PORTgiLr LEXIAM~ft^
.B A WitrOi .,
POAMAG1CEUTICOS DA UA REAL DE S: ML. Ij r .-O. POR2T4,RpAD WA
DIVERSAS EXPOS8O"S OWi 0 PRZIMIBM 03 D) SUA CL
Unico composto, cija bep b-'PrM v, .e
pot isso ser usado por tem91 ind 1.do(. ,E1 .'WO ...
ao da safide. 'E r aniiel da a6s caboAs, em paung .t.Oyi.
c6r e brilho natural, desde o castanhQ.at6.o nogo ,, q, ao nrano de to.4.e
tifnturas-coniecidas,,tem um aroma agadoii.simo, q;e f ,djtOs_..qs
senhoras, ainda as mais difficeis. A..-S .; OS 1 C
EFFEITQS 'INOFFENSIVOS, qijr a applicaj sJa, lsmea4a ua, qir
corprekeenda os cabe,1tos da cabe..a. ..
Todo 6 frasco e nlolevuaskignatur? eq *tar.M bi.ca, d.r^,e
regeitado comouum fl.ifica. -
.m' D R.SCCO .Ga^Alk ,

,L-. ua 1 Ldo 0R0--b .







.ae d .. e o m .-, p.t
.. *. .. -
Ne We P onds IA e m e4tres dp W to-
0Btarp~pgIi~qi ao~iate dzonad oiip 'l aseup1p Qo se pr'wgmto
Am, aa paw sw cq de reo V 0 W6r 0
- Preparam-we pua hbi wi cavallo, e tambe i asseallw e tGrro-
Seram-sB p }ioer 4 anr'ob a r,6is (.(p)O. Jdnha, o de lowtI
S. '" ',"a,


~r* ~m ta1~pan .0
lid, u | 9ntes e de
e ON W,, V
I IeVEftR e 4 bronze. Sin
&r 14 t Iuas at^I *14 arrolM, ialbieados
i o naz, tor**ira& de bronze e
p de to4s "os tamanlxls.
...._.. -S to-a e q(ia$uer obra de
I bio IM Ou"AD b-wa~,ei oapioeg
t4 fo 16e .4 i ..&.m-.o
rei -0 erario9, pod6404d des" toma servirem
e'.,..S s e ai p quantos ohes



6-Rua do -1a fio 04"" "o,,t' dam. BiDrum-O_


ffi~ -se-..t .g i.i mtom....o.
V s epUna jmr mette de

KT.^"?2^^ 0 Q?!fl ,u6w.^1iia.oWfwd
..*.._ ,,_, _S^'S? 3^^9 ^s. dup.ft d., d.
pnm.trqa. "Ve-, od m e" ,va 6 "e0bha ;aeiaeque c p ncha; _a&
r.... ia Duque de Caxias n. 88,J loja de Demelroib
^VEN^a^^W''rc^ ta
Vidak. do Migthm8S WrW'dU fai*c _Bi riraola
t w o PI 4 w bnbmn o es c afl nftov o n1a.d 1
.i v irC 2 s a m n u. b ttm L *n d aito win ,
~^^i'fr v, Iw0.. Wr o- .! =itA Am iaa-~ .Ba f ta --ip(t~i_


.....
ila~


i. ilprii : manf eR~f 96.
-AT t ': f t.. "wu "
pd 25 oinoss ** h**
pu Cmo


POedeualo yewe e pea
e o~ I @pr
Oleo, dr WtaS die 8 1(2 a .
Tinbo-& Pei*, gaeupor.
Dito Sherry. e
Aouc. SW- aij% cpe aadwm.
branoa e a p..o*, muito eonheoio
aia ,. calms.


ma "yprias as nossas e -. ,.,.
Vejat"asprovbs: .
Os proprktrios do arehiwmawem d.o C .'.,
pes, i rua dojaippedor, n. 28, uM odla
grandes. emporio commerciaeps da l
Paris e Li,,ares, habeis e constants .-
powdeutes, quo se acham autOftadf ha B .:
daieB cafea mez, am& remesma doe 4w
reer dtelbQr edemais puran c a. aB
ate suhb4me da gastronomla. ,.
Garantias:
Se a nossa mid comm'num 6 a barriga,
. Laboratorio sublime do-prazer, -
evemos. A6s extiemmaos flhoe aip
Do maiao desvellada e tio ^mhpi.
E como assin uAo ser, se nel$'..-.
SUma fornte perenne de calor .
K as e Suassmbiis leis n'6 .,os
A foub,, a paz, a vida e o am ,r t


Eia filios tratemos della sem hesitac0i,
Bons pvsuntos, Kons vfnhos e manjave .
Todo dcia Ibes 6aos bo1at j,'aiame
E teremos: at-gia!pI p zer linaro !...
G Qon-u- m -
Vende-se barato
e a dinheir


I'-s ,L




.t
..


Vernizpaa mobin 9aro Q|
maces, etc., etc."
0 abbriiaa e inventor deste w.
gamnte a duamago por a i e ***:. '
presta-se a 'mandar enve -liz i .
qupr obra pr emetade 49 prei -ilm.. -9
noe t4uprtoa applicap. l wB I. "
q.e .quapuerpessoa.a We luet.
to co i20 _
lduzia UpW *'? '
*0 yi~ osito: us lw Dft do. .I


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Srtadioo .ciento. PmW*'td W M
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Deus n. 14. / .


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PARE DoLo *S POR LE.1P"OVCAL q.A ENfODAG 4 AMARO DAS SALAS
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/ jE A :*^: mas, m ms ,
qre'alwpia hoomna.
ge a, paitia a carreguemos, para le-
:Itar o eaificio da nossa liberdade pra-
baca. fApedos; ouiH6-Jmn].
oSe fp tivermos a cqrmgem, a forba
de colopar tima de nossas dissenVOes,
de .noisp antagonismo, os principios
cardeaes do system representative,
nunhca.seremos -verdadeiros partidos, e
o. insurgir-nos contra as ten-
1sorventes desse powder, que
I i ^de ser invisivel, o-ao con-
maior evidencia d4stes tem-
~~d o s]. .- .
-: pBo estudo da nrossa historic
1fi cita algumas flexess que
ju. 10pportunas e necessarias nesta
dembora algumas ji tenham
j #.peuWidas por vozes muito mais
PaO. [Nio apoiados].
^^'<9?l daparlamentar, presvindin-
borganico, data de 1826.
A l ,4e 14 de novembro de 1827
ont ^ -nosso primeiro orgamento
ara J01 civil de 1828; seguio-se a
TOA':de a" utnbro de '1828 que contdm
o orgam O do seguinte anno civil de
1829, e niaqual se estabeleceu o actual
ozercicio fiOanceiro, cuja inutilidade e
inconvenacia estao sufficientemente
comprova 1s.
Todos nos recordamos da luta vigo-
rosa, que- a camera de -i829 travou,
acerca do orgamento dos trt& semes-
tres, corn o governor, afirm de. brigal-o
ao equilibrip da receita cornma despeza.
[Apoiados], Essa luta foi suffocada
pela cor6a que encerrou o parlamento,
no seu term regular, corn aquells falla
do throno celebre pela sua concisao e
que era a expresso do despeito impe-
rial por causa de urn conflict military.
0 Sn. MARTIM FRANCISCO': Foi o
-prologo da 4espedida.
S0 Sn. J. DsALENCAR: Dahi esul.
to* -uma didlura financeira; o pAtiz
fei, durante f mezes, governado serm
lei do orqamentQ.; mas, senhores, na-
quell[ tempo, em que o espirito publi-
co pulsaya, a esses eclipses da liberda-
de s-uccediam sempre as brilbantes ir-
radiaraes do civismo brasileio. [A-
poliados]. ,
A legislatura de 1830 vingou as pre-


F
t
I


ministro da fazenda qole, d mes ido"a
rectificaoo imperial, feita no hstituto,
adoptou de preferencia a versdo histo-
rica, a melhor liqAo constant de docu-
mentos authenticos, quaes sao'as actas
leaislativas. [Apoiados].
A revolugdo da maioridade foi provi-
dencialmnente punida. Um caprichoju-
venil, irritado pelo orgulho de urn ve-
Iho e illustre lniuistre,-desfez "em-m
iftstante tbdos os esforgos de udi pati.-
do, toda 'a obra de urma revoluico.
Quem reinava previamente pela vontade
do povo coutra a disposigAo cbnstitu*
nal; nAo-hesitou 'u"f instant em dis-
solver previamente a legislature eleita
pelo povo. [Apoiados].
A maioridade e a situacao anoimal
que seguio-se causou a pnmeira per-
turbacAo na nossa historic financeira.
A resoluc-o n. 283 de 7 de junho de
1843 contemna primeira prorogacgao, e a
resoluao n. 317 de 21 de outubro do
mesmo anno o primeiro orgamento du-
plo ou biennal. Em 1845appareceno-
va prorogaao; esta trouxe o segundo.
orcamento duplo, que por virtude. de
uma terceira prorogapiva tornou-se
triennal, regeu tres exerciciis; de mo-
do que em 18409 faziam-se despezas e
cobravam-se impostos decretados em
1846. -
De 1851 a 1856, period de forte do-
minaCAo conservadorir em que o nosso
partido era dirigido por chefes indepen-
dentes, como Parana, Itaborahy, Euze-
bio, Uruguay, entrimos de novo nas
condioes regulars do system, e os
orcramentfs se succederam anno porl
anno.
Em 1857, corn o'abatinento dos par-
tidos, corn a annulla -o do espirito par-
lamenar, reappart"rn as pefurbaoes
filceiras, as qwmes'sauikem talra-
vdMade, que se nao tratarmos nlis, ibe-
Iaes econservadores, sem distincco de
partidos, de opp6r-lhe um dique, eptra-
remos em plena dictadura financeira,
0 SR. AFFONSO CFIsO :-Continuare-
mos sob ella. PI
0 SR. CESARIOALVIM :--Que estA per-
feitamente acentuada.L
0 SR. "J. DE ALENCAR :--Sao realmen-
to tristes, efoves*. os 4dados -qua nos


ijivflfiHI^'WwsaQu u wv.- umuwuns~u
PAW bepte, 6 :Verdiadea
que s6 por _afgpsis. --' .
I-PdrL ~< *tfitsta .nao se aogftentl
corn .ma tn uri- tirme caro ao- I rtio
co06stdor, paa lque nio se inta
iella o nome do illustre barao di C -
gipe, soh obrigado a votar.pela resolu-
ao que se discdte. .
0 neu voto n1o tiem p6de ser, ex-
pressab de confianapd apenas urma ho-
menagem que presto aos principios do
systema representatWivo. .
Outra imnpresslo defladavel lue
deixa no esprfto estudoi ossa his-
loria parlamentar e o fact a que ha
pouco aliudi, do excess ontsnatte da
despeza realisada sobre a despeza de-
cretada.'U ,I V .-
Est, facto, que se p6de dizer p.r*&-
nente, 6 da maior-pavidade, umre desa-
mentido solemne a nossa constituicao,
ecumpre notar que no unicO, ex4dicio
(1845 a.J846) emnque o orcamento nao
loi excedido volantariamente, sem mo-
-tivos de forit maior e corn manifesto
desprezo do vote do'parlaniento, a sobra
6 apenas deo 289:16tlS29; entretanto os
eesos, sobretudode 18'M em dhbte,
sobemn a 20, 30 e o1000:OOOMG. A-
poiads. da opposig'o]. -
0 S,. DANTAS :-N-o se toma pt "
0 SAIJ. DEALENGAR:--0 non e i-
-iistro da fazipda, quo me faz a ionra
de ouvir, Pmarou, jo- seu ultimo 4is-
curdo, sW ease constant.& ii
corn a poia certeza das verbal. 6o
orpamento. Assim apresead .Ec.
urn exemplo em relay &4 aos b. 0ibs
ecclesiasticoo, verba tie Iel'
co, dizend.qut calc "va4-sj
de unam certo nume T 4ti
tanto que esse 'I a s
Senhores,M estte.acioe odie
to eawsor- o- 4e 1llO|W|lf
nopas leisAi "tw
imiperfeitarente aeli'cas. '_
deque dai-se o acto notado pelo nolb.
ministry; mas, senhores, esta pequeo
differenga, no ordenad. das dWeis
classes de nosso pessoal adminislativo,
nao e para produzir Q6 enormes exces-
soe q-e etlree o ,.denotar. [Apoiados
da opposic.o]; Efses excessosprovem
de outras .caw- --proy_64-f- Wl.
I' "-- .-:, i


lu0oda < Vnptitui o a .mca.
sao 6. TfTo para a aco -e tud
pelia nagAo. 3 [oroiados; mifto bern
daoppqsi4o.]. ,,- ,
Sao credores de admnraa os tajen-
tds do estadista. que serve-se do poder-
para..inmiar grande., ideas, fazer refor-
Mas Iortantes, promover os melho-
tameetos do paiz ; mas s e este mins-
tr.. na-o soube dirigir a opinia a e grand,
gear o congurso do pariamento'-para
refr soeus pianos, se elle procedeu
arb otmeno, nao merece vo no-
me. d estadistj : 6 apenas um AM=Qse-
cretario-mais ou meis intellig eii do
hbsolutimino.' [Apoiados da oppostMk.]
SQuando so trata da lei, nao ha maior
glolft para o ministry do que a lealda-
de na sua execuao. Por mais imppr-
tante que-seja o resultado que sepspe-
re obter infringindo uima dispooi., em
vigor, esse resultpdo seri s fmtre Uima
violao da .lei, da infideia e/nun-
ca sert uma gloria, senhoreu porque
a gloria, a verdadadeta gloaia, 6omo
disse Lamartine, 6 h ,esta. [Apoia-
d -
Em ndsto paiz infelizmnfbte muitoD
'ninistrosw costumam augmentar, cos-
[tumam exagerar a suiautoridade, ja
considered, por m de r ipe.d.
abuses e illelijdade Uns t
da manWa de fazbrfregulamento e re-
gulam tudo; outr-- querem ser reform.
madores, e refm) reparti'bes
por luxo; outros.i qqe devem
dotar a paiz- de pilacios," monumen-
tos; outros filtmente t ortimbre
nA& se passar um ia, nulus dies in
|o di nao ass "guem um contrato!
lirjas.]l :'
|' Ora,. a, condigOes, nao compre-
henOi president, a conIanga il-
[J[litt^ etemn V. Exc. "a rCTorma
F SR., ESARTO 4LVIM: -Ji vai per-
dend6 a confianga.
S0 SR. J. DF ALENCAR : -Acredita V.
Exc. que os unistros preentes e pas-
sados, que ternm procedido da maneira
porque acabi de referir, hAo de mu-
dAi de system, s6 polo accident de
serem eleitos, mais oulbmenos rapida-
=Aens ??-Ea .jalp--.creip, ,tzp.. a


0 SR. J. DE ALENCAR :-Tudo confio,
como dizia, .k regeneragao do senso
moral; quando a infracgo do orgarnen-
to, o excess de despezas nao decreta-
das, em vez de promover apotheoses ao
ministerio, fOr ao contrario urn motive
de censara, e censura several; quando
esta violacao da. primeira das leis drdi-
narias, como a chamon o nobre minis-
tio da fazenda, tiver, nao na Jettra
morta, mas na lembrenca viva do povo
o seu verdadeiro nome, entAo sim, se-
abores' o orcament0' sera uma cousa
seria. -
Nio basta, porem, lamentar o mal;
6 mister e urgee corrigil-o; e, ape-
zar da income petehcia de que me aver-
bnu o nobre ministrodi fazenda, ex-
penderei 4algums consideraQ3es que
resumnirei, esta discussed ja vai.
.tate ift l e a camara. esti
suffciente.eonte i inada por discur-
sosde n tave, oraderes.
0 St. AFro'o Cowa.o :,- Mas esta
desejosa de ouvirWV. Eic.
0 SR. J. DE ALENCAR -Muito obri-,
gado.
SPara a regulai4dade dos nossos or-
Camentos o verdadeir6 remedio nao 6
outro- sense o civismo do parlamento e
a sinceridade do governo.
SQuando essas condiqZes existiram
nunca encerou-se o'parlamentb sem
nque fosse .va4a a lei do oramento;
[ *\_* r, "

brio, quasi- amea-ador," e estranha fi-
xidez. ,


annual; pordm, ella tem s6 "zmk H .' '-
cie de veto, o direito'Ae 'adopq:io'. .:"
jeiao, mas naoo ode emenda. !-:' "
Em nosso paiz, quanda esta' .
mmacao nao produuzisse -oe i -
to politico, porque o senado se "Pl -'
firmando-se no silencio da co .
gdo, traria aoxmenos duas giae,9$1 -.
tagens. .-
A primeira era simplificar o.'
mento, separando a maxima "
verbas ; e nao s6 o simniplificava,- t.' -
concorreria para tornal-o mais pe '
evitanudo os. errop que notou ol l : :*-
ministro da fazenda. A segi" -
tagem, e de grande importa.i* P,-
evitar que decretapsemos despe" .
manentes qor meio de umna lei at,
quie 6 contrario ao espiritto 4a 'fti ,
constituigio. ".
SAlfm destas praticas conviria "- -
bemrn adoptar a divisAo" do orgame t .
em varias, leis, idda iue ji foi lembra-
da entire n6s e creio que atlb imc .- :-
V.- Exc., Sr. presideliteconhce .
feitamen.te a organismo finance
Inglaterra e sabe queo Budgo -
se divide em tres partes..a .
que d logo em princi ot .i v o.
despeza ordinaria, fe 0
of supply; a segunda d4a -,, --
naria e tern o nome de o^ M.. -
means ; a terceira, que d"ur i -v' -
plementar das duas, 6o apmrip*piou "
bill. -----
$ + -* "" .; .
,Esse mecanismo ndo seria 6'M : .". ,
para.o nosso paiz, mas 'algunm -.a; .
poderiamnos aproveitar delle. A-'* -7 .14 -

[Continuar se-hat) .- '.
A I I ii .' i :' ."




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