Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15829


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Full Text





























PHRvIi 1a.

| PARIS, 10 do juIho


SVIP ?ATALAB Z; l45o;


RIO DE JANEIRO, 11 de julho, As 3
horas e 30 minutos da tarde. (Recebido
:i^ ~ As 5 horns e 10 minutes, pela linha ter-
restre.) ,|

*'- Hoje, na Cainara dos tr. Dovpta-
dop, o W Josd Marlanno apresen-
S tou urm nroJwjto revogando o lmpos-
to laucado sobre o sal importado em
Pernambuco, na conuormidade da
nova lei de orcamento provincial.


(Especial para o Diario)

LONDRES, 10 de julho.


1~


0 eHe4lera-mo0t*bu fs ot* 11s4w I I
vitcmaas em Toulon e 3 OUR :14-


selia.


PARIS,- 10 d do jumpo, A.oiteo, :::

o eholeraMtOP- tea Is 'Ies


ia. -

Agencia Havas, filial
II dejulho de 1884.


ii"


I D'aquisoe a .Cp0sa segi^ i
^08.do mealo noumerep e-se, eQ
em Peraambaee, am wq m coarioaaewM-se.
A irteisidade .a d'eslW&atttaoes repuls6
^ ~ ~ ~ a~~a a i VnaFW m W aQ ....i.. ,~ A l...Ajt


INSTIOt~IO PIYW 2


MAGNETISMO
(Extrahida)


CAPITTIJ. II
4.j .
IMANS OU MAGNETES, E SUAS
PROPRIEDADES
(Continuago),


U*-t- Dum suje aa um te V ei: Ym

4 inten8sidade vacia na rqado inverse doafr-M
do da distancia.
Assim, qiandb a distaic,'. p estiver a s8
tancMia mgnetiM 4 fo ia^|l Ftaitivma.a..tem'
sidade attractive va4 a quif part- da quoa i-
Smeiro manifestava, .porqae rao do -
S2, uma vez que a distancia augmenta, tdiminue. Se a distancia fasse triple, a
Sseria someten a ifona parte, porque 9 ,6 o qua
; de 3..- .. .- .
I .-. *


Os jornaes inglezes annunciam Agora que j a sabemos que os dous pdlos sao dif-


(OontinAa).


IAI AlIArt. 15. As caladas quoe se er o-n refiz-erem nesta villa,
f Iterao 6 pnlmois de largura, sob a malta de 10J e de serem demoli-
vdas A custa de quern as fizer. .. ,
P I ....L A Art. 16. Os pr6prietarios pu inquilinos, niesta villa, sa obrga-
GOVWERINO 1 DA PROVIn IA dos a caiar as frentes de suas cAtsas, os oitoeos e muros que deren
Leit n 1S 33 para beccos ou ruas, no mez de novembro ; multa de 65 ou 8 dias
0 desembargador honorario Jose Manoel do Freitas, official da de prislo.
Imperial Ordem da Rosa e president da provincial de Pernam- Art. 17. Ninguem poderA edificar casas ou levantar inuros seinf
buco r r requerer A Camara, para que esta Ilhe made dar alinhamento;
Faco saber a todos os seus habitantcs quo a-Assemblea Legis- multade 10 d demolio A cnsta do done.-
Art. 18. Ninguem ooderi edifiear, nas kuas'-desta villa, meia-
lativa Provincial, sob proposta da Camara Municipal de Aguas- Arta 18. Ngue m podesa edificar, na e *desta illa, mo a-rt.
Bellas, decreton e eu mandei publicar a resolugao seguinte : aguas, sm qu tenhamestas a frente d co midade- corn o art.
14; multa de 106 e demolicao.
POSTURAS DA CAMARA MUNICIPAL DE AGUAS-BELLAS Art. 19. No praso de o annos, a contar di`excuco destas pos-
SEC9SO 1. turas, os proprietarios das meia-aguas da rauma- va desta villa do-
1Regulamento intern verao edificar as frentes competentes ; muls do>204.
Art. 1.0 A Camara Municipal de Aguas-Bellas, para o born de- Da limpereza da us ruasd 'i o r
sempenho de suas func9Zes, terA os seguintes empregados: Art. 20. Os proprietarios e inquilinos des- illa so bnrigados
Um secretario, urn procurador umn fiscal, no lo district da villa atrazer varidi as frentes de suas habitaeoEmulta de 3A ou 2
e um porteiro. dias de prisaio.
SArt. 21. Kinguem poder-A dditar lixo on qualquer immundieffiL
Arf. 2.0 Todos estes empregados sera-o de nomeaqao da Camara, Asrta pragas ou beem podera dsitar vio oun qualquer immundioia
a qual os poderA demittir c substituir, quando nao ihe merecerem nas r lss p a becco;ata de6villa deveido fazel-o no luga d-
eonfianca. C, signado pelo fiscal; multa de 6% ou 6 dias de prisao.
Do secretario Art. 22. Os proprietarios ou inquilinos uab poderlo famer esgo-
Art. 3.0 Ao secretario, alem das obrigaes qu h ao mar- tos para-agua suja, que deitem sobre ruas 6u beccos; multa de 55
Art 3. Aoseeetai% l~mdasobrga54es que lhe sago mares-
das no art. 79 da lei do 1 de outubro de 1828, incumbe o seguinte : no 5 dias de prislo, sendo tapados ditos esgotos a sua cust4.
S1. Escrover e ler as Pctas das sessoes da Camara, antes de Art. 23. Ninguem poderA deitar has raas desta illa animals
serew as nieswas assignadas pelos vereadores. mortos ; multa de 5A uu 5 dias de prisdo. Na mesma multa mincor-
2. Ler as peti5es e os documents apresentados A Camara. rerA o dono de animaes mortos, se nao os fizer retirar immediata- #
3. Escrever nadepetioesaosdespachosedecisoes daCanara. mente das ruas ou suas proximidades. 4
S 4. Registrar nos rspectivos livros s termos dejuramentos, Art. 24. Nmguem poderA fazer escavaes ou barreniras dentro
de tomadas de contas r da villa, salvo havendo motive ; entao e obrigado aaentulhal-a ;
5. Organisar os -balances que tierem de ser remettidos A multa de 5O e de fazer-se o entuiho a san a custa.
Assembl.a ProvinciaL .... Ar. p.rjhii s eam
6. Escrever e registrar no respective livro toda a correspon- Arte0 a meo pl o psr t cadapun o lqu dque ia-
dencia da Camara. voura, a menos de 15 palmos para cada lado do leito dos ri0ehos
dencia da Camnara.
7. Registrar as cartas e titulos dos empregados que a isto fo- GravatA e Ribeiro, desde s suas nascens atA sahir na estraa- do
rem obrigados por lei Po de Assucar; malta de 205 sendo arrancado o que f6r plantado
8. Classificar e ordenar os papeis do archive da Camara. A casts de sou dono. Na mesa pens incoTe o que fizer irrigaglo
Art. 4.- 0 secretario por qualquer omissio de seus deveres sera na Serra.
multado polo president da Camara at6 a quantia de 205. Art. 26. Os proprietarios e foreiros que tiverem terrenos adia-
Do procurador cents As margens dos mesmos riachos, desde as suas nascengas ate
Art. 5.0 Ao procurador, al6m das obrigacies impostas pelo art. aquella estrada, ficam obrigados a conservar limpos os leitos dp
81, da citada lei, compete : mesmos ; multa de 105 e ser a limpeza feita a custa do proprietario
1. Fazer as despezas autorisadas per lei, por artigos das pos- ou foreiro.
turas e por determinant da Camara. Art. 27. Fica prohibida a lavagem de roupas nas fontes do 0iho
2. Promover todos os meios e execug5es para arrecadar as d'Agua e do Eseorrego; malta de 5 ou 8 dias de prisao.
rendas municipaes. Art. 28. Ninguem podera cercar os dous riachos m1 aA,.
3. Velar na eonservagao e limipeza do acougue e curral da as Pontes e aguadoaa Lagoa de Barro, Escomogo, Olbd''Agua,
., Pogo, da Olaria Velha; multa de 10;0 e demolir-se a ceres otu iuro
Camnara, e fazer n'elles os reparos necessarios. Estes reparos seraoP daOlaaVelha malta d 10 demolr-s a ee a r
feitos A sua custs, quando as deteriorag5es provierem de culpa sua. i custa do infractor.
4. Apresentar, em cads sessao ordinaria, as sus contas do- Art. 29. Ninguem podera ter dentro desta villa em eurraes ou
cumentadas e eseripturadas, e o ,aldo que houver para ser reco- quintaes, vaccas de leite; multa de 10 ou 8 dias de prison.
hidos. Art. 30. Os reneros que forem expostos A venda falsifieados on
5. Proper todos os mieios que jalgar necessaries para o aug- deteriorados, serao inutilisados, e seus donos multados em 20.
mentor e facilidado da arreeada9lo das rendas. | Do matadouro public -
4rt. 6.0 0 procurador 6 responsavel Velos prejuisos qne soffrer! Art. 31. Ninguem podera matar gado para eonsta senao no
a Camara em seus rendimentos; e par isto ou pr negligencia pode- matadouro public; multa de 5$ ou 2 dias de prisao.
rA ser multado polo president da Camara at6 a quantia de 155. I Art. 32. Nao se poderA matar, para o consume public, rezs e
Do fiscal : nao tenna polo menos 18 horas de deseanvo, salvo o case de urgent
Art. 7., Almin das obrigaces tragadas polo art. 85 da lei cita- necessidade com licen.a da-Carmara; malta de 5..
da, o fiscal observarA o seguinte : Art. 33. As rezes serao mortas As 6 horas da manh.; inulta de
1. Nos dias de sabbado visitarA o agougae e matadouro pu-. 55000.
blico, e, nos outros dias, as tavernas e oatroa estabelecimentos para Art. 34. Fica prolibido o use do maehado no talho de eArBs
providenciar sobre os abuses que se conmmetterem na venda dos ge, verdes parsa oconsumo public; devendo este- ser, substituido pelo
neros. us o do serrote; multa de 55000 ou dous dias de prisla
2. Impor multas aos contraventores das posturas munieipaes, Art. 35. As rezes destinadas ao consumeerao re -hidos no
devendo n'esta occasion lavrar ou fazer lavrar autos que, assigna- curral da Camara na vespera da matanca; -. malta de 2000
dos par duas testemunhas, sertlo remettidos ao procaurador da Cams- Art. 36. As carnes verdes expostas A vends que apresentaremn
ra para este cumprir o 2 do art. 5 destas posturas. signaes de enfermidads on putrefaecao, serno apprehendidas pelo
3. Dar alinhameato para a edificalo. fiscal e inhumadas, e os donos multados em 155000.
3. Dn aluhameat pama od~lcaAo.Art, 37. Antes do mio diada ninguemn poderA talhar earne-dest-
S4. Fazer correiies no primeiro dia de cada mez, na villa, e a 37 Ante demeio d Inguem poder talhar earnedest
15 na povoaes mniipios, afim d vrifica s ao observadas nada ao consuno pablico, sem qu tenh page os inpostos respectt-
5as9 poosturas c deliberae da Camaa. va s : mults de 105000 e ser vendida a came em hasts publica,
1 as postua~os c el muibeae acipi amrnarass'pble
as poturasc delbernoes d Camaa. qusan do ngo~for satisfeita a multa. Para o fim Ade verificar stlate
5. Percorrer todoab municipio afim de verificar se as ostradas iaad nao fa sataferta a maa. Pana fcn do verfi isto,
estAo convenientemente abertas. Para este fim a Camara Ihe darA iseal, A hor marcada, omparecrA no auge.
uma ajuda de custom rasoavel. Art. 38. Todas as vezes quo tiver no agougue desta villa me-
6. Apresentar nas sessSes ordinarias da Camara, no mez de nos de 3 rezes, seus do0oss ae poderao arroubar, mas devorao ven-
janciro, am relatorio uireumstanciado sobre a fiscalisaglo dos dis- der sos compradores a retaiho e sortidamente trazaira com diantei-
trictos e as malts impostas, podendo nests occasilo proper as me- ra ; multa de 5j000 oa 5 dias do prisBo.
Aidas que julgar oebnvenientes. Da -oltcia mgnici "
Art. 8.0 0 fiLeil durante o tempo que servir, 6 responsavel pc- I
los prejaisos iep e sderem por negligencia sua; e podera ser mul- Art. 39 proAibido tirar madeias 'desa--ehar o aranar
tado pel president d Cam.ra a a quant d- e 1 0. ce. as. sem lii. ,a do ams donos; multa deo6 5 dias de pni- ,
Do porteiro:
Art. 8. Cmp o pteiro: s-o.
A 1.8o Cosip-%a snobamaunaro o o.sd pa, o Art. 40. N& 6 jermiettido dar.tiros dentm!-da villa, ouhe.aar. em
1. as pov dosb a As&gu daa d _pa .h icagares ..d'onde posanohumbo on bala0 offendeaiom;, mult* do
2. Abrr as ports I do m o is "boras da nmb I r 445000 on 4 dies e 4,0 areau 'e bde
quo on necessario. .A~rt. 41.?iop em -a o. -p -. ..r
3. Manter tolao o aeeio eregulanidad s na easa 'enos moveis. Art. 41.nXests 'la loen oo.va do "uerMealu eandeinwto
.. ..^^ r r^ s a ^^%^ a"ro n s up v a m m q o :s : : n u t
S4. Conservar-.se, nos dins da sessao da Camara, A port do Cama..na mult&ai a 155 000. ,. i
edifici par fallar com as parties, receb r as peti.es par dar- les At. .. 0 m.sa.. boce. q na-n strar a
o dostino conveniente..*At m~mb oeioqen srr '
-. 5. Canmprir as oes-da Camara1 do presidonte e do secrets- resipective impost., seth mtmltduAem :105000:. t-":: ..
rio" qua.e.ao servigo da seeretanis. r- .4- t lin5, om poderA, em tevpi do t:ests an,.
4k Acoimpanlm a0 tso fel, dentra da villa, em correiq~es, curn- par boe.: m il- oos sd 0sm s
pindo oqais par este ir d niado no desempto de seo de- mDxa ; m!t5 / o ::a
Ant.10.-0 artiroser uatad peao president per felts fd adnmoro uInrgn
eumpriiento do serdec t a qa t -de -55. "pars in., di I QI Na
Art. 11. rOa omden oi :saarots mw roslAds o~ att~


( dlias de p
aquelle qe
fugo swipqqeo


kl^.lll oo, sA Brmultado em
que ou animal danifiea a plan-
eincia, sera multado era 1OAOO4
3ansado.
bgo ntos campos deoeriag(o- on do
, etrdonqs ; multa de.3O5Oou
eenha, na mesma pea incorrerA
Snecessaria pars impedir que o


&jttW -O r ^i resd4egados deste munieipio, que tiverem
im m orezes, -igadss a ter acndes on bebidas para os seas
g a poderem feehar os os; ulta de 55000.
A rt. 52 .Ninguem poderA tinguijar as aiuas dos agudes, po-
gos, rios oriaehos das fazendas ; multa de l05000, alei d pr
Ai %0 lJrgcaprohibido o uso de ferrar no quarto ou no corpo,
podtndo apeniRSferr-saaa perna ou no queixo ; multa do 105000.
*Art. 6oiu~~ezm po~deraentrar em pastos alhcios ou nmattis
paraeaiar, ouiti.'rabelhas,derrubar mdeiras, sem licenca dos
donos ; multa de 0104:1to.8 ,dias 4lsnid *.

Art 62. Noe estanaa Ga mara reunid;:, as lieenuas e alinha-"
mentos serao dadps polo presldente e na falta deste pelo vice-pre-
sident e ou vereador qu o osubstituir.
Art. 63. As multase penas dos artigos da present postura
seriao duplicadas nareineiinceio,
Art. 64. As feias da villa ou povoaoes ao municipio s6 poa
perao ser transferidasde uns para outros Ingaros por proposta do
fiscal e approval* da Camara.
Art. 65. Aos feireiros noe'6 permittido conservar sens animals
durante a feira, no pateo da mesmra, ou amarrados nas portas, de-
vendo retiral-os, depois de -descar regar, para o lugar indicado polo
fiscal; multade 3#000. '".
Art. 6k Fica prohibido srdtar busca-pes e fogos do ar na villa,
sem licenca da Caamma ; multa de 10A00 ou 5 dias de prison.
Art. 67. Fiaes prohibido o use de clavinotes, facas, facees de
ponta, punhaea jstoques e rewolvers.


/^
REGULAMBENTO PARA 0 CEMITERIO PUBLICOiDO VuNICrPIO DE AGUAS-BEL-
LAS, APMOVADO PELA CAMERA MUNICIPAL Eli NSESSo DE 9 DE JAMEIRO
DN'1883. -
Tatulo I
Art. 1.o Pertence eimfusivamente a Camara Municipal de Aguas
Bellas a inpaeao do Cemiterio.
Art. 2. P'ra a sua b6a admnistra*ao terA o cemiterio um ad.
=inistrader nomeado pela Osara,. percebendo annalmente o orde-
io de 150%000 e umn servente pereebendo 500 rmis diaries.
Art. 3o0 Ao administrator compete:


Art.'
sept
)P"1


crranasB.


de dous an-
i sepulturas


communs qeevrroerai am ss. 4
S Art. 14, No serperi ittida a inhunvao do cadaver antes de-
24horas decoridu desd= 71morte 1#4-o 1QJ)
Art. 15. Asjessoas qtp-flecerem'repentmameieEO ado,
sepultadsem pr"via partictlpaAo A autoridade policial on-jddieia-
rnaparaas devidas averiguaes: ilta de'30JM0 ou 8 dias de
Art. 16. Os cadaveres ser'o cobertos nas sepultaras, polo me-
no; comn 6 palms de terra: multa de 6$ ou 4 dias de prison.
Art. 17. Oa escravos fallecidos serao.enterrados em sepultura
commum, no quarteirao para isto destinado ema separado das de pes-
sas livres. .
Aas exhumaV5es
Art. 18. Dons mezoses epos do praso marcado no artigo 13, os-
restes mortaes que forem reclamados serlo com i repeito e acatamen-
mentb extrahidos e depositados em lugar designado .por umna com-
missio da Camara, da qual fara parte o admiistrador.
Art. 19. Nio poderlo ser exhumados owcadaveres dos cemite-
rios d'esta villa c povoaoes do municipio, antes do praso de um
anno ; se o fallecimento for em resultado de cpidemia, antes de 2
annos; multa de 30S ou 8 dias de pris.o.
Art. 20. As exhumanoea ordinariiS (art. M?8) ser-opraticadas-
de autoridade do administrator ou a cuidado das familiar, que entio
fario as despezas corn o servente e mcios de desinfeceio, revertendo-
estas ao cofre da municipalidade. .
Art. 2t. 0 procurador da Camara fornecerA pars cads exhu-
mago, que sie fizer de accord comn o artigo antecedente, urma guia
de conformidade corn a nota do administrator, e reeebera 59 por
cadsa u
Art. 22. Nenhuma exhumago seri feita sem ordem esenpta.
das autoridades competentes; soende passada esta, serAi a exhumaAo
feita no dia designado, e, sempre que for possivel, as 6 boras da
mauhi.
Art. 23. Os restos mortaes dos cadaveres inhumados judicial-
minente, serlo immediatamente sepultados depois das averiguapoes.
Art. 24. Quando algumia exhumacao tiver de ser feita, o ser-
vente tera todo a cuidado em nao deseobrir outros cadaveres, nao
podendo assistir outras pessoas al6m das designadas pela autori-
dade.
DisposiMne policiaes
Art. 25. 0 ingreaso no cemitcrio terA lugar das 8 horas da ma-
nha ae meio dia. e das 3 As 6 horas da tardoe, nao sendo permettido-
faunat e entrar corn o, chap6o na cabega; sendo expellidos pelo ad-
ministrador oa infractores desta disposi5o, ou levados A presenga
da autoridade policial os qune se tornarem tenazes no desrespeito.
Art. 26. As plantagoes de arvores e flores serao de modo a nado
prejudicarem o terreno e embaragarem a vista das catacumbas.
Art. 27. Nenhum instrummento serA admittido no cemiterio-
sem que lhe pertenga.
Art. 28. E' prohibido aos empregados do cemlterlo despojar os
caixoes de seus ornamnentos, e Os cadaveres de suas vestes ou qual-
quer outro object.
DisposiVes geraes


1. Manter o regimen intern do cemitetio. Art. 29. A Camara Munieipal, sob cuja inspeao e adminis-
2. Ter em ordem e sob sua guard a orehivo e escriptura- traglo est& o cemiterio, velara sobre sua conservango e m.elhoramen-
90. tos, e fornecerA todos os objeetos necessaries ao plantio das arvores-
S 3. Organisar e remetter A Camara mappas -quinzenua das e inhumaV9o dos cadavers.
pessoas sepultads, deelarando os enterrumentos gratuitos. Art. 30. No fim de cada anno organisariA urn orcamgnto e ba-
4. Passar as certidoes ordenada pela Camara e os pedidos a lango da receita e despeza do cemiteria, pars ser remettido A appro-
requeimentos das parte a vaco da Asembl6a Provincial.
lueimetos as dp, 'm vuml .*
5. OrgasniS4Z O mdo tos dos empregados do Art. 31. Nenhuma inhumagao sera feita sem que seja apre-
cemiterio e de todasa s aVMSe comn ecusteio do mepino, pars serem sentada a guia do procurador da munieipalidade, pela qual prove
:'i a4IW- Pi dent, -. sido paga a quantia determinada. .
6 Multar ate 101 os deaas emprgdos peles faltas de cum- Art. 32. 0 procurador s6 poderi passar a guia havendo decla-
prim&entodedeveres. raao por eseripto da autoridade policial, e licenca do parocho. Es-
7. Commuaicar A Camara as infraccoes deste regal meito; tas sere archivadas.
propondo aesta occaaiAo as medidas eonveniatRs .A regunaridade do Art. 33. As despezas para abrlr c fechar qualquer catacumba
service do cemiterio. r serlo feitas por conta dos encarregados dos enterros;
8. Assistir e inspecioar todas as obras afim de verificar se Art. 34. Sobre pretexto algum podera o administrator recusar
s afastam das prescripgoes da Camara,. fieando responsavel pelas sepultura.
usurpaees do terreno. Art: 35. Sera o mesmo administrator obrigado a estar no ce-
9. Langar no verso das guias da Camara, que acompanharem miterio das 9 horas da manh is 11, e das 2 As 4 4a tarde.
os cadaveres, 9 numero da sepultura em que cada urn ha de ser iA- Art. 36. 0 procurador da Camara darA conta da receita e des-
humado. 4- peza de 3 em 3 mezes.
Art. 4.Ae.servente cumpre: Art. 37. Haveri danus livros para assentamento dos obitos:
1. Executar as ordens do administrator concernentes ao ser- um para as pessoas livres, e outro para os escravos: os quaes serao
vigo do c eterio. abertos, numerados e encerrados pelo president da Camara. Os
S2. Manter todo o asscio no a emiterio e utensilio do mesmo. assentamentos conterao nome, naturalidade, idade, estado, profissao,.
S 3, Rcebea-s g-uias dos cadaveres qua forem sepultados pars cor, residencia,. molestia; du-ralo-da mesma, dia e hora do falleci-
entregal-as ao adiiniestiador no fim do dia. mento sendo de escravo o nome do seus senhores.
4. Abrir as kpi a nos lug.ro indicados pelo ad.ninistra Art. 38. Pica restabeleeida a malta de o30 pars as infracc5es
dor, inhumar os sakvera ou recolhel-os nas catacumbas, que serao deste regulamento. As multas serao impostas polo administrator,
feehadas pe w c e do enter ra corn recurso pars a Camara.
1 5. Abir e io emiterio as horas marcadas, send res- Art. 39. 0 administrador, pelas faltas que commetter no des-
ponsgvel poi qual etravi dos'utensilios do smo empenho de sens deveres, serA multado pelo president da Camara,
6.-aiw 6 4W6 do terreno, o lsatio e conser a.io das e, se a falta for revestida de takes circumstancias, que produzam pre-
arvores, arbustos e flires nos lugares mdi ode polo admimstra- juizo, sera suspense por'30 dias.
dor. Mando, portanto, a tWdas as autoridades, a quem o conheci-
TITULO'II i* mentor e execugao da present resolucalo pertencer, que a cumpram e
Aft. 5. Os enterramentos no cemi%#o serao feitos de 7 horas faqam cumprir tAo inteiramente como n'ella so contum.
"da manhi As 6 1/2 da tarde, .saltvos s :eso extraordinarios. 0 secrgtario da Presidencia desta provincia a faga imprimir,
Art. 6. E'prohibido 0 enterramento f6ra do cemiterio. i publicar e corner.
Art. 7. Os enterramentos serlo feites on em sepulturas com- Palacio da Presidencia de Pernambnco, 28 de junho de 1884,
'mans, ou em reservadas, ou em cataeumbas. 163o da independencia e do imperio.
Art. 9. 0 terreng do eemiterio serA dividido em quarteir5es sy-
met-ices, havendo entre elles espago sufficiente para o tr.insito. L. Sr Jos& MANOBL DE FaziTAs.
Art. 10. Nio permittido levantar monuments sobre as se-
pulturas; mas somente distingaUil-as corn pedras tumulares e seme- Sellada e publicada a present resoluaeo nesta seeretaria da
hantes. o Pre,5idencia de Pernambuco, sos 28 de junho de 1884.
Art. 11. 0 prego de umo catacnmba da Camara serA de 30000; 0 secretario,
do ama sepultura reservada 8 e de ama commum 4U. Joo Auguisto de Albuqierque Maranhdo.
SArt. 12. Tro sepuituras gratuitas:
4 .s ./


DESP#CQQ DA I


Ju


Abaixo a
aicipal do
mento sa m


do e"
dea.e
n. 6704


N3 l-k


-. @inebiui@nt~


1 41 a 4 Provlacla licia de Pernambuco, 11 d6 julho de 1884.
PUMDENCD10 E rmiaI RExm S -r.P -Participo a V. Exi.
PREDEICIADO DA 1 DXqua form honite
LEHODE1884.oD bt-em recolhidos A Casa de
LHO veDE 1884 daCa Detno os egnsidividuos:
os veA da-CamarMu A mnima rdemAnt'io Rodnigues de Pigui-
- Paise port-adadsndo provi- redo Arueirs, vindo do ternmo d Gamelleirs coma
iat-epoto. senteenciado apellado; e Maria de l, alenada
-A Silva.-Ao Sr. command.tnk, at&ue psatea o couveniente destiny.
I baxa doi o: r in'a tsbdelegao de Santo Antonio,
c-pros"ano Maiae d tta Manoel Jeos e Leocadia Maria da
llOVI 3i.l'41M A portani kroilial8 rnopt&, npoado doCaxangA,
rolaeO anaxa A pontaniadt dda d aeeiaMnto Moutioro, eriado de Al-
to~RibeiroSm, in 6da. S, i-aE divers feMiment-osam I-
. IBCibeiro.-'-Simn, Brta d6*oe Maria, peS|qIe foi preso em fi a-
igueos Ooelhe Sim. gronte' e .Ai proceasado. -
aem Evaniato do Stwuli.-mDefa- -D Nsg d a V. Ex. IQIt e Ekinn
Ic uj ~ ~ Sr. d eseinargadIbv _JaS4,Manoob'eFreA-
iS^uistw, de ta:-Yica tam, M~itoedigno p ide-qt|4. rov di
-c deh-ejsbive' do 9 0 Cle ` poficia, ?mll* o 6 li& rico




de 4Olivw,'nae $1-va ofManoel
iiagiatri4^ 1*'-'-ne m as


wadt:ox'. ~- Inform oSr.@


Camera. Euneipal
DESPACHOSIDO DIA UO DE JULHO
Pdo Dr. Jose Oeorio, vereador cos--
misario de edificaes: .
Andr6 Rompeke, autorisado pelo Exm. Sr. ats.
nador Luiz Felippe de Souza Leo, pedindo lielu
a para substitnir tereas e caibros da coberta .-
54 A rma da Soedade, bem cmoinofazer ac"
en(anar at agvas pluviaes.-Sim, na f6rmJ :
recer. "
JoaquimFoerreira da'Coata, para tomarwotei-
rasnas casas ns. 61, 63 e 65 A rua da Palmsa e 29
a rua de S. Francisco.-Sim, dando pr6vio eoih-
eimento aso fiscal ...
Jo' Ignacio de Medeiros Rego, parsan -
correr o telhado d casa 6 A traveasa do BiaYb
substituindo ripas.-Sim, na f6rma do pxre -
Laumiana de Albu uetrqte Line, P *
teiras na casa n. 43 4t inn doA .-
do prvioU conhei nto s orL
Li izForeisa de-Almi4.idein, corn
a ca U ters n.26 Tua CdoCronetSn
Poo r.Dr. G4.& Cciawakite


I p


trialy


LI































E' hoje quo se effectuam as eleigea para sea
mara comitmuinte. A' hora e quoe Iho eap
ests carta aida OsB oeeraUtiuo eitorama ms *
g relaqaBnria3 do wrmtnioe Ias E 4usd
'_Ypa euAdabm qa6Atue' emfta IM
e:: poticias do s periodicos, ao ragp. popular, eon
( tpntads e m a sia misersa na.SSftr~s di
S* estado.
Os oandidatm qau levamo si l *ao sa do-
S putados na ultima legilitura.
S E' possivel e mesmo provavel qo, sig.em
S circulos ha oppositorea que veoham -q meaih
S nados e qua n'outros haja xnodificaao Bo eandi
S datos.
S A ommissao ou troea por&nm 6 filha da falta d
._^ informsao.
N. 1. Vianna do Castllo, list at6 3 nomes;4 ;
S deputados, os mais vodsa: Joio Ribeiro k&
S Santos, gov.; Augusto Nev dos Santos Car.
oneiro, gov.; --Manoel Bento Boeha Peixoto, gov.;
S Ernesto Julio Goes Pinto, prog.
r N. 2. Mansao, list uninominal, viseonde da
Ribeira Brava, gov.; Lmiz Joe6 Dias, prog.
S N. 3. Valenpa, mnin., ;* Caetano Pereira San-
ches de Castro, gov.
S N. 4. Caminha, unin., Miguel Dantas Gon-
9 alves Pereira, gov.
N. 5. Brag, list atM 2 nomes; trees deputa-
dos, os masle votados: Lopo Vaz de Sampio e
Mello, gov.; Jos6 Borges Pacheoo Pereira de
Famria, gov.; Vicente Pinheiro Lobe Machado de
Mello e Altada, prog.
N. 6. Espozende, unin., Adolpho da Cunha
S Pimentel, geov.
N. 7. ifarcellos, unin., Jos6 de Abreu Oounto
de Amorim Novaes, geov.
N. 8. Guimaries, union Jogo Ferreira Franco
Pinto de Castello Branco, geov.
N. 9. Villa Verde, union Alfredo da Rocha
S Peixoto, gov.
S N. 10. Povoa de Lauhoso, union Augusto Jo-
s6 Pereira Leite, gov.
* N. 11. Cabeceiras de Basto, unin., Guilherme
Augusto Pereira de Carvalho e Abreu, gov.
S N. 12. Fafe, union Jost Maria de Oliveira Pei-
xoto, gov.
N. 13. Celorico de Basto, unin., Antonio Ri-
; beiro dos Santos Viegas, gov.; Manoel Alves Fer-
reira, prog.
S N. 14. Villa Real, lista atW 2 nomes; tree de-
S putados, os mais votados: Antonio Jos6 d'Avila,
gov.; Antonio de Azevedo Castello Braneo, gov.;
I Conde de Villa Real, prog.
S N. 15. Montalegre, unin., Henrique de Barros
Gomes, prog.
N. 16. .Chaves, unin., Joao Gualberto da Fm-
* scca, gov.
* N. 17. Vale Passes, unin., Antonio J. Lopes
Navarro, gov.
S N. 18. Alij6, ualn., Joaquun Teixeira de
S Sampaio. gov.
N. 19. Regoa, union Dr. Avelino Augusto Ce-
sar Maria Calixto, gov.
N. 20. Bragana,b list atd 2 nomes: tires de-
putados 03 mais votados: Antonio Maria de Meo-
raes Machado, gov.; Firmino Joio Lopes, gov.;
Eluardo Jos6 Coelho, prog.
N. 21. Moncorvo, uuin., Ignacio F. Silveire
da Motta, gov.
N. 22. Mirandella, union Francisco Pavao,
gov.
N. 23. MAogadouro, unin., Luciano Cordeiro,
gov.
N. 24. Porto, list, at 2 nomes: tres deputa-
dos os mais votados: Ernesto Rodolpho Hintze
Ribeiro, gov.; Joaquim Augusto Correia de Bar-
S ros indep.; Albano Montalegre, indep.; Augusto
S Manoel AvIres da Veiga, rep.; Jes6 Joaquimn Ro-
S drigues de Freitas, rep.; Jos6 Guilherme Pa-
checo (?)
S N. 25. Villa do Conde, unin., Joao Marcelino
Arroio, gov.
S N. 26. Santo Thyrso, unin., *Martinho da Re-
cha Camdes, gov.
N. 27. Filgueiras, unin., viscondo de Alem-
i t?m, gov.
S N. 28. Amarante, unin., Joao Pereira Teixeira
dc Vasconcellos, gov.
N. 29. Marco de Canavezes, union Barreto,
g<^ "ov.
S g oN. 30. Penafiel, unin., Manoel Pedro Guedes,
gov.
N. 31. Paredes, union Joaquim Garcia de Lima,
t. gov.; Jos6 Maria Borges, gov,
ji: N. 32. Boucas, unin., J. Guilherme Pache-
calo ?)
c N. 33. Gaia, Avides, go".
N. 31. A,-ctro, lis-ta att 2 nomes, tries deputa-
S ,1 1,s 03 mais votai's: Jo-c Frederico ereira da
S 'Costa, gw'., Jost Dias Fcrreira? Magalh~es Lima?
f.-. Jraiiciac,) de Castro Mattoso Corte Real, prog.
^'; N. 35. Firna, unin., Antonio do Castro Pe-
S reirda Corte Real, gov.
N. 3'. Aro.ruca, unin., Emydto Julio Navarro,
prog.N. .3T. Olivcirna de+ Azeweis, union Ernosto
:K .da COst.i Souz.a Pinto Basto, gov.
t't N. :3s. Ovar, unin, M.ineo de Oliveira Aral-
: /l.i, e C,.t t, gov.
r.."'* N. 3J. Ana lia, unin., J.s, Lueian.) do C~is-
S tro, 'pr.,.
N-.) C,:i nbr a, list.i att 2 nameo, tres dcptta-
-" dos, 03 anti votados: Souza Roiz, gov.; Dr.
g.- Be,',itili:ni Liz Mach adu Guimaracs, geo. ; An-
+ toni) C,.n li !l Ribeiro da C)stai, prig.


S N, 11. 1 ; ,tit hede. union Jos6 Luiz Ferrcira
IT Freire, gov.
N. 42. Iig'ira d:a Fez, unlain., Jose6 Gonal-
ve nes Percira d.3 Sintes, gon.; Maincellos Fcrraz,
prog.
S N. 43. Mu:itc-m5r-o-Vclho. unin. ; Manuel
Joaquini de Macedo Sonto Maior, gov.
N. 41. LousA, unin. Francisco Wanzeller.
N. 4:5 Ar-onil, unix. Torres Carneio.
S., N. 46. Oliv2ira do Hospital, unin. Antonio
Garcia Lobe, gov.
1' 9. 47. Penaco\a, union. Fortunate Vieira das
V Cees, gov.
N. 48. Vizeu, Lista att 2 nomes; 3 deputados
l- dos mais votados: Joaquim Augusto Ponces
de Carvalho, gov. Mnnoel Correa de Oliveira,
,.' gov. Francisco de Barros Coelho de Campos

.P -49. Santa Comba Dto, union. Albino Eduar-
do Costa Lobo gov.
I 50. ondella, union. Miguel Tudella de
v- .Sav.e Napoles, gov., Jost Simoes Dinas prog.
N. i1. Vouzella, unin. Alberto Antonio de
Moras Carvalho, gov.
W--. 52. Shufes, unin. ?
R. 53- Lamego, nin. Weneeslau da Somr
.Pereira Lima, geov.
Armamar, uain. Dr. Francisco CCorrea
Moimenta, union. Lab Ferreir% gov.
Pequeira,- unin. -AntoIna Mara Perei-

a.Liatas at&S w5; &
J H~ f~ado09 A&6virAS'kWi-8=W tt;8*
*.Augato Pe -ea., on'im

usl nin. a W I


* ^.;.rart^^^^
golsma, guv.; a Asguggo c ofwflfkf
- @pp.
o N. 74. Waft, uni.; Adario aSnpaieO (juis a

as Ngbi&kll &,Wui.; J da Pm s
~l~ttBO~iAiftoMte aniIMH
'zrioH~tep .A rm
a N. a, at; edro Augus Fu
N:'77. 05Wm% ftotv J4 poioi PQw ated


Oweo siLt* +de P $. __.1
- Name% Sov.; Amafs.o JeAMeBrsh; asa; .,rog,
Jot6 di sRlveirt ianna, ?
S N. 8& Alaada,. uni.; Jayme Artur da Cos
ta Plito, gov.
N. 9 Aidesa, Gallega, noi.4 -Jose Maria do
Sanoa, lgov.
N. a Setubal, uni.; Antoiao Alfrido Barjoa
do Froitas, go.w
N. 81. Santiago doe Cace, aoL ; nt;* Aduas
Suaclaini, -dov.
N. 87. Santarem, list at6 nomes, 3 deputadi
oso mais votados : medico PedrosoR -gov.; Lo
eeorio gv.- Cartios labon de Avila, prog.
gN. 3. Cartlxo, uni.; Marianneo Cyilo de
XCarvalno prog.
N. 8. Torres Novas, uni.; Soeast, de Son,
s Dantas- Baracho, gov.
N. 85. Thomar, uni.: Conde doe Thomar
gov.
N. 8 6 Abrantes, unio.; Josa Alves Pimenta d
Avelar Macbade, gov.
N. 87. Portalegre, list ats 3 nomes, 4 deputea,
doa, os mats votados: Visconde do Reguengos,
gov.; Agestinh Nunes da aSilva. Fevereiro,
gov. Cars m da Bocage,gov; Jose red
rico Laranjo. prog.
N. 88. Evor, list ate 3 noexs, 4 deputados,
os mais votados : Antonio Manoel da Cunha
Belem, gov.; Cypriane Leite oI ereira Jardian,
gov.; Estevio Antonio de Oliveira, gov.; Luiz
Leite Pereira Cardim, preog.
N. 89. Beja, list at 2 nornes, 3 depantados, os
mas votados: Jualio Marques de Vilhena, gov. ;
Lourcne o Augusto Pereir t Malheiro,.rpv.; An-
tonio Jos6 Pereirta Borges, prog.
N 90. Oderira, ni. ; Joaqairn Antouio Ne-
aves, gov.
N. 91. Lacrtola, um : JoA Ferreira Braga,
gov.
N. 92 Faro, list at6 2 nomes, 3 deputapos, Cs
mais votadoes : L iz Frelerico BivarrGoies da
Costa, gor.; Maral de Azevedo Pacheco, gouv.;
Jos Bento Ferreir a de Almeida, prog
N. 93. Villa Real de Santo Antonio, ui.; *
Agostinho Lacio da Silva, gov.
N. 94. Tavira, uni: Sebastiao Rodrigues
Barbeosa Centeno, gov.
N. 95. Silves, uni.; Jost Gregorioe Pigueiredo
Mascarenhas, gov.
gN. 96. Lagos, um.: Antonio Pedro do Men-
donagaov.
N. 97. Funehal, list atW 3 no nes, 4 deputados
os mais votAdos : ioaue. J0srt Vieira, gov.;
Henrique Sant'Anna, gov.; Pedro G.oaalves de
Freitas, prog.; Manuel de Arriaga, republ.;
Jose Maria Latino Coelho, repubi.
N. 98. Ponta Delgada, lists ate e8taoes; 5
deputados. os mais votados : *Antonio Autugusto
de Souza c Silva, gov.; Arthur Hintze Ribeiro,
gov; Pedro Augusto de Carvalho, partido nova;
Visconde das Laranjeiras, Manoet?
N 9. 99. Angra, list at6 2 nomes, 3 deputados,
os mais votados: Pedro -.Rbert. Dias da Silva,,
gov.; Bare do aRmn .lho, gov.; Coade ia Praia
de Victoria, prog.
N. 100. Horta,list" ate 2 nomes, 3 deputadoa,
os mais votadoe Felippeo Augusto A& Silva del
Carvalho, gov.; Caetano Augusto de Soma Car-
valho, gov.; Antonio Emiilo Severia. do Avellar,
geov.; Manuel Jose Medeirop, prog.
Candidattras per acuwmdalaCo de votes no conti-
neote e iidas


PROGRESS ISTA8
Anselmo Jost Brasmcamp.
Antonio Jost Ennes.
Francisco Antonio da Vaiga Beirao.
Joaquim Arlves Matheus.
Jose Simues Dinas.
Thomaz Frederieo Pereira Bastes.
REPUBLICANS
Augusto Manool Alves da Veiga.
Joaquin Teophilo Braga..
Jost Jacintho Nunes.


PARTIDO sNOVO
Jost de Saldanha Oliveira e Souza, e outros.
A polemic entire as folhls progessistas e repu-
blicanas tenm recrudecido.
A contendajoralistica entre os periedicos re-
geoeradores e os do partido' progressista estA -come
na laa de anel do atcordo.
Assiml que o telegraph nos deu o rebate de
alarme daeuiteoncia do cholera em Toulon, o eonse-
Rho de'saude reunio-se extraordiariameote, 'apessr
.L' scr W'am dian saneto c declarou iuficcionado
aquelle port do Mediterraneo desde o dia 8 c sus-
peitos todos os outras ports de Fa-naaia.
Estas providencias porem nao bastam, t o qne
mliz today a imprensa de Lisboa, scmn distinoe;a de
e6r politiga.
A despeit) das inforrmaccs, quo ainda hoje prc-
t. -n -m inicjulear c ino e sporldicos os easos mani-
rctados em Toulon, 6 f6ra de davida, pela quan-
ti'lade dos o!)ites e pel march da doenea, que a
F'raicai tein pela frente o terrivel flageHlo aiatico.
E ttl-o a Franqa, 6 tel o today at Europa.
0 onmmercio dc Portugal de 27 do correntc pu-
!dicava um tulegratnma de Paris, de 26, conamu-
nicaubo-lhe que uaquelle dia se tinha manifesta-
'i. em Paris um ca.o, qu tiinha sidffacillmeiute
atalIhado.
Ema Touloa, n'csse dia, 8 casos e em Marselha 1.
Vinte e cineco mnil p'?so-'s tinhan abanloanrld-
Toulon.
Um telegramma da -havas, diz qae. um tele-
gramma official de Toulon confirm que 6 o eo-
1'ra asiatico oque rebentou em Toulon.
A acaIo fulminante da doenea 6 bastante pars
Ihe determinar o caraeter.
Cumpre notar que, ao apparecerem- no auno
passado, os primeiros casos de cholera no Egypto,
t:Lmbem se pretendia fazer crar (ne era oholern
esporadico c aio cholera gangetico. E' eortm
mais proveitoso encarar desde logo a situagao em
today a sua verdade.
Em Toulon tern fugido muitos milhares de pse-
seo:s. Isto explica .nio ter crescido e numero de
obitos. Toulon esti quasi desert. Mas essa fa-
ga constitue.um gri-ave perigo, porque t6 o instru-
mento prineipal dapropagaco doflagello.
As provideacias tomadas polo geverno framees
em nla os.n queouginm de Toulon, slo sabe-
lutamente ineffic.es. No ha cordoes sautarios
que possam solar muitos milhar" de poeisaquao
se espalharam em todas as direc$ces.
Se entry oesse milbees de q!ppao, simass le-
vaam ji eonsigo o germem Aa .4idemia, esta
n16 deiii B trar. "" .
+f,Smba aioids de umrasb oavorido
aParib aMtre w aNrsllta, 6 de pe- iagi"i-
eeatralie o o teds anreo.um
aM m dto e tod a :. .:...u "
Z r. k a .


wet quo atdB a. .... P> nwva.

)?dr,,aoQ~ pea, fin,m ra t
-mpa p s umgo" a-ausi batll sh







aes crto Sr. Boe e o comm -,. ?omb goi
r.ernal- pubzlie~, usm tivnan 4o tasetado dli
.Zaire, d'es verdadoira pat ds-l*l acquit
a ntwe p oera .d 6 stada ga-inddi.,
c goas wa d!.-.10 .9 A4
eAind q le M oanplota merntaw ooheeio o rea-

umta dia som 4'i do o astu& sepn a oMIeo-
a go&' '






lid~ada ivdafluetnanes ouirxs-dara sa"
toridas iC wglo parl aaMo a, a bind a do so o




46,.003 eontos do rtis. A eburijil ful aborts
Smos e m d verses prBoeagae eoan. gaira. afns digo-




rem quo oxeelea tree vezo a ne.t imdieia,~
ou~tros quo mob peceoexedent (a cilia rasspuerivs.
Dvetre na pou dic er a iwoa do ptrtbicodb





at subscript1. 0l certo quo pon umn alce e-
m ise, hater neerdaeir.ad d par tar de- ia flue-
a nossa posicoer *am a& 6 dfidkt 'aob&ridi-:





Aidteo uao qe talemb a em raeitija .que oa e.-
Spitaa daispoaii'bdeirr apro, d eitason agera o enso-
do o-a colt.ciavrn atojuro do 6 p.aut tent .
-torHma a p lo parloeui sab din hr da talde o
o,0alh cou tou de Antor o NA gaeir, dip C aberta
Saqui-e em divrsao pAaitie et civil do iirs. Ua-so doi-
zem, que exec-den tres vezes & wam-t indieadm4-




oreiano 0 fquade ermui pau fco exceioai ia obea petiva.-




to zoloso. Nas,~ ma-a nilh-u Tb,'re. Fnta-soj4
D'entro es pouc hida ats eouages pei do pblicose
ahiro Julio dl. 0 certo a, miire por mn aio hone-
nais. O aLras dize qa siadei oazer divio ease fluc-
g tu r 0 r. Jayqn tambaum, e qua taibe u e otc.is-
pitan dio estpoiv, e aproveitas oin agaera o qes aihdajo
de oa eear eA'l ojnra) fa do c do p j Lceno. n -
-'HjntOM hiliecen Asd IaIU hjr"d da tarde 0




conaelliiam nro sei Aquaitos Noguir, director geralsucessor
d a adiniitram onvi qua a emacivil do a B.tiero do
rsia offer ecida o Sr. Hunriqae do MarLo Pe ai-




a-a Coutioha par do a-cia, o acarrim progressista.
Nie crefo qaos S. Etce. aceito ess.a callosaa% nte
bstante h viyo. aceit ad a do vosg Fa id oseljA





superior dls instrate~ public Lost, p m~a, 6.
ein quc0s10a9 profisacida aqueoaLt a&n h rpaa noud





corn as sass tunecf65s do lonte ds FLeeka PoI7-
tehuicrao. gratifJlio de Vao 6 a, migniftro de tao hn sono-
rario. Outes dizer que o i mafer.z o a su aese i-
gtar oo. NSr.y obsurt o Sqa. M ibena e inlo ds-
Carvahod- cte orario. A vesa eda dunier, nod
ie-n !a did ii 4Mt'iii ritara a failec-iJ o -aj 1 lh3 n -





mesm; diao sei m quanto ae Acoruniwad. oii-
m-nte igual nonviao, requeru loge a d B.sis-
tencia offerecidnua s po Sr. H mirique de tlhe L par-





tiotlares. a
-- 0 Sr.. Etyie Mo endes, reatr e preopniotarie
da CoGazta ini, par do raine acRio dm Janeirog vrei ca.
N.Io creio qwaa S. Etc. aoeite w^ jiloi&a nio.





aobranteemente eait da Sd vgI Teixei cona delho
superior d, ma intrsa do t. pabio Tra dP Me-n,
umaco~ellodo profiuianal que e#Ati en h tirmnitii|





1o, a satasd iunUtst de lente idA e. Asoa esml-





rasht edmoo bondmd. doII wns otrta-am-a
P+.leeeu. o SP. "Ms.s d, Rrge' pad do. 8s"
aytechnie B A gratificaao 6 ie ignifieam Antonio. e
po- di nespahado ieb qdire foi mar- a sua aecncia
central o Sr. Ante o Sr. nia dAvedoCyillo drane
o medico adjunte aa tiena peiteneisria or, no
maswo~ diaena que Ihe foi communicddA offiecial--






Agosente igual nomeaio, reqaeren slogo aida r desis-
teneia ontirenummt w por iottvabjqae Ihe d~o par-

-0 si. Eitylio Xends, redactor < propriefeario





ra Gae ota de N do Rniastoi da ji Janeir vai ca vi-
emar frevmenite *m a Sr.D D. Ela Zaixeira de




telt a pfornwatnL fia eo Stralto Mdio Teide a pMel-
teno, iaria edla deo v cid, aim de Asll estuda .sm-
raft comed sc o brganisds se-ves qur toram-atm




do appliesar as poiteacia end. teem do trercer as
suss fune~oe, s.
Fatoeea ho p, times dis M Coi pis o anti- S
Jayume Batlha R'



go deputapaehado sek- Moraes Pw de Almeitda,
e avadiheio dj partenentoa uresma penis rtentispita- o Sr.
Agoatinho Lui*,d& 84vta. Em eganida recebe-,



vris famiasordem dqo matellri dajst parde -



-- Effectneu.so no dii 25 urns reunile coawo-
aitira paie r. Ancuiar, emafttral-de iat drid ea publenicas,




afire do s tra-tair do melhbraanento do porter do
tniaris a Estalam pe L vens dvfi de ali rpeastudas





e siguase doelias em numehu; come. a So-ciedado
re cmo sega-) orghi e a Asdoeiosrv dis Eng enheros.m





o Sr. A~guinar expel a questlo sen divagas~es
de appliear a peitde. amga onde teem tde taxercer as
svantagns da nei dd m ar o p-s.
-- Fallecen ha p.ueoaa dias em Coith'jra% o anti-





to depitado Avers Jo dodia sev Pinto do Almeida,
Depoavis que no sparen porta se exdcutaram imis resporta-
vois families daquella cidade.




-te fbra, foresetou- e o di ommer25o a ugmreento pravo-
cada pelo Sr. A-ptiar, HmAfti6 -la9 obras, pablieas,








digionmento.
afio de se taontroeu corn quasi mentodos o prto de
Lisboa- Fstayam premtftes diversai' corp,,ra05-s




ale Inglatms, alglaans do quaero, eram opleta-de
mdente dsogrpfaivoraecidos da nao turedo, sEngendh neessa-iros.




rio qua a engenberia bydraalica realinasse, per
assem dizer, vordadeiros milagnes. Oia, cm Lis-
boanie o die do stas cincumetancias desni'atajo.
sas, e portanto as obran nsie s offerecom .ptonos
rbso, mans so muito menos dispedi, osas,
Ainda assian nao (ta qamn ne assuste corn a
despeza cIalealada, was edsa despeza linde trazer,
cnn brceve, (airta reeeanponsa. 0 porter de Lisbon,
convenient umeuto melhonade, 6 o coarploaeeato do-
dispensavol do todos on molboramntenes mnteaises
qoc so atm realisade no pals o ea-A eatsa pohra
quo ha do bashm enarracuoialtete a nouns situa-


yio eeonomica.,
Disse main o illustrado ministro que estava con-
vencido de que mninguem deixaria de obedeeer a
esta ordem de.idtas ; a ditfficuldade consistia sinm-
pl-smente na eseolba dos meios mais adequados,
ten Jo-se em vista os recursos do pai. Esperava,
pois, a sincere coadjuvacio de ted., e easa sua
esp-sanca nio era infundada, visto todas as coi-
porasoes qua havia convidado term eorreepamdi-
do ao seu convite. Agradecia esta manifeotaeo,
que nao deixaria do completar-se polo ai efficeaz
auxilio.
Fallaram os Srs. Elias Garcia, em nome da-ve-
reagao municipal d e Lisboa ; o Sr. R6ewrt*%,
presideute desta cimara munieipal ocauelheih.
ro Francisco Maria da mi Oaia,a n M das Soete-
dade de Geographia ; lEeteis id. (Ovirsaa uno-
we da junta geral do distrietoe Eduardo Perraa
Pinato Basto, em ome da Assolao uiwaiVrol
do LAsbho; coasembifr Joa de
Abreu e Sounza, em aoie dtAMeia E-
gj#,,larq..._R* 444- bs .As-
c~ufisct w CC&b da As*
eia416 dcasjona~ead i ,,;,
cisdo meoi,0 Dr, lVa~IV e
fcxfCnfa udV*tt'tp^''IifiBit tf ib


tdaqum fal ,-m fam poa-as m*lIirina
m~ww *s,* as -" y peat-' ears.
dfr ~ M 4MI'^mM-- M IN10.14 "O4tMf6A fte
*u wl M # in n bso g Sd IqI" 1 m fl n *
pasatertpefta-de Proxima melhonlL
P.t.. orhadi 'aitindoaa causam aoZoau e
.-- tu- 0 vt..'e-o0
po4*0 Owm-iiBW M A, tM" nB maloom
lfatlmdr.d",pbasi6 do m'armW o-da larou-
ra, 6 bern do ver, qtw- e usauatm as VaM3s es-
t ed hlf cial, oN prio rdb o vid.i e m-
sos p4sep a fa relies nercastoft, upwe, pdbhesn-'
tinuam apathieoas sob a pazada atlimofphers que
am oawolve e eomo quo os asphLixia.
rit.efotfas rolesosOQ MO exOorio, alfrlmjl


no ass5mpio.


I


Renderam as eatao pnblicas:

Affaudaa


Janeiro
Feremoim
Marao
Abnil
Maio
Junho


-N-) 1 semostre de 1883


Mais em 1881


Janeiro
F'vewoiro
MAlir90
M nrco -
Abril,
Junlio
,Junh'.


tecebedoria


No 1, semestre de 1883
Monos era 1884


Janeiro
Feversiro
Margo-
Abril
AMaio
Junho


-Co,


No 10 somaetre 4e 1883


-Mas em 1884


Janeiro
TFevarciro
IMar;o-
Abril
#aio


faiu ,m 188
No lo so~metre
Mais em 1884
I


1,819200o255
984:275#238
1;114:88055-2
14115:1465109
985:371547,;
S 778:333930
Somma 6,298:207,255
4,403:2575793

1,891:919A 160
dI Remids
55:7755426
77:279A749
92:204A941
75:595A845
50:023J401
53:879S1i3:

Somuma 404:759a038
S 412:5305822

7:7715814
reaq
13:676.285
14:5"a690
13:9405145
141:456;382
11:339500
12:517260)


Souam 80:462062
7&-601588
&S moa80


Oimlcdo CrvcitaoSi


Eel :823Ji588
151.:811918
1flmGI2dM4
9t:. D171
12MM875473
I 36&e3705l710
Somalia 913.'644i42A
de 183 64:885232

267:743,4920


SAs notas acms, poade em cvidenda urn mex-
csso semesmdl de 1,891:9Ln1M60 ua renda.ds
Alfandeoa e de 267:743192 us do Consmulado
Provincial, deixam lgo entrever que a exportagto
dos principals produetos da provincia foi no se-
tnestre &udo mas avla da do quo no eurespon.
qonte do anno pasdl, e, corn relsa i Aifan-
degs fcat logo uaspmitar qo tambena auiltou
tnais n6 mestre findo a saoutafo etrangeira
do que aa.1-1 eeatre de 1888.
SAssim aconteeeu effeetivamente, come demons-
trari, a equeneia deste traJtbo, aeado que ase,
Om relagao tA AgIadea, foam os dos storess a
exportaio e a iuportaio, coen referendia so
Cousulado Provincial, nfi s6 eoatritmino pa a
nmaior renda a exportavio, m-a tambein a taxa
do rep;tri*eo, que-nio figaro no P semestre de
1S83.
l'cla renJa;do ConsAado Provincial ainda senao
p16de finar nenhunm eonoeito relativarente a 1i-
tuaQao financeira da prorineia ; masu, p.w ella e
pela da Alfandega, se p6de affiumar qtmato esteve
animado o coqmeroio em relasao ao semeatre
torrespoladetee 18 ; o quo todavia a qawer
dizer melhoria absoluta, que pensamos tio cede
si1o se realisarA.
A rends di Atfandega no le semestre de 1884,
coinparado corn o 1 de 1883, e qualificada per
sut naturesa fod a tegainte:

S00
S~nj cc
"Wad0 LuJOJ I


:Balaneada as estra.da ais, tem-e q
no semen&*e f~a4 oqtlo 5&86
o quoe e eem gniKK haqmu a, pat- 6 gyro corn
'^. VM "~f .--MtB4O lh

pa qa & d n nas entradas, superior i da
alidab, -ttoa iucremeato no jogo maercanfil in-
tfr-ToviBal."


Regolqu o desconto
offieiaesn
ErnB

EFjuaeiro
San junho


de lattss pelas cotaaoMk

(a 9 o1
doS9 A 1 o/o
at 110/0
6. 9/.
Sde 8 A 9O/
A 80/


No semestre de 8 A 12 0/
No 1 semestre de 1888 de 5 A 12 1,
E' claro que, seo nimitea maximo manteve-se
nos douseumestwo, lUnite milimo foi maior emn
1884 do quao em 1883; do que res u rlt a taxa
media do desontoas mais eevada no 'orrente an-
no ; facto quae asmignalaits difficouldades corn que
luta a praSa, diffieuldades decorrentes do abalo
do credit, da faita do confianga nos titulos offe-
recidos em desconto.


Efteoturam eo transactoes cambia :
Sobe Londrs :
Jaaairo de 21 //t 221/s d.
F'wreirode 217 /s A 22 /16d.
Msro de 20 3/4 i217/8 d.
Abril de 201/ 421 /8 d-.
Maib de. 193/4 2)3 d.
Junho de 19 /s A 20 A/ d.


Setnestr de 195/ A '22 716 d.
4' @ 83 de 203/i A 212V1 d.
So6re Pari :
Janeimo dv-46 A 444 ris porfranco
Fcvereiro de429A439 *
Ma"o de41i4 ,
Abril de456 a4 a
Maio de 473 A 479
jaaho de470t1483


Semnestro !e 429 a 483
1 8 8S def4WOA471, a
&bre BHambure:
Janeil 4 541 por Re
bborim' dod533A 588 a a
Mr 6 a 548 ,5
Abrail de.5U1476 a
m &
JMio de586-i 00 "


Smestra.de 533 A600
1 8.. 8 5d6o1.4573

Jaoiro del37 A.-*
Fevereiro a 135 -A 141 a
Mar., a137 154 M
Abril 1464 156
KAio ,156 A164 ,
Jauhbo .157A167 ,


a
/. dp
fortugo
/. do 9
[
(
X


47O0.3A
500:O00
310:000
280:090
220:-000
220:000
1:990:000
1:850:030
400:000
406:000
400:000
400:000
30"%OO
250:000
2:150:000
1:880:000


eick 100:000
80:000
a 80:000
50:000

S 420:000
S 710".W)
ra
tomio 80:000000
S 50:000o000
70:0005000
S 70:0035000
S 60:M000000
S 40:0005000


Semestre de 135 167 w R 370:000i00
10 v 84 de 139 A 153 a a 390-OO*0001
Tonmando as media das taxas cambiaes, ternm-se:
Sobre Loadres
1o memestre de.84. 21 1/32 d pora 1003
1 a 83 21 5/17 d a
Mais caro em 84 .9/32d a a
Sobre Pariz
S semestre de 84 456 rieu por franco
1- 4 a 83 450,5 a a U

M:iseareaem 84 5,5- a
Sebve sambwrgo
10 4amnitrde 164 566,5 r6is per reach.
6lo 83 563r,5 a

Mais earo em 84 3,0 a .
Sobre Portugc,
ltsemestre det 84 151 o/. de premio
1t a 83 146 O/o ,

Maisea-oem 81 5 a a ,

Nil obetante a baixa cambial, os saques sobre
Londres excederaun 140:000 os do 1,' emestre
do anne pansado, e os sobre Pariz tamboem toram
superiores em frances 270:000 aos de igaal
period do anne de 1883.
E' este mais um elemeato que eomprova o ex-
cessoe havido no 1 mestr e do corrente apano as
impeom es etraageira sobro aos do 1- semestre
do ampo passado, para saldar ej xcesas o nao
baton a difbfetena pws maeis aa ifra e exporta-
4o dos derivadoe da cannai de assucar; send
myster, A despeib tda earestia da taxa eabias,
elever o computo dos saques paus liquidar oe


wrtas.
Isto diz o quanto basta para se aquilatair nio
s6 do oesttdo commercial Vda peovia.", mas tam-
bea. em geral, do seu estado economibe, que ada
tern de tranquilisador.
**
Sore as pra"s nacionaes effectuaram-se os sa-
qaeg com no segaiates descontos:
Sobre Rio Grandde.d Sout
1.o scmeatra dt 84.... de 1 A 2 1f 0/,
1. a de83....de8/8 2 o/o
&obro S. Paulo:
l.0 'semestre dc 8 .... de 1/4 a 2 o/.
1.0 a de83,... dei4A2A9 .
&,6rbrr- de Aamro :i-.
L.O SMtredIe U... par 1 2 1/2 y/o
LO' -f pa... i par a2 30 o
La-. M Sn *
1. *wa tced ; d t -. par A 1 3/4 4/0
f. ,4e83.... par a 18/I/o
.6 ea I 4.... ao p '.
1." ,, de .... -m sajoaes


AliA 120-
meat aaqrn"






-pr
e; 84.. Be-s,,ga-3 -





<.~~~ ~ ~ .' -.-.-.'* ..,.'


Foi este o mnovimento do porto do Reife no m-
mestre :
Entraram do exterior
118 vapores, lotando 188,565 toneladas
R O-avmd e-wet- lotemdo 64,392 ditas.
MPw .. 4oe Pret" & I mpio
127 vapoa lotando 146,175 towilada.
133 navta de vela lotando 33,708 ditai.
D Mb pa & tfoal du et mduas
245 vparps, lotato 834,740 tonekdu.
352 navios do vela lotitil, dJ930S5 ditus.
(onfromntados estes dadeos eoMn os do 1' seminestre
de 83, tem-se:
1.o semestre de 84,S597 vasos eom 432,835 toneala'sa
1.o a dec83, 512 w 354,779 0

Mais em 84 85 a 78,065
Sakiram para o exterior
107 vapores e 196 navies do vela
SEahiraw para os portos do imperio
136 vaporea, c 148 navios de vela
Dando para total das sahidas
243 vapores e 314 navies de vela-
Confrontadoas estes dados corn mos do 10 semestre
do 83, tein-se :
I.e semetre de 84 587 vases
1.0 de 83 557 a

Mais emn 84 30 ,
AAwi sotno quo, tanto na:a- entradas, como nai
saihidaus, heave augment sobre 1883; mas releva
observer q p, i miedida que cresce o movimento
de navios a vapor, vai doereseendo o de navios de
veIna; o que 6 simptomatiea de urna melhor com-
prehenaso da formula times is mmzy.
0 comaercio de expotaUo esteve animal no
semestrei gragas A notavel safra do assuear e de-
mais datrivados da anna, c tambem devido A nioe
ter side das peiorcs, poea que'fosse pequena, a sa-
frai do algod.o.
As entradas d'este genero ni prasa foram es-
ta.:
Janeiro 14,742 saceas
Fevereiro 13,822
MarMo -9,200 ,,
Abril 9,742 ,
Made 9,396 ,
Junho 4,419


Sommia 61,321
No Io semestre de 83 88,214 ,
Menos em 84 26,893 ,
A. different para menos, different que jA se
havia manifesta4do no 10 semestre de 1883 em re-
fereucin. aso correapoudente de 1882, nada tern de
tratmnquilisadora, e indiea aoffrimeato n'essa layou-
n, que entretanto nqe parese provir de causas
ereantis, e ants rdo cauras proprias d'ella ou de-
rivadas de phenomenon ainda mal estudados.
Caltulaia" a differenasi pelo peso de 75 kilos ca-
ra sacca, c ao prepo medio das vendas no semes-
tre, prego que foi de 7A200 per 15 kilos, tem-se o
accervo de 9684148000, em que importou a nmenor
safra.
" Confrontados 03 preeos extr-emos do algodio c
us ta.as cambiaes sobre londres, noe dous semes-
tres, tem-se:
1884 -Cambioe 19 5/8 A 22 7/16
Preao do algodAo 55500 A 8J900
1883-Camubioe 20 3/4 A 217/8
Preco do algedm o 5.20 a" 8,000
E tomando as nmedios tem-se:
1884-C-ambio medio 21 1/32
Algodao medio 74200
1883-Camaio medio 215/L1
Algodlo medio 65600
0 confront das media p5e em evidencia quc,
para o melhor preg em 1884, contribuio al6m da
mais elevada taxa cambial, a deficiencia do gene-
TO no mereado.
A ex aortaao do algoe.o foi csta :
Para o Exterior 5:273:269 kils.
Para o Iuteri(r 366:260


Total
No I1 semostre de 83


5:639:529
6:413:729


Mais em 84 8-33:20J ,
Calculada essa diffrenrci- a.-, preco medio de
75200 per 15 kil. che-.t -sc a firmar a somma de
385:5365000, emin qu e importju no semestre a mc-
nor exportiao.


.Janeiro
Foverei
Marco
Abril
Maeio
Juuio


AOUARDENTE E ALCOL
1:004 pipas
ro 980
.-000 a
816 ,
822 a
510 ,,


Soenima 5:162
No 10 semastre de 83 2:953 a
Mais em 84 2:212 a
0 excess, aqni notavel, 6 devido a maior safra
da, c;uma, e calculado elle a razilo de 7' 500, pre-
c ) medio da pipa de wguardente no semeatre, mim-
porta em 158:1585000..
Regularam ans vend's :
Da aqgwrlcnte m 10 s6tnetre:
De 1S84 da 689000 A 75a000
De 1883 de 74.;000 A K85000
SLndo as modias:
-De 1884 714500
Dc 1883 19;5w
0 cona'ronto dessas medias indic itAiciente-
monte quo aeste inno o preo, bsaiia* u eata bai-
xsas6 pode ser attribiidla & abundancia do generd.
-A cxportanot comparada nos dous se mestres foi:
lo semestre do 84 3:389:224 litrosi
1O a de83 2:087:5661


Mais em 84 1:301:663
Isto A, a exportagao no 10 semetre 4e d8
61 o/ superior A dop lo-mamestro de'1883.
A d&; r-a, elsula ands premo medio de 71
Ir a" de 480 litreos, dA para mMa'br vale
r peroxpor a sqmmtiuade ...
i-O"MmL .


Jr, .+ ePiro
aatw
roveriro


isasguim
MGm



a4.
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-A nedikLs sa.:
^..- *^: "ir"' *O ;* .'" -*- *ggHff/ / Bil






l&at mbio9 medio
.Avugeai, medjo..26
ls8-Umbio, medi2L6
Assucar, medio .8
0 confront demelvAtnhodt lqUeos p re-o es-
t'1o long do gnardar LxWtiid eornm a taxa
cambiaes. Eia 1884 heave bsixs notavel dos pre
os do assuear ; e este fact s96 se pode, ittriuir
aln. da inferioridade :nasqual*iddleso L bs dn-
cia do gea~er aqu e a superaMbnandaneas defl nos
mercados consumidoes. -" ,
E U10 6 is8o14*fgda at.66 aopfreg9ospois
tem-se assign oem an2os sm6elvi, a que
p0e em ovidencia a grande,. l uit e eqt tlav*1
entire os assucares de beterrtbi e ft caaua, e
destes inesm3s entro Isit, eanforf e a preedentcia,
o que irmport:t diUzer -forme u uatuireza ia-.
trinseca.


A exportaaglo no semestre fi
Para o Exterior
Para o Interior


Total
No 1 s aimestre de 83


50:960:599 kilog.
26:851.007
77:8t11:606
52:368:129


Mais em 84 25:443:477
Isto quer dizer que a exportaoSo no 1o semestre
(le 1881 foi d 58 0/o mais avultada do que cm
ignud senimstre do anne anterior.
A diftrna crtleabJda ao preqo medio de 2A563
p Or Wi Ue, ieyrta n'un excess) de .........
4 :27 :2S2t5137.

MEL
Ncnhumna iudicacLo tem,)s acerea das entradas
doeto gencro para o mercado.
C3 seus preoos de vendagem foram, por pipa
No 0lo semnestre do 84 de 455000 A 505000
No 1o semnestre de 83 de 453000 A 505000
0 qut dA cm amnbos os seanestres a media de
474500, assegurando a firmeza do mercado d.o go-
ltro.
A exportaclo foi a seguinte:
No 1o seinestre d(o 84 170:701 litres
No 10 seinmestre do 83 106:985 ,

Mai emn 84 63:737 o
A different, calculada pelo prego medio da pi-
pt de 4S Oitros, dA para excess no valor expor,
t:tdo) a somnma (d 6:2224500.
A exporta.Ao do inel foi no 1" semestre do 84
superior a de 83 emn 63 0/0.
COUROS
Tammbem nlo ha. iniica5es sobre a3 entradas.
Os preoos regularam:
t'ioaos e-pichadis.
0lo cmnestro dh 81 de 700 A 780 rets
1' ) tt 83 At 700
0 que dA para melia no 10 semestro deste anno
7D0 rcis, on mnais 40 rsis cm kilo do que no l1 se-
mestre do 83.
'ouros seccos salqados.
10 somestro de 84 de 585 A 620 r6is
1' ,, dc 83 de 590 a 625
0 que d. parat inedias:
1" scMieCstre de 84 602,5 reis
1o d i(; 83 607,5 ,
0 quoe imnporta dizor quo os couros secces tivo-
ra n baixa, em media, do 5 ruis em kilog.
Couros verdes.
1 semstr! dle 81 do 320 A 360 r6is
10 P de 83 A 370 ,
0 que, trmanaudo a media do 340 do 10 semestre
desta anim, p5c patente umn depreciamento do 30
r6is em kilog.
A expor-tagIo foi esta:
E ipmGckados.
1o semesrrc de 84 9:68& kilog.
10 4 de 83 10:513


Men.s cm 84
Seccos salgados.
0lo seaicstre de 84
l u de 83

Menos cm 81
Verdcs.
1 seinestre de 81
1, ,, do 83


824 0
392:679 kllog.
457:453
61:774 0
270:715 kilog.
- 222:706 ,


Mais em 81 48:009
Calculad.is as- difforenas ;pelws valores medios
das trees espeeies, c balaKadas as importancias,
ach-.-su um minor acc aervo do 23:3135,035 no co:n-
puto das exportacmSZs do couros.
Alnsm dassas exp)rt;cooes dos prian'opaes gen,--
roe, houveram os seguintes:
Abacaxis-Exterior-2 barricas corn 50.
Interior -3-barricas corn 75.
BumbAi--Exterior--4 feixes.
Dorraca Extatior-38 saccos, 3 caira. e 3
volumes, coin 4:29i).kilog.
Czf--Exterior-10 saccos e.l6 barricaas, con
1:061 kilog.
(anel-la -Interior-5 volumes, corn m16 kil)g.
Carom)s de a/goddo- Exterior 17:513 saccos e
minais 15 :83 kilog.
Carv) (abimnl Iuterior-G6 barrica:;, c)n
5:323 kilog.
'.era de carnauba-Exterior-1:106 saccos coin
68:610 kilog.
Interior 222 saceos, eomn 12:0(16 kilog.
tmharutos Exterior 3 caixas, comn 1:800.
;igUar'-os -Exterior 41 milheiros.
Interior -9'9) milheiros.
Cjs--Exterior--37:800.
Interior-288:900.
Courinhos-Exterior -482 fardcs e mnais 72:231
vatvlsos.
GOammird--Exterir 1 aa c corn 33 kiog.
Docs-Exterior-14 caixas e 21 latas, con 1:231
kilo)g.
luterior -7 caixas, e 441 latas, corn 5m5 kilbg.
Espan:tdores Interior-254.
Estetras de caraa',tba-Interior-20 aval-os.
Faribkha de madiocwa-Exterior-7 barricas o 1
sacco.
Interior-2 b-rricas e 13:334 saseos.
1io de mwcahiba-Exterior-i volumes con 120
kilog.
Fidhks de manyue-Euterior-2 esiay.
Faum)-Extcrior--1 caixa-e 100 at-as, eom 2:240
ki-g.
G~arr.s do cowro-Exterior 29 fardos, corn 4:611
kilo".
Gomma de nmandioca--Extorior-24 saccos, corn
2:163 kilog.
Interior-1 eacco, coin 50 kilog
Graxa-Interior 2 pipas e 10 harris cmrn 1:750
kilog.
La barr'gada-Interior -23 saceos,.erom 1:500
kilog.
Latao vhel-Ext2rior-600 IMlog,
Madeiras-Exterior-223 pranchoes, 32 travcs
82 taboas e 587 postes.
Interior--13 pranchuos, 4 trsves, e 19 taboags. ,
Medieamamtos Exterior-3 -volames.
Interior-209 caixas, 312 volumes, e 266 1ms.
Mila-.-Iaterior-5Xr.OcawO3s.
Ole. de-moeoo--Interior--10 caixas, cam 3071


tras.
Oss?-sExteoioi4G6.9 kilog.
Poaa doe carnauba7a5io tia-a fardos e 1
1holbo -
Pam,..a aeeeicaa-Extemif---8:500.


d'avou- Ext-~iap'-.8. caixas, eoml&


A4

A.
'Im


hn#1.:7t1 caixa, dw p i

Aseitowa-74 qaisax.
BOs4a4-446:784 lft ftii, 18:018- meial, 10
tnas e 44 ca.ixaso ladgua as veudas de 14AE0
A 18503"~

a IiN fc. ^1 : -. ,- t*



SBiter-22 e mixas.
Cofi-30:356 .aom regalando as vendas de
55600 a 8150*p0 5iS Ioa.
Camr5e--30 eneapados.
Canta--45 eAixa, regulando as veadas OS
1WA A 41D490 por -kilo.
Canes d oaerva--2 fiias, I bmarril e 35 ja-
cjazes.
Cebolas-3:530 caixas e 10:700 resteas, regi,-
lando o preyo das caixas de 125 .A 25$000.
SCcatdmhs-l caixa e 2 saccos. "-
Cerv'a- -7:125 eaiitas e 2:333 barricas, rega-
a Ldo as vendas lor duzia de garratas em botijas,
e.. nMe a quahidadm de 6G000 a 105500.
Cevada -236 barmeas.
Ceradinha-45 garrae8.&a
LCM-152cfaixasa 20 volume s'421 grades, man-
tenio-se o pros d&. 3 A 51000 per kil.
Chuwmpa.yme-72 caixas d80 eestos.
(Chocolate-30 eaizas.
( Cdra-795 eaixas.
Cognac-830 eaixas.
Comiahos-92 saecos e 5 farJos, regulando as
vendas de 115 l 125 pir 15 kilos.
'e0'as-1t:)406 c~axas.
Cos- 40:600.
GCruavo da Iladia-47 saccos.
Doces-13 caixas.
Ervillhas-24 ceaixas e 70 garrafues.
Fariaha lactea-2 caixas.
Furiutha de mnandioca -18:927 saccos e 5 eaixas,
vendendo-se no retalho d! 3,400 a 66900 o ?acco.
SFariaka de trigo-78:94. barricas e 6:270 sac-
cod, regulando as vewnlas : d* de Triestre e Hun-
gria, de 2400.) & 0301)00 per barica; e da ame-
ricana de 1905)0 a 215500.
'Feijd-1:982 smecoa, regulando 03 0rev.: o
mulatiph), de 13 A 20500) per sacco, o do de
cores, de 44 A 105030.
Folhas de louro-49 sacmos e 12 firdos.
SFructs 25 caixas.
Genebra-2:386 caixas.
Gin'er-ale--26 caixls e 16 barris.
Gomma d4 maiadioca -243 saccos e 1 barric:i,
regulando as vendas de 1$300 A 25200 pir 15
kilos.
Grio de bic,')-2 saccos e 9 caixas.
Inliames--550.
Herva-dece-75 sacces, -ffectu'mdo-sc as ven-
1.,s de 14 A 175 por 15 kilos.
SLarangiaia-270caixas.
L"gmtmes-15 caixas e 83 volumes.
Leitt coa'lensado 95 caixas.
Licores-91 eaixas.
Lmnonada gazsa-38 barris.
SLiu.acs-7 barricas.
aizena-2:21-5 oaixas.
Mcutteiga-5:892 barrs, 8:880 meis e 1:563
caixaa, regulando as vendas por kilo: da francezo,
-em barrel, de 10741 A 1i962, e de diversas, em
latas, dc 2,5507 A 21725.
SMassas alimentares-1:763 caixas,, veadeado-so
die 7. A' 95000 a caixa.
SMaiwas de tonate-10 eaixas.
Mate-10 surr5es.
SMilho--16:452 saccos e 14 barricas, effeetuan-
dp-se as vYendia de 63 A 95r6is o kilo.
SMloraidelas-6 eaixas.
I Metwrda-i caixa.
SNzes-7 caixas e 15 saccos.
Ovas de peixe-2 caixas.
SI'assas-8-b votumnes, 96 caixas e 29 fardos, ro-
gulaudo as vendas do 6$ A 9"500.
I'eixz em conserva-163 barris e 19 eaixas.
Pinteaa da ladia-493 saccos, sondo effectua-
das as vendas, do 15150 A 1,250 per kilo.
S resf, o--82 caixas e 10 barris.
Provls-1-28 eaixas.
Q,'eijo)s-l:93 caixts e 32 tinas, regulando as
veonlas dos flamengos, cada u'n, de 3- a 35600.
RihA'm -10 eixas.
Sa^qt-'--i garraf5 is.
Sa--1.131:209 litros, 2:711 alqueires, 35 csi-
xas, 2:551 saceos, 60 toneladas e 80 moios, rogu-
lando .as vendas por 100 litros, do nacional, de 800
rwis A 15303.
Saalme-4 eaixas.
S Salpiewss-17 caixas.
Sardiaha. 816 caixas e 781 barrioas, regutea-
do as vyIndas das latas de 1/4 de 290 a 340 rtss.
Tapioca--l saccos.
Touciaho-t:036 barris e 5 caixas, reglando as
vendas, p-)r 15 kils., do 105 4a 135500.
Trenimos-l barrica e 16 saccos.
Vinagre-118 pipas, 383 quintos, 12 deciunos,
243 barris e 81 eaixas, regalando as veudas, con-
foerzn a qualidadee proeedoneia, de 895 4 1605
per plpa. .
Vinoy -2:827 pipai, 39 meias, 22 quartos, 7:077
quintos, 24 oltavo-', 3,215 decnns, 1:69l barns


t:220 caixas, regulando as veadas por plpa : ao
de L.sba,' de 210, 2355030; do da. Figeira,
de 2101 A 245$000; do braneo deo, ette, de 20Oa
A& 230.500)3 ; do do Porto em caixas de duzia, de
8$ a 20So000.
Xarque'-9,821:777 iloogrammose 15:411 fards,
regaluido as veadas 4) diC*cal, de 1tJ de 4 *
p)r 15 kil.; do estr:igeiro, do 4A2: a 159R, por
15 kilog.
Wermuth--226 eaixas e I barril.
WiJ'y--)44 caix;.s.


Tambem entraram no semestre os segaintes ar-
ti goa:
Agua-raz -116 caixas e 20 volumes.
Afcatrio-l05 barris.
Alfazsema-45 saccos e 2 fardos.
Avaiact-11 volnrmas 2- ibairis.
Ajpist-504 saeon e 2 bearVicar que fLram
vendid:as de 45690 Ai53210 pnr 15 kilog.
A4reia de moldcr-10 barneas.
Azite de palmz. 5 pipas, 19 Hrris e 2 caixas.
Azeite doe pease--10 barris.
Barricas e barrio vasio--14:952 e mais 5:769
volumes desmanehados.
Barrilha-775 tabes.
iho,-.,acka--18 axas e -TBM
|Bro-2835micswegaa*m'Q t. vnd, O
preos de8 A4X145000.
Cab-0fairda, 213 valesa"lArh7O3.
Cal :003 -nrireas.



(C7a- o aeiun& rl-72 .b aift -Iftw< 2,.:.dk )
;- Carvdo depedr-4* 4i ^p
taos, uead -

i~a O.riyt*5.d-t-- snsw. ;


cak*g Wita eporo^29W"^g 0 elwais lk
baiwiass, 1t9 .auwa, 92.piy ~avulass e main 21Q
cknos de barru, Tegalaadoas vundan A 350 "o de
kremio sobre aflidt..
013 enxm.~&a^,AA8,a+ scfar60 memos, 200
feixes de arcos,4 feixeasde canos, 42*350 achas de
lenha, 6,287 .peVasdiveras.
'Marmjres:e =_t:., fl2 _,-; .i ofme, 5
harrieas, 12]t 6M 6ebiI iW-de p'-
dras ..de togo, 7 va as lage, a313 lae, 1,40
pedras de oamolar e,80 pares-de opadras prWa mAi-
ttbo. .,*
Al? &M .f'dvus a --.7-G6-l umses e2:211,cai-
Xl's.
M1o'-1-71 aixaac e 128. voYumes.
: 0!:-aawtal--86 eOixs.
* Glede Uaoa'-ML barris42,caixaa e 171 tarn-
bores..
Pal/a. de canauba-80M molhos.
t Pap-4Wl1 esraa e 10:770 iArdn, regalando os
p.egos do de emba deho, de 600 r-Ais A. 100 a-
reanat.
: Perftamarias-561 eaixas.
* Pennas de ayes 2 eaixas e 4 volumnoes.
SPkoqhoros-3:152 caixas, regulando as vendas
de 1460 A 25400.
Piauos, Orgdaos e &saptdna-.-65 eaixas.
Piasaava--808amolhaos600 peas do ecordas.
Polvora-3:239 barris e 58 caixas.
Poatissa-64 birric-ts.
Bies'au-3-6 1 rricaa.
Saweos viuios-24 Ve hmes-
Saoitre-l 46 bamncas.
Se~o 3:120 barns, 3 caisas e 1:150 kiblgram-
im- .en ranns, regulande as- vendas de 85590 .
8A800 por 15 kilos.
si oda-45 barnis e 40 tambores.
Soba--13:216 -meios, 134 -olos e 6 volumes, re-
gulando as vendas do 4J000A 70500 cada meio.
Tamancos 7 fardose eaixas.
Tecidos-1 1:075 volumes e 6A6 eaixzas de diver-
sos e mais 2:537. fardos de -algoda naeioal
Tjokiw-18:626 e 50 volumes, enmais 80 caixas
d. de facwas.
Tianta-919 barricas, 46 1asi m e 370 volu-
Ines.
Velas 2:593 caixas e 86 voituames, regulando o
pacote das Staariaas: minaaaes, de 320 a 360
r6is; @stramgeiras, de 380 A 880 ais.
Vidros e chrlstaes-599 eaixas, 2:037 volumes e
17 barricas.
Vimes--2:030 liaeas e msais 4 amarrados cm
cpstos.
, Zarcao 80 barriers.
Zinco--5 barricas e mais 167 feixes de tol-
lhas.


NW~tela. da liuroa ---- -
Pelo paquete Trent, eatrado honutem a tarJe
da Eurcpa, recebemos notcams, cqjas datas, deo
iisbAoam -:dea wqam A. 29 de jueas, adiantando seis
dias .:s trAzidlas polo francee Senegal.
SA horse a iantAia em quo necebemos a male,
nao nos pernaitte da aentA a eorrespondencia de
Lisboa, que vai inserida ms rubrica Exterior, e
.rais as segaintes noeiiaias,4uAamahlA completa-
rpmos:
Eis o que escreve sobre este paiz o nosso cot-
responte de Lisboa:
a A i mprens;s, hespanhola a.Ai4. della algumas
correspondencias de Madrid, amUadem a disQCuauio
da resposta ao discurso da coroa, que fi appro-
yado por 167 votos contra 65 e dizem" quen'essa
olccasiio se promuciou de uma maaicira-notavil,
um important homam politico d'aquellepaiz ;
referem -se ao Sr. Ponada Kerxrera, president do
I ltimo gabiaeto de eaquerda dynastieas.
SSeguado vemos a linguagem do Sr. Posa-l:
Herrera foi aculhida comn dcemonntraas de sur-
preza por part da maiona e.. d -iadigaaio nms
ianmeos da esquerlda. 0 oradorn aifiau, que ti-
uiha aeceitado a presidencia de utm gabihete da cs-
querda, sem partilhar da id6as d'aquelle parti lo
o que havia defendido V ffragip qiversa l come
uma iecossidade, see sOntar-,.o principiu da
spberauia national, apezar dis saus precede ntes
deolara"5es feitas em cortes !
a A opintalo da imprensa e dos circulos politi-
cos hespaah6es, e especialnente de Madrid 6 de
quoe o Sr. Posada Hi4rrera poz termo A sas carrei-
ra political peor um actor de inconsequencia eensu-
rave- e que abandonara s seuns amtigos da es-
querda, sem coaseguir conquistar a estima dos
grupos dywtaticos.
a Comasiedo geralmente impor'tante estc dis-
-ourso,fazem-se, como 6 natural, a respeito d'elle
inaitos cornaeutarios '.
Be196194"
SPublicou-se offilcialnueate a lnoQeaao donovo
ministerio helga. 0 Sr. Maloa dIrige a pasta Lia
fIzeada, corn a prasidencia do coseai.o; ; Sr.
Marea wdt AMady, a ,a neguo< estras ron ;
0 Sr. Bemavrrt, a da agrieultara e iadelstria4o Sr.
SanJer Poerchooa, a dos e-_V iito.t 4e terro, eor
reios e telegrpos o geel t a A &
gnirra ; o Woeset. a44,4ust a-eoSr Jowi,
o do i ;teoior.
Foi supprimido o nmiasteio da instruc-lo pu-
lisa creado pelo anterior gabioet, eformaihdo-s
em sea lugar o miuisterio d agrieultura e da in-
d.stria.
:Sag-undo di vermos jfaaea, o Sr.n alou 6 nn hf-
dime estad` de grande experieocia. JA foi mi-
dstn -d gabinete a~,.qoe, presidio o 8r. Ya.d,-.
"Weyrer m 1845 o dasde qae aen separoa do pi-i
do liberal em 1846, tern oecuepado, or *.rtes
vezes cargos do govern, O t m i o.at
licos.
-0 Sr. Mala fol principal pcrwouaWe, ultito
gftbieatholoioeo qUA perLq'n sea- iae 0
nrpeo no poferdeodafl 0 at't6= vAI*ae-
etAvatip In e atiq CI6do mar-Be t xrac -
na sua political que on mais-o a- poADR-
4l4i1 sc aceuvtado- do Aer da dia ea-
dr. Combateu tnergls ammtealei d4,-" ~r.
n ,ea di a -axe asi l9,
em tvirtud. alAuAl a O


Vf~waf-$.-4ode *SWaW&4sewt.46ojo6a
ampanhia lyrica italiasa mageatoa t opera de&
Yerd4-.Pnane.
"- -- de Sno Amtuia ha aM espeetaculo
--m beaiei aoeiedadeodseulh aa Lierex.
lepremtaei-oe o usrania-A4 A. na onis'eria m
a crime a 6ofldendci e estr'aot. Dow aCe A uja
eose; see4tt-ie a w aposia 7oe dem- daara ; e
trr.lAugar w a-bailado pelo corpo eoreographieo da
eoowpanhia lyrics.
-Itsa=* *doBr4 mM.-Na & ado Comaereio
n. 6, paga-se o 61, dividend-o dan agoew d'eate
Banco inseriptos na antiga cie filial
f erlatl e -Ni dia 8d4 eoaren e nsa po-
QaO ado CaagA R, AWin -ldo do Nasemn oN Mn-
tcio, riado, Lfezs diversoa ferimenton oa liberty do
-Mo Maria, pAo qu fipresaa em flagrnte de-
licto a osat endo processado.
a irt6-Jo:astandsao 8. Dr. dilegtdo do 10
astrieto la capital, que no arnumam n. 6 da Al-
f&ndega. fLatavam algumas pea de fatzenda, parst
4ili dingio.a- aite-hoatem e, elteadeado-se coin
oa Sr. inspector d'auellht repau.tia :pop. este the
Ihe forun tacilitados os meios de pmvidenciar.
S0 Sr. Dr. -dalegado, que levava o eam eserivilo,
proceden a compatente victoria, temdom.e verifieado
por ella nto haver arromabamOtto ena9u o se uppu-
uha, mas faltavan as peas de fuiada. S. S.
precede A novas averiguaes para desobrimento
dos Lbrapios.
i Cwarda varlIa mcoa o inael-Escre-
ve-nos Unm agricuitOr o seguiimte:
a Lendoem alguns dos jornaes desta 'provincia
a noticia, transcript de outras, de hvver-se tira-
do vantagemn, naiosei em qne logar, do use da ga-
rapa do metl para a eura da variola eom muito
bom resultado; e sabeado por expeeincia reite-
udm( (quo em &asos de qualqner queimadnra 6 reo-
medie proficuo cobrir as parties offenddas coMn o
mel de fure repetidas veses, at cieatrisar a feri-
da, quiz aproveitar-me do mel de furo pare a cu-
ra da variola.
S Corn effeito, havendo em meu. engenho diver-
sos escravos e moradores afieetados 4e bexigas,
Qomoccei a usar do mel de furo tasto externamente,
untando os lugarns affectados eom o mesno mel,
eomo internamento, dando-lhe a'bebr a garapa
feita corn ell e o resaltado foi prompt e efficaz
em poueoas dias.
a Podendo aproveitar-toa aoticis een'.ares
de pesses quo eorrem & Li ngol em diversos po-
oatdos, rogo a Vv. Sa. o favor de maadal-a pu-
hliear no seu oeeeitaadojmalc-eome um aetot de
oearidade. Oeeult.oomeu one, queopor- era, nmo
Wiale Apes. 0itarw. 0
iCa.eUdo ulsmea 4e &fesad#
-0 Revmin. Sr. vigari e Af. s fa ea outro
logar dentsfol>uam ppulo a. public, aglicitan-
do um obulem boenimiodasobm aa d capeva sde
S. Miguel daqueole povoado.
Mitos. ametlherameatos recebeu a referida ca-
polls no anne pro.,imo find, e agora o Revm. vi-
gario trata de forimal-a, faser os pulpitos, etc.
E' just o appello que fas eesperamnoe quoe sera
oorrespondido.
SPromptificamo-nes a reeeber as esmola que
gara tat fim quizerem enviar-nos e is qaaes, nait
$nrma do costumedrenowofo ient destiny.
Cu!R sb.Mlt~ ltI Tvw-resi uatas
-Ante-hontemreutmiram-se diveraos eastudantes
alagoanos e dtetoinaram fadar us ma oiedade
om o titulo aSiaw.
Para amanh s.lo omnvcadAe .todoa os alagoa-
no, sem distinesao-de clases, a so reounirem a 11
loras do dia, no 3 andarAw dosobrado n. 47 rua
cdo inperador, afitn de orgaunsarm os- etatutos e
e*eger-soa diectoria.
; Ni peo asde 0 Sr. Dr. Cmaha Mueneze
rmedico do. Matadouro Publicojulgou houtem ium-
prestaveis paras alimentaILo Publiea as cares de
uma rez aIlli abatida s perteoenate a Joaquim Ni-
col-o polo qae foi a ditatsea immediitamsnte inu-
'tilisada.
erimmento love-Ante hontem an 3 horma
da tard e ns pateo, da estab% daa Cineo Pontas,
travaram luctta dons ganhadoren, um conheeido
por Juvpncio de t]l e w utrow.par Guaxi ism. ELs-
tando eite armada con wmssmpasso- ferio A Ju-
vencio no hombro equenrdo; mas ouvindo apiter
die tal modo se passuio que correa pars a mar,
q-e estar;a eCheia, e atravessou a nado pem a Ilha
dCO Pins.
: 0 ferinaeuto de Juveneio.feicousiderado leve.
Reaui6es Sorciaet Amanshha as sa-
guintee :
SDo /tuito UttiOrarieaO IMe,,-s. U horan
dp dia, p sra e .eiyms do none couaelho director.
Dof Ha~ptal P^tiZ de Dwfticsuiac, As 10
Ihoraa do die, eni assoambl.ri goia'.
;Dia Je ttiu 1Ide MarAs4 luoras da tars
de, e / aa bleagtrl
SDa IrmtSq~aeu doySa,.iuimoQ ,9oftaa*en0 do &
Jb.d, as 10 heras do dia, jara acloicao de mana-
io3. .-
tDa Jrnaaid d SdorB es J05 u C
gafs, Ao9 1/ horse dodNinpars0119daisn
mezass Bmgoda. ,, ... .
1l D4M tartish* Juniar, as 10 hera. do dia,iro
1k" sadism 4orpicdio a. 24srue dii Bmpenaniz
*loo .Hle-sia egu~ti~e:
,Da Lscla Lieiia, As 4 1/2 horas da tarjsm
ls|g-a )do e.ntune. '' :


eand. o rig oe aeMs~fsngaa a. -dilwiem #om-
^aba0do; porem convdn lembrw a GablaeBgaae






ross, do-que insdituida pan Milta em 1865, ape-
u se teve a notidiatele tpndiab a rtlo-ea t oh -ema. Td s vi d d-
,poi de p-UweA 4ias oA 0 ole.a ajrwesatou-s. em
gaita precisameute eno nas epidemias prece-.

Para obter rosultados effleazes seria precis,
pois, redsir o0, c ommmeio g uaitim, corn a India
as me3(maseoadieo dc Qpasa
SRi s~ia e as Pusia orietal eo obserwaram
eactos demonstrativos de que.o gamea do chole-
ro pdde ficar per lv. tesu iep. inerts no solo, e
dar lugrw as i ufaeq*s laneate dopois do d.esen-
,olvimento d'espeeiaes oondi"es fasoraveis. Is-
to acouteco sobretauil durate o iVer4,ado
os, gera.ew da 4o o"ficam ifertes pars iasper-
tarem no verlo sobre quente produwado nova rps.
taemia sem necest.dad4 d nPva importa"ao.
0 mesmo facto parece ter acontecido cnm 1883
(an Damtietta. A eotr versia sobre a importas1o
do german da india e do sea deseavolvimeato es-
pomtaneo no Egypto p6de ar expliecada eom a
preeedente .obervaclo; e m Damietta nio tinha
sido receute mente iaportado germen cbolerieo das
tropas inglezas provenientee da India, mas os me-
dicos ingleses fora injastos em asseverar que
aquelle germen tinha naseido espontaneamento no
Egypto; tatvex que sseas germens tivessera side
trausportalos desde o inverno precedent e no so
demonstrasnem seuio ao approximar-se o verao.
SSe as quarenteuaas, o isolamento e as deainfec-
Oes sio inuteis A prevenir a epidemic do chole-
ra, o quese deverA faaer quando formios per elle
ameagado ?
ConvirA dirigir today a actividade em destruir
nos lugaresa a reiptividade pelo geamea choleri-
co. Tomr-o nt essario obter a limpeza das pes-
sPa. das habitaoes, dos pateos e das runs ; eli-
mniar immediatamaent. as aguts servidas de mo-
do que nio se infiltrem no solo, podendo fornecer
um mneio de eultiva o appropriado aos germens
mwrbigenos. A supprewol das; cacimbas coin fun-
du panneavel, urna porfeita constraeuo nos canes
de despejo, urmsa hygieaica eanalisagio d'aguas
potaveis puras ; siao medidas hygienicas de pri
meira necessidade.
0 solo impure se purifica rapida e espontanea-
mente qusdo o ho em casa de nell& deitar fio-
vas imnpurezas. N'um Mubsolo puro o nivel das
aguas p6de oseillar sern damno. E' nesta pureza
do solo qne reside a nossa melhor proteeao nao
6ramente contra o cheoia, mas tambem eontra as
oQutras -doenas inflaenueiadaspelo solo.
Estes eon-elhos do eminante hygienists sip imt
portantes ; man, em quanto ao abandon absolute
das quarentenas, oQs acontecimentos que se reali-
,ram na Africa ee na Europa durante o deocorri-
4o anne de 1883, onto acoaselhawm abandon e ao
oontrario vein em apoio das ideaa largamente sus-
tentadas par Faurel.
Lea4e --Effeeotar-se-ho :
Hoje:
SPed ageste Carmo e Silva, ao meio dta, na tra-
vessa do Corpo Santo n. 27, de predios.
'Pdo afete Burmaqwi, as 11 horas, na srua do
Inperador n. 22, de predios.
Segunda-feira :
Plo agen- te ilveira, as 11 horas, na rua de
Lomas Valentinas n. 46 do hotel ahi site.
iMfta. f e f ebw -"-Serao celebradas:
H oef : as 7 /2boras na matrix do Cor-
pg Santo, por alma de D). Maria" dan Dores Pinto
ctO Mello Rogo; .s 8 horas, na igreja do Espirito
anto, por alma de D: Alexandrina Nogueira de
Gastro Leio ; ash 7 hora na usOrdem Terceira do
Qarto, por nma de D. Bri ida Silveira do Monte
.ordeiro; AS 8 boras, na igreja dQ $spirito Ssanto,
per alia de Manoel Geme Silverio; aa 8 horas,
na mea&s igreja, po alma de D. Alexandrina No-
guanira de Castro Leo; is 7 horas, na igreja da
Santa Cruz, peor alma de Affonso do Albuquer-lue
Martins Pereira.
r Qpevaqd. uerimrgle-Foi praticada no
hospital Pedro II, no dia 9 do corrente a segui-.
te:
Pelo.Dr. Ponaual:
.-xtirpaeao de un lipoms da reglilo supra hyoi-
d4ian coin adeorncias mnusoulares.
Loterslda p|wvlmcta-Segunda-feira, i4
do correntes, nea extrehida a lotena 53.', em be
qeficie da iSanta Cans do Minericordia do Recife,
jo onsistonio dao igrejs.de ]hoses Sfaphora do ConI-
;eicio da Utarea,\opd. n achaid o expoota as
*q'aa e ehems~ tynuuadas 1 r ordena nunieca

Ri *ir q** ex-a atrdinania letenra
4a 5P00Q0ft00 wei~trhidft no die 16 do cor-.
rpate,*velde-iii^ ^ xpb~hte L a do Cabuja,
z's Voutusosa.
m lifterA'4-A daia. 153 B,4 RdoBb deJaneiro
28 2J;QJ9U@ nvnIL cimalidwi n dia 16 do iii-


Blbhetea a vaanua Gaas da Fortana, run 1"

40atr I iiMK(^d|H^^ sk SrA;extrahdm us e6r-
alo de4 16 pro-,ui meviudouro.
0a bh!^^1! aphse d.1 ns, Case. ala
^1l*^1|NN^N| -a;,,' 21'


-A ltoriaW 153,

s elib A prCa da In-
B|~b- Jo no dia de


_qoxwwa Pm pQrs, uiao5es;-

144Ltik
0,, a-I


i Maria VtOW 10awma, Pewo rw i w- 28 awbo-
Joao, Pernaiuaeo, 6 dia Uta-Vista; eqao-
qw.
SAdelaide Palatina dos Santos, peambruo:Uw
annos, ca1ada Boa Vit 1; pe6lw .

*apos, casado, Santo Antomiw; 1exigae.
SFrancelina Maria do EspFriF taitoi
cp 26 afnosa, caswd* 8. J' 6 ; oA rc. o
Recem-nascido, i. Joi -pek1swbdedegei&.
'3 destes pela carkkde.
Francisco 3ra V iem d&SwI Ps uabmhueo, 30
umsU, -Ssltirp, Bl .Vista; disub6a.
Felix, Pernambuco, 40 anuos, 4oleiro, Boa-Viat.
Iar,.enat...
SViwimas, Penmbao, 7 amos, ioa-vista,; va.
rolas.
. Candidas MaM da d& ueeio, Pernambuco, 40
apuos, soteira.. Boa-Vista febe pueperal.
* Felismina Maria d U.wC io, Peo aubeOF
annos, Graa,; peta si elogadsi.
L4 pela earidade.
9 -
Rosa Esmereaciana d'A Feake, Pernambio, 27
annes, casada, Boa-Vista; tuberculos pilmoaUR
rca. Fy P.;,
;Joa6 Jeaf~ttlt FoI~ppe~LCosta, Pnaauag
aanos, solteiro, Santo _Aa.imo.;queimaduras.
Maria Emiliana da Camara, Pernambuco, 22 aw
nos, casada, S. Jos6; vomiws inecoereitivos.
. Jss6, Pernambuco, 14 memes, Boa-Vista; b3i-.
gas.
Maria Francisca doe Santos, Perambuco. 60
sannos, viuva, Boa-Vist ; ,diarrhea.
i Joao Pereira da Silva, Pernambuco, 37 anmno,.
caado, Boa-Vista; fractura do vachio.
; Antonio Amaro, Pernambuco, 35 annos, vim*,,
Boa-Vista ; neerose. f
; ,Guilherme Antonio de. Siqueira, Por ngal, 46 an-
nos, casado, Santo Antonio; beriberi.
Alice, Pernambuco, 1 mez,.Santo Antonio; ea-
tero-colite.
SUma crianqa, pela subdelegacia; nasceu mot&.
SMaria Magdalena da Conceigo, Pernambuco,25
anos, casada, Boa-Vista; tuberealos pulmona-


Joanna, Pernambuco, 2 mezes, Reife ; co
caa.
3 pela Cardade.



CIROICA JUDICIAII


ii-


Tribunal da Rltelaiao
SESSAO ORDINARIA EM 11 DE JULW3'
DE 1884
PRESIDMECIA DO EXM. 8B. CONSELHEIIO
QUINTIO DE MIRANDA
Seeretario Dr. Vrgilio Codeho.
SAs horas do, costume presents os Srs. desem-
targadores em. numero legal, foi aberta a sessio,
depois de lids e approvada a acts da antecedente.
i Distribuidos e passades os feitos deram-se os
qeguintes
JULGAMENTOS
U Habeas corpus


Paciente:
Sebastiio de Menezes Nobrega. -Coneedeu-si
Itkura coatra o, voti do ,.Sr. coanlheiro Frei


e-a
tas


S ERecuasw crime
SDo Recife -IReorrenie Miguel Antonio Coelho
de Almeida, recorrido ojuiso do 40 district. Re-
lator o Sr. conslheiro Freitaa sHenriques. Adjun-
tpos Sra. desembargadores Pires Gongalves e
:ooselheiro Queiroz Barros.-Nlo se tomou eo-
4himento conta o vote do Sr. desembargador
fires Gonualves por terem aide apreantadaa fora
do prao legalasma razes do mesmo recurso.
De Taqartng Rocomrte o juizo, reeoi-
do Francisco Barbosa de. Souza. BRelator o Sr.
qonselheiro Monteiro de Arudrade. Adjuntos on
Or. desemhargadore sl uarqe Lima e conelheiro
'reitas Henriques.- Negou-se provimento, una-
imcmente.
Do Recite-Recorrente ojuiz do commaorei, re-
rnido Manoel Jose da Costa. Relator o Sr. des-
ador Buarque Liama. Adjuntos os St.
qmeelkeiro Queiroz Barros e desembargador Pi-,
,Ves Gonualves. Den-se provimento ao r ecueso
epntra o vote do Sr. conselheiro Queiroz Barros.
SAppellaoes crimes
De Gopana Apipellante ; jLiza,, appeilado
4ntonio BeLUarnino da Silva. -Relator Sr. con-
*Iheiro Freitas Henriques.- Foi confirmada a.
entenV4a, uainumenote.
SDe PNo d'Alho,-AppeLiante o, juiso, appefado-
(*ervasie, ocravo do Antonio Joaquim Camelo.'
glelatoro Sr. conselheir Freitas. Henriques.--
$andou-se a novo jury, unauimemente.
Da Misericordia-Appellaate Manoel MaNrinho
dWMagalhAeo, appeUada, a jaatia. Relator o0
Sr. couauoih re itas u -Hen ues.-Confirmoa-we
weoteiouteS v.03s aloe Sms. conse*lewos

Irancalves. :

^ooJ04, Bbozsa. dBeltor 0,- 1ri, c* ta o voto do Sr. desembargador wa dt i-
utoapn-a~soanv
^BUqe-^Ai)P9M~ft. o jwzofal^^ -
95isie, roAaa. sa*de Andrade. aK||
Sn.c.& eneibei^n's oatir d Audmado. -l?
pwovim PtG 9 ajpell5oara se p ma or s a so w
POeWaa d I"gr Mniaemodart ,192 do d. cna
,nor empate de volos.

Do ei,-Ap 1a1SPe" t, od Alv .
typdlhtd aBaiaa.&1.Reoart -o S. ooasfwnr
l.Qat~o ^Alekdfodc-wnrnnahmmauso &znteaip -
WuoanammouuestO.
rPbiao~t^WpW-~k -IWippo Al^ 'oe
Nutrt., ellda a justada. Relator o Sr.



r" -Do Sis feleApeelas., o -,smpeibeirs0.

u9 aniy sd n i0 1 '^I i
$ ariqam no."* BWaOlg,


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w" A, Sr. diteabtlargador Oliveira Maciel :
S De Goyanna Appellaute o juizo, appellados
Francisco Pereira da Veiga e outro.
Ao Sr. deasembargador Pires Ferreira :
Do Cabo-Appellante e juizo, appellado Ma-
noel Bispo Doutor.
!-/, Encerrou-se a sesslo As 2 horas e meia da
tarde.
L* Junta Commercial da cidade do
Recife
S ACTA DA SESSAO DE 10 DE JULHO
DE 1884
S PRESIDENCIA DO ILLM. SR. COMMENDADOR ANTONIO
i GOES DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraes
S A's 10 horas da manhA declarou-se aberta a
S eessao, estando presents os Srs. deputados, com-
S mendadores Lopes Machado e Pinto, e supplentes
Hermino de Figueiredo e Beltrlo Junior.
Lida, foi approvada a acta da sessio ante-
rcdente.
Fez-se a leitura do seguinte
EXPEDIENT
Officios :
S De 27 de junho proximo passado, da Junta Com-
mercial da capital do imperio, acompmahado da
elagAo dos commerciantes matriculados no mez
A6 d maio. Responda-se e archive-se.
De 5 do mez passado, da Junta dos Correto-
xes deota praca, remetteudo o boletim das cotaVoes
officials de 30 dc junho a 5 do corrcnte.-Archi-
ve-se.
S Do 11 do corrente, da mesma Junta, remetten-
do a rclaqo do numero de transacces feitas pe-
S los correctores no mez proximo passado. Para o
; archive.
S Foram distribuidos A rubrica os segnintes li-
vros :
Diario de Ferreira Cascao & Filho, copiadar do
Baltar Oliveira & C., send transferido para a
Viuva Gonaalves & Teixeira o livro diario em
branco que foi rubricado por Joao Gregorio Gon-
"alves.
0 Sr. commendador presinente, deu sciencia A
Junta e esta ficou inteirada, de que coin a infor-
imaoao contida no officio de 3 do corrcnte, da Jmn
S ta dos Correctores d'esta praca, remettida ao ins-
pector da Thesouraria de .Fazcnda A 5, foi satis-
feita a requisicao constant do officio de 25 do Icz
S proximo passado, do mesmo inspector.
DESPACHOS
Petia5es:
S De Antonio Gongalves de Azevodo, para que se
S mordene o registro da procuraolo quo ein notas elle
e sua mulhcr constitucm Jos6 Anzonio Pinto Se-
S rodio, seu segundo procurador e Joaquim Gongal-
S ves de Azevedo, em terceiro Ingar, para geriremn
- e administrar sua casa commercial e os hens par-
S ticulares dos mesmos outorgantes.--Registre -se
Dm Diogo Antonio dos Reis & C., paraquae se
archive o distracto de dita firm, da qual sc des-
ligara Joaquim Luiz Pinheiro, ficando de posse do
estabtlecinento e do active e obrigad)s polo p.s-
sivo Diogo Augusto dos Reis e Caetano de Almei-
S da Campos .-Archive-se
D De Manoel da Cunha Lobo, solicitando o regis-
tmro da nomcaqAo dc seus caixeiros brasileiros.-
S Como reqmer, depois de satisfeito o parecer fiscal.
De W. Halliday & C., idem de seu caixeiro
SSiimplcio Funs;!ca. Registre-sa.
De Francisco Canuto da Boaviagem, para qu-
|- ~so registry a proeuravlo que Ihe passara Lidislao
S Gomes do Rego, aiim de gerir e administrar seu
d escriptorio de commisscs e amnnazem de xarque,
-ito A rua do Born Jesus n. 33, coin plenos e illi-
W mitados podercs.-Deferida.
--. Do Barao de Petrolina, ten'lo cumpndo odes
1(^' paclhio de 3 do corrente, para que se register a no-
S meaalo dos caxeiros do seu estabelecimento e da
agencia dc vapores brasiloa.ros Registre-se.
De Manoel Js6 Gounalves Braga, para quea se
registre a a:omeaoLi dae scu caixeiro.-Deferida.
De Joaquimmi Teixeira Bastos, idem. -Coino re-
^,- quarT.
I )e Francisco Antonio de Brito & Filho, idem -
Satisteito o parecer fiscal, registre-se.
S Mappa dos armazens alfandegados us. 3, 5 e 7
S .do odificio da alfandega velha, apresentado pelo
S respective administrator Luiz Jose da Silva Gai-
marAes.-Archive-se.
fs' Dito do am-mazem dai Companhia Pernambuca-
9 a as. 18, 20 e 22, apresentada pelo respective
S procurador e agent aufiliar J. B. Castro e Silva.
--Seja archivado.
Dito do trapiche Barbosa, apresentado por An-
A's 11 otonio Muniz Machado.-cArchive-se.
*^ A's 11 horas e 1/1 for cncerrada a sessao.


s-QtawI t Osular WIT
16 do na o devia
f+&g uaasorxo bu, .. &-



.arpoaie n*a e*b .- g-



A6 endano verdu ato o ia~aIfa ass o ~s.e 1ua ^.^?w^ g doj :bAKB ^ S ^
e -a ir 2, q ,.-i .



Nazareth o re oJ-ocia dos'"tiatbLui! i

oum nou-M de hitria 6 q ten almgo On=;n- .era dv h e -
cita a pduo di della. Dr. 'MO tros; qdo a. MO
oEm 1881 tnma-se de 'Vgomdter a elei01 dede- camdras:'o attob me s -i q" p p ,.


putado genies e os direct ioris libe nes quizeram d .pendia do ,voto eolboti.ro d ~ s o e E mg t6 lb e ^e .au c e .pat ap a n a ^ d e h m. ,o^ ^^ ', .... .-,",
isutid a e votada a prop esta no dretorio io-ou r
vernita, no foi ella aeeitr, por w pr maiPortia de poder o o O a
voto nd-a asnosim vtualmente odiuoWstre esmi eow qa09 vis.pae tiH0it
urnabe o artilista sde6 que foi ete crlebre Vo- coroa, uuHlvemndo a vossa i ia b dI
taiuho? moral. WW.lpudiri. 'fv'("I
FLoi do Sr. Dr o Ermio ae. Cr-elidodo c gerals:O cnte que osa e prfe- ep no e
puaresentadgeram-sese dos diretcan lorios liberals pquielo rio a seaunda doalternae oo eo qe em Vao te co nu om enca-
e5o eirea aulo. Um acdelespaoi derrotsJo nlogo d o cs- ongo reiado am da attriiea daria ne do nM Lyra fato qe Eo dera


crutinio. do oSSo poder moderator somo pot exBa tb 0 .er Beb no disla9 do0 Awrote, 912 horas
DSabe ainda o artiadaulist aprqual omta tio deta veto, aina no fam exereidaa, ou s r- daah de ao nea publ os
vedrronista, oi ela sit? mane o t sid, ao ao qe a extratmaaoria do mmexecutivo de Alvaro Jpod*Oim de AlOr-m e Joi d-
vo0 Stor. Eririo entrou em uvtualenteUPrl conchavo con a dis o jf set zs ptgad onta com aator do dM eNd e geral-



os conszrviidoros de Bomi-Jiirdim, quo I ho detain o parlamcnto. E' cssa provavelmeate aeaitsapor {monte conhwiido por sate mnoe e m~o o outro,
Sum grande o aiumerota d que foi e lebforam reti- qc- et e a imprensa vos nao tern poepado edee Joo odrigue d e 6 eo-
tidho? mom.d. -oderuon .n-


oi deo oSr. Dr Ermino. Certo O-sc e, as vezeaos vslambre de raso- nhecido por Joni, e eunhao do d mo Al-,



o nre ein tcrmos deseomedidos.. .- aptressc-me em vir laser eats reetificacgo porqne
quApresentaram-se do p artino liberidatosl repellio a su asattbuioda alterinatva e oa queoem eao tertomdoo oaiese dos valentese nem por
b circulora. Usn delefi derrotalo logo e 10 es- longo r e asagum-vos doas a imigos verdadei- q"d doea jamais pertrLs a ordem n borca
Pocedeu-se o ann passado a eleio provi- ros,. sda vez qe fazcis um amigo duvdoso: e n qero goza dois o uesvaatagens que
Sabe ainda o articulieta, qual o m.)tivo desta veto, ainla n~o for-am exercidas, ou ad WO ram- nJhao eciane-c'easpulisos
durrota ? mnen!e o tem sido, so passo -quo a extraoMWUi noines do Alvano Jusquim do A~d.o oido


0 Scial. Dr.e o 5Ern circlo entrvioua assemblca o cSr. Ermi- es rios comn su rpread dentante, moinu a vogar o preconceito de qprovavelmentecauaop- r Nada dete conudo po otes. Cade um e ue aa-otr
Comrn tern umee, portem, quservido rausa de sus niquo oe repuieanosa tvosn direito ter pouprefereneia so oa a inteira responsabiguedado de seutos ac6eo,


amigos? bre os m0narehirs. beribe, 11 de jalho de 188d.
d Que o r20escrutinpondam o Sr. Antonio Gomes e oil- A disso ella dieult o acesso da verdad.id Jpr da d/oa smnoA.n
lustre artioulillusta medinoA eleito p o e e throno e desove ter fal6mosdm muits vezo e er-
quoa maiaaoria do partido lib~erd repellio 5saBUR a s attribuig~es ordinanias ha nina quo roe tern alqperten~ma ameass e dos valeates emnPublic&


caSd oescriptor comprsihender preitamnt o faouselho dos vque cusa-vos dos m inistros. verddai-quaque l otade quj a o deMS putlc
moralocdaedeu-ste onto passadolitico respondam-n rpo Adasioz qdo suendr a melhor o a mais eqe-o gw d o o stasu
cial. e o 5a circulo enviru a rssembl&iD Sr. Ermi- easl-a, dos senadsores; sobre tdio depois qovCo-l etence"sna outem
ind coa sea r preentante.o o a vogarado preconceito ode qu em vo.esaopt- -ahontadosonfsao olies.Cadesusqoas
Coro eateries poro, servido A causa de sony s ao os republicans tm dirit a to aprefereulia sm a ipao s eaor sbleadodoeos os
amgsbre os mo'aaehistas. lioeberibe, 11 do io& do 1884. ano*
Que o respondam o Sr. Antonio Goies e 0 i1 Alan disso ella dificultA oaacecaso da vewdad dole da Sil Oil Sasto

lustre artienlista. a o, pA(0l c c throno e dove ten falseado muitas Vvz e
Sd o esciptor. ?omprehender peteitamo ntes c ouseaho dos vossos mirnisxtros.C el e p e, r t. Mig ea
nioralidade deste conta porqe nlitico respondam-nos: A posid.o do sena dor 6aeire atopr cpa mais ele- C e la ve e
sieo, emtas as iustr a s tee in aecebido dpe sea vrda., a ie podeaspirardume abr-aSiro; 6 portas -v< ao pore Capella d.uenjos re par itlme tenhO
anudidato tooara oa sonhodourado de todos os hoonens polities icu pado, pars& fiqa ompltaoente lips o rot s-





gradmos c onclintrse tooa ao E' aaissen quo se proura captar as sympatbia- Ms a senator depende daiio eslioa rainso a ecola tituida s a oulto, demands. arindu-mito o d
de Ur elaeitcnao? hot vouta de dxa mscoro. Pr.ienta arso menhor e o t pedlroaue
No! A candidate do Sr. Dr. Erniro n io case humorso evil qiro inseiso velmen tel-zeIicos pulpito-s muis parao couseguir 6 me
no 6de ser legitima poraqua"cmo distinctos cli- a-os pelas vreas dos quservemiaso p64 edo vs pro-i j
nico, ias dess amigos tern sabido a preciar essea destjo immreeadr do aimad r-vso sea sner-a e S.,pardo l urns ozreqwno AmeipLruilssi ooda
iguidade e' o character tie sons correligionarios; va ,:ern eseolba d--is de dotodos os nodds e ekvaami do povo pow
d 'i- os concluir A toAial a S o ena ban prexhianoa quo comt niga em

ru,, Ccotnt u teodniiidreureaaralcnee-s aeaa.essiodadedeoerguaeso dasruinasr.reoao rnI
pcnleniae dgniad ; oms mpatia, orqe o Inci o s~ indaaais s impr-) tie avis ---ear idar-l ie I"eseD/r o ener-m iss d o-e~mte poiru






atpms; ao Apri,.h a i ntre* iud idu a curse oicl- n os t c argosp- qnde oiicupam, oup ofleiomio dot tIoetoeolm6n & 6 ll o np eresdjd qe mt o m a jra-l m
rDisse-acpo mutoes-que ado nossa imparcialio, Oa irciosa seplica tdo p etaraso tu- ediria eoRi.o- ia
dale era fementid. ddine min ma excellent eoinenas pre stmmid 0 do''x- oat s' dits ppeitoecperq


ENareoug Ao-se. bio, 6 clir- cor da sempre ca eiio p eul s in io-toos-i tad do Reci-nu parse ae8put.a qo


0ni5n eldd mapirvis no goverl. late~m ep(-.gogica de vka meso. i ieva .A > ia o F o
)fios impartial pam-qu qu o naoaceitainos0s5 Cin- d (taisisasi dm(salwo armepoo spoes so- X. asbo a ssejio meauiiarroie-a 8 o m r-


m;,itas de uo law'adoe a suuar op i(3) vouo domae.na pgrotennsmas mieene ioe ed AverLipeast
didatos do 81, podque ixio pfazioaqdtisbo do)- de Desperad on rac aiar do vs a lgana.cousa asplie,dad se veceraio.
unes,, omt rto quoeste sejo digno de na indo-m e rin natura(te das zer-steo as reodvassalo odin ntoea asSr esmolas on A illutre dMAW
peuhecia e diguidade ; soms ipaorciald, p dor q cot piniotsaindaas demais ianpritcave is-et diarle- iest DMario on e oviar-dias recuamanto a'ra
antepomos so caprit-h-, af intemesso individual, a eatiro official nos camgosqooccupam, d o office tdo )loto'olombd n. 26, onleesid, quoa emuitarLa-
grianderdzaca vineresses do uosso partil os.- LL iiu;wnm sa, qua piblica tlu d' a m -r a ea i (0 s 11d deearem.


Nazareth, 1 do jimtllio de a1884. zie-vo. a satisfazer a opinida e publicadtraidsfomta- Akroaios do Recifo, juhho d os 1881.
doardou etopparante0 imparcinat.elarn echo doev6s d mobersamo, o deVnsdo naops- s i desoial. sco eds
-- ~~~~~~Durn. le a percurso demise ecu-cub vicioao -o faWa vgmO,.Ir 'o 2 edoa


nte na od in~sea~r ipareial nao issoe d e iphores subdito sirtrua lm-se prado -.nreSio0da ede AveLbet
c.artaso o de umuavrtdor a Sia o cthr,) do qacrai; prota do amnosea simoncio estcida e Ae ie-be a 1.
e uagestade o Imperader de xtin refluier a onda q mra alseto dsmlo daio- deen a rciaeAern dres e oa
-moasaircao supca: oEpri qeia u eoso rs fotua cas nq o uo apd rso as eat ti Dom-omdaas -Be&nsc S esiernts-oma n
gd o e Vi(o aida) ure utes do barrack o dosa festeja, N ias reporonsdaca tasas m-as soas qirao


~a gestedos indegociospubeos, pr ador dtc gerador s deo banea-rotam que hg-o c a A a Upomms deri edtal maran U
S;ior.-Al ho istofia do vods o reinado, iadoo sm polyt c ui nin, onde hi lents sm diseipa- o t name otdo tltg n
riluiadonoda domssad ahstrdof t-oninici oa defieos o dii facuo e dad u domdiina.pane ha iieiraa "o s exraordimanea a motra a oscamnmasee


A oant o do el uca emu oneq eaha l do da ais riu- pa'e, soctiac.l
doros dos facts apparentaemaente m icioo rtedpuotnanteas LIM nenistres, da1 observaAode-Venusdaeer, he moredele8Avos.rtitdodscil
maara cornhsapa eino eod Ipedagogcada guerra dono Paraguayq evaditao etars das oid Aeifbrians md-
pizndoreade q o sparagost ado Impverioar resur-exireamno do assassinate do abolieionismqor dosteum- ii, udo 18 M aria Aoemis m e
miza das d ircq u.h ossuprei na:torpimp e iroral e oassr o pra-o das lets agranias nh um pd iz onde a n-m DeelraoiMa rioa.e rtamh .md .) BOO,



die aodia treoatrao di o so pari tnfiousmo res fortunes nao e podemresistirc a oiquatro e parti e hass o reasa
ruaedicin l esfeto aegtdsso d om patriotiso usro 0 eacessivasuce esaso estdaepezas o reproductiva a s meu t



|o.rjds oeduca e cndetu.afaivo se os p e ctr mod er do de ficit o sense eommdeb er o a geunie ,o T rn&Adgs o aties
a gostibo dos negocaos publicos.doWdntgerdordd bana-rotiez, qo do ti A e comme tolo o aeuez



Os chronistas officiaes roa do dieer qua a, este- eqeitaoaroasvosso re reinado aso deno i rX assrV, tenadeo scr r
A vossa edu emeioa, tia d csaithoaoloc u xo,i acrapulad c aillustra- O ,Mlinda q.e 54 ter extra da publico un am-








dadospaerus rorea, ques corteulos ameinio dos-- [rendVossa Maeta... dotse vsou genie :;"fe 11dejuho e 8.
cinlia'a de mvoswa ', adinpniiisrza delf ee.insfd < .p foi i x ,Is ml oa3 astro om e (1 08 nI cr i e?
q'tita eiol, f. i a colnsequ3o, naia faal da iu g "i o e" ".; t o urte s eo ;sortimento d e postras do cofres, cia ;
inrl, do regimuen 1 cp-sout tivo em di Pama prn A resultante do todas ossas necossid udes ficti- t-rro, espelhos o movais. docucjos artigos o ecebo





harmao perveprsde pam-atestelo faecionrs reuolar- trq, alu ads di a ue npriss, qmsoret do a ltouo ps-uolio-ipa- 8repciosfbisae f
mnte;.io nas, hlisto sriadarieaparceiual epialgum: tisam.in oipras eA'.nmuci u rdz i'mt eiscm is
Elle dim uoeratprdiazno desro pai foss cant, es sea -I clu ne aindmnnos anuonaumohia]a omn ripotenteaqu g.is6 d'esisrc Gn0as dnigsonet Rei rso ecrul a
rain aestie ~flmmudo aida, caino pifloiptes* ~Lounba.:to osa Mgestaoada elebreEoesiaadlair marcaosEat mesnun.sitstaa-
n'55o houvesse iivadequdea tano poergo unidemn-,ador do r: ; o ore so q osusa cii toa so geid.ia? 'le Ads,'e d um Sdeea nn g-n
aboito. cmaateds eicd, edea.os Aoe~:,t pussarmounthas uent wibei,,a ditm-act, doei. mt- iip a,heAod r cs ta'lo s duio to edo s as datroa pe-
Eceapaudio, a rna asscreuoaenston avro egmdinde cu~stnrfle: oa q-iaemqusnta)eso a pmcsier., los.utes so tbclarreg ar misda bscar qusnbleiqent
A oiudssaedurae .o eme aciton, pniv ahd/- des tod pasui caxto.lLa e on nosia/, to, ~e c. osen p''c.'',a e 'm"s inuend quom lsc qur, u cbiouefioadmsi

icmaedostuionul Lo,,tdiaco1 pruervhi fr-li trouxmn -e zar ro sucressor eonhtado ar 2o darioaadmm.-uh- ..IIU.gaIteprdl uBfm-t iJ~ ~ ob
. .m .mv .saa .e..tve. ..o.a.ndle~ ;rta'.... as fl au .. sobr.tu.o a ..... oi... po ,hli- onaoetbl'inctcrnsj


teCs par,. toJos nu s, iudistiuctamente, cse oitar in- .., ,. .. '.. l 'mmi [us variavei, o:n vinho, docese qu -ijos, bo
certo, descunfiado c suspeitoso, quo devia afastar Estc ultioa hoFe quoa tioimp-ia i hodiversasqualidades, fructosobcrom6-
d,' Vossa Mag.stade todo o homem sincere c que convulcionado oa paiz, ir anor los applauss do I,ho 4 rwo d e hnlas qbhidado diversas qualid.ides,
aiuda hoje amortecido pela acglto da idade conser- estr.mng.iroi, j i d.,sconti-tdo de tanto idcuralinmo, o re )o e in a do di vrcognac, harutosle
va a respeitosa distancia o Saraiva c tantos on- talvez profiramn remover o pnrimn.ipio da anarehi. des ic a !)dotan mnrs fa'aocognac hamto par
trous nao mecnos dcscontentes de v6s por6m mais p:i'-r fiear mn muais quietos, sob cho-fe temporarios cigrirrsd comheihora e favaHioiat aluart., c tpar
circumspectos no seu retrahimento. que no posam tenr caprichos durador03o, neom d .rm enconcheirareo a alo prstc agtivid-,e et -
Essa veia maligna fez-vos acreditar quo a gera- manias permanentcs. eride; garante-sa svir em a todos qanto
9Ao mascula da constituinte e d;) acto additional Suppe-se, ha algum tempo que Vossa Mages- honrare-nos egaa-s server beon a das quan
queri roubr-tespocoquo VosesaahaMagarsa-homnrarem-nos eou*,a qa-iteafl i.
queria moubar-vos a corka, quo ella haM guards-tade hostiliss on tern mA -vontade ao partido con-
do e nao podieis defender quando vos foi trans- s-rrador ; que afasta sempre a hypothesoc de sua '-Bi-A
mittida e induzio-vos ao quero jd quo fez-vos ini- asccnao ao poder, e como 6 indesscntc o papel de U r n lJ .
ciar vosso reinado sobre as ruinas da conistitni- mais regalista do qne o rei elle pareee ir-a dis.- .
*ao eomo vosso pai comecra o delle sobre as ni- pondo a concordar corn Vossa Magestade e pregar .e o | d e l
nao da constitointe.. tambem a renovacao da face da terra, quando che p a doR uI1 do tS .ae
Mezes depois Vossa Magestade despedia come gar o diluvio da liberdade, ijrojectado do Olto do de I -I
instr-umentos gastos, aquelles que vos haviam de- throno. As tres horw da turda
clarado maior antes de -tempo e fazia de Aureliano Apezar de field, ou antes, por isso mesmo, eston Potaqoe. officiaev
Coutinho a ponte que lavou ao poder os adversa- seutindo tambem v-leidades progressistas, e, crcia. Apoliese da divida public de jaros de 6 0[0 ao
rios recentes da maioridade intempseativa, e anti- me Vossa Magestade, assim como s a-lhbe mal aos amuo, do valor de 1:0001'JOO a 1:07OA000
gos defensores do imperador menor. ouvidos a palavra senior na boea de 6m hi mem csad urnMa.
Pars isso foi precise nov o golpe na constitui- credo e educado, coma eseravo, fiw-me tambeUm Aepes da comanhia de aguo iadhmnisadora,
ego, eesse golpe foi dado corn a dissolugo p rvlra mal aos aervo proferi-a, ou onvdi-as profetida por do val&t reallsade de 2D3J004 A 465A000)
do 10 de maio. Como, por6n, dos maos pricipios home-na nsicidos eeadoa par Midadlos. do um dta ums.
nunce resultam b6as ,oonseqeneias, qQado. oC paizlivri. toeailhodePonedo, 60 rs. o-klo.
conservadores suppunhanim-se no se apoge, po' Quedbaga pot, do alto do rno o vmbo da i- Sanbm obo a.Ba4i, 0 d[v, cun iij.0 de
o 20 de Janeiro a frdnte, a demiaalqal' Wd d .ber4d i matR ane it 1e ches mT aste.
otro valido, irma'o d mea o A. .. I .c ... 'A.f a3." .. -93.. d' 20 dL -D" l
gou-os, atado de psa e males a m -fis feko- A m ana nom 6 a 2
$io, de que temos noticia,&o ^e oo eAo At d. or 130 13364d frISOO, do
elet nao quemismugoverBar (2)3 Bas, W 6iinos, '* -, *' S
polo VS eio do que semes ce caatw' ,** CiWb?' ar ia% di'4WA 488' r 6 frneo, doI
-D*Ai. ovadlneo c~eflfef, *ew&iwte.1u~lB~l ^i^~ l^ *tB^^^ BQ^Hfa~k':.i~at, *"'SS r~wfVJ-


Chegaa
No vapor francez Senegal, ehegado A 5 do co-
rmote me, veio o .Revd. padre-amestre frei Bento,
provincial do eouvento de Nostsa Senhm)ra do Car-
mo, qud tinha ido A Eopa pem proura de allivio
a seas gpmrandes sofirimentos; scabs do ehegar na
proxumidade da feta da Excelsa e Augusta Se-
uhora, e veow render graces A Soberana Vicgemn
afiem de faster a suam festa corn todoa pompa a eplen-
dor e para 'este fim nao poupara sacrificio, apezar
de sua pouca side; howrs a este sacerdote filho
do eseapulario de suan Padroeira, e digno do ser
imitado p .r seaus irmaos da rcligi-o do Calvario.

Pedido
0 abaixo assignado-pede a possoa quo por en-
gauo toi remettilda eorn ontras pateates, a do te-
naute Chrystovao Jos dii Silva Lins, o favor de
mandar levar A rua do Crespo n. 17 1.0 andar, es-
criptorio do Dr. Laurindo de Moraes Pinheiro.
Jose Antonio Albuquerque Pedrosa.


Sfld l M0ntanna Russa
Em sessafo cztraordinaria de 8, ests corporaco
de homes pobres e independents, deliberou por
unanimidade de votos p6r as orders dos redactores
do Binodalo, os seas servings.
Recife, 9 de julho de 1 -84.
0 n. 65,
1.0 secretario.

Ao Exm Sr. president da pro.
vincia e ao Sr. chefe do policia
Acaba do ser publicada co:u esta epi-
graphe no Jornal de hoateim urma corres-
pondencia do Garanhuns na qual so quer
tornar Jos6 B:thia de Mello autor do as-
sissinato do sargento Cincinato. ,
o0 anonynmo Theais.aunpa teve o noen
ftrA em tempo algum, nome do homemde
criterio porque 6 minuito conhecido' n'aquella
localidade.I
E' ior todos sabido .o comportanmento
desses soldados que destacam, pelos sert5es
diast.ntes dos seus superiors e animados
pela impunidade, insultam, esbordoam e fa-
zein tudo o que bern Ihes parece, sem re.
pararem a quemn e coirn,- o praticam. E
co-wo se pode tornar respansavel Jose Ba-
hia, do assassinate do infeliz sargento
quando inimigos a essa gento infrene nun
ca podemn faltar? Mais siaceridade. Sr-
Thomis, pars fazer, political nao precisa
isto.
Anranquo o v' se quer quo Ihe seja
mais franco.
Agarb.

Empresa telephonica Bourgard
Estando enu en Paris, onde me achava doente,
fui d'alli chamnado pur telegramma do Sr. Antonio
do Carmo Almeida, datadt. de 19 dc junho ultimo,
polo que vi-ma obrigado a partir parA aqui no
Incamin dia, r.:'n.lti2amilo-mii- d.- 1-) iueixpcrad L via-
S-.m, s-rios prl' i.ti-,,.
Aqiji chegi'l,, m.) di-it .1, crrrente, j.i ru.o en-
contrei o Sr. .\in -id: i, q'-m i:rvi;a (!:nh:arc ib p ira.
o lio do Jauneiro, n:) sa.-ti 1 i d tr '.-t.u- dam tnego-
ei.i relatives at Su 'atior ta cmunres-it ; iabbnl l. eit,
pore-u, ter cllc saauciatdo-se :o, Rec. comin:'m-la-
dor baoel aeM.-rjaira d t G.,m a, afin desse anforir
lucros referentas a jA rcferi.la etapra,, daI qual 6
eossionaario o mnim-) Sr. Ahlinciiia, isto scin e u ser
ouvido e oontr o quo so a.h t expresso na 10' con-
diqlo da respective escriptura de trausferencia.
Recebendo tclegramma do Rio de Janeiro, en-
dcasado ainda polo Sr. Almeida em data de 7,
reeomonendndo-me que paa illi segisso, effec-


Como seja presentemente efteito do progreno,
fazer part de qualqucr centro abolicionista oa po-
lo menos ter taes ideas, (nao possuimos _e3avow).
Agostinho & Irmiios, joalhehos a rua do Cabug
n. 3 A, resolveram seguir a onda impulom-a-e
por isso manifestam-se decididos abolicioniatas do
Fiado
e por complement de ideas tao-grandiosas,-
e tao -humanitarias, tao-religiosas--e tao-le-
gaes,-resolveram tambem faster a
Emancipa80
das joias existentes nas pratileiras de seu estabe-
lecimonto; mas, para que emsa emancipaqao uo
perturhe a ordem social ne.n traga a ruina dos-
legaes -possuidores, s6 admitted a emaueipa'Ao
cotn
Indemnisa o
que promettem ser diminutissima por jA haverem
gosado dos servieoa d'ellas nas pratileiras.
Eia, pois, occasi o favuravel deo todos so muni-
rem de lindas e elegantes joias de ouro, prata, bri-
lhantes e outras pedras, a pre"os que nunca se
obtiveram no mercado.
A' rua do Cabuga n. $ A

DR. CARNEIItOL EAO
MEDICO
Consultorio e rosideneia a rua Duqae de Caxias
antiga do Queimado, n. 88, 1" andar.
Consultas de 11 As 2 horas da taide.
Chamados por escripto a qualquer horse.



Caminhos de ferro portaleis para
auxilio da agrkillra
Agenela exeluslva em casa de -
THEO. JUSI.
-17PRA9A DO CORPO SANTO---17
Contrata o fornecimento e assentamento
dos trilhos Decauville, lovantamento de
plants pars colloca9lo das linhas, etc.,
per modicos pre9os.


EDITAES

Edital n. 1
0 administrator do Consulado Provincial, na
forma das instrueoes do 27 de julbo do anno pro-
ximo pa sado convida a Ass'sociao Commercial
Benefieeute, dos Artistas Mechamcos e iberes,
Agricola dos Merceeiros e todas aquellas que ti-
verem existencia legal e conhecida para que me
incumbam de proceder a distribuigo das taxas de
repartico, cstabelecidas na 1a, 2', 3', 4' e 5a par.
tee da tabelia do imposto de indmtrias e profiesse
a que se referee oar0 1,o 26 da lein. 1810 de 27'
de Junho find, de aecordo corn os arts. 20, 21,
22 e 23 das mesmas instrucucs, modificados polo
art. 18 da refori-la lei c sob as peonas dos arts 14
c lDi; dcvendo as mesmas associa Zes remetter o
trib.liho, que fizeram, iA esta rcparti;'o no praz-
improrogavel de 30 dins a contbir da data do pre
scute cedital. suijoitvitdm se em contrario a distri-
lui.iluo quc for fcit:i lwr esta mesa repartiqao na
form;L (l:Ls alludidas instrucqies e da lei citada.
Cunsula;to l'rovincial, 1.0 de Julho de 1882.
Francisco Amjn,tlas de Carvaiho Moura..




















VS a~sbrq teouoso arfV1*1 OW
Iio easpolo de.Mouis TBhro A O
14eeet nesta cidade ab ixte*Wtxt4 so
Hh, ro oonhecidos ; sio chaiBad O 0 W
r" eom direito a henra2 P43, 1ule
so habilitare perante este juo ,
E paa e nstar made pasar o "PeBate que
SAserA publiado pela imprensa e affilto no lugar
do costumD4e.
SDad e Ipassado nesta cidade doRlecife, asos 14
S de junho de 1884.
i^^ En Francisco de Siqueira Cavalcante, escrivlo,
S o subserevi.
Adelino Antonio de Luna Freire.
0 Dr. Addino Antonio de Luna Freire
official da imperial ordem da Rosa,
jttz de direito de orphtos e ausentes da
Sconmarca do Recife, por S. M. o Impera-
dou, a quemn Dtus guarde etc.
F io saber que terido-so arrecadado por este
juizo o espolio de Eims Mariulio Falelo de Albu-
querque Maranhilo que fallecenu nests cidade ab
intestato, e sem herdeiros conhecidos ; sao cha-
inados os que se jnlgarein corn direito a heranga
para na formna da lei so habilitarem perante este
juizo.
E para constar nandeci passar o presents que
serA publicalo p-:'l impreusa c affixado no lugar
do costmine.
Dido c passado nosta eidado do Recife, aos 14
de jilnh, de 1884.
Eu Francisco do Siqneira C.avalcante, escrivio,
o subsercvi.
Addelino Antonio de Lana Freire.
\ ~- 2a seciAo. Secretaria da presidencia do
S Pernaiumbuco, 1 de juliho de 1881.-Por esta secre-
t 'iA sc faz public, de confuormnidade com o art.
11 dj dtcrcto n. 817, de 3 do agosto da 1851, o
e.lital abaixo transcripto, pindo em concuiso corn
o prazo do 60 dias, os d. 1 e 2o tabelliaes do pu-
blic) judicial c noras do tern de Petrolinsa.
0 secretario.
Joio A. do Albuquerque Maranhito.
O capitao Francisco M.irtius doe Si mz;t Badico,
priineiro supploaito d, jfiz m'imicip.dl em c xer-
cicio pleno, pwr nomnaa^Io do goverao, etc.
Famo saber aos qie o prescato cditait virem e
delle coatcen'imento tiverem, que par espa~o do 6,)
dias, a cntar dcsta data, sa acha emi concurs o
provitnfnto dos offeios da justi&a de 1 c 2o ta-
ocillilcs do public judicial c n:ta deste term de
PetrAjinu:, cra.t;os por decreto de 3) de janeiro de
1884, 3rviulo o primoiro de cscrivao dos orph.os,
residues e capellas, c o scgi2.lo do escrivaio das
OOxcluOGs civics c critnos.
E pars quu cheg, ;e:t o c.).ilhOci:n nto do t) los,
mn:tlei p-tsssar o p rcs!ato c lit, d, I:l sera affixa-
d(o no lagar to ,)itaini c pablicudo pela imprensa.
S Villa de Petrolina, 7 de junho do 1881. Eu,
Raymuiudo Nonita d i Silva Bragpt o essrevi. 0
Juia inimcip il supai ule cm exeriecio.
Fca Ftauaiio) Mart.ius d SjI.azi, Badico.
1) cidalado Manoel Antonio Ferrcira Gomes, juiz
do paz da freguezia dc Nossa Senhora dai Gra-
k :a, president da respeitiva jituta parochial c
etc.
Faqo sabcr aos que o present edital lerem que
no dia 1 dc agosto do corrente anno se deve reu-
mir a junita d-b parochia para proceder ao alista-
inento dos ici:ldiltos da pirochia pIrra o serviqo do
cxercito e armada, nas condicuos do art. 9 1 do
r,glimf'i:d) iappr )VALdo p-Ao decr-to n. 5831 de 27
d fevereiro de 1875, dovendo cssa reuniiao so ee-
clobras io co:Ji;sto'idin ,ni-ttriz ilos.ti patroehia em
10 dias consccativos dosde 9 hl.)r.s da m mhi Ats
3 da tarde ; convoca paois to;lo os interesados
acoinmpareceremi nesse lugar, dias e horas para
apresentaremi todos os esclarecimentos e reelama-
,;os a bern do seus direitos aifim de que a junta
posma begin orientada da verdade, e habilitada a
fazor as decla5es e dar as informa,5s precisas a
eaclarecer ao juizo da junta revisora, quo tomrn do
apiirar esse alistuntnto. E paira conhcemento
( let )d(los inianda lavrar o presente edital, que sera
affixado na port da matriz e que vai por inun
Sfoitr) e rubricado polo juiz da paz.
E eu Joaquin Clement e d L m's Duartne, se-
icr3t:trio da junta parochial o subserevo
.Juizo de prz da freguezia d:i Grayi, 1 de julho
de 1884. Joaquim Clomente de Lomos Duarto.-
Jniz de paz.
f ilcauod Antonio Ferreira Gomes.
2' sccvto.- Secretaria d:a presidency< de
Pernamnbuco, 9 de julho de 1881. De ordem do
Exin. Sr. desembarg.idr president da provincia,
fiAio constar aos intercssados, que nests secrotaria
estao as seguintes patents da guard nacional:
De nomcaciio de Jose Piauhylino Gomes de
Mello, para o post de tenente-coronel commfan-
dante do 32 batalhao das comareas de Bonito e
I Bcrerros.
Idem de Jood Francisco Accioly Lins, para o
po to de major commandante da IIa seccao de
f reserva da comarca do Rio Formoso.
Idem do capitto Vicente Ferreirai d. Carvalho
Ventura, para o posto de mzjor ajudante de or-
dens, secretario germal do commando superior das
comarcas de Ouricury e Boa-Vista.
Idem de Francisco Tiburoio Paulino de Mello e


Silva, para o post de major ajudante de ord3ns
do commando superior das comarcas de Boa-Vista
0 Bezerros.
Idem do teneunto Joa'o I'leofas de Lemos Vas-
conoeellos, para major ajudamntc de ordens. secre-
tario geral do commando superior da comarea da
Victoria.
Idem do Dr. Francisco da Cunha Beltrao, para
ecapitao cirurgiAo do commando superior da co-
marca da Victoria.
Idem do tenente Manoel Antunes Correia do
Queiroz Barros, para capital quartel-mestre do
commando superior da comarca da Victoria.
Idem de Benevides de Souza Menezes, para o
Sposto deo capitao quartel-mestre do commando su-
perior das comarcas do Floresta e TacaratU.
Idem de Coriolano Gomes de Souza, para capi-
tao quartel-mestre do commando superior das co-
marcas do Ouiricury e Boa-Vista.
... 0 seeretario,
J. A. do Albuque-que Maranhio.


DECLASkJOES

Arsenal de Guerra
() conselhio de co:npras reebe propostas no dia
19 do corrente ate as 11 horas da manhA, para a
compra dos artigos abaixo :
Algodaozinho, metro 241,75b
Algodao mesela, idem 200,
Aniagem, idem 12,Ab
SBonets de formatura 23
Kf Bonets de quartdl 25
Bonets de recrutas 100
Bands de 1o 38
Brimn branco, metros 1M
Brim escuro on pardo, "Idem 2tO
Casemira enearnada enfestada, idie i'm
FPlanella de algodlo enfestada, idem -
h.'1,, Gravatas
Hollanda de forro, metros dlIB@
1"^ -: 1 in o ., .. : 1 ': 1 *, S^
X''ia".- Mr pares '
ffsaWnu4es; mpro te, 7deex
^law.,. Meads

81
me-I


Por Oite a uns Oim wd
fUllocido ab itostato o subdid^ Owtug 4
gos Juato Texeir a Maehad loi o n eqp1
recadado us codIoriidsd? 4o disposal no a.
do erutamento d4 8 deo OeMro d 1851.
Reeife, 10 dejalho de 1884..
I~4%erict ~grria^ *LIUG,


ac'argrega4d 4o ussaf -"ro.
Do ordem da ImiLa. Camara Mumcfpal, do
convidados os donors dos estbeleeimentos da4 fre-
guezias da Graga, Po0o da Panelsa 6 S, LoureA o
da Matta, para virnem A seco opetento rover
03 pesos medidas e balancas dos memos, no cor-
rente mez dejulho, sob pena da Iei.
Pago da Camara Municipal do Recife, 2 de
julho de 1884.
Jose Candido de Morses,
President.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva.
Seeretario.

Santa Casa da lisericordia do
Retire
Na Santa Casa arrenda-se por urn a tree anmos,


seguintes predios :
Ruas Marquez de Olinda.
andar do sobrado n. 53
Rua da Saudade


Casa terrea n. 1
Travessa de S. Pedro
Sobrado de dous andaros n. 2
Rua do Born Jesus
Segundo andar do sobrado n. 13
Becceo das Boias
Loja do sobrado n. 16
Sensala-Velha,
Casa terrea n. 18
Rua da Moeds
Casa terrea n. 49
Senzala-Velha
Casa tcrrca n. 16


Rua Imperial
Casa terrea n. 127
R-cz do Visconule de Albuquerque
Casa terirea n. 61
Rua da Linroeta


429250
405009
305000


805000
121500
20A000
305000
205000
125000
171750


Segundo andar n. 14 155160
Rua da Restauraglo
Casa terrea n. 25 s o 15.000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de maio de 1884.
0 cserivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
The New London and Brasliam
Bank Limited
Ruan do Commereb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as cai-
xas do mesmo banco em Portugal, send
emin Lisboa, rua dos Capellistas n. 75. oN
Po, rtoruaa dos Inglezev.
Sociedade Recreativa Juventude
Partida do 2 o anniversarlo em 14 de agosto
Ao 2 secretario, poder.o os senhores socios
entregar suas notas para convites. Recife, 7 de
julho do 81. -0 10 secretario,
Antonio de Carvalho.

Baneo do Brasil
Pags-so n 61 dividcndo dis aceges inscriptas
na extincta caixa filial desta provincia, A rua do
ommercio n. 6.
SOCIEDADE
Becreativa Primeiro de Halo
Assembl6a geral extriordinaria
De ordem do Sr. president, convido todos os
"socios parsa comparecerem na s de social domingo
13 do corrente, as 4 horas da tarde, afim de tra-
tar-so de interesses da mesma. Recife, 10 deju-
lho do 84.-0 lo secretario,
Alfredo Moreira.
IRMANDADE
DO

SSI Scmoito a 9 a in flg So

JosAM oRcifO
De ordem do nosso irmlojuiz, sao pela segunda
vez convidados todos os nossos irmaos a compa-
recerem pelas 10 horas da manha do dia 13 do
corrente, no consistorio da nossa vencravel irman-
dade, afim de proceder-se a elei*io de alguns me-
sarios, eujos cargos nao foram aceitos, para o anno
compromissal do 84-85. Consistorio, 9 de julho
de 1884. -0 escrivio,
Jolo Goston.
IRMANDADE
DO
8anOIr Bam Josio es Ous nas
A mesa administrative pelo preseate convida a
todos os irmaos A comparecerem As 9 112 horas da
manha do dia 13 do corrente, para assistirem a
missa do Divino Espirito Santo, e em seguida se
reunirem no respective consistorio para, em face
dq que precetia o cap. 80 do art. 79, proceder-se
a eleicao dos funecionarios que teem de reger o
anno compromissal do anno de 1884-85. Consis-
torio em mesa, 8 de julho de 84.
lgnacio Trajano de Jesus,
Secretario.
Sociedade Auxliadora de Agrical-
tura de Pemnisbco
S.o Congreso do Reelfe
CONVITE
Em presenga do estado apprehensivo da
Lavoura e de Commercio desta e das vi-
zinhas provincias, ameagadas em suas
condi95es de estabilidade pelos desmandos
do abolicionismro intransigente, a Saperin-
,tendencia da Socidade Auxitiadora da
Agriendtura do Pernmnbuco, de aceordo
corn a delibera.o tomada pelo conse.ho
administrative e a esma sociedade no 4dia
7 ^do cerrento,1 a pe Iido oe lube da; a-
Svonrda 4 sC iida'e' tp^i~l a, ovi^


VereMi
Doi#3: rtx


pot pelo resp~ee^t i
dao do Cnraw-o 0 ca
outra mesa, eleita Peis men
mo Congresso e co.posta
dente urn vime-presidente
U.~fL 1''I 1. '* .


qbf.os dlo mes-
de umR prtwi-
e dons sereM-


UCU.1U B. ._. .
&enhum orad6o pode.r ioepar ri-
buns por espago mai6rd de&z uJnutos,
nefn affastar-se, do aauompto subuiettido a
discussao; assim como Ihe aer1 retirada a
palavra, caso use de expresses itjuiosas.
ou offensivas.
Sala das Sessaes da Sociedade Auxilia-
dora da Agricultura de Pernambuco em
19 dejunho de 1884.
Os membros da sec*o de superintendenmia,
Iqwco de& Barros Barreto.
Henrique AuMto Milet.
Antonio Pereira Simoes.
COMPANBIAA AMPITRITE
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CONTRA




FOGO 1
Tendo reduzido as snas taxas do
premio offerece grandes vantagens
aos Srs. negociantes e proprieta-
rios.
Premios medieon,
Seguranma indultavel,
E prompto pagamento de
prejuizos,

Capital 16,000: 0
Recife, 1 de agosto de 1881.
AGENTS

Browns &C.
RUA DO COMMECIO .


S.-Alifan a-S

Soss.o especial
De ordem superior, convido os socios desta as-
soeiaqo i assistirem a sesslo especial extraordi-
naia de posse da administraglo para o anno c o-
nomieo de 1884-.85, quotera fingar segunda-fira
14 d. eorrente, as 7 horas da tarde, em sua sede
A rua do Imperador. S eretaria, 11 de julho de
188.-MoItko.


:fllecimento do
sa orchestra, d
se n'esqe sarAo.


LYJ&U K 1U iJnl-JL-Yw'!.y
DOMINGO, I0 DO COURRNTE
AS PUDIER GUSAL
SEGUN*) ESPECTACULOb EM BEirFIC1O D(
CLUB ABOLICIONISTA DE SENHORAS
AVE ulBElAS
Especialmente dedicado a Exma. Sra. D.


Leonor Porto
Pel&%o relevantes servle.s prestados
a sea sa da abolie o dIo captive*
PROGRAMMA
Depois da ouvertura pela orchestra, subira A ces-
na pela segunda vez n'esta provincia, e para esa-
tistazer numerosos pedidos, o novo, important e
appiudido drama em 4 actors do Sr. Tito Cardeso
de Oliveira, denomwisla

A honra na niiseria
OU
0 GR1IE 1A OPULHNGlA

de eujos papes se acha incumbidos diversos dis-
tinctos e inteHigentes amadores, contando-se entire
elles o sea autor.
Find o drama serA pela primeira vez recitada a
poesia comics do Sr. Joao Gonoalves, e escripta
expressamente pars essa noite
TYPOS DE

CARA DUBA
a proposito da scena comic o Cara Dura, a
qual ser4 recitada pelo seu proprio autor.
Seguir-se-ha a rppresentaso do novo entre-acto
comieo, escripto pelo sympathieo actor Lisbda,
tambem especialmente para estA noite denomi-
nado
Dois caes a um osso
o qual sera desempenhado polos impagaveis e dis-
tinctos artists
SLisboa e Lyra
que g lamentnt sc prestam a isso.
Dara im ao espectaculo um soberbo e impa-
gavel

BA iLA1O0
pelasedanoarlnas da companhia lyrical, que actual-
monte trabalha no theatre Santa Isabel, que tam-
bemn graciosamente se offereceram para major bri-
lhautisoro da fiesta.
Urma banda de music preencherA os interval-
los e tooear A entrada das Exmas. familiar.
0 theatre achar-sc-ha brilhantemente omado e
ilminiado.
Pars maior realee da festa
Flores,bandeiras, poesias etc. etc.
Bonds, pars t das as linhas.
A's 8 horas em ponto.
Em um dos intervadlos, ura commisslo de se-
nhoras ira aos camarotes cumprimentar e agrade-
cer a seus convidados.
0 pequeno rest de bilhetes acha-se a disposi-
$o do public, no escriptorio do theatre.
Preeos
Camarotes comn 5 cntridas 105000
Galerias on cadeiras 25000
Plateas on geralm 15000
0 drama foi ensaiado pelo distinto actor Vieira
Villas.

THEATRE





COMPANHIA DE OPERA ITALIANA E DE
BAILADOS

Empreza P. M. Musella


Sabbadlo 2 dejulho e 1884

12 RRbiTna rs A dSIN'Veri :
SubirA a scena a preciosa opera do Verdi:





DosomApouhsda pelsa eras. Aivaf1i. Baceari-
ni, xyo s os *Bnftellrfi55o, Glalassi, Gazzouij
^t i it*Y J *A l'1 1*111.^* ** 1 1* .1* -* -


^^H^'.-"^Y.'idepoia ; 1d,.


44 RUA DO 003IMMBOO 44


PORTOS D, SUL


Saperadodopaoado n.
to a0todia-12 dejulbo e
megir deprols& ddenora.
da-costume parm os portoad.


a


Reeebe tambern carga para astose BNorGm
de, frete medico.
Par carga, passag eus, valores,
tracta-se n agencia
44 RUTA DO COMMERCIO 44
Companlia Dahiaaa de Navega-
1eo a Vapor
Macei6, Penedo, Araeaju, Estancia e
Bahia
0 vapor
Principe do GrAo-Part
Commandante J. F. Teieira
fE' esperado dos portos saci-
ma aWodia 14 de julho e
regressari para os memos,
depois da demora do costu-
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete traeta-se na
AGENCIA
7-Rua do Vigario 7
Iomingos Alves Eatheus

eaciac Steam Navigation Companj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O paquete
Valparaizo
+L at Espera-se dos postos
do sul W o dia 31 de
julho, seguindo par
aEuropa depois da de-
era do costume.


Para carga, passages, eneommendas e dinheiro
a friete; tracta-se comes
Consignatarios
Wllson Sons iC ., Limited
N 14- DO COMMERCIO N. 14.

0 vapor
Magellan
Espera-se daEu-
ropa aMt o dia 3 de
2agosto e em
mrA pars o s1 do-
isdS demora do
costume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheirg
a free: tracta-se comos
Consignatarios
Wilson sons a C., Liumited
N. 14 -RUA DO COMMER[IO-N. 14
(amU ut'Bu flndfflcbo

DamnpfschifTahrts-Gesellschatf
0 VAPOR
Pernambuco
Espera-se da Eu-
ropa opre sd
neotre no dia 3
corrente, se-
gdudo depois du
demora nucessaria para
Bahia
Pars passagens, frete, etc., tracta-se corn os
agents.
Borstehnann & C.
RUADO VIGARIO N. 3
1 awndar

CIIARGEUIRS UUNIS
Companlia lraneesa de iavega.
plo a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer


Commanndante Fontaine
:L ak "E' esperado dii Euro-
past6o dia 23 do
Uleguind do-
I- ds indispensavel
Ia, -i do Ja-


Bg-se amg Srs. iimportadores de caga peWo
res de"t lbiha"eiram apresentar deftro de 60
d a4onterdo dad acga d"salvarengssqual-
t easeeean a V -lsouesL aOe-vor


9w V
i&L


Elbe
Commandante Brander
I esperado
dosoulno dia 14
do corrente, se-
guindo depois
da daeoranecessaria pars S. VicenteLisboa, Sou-
thampton, etc.
Tern optimas ccommodagoes.
Pwaqaaen.,para a Europa podem ser toma-
das na ida dos vapores para o sl
Reduep4e nos pre' para o lo
de Jaiaro
1. classes 90W000 e 3. classes 27#00
Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
AdaMson hwie& C.
8-Rtua do Commeret-5


acopanhia at.


El E' epenao.do$ dptodo-
SU no dig2djulho, e
*j|H~ig^dqwbi da danora naeenwUj
K pars a Thoiiaz e

Pars carggpassagens, e commends, tracts&
so corn Os
AGENTS
buay :Fadser I, C
N. 8 RUADOCOMMERCIO- N.
I,- radar
B-ste vapor oak" ao menio dia de

0 VAPOR
Fiuauce
-Espera-se dos portos do norte
at aodia 25 dejulhoe guin.-
do depois da demora neces-
sariapara

Iakia e Rio de Janeiro
Pelos vapores desta compauhia dio-se passa-
genm para Liverpool ao prego de 200 dollars ; o
pasageiro desembarcando em New-York tem.ga-
rantia a passagens pars Liverpool quando Ihe ap-
prouver por vapores de la ordan.
Para carga, passages, encommendas e valores,
tracta-se con os
AGENTS
Henry Frster & C.
... 8 RUADOCOMMlECIO N. 8
1.'andar
COMDPAM E B IUBE*ESAGE-
RIEU EAIrrTIES
LINHA MENSAL
0 paquete
Orenoque
Commandaute Nortemard
SE' esperado dos
ports do sul no
dia 20 do eorrente
seguindo depoisda
demora do costu-
me para BOR-
DEAU tocando em
Dakar e Lisboa
Faz-se abatimento de 15 por cento em favor da-
familias compostas de quatro pessoas ao menos e
que pagarem quatro passagens inteiras.
Per excepeAoos criados das families que toma-
rem bilhetes de proa gozam tambem deste abati-
meato.
Os vales postaes s6 se dao at odia 18, page
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se corn o
AGENT
Augusle Labille


IOVYAL AIL STEAR PACKET
COMIANY
toL

codpm
Lia I ov m os stalos

niihios
O VAPOR
Derwent
Commandant Rigaud
S~speri-se do Rio
~do Janeiro no dlia 20
ed julho o qual do-
pois da necessaria
demora seguird pars
New.York via S. Thomaz
Preeos das passagens
la elasse 2a classe 3a classe
Londres (via No-
va-York) ..... 42.0.0 28.0.0 17.0.0
Nova-York..... S 27.0.0 18.0.0 11.0.0
Sao Thomaz on
Barbados..... 23.0.0 15.10.0 11.0.0
0 PAQUETE A VAPOR


5
'--I



0






I












---5

A



'I-


0


I.uL


I


I
























,O. terr sit& a raa4im I .A ow so-
1Cana term fai 'VtW &A^^i.ts h 8


Ago*te DvwMuifIi

Leia6 *cvo

Sabbadotlde orrente
A's tl hiOrps
NO ARMAZEIS IA A DO IMPERA-
DORN. 22
Do grandmc olmado n, 10 no pateo da nauta
Cns fepezsia da Boa-Vista
o agent aeima levarA a leilo dde*iv
mandado do flim. e Exm. Sr. Dr. ju ir 4
privativo d, orphips, o obrado .cima j couhe-
cido peloa p eetendeates, sovindo de blse a
ultima offerta de 10:1OOO0 do Sr. Jolo Rodri-
gues MQura.


Leilao

Do hotel silo ai nu de Lomas
Valutidm n 41
egunda4e1ra, 1A4 do orrente
A's 11 horas
0 agents Slvei devidanete autoriaado Ie-
varA a leil0o6 e 6 e bais acceae do refe-
rido hotel.


I'm U og0 portgues7 peax F%6iaquta
row. 8aerniow a quem o p I woprw *4 4W

Precisa-se de urma a ma wpa eosinhar e I&a-
var; atratararvi a
oga-se ao st%1nao giio Desterro,em
Igaras, devir A & ditOa Cruz n. F, afim
itever ie KW #M, B*a rt mmw -pqWparte no
niesmo nio^ \-^.^.. *
Quameo teis o tBemhrs pars onstnar
po uleuw l bsioptpiano, dautrina, fores
4s.mf .a e oC )c, diaija-se A rum do Cauinho
Nma 128. Yin' veade-ae parseu
40MG 14ias pwL* f6i& m"i parte em uma fet"
na rua da Imperatriz, onde 6 o 1rU
commercial, que nnnea est:I fech uemS n; diM,
e: urna cas na rusa Impial ut. 301 ura dita
epi Olinds A rua do Carmo Na nsms M cms se
t4um uam orpbhA qu wja de bom genio, e tarn-
bim e precisa de uma mulher de idade qque bA
cesinhar e lavar pa fasr eommpaunkia e preatv
serviohe, adisat a ,um paA M rove; a tratar
a qualqar bora do diaa M eaco.
S-Prpcisa-se0. 6tit ama pa tiavar e engom-
n.ar; na ra do Viu*ude de Albuquerque nu-
Nuero 33.
Precisa-se de uma boa cosinheira : na ru
do Xigirio R. 2, ou Tua.do Piysaudu (Chora-Me'
nilT 9.

Attcn o
MaGoeI T qpg. da 8vI% natural dM fregwia Bde
tquiuha Consetlho de dVilts de Couad (Portugal) 6
cfmmado A vir ma e eseita do Roarie a 1w3 a
negocio de sea interesse.

Criado


AO iigOoITO Il' BPt recisa-se -de ui eriado Paratodo servio : a
.. .. UU1U tratar na rua lIprial oom Valdivine, da pol-
Tendo-me retiwfO ^ Lblnuir s, sem que po vOra.
desse despedir-me dassoas qvr mre honraram i- --- i--------
corn a amisade, vnto con At o pemimtiram
os meus eneommod6s, peo-lIhea desculpa d'esta 0 erece-s
falta imvoluntaria e offereo-l.hes os aeus dimninu- umina pessr)a para caixeiro,-com basante pratice de
tos p tesimen em Sobral, no CearA, pra eod soe- mbolhados, tAnto em grosso eomo a retalho qur
gui )iievemente, para a praga, quer para o mate : quem precisar
.ecife, 14 de dulhd 18&g dirija-se A rua do Ranmgel n. 6, que LA encontrarA
Petranilto de Santa Crta Ofeirm corw quem tratar. DA fldr A n.4 e n.Acta.


L YICO

CHAPELINAS E CHAPEOS
TNA


(ff41'114ft14


VtIctI


.


dig rue do Fogo: a
1'- Abh 1-.-.itt
5,apropriadt 10
a6 trarar m .
-- Aluga-se o
do Arogao, ias ON
VentIa, na Capi
,lora, e 26 a.ru
ro : a tratar nt
- Forneo-se
preWoq ; a rua do
dar.


24 A ruad
W A run dal


t OK


a. 'Pe twmo ando
n5%, lmoiom Aw-A


PREOISA-8E aluga'uma rapau
12 annos para an.wtI ea,-'cA e
ria m 48. esquima da suade "-te

Bwiquets d- a46Bo


de 100"


0 bem conhecidbo fabricate debeuqu&s, Jose
Samuel Botelho, se farlz Ibrado nested trabalho ;
alem do reputa~q4 p-aVgea4s nello, -jpels Oeo,
re iiptzdilo, saqa isc, tern h4 part mi-ao
pUie rwwo p.a-boapueta de bwaiats*Ada e
Tefle tida eorbinaaUo de .c.t* :. a t r Ja r"u
do Cabugift. 1, A aI do -1R4 oei., e um-nam'd
Cadeia no Recife n. 43, loja'de selleime.

Muga-se
a casa terrea junto a. ttaObd n o3 amarella : a
tratar na rua do Vigario n. 12.

te~iliki MtS Sl Per-

Per este. consulado se faz publico, AMe. tendo
fallecido abintestado o subdito portuguea Albino
Dias da Silva, foi o seu espolio arrecadado na
e mformidado do i'psto no art. 1 d4 re0 a e-
to de 8de novemfto- de 1881. R'Oedb, l tle dj o
de 1884.-0 eaearvepad do coauslada,
Frederieo Corsrea Lu. .

Scitentifimo qne hojV, "elaa 4 112 Boa da t"
em a nossa s&de social havera sesiao destalsoieo-
dade. Convido os penhores soeios, A qomparece-
rem. Recife, bdjju$llde 44.,
T1 seere*arw,
I secretario.


ITluO


sr aww a is as Mew t, O FImo.
ma ncrue.Lun Pus 9I. 4
c Oprecaito do bygiameiAbiMpwI,
t or maio desprendsk6a:te:
Nuito ram swparmas emi.. r so" SO
pwft d3. waude, adur"Mt a iA""tl. R S
ab u estu" tiveirwv as opta per
ipniigi Oweeio; aum-dl,% ndbwmm a.1
tmgm de medwo jw HpaUVU ft Bene5-:
riirapeta ckbode, owa 05o osmim~utmi.
a*tpraa abuniaa = .edodaa Me


-dto.. E'"puuaraf ipnw emo reaf4>e'I->
w Civueeitar as imi evlo p
micsAa~i4d~uVXM0 irHO ft NOE&X~k


db I


oss, eom !a 1eua-d de vive. a trata
4ol~pe,~ILu s6,armB de twktoff8.


ira lTo-
na rua


As.a
lilw VMwS a eomprar e cosi"lir na maa dc
Ilarro da Vetoria n. 48 A esquina da rua de San.
t U Asreao.

Er vace& de Cajnero
E ou

E' umn romance quo se estA imprimindo na Eu-
ropa, que acompanha urn drainma tragic em 4
Nctos*
Ausigna-so em todas as li/rarIas d'estai i.
4ade. ___ _
Andrade, Lopes & ., Guerra & Fernandes,
earvauto, IrmAo & C. e Rodrigues, Lima & C., ten-
do reeb.do pelo vapor fraucez Senea aqui ehe-
gado a 5 do corrente, a infausta nova de haver-se
Inado em viagem deste'porto para o de Lisboa, o
seu presado amigo e fregnez, da cidade da Victo-
*ia, Manoel Gomes Silvcrio, uvadanm per sua alma
telebrar uma missa an igreja do Divino Espirito
Santo, sabbado 12 do corrente, as 8 horas da ma-
na, c pmara ease st) de religiao e earidade eon-


W. Brigila liveitra do Monte
p Cordeiro
Jose Moreira Pontes, D. (lamra Maria do Monte
Cordeiro, D. Germana Cordeiro Pontes, D. Isabel
Ephigenia Moreira Pontos, agradeeem a todas as
pessoas quo se dignaram aeompaliar os rcetos
inwtes de sua presada cunhada, mnana e tia, D.
Brigida- Silveira do Monte Cordeiro; ede novo
cenvidam todas as peasoos para quo so dignem
atsitir as missas do setiuo dia do seu passa:men-
tO, quo ter& lugar no dia 12 do corrente, is 7
*rs. da unanbi, na rdem, teredia do Camnie.


gXWs68dwa T oPeito, TISICAo! Asia
4 A B Oi. nos',


G .tta &Lviv ennes

k W S PAA* J4&ApAWO ek NC'O# ffWAU eM C ,OW
-,, 1 ^^tp^)^l~,,. ^ p~a& *tw gadjuamente tok ^ ^ilirt I If -a No-
*46 -u**Q* pias NWblAMiades medlcas coo o untco efflca.
ihlfe "!tiOra d n oti *a frtifoa, vmnaftk *d
AWr** $ M it't*W Ot# sam pars7a t'rumphae doe oasmf m.ai. iuw
- ..^' ^et ^^^ 3.fANi POY Poa mxa */
DW1eito pnric,:.3OUETTE-PERIkET, J, m1 Sat-Arui. PAAI
J .... r i. I'U-j' F n. a a ..* a 15 6 I. **.r. .i.


- I












































Ihor qualidade.
TRILHOS PARA CANNAS. Tern de system por.
tatil simples, serm os inmconvenientes que al-
guns apresentam; corn carros proprios, loco-
motivas etc. a preVos razoaveis, podendo fa-
zer contrato-para o assentamento.
Nesta fundifao, a nmais antiga desta pro-
vincia, vende-se a prazo, ou a dinhir corn
desconto.
FrEIOAGi DO BSWEIA5


IJNiIIEAD


DE


CARDOSO & IRMAO

RUA-DO BR 1M NoL A 104
IP ITOIRTUA B DA IPOiLLO&,.1 32,
Os proprietaries deste bern conhecido es-


elas


suas relaZoes


fabricantes,


directs


e corn urn dis-


tincto engenheiro de -
grandes vantagens para


meio apparelho no engenho Coneeieo.
MACHINAS a vapor trabalhando so


-I 3


o togo do assentamento, p
das as que foram assentc'z
lIem, cm Timboassu', Ctu


ioden


offerecem


[Inglaterra,


encommnendas, como


corn


1 ser examma-


nos engenhos Be-
.au, em Gamrelleira,
Pao Amarello, Ca-


mara e Lages em ItamLe, Yidragao


em Pa


cd'Alho, e outros no Rio Grande do Norte e


dos Srs.


agricultores


1IUgI..


para os novos vapores que tern receDOIUwo,
acreditado fabricate Robey, que se reiom-
mendam pela facilidade de, conduct, assni-
tamento e economia de coimbustivel, deixauido
de mencioiar os engenhios em qie os tem cot-i
S locado, porja terenm vendido 85 para divers6s


devem ser 1hem cotil1-


ViAiA DIOHl
AUs 4.^Wt0000

aua-do hanlr 4o 4M..a n. 40
e ease* do, 09Wr
0 abaixo assigido acaba d. tender
m seusI felief bilhteo o inteiro de .n.
717 oin a sore de 800#00, outo dit e
n. 1,170 corn a sort* 4e 00^0^, o dMs
miuos de 1,081 GPm a arto 4e 1 ,00#0,
e diverse pramies -de 3O00, W6000 a
845000.
-0 -waa Msixp ssi ad. OfidA aos.
pmswu44orea 4ww rober is Og(w00i-.
ia4.;4o O*~timaft dfn -4sco-ta asr"a. ?
Ac01%-8e O vOW Q $n 44mew Wilb*
pran 4ido. a 1.-92?" p4 Wh*arida -
neoio da Santa Casa de Xrewicirdia do
Recife (53.'), qua so extAi a s gnda-
feira, 14 do corrente.
REDOS


inteiro
Meio
Quarto
IBm porcio
Inteiro
Maio
Quarto


4#000

de tO*OO0R, para


elma


30500
- #8750
-.#875


JoSo Joaquim da COsta LOte.

lm Si Awt
sA I zif
AIN 4:0lW0M,0

PravA da Tdepeideia
ceias.',37e39
0 abaixo -B ado vedeu oets 0 9us
fehws biishtesa armid a sort Ae 1004
era 1 iateiro n. 720; e 'ewtiaa sorts de,
32# 16L e 8#.
Convida os possuidoies a viron receber
sem desconto algum.
O abaixo signado tem exoso a
venda os seuas felizes NlAtes garanidos dai
loteria 53a a beneficio 4a data Casa doe
Misericordia do Recife, qo se' extrahirA
segunda-feira, 14 do corrente.
W y. : __ 2 .' 1'


Bilhete irleiro
Meio
Quarto o
Ear pos~&. de *00,
1 1- t 1lit in llll~teiro 'l'


, lhete inteiro
Meio
Anuto Au sto do
,nw.ioAuus L"o


3#500
tos750ro.
awtos -porte.


Autoio Pedro de Souza Soares & C.,
teu reduzido os pregos das maeblmas
de C*OstrWa em razlo de grades van-
tagens que obtiiveram dos fabricantes seus
fornecedores.
Aguardamos a presenga dos nossos fre-
gueses para mostrar grade lista de quali-
dades e pregos. Aqui nos limitamos a
Jar o prego erglobado: Mochinas de pow-
to de cadeira de 10000 i# 17,000, ditas
de mover a tuao do. dous pospontos de 18#
A 25#O" ditas de p6, o me o do 400000'
A 45#W6 de diversos gmod6tlos.
Machinas especiaes, s6 corn a vista do
comprador.
0 pri" ipal deposito
30--RUA DO-DARAODA VICTORIA-30

Pesabume.

*rand-se ras de des fas-e atimeto. 71i
otra muitas plants tambe pana pres c-

rnodn'.


+ ada J'raa U. 3, o arndar
Eduiirrgeo Mari CAolho participa Ats suas unu
m rosas fieguea quoe disp do babei s ostarei c-
pan, e rid pr nor, oa 4 efigurin s ma reei tos-
ahase habilitad a satia 1,em seir qualquer toit,
prandeomo sae mais: la ez faz-se ns, bailey, theatres,
passes, etc., e eplantaes tpar baptisadros, a pre-



98ommodes.

Nar a da Unigo a. 47 f3z-so pliss6s e recorta-
se durgebados aia Cde todasrtip as lauras poa nu-
merosase fregezau qne dispofr de habeis costwpei'


rdos, re tdo por normia os.figurinos mais reete,
cha-se habilit ada a atife avelzr toe
eoPamo is uam para a same b ailes, theaters a
p is, etc., e peovaes parei baptisms, a pre-
Porfeommodos.do i gra e -



denmdo, approvado pea Exrna. junta de hygiene
tblioe. do Rio de Jadeite.
NaPra ilegado polo governo i pi, pela ei reorta-
se bbados sdda de todas as larguras, pot-o.
do, redondrosaem o ts. doba Jo
alae 4e a saddoz





prpao punho" e doi rubrieasdos corn tints encar-
Paa plo urgia deantists de Poiili.
nPerfeiamente couservado m iqibo, rado e ir-
deaio approvad n. 1 an dar. jta de hygiene
publiede ca do Rio de par eaneros 60
PriKyfleglado pielo goero imnperia, pela effiea-
kej di ad&a appricaqab. '

Os fi-ulcra es t ranefno a dos do oo chr do4
%Bp"f itiramta Cost&a owim aaa nacB do
propim.o punho .e abo rubricadwf comn tina encar-
nada pelo ciruria dentist& Nunl P04Onai.,
Unico deposito em PerH&tbnc, F"a 4# aRPAO
da VctoieSa n. 5 I adar.,
Pregode cada fraseo^paravanemso 61900D
Para uleeracoes e grannulagoes do colbo 'do
ero e eancros shyphiliticos, formulaes-
5, ot00


Ne eagIa #e .. 'u
a est fab"ice so roc^a oiomos
aprnonizes. "'\, 1''


parl


o l1 e 20 andares do sobrado A rua do Padre Flo-
riano n, 69 : a tratar na rua do Imperador niu,-


a 110 TOM"
Os Barateiros da Ba-Vista vendem muito bo-
nitoflinaes de uma s6 chr e 4e, lItrinlasn W pm
vestidos, sendoa160r6iso covad Oe dee oe sam ,
isto ia ra da Imperatriz s. 40, esquiaa do beoo
-dos Ferreiros.,
Brim pard
Covado a 3O0 r.
Na loja da rua da Impeuatiz n. 40, vende-e
brim psdo liso, proper para paletots cals e
ronpas -de orian9as a $60 rs. o covado, itop
ter m leave toque de inofo, qe larga logo qu
mie grande pechineha : loja dos artei-
roe da. Boa-Vista, efqwina do beoco dos Ferteiro
unstOc#a360 440,
cO4Ors.
Os barateiros da Boa-Vista A rua da Impera
triz n. 40, vendem urn-grand sortimen to de fue
tos brancos,t poprios. paar vetidos e roapas de
enangas, pesi preesa saeina indicados : isto a:
asnina do becco dos Ferreirps.
etinet A 500 e 640
Na loja da rua 4a Imp atriz 40, L e squO
do becu dos Ferreit6s, vnde se um elegant sor.-
timento de setinetas, tanto lisas como lavradas,
send asp cores mais bonitas que tern vindo at
mercado a 500 e 64. re. o covado; aasim comp
un bouito sortiipoeto do lisinhas Jisas e lpvradas,
proprias para vestidos, de 5 at 8 0 0rs., 6 pe-
chhicha: sna loja dos barateiros da Boa-Vista.
Esparlhos
a 44,e 5#000
Na loja da rua da Imperatriz n. w venace-st
muitoa bonds espartilhos pa senhoras a 5j00,
autos para meninas a 4.000, assim como umn bo
dito sortimento de fichus a 31000 ; isto na loja da
eiquina do becco dos Ferreiros.

Mobilia
Vende-se uma rica mobilia de jacarazndi Luia
KV, corn pouco uso : a tratar na rua da Madre de
Dens n. 5, primeiro andar, das 9 loras da manha
As 4 da tarde.


Nova imata de cos-

*enmnta Augoyaa
Est& emr exposiao a ra do Barao da Victoria
n. 80, loja de Antonio Pidro de Souza .8ares&
C, a nova machine; cose corn dons ,iis 4de
linha, pofndo ser de 500 jadas cads um, e
f6rma os dons pospontos como so fosse de lanca-
deira, 6 de grande vantagem. -No mesmo eotabe-
lecimento tern censtantemenute um grande sorti
menato das melhores macl4nas de costura de todoI
os principles fabricantes, e vendem em pa rao e ai
retalho sempre per preos muito razoaveis ; nas
rua do Baro da Victoria n. 80.


Vende-se a mehfor aguardente de cana que h
no wurerio, ea mniasdorde : a ecaua4, dor-te-
se a superior qualidade : na rua estreita do R1o-


14110 flj I W. m lf i


_--I


An
i.tc[ Al


numerosa mElestias.
Vende-se a verdadeira fariaha Lates
do Dr. Frerichs:
55 RUADO IPERADOR 55
EsBtabelecimeNo d& unis e piano do We-


ursea cam teirea Owin4a, sts ixa
do ComineJcio n. 10: a tratar na rua do 4 raao
numero .34.


Liquid to para
auabar
Popelines lias, de listras e lavradas.
LAs de quadros, escossezas e lavradas.
Alpacas lisas e de listras.
GOanadines de cores e pretas.
CQUbrmaia bwdigdas e abcrt a.
Ytnrieams utetipos.
VnPtljr meo.i08.
-Lques.
ChapMos parm senhora.
Ohita lisas e de oorws.
Fiehs de seda e de la.
Caps de malha de la.
Para centiunar


CUllarinhss e punhos para senhoras e homcnas,
diversos feitios.,
Camisas se collarinhos e sermn punhos, corna-
nhos e corn collarinhos e punhos, para home,
edesde n. 35 A 45.
Camisas para meninos, desde n. 28 A 38.
Ditas sem collarinhos de n. 32 a 35.
Camisas, saias, penteadores, calas, gollas e pu-
nhos para senhora.
(Oravatas, grande variedade.
Meias cruas, brancas, de eores e pretas.
Capachos, tapetes, mallas, estei-as, bolsas, vel-
ludilhas, bhrins branch c de cores, luyas, perfuma-
rias. etc., etc., etc.
Pap"ula & C.
I Ifta do Cabuf = IS
Em frente amatriz de Santo Antonio
Luvas frmsas de ptiea
Acaba de receber o Pedro Antunes & C. novas
e Jrescas luvas brancas c de co0s para homes e
senhoras: na rua Duque de Caxias n. 63, Nova
Esperanua
Trastes
A' rua do Imperador n. 1l compra-se, vende-e
aluga-ae e trocia-e novos e usado. '


Vende-se ou arrenda-se as parties que possuem
a viutiva e herdeiros do finado Gabriel Antonio
de Castro Quintaes, no engenho Santa Clars, do
tormo de Ipojuea, as quaes sio correspondents
a quasi totalidade do mesmo engenho e fobram
adjudiqadas aos mesnas herdeiros, em virtiade
f 1e ex eus movidas contra o finado Antonio
Pereira Guimarlea e contra Jos6 Bernarchdino de
Borbom Arantes, como consta dos titulos, de ad-
judica'o que existed em powder dos mesmos con-
senhores. Faz-se negocio muito vantajoso e com-
modo.. Quern o pretender procure fall.r corn An-
tonio Pereira da Rocha Bastts, no sen escriptorio,
A travessa do Duque de Caxias n. 3.
Vende-4
0 bern conheeido estabelecimento de bilhares
da rua Duque de Caxias a. 34, moutado ha potuco
tempo corn 3 excellentes bilhares francezes, no-
vos, tacos, taqueiras etc.
Paras ver o alano e tratar do negocio os pre-
tendentes dirijam-se a ra do Bargo da Victoria
n. 38, que acearo corn quern tratar.
Madiu: av- fr


deis_ Fowe4rwier ,'4e--w tornam rec


tabelecimento p
comn osmelhores


provam
tes nos


comn os apparelhos completes assen-
engenhos Massauassu' e Bosqueg e


S Diamante em


Goyanna,


Parahyba.
Chamam


a attenafio


lugares, e por .issoja
cidos.


-~f~ TT+2- ,, 7


-&


C'I
1", ors MUWOSrecelodores.


I-






















cle ful ino, aminh waiddldwA %
Snetrandoi costumes do Oced
r.m aougient ando as miinalho',4en ii*
e os *mei sO i nls6* fae da,
grande ignoranalz evelavam as per-
guntas que me erapi dirigidas, mas tam-
born diante das extravag ntes otikcas e
cousas rolatadas nos proprios livros plr
mim lidos e que teem a proteng9o devi-
rem da China.
Se uns o ottrps, tse tdos d se otentas-
semr em referir ^q os ehine^ slo come-
dores de cRes "e quc offervem aoq seus
hospedes por alimentos ovos de serpentes
e guisados de largartixas, eu nl me es-
candalisaria, e ate nao acharia grande
inconvenient em que se chamasso poly-
games aos chinezes tantos outros o
sao -e que se Ihes attribuisse a enorini-
dade de darem seus filhos-os seus queri-
dos filhinhos! como repasto A animaes...
cujos nomes ignoramos, em franeez. Ha
excentricidades do tal ordemn c natureza
que, umna vez restabelecida a verdade, fi-
cam aniquiladas, e nem vale a pena a gen-
te se incommodar por causa d'ellas.
Em todas as cousas ha o verosimil e o
inverosimil; 6 precise, por6m, saber dis-
tinguir o ridicule do serio, estabelocendo a
different, entree o erro involuntario ce o vo-
luntario e proposital. Presto me foi permit-
tide reconhecer que, cm relagao A China,
havia proposito no erro; e desde ontilo to-
mnei o compromisso de, logo que mejulgasse
capaz de minettor hombros A empreza, ex-
ternar as minhas impress a China, tendon em consideragao que a mi-
nha qualidade do chinez pelo monos me
equipararia A qualquer viajante desejoso
de chegar A esse fim.
Nao ha nada mais imperfeito de quo urn
canhenho de viagem ; porque qualquer in-
dividuo n'elle, s6, do per si, represents a
nagao cujos costumes se pertonde retragar;
porque a conversaigao do um individo sem
classificagao serve de document precioso
para o viajante; porque o descontente, que
apenas serve do interpret aos seus odios,
lanua o desprezo sobre uina classes inteira;
porque, em fim, todas as notas sao falsas
e nenhuma exactidAo contem o livro de
viagem.
Nerm vale a pena insistir n'isto, sob pena
de revelar muita ingenuidadc. De facto,
conhecem-se todos os ouropeos uns aos
cutros? N'um dado paiz,( deixarao de
haver regimes desconhecidas, situac-es in-
certas? Os costumes nao sprAo varies
come os caracteres e, A respeito de certos
detalhcs, nao haverao pontos A que semen-
te o silencio possa responder? Os costu-
mes sao a resultant de todas as recorda-
9ges do passado, a obra loenta dos seculos
escoados no lugar para ended a gente di-
rige a atten9ao; e, per isso mesmo, quemn
quizer comprehendel-os, precise conhecer
a long series de tradigoes que os geraram,
sern o que ha de caminhar A, aventura e
nio poderA dar cunho de autoridade A nar-
ragao que emprehencer.
Da-se muitas vezes o case de escrever-
so o livro que'se tenm emin vista antes de
effectuar a viagem quo o motiva, e isto
pela unica razio de ser o livro o fim d'essa
viagem. Parte-se em procura de 300 pa-
ginas do impressio, sem mesmo so cogi-
tar da verdade dos factos. Pelo contra-
rio, no intuit de garantir o exit do livro,
o que de preferencia se quer sao cases es-
tranhos, horridos, chagas dolorosas, escan-
dales ou os mais repugnantes costumes.
Mostrar, porem, a vida simples quo se
escoa no seio da familia; estuar a lingua
para meditar acerca das 'tradi93es; viver
da vida diaria, ao mode dos mandarins
corn os mandarins, ao mode dos lettrados
corn os lettrados, ao mode dos operarios corn
os operarios, em fim ao mode dos chinezes
corn os chinezes, -seria realmente ter


muito trabalho por causa de um livro E,
entretanto, nao serno estas as condi95oes
que siao indispensaveis preencher para
que se possa dar algumas informa9ges, que
tenhamin valor? Per ventura, jA nao sera
necessario, aprender para saber?
E' evidence, quoe eu estou perdendo o

FOiLHETIE



0 GRILUETA
POR '


G. PRADEL


IBIRA PMI I T


(ContinuagCo do n. 15 8)


XIV
SA palavra de Btobei to delalttres
Oforndo reflection durantoe o-espago do
.u.
umseando. pon dCof- .
-mando.cni 'a eibeq, -tem razlo. Tj aa
C~a I riscada por ium RAU Te lqU41
ib. 1 desce s dao leogo dafaco.A:A
-do crese 1A, euilieekoue&oda


vem dJo 19P
Em wiah-i gasagaes
deviami itiiS wn aemei*aquotiv
por misso fifcsar,08l1] t a pm.
Wfas do- viagens 3ean ci.geral Oa@vk s pu-
Sbliea( es'efarentesaosoqtuespne-
pios de govenio-e-hli-dos peaiess
geiraos. Nle.se doviaonsent~ri
cagXo da verdad : .0b t e o a-
1,N1o, oU, pel6o riuenos, u a vez quo tdods
os direitos silo facultativoa, dovia bayer
umnsa especie de finice'que assignalasau t-
lfvro come mentiroso, e tal outro come sin-
cero. A honcstidade,,o escriptor aeria urma
qualidade menos diffoicil de desejar, porque
os esforgos que todos empreganiam para
dizer a verdade seriam reconhecidos, esti-
mados e recompensados. Porque nao es-
tabelecer um cordao sanitario contra a ca-
lumnia?
N'este escripto eu me propohoh aprosen-
tar a China tal qual 6, deserevendo es
costumes chinezes corn o cornhecinento
que d'elles tenho, mas segundo o ospirito
e gosto europeos. Quoro per a miha ex-
periencia natural ao service de minha ex-
periencia adquerida; em urna palavra,
tractor de pensar como um europeo quo ti-
vesse aprendido na China tudo quanto
soi d'ella, e que sentisse praizer em esta-
belocer confronts e approximates, A que
este estudo podo dar lugar, centre as civi-
lisa9oes do Occidente e do Orionte.
Passando em revista a elucaao e a fa-
milia, ver-se-ha que eu nao ignore quaes
sao na Enropa as suas diversas formats
de organisa9ao. 0 loiter acompanhar-me-
ha, entrando cornmigo emin minha casa;
eu o apresentarei aos meus amigos, e lle
partilharA dos nossos prazeres. Eu abrir-
lhe-hei os nossos velhos livios; en-
sinar-lheci a nossa lingua.; e elle estudarA
os nossos costumes.'" -Dopis, iremos jim-
tos as provincial : no cammBin0, conversa-
remos em francez, allemio o inglez ; fal
laremos da sua patria e dos que aguardam
sua volta. Alegrarenmos as noites folhean-
do os nossos poetas, e elle sontir-se-ha
commovido quando ouvir a harmonia dos
nossos versos de par corn a. profundeza dos
sentiments quo ellos transsudam. Entao,
elle ha-deo fazer outro juizo da nossa civi-
lisabo ; apreciarA o que tern ella do ele-
vado e just ; o, so tiver deo fazer censu-
ras, ha-de lenbrar-se de que nadg 6 per-
feito no mundo, o que nao se dov', dos-
osperar de alcanuar um melhor future.
Quen sabe so elle ousarA revelar-me soeu
pensamento inteira, quando eu lie tiver
aberto de par em par as portas de minha
hospitalidado ? Bastar me-ha, por6m, ter
despertado nolle mun sentiment diverse do
desdemin actual.
N'um ou n'outro ponto deste trabalho
serao encontradas apreciages sobro os
costumes do Occidente. Cumnpre, p3rrm,
nflo esquecer quo eu tenho na mio unna
penna e nao urn pined,. e quo aprendi o
mode do pensar o de escrever A europea..
As critics sao corn effeito, o sal do dis-
curse; nerm sempre so p6de estar a admi-
rar, e de tempos em tempos a gentle se
compraz em pensar come o camponez, que
aborrecia Aristides s6 porque estavra, farto
de ouvir chamal-o ao iusto. NKo-se p6de
elogiar eternamente sem calr nas baaali-
dades, e cu esforcei-me para nbo ser ba-
nal.
0 loitor, pois, fueira'tei a bondade de
recordar-se de que as minhas critics se-
rae sem censequencia; ellas dar'o ape-
nas mais movimento ao estylo, per cujas
imperfei9oes pe~o desculpa, tanto mais
que elle s6 tern per ambicao ser clare.
Procurei instruir e agradar, e, se as ve-
zes deixei-me arrebatar polo assumpto ate
o ponto de affirmar o meu amor polo men
paiz, pe~o desculpa do antembo a todos os
que amain sun patria.
I


CONSIDERA.'ES SOBRE A FAMILIA
A instituigAo da familiar C a base em
que repousa todo o edificio social e gover-
namental da China.
Onde estA elle ? perguntou Aline a
Jalras, onde poderA estar ? sabo onde so
refugiott?
NAo sci, minha senhora. Mas dove
estar em Paris.
Hade procurar, disse ella, ha de pro-
curar comiosco. Porque agora precisamos
descobril-o.
E aecrescentou :
S Era o que queria saber. Tenho a cer
teza que d'esa vez nio me igano.
Dizenado. estas ultimas palavras, levan-
tuunj, diapondo-se a voltar para Sor-
bes. ,. i
A tin:literd seguira os seus novimen-
tog. Pen *, '
Pensa, disse ella, qua- a. vou deixar
ir s6 por ahi Wm l ? "'''-
E Equo importa, oxiauaou violouta-
meute Aline, todsetrr-' A- 'a-fo
que sentia pel;a, inmmae
er-se a luz.E&
a tomar. AgplreaestW Ilo4
tas Vyees seo.-t e
mages. :: ....... ,-
Ta l I ta 4s'N 'll


inmas a portiegao nas se encontia4.n part.,
alguina, e quando concebanis'i m ideal,
sabeinos por experiencia que 2 r ogra
tern excep9es, come ha manch^ no sol.
Quando, por circumstancias Ifortuitas,
eases accord o 6 perturbado; quaindo a or-
demn neo si mantem na familiar; a lei auc-
torisa a partilha dos beus da communhilo,
partilha que se faz igualnaete entre tod,-
os miembros do sexo masculine, lExp4i
carei. adiante o porque as mulheres no
aproveita a partilha. .
Essa organisa-to tern incantestaveis
vant igens no panto de vista d" auxilio.
Se um membro da familia ca4 &-ante, oele
recebo immediatamnente todos'- 'i oeeorros
de quo tom precislo; aso o tri falho
A outro membro e dei este doeencontirar
os recursos quo Iheo, seriamr ecessaris
para a vida, a familiar $nterverniogo, quer
para repirar as injustigas dar sort, quie
para adogar os males e as privaOes que a '
velhice accarreta. ,
Como se ve, 6 a instituiqo -co iysteana
patriarchal, tal qual floresceu helleooperio-
do biblico.
A auctoridade pertence ao membro mais'
velho da famnilia,. e, em todas as importan-
tea circu-nstancias da vida, 6 a elle que
sao sugeitadas as decisoes que so quer to-
mar. Elle tern as fuancces de um chefe
de governor ; todos os actors sio por elle
assignados em nome da familiar.
0 viajante que percorrer os nossos cam-
pos poderA facilmente julgar da veracida-
de destas informa98es. Se perguntar A
quem pertence tal ou tal propriedade, que
designer corn a mio, ser-lhe.r.%I- iu pondi-
do: Pertence A tal on tat famitia, Soe
examninar mais attentamente ainmd* o que
deseja saber, poderA ler nos marcos quf
serve para delimitar ea'la propriodade o
nome da familiar proprieaia. -
Depois da morte, asisasaso.pzssaMrn no
Oriente come so dio nOc'Otideute. Nes
cemiterios, situadosAs. pfs a1 1idgles,
veem-se tumulos sobro08 s -.io -aehati
inscriptas estas palavras: x utura de
familiar Ali so vio, rettqi- irlos qae
mnuitas-.vezes teal so viram ; ahi 'via dor-
mir, um ao lade do outre, parents ique
jAmais se poderam estirnaw. Elles se re,
conciliam na morte, o saisa quinhos si8o
iguaes. N6s comegamos nesta vida a obiaw
que a more acaba serme contestaioes;.
Cada familiar tern sens estatutos que re-
gulam os costumes : 6 urasiespeci@ de di-
reito escripto. Todos os beas possuid-s
pela famjilia ahi sio inscriptas coin decla.
raglo da respective applicagIo. Lando-o,
crer-se-hia ler urn testament. ; -
E' assim que o product de tal terra A
destinado a criar penases para 6s velhos,
tal outra forneoce a sommia que deve as,
segurar os premios conricedidos aos jovens
depois dos exames. Os recursos quo a-n
vein para pagar as despezas da Aeduea
dos filhos, os que constituem as (lota o..


E instinmctivamento, como um elegatate
do antigo regimen, ulo ousou tocar-Itie;
curvou a cqbeqa e roq0u os labios per ela.
Aline commoveu-se corn aquella singular
homenageinm.
A tia Bitord estava prompta, e ambas
algunAs instantes deois atravessavam aas
ruak do Toulon, desertasr aquela hora, e
dentro cm pouco se achavam eman campo
raso.
Estes dous flos hlo de me matar
repoetia a tin Bitor7 baminhando esbafora.
Chegando A esplauadI -de Sorbes, Aiu
n fez dvio algum pare passar pelacer-
0 8, c ;< Ir: r :. + e
chega ...nd-nde no n t .. l.. awei: +e.-
steineta. ^
Os cniads qrera^ ep^ t~e, ml


-a.'o, deapeit Aas iaepm|atibili-
5 -.genio, quoege1mento servem de
ate. me'nos deseulpavis desordoas.
S iaem qa nascomos telm atraz de
ta seculoi dopaz, e cada gerag-le
passa angmenta-lhee o prestigio. Nao
oe pois, causar admiraglo que o espiri-
de fainilia seja t.o poderoso na China,
e 0 o nosso primeiro symbol seja. a fi-
afiode ao soberano. Esto 6, corn eTeito,
a' chve da abobada do nosso pdifieio ; 6
o.chefe de todas as families, o patriarch
a quen silo devides todos os devotamentos.
8erir ao soberano, 6 servir o grande so-
Ahar da familia universal e, honrar p pro-
prii fanailia do quern o serve. Eis o que
ex ilca suffiieieentet o porque o mo-
cl, levado da arnbiqto 6 perten-
i As administragcs do estado.
I) respeito aos pais, ou o amor filial 6
um sentiment que se manifesta sob todos
0os5. c6*os. Elle vive no coracle humitkio, o
6 um sentiment natural. Na China, or8es-
peo filial 6 immense, e elle, alem de
tu4,, tira sua eospocialidada desto fact
-otals colhem beneficios do todos os ser-
wgos prestados per seas filhos. Assim, n'o
s filhose devem respeito o reconhoci-
|nQto a oeus paisa, mas tambem aquolles
kie recebem beneficlos polos servigos dos
thos tazem remontar seu roconhecimento
lios pais.
SQuando um funccienario da estado 6 en-
nobrecido, sous pais, tornam-se nobres ao
rosrno tempo. A nobreza toern effeito reo-
*6oactiv0.,e A media quo so eleva a dig-
,dade d-ordom, o muesmo acontece A fa-
iflia d ai6enadontes.-
Esto uso 6 caracteristico, o estabo-
leco uma profunda differenga entro os cos-
tumes do Oriente o do Occidonte.
A nobreza, ontre n6s, nilo consisted uni-
eamente no titulo honorifico eoneedido
pelo soberano. N6s distingaimos duas es-
pecies de nobreza: urma e iereditania e so-
mente o filho primogonito 6 o titular, come
so pratica aiAda nta Iunaterra; a outra 6
adstricta a ordein denna funcio do es-
tado. .
A nobrezahereditaria so, 6 concedida
emn rarissimas cireumstancias: 6 conferida
para honrar o immortalisar isorvios omi-
-nentes, como por exenaiplo. o :Yalir e me-
rite guoerreiro. A nobreza 'qu IJpende da
ordem do cargo occupado n) estado 6 uina
ospecie de nobreza de vestuArib; nao se
transmitted aos descendentes, porem sim
asos ascondentes. Quando um funecionario
6 proiuovio, seos.paia obtAm _-urna digni-
dade igua4 A art; eIles ,ao realmento en-
nobrecidoseo a;assimu me posso exprimir,
por direito de autor, afirm de poderem re-
ceber a homenagem da piedado filial; mas
os filhos do funcionario, ualqner que seja
a elevalo do seu grAo ou ordem, nio
t6m difrito A nenhum privilegio.
A aristocracia chineza cornpo-se, pois,
nao s6 daquelles euja ordem official cons-
titue a nobreza, come tambem dos quo a
devem A hereditariedade: esta lultima,
,quando nao 6 mantida polo merit possoal,
nao tern influoncia no Imperio do Meio.
p Indiquei a unilo entire os esposos come
uum princ ipio que faz part do. nrgama


Squae aebamnos de narrar, ,havia, liiaante
reeepl'o aem easa do Mile. Heniquieta
Gontier.
A .iienUia Gontinr habitava um elegant
pnrineir Oadarn dtrtua de Bolonha.-
Era urma am formosa loura, siem ari-
-fios, coin os cabellos talvez umr pouco fri-
sados, mas precise fazer-so algum sacri.
feio ae gostoda Im da: e os adoradores
da eninia Gontier nio dcvam provae i de
mAo gost' depando-lhe aos p6s as suas he

r e a enor tolice,,sem imp staraI al-
gums. Deoceraio ,nem isto,: di4. Ia,
dando um& estalinho com it' point 45
repeat. o ditg-de Gavani: 0 UAWi


hl1r quw 00Q~uar! Baa U 0-.h
-0 eaz* ento 6exelivarneate consioe-.
Qaii -hi4ceno umaintituiqe..do,
c~ enper f11rim' OD e0 ugmnen-
i-4A ;fnl.i4;0amafamilia s6 prospers
lia qz::atdo SariSoma nuuroa. Assim,
ico- que os esposos respeitom
i Loaoilu foita4 per sos pais, em nome
iucpie do amor filial.,
bat1bam fli'da fraternidade, que nao
A unnvooabulo viona hiCa, onde as pa-
Uvrai Ao-amttpre oeffetvas; e a palavra
fraternidtde, espeoialmente entire irmios,
tem a maior realidade.
A fraternidade 6 u:n sentirnento que tern
sa origem na familiar, da qual tira sua
forca..
Nio 6, pois, de admirar que, nas socie-
dades em que pereceu a familiar, a frater-
nidado tenha pordido o sou character. Em
takes sociodados foi ella substituida per uma
especie de sentiment que s, parece corn a
resignaglo,-nao creio que sqja christlo,-e
que auxiliac. pelo habito, acaba por criar
um modus vivendi entire irniaos. Nossos
costumes slo inteiramento outros.
A amizakle taminbemn faz part do# nossos
deveres mais preciosoas;. n.ao 6 pois umn sen-
timento inutil. Os amigos sio amigos, o
servindo-me dag mosmas exprossoes deLai
Fontaine, direi que nemn o notnoine nem a cousa
em si sao alli raras. N6s possuimos at6
umra antiga formula que outr'ora era cantada
e que define corn simplicidado os deveres
da amieade.
Eis a sua traducsAo:

FPi e Ki, polos ceus e pola terra
Porante a doce lua o o sol ardente,
Polos pages, pelas miles, ambos juraram
Aminizade fiel, que nunca monte.

Si Ki, que vai n'uim carroe, encontra o amigo
Mal coberto, cansado eo caminhando,
Des ee fal-o subir; e satisfeito
Diante do carro o post vae tomando.
S. viajando Fd n'uni born cavaTb
Vir carregando umn fardo o sea amigo
Come bufarinheiro... entio so apeia
Qual F do carero, come acima digo
Eiso que se chama amizade pratica, que
6 a que vae mais long do que a4bolsa,
ca, quo a amizade sempro franqueia corn
pezar, come so ella fosse apenas urna a'te
ornamental.
Na nossa historia national abundam os
exemplos do devotamentos daamiazde. E'
assim que tal individko despirA sen ves-
tuario paraicom elle vestir A um sou amigo
pobre, enc a4 no caminho. Este exem-
pieo, aa *frOqnente, noe cria no entanto
nenhuniS. Martinho.
A' este proposito, tenho observado que
nos paizes cristlos, geralmente, slo apre-
sontados A admiraglo de todos costumes
absolutamente'ordinarios. 0 exercicio da
virtude A apresentado come unma maravi-
lha. sera par excess de humildade, ou
sera a infisslo das proprias fraquozas?
Pendo mais para esta ultima hypothese.
Em minha opinilo, a palavra caridade
estraga maitos sentimentos humans. A
proteac~o quo so tern do agradar A Deus e
sos santos, isto 6, A todo mundo, da. aso A
que so desprozem as especialidades. A Ca-
ridade e um mode do fazer o bern; come
6 porem um mode divine, os homens s6 o
exercem polo methodo dos imitadores. H a
um certo segredo no process que so nao
aprende. JA li algures este pensamento:
Quemn quer assemeolar-so ass anjos faz
figure de asno.,
corrim A vontade., Corn ur prazer extre-
me.t "-'
Aquella dansa, qifo parecia prolongar-se
indefinidamente nao pareceu ser do gosto
de Mile. Gontier.


Recostada em um divan, ao, sallo, ma-
nejava fenilmente um enorme leque e ba-
tin impacientement o compasso corn o pe.
Assentada a sou lade, uma outra nmu-
ther bonita, do mesmo genero, MUe,. Bal-
bina Oudard, que o for apenas entrevio
ua pnimeira parte d'eta narralo, obser-
vava-a corn curiosidade.
SBalbina Oudard, como o leitor dove-es-
tar leriabrado, foraa depositaria icoucen-
tatme b e-m nute soear i


sit,


(Contbtra)


INBmU8iRLA IE ARTII


Farinha de banana
(Conclusde)
AlICn do aguardente de assw-ar, a ba-
nana dessecada e moida fornece umae ex-
cellento farinha, quo e aliment) de muito
boa qualidade.
Sdmente dessecada ella 6 empregapda a
bordo dos navies nas longs traMessias
como alimento de reserve, substit~indo
perfeitamente a bolacha.
V. Marcano e A. Moniz apresentram
em 1879 A academia do sciencias de PIris
urna interessante memorial sobro a compo-
sigAto chimica da banana, e sobre o eu
aproveitamento.
0 Sr. Mello Oliveira, pharmaceutico no
Rio do Janeiro, prepare desde 1870 fari-
nha de banana (S. Thom6) que 6 empre-
gada corn vantage nas convalescencas de
molestias graves e alimentaglo das crean-
gas.
0 process de fabricaglo d'esta farinha
6 o seguinte :
Cortadla a banana em tenues rodelas
(corn espatula do marfim, de osso, ou corn
am fio deoplatina, para evitar a formaggo
do tonato do ferro) enfiam-se ossas rodelas
em um fio do linha crua e expoem-se em
suspensio ao ar liyre ou ao do calor do
sol. Quando a fructa tern passado a ma-
dura~go complete, 6 l3vada a uma estufa,
sempro em s spenseo, para quo ngo adhira
object algum.
Depois do bern secca, pulverisa-se e
guarda-se em lugar preservado da humida-
do atmospheric.
Corn uma colher do sopa desta farinha
p6de obter-se dous pratos do mingAo, que
6 preparado polo process commum, corn
assucar, gemma do Qoo e um pouro de ca-
nella em p6.
A banana offerece ainda uma especie de
plo, quo se conserve por muito tempo.
As folhas da bananeira podem servir de
forragem, pois que na India alimentam-se
corn ella elephants, vaccas e carneiros.
As ayes domesticas comem igualmente
as folhas da bananeira.
Os caules d'estas folhas encerram maci-
lagerm e amido, assim como dao urma so-
bra quo p6de servir para tecidos e cordas.
Ve-se, por isso, que a banana 6 umna
plant utilissima, na qual nada-se perde.
(Mo Monitor Sul-Mineiro.)
S-Perque ddste u bale ?
Corn certeza n~o foi por meu goto.
Foi Ceresol quem quiz; e acredita que 6
elle quemn faz todas as despezas.
Do que te queixas entlo ?
SEatou aborrecida, porque aquelles to-
los continuam a lustrar-mo o sobrado ; sio
onze horas e meia e tratei a u" :hiostrat& at6
A ineia noile. 4Em passando a meia noite,
custa-me o dobro.
Mas se C Oeresol quem dansa I
Danar, n'esto sentido, nao tern referen-
dia algama a polkas ou valsas; dansar, aa
lfiguagem d'aquellas damnas, siguifica pa-

-. l 'aOl4~S i M : ^r^ esa oilte.
Pois na~ cornpteben~deB que Ibei de cobrar1
,O^6la?^orohB &per^ noitte1
so A bier^ia nit ftae pae jcgo, -o61
ji^g ,f mst~e A1z4 sutredili^l
so 7 4&l-n s iia ise Balbina md-i-


6


A




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