Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15826


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Full Text



























ro bab ie eJTanet fitue a t aria & Jtjoo


. :,)^' 1 ,^1,'1 11*/ '* ___



AlE ~ niDLol fl:

RIO DE JANEIRO, 8 de abril, as :
horns da tarde. (Recebido As 4 horas e
45 minutes, pela linha terrestre.)

FIo concedld'a a exoneracao pedida
pelo actual presideute da provincia
t3ahiia, e nonmeado para substi-
I o desembargador Joao Rodri-
haves.
Foi nomeado contador da The-
souraria de Fazenda do Rio Grande
do Norte, Euthyeliano Garcia.
S- Foi removido de Bruxellas para
Paris. aa qualidade de enviado ex-
traorMuerio e ministro plenipoten-
eiarlo 'ido rail, o Barao de Ari-

To nomeado ministro plenipo-
tmelfuiario e enviado extraordivarlo
do Bratil em Bruxellas, o Conicde de
Vifleneuve.


A taxa do cambio sobre Londres
ro! hoje de 20 e 3/4 d. por I uO0.


S (Especial para o Diario)

PARIS, 7 de abril.

Quine mnil chinezes e pavilibes
nesrop aebam-se reunidos em Hon-
ghoA. olbjectivo das tropas france-
'as.


LONDRES, 7 do abril.


Nas regatas que. acabam de ter
augar'foi Cambridge quemn triumjn-
pbou. -

Agencia Havas,. filial em Pernambuco,
8 de abril de 1884.


INSTRUCII POPULAR


(Transcr pao)

6.CAPITULO-VII
MACHINES SIMPLE
(Continuagao)
Os cabrestnrdtes pequeno s e horizontalmente col-
loeados, usam-se a bordo das pequenas embarca-
Se tomam entio o nomwe especial de molinetes.
o- :o sarilho de manivella o esforgo para levantar
OsIows ou fardos exerce-se na manivella ; e para
#W#equilibrio, 6 necessario que o esforo-a po-
f*Ns -possa contrabalanear a resistenia que o
fardoofferece (isto e a potencia deve tazer enrolar
a oorda em sentido inverso da resistencia que a
S teade a desenrolar).
/t Piara fixarmos as idWas, supponhamos que o es-
S--; f exercilo pcrpendicularmente A manivella,
e chamemos aind;i P a poteincia e Q a resistencia,
S0 bravo de alavanca da resisteiAcia evidente-
mente o raio do cylindro que constitute o corpo do
aril o ; o do esforqo exercido 6 o c)mprimento da
iak a a: para que haja equilbrio entre estas
? o, 6 necessario que asforqas estejam na razao
riora dos bravos de alavdanas, ou que os momen-
-.' esejam iguaes.
SD'aqui se concluio a segui.it., regra para o sa-
Jum sarilho o esforgo exercido perpendiciular-
9eoe d manivela estd para o peso equilibrads como
.o rao do sarilho estd para o comprimento da ma-
.i vella.
(Contina).


PiRTE OFFICIAL

Governor da provlncla
EXPMDIEXTE DO DIA 12 DE MAERO DE 1S84
Actos: .
S- 0 president da pro incia, tendo present o
* i ; *curso interposto por Jo o da Rocha Senna do
s.,p:acho da junta do Thesouro Provincial que
; ^ ? : manteve a collect do Coasulado sobre o consumo
: f hoL vigv eu aai ente no estabelecimqnto
i' a a1 n. 75 a rua d Marcilio Dias, e consi-
^! a'do, de accord corn d mesmo thesouro em offi-
-M e 5'Ao corrente, sob n. 479, que nao procedenim
S w allegages do recorren e por acharem-se baldas
de provas, e a referida collecta ter tide lugar, me-
? "Id te declaragio do reeorrente, resolve negar
pi"wm nto ao dito recurso e determine que
6 0 e 6pia desta psrtria ao Thesouro Pro-
i 4 ra os devidos ffeitos. -Communicou-se
Sao inspector do Thesour0 Provincinl.
---6 president da provincia, attendendo ao
e nuereu o alumno mestre titulado pela Escola
Alberto Augusto de Moraes Pradines,
vista informago n. 84 de 11 do cor-
tepector eral da Instruce o Publics,
&ecenformidade corn o disposto no art. 1'
1496 de 10 dejulho de 1880, nomear o
o professor public effective da cadeira.
Spnmario do Forno da Cal.-Communi-
!iaspector geral de Instruc*o Publics.
.to od le*i attendendo so que
SAugusto Porto Carteirof professor
aiode Ch de Alogria e tendo em
n. 79 de8 do, errente mez do
hsdoeu -Publmca resolve con-
o -dons moes o lieenca comr

MoAinei iw k krn L n -so rin mI


Ao inspector do Arsenal de Marinha. -Ap-
pro o para os devidos effeitos o contract cujo
ten o, por c6pa, veio annex ao ufficib de V. Exc.
de 12 de fevereiro findo, sob h. 78 celebrado corn
JoA) &odru rsde Moara, em sessio de6 do mesmo
me:, pars ofornecimento de fardamento para a
conpanhia de Aprendizes Marmheiros desta pro-
vin is, por tempo de 6 mezes, a contar de janeiro
a y ho vindouro.
uanto aos demais artigos que n.ao foram acei-
tos r serem excessivos os preqos, made V. Exc.
ch ar nova concurrencia. -Communicou-se ao
ins sector da Thesouraria de-Fazenda.
Ao commandant das armas interino.-Auc-
tori e V. S. conform solicit em soen officio n. 148,
de iontem datado, a nomear os capitIes Vicente
An onio do Espirito-Santo, encarregado das obras
mil tares e reformado Trajano Alipio de Carvalho
Me idon~a, ajudante interino do Arsenal de Guerra
par a commissiLo de que trata o citado officio.-
Co0 municou-se ao director do Arsenal de Guerra
e e genheiro das Obras Militares.
!- Ao Dr. chefe de policia.-Tendo o reo Ma-
noe Monteiro Cavalcante, preso na cadeia do Bui-
que de interpor o seu recurso de graga imploran-
dojIerdao da pena que lhe foi imposta pelo jury
d'a uella villa, convem que V. S. providence no
sen ido de ser ministrado pelo carcereiro da mes-
ma cadeia a informacao relative a conduct do
meocionado reo.-Officiou-se neste sentido ao juiz
de (ircitu do Buique.
-- Ao mesmo. Transminitto a V. S. rcm original,
os dons inclusos officios dojuiz municipal do ter-
mo le Salguciro, os quaes ser-me-hio devolvidos,
reccmmendando-lhe que d& as neccssarias provi-
dendias corn relagao ao conteudo dos mesmos offi-
cios--Communicou-se ao juiz municipal de Sal-
gueiro.
Ao mesmo. -Devcndo come~ar no dia 30 do
corrente o trabalho da revisao da qualificao da
Iuarda Nacional, convem que V. S. providence
em ordem a que as auctoridades policies cumpram
o di posto no art. 10 do Decreto n. 1130 de 12 de
maro o de 1843. Commuicnou-se ao commandan-
te superior da Guarda Nacional do Recife.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda. -
Conmunico a V. S. que, em 25 do mez findo, o
baclarel Jos6 Francisco Ribeiro Pess6a, assumio
o ex rcicio do cargo de promoter public da co-
mar a de Flores, para o qual foi nomeado em 31
de 4ezemnbro ultimo.
--. Ao mesmo.-Mande V. S. pagar a Augusto
Cao s, por conta do credit aberto a verbal Soccor-
ros jublicos a importancia de 448J800 reis cons-
tant da inclusA conta, proveniente dofornecimen-
to d ambulancias para o tratamento de iudigentes
accdrnmetidos da variola e desinfectantes empre-
gados nos navios vindos de lugares suspeitos-
Com0nunicou-se ao Dr. inspector da Saude Pu-
blics ,.
Ao Dr. juiz de direito do 10 district crimi-
nal o Recife.- Em vista do disposto no art. 10
do decreto n. 1,130 de .12 de marco de 1653, sir-
va-s. V. S. de providenciar para que corn urgen-
cia e remetta ao coandante superior da Guar-
da acional da com" do Recife urma copia au-
the ica do altatogeral dos eleitores da mes-
ma omarca por dopicter comco no din 30 do
corr nte o trabalhda&'revisao da qualificaao da
refer ida Guarda -,- Oomunicou-se ao comman-
dan e superior da uarda Nacional do Recife.
Ao inspector do Thesouro Provincial.- Nos
terns da sua informaco de 15 de fevereiro ulti-
jQ, -.24 8PandeYV=4-a a& .joarado Gm-.
alr Ihe devida pelos alugueis da casa que serve de
cade em Barreiros, relatives aos mezes de julho
a de embro do anno proximo passado, de que trae-
tam As inclusos documentos.- Communicou-se ao
Dr. -hefe de policia.
Ao mesmo.- Mande Vinemc. fornecer pela
verba propria, nos terms da sua informaao de 4
do errente n. 476, os artigos de que tract a in-
clus nota, precisos paja as cinco estag5es da
Gua rda Civica. Communicou-se ao Dr. chefe
de plolicia.
-t Ao mesmo.-- Devolvo a Vinemc. os inclusos
documents relatives ao fornecimento de luz a ca-
deiajde Born Conselho per Antonio Fernandes de
Lim I Junior e Fernando Vieira Junin durante es
mes s decorridos de outubro de 1882 a setembro
de l83,na importancia de 96A900, afim de que
seja satisfeita a quantia de 274600 correspondent
ao t-imestre de julho a setembro do anno proximo
passado, de accord corn a informacao desse The-
souse de 4 do corrente n. 475, escripturando-se o
restante no quadro da divida passiva em vista da
ordemn d'esta PresidenciL de 10 de setembro ul-
tire.


4 Ao inspector geral da Instruceao Publica.-
itedo a autorisaglo solicitada por Vmc. lafim
j.stificar as faltas de exericiio escolar dos pro-
sires Anacleto Publio de Moraes Carvalho e
i a Emilia de Miranda Henriques, alludida em
Sofficio a que respond n. 83, de hontem datado.
-_ Ao president daCamara Municipal e junta
Slificadora de escravos de Aguas Bellas.- In-
ido do que Vmc. informou em officio de 23 de
Ereiro ultimo sobre as razoes porque deixou de
m ir-se a junta classificadora de escravos d'esse
Sicipio no dia designado por esta Presideneia,
ro-lhe que procederam irregularmente o seu
cessor, Antonio Cavalcante de Albuquerque
Tino, que recebendo em tempo a circular desta
lidencia de 20 de dezembro do anno passado,
*nhe entrega da mesma a 7 dejaneiro, e o pro-
>r pu'lico bacharel Alfredo Seraphico de As-
arvalho, per nao ter na qualidade de membro
sa junta, prevenido o cumprimento da dita
3 lar ; o que Vnmc. lhes fari constar em nome
rta Presidencia.
i mesmo sentidp me dirijo n'esta data ao col-
Ir geral do municipio de Born Conselho, Fran-
o Antonio Tayares, por nao ter providenciado
tempo quanto a quem o repkentasse na Jun-
jindependente de convoeagio do president
.a, visto ever comprehender que ella se reu-
o mesmo dia da do Born Conselho, per perten-
a respective eircumscripoao fiscal e estar mais
nenos na mesma distancia desta capital.-O0ffi-
I-se n'este sentido ao collector geral de Born
selho.
A' junta classificadora de escravos do Ga-
leira.- Approvo a nova classificagao, de que
ca. enviaram copiacorn o officio de 7 do corren-
Srecommendo terminantemente que o collector
al, membro dessajunta, esgotado o raso do
34 de 13 de novembro de 1872, tenho muito
consideragao as instruce8es juntas por copia,
edidas a 4 tambemin do corrente, a junta de
nas Bellas, ef virmude do ordem do Thesouro
ional de 16 de julho do anno passado, quanto
rbitramento dos valores dos escravos.
)utro aim declaro-lhes que, se teem filhos es-
os menores de 21 annos, as escravas casadas
homes lives, classificados nos ns. 1 a4, de-
-se-ha proceder a nova ,dassificalo, para se-
a elles attendido com osmais, e n'esse cwas as
os tiverem, deverio preferi-om ell-a as que
nao tiveroeL .Cummniunicou-se ao respective
mumoipL .1 "
Ao ad5unfo do prnmotor public da comarea
Tacaratu.--1espondendo o officio de. 26 deo se-
nbro proxUimo findo, recommendo-lhe ue proee-
de conformidade corn a lei, corn rela o a mor-
e ferimentos de que tracts no mesmo oficio.i
Portarias :
-0 Sr. geirem da Compadhia Perawabucana
ado dar peismgem & reate Mooro, no vapor


infantaria, constantes da relaso minclusa por co-
pia as quaes soguerem e diligenciae conduzi do
press corn destino sao referido presidio.-Comi a-
nicou-se ao commandant das armas.
EXPEODIENTE DO SECRETABIO
Officios:
Ao Dr. 1' seeretario da Assembl6a Proin-
cial.-De ordem do Exm. Sr. desembargador re-
sidente da provincia, remetto a V. S. as incluas
informagoes do Thesouro Provincial de 19 de se-
tembro e 11 de outubro do anno pas"%q relativas
a falta de credit para pagamento iporta cia
de 880 570, devida a empreza da estrada de er-
ro do Recife ao S. Francisco polos tranapol tes
concedidos nos respectivos carros durantc'os ie-
zes de julho e agosto ultimos, por conta da ro-
vincia, afirm de que a Assemblea Legislativa Pro-
vincial se sirva decretar a verbal necessaria p ra
realisalo do referido pagamento.
Outrosim, rdmetto a V. S. de ordem do meao
Exm. Sr., copia do aviso do Ministerio da Jufti-
ga de 5 de outubro do citado anno, concernent3 as
despezas corn o transport de press centre os di-
versos municipios da provincia.
Ao mesmo.-0 'Exm. Sr. desembargador pre-
sidente da provincia manda deelarar a V. S., Om
s lugao ao seu officio de 10 do corrente, sob n. 4,
que o Governo Imperial nada providencioui a.r-
ca do prolongamento da estrada de ferro do JLi-
moeiro ate Bom Jardim, por nao estar esse plo-
longamento obrigado nos decretos complenties,
inclusive o de n. 6,746 de 17 de'novembro !de
1877, mas sim em urma das clausulas da portaiia
da Presidencia de 21 de agosto de 1873, approva-
das pela lei n. 1,144 de 8 de junho de 1874, elno
art. 78 do contract de 24 de outubro de 1818,
juntos per copia.
-- Ao mesmo. Dc ordem do Exm. Sr. desem-
bargador president da provincia transmitto a V.
S., afimn de ser submettido a consideraco dessa
Assemblea, o balance da receita e despeza do exer-
cicio de 1882 a 1883 e orgamento para o de 1881
a 1885, da Camara Municipal do Cabo.
Ao mesmo.-0 Exm. Sr. desembargador pTe-
sidente da provincia manda declarar a V. S. qiue
flea sciente de haver sido reconhecido deputadot a
essa Assemblea o Sr. bacharel Amaro Joaquim da
Fonseca Albuquerque. Assim respond ao offidio
de V. S., de 1 de hontem datado. '
Ao Dr. juiz de direito das executes crimi-
naes do Recife. De ordem do.Exm: Sr. desem-
bargador president da provineia, declare a V.
Exc., que providenciou convenientemente sobre o
assumpto de seus officios us. 66, 71 e 72 de 10 do
corrente.
Ao engenheiro das obras publicas. De or.
dem do Exm. Sr. desembargador president (a
provincia, accuso orecebimento do officio de 10 dlo
corrente, sob n. 53, em que V. S.- communica ter-
se passado certificado de pagamento da primeira
prestaoo, a que tern direito o arrematante da obra
de reparos da ponte sobre o rio Serinhaem, no ef-
genho Pao Sangue.

ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO DIA 15
DEABRIL
Coronel Manoel do Nascimento Vieira
do Cunha. Deferido corn os officios 4e
hoje a repartiglo das Obras Publicas e do
Thesouro Provincial.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 7 D3E
^- *..^. ABM> *L *
Bacharel Ayres de Albuquerque Garnmi.
Passe portaria concedendo a gratifica9o
requerida. I


Benvenuto Correia Cabral.-Informe i6
Sr. inspector do-Thesouro Provincial.
Casimiro Lucio dos Santos.-Como re-
quer.
Tenente-coronel Corbmiano de Aquido
Fonseca. Como requer.
ClubDramatico Fa&m', -r. -Informne o Sir.
director do theatre de Santa Izabel.
Francisco de Paula Lins Carvalho.
1iomo requer.
Fielden Brothers. -Iaforme o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fazenda.
Feelden Brothers. -Informe 6 Sr. n-
pector do Thesouro Provincial.
Fielden Brothers. Informe o Sr. in-
pector do Thesouro Provincial.
Tenente Guilherme Duque Bezerra. +
Certifique-se.
Joao Dulsino Mattoso. -Deferido corn 0
officio desta data ao commandant do coi-
po do policia.
Joao Muniz de Farias. Ao Sr. commaui-
dante do corpo de policia para conceder
baixa do serviqo de accord corn a info4-
macao prestada em officio n. 355 de 5 d4o
corrente mez.
Joao Climaco dos Santos Bernardes.
Passe portaria na forma requerida.
Jose Rodrigues dos Santos. Passe por-
taria na forma requerida.
Manoel de Barros Cavalcante." Indefe-
rido, por ter caducado a nomeago.
Secretaria da Presidencia, em 8 de abril e
1884.
0 porteiro,
Joaqpim Leocadio VFregas.



INTERIOR*

Correspoudendia do MIarlo d4
Pernambuco e
RIO GRANDE DO NORTE--NATAL,
de abril de 1884
Folizmiente desapparecen o pavoros ebpeectiho
da secca, nao nos rest mais duvida; os que
atterravam, e corn just razo, ante ease negro e
macilento phantasma, estao satisfeitos corn as ehi -
vaW torrenciaes que teem cahido, tornando de re -
pe ite os campos que pareciam queimados pelo f-
go em verdes pastagens, e os adoress hoje coni
pensam-se dos terrores da secca, encurralando s
vaccas para as desleitarem.
As lavouras promettem abundante colheita.
Dizem que na villa de Serra Nbgra f0ra ass -
sinada no dia 22 de margo Maria de tal, per J
quimm Rodrigues dos Santos, sendo o crimin
preso em flagrante.
Na cidade do Prineipe Francisco Vieira Ci a
ferira a Florentina Maria da Cencei*o, seo
preo em flagrante.
Tendo side recondusido no cargo d muin -
cipal e de orphos do teatrmo do CearnirWm oa
Mithias Carfos de Arauo Macielreasumio elle
-eaercicio de suas faneoes s XoL do o ute.
A falta de gosat e critiaeomn que orfeuo -
naval n'esta &ad fe cow queaios amans a
intslltasoem uma soiedade a que denominra
ifte oe eiar.eo do mW9- paan I Vomve n .
fes4ejos earnavalescos, e dana neates do-
Weil rewaoim danaatex : qt* coniga f. B e
almiama, a que v4vam muito tempo, e o que -

,i~eulase. dljieu qe B ~d'ia 4da


paA& Mossb r morreu c:isualmn3ate uma crianga.
iuha *ila sentad. A bzrda quando a vela viran-
do-se de repente a atirou ai agua, e nao sabendo
nadar morreu afogada.
Consta ter sido capturado pelo deLgado de Tou-
ros, Luiz Bezerra da Silva, pronunoa'ado no tcrmo
do Cearp.-mirim, pl crlrm previsto no art. 194
do co4igo Q aal.
0 mavf 46paorto do Macio no mez de fe-
vereiro ei 2 id os, sendo tre3 a vapor.
Nacionaf t 21
Hollnadez 1
Alleges 2
Dinaminarquez 1
Norueguense 1
Carregalam para Porto Alegre ;
Sal 108,800 litros.
Rio GJrande do Sul :
Sal 322,652 litros.
ParanaguA :
Sal 201.152 litros.
Sauta Citharina :
Sal 204,800 litros.
Rio de Janeiro :
Sal 460,800 litros.
Paiha de carnautba 1,000 molhos.
Penedo :
S841,200 litros.
enambuco:
"Sal 569,024 litros.
Alg&do 51,112 kilogrammas.
Cera de carnauba 770 ditos..
Paiha de carnauba 500 molhos.
Coaros salgados 300 kilogrammnas.
Mamauguape :
Sal 23,040 litros.
Natal:
Sal 32,000 litros.
Installou-se no dia 17 de marco a primeira ses-
sao do Jury da comarca de Mossor6, dando-se o
facto miraculoso que nao se da- em muitaS das
nossas principles cidades, de se reunirem no pri-
meiro dia 37 juizes de facto, sendo no mesmo dia
julgado Jos6 Mendes Pinheiro, e no dia immedia-
to Francisco Marques de Oliveira ; aquelle f i ab-
solvido, e ester eondemnado no maximo do art. 201
do codigo criminal ; sendo nesse mesmo dia dis-
selvida a sessao pelo president do Tribunal o
Dr. Alcebiades Dri` de Albuquerque Lima.
Acha-se no ex=- lo do cargo de engenheiro
fiscal da via-terrea do fatal a Nova Cruz o Dr.
Carlos Lemaire Teste.
Tambcm jA se acha n'esta cidade o capitao do
corpo de engenheiros Manoel Gonoalves Campello
Franca, desigado pelo governor pars estacionar
n'esta provincial.
Deus queira que agora se facam as obras de
que precisa o quartel pars nao ir ao chao.
A primeira sesaso do Jury do termo da Penha
da comarca de Canguaretama teve lugar a 11 de
marco, sendo s6mente julgado um reo ausente,
*por crime de furto de animals, que foi condemna-
do no maximo do art. 257 do codigo criminal.
Nao admiral que assim o fosse, visto que o Jury
das comarcas do interior em sua maxima part 4
composto de agricultores e criadores, mais facil.
mente absolvem o individuo accusado de haver
furtado Um animal.
No termo de Goyanninha, da comarca de Can-
guuretama, teve lugar a primeira sessao do Jury
a 17 de mar9o, send apresentados tres processes ;
as accusados foram absolvidos, havendo urma ap-
Fa rpimeira sessao do Jury da ftdadft do Ces-
ra-mirim foram julgados : -Manoel Dantas, B9-
nedieto Jos4_ Matheus, Porfirio Norberto, Andr6
Trajane, Francisco Manoel do Nascimento, Esta-
nislio Antonio da Silva e Maria Catharina, sendo
os dous primeiros condemnados a 14 annos, e os
ultimos a 7 annos.
Elias Jos4 da Camara condemnado a 2 annos e
4 mezes de prisao simples.
Appellaram das sentencas os r6os Benedicto
Jose Mathias e Andre Trajano.
Foram absolvidos Joaio Gregorio Dantas, Maria
Dias. Maria Ferreira, incursos no art. 193 do co-
digo criminal.
Joaquim Alecrim, Jose, filho do mestre Andre,
Thomaz de Franca, pronunciados no art. 205.
Sebastiao Cavaco no art. 269, Francisco Pe-
Teira Pasmos e Aquilino Angelo C. S. Cousseiro,
por se acharem impedidos o Dr. juiz dejdireito
da comarea e o juiz municipal.
austino Pereira Passos, Faustino Pere ra Pas-
sos, accusados de homicidio, e absolvidos por una-
nimidade : o president do tribunal appellon da
absolvicao do r6o Faustino Passes.
Joao da Cunha, Luiz Martins Bezerra, Antonio
hrnsmino, Antonio Salvador, Francisco Bezerra,
accusados de ferimentos graves ; absolvidos por
perempco da acao.
Antonio Rodrigues, accusado dos crimes dos
arts. 205 e,269, absolvido por unanimidade.
Jose da Costa Monteiro, accusado do crime do
art. 227 : nao foi julgado por se ter esgotado a
urns.
No dia 14 de marco installou-se a primeira ses-
mao do Jury da comarca do Trahiry, que tern por
sedc a villa de Nova Cruz ; foram apresentados
pelo Dr. juiz municipal Firmo Dourado, 10 pro-
cessos, comprehendendo 15 reos press e 1 afian-
9ado.
Form julgados Joaquim Jose da Silva, Manoel
Jose da Silva, Maximiano Jose da Silva, accusa-


dos de homicidio, sendo absolvidos por unanimi-
dade, appellando o president do tribunal da ab-
solvicao do reo Maximiano Jose da Silva.
SManoel Antonio, accusado de homicidio; foi
condemnado no medio do art. 173 do codigo cri-
minal.
Paulo Gomes do Mello, accusado de homicidio,
absolvido per unanimidade: foi o julgamento
presidido pelo Dr. juiz de direito da comarca de
da Canguaretama.



DIARIO BE PERNIABUCO

Retrospect politico do anno de
18S8
KREPU*tICA ARGENTINA
Para nao atravessar a Republics completamente
pacifica o anno de 1883, foi theatre de alguns inci-
dentes menos agradaveis, se bern que de pequeaa
importancia, e de facial acabamento, como effectf-i
vamente aconteceu. Por takes incidents regis-
tramos o tiroteio que as forqas arg ntinas entreti-
veram corn as ehilenas na Laguna de Guayetu ;
as escarsmuas pelo general Villegas emprehendi-
das contra os indios do caciqnue Marillac, no Cur-
ralim, e pelo coronel Obligado, contra os indios
tabas, a 45 leguas da Reconquista.
0 primeiro sonde derivade de umas censuravel
dcsattengIS praticad pelas tropias argentinas con-
tra urn parlamentario do Chile, teve a mais limi-
tada durao, coacluindo por poucas mortes e al-
guns ferinentos. 0, segundo e o terceiro io npro-
dasiram resultados semnelhantes, apenas o a risio-
namento do cacioue Tranqutlino Guayanil e grande
part de sua real ilia, do cacique Jancamil, e
de cent oe vYn individuos das tribus de Nolaco
e Petizo, al6m de outroa indios mais.
A proposito do apruoitdnamento deness indios s
aeto o que tdo teem o merit, da iMort-
rd dgu uadomeute a distiibuiclo do c&ian9U
e e do mulher coau htsiii pastergaco do respeito
que de oa mercer osn'-tura e amoeo-
4s" lifanies aaradem0 os IwO WE na im. e-


barbarilade ainda maior do que a que caracteri-
sava os costumes dos indiviIuos quepretendiam
os conquistsdores civilisar.
Parece que pars os aprisionadores as mulheres e
as criancas arrancadas do desert pelo vencedor,
como modidi. imposta pela lucta, perderam o di-
reito A piedade que ampara os affects da natu-
reza, para descerem ao inivel mais baixo do que o
em que se modem os animaes irracionaes!
Pars lastimar teve ainda esta republican a morte
do Sr. Balthazar Derurpillo, governador da pro-
vincia de Rioza, e a tentativa de assassination do
general Racedo, governjador da provincia de En-
tre Rios. Contra Racedo levantara-se a arguiaiao
de scr menos zeloso no cumprimento do program-
ma que prestabelecera para conduzir o governor
quoe lhe fothra confiado, arguigao que por ser vulgar-
mente aceita e commentada, gerou no animo do
Dr. Montero, ministry dja fazenda, justice e culto,
n'aquella pr )vincia, a resoluIo de renunciar o
cargo, o que realisou ; 4inda que Ihe custasse ex-
perimentar a rudesa do procedimeuto do poder
executive, que devolvcurlhe a renuncia, destituin-
do-o do cargo.
A tentative de assassinate do Racedo foi objec-
to de mui variadas raz4es, acreditando uns que
fosse um facto real, e oUtros que umn piano urdido
pars o fim de distrahir a opiui io public que se
mostrava adversa a situ ao p6litica que o susten-
tara e era por elle defendida. Como quer que fosse,
a pretexto dessa conspiracao, foram press muitos
individuos como co-autpres do attentado; e ha.-
vendo sido na camera aununciada urma interpella-
ao do deputado Leguiza ao governor, a proposito
das prisSes que cm Paysandu ihaviam sido prati-
cadas, foi essa interpellaao retirada, em face das
provas positivas do crime aprcsentadas pelo minis-
tro de estrangeiros a Leguiza. ; Disso se deve con-
cluir pelo acolhimento d* primitive versao.
Foi questa'o que agitou grande attencAo na Ra
public, por envolver irtereoses commerciaes, a
da conversao do papel moeda. 0 Commercio de
Buenos Ayre, pars o fimr de conseguir a suspensao
da conversalo, mandou uma representaao ao con-
gresso, em a qual se exprimia plo modo seguinte:
Esta questao jmeramentfe bancaria, affects
Sa circulacao monetaria do prinmeiro estabeleci-
Smento de emissao da republican, e affectando a
base real de todo o nosso system de credit no
,,paiz, affect por todosi os lados seus habitan-
a tes.
Aos arguments da junta do commercio oppunha
La Nation, tractando da question, estas conside-
racoes:
Sao respeitaveis os motives dos partidarios
da inconversao, que demonstram pouca profindi-
dade de conhecimento 0e observacao; mas deve-
Smos dizer que corn a suan propaganda fazem im-
Smenso mal ao paiz; pis' corn o annuncio diario
Sde perigos imaginarios 6 facil produzir profunda
Sperturbacg.c no andamento regular dos nagocios.
Seo equilibrio commercial continua, se os earn-
c bios sao favoraveis, se o equilibrio financeiro
tambem -e opera, a conversion se manteri inde-
Sfinidamnente, e serA um grande kem parsa o paiz
nao trarA nenhuma perturbaqao no amplo des-
envolvimento dos grandes interesses nacio-
c naes. )
Apesar de quanto rigor possa conceder-se ao
que ponders La Nacion o commercio proseguio
no emprego dos meios que Ihe pareceran provei-
tosos, e effectivamente alcangou provar a justiga
de sua pretenco. Estabelcerndo-se no banco de
Buenos Ayres uma reparticeo de troco per ter sido
abolido o curso forbado do papel, a volta dos pa-
gamentos em moada metallica produzio certa sen-
saao ; pelo que se foraim della ausentando todos,
de modo a permanecer por maito tempo desert
aquella reparticao per nSo apparecer alguem a
converter. Na bolsa se' resolve proseguir nesse
mesmo procedimnento de abstengao, emquanto o
banco insistisse em manter o typo de seus trocos.
De abstengies em abste9eas chegou-se a verifi-
car em pouco tempo seniivel escassez de dinheiro
na praca, ameaoada de uma situacio difficil, para
que concorriam as restricoes dos bancos officials,
e o retrahimento dos particulars.
Tao critics circumstancias influiram pars que
o congress se decidiss3 pela reclamaao do com-
mercio ; sendo tambem 4pprovado no senado um
project de lei que decearou divida externa da
nagao a emissao de dez milhoes de pesos fortes
feita pelo banco de Buenos Ayres.
Outra questAo que muito inquietou os espiri-
tos desta republican foi a, que se levantou a propo-
sito do. projects de lei de educacso primaria, es-
pecialmente na parte relative ao ensino da reli-
giao catholica.
A esse respeito dividiram-se as opinioes. Uns
pediam corn o mais vivoiesforco o ensino obriga-
torio religioso, e n'esse i sentido enderecaram ao
congress urna peticao em que figuravam nove
mil e quinhentas assignaturas.
Grande numero de fanilias .d Buenos Ayres,
fizeram circular convites, em que aescreviam corn
as mais negras'coae sos ihorrores da lei votada na
camera, admittindo o ensino lnical, e obtiveram
abundantes assignaturas pars urna peti9o que
levaram ao senado, no miesmo sentido d'aquella.
0 president communicou ao senado a entrega da
peticao e a peonanenciam das peticcionarias na
secretaria, A espera do que sei resolvesse acerca
do destiny que deveria ser dado a peticao. Lids
e sta, verificou o secretdrio center mil e tantas


assignaturas. 0 senador Alvqar propoz que em
demonstracao de sentiunento per nao ter podido
ser recebidas incorporadas as nanifestantes, fosse
levantada a sess ; e f4i approvada a proposta.
Todas essays atten 5ej dispensadas antes a con-
dicao das peticionarias do quo ao assumpto per
ellas sobrescripto, encontrarami o mais renhido em-
bate jogado per meio de outras manifesta5oes,
que iniciadas pela opinion do .Sto dos cultos
na camera, terminou p ias- s cdpiosas adhe-
sees votadas per quasi lodas as classes da socie-
dade platina.
De feito quando o ministry i tomando parte na
discussao religiosa. depois de sustentar generoaa-
mente as ideas liberals, declarou que as escolas
continuariam como ate 4ntao, fosse ou nao ado-
ptado o project; nume osos grupos de mogos pro-
moveram urma grande rsuniao,!para no caso de ser
adoptada a lei do ensinc religioso, pedir ao execu-
tive lhe oppuzesse o veto, e |no case contrario,
saudar os oradores liberaes. Para esse mesmo
fim dispuzeram-se as Ioeiedades ma9onicas.
i0 club liberal distrib io profusamente convites
a sam eoae associates, lojas, institutes, clubs, ta-
culduls, collegios, e a impreisa periedica sym-
patoi a idea de fazer urma nanifesta ao real de
opinigo a favor do ens no laical, pars tomarem
parte na organisagao d'essai manifesto, per
part de seus president es, directors ou delegados
especiaes.
0 ..estudantes da fac ddade em uma reunilo que
convbcaramni, at resolv ram pdir ao ministry da
instruen o a exonersa$ do r. .Avellaneda do
cargo de reitor da univ ersi e, per causa das
ideas retrogradas que ,anif tava no senado.
A manifestaao realiou-se cornm today a pompa
que Ihe era asse uraa pelos auspieW sob que
havia sido planejada, nao he faltaram repre-
sentantes de todas as fiss s e nacionali'ades,
j3 em centres orga0ni A ja eonfundidos na
massa eommum.
Tio positives pronu "cam too contra o ensino
obrigatorio, ardenteme de ndido pels senho-
Srat e alguns outros ar tino avessos a idea de
apermittir a eada um a das doutrinas rUi--
giosas que maim e a sa modo pen-
oar, elevaraw- paa balana em
desfavor de sua
d~wdi6te& mftc r m er ^B diicssa d


u owI


NatoU Nk
mode por qua


esse senador prorompeu contra a manifesta* l.
beral, para elte inteiramente reprehensivel p1r
hayer sido axiliada pela *nmacenaria, sociedade, -
seu entender, inhibida de figurar em actors de id
genero.
.Semelhante declaraqio foi object da mais vehe-
mente impugnag.o, adiantando-se as invectivras
contra ella ao ponto de attribuir-se-lhe a inten
de eodquistar desde logo as sympathias dos cat-
licos, para cornm o seu concurso conseguir voltar i
presidencia da republics.
A questiLo -Missoes-, de data menos recent,
esta' proxima de seu term final, uma vez que me
acham reguladas as bases estipuladas entire oas
gabinetes argentine e brasileiro, directanmente de
governor a govcrno, independentemente da inter-
vecnco do ministry Quesada, que substituio a Vit-
legas, removido no mesmo character para Lima;
isso mesmo 4 assegurado no memorandum por Que-
sada remettido para Buenos Ayres. Apezar de
tudo mantdm-se no melhor estado e sem receio dk
perturbac.o as relates entire os dous paile,
como asseverou o president da republics na me*-
sagem de abertura do congress.
Foi pelo governor argentino celebrado urn oen-
venio telegraphico corn a repulica Oriental, e oe-
tro corn a Bolivia, ficando dest'arte estabelecida
communica9ao cutrc a primeira e os 3geftsdos,-
sendo o ponto de ligacao do Uruguay a ilha M;u-
tin Garcia.
A modificailo que durante todo o anno experi-
mentou o ministerial, foi a entrada do senador
Francisco JX Ortiz para a pasta da guerra, e de
Praza para a da fazenda.
Da pcrsistencia c cohcsao de pwnsamentos 4do.
ministerio derivou a absten!,; p)r enfraqucci-
mento, da opposiiao na elei~io dos eleitores do
future governador da provincia do Buenos-Ayre,
triumphando os sustentadorcs da candidatura do
Dr. Amico, que tambemrncra esposadapelo ministe-
rio.
A falta de unificacao do systems monetario as
rio da Prata, unificacao reconummendada ou mn promettida pelo president, dncu lugar sos protein
tos levantados pela imprensa e pelo public c
geral contra urma nova tarifa ercada para as paa-
sagens em varias linhas de vias-ferreas. A. re-
pugnancia demonstrada nesses protests surda
do augment de vinte per cento sobre os preqo
primitives, exigido a pretexto de equiparar a tL-
rifa dos pesos papel a centesimos da moeda na-
cional.
SNao pode deixar de ser incluido entire m acb-
tecimentss mais salientes o'facto de se haver o go-
verno associado aos italianos na manifestnaio 4e
d6, pelo anniv irsario do fallecimento de Garibli.
Para bern significar o govern o modo porque pem-
tilhara do pesar d'aquelles, mandou conoervar a
bandeira a meia haste nas repartiqbes publicas
mesmo que fizeram os navios de gucrra cstraa-
geiros.
('ontinuu,)

RECIFE, 9 DE ABRIL DE 18T4
Noticias do Norte do Imperle
0 paquete national Pernambeo, entrado hontea
do norte, trouxe as seguintes noticias.
Amauonua
Datas atW 23 Je maro :
No dia 11 assumio a administrator da pro-
vincia o Sr. Dr. Theodureto Souto.
No alnmoo dado ao Sr. Dr. Paranagua peio
Sr. James Baird sua esposa concede carts de
liberdade a seu escravo Jocob, em honra aquelle
cavalheiro.
0 vice-presidente Moreira dcmittio o biblio-
thecario public e o porteiro da repar*ie., quoe
foram juizes no proeesso Bugalho e voaram peLa
absolviwao deste, e para substituir o primeiro no-
meou o Dr. Souza Oliveira, advogado do ex-pre-
sidente.
Esta puniio dos jurados causou pessima im.
pressao, assim como o premio de urma aposents-
doria a um empregado quo tern 5 annos dc ser-
vi9o, apenas, e votara pela condemnavao de Bu-
galho.
Estava marcado o dia 25 para ter lugair a
abertura daAssemblea Provincial.
Foi nomeado pro-.:nmtor public da capital
Dr. Joaio Elysio de Castro Fonseci.
De Teff regressaram os escripturanros do
Thesouro Otello Fernandes SA Antunes e Antonio
Guerreiro Antony, que foram em commissAo de
service public aquella cidade, A rcquisiqdo dai
respective Camara Municipal.
Ldmos no Amazwaas de 16 :
,, Aute-hontem :ms 9 horas da noite, submergie-
8e, defronte d'esra cidade, una mnntaria que atra-
vessava o rio, indo pars o Jaguary, perecendo
afogados Bernardo Antonio e tros filhos menores,
salvaudo se apenas a mullier d'aquelle, dc aome
Maria da Conceia.o,
0 Sr. delegado do policia precede a iudaga-
90es. ...


Para
Datas atW 27 de maro :
Por acto de 17 a Pre;;dencia da pro'-incia adiara
pela terceira vez, a inst4llaciod:t As semnbla Pro-
vincial, send designado o dia 15 de outubro via-
donuro.
Toda a imprensa da capital foi unanimr Cm
censurar esse acto de dictadura, digno da mait
several condemnacao.
Per acto do 18, a meismt Presideucia pro-
rogara a lei finda do or-amento provincial.
0 Diario do Grao Pard disse A proposito :
c A prorogativa 6 consequencia natural do ter-
ceiro adiamento d'aquella ; mas desde que o S-t.
Visconde de Maracajui nao quer Assemblia tam-
bern no devsra querer oramento.
a Quem tern receio de comparecer perante ot
representantes da provincial, quern faz contractor
serm autonrsacao legal, tambern pode e precise
viver serm lei de oramiento.
Ora, porque havia o illustre general de se
lembrar de semelhaute trambolao de orqsmento?
a JA estavamos acostumnados cornm o regimen de
capitao general que o acto de hontem surprehen-
deu-nos deveras....a
Comrneararn no dia 23 as festas pela liber-
taeao do Ceanir, sendo nesse dia transportada com
grande explendor e concurrencia de povo a jangada
que devia simbolisar o Ceara'.
Na noite de 24 embandeiraram e illurninaram-
se mnuitas casas, 'e houve procisalo civics, immnen-
samente concorrida,
No dis 25, today a imprensa de Belem saudouo
acontecimeato do dia o a provincial do Ceari, quer
dando edicao especial, quer escrevendo arWtig
rcferentes ao assumpto.
No mesmo dia, as 11 .-horas, houve no theatre da
Paz um bonito festival, composto de uma part
litteraria e outra dramatic, tomando paite Una pni-
meira muitos oradores. Foram entregues 7 Carta
de liberdade.
A's 6 horas da tarte do mesmo dia, ho -" '
lemne Te-Deum na igreja de S. Alexandre; e as
8 horas espectaculo de galla no theatre da Pa&.
Em 23 escreveu o Diario do Grno Pard :
SNa coloniala Benevides, aounde preponderso
elernmento cearense, dentro em poueno nao haveii
mais escravos.
Os habitante d'aquelle centro agricola, ago
t snimado coin o andamento aelers da fti-
via de Bragana, remolveram libertar 0M 4
corrente os seus eseravos.
u Pars que 0actoseja taohj~w M a0 1.
Sen objeeto requer, a commiamitA?
convidou para ella o. &Srs. F dedtea dpcpwhM j
*prehde atrid d divulpMM
d't e dd d /i' ... ;1 .- 1....'J
-N ibwt& & t f'Jw V; a*

StaLa do Vo wrAt doe0 1 B ?wi
P^t&I 0 NI Mb


-~ I
f


-de

















Leta


o co.egio &
ova eleigio.


A 4jjAo'do dia U do.orrente foi apros -
a LegislativaProvincial rep-
eoncidadlo, doe' cujos sent -
qu, do gove no ado. da.


Z"tara". Es d eim .atte1io aos relevase
Sservigos que tem prestado ao paiz e part
S *a tapL0%1 a ,LS. ,-- Mseo Xavie
-V.- atm amtraos membmos do partdo coli
A-, ima*0 o *| de 8,;aal faor-as 49 partid,
SIiboral,-eBaumaero de 15 absteuda-se de vot
Sper se julgar suspeito, o imxm. Sr. president d
AasembMal, filho do agracado.

UU 4al t- de abril: --
: No dia 22 de maro foi solemnemeute inaugur,
da t sRcla lNormal da FoetWem. ,
7 -- PA 2t e teuainiami ,28 aa impo
nentes fesas corn queae Pa oviMea eelebron a s t
eeaplqta nmoaeiopaio de eseravos, tornando-s,
iduraate esses dias, a eapi al o centro toda'
'vi4a, de tda a animagAo ca provineia, elevando-
soa numero extraordinwi o povo que para ali
aSeedio do isteeri. ,
Noticiando o Cearense a esslo magna celebra-
. ds no pavilbo ergaido na praga do senador Cas-
Sro-CaUTreira, -assim se exprssa:
a 0 centro dlute pavi.lhIo era occupado por 3 t
4nmil pessoas do todas as classes soinaes. No
1fundohavia Bam visto estrado'elevado, cujo aspee-
to era o seguinte : urn-i meza central, junto a qual
tomavam asscnto os Exms. Srs. president da pro-
tincia, Dr. Satyro de Oliveira Dias, D. Luiz, ar-
zebispo daBahia, D. Joaquim, bispodiocesano, Dr.
Joao Dantas Filho, chefe de policia, e senader
Castro Carreira.
Aos lado achavam-se de p6 dois numerosoe
grupos compostos deo consules estrangeiros e de
representantes Aa imprensa desta capital, de outras
Eprovincias, de diversas associag5es e da sociedade
Slibertadora.
Circumdando-a mesa formavam em semi-c'r-
eulo cincoenta e oito virgens cearenses a fantasia,
representando os municipios da provincial: Nos
extremes do estirado mais de 200 senhoras e caval-
leiros dos mnais distinotos deita capital.
SComecou a solemnidade ao meio dia ple hym-
so da rcdempglo, cantado peor um c6ro de senhoras
eearenses, auxiliadas palos artistas da troupe lyri-
eA, que foram estrepitosamente applaudidos.
SEnm seguida tomou a palivra o Exm. Sr. pre-
sidente da province, que proferio entire geraes ap-
plausos umn eloquentissimo discurso, expandindo-
se o eothusiasmo popular em verdadeiro frenesi,
ando pronunciou as palavras fines, declarando
; poviucia livwe -do escravos.
S b Nsto.momeento fuhecionou a linha telepho-
%iea, asseitada expressamente entire o pavilhAo a
a fortaleza da Assumpnlo, e aos applansos do povo
s < .xamiram-se a um tempo as salvas da artilheria, as
S... cargas dai guard de honra do batalhao 1 0 do
infan eria, c numerosas giranceolas de foguetes do
todos os pontos da eidade.
(' Depois, proferiram discursos e poesias, sempre
e ruidnsamautc appla*didos, muitos oradores e
oetaa como reproeentantes de associagoes e da
imprensa desta e, de outras provindcias do im-
perio.
SAos Exmins. Srs. president da provincia e Bis-
po diocesan forum offerecidas dunas pennas de o u-
re para assignarem a acta da sessio em nonmc dos
senhores e das sephoras da sociedade liberta-
dora.
,r Terminea a solemnidade por vivas, calorosa-
mente applaudidos levantados polo Exm. Sr. pre-
sidente da provincia A S. M. o Imperador, A Cons-
tituiqio do imperieo A provincia do Cearl.
a 0 povo aconapanhou a S. Exc. e o victorious ate
wo palacio do governo..
A Gazeta do Norte noticiou ausim as festas
subsequentes:
X, A noite a cidade illumninou-?e festivalnente,
notando-se multos trausparentes ailusivos ao fact
gloriese do din.
A i' 26, pelas 4 1/2 horas da tarde, comegou a
grande mnarcha triumphal pelas runs da cidade,
representando oB 57 muniiipios do Ceanr joveas
senhoras, vestidas de branch, eng'inaldadas de
Blores de larangoira, e cingidas de urea larga fai-
xa de fita verde, teado no centre em letraa d'ouro
o nome do municipio representado..
N'esta noite, corno nas de 27 e 28 a cidade
coninueuou a ser illuminada brilhantemente, notan-
do-se as rarissimas casas que faziam exccpeoi ao
concerto geral da alegria pnblica.
n Na tarde do dia 27 pereorreu grande numeroo
de runs da Fortaleza a populanrssima marcha do;
commernio e de funccionarios publics, na qual se
coatava cerea de 10,000 possoas. Foi a mater que
temos assistido n'esta capital.
Carros ricamente adornados conduziam senho-
-as representando a liberdade.
No din 28 unia outra passeiata dos jangadei-
roe e do commercio a retalho percorren a cidade
conduzirdo a symbolica jangada, que tio grande
papel representou nas luetas da hbertagio.
o Na noite de 25 houve espeetacule de gala no
theatre S. Liriz, e reunio na casa do Sn. Antonio


Affoaso de Albuquerque ; na de ,27 uma grandee
% soiree na magonaria,e na de 28 outra reuniAo dan-
t sante no Reform Club.
SNesses 4 dias festivos tern reminado o maior
contentamento em todas as classes popularee. a
No dia 24 do corrente teve lugar no palace da
Assembl"a Provincial o concerto a favor dos fes-
tejos para solemnisar-se a data da libertaaoi total
do Cearil do element nscravo.
0 alto clero, repreaentado pele Exm. bispo
diecesano e arcebispo da Bahia, a administrag*o
provincial pelo Exm. Dr. Satyro Dias e chefe de
policia e as demais tuncc5es publioas, artes e let-
. tras, por seus mais selectos representantes, coneor-
: reram para dar realce e abrilhantar excepcional-
mente esta festa.
(, Os cavalleiros e senhoras que se prestaram a
Seantar ou tocear no concerto desempenharam-se A
I ^geral content, grangeando merecidas palmao.
|, -- 0 Cearense dando noticia das demais festas
accreseentou depois:
a Completando a noticla, que hontem demos so-
1 bre as festas realisadas pela libertaco da provin-
ceia d'entre todas destacaremos hoje trees, que nos
1* parece terem a mais alta significagio, e fazem hon-
| ra aos sentiments do povo cearense.
|o ,, Queremos referir-nos ao Te-Dern solemne,
| I eelebrado na Cathedral, na tarde de 25 do corren-
|' |te, cantado per S. Exe. Revdma. o Sr. bispo dio-
-eesano e per todo clero da capital. A e0se acto
1compareceram as primeiras antoKidades da provin-
cia, o foi extraordinaria a concorrencia de cidadaos
de todas as classes.- Proferio umea bella allocucgo
9R Revd. Dr. Frota, e fizeram guard de honra o
batalhov"n. 11 de infantaria e a companhia de
ai aprodizes.
,,' A segundamanifestaao que alludimos, con-
l" a tio em 2 buquetes dados no din 24 peloQ elero a
e*erca de 250 pobres, em mesas-de 58 talheres,
S, 1ymbolisando es munieipios da provineia;
Esse fesfinsa fotam,-ervido por senhoras e a
lles estlveranm present os Exms. Sn8. president
da provincia, a*ebispo da Bahia, biso diocesan,
eommissoes da impren e outras, havendo tide'
Ju;gaur,1 unIuno saes-do woleWio &? 10a6% Bra-
elehacrao Sr. $s
Me o outro na haa do Sr. o Abano Fi-
ia:o., ** Aes a 'refeilo foar ftm"ti ea:u'd
ens referidos pobres. -i
A tereeirofesta onutoa 4e Urf tU te Oiai-
41 n ijfiei" Va.a -aSiml -* *


pontos do Imperic ligadoao Coanra pelo tloegra-
pho, saudaudo a heroicsa provincial.
-LoAmos naG etadf oorrte de o2 de abril
STern chovido frequeatemente nesta capital e
em toda linba da estrada de-ferro de Batunte.
0.,amidpow. Met"-
val recolhen durante .* mwe de marco dog
fllimantrps, eonti Ml em 1883,142 eanic 2
em 188 652 cm 1889, 86 am 1 W,762 em i8...
a Do Preiro temos eartas queunos di m tenm
eaaido alo olnavanhtonenia e, occasionandoo 00-
tra-- nt'avurJ4i e arrombamento de alguas

S---se na mesepa folha de 30 d e mao;
SEm uonsequedcia das copiosas chuvas dos dias
26 e 27 do corrente mez deu-se urmas pequena in-
teirrupco no trafego da estrada de fAiro de Ba-
tttmitO.
a, Teado-se desmoronado um aterro, proximo a
um boeiro, entit os kilometree 72 e 73, no omrte do
ItapaOihy pr ter side insufficente o ,yo d'aquelle
A vazto dae-agas pluiames, abatenu-se alinha
neste sttio cerca We A0 ceitimetros, no dia 27 A
tarde.
No dia anterior proximno a este local desaba-
ra um grande eOrte, oceasiouando retardamento
no treno da capital A Batuit&.
a Foram tomnadas sem demora as necessarinis
providencias, fieando restabelecido o trafego pela
uonstrunclo de uma ponte provisoria de madeira "
Emn 31 acrescentou a mesma follia;
% Domingo 29 de mar9o find deu-se un novo
desooronamento na ferro-via de Baturit eatre
os kilometros 43 e 44, proximo a Guayuba, em
consequencia das grades e repetidau chuvas alni
cahidas.
c 0 incident foi sem consequencias e piompta-
Smente reparado, nao tend hivido interrupbo no6
trafego .
Aalfandega rendeu cm marno 106:2233768
Rio Gtande do Norte
Datas ate 5 de abril :
Constam as noticias da carta do uosse corres-
pondente na rubrica Interior.
Paralhyba
Datas atW 6 de abril:
SPara solemunisar a libertagao do Ceara, houve a
25 de marco umn lunch enm casa do Dr. Juato Arau-
o e A noite espectaculo de galla no theatre Santa
Cmuz.
(,'u Z.
L-se no Jornal da Para yba de 2 de abril:
Sabbado, 29 do pa:ssado, ais 9 horns da mnanrha,
ncontraudo-se o Sr. Caetano Jose de Almeida,
a rua Duque de Caxlas, detronte da casa de re-
idencia do (Dr. Ernesto Augusto da Silva Freire,
om seu cunihado, o Sr. Julio Maxiiniano da Sil-
a, empregado da secretaria do govern, den al-
umras chibatadas, montado ii cavallo, repellindo
aggregido corn quatro tiros de revolver, um dos
uaes empregou-se no braco direito, prodazinde
lerimento mortal, conform o parecer dos doui
edicos que fizeram a victoria.
Semelhante desagravel aeontecimento foi pro-
Aeniente doe lauctas de familiar no inventario, quo
sia esta procedend0 per more do pal e sogro dos
epntendores, aggravadas peor uma publicagao do
liberal Parahybano, folha official, da qual 6 prin-
cipal redactor o Sr. lo vice-presidento, Dr. An-
tonio Alfredo da Gama e Mello, que tambem 6 ad-
vegado do segundo no referido inventario.

o tielas da America do Norte
A' unea correpde a de Now-York para Q
Iiario do Grdo-Pard era 1 de marpo, tomamoin os
gusintos trecos :
Betadlo-Unidos
Grave qaso political, qae de atgumn mdo af-
fe0ao repeito devido a leis natures da inter-,
n ionalidade, agita preseantemonte os Estados -
U idos.
aeu mua a ella ter o chancedler alemlemo, Mr
d Bisma*k, devoivido & Cajmra dos Delmputadose
ashington, onde fora votada, a moCio de peaza-
mas pelo fallecimento de Mr. Lasker, devotuelo
essa que opara os americansoa, seriamente impreS-
sid nados, em nada menos import do que em um
in ulto grosseiro atirado aos seuns brios e patrio-
Niem o acto de Bismark 6 para mews.
A' primeira reflexilo era permittide sappor um
erto, mA interpreta*1o, ou outra qualqner circams-
ta cia censuravel, que per vezes diversas soe em-
prestar-se aos tebograunaas. Bra meane impossi-
ve, atteato o cetado das reo apparentemente
a waveis que unm oS Estados-Unidos ao imp.-
rio alieoio, admuittir-se a hypotheses de quo Bis-
mairk tonmaria teo ca<, que de certo nie deixa de primary pela brute-
lidiude que the 6 familian/qaando trata corn gente
de pouca importoawia.
,nando, poinaa, a eonfirmacgo "official veio dar
ao despaehotelegraphico a forga necessaria para a
sun indiscutibilidade political, nol restou a menor
dunida de que Bismark usava para corn os Esta-
do3-Unidoti de nma grosseira impertinencia inter-
naa 1 confinrmagilo veio de Berlim, onde nao ha. pan-
to e equivpoe sobre o caiacter do acted, que, con-
vei ho, 6 bastante farino para a nacgo ameri-
ear4 a.
4. impressi.o prodnaida na Atiemanha por esae
actp de Busmark, dizem despaehos telegraphicos,
foi penosa e os proprios amigas do braco direito
de Quilherme nao o podem--de qualqner modo-
iustifiear.


4 Stoats Zeitumg disse que o odio de Bismark
pelos Estados-Unidos nao data da devoluvAo da
mo;io de pezames, vem de long, 6 velha e tern
nm certo lugar reservado no eoraglo do ehancel-
ler. Disse mais a referida gazeta que o facto de
ser Idevolvida essa moeao, sem passar peas maeos
do iinistro americanuo em Berlim, constitute um
iunst Ito grosseiro que o governor americano deve
P lir enviando aun replica por M. Sargent, sem
se importar corn o ministry allemio em Was-
hin ten.
r sua part a imprensa amerieana tem-se ma-
nife tado energicamente, tornando-se notavel o
segi nte trecho do Times:
INao suspeitamos de algum modo das opinioes
de ismark sobre M. Lasker, e mruito menos do
sua opinioes a nosso respeito ; o que lamentamos
pro lundamente 6 que corn a more do decrepito
Gu.herme e b desappareimento do fanfarronico
Bi ark da arena political, cessem as ideas abso-
luti tas que os awsoberbam.
rop fort!
0 congress brevemente occapar-se-ha deasta
que tio, send geral a ereai de um rompimnento
dipl matico entire as duas na9goes.
Os trabalhos da commissaio mixta encarrega-
da de deliberar sobre as reclamaces franco-amae-
rica las, terminaram em 1 de abril proximo e os
inte -esses do governor dos Estados-Unidos teem
sid bern attendidos por sen advogado, o ex-sena-
dor ontwell, que a importancia total a pagar-se
a ci adaos franeezes, nio se elevarA a mais de 2
0/, a importanetia reclamada, o que o governor
con dera come um resultado bemrn satisfaotorio.
A' isto, porem, teem surgido algumas opiniees
em ontnario, accordes todas em prestarem a essa
satikf0leo o cunho da naturalidade :-um devedor
de cemsiencia flea sempre satisfeito quando a di-
vida Ihe 6 langada em metade da importancia que
dev(.
0 senador Logan apresentou no aenado um
proj cto deii pedindo p honmea,& pelo presiden-
te, d inspeteres earegados de exainar as
a s salgadas e as de poroo destinadas A ex-
pot ao para o estrangeiro. Esnes jpeetores
e a mu prosonBa sera permalantie, e o ame numero
nile Xceder de A ei pusra cada districtA.-.
0 jeto can" Isiando A competeneia dos.
ins o extume obriuo le desems geneseastom
inV,4ns ~ 4ojles ree.1am em vewseipuao*


ohn detei esas1
ces e Ihes dfsse que deviam votar sem c<
Semprelotim o do Pacifico canadiano,, ou n
preiseolneo. F gei, aoWte, osn df*eo na
rom0ise 0 entre ogoverno.e os defensores d
bee e a rise esti momentaneamente termnii


reten-
indicao
raer a
e Que-
vada.


Pi_____ iui _. l)-. C O ___-^

Asnib1 a Provincial
15.a SESSAO EM 22 DE UBC;O DI 1884
rRESIDBWCIA DO EXM. SR. AatO DI ITAPISSUMA
(Conclmso)
SSr. Goes Cavalcante-Sr. pre idente
on nao posse votar symbelicamente este larecer,
devo deixareseriptas algumaspalavras prot sando
contra o actor injusto que se pretend practice, ras-
gando-se mais um diploma legitimarente adouirido
pelo candidate que devia figurar entire u6s, torque
a isso tern tedo o direito..
0 Sn. ROSA E SLvA -Apoiado.
0 So. JosE MARIA-V. Exe. 6 contradito~io.
0 SR. GOES -Entretanto Sr. president antes de
entrar na analyse d'este parecer, nio posso'deixar
de cxtranhar que elle contend material im]nortan-
te, so fosse submettido a discusalo, qitando p relo-
gio da casa quasi que nos annuncia o fim d )s nos-
sos traballios. E ainda mais, Sr. prudent% cau-
sou-me estranheza a vota-aio que acaboui de ter
lugar, porque a meu ver evolve uma ,cnSUra
inuito grave a mesa. Deelarando A Assemb 6a que
o project dado para a discussao fosse adiado por
ser inenos important do que ocste parecee, iaso
equivale a uma censure direeta. (Apoiados da
baneada conservadora, contesta9g5s da b4neada
liberal).
Isso quer dizer que a mesa, permitta-ao-nos a
exprcssato, nlo tcve o critcrio preci.o pnrai eseo-
Iher aquellas materias que devein do pref~encia
scr dadas para discsslo.
0 Sa.,Ju: MA.tIA (cornm foutt)- -te pareeque
V. Exe. tern sempre meaos criterio da que al mesa.
0 SR. PRsSIDENTE-AttenUio. I
0 St. Josi MAHiA--O nobre depatado tr:tcte seus
eollegas corn mais respeito se quizer ser igualmente
respeitado.
UA SR. DEPUTADo9-9 nobre deputado 6 qttora
esti levantaudo quest-o sem gente.
O Si. ALPFEDO COBKBIA -Duvido que haja aqui
algum daputado que tenh'a mais criteria do 4ue Q
Sr. G6es Cavalcante.
0 Sa. Jose MAA--Naeo temimais do qie ne-
ahum de nos. E' urn deptitado quo primAi pela
insolencia corn que so dirige aos seas collegao. E'
necessario que so oontenha, porque do coritrario
eu saberei contdel-o. Nao ouvi o apart supra e
quando o ouvisae nul lhe darih resposta.
0 SR. ALFREDO CoRREIA-Agora 6 o nobre depu-
tado quem easti offendendo.
0 SR. Goes-Eu pego a V. Exc. Sr. prestdeunte
que me mantenha a palqvra.
0 SR. PESIMESTE- Attea*I! Mas peo-lhe
que n-o use de expresses taes coma aquelta quo
deu lhar ao ineidente qaando se dirigir amesa,
porque isso import esrespitio. I
0 SB. GOE(s--Eu nao podia desrespeiar, plorque
nalo tenol prevenwilo contra V. Ere. e semprim que
eccaupo wna destaa eadeiras, proeure tornar-Ime o
tais possivel rospeitedor daletL Tendaestranha-
do que o project fosse pela AsaembleaadiadC eoI-
sidaraiido mane impprtaute d9 (e a m ri quo
,1hra Aiscutiraos, diwe.que i mpoibq tava attra bir-
asa mef &-dh difteria as oM.lk* des Bnoeiea
pra dAiscussalo. -com issoe2 a no-quiz irr um"
injuria a quem quer que seja e simn tornar u te
que o aeto qa a Asseublea soabon de pra'
appravando o requAriimnto de urgeancda, aao pode
deirar d& envotver ama ceasura a mesa. Or; Sr.
preideate, a iSo Ser o espirito preveniAdo c al-
giumn deputado, n guern per oerto onxergar urma
affensa n'essas ininkhas palavras.
0 SR. Jos0i MARI-E' que agora V. ExeJ estli
explicando a historic a sen modo e a sen g.it.
UM SR. DEPUTADO-0 nobre deputado 6 quem pa-
rece estar prevenido corn o Sr. Goes Cavlcaite.
0 SR. GoEs-Na' sei a eausa de tanua pr"eea-
91o, porque nunca o offend nem tnaino poueo oipro-
cure offender.
0 SR. JosE MARIA-Pois nio parece.
0 SR. PAMnsIMT.E-Ea po ao nhbre delItado
quo se einja, ao objeeto em dioeusso.
0 SR. Gois -V. Exc. 8r. president cen inta
que en continue, porque 4 naceasaxio esst e pli-
ce"1. Desde quoe o nobre deputado deelara qae
nao tern a meu respeito preveneilo alguma e quer
ter o direito de ier acreiitado, deve conceder-me
igual direito.
0 Sa. Josi MARIA dA urn aparte.
0 SB. Goos-Se namo tern prevenoilo, nao leve
sempre enxsegar em minhah palavras um mtivo
de offeasa 4 san pessoa, porque, jA disae e cknti-
nuarei a dizer, sou franco e, quando quizer ofenu-
der a quern quer que seja, men inirigo ou deoffec-
to, nao me servirei destas cadeiras, porque estou
aqui, mandado pelo eleitorado, representando um
papel inuito mai, nobre (apoiados). Terei a 4ora-
gem do ajustar as minias contas corn qualquerldes-
affecto, mas nunca na qualidade de deputado, i1emn
de que a respeito da pessoa do nobre deputado nao
ha motive para isso, per quanto creio que 0ntre
n6e nunca se deu um incidente 4ualquer que 4uto-
rime V. Exe. a considerar-me seu inimigo. (1Mdito
bem).
E so nao 6 esta a veriade, pego a V. Exe que
me aponte um facto em que lhe faltasse o resJ>eito
ou proecurasse marear a sua reputanao; ao cotra-
rio disto. Nao sou dos main exaltados come par-


tidario e apenas cumpro nmeu ever. I
Felizmente tenho dade nesta ctJsa exemplos c"ns-
tantes, quando alguem se iulga offendido per q ual-
quer expresso que eu tenha proferido, de teti-
ral-a ou modifical-a, dando explicagoes, que satin-
fazem a qualquer um dos nobres deputados.
Nestas condi95es desejo que me respeitem e oue,
quando eu estiver fallando, nio procurem deoco-
brir nas minhas palavras uma offense, porque, re-
pito, no fago da cadeira de deputado provincial
um lugar de insultos e difamaq5es.
0 SB. JosL MAt z--Qaando V. Etc. fallar, niea
w suas palavras.T
O SR. Gozes-Sr. president, eu disse que aI en-
tava ter a discussao deste parecer comeeado tio
tarde e lamento-o per dons motives: lo porque a
discusslo de uma material tao important nio leve
ser encetada em hera tio adiantada...
0 SR. MEIRA-Em que osa espiritos estlo fti-
gados.
0 SB. Gose-... depois, Sr. presaidente, ni 6
agradavel a qualquer deputado prineipiar a di eu-
ftir uma material quando tern certeza de que os eus
collegas acham-se fatigados d mode a enao d-
rem prestar attenilo ao assumpto plo esfor, o e
jA ternm feito na discussio de outras mate ias.
(Apoiado do Sr. Meira de Vasconeellos).
Entretanto, Sr. president, cumpro o men de er.
Nio posse deixar de dizer alguma cousa em r is-
o ao parecer porque supponho ser rea que til
muito importante, embora tenha erntza que r-
minara pela retirada deste roeintode um deputy o,
que apresentou perante n6 um diploma legit a-
.mente adquirido e que exprime a vontade do i-
toado.
O Sn. AnrenwAeo V. Exc. diase o eont i
diaso. "-
0 S. CGoEB- Ue no0 dise a V. Exc. o entra
O SB. AnreMnuwo-V. .Exe' disse emn apart. e
o deputado legitimo ra o Br. oreia de Arauj<
o SB. GOB5-ReapeWido pol un0etnte
Exe. e ver4 que x ton eni em tra ed o
et de mode te coplt queV. Exe. nio ^tt
.uam i penand aqsd m.
S Sn.Ao E pe't r er president, w:r
ate deavirna dies eo ui da ter em i


* za do hr. Dr. f rogA, ,pcque
estaqestio ja enta pertitamente debatida, o os
nieus amigos brilhantemente tem austentado que o
verdadeiro repiesentante do 110 district 6 o Sr.
'Dr. Sopwouio Portella. Eu pretend s6meate to-
ferir-me A eleigco do eollegio da Pedra, a respei-
to do qual a commissio nenhuma palavra ainda
pNmv.i, 40Mb mtretat ifaMl-o, porque, um
se provar a nullidade desse eollegio, n o ge p6de
conaiderar mains votado o 8r. Dr. Maximiano Duar.
te.
O SR. ALtBno CopsA--Comno ahi o Sr. Cor-
reia de Araijo tinha mais votes do que o SriDaar-
te, annulla-se o collegio da Pedra !
0 SBa. Gos-'.-Vamon ver, portante, Sr. presi-
dente, o que foi que descobrio a nobre commissiLo
de oonstitaigAo t e poderes acerea da leigas da Pe-
dra, quo podesse ihvalidal-a.
JA ve o eobre deputado que nao houve incohe-
rencia de minhia parte a respeito da question.
0 Sa. AaSTAncro-Houve : o ahnid esse et non
ese.
0 Sn. Gos -Saimendo V. Exc. que eu nn'. sou
da sua opinion, que nao consider verdadeira a
sua novissima theoria...
0 Sn. AuTARCHco--Novissima, nao; tao velha
come a lei.
0 SB. GoEs.-... de que a disposiciAo da lei,
que manda proceder a nova eleicao, s6 6 reference
a o 10 escrutinio e no aio 2u, devia ver que eu nao
podia pensar que o Dr. Antonio Correia devesse
ser reconhecido, pois entendo que nullo o diploma
legalmente eonferido a um deputado deve-se ob-
servar a lei que expresamnente maada se proceder
a nova leleico.
(Apoiados da mininoria).
0 SR. AnISTARCHO-Nao apoiado.
0 Su. GRANGEiROo-Havemos de ver a coheren-
cia da Asscmblta.
0 Sa. GOES-Mas quero admittir por hypothese
que nulla a eleicao da Pedra, o Sr. Dr. Maximia-
no Duarte tenha votallo superior ao Sr. Dr. An-
tonio Correia, e qUe aquelle deve ser reonhecido ;
mas vamos agora saber quacs sio os factos que
invalid:ni a eleicao do eollegio da Pedra.
0 SR. ALFREDO ConRm-A-Nenhum.
SR. GoEs -Neon a eommissao, Sr. president,
nem o reclamante, em favor do qual este parecer
foi lavrado, recouhliecendo-o, allegou am so motivo
de nullidade contra a eleicao procedida no colle-
gio da Pedra.
0 Sa. ALFiREDJ Con UIA Porque nio havia
nenhuro a nullidade.
0 SR. to0s -Or.t, ptirgunto ou: coino p,.)dera at
Assemnblea justificar-se da sua incohernneia, dan-
do assonto centre u6s a nm caudida;o inenos vota-
do do quo outro? E quando qucira consideral-o
mnais votado, 6 precise reeonhecer-se a nullidade
de um collegio; mias ecomo ha de se annullar a
elaiao desse eollegio, quando nenhuma palavra6
proferida contra a sun validado ? (Apoiados da
minoria). 0 quoe asignificearA, Sr. president, ove-
redictlum da Asscmblea a tal respeito ?
Que nao se attended ao direito e ajastica, mas
aim ao iuteressa de reonhaccer-ce unm caudtdaft)
de preferencit a outro, embora tenha cste melhor
dircito.
Sr. president, eu desejava ouvir ou a finada
eomnssao que dou o pareeer on os anobros depua
tbdos que asstumiramn a paternuidado dos actos
dessa cornam;nisslo que me dissesson, em que con'
sisate a nullidade da eleiumi no eollegio da Peira,
porque ea garanto aons Srs. dputadoa : se mo
convencerem, serei o primeu'- a dar o voto; en-
tretanto, todos os nobres deputados protestam polo
slleneio.
Sr. pisideante, estas cadeiras nio pertencemr i
,sW o pq10lle partido, elas so da, provincial,
-s I, mandado d'aquelles que ten! o pouer de te-
.er,-4deveremos occupal-as.
S. presideite, o poder da Assemblf&a verifican-
do os poderes de seuas moembros est limitado na
lei e qnando se ca"ia aos p6 as disposi5oes desta
Slei a Aneamblea, torna-se excentri" no cuimpri-
mento de seus deveres.
I(Ha um aparte).
Sr. president, en desejava qae o nobre deputa-
do, que me honraom o sen aparte, tiveise a bon-
dade de explicar eese fact e -ime onvecessa por-
que se acha prejudicada a question da eleigco da
Pedra, para entao eu powder concordar corn S.
Exe.
0 que se passou, Sr. president, em relawo ao
coegio da Pedra, foi aimplesmente o seguinte :
quando se tramtou do parecer que reconhecia o
Dr. Amaro tambem eleito pelo 110 district, a
comminleo nos sets considerandos opinou que f-
cassc adiada a verificagio da eleieao do colleg-o
da Peora para oatra opportunidade, porquanto
neao influia no renultado da eleicilo do Dr. Amaro,
e devendo ser apreciados os motives de nullidades
quando se traetasse do pareeer ea relmaco aoa ou-
tros candidates a quein a votagio da Pedrsa pode-
ri affeetarn nao send approvada a emenda do
Dr. Antonio Correia, a conelusio do parecer para
que fosse considerada .desde logo valida a eleigco
do collegio da Pedra.
Se e assim, e nalo p6de have daas opinioes a
rnepeito, agora e que se deve tractar da eleicao
d'aquclle collegio, porquanto a Assemblta delibe-
rou approvando o parecer que fosse a-lada a ques-
Ito para quando so tractasse do outro parecer.
Sr. president, teaho notado que a bancada li-
beral nae quor oavir a verdade. Nio admira que
os nobres deputados se retired, porque a verdade
os fere e per isso proeuram fugir d'ella come se fo-


ge de qualquer mal.
Pouco import; as minhas palavras serao ditas
para o future.
Este facto deixa ver claramente que entire a no-
bre maioria naio impera a justica e sim a conve-
niencia partidaria, porque quando se tracta do re-
coahecimento de qualquer amigo fecha-se os ouvi-
dos A verdade e se pratica o eseandalo.
Sr. president, o desapotism o da maioria chega-
ra ao ponto de mandar retirar os continues, para
que nao me fornegam ate agua ? Espero nao mor-
rer de sAde, porque ainda ha pouco disse : confio
muito na Providencia e ella velara sempre por
aquelles que defended as causes justas.
O SR. ANToNIo CoREIA Eu posso ir buscar
agua. ,
(Ha outros apartes).
O SR. GoES-0O nobre Sr. 2o secretario esta en-
ganado.
0 SR. PITAN&A-Mando o livro a V. Exe.
0 Sn. GOEs-E' estranhavel, Sr. president, que
da mesa parta semelhante opinion. 0 nobre de-
putado 20 secretario deve saber que foi vencido
per esta Assembl6a o adiamento da eleicao do eol-
legio da Pedr-a. 4
0 Sn. PITANGA-Esta ahi a resoluq)o da Assem-
bl-a ; a conclusio do parecer da commission ter-
mina per tornar nulla a eleigio da Pedra; a emen-
da do Sr. Dr. Antonio Correia de Araujo foi re-
ieitada, tend side approvado o, parecer, logo esti.
nulla essa eegieo.
0 SR. GoES-Se V. Exc. quer discutir seriamen-
te esta questao, nao p6de provar isso; vamoes exa-
minar os pareceres e ver o que foi decidido per
esta Awsembl&a, porque o que os nobres deputa-
dos querem A iniquo e inconvenient para uma
Assemblea que quer presar a sua coherencia.
'(Apoiados).
0 que deliberoua Assemblea? Deliberou que
fieasse adiado o exame da eleiglo procedida no
collegio da Pedra, para quando fosse apresentado
o parecer ea rela* o aos outros candidates.
Sr. president, isto 6 uma question simplesmen-
te de verifieavqlo d'aquillo que se aha eseripto.
Se o nobre Sr. 26 seretrie -me puder moetrar que
no parecer que foi approvado per eita Assemblea
se encontra a concluso annullando a eleig.o do
oliegio da Pedra, eu prometto a V. Exc. nao dixer
mais umna s6 palvra em relao a estefacto,; mas
temaho, convie*,o d# que V. Exe. nio poder& pro-
val o. (Pau"a). '
Ora, seo nobre S. 2S secretario nio me res-
ponde, nem me promette mandar buascar na He-
cretasia o parecer ogyaVdo pel AsaemW% e
saidaoIo oomo vezae o quon aeaba de .
E' bea A & Sr. taonte,--eoniheeei-S-.o
zao de osoj ulga -prejudicada a questl#bin rnlaoq
ao eoUe io dai ? d, p owqu ema imptesivel lAB1


MAOamBeo au. -ea J ,girdo Aueo sno .Yi e--I-i *
reo ue6 proqedimn a maioria emniderando IE do "eik& 4ft,
uesabrd adade ,do eollegoi-da Pb- sn de 0a idecsgiIitif i
daItra nurnies ane
sabilidadd ten a ulli dessaelei+sloidl deda dea
ainda mesa* motito" qeo n V
lei e do r. .
devem set epeipo d Per do.
Porn mos- 8rx. oreesre, dao corenw-u O .VS c ed e iN-.
vordade qf&6 0= doeeiUio4. ~gio do INAti *96y9u.w

0 ln.Tro. Priei 40iodpe "edor venia ao ntaroes
tot oo W ." ; Mi L
oommisame aii s C rAn- A^jo* M ^
tonio COT |Hain I fte fa m~da qW So djdflS t *'oecto n. 3 -(red*t
foi rejeitad. e uno*&,*e twibm "e ao ap. n- inatr do pr jojeet ot e. td a
provada a eleiao do c ollegio da Pedra. ann0 e e d 1
0 SB.oEs-LeiaV.oExc. o parecr da corn- r. Vs-aro de Tar.
.misao pI president, poncas palavras von-,diuW a resput
O SR.PITANGA-V.Eke.oquerler? Eu mando do pojeeto quo ser so diUte.
o livro. Principio por pedir venia amo-ipbres autorm
O~a.GRA~iinO- ~aocorda oniissto an-signatanios do projocte per nile teedo en tide ,a
OSu. tRANaver.o-O pahrecer da commisrao man-oigata ? Pea-
adepprova qatro eIZc9es te sspendeu o sen honra do asuignl-o, seja o0 pnimetlt tominar a pa-
juizo em relaaoa eleitopdotcollegio da Pedra e lara .
do ~ ~mCoseho '0 Sta. (0-s-Para o adopkar?
dodpBo o nselhno. 0, SR -ICOD DE T. 8T[NGALcnv

0Sn. PITA-,- diparero der a classe a que pertengo, apozar de reconhecet
O Ss. Ge esO' t apareer din, mais ou menos c"- d
tas palavras: que nio affectaudo ao Sr. Dr. Ama-eeuu dos mais insigificantes agicultores d
ro da Fonseca os votes bbtidos no collegio da Pc- provincia. (Nilo apoiadols).
j r i ** r TiMa. tendlo ca dado um aparte ao noibre dicpn-
dra, fique essa eleiao para ser apreciada por oc- Mad twdo lo dadest ur n an bte o a) proep.-
easio de ser apresentado o parecer em relao plo district, iicobateu o proj-
aos outros candidates. Ora, o Dr. Antonio Cor- to, de qu cram vexatorias as instrucI2s titue h4-
reia apresentou uma emtenda para que fosse logo viamsido expedidas, nao sei se pelo presidcutc da
considerado valid o proeesso e'eitoral do colle- provincia ou polo Thcsouro...
da Pedr; es&0 SR. OLYMP1O MARQUFs--Q11alto a ist) eon-
gio da Pedra; essa emenda cahio, pergunto :- o 0 S OLYMPI MAQ S-Quto a i.t on-
facto da regeiclo d'ella quer dizer que a cleiao ndo .r ailii
da Pedra, ficou n tlla ou adiada na f6rmna do pa- 0 SR. VISCONDE DE T.u.TIXox-Ma e ,li ac
recerpara ser apteciada opportunamente ? nobre deputado que o qivu. teria .0 pro.Jttot sus-
V. Exe. attend para que diz o parecer: (16). peder cram estas iltraC( deixanuo- a Ici
o SI. PITANO-:Ben, concordo, ainda nao estl para mais tardo. As instrucq-es 6o tie se quer
decidida a eleiiAot da PNdra. suspender e dcpois mais tardc vereimos so a lei 6
O Sn. GoEs-Pira nibestar eancando a pa- boa ou ma. 0 meu fin 6 este. Como V. Exe.
ciencia da casa e nesmo porque eu leio corn diffi- dissI convencendo-sec do vexames quo haviam,
culdade, nio continuardi. Quiz apenas mostrar quo nao tenia duvida dc mclhorar, de alargar a
que a Assemblea o6 antes a maioria da Assembl6a multa e o espaco do tempo, mas como n,,s t'mos
nao pretend proceder com justita, ao contrario a umn tempo marcado e (luo inuito breve sei om-
commissrao no teria fallado em nullidade d'estas pletado dc d(tar cada un cont'd'a ituilio que fez e
elei5es no seu paiecer. d aquillo que gastou, eaten ie deverno toniar
O)SR. Jos MARUiA da luim aparte. nuna providencia quanto autes, madantlni s ustra
0 SR. GoEs-MHs Sr. president, eu vou con- as instruc)oes c deixaulo a lai paramas tarde
cluir. A hora est' adiantada e j, disse por de- na part qac o nuobre deputadlo diz que ,'minuito
mais o quo pretendia fazendo aqui o meu protesto. boa. Mas per era etspoir, ,te ,. Exec. vN pt,
Mas nao posso Sr. prosidente deixar de dizer para projocto parai que seja alarl d, ) cstc tumpo fixo
que o public saiba que a Assembl6a vae annullar cm quo temos obriga,)i dol ftazer 0sso liuven-
a cleiao da Pedra, sem allegar ao menos uma tario. I iu I
nullidade. Aqui na provincit crio que1 nIo ha un Lt ,e
O SR. ALFREDO CORREA A Assemrnbl6a, nao senhor de engenho qite esteia habilitado pare fa-
apoiado. zer estes ivenitos. N6-, eiiorUes le tieewmio,
0 S. GoEs-rA. maioria, e so porque a authen- n-o) teminos escripto, nao a ,inis o quo ganhamos
tica d'este collegio nao foi corincertada e confenrida senlo pela couta do corrcsp idente. Nos ni esa-
pelo tabelliao. bemos o que garstaimos.
Sr. prncidante, se a nobre commission quizesse Assim, Sr. resident, um epa de tApo
Sr. orcurt,) teizser.se q.tuessenhor de n tn!&p --v6
proeeder corn justil, com imparcialidade, t oeria tocurto dizer-sLc a 1n. .eihor (to Onge
langado maoe de um alvitre, requisitando outra co- ct 6 obrigado a dar untina rela.o d'aquillo que ga-
~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ lm ec)rii *- *.* ln >fn.wcr 1 :(1( COiiA Hp0Sl\Cel. 'Se cAte
pia, corn esta formalidade, euja falta n io pde vi- nha econsm, t6 na col-sa ipos 1ivel. Sc esto
ciar uina eleitIo legitima. Se ha viio extnsc- no dr, o qtacon-1,- ? Acntc uio a aco-in-
co e nlo p6de *ff.o*tar a ella. nissao on os euicarregadi>s ,l i-, t'ero arbitnrio die
0 t. PRESIDEMzNrTE -- Previno ao nobre deputado dizer : o soihiar du; cng ,,li f- taito, gasto tan-
ue est. dada al hora. ,to c tern tanto d liquidlo. Ningu- n esti pripa-
0 SR. Gons--Uma voz que estA dada a hora, rul j)ara selhantecousa. Por isso l eu
sento-mne. (uero quo estc project ea approwade, af1ii de
0 SR. DE.OCRITO-Mas em que estado flea a dis- ue fi luemn su-spcnas cstas instrucqes. E :'come
cuso ? acho que o nobre deputy Ioli nio teon raza) pai se
^Q ~ ~ ~ ~ opo "t ? ri ii n pa nisyaglIn deste !>r.>iuto. COnto coMn 4 sell
O So. PR-HsiE'rN-rFica adiada pela hora. oppr i passage< dst rjt, eont corn u
A discussio fleca adiada pela hora. v-to. tr nai
0 Sr. president levanta a sessao, designando a Assim pois, Sr. prcsii,nt., para no towar nai
seguminteordem do dia: 3a discussAo do project tempo a casAi, li ito-:n a estas poucas bterva-
n. 3 deste anno e continuacao da antecedents. Ses para explicar o apart quo di ao nobrO, de-
+*. pitado.
16. SESSAO) EI 24 DE MARCO DE 1884 UNo Sit. DEiv-r.ko-Eu vol illais long. ., ,Ie-
roa supprossae da lei.
I'LESIDENCIA DO EXM. SRit. DRI. AUGUSTO DE SOUZ.A LEA%.O r 0 ,D T.arIr PreNiA-sto ) 1 'l c.
Aos 10 minutes aepois de mneio dia, feita a ceha- O St. 0
S. r L o para mais tarde. **-
mada e verificando-se estu:em presents os Srs. a ,. t epica.io 0o iobre deputia ,,plo
Ai'istareho Lopes, Estevo de Oliveira, Jos6 Ma- district xpi, sento-me.a t lo
rina, Silvino Cavalcante, Visconde de Tabatinga, distir santo- h ro Sr. p -si;t,
Pereira de Lynn, Demoonito Cavalcante, Cuna 0 Mr. %#Lutes FPlnkeiro-Sr. presi-fentg,
Betreir de ya, Demorsto Cavaldcanteo, CAmaihal send um dos representantes do coinmereio tta
Beltro, GWes Cavalcante' Arruda Fale7ao, Amoralo f
e Mello, Joo August, Lonureno do S Ba.o casa venho tambem erguer a minha voz outra ura
Nazareth, Santos Piahehp, Rosa e Silva, Luna disposio o fatal como aqula qu se achi n.
thin no art. 10; da lei do orqamento vi-enltv.
Freire Junior, Amaro Fonseca, Antonio Correia, n. 1 u re ora. eno vie em
i T-no A110_3_ 41-- Lx SR. SDxPuTAro-Butao V. Exc. eCsta el dos-
Praxed6 Pitanga Atugusto Leio e Alfrodo Car- acreci or euaoqoicb osn
reina ot. proside'to abreta stam-accordo nobre depado ua d +n-
Uoinpare~er delpoi4 os: Srs, Olyinpioe aqe, a-e
Moir do Taconceltor, Ermirio outin sD m 0 Sn. SAx-rOS Pianmo--Nio eatou em ldec-
mend Filho, Fiel Graifgeiro e Conutainio, Dmia- cordo.
Constaritno Lieo.sum dosrieenrosentairte. do esmurmreus aista .
Faitaaran es Srns. Paulo do Oliveira, Barito doe a.tas a ceCi~ elrrq.rl n
1tapissuinai Nile do Miranda, Ferreirn Jaoohina cs, von hl pej ooto ponqe aco- jl~at'e e to ontfa-i
Me o ny ed' Juvencio Mariz.vrdprec, rueah-jsteocnt-i
E' lida e approvada a a(ta da sesslo antecedeum seria colniori p^ a quo fosse mnatrita a ,li iosi-
te, depois de algumas observanSes do Sr. Alfroede o do art. 16 da lei do oriamneuto o(n corsidemo
Conne n. a bsurd o.
C o ri a, -. i i i St. presideute, aqui na oatpit tl a excca c',o :,le
O Sr. 10 secretaries proeede a teitura do se- S.peiotan aoptdaOOU~ d
nint lo s nnpna lei faz-se de nuna maneira, mais fora d'aqui
guint : 'faz-se de urn mode muito diverse. Os collecteres
IEXfPEDIfNTB sitO bastante arbitrarios.
Um officio do seeretario do governor, eommmnri- 0 Sn. AxToiSO CoRnre.+ Apotado.
cando que o Exm. Sr. desembargador preaidente 0 SR. SANTOS PrfaHnio-Esta 6 que .'; a6 rer-
da provincia expedio onens para que a eleieae de dade.
um deputido a esta Aaseniblea se effeetne no dia UM Sn. DEPUTAO--Neste ease V. Exc. 6 que de-
2 dejunho, no 90 districto eleitoral. -Inteirada. via tomar conta disto, e em lugar dc apoiair a ad-
Ontro do mesnio, transriattindo uma remregenta- ministratalo da provincia, deveria pedir-lhe cents
qlao de habitaates de Garanhuns contra urn projee- por esse facto.
to de postaras da respectiVa Camoara Municipal, 0 Sn. SANTOS PmxnErno-Apoio a admninistracAo
relative a criange de gado.-i..A' eommissao de pea- da provincial, mas voto contra a cxecuteo d'este


turas. artigo.
Outro do mesmo, dewvlveudo informado o abaixo UK SR. DEPULTADO Porque n'e vota contra o
assignado dos professares Isidoro Marinho Cesar, project tambem ?
Francisco Manoel BWzerra de Vanconcellos, Luiz 0 SR. SANTOS PINHEIRO Porquc acho-o jasta,
Ignacio de Oliveira Jardimn e Jaeintho Heleodoro porque vein livrar-nos de um vexame. ExjiU.do
Alves Cavalcante, declarando que o Exmrn. Sr. des- assim o meu vote, nada mais tenho a accresfB-.'
embargador president da piovincia, ainda nao re- tar. `
solve sobre o excess dos reeridos professoree.- E' lida, apoiada e posta em discussa'o a seinte
A' quem fez a requisilo. emenda: !
Otero do mesmo, transmittido o balanco e or- a N. 2-Supprima-se o additive apresente o
"amento da Camara Municipal de Garanhuns.-A' project em t2* diseussaio.-Estevdo de O 4 SU. "
commissio de orcamento municipal. 0 %r. Fiel Grangeiro Sr. pred'ui ,
Uma peticao dos contradtantes da publicanlo tendon de dar o meu voto a favor do project, qw
dos debates d'esta AssemblWa declarando estarem se dispute actualmente, nao o quiz faer -
dispostos a fazer novoe contrcto.-A' commissio bolicamente, senm dar as razkcs que tenho p
de policia. assim proceder. A
Outra de Jose Victorino de Vasconcellos Perei- E' verdade que a intencio do legislator, e#&,-
ra, requerendo eonsignalo da verba de 1394740 belecendo este artigo de lei, foi sa, foi pura (ap&a-
para pagamento do quelihe deve a Camara Muni- do do Sr. Democrito Cavalcante), porque s6 tmee
cipal do Bonito de cuotas judiciaos.- A' corn- em vista por este arrolamento chegar-se mais tr-
missio de ornament o mnuicipal. de a mudar o system de imnposiao qne acttal-
SOutra da irmandade de Noesa Senhora do Rosa- mente existed; mas, Sr. presiaeute, infeliz'nente
rio da freguezia da Boa-.Vista, requerendo prefe- neste paiz ha tanto atrase, ha tio ponco conhebi-
rencia na extraccio de duas parties de suas lote- mento do modo de exacutar as leis...
rias no 1o semestre de 1884 a 1885.-A' commis- 0 SB. DEMocITO --E ha tio pouca sinceridade
slo de ornamento provincial na execucfio dellas...
Outra do padre Lourenco d'Albuquerque Loyo- 0 SR. GRA.oEMo -... que a execua#o dessa lei
la, vigario de Nossa Senhora do 0' de Goyanua, torna-se per toda a parte urni verdadeira vexa-
requerendo autorisacao para desapropriar uma pc- 0o.
quena casa do lade do norte da igreja matriz.-A' No men district, per exemplo, quasi todes os
commission de peticoes. agricultores e negociantes, corn quem tenho con-
Outra de Philadelpho Barroso da Silva, acade- versado, tem-se manifestado...
mice do 3' anno da Facaldade de Direito, reque- 0 SR. VIscoNDE DE TARATINGA-NIo 6 s6 no seu
rendo ser provide em qualquer cadeira primaria district, 6 por toda a part.
d'esta provincia.--A' commission de instruceao 0' SS. GRA iRo ... clara e abertamfute
pu'lica. contra a execucao da lei, que aetualmente se pro-
E' lido, apoiado, julgado object de deliberagio cura suspender. Eu tive occasilo de ver o io
e vai a imprimir o seguinte project: e a forma porque a dita lei se executava e de fa
e N. 28.-Art. 1.o Fica garantido por espaco eu mesmo tive receio de que a maneiras o p e
de 10 annos o juror de 7 c/o at o capital de..... ia dando a execucAo nao produzisse at6 alrofa
2,000:000; is empress' organisadas por agricul- conflagraoo, porque ha collectors quo fanem wdi
toes que se destined a fiuda"4o de engenhos cen- uma especie de agencia ou meio para a obte
trais n'esta provincial. I de dinheiro e tanto e assmn que, a pretext de aw
< Art. 2.0 Para cada engenho nao sera garanti- term em seu poder listas ou models enviados pel
do capital superior a 500:0004. thesoureiro, mandam os seus amigos particularAL
Art. 3.o Ficam os eoncessionarios ou empre- afim de que estes forneoam-lhes esses modelos
sas que incorporarem lsentaA do pagamento de preco de 54000 cada umna.
qualquer impostor provincial ou municipal. Ora, nestas condicoes os pebres matuts, q.
Art. 4.o Ficam rev gadas as disposigoes em ignoram... .
contrario. S. R.--Saln das sessses, em 24 de 0 SB. VscOMDE DE TABArnOA--Dosa aiaz
marWe de 1884.-Aristac-*o Xdvier Lopes. nao sabia! _
E' lido, apoiado e post* em diiscussao o seguinte 0 Sn. GaAXGEIO-... como a cousa se faz e ca
requerimento; a cousa 6...
SSe a Presidencia tern codeimento do fact 0 SR. EnuImO CouTrNao-E born deelarar m
da demoli~o do duas casas sita em Nossa Senho- me do collector qite assim procede. Estas ac
ra do 0' de Goyanna, pertencentes ao capitio Jolo oes devem ficar muito c1aras, porque s eo
da Costa Ribeiro Canto, por ordem da Camara perigosas. -j
Municipal. 0 SR. Ga"msao-E' bastante quo eu
No easo affirniatiei em qis e se fundou a Ca- ha collectbres que teon. Procedi0do a
mara parn assim proeder. Saia ddas ess5ee, em 0 SR. EuMnIMO Cournmo-MaA 0 4 W IVo
21 de marco de 1884.- i"o de Miranda gosto de accusa*oes francas e boem n* ,
Vem i A mesa, 6 lido, a oiado, osto ema discuss 0 Sn. Jos* MAiMA--Ito e 6 e.
e em debate approvado v so te requerimento: 0 Sn. Ga&xn-Desta rm
Requeiro oadiamen o querimento apre- executada. Disseram me Je v
sentado pelo Sr. Dr. p 24horas.-24 de que awsim praticavamn, man U MNE
mango do 1&34.-Alfr. IiCs ome.-
daw ~e 1884.--Atf!' G Continue a disio do nimento do Sr. 0 n. BABo D Na rsim-4)b l ?.RI
.Lana Freire Junior, pm i fo aoes obe a distridto?
eadeia do Limoeio. 0 SB. Q aGiao--o 6. 0diseWou' 0
r.. rnl-(Iio do- ',ji*eiat.
volveu o aftudiseurs 0 0 SI BA4O, fVs WM-IB^l &
X idei apoia4 epo eonjit eteemd- wxar te to.
0 .,Guns=-.EUj u &M
Ou04 o aegpmteadditaeutb; 1-' .:..1 :S. a~a~k.*i|;p|^


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0e,


TO.ar


cpeo oftos emoar"eIspI ,ea r a^ suven~e dos,
,dessa exemoo e que ofp M a -
zendo corn dinheiro o tuan s 4 .
S Viascoa : a Durtl ia:nx eot auo tao eno
na -do arbitni odaioanxlao,
1: ~ otsm -1 As q.^.~tt eiw'a o toaans esi
Sr. presiduateq, dotoda a pa -to ellaa os tehogam;
e em viWU de mbrs c intgirad n F e constantes re ea.
| aies, entendo que todosa no o sem disecrepanca
^ po demos deixar de appn var a suipen4do des-
sas instrua oes, que tanto lestio fazendo ao
cdesin eio, a agricultara, nalmente atodas as
classes esociedade qua corn oem a provincia.
Teuhio coneluido. I
-O r % a, M$# Xaria-Medi a palavra, Sr.
p doantoft, para embona i ikar-4-te, porque ea-
ton disposto a nloy tomar o t mpo a esta Assem-
b16a, nanifestar-me contra a emenda que acaba
diser apresentada pelo men Ilastre collega e dis-
tincto amigo o Sr. Antonio stevio.
B.Exe. manda desligar a ea-enda por mini e
IpoW um outro eollega ollereei a aiprojecto em die-
.icussao: a casa comprehend, perfeitamente que
ibaporia na rejeico da cerna cmonda...
VISCOSDE DR TAIrAkT GA-Nao, 6 s6 para
'etr mbarcada alli...
's0 A JOs MAU--... e a nao posseo desco-
bran p motive, a conveniencia public dotermina-
tiva 4e .melhaate media.
sei, president, so 6deadvir ecenomria
para o es ablieo3 do fal to de nilo pder o
ppdeate da pviacia nomet r empregados para
Sque aeerem em eala repartigao atW o
a de duas, por isso que essas vagas slbo pre-
a1 hida.ani seoa effectifvaine te, ao menos inte-
aateatepelosomproegadosl e cathegoria infe-
iiseado-et nomemo modo d mesma maneira
p uiaa.as vagasadeate vindo, por conse-
a ficar vacm v se.,6que iia, o ultimo lugar,
C eioento .dflnauto.
kf ca_*6. que nio foi o louvavel intento'do fa-
ser *coaouias que levou a Assemblda p.,ssada a
eneatror na leiornAmentaria aquelle dispositvo
que a minaoemenda manda revogarn (Apartes.)
Os empregados da cathegoria inferior, que vio
prebencher as vagas abertas, percebem os venci-
mentos integraes correspondentes aos lugares que
occupam. (Apartes.)
Nao fei, portanto, corn o fim de economisar qus
a maioria conservadora da .4ssembl6a passada
admittio semelhante disposiicd. I
S nem se comprehende que tivesse a Assemblka
passada 0 -intaito de fazer, corn esa modida, eo-
nomiasf, ridiculas economies, quando entreoanto
esbanjon os dinheiros da provincia a mi'os largas.
Foi assim quoe, tendo prohibido o preenchiimento
das vagas que so dessem, conceded cerca ou mais
de dazeatas licengas a funccionanios, corn todos os
vencimentos.
0 S. Dz'xocarro--E o que tern isto ?
O S8. JosN MABrA-Augmentou veneimentos de
empregados pablisea c ornde n moro.
O SiL, o v6B E 'EAuAtisOA-E pedindo di-
nhei*o "
0 SR. Jos4 MAIA-De sort quo'-eomente eon-
sista a. economia em nio serem preenchidas as
u qae porv.ntura se dssem.a
Mosiando, Sr. presidenteo como acabei de more
tra- quoe nao foi esso5 r pensamento dos nobros do-
putcdts que se scntam na baneada opposta, qilaudo
membros da Aesembl6a passadi, mostrando que a
economiaque porventura haja,6 insignifieautisaitta,
porque rraa sa as vagus existentos e eatas pren-
chida por empregados da atesma repartio, de
rcat ir& i.itf'ror, quo peebe os venimeuMtos
do Igreft quo oecUpam interinamente quoe a
pro#*r. qp&e om ecupa o ugar 4de eatheria
i. m sea inodiato oenapa o que por este
meu vIO a vagar, prevado ietA & quee so aA
o et iWastre atigo deputado 1p I* t4lto
p jiAlficiar a eonveniencia 4d ou" embnda?
U 4"q9qo que eata Aesembl& no Apwov~ara a
emaendA de S. Exec., que proveito atghm tiari para
a pOOv4acgfl
Comprehende a Assembl6a, repito, qaue aina
quM ble d#eeofaetib 6 #sta imi@tficante, ja
*ii raR9as v
Or~enaos~ a6ptf aeSa pW ifia~ matsofle-4
betivos, o est;rsriH 1t *1WA
Ux SR. DEIf'TAD"O rto.
0 8. JosE MAUI-PeloI ma* u Nabo
S cabeensupi-1soa a 1ea1a a, i.6 qu" it ei nl o
i hSuppiflrir os lagates 'agos1 ra'& apenas
pTlbe ao epresideht6 provel-os, deixando, entre-
tautlo, a.. ehefes das reparti8es a faculdado de in-
terinatnente ptsver esae vagis corn emptegados
da estna reparticao. Deda, ponem, a hfrothese
de alguem mercer censura poe ease facto, de modo
algum sera o Exo Sr. president da provincia que
eo' srre pars essas sabstituices. Neose easo sd-
nua* eulpados 9s chefee das repartee !
&rocam-se muitos apartes.)
O empregado iammduate aquelle que, por qual-
quer motivo, por have fallecado per. exemplo, te-
nba deixad0 am. vuga^ Tki ebtslbituil-o, pe me -
do r*3gralmete 6s v e jaudo len
gal?, BM daqrUfam q ein 9 d-s
do. JLponesse modo wi prseiihidme teds. i
*vayias, fiuindo ab~nti a do tithao 'dbw bmpIregeidW
tirerI aj..
Comin-rehenaeraam aftual os liobteri dephtadinM?
Ua ~d. DanrAsO -a- Isrtn f outla sousaa; 64d<


g r fulamento da rpartieo.
0 SB, Jos* M~aa-'FEa e 6 eontrario, e b
argum entando assim, ttv* am uni finm, qau saup-
ponho tet alean'ado, demens=ra qbb nio Uem rs- d
BaquellM quo s6 opp ia & am ds miha:s
-w sob o Moalso p6dextodee do na r-
iateaso3 agus ave m anutgens pAta 0a
..s publicos. : "
IJit Oueah form a i V qbe 90 deram de-
*.lde #otada esaisa eb *mks fora= aas-
:agm,^ s eatt 431e do dier.
'Se as repartioes regrgirA dtanB de opi dot to
qwue azer eeeRAi I uno nfizessem ontra
c: ousa, entia h"uV dtiifao qae towem
u 0lpphg"dOS OSlse ad
v~ado, -at o w*#M-4 emmi. J~arti-n


tea



.*S
agi
per
3,'
tad
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lini
C
hen
dim
quil
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vad
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pelo
dos.


Ii
neca
me i
dim
corn
lug)
cert
seja
seWi
d'aq
desc
que
sicam


'te1flh2


SR.. BABAO an NA=T8,w i4ao m a& ff offonSa
ma; mas,'e u teho eessidadede dar um
caeo para tonar bem conhecido 0 men pro-
a Mte s Wta-eiMsa.^1 :,'1*1!'* ,-*
president, Jepots do largo debate que se
Au n'esta SeW8 Oe apreiando eun a forma
ue os nossos idro adversaries procedia>
otacLo da emenda apresentada ao project _n.
m pressuroso a tribuna- delarar que, se per-
Ura o men voto podesse influir sobre o reoul-
Sda votae, que estava empatada, nio teriae o
mo eserupulo dodifcal-o.
aS. ALFIEDO ConiM -Logo V. Exe. foi inco-
nte; votando ora de um mode, ora de outro.
S) BBAIo nD NAiMZanT-Mas tlve eate prow-
ante, porque tatendi que os nobres deputados
eram per forga colloear a questio no terreno
;ico; e eu que sou liberal, estou e estarei sem-
rempto a seguir os meus amigos. Depois, Sr.
idente, essa m .uda& te vto nao 6 uan facto
;mas, um aeto que serepeterem toda a part,
eipalmente, nos eorpos deliberations, quando
entura o assumpto 6 levado para o terreno
ice.
o entanto, Sr. president, na baneada consr-
>ra levantou-se grande celeuma, porqte en
a procedido aasim; e f'ai censarado, jit aqui
ribu t, j4 na imprensa, e, principalmente,
journal que serve de orgio aos nobres deputa-
Todos os aobrea deputados eonheccm perfei-
Inte qne ease fact n p)e 6 um aconteeimeonto
possa despertar censuras]tlo repetidas, em
emnua'x9io tao rigorosa qual aquella emi que
v incorrido. No entretantoo meu voto levanton
grande grita, resultando d'ahi quo eu fosse
urado, n atM offendido pelo orgio do partide
nobres depulados.
so, poren, tAo me molesta, Sr. president,
me desanima no desempeanho do mandateo que
ai confiado, nem concorrerA, estou certc para
anuir a contbna d'aquelles qu honraram-me
os sens suffragios e distingairam-me corn umn
,r de honra neste recinto. Fiquem, portanto,
)3, os nobres deputados, que, p0r maiores qae
n as suns invectivas, nao me abandonarei aos
conselhos, adoptando um procedimento diverse
uelleque mc iaspira o dever do cargo, que
mpenho, o a politic de man partido, ain da
tenha.de provocar as iras da baneada oppa-


nista.
fectivamnente, Sr. president, collooada a ques-
no terreno da confianpa, en jamais poderia
ar de seguir os meus amigos e de preotar o
i frreo apoio A administration d'esta provincial.
.eta questao, Sr. president, nao 6 somente
Fquet o d confianua political como muito bcm
a o men distinoto aigo, illustre deputado pc
*distrioto: 6 tamboa uia queftio deate,
e geral que affect a todos, que deve ser re-
ida, quanto an te.
xplicado assim 6 men procedi mento, Sr. presi-
.e,e no o quera.do per mais tempo abusar da
ncAo da Assembles, termiuo aqui, ccrto de qne
pri o men ever.


Sri Ol@* leoA artmes-(Nao davol-
Isen disourso.
lida, apoiada e entra conjunctamente cm dis-
bo a segninte emeundhi:
N. 3. Subastitutivo -Flea suspbnsa a execn-
fas instrucb s de 20 de novembro de o18
a execunao do art. 16 e seguintems lel 1, 7
i*tem que 6 m partam 'do fe to ol taide ,r-
que devetla se r exeeatas corn as seguintes
*acoes ^
1.0 0 prazo de que tract o art. 17 fics eleva-
urn anno qieleindtr eom Io P fiaestre do
icieio futunq; i s pulldc #or editaes das
rtig6es arree idaeras que serlo publicados
do os municipios que coastittteta os oito pri-
S.diricetos eleiltteiMs bo de os moes paits
AN euas sertac redtaidau a de 100 A A
d"eio ear aubSildad emupre quo fdf MU
celahraIo peranteas jtMta m em recurso pe-
e a $ost4ftota. Eftas maltas 06 maBw ft-
s, depoi sde rsole qhitativa; devendo
a a, a tfqMlb* -per- Ma8niwoubutbrnada a o
"'t ft deta Asoembl&.
3o As declaraoes exigidas na apodeem ir
Sd'aquillo que se aeha disposto ao art. 16.-
ttis Marquees. -
inguem mails pedindo a palavra, 6 encerrada
cissio.
S rOParesideute-Tendo-mse de se proce-
A votagio do ptojeoto e estando a hera termi-
a, vai proeder-se A leitura de um requeri-
Ieto de prorogao de ohera.
Sn. t.xt'o MA~~usS-Peco a palavira pela
S. PaRoats iw.-LaTem a palavra aoaobre deO
do. .
I r. Olympke krquaes-- (Na o devbl-
sea diseurso).
oide. -089 guhihed "eqfaeimentou;
Requeiro prorogaao da 4hera par d&t mind-
para o fim de votar-mse o prteto.-Demorito
vaicante. A
RaeqGOte6%ift Ima ft de ptotogaao 4o tra-
hos da sessio.-Josi Maria.,-Beltr.o.

a) lembram qe dee a t t*A *' requnerimnto
is restrictive.
>no. # oedm -V 6 aBo. :r v Axe t
rido proceder-dO A VoteiSb4, Rco-se nio
MB isjtunro.
) 8a PaB~tiirtb is~tnohsa patra a obtmtidBB~ u
d ie repre ftte t t a Aseooe ftu na is esio htte .
ks que tera ugt? afAtntnb no thwatV &iat&
hot, oh bera., Jo*16 M Ar aihs Plasbeito tNe-
maBdo a 8egtttt W do ri tithoa"1
I7.2 deswsta o 175 do 1U2.
7e27,desteanoe 175&de 1W2.


16 etc.
;^ 'fliia msa,,,- COQC TaW qaco e
ga: VNom11 eluttd or el ier-se: ceua-r

Na ool. 21 ,51openiod o qit' eone oea
Tambem nL pode &aer-ie ler-se:
que a- Assembl& dc anno passado nao (iu
rbecursos ao presidente da& prmovincia e r-
tbu amn orWamont o sequilibrado. 0
nobre deputadQ estd eaguWado ; a Amsciw'-
bhl6a, o am o passado& votou R$U Ori m-
to equilibardo, digo iai uki s6 equiib ra-
do, mas corn saldo.



REiVISTAMAIh


Assembl6a PrevwmeWa Founecio
hontem sob a presidenbia ti Esir. Sr. Barlo de
pisauma, tendo comparecido 31 Srs. deputados.
Foi hida c approvada sAm debate &a aetAn da
sao antecedente.
0 Sr. 10 seeretario proeedea A leitara do
guinte expediente. .
Umn abaixo assignado de seahores de engan
layvradores e moradores n termo de Iguara
pedindo consignaggo de verba no ora anento
vincial future para a constrmeqo de umr estr
de rodageni do engenhe Araripe ao lugar S
Rita, onde ha urea estacgo da estrada de ferrc
Limniro.-A' cominisslo de obras publicas. u
Unaa petiQao de Francieo Maria Duprat, ed
da revista 0 Brasil.'Agricola, requercndo que
Ihe mande pagar 1:350A quo se he deve de d
rentas.-A commissao do orpamento pro,
-cia|L
Oatra de Joao Line Cavaleantede Albuquer[
requerendo contractor a construceio d# estr
de rodagem do engenho Araripe a estaUo de
ta Rita da estrada de Limoeiro.-A' commit
de obras publicas.
Outra de Ricardo Connoly, estabelecido corn
criptorio deo commisso a rua do Commercio n.
remettendo 5 documents para serem presented
commission de legislaco.-A' comaMissao de le

Outra da mnesa regedora da irmandade do
nhor Bom Jesus dos Martyrios de Goyanna,
qucrendo a extracclo da 3a part da loteria c
cedida para as obras de sua igreja.-A' eorn
sao de or amento provincial.
Outra de Jobo Pire. Goncalves da Silva, re
rendo um privilegio por 30' annos para mo
urna ou mais mortonas deatinadas ao sa4vieo
limpeza e reparos do casco de embarcages.-
eommisso de petieos.
Adiaram-se os seguintespareceres: da womai
alo de fazenda e orcamento umn, indferindo
petioaes dos mercieso t d'esta e da cidade
Goyanna, tend pedido a palavra eo Srs. Joso6
ria, Estevito de Oliveira e Nilo de Miranda, e ii
Ab unprimir ojornal da casa. A requerimento
segundo; 4dd&a d dao tidoiadferind* os
qnerimentbe d. A Lsiri Ju Aeci*i e
Gratulianu dos Sailtos Vital,ia o pir terp
pedido a pflavi0o SB. Jo eM iaip Ferira,
Scoblna c o scxgnto prer mt. na pedido s
Jos6 Maria e teva i de Olivdr6 -
Foi approvado um pareeer da commisao de
tikes, indeTerindo o reqao iento de Manel (
;me do Silva. .
Forar A impnimir os meguintes rp3ecto, men
o 0 n. W *edbpdree&r AEi bAw 1ssO d
olu 0a00ci.V m e o d on. 71 ie sat*da do
.7.' kttAstndu a i nI ee-se 'fatIad
ni* 4oa*(t N#0 i ?kambeu T uwwe dftoWi
Cavelcante, arrematante das obra da. cadea
ML ?l.-Autotisaado sainmttwe*' As' nubk
td sobre o Pirapama em terra 4o e#genho S.
n#&, dedpendeAildo-se ai- tO0OOA.-
;M. 7% -Autewiandoi a eeap dA t 1;:
edn acontrueoao de uma oa de oerodo na
dA&de dO, .spifto I de dfL Mho -
Vejo Aamema e foi ld*e remurttiMk a tomplss
dd policia a seguinte ndic:ao .
Indico que se faeam no regimento d'esta A
sembl6a as modificaies e addioes seguintes:
a 1.' As setsobs p repamateas d Assemnbl
Provieial t o r L to0 W umi' deadae
gislatuta, fim iez ante s dt abeiQtar% blem, pa
o fim da verificaao dos poderes de sens membc
S2.a Feita a verifieogo antes 4. praso design
do no artigo antctfd.te -dar-st-,hio por concld
dos os trabalhos At6 a abertia solemn. !
S3., Os deputados B twa dirsito a subsidy
pmnaiario a prnvineia darAnte oe dos mezes
trabalho de oue tract* o krt. 70 da lei de reform
constltaaioniied.
c 4 Daiedntar-de-ha 4a dcputado 0 SubsiO
eCrlspoaqdente aot diae d- sesaeo a que falturp
*S, a das t e s f da oAssetQb&a ProsVinuht
Pernambuco, 3 do abril de 1884. -Silvina Cava
canke c4 Ahw4*trqe.u
0 Sr. De&i&eerto C atfante, pea Ordleat,.foz d
vdrs* consid'eracue e reuanota a umew mdioaq
6 iatlnd ent e 1 '4a ..icaa m paa e
oportuamente lidos.
Aliob-se peha hor. a !' discubsaot do pioteic


-. ordem dpaia e: i' I&ua i odo
de 1882, n. 15 d'e"t e countta*S o-


UK bofiwXa kfi~mai, par-
go 'e we46u do seu
ie& -Da povoacao do
, no* coaiarmxeam que
o paedo,o 0 moradores
ast ea deyubilo e ate
prfesora D. Anna Ce-
Sgr a radeia mixta
tenomada.i N'squet-
ar irtiltlaeo 6 pose da-
oaisadbo coin muitas
monsoa vivas A proleo-
e"t geral da intruse-


A


DOens qafra quo quando inhpinadame
ios pithl~piafdo a*bter algutas coa-s
s diate aw stIeoja nesa infelis sort
'risad rattnd6o 9 roovm os vngenht
polL prifslmoha yea, vioru* para oPah
i^iaantofe coes develop inoexedivel 4
cothes s Bib resit hteaeesw.
D'aM ho tf6 ale-vnaaf
do fate. .trerba oft mtiaor otoosIo
prf. wef aso eaw on" eeift do Wai.i o
a te de Ibeitura Iguaara


de~itk htcouatinho
" d '- 'jei e a j l e i i f iJlt, t U icp 4 4 4 8 Iw o M t^ i gfth ^ i aJ


dte-t-va-
alas e bar.


mbricttra; 1Dis-
I volume em bro-
Ferreina Jacobi-


mA, I volume encadernao etI >r a dia orthogra-
phia, pelo Dr.,BarboLa Ie<, dinme encade ra -
do e. alguns relatorlos.,
a Pelo soeio bemfor Maioel Torquato
Araujo Saldanha :
Fiancas criminals, or urn banharel em di-
reito, I volume ema ir; ogapia de Na-
nes Machado, I volun, em br hura; Novo Me-
thodo de Oendorf, 1 vlanme brochura; Ver-
sos ao l, por Phaela da a a, 1 volume em
brochura; iseursos de A. Iby pina e Alcebiades
avalcante e urma impo ante p anta da cidade do
Recif&.
Pelo socie effeetivo Dr. Jo Francisco do
Amaral:
Legislaqlo eleitor por A. Freitas Junior, 1
volume eneadernado; m.a io Bedor da Lua,
pot Julio Verne, 1 vol enea iernado.
Pelo soceo efiectivo Joio Eaptista Bezerra de
Mello:
Rosto e Coracfot, 1 volume I em broehura; A
vida aos 20 annos, 1 vo umeem brochure; A Mu-
Iher Adultera, 4 volumes em brochura; Tres Ly-
rag, poesias, 1 volume ei brochira.
a Pelo soeio effective Dr. Francisco Xavier
Paes Barreto: -
i Synopsis de zoologua, por (. Ramalho, 1 vo-
hme encadernado; Dins e Noies por Tobias Bar-
reto, 1 volume em bro hura; ventures de um
pretendente, 1 volume .mcadn& rado.
o Pelo Sr. Antonio J aquim da Silva Guima-
raes: -
A Lua, por Guillemi!, 1 vol me encadernado;
George.Sand, Lelia, 2 vtolunes Jncadernado; Geo-
graphia Geral, por Cortambertj 1 volume encader-
nado. I
S Pelo Sr. Floriano B. do Oiveira:
S A instruc.Ao public a em Ibglaterra, por Hip-
pau, 1 volume em brocelura.
SPelo Sr. Adolpho aXavier:
S0 Raio Verde, por Julio Verne, 1 volume en-
cadernado. i
SPelo S. Sebastiao do Amaral:
SA situalo e o partdo libet.al, 1 volume em
brochure; 0 Decus do yaticanc, 1 volume em bro-
chura; Ideas e Sonhos, por Soiza Pinto, 1 volume


Twabom u nos intorminide Qaeuo diaii1a
-. eQU,piquejA's aqhaalli funecionaindo a ca.
deimra 1ica do sevo masculine de que e profes-
mer o Manoel Fnseea de Medeiros, contend(
jA sa escola iauu erescido de"anlumnos.
SAquelle e professor resolve, A sua custa e coin
a2x0fio dealguns propriketarios prove suna escol
dosmoveis indispensaveis. Foi isto uma boa lem
brana em vista da erise da provincia.
ere-Hutonm, cerea de 11 horas da
manha, na esta oda ferro -via do S. Francisco
no lugar das Cineo Pontas, quando se tirou o sim
Splea do arco d& uma das pol-tas dos edificios emr
construcao, desabon o mesmo arco, fraeturand<
os destroeos a pemrna esquerda do servente Felicia-
no Teixeira, e feriudo e contundindo o carpina
Aniceto e ao servente Manoel Guaalberto.
Comnparecen a autoridade do lo distrieto de S
Jos6, que fez imedicar aos feridos, fazendo recolher
Felicianoao hospital PNdro II.
SPrcism ao-Hoje, As 6 horas da manh3, sahc
da igreja matriz da Boa-Vista a procissio do Sc-
nhor aos enfermos.
Theatro Santa Isabel Chamamos a
attencao dos leitores para o annuncio que n'outra
secreo deste Diario public o Sr. P. M. Musella,
exhibindo o elenco da sna companhia lyrical ita-
liana, o seu repertorio, etc., etc.
Pelo eleneo v8-se que tern a companhia; 2 pri-
mas-donas soprano-dramaticas; 1 prima-dona
soprano-ligeira ; 1 prima-dona contralto; 1 se-
ganda dama ; 2 primeiros tcnores ; 1 segundo te-
nor ; 2 lrimeiros blritonos ; 2 primeiros baixos;
1 dama cemprimaria, 1 teor comprimanrio e 1 bai-
xo comprimario ; e finalmerite 24 coristas ; o que
tudo forma 39 pessoamb
0 corpo de baile consta de 4 primeiras e 4 se-
gundas dancarinas e 8 corypheos.
Para a orchestra vem 12 musicos.
Alem de outras do seu repertorio dara a compa-
b|ia as operas seguintes : Aida, de Verdi ; feli-
uario, de Donizetti; Ruy Bias, Lucrecia Borgia,
Poliwto, Forza del Destilw, Norma c Urn ballo in
maschera.
Na Livraria Franea acha-se aberta uma as-
signatura para 24 reeitas, pagavel A chegada da
cempanhia, e cuja inseripcaofpreferencial termina
a 12 do corrente.
abala 0 vapor austriaco Ceard, entrado
hontem da Bahia, trouxe datas dessa provincia at6
6 do corrente.
Ainda proseguiam as sess5oes preparatorias da
Assembl6a Provincial.
Nada mais que merega mencAo.
SFerro-via do Madeira e Mamor4-
Recebemos o relatorio do Sr. engenheiro Carlos A.
Morsing referente ao anno de 1883, aljresentado
ao Sr. ministro da agricultura.-
vNasareth-'-No Tkermnometro de Nazsareth,
de 5 do corrente, colhemos esta local:
Numa tarde desta semana, junto 4 estaglo
-estt cidade, Francisco e Jos6 travaram-se de ra-
ki con Chrnistovto e Hermogenes, todos traba-
Ahadores on empregados de armazens de assucar,
do que resultou sahirem os dous ultimos feridos.
a Vistoriados foram considerados levels eos feri-
mentos. .
Nova Thalia Agradecemos o mimo que
nos fez estas sociedade dramatica de uin exemplar
impreaso dos seous estatutos. v
Dinlhteiro 0 vapor PernambWuco trouxe do
norte para :
New London Bank 50:000,000
H. Burle & C. 20:0001000
M. Florentino &t C. 8.-000000
Lur Gonealves da Silva & Pinto 8:000000
SaMuel Ytz & C. ` 6:357&200
Amorim Irmies & C. 5:0)0000
Pinto Alves &C. 5:0.00000
treira Rocha 4 C. 4:74.:890
S Baltar Irmao & Lo 7586460
J.Faustino 6644600
MatrlM dA _*a-Vieta -Nesa matrix ha
amatIh 8 hoe lnssa aolemne eom conmmunnbhiao
geral par exposigao do Santissimtor Saoraiento
no rate sepul.hr.
SA's 5 hons da tarde 8" proceder a' ceremonia
do lava-p6 depois do qual pregarA o Dr. padre
Jeronymo Thome da Silva.
^ Na.ex a-Mira, As 6 horas di manh, oelbrar-
me-ha sn Muemitdoe a wissa da Paixio e o mo-
to da adorm 'o da Crux.
'Esmola, Romettoram-nos para dirtribuir
corn families pobres 5^, Fizemolio assim :
Familua do becoo do Bonnardo 2t000
Viuva de Joio Victor Junior 3J000
D*eubsotmca. do rio Parnaahyba.
-Lemas na 4poce, de Theresina:
*. Continna ineansavel e proficientemente a do-
sempendat tae afanoso trabalho a eommissao de
engenheinos, que em boa hera dirige aquelles im-
ptotantissimos services, os quaes corn certesa mui-
to davem concorrer para os futures melhoramen-
toa d'esta provincia. "
f 0 ehefe da diatincta eommlsso -Dr. Benja-
min Franklin-teve de informar ao EnM. Sr. Dr.
Viotorl_ da Costa, do or4om do governor geral,
acorge do talude e ramnp do rio Parnahyba, que
enfrentam cean eata cidade, e consta que em f-vo-
ravel, desenvolvida e tecbnica exposico inestnara
ft. S. a neosshdade iaiprecindivel do uae*-aolfiho-
?nasm, asini eomo o mado mats soertado e
^ro.mpto do levarem a efeito tlo uteis Q urgen-
tiasimns services.


be Osntra. ndos :
oiM, qno JoO C G. Libo.,
t uram tnaz de M. Jaiot,'i
de nossas Francisco M. S. Gouve
mulher e 2 cn"nqas r
i 4 ckaps I escrava, Achilles J
l'aqueltes bau M~anoel do. Santo
**venum- a. m- da Coneeilao e
SLotewia da prI
wm.on 14 do corrente, wokl a
behbfidio da igreja do
fabi 6 dos Coqueiros,
deR't~A NoBas Senkewa ^la on
sc acharto expostai at
p smt
iMa*t*W no dta12 docreaTete.
|MW ve.ff Utinftes A vidar


,a C. ceira, Dr. Tho-
uwhe in I F. de Oliveira,
aJ m 0. Basteos, sua
r.Ayq Mea, sua tia e
stn Adolpho A. Cha-
-Ab i Xavier, Rosali-
enAiq e M. e Araujo.
notiL -Segunda-feira,
rai a loteria 28.', em
'os ehorna da Cnoue-
0 e r a da igreja do.
beillo 0 Mlatares, lnde



di,= am acrrafa
asaaica~ do pubg~ou.
&OQ)0 ,r extrahida,

osvortna, ma P,
Mllllt^A-den.;.
:t d14 correng, -
ysa ed naorea
"NI Si.1 it Al


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I
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*]


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-43 talhw de earaeverde.
12 ditq. de mui..
11 ditoa do fieunuaa.
65 ctupsxtinm nk do legini
40 idem do farinha e coidi
Deve ter side arrecadai n
eia de 165156M .
Ca"a e P tmmO. -
mm no dia 7 doorm : j
Existiain press 847,
existed 856, a saber:
15, estrangeiros 13, es
- -=T o t a l 3 1 9 l ,
-Movimento da enrmari :
Teve baixa :
Manoel de Samta Anna Motra.
TiveramI alta :
Galdino Pereira de Souza
Jovino Jos6 de Albuquerque.
J. Francisco de Seixas.


^ *


deoetue 4tJ
1-


'I

I


CHROIICA JDICILA '

Tribunal da nela I-
SESSAO ORDINAREA EM 8 DE ABRIL.
DE 1884 .
PRESIDENCIA DO EZX. SR. CONSELMI9MO
QUINrTINO DE MIMANDA
Secretario Dr. VirgiUo Codao.
As horas do costuane pres.ntes os Srs. desem-.
bargadores em numero legal, foi aberta a .iu,
depois de lida e appr:vada a acta da antecedefe.
Distribuidos e passads os feitos deram-ue ;*
seguintes
JULGAM ENTOS
Habeas corpus


Pacientes:
Andrelino de Souza Martins. -Negou-se a -.,
dem de soltura, unanimrmente, por estar proum]
ciado no art. 192 do codigo criminal.
Manoel Jos6 Torre&s.-Negou-sae, una nimemente,
por estar pronunciado. *
Manoel Rozendo-Mandou-se ouvir o Dr.jW
de direito do 40 disttieto crnmitnal.
Marcolino Felix dos Santes. Negon-se, u-w
nimemente, per estar pronunciado re6nme 2-
do-se ao juiz de direito de Flores o proqmpto jdl
gamento do paeiente.
Galdino Jos6 da Silva.-Mandou-se ouvir o Dr.
chefe de policia.
Recunsos eleitoraes
De Mamnanguape -Recorrente Fraacloe Xoabd
gues Viana, recorrido o juizo. Relator o Sft
conselheiro Freitas Henriqucs.-Nagou-se provi-.
mento, unanimemente.
SDo Recife Recorrente Francisco Aler dft
Silva, recorrido ojuizo. Relator o Sr. comoelbeire
Araujo Jorge.- Nceou-se provimento, unaniue-
mente.
De Ouricury -Recorrente o jaizo, reeorrnW
tonio Luiz Peixoto de Barros. Relator o H&.
embargador Toscano Barreto.-NMo so tom i
nhecimento contra o-3 votes dos Snr. consedheb*
Araujo Jorge e Monteiro de Audrade.
De Alagoa Grande-Recorrente o juizo, W f
ride Jobo Francisco Ramos. Relator o Sr. sw.
embargador Toscano Barreto.-Denu-ase provinmes-
to, unanimemne te. i
De Alag6a Grande-Recorrentes Pedro Aut-- e
de Albuquerque Vteira e outro, recorrido o *jm a,
Relator o Sr. desembargador Oliveira MaeieL.p44
Deu-se provimento ao recurso, unanuaiemente. -.W
Recursos crimes -
De Campina Grande-Recorrente o ju. re.-
corrido Dionizio Alfr-edo Daniel. Riator a W,
conselheiro Freitas Henriqucs. Adjuntos os at8
conselh.piro Monteiro de Andrade e deoembarga-
d.r Oliveira Maciel.=- Negou-se provimento me-
nimemente.
De Goyanna Recorrente o juia reo,
Manoel Viriato Bezerra de Meneses. lealatr.
Sr. desembargader Buarque Lima. Adjdath. ad
Srs. conselheiros Queiroa Barros e Freiis H
riques. Negou-se provimento, umaiie "te. .
De Souza-Recorrente o bacharel Mamoel
valecante Ferreira de Mello, recorrido o juito.
later e Sr. desembargador Oliveira MacieL U
juntos os Srs. desembargadores Toaeano Da
e conselheiro Monteiro de Andrab.-D es- -
vimento ao recurso, unanimemmte. '
Do juizo do commercio-Recorrente oaizbs
corridor Joao da Rocha. Retator o Sr. de -
gador Pires Perreira. Adjuntos os Srs. r .m
bagadores Buarque Lima e Oliveira MiWL. p
Negou-se provimento, Unanimemante.
Appefla96es crimes ..
Do Rio Formoso- AppelLante0 prootr bi-
co, appellada a justice, r6o Emygdio, eaerva
Relator o Sr. dembarador Baaqe fmu.
Mandou-se o reo a novo jury, contra os v ip
Srs. conselheiro Monteiro de Andrade, Oi1v*
Maciel e Toscano Barreto.
De Atalhaia-Appellaate o prommow
appellado Augusto Marques Baxbosa. I
Sr. desembargador Buarque Lima.-Manda-sO
reo a novo jury, unanimemennte. '
PASSAG*XS


em brochure. i
Pelo Sr. J. C. Rib iro da [Silva:
Umla noiva mascul na, 1 volume em brochu-
ra. '
Pelo Sr. Augusto C(ementiio Bezerra :
Os conspiradores, I volume eneadernado;
Elements de chimica, por Vayry, 1 volume enca-
dernado ; Historia do Orasil, ]jelo Dr. Macedo, 1
volume encadernado ; por e\circulair collective
aos discipulos do Augu to Comte, 1 folheto.,
a Pelas respectivas redacws :
a Journal do Recife, Brasil (Rio de Janeiro),
Aurora, Folka do Norte, Diario do Brasil (Rio de
Janeiro) Globo, Ince.tiro, Monkculo (Rio de Ja-
neiro) Gremio dos Professores Primarios, Cosmo-
polita (Rio de Janeiro) Echo de- Palmares, Triba-
na, Apostolo (Rio de Jneiro),. Diario de Noticias
(Bahia), Tempo (Minas-Geraes, e Corrdeio do Na-
tal (Rio Grande do Nor e). 1
a DecArou o Dr. V secretario que o Gabinete
no decurso do mez den aro pr.x'mo find recebe-
ra donativos, em dinhe io, no ao de 184000, e
que dos mesmos fizera (ntrega ao thesoureiro Be -
zerra de Mello; aeres oitando que, em nome do
mesmo Gabinete, tern a gadecilo a remessa dos
jornaes feita pelas res ,ectivab redac5ies e to-
legraphara no dia 25, de mrio a Commissbo
Central Emancipadora, felieitndo-a pela festa do
referido dia. f
Foram em seguid4 propoptas e approvadas
para socias bemfeitora as Exnas. Sras. DD. Leo-
poldina Candida de Ar0ujo J cobina, Anna Mar-
garida do Amaral Cam ello, erminia Rosalina
do Amaral, Edeltrudes Coutino Alves Barbosa,
Maria da Gloria do Amaral e I Luiza Evangelina
do Amaral.
f Forum tambem propostos approvados para
socios bemfeitores s Exms. Sr. Drs. Manoel do
Nascimento Machalo Portella,' Augusto de Souza
Leao, Joao Baptistao-do Amaca] e Mello os Ilhnms.
Srs. tenente-coronel Miguel Reineaux Duarte,
professor Vicente de Moraes M ello, Joaquim Gon-
calves dos Santos Pereira, Drp. Joaquim da Costa
Ribeiro, Joaquim Moreira Lima e Vicente Feroer
de Barros Wanderley- e Aranjdi.
y Levantou-se a sessa o As 3horas da tarde.
Lell6es-Effectuar-se-hba ::
L- Hoje: ",d
Pdol agent Brito, As 11 aors, na rua do Li-
vramento n. 31, de um predio.,
Pelo agete Buramaqui, as 1 horas, na run da
Unilo n. 17 do espolio do dese nbargador Buarque
de Nazareth.:
Pelo agent Alfredo GSmar e$A 1 hara, A rua
do Bomrn Jeous n. 51, de facas garfos, chapos.
Sabbado:
Pelo agent Carno e Silva, 4o meio dia, na tra-
vessa do Corpo Santo n. 27, de predios e um enge-
nho. ,
Mia as ftumebreb -g ereiebradas :
Hoje: as 7 1/2h' oras na matrix do Cor-
pe Sants, per alma ( e Maoel Franciseo Peoa-
tes; as 71/2 horas na atriz la Boa-Vista, por
aline de D. Anna Clotide de de Ibuquerque Bovne-
fond.
Watgadouro p lim. Foram abatidam
no matadouro public a Cab nga, para consumo
do dia 9 do corrente, 2 rezes.
Passageiros,-( hegads dos ports do nor-
te no vapor national P.Mambio:
Antonio F. dos Santc s, Jac tho A. de Souza,
lobo S. Antunes, Arist des F Rosa, Luiz F. S.
Martins, Jose6 Gurgel lo-A'inral, Valdivino F.
Cunha, Julio Guirar, A do de A. Cunha,
eaipito Robert WiltibaJk, Jo A. Areas, Lyte
SNelson, Jolo Manoel Ferreira Francelino Rabel-
lo, D. Abbade de 8. Bento" ,qeimn T. P. Parana,
D. Francisca Serratto os, eomramend"dr
Silvino Cunha, Consta io a do), Alfredo Lo
es uimares, Carlo indn Antonio C. tt,
Jo amos Siquearas 0 s e os, lorentino C.
d A. Chafe, P. as, e tie C. de Mle,
Gao Witbank, eonego Ial Dr. J. Agotbo,
Atoa O Mag*uihelH, Mu-6t09 .. Ramos, Vie&Ate
G. Amri, Francisco C. L. Sobrinho Antonio
Santos, Manoel F. de Amaral, M. A. Moura e 3
companheiros, Jbaquim Duarto e 1 fifha.
h Shidos para o morte no vapor aacibmal Ma-


I


3 :!

, 1 *' I


F


I


Do Sr. conselheiro Anaujo Jorge ao Sr. ma
Iheiro Monteiro de Andeade:
"Embargos ifringite,
Do Recife-Embargante Francisco Ats ds
Oliveira, embargados Thomaz de Carval L C
0 Sr. conselheiro Aranjo Jorge 0m0 proedwa
da corna e promoter da justiga deun pareer -
seguintes feitos :
Appellakes eiveis
Do Pilar-Appellante Feline de Castro Muea,.
renhas, appellado o agent da compah da A t
trada de ferro central.
Da Escada-Appellante a faznpd4 por e aA-
leetor, appeHllado Dr. Antonio Francisco Correia
de Araujo. -
De Jaboato--Appellante o ja ,
Dr. Francioco doReg Banos de Lacerda.
Appeliacoes Cnumes
De Leopoldmua-Appdtae o jumo, appella
o menor Joo, fiih de Sebastiao de Oliveb o
ha.p.
DaI Independencia -Appellante o juizo, appl-
lade Firmmno, escravo.
Do Planc6-Appellante o jniso, appelaAo m-,
tonio Correia da Silva.,
Do Recife-Appeolante juim, appdisd. JWi
Pereira da Silva.
De Cajazeras A Ute D.Ama Jo pha
de Jesus, appellad e t4 FigI it.
Do Baiquo-Appellante Marclo Claudia do
SoUizaappellada ajustia..
Do r. conseeirMoutro M tido Audrade mo 8r.
eonselheiro Queiroz Berm : :
Appellaa civl
Do Recife-Apllate Joaquim iMoreira e,
ippellada a companhia da estada d4 fern do Li-
noeiro.
Do Sr. desembargador Tommat Ba reisto *o r.
lesembargador Olivai Maciel :
~~ Appelkqo wirMu
Do Recife -Appellants o julo, apieHsd V-
toP Leandro Pereira.
Do Cab. .Appalbleo jan aJ *ipal ot"
toel Imiacio da iaiv

Olivemm Ma" i fG. -

len~btd~ ie ewr





























































rio Meades daRo-
rao.p e 15 mi1to
ma e 15 aiaultois


W: reems? da aUwoua. As ee.-
our" 40sb01 x"Rsfoas In-
A- *q'll s !aB

V^ e que come9ou &a propaganda dos
6oficiolistas intransigentes souios acca-
n6s agriltor, do inerts, de im-
|povientes, porito nos .fesembaraarnos
:* mpo dos braeos escravos que possui-
,-n, deixando quo eutros mais visados e
caitelosos o fizessem, embora vendendo-os
Ibom preo, ou entranao-os aos cre-
res por debitos contrahidos.
SaecusaeIo 6 injusta e aburda, comno
ttodas as que nos as o do irigidas pelos
-jhigos rancorosos da lavoura.
1E injusta, porque a lavoura, quUle ti-
Alt outros braos para sustental-a., nopo-
4i emprazto blimitado disp ar os qu
tPad o o0i 8 que
pMsuia, privando-se de repented do 8ervigo
iumi ilhAo e meio de escvos, qiti
Io empregados usna grieltra.
19 absurdo, quer soe encare a enormida-
d capital representado por ease miliho
el* io de escravos, quer se attends A dif-
.idade, senlo impossibilidade, de subs-
tuilos dentro do pramo decorrido depois
da lei de 28 de setembro.
a Mao, diseis v6s, podieis tel-os veaoido
,e born preo, como- fizeram oatros mais
*a&&I do qu v6s,s e, accrescentamos
-6s, come o fez a nobre provincia do Cea-
, exportando os ses para as fazendas do
aLu


MAaaraieiam Bo A tlaw u agricwla.
uEntendem quo,. poy isto, poBe1'eofase
d chofre a e mancipao de umn milho e
com mil trabalhadores agricolas, em pro.
jizio pars a lavoura, desfalcada na enorme
Souima de -550 mil coitos do r6:is, avali-
d6 cad esocravo cm 5004)0 Entendem
o 9s ag e ricultorebasoliros podem sup-
prtar- o golpo, q sando'b3 opulentos colo-
nias mglezes en 1834'tiveram por cad. os-
cravo 600#O00, iademnisa93o aliAs muito
generosa n'aqeile tempo.
Eatendem assim, porqe ?
Porque, dizem, que somoscontinuadores
dos conitrabandistas de escravos, nao tive-
mos a espertezs e asbedoria de muitos,
qque os venderam tempo e p)r bonds
pregos !
SPorque, no pensar de muitos, som3s ua3
potentados, unas orgalhosos, uns va lios, Op-
pressores da humanidado !
Mas, n'este case, sWde logicos, secde coa-
sequentes. Se o nosso bem estr, qwo
exagerai, 3 o socego do quo gosamos, so
a tal ou qual independencia em qeuo vive-
mros, desafia-vos as iras. voltai-vos tambemrn
contra es capitalistas, o7atra os banquei-
ros, contra os grand-es negociantes das ci-
dades.
Deixai eahir a mascara e apresentai-vos
francamente communistas, niveladores, ni-
hilistas.
Desenrolai a vossa bandeira i~cgra.
N'o tendes coragem pars tanto, porque
neste piz inenso, abengoado por Deus,
ondo une falta terra ningaem para tr4ablhar,
onde muitas industrial proveitosas e .Iu-
crativas apenas corneamn- a -ser explora-
das, seieis repellidos vergonhoa6amente
pela socdade em peso, se naeo encobris-
seis,os vossos damnados intentos corn o
manto sagrado do umaid&anobre e gene-
rosa, que v6s mesmos nao eomprehendeis,
quando aquereis desviar do cauiaho pac-
fico, regular e sensato, que ia ssguindo.
So a propriedade escrava, garantida pe-
lae leis do paiz, que sainda. nao a d-roga-
ram, 6 actualmeante um roubo, como pro-
clamais, eno.ouco tempo a propriedade
territorial serA tambem um roubo, Ao ha-
ja nisto a menor davida. A terra, di-
rois v6s quando for tempo, 6 bern commnm,
que pertence a todos, nao p6de ser sus-
ceptivel de apriao exusiv. de pou
eos ein detrimento de muitos.w -'
E assim ir-se-ha renovando a ete:nx
queixa dos eternos niveladores. JA na
6orte do imporio, o'aqut- mesmo comega-
se a pregar a nocesidade do uimna reorga-
O .isao na constitaiglo da nossa proprieda-
d(territorial.
Sois uns descuidados, uns ineptos, uns
i4previdentes, continaais ainda a dizer,
p rque nao vos prevemst" em mpo, re-
Mado 0s vowos ma, ini Smos,s 8vqBsos
apparelhos de fabric assucar, admittido
d 0 es ....ange wo oos melhors-
mono$s na Von&a fiodiusa. 1. 'I1'P11'.1:1:11 *.


opaltaodAs Parac A e.us tbit e .olluros in-
LOcatos.
Ul ongepuheiro francez. de roconheocido
r erito, fow owviado pela|opverno As co-
) lonias par& estudar A'.jarcha e ol dseon-
, volviinento de taesonew entos. 0 sea 'pa-
Srecer no foi :'foravil ,ecncduio o sou
relatorio, acoselfando aos propprietarios,
Squoe tinham os seus engeuhos nmontados, e
quoe produziam dez nail arobas d e assucar,
ou mais por safra, que oiutinuassem a
mantel-os semw ae contptaren corn mas cori-
panhias. : :
Ora, n'estas oondioes temos n6s miiitos
engenlhos, e portanto aos seua proprietsa-
. risag aconseihamos por uossa vez, que'se
abstenham, por ora, de fazer setoilhantes
contratos. S elles teem os seans enagenhos
bhem montados, se neo Ihes faltam credito,
nerm racursos pars -continuarem a man.
tel-os, neithuma precislo teem tie se astirs-
rem ao incerto e ao descoaheeido,Iperdendo
on venoendo per baixo preo asa machines
que possuem, e, deixando deteriorar-se os
ediicios, que lIhes custarain tanto trabalho
e dospezas. "
Taes engenhos, no dizer do eagenhteiro
francez, a que nos raferimos, constituem
per si s6s verladeiros engeohos eontraes,
quo p-de'n alargar-se e adwmittir -unm na-
aero cousideravel de lavradores, tado sob
a diraccao naica do propritario active, zO-
loso e intelligeate.
Qruwido Aquelles quo oestlo 'atrasados,
coiaipromeottidos a onto de faltar-lhes <
credit para moutarem seas !uaclsnis-
1eIa, ere. s eoanp s oelifieos as 'rep-
raM N necessaria, diremos quo podem
aprov.itar-lhes oa engenhos centree, pou-
ppio-lhes despezas, que avaltam cads
anno, para a manutengio doa mesmos ma-
chinismos e edificios.


que vgo desappa-

mesa que pretende-
go seouiate.
Erilde -1884.


urarla daS*o-
tad4ra da las-
a do PFov 4da


RECEITA
aldo do anuo paasadb
tfeaalidadesl doa socios <
bias de aecios
Dimnatios dos seguintes Srs.:
knoel Carpinteiro de Sousa
o To Jos odrines Menae3
Jo06 C. Torre Fereand=s
r. Olympio. Marques da Silva
iva de, oFranciseo de Paula Rodrigues
)r. Jolo Jos6 Pinto Junior
)r. AuBmto Vas de Oliveira
foiA Adulpho 0. Lima
,Qmmendador Josiutm Felippe da Costa
ragaa Boeha & C.
noell Carpinteiro Pires


DE8PEZA
impeza da casa e moves
lonorario aos protfessores
ugmonto da mobilia
apel, penia e tints
|ibliotheca (encadernaale de livros)
bnsumo do gaz
. settler, saldo de sea emprestimo
)3pezas geraes
atlo para o anao proximo de 1884


1


4155915
:6855000
120000
505000
20$000
5,000
605000
105000
12000
205000
265000
4525000
505000
505000
:97551915

2365700
:5815000
479000
58,960
70E000
100S800
3035000
165.680
415.775,


2;975J915
Sendo o -debito da sociedade ao socio Sr. E.
settlerr da quantia de 400000, este smnhor rece-
mnlo a importancia que consta do btlanco, fez de-
stencia em favor da sociedade dos 1034030 res-
rntes.
Fechado em 31 de dezembro de 1883 e apresea-
i lo em assemble geral de 16 de margo de 1881.
0 tlftoureiro,
Tito Livio Soares.
Julgamos regularmente prcstadas as presents
)Rtas.
Sala do omselo 4da. ociedade Propagadora da
-]oPublica do Poao da Panelta, 16 de
!*' CLo TertulaPi Fernandes Q'intdl.
t -


bird de C
h, a A e Xar<


Joao Moraes, grtao par
tinctos eavalleiros resident
que se dignaram mandar re
alma de ,sea presa0o irmno
raes, vem do alto la empre


Ihea esta prova dt
Recife, 9 de abi


Mialriz do


senthfi


il de 1884.


Corp


A irmandade do $8. Sacran
de 8. Frei Pedro Gonwalves do
lebrar todos os actos qommemora
paixio e morte de Divino Red
todos os seas earissilnos irmao;
aftm de encorporadas, assistim
que terilo lugar na sua igreja,
dem:
QeIuarta-feiri
A's 5 4ioras da
Officio de trevas.
Qu nta-felra
A's 10 l1oras da
Missa cantada pars a solemn,
Sacramento.
No niesmo
A's 4 horas da I
OfficiS de lava-pS3., I
Sexit-feira
A's 6 horas da
Celebraglo dos acts dat pai
4 horas datardeo desimentoda
grimas e a procissAo de enterro
Sabbado i
A's 7 horas da
Officio de alleluia.
Domingo
A's 4 horas da
Missa solemne, seguindo-se a
murreiao.
A mesa regedora espera qu
mlos venham abrilhautar corn
magestosos officious da nossa san
buindo assim para que sejam r
nidade e splendor eompativeis
vino. -
Consistorio, 5 de abril de 188


arvalk4

arnlhi
;o a.



pi coon os,

L COM Os
3em Carum
iar mmssas
Daomingos I
sa agradew
nitos caridow


Santo
iento da fregi
oeife, teudo d
tivos da Sag
emptor, convi
& comparce
inm A esses a
e na seguinte

tarde


SPara conastar amdo 0 p Dro
g Afogado 5 de abril do 184. Imab
? rici de Souza, ewrisovo o.crevL
: ne SydroUiohemedeeU, i


( De Mrdem do Illm. Sr. .aQco se &g;pb
que as 11 boram do dia. 9 do smrrats mex, %ad*
i vendidas em leillono twapiche Co gioa, a l n-
ecadorias abaixo dcad, a bqr:
deimcc
AngmaimaL
2 fa n.1 6ea. 2 ,,
S Marca dimante 8 no cenatro e PL am hih-
2 fardos no. 196 e 197, vados de Uo L Va.
por inglez MerAes, entrado m 7 fet m
de 1884, contend paIpel ntado pra frar .
als, pesando liquido 250 kogramm, aad .
dos aos direitos por Francmio Manoel da Sulv
& C.
Se mmarca 47 bales mackucadoa, viad" 4$
Liverpool no vapor ingles Cordov, entr ado em
dis- de dezembro de 1878.
A Sem mare&a=iUm sacco, ide idem, no vWo ila.
aru, glez Comnma r, idem, em 8 de marge di. 180
per contendo dobraditas de ferro simple, IM1 IX
Mo- kilogrammas.
er-. Mares SPJ=8 ehapas de fogio quebradas idea
e idem, no vapor inglez Warrior, entrado eam 10 de
S- fevereiro de 1881.
Marca Franciscode PauJa enna-Tres p "r
fles quebrados, vindos de Liverpool no vaor -
glez Orator, entrado em S de janiro de I81.
Armauem n. 4
Marca MS-Urma caixa n. 1, vinda do Khwi
lezia no vapor francesez eramebaco, entrado em 3IS p
e ce- janeiro de 1884, contend papel pintado pa ff
rada rar salas, pesando liquido 169 kiIogrammaP,aba-
id donada aos direitos por Friacisco a M da S
. va&I.


Armnazem n. 5
Marca 0 TEMPO Urn paeotW e.a i*%
vindo de Liverpool no vapor inglew Luh.wm ,
irado em 7 de margo de 1882, coateado 2MU
inas de chaps de cobre e suas ligas, ui6-mi
madeira.
Armazem a. 7
Marca diamante WB em eima e TC 4 mUi"
-Ureia lata idem, no vapor ingleIs Tamr, %,
er 14: idem idem, contend 12 VPogr-m- p.
liquid legal, de tinta preparada a ompM pl-
tura de casas.
Marca GRC-Uma caixa vieda no vaporS
Alice, entrado em 28 idem idem, :coateq ld-
logrammas de cartoes annnncios de dame efirm
Marca Aguiar Uma dita idem idem, rnntamo
10 kilogrammos de cartaes annutios de 4...
cores.
Armazem de bagagem
Marca Win. Tompson-Um paeote sem mae-
ro, vindo de Liverpool no vap.-r inglez Gawead,
entrado em 18 de maio de 1893, contend 4 1/2 ki-
logrammas de roupa feita, nmo elassificada, de ea-
semira de lit singela.
Marea Joaquimn Luis Teixeira-Um pacote a.
524, vindo de Southampton no vapor inglez Der-
weit, idem, em 2 ilcm idem, contend ametrs
de fustPo de algo4Ao, em retalhos.
Terceira see*I da MAlfandega de Pernambwon,
5 de abril de 1884. 0 cehefe,
Cicero de B. Medlo


-rem,
etos,
e or-


to
manhi
ecxposigio do SS.
1ih
tarde
ii.
nanhl
lo, seguindo-se As
iruz. sermio de la-
do Senh'r.
S
wanhl

anha
procissio da Res-
todos os seus ir-
a sms present os
a religi4 contri-
Iestidos da solem-
com o culto Di-

la Silva Loyo,
Eserivio.


I.;


4 de
U7S


Brejo da
Alves de


- ncerrou-se a sesslo As
aw tarde.


H" '' .1 1























DERS''


-so U a 0lga UAI rLiImutwa U,.UW z
Conilercial Agricolad P iTiw-
-eu% 7 dabrilde 84.
:.. '" 0 secroterio,
Antonia Nunes Fer'reira -Colnbra.
e das Amas da malriz
D do Corpo Santo
De ordem do irmfo juiz, convido aos nossos ea-
rissimos imarmos a compareeerem no respeetivo
conaistorio no dia 11 do corrente, sexta-feira da
paIKo, As 4 112 horas da tarde, afim de acompa-
nharmos a procisslo do Senhor Morto ; e bern
asim no din 13 domingo, pelas 7 112 horas da
manhl, pars tambem acompanharmos aprocissao
da ressurreigo do Senhor, pars as quaes tive-
rnos convite.
Secretaria da irmandade das Almas do Recife,
fide abril de 84.


0 escrivao,
Affonsq Rodrigues.


Obras Publcas
De ordem do Him. Sr. engenheiro chefe direc-
Stor, faco public que, em virtude da ordem de S.
Exe. o Sr. desembargador president da provin-
cia, vai em praca no dia 15 d4 corrente, ao moio
dia, a obra de reparos da ponte dos Arrombados,
orgada em 1:270A405. 0 orqamento e mais con-
dioes do contrato se acham nests secretaria para
serem examinados pelos pretendentes.
Secretaria da Reparti~ao das Obras Publicas,
7 de abril de 1884.
0 official,
": Jodo Joaqumin de Siqueira Varejao.


Salta Casa'da lisericordia do
SRecife
Devendo a 1lma. junta administrative fazer
celebrar ua igreja de N. S. do Paraizo, pelas 10
horas do dia 10 do corrente, a missa solemne que
ha deo $ede aexposicAo do SS. Sacramento
'. e. ta penne, cnvida a Wodos os irmaos da
8anta Casa para que se dignem de comparecer a
oeonacto.
o earetaria da Santa Casa de Misericordia do
.. eif, 7 de abril de 1884.
0 escrivao,
S Pedro Rodrigues de Souza.

Compamfia dos trilhos
urbanos de Olinda
De accordo'eom o art. 12 dos nossos estatutos e
naWfdrma do art. 64 do decreto n. 8821 de 1882,
cnvoco a assemblea geral dos accionistas, por
.ordem do respective president, declarando qne a
reunido se effectuari no escriptorio da companhia
no dia 21 do corrente As 11 horas.
Escriptorio da companbia, 5 de abril de 84.
0 secretario,
Jose Antonio df Almeida Cunha.

"CLUB CONCORDIA

Ich beehre mnich den


Herrn


Clubmiilgliedern


bekannt zu geben, dass

karten liier das concert

meines Sohnes im Buffet

des club aufliegenEuum

lade hoeflichst zu zahlrei*

cher Betheiligung ein,.

M. Lamberg
Camara Municipal do Recife, 7 de abril de
18.L Him. Sr. De ordem do hIllm. Sr. verea-
7lrcpomnissario de policta, recommend muito
tcrmi'bntemente a Vmcis. que nas informaq5es que
tem de dar sore as petieoes de parties que pedem
liceua para atrir ou transferir cstabelecimentos,
devrem bservar rigorosamente, quant) paga de
alugael o predio, se esta ou nao occupado, e por
quet, e no case de aclar fechado, qual o tempo
decorrido, finalmente devem os senhores fiscaes
ter em muita considera&Ao o que se acha coatido
S n'uma portaria que nesse mesmo sentido ji fez
expelir o mesmo Sr. vereador cemmissario de po-
licia, na qual prevenia estas continuadas faltas
ema que diffiealta a marcha regular do service mu-
*nieipal.
Dens gaarde a Vinmce. Srs. fiscaes da muni-
eipalidade.,
cipalid0 secretario,
SPedro Gaudiaw ds Ratis e Silva.
Santa Casa da aisereordia do
Recipe
Pauta dos Illms. Srs. mordomos da Santa Casa
de Misericordia que teem de fazer hora
ao SS. Sacramento na igreja de N. S. do
"Paraizo, no dia 10 do cofrente.
De meio din a 1 hora
0 Exm. Sr. desembargador provedor.
PO Illm. Sr. Dr. Joaquim Correia de Araujo.
S De 2horas
0 0 lUlm:t commendador thesoureiro.
S0 Illm. Sr. Dr. Augusto Carlos Vaz de Oliveira.
D De 2 as 3 horas
0 Illm. Sr. Dr. Pedro Affonso de Mello.
o0 him. u Hamwel Antonio Cardoso.
De384A4horans d
o Dinm. Sr. Maool Jos6 dos Santos.
1 0 DI.j. Sr. Dr. Francisco Apoligorio Leal.
Das 4 as 5 horas
S 0 Exm. Sr. Vineonde de Tabatinga.
Dh IdlmSr. AtoniJoo de Amorinm.
Das 5ashora8
S0 Exm. Sr. Dr. Joao Capistrano B. de Mello.
0 Illm. Sr. Dr. Liz Emygdio Rodrigies Vianna
Das;6 is7horas a
0 g um. Sr. 0ommendador Albino Jo" d&Silva.
E llm. Sr. Dr. Joao Jose Pinto Junior. .
Das7 isA-&homen
Mm. Sr.'Dr. Alexandre de S. Pernira i CaMo.
U1 n r. J et do Tories ^andoima.


CURN, -M IIALIANA I 5AIAVUJi
ELENC0 DO PISSOAL

ARTISTAS DE"C ANTO
RIMAS-DONAS SOPRANOS DRAMATICAS DR IDENTICA CATTEIORlAKA

:Aele Tartaglia e Lucia Avalli
Prita-dona, soprano llgeiwro- Prima-dona, eontralto
larcellina Rasteli AmalialMnli
SEGUNDA DANA
7TTTO~lfA BA3GAHRINi

Primeiros tenores de identica eathegoria
LUIGI PARODI E ALFONSO GARULLI
SEGUNDO TENOR
| PIETRO GAZZONI
Primeiros barytonos de identica cathegoria
LORENZO RUSSO e GUGLIELMO COMOLETTI
Primeiros baixos de identica cathegoria
EGISTO GALASSI e AGUSTO CASTAGNOLI
i' Damn nmnrimrrla Te.nnr nmnrimarion Baixo comprimario


BIGAILLE I


DELVA LUIGI MOLTENI LODOVICO FERRARI


24 coristas---homens e senhoras


DIRECTOR MUSICAL E REGENTE

MAESTRO-LUIGI RICCI
Instructor de coros e ponto
Maestro Nicolas 1. Ascolese



Choreographo -primeiro bailarino

GABRIELE BRESCIANI
PRIMEIRAS DAN9ARINAS SEGUNDAS DAN(QARINAS
Adele Martineugo Vittoria Barison
Lucia Corradi Lima Cerutti
Virginia Brunello Teresa Orsenigo
Adele Muggioli Olympia Fioravanzo

010O$-NQBIPHIO $


A orchestra conmpeta cents, al6m dos musicos contratados n'esta cidade, os
segiintes, contratados em Milrao :
Segmndo regente---Ercole Carletti Primeira flauta--- Enrico Botti
Chfea dos primeiros violinos---Guido Ceresa Primeiro clarinetto---Davide Orselli
D1 ) segundos ) ---Pietro Nardi Primeiro obo6---Ernesto Casartelli
Primeiro violoncello---Giuseppe Anelli Primoiro piston---Silvestro Vercelli
!0 contrabaixo---Cesare Castagna Primeira trompa---Gaetano De Bernardi
Haifista---Sra. Amalia Bii Segunda v ---Salvatore Randazzo

Director de scena Modista director do guarda-roupa Chefe machinist
GAPRIELE BRESCIANI VITTORIA DE BERNARDI ANGELO LORENZETTI
Aderecista e contraregra
I PIETRO TASS9NI

i VESTUARIOS de primeira ordem, manufacturados expressamente para esta
con4)anhia no acreditado estabeleciinento de Luigi Zamperoni, fornecedor do Theatro
Scala, Thetro Real, de Turim e Eden-Theatre de Paris.
SADERE0OS, MOVEIS e ACCESORIOS, dos mais aperfei9oados systems,
expjessamente fabricados polo conhecido aderecista Giovanni Pogliani, de Milao.
S A companhia traz 42 VISTAS NOVAS, pintadas em Millo pelos melhores
scenographos, machine electric e tudo 4uanto mais e precise para quo o apparato
sceni.co seja rico, grandiose e complete.

| ASS1GNATIJRA
S EstA aberta uma assignatura para 24 recitas obrigatorias e durante as quaes
repiesesentar-se-hlo de compromisso as operas seguintes:
i Aida, grande opera baile, de Verdi (1a vez em Pernambuco), Belisario, tra-
geda lyrical, de Donizetti (P1 vez em Pernambuco), Ruy Bias, Lucrezia Borgia, Po-
litt: La Forza del Destino, Norma, Un Ballo in Masczera, seado as outras que se
predisem para ecompletar as recitas, escolhidas, preferindo-se as d: maior agrado do
pub ico, 'do seguinte repertorio da companhia : r '
La Favorite, lone, I Masnadieri, Martha, Somnambula, Ernani, Marco WFs-
conti, Trovatore, Anna Bolena, Faust, Linda de Chamonnix, Marino Faliero, Rigoletto,
Vicz re Pisani, Maria de Rohan, Attila, T7aviata, Luisa Miller, I Due Foseari, Lu-
cia, 'La Contessa d'Amalfl, L'Ebreo, Macbeth, Giovanna d'Arco, Barbiere de ,Siviglia.
PIECOS


fornia


corn

Iew


Camarotes de 1I e 2a ordem..............
de 3 ordem.................
Cadeiras de la classes e galerias..............
C de 21 classes ........................
Platens....................................


25#000
18# O
5,5%000
5Wo
40W
24%500
4#%ooo


No ease de haver subvdrnlo da provincial, os pregos ficarlo reduzidos
seguinte:


Camarote de 1' ordem......................
9 de 2a ordem.................... ...
4 de 3" ordem......... .........
Cadeiras de la classes e galerias...............
de 2' classe.....................
Plates .................. .......... ....


Os Srs. assignantes gosarAo sempre do abatimento A(


184000
20#"OO.
15#000
4M00
32000


to0 /..


A importancia das aissignatura" psgar-se-ha, no seu total, A ohpgada da
Phia. .
Aos Bra. auuignantes quo piedrDiem pagar por partes, a empress offerece
ber, a importance de ss assignaturas, em -tres prendo 5 0r ara a
^Rda da comnpanla, a sogunda depois da primeira vtrei&a ate irorea poi0 da
ina recita. NIeste caso o abatimento do costume fiearia o a 5 "/..
Thm preferencia na assignatur,& at6 o (ia. 12 do corrente, os Srs. as.ip"
^tt^Ntt~~~eiA^^.,::.^'^:'. ~ ~ r l ^1.111-^%;-"l*--.-*^


dpaltn. 1129 de 26 dejonhode
873,mnb peeada lei.
D0iuf guard a Vmc.S sas dEDm
0 secretario,
Pedro Gaudiano de Batis-e cilva.
do~zf ,Q liittonio
Veneravel irandadae do Santissimo Sacra-
mento
Polo preenote convido os irmaos desta venera-
el irmandade a cormpareerem no respective con-
istorio s 4 horas da tarde do dia ll e as 6 da
anla do dia 18 do corrente, afim de acompa-
harmos as pocissaes de enterro e ressurreisc ,
ne teem de sahir da matriz de S. Fr. Pedro Gon-
deS do Recife, para o que procedeu eonvite da
uandade do S. Sacramento daquella matrix a
ta irmandade." Consistorio, 8 de abril de 84.
0 escrivao,
i Bento Alves Machado (uimaraes.
n Pu d o ao d Inoder tos Nhios
109d~lll go.) -Cl~ Wt b 1110go





I De srdem do enosso irmo provedor, cenvido a
ados os nossos carissimos irmos para queen nos
'ia 1113 do corrente comparecam pars, encor-
orados, acompanharmos no primeiro dia a pro-
issao de enterre as 3 horas da tarde, e no segun-
( o a da ressurreicho as 7 horns do dia, que sahirA
Sa matriz do Corpo Santo. Consistorio da matrix
co Corpo Santo, 8 de abril de 84.
S "0 thesoureiro,
Joao Bento Monteiro de Franco.
Obras publicas
De ordem do im. Sr. engenheiro chlfe di-
rector, fao public que, em virtue da autorisa-
clo do Exm. Sr. desembargador president da
irovincia, Vai em praca perante esta repartieo,
nD dia 15 do corrente, ao meto din, a obra de
rDparos da ponte do Tahyba, em Pao d'Alho, or-
$da em 3:1051. 0 orramento e mats condic5es
db contrato se acham nesta secretariat para serem
e:aminados pelos pretendentes.
Secretaria darerepartio das obras publicaobaus, 8
di abril de 84.-0 chrefe,
Jade Joaquim de Siqueira Varejao.






{Oi ia Trlpbos Urballos e-

e ct iforaOluila e Bem e ribe
Do meto dia para tarde de quinta-feira
aaior e sexta-feira santa, 10 e 11 do cor-
rante, o horario dos trens regular pela
t abell a seguinte:
Onlnta.felPa


I .MANHX
Do Recife a Olinda le Olinda ao Recife
tabella em vigor menos o trem de carga.
Do Recife a Beberibe e Beberibe ao
Rcife, idem idem.
TARDE
Do Recife a Olinda 1 1/2, 3 1/2, 5 1/2,
7 1/2 e 9 1/2:
De Olinda ao Recife, 2 1/2, 4 1/2, 6 112
8 i12.
DoRecife a Reberibe, 1 112, 4 112, 6
1 e81i2.
De Beberibe ao Recife, 3 112, 5 112 e
7 112.
Sexta-feira
TANHA
Do Recife a Olinda, 7 112 e 9 112.
De Olinda ao Recife, 6 112 e 8 112.
Do Recife a Beberibe, 8 112,
De Beberibe ao Recife, 7 112 e 9 112.
TARDE
IDo Recife a Olinda, 3 112, 5 113, 7 112
e 9 1j2.
Do Olinda ao Recife, 2 112, 4112, 6 112
e 8 112.
Do Recife a Beberibe, 2 112, 4 112, 6
11; e.8 192.
De Beberibe ao Recife, 3 112, 5 112 e
7 2.
Zscriptorio da Companhia, 8 de abril
de 1884.
0 gerente,
A. P. Simes.
Fstrada de Ferro do Recife ao
| Caxanga
I Avio ao publioee
S SEMANA SANTA
De costume nos dias 10 e 11 do corren-
te quinta e sexta-feiras santas, os trens se-
ro regtdados pela tabella seguinte, tocan-
doi em todas as estates:
*DIA 10
Eela manhi havera os trens da tabella
or inaria menos o de carga.
e tard para o CaxangmA pelas linhas
pr ncipal e Arraial: 1.30, 4.30, 7..30 e
9. 0.
dem do CaxangA pela linha principal:
3.), 6.0 e 9.45.
S dem do'Monteiro pela linha do Arraial:
3. '5,6.25 e 8.25."
DIA 11
elta maxiih para Cpxanga, pelas linhas
principal e Arraial: 7.10e 10.10.
Starde pela linha principal at6 Caxan-
S4.30, 7.30, 8.30 e 9.30 e pela linha
Arraial, at6 o Monteiro, 6.30 e 9.10.
ela manuh dq CaxangA, pela links prin-
ci, 5.45, 8.45, e 11.45e do Monte.ow
ea linha doArraial, 8.10 e9.-15,
tarde, do lCaxangA po linhait
,6.0 e 9.45 e do Montiro pela
oAraial5. e 8.25...
Ir |dos estes trens. devetkpwrtie da-eats-'
9% da rua do Sol, ondeo- dmente chegarlO
MA Volta. :'1'
Lscriptori,, 8 do,)abril de 1884.
WG- rete.
!1'.1.+r++ =*:^i;^:1 i^ WW^ ser


fa
^ Ip
C1.


public i de

.Amaro.


La de, Joo ji"aq"21


Fernandes Men-


Maria, nima do Anta Sio A ra FsAeAeo.
Ernestoa alhode Jo ni Crnir da Cu-
Franrisca, filha de Antonio Joaquim 'da Costa
Guedes.
Herculano Cavalecmsamte de e Albuquerquo.
1Dia 13
Alexandrins Luiza da Silva Fioueiredo.
Rita Maria Pnires da Cunha.
Maria, filha de Misael da Cunh i Guimarles.
Msnoel'filho do Manoel Clere~itino Ribeiro.
Dia 14
Julia, filha de AugustoE Cpitro A onteiro.
Dia 15
Maria Fernandes da Silva.
Dia 16
Etelvina, filha de Elpidio Accibli de Barros.
Dia17
Francelina Maria GOedes Ferriira Duarte.
Carmella, filha Donatilla Feoreira Wanderley.
Luiz, filho de Jo6 Francisco Pinheiro Ramos.
Dia 18


Joao Antonio da Silva.
Dia 19 i
Candida Francisca das Chagas.
Joao Maria da Silva Loureiro.,
Cemiterio public de Santo Amaro em 4 de abril
de 1884.
0 administrador,
Fr. Lourengo da Imrnwcilada Conceigao.
Gloriosa irmandade das Almas da
parochia da Boa-Vista
De ordem da minesa regedora, convido a todos os
nossos irmaos a compareperem em nosso consis-
torio as 5 112 horas da manh= do dia 9 do corrente
mez, pars adompanharmos a prdcissao do Senhor
aos enfermos,
Consistorio da gloriosa irmaadade das Almas
da parochia da Boa-Vista, em 51 de abril de 84.
Joao D. F. Vianna,
Escrivgo.
BfMatri 0 aBoal vista

Veneravel Irmandade ido Sanlissi-
mo Sacramento
De ordem da mesa regedora desta Irmandade
convido aos nossos carissimos irmlos a compare-
carem no respective coisistorio As 6 horns da ma-
nh! do dia 9 do corrente, afim 4e encorporadoo
acompanharem a procisslo do Seahok aos enfermos.
Consistorio, 5 de abril de 1884.
0 escrivao,
Manoel Sebastido de Araujo Pcdrosa.


EARITIIOS

Pacific Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor
Araucania
Espera- se dos portos
do sul atk o dia 10 de
abril seguindo de-
pois da demora do cos-
tome para a Europa.
Para carga, passagens e encommendas, tracta-
se corn os
Consignatarios
Wilson Sons iS C., Limited
N. 14-RUA DO COMMERC10-N. 14
S0 vapor
Britannia
i Fspera-se da Eu-
ropapsat o dia 13
d de abrril e segui-
ri para o sul de-
pois da demora do
pcstume.
Parm carga, passages, encommendas e dinheire
a frete: tracta-se comes
Consignatariosi
Wilson oes os C., Limited
N. 14-RUA DO COMMERCIO N.-14
Compauhia lBahiana de.Navega-
lo. a Vapor
Macei6, Penedo, Aracaju, Estancia e
Bahia
0 VAPOR
Sergipe
Commandante J, J. Coelho
Saa Segue e para os portos
aeiman no din 14 de
P ciabril As 4 horns da
S- a tarde, F. Reebe carga
l -a ate aomeio dia do dia
--- do sua sahida.
Pars carga, passagens encommendas e dinhei-
ro a frete, tracts-se na,
AGENCLA
7--Rua do Vigario- -7
lDomningos Aires m athues
0 yapor
Principe dO Grfto-Par4
Commandante J. F. Teixeira
~~ E' esperado 1os portos sci.
ma at. o dian 15 do abril e
megressarA par os mesmos,
depots da deinora do costu-
me.


Para carga, passagens, encommemdas e dinheiro
frete tracta-se na I
AGENCIA
7--tua do Vigario 7
Oming01s Ives .latheus

BOYAL AIL-TEA PACKET-
COMPANY
Grande redVan M I.S preeos da
0 PAQUEAEE A VAPOR
La Plata
rl +* A ., .


SE' esperado daEiropa nq din 9
ou 10 do corrent seguindo de-
pois dademora n cessaria pars
naJilo' Bahia, Rio de Janaeiro,
EMotevideo e rOeno -Ayres
jrI


it eapersdo
mUVoiAU kdoUuWl-


rd -edaeoino-
no madeto-
dj|ai towai


Sal

Cbe


S Rioa de Janeiro
* Santos
" Montevid6o
Buenos-Ayres
kida Buenos Ayres
S Montevid6o
Santos
Rio de Janeiro
fgada Bahia
S Macei6 '
a Pernambuco
a S. Vicente
a Lisboa
a Vigo
S Southampton


*.11 I 1:: 1




*29 2
II '2 -,t 1
11 26
15
15 1


S6tocara para tomgitarvao.
Para passagens, fretes, etc., tracts-se cem or
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Cemmerefe-S
COMPANHIA PKUNAI VWMA
DE
Navegapio Coestelra per Vapr
Fernando deNoronha
Segue no dia 16 do
corrente ao meiot dia
9 vapor Manda Am
commandant Lobo.
Reclebe carga atA o
Ensommendas, passagens e dinheiros a frete ati
As 10 horas da manhM do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernamnbucana n. 12

United States & BrasilNail S. S. Co
0 VAPOR
Advance


l Espera-se de New-Port News
ate o dia 18 de abril, seguin-
do depois da demora neces-
saria para
Bahia e Rio de Janelre
Para carga, passagens, encommendas e valorcs,
tracta-se corn os
A (TITFTR


N. 8


A^.VJA-T.EJ.0 J Q
Henry Forster & C.
- RUA DO COMMERCIO N. 8


1.'andar

0 VAPOR
Reliance
E' esperado dos portos doto
sul no dia14 de abril, e
depois da demora necessaria
seguira para o
Maranhio. Para, Sft. Thomaz e
New-York
Receberd ncsta viagemn carga para o Mk-
ranhao
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se corn os
AGENTS
lenry Forster & C.
N./8 RUA DOCOMMERCIO N. 8
/." andar
Pelos vapores desta companhia dao-se passa-
gens para Liverpool ao prcqo de 200 dollars ; o
passageiro desembarcando em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool quando Ihe ap-
prouver per vapores de Ia ordem.

PMa Lisboa o Poro
Vai seguir brevemente a bares portugueza M.-
ramar, que ja tern part da carga engajada, rece-
bendo o resto 6 frete barato. A tractar eem o
consignatario Francisco Ribeiro Pinto Guimar's,
A rua do Brum n. 96.

Para'
P ar ua segues
^^a^^. Pars o porto acima segue a bar-
ca portugueza Miuho, recebendo
carga a modico frete; atratar
corn os consignatarios Jos da Sil-
va Loyo & Filho.


LEILOES

Agent Burlamaqui

Leilao

Quartamfeira 9 de abril
A's 1 heras
d rua da Uni& o n. 17
Na eana do finado desemlbargador
Buarque de Nazareth
0 agent acima, bastantemente autorisado pela
Ex.mna. inventariante viuva do finado desembar-
gador venderA em leilae os bonds moveis, porcela-
nas, vidros e muitos outros artigos que estario
hoje a vista dos Srs. licitantes na referida casa.
Leilao
De 600 duzias de facas e garfos,' 1 cai-
xa corn chap6os, 1 fardo de fios, linha
em novello e outros artigos.
Hoje, 9 do corrente
A' I hera
POR INTERVENQAO DO AGENT

Airedilo Gnlres
Em seu escriptorio rua do Born Jesus n. 51.

(Leilao
Qua rta-feira 9 do corredte_
AS 11 HORAS "
Pelo agent Brillo
Na run do Livramento n. 31
Nests occasion se vendera fazendas, miudezas,
joins, pianos, mobilias, louca, etc., etc.
Carmo e Silva
per mandado do Exm. Sr. Dr. juiz de orphios corn
assistencia do mesmo e a requerimeuto do inveo-
taUiante Manoel Marques Avila, dos bens do ca-
sel do finado Manoel Ignacio Avila
Far ebillo
Sabbado 12 doeoreate
dos seguintcs immovois perteuceate. so mesMa


4.


ii









'I


- ~


I!







~ L


4
I-

I.,


Umsitio noaRemedios, freguesta do AIIg= .
em solo proprio e onde ha m mude rk
assim comouaiviveiro, u2alB8p, 4 4 .qamd
outros arvoredos, e qu lija soA: hab* em tor-
rao dos hordeiroda D=&'&- *q a
s oemin tero=#da& ewMliAbo; do


Sat


Che


T


'%VwAwom-JLWAm 4a 1


1 1


i
































o. rta5if2 Mbid, oem
mba, quintal, e esta
-u rua Duque de Ca-


para caixeiro, de 12 A
atica de mladol ; a
iassuna n. 41.


Narua do Ho
inenino.


No armazen
0 agente a
Sr. Ir.j. iz k
uerinmento A
Au~-f do caA
var6,.siai1aQ
n. 2, em sol
mau em Irente ai
foreiro, na S
Os senhoies
minar os ditos


Au qe compre, precisa
n I ... ..


do 111m. e Exm.'
0 Owuhas, A re-
Afcd mventa-
ifts Bdirbosa,, le-"
ada e sot!Q sob
o Capibaribe, e
no mesmo Caes
tambem em solo
la poderio exa-


do Sebo


Pede-see rogdew Sr Atnio Bezerra do
Mitees dye qa ientbrim-e que a, pesoa qare
IMe servio de boa vontoM' k*j precise, e foi para
fioi4 sagcadop,


e 4WWagram*c
reAR indmolift
GC,_dM A* A
seus parents
do setimo dia
corrente Asao
Boa-Vista; I
g946116


las para memo..
(jeua n. 5, lu andar.


I:


11 -*


f~


**~.-. ~:


a la
1.L


o n. 84, se preeisa de urn


SQuinta e sexta-feira da paixio haverA para
tender nos Remedios, taveina de astlejo
Ao comerdO
Antonio Julio Ferreira deixon de ser caixeiro
Aoahaixo assignado deae 6 do eorennte. Refife,
Sdeabrilde84.
Axtliod iA lva Pontes Guimarges.

LEITE NATURAL
(SEIVA)


UALVILOZ
CONSERVADO LIQUID SE M ALET AR-SE
0 ALVELOZ, plant dafamilia dts euphor-
biaceas, que habit 0os nossos sertucs, 6 hoje reco-
Abecido como um verdadeiro especiiioopara des-
truir os epitheliomas ou cancres, fiAelitando a
renovagio dos tecidos aticados, e trazendo afinal
mna cura complete, seAio ftrfdtrctAmette que a
applicagio topic de sua sciva fvndgnarmente leite)
fomo eausticg *' I
NSo numabc O*! A 46 cui tgoaw dksi
udies ja levamos ao eonhecimento do publico, em
iversas pubfica5es, pelo Ilastmda citueo desta
capital, o Sr. Dr. Alcibiades VaUllso, e mopwaM' ve-
|ultado e taan foram obtidos pas foridas c nas
fleeras chronicasdc character syphillticas.
Recebemos do interior d. a&proveia (do Brejo
&a Madre de Deus) de pesea do,'onfiamia e en-
tendida, a seiva ou lite de al.eZz; portanto, po-
Alemos garantir que 6 cclhda da verdudeiia plan-
a a que expomos A venda, conservada de mode a
ado soffrer alteraio, e corn a necessaria fluidez
Safacilitar a sua applica o cam 4 a do
resultado. .. '; ,
DEPOSIT6O '1 M
acia e dro de a.
Ibf~me, &ICL
34, Ru fr 4do Rosario -Pernambuco


Pecisa-geismfabuna $a eauneu: a tea.
turna rua 4df t *,t Y I -B so n. segndo
pandar.
"^..T~ ^ ^ ^1 .- 1 "^
Precisa-se de unma ama que cosinhe e lave ; a
1tratarua praga de Conde d'Eu n. 19.

Na -r do Hospicio n. 84, se precise de mu
m enino.

20o000
3 J Aluga-se a casa terrea n. B, sita a rua do Rix-
eS o, A z asaa e
d;ae a en n. F, e trata-esua,
r, ga da Guia n. 62 Beeife. .
d,;O


Aluga-se um sitio na rua de S. Miguel n. 99
e Affogados, muito perto dos bonds e do banlo
Sdo, corn 2 salas, 4 quartos, grn#9 -tao
o ,berto eacimb# com d."q
qdoiando fructo, o sitio todo muro", aluguel
Sr r r. d P81 .26, onA
: e Sdofanta TMv6a"'n.. 38.
; ls A- a's&*waimdi4w P wterres do piedio a.
|[ lift< i PC ft 1401"0eI wd *atwta go PIvi-
1|[moBt Utn-qo do fBredio a. i1( A praa do Von- a


o &t. tyar~ 5


de urn home
acta; dA-se-lhe
resse, para t6-
into ao tio, coin
equal se aeia na
o"r n Amem
mioes ou A ra


seus afertiaadoe
part das loterias
Nosa Senhora da
(28.), que se ex-
L, 14 do cronte.
,a i- I


Inteil

Em quan
MeInto
Mejo
Qtiar


AS


BI
Rua do

0 tbaixo
em s -s fe'
1,088 c"M
premios dei


46000
265K000
b. 16$000,-

2#.W50I


Manoel


Ajartins


6875
Fiusa.


fs 4M00000

IBH 41mDOl


110


8


= da VIletorla n. 40
do deostume
tssignado acaba de vender
lizes bilhet*s dlous meios den.
sorte de 006000, :e diversos
326900, 16.000 e 8-500.


0 mesnmo ab:ixo as4ignado convida aos
possuidores A virem r ceber na conformi-
dade do costume, sem desconto algun.
Acham-se1 A venda os felizes bilhetes
garantidos c a 1.' part das loterias a be-
neficio da igreja de NoXsa Senhora da Con-
iceigAo.dds oqueiros @8.,), que se extra-
AiirA na segi da-n fira, 14 do corrente.
?BllEOS
1LIUiL^ AACIOA


1111WOWL


Moid
Qunarto
Melo




qua*t


4.


I 2^0000
16000
0. 16000
So~oooo


16750
#875


para


Jo. Joaquii fa & Wua leite.




$000

-din

16-=*a do Cabugm-16
O abaixo asiuad4 vendqunoS' seuD
venturosos llete s gaiartidos os remios
seguimte:: meios corn a s6ote de 4:000
ao n 2273, 2 quutisCOm a awrte d o800 $
ao a. 2689, al9 m deo tra maim de 32M ,
16# e 8#, d loteria (2 27.
Convi"d aos oi*om a vh's rece-


ber mm tlomtondo al;
Acham-so a vend*
tes garantidas da loter
da igreja de Nossa Seni
Ooq-t1 ros jIB me xtra
14 .d Jeie


oawturo~os hiuo-
La n. 28 em beneficio
Iorado Conceigao dos
L i-ba segauris ,*i a


Pro OS
Iteiro 4:000
Ilele 2:ooo~
MOuOrt@
mado 4||Ma aidft 6 t bior

E~r
I o :oo ^1 *i -
Ittteir -i t 0



Precisa-se de um caixeiio corn bastante prati-
a; s rua da Uniao n. 51.
..- Preeis&-s de nma n a para engommar ; no
patfl do T!!! u!. 72. 1'- ____
tpara coumiheiro o
orid a da Mu ier n4J.
Prscsa- e de o mr &(mft feiqrtagueat, 4e12
atuiw de idadA que od 48 ior de saS emduata,;
na truesua do Feitosa, tay dat oquiuia.
-ANcces ent eami os


O lhheo'm do rifa qae


0 sr. Juviin Co
mua Direita n. 16,

Convidiamos an


'- c- I
cm*t *.titiie &ma cot-
do mde abrlt iforama
Sde aaio,


da SiLva 6rogado a virA
branch.'


ao Sr. 0.L. Avirai


N.--3 aa do Commereio-
A *aid& em todos as boticas 0


LILETU AEAU'1W0
At I e |li[{

AOS4..000$000
BIUHts EWE ARAlmTwel
Praea da Independen-

cia jis. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu cat'. Os, ew
felizes bilhetes garanutidos a *)rteo te "80
em 2 quartos n. 2689, uma de IKX(W
em dos meeios n. 883,, e outras sortf d.
32#, 16$ e da lotoria 27" qu3, -
trahio.
Convida aos possuidores i nVrom ree.
ber sem desdonto algum.
0 mesmo *baixo assiguado tern e,?iot A
venda os sets felizes bilhetes gwrtidW da
28a loteria M beneficio da igf-,ja de NoI
Senhora du Conceijo dos Coqairows
se extrahirasegimdafeira, 1 do c1vo i.
/ .ref-'les
Bilhete inteiro I0Y
Meio 2
'quaroD~O
imm p.r~v de Ipm
Im"
Bilhiete inteiro 3S0
Meio 1,SO
Quarto 4 1671
Autonio Augso do* uH mPftu*,
Arma~io emlraja4*
Vende-se Jpartce da exmtentea 4a 4s A 4am
do Barao d Victoria, par saints pe


fi sali de m"s
13 .ua Zi Aurora, 1. cndar
Grandes 0 vari1-_s sortimeatos de t ba6a -
feitados, para seuhoras c meninas.
Vestidos a Aecordeous
S .Cor pbsa Jer*y
Casajcos a Fled-
Ditoias Gilet
Colicr a Fwdra
Dito a. Jbot
Dito a Sarah
Col Offieier
Esp4rtilhos a SUltaa
Dite para MauBifts
Plt.. Ot6owu e edthn
\ Dit Setim e velsdim
Plauima e rotti de divers. qualida& *ae e
SFloires para chap6os.e vestidos.
SBicos de todas as qualidades.
Meiu d~ coni paM a horesae mesiasa.
Peaotes e gripO p"m cabello.
Vestidos e gola para meninas.
li. lg a


"oa machine de cu


Se0SoMidSa A uvra
*ai o .d i" &ior
nwit e ANt"me Ndr deo IM4aosr
a nova hint; cose co"i dous carrietei m
4eM4 do go9 )arIs cids %,
fit~a|*8 mipteteoB ow N&IbMe de lit
ira, e de vantagem. O emo
Iimento die crnamantems p
imento ala do
of irincipSfabriqmue, *vacnd OBa pwysa
rtalho sempre po preo nuito razoave..; r
rua do Badk da Vitria n. 30.
B. Aelia lamdi Silva
Wsidb 4 aihos aobtado e vir, %* Ins
&am ma. epMa, pea amnibbt r w
b o m -a^ a piAi M a a l J a squi ft d e P m 0
0 kem P t oa. tn dwia
.dn-f =6au num, apesr ad-tar aamre w
ra P& posm s que osonheini ?m fut
p bmndad do quao ssuber ow 9
8ia& Joeade xeobwql uaeelates
1116 Jomph, Krawe a '0 goatr*fftk
Priga&


j. +


Participam ao res.
peitavel public, que,

continuam ter urn sor-
timento de, joias das
rnais modernas e d
mais apurados go901


NO


rA emleirl
denotes des


A/


-4


I


I


.oga-
3ip-d-


I-' ^ *


,1;^ 1!1
.-1 1*"*1 11:11**:






























,pa reonheeerm
a meihorf'9Rt#


-iU


iwenawoom avaria A 290 ris o cova-
s d qiuarminhos idem, a 120 rmis o ai-.
>aagoda o psqueho dfete:a &BOW
wt ideimM idaW, a W900 o o#M te deoqal-
its pretaepw ealaibar a 160 reis 'ao-
S.fib. ,


N.59"

10.
C^


Selo""; iSantite E UL
ikl W o(fa _equinafd a
1=ieext.Ve&se em fgd




cotkwlasdos A ipetto PO(^AS, wEomAS
.,raestreita do= RasarLo. .

4rd MiartqSS do Olda.1.
As .0w m sel fel-^^l. ^^i^^iiy
.,too a AmbrnO
A rmado Marquezde Orindan. 41. ,


'4^W


DOS PREMIOS DA 3# PA


4

T7

23
26
38

47

,40
53
56

751
76?
-,. ,83
196
104
5/
J70



i9


30
32


40
42
48

63


I
tiws.se~ ~nd-gs,


en ~ ~sito a 0ma es
6 x ngtho, Sanito Amn*osfioB oara de
1ItambA eprte da future eatrada dqo fem de im
baxiba tires leoas, comrtar~ parasafwejar tree
ou. quatro ail poes de asscar, teudo casas de
vivenida e de purgar, un rma pedra, ida qualac-
tuaimemte'se Ws ca mitot baa, aleam de alguns
sitios sore muito boas arvores fietiferas : quern
pretender compral-o dirija-se ao mesmo engehho
a cntender-se corn o capitao Targino AugustO de
Paulsa Freire' '

A l --,v" i "


Desappareceu de bordo do vapor M&ado, do
Rio de Janeiro pars epte portouxna piixinha con-
tendo quatro nayalhas dop fabricantes Mappen.&
Webb=London, estado esta marea tanto n'elas
!como na caixinha interiornmente.
Quern as restituir usna agencia da Compania
BrDras raia do (Ebm)iercqio n. 44 serA grati-
ficado.
R-cife, 5 de abril de 1884.

Loa mortuaUi
Vende-aes oj mortuaria .A rua da Imnpertriz
n. 43 corn todo sortirnento necessario a uma cea
funbre.' A caus de tal negocio 6 s ahar o
propiletaao gravemente doene e tor do faser uma



Vende-se o engonhe Mascatinho, sito nafne-
guezia de Una, conmaCs do Rio Formoso, movido
,r aguamoente crreAt, corn fabric, boiads,
aval e safra, ; a tratarno mesmo angenho. 0
notivo da venda 6 o roprietario por mol'stia nao
edeir oinuar.


! !*0 inverno ah-i 68tA, dem4ippfea a i Bs eeeslda.
de do se a o P4" do Ieala-
4gqors est~o0o5
6 mais baratoo ioos'do ,pa o trasu ,A
mrua do BarlSo'da Victori. *L 4
Expediente do Ptksdio do Indu d4 d n doda-
rao a Victrta. 45; pdiou esew. criee'
tentes deipfchop.
Peticao do um freguez, indagando sa dA choea-
ram as novas easemiras ; sia* desde hoitem que
estilo neste palacio.
SUm, dita assignada por dous &ii egue cue
desejtam saber em quanto importa cad teo r s
novas e bonitas casamiras, chegadas itimaneote
pars esta palacio ;. podem apparecer para darem
as medidas e escolherem os padres, d em quanto
ao prec com certea chegaiio a tim aeeordo.
Uma udit assignada por gran aipero de
crianas de 3 A 12 annos deidade, pedindo para
que nau haia alteragio nos model,, des vistaa-
rio? de casemira que sempre reaebe este palacio ;
sero attepdidps,,mesmo porque aO models a que
se referee silo os que gerammente mais trn agra-
dado.
' Urma dita de um outro freguez que deseja sa-
ber quanto custa umn paletot, eaula e collete de
casemirt. de cor; depend da escolha, visto hayer
desdi 35W at 505 o termo.
Urma dita assignada por grande nmncro de fre-
guezes que desejam saber se realhinente as roupas
compradas neste palacio tern. o abatimento, de
10 por cento.
SNao ha mais duvida sobre isto, pois desde ja-
neiro do corrente anno que todos os freguzes
'gosanK deste direijo.. Seretaria dob Palacio de
Industria, rua do Baao da Viotoria n. 45, em 3
de abril de 84.


Enigeiho
Vende-se o egei4 .ahto Attio, sito usna
comamra de Tirbausba, ?om.texrnpp Pal *ssaojar-
se 3,00 es de oasuca, elem aem d vanU rn
db terreno, que d6e udo ma prduco esp
pedemaira calcaria emabundancia, o que eons-
t tUe wa*fotA* importiUri ,do Ineros, vto er
da pmelhor.quodade a al q e i se .tobrica :
quern o prietder e in aos proprietkrio do
mesmo engenfio, em Timbaiba, o &pitao Targino
Rogerio Freir~m.


ifr. fariuiji Laeto.

ERADOU 55
wa. o piano deo Vr


pra-soi, vende-se on troca-se passaros a
TVA ga do Bosario n. 6.

odrigues &C.

Sm ofkimadealfaiate
Am do Bar5o d a Vitoria n. 48 A
era bom sortimento de pannos, casemiras,
h ot, eloscatina, brins e merin6s para fatos.
- amm tertos pra luto em f2 horoS Modiei-
da e, prestesa e perfeiyo
Esquina darua de Santo Awmro


AVISO
damson Howie & C. tern para venderT:
V io do Porto fino, em caixas e barris.
keyDonville verdadefro.
iade impressao, boa qualidade.
Bri is de Marshall verdadeiros, de todes es nipme-
Rel edios de Ayer.
S3-R-UA DO COMMERCIO-3
s ... L! _.


umraais ue miDIgo
o estabelecimento a rnado Cabugi n. 5 A, ven-
m laranjas de umbigo de superior qualidade, e
be-se encommendas pars as mesmas, no m*r
tabelecnento.
iene-se taimbem cestinhas pars costuras de
a puaidades e caie de porco de salmours
i Qrande do Sul a 640 rs. o kilo.


Grosdetape preto
I toaoo-seb 80 aortato pr precos muito
QOzXaqda', a Frpgatq 4masonas, rus do Duque
>do axias a. 47.


I


ilmcorsdoe


onm56es, toa-
ten la ito
a varaS


r 14A8 1 e a ara a 00
Dia om camn 20vra a 7 1500, ae a
AtoLado adamaiasdo para tcaas de
mesa, tend 8 rMa ti do lar ura, me-
troa 1
Isto usn lo.a e squina do b ecco dos Ferrelro

AIp o helo sexo
B11 e rv qu chs a tempo. 0 Pe-
dro Antunes & C. 0 an pre que as Exmas.
amantes dcc, n od ei de fazer um ves-
to ret o f: = o,pla ta debonita. fran-
jas e liidaspas o p ,entei, gi naldi, enfeito mo-
derto do ap gosto, at oje poueo conhecido
n'este mer oado; m a satisfa9lo e pevenir ao
sexo amavel! que cabam de recaber os enfeltes
a4ima indicados. Outrosimn, communicam, que
como sempre vende por precos resumidos, por ser
essay bua promessa generoo sexo. Ao 63-Rua
do Duque do Ca-a N.- ova E speranga.
C iO sao bn itas
Asoneias de seda de cores p ra as interessantes
crianag de 6 a 10 annos, e br ncas para senhora,
quem vende?
0 Pedro Anfunime.-63 rua do Duque de Caxias.
Em continua(?ao
O Pedro Antunes & C. tambem acaba de receo
ber bonitos bicos pretos de seda corn vidrilhos, sor-
timento, largo e estreito. 63-Rua Duque de Ca-
xias. *
E' preciso andar apar
Dos cintos modemros que -recebeu o Pedro An-
tunes & C. 63-Rua do Duque de Caxias-Nova
Esperan~a.
0 teAiN 0 d"o oresar
Os termos e rosarios, quern ve:de? 0 Pedro An-
tunes & C., e esta .vendendo nimito por ser tempo
de quaresma. 63-Rua do Dique de Caxias.
SVariedade em calcado para omens, keabam de
receber o Pedro Antunes& 63-rua do Du-
que de Caxias.-Nova Fsper B9a.
SLuvas frescas depellica, biraca, preta e de co-
res. 0 Pedro Antunes & C. tern. 63-Rua o
Duque de Caxias .

Tdin)as
novas, marcs chiegadas.liutinmmente, vendem
A rua da Madre de Deus n. 24
Paiva, Valeite & C.


N. B. 0 premnio prescrevera
um anno depois d4 extiacb t.


rE D$LOTFE&M48 C.PEDIEDA4S POt LEI PROVWNCiAL N. 402, A BENEFICJO


PRE. INS. PFi4. IlS. PRESS. INS.


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62
64
65
75
-77 111


* a I den
lava, a ^ :^ 1 !!,5 O
Dita de camera pea fasenda muito
boai de 6500 te^ OJQO
Paletoto do caai to boaosa e do
toiebhas, a 6t500
D2idtodo zeiwa fasetada ad n 5hS
Ditos do Ataaella mi d, Aendo fam -.

ndoide&sota ta
Ditos da m eamira preta dfo etdl
Itoo e di o muito ers a 10A
Ditoo do maenura am asetnda a 660
Ditos de flanela wzul pendo ("rend& qne
nio defllota a SAM0
Ditow de I ewwairs pretax do pordlo e
diagJonaq oesdo miito bew feilee a
Seroulas de greguela, send muito bern
feitasalO) e6
Col]ethos para dmetro, da mema fesm-
da800e IeOOO
SAssim colaso um grande sortimaento de cameti
brancas para homes, tanto de linho come deal-
gum qne se vendem por preVo muito raoaveL.
Tudo isto 6 corn grande redueao em preg, ua
l[ja da eosquina do becco dos Ferreirow.
Fine! alan
Sa- 10l40
aF1weIa uuI.
A' rua da Imperatriz n. 40, loja dosr Bar&
teiros da Boa-Vista
Vende-se superior flaneUla azul d'uma s6 largu-
ra, send americana e toda de 1o, faienda muito
leve, propria para calgas, palit6ts e coiletes, pelo
barato prego de 15400 o eovado, ou maadam-M
fazer costumes da mesma, sendo palit6t sacco a
35A000 e de frak 405000, 6 grande. pechincha: A
loja da esquina do becco dos Ferreiros.
Espartilhos
a 46 e 1540,
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vende-se
muitos bona espartilhos pasia senhoras, a 55000;
e ditos para meninas a 45000, assim como um bo-
nito sortimento de fichds a 35000, isto na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Merin6s pretos
a 1600o1O4O, 6o0 000 e 26
Os Barateiros da Boa-Vista, A rua da Imperatris
n. 40 tern um grande oortimento de merin6os pretos
para vestidos que vendem de 1$200 atd 2A200,
send muito boa fazenda, assim coro ditos encor-
pados pars roupas de homes e meninos que ves-
dem muito borato na loja da esquina do becco doe
Ferreiros.
UilosalBOlis
Os Barateires da B6a-Vista vendemi muito bo-
nitos linhos de uma s6 c6r e de liitrnhas pars
vestidos, send a 160 reis o covado e de cOres fixa
isto aa ru.a da Imperatrizi n. 40, eaquina do beeeo
dos Ferreiro#.
* 35jo.uteraf de piaitasa
Alfinetes de gravatas em 40 models, .corrmte
de relogio e lotoes para homes, pila.eira-, Lfi-
netes, voltage porta-leques pars aenhoras e aeni-
nas, mode"os bonitos, aimitaCIo de ouro, amos-
tras n vitria da loja.: ,a Naw n. 16.


a


*


DA IREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO DO RECIFE, EXTRAfflHIDA EM 8 DE ABRIL DE 1884.


.S. NS. P
1 2156
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- 82 3816 -
- 84 17
- 89 26 -
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1136 -
- 11 39
- 12 3
57 -
- 15 57
5825
- 25 --
36 61
- 37 65
- 41 66 -
- 42 4# 73
- 45 79
- 46 84 -
- 51 89
- 52 93 -
- 53 94 -
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- 59 99-
- 62 -3903 -
- 63 7
- 66 22 -
- 67 24 -
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- 71 29 -
- 73 33
- 76 35 -
- 88 37 -
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--- I


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Ns.


mre4


M


II






















EUkST HxEXL-B-HISTORIA DA
(Concluso) /-1

LENDAS


Frei Antonio de Santa Maria Jas


) otAo,


um antigo missionario que vivoeu logos
annos em Pernambuco, mostrando os in-
numeros keneficios prestados por Nossa
Senhora da Luz diz que estando-se pre-
parando a capellinha onde deveria oer col-
loeada a image d'esta santa, e no send
sufficientes os recursos pecuniarios para a
concluslo do serving e compra dos orna-
mentos. o ermitao, que guardava reveren-
te a. image, um dia foi consultal-a sobre
o que deveria fazor para a concluilo do
emprehendido, e deste modo Ihe fillou :
((Senhora, o dinheiro e consumido, oj vosso
devote, e benifeitor, nao p6de haveri outro
tAo cedo, o assim se V6s quereis ii logo
para vossa casa, dai-nos o corn que oa pro
paremos, que nao pareco born estax aca-
ba a vossa Capella, e V6s aqui n'este meu
indigno, e indecente pathoiro., (1)
Concluida esta solemne oraglo, o ermi-
tGo dirigio-se a praia e encontrou, ntao,
entire as pedras uma grande quantidade
de ambar do mais puro possiveh P. epois
do que o ormitao garantio em oraoc a
milagrosa santa quoe estaria sempre 4o seu
servigo.
Corn o product da yenda do ambai com-
prou os ornamento snecessarios para prepa-
rar a ermida.
Como era born antigamente ser -devo-
to?!
0 mesmo Frei JaboatAo (2) nos fa4la de
uns monstros marinhos que viviam nas giias
dos rios, a que os gentios chamavam rgba-
hepinAi ou diabo pellado ,por que IobahU
val o mesmo, que cousa ma, ou solrena-
tural:
e sao estes uns meninos, como de tr s pa-
ra quatro annos, da propria cor dos! mnes-
mos gentios, mui disformes de cara pela
grossura das feiues, e laganhos e a eabe-
9a pouco povoada de cabellos, coin0 da
material dos mesmos limos, e assimimos-
tram em tudo screm especie dos homens
marinhos, on peixes motstros; mas 6 Icerto
que os gentios os temem, e tOmrn entire os
seus abusos por espiritos malignos, e de-
vem seguir a opiniAo de alguns, queI tirn
para si que entire os espiritos vagos, e que
os hespanhoes chamam Daendes, ha a1guns
corporeos, e assim Ihes tem grande niedlo,
e se assombram de more corn a sui vis-
ta. )
Narrei textualmhncnte. esta historia para
nao Ihe tirar o interessante torn de natura-
ralidade.

Existem ainda em Pernambuco uma Onor-
midade de lendas, porem das que rne oc-
correm citarei mais: a terrivel seita que
se desenvolveo ei Pedr&., Mlolle, oeaaaio-
nando a more "t miua nte, corn fim
de banhar as pedraw ,om ov-a dus
victims, para doste mode fa6er e ini-
tar o reino occulto, que ahi cxistia, asim
como as riquesas, que se achavam entorra-
das n'aquelle lugar. I
Esta carnificina urnm. facto virxdateiro
do qual j a alguemni se occupou com!vas-
tidao. i
No curioso trabalho que publicou ulbima-
monte o distinct autor do Diccio ano
de pernambucanos illustres (3) vOsa a
lenda que originou o nome da rna do| En-
cantamento. [
0 assumpto desta lenda 6 mais ou Ime-
nes o seguinte : un frade vio a nite |uma
mulher, e, seguindo-a, achou-semlreura
casa illuminada, onde vio des pareoer a
tal mulher e sm'gir um esquife contbn'io
um copo human. 0 frade marcoulo lu-
gar corn um relicario que trazia ao pgsco-
co. No dia seguinte indo a mesmas casa
so eneontrou o sen relicario : jAo deeuuto
havia desapparecido. F

Nao ha muita li em um journal dest4 ca-
pital a noticia de tuna fonte milagijosa,
quo surgiu 1a para as bandas de Panellas,
onde muita gene tern vindo lavar as puas
lepras, corn scr'is esperancas de resta1cele-


rem-se.
JA no* 6 esta uma novidade em n4 on-
de estas fontes mysteriosis multiplican-se
a cada pass. i
As aguas de caldas na serra do Araripc,
saio de virtues inconcussas.
Ve; pois, o leitor, que para nos as awiuas
de Lourdres vAo desmerecendo consiera-
velmente, isto em face deste principi de

(1) Orbe Sserafico Edic9,o de 176.
(2) Obrn cit.
(3) F. Augusto P. da Costa -Alos.eco
pernambucano. '


PECCFOLEENIIE


PECCADOS VENI4ES


POR


Sdoe Ddroconrt


TICEIRA PATE


(Continuaglodlo n. 78)


VI


. va a tagao toriarar-se iter ictogs: nXo
aiis uma-vegetag nem mesmoIrasteira
nelles deabr o ": :
Sore eate assumpto le-se ainda em Frei
Jaboat o (4) o trecho quoe se segue: e
vem W ue nao brotara de entlo parsa c mais
arvo, ou plants alguma aquelle lugar,
que e-a urm mrio alto, que ali so levan-
tava, pomo tambem ate o present, por se-
rem nuella s mrols do Barbaros sacrificados
tantasi almas corn o santo Prelado, e por
esta iazlo se ficoi chamando o Monte do
Bispo.1 WI
De Alagoas cito somente esta pr ser a
mais important de todas as lendas, que
pude colher d'esta provincia.

Nao veom mal fallar aqui de uma histo-
ria que contour a Gazeta da Tarde (5) acer-
ca das festas de Campinas, para que se
saiba queotainbem hiA polo sul existom cren-
qas bemrn extrayagentes.
S( E' crenga velha que o local onde foi
levantada a igreja estA amaldigoado,
0 povo campineiro tern arraigada essa
scisma e olha mesmo para o temple corn
certo receio.
Dizem alguns que all fora enforcado um
pobre escravo e outros accrescentam que
outr'ora, A noite, eram ouvidas dolorosas
lamentag5os-
A's vezes, como por encanto, pareeia
que a corda da forca esticava-se. esticava-
se e que a pobr6 victim percorria toda a
cidade em urma carreira vertjginosa vendo
em todos o seu algoz.
Ainda hoje, dizem, no dia anniversario
do assassinate, o c6o cobre-se de nuvens
negras, o medonha tempestade involve o
baluarte da escravid'to.
Ora, justamento na occasia'o em quo a
turma dos padres entoava os sagrados
hymnos, havia urma porta lateral da matriz
fechada e alguem n'ella batia.
Ouviu-se um germido, a porta gyrou nos
gonzos e um radio rasgando os ares estalou
no espago. -
0 povo amedrontou-se, fugiu apavorado.
Mas de 4,000 pessoas irromperam pela
port principal, rapidas, em massa, como
uma avalanche que se despenha.
Duas creangas ficaram mortas.
Silo tristes os resultados das feqtas de
Campinas. ,
Depois de lida esta noticia p6de a leitor
convencer-se de que nao somos n6s somen-
te os ignorantes, os visionaries, os credu-
los, e repetir entro, o velho ditado :---cd e
Id mas fadas ha---, que cabe aqui perfeita-
mente.

Conv6m agora nao esquecer as festas de
S. Jo0to, que' tantas lendas encerram.
0 nosso primoroso e delicado poeta L.
Guimaraes Junior, assim nos fadla:

Noite de S. Joao! Quantas legends
Na terra espalhas! Noite immensa e bella!
Quereis sontil-a bemrn e comprehendel-a ?
Ide aos eampos do sul; ide As fazeidi
Do) c6o naS brancas e orvalhadas re '
Fauorita de Deus---n'ella resvey T -
Aluacheia... E'suaanoiteo |l
E das bruxas tambem---dizem as lenlas. (6J

Ainda sobre esta noite enconrte-se nas
rImpressoes e 0-emidos do mavioso poe-
ta piauhyense, Jos6 Coriolano, aexpressiva
poesia denominada---Noite de S. Joaio (7)
da qual citarei algumas estrophes:

Radioso assoma o dia
Festival de S. Joao,
Ja se apavona a alegria
Nas azas da predic9io.
o bole no forno estala
Entre o cheiro que trescala,
Que o alfato ferir nos ven ;
O pao-de-16, a cangica
Pelo olor tambem indica
0 gosto, o sabor quo tern.


JA se ajunta a verde lenha,
Ja crepita a combustlo; --
Venha o velho, o mogo KAenha
A's sortes de S. Joito.
0 velho aspira a m6r vida,
S0 moo A posse querida
D'aquella quo e seu amor.
As bellas teem seus segredos...
Tremem-lh'as sortes nos dodos...
Abrem-n'as... Dens, que pallor!

Estas duas estrophes do iuma idea bemrn
pronunciadaEdo que 6 a noite de S. JoAo

(4) Obr. cif. pag. 11. a
(5) Gazeta da 7arde do Rio de Janeiro
de 12 de dezembro do 1883, n. 289.
(6) S'netos e rimas, pag. 32.
(7) Impressoes e Gemidos, pag. 24.
(8) Epop6as da rata mosarabe.
que, como todos as do seu geniero, tinha
pateo, jardim, e as dependencias que ha-
bitualmente rodeiam uma granja, isto 6,
cavallari9as, cocheiras, armazens e. casas
para os criados.
Eis urma excellent casa disse o
visconde ; 6 pena estar tiow falta de som-
bra.
Effectivamente, em volta da casa e em
todo o valle nao bavia urma arvore; s6 no
jardim, que estava inteiramentecoberto de
flores, havia alguns arbustos.
-- Julga que temos aqui. tempo a per-
der?
As arvores nao occupam tempo.
Sim, as occultam A vista muitos
objectos;e pouco tardarA em saber que os
contrabandistas precisam ver claropor to-
da a e.
Vamos, basta 4 brincadeira, men
caro amigo ; corn franqueza, 6 contraban-
dista ?
Voc doixa-me apa'ermado L...
o ustor, quotte iubs rsponploogrito


I As M fII I gtag es da vida
-T_ 0 Ie~, p4 'if"As setentififias bas-
epa 6 edos eonhecientos
"OVAlf. ed com -,fazilidade os
q odansgnoo)ob) no pailosophia theo-
ivel sore a mioriaos espiito4logicajulgavA- icados, por moeio desse
E' em honra de S.Jooqusomfa poderiunaginario, quedenomin aale sobre-
e quo so fazem as foguoiras do reya, nue natural; hoje, que as leis nattraes teem
no eoncilio de Agda no seculo VI ja eam supplantado, a tido 6que po1r aatda de
ssim consagradas. sorenaturalismo; hoje nao se ede deixiw
Em Coimbra, nos diz ainda T. Brga, dereconhecer o imperio de ums concep9qto
so canta: unitaria ou monistica do mundo, onde, no
S. dizer scientific, de E. Hmckel, os pheno-
--- Oh Sam JVboa' onde, vindes menos sAo devidos a causes mecanicas(eau-
Pela calm, )n^ hap6o? sas efficientes) e nuucaa causasvi smi.uim
---Venho deer as fiogueiras i fim causess finals).
Que me fzeram no c'.. (9) E' um modo do pansar qu6 me paree3c
: razoavel. E porque nao dizel-o ? Nio vi-
0 mesmo escriptor, eita mais estes ver- mos no corner deste estudo a s6rio de fac-
sos, do romance de Domr Pedr 0 Menio tos, que comprovam a energica influencia
cantado na ilha de S. Jorge. da impress5o.actuando fortemente sobre o
Ja os linhos enflorecem poder imaginativo, fazendo umn mmtlo de
Sto os trigos em pendlo, id6as prepassarem polo esplifto humano
Aato stis mogas todas abatendo-o, subjugando-o e corrompen-
Ajunten-se a do-o ? I Nao admiramos a allucinalto de
No dia de S. Joao: ii; j* .^v~
No di do S. Joo o; Pascal dande virtudes a soeu a mufileto ? N1o
Ureas corn craves e rasas
Umas corn ca nos-scontemplamos tudo isto, e ainda mais a
Outras cor majai ; fragiiidade da mythologia christa, que, para
Aqnelles quo o nao tiverem
u o tvr conseguir veneer difficuldades, busoava,
Tragfam-um verde limlo. 11 1* *
Traga-u verde limo aqui e alli, nas velhas cosmogonias, a 6dni-
Tambem n'sta cano hesphol s gem de ecultos, que accommodados ao soen
Tambem n esta cangao liespanhola, se ^ preiitscua
ito regimen eram aceitos por espiritos, cuia
veem bem patents astradi9esa respto credulidade se deixava illudir, como a
d'estas fostas:
creanga one chora e se Ihe dA umn d)ce a
fazer calarr?
Vans6 dias, vienen dias, fae clr
Vanseedias .vienen dias, Pois bemrn, o que nos resta mins exa-
Venido era el San Juan, ina ?
D'onde christianos y mores. Af?!. Ah! desta, podes dizr
en $ran olendad.A M .? ..AM! desta, pode-s-, dizer
Lshenstrns oe-nidad. como C. Bevilaqua (12) jA vai fmada e
Los chnistirnos eonhan juncia, m a n io d culto -
morta a nivoa tier do culto--a W6
Y los moros arrayan, j Socrates, o grande philosophy, concebeu
Los judios echan encas,
Pr jiost ean hona, a existencia do utn demonio que presidia
Por sla fiesta mas honrar.
a todos os sons actos.
SComo explicar isto ? Permuntar-me-am
As adivinha aceca da ba on 4 0esses0 que por ahi vivem a r3zar. Nto
.#^As adiv inbge ace da b i 3u a Ies darei, porem., uma resposta prompta,
sorte do individuduo, os jogos e mil diir- lheas darei, porm, ura rsposta pr pta,
timentos, fazem-se no dia de S. Joo, eanad d m propo pnsar, dim-
onde as fadas exereem as suas funefes dlhes-e simplesmente: l de o qi u desse
agoureiras dos destines bons, ou dosdes- philosophy disseram Littr, Fuill&, Bon-
tinos cueis. glei, E. Morselli e muitos c inuitos sabios
A noite de S. Joao 6 a noite das supers- quo estudaram corn profisciencia e.se caso
ti9oes e das crendices. 0 namorado crn clebre de allucinag.o.
(( Frizarei mais. Buscae a ( R Ivista do
o seu fetichismo poetico, a dar vida as fio phiosophia scientifica. eprocarac na do;
res, quo veem das mros de sua amada, aI u sonnuieroseiifin one r d Socrate d
ver em todas as coincidencias, em todas as S nio a i1 n iro
magnifico artigo de E. Morselli onde en-
expressoes e gestos as manifestagoes, o 0g- a 0 d M i o en-
SOS, os enantos dosna bella a7 ada; s contrareis estas palavras, attestado vigo-
sos, os eneantos de sua bella amada; b tm nt r ai od
velhas, sem deixar o sea rosario, viAo A eebroestado de ab Socr ates:iento ornico do
fonte se banhar a meia noite para qhe e o Socrates: cosi si dic
lhes volte a mocidade (!); os meninos e s inspirato da uin d6mone, da ungenio, solo
despretenciosos pulam as fogueiras f r-par ummorboso ecnitamento del suo divino
manido compadrescos; emfim d a noie ds cervello. E. Littr6 (13) mostrando a
rises, dos piazeres, das dangas e das bru- variedade das f6rmas de hallucina-3-s diz:
xarias.xw
Zaborowski, (10) fazendo nm m agnifi ( Entre as que se enlontran frequente-
st o doc 0)odo fgen aamonte se acha a hallUucinacao que Socrates
estuedo do culto do fogo, vemo a fallar da exporimentou. D E em segui a continue
noite de S. Joao, e, ento, appresenta l- o mesmo sablo : -ouvir ura voz, conceber
gumas supersti9os, quo respeitam a e visoe s d'un ser sobrenatur.al, visivel ou
Citarei na dllas, q 6, mais o invisivel, conversar corn os anjos, corn os
Citari ua deas, que mais ou demonios, corn Dens, sAo goneros de lou-
nos, mantida entr poule couve dans amai cur bern conhecidos dos medicos e conti-
tSi une pole coi dave a l tamaiso, nnadamente observados.
ntos i. dehons, il t'amiverait malbemir. Quo mais res osta podor-lhe-ia eu dar?
aEm todo o nonte 80 paiz ne Pois bemorns certos que Socrates
amesolnnume appliadosconcebent o onio foi umrn n ti"n6,
aese dia que sala ts corn a deassi comolAm^ mte no final de ska vida,
vida credulidade trad .si jA nos cenven^emos, de to'los estes effei-
A gems de urn ovo dentro do um co o tos illusorios da impressflo, otrque inafs
con agaa, deitada ao serene, por espa receios, porque nao declarar abi.rttente,
de algumas horas, apresonta, 6ra, um f m- que a mythologia christa, ponal os velhos
moso~castello corn todas as suas grandezis, myths, 6 o prodiipK verouimil das illusoes
ora um calico junto de uma cruz. dos seondos 2 :
No primeirocaso o individuo estA priest A cada pass, a ctarnmomento, unea
a receber urnm grande fortune, eo, entZo, serie indefinida de factos, que se succedem
poderA habitar palacios riquissimos; io interminavelhente, vein mostrarms Os|U-
segundo, elle prevy uma enorme infelii- des erros quo so acham espalhados nas"
dade, que a cada momento e sorpre- velhas philosophias.
hendera. I Os philosophos sachristaes quo so.in-


Se, o ovo deixatrapspareceruma egreja cumbem do consrvar bern accesos as ve-
corn suas torres, com8jua larga port de en- las do alta* quo parecem revestidos de
tyada, corn sua cruzinha, la no cimo, nto sotaina e sebrepelliz, so lhes faltando a
resta a menor duvida, o rapaz ou raparina tonsura, para seramoutros tantos padres
que for sorteado cazarainfallivelmente neste de cora9go devem olhar corn espanto para
anno antes do natal. o o lado do future. P Isto estA a dizer-
0 fogo das fogueiras dc S. Joito nio nos o erudito philosophy e critic Tobias
queimina aos quo sabom fazer uma ceita Barreto(14).
ora9gao. Estes passamin de pes descal9gs Depois deste pequeno exame de factors,
por sobre as brazas sorem nada sentirem qie depois doeexpendidas as id6as que ahi ficam
os encommode. posso concluir o present estudo affirmando,
Ainda ha muitas suporsti9oes praticad as que, emquanto nao virmos nas manifesta-
nesta noite, como os pactos que se faze n 95es da vida, consequencias de lois natu-
corn o diabo e outras mais quo nao refiro raes e inevitaveis, emquanto nao conside-
para n'ao me tornar fastidioso. rarmos a hunmanidade comno 'urnw fiunc9o
Depois das palavras, que ahi ficam, posso do universe, 'o nevoeiro das cren lies nos
coucluiresta narra9o accrescentando, qio occultarA a luz da verdade;, seremos su-
e nas festas 'de S. Joao, onde o mytio persticiosos e ignoraute; a psychologia
christ'ao manifesta-se do um modo miais in- humaria se aos apresentari como um mys-
nocente e giacioso. terio insondavel, abstruoso,
III Recife, 5 de abril de 1884.

Conchduso (11) La natura e l'incivilimento. -To-
rino eRoma-1879, pag. 24.
4 Tutta la vita terrestre, vegetable, ari- (12) Philosophia positive no Brasil
-- -1 884, pag. 12,f.
(9) Obr. cit. 1 (13) Obr. cit. pag. 87.
(10) iZaborowaki. -, les et A (sits (14) Ensaios de estudos de philosophia
scientifiqnes, pags..2. .- etritica, pag. 46.,
'Aqueles rnapazoes v todl i come1 ram estava cheio de fixes de palha e de
gancia, tinham cara ej iras doepesso instruments de lavoura, que parecia indi-
distinctas, e paredta quet 'iivam i visi a caremnt-.*e aquella casa pertoncisa aum ri-
em casa de um dos seus % gos. me co lavi-rador.
de visiveis mostras de ale'ia ro In0 A pOr o p6 n'uma elegant escadaria, o
vascon9o e o visconde, e, abra4aoo co vit a4. sontio que Ihe puxavamipela so-
effus0o o primeiro, cumprimentatamin c b sacas. Era Antonio, o sonu cnriado gra-
tezmente o segundo! ye, que, vestindo elegant libre6 cor de
Bons dias, Hfegsburum! F V i- amaranto e agaloado em todas as costuras,
degamberry! Adeus, %o ra! C a chamava a attonglo do seu antigo amo,
Arquindigni ? e keaao p p a para ter o gosto do o cumprimentar.
mao paraa direi a sq 0 visconde deixou passar adiante os
PerfeitamPne m -bmiehaia, per- seus novos eamaradas, e mais sorprehen-
feitamento !iE t?" : dido pela elogante libr6 que oef'a o seu
Melhor que Cesar; tinha vontai antigo criado, que por aquelle encontro,
de os ver. Meus cars amigos, tenao a excamoet: *
honra de lhes apresentar o viscode *e, Como estas, rapaz ? Ao serving de
Paluse, um liovo comjaSneiro digna o a que grande senior eSRas ?
..voss amiza. --Ao seu, senhoviseond&.
Todos o eumpriimentarami deovo, e o --Ao meu! Desade quando?
viscondereoapondeu a todo? os cum4 eiiD- e Desdo qu e entro0 no pat creia,
toa. d, senhor-visconde, que muitas ve- tenho
Ii ttdnta4-e o caminho a anetid.a sua falta, e teonho ve to iro di-
oaaz -t ithaerai a ek e, z.eem vestir de novo o -ml6, ainda
p&da do eza uto aoil* wi que durante muitos annos tenha estado ao
un ovelhas, que rvio de um nobre e generoso ptrao.
SQuen era s S-patrIo ?
'08 l eU r4- 0 seahor Peres Amendaburu, o m0
^ l^ J'*fi'>:;"^ 1.^ '^ ^^ ^ '' ^' ** '^ *-1',:1 :1'1. 1' '1'1 .-. 1 -. 1 1 l !'; *


-- Landrmya desgraa nos u p; fez dej
ti men amigo, meu irma,- !A desgraa *
quando pega-se ao home, nao o deixa a
mais; ella ocontioa a perseguir a ,mbos
n6s... Voltavas para a Franca; alogre, g
julgando que encontrarias tua velha-mai, e P
tua mai jiA no exIste. Eu voltava' para a
Franca omin 0 coraqao cheio de esperanga,
julgando encontraraqui dois entes adora-
dos: elles desappareceram, e ningueom sabe t
o que foi feito d'elles: Eu' tinha na Fran-
9a ura fortunas; roubaram-m'a. Por6m te- d
nho outra na Hollanda servir-me-hli d'ella, I
pela necessidade que tetho; Landry, es-:'
tamos unidos pela desgra9a; se quizerps,
nunca mais me doixarAs.
A unica pesos6a que tenho para amar O
6 o senhor marquez! exclamei.
Tomrnou-me a mio e disse-me : a
SO6 para ti, Landry, oneu sou o mar- S
quez de Chamaraude. A partir d'este dia,n
por motivos que has de conhecer mais tar- d
de, toimd outro nome. Vou agir, mas na u
sombra, occultando-me. Ate segunda or-a
dem, L-mdry, s6 tu e o Sr. Van Owen
deveis saber querii eu sou. Vern, Landry, c
vemj accreoeentou elle. a
Dirigirno-nos para a esta9gao, onde che-a
gamos alguns minutes antes de partir o d
trem paras Pariz. "
Sanhores, acabou Llndry, pedistes-me d
que desse as provasde que o senhor mar-o
quez Paulo dle Chamarande ato morreu no d
naufragio do Tmerario: estas provas os sg
senhores tern agora. p
0 barao de Simaise poz se de pp, ten-
tando ainda impor corn a audacia. x
Provas isto ? disse corn um desdem ti
magnifico, ora essa!... Acabamos sin- d
plesmnente d ouvir contar cousas ridiculas, s,
insensatas..... Ah! nao pode so negar, di
quo este conto de ninar criangas faz hon-
i ar
ra a imaginagao d'aqaelle que o inventor. t
Sr. Sostheuoe Landry, disse o conde
de Maurienne; escutamoi o que disse corn
a maior attenglo, como o senhor ha de ter n
visto; mas n-io estamosainda convencidos. b
Se o Sr. Mnarquez de Chliamarande estA vivo, p
porque motivo anda escondido ? Porque p
nio se mo$tra?
Sirm, sim, bradouo barito, que, sen-
tindo-se apoiado, redobrava de audaeia; c
porque est4 elle escondido ? Onde estA este ,
seu marquez de Chamaranude, que o se- 0
nhor resuscita tAto facilmnente, onde estA ?
Vamos, appare9a, estou A espera. E
Apenas o barao acabara do pronunciarq
estas palavras, urma das portas lateraes
abriu-se brmiscamente, e o marquez do I
Chamarande appareceu no limiar. s
Eis-me aqui! pronuaciou em voz vi-
brante. fi
XXVI,


Urn oh! accentuado escapou de todos os
peitos.
Tinhamn-sc levantado, mwis ficaram irm-
moveis, corn os pes como que parafusados
ao soalho, corn os olhos fits no marquez,
em quern todos, except o barao, reconhe-
ceram o Sr. Lagarde.
0 marquez marchou lentamente para o
senu irmio.
Este soltou um grito rouco, e recuou
aterrorisadg, corn a face convulsa, livida.
ittlia o oliar de uln louco, tremia, rangi-
am-lhe os dentes; d'esta vez estava terri-
ficado; d'osta vez estava realmente corn
:Xedo o mi$eravel!
'O marquez parecia muito calmo, mas
liavia lampejos em seu olhar. Parou em
frente ao baralo, corn os bragos cruz idos
no peito.
Sr. barto de Simtaise, disse elle, o
senhor esperava-me, eis-me aqui; mas
nao vejo em son olhar a alegria que de-
vera animal-o tornado a ver-me depois de
t'o longa aisoncia... Acaso o Sr. barao de
:Siminaisc na'o reconhece o marquez Paulo de
Chamarandc, sou irmnlo? Ande, Sr. ba-
rao, levantp a cabe9a e atreva-se a olhar-
me de frente! Quando deixei-o, vai para
vinte e cioco annos, confiei-lhe o que ti-
nha de inmis caro, de mais precioso no
mundo: minha. mulher, a marflueza de
Chamarande. 0 senhor prometteu-me ve-
lar por ella |e pela crianqa que ella ia dar
a luz; o seihor prometteu-me protegel-a,
servil-a, respeital-a, amal-a... Pois bemrn,
venho pergntar-lhe como o senh3r preen-
cheu sua inissao, como o senhor compre-
hendeu sou dover.
d Barao de Simnaise, que fez o senhor
da minha fcrtuna? Barao de Simaise, que
fez o senhoi, de minha mulher e de meu
filho ? Assassino de Carlos Chevry, Cairn,
que fizeste de tua irm. ?
0 barao doixou escapar urn novo grito
abafado, estondeu a cara nas mAos, e cur-
vou-se, como se alguem o hotrvesso esma-
gado.
0 marqwuz pegou-o polo hombre e obri-
gou-o a endireitar-se.
Olha! exclamou corn voz estridente,
olha rAh tiAo podes negar teus crimes!
His aqui Luas de tuas victims! Olha,
olha !
Lucy acalava doe entrar, pallida, cam-


lhor e o mai
contar corns:
Tudo
fadas, pen
confesso que
decifrar o er
E, em vo
Anton
vi9o, quand(
porque supp
ta casa...
-- E-exc<

temos que fa
Com D
do para o j
mesa.
Coudus
disse FonctI
Ao entrar
corn tanta
Fontac enco]
0os sesc Oomi
perava para
jntm; 0, ec
se &Ml de4igk
meutou-se 0o


Is generoso dos homes, sem
go, senior visconde.
isto me parece um conto de
ou parn si o visconde ; mas
ou pouco valerei, ou hei de
igma )
alta, continuous :
o, visto que estAs ao meu ser-
me retirar ao meu quarto...
)nho que terei um quarto n'es-

llente, sonhor visconde.
em, vai esperar-me n'elUe, que
liar de diferentes assumptos.
mito gosto ; mas estbo tocan-1
antar, e eu devo servil-o A
i-me. pois, A casa de jantar,-
corn extraordinaria admira-
'uma casa de jantar, ornada
plicidade come born gosto,
ti Perez rodeado do todos
Sanheiros. 6 por ee se es-
dar principio a uMn excelente
mo qure que cada qual tives-'
A b sou lugar, o viscone
lado de Prez, tendo A sua


iorta fef vei* ., do
Queri correra;r atrt d'elle e mndw
)egal-o pelo eriados. .
Nao, nao, disse o marquee; eol per-
ence A justice a de Doeus!
Raul cheganra A porta. Braco qual m-
Iario, corn o olhars. a fuzilar, atiroa no m
Iao estas pealavra:
As victims serbo vingada.! 11 1
E por sua'vez desapparecee.
-* Todas as m dos estendera. e pr 1

EUl apresentou a marques; as sen
,migos. Depois, apertadodeporguaspelo
Iperd eper-m




r. de Maurienne e pelo Sr. d Violaine,
ao tendo alAm d'isso mais nada a econ-
er aos amigos, completou a narrativa que
les fizera na ante-vespera, dizesdo-lhw
ssim tudo quanto elles desejavam ber.
- Eis, sinhores, econtimnuo dl, sis
omo o mr.u irmnbo portou-se pane oom
queUes qua devia protegr, respeitar
mar. Os senhores conhecem os crimes f
elle, sao terriveis 0) miseravel mere-
eu todos os castigos... Entretanto, se
epois de tel-o feriado aqui, de ate o v6s,
omo eu queria, elle houvo sse psido peimr-e
lao; se cahindo de joeohos de & 4as
uas victims, tivesse-uhes imploradt iOm-
aix'o, perdao, eu estava, juro-o, estavaw
rompto a dizer-lho : N:i6 tenho campai-
-o do senhor, barao de Simaise, as. es-
ou cheio de compaix-Lo de su. imuiher e
e sens filhos, tres iauooeates. Por eCMi-
i denies, contento-me de tol-o 1cimdos
ante do algiins homes qu3 ae mes e-
migos; naio pedirei A juitii dos honnos
e lieo applique o castigo dos seas cei-
Les... Recaia, pois, sob o paate do
v.o espesso que o envolvia, 113) Ioe per-
Fo, porem, querot ve se esquoeo. Va,
arno do Sinaise, v a. Tenma umn arrea-
endimionto severe par d m3necer un die o
ermd1o do juizo supreme.
Eis o que lhe terias dito. Mi t 03 snho-
as viran quo con3 a vibcrda sob o cal-
anharn quoa ainda quer murder, elle
rgueu-se diant3 do mira, lang alo umor
lhar de desalo Nbo tinha Y'emorso na
)nsciencia, arrep.ndimento no cbrA0lo!
ira o odio feroz, impotente o mlnstruso
ae fuzilava-lho nos olhos !
Ah! desgra9ado, o cora9so dells de
armore e a alma de lama. Qual sera o
eu fim ?
Toruei a encontrar iinha mulher e jaua
lho: todas as minhas coleras ficmarn
pasiguados. Nao querendo tecar nos
mocentes, manchal-os, nio levarei o cri-
linoso ao tribunal : abandono-o L justica
e Deus.
0 mnarquz ficou par umr moment si-
incioso, pareceado reflectir. Depois, vol-
indo-sa brusofento par. o senu felo servo,
ua se livrar.da cabelleira e da li4rba
ostima: ?
Landry, disso-lhe ^e, tl mrissue
a casa do barco do Siamaiso slda neoM
sta acab:ada volta ao toa post) e veia
eimpre. '
Landry rdtirou-se.,,. .
So snores, prose o ari6
. Niedro ,arera foi 'Vojol
aconsciaftem ne pois e iguwava ero
j snhvoresad verdadeiro nona e ed
uspeitava do:. havia de passar-se em
as casa. Os senhores foraum. told rou-
idos aqui, ponque eu nao qamn que o
ieu filho^- a marqueza 6 u, appare-
essoe s diante do bario de Siinaise,
em que estivessom presentes, como tes-
imuihas, alguns homens de bern, e,
ermttarm que acrossente, amigos sin-


reros.
- Sim, sinseros, Sr. marqu-z, dise o
5r: de Violaine estmndendo-lhe a mlo.
- E (dedicados, apoiou o conde do M nm-
-ene.
0 Sr. iluarquez sabe qu2 pole eun-
iar comnosco, accrescentou Pelro Cas-
ora -
--Sim, inmeus amigos, sei. Par'- a
narqueza, para meun fitho e para mim, a
mizade de todos sera muito precious. E'
orque sabia que podia contar corn os se-
hores que nlo temi rcvelar-lhes estes se-
redos terriveis de familiar. n ludo isto
eve ficar parsa sompre sepultadc, na som-
ra. Em noinm da infeliz baroae za de
imaise e de seus filhos po9-l 8 que
uardem estcs horriveis segredos. dontro
o cora9Ao. \.
- Senhores, disse o cone de M -
e, temos um meio de responder ia
lo confianca que o Sr, marquez dez ba-
iarande depositou em n6s ; jure Oa tw
s depositarios e guards fiei dos s e-
Los que nos foram revelados. -'.
- Juramos, disseram os entreess.


(Contimwar-se-kn)
esquerda urn moo d bello sembai e
atraz do si Antonio, que esperara is suas
ordens corn o guardanapo debaiso do bra-
90.
Nto faga ceremonia, meu querido
fisconde, disse Perez ;--aquti estertn to-
dos evur nossa casa, e cada qual tern o sea
criado.
Effec.tivaweute, ineia duzia de criados
corn fibre serviam os.pratos, emquamto rum
chefe de cosinha teinchava as ave e ou-
tros criados enchiam os copos mM cesw
dos exquisitos vinhos de fepasna.
A, sobremess servio-se a minida
de fructaA e does, quasi des oiie
Fran"a, mas que nein por ismw diaTvam
do parecer ao visconde menos exq suite a
de chamar a sua attenglo. -
Depois da sobremesa servio-s e obus-
do chocolte, segundo o oem ase dsa p-
viciasn vscofM,* A e oa U b
at6 entao tinha 6aido tGo ige i
vial, tomou um Oracter Mio skip.


Typ.do Diwai-


It


A<


f-




Full Text
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