Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15745


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Full Text

























































EXPJ IENTE DO DIA 5 DE AOOSTO DE 1878
OMenS.-A
Ao comnmandante das armas. Sirva-so
V.S. do mandar apresentar aos presidentes
das mesas parochiaes das freguezias de S.
FreiPedro Gongalves, Santo Antonio, S. Jos6,
Boa-Vista e Graga, do municipiodo Recife, a
forCa precise pars star de guard d urns,
em que se acham recolhidas as oedulas dos
vototes. visto terem-se concluido os traba-
lihos-de hoje. Convtm que V. S. da mesma
WW. proceda nos dias subsequent. ate qua
te WiMem os trabalhos eleitoraes naquellas
fgeguezias.
SAs Dr. chefe de policia. Em vista do
que representou-me o presidents da mesa
parochial da freguezia da Esaada, cumpre que
V. S. expea as necessaries ordens para' quoa
a forga public sill 'axistente, se conserve
fOra da igreja. owde s6 deverd penetrar A re-
quisigfo daquella mesa. Outro sim; cumpre
que V. S. providence pars que sejam desar-
mados os cidadios de urna e outra paroiaida-
des qua alli so acham envolvidas no pleito
electoral.
Ao inspector da thesorwacia di fazenda.
--Devolve a V. S as conlai e d-uiontos re-
lativos aos transportes effectuados nos carros
da estrada de farro do Recife a S. Fraociaco,
por contas dos cofres geres, durante o e
de junho, pats quae, nos tertfnos da.sat, .iter-
maao de 244de julbo, n. 563,. paaWd_6 Waft-
Zera o superintendent da. mam. -Gsoa,
1.875g680, cujo pagamento corre peo. cradito
4. docato legislaUtivo n. ,72 6 de o We juso
de 9877. e pela verbal Evewntua s do m nWte*
da marina, prevudeoclando ma. e eflt-6O
ser pago 37600 quae diz respeito A depoas
do ministenro da guerra, quando for aonce-
dido o necessario credit.
Ao mesmo.-Para os fins convenientes,
rometto a V. S. as ordens de thesouro' nacio-
nal, de ns. 134 a 137 e 139 a 141.
Ao president do conselho fiscal da
caixa economics. e monte do. soccorro. -
Transmitto a V. S., para aos fins convenientes,
o aviso do 25 de julho, em que o minis-
terio da fazenda declare ficar approvada a taxa
de urn par cento ao mez para os jutros dos
emprestamos do Monte deo Soccorro e a 0e
seis. por cento ao anno para o des quantias
depdsitadas na Caixa Economica, snds cinco
por canto para os deposilantes, e urn por
cento para as despezas eom o custeSi de takes
estabeleocimentos na f6rma do art. 124 do re
gulamento annexo ao decreto n. 5,594 de 18
de abril de 1874i-Igual ao inspector da the-
souraria de fazenda.-
Ao Dr. juil de direito do 2P distrioto eri-
final.-A sentenciada Bents Maria da Con-
SMgo requereu coin te noane operdi. do
i7 oda peasa qua campre nO paiidio 'do
Fernamdw, -WK Crinm do u(IM101" |rfnd
na pemdoj de 86 j ieflitf^ da
ere
Silva, em 24 deo fevereo0e. n4 p-
cesso, porsn, que Ihe rol inom -
ruari, consta chamar-se Beoa Maria dVIM .I
Recommendo, portanto, a V. S. qua e iaformse
a redpelto. da identidade.da pssoas de qua
so trata, enviando-me epa todo o cawo c6pia
da guia oom que a bUSf, sentenciads fqi re-
movlda para aquilo .presidio.
Ao inspector do arsenal de marinha.-
Nao tendo o arsenal de guorrapotvors grossa
propria pars salvas, segundo ifforma o Dow-
maodante das armase em officio de 3 do cor-
rente, lob n. 5909, autorise V. S. a ornecer sao
commandant Ia fortleza do.Bruma conform
o pelido junto, 800 kilos da referida polvo-
ra. Commuaicon-se so counmaodanto das
arms. ...
Ao mesmo.-Informe V. S. sabre o que
pede gulala do GCarm o Barreto, no Incluso re-
querimWrento, quo me sert devolvido.
Aosenpit.io do -4p0 t. -1No *'aWUdQJ.t
convoniteote 9 pqf t 1 g.
Y.;,

garvi nas qua'dsd*S lnspeitet 0
tabkie. O nremo guprdak .
' ^ pjvenclnent4^ durant Ofso temorp
,5eonylfto c hdo ofio V .-.,,,,,
I ..syd msor ntp q


muumuu-se a &hetoh *iwia 4ii
Ao president da: mea parochial do 8.'
Jo d Rmoeife. .-.g o diea de Erxc. o Sr.
preo*nOda yeels copmwuso a V. 8.
queoj itW f e M as neoeos ariaordes,
relvamenoteA "Mloio consmtant. de oe
offcio diets data, quo assim fea C eLpO9-
didq. .
A' commissbo especial do uocoorros no
Triumpho.-De oudem do Exm. Sr. president
da provjhela, commnieo a V. S. queo em -Seeu
officio de 17. de julho ultimo nrplu-Pe o0 des-
pacho seguinle: KemeRAido qoA mimsbii
central de sooorros, pars mm oonheciRento e
fins convenlentes.;


uma copil, flc. asth imuls
gbo constantos de -l m dcio de 2 daue.f
meg, ;
- Ao 0-ittan4u ftW do voesidio de Fernan-
do. -Reebet R. nese presidio o sentedncia-
do Maosel Janm da Silva, quo, reoolhido no
alto mar asbcrdo do um navio ulorte-amerlca-
no, vip elpoe.OOp .M t de Nova-York para
o Rio do ,knei, .onfore .diarou -o aviso
do aimistdrio 4jtila. delo j &lh6.-C m.
municbu-oe aq juit do dseleto ^ 2.o distsicto
criminAp e ao 4 ete de pqlct.
Ao mesaso.-xpep a V. S. sas orders no
sentido. de rregrs m as m- nteneiao. Fran-
cisco Joaquim dte oSouna s augto mranisco
do Paula, condmmaados HmAle neor daciko do


Lji^ #7W1#du Sila, Jose
IAr. j Meaeita, q-Claudino load- de
Armn Dia "ManoQl Joquim Duartle,
e Bdriirdino Jos de Lima, vindos da
eaoarca de' Ogrvaw uS- o pimeiro
come sesecaido q d, o segolndo
came cunminqo de urtoa ~r cavallos,
eo ermo de Quebragualo, da pMvin-
gia das Aag6as, o tcoaro como tiAi.,
uosmide more nq msmeo terino de
Qiebranoulo, oe s demais como seon-
t.pa es Ippslg&po 49 Dr. juiz de

4A qrct0 4'.idle do Rewcife,
JoSM MU & tease 0.Lanc o Ma-


preoerando renlist.4 nao 'w s oaso; map con-
ssltqndo os interosses legitrmoS da. provincial,
quo tinha e tom o direito de dizero quo aais
Ihe conv6m.
. Nao foioutro, apraz-nos crel.o, o pensamen-
to que em part dictou a remnio agpicola de
26 de agoito ultimo; e tanto- assm p compare
henaerem os eiultormes cpgrepgdos, q.ie
muitos se man lfestaram em applaumo & i16,
dizendo cada qual o sou mdo de edo F o
problema e a, soluglo- qaoe tHi parecia mais
consentLanea co o la oh mmm.
SAlgpns, arrncando d liibos dp esqueci-
mento um antigo dmd "daprovineta -o fa-
mos_ tramway de Freheir Bezrmos-ue.
em 6oocas mEmos dews, foi codeMado,
occaslosando um prejizo do pertole tresn-
toe coIr.IsdB .rI I,. davidoaram exaj.J-o
com o de grad e-vataeus; otnros. .Sto, aa
maiorla, ponutf d iIfti.f a ferlinwna da
preidencia, o malbor oonhbecdores da pro-
vincit, io 'tre pd^rm em se sanifemfar p-a
profereacia A oatrndaf s o Re&f AararOf, por
Jaboaifo, Vjeta,sGvati BeoDerrms.
Posta de part a eearal'a do i aioeiro, dian'
te da aMsrt ituSsh eatjml qe 9 s MseIO
pf~ nsta( da o terdnts ew oreoaneo fesm squel-
Its qp as --e r.wviram de otM- i tocus
shea, pdva ins at apilaoe umu',ngenhel-
rib qu, tonwedo ipwft, Di& anio 1. mbrQ a
estr2, doo -L eiras a. kw eos oCa ruar,
povU640 Ipjcpn passamdo por GravafA.
,Esta ultieb. por V i? doflas, nao A
saioi a. ifRnl s Mans, proldnado, a a es-
tretadooXeh diCam.., por Jm sVL:-
tbA Grmvatm e Bezsuros, taes foram etae
sicaaMMa CqW preind6 dpsoular p4ma-
sias. qei Satbeo -por todo os tlto.d
qde meoutI 6 acolstositelo do orgeo do go-
vet w nifprieI a ta il doe I do agosto..


troa 0A P"i~ Z16 U = pof tx.
.ontm op rno pica-
Antouio; Lopte ifUkili, pjrtteaa
Lopes Cardoso; Reftiffo
satyrico, apreseotdo t I. -6W K
dro ll por ocasio do visitar 8
Bala; per Joeo Nepoaanoo da"
r e o tumuo, poemeto a morte
dre V, por Jovlnhno KfojWIiro. 'Ci.
Da redcgo do DiiOro a Qer'. wh
ultimos as. desteornal ..se
rest di Pe=a -Rcembeaos
seguinte reifc o S noticia public
noaSR Aeista anterior:
Sr.. riductm. do Diaro dePe. hi-
Rocife, 3 do seLtembro de 1878.-Leao
rosa apreciagcg o inserida no seu oml l
Dioeio, Acerja da festividade de N=
ra da Peoha, mopwrei uma inexactlkdbl1
involuntaria, corn refencia ao msmnias-
tive a honradoe desenvolver, da cad -
grada ao Evanolho da mirua. .
0 objocto da minba demonstrate SQw "
foi 4 qu a eVirgem da Penha 6 o .o -da
a verdade de onde tern emanado todas -f..-
Szooes quo illuminam hoje a civilisai ,t
a derna, a como noticiou o alias i "
apreclador da festa ; mas sin qK n .
<-Santissima 6 a Mi da verdade ifi
* unica Divinae infallivel depositarik 6
a ja catholics, apostolica, ronmta,
c qual noo ha 8atvqbo.i Il
a Dignem-se, pois, Srs. redactores, al|
oorrigir essay inexactidao e abo no di
verdade, e eu dead' jAmb confesso por 0
penhorado ea bgradeol4o a Vv. Ss. de q
pfeso de ser corn subida estima e
rakAo,. attento, vebrador e criado obi-
simo.-Fr. CelestiW de Peddvoly, mi .
cpuchiwmo. p ,lp
I Consulaflo provncial-E' Bo no W4 .io"
corma mte c qn finda opano M" eaw M -
"E
$1 ~ s lio docst
Nh-^i~ta w M xerchit eKt; ^
^tmtribuiates quo nbc satiso
sens debils t essa data, ficma
iduta de noe per cento. i
IOisesno Recobemos umn
Op-eio do. dibourso proferidn na
rs oinmeoWativa da creagko .d
jiridteos do imperio, n noitse dt it,
julrmo, polo Sr. acadeipico Turiatio n
d Vasconoellos, discurso napdfo
a soas coleges do soanno di :
Rieflie"tA 40' sage ec c GIGo nthfi atif
tgrnrmmuoA n obfequio.
taei m Londres.- A'cerca.do artige
de Miwaliuw Scientifica, hontem -publicado
em aomsa 8.a pagina, remetteu-nos o agritul-
tor, que usa do pseudonymo CER-nADBSp
seguintos linhas:
a 0 autor da Miscellanea Scientifica, pubUI-
cads no sou Diario' de hoje, attribuio i CrQol-
wel o fechamento djs estabelecimentoa doOa-
f i'na Inglaterra, accrescentando quo, qso-
astc so pratioava A respeito dessa inoffesi-,
va ebite, permittiam-se as tavernas,: etc.
a- Inclino-me a crer que houve equlvoco .do
escriptor, porquanto M. Culluch, no seou mui
conceituado diceionario, -affirms quo foi Car- -
los H, quem, por uma proclamaglo datada-de
1675. wandou fechar as casas de caftpor 8s-
remn pontos de reuniao do seaous desaffeot ;
accrescontando o referido autor que, consue-
tados'os magistrados de entao, foi robvoido -
qae, nao obstante oser o retalho do cafe lt V In-
nooente negocio, fosse tambem prohibi..pelo
facto de motivar reunioes sediciosas e-'.e ai-
daihar os grande homes.
a Em vista do bom conceito de quo gosa
Cullauh echo mais aseitavel a sua versaft.oe
alit. Do fando n46 modifica em oouastS-
maes'coaskderages que a respeilo for f
o ahtor da Miscellanea. a
Femando de Noronha.-Parae
sjdio 4eve saguir, a 12 do correpte,
*T" pho e Zuolmira.- Acaba do eihbr
ft4 formal 14.', abrangendo as piginos 105
*.> fftdesta romance. '-,
iaaiorIa de fzenda--Nesta- eqpio
pfmbl-4 hop. as seguintes follas:- ,..
oJOf eomnpercial, coonignaqOes doe.. if
do enreito, jusUta de 1' instancis, a! er
correigeral. \
cotitp -- Hoje realismn-se os s :-
P laopte Guumo, asiO horasamedashnisa
da Ufuilo n. 61, de boo o excellentes movies
Ootros objeotps de oasa de Vanilia. ,
h.o egente Paes., a rua do Viloriblo-
rio .C .t; de dons grande armaseos '9o 6a
do Apdno, perteoeentes ao espoUo d* con-
mendador Tasae. :: /.
Ajhnibl devem realika-se 0o 6,:
Pe e Pitta rua do Bo.,l].:
4%,doitobrsdo de doussondafO5L f.lu a~~
do Visoade 4e infaba rflOs 10 e ofslnSJ
na rue da Imperatrla n. 13, de grande quatU
dade de moves novos o usados.


Pelo agente Pegma, as 11 bors, usna 0
Vigaria n. 12, de moves, idros, 1P
de uare, do" pta e o bpto an. a0iso
Pio aoewr Remigio, s 1i horst 4ihr
sero d. Anna. -ep freots da atftqdepo^
aizas com bhstat..
- exta- emr deveomi reauar-se 8 0
Pdo agbte"Siwei, haslONass e
ftia esteiMia do Rosalo a. w, de.mO,
Pe"oVteM J14fi, is 11 h or .
lreni. 16s da case torries-. WB0
































































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i &0O1 dopml4% r g6 nat a6*is aim*u.
WITA 6tte S e M tao 'mi .pseudt't 37 60


Sm. iteir a parmtn soffr&' n peaitina pto-
c "'41dha con'prNfld,larcb cWlb rais j w
U9: c rnaw t, i-guc ddu I *'c 'o.?
.3t A *accet ivqlb ..>dhlffl t O aflus
d~d-iftbs poa,6noit & in-tUWd #08 owrt oeffc
tniftiiaflag t-1tigpkfg( ft 16i --p*lP&M -fgft-
mulgada dqpois do areio rsquioa.1
Xj4*t,t(-*4i.~tfv li t~tutd4eiinm te
i -i iaz ? .
A- 3(|thwtta Mid "M~-k s"9c00tv <^frVll!n e.tensa e 'nmixis"ae1uMfa ?
:ll~riera *rizaw ^'eo~saia pot-
,lTie,]tt sA enrlffi esp~icfl?
^(Wirtit-rK^ "-eltft, a eo'abkt~tr a Objoei-
,j.l.dom a logical dos facios.
t "-'.* .*'. i | .' : ... -i"*
Veo ser jul'adaOs doos.MlfeUores, que corn,
ettream jtimtos um rot*bo eooesideavel, pas'-
sivelon em 'b to%&lIa "i s das suat
circirdhtb'htl'tfs, 'o fnaxA O(If4t p ."
S 0 mesmo jUA idhio tbstcondemna nesst
da pena.
Ailas, a respeito Je urn, a instracAo desco-
i qae, asRerirmente a este riubo, que mo-
S ao jolgainento, tinha eille comnmet'ido bib
tImrS'roubo- da mesma iaturezn.
I.t 6 evklente q ebib e .guanb'tlalfeih
kut W WiSNf t6ent,- tfais i'bb1bfto Cii
'EntreLarto, con o nosso 0. 82, o ihzta
p,'te, em pib.diA a desse's d6ros muitos ii-
ries da mesa nabureza,, que e*ig#hdi6 vfib-
a t&LAo cloioroso .'upplemeJ r6elldio de casioi-
/o, condomJar a est'e lautrho itabiloal seW a m
inesma pena d4.teft o Ina equal 6 o seu co-
ultor con.imnaI.) --
.\cliKtth tI ktt jrto'. ilkflrt $ I
la .aqui'-a tuniicao ro meniuir'weccu i?
A coilewnna Iv .r.'ntig *iz:4r da ssc,
jnstiqa bttlndeoa. 0*4oJ 0o ponto de
vista da jusicsa 'luidade, cormpirada'c6nm essa mesaa pena iii-

E' preci'amente esta inrapacid", q ie corm-
I atemros; purque 6 zowJbaria W tq'ihi
protesta !a'rzao ,pdbTida. "
Ainda -dab'6 m'o e 'e-'bdttAhfpoUlese:
Sappo'fhtinms qure ete Wemndo AiAfio ntae
,:tiha, ft*WSA'e ca-r6%A,'w1 ttm o senfio o
rrtco dt''rig*db. Map, ot* "ao JflSMssdo,
L 'jutere,'.lo :ipr'oveitar-se da trasbtla im tuni-T
,- 'e a ',i, .camRftmette t seA'ttaf ntlne $ qt,
Subos uovs.,, e nto peat*&tt yrn tNdl
ciho nasstius fel tica. ,
N-m tr 6 bthw r.eque |tS." ki t dese
:iuiaz malteiLew, con a suan reitera'o obstina-
d, infioitactne t ma We que a do co-
r'.'o do seO prA*eir r4jO% T '
Enteta.n setnpro en k tude do nosso
ivmna! ,
Par cjui.egunite, e corn Loda a certeza, DJ
systenna J3w4.42 ifmctkwlemte insufficien-
"" .e Qpp~e-se ao do art. 61 do mesao codigo,
,. raado ni o permitte que se inflija, no casJio
cancurso 4do duas ou mai penmas, enbora si,
* -a clamiula que so nao poisam imp6r urma do-
pals da oitrq, 6ltaqtxxlno d.i pens do crdi-
urime amior It &Alftet"nmettlido I
EsLe systerna, por sua mesara insumicienci.,'
veraiiei:o premier, e 'animaqo, camerO
,;hamart alguns Atttlekq. offerecido A ousada
.l ,RMados Ufdl fte At res .
E corn effeita, txao bffAnaya como lta ii-
= 'LSWWUUII lAi34rft- "bmS4ettr'e.ta
neiro crictt' gruv, tet'^meflb enfeo, nMiai
er i medltatsinenm, ,o1u ,
,,utro; porque 0 o-" ott "tffTs




(c, ,podQ, Aaria vo- dinn-
,,f'IpWe r ao 3 o b-
ade- .4,jrcZIee dove no. "... -a4*4 *(-
ri-o dapm .o .


nas. .:

6 humanamenaplicanon.
ttafkpfieado' Ing
tegral Mmais le-,
ves; su tf11 s graves'.
PP4alo awn.. appamais *7o.

d'uap1,99 rei~te
r.o mnqW-k iqna quo'e. 0



copid vie w, waa Ae i'
vid e costa"vrn -i d
Desdoe o-am o La derroLa,
,Nolra 6iep !* (ao iu) ad ?,,, .' ',^ a^ ? '; _.- .r

.P1o ,rmk^ ^ifanldm~nue vub4aic~l jl ctt


commetter,i^( ,
Se, nu o [s)TL'CAm. vi,-
lar a lei, afront' jpa na,& ajstiea ; insur-
go-se contra a aociialo, eomo resaltado, in
corre .necass.aA@ 4Olza do aecresci-
mo especial de pena. d p
'Eat ftt *flo, : myKeaia do s codigo pe-
intIl Ilm9^6tR'" dd flo Iira que
'tt a nto,'!,o,.,tbll-ip.ara



_.,.~ a~ A aio. jnxa ]|9 ry
q-,t utf^ W '.~ -ia ~ a il a
1fiM0A dt t Atlt ba o dip
as dos irnttflbWb *bperiores _a dtbMakno,
'dot-e g t~h~lV'hha. fo led a ** iM, 4cia
dos del'ct .h dkt rtfa-n *a:Ik
Vi qd, ufla DartL. pornItIEoq jUios, me-
thktfaW~t~sb floras.
CARAIB03 E IqVxO.





.] q Ate qiergue n. B-f. 'tgPa tI'r
lrI '

ro 4a casa e a as g,_; ra. CAsup


M bs au^k CW' PO^ j'Me00




10 fl' ii 61' *h





Gaxias .56, joi~Mw^m dr s
ijqade ytagas. ii'~l ^h

w10 e a daAiprti n. 61.2 1
P 'e .a








taa ila^^^!^ ( damm Muf
Caxams n- 56,1 d (Vte/W ."
meio dia as 2dt .- .
rua rLaado Rosario n. -18 .o andar;;


Swims alnda a que ewstados 'eKtrata-
gaoties podemos cbegiar qindo, 0ad sclien'in
p .nal, slo esquecidos os 'pri64p*o.-iltexlviiB
da aE.id~e s o a. -o-i*.
So vraiBinOS, pe SW 'Pw4 000. ,
*." so j6leii cotta smSeqdoa d~ifii:w l
bs parties le &,s dea 4 ........
-sovio'do s)2u protizo. I .j
-ze tr ei e181, oMp art. 6 itW
; :zcmSmr~ fl Ife, poftit 'a *r'SitdySo w
d rrft decala laprttzo,: sew" qu'e
m -,e um deJes bate para liotrar o c
|i.AJ.:ai W~ai(,a>pe courtaflo, h- -Aj r&-


"-''' fl.r ,I,', ,. ,. ', ;. .S
AdminlstraVo provi i


basm a ligtaTnattii
ghrantes dqa -fH i .," -

do adminis6 l este o es -al-w au
to da tarefalehar.
Quasi isolpOsQ q amtes dos no-
gocios rubles 1afloni
de bois auxiliaes .adosp~ragoies par- .
vsqa qa S<^>tet~oi LAcw ite 'to
Os presldjaq4.prqnrW41 o criterlo- ,
,o. e ,:4e";p O e.O ,ea mgra4,ntmre 4 coamm
S_m__ ^^^.'^^^"i.- ",41,M outran. u
p.aWitSra .su on- a4.
Se ems pocas 4)Qr,1348'
Situaglo do administrad0400i
qaditna vNei qa .4. .- L3
so pou .ade.s...ia". wiqouo'0
quantai tumli adsatfm oT' ar o ci adolwbte
A profthrn'M IVtiticUagas-'*mst
LaO. lo depaupera de.seas .ursos, f &0 eg-" e
1. I -*rUasA.aa
e ;9- ift^^^6(^dll(*s "e rfa
paron, a.lp~adotm IBtAM.j-siuWstradok wtetatX
corn um govero moralisado ejiastoa' uq4 .. a-ln
.edade&iro two.dehomem be 3reesf, *0|"i.
4eiiaaor da., olt*a e odi I
xa r l -o r sa s au "-it .. M k,
bowas r~iW.s.palW puBi jF 5S
Is"*1 verdaide als^e^w (^ l^ a; TE
Aloi ISLO0 maB^,glwibM;im aH^P~io
Uente desia pi oVincIau
politica que, a fa^ im p&"a, ras ".A
pclo respe"o 0lei e.spg V dtods, pelt Jo
Mma awiaitc~bebf ^t *y+Aiopleit%^ '*
a AMi l*ttt4tteMdlbit} 'b'WMs 6 vio: '
Mlen,is por tM se ero finalmenale, derra- &
Vi,

Propal "TIP
opposicionrale;.a verdade actos se os,-





tcern.vidd e vigor
que ndo pos.6ti w Justo coaceito em w r
quqlOfftopbWSP e4,d.,rnq- as t s


oi este oluibEwUe ven nesti
Aqai, Owmp*. -, in6=A tnm
seo uma ba on ,encia.se
urna dew gst"o vot4ndo i-
PrC .nre dh op I
pos81 0 no qua tasto e*-
%el' ,.4 ,.l_ r q i -
lh ro 1 t i :--,


11 ,I :.-- .: .. e l e
Disc d a.2a!Lvatsftb'0Air
i.a,0 e ol6maig

sa, e 'Pae, a


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1902 .4de u sajusta
." fflrf, ]
4. 4 uA.io_ e .t.ia

iss.o e-en agadja deoproa to



p4i 'diMp~ |t! Ia f dt* ,












.teo Francisco deAssis.u
m Q A&Getar nawo.
bib qbqfl, idoriile ltfwat<







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1^^-^^'^^"-WW ,-



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.11) i I8^^ ^^ ,I=v tA 4ig*sJt^ -f1qum'msrptj'a&S
JaaC s a M MAL.%.A'as
fN0 pme e tra.t

0hibS'bew ftorn ijsxjId
.- ',...-. der dar sahida a sua nercado0r7aa
4., ** r "a inepai, e s6uqqat. flp 41"
Padre Jo Cm sits ',.
oodow irmniosqj pAwa que,
Jtior dsh~r(Ntsst- S*AlWS4o s aqa"J
3 o.aario, d-a igr 6.a M e. f ',o do-e4, -SiYW
lM ^ I pars; 8nL40deJ
;,,:;.-* Juit ~torefca I e .Kb p e i~is ^ "^ oa
.'- Sr. Su i tnvi a as: gnalura em mud oa ra
...- Juia .aliente (is dizeso i eo to n. 2'
A.iixsua. ft Ja.1. uialS NNWanprnknm smos&n sw ca ,Wsgi -
S Ek. .rivAo po r &ilu -i-ec w ,tf
,:N* Sr. Marc ionilio*4h.w V anR Itecrfe, ju0e r,,bpe dir ",. -
S Escrivj .p.r dev4yilo P e* '0
SX. Bra. St. r. Jss wa Nardisa-u costa.
Jwzes. Mote 'mO Jims. Srs.: \ 'Nl 1 "
Olympic r A~a
LaurentinodeoBiMo. t
6A I, bgusto isq d, ,LA ''
Antonio esbAtt. 1I 14 -(M 'UHflU
Ar-ge'o rro do GosiWti s.
IfennagpornMo@%ajsgA va.
a n pLututeh ,' carabao.a. "_'p
orLditWln4hIM#,ge1l%.s. ]- M twaw4**IW
"iafeve.o dos Sauno:'. Ni 'ha i "e cola l o.
Eduardo Q oA u .Cpvflo. FV l ^te.
] Mia l osda.Cou s t- .- .- ....
Azevedo Andr e. .t o... .. Leaos,.
[%n b rtio Abratdes M la. .. ..--
Mucasi da d4hkM ia-trA
UWI Alvos do MUraalda.
Althur'L iziyipir, l @ raW o)e f 2 1% N,"It
1EsLnh-itfhdtbatamit. 0idi.- INS,
It. Btb Ferreira de'stem ---
Footino AjA fttn*u -
aUh4knaro da Costa e Silvd. '. -'.
Juto Ferre'raa stA. *
*Aza T ins p o!&O'I'
-- xr" ." ias. p-oBraote h Imetz4anch e n -
D. Fr ncis pCMTrakchr o CtMe*z Bla heS3 o r .
& Alte Ferr -%tow i TMera JNwsatwm 3 Xo 4rr
D. Anna dJe.tlamos. ,., r [.1 a Jijaskten ,piiift .k SJ
M.alria -ai'd"os tt Vips., Lou: '";
P~rancelina Augd6WM& K4 p-b
D. Caroliiajtbk a4jila I J r- --. -I .. .
Q^f~entrWpft.lpqO-fe~irw Gwtma- 1108 E
res rlea /' 0' 1 "- .-^ ^
vIy nf^elt d~td&^l~nm. I JWMIAA^(S 9L* WW^%A1^
s NAnazAmonas Villas- SWM -
o% ardina de-TooBm.,ts4l oia, "tos ,ozt
D.Oi bPenha. h.dly b~da4
i^^^ff'1.. t ....ff^P
Candy t e ... i r o ...'Fiorenco 'd a
D. Afarb-. --,Mfe Iect"
Na bar'e4a ,. atrgon
Notto R OJO. ParasveCana. 2 couros verdes
Bi~ t~ Jul tec fraiw. -Mg/~g cqirq 5Q82 tiW&a Mui ~Y wn ,
A2rtgaftm;-
iS'S'^ SS"^ ^*1-* "-"o'onavio .paGtague-iAt 'z'- CA& el no,
.... & I... .M9,:..* ..*,
*, .0 ecr2 a., i c ..m, o g, V%,I g -
Jsp ..*Osr das Si o nta Itro
., .hz V eso^rc k .rc.., .P.- .
._ .o. eaeq. .ilea gu ppg.a-o a cie-
,.B]iiaii.^ Q' ; so d.eilV4ut ra. ga i: 1.--.J... ,,Q r. ,,B.';K."L, .f*
"- AW 1114.;o. 4 1' s l I .e NinW a t* t' "W "t'..-' ,
b~o ear Kk "Tw~~t
"T M =.r ; ,,. p& twtou..za :'ze ,
ikMSi4tflitS71lb 4ed A
Alm AI' SI k S o omhj -.- Ifgarmiit. AM i't
A ,9.- 1'.' Q .01f, W O'_etguut. C o. ;1 fiA f i
,,. ''O~s '^.'&....e^ ^tl tnB 60lie< ^~det ^ ,: ,.

-e_.,-8i."aj ,. ';,1 .., ditas aom 2,400 ditos d aifl .'-", h.
., -. Na barca poqrtugieii a,-o 1
'": '' "I.If' W Jt,,-," A ftln b-6i4 $ M w-j rai : -.'. f : .: .,i -H $
~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ I fl-i .*.,- .,r j ^ : : ,-T r .,; ^ M araiih ao, iM to f. .^ Jfi^ n
} ~&Aja fMa .,nl^^^lctfio ,,0 .'kr~ df Oadi: t- : -,...A,, r,
em,faiW$i*<.eN*^S1bde P d^ V, praoteari.tA mlltaw 50NJ
tltdi tros de aguardente; M. 4W.
Ai^:'BfJllttflor Pas'Tta otarV e tA SOWS cmb 50BUjBU
Alegria 4aAlAo1O^ tAFus in
-1P. C. Mtii lldto;Pt-





Assim o .p^^m-AP p brnc emr it- an
-l ti ref a Tninm .o.f 'il" ,
i-EtIsuaxq &at ouW-estc-, Maco, S B. u,,arSa)&


*At ip~tb- S bg ft, .... -.Mato,...
..lpr P MiO.Am C *1flsem Ue
t wiy. ', yBv G ,,152 litros,A ,guareola:. -
itt;f ,^^,e.,^ .- nIH Na ba-jmaA doJgOfa m "
be mt, al er nuaV e fe_.I,, ,era Parabyba. -. E iiita Sal..- "
a vantagM" -1y 8.Hus semelhantes. rtaifs om 94 kilos d asucar refAda,,
4s-"ia h lf A m N a b ora p N I Ms* ,. mfl r me C
J I o Natal, A. W ;^ J
f0"" e come0 k ,o1RAoe Aawy fttma tfr
i ^ -'-Saba:A7Vicrastarregaram
ro~xt3&Bi~akdj %a Of-pma astpipena 'Agr yi K a jAWateiq 'riiwm W, -_ yAc
afout I ,?., .. cos
Sffl-^^^MsMKS^ ^"TO ^^L 'aps coip laMfli osstisblifa. ",
GoaJI
.--~.:,Na bare c ia6.arreg~a&&%,_


"W m" e u it -. ... -













































AGIYNTES
86OW\ THOUSON & C,
31 Bua do Marquez de Olinda 31

Cmnpanhia de seguros
INDEMNISAbORA
Tomnaseguros inm ritinos
E CONTRA FOGO
SLargo do Corpo Santo


S IKENTO DO IBTO


Navio entrado no dia 3
Tluaa-Nova-93 dias, palar+ho inglez Blanche,
de o145 Loneladas, capitAo John Hogan. eqii-
pagen 9, carga bacalhbr; a Johnston Pater
&C.
Nauios sahidos no s"smo dia
Purtos do note Canhoneira ingleza a vapor
Avon, commandant capitto deo fragata L. C.
Keppel.
lba do Sal Brigue brasileiro Theodore. capi-
tjo Joaquim Maria de Souza, em lastro de
IRCe e den Norte-PaLacho bollandez Anna.
- capio L. SLunt, carga faribha de mandioca.
Observado
uspendeu do Lamarao para o Rio de lJanei-
1 log tre sueco Btlhy, capitlko Swesson;
Offl aa mesma que trouxe de Triest.

EBITAES
0 procurador dos feitos do thesouro
provincial, tendo recebido do mesmo
ihesouro a relaQdo abaixo traweripta
dos devedores de annuidades da fregue.
zia dz Boa-Vista, relatives aos semestres
dejulho a dezembro .de 1873, janeiro
a junho do.1874 e julho a dozembro do
wesmo spb, decara aos mesmos deve-
doreOs 4 Ihem fIca mareado o frazo de S30
dias, a contar da publicago do present
etdal, ta conformidade do disposto -'
art. 53 da 1t lei n. 891, para rs oolherem
a imporlancia de sus debitos, cerlos de
qjV o rffTido prazo, s proee
TW SuaVIWAmen -na obranma.
re, 16deoagosto de 1878.-Jodo
bA WO Teixeira.


Diae, 6.
Dila aS. B4 .t4 :W ThW ,
rib. ...
Diti n. 10. Anmmag /
Ditao 3, Manoel.d -fio de o
Azevedo (7 ,
Dita n 5. o memo
Dita n. 15. Umbelina Candid t
de 4zevedo e Silva 12576f
Dita n. 27. Joao de Carvbiho
Rapozo 12478
Di& n. 31. Christovfo" dos -'
Santos avaleante 1278
Riachuehto n. 2 DrVicente :.
Pereirtdo Rego 3
Dita a. 12. J3e ANeff Lima. i
Ditan. 14. 0 .o "#, to
Dita n. 16.0 mesu o2.,
Ditan. 43 Miguel 'Art$anjo /
de Figeiredo 2 T
Dita n. 45 O mestmo Itl
Dita n. 47. 0 mesmo 121768
Dita n. 49. Dr. Joo Maria"
Seve 12768
UniAo n. 8. Dr. yirgilio de
Gusmao Goelho 12#768
Sete de Setetbro a. 32. Jose
de Vascoailos 125768
Hospicio na..1. 'rancisco dos
Santos NeveQ e outra 25536
Dilan. 11. Zeinno de Anlmei-
da Pinto 121768
Dita n. 27. Clara Carolina da
Fonseca 126768
Dita n. 31. A.r mneama 12768
Dita n. 37. Heliodoro d'Aqui-
no Fonseca 126768
Dita n. 41. Custodia'Carolina
. Augusta da Silveira 121768
Dita n..55. VicenteFerreiia da
Costa 6318W0
Dita n 59. Dr. Vicente Ferrei-
ra do Rego 12#768
Dita n. 61. Maria Candida Ca-
bral Cavalcante e 'outtes 38v304
Dita n. 63. Filhos deAotonio .
Marquee deo Amorim 5536
Dita n. 10 Herdeircs de Joao
, Fernandes Parente Vianra 25F5-
Dita n.' 12. Helionoro d'Aqui-
no Fonspca 12.768
Dita n. 20 0 measifo 120768


(Continuet)
Edital n. 13
Pla inspctoia dalfandoega se fa public
que per falLta de lioitAio's rM tendo sido ar-
rematados ot.volamos S "l'ecarados, e
aonumcia4s Pelo edital a. 14, 'so tramfere a
arrematago dos smos. para AsLa it horas da
manhi do dia 6 do corrente .mez, A port desta
repartigo. -
Armunem n..4
Maroa CM&C sea mui^sr6- 0- caixas vin-
dab do Porto na barc pb.tlheu:Marianinha,
descarregadas em 9 I ovmt6o de 1877,
consignadas & ordem, tlb ap6, pesando
nos envolmnrioq 50 jO.Litostam&"as rem valor.
Alfaodega de Poernmaim co, de Obetembro de
1878. -0 inspectu..
SFbiq A. d. Peis.
0 admiak& .S provincial.
WNe Iol... ..qu terminal
Iprorogame a 'noez o prazo
para a arrecadaco vo* 1m, sImpostos
i a,, fella por a mts ip ; ,ondo re-
o ra eosouro, alm oclder-se a.
Iexooiva tedo eq nor debito
Il prdaedocia qqt nio fo atmfefto no
p p r a z o ? "
do frovutocid d em,,obuo.,. 3 do.
sefembro de 1878.
.Orr-a.c 0p a ai )o ura


Admiaistrsvd do& &iM. iW P aPei
tauco, b VJ W
bueo; 'desmbro de i878
vahir),f d vorejioa~nU '^taltada (asai
valor), .quo Sile .ota' -vbpttlo, por
SLo term indo esooatrados seus. destina-
lut W, i. c r... 'to
AnacelooAnapurt Ayrvs dq Caovalho Aolo-
siOdeLima, Aoma AntoetA .de.C."Jus, AInto-
iePawtnclea do e 8w, -AnWoi- do LimA Si-
man Arthu ioinoaror omBe Badina Cmiadi
ha BartMbos de d reat, Ciartas LyqM4 Cst.
tin Rioed do, Mlrwoa curious. mIoa. a
MKaique, DoW.igos Jos6 AlveitAridsue,.
Edaro Aagsato d Aalujo fte, aPraetle
Martias. Freoi8 Ferremr. dslXo, s Frails-
co IgneaWo Lopm, Fra"Nc Jna Gomel
Hoomero 0e uvira Jtm o. "W da.CostW Rih
beiro Maclwlo,- JSolred Gui
marvos(Q), Josh Moeiose tef 1Joae Ca
bral dosMeoi, Jto G a eOhiria
Pelagio, Joaquim de Oiveira e Souza. Jos6
Fraici, oo Ramop, Joopbinal.de Miraa Pintol
Joaquim do Ara*jo, Jos6 Joaquim. das Neves,
Joaquim Moeit'o Seixas, Joeo de Barros Sl-
,va, .,dfS. ro Babi, Maria AtMxsnarija
Caalteaie de Alo Mbsqieu,. wi.ol,
manootbIUiso y.&rgeLuna 81le;4 %ar
Donate do Espl ro -alto, Oetivino&Is5-' e
Oliveira Mello, Paul Seb.obeier, Pedra Jorge
do Souwa, Satyro tVie S nrafro. Thomas
Bracas. Cruadas, 6Vise lSLio da Costa
Campello. '. ',
0 oocdrreemdCIdo rotero,
Casonittootio autets


74 l-R
A Hill al l S ,


te@tr.8( tA A
... (h B nd~fim r *;
pl~o ao* wb^ t .3^u),-~|


Loja dplsobrado .n 94 X
j" ocdo Ab*4 z,
^^ 's^i' : "-"88.'kt O i ^a

[d_ r, V -n '+hro "
d ..Ahsa do N. ."L
C1AM t.ro"tn. 80 (fe6haa)
4 R 4.I hence em Oi 6a. *0GB

^..,,- ^^,-,,^
(e3n i .,1 A7 4. Vi
Loja do stradomtI4

Casa temrrean.. i1
Ru. 4. Santa flq
GCs.rpan.3 n *82
^Idea d E


-w- r.n d do-
Stujro." r.bu04.,1 5Ia f, '1 i
sP:00h 9$g ardAroupa, mu a s
a2socrqtaria de o mi p @,-V
...AAPO pa"1081os q s para jogo, .
A.APOR de qqahd. ram& cor
:.. de 61& Wigw
S. ".o caim ds con, am sof a aI jardlie
: .w "' .e o.;A .._p4ora 4 e 4bra s, 18 di
......... '80 A eajk- oa slca. grande brz i
.,; *J.l"~Silll gtsot- .A- d oi'ia 11-$ io aperador g teoe
..I^VOW so* onw* s e 'i-tmo0 o pn- t pedra, Iantuario grande,
mmlei~~ad~ra,: ....:,-
d'ioeessaia mamesaelastics,1Iguarda-loura al
.49 _U4ftd, cag re laore .Com armlios, 24 cadefras dof-
,.i .* d0,nt'eos m- en a C.qts.do alapgn, me.sas,
,ma-~o' th ea ,,, inarquzaswsof inse. aitos ohiros mc
-. pas taerot'v -'.-, vos 4qomp pouco use que estarfo
o siame dos concurrentes, na yes
A '-,._..do.lWho, no o d vesp ft
*A- .l. ..... Rua da fmpertri&ki
"' ":" ""' Go mp'hi4-"I tOi 3 _0 0 agetel Pintos, Iyasi a Iq 0o muf p
v-ap *l! "' 1 f dBo ru -1 Moferentos movois novos a usados,
00 no armazem grade do sobrado novo
.+ e. -Ar.u _,o .. .:..i l Imperatriz nti. 13. sddo qua todos
SH ud didos so correr do mnrtello e semer r do
4Josnpibanima progo.
[ iH'+" r wd.ao te Po prate "ft ",5.-
7a 1 doconnotea' rado dos por- 0 lfldo principiar& s IG 47 1-2
Y4 da 4o s o die -sos a od h o -
tuSpeirl, tncomoa1ndas,,carpe da1." depois. Ae ft 0
oa (rts- *W.*es1tdowcoroat. d Agei rOSuafl&
Pewn.ambicana 08 por-
:0M+tsed-. LEIAO
COPAREA PXflAMBUGANA ribeiavo apfeemo apfiookamods odi -i-
nbo a fe:. tmt- R.l --,. Moves novas, litos usados, vidwo.
:, 1"ve oo68ra por vapor n.
*Noaocsero 1-B~u-47.s.1 vnas.e diversas obras de uro, p
Mficl, !e'nedo e Araeaji 1. b rilbontes, os quaes sero yve
0 CORCOMER DO MART.
vapcn Concie| d'Sn, tlcls, IWt4Ij t; ,QU'INTA'-PE1RA 5-DOCORR
ommaua.danutoPinto;ie-. s 15O hoes em ponb
^ RMtpa iaors VB A it hor-s em poato
1 l 11 +.tso a rmaxo da agenda do ,eildw 4 rua do Vi
u no dia 6 do corrdgtea 5 anaze ia n ien.ot
AS ttdq UT l arao Thenorio n. 41f




.^BIBBBIIS^^'5 boe da Lack.^ f1^:^ ^ E rired nadg
+dia 5, edommida, cq.:U .P0 INTERVENO10AGENTE
do la Bg-.- i






do ta do N t&-Sboras i tard do ^ siiji PEi^ Fortp d.46 Uibps a.-5 West ld

Ba-e e EU LA'A)as 2 d .
po1 va1 J)E -p'A%&;-l -S1 e.n_ R ODEit
t'' ++.+.--+~Mai N""'''x-
~ ~ O,. A S m cn otxawnombataftano

P.l~~ Ro5u'A'R DO6cnRftmrr
091 -hyors oam Pauj
o ort NO AMAZEM DO S. A NIN.S
*... r. r tarfn. 4 ..B e ;w .o O a da1i i a doo mpetermom te..WA-.
W. +4 k"4, 0"0mmodas, 3irisado, farn ileuio dais ca' conm batwoe
P"aeosoWn a (roete aW as 3 bor"sd ~$ j-- das chourigas swantu declardas, em Its*.A
"d i" [vontidodos compradores.

f. :ps Agent aoSilveira


1 j"$ a a Nrb Mstaeita do R.,a.rio n. fljo0
ow a a idar,
Vs10 l112 homes
0 agent acima. autortseado por =3sioa sno
ra quoeso ret'ra, levati a :eilao divtrsos mg-
"e' ",veis e acoe'so.ios de ode de fanilia.
-Ng 5.yar' ps A 0" i
dMM
Id t -T' i r"Casa terra n. 20. da rua cla
LE*AO.SEXTA-FEIRA 0 CORR
No. .rna&arndoIu .
cacs.do do.' n.I -

~a~5doog, JentS a ruterId cast. "-


Ca Bra. b'c do Mibluq

kti P~o I- .lvime rogadindos raee nIr

4i.uxc&,.4. ups'.or lntenegs 4
N,+ rm4 ''" r~ldo!+! irnl +roaad r prestomreiteu'.""
;: I~imtroandlrdo~sobfado r.. 52 diit* .-"
0o at. Iom sui. piopuio psr& Oecriptorio, -.
Jotg: o *1 s 1 e$-,u a 0'#F rt nuzent ii. M+ .:'.


,'o ; ; i :' [JPP!da Roda n.n,15, que smwr rA
detiandivia alto "

d -ru 0L for. "
i+ ++-.+Pr&we r de o'
e iarpo,
-- .;, ,.+om ,ms
:<: :,.( +. '--MA-I0 r-7- IV


H












































Su- Aluga-se o andar e sotAo do sobrado A
rua d Roda n. 46A contendo 4 quartos, 3 salas
-eeoeinba, muito fresca, sendo duas salas e
aleOva forrados a papel e esteirados : a tratar
na thesouraria das lote'rias.____
Aluga-se uma boa sala e grande
alcova do loandar do sobrado, rua da
Nova n. 2, muito apropriado para es-
criptorio ou moradia de homem soltei-
fO: a tritar na loja do mesmo sobrado.
Aluga-se o 2o andar da rua do Livramento
Sn.-7: a tratar na loja.
Aluga-se o ladq da Ierne do Io andar do
sobrado A rua do Imperador n. 79, muito pro-
prio para escriptorio de dous advogados,
constando de giande salad e grande alcova,
forndas a papdl e em born asseio : a tratar na
theisararia das lolerias.
Aluga-se urn moleque para lavar pratos
e ir A veoda : na rua de 8. Jorge ,. 74.
Alugam-se as casaa da rua do Marque?
do Herval (antiga da Concerdia) ns. 203 e 205.
3alaidas e pintadas : a tratar na xua Duque de
CxiIas n. 53.-I
E de intkresse aos qw goffrem.
Nests typoigraphia e rua de Ghristovio Co
lonIbo n. 1I, vende-se tinluras homeoorthicas
para corn das seguiutes molestlias:- Asthma-
tico, ainda meswo bronquitico Camaras de
sangue-Enxaquoaas- Erysipella- Tosse con-
vulsa-Intermnitteotes,-Eflata de menstrupgo.
CASA DAFORTUI%
.AoM 4:0OOO000
BILHETES GABTANIPOS
A' rua Primeiro de Margo (on
tr'ora rua do Crespo) n. 2S3 e
oasas do costume. ,
0 abaixo assignado, tendo rendido nos soeus
feizes-bjilbetes dous meios n. -1804.0om'Wt'0,
e outran sorts de 400 e 20j, da late a que so
acabou de extrahir (274.8), cenvida aos.possui-
dores a virem receber, na con(ormidado. do
costume, sem desconto algum.
Agam-se o enda es feIli.- bilheei- gram-
tidos da 34. part das loteriad abeneflcio da
Santa Casa de Misericsrdia do Recife (275.A),
que se extrahir& na quarta-feira t- do corrente
mez.


i-qqnif GanQugves
,- Ferte~ln, sins wirzOs
e cunhados conv~dam
a t-odosos seus paren-
too amigns, para as-
ltsUrem A missa do
esetimo dia, que man-
12dam dizer polo talleci-
mento de se. pai e ogro Joaquim Gongalves
Ferreira, na igreja da matriz da B6a-Vistaj
quarta-feira, 4 de setembro, As 7It horas da
manhL o quedesde j6 agradeem o te preota-
-rem para o we. Jm


-Emilia Fausta Men-
1 na..OCosta, s.as ir-
misda [ b) e sobri-
n bos convldam aito-
Sdoes e a sus parents
e amnigos paes asasis-
S Urem A misba do so-
-'-- "" timoh dia qye man-
dam dizer polo alleciment) de sean psi avb,
Felippe Kenna Callado da Frnce .i, n ipgja
matiiz da.Bow-Va4,. quimta-feira 5 do setem-
bro, as 8 hora 'da'manhl; e desde jA arade-


Hentiqueta Madia dos
Passos Guimarfes. Mi-
S da sael da Silva Guimar&s,
[, 6'da SilvaGsimaiG" es
'0 Domlngos di Silva
I GuimarAes, agrdecemi .st
peioas Vue. aompanharamn ao cemite-
rio,. a -sua i iafnlm nmm e tia Anna Bom-
rinda da Silva Quimaries, e de novoro-
ga4hes'aouvi'em as tinissas do 79 dia,
q_ fm do.c .


)












(~)


A, U-A -.PRI&I,

-C-ASA LMVO~dEAJQIA


woBt.vef..eut- .,pte o principal meto wta bll
e important cidadeo; nde s. enontrara c a ,re.,e o melthor e
o maise variap4 sorijrento'de fazenda e artigos de ala noviade a
preg9s ar Wi4 ,o a s09 competehicia.
.Reedbempr ost&atemente das meihores' casas de Paris e Lon-
dres (.ode termfln ze-osos c9aMisjjlo#ios) todos os artips
da uttifia- ioda, o i0r ser veritisado plrtoda e qaolqu Mpes-
s6a que tenha.de W- n 4cfprn s e que4a noi fazer o favor do vi.
sitar primeiramenteo Mosno'estabelecimemto. -
Garantimos a qualquer peusoa uoe os honrar corn as suas com-
pras que eocontrara toda a sinceridWe sw wiossas transacewu.
As Exmas. famhilias pedino-fibrs ae digia de fazer (na viita
ao nosso. esabelecimento aempre ,jue pjreeisaren- de algum objecto-
de-gosto para as suas toilettes.
Temros conestantemeate. um grande depoito dos acredgados
cbap&s para senhoras, preparddos pela habil mnodsta de Paris Mm.
Deloflrp. .
SLuvas de pellica, de Jouvin e porluguemza termoos constantesrente
urm grande sortirm'to. '.
Os senhores res encoutcaio tawbem um rgmde depo-
sito de superiy o*. =I .prias pasuppnrenassu fabri as.
G( rande depositO d Mas para viagenes e, 4as acreditadas qstei-
ras da India.paa forro deo las. -
Temos presentemente verdpd~iras pechinchas: -
RPeos vestidos de oa e primar6oanin1b. eifeitados corn galin, a
20W0 25M000. Dilos de cretoaws e bbtisto, a 125000 Je5Odo.
Grande sortimento dos verieiros rgorges de oI, de cdres in-
teiramenten .odernas,8a 900 SCompleto sortimenrtod*piM p1 4iteaa 4dernos,400 e 500 d


U-K1


iL
C










J


RAseWbrancos, taoto pra veoptidos, V64.7s Prrots 1A
Comao parao deorC, n, aaa.640 rs.o 0.nssaI a "
~ovadao, .,, ..Luvas deototrg! preto a 1. ~
. GIas .o pjw.os bouladoua para se- I-hdr^ l' .., ,
--o--, ---os- B..... 2 2 B&)-. Saidas de baileni utol ',? a'4A
.hwun.. s Doves,.. at 2S e 2 "14,J~ d4i -_
Gravat' pra saenhora, muito boni nt 65,s8 e 0 "'-
a K.a I t S. Cintos a pinceza Leopoldin "A otO
NudP denture. ios bordados a 640 de gosto, a 45.a
Atpacas de uma s6c r ara!M4 os
rs. a pega I .W P Or
i.a s ... toda a a 4a s rs.0 o covado.
Perguras dec preos nQ,. d toas Pans d crochet par. a cad 90^ -
fis.reg o res.a
,Plar tesa ec6res para vestidos a 200 Cam s j ,gbod ,o ,s-rsra ho, 55.
re. 0 a..... a duzia. '
COrtes do percalina final cow barfa,
Cparta" venos, coa barra,_ Cortiiados para janellas, t>f'rti-
para vestidos, a 41i mento completo.
.Marpsas,' bohitos padres, a 380 rs. Chales de casimnira pars ss iM
s para vestids d100 40 e200 sortimento completo, a5,
Lis PL va do .d 1C6rtes de ca imira d 606V'.
rs. o covado. U a U|,5|.e6(. .
L aens bncos abainhados-a 1800 a miras inglezs ara a 60 s,
du=i. ia n
dup% :. ". -m uito'b~nitas, a 3V" 0 CV0Woevl :."
Pop" ina de seda para vestido, muito nmito bniteas a 3i20,0 occv I
bopitas, a 6O0, 800 e 1. o covado. Bramaute de hnho, quatro lar as,
I .ates'ddtes parte seowrai tanto bor-. a 2&'o metro. .-
dadiA oeme, om pgs a 31, 45 e Percalinas para vestido, a 24Qr o
Meis ig. ezas 1 W t senbora de I a covado. ,
121 a dOna. AAlo Rar escravos a 380'
Ditasdoffioe44iEocia a 12S a duziaM vado.
Dititde c6rs a 115 a duzia. AlgodAo de listras de 320a a iAfL
Ditas ditas para crianQas, um corn- covado, o que ha de melbor. .
pleto sortimnento tanto em qualidades Madapoloes francezes, 20 vana'A 5S,
como em pregos. Al)diozinho, 16 varas, a 3=00"e 41
Ditasinel ,;; para bomem, .muito a peCa, muito bom.rn
boas, a 3500, 4A200 e 5 1 a duzia. Toalhas para rosto a 4$ a duzia. -
le I -" "
E muitos outLro s artigos, assim come tambem grande quantidade de re 0os
de faitkeada, qe*r t lif~iiae por todo prego.
Encirrepm-se de executar qualquer obra para home, como sejal Jo ,
paletots e 6cO tumk. tudo a vontade do freguez e por preqos mais bak
cni outrhaqualqur part. '-i.
Quram din.a.-se vir certiUfncar-se da ver, ..e. .
*^ }- ..-^


I





















,,g z~ O, I .I




i-" ., t 1 ...tr:. .t" 4..



9o .apedtosos, I T: O O -A
q6q 0e40bC'1ie G igao o extracti
Eg.]"lmadas e % eI OMcQ.oa ,. :,# '3P inmiro1 dfIdatrotoSU sea ersas pliatas americanas semrIPMo
E~,a ni.cos k" 'o"' O'"'-






lOl ',..ba~laazul, chap6o do feltr" velboe cai- guido di ug : r. e .r

Sfilm.por ooronaMrcado18?' Publaco? quoE r d symptomnas f^ ^yr lS^feStaatfciI
" _, ." yi. i .. '.! 0,' .i n rn'iiM* a, .-s' .. n A!, .... idltim ttW cipiW 9lXljMi* .: l.'U*_


Frr'cz u aciona1, comdten ado. ~. fl- *lf re ,y vaMio'^MU^ quasifit^w^ k~ pepr-
."l~e,4 w to m *...-n. .... -'.- .^5tS SK "'5SZ' -' jaes ?metmt~4 DE i




. i 8 emspec os, E'pedra qu e' ,: q
Poc Pipiio: t B oreu R noT 4 ra* W.
a 0 adD'a-aao





,n e uradseo por ser-es .se a i




t 8 spa 8ogo-eM e)4E4 a )tj~jra 81LlflOQaO destes eaptnlB
haeisetazl, chapo de'iWta", l.a.e M Ueaf. gur idoal um Ura46w S' a- +
orn especial,. .. tabolesro





(a ro~,qwq ~4~.~semo am bsMaol eArobr4c '' t1m
Meetem,aporeerto& r. paISmptomas na ebe- qa aiiu, i #,dl oi Pd, e
"re'-oq ; uaa -a,"s^




go rten ,ar .Ps eo nsiVdot f I W* 0E
6ipau ed icional, ;. .Ail ". a pitye,. -




~~~~de 1871, *4tepOM pra~j Q ae pas1-, OtrsvS de~ aiihamana6es do raflo nee g~euro quo goz& dl~fif1
Old-Ton, e^rveja ~ aio Aa re r w, e eI r.i2i1 de 1$T tL o e
tIUopa.Tinnr cm ELIXepo DE 01IIBEA B P1GAJI INTO wras app.09"0 B do ma lww^ uaqra-
a s mare asovo chamado para oe4ii IR, ,poia Todebebidaju ei. evicLon4 rp d a au maoamnio',.,





A Ute esmo Parati, MOM .a 9to
Gorn tuxo e a.purap osto. ahor seu Ijiho ^ ac ava neqta cidaiie gto~iu^K~ni% ,Ib ~m 4memsol>i q
61 a casa prpaT'fa : Australia e du -a L: Ta ,*i






E no trato Os donos primum ; Wa ld Bt Ioutra,~rtes~l~^? p^"^S~i I r-d jun oior
Ae essim, .s qlo a1





M~esmoWth^t timenioW *alrlS constando .,. I^ Et^.1.'*
Sem susto poda servir-sO do seguinte: botinas pretas a de o6rei j^
Na nossa crnfeitaria, para senhoras e rneninas, sapaUiihos ,; '~^IU^ .l i~^ n'Iwf
Daulo~do ultimo gosto para senho ras. el egan-' ^e > 1tr^iqfer^ !ip ir.. ^ ^<^5
ca1Y3U1t',W,),IQ j.?., a j~b otinas e sa-.;, irif fiMid si .
NiCn, .er ou desejtr; -'L.patos de Su hstlPd.qA tr" .. 8 o
Eentao hadehvir espcital, e 4 .... .0 lin& s9 a C- ib .' ; f l







A. casa ros visitar i r o ettd a a rea sari peia er eimad : atIa e na. e .ut i (flay d (Bbd iWdeI* jfc ca.
E para ter a ceitceza muato proprlo pa% eebwriloo, ou mesmo f l 4 ce^, i^ S S-
e Da nossa casa, afamada, go ffdoa centre do 'i n' gea3ro qae ozda d_% 1 Ie

Conl etarosIra commeBrao1o. prei ^^do ^o^ ^
d-o. ileira 4and a5a rs' Jb1B .-ei t 6: aratds i. 0spaos o .rs lnte q3 e a1 4isto^r da ^ rP quirtsM it ?a ef
t me o Parai l d .s.a q.sta, ;i 7.-DrJo Pearo M duoda.... r do.ae peuOd.. quer .b.
r~dadel i~i i
13hor seu filho 1 *"hava nM te












tOol ona vial.o OLt m .educiayps dlobus elatco. Id d .ihe6W-in 16M .qad
ea icn Alustria e" -A .n a
ouegi,{-des- ,o b"





11mem .4s0% ~~odneitd, ""NAnd .$ak"1 MS at-
(19Wdat 4a U roIt ohkS-,bol



Entrt oI ,-Nt.-s emprd-
urno a a M goedbWemre borb o

ASAm DO aeuexiiiodo ree eatrifar m i qfen d a"4"
maosacefitra pr enho masar enatn a ,,sapa.in-S% *f ;sww 40wk.
do utimomedoifesisnhars, legao #Rif 'yl 11 A ."1,"
-de 1nerou1tsear; a os de user so, diecftode-ie!a|o a e oe qD Iz a Pr e
o o ndr d c~a .h"fuail uemao, Atomato WqOURe .malmiter., s dajurubeba qina ee d
Olaran oiteaua wr .t..a4 t'I
E~~~oawa. tera crlVza Imuto roraopato_ io,, msm
Oa ~ ~ ~ av nochasaamaemmea ,prem 0 44 11 'isidoi P"Pe 4&640; p
To& -.bebior* ueontris40da ".*a S e 'teg.a.se.-
gw r I ."* b
AMnem Prtv r 4abDuuswqmU ade ese r
,_.~OR eV. aVi. a ftc.: ; -
imcop nesta Md 004f ttasto V.0041 i : /li.,' z 0 do'na E.,
/ preend,1 i a. euca.rtaldypteusd go. o.b& l di lat orinha d ii ltl~ide 9..la.t. "q
cas uOig ardb eoadaa~lutrm
*seesre'h as, nh! A $ ,4 4 a.a. .?ndta

Si, sut po sevir-s doegi !--Note-as e I ta s e sdeebrn Oor41et: IpeSlp
Ka ss vA-et a p ,a ux s liorasedeninautosapati.aoestirwi Jl=l ~ae oe-


AL W rep 4m seib prsemate. Reecif 4 qd ai-
tS0 -_ "- ; ', .Iu p o l l recKorre 1877. Dr. Age&' ..Iliil" -
Wuyuc e i.anId( dde .
~*Ovedi fi -
11 09PA91serrn( b
Seba do ow-
sa 'to de n.. I di .4e l .....ti t' do.Iwlper4-
U Kih!.e r aa'fl O f ,tt~tirA Ltd ...I :. ,.d:: ". ..1 U* .T._.,-y.'2- ^'., ....


IlTortb mlT, allWN4 l t
So4as de t fts
GWM.a.e ave0drle do- popelines de
twidt ctesmin ig#i, a -ado,
Cte ~ mn roeio~ 0An^~l lo
aara umenkona e rrrne lu
a 'e 'tulros tsd i1?- Ti 6

4tivfiu do rwaviks p^kifo'.eifr'wea.


L~I5TWAS IMPOiTADORES
'R. d* G**ia do Ret 'n 32

ftk.cBoatiessu, olalbastanles ePITmmodos para
%UiBIguntodoflu On t$ri:fiatrit ior Wr
;M Meuto doeAidrmct'i. : i tatar Mtr-ma Id'
fmae-de Gajti~g <. 4*.k-,rj in, 7o4 Tporttno& _


b Ollras v4fLtp, -.p oi banna e
Compra-sueP a o. radot n .
de joias 'de Io" 9 kltirl.



D ko .10 alwatoie AviprdeoiN -hemn avrftrMlo
4s Awaisiw.'.ol duueb.wcas gkoidftIpon4
n 8,tuesi6 arid.. &ibdm ioadUlMa : 4gjlb.
formal e tratar na roa- doi -Prmi nsu 5|i.

36O?~is
.mWm1t AWvW*Ms, tua.o Dcapie6-.
xias n.47. "
*'- _S^^ '" ,o
Iie /e.iUiBt..de, a.eafBS Bsa .ieq Jl.
ienba, de chePr 4psV 96 0rfatg a Mu ,iI5
4o Duquse do Gaatt8a f.. -L .


























































bat AIJrillU"WI *


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coarrspondiam a verdadeiras perturba-
, tgn-eticLas; outros finalimente,
BAcK-respondiam a'nenhum pheno-
meno apreciavel, excipto parecerem ter
algama relacio corn as tempestades ba-
ront"ericas.
9 Tomei entdo a liberdade de acon-
selbar ao Sr. Conde de Mocenigo que
fizesse urn estudo comparative entire
esus perturbag.es mysteriosas das cof-,
rentes electrical 4io seu apparelho, e os
movimentos mricroscopicos do sol. 0
effeito, jA observado. da relacao corn
as, tempestades barometricas, da um
primeiro ponto de analogia entire as al-
teraoes das termo-pilhas e as borras-
casmicrosismicas.
SDe rmais, movimentos da agulhi
do galvanometro produzido artificial.
mente. por meio de vibragoes mecani-
cas, ja se tiinbam manifestado da meo-
ma mnaneira por causes puramento na-
turaes. o porisso 6 logico supp6r que
urm movimento vibratorio microscopic
das camadas terrestres seja capaz de
produzir o mesmo phenomreno.
Comn effeito, a experiencia que te-
m* dos phenomenon electricos e mag
neticos coincidindo corn os tremores de
terra, autorisa-nos a crer que a corren-
te electric alterada seja o effeito das
vibragdes sismicas das camadas. Des-
ta maneira, na experiencia do Sr. Mo-
cenigo entrevejo a explicalao do phe-
nomeno tao mysterioso das perturba-
S 5es do galvanometro que se observa
nas estagdes telegraphicas durante os
tremores de terra. A vibragdn mecani-
ca das camadas terrestres seria a causa
das alterigdes das correntes electicas
terrestres nos tremores de terra; e se-
lo-hia tambem nos movimentos micros-
copicos do sol. Isto no men pensar,
ter-se-hia tornado visivel pela primei-
ra vez no apparelho das termo-pilhas
do Sr. Mocenigo.
c Postos estes preliminares, conside-
rando o microphone como um appare-
lho no qua! se manifest urma altert-
OSo das correntes electricas, produzida
por vibragoes mcanicas de urma ma-
omirs mais ou mnenos semelhante ao
mesmio effeito obtido pelo Sr. Moceni-
go ; velo no nicrophone um apparelho
que p6de ser appii6do aos estudos sis-
mologicos. Todos conhecem o ruido
subterraneo Irombol, que acompanha e
quoe precede algumas vezes os tremo-
res de terra. Ouve-se muito frequente-
mente ainda o ruido, em abalo apre-
ciavel: da mesma maneira que temons
tremores de terra microscopicos, 4
maito racional suspeitar a existencia
frequent de ruidos rsicrophonicos.
c Corn effeito, poderei citar casos em
que esse ruido microphonico p6de, ow
coadicges excepcionaes, serobservado.
E& mesmo lembrei o effeit6 chegado a
Lima, per occasion do celebre terremo-
to de i824, quando Viduare, que estava
preso no silencio de uma cava, po6de
ndtar durante tres dias fracos ruidos
subterraneos. Comrprehendeu que taes
ruidos eram precursors de urm grand
terornoto, que annunciava a todos, c
que produzio-se, causando os desastrn
qme sao sabidos. -
.( 0 micropheno pederia fazer-not
^eciar perfeitamente os microrombi


* FOLHETIM


DARILHO DAS PRAIAS
POR
SHENRI CONSCIENCE


S6 mais tarde 6 que procurou-se pro-
duzir a illuminacao. Em 1867, oDr.
Bruck, dentists Ben Breslaa, apreonta-
va um apparelho destinado a luminary
as cavidades da-becca, ea0 qual deno-
minava Stomatoscopio. Pouco depois,
em Franca, o Dr. Millot tez ndinerosas
experiencias para illuminri o estomago
dos animals, na escola pratica de
Paris.
0 resultado nio corresponded am
tentativas por causa da inceonstancia da
fonte electric (pares de Grove e de
Bunsen) que necessitava entio de fios
de platina muito grosses pars nao ex-
p61-os a urma volatisagio permanent.
Obtinham-se bemrn effeitos luminosos,
mas obtinham-se ao mesmo tempo
effeitos calorificos muito intensos para
a applicagio de semelhante modo de
illuminaioe. Recorreu-se a ruma cir-
culacbo de agua pars destruir esse ca-
lorico a media que se produzia, porem
os apparelhos eram muito volumosos e
de ditflicil manobra. Por isso ficaram
sem applicaeio pratica.
Convencido da importancia pratica de
um appareiho system de illuminaqoe,
Trouv6 entrigou-se incessantemente, a
partir de 1870, a estudos neste sentido.
Se as tentativas foram coroadas de
exito e se a pratica ji as sanccionou,
foi como elle proprio diz, gragas A esco-
lha judiciosa da pilha secundaria di
Gastao Plant6.
0 apparelho illuminante, de Trouv6,
ou Polyscopio, compoe-se:
L.o De um reservatorio onde se reune
a electricidade dynamics, ou pilha se-
cundaris de GastAo Plante, da qual es-
c6a-se, regulada a voutade, a ewtnici-
dade reunida, por meio de um rheosta-
to especial mnuito simples, e pelo ac-
cresceUtamnento de unm galvannmefra de
dous circuitos, no qual a forga electro-
motriz do reservatorio e da-pilha Trou-
vd-Colland destinada a carregal-o estdo
em opposigao.
Gragas a engenhosa combinagio des-
tes orgios, o pratico p6desempre re-
gular A vontade o escoameuto do fluido,
e sabe sempre pelo galvanometro -do
estado da carga em que s sacha a pi-
lha secundaria.
Como se sabe, esta pilha p6de ser
completamenteassimilada a um reser-
vatorio hydrostatico. 0 rheostato re-
presents nella o mesmo papel que a
tomneira. d0 .reservatorio h yrostatico:
ambos moderam a vontade o escoamen-
to dos respectivos fluidos.
S E' tal esta regularidade, que o appa-
relho de Trouv6 permitted levar ao ponto
de fusa, serm nunca exsedl-o durante
horas consecutivas, flos de platina des-
1 4e 1/5 de millimetro at6 I4t/2 milime-
Stro de diametro.
DA-se isto pela invariabilidade'da for-
k a olectro-motriz do par ibecundario 'e
Spela graduagio do regulador, que se
Sfaz em unaria progresuio quasi -isensi-
Svel. E d'ahi result que se,p6de doeter-
. minar o ponto defusio dqs iosr..pre-
I gadospara evitar de urma vez semelban-
i te contraniedade. Mae, apeardeltUdo,
Trouve. ddaum meio samples pra reme
s dial-a im'mediatamente '-Os flus de
platina, sm vez deo asem. contor.ados


-0 pescadorw sacddi6 vitv"nte a ca-
be9a como para repellir umaidda ator-
mentadora e disse corn grande volubi-
lidade:
-- Trago noticias muito graves. Os
francezes derrokaram os allia4os n'uma
grande batalha. Opaiz estOA ilramen*
te invadido, Bruxetas-foi tomada, e erm,
Fumes pinguomOv senao soldados, ca-
vallaxia eah.es.. .
E' impossivel I Essas nmeticias sao
falsas I-excemarn t.f ergmendo-
se precipitadamente da mesa. .
Falsa ?--repetid Jos- .eanmesmO
vi dous soldados, frances.. .
Tr? em Adinkerke '?-interrompe
atia ara. -..:na
Nio, aqui, nas dunas, fapequena
distancia, no atllho qe dsv0 fatal-
mente itrazel-os por deofrnte destas csa.
owr pana OsW to ,BtMWo t- MR
RfifK doe fugir antes qu-elles cbe-
guem. -_ .
-Up M Jue= p....De. quo,
,zerl -kictaoa B cflietreia -
to. : --F
;..;e ^ ^ ^'iwt~o


rente, do am 4oo
U yt t o Alde te -dBr, 0 reri lb -
to neste terms: .*'
k A2-diimaiq .ultmo da -e umar,
violent ex&Io*ie em umww 'grao.mdes
meiAhesde fawnha, 'e Minn.apelie.
Ess'es moinhos sao apont"".4etaetre os
maiores do mundo, sua fo-gasmotriz 1
produzida por umr apparelho ydrauli-
co. Deu-se a detonaao sem tdver-
cia preliminary. '"A turM intera'om
immense edificio fol amrancada e atira-
da pelos ares; -as paredes cabiraimn, na-
tando grande numemo de empregados.
Oeffeito da exploslo estenden.seaos
mqinhos v.zinhos, desmoronando as
munalbas e causando urnm violent in-
cendio, que destroio cinco dos nwiiores
nmoinbos, estabelecidos naquellP Ca-
choeiras.
S A que '*ausa dove-e attribuir a de-
tonacao ? Depois das mais minuciosas
inyestigagoes convenci-me de que houve
uaa explosio, Rroveniente-da presenCa
no ar, de materials organicas excessiva-
mente divldidas (flor de farinha, etc.),
que formaram urma mistura explosive,
semelbante a Jo ether, do alcohol der-
ramado no ar. Creio.que ja se tem
observado factos semelhantes, pordm
de muito menor gravidade. Esteaoqn-
tecimento merece .i mais s6ria attenc.o,
porque revels umrperigo que nap era
conhecido.e que interessa a uma im-
portante industria. A inflammaglo de-
ve ter side causada pelo aquecimento
das moendas gyrdndo corn excessive
yelocidade. 30
Tratando-se deste extraordinario acon-
tecimento na sessio-de t15 de julho, da
Academia das Sciencias, o academic
Maumen6 propoz uma explicafao do
accident Urma certa porgao de fari-
nha Ifermentada poderia ter dado oc-
casiao a produzir-se hydrogeno., que,
desprendendo-se, fosse formiaer corn o ar
ama mistura explosive
Berthelot rejeitou immediatamente
semelhante explicagdo. Nos moinhos,
disse elle, siao frequentes as explosoes
analogas A de que se trata, e pedem
citar-se centenas de operarios quo nel-
las teem', porrido- queimades. Nio se
deve -invocar a present .de nenhumi
gaz, a explosio 6 devida A prokri$fari-
nha. Basta a mistura de poelrasj4is-
simas corn oar para foruiar urna iulssa
explosive.. .
Refere depois o facto, occorrido oem
1869, de romper-se urn. sacco do, polvi-
Iho no andar superior)-espalhandoe o
polvilho pelas escadas e formandeouma
nuvem de poeims. ssa poeira ifipal-
pavel, misturada comn o at, conattuio
uma mistura explosive que ioflaammou-
se sem a presenga de nenhum gaz.
Dumas sustenta a opiniAo -d Ber-
thelot.. 0 accident pdemer Qonsid0.-
rado come de algum modo semVihante
sos que se do4 has minas de cearo de
pedra, os quaes De sempre sal devi-
dos ao grisou e depend~m as tmu das
vezes da poeira de carvibo espalbhda no
ar em p6 impalpavel. .Lereb que
esta nocao nao 6 absolutametqpoova.
Monge conhecia-a tanto, que invfntara
uma machina, onde a cornmbiaeo da
poeira de carvao corn o ar forme* uma
mislura explosive Mouchel, fat1ican-
to de aguthas em Leyde, apaixjjra-se
tanto pela tal machine, que querni em-
pregal-a, como depois be pratieou, pars
o motor a gaz.
Em conelusaio, declara que .lo se
deve invocar -qualquer fermelataglo
particular pars takes explos6es ^A pre-
sens de poelnas finisaimas nos iasta
para as explicar. -
A industria dos metmesufas diaewmen-


Ite novna prog ao, e ceg a a -Imitar


*-iJs~p.M 6ppeiis AOl~- se
atalhou Josd.-Tanho bas raz para
acreditar que estes soldados vee. aqu
procural-o : o andarilho das pra. diB-
se-me ha pouco ainda que ia vgar-se
do senhor. .
De mim? porque! -
Isso 6 que eu nao sei.-.respomdeu
o pescad"r mwi ofuap. ..,., /
que taoded
0ore- ox!erao o a tatho.r^ ria
iho das praias oda eeipre a wonm-
modar e a afigir-oJoe;, am d mait*
bon rapaz para fazer mal a que- quer
qqe s"sa.
---E eu asegaro que trahi.,.-s-
nhor de Milvalse o1 q j a fe.
seubor, e depreasa que 1ipioa 0^p0
W y er; ,.,- -- -, -. -' .-
o gen.ul-hbmtomComo se ur. ,eeo*
Iss," ?mRTR b.'* 1, -b',


d A. Sion,
dCoe= clo^ e a peiocie
con i/gt CQ e *lue&e. S p a-
a:d m-ab to a.r# sSO da p ,,
p6de.se 45ter ac 6rowro, do =We
do carmin, .castabho..scaro, o aZuI
de anilina claro, oa o briaaco averme-
lbddo.- Todas estas cOres sao brilhan-
tese quando se -tern o' cuidado de tirar
e azinhavre do- objectos metallicos an-
tes de os tratar peoo aicido suifurieo.
SMisturando-se uma disspluQao de 42,5
grammas deacetato dechumbo em225
grammas de agua, e aqueceudo-se a
mistura a 880 ou 9o0, esta dec e dia um precipitado de sulfureto de
chum)o em flocos negros. Se se mer-
gulhar um objecto metallico neste ba-
nho, o precipitado Aeposita-s-e sobre
elle e produz-se a colorogio segundo a
espessura do precipitado. Cumpre
apuecer de modo regular os objectos
que tiverem de'ser tratades, aim de
produzir-se a colorado corn uniformi-
dade. -0 feric tratado desta maireira,
tomas aspecto do aco azulado ; ozin-
co, pelo contrario, torna-se parde es-
curo.
Empregando-se, em vez de acetato de
chumbo, uma quantidade igual de aci-
dQ sulfurico, e aquecendo a mistura
um pouco mais do que no primeiro
caso, p6de-se colorir o bronze de-ca-
nbh& em magnifico vermelho, ou verde,
muito estavel.
Obtem-se lindissimas imitagOes de
marmore, cobrindo os objects de bron-
ze aquecidos a 100 corn uma solugio
de chumbo engrossada corn gomma
adragant-e e submettendo-os ,depois a
acao do precipitado acima alludido.

A loudura e a epilepsia
A loucura (insania dos Latinos, mor-
bi mentalis de Linneo, alienapio men-
tal 4e Pinel) pervert ou extingue as
mais nobres faculdades do hemem,
precisarnente aquellas que'constituem
o home. Esquiro definia-o c uma
affec9&o cerebral, as mais das vezes,
chronica' sem febre, caracterisada por
desordens da sensibilidade, da intelli-
gencia e da vontade Segundo Geor-
get, 6 uma molestia apyretica do. ce-
rebro, ordinariamehte de long dura-
ao, quasi sempre corn lesao das facul-
addes iitellecuiaes 'e alftcvas,- my
perturbaiao notavel. nas manifestades,
Snos movimentos volunfitarios, e sem
desrdem grave, ou mesmo sem desor-
dearm notada naq func.oes nutritivas P.
Na opinion de Lock, s os alienados sao
semelhantes aos individuos que estabe-
lecem principles falsos, segundo os
quaes raciocinam acertadamente, tiran-
do, entretanto, consequencias -erro-
neaq v.' Basta isto para mostrar que 6
cousa difficillima dar urma b6a difini-
gio da loucura.
Pensa-se'gemralmente que os aliena-
dos nao raciocinam, e per isso muitas
vezes considers-se como individuos -do
espirito sao a verdadoiros loucos, mo-
nomaniacos, que desarrazoam apenas
sobre um ou alguns pontos, sobre urna
idea falsam partindo, segundo Lock, de
urn principal falso, do qual deduzem
logicamente consequencias erronas,
conservando, todavia, a todos os outros
respeilos excelente memotia e juizo
sao, e mostrando, ao lado de uma fa-
cildade pervertida, uma series ..de fa-
culdades intellectuals intactas e perfei-
tamente conservadas. Taes individuos,
alias tidos por alienados, causlo admi-
raglo pela lucidez de seu espirito, oem
quanto nao se Ihes toca na id6m .ue os
domiaa e sobre a qual a insanta de


seu espirito se manifest logo Ai primei-
ra. palavra. F ida a cords sensivel, 0

turno, colocara-ae Jofi oetfronte da
Pota e disse-lbe embargando-lbhe a sa-
bida:
0 q- e pretend fazer 6 impossi
vel, senior. De Fumes at6 Burgues
estanceiam milhares de soldadosj Corre
infalivelmente para a sna perda,
-Depresa. l depressa.!- exclamou
a tia Clara p ipitando,.e, toda espan-
tada,no quarto.--.Elles esto alm e
fvoemaqm!


No rareo para aqui ems grades
quostos pio.phicaa quo dea de os
tW"pos maw O aMI o teem prioo.
cOtpt. a huanI lade, nAQ tentaromos
descobrir a esseliae o osbgredodo pen-
samento humann, nem remontar as
causas primeiras : nAo. nos planuncia-
remos nem pela theoria espiritualista
neom pela theoria materialist, embora
n.o seja para n6s object de duvida
que, espiritualisando demasihdamente a
loucura, chega-se is mais funestas con-
sequeiicias medicas, administratItvas e
legaes; que nao 6 como philosopho,
mas como medico que so deve estudar
a alienagAo mental, e que o caminho
da clinica, mais do que todas as theo--
rias seductoras. 6 que p6de conduzir
cornm, mai seguran.a e. certeza as appli-
cag6es scientificas, proficuas A humani-
dade. 0 queonis cumpre 6 adimttir
corn os legisladores que o home 6
livre de escolier, no moment de urn
actor, entire o bern e o mal, e que, por-
tanto, elle 6 responsavel moralmente e
deve ser punido pela lei so pratica vo-
luntariamente um acto contrario A mo-
ral e condemnado pela lei. 0 direito
criminal de todas as nacoes admitted em
principio o livre arbitrio.
.Se a sociedade tern deveres a cum-
prir para cmde tdos os seus members,
6 indispensoavel que tambem tenhba di-
reitos que estejam em relagio corn seus
deveros. Ora, quanto mais civilisada 6
uma sociedade, tanto mais numerosos
e necessaries io os deveres do indi-
viduo.
Os deveres do home decorrem de
seua direitos.- Quern quer ser respei-
tado deve respeitar seu semelhante;
quern quer ser livre em suas acq6es
deve proceder de madeira que todos os
membros di sociedade a que pertence
possam igualmente ser livres sem at-
tentar contra qualquer especie de inte-
resse.
Pela razio 6 que o home domina
todos os series dap outras species, e a
razao nho p6de oxistir intacta senao
corn a faculdadie de julgar o bem e o
mal, o verdadeiro e o falso, e, corn o
poder de' praticar livre e scientemente
um ou outro. Esta faculdade e este
powder, consequencias necessarlas da ra-
zao b.umafna, ,6 qu, constituem o livre
arblitrio0, porwcs *e, -a -opna bilidado
moral.
Este principio 6 tao admittido pelos
legistas e jurisconsultos, que j-A nem
sequer o demonstram; ffirmam-o. E
6 assim que elles reconhecemn que ten-
do, attiuido a: uMa. certa iade, fixada
pela lei, o individuo a4quirio jA- uml
certa somma de conhecimentos e d
iddas sufficientes para Ihe permittirem
pronunciar-sesobre a importancia le-
gal de um acto e para decidir -se a
executal.o ou n.o.
As sociedades nao podem existir sem
quese achem fundadas sobre certas ba-
ses, entree as quakes o direito 6 uma
das mais importantes; e o direito nao
p6de existir senao corn condivao de
admittir theoricamente o discernimento
e o livre arbitrio do individuo, e pra-
ticamente a' responsabilidad.e moral e
legal.
A liberdade de cada um acaba pre
cisamente onde principia a constranger
a dos outros. Portanto, os homes
constitaidos em'sociedadelteem o direito
de defender-se contra os desmandos ou
as fantasias de quem quer que prejudi-
que por seus actos aos outros meombros
da sociedade, ou viole as ei's que essa
collectividade se impoz.
Mas para que o individuo deva po-
der escoiher esare a accao e a absten-


conheee ?-dise a velho soldado n'um
torn triste, mrasamigavel. -
0 cego !vantouase de golpe soltando
um grio eqorme, estendeu os bracos
tremulos para diante, e exclamou:
-Meu Does I a voz 6 de meu ir-
mAoe I... Lutz I.r.. LUizI-...
0 captao caho tio ns braos do velho
e apirtou-o coatra o coragao corn pro-
funda toeinra.
Lnizl 4 Luiz, 6 o mea querido ir-
mao! Vive ainda! S6 para sempre bemrn-
dito, men Deus! -. exclamou a elbha
Clara saltando o- pescogo do capitao
que abr-aou corn effusao.,
Assimf se oonservaram abraados pot
alguns minutos, trocando jubilosas ex-
elamaogs.
-RJ ma julgavam morto, nao ?--
disse pof fim o brioso mlitar.-E corn-
tudo escrevi-lhe tree vezes. Nao rece-
beram as minlhas cartas ?
, Emquanrtoltlava .otou que seu ir-
m- paeA s, d Pe0 sea unior-
me .co v wvAlaf"l.-A r e quo
Ihe. u b-i e a eas. -
ex-


Tambem admitted que antes de u&e
certa idade nao p6de hayer imputabili
dade, enio pune o accu.ado meaor
dessa idade que obrou sem discWL
mentor. E' o period, da respor -
dade criminal. A facnldade de d" "t.i-
se em todas as circumltancias da vida
social, o inteiro gozo dos direite- de ci-
dadio, constituem .,a capacidid* civil.
Concebe-se que esta nao possa prNile
piar sen-o em urma idade differe-ted&
responsabilidade, quando o habtb f0
experiencia da vida social ji tern ensi-
nado ao individuo seus direitos e deve-
res. E' pois,-necessario"admitti- par a
capacidade civil: o conhecimento dsi
differences factos da vida social,, UW
apreciagio sufficient e independeriteIde
cadaurn delles e de suas consequen-
cias. E assim-como o codigo penal ad-
mitte graosna responsabilidade, ocodigo
civil reconhece grios capacidade civil. A
lei regular a tutela e a emancipacio, e p6-
de mesmo suspender completamente a
capaidade civil pela interdicV4, e em
atguns cases chega a reunir incapacida-
des a certas penas. Pelo contrario, 0
individuo que nao estA nas condigOes le-
gaes de capacidade, p6de nao cumprir
as condicoes de um contrato nem ser
civilmente responsavel por umn prejuizo
que tenha causado. E' por isso que a
legislagao cdrca de medidas excessiva-
mente prudentes e numerosas as con-
dicoes de capacidade civil, e. ninguem
p6de setr 4elli.privado senao em virtu-
do sentenga da autoridade competent.
Results como consequencia rigorosa,
necessaria dresses principios, que a au-
sencia, a perturbagio ou'a alteraglo da
razAo exclue a existencia absolute do li-
vre de arbitrio e da responsabilidad*
moral.

Ora, quando a lei proclama a liber-,
dade humans, o alienado coajos actos saO
auburdiiadu 4 & sua multtiw, -9 qw1"
portanto, nio 6 livr.e, acha-se em urma
positio -excepciona..' A l ei n' 4 ap-.
plicavel como ronsequeacia seno corn-m
a.licave&
a liberdade -como principal; ella Ae
p6de alcangar senao o home livre que
goza de sua razao quando pratica um
actor que elle sabe que o Icontrario so
bem rn: tudo isto 6rigorosamente exacto.
Mas o alienado p6de em um ceeto
moment ser- rigoso pira a socieda-
de, para.sua familia ou mesmo para si;
e como elle n1o p6de ser punido; a SO-
ciedade e a famifa- nia doVrem esperar
que sejam atacadas para se. premuni-
rem; basta-lhes o risco, para que do-
vam velar 4obre o infeliz privado pela
molestia do mrais bell attributo da hu-
mapidade, wmelhomalo sua posigAo, de"
fendendo-o contra suas m is inclinagG*
impedindo-o de praticar actos que o .
turbem a ordem e ameacem a seg
ga de todos. Asaim, os interesses
cada um sao igualmente defenjidos.
sociedade, a-justia e a moral, fu
das sobre a base do livre -arbitrio,.
podem nem devem considerar o alt.
do como um individual simrplet
doente; cumpre-lhes tambem reconhe-
cor. que elle ieo possue liberdade mo-
ral.

(Continswr se-ha)


tamrbem Deixou-me urma fouts edeoo-
solaces e de alegrias...
0 capitao, em quem estas palauu
despertaram outros penaments,wj p
rompeu-o dizendoe: '
Mas onde esta tua minthern,.
nao vejo ? Come vio B teusra
Estio uns homemizarroes, niae o-
de ? E a minha ppe.ueninaB iJ- '
encantadora, que linda W a s' ..
tar! .
0 velho curvou a cabec-o le
do; atia Clara imuspirou. "- .
Entio nao, me reamn
clamou o capiteo mnt. .
Porque chores tu, irmA ?i
tremer." '
-- Bellsa esta effectivtoIa9I
nita rapariga.-dise.o o i.'
cilade, que alegria pa i-i"
vir! Faila sinda de tiUo 4
Mas Os outro's, quo w -
terrompeu o.0 Sa'iW cm, ..
Felipp.oNicolao, P Ie"..

o.cogo.
-Etjrn .i.,-, .
.~o..
-Acor -aB
.mieo.,! e
urmanH


. I t




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