Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15724


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Full Text






















U


wfipiO :A ALSUCI SA7AS

LONDRES, 6 de setembro.
0 governor da Porta Ottomana de-.
dawrou offlclalmente Arabi Pacht re-
belde As lets de sua patrla.

NOVA YORK, 6 de selembro.
A epidemla de febre amarella aug.
monta em grande escala no Texas.

igeaucia Havas, filial em Pernambaco,
7 de setembro deo 1882.


INSTRhCCiO POPULAiR


NBTKOBOLOGI&
(Transcripoo)
METEOROGRAPHIA
(Continiagdo)
VSNTO, SUAS C&USAS.-OS vento$ sio cor-
rontes areas produzidas por um desequlibrio
da pressLa atmospherics. Como j& indicamos,
as osusas d'este desequilibrio sio, principal.
monte, duas : a desi uai distribuilo da tern-
peratura da terra, e a quela de grandes mas-
sm de ehbuva.
As diffdrenoasdo temperature produzem vnn-
to porque determinam differenoas de densida-
do eatio legions da atmosphere mats ou me-
oS distantes. Evidentemeate, oar em con
tacto corn o s6lo aquecido dilate so, eleva-so,
oso os gazes so elevam nase chaminds, pro-
duzindo se una cirrente ascendentoe at6 quo,
mersiando-se, esta correate se transforms em
horizontal, dirigindo so, nas alias regiges da
almosphera, das queptes pars as friss, o- que
origna vents cbamados de impulsio on de
ussutefio.
NIs eawadas inferiores da atmosphere, po
r6m, o ar queato tendo-se elevado, deixou uam
vazio, urns depresslo barometrica, qieo aspira
o at Irio dos tugares contiguos. Este vento
asaim produzido denomina-se de aspirasgo;
9 podomos admittir quo se propaga, de lugar
pars lugtr, no seotido contrario squelle em
q0a sopra,-emquanto o primeiro, o de impul-
j&. sopra no sentido em que se propaga.
Bm geral, portanto, quando se manifesto,
junto A terra, uma corrente de vento n'um seon-
tide, produz se ama outra superior, em seatiS-
do oontrario.
K' fail fazer uso experienias qu e compro-
vs o que ora acabamos de expor.
Fazaodo eommunioar duas casas conilgnas,
Um quento e outra iris, por uma ports, no Ii-
tor da qual so collocou urna vel soceza, v6
so quo a otaaes so ialna da oisa fria pars a
quewIs; so, por6w, a vela liver sido collocada
na prte superior da purta d coamanicao.9
jato verga, a hame inclaa-se paea a sast
frsa. A experiencia citada mostra bow que, a
diffmorna de temperaturs entire as duos cass
coUmguas, produzio urn desequilibrlo sareo
quoe, pars se restabeleoer, detoermtou duan cor*
testes de vento, ura superior, da casa queno
to pera aft iavento de isufltao; outra Info-
tier. d'ota para squella. vento de q.iraio.
saquanto so mode, por quo a qu=da das
chavas determined movimentos saereos, jS ex-
pw Nos o sufficient para a inteoligencia do
phseonouo.



INTERIOR

SENADO
SBSAO EM 26 DE AGOSTO DE 1882
PESIDENCIA DO SR. BARIO DE COTEGIPE
Ordem do dia
Gontinua a discussed do requerimento do
Sr. Corroeia, pedindo c6pia nao s6 do aviso do
Ministerio da Fasenda. n. 331 do mez faindo, di
rigido so president do Paran, como dos do-
eumeatos qaeuo acompanbaram.
0 Or. Jos Bonifacto. lendo o requeri-
masto, diz quo ell teorn dado lugar a largo do
bae, quo os oradoros quo dells tea tratado
pasearam sea seutir do Parana pars Pernam
buco, enteaderam se depols a toeas Is pro-
vimoa o por tim coneentraram-so no actor ad
diloal, pareceado "concluir so quo o qae se
quer 6 saber o quae ha de born o que preci
ft er rformado noose acto.
Srlmerocia ao actor do governor, suspend
dead a ezocuo da lei do orcamento ema
Praambuco, seas querer neusursl o, porqae
praloou pols apreoiagio des circuamstanciaus,
dis qaeuo governor nio qxiz dizr so a leit era
beoo ma,, ae por isso collocou-se em posicao


didas por part dot cerwpo tsgmiativo; no 0ea
tantoe reconhoeu que ossa medida fa qs Mle-
gal.
0 orador ja teve bcoasilio de so pronuneiar
clarameontle a tatel espeito, e, portantor farI
openas ligelras observsaoss sabre alguns pon-
too do discurso desso nobre saoador.
Pondersa quo ha artigo no actor additciqonal
queprob.be as sseombMs decretar impoos I
do importago, no eltanto ellas o t6a de iota-
do, fazendo dependent desse impostor en-
trada do genero, o qua 6 inaonstituoional.L
Ease Imposto recahe sobre genros de im-
portagleo para consomo, generos quo. fmoam
retides. atd qua o Imposto seja pago, o er
isso quoe se dav na provincial do Pornambuoo
qua exettou as rolamagoes obrigando-o a de-
terminar a suspension.
Qaanto a til o felt s6 em part, comoso m
trtava unicamente do impostor, noo achon con
veniente mandar suspender tods a I1i, embersi
reoconbeecesse quaoahi resultariam embaraeos,
porque a lei do oramento 6 aum todo harmoe-,
nioo.
0 Sr. SUlveira Martins -Se o governoI
nao tivesso outrs desculpa l16m da quo apreo
sentou o nobre senaador por S. Paulo, entae
alo teria desculpa.
Segundo o nosso systems de executor o go- I
verno parlamentar, o ministerio 6 commissloI
execUtiva" do parlamento, portanto no pode
para elle declinar a responsabdidade.
Se ba responsabilidade, 6 oda do governor,
que tern a iniiativa, dlspOe de outros meioes, i
e podia jA ter feito acabar as dlfflouldades.
8e algum membro da maioria ou nminoria
iniciasse alguma medida noose sontido, ease
wembi o comearia a ser governor, e oa outro
cessaria de sel-o.
Comparando o systems republiesno e mo-
narchbico, mostra quo, epquanto naquelle car-
tas modificaCOes no governor s4 se podem tazxer
por meole de revoluoos, nests bastas uma vo-
tago pari resolver as questoes. 4
Tractando do nosso systoma constituclonal
diz, que ha 60 annos exist a eainda astA potr
constituir.
Os factos quo tom provocado estas discus-
sOes estio clamando pelals organtesaClo dos in-
tbresdes provinclaes e munioipaes, pjrque sd
assim o Brasil se consorvari unido, quando
por outro mode vira o aniqullamento des Ins-
tituigboes c do imperio.
Fazenito algumas oonsideragbes sbreo os
presidents de provincias, dis quoae s lo delegs-I
dos do centreo, no tern t teresso provincial,
muitas vexes nada coubnem da provincia, onI
de pouco so demoram e nada fazis por ellas,
principalmeato quando, fasuendo praga de uma
independenola qua ninguem atoaa, de todos se
seperam a quorem govornar por *i.
Os governos liberaes ou en consorvadores ale
procures adminiatradoes, mas os desosccpa-
dos: um medico sema doontes, um bacharel
sam clients, ma que pmiestou algan service
politico, nio pods sor porteiro on amanuense,
vi se, presidents, vi goverasr ama provinca-
Fax divrss coousido oes sobre as Oani-
saeos ministeraes, di quo m o insior t do
otoae a dove procarar bosses a6 pars faheo
de secretariat, elles doevem repreontar am
pensamento, ursama idd, uma actividale, uma
anergia.
Tanbem o viciol do systesma elitoral conoor-
ore pars isso, muitas vanes veT m a chamados
pars vinegar certas idWas quo antes tinham corn
batido.
Discorrendo sobre a invasbo dos poleres,
refers-so A posisgo em que fleasm collocados
os membros do governo, qua n'elle epresen-
tam proposals, no emtanto apeados votam
contra essas mesmas propostas, pr ellens fei-
tas, e record o fato do presidents do conse-
Iho do uinisterio do Si de Janeiro, quo tendo
apresoeatido a proposts no orgamento eleVtain-
do a verbs snuaino, depois voto contl ella.
0 orsdor sustenta quo, ou o nosse systeoma
esta perverido, ou uao existed.
Partidario da descenutrallsalo admiaistraU-
va e astonomta doe provincias, presettaria
anoess soentido um projto,, se sas apretaeta-
lo alo o collocasmo em posilo, que nao de-
sOe, de opposionista, em qu eloasti, polo sim-
ples facto do apresontsl-o porque Iisto sora di-
xner so govornoqae eqUo o asa na altura da
situaglo.
Trdctando da questlo da muspeusdo da part.
da lei do orgamento em Pormambuco, diz quo
a consequencia dovera sar a destltuiglo do
presidents, nlo pars condemNue o. mas pars
demonstrar a sma inompatobitidde.d.
Cunsidera o que 6 impose to d importabeo e
oonsumo, a dir quo aquolee pode nor do con
anmo, maia este nnoa do imported.
0 orador dosojava moseB lbordado, porque
d'ahi viria mase aeglo; poess qua a muits It-
berdade da imprtnsa tera sidoeum grand. mal
qu entire n6s o que so quer A allar, gritar,
vooiferar e fBoamos onltuntas earn lase, asiam
6 o povo e masimr eeO paraienlo e governor:
muitr parra e puca uva.
Lhema a alotenco do governo aim do pro-
parer, no intorvallo das seesfles trabalhbs so-


bre os assumptos quo atern orignado estas dis-
cussoes para srerm resolvidos.
Reconhecendo a gravldade das cireumtasa-
oias qao levaram o nob re president do comse
lho a to"ma rsoluolo qu tomou, entoende
quo emrio o m- ever; aas aoha quo o lua
i gar oompeteaw pan* a saogio no 6e0Soena-
0 do, mao a Cuara dos Deputadom.
Nao havendo quom peCsa palavra, enocerra-
se a diseusoo, o se votando p ft# de nu
Smero. oi eo m de
i A livoura e r O m i estadedoe
-a I parat prfyl
I- '(Da ffaz oM agid= ip 27do *gost) .:
I-; I fo d "film.

A vinhet do tontlspiot ssubrtanciava
ida s srgaieltacao do
Compenbatse dodiveow aliskq04, so
chavam nsua tadmaoqi.. teadoe oad qual o
ww compartimento'Pam a foqWva ra&o.
0 dono damwus havia dis ibud com
brodad -a raco a eada oen, simultanea-
ante. Algous snia se i doo main vdmaows e
elilosos0, trataram do roubar ardeameat
raat does vinhubos, nao iountts qoean o
ns thee perteniasm; -maseates, sa asrOm
wa artlmanha, proecuraram ua coaqpgse -
ko, a forum roubando tambem, por so tau r
o, os oetroi visinhos.
0 resultado era tacil do prover. puba-
As-se uns aos outros -descaradmamot, s,
or Bim, nenhum dos niaaso conseguio co
nor a 9na raggo, bavendo diminuido oem os
estrogos, oomo era natural, a @omma das
ubstaneias distribuidas.
E' desnocesssrio Urar a moralldado desta
inhets ; mas o que 6 ul dizer. em todo o
aso, 6 quo as doutrinas protec onista oc
asionam iddnticos cataclismos economics.
aera adquirir o que 6 dos outros, desouidam-
Sde aaardar o qae 6 som.
A representaglo do Centro da Layouts e
3ommercio, quo hontesom meamos a publi-
ar, acha so perfeitamnte identifads aorm os
Mos princlpios oconomicos, ai da sasso
juando pede reducgRo nos direibos de expor-
Ao parwas o roductosm nacionaes.
Aeste p3did ja o Sr. president do cons
1o, de proposition, ou por ooimcidncuia, respun-
eu hontem n I Cam.ra do eputados.
Apezar de so declatua peWs boasides i co-.
omicas, a de ser peia rudi dc. dos imtpo't
e exporta,0o, a vordsdo eao quo ao limbs
erarba de receilta para substtair a q l aquaela
educolo subtrahisso ao orcemento.
Reoheceondo a onvoioncia de desonerat
principal induatria .naalal dool posados Im
OSbtos a qua ti sfetiiti, ni} d por a Ioro4
rincipieos smomaioqos u advo os ma1"
orque casMs 1ha eSm qIePella tat *ftbrt p
enda as d do boficianwo a tens
orete-as aso aeremo. doe quo Sconnselba
governo a zor reduces sea m crears verbals
e receita equ ivaleontes.
Augmeatar o deficit dq oramento on O srao
tenos prejudiial do qUae onservaros direitos
wtuaia da noalsa prodliaiO*-grWbie.
quo rest sabor 6e, d osdire
M9, auga dadigprodecloo tribuiriaparn
qulttbrar a difor -e qoitad .e
Nlaoc or ., por0qus o : meutodo pro

0 probeasa di1 do resolve, mas no 6
nau avola, desdo qao sja proftadaasnto
=O um6 pa6no fianoeio, quo Bs6 libert
parts, ao menos, dd trnaoia abdoluta
rj)mpleta dos impostos idlrct.-


Vala.
A8S-L3lA YEM0I AL
S"S10EM I DREMAIO"
PRZS1DNCIA PO XxM. Sn. .nR. ios NmCOLLO
TOLim.NO D : CAXVALUO
O*.M~ doVflfo
0 Sr. Mei' de Va60SOe t-Sr. -pro
ridoteo, ea deAizawla p a dioeasaoo st
projeote. aem izmer urn pa v pto.
ni, porraalurM aio ltiv ese vista, HWO am
dover, extern-r minhi "Wpiioes, d(ter Ipnpra
o qaeo penso a ibre todo e qualquer asaumpto,
afm de quo poasamos hogar a am Alm dose
jado. A matria, Sr, president,, tam sido
diaontida large a brilhantoment verdade
qa nalo tive felicidade do asiatir a today
dsouealo d'ete project. Mas, polo queen
ouvi sobre oile em duas soueesnivos, Jjulgo-me
habilliUdo a avanoar a propohio quoe a ease
aoabou de ouvir.
OuRvi religioammnte a historic politiea da
preMnt' situag iO, q1eus come6gou polo gabinete
dA 5 do janeirA do 8-8 e quo tamn arrastado a
mats ingloria da vidaas st hoje; a e appear 4&
estar oonvenldo do que today e qualquer oppo-
o quao part deta baneada, a quo tonW o a
hours de porteaw, n*ue Li caller no an-.
mo doa meus illaItr adversarel o, em atodo o
cao, eomo e ajulgo qau do noso lado an9W
a vordade e a raslo, f oho os el ahnso dospra-
zer qu posasa azer oexerimeantAr aos nobrea
deputados, para, por minha vez, oceupar me
da presented situaglo, quo, eomo JA dine, co.
meou a 5 de Janeiro do I -a tam arsao
a maia ingloria das vidaes te hojoe. Nfio
o direito qua teem os nobresA deputad
fazer a defoia do "as partido. de proesamr -ee-
truir, caoe Baja iso poasivel. as nosvs iatisaa
argulgOs. Mae am todo o sa es s p o t.Bbma'
quo don oo l ad* eti a verdade, quo do
nomtlado est a razito.
,0OR&U&Fe. AAOO W protombo do
V. Lao.
o SB. MMA. DE VASCNOKLm.LOS-oOse sotar
em orrD; m eN O Gt;er owbos fundamentes


SW-@~,quo on &tuift oainaqores esas-4
SPore Trier r hr nos olhs do
p* ,u ato osperar polo momreto
Sudvias empargir seas raise eIa.
s p-soa rompendo as madru-
VA oz:-Mfgdad temobrosa.
0 ft. aomg NazAR d urn apart.
09 uM,. VAB0AS1O90WS3"N -V. EHIM *00
ill de quo dive e star porfel-
*A, ~Sr. president, omoe se die n'eats
S* pe rbascada liberal ams eorto
pr o povobrailio, heave urns tal oa
quo' 0 agtago attural em todos
aquellpe q s% e m. proximso o momentoo da,
weallaeao da prom smes -que Ikii fa i felt.
Mai, Sr. prqIdento. quando assim s agitas-
sva a plOlojtando todoos somo quo attoni-.
ftes ioaqra qual a oernposiro do novo
govr, e lf desvam-e nomes. o disia se quoa
iam rreaiUdas ams alvadoras proPoessM e
qu sto isseor fel z dipsi do governor
coo ifr maltramdo peloB heomous di
Sit "%paosoiugarmva ; quido todom
pe quao os lberse, spossado4 do po-
der, .etmudart de umam politics
amisa liberal, o quoe
TWo -ISo so qae ovia todo esto pa.z.
Sr. i d vs 'donse a tandarte de
od .oou-n upa bandeira
s da ti qem v u smpeImva
fi:arv :rs rra& u r se usobre a.abr
= o-soomoque urma eombra obrn.
do tos as e abaoe, a eonveuoeu s logo o
izs daquoe aqiltlo nSo podia oar o prenunioj
ri *as aurora a s6 po4ia set a antipat o
d ioam0puulo veoertinoe, quo bern depro
as terti do .onverter-so em noiti, em Ire-
van...*
UX EL DEPUTADO-Oul o prenuncio de rms
.0 SRMm DR VA.scNOrLLOSO ... O
woavo.Aon sok part o collep, vimos sets as
pgeots.ao quo 6 promuelo de temposatde;
noQc, q~aaido a tnpestada esti pnesii a
4=rb, sol e.soade-s. a lax demapparee.;
per Ai dizer, uma paerturtbaqelo a ordem
natucralie, em lugar do twdo quauto pods oer
Oceie at eosasutasao coca o orem a corn
IIL
a uormoaia lasatuross, a6s vance tor a do-
Sterror, ,o soffrimoeto sqelm. (Muio
E ,* Sr. presidents. apreseatot s"o 9
'A rOpatsad )r do Ifmoiro gabime
*. us* ckaqao:era


9 a quero, Sr president, eontrar n'arms
"r ie4440 tttda e minueoloea sobre a vida
doeS gal *", ma direide pasggem qua
olh4v4.al-not logo map ttrisetima rea-
Rilgabieste, 16geq do iniawr uam& politi.
oaqae podeses s ettr de ian do Ooo o pom-
peso programma langado 61o partido liberal
so quatro vents da opint. as comntratio.
don dutd& logo a moatra do qu ayhia deo ser
mato tard; nag poz en pratl 'aas piradas
roforo doe quo tanto aoeoititava o povo,
para taobAonst tenatar i reform seleitoral,
pars tfo- ntea Iniefar a tansforsaslo do
mnoe oregiraa eleitoral por outro. quo mais
tards Convertido nessas I1 quae jifoi denomi
nada do monuwMtno {luogisoo.
St. presidents, u d igao de no. quoae e
g t., iia predido pelo Sr. 1iaumbbi, prime
isars do umaituaon quso e dis tr
liqsm rq qVaW ofh ... WWoWo" : wwsPe s na.
old opubieoa;e6tugodwnothsqueaomsga-
bl qua abe aso powder depois d"a um logo
spo do tempo em quo dominsram oas son
advtrearios, no tivesae soe quer aforga preci
as pars por am zmeougo uma s6 dsasm mui
ts id6am quo sustituam a largea baudeirs doe
nsreformas de e partido. .
0 sa. BAO btA NAzAI--Elle tev tovaoI
Sa forgeaCmart, mai io tsva no Senado.
0 dR. MBIRA DB VacoNCLLOS-Sr. pre-
sidente, alo dove eiopar i nos a apreciaslo
qu easeo gabinete, qu dispaaha por tsaim
dizer da for quo 6 faCIultada a todo aqualle
qua nluagura ma situago politics, nao ti
sha vito dinte do sti am eampo vast deo re
forms oawa levar a effoito umsa 6 quo foss.
0 corto 6 qua Ile recoahoeeu.e dosgragada -
amen impotent e para exeutar qulquier das
medidas benefelis do se program.
Boae gabinAts. Sr. president, don nos o
titisulmo.e.p at&eulo, u auio a desenvolu-
I da historic political do paiz, de,fazer-so pa
ga o imposto da bolsa quo to bira do contri-
Uite m o zsap e do m uiaoettibuints.
goA n fahnet. td. Prosidatei. qeuo wpreeieni-


va, por eauja 0o1io sab
esta, din eli6 e apr
$s daet ses preoccupag.ei
0 SB. BABXO DB TABATI
o vordadeiros liberal n
dorems
0 8R. MmIUA DI VAsooI
liberal, Sr. preoidonte.-_6
quvis dizer e qua nao
quea chamas partido lib
maito long do sert o queo
minate traduz. 0 parlide
no sea verdadeiro ponto
IS am opposigeio, polo ma
pear do poder os seas a
embaindo o povo. eose p
siada a ingenuidade do ao
lavras, appear do tanta. v
realidado dellas; mas q
sob aso powder, renege tod
nega todo o sea pamsado,
a amra font. semelhante a
as tradiogOas mythologieos
onde bobe a agua do esqu
do pomposo programmed, a
corn qua se aeenava o poa
0 programme qua hont
menas doeasm partido punksi
seeas iseursos nas sume
haer deo soer uma reslidaed
paresido pare s6 voltar,
eompleto e sempre vio, 9
sobem oa eeU Sdversarioi
qua elles dizem queoao oe
quaado elles trm sido b
monstra a sasa historic o
puagudorea dau grandesam
puagadores aonseienoios
qua anl qua nalo querewm
astrvios, eome paga de Su
bern quoe fazes ao pasiz,
dade vi e polities, quax
a recompensa deo ama oo
to, quoa s6 dove fiazer o b
polo interesse de ama cou
mo famo diints dos nosp
au noto, Sr. prei leato,
pVtados da banoada hbers
qaeuo e stout fazondo am&
qua em"ou fauado J istfia
i1o 6 vardade, os nobres
eom sua vose eloqasuent
ea ins presslo. quo. pa
*rainar o orador na o
qr.e ouvem.
0 SR. Bmsmlo-A res|
qttf Big *grade.
OSRa.BARO UD NAZAR
der, saon osrn pftlavras
soq Ralavraa. vrdadseiras
0aS. MEIZRA DE VASCO
da|G come coservador
a saniquilamsnto doe
beim wnoo ,o4 qieoo nm
nssis, do paftiWA li pe

seia adeoque atlas pro
ferroam brass qua chis ft
o appllcom ; nale teaho a
uhal palavras .jam, por
Uias quo so vas gravar x
liberal.
0 SBa. BILTRIO-Pego a
dereoi V. Ex., talves n
reIpstas. mas pdde ser f
0 A. MMURA DB VAs
quixera, ainda quo tivesa
ait disponho eemagar 0
au pretend apenas despo
charnel-os ao eumprimeal
ro deoer, tazendo-os con
dosatoaos, quo ato por
tantos remordos pars a
politicos, agm do quen'a
ximo, so meneos remote,
asse titulo pomposo soa
atoe quero inutilisar, na
moda exterminar essoe p
asa liberal ; no quotero
brion, provosar-lo eastla
surja do marasmo, nao
sUe o urja d'ema situago
se aehe, 4 poma colhor o
Ihe eotS as.agaalado ass i
quaoe a historia de odsa.
de ser tambem da nouna.
UM SB. D9PUTDO E
Exo. desoja 6 que es lb
a quo os canservadoras a
0 Ba. MKama DB VTsoC
gDno de V. LaE.
0 MBsxM SB. Dunsu.
neo.
O Sa. MBIRA DB VAse
me da limsnsa ? Digo-lhr
mente equivoceado n'ests
pose. eitar esta sen a]
fundamento algurm.
Sr. presidents, nuo p6
bide o modo porque o n
eia. asesagoes do hua
oaps a tribuna, e alo p6
bido este mode de aprte0


=a.o, quoe taduzrin a
atdeonservadotes, porq
do julgar do S. Exo.. qi
dis do dotes da oratori
imorosa levantada eontra
dor, qauando esse partido
examples doordem e doe
meusterao qua s 6 aeila
normais e nans pelos
mo auoaotoa nem o part


Rsm~ IoAl note liberal dilmae-o que o partido liberal no
Salgun War pdsr oeqAicia sompletamente as suss id6s a
-oMi Ni, nL [quo 4eizavaL de ear o partido liberal pars sr
reedo podo$a rtr uePtdo inteiramente diverse. (Apoiados
i se qar uonsre I a n1 a|||viladde).) '
q ao p odsnor De lcto, logo palos primeiros actos pratt-
*f nRo ilod mar tm edoe pole gabinet 5 de Janeiro ehegamos
48 frsaq idoPE s & o0 eiuo idento d'easte vardade,-de quo n6ds
ie sl odor ao. Boo- tamom partido liberal, quando este se
moira eoaSe a un- uah no poder.
S. s UM SR. DBPUTADO -0 partido liberal 6 sem-
NGA-Qaem 55be se pro omesmo.
Oko ago os conesrva- pro 0 mesas.
Sae o ioasrva- 0a. MMA n D VASCoNCELLOs-O partido
tciz\os-0 p.atido quo dis que-o poder 6 poder,-que expends
aur triste vrdadets a plano parlamento como norms de govarno
rposo traiar_ eido mo prinuciplo mais quo autoritario, absolute,.
al antroi ts ashti Pl er o mesaou partido quoa na!opposi-
see palara real- ao state id6as ultra-liberaes
ios collo s-se 0 8Ba. kSTEvXo D OLIVIRA-- Quotan diss
.IS v *ms q d quoe o poder ora o powder nio foi o parcido li-
ds vl, quando as bewal; tot apeuss o Sr. Gaspar Martins.
derrro d emiorl 0 Ba. M0 R aR DB VASCONCrLL.OS- 0 Sr. Gas-
ver a rrioa, embor par Martins era n'esse tempo ministry da
b2oe povo quo o fasonda, fallava polo gabinete e o gabinte re-
reAIsta naes muss F prseatava o partido liberal.
0n0 dGo"illd ido da O EsTRVXo DR OrIvaiRA-Ha different ;
eand ossoid o taonto mais quanto uon si quao o Sr. Gaspar
ia an se aes re-o Martins expenden uma opinilo individual.
pars e qu acore 0 8R. MEIBKRA DB VASCONOCLLOS Que me-
Sarns do q fallamh recent e apoio dos seau colleges. Quando o
is. eontdoLate i partido liberal eatS em opposilo., Sr. presi-
oeimono, o oentlo a dented, ostenta um programme deslumbrante,
ai do risonho fttturo defonde as id6eas as mats adiantadas e as mais
oam pand ho Prigosas, nao da absolutamente treguss saos
m, quanpdo os he geu adversaios, promette ao paiz um cortejo
kitmn tntspamparno@ enorme de beneflcios ; man desde o memento
I, hoi l trn desap- m tquo, por urns ceircnmstancia qualquer, per
Ins, quod monso qualquer anormalidade, elle seo acha colloca-
a s.inda quo men do nopoder, ,squece tudo qianto havia pro-
Soamis aorem queo mettido, renegao seau pasado o suas iddas,
, cus adversaries (eonteetag6es da baneads liberal: apoiados
3o tsi:, odoe o do- di bancsda coseorvadora), fax sentir que ad
ie verdadiros pro- ggou o powder polo poder, a aprosents-a.
aida nalso, Mas n Me aso pan de um mode intoitmamente di.
es. proaugadtoeM trseo daquelle per quo so apresentiva,
oL pro..u7nadora aumtdQ occapava as eadeiraes da opposigio :
Come agS sdons s (spoios a uSe apoiadoea) e entlo. umsa vez
ta de Sdiam oari. sposado do poder, fan tudo squillo quao ou-
lo BI asM paisser r'or osu o urou, esqueoe a sa eseola, e, as
Mio anjas*recis vews$, segue o mesmo caminho quoe antes
m Piloa a'ta ao- haviasm trllhado o s us.adversarios quando
as %uo as osi so- per ventura aeo sgue peior, o qu6 e n ao poucas
os ehos I veI owaontece. 0 que eu digo nao flCho da
qua os nobras do -aagiBao, mas o resultado do estudo dos
sawm dai sh fasthos, o soeas es faetoe ano tern sdforneeidoa
halod ids 1 s. paloe miailsterieshbborae quoese tam revenamdo
t ortato ma istoI ao powder. Assim. nos taems visto miniato-e
dopud^oi' paderiO'lriot liberaes pregando doptrinas opposta
detdis pfroios, Aiuomlss quoesramitioardotmente abrag-a.
a deatrair a fraqais- d. Sat'era.
ronmtrJ dpossiedl Vimos, per exemplo, some jA refer, um
eveo laquis ministry dizer, am pleno parlamento, quo o
post& 6 qua As sear powder era o poder; vimos amun ministry sue-
ueae poe er tantsdo, o antoritario o absolute principio
W g-Hi sowesposn- qua vsi de aneoonto Ai nooss eivilsalo, so
botesmwi n e sao. uos prgrsao, A nosa autonomia constita-
bonits o mes cioaol(nmult boo),e ; prineipio'que vai corn.
.OS,s-ar rs-I pl*tmenote de encontro is neceassidades pa-
, qut? Mdle b al s garantias uciaes.
air qu o S8r. presidate, o partido eonservador tern
m ssjo desonutcado quo s6 procare realisar aquaellas
g-s. So, reforms. qua ae podem produzir maos resal-
&os ;a ; i ai a loi 4do torgo, quoe mereoeu
eP DdSna e o f lfaito do 9"Mldiltauma maia1 o pars o sat pai:. Si.
abtea ssara. a qe uo viutra. os conservadorew nal fistam
klPS do quo m'i a c omn relagleo aso nosso s ystema eleittoral,
r asimn der,, um ns- foi atteadendo a quoe amusa reforma mais adian-
na froSt do partido tads poderis dar resultados pernicioseo. K'
prAno eompreheadermos quo o povoe, no es.
palavra. Ea repon tdo do obscurantismo em qae viv, 6, per
paliresde mit. assign dier, somo unsa crsangsa, quoa se vai
Sgrad itoa eduaosndo soa poaeos. at quoa am dias e The
CLW & algo pases dari lnteiro o completoa lhberdade. As-
Ssea, forga do quoae im 6 quoe adigp. soa meo de srwr, quo o
Smen adversris nosso Pais alo ost convenioite eB prepa-
rtar-lhes a atteonte, rado para goar das grande reformat, pars
etodo sea vardadoi. gozar d'aqueUllas reforms quae largo curio tmn
vancer-e sdo mon e tido ns Europa em outrom parts do muando,
saiim distr entrsee ends a Instruagao 6 dads corn oais larguesa,
suo oemo ncis a do ends o cidadlio 6 obrigsdn polo meno.,- a
n futur, s al o pro- aprsuitr a ler. (Apoiados: maito bemrn)
vehsm juti5sr Am, Sr. presidents, os liberaes, quo em s
t q e ? ors m.2 K oppusl0, dirigiaa aan trmau cootre n6a
m quaro per qualqSer sonsotvadors; eos liberses quo, em opposiglo,
naSo quo s a dsuerSn disiam quand. fasiamos roformam incomple-
tub sooladar Ike tea o que procuravamos manter o tatt quo;
naom arsn uo llo oas liboraus, que nao ovitavam em dizer qua a
d.bor, pars quo e? loi do ttbr era iacompleta, qua a lei da re.
sio bSmo am aqua fornajadaiearia era dofeituosa, que a let do
restoste do houra quo er-f era imperfeits, qu essas trash
poas das s ? hiesr, brilhantes reforms alo podiam attuagir seam
as aa a quo ~finm desejadoes, sabindo ao powder, nero esas
aa nacous e qae ha messes reforms incomplete8 traetaram de

m rasamo, o qua v completar, e, a nao ser a reform da eloigl3
lares8 eedam o poderdireeta, que. por mna vez, tambem 6 sncom-
ss odarn o powder plots pode-se dizer que o partido liberal se
nom"os. e eon born reeomrendado ate hoje por ura esterS-
wc~oa-hto en ^lidade sem nodie.
DO -- Ne 6 enano, Aeo mneso. Sr. prenidente, o partido censor-
vador, qua 6 tio malsinado pelos seas adver-
OIIOELos -- V. ic msarios, qa. 6 tlo injustameote aprociado, nio
a qua oetS porfatat. mente muss tsdi0qem pBeas.da, nao apresen-
pou.o; demise, nio ta, qaado em opposiglo, reformas sea olhos
tarts, quo creio ser do povo, pars ^quenoel-as. quando 30 poder.
K eats unso verdade qua esta na conscienoia


de psaar desapere- publics. qua e asta nas couscieneisa de todo o
eobre deputado apre.
mildo orador queo- BSr. president, ntes deltudo, devemos res-
idse poswr. dospere petr obedecer Aquelles principios estabe-
lar =a anham seou- le0d00 pls le i.
asnira v doy uodoa 0 partid4o onservador jamais poz a margem
Luaira de ve e todos sm prineipios neoessarios e indispensaveis
Lea lion dpos do to- pars a manuten*lo da ordem e para o des-
i, u ins diadios 1ta- envolvimento social.
p ar indo osrva 0 partido liberal, porim, assumindo as
StO paidO eomsoras redeas da formaeglo publicas, pela bocca de
Ster dadoon m aimor tm do ses mnistros, pelal becea do mal libe-
yo depolo. meos al Sr. ministry da fazenda. s6 o primeiro a
mows suoras. 0 porde lado a leit avirt dier, em plano par-
imo a quo S.om, ie.Sa lamento e fees do todo o paix. quoe --o poder
oaqae S. E e. opoder, mis 6, quo am erits determina-
ti S econvsuoido dos caBos, a le dove set esquecida e supplan-
w o habituado a tads polo Poder.
Si so alo quorfas o U, aS. DIPUTAO-- E V. Exei. j teve a
a ortaas, ao con- resposta diaso; para quo insistir mais n'este
W Semi outr morvel aOto I
SsiuS a ambigo do 0 Sn. MImRA Di VAS oNCILLOS- Insisto,
ng ep iamen- porque, etso facto 6 de imporLancia transcen-
bum=aaqulvecedo. gs dents.
Is n Sbr depatdoiS o Sr president, quaddo um ministry libe-
algm agsea a Min ral qu as se nta r.j ooaselhos da coroa, prega
k iesg t tin ai doutrinus data ordem, quando ease minis-
U. xeg. se5 m am two*s esqueeo de qae 6 poder. isto 6, de quo
ws. IV do rom tem obrigaao d6ser moderado, e prega dou-
trina anarchic"a dizendo quo o governor tern
w uoradl o regaoe n-
~itora' direito de violar a le, quando ease ministry
. polot O do l- abrtaas a s a ama doutrina tiso perigosa; nao
64 d6 adurar que n6s oatros eonservadores
... pstvqts, masqui-' deseofleimos doe tuado quanto possa vir de
t ,algisd ewrad senel&tate partido. 'neoesearlo, senhores,
af.....g ,ebn qua o example partly do alto 6 necessario que
atede ok ba lJ.. aquelles qus dirige o poderw ajam os .pri-
a^^chag ieiroa a 4ar o eemplodo moderagio e do
.-reM1Sl o de roeboll aobasdieneia S lei de quo


I


It





























0 10fi sea quaa amopre a puwr 9 a matm
Sdutroa L dadmlfistraeGes.
UK SR. D&PUTADO-E' pnoGao eatso quo me
s i-a o partido conservador.
(5 ,outro partle.) *
MaimBAs D AG=loBLLo0-Oqir
ye ~nsvonos uoportoe. on trot 4.vbi~vena4
am enm d4ioer, 0 ita ieguindo o meni
meamo porqu e tenho umnsa apee
*ocaraga magies, urns couraa do quoae p ro-
vayelmente o nobre deputado 0X0 tem n ticia
a qual possue a propriodade de Wert oem o
pripro ridicule aguelle q o o dir'go.
0 SBa. EST&VIO DR OLIvasA-4Nio 6 V. Exe.
qao merece a oanoniosajo, 4 o pairtido conser-
vador polo quoa V. Exc. din.
OSR. MOiRA Di VASCONCILLOS ENtLo V.
Exte. alo teve Inutenglo de offender ?...
0 Ba. vESTVAO DR OLMvmna--S oea a tivease
tide, dil o-ia a V. Exe.
0 Sa. Mrian DE VAscoNczLLo -Asirn co me
YV. Ric. diz quae to teve inteniao de langar o
rfi4iulo sobro o humilda order que eatA n
tribune, nieo v.jo tambam nus minhas pals-
viras amenor offous.
Eu naso pedi para o partido conservador a
eanonisalCao a que S. Exe. allude; quern squi
unieamente fallen ou em canonhia9 foi um
membro do partido liberal, quo teve amnento
neata sCaa, sainda que momentsnamenote.
0 SR. ESTEVO D OULIVIRA Eu pediria
para o partido conservador aouase mato diffe-
rente de ocanonimao : eu pediria a punilao
polos gravissimos erros quo elle eommettoeu,
pla falta de siooridado corn .que V. Exe.
outro0 politicos se manifestam.
0 8a. ROSA i SLvA--V. Bxc. falls do par-
tido liberal ?
0 SR. MIRA. DI VASCONCELLOS-Sem davida
quo 6 do partido liberal. V. Exe., por con-
seguinte, peoa a canonisaglo do partido libe
ral e do sou idolo, e neooas sentido menr atton-
dido come o nosse college Jesus foi attendido
usna proposta da canonisaiCo de Lmartine.
Sr. president, 6 um pouoo f6ra de propo-
si8to A invectiva quame atiram do nuo conhe.
cor as faltas de meoupartido, quando ou nao
diaseaqui, nern por pensamentos oteris eta
pretenglo, que o men partido e6 alguma ves -
tal, quoa 6 immaculado, ou que nio tern ja-
maim incorrido na menor culpa. Nio dzsso
tal; ou tenho apenaouse me referido so mode
per quo procede o partido conservador em
contrapesigio ao partido liberal, e Y. Exe. e
a ease comprehendem quo eu nuo poderia al-
terar a narrative de acontecimentos qua estio
so aleance do toedos. Entretanto, neu que as
saim peouse, de o erto que nao deveria vir aqui
ascentuar os defeito quae per venture poses
tsr o men partido.
Os nobrea deputados da bancada liberal
qua o fagam, que submettam & analyse rigo-
rosa o procedimento do partido conservador,
do mesmo mode quoe eu stoi aqui procuran-
do triturar eta presumpgao de que o partido
liberal so revests, collocando-se sobretudo e
sobre todos, quando a verdade 6 quo o partido
liberal e no poder tudo quo a nagaeo da palo-
vra liberdade p6le exprimir. (Lpartes.)
Seo partido consorvador. Sr. presidente,
no temrn satisfeito as necessidedes do pais,
ae nso esti compenetrado de asas alta miesao,
so nalo tern side o primeiro a por em pratica
as ideas maim avancadas, ninguemo entreotanto
pode contester o fact de grandesa e imnportan-
tialmas reforms realimadas por eOsLe piartido,
reforms de cujos altos beneficios eat gozan-
do o paiz.
Se o partido conuservador, Sr. presidents,
nuo esti revestido de sinceridadeo# as n&oa tern
pr imrn ase nao Ulludir o, povo, o que tomn alias
fato smOpre o partido adverse, o qua pigaif-
canm todam estas reforms amadurecldac na
opiniiao e realisadas pelo partidoconsemvade:,
reforms quoe ase diz searem o privilegio, o apa-
nagio do partide liberal? Se opartido con-
aervador, Sr. president, 6, come me dise soui
nests Csam, urn marco milliario plantado na
hands do progresso brasileiro, o quo egnifla
a gloriosa reforms doelemnUto ervil, eata
prjmeira respost*ao appello da opini&o pu-
blics quo dizia pot todoms oo, angulos do paiz
qua a emeravido oera um anro, qu. e a escra-
iadlo era um mel, quo a emoravidao era umrn
nodee em noema civi-limeoa, e qua eusa veo-
gouha nuo podia maim continuar?
Seo partido eonaorvsdor, Sr. prosideite,
nuo torn sinoridade, Im o partido oenseqsdor
leo tern feito maia do quo imbair a opilao
publics, eqaeqcBIgftc a gra'Idiooa ucks'i.
da lei do reoratauinto? 0 que miguiaee o
fact. do partido oenaervador nuposae, pro
oaTr por um leeme a ma iguobU cagama 4.
borens, que o patido libeal nunso& proc.
rou acabar e da qual, aBoatraabe, fez o use
maim immoderado, maim immoral, por iaism
di-r, no tempo da Dome naIur lamidmds,
zItempo da guenra d4. Paumtay?
Aind. esti as memorinado'pvO tnretaimi-
me wpeotaealo dos voimutarbs da esrd//
Ai-nsaestAnn coInaienoia pslia en. omIo-
rindeo todos o tnlstluslno esp!otacal< daesa-
eades de homem;, aiadi tes ma lobNI
doe-sb e qb ua pwaltaeaasei itus do
rocrutamento foe gado, quodeologswmItasa.
0eet e mercmtia veoon -- oe qa.


pruouravan anchor IIealaa olgweira-aai-
tsdadej0 hib aa 0 putto liberal. 8r.
presented, deu aso pais o toimtuaimn eapeioa.
cal. do dem ipw hoomu pasa sgoemar aftlsire.
do noaI exoerito reveobsado eao depoi eem
ironmeo titulo deohug'im, i da putri s as
aus autoridadeampocravammobre tudo apa-
nhar aquollm quo podium dar alguma comsu.
WSR. BmalRo latoe 6faeil de dier, man
V. Ete. PRo prova.
0 SR. MBAik DB VRASONCELLOS ta 6 a
vmrdade quo eastia ma eonsBacie de todo.
Hatretanto, Sr. presidente,,o- partMd os-
servador s6be ao podere q o ebraI a intame
arms do recrutamento forgada, faaeado sma
leio qu e sias foi qualifcada d'aquella bascasda
com o incpaz de resluUados, como no tando
produzido o mono~ .enoeio.
Do cero, soeaores, quo en so e dave atra-
nhar esats qualificage, porque a lei reformada
daiva luagr cads e idas expolaiao8com
que a. autoridades li bera ompodiam. tor mail
algruns mleos do oboer as algibeiras...
0 Sn. MORnIRs ASLVS-E ageaiaSr votes.
0 SR. MEIf A DB VRcASCONGB 9 .-. Se a r
quo mas lei, cIso diz em apart o non a.
sollega, era maie umna arms contra a liberdade
do veto do ct ldwioI ,
Ne todobs Wbemoe e oa a lo eprole o addam
proyss, nem citar faetoe.para vir aqui confr
in so hMa t vIta qo. .1ando-.e as-


Profta extinguUl-o eow*ip fnua; nao hos05 asmo, GopR
umn 96 moeato om tr1btnliar, parai que esso do etdatsv i
mal desapparea., porque pa -do esonsErva- do a s&a p
dor no etaionrio, Mae s diz, eAo e tm t n 'eop
marco milliario, mae s@tlfaz an j atasexi- n'ells deposi
gencias da opinie publiea, empregando os de 4 ou 5 aa
moles mais acoiertado convenieoates pars go- qualqur das
rantir os direitos do cidadao e am urm pal- immense ag
vra par realiar do u m modo emfeas a Weio- denten ou 0
dade do paiz, quo reoonhece o valor de seas teiramente d
services. nso tam hor
E isto o qua temoes vieto; 6 isto o que con- ramentos, da
firmam om factos; 6 isto o que os liberaes nao goa...
poderio contester, porqus, para fazel-o, firae 0 Sn. Lot
precise raegar primeiro as paginasa de noesa do partido cc
hisatoris, e isto serial uma pretenlo rimpos. 0 SBa. MI
sivel, pots impossivel saris destruir os tom realisad(
taetos. querido, e ea
Eu, Sr. president, nlo quero alongar eets que elle insoe
revists de mostra que estou fazendo ao parti- ra quando <
do liberal ; a o quero tomar tempo A mam, bandeira dos
repetindo aseeusaomes alias procedentes, quo Citarei un
i foram sufficientemente desenvolvidas per- serve us ma v
ante n6s todos: fago apenas uma analyse sue- Umrn dis, Si
cinta doe fasetos mais notaveis, dos factors quo regiles da go
neo p6dem eseapar is minhas vistas ; fago cujo nome vvi
uma apreciago ligeira does tremendous erros porque agor:
do partido liberal, para d'elles tirar e a conclu- tenario, appa
ale logics irreiutavel de quae esse partido bal, ease hoe
6 o partido dos proprios interesses (alo a- gueza reelaa
poiados da banoada nberal) ; pode ser o par- leira poderio
tide da turbuleneia, da license, da violencia born direito,
measmo ; mas de cereo nao e o partido da li vel antor fra
berodade ; porque a liberdade neo conaiste no ostadistsimi
desenvolvimento exagerado dos interesses in vio a 'luz
dividuaes ; porque a liberdado nao 6 a violen- aqui n'lesta
eis, o desbragamento, a negagio do governor ; 0 SR. ARn
porque a liberdade nao comports eases tre- pernanbucao
meandos abuses, de que o partide liberal temrn 0 Sn. MEIt
dado larga c6pia em detrimento das franquias apena-i enun
dos cidadlos. (Muito bem.) quo corrie es
Ao gabinete Sinirnbu seguiram se os ou- mirn a prol
tros. escriptor fras
0 SR. ARRUDA FALClo-Dous apenas. firms quo o
0 SR. MEIRA DE VASCONCELLos Sao on- eidade do R
treos ..... Eases gabinetes nio deixaram nas dade, o cert(
paginas de nossa historic um facto que os o Marquez di
recommendasse i opinilo national. Apenas pe. 6 urn ee
um facto e ease mesmo mutilado, apenas umsa Come ma
reforms e essa mesma defliciente e contradie- meorm, subind
toria, ease partido pole at6 hoje lever a oef- sobre a nagS
feito. se oehava mr
Refiro-me a reforms electoral. Essa refer- eia; vio qu
ma, Sr. presidents, eu conheogo, noe 6 intei- nenhuma.
ramente ineffieaz; ronhiqo quo ella de ai. E ame hor
gum modo fez corn qua dessemos um passe vontado que
na sade do progremsso ; reconheago que ella grande month
concorreuo comn eson contingent para libertar escola e cri
0 vote. n'um paiz i
0 SB. BARbXO DE MURIBGLA NIo apoiado. tante npars
0 SR. MBIBMA DE VAscoNmLos-Concortoreu paiz nAo ear
de alguma soet. yam mesmo
Mae, St. president, come fez o partido li- rescido nui
beral ease reforms ? .el-a pelo mode mais di8el otava
inconveniente possivel, desde qua so a apre.- todo e quaa
cia com relago toons eu autores, crm relagIo risa partir d
aso principles e ais doutrinas d'aquelles quo blica, no re
afizeram ; fel-a retiraudo das phalanges dos neceassid
eleitores urnma grande quantidado d, cidadios belecimento
quo pla llei anterior estavam ns posse do di-o rear uam ina
reito do vote ; fl-4a despojando 9/10 di popu- hums vexatoc
laeCo do diraito de votar, o que quer dizer, ministrar as
do diroito do Intervir aa govern0ag publiea. der desenvol
RAo P098o 0om1prehender u partido liberal g, Sr. prePii
queo, longer de eoncorrer pra alarnar o voto, ordem,';e nd
ao contrri, emprea os sons oneoorgo pars aso d'emsoe mi
restningir esae dsreato ; nao posso compare blicass, ieo 6
gender uam parties liberal, quo procurando a eite o alt
reformer a lei sleitoral, ele6 a o censo a um mosmo prinL
ponto tal quoe faz eleitores-dlixem-me assim fazer-se corn
diner-as olassoes aristocraticas da soctoedad4, forms d'esta
excluindo 6 o element quo davis pesar matto desouenvolviIn
na balanga liberal, exc1uindo o femento po- E' admiral
palar. menso partli
Tel come foi pratioada, a reform electoral ha mae d4
polo systems director, poderia ser umsa refer- do realisair U
ma pra senor realisada pelo partido conerva- as mais ne
dor, mas nunca polo partido liberal. I, Sr. porque ella
president, pare accentuar o quo j tenho dite, do povo, e
-e d'aqui trarei maisa um argument em meu do faturo.
favor,-queo easte paiz o partido vordadeira- i le me sfaj
mente liberal, ao menos tatoS quato o per- liberal olhai
mittem as eireumstancias. 6 o partido eonser- _tieos, do q
vedor; observarei qua aisa reform, sans o ;oerto a or
for mais aralecretica, e nalo exoluio ainda tda libea.
mabornatmonr deo cidaclos do direito de Sr. preside
tor, foi porque o 8Snado elatro. .sse dirito public. dens
qua no projeote da reform vinha extrordi- q ue ebI|
"ariamouto remtr agbde. Foi o Smuado qaa, feioment b
peolsua mabonia coservadorea, esrafito novoabpatlsmo,
mejos de juair oir o de 4l.ioto, me- ia~ostoa E
Ihoboal a lot arimtaeratoea. oe8encaoueto aris- tuaado as
toretica, feita peot partido Ibrl pneis ent
o Sm. PAUL~O a: OuiatBA. --Ja mel oeo.inlr
quaiosugbirm s cta5Sl.doe n- tc- tascadofuea
o 0 MR* ixn& DB VPASGatiuLwtf Sr. pnest-' ooa-s aaa pal
mai ^^^S^^J^ "m^ ~ont, sa sol pp*iiii
do Illsataha t apt; poeportukie sil ha qokao yes
eince pens solo snuos... uadasopo
V Vins DA BIAMCADPA veItA -- V. E.s Tl ei p
doerma s Ju.... aad4 ud
tretanto ale deourm psd p nso a grande
fsorma do quo niarea ee Oslo dpanza do ra eda pI
forms d'sla mtnuega pare a dlffusBiodssam lue orinin'le


poles clasmse popular, panr o alargamento ia e Ln
do ensino paeso= e seoeudario. de noeu in
Sr. presidets. a primaira, a maior, a maim da. eomo do1
l nportantede e tod as a reformade dquo pro- koanras d m
fimaste patz, 6 a refoma doe cosumes, reo: A.sedi
some qu6o p6do eolher pse. diffuso das material doe
lazes, polo alargamntoda edoucao do poTO. popular, Sr.
0 que teamosa ntanto vis que o pardo aecesarios
liberal fa projectos sebre, prjetos do nai quer pro-e
versmidades, reform a o ensno superior, decre- sidoente, 6 a
te a liberdade do enino, iaso quoe s amsa perfectibilidi
enasino livre o que o 6 im preaizo pre o mea- E pares qu
me easino, ea todavia eaquee a educaCoe do zir os esea e
pore que ao s fz pelas uniermidtdos, quo quo e realm.
nao ,e oonsegaseto onslio superior das ahi um cam
academiwe, ma ;qaU so se real polas 'esola crianl qua
primaries, pela ,diffa d'essmoinatrueaglo qua ordem sodiali
0echma eleeta, o aes abande utodia 'la, oej oel
reforms a que po os Chegar 6Pm pro- par a que teln
voilo o borna nni ae. Lidadlo apro
0ar. Loau o DM d un apart. puar, S,. pr
0 In. mEIA < me- a BLLOo V. Exe. o das libora
drt oaaeft aseortifda eea tfor : satr.I j4rems nnu


WAGnpadons. s ampdupa, qao
ilta-a coroea, aio pe d, oBuaUo
om, ientu a er ito ua referma
8 maitae quao el8 AprogooU no sea
raadioso programme? Sr. real
partido liberal 6 uum partido in -
ostitaido de meo s do oggo e que
ens na sitar doe grandes melo-
s grande reformas que eli ap re-
aUWQO DB SA Isso e-6 privilegio
anservador.
IA DR VASCONCBLLOI-. .. ou alo
o eases reforms porque oaeo -tem
antiso equece-es do bem do povo,
reven como lemma de saa bandei-
am opposielo, paras s6 levantar a
i interests individuses.
n facto quo mostra pars quanto
ontade robusta e poderosa.-
r. president, appareneunas altas
overnailo portaguezaam home
am maito A pello na aetuslidade,
a se tracts de celebrar o sea cen-
ireceu o grande Marquez de Pom-
meon eojas glorias a nagio portu-
na paras si, mais queo a naqlo brasi.
a tambem reclamar com mauite
porque, sgando li em u am hot-
cez, ease homesm graadioso, esse
measoo, ese notavel juarisconsulto
'esta provincia de Pernambuco,
teneza americana...
UDA FALcOo-Nio ; 6 noeto d'uma
ia.
[A DE VASCONCELLOS-- Eu eston
oiando um juao maito aatorlsado
oripto; nao eaton chamando para
priedade desma id6a que It n'urnam
ncez. sreio quo Robert, o qual af-
Marquez de Pombal vio a luz na
ecife. Mas, soja late ou aoe ver-
o 6 quo, portuguez ou brasileiro,
a Pombal e uma gloria quoa se irn-
tadista digno de admiraleo. -
dizendo, Sr. president, esse ho-
to ao powder, langou as suas vistas
o portuguea, verifloeou quae ella
erguLhada nas trevas da igaoran-
ie a inatraeloe publiesa era alibi
nem, possuido d'aquelle forea de
a Ihe era peculiar em negocios de
a, dotou cads municipio corn uma
sou immediatamente 400 escolas
0equeno como 6 Portugal. Isso 6e
aidmirar quanto as rendas d'esse
Sm ai mais lsongeiras, aU esat-
no caso de powder manner urnam tie
nero deo ecelas. Como, por6m,
perfeitamente coanvenido de quae
quer ewenvolvimento s6d pods-
o alargamento da instrueli pa-
ueo, e am do fazer face as gran-
aJes queppareciam coa o es.t-
dams 400smcoIaa, lembrou-se de
nposto medico e de manoiwa nso-
rio para powder mantel, q.eaassi
Scrinca oemeiosa eguros de po-
over 8aperkmioar o sea oa'serito.
aS vemos um hoasom.66
ode pel cusa da inetr 9 nu-
patra admiAr-que osta A 0%
itre quoea lhmbroi, e e- to
ilpal eAte corn os liberea part,
o auxllio de sons vote nie. re-
ordainem, quesr em provoito 4#
onto g~ae0o do pvo.
rel, m. Sr. prei tZq, quae o
do ibral que j6-stoa no pod6r
quaero annopnao teoihs cogitad
Lima reform e tal natwurezas, uan
saw!rias, das mais pailpitantes,
,,afioeta directaente. o Inre
tnteresse aonrira0s, o intresse
(Multo bem.)
E, dorn peor, dier qua o partido
mais p ra os soue intereasse pO-
us pare 1qalleff quoe aftetrm n d
4m svocaL. (ItoclamaQode dl ban-
'*.o napU qasboci de inatruoglo
natnoopaurnuagpvernio~qaal.
eapd wacouutmadan'-so per-
sin, pa. dan nrovas de mater
a e oeuoreno ibe ale se lem]


sueos. msomonaoaes T onqa. mouwo o epera-
dio nation.& aeo pode. bater-se com0 o oper
rio sOwtsa iTro? Ondes oti a cause do smea-
Ihtst diffW dadeT? BSor quake o operario
estrangelo iaja mals intelligente quo o ope-
rariosbraileiroT Seri.queo governo lstran.
gairo cuidemakedas artes dii landustria qua
o governor bat-lelro ? Seroquoogoverno as-
trnegeiro favorega main os sousoperArios quo
o governor braaieiro ? Nio, Sr. presidents;
a vorddeira cause dito nto et abiht; pode
sor qualquer demescousas uma des cause;
mass ao 6 a principal. A. principal 6 quo n6s
alo tomos odueaglo, 6 qua o povo nao 6 obri-
gado, como aneames pies do quo me oceapei,
a apreander a ler a apreparar-s. pars o traba-
Iho ; 6 quo em todo os paizes onds a obrigap'
toriedade do ensino se temrn mantido, o dosen.
volvimento material e moral alose tem feito.
esperars, tem a anado largamente.
VejamO os Estldos-Unidos, onde todo -
ualquer denvolvimernnto tern partide
a iniciativa particular do que da inicia
publiesa, do quo da aego do governor.
UM 8,. DAPuTADo-Qaemr sabe so esseXe-'
eavolvimento de qu tanto fails o nobr- d.i
putado temrn partido da inieiativa do goveoili
Quem nabe se o syathems do governor nao in-
ffie sobre isso ?
0 SR. MIBAn DI VASCONCELLOS--EU chego
Ia.
Sr. president, ean li am uma obra deo muite
merocimento o seguinte : qua nos Estados-
Unidos os fabricante dizem quo, se elales- p-
dem sustentar a concurrensia da Europa, ape-
zar do term de pager salaries dues vezes
mais elevados, 6 porque seous operations traba-
lham muito mais depretsa e melhor e sabam
tirar melhor partido das machines. A. razio
d'ieto, Sr. presidents, sinda estaI na educaglo
e no cuidado corn quo 6 preparado o operario
nos Estados-Unidos. Isto e um facto, alo 6
um romance, no 6 ums hietoria creeds pelt
minksha imaginageo. A questlo da forns phy-
sica pouco inffie na material, porque todos
nd6s sabemos que a forsa intellesual per si
s6 6 capaz de substituir perfeitimente a forea
physics, quoro dizer-que um home conve-
nientomente preparado e instruido pode pro-
dazir mai, muito mais me smo, do quo am
outro ignorant que disponha de muito mais
forea physiea. A forna da matoria o homes
civilisado oppse a forna da intelligencia, a
sempre e sta q uena venee.
Nid sabemes, Sr. presidents, que em todos
os pains do mundo, a into som excepglo, a
forgea physics, quando dirigida pels forge in-
tellectual, por aqualla quo veoin do cultivo da
intelligenzaa, 6 qua da eO melhores o mais
aproveitaveie resultados.
Portanto, r. peaidente, quasudo n6sa vemoes
exemplos desta snatureza, quando vemosea es-
teos facts perfeitamente comprovados eabe
moo que a historic de todas as civilisae$,
do todeos oa ngrandecimeatos, tam por base
o alargamento da instraoco,, ale podemos de
mode noenhum reousar a veracidade dos me*-
mos facos, n dixar deo coaveaoneer-nos deo
quo o ,,sos pals, a prosperari, as6 ontar nas
aseda que todos desejamom as, porventra, o
govern. saeopsmpelotudo quo de.e mlholkar
|n sea- iatetr.fiWo prdn, dando-lbo ecu-
ho do obigatoriedao, (Apolado nae
apot#Aos).
SDie, Sr.t promideate., quo os Estadoe-Uni-
do4 hojo cornmpm cornom 0 mereado. earo-
poMS, poque dipm docerwu elementoe quo
alo eastoio aloa da Europa. Eu quiscra
saber ques ao elles. Eases elements nao
tidos. E' q~ e to IaOtm ido
preparar o s po ; e q o Estados-Uni-
dos.tem abido onasizar cidado a trabalhar;
6 que os Etadoe Usidoe l dadosa sma po-
To urnin eodOaSo, quae n6ds ainda nuo podemeno
dar so Romeo. nft aina* nbpodemon orm-
petir corn s mereados estrangetoiro a corn 0
vufgad do.a dstdo-Unidoeo, 6 porque aio
temos sabidoedtoar e nomee poen; 6 porque
a nose agriculture aso-se, por assim di
er, na rotina e ,porqu, 0a ns0,0 sgli,.l-
oree o bram (fallo eo grs) antes d
se setpnteux smop lstbqnqs do Campoo. am
I'peB+ e d..at o, olsterea da vioe.
t equeoe averdodo-Ttveo pque e60 factor.
MSB. DavuprAO-Tstvez porque shlam ma


k. pr uam


anm b
6 pou
qae


Sidon*o, 6u-
is; a ,d044
,doe G lemento
irstode aqu"
pulan, Sr. pir
meavel pars
loso peVOs,
amaents proda
llI poasae er
reciso que t1
i precise quae
& condigio B
queutar a a
! line nftirit


U.os-0 que en-
mai- patbioleo?
Svieo do palr o-
ft quo taet-.,
o i del
S % m id sp u *d


aoeto 16 a educeaca; ema forne e a
o meo m em que o esBmsU e corn-
do q"#eve oduear eoavenieaemn-
B ftlbr ; dead, o moment. em quo a
isdader do ansino for, nate pail umrs
so hlrmof de vers coimeo as coos mu-
pots; ea n6s haove is d osstir de
floresimento das are, da, ndstrtiXi
uIoreio.
SSr. president, eomIahoead, per-
It qamoidmaavelvirnamto9inlteheesla
ovoaecorre mitou de pauft pars, o
andecimento maelIIal moral. V.
quo a Allemao a, qu-a Fsanma...
. DPUTADO-A Franga, alo.
MiaU.a DVA$WJO IJ-CU S- ... qua a
ha n eat, no meoma pp de igualda-
.ados-Unidos. Quae. ooahee a his-
s Eatdos-Unide dove- anber quo
povo fez da odneabo4 prismuiro mo-#
da asa grand ; qa aqualle pove,
BPr homes aio"6s0 d" vIstas la-


am. uswuaiazwnB proparato, so e ao oa seas
soldados na soabesase ler, o resualtado da
dtimia guerra talvez foab differente.-
W um fact realmente pare admirer: tode
o soldao alUemlo sube loer, Darn se-ha, per-
vutura, a mosma ousa corn o exercito fran-
oezt Doe oerto que nao. Amsim, peor mais pa.
triota qae posea smer urn soldado, nnca eater
Ia tmas eondiCa quae am outro quoe,
aidt do patriotismo, tealha rebido umsa edu.
eaglo oonvenioent. urma odaucao compativel
corn o im a quake 6 doestinado. (Apoiados).
Vv. Exes. sabem perfeitamente quoa s, por-
ventura, urm homem igaorante 6 capaz de to-
dos os grandes commettimentos, am home
convenioatemente preparado, sendo capaz de
todos esses eommettimentos, sabe aproveitar-
se, des oecasiioes preeisaas e no exp6r inutil-
meute a sun vida.
Sr. president, per todas estas consider
goes, inspirado per todos esses septimentos,
pelos examples quoa en leio na historic, pelos
tsetos queoes dio no estrangeiro, 6 qauo eaten-
do quo nos poderd servir de maito, que pode-
ra ser-nos uma medida perfeitamente apro-
veitavel a execuaglo do ensino obrigatorio.
Ha muito'que ets necessidade nos bate A
ports, ha muito quao apaiz reclama instante-
mente uma reforms dests natureza-a obriga
toriedadedoo ensino.
Eu eston perfeitsamente oonvenoido de que
quando o cidadlo brasaileiro fr obrigado a
aprender a ler, quando os pais form obrigs-
dos. neo por meios arbitraris, mas pelos
meios legaes, a mandar seas filhos i eacols. o
future da nossa patria ser outro; oser& lison-
geiro e. prospero. D'ahi virt a reforms dos
costumes ; d'ahi vira a rogeneraCo o social,
Sr. president, a necessidade de decretar-se
o ensinj obrigatorio 6 uma d'aquellas quen alo
soffrem demora, 6 uma d'aquellas quae reals-
mam umarnsoluagio prompts. Demais, se o en
aino obrigatorio temrn dado os melhores resul-
tades, as melhores consequencias, n'aquelles
pales quoa ale tidos come os mais adiantados,
porque razio nalo produzir os nmesmos eoffei-
tos em nossopaiz, quando osta exhuberante.
mente provado qua os nossos coinpatriotas
nio sao refractarinos i instrucglo e tem mAWe
do progredir.
Se todoes conorram pars a realisaglo deste
grande desideratum que fez floresser a pas e
eleva am eidadlo i saua verdadeira altura, por-
quae raeo nds outros nao kavemos deo seguir
uin tie belle example?
E' foreoseo dizer, Sr. presidents, quo o par-
tide liberal nada temrn fito, nada absoluta-
mente, em pr6l dAesta id6a.
Se o partide liberal tarn procurado realisar
reforms, reforms de todo o ponto incomple-
tea, corn relalo enaino oainbrigatorio alo
tern avangado nomra am pass, nao tern arti-
eulado uma s6 palavra.
No emtanto Vv. RExica. sabem perfaitamente
quo e o aensino obrigastorio constite, per assim
dizer, uma daes reformas mais importantes, 6
som contestaglo a base principal de todas as
demais reforms. S, porventurs, fosse de-
cretada esta mediaa. so, porventure, n6s ou-
tres pudossemos contr corn o auxilio dos co-
fre publicos, afLano asos nobres deputados
que o fios r'mula eaos de somelhante
medid n se far u am sperar o que n6da entra
lameo. periqdo da reenora (Apartes).
0 aparte do nobra depado na b pdde apro-
veiAr ; so o ensino nos -tad Unidos de-
vide, come eo uobroe deputado acabou de, di-
ozer, em grande part 6 iniciativa particular,
no nose pain, nao p6de sor assim, porque
as cau s quo actuam Mi, ao aetuams aqui.
Outra 6 a iWdole do pove, outrQ6 e o systems
do governor, outras sio as condigOoes ethnolo-
gieas do pals.
0 facto de s mandar crear escols a torte e.
i direita, come esa Assembldsa tern feito, o
facto de eastabolecer uams esoola em cada
canto nao aproveita, deedo que o cidadao ago
8ela obrigado a mandar sau ie o A escola.
Proanunciado- assim, a favor de ama
idea quoe Jalgo de tod o ponto until onees-
saria, en dodieo-mo exelusivameate A causa
do pove, porque quero rolabilital.o, porque
quero qua tods posam nar cidadlo aprovoi-
taveis. Npts monatetoefgao abetenglo do to-
do e qualqor sentis politic ue, por-
veantue, padasoam envolver as minha psla-
vra, pans bra do todo o corale, uma
qausa altsameR9nutat.
Si doe rdiasnio, elba-as para~ aPreana, por
qaediz s, quos ella 6 Ua amdelo dlgno do
n-se, porque motive nao se ha de olhar
tasmbem paaop eq1Irq! psi..a qae, por
- potambem dim os de imitao?
q'as motvo nao bavemor de q~uono pare
I pai aquill o a ta boot rnolit-dos
*rndado os a oan Por quenotlve nao
,eoma r poiem pr* sqqa+sm iodas q p
wm ~ 5 urn orBtd~-~do a pain foqts,
pod~rosp0,ae fam fofc d Simmsum pmrnselu?
oiqued serorba es nobr"s deputed.. deo ae
| Id corn a edascaglo popnlarm 4 uozu o prepare
do cudadlo 6 quo so consaguamr oaaasdee(-
diast..


Si oe nobres deputados tom rmceio de quo
eata id6a aqui, de qua eaon defend o conve-
sidaaoente, ao daa os resoultado desejade,
faiamos a espeoeioia e-si, porvoatura, ella
fo coatai, ass nosse dessjos, n6s teos o
recurso de revogal-s.
Con relaol iFranIa, Sr. presidents, lea-
bro-me d er do idem un deo soaus mais dis
tintos esoriptores-ques* f licidade da nagSo
conmievie no UPhgamaito a deseavolviaento
da ednaeago popular. (Apeuats.
Como. senhore., confiar-ase exzelusivamento,
pan diffundir a bastruogo, na creagio doao-
deiras pot teda a partseta.? ERtron6smaui-
ts vazes ama escola, que se apresenta como
sendo frequentada po-45, 16,20, 30 salumnos,
n i tea d*frveniI lal mais do q"it a 6.
Estsa 6 a vorda de.4 q todeaw. podemos dar
tostemuao. 0 quae ia PiA01 pi m tm pIradei
re a eat d aa quao 6 grande, porquoe os $enir-
teo quo fax a provinciao.qt faze: -pa ,e
e pan prdto a ve ya nqao aSa devida-
antto apoweitAde? vNna o queo pev.
p ermanso em atraso, a lgno eia e, em
iqant ito a eonteer, I mom pod o
marohan paen iam situaga reah do gtaa
doi, par a eonqsvfta d civi-saito, quo no.,
t.habit a eommpascr poares o muad eo.i
urna naglo digim. N o podrmi atlin.
gi" a ItIM corts aft"do pfoporidads, 0Xe
ndelbs oieomle. en*w onqiass emooseea, en
OanaMif ,5Uvamrof nst imafimt -


...... Prrasds maim
V, #1a s cause
a di esr-

paret a ar
brII z.baziloeira 4^s. orto qua
inSAiA mab dirfitmeite no govern da na-
Sa palass vantagens d'oaa intsencia maim
diretaa e d'ssa cooperagio male effieaz, que o
aidadlo mai illuatrado prasta so engrandeci-
mengo do paiz, dever tambem a provincial
reoeber uma certs eontribuiqIo do poler geral
par seor applicads i instrucalo public&. E'
eto o qa asooatoe em muitos paises, como
0a Estdos-Uaidoas e outros da Europa. N'eas.
moa paixes, alMs illuatrados, em quoea instruc-
a 6 at e posts a cargo dos munieipios, nem
por isso o 0 tado deixa de concorrer para esse
ramo de depeoabem como a provincia,porqu8
so reconhece quo, se o maniipio lucra gran.
damente corn a instruelio, tambem lucre a
provincia, ounb departamento ou o condado,
e, em ultima analyse, o Estado, por isso que
o cidadio illustrado coopers simultanoamon-
teo para a grandest locale geral de sue patria.
Per eats razOea, Sr. president, 6 que me
causes estranhesas o facto de o partido liberal
no poder nalo ter feito coisa alguma no senti-
do de diffandir a instrucglo, no emopenho de
tornar o ensino obrigatorio urma realidade,
tanto mais quanto n6s vimos na u-.i, qualifi-
cads de monument, que reformou o nosso
systems de eleiglo, privar-se do direito de
voto aquelles que nao soubessom lec e esere-
ver. Alern de que me parece que o desenvol-
vimento da instrucglo devera preceder a essa
reforms, acontece quo, nao obstante a dispoei-
9lo a que acabo do referir-me, nlo tern o Go-
verno Imperial proeurado tornal-a ums reali-
dade util, facilitando, pelo menos a diffasio
das lumse, o alargamento da inastruegio. E'
verdade quoa eas disposig1o 6 urn incentive a
instrudglo, mas de que serve esse incentives
sern dar-soe o meios pars qua o fim que se
procure attingir seja ums lisongeira reali-
dade ?
SDepois, Vv. Exes. attendam que eEse in.
eentivo 6 deficient, 6 um incentive em par-
teo: 6 um incentive pars aquelles que ja sgo
homes foitos quo podem querer intervir na
governaglo do Estado e qua nio sabendo ler
nem escrever, flcam privados d'oese direito
de intervenglo, e, por isso, embora lutando
corn difficuldades, tractarlo de instruir-se.
Mas note Vv. Excs. quo al6m dresses qua
por assim dizer, se acham forgados a instruir-
se, ha as criangas que pela sue idade nto po-
dorm achar um incentive no direito de concor-
rer pars a governaglo do paiz, de influir no
governo do estado.
K, depois, V. Exes. dovem convir que o ci.
dadlo que soe acha mergulhado nas travas da
ignorancia nao p6de ser faeilmente osensivel a
ese0 estimulo fraco. 0 verdadeiro incentive,
ou, por outra, o meio efficaz pars chegar se a
este Posultado 6 tornar o ensino obrigatorio,
6 fiazer quo cads pai, cada tutor, cads peasosa
que tenha em nsua companhia umsa criansa,
d6-lhe a inatrucaglo necessaria.
Nero m ae digs quo isso 6 contra a liberdade,
porque proporcionar ensino ao filho 6 urn d4-
ver 4o pai, e ease daver'6 da ordem daquelto
coja infracgio esta sujeita i sanolo penal.*
psi quoa no di a sen filho a instrucoo, qvwi
nio he di., por asasim dizer, easea alimenta#o-
espiritual, inoorre no mesmo crime quoe aqual-
Is psi quoe ao di, o alimento corporal a sea
Clho, quo nao consorre pars o deoenvolvimen-
to physico desse fllh3, a quem assim vote a
uma morte lents.
0 paralello e verdadeiro.
0 SR. BARIO DE NAZA3rH di um apart.
0 SR MIaA DE VAscoNczLLos-Admira-
me, Sr. presidents, quae um liberal procure
contestar ease quadro tristonho, fazendo.minaa-
tir no animo dos que me ouvem que o povos.
ache muatito illustrado, quando a triste reali-
dade 6 quae n6ads preseisamos main do quo tudo,
mais do de quo reforms de instrucogo supe-
rior, da diffuasao do casino popular, porquea a
instrucaio do povo 6 o verdadeiro slicercs.,
mobre qua se podem assentar todes os memhe -
ramentos.
o SR. BAalo DB NAzkaaRBH-Eu nao dim
semelhante sousa.
O Sn. MarIBAt DUVAsCONCZLLOS-V. EXo. deu
a eaotider.
0 SR. BALBO DE NAZARETH--Atirnu no qua
vim, matou o quo nio vie.
0 So. MiamA DB VASOONGCLLCS P6de sr
que matasse o que nuo vi, porque 6 possivel
que houveome queo fizsese cause cummum
corn V. Exe. eamse modo de entender, mau
nao tiveemoapmqg dfod oefomfesse. V xrae.
deu-me um aparte dizeadoquej temnos tudo
qnanto baste, e o mais e estar lsongaendo a
opindio popular. Entretanto, 6 V. Ext. quo
a liaongeia e sou eu quetm so expos a anirad-
verdoo popular. Mae eu aceito tods responsa-
blidsde, pois eatou convensido da quo a- ,
coneorro mats pars o bern ester do povo, pare
o alargamento da inhtruccao, do quo V. las.
fazendo a declaraglo de qua temos tudo quan-
to6 necessario.
0 SB.. BARIoBENAZAnwRB V. Exe. do


luseiro demsa banoada, sam offense da msuma
bmneada, .
OS Mma DIiaVASoodNCLo -Ist-a 6 bot-
dade de V. ExcH., sago: 6 alguma Ironia. S&
6 i enia auji dissf queso m nuwalteravel, e
poso olhar cosmsebranesria e digaidade para
trz, V. kc. nia pods faric-mo no a mesa -
o ealeanhar.
0 SR. BALa O DR NAZARw -A form por
quao V. Exe. me repoado, n o condis comea
earater do V. Exe. Ru ate me amo-pendo do
ter dado urn apart. quo era honroso de mage
pare Y. Exe.
O 8a. Mma DR VASCONCx.-os-Eu rspon-
di aomforme o quoe indicavam as palavrae do,
V. Exe.; so aeo usou do uma ironic eu de
born grado reotirarei as expressbsa quo pro-
fffi.
0 SR. LOURzNgO DE Si-Ji hoje 6 a tereeim
ou quart vez qua V. Ext. tern feito o meom
me.
O Sa. MMRA DI VAscoNCLLOos-8r. prei-
dentse. uoe 6 poasivel deixar passer sem ur
palavra so menos nesta discussIo de fornt
policial, o quo oowrre na usprovinoia. Temwa
Maldoesuito do quo 6 geral, do qua dix reat
peito ao paiz; nSo devemos esquecer a noms
provincial.
A apreciagio geral quo foi feita sobre a si-
tuaxia do paiz fornece os principios de ae-
cordo eom os quas seo devem ttirar as conse-
queacias do quo tomern side, do que 6 e do qua
senr a administraglo provincial, visto quo oa
president de provineia, Gome delegados do
governor imperial, nocessariamente represen-
tam e poaamento dmse gff erao.
Diveroas ad.miitaqoes, Sr. presidents, as
t6m succedido esterilmente umas is outras.
A. provineia east eonstaAte urgentemon-
to a podir a attenago da adMiniatraao. hpu-
blica- pars as grand e eoinoonteaveisa no
oaosidades, qNoa roclamai inftantemeate so.
laSo; n6a no eatretanto aie temos vistoque
ouaM alSguma mwqa attenglo da parts da
administra90o.
nfueiilent., Sr. presideoto, um ompeota-
oeo pooe agradavel Aquelle quoa se intof
eoswp Vleboa star do seas eonterrsaeos
TOWef Afrafar aew *
0 partido lberal aqui dividio-se qumai de-
d" ivang r a si'a ,*as; eoees divisbs
: ese, jgoM 4*atenasda-d&=a frMadg veto,
pnca*iea o vowils do mm~s pubixw b~in
lpublics1O!
~6~*p6.st, quoam& 'pamftot
ftp*o 4, sw f*oe am g s"O
ns.mb le


* I





































S7 dA Atembro de 188.
0 ifmfo Ign"co.


a res-
Victo-


m do Santo Antiao
ar a um aovo diw
nD NAZARwrH -


5, I.
tarde.


m. cam
UM Sam-


hoento civil.
O a. MOREIRuA ALvas-Iso nom eacamento
civil 6 : eu protesto.
UM SR. DEPUTA&DO-E casamento mixteo.
0 S. MN IRA DR VASCONCLLOS EU, Sr.
president, sou obrigado a passar de etorrida
sobre os aconteoimentos da Victoria, porque
a hora esti a aoar. E'me precise dizer o
menba pousivel pars nlo ser interrompido an
te do concluir as mnfha considetOaes ; por
imo deixarei de aprociar oes actos das antorio-
roes adminiatraqes liberals para diter duas
palavras sobre o administredor actual.
Eu, Sr. president, tinha oertas razoes papa
manifestar alguma conflanas ao actual ad
mnimstrador da prodvincia.
Fai o primeiro a dizer neste case quo eape-
rava quo S. Exo., criterioso e illuatrado como
6, veria para aqui dar urn testemunho solem.
no do sen patriotism. fazendo urma adminis-
traglo elavads e independent, qua s6 tivesse
per norma o bern public. Eu disse quo as
im esperava e estava eonvenoido de q ae ea-
a minbs eperana soertl ame realidado. No
entretanto, j u am actor pratieado pole admi-
xistraglo da provinoia faa-me arrefeeer eas
eonflanqa, e ease acto quo ji foi apreciado polo
nobre deputado polo 6 distrlcto, o St. Bario
do Maribees, nio pods deixar de merecer de
ratha part algaumas reflex8es.
Ntio estoa em tudo accord corm S. Exec. no
zodo deo apreeiar o contracto deo comes vet-
des feito pela administraqgo da provinces,
porque S. Hie., segando manfeatou eqai em
feussfea anteriores, nio quoria absoluta-
y tIIa medidada lei n. 1,508, se me nlo eon
Afto, quo mandou encorporar ums eompa-e-
loipa par abasteciamento de oarnes verdes a
esta capital, ao passo quo oa ontondo quaa e-
a lei offarece ama base ts on menos VTan-
tajoa para chegarsoe a numa oiluo mr at,
dine problems. Mas, nbo obstante ireo, f
xS. posso doixar do anifastrr-me eompleta
monte sorprehendido polo aec pratteado peol
administragQ da provincia. E digo quo uio
posro dixer deo motrar-me orprndido por-
quoe, sendo S. Bx. administrador d pro-
toase, tend estsanm amig q-s que *fm
a out admiaistrag ao e no podendo, portan-
to, deixar doe oschu intn adoedo quo aqui
oeoorre, nio i6 per intermdido 4si saig..
oemofemowsoVpeloquapubIloam-srgM
po~s absolaunsmato -uve.1u
no trasotava do reolver o problem da oarea-
Us dea satres ierded, e quo aqui as bavia
at6 propoeto a no r doege ma mo
que traotease de ouea nr oI d emoerr
a oeauas dessae mal. eaim eemo .quo fors
apresentado u m project. tendo par Am an-
dar por em pratics mediante coneurrenoia pu
bli a inaoorporalo do ums ompaslia quo
toiase a si o servivo do abastr i nhto do
cames verdesao nroasdo date mulicipio...
0 SB. PaBiMIDm TB-EatA dads a horse.
0 Sa. MIRA DB Vr S AwNOLLOS- Pareose-
mI qe, pola grammatiea regimental, deavis
perwittir soaso orador faser posto final.
0 Sn. PuSIDENT--E' por ao qeuo o orador
tern na casea relogio par& regular-soe.
(Multo bern, muito bemrn. 0 eorador 6 com-
primantedo por muitos senhore deputados).
Vai i mesa, lhdo, apoiado, deixaedo de
seaw votado por falta do numero, o ,egainte
requernmento:
a Requeiro, par conoluir, prorogacio da
hora por 15 miuntos. a
O Sr. President levanta a sesslo, do.
signando seag9ite ordem do dia : continua-
91o da aatecedeunte I diseuasso do prow
jeetos as. 180 do 1881 e a197 deste anne.
Achando-se aobre a mesa rodaeoio po pro-
jeeto n. 105 deoto annoe, foi mandada impri-
zir.




Paquaete Moadego-Tendo sabido ta Ba.
bia hontom is 8 boras de note, o paqepUo
Narsgo dove aqpi toiar a a, aao
parana Europa dopois ,da indispensavel ,e-


SAch-e eem cohntraeg wam novo altar de-
dilado a Nossa SoBhora d DOW, quo estA
Semno feito exlduasement e ixperwe de
nosso llustre vigario Pedro Pacifico e de Bar-
roBezerra.
e Ghgas so gonto eaprehendedor do viga-
rio Pedro, vemes ada dis Ir senasivelmente
aethorando o estado de nosea matrix, e esta.
mos convictos de que lounge alo vir o da.a em
quo pos omd oehelos de jubil, vetr conclui-.
does trabalhos de onoseo bonto temple.
aBomu-se no dia 2 do oorrente uma. miass
plodesca~ooter do Maria Catherine do
MottaUMtirianD, a matdado de seu filho Ma.
noel Antouto dos Paisoe Miranda. v
Medeina andoetla.- N'aquelles tem-
pos Gontasee am ewase iepno e tocante
oceorrido centre aos dous irmaos Cosme a Dc-
milo, quo viviam no reinado de "Deocleciano.
Observando ells corn a masis escrupulosa fide
lidade o preceito do Seohor: Dai de graaa o
quo de gray rebefu (8. Matbhes X) aoon.W-
can qo uam d'eales, Cosme, pareceu falter so
son piedoso costume. Ficon por isso muito
penaliedo o soen ireoao Damilo, e mortifeado
per i9co, probiblo qune depois de morto o ea-
terrassem a lado do Irmuo qeerido. Qual
era, pore6m, o motivo ? Istado par umae pe-
bre malber a quao havia eurado. oondeten-
dera em acelitar d'ella does ovTs I
Hoje em dia -Depotsi de uma opeamo tofe-
liz praticada em nao ,criwa quo soffria de
garrotilho, te a mil levar a V... oa seus c ,a-
delntom, e a wbalsa bordada per uss pro
prias mloe.
Queira asoear, diess ella, este pequoeno
trballho comopeobor do men roniooeimento.
Acceito, replicou V... um anmtl peftfar-
bade, was seot p -el. tfos meus honoraries
qu n i I" i ... a o
-Knaqer d~te^W .Bs au5a>to-
&jbjt^ .3mIjh i** *i.A'llttAr Oht^.


p4i0U. 0,,Ui
o coftkracto
noe -Rbuirc
midflpiolo d
S0 Oio0 a
meoito dest
repartiego e
eluivaetrani
exclusive 0e
serving seI
oite mozes.
no de 29 de


uer amrmar qk oe oi execs a eam impotante PC
obra naoe so no prfto6marcdo, eot-o dentro do Ii
do arqaerento. Oun
e A. lIz desUepharol 6 rodaida poa cornm. Pe
busto de oleo mineral,, e a isad do Chac
lampejo 6iguAl a-7.9 b Wool, ou 67,2 M uWo
Wpoe
w ipparelho utletelatem eas egutiat sdi- -
mensles: Viat
t Dbtmetro interno,. 1-.840. el
a Altura, 20,65i. ae to
a DItancia focal, O90. Cone
a Diametro Itote ditnia, 3UIS. : *1 -
S l0stanoladofocol i eeiboa e dalaee 1
tbraut I,543. Qw
t 0 lampeojod e libido de mito 6M. t mi- to A
do A
awo. duns1et s tdat PI
.cFoi enoofmtdd dataotee eataanlfltra*:


is mephtos pobres quo te est&
Elkhs, tomou conta das
bctuir se-bloe
ana, bs 1i horse, na rum a do
n. 21, de moveil, loupas e
mlao, st 11 horse, na ruan d
.11, depredios.
ma, so meio dia, no trapiche
LOs.
'im, as It horas, na rua do
Wias.
a: -
tam, ao meio die, no eaes do
as corn cimento.
wtifu, aomeiolo dis, na rua
18, do eltio do Janga, em
otriamai, is 11 htore, ina
ma do Gtdqiui do iiovebs,


celebra
a matris


Boa.
.Ma-


por aima ae d moraelo uanaOi
a de Flaeada.-N',e esuom o
amuhb e seguluti folh:: .s
o e operaroes do Anenal de Mas


Dr. Bj r
da Victorian.
uio-dia s 3
Homeopatht
poito- Botica
Caors, rua da
Fr'ancisco
postario doeU
meUMticas, t
micos e me
na do Marqu
Phart
Rua doa r
nda Camnboa


sta
ruea do Barlo
. Coultas do


C,-


depos to de ROGAS, tints, oleos,o ve-r
niahs vende-se tado a preCos rmito j
dicem. Tambem reecebemos chocolate IT
Kflmer 4orimeraq a muito frqsco
S.Advegwios ^^1:
Jloe Jwoquim do Frftas Henriques,
Pateo do Collego n. 77.
Dr. Antonio ,odoaldo de Souza,
Caes 22 de Aovemabro n. 57. Duas 9 da ma-
e nso 3 da trde.
Bougnd &,rfC
^^ u 166 oluMquw de 1knd .
15; Santo Antonio, ma Primeiro do Mar.
goo. 3; Boa-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabita do cipm a vapor.
cialidaes: C iW ars de Ha-


m"


Do MS 5.m90 satmca.
4l881 5-6
~99-6
laro 293
S1877 4.3S
Assucar
De 1882 1.013 taceo.
1881 3.081
1880 86.495
1 1879 620
1878 1.385
M7
a 18177 60 a
Generos altmatntos-Plo vapor VMe
do Santos polo narlo Mary Helene vieram
pare oe merwdo do R ifle: eioae de'oliveirt,
10 quintoase- 79 IMips; eaondoa. 5 barriers;
batetas. 75'oWmkia. OMiDmc e J5gigas; ca-
nella, -9 caixa; Oebolae, 80 ditas; oervejs,
10 barricas; champagaw. 20 oomma; eldra, 16
ditas; conserval, 1 7ditas; hiuo, 20 maccos;
folha de loaro, 2 fardoe; farinas do mandio-
ea, 3,500 soces-; manteiga, 34 barris, 590
metows e 180 cauixas; queijos, 13 saizae ; ar-
dinhas, 58 ditas; vinho, 4 pipes e 3 barris;
wormouth, 20 eixaa.
Operao air'rgila-Foi hontem prati.
cad& no hospital Pedro I a egututo poeo Dr.
Chacon:
Staphyloma anterior exeinbo do etaphylo.
mia pupilis artificial.
Santo Christo dos KM'Uagre-Damingo
10 tem luger u igraje do Dfinp .pirito-
Santo, a faesto 4Sr. aento Cbriuto dos Mila-
gre, conatando do minas solemn e T. Dium
Snoite, seodo orador no Evangelho o Revm.
ooio44or 6&ma, a no To-Dem oo Revm.
padre Candeisis. '' .
6rftngos-Vst frpoto n o tern patriae.
E' o primeno q a tore tens da na volta da
Dnlnavaca: ai ta m aa msatan do navo


1.j


formado0+d
ertefactos
arelaeden


.Para so oaheoer borne em iedo e a per
.qo Wasete trabalho, 6 precise desaxer e do
gtr o ninho, pallk pr pala ,
0 ainho do pintasilge 6 feito etetor
to corn rie rlexiveih, e oas6rd. .a
(Bau go. ^_ : .
0 do pinteroxo 6 ioaimente formed
raizes a qeuo o panarinho junta musgo, I
e polloo.
A toutinegra fez o ninhoe oom palbam
ass a corn pequene vTarinhas, sosraid
quoe, ella afdft o interior oem pellos don
mifaroa.
A p6ga execute uam traLhebl aeialpo,
corn a different do qa aa Tarib tei
pinhosadode madelquaooainhoeiam&- c
darawe umi torealea 0 ihumem ao p"
construir um object Igal nsm gandwa
ficuldwdes.
De sorte qoa Bfo ir lopoe, *e #rn
qaii diversos pruduckt. d. ndAr dem i
rivalirnm cm o priinoe teabash do
vegom, quando nlo ehegam a con-11c"
riores.
0 iroceaso omerocado nuarsa nuatfr


re-


.-Movimnato do


Sdoa pi-


.zwisrn WA; a umefor : NV11 Loaf MR
1 7, otoeiro s 7, eoravos 7.-To-
ados 184, mend: .Ben 113, doW-
lovimeuto da enfersaria:
v altc:
eolino Demetrio Vianna.
WBNASgAa tw.-Obituaio do die 6
mo, ro. 80 annosolteo
oti., p04p, Afrwgea80- aunc,6schefte,


Corre no
-quo, por


a sentena quo po
tendendo que a
B6 iD]Qj Ota, 'M as
uz para o Sapeui
como me cuispri
intro lagar cislo
I.
ibem de moo os a
S-em faca des alb


jvtafo da taxa
II


addicional


No intuito de accusr, e accusar cega-
mente e por malicia. grande foi a celbnma
,n'rta didade levantada, ao recebewse a
notisia da votaglo em a discussion do
pjeto p do Govrno.
iram nos votes cootrarios, omo dis-
semoe boolem, aqaelles a quern talvez
memos affete a solualo d'esta questlo,
una offense aos intoreses do commercio;
e mntio era oonvenieito ospecuaer, embora
epor meeo to rprovado, corn tauto quae se
coneguisse o dsejad fim.
E' eo qoe so tern 1to, e a ponto de, sem
o prescrutar os motives e causes que de-
terminaram aquelles votos, entire os quaes
o do Um. S. Dr. Portella, dizerse poa-
co mais oa mene s como e I no 16nal
do Recife de hontem, quo S. ERx,-mos-
trando-se ioteriessado antesda eleigme se-
natorial, pela causa do comrorcio, artes,
etc.,, -tm esq#ecido os seas co1promissos
eprotestos--, procarando se por essa &foma
faleracreditar, haja, S. Exc. desmentido a
confianga que a nobre classes do commer-
cio em si depositava.
A maldade tern corn effeito grandes re-
curses, e saio imensos os ardis de que
costume lanoar malo.
Quem quor quoe tonha conhecimento do
modo porque S. E&c. costume proceder
toda a vez qua se tract do interesse da
omitzMUho, ha de ihe ter reconhecido
abnegaCao 16 propria d'aquelles quoe, pondo
iens services a casa de eons concidadlos,
outro fim no tern senlo o deo Ihes ser
alil.
Nlo 6 S. Etc. um espculador, e nom
cor a prestaglo do so sorvios, procure
coegair aur resultado 1odividaal.
Itaito menos tern S. le desmentido a
conflaa que em i depoiitava a nobre
clase do commercio, pols ne'ste mesma
qeso, comoem ontras, uimo empeuba-
o os seeforuos em favor d'essa met-


de ama iteago trzer para
koa modo & i. tern
cmu~drapolela cnlengla:
porm, sebrar a armada iin-
do faromfasto levadq o a
de aigues factto deque temos


A.itda meatlapra-a a queteo da in-
mmt iconsMtucionalidade do impostor de consus-
mo m, e sonido ireMramte os incovenion-
EA ta qe elle auva casoeasseatou-sede,
,1 1 pelos meios leog se ura medida
gaes fzew pprer.
Crilga- Reunida em sua maioria a classes do
desembarga- ciommercio, elea =a commission execa-
o f6ro tivae corn poderes para tractar da qoestno;
capital process e eit resolvendo na esma reuniSo do
Sboxfi POr muni dia i4 dirigia-se, entire outros, aos repre-
odes Maria da Coa sentantes d'esta p'viocia =a Camera Tem-
e Ladislau Rodri- porria, enviou ao im. Sr. Dr. Portella
'-como complice-. e sens compaOnbeiros, um telegramma no
Aws do Sr. .iiz qal-apresentado suas proiandas quei-
to criminal, lavro xas contra o memoimPesto, instava pela
wsoa strausmer aimediaUsaMponslo e revogaco-.
a Ate o qu he ,era partecipado per
A o, i s a apqer lie telegraf*, sabemos, S. Etc.
r ibol da Rle.- dsn- e prea em procurar no dia seguinte
a, o Mruso qu 0 a cotpaibeiros ; e no immediate, 16,
Darido se encon- fallando na Ca ra eq alguans outros a
quoem nae oeacootarare as vespera, teve S.
itos a aquellejiaiz Exc-. cobemato de baver o Governo,
VasA do recurso $m olt coaltar, aconselhado ao presi-
oon sustotalo-o dolted'sta proviecia, o aivitre que den
nto. causa a que fossem expedidas as portarias
Wa e O reepel- do snuspensuo da cobranga do imposto.
. 'ido-e a dir Nio descauoa S. zc. a'essa media;
Pespaicom asal- aaoss o ver Inconstitacional, eo n'esse mes-
Uei o mo die iscrovon pare taller nos tbrs
ia atroz :-a quarts de bora d os requernimentos, o que
A as invectivas o 0cotgumOo par haver sido levntada a
ma ido iiz. nab. s emsm virtde do fallecimento do Cqn-


S. Ea. doe ovo no dia 17,
l pesivel fazr nio s6
*'&Wcon ~aaw
SU e i sobre nogocios
W, porue, entrant.
ia Hitaoolao qe00 co-
do dpatado geral Gotme do
I -"M,40 Sotnpo absorvido coin

1. 'a r o do bora
moa, wNra a qual, abemos
)proprio Exm. Sr. Dr. Jos


reqoore 41- s6
ia pam tractar-
to aos esforcos
Id,s6 come-
de 23, obten-
do bora e mais
aoe ao segon-
so f vii por deu

omuluaf dese i
pf;iso referir:
AWNI'eds Tiquo








































Oi reBpeOiaV
Mlsericordia do


u escrivao,
* .Pedro Itodrigues do Sow. '

Club Caro G
0 concerto vocal e Instrumental, em
memoraClo do *a Bnoiversario da sua I -
glo. teri Igw em 9 do corrente. devtO e
megar 6is8 borss precialsdo noute. 010e ,
03 Srs. socios que at6 hoje nAo tivrvm
ainda procurado seous bilbotes, poderlo f-
zel-o no dia 8. das 9 horses da manhi is 2 ho.
ras da tarde.
Secuetaria de Club Carlos Gomes, 7 de se.
tembro deo 1882.
0 secretario,
J. A. Araujo.
Sociedad e Recreativa Juventud


vem star matrioulmaos.
0 Club nao poder auir a
cada escravo corn mais de 1o00,
vistoa quantia doe quo disp5e e
o grande numero do candida-
too.
SAs propostas devem ser dirt-
gidas ao abaixo assignado.
BRcife, 2 de setembro de 1852
0 secretary,
Jodo de Oliveira.

Cuniea homeopathlica
Dr. TrW enri eosta.Consul,-
as de if boras ao meio dia na Pharmacia
do Dr. Sabino. Residencia, Rua da Unilo
n. I, 5


A.radecirento
Nesta cidade, ondo me aho Por. motiv
ponderosa% tire a notilo -d'estar eu noe
contimplado na listsa triplice apresentada pelo
partido conservador na eleig&', a quo so pro-
coedeu nessa provinciaem en junho ono para
preenchlimento da vaga. quo no Senedo deixou
o venerando Barab de PirapamR. uando tie
a certeza degse fact I& nk -we era pogalvol
solicitar o voto do eleitorado eonservador e
empenhar os bons officios dox amigos no apoio
de minha candidactura; e por isso correu a
eleiao sem n minha Intervenoo.
0 resultado da .eleiglo, quo Ii nos jurnaes,
Dlo me'despensa de dar um testeimunho pu
bico doe minha gratidlo. Devo reconbecimento
a direcqbo do partido conservator pell prova
de apreeo, quo me den, devo tambem reconbe
cimento aos eleitores peles votos, corn qu me
borraram apezar do minha au.encia, e con-
servwrei sempre viva a lembranoa do favor
dos amigos, qu, expontaneamente apoiaram
minha candidactura.
No occultando meu reconhecimento accres-
cento mais, que desejo ter occasiAo de provar
sue lsineerilade 'k. #
ParIs, 8 do agost o de 1882.
Manool Cklemestino Catwwo o da Cunha.


Amanclio C
S public qu
nard Amanci
Re*fa, 30

Ao Exud
Digne seo'
perader as fe
bro, anniver
envia o seu 1
Reife, 7 di
MarceUino,


a sort de ope
Oss const&unte
* corn as prim
dres, Para,
effectuar depo
obriga.fies ou
nanoeiras ou N
68 Red Lion


Araea
Eslerlptwrie
fronte


O crei, tenao por
las artigos e produe-
nha, da Belglca e da
nupa tambem de toia
aceiras, per ter rela
tincipaes capitalists
s de finanoas de Lou-
wYork, o. etc.; l1
rapitaes, acges Qu
outras operagOos d-
lolborn, Londres


t' A
art, 12
1^81.
cia, ac
criotas


inaes dc
ipauhnbad


;uffMcie
ovas e


servno aego


Santa Casa


Pall


36 Salvador da Sil-
12. Jose dos Ban-
)iivelra
Josd Zacarias Ri-
5. Ludgero Gon.
6an. 13. 0 mee-
rto 1/2 Tl
. 5. Ludgero Toi-
L Omesmo
ohisan. 4. Luiz J.
z Thoma de Fran-
Martinsa n.9. Ma-
a rCnnhafl


DrA
official
juiz d
* aus


Fernandes


N. 831i-A t
ma da guerra o
este tenba temoc


S e.im~iR-. per abandono.
praga daBa:
oa.-1 i mail(
a.-E w Bax i. i."


IGomes


e &MotIo J.Os ae0
Odom Peregrino da
Junior, Jolo de As.
Deardo Francisco nde
Ramos e Silva, Luil
r, Francisco deo Le-
imendador Joaqaim
ber to G. Coelho, Dr.
0ores.
vs: Dr. Manoel Go-
Kfanoel loaquim de
woronel Francisco de
el Jos6 de Almelda
dos em 3000). Pe.
bm 310(000, Antonio
o Machado Pereira
los de Mello, Fran-
S3205000, r. Fran
a; em 3UO000, Pa-
a, Sehastilio Antonio
O0OOO, Luiz Manoel
passar o present,
preonusa.
sotemoro de 1882
le Miranda Franca,
Ml do Sila Rego.
b d Luna Freire,
Ordem da Rosa,
itiwo de orphdos
marca do Recife,
i de Pernambuco,
Imperial e Cons-
, D. Pedro 1, a

i do oorrente mez
11s Jaftlae, na 'sala
;a por Venda, a re-
t geral de ausentes,
unilamenta n. 24433


Jos6 doeA-


no
Luiz Ribeiro e
an. 6. Manoel
ito
n. 8. Manoel
1 Maria Tavares
a. 2. Manoel M.
u. 7 B. Manoel
ho -
woel Monteiro da
iA Pereira Chi-
n. 68. Manoel


da*C


1o V.


cfdade do Recife, sos
Ira Gavalcante, escri-
si de Luna fReire.


d'Albuquerqwe.


do"


Atnda
Bernardo
dade,oo
plicado,
miseria.


31 de


ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA EM
CONTINUACkO
Couvida so a todos os socios d'esta socieda-
deafim de assistirem i continuaclo dos tra-
babihos que foram annunciados pars o dia 3 do
corrente, os quaes terao lugar no domingo 10
is 4 boras da tarde.
Recipe, 6 de setembro de 1882.
0 lo aeeretario,
M. Medon.a.

Santa Casa de Misericor-
dia do Recife
A junta administrative desta Santa Casa
contract corn queo melhores van'agens offae-
racer, o fornecimento de pao e bolacha ao Col-
legic das Orphs e Hospicio de Alionados no
trimestre de outubro de dezembro do corrente
anno. '
As propostas deverlo set apresentadas de-
vidamente selladas e em carts fechadas, nag'-
sala do suas sessoes, pelas 3 horas da tar*
do dia 14 do corrente mez, flcando os tornec
does obrigadoe a pagatem urna multa d5de 5.
sobre o valor total de todo o fornecimento do
referido trimestre, se dentro do piaso de tres
dtas nio comparecerem para assignar os res-
peetivos contractors.
S ecretaria ca Santa Cass de Miscricordia do
Recife, 6 de setembro deo 1882.
0 escrivbo,
Pedro Rodrigues de Souza.

Santa Casa de Misericor-

dia do Recife
& junta administrativa .desta Santa Casa
contract, corn quem melbores vantagens cffea-
racer o forneci.ento do plo e bolacha, aseucar
de I a 2 e 3.* sortes e turbiaado, e care ver-
de para os Iseguintes estabolecimentos: Hos-
pital Pedro II, Hospial dos L'zaros, Casa dos
Expostos, Asylo de Mendicidade, Collegia dos
Orphios e. Hospicio de Aiienados durante o
trimestre oe outubro a dezembro do corrente
anno ; exceptuaudo porem o Hospicio de Aliae.
nados e Collegio das Orphis somente quanto
aso foraecimento de pto e brolacha.
As propostas deverlo ser apresentadas em
cartas fechadas, devidamente solladas, pelas
3 horas da tarde do idia 14 do corrente mez,
na sala de suas sessOes, flocndo os forneedo.
res obrigados a pagareom uma multh de 5 */,
sobre o valor total de todo o fornecimento d6
reterido trimestre so dentro do praso de 3 dias
nlo comparecerem pars assignar os respecti-
vos contractos.
Seeretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 6 de setembro de 1882.
0 esctivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Consulado Provincial
Para sciencia de quem interessar possa, fago
poblico quo em virtue do despacho do Sr. Dr.
adlinistrador. de 28 do mez ultinlo, langado
napeticlo de Manoel do Nascimento Paiva, e
do disposto so art. 756 unico do regulamento
da Alfandega, oombinado cornm o art. .102 do
regulamento desta repartiUCo de 4 de julho de
1879, Irlo i praga no dla 13 do cwrrent3, pe-
rante a mesa repartiglo, novel bahus corn
charutos quo foram apprehendldos, vindos do
Rio do Janeiro no vapor national Pernambuco,
que den entrada neste port no dia 8 de mao
ultimo.
2& seoao do Consulado Provincial de Per.
nambuco, 6 do aetembro deo 1882.- O thfe,
Manoel Pereira da Cunha.
a- secCAo.-Secretarla da presidencia de
Pernambueo, 5 de setembro de 1882.-De or-
em do Eita. Sr. consetheiro president do
proviOia, se faz public para conhecimento
dos tateressadus, que d'ora em diante noo
sbrio concedidas portarias do e viagem senlo
ediante a aprosentaCA 'do atteatado on in-
forao em que os repectivos consoles do-
clareiu quo ao ha embarsago par& a concesaol
A isu portsaly-s. -Rervinito o'aeoretari O ',




Av UTM t LI


gh in


ALLREGHT&C.


le-



























AI ,,, ca rea a. -

Uo s ousets-t.l-iI
O W mhmma~ a rw .dv o
T(iwena~de AtWliOJO U.Maa
terre Goa 3 '~~Wi A
tb, arrmdad peor lkHda ms,
tudo peor .Ueo
Travemsa do Palato do iapo n. i.6
Urea Casa terrea, areadada por M90o0
Dita a. 14. Uracasea ter'ea arren-
dad por 1:0000
Soego n. 6. Urea cma terrea, ar- -
rendada por 180|0O
aMm a. it. Uml cama torrea, ar-
rendada por 300m000
Uonio W-09 A. U terreons murado
quoa dientrada par uma mea
agua, avaliada per 725000
Relao 4dai alteram1es para maisfeitas
no laa 0mento da decima urbana da
fregu se S. Jose, no exercicio cor-
rents, polo langador Josd Luiz Sal-
gado Accioli.
AIsmlrnlo n. 60. Uma casa torres, _
eom sotao, arrendada per 41000
DR n. 61. Um oasa terres, arren-
dadapor 249(000
Dita 66. Urnea casa terra, arren-
dada por "273000
Doailgos Tbeotoni0 a 2. Urma casa
torrea corn sotio, arrendada por 3338000
Oilt n. 12. UUm sobrado corn dous
pavimentos. arrendado por 414900
Dita n. 17. Uma casa terrea, arrean-
dada por 165000
Padre Floriao n. 2. Urma case ter -
rea arrendada per 1685000
Dita n. Urma casa terres, arren
dada por 1685000
Dita n. 22. Urns casa terra?, arren-
-dada por 2475000
Dita n. 38. Uma caqa terrea, arren-
dada por 165000
Dltan. 40. Umn sobrado corn quatro
pavimentos, arrendado per 1:0441000
Dita n. 42. Urma casa terrea, arren-
daMs por 3695000
Dita 3. 46. Ura casa terrea, arren-
dala per 2735000
Dita n. 27. Urma casa terrea, arrn-
dada por 297(000
Dita n. 31. Urma casa ternes, airen
dada per 240(000
Dita n. 69. Urn sobrado corn trees


pavimentos, arrendado por 489$000
Chritovio Colombo n. 6. Urn so-
-,rafd corn trees pavimentos, ar-
ymdado por 3005000
DiUka n. 12. Uma casa terrea, ar-
rendada por 1651000
Ditan. 17. Umn casa terra, ar-
rendada per 189(00
Dita n. 19. Uma casa terrea, arren-
dada por 4Q00000
Travessa dos Gopiares n. 6. Ura
easa terrea, arrendada por 144$000
Forte n. 14. Urns casa terrea, ar-
rendada por 0 1535000
Dita n. 21. Urma casa lerrea, arren-
dade per 2495000
Relagio. das differengas encontradas
para mais nosalugaeis dospredios
urbanos da freguezia de Santo Anto-
hio; relativarhente ao exer.icio de
1882 a 1883, pelo lanpador Jose de
Pinho Borges.
Travessa des Flores n. 4. Uma
ease terra dividids em dues, ar.
readada por 333500
Pauino Camara n. 21.. Uma casa
trrea, arrendada per 393000
Dia n. 34. Umacasa terrea, arren-
dada por 2735000
Dita .. 11. Urna casa terra, ar-
rendada por 3935000
Travessa da Bomba n. 3. Urna casa
tarrea, arrendada por 177i000
Primelra secClo do Consulado Provincial, 4
de setembro de 1882.
0 chefe,
J. X. C0. de Barros Oampello.


IARITIIOS
Pacific Steam Navigation om
pany
STRAITS OF MAkELLAN LINE
Aconeagua


E' esperado dos
portos do sul
no dia 9 da
setem bro ae-
Sguindo depois
Ala demora do
costume para os
portos da loro-
pa.


Patagonia


,/I.' esperado
da Europa etW
Co dia 10de se-
tembro swaun-
"- do depoisda de-
mar do own-
wepara. w do
sul o ao Paci-
AGOo.
N.-14-RUA DO COMIMCIO-N.14.

u nIhiBja-

gK o n o "
: APO'I


. t.


pit-a :-11
Mt' 2. Ait&.


ugusto ,T de *O
Augosto P. de Oaveira


42-Rua do ComOaeroio No i,


(Roitada pela rea' da dom.)

L!NHh JI~fliL
0palsqpalte .
Congo
Commamdste Grom


Lb.a


E esperado
do sul no dia
20 de osetem-
bro aegnindo
depots da de.
more do cost
me pare Bor
' deaux, tooan-
do em Dakare


Par*pauageiros, encommendas, eotc., a trec
tar coorn o
h.OBMTB


Augute LabWlle
9-RUA DO COXMEBaO-9


COMPANHIA PERNAMBUCANA


I






Ir


i
4-.
i,


I


Royal Mail Steam Packet Corn -
X pady
Gran&e reducao no s prpos doas passgens
S0 paquete a vapor
Mondego
Commandant e Dickinson
9Espera-se. dos portos do sul
no dia 9 do eorrents, o equal,
C depois da demora deo ceastume.
soU egniri pars Lisboa. Southamp-
ton e mais portoe da eueala.
0 P&QUtTE A VAPOR
Neva


.. 'r E' esperado da Euro-
p pa a o dia 10 do
71. T^ corrente, o qual depols
^ -da demora do costume
)-.A.. m seguira par a Macei6,
Bahia, Rio de Janeiro, Santos, Monte
viddo e BuenosAyres.
AVISO-
Provine -se aos Bra. passageiros, quo pods.
rao tomar, sem augmentosde prego da taUbella,
as suae pausgens paen a Europa na ida dos
inmesmos vapores paren o snl, tendo para eoate
Sfim camarotes espeeiaes, reservades paren Per.
nambuco. "
Passagens sbo ddads por todod os vapores
pram Lisb6a, Vigo, Southampton, Liverpool,
Manchaester, Antuerpia, Havre, Paris, 6%.
OGrande reduegco no@ pre0os dae passages
do 3a classes pare L'sboa.
Faz-se grandee abatimentos a favor das fa-
anilias e dai se vinho gratis aos passageiros de
todas as classes.


Para passagens,fretes,etc., trata-so corn on
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie .
Rua do Marquez de Ollnda n. 37
Entrada para o escriptorio pela rua
do Bispo Sardinha n. 37


LEIL0i'S


Agente Pil na
LeiIao


De 10 oaixes corn inte duziu de superior
vinho Musatel.
o0 ditas com vinte dozies superior vinho
Malvazla
Sabbado 9 do corrente
AGfl~dD dia
No trapik& Batbua
"n Oocas 1 do 1 ,5. e 9vit1o
i PR ,I 'A,


t ,a. .-.+ =. i~_..
0 agents Peftaa a gea f
lia q tetlr~m-.epalM b t"-1. -",.
leJao doa mroeis aleim, iu,.5 o dito
sobtdo. "



Do 150 barrics eoa c'imento'PoiI
SmarLio a"Lo
Segundafeira I ded seembro

No caes do Apollo arm a do Sr. Ma-
noel,-Maurtiq Mrasi
0 agents Peatans eOmplmteinsmente autor'
sado frat leilo do olmeilt aoitM
Em am ou. mwaip Ifi AY vead
daB senhorm. Oci-Mrdott

Agei.te l aqui
Leillo

Tera'feira l1 docorrente
X*s 11 horas em onto
Na freguezia da Boa-Vista, chacara n. 7,
no Giriquily, junto i padaria do Sr. Ma-
galbhies, de moves, cry"as, espelho e ob-
tros arligos.
0 agents alma levad de novo a leildo, e au-
torisado polo Ilia. Sr. Dr. juiz do direito de
residues e capellas. i reqgrimenooto do testa-
menteiro inventariante dos bens da fLnada D.
Porflria Rosa de Mello Gulmart-s, 1 mobiiia
de jacaranda cow tampo depedra e oopleta,
I guarda-roupa, 1 guard vestidos, I toilette de
jacarandd e espelho, 1 mrsa elastica, appa-
radores, 1 guida'-louga, marquezsobes, oommo-
das, eadeiras eapelhos par a solt, tapetee pare
port, louga para jantar e corn pon usao, dita
patra almoco, lanternas, copos, calices outros
muitos oljeetos, que estarlo patients; e aIe
se retire lote.

Terceiro leilao
SD am grande sitio 4e terras prvorias no Ru-
gar da laa do Janga, comaraed& Oitada com
1.300 p deo coqueiros deorncto torre piWa
diantailo do mab .000 eee* i e#o
atd o rnp MaraBfai eewB.s.
Spolio do conago A
T~r o feia Mtira
AOs uba-tA -
0 agent Martins, a twiau por alvard do
Ilia. Sr. Dr. julz do diredto da coairca de
IguarassA vendera em leilo o referidoee sio.
0 leilo terd lgar no Recife, armiem da
ruma do Imperador a. 16, ..


Grande e important

Leilao
.De ricos moveis, I magaifico piano, lindos
apparelbos de porcellaia e de electro-
plate, para almogo e jantar, vidros,
crystaes, e muitos obletes de goste pa-
ra casa de familiar, os quaes soe tIrnam
reconlmendaveis plo eotado de coemr-
vagao em quo se aeham:
0 agents Pestana boariado oom a conflana
do Exm. Sr. desembargadbr Francisco Doain-
gues da Silva, que so refi ; corn ua Eisa.
familiar para o Rio de Jaeiro6, hri leillo dos
riches moves e mats objoetos do casa de famil-
lie existentes em sue chacara a outrada de
Parnamelrim."

ANDAR MRAlO.
Sala de vidftas
Ura mobilia de mogp ooomposta de 16 ca-
deas de guarniao, 4 de btagos,. 1 -"oMl, S
consollos cow pedia, 1 importoeepelb9 o09M
vidro de crystal, I lindo e a pmo pa
quaei novo, 2 qbadresom reodrMe 'doona,
I Undo tapero para sa, 4.ce psrwe, de ja.oe
pars flore, par de Impr
tante lustre do crystalteto o Iela
dor, a diversos corte i .


Ura indajardiuei
diveous cadeirsa do
taas, escarraeaMM
divtsos corUnados c
L.'
Um lmportanute i
1 aadieiro para ken
Oaaodae Is on P
.Doss imortmutub^

Itr irnpoactet*
O~l6 a*
VAtRierc~a


Ira, Isoosolios,
IpinOmtaas, fun-
ntis lusty e


d.


R.I I


16031-i 1&t 3Sb IS i Sdol -7 Calba rcs para topi, t "lve.a
1 4W" *,""? 2 s 1 1
I- quletes.:

t.a _cplluaro M 3 5P- r to& O "

cs S *B B 29 doeaam agost"om de 8 i I ,
02-1 JnI miopar do rol I, i Vona do
I ^ l,-* o e 1 q s !Frami m PiMAW


C a n ha6bhi dod earc cein- -_ .., .l -
S t wom 'ld i -lel.Vj Pr*isa se pars res do aae modtaa. de
4 i e*Oro bWM U-Mo. do uim wega que salba ea tsMf uo a vestido de
p alitI., IPr ul lR it goi, paga-sebom, dA-se-l. e doria mesa
prat.odelelo) eol f-isp p a, MeUm traclamento; a tractar na me do Ir
dits para chaa 6 iTateA prate pwftdorn .55. -.-
bal .." -
506-1 Salva grande prakdo elel, e12 colbe- Preisesode cootureiras beau equesal-
r's, prata baiza. barn moser vestidos; na rua do Sebo: n. 16
5059-1 Poleeoa, I eoeoto pars roogio, 2 ,brd0-s .
trancellfts coin pamadores, 2 alfine- Aluga-se a casa n. 16 A rua de SkslPaCe.
tos I par de ko .epoadihdabs, I pr -olia; para informaaglo, na rue so deo Maro n.
do brnnI 0 ldiit *ll ourr d If 25 A. lljo.
5061-1 Corrente e medalblo pars reloglo. I 8@CIDAH
c- i neRurodo 1-8i Beueficente Restara
5063-1 Trancelim, 1 par deobrineos e 1 pa- A-io Per wna bc a "" t
I quena tetei, ouro de 18 quilates.- Cao e aK mal U CaUA
5068-1 Alflnite de ouro,. 2 pares de botoesa elI ordom do president dessa sooledada,
I 1iga, ouro de 18 qdoiS s. D sicoavi-dados tados os socios A eomptece--
507-1 Pndelogioee doure d t. t mo nodomingo 8 de outubro proximo yindou-
.5073-3 Pares de bndoo e am annel orso de s no0o horas da manbi, na e6se da meeoi
06- A le, 'dorodade, a rue do Baro da Victoria n. 19,
506 -1 Alftete d orancom oapenO urodjeei. 4-iuv r, afelm de pro oder-se a eleige da
5081-1 Volta de trauncelim co o.m eqmsu I 1 ua administrnao, gque me doe reger o anno
do eooro con inea toteia 1 plsoi 1883 A 1884, tendo em vista o art. 49 dos
ra poquena, ouro balxo. etatutos da measma. Recife,. 7 de setemabro
.083-1 Correbte para relogio, ouro do Se quI- do 18.- O882-0 secretario,
I Rotesg do eol Joo Marcelino Ribeiro.
5085-1- R ogio de ouro de lei. ____-_....____- _
5088-1 Es Acrivaidba coin arandellasde pmta. Subdelegacia do 1to district de
5092-1 Cruz de ouro corn brilhantes e uam flo Jos6
I de perolas. Pedimos aso muio igno Sr. subdelegado
-1 Plseira, finetpa retract2 Pdios e muto tgno Sr. ubd g
-pares brinaos a 1 lota, ouro do Sou=a, pars mander nine prage do policia on
lnetb.. g -, uard eivico pi ra a rua da Detengo, eaquina
5106-1 orente com nmodaiha (onix) pnara re da travessa do Peixoto, eflm de evitar distur-
l0 gi, eurod ee bios e immoralidades quo lii s.eo praticam to
U12-2 Botes douro co e brilhantes. !d i dias. "
--1 Anel do ouro no ur blhto 'S.. prstar. coa isto urn gran le serving
5114-1nolseres pe ro copae 12 dites r o ai moredores daquella rua, e desde ja muito
1-1b I, prtatel dibas, p ie agradecemos o favor. Recife, 7 de eetem -
I cni praia uoxa.. ---- Io82.
5119-1 P' de brincos crveJada de briian m u0 .. 188adores.
td, 1 par da rozbtas corn ditos,'I oaz 4 s moradores.
ofa ditos, 4 pulselras, 2, volas deo Irman, .ldad
suroI eaneonte corn medalhlA, 1. riUm UdUC
+onalfnd .2 deo M do 1_i ulI.i D:. no:


Moir, 11avsWRcVERP TUT w BO
nho, onro d 18 quilates.
5124-1 Medalha, I dollar [moeda), um peque-
no cordao, ourto de let.
51iS5-1 AJlinete, 3 annaeis, I brinco o 1 rosO-
ta ouro |e lai, 2 oolheres do prata.
5140-1 Pulseira do -ouro oor blhanteop, II
alfinete corn ditos, maie una dito, 1I
eorrente para relogio, ouro 18 de qui-
lates.
5144-1 Par de rozetas ouro de 18 qufltes.
5152-1 Relogio do ouro de leo.
5156-1 Alflnete de ouro corn brilhantes, 1 par
de rostaa e aneis corn ditos.
5160-1 Correntepara selogio, ouro1 de 8qui-
lutes.
5163-1 Par de brineos de ouro oom brilhan-
too.
5167-3 fares de brineos, 2 dito de rottao,
1 trancellm, 1 dedal a 10 anaeis, ourswe
do 18 quilates.
5175-1 Correnle medalblio pare relogio, oun-
ro de 18 quilates.
51'78 -( Trancelim, ouro de olei.
510-1 Annel de ourto corn brilhante, 1 cruz
e 1 oordlo d ontou de lei, 1 flvella el
Sc Urs, onto baixo.
5183-4 Colheres .ara sopa e 12 ditas pars
chA,, prata de let.
5199-2 Pulseiraes, I tranolim, 1 volta de di-
to, 1 cagoleta, I alfinetoe, 1 par deo
broncos, i ianiheis, oaro de leo.
5200-1 Relogio do ouro, 6 colheres e 1 garfo
de prata.
5M01-1 Pulseira de ouro corn requeffes e 00
raes, 1 volta de cordbo, 1 par de brin-
S os, um. embleBma da Coucelglo, e 3
anneis, ouro del 18 quilates, 1 pul-
soira, ouro baixo.
5202-3 Anneis do ouromm brilhantes.
5810-1 Anoel do oroe om 1 brilambe, e 1
relogio do oaro do lei.
5111-1 Relogio de oauro. 1 corrente, oaro
4o let.
5214-2 Salvas, 12-colhemr pasra opa, 4 lila'
sopa e arm nI mlNSe asuocar, pria
S da lei..
|1-3.PareasA&eriaeos 1 dtlo dobolos para
.. punbo, I dedal, e quatro annds, on-
.4ele0 lo
6-1*Riteloo de oo de lei.
M--.T 9aM u rn asel, ouro do 1eL
4.:"-4 lAtloI.e e per M bwlos, ouro da
1 1 UggetoIs re oogo unro do leoi a
-.d t I ..
'o] orblub


' n


AN
^.0
-. el


6*6,Awl,

'sal
- ..' ... .


S.ivi.o Esp-ipIto Santo
}Ds ordem da mesa regedora, eonvido aos
uiaMmon irmios A comparcremn em nossa
ipq-pare assistirmos na sexta feira 8, ps 10
de nhia, a festa da Senhora do Cenaculo, e
no dningo 10, is 10 boras da manhI, a festa
do Usahur Santo Christo dos Milagres, e as 7
hem dtanoite a To-Deum.
Coisistorio da irmandade do Divino Espirito
mnbo, 7 do setembro de1882.
-','*: D. Bruno,
__ Esorivlo.
-Al- ae a case do pateo de S. Pedro em
OuIn a. mitofrosca, commodoq pare duas
f" 89, =st.rna para agua de beber, corn
a#=u tlo ba oa; ora na rue do Carmo n. 2:
a-Waletr inrta do Viseconde de Goyanna, ou-
Ar'orl Moadgo, depois do n. 76. Na mesa
emsa tlm parea alugar un preto muito bornm
par eouidar daJariia e de sitio, e tambem seo
dira quem po 8.alugar uam meniso forro oun
ewsmo, pera cdmprar e vender bolos, dando
fado due sea condydta.
Boa Vista, no it andar dos quatro cantos,
preguies-se a 40 ra. o metro. __
Offerece so ma ama pai a ngommar,
pua-cassa de pouea familiar ou home solteiro ;
no beieo do Lobato n. 2 A, defronte di casa
nuO ero1 ..
No dia 5 do corrente roubaram dos Coe-
Ihos urn boi deo 14 A 16 arrobas, crioulo, tendon
ooro signal a mao oortada de ocorda; quem
paeW ou der noticia, so gratiBcard A rua da
Aiwisa 10. .
-- Arancio de Carvaliho & C. avilsam ao pu-
bliUooQUa lents ao oorpo do conmmerclo
M MttlMf dimolveram amigavelmente a
|a ttne tlrnbaina lois Ge c6ra n. 5 A.,
I mea do Cebagi, flendo o solo A mancio de
Cituo responsvel pslo active passive da
MN cGs, reMursndo- so oeio 001coMNsOdi
-t1p0o e utuito de seu capital e luors.
[ RS a.0de juro doe 19. 2.


-;-- Alu gs o oavimento terreo do predio cr
dlo e pnenivel paras qalquer negooio
*e adear iftedo 'inum dos imhportantes
pm do lugar: a traetar no 1 aendar do dito
-I -

'-^-edoeaeaS. oaquin* Karia Pinheiro
ulW etldauSe do S eaao dp aeuldade deo
Uurt- do ReeoE, le do Malranhbo, qua veo
lX lniw ias melmdas quo so ike adiantou,
% 09o os i queoago"o. .
do -'sp de m"l fitmr -para sitio ; a
aR-e ". ..e "as a.
w b.nhora. para an-
i**l8"8ifraStsvasa dos Mar-
us-do e eieqne pam faxesr
**, w i a ,u, .,pOF,

toTo 31 m


> A~


IalT


Q~to 1 675
Smamael arli.afts Mrs
-da de ra. do n .2(a
de.,bs do rlW alm paewqava Pm me
L- --.. *--- -----
-iAJLU.& lama paderia corn utadfim
ea % p'. dWa poi 290. uma r case *t
aStt par maramtia por 2400(m a ma1W-
ril, emlia Ioeliade n. 196 e 198,
Vpetmder dirji a rs ruae de Pedro Mm
ionBRorasa4dm PNaia no armazem a. Udi

PrOWe s cotirar umea casa pares e
famlla*: a- trtat na rfi do Marquez de o6m
in. 4 a darn .
* Lecioaa se francez e inglez pratim a
tbeoricamete,, a 5W0 moeasses cada mtoda
A rue dh larperatriz n. 53, 29 andar, oa ml
de Hortas a. 52, sobrado, ,entrads ptolo I;
comotambam mr csas particul ires per ~,
panvencionado. _______
A D. Joana-iazerr de Menezes prok-t
Dotra o pfrcediiento da peasoa, quo, smf-
ziudo s8u eobalra' de nome Maria., e .qum
seaava aletogada a dez annos ao Sr. Am
Pomes da SilvA RamoQs, a tiron. oceultamaW
da. case derte, e a Leon igualmente em- semf-
der. A annuncianta ja tern informaSoms
Tpeodera, ueando dos imelos, que a lelde
faculta, contra o author de eemelhante prom*-
/meato, so por venture nao se resolver dh
deaitro de ito dia entregor a mesma esoriWn
quiera ncapa. de evadir-se, seonao fosaem-
pregado ease matto. de seduleco.
Slepera pois a annunciante que- no predswe.
ehegar a metos extremoqs eoncedidoz pdew
leis., e deeiaa ser'a- suai' risgdencla a r -d 4
Atalho n. 9. r


Aluga se duas epsas'sio Espi-nheiro, amx
a rua de Nunes Macbado n. 26. corn bmnsm.-
rmotos, e outa na travessa d i Ho a cewgo-
queno sitto, e mais outra n. 87 A rua deSata
Rita ; a tractor no 2' andar do sobrado A n
n 41 A ru doo Ranael. -
I
'. ; .' -.'* '


FRIWIW5Cll AStBIDO DW
SfhAM4VAL
SA vinva, a mral, o r unal., as
ON0 ..halrha do fiaft
! rke.., Canadld t6 AmveU,
a grMireeem ommividos a todm
- poseas quo -uedlsasa
an sum d4r e.eodu ara m o ae-
davev r .aju.e ein e.spo, A.
lh, ligaog, cuAshad1 e tdo parl
o eemitetio dsen m A VwmK,
e Ihe9 ro.a.m ear4da ohm-
quilo de aslitir,'as m/axi quo,
polo etermo reposa6k di alms do
meirne mfd%. uma~dnlm oe3-
bhar nai'iz de omutat AMnI-
uI., d" iara 8 heras deo dk
Itl do eorreate, dia do e
falle eimentoae.

Ef +EC'PW) PLATE


Rices e fines artigos de electro-phateofa
18o de mesa second: services para dk
)ausl.i, Jal is, JT-:8iras, faqo.eira.a-
Iheteiros, facas, colberes. garfos etc.
Linde. objectoa artisticamente acab&&.
proprios para presents.
Veode se a rua do Marquez de oU-
42. 2, Is andar


Escriptono
DE
J010 AUGSTODA SILVA


Ialm


ICOR rTIlAINA
L 6 '; i,4-4


DK
Ravegagao Conteira por Vapor
PORTOSDOSUL
B3rra-Grande, Porto de Pedras, Cama-
ragibe, Macei6, Penedo e Aracajui
r--. l Segue no dia 11 do
._] corrente, as 5h boras da
-_ I tarder, o vapor NandA,
H commandante Santos.
Recebe carga ate o dia 9. Eneommendas,
passagens e dinheuro a frete ate s 3 boras da
tarde do dia da sahida -
Escriptorio
Gaes da Companhia Peranb.
caua n. 12


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I


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WZIA I













































afi *u mmuado,
Von&&] winbaet
l]AW&Mda ftfd ta frtcurnado,
.AWI *sob* l-do "ik so w mufeIauo
2=90o A-pdm dho VMW1 SWM fos-
JeW-&M6vAs ba "Aft. olt asao

mmdkow ,aemgInr III s16Mso de
.luto ARM f ----w- -_.-r outiro,
5in, *meme fentame Jo
Sm u~* dnssam ao a
h i e dm amigna-


binm~w~os~-


Mk
-r.


Irnaniis5 da I. Leal mudo-so parsa a Ta
do Livramento n. 26, 1. audar. __
Olinda
Alugaase a casa n. 10 sit na ladeira do
Varadouro, corn muites oofmfmndos pare Cra-
do fabilia; a tractar no Recte. largoddCCetoi
Santo, armazem do fazede n. s, pom Fer-
metre & ItuMo.
Sete .de Setembro
Na rua do Barlio da Victoria [a"Og Nov ] a.
40, 1* andar, prepara-se binUdeoUia corn boll-
nhos para.bales a o casamentos. No meoma
casa prepare. se bouquets de ora a doe ravos
natures pars nalivos, sendo a encomme1da
feita quatro dias antee ; tambem borda so a
auro e prata.
Ao commerce
Fabric de cerveja A rna da Flo
rentina n. 20
Desde esta data deixou de oer men empre-
gado o Sr Antonio Feireira Lima, o qua tehbo
a hcnra de participar ao respeitavel publioo, e
em particular ao grande numero dos meos
anisros e freguezee. Recife, I- de setembro'
de 1882.
Augusta Krnss.
Ao commereio
Fabric de serveja &rua da Flo-
rentina n. 20
Tenho a honra de participar so respeitavel
publico e pattleularmento aos neu P. T. fre-
guezes, qua desde esta data sora o Sr. Anto-
nio Coelho da Silva enearregado dereoebor as
encommendas, assim -oomo fazer as cobralnas
por conta da minha casn em substitulglo do
Sr. Antonio Ferreira Lima, qua deixon de ser
me8 8empregado. Recifte, lo de aetembro do
1883.
Augusto Kruss.
Aluga'44
uma ase conm grande accommcdatoes part
famil, eourn umborn sltio, tndo 'ad a nea-.
-nada, sita A Pante de UchOa n. 35; a tractar
msn mm.. a.


Ama


t'eclaw-se do Wa tw
liv reeusdmva, pars vender
taboleiro ; n rua de HSo-
plio a. 81.


Declarag"ao
Conetandae.me que tendo sido pubiloado em
umn dos ns..do Eftm ou America lUurd S tl-
gn= pilorhks dirigidasaso Sr. sGarO Be*,
e 8qaesgedeclarou ter side ooAtauor de
t=a imia, venbo declarr nlo s6ao r. Osw-
sew-oomo a quaisqer supposJilo que pomm
hSver.qfj e sojulgo inscapas do pratoer acto
degdntets, e pttesto oantta tM IpubloaWbo,
"rap assgai demematsar -hv avEaa reopta.
Mo. Re C dodemsetearo de188,.
'^tmeto Bentode Loyola.


A DE PARIS


.re-


o Libsi6em. uR Vhho irnmememt zomico Mbrifugo dessiadao a subodauir sodst a
o ov riipio acdwo&svinhi* i-ais genftftmo.
' modesra^^Ss-st as dedoeruas graves, 7s pataustm
o c^ ay ^ v d t oefim qwoduz nosa caos o de dse.,wmu.m
tai raiao da effitecia do! animlobwrrqw, dpoer-e
oal o~em copo de licor, muf fm da t* e.eas pilula;deV aultoats.
Veladc-se as sur parve da. uh-cn-auclee sob* e -M AM


Moleque
Presa-se alupgar um moleque quae sirva pars
criado, pars compras e mandados. dando-se
preferencla a escravo, de 10 A12 annos; na
rua large do Rosario n. 12, 2- andar, antiga
rua dos Quartets.


Modista
Francisca da E. Leal
N. 26-RUA DO LIVRAMENTO-N. 26
EnScarrega se de qualquer servigo de cost -
rats proprias pars senhoras, por prego corn-m.
imodo.
46Pernambueo


Rua larga i3 W"iri'o n. 36, s?
guando andar
Proparam e w ios vestiUdeos pars theatre
WO 0 440er toilette de bele, oaamno
SGOU, As basado, dto., assim eub 4".
a figufinos dass pflieiras modistae drites,
escriptoras do Joianal La MNd lUMtrfe. Go-
rants gosto promptido.
NMoE h mal ea beli.. brae..
cern a tiotr eMneue
PRmBPAADA POR
A. R. Ramalho
CABELLEIR RO
Bate prp Srat _fameo oas. cabelos rapidsi
mente pretos som offender a eutis, tornas-se.
atM hoje a melhor par ter sido feita de accord
corn o chma deste pais, pols o grande consu-
mo quoa 6 annos tern tido, assim o faz do.
monstrar, a16. dissqse approveita today a tin-
ta porque se vendem frascos avulsos, o que
ao acoatce corm a estrangeira quo gasto o
primeiro n. fat-se precise comprar 3 fraseos,
perdendo desta form 2.
Esta preparWo acaba de set renovada na
qual sou auator empregou todos as meio' afire
de nble hayer outra quo lIhe rivalise, e ptdoe as
oessoas que ainda a no experimentaram pars
quo a experimentem aim de fazer sou Jnuizo.
V' verdado quo a malor parts do public estU
sem f6 por JA ter sido enganado por muitas ou-
tras preparoew por iso mesmo 6 que o author
daesta tintura pede quoe a experimentem paoi
poucos minutes aero sufflicientes pars so fasze
asa pintura borne ao natural sem offender a
cutrs nem deixar mancha alguma na polled poit
a lavagem de aga e sablo depois de ter ap-
plicado o n.j2, tudo limpa.
N. B.-O n. 3 toasa-eu maito preciso pars
conservar sempre urma cor bonita e segura. 0
author dostas preparao como tern de fazser ua
iageom, reoommenda que procurem costa tints
A ruma do MsrqueA deo Olinda n. 28, Bazar d.
Londres, e. rusa de Margo n. 7. Galo Vigi.
late e no nsendo comprada nests duas cas.a
6 falms.
A odad frasoo aeompanharo as instrocoee
precisas.


Uma caminbe dom3 framos
Um fresco avulso dequalquer numero
4. A. Rmwalho.


af00I
low I


Ama cozinheira
A' rua da UniAo n. 37, so indicart a pessoa
que preolsa eas condicoa do servico.


ew ur g. e*A*^B. rae
ek^M~a~de r^ ||.ev 0e as.

<**a vir a ru*B"r" a viea
4a a.. r na
teM, do I t t -




Cormpra-sebew a, w & loja do
4Ubce~bglro; i^M~lap. __.


Paga-se bem
Em Afogades. junto a estagio da deligencia,
precisa so de urma ama que saiba cozinhar e
quo d6 flador de sua conduct. _


AVISO
& commisslo encanregada da verificalo dos
credits das massas fallidas de Josqaim Mon-
teiro da Cruz Junior e Ferreira Gomes & C.,
convida as tedores das ditas massas para
apresentarem as sues contas atW o dia 12 do
corente mez, na loja u 33 A rua ds Marquez
de OlJnda.

Quem-achou!
0 Dr. Barros Sobrinho tendo perdido a sua
farteira cirurg'ca no trajecto da rua do Ross.
rio da Boa Vista a rua estreita do Rosario,
gratifica generosamente a quern a restituir,
tanto mais quanto s6 poderi servir aos de sua
profissto, e alem disso tern na capa o son
nome, podendo leval a ao sou consultorio A
rea do Vigario n. 4, ou A rua estreita do Ro-
sario n. 3, botice.

Furtaram
do engenho 9ajueiro de Baixo, da cidade de
Pao d'Alho, na noite do 1 do oorrente mex,
duas burras castanbes ou c6r de rato, sends
uam mais velha, e tenlo uam ferro semelhante
a am g, e 6 maior quae a outra, que tambem
tern am ferro semelhantea am p6 de gallinha:
roga-se portanto is autorndlades eompetentes
ou a quote as apprehender, o favor de leval-s
on ao engenheo acima ou A tua do Leao Coroado
n. 1, quae sera recompensedo. SuppOe-se quae
os animase form levados pars o sul.
CUsa para alugar-se
Alugs-so a casa n. 59 d ruaa do Visconde do
-mbuquerque, cad e pinatada ; quoem preten-
der, dirija-so A prag da4 Independeneia n. 40,
q"e$h*rA corn quem tractor.

N-e
Jo3. Fuawetco Neorm e euss flhos agrade-
cem cordialmente a todas as peossoas quo soe
dignaram aoompanhar ao comiterio public
os restos morttaes de sua mui presada espo.
sa e mi; e de novo pedem aso amigos e pa-
1ntes o caridoso obsequio do assistirem as
miss& do setimo die, que oerso resadas no
dia 42 do corrente, as 7 horas da manbh, na
reja do S. Gonalo; polo quoa dede ja so
do- m eternamente graStoes.
A PrOcisa-.se do uma assma
pars cozinbar e oomprar,
pars duas peossoas; na rua
do Apollo n. 28, 2' andar.
'Precia se oae urn rapaz de 18 a 20 annos,
ara calxeiro de fabrics do espeoiho ; naraa da
mperatriz n. 21.

ALUGA.i-SE
as eastr as. 53 e 55 da Ponte do Uch6a ; a
traotar corn o Dr. Vaz, A rua do Imperador nu-
mero 73.

Fabric de espelhos e de

molduras
Runa da Imporatriz n. 21
Neste estabelecimento, unico em sou genero,
eonoertase espelhos, pondoso enovo ago nos
vidros arruinudos e dourando-so as molduras.
Assim, uam edpelho quo par soeu mao estado se
abandons, flea por pouco dmnhero como nova.
Prepars.se molduras novas, qu3lradas ou
ovaes, pars retratos, estampas ou espelihos,
seando o agrado dos senhores proendentes.
Doura se, concerts-so qsalquer qualidade
de molduras e candelabros de metal.


COIPIIAS'"
-- N. eaes Winte De( de Ne,
vem r. n. 2 A, eonmpra-se tnr
p.., pepel, o.me, ehlfreu, few.
veib. e alfedft*, per maul. bor

N Boi e carro a
Na loja n. 10 A rma 1" dO Maro, compra.so
urn oi o aua carrots de dons rodas, em born
estdo .. ....


Compra-se
as colleecoes do eJis provipnoaes dos seguin.-
tes annos: 1840, 18M e 1887; quern tiver e
qer vendel-as, trsa so eseriptorio desto
M .des 9 da paRt4#s 3da5 tardo.


~1
Z Vende-sen sitiona Uft dos eAfll-
tO Junto a Tamarineira, poerte eto a Clarin-
do Ferreira Callo, o qual tern 700 lmos d
frente oattros tantos de fund, cas depodraa
a cal, corn IBslas, 7 quartos,bsiolhasobabhbo
no hmdo, terrao nas qltro iortas laterass.
dose 70 phs de laraageltra do umbigo o outras
da ICina, Umelres do ba |o, diass da PWia,
optlmas jaqueiras, e o ,tas tautasfuta quo
Oom a vista so apremar6.
Vendese a atmaCeo e diversos generous
da taverns sit A ru, velha de SanRita itn.
50, livo doqualquer onus; a traetar no large
do Mereado U. 1.
Sdent-se snamAo do taverna, sita
Srea ial. a. W33, hllaBdo os tensiljos &
ivftronarus do A o, o1811a (erra do s:
-I.~l^toa.a^^my OIL ~


ISomm s etitamtt V
fc8 das KlBteso da Peoio
sJ ak4k .loc^es cutaneas proviro de 8yp
antiga, etc.,e todas as does cusada
por um Vicio do SangUe..
.' PAR.S. 0 PLACE DES VOSO-S.
wnmibwo :Fwle3AL & SWm& & f.


0 DEA1 PazD
1~'"G~O ^ausa
$w 4- lado
sl~l 11 M


APPROVAQAO
k ACADEMIA i& MEDICINE is PAM1
Contra as
AFFEIOE8 NERVOSAS, INSOMNIAS
NVRAIG$AS, EIXAQUWCAS, CONISMTAO,
EPILEPSIA, HYSTERIA, ETC.
N. B. Cada frasco esid acompsMlWo
m smagcaolirwmedida ebataparatrutm
w dwur te m mez inleiro.
XAROrPE DE FALIIRES
Gem CASA d8 LARAWUAS MMIAtIS a
IROMURO dePOTASSIC
dmltmatmle :6pgs em qM*wa.
























r


41--aUA fDO BMi% l ORUL"
WeN'dt areditado 61s3Be todb& M sea m-skinewaw
#Wo de pannos finos, ca ira de todu as COnS8 ppwot wi come W
recebeimos directamente as nossas ftudas por lodos m, vqen. dw got"&. Brim
branco ede cores, e todas as faeiidas tendeesa sua as u esi gas mde segocio.
Aprompta-se ostwuem s ilara lato emai t2 hrm. -
Dispde de am pessoal hibilitado om. aeu maihong eleuios paum vilr
a seas amigos, e a qualquer pessoa ququ u qizr omr m estbelocisealo co lam
ecommaendas.
41--RRua do Bur.o da Victoria.-41
JPECZm.S


N. 44 Rua, do B N.


Junto A estavbo dos b
Tmrn pars ender, por precos modicos, a sguiu
Tachas fundidas ebatidas.
Crivao6es de diversos tamanhos.
Rodas de espora idem idem.
Ditas augulares idem idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos models.
Portas de fornalha.
Bancos de forro cor4 serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6, e 8 cavallos.
Moendas de 10 & 40 pollegadas de panadura,
Rodas d'agua, system Leandro. '
Ene rregam-se de qaalquer concerto, ssentam
jquer trabalho corn Derfeicao e presteoa.


t &C
=-44


onds
ites ferragens:


a h8.mos a xecutam.


Trihos poarW. paia tfiA tdd aAnna, samos 0 8nicos agbntes dos
Sis. John Fowler & C., fabricaLtes tsew trilhos,e o quaes se torna m rcom-
imendaveis per vewire odyoudtie a^ b0e wpoderem- ctm cilidade:moupt-t.
de utn par outro td, por vft wr corn ma petts ulipas 0 pafasos
p s a ssentavto- arr e mota parm trabaho nos mes s tri-
fov. Mchinus par estrada do rodagem, de tado se fornece catatas, de-
sibo eprego.
Vdem a preso on a dinbro, cow dmsonto0; prsos resmomidos.
fRUA&-WORUV I10 o 1 'tA 104

FUND tGAO DO. BOWMAN

RUA DO BRUM N. 52


PASSANDO 0 CHAFARIZ
d e rwe vaaagms para as : co *udas
de appear& ape;i4iaok& de fazer
pelas suas relays directas, eplo bom exit4dos
apparelhos quCe teli montado no eenho
ULussu', Sio Salvador', Maciape e M, aede,
com uma dipondelo lanto inoiRf umse em somI
para corn algs do que po ahise tei eio,
tem-se obtido resuladus igaes senao superio-
pes, em vulto do productao, qualidade, e ppeg.
de venda.


de trozedofroco, p.t(eode d
i so vidrilho. IL 1^11 '1
>tes mantas de seda bordasI e a w
-M"pa Bp DO$0 cor -or-& 4
has do velludo para costttm*pm I
baa ooma mbinqueodos do florS ivtM,
*{aacriange. 1'
reo w' vere.
pretsae ben preta prda em wro* m
ra'o para collar vidr&, porssfma. I


Lindas estampas decidadeoi, month e..
se., e sacrat, a famo e eoloridas, e
rua Nova n. 2.
Grgoro"'es assetinados
A 0OOrs. o coyadM
Os barateiros da oa.Vista Srece am
boit soertiento desta nova b.eua, ua
Altaa fantasia, para ventidos com brfl4
imitaao de seds, e tend a larger qsmt
O francem, seudo o quO te wlado= vM& n,
Iswdu % e vendeuo a 800 re. o oee .; a
msa dI aperatriz n. 40, easquina do beomo4s

FueIoes de (anlazda


At 400rs.a o covado
Na lola da r seda lrperatriz n. 40,111 1
tseono solrtunto de feet...
A*aikl& 4e soda.1 geudo agond *dw------
*tWo~co, pare vetidos. a 4 .W m
to ma rua da Imperatriz, esqoupa d beo e
am Z- -e o


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logo-


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sut pod utigir se ioo como tes
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X~y^atmwou"&U4 Poreira Bslau
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AmjIsta dootrioa i material do
" w in in. a c Ao de'GertrV
*as condi dauK le- "o
iisMIno testhmauo,
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-0064)o I BMo tic td l er*oriol


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[-'


4e :,1


Lima.


E sb do Mp pW
aoesodos 0 oItroo, go iais il
assteap do flAt., lt 11%i
On teresses de ordeom eais-
I com Ofeito, sua dociulo ia#lte.4aas
diseiactas que a pmeria pu-
spera serem resolvidws de & ao-
auito diferote.--ksip i 1t m
-aotrar no "am" e apmda a prte
quell despabcho. origiadmra d rer
r so i a- o recorreste ttW ao
rando Tribusal quoe o dS ai a
elgoa improcedeonte a i de
co relaiao ao complice, tio econ-
omettido no ronbo como ptfopk as-
a,--coasislio em ter sanWciotd tim
trro do juiz substitute, forjdir b c1-
pa, error quo, ji por algnmas yees, ha
io coodemouado por outros julgadons,-
at16 pelo proprio juiz que laBOi a soe-
Oa recorrida, como adiante se mo-
Qu foi ease esrro. e que, c mo consme-
qoeocia lastimavel, teve a&,!Mo pronuacia
aludida, va ver V M. I.
SA petiao de ft. 2 Iracta o .am crim deo
)oubo, e portanto iafiangavel, e case de
Adeoucia. -'
Spromotoria public, Usdo0 e -fita&
as dispoeioes dos arts. 48 da ,li d4aj
dezombro de IlS ,e 266.do Rea 1s ,
Squoe mandam imperatltfmiiterabmet*
mni qua Oos case d ucia inqf -
Sri-r se-hao cinco test 18as pMrao
Sseot iaquiridas rais at areto o.61o;
e apreseotaodo a dimi. Ri
m cm&pria, apeas 6imo; oatas.
Sgou necessario,a bon dob e
l' ustios, onvir so salt tror; e, do aoefrdo
ainda con as ieis- citda-eqi
seotido ao Dr. sbsittte ...,
Este deferio, o q 14o" 0O rqOn
Sto, como so v6 defli, 94 eg&,. ,
Sma is tarde, attl eobdobA 4r00s.
desarrazoada, qiqo v tIK. B a
sobre quo deo a 'i otort ^, a d.
11f. 102, para o Jlioicaa~~yn
Sdo V. M.1 sablo. o fteewo t men-
.to<', como ell-,Chas' "If^t, ?
B., sets $eaos jonioiQ?, e decimi o lyib a i
"_*ea O dove h sr defe-
u- rida !
. Aei dq3 ddedemslimbro e 0o Reg, 120
- de 31 dejaneiro de. 18i82 os arts citsa-
" dos foWm deveabema importaauia para
o- o jou bstituto I
iP promitoa pedi a recoosiiO
a do injuridaco despaco co s.
do fs. 107 108,109 e 110% ass, qus
me demos;rod o absordo de ao-
ia, escbaddo em por n doe ta- s
.L cbamados' fadasmeat3s, 4o*tY .. se
a digpar de e r... a loda esobro
J~a (o1 inutaI t tt cga
4i sloe do iftewtre jim rei
o rido,; at* diatee d'et4to Meqaerimento e
, as is.* eianqase S baseava mabum valor
1, eScoolara t' 'R I
t- 0 honrado juis oisaotesa recorrida
Sexprimiu-ue "sim :- sustento por oa-
la guns deosaus f n Woitnoso despacho
Sd"o jeiz subsl.& l. 105 quo indefe-
mr ri o requeriuslo 4# promoter Ipqbu~i,
d, em que pede a inquiriolo de mais tfin
I- testemrnohe Do ostado em qne se acha o
presente sumamario.-- *
i- Espera-se, e coin rauo, que alguns
i- dos takes sete adamewtos appareoaw
le oa se0te5 5eorrda Q@0d ua tal 6 u quo SO
0o o iov6 ,.. / : 4"* Ii1;
or 0 foadamee*>qae so 16 Da satofp 60
mesmo qoe tg e adopado dos rus :
1 --f dameAfA m'kltimar-M a formiaeo da1


da


pr<
tri
I0


Av.


todeoe requorifailto igp4 oe moes-
rn prolstor i '* *, -,- :;.1 '*11, 1
Este-despwAco Qultiao Wman paaii
coatradioes oeepoitroj st.
altoe Uf proferido pOOc M I uno pi-
ca pm r dreaaenp coastra J.0 .m U .
de MuW-e loig BItat o **gill s. $R4
a crivaopenCitad e a 1r1.1o*'c ;:ism, il Aftor, io to)
Era jestamoote lesta o dig-
no jOizla qotO uba. raaoo i#pbeo.
do-so qnoe The CMPAginff~~a as ONs
ms causs decidir do igal
L.se em Ulacker :* (1) cCoAclida a
iuqeisi65o dae testemuonhas, loittirogato-
do doitd o s al. ddigeocias serio os au
to. pcUWA0sosao j.; quoe os andara porn
;4ta to promptor, o quQsalBe reque-
rer~ualuer(^t~~i< -asrjIgar nle
n' riae ou coowniente ^ esclareCi
silto da verdade, ona dtr 10go sea pare-
sob[o a proe"cia oa tie prooucia
o r6o. Beg. art. i21, Ai d&i e 8
de semtembro do .184'. 9 de oaaro 17
de dezembro de 180, 16 0 -mairc do
1852 e de 15 de fevereoro do f1853.
0 rocorreoteteeom, ps, osmats justos
motUvos do estraihar aquota dpcis, pri -
citmlente qoando retlsfi e sobr e deosas-
ttma coosequeocis quoe ascm da adup-
4o d'aquelle erro:- -a al pro aucita do
Complice I
Quer Ihel pa!ecr queo 1 as ,e1 test-
mirobas do inqowilto isre.oildas p.
rants & auiotridade prceask i e por
*uapropnsa, Ia phrase o i tegro juiA
aqao,e coor v. d3 4 wMro
do 183, quoe elle citoi2-o prnjlice
sosa pronciado; -e a ra 4 a
dell O ue t o. u-"ii:a"os*'
meoadome da 044Ap "60Dirn 04-Wtti i64tri
gar, oe mtebor colasr s es B
todispeosareis corn rdtala~o soV9 0atela
1. ...I ."
deliequente.
ice vtoe parosh e Wr qin
dumocimnaafte=-~pi
receram o"i#4P1 a m diaaIIlaf^
gencia que pedia luqermento defl.
94, ioiasta e illogiat6te indeforido, I-]
mari= aa cstw, oa e ao o ace-
toads q4uo neeb ,fOaro rrocediamealto
cobsauo o je d solao a proo
qia: noreferido cetplice.
i-' #diiravel quo hbourado joi. a quo
esudo sta oluaado o process doe.-
troctio otre ou oG s ras ee, por nao tir
em qatr6 ,exe 4ue fi osyidop o OO
t bliOr otas diigecias
otoF'' das te tes bae qoa en a-
t*im~e~t.BtaS U-4 Usio, i W**^* OWOWI& -r


|W atet poe em coatra o della+:
Accraceta a~daa seten a rcorida-
que a coafiusO do Grtrudes n ,
fai *re, W.eponkow6Mqae W o esti USs
co da lei (art. 9 do COd. do Proc.
CrI) e qo* oli pod me8mo com9 ,e-
m"tuho poceder contra -o donVaado! I r
JutstsEo o reparo quoe provoca o I
aI deosao. 6 obre juis de direito reo-
dOz em sWs beotenuo toda prova dos aou-
tos quer co rolacao ao complice, rqger a
6tra a coafiuelo desta; ao liMesOo tmpo
recohece e declara que tal conafisso Oa.o
Wo livre o expontaoe, qu oo elo ontGas
co"dic1s lei, qoe em suamma 6 defei-
tosa I E todavia lavrou a prounaucia da
confitente I I
Isto 6 ioquestiooavelmente urna assom-
brosa icodereocia... No se aompreben-
de qae usa contissk'), comao qiuatali.i a
seoteca que nei omo testemwtrho po-
doria valor coatra o camplice aut.risissi
4 proeuoda d'aquella solber I
Mas 3ua tal aprecialo 6 injuta,
6 inafodadad. A coatisiul) qtiesti'i tida ia
toelaqselles dofatoi. 0 b)ard) jiuiz
labora o'sa prefuodo eogao) : supo6i a
4 mfisse de- < t "des exturguid i por (ini
de ameaas e uiolencias, dep is ctieg4 a
delarar quoea satorilads, pilicial nada
.ensegwindo par aqelles meios. re
correo a ,uggestoes e proamssas eogaoa-
dorns do set soltas e loie dl toda a per
egutoi judical se coessse a su ao-_
to ii d ; wo o cidad 6 d L td isla'i I
L. eizeate pira qfaaqnur dos duos sob
delegadts quoe trabilbir4aia na iquernto
rn depois do outro, essi allegic( vSgt I
lej ariosa da seut Qga al) so eucootra ow
astos. e pais j apeoas da imigiuacA,,
da defesa d'etles para o espirito escivreci-
do, crilteiolo d. digao jz a qua).
Sita. ea propsta qoui serli itoimue de
serolta Gertrudes si declarasse a sua
autaria a complicidad de LtLiisiau
sio cottt absolotaiealte qoe a aauorda-
do poial a tizesse.:--am o dizem t ,tlo-
te -Aade doaqernito, oem os d, Irusa-
io da:cipa p; nJU1 o d.sse n0.3ct a pro-
risioetfitaeote qo, ao'coatrario, eni ou-
tra ,caasiio ea bin mone da policia da
Vila&, idsistiuitas oas raesmnas dectara-
o adiante vera V. M. I.
*o. z bourrado juiz que o proprio sub.
degado coofessou I) esse seon proco4edi-
amto no auto de fi. 68.
Sio ha tal cousa; 6 m equivoco ma-
aifesto. Qoew qoer quoe eia com urn
pouco de atteole aq quel- aoto, verkque
o subdeoegado u qo-e dis^do A foi ape,
uaU: quo depois de muitas 'diligeocias,
que fuio paodo eo ean auto de perpa-
las ous,a Gertrodes, aconselhou-a que ex-
uzens e qada a verdade, quoe DeobOmi
atl Ithe aconteceria; e ella nssa exposi-
0* Compprosoaet a Ladis&ao.
D'ahi pars a proposta indigo quoe Ibe 6

(ti No ito--Nallidades do proeesso
crisindial do Dr. Cirios Oltooi, pag. 24 ou
25, ecootra-se como outlidade o segia-
to: aloe p hayer preochido. o ,oamero
jegal de lomiebas as foutalo da cml-
rpa, piql to trtaode so de crime em
q-e ha prooaewmouto Offi$t e haveude
side inqueidas apeas ,cico ,tostesou
|ohs..._etc. App. 6360 de 4 da janeir*


.usarl w ,tmare~ a prir
u ini d J ouso da Uberdade e
0 oreeAte a"or, faz tasrbum aqui
ama cb-oalSo, e na itw e o aha"eas
e 6 qoe a p6Ode eeader a sssbosea
Sin; nib sabe qoq atro M oDme baja para
qaaUecar am tat ju*ido seaef o do in-
SonSereScia, o deo mmtradico I
IUe 66 a ju tipa, seja permittido di-
ol o, quo tea peutca&sa se athado ao
deatu erelo 6 a.ill s&meate qumen torn
qixass a laszar; a lo0ia tambem 'seote s
offeodida.


As apreciacos e foodameotos da sen-
teNa recorrida nao temrn a mas ligeira
procedeocia,,
Contra ella protestam os autow-
.O3 motives qie influiram pars a pro
ouncia d'aqupsliN rolber, deviam tambem.
occasionir a deo Lidisli Comeceomos peta
cootissao de Gertrudbs.
Examinemol-a diaote da lei edos aoutn.
Diante da lei-ella precisa, para ser v4
Hiosa, de ser: fNita em juizo cowpeteout,
ser livre-e coiocidir con as circumsUtaa
cias do facto.
0 n.tbre jiiz recorrido nega a de Ge
trude. apeowi ,, reqnil'to do ser livre,--
,iue qier diz-r qi.- rec'mbece W'lla as m
tr,, d i mi pr-i ii .ti s legies,
0 ,e:..)rreote I;i his.me e repete-o aqni: -
as violeicias attriblb'i las ao subdleiegad
i'orain u; pitrto) .ofehz di im ugiuagio dG
.j!fa-.a; div, accra,cdntar qae fo'aitu
E4 nbe i n ddo un J sm JM adcbco (i Fo ieca,
informaute a 11 5.--amasio d'aquoeli
malhir-- qje tem o mais ardeote tie
reoise e n salva!-a da punii-o I E catuii'
notlr qae Pache o mesmo nao assegura v
emprego d'essa violeocias.
A maior part das tesmanhas dos aultas
assistio as dtkgoclas fhiti polo subdol'ga-
do.,. e nio sabe das takes. violoencia. I 1'
dtigoode notA. E a aenbum espirlto ver-
didelrameoie cnrltorioso e just escipa a
4eguiote e valiosa ponderaaao :-cu.u.. e
qt'lte esIa ihr aqai, n. Rcitfe, n- fre
guezia da4BOVist4., diante do subdeiega-
do respective e do otras pessoas insate
ailoda oas mosai reveacsts-,-que fez
sob ameagas, d odo a L'dis Aij aaud amt
o quaobAo de respoosabilid ide quoae the cu-
be no crimd? I
Serai que ainda abi os terrores iofWarnaes
da sobdelegacta d Vad f tea .arnanca-
44% de no-o a 1mplicid ,de Ladis-
Seria irrisorio, series ridicolo suppol o.
A proprna Gartrudes ooca se emwbtrol
de recorder i essa historic de violeucias.
ilUa, como reconoce o iotegro juiz a qu ,
nao retratou se d a sua confisso; ao coo
tirarij, fo seompre impeliida pela cuu-
scieocta a dizer a verdade, a cejos dicta-
mes quiz obedecer para, seom duvida, ahli-
liar se do tOrmeoto interono, do resorso.
Emhf!i, digamol-o como Mettermayer:
a siuceridadte da coanfisso estli deroostra-
da a insistencia, corn quo o accusado
mant. m as stais primeiras edarapoes;
estla a perfeaita coocordancia desta& emi
occasioes diversas 0'sob differeates jmpres
ses. (3)
Tal 6 o que se v6 na confisslo de Ger-
trdes. E ima vez quae se toca neste poo-
toe jk est aatikiadia et face da lei, apro e-
cie-se a fallada confissio diante dos autos,
e notar-se-ba comno ela coincide com as
circumstaoctas do facto.
Algom* testemashas do inquerito e da
formaoie da culpa fallam de intriga eutre
o italiaso e a autora do crime. Joss Pa-
oeco e o offeadido dAo conts deseo fact.


LW abi cotlid a to a s,. 0M s ik
drcumstancia.d s~
Ab4 RE Aio t tBQioBrgpafO :-4 ^ r
kiubda t ci*t_ tWO
tomb&"a GeAi*4te SO*~llt A* "0'' 4 ''l
obrs euch- .06^i^^M^'i^^ 46*
ua roobtda tr 6 ?e4
daja e3 U lbwjs #6r~eas.
,cdxa o roslto do hoeiro Diz .
feadido *a. ti. 4*ir:1Jo 1'I
7 e 56 e dizem-uo as diligeo
-lAm do ontro de fli. 73 v. SS, i sp.
mn sea cfnfissie, Gertroades 4 ec qta
s6 irou umad part daque & ,iro,
que isgwa quanto foi, poqe o o4 .pabe
Eis aqoi ainda a coafisslo co ado
cou asptcofostaocias do facto I *
I'o eto parecer a primeira vista quWe noe-
gaoudo a cootissoa da oatra, apenas o ca-
rcteristico do liure, u recorroote seo acht
dfispeusadu do eutrar uestas ultkaias iada-
ga;6es. Mis, uisa reflexo poleromn o
obriga a esses ummalos detalbes, e 6 qoe,
sa qao Oii e posSivi uOw'i coafiSa, iqoe
i iu td !o i eia pooins fuodasm aes
coiacida coin as circumslancias *do' fac
to, "Iu quo beji a fcit ezpressio dauan-
ciwetcia do culpado, em urniu palawa, iem
quo sNjt livra. N o aositde ro- reca te
io tibtjfto ajIraw-crever do fecuiito IiDro
u p-rtoJo s egointoe qa se oI a pig. 251:
4 AMs Da uu c, u, subrotudti, eot que a
ouins*ao ifapOd I, rdsisvivelmeeto acoovic-
i;; a tdu o ospiritLo rei1lecido, e que pos-
siiO iustiocto verdadeit :-- aqquele em
qtim us fatius quo expO6e, so por outro
*uud'i doinuustrados verdadeirost, em quo
*,s detji.h-s que compaieneude, s6 podeom
,er coubhecidos pelo aUtor do crine, do
mnodo que se oao pble cuomprebeuder como
ddlels conhezeria o accusado so fosse io-
tiOCeQle. P
CLmo istio se auasa i nossa byplthese I
Eta provado, pois, quo a confissio de
Girirulto e hlivre, e aceltivel em face da
iei e dus autos; e poranto piovado lam-
bern quo no poit demxar deo compofmet-
ter ao compfice-cemoa am toetqtf(uOthoose-
gt, rj e co usciencuio do que so paS 0a eD-
trd ambos -ip iocipalwo ite qamitl as tes-
temouobas do iuquerito, mais do4, que as
da form- -n da culpa, daixzat, kaquella
ctupt, ic d tdo b-3 -monifestla.
0 quI d dw o re,-ot'eate a rWpeito da
ssisteuI0a da coafionti oas ska revels-
c6es A ouma vrdad i que, lead. pssado
d&saperceblda aos olh1bu do .ftao juis
mqoo, eiti pat9ute. 'IM' .'_ do
aito do bo'ca'a f .. 01-231 atiha-
do por diffireotes pessoas. o ta do
a1epoimeoto da la-esteouob, oe alferes
ab n). Eaminiue-se eute aio o ,depoi-
sento desta testemenoba, quo .6vio.eSsas
ultimas declaracoes de Gertrades, consaul-
to-o a prova testeounoba egb cow-
pare-se-a com esse duoew bi j qae se
fail, oAi-se a I arrafio do I5 de. Isica
sa u qu, disverafu o subdeAt", i4irmio
o o alfores Theoliodo do Rego (5) e corn
a maior segoraoua se cooeairA quo o il-
lustre juiz olo devia deixar de proamciar,
Guwo complice do roubo, a LdiitQCam-
peolo, maxise tendo proonuciado a so-
Lura I .1 .
Soohor.-A nao prouuocia sallId a
pars o recorroon s o avoal W90prI.
Si indicios vehebnotos bastarn laej-
meonte flodameolar se usa 15 a e
se elles influirau 0o aeimo itostre
jiz .coatra a iofeliz molher, aole us--coo-
prebends cowo deixaram de iofluir contra
o complice.
0 recorreote ped.-vos 1
Jostica.
Recife, 20 de julho de 1882.
0 20 promotor publco.
Francisco Aitino Correia de Araujo.


A'


040


6




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