Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15716


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Full Text














e 9 *~ 3 S

* 3 9 3 i


PRtOPRIEDADE


* & ... r ...i


.A S ferro sulfurado cubico, a ptrites branca, ou p quoe -como observouium dos maiores estadis- c
S6 BA M'M rites pismatica, constitem essas formas. A Las da Europa--a ieliglaotqua tto souasylodi
L L"__'ultima 6 a mais alteravel; ella so transform, na consciencia, 6 no do dorlinio directo da 1
-- -'--" -- [em contacto do ar, em sulfato de ferro ; -e, lei: 6 object de ore a e nao de Vontade. E e
GIPA Iit 1CV, X S como ja virmos,6 este um dos processes mais a carta consiLtuciOal, noirt. 60 f6rpa a von- 1
communs de fabricafio de vitriolo verde. Lade, docreta a crenCa, estabelece o exclugivis- at
"P s Destillando essas diversas pyrites, para a mo de uma.religiao e proclama4 a inlolerancia t
S COXMMEL RCIAES fabricagao do acido sulfurico ou do sniulfato de religiosa.
i terro, algumas passam A um estado identico Diz ella que a todas as outras religiSes so d
LONDRES, 23 de novembro. ao da p)yrites magmtica, assim chamada por- permittidas aos estrangeitros, corn seu culto '
(escontos bancarios a 5 o o ao ann. que tern influencia sobre a barra magnetisada. particular, cmi casas pare isso destinadas, sere
4i) arewtode assuear confinfa mil- Pode-se crer que essa pyrites 6 uma mistura fdrma alguma eterior de temple. DD'onde
It ( O jdos dous sulfuretos que acabamos de ver, se deduz que aos portuguezes nerm d'esa f6r- d
........ .. coi~~4suppor na fot ula, Fel.-8. :. ma 6. !rmidii.i

i.- Biai-a u if uh ;j 3 "'6J W II|I .a^rV i wh-uto.., iuauuws purE DVLITio m ua0, JuI
tih0 de 1875, a-92,0hontem. causa de seu emprego em medicine; takes sio
I o pcrchlorureto de ferro, Fe2 Cl3, *e o iodui'eto
LIVERPOOL, 23 de novembro. de fer-ro, Fe I, quese obt6rm directamente.
IIL 3 de n o As wais interessantes, por6m, das combina-
Mercado de algodio no mesmo, e os Oes, que o ferro pode former cornm este grupo
Irsegos sem alteraeao ; venderam-se de elementos, sto as do cvan.geneo, que lhes
hoj 15,3000 balas de diversas proce- !. tao analog. Existem muitos cyanUrotos
,M s de fer'o ; mas s6 nos oc.uparemos do prussia-
HAVRE, 23 de novembro. to de potassa e do azul da Prussia. 0 rimei-
ro, que 6 muito geralmbnte considerado comno
Algodio ordinarlo de Sorocaba a 78 ,m cyanureto duplo de /ferro c de potassio,
trtafospor cada 50 kilogrs. Fe Cy, 2K Cy -- 3 HO, se obt6rn aquecendo
M rerado de cotros sent altleraeao. 0 u a mistura de carbonate de potassa e de
+ materials anftnaes calcinadas, em presenga do
lMSTERDAM, 23 de novemlbro., terro; 6 muito usado na industrial, e como
Sreactivo dos melaes nas analyses chimicas.
near reflna!o pilado n. 1 a 333 4 Quando se derrama na solugao de um sal de
.,l' -spor 100 kilos. peroxydo de ferro uma solugao de prussiato
RCFAr,23 d e novel o' d tie potassa, obt6m-se um precipitado de um
RCELONA, 23 e novembo. belo azul, que 6 o aiul da Prussia. Essa subs-
nluos, de 180 a 200 pesetas Por itaincia 6, pois, um composto analogo aos oxy-
|ipa de i80 a 0pedos salinos, deoque temos fallado ; 6 uma es-
ppa., embarada. pecie de combinacao de protocyanureto e de
NOVA YORK, 23 do novembro. I sesquicyanureto de ferro, cuja formula 6 a se-
Suiiite : (Fe Cy), (Fe? Cy3v.
Prego do ouiro no mnesmnio. (Continuaj.


warnil tia tre iriju MxTHA 'i.. LA n r.t",
dollars e 10 CENTS a 5 dollars e 4;0 <:tS:.
por barrica.
Petroleo refinado a 13 1 '2 cu.'r'r por
litlao.|
Assucar FAIR relinado mascavado a
7 3/'4 CNTS por libra.


PARTE OFFICIAL


Governo da proyinoia


SDESPACHOS DA PRESIDENCIA DO NA 22 DE
Agencia de Pernamibuco, 27) de no- NOVEMBR0 DE 1877.
xvembro de 1877. Capitio Austricliniano de Torres Gallindo.-
0 DIRECTOR, T O. GO1ME"- !. Deferido cornm o officio desta data ao thesouro
;iprovincial, quanto ao abono do gratificacao re-
_____ -, ,, querida.
rK T --- .... Brasitina Augusta Lumochi deMello.-Itfor-
SSTRIUC A0 POPULAR ime o Sr. inspector da thesour'aria de fazenda.
--_____---- -____________ Jos6 Dias Guimar'es. -Informe o Sr. inspec-
e e' s de ChimiI ter da thesouraria de fazenda.
Eemetosde Chimica Tenente Joo Francisco Paes--Prove -ter a
ET' precise habilitaqto.
1ME'fAi> dJoaqnim Piirn ledro Barreto de Mello Rego Ju-
f'ro nior.-Passe nortaria. concedendo 45 dias de
lIcew(-a, corn ordenado somente.
0 fcro combipa-e com oxy rei c e!.)t l' Prolfessora Maria Candida Alves.-Passe por-
propor.es, d- .rltis ,somonte duus 1-ern i taria, concedendo a licenCa pedida, sem venci-
interesse para n6s. A terceira, que cuistitte m inentos.
,) aclto ferrico, 6 inteiramente da a.l]ada da Maria Francisca Ferreira de Azevedo Santos.
chinica pura.- -Ififorme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
O. axoo*de /fero, Fe 0, 6 L11 ase :'e.nda.
.,,e'rgica, que rtna msuitos sAcs irmipot'ites. Bacharel Pedro Jorge de Souza.-Deferido
iias que n iu p de existir cm contalo d!o a coin o officio desta dat a thesouraria de fai-
emn passer logo a urnm grao superior t 0 oxy- zcnda.
,InrT5.o ; entretanto, elie 6 encormLrado nii ter-- Secretaria da presidencia de Pernambuco, 23
ras a-raveis, na profundcza das caimada. r.ue de novombro dtie '1877.
taudam de cnr quando, em consequencia dos 0 porteiro,
tr'albhos agricolas, sao trazidas A superf-icie. Joio Gone.ales dis Santos Junior.
04 scxquioxydo, Fe' 0t, mais comnrninmln1'i ----
iesignado sob o nome de pcrovydo (?',''l', i ~ L --
a maiteria que da a c6r vermelha ou amarolla Bacliarel Acendino Cavalcante Simres.-Pas-
as a iiUs. ais terras e As 6cas; o que se cia- so portaria concedendo ao supplicante dous
ina'[r oligisto, a hematite, sio iguatnaeie mezes delicenga, corn dous tergos da respec-
eaons(tIidos por este oxydo a ferruarem c tim tiva porcentagem, nos terms do artigo '139
liydrato de sexquioxydo de ferro. 1 do regulamento do thesouro provincial.
Este oxydo, resultante da calcinaeiMo de um 0 mesmo.-Passe portaria, concedendo dons
.;at de ferre, e empregado nas arts so!) o no- mezes do licenga, corn ordenado.
me de colcotar. Bacharel Aristarco Cavalcante de Albuquer-
Enotra-se nainatureza uma subsLancia, que.-Deferido corn o officio desta data ao Sr.
utle ec, erazio de uas propriedades, ioi deno- inspector da thesouraria de fazenda'
iniada iman natural ; essa substancia L uIM Antonio Gomes Senra.--Sim.
co'l'Ostop, em proporgOes i-iuaes, de promoxy- Feliciana Maria da ConceiCAo.-Sim.
d1o eIdesexquioxydo de forro; ella temrn tam- Francisca Maria da Conceigao. Sirm, cor-
hboe onome de oxydo magnetico, c forma-se rendo por conta da supplicant as despezas
quildj4e faz chegar vapor d'agua obrie fio coin as referidas passagens.
*lS incandescente, o que utm (los ielos Francisco Noca de Almeida. Fica rele-
de analyse d'agua. 0 oxydo magneLico c o vado.
inmelhor dos mineraes de ferro ; na Suecia, on- Capitao Felippe Jos6 da Exaltqibo Maniva.-
deelle 6 muito abundance, o tforro de uma Certifique-se o que constar.
*ltualidade superior. 0 oxydo magnelico ( umn Irmandade de Nossa Senhora do Rosario do
oixydo saiiao, porque 6 inhabil para f',ormar ie- bjairro de, Santo Antonio.-Nao tern lugar, 6
mliiihtl sal particular. vista do disposto no art. 54 da lei n. 1,261 de
tas duas series de sAes, que os ox dos de 28 de junbo'ultimo.
ferro podem forimar, s6 nos occuparemos da Jes6 Guilherme & C.-Fica relevado.
(imeira, e mesmo assim nao considerarmenos Joao Jos6 de Sant'Anna.-Sim.
inais do que pequeno numecro de seus termos, Luiz Antonio Pereira da Silva. -Passe por-
os unicos usados. taria na form do estylo.
E',tre estes o sul/tauo deproloxyi,'o ,l, i',''o, Laurinda Arcelina de Veras. Fica rele-
1'e (1, SO3, 7 HO, vulgarmente conlhecido sob vada.
*,s nozmes de capa-rosa verde, e vitrliolo ve;'de,I Secretariada presidencia de Pernambuco,
servepara differeute, usos, mas solbretudo ta I 2', de novembro de 1877.
tiaturaria, como mordente, e para a prepara- O porteiro,
.'5io de funds negros. Joio Gonaalves dos Santos Filho.
isLe sal pode-se preparar atacando directa- --
enite'o ferro pelo acido sulrurico, em presen- Repartig9o da policia
.ta d'agua. Esta6 entao decomposta; sel oxy- 2.' secio.-N. 897. Secretaria de policia
.eno se fixa sobre o ferro, para formal im id, Pernambuco, 24 de novembro de 877.
lirotoxydo, quese une an acido sulfurico, e dera'o a Eo .
soo hy'drogene9 desprende-se. JKI vireos que 111m. e Exm. Sr.--Participo a V. Exc. que
-'c hyrgn9dsrnes.J in qoforam hontoem recolbidos A casa do detencibo
,por este meio que se obt0ml o hydrogeneooromsgints ndividos
p-ara -encher os bal6es. Mas a m6r patto do os seguintes individuos :
.4WlfLato de protoxydo de ferro do commercio A' ordem do subdelegado do V district de
provrI m da calcinac'bo des pyrites. de que S. Jos6, Jollo Landelino das Chagas, Maria
adiante trataremos. Por essa razdo.4 elle mui Francisca do Rosario,.Jos,6 Luiz de Franca e
imnpurS, Victor, escravo de Miguel Jos6 da Motta, por
Assim como o protoxydo, o sulfato desta disturbios.

X^.T o8^ orde do o 2 dstrct d os, i
bhise soffre a influoncia do ar. De unm verde ordem do do 2o district do S. Jos6, Vi-
,'IswTlaiado, quando em eslaado do pureza, seus center Jos6 Francisco, por offensas A moral pu-
4-r;staes tomnamo m sna superficie nrea c~r blica; Augusto Jos6 Saldanha e Vicente Fer-
;jtfarella. A solucao 6 igualmente osverdea- dorfeirniontos. em flagrant, por crime
da; umas 6 quasi impossivel conserval-a tal, Du .. Im e m Sr
Ilortne so superoxyda corn muita facihidade, e Dens gnsarde a V. Exc. -- Im. e iExr. Sr.
su c derruge, q uo6poiiadosedesembargador Francisco de Assis Oliveira
rle a c6ro de ferrugem, qe propria dos Maiel, muito digno president da provincia.
ft derbona.to de feo o, Fe O, CO-, se encontra -0 chere de policia interino, Manoel da Sit-
iialtueza sob o nome do ferro ce.puthico, e va Rego.
nstitfie euao Um dos melhores minei'aes;.
,o que 6 principalmente explorado na Ingla-
terta. No estado puro 6 de um branch ama-
mel!ado, e traasforma-se corn a maior facilida- -p-
,le; em eontaeto do ar, em hydrato de peroxy- PORTUGAL
,to. '0 pretendido carbonato de ferro do corn- Liberdade de eonseleneta
marcia.onao 6 mais do qde esse hydrato, que
6 c~mpletamente insoluvel n'agua, bern como I
o carbonate, que s6 se dissolve naquelle li- A liberdade de consciencia, na phrase de
qUido cairegada de aeido carbonico, Burlamaqui, 6 o direito natural e primitiv6
A s~vie dos combinados sulfurados de ferro que tern o homemn de escolher a religibo que
^ niuil < ,'Oeroa; contare-se ale sete sal: julgar verdadeira. A escolhade religie 6 urn
ot^asBretes ; s6 nos occuparemos de acto da f6, dora divine que a soedade noo
Sp64de regular, nemo sujeitar a lois, e quo todo
1 ^^it ~f to de feo, Fe S, pode 6bter- o hornem tern a stricta obrigagbo de respeitar
1d: ltamente' o enxolco corn BoS outros. ...
ti 'cia, o que se pratica 'A oarta constitucional, acto de transiato
asboratories para preparer entre o velho e o novo regimen, estabolecendo
i, Lratando-o depois pelo naordem politic. o syatemu liberal, nol ousou
0 *rese -_ 0-:alor liborter a coutaunsca c t-ca tS-


i puiiij jju r ot p31Iuiu puo iiluuLIV' uV U1-
ligiao, uma vez que respeite a.doestado e nao
offenda ainoral pblica. D 0 que6 falso.
No 13 do mesmo artigo) determine a car-
ta que todo o cidadao por'tuguez possa ser
admittido aos cargos publicos, 4 sem outra
difference que nao seja a dos sels \alentos e
virtudes. )) Como, por6m, os talents e vir-
tudes n?;o bastam, por isso que o cidadao por-
tuguez, quando concorre a umrn cargo public,
6 obrigado a provar por documents que 6
s catholico apostolico romano )) e tern satisfei-
to aos preceitos d'aquella religiao; como, na
falta desta prova o cidado lPwtaguez nao pode
ser empregado do estado -negando-se assim
a recompensa dos talents e virtudes que a
carta adinitte sem outra differenta- segoue-se
que o 6 4o 6 lettra- mota, e que a persegui-
cQo religiosa, levada att ao sacriefgio, 6'lei
do estado. E 6 tanto mais odiosa e vexato-
ria, tanto mais repugnante aos principios fun-
dainentaes da liberdade e da eterna justice,
que o art. 7o, 4, declare cidadaos portugue-
zes ( os estrangeirdos naturalisados, qualquer
que seja a sua religiio. ) Pois esse estran-
geiro, entrando no gremio da sociedade portu-
gueza, conserve a liberdade do consciencia, a
liberdade d'um culto, que a carta prohibe aos
seus irmaos politicos! E so novo cidadao
portuguez pode continuar a ter uma religiao
different e contraria A que a carta, a cujos
privilegios veio acolher-?e, s6 permitte aos
estrangeiros! E os nacionaes, os filhos da
terra portugueza nao hAo de ter a liberdade
de seguir a religiio que a sua f lies aconse-
lha? Pois a consciencia dos naturaes 6 mais
legislavel que a do estrangeiro que vemi su-
jeitar-se As leis da nacro portugueza ?
O estrangeiro naturalisado pode ser admit-
tido aos cargos publicos c sem oatra'differen-
ga qoe n o seja a dos sons talenos e virtu-
des ) e qiualquer que seja a sua religiiao; eos
que nas.ceram em territorio portuguez, para o
mesmo ftm, hao de primeiramente comprovar
o seu catholicismo, comn desprezo das suas
virtudes e talents?
0 espirito do legislator 6 evidence que he-
sitava entire o desejo de conceder A liberdade
humana'o mais sagrado dos seus f6 ts- o da
consciencia ; e o receio de foir o espirito pu-
flico do tempo, de quebrar a tradiceibo, de
produzir o scisma, e porventura o transtorn
da ordem public. D'ahi as coatradicoQes.
NLeo teem ellas escapade aos homes que
successivamnente teem dirigido os destinos do
paiz A illustracao e o tempo teem exercido
sobre os espiritos a necessaia influencia para
os libertar das peias da tradicuob, do costume;
e a tendencia para a proclamaQ5o e estabele-
cimento do imperio da justice manifesta-se
claramente em todos os povos e em toilas as
classes da sociedade. NMu podia essa influon-
cia deixar de sontir-se no animo dos nossos
legisladores, homes do sou tempo, c oWi'-
tores legtin de accord corn o movimento ge-
ral da civilisae-o, e, por consoqirencia, corn as
necessidados sociaos e political da actuali-
dade.
A reform da carta nato 6 hoje, como ainda I
ha vinte annos, a bandeira de um ou de outro
partido; 6 urma necessidade political imposta
j, pela opiniao do paiz, quo, sobretudo no que
respeita a liberdade de consciencia, a consi-
dera umn attentado criminoso ao direito natu-
ral. E' precise que se reform; 6 indispen-
savel que o art. 6o desapparega; 6 impreLte-
rivel que a lei fundamental se ponha em har-
monia corn o espirito da nag9o, corn as tenden-
cias do seculo, corn a necessidade de corres-
ponder As exigencias da civilisagao.
Emquanto, porem, o powder legislative nio
occorre A urgencia de reformar a carta, a so-
ciedade vai a pouco e pouco preparando-se
para receber a declaraQao legal da liberdade
de consciencia. Abrio o camtninho o codigo
civil: tein proseguido nessa send a impren-
sa liberal; auxilia o movimento do Sr.-.Mar-
quez do Avila e a camera municipal de Lis-
boa.
II
A sociedade, logo que teve a consciencia do
seu direito, desprenden-se das peias que im-
pediam, at6 alli, a sua marcha na conquista
das liberdades civis e politics, e seculari-
sou-se. Deu a Deus o que era de Dens, e a
Cesar o que pertencia a Cesar.
Cidadulo primeiro que tudo, o home de-
ve-se principalmente A cidade, tern a obriga-
cibo strict de concorrer pars o melhoramento
dos seus concidadaios, para a acquisicao das
garantlas sociaes, para a affirmacbo do direi
to, para o trumpho da justice, para o gozo
pleno da liberdade, see a qual nem ha garan-
tias, nem direito, nem justi~a, nem sociedade.
A dec~arag'bo dos a direitos do homes foi o
fiat lux no meio do cahos em que se revolvia
tumultuosamente .e sem tim determinado, sem
sciencia e sem consciencia, toda a humanida-
de. E essa declaracbo sublime, coma a nova
leo da gfaca, achou um echo na consciencia
dos povos.


Se nern todos, por6m, corresponderam im-
mediata e dignaimente A proclatnacol do dog.
ma social, foi ptrque o judaismo do antigo re-
gimen, o paganifq W do throno e do altar'es-
tavam profundamente arraigados no espirito
obseccado das nacos do meio dia. Era pre-
cise deixar ao tempo e A forea incontrastavol
do divino principio da liberdade de conscien-
cia humana. a acCAo regenerad6ra, lenta, mas
fecunda, laborios ma s 'proficua, ssbre o es -
pinrito das naces. Os apostolos da nova idea,
como os da 161 evangelica, tiveram de lutar e
deo soffror4 tyeram o martyrio, a more e a
glorificaAo, que 6 o triumnpho absoluto da lV
do direito sobre as trevas do obscurantis5o
clerical.
Portugal 6 das ,iaoes meridionaes aquella
que mais tem lutado para conquistar a liber-
dade de consciencia. Se nao 6 completa a
conquista, so, todavia. notaveiss progressos
da sociadade portugueza na senda dcdirelto.
0 codigo civil, a Wei das relagoes socies e
dos direitos do individuo no foi um actor io-
lado do powder legIslativo mas uma onse-
quenoia logici e fatal das endepcias civillis-


RseO aCto.sP-Woli da vida do ei- lei. que n ao home um direite natu-
o abantnadoIreftida e ab ral r oe i so o exercicio delle.
religigo; ms era ta inepta a Apvwio-os em desfazer suspeitas, fa-
e, conside'ratido- oe m ,atmoro 6ido iraJuwiea a rectidao e A intelligen-
0. 9itinha efitosivis, e s6 a 4 ia do 8r. wmarquez d'Avila e do Bolama.
il intervinha em to4os os aSes ,Como dissemnds no primeiro artig, a so-
itimos do matUinkrMno. tiedade caminha ; a civilisagdo progride ; a
coinm o absurdc, edar A socie- intelligomcia desenvolve-se, eleva-se e vai-so
s direitos, o cebdig oonsidera libertando do dogmalismo social, que a agri-
I ,contrato lvil. I.,hoou ppt seculos.
ra, assim, consmderar-se differen- 0 dogma fundamental das sociedades mo-
eirimento dos fllthos provenientes dernas 6 a liberdade-pokitica individual. Mas
I conceder ama e a outra, e. ao mesmo tempo,
mavao asseniamento de baptis- negor ao home o que tem de mais livre, a


para ami miAtW ados saciAme6t fiMha
tkidu unicamento unfa vanagem civil ; a da
comprovagio da legitimidade de um indivi-
duo, porque os direitos eivis na irmilia sa re-
gulam pela consznguinidade e legitimnidade
dos memibros d'ella. Ora, '? autoridade que a
igrija se arrogara e a sociedade estolidamente
Ihe conced6ra, de ter, como attribuivo pro-
pria, o registro, dos nasciaeenlos, era contra-
dictoria corn a suia indole sacrosanta e atten-
tatoria dos direitos inalienaveis da sociedade.
0 que significa para a ordem civil o nasci-
monto ? A entrada na sociedade de umrn novo
cidadao, de urn individuo que vem, sob as ga-
rantias concodidas ou reconhecidas pela lei.
tomar o sen lugar centre os seus irm.os, os
membros da cidade. -
E', par consequnecia, a autoridade civil que
pertence pfeno ji'e insecrever na lista dos ci-
dadaos corn todas ns circnmstancias legaes ou
anormaps, do .sen naseimento, para todos os
effeitos civis e politicos, o nome do novo in-
dividuo quo a familia apresenta na sociedade,
A qual exclusivamente pertence.
Por iso o codigo civil ordena o registro ci-
til dos nascimentos. ,
Nao' so tern dado execucQo a est artigo do
codigo, 6 verdade, mas bla de dar-se ; e a opi-
nibo puiblica comeca a exigir dos poderes con-
stitucionaes a observancia da lei, quo elles
proprios decretaram.
O codigo civil requer tambem o registro dos
ebitos. A falta de um membro da tamilia, e
portanto, da sociedade, traz comrnsigo conse-
quencias de ordomrn meramente civil, que deri-
vamrn das leis regnladoras da constituiCX.o da
mesma familia. E', por isso, do interesse da
sociedade, quoae lavron auto da chogada do in-
dividuo e Iho den entrada na cidade ; que o
dirigid n r organisaglo da familiar, e regulou os
seus direitos c deveres para corn ella, lazer a
acta da sua more, comp toma a responsabili-
dade da ex(Jcugio ds suas disposioues de ul-
tima vontade.
O as*ntamento do obitos no registro.civil
6, pois, 4um. do'er, alfn do secr utma grantia
social.
" Tinos, e n oonchisro, que o codigo estabe-
lece logicamente qne o nnscimnto, o casa-
mento e a morte sao actos que imnportam
principalmento A sociedade civil e, conse"
guintenrente, qTie perante a lei o individuo 6
s6 c.;)siderado conmo membro da cidade...
Ora, iav'ii os cemitorios publicos estabe-
tvnntiis-e'is, cuja policia est& a cargo dos
camaras municipaes e das autoridades admi-
nistrativas ,, (Port. de 2i de janeiro de -1872),
e send o o enterro o terno de umrn acto que a
lei constdra civil, corn que direito se prohibe
a sepultaefiq sem o ceremonial catholico ?
Pois a lei dlctermina o assento civil dos nasci-
mentos, sem fazor caso do baptismo ; ordena
o contrato matrimonial porante o magistrado
civil, sem s, importer corn o sacramento ; e
consitderanlo a more tim acto de effeitos ci-
vis, permit, que a igreja interveuha infalli-
.vehlnente no enterramento ? Pois esquece os
sacramentos e lembra-se do ritual ? despresa
I a doutrina e acata a discipline da igreja ?
E' a luta ; o embate do passado que vai
desapparecendo corn o presented, que se le-
vanta enorgico ; 6 a liberdade de consciencia,
auxiliada plo direito civil, a surgir por entire
os absurdos do costume, mantido por uma
tradioao que se vai oblitcrando.
Os catholicos subleva'am-se contra os cn-
terros civis, e declararam-n'os sacrilegos ; o
prelado da igreja de Lisb6a consider polluido
o cemiterio, que 6 um estabelecimento civil;
o o ministry do reino manda quo se enterrem
a forga, catholicamento c corn acompanhamen-
to do parochq, os individios quonvao repou-
sar no jazigopublico, naquelfe estabelecimen-
to civil, feito'- .ipensas suas E' que, diz o
Sr. marquez d'A'ila e do Bolama, ho contrario
6 umn atteota. aliberdado de consciencia!
Ill
0 Sr. marquez d'Avila declara quo promo-
ver os enterramentos civis 6 um attentado A
liberdade de consciencia 6 una offense mani-
festa a religiao do estado. Do que 6 natural
inferir que o Sr. president do conseoho nao
faz idea precise da C libcrdade de conscien-
cia, e nao tern notSoes mnais claras da ( reli-
giao do estado. ,
Religiao do estado 6 o culto official, domi-
nante, imposto com3 obrigatorio aos nortu-
guezes pela lei fundamental ; e a religiao ex-
clusiva dos cidadatos naturees.
Em Portugal so os estrarngeiros residents
on os naturalisados podem ter outro culto,
corn certas rostricoes, sujeito As condiV5es
deflnidas na carta.
Liberdade de consciencia 6 o direito que o
estado reconbece e garante a todos os cida-
daos de escolherem usa religiaQ. Nio per.
tence algada da lei regular esse process da
f6. que 6 do dominion fnviolavel do f6ro intimo'
de cada individuo. A accao limita-se a man-
ter no f6ro exterior o exercicio daquelle direi-
to, que se manifesta no culto.
Como coneilia- o Sr. ministro do reino est"


direito da consciencia corn a obrigacao legal
de ter forgosamente por'cutto a religiaio catho-
lica apostolica romana ? E se a liberdade de
eftsciencia ei4ste e 6 um direito consignado
ifs leis portuguezas, como p6de a manifesta-
0 do um outro culto ser unma offense mani-
festa A religiao catholica ? Porque nao ha de
considerar-se igualmenne offensivo aos eutros
cuttos qualquer actoexterno do ritual aposto-
lio) romoano ?
Se. nas nossas lois se perm;tle a alguem a
liberdade de cultos, qem cconstituem ellas
juiz do f6ro da cnsciencia? quo magistrado
p6de intervir na legalidade dos actos extWaos,
manifestaClo -natural e logica da crenCa que a
leimautorisa ? que f6rma de procesco estabele-
cem praojulgamento dasirregulariddescorn
rmetidas no eiercicio do culto ? fnalnaimnte,
onde esta a lei organic dos c ultos reconhe
cida no estado .


-A


aeste per-


Consieencia ; regular os actos da sua vida po-
S ,+o anr v Bar7eva, liberdade de penOar,
bilidade do uso-desses direitos, negando-lhe o
use da. consciencia declarar ( inviolavel o
domiciliQo e tornar violavel, sujeito d invasAo
dos esljrros e a da lei, o sacrario da con-
sciencia humtnana! e near na sua base a li-
berdade, 6 tirar a responsabilidade moral ao
home, 6 infringir a lei natural. Por isso, a
sociedade pede, como conflrmanao da mais no-
bre das suas conquistas, a proclamacao da li-
berdade de consciencia.
Homein dosou tempo, qui multos hominam
mores vidit et uibes, o Sr. marquez d'Avila nao
podia, estando A frente dos destines do paiz,
deixar dedar impulso a esta sublime aspira-
cao da humanidade. Compenetrado do espi-
rito do paiz. manifestado na imprensa e nos
actos da vida dos cidada.os, conhecmu quo era
chegado o mojnento de libertar das algemas do
art. 60 da carLa constitutional de 18.6 a con-
sciencia dos portuguezes, e proclamou uma
carta de lavra sua.
Bern haja ellel bemdito seja ella!
A carta do 1826 diz
a A religitto catholica apostolica romana con-
tinuara a ser a roligiAo do reino.
Esta abolio-a o Sr. marquez, e sunbstitnio-a
pela outra sufa, que diz :
A religiao catholica apostolica romana 6
a religiao da maioria dos portuguezes.
Eis a disposiCao legal que o Sr. marquez in-
voca na sua portaria de 26 de maio, na qual
se 16 :
( Factos que sdo verdadeiros attentados
contra a liberdade de consciencia, al6m de se-
rem urma offense manifesta 6 religiaio do es-
tado, que 6 a da grande maioria dos porLu-
guezes....
A' priineira vista nao se enLende boem que,
sendo a religiao do estado, seja ao mesmo
tempo s6 da rnaioria dos portuguezes, como se
esta unicamente formasse o estado.
Mas nestas medidas revolucionarias ha sem-
-pre um queique seja de absurdo. Adiante.
E' transparente .o pensameuto do Sr. mar-
quez. EstasubstituiAo machiavelica tern a
ek'traordinaria vantage de oollocar a con-
sciencia ao abrigo d, qualquer attentado, per-
mittindo aos que nao forem catholicos aco-
Iherem-se ao asylo da minoria dos portugue-
zes, aos quaes aquelle artigo da carta permitted
qualquer outra religiio.
Partindo deste principio, concluio o Sr. mar-
quez que era necessario assegurar a todos os
cidadios o livre exercicio do culto que tives-
sem qscolhid'o ; e desta tforma determina se
enterrem civilmente os que assim o houverem
leterminado, e catholicamente os que, nao
tendo feito disposigoes de ultima vontade, de-
vem, segundo a lei geral, considerar-se do
gremio da igreja romana.
E, come consequencia logica, insisted corn a
camera municipal para que divida por um mu-
ro o cemiterio public, sendo a parte nova-
mente circumseripta destinada aos portugue-
zes nao catholicos, ficando o resto para sepul-
tura da maioria dos portuguezes, que, segun-
do aquelle artigo e derlaragCo de S. Exc., sUo
apostolicos romanos.
E'justo. Aos estrangeiros aquem a lei per-
mitte o culto lutherano, calvinista, judaico ou
outro a occultas, destina-se um lugar proprio
para sepultura. Os portuguezes que nio se-
guem a relhgiAo catholica, nao deviam ser pri-
vados dessa regalia. Dd-se-Ihes tambem ce-
miterio separado, mas public. A camara
municipal accede aos dosejos do Sr. presi-
dente do ebonselhlio.
Triumpha, pois. a liberdade de consciencia.
Esta proclamada a liberdade de dultos.
Louvores sejam dados a energia do Sr. mar-
quez d'Avila, cujo nome nao figurara no fptu-
ro somente como grande flnanceiro, senao
tambem como philosophy eminente.
Ou ello nao tavesse ensinado philosophia ra-
cional e moral nos seos bons tempos !
Esperamos so que S. Exo. apresente yi sanc-
qao do parlamento a carta constitucional, que
elaborou, e a que ja comecou a dar execucao.
(Joraal do Commercio de Lisb6a)


PERNAIBUCO

REVISTA DIARIA
Commlssao central de soceorros-
Foi-nos remettido o seguinte para publicar :
Conta correute dos dinheiros e generous re-
mettidos pela commission central de soccor-
ros da cidade do Recife, recebidos pela com-


mis-3ao especial da villa do Triumpho, e tam-
bemrn da pplicaQlo que tiveram no mez de
outubro'o corrente anno:
Dinheiroempregadoem rapaduras
que ficaram do mez de setem-
bro 1:0,30$00


Somma

Generos recebidos em 23
saber:
Milho
Farinha


l:030jl000
de outubro a
8 saccos
8 )


Somma w
Z==
'Modo da distribuiolo
Terms
1a semana de 1 a 6 6:
Sodoorridos 521
Ditos
2' semnaa de 7 a 13:
Soocorridos 604
Ditos
3a seiiana de 14 a 20:
Sorcorridos 783
bt,.mos, a
4- semaniade 21 a 26:
Soccorridos 702
D~os
5 seoam= de 27 a 31:
806d^5iwdo 630'


Retirannt,

413


573

67


Exiitente para o mez de novembro:
Empregado em rapaduras 18W0O

1M0000
Cmmiss.o especial da villa de Trmumpho, 5
de novembro de 1877.-Joaqaiim Duarte Pinti.
e Silva.-Jos6 Fernandes Lopes. Emilio do
Silva Costa.
Prolongamento da estrada de tern
de Pernambuco. Resumo das observa-
goes meteorologicas feitas em Garanhuns, du-
rante o mez de out'jbro de 1877.
>"m |
N I.&
., .DECADAS E MEZ
P,.=


rP s,, ALTURA MEDIA


"O. 5 VARTACXO MEDIA
CO I iz -
00 tz 4% 00o _______
b --I j- I-
itQW |, j ALTURA MAXIMA \
21 Vol
DATA CORRESPONDENT


ALTURA MINIMA


Stoi [ DATA CORRESPONDENTE

cD.) o VARIACAO EXTREMA
5^. I3 _______I ___

WO, o TEMPERATU-RA MEDIA

I I
O'o 0 VARIACAO MEDIA'
I ---
t, TEMPEfRATIUPA MAXIMA

DATA COP, II. t-POXDENTE

o TEMPERATI:' R. MINIMA Z
m W 0 0 -1____________ i t


DATA CORRESPONDENT 0
*'^-ooca__________ C__



1-.. E X VARIA XO 1TRE'. IMA



DECNrDAS E MEZ
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DATHUMIDADE .ME I)IA
C> "'*So0 0 .L ___ ^




???~O .1 ILATIVA
C
P. ,w 0 TSAO .1 MEDIA
(EllMILLTMETROS)

0 [ PLUVIOM ETRO
QUANTIDADE DE CHUVA
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S DIAS DE CHUVA ME


DIAS DE SOL

DIS NUB LADOS

SDIAS DE TEMPESTADE
i, I _____________


DIAS DE TROVOADA

?? DIAS NEVUADOS
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Choveu nas madrugadas dos dias 5 e 6,-

Escola normal-Realison-se, no sabbado,
a solemnidade da distribuig&o dos premios e- w
entrega dos diplomas de capacidade profissio- .
nal-aos alumnos e alumnae, approvados .ns,
tres annos do curso, no corrente anno, ,ewm
assistencia do Exm. Sr. desembargadorprelsi-
dente da provincia. Dr. chefe de poilcia, ins- :
pectorgeral da instruco public, diverse
pessoas grades e crescido, numero ?iesenb- 5
ras. .
Obtiveram premios: no terceiro anne, as-"
alumnas Florismena Joaquina do Mello Moate-
negro e Anna Amalia Barbosa Ribeirot;e a
segundo anno, o alumni Manoel Jos Soares, '
Guimarles.
Obtiveram menUCo hourosa: no seaipreo-
anno, as alumnus Carolina Militaa dfcI.No-'
Iho e Urcissina Cavalcante de o' I
e no prieiro anne, aas alumina b. ... ,-
Iia da CostaGuima .,A
eJoaqnoaGI P,,_


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.i".H...._ ..a prenIdao ilda.I e aaperlfei(oarsua~kuuns uos pflncipioste q N o
t i e i i" M 4 11'e w-R a c o
U4i .: eram part d rbteria, oti consituem a Sdjac& coivwaieoate & urea sO- l ,
s.i -j0* C OinG da1 fl~uivimn. -1 --QOui^ pamnt fferecidfla* 4 s ps-nhora. A casa tern coomodos paea external e
Sf"at Tbe 00Mc b .gle0s1,'que.6(to e exth-,rabi' *3- p 1. Sa m" nt Pensionlstas, que se recebem por mdicopre- No
IJ i,g algn0 prodozero as fem" .*orritas. ^^ ~~ o e d9.,jit a S^t P "cle ou>^t asre. o. Para inf'ormaeZes: o Sr. Gustavo da Sila canal,
os.s.d ". ,o"s fit q-ieW couleran ern sorte.
0 Lo da aposa foi calculado num mi- bee o da matriz de S. Antunes, na rua do Barao da Victoria o. 46; kilos
r-, o I8ihlo de francos. E um journal, que temos Os bilhn oSr. Joo Cao Caycane de Albuquerque
M 1.,aio$..'L Una oidaide da Escad.; o r. proresor oi Canal,
ta,37 fd pn cIt" eru ioyanna o deAlu ~i~frtros Anu Pto Ye~losc kN.o
-do, I a_%AMista3 a perador a. 3, d ieira e nesta typographia. A tratar na o Can
perd~afn ej Imperial n..Na.
...6. b a Per al iota__
gbte aranj ad& Va i~aho1*Vara lhd o d Ndi ost ono.an
a Crrathbica primaa -q*l nPba Gpcia. que fea ra em arsto aeste| -sis- J Leria tllo e Jameiro-PJr Leie- Institute de Nossa Senhora. 45.,ooc
Coeu admiravel aWSng&o de ia em-ndar mil e quinhega as, es amma r [ d.Atio de Janeiro, be-se CarIo
today a opera,; np so B lo poinadples p oo do rail horas. *, que oojo u J9o1ria n. 688, em efl- UA DE s. FRANCISCO PALACETE N. 72, NQ
personagens, dp inl, -n do Para levar a cabo eomegou el -*o Ad o dt,. 4a. Diretor Henmino Rodriques de Sitir para
a Sra. D. Joseph are e teBSoao. 6 a de agosto a sua excursilo, e completou-a no Prn oi'P o letras.- 0 escrivijo de pra- qeia
sua voz, e o quanto 6 ella senhlorade scena. dia 7 do correnite, gastando 41 dias e aaumas testlos Albu rue, ,jLti desemrnana. GarLo- eco R Fe
A Sra. D. J. Garcia o os Ss. Gerncr e Villa hons. "' v(iaphftI1 Pfraiza. sobrad' n. 24 Prolessores: je 50
Real estavanm sublime nao s6 no oonoo 20 .I,,,en nao andoa nen6 de I tgras Leftt'-- floje devem ralisar-se os- Prieiras letras e prtuguez-dircor vao
016tLati--o Dr. Altino de Araujo. Na
3.0 acuoF, arrancando phreneticos e prolonga- por dJia, provavelmente 6 para auxiliar a di- &unLs : et prfs Pa Fra o r. .Udero.
SdoAS 1t-ta'B ,'amou-os ,.sce gstIlodoa'rmoffo e outrasU6 para auxitara d(fi- Pewoagete Biurlamaquqi, a rua do Born Jesis ',Ilco, m agt conheido em oda a leuropa e nglez e heori. -o S. Francisco do Brasil i
na puer divrsas vezes, mimoscando-s corn0 gesao do jantar. .I. 53, de miudezas, etc. 1parte mida America pr iuas coras obiaS Pinto Bandeira Accioli d Vasco aellos. l
Co' .odojna. ated mriap.,jla crsofils
bo nuoere ode ramnalbeltes de mimnos flores. E' indubitavel que o estomago, aqt eHe in- Pei*. aqente Martizs, iA rua do Imperador n. a- visa que totos os dias rA consulLas a doen- i eographin historia e pho.tphia- o S. |Ig- ,
A now.'de sbbado foi urnma das mci f(:i- dividuo d(leve As pernas do mesmo pi'prieta- 16, de .inte e cinco accoes da compauhia de Los das 8 horas da nanh' d- 6 da Laido., acio 1 o R ag earro s S'rS.U.
zes para a comnpanhia hespanhola ; e, crelus, rio nAo peqttena gratidAo portlao iinpotantes rilhos urbanos ide Olin.a e Beb-ribe. As pessoas quer da ad ou do canapo, u iac oerae lc o C
que sertA o jnto do parlida para outLas ite- serviios. Terca-feira devem realisar-se os seguin- mesmo de butra provincial, que nao po)S4a3 li rra erie P11
munstraoes a esse nucleo tle artists, ciijus Plaillagao de cainna saccharima-Um tes assisiir d consulta, pon a Ferreiran da Crt Vieir;,. S eDe
esforQos. para captar a benevolencia publia, journal hespanhulol, quo temnos d vista, ooticia Pelo agetie Sieeira, c ri mdo Visonde ,le as!sisii consuio pa d ar uo a car1 Desnho de pasaens iura-o Sr. Afreu ,
Leerm ido extrauitinarios. que o desenvolvimeno que se tea lado i elolas n. 1, de moves, piano, relogo, s- so donte co, s Ducasble.
Na anseicia le oulros entreonimentos nCS- plantaliio da canuIRa Lde assucar, uas provaicias taes, lou.-a, trem ite cozinnaoe. r symptoaras princip;:esLda drnoa, c 0r0be- .lMusica vocal c insLruaotail .-o Sr. ,.,n,.lilh.l N
ouatenleOifl.ri~o a resposta cona a receita pa,'a 0 Lr;,tA- (Gomos da Silva. pr
ta cidade, sio dignos de pruteccato esses ar- do Valencia e de Castellon, do' .tia para dia Polo aglnte Pestana, no armazem do A.nn,..1, mento. I ,. ,
L:stas, alguius dus quaes melhores qe oulrL'S manis impor~ante. em face da alfandoga. de (e ,5lgscog;ac,., 'h. 0 'eo de ca'hi cniltai d de ., e s Recebe alums n e s s i-intr ,i
'Ine teenim ca Jalo phrenesi eltre n6s. Este neo elemeenlo do ritiiueza produz t'1) vinhos, etc. f. r ," amado p:iticalariiae e ,-i L- a i lS. e 1xternos ifl s, s '
Recornmimeadainol-os, pois, ao nosso public, xcellentls resultados, que -a ja. Amuitas as -- Quarta-f4ira -Iveni reali-sar-se os seg9,.u- 'S 1. .,:f'-
quo deve alpr'veitar a preseute scrie de es)ec- conipanhias que se temn orgdnisado em H,,spa- tes -- thori ., ratc do
ta-.alos ; i-) :36S por se.r inais c.>io'l; a 1ies- hi 11ara o estab.ibcl.ciawiat'jo de enigtilo- S e ex PPlo ad;en) Pialo,*nos AI'slictos, d eino0* C e da
peza, v.--.C) j ;i scrie e iunica,'.nte le dt Lto pltraair;i da iiid(ustri. s.accharina. A.stacao, de moveis, piano,'figuras de bronze, Imagnetismo humailo ifOiiegIO le Saiira i *
reeilas, cni.o porque sea.o ,,ella c:,iallan' Navios de vela IPi.inio-se-em Glasgow quadros, ttipetes, relugio, louca, clysIt.1-11, lJ magnetisador p'fprur.or PcrrP o i,.onic.,, i. ii"
opera auvas, argiams die grande espl;culo. [11i congressso de engenheiros constructoacs ol.i's de prata e di electro-plate, ,spei-1 ,isleo a c.iucwrrencii ,le rairos di-;.:ipi|l.,s, qJq kI '-,,
e li.s i'-.iaS a.,- a-li';tieLati)1'1 1essoji. na-vaes, sohl a presideacia de lord Hampton. 'earropara crianea, ee. ic. qua ten Le ido niestac:iuilal. a'visa q t.ac vai b ae iii i i i,.
Theatre Santa Isabel--ealisa-se ama- 0 lugar tla reuniu), segundo o Times, n10o Passaijelros-S hilos para os portos dlo ui sogundo curso dsta iniportantissi;a a e aaixo assiriaas, tndo d br
nhliA, a noite, nesse theatre, umn variado es- podia ser mehor escollido, p.rque Glasgow, su! no vapor francez Vtll d 8antos : sublime sciencia, quo p,,ie chanar-se a me- na freguezia da Boa-Vista, an Janeiro .
pectaclio, em boneflcio da prima-dona D. Jo- corn ots iinlortanltes poitos (to Clyde, 6 umi dos .u:lio de Freitas Lima,'haicinz dr18 Pinhk ^;lina da natureza hiuamna. e que servo do o xio anno n coeio
sepha Garcia, corn o scgruinto piogranifla : principaes centros da industrial de constrnuoao B)orats, Sebastiio 1u-seeI e eua nulher, Au-. giande vantagem a lumanidide soll redtira. inslt'tlCro ddo soxo fepnenin so, o a. .i:
Sensitive, zarzuela em 2 actos. de navios, nio s6 paia a Inglaterca, milas ainda guslo Cvsar de Souza Uzel o stua ;enhor'a, Joa- 0 prefo do tcuirso comtpleto sera do 21St1JO 1 .ll. / i .
El Chinito, taingo original, canlado urnico- para todo o muando. (quim LeiLe de Oliva, Josi Dantas Itapecurl, u adiantados. -" Sci.te qi iLteressar possa.
mente pelo c6ro de homens,.sewi -Jcompanh,- .-oi -iscutido conn grande interes'se tudo (que Fiancisco do Souzan Leite, Artlhur pedreira de, Quasqur iailorrnace. a respeito R-,:
mento do ordhestra. a euaport a counstru-c-o do naviLs, tanto de va- o erqueira, .an..l Fernandps de Saimpaio, 1e- i 'f"t ..e'.. "I -. .
ika c.* at', pch -1nind, 0 pe por corno do vela. nedicto C. de Sotiza o Aurelio Peres do Carva- .- oae; Go,'.; e \ t ( lo
Srs. Gornuor, Villz-Re;l, Navarro, c cOir. Lord llumplun ruton especialenite destes 1o Ahlbuquerque. h o vi-eL LJ(
FI-,' .(fVio, coritado e executado pelo Tro ujLifos, Q. iosrju que 0 v;>p.-)r,'que toxe Sa-hidos para o sul no'vapor 7p -- 0i' ( QOLLEGI DC S. TH)- J Vaz *e O iveira.
de huin-ii:. 4 A a giv io a a-m;ilde eianao o no- Antonio Ferrcira Novaes Mello, um irn oi 1 ,O MAZ DE AQUINO Recife, 15 de oufttro ,e 1877.
Jaailir, ca;iDonpopuh'arriadalainca, ue cfito Le/is vimUt9oails, deUixou ainda urnn vasto lu- uma irn u .n sobi n inba e uma a ), *- Jt' [ ho2 DIU lU L 'i
s-rprierte. ur A iiIveraAo a vula applicada as transac- Francisra da GCosta Nu(ino, Ceinco fiHos. 5 -- Ra o loSpicio ) r i ..
Vaoov Para-Esse vapor, da companhia ,5es colmerioaues, que exiem n menos ra- m issasl -u. ebres-Sro colebradIS0MACIIARELAN.OL BAR
J ispelas almaude anoelaes- as cea S O SACItARE AUJAOEIAt -:
Br.ieir..t, segundo dizen da ilahia, c:egun pidez. : s 6 horas da manb7 rn a rnatriz de IS./I ,.. _.
hontem aii a!*p,ta rounh~i-, e sahjio d tWriie para E tantlo a.Ssill Le Otni Ginsgow, de 174,0W0 Josb, pela aluia do Alanoel Dias da Silva Sin-' BObAX D1 R~O:/ jn~-nnfpl |lC~*
pe a manhlt, e o A t tarito de coihstautego, wais de metade Los ; As 7 horas jo dia, naa atriz do'S. P'.dI') rc)- c- a 't ,Iuiii. ^ol ie de N. S (I iraly
Tra1,.lsrenciadeo cartorio- i 0o Label- p.aricnee a nvios de vela. Martyr de Olinda, pela alma de Joaquiin Ji- 1j a ioo i., g te,:) !a.
; I- e ,PiresNi '10WL- ONTphDloUopIOA-N.og10
hio D,.Antoo Annes cu Piro si Li iseeihiios fallirai do grande des- vencio da Silva. pllOSOphia, geoap J
terido ,'a .i dit o 0mnperador ni. 75, par a para envolintlLo da artilhariia naval e das machi- AmanhA : das 7 as 8 horas- da mainih?1 el istoria, rhoiu io, ariieh- ct r
i, lde Fedro lI in. 54. n1,s, do qrne tern resuitado um grande numero na inatriz da Boa-Vista, pela almna do. D. ran- e, iea 0 oioietria a a moisi nua Carol
W1111idiro--0 vapor-4 :UCOlevou de0 Uussa (10pojez hshlJcaStlur ueo tapn\ -~ ~tc ,~.~L~ ~MrIniai naCr
D!eio--Ovapori,. praea pja.t a de Peatjdu 15l3i ;:. Retrocessao da ilhadeSt. Barthele- Qaarta-fcira : As 8 horas da ma113,. na f "f 1 ctleno )o0ta d )orlii-( im' ,
ievmstageral-No :..:bo, pela manh1t, y f Fran a g.tlu a c;'.vica da cida-e o iRecilfe to'lui portugt-cta a s1-.minte noticia : remFargador Jos5 NicoQio egueira Costa s proximo vindoro. n" e ai apa, aitm ia, ge- : ,
e1 r0vitL agrt, coan o pesoal do. O pmr;:.as -. () joiiral i c Stockolmno Nya Da- lij t Alle- 7 huras do dia, na rni.triz do Santo Antonio, 3,. Os senliores agIllA1111,3112 quue -' i usica, i
An"onia," ? OpS ,o,,canto, dKnas, bo)Pl r di td
e4.,'i,'[.-..s sob o 2ot)i1na=ido doo espl.i.o hla dh as segiuinltes iliforniaiges sore a pela alma do Capil.-wo Franklin Mendes Vin- e qizerem inserever ern l c o
com', i l,,.c ecldu o corp,, pto Mnuel reLHrocesslo da illa de St. Barthleam ) ; as 7 horas, na igreja d1o convent de S. a at, !ti, 1o o de).oa s:
Gun.ldv s Peroira Lima. 'F,,.nea Lrancisco do Recife. peh1 alma de Viriato (- .. gumas das mater0assupra -ne> l a i ,eeuattlidai:,,>.ouhl:,
S aci:), ,tiscipliua e boa ,ir,nih com quc sc ,0 ( j.,,i;u Port-Docp,' Inris Tlu .ili,t,/ .,- p teio Lopes.: 4 ciollad'as, devero entender-se Ro JaS '2lhle p.. 1, app;citou a 1fiO,Ca, n0 1-,:62'1(iudwilem -rl ~1. Iusi10o~~us~bio-0i-aro LI
oaprseou a furCa, t io r i e,,', .. .er. ii,:.van .Les dils a in')nIuniea(I5o of"I- Cemitero publioo.-Ob a 2 corn director do colleiooituario ao da 2.3 siooss o director o colliods -uS p ci- -
tou4:Sposso~ks priisuldtcs. "0"Uiil'0 ATO dua EU'
ato us cssos pres e, cmo "nreu i uino de novembro t -1877. i 9 2 hras da tae los is ras a 4', ts segmds a 20 e. as uli- ,
el,.',-i ul(", Sr. Dr. chfef de policia. i Umn aceordo tendo side concluido sobre a Candida, parda, Pernambuco, I anno, Saito i s ," mas por 50,9 por mez, ido havenhdo ,
Car ecp-ovhiexcia-l.'dn-nos parta re- relrocebssio A Franca da colonia de St Barthe- Antonio ; paralysia. U tnteis.
co!!ncrf%,riae ao Sa'. subdilegado da firegue-/i leieay, sub _a rese,'-va do consnra.inento da po- Sebastido Alves Ferneira pardo, Per'nanba- i 0 pagadneito, de cadla ala '. s .,i
da -SUI, Uadu tLiusOde'0por dliioeo- -Zg t, e a ai- A lingua falada no cllegio d ara-n ,,'
dai stumn indu.osoluperliand puk tdo, S. H. ordenou em data de 17 de co, 21 annos, casado, Boa-Vista ; tuleutrclos de se a ad -
ve'dlo s-or'adura do nadeira, sob o Uti ti geost, ultimno, au governador da ilha, de pro- pulmnonares. antao e feito na occasno 'e ; ,
de la di fnva -v.,-i, ,propria pir colchoese cedr a nin escrutinio. Segundo urn telegram- Juli.) da Silva Cavalcante, branco, Pernam mtcl a -
travesseiros, alludindo- assim As pessoais irex- ,a recebido, o resultado foi a approvagAo da buoo, 40 annos, solteiro, Boa-Vista ; ascite. respective matricula.
perientos, e auforindo bons lucros. reuniiio da ilha a Franea por todos os votos A Ignacio, escravo, preto, Ceara, 48 ainnos, s,- l- 0 CUrSO sera de tres mwcS ..fiO
Via lerrea do Caxangpt-Alguns passa- Iexcepjaio de um s6. Y) teiro, Boa.Vista ; lesato do coracao. a oritar do '1.0 de dezembro 'I &F
geiros dessa via ferrea, send prejudicados con o As corldicees especiaes da rcti:ocessao se- Mathia*, escravo, preto, Pernambuco, 30 ao ultitno de fevereiro. "
a irregularidadedo relogio quo -iarca a partida I ro consignadas em um protocollo. .vssigna- aonos, solteiro, Boa-Vista ; tubereulos pulmo-. t o (1 fvio n v a 25 1',
dos tens, pedem-nos que chamernos I a ttc,- do o prolocollo, dve o accordo set subnetti- -monares. i 4-ua da Aurora- h.
ao do Sr. gerete para essa.fala, bern como, do as camaras francezas. Se ellas o ppro- Thomaz, branco, Pernambuco, 16 mezes, S. I! i;- ua a Au r o r i .h-L
e aindla a mats notavcl, a que se da 1no L'e, vam, p6do set' dada posse no fina do anno Jose ; bionchite. -' Recebe 1umlinos mter'nos, rneio peo-
quo devedoo chegar ao I.icife As 9 horas 10- Eis urn resume historic lesta questao : __ I slTlTITIIT JliUJTAJif sionistas e externos, para cuja eduea- [1
nos 10 minutes da manhn, chega sempre 10 Em 1784, depois de negociaoes destina- -" ........... '-' 'I' I rO U, IUUHn HIU ao e ensino tei complete dps ol do- ,..
minutes depois, coan grave prejuizo daquelles das a masrara, outr= do. rande alcance, re- I 1ND1 ACOES UT EIS -ce n, pessoalo
assignalites que, sendo empregados publicos, lativas ao tratadiJe ailiana,, e de subsidies, TTo Tl5
atropellam-se para chegara tempo de nao per- que foi coucluido algum tempo depois, quo o .....-t. EM 0 edificio em que cst5 estabelecido 1)rai)
derein o ponto ,le sues repartiqoes. gw'erno francez cedeu esta ilha A cor6a da Medicos ; Nova Friburgo possue as comrnodidados necessaries ; L,:.-'
Qaestao do Oriente--A'cerca da visit Suecia, em tioca do direito de um deposito Dr. Lobo Moscozo, rua do Visconde .t 0i hwasde viagem do Rio de .lanciro .elh via ha banhos salgados e doces, areas de i le
feita pou .\okercw, anviado do g:ra-duqiue Ni- commercial em Gothembourg ; direito que dez do .lb uquerque n. 39. fcrrea de Crnagalglo recreio e tudoque uconstitue umn in tre ao'-^
colao ao calnpo de Osmaen-pacbii, eacontraros annos depois foi igualmente cedido As outras o 1 DIRECTORES LiOnt o
os seguintes pormenoros : nacues. d aio. For'tunato Cotrea de Azevedo
a .ukerew, na qualidade de parlamentario, EBin 1875 St. Barthelemy era delarado por- JoIe Ozo'io de Gerqueira, rma do hn- r Dr. Carlos Eboli -eo i n
ia aurtorisado a tratar da licenaa 'ara entcra," to frauc), e em viitudedesta medida tornon-se J)eraCldor 1. 79. F.Est.-Li-tua ja publicada de 25 de junho de N. 512.-Deenas cutaueas (losTrol)i-, .
os mortos qua estavam sean sepmitura desde o u~in-a daspracas de commercio mais importan- Dr. Guen-nes, rua (do Imperador n. 157! a 30 de junho de 1875. cos-Nos prizes quentes a pelle se acha esti- --"
dia 11. tes das Indias Occideitaes. jJ ,i,)3 doentescuraram-se radicalmente l49 raulada a trma acaiio ocxcesiva, c d'ahi result' ,.*-113
Osmnan-pahia tinha-se re2;usado, sob o pro- Em 181< os estados do rei reconheciam -. i < j 71demoIstias chronicas daduraqno de 6 mezes a uma enfermidade de ruolestias cutaneas. Pru-.' -.
texto do duct(a, eoMkerew teve de conLeatar- quea Sueoe niso tinha interesse em conser- r'. AMCo/Uo .Drt,1O;oi rua lm- 2,) annos. Enire'estas figuram -0 casos de cu- rido, ou ura constant comicliaoo externa, j o i
se coin fallen ;,ios cirefes subalterr.os. var esta unica colonia. Por muitas vezes de- parador l. 20. ra do Iuberculos pulnonareo, em 40 doentes, senu grande inlammacao appareito, erupeoes ;.,o
Estes senhores interessavain-se muilo, pois, on -1865, '186 e em 1875, os estados e a D,. J. GonrrQ de- raltjo, rua do e 19 curas de broachites chronicas, em 48 escamnosas, ospinhas pustulosas, borbulhas | "
COrlJ era natlntil. -.t!us acontLecimenntos d: Diitca accea'Luaraal esta opi'hiao, e deixaram I~nu,,.,,..,:dn n 7- doentes. 0 resultado mais notavel obtido e d'agua, brotoejas, roseola ou sarampo false, i*,':*i


di ; queria:n saber o que so passava no cam- 'compl PO russo, e c,.muj supportavamnos as inclenmen- a cessao da ilha a urea naAo estran.ffeira. Fazendas e odas aSDuch las ebroncho-puonareS. frigeradorOzeUp ebo esasuempigenosas herpe quasi toias ,
cias uao ecavam j a sentir-se. a Occorreu go natiralente o pensamen- A oio Correia de Vasconcellos, rua em grande escala, mo.ido a vapor; banhos as species e crest, desde o rosado desmai do de
c(Em qanti o aon mao tempo, disse Mokerew, to de ucea retrocessAo a antiga mat patria, Primeiro de Maro n. 13. russoss, banhos turcos, banhos medicamento- ate o mais esuro carmesim, podem sermen- A
n6s os russos nao nos importamos muito corn seado a populaoo franceza de corpo e alma Algodio branco da Bahia, *supe- sos, banhos hydro-electricos, banhos escosse- Cronadas nested oumero, Todas estas enfer-
isto. catholica. inas eagua qoente e ria, aldernativamente mi cadas o oas sh erupo
SO [rio nao nosincomnmola, pelo contrario <( Declare.oes trocadas de part a parte rior, rua Duque de Caxias n. 44. zes e agupplic a coquente e trie alternativament Charl midados, assim com tods-as erup e x-
preferiaol-o a, calor demasiado. V6s 6 qu trouxeramn o accordosupra-mencionado. Chapeiiaria e modas banhos minerals (applicados como hydroferro seguramentre removidas mediante ro uso ,a a .
deveis solfrer. < 0 negocio na actualidade no o offeirece in- Costa Maia & C., rua Primrneiro deo do MIathieu de La DrOme). salsaparrilha de Bristol, o mais saludfero e t
aSin, d6 a-iaavel, respoaderamln. A hu- teresse politico, nemin mesmo commercial, 6 Maro n. 6. 0 satubornimo climadad montanhas de Nova precioso en t de os detergentel vegetaes ; e 0
midale inco:n;l-: muito. '; respeito una queslo pura de sentimento e Oe nacio- Fabrica de cigarros a vapor Friburgo, a grande variedade do tratamento, e o enre deve consrvar-se vre e desem- ,
de cnoaer, come vos hIveis ? porguntaraln os nalidade. Bourgard Q: C., Recife- 15, rua do o grande numero de curas admiraveis j. nelle baraoado, usando-se das pilulasassucaradas -i C,
turco%. Itoirde vem as \vossas provisoes. Vapores-Sato esperados os seagaintes: arqm uez de Olinda, Santo Anonio 3 alcancadas, o tornam sobre maneira recom- d Bristol, co ntamente con a slsapar-
m 1Eu coino a mesa do -gra-diuI-e. Res- E14e da Earopa att d27 -aquez e na, Santo A oo medicos e as doentes. rilha.
pondeii ;Iokerew. Esp ito Santo do Nt'to at e 7 rua Prirneiro de Marco, ]Ba-V.ista 5. Neste importance estalbelecimento, modela- -
a-- E v6s ? Pard do Sul at6 27 rua da imperatriz. do pelos melhores da Europa, encontrarao um -e-i'- '" L o-
a N6s ? Cada um em sua casa. Nev do Sul ". at629 Pharmacla e drogar poderoso meio therapeutic as pnaryngo-la- lll
o-Porque nao corneis A mesa do vosso ga Galicia da Europa at(-.1Ido dezrn. -Ph maaedrfaa depdoomeoteaetoashano--C uS1
S- Porque no comes a mesa do vosso ge-Glicia da Europa at de dezm. Ferreira Maia & C., rua Duque deryngo-bronchites chronicas, ostuberculos pul- -______,_5______j _
neraP, visto que sois seus ajudantes ? Cera 4 do Norte aLe 4 1 6 Caxias n. 57. monares em certas condiCSes, os rheuinatis-
S- Por quenos ,tao convida. Nao assenta Gironde da Europa ate 5 D a mnoer ps4^ e iaia rSinveterados, algunscasos degotta, as mo- l t d crt re
sua mesa mais que dous ajudantes. Bahia do Sul 9 Eneaderna o, pautaQio e papelaa lias do utero, hys-eriso, as l
a Sois muiitos Ai mesa do gra-d.lque ? Minho da.Europa at6 1i 1 Miranda Junior, rua Duque de Ga- o nevrosismo, a chorea, as congesttes do figa- PRAA DO RECIFE, 4 DE NOVEMBRO DE 1877 eo
S- Somos 150) a 180 pessoas, responded Mondego do Sul atl 14 d xias n. 37. doe baCo, asfebmes intermnittentes rebeldes, a AS tres horas da tarde '- }
sean vacillar Mokerew. (Estupefacedo.] Iberia do Sul, at6V a -) Lies de franeez chlorose, a dyspepsia, a gastritile chroniea, as cotaes oficiaeso
SPcrgunritarain entio a Mokerevw, so havia Proclamas de casamen*mos.--Leram-se LigUes theoricas e praticas de fran- escrofulas e certas molestias syphiliticas e Londres, 90 d/v.24 78 d or d7i
multcs prisiojeiros turcos, mandados para a no dia 25 do corrente, na matriz de S. Jose, pelo method nais facil paa cutaneas. Os cases de beriberi, sujeitos oeste o sr bnr po e
Russ.ian os seguiates pronlamast d. p se tatamento, teem side lodas seguidosde iura.dossdenur .eletasd 9 0/0 ao anne. I Mi]
i Creio, responded Mokerew quo ha mais Primeira denmdacao aprender esta lingua em poucos iezes. A Amaitr part destas molestias reistemn or- leD
do,, ). oGuiU me Goes d Souza o Maria Od- rso todos Os- dias na ru da Aurora dinariamente a todos os outros agents thera- Presidente. itroS
v6s tends mnuitos dos russos? rica dosSantos Silva. .-4, 2.o andar. peuticos. Leai Re, So]
*-Poucos. .Joaquimn Ferreira Radeos om Anna do Je- Gastronomla Para certas molestias 6, nao s6 preferivel, Seretar. Ve
M1 'a s e m fi ra t, h a v e rd 40 ? c rns ue s a ras stR aim onsa. r t a i e
S- No c fi a a isso. ss Rarnos. Archiarmazem do Campos 28-rua com6 necessaria a estao inveosa r
-* cg p Manoel J. de Castro Vilella corn AmeliaCa- r aoRecebem-se pensionistasno institute. -ALFANDEGA Xa
-Ga ipL io doa otaaicodestapra- oeP rolina d atoSileldcrnA a Imperador-28 Os doentes intemos costumain tomar duas AL.ANDEA
CIIOtl)r:Iteladeis ;.odeo dltragico ,fsapr-rolina da Sit Lameos. Let-odnd ueir eu-dca e i.Rimt oda2a1 )8,0
se & wsa resposta na bocca dos turcos quer Antonio JoIo Marques da Cruz P. corn Un- Leite condensado superior, presun- duchas por dia. Rendimentodo dia 2 a 3 9 850 os'
diter- ( N s nSol nos damos ao trabalho de belina Maria da Annuncia(o Medeiros. tos para fiambres, linguas afiambradas Especialidade do Dr. Eboli :- Molestias ute- Idem do dia 24 :4 50 0
azisr prioneiros -assassamol-os, qu ars Bandeirali de Mello S. corn Senhorinha )erW laas), fiambres em latas, ch no, rias, t atadas pela hydrotherap. -
Candiaa deMello. Para consuttas e informagles, podem dira-
mats e)couoiioi. )) ad e c(dIces, licores. acipipes e grade varie- cgir-se ao Dr. jolo .dibeiro de Almeida, rua All
a Mokerew refere tainbem as medidas Pro- Conrado da Fonceca o Silva corn Laurinda dade de vinhos fines e de p~astos. Prirneiro do Margo n 29, 'ho Rio de Janeiro, do Dese-arregam hole 26de noveanbro det1877/ Alf,
posts l),ur Oslnan-pachA para o enterro dos Maria do Rego. Wpheoinasmedmeio dia As n2 9.rs natRder inglez Chrysolite (atracado) varies go- Ar
mortos, dos quakes, apezar disso, nuitos fica- Antonio Gonealves dos Santos Junior co heumatsmo meio-dia ds 2 horas da tarde .arinha des- ils.
ram ail.ia no cln|)r) p:issiados inuitos dias. C. Elvira Baptista. Cuira certa e rapid pelO ernprego pachada p-ara o e f2 ponhos. AZ(
Trovoada no Egypto-lELn Ide outubro Scgunsda denunci;aor do Elixir e Litimento do Dr. Gons- TlMttu ihA de 0ratin h I Lugar inglez Loui"a Wait, ma-hinismo jAdes-a :14
enviaran .ie Alexuaira ao Dailj i rews, de Jacintho Antonio da Cunha oom Thereza tantin. Vende-se na bctica franueza de IB IIU ( U l UUU pachado para o 5o ponto, e barrilha Dit
Londres, itn ltelogramnna que dizia o se- Amancia de Jesus. 2 d d n
guinte : Manoel Caetano da Costa corn Josephina A. Cars, rua da Cru a n. 22. Corno empregados doarridespahada pa o1 ponto. a
SHonltemn Suez foi visitado pela mais tArri- Franciswa Valeria. C om odlscontoded Io eserivao do commercio desta apial arcaitaliana Carne Saverio Polimeni. ke- Iha-sr
vel tro.oada de qua ha' mernoria. Cahiram Carlo-- Borromoeo G. da Silva corn Maria Pri- W. Inglis d C. Deposito de fazen- faltariamos rmprieento de u a- ra do Lramento, Bar
torentes do cliva acuuipanhadas de violen- mitiva Alves do Santos. das inglezas, frartce.as, aliemaes e ame- adodever se ao verinos separ-se d Bri iinano, a
tos truovous. As nmargeos do canal de agua Jos 6 Joaqiimn da Costa Maia Junior corn ia- rieanas, ra rua do Imperador n. 57.a na o domv r Frans eo aarn-ido Ma- dioca parao irapiche Loyo. Bat
doee reoontemewte consUtuido forai arrebata- ria Christina Seve. ea sea do ehadoo im. Sr. Francisco coarneiro Ma- dioa aao toinh Lo Ba
Omepachaotpare o ervipoComo. Di Pa
das durante a nuite, e urna part da cidade in- Affuonso Marinho Cavalcante de Albuquerque A' rua Primiro de Margo n. 23 a- cado io, o e se es Patach amio Ja ari ba d pc ii
digeaa ficou subaiergida ot destruido. A mar- oin Maria Philoinena Monteiro da Franca. m d Mr 2 a Ro ie e m osciO epacda
cba &is taens esL., por consequencia, compte- JosA Ioretra Fontes coin TherezaOlava da cham-se i venha OS bilhetes da 5ae lu- provsoriono, he te mod ue ssm- para o lopos.a barre
tameate suspense. A par te europea da cidade. Cunha. tima grade loteria da Bahia qe cor- fnossa gr atidopelo tmodo e a onsi- Lfgar inglez o (aracado) bacalhao des- Car
t nm soffreu basstante. Urea trovoada acorn- Antonio Ferreira Pinto coin Hernelinda Au- re iM~r eterivelmente no 4ia 5 de ja- dr de ao s pe s i' s, e a 6ualLad a pin aglansito polo trapiche Con- penod)r at
panhada de chuva passou hoje por ci na de gusWd da Sif a Martins. neiro deraao que sua pessoa e qualidadesceiao. e
Alexandria. a Francisco Pereira de Brito, viuvo, corn Ignez Ashxdor d fomia de M erem. Barca ingleza ara Elln, ferragens despa- e
OutroL telegrammtua diz assim: Maria Brando. Asphyxiadordas formiugs deeB
g Ura violenta trovoada rebentou, quinta- Antonio Jos6 Texeira Lima corn Theodolinda Este ifMlivel de uidor das fori- E' umnfraco testemunho este nosso, o ad para 5 ato a l
Aia, em Suez. e fortes inundacOes se produzi- Amelia Perei.a da Rocha. gas, vende-se unicamente na holica de mis 6 sincero e fiho s6rente do Cora N V fa iV aa aio n t
ram. Hiouve rompinento do canal de agua do- Antonio Justino Ferreira da Luz con Ade- Ianoel Alves Barbosa, u rute do Mar- sc, que vai de Ismaila para Suez, e operou-se aide Augusta de Moraes. ne Al Reei'e,'d9 de novemro de 1877. Vi -e.
rma brecha uo canal moaritimo de Suez. A Francisco Marcelino BorgesChaves corn Ma- quez de Olinda n. 01. Recife19 dO neymbro do 1877. V om m l al e eoi neo a d 3
vgapfoi imradiaLamenLe coacertada e uina ria Custodia da Concenifo. R e %e KAiorlwa Smcandiro Healido.f da CuVha. cbneU paro 1 mahI. Cha
drfa toUrou ah terras que foram la adas no Terce'a den,,acao Para senhoras e "homes ftazenda ,oqnih l ra dtT MOl Wor -aVapiiop 5o (.t'rp ) ge.- lit(.
4a8ID enatuuo.,I Jod o F'raneisco dos Santos corn Filonila Hy- e artigos de phmtasia, rua )Duque de Joo Melchladei .oratunato de Sozu, ne, .ina p s-a trpic o- lib
Sm.armma .I.. ..B.a-0 Lloyd gin.io dos Reis Lima. I 0. IU .. r l C
ina4I4 ~ ~ ~ W Ia eqj-aaa ails, no FlorenAino Ferraira Saldanha corn Wad*R do axaaUO
Bl e re, no Fioranno Ferrara Saldanha corn Mar ia da Perante o superior tribunal da rdta- M. ,15 lal
&a 6di A.iAbr.N9 quat maaica o so- Coneeigao Ramos Chaves. -- P..ante-- ... -o..tribunal -a u'- a-
Eugeaaio Alves da Foacoca c.Ati Sve~iU"de O UM 810im petra hmjo ordom 4e Allab-qewa
#U cntt a pn W#0,go d Vixen-
".'~4e ZyKw4nia4C~g agalbiopFigueiredo. I El g~vnyovpioMatl 'v U0OaIP4 akinlip
lnlgwotjlo^ ilitf- _Jo6 joaquiw do Andrade cowIsabel Ant6nia r con-am to a'has~g agr5
--'- i^S sWB: so.iJ A oJi46 da. ilv@ com Be nt a da Cua. B, -hat a4iha, =O~ U ri1 ~i hI W'-

a=,B VAN", ,...


lgapr a m' m: Dra
orl,- H. Forster & .' eecos corn
)0.kilos de assucar masuavado.
lIgar inglez Racer, carregaram : para o
Simpso. & C. 2,000 saocos corn 150,000
de assucar mascovado.
barca ingleza Lusa, carregou: para o
Antenor Netto 900 saoc *|ia 67,500
de assucar t ma vado.,' .."
barca ingleza Cynul, OwrqrA9m : para
al, F. Csc.o & FRiho 170 sccos cam
I kilos de assucar mascavadi.
barca ingleza Voaunw, carrntrm : para
al, J. S. Loyo & Filho 600 isaccos corn
I kilos de assucar mascavadi,
Portos do inter&r
patacho portuguez Lidador,jesgaraan:
) Rio Grande do Sul, E. B. d faria 100
s corn 7.500 kilos de assucar branch ; J.
rreira 150 ditos coin 11,250 ditos de dito
,irrins, corn 5,676 ditta de dito masca-
escuna nacioital Cysne, carrcearam : para
'rande dJo Sul, Amnorim lrauaos & C. 75
n; :oin 5,605 kilos de assucar bramco.
vapor francez Ville d,' Santos, csrregou :
: R;o de aneiro, A. F. Bailtar 100 pipas
S.fiJ)0 til r.)s ,le aiar'liaetL'.
a Santo.;, ,A. lF. Bditar 0. .acccos corn
S.:ilo. d.le assii'ar brimic.j i 20.). ditos Corn
Slit(c s Li lifo i M Si .-I' -a'aln.
vapor :1a'na u)il., 1 iriit ._',,,ilo, carrego
1 3io de Janeiro, A. dal Silva fea.s 7 .i
..r |1,;iWO kilo,-I; d :d ir ';l:,,ar li 'dc:1o ,'
.,: I c "; 710".) 7 4' 1 ;1.il,)s ) -dl di1o mascaadj.
:; i- am n niAnnl P, ;i. l,, C.lre.OO para o)
S 1 '.,.DIi-<- I' u-'i..',rii -,- 2,1 .) saccos
;'i.;i.i,a, ;;00 ,Jut-,, cwon ilho, '0o) dilos
rj -I lit'-;cs coIl rt'oz.
)t i',a ii~i l/.j- .,io/:.', : tiiregj)u : paraI
,. ,. T. r.. "',.res G 12 a -i:ou, .oa i ilho.
':'. ,.i: : I', !s l '/i- ., 'i .It-' .t : iira P a-
-jI. (w a tltiiiO Laops 9 sac(os corn 704
,. (S. r i~ri,.u c "' (iito- c('onI I ;I

-',OD I,. DE ill'-:ND)AS INTER-
E OBAES l'r i-IINAMi'UCO
n..-0 d.o-diI a 3 : 71384657
:..:. ,,; ,lie. 5A5^972
t7:G..)3S6.,

(. -PSUIXDO P!i.OVNCIAL "
< .lia "I 5:7- 937



L. s'niaa d3 10 a 24' de no-
"isb-o d3 1877.
)-iie-' ,T\'ovinci-Aes do ( Ct0 c ntIo e valoI
as dita- de 8 Ipor centt) e v:.orI4 do I:.100$.
r,':; 3'm:-vs de' 8: pw ;fP lt(;l) ft vador die *')0(-#.
'7;'", cada lifi .-
h" 6"i.; d. i i porc io 0 valor deI '1 0001
*?. '..I cadJa in nf;t.
ai;a uin.
-a Com.,ani.i, d(t) lbli, de 8,30
.t..
,'i.; ) .- Riou' ,J) io de Jta!circ 45 d 'v 1 1,,2
: :: ; d e s c o n to .
.-i 'I o (lito. 30 d'v -1 pojr ce:ito de des-
i .
: --'.,, o 5lito, -15 d'v 1/2 po)r conto de
1, '~
.bre o ditc, 8 c 3 d,'v ao par.
b hre o 1oio Graude o Sui, 90 dc'v 2 por
dc e.zconuto.
:* '.Ihre Londres, f': i5v 25 1/8', 25 1/4 e
2 i le l2rLicuuar.
-. re- o dito, ?0 d/v 25 e 21 7,8 d/s
c .ob'e Paids, 3 do e A vista, o 38G rtis
o e,-bre Lisboa, 90 d/v 10Tpor cento de
"'?, p..rticula r.
) sabre o dito, 3 d,/v -112 per cento ,:te
)] .':3n;'o.
3)s,'c. o Porto, 9- d/v 109 e 108 por cen-
l:r'en-lo. particular.
)nt'o "e tetris de8, 9,e 10 per cento ao
:]e.c* oirlto.
Generos nacioniae?.
;ode--..--- Elltrades 672 saccas.
.,:,-r.- Entradas 22,914 sacco, 05 IWO-
eg.i intc3
;'ra!.;. 0t 0^'O0 a -*^509 o0 *5 kilos.
hoi0uos, de 3,G6X) a 3j700 os 15 kilos.
aas-javado, de 2$,0 a 2:9O0 os 15 kilos.
,0 rascavrado baixo, de ^95,0 a 2'000.os
;io;:. Todos em saccos die algodio.
-> .--,,. ..? OL'Ouu~a ,.-. IK Iil c


... pu,;- a ..i.u -" ,, i i.u' o.
3 bruto, a 1I9.)00 os 15 kiio1-. Era saccos
stopa.
tLiardtiIe'.- Cotamis a 704600 a pipa.
tf do Rio de Jaceiro. -- Utima venda a
) os 15 kilos.
Jr)s seecos salgados.-- Ultimas vendas
e '85 reis o kilo.
os'seccos espichados.-Ultima venda a
reis o kilo.
os verdes salgados. Ultima venda 4
-is a libra.
.'ih -t de mandioca.- Vendas de 85000 a
o sacco de 80 litros.
ij?,o mulatinho. Cotamnios a 205000 cada
mo e m latas.- Cotamos de 20:. a 210000
j kik.s.
Io em rolos.- Gotamos de 181 a 205000 os
ilos.
to do lkio Novo e Goyaz.- Cotamos a 40#,
Sos 15 kilos.
1;-.)- Cotamos dc,4j000 a 4500 os 15
dairaa do Rio Grande do S.al.-CGotamios
200 a S200 os 15 kilos.
1. Cotamos de 35S a 45S a pipa.
lho.- Cotamrnos do 100 a 120 rOis o kilo.
I do AssO.- Cotamos a 800 reis os 100
'a.-Cotamos oe 24300 a 3S500 o meio.
Las do Rio de Jauneiro.-Cotamos de 460 a
6is o maf o de 6 velas.
rque do Rio Grande do Sul.-Deposito de
0 arrobas, e retalha-so do 3j000 a 75500
5 kilos.
Generous estrangeiros.
ntrao.- Cotraos a 26S o barriL
)iste.- Cotamos a 5S700 os 15 kilos.
azemna.- Oetamos a 8S os 15 kilos..
reo da India., Cotamos a 3200 os 15
eij-.e duce em )barris.-Cotamosde 35300
S0 o ga!io.
a ean eaixas.- Nominal.
malbAo.- Deposito 16,000 barricas, reta-
e o nOVo ai 175500 e o velho a 185500 a
i] i. Ialorco. Cotamos a 4W0 ris a
- ats e11 caixas. Cotamos a 4000 a

is e, ,.'as.- Cotamoas de 1VtP a giga.
-u de resina. CotanMoa dO 9 a 12f a
oa.
-vao de pedra.- Cotamos de 810 a 214000
aoelada, conform a procedenda.
iolas,-- [Retalho a 12000 a caixa.
veja Bass Ilhlers & Bell.- Cotamos de 9
a duzia de boLiUjas.
a de outros fabricants. Otams dOe
a t4500 a duzia.
sent,).- Gotamos de 8000a 99 a barrica
0 tibras.
i -verte.- Gotamos de t8100 a S4W0 a
0 preao.- Cotauios do A a
niabos.- CoLasnos 7PbW WWl
losva. c.- '" ta
rvaidoce.--Csgaw 491MOW-.10

9SA iiOiirle liM


a, 3
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.o k S ", -, .


























atainios- ai58500 aOd-
a-5osit: r dU- te ,Jo 1TelI
to.. *o~i
as.- Cotamos a 1t3Se dipeeu'd
t-.110 eada Iatde 5 nesalr a ieoAro
a,40 lj0ada lata-de t e> meamo-tffetro


. Coltauos de 350 por cento
a factura
a *ai6 imrris.-UUltima venda


Dita ingleza.- Nfto ha.
Dita em latas.- Gotamos de 1$050 a 1#10(
a libra,I
Masses italianas.-Gotanmos a OW00 e $50(
a zaixa. -
Oleo do linhaea.-,. Comamos do 15800 a 2j c
gWao.
Papel de embrulho.- Cotamos de 700 rmts
& 1809 a resma.
Passas. Cotamos as novas a 7#200 cadda
caixa.
Paingo.- Cotamos a 35M00 os 15 kilos.
Pimenta da India.- Cotamos a 400 reis a
libra.
Queijos flamengos.- Cotamos a 24800'cada
queijo.
Dito prato.- Cuotamos a 900 rs. a libtra.
Sardinhas de Nantes.- Gotamos a 293 r6is
a lata de quarto.
Ditas portuguezais.- Uliima venda, a 5$000
o milheiro
Toucinho de Lisboa.- Cotamos de o 1040 a
105500 os 15 kilos.
Velas stearinas. Co)tamos a 500 r6-is o
inaco de 6 velas.
Vinagre.- Gotamos a 1I7%000 a pipa.
Vinho branco.- Cotan.ims a 245#000 a pipa.
Dito da Figueira. Cotamos a 250(000 a
pipa.
Die to into de Lisboa.- Cotamos a 2:i'(.i0
a pipa.
Dito do Porto.- Cotlaomos a 9$000 a cixa de
dluzia.
Xarque do Rio da Prata. Deposito 93.000
arrobas e reotallia-so,) de 3,fi0 a 7,400 cs -15
kilos, conform, a quali'Iada.





A companhia de se-

guros Indemnisadora, es-

tabelecida nesta prapa,

toma seguros maritimos

e contra o fogo, arua do

Vigario n. 2, casa corn

frente para a Praca do

Corpo Santo.


MiGUROS
JjilG

Maritimos e contra logo
Companhia Phenix Per-
nambucana
Rua do Commercio n. 34

Saques
Augusto F. do Oliveira & C. sacam
por todos os vapores -sobre o Banco
de Portugal e lBanico UniAo em Lisb6a
e Porto, e sobro as caixas filiaes e
agenucias dos m, -ims bancos em tdas
as cidades e po esses do reimo do
Portugal.

Companhia de seguros
terrestres e maritimos

Fidelidade
Estabelecida em Lisb6a em
i835
Toma seguros a premios modicos :
IEIiRESTRES de toda a especie, contra os ris-
cos de fogo ou suas consequencias
MAR.ITIMOS sobre mercadorias importadasa
exportadas em vapores e navies A vela.
Ns seguros terrestres faz a concessaio grn
urita do premio do setimo anne aos segura
dos que durante seis annos consecutivos fize
-iem seus seguros nesta companhia.
Agente nesta cidade Miguel 'Jose Alves, a
rua do Born Jesus, outr'ora da Crtiz, n. 7, ie
andar.


{IEPI IIAL

Comnpanhia de seguros

CONTRA 0 FOGO
EST: 1803
Seulra eontra o risco do fogo, casa e
utros edificios, fazendas, generous e
wercadorias de toda a espeeie.
Capital 16,000:0004000


AGENTS
B OW\ THO 0SON & C,
31 Rua do Marquez de OUnda 31
Seguro eontra fogo
The Liverpoolk & London &
Globe
Insurraince Company
AGENTS
-Saunders Brothers tC.
li--Coarpo Santo-41


ITO DO
omirados no d
zife allemaoo h


otha Gai-
.. G., Just,
bour. .
riatho 6.o,
i OlivAira


)


a'West Indies a
AJpeaper, camn
'Ro de Janeiro.


IDIH
0O Dr. Jose Jaointho Borges Diniz, juiz subqti-
tuto espedaldo eoammeroio desta cidadedo
Recife de Pernambuco, por S. M. o Impera-
dor, a queram IDeus guard, etc.
FaQo saber aois que o preseutc edital viremin
ou delle noticia ttverem, que no dia 27 do cor-
rente sn na sala das audiencias, ( s 11 horas
do dia, deierA terlugar a reuniAo dos cred,)-
res da massa fallida de IHenrcv Leiden & C.,
pars se verificar -os creditor e deliberar-se A
cerca da colcordata, caso seja apresenlada, ou
former contrato de uniao e nomear-se a4mii-
nistradores a dita massa," assim a cointin'mico
a V. S. para comparedar ng indicado din, certo
de que nafo sera admittido p r procurador sem
que este exhiba procuraQio especial, a qual
nao poderA ser conferida a devedor do fallid)
nito podendo tambein umn s6 individuo repre-
sentar por dous diversos credores, e que sora
havido o eredor que nio comparecer como
adherinio as reioilueoes da maioria -dos qie
comparecerevi, corn tanto que para ser valida i
a concordata, 6 necessario que seja concedida
por numero tal de votos que represented pelo
menos a maioria destes, em nujmero. de dous
tergos dos credits sujeitos aos 'efTeitos da
concordata.
E para quo chegue ao conhecimento do tLo-
dos, mandei passar o present edital, qpe sera
affixado'nos lugares do costume e pu)iblicado
pela imprensa.
Dado e passado nbsta cidado do ldo ,ife, aos
.2 de novclnbro de 1877. Subscrevi, Ernesto
da Silva.


Jos) Jacinth' ) Borges Diniz.
0 desemibargodor Francisco de Assis Oiivcira
Maciel, official da imperial ordenm da Rosa e
catalleiro da de Christo, juiz do direito de
orphtiaos e ausentes nesta cidade do Recife
de Pernambuco/ pot Sua Magestade' impe-
rial e constitutional o Sr. D. Pedro II, a quem
Dens guard, etc., etc.
Fago saber pelo present que MarcAlino Au-
gusto da Silva Vilal,, na qualidindo de testLa-
menteiro e inventatiante, dos bens do sea fi-
nado pai Joronymo Poreira Villar por seu ,ad-
vogado mne dirigio a'petiao dtio theor seguinte:
m111w. e Exmn. Sr. desemibargador jniz de au-
scntes.- Mlarcolino Augusto da ailv\a Vilir,
tcstamenteiro dos bens deixados por sen lina-
do pai Jeronymo Pereira Villar, v.-n re;rue-er
a-V. Exc. se digne aolrnittir o supplicuIte a
justificar a-ausencia de seas dous irminRos Ma-
noel Borges da Silva Villair c BaMihai.-.r Buriges
da Silva Villar, nuiscncia constant do proprin
testament, docuimentio ju;to, asini de ;u) jul
gada ella por sentenga, procedd-se a inventa-
rio; citados os hlierdeirous Jocnna Villar Ferrcira
Pinto, casada corn Manool Ferrbira Pinto, Lau-
riana Umbelina do Jesus Villar, lIenriqaeta
Villar Nrgueira de Souaa, casadn corn Jus5
Nogueira de Souza. Antonia Villai- Marrocos
Mendes, casada corn Jos& Maria Marrocos
Mendres, Tho Augusto da Silva Villar, Maria
Carolina de Jesus Villar o a viuva mncieira
Thereza Maria de Jesus Villar, que por mio-
tivos poderosissimnios nao pode aceitar a testa-
mentaria e nau podo pornmo\er o inventario,
designanjdo por isso V. Exc. o inventariante
para proseguir-se na lfrma da lei eito osLylo.
Nestes terms pede a V. Exc. deterimiento. Z
receberad mercer. Estava a peti.io.- sellada com
uinancstarnpilha de tduzet-tos rtCs e intilisa-lit
do modo seguinte: Recife, 6 de novembro de
1877.-Marcolino Augusto da Silva Villar.
E nesta petig-io dei o despacio do.theor so-
guinte:
Distribuida.-Cornme requer, e design o dia
8 do corrente, depois da audiencia na respec-
tiva sala, citado o Dr. curator gora! Jo auIsen
tes. Noineio o supplicant iiventarianLte e
des;gno o dia -13 do corrente l)ara procedor-se
a descrnpeo. Recife, 6 de novernb:-o do -1877.
-Oliveira Maciel.
Ern virtue deste men daspacho, foi a peti-
(Ao distrtbuida'ao escriv-o DoiniRgos Nunes
Ferreira. E no dia designado foam apresen-
tadas as testemunhias pelo supplicante, debai-
xo do juramento prestado no livro dos Santos
Evangelhos, depozerarn convenientemente so-
lbre a ausencia dos herdeiros Manoel Barges
da SilvaVillar e Balthazar Borges da Silva Vil-
la, pelo que oscrivAo,,e depois de sellar e pre-
parar os autos, me os fez conclusos, e nos
quaes dei a senten(a do theoe seguinto:
Provado come estA pelo depoimento das
testemunhas de folhas vinte a folhas vinte urn,
que os herdeiros Manoel Borges da Silva Vil-
lar e Balthazar Borges da Silva Villar. se achann
ausentes em lugar n1io sabido, mando que se-
jam citados per editos corn o prazo da lei, e
custas. Recife, 10 de novembro de -1877.-Fran-
cisco de Assis Oliveira Maciel.
Em cumprimento desta sentence o respec-
tive escrivao que este escreveu, passou o
present edital corn o prazo de 30 dias, pelo
qual chamno, cite e bei per citados aos referi-
dos herdeiros, filhos do dito inventariado Jero-
nymo Pereira Villar, para que no dito prazo
comparegam per Sl, on seus procuradores an-
te estejuizo, allegando e provando o que for
a bemrn de seuns direitos sob penn de revelia. E
para quo chegue ao conhecimento de todos,
mnandei fazer o present edital, que serd affi-
xado no lugar do costume e publicado pela im-
prensa. Dado e passado nesFacidade do Re-
cife de Pernambuco, aos 12 de novembro do
corrente anno do Nascimento de Nosso Se-
nhor Jesus Christo de 1877. Eu, Domingos
Nunes Ferreira, escrivao, o escrevi.
Francisco de Assis Olivcia, Maciel.


DECLARAOES

Companhia Pernambucana de
navegaQao costeira
Do ordemida irectlria sao convidados os
senhores accionistas para rcunirem-se em as-
sembla geral, no primeiro andar do predio A
rua da Companhia Pernambucana-n. 12, no dia
3 de dezembro proximo, ao meio dia, allrn,de
lies s -r apresontado pell comrniissI- nomtneada
nasessio ordinaria do presLente anno, o re4
sultado dos trabalhos de que foi enearregada.
Recife, 22 de novensDro do 1877.
0 gerente',
S Francisco Roman0o Stepple da Silva.
De ordem da mesa regeaorj da
veneravel irmaidade do Santissirno Su-
cramrnento da freguezia de Santo Anto-.
nio do Recife, convido aos Srg. profes-
sores de rnusica, que se quizerenm.con-
tratar come nmestre de capella da refe-
rids irmandade, a npresenitlarem- suas
protostas em carta feehada, ali o dia 3
de dezemtbro vindouro, afim de serea li-
das 1na -oimeira reuf*niao da mesa, e


Art. 2.0 o
as amostras dosd bjactos zPi tsozetom.
Art. 3.* :As !rwtaetud itasse.
gundo o systa, 4epeso$ Mdi, uantida
dcsoqualiidaa4a -toiol -4ec arela-
Q abaixa-o espel toada. ^ '
Art. 4.o Os fornetedors devero tfazer o
fornecimento dos flliiaft, tempo e A Mhn
etm que lhes orpopaido ,; soab p^ea de pagarer
dez pr onto d*'tla sabrea importaincia dc
fardamento e do vinte se effectivamente nao c
fizerem.
Art. 5.0 6s forqee.dores serao bigadps a
pagarem o selo proporcionat sobtl1a itBor-
tancia do fornecimento feito7.
Art. 6 o Os fornecedores-se obrigar'o a en -
tregar os material pedldos, no armazem dic
cases do RaMnos, ou ao p6 da obra saobre quIl-
quemur dosa eses$ estaMlade, rfediant re-
cibo, que serd passado na propria viat de pedi-
do. polo empregmao competent, a 4nual aco-
panhar a conta que serA tirada mensilmen-
,te e entregue na repartiqao no comeco do rmez
seguinte ao do fornecimento.
Materiaes de construceo.
Ar6a do Montciro, metrof-cubico..
Podra brnta. idem.
Dita dita do Rio deJaneiro, idem.
Dita do Rio de Janeiro, quebrada, passada
1no annel de 0,0(in. para beton ou emnpedra-
monto, idem.
Tijolos de alveaaria grassa do Monteiro.
milieiro. 1 .
Cal. hydraulte iVticT* i.e tIguarassh ou-de
outra qualqter ONldent ca.paz de suppor-
tar a agulhl Vit de poisi o3 dias de immner-
siLo tiagua "lI-l||ad'ico
Cimliento Pail marca Piramv-
de ou WestlE -i o que o de ou-
tea ....h ,
tra provenienc .s-e a em aceito no case
de'provar igual qualidade emin experiehcias
comparativas de resistencia a fraccio, kilo,
peso liquido -
Dito romano, idem idem.
Repartitio das obras de conservaCaiio dos
portos de Pernambuco, em 23 denovembro de
1877.


0 lo escripliurario, -
Manoel Dutarte Pereira.


Obras do -Porto
De ordem do Ilm. Sr.,engenhoiro (
das obras de conservacao dos portos,
formidade corn a autoiisato tie S. Ex
president da provincia, de 17 de no
Scarrente, e na form do art. 10 do decr
2,926 de -14 de maio do 1862 e 18 do
n. 2,922 de 10 da mesa data, do regul
do ministcrio da agriculture, comm<
urbras pub!icas, fago sciente a quem int
possa que no dia 6 de dezembro proxi
duur-o. ao mcio dia, na reparticiao das re
obras, recebe a competent junta prm
em cartas fechadas e competentement,
4'as, para forncctmento de objects nec(
a secretaria, sala de desenho, dramas, v
officin.s de machines ede reparbs per
do seis mezes, a contar do 1o de jan
anno proximro vindouro, sob as condici
gninltes -:
Art. -I. Os proponents deverto apr
as suas propostas ate a hora acinia i-
nadia, send quo depois naos&6ro gtsa
Art. 2." Os proponontes serio obrig
apresentar as amostras dos objects
postos
Art. 3.o As propostas deverZio ser fei
gundo o systerna de pesos, metidas,
dades e qualidades, deo conformidade co
lagdo ahaix)xo especificada.
Art 4.o Os fornecedcres se obrigara
zer o fornccimento a tempo e A hora e
fr-Ilhes pedilo, sobl) pena de pagarem t(
n-lta so)bre o valor do fornecimento c
so effectivamento nao o flzerem.
Art. '5.o Os fornecedores, pagario
proporcionnal sOI)re a importancia do f
mento feito.
Art. 6.o Os fornecedores serlo obrig
entregar os objects pedidos para as t
vapores, officinas de machines e de ro
no Cres do Ramos, no armazem de de
mediante recibo que serd passado pelo
gado competente na propria via do pe
qual acompanhatA a conta que sera tirad
sal men to e entregue na repartiiC no i
do mez seguinte ao do fornecimento. *
Art. 7.o 0 carvao para as dragas e v
se.A fornecido a bordo na quantidade d&
20 toneladas em embarcabes dessa arq
competentemente veritfleadas.
Jelctciio dos objects para as dragas e.v
officinats de machines, officinas de r
secretaria e sala de desenho.
Acido muriatico, litro.
AQo batido, kilo.
Dito fundido, idam.
Ditoe em.verguinhas, idem.
Agua-raz, litro.
Alcatrao. idem.
Almotolias de folha, 4.
Arame de cobre, kilo.
Arrebem alcatroado, idem.
Azeite doce, litro.
Dito de poixe, idem.
Dito de carrapato, idem.
Baldes" ferrados, 1.
Bandeira national de 3 pannos, 1.
Dita dita de 2 ditos, I
Borracha vulcanisoda, kilo.
Breu, idem.
Brim, metro.
Brochas n. 8,A.
Ditas pequenas. 1.
Cabo delinho, kilo.
Dito de manila, kilo.
Cadernaes bronzeados, pollegada.
Ditos ferrados, kilo.-'
Gacarollas de ferro estanhadas, idem.
Cadeiados surtidos, 1.
Gadinhos, numero.
Canetas ordinarias, duzia.
Caldeirmes de ferro estanhados# kilo.
Chaleiras de dito dito, idem.
Campa pequena, 1. '
Caique em panno, peca.
Celheres do trade de meia pollegada de
sura a 10/8, duzia.
Ditas de rosca, de meia pollegada de gr
a 8/8, idem.
Ghumnbo em harra, kio.
Dito em lengol, idem.
Caldeiras sortidas para derreter breu, id
Carvao Cardiff,, idem.
Dito para ferreiro, idem.
Dito Newcastle, idem.
Cobre em barra, idema
Dito em lenol ideim.
Ditoivelho, idema.
Coke, idem. "
Correntes de fetro, idem. -
Coiro erA, 1. i
Cra-, kilo.
Cantoneiras do ferro sortidas, idem.
Catraca, 4. ,
Gurvas de sicupira de different taman
conforme a formna apresentada, i,"
Dobradiga de ferrO, p'r. ,
Ditla de metal, idem.,
Escova Ingleza, -
Dita para tukbo, 1.


Estahhnbo em-vorguinhas, kilo.


papel C


*K, :;7: + :+ T+


K fe ":: + 1:,*1^1

arm: d, a tmlt


- NerImn.Ml o. -" .
SMSay Cempoai0qo em folt, idei,
i-Ilhar branch, idem.
SoitbesbroMizeIdos, pollegv,-. '.
SMosos ferrados, idemn.
SOleo de linhaqa, litro.
Fobasde eWceiro, cento. -
P apetm, folha.
Parttusos ordinaries, duzia.
i P d ferro Patent, ,1.
N P3sretos, kilo 4
Pranobho de amarello, i1.
Dio- ie pao-carga. idem.
SDiltode pinho da Suecia. idem.
* Ditosde dita resinoso, idem.
Pregos de cobre, kilo.
* Dilos. de zinco, idem.
Ditos de felro de 6 pollegadat, idem.
SDiLoS de dito de 4 a 4 1/2 pollegadas, idem.
SDitos de dito de 5 pollegadas, idenm.
Dites de fore, idem.
Pito.s caibraes, idem.
Ditus nripaes, ideam "
Ditos do batel, g.*ndes, Idonm.
Ditos do dito peqaenos,. !deni.
Ditos francezes, idemn.
Prumis de chumbo, idem.
Piassava, molho.
Penuas Gouthior, caixa.
Ditas Perry, idem.
Ditas Mallas, idem.
Penras finas para desenho, caixa.
iresilhas de diversos ltamanhos, caixa.
Pasta de oleado, umna.
PCp.l caique, peca.
Dit) sem fim, pega.
Ditu matta borrao, folha.
Dito limaC-o pautado, resmna.
Dito rosado pequeno, caixa.
Dito rosado pautado grande, resmna.
Dito carr6, cento.
Dito Jesus, cento.
Quartolla ferrada, uma
Query para cabu, urn.
liaspa de ferro, unia.
Ltemos de faia, metro.
Poxo terra, kilo.
Raspadeiras de cabo de outo, ium-.
Regoa d faia, uma.
Secante d fezes de eliro, Iclo.
Dito de zinco, kilo.
Sola ingleza, metro.
Dita national, meio.
Taboas de ainarello de urn. poll,--gada Ile gro-
sura, duzia.
IDitas de pao-carga do urea pollegala de gr')
stra, duzia.
Ditas de amarelo de meia pollegada doe g -t
sura, duzia.
Ditas de pinho da Suecia, duzia.
I)itas (de pinho resinoso, duzia.
titay de cedro, duzia.
Ditas de loumo. duzia.
Traves do qualidade, palmo.
Tapete para escaler, metro.
Tachas de bomba, kilo.
Ditas deo cobre, kiMo.
Ditas do zinco, k-io.
TijoloiJngez, urn.
Ditt de fogo, urn.
Prussiatu de potassa kilo.
Tinta branca dc zinco em mass, kilo.
Dii verdle em mass, kilo.
Dita preta em mass. kilo..
Travel desicupiroa verdadeira, urna.
Dita do embiriba preta, uma.
'Trilieal, kilo.
Tubo de4idro para nivel deI agua, un.
Tarraeha de 1/4 i 3/,8, umrna.
Tubes de lotnS para caldeira, Mio.
Tints preta Slhpens, bulao.
Tinteiro de viJdro, urn.
Tinfe carmim, frasco
rVelrd$-sif4oez, kilo.
Vermnielao, kilo.
lergontea de pinho, uria.
Veriiz do alcatrio, litrio.
Zam.co inglez, kilo.
Zinco enl folha, kilo.
RepartiCco das obras de conservaciUo do
porlos de Pernambuco, em 23 de november
de 1877.


!I-,


s-
S-
3-


)S
?O


0 -o escripturario,
lanoel Du r-rte Pereira.
0 procurador dos feitos da fazenda
provincial, tendo recebido do thesouro
provincial a relado abaixo transcript
dos devedores do imposto de 6 por cento
sobre fabk'ica., escriptorios, consulto-
-os, officinas, cartoros, apougne e ola-
rias, relatives ao exercicio de 1875 a
1876, declara que Ihes fica marcado
na conformidade do disposto no art.
53 da lei n. 891, o prazo de 30 dias,
a contar da publicavao do present
edital, para recolherem a importan-
cia de seus debitos ao mesmo thesou -
ro, certos de que find o re[erido pra-
zo, se procederd a cobrania executiva-
mente.
Becife, 91 de novembro de 1877.-
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Relagio dos devedores do imposto de 6 power
cento sob a renda das casas corn estabele-
cimentos commerciaes forada cidade e- no
seu munieipio, fabrics, escriptorios, consul-
torios, officinas, cartories, agongues e ola-
rias, do exercieio de 14875 a 1876.
E
Imperatriz n. 55. E. M. Burgevio, tin-
tiqaria 36$000
Hospital Pedro II n. 7. Evaldo Caqdido
da Fonceca Barros, olaria 7S680
Ilha Bemfica n. 14. Evaristo Mendes
da Cunha A:zevedo, olaria 12#000
Giqui, a Jabqnlto. Evaristo V. Caval- 0
cante de Albuquerque Lins 3J600
S. Francisco de Paula n. 47. Egidio
Carneiro Leto, agougue 5S760
Ambol, sein numero. O mesmno, ola- -
na -' 1440400


.. F
Larga do Rosario n. 26. Dr. Francis-
co da Cunha Beltrao, consultorio
er. Marquez de Olinda n. 34. Francisco
Jose Pinheiro, officina do alfaiate
Thomnd de Souza n. 14. Francisco
S,, Xavier Pereira, officina defunlleiro
Madre de Deos n. 31. Floriano Gon-
.alves da Silva, officina de cigarros
SVisconde de Itaparica n. '3. Francisco
SIosM Ribteiro, offloina do tanoeiro
Dita n. 43. Francisco Jos6 da Silva
Aranjo, idem .' "
Dita n. 55. Francisco Domingos de
Carvalh. idem
Bar.o d, Triumpho n. 76: Fitmino
i es, Antonio Souto Maior Raposo, fosbrifa
lmperador n. 24. Felix de .Figueira
SFariaesieriptorio
+ Dita n. 34. Francisop Augusto da Cos-
S ta, idet +
:Ditana. 44.Francisco Pinto Pssoa,
DitO n. 33. Francelino Rodrigues da


445400
218600
.,4#(1OO

10"800
1850.0
188000


o1080


6- 46.V c Henri-
SMoeima n d 3 ou-
t 1 !'*


Largo do Carmo n. 15. Francisco Jos6
do NaiCntiento, ejifpalhador
Inhafma n. 54. Ferreira & Filho, ca-
bdteato't -
Dita a. 58 srancliscod4 Itego Baptis-
ta, escriptorio
PedrioAffonso n. 418. Francisco Gabriel
dasChagas. officina de funileiro
Largo de & 1Pedro n. 10. Francisco
Ma.pciO ,dos Santos, mnarcineeiria
Lomas Valentina, -n. 48. Francelino
Ferreira da foneeca, cigarrol
Vidal de NegreiroS n. '14. Francisco
Fernandes dos Santos, cabelleireiro
SNova do Santa Rita n. 41. Francisco
Joaquim Quintinu de Paula, carpin-
teiro
Imperial n. 279. Francisco Cruz. funi-
leiro
Impe'ratriz n. 51 A. Francisco Rodri-
guesvdos antos, idem
Gervazio Pires n. 83 A. Francisco
Pauline GCalral, carapina
Travossa das Barreiras n. 21. Fran-
cisco MaiaCorte, olaria
Payssandfifn. 33. Florencio Campos
Correia, officina de funileiro
S. Miguel n. 135 Francisco Odilon
Tavarcs Lima, olaria
Qiabo, serm numero. Francisco Car-
neiro Machado Rios. idem
VLargo dos Remedies n. 30. Francisv,c
SMonteiro Gwncalves da Liz. idem
Estrada Nova, sem numero. Francisc'
Monteiro Borges, tavorna
Campina Grande, sem numniero. Fran-
cisco Jose de Sant'Anna, ideni
S. Lourenio, sern numero. Francisc.
Luiz Quaresma,idemn .
Coronel Suassuna n. 9W. Dr. Franci,-
co do Paula Soares, consultri)o
G
Imperador n. 4k Guilherme Auguslo
de AthIayde, escriptorio
Dita n. 18. Germano F. Joss do San-
t'Anna, marcineiria
Penha n.13. Genuine de Souza Ma-
fra, f'ficina do alfaiaLt
General Seara ns. 2 e :4. Guilihenmno
Degal. olficina de feireiro
Imperial n. 49. Guilherme Rodrig,'iv-s
da Foinceca, ol'ficina de funilciro
E H
hfinpirador n. 5'. HIermenegiido Eduar-
do do Rego Monteix'o, escriptorio
Penha n. 3. Hortulano Jacob de Mho-
deir'Os, cmalcado
Marquez do-Herval n. 36. Henrique
Ilorme, mitircineiria
Capiharibe n. 38. lloracio (Camer, fa-
ir-ica do gtlo
Iloslicio'n. IIHermino Goeies ia Sil-
va, officina do corrieiro
S. Miguel n. 135. Hermann Neimery,
olaria *


Impoerador n. i8. Dr. hIipoceneio So-
rafico de Assis Carvalho, escripto-
rio
Duque de Cixiasrn. 41'A. Isidoro Jose
de Brito. alfaiate
Larangeiras n. 31 Innocencio Jos6 de
Miranda, ourives
Visconde de Inhafma n. 12. Innocen-
cioR dielto IBraga fabrica de cigarros
Vidal de Negreiros, sem numero. Isi-
doro de Paula e Silva. marcineiro
Imperatdiz n. 61. Isidoro Francisco
Pinto, ourves
S. Miguel n. 117. Isabel Buarque Lis-
boa, olaria
Travessa do Lucas n. 7. Jgnacio de
Souza Leao, idemn
Giqiiid a Jaboatio, sen numero. Igna-
cio Xavier da Costa.idem
Estjada para o ergenho, semr nuthero.
Ildefonso dos Reis Gom%, taverna
J
Arco da Conceicno n. 6. Jpaquim Ve-
nancio Nogueira, fabric de ci-
garros
Marquez do Olinda n. 12. Joss Ber-
nardo Peniche, cabelleireiro
[ita n. 46. Joao Conr:eia de Carvalho,
alfaiate
Dita n. 56. Dr. Joilo Maria Seve, con-
sultorio
Dita n. 25. Dr. Jose de Miranda Cu-
rio, idem
Born Jesus n. 43. Dr. Joiao Raymundo
Pereira da Silva, idem
Dita n. 59. Jose Alves Barbosa, offici-
na de Flandres
Largo do Corpo Santo n. 21. Joss
Marques de Ayrosa Braga, officina
de calgado
Vigario Tenorio n. 18. Jose Fernandes
de Oliveira, otficina de carapina
Dita n. 1l. Jose de Souza Castro, flan-
dres
Maris e Barros n. 16. Jos6 de Souza


SAN TA


Ter a-leira


1t


-12000


146400


12$000
65000
18#000

21$840
215600
215600j
i+:o


S


B b B Ei- I B E
0 Sr. Corbiniano de Aquino Fonceca,
caixa da companhlita, acha-se autorisa-
do a pagar no seu escriptorio i rua do
Vigario Tenorio n. 4, das 10 horas -As
3 da tarde, o 59o dividend desta corn-
panhia, na proporgo de 38 per apoli-
ce, previne-se aos Srs accionistas que
este pagamento sert feito 'corn uma
part em moeda de cobre. Escripterio
da companhia, 14 de novembro de 1877.
-0 secretario. Jose Rodrigues de
Souza.


Sensitiva
Graciosissima, zarzuela em dons actos.
2.1 PARTE
El Chinito
Tango original, cantado unicamente pelo
acomnpanhamentO de -orchestra. .
3.a PART
I1Trovatore


Quarto acto d'esta opera, do maestro Verdi, executada pela bene-
ficiada e os artists Gerner, Villa Real, Navarro e coros.
4.a PABTE -

,FIlor4Maio&
-Canto execatad pe4coro dehomens.

:-+ l anita -
Popultrisfiaai C Aondi a de-amrebata dor effeito.
E' rn u ds m intwain1 A* a(i$5a iranos camaMrotes agradecer aos ses
lustlles eiMvdaido. -
P inip"Ado6-'1


ISABEL


27 do corrente


core


de homens, sem


THEATRE


Beneficio da primeira dama da companhia Hespanhola de Zarzuelas
JOSEPHA GARCIA
i.a PARTE


-S J,


00 WO Visconde de Itapar~ia ns.3 e 41. J Agw ,
da- sda511*avRego iIl.
SW) Ditf n. 45. jwt) da itva, Val' T
SDia a. 49.. 0 nesmo, id
9 Barilod#Tri p R 1- .....
7#100 reira da o stA. femre#i ca
lhiperidor no. Joao Francisco de o .,
V$#000 ,j tkoast maLima. o I n
litA m. 44. Js6NYietsarnpellom de
44400 Almeida, o, ct i9.
Dita n. 48. Dr." 1 b AiAt egs|io teo-
9#000 dri`esLinase iIt lri 9$000
Ditan n. 48. Joaqui (omes -da Silva
21$600 Mollo, idem 'DowO
Dita n. '52. Dr. Jose( Eustaquio Ferrel-
i 1 O0 ra Jacobina, idem 6 O000
SDita 1. 19. Joao Cesar de Mello, offi-
j'1080 cina de carro 215600
Dita n. 29. Jono Pires Seajra. enca-
I o00O dernalio 400 0
Dita ii. 31. Dr. Jos6 Joaquirn Tavares
Belfort, escriptorio 125000
0000 Dita nt. 41. Dr. Jotio Silveira de Sou-
za, idem rn00
6000 Dita ni. 41. Dr. Joss Lopes Pessoa da
Costa, idemn 7$200
14.400 Dita n,.45. Jos(, Osoirio de Cerqueira,
idem 9SX000
18,000 Dita nri. 65. Dr. Jos6 Avelino Gurgel
I do Anlaral, idem 95000
18,?000 Ditar n. 67. Dr. Joaquim Pereira de
IAraujo 60QO
3,600 Dita n. 61). Dr. J. J. Ribeiro Vianna,
Iofficina de caldeireiro 18$000
'12#000 Dita n. 83. Joaquimn Jos6 do Abreu.
S ecscriptorio 7 )
S00 P'racn de Pedro II n. 2 A. Joqumin Go-
Sruc: Pessa, cartorio 7# 00
0 Dita u. 2 A. Jovino Epiphanio da Cu
niha, ideim 7200
3600i 1iiirIii-o de Marco u. 1?. Jos': Maxi-
utiianj Alvps Cavalcante, (scrip-
',t000 torio ,t$000
Dinqii de Cax.as- ni. 36. Joaquimn At-
630001 tunio Diniz, torneiro 146400%
Dita ni. 68. )Dr. Jos6 Felix da Cunha
j9U$O0 Meinezes, consultorio 12,000
Dita n. 21. .?os( Nicofao dos Sanfos,
encadecritacio "18j000
7 00 Dita n. 21. Jos5 Ferreira de Alneida
Guiniarfies, escriptorio 12$000
183,")10 Dita n. 77. Joao Antonio de Abreu,
solicitador 9$00
7402i)0 Bario d-i Victoria n. 44. Dr. Joeo PIe-
tdro Maduro da Fonceca, consulto-
18#000 rio ,44400
Dita i. 46. Dr. Jacitiho Silvano San-
8,?6'01 ta losa, idem 12MM0
Dita n. 7. Dr: Jesuino Augusto dos
Santos Mello, ideom 12O00
6$00 Travessa das Cruzez n. 14. Jos6
lFrauncisc Carndi, officina de caiCado 14$000
9,000 Trravessa do Queimado a. 7. Joaquim
Iiitiocencio Espirito Santo, Flandres 8$640
'1 t000 Larw..ugeiras n. -6. Jos. JoaqtiLun Pe-
reira 'tavares e Adolpho Tliiugo dc
30((X) Firiias, ouri'ves 18000
DitI ii. :8. Joa.fuin) Manoal doa Nas-
i.$40U ei co-ito, marcilleiro l-.000
Triiciheir,-; n. 1. Joaquim Bernardino
0),00 Custro lios, tartarugueiro -12 -00
Lar'go do Rosario n. 12. Jus Igna-
cio de Araujo Pereira, consultorio I8 0s)
Dita ni. 20.'Dr. Jouio Ferreira da Silva,
9$000 idem -1w400
Estreita do Rosario n. 4. Jose Joa-
15$000 q(tinl da Costa, relojoeiro 9$000
Dita n. 6. Dr. JoaquimCongalves Alei-
10809 xo, escriptorio 60000
Dita n. 22. Joao Eileterio Ttranquilino,
21600 marcineiro 12,$000
Dita n. 28. Dr. Joao Francisco Teixei-
'14t4i0' ra, escripturio 9,000
Dita n. 30. Joao Cardoso Barretto,
.12$000 barbeiro 12.,000
Dita t. 31. Jost da Silva Oliveira,
9,000 mohilia 183000
Dita n. 21. Jose Marinho & C., mar-
95000 I cineiria 125000
-185000 ___(Continua)

























tAMEK


; 1 *' o ." ., W:V **'Jlv''yvv w
1jlEspera-so da Euro-
pa, W o dia I* de de-
zeibro, e depois da
Sprecisa demora seguira
Spara a Bahia, Rio de
Janeiro, Rio da Prata.
.V aio, Aica, [slay. Calltio, para onde re-
,e-irA passagetros, encomnmendas e dinheiro
a frete. Tambet iroecebe para New-York e S.
Francisco, por via Panama.
AGENTS
Wilson Brothers a C.
14--RUADO COMMERCIO--4
loyal Mail Steam Packet

Company
-4xrande reduceao nos preos das pas-
sagens
0 PAQUET A VAPOR
Neva
Commandante Gillies
TOGANDO EM IHAVRE
Espera-se dos por-

Ter 1 osvpoe orrment, o gtutadeotsa
Ltos do sul o daia 29 do
corrente, 0olUal depoi.s
da den orado costume,



As chegadas e sahidas sao as seguiintes
Da Eiropa
11f Souharpton nos dias 9 e o1 de,- o-a me.
-W)e Lisb6a nos dias 13 e 28 de cada eez.
' Deo Petnambuco nos dias 10 e 15 de cada mni.
Do sult
De Baenos-Xyres nos dias 1 e 15 de cada mez.
.De Montevideo nos dims 2 e -16 d cada mez.
Do Rio do Janeiro nos dias 9 e 24 de cada inmez.
Da Bahia nosdias 912 e 27 de cada wCz.
De Pernambuco nos dias 14 a 29 do cada mez.
PREgO DAS PASS \GENS
G1LA4. 2'3i
-1a .' 3.'


-Para Lisboa. 2. 15
- Southampton c Ila-
vre. 30-35 20
Balia.. 50.. .5.
Rio de Janeiro. 1 (OA 50$
Montevideo. 2-3 11
Buenos Ayres ) 2 12
Bilhetes de id.t e volia Lce:n um abati
de 25"porcento.
Da-se vfnho gratis aos passagciros
das as classes.
Faz-se gmrandes abatimca'..3s a favorr
Iailias.


0 PAQUE1E A. VAPOR
F, If) e


131
.1541
3fi
70.8
8'
iinentoj
de to-
IIC a-
defa


menciona
poEm u.
pad ores.


o is os vonade dos
ou mnais loes,, A vomitads dos


LRILAO
1 : DE :-1
moves, louga, erysaes, ojectos de elo
h-o-plate e prata doPorto
Tuido ennoptilmoestado4de consemVaao
CONSTANDO DE:
-Ia salad d direita
Urn excellehte piano forte e novo, do fabri-
cante 1H. Hertz, 1 mobilia dejaucarandi massi-
ca, com nI sofa, I jardineira con a marmore, 3
consoles com pe-iras, 2 cadeiras de bracos e
12 de guarnic&o, i caJeira para piano, 2 capi-
teis e jarros, 4 castiQaes e mangas, 2 figures
de bronze (Venus e Marte), i tereoscopo corn
vi tas, 1 caixa de madreperola para jogo (e
dama, 4 quadros, 2 tapetes, 2 ednsolos de ja-
caranpa, coin pedras, I mesinha redonda, I
eserivaninhlia, 1 cesta de costura.
Sala de jantar
Um relogio de parede, obra de gosto, 1 mne-
sa elastica para 24 pessoas, 1 dita para 18 di-
Ltas, 1 guarda-louga envidracado, 1 aparador
coin tarnpo de marmore, J2 cadeiras de guar-
niC.io, i dlita para menino, 2 aparadores tor-
neados, I sofa, 2 consolos,' louqa para ch e
jai-lar, I apparelho dessert, cops, calices,
garrafas, compotoiras e outros objects de fi-
no crystal, I1 filtro e 1 guarda-cornida de ma-
dcira z-arn.am.
Objectos- de electro-plate
Umn apparelho para chdi, comic 5 peas, 1 bain-
deja oval. 2 salvas, 2 galheteiros, 2 porta-
ovos, collheros, garfus, facas, casticaes e ou-
tros ailigus de electro-plate e prata do Porto.
U 2a sala i esquerda
Umu riea mobilia de mogno paia sala de
jantar, composta de i mesa *elastica pare 30
pessoas, I guarda-louca envidraCado, 2 apara-
dores corn marniarios, t etagers, 12 c deiras
de guarniCiiao, tudo igual, 1 guarda-louia de
catrvailo ...- .


1o quarto
Uutma cama franceza de jacaratinda (nttova), 1
guarla-vestido de amrnarelio, I coimmoda, 1
mesa corn 2 gavetas, I espelho, 6 cadeiras de
guarnicao e 1 cabide torneado
20 quarto
Umn narquezio (novo), 1 meia couimoda, 1
guarda-rou|)a, i lavatorio, 6 cadeiras, 1 bereo.
3o quarto
Urna camia franceza, I commode, 2 mualas do
viageut, I tapeLe, 2 camas do terro pa-ra mc-
ninlos, 1 espelho. grande sobre columInas, 1
nwarqueza e 12 cadeiraMs.
Objectos avulsos
Um carriliho para monino, 1 maciija de
icostura, 1 IJila para agua gazuza, 1 tiltto, -1
cesmoytia, I caixa part tents e nuitosou-
tros objects que estarZao patenLes ao exame
Jos concurrentes.
QUARTA-FEII 28 1)0 CORRENTE
Nos Afflictos
Casa grande em que minorou o Sr. Pc-
ire Maury, emi frente ; Ce.-,ticao
POll INTERVEN(AO DO AGENTE
PINTO
\':s <(V I 1 hh ras iua rtiriP; d I C.t.;!"i:'s d ,In o .,r.,


(,O,(., [, r t de- Sanio Aintnonio um tLiem que dar i pasa-
cg- em gratis aos-concurrentes.
E tora-sedaurlo- o!0 leilio principiara as 11 ho-
J),' no .lIia %27 .o0 Cot'-
t-'kceiiio, o equal depois rasem ponto
da demora do costumne, iI A
,- teguiriAt pmara Bienos- LIL A
t & lAt L 'tr t3dt 1)0
portos da Bahia, Rido ,ie Jancio C .Xmimtevideo. DE
Para passagens,fretcs. ulc., trala-so coin os
CONSIGNA.TAIl.O j Ulthano definkivanimente da lihj1ui-
.1damson Hovie t 1'. I
da inso 1lo ie t lio Isaac liz li!h-o no dia 17 do eh'.,ui'iu
Rua do Marquez de Olinda 11. 37 proximo, por intervenc-o do agernte Mairtits, :i
Entrada para o escripto io pela rua travessa da rIia Duquc de Caxias ni. 2, ;s I'-
do Bispo Sardinhlia ii. J7- horas eil poilto, dos objects constainlos das
----- U --------s-- eguinitbs cauitelas
-Companhia de navegAgdo a va-I Ns. "' 34, 3300 32, 4jj5
por Bahiana, limitada Z192, 491<, 1685, 31), i 89,, 9,
3Macei6, Penedo, Aracajii, Estancia e 15 4 5) 3 1 :88, 5221i-, 530, 5305, 5448),
Bahia 5533, 57, 543, 554, r554, 5557,
0 5apo,9''l565557 i 7
i avan*f568l 56.1b 5687, Z -0 5 5()Xio 50501^
S. Salvador
Cna n l56, 5562 56. 592, 5679; 5670, 5057,
Commandante Bel'io po-e509, 5505 5 "08, 536, t5630, 5023,
4 E'esperado dos pr- 5611, 5(9, 3, 4713, 5570, 9522,
Los acima at L, 0dia3qI. 3007, ,76 486. 433, 387
,11L, ,o',,_rent, 0 esegelir23,':,0071..7, 486. A331387.1 50-,


parea U5 l1(S11106 do-
pois da demora do
Recebe carga alW o dia 2-.s 2 h.ras da tar-
die, encommendas, d.nheiro a Irete e passa-
_gens, atW as 5 horas dac ta.de trala-se na
Ageincia
7-Rtia do Vigario--7
Domlingos Alves Matheus

LEILOES

4) agente Bulrlindaqui

LEILAO
Hoje
A's11 horas
Sao correr do niartllo
Miudezas, inclusive lirtas, ,; cHbi.iu;os. bo-
Ahes, perfumnarias, cejucs, ziias Itc.s-
tura e mnuitos outrus .-tii.is |arat ,ohaminetto
de facturas.
No escriptorio do referido agen-
te, irua do Born Jesus n.53,
o1 andar.

LEILAM
DE
-J5 atcq es da companhlia do tiriljos ui'-
banos do Recife :t Ojiida
Hoje


46,.
2902,
2-935-7
2903,
740;,
2310,
251-2,
2205,
1525,
1388,


547, 2689, 293, 2908, 2794, 267(,
. 2954, 2910, 2960, 2970, 2946,
S2985, 291-1, 2884, 2927, 2947,
2, 955, 2974, 2906, 2779, 2.494,
1116, 1129, 2483, 214)2, 2401,
2405, 252-1, 2547, 2569, 2645,
2557, 2550, 2-610, 2630, 2)170,
202,202,066, 1800, 1978 :1817,
1964 1599, 1257, 146 -1370,
1210, 1445, 1256,1482, 892), 0681.


-VISoDIM OSs

Encyclopedia modernta
Veude-se ut ma Eicyclopedia modecna,
diccionario-de sciencials, artes, letras, in-
dustria, agricriltuira e coinmercio ; pu-
bHica'o feita em Paris, pela casa Fir-
win Didot, sob a direc(Jko de Leoin le-
A obra come se. de 30 Kolumues,
ecicadernados, emI born estado, 'eide.
i7 de texto e 3 de atlas.
-'A* tratar nesta typograplhia.
Na saboaria do Ridffo, precisti-so dultna
auea que saiba cozinhiar.
'-; Precisa-se alugar uraaprciLapar-'vseirvio
lerua, evin preto para sitio: no pateo do
!,re4r- 11a1 73, segundp andar.
0 unieo depOsito dos
remedies do iDr. Aver e


A's.r1 h.rae. da t zawiaii ei easa de Adrtunson
Wo armazem darua do Imnpera-
Sn. ,o SHwie & Cot r d
0 a-eate Mailtins gfaur, feiio po:- ititdado ae C" a do
SIlli. Sr, Dr. juiz subsliuto o do ez de 01 *da '.
-*Mm raio, a re uerimeento to T.-Jis BInk of1 .....
A, qurs, ar cato is 37:entrada paroo es-,
OraiodQua do ,iap
iA4l. : .- Sidinha no 37, eutr'o.

Pue 44-vena joi-Btwia4Ltide


I I


m'o*" qe 10/". I
-- Fugio na segunda-feira, 5 deste "etz, o
escravo Ignacio, pardo trigueiro. solteiro, -de
idadeo 30 annos, DeOuL, ilais uu 111nos, alto,
corpo regular, (:caucliudo, bota as ditas ut
ppuco para traz. tern na cOxa direita maica de'
lerida de gomma, olhios oecapeladNps, po'ue
barba, suppoe-se estar mno lugar da Twri .'-pr-
to do Recife, ou nos lados do tige o.* a
io trtinlo de Santo Anutao, por lor euVi itdL4hter
mijheres (lue f.ram senhoras u11b43'f ito:
eeravo, inltitulahmdo-se retirado do *rlalt -
de-s ais autoridades l)oliciaes, tpilAle
campo e a quaesijuer pessoas a ,4apt
escravo, que serto ivvatificados,-,
toe ; sendo euitregue no lecife af.Sr.
Martins do Rio, ou i cncutiho.M.,ratiJ | ai
atbijxo assi.tnado, scanimr do dituC eseria
Josse Cautraij rCircia do Q:t
Ausentoui-sedesde o dia 17 do ('o iA o
eleu'avo Luiz, de 50 aii;iuos de ikade, 'ito
mais ou menus, cor pretax, estaltura regular,
-rosso, coin falta do deuLcs na frentie, e usan-
do LuJa a barba ; levei vestido cal-a e t-a:nisa
d ulalodSo de listra e chaplo de couro ; sup-
pOe-se Lter folia do dedo mint)iwo cm um dos
p6s. Este escravo estcve utltimrauitle e011 po-
iler do Sr. Joaquim NiCiuo hFerreira, riefitadubr,
a ria Direita, e eria empregado no stryvioo de
entiregar assucair nest.. cidade, oido |pr'e'utie
se achar-se occult.), coiistapdo ter sidti visto
nos Afogados. G'raDtica-so a lUein o coldlizir
ao largo do Corpo San)to ni. I1, oeript)ri. de
Oliveira Filhlos'& C.
Precisa-se de un im j:u opiei';o ta Ponte
de UcihOa, sitio de Luiz'd -iMoraes Gomes Fer-
reira.
No rstaliirauLte ialtatuo u rua dias Lurian-
Veiras n. 23, toei para rveudcr viinhy Mani',al,
azeite doce firio de Luca-i, a Italia.
.- Thereza Maria da Co-iceio tie sois1 qua-
tro filtios m6edorespedetin a todasas pessoas que
souberemn ondo para seaLt marido, (que a cerea
de cinco Inezes vcio para esta cidade, o favor
de a avisareuw na rua de Mareilio .as n. '12,
sobrado; onde por ca.rilade foi recoldihim :
Coinsta-mne quo alg;uc, inti 1.ta .ar-1i'
comuo citada, serm eu ter sido, para urma ,ausa.
Tlfereza Abbadessa'de Jesu$.
Aluga-se uimi dos i.partimentos do ,,4a-
gue do patea *jo Pairaio. ,proprio para qual-
quier artist, quitmidleira, on tllieswo Eiotradjit
aTlga-sc baruto : a traLIU na loja di) Padsso, A
ra Primteiro de MAr,, n. 7 A.
Aluga-se umn sobrau'o dte uti ndar .- i<
quartos, terrao, quintal, cozitha fora o a-
cimba, na rua de Ghristovao Ioloibo, olie'oiu
Lobato i : 3a tratti mia rua a. S'. J 4,:
corn Jos6 Pias da Silva. "
- Aluga-se a casa n. iO da rua do Visconde
de Goyanna. comn cop ').os paea grand fa-
miulia ; ia rua do Crdopo, casa a. 12.


4'alma, ais pessoas
tlbe se dignaram
fcornpatihar ao cemi-
:erio public o cadaver de seu sempre
jchorado esposo e pai Joaquim Juven-
.i da Silva, e convidam as mesmas
tiessoas e mais.amigos e parents a
Sissistirem, na- matriz de S. Pedro Mar-
11lyr em Olinda, as minissas do 7.o dia,
1'1ue.rao celebradas as 7 horas do dia
"61 do correnle, e anticiptidarnente sc
"onlessamn eternamente gratos per nais
24te-obsequio.
." Caplto FtiankliUn Meuldes Via-nua
^ 0 Dr. Raymundo
Mendes Vianna man-
da rear na igreja
matriz de Santo An-
tonio, no dia 28 do
corrcnte;, ius 7 horas
da manhfl, missas pe-
lo eterno deseanso de
segu limado irnao, o capitrio Franklin Men-
des Vianna, falleido'ul no Rio de Janeiro no dia
1 deste niez. Para esto acto de religido, con-
vida aos seus amigos.
'or alnma do falleci-
f- ..... do V;riato Centeio Lo-
pcs. manda a viuva
:/- .. .. .- icsar alkuinas fnissas
HB' o110 convent doS.
1,ranciscn, no dia 28
do corrente, 5is 7 ho-
~' ... -"-' ras do dia, para cujo
c.ato cCnvila os amigos do miesmo.

Aluga-se
a sotea da casa terra ruia do Bruit, onm
sahila -independente, janellas para. 6 oitao,
can) comtmuodcs para fanmilia, por ser todo
cor'rido io conmprimento, -do predio. Umi ar-
mzuz-.m' bastanto espai.oso, com ladrilho de
pedra, 'e cacimba, m rua de D. Pedro -1 n. 11.
Unia ciisa terrea a iua Nova deSanta Rita,
jnto ao portiao da fabric da-sabio. Um pe-
quono artnaem i rua do Apollo, na esquina
da Lravessa tlk0ACorfpi Santo., confront lo ar-
niazemo (o Exi. Visconde do Livramiento : a
tratar Cum Jorge Tasso, 6 rua do Amorim nt-
wero 37.
Escrava
.A\iga- se 'ma escrav:a .4rpqfeita engoimmadei-
ra : rui.a;d rInperalriz 't. 40.
~ A v ~so

.0 a'6tix9 assIgnado, inventariante dos bens
- (10~IL caamu sa rnimr are Jau r'sIaj-


do casal desuea pnmeira mulher Januaria Ma-
Aluga-sea casaco sooM ti tradia oa rio dos Samtos, de novo previne para que nin-
Afilictos, co.-temdoarmaf o i -em aiss utensiiios em 'Ufi Antrate o alugtel da u asa n. 9, sita :.
par-a egocio : -a trata' la In otica da eequina ruta1 Jo Roiario da Boa-Vista, sehao comw o abai-
do m'ercado. xagsignado, visto que adi.ta-casa pertence
.Alutga-seuaoja dc h'onte dlo, so o ,i1Alul )4iteo qqo e est4d invn.tariando, e s6 ao
,-Aluga-seT ba ljaAroute 'do sobrado^^ 9l ^~ sti"^ n0 6a
riada Roda n. 46; a trati -, theg &lVoria0# t c6m-a-sinver aiz te.rimo compe-
W. ILI 6tei, 2,4 do tuovolobro dti-1877.
dos loterias& J" ; *
d- oe s ._ -_.... Pedro Paulo: do, Santos.


*-* iW~~y c a i~.a a la j yuv a -ail~.;
n., 4C, est limnpa : a t'atar ijumIto. '
A"- A -Ui" oI -o u ndar do soH
(10 doa rua do Viseonde de Athu.iue
q-tuie: H.44, mihito fresco, corln comfiion
dos para grande f1amilia a tratar n&
Corredordo Bispo iu. 73 -
J-luga-so ulma boaooscu-ava pama *ltio serj
-vico. na rua da Praia i 33, "f andur..
Alua-s o 20 aii-ro o oJ o 'ado r
Penha -17 ;'q trtttr na rua' :Li;vrainutof
u. 32, lja, -T
-- Aiiga-se d arnazein da rue da Ssoznln
Velha u. 88 qutemm qoetnder, .diija-ral ruitl
da lrhperatriz n. W, queac hw"in conr iucI


Aos retirantes
w-1 1 ou .."
SOs Mauis e a
(unedia drama ernm lguns actos a vontade
us itrautes' ra
L rn a t Pernambuco e
6UinnK eita4 do imp4 o,tm estrangeiras
iftic .;ml14izns rnigqs q squeremn presin-
^e Oo eta r~pi o -ta mcki|& ipos, compramn
gnias -Iatag cn f (i s e. tes does, os
Sepreciadoa 'aMo s6 aqi *omo l f6ra.
-We de c*j seoco, cry"aisado, picado e
Sfci~fe il/la.: 1 "* ''. -fi.*1-: *'j^.'11


W ^ ^ 8eli de dAPreisase deurea amma
1ww -$ fkkrau'aw do omiijenho Gfikta, rua de Pedro Affonso n' 34 cmi 27.
em, Serinham ,tLrO* Aiavaflqs, sendoA Prex~isa-se do urna awa
dous de sW Ui 6 u urtdo de cang A A que cozinhe bern, compro
a. Os d te sela aso: umuzrussoaudador e seja de boa conduct,
balio ecstado, co mesta marca JF. paracasa se pequena familiar: na praga do
e Outro twllado com' clihm branesi .' --" a -d.I-fi
anda baxo pequeno e castrao,-om MA recmse deuma boa ozinhi-
r ra: a tratar na rua do Imperador
a mesma mare6. ,0 quartAo 6 rozilho nlUio 26.
foveiro, de born tfamanho, frete aber-t, A Preesa-se de innapor-
Ita, inteiro e corn esta mar'ca R. Quei tugueza que saiba engomn-
os eneontrar, os podera tomar e trazer a mar e cozinhar corn.per-
a este engenho, que seri ben recomn- teio, patra asa de pouca familiar: aquella
pensado port que pretle, dlia- A rua do Vigario n. 14,
e~sad~ ~. ~ ntrada pets-do Eucantsaonto, &a andar.
oa F lorentine G. de .A.lbutique'rqtw. 1

Roga-se e pede-soweuito-'por especial a- Jos6 -'oaqui Soares con-
vor A pessoa a quenm foi offerecida ou vendida 0 )i.14 vida os deinais amigos do
urna penna, tendo todo o cano de ouro macis- J inado Mano Pias da Silva
so, pesando 42 oitavas, e na haste uma linda S antos para assistirem al-
cobrinha enrolada, tendo sobre cabeca ur ,-mg gumas missas que hao de
cor6a corn 15 brilhantes, quo foi rodbada de .-.s ser resadas na matriz de S.
lugar resgrvado, onde so quem viviaein inti- s/ .foS6, no dia 26 do corrente,
i mnidade o podia fazer. A dona deste ,objecto, por alma do fnado, ds 6 ho-
feilta especialmente comio presented d( annos, w rasdomapbA.
jura o molor segredo, s6mente quer saber
Spara prevenir-se de t o vis couipanhias, nao !
quer nem a penna ien o valor del. somen-
te quer saber a infanie que abusa dt'e sua oa i
1ade, para fugir c prevenir-se de tudo absola-
tamente. No Corredor do Bispo n. 73 so f lHartd
coan a dona do tal objecto roubado, e eterna-
mnenite se agradecerA : roga-se a todos os ou- I
rives desta cdade, que por acaso liver coin-
lprado, air.da inestno quebrada, porqi;e Ljuen t
rouba tern astucias, nlo venderia talvez o OL-:
jecto pierfeit). plorque olu'o aqui iiio ha igual des ba do Jos Nioo
e seria matis fail. 0 desIbargador Josita colo
Quem pretender Lailja a ci boa t-ruLa de 0 vigario Jolio Baptista Soares resa um&
com ermcio, com inercadorias ou sent ellas, missa na nulatriz dil 'reguezia de S. Miguel de
dirija-se ai rua das inchlieiras i. 11 A, lojade Bar.flros lo repouso eterno do desemabar-
cirgueiro ; assim coo na inosmina vende-se g,,,,ador .osNiaJAo Rigueira Costa, as 8 ho-as
uma arinaao do amnartollo raiz, cm bon es- da rlanb.i do dia 28 do corrente, trigesimo do
tado. ____ pasamnehtod do mesmo desembargador. Con-
-Na rua dai Peiha 1. 9, ofieese ida para aistirem a este actor de caridade.
aa rua e a in t e 1. u oereces eaos parntese arpigos, magistrados e empre,
urea engo_ mn;,Ici'_ e unra tostureira._ g ados do f6ro, admiradores dos virtudes dis-
Precisa-so saher ajtide iora U. Rita Mn- tinctas que ortavainm ao tZio lhonrado e illus-
ria da Conceilo 'Passos. t rado agistrado. ....----
Aurelianio Hmodc C(ordeiru, iAo podendo D. Frauclisca Ferreira Cliaves
despedir-se pess-a:tinnLet dos 0eus auigos, .. Guinaraes
vetn faze-lo pelo preseinte, offrereendo ej. ia- ,jose Joaquim da Silva Guimar-cs e sous
rianhuns, para omdt se retire, o0i it>t titf)iiu- lilhos. tendon de mandar celubrar algumrnas i is-
los prestiios.. as na miatriz da Roa-Vista. na teri-c.a-feir-a, 27
Precisa-se alugar uria preta do ileiaida- do correnite, das 7 ds 8 horas da manulia, por
de para o servilo djmestico, c unl nzdeqtp alma do sun seimp'e lembrada esposa D. Fran-
para o mesmo :quem tiver e'quizer, dif--e eisca Ferreira iGhaves GuimaiAes, primeiro an-
ao largo do Paraizo n. 21, porta largo. niver-sario do seu fallecimento, convida aos
-Joaquiim Liiz Ia Silva c Jios;;. Luiz'dt Si-I i tss parlentes e amigos para assistiremt aeste
ai ,z do- acto d caridade ; e desde jd agradecemn a to
va participam a16corpo d comnwercit), qua odos 'ue.co 110111.
r.esta data dissolvciami a sociedade que tinharn r -,.. .
na taverna sita ait riua d Cjronei Suas.uwta ii. Joaqllim Juvencio da Silva
15, sob A tazao do Joaquiui Luiz da Silva & C., a uveciO a lva
ficando todo o activo e passive a cargo do so-' ]fl leriqueta Maria
cio Jos6 Luiz da SIva, c exonerada o soio da Silva e sets filhos,
Joaquim Luiz da Silva. leIfe, 7 do movem. -i11radee im do fntdo


N.26


Victor Grandin scientilica ao pudlico que fez acqud:i!o (e um bor w sr'
amneuto de relogios de algibeira, de ouro, prala, folheados de ouro; paT'?i,-
tes inglez, suisso e amniericano, dos mrnelhores ifabricatiel-' a Europa e dos Es-
tados-Unidos, para homes e senjioras: assim chrino .idide sortirnento *{e
:orrentes para os mesmos.
Grande sortimento de relogios d& patede e ldo ; dec mesa, de t-)iws
As qualidades e differentes models e dos melhores la-:-..cauales.
Quanto a lunetas e oculos azha-.c nesse gonero (:tido do que ha ,1,
amelhor em vidrs de crystal, que sao os *nais apropnA'i T-a, ILara a conservw,;'(i
la vista.1 .
Tern execllentes officials pari exo,.tar o conce- : I Lodas as qu-lis-'
ics de relogios.
Na mesma casa se compra prala e ouro veil.-, ,edras preciks e
moedas de ouro ou -rata de qualquer qttalidad(e.



A-PRO VEIN AS PElIUIA
Na loja d'America 4 rua do Cabug. z l0
MENDES & C., LIQUIDAM AS SEGU[NTES FAZiVSL,:-Y PO1i [RExr-
BARATISSIMOS
At t ei o
Popelinas de s(oda, fazenda de 28 a 1$200 para a:tl..
Ditas d'urna so c' r imitacao de gorgurdo a 1$.60).
Grosdenaples e gorgurdo preto do seda, pros sei ,c-encia.
Setim macao, todas as c6res.
SVdos e mantilhas de fif6 preto de sdia, pt'ecos iC;: .
Fil6 de soda prefto, bronco e dolbiuho corn ;Oalpico.;-> -.
Bomnbazinas, merin6s, alpacas, cantao, princeta e 1- i-B a vslidos, ..

Alpacas de ecres para vestidos, uagnitfico soi i11e;ii -
Baptistas miudinhas, finas, liudos padres e .'iIes i; 4 3 rS.
Maripom brancas e de c6res, creLones c chitas, "o:.. ,: ;ato para '. ,
os pre8os.
Salas brancas a 25000, 6 pechincha, aproveitem.
Ponteadores de casas lisa bordados a 4(50)K, 6 ))ti-,.ii
Punihos e collarinhos para senhoras, enfeitidos de r:-, ;o-idade.
Veos je fll6 para.chiapdos corn salpicos" dourados e 'ji '- -
Gravatas para senhoras e para homenis, esp!endido c:-i.i -: o.
Meias de O6res e brancas para senhowas, hommens e rneWii--.
Lenoos de linho emcaixiunihas de phantazia, dutizia -:40':. t 1
("Imisas de mtia differences qualidades e pre;os.
Cambraia adamascada para-cortinados, e cortinados .-,,.i.
Tupetes de todos os tamanaos,
Secilias, bretanhas, esguilo de liinho e bramante de o 1-ur, -
Casemiras pretas e dee dro era e at ecom tes;
"Panp, pre'to e a7. o uI wla dad' 'ara7f "80.
Colchaz brawlea e c to .obertoie do
-a ~irakiha Viwirl4I~


Uti-sn 'f


?idade% em tecidome -ue,
8, sao lil os -


a-,
* f;
'" \


.ll:;
J' .'t;
-,*


4::


011 wo wwu

e'p afsifaricdo assucarepropna-
olo do A Wao. Tern deposit de tudo, em l-
sdiaUh so s, eonvenientesaos compradores.

Tambem vende sempre fOrmas de ferro e
diversos utensilios r "a engenhos, e motors para
descarowar algodao.
Vende a prazo, ou a dinheiro coin desconto.
Incumbe-se de todo o concerto, quer de pe-
pas trazidas a ella, quer de machines enim seus Iu-
gares. Faz contrato animnual para todos os concer-
tos de engenho. I

Cautella
Nao emprega inculcadores pelo campo.
Roga a todos, que mandam encommendas a
ella, exijam a vista da conta impressa respective.
Tendo sido enganadas diversas pessoas ei
procura desta fundicao, observa-se que a

FUNDICAO DO BOWMAN
esta entire o chafariz e a fortaleza, que os edificios
estao de-ambos os lados da rua, perto da cochei-
ra dos bonds e pintados de verde nos andares
inferiores.


WIJOkI iitE LIHETlIIIA


-DE
VICTOR GRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA


I


* *** '*


























LevanareI ios defronte da nossa galtia photogwici, somos forp
w a. at aeasa am*de esaiosha cerca de on4 alio, et udart-nos para
a rtua do Bario da Victoria in. 52.
Qus Q ando preparar o novo estabel6cimento com todo 0 esmero e utilidade,
e, precisando levaataralli uma n'nvt galeria que,, pela sua p'ijnio da Luz 0os
kciitari muito o tirar bons retratos, somos obrigados a interromper nossos
rabalhos durante quinze dias, no tfn dos quaes, teremos a bonra de annuniciar
a abertura do nossa cas. Agradecendo aos nossos muitos freguezes a confhian-
p corn que, fomos senmp'e honrados, esperamos que, para o nosso novo esta-
beleeiinento, nios seguiri a mnesma benevoleucia.
Recife, 22 de novembro de 1877.


LOJA DE JOIAS
DE
Julio Fuerstemberg
Acaba de chegar pelo ultimo vapor,
nova reent 'sa de objectos d'ouro para
homwns,,senhoras e meninas, de gos-
tos inteiramente novos e de muita ele-
gaacia, desde o prepo mais diminuto
ao de subido valor. Especialmente para
casamentos, baptisados e festas, ha enoe-
me variedade de artigos como nuo se
encontra melhor, e por prepos muito
resumidos. Relogios d'ouro e prata,
para liomeus e senhoras, desde o pre-
o_ d .158000 a 4006000. Brilhantes
de primeira qualidade eim anneis, des-
de IO$000 a 't:0006000.
Compra-se ouro velho c brilhan-
tes, e outras pedras preciosas, pagan-
do-se mais queen qualqumr outra par-
to.
Iiiicumbe-se do conicertos c encom-
mends para executar aqui Ou na Eu-
ropa. Oculos 0 piace-nez de lodas as
qualidades e .i'dos, para vista cancada
c myope, assim como dlc c6res apro-
priadas A conscrvacio da vista.


FALTA


AirMgeoll


Qaem nao poder oontinuar a moer seu engeiaho pro
esta cnusa, dirijj-se
niwmiO OnwmFco


Qae cm mienos'de dez oi)s Ihe asseDtarA um vai ro


ligafd,.o moendaexis'ente.
A fiut ~i i.) 11fumIda: um eennbeoro


gent,,e qto &-ic nao prejudi}
O;i vapors de4ta fuodicao


determiner o as-


ca a roida cu


sao os unicos que nao pre-


e isa -, tiuc"):a lc a;voenri, qu6 7. s,


q~ier p


r. su S8


PA DO R0ITYM N
PASSANDO 0 CHAFARIZ


StLSA CA1l1A E IWICA
0 mais energico elixir depurativo do sangue
Unico ap'provado e privilegiado pela Junta u .
Ie Hygiene do Rio de Janeiro, e autorisado pelo governo imperial,
por decreto de 18 de dezembro de 1871
DE PROPlA- 1NVEN.AO E ,VPREPARAPk1AO DE

IidE EAQDHOLLI7I

(Do Piauhy)
Pharaitaccutic Io do jI)ela luiperial Facuidade de Medicina do Rio de, Ja-
eiro, soeio efectivo do lnsultuto Pharmaceutico da COrte e cokrespoi,
dente da Sociedade Pharmnaceutica do Grao-P'ara, e lauteado na Exposi
eio Nacioual em 18(6, pelos ses i)productos chimicos e pharmaceunticos
cavalleiro da Imperial Ordcm da Rosa, etc.
:^f.L:c preparado 6 sem contestacao o melhor de todos os seus similliantes:
-a Lo conhecido cm toolo o inmperio, princpalmente no Rio d Janeiro, onde o
seu cuinsumo em 'J876., chegou a 24,000 frascosH! Aquelle queo ais provei-
"osanentic (o seu salutary effeito principia logo corn as primeiras d6ses) se poderi
]p.ici' ,ii todas as molestias que teem sua origem na impuridade do sangue
Sprincipalhneute nas molestias syphiliticas, como sejam: gonorrhdas, bobOes,
:ancros, bobas, rheumatismo-articular ou muscular, darthros, empingens eou-
.Jas miulestias da pelle, etc. etc.
Vend,-se urma duzia por 42, 0
Cada fraseo por 4000
eposio emn Pernambuco a rua do CA n 14.


Taiibp n existed a d enua neste
,pre arados do res


4ao -do,* o

\\ral, Osorio.. P4rleco ea

conpdet cia.


Lidos Arco.s de: Fran-

Scisco Gurgd ^d Ama- m
,a:!r- mi^1- to e Marclsskv



3j?2O A. KS;).;




FRANCISCO UM DA SILVA & Ct


J~PITAD8RES
I XP LiTDOBKD
TROGAS,
r tMMAS


dllrtctarmeulte
at Biropa
kxom wt Producto&
de seeu ngoclo,
X OARANTKM
qe~ddd
4ot meowa.


+
4k
do
VITAS,
Pinoeis, Cj)Io
fu.dal'is
IHtflli.t? '. ....
ltilir: .'*
INS r
CJI -
HOmeloplLLisIO,
FwidaaVldros
e-vamzun-
P-uB
Phwm


4n


23, Rua do Marquez da OliUnda, 23


LERRp V 0 ~R"O*afl*
'IIWWI Ow 5d4. PaT"
'RIti~a.ples pdhu p Ye&.ius I'riteu .4. eIn bupfr. cipet mhtwi:
ANEMA, CHLOROE, SIFALRAUNTO A EUDIUAI, FQUSAf NAO COIANQA
FASTIO, rFLUZos UKACOS, colkuEc A*LIWl suuui IIaI rAnIu I.
0 Frerno dialisado, euja formuk'
verdadeira foi eita polo &S B&vAIS, !* 0 -senor 4 q pSe pm
Preparade em aparetilboa especiae, but rs i'.sd. piM COMrph
segUndo a fonula que mm S o de itr M r "
Sepor a r, pouw, mapode ,r aa- r
tado. -ei 40 e MOM WE, peim .1,
.tdo. Rloga-se pesi a- p .-.rtM.
blico, qu xija comi gasn i Ap".... As .i. &....
fiajrn ma a ahi ea 1e t o demxaI
m abid iem ,fficm ate,;'Or
no fraco. SB sh r fam.


L. LE(l
PEVST A FORNECEtlOm DE
PARIS, 207, rui taiw


ORIZA-OIL_
COX TODO OS PERFUMES
Oleo fafcwado
Pam 0 umO do4 cabello".

%eposi%. em oats dos priaipaA


VARIAS CORTES ESTRANGEIRAS iA'
it-Hoaord, 207, PARIS !.

ESS.-ORIZA
PERFUMES NOVOS ADOPTADOS
SPSLA FODA
Teudd'obtido a Ied/albha de merio
na Exposicaio uciverstU de Paris, is186'7.

orfum~isW& -0 Cuboh-;-fr-i On Brazil .


:i
2.3


Cartos Bi twourt
Pbhrwaceuti4;,o la a ia de omedici-

|Gratie e "iove dwcbri.maOt i
ERPFIClFICO DA PIHTYSIC6lA E DOEN{AS t
PULMONAHiES
S0 Jararnacarm conposttou xarope peito-
ra A um medlicamento precioso e o mie-
Ihor peitoral atW hoje conhecido nos an-
naesdamedicina. E' considerado 6specifi-
co nas owlestias segninles : defluxo. tos-
nar, affece5es da garganta e phtysica pul-
srinar. SAo innun*ras as cudrs effqo-..
tuadas deSde o seu descobrimiento. E'
epmpreado em alta escala pelos medicos
special istas.
SSlsaparsiiha e caroba
S DE
Carlos Bittencourt
Grande depurativo- do sangue
Empregada mndshydropesias, rheumatis-
mos, affeoSes gotosas, infartos glandu.
lares, escrofulas, syphilis, paieira, mo-
lestias chronicas da pelle,, cachexia muer-
curial, lupus, sycose, eczema, care es-
rofulosa, dysuria, darthros, boubas, bu-
Sies e todas as molestins que teem a
sua origem na impuieza do sangue.
D6se : uma aquatto colliers de sOpa
por dia em agua e mais progressiva-
mente.


DEPOSIT GERAL
Pharmacia popular
Carlos Bittencourt
Rua Nova n. 51
Pernamb iu co


EM FlM!
I enhuma repugnancia pelo cuti
DO SUI.FkVIO Dr. QUIIN.m.
Coin ;is
PEROLAS DE SULFATO DE Q0
DO Dr CLEIUTAN.

lteticnia.i, do tain.inho l',miaa pihi


-N

I


I'I!N1A


aI,. < -


teem dous c$':,ti_'r, M41as (.;ou. ir~,-. i' -t,
hl roico ,:etiicaii t o i.i', l:. iitj w i iiai ,
os *Aountiic, s ptaiin l !;i;!" s(o l r'tpi'i :w;i"c vi


a i ini


Fm ?iris, casa de L. RISiS. 19. rcs J:.:


Nas casas dos Srs. Barboza. BarLholo-


i meo & C. e Ferreira Maia & C.


AF CESTA FLORIDA
0 T m o
Superfino de
IXORAIBEOJI
Spreparado e fabricade
Per
P '
IED.PNAUD
PERFUMISTA
37, Boulevard de Strasbourg, 37


Este Oleo possue o mais delicioso
arerca das fl6res e ne compost di in-
gred-entes untuasas os mals preciosas.
Elle da aos cabellos um brillmante i oom-'
paravel impregnando-as de umperfuime
cutreni-amente fino e! "',licado.

ASSA PXrIoT I ZE ROPE p
,,lAFl.,DELANGBIEDl

59P Mt.H-.fit <: Ilira'es de .Pris emostals-
rein boa sap;-horl(r:de oliretodos ox mai,
p,.ttotaes siia podere.,a-eficacia, nm tdo-E
fliuszo, astlhri. prtppe, coqute (tout'
convulsm) ialaianaaao do hroirhle, ^
irritaffets do peito e da gwrgaJia, ':0; (Ca.-
teila cowrt ta4fA ,/ c4rc( tl p
rnasmrdic i8crefltafU l 1as it -foo


I -


"BISMUTO
It Paris 0 p4iviiefwdas curmin
,wldot sem cangar' o eh;iomago.
recommeadam mssim como a
quoe nunca cavu aooi4dutes.
M minvEWYA adm 1 1


I rapid.arn~nie
1N1EO~AO
-I


ita do D Zed acalmao
oasos d'-rtlaes d o
fJrohitaes, Coquelu-
rAos, etc.
arise, 22, rua Drouot.
IS DE NODIA 6. -


4 Vendemin
Bartholomeu e GbOmp. A.
Elias de Moura e Comp,
e Cowrn


~aors~d~
P. Pawc4


Roga-se a pessoa que aehou" uu::. inai'n o.u
Christo, de levar At rua Primeiro de ", u
23, que serA recomrensada corn : quaaia
acirna.
CASA DA FORTUNA-
Aos 9:OOO00"0,"
BILHETES GARANTIDOS
A' rua Pfimeiro de Margo (otav
tr'ora rua do Crespo) n. 23 e
casas do costume.
Acham-se 4 venda os felizes bilhe'.es gara.-
tidQs da I., parte d'as loterias a beneflcio (4.
matriz de S. Jos6 [2.l. que se xx*-ahirl rna
quinta-feira 6 de dezembro.
PREQOS
Billete inteiro I0100)0)
M1eio bilhete 58(l')
Quinto 2000
Em porqio de 100$000 para eima.
Bilhete inteiro 9000o
Melo bilhete 45O
Ouinito t8
Mt":3ct Martins I":' a.
Tres casas I*' a alugar-s, fna
punga-
Urn sitio na run da-, C:ioulsi n. 50, -'(4o6 ra;
rado, corn casa bastin'e grande par- family.
pintado e caiado, cas-i ,ara banhh". ,omn m(:t-
tas fructeiras, graz'ki ",;i ( iral, ic:b..lm, ba .a
para capim, corn borL':ta vista para ( .ipit,.
ribe. Umna casa n.i :esma iru ". A
ibn quintal e todo flA 'tIe,; cacinba :o bo::-
ba, casa de banho e bastautes commodes Wri
Sfamilia. Outra nos.-Quatro Cantos n. w L.
tambern corn bons crmmodos par.?, famitia :
Lodos sealugamn por ,reo commode, agradtv-
do o inquelino : a lrv:: no 'va d-,. Vigaric i.
S33, 1" anidar
AGORA SIM
NAO POLEIA' ITAYEP MMAIS CABEi.L)S .. '
COS, COM A :TL1NTA CiN.SZA
Preparada por A. R. Ramaih.c
'i2-RUA DO MAPRQUEZ DPE OLI-
DA-21 .
Esta tiutura fl- tornair cs ,abi)i,;
rapidamente preto: eri offTeale' a -
tis, e muito facial de S %pplicai%. f41th-
frasco acoipaln;a:a' as ins tru.cc- ";e-
cessarics.
-0 autor da tintura chineza n'.o p:0 '-
sa die encher as colurna.; d'ste Jor'.;;
coin6 muitos outr:o, autores fyr.em, 04-
-yrandecendo seus pi'eparados a ponto dt
to nial-os urma nra:.av 'lha, senimse le;ibi-
rein l que, a ma6e11, que se u ato1. I
eleva, o public o )6',de rebaix:)w. >oi
ue as ma1 s dia s zd- ; S engnnuodc
Portanio, o aun::: `a tintura c,:'.
certo do bom re:.';o,4 e
tas experiencias so tern feio' ...
pelas b6.s lrova,- I(1e scimpre tel :,','
Irecomtnenda est 'iltlura.
Pede tae some::> ue expe:iri: :: :.
ella, p-iara depois : s:':'e erjL:
I Tico deposiic, -, .. c'sa 1e S. .
' ro acin1i1

Escem agidos
Do engenho Acna:, ,Th Goyanno. a .-.,'l-
ram-se na noite de ,. v. torreute, os e .,,'*
seguintes:
SJose, de 25 anno.- dlade, cur fula. .,-
Io. baixo, bern feitc ce r'rp, olhos :)a11.
serm barba, e anuit: i liero, levci: vestici i .;]-
e paletot de brim, ( *'' de chi!e, l:'jrn.1-
se foiro.
Benedicta, de 20, t,. ie idlade, iauiaa Lid-
ra, estatura rcgulak..:, ellos prrtos c ,'iit?,
e bonita physionc.. : csta cscrav:. iet :',
bastaante roupa e t,:i,< Vi m, aconmti-nr:,.nd :,
referido Josei. Pescc-.v-.e que. aino's seait-
ram para a cidade cr 'cctife : roga-se t::-
as autorid des ecari':, de camp, a atpf-
tiensao dos ditosi es.-r:::.o e lema-los ,i-'Uo
engenbo, ou ao Recife escriptorio de F.i.:.
Casc'io & Filho, ruc: :o Born Jesus n. 22), q .?
serto corn generosidKoe recomprnsados.


(law
I .


Attenfiao
Existe na P: a'lb umi anuaze a
para alugar, r (.(onde d'Eu n. 34,
ha pouco aca:,o considerado o a e-
Ilhor d'alli, prest-7e lara qulquer e,-
iabelecimento. c:. p,'lcrencia fazun-


e ca ent
Srs. Mello


o- :,. stabeleosb nat.: s
.& ('e- ^Hia. & Casirm.


neste ge:ei tent, dadc **sahifdc
rtants: at tair, ,nay jr eor
Ues da Iicca. ^ --


I -


I L.:


iar,-m


I


1


I






























Ott+ fol encontrada no -ab? de viagem
>=ise a s capites de camp) e as auto-
'iaft policies, que os apprehenderem le
.' asao OnBatibo acim ou cssa -des Srs.
do Aqaino Fovecei *, C successores,I
tuasl Vigrio a. 91? o ad.,- que seru genero-
samente gkotificado.

Hesta typograpbia no 1o andar ven-
de-se as seguintes 0bras:
Srlecoes de leis gerae" e decis5es
4ogwerno, do anne de -187O, encader-
nado per 6$.
Dita, dita, dita do anno b e 1873, en-
cadernado por 8. .
O ESPREi rADOR DO MUNDO NO-
VO, obra critical, moral e divertida
per Jos6 Daniel da Costa, encader-
h~gos aneo.
uar4o por 25500.
OSENGEITADOSDA FORTUNApe-
lomesm aiuctor, encadernado por 1$500.
TRIBUNAL DA RAZAC, onde e ar-
gni4o o dinheiro pelos queixosos da sua
fatta, pelo mesmo author, encadernado
prvW00. ,
OS DRAMAS DE CAYENA, folhe-
tim .or Elie Berthet, encadernado
pore-l 500.
yjENDE-SE tambem urna banda de
ts4a, quasi nova, para official, per 40$.
MAACHINA DE GELO
V.ende-se barato urma machina de fa-
bricar geto, propria para casa de fa-
milia, especialmente para algum enge-
nho. F' do systemrna TOS:.., e trabalha
simplesmnente coin chlor-reto de amo-
niaco. ERde simples rnanejo, pois qual-
,quer crianha p6de tocar a manivella,
soem esfcrco.
Para ver e tratar na ra:. -lo Barao da
Victoria n.. 2 o BAZAR VICTORIA
de Amaral, Nabuco & C.
ROUBO
R1oubarum no dia 15 do cor-ite, dtarde, do
&itio do Caldeireiro, junto ao sitlo do Sr. com-
enadstde Francisco Ribeirc P-hiio GuimarAes,
arrnwmbande urma po-'ta. urn re!ogio de ouro
patonte inglez, de mostrador desoberto, corn
uma corrente grossa massic, fi urondo fili-
grana, corr 20 oitavas pouco maivs ou menos :
roga-Be A todos os senhores re'ojoeiros e ouri-
yes que Ihes f)r pfferecidos, o favor de os ap-
prehender, que se Ihes pagara -Jo o trabalho e
despezas que fizerem coin tal apprehensAo. e
participar na ruea Sete dc Stttembro n. 8. a Do-
mingos- Antonio da Silva Beoris; que se Ihe fi-
carf nm.uiio a.radecido.
Padaria
Al1ua-s?. em Una, hoje villa de Palmares,
rua Nova. coin todos os utensilios : a tratar
no pateo (do Terco n. 82
AMA
Precisa-se de urma amra para lavar e
cozinhar ; na rua Imperial n, 31.
Aluga-se G predio da
rua de Hlortas n. 4, constando de ar-
mrazem e sotao, corn 2 quarto, e salas
proprias para moradia de quem n'elle
se estabelecer corn taverna, para o que
tern armaco e utensilios e o lugar d o
melhor possivel. a tratar na thesouraria
das loterias.
Boa-Viagem
Alug'-se unea excellent casa nesse arrabal-
de, corn muito boes commodes e fresca : a
tratar ao rua do Aragao n. 1. -o andar, onde
i aluga tambem dous molequos, um cozi-
caheiro e copoiro, e outro para trabalho em
itio ou escriptorio.
Nos Coelhos
Aluga-se o sobrado de um andar e sot'o da
fruados Coelhos n. 26, coan commodes para
fatallia, corn ter.'a'co, quintal e cacimba ; tar-


|a-Bs recommiendavel por ter banlo salgado
forto : a tratar corn Jos6 Carneiro da Cunha,
I'rua dos Prazeres n. 50, olaria.
Lava-se e engomma-se
,oupa de home, corn promptidioe
asseo, no becco do Padre n. 20,2o andar.
Casa e sitio n. 30, Mag-
dalenalajrgo do eha-

Aluga-se este sitio cora boa casa de
moradia cpm agua do Prata, gaz e corn
fundo para o rio Capibaribe. tern abs-
tahtes commonnidos e esta limpa; aluga-se
por preCo ommodo : a tratar na rua
da Aurora n. 67 i.o andar, ou rua do
Mfarquezd de Oinda n. 34.
Pulseira
P'erdeu-se uma pulseira de ouro, lisa, om
unia cruz. do tin da rua da Aurora A rua do
liospicio : quern a tiver achado, p6de entrega-
la A rua da Aurora n. IM, collegio de Santa
Genoveva, qu sera gratifcado. ........ ...
Segundo andar
Aluga-se o segundo andav da casa
1,17 ai rnutta o deMaro, antiga do
~Oiso:at r 'pia.


ao
r-
IW S


*Machinas do Derosje pa.er ...
divas de Co -os hores systems, alamm
biques de feiltios divers, simple e cornes-
quenta garapas, liclulndo 06 de ,Q)O y$,
TEMA, ultinmamente adoptado na pr*vin c a';
rapuvas, serpeatinas,tachelos, 4eirass, rar,
tideiras, eseumadeiras, cobre picado par moer
mnandioca e todas as obrasnec a para o
(abrico do assucar. Bombas aspirantes e de
repuxo, de ferro, de cobre e de bronze. Si-
nos de 16 libras at 110 Oarrobas, fabricados
pelo system francez, torneiras de bronze e


parahlsos de dito, de todos os tamanhos.
Emfim fabriease 4oda e qualquer obra de
cobre ou de bronze, corn toda periei &o e ge-

to, para o que teem feito acquisioo dos nelho-
res operarios, podendo desta forma servirem
bem aos seus freguezes e a todos quantos, Ihes
honraremn corn a sua confianCa.
Na Caldeiraria Central
66-Rua do Barao do Triumpho outreoa do Bru,-66
ESS? 4 S ,n B1, q ^telSx 0

*COU A D EO ER P .lS
N. 3 A---IRUA DO CABUGA --N. 3 A )
Agostinho fr S. /
fferecern ao respoitavel public deska cidad& efra deliaiiro i"flAidade
de joias, seudo adereQos corn brilhantes, rubins, esineraldas peoas, meios
Sditos de ditos, brincos de alta phantasia e argolas do ultimo gosto. alfloetes para
retratos e semrn elles, cagoletas corn letras e sem ellas, cadeias para horess e se-
rihoras. deoapurado gosto, relogios para ditos p ditas, d; ouro e prata, anneis.
corn 0,1rilhantes, rubins, esmnergldas e perolas etcomnetM$,, voltas -m taco e sem
laeo, pulceiras para senhoras e meninas, abjectos de prata do Porto de todi qua.
lidade, e emhimn uma infinidade deojoias que seria enfadonbo nencionar ; s4de6 coi
a Vista pode-se ajuizar tanto em preeos coBmo em gosto, garante-se a qualidade
de ouro de lei e a -iodifica.o nos preeos CoInpra-so aroj Qta e :ped, "pt -
ciosas. Concerta-se obras de ouro e pnrata. corn DTgst0ea5


PIARMACIA IIOMEOPATHICA


U1


I


!


DEPOIfA'UO DOS PIIODU TIS ftlEOPATIi !S


, /i DA CASA
Gloobulos puros Variado sortimento
) de Catelan uftUl lllIlS de carteiras "
SGlobulos dynamisados DE para globulos e para
e Tinturas P t.LZ tinturas,
STubes e frascos vazios 22-RUfA DO BOM JESUS-22 cha e chocolate
de todos os tamanhos. P RNAMBUCO homeopathic
I .'SB^ ^^- PERNINBU!^ ^^^^


C)
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neiro andar, ou ao
PN faW ragibe,

e tionamBe-A
dei|B r, jio ao,
sa de vivenda,
dos precises,
~ole 415 fr~cto,J
terreno corn
tar ao largo do


o E CI1AG *AV-
0 Dr r-ilfto P. de A1od ejCas-"
tro, com uina pratica de elinica civil .
de dous annos,e decerca detres annos 1
-nos principles jiospitaes de Vienna |
d'Austria, Paris,tLoadres e Alemanha, ?;^
Sp6de ser procurado para o exercicio e
Sde sua profisfto d rua da Aurora n. 19, |
Ssegundo andar.
SConsultas de 4 4s horas da tarde

intura Japoneza
A unica approvada e premiada pelas
academias de Paris e Londi es, por nao
ser prejudicial a sauide, encontra-se naE
princip-es casas de cabelleireiros e em
toda.3 as boticas principles d- Pernam-
buco, Caoys, Bartholomeu & C. Ma"'-
rer & C. e rua da Cade.ia n. M. 4 o
dar
i0 o 00o0
50U000
Gralifica-se com esta quantia a quern
aprehender o escravo de norne Canuto,
baixo, cheio do corpo, bern. fallante,
suissas fechadas, pes um pouco apaihe-
tados, gosta d c andar de alpargatas,
levou vestido calga e catnisa de algo-
dio azul de tistra e chapdo de feltro
branco; quem o agarrar, leve-o d rua do
Cotovello n. 89, que receberd a grati-
ficaeiu. Consta que elle costurna acqi-
tar-se em uma casa no corredor do Bis-
po, oide era freguez de conduzira
"ua
" Mqnifica acqftisiaio
EstA para alugar a casa n. 58 A da
rutia Imperial, cornm arnmaAo de amnarel-
lo e mais utehsiiios, propria para umn
principiante, por jA se achar bern afre-
guezada e emn magnifica posiao ; para
mais averiguaoes podemrn dirigir-seai riua
do Imperador n. 40.


IAluga-se.
0 2.o andar da casa n. 8
Imperatrii : a tratar corn J.
Mofina


ai rua da
I. M. Rego.


E' pedra que nao joga.
Agua mole em pedra dura,
Tanto dai atd que fura.
(Mas esta e de bronze, que se nao
tern farado por er estanhada). '
Rog.-se ao illm. Sr. Ignaoio Vieira
-de Meflo, 'escrivao da didadW de Naza-
reth; desta provincia o favor de vir i
rua Duquede Caxias n. 36, a concluir
aquelle nocio qum S. S. se compro-
rmetteu a reafisar, *peI teK"eira chama-
da deste jomal, em nfins ie dezembro
de 1871, e depois parajaairo, que pas-
sou a fevereiro e abril de 1872, e nada
ciunlpri; d r este motive, pois, e de
novo chamado para o diro fim, pois de
ve S. S, Iemnbris que este negocio e
de mais do oito annos, e quando o se
nhor seu filho se achava nesta cidade

Alerta
P qaaas novidadew
Mangas d&h ,ii araaA.
MeloesdoIA mesrno.
Laranjas de Umbigao.
Abacacis sem casca
Avelans q amendoas. -
Ameixaiqeos.
Castanhas do Maranhio.
Encontra-se tudo isso e mais algumas cou-
sis, na confeitaria do Campos.
24 Iperador .- 24 .

Jhscrava LUgid

Achaso fugida desde'o dia 7 do corrento a
escrava Maria, de 30 annos de idade, cOr
preta, croioli, estatura regular, urm tanto ma-
gra, olbos partos, quando arlda balanga muito
comr0 orpoai bragos, o rosto afilado, consta
que anda eidendo cool taboleiro, e ji foi
vi'ta no Recife, e comrno tamjbem consta que
ter estado na estrda d o Jo de Barros, na
cocheira do Sr. ManoelJoaquim, tern mmie
morn no aterrinho'da Barra roga-se a todas
as aut Adades e capitAes de campo de a ap-
prehenderte-na e traze-la A rua do Apollo n.
M. nftt 4 arcwia- aiflrnA-


Lima, e o esteve em poder do abaixo
,ssignado i1 dia s., fiis p4 quaes4oes-
t4ppareecu e-consta estar el!a*terragd1c
ngenbhos Paraito, Riachak, 'Santo-An-
tbonio Grand-e, Sacramento, Ccronha ou
Oueb'a, eonforame cartas qae o abalsxo
assignado tem: quern o apresentar na
ria'do. Hortas n. 86, soblado, tera a
gratificaao acima.
Maximirro da Silva Gusmio.

COIflIAS

Aos donos de sitios
pomp a-se frwuctas das seguin-
tes qualidades,
a saber:
Uvas, figos, sapotas, sapotis, laran
jas, abacates e outras qualidades : a tra-
tar na confeitaria do Camp(s, 4 rua do
Imperador n. 94.
0 Sulipas
A co-rnpanhia da estrada de ferro de Olinda
compra sulipas do diticica com as dimensSes
seguintes :
Comprimento 9 pal-mos.
Largura 9 pollegadas.
Espessura 4 ditis.

VYENDAS
Vendc-so urn m-excellente silio no Arraial,
alrn da cstagto da Mangabeira, a esquerda,
uma cansa das bolos brancas, corn 400 palmos
de frente e mil e tanto de fundo, corn 20 p6s
de jaqueira, pprCIo de coqueiros, muitas man-
gueiras, coin I p6s deoiti-cor6, quantidade
de larangeiras, p6s de sapoti e aiacate, urn
parreiral muito born, duas casas, send uma
de pedra e cal, feita t modern, corn 4 quartos
e 2 salas ; a outra de madeira, muito bern
construida, corn 3 quartos e 2 salas, con urn
.rio q;e atravess.a o mesmo sitio, corn quanLti-
dado de bananeiras, terra de barro e baixas
muito boas ? quern pretender, di-ija-se au
mesmo sitio, que lh achar coin quern tratar.

Setimn da China a 500 rs
o covado
Receberam Almeida & Campos a rra d(
Crespo n. 20, os mais lindos setins da China,
proprios para vestidor, gostos t imitaCuo de
gorgorao por 500 rs. o covado.
Jaines
Receberam tambem um lindo soirnimento de
jaines lisas, c6res escuras paravestido, Rl purn..
a 640 rs. o covado. "
Beib como um novo e liaudo sortimento de
fexhs de seda, gostos mbodemos, a 4# ; e ui,.
complete sortimento de p6peines de seda puro
a 1$. 900 c 800 rs. o covado;
NA LOJA A' RUA DO CRESPO N. 20
De Almeida Campos.


Vende-se a taverna estabelecida no quar-
to n. I da ribeira da Bo6a-Vista, a qual 6 boa
acquislAo, por depeoder de pequeno capital,
ser muito afreguezada e em lugar de muita
concurrencia : a tratar no largo dd alfandego
numero2.
Grandes espelhos
Amaral Nabuco & C. receberam elegantes
grandes espelhos francezes, ovaes, t Luiz XV
moldura dourada, vidro biseaut6, e venderc
ua rna do BarAo da Victorian. 2.
Vinho de Pasto, J A S
Vendem Correia & C. Successores, vinho su-
perior, ligitimo do Douro [Regoa] -em pipas,
barris de quinto, e a retslho na rua do Im-
perador n. 46.

~ AO0$'/ i
E' para acabar
Cortes de vestidos de 1a e soda, padrOes
modernos ; vendem Amaral, Nabuco & C., rua
do.Barao da Victoria n. 2

Granadinas
Grande scrtirnento de granadinas de
seda. pretas corn ramagem e listras de
cores, padres novos e lindos; ven-
denim-se por preo I)aratissimo e ddo-se
as amostras na FragataAmazonas, rua
Duque detCamiasn. 47.,
Alpacao lisas a 400 e 500 r6is
Alpacas lisas de -todas as c6res para
vestidos a 400 e 5U0 rdis, na Fragata
Amazonas, rua Duque de Caxias n. 47.
Lindos chapeos para senhora
Chegararnm no ultimno vapor, lindos e
ricamente enfeitados chapeos de palha
de Italia, e de seda, para senhora, os
quaes se vendem por muito menos do
que em outro qualquer estabdlecimen-
to, na Fragata Anmazono s, rua Duque
de Caxias n. 47.I"
Popelines de liho a 320 r6is
Vendep-se lindas popelines de linho
a 320 rets, valem 640 rdis o covado;
aproveitem, na Fritgata Amazonas, rua
do Queimado n. 47.v
SQtngezas
SGrand. e Wcba em camisas in-
glezas a 3O| ad uzia, na Fragata Ama-
zonas, rua Duque de Caxias n.'47.

Mante em^jarros de3


AGUI


qke se nquidam 'pr pregos tMuito bati*, 6
para apurar dinlieiro.
-A saber:
eorin6s para vsciSlo6 sendp de uma
s6 cor, e-tendo de todas as e6ores, :r .
sendo fazenda muitd leve p-ara yes-
tidos, o que ha de mais modero
e que se prestamr para fazer vesti-
dos de duas cores, covado a
Popelines de seda. fazenda de muita :
phantasia, covado a 10000
Ditas tambem de muito gosto, cova- .
do a $ 720
itas -de linho, sendo de listras e qua.
drinhos, covado a 320, 360 e 0400
Anadinas escoceas, o quo ha de mais
gosto no mercado, para vostidos,
covado a 500
Mariposas abertas, de uma s6 c6r,
fazenda de muito gosto, covade a
Ditas bancas, abertas, fazenda muito
bonita, covado a ?600
Ditas maUsadas, fazenla do muito
gosto,,covado a $440
Fiistao branco, muito boa fazenda pa-
ra vestidos e roupas de meninas,
covado, a $640
Grande sortimento docambraias bran-
cas, tanto tapadas como transpa-
reates, quo se vendemn de 3W500 a
peca at6 6$ e 79000
Grande porcAo de chitas claras e es-
curas, de 240 rs. o covado at6 $320
Assim como um bonito sortimento
das- mais lindas percales e creto-
nes, tanto dcaras como escuias, co- -
vado a $360
Espartilhos dos mais mnodernos, a
4#500 e 5M000
Punhos e collarinhos bordados, a
1i-00, '1$60:) e .$000
Grande sortimentfut de gravatinhas de
todas as cores de I$ ate -2000
Granide sortimento de )abadinhos e
tiras hordadas, por preeos muito
em conta
Chiapeos do palha para senhoras, sen-
do modernos e muito bemn erinteita-
ilos, a 6$ o 8$000
Grande sortirnmento dos m,-is moder-
nos chiales do casemira, sendo mui-
to finos e gostos inteiramente no-
vos, a 6,1 e 7$000
Ditos.de frerin6 estampados, dc 3#500
atu 5$000
Ditos de gorgorio, corn quadros e
listras, de 1$500 atd 2S500
Tudo isto na rua do Queimado n. 55, loja
de Pereira da Silva & C.
Vende-so na rua do Rangel n. 59, urea
optima armago de amarello, toda envidraQa-
da, serve para qualquer negoeio, traspassa-se
igualmente a casa, qiie tern commodnq para
moradia; o local 6 o melhor.

4 NW


0yrTMA
ai U DIiI 1




da rua Duque de Caxias
(Antiga do Queimado)
MEENOS 20Oo. DE QUALQUER OUTRA PARTE
Linho pardo para vestidos, a 2001hs.
o cavado.
Batistes lisas de todas as c6res, a
320 rs. o covado; e pechincha.
Bretanha de linho corn 30 metros,
per #000
Batistes finas miudinhas, cores fixas,
por 240 rs. o covado.
Chita a rainha Victoria, modernas, a
320 rs. o covado.
La chineza para vostidos, a 100 rs. o
covado.
Cretones finos. gostos francezes, a
400 e 440 rs. o covado.
Peas de camnbraia Victoria, a 35000
e 35500.
Ditas transparentes, finas, a 35500 e
41000 a peqa.
Chitas escuras e claras, para 200 rs.
o covado.
Popelines finas, corn listras de seda,
a 320 e 500 rs. o covado; que bonitos
padres, vale a pena.
Alpacas lisas, a 600 rs. o covad o
Ditas corn lists e flores, corn padres
muito chiques; a 400 irs. o covado; nao
ha quem nao covipre.
Setim Macau verdadeiro de todas as
c6res, por 14200 o covado; que pre-
Co!
Alpaca preta, a 440 rs. o covado.
Bramante corn 10palmos de largura
a '1300 a vara.
Camisas inglezas, fins, a M6000 a
duzia. -
Madapolfo francez e inglez, de 45000
a 75000 a peva.
Algodaozinho de 35000 a 5.000 a pe-
ca.
Maripoza branca corn listras assetina-
das, a 400 rs. o covado.
Brim pardo, liso para costumes, a 440
rs. o covado.
Chitas etncarnadas para vestidos, a
320 rs. o covado.
Chales de casemira ingleza, a2$000
urn, e muitos outros artigo8 por prao
barato
SO 0 43 DA RUA DO -QUEIMADO
N. 43 '
#si"eOti e* 1& de. Guiia &
re mandes,'


V


4-1


I-oampprU P-10 VV^ H^ W ia^ u 4- dHH al~9 H^ W a W H ~ W l'J9H


1I


* i.































JOAQUIM FERREIRA CAMPS & C.
&ua 1.0 do Margo u.0 21.
RBCEB.RAM AS SEGUINTES NOVIDADES:
Lencos de- linho cQm letra e barras
de cOres a 9S, a duzia.
Toalhas alcochoadas para rosto a 48
a. duzia. E' pechincha.
Meias de cores superiores para ho-
mom, duzia 88, 10 e 128000. Sao liin.
das.
Meias superiores para senhoras, du-
zia 108 ea128000. Admira !...
Brim hranco alcochoado superior a
3S e 38500 a vara. E' 'baratissimo.
Cortes de linho bordado, a 123000.
Linbo bordado, covado 500 rs. -
Dito liso coin 4 palmos,covado.360) rs
Alpaca:, corn listras de seda. covado
500 rs.
Chitas chinezas para colchas, covado
500 rs.
Algodaio corn 5 paimos do largura,
vara 40( rs.
Toal has felpudas, monstruos;s, para
banho, a 28.50).
Li.ndlas i pu sa1, brancas c e co-
res, a 30 e 4;") r's. o covado.
FiH6 preto corn salpicos, vara 310 rs
Brilhiamtflwa pret; c de cores, covar
do 500 rs.
Esguido arnarello, corn duas laruijras,
vara -10!
Lindisiioas inmantas de setin \'ii a
home, a'18010 e 18200.
Caseoniras doe coIrs, finisirnas pur.
costumevs, covado 3)80O.
Esp.cia! ilanella azul pira paletot,
covado 3/will)
Darnasco do IAi e cda, \)i)\o (lii*Lnfl-
to prepo de 3 000 o covado.
Uhales de casetairi, superior a 59 e
108000.
Camisa&- para merjninos, brancas -- de
cOres, duzia a 28SO1) 0 e 3!8' 1'00.
Atoolhadu de algodao, iden de liiniho
a 2800 e 3$000 a vLira.
Cortes de cretone, corn figurino, bor-
dados e estatnpados, ultirno gosto a
158000 e 208000.
Cortes de casemira do cores, lindos
desenhos, a 5$000 e 10#000.
Camisass de linho para home, o
que ha do superior, a 408000, 505000
e 601000 a duzia.
Ditas bordadas, uma 68000.
Ditas de bonitas cretores, a 308000 e
405000 a duzia.
Cambraia preta fina, vara 640 rs.
Mantilhas A brasileira, a 59500.
ROUPA. FEITA
E' a o bomto o sortimento desLe ar.
tigo e por Ido barato preco, que s6
corn a presenga do elegante cavalhei-
jro, se poder ar ostriar a realidade.


Nova remessaNo.
Agua para pratear os motaes, Aixa de borra-
cha (iia a ferrugem pulindo o fecro'ao mesmo
tempo) e baleias para polonezas e vestidos,
recebeu a Nova Esperaneafrua Duque de Ca-
xias n. -63.
Luvas frescas de pellica
A Nova Esperanca, A rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber frescas luvas de pellica,
brancas, prekas e de cores, para homes, se-
uihoras e manin-is, tambemnrecebeu de camur-
ca brancas P amarellas.
Anneis com-llettras
S5o do ouro os que receheu a Nova Esperan-
ca d rua Duque de Caxias n. 63, e sAo para
crianqas.
?!iata caspa
Pomada do Dr. Alain, remedio infallivol con-
tra as caspas, recebeu a Nova Esperanga, rua
Duque de Caxias n. 63.
Para baptisados
A Nova Fspernamia, 1ruaDuqne de Caxias
um. 63, receljeu tolitos n ricos testuarios p3a1
bapLiz-tdos, c es'ta veideid o p1r cunminicdo
prego.
Linhas para seizir '' recoheka a Nova
Esperanea, rua Duque de Caxias u. 03.
Artigos baratos
Papel anwisadt a 4i40 is. a c,;tixa.
Eavelopes a 500 rs. a caixa.
Fita (de linho a 60 rs. a pci ji.
Linha te carrill ;l n ISi duzia.
Oleo, Orisa a 800 is. o fiasco.
Dito Opopauax a I o fiasco.
\guia I'i'uuua ;i !$ *a oaura~.'-
Voltarete
Bo.;.'.- caixi s com fksi s '.o oS)o ec martin, prt-
ra vollarete, recehi-'u a Nova L'[I;eraneca, rua
Durqu.- de Cxiais 11..63. 0
Jardirn artificial
Ojardirri da Nova EsperimCa, ,'i ru a Duque de
Caxia- 11. (8.1i, .m-c' jd'ct.- Ilc 1i6 e.-s p'1a rc-
g.aqo uie vestidos, dila-- Ijaa icltar enrtar 's,
ditas pruipii;Is p;ica baies. theiLmos e casa-
meli-nis, etc., etc., 6S o qtue de inelhor se p,.'ic
desej:ir de-d a tios de %lores, a ellas a
ellas

Cortes de seda
A' imperatriz das Indias
I Sdo de gosto
Tem 3.3 covados cada urn c6rte, e vende-se
pur 80$000: "na loja da America, d rua do Ca-
huga n. 10.
Novidades
Sahidas de bailey, de seda e. a, ultimo gosto.
Granadines de seda preta, o que ha de me-
Ihor.
Gorgorbes de lA, de c6res novas.
Popelines lisas, de lodas as cores.
Alpacas lisas, 25 cores differentes.
Pregos sem competencia.
Vestidos em cortes
Os mais modernos e aindos c6rtes de vesti-
dos de cretone para senhora, enfeitados e bor
dados A ultima moda, receberam pelo ultimo
vapor vindo da Europa, Amaral, Naliwmo & C.,
e vendem no Bazar Victoria n. 2.


0 u&tern rnebvd euiis, beato, bn'b
qwssi9 ;axan~ir ..a superarddate do sua.
meroadorias; esusten u sma prodiiosa varie-
Jade do genero rames e saborosos, ebaI
mefte mostrar a facilidade do qualquer peuo
passer bemncornpulico disbeiro.
Cutsta ypwo
Ve0qham tiiar a prova.aedeple vdigamaso bat
quem tenha soraimento male variado e sup*
aor; que venda mais barato e M nelborea
proves do sincridade e franquia do que o


Gra~vatiinhas e manitas
PARA SENHORAS
Na nova loja do Paveo vende-se ub
grande sortimento das mais rnibodern-
gravatinhas- e mantas para sernhoras,
sim conro urn grande sortimento dot
mwas modernos punhos com golinhat
bordadas e camizinbas corn punhos, (*
grande sortimento do leques que sR-
vendo tudo por preqos muito baratos
isto a rua do Qqeimado n. 55.
CORTINADOS PARA CAMAS E JA-
NELLAS
a 78000, 88000, 98000 e 108000 o par
Na nova loja do PavIo a rua Duqua
de-Caxias, vende-se um grande sorb-
mento de bonitos cortinados bordados,
proprio's para carna e janellas, que s(-
vendem de 70000 atW 105000 o par, sen-
do cortinados de muito gosto, assin
corno cal Ht, d iriitaiAo de sedi, proprias parm
caina de noiros, que se vendenia 12800(
'cada uin-u, na rua do Queimado n. 5Z
CRETONES PARA SAIAS
vara a 18600
Na nova loja do Pavao a rua Duquw
de Caxias n. 55. vende-se cretone fran-
cez, proprio para salas, corn 11 palmos
de largt:ra, jue coin duas varas faz-se
uma saia corn 22 palmos de roda; rua
(coinlienda-se estL fazenda pelo seu
corpo c dnauao : verde-se pelo baralo
preco de '18600 A vara na \a do Quei-
mado n. 55i.


NAl- ..- C "Ui I1
6-Rua do Cabugd-6
Para este estabelecimento acaba de chegar
uri variadissimo sortimento de fazendas pard
grande toilette, assirn come
Granadine dec6res: 4
Rosa
Azul
Perola
Branco
Amarello
Sortimento complete de chapnos de palha de
Italia e palha iuagieza, priwiorosarnente entel-
tados.
6 -Rua do fCabugA-6
Arma~io
Vende-se urna armac~o Loda de arnarello,
!envidracada e em perfe~ito estado, servinlio
para qualquer estabelecimento : a tratar na
I ra do Marquez de Oliida n. 40.


Lindas4 itedae toffs~ c~vea tizas a
4oio.-a WO rws o covait; aproveitem
o-se acabando.
Grande deposio de popelines de li-
iho p 200 rdis o covado.
..Idem idem idem linho e seda a 320
S o covado. |
lbnitas pipelines de seda furta co-
ye, lindos desenhos, 80M rda o covad6;
aproveitem.
Popelines de linho e sedac inissimas,
a0e00 res o covado.
Lindas alpacas de seda lisas, padres
de noyidade, a 700 rdis o eovado.
B.tistes lisas de todas as c6res, a 320
rdis -Qcovado.
Lindos cortes de vestid-, cam.nlraia
branca, a 60; e peohincha.
Lanzinhas di todas as qualidades,
100 a 240 reis o aovado.
Grosdenaples pretos, fazenda fina, a
.S500 o covado.
Gorgordes idem idem idem a 38500
A covado.
Sedas de diversas qualidades a 10 o
covado tproveitem.
Cambraias de cores pelo barato pre-
'0 de 240 r is o covado ; admire.
Chitas de diversas qualidades,. a 2W
reis o covado; admirein.
Lindos chapdos, pala. de Italia, para
merino, a 2; aproveitem.
Idem idem pelto de lebre, fita de se-
da, a 28600; aproveitem.
Cretones de bonitos padres, a 360
r'is o cuvado.
Colchas de fustdo de cures e de chita.
a 38 cada uma.
QiLencoes debramante, 2$ a cada um.
Brim pardo liso, firio,a500 r6is o co-
vado.
Brim branco de linho fino, a -18200
a vara.
S6 o' 59
Rua do Queimado Idao-se arnostras
corn penhor]
LOJADE CARNEIRO DA CUNHA (k C.

Campo na cidade
Vende-se uma casa reformada de novo, conm
1i qurtlos; 2) salas, solo corn janellas. cozinha
f6ra, estribaria, cocheira, deposiLo d'agua,
banheiro, quartos, Lanque de lavagem, jardim,
a grande quintal, em uma das melliores ruas
*1a Boa-Vista : para ir vir e tratar, A rua Nova
niumero 13.

Espartilhios couraca
Os mais commodos espartilbos couracas e
le outros models, lisos e bordacios ; venriem
Amaral, Nabuco & C., rua 1oBarau da VicLo-
ria n. 2.

Roda para engenho
d'agua 1
Vende-se uma roda para moer corn agua'
rasteiro, toda de ferro e perfeitamente aMaUa-
da, corn os competentes rodetes, e uma pe-
quena rnoenda, tudo em born estado : quemn
a pretender, dinija-se ao engenlio Pei-es, ou ai
'u ndij^do -owroann, A rua do Bw m.
Labytrttos
rendas, bicos e lencos, do Aracaty, recebheu a
Nova Esperanca a; rua Duque de Cexinis n. 6".
e vende-os por preco cofnmiodo.


A'B.UA DOC~ESPoxI,
".*.laraw uM* rMkfe' poro o de
4PItz9 ( do Ihilfo, miudiMth as para
W iN, e covado; pechineha.
*A ma i m Jiodas popelineA, seda pura,
ltanbem rfceberam para NO e ISOM -o
covado, que barateza!
Mais popelines ainda, bons gostos,
para 600 rs. o covado.
Vos prateados, dourados e de salpi-
cos, urn vmo 2l000.
Russianas de& c6rev, 15 pur.*, lindos
gostos, a 800 rs. o covado.
Cam braias brancas para 3850) e 41000
a pega.
NA RUA DO CRESPO N. 20.
Loja de Almeida & Campos.

F o Feijao
*" Feijao mulatinho, portuguez, nIovo e
muitWclaro, vender Franco ida-Cunha
&jC., 33 rua do An.orirn.
-*-*-- .--0- --- __- I
Vende-se por prego comodo, uma;
casa de taipa corn terreno prouprio, sita
no Arraial, estrada do Brejinho: quem
pretende-Ja, dirija-se a rua "Bella n. 17.

Vapor servido
Corn moenda e transmissAo que es-
ta agcra moendo a safra. do eng'enho
Chichaim, de Jaboalao, onde pode ser
visto. Vender-se-ha barato para substi-
tuir coin maior. Faz-se entnea no Re-
cife se convier ao comprador. Na fundi-
gao do Bowmann, Recife, tern as infor-
maoe's e prego.

5000 covados a 200 rs.
Popelines de linho, listra- ( uij adri-
n1lios, pad r6es cornpIlelain'!i'c! novos,
muito barato, sein coinIpe.1c: 10 pIre-
go ; corrarn a ellas, pois se acai arn pur
estt preco, todos queremn : ;,'niflan ou
mandem ver as aincstras, p);i *1:usta
cada urn covado-200 r6k-Sb Oi ba.
rateiros.
Almeida & Campos.


CII1T9^

0 vcrdadeiro cimento i;-dlez P dand
vende-se no armazein ia bolai inarella, na
Lravessa da rua do limperador. -' -.3 barri-
cas mais d- 13arcil)as cada u-,- "l- -11) con-
dicdo de o rp..)8er se nao for 'i' !eiro
Purllanl. -
2'11- RUA DO COMiIMEfiZi-1-24
Neste estabelecimento ;.?iitle-se u
eer-ladeiro e superior viiii-o -e Bo)-
leaux, tantoem barris coinOj;- 'engai-
icafado, e inais barato do (-0 ern qual-
fuer parte, por ser recebido de conu
propria. No memo estabeiecnnentV
^ompra-se garrafas vasias que tenhani
servido para vinho de Dwj:'i ou
lcognac. -___ __


Binoculos


de madreperola, marfirn, -n'ftaruga e
metal : vendern Amaral, Nabuco & U.,
rua do Barao Victoria n. 2.

Chaplimos parf&criaiga
Ac;,ba de receber AmaraL, Nabuc3 &- C. ele-
gantes chap6os de seda efteitado; para bap-
tisados, e vendean na rua do Brtn '. victoria
nu mewo 2.


Pega d a Ac~seom 10 meftrti avg
Pentes p; .4 BJar a
Guarni ptr camizaa.
Caixas breias~a
Espeib .zrnco a a6
Escov aapato a is.
Frasco.- viagre de toilette a 5W
Duzia mptcos muito bous a 10s1m
A1aot s apara coletea .aMG
Duzia > Lb de carretel Ale-
xandre n. 60 a 900
Duzia de carretel de linha para
I nachinR-a 900
E muitas outras pechinch"S
SOAR FS LE1TE 1RMAO.
30-Rua do Bardo da Victoria-3L
Vende-se no escriptorio de Tfio-
rnaz de Aquino Fonceca. & C., A n
;,do Vigari1 '. 1. :
Cera ernU grumne.
Cera em. velas.
Cera de abelhas.
Gal de Lisboa.
Cimento Porthaikl.
Potassa da Russia.
Fio de atgoddo da Bahia.
Algoddo brarncu e de cor, da Bahia.
Genebra ingleza, Old Torn.
Vinho do Porto em caixas de Ufiaa
duzia e er .. Oiicoretas e barris &e
quinto.



Venle K '..i linda c inova caip
americarji. coit-- ;-ssenlo para.quafro
inehinios e 0i01io: oropltfos para dous
caineiro- ; i.', a 1db na de car-
ros de (. i.^o i.. N.Kiunai n, '1 r.ado
Fo{;enlir.,- 1G.

Moidursgpara quadros
Grande )o -"ei! i o de Lodai as largu-
Ias, cor I V. e todo- doura-
d11S o ri:s. j0 td
(10S.
Preg;os .'d;!
SC Lt''. LEI1TE 11-1,11 J)
30-Ia c' r'-,'tio da Viclria-30

~AJ.
C ain' Pl ,hos .Al4 inhe
do linho Y37,138, J, 40~.~i
4/2, para :L'r ven-lemtw Ariral. A14-
buco & C. r lo Baro dela Victovia
n2. ____________

Chapeos para senhoias
Amarial. '.s C. acabarm de receber ft
Europa, Icr 0 'i .;H vipor, elei-anles cbapdom
de palha eifteiiri'.c's a' ul lna modapaia.s*
nlioras, sendi pr(ec.a para uto, e de cores.
Veiudein ::c .3azar Victoria n. 2.
Vendem
Cal de Lizlwa eia. barricas.
Vinho du florto iiu garafas.
Dito Gherrv idcea.
DiLo Bordeam) lfm.
Cognac err. .
Dito charipagr.m..
Ameixas em fra.'scos.
Ditas em latas.
En: Salire enm barricas.
M*arioel Ia 5^lva F'ara & ^
1Rua dc larr'ii-ii': de Olindla tiumoro 4tv


DOS PREMIOS DA


2.&


LIST


2483


GERAL


PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 1071, A BENEFIC1O DA IGREJA DE N. SENHORA DA BOA HORA DE OLINDA,


EXTRAHIDA


EM 14 DE NOVEMBRO DE 18$W


NS. PR

7
12
13
14
15
14
21
26
27
33
34
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53
57
58
03
48
70
73
77
79
80
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72 42 15
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1-5,l 55 -.31
7 -57 -34
9 59 35
11 68 42
1,2 81 -- 46
15 82 53
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.23 88 64
-28 92 -07
30 96 72
32 -1702 73
-34 .3 78
35 8 5 80
-50 1-1' 83
53 -.12 84
S54 18 85
8 20 90
4 22 92
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^^r. 1 Q'sainiQ
a.ayo do ;-"r qu hontem
pits 7 bhoras da noitb ,-ahio de Campa-
nte, chgou hoje i estagAo de Lisboa
bs 8 horas e meia da mianhi. Trazia
,vinte Q antass carruagens e transportou
ce6a de mil "pessoas. -"
'I. as ruas do Porto havia ainda hon-
tdih grande movimento e animago.
1fin*ozs da families, em carruagens,


* .,. .
2k -. -.


te&itta& para snB8ptsrtao&itUB3W
di.,ttos.-
wjwcifco'Ifoi surdp-aeesco iel*^
desi baihhou a espad, mas, ,,,en-
tregal, nesse mesmo dia, ao bravo
Lannoy, que a reoebeu dejoelho da mao
de seu pnsioneiro real. Foi oa batalha
de Paizo que Lapalice fallout assim ao
successor de Luiz XII:


I fuit, par un triste sort,
Blessed d'une main cruolle;
On croit, puisqu'il en est mort,
Que la plaie dtait morteile.


U
tog D ie ai 4,iJB > toq. do
zar-de exc
vio do roeiipa
NapbleaQ, i (Iaqanpapndo por'conta d
todos os st0ernop que so.e succedera
'"os thronot do mundo, desde a irve
c.o da realeza atd aos nossos dias.
Se perguntardes aos soldados velho -
ainda em r-ervigo active, onda se po0t
escontrar esse antigo dos antigos, eli
vos dirio que La Rammde e o seu
chimnbo, que .duram desde a crea i
vivem hoje icusta do Estado no pai
cio real dos Invalidos; urma born culo-
Me, conio deve estar um cachimbo qut
nro 6 fumado ha 5834.annos e o out.
coberto de 1,101 goloes, o que Ihe I
direito ao respeito de sets camaradas
e a ragio dobrada de viilio. Se nos
Invalidos informar-vos do numero do
quarto accupado por La Itanmrne, vos
dirao que elle dormie no% campos de
Waterloo entire bravos. Mas apparega
a guerra, o quo eu nao desejo ao mep
vizinho em suna casa e a Fratiua i
fronteira, que La Rarnmrde despertai-
para additar mats alguns capitulos a suau
historic jA tio volumosa.
Se ha tradicqfo candidria 6 esta. E
esto corto passando de bocca A bocca,
desde tempos irnmnemoriaes, tern-se en-
riquecido na ,nemoria (los homes,
corn novos additamnentos inverosimeis,
de modo que a historic de La Ramm6e
6 a epopea dos corpos de guard, sern
que ,nuila gene so lembre que houve
ontro La Rarnmtie, celebre no seu ternm-
po e pouco conhecido no nosso.
UtiA tlsroRi. fAs E.-COIAS
Em 1510, urn joven envolto em uina
camnisola de Id, corn uma carapuca da
mrnesma fazenda, e cora rosto encovado
pelafome. cos olho, arregalados, so
n5o de cul)i,;a, I)lo nmias ile curiosi-
dale pelas hellas cous:.s q.ie via, en-
trou em 1'ai'is e dirioio-se instinctiva-
mnente pLara a ruta do Fouare ou da Pia-
Iha), on!lc !)h'imca\arin os aluumnos dos
collegiIos daqielle (luartei(io. Conmo
callio, tcon') ina presa, entire as maos
tic meiinios travessos que nio Linham
receio do inti'nidar a outros m:iores e
mais robustos do que elles, Pedro La
Rammde leve de aturar questaes mali-
ciosas, e de levar rnuitos cachagOes.
Mas, depots que o primeiro access
de malicia passou, o mnenintio melhb'rr of-
ffereceu-lhe pdo, e os outros seotiram
que se deitasse na pallia que juncava a
rua. .
Mais socegado e mollemente assenta-
do, Pedro La Ramrme, encetou a histo.
ria da sua viagem. Era simple e breve.
SNascera em Cuth, no Vermendois,
Shavia oito annos. Apenos p6de andar,
mendigava fde- porta emr porta o pio
quotidianan'
Como a gente da aldeia naio o quizesse
sustentar sere fazer nada, mandaram-o
levar os patos para um grande lago que
havia no paiz.
Em certo dia desgostou-se dayida e
tomou a estrada de Paris. Mendigan-
do polo caminho, como mendigara? em
*sua aledia, chegou, nao mais rico, mas
mais sabie, porquo viajando em com-
panhia de urn monge, este Ihe ensinira
todas as letras do alphabeto e a arte de
juntal-as. Pedro La Rammee otfere-
ceu-se para o service dos escolares,
comtanto que estes o aperfeicoassem
nos seas estudos.
Durante algum tempo vinha doir
debaixo0dos arras da oonte da 3ite.


d6rigiram-s.e para a Fo!,, Mathosinhos e -
LpCa da'alhneira. 0s ioteis na Foz Tendo sahido, con um punhado de
tiveramn tamhem extra wdinaria conrcur- bravos, do forte que defendia contra
rencia. urn exercito hespanhol, Lapalice vira
r 0 cor.certo no theatre de S. Joilto, cabir em torno de si todos aquelles que
realisa-se Lianhuia. Deve de ser unia o seu exemplo arrastara ao combat.
explendide festa musical. Assistemn Nenlhum recuiso ihe restava, e crivado
s.ts magestsdes. D de feridas, branaia a custo a. espada
-e que outr'ora lhe f'anqueara as portas
Carmagnole,"'Janot, Lapalice e de Ravenne e de Navarra. Comtudo
La Raamee forlifica-se atraz de uuma muralha como
LAPAL.'. Eo javali no seu covil, e ali, decidido a
A ca,.,iga c o .ime~t~ario morrer tao gloriosamente como vivera,
1 1- ochamna contra si, por sua intrepid de-
r Conclusaol fosa, minuitos sitiantes, porquo umrn nu-
Abu.kh.cia de gloria, abundancia de me limitado nao poderia vencel-o.
i.)nras, I (,n adquirid:ts nos campos de A cada movimento de sua espada,
batalha, e, a o quo dejia dizer o poeta., estende um inimigo a seus p6s; os fer-
I)evia considerar-se rico o nosso La- ros das langas cruzam-se e amnea;am-
paliCe, po innaior quo fosse a sima am- no : afasta-se corn a mAo ensanguen-
tivao, quatmto tres soberanos o revesti- ada e coia a outra mo enterra a sua
raam succ.-.ivainente dos titulos deespada at aos coposnocoraao de seus
,.arechb (:er, Franca, .!e governador do muitos adversaries. Faz urna trinchei-
Bourii,. ....'s, de Auvergue. do Forez ra de cadavers centre si e uma trin-
e de Lyone0; era rico da estimna dos heia e pedras. Mas um bravo, e La-
inimigo.; ue, nos cot abates, lirigian lice ser salvo nas esse bravo no
subre e.ie cuas balas para, cotao diziam, palce e o seal o se enfraquee
podeI& appamoto e o siea hmago so orifraquece
Tbatenei.' u, dos bra.-os ,nmais podero- eo sanue se lie esgota das veias. ,
:5 do 3ic'to '; era rico do namor los Pede graa bradam-lhe, e elle vai
"Idddo .e nuttia o reSs sponder coin o ultimto esforg-o da bra-
lh asui;-.u:,-' csea.-ao [uo. pela in- vura a esse brado, quando um solda-
erdA'lat. thesou-biros do Estado. do hespanhol, galgaamdo a l)arreira hu-
,:,iit ous t.:,i ma, atira-lhe urna lantuada que Ihe
-. it tou : ji( despedana o craneo e o faz calir mo-
,,i ',ci !'iu lacadcaiie. i*
a 1 ni I ..i...K 1t ) 1 ., ... I_ .-- -


lietieouut (ie ses so miies,
11 inourut digne d'envie,
T.t I,, :^ ..,-,, .n


A:, o0Qidas que ganhoui es'O toLodas L e jut ae .u, L,^ ;
Fut le dernier tie sa, vie.
lielmenL.e ieproduzid.is na ihistoria, ec
oxam-c. "1,'iqnan, esse terrivel corn-
bate, dc t.lt o velho marechal de Tri- Alguns -opistas infi6is escrevran"
v,lcI t :. ( 's outos lodos forain I q arto d oe hora antes de mor-
br'ico.-e cciaiva ; Isb a rer estava vivo. D) Adoptatemos esta
ctave da lespanha que Francisco iUltimna Iito, porque ella leva-me natit-
trazia ni jcrnta da sun espada; a Bico- ralmente a dizer corno elle empregou
toaM ond iiautrec deixou a sun onra esse ultirno quarto de hora, que Dens
t-, Lapaihe ri deo sangue e- deixou sem duvida para q.e podos-
trao d se dignamente acabar uma existencia
nrieroso t-.naltente, -.arselha prom et-
U4 L 0 ,,. 1 j "'tr -0 .pl tI
>tj heia K'aoas asrmnas (de (,arlos; t complta.
Marselha que, dornitido hespanhola < EntLo, diz um historiador, Lapaii-
aui dia, .cc.-dou no outro dia franceza, ce 6 levado quasi morto para a barraca
.ite": grandee capifao, Chabannes do general inimnigo. que o ameaga de
S~alice. penetroui nts suas imura- mandar enforical-o se nao obrigasse os
penerou as sas mraas
Ihase ac "ou, A for.-a de coragem. a sitiados a entregarem o forte. Le-
v'-gonha corn oue a'dcrrota de Bour-i vemn-me A trincheira ), responded La-
bn u ra o noe d cav;leiro palice corn a voz arrastada.
rn ,,- n eleo Dous soldados carregarn nos hom-
bros o marechial vencido. Lipalice
manda charnar o sea ajudante, que se
f"i fournir sa.carriere. chamava Cornon. ^ Amigo, lHie dis-
i Famcldevant le roi: se ele, sabeis em que estado esta
Ii 1'etait done pas deirriuc. a cidadella? ) Cornon, commnovido
por ver o seu 'general naquelle esta-
Cilomca nais otmetos.er do, nao p6de responder senao corn umr
S-. -Iouto matis ou menos. em que Icn de cabega


terimos: ere iaiLuu tw ri ra-ttsu L.
c Tejde, press de comrbater, Sire;
uao .ermI _.-ellior estar certo de veneer *
0 nosso :;angue e vosso, mas estais na
iranga e deveis Ihe dar conta de vossos
emnprenendirmentos contca o inimigo do
Estado.
6 !-)o qyero dar lilies ao rei, men
ano ; in.a- queira Deus esclarecel-o
quandio elle vai jogar a sua coroa, tad-
vez; talvez contra os azares de uma ba-
lalha quo :-io p6de deixar de ser fu-
nesta.
cO e.oercito, enfraquecido pelos re-
fort'ss enviados de Napoles, aguarda ha
dijas que aceiteis o armisticio que vos e
oiferecido por Carlos V, e abonseilhado
p}o Pada. Alli, atraz dessas solidas
niura'lias. estao Lannoy e Pescaire,
corn o escol de suas tropas ; aqui, so
tends col,,,dos, em pequeno numero
e morrendot de fome. AlMi, atraz dessas
muralhas esti Antonio" de Leve, homemn
de gehio e de recursos, que nunca foi
vencido, is que p6de sel-o sem que Q
imperio lperca senao umn hornem : aqui
estAi iun'flho de Franpa que a,.o p6de
arriscar a sua vida sem que o reino se

FOLHETIM


1)S FILHOS 1O MONFI
POR
FSRNAXPEZY GoNZALE: \
VOLUME It
SEGUNDA PART
0 MARIQUEZINHO EAUDUQUEZINHA
CAPITULO IV
A FORCA DA MULLHWi
/'.ontinuagAo do n. 27,1
.^.' .oiemn mostrava ter quarenta
ecinco annor de idade e l:paecia ser
virfitar.
'i,;.ide-te Deus, [larum, disse o
0,tir, a quem continuaremos dando o
.w.a verdadeiro nome originario ; man-
dci.tf, chamar para unimu commissao
grave, .
Ladai ao vosso escravo, raagni,
fico sanhor.
a.- Iamais de vinte annos que me
serves cow uma lealdade e valor a toda
a prove. '
.W- E minba obrisgaao; alm d 'isso
tei-. sifb recmnpeosgdo magnifica-
menite, 'senhor; quakdo comecci a
ervir-imo ra wall, fiftte--me vosso
0uit 0 e ao prdemte sou vosso


serco 4ie q(we Vou pedir
l x-Big.4su0ate, qo
Ad M443&


Nao sio horas de chorar, conti-
nuou o grande general; 6 mister que
me dice'ais so podeis sustental-a atW a
chegada do duque de Netnours.
Sim, sustental-a-hemos, aina que
elle chegue daqui um a mez, reapondeu
corn voz firme Cornon.
Bemn! accrescenttou Lapalice, vol-
tando-se para o hespanhol; fazei de
mirm o que vos aprouver, que os meus
farao o sea clever.
E morreu.
Cumpre remontar aos annaes da his-
toria geral para chegar ao dia do nasci-
mento desse famoso La Rammee, cog-
nomjnado o primeiro c ranadeiro do
rnaundo. A darmos cre'ito aos chro-
nistas de casernas e aos historiadores
de bivacs. elle foi post de sentinella d
port do paraizo terrestre, quando o
archanjo Miguel, instrument celeste
da colera divine, pronunciot a terrivel
sentenga de exitio, que fulminaria a
primeira familiar humana.
La Rammee, depois de alguns secu-
los de service como soldado, desgoslo-
sotalvez de nao achar a quem dissesse,


ia eatre as maos de
que chamou &i sua pre-
eWe 'ewino e o interrogoa. 0
tre,satiafeito das suas respostas, dis-
4V-.papromptase para susten-
a spa4h b d(e mestre em arteM.
$Nll.e tlinpo Aristoteles reinava des-
ticameate na universidade. Quem
sasse tocar no que lle ensinava, in-
rria no crime de lesa-divindade. Pe-
ro La Ramm -e ousoul e desde cntiio
comegou para elle a gloria e as petrse-
^ui5es.
Nio acompanharemos esse menino.
e que elle tornou-se homnern. Mas
trataremos do tribunal instruido "para
julgar de suas doutrinas ante-aristocra-
Licas, e s6 de. passagein fallaremos nessa
faamosa escola fundada por ello e dos
seas livros condemnados ao fogo. Em
toda a parte onde fazia ouvitr a sua pa-
lavra, creava adlepto-. A igrej. dis.
poz-se a coinmbatel-o, e o pr.laniento,
corno umrn escudo, repellia os golpes
que se desferia contra esse loinenem ;a-
.lio. Expulso de Paris, o proscripto
obteve do rei asylo ein Fontainobleau.
Os seas inimigos, aproveitando o seii
*esterro saqueeram-lhe a casa e devas-
tararn o sen collegio; mas, afinal, con-
sentio-se que elle regressasse.
SA rnocidade correu para elle, que
tdrnou-se o rei das escolats, comnio j'a
era o pai dos alumnnos e o mestre da
eloquencia.
Na noite de 2i'de no,.to de 1572,
quando em nome da religi.i) c do rei,
os assassinos prti'tc.ivain acto-3 de har-
baria contra o protesLantismo, urn ldou-
tor de S.-ibona chamnado Charpentier,
aproveitou a enom.Io geral para satista-
zer a urna vinganca pessoal, e diriio-
se couin uin uiagote collegio de Presle.. -Era alli que, de-
pois de mtiai's annoe, Pedro La Ram-
rn6e, depois de ter partillhado a; sui
sciencia coin os polh'es, reioiiwsava so-
bre umn motila i .o de pall:, comIo no
tempo de sua riseria. t.'liarpnutir,
depois de ter percorrido toilas as vlas-
ses, guiado pelo seu odio intraniiavel.
descent ao subterranco, onde vio urm vc-
Iho, que Ihe pedio conservasse os seos
ultimos dias de vida.
E cedes-ne ltodo te'i dinlii'niro
perguntoui-lhe Charpentier.
Todo replicou La Rammnie.
E nio ensinards mats ?
Nao, disse o infeliz vellio.
Charpentier acom panhou La Rarmmrnfe
ao lagar em que se achava todo o di-
nheiro que este possuia, e depots de tei
enchido as algibeiras, o miseravel cha-
moun os assassinos, que deramn cabo da
pobre victim!
Foi assim que morreu Pedro La
Rammnee, ou Ramus ; porque, segun
do era praxe, julgou dever latinizar o
seu nome.
JULES A. DAVID.

LITTERATURA

Uma note no Mexico,
POR
GUSTAVO AIMARD
RECOf)DA(OES DA ULTIMA REVOLUC(O
Poucas cidades offerecem um aspec-
to tao encantador como o Mexico. A
antiga capital dos Azteques estende-s
negligerite e preguigosa, semi-velada
pelas espessas cortinas de altos salguei
ros que orlam ao long os canaes e as
estradas. Construidas a igual distan-
cia dos dous oceanos, cerca de 2,28(
metros acima de sea nivel, esta cidade


Passava os dias em desempenhar algu-
rns commissoes dos estudantes, e a
par de aiguins repellkes, apanhava co-
deas de pao que estes Ihe davamn, e
trechos de latim que povoaram-lhe o
espirito e despertaram-lhe ainda mais
o desejo de aprender.
Chegou o tempo das ferias; os estu-
dantes desertaram do ctllegio; Pedro
La Rammee nao tinha a quem servisse,
onde adquirisse migaihas de pao e de
latim.
A peste lavrava na -cidalade, e contra-
riado, elle teve de regressar para a sua
aldeia de Cutti.
Dahi a quatro annos via-so no colle-
gio de Navarra urn menino de 12 'an-
pos de idade que, encarregado de yas-
culhar as classes, trabalhava todo dia,


r-Para guardar a honra da sultana, despertaramrn assustados aos gritos
torna-se necessario que procures qua- afflictivos de urma mulher que pedia
tro dos nossos monfits, os mais esper- soccorro ; quando os que ficavam mais
tos, ferozes e cplados, e corn elles proximos chegaramn as janellas, jA-nao
cumnpriras o decreto que te you dar. se ouviam gritos; viram, porem, cinco
0 emir escreveu algumas palavras homes que sahindo d'aquella casa se
em caracteres arabes, e entregou o pa- afastavam desapparecendo favorecidos
pel em que os escreveu a Harum, que pela escuridao.
depois de as ler, disse: Pouco depois chegou a justiga que
Serao cumpridas as vossas orders, tinham mandado chamnar, e que achou
poderoso senhor. a port da casa arrombada ; as esposos
Cuidado te engines ; os sig. que a na ite anterior haviam recebido a
n-es sao certos nfortmosa Amina e o marquezito foram
Sim, senhor; praa Peranto,, encontrados sobre um lago de sangue,
esquina, uma claroboia redonda por cobertos de punhaladas. -
cima da port, e uma rotula Aes- Uma crianga que tenria cinco anaos,
querda brincava, estendida no chaoe ebuja de
o sei com e t hei dopagarosangue, a luz de urma. lampada, tomn
-No seicom te hei depagar o aums moedas de ouro. A juvtiga
sacrificio quoe me fazes encarregando- t6mo ota dos motos, da criaqa e
to d'este serviC.o. Pora ni o me fitoo conta dos mortas,
edo n eng .o. d e no mgee ndo di inheiro ; guardou este ultimo, en.
de ninguem... de ninguem... as vezes egou a a ure. p d
ne d mi pria. trgo a criana a a rapari do
ne V6s ordenais, senior, o qu or- vida alegre chamada a Sastra, que pedio
-Wdenais deese senior eoqueor- pura o adoptar, e mandoun os cadaveres
denais deveserjusto. Vs sois o se o cemiterio.
ahor, eu o esravo, v6s a cabea, eu Nada as se pde saber a respeito
a mao. Ignoro o crime d'essa gene. Nd' lug ubre acontecimeanto emi
Poram v6saceondennastes, 6 sufficente. dr maisesoros que a jastigaeionsse
Sim, jtUt, jusitga, sev par mnaisdescobrir osq assassinos'a fdar
vai-le Harum. Mais tarde me encon: ar d .lesc
traris disposto a ouvir as aoticias que (APITULO V
me brazes.
Mas essas noticias, senhor.;. EM COMO o MAROUEZINHO Di PROVfEAS' BUE
Por mais importantes qu ellas -EISTAVA PERDIDO DE AMOA8S POlL AJNIS, E
sjam, preciso ficar so ; lanar para QUEP ,AA EM noASARS CO bLAA.
1lqge de .mira a mascara dolorosa qua o- awow' rp e ui a -
"mecobre oj _uffoca. Eu te man- eidt
d baei cbama, Haram
0 a.~lit iuou-se respeitosa- d
90|" ee'!i' '' "* ;
j,4.i .ELL


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3,
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goza no entanto de um clima deliciosa
mente temperado, entire duas magnifi
cas montanhas, o Popoeatepelt e a zta
czchualt, cujos cimnos cobertos de never
perpetua confundein-se corn as nuvens
0 stmrangeiro que chega ao Mexico
ao pdr do sol experiment uma ernoico
particular que the e impossivel explicar
A architectural mourisca dos editicios,
as ;asas pintadas corn c6res claras, os
innumeros zimrnborios dos convent s e
das igrejas, que cobrem, por assim di-
zer, a capital, apresentando suas scores
azues, amarellas e vermelhas. doura-
das pelos ultimos raios do sol poente1
a brisa tepida e perfumada da noite,
tudo emfim concorre para dar ao Mexi
co uma apparenciacwmpletamente orien-
tal, que admiral e seduz a um tempo.
0 Mexico, destruido inteiramnente pox


D. Jo.io tanto receiava por Amina,
que nemainla tiuha pensado no peri-
go que podia succeder-lhe. Amina,
Amina, era o seu unico pensamento :
porque amquelle. enter terrivel, que havia
abusado de tanta dor c se deleitdva
corn a desgr-aga das mulheres, sentira
atinal o amor : mas ease amor violen-
to, unico, que nos faz antepor uma
mulhera qualquer outro amor, a qual-
quer outro interesse, e atW a n6s mes-
mos. Semi precise accrescentarmos
que D. Joao tinha promettido salem-
nenrente a Amina, que seria seu eso
poso, e que promettendo-ih'o, tinha
resolvido cumprir rigorosamente a sua
promessa ?.
Sel tio, quando elle Ihe disse que
ia pedir para esposa a filha do auque,
empallideceu e sentio umn terror muito
maior (do que o que tinba sentido quan-
do seu sobrinho Ihe ddra a noticia da
more d'aquelles que tinham auxiliado
seuns amnres corn Amnina ; casado o
maiquezito, estava ..este, segundo as
lets do reino, emaneipado da sua tu-
tela; isto pouco importava a D. Cesar
de Arevalo, porein o que deveras lbhe
importava era vet-se obrigado a dar
contas de uns celbs bens quo havia ex-
plorado sem cauteln e deixar depots de
ter gerencia n'aquellas rendas quoe einm-
bora quasi exhatistas, ainda podiawn
dar urn bom reiddinento.
D. (Ghar chanibtz leico a seou sobri-
ntab; fW.he Y et$desde o prirndro ate
to ubtimb, Lodos o6.itacowaiiaA do
mrinonlo.. Lebaeu4hli, .iW tkin
m~~ridot _u _'fi Ma*W f


,W
1t conquis ama p i- v
d 7vo,. =1010 as,, jualttt'iUMUiiaiw
Todas as ruas oortam-se em -anglo potodeo, o, cuj Ct 'qml-a
recto e vio desembocar a praca Mayor he quasi to0do oiwote. : do MW
por cinco arte(rlas principles, que sa6o port e, deitando sobre .a prdC- utn
as ruas da Tacuba, da Monterilla, de olhar interro0gdor, diigid-le emrn pre-
S. J)omingos, da Maneda e de S. Fran- cauao ai barraca 4e urnm iopita, situa-
cisco. da no meio da galeHia doI Porltales.
Todas :is cidades hespanholas do nova Chegando em frento A barra6a, o des-
mundo, construidas sobre run s6 piano, conheido paroa, olhou de nova ao re-
teem de eommumn entire si que a praca don de si, e ap6s umrn ins/ante de hesi-
Mayor6 eem lodas do mesmno niodo. tacao, batteu trees vezes a porta. Sem
Assim, no Mexico tern em uma de suas diivida era esperado, porque, sem qtw
faces a cathedral e o Sagrario, na se- o menor ruido perturbasse o silencio,
gunda o palacio (do president, que en- a porta abrro-se o sufficient para dar
cerra os rninisterios em nuriero (de qua- passage ao desconhecido, e feehou-se
tro, um quarter, niuma prisio, etc., na logo que elleentrou.
terceira face esta o ajttntamento, e na Rl iw va na barraca a mais complete
quarta havian ,dous bazares, o Parian, escuriddo, no entanto o desconbecido
agora domolido, e o portal das Flores. entrou sem hesitar, atravessou-a em
A 24 de dezerrbro de 1861, is 9 i1o- toIda a extensAo, e chegando A parede
ras da note, ap6s um grandecalor quo opposta, apalpou-a por um moment e
durante todo o die havia obrigado aos tocou em uma rmOla perdida na ma-
habitantes a refugiarem-se em suas depira.
casas, a brisa tinhla refrescado o ar-, De-ligou-se part desta mnadeira, ro-
e a populaio apressava-se em gozar don lentamente em os gonzos invisiveis,
dlesta serena placidez das noises ameri- e, ; u do um lamnpelo suspense no
canvas. As ruas e as pragas estavanm interior da excavaAo, appareceram os
cheias de pessoas a p6 e acavallo, d( degrdos de unima escada em caracol, que
mnullieres, dtie homens, de indios e in-I paorecia eterar-se pelo soo.
Iareia eterrar-se polo solo.
dins que devertiamn-se a rir e a con- Antes de entrar naexcavafito odes-
versar: Emfim, como a cidade encan- conhecido voltou-se.
tada das .1il7 c ma nozles, ao to- Nio vens ? -perguntou el'e a umn
que do sino o Mexico parecia tor 11 hoC.1m, provavelmente oque Ihe tinha
repente d(lespertado doe um somnno albertlo a porta c quIe est va deA p aal-
cular, visto a alegria que expandia-se guns ,tassos do distancia.
tna physionomia do povo, que parcci; l.::cotrar-mne-hei; aq'ui ;-reapon-
julgar-se.feliz por poder'alitial respirar den elle-n;to tendes nenhuma nec, si-
o ar livmre. dadedo eirm.
No entan'.o, naqluella noite ia dar-se E. verdi-Ide-torno 0 ol desconlhecido-
no Mexico nni acontecimento de gran- irca, pois, pra prevenir ailguin inci-
de importancia. 0 general Mirainon, dente.
president da republican, al)andonado Set inteilocutor responded apenas
pola maior parteole suas tropas na ul-11o1' uN signal e fechando a port se-
tina baIalitaia que lhavia travado cumU os c,'ea leixot so o descoi hecido.
partidarios deJuarez, devia entregar o (;C)Im0 ji: dissemos,, o Mexico, esta
commando da capital ao general Berio- Veneza ;tmpricana, c construida no
sabal, Ceito por rile prisioneiro aItuns me tie un lao ; seus qarteiroes er-
dias antes, e corn os poucos soltldados guem-se sore' illhas pouco distantes
lieis (ue I.he restavamn devia aproveitar unias das otr",s c unidas. por pais.a-
as trevas da note para saliir da cidade, p1s pouo a potic o nivel do lag,,
que o exercito do general Orgela, corn- ;daiaot-se, o:a canacs secarami pela
inandante eo chefe das tropas de.luia- mnaior part-o e a agua desappareceu
re-, occuparia ao amnamihce- m nomeoo completamente do solo, pcrmittindo is
do novo president. runs agora calqadas.
Do de qoie proclarnararn a inuip- No entanto nao 6 necessario fazer
pendenc in, a qar'enta innos, os me- tnia grande excavacao para encontrar
xicanos teem tantas vezes jogado o ter- agua, ea lhumilatlc 6 tMl ainda naci-
rivel jojo das revoluoeks, teem assistido dade que os pavimentos terrcos fito sao
a queda de tantos poleres, teem visto habitados serve de deposit e subs-
succederem-se tantos governor, que tituem nossas adegas, except no cen-
sua curiosidade acabou por desappare- tro da cidade, onde as casas foram
Scer, e presenciam hoj'e calmos e indif- construidas em ilhas de uma extensao
ferentes, cataclysmos sociaes, porque consideravel.
Ssabern que seja qual for a estes grandes A p raga Mayor, a um dos lados da
Spoder que subir, nada serA mudado qual erguia-se antigamente o palacio de
para elles, e que a unica modificacto Mootecuzomina e o grande, reocali, forma o
Sque podem esperar urnm augmento de centro da ilha mais vasta do grupo.
impostos. Alguns s'ibterraneos, contempora-
) Porisso, enmquanto tudo se preparava noes dos incas e que estes tinhamn ca-
para o cumprimneuto do drama deque vado antes da conquista para estabele-
fallamos, a multid.o continuava a rir, cer cnmmunicaoes mysteriosas de tim
a cantar e passeiar pelas ruas e pelas poato a outro, existe ainda nests part
pracas, sern inq'ietar-se coin os acon- da cidade. A mator parte fASelt.lrui-
teciinentos politicos. da pelos hespanhoes, porem alganS es-
SPorem,depeda~o a pedaco,ouviam-se caparam As suas pesquizas, sendo des-
rumores sinistros, bater de armas, ca te numero aquelle em que havia ama
valleiros atravessavam ,a galope a cida- escada de caracol e em cujo primeiro
de, homes corn o sobr'olho carregado degrno vimos o desconhecido.
abriam passage atravez dos grupos, e Ftando s6 o desconhecido dospendtt-
mais cedo que do costume, os armazens rou o lampeao, avivou a luz e comecou
fechavam-se e os negociantes, apres- a doscer corn precaucao os degraos es-
^ savam-se emrecolher-se as snas casas. verdeados cohertos de limo e escorrega-


Ao espalhar-se a noticia de que o
president da republican estava resolvi-
do a sahir da cidade, o corpo diplomati-
co reunio-se e offereceu seu concurso
ao general Beriosabal, nomeado gover-
nador provisorio, para auxilial-o a ve-
lar pela seguranga do Mexico e impedir
os bandidos de saquearem e incendia-
rem a cidade, como diziam quererem
fazer.
0 genera Beriosabal acolheu de boa
vontade a offerta do corpo diplomatic
Entio em cada legagao, franceza, hes-
panhola, etc., os estrangeiaos armaram-
se e, sob as ordens dos memnibros destas
lega-des, comecaram, o serving de po-
licia percorrendo a cidade, obrigando
os habitantes a entrarem para casa e
estabelecendo posts de segurana nas
pragas e noe angulos das ruas.
A praca Mayor foi logo evacuada, e
onde ouvia-se o rumor produzido por
uima multidao compact, reinava entao
uma solidAo complete e um silenci6
funebre.
Soou o toque das nove horns e meia


9 "aI I I
matrimiionio. Seu sobrinho deixou-o fal-
lar, e quando o tio soe calou, julgando
queo seu sermao teria produzido urn
magnifico effeito, o'jovenr disse-lhe de
maneira que bern mostrava quanto era
irrevogavel a saa resolucao
Caso-me.
Pois digo-te quje nio te hlias de
easar.
Hei de casar.
E en nao dou o -meu consenti-
mento.
Dar-m'o-ha el-rei.
0 duque nao te dard a s'ia filha.
,--E ea roubo-a.
0 tea poder neo chega a tanto.
Veremos.
Velmos.
0 tio'7o sobrinho separaram-se mut-
to desgostos am do outro.
0 caso 6 que aquella phrase do tio:
a o duqtue i70 te dard d sua filha ),
causara muita impresao no joven,
ferindo-o no seu amer, na sua vaidade,
e na sua voatade. Eram, pouco mais
'ou menos, as mesmas palavras que
the havia dito Ariua, quando n'udi
excess de paixio eli tLe ,dissera, aper-
tando-a em seas bra:os:
Juro-te, por tuado quanto ha sa-
grado, que serei ten esposo.
Met pai ndo vos darM a mina
mio havia respondido Amina suspi-
-, E prque ? the pergantara ancioso
o minquew."
A f dt qt'wmt so6 lhe respon-

dsr m iuao Ea d a '
'"^"B ^g- '-~Sw f^


digos.
A (descida nao foi long, compondo-
se a escada somente de quinze degralos.
Termainava em um subterraneo es-
treito, por6m bastante. alto, podendo
um homnem caminhar de p6 sern receio
de tocar corn a cabega na abobada su-
perior.
Era impossivel calcular a extenslo
deste subterraneo, que, Ai pouca distan-
cia da entrada, formava um cotovello.
0 desconhecido o tinha sem duvida
percorrido muitas vezes, porque assim
que acabou de descer, caminhou reso-
lutamente para a frente, tendo o cuida-
do de conservar-o lampeAo sempre sus-
pense para guiar-se mais facilmente;
precauiao esta minuito necessaria, por
que, de espago a espago, abriam-se 3
direita e t esquerda galerias, que pare-
ciam tomar direccoes diametralmente
oppostas, e que, ct n.o tor-se grande
conhecimento dos lugares, impediam
de se dirigir corn certeza naquella espe-
cie de labyrintho.
[Continuar-se-ha"
Ao avistar Yaye experimneatou pea
primcira vez esse sentiment de respei-
to que temors por tudo quanto jaig-
rmos superior a4 n6s. JA dissemos qme
YayO, apezar dos seas quarenta e tan-
tos annos, apezar das suas desgraeas,
e da constant luta em que- se achava,
se conservava corn toda a forga da saa
juventude, como nos dias em que, por
canridade, namorava D. Isabel de Valor.
0 marquezito togo adivinhou qua o
duque de Jarilla, a quern nao coaie-
cia, era o pai de Amnina, e que esta,
a nao ser sua filha, podia ter sido sUa
esposa, sem que o. mrundo juJgass'a
mal de semethante enlace. Finamen-
te, Yaye, representava ama juventuie
forte coto que estacionada apezar Ops
annos; auma d'essas juveurades que
perderam a expressio irreflectida a
confiada do adolescent, adquiriad o
aspect grave do hoknem experieme.
0 marquez do la Guardia sentio-M,
portanto, domiado, e perden miaUtodo
seu valor atrevido corn quo coUtava.
- E' ao senior duque delarft t qB
tenhQ a honra de oallar, dbse O. JOi
curvando-so cortsmeae. .
Sin, cava r, dI isso _
dicaadowAhm.la- cadeira d oa ai n .

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