Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15591


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Full Text
















































bra. .,;
S Foijofado lente da Escola de Me-
dicina da corte, o Dr. Agostinho de
Souza Lima.
-- S. A. o Sr. Conde d'Eu partio, no
din 16, para Limeira, acompanhando-o
altpns cavailheiros.
S. A. tern de visitar Campinas, Mo-
gy-min e outros pontos, e deve re-
gressar paraS. Paulo a 19 e para a
corte a 21 d. corrente.
No dia 16 do corrente embarcou,
no porto de Paranagua, corn destino a
esta cOrte, o Exm. Sr. bI Adolpho
Lamenha Lins, ex-presidente da pro,
vincia do ParanA.
Desde Corytiba atd o porto de Para-
naguAi houveram grandes festas, ma-
nifestacges esplendidas, e ruidosas.
SNunca houvemm t.o grandes festas
naquella provincia.
Por telegramma de S. Francisco
do Sul sabe-se-que naufragou, ao sul
daquella barra o paquete national Si-
lencio, em viagem da Bahia para o Rio


Grande do Sul.
Inio.


Salvou-se a. tripo-


RIO DE JANEIRO, 19 d? julho.
Na reuniao, havida na secretaria da
guerra, fallaram diversos Srs. deputa-
dos e senadores, e, depois de t ocarem
ideas geraes, assentaram em restabe-
lecer os imppstWs que tiaham sido supri-
S midos. Em seggida hkytve juma wa-
nifestacdo da maioria em pr6 do actual
ganinete.
No dia 16, a noite, falleceu em
Porto Alegre, o Dr. Themoteo Pereira
- da. Rosa, president da assemblda pro-
vincial, victim de urn ataque apo-
S pletico.


-- Deve comecar hoje o leilAo do
bazar das prendas, promovido por S.
A.a Princeza Imperial Regente e auxi-
liadapor varias senhoras da nossa so-
ciedade, em beneficio das victims da
secca do norte.-
RIO DE JANEIRO, 21 de julho.
Foi agraciado corn o titulo de Bardo
de Tanubatd, o Sr. Antonio Vieira de
Oliveira Neves.


Foi exonerado o Dr.


Angelo Pires


Ra1io.S, de chefe de policia da provin-
cia de Sergipe ; send nomeado p'ira o
subsl-tuir o Dr. Geoniniano de Oliveira

SCamrbio sobre Londres 24 i/) d. ban-
cartio, 24 3/4, 217/8, 24 15/16, e 25 d.
p rIJ0 particular.
Carnbio sobre Paris de 387 a 380 rs.
por franco."
-flegarain os vapores Galicia, da
EIropa, e Rio de Janeiro, dos portos
do sul.
Seguio para os poL:tos do norte o va-
por Es'iirito Santo, levando 4:7018000
A direetoria do Gabinete de Leitura
S Geafense parm serem distribuidos Oulas
v'I0*ws da secca. 0 Grai~w. ;i
rfnido d4 'ra-asil tamboi remretl
qtxantia de 2:3009000 para seremrn dis-
tribuidos ;is victimnai da secca do
norte.
A corveta Trajano sahio e vfltou
hontem mrnesmno da experiencia que foi


Fundos braslleiros de 5 o/o, empres-
timo de 1875, a 921/2.
Mercado de assucar calmo, e os pre-
Cos sustentados.
LIVERPOOL, 21 de julho.
Mereado de algodio regular, e os
re os bem sustentados; venderam-se
i oje cerca de 8,000 balas de diversas
procedencias; sendo o de Pernambu-
co a 6 3/8 d. por libra.
Mercado de assucar caimo, e os
pregos sustentados.
HAVRE, 21 de julho.
Algodao ordinario de Sorocaba a 70
Ifrancos pelos 50 kilogrs.
Couros seccos salgados de Pernam-
buco, de 80 a 82 francos pelOs 50 ki-
logrs.
MARSELHA, 21 de julho.
Assucar de Pernambuco a 30 fran-
cos pelos 50 kilogrs.
NOVA YORK, 21 de julho.
Farinha de trigo EXTRA STATE SHIP-
PING BRANDO de $7-10 a $7-30 CENTS por
barrica.
LISBOA, 23 de julho.
Segue hoje para o Rio da Prata corn
escalas por Pernambuco e Bahia o pa-
quete francez SENEGAL, dacompanhia
MESSAGERIES MARITIMES.
Agencia de Pernambuco, 23 de julho
de 1877.
PELO DIRECTOR, J. BROCHIER.


PARTE OFFICIAL


Governo da


provincial


DESPACUOS DA PjlBClA DO DIA 21 DE
JULHO DE 1877.
Antoilio6Moreira ba Costa.-Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
Tenente-coronte Antonio Maria .Coe-
Iho.-For va-se.
Antonio Leoeadio do Rego Barros.-
Deferido coin officio desta data, dirigi-
do ao Sr. director-interino do arsenal
de guerra. -
Caetano-de Faria Costa.-Informe o
Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Franciico Maria Duprat.-Informne o
Sr. inspector do thesouro proviticial.
Jose Affonso do Rego Barros.-Sim,
corn ordenado s6mente.
Josd Gongalves da Costa.-Aguarde
a concessao do credit pedido nesta
data ao governor imperial.
Josd Alvares Camello Ferreira.-Ficl
relevado.
Capitdo Martiniano Jose Ribeiro Pes-
soa.-Ilnforme o Sr. inspector da the-
souraria de fazendi.
Manoel Luizda Veiga.-Informe o Sr.
inspector da thesoiraria de fazenda.
Manoel Josd de Aguiar A C.-Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Nahum Nazianzeno Moreira de Men-
donga.-Encaminhe-se.
'Secretaria da presidencia de Pernambuco,
23de juttlho do 1877.
Oporteiro,
odo i roaalves dos Santos Junior.

Commando das armas
Quartel general do commando as
armas de Pernambuco, em 23.dejulho
de 1877.-Ordem do dia n. 1030.-
0 brigadeiro commandante das armas,
faz public abaixo, para conhliecimento
do% corpos (lesta guarni&o e lins con-
convenientes, o aviso do aninisterio da
guerra, de 10, que por copia Lhe foi
ftnianittido coin officio da presidencia
desta provincia, de 20, tudobstemnez.
Faz public igualmemeWt' que no
dia 17 do corrente se apresentou neste-
quartel general viido da provincia da
Bahia, o Sr. major draduado do 9.
batalhdo de infantaria Fancisco Victor
de Mello e Albuquerque, que se reu-


Continfia a a discauo d I project n. IM
deste anno, que oroa receita e fixa a despi
za pAoM xeracio de 1877 a 1878, na -w

0 Sr. Goes Cavalcante :-Sr. presiden-
te, venho dizer algumas palavras emxesposta
ao largo discurso do nobre deputado pelo. 2o
district, seoppondr' aum additive ao orca-
ento. que so discute, ooncedendo autorsa-
*0o-'ao president da provincial para fazer umn
emprestimo & companhia pernambucana. No
quero alargar o debate, porque entendo que
o tempo 6 minuito precioso ; porisso, po'4 es-
tamos em 3' prorogagAo, e nao convaui tra-
tar desta quest o senAo nos pontos ema qm
ella deve ser tratada. "
Sr. president, nao sou o autor do addi
estretanto fui chamado a tomar part ne'
discussio peloknobre deputado, a quem mere-
firo, e nao posso deixpr de copdescender corn
o seu pedido, porque subscrevi um prjicto,
que ainda nao foi discutido, mas AM
as mesmas idWas. wy....
0 nobre deputado, mostrando granfe des-
contentamento, d4eaua este negocio' excessivo
elasterio, fez a biographia da companhia per-
nambucana, e analisou ella desde a sua insti-
tuigao at6 hoje.
0 SR. GASPAR DE DRUMMOND :-Ab ovo.
0 SR. GOES CAVALCANTE : -... para tirar
d'ahi arguments contra a conveniencia do
emprestimo e que provassem a falta de requi-
sitos na companhia para obter o favor que
pretend.
Entendo, Sr. president, ser completamente
desnecessaria a analyse da companhia, e nem
procurarei responder ao nobre deputado so-
bre as diversas phases, porque ella tern passa-
do, porque nada disto vem ao caso. Parece-me
que aquestao sddevia ser encarada nos seguin-
ces pontos : 4.o se a companhia esti no caso de
merecel" a concessio que solicita da assem-
bla ; 2.o se p6de solver o compromtisso que
pretend contrahir ; e em terceiro lugar se o
estado da provincia, quanto -is suas flnangas,
comporta mais este emprestimo qiue se tenha
de fazer.
E 6 debaixo destes pontos de vista que yvou
tratar do assumpto ; e, send assim, nalo con-
vOm memo me occupar da companhia desde
a sua instituiCVAo.
Sr. president, o nobre dep'iLtado analysou
os diversos favores feitos a uompanhia per-
nambucana, e d'aqui tirou motive para pro-
var que ella, nao merece esvo que preteode,
ainda pelo facto de jd se lhe term ancodido
muitos. Eu, porem long de encftoir nisio
aul motivbpara nao se confder b- 4
contrario eutendo e Iquo ;5iOa UL *
razio qu apomvelta a ansm AA aws.
para a n'Mueoncesslo que pretend.
So os podrbes publicos, Sr. presidenite, JaM'
feito a ef la aas concessions, 6 porque todos
tern enteqot | nie nao s6 as merece .pelos
servigos prestrdos, quer a esta provincia,
quer a8muitas outras, comoA tambem que ser
elles a comnanhia por ceOlo nfio poderia sub-
sistir. E ainda esta nova concessao se ba-
s6a neste mesmo principio-de que a compa-
nhia para subsistir necessita do enmpretimo.
Dito isto, creio que desapparece a argumen-
tagno do nobre deputado quanto ao grande nu-
mero de favors concedidos i companhia per-
nambucana.
Antes de chegar ao3 pontos capitaes da
questao, e de que o nobre deputado se occu-
pou, devo dizer : eu nao defend aqui os in-
toresses de urna companhia, defend os inte-
resses publicos, porque descubro nella um
grande meio de que a provincia de Pernam-
buco disp~e para delle tirar grande -fontes
de recursos, meio gue tern dado a esta pro-
vincia muita importancia commercial, e que,
se desapparecer, ha de ficar ella reduzida
neste ponto a umn estado muito precario.
Sr. president, nao tenho acanhamento de
confessar que, quando se trata de certos in-
teresses centre provincias, eu sou bairrista,
Sr. president, isto 6, interesso-me antes ou
em prinmeiro lugar pela provincia de Pernam-
buco, d'onde sou fiiho, do que por outra qual-
quer provincia. (Apoiados). E into que o
nobrefdeputado, que se oppoe a este empres-
timo, nao seja filho de Pernambuco, porque,
se o fosse, talvez argumentasse de modo niii-
to diverse d'aquelle porque argument. ;
O SR. PINTO PESSOA :-Eu sou filho do nfeu
paiz. ."I
0 SR. GOES GAVALCANTE :-Sr. president,
repito; sou brasHeiro, desejo a prooparidade
de todas as provincias do Brasil, porque isto
importa o mesmno que de sejar a ,prospe-
ridade do Brasil inteiro ; mas de preferencia
desejo a prosperidade da provincia de Per-
nambuco. Isto 6 natural, creio que todo o
home que presa a provincia que o vie has-
cer, deve necessariameinile animar-se por este
sentiment; e por isso que digo que, se o
nobre deputado fosse filho deo PernambuCi
Lalvez modificasse um pouco a suna opinibo


corn relaqso ao object que ora so disc.uke.
Sr. presidenrte, ninguep ignorari que.A
conipanhia pernambucaa[ tern prestado0.
versas provincias linmitrophos...
0 SR. ALCOFORADO JUNIOR .-Do north
cipalmente.- -
0 SR. GOES CAVALCANTE :-... moito bons
servigos, e especialinente d provincia de Per-
nPambuco.
Pela comanlhia pernambucana, Sr. pr si-
dente, tem-se consoguid! localisar em rw-
nambucd o grande *cominmercio que entree
mos corn essas provinclas, principalmehte .
norte, pois se nilo fosse ella. esse commerce
em vez de centralisar-se am Pernambuco, irn
estabelecer-se na Bahia, du em outran pi apa,
e flcaria Pernamnbitco privaao desse grand.
concurso, que Ibhe di importancia, quop, se lh
for tirado, muito tera de solTrer. '; '
0 SE. MORtIRA ALVES :-Nao ap0jio,
0 SR. ALCOFORADO JUNOPR : -'NIo, isso 6
exacto..
0 S. MOEIEIRA ALVES: -- Mo- an ado a


rdct omo tabam importaudo os que
ven d Iovincias. Obgirvani -mesmo
quo dioercs que t emde.er vendi-
dosem 1f estrangeirp, vem primeiro
aqui e o uma venda interaiediaria, o
que niao aoateceria se essa companhistivesse
a sua s6de em outra provincia, para onde en-
tio iriam eses generous.
Sd esta consideragbo, Sr. president, devia
autorisar 4 casa toda a benevolencia para corn
a companhia de que se trata. NMs, per-
-ambucanes, devemos fazer votos afirn de
,e ella subsista sempre, porque na verdade
urma fo" de renda para a provincia de
P ernamblQO/
(Ha Ulm' pte).-
Nao 38r. president, qne os -im-
P3 jB i S? "urn pouoo o coqnmercio,
---i.I..- i,, nobre ecolfga, deputado
[ IU6,*. mas o imposto 6 a lei da
neoStdr e ninguem p6de eximir-se dessa
imperiosw. i
Se nois pldessemos prescindir do imposto,
seria wultq bom; mas, desde que ha neces-
sidades urentes a satisfazerem-se, nao pode-
rGos deixa~de langar mAo do, imposto, porque
6- o unico aeio que conheco para satisfazel-as.
Sr. president, o nobre deputado fallou em
diversas bvenees que a companhia per-
nambucaWM tern obtido; mas o que importa
isso ? I "rLta o reconhecimento dos servigos
prestadof a retribuiCAo do seu trabalho.
Estou ceg de quie no haveria president de
provincia que fosse capaz de conceder uma
subvencgo ,A companhia pernambucana, sem
qute por jiso tivesse a provincia de lucrar,
quando neo muito, ao menos alguma cousa.
Tern sm.o, Sr. presideute, inspirado polo
interesse'publico o governor nao s6 desta pro-
vincia, cOo'tambem das provincias limitro-
phes, parr conceder subvengoes d compa-
nhia pernmbucana; entendendo que takes
subvenWl- sao necsssarias e que sem ellas
essa coneanhia' nao poderia subsistir, nerm
tambem piestar os servigos, a que 6 obri-
gada. N6 sabemos que nos contratos cele
brados por diversas provincias corn essa
companhia ulla sempre flea sujeita a certos
encargos,.quo serw a subvengio nao poderia
cumpril-o .por"g.1de outra maneira soffre-
riam os -feus inlaresses. Assim citari as
viagens ye.os vwes da conmpqhi fazem
urma vez or.mez presidio de Fernado de
Noronha'; uiso 4 teria lugar sem a sub-
tingreatpos.:-a companhia faz
orates r ,-C-onobeikporlemple polo
transport dd lssigeiro ou carga, que tenha
de ser feito e Oreus vapores, por conta do
governor, urnm abaimento de 50 olo do brbWo
quo paga qualtuer particular.
0 Sn. PINTO PESSOA :- Pois havia de rece-
ber urma grande subveng'o semr compensacao
nenhuma ?
0 SR. GoEs CAVALCANTE: JA se v0, pois,
que nio 6 pequena a vantage que tern o
governor per essa modificagao do prego, ti-
rando d'ahi uma part da importancia que
paga com o subvenwAo.
Mas, Sr. president, no 6 por este slado-
que se deve encarar a questao que se discute.
Gumpre, portanto, tratal-a como ji eu disse,
debaixo do outros pontos de vista; devendo-
se indagar em primeiro lugar se a companhia
merece ou nao o favor que -ainda pede A pro-
vincia.
0 SR. PINTO PESSOA :-Nio merece, nao.
0 SR. GOES CAVALCANTE : Sr. pesidente,
desde que o nobre deputado nio p6de conies-
tar que a companhia pernambucana tern
prestado aI provincia valiosissimos servings,
desde que nao se duvida que ella tern con-
corrido para o engrandecimento do commer-
cio desta prawa, nao p6de tambem contestar
que merece qualquer favor da provincia.
Parece que em compensacao dos beneficios,
que ess i mpanhia faz a Pernambuco, deve
ter direitaos favors que o governor Ihe con-
ceda. E6d prirmeiro ponto supponho que nio
pode soffrer esntestacio, salvo se o nobre
deputado &todo o custom quer sustentar que a
companltalb pernambucana cnio presta a pro-
Tincia srvi',o de especie alguma.
o outrg ponto, Sr. president, 6 o mais
importante-saber-se se a companhia pernam-
bucana pide ou nao satisfazer este compro-
misso .-
0 nue deputado, mostrando ma vontade
: alem do que davia, e ate disse em born por-
tIguez que elt1~tf veihaca.
^ i. uAAIS g SILVA :-[njuriou-a.
J ,L CAVALCANTEV- E d'onde tiro i
^bre i~utado fundamento pqra dar &
"i30 anhia pernambucana o epitheto de ma
gf ou valbaca?
.PINTN W'5oSOA Eu nio disse tal
i[t.C Uses CAVALCANrE : Tirou justa-
4@e 4i nm facto que produz presumpgibo
ntido contrario. Disse V. Exc., e eu


piek que o inmao devedor costumrna pagar
c loptjdIo o primneiro eiprestimo par
obter um mnelhor e nao pagal-o.
I.PiNTO PESSOA :-Sim, mas n.o appli-
aw hla.
0 6. ,6 CAVALCANTE: Nao sei entilo
.i 4 n podia applicar, desde que o nobre
0db 4A.4a companhia e do empres-
Mppr aBSto.
Ir. presidenT3, 6 argument do nobre depu-
logidA, porquo prova somente
Otrario, rqWrindo-soe.. au fact
I aria pedidia governor geral
urm OOWil 3O.:O0, e havel-o satis-
e~L0 e no tempo competent.
a conmpanhia fez isto
pan : a bocca, afirme le vir pedir do-
pos q pre6sm o malor e nao pagal-o.
Wt ninguem deve jtdgar outro
tats riso pratica um awto tal; e
uer pess6.a tomrn praticado umrn
lMpor isso se does conside-
9 blpahab' jab im vez pedio
# a 300 con,
Wponqu..Idb.o mu com .r a
o. per.qie rsWa .de
I on a ena Sl o tes o -
o fi, -oapwrebdt, ria
Af teta d"vs, docida,
~ 4Wfla "06--
[w d d 4


to sufficiente para qume, no easo de quiao
cumpra o seu contrato, pague-se a provinoia
de 300:001MX.
0 nbreo deputado, pordm, para mostrar a
a que esses bens da companhia nio chega-
vain, avangou proposicgOes que nao se devem
admittir, considerando os 8 vapores da com-
panhia de nenbhma valia por seem as ma-
chinas estragadas, yelhas, e ate disse que um
vapor comprado ha pouco tempo era mais ve-
Iho do que o meu nobre college, deputado polo
3o district, a Sr. Ratis e Silva r (Riso.)-
Contra isto, Sr. president, 6 que eu protes-
to. A companhia tern vapsres de muito use,
6 verdade, mas tern alguns novos e que por-
tanto devem valer alguma cousa ; esses mes-
mos velhos tambem ternm valor na proporcgo
do uso e serving prestado.
0 nobre deputado atl mostrou A casa conhe-
cimentos de machinist.
O SR. PINTO PESSOA :-Conhecimentos de
machinist ?
0 SR. GOES CAVALCANTE :-SirM ; fallout em
caldeiras de modo tal, que menpareceu um
professional, obrigando-me a prcurar infor-
maOSes sobre isso e verifiquei que S. Exc. ed-
tA enganado, que nao se traAa de remendar
caldeiras.
As caldeiras estdo em perfeito estado, e nern
a companhia se prop6oe a mnandar concertar
caldeiras.
0 que a compjnhia quer 6 aperfeigoar as
machines, applicando um novo system de
apparelhos que tern por tim nao sd poupar
carvAo, como tambem diminuir o pessoal que
ellas actualmente exigem : sao esses appare-
lhos denominados automatos.
Sr. president, para mostrar que o nobre
deputado nco teve razAo quando disse que
tados os vapors eram velhos, eu direi -A casa
que o vapor Jaguaribe foi comprado em 1875,
inteiramente novo, corn machinismo moder-
no, e atl elles jA teem esse apparelho, a que
acabo de referir-me.
0 vapor Conde d'Ett tambem 6 novo ; acha-
se no melbor estado, tanto que, tend sido
submettido 'A companhia de seguros, depois
de um exame, esta companhia considerou-o
do If classes, e por consequencia entire os va-
pores novos,
Se eu mostro, Sr. president, que a compa-
nhia posse dous vapores novos, como 6 que
o noble deputldo affirma que ella nao tern se-
nia mnasinas yslbas. arruinadas, e atW pra
fazer espirito dit que o nobre deputado p"1
30 diseIo, correia risco se embareasse eo
qualqir chalupa da companhia ?
Aldmn desses vapors, Sr. president, nin-
guem ignora que a corapanhia posse predios
importantissimos situados em um lugar muito
apropriado ao commercio, que a todo e qual-
quer tempo bio de valer muito dinheiro. De
mode que quando mesmo os vapores em nada
importassem, somente esses predios garan-
tiara o pagamento do emprestimo que a com-
panhia quer contrahir.
Mas, Sr. president, ainda disse o nobre de-
putado : a Assini m6, concordo em que a com-
panhia tenha bens coin que page o empres-
timo contrahido no caso de insolvabilidade,
mas ella acha-se em estado de bancarrota,
porque nio tern corn que pague a seus cre-
dores.
Fiquei asgustado corn esta declaragalo do
nobre deputado, fui syndicar da verdade, e
verifiquei que a'divida da companhia apenas
monra em cincoenta o sete contos e tantos mil
r6is.
0 SR. PINTO PESSOA :-V. Exc. veja o rela-
ltorio.
Su SR. GoEs GAVALCANTE :-E' verdado que
chama-se divida a quantia de duzentos e tan-
tos contos, que a companhia tern de pagar ;
mas o pagamnento desta quantia tern de ser
effectuado pelas prestaQOes de subveng5es, jA
vencidas, dos governor geral e provinciaes;
descontadas essas psrestaces vencidas, que a
companhia tern de receber, o seu passive 6
apenas, como eu disse, de oincoenta e sete
contos e lanto.
Ora, Sn. president, parece-me que a quan-
tia de 57:000$ nco pode influir em urn active
de o il e tanlos contos; e mesmo que fossem
duzentos nac influiriam. Assim, pois,creio que
nested segundo ponto a argumentagio do no-
bre deputado nco prevalece em vista das ra-
z~es expendidas.
You tratar agora do 3 ponto, isto e, so a
provincia pode ou ncio fazer o emprestimo.
A provincia, emprestando essa quantia ai
.companhia pernambucana, nto faz mais do
quo effectuar uma'operacflo de credit, que
se limita a unia simples girantia nominal sem
despender cousa alguma de seus cofres ; e,
dosde que nco ha risco de que a companhia'
nao pague os 300.0005, porque tern bens suf-
fOcientes para garantil-os, nia se pode dizer
que a provincia tenha de despender dinheiro.
A companhia quer apenas apolices de 7 0/i,
que ira amortisando corn metade da subven-


6&o annual de 100:000:0005, que rocebe do governor
geral e a que tern direito ainda por seis annos.
Por consequencia, daqui a seis annos tore
ella pago integralmente o seu debito s corn
metade da subvengtio, que the dAo os cofres
geraes.
Sendo assimn, Sr. president, qual 6 o peri-
go. qual 6 o risco, que se pode receiar?
Ainda se poderd dizer que a direccao, quo
requereu este emprestimo, niao esta autorisa-
da para hypothecar bens, mas ahi estr o arti-
go do additivo, que diz : o president da pro-
vincia flca iautorisado noao s6 a conceder o
emnprestimo, como tambem a exigir todas as
garantias possiveis e hypotheca de todos os
bens da companhia e a empregar lodos 9s
mineios, aflm de queoe realise a amortisaglo da
divida no tempo esutpuido pela subvengao do
governogeral. Alem digto, a companhia se
obriga. a deixar depositada todos vs-annos a
quantia precisi para a amortisacgo e juros, a
qual deve ser deduzida da sobveneMo.
O4n. PINTO PsSOA :- MaSs adireco estia
habflitada ou ao a reqMuemer o emprestimo ?
0 Si. GoES CAVALCANTZ :--Kt&habltada ;
dmia ostou Igurando a hypothese de que Mo
0 -S. PINTO PssO.A : Mas o gerente dsti
habuftf ?
OS3. GosS GAVALCANTS :-EstW.
4Ua. Pftio PsB9oA : Cotm poW!s espe"
0. SR. GOBM CAVALCANTE :-Poles statUUM
a direepoo tbk P ps a isom


m4u.* a p ausmUUI-O I ;
0 Sf. GOES CAVALCANTE : Digo que tern.
0 SR. PINTO PESSOA :-Affirma ?
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Afflrmo, porque
vi um dos artigos dos estatutos, dando pode-
res A direccao...
0 SR. PINTO PESSOA :-Dos estatutos ?
0 SR. GOES CAVALCANTE :-... para reque-
rer tudo quanto for a bem da companhia.
0 Sa. PINTO PESSOA: Os estatutos que
data tmr ?
(Ha outro aparte.
0 SR. GOES CAVALCANTE : -- Depois, diz
muito bem o meu nobre college, a autorisa-
gio nao import o emprestimo. 0 president
da provincia, que inspira-se no intense pu-
blico, e abrigado por forga da autorisaglo a
conceder o emprestimo corn todas as garan-
tias; e dosde que ellas faltarem, confio muito
em que elle nao o farA, principalmente se a
direewAo nio se apresentar munida de poderes
especiaes.
0 SR. PINTO PESSOA : Pergunto : a direc-
CIo teve poderes para requerer A assembl6a ?
0 SR. GOES CAVALCANTE :-A companhi, 6
figurada aqui pela sua direcCAo ; quando se
tratar de realisar este negocio, 6 a occasion
opportuna para syndicar-se se adireCc, que
tern de realisar o contrato, estA ou abo habi-
litada para fazel-o.
Nao 6 esta a occasiao opportuna ; aqui nao
devia vir a companhia em peso requerer o em-
prestimo, devia vir somente a sua direcglo,
porque quemn represent uma companhia 6 a
sua direcgao; e o mesmo que se tern feito corn
outras companhias.
0 SR. PINTO PE.SSOA : 0 que pergunto 6
se estA devidamente representada e como.
0 Sn. GOES CAVALCANTE :-0 nobre depu-
tado fallout aqui na receita, que um medico ha-
bilissimo, o Sr. major Laurentino Josd de Mi-
randa, empregou corn relago ai companhia de
Olinda; mas S. Exc. nao disse tudo o que ha-
via a este respeito. E' v ordade que o medico
foi habil, e tao habil que p6de melhorar o es-
tado da companhia; mas o que fez elle? Hou-
ve uma emissao de acgces, preferenciaes; mas
pergunta-ge: qaal a importancia delays e sua
distribuiCAo pelos accionistas? Foi apenas o
emprestimo de 50:.OOO00, tend o sidopreciso
que o gerente por sua part tomasse 20:0005.
Sr. president, nds sabemos quanto custa
hoje o dinheiro; ninguem quer empreslal-o a
uma companhia, ainda mesmo que baja acoges
preferenciaes, para ter um jure de 7 por cen-
to. Hoje os bancos ou qualquer capitalista
estlo dando dinneiro a 10 on 12 por eento.
A companhia de Olinda p6dq.Aeupas obter
30:.000#000i eisto naquelle tempo, em que a
crises naio era tao fatal como hoje. Como pois,
atora a companhia pernambucana podera ob-
ter 300:0005000 per meio de emissao de apoli-
ces preferenciaes? Quem os liver ird empres-
tal-os a 10 ou 12 por cento, e naio a 6 ou 7 por
cento, porque 6 s6o este o juho que pode convir
A companhia.
Sr. presented, o nobre deputado ainda fal-
lou nos acdionistas dacompanhia pernambu-
cana e disse" que eram homens muito ricos,
que podiam emnpresiar o seu dinheiro para sal-
lval-a.
E' verdade que estes homes possuem di-
nheiro, mas elles ja teem alli o seu capital em-
pregado sem receberem dividend ; o ultimo
dividend que houve foi em 1873, e assim
mesmo de 3 por cento. Ora, quem querero
empregar maior somma de capitaes, alfm da-
quella que jA tern empregado, semr espera
urn resultado, um juro correspondent ao seu
dinheiro, em urma 6poca oomo esta? Se hoje
elles obtem 10 por ceanto, como poderAo em-
prestar dinheiro a essa companhia, que nao
pode pagar mais de 70 por cento ? Parece,
portanto, que este argument do nobre depu-
tado nao pode prevalecer.
Sr. president, em Vista dae ponderagces
que acabo de fazer,. enteudo que nenhuma
procedencia temrn a impugnagAo do n bre de-
putado; porque, em primeiro lugar provdm
que a companhia merece o favor, per quanto
tern prestado muito bons serviqos a provincia
de Pernambuco; em segundo lugar, que ella
bern lange de achar-se em estado je insolva-
bilidade,-?o contrario possue ben$ que ga-
rantam sutilcientemente o pagamento da
quantia emprestada ; e flnalmente que a pro-
vincia pode fazer o emprestimo, porque nco
despende cousa alguma, da apenas urna ga-
rantia nominal, poise pagamento dessa quan-
tia ou o desappamrecimento da garantia tere
lugar corn a amortsaglo annual da subvencgo
que o governo geral tern de dar, e 6 obrigado
a dar a companhia pernambucana.
A' vasta disto, Sr. president, creio que te
nho justiflcado o additive^ consignando 6
mesma .dea contida em um projects, qu e
subscrevi.
0 SR: PINTO PESBOA: Mas V. Egc. veja
que eu poeo para seor destacal; esle 6 o re-
querimento que estA em discusslo.
o Sn. GOES CAVALCANTE :--a-me esquecea-
do deste porLo. Devo dizer que me opponho
a esse destacamento e vote contra elle; sere-


pre soi contra taees expedientes ; isto 6 umn
meio de maLar nesta casa qualquer idea (apoia
dos): quando se quer acabar corn ella, man-
da-se que seja destacad&-
0 SR. PINTO PESSOA. da i un aparle.
0 Sn. GOEs CAVALCANTE :-A4ses medicos.
diz o nobre deputaio, matamr mais depress.a
para ulli\iar as does ao doente; mas eu que-
ro.urn medico quo applique a doentU o re.
medio atA, o ultimo memento, animiando-osem-
pre corn a esperanea do, cura.
Entendendo-me corn o gerente di compa-
nhia, disse elle-qne nAo podia convir corn ta!
adiamiento, porque tinha certeza de que este
anno nao passayva o project, e nao passbu4j
este anno. se tomrnava muito penivel oionmpa-
nhia, e meals difficil para solver o debito, case
contrAhtisse o emprestimo.
0 Sn. PINTxO PESSOA : Pois ao-e Aes&t'-
estado?
0 Sn. Gois CAVALCANTE:-Que ur
enipresttmo nao quer dizUr t QU 6 em
e*tadb inoolvvet. que seja velh 8todiz
o nobre depulado; quem peds. ; i-
mo, tendo meios de solver ini
reeendo lodas as ga.ant 3
cooaW as b ieo s O s,


V-


















40
0O0E PAN: "PkssA"-"Q
,J, pas~o?*7 Auliroctoria, was do

ndoalg




0 $8. Goes CA Omprosti
p"esthapos, Codas o Uinad ri
rn8%n a oste, m -M 0:uhah a
orpamento; hdo nimar a s oa. t qu. C
do, porquo Snu& CAVALcAN
-2 r pa, --n me'~o acem nt eCS A-, iI M



O -S. PINTO PESSOA :-NeOsto aS0 Se Sol -re. u tircrnut.:eo aoo
podo affectar o o%Iadto llnartciro da provircica. Prieiraer quostil:o os r~ iif~ u, !ImootC~)rT~ arex~~ aragraphotd
V E x e. do ve co o em pr sLi n i e d o oe rA na o dest
dove f este, nm ,oestado innancooro 6 0 orsado i
0SR. GoFss CA VALCE aNT EsLa nio 6a as fa.t 'cu S8 0 R D ls is
.qorsB e S ~oo~ji~Smo*nt~bI~iA* te'*$ws0 e usuobri-, dim compauhi, lg opdi
-e.d o*tjtp-"edsseo css# ReOT' -s* u upr m)" tcwrorpanhi&b 6;ops ~


". S rdL1 a n prus
na r argfea d ub uot1o 0 S. J w e ssoA :.S- 0* a.APaWteem s v o ee ao cu p uotar id a nobres d
s S TO SS -N'e' s tcas Eheid& i shtobti ltoos asa eons loaah~&irmPEs ... tip fl-fsg ,agb'ma autdl *ae~ali a I"hd e oo'ha iut~ar-rn


"" e Ap.E w do tu onor d iqoemptimo Io ,. toin qu,M -a- oArs u omr olo Q bornhjo6sab a e os
podo~ affocar o asbtado *lnateeirco da povirieia;,J Pritoeir ast u&gst~o: s 4w .r|i 'th 'beegsoO O1it Jf" dovho.Qea 4 Jsocdavzuisa oarpahradanda
e'&.. e erlosfet... reasd prlces? favor,~ r qu Oh.[ (m"'~f i4~msg~:'Es'%Au% copnbi dRlnaI eu gV:-'ovonobgrae niepua do- 0sR. RnTeS osea SoLVada a
Vobi dtntad affirA m s6" 0m .wasto.nnrMaw, ,este -' ,- .. ..... .1


A pove sWe r e at borqu E o asamdioe fa i n date sda ,h aad
4" tfaw tml sjgiske yjoem- e in Mw9 %a# M
Pi- 44,W&.i1 MdopiB -litr 0 OWre*M .!00!40.aOW89694: nol,:asl f tftait ." 0aSR. GoEg CAVALGAMM'. .' 0ll algbW~ma~ lmAtdet&**a A M tafiaviAdadoaa~~rm
m,~~ ~~~ Ogsba ft s h a rieeh- ft ot d iyfoV f a; ao rea fid o -.5 ea Q. wjilvj s"d9 .4g~j 0 ,d = gosto o w-Iftwirt o m m're" A ', ]4 s oh s ., dos e c d e a s a o a~ ,p l e a a i aa a
mytml.,loem' a :,tfrna, e v~o .t &PF 0 ju, 0m oraoansia ddrnha ell. "" i
&* &* e "0 .oll ,"lltm d lf "a o qia, e '., continue ad t t eny slar se m t a, ,..
::": al 4w lww i'd) m ga fltnt'h i n A'ihM1:)'o' a. n :a ,u)io i a ... A :.M .... W m-... d y.ei ar.h.. ..- '~t -. ... ... .. ... .. ..


A NotpanfQ&- ruwuiuuzu'andi, titanftalitjeUte
tip~l res geraes. : -.
-OSax MOR1IaA ALVES: Ese 0 govern
negaruwss subvenao ?
't)Sm. GOsS CAVALCANT;:--NA&.thRA**
lo, porque ha umi cenlrato 'opr ano. "
qwado masnme o goveto gral, par ua ar
bitrariedad que o An einm nome, "nOb 'qirL
ptuga"aaubten.ao....
'OaJSMEDEIRos:-,lsto VieO so dove admit.
tir. -
0 Sa.-Gos CGAVALCArNTE :-. ... hypbthese
q' fitnao so deve iiinittir, a comparflia'ten os
vapored quo, vendidos, dario al-gurr ttOsa, e
OsmIredimqpoe valem mats d6 que 6ct empros
timu, que pretend contrahir.
( SR. RATIS E SILVA: Urtm s6n,:lo teIn
S. mais"predios. .
O Ra. GOEs CAVALCANTE : A' vista disto,
Sr. president, entendo qlie tenho j:tstimadc
ormneu voto contra a deslcaQeO de qUe d e
trata.I .
0O Sa. RATIS E SILVA :-Perfeitanuente.
Sni. GOs CAGAALCMTPr :-Passandp agorata
04itro ponto, into que nfto estfa .presertM o
nobwe .epu"t4eo plo 2o ddstriito', ho r. Dt'.
Gervasio Campello, porque queria rclrnder-
Slhlesorwe o object de quLe seoccfftphi hotiteh,
refevei*eh gratiflcag&o que"o ao'ti&o ,m dis-
cusslio d ao procurador da corba., t
0 o nobve deputado, cumprind o a6eudever
iooo Apposicionista westa casa, itu o primeil
ro;4 monhecer, fez disto umn .granrrd escare6o:
enteantdeu qclue era um ermprPgo novel, uria
despeza superflnua, uma cousa e.ttkadrdinai'a,
um favor grande quo a provincial ia fazer. Eu
queria provocar ao nobre depttado que, lon-
go dp ser um favor, esta despeza 6 toda pr-cr-
ductiva.. ."
0 ptoCerador da corOa 6 apesgoa encarre-
gada de prothover na relao o andanioento dos
processor da LNzenda provincial, e por esse tra-
balho, para qute desenvolva maior esforgo,
maior actividade na promotl6 destes nego-
cide; corv6&n que s. the de a rtinguaAa grati-
ficanlo annual de 600509.
0 nobre deputado, nrio patdbndo contestar
istoi veio aqui citar-no's u(u'Avi$o, porforga
do qual, disse S. Exo., o desembargador, pro-
curador da cor6a, 6 obrigad) a tomar parte
nas causes da fatenda provif'cial.' Za tenho
esse aviso, que cont6m cousa diversH, e ape-
nas fala 'nisso per accidens.
0 arise a que so referio o nobrq depatado,
diz que os procuradores da corOa nao tem di-
reito As custas polos actos qae pr4ticam ooom
taeg hias aceoes da fazenda germl ou provin-
cial, co:nd tfu polo regimaento os procarado-
res publicos e particulars na 1a insLanciaa E'
o que diz o aviso, e entdo, nessa occasi.o,
acerescenta que por uma pratica seguida, qua
nao 6 contestada, nem desautorisada por lei
alguma, o prdetrador da cor6a deve. funccio-
nar nas causes da fazenda provincial. Por6m
Snuma cousa 6 dizer-se que o procurador da co-
rOa 6 obrigado por lei, e oitra cousa 6 que
elle deve tratar das causes da faMenda provin-
cial, porque isto 6 uma praxe seguida sern
haver lei que se opponha aella.
Portanato este aviso nao diz cousa alguma e
ndo pode obrigar aquelle alto fuarmionario a
tratar das causes da fazenda provincial; e pa-
ra queo elle o faca e seja retril)uido do oxeesso
de trabalho que tern, 6 just que se The d6
umra gratiflcadao e essa mingaada gratificacao
de 600)$000, elle lteve at nos. Cempos calami-
tosos do progress. -
Sr. president, o governor geral, econehe-
cendo que o procurador da cor6a stavaatta-
refado de trabailho, doeu4lte, al6t d se&80r
denado dde dsembargador, inaie urmea ifatifl-
Scaegao pelos serviVos q.ueprosta -nasaeamas
da fazeada geral, eentdo alis elle obrigado a
tratar dessas causes. Entretanto; quando,
send contestada a obriMgao desse Tuacio-
^ nario de se occupar corn as causas da &tienia
Sprovincial, seam que a lei a isso o obrigue, a
provincia procura dal-the urma gratiflcaeio
por esse excesso de trabalho, tmpugna-se is-
to Entendo quo 6 seow, procedenoia a argu-
mentaco de quo assim gasta-se onutiltmente a
.*. renda da provincia.
A' vista das considera9oes que tenho feito,
; sobre esta ponto, a casa vote oooo entender.
i (Muito bern.)
C O Sr. Pinto Pessoa :-Sr. president, o
nobre depuiLado quo acabou de fallar pao quiz
" acompanhar-me no historicb que dtsenvolvi
perante esta assemblea sabre a exiStencia le-
S- gal da companhia pernambucana.
0 Si. GOES GAVALGANTE: --E memo isso
> nao vinha ao casos seria rosoaravito tempo
:/ a esta casa; se fosse necessario tratar d'esse
poato, eu Leria Lratado.
' 0 Sn. PINTO PESSOA :"-S. sxe. diz quo isso
3. nao \i.iha ao easo, e que, se iecessario fosse,
:.., t ?ria Iratado do asswnpte; rsas, logico s in.-
cisivo como S Exe. 6 sempre em sua argu-
menLacao, quiz fer logo. os. ponLos capitaes
-- d a que.4ao, os quaes foram reduzidos a tries,
sque iremos lambem examinrndo, conmo nos


.f cumpre.
Sr. president, 'qiarido fiz o historic da
comparzihia, foi meu inLuito (e a casa bern o
,-. a coriprmiende) por eni reltevo todas quantas I
subvencioes, favors 'e privilegios tOrn acorn-
: panhado desde o berco esta cowpanhia feliz; i
e dem.jiistrar o seguinte, a seb-er: que, se a
comipanhia pernambucana, teedo sempre o
j. ~ braco do governor para amparal-a, apezar d4
Wr. todas as targas concossOes qae Ihe foram ou-
torgadas, nao pOde prosperar, menos b pode-
^ ra agora que se aba, por assimn dizer, no ul-
Limo jaarLel de sua existencia. Se quando
Love ella umrn maior dosenvolvimento em 6po-
cas Ilio favoraveis, naoi pOde tornar prospero o
'y seu estado, aiuiWo menos agora que vai em
deoadencia constant. is aqui. os intuitos i
que.tive corn essa argumenlallo, que desber.-
volvi.
A' c Companhia Ltein tideo minaitos voref, grai-
4 .,, des recursos Ihe ternm sido liberalisados, e tern
-frjidt largatmente essos favors e subvenDesQ r
qu .montan, sonhores, a citpoo ou aee mil i
-J cohtos. A companhia devorou toda essakAmor- 1
S" S me s69ma, o ainda acha-se pbre, ah t
Q. ^ i La uma fallencia! E, Sr. prosieor
"tHo av wt'raria jAmais esta proposgao que CO-
,S9P PDW P p Q grave o uaome maut--

Solt
B.' onAs d roaV otMS
S' is, u* b qs


'd [aRA. Mtao :raiinqo u seis miL a8t8
' dapfov'A .:t ; ... ; ,,,
U SR. PINTO PESSOA :-Do thesoura-ealM ,
Sdaproviacitas 6oi .juil .em tktdu ontratos
otfemrn i $N,... IJ-, ,
01 J ? A dSaim apdrlot"
Q 9 PIWIQ SSOA ;--a.im, para V. Exc.
- 4eede que a compaahia teoot us largoaeAtc
a mage, ella nio fazendo .Lude iso,-eonetant
qu es aroas.io,thao.ieo pcpbe,'0ptp
Sviieal seaiwwa jadap em aeu favor. ;M
d. j..,-ha V. ,xo,, prquoe 'rqlq, rpolrque just
- Litik tCin i;eoobido acomtpaoah.... ..
S. ,( StU. PAISE E$vA.-V.!Ai, quer qnote
<4 aorftos? ,
0 SR. PIP OT PssoA :-- y EEc .iustra
coti os seus apartes.
) SR. RTIs v S :LVA:- Hontemi o nobh
deputado rdlaniou.
S,0 SR. PINTO I'EssoA :-Eut >ni roelamei con
Stpa os apar.tes de V. 2xc., e, se reclamoie aeti
r 3 a reolamaaQo. .. Porque tituo logitim
eobea oompauhia sabvye s.,, das iprovin
cias ? .
0 Sh.: RATIS SILVA :-Pelo.slrvMiCoS qu$
) Hies presta.
o SR. PINTO ,PESSOA. :-0r, V. Exc. 16 til
perfunctoriarnente as cousas!
Eu. tambema leio ; mas n&tLaoceasiao, co(<
teoho de respoader a um dep4tado da caLhe
goria de V. Ezxc., que nao tern duvida de.so
braCar utnm questoe t0o diffioulcil e tAo espi
nhosa;. precisojexanmnar as cousqs. mais de
tidarmennte.
Ors vija, V. EXC. a lei do 1 Kde etoembr'
de 185I ,diz [l6j :
Oka, jd v6 V. Exc., o governor creou a corn-
plnhia-pela lei de 51, iopoado-lhe a obrigao&
de pereorrer o norte e 'o sul. Porque itulo,
pois, pergunta a Y. Exc.,., reeebe ella sab-
vencoes dessas provincias ?: Niol. serd issc,
obrar dolosamente ? V. Exe. est.A empeohalc
n'u:na questlo seria, e oe ade.respoader a is'
to, porque V. EEx. nao tein de' dar contas-v
miirn, 6 verdade, mesrmo porque somos -conhe-
citdos antigos e eu creio em V. Exc., was tern
de da,-as A asaernbl6a e A provincia, 4e quow
V. Exo. 6 digno representative.
Nerm preciso. .ser-se filho de auma provincial
para que soetenha per ella os mesmos sont!-
menautos de pundonor e do honra qae aaimam
os fithos do o'tr qaalquer.
0 Sa. GOES'CAVALCANTE" Mas eu nlo pos-
so admrittir que V. Exe. deseje rn.mais a pros-
peridade do Pereambuco que a da Parahyba.
0 SR. PINTO PESSOA :- V. Exc. deve dizer
qne ou deaejo tanto a prosperidad4e d Feop-
namkuco 00amo V. Exc. deseja.
0 8Ba. MoaEIRA A.VFY .-E Vi Exc. estAle-
fea4eado os interesses da. peovincia doeor-
nap~buco. : I -
Q-SR. PINTO PESSOA :- -Quado se tratasse
porventura, do dar una vote contra a Wovin-
cia da Parahyba em favor da de Peraambuco,
eu, qu, sou deputado po esta provincial e que
fui, codmo ja disse, immerecidaente boarado
TI,apoiados], senado eleit&,#l roeprte&-
tante, havia de oumjpir o meu d.Or. -
E' precise que V. Exe. saiba quo eu nIao co-
nhoeo provincias advearss uras do outras.
0 Sa. GOES CAVALGANTE :- SifWte pont.
aparto-me do nobre deputado ; eu comheoo.
0 SR. PINTO PBssOA. :-V. Exc. 6 bairrista e
e tao o S0OL.
0 SR. GOs CAVALCI&AS *- Neste potato sou,
qupro mais bemrn a Pernambuco do que a ou-
tra qualquer prQvincia.
0 SR. PINTO PESSoA :- E' um sentimento
pequenino. [Apoiad6s]. Eu estou dando tes-
temunho solemnedeque nsta occasiuo res-
peto s defeado, nais do que V. Exo., a pro-
vincia do elernanbuco, oppondo-me a que,
seow verdadeira neeessidade e sere as precisas
garantias, saiam dos seus cofres 300:000$000.
0 SR. GOES CAVALCGANTE :-Nao se trata de
sahida de dinheiros ; trata-se apenas da ga-
rantia do unia divida. 4
0 8Sf. PINTO PESSOA :- Sr. president, nao
estd no case de receber o favor a companhia
pernambucana ; naio esta. nao. 0 nobre de-
putado diz : e Tern recebido dez, cem e rail
favors ; logo esta no case de recober ainda
ontros. ))
0 Sn GOEs CAVALCANTE :-Esta enganado ;
hio disse assim.
; 0 SR. PINTO PESSOA :-Pois eu digo o con-
trade. Tern, recebido muitos favors ; nao
p6de receber mais, 6 precise parar.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Eu disse quo se
a companhia tCe recebido muitos favors, 6
porque os poderes publicos reconheeoram que
deviam prestaI-os polos serv1~os qua. a com-
panhia por sua vez prestava As provincias.
0 SR.. PINTO PESSOA :-Sime,' senbor, e veo-
dade que, se a companhia tern recebido mui-
Los favores, 6 porque o governor, que nio 6
perdulario, que nlo 6 refraectario aos soils de-
veres [apoiadosj, tern entendido que ella os
roerecia.


Mas, creia V. Exe. que eu entendo que o go,
verno niao cevia ter concedido Lanto...
0 SR. GOES CAVALCANTE :- EK tago justka
ao10 patrictismo desse governor.
0 SR. PINTO PESSOA :- Tambernm eu faco;
ma& orrou e nao devemos insistir no err).
Esta comrupanhia so nao tivesse tido tantos fa-
vorea., podia argupentar, dizendo : Sen)o-
res, eu estou a aossobrar, prestaimme algumn
amuxilio. Mas AAo ; a comaanfiia am recebi-'
do suecessivos e avantajados faxores.
0 Sn. GOES CAVALCANtE :-E. tem prestado
mucopssivos e avantajados seevico.
0 SR.- PrINTO Pksso :-Acrtedito ; logo, nioo
teram ais que receber.
O SR. RATi E SILVA :- Oh,!
0'a. PisTo PEssQA : Nio quero negaj;.
aad dm uria vez tenho ditp: a companhia tern
prestadp servios ; maa isto. repitq, nao 6 ua.
arig Btdwcasivo' co a4 oom p1 aia tar
Orestado -erviC9s, no. so deeQonclujr d'sAi
wjiaqna haja mped4 pajpoa ae IIe ,cIncedoer bs


-w ** ~u~wrJiuw. -
fSja OfiTB~tinkDRIIMMtOND : -Eib pert
tadr.d" quma mM ..fete..
0 StPNrO NWsseA ,.S..... e enj petoroeti
do dk .,que actsalme*;da u de putado
. Iitnb ataj -asintruamts...
*" S J.S ,As8PAR: Im MO'.D -LevntanO-
V Id-m ar lE .. ;' -.-
^ SuryrvotfltOrsSOA -...a B^ (f-
quintao can ptssmh, ; as abtsM4va it
5'pre~olffo x ;}&: q46tilhhahtt'AmWdktdeft
a t u,, ps: no-Y B. owmn*trole .ada'vali&rt
GftsidkBre brn V.'W c. e os-meais Sr.-.. de"tt
a dos que interessam comnmibgoem estilddarest
i'egoobiobtsio -da oornpafaia pefrnatnbftiftoana
Squoomuitbe me patein austiar nestas pesqU
zmw-; anideremn: eaa ciruumstancia queO n.
B 6:Boineatos pava ng~tCAO &a questho detqi
110os CInpakos. nesti esthdo de abatittflent
- quasi atat4uttW'em que seapechAva ti DCtmpa
- nhia, Borges comprou acgoes, na se qt-an
a0 tas, ficou dona Ia empreza, QHle-emas algu n
- inglezes de quo dftpoe hel bt tttata"*- V. Exr
*vai v0r aqtli, nesta-,lif tqttm :o90Wf
e capitalistas qu6 rmtn cot- b.Ri t
ooWipanhia. I A' r'.i, vt .
0 Mas wimprod efftb -Bor"s as at0sM'
trou em certas negociaQOes, e ef8lo 43p0l
0 tratou de acreditAr a companhfi; ando'jA(;
- aehava dono da .bmpreza,.e qtaci seamrwqfi'
- campetencias. EYte assirn nalcberrcia2<
Samos. ., '
Euprpeeeiso dedlarar f casa qole'i Sotatila
tot ; o *eu tacou c pata aquelle'q'e-o 66
Simeucem, repe te Urnma suppvslit3 dbita.or-
Sdem ; ewas, itsao' is ptopfios rtd&onlstas qi
dizein) Borges vcompra i yapo'r`es, vend 6res
SconceiU 'Vapoies, e r sugan'o cbtsti'ua
Grande vatnputo as fornas da. cbmpatttiia. ,''
UM Sa. DE'P1TAUO :-Apeztar diSSo, tfIuantt
Sa isua adminltr'arvo as g oes da-cdfthphhk
t tiv6tMtncotaqiotha praCa.
0 SR. PINTO 'PEssOA:--Sei; dtranrite a sua
advruhistetm o,, elle elevo" a compafnifa, den-
he Inpulsu, mesmo porque era i'pnprto pro-
Sprilhtieo, o-do ophnclpal da emptrdza ; e, do:
poti 'de todo esse iovimrento em favor da
coMpanhia, deolfs de doze anno$ de'hdrmini$-
trag&o e de grahdes lutros pc&lpktelesse fe'
liz gerente; .era am bort dia desappareeo elle,
sent deixar signal doe 'sua passage, tend
siftcionisa de ceto -e tantos Contos.
O a. 'Gots CAVALCANTE :-Mas V. Exe. nAc
dissb qute elle elevou a atapaIbhia? Gomo
n.o deu signal de osa pesf6Wi ?
0 SR. PINmTO PESSOA :-tikto-se,Sr. pte-
sideute, it fear accionistltile utta aco soe-
quer, lc0-entrem u-adt1nmba nasmiaos de
alguds 'Itnglezes, onde stA proxima a eStou-
mr ai gora 6 bSto 6que eStbure"r'd 1t, b .to
,venha ser incenuiada aqti por IneMWttt do
nobres dptI os. -- ,
NRo seib p n'to,-que argument deva set
peeferido, se o do nobre deputa&N se o argu-
mento qu e the anteponho. !. ',x-6. diz que a
otpathta esta irfo caso d er o fa.vor
que reclama, poqaEtem pr servios-;
euo tespndt:-- N:lo eiA no catb tie .'eceber
mas favored.; porque tern largtame6te usido e
abusado destes mpsmos favors.
o 0 Sn: GOES CAVAL(6ANTE :-0 nqbre depu-
lado apresorente -oS dbusos.
0 SR. PINTO PESSOA ; Quer V. Hc. tUm
estado mais deptoravel do que ode nuMa com-
panhia que nao di divideudd" aos seou acolo-
mnstas?
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Isto 6 on'.rola-
caoaos accionistas, e Mno em relaClo'akqiele
quo lher presta os favors ; o que temos n6s
cum isso ?
0 SR. PINTO PESSOA :-EV. Exc. enhao quer
destacar a companhia dos accioni-stas ?
0 Sn. GOES CAVALCANTE :-Nfo quero tAl ;
muas o qua eu digo 6 qua isto 6 negadcia s6-
mente cam s aecionitasta ; se a provincia lhe
concede favors, 6 porque a companhia preSCta
e oebntinta a prestar services. N6s nadate-
mrs queO vnr om os negocios da companhia.
0 Fi. PINTO PESSOA : --Se V. Exe.tivesse
provttdu quo, sere estes favors, as provinciaS
perderiam, bern ; mas V. Exo. nao provou nada
distC. *
,0 SR. GASPAR DE DRUMMOND :-A' iA dos
contratos 6 qua se p6de saber. -,
0 Sn. PINTO PESSOA :-Ao contraticd a pro-
vincia das Alagdas tio atormentadk, se vio
que poz fim ao seu contrato ; a pr6lp~iat d'
Parahyba 'a rnesma cousa fez ; todas as pro-
vincias vio acabando os seus contra-bs oom
a companhia. ., .
0 SR* OLYMPIC MARQUES da urn.apte ..
0 Sa. PINTO PESSOA : -... e Pernanmbuco
acaba para o anne, conformrndiz o ndolop.e-
putado. "
Eu, Sr. president, 'se fosse o- g6vernobg*
ral, nOmeadamonte o ministtMh .agrioulut"
apenas, me constasse quo smitpap
'nambucana iiiha rwebitdo 3d[L j||^ |
tine, supprimiaa gnantia on.b-,-
6 .R.;CASARDE DRUMMWfD ^*fraB*


'ra4 ? '
0 S'. 4Q8S.CAVALCANTE 14*- a
fDivEnsbS SuiS.-DEPUTAIrKMMW
hypothese gratCuita. .).
SfL PINTO PESSs':-En, Sr.
:sendo midistro da agniculttra, ccn
mediatameite suspendia a subven3
.-01. GASPAR DE f(uMf.OND..-S..
contrato?
0 SBa. OLYMPIO WARQCES'"
caslfo o contrato jA nibo existfeo.'
0- SR. PINrTO PEssOA: ---."'
folgo do ouvir o nohre
nrd6r e zelo se motra e
.cerid&ftddoos contratos. "".
- SR, Goas CAVALCANTE l
G P. PIMrt PESSOA:: pW
pere tir s itre. 'so matP


uuuIIente consutlias -0 a1..appicaqfSt a Done
fI-l.Pios individuals.
S Sn. GeOEs tCAVACNTE-:-Ogoverno gera
'a ternc caw iso.
OSR. PINTO Lrsso.:-Portanto, mantle
proposi o qe aveuri, isfo 6, ptii e,-
ierno geral, no momeoto em queCvesse no-
ticin de que abomp nhtit'erntianiari tiwhr
-* abtrde mais unm emptestimo de 360:00%, de-
6 vendo j8 iga1 qttanta, e'ao d(,ando aos0 ccio-
Sifstas dividgmilt grurrr, iuiprrimia a su ven-
" ko.O1 Mantenho 'pois, o quae disse, e se tonht
" %ondido ou ntio dlV. Ekd., o iubhlco noo h
- jasfea-, aI& dme qve niv6 fail respdnter
e at ,Aeputloe da cathego'ria e daiMdieih de V.
e ExC.argUtmieitadbr, intetligente e illustrado...
'0 ip. MEDEI = lS :-Mais 6 V. Ex.
S''Sft (GOEs GAVALCANNE:-it consideradc
em relacio A V. Exc. seria, -quando matto, um
SR. PrWto PMSOA: --Per iso, Sr. presi-
dente; n tcb6npatrhia que tem, tanto ugsado e
Sabusadr 'de 'tdb ess# favors 0 que ainda
06'' 'aZbusai'tdleds, nee ed t ho case de
otupresirn o-quao licltb.
SAgoa0 Vlmos a urma questi6 prejddicial, a a
^ ib Rle deP'Utaa`06i smo me nohvidbu, e
J 6": bie a directoria estd auturisada a reclamar
e~teOrded sacdnficiocda provincia? Quem au-
e etiua direetoria? V. Exc. que cofecelanoua
So projectoaa de ter naturalmente folheado so
0 papeis e xaminnadd os poderes da directorial.
) SR.'GOES CAVALCANTE:-Li os estate ltos.
- 0 SR. PIN4TO PESSOA: Vio as estatutos.?
" Sr. presidete, ,isto para quern tern urma som-
Sbra de eonhecimentos juridicos, 6 questAo pro-
Sjudicial.
0 0 S*. GES GAVALCANTE : A questao serid
1 naocctib*t&a coanfeco do co'ntrato.
o SR.'M"tEROs dai un apaite.
0 0 SR. PtNtO PESSoA':--X assenblda nao p6-
Sdo aceitar-aqul falsos'proe'urndotes.
0 SR Gbt CAVALCANTE :-Entao a direto-
Sria 6 falsd produrAdOl de uma cominpanhia ?
SQuem-representa Uma companhia senilo a sua
directoria, quem represent um paiz senato o
seu governor ?
o S( PINTo PESSOA :-V. Exc. 6 jurist, e,
al6m d'isso, 6 juiz, e sube de ludb isto.
0 SR. MEDiROS :-Nao interpretamoS o di-
Sreito come V. Exe.; 6 a differenoa que ha.
S0 SR. PINTO PESSOA : Entio a directoriala
d'umna sociedade anonyma?...
0 SR. GOFs CAVALCANTE: Represents a
sociedade. '
O SR. PINTO PEssoX :-- tern poderes para
tomar dinheiro e ontrahir emprostimos?
0 $,B GOES CAVA0ANTE :-Isto : 6 outra eoa-
Ssa ; na ccaktlo de realisar-se o cntrato. 6
qa4 s O a ospodores dos co$patos..
.'Bt. iE-VExc. al paa
umi aptiw? mt qualqber oUtM rvidno
que represehte uma erupreza, posso tratar do
qualquor negocio em nome d'esks&ociedade,
sem que seja preciso apresentar titulo. Aqui
t niio se trata do negocios diplomatic, em .ue
se e:ija a &psentagao das crLtlk6s ; cc-r-
so diffeefte. "
0 SR. PRASIDENTE (no orador) :-EU 1npbo de
novro abnobre deputado que diijat't seu dis-
curs% ou a assombla eam gAral, ou particu-
larmnitW president.
0 SR. INTO PESSO4: Estava mesmo corn
medo -de que V. Exc;. me chamasse a otdem ;
vr V. Exc. que eu estou em frente de um ter-
no de atlradores (hilaridade), e nao sei mes-
roe come ihes hei de escapar.
Ora, n6s nao havemos de star aqui a legis-
.lar inutilmente; veinurn individuo e pede-nos
que so augmente o preo do balde d'agua da
companhia de Santa Thereza ; vein ui outro
e pede-nos que sejA- aiigmnentalo o prego do
gaz de cada candieio ,;,. agora ainda outro vem
pedir que se eminpteste 30.000S a compaanhia
pevnaTmbucaha.
0 SR. GOES GAVALCANTE.:- Se V. Exc. *pU-
ider c6ntestar quo a directoria repreosenta a
,companhia, calar-a-A-hel.
0 SR. PINtO PEssOA :- V. Exe. 6 juiz, tern
recursos intelledtuae&...
0 SR. MEDEIROS :-- Mas V. Ex. 6 mestre.
0' SR. GOES CAVALCANTE:- Apezar deser
;mostre, nilo 6 dpaz de provar isto.
O} Sn. MOmEiRA AIvFS :- Entaio val senapro
niais ser juiz do qua ser mestre.
t Sn. PINTO PESSOA;- Trdos sabem 4ne a
1directoria represents a oompanhia, mas a
4gi4etCo 6 Saber-se-se a directoria ou direoo
icomnipanhia teor poderes species, .abmo
e eo case do qua nes occupamos.
S",- ES Ga7s CAVALCANTL: -- Isto venificar-
se-ha dejpefs, na occaslo opportune. "
O SR. PiNTd PESSOA :- NiO, senhor,. dove
see agora. Falsos procuradores, Sr presiden-
toe silo todos aquelles que se nao mostram ha-
b ilitados perante uma corporacaio tile toespta-
vel como 6 a assemblea provincial, qwe nao
esfta is ordens de ninguem para ir legislando
aodos 6s dias leis inutels..
O SR. MEDEIBOS: E V. Exo. sabe se 6
oourador oggernto ? "
E^ '. PrNTO P.SSOA:- Eu digo que nip
V-'ra.& isso os necessaries poderes; se V.


r, prove-me a eontrario.
EDEIRbS -A quern ecaso compete
Orova, a iim' ou a V. Exc, ?
RESIDENTE:- Pego de nov o ao no-
Chtdo que io interrompa o borador;
,tmr terso o discurso.
o .P.ssol.- Niao, eu.nao preoiso
ft x wEc ouoatro, quea f 4ueir -e
s. q u e a c o m p a n h i a .e ,s le g a &n. .
| tadB, e que pjrecisa ".*bftarnpro-
eq. eu ve! eeU o b0: .
ts voe, Sr. preWd lte ame que so
a una dirctoria a conatMirjnm empres-
a rn. emprestimtno comAhe erigos9 e
ad6s propios hctonlta$. NbsestOs fto$
o s quhr 6 forgar A.verfda os bens dt
poan.bi..Por dneO elA nO tern senAo -estes
CQvelhos, velhissimos, e es-
-'etliadstqdeo
ctrAwe aqut i.ldilisadOs retqte -r
;allw k^bmlfico UZOS mn6os 4o'q.
4"s aqu! W&6kcko no relajMrioTm
1fintas n sao be a,. a30o0
0 e


& CAVILw
acompal


do

ipois'de reunida cute. -


Orr







a u m o- aa e por out r, onil lon no m'sriO?6 t06
..~~~ ~ : .j- .,'. lu l~^ I''; i. .





Los 1!^ esauo dim1*1 ttmaaui or aga outro; eSa Ss poei&oft~
tuesCni .a .s o o deplao
mpa
c rapaa-



a quo me mos- pagar ptor outro enfprestimo ; 0 vMea.lo : Ri
enos estatutossm dawo
S0 s atSLma aVum para pag:Er a outro u-o p-



quaes eu li ta- snprNe detPoavel. E. r h rn
ma autorisagao. -W i 1.
MX4Wcam o emprestimo, a auferijr van- /
rqueret lolsOS -ha
nl 0 i a ',bilitou com o outro empresti~, va V, ,Xi. -
0 So. -, itkiS E SILVA :-E ella agou-.o pon-
0 -SR. PINTO'TESSOA :--Vl. Ex ,lem~bra bern.
?~~~~ co mil0b.Aepatnia twe ie~n apmrext, a 3:A :
0 0 equal foi Q rosultad4o? A decadencia. Tom
din do sabba- gora noutro e pseumo. ,e o nsdtsd0 "A
Smorteinstautaua.. .
:'. 1 ,,o ),- -, --h ri .,lf4 L. .2


V 0#lAhrtjrri9 tniwi.- Met, e obe"
yqa .,~ -4. iet ns.. amon mSamn& prorogngwi
1 m9f, fia de g Ats:, -w que b; so'Do f lvarnzteu
- modidas riotLaipoOtwiils- a disoutir-ae.:.
S0 SR. PINTO PESSOA :- Por isso 6 que eu
- pego a V. 1hc, Rn.,, ajpftmra'destacar do
- project do oryamento esLo negocio, estrauliho
I da comipanhlia pernambucanit; so V. Exo. nme
- desse o sou voto, se discuLisse corn aquella
*- proftmitancaqne. poss e... .
0 Sr. Alcoforada Jui"or --V. Ext. i*'t
) IraiTs ?dopImqurtlquer'deros; pelo ltedet o
ique u. -- -. ..
0 Si. PINTO PESSOA: Nao pease entre-
Stanto V. Exc. quoe nao seja at6 ceorto ponto
Sumrn grandejipor4mndo faUlhu cantra mWA com-
pan hia em. cohndics:degta ,rd.em.
0 Sr. 4t16/PAda Jwino,,.-. Nbo sej ; oes q1
iodvindo aYx. t .
0 Sn:. rNrT6 Psso :- Isto me ,Wi. 0 S. 'loreira Alves :- Iitraetanl' dava s
duas tiros fi'nela ha pouca.
0 SR. PINTO PESSOA:'Z- Come oe ouvi V.
Exc. atirar-mie assiai a queiina rupa...
0 Sr. Alco/utcdo Junioe,.- Foi a proposito
* d umnadadouknaeibaridica qua V. ',xo:.;sas-
Stentou. -
0 i n.,PWro i'saoAV :-,- Quat 6 a doutrifta
Singkridtax? 1V, Ec.-.pena doi modo divers,
porque esta mais acostumnado corn o direito
administration,
0 S,. Alcofo)-ic Junior-:- Niao me came
a estadisqussdo; y. Exe. niao sabe o meu
nodiio Xle'fei.'sat' a lespeitb-...
0 SR. PINTO PESSOA:-T E' porissd qt e quae-
ro ver se tenho a felicidade do oonquistar o
vote dCie V. Ex'e., que nao desejo ter comno umrn
voto numerico, mas coQmoQ voto de qualidade.
o S'. Alcofbrado Juior :- Obrigado.
'ilSN. "PNO'PS-PSOA:- ku, alias, Sr. prge-
sidente, nao posso deixar de prestar a mais
subida consideraQao aos r.obres deputados,
que me fazem a honra de ouvir em hora tAo
a4iwAsada, jAc que oalros quo estaio -mai#-ern-
peati4wadol Ano tdebe do que S.-- Exc-, desaw-
parowna.oaia nino querem ouvirw.
Passe agora A segunda razao apresen4tda
pelo nobre deputado, o Sr. Dr. G6es. Disse S.
-. usastbentou oin toda a violiai da sua
logica que a companhia p6de pagar os-.. .-.
3000 OO$000. Eu digo que a companhia nao
p6do pagar.
0 Sr. Gaspar de Drwmonnd :-Consinta que-
0 SR. Ppr"...."o..- S1it rAo pdie
pagar. '.
*- *s. RATtS E SILVA.- Quod probandum
est.
0 SR. PINTO PESSOA : 8r. president, eu
*uizera qv*9 ca owmp j1 -se paear,
0 S4. OLYMPIOO ta yQ5w--E o que todos
devemrnos qurerr.
0 St. PINTO PaSOA.:-... porque tenho
declarado-sempre quo sou amigo e muito do-
votado deo tpdVs as eompanhias.
0 SR. G. tf trAMMoNrD :-Tjmrostrado...
0 SR. PNXTO PESSOA:-... tedas as no-
bres e generosas eomprezas. :% ,
0 SR,. RAns ESILVA :-Np,' pareee.
0 SR. PINTO PESSOA: "-- ... -'qS "ri isso
mesmo & que quero o chmnprinlelnto exacto e
field de suas oiwigag5es.
0 SR. AOraroADO JUNIOR :-LIsto 6 tuito
louvavel.
0 SB. PINTO PESSOA :-Nem mesmo, senho-
res,,eu teoria coragem para levant'af-me nesta
casa ceptra uma companhia que tern prestado,
6 verdado, que ainda presta beneftcios pro-
vincia...
0 SR. G. DE DRUMMOND :-E paraaugmento
do seuas reindas. .
0 SR. Pro'o PESSOA : -... masque, para a
continuraCo dresses benoficios, nob deve rece-
ber a subvengio qoe pede.
*0 SR, MAoaEL o0 RkGoo :-Nio 6-sOabvenio,
6 um emprestimo.
0 SR. PINTO PESSOA: Senhoves, figure-
ies um memento a hipothese de-qua a com-
panhik nita receba o eamprestimo : quid inde ?
Liquida...
o Sn. G..DE. DRUMMOND :-Acaba-se.
0 Sn. PINTO PESSOA : -... liquid, nao
acaba....
0 SR. G.. DE DRUMMOND :-E sea companlia
bahiana tomara o seu lugar.
0 SR. PINTO PESSOA :-... quoro dizor, to-
,ma'uma resolucao em tempo para nib arrui-
nar coatpletamrntae os seus credores e ae01o-
nistas. Quando uma compattia vai em de-
cadencia, nio pode prosperar e torn perdido as
esperanvas, o quo ha de prudeata 6 a liquida-
iao ; 6 esto o romedio..."
0 S-. GASPAR DE DRUMMOND--Mas V. Exc.
estabeteoe coma condicgo--perdidas as espe-
rancas. .. .. -
o -SR. PINO PESSQA -- Sirm, pordidas as
esperawcas.
0 SIR. GASPAR arc DaUMMOwD :-Entretanto.
com 6 empreotimr ella p6de sah'ar-se.
0 SR. PiNeo PESSOA :- Cow o emprestimo-
node. aalvar-se ?


0 SR. G4AAR DE DRaMROND : Logo deve
ser feito.
O.Sn. PINTo PESSOA : Corn o emprostimo
pode perdeo-se ; log) nao deve ser feitLo. -
0-. S.GASPAR' DE DRUMMOND ;-NDo ; usta
sogunda p 6 e 6 quod probandwn.
0 SR. PflPESsoA :- Mas, Sr. president,
a4 verde .k 1' um lado. grandios, e 6, que
poer alM ua'vrts qluoso, quoira Wrat-h .
poa "mas 0qpe r.Apjam os veos ,op-I
qua .swga q lea &riOF, ellaluzsempre. -
'*A:' compa.fa pad~owe adtualmente dagr
m; mas pblerac pagl-os ? Qi et
'niop6de, Sr. presunto,. vejo eu pelas*uas'
accges, que 9st5ia a 30 Olo do cotagilo na
*praca.
o' S. GASPAR DE-DRUMMOND :I-Leia o pto-
iecto. Leia e veja I forma do pagamh.to;
S SL0 WPITro PSSOA : Ora, ab&wQOe de
u-enicompunaq> qerem dizero seu.valor; a.
awoitaco .qub sUa_ .p.ssam ter no m rcado-
So tirmierinoetro infllivelt das corM0l ed o-
Sabnioas, da sdclvabIlidade ou hao ..I
dadb mft- p*nbia. Sep as-4a b d
top w Mabwpana -s:4. -ca j
1uercu bui& rola-c b
..,'Bi ) nbyt p-r, idatuaa t A.aW


fl ,Vtjiu pahvu cst emupreositmo : iiga-me
V. Exc., Eu nao sei; V. Exc, deve saber me-
Ihor do que eu ; inasconta-se o seguinte;
Nb tempo da- gueta do Paraguay, ost *tap0-
res ganhavam ri to'diaheiro, sommas fabu-
.losas; havia enteo muitos contratadores;
houve fortuna que se fizeramin rapids ; inpre-
visaramn-se grades capitalistss; ainda hoje
n6s sabemos de inuietos millionarios que enri- i
qceoeram mOi esa b asan dedsgraca public, e
gozanm e .vivem Entho o gei'ente daquella
epuca, o reforido Borges, mandou o vapor nto 0
,e soe q awripe ou o Condo d'Eu...
0 Sn. GASPAB DE DRUMMOo)D o-... O Ja-
qgiaribe, e entro'u naquella lufa lufa de carre-
gamentos e ganhou inuito dinheiro
0 SR. PINTO PESsoA :-E' exacto islo, Sr.
Spresidente : ganhou muaito dinheiroF.
0 $a. GASPAR DE DRUMMOND : -- Prestou
muitos serviceQs.
0 SR. PINTO PESSOA :-... prestou muito1
services, assim come aquelles que enriquece-
ram muito, qua tornaram-se millionarios, pres-
tarinm tanibem muito servi.o na guerra do Pa-
raguay. E enktp corn esse dinheiro pagou-se
o emprestimo de 300:000$.
0 SR. GASPAR DE DRL'.MMOND.:-Mas oc gO-
verno teria de pagar a outros vapores parafa-
zer o mesmo service.
0 -SR. PINTO PEsSOA :--Eu nio digo que a
companhia nop pagou ; digo que pagou, mas
que -este emprestimo repeti to, corn mais....
29n500#, quo a eoumpanhia tern ainualmente
de subvenSes Ltudo isto, come tern side uma A
gta d'agua no ocean.
A companhia pernambucana, Sr. president,
e uma esionja :ponhua'n-se-lhe adiante os co-
fres publihces chelo, ella em um rnommento us
esgata Wisos.)
V. Exc. nio v0 qu-e a companhia nao pode-
resistir ?.Esta ferida de morte. Como 6 que r
pode resistir uma companhia, que jA estragou
todo o soen material ?
0 S$. GASPAR DE DRUMMOND :-Comprando/
material novo corn a quantia emprestada. /
0 SR. PINTO PESSOA :-Comprando material
nova ? Nio pode ser, per .qu e 300:0006 sio
uraa gota d'agua no oceano. V. Exc. nao co-
nhece bemn a companhia pernambucana: ,e
unma sanguesugaterrivel. (Rises.)
0 Sr. Gaspar de Drummond :-Eu a conhe.o,
perfeitamente.
0 Sr. Pinto Pessoa :-Pbis livre-se V. Exe. de
ser presa da companrihia pernambucana. (Hi-
laridade.)
A tcompanhia uno pode pagar, Sr. president.
A-gora, se n6s olharmos para o exterior do re-
latocio, entao vemos que a causa nao 6 to ma
come a pintam.
Ahi esta o valor de cada urn dos vapors, o
vaidoc nominal, por quanto.'for.an comprados;
-mas 6 que alguns accionistas, bemrn ou mal in-
formados, aTfirmam:
*Urges, comprou, por intermedio de ter-
ebiro, urn vapor por 10:0005, fti 4 companhia
e- disse-50:000$ o vapor tal-; outro vapor
per 30.00$ e depois disse-custou 90:0008. a
0 Sr. tSiqueira Camnpos :--Quem foi esse ?
S0 Sr. Pinto Pessoa :-Um Sr. Borges, que
esteve na companhia 12 anmos coro gereotW.
0 Sr. Rets e Silva :-Creio -ie um vapor por
t0:000$ 6, muito barato.
0 Sr. Pinto Pessoa :-E'.um exemplo ; b no-
bre deputado, a quem respond 6 quem sabe
destas consas de machinismo, e at6 disse que
en ao sebia nada dellas.
0 Sr. Alcoforado Junior d6i um aparte.
0 Sr. Pinto Pessoa: -tas assim foram comn-
prados as takes vapores df companhia : cada
casco de vapor, que havia imprestavel la pela
Ettropa, era remendado e davam-lhe o valor deo
30.-O00, de 50:000S.
0 Sr. Rs e Silva :-Creio que alguns vieram
SeOvos, putfeitaiite novo&
0 Sr. Pinto Pessoa : Nao iyieram novos,
no ; V. Exc. estA -enganade. Se .n podesse
estar na doce innocencia em que V. Exe. ain-
da por que nio teria necessidade de soffrer este a
marterio e de estar martyrisando tambem a m
V. Exls. .
0 Sr. Mordra Aoes :--V. Excs, lo vos- mar-
tyrisa; ao contrariq, d4ones mttito prazor oz
ouvil-o. (Apoiado.)
0 Sr. Pinto Pence t-'-Mas veja V. Exc.#Sr..
president, come esta cotado o preoo dos-a-
pores na praca da companhia : valor totar... ,
56909.4@00.. gora io diyidido : Ipejvr...
604)06$. Se eu podosse, mandava um addti-
v6y : em lugar de 60:000$, digawse-20:e800.,(hi- ",
laridade....) ;
0 Sw MoREtaA AL.vES: -E talvezroasso
care. -
o SR. PINTO PESSOAx :-.. -.e sfla bein-pe.-
rigoso sustentar esse additive. I,
o Si. ALCOFOBADO JUNIOR ": Teem .ina
zro : os vapores estlo estragadpa^ 6 eaact.
raO SR. PINTO PESSOA :- Tenho ni' o ra,. -
pofuo os vaporsessteo estragada.tB voja -
Vs. Exs. : -" ^t .;
Piraparna 60:0008000, ,Iaguaribo8(E!B|
OS UOtEiRA ALES ;-E o addivaq..52 .. -


W X?. ?-^<"* ..,
O Sa. PINTO PESSOA : -Eu no fim 0.a ...-
uiniddiUivo a todos. (Hilaidade.) ) /.-- .f .
&he'd'E, 53:0008. Creio qu e 6 o b 'ki."-
Cador de carvZio. (Rise.) '
Sr. peidento, dizemrn-me quo e I.AY
CAW* wn, saio ob6nte:1 o ....
rqeotde carvaio.. (HilaridadTo.. -".
-SR". XRATIS k SILVA : -A..r1,I' .,'
0 S. PINTOa PESSOA :-V. Exc. s ab 4: 'a
dlzasiLe qual 6? .
0 SR. ALcpsoAJao JUNIOR; -:
d'Eu.
10 SR PINTOPr!ssoA :-t-.obut -di
firma que 6 Condo d'Eu. E' uO-
mas 6 um comflo de carv.o.' (
per sidevora @ carvio suflBiaha'.
os ouAtros vapop es..
0- &Sn 8,.lL CAn :-Jesus <'I
-O WN PTO Paosq& :-rut!
ricl LEC. .inSt ~
O-Sk0tfM *SOA :--r~i
.'vaint g ac ,
DRI~ a .,_-_" .- ;.


-: "' 4


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09 444lE fisco<


." Q r.apftStimo seni ser suspeito... ...
:i ""- ':'. Gitmar dr Rinmmond .-Lin '.. ,
7 '";. 0,8. PSA'ftsi a :--... Ia fitvor aT ct-
-' daria. jklh c, estou itlaMinc polls ugas.
'."..'.i.:.~.~.~^ispt e s. pelais minh:is convik."s,, pes-
.----' so0aes. '.
',^-.-;" .0- tal Mossor6, Sr'. presialeitc. esta ptr ahi-
i ," -,aiasnm dohadoe ILfiect.se.
0"l- A'""o o o preo
?..napraga
Sr. Pinto Pes:tna :-,\.'o Ltrm colaglo- ne-
;.:' uhumaq!ipraca da coinpanhia?
-. \ !. S- Depwtado :-Qual a praga da com-
;,,,.. paghia.
p'. -. 0 8Sr. pio Peisoi :--Aqii estA a praca da
,."-. .'companiiatnmostrnmnlc ao rlatirioj; vjai V.
| -. *tixe. : oi qu,_U. se marcrimos pre.o..
0 Sr- Meaoel do ?eqio :-Nso Forte do MattLos.
4 :.,].0 S.R" Pi"Wo Pesoa :-.-No F'orte do Mattens, diz
0o nobre Ceputaido, o Si'. ,D-.. MU.innol oflo Re.-)o.
,. <' [Riso.]
Mas, Sr. presidento. som' ma tudo 316:0003.
Orj, a-ora Vv. Exes. nZsq sa admirein so eu
i' itaar Lu mii additive, (quandio alias [prdciso lo-
go prevenir para quo nfrto haiaja surpreza) estou
intormado por possoas mnuito competentes,
por homiast) do coiimercio, por accionistas
da companhia, quo repellent esw emprestnimo
e que declararinm-mo n-iito serjamente que a
Scompanhia nao o aitorisou...
0 Sr. fedeiros :-Tenho ouvido a outros
que se pronunciam de modo diverse.
0 Sr. Pinto Pessoa :-Bewu; inas entuao ba
Iutros quc se piroinuncin de mnodo diverse ?
E' preciso beomn ver isto ; 6( de V. Exc. que
S parte.esta asseveracuo ae cla merrce ser beun
S apieciada...
OSr. Medeirs :-Est nas sutas mios fazel-o..
0 Sr. Pinto Pessoa:-... porque ha accio-
Tiistas por unm lado lixzeLdo--nto que:o o ean-
Spreatinio-,.e accionis'us potr outro lado- di-
zend--quero o emnp)restimo.
Orta, se o cinprentimo fosse bom, todos cs
accionista:; (lc,.iani qnc cl-o). Os qu nao o
querem, sila as sabias da companhia, os avi-
"sadaos I os iistruidos ; os outros que o dose-
jain nao sa'lhm a quo que'em, vaio-se propinar
um voneno, que( cs ha (ie molar.
0 Sr. MAc.leias Eu di,:o o contrario do
-q quLC diz. V. Exc..
0,5,'o .- z l:':l'- o \. Jiait :.-.-Mas a compltnhi;a
nWA' te n m In Iliric,.i, instit11ico ?
0 S'. Meliros : A petibilo esti assigriada
paor a,1ssoas (quo rep-"esontana dous tereos do
capital realisaido ; portanto, mai;)Yia legal.
(1 I[ au Ii oa apartos.)
SO. .S '. Pi.,ii, Pe.o.:sO,, A pet-.it)o ? V. Exc.
lbon s.Ia)e qou nr'a import o4) nurnero dos q(ie
pdeain, isto 6, nibo importai para a solucuo da
(liuoi;o qcuo ta-s oan ,iuaes acoionistas pecani
S(Itic Oeses accioiistlias tenmiamin tanto ou qituai-
to Ile ac( aio...
.,'." taspor de i)'aml menoid : -Quo repre-
scaitlei: a maioria idas acq-es '?
0 : Pin')", P-.;Sot :--... porqe a qauei-to
s l U'i:-i oulra.
1).. G. C,,-it (.I d, ),' io.)u; tno' Peo0 ) at pa-
lavir'.
0 Sr. Pint-i) Pc.si :- .. a miaioria quor,
pccldio, mas a iniuoria rao qialr. Agora, so V.
Exc. me podesse adpaniar logo alnuma cousa
e di:er qtaas s59o essas pessoas da inaio.n,,
por(que eui nio vi nada disto, eu Ih'o agra le-
ceria.
0 'S'. Gaspar; dc Drnmmnon: Opportune-
mente ; ja pedi a palavra.
0 Sr. Medeiros -A ptiqio esti assignada
por toda a directoria ; 6 a hypotheseprevista
nos estatutos, que V. Exe. tern.
2 0 s'-0 Pinto P!asoa ;-Ea 'volto ao relatorio.
Sr. president, vejo aqui os seguintes no-
imes (sbo do inglezes ricos nAo duvido que
esLos ilueiram o emprestimoa (l0).
Ora, senhores. e vim aqui achar o banco
pedindo emprestimo para a sua compauia '
1 Que grande eousa e deploravel, Sr. president,
que esta aszsmblea justifique e approve este
project !
0 Sr. Uchda Cavaleante Ainda nao foi va-
tabo.
0 Sr. Pinta Pessoa ;--ERtro-me ao future, e
digo que a assenlblea nfte c approvara, alias
niao estaria aqui perdendo o seu tempo. Eis os
nomes dos accionistas : (IE.)
fiAst aqui tambem o uouute So visconde do
Livramento. "
Urn Sr. Depatado :-Ustl;gt pobre...
0 St. Pinto Pessoa :-Brtib pobre ? K'No sa-
,. bia que estava pobre o vlsdonde do Livra-
ifmento ; se V. Exc. fi t disses~e, en thftl o
-sabia. .
0 Sr. Jjoreirrs Alves:-Gem quanto esta elle?
0 S,. P'.,P^, ;- e hiU)A
M tf~~os grrndft B~is ff
mentor, creio que sabe a.,BMo em qu es*a em-
#. ,ibarcado; twlfc. # Wn nt,, talvez 5 ou
.6, se tanto. bt la ^ ^
"-. i: Anda 44p em9 60 a tmaos t T9O4E. :


t^ata .~pg 9OOpO0i- a "0"~ ^i-
T906 40S rwpq9 e opK d4 Vp~pae. e
g.andes comimerAo ;,.taos casa0 aa-
4CIMqtue pwftn el bii ftet >Nvft(
.v .dM~ia4aa.a ul i -td^tomvav ^ai

O 0S- Aforeu'a Alm q: qw fqa % y-
Aios.esle.anno.
0 Sr. Pinto Pessoa :-... e ltfl fl n-
-.eeaidade, pOrvencrta r x ertl,"'. atnda
*mgmentar, contraia ua difida-d 9WOt"
para favoreca-os Isto -4(,iloravi 9 grt-"
Vissim o! -. .
:. / 0 .&r. Moloeift Aloes: Pir este IlafoV.tfxc.
tern toda a razlo ; 6 inceateatsael.
0 Si. Pito PaOa :-Diam B-M, selores
OsLtes-iomebuas poderosos, poauie qrm tirar
do pobre povo, que ultiMaaUIntoe e qem ha
d6 # Va r, estbA g 4 d ,q%'ia:. :
Sr..pruiesW toe utu* kdpd ;j0ue
veWw o verso da mdalbea que n3 a o,
comno eu, olhando _para o reverse, ju lkm a
'. C d paahia po mr i wt dos mtM eo,.ta :; s t.
t! liht, ft auer i.l
uh qe q0 96er conLrahir, e
que a provincia na.o oflrerol., Imais tfwO urn
-, ... prejuizo. You agora tratar desta pate espe-
.c ial, que foi avenrada pel[ jiobre depitado,
-<' : que me pracedeu.
-, Mas, sem. o;'s, a verds4e dedO ,j16 esta :
g,, ;/ se a coronpab iaHaga-'i qiAt.P i4-.decidi-
damente a prbvincia, porciue a coapanhia
irocAbe huje 90:0009 de apolfdes, amnanh ebte
a.^,- ,:' dfnheiro 1de star coQnshmido, tsto 6, as apo-
1^h lices Mela eitr pa.sadas a temreiro, e por
*- .-; fonsoequnciam a provincia cobstituidh deVyere-
i ,;... ra d es.0
beft, a argameartaead1"qiue tje se faz
^i dieaipaihila jrIamb Ahb terfi
." :- ocedeouia do que a cuie '10m feito
^^r euzVor da oipahia Sapta The f a ? Pois
.;V.. M So
oa ,

W?*'4
*hyty..w ysipg 'A


,.y VITT. IF. -..:,,. '
Ivan -1% ~q~ .u
des*' ajt pO

a'*^esftv teulor. --.in's i-ae-p~
Koo 9M est inio, by'Go.-
tictando os sot"*.n.eTIs1 cah stiisqat. sfiaB
A Pfats, casas de vivon Y&-emais ouilrais.-ois-
0li-"os no vah)r *tainr:06 quo c
A.ue pede.
,O.ra a~ara, lig)Jealoa n.na prop,)sa poasi-
Vit,, razatvel, em "mra conimtnotura ta. qtalt a
en qje se adha .jkaiMa,oluis eqfte. no ha
p.ig'o .du perdkrel .,o tarrns feoandas do 4m
en-'enho proximo A cidalad. E esse agricul-
tct promette emn alguLis annas plantar 50 ill
pits de cafCe,
Assim, pois, Sr. president, em lngar ,le
,datxAnuo ese AU00O;WO d a compdohia pernam-
bucAna, emppguemuits esta verba, esto auno,
eni emprestimos a)s agrictrilores, que pLres-
tcn iguaos fiangas de si e de sua honra e sol-
va.bilidade.
SEu estoui um pouco desviado de urma serie
de raciocinios cm que ia sobrp a companlia
Santa- Tliereza, ttue, disse eu, contraiho um
emprestimo de 80:()00#, hypothliecou A pro in-
ci.t Lado e flagora nao paga ouinprstiitno. E o
que fazor ? Ella disse: Vamos illudir o om-
picst.ii u ..
0 Si'. Prcsi lente : -Chotmo de novo a attelr
i,) do nobe.o deputado, o quo siuto bastantb,
di2zer-lhe que isto iao esLia em discussion ; e
um object especial, que terAde ser discatido
em occa-ia'o opportuna.
0 Sr. Pinto Pessoa : Belrn; mas eu1 n1o
po;so deixar de fazer consideragOes geles,
quaiido ellas vao sompro tendentes ao porto
primordial da nossa discussion.
0 Sr. Presidente:-Mas compreholine o no-
bro deputado que assas considerao5es gapes
nenhiuna luz podem trazer para a discussao
do object especial, de que o nobre deputado
se occupa.
o Sr. Pinto Pcssuoa :-Bem ; eu acudo seis-
pro ao convite de V. Ex-.; e apenas trato de
x:plii:r (que, quando relate o facto de nao ter
a couipanhia de Santa Thercza page oa cm-
P)rstimo, 6 s6mente para dizer que est0 ou-
Lrat tambem nao o pagpard : se aquella nao pa-
gou, esta mnenos o polo fuzer, porque as suas
condie:tes estia ja conhecidas, sA,) deplora-
vei ; aqui n rio ha o quo esperar.
' O(ra nunt. 6, Sr president, que eu divide
{ja umia vez o disse e nno precise repetir) da
probidade do actual gerente, official distinct,
nol'ro cavaliheiro, ornado de excellentes qua-
lidoios (apoiados) ; eu pa'osto-lhe a davida ho-
mnoagemrn ; mas este.cavalheiro por si nao nos
ofei-:eco as garantias precisas. Se sc tratasse
de fazer A sua pcssoa um emprestimo. tudo
delle confiriai, pois que nito tnaiho sesiao os
mnelihores intuits a seu respeito, quanto asua
honra, i sut pirobidaile. Mas esto director da
conpaaiIiia s6 o 6 at6 o annao vindouro,acaba o
Seu contrato, desapparec pois esta important
l)prsonalidade ckt companhia coOie gereniue, e
n6E; ficamos em branch, poden 1), Sr. presi-
dermre, vir um ouro Borges (riso), e devorar
entaro tubo s6 o emprestimo. como os vapors,
e se mais mundo houvera, l a cliegara...
0 Sr. Olywtnpio Marques :-Mus isto 6 uiea
injusLpca que o nobre deputado faz ; nerm tern
(da1)i pIaia avancar esia. proposiQao toemera-
ria. Borges foi uni aernte muito honrado.
0 Sr. Pinto essoa :- -Acho qae temeraria
0 a contestae.o de V. Exc. Povj qii ? Nao
Seacto quequo uandO o Sr. Borges abaindo-
nou a conpanhia, ella estava eru posiQo de-
cadln'e ? Nio quero dizer que o Sr. Borges
locu'itLeou-se, ou na0o custa da cumpanlia....
LCn Sr. Deputado :. -Mas foi o que disse.
(I S;'. ';i) IPcsso.i :- ..... ..as, se asmto f6r
precise, torra esta responsabilidade ern dos-
emaenho dos meus deveres.
0 Sr. Manoel do Rego Por isso na'o 6
responsavel ; o nbbre deputado sabo que nac
temn responsabilidade.
0 Sr. Pinto PNssoa: Nao stou falando da
responsabilidaxe legal; bern e sei, neron prci.
saria alias ser bondadosal.upoe advertido poi
V. Exc.; i-allo da responsabflidade moral, qu(
prnso nmals. E quahdo avintubo uma proposi
e.o desta ordem qee esse ex-gerenae estra-
geu a companhia,. aniquiloua e mtegociou co0
ella-, 6^para que as minhas pakvras tenhai
echo f6rar d'aqui e eu seja a todo o tempo con
sideraido ou nao como cuatpridor dos meus do
I veles.
Naio teahi l ec esaidade de. delatar aquii d(
negocios; preciso lancar uma vista retrospec
tiva...
0 Sr. Akqoraedo $Iunior: Mas estai a nacan
do a quern nao se p6de-df6nder.
0 Sr Pinto Pessou ;-... sbre a cowpa.nhie
pare trazer ia luz o seU precario estado finan
ceiro ; e nero tenho necessidade de queoesteja


aqui present oila no a pesoa a que vAo diri
gidas as ,raias paltarras,, porqmweem, eita
-. -'coI a.uaio 44 iigar-ie o siQo" .,
0 Sr. Acoforado Junior:-=M]a qtn4qs
fazemn accusacees graves cqmo es'sa, ajuntatrh
seprovas ; nao se fatla asehn vagamente.
0 pinto Pmea-.-EiltY o V. x.-A ch
que, come dp eu t 0em 49 akre.o r
"V E. ay, Sio.
6 A IMtra Fpeia
*OMOe^b gfs- dd coafiftOertC qu tk fme4
pado, vem diZer qw,,- u 4depuUt4* paoim
i apresentar rovp...
0 Sr. Al.ftora4o Amunior :--reci.
Sr. Pih, eM ante qi p~r vtnttrsa Uenh ft api4wib-aea
llBln aiti. .* "
0 $rI. Akorado, wX r. lstQ 14 9. qna<
sei; quero saber se 6 exact.. V. Exc. asave
ra-me quae 6 -exaQto ?
0 Sr. Pitdo Pasma :.-Uto quanto a minh
SboA t 4 96e armar,
O -0* Alcw*rm4oJuiawr-'-4sto nao &qeia
tao de b6af6, pelo ,pmor 4e DOuS -1 qw4d*
ataca a reputao, de um homr%, na se .fll
de b6a f:; 6 preciso apreserma' fadtos. Eu
rino eonleo 6 ft'. Borgs; am nao poedso ve
accusar-se po se medo.
0 Sr. Pinto Peuma :-0 iobre deputado proe
cisa explicar-se commigo, Sr. presidentte, ji
que V. Bxc. nao o ohamra a ordem ; dev-4h
padir unM eplicaco muito. Sria* polur, reo
Spio., esaou faUado de b6a f, ltatoia' qwnto i
i minha lealdade podejuas'ftar as iziau3a palt
yras....
0 Sr. Praee :-Eu estavaijaqui um pou
co desaftehto, e por isso ndo, xtvi que se ti
VMWgdt-ag wiMpreeAV&. EOeneiMV-0ao -q
bre deputado.- -' -
0 Sr. AIu1rad. J-uflr'--'4r.r uouve ex
pressao offensi'. a, pelopntrarin .
0 Sr. Preside, m :--fiso owvfo omdor die
que eu nao tiAha etamado o nobre deptado A
ordem, pensei'que tivesse havido a rtma ex
peas.io offeasiva.
0 Sr. Aleoforado lnwr :- N6o ofteidi ai
nobre deputado : oao sou capaz disso.
0 Sr. Pit. Ieeuoa :-V. Exc. disse quo aoa
se p5de accusar umn homem em sua honra..
0 Sr. Alooformde Junior :-Estando ele au
setf(*,ei'hp6der deTeMter-a. .
Qui. ^#,{.tqw44 ^. tlid^Jb,*.;
O"Sr. A cofb-ado Junior .:-A," .a pafavra da
dtpUtado esWauperior e o. '0s. Pa P.aM .--,. d. A O qAouIn 4
ai Me p do auLorisar? eu 91 0' M D$ 0
Szh, V. J.C. adisae que Obau 6 quest dm
W-i; dl^-lhe qaim, srid, es 96 se boam
1 o Ml o quas a ma inbL iatmio
.q '~ VeM Eb..,b .4
W b1a a dizoIWo
D Rti4
AM


^4dadi6 e. .. ... t -:.. i.b. .t.'.
0 *

"0 S,; Pinto Pbssoa :-.... n:isciu .ortql di-
ada" eu.'. ; *
0 S,'. Goes Caoalcante :-0 hobre deputado
. ate gosta ieotses inciu utei gax lr-9 ana-
Sgando a elles e ppolongar dm o 0 sau d(ir
[ bdrgo. I b '
0 S0'. Mfdei'a, : --So eu fosse a assembma,
estaria aqum al'e as 8 horAsg d a 6oiot&.'
0 Sr. Goes C'"valcawte :-Euapor mim est'a-
1ei iqui at6 Wmia -,ite, se o nobr, deputado .
quizer._ .- ,
0 Sr. Piifo esi :- ... porquo ttie : eU
1qua o actual g r'etle, que V'pfsi f'tll 4probi-
dale o c)nflanga, tern 'e diixaro ste. Qianda-
to, e quo depois delle poderja vir una' Beorge
pare aniquirar cada vez miis a Tdbpaz)hia.
Eis aqur o pinto) pe silscitoii alarldo dia
parte do nohre deputado.
0 Sr. Alcoforado Junior :- Neo tz atarido
nenihim ; apenas protestei, pedinio prlovas.
0 Sr. Pinto Pcessoa :-V. Exc. entI.o .,ie'ia
que, antes de ec vir aqui denunciar oX'ltos
tivessa chanmalo a responsahilidade apielle
contra queii denuaclio, para trazer-the pIovas
juridicas.. .
0 Sr. AlcofoPto LI0famio':-Qaando eo accu-'
sar urnm Iromem do prevaricador, de intame,
de ladr-ot (5Ao o farei seam juntar as pro'as.
Assimn e quw a* deve procoder. [Apoiadtos ;
muito be'm].
0 Sr. Pinto Pessoa: Nao sei se tenho ac-
cusado o Sr. Borges de tud: quanto V. Exc.
diz. "
0 Sr. Alcoforado Junior :-E de mais algu-
ma consa talvez.
0 Sr. Pinto Pssoa:-... e dtie mais alguma
cousa talvez ; e V. Exc. toma a defeza'?-,
0 Sr. Alcoforudo Junior : Nao toion.a de-
feza-do Sr. Borges ; protest apenas pot umn
prfucipio.
0 Sr. Pinto Pess.i :-E eui por mais do umn
principio. "
0 Sr. Alcofor;ao Junior di ur n jfparte.
0 Sr. Pinto Pcsson: E V. Ex". Oelaobra
supreme da cari-lade, por esse respaiib qaJ
todos os homes devem aos outros na scite-
dade, 6 quo me-ianterpella de umia maneira t1o
dura, dizendo (lue nao posso cliam.a tUm di-
rector da companhia.... .
0 Sr. Alco/irado Junior : --Nao digo que -
i V. Exe. nio possa ; estd no scu. direito. Euc
6 que n.o o fdCo.
0 S'. Pinto Pe.i.oa : -.... e delapidado v
da mesa comparhia. Pois ea mantenho a
minha palavra....
0 Sr. Alco/bo'do Junior ":-"az muito b)311);
niao digo quo a retire, ,to.
0 Sr. Pinto Pessoal: .... e mantenho-a,
Sr. presidlente, firmado no estlulo dos factors ;
mantedl-li fivmado no quae ha de-ioais invio-
lavcl uo hohoin, que4 a sda'fl&, as9ua lealda-
de; maiitonho-a firmniado no testemunbo de
homenis do ben, que nao precisavam illudir-
me. .
Born sci quanto 6 grave a denunciago qua1
fa(p, p.jraale esta assemi)blea ; mas, senhores,
nIao ml( levamn oulros inLuii.s lae n1ao aquel-
les que dizein "hespoito a0 curaprimento fiel
dus oineus d'everes.t
N'to pase d :,)oli)' d(eputado quo coaM essas
ex)rcs..:3sU3S j ;;. j .--;a', c.ino nuw a ouvi '10
64ulp ATpu~~''^ll ^yd^t*-iif'ho
0 Mr.AI[fo4b(o' J iw '-l E qi' i q iIuor-
ta qtie V. Exc. iea es-A efs i j6 4 t" 1 aii'Uio ?
Pensa V.'Exo. que- eu tenho algum interesso
* nist')? Pbsso erguer imuiti alto a minha ca-
beia. .- .
0 Sr. Pinto Pasoa ':-Eu seriam o primeiro a
ajudar a elevAr acabeca de V. Exc., quando, aI
Svisse decahida (apoiatdos),..
0 Sr. Alcoforado Junior :-NAo .tonha re-
eio d~iseo.
0 $r. Pinto Iessoa :-... senao fosse peros
r I..versiiipostos pela amizade p porontros
a sentftbatl nu mlto nolre-'.j i ea.e por
.. *3sB d.vehs c4e caidadm.o. *,.. '-
" ., r.. Alofeaido J*,air :--Faca-me o fa-
vor de nbaQ lever a questao por esse lado.
a Decbdi6soolernnemente que nbo tire el vista
.offeder it'V. Exc., a quemn respeite eoonsi-
. dero-muito. E demos por findo esle inviolate.
f) Sr. pinto Pes.-a :-Este iproedifnt.Qo 6
Snimito nobre, 6 para wmir salutaii; e vem eu
_ podia esperar da edu a ao d'o unn oealheiro
t-dlstircto conio V. Exc. seu5$essas largas
, pnraras de sccerdade, .do devr e d rospeito,
que devemos girard d ins para ?oiU. sulros..
(Apoiados). V. Exc. se ennobrecrnmais, honra
a assemblea..,.
a, t eSptlcof a oV d ia. :--o:-Cupro: r meu
, iteve.. Resp~aito a V,.JBBC ,coflm wins ;r'es-


Speitei. ,
0 $r. Pinto pessa :-,... e mie faz prestar-
S'Ihewma sifrta boinehrag c cronstero.
S. r. preflente, ehtego agotra!, & %ul ponto
da discussao de que trast% raphijwnte,
a. tow.iveW~andg-.oin Zp yp urpo jaq flrer
rae 'iesmais isstinctoadw.es cgque 00, que
Snuo tirntot 'on iiito s st' rtst-to' so-
i. verdadps ap i ao, e os no-
i bres deputados t tribuido para
quea quostaotf e n ca h9 maeis long
do me 4ieverater.
. Dp -d iuAbt -ieeihodwes, 4pl 9u&4 .Ai.uitlpa
allotiiaf~ awmbrox. dm*- Okwa, quo mfe,
tp- .t&o 'att iesaIlent ouvido, qipa l'.4s,
ute c r do* vramd oira-
ot- cfd. ,[p to apoiadte .] "* "' '
Qakiara ndo :te alonghdo este dehstW; Poo-
a Nwa eAW q nhuetnumB 4os o i s 4eduo-

, lt dcl: VtOW* .leria df vir, PoM4d;. ,
p nfks observaeas. Dosd, pr ...
Sv.owre eputado jedi W %, 4q
uI m r"'Aq"ill, porque enidl e.ooetti
r dodr e8pino e o pais Jorgontwauv
to 6A Rosss aprqciagops coqfmm J^l|
Sme mesmap que ajgns dos;obres .Ie
Seetavm vAvamente enfaadaf [ e
e peap4 o q0t4 au ,p.orastieya w
-. t a di sio. ; e .e o eu lhes reti
Sqestfto 6 $rave. e atilto grav,
- ara proprie, e por isEf6 Wegmnoe
Me eclhdo para o a ebatel'
- O Oamsagito & umadti supSmnai
- ma, que nio demaqWV alis U1.9
Sraeato.Ltao largo sobeo eada uma
posICOes. Mas eu nao tinha renf
. fazer o que estou fazeado, e jA 4 t
vista. i f- 1
Ar ErutqaLo.nao sou .Aprichoo ,'
A Lao; sMpo tenliq alongado, Q .. j )
- pense aUe depois de tnnhah 'ob A,
uMa v -:.dieedir." ,,l
0 *Vou agora tratar rapidamente do ultimeo
to, qi" 6--e a provi 6d [az. f, m
o companhia nr.o estAi no Wdeidf r "
Saste favor, eu Lenho ditb,1dw6 t'
- 'no o e a n ie '" t roi--
cia n io p6de fa ,er i. 'i -,
A questLAo a. p .er a4 |
> sumne-se em pee[ .,_ era os;
dfazer, pprque. e4r et
all. IlOOQ p0 it4


[' oaml


Mas, como a iniciativa mestes altos c!tik*J-
meAtos, aia4a na infaaaida "atr) )s*.,* ffi-
cil de conseguir-se -Igde Ig r,-tm modo
satisfactofo, "et'ar-s a l ov o no
concorrerA por CO 4e it sew*Os
os meios de quepossa-Ep o'T a6wd
:lisngeire de ta-rmbre ata -f.a :, u i.
* E parece-ier8 er IM
quanto que, reconhe. $a rieeitt
tantoe motivfts ac R te* i*Melr is
-o governor -inmpeial .a 4ts at 0
abandoflSM-iiM we!ta ac AJifi
a carajosa tentativiL ,4s industries e dosH
duodi ~ire ^ p~iiz11', '', '*)b ,,,i;',t',;' iii y
SRestau agora saber torque modo Ve
4a 0Mr aftCW=K diIfifrt"W~ft %qw
d::np-arao -i e s.sY
4K A Rc,~lo^oii~ 6~v0' sa *JG ^Q
taido owfil bstfi -
Q10 W L,1" l
fmu A/ do"& vpt^ M^ d0
cansta da proposta
teree poi'sn-f~fa^ { sta
commissao especial, nomeada 0 '!
4 A commission, inspired" anbWi iptpo
(^f'4opar.0n 41a&siWjb JUsgdbkobif.e
adre emtda # sua plenitude 6 sit4at1
MI~a %t5I^A'tS ruaaisb ct~erI~ilai
didas complementares quipaia
|^ aisavel o project que Ihe foi suinft
..JL'- j.|;J:I -- .j,i,,,,bunu i( ffftnitaXo.,
i-orLanto de prefer, VW iM OW


Bld~~~owwoma offA' <'c^PflBM I ale

ialhar de conmmum acW9 ia

ota de tao aele4Iman/.ifitA(rLa{
-'Ia ol~t trBX~~a ae)'i
Iuta iencia, na iatenaoIu


en, cuaj nifesto Ve aer assigado
Hodos .os -ai a tormare patt,


ggl~pA~beiido Povtdk. pueetdeie da
otiomia Duzeo do Seteebr' afb-
A O hoBd I TOl&,. reuni-
* waf doiprfio- w 89- 14 r'iwdao
n -Vntesi-Smeg.t'a S "[: "Dr. -ost 'a-
qqirm td Oireivra,FiohfaDr, Pedro de Ar.ly-
.tdo i oseoso, tenelt--orit'Il: Frandesee
GaraelOeMacido R [ios, Dr. JolidJos "Pinto
uniqor i'. Antmoio Francisco Porriira da Car-
Svalfalpo Jf.;Pinto, Dr.; A'lrr*ji Ernesto
VaPROiveir-i, Justiuo Jos6 de Suz4G Cam-
poS'W!o6 Antonio -Pinto, Dr. Otympio Marques
da Silva, 'I['rgno*co Iginauio Pinto, Dr. Manoal
deo giMftha Faria, Victoriano- ilhares, Dr.
FrduitiW dae Paula Salles, Dr.- Luiz Jose da
Silva, Oclus Walrtv,, capitol, Qde fragata Fjiur-
Cico Roinano Slepple d;i Silva, e Dr. Foil)ppu de
Figueiroa raria.
Havendo numero I ,i;ei a sociedla',o Pa-
tiotica loze de Sete, ..- funcuionasse em as-
sermbl-6a-tgeral, o Sr. I ,. 'Lrtella assi na o de-
clarou, .tendocontid i ,1ira servir de secre-
laiio ac ir. Dr. l'eli, :' Firu.!iroa Faria
abrio a sessao.
Passandu a Lratar -. ;'impto 1.4ri 111.3
coavacar us cavailheirus progenLes, o uSr. Or.
Portella expoz o obhjecto da ieuniao coni bas-
tLantic claeza. e fez o historic dos. aconLeei-
moiatos havidos no Rii de Jalneiro aLA as ulli-
masni datcas d'alli ; depois do que fez leituira
do seguiute extraoto do que se passara ima rou-
ni.o que, a 27 de junho ultinio, fizera a socie-
dade dos Expositores da InItitria Nacioncal :
q Passkn,.o-so 6 order do dii, obteve a pa-
lavra'o''$. A. E. Zahxarcoano relator da cori-n
missilo enearregada de exaaiwiar a proposta
do Sr. GAthiard, concwrnaiOe ao teio pratico
de se levar a etfeito a representagodo Bra-
sil na exposiaoe universaldle -Paris, urna vez
que o governor imperial nao so- apresenta ;
este sanihor, depjis de rcer a citada propops--
ta, passou a leitura do soeuinte parecer da
commnissao :
A A commissi.o no-neada pela Reuniao dos
Expositores da Ind-ustriaa Brasileira para dar o
sen parecor acerca da proposta apresentada
polo nosso consocio o Sr. C. F. Cathiard, em
sesso d e 19 do corronli mez, entende ai I
para.maior clareza das rapiias coasidoraQ61a;
que tom a fazer, cumpre-lhe par de parole )to-
das as questOes accessmrias, que iA foram r:-
solvidas, c chamniar exclusivamente a vssai
attenCiio para os t,)picos relatives : 1o a pro-
mrover uma-sabscripiIo no intuit ale ioonstrair
mrn edificio apropriado As exposicoes perma-
nenteS, industrial, artistica, agricola o horii-
cula; e 2o pedir desde jab, por inlervengio 1io
governor imperial, o espa(o de Lerreno qiwl
julga niecessario no edificio da.proximna exp,-
sitio sde Paris d(loatiiiado a recebar os pro-
ductus que possa enviar pe.ltos esforyos com-
bimuadlos da iniciativa individual e de seu ac-
cordo necessario corn a alia admiinistragito alo
paiz.
( Quanto d 1 part, a qne so refere a pro-
mover a subscripcAo no intuito de construir o
edificio apropriado a urna exposiiaoo pirma-
nonte, entende a commissIo deover ser adiado
aiuda per algum atmpo este project po)is nao
lhe pareoe opportunu coausagrar-se aora -a
rolnisa,.ico desta idea, qatiando assumpt ) inai s
urgente-dove preocupar tada a sua cAL.:-Jao o
toda a sua actividade.
o( Alem doe que 6 de opinibo quoi mais tardo
tera esta imnportante medida resultUado natu-
ralnenloe mnais favoravel e iais ai ,lo.
SQ;ianto a '2 part, isto 6e, ao nosso com-
parc-ciienltt i.proxima exposiCao de Paris, en-
tenia r, commission quo o assumpto c nao s5
exiretiameunte s6rio, como tamnbam diffioil o
complex, e pur esso motive reclarnia para esto
negvcio acoaitribuijbIo de vossas Iuzes o coinm-
petencia.
o 0 governor iinperial daclarou que aiao ioma
paroceri;, officialinnte no grande ccarnaea in-
dustrial da Franp, porque o nao permit. o
seu estado de fimancas, aggravado pela ptes-
sao de uni deficit. .
Ao,|)asso% por6m, quo o. goearno declara
esta suq resolueao, a opinion d 4Jpfia ;-.Biaai-
festaA~t jml4aiuuaie (a -&^Uftsavo Rio
de Janrei.ivnluindds folias quo paqm ptr
ser alliadc ao pensarnento ,glvornaJivo,. en-i
tende que o Brasil nao pode'fixar do ac aitM"
o coavito que Ihe foi di-igido pela granga, e
lembra para realisar esta pdtriotioo desidera-
tuol s. grandes eiiorgicas de qae 6- capazj
o espirito do iniciativa individual, qua dp
Seais esforoas se empruham ia vieiaora Olloeni
commum. .iu-ri a
0 goversao brasileiro, coaie se v6, diI~eja,
pois, neste sentido, co)io todospa boaS ,,tiM-
,daos, umna solemne e brillhantte jaOnt.9
da iniciativa popular. ror/aj
o Tpdosestco de accerJoo a sri|~ito.


svEU'


velO o deisOmilvIiiinailto \crIilya i t- .aquc!-I Goai(;,ilveivo nino u ,Gt "C. -d, 8a& ,OW
le palaioLtic) p n-,n1am11.ito. i tra ..Ito-, .... .&. .5 l
a Allts, pon'liil, d c assuinimur Lui la6 c) dave O -,aPeia. arIemr, iI : i ,L l.ia.a
rospoisaibilidaile, a iea ojo d nialchnlp.o u0)11 a t jSuti liq.tfu i. U, ,.- .7 .itA $) 0'
o criteria e ci'-1lencia requera tos eain casos d< .Li .liitoJamr3 ;.-L -- .- ,k,,i{4 (.
tuita pOlidenra- ), ,.it-seja coiheoor quaes os ,(/JlA "l.u-iofi ;,.... '* .'i
autxias coion qauo p3,o conLiu pc l 'aa 1 sio al t'): .TL Ukxa ftilfaL ( intziMl y. .. ; >. -.I, a l ,) li8 'S)o
cuirmeitLimento, n So si da par.: 1 7,s assoCit- -Mkij t 1i -l.oiksv a ,so4a Qt,,Gtwo 1. !" fi ,1?t ,'i
u,,'.s ) iOu-isi'lnas"c (',-> citjl((bb S I I'SstiInoNaS ys,- se U o Wd": -iiva. ;:a ..... 7 -,-'3 a
clIOo tainbem do c' a.verno imperi l. iL U T,.I k "'1i' t' G (ai, ,tnlid -iU i0.1)
a A so!,io: ade sabi (tao o ".T r o ip.-!;);--;a !, i. itluo.) r .;&.. I l iaoe
so!) a ,,,-,-;s,,a las rn rian cim i',InstandiT.t-d, y, o,,- .l rthru. ai S, t ,-,., Q .. ..
paiz, 'e.ole t'-ra dleixar corrcr a cjxpo.i l" : t-jg1 .Jiaait"tSi'-il fi ;:do'.,,uza 4Q Ij i
can.,utiie P)-' conta d- iniciativa partLicular ; re- i .v l., Leal : -' .,: QO
ca,.i:itec a s..mcicla-le, piala"i, quai a p ..'s .i-, an jua~o?:.. ...^'WO1
slai)itri dl II!ma t ia term .r:-nr-:,i: coait.ii ''t' ;a- v:a '- |. a rtiviu cb i\ lw- i .da.a ta & I,. ,3 000
f) ti'a) iLa ia i -',)u O tils :t nb'-'.i.:a''h :t ahst.rf- Ii st. Jia^in i tm,. .' l44 )00()O
;i que si- propop a: actalad-i, mi ot1 : t) M M br e i, tji l}ali' b s-i*Dealg w./t.oii-
s:ta i-talvez o nais j)oderos-o zl0 io i su'ffjti jpO ., jil pa't-,sr e 'l.iii-':Ie-..oi-i, LapLa- -irp-
ean seu iascimimtto o espirito da( a ni iia' iv ",i ,!i i-, :,iAil .)0tIN:.,-, a estat.a. ; jd..5$ Seus
:i>rt.iculari. Parece a sociedad.- que a nature- ia mliies3, ii n lVir"ataLV .,elsiiiio ltue
za huaaana, Liquer social oil paiutic,, UI f (10- diL poioia %A WiW S't CPsO c p Oei|ias ioChias,
:nestica ou parLicularii, nao so .apr ", t.,'i) ; s I ,ua, iiqu it aila a iroa prie.tade,,; t;i 4 ail nl ..
rapikas tria nsitlti'flc s. .- e" cc do uina cafila C ndiabrala de dio, iuosos
.* Noste sentido, pois, Como (mm) rrtijki"i"d iN w-..
sooiedade *Reunia a dos EX!.Alhtwe- 4 0ort)mihl a {aiha n6iS, p 10)o,
honra do dirigi'-me a V. Exc., aln ide sabero .li j(^ aas In iniia-iAi
lque laia o go ,oinun ianp ?, d e}I[ tp L or a .f-om- a casa do d a SL. U losses Pern m nbu cano de el lo,
imeltinmento que a sociedad.'de tl a asimir, e Li'uarda-,6r--d- alandega ; antes dlisso tittha-
'omi o tempo aruge. tqm1 )u, .,P.,Tia de oPe r ao rusnunciact3a b s praticados eni
a V. Exc. umina respoaltd at a) h, i'ikeor PLOa rn i k i Icls6Ca o ta0odes .p rra-
prazo possivel, e quer or bt nipai',t4 aiino ts ilda desa Dlanla-; ippi5 ainla- anpikneia-
penosos trabalhos de oqLw Vt s1" aua e r rs'outro' roubos .co6na tido 0 ns n6 Afllct s,
carregado. a : .. iaru l & ,le ith, Estpdi ;oVa, b Be-
( Aproveito a d't.siad pI'a0reser r'aT. I eibe'btOmdl Itan ?s,Bemn!onthrahi ds'.q '
Exe. os protestos de subida.st6Ma e'boofside- e ,o aitta4i no. Reife ;, Mft- pti
raioao. l)Deus ,tnnr ,it< V;; Q- Itlrlllxm.1 ea r.o ,,c ou enaos atp.p a.r^ ,
Sr. oonsulheiro iUinisiro de esaLaa do d e? >- ..ipro inpia. e m ,. .
cios da agriic jl a,,t conrii e or1 s pu-l ;g1 rr ti egamf i sof ie ten-
blicas. 11 r .., 6 D s l lles' c : .; '; .. :
GoncIluidc)d 4 l i r ,f r .',.Port.ell-Acont- eiantaddidenA a-Ittia, nao :4, 4 -
vidiau os,mpl oiaxst4 lp4!:aei u f iso ttW.V8 ai .lt iio,,q- ju iiia d'alli pastiou.-rueas
Jee a( 1a t..., sus o,a em' face da tentativa qde Tioieranm os
plano c".61 r' eno o e c a 64ade sbua tia
alutores M
itO : ; Is '- '-: .- :

'ip"lirti^ d^S^d^.iWfies., P C roside-tia de idi, .utra
B ^ Bfl o de t(Qdt iasa m ~u6 ssoc ac I) iea~ tulidisad^ mesan Ldta J iotI icitaflt;




) s r i rVcA IIw^^io .iy mmo rxia -uarn

3~ ~ ~ ~ ~ fm ,@i_ _1 __aldin os
-gh0f- I.pata oa G;aU ca s -
1tntrap 1q a ,1at~d x rn a

,,() ^ Ass rQ nmebha desta be1ian oci 0 a-












\, ^msef/Dra sos t. r. u F. e Fi s^. i es .1^
.W l t0"e'o^ a_- ii ar o oj













ip.1o, r.j>P rt^a-lh ,!I -( (irl tji ii !;i i-,,ni,)|^ dftjt4^.t^re 4o d
ltil^l^HiiiOfctl ti Ifi^'0 dl^^^~i lava a.iasesvlVgra8r pTAr~t
de n d .. t04 ji"-Apd --u -----e atA, 10 i a ( a
pL 1on J.9Ial6Flatlpt ji ]1 al I aI






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a4 -ar pfx Fod 1des~ 74 ^H 1ti^l~~ ntte lfs

















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Mat"t~ de"Jde s aliudi ""



Sdios ; mas 6 dip i
iap Q ~poIM-o r0T




%omeaglSo de' tIo d $nt) r R 'mm i^ W

^?aMikl a',iiww --- AMcfjo6SUuwoia -

^rmesina s~c iP6VYI#!P^ ^W uJtQltepffed- j~^ i^i~ I tiB '3 je
0 SMa Sd I
IT ~ru~an El segwda o Sr. r F. don

o m e dae xto dok 131 ao1 ci9o num1ro su iente d o as ocia o

I^t F ..L'Uj .a 4o do
SaSeuqa WS% derebo n. 6."32,6c.mrelacfo As operaieal s
0 teta e^ ^L &^ 1*000 -ix r ^aM^
IftmeIwpp q~l8obil daBl.



queciise art. 0 dos eslt alJi a associaQo, a
EM s gT- ii; .i oS .4 tF do Fi




jfr~otoUiB aladai~stra4idei dIttru 0-6Ne*;l~saiid dnumharo ftuiia pdrta
4^ I~ec&|) ^,^ ^rej4- Lasro d~ ~ tJjodj4i ba4.aiffraol: d~parle


ndlsC^ ^k eaiinWlte~tNAqfr n^~^^^ HJ8 IJaeite
db que pevo1r. 0 $1
novaeSw^^v roraPeA ad oo. id
de Thy Ie Chatfea, pa Belgica.aWj Ii -LI. A TcJIM$&fgt0'i^
0 contract fiBM, polo.4k. Penna e dos mais na iftpartancia doo^OttguH~md ff azR s


I -quo o m iooriahl OT'quaq
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ahebarada ser e ISt.a,-ea p- ti. qesPi c MtnAo,MAltol w lpWr,. e
Be um onge no qiuatQhmaratn WenceslAu Jomr FsreipAraia adado, virIos ado
.. ..01i lt erat.de Pigque, v prfimna'u i:fcajuoso
Silva,- Farmtb Ct^1^i' g o -Moreira, &. demjorto ) leyw. do Sguh'Alia, Zaluar, CoW Juar i a iAaLdo do Olivwira, cia ,htts Alagas, e 1s *doa. ilJUtAoS CoM'i SAM-
toi appowtado oumn o adlditamento do qu fossef tencid,los; Evaris- t Fjoan ;.sr,- 4uJitli':s, e Al-
reiLa tina stubscrip10o niiqnai4, o c- 0 as toWo te Lni, vilIti4 4 1 tezr i di .a &,:iU ,
.co..sA M.rii4sa'a, princiro coino criins>i d imnite. oCA P-
segynqno alodiselhaouparecer, t,:nham ialherido guiilo oomu allied".
~~~~gunlto Gomno aiL'nada,. ,:il-.
a 0d i u;' d Tentitiva deo issassiiuatu Na Wfegp
.c O DriMiguel da'Silva offereceu. coino, r.> "corrunte, e:n. VlMi Bzl;t, I.,1i6. Ol ,140 ^ 0:
dactor da Revista Agricola do nmrwtial Ihisiatu- -eira li Sihk-a L-.itl Wa. Issi VicLOcbAo1 .'
tL) Fluini.ase te Agricultum; wit lugur nesr e So,)'z.' ( eorra, i:o ,ilt -1. :'.,l Il'lm, ihttle-
periodico p re que nole seja alvogaia a id,-. cl-n, ,-I. ,in 1 i, .t l ': .ji ,, ,I'li..
iiiiciada pela sociedaide Reuuii;u d : ;, ,-;i..,- 10 .. .... r',..., .t i ... dId, iae,
rsag, assim c nai) d.-clarou quu o Sr. Floiuss ioi pries cin ilagra:'aLe, a ; it 'i L I II ,
so ouffereicia pra rfazd--i grtLuitamaaite as cir- ao devils) iin'lit'.. -n luj
cula-es pari s-.rem 4irigida% por part dia Rtii-. Qandrlilha de ladr6es .0 dCeoAtlp.d ,
ni'o .los lxposiltnres, aos induistriae'- o a'iY- hCrmr ,.5 '.,pac.,,i, *o dia i,.d'i-rC'BIe.
icultures doJrasil ; da mcsma sore qu1e o Str' conseili, caplurr to lugai .'Taqttgja, aLuiz
Condo du la luro, punha-se 6 disp.-:icao da so- AnW '_J.o SIzid, pni'iiiii<,{n-,Aau-kQl-
cieiadla; paIrn faier as reinessas ,les.. ,iclJ- I. s, ;io art. 257 C.d1,) -dl l. Cq ljipi4h. .Aft nrj,,
!ure. ou ofticio- ,t essa s industrin ? e :;'ieir:il- '["aAicl i> Nascin uti, Ia -3 "
Ltr.!-- ,la. pr v iiicias du S. PI ilo, Min i-s, Iio 1- ... : i,' a I Silva, mmiiiti ,.'S de Wdie 4]1q i4ri-
de Janeiro e Parai:i, corn cuils pr,, -. I, is I Ina J; i.dJr6es ie c..'all,S. Li la l lB l,
esU ein l reJaC'ii) e tein ,:>s r1s14 U i',s:, n.t ia i.,, a: d;o ,|cIl f;:u1.i;ti.pL trLk e.OUM r' j wJ ivi-
nnk-.. dlu, j:i,. firiai, caP)luaic6.a; a,7 do orrflte-
.) Dr. 3i;:tiel da. Sitv;t .'i .2.;i, i, .:- lii, Fer ime ttmo jraIve imei,) ,Iplo r P1oir, ec' ,
ij6a ih 1elre-enatr-se na exlposi'-."io I P.,i7 ,i., I1 i 'z:,:t,, di L,,rci, da I'r1 uezUi doetlabua-
a aO-r-icul.liI';i (caifr', talo ,ct, n`ll ,lid ..> iaa .-il:v toI Ls ai. ,iU Jus,1 i oilrgue.i s Lima,. feriou- ir.i-
ibras u pat, Il,. i 1, in Ii'rtni M r;it-Ii .i, ;a | ener.ie corn u:1 tiroj, a.Jor, i ii.udu lirt ltii (1-
Uim cono u-" I'j reino inair'al) p.r i-r;tnd1.in' 1II l r i,' tnljdo-se ,\ l';i:j. i" .
quantLidades. trimuiuoso dIe ihorttt--U Lita-nu @.lii:-
Ternainad-i essa. Nil uri, o Sr.J. P. Prl.-:1 h-res Ioi captur.ioA pullo. r rvp-itiv, dej4uh,
leu .fnais ost'outro docanmcilo qque ) officio lno dia 19 do coriui% tnAitf V\tietidQC i5e.3
que,i 28 dae jaiuho proximo ifindo, uSr.Nicolei) c(V.o pruiuaaciua!>b-.p dclah tl 44de o if--
Joaquian M )ieira, prcsid'oae ida Sovie-,hidc los 1 ,o n : Alagoa A4L i iAti:d, ill.ptofuitt.da
E ,.,,osito,' !.( d I n:la ,itw Nac(on l, diri':i ) o ParahlybIa. ,;*. ., i ', .,,
Exan. Sr. ministrhamb ayri,-uitLura : aptfitra deorlt'iu -. l--,a' ci.bAe
E nlm. e Exmrn. Sr.-A Sociedado ..Unilao ,dos rauio do iis1ljiAl4Qi|.\ ,i, ihuw ;incr- "
Expositorps da Induistria Brasitcira, coMipe0iP:- in to iiii.t iraut!ati,.h .i.ut r4I",,A:J
traado-se da idea, guraln-Slao aceii, ole i.! j da intos, aii r.tia a-i i".il a' l.;.i1 '
) Brasil nao dove rleixar do fauzar-sO roipruen;;- t.en )t<,tiv d .. -- .dt,, ,I;,.'*; [Le
tir por seusproluctos agrioulas ( minufiftu- [Movineike l e\)A hlifhiei-ro.-,-0. vaporn,-
'-.-Oiros no gran)tioso ce,.'to ,i'i quo vai verifi- X /_, i'i)eist l.a i: /, : -,'. ,a,1 T
ei,'-s 01m Pariz., no correr du ine o de 1878, c 4uii.. '.iipi4o-! t l{.,7jS'.i
nilo salh-)!rdi ,11te, aL6 o ipi-eseute, ci'poaI.' "ao Goano.; dt')atla*0s tlAniis U) I 0 U .; io,1''
igrtuma se tenh1:a posto em a;viment7 natuiiic Par,:he "-ftil3iL & :-- ....: -- 2,( (90


















'47 .- .-- -


^^---^i^BW~l I^'railm^^ aK-^

=I jihp .Vbento, julz der
- 8 Tl.&m O D n. I ._ilw


"'AM a IUE M3I5u 0I AV JUJ
B ." V -Sao mpoaos .as seguiates:
V ed da Emtopa hoje
do Norte amanhIL
Sfspirito Santo do Sul ate6
.. ,br'ia do Sul at 28
u *doSol aie 69
i,: .do do Sul at 31
n woo IN0auwo do Note aL6 1 de agosto
Senoak da Europa aW 3 1
Loptria-Sexta-feira, 27 do.- corrente, sera
extrahida a lotera 234.a- ei beneflcio das obras
da igreja 4amatriz da VictLoria.
SO.blihetes acham-se 6venda na thesoura-
: dam loterlas e loja de calados do Sr. Porto,
"a praa da lIdependencia ns. 37 e 39.
.As isht s ahlio no mosmo dia e os pre-
iAes se pagaro no seguinte dia.
Lli6e--Hoje realisamrn-se Ios seguintes
AtaanhR deve realisar-se o seguinte :
PdtArgSte Gu.sm&o, A rua do Visconde de
TYihma h. 48, de armacao, generous o utensi-
lios'de taverna.
Pelo agent Silveira,- raiai da Imperatriz n.
6, domoveis, piano, espeihos, quadros, lou-
(a, vidros, etc.
Pete agent Martins, A rua do Imperador n.
16, da casa n. 22 da rua do Barao de S. Borja.
-Pelo agents Btrlamaqui, & rua do Bem Je-
sus n. 53, deo 10 apolices da companhia do Be-
beribe e 4 dit ts da companhia Pernambucana.
PPe agenteDtias, bordo da escuna Anna,
desse navio no estado emI que se acha. -
Loterlado Rio de Janeiro Segundo
telegramw.ma, a loteria a beneficlo da casa de
S-caridade (254) oorre ihoje.
-Passageiros Chegados'"dos portos do
norte no vapor national Jaguaribe :
I Tenente-coronel Francisco Antonio d'Arau-
jo phacon e 1 criado, Manoel Joaquim Seve
Francisco Teophilo da Rocha Bezerra, sua se-
nbora e 2 escravos, Gustavo Habisrentinger,
Manoel Severian6 da Fonceca, Euzebio da Cu-
nha BeltrAo, seu sobrinho e 17 escravos, Jose
Alexandre Pereira, James Walt, Alexandio
Josw Vieira e 1 criado, .Tranquilino ,da Silva
Antunes, Manoel Alves de Araujo, Cosme da
Rocha Bezerra, JosA Lucas Alvares e I filho,
Antonio Augusto Alvares, Joaquim Ignaei Pe-
reira, Eufrazio Alves de Oliveira. Man'oel Ja-
nuario Lopes de Oliveira e 3 escravos, Ale-
xandre Soares do Couto, Jos6 Dias Soares'e 1
flho, -Francisco Honorio Canuto, Themoteo
Pereira da Costa, Juliao Barbosa de Souza,
Luiza Maria, Camillo Baptista de Menezes,
Estlvao Alves de Souza, Jos& Vfcente Filho,
Mathias da Silva Bastos, Francisco Holms,
"Joao Francisco de Araujo, Antonio Francisco
de Qliveira, Felix Felijoli, Jose Camardeila,
Antonio C. Lopes :3e Macedo, Pedro Antonio
Alexandrine, Miguel Pedro Alvares Piloto, Gil
Pinto Rodrigues Paiva, Manoel Rodrigues de
Carvalho Paiva, Dr. Jose Azevedo Silva e I
criado, padre Jeao Vittorino Peres, 1 cadete,
2 praCas do exercito, 4 escravos a entregar,
Antonio Malbar.


PIBLICACOES A PEDIDO

Escandalo
Deve ser hoje julgada pelo tribunal
da relatao urna petigo em que eu pe-
di uma ordem de habeas corpus para
ser livre da prisao em que fui posto
pelo subdelegado do 1.o district da
freguezia de S. Josd, 4 requisiadd'por
telegramma do juiz municipal de Pal-
mares, pelo facto de ter deixado des-
enoaminhar-se no trem da via-ferrea
de S. Francisco a quantia de 1:3008,
que por parte do negociante Correia
Marques me foi dada para entregar
nesta cidade. Na publi-cao que fiz
no Diario de 22 mostrei a illegalidade
da prisao, bern como que nao serial
cousa de admirar, que me processes-
sem la em Palmares como ausente,
uno obstante estar preso rnesta cidade,
a ordem d'aquelle juiz. Assim se fez !
Chegou hontem a minha noticia, que
a autoridade que antes de culpa for-
mada, tratando-se de umr crime affian-
gavel requisitou a inh~a prisao, sere
declarar o valor da Iianaa, nao obstan-
te saber que eu estou preso aqui nesta
cidade eat sp ordem vpois telegraphou ao
juiz de direito dod 3o distrieo criminal
recommendando a .miaha conser va~o


no dia 11, deixou que se tamusoame
am proaesso, senw qire e r fosse citado
e formwo ao r. check 'e ,Jolca, que
euAr esto pdRouw iad0 no at. 258 do
ocrional? 1' o W
t jo ^gu ja dio admiral aindahno

.- yIif4j[bItbljOO^ ;qu eQ Aeei- i-
W.lij, emaPwhIasai se eu' ,ow- meUi



d"[M ftina1d i cere iad e ste do' tade al



q` e e 0, 2'depa'rehresdi 7.' ;nL'ex
SAntonio al tant AWoA tI


"E''de-m ister qae ,todop s aotjaos
cempa cm na sdde aqii no neciea, potato
ad corrente i s6 hoega do tardie doi, tirou






damente habilitadoa para :cer a a
SBova admju stra na veqdade esta de eal
ite, car no anno de 877 a 78, e-que
ssa eleiCr relcaia e soios que ipos-.
S saodignamd te Bengufie oste Lunobeo-
Rj~aaiefra -.



E'elos da mister qnis todoes assoads.s
compave~lm na sede social nodia26


O peramos o ucirrentd s'horas dacond tarode todos
oamnse habicios que dedicam amor e in-a
nova admniostrasoiedade, que tea deftac-
icnar no anno de 1877 aido do publIeo
essa eleicar reeaia em socios quo pos-
sam dignamente seguir 08 nobres
exemillos das adrninistracoes passaIas.
Esperamos o lucido conctirso de todos
os. consocios que dedicam amor e in-
teneese a nossa sociedade, que loanta
cet idraao. temn Bierocido do public
decade a sua installation.
Re6ife, 23 de julho de 1877.
r. Alguna s ios.


Junta -dos Torretores
PRACA DO RECIFE, ) DE 'JLHO
DE 1877
As tres horas da tarde
cotac6es offlolaes
Algodlo de Mos'ord, 1I sort, 71t00 por 15
kilos, sabbado.
Dito de dito median, 6#100 por 15 kilos,
sabbado.
Dito de dito 2' sore, 5#100 por 15 kilos, sab-
bado '
Cambio sobre o Rip 0de Janeiro, 5 d/v. ao par.
Gamhio sobre Londres, 90 d/v. 24 3/4 d., e ban-
cario 24 1/2 d. por 1t000.
Bernardino de Vab,3r.cwI n uare-,
Preidente.
Joao Leal Reis,
Secretario.


SALFANDEGA
Rendiniento do dia 1 a 21
ltdem dQ dia 23


468*7366370
19:288S352
488:0245722


Descarregam hoje 24 de julho de 1877
Patacho inglez Solario, varies generous para
alfandega.
Barca allemA Sophie, varies generous para al-
fandega.
Patacho inglez Volante, frinha despachada
.para o o ponto.
Lugar. iaglez Racer, (atracado) -bacalhAo'des-
pachado em transit pelo trapiche
ConceicAo.
Vapor inglez Cordova, varies generous para al-
fandega.
Vapor francez .Ville de Santos, (esperado) va-
rios generous para alfande'ga.
Vapor national Jaguaribe, generos nacionaes
para o trapiche da companhia per-
nambucana.
Alteraeao na pauta dos prevos dos ge-
neros sujeitos at direitos de exporta-
CAo, na semaua de 23 a 28 de julho
de 1877.
Algodaio em rama ou descarogado, 406 rs. o
kilo.
Couros de boi, seccos espichados, 470 rs. o
kilo.
Alfaniega de Pernambuco, 23 de julho de
1877. Os conferentes,
A. C. de Pinho Borges.
J. Amancio do Outeiro.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 23
de julho de 1877.
u inspector,
A. deF. Carvalho Reis.
Importarao
Vapor national Jaguaribe, entrado
dos portos do norte em 23 do corrente
o consignado A comrnpanhia pernambu-
cana de navegado por vapor, manifes-
tou *
Algodao 100 saccos a Niemeyer Chan
& C., 18 a Borstelmann & C, 18 a Pri-
menio Duarte Ribeiro, 52 a E. da Cu-
nha Beltrao, 22 a Perdigao, Oliveira &
C., 44 A ordem, 9_a Luiz Antonio Si-
queira. Alpiste .5 saccos a Joaquim
Duarte Simoes.
Barricas vasias 60 am'arrados a Cos-
ta & C.
Cobre 2 eaixas a Yanoel. N. Ferrei-
ra & C. Couros salgados seccos 115 a
Borstelmann & C., 257'a Leopoldo Mar-
ques da Assumpgdo, 395 a Bellarmino
Gongalves de Albnquerque, 46 A or-
dem, 1i00 a Cunha IrcnAos 4A .., 814 a
LuiuWAntonio Siqueira,458. ftE. da Cu-
nha Beltrdo, 176 a A. S. Couto, 693 a
Primenio Duarte Ribeiro. Ditos espi-
chados 8 a Bellarmino Goncpves de
Albuquerque, 23 a SA Leitio Irmao, 1
a A. S. Couto. Courinhos 238 molhos
a Bellariiiino Gongalves de Albuquer-
que, 6 a Sai Leitao Irmao, 15 A rdeaem,
4 a Cunha IrmAos & C,, 8 a E. da Cu-
nha'Beltrao, 1 a Leopoldo -Marques de
Assumpoao, 2.a Botstelman & C., 10 a
Parente Vianna & C., 346 a Gomes de
Mattos.Irmdos. Carnet 4 garajaos aos
mesmos, 2 a Gonalves, Irmao & C., 2
a Antonio Muniz Machado, 1 a Manoel
de Sa Araujo 4 a E. da Cunha Beltrao,
13 A4 ordem, 4 a Cunha .Irmao A C:, 1
a Leopoldo Martues de Assurnmpa, 4
a -Gonoes de MatLos Irmos, 5 a
Bellarmino Goncalve de, Albuquerque.
Cordas 3 mawos A ordem. 'Cera de car-
nkfib.d 9' admcs a 1J.PinW da Lapa, i a
iL:u0 .oI i- alv 1s -,a di. va -. 'Pinto- 1 .ai-
xa- E.. diutfhaBeltro. .
Esteiras de* paiha deearnairba 125
months os Alj mbaa1
-. PBipet4^ 'Vjeom & U. Goreia 19
saceos a CrGonalves,' IrImo 4 G., 19 e
1-a -Gomesde.Maltios4rmaos. .
La 1 fardo a Leopoldo Marques de
- e a -. A .. ..- ,x--- '

ial de -tUAituqxi.rqii. Plantaa 1 cai-
xa a Pareirte Viriei U Peixe 1 'ga-
rajao a Bellarmino Goncalves de Albu-
quorque, i caixa ao D)r. Joaquiro. G.de
Albujueicue, I barrl A ordem.
Queijos caixa a Moraes <& Irmao.
Sementes 1 barrica a E.. da C. ]Bel-


trio. Sino 1 caixa a Gonmes de Matos
Irmios. Saccos vasio- 3 v-eltmes a (os-
ta &_C., 2 a E. da Cunha Beltro. Sbla
4 mdos aob -ne-emfk 5? a B*ik' rino
G6ngalves de. Albuq_-'noe, 43 S a B
Ldto h'Irmao, 5 a Cunba Irmkos & C.,
90 a Leopoldo Marques de Assumpjao,
26 a Pareate' Vianna/ &C., A6 a Jo-io
Candido de Moraes, 752 a rGompes de
M atti fos. ,' "*' .
-iInho 2 cai4as a Luiz GogiMalves 4aw
Silva d Pinto. .


brmco e 15 ditas corn 44,4i0 dito9ti
massftvado. ; .: ":.
No vapor fraWncez Vi-d & "top ea-
arm: para Sntos. A. Fj d .Q.va C:
Ripas orM 33,000 litros do aguardeate. -
Na cuter national Colombo. carrem.: para
o Natal, I. A. G. Pires Junior 100 saceos cogr
4,800 kilos de farlnha.
CAPATAZIA DA-ALFAND9IGA
Rendimento do dia 1 a 21 9:7119
Idem do dia 23 s
10:0801334
VOLUMES ENTRADOS
No dia I a 21 8,531
Po dia 23
Vapor inglez CordoLa 792
Patacho inglez Solari 68
Barca brasileira Saudade 42-
9,433


VOLUMES SA-HIDOS
o dia 1 a 21
No dia 23
Primeira port
Segunda porta
Terceira port
Trapiche Gonceigao
Trapiche d'Alfandega


13,791
15
37
23


13,866
SERVIgO MARITIME
Alfarengas descarregadas nos trapiches
da alfondoga
Nc dia 1 a 21 14
No iia 23 1


NAVIOS ATRACADOS
No dia I a 21
No dia 23


,15

.4


4

AECEBEDORIA DE RENDAS INTER
NAS GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 21 29:4306325
Idem do dia 23 1506878
29:581%203

CONSULADO PROVINCIAL
Rena" 'nto do dia I a 21 145:831$745
Idem do dia 23 5:0524185
150:8836930

Revista commercial.
Da semana de 16 a 21 de julho
de 1877.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 20 d/v 3/4
de desconto.
Dito sobre o dito, 3 d/v ao par, banco.
Dito sobre a Bahia, a 30 d/v 1/2 por cento
de desconito.
Dito sobre o Rio Grande do Sul, 25 d/v ao
par. -
Dito-sobre o ParA, 90 d/v 2 por cento de
desconto. -
Cambio sobre Londres, 90 d/v 241/4,3/8, 1/2,
5/8, 3/4 e 7/8 d.
Dito sobre dito, 90 d/v, 2 1/4, 3/8 p 1/2 d.
bancario.
Dito sobre o dito, 3 d/v 24 d.,bancario.
Liverpool, pagavel em Londres, a 90 d/v 24
1/4 d., letr$ de f6ra.* *"
Gambio s6obre Londres, a 90 d/v 21 3/8 d.,
letfas 4o f(^ ". ..
Dito ibrtr Pais, 90/v 394 e
franco, banco. -' -3 4 "
Dito sobre olto, A vista, 398 e 397-s. oft.,
do banco.
SDito sobre Hamburgo, a 90 d/v 485- reis o
reich-mark. do banco.
Dito sobre Lisb6a, 90 d/v 118 o t6 --por
ceoto de premio, banco.
Dito sobre o dito, 90 d/v 115 por cento de
premio.
Dito sobre o dito, A vista, 119 e 120 por
cento de premio.
Dito sobre o Porto, 90 d/v 115 por cento de
premio.
Desconto de lettras, de 8, 9 e 10 por cento
ao anneo.
Acgoes da CompanhjA do Beberibe 8W000.
Generos nacionaes.
Entrada d., assucar, 825 saccos.
Dita d" algodoo, 689 saccas.
Assucar.' Mercado. frouxo. Deposito pe-
quenissisimo, procuras nenhuma, aos precos
seguint:rs:
Da, boa, de 4$700 a W os 15 kilos.
Dito reguar-, de 4550 a 4600 por 15 kilos.
Dito mascavado, born, de 35500 a 3501) bs 15
kilos. .. .' ,* .
Dito mascavado, de 35700 a 3800 os 15
Aj~os. .? ,. .*,.". ...
.Di a.ric.' ao,-a. 35000 o. 15
k ilos :' *- -- '.. l "
. ito n ditp bor, a tan s 15 kilof5. .
, Dit die, i"s,,a .O0 15 kiloe.
SAg~arden^.'<,yetn4a 7150)0 plpA .
C GunOB ses*os falaos.,-~ Ultimma vendes,
a385,3OoO0 41.Qi.k~o.
;, itos verde% saigafs.1-.-Npnsiiial, a A 55
reis o ,k^ i .. .o :
Ditos seccos espichados.- Ultima venda a
4-0:e' 480 reis .wkilo. i -
' Farinhka-de madieca.- CotaMts 40-5200
tffdi 'ohiacco,. -;;.. : ..;1 ^.',.. <
-i Pu !i n em lata.--G- otamos der2&I(ir)
st 15, kilos;
Dito em olos.-Cotamos de 21 a 241 os-I5
kilos. -- -
Gomma de mandioca.- Cotajnss ds
a 3 .op;15 k es... .. .
Gord~ra~lo Rio Grande do .Sul..-RIUthf
venda de 835 '9I -o 1,kilos. '' "-:-
Mel.-. Ootamos Jde 3S s 455 o IarrB.
Mi~io..Catamos 'de-tO a I S toi, ta
-Sal doiAtau;-- -Goteaiocfe -'^-09 '8i^
om'fOOlttoS^- -* *** -*-l*w *
Velas 40: de -JaheoQl- oa'-
reis o mao'de librtL -'% --''c ;*-'-<^
Xarque do RIo Grande do Suttk K
35,oeo mrrbfs, e retalha-e dff-W^',lial.

OS '5 k Q. -,- .. ... o .

io s '. : t ii
klAlosem. Cdotam~os a ^ ^ 5&|

: Aio docoe Bm ioarnrI* o|o '|


em .alxae.- N~ohai"K

...... ..........
Ifa^^r-A,


or


Navios sahidos no memo dia
Sidney, em Terra Nova-Barca ingleza
Gonstance, capitiao David Mc. Girr,
em lastro de areia.
Sidney, em Terra Nova-Barca ingleza
Olinda, capitAo, Samuel Prowse, em
lastro de areia.
Barcelona-Sumaca hespanhola Paula,
capitao Pedro Pages, carga algoddo.


~EDIAS

Bdital n. 14.-De ordem do Exm.
Sr. Dr, inspector, fago public que em
virtude do art. 38 da lei n. 1,529 do
oramentdo dexercicio de 1877 a .1878,
flea aberto, a coptar desta data, o prazo
de tres mIezes para eo;recebiwento sem
mlta do custo de .ppatelhos e mais
servigo feito pela comparihia Recife
Drainage, relativamente ao periodo de
junho de 1872 a desembroe de 1876.
Seeretaria- do.thesouro provincial de
?rambuco, 5 dt junho de 1877.--:
gcretariQ, Miguel Affons Ferreira
..P Prante a camara municipal des-
a,cijiJ estarA em h sta public nos
d i,' o corrente, e 2 e 9 do mez
pr'iue5'vindouro, para ser arrendado
ulktftoA rams ofkrecer, urn terreno
,pt;or 26.a mos de frente e
iatd a mare, entire a bombs que
s de esgoto ao collegio de Santa
Thel4-A camb6a da mesa denomi-
I.a.o,.. a razao de 40 rs. o pal.
S-pretendentes deverio com &recer
.'ndicados dias, As 11 horasna ma-
,JPavo 4a iamara municipal de Olinda,
fe *julho de 1877.
F rancisco das Chagas Salqueiro,
Pr6-presidente.
S..- o o etias de AriJO,
-Seretario. -Y
i. Or.tins pctor


dt-f


I 'ti. 4",
ra
,. '


.a. ,-P.et ,

sobre o cIi
de procode,.s i w :um ."
mente.. Scr i i t" e -
fazenda de Pernambuco, .I jo.de
1877.-0 secretario, J. OM W'ra.

Companhia dosg i

urbanos do iefe a

Olinda e Beberibe.'


haignora-Se
6.*W o par, de
^^^'^iLXOW-0. voi sahida.
[ 'tj ^-,.eeu.- Venda a 24$ a.
AS f soa.--, Cotamos de 4#900 a
AM09o Saco.
5DRo4o Rio da Praia.- Cotamos de 3100 a
35800 o macco.
Fej&o de Lisboa.- Cotamos de 20$ a 22 o
sacco, do mulitinho.
Phosphoros.- Da marca Jonkopings, cota-
mos de d2300 a 2$500 a groza.
Ditds. 4- Da marca Nithedals, cotamos de
5200 a 2400 a groza.
. GQAnebra de laranjinha. Ultima venda, a
6900 a duzia.
Dita commum. Ultima venda, a 4$500 a
duzia.
ML vida eter&a.-Cotamos a 5$500 a duzia.
DG meias botijas.- Nao ha.
Dita em botijas inteiras. Cotamos de 105
a 125 a duzia.
Gordusas do Rio da Prata. -Vendas de
7800 a 85 os 15 kilos.
Kerosene.- Cotamos de 4S500 a ,4800 a
latla.
Louga ingleza.- Gotamos a 360 por cento
de premio sobre a factura.
Manteiga franceza em barris.-Ultima venda
a 640 reis a libra.
Dita ingleza em barnris.- Cotamos de 600 rs.
a 15200 a libra.,
Dita em latas.- Cotamos de 1$ a 1$100 a
libra.
Massas italianas.- Nao ha.
Oleo de linhaga.-CGotamos de 41800 a 2000
o gallo.
Papel de embrulho.- Cotamos de 700 re.;-
a 1#800 a resma, conforme o tamanho.
Paingo.- Cotamos a 35000 os-15 kilos.
Passas.- Cotamos de 5$500 a 6$ a caixa de
15 kilos. I
Pimenta da India.- Cotamos a 400 r6is a
libra.
Queijos flamengos.- Cotamtos a 3J000 cada
queijo.
Dito prato.- Cotamos a 800 ris a libra.
Sardinhas de Nantes em latas.- Cotamos a
300 reis a lata de quarto.
Toucinho de Lisb6a.- Cotamcis de 11$000
a 1I5500e 15 kilos.
Velas stearinas.- Ultima venda a 500 reis
o mayo de 6 velas.
Vinagre-- Cot-amos de 115S a 130S a pipa.
Vinho into de Lisha.- Gotamos de 2254 a
2355 a pfia.
Dito branco.- Cotamos de 2305 a 240$000 a
pipa.
Dito da Figueira.-C Gotamos de 335$ a 2505
a pipa.
Dito Vallet Nao ha.
Dito do Porto.-Cotamos a 9$000 a caixa.
Xarque do Rio da Prata. Deposito de
15,000 arrobas, e retalha-se de 7$ a 75600
os 15 kilos.

Banco do Brasil
Paga-se o 47.o dividendo das aces
do Banco do Brasil, inscriptas na ex-
tincta caixa filial desta provincia, na
razdo de 95 por accao : a rua do Vi-
gario n. 4, pavimento terreo.
Recife, 17 de julho de 1877.
Antonio Jose Leal Reis.


EOVIEEITO DO PORTO
Navio sahido no dia 22
Rio Granide do Sul-Pa-tacho national
.Ganganelli, capitao Joao L pes de
Carvalho, carga assucar e outros ge-
- neros.
. Navios entrados no dia 23
Amarravao (no Piauhty) e escala-9 dias,
sendo ulitio porto 13 horas, va-
por nacienal Jaguarie, de 459 tone-
ladas,. commandant Julio Gomes da
Silva Naves, equikagem 30, carga va-
rios generous; a companhia pernam-
btcana.
sboa-40 dias, barca portugueza Ara-
Libefla, de 337 toneladas, capitao Ma-
noel Casemiro de Carvalho, equipa-
gem 14, carga sal e outros generous ;
a Antonio Joao Furtado.


niao da assemblea geral, "que dever
ter lugar na proxima sexta-feira 27 do
corrente ao meio dia, no escriptorio &
mesma companhia, A mrua do CommeO.
cio n. 34.
A reuniao tern por fimn a apreciagao
do relAorio doanno, com, eternao
art. 37 dos mesm"s es=ta '.
Recife, 20 dejulho d .7
Luiz Duprat. ". -
Jboo Jose Redrsgss Mwftde^.
Antouio Gonte& Mirawq. LeWl.
Institute AiL;to 10W.
g~a~ioo P fWMIa tMbiub
*Haveri sesso ordimra rio4ia ,4k i-
ta-feira, 26 do corrente,. pelas 11 Ihoras
da manha. ORDEM DO .iA.-Pareeeres
de commissbes e o mais que occorrer.
Secretaria do Instituto, 23 d .ioho de
1877,-O seeitarto perpi tor
e 'riqu d Albuqierpe. .
Juizo d orpos

No dia 26 do corrBte, na dam publicas-
audiencias desta desepo"s d a qe eesRo .
diafizer oExm, ie
orphaos, ir a pra po vendma a de.
casa do sobrado a. 87 da ria V i.geia
da Boa-Vista, perja Mt ao a
casco A.mncio Manmih de-&tmis, vafed
em 20;40. -


116% ft"r .25 do opois do fAnds
a deste dia, tem deserem arremata-
do por venda, a quem mats der, 9 animes,
sedo tres sunos e seis cappinos, os quaes
foram apprehendidos pelo fiscal da fremmuezia
de S. Josa, como bens do event o remeltidos
a est.ejuizQ pela camera muniipaL Recife, 21
"de julho de 1877. 0 escrivfo,
Domingos Nunes Ferreira.
Edital n. 51.-O0 IlIn. Sr. ins-
plector do thesouro provincial, em virtu-
de da ordem de S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia, datada de 23 do cor-
rente, manda fazer public, que no dia
26 do andante se ha de arrematar per-
ante a junta deste thesouro, a quem por
menos fizer o fornecimento de alimen-
tagao e didtas para os press pobres da
casa de detencao, devendo o dito forne-
cimento ser contado da data da airre-
matagdo ao funtim de setembro do corren-
te anno, de conformida e coin as tabel-
las abaixo copiadas.
As diarias e didtas para os press po-
bres ndo poderao exceder de 350 rs.
diarios, comrno prescreve o art. 9o 1o da
lei do orgamento vigente, exceptuando-
se o fornecimento feito aos press mili-
tares, que sera feito de conformidade
corn o disposto no aviso do ministerio
da guerra de 22 de maio de 1858.
Os pretendentes a esta arremrnata-
Vo comparecam na sala das sessoes,
ao meio dia acima indicado, competen-
temente habilitados.
E para constar, semandou fazer pu-
blico.pela imprensa.
Secretaria do thesouro provincial, 23
de julho de'1877.
0 secretario,
Miguiel A ffonso .Ferreira.

Tabella n. I
Para fornecimento do sustento dos pre-
sos pobres recolhidos a casa de de-
tengdo.
Abnogo todos os dias da semana para
urmna pessoa
143 grammas de pao.
28 ditas de cafe.
50 ditas de assucar mascavado refina-
do, lenha a necessaria.
Ceia para todos os dias da semana para
urma pessoa
86 grammas de pao ou bolacha.
28 ditas de cafd em carogo.
50 ditas de assucar mascavado refina-
do, lenha a necessaria.
Jantar para os domingos, tercas e quin-
tas-feiras, para uma pessda
459 grammas de came verde. .
14 ditas de toucinho, o necessario para
temper.
5 decilitros de farina de mandioca, le
nha e sal o necesssario.
Jantar para os dias de segundas e quar-
tas-feiras, para umapessoa
229 gram mas de carnet secca.
14 ditas de toucinho.
2 decilitros de feijao.
5 dos de farinha de mandioca, lenha
anecessaria. -
Jantar para os dias sextas e sabbados,


0


0 thesoureiro desta companhia acha-
se autorisado a pagr o 50 dividend na
razdo de 68 por ac.Ao, correspondent
ao semestre findo em 30 dejunho pro-
ximo passado, e bemrn assim o premio
das accges preferenciaes referente ao
mesmo semestre. 0 pagdento tera
lugar no escriptorio da companhia, a
comegar do dia 16 do corrente, das 9
horas da manha, ao mejo dia, e do lo
de agosto em diante, das 9 As 10 hIras
da manha de todos as dias uteis-
Escriptorio da companhia, 10 de ju-
lho de 1877.
Jodo Joaquimn Alves,
Secretario da directoria.
Consulado provincial.-Por es-
ta repartiao se faz public que os se-
nhores proprietarios de predios urba-
nos, que nAo effectuaram o pagamento
da respective decima relative ao 2.o se-
rnestre do exerciciode 1876-1877 dentro
do prazo legal, doixando entretanto na
repartico relages de suascasas, devem
realisal-o atd o dia 31 do corrente;
depois do que ficario sejeitos 6 multa
de 6 0/0. Comisulado provincial, 16 de
julho de i877.-0 adrninistrador, E-
duardo Augusto de Oliveira.

VOIIPANflI A


DO

BEBERIBE
A directoria desta companhia conm-
pra accoes da mesmna para fundo de
amortisagdo, como preceitda o art. 19
dos seus estatutos ; quem pois, as qui-
zer vender, dirija-se ao escriptorio da
referida companhia d rua do Cabuga
n.'16, ou 6 rua do Marquez de Olinda
n. 39.
Escriptorio da comnpanhia do Beberi-
be, 20 dejulho de 1877.
0 secreiario,-
Josd Rodrigues de Souza.
Santa casa da misericordia do
Recife
A Illma. junta administrative, tendo neces-
sidade de fazer construir urn predio corn ac-
coinmmodaOSes para a secretaria e sala das
suas sessoes, visto estar precisando de gran-
des e urgentes concertos a casa em que hoje
funccionam, contrata corn quern por menor
preco se encarregar da construccao dessa
obra, conforme a plant e orcamrento organi-
sados, os quaes poderlo ser consultados nesta
secretaria; sendo urma das condlices, que o
pagamento sera realisado quando as forces do
cofre permittirem. -
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 18 de julho de 1877.-0O escrivao,
SPedro Rodrigues de Souza
The New London Brasilian
Bank limited
Rua do Commercio n. 32
Saca per todos os vapores sobre as
calia do mesmo banco em Portugal,
sendo :
Em Lisboa, rua dos Capellist n.
No Porto, rua dos Inglezes. 73 -
Juizo de ausentes
Estando a proceder-se a arrecadacao do es-
polio da finada Leocadia Maria da Silva, au-
sente-seu marido, a queon pertence a metade
de seu espolio, 6 pelo presente chamado dito
ausente, seus herdeiros, ou quern o deva re-
presentar, para habilitar-se nos termos da lei,
comro precitua o art. 32 do regulamento n.
2,433, de 15 de junho de 1859. Recife, 28 de
junho de 1877.--O escrivao,
Luiz da Veiga Peaoa.
Companhia Phenix Per-

najnbucana
A direccao desta companhia, nos
terms do art. 34 dos estatutos,-con-
vida aos Srs. accionistas paraa rer


para uma pessoa
229 grammas de bacalhao.
2 decititros da teijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
7 minililitros de azeite doce.
3 centilitros de vinagre, lenha
cessarii.


a ne-


Alem dos generous da tebella prece-
dente, sera fornecido, independent de
indemnisaAo, o barbante necessario
-para formular as ragdes de cirne e ba-
calhAo, moinho e torrador para. o cafe.
Idem n. 2
Para fornecimento das dietas dos pre-
sos doentes
Dieta n. I
Compoe-se unicamente de urn muarto
de gallinha, para tres caldos no dia, le-
nha a necessaria.
Idem n. 2
Almoco 114 grammas de pao, uma
sopa corn caldo de gallinha.
Jantar urn quarto de gallinha cozida,
57 grammas de arroz para canja, lenha,
sal e- vinagre o necessario.
SIdem n. 3
Almoco o mesmo da dieta n. 2.
Jantar 112 quarto de gallinha cozida,
1 quarto de gallinba assada, 114 gram-
mas de plo, lenha e sal o neces-
sario.
Idem n. 4
Almoco 3 i12 grammas de cha da In-
dia, 11' ditas de pao, 50 ditas de assu-
car refinado d6 4t sorte.
Jantar 459 .ram.mnas de carnet verde
cozida, 25 decilitros de farinha de man-
dioca, lenhae sal necessario."
Idem n. 5
Almioco o mesmo da diet n. 4.
Jantar 459 grammas de came verde
assada, 114 ditas de arroz, 115 ditas de
pao, lenha e sal o necessario.
Conform,
Miaue Affonso Ferreira.
^^^^^^_^af^^^^^^^^^^f^^^


.1)-




.1












-S






















dospor-

:g Cpe.,rpa oes do sul depois
d' ia emnora do costu-

POATO5 DO NORTE
p mqetoa vapor.

Commanante Aureliano Jsaac
'f .Espera-se dos per-
S f tos do sul atl 0 dia
--- ~26do corrente e de-
pois dademorado cos-
H -B tume seguiri para os
r j'al, rtnlmmendas, valores e passa-
ro agencia, escriptorio de com-
Bz'i fad Pontual
12 -4aRa do Bom Jesus- 12,
Pe"i"_Steam Naviga-
tion Company
ROYAL MAIL STEAMER
Ibaeria"
SEspera-se dos portos
do sul at. 28 do cor-
rente, depois da de-
S inora precisa seguirA
3 ~ para. Liverpool, tocan-
do- em Lisb6a e Bord6os, onde recebera encom-
mendas, passageiros, carga e dinheiro A frete.
Faz-se grandesabatimentos a favor de fa-
milias e para reducOes nos precos das pas-
sagens, trata-se conr os -
AGENT'ES
WiUson Brothers & C.
.14-RUA DO COMMERCIO-14
Companhia de navegaQao a va-
por Bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracaju, EstAncia e
Bahia
0 vapor


COS.tUirT
Dara D


Pene(o
Commandan Le Peres
4 Espera-se dos por-
tos acima, atd o dia
31 do corrente, para
onde regressarA de-
pois da demora do
le.
na..acr.n, en. arcra. ncommendas e d;-


nheiro a free : trata-se na
Agencia
7-Rua do Vigario-7
Domingos Alves Matheus


Royal Mail Steam Packet

Company
0 PAQUETE A VAPOR
Tagus
Commandante Jellicce
Espera-se dos por-
-,,f k ^ tos do sul no dia 29 do
./ al W^d c.)rreite, o qual depois
d a dem ora do costume,
-. S seguirA parawos portos
-de S. Vicente, Lisb6a e Southampton.
Tern dous vapores por -mez, desta compa-
nhia, tanto para o sul, comopara a Europa.
As chegaaas e sahidas so as seguintes:
Da E-iropa
be SouLhampton nos d is 9 e 21 de ..uIa mez.
De Lisb6a nos dias 13 e 28 de cada mez.
De Pernambuco nos dias 10 e 25 de cada mez.
Do sul
De Buenos-Ayres nos dias 1 e 15 de cada mez.
De Montevideo nos dias 2 e 16 de cada mez.
Do Rio de Janeiro nos dias 9 e 24 de cada mez.
Da Bahia nos dias 12 e 27 de cada mez.
De Pernambuco nos dias 1.4 e 29 de cada mez.
PREgO DAS PASSAGENS .
Il., classes. 2." -dita. 3. dita.
Para LisbOa. 24 15 9


Southamp-
ton. 30e35 20 13
Baha.. 5 50, 255 15S
Rio de la-
neiro. -100$ 505 305
SMontevi--
deo 23 11 7.6.8
Buen os-
Ayres. 24 12 8
Bilhetes de ida e volta teem. umin abatimento
de 25 por cento.
Da-se vnho gratis aos passageiros de todas
,as classes.
Faz-se grandes abatimentos a favor de fa-
milias, e para reducSes sobre os prepos da ta-
beUlla.
0 PAQUETE A 'VAPOR
Neva
Commandante lBruce
Espera-se da Eurc-
Jpa no dia, 25 do cor-
rente, seguindo depois
S da demora do costume
para- Buenos-Ayres, to-
cainmdo nos portos da
Bahia, Rio de Janiero e Montevideo.
Para paswagens, fretes etc., trata-se corn os
CONSIGNATAKIOS
Adamson Howie & C.
Rua do Marquez de Olinda n. 37
Entrada para s#escriptorio pela rua
do BiIpo Sardinha n. 37.

CHARGEURS REUNIS
0OMPA.HIA FRANCEZA DE NAVEGAgAO A
VAPOR
Linha mensat entre o
Vaure, Ltsboa, Pernamnbtco, Bahia, Rio de
Jaieiro e Sanos
STEAMER
Ville de Santos
Commandante -Fontaine
E' esperado. da Eu-
"/] i ~ropa at 'o dia24do
cor onte, segumido
ieis Aa demora in-
S. ^ ^ dia~aensavel para os
--'-'--de9UA Wal^Stidegnido
S"
o-seaoSi_.tpo iMi, -p
ihVfapores degt& hasal* ~fif netr


t ur do ing. ij *r.
^^ .meow

j


*LEILAO
DA
armafao, deposits, balanca5 grande e
pequena, utensilios, bebidas e mais
generous existentes na taverna da rua
do Visconde de Inhauma n. 48
Hoje
as 11 horas da manha,
0 agent GusmAo, competentemente au-
torisado, far leilao dos objects existentes
na taverna acima referlida, em Jotes, A vonta-
de dos compradores.
LEILAO
Pelo agent Silveira
Hoje
A's 10 112 horas
Constando de I1 rico piano de jacaranda, to-
do marchetado, teclado de niadreperola .e os
sustinidos de tartaruga, do author A. Blondel
& I. Vignes, 1 rica mobilia de amarello, de
volta e entalhada, 1 caria franceza de amarel-
lo, 1 guarda-vestido, i guarda-louga, 1 mesa
elastica, 1 duzia de cadeiras, sofA, marquezao,
commoda inteira, rneia dita, espelhos doura-
dos, quadros, jarros, candieiros, lanternas,
louCa, vidros e muitos outros objects que
seria enfadonho mencionar.
0 agent Silveira, autorisado pelo Sr. Ma-
noel dos Santos Porto, fara leilto dos moveis
acima. declarados, no Io andar da rua da Im-
peratriz n. 6, para onde foram transportados
ditos moveis.
ULTIMO LEILAO
DA
grande casa terrea corn sotda da rua do
Bardo de S. Borja n. 22 (antiga rua
do Sebo)
Hoje
A.*s it horas dae manhi
No armazem da rua do Impera-
dor n. 16
0 agent Martins, leiarA a leilWo, pela ulti-
ma vez, por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de
direito daprovedoria de capellas, a casa aci-
ma, corn accommodates para grande famrni-
lia, pertencente ao inventario de Francelino
Xavier da Fomceca.
Agente Burlamaqui
LEILAO
ioje
0 agent acima, legalmente autorisado, ven-
derA em leilao 10 apolices da Companhia do
Beberibe, e 4 ditas da'Companhia Pernambu-
cana.
No escriptorio do referido agent, rpua
do Born Jesus n. 53, 1oandar
LEILAO
DA -
escuna national, denominada Amna
ultimamente arribada a este porto
QUARTA-FEIRA 25 DOCORRENTE
A'S 11 HORAS
A bordo do referido navio, que se acha
ancorado proximo i barca de virar do
Exm Visconde do Livramento
0 agent Dias, devidamente autorisado, per
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz- substitute do
commercio, e a requerimento do curador dos
interessados ausentes, levari a leilao, no dia,
hora e lugar indicados, o referido navio, corn
todos os utensilios existentes no mesmo, por
ter sido este abandonado pelo seu capital o
Sr. Manoel da Costa Cardoso.
Grande e variado
LEILAO
DE I
bonds moveis, fins crystaes, porcelana,
quadros, figures, tapetes, rices ob-
jectos de electro-plate e obras de
prata do Porto.
Um carneiro gordo e um viado manso.
Sexta-feira 27 do corrente
POR INTERVENC&O DO AEtENTE
PINTO _


AVISOS DIV.SOS
Attvirl
0 Revm. Sr. Francisco Vi.
rissimo Dn42dpir, que morg em
Olinda, 6 ftgado avir & estAty-
pographia, tratar de negoclo
que nao ignora.
COBRANAS .- Urns pessoa ha-
bilitada encarrega-se de fazer cobran-
cas no mato, mediante urma modica
porcentagem, sendo nas comarcas de
Ao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Ta-
quaretinga, Caruaru, Bezerros e Victo-
ria : a tratar na rua do Crespo n. 18,
loja.'
- Vende-se uma excellent machine
!iyoqraphica, de retiramo, que pode
imprimir um journal do format de duas
paginas do Diario -de Pernftnbucp, do
acreditado fadricante Marioni, de Paris,
corn todos os s4breslentes indispensaq
veis. Tendo side mandada vir' porye-
dido de umrn jornalista do norte do im-
perio, ao chegar aqui deixou de Ilie ser
entregue por circumstancias supreve-
nientes, e, portanto, ella e inteiramente
nova, e pode ser transferida para qual-
qcuer provincia do norte, sem nenhum
nsco, e corn pequena deAspeza.- Para
informac6es nesta typographia.
0 unico deposit dos
remedios do Dr. Ayer A
casa de

^wie &C., & aird
'y^ v s jsee "*y ^' ^^'p ^^ '^


murado, caeqia cai
ntiita aguac, c ei an:.-
mento-de agwi e gaz: ines-
[a typographic se dirk
comn quein se trata,.
QUASI GRATIS. _ga-s. aCi.
da rua do Visconde de Gyanna,calada e p#&
tada : a tratar na run d6-Gemeral 8aH^. f,l.
Precisa-se de 2 -O cm`- pn l M
escravo ou urn casal delles. meifti des-
contar b dinheiro no 1luguel qu s eonven-
cionar, ou alias so como gar'tia do
dinheiro; sendo que e'ereistaao de servio
bragal, sabendo a escrava cozinhar e engom-
mar: a quem convier semRelhqte negocio
annuncie para ser procurado, w dirija-se l
rua dos Goelhos, segunda loja do sobrado nu-
mero0. 20. .
Narua da Impeatriz n. 6, tercero andar,
precisa-se alugar uma preta ou moleque de
boa conduct, para vender na rua. tambem
serve-livre, dando flador de sua conduct, pa-
ga-se bem e da-se born tratamento.
Alaga-se uma escmvaA prita em todo o
service : na rua da Praia n. t8. 0o andar;
Aluga-se o segundo andan, da casa n.
a rua da Penha: a tratar no segundo andar da
casa n. 41, a rua do I*NO. -
Aluga-se o terceiro andar e sotdo
da casa da rua do Commercio n. 10,
i. uito frsejsco e COIT. coLmodos para fa-
milia; at ratar nu armazem da mnesmia.
Aluga-se a casa n. 54 da rua do Fogo: a
tratar na rua de Pedro Affonso n. 47, segundo
andar.
Aluga-se o sqgundo andar do sobrade da
rua do Hospicio n. 61, cornm commodos para
familiar, muito fresco, corn gaz e agua encana-
dos, e apparelho de limpeza: a tratar no mes-
mo sobrado, primeiro andar.
Aluga-se o pHrineirw e segundo andares
do sobrado da rua Ipperial n. 128, corn muito
bons commodos e recentemente pintado: a
tratar na rua de Pedro Affonso n. 47, segundo
andar.
-- Aluga-se dous escravos, sendo pm mole-
que de 16 annos, para trabalho e o outro tern
pratica de pedreiro, servem para pad aria ou
refinaoao: a tratar na rua do Hospicio n. 6t.
ALUGA-SE o armazem no largo do Corpo
Santo n. 17 ; acham-se as chaves no mesmo
predio, no segundo andar ; a tratar na cidade
de Olinda, oitlo S. Pedro-novo n. 21.
AMA Precisa-se de uma ama para co-
zinhar e lavar: na rua do Visconde
de Gryanna n. 129.
Bofa aequisi ko
Aluga-se a casa com armaao e mais
pertengas da antiga e muito afreguezada
taverna, na povoacwAo do"Macaco, fre-
guezia do Poco da Panella, par preo
commrodo; a tratar no largo da Alfan-
dega n. 2.-
AntoioDio MagaIhies da Silva
_.-_ Maria Laura Neiva OA
mf ~Figueiredo, Maria Fran-
cisca Laura de Maga-
IhIes, Maria Thomazta
i1 Laura de Magalhles, Ma-
[,- nria Bemvinda Laura deo
,Magalhles, Antonio Ma-
*fos pux^^( glhes da-Pilva FIHll
(ausente), Affonso alhs dSifWa (ausen-
te, Fernando Magalhles da Silva, Frp4esico
Magalhles da Silva, Carlos Maga hes da Sil-
va, Henrique Magalbles da Sif Joafnna
Olindina de Aranjo Magalhaes (ausente ,Ma-
ria Thomazia da Sulva Leitlo cisco de Salles Gondim Neiva; cordiaeite
agradecem as pessoas que se digearam
lacompanhar a ultima morada os restos
mortars de seu muito prezado esposo; -pai,
sogro, fliio e genro; o de novo convidam
para assistirem a missa do setimo dia de seu
passamento, que teri lugar no dia quarta-fei-
ra, 25 do corrente, is 7 horas da manbi, na
i ron do Divino Es frito Santo.

^fl~t|^^ D. Candida Darnasia da
i Silva Guimaraes e seu fliho
Pedro de Alcantra da Silva
Guimaraes, convidam a teM
B dos osseus parehtes e ami-
^ t/ gos de seO finado e sempre
Slembrado marido e pai, Joao1
da Silva Gulmaraes, para
_i___i_ assittirem as misnta que-po


sua alma aahdam elebrar no dia 25 do cor-%
rente, -fia matrizda Boa'-Vista, pelas 7 boras da
manh ole anniversario do seu passamento ; e
desdeji se confessam gratos a todas as pes-
soas que hontarem esse acto de religilo e ca-
ridade. :

D. Benigna MajqUeqMu-
niz1 seus filios, Jose
Antonio Marques e.sua
mulher e filhos, pe-
dem aos seus amigos ae
paren tes para ass" t-
rem a urna missi 4ue
manam rezar na igreja do Carmof is
7 haras da manha do die 25 do cor-
rente, primeiro anniversario .d seu
passamento: e desde jA agradeceo ms
pessoas que se dignarem asitar a
esse awe^ de 'mlfli-.-|g 4 |^

Manoel Martins de Amoriim SanS ta
Rita, sua esposa e filhos, coin '
seus parents e pessoas de sua
Oe a a"tirem a missa que, pelp te
no dez io de seu pai, sogro 6
fallecidoem Portugal, mandam. re*
na coivento de S. jFrancisco, as'8 h
ras do dia 24 do corrente, ,Wiesieol
de seu fallecimento : por esse acto 4k
caridade se confessam desde j re*o",
n idos. ... .. .


'IL.


. MY", -i '., '-,'


|^ I(Nnsrflh fiores tellea e orti-
| to reentes ow etoaeos
A bleneorrhagia oupurgao, -6 uma inflammkieo do canal da uretra, occa-
sionada a maior parte das veze pela communicaco unimpura. No 6 uma affec-
I jfra quo de lugar, comoa a syphilis a accidents secundarios. E' uma af-
o puramuneite local. Effectivamente, os medieamentos que ha muito teem
side applicados interiormente contra este mal, taes come a copahiba, cubebas,
etc., nao produzem effeito. Senao communicaildo As'ourinas a]gumas das suas
copn)osicoes, que, pela sua passage atravdz do canal, se tornam uma verda-
deira injecco.
Para que sera necessarino carregar o estomago corn essas preparagoes nau-
seabundas e repugnantes ? Para que e precise fatigar os intestines cornm a sua
acgo irritante ?7 A resposta e simples Nao se tinha ainda descoberto unra
mnistura que, introduzida directamente no canal, produzisse os mesmos effeitos
sem'temer mios resultados. As injecqes tao falladas ate aqui, conseguem fa-
zer parar a purgago, pordm pela irrita&a consecutive que produzem, no canal,
sap uma ameaca permanent 4'aperto, affecao muito mais terrivel que o mal
que se pretend curar. Eis aqui porque a maior parte dos medicos, recusam,
corn razao, de' as empregar.'
Presentemente, este fundado temor nao existe. A injeccao que n6s apre-
sentamos ao public, que- conta 10 annos de bons resultados, nao interrompi-
dos, nao 6 irritate. E' anti-blennorrhagica em-toda a extensao da palavra.
Queremos dizer ita causa -4 emal, que ella destroe decompondo os elements
da purganao e tonificando a mucosa e as glandulas-d'onde provdm a sua ori-
gem. A sua applica5.o ,ndo 6 dolorosa, e 'se urma ligeira impressao se segue a
sua introduccao, essa impressao 6 da pouca dura, e segue-lhe urma sensagao
immediate e no e desagradavel. 0 seu tratamento nao precise de nenhum ou-
tro auxiliar para fazer parar em muito- pouco tempo as purgacses, ainda as
mais rebeldes. -
Quasi sempre basta um s6 fiasco para 'a cura, ','is nao nos consta que hou-
vesse purgacao que resistisse ao emprego de dous.
Afmr de chegar a urma prompt cura, o doente devera seguir o regimen
indicado noimpresso junto ao vidro.
Vende-se unicamente na
Pharmacia e drogana dke Bartholomeo & C.
34--Rua larga ao Rosario-34.


MADAME MARiE

MODISTA DE PARIS
48-Rua do Barao da Victoria-48
.o ANDAR (ENTRADA PELA RUA DE SANTO AMARO)
Tendo aberto urn novo e bemrn montado estabelecimento de modas, offerece
As Exmas, families d'esta cidade e da provincia em geral o seu novo atelier
de modas, promettendo pontualidade e perfeiAo em todos os seus -trabalhos
tanto em chap6os comno em vestidos para senhoras e meninos.
PRE(OS MUITO COMMODOS.
PERNAMBUCO.


r


^fifL[D 00 EB' flUCO5HIf

OLEO DE FIGADO DE BACALHAU
SIOrm0-FCRAB EO QOnt QUZIA U
MghL CASCA DE LARANJA AMARGA -


DE FE16DEMORUE
.1D- aUGIHEUSWN
aet aZORAE
|:. I p um **
SI =k jm=,m
L PARTS


lym. 3 odo agrnmmt:
dI dn a. SrLou, tod o ooatnip.
I->o s puho. d0 multa eadiea

AnVerdadeia~ .

PILULAS I


fsLANCAROD
9 h .la |iu J l" I* mdIte i Jade.r
Z AO AS UNICAS0
APELA ACADEMIA D IEDICSiN
* DE PARIS0
PPar am Pur.a a Inelter bjlid.ad.
SCURAM as croftilas a lnsufflclendlado uangue,
a anemia paludosa,
S FORTIFIOAM as constituies fracas
-ou arruinadas,
AJUDAM a formnaao das jovens, etc., etc.
* h "ors f.sea Ifema,
Saq juscta, posta na t: 29?^fy)
p"rte fewrdor e umn' --.---.4
ratulo verde. ^---^--
O Pi!nacien. 4 q. o. 0nparte. i i? (
Sapo M.a -ors, ManOel da Silva y i, .lias
de Mouray Ou,Ferreira MaIay C. Manfiel da Silva
Faria yOi.


(


0 "pparecimenlb deste oleo 6 devino, *4ta .4 s -
rosas expdriencias feitas pelo D' DUCOUX darante 1oago amui.
afimn de remir n'um o producto, o *le 4do1 Sgb do
biomllr.a o lem,*., a .ini. e o X^Mle da *a m *d..
**If -Jl Mrke- f --* .;
0 augmmw pnopeutvo do msua. d'eetI gmueto iseots
a sus nnde Toss.
0 Ofo DUCOUX 6 am podur, w monimists own a
AwMiNi Oa, Dmp- .Mdo... J Ir.Mul, Df.ft -.
C. ThowT, T DtilnMu, 0lwe jsIM

Yt ~ meo bI-sah amU Ave0 ; perjiago
rq i. i f.te-ON,1.

DEPOSITO @2AL i4W PARIS
..


ALROPE D CHLORAL

DE FOLL T
CONTRA AINSCIMNI.

Util em todos os cases em qve hi falta


de somno:
GOTTA
RHLUU MAT1& IS
NEY.RALOIAS
ENXAQUECAS S
-ORES 36 0ENTES
,') LlCAS
FER. a ,CS j
rcF.s FORTES EM GER.A;
;RECCCUPAqOES M.RAE
AGITA9%O CAUSADA
FELOS GRANDES CklORtS









iVELOUTINE
p ,a .tLOR o.* RROZ

Dposits:u 0sproparadoCM BrISUTO
a prtolseguto e d'uma & s mdavel b
-' D aH ITE. otaM. e IL.V. .
i peSiPol$t- (IoKN uo4badad.Vmari
rw A I O
h ft.d dJa E!i8Sacor1borBa, 5fr
L P& AT 0~ uikaz

um3c ;". PE ARDue*O
'I*ma ti A&Le.
IP huAD= ,RT *toinbtt 0 Ofl~lt~

P~eifoda C6tna dor 6damn, ML




bIs". me PiA*. as ma 4 9ftm 0h"Idx.
& No"" Osl" a iqwM- in"sweft


GENRO ooL11Of
PARIS
u^ee 5Wf 50



1Rj~fi~Lx.. ATIBNft!*AES
Doe
D" PAFILLAUP
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(a or^ hAihms. Osthmus, Oqmu'n.
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MNirLK iATIOUIAU Fr15561361
a~fj-AWP?, CAlerma,*uWa &rA. N N-
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: A&JANT- ,-Allrdo F Tf a ft dO 'noyds. neita p, ch-amsn'a atn, iti 0 nesrno ahaixp' sjgnahor
y~~m',= gir'dos senhYores'.importadtre 1a- Wlitfi l.ll eDeI ti 1 so
,, rdo. ":n-ores nrportadores [ f -L-fl au'uzqnJ de12 14 A aos pos.iuidbres ^ irem receber
zendas, a necessidade de red0 tamarontmd ce1d
44.10 andar "iabdftimeqt6 de direitos na at.ndIa,;B|at rt. d.i madoI
=:.- .... i r : -w-"td_....... de t o geneiro qmp mostir [ Achain-e 5 venda os muitos f
r: j lt fL n'ex ei os d avaria,. e tnb di n. a,- hbilhetes garantidos da 9.* parLe da
nente, log..deoio. escdi o (234), qu -
mar a visoria (Te L ds immediSt- ENJRS terias, a benefcio damaUrzda
.. .. "r^ ll f l "l l '"l :~f It wrt e ^ o^ ecd 'd ri g fl 1 ^ 1 ^1 ^ ^ t a (.23-4), que s exttahira sexta-f,
7. r ". v f io e antes e ,aaJl har a fzrrda, 1DA, ?lUA DO 27 do corrente TS. "
s rn91 eftf4 dostame, estA pre- Preos
ii U B CCartpa(Jpsob | 'O sobrs 4eOo00
GIIA FAiJZ o r1 Quartos iso0o
Ne.steJ&B a-ai~santg iiica IW^I: ~ r~l~m- D&QSOOQ
Se" L1ttmi que--tom eauj o
venge-se t oteem~i~i~smo pr~ciso .para a( sua. .; LOoA D_ "J-f AtS^^ w^ ,, artsL87
Ve~d* iA roh pr-ciso a EsqI da si'.i d0 C- teir Vern(idpS, ye- Jod Joaoquimia Costa Lei
Io do alrgodaiL -Pfem ^deposto de tuido, em a-ta- et eap dtinheit vider mas .... .. u arteira
agrcltU a eUdyll~U t11ia z~tta U~l W d ~ \) ass11a ed pe arat- 4)00 ^r e ue em outra qtialquer parle, ^04(1^^1^^1Wl
bar a4to ) t00 -wawsu ja eotae quaeS j -S,, -" Clara Maria da Coficeifio, assislei
saanhos0divers s, O0eie aoscnpra es60 700rs, anneis par cabelloi S re
I l 1 pua para os mistlers de Cl
Tam~m.,r ]re frmas e rero~e; rs+~ aamnbs-%ee'ee~ senatido todas, as joiae4 tamtbew se en- '' re _.I.O profursasaraosms.e es

diverses, uteia .jMengjenhos, e motres4'.aega ^ a y :se reeebendo,- sde i-o.. pra osexo: e
&_, M. ; ._ .. +, .





descaroear algodao. edo eiurglaO Jh10e' s empres-g Coilegioparaosexofe]
-Veiren1 ^a prclzon oa dinheiro corn desconto o D.cyo cto ,ou ouoonsuA ul-tim SOB pnhores.'
Y~~llUC, "pC U ,e lll l U t~ l C L ll .trie para arua dio fiommercio n. 48, ptrimeiro % ,R e fe 16 .d ja i +u do X., uo,+ 1,U11U
In.umbe e de t o o concern quf r ne -cnar, od pode rproeira para oexerci- + Jleife, 16 -7 de1pi Rua do Cabuga rn. 3, 2a
iO-8.l,0 tie- cio de aprofissrio, das 9 horas damanhaps t
.. *. ........ __,.3,t.,___. ....-.. llh J de1 8 77 e exter s AI6m do ensiao paTniario,
'iwcL de MM0 SOseuts-n-s rnez e4.pia msc





a rzua iaqur mernse u Eserao i.:lluOpara o que tern Dons professores. P+'+'
ares F *ntrato annal ar t s t -Voia deao qoofugiodarua ri zave:______
ares. rao a l oduai r o 'ttP WiItI d +o B arilo Triu epo n. ) otscravo Fe9 ix, A itio.
deC e nfenho mprdT, fithti da privrida tfi.Aikfjrla do+Nor- Precisaso de urn criad. lara compras, man-
tos de engenlo". te. idade 24 annos, pouco mais ou wenos, dados, e mais algum servico de casa de pe- Alu'a-se o sitiodi C! pqang'a, en que n
.. rr' dnh~k dder.ais





a lg m percent ao Dr. Pedro deAraujo Betso, t quona familiar, prefere-se eseravo nesta typo- o Sr. F0erreira Matheus, corn grades co
a te ll rual tern Os soguintks sinaes mais otav :-, graphia se dira quern precisa.. cos e proxio dua das linhas de be
ln^ql baixo, cabeaoo eres pos, pboeca regbifar, beimosa pW, "6-. esdaro domaso n laop: a tarata na r
Nao empreua nculcadores pee campo. _oooomo+ ^ ^ poAf.nso-.^^uo^^
bexigas no rest e em todBi o o corpo, anda cal- /
R aa d jue1 enommed as oe etrdo,intitula-seforro, diz 0aba gdes
... ca.... lqsoda`*'Ot ,hloM 'M4a- -ue M




totliszaa ad oseus ero n4,noei gerente da casa com ercial 6Jose Joaquir de Faria Machado nio Se
dI d ivlnIU icSM 1s a ;u protesta-si .Qr prejuizos e dam. desta prar a Lehnmann P;reres, s sabe-se geralmente que ello esta rezidim
ella, exijamn vista daconta nnpresa respectiva. + ra do seus preuizos, odeidamd- retira~do-se pal-aa a ELpa, Barseemluos, ncdadedortoe n o sabidod
I nos, na forma da lei, contra quem quer qu P p Barcellos, cidade do .oro, no reo d
3el d ,,, e




Tendo sia1o 1mengalhadas diversas pessoas en s ,a:pie-e-se sauito ddspo1iciaesei877 *erente dedita e qe prpc
d Qr'.. rlf.~ rnj Zlae ecapuu iaprhe a e naO~d| f^. a la aoS.RbroMjh } emot~~e S alu.ei &ooJt ~
iU Li UW f Ai azun a ,ua do Barno do TI r mI l'o, ,nfi a e na fado rill imp eL i":ento T -T .
prOCUra desiaz ann ouarva-s e a" .. do Brm, qoser.o Nerosarnente gratmie- 1.mz.. ARTi-. E PEANTAB: z
F$!]t~~~a-: -0 OWdo.8r o do Tifnho 2o eTravo Felix, l Watt}dtmos il~ hsc en~ifsCIRL.




M *Fd ofkli fn4 "-in ado- Tri- es aodrn cado 1 uicos Bonitas Caaixas para costura,
H rs ^^;^r :"IAI^ ..o." Massa o, imadOoT gt o + L+odoiegado)s+orao :s on,^,
tnrforial a re Os r2fip^ *1 ^ to- fictoiiaeu raenfses-tdos ,d ertativrro, [H adrerorae.l
esti entr0c hafD e FaU qdOe uos saltWiO j f!quilino. Caeadido ah i gta f"e-m eeriiie, es-,ra,
.. ... -... a l- to odean muer ,oulrasesctferea, Cativetcs e tesouras hinAs.
estode--ambos s lados da rua, to da0chei- Silva ..... ,oo
-1 P 10 U "l oes anteriores a outios au-,s Ricos len~osdeseda coilindos
o ndsl e niintad s e v n nd^ n da s lDenovo..ao onvitadoms cssenhores credos- torisados. .
Se Io... ....as d..r o U rees- daossoa aa 4s do ado, Trapquiino Cajlid4 Recife 20 di h4 i _os pene e artaru a.
: :' ,.* : ... .. + Tr da Silva, a api~sentaremi soils titulo a rtiW d i le~ <-^" V1 ^ 1 '' ^ Ti~ ylc ^i ~ ~ oh
en res. .... B(n Jesus n. 56, a e prazo do 15 dia. L osdesab o sad ta alho saias
(Mo e im rtt 1,initul-se UEmuios otro artgcsa p





Sse* "W tim t a i4ar o ar f n dtr a.... Cs .... Lindas caixa om tent a
e -V thesouraria dae lotrs.er.ig nasle .. i pa: s6 na koja da Malva-rosa, a
J'O! BAI1 tfl0: "I' "--- 'r0o ^ rl~ei Fugio outubro deo o escrab, a da hidepeiidenia ns. 2 e,4.
SI I |A Isas A nr eallg ar J.>se, preto, criouso, de idade 12 annos, ... -- ...... ...... .- -
O1& i9 ItIIIIOA I ^ ~Porteos comniodo "teIparasealuua as attura regular, conform s a idade, Iliimua JapOneza
iseguintes casas: ra do Battholomeu ns.55) se~co, p | regulares, -cabeca .com- A um e pwna.rim .
1DE 9, 63, 05, e becco do Veras-n. 8: a trattr na pria, pe o.o co0poiprido, ps chatos ; academias c. Paris e Lond:.es, po
:.ua lar1i do Rol ario n. 34, botica. e asts esormiIo .i comoprado no cago s an .. ... pO"
Frnosos,! o mra iiafra aleCnr ue :e








1^ruz~qr -7:' =: ,-Ie S.... .. .. .ra d ser prejuduL A a saude, eneontra-8<
A1 rua i- de M~ro n. -20 A, esquina. .< O^~ ,, ij~a6ee -~e rdo abs e as as dei. piciabes dr Pen
S Este antigo e acreditado estabelecfigento acha-se constantemente p~ovido de ujrn :" ""A assignao tas, 'i""a o S_ q e s- ,Cm a &C
Simportante sortmento da.feg dosto, as qu aes recebe directamee as me- f ee e a p pet do a b6 teo dA..6 g f r p, r i nacabl de
timpdortanteeo. reiG.e dan a4ndf asa i S. nobiMt Ijo







Shores casas de Paris epor esta raz derao servendidaspormp' aos m'dtorn dicos.t s I fIfraOv ap' pReen- e.. "o a O 'e-ha0 an o e A bc ,Cao-, zanti .rtboom e .
STern a~~tuat9 xrinoshu i lil orliiftento de v estidos feitos e em cortosjguaes Es -j~ d tr l yU en nh OPanizo, SRicaehm nto, Acr YnJa dnai.. ________1"'' *'
torem.oNo dia 4 d z ra Saef amrnt o, ac'ronpa o n .... _-"- fr- '- _
't ortiuento^ de chap.os para senhoras oue se BahNdia de bor zis o d fio n ptfo a Queba, confrom caotaaq e o a5a
est'Be4 t r o "M tsendo preparados por nma das prneipaes mo- t Bscaa oroa do vaa o r-- apl-.o .. .... P""
-M t ed `_ d ei asr a do Ro &ado', TqkeguiaiqC~qd v~iagm e 20 -d.P I. -.-r-46'-1"g. ,, ~o,,,,ea,,.;; ~n,


i iK, !tt. .. ,' t '" .', porto para o Fo de iro, de propriedad e rua e ki. W 'JB ', Or tera a da' Vr,. .... .... ..-t ,
2- i en grande sortimento de sedas, popelinas, t'I ,...- d,,. ua .n. t~9,. 6 todo murado, tem
Senate sorieno e Luiz Jos6 da 8ilvuiimarles, negocianta frnefl6 am. ? tos arved6s, urea graiii lati a dl
I ^P^^,if i ":1 ieos j de c6res, guardanapos, toalhas para me- no Recife, que o houv por compra em 25 d Mj ,da a ... -sT fr'rs n
w r tW v:ipU otiawSo .de meias brancas e de cores para hom4ns, se- maid 4, aSJony o ihoto r.-, ,a. ,l ..i+da S^ -,ra -s oro aa} o ri ns3.a.
fiinauM'.l i~ A 'paracasamentos e baptisados, grand varieda-no Lourefro, morador na Baixa Verde, cujo es- '. .U p to f -. iad e
A* ft w be*"ic e'famente novos, lindissimas gravatas para senho- cravo tern os seguintes signaes caracteristi- Oiepav(a+b prstogafta sde a racteristi ft 6H.C
+ ra gfllfliCoan fc ,,e pellica, esteira da India para forro de Salas, ca- Cos: c6r acabralhada, estatura 5 p6s, 1 polle- rfl# r de { timno, s t, te.na| --. ,..l ,-
ill alas para viagens e muitos outros artigos que gada e 3 pontos, cabello preto e carapinho, '^ria: ca ra
: r~~~~~~~~~~~~osocmprido, olhos pretos, c.om. olhar amor- coo i: ui mt0seti:o
v _~Ird .!raorem as faz s 9 0 06 :1 .... fAmilias, tecido, narizrfiladeo--pboca ,ra ndetodos MO -Q pd. q is td....
I ijil^^SS^ ^^ndem b qualquer artigo lue precisarem entes, barbapouea, em uma -at-i-- vai -,l.-l e-, e... ausa u eSenas
21redenatnsreiearbampornahj,
4E| fll^ s1 O6l4lecim fto4as B A esp dq um l^omkbinmht prounscia compas- y
a or "1 tXv &. s ncedWe sada, cnServand-se, quand o.f, em attitu- ido
diaffia- esp1i dq ui- kebinhe,- -n., em e *tw VON e..io W
__,., z smodtfd .M a rqn. qia ,eil.de e vista baix*,*teit idade 306 1 '-0 ,. 6 -7"rm gr-nd-d-pv,,d-padv.
esl aa2! ahiis, poucomais ou oieto,,, 6 hodeJoso ta0 para alnar e nao me convid, .ugpne p
d sMattttftior de WK f 'p e -t- de11M
".onde o referi6escre n .oatur a .x ljjk tSr,
AO- ~QQa- oofficid. de ferre*'6. 4Ladje
vestido corn caa e dca isa ,aletot de .e tO ,. aI ix .n- -. ..
.alpaeA preta, dhapde dolChuile, 1po u.n bso esa- do6 it
"^"TF- i ^^ ^l *I* *^ |1W.huzinJio de couro, comu" bastantero0t.bran4a; .et pare Hbrtes ir. 8. ..;evia correr con a Ulrim tn- -rIt-.
.. to do M^. fh i aG tm nt< = ,.^ ." ,, i ...
-"_* ; ,assim como costa quo no9 cto o',embara& a n a a I ia~spigd; pa u4! .
:)O 1J'Z -E -, atfut, !.qumpx.pl'.sito foiht intuor-b m lite onilat-llhi a i, a ra'-Um m Aro vu4ourp^ .
-i n f6&fuanft-d& OtJOO 0 a ancklpdo&de nam la h M 4-
VICTOR G NIM u- in n a. I provavel iBnha LU-
A"' TA "OMR :rwk '>t 4ado&A rneme e do evestimizo, e. "a6&4de tiow hd "MC liue iait dA.
IaQ. Jx4p tK C uJH x R., 2d a,,assim ihtitular-se lyre6ilmfdir oqi,. amjai|dsilr kmatubw, bdia-seda Precise-se dp wn meo4Ro, oom
,--.. ... 'aiili a, dasautoridade. HaTdfamnoer- 9 qu lm pUa i d1ifi qjsja, g ticadeinolhados: narua do Rajel n.9.
:..l-^,. 3 camidllo da ]lthia p esta .I.a-, arntind s, se Qon o a a do Barqw d-
Uem .Aioanar.Nraa- ar
:^k "" .^E^B'l ^\. *. ."^ *"^ "_os.vapl)j .=s .aD .._h .` da itora ou Ndta u.35 pemeiro andar' l r1' u11ar
+y i^ l L tenior das duas prOMCI t bga- port to, .Iijx Akuga-se o segtwdo andar e sotlo da i
[ib ..l~.'"o. d ,, "' *!."!. ... -- Senhor Born Tesus ni. 62, tern agua, gaz
r- .., o ~adeoI-ed.., &.. -1 t,

^ **M ^ B~fiB^ ^ **11 M \3l UILI^M T^T~ini5, *PX'aS~ro dat at^ qtkf ftttt. ia n hur e; ^r6scasa ha jipuco 'dil
'" erio recinrrap 1t Jfl o (< estt- de b]ofmI, .que se natoe boa roradia. TanI bem Be aluga o pria
*.: < cima." .e fumdpeIseret a ali t .fr. ia-r tke ~ks ; p~e.aa na 5,pr~opi
.. .: ,2";, Nga,,.se ao -llm. Sr. I _ajo Vieira -equena fautnia nu rnpaze. slteiros, fei
e~ivio 1 okade e Naa- epairada e pintatia :. aiuba a tLra* ar ana
":ff^^ 'f'H ^ '".d. llo" Marquez do Olinda n. 62, on ao Liv raa
:" -.. rot, des~a pr~vine, o favor de vir :g ero 22.____
" % : .. ri 1C C e axi^h n. 36) a concluir T Precisa-se de urea escrava
.. r "ia iJ!?,i r1a aqselle- negoemG que S. S: se com pro- A "cozinhar:. na ru a daS.. Jcwge,
,. f u. -- ..Ti *f '[i ." t' a"reIi'''tpela tee'veira chama=-r,,.mfvrioe+ S?.) n L r'r'a-do PilUr, n" -13i, tave'no"....
U,


Pf 'SrQfl 'Il ^mfi l ^ ^ ^^^ ^S^ ^ eS^ mbrar-j~e que esteB~soe^ A|i^ 1t^h~
4b .- .. : t .e ,
., .,.e.2 .,
"'"".'::. -,.. :[ ':" :" ;" -".. !":>", ... o-.., = a,,t m ( ,t,," i= ': 1!, ,: s'$ ;- ,m ia=p i io.!1.an "qu ~ s


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Ir nI.i o.- pub. .
p-<&~i^ t-de OBi
W~eiM.d(Nc..relhia


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f t^Bitm sor
de (Akfr;'-aten-;
*A ...AAMr$L ttto


* 1

~ *(.^a. uaifAi


mui-,-
go (Db Pdlouri a n.1,
ivida Irm'o.
r na VENDE-SE funios AupeTiores das-'.
Sespeciat de lDaid, GayaG. e RioIov,: no
,onto largo do Petaurino n-, 7, eniplorio de Julio
& Irmao. ," .. *
iizes -- VE'; -iW44 .d4bRI&I*crlidade&sSu-
is Io- perioras : rio laro do. Pe1, q uia i. D.7,.ecrip-
V ric- Lorio de Julio & Iraao.
rei ra,,S n + ~
eira, Superior vTinH t4NOrto
Vende-se nra-rua do Vigario- n.' S'kweiro
andar.
LEQUES toduss uaadreperolav,bra*"s e
de c6res e de tartaruga ; veade i. -az,.)c-
toria, rua do Barao da Victoria n. 2.,
ESPABXILmQOS CDQAJUWA. 4ldhQh, lisos
e bordatdos, para senhora, os mai modernos.
LENgOS de cambraia de linho om barra de
sedan de:c6rs.
IGRA.ATA de sqoda paraorihota : venhem
'te. Amaral, Nabuco & C, a rua do ai-ao da Vic-
- toria n.2, 2 ,
. 1)) .. .- ,
28 cores diflerntes
n", eiu haptistas
or a 320 o covado
a c 6 rua do Cabu,.,
loja daConquista.
Sem campetidor
nii- "0 Barateiro
RUA PRIMEIRO DE MAR(0 N. 1
Que lindo sortimento de l)nptistas, a
2650 e .280.
ar Gr&inradine ) preta, lindos de eh^io a
te r n a s ) ( 60 t0, ( ( 3,4
eceio-
piano, Mah-iposas de cores; a 3f e 400 rs.
os ra- estair.o.5 acabafrdo.
Ir-tremneios;: nao ha preo.
Crelones inglezes, a 280 rs.
Sklariposas abertas, a 460 rs
o,'ou Chitas de / a a $ .
fI 1,110-M
)Uds e Popelinas de gosto, a 400, 500 e GO)
aa de r's. o covado.
P ramante de algodao, `l$5W0,,dito
de linho, a 2S500,_ dito fW.V,. .w- 410
palmnos, a 3S a vara.
iacha Bretanha de linho. ." .
aqui Chales de casemnira de corcs.
do Cm
Porta- Merinos pretos.
,s An- Bombaziha e cantAo.
tquoes Alpacas e outras muitas fazendas
,'oprias para luto,
IA Cortinados bordados.
corn Gambraia para co0tirdoa.
Cfdlchns para cama, dc,30a 6'.
corn Pannos para mesa redounda, a -$.
tc-. Redes as melioress, tanto brancas
comio de,'cbres.
dese- Toalhas. felpu as. de 6$, 8$ e 42$ a
due.
Ditas de ditas para banko.
de 1. Guardanapos para tU.dt s..reCos.
Atoalbhados adamascado p.a "iwsa a
.$5 avara.
ogo. Complete sortimento de len~os bran-
anta- cos e de cores.
pra- Meias brancas e de c res, tanto para
senhora, como para homem.
Cambraia trans~arente a 35500.
Dita Victoria, fina, a 35500.
pelas Varladissimo sortimento em camisas
* na.o brancas, de algodao, Iiiho, cretone e
enas rneia.
e emn Gutros muitor, artigos que dispo4*os
aam- por 1)arato preco.
Mau-I 0 Barateiro
an- -Rua Prineiro de Marco n. 1
Agttlinhio, San :s 8 C.
~pi iI r
"=1 Pf IM


l)-l uu. .U I!U il
vas, Lindisgtnas baiftas. para vdtidos,
PA: a
a l4Q rs., qcovado,
Variadissimo sortimentoL d & amrip-
zas a 400 rs. o ditr.
drande sortimento de po m.r
I v AWC a 40(4, 5W e 6,X .,4-
ore- ivado.
D&QI raipozas brances, o qti tnBiw wi
eo -lite mals gosto. '
Lmaro Riquissimo sortimento de cretones
e re- corn deseubm inteirwow Dinos.
le es- Popelinas de wai VMra, a t000 e
m. 10200 o covado. .
SPopelinas (d& eda bnaMi para casa-
V, mento& a tA'W e 16200o ito. o
p, poAao frmcptez de
SCambeiabaixispe
a 3-5W0 e 4000 a peg m'-*S
Fuseo. bronco para, ve.fAio e "a-
tuarios para memmws. -
vara; E'etnui6d rI '-
- Camisas bfhfldaud 'q tra (
35000 e 46000; que pecoiuda I
rua do GQrgorao de li, de cores-linmas par.
N estidos, baratissimo.
'Paa fOhOqeww a
46afa Chitas : grade s ;-tii emf e ia t'odo
emrem prego.
Pm- Temos dm comTlrioo f or ins nim .
agoro fazendas, das quaes a mamor .narte
ruas
nento annuDCianoI,. para -nao 7rmoS
os d gnos" "lk4i..', "eJA I.edaoR io
para amostras e xnandapia-se em | s -
, ou- -Exmas. faipiias para melhOir esceme-
r ;i 3^ -W 41 9WW".k*^BIB~

-a WO .. 4 ..aa%-,Roua ..
n S. Vi4 4
Ift ^ Vast"^


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.As- --vms. sa ,tes
-iM 6 G.a'. Justxxdi A 1* .MAoA
l .J-U ^ :.,. .. t '|
.Ostmilq; $ BONu 3pra CASA"
Venderm AsCoaxal; NabUai3;G.. a
rua do: .ao. da Yija1 n,.,2. .
s~1tios pia bt
A-marmd, Nallbco & ^C. aeabain 'receber espeltos poqueno COO molrn
proprio para limpai-se commodaamente
a anri' 1dos dente4,, 4 '0fV 1a de
mais ulil e aomwodo: vendem na
rua 8 6 Bark-da Vi-toriau. 2.
CArlas .pFarapjngo
corn canto e todas dot adai?. vendrin
por barato pregq, em poric 6o e 0 apta-
Ib), Amaral, Nabuco d C ,r"raA do 3a-
rao. da'Viciia n. 2.

Mara Agpima ji~~gp ~'a .0P^W> af-
mazemi do 'Beltr, Oli UveimA. C., em
liquida1ao, a ru.ajo "Coamieo n, !0,i
qu.. ,vedewm., pre<,;oQ.CQam do., .
:Farinaha.ebit
nVadseiftrinba de iilhbo detodas-as qua-
lidies a 12 0s. em retalho, em arroba ha
4ifferen.a, g iarante-se a qualidade : na rua do
RaTrndfn. 54, dfp~sito.
o L-rteiro da rua
de Marco n. I reeebeu
Q segninle:
Alpaca dk. uma s6 cor.
.. Ditas coarn listras.
Lkiamhas de. Pliiladelphia, gostos
muito lnd.s.
'Cretones francezes.
Granadiias pretas.
Nanzock de cor" e cortes Foil de al-
cace.
Selezias.
Espartilhos.
Gramatas para senboras.
Punhos e collarinbos para ditas.,
Popelinas de gosto.
Mariposas de cores.
Flor dos Alpes, (que liidos gos").
Outros muitos artigos que vende ba-
rato
0 BARATELRD
Rua Primeiro ieo Marro n. I
Ajostinho, Santos & C.
A'S MENINAS
A loja da Malva-rosa, a pra a da In-
dependencia ns, 2 .v 4, 6 a unica que
tern urn m completo sortimento de bone-
cas e' brinqu[Red6oi`TMw
entire elles 1indos toiletes, comimedas,
aparadores, guarda-vloucas, etc., etc.
JAR.OS
A 4loja da Malva-rosa, A ppraa da In-
dependencia ns. 2 e 4, recebea tmm
undo sortimento de jarros para floies,
e est5i vendendo :barato.
AOSFUMANTES
A loja da Ma'ha-rosa, ,. praca da In-
dependencia ns. 2 +e 4, pFrev.e 'aos
Sr. fumantes que alein das melhoes
e mais conhecidas riarcas de cigarro
fabricados nesta cidde, acaba de re-
ceber do Rio do Janeiro, urn complete,
ortimento deocigarros tanto de papel'
como de palba, das meihores e mais
acreditaas marcas; assim coma os
excellentes :chartos do Rio e Bahia,
etc.


or | i .. '* 1'f".. ,v wl :' *O : -'": -, t'i '*--'y,^ ,.'.
Jida Ies.. *. ,. T ; -:-,, ,ii*J v. ':.

...AfiABS-d todas as.lu fte ... ....;.' ""'*

MOIMO para.,tioca. "
Fi pfa rarfriha, ; l iS
TODAS AS fXGtENS pi'eisas aslra
des ta ola. ,N1e f ,!"
ENCN mNMDiAlS- Mandamvai4is ..ivopa ''
quer maiclii .smo, resisaBilisa1id--se "f&a,.,s


boa t adai, .

EilazeCi IoUrsr4 amiud para os om

do engenhos,.; ara esse fnm em a aiic n
rnonlada, tom r{rande e bom pes.ia1, -
or d i g .. ,. ,. > : 1 ..o,
nor do& Manm)H~ir6 ,.: -.:.


i : '.


Ruaa


Deposito rua1 A1o ,.. 1 .,"Al,.









rEduardo Cardos08&0. 0
)l^^y frztn l
p ., _2 .., : ; ,, .- i






Os prorietariks deste e sabeeimento 1g
vinem aos sebores do enenho, ajricikUO
e ao pIblico-em geral queoie o imz a-,Jik
ar o !s p-jeetos abalxo mecionados, o se-
ja m : : : : "I :'"+: :"
Madimnas de -erosne para fazer esites,
ditas de Collars, osimelhores systems, ain-
biques de. feitios diversos, sbim1os e corn es-
quenta garapaI, nind!-nddI os .4N "y
T'L, 4titieme e iadoptado i.a.,pry a-
rapumas, serpentinas,taeihos, passadeir ,f -s
tidefras, escumaefras, cobre picado para moer
mandioca e todas as ohras"es.aiI& .:)a


-e *,'m*i- i t -.7. -
-^^^l~pUs~i~ 1h^> ; I~wrid09 pa~ros ^ ^tes B-kts a^9'
de < ftrs, mee thitas, brirIptop raIDa h4kj
M lp ,"' ** :* :"' .. .' -
:.l. bynoa a XN).00 )eyhiff, aulweitem;' : '.
SPenteadoes de casas 4idB ,4taoes .-8-1 9d'
IIW Paufsy. fiwepaasvjboras, ftteitados de,.eda,noVitdade.
^M~~~e fo BttrfplcscomIiee& 4tnPudo~ iate^&ados.
.* GB -boas e .ae o, sfe 6 sotrent1pao.
.t& ip a. K[uh 4e phanW ta, ut "
^ ,,O~m Wt,,tnf.es :. _", :i ..
, :eubarbiL ^o! ondos, -; coritnados'odaaos.
r,,.,..Jai t.iu .
ebqi~w; 'dekni cI t tie *:ar* d'il
rO' Nmami .fe azids a padepara 7t
PCM branixi.4k tr I'i*b'p,de'
..... "al aia.
Ricos.eaites, MlfAtas W p.serioiidde *enl ttido ee6pes numavistos a 1$.
E MI tt t .Pri n" +g erte lisao .ifd^ ". ..
'': GroRteapreta~de B~Mli1 de ~Iitra^ 'e-j frilnbo^, ;
Obhapwe ,deo .m, sBd~t'ariada eka de .ia. :
1tdrinh46s ,'Fa^ bomas, mtrperioirqtiihlckde. &0'
4ieqAw,?tpeos 'bovdados,'lN.os eI" e c6res sottito 'campleto.
~abl~0'prEjordfid, fisot e 'dq c6ls Etitfrintcl .conpetp.
('itetta-tai-te^ defc~rese m~r~~eti'b~t
-' ob.eetrom ile I!i a.100; 6 peiftcha. -
Vkago#iew a1 tj ut. .
S t.iqos de 'Me i461),+filt0s, f$000' a ht i2i edhineba srm igual:
AI;,Mta Iud&;,2 4
,Fiohbfs e'le-e seda, Nreoeide-hoitem, e o que de mais gosto se pode, d6-
-sej, e~ vndemnos porcommode yeo
NA tJAD'AMEYRIkA A' RUADO CABU.GAkN. 40.


77"'*Aoveiem -
.'Qtiarido gt0ze em oiprar qualquqr
aib de'mrptdeza% riAo :&mentede oiuo
k'hantasia, como tawibe a'e iu".tilra
Metesffidadr, Ieimrbrem-se de d'(r 'up'n
piseio a Nova Esperanca, a rua ,ft-
que deCaxias 1. 63, e ahi enecntrarao
Wil de drm'sptenidtdio 'sxfim'ernnto de
6ft'ib's de sua reparti~ao, .mis osse-.
;# ftes : .r" ...
Artisos *necessarios
Pap v en eoqes" .para escriporio,
pennas caligraphicas de boa *4uaidade,
Ewis lfs.e oa0elas, optimdltt tin para
[r-s. -, dita' -ta. imnca, .rcrmma,Y
*",a Ia. pratar os. metaes, ,aMpas pa-
me,. esartilbos, tfoTradas de 'catanurra,
Iftlgagiwa pja a bordar-se iU l, e seda
'frouxa paa .boaw-se: a Novw Espe-
1raia -quem em._
At igoew aratos
Agwa *op~id a. 1,41,idhee t"`5O
tre. a pea pfpe,.efiatde a 400m. a
ifam^,0Didao paiwteseido a '30 is. a'
peea, envelopes a 500 rs. a caiiwa:
,aa bia.E, lpBranBa, A:&mia auqe de
a i ei" -S ApRiiteaiia
I t m era l, ottoa amr Bar'
toe gbisei X 1 >eq um, vdm iplor
ahas -ecD e~ia 1*1: mb"6 1^m~
liwoade lt, nacoa ead'ftt,.
ptio~os lpara isen s,- (licaflo^ -
mos de finas flores para -eabega, novos
oaques, de molds .'maplesz -1wegiftes,
alhas ;pampa s obwa t, -uio oae ima-,
dTarprola ; ;tdo isto encontrafse na
NOTva Eperanga, A rua Duque de Ca-
xiasoime., o .
,Pa.a *as que..fio -dt.votos


LipSi de santos: recebeu a Novi Es-
'^e... a,- ra: T aq :ltuedgJfa#, asr. 60 .:
P arat as ftcftistaa
PaLpdlpala petalas ito para folhas
de rosas, 'ca7lix e p-eithdi' e niais pre-
ptros para tal fi .; tern a Noa Espe-
,.a .,ti Duqine d'-e axiq9 n. n 3,
AoA jis de fuhia
Querpis -fatr 'vosso fflhinho" du
presenteaM-j"' Mingi- 'os 4 Nova ppe-
ranga, 'r tia Duqtite' de Caxias n.; i
eCbfinlr1 in kirtido. Jinlwaiedo, pdis que
*etla i'ecebeti urn veomplelo sortimento,
e estfi-vendnioidpor preco nrq uifnzoa-
-vel. ..." '* "
UI[ U botn 4 ortinrtpe d bbiecas man-
sas e 'chor 4 ,'pretas e rrancas : re-
cebeu a Noya Esperanga, -ar i Duque
de Caxias a.'68. -,
tOabe&fos brtdcos s6 tem quern
,.t, '-/- ."' q "er I
'1 jtva ilp; aL4ja, a r dtu 1u ue 4el
(lxias ".--63, tern a virdadeira tintu-
ra pan tingir' ..ealt pretes easta-
nihos,: 6-inst-ttfa .- e; datnof
Labellos,, e*,yede-tr .rjlje( e' "'.'


SruaN w43ado





Os Prepos 4efazeidaS,
~ te ~iW1innania~


vw,.m ,,, ii ai"H ,. "
BaptistaL fines, comr a-nd
4judos, corem ^as4Q^pj^oA ^
U6rtes de n isw$ a 4gwM;,.W:
itima moa a(6i$0(m.:
'LinWos. p *t l a 2W4o
CO~ftdOt +- *' .. *. .;,/-:"'*
CaebCaia: 1iotorip,.fina, a 38.40";
^4|Oe,,apal,a.t ..,":
a,a$O00eailiA :. ...> ;. ...+:,
Ditas de cretone a 4#tW dw .,
Je ti pu d ,o liso p;,.; ."4pa, a 400
'. tewoas de compe oena4istras asie-
tinadaB:gsto.mijto @hiques,a 400 rs.
0 ouado., a,
Chitas fins, escuras e.elaras, a 240.
e 280rs. o covado.
Pqpelinas de linho seda, a 280 -rs. o
covado,
I Alpacas laviradas:d seda. gostos, )in-
1os, a 500 r.. 0 oovado.
S ,OS d0'e cores a ingleza abainh,.
dos, 2'd00 a duzia. SAo baratbos.
tOtHM bfIkmM^ HUVHH Pcuc- l 'tiUVl ^.->**


Is. o covadaO.
Brim pretQ,;fino, para-luto, a 500 rs.
o dito. -
ftaos do -q-adros, bpnitos a 28000
Bramante de 10 palms de largura.
a IW4- e 25500 a yam.
Cretone prussi4pO, a 240, rs. o co-
jado..
Cabertores ide eseuros, a 25.000
Co4Lhas de coxrs,a 1l800.uma.
Toalhas aPoIcoadas,- a 48000 a
dauia.- ,
Chita escarlate jrri^. para p0oje-
zas, a 32 'o c6vado.- "
Madapolo frans9, ,fino, a 48000 a
PW : "r'
0 4 .3da
R~tJA4Z6'0 attEH(&0


w~o l *, ; *- ,;"
I. larowoa de n:.,;^)m0 ^/ ^
as VMw a 8s4re., p di ,,.
ten ,|,
U4 Rripoeaw, seea oompete
4A.W-m 0449. .11 P^.
1 NAM, .c4", fixa, a 260* J..P
bito. ...
Cretones g wiaos, os mais novos p*.
droea que trm irido., a 320 e 360 FsO *i
Aito. -
Chias claims, born sorlimento, .O
e W T rs. o dito.
Ditas claras escocezas, a 260 e 2M-80
rs. ,o diko.
Fickba de l1, ultima aovidads, a
285QO, 46 e -6 ; a elles. lIa tambem
(le seda e linho.
Magnificos whales i princeza regente,
a IQ ; apromeitern !
Espiao deilinho, a l$20J e 1W, a
vara.
Bramante largo de algodao, a 1i5O
dita.
Atoalbado para mesa, a I $500 a dita.
Para baptisade, lindissimas toalbas
die labyrintho, trabalhoit.e muitp gosto e
.perfeiao, a 41t $ JA vendemos a 808
,e 0l0.8.
Para fronhas, lindas stampss do di-
to,. a 25 o far.
Temos um complete sorlimenato de
casemiras de c6r~s, a 3., 4$ .-e $
corte; aproveitenm. :
Merinos, pirincetas, pawnos, paces
.e alpacas, para todos oip1ecgas.
1Toalhas felpudas,- grades, a 68
duzih.
Len"os abainhados, a 1W800 a dita.
Jitos finos de linho, em lindas cai-
xas, a 30 a duzia.
Collainios de linho, modernos,,a 7$.
Meiass superiors, em caixas de ma-
d4ra,,'a 65500 e 8$ a dita a ellas.
,jins brancos, de liaho puro, a 1$500
a vara.
Bons padrOes emni angolas, a 4-0 rs.
, ceado.
Cretones inglezes, boa fazenda para
.amisat, a 280 rs. o dito.
6 '59 da rua Duqtie de Caxias, loja
de ,Carneiro da Cunha & C.
SLIQUIDACAO
E Kiarua do Greupo 20
Joja :das tree portas
S DE ALMEIDA & CAMPOS
. iarande soi4imento de hlindas baptis-
:tasfinas, de 240 rs. o covado.
* :iitos de panno hespanhol e
gosteos lindos, de 280 e 320 rs.
ivXrs. o ecovado.,
. Ditas esouras -e brancas, pannos mui-
Ito ihons, para 240 e 280 'reis.
SCretones turqui-og, gostos.de listras
e de- quadlos,lpara 360 rs. o dito.
-Lntos suissos e allemnes, -gostosque
admiram, para.380 e 400 reis.
tDitos tambem escuros, de.florinhas,
para 360 rdis.
o ......r .. bonds, gostos, de 160
rs. o covado.
Ditas escocezas, pannos e gostok
muito lindos padres, a 200 xris C
dito. +
Alpaca de cores, lavradas de se~de
para 360 rs, o dito.
Ditas muito finas, 'de listras e cor-
dao, para plonezas a 700o0 dito.
Popelnas d..nho, totas .de listras,
p ara., 240rY o~di.o,^. .+,... ,,, *r
1jrta de 1111o0e selaa para ,--, -
500, 640 e70( rs.o io.
As maiss Iinda bro.xff de la pura, os


mais lindos gostos, a It o dito.
Linhos-pardos para vestiIds, lisos e
de listras-p ara !W b:' dit6.
Dito liso e de quadrds para vestidos,
de duas cores, a'360 rs. o dito.
Merin6 de ceos is atveiLesAe, espe-
cie de gorgordo, a 900 rs. o dito.
Ganga amarella, para vestido e en-
feites, a 320 rs. e dito.
Maripzas, lindos padres, p.ara 400
e 440 rs. o dito.
At3alhado de listras todo bordado,
para toalhas, a 41800 o metro.
Tarlatanas de todasa as cores e qua-
lidades. ''
La preta muito fina, pra 300 rs. o


ovado.
Cantfio preto, para vesfidos, para lu-
to, a 800 rs odito.
Setim maceo, todas as cores, para
18600 odito. ._
LIQUIDAM NA RUA DO CRESPO


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queo --. a.

6Soje^recmc' nr ee o&-
.iido deficit, sondo muits,
w o de 1830. ,No oramento de ew
A.fft'o apresentou-se in m desequilibrio
i receia corm a despeza, na importan-.
-.;"f .iS de 7;000:0008S, equivalent a dous
.... P da renda de enitao. [Apoiados.)
-M .--Nesse tempo ninguerm aterrou-se; e
ds representatives da naEin guiados pe-
..- If ei'otismo de que tanmas provas nos
Sle am em sejs monuments legislati-
Stif, trat~aram nibo de. aterrar o paiz
} e abalar o nosso credit no estran-
.girp corn a pintura lugubre de uma
desolag.o complete, me3 sim de votar
rddaeo6es possiveis oas despezas, e
seth embargo dos gastos indispensa-
4"'" veOs.
SA prudencia e o criteria do govern
des.a-s dpocas nao nos precipitou; es-
peremos, que hoje acontega a mesma
i cousa,
SDemais, Sr. president, a compara-
,ao da nossa receita orgada e arreca-
dada desde 1836 atd hoje., o queo. consg-
titue o long period de iO annos, de-
monstra, a niao deixar duvidas, que a
arrecadagao das rendas publicas exce-
deu sempre ao compute votado nos or-
namentoi. Em urn dos recentes exerci-
ciMs8, o excesoo da receita I arrecadada
sobre a receita oroada foi 10,000:000S.
Eis, este facto 6 constant, porque
causa extraordinaria elle se nio verin-
ficarA no exercicio cujo orca mento or-
ganisamios ?
Nao o :descubro; portanto, sou le-
vavado a crer que a arrecadacao do
imposto neste rutesmo exarcicio subira
aldm do algarismo representado na lei
que votarmos, e teremos asim mais
uma compensagdo do deficit.'
Se as condig6es do paiz sdo estas em
relagdo as suas finangas nao devem
QS- terrorists ernbargar o governor im-
perial na aceitago da idea da encam-
pacao da estrada de ferro de BaturitL6,
na qual nao tern de empregar capitals
que venham transtornar o equilibrio do
nosso orcamento.
Tocarei agora, Sr. president, nos
dous ramos de servio ddo ministerio
da agriculture e obias publicas. aos
quaes em principio deste discurso liz
referencia.
Vejo no orgamento consignada verba
para cathechese.
Sei que temos ha muitRs annos esta
verba nos nossos orgamentos, mas por
isso mesmo que ella 6 antiga, ja tern
mostrado a sua inefficacia, e a opportu-
nidade da suppressao serm inconvenien-
cia public. Nao digo que a suppri-
mainos. ji, mwas desejo que o nobre
ininistro, que administra este servico,
cuide de preparar a sua eliminagao.
Temos cathechese indigena s6 em
nome, as aldeias desapparecem e o nu-
rere dos indigehas tLazidos a civilisa-
'ao nao avulta.
Parece que quanto mai .rabalha
nested object, menos ells progride.
Nao ha quern ignore que ainda nas
nossas selvas percorremr hordas bra-
vias; mas t,nbem nao ha quein nao
saiba que ellas nto euui'n no arernio
da civilisacao.
Se fizessemos progresso neste as-
sumpto, veriamos annual mete crescer
o numero dos aldeiamentos, e o censo
da populafibo, selvagem ja domesticada
pela cathechese. Vemos o contrario:
vemos que as aldeias nero augmentam,
e antes aniquilam-se, nern os.habi-
tndores dellas tornam-se numerosos.


FOLHETIM


koONTINUAgXO DAS TR!GELIAS DE PARIS)
POR

VOLUME V
(Continuaclo do n. '16)
CAPITULO LXXIX
A C-lHEITA
Depois de forimuiar esta 'eflexaO phi-
losophica :-Mais umn que nio dird na-
da!-Croix-Dieu immovel, corn a faca
na mao, o ouvido apurado, poz-se a es-
cutar prompto a arrernessar-se na luta.
0 gemido abafado de Fanny, os gri-
tos repetidos de Alddonoff, a quedadas
duas victims, podiam tar despertado
alguem no palacio...
lam talvez acudir...
Talvez fosse precise fazer- mais mor-
tos e accrescentar urn ultimo acro ao
terrivel drama ..
Decorreram cimnco miniutos, -lonRgo
e;pavo para o assassino que escutat ten-
do junto desi doutcadaveres... -
Nerm urn ruido, nem umn inovilhento,
annunciaramn que a terrivel carnificina
haviddespertado alguem.
Criaulas de quarto e criados dormiam
erri paz.
Groix-Dieu respirou.
Estai feito o mais lifficil !-mur-
inurou elle.-Na verdade tenho nerves
,l'aco !-Pulso e coracao estao igual-
mnente firmes !-Que veni pois a sero
assassinate de que tauto .Aassustamni os
fracos ?-Os imnpradol'ei para conquis-
tar uma'provincia fiatari mais do quo
e u !--oroamn-nos de jouros !... -Para
S' .conquistar in ilhOes tarLmbem eu mato...
-E da guerra!
Era preciso concluir quanto antes a
*, .r4Afa tao bemrn principilla... ,
1^ *-0 bario ao tiaha que se occuparido
.s .t&.incipe.-Q golipe d faca produzi
.4oa- vida evapori
B^ -',^*J^^- roalre s a- vgeda ...ra
Ip.. ~f ,.ny, &j or(H leginte
iEM.":'' y lmw mar de ia gue, e ja ino


gena nenhum..
Io jesis : oihl-
iasaeno 1w^ owl..w^ nu
N ." a.-
nos seus habitos ongiaes dos bos-
ques, 6 nao -ujeit]t-se 8 trabalbo re-
gular e proficuo. _. .
,Certo- de qquo nos bosques tern ali-
mento sem fadiga, e presando sobre-
tudo a independence, o indigent ame.-
ricano, que o jesuita cathechisou, e
que o capuchinho hoje congrega em
pequenos nueleos nunca viveu nem vi-
ve corn o animo do trahalho junto aos
padres: vem ao aldeiamento para as-
sistir As festividades religiosas, alli esti
emquanto ha folganca; apenas, pordm,
compellido ao trabalbo, regrepa as
brenhas conhecidas, e jaimais se civilisa.
A indole do selvagem americano repug,
na As condic6es da vida civilisada.
Sr. president, nao nos illudamos;
a experiencia dove servir-nos de algu-
ma cousa.
0 SR. GOMES DE AMMUAL: -Na mi-
nha provincia, pelo mends, a cathe-
chese nao ternm produzido resultado.
0 SR. ALENCAR AARiPE:-J)izeaO-onos
que cumpre-nos contifiuar Coin a ca-
thechese do selvagemn, porque ,assim
cbamaremrnos ao trabaMho bracos e A
civilisaCao milharerde cooperadores.
NMo creiamos, Sr. president, B'uma
utopia. (Apoiados.) 0 indigena da A-
mnerica e refractario a civilisacao, e nao
presta-se ao habito do trabalho.
Quatro naces europeas, principal-
mente, colonisaram e povoaram o con-
tinente americano. Estas nag6es foram
os inglezes, francezes, os hespauh6es e
os portuguezes; as duas primeiras fun-
daram seus trabalhos na America do
Norte e as duas ultimas na America do
Sul.
Nenhuma dellas conseguio fixar o
indigena ao s6lo pelo trabalho; nenhu-
ma d'ellas o p6de civilisar. 0 indige-
na americanoretrahia-se sempre ao in-
terior dos bosques, a proporgdo que a
raca branca occupava e civilisava uma
region.
Nacoes de duas origens differences,
saxonica e lathma, usando de differences
methodos de cathechese, empregando
ora a brandura, ora o rigor, essas na-
coes, Sr. president, em climas diffe-
rentes nao puderam obter que o indi-
gena das terras atrnericanas se coadu-
nasse corn a vida do home civilisado,
isto 6, corn o trabalho e a restricdeo da
liberdade.
Ahi estdo ainda os restos dessa raga,
que parece destinada pela Providencia
para occupar os vastos bosques da
America, durante a ausencia de outra
raga mais perfeita, qual a caucaziana;
ahi estao os restos dessa rata averma-
Ihada, que retrahe-se diante da civili-
sacao, porque prefer o seu aniquila-
mente nas brenhas incultas ao seu po-
lirnento nas cidades enriquecidas pela
industrial; prefere succumbir a deixar
a vida meramente animal pelo- gazes
da civilisaao, cque eie repnta males
incomportayeis."
Sei quao arguidos sao os portugue-
zes pel0 deshlunma. t'.to dado aos sel-
vagens que nos precederam nest L!.'_,
que 6 hoje a nossa querida patria.
Mas, Sr. president, quao injusta 6
tal accusaoao!
Quemn compulsar os archives dos
tempos idos reconhecerA o que governor
portuguez teve sempre na maxima cocn-
sideracao a cathechese, e civilisacao do
indigena brasileiro ; e basta considerar
que esse governo necessitava de um ins-


las tinham-lhe desapparecido sob as
palpebras.-S6 se Ihe viam alvas. A
bocca aberta e contrahida conservava o
vestigio da ultimrna agonia. Os denies
pequeninos scintillavarn no seu estojo
de coral ainda rosado.
rA- cabeca, de formosura tao admira-
Vel, torn.ara-se sinistra.
Croix-Dieu ergueu a faca, hesitou um
segundo, e nio a brandio.
Para que ?- perguntou a si mes-
mo. Repugna-me star a cevar-me
inutilmente neste cadaver... feri duas
vezes... 6 quanto basta...-Demais, va-
mos ver...
Tirou da algibeira um espelhinho
corn caiiilho de dbano, de que habitual-
mente fazia uso para verificar se as
gtias do bigode tinhamn finura irrepre-
ensivel, abrio-o e aproximou-o dos .la-
bios de Fanny.
Nenhunm vapor embaciou a suiperficie
do espelho em miniature.
NMo satisfeito corn esta experiencia,
Felippe poz a mao no peito da condessa
no sitio do coracAo, e ahi a conservou
muito tempo.
Ncm urn sopro, emo -una pulsa-
cio...-murmurou.-Esta bern morta e
nao tenho nada que roceiar... Acabe-
m6s isto depres.a... _
Dirigio-se corn um passo firme.para
o cofre, despejou os estojos, cujo-volu-
me g tornava incomn4os, metteu nas
algifias em desordne as nolas e as
joias, -fez corn os macos de titulos ao
portador uma especie de ahnlmofada, so-
bre a qual abotoo. a sobrecasaca e o
sobretudo,-ab Oiio voluntariamen-
te os cadichos. S o, os quaes,, -
(vistas as proper. que a sua ftortuna
adquirira)-cOns.Am agora para elle
uma quantia inisiiLante, e, pegando
corn u'na d asrnao velaj, com a ou-
tra segaunrAo na armu enfgaenta;da,
sahio lo quarto ondule s pO0rpeta'raO
a.i Ma.lto e, pssou. ao gabinqt, de

Ace~dr L velas, e enpe,
emn frete deo ramude .eho, as-
sou a oied a p0.ft a twcMoso
eram e. .-:z':.?- .. *.,
-es, i lt a cW 140
^^^^^48-"p3*0 OU


A0 %nao dza d a.
'am tetruiftsode trablko,,;. no
oqsa, aquill.que 4am busar i
de uma lonp e entao perigosii(
vessia de mar nas costas e sert
ardente Africa.
0 que os esforcos de quatro diverao
povos nao conseguiramn em seculq
n6s o nao conseguiremos agora; porqu.
o impedimento estA no horm
buscumos polir, mas nao nos meios qi
empregowos.
0 governor portuguez foi tA9 emf
nhado na civwlisaio do indigena -
nosso paiz, que aldm dos meios coa
muns de angariar a vontade- desse i
digena, nobilitou por decretos o cas
mentQ eabe j id a vehcido e o eE
ropu vw&e4 ; :Mr ou o indigena i
governo das au*prfr aldeias; mai
nada operou proficuoteultado.
U0aveanamo-nos, Sr. president, qq
os inglezes nos Estaos-Unidpos,
francezes no Canadai, os bospanh6es ns
Mexico, no Prui- e no Prata, e o
portuguezes no Brasil emprega
meios racionaes para, thazer o indiDa
vida civil e nao o conseguiram. Pt1
basta-me para crer na impossibilidadf
de exito.favoravel en nossos dias.
Assim, a raca americana destinada a
aniquilar-se ante a civilisaWo-do ho.
mem de origem caucaziana, recua a
proporcao que 6sta avanga e desconhe-
ce o direite corn que asim vamos sor
nhoreando as terras baldias de cultural,
seria antep6r a barbaria A civilrisigM
A raca caucaziana, por sua intelli-
gencia superior, mostra-se.predestina-
a ao dominion exclusive do mundo.
Na America a raga acobrada vai oe-
dendo o terreno, e perecendo nos bos-
ques pela lei fatal da mingua de sub-
sistencia, onde trabalho regular a
nibo prod uz ; na IAfrica, na Asia e Ocea-
nia as racas etiopica e malaia confun-
dir-se-hao pela mesela'do sangue paMa
prevalecer a c6r e dotes da raca mis
perfeita. I,

No Brasil vimos o specimen. Os afri-
canos vindos em grande numero para
6 nosso paiz mesclam-se corn os bran-
cos; e os pretos visivelmoente dimi-
nuem. E' mais urna lei da humana
perfectibifidade,.
Emquanto a colonisacao, sd. mneus
votes, que o governo nao despenda
mais corn a immigragAo contratada.
Satisfaca os contratosja celebrados para
a introducgAo de colonos europens,
mas nao celebre novos aj ustes; e so-
bretudo assais comprazer-me-he se o
governor imperial nao aempregar os di
nheiros publicos para trazer ao paf
qualquer immigraco de raga menos
perfeita do que a dos immigrants A*
Europa,
Entendo que convdm-nos admittir in-.
dividuos que por seu'vigor physico e
por sua capacidade intellectual venham
ser urn elemento de perfeatcao da nossa
popula~ao, e nao urea causa da sua de.
generacao e decadencia; per isso a in-
trod uccao no paiz de colonos ohinozes
e de outras families asiaticas nao obte-
ra o meu vote.
AImistura de racas, que temos tido
debilita a nossa populaa.o, que s6 corn
o tempo, e corn a admissi.o de colony.
* sa~ao europda, sobretudo os portugue-
zes e allemames por suas'qualidades es-
peciaes, p6de regenerar-se, fortifican-

depois de apagar as velas, entrou no
quarto de dormir, onde a canma des-


manchada estava talvez ainda tepida,
chegou a4 ante-camrnara, desceu a escada,
sahio do vestibule, atravessou o pateo,
abrio sem fazer ruido a portinha corn
a have roubada no quarto do guarda-
po rtao, teve todo o cuidado em nio a
fechar, e achou-se no passeio da ruma Le
Suer entdo absolutamente desert.
Corn um pass rapido percorreu a
praga do Arco do Triurmpho, deixando
A direita os Campos-Elyseos, e metteu-
se pela alameda Friedland, corn um
charuto na bocca, afroxando o pass,
afim de parecer um cavalheiro retarda-
do por alguma boa fortune que se re-.
colhia a casa.
Pelo caminho ia pensando:
Palavra de honra, conduzi tudo
isto corn mao de mestre I...-No tempo
(to barao Worms commetti a iminper-
doavel falta de' deixar na minha secre-
taria as cartas de Stani Picolet e os au-
tographos.de Aline Prdier:.. -Esta im-
prudencia, que parecia pouco compro-
niettedora, quasi me ia perdendo...-
Hoje nio deix* aLraz d'eA Mi um s6
vestigio que possa indiear 2,ieuu ras-
tro... -0 guarda-po a que w
amecem deo "el rmar
qu e oe vi sam u m ot ,pois da'
media noite!-A crr 0 quarto fehou
conscipcioaqw.,,e.a porta do
vesU buTo e cofet' ft'' A hos1... --0.
mesmo diabo havia do se ver parv sos
so Ihe mettesse na cabea oxplicar a.m
nha presenga nopalaS*.--AecbU.
algum criado, corta S oR a caP
e eu dormirei tranquill, reclifado
travesaeiro de milhoes,..
Assimn fallando comsigot.t(oix-Die
chegou sem diffculdad& a Iuade S.
zaro. ,
Acordido polo seu j)istral toquew
cam painba, o guar 1-kOrto abrio. a
port, e tgrnou a abormeeer, dizebro
corn os seus botes,:
Ai vem 9 Sr. barIo d a pd_ l
-Ja nie 6 muito wogp o Sr. b0*,
.as 6t. o hWigo' wft,1l .. q..s. 1fi
rco t-Asmitthlbr At^d
nalirt I I;&. .. .. ..
8eU Iwr L,^ -if9 }., I,


*AfOnsho de
Sprodae.io agric
in4sgriaf
Ae incestria fa
!ten o indica
o'unento na con
daquella piovin
vae trocar tat
..res ou in
o 0eqtdo




0. me rboa
tf 'i olonisacE
^az mm.Ipenham

jpnsumo.
yAim, em ve&tdeepa
^,aovrs colonos, d&.
I..g B" de pn
jrorri as princpa
?Tidas do governo ]
Sqa, e rponlbaW.u

o 0tido da sua colonisq
Ibe camrinhos, por OnI
Pgeneros ao mercado.
A kAtes gastar corn a
tenote, de modo quae el
-erto, do que gastar
do seu numero e seu
co. de-ruiwa do que jA
da-do que vier.
Folgo, Sr. president
siao de declarar ao no
agriculture, quao vali
a administrator das cc
cia do Rio-Grande qi
como president dell
pessoa do Sr. Carlos Ja
actividade, corn o seu z
dicagao ao service, de
mente foi incumbido,
messa de colonos ultin
feita nao perturbassem
satisfactorio das coloni
raao de individuos, p
zos medidos e pela ca
tuda, em razdo da falt
trega dos dioheiros, q
vamna thesouraria de
necessidades dessas ci
E' just que este zel
que nap tern do 9stad(
rekpondente ao seu tr
menos aqui:essa solemn
de quern apreciou as s
alias poder compensal
Vwi ser franco, Sr.
psndo urn pensamentoc
que devo ao paiz a vw
entendo.
* Qp cofres publicos,
estiperidiado a colonis
#fovincias mais meridi
;Essa colonisagio tra
cias dous immediatos
orescimo de populace
de riqueza, jA pelas qi
corn os copnos, e ja
result ante do trabalhc
Sei que tudo isto re(
cio get-l do imperio, q
seleccao de territories
bern que a desigual
preconceitos.
Ao passe que a pop
za do sul crescern cor


!"-a Iv^^'" "".i^^ ^we^'?" I^JrlUJJ i 8v, ^' vu'-e~ilR-
-;^W ^1tI. ltipS-1Raipeioer
-, :, adeliuia o

e4 .aoutra maro 4len
1 6be A 0 finado marquez de Airantes em
l 000 indivi- sui mermoria sobre colonisacao, escrip-
W* alIi se passa, 6 ta em Berlim, quando foi ia Alleananha
do que se ha des- einm inissao especial, e remettida ao go-
verno brasileiro, aventou a idea de que
terr'as pokoadas, devia o Brasil colonisar o sul corn co-
:ola ja. avultada, lonos europeus, e depois colonisar o
abril,.em summa norte comrcolonos do sul.
dor de proximo 0 governor imperial yarece que acei-
kdo dos habi- tou o pensamrnento como axioma; e de
cMa. facto toda a nossa colonisaAo official
nto bemrn por al- tern ido para o sul.
ilhares de contos Tal procedimento noO 6 just pela
dentea de alguns despropor9&o que estabelece para os
i excessive juro? dous lados do imperio; e como tenho
m, como tanto con-. por dogda politico a integridade do
desses centros de meu paiz, excita-me. desfavor todo o
cumpre que o' acto tendente a suggerir idWas contra-
parte da verba rias a esse grandiose facto da nossa
lo na abertura de uniho. (Apoiados.)
Sesses centros em JA o disse ; p6de o desequilibrio de
orn o0 lugares de forgas entire um e outro laao do impe-
rio por meio do conourso director dos
agar-se passage dinheiros publicos contribuir para des-
-se aos existentes pertar prevengoes..
.gredw. Assim, por mais esta razao grande-
es colonies esta- mente-poltica, eu entendo que convdm
no Rio-Grande do parar um pouco corn a immigraao of-0
e nenhum gjaior ficial, e applicar o dinheiro votado para
sta provincia no a cglonisagio no melhoramento da con-
ap0o do que abrir- diao das colonies actuaes.
de o colon traga A idda de que o norte s6 deve ser co-,
lonisado corn os recursos do estado,
colonisacao exis- depois de colonisado o sul nao e just,
Ia tenha proveito porque nada mais significa senaio que o
corn o augmento norte jamais gozara desse benehcio,
pessoal corn ris- alias tdo apreciavel.
temos, e de per- Bern sei que essa idda funda-se em
utim erro de apreciacao. Presume-se
te, de ter occa- que o norte nao tern idoneidade para o
bre ministro da colono europeu ; e o que portanto, ac-
oso auxiliar para commodando-se este no sul do impe-
lonias da provin- rio, seus filhos e netos, jA rfascidos em
aando alli festive nossos climas, poderdo ir para o norto.
la, encontrei na O erro e manifesto: 1 0, porque o eu-
insen. Corn a sua ropeu nos tempos primitives da povoa-
;elo, corn asua de- &o do Brasil tanto vinha para o sul
que tao acertada- como para o norte, e tanto em urma
consegui que re- como em outra parte assentou estabe-
namente para alli lecimentos, que-deram-nos o present
o estado ja pouco estado da nossa populaqdo.; 2o, porque
as pela agglome- a ser verdade que o colono, que vai
)ela falta de pra- para o sul, nao prosper no norte, sera
irencia de quasi -tambem verdade, que os filhos destes
ta de pontual en- nao poderao ir para esse mesmo norte,
ue tambem falta- porquanto nascemi em clinia igual ao
Sfazenda para as da maior parte dos lugares da Europa,
flonias. de ended nos vem os immigrants.
loso funccionario, Deste modo, pois, o note jAmais se-
e retribuigdo cor- mra colonisado corn os recursos do es-
mabalho, tenha ao tado.
one manifestagao Quern quizer ter clima europeu no
aseus services sem note do Brasil suba As cordilheiras da
1-os. Ibiapaba, do Araripe e da Borburema.
Spresidente, ex- respeito de nossa colonisagio pen-
) ue tenho, por soAhe elta sera numerosa e esponta-
erdade, como a nea, quando tivermos organisado justi-
i ca brevemente administrada, e houver-
de ha nluito, trm usdecres'ado ura lei de locacbeo de
atan nas antrn t servicOS.


ionaes do BrasiL
z a essas .provin-
proveitos ; o ac-
0, e o augmento
uantias alli gastas
Spela produceao
) destes.
dundaeni beneti-
lue nao deve ter
;; .mas sei tanm-
dade p6de gerar
ulaiao e a rique-
n o emprego dos


-No gabinete havia um grande arma-
rio de apparencia muito sImples, mas
lorrado de folhas de zinco e munido de
*na fechadura A prova de gazua.
Collocou em cima d'uma das prate-
leiras deste armario, que Ihe servia de
cofre, 'despojo da ultimna empreza.
Ao lado dos diamnantes da viscondes-
sa de Granleu, dispoz corn mAo habil
aos da condessa de Trojan, e .deleitou-st
em fazer por muito tempo scintillar as
suas facetas feridas pelo fulger d'uma
lampada concentrada por urn poderoso
reflectior.
Em seguida contou minuciosamente
as notas de banco, examinou os titulos
.ao portador e verificou que representa-
vam effectivamente uma somma de
dous milhbes pelo menos.
Dous milhoes--murinurou-ea o
cheque do viiconde tres milhoes; mais
urnm milhao e duzentos mil francs de
diamnantes, quatro milh6es e duzentos
rmil francos, sem contar corn as notas
quej*Aenho...-Duzenqas vinte mil li-
bras de rendtiento f...-Juntando-lhe
os seis milh6es e meio da Sr. viuva
(avard, fiearei corn peirto de seissentas
.il libras derendimento! Que miragem!
Quem rme diria seiemlhante cousa ,ms
Autros trnps quatido era U' jmpl(s
lprg-n o famelico np. co. de
ennes?... 6 que A vontadeL..-
m ella- nada 6 impossivel!...-de-
onstro-o. Nesta po'a o dinheiro 6
audo!...-Queamn rico 6 honrado!...
lmspirarei invelja, imporei respeito, e
e me vier a.gibiqao, serei urn dia
inuito illustroa .


,9.ipso process civil e ainda regu-
hado pelag antiguadas leis, que nos
deixou-a siatiga metropole: nao temos
ainda justica organisada, porque ainda
naQ.duizemos pautal-a pelo padrio cons-
titdirowoal.
* Instituamos os tribunaes e os juizes
da constituicio, dando relagaes a todas
as provincias e limitando as circums-
cripg6esjudiciarias, ondeo juiz perpe-
tuo posso julgar corm promptiddo, e im-
mediate recurso para os tribunaes col-
lectivos; e entao teremos feito mais
pela colonisagao do que fazemos, pa gan-


Juntando a acqo As palavras, o ba- co
rdo quebrou os engastes dos braceletes, a s
dos collars, dos pentes, dos brooches, m(
dos broncos envolveu em algoddo em fiz
ramaos diamnantes assirm reduzidos a n
sua expressao mais simrples, e met- mE
teu-os n'umn saquinho de couro que port
signal nio tinha apparencia-[a avaliar hih
polo seu volume]-de que encerraya tn
mais de um milliho. n i
Fez dos titulos ao portador um s6 ex1
riago muito compact, embrulhado e ge
atado solidamente em papel escuro, e Pe
installou o maco e o saquinho no fundo I
de urma grande bolsa de viagem que nu
aldm disso recebeu um bonito rowol-
ver devida e escrupulosamente carre-
gado. es
A bolsa foin mettida no armario for- ph
radio de zinco, cuja porta o barao fe-
chou corn seguranga, depots, encanta- Di(
'do corn o emprego'do seu tempo des- tel
de a vespera, foi deitar-se, e guardou
debaixo do travesseiro a carteira con- .fic
tendo o cheque assigiado por Arman- co
do de Grandlieu. m(
Depois de algumas horas d'um som-
no que nao foray visitado nemn pelo es-
pectro de Alddonoff, nem pelo de Fan- jei
ny Lambert, %Fe4lpe levantou-se, yes- ba
no-se e chamou corn a a cdmpanhia o aim
criado de quarto. ad
Saio,-.disse-lhe, voltarei-ahi pelas sun
dez.e mneia...--Espero o Sr. Octavio vol
Gajd para almogar, As onze horas... de
-Qiie tudo esteja prompto..." coi
Quantos talheres, Sr. barao ?... trw
S6 dous. torI
Bemrn, Sr. bario... t vdr
-- Agora me lemnbra, =tornou Felip- de
-po-ponha na mesa cops de viaho de
Rheno... Bebgremos Johannisberg.
"-! Sim, Sr. baro... i
O profundo respeito, a confianuga illi- fri
mitada que certas creataras absobula-
mente leaves inaplram ou antes iamp6em P
ao mais abominaveis I.atifes 6 coma
igular, vma indiscutivel.
4 mQ It os miseraveis paramqdemf
a hoRmi ao eiswseem na honra do
outro? -
Apontamos o facto sem tentar axpli
okr0o.- ; "
4 .


. -" "- r'* '
C eL .., .,..pWood, a .wf e uoMa, MlidAt


diad mwfako <^S &J
promettimento, qtv etle d(
noSo paiz homo basca out
da America.""


Convdm desafiar a'ool.misaa pon-
tanea; e s6 conhevo.precedentoe oa.
meios ne aponto ; just" pama gaa=-
hir a vida e a propriedade, e liberdifu
real e effective para todos osdireitos.
- Reputo a irnmigragdo official um obs-
taculo A imnmigramco p9pontanea ; por
que emquanto o estadosuibsidiaraquel-
la, esta terA por adversaries na Europa
todos os interessados hos contract, os
quaes procurarao nembaramar a vind, -
do colono A sua propria expense. .4d i .
pertando-lhe o desejo de vir A custa & -
estado. ,


S0 colono trazido por contrato vem"
corn iddas de exageradas vantagens saS-
citadas, se nao promettidas, polos agen-
tes de colonisa~a-b: e como nao encon-
tram a sonhada realidade, desgostam-
se, muitas vezes abandonam as colo-
nias, a iuat sempre sao pregoeiros de
mas n 1c9as, que mandarnm pa o soeu
paiz, onde e pessimo contra nos o effei-
to dellas. Dahi segue-se tornarmos
mais difficil e colonisacao. (Apoia-
dos.)
Ainda por este lado cdnsidero defei-
tuosa a colonisagao official : ella ja
teve a sua epoca; agora 6 tempo de pa-
ralysal-a.
0 SR. BARAIo DE S. DOMINGOS :-E' o
que estIa fazendo o nobre Sr'. ministry
a agriculture.
0 SR. ALENCAR ARARIPe : "-Sobre
locagdo de services, ja aqui corm o meu
illustre amigo e college o Sr. barto de
Anadia, que me oive, offereci um pro-
jecto na legislature transacta. A id6a
desse project nao foi ainda converfida
em lei; lotrme o project na poeira das
pastas das commiss6es.
0 SR. MINISTRO DA AGRICULTURAL :-
Esta no senado.
0 Sa. ALENCAR ARARIPE :-Bern; en-
tao nutro a esperanga de que o nobre
ministrn nao deixara serm andamento a
idda, a qual ser-A pelo senado discutida
e decidida cornm aquella saledoria e cri-
terio, corn que costuma proceder ti5
respeitavelcorporagabo.
Hoje 6 de absolute necessidade a lpi
de locacao de servigos, porque o traba-
lho desorganisa-se corn a extinccao da
escravatura, que em dpoca proxima aca-
barA: 6 precise substituir por nova or-
dem de cousas o regimen antigo.
No regimen da escravidAo o senhor
manda corn absolute imperio ; portan.-,
to nao ha o que providenciar acerca
das relagoes do senhor do escravo;
mas no dominion do trabalho livre as-
sirm nao succede: o trabalho 6 resul-
tado de um contrato entire o empreza-
rio e o operario; os contratantes tem
direitos que devem fazer valor; e d'ahi
a indispensavel necessidade de regras
para esses direitos.


Temos a legislacgo civil, que rege os
ntratos em geral; mas essa legisla-
o, feita para tempos attrazados, e in-
fliciente para as actuaes necessidades
Strabalho quer agricola, qudr indus-
al, quer domestic.

(Continuar-se-ha)

nvencido de que o visconde cuinpria
sua palavra e nao "faria espionar o
estre na arte da extorsdo corn quem
era o negocio do:wegate das oaritas,
o hesitou em se presentar pessoal-
mente no balcaa do Banco.
Contaramn-lhe immnediatamente o mi-
do.-Metteu as notas, divididas emrn
igos de cern mil francs -cada urn,
ima bolsa de mnao de.que se munina
pressamniente, e voltou para a carria-
m que o espertva ao canto formado
la rua de la Vrillidre e rum do Banco.
A's dez meia em ponto,-como an-
nciara,-Felippe recolhia-se : casa.
0 criado esperava-o na ante-camara.
Como no dia da visit do garibaldino,
te criado nAo abresentava a sua
ysionomia habitual.
- Que tern ?-perguntou-lhe Croix-
eu. 0 que quer dizer essa cara cons-
'nada ?...
-- E que creio que o S bario nio
ari content e ralhar i mmigo, e
mtudo tenho fa consciebia de nao
erecer nenhuma reprehen ..
- Em fim, explique-se!-Lt que ha ?
Apresentou-se agora mesrto um -..
to insistindo para fallar corn o-Sr.
rdo de quem pretentte sw omelhor
igo...--o qel*baatt me a bvia :de
Imirar, poriqae nunda oVi !-IQuii di- .
adil-o da viSta, ou pcio meftosm fazel-.
ltar 'mais tarde,- mas. rtiao hbOve-mei "
o fazer accommodar: -ali -ri :,-
rn a colera do r. barao se. o in--
aduzisse irnrn memfin tk qe
rna e porque dIe... lli
i, j.a farto de resistir, acabW.
r. .
-De.modo quo tate visla -
- Esti no ,sal'o let!o oi...
-Esli tIeadoo 6
Croix-Dieu seatlia am p cale-
o. .
Acudio4.aa ida dmi. esi'iarniado,


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