Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15447


This item is only available as the following downloads:


Full Text









f".+I .wo '..i+++# .+ ......
/ ,: +,;+++ ,++ : + 1
~~~~~~~.1 +, ++' '+ +


v-il


* 6 -.~ *
.,8
g a u a, .,


.. .- -
* '^ '~ ^ ^ v -. '- ^*..'. -'* 1-


* .e k ,


i' r-A purar o D ario)

ROXA, :2 .4dnar-o (retardado.)

*Sr. Depretlr fol iuncaAmbido tila or-
aiaacm- 'de unm novo gabinete.


(Traiwcripgo)

CAPITULO VII
MACHINES SIMPLES
(ContinuaCgo)


Para haver equil;brio neceessrio que a/frca
LOXDRES, 24 do mar~o (retardado.) Pmhvrequiri 6 .OeS~i quoa..r
LO S~, 24 de119e0 (retardado.) ,ercida na extremidade livre seja tal que equilibre
a roldana e o peso que ella supporta. Qual essa
A eanara d o commnv n* regeitou, fova ?'
Os dous extremes da corda sao parpllelos; a
Spapa ta relt a a exeimtas .4 ebrda fixada na trave estAi debaixo da acuqe de
Maisa ofe amar dosx lords* uma forfa que chainaremos P; mas a tensao da
corda do um lade e igual A da corda do outro ladeo
CAIRM, 28 do marvo. porque amnibas estao debaixo da aecao da mesma
jborV. Estas duas forias de tense das cordas
pWtldarlos da oIahdi forain re- teem uma resultante igual a 2 P porque cadauma
1eas tropas Ingezas a46 and'elhs d igual a P; e esta resmdtan t tern de ser
Il ea tropa inlezan ate as igual e contraria a Q para o equilibrio se realisar,
la s* .iito 6:


LONDRES, 29 de marpo, d3 manhil.

As tr"a do general Graham en-


fwrara em Sonuakim.

I Agenda Havas, filial em
29 de margo de 1884.
i +-L_.^ _-


Pernambuco,


Q=2PouP=-


D'onde so vY, pois, que a potencia que actna no
extreme livre da corda 6 igual a metade da resmis-
tencia que offerece o cprpo suspense no gate da rol-
dana.


(Continia).


PARTE OFFICIAL


Governo da Prviiacia

A cemn que o Eo Sr. President Desenimbargador Jose Manoel

S de Freitas, abri a sessio da Assembla Legislativa Provin-
cial de Perma bm co, no dia I de maro de 1884

(Continuaao)

SANTA CASA DE MISERICORDIA DO RECIFE

Esta corporacgo continia a prestar corn zelo e dedicate seus servings aos des-
validos, mantendo o Hospital Pedro IL, Casa dos Expostos, Hospital dos Lazaros, Hos-
picio de Alienados, Azylo de Mendidade e Collegio das Orphas.

HOSPITAL PEDRO II
^ .. .-. ~ ....* .- i- l^ 7A. ** ... f
o0 ervm fanita&rio est. a cargo do un director, Aresa medicos e e tiwragtes
Salmm de dons medicos que exercem gratuitamente as clinics de partos e ophtalmolo-
gica. Tern 1 pharmaceutico e 2 ajudantes, 1 dentist gratuito e 1 capelllo.
O pessoal da direcco e serving intern compoe-se de 16 irmAs de caridade,
1 porteiro, 26 serventes e 7 lavadeiras.
S 0 movimento dos enfermos em 1883 foi o seguinte :


Existiam .
Entraram .
Curaram-se .
Falleceram. .
Ficaram em tratamento. .
Na sala de maternidade, quantoa's parturientes :
Existiam .
Entraram .
Sahiram .
Falleceram. .
Existem .
Dos parvulos :
Existiamn .
Naaeram .
Sahiram .
Falleceram. .
Nasceram mortos. .
Existem .


467
3,682
2,973
848
328


Into declarar-vos que nao foi possivdl, A vista dos compromissos da provincia,
Sdespender por conta dos emprestimos de mil contos de r6is, alludido polo art. 23 do or-
9* amnento vigente, a quantia de 30:0006000, para a fundagao do hospital de variolosos.
? E' este entretanto um assumpto, cuja solugo, por sua nataureza inadiavel, deve
*.-I se prompt.
+ 1 "Assim que, eston de inteiro accord corn as judiciosas considera9ges feitas pelo
S Exm. provedor da Santa Casa em seu minucioso relatorio, do qual transcrevo o se-
gruinte trecho:
1 Mencionar apenas a existencia de enfermaria de variolosos dentro de um hos-
Spital, como 6 o de que so trata, onde se recolhem individuos ataeados de diversas mo-
ot onde se praticam quasi sempre operables importantes, 6 bastante para so deixar
betm as alada a necessidde urgent da sua remo~go para outra localidade D'este
au naptoa, que consider da maiwj importancia, tenho largamente tratado, tantas vezes
I u w 49 s s reatoriosl que hei apresentado, e nunca me can9arei de fazel-o, tal 6 o
quatro doloroso, que eeta sempre a repetir-se, do succumbirem victims d'essa cruel
coamoliaD muits indiiduos Ji em via de restabelecimento, de operates, A que so
uaviam sablotad ou de tr elestias, de que se julgavam curados.
SNo interests, em que a acha empenhada o junta, de remover tao grande in-
qmveaiente, dirigio-se ao ministry plenipotenciario do Brasil, em Washington, conse-
i heoi Fedippe Lopes Netto, pedindo-lhe informanes sobre os pre9os dos hospitals
q o exudai44 de junho co ia,
966-* do dOa esulao em ew-York, jA do que e havit
I qn -Mrtro tew i wbre o mesmo assumpto, que esses hospitaes ,
++t do ik4ofrs B apeidade paria 200 leitos, corn mobilia propria, e ao a
&4 a1'B ilsta oesta de 80a l100jmil dollars, al6m do frete, parecedo
We"io tal pelo1 seu alt prego e pela pouca dura odao

+:-t+ i e ,-se qao cada hospital barraca viria a ficar aqui pot
m. 6 todo0 eso seria sempre um hospital provisorio.
Dedifio a lvawd!e" pretengao; mas nao pdoe deixar A margem a id6a di
|I $A i s varialoso, emiowo d'aquelles pebresdoontes-do has-


posm~ivd reoesvr-se d
r, nao. temn taimbent
ni esmopre B
Odua&~ iioflr


Thesouro os20:000MQ votados, como
jut tomato resolucao alguma sobre
quautia 6 ineSufficientpare t construe-
iado a tal mister, sendoA de eosperar que
eoo quantia a:0O0600(, afim de que
WX V6nha A fiear e4 letra mort%, como
Kiantia~otada.n .


das armas: .
das armas:


2
220


SB e xp tasa ... .- 42
5
Foramg itregues as armas .. 12

Morreram 27
Existem ". .124
Ainda nao foi possivel.augmentar oa .commodos do edificio. Da agglomeragAo
de pessoas cm numero superior A capacidade do estabelecimento result prejuzo contra
a gyginene, por serema alli frequentes as aphtaluias, anemias e outras molestias.


HOSPITAL DOS LAZAROS


0 pessoal do estabelecimenlo compoe-se de 1 regente, 1 medico,
enfermeiro, 1 cosinheiro e 2 serventes : sen movimento foi.o scguinte:


1 capelluto, 1


Existiam 30
Entraram .. 12
lrrera. .. 2
ris. -. .... 35
Cmoii Nespocta=i cuo d idigi#do Hermann a Santa Casa
mandou conu itlet&a da caqe la o-intorAmaico, gradqaro cro,
pintais l 0 44"
IDeiae g to, de ser execute par, fal de recursos a obra, porven-
tura mis urgente e necessaria, do assoalhaanto das enfermarias, cujo ladrilho, per
star velho e esboroado, as torna humidas e infects.


HOSPICIO DE ALIEtADOS

0 pessoal do estabelecimento compte-se 1e regente interned,
medicos, 7 guardas, 1 porteiro, 1 barbeiro,1l cosiheiro corn 1 ajudante
nJ UvncUL~LaLnU UU UI.Ja"LLv~n* Lw % L %uq% p.AaQ'% fL


4 capelllo, 2
e 4 serventes.


vj luvimeutu cu oeie noUCBu auuo paoscau ]L"-.
E trn. ( te1s 1. --, 47
Existem. ( l heres. 40
Entrara C h ens 86
jEntraram 1 *0 / ,a.. 71
I ( TO l[res. 71
+ ( cuarie. .49
S Sahiram ( o. 49
n ( ucurados 4
h. en 23
r Morreram h n 3
( mi Ieras. 31o
Existem 137
Durante anne fizeram-se alguns melhorai s ,ts o odificio, que ficou, do lado
sul, cercado per um muro, estando a construir-8 o ctt 14 d 0ivi'rios dos quintaes doa
homes e das mulheres, onde ficarA a lavandoria .
Preparan-se 18 quartos, send 12 de segc r a e 6 pars penaionistas, e urma
sala mortuaria, provisoria no interior do edificio e
Por ser mais economic., a junta abandon o gaz carbnieq, preferindo o ke-
zone inexplosivo para a illuminaIo do hospicio.
Vai ali ser montado um apparelho de du ja comprAdo.
0 hospicio estA ficando infeccionado, por < a das exo ahoes do deposit de
materials fecaes e os asylados ja experimental o0,e1 itos da aga, de mA qualidade,
.Ta ,ovlis dorns-m s s, Go prejudiciaes l4rgiee- do etabelecimnento e a sauda
dos asylados, 6 de mister supprir o IhospGio de bt* .* rn. ayat~ma convenient
de esgotos. Para isto, que 6 urgent e indispensavel, a Santa Casa pede e espera,
que concedais um auxilio de 40:000000. '

ASYLO DE MENDICIDADE

Tern esses estabelecimento 1 director, 1 mediIo, 1 capello, 1 mordomo interno,
1 amanuense, 1 porteiro, 1 enfermeiro, 1 enfermeirq e 4 vigias.
Em 1883, quanto aos asylados :
Existiam 148
Entraram 168
Sahiram 113
Falleceram. 67
Existem 136
EstAo em born andamento as obras do raio aorte do edificio, concertou-se a ca-
pella provisoria: collocou-se ura escada de comiaunicagaoo internal e executaram-se
outras obras de menor valia.
Em 23 de fevereiro findo approve a delibora9ao pela qual a junta administra-
dora da Santa Casa elevou a 1:0006000 e a 800$00 os vencimentos de enfermeiro e
de porteiro do Asylo. Tambem approve o contmato feito corn Theodore Orestes de
Mello para exercer, mediante a gratificaglo annual de 360#000 o lugar de sachristio
da igreja do Paraizo que era provide polo continue da Secretaria da Santa Casa, per-
cebendo igual vencimento pela accumulaqao.

COLLEGIOS DA6 OiPH0 S

E' dirigido .por 11 irmls de caridade, terxo 1 medico, 1 capella'o, 1 professor
de music e 1 servente.
0 edificio estA em condigoes regulars de alseio e seguran9a.
0 Collegio tern 172 educandas, sendo que n 1883:
Existiam 190
Casaram 7
Sahiram .- 9
Falleceram 2
Ha 28 Yagas que tern doixado de ser pieiachidas, por nao o permittirem os
recursos do patrimn*io.


SECRETARIA DA SANTA CASA

0 escrivio da Santa Casa 6 o chefe e director do service da Secretaria, que
compoe-se de 2 officials, 2 amanuenses 1 poiteiro, que accumula as fiincoes de
continue.
A Santa Casa tern dous advogados para defenderr os seus interesses no Recife
e em Olinda e 2 cobradores de rendas nas mesmls cidades.

SERVI9O FUNUBMO

A arrecadagKo de taxas no anno lfindo attingio a 10:229#000, sendo esta quan-
tia inferior em 2:300)000 ao product do ano. anterior.
- ^ Julgo convenient submetter a vossa considerato o trecho do relatorio do digno
provedor, relative as
4 FINANMAS DA SANTA CAA

a A caixa dos estabelecimentos de caridade fchou em 31 de dezembro findo
corn unm deficit 'de 4.:33 7Vi; ado A 1o corn o de 1:47-550; do servigo fune-
rario, por6m, corn umrn sddo de 43:526I64 ea do deo e1 ode 17:586394; a de
0 4 0-e 7:8#394;
orphaos corn o do 7:53746; a da drainage corn oe 5:65W4j311.
a A caixas enm que ha deit foan supprimdas las outra. D'entre aquellas,
a dos estabelcientoo'deocavdad e 6 ains erada 4.dospeze, pr isQuo
ella corre tocdo a ervigo post papitaes Pedro Ji e Lazaros; cm o a ospicio
de Alienados e a Casa C ipoost.
S: -0 G+e:. omoe., q;S V.-ExpU. aob a xi de10000


r prestOga


@ a Awemrbl&,Pro-
rOoan o isposto de
lu*to do -imlsto de


i 4 j- + e


10 --
Bacharel Ezequiel Franco de SA.- Como re-
quer.


ACTA DA SESSAO ORDINARIA DA CAMA-
RA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIPE,
EM I DE MARCO DE 1884.


V 17 -- Il;
Jolo Baptista Gonqalves Lima.-Come requer. PRESIDENCIA DO SR. COMMENDADOR MORASS
Maria Gondim.-Como requer.
a 18i.- I No dia 1 do mez de marco do anne de 1884
Felippe Benicio Correia de Figueiredo, profes- achando-se presents As 11 horas da manha
sor publico.--Cumpra-se e registre-se. no Pago da Camara Municipal da cidade do
Bardominiano Nilo dos Santos Ferreira Barros, Recife, os Sr. president da mesma, commendador
professor pubhco.-Encaminhe-se. Jose Candido de Moraes e mais vereadores, faltan.
19 do os Srs. Drs. Goes Cavalcante e Joao Augusto,
Manoel Marinho Cavalcante de Albuquerque, por estarem corn assento na Assemblea Legislati-
professor publico.-Certifique-se. -va Provincial, occupou o Sr. president a eadeira.
Generoso Jos6 de Moura --Certifique-se. competent e deelarou aberta a sesslo.
Amaro Augusto de Barros Correia. -Cumpra-se, Lida a acta da astecedente, postal em discussion,
e registre-se. foi plenamente approvwla e assignada.
Jcit 20 Entrando-se na primeira parte dos trabaihos da
Jacintha Candida de Alencar.--Certifique-se. sessio o secretario apresentou s despaches da
Ignacio Francisco de Barros Leite.-- Come re- anterior e atgumas redaeces de officios, dirigidoe
quer. i A Presidencia, que foram lidos e approvados, sea-
Idalina Porfiria do Anaral, professor publics. 'do tudo asaignado. -
- Justifico em virtude ,de autorisagio da Presi- f Apresentu mais o expediente contidoa paPta
denciada provinade 19 do eorrente. antesdaaleitura do qual, pedmdo e otdo o Sr.
Amalia 1Prudencia Lima da Rocha, professor tenente Viegas a palavra, pela ordemnjqt wn. a&
publica.- Justifico em virtude da autorisacao da necessidade de se mandar proceder cw s eea
Presidencia da provincia, de 19 do corrente. R aos concertos da estrada municipal, lqucouduada
Adelaide Rosalina Bittencourt Barbosa, profea- Imbiribeira a oa Viagem, e na do Abol jlto-.
sora pubic&.- Jutico eom virtude de autoriss- approximar-se o minvemno, e send prebentes o or-
&o da Presideoia da ~ovincia, de 19 do cor- 9amentos respectivos, feitos pol genioroe
rente. quakes foram approvados, se anda4s affixar edi-
Se oretaria da Instric9!Io Publica de Per- takes paraa arremataao desass ola-Asuim a
natbuco, 20 domar9g.o do1884." resolveu.
nbuo, 20 de de 188 Q Sr. president disse que, ahopdor-se con as-
Sporte"ro, sento na Assemblea Provincial e SrBi. vereado-
J. Au stode Mdo. res Dra. Goes Cavalceante e Joao A uA to, qu
-m eram membros de algumas comes, era aeese-
..~" l"o t a 1 j sario substitail-4s, e nome a qu-6 encaeada
e a de dar parecer sobre as de Joqi Si-
Seao 2&&. 84 T.- Beerearia de Policia de colao Ferreira e Ludovi&-06 da S02vs r1
Peanawbe5o, 29 de m I84--ll. & E rentss so ibatimento de0o .. Pars +
iSr.P-iN aV. forum hontem ee Mercdo de 3. Jose os Srs. Dr ..jas_,..g: oii:
41i0 C%" Damat Barite Bego.
... .oen sa ds
d.-eao .da d[.tresc ar
6 Sill* jr.DrJea
M ni -1 sa siti U 'S r J:


I


*1


- -- -- -


m


w-


cuzetancias financeiras d'este patrimnonio; d'ahlii pois, o deficit ce 48:373,791, quo
4eiaei notado existir cm 31 de dezembro findo.
9 O cofre dos orphios, si figurou n'aquella data, corn um saldo de 7:534R746,
6, nao s6, porquu estavam por pagar as mensalidades da Colonia Isabel, de agosto &
.dezembro, como porque. ainda se estao a dever 3:800;5000 da reedifica91o das casas
us. 45, .47 e 49 da rua da Moeda e 2:500000 das casas ns. 16 e 18 da rua da Sen-
zaila Volha.
( Sondo a unica fonte de receita do patrimnonio dos orphaos, a renda dos
predios 6 de indeclinavel necessidade o concerto d'estes, para que nao seotornem inha-
bitaveis, come estava a succeder corn os de quo se trata, cuja reedificacao era, ha
minuito reclamada.
0 cofre do Asylo, denunciando umi deficit do 11:407A.550, justifica a provi-
dencia que tomou a junta de suspender quasi todas as obras do radio em construc0o e
igualmente a entrada de mendigos para o estabelecimento. As causes occasionaes
d'esse deficit sao bemn conhecidas: de uma parte a suspensao do imposto de consume
e da outra a reduc~co dos 3 o/o, que percebia o Asylo para 1 1/4 votado no actual
exercicio.
S0 cofre da Drainage 6 onde se recolhem as quantias recebidas dos inquilinos,
das annuidades do servigo dos apparelhos, cujo destiny e serem applicadas ao paga-
mento do Thesouro Provincial, que; por sua vez paga A Companhia Recife Drainage.
0 cofre do serving funerario, por onde correm as despezas -corn obras do
Hospicio de Alienados, 6 precise dizel-o, 6 o que mais tern supprido, assim comno o de-.
posito, as caixas deficientes, e si isto nIo fora, ja se teriam fechado alguns estabeleci,-
mentos e at6 o proprio Asylo, outr'ora de saldos tao abundantes.
( Em vista d'este estado poucO satisfactorio 6 de esperar que a Assemblea
conceda tambem uma siibvenqlo ao Hlospital Pedro II e ao dos Lazaros, unicos quo
foram excluidos d'esse favor no exercicio corrente, que vote nao s6 a quantia de
50:000000 para o hospital dos variolosos, 40:0006000 para a ohra da canalisaco
d'agua -e esgoto de materials fecaes do Hospicio de Alienados, como preferencia para
a extrac.o de' 48 padres de loterias.
1 ecobidos os legados deixados ao Asylo de Mendicidade e ao Hospital Pedro II
e dos Lazaros polo commendador Elias Baptista da Silva, 6 de esperar que entao esse
estado de cousas venha a melhorar: por ora nao 6 possivel, porque takes legados slo
constituidos em predios e titulos de que se recebera apenas a renda e o premio e s6
n'um future mais remote poderAo esses rendimentos espancar semelhante deficit.
Concluindo as consideraoes que ahi ficam expendidas, nutro a esperanga
de que V. Exc. se dignara de aprecial-as devidamente, empenhando-se para que sejam
concedidos pela Assembl6a Provincial os auxilios, que em nome da junta administra-
tiva pego para que nunca falte aos infelizes necessitados os soccorroside que carecem. D

COMPILA(AO DAS LEIS PROVINCIAES

Ainda nao tendo sido concluido e impresso o trabalho da compilaho das leis
d'esta provincia, pe9o e espero que restabelecereis, corn o precise credit, a autorisa-
91o conferida pelo art. 13 da lei n. 1,713 de 28 de julho de 1882, attenta a necessi-
dade e vantage ao servigo public da referida compilagAo.
(Contina,)

Inspete0rla Geral da InstrueCio fazenda, Manoel Jos6 da Costa, th ulterior deli.
Pubflca beragao daquelle juizo.
DESPACHO8 DO DIA 5 DE MAR90 DE 1884 A' ordemn de subdelegado do Recife, Manoel
Jose do Nascimento, por se aehar incurso nas pe-
Maria Digaa Nunes Vianna.-Como requer. nas do artigo 19 da reform judiciaria; Jose
Jesuino Firmo de Azsevedo, professor publico.- Faustino da Costa e Luiz Joato Ferreira dos San-
Cumpra-se e registre-se, e marco o praso de 15 tos, por di.turbios.
dias para entrar no goso da licenqa. i A' ordem do de Santo Antonio, Josepha Rita
6 Wanderley, por embriaguez; Eudoxio de tal, Ma-
U4olph Coolano ]ezerra.Cabral, profeo8r noel dos u eis SantAnna, Manoel Francisco de
pub ic;-Eiacamainhe-se. Mello, Benedicto Soareu LimUa, Frauciseo de Me-
7 nezes, Herculano Pereiria de Lima, Jo.o Gomes
Jeronyma Francisea da Rocha Paula.- Como dos Santos, Antonio Francisco Gomes da Silva e
requer. Cosmine Joaquim dos Santos, por disturbios.
Maria Pessoa Cavalcante.--Como iequer. A' ordem do do 1 district da Boa-Vista, Geor.
o a o a, p c ~ ge Hallegrum, por disturbios.
Isidoro Marinho Cesar, professor publico.-En- Ante-hontem, is 7 horas da noite, e em terras
caminhe-se. do engenho Tiuma, no district de S. Lourengo
11 -- da Matta, um individuo de nome Florencio Ray-
Vicente Ferreira de Franca Carvalho.- Come mundo, conhecido por Flor, encontrando-se corn
requer. Alexandre Luiz de Oliveira, soeu compare, den
Jose Jeronymo Bustorff.--Como requer. noste duas facadas, ferindoqo mortalmente.
Amancio Antonio dos Santos, professor pnblico. 0 offendido foi recolhido :"no Hospital Pedro II
-Justifico. para ser tractado ccnvenientemente; e contra o
Delmiro Sergio de Farias.-Como requer. delinquent, quo evadio-se, procede-se nos terms
12 do inquerito policial.
Francisco Lucio de Castro.--Como requer. No dia 20 deste mez, foi capturado polo subde-
Anacleto Publio de Moraes Carvalho, professor legado do district do Brejao de Santa Cruz, do
publico.-Encaminhe-se. term de Garanhuns, o criminoso Sabino Ferreum
13 de Azevedo, que osti pronunciado na provincial
Jos6 Barbosa da Cunha Moreira, professor pu- das Alagoas como incurso nas penas do artigo 116
blico.-Em virtude de despacho d dsta data tcam do codigo criminal. --
abonadas as faltas dadas pelo supplicante. Polo suldclegado do district de Palmeira de
Barddminiano Nile dos Santos Ferreira Barros, Garanhuns, foi tambem capturado no "dia 17 do
professor public. Cumpra-se e registre-se a corrente, o criminoso Jose de Goes, conhecido por
apostilla infronte. Sambrango.
14 n Este individuo, que era o terror da comarca de
Adelaide Rosalina Bittencourt Barbosa, profes- Garanhuns, 6 criminoso de duas mortes, varies
sora publica.--Cumpra-se e registre-se. roubos, tentative dei.morte, rapto e defloramento.
Anacleto Publio de Moraes Carvalho, professor O subdelegado daquelle district 6 o alferes do
publico.-Justifico em virtude de autorisacao da corpo de policia Paulino Antonio de Souza Ayres,
Presideucia da provincia, de 12 do corrente. a quem nesta data mando louvar por tie impor-
Francisca Xavier Cavalcante Vellez, professor tante capture.
publica.-Justifico em virtude de autorisacao da Dous guard a V. Exc. Ilim. e Exm. Sr. desem-
Presidencia da provincia, de 13 do cerrente. bargador Josd Manoel do Freitas, mui digno pre-
Anna Emilia de Miranda Henriques, professor sidente da provincia.-O chefe de policia- Ray-
publica.- Justifico em virtude de autorisac.o da mundo Theodorico de Castro e Silva.
Presidencia da proviucia, de 12 do corrente.
Francisca Joaquina de Oliveira Campos-Como Cauuara Mlunnlclpal
requer. .


I































Sl Qae em virtude do facto, ocoorido coa o fi0 -
da fieguzia de S. Frei Pedro Gonalves do
aeele, resultando do conflict, que teve no cum-
.mu.. to dos seas deveres, corn umn earroeeiro, um
in to u'este, mandou que o dito fiscal infor-
xansie minuciosamente sobre esse fact, o que foi
afeito, e andoun publicar no jornol da casa essa
Paa ea diseussao a material, o Sr. tenente
Viegap maundou A mesa e justificon o segainte re-
querimento:
SRoqueiro que por portaria se recommend ao
fisesl do Recife quo seja mais eomaedido e docil no
dewmmopeno dos sens deveres. S. R. Em o 1I de
maro de 1884. Viegas.
Poseto em disesso eate requerimento, foi appro-
vado, votando contra os Srs. cgronel Decio, tenen-
to-emnel Octaviano de Souza, Drs. Correia de
Aamujo e Jose Osorio, e Natividade Saldanha ;
abstendo-se de discutir, e votar o Sr. commenda-
dor Neves.
Ordenou-se a expediclo da portaria.
Coatinuando o Sr. Dr. Jos6 Osorio corn a pala-
vra, participou que tambem mandou publicar pelo
Diano a informacao do fiscal da freguezia de S.
Jos, exigida acerca de am oatroe fato alli occor-
jada.
Apresentou e declinou parm a Camara o.despa-
ebo a treplica de Jos6 Botelho de Resende, que
reelamava contra a exigencia do impostor, que Ihe
4aram por uma baixa de capim, que tern em seu
quintal usna rua da Horam n. 24.
Postal em discassao aj materia, resolveu-se pelo
indeferimento.
Apresenteu maims, declinando para a Camara, o
despacso i petio do talhador Vicente de. Paula
J ,sto, quae reclamava contra a exigencia do pa-
gamento do imposto pela sua profissAo, referente
ao anno passado, em que per doente a nao exer-
em.
Posts em discussion a material resolveu-se pelo
indceferimento, contract o vote do Sr. Cussy do
Rego.
Sujeiton mais A deliberacgo da Camara o officio,
que dirigio em 9 do mez, que acabou, o engenheiro
d'esta Camara, no qual pedia permissao par& ad-
mittir come collaborador gratuito a Henrique de
Siqueira Figuciredo, visto achar-se atraiado o
servico da escripturagao de sua repartigao.
Posta em discussao a material, accitou-se o of-
fereceimento do service gratuito de Henrique de
Siqueira Figueredo, como collaborador no escrip-
torio do engeaheiro desta Camara, contra o voto
do Sr. Dr. Barros Rego.
Apresaento u ainda o officio do mesmo engenheiro
datado de 28 do mez findo, requisitando diversos
Siastrumentos para os trabalhos da sua reparti9a@,
e especialmente para o servico dos melhoramentoz
das pracas Pedro I, e patco do Paraizo, no qual
officio proferio despacho no sentido de ser a des-
pazz feita corn os objects requisitados, per conta
da verbal orgada para o trabalho dos nivellamen-
tos ; o que sujeitava a approvagio da Camara.
Disentida a material resolveu-se que fosse man-
tido e despacho do Sr. Dr. commissario de policia.
Finalmente apresentou a peticao de Penna
Motta & C. requerendo a entrega da police de
1:000A, que deixaramdepositada emmao do procau-
rador da Camara, visto' acharem-se exonerados da
obrigano, que contrahiram por forqa do contract
da limpeza public, para cuja garantia a deposi-
taram
Postsa em discussao a material, fallaram sobre
ella alguns Srs. vereadores, entire elles o Sr. Dr.
Burros Rego, o qual opinou polo indeferimento
p1lo fundamento de que a elles cumpria ainda li-
q-aidar o plantio das arvores, sea-gundo o contract,
cmin o que concordou o Sr. Dr. Jos6 Osorio.
Em sentido favoravel, por6m falloa o Sr. tenente
ViL o qual disse cqi, n3a.teinm& a Camara ke-
con.i3cido o contract, correndo n'este sontido um
pleito judicial, nao se podia prender a cauqao
prestada a Camara por virtudedas condi5es d'esse
contracto : nao comprehendia uma til solu~ao. e
por tanto requeria que se declarasse que votava
pelo doferimento, isto 6, que seja entregue a apo-
lice por coherencia da Camara, pois podia atW
servir isto de trica forense, ou chicana contra a
Camara.
Posts a votos a material, resolven-se pelo inde-
ferimento, votando contra os Srs. tenento Viegas,
Padre Mello, Dr. Carneiro da Cunha, capital
Silva Neves e Cussy do Rego.
Os Srs. capitao Tormes e Dr. Carneiro da Ca-
ial requcreram verbalmente quo se officiasso a
presidencia, pedindo que pela repartihao das
Obmas Publicas se digne de mandar coneertmr e
agei:ar o ealnamento do entrocamonto da estrada
de ferro do Caxanga no lugar do Manguinho.
"Foi approvado o requerimento.
o Sr. Padre Mello, pedindo a palavra pela or-
dem. apresentou a resposta do fiscal da freguezia
do Poeo da Panella corn relaeao a casa do Sr.
Joao Duarte Carneiro da Cunha, que esta em
obra, e que polo exame A que procedeu na conta-
doria verifieou que estava regular a licenca; e
por isso 6. mandou archivar.-A Camama ficon in-
teirada.
Continuando corn a palavra o mesmo Sr. Padre
Mello, pedio a attencao da Camara por algumn
tempo, peis que ia desenvolver corn precisAo o que
havia colhido Acerma das irregularidades, e grandes
prejuisos no mereado de S. Jos6, entretanto que
o Sr. Cnssy tudo tinha occultado, deixando de
trazer ao conhecimanto da Camara, e at6 corn


pasmo geral, e indigua9ao public, acabava de
baixar urma portaria, ordenando que nenhuma in-
formnaio fosse dada aos vereadores, porque muito
conviaha ao Sr. Cussy (palavras do orador) ira-
Spedir a lz, para que o mercado continuasse nas
trevas.
Disse mais que, lhe constando, que W5 commis-
sario do mercado corn o zelo. que tern pelos inte-
resses municipaes, abrira uama syndicancia, refe-
rente a falta de oitenta medidas das que existed
naquelle estabeleeiento, esperasW que elle trou-
esse ao conheeimento da Camara ease facto cri-
minoso ; mas, come nao o houvesse eito, elle, em
virtue do mandate que se sachava revestido, como
vereador, pedira ao secretario que expedisse nma
portaria ao administrator do mercado de S. Jos6,
mra que informasse quantas medidas havia rece-
bide da procuradoria A contar* de janeiro de 1883
t6 aqueUa data, e que no caso de haver algumas
imprstaveis, e exhibisse recibo da prova, a
quem huvesse a entregado.
Q o anitrador em cumprimento d'essa
tera um mappa, do qual consta que
. xac medidas do meiodecalitro e de quar-
to; a q data havia remettido A seceo de afe-
"Ae 3, A dan quaes deixava de uhibir recibo
P me uki haverem dado.
Em Lpposioi isto, dime o Sr. padre Me#o,
*qaal s vt qae Al6 OfUcteo &mse. 0o Admmis-
trador, maa siam 2 nedidas .rw remettidas

ApreMt tambem uma informant* da seego
de sfmqei, deedkv m', e as medidas impres-
taokeb tinfmz ui" remdttidas em 1882, e nao em
18N,^ Como- affunmars 0 administrador, donde con-.
&W* UD ON D. &AS. dedai6, ebU je.o qde seo

(,A\.^ *'iei fiv )la, OaixB tent isido, vcmdaa


mmniWaUU' Ua -d eOa1o, e pOB<|
attribuindo-lhes immerecidamente fct i a
tern procedenei disse mais que por Tal-de 4 Oc-
casiAo nao tinhA dade conhecmnento a Camara do
resultado de ,sua syndicaacia cor rela Ta me-
didas desapparecidas, e conclhio d o que
se dava por exonerado do cargo deio
do mercado, e 'qu nao aeeitara per.
0 Sr. Dr. Barros Rego, obtendoei vra d-
senvolveu !argamente a proceden r ri-
mento em discussion, dizendo que no reconhecia
superioridade do commissario A qualquer Sr. ve-
reador, de mode que o Sr. Cussy se onsidemasse
autorisado para expedir uma portaria de tal or-
demi que o art. 26 da lei n. 1,394 bern define o
que dove o empregado fazer em cireamstaneias
takes; que o vereador tern inquestionavel direito
em vista da seu mandate oA tomar contas de tudo
quanto se referee ao bemrn star do municipio pois
que tern nisto uma responsabilidade; mas en-
tendia que o requerimento em discussion nmo sa-
tisfazia completamente a questao, por isso apre-
sentava um substitutivo, que alcanaava todas as
hypotheses de abuse dos Srs. commissarios, os
quaes s6 devem resolver, ou despachar, quando o
case for de tal ordem A nao se poder esperar pola
reuniao da Camara, e coneluio mandando A mesa
o segainte requerimento:
,x Requeiro o annullamento das portarias, pri-
vando aos vereadores o direito de informanao, e
que os commissaries s6mente despachem nos casos
em que possa provir corn a demora prejuizo ao mu-,
nicipis, ou ao particular. -Barros Rego. ,
Posto em discussao juntamente corn o primeiro,
o Sr. tenente Viegas, obtendo I palavra, sustentou
o requerimento por elle assignado, mostrando que
foi offendida a autonomia da Camara, que nao se-
ria capaz de resolver que os empregados se ne-
gassem A qualquer informacao exigida pelos Srs.
vereadores, como o Sr. commissario do mereado
teve a altive- (parm nao dizer outra cousa) de pre-
tender, expedindo semelhante portaria, que o6 parsa
si rmesmo de gradante; pois que tern porfim occultar
nseus actos as vistas fiscaes dos seus colleges; o
que Zinaudito, inqualificavel!
E' por isso que eu corn o respeitavel vereador
Sr. padre Mello apresentamos o requerimento, que
se dispute, como repressao a tanta ousadia; e como
o mesmo Sr. commissario do mereado nao teve a
menor consideraa'o aos seus colleges, tinha que
apresentar mais dous outros requarimentos, refe-
rentes a este mesmo commissario.
Quanto ao substitutivo do illustre Sr. Dr. Bar-
ros Rego, aceitava-o de prefereneia, porque corn
effeito o mais complete, e satisfaz plenamente as
suas vistas; porem que nao retirava o seu reque-
rimento, qualquer que fosse a sorte d'elle, pars que
ficasse registrado na acta come um stigma ao pro-
cedimnento do Sr. Cussy; isto posto, votava tam-
bern polo substitutive do Sr. Dr. Barros Rego.
0 Sr. padre Mello disse que subscreveria, ou
fazia suas estas palavras do Sr. tnente Viegas.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio, obtendo a palavra, disse
que em ultima analyse as accusagSes contra o ad-
ministrador do mercado sno, urmas graves, outras
por6&n insignificantes; era precise que em negocib
de tal ordem houvesse muita discripcao; peor isso
propunha a nomeagao de uma commissao de syn-
dicancia para examiner e dar parecer sobre todos
esses factors do mercado de S. Jos6, mandou a
mesa a seguinte proposta:
,, Proponho que em vista dos factos tr-azidos ao
conhliecimento da Camara pelo Sr. Yereador padre
Mello, se nomeie urma commissao para examiner os
mesmos factos, e dar de tudo conta A mesma Ca-
mara.-Jose Osorio. )
Discutida a proposta, foi approvada, em virtude
do que o Sr. president nomeon para compor esta
eommissAo os Srs. Drs. Jos6 Osorio, Barros Rego
o coronel Decio de Aquino Fonseca.
Continuando o Sr. Dr. Jos6 Osorio discorreu em
ordem a mostrar que a portaria do Sr. Cussy foi
corn cffeito exhorbitante; mas que o requerimento
uem discussAo, assignado polos Srs. tenente Viegas
e padre Mello, nao satisfaiz, isto C, nao da o meio
pratico de resolver a questao; e que por isso para
completar por sua vcz o pensamento do substitu-
tivo, propunha o segumte additamento:
SEmin complement da dcliberaao tomada pela
Camara, relativamente As portarias cxpedidas pe-
los vereadores, proponho que se communique A to-
das as reparti.5es ou secq5es municipals que nAo
so poem recusar a dar mformacoes a qualquer
vcreaior, que as pedir, quer o pedido de intorma-
cao va ou nuao por intermedio do respective com-
missario. Jose Osorio.
Encerrada a discussao e posto a votos o primei-
ro requerimento, nao foi app.rovado, votando a fa-
vor somente os senhores padre Mello, tenente Vie-
gas, Dr. Barros Rego e Natividade Saldanha, abs-
tendo-se do votar on Srs. capitao Silva Neves e
Cussy do Rego.
Posto a votos o substitution, foi approvado con-
tra o voto do Sr. Cussy do Rego.
Posto a yotos o additamento do Sr. Dr. Jos&
Osorio, foiiapprovado, contra o voto do Sr. Cussy
do Rego.
Os Srs. padre Mello e tenente Viegas mandaram
a meza o seguinte requerimento, e proposta, que
fiearam adiados para serem discutidos depois do
parecer da commissao de syndicancia.
Requeremos que a Contadoria apresente o
calculo de quanto monta a divide dos trabalhado-
res, Getulio Jos6 da Fonsena, Manoel Caetano dos
Prazeres, Line de Souza Ribeiro, Luiz Gonzaga
Moreira e Jos6 Marcelino de Oliveira, que foram


dispensados do pagamento das matriculas do ex-
ercicio find pelo eommissario do Mercado o Sr.
Cussy do Rego, o que feito, seja obrigado o mesmo
Sr. vereador A entrar para os eofres municipaes ;
visto come nao ha lei quo autorise tal dispenasa,
nao ser da sua competencia, e mesmo porque, ten-
do cahido em exercicio find, s6 a Assemblea pro-
vincial poderA absolver. G. R. Em 1 de maro
de 1884.- Viegas.-Padre Meluo.
x Propomos que seja obrigado o Sr. emmissario
do mercado A entrar para os cofres municipaes
corn as diarsa mandadas abonar ao servente Ma-
noel Alves dos Santos, que fora i service particu-
lar f6ra do municipio; e bemrn assim as diarias abo-
nadas ao servente Francisco Rozendo de Sonuza,
que desde o dia 27 de janeiro ultimo estava ausen-
te do Mercado porque as diariss 5 sio devidas
pro-labore. S. B. Em 1 de marco de 1884.-
Viegas.-Padre Melo.
0 Sr. capital Torres requereu verbalmente, e
foi approvado, quae se officiasse A Presidencia no
sentido de serem removidos os tilhos, pertencen-
tes A_.companhia de estrada 4e forro d Reci AIL
Olinda, Beberibe, que se acham na rua d AAU-
rora.
0 Sr. padre Mell& obtendo a palv, pa or-
,deom, apresentou A Camta o dspa profe-
rio na petico de Jose ereira Campos, q pedia
licenfa para zer o oitIo d- ma casa n. 96 do
largo dPaz em tudo cas defnte &o fk* .
Camillo Lings Chaves. &do o despaft.
Intormnou a Caaxit. qw a 40, s r"
do Estreita do Rosrio tA fawendo concertos 1.
verns a Ctor os qua eta que no" t qu


^hl^^ y^estewa v*P& iiltwt;iftf~i~
I'-bainexats eats ifo4 ao
a nashoro d e expediente
u ns dcc deo ohbetos que
seem ao e admi*btrador na
uA q f do wa de S ac onde
hbitara, para a casa, em que seL aha : send ad-
miravel que S. Rvdma., apenas tivesse duas alas,
-algaxis Elivros.
Nao ime n s exacts a informal le oae se s
serventes se nao tivessem occupado em car .ar A
cabea, -e nas horas do eip4ente tud,
existed na es ocopads Rp=eteo r t .
ainda mai s que atL UImparam, ranmiespi am
dita casa, limparam e clcaramo quinl. ,
Quanto ao .0-E' tambern inexacta a informa-
91o, que presta ; por isso que entire outros, o co-
veiro Jos6- Vicente era occupado nas horas do ser-
vico nas eompras diarias para as casa. do por-
teiro, c do sacristao; e causa admira*o dizer-se
que este tern o costume de prover a sua despensa
por 15 dias, talvez de came, pib, etc., e quo enca-
pbllao administrator tenha sciencia disto?
Quanto ao 5.o--Comnquanto houvesse neeestda-
do de serem feitos os fogoes, que nunca foam .re-
clamados pelos antecessores do actual Aoello
administrator, corn tude takes eonstrmcoes na& po-
diam ser feitas sem autorisago d'esta'lllUma.ia-
mara, a sciencia do respective Sr. commissario- e
muito menos a de uma cacimba na casa, que 6
occupada pelo porteiro, empregando se em tudo
iseto o material pertencente ao Cemiterio, que nao
6 tao pouqo, como presume o mesmo capellio ad-
ministrador.
Quanto ao 6.o-E' ainda inexacta esta informa-
cao.
O capellao adniinistrador nao cumpre sens de-
veres A aprazimento das parties; e attesta'eitre
outros, um facto estupendo praticado dentro de Ce-
miterio emr presenca de muitas testemunhas, e
e o seguinte:
Ha cerca de um mez, ou mais, veio da freguezia
de S. Jos6 urn enterro corn acompanhamento' de
uns pretos; chegado ao Cemiterio, um dos que
acompanhavam, e que, serm duvida, seria parent,
ou amigo do morto, dirigio-se atteneiosamente ao
Revd. capellao, e disse que o corpo nao estava ain-
da encommendado, e que o Revm., fizesse o favor
de o encommeadar. 0 Rvd. capellao -A isso se re-
cusou; e porque o preto disse que faria corn que
os jornaes noticiassem o facto, foi maltractado corn
palavras, e ameagado, de ser espancado; o que
teria praticado o Revd. capellao, que mandou to-
car chamada de serventes, se o pobre preto nao
fugisse correndo!
Ora, um facto d'esta ordem em presence de tes-
temunhas revela o character do Revd. capellao, e s6
prova que S. Revma. nao serve, nem p6de servir A
aprasimento das parties, tanto mais que niao cum-
pre suas obrigacoes, seado inexacto que na ca-
pella do Cemiterio diga as missas A que 4 obriga-
do, principalmente nos domingos, dias antifica-
dos, como podem attestar as pessoas residents
em Santo Amaro, em cujos dias vai quasi sempre
o Revm. eapellao passal-os inteiros na teguezia
do Po~o da Panella, no Monteiro, em 4pipucos,
como fez nos dias 1o e 6 de janeiro d'est anne, e
em outros.
E' o proprio capellao administrator, tue, res-
pondendo i este quesito, se condemn, dizendo que
so deve permanecer dentro dos muros d4 Cemi-
terio das 6 As 10 horas da mauha, e das 3 As 6 ho-
ras da tarde, e que tern lives das 10 As 3 da tar-
de, e a noite, quando prega os seus sermies.
Finge talvez ignorar que, aceumulandO os dous
lugares de administrator e capellao, s6 p6de ter
lives de meio dia as 2 horas da tarde, pomo se
p6de ver do art. 70 12, e art. 80 10 d regula-
mento do Cemiterio, como fielmente cumijrio o seu
antecessor.
Quanto ao 7.o-E' ainda inexacto o qu< inform
o capellAo administrator; porquanto em vista do
pedido do porteiro, que allegou star quai cego, e
embaracal-o algumas gitiranas, que hatianm, cm
sen trajecto da casa, em quo habitat para o Cemi-
terio, por isso o mesmo capellao mandou abrir um
caminho direlto, e limpo.
Depois porem que lhe foi entregue a portaria,
que lhe dirigi, e para occultar, mandou limpar
toda a campina do fundo do Cemiterio, que ape-
ias continha gramma, deixando o interior do Cc-
miterio corn mattos e sujo, como podtrA ser visto
por esta Illma. Camara.
Quanto ao 8.o -o que se cont6m na informacio
dcste quesito nao merece refutacao. I
Basta dizer que o capellao adminialgador nunci
pretended cumprir o seu dover nest1 ponto, e 6
prova que, em represalia, no momento em que re-
cebeu a minha portaria, cdamou o pereiro, que
estava servindo, e disse-llie pana que 'nhe vierse
communicar que, como principio da renosta, que
tinha de dar, despedia-o 4do servico, coimo fez e
admettio o ex-pedreiro, para assim continuar na
casa.
Quanto ao 9.o-Nao ignore que 6 de exclusiva
competencia do administrador de Cemiterio des-
pedir livremente o pedreiro, jardineiro, serventes; mas como o facto, que deu ljgar a ser
despedido o servente Paschoal foi puliico, e por
demaes escandaloso, e por motive estratho ao ser-
vi9o, entendo 3ever communicar a esta Jllia. Ca
mara, que aquilatara, come cntender.
Pela segunda vez o capellao addinistrador
mandou A p6 A Apipucos, carregado d( perus o
servente Paschoal afim de entregar i um sou


amigo.
Em apart disse o Sr. capitabo Silve oeves, que
foi um s6 perd, e a si remettido.
0 pobre servente continuousu o Sr. colonel De-
cio) enganou-se na entrega dos presented, e fel-o A
um outro amigo de S. Revma., tAo amigi, que tern
sido guard de certa cousa, que consdero con-
trabando, senio um crime.
Per tao simples motive, foi despedidt o velho
servente, que at6 tern servido para outins empre-
zas! Em vista, portanto, do exposto, proponho
que seja demittido por falta de cumpriento .de
deveres e exhorbitar de suas attriduiSoem o padre
Jos6 de Souza Oliveira, que occupava -6 lugares
de administrator e capellao do cemiterio de San-
to Amaro. Paco da Camara Municipal do Reci-
fe, em 1o de marco de 1884.-0 vereado, Decio de
Aquino Fonseca.
Postsa em discussao a informacao do Sr. coro-
nel Decio de Aquino Fonseca, qu e foi algumas
vezes interromapido por apartes dos Srs. vereado-
res, e atW pelas galerias, que por mais dq uma vez
o Sr. president ehamou a ordem, adveriindo que
nao podiam tomar parte na discussao da Camara,
sobre ella fallaram alnguns Sr. vereadoreii, reque-
rendo o Sr. capital Torres que fosse ouvio o Sr.
Rvd. capello administrator, que estava present,
e o Sr. Dr. Jos6 rborio que fosse tambem uvido o
Sr. vereador cotmisario do'cemiterio, o qual fez
o historic dos factos de que tinha coaeleimento,
reconhecendo que o Revd. capellio
nlobaVi _'W"66do*d9WkrifMta wa el, a
algns, e qanto a outos que io a, prque0 o
ovd. capelo no havia dado d'es conheci-
mento. N'esta ekposiglo fi co la.
terrompido por apartes; pelo que o Sr. president,
ue advwtia a soe eaargava a larisar a
A t 0 'NWesta tame
.....i-ill..-an ZiNdE. 1 m d,,rwnHatf>i^..-


borta do uma-
De tudoficou
0 Sr. eorotl
do a. itav 1a


ner^w, MOv< ,Wt eftmtbraaa a ordemon
"r r4eSittdCeIlaou X rat aieoto,
W1 sta esUti o Sir. D. tMaros Rego deixou
4 emesa tulnas c0Ute 4&| reimi ria

00'r u zd HIr s obre o -4ne Li-
etuAo Be lavrou'r poaqeixte acts que en Pe-
dA diano deBatlseilv, escrevi.
S tempo declaro qe-ouve unma terceira pro-
poeA -de Arogemniro At6ti de Albuquerque, que
anopanhou as outraa ao sm destine.
iAz a declaraeoqne crevi--O secretario, Pe-
dr -*audiano de Rati e Selva.
Joeg Candido de Mo re, presidente.--4osd Pe-
dro dwas Neves.-Manoel Antonio Viegas.-Padre
Antonio de Mello e Albuquerque.--Jose Osorio de
Cerqueira.-Decio de Aquino onseea.-Francisco
de Paula Correia de Araqjo.-tssy Juvenal do
oege.- Manoel Francisco de Barros Rego.--Jose
Raymundo da Natividade Saldanha.
TERMO DE COMPARECIMENTO DE' OITO
SSRS. VEREADORES PARA A ,ESSAO DE
5 DE MARCO DE 1884.
Aos cinco dias do mez de marco de mil oito con-
tos e oitenta e quatro, ao meio dia, achando-se
presented no pago da Camara Municipal do Recife
os Srs. president da mesma, commendador Ma-
rmes e vereadores colonel Decio d'Aquino Fonseca,
Drs. Barros Rego, Correia de Araujo, Jos6 Osorio,
padre Mello, Cussy do Rego e commendador Ne-
ves, o Sr. president declarou que nao podia ha-
ver sessao por fatta de nuinmero legal, e designou o
dia 12. do corrente para a seguinte, do quc se la
vrou este termo, que eu, Pedro Gaudiano de Rates
e Silva, secretario, escrevi. -Jose Candido de Mo-
raes, president. Padre Antonio de Mello e Albu-
querque.--Josd Osorio de Cerqueira.--Casy Juve-
nal do Re.qo.-Decio d'Aquino #onseca. Jose Pe-
dro das Neves.-Francisco de Paula Correia de
Araujo.-Manoel Francisco de Bar0 o3 Rego.

TERMO DE COMPARECIMENTO DE OITO
SRS. VEREADORES PARA A SESSAO DE
12 DE MARQO DE 1884.
Aos doze de marqo de mil oito centos e oitenta
e quatro, achando-se presents As 11 e 1/2 horns
da manha, no paco da Camara Municipal do Reci-
fe os Srs. president da mesma commendador Mo-
raes, commendador Nevesf coronel Decio, Drs. Jos6
Osorio, Correia de Araujo, Natividade Saldanha,
padre Mello e tepente Viegas, o Sr. president de-
elarou que por falta de numero legal nao podia
haver sessao; por isso designou o dia 15 do cor-
te pars a seguinte, e mandou lavrar o present ter-
mo, que eu, Pedro Gaudiano de Ratis e Silva, se-
cretario, escrevi.--Josd Candido de Moraes, presi-
dente.-Decio d'Aquino Fonseca.-Iose Osorio de
Cerqueira.-Jose Pedro das Neves.-Padre Anto-
nio de Mello e Albuquerque.-Francisco de Paula
Correia de Araujo.-Manoel Antouio Viegas.-Jo-
se Raymundo da Natividade Saldanha.

DESPACHOS DO DIA 24 DE MARO
Polo Sr. Dr. Josg Osorio, vereador
commissario de po7icia :
Sociedade Nova Emancipadora, pedindo licenca
para que 8 companhia do gaz, proceda a canali-
sacao para a sua sede, sita a rua do Imperador
n. 31.-Sim.
A mesma, para que a mesma companhia illumi-
ne a frente de sua s6de na noite de 25 do corren-
te.-Sim.
26 -
Pelo Sr. Dr. Jose Osorio, vereador com-
mnissario de policia:
Clarinda do Rego Leite, pedindo licenua para
abrir um estabelecimento de molhados na rua da
Estapbo, povoagao da Boa-Viagem.-Sim.
Joao Pereira de Lima, pedindo que sejam feitos
os devidos lancamentos no sentido de ter compra-
do a Manoel Alves Santiago o sou armazem de
materials sito a rua do Marquez do Herval n. 35.
-Sirm.
Jos6 Tavares & C., pedindo licen.a para esta-
belecerem-se corn loja de moves nacionaes a run
Estreita do Rosario n. 14.-Como pedem.
Manoel da Costa Ramos, para estabelecerem-se
corn deposito-de passarinhos em um dos comparti-
mentos da casa n. 6 a rua Larga do Rosario.-
Sim.
Silva Campos & C., pedindo que sejam fcitas as
devidas averbac5es no sentido de term comprado
a David da Silva Main, o estabelecimento de ta-
vorna sito ao Largo do Mermado n. 8. Sim.
Polo Revn. Sr. padre Mello, vereador
comfmissario de edificacess:
Antonio Henrique Rodrigues, por ssu procura-
dor Adolpho Cordeiro, pedindo licenga para subs-
tituir uria terra na casan. 71 a run do S. Jorge.
-Pagos os dircitos municipals, concede-se.
Antonio Sampaio de Nascimcnto pars concer-
tar o telhado da casa em que morn sita a run do
Barao de Bemfica na Passagem da Magdalena.-
Idem.
Antonio Ferreira da Costa Pinto, parm concer-
tar a coberta da sua casa sita a run do Rio na
Torre, freguezia de Afogados.-Pagos os direitos
mmmcipaes e de conformidade cem o pareoer do
cngenheiro, concede-se.
Antonio Ignacio Pereira Coelho, para augmen-
tar a cosinna de sua casa sita A run do Msrquez
do Herval n. 40.-Pagos os direitos municipals


concede-se.
Antonio de Paiva Ferreira, para levantar as so-
leiras da casa n. 26 a rua 24 de Maio, igualando
corn as das casas da rua da Palma, transformer
duas portas em janellas, fazer pequenos rebocos,
correr o telhado e fazer calcada.-Observados os
arts. 120, 121 e 222, de accord corn o art. 94 das
posturas e pagos os direitos municipals, conce-
de-se.
0 mesmo, para construir 37 metros de muro,
que divida o quintal da casa n. 24 a Baixa Verde,
freguezia da Gra"a.-Na forma do parecer 4qo en-
genheiro.
Antonio Joaquim Cascao, pedindo para fazer os
concertos de que precise a sun mei'agua n. 27 o
rua de Domingos Theotonio, de accord corn a
licenca obtida e nao como exige o respective fiscal
que quer que se eleve a frente a altura de 22 pal-
mos, o que nao pode fazer visto ser a parede sin-
gela.--De accord corn o parecer do engenheiro
de 5 do andante e pego6 o% direitos municipaes,
concede-se.
Antonio Joaquim Cascao, para fazer pdquenos
rebocos e temar goteiras emiseu predio n. 49 a rua
Vidal de Negreiros. tLmdo previa seiencia ao
fiscal, concede-se. '
Benjamin Antonio Pereira, para reedificar a
frente e oitao de sua casa de taipa sitsa a rua do
Gerimim,!fazendo-os de tijoloe cal.--Depoisde satis-
feita a exigeneia do engeaheiro no seu pareeer de
hoje datado, pagos os direitos municipaes e de
eonformidade comn o parecer de 21 do corrente,
concede-se.
Francelina Maria Rodrigues da Costa Pereira,
para construir urna ceasa de taipa sita na fregue-
zia da Varzea.-Pagos os direitos municipaes,
concede-so.
Francisca Maria de Jesus, par& substituir uma
trave em sua casa n. 117 a rua da Aurora.-Idem.
Floreneio J. dos Sntos, pars faze r repai4no
telhado de sau easa ata projectada rua do Amo-
rim, ao lugar Campo Alegre, freguezia da Graga.
-agos os direitos munleipaes, concede-se.
;Josuf6iFoades dos Santos Bastos, para eorrer
os telhados das casas ns. 96 e 102 a rua Vidal do
Negmeiros, n. 9 Diue, 117 P41ma, 152 Coropel
Qna~aoaa ^ OKSedseo.-. Ceitced.-se Ldaaido
pxTi Baci a t.ia 1 ^
SJoa~qt Ftamaw A& Coneeigao, parsfee&!.
wcaro itao de suea ean. 17a rma daY atur4
ft ,f4a %mapa, isto- em addiamnto a10. M 4
9S obtSftpgra Ut i ft ""Mr~o 'n&^ MeSMiA


t- 9 iPreat"< n.WAo Largo do F^arsiso, ri~- M inr-.. ga. qjm 0 P7069dimeutal^M
midade 'eamopareeer aeoengeiheiro e pagoso os s ol se
direitos municipaes, concede-Mo.
I Manoel Eduardo do Nascimento, para concertar 74ae
a uacas de taipa, sata ao Arrial.-Pagos os uversalm te sbidoque o ind
dreits manicipae cofede-se. dessoto, que poegismo maisa, iudeistue
Manoel Duarte Pereira, para correr o telhado dossolumooraleogisniohmais immoral iobi oeiso
e tomarpoequenos rebdeos em s ua casa n. 18 a raiaja im oloniaas oha seI o .iwi .ev
oficlda expans,o coloniial dasg~randesptnmae~
do Hospicio.-Dando precisa scencia ao fs pcas? Os clprim d Ingera t e
concede-so.s s fmsde lg~&sj asietn ts
debaixo desse onto devista, que iucojamxI.Ete
Maria de Almeida Gomes, pa-a tomar goteira admira a affroatosa coragem eon que seo -
em eu predio n. 14 a ra Ilha do Carvalhos. nal dos intaitos e aetos de outros paizes o& -
d7 taes em relagles as populacdo extra-europeas. As
colenias que Portugal ainda hoje possue, sao res-
Pdlo Revm. Sr.' padre Mdlo, vereador ltos de urma grandeza de nm heroismo, quo nao
commissario de edificagaes: apresenta similar nos annaes maritimos de povo
Antonio Luiz Pereira Dutra, pedindo licenca algum.
para mandar eorrer os telhados das casas n. 81 a A Inglaterra nao tern a mesma razao historic
rua do Santa Rita, n. 11 ao becco do Pocinho, n. parajustificar a posse, dos scus extensos dorninios
19 A travessa de S. Jos6 e 57 a rua de Lomas Va- ultramarinos, que adquirio por meio de tractados
lentinas.-Limitando-se ao que pede e dando pre- lesivos e extors5es positivas. P6de-se affirmar,
via sciencia ao fiscal, concede-se. sem medo de contesta'o, que a melhor parto do
Antonio Luiz dos Santos, para o mesmo fim, vasto imperio maritime da Gra-Bretanha form a
corn refeeencia ao seu predio n. 75 A rua do Impe- fraqueza e inepcia dos governos de Portugal que o
radoi.-Dando pr6via sciencia ao fiscal, concede forinaram. A questgo do Zaire 6 mais umar prova
se. irrefutavel do que dizemos.
Galdino Jose Alves Ferreira, para econcertar a 0 governor portuguez devia occupar esse rio, in-
coberta, substituindo a madeira e fazer pequenos depentemente de qualquer negocianlo corn outra
reb6cos no frontio e cornija de sua casa n. 33 a potencia curop6a, salvo em caso de reclamacoes,
rua Ilha do Carvalho.-Pagos os dircitos munici- a que fosse necessario attender.
paes, concede-se. Propor transacces A Inglaterra para que esta
Irnandade do Divino Espirito Santo, para to- permittisse aos portuguezes a oceupacao do que
mar goteiras na sua igreja.-Concede-se, dando dolles, foi abdicar de urn direito por aquellalmes-
sciencia ao fiscal. ma naqao ja muitas vezes reconhecido, como aci-
Jos6 Goncalves Ferreira e Silva, para o mesmo ma vimos.
fim corn referencia a casa u. 106 a rua da Palma. Foi este o parecer de um acreditado journal por-
-Idem. tuguez, o Diario Popular, que escreveu a esse res-
Joao Moreira & C., para tomar gote ras e fazer peito o seguinte :
o algeroz de sua casa n. 39 4 run de Marcilio Supponhamos por um moment que, em vez
Dias.-Pagos os direitos municipacs e de confor- do Sr. Fontes, era president do conselho algum
midade corn o parecer do engenheiro, concede-se. home tao energico e patriotic comno o Marquee
Manoel Soares Pminheiro, para correr o telhado de So da Bahdeira, no moment em que foram co-
e concertar o algeroz do predio n. 23 a run da Ro- nhecidas em Lisboa as intonc5es francezas acerca
da. Concede-se, quanto ao correr do telhado, da emnpresa de Brazza. Entao repetir-se-hia natu-
dando sciencia ao fiscal, e quanto ao concerto do ralmente e corn born exito, o que succedeu em 1855
algeroz, concede- so, pagos os direitos municipaes. corn a occupa.o do Amrnbriz.
Paulino de Oliveira Maia. Pagos os direitos ( As duvidas da Inglaterra acerca da extensao
municipaes e de conformidade corn o parecer do do nosso domiunio na costa occidental, tanto se ap-
engenheiro, concede-se. r plicavarn ao Ambriz coinmo ao Zaire ou a Cabinda.
Pdelo Sr. Dr. Jose, Osorio, vereador corn- 0 Marquez de SA mandou occupar o Ambriz e este
missaro de policia : popto imUnportante persiste no ;dominio portuguez
Jose Barreto & C., pedindo que sob o valor de ha 28 annos, semi que ninguem nol-o conteste.
600000 seja collectado o seu estabelecimento de Pois o inesmo se deveria ter feito agora. Se
fazendas sito a rua Duque de Caxias n. 8G, como s primeiras noticias recebidas mandassemosoc-
tern sido nos exercicios findos, e nao sob o do .... cpar varios pontos iimportantes no Zaire c Ca-
8005000 como se achlia collectada no exercicio cor- binda, nao como aeto de hostitidade contra a In-
n.- o o o s t r d pa Iglaterra e a Franca, inmas como exercicio do nosso
rente.-Mao tendo o supplicante. provado pagar o i
niuguel dt 6o 0, nao te n lugar quo requer. direito e como precaucao contra os provaveis con-
Laurinano Honorato de Miranda, pediado que flictos entire Stanley e os francezes, o Zaire esta-
seja-lhe permittido pagar o imposto do corrente ia hoje. em nosso poder e, realisada a n occupia O
exorici corno~arinrnos com vantagom as negociaZes. 0
exercicio referente ao seu estabelecimento de ca- r r co mra l qu e eess
belleireiro sito rua da Imperatriz n. 63 A, sem rasoavel regimen commercial queo estabelecessc-
que pague os impostos devidos por Alfredo dos mos no Zaire, a seguranaque alli dessemosto-
Reis Chaves, quefoi nessa casa etabelecido corn dos os iuteresses cornmmerciaes legitiraos, o proprio
ReisChaesqueioinesa caa etablecdo ornfacto da posse cifectiva soriarn outros tangos am-
igual ramo de negocio, visto nAo ter havido sue- facto da p effectia senam outros tantos ar-
cessao, porquanto achava-se dita casa fechada guentos poderosissimos a nossofavor.
quando se estabeleceu.-Achando-se provado pela ao nos contestariam direitos a Franna e Al
informacao do fiscal que a casa se achava fecha- lemanha, que ainda cm 1870 e 1871 reconheciar
da, estao supplicante sujeito o impostor do exe por factos positives a nossa soberanria no Zaire-
da, esti o supplicante sujeito ao iposto do ex sul do parallel de 5* 12'. Niao era moment c
n _28 portuno para nol-a contcstar o governor inglez
Polo S At o r7 tao assoberbado pelas questues do Egypto
Pelo Antonio Neves, vereaor co- Madagascar, desafrontaMo das presses he
m7nissario dos inatadouroo: nossa causa e pouco desejoso de que algu'
Erneso C elcstino d Vendon"a pedindo licen- tcncia europ6a minais podcrosa dominasse no
ca para abater gado no Matadouro Publico da Ca- A Inglaterra podcria negociar, mas nao irm;
banga.-Como requer. hostilisar-nos corn falta de razao e corn falh
Corrigenda aos despachos publicados no Dia- conveniencia propria.
rio de 29 do corrente: Infelizmente nao era ministry o Marqu,
Na peticao da mesa regedora da irmandade do S! da Bandeira, ou outro estadista de igual
Rosario, diga-se-designado pelo administrator Nos conselhos da coroa predominam a fatuich
capellao o lugar. imprevidente do Sr. Fontes, a leviandade do,
Na de Antonio Gongalves de Azevedo, diga-se Serpa e a incuria dos outros ministros, soliL.
-arriar a goteira. cm arranjos ou escandalos e de tudo mais esqi'
Foi despachada pelo vereador Dr. Jose Osorio ciaos. E por isso no moment actual nos encontr.,
e nao pelo Sr. padre Mello a peticao do bacharel mos desprevenidos e desarmados, se nao estamos
Clementino de Mcsquita. press polo tristemente celebre compromisso de
Secretaria da Camara Municipal do Re- nIo mandar mais navios'de guerra ao Zaire. )
cife, 29 de maro de 1884. 0 gabinete Fontes fez mais do que abrir corn o
Sp governor inglez negocia6es indevidas acerca da
O porteiro, occupac-ao do Zaire: comprometteu-se a nao en-
Leopoldino C. Ferreira da Silva. viar ali nenhum barco de guerra, emquanto essas
negociacoes estivessem pendentes! Foi polo me-
n l ,nos o quo affirmon lord Fitzrnaurice no parlamen-
lllU0 T k PE NAMBUCO ATto britannico, sem que os mmnistros portuguezes
DIARIO. PERNA BUCO ll opposes sufficicute uegativa. De forma que
______________________________ ceases ministros se viram na impossibiiidade de
o politico do n od acudir sos rcclamos dos habitantes de Loango
Retrospecto politico do anno de Ponta Negra, pontos occupados pelos franeezes
1 883 contra a vontade dos naut-aes, que maltrataram.
0 procedimento do major Luiz Quillinan causou Pala aggravar mais semelhanto situan;6o em que
em Portugal o mais vivo enthusiasmo. DI toda a Portugal corria o riscoide perder definitivamente
part do rcino recebcu o distinct patriots felici- Zaire ou assignat o pacto de sun ruiua coloild,
tac5cs honrosissimas. Foi aborta cm Lisboa e Stanley; cxplorador inglez. lembrou-se de armur
successivamento cm todas as provincias portugue- os negros no alto Congo, afim de resisir ao explo-
zas urea snbscripcao public para a off'rta do mra r adom firancez Brazza.
espada ao honrado military. Os subscriptores nao Este.ncgocio don lugar a que os jornaes da op-
podiam concorrer com quantia superior de 100 rris, po5s^10 ccnsurasscm acremeate a incompetencia
e assim mesmo o total da subscripc'ao elevou-so a diplomnatica do ministerio Fontes. o qual, seoundo
urea somiaa rdativamente avultata., so afiirmoq, estevo n'cssa occasiao para deixar o
0 Comnmercio do Porto publicou a proposito as poder.
seguintes linhas: A eriso d'esse gabinete tinha, pornm, de mani-
,, No momento em que Portngal tributa nmna festar-se mais tarde, e por motivo menos impor-
consagragao tio cnthusiastiea ao major Quillinan, tante, insignificantissimo em comparacao aos in-


julgamos interessante mostrar dc quanta sympa- cidentes internacionaes de que acabamos de trac-
thia por part dos purtuguezes 6 tambem merece- tar. Den ensejo a ella a demissao que o conselhei-
dora a memoria de urn irmilo ji fallocido daquel- ro Cactano d'Albuquerque pedio do governador ci-
le distinctissimo official. Referimo-nos a Edward vii do Lisbon, por n io querer apoiar uma list do
Quillinan, poeta distinctissimo igualmente nascido eleicAo da parte dos membros da Camara Munici-
nesta cidade e official inglez. Deixou numerosos es- pal d'aquella cidade, cujo presidente-o Sr. Ros t
criptos, entire os quaes temos a vista umatraduccuo Axaujo, soube impor-se ao Sr. Fontes Pereira dI
dos Luziadas publicada em Londres em 153, jtc di- Mello, por possuir, segundo voz public, docum'en-
pois da sua more, dedicada ao illustre litterato tos altamente compromettedores paia o actual pre-
Jose Gomes Monteiro; e um livro depoesias intitu- sidente do conselho. Empenhando-se o Sr. Fontes
lado: Poems, 1m quepor mais do umavez apparece pela rceleilo, ao ponto de escrever cartas n'este
lembrada auds patria... Trabalhou assiduamente sentido A pessoas influentes, demittio-se effectiva-
na traduccio para inglez da Historia de Portugal mente o Sr. Caetano d'Albuquerque, facto que
por Alexandre Herculano. Deixou tambem uma causou grande sensacAo em Lisbon.
descripcao minucmosissima da praia da Foz sob oti- Esta questAo fazia bulha na imprensa--escre-
tulo de Adventures at a portuguese Waterning-pla- veu o nosso distinct correspondent em Portugal
ce e outras muitas publicaooes que serial long -quando o Sr. Thomaz Ribeiro pedio a sua de-
enumerar. missao em conselho de ministros, o que se attribuio
A attitude do governor portuguez nao correspon- ao facto de hayer o ministry do reino hospedado o
den de modo algum A extraordinaria manifestac0o rei, por occasiao da romaria de Carnaxide em sua
da dignidade national exaltada pelas injuries do vivenda saloia, onde as honras da casa eram fei-
ja hoje celebre-Jacob Bright. E' verdade que tas por uma dama que nao era sua esposa, nem
as folhas ministeriaes publicaram no assumpto, serviwal e comn quem S. M. passou algumas horas
varios artigos, cuja summa se fixava cornm pouca jogando ;
variant neste concerto: a Portugal recebeu ape- Quaado o Sr. Thomaz Ribeiro se deelarou em
nas o insulto de um home irresponsavel: o go- sesso exonerado, o Sr. Julio de Vilhena, ministry
verno inglez e incapaz de applaudir takes palavras da jutio sabendo que o Sr. Pontes estava resol-
que slo o desabafo de umn desorientado. do a cham o S r Pinheiro Chagas para o minis-
Os jornaes da oppomiao ponderavam no emtanto vido a dhamar o Sm. Pinheire Chags pram, minis-
que o president da 4amara dos communs nao cha.- teria, declarou tambem que se retirava, apresen-
mara a ordem o deputado Bright, ner m Ihe censu- tando ra isso o preixto de er-lhe o ci exigido
rara de qualquer modo a virulencia e flagrant que oierecsse umea lei oreproessiva da imprensa.
mnjusti.a das accusa oes feitas a ama naqbo ami- Ao Sr. Vilhena seguio-se o Sr. Serpa Pimentel,
gatd0a Inglatrra; que neohur nembro do mis ministry de estrangeiros, por motivos de incompa-
ga da i oglaterra; quenenhum member do t mr us- tibilidade com. o Sr. Barjona de Freitas, convidado
teo preidido pelo r. Gladstone tomara a pala- o president doconselho, corn annuencia do mo-
vra para mostrar a serm razao do representante de polo pres in t r o nowo gabineta que afi -
Manchester; que todavia quando em qualquer das ala a asei r po tido : \
casas do parlamento portugues era prfida ua Fotes Pereira de Mello president do con-
palu en ..i^a e several em ela ao opro- selho lpresidntdoon-
cediameno da or Albion para corn a sua ro reitas remo
Sfiel alliada a |esapprovacao da respective Baona de Freitas meo;
presidencia nao ssefia esperar. Lop eVaz, justiga;
0 major Qilinan foi offlcialmente censurado Hints Ribeiro, est ageiros;
Pinhleiro Chagas, marinha ultramarn;
porter npto a Bright eaarta, et o te6do Antonio Auguste d'Agiar, obras pumblicas.
eitOMejaoonheeen. 0 honrado military enviou a Esteaa et reuami elementos de diversas pro-
un dosajoraes lisbonenseBumrnarti em que,en- edenciasw, equ poueo antes se s ota16evan no
tre admirado e queixoso, diia ter aido desappro- a meto 0 o ogrpo. stituiate fieu ahi re-
-vodoltlo d wo, WW fl ug rn aqmodsd & o
der, que aj~e'Quitfi= fib" SWO bo.wto:iPOeId l se.ntado,-eaabsirvido tamnbern,an pssoas dos
miais raeetaconsceienia da houra 'e digui aode Se. h e
cional, e que mesmo qa Lendres prvoear ap- A entrada do pAnel,-aegma A,n later
it udm nestay1 dos 4ula lei-
0 digno ofial reeusou-se .delicadaxm teo, tal- S0. go. &aqvB e a e r&tietim^diwta
^~puritnpoaLo govemtiva, al B a lo^d. nV Marques.Prs I
Aadeo'bomraquaIIhaiv. o erdoffeta"OM pro,.* i .ae muito-agradavel o adventio
tareoe-ttos queo ooF annos ea *
izonal masJ ate r e oceaui dp u a

0' wa, mas 0 esaal*dWb


rBomJesul



































-K. ^IP*^W.! 4o 1k^ at ee ieA&
adUi+ a fo a minha soer
I B o t ad oeutado, oarador que
S I d&iiM aSte9, por d dena
da Beem 'I k4'V W vos ii eil idaft d s discus
aUp Se, ft 'o I iste papel depfauerolh
na Ji ca &t as em esss
ra t to P0 M M et A minE i r odideit
de6 i 1& mtW&da fijwquewf

Br- pa j identep qe numUtiois o atrasado viess
ca n cia id ain. ds a de ade i
,a~ ~ ue1epa do, liberal de id6n
'~!p*., o4~ediowe. memo ultms.-libpa
&~~a~a, desisa so.smevAs au o,
$cam0reomeasd*OWL
0apego sonobre deputad
qW se cinja natekia em, discusubo
SSx. GowsF-elicito a V. E=o., Sr. president
pekj ds t que carterison a sma deiberag&
n mese noeento; e iuso me dispensa de addusi
4& ms ;aeemrca do requerimento apre
Intado pr S. g e. o Sr. Baro de Nazareth, por
quea _geiiAd'este requerimento import a con
n ida idda que se prcuro plantar n'est
Em vista do qesueeede, estouresolvido a tc
mar part. na diseumso do parecer, justificand
o men voto e asim fare um protesto-contra o ac
to escmdalaso que se tern em vista praticar vie
lando-se o direito do nosso distincto collega o Sr
Dr. Regneiram Costa...
0 S.. Jos MKAiA-Or.a veja: V. Exe. gasto
ease tempo todo discutindo a rolha.
S 0 SB. Esrvio nu OL= -xA-Que jA esti con
demnada pelo regimento.
0 St. RosLA z TVA-E' bomn que fique registrar
do este apart do nobre deputado pelo 1o district
0 S. GoEs--... legitimo representante do 9
distrieto.
Sr. president, eu nao precise mais discutir a
nullidades que supple ter encontrado a nobr
comamisao de constituigiao e poderes no diploma
conferido ao nosse eollga.
Entretanto consider o pareeer como um monu
m ento.....
Ux Sn. DpmuAno-Gothieo.
S0 S. GEs--..; grandiose quo attestarA o es
y fior inaudito da nobre commissao em fazer entra
-n'esta camsa o Sr. Cavdido LadislAo, feliz candida
to protegido pelo administrator da provincial.
i 0 SB. AzISTARCHO-Protegido por quern?
t 0 SR. GoEs-Pelo presidents da provincia.
10 SR. AmiSTARcHo-V. Exc. nao prova isso.
S) SR. Josb MAIA-Mas V. Exc. nao pode fazei
+na insinuasio dessa, nIo pede dizer que o Sr
.aundido Ladislao 6 candidate do president da pro
-Vincia.
: Vozs DA oPPosicio-Pode.
0o S. Gozs -Como nao posso? Nbo me 6 dad
externuar a minha opiniao?
O/- 0 SR. Jos MALRIA-V. Exc. pode dizer que 6
sa. opinion, mas nbo pode affirmar, come affair
mou.
(Ha outros apartes).
O S. PREsIDENTE-Attencao!
0 SB. GozEs-Esta 6 a minha opiniao...
VozES DA MAoI-A-Ah! bem.
0 SR. GoEs -... e 6 opiniaio de que estou convene
cidissimo (apoiados da opposipgo), e per isso af
firm que o Sr. Candido LadislAo s6 entrarA nest
casa se predominar a vontade do president da
provincia, administrator desabusado e quo na
sabe cumprir os seas deverese curando s6ment
dos interesses partidarios.
(Apoiadoes e nao apoiados; cruzam-se apartes)
0 SR. P4EIDENTE -Atteneeo!
0 S. GoES-Sr. president, eu continue : con
sidero pura verdade o que acabo de enunciar.
0 Si. Jos MABRIA-& uaal verdade! Qual cous:
neahuma !
0 S%. GoEs-Sr. president, louvo a mestria con
que f-i eseolhida a nobre commissio de constitui-
eao e poderes para-ear este parecer.
0 SR. JOSE MARIA (Corn forca)-Advirto logo
V. Exc. que na'o admitto a menor insinuacao A corn
missao de quae fao part.
0 Sn. GoEs-Oh! senhoros! o quea quer ist
dizer?
0 SB. JsE MABRA (corn forna) -Previno-o ante-
eipadamente.
(Cruzam-se outros apartes; sussurro nas gale
riaes.
0 Si:. PzESaiOESrT (cem forna)--Attencio!
O SR. GOEs-Sr. president, pee,) a V. Exe. quo
miureono-me o use da palavra, declare se estoi
offendeado a algum dos nobres colleges.
O Sn. EsrEvlo DE OLivElus-Entio nbo tern con
sciencia do que diz? -
0 SK. I)iL-M.MOND FiLO--Isto 6 que 6 offensa.
(Cruzam-se outres apartes; continue sussurr
nas gilerias).
0 .Sn. PanSIDExTn-Attencio!
0 SR. GoEs-Senhores, para que tanta celeuma
quando nao ha motive?
0 S-. PizsmnzEs-Pe9o a V. Exc. quo procure
diseutir de mode que naio pareca offender aoe seu
colleges.
O..0 Sn. GOs--Nao offendo, estou e ternando a
q minbas opinides. Pe0o a V. Exc. que tenha a bon
i dade de dizer-mo em que faltei o respeito aon meu


collegas.
"0 Si. PRESIDENTE-V. Exe. fallouen na mestri
S corn que foi ewcolhida a commission.
(Cruzam-se apartes).
( 0 Sa. GOEs-Sr. president, qualquer deputado
tern o direito de que os outros respeitem as saa
Sinteu*es, e tambem o ever de reconhecer aos on
Stros o mesmo direito. Os nobres deputados na
podem enxergar no que eu disse urma insinuana
maevola e menos um insult, desde que nao ouvi
ram o rest da minha proposicgo.
0 O SR. PRESIDEIDN Mas sao phrases que se press
tarn a isso e V Exc. deve evital-as.
10 Sn. GoEs-Perdoe-me, V. Exc.; nao se press
tarn a issue. N6s estamos habituados a ouvir falls
nestsa Assembl6a de conveniencias partidarias, d
interferencia nos pleitos eleitoraes dos presidents
e das imposicges dos chefes politics, que diriger
os destines dos partidos, e ninguem ainda census
Sroau o deputado por considerar a maioria ou a mi
noria orgmo dos sense hefes, e do president amigo
$up Sa'nphamos, Sr. president, que eu dissess
!;*qae 4 adbum qi!Ot^ wo^ i*A.A veade. d(
presideute da provincia. Aida amsAn nba era it
aiuao as mevalaol que offendesseo e.aaeter de ne
shum d'enea. (Sumurro nas galerias).
0 SB. PnBsUM --Attencao!
O Sn. Goes-Tal affliaativa.Sr. presidents, sig
uikaia apenas o w presidents da provincial un
obefa politic, devendo contar coib as adhes.ea d
Spurtido, e nisto nao vai dear a ninem. Na
eavm ainda deputado algui qw s e offendess
Squas me Atribue qualquer preedim-mnto por ins
piao do chef deo seu partido.
J0 ROSA l Sm.vA-Ainda o ammo passado
o I deputado polo 1"'diAstrict o disse neste re
Ovm + .6..-Seme d& serom queo oeftiBsm
deum pOresidem- de provindatasm
Sado e t mer polite definil, daria rIo a
deimtadoi4 am HOB maem"sqf in pe,


qnu i faxer os Pa, s 1 on
SLISB B*Tvo=i.t ..d'esta.maneira, o.
z 0 S&FArZeo DrX -O AM denUI'
. re.la.acpo mitoj 8f*oi ebO .a t
affirmado que o Sr. cad" CM CandidaU doPM'
sidente da proviucia, e logo eem a 41W'
r a eommissafo tInj sio eOka"d co- me*tria.,
* (Ha outr.o aSltra.
0S3K GOES--Ber, Sr. presidbute, peresno a tero-
a peatade, deixe-mese otiauar. 0 hobre e ,
So Sr. Baro de Naiareth, julga-se oft
t eu nao sei porque, quando S. Exc. tern mrido
d de minkth s rtoda a o4iderao.
S, U Sa. ,pAo--.E.ie.dI quo entiuia
e windo reprsentar um triste ,apL "
ia 0 B. Oozs-O nobredeputado interprnto uiaI
o sentido de minhas palavrasi e por isso convenho
em substituil-aa, dizendo: veio cumprir a ingloria
s, mifisa.
1 0 S. PnusiDw= --Obaervo ao nobre deputado
que isto n&a est em discuaso e
0 Sn. GEus -Eu nao posseo deixar de ter em
consider ao os apartes do nobre deputado.
S 0 SB. PuxswwTB--Mas onobre deputado nao
o pode discutir individualidades.
i 0 Sn. RosA z Smv--Hontem houve eousa pawr;
Surma interpellagco ao Sr. deputado Gaspar Drum-
Smond Filho.
o- Sn. MEmt-Interpllaco direta.
la 0 Sn. PBzsMnBTz--Eu nao ouvi.
0 Sn. G6Os-Sr. president, oneu nao sei se estou
em erro, mas creio que nao. Eu quando diase que
So president da'provincia era o mais interessado
pelo reconhecimento do Sr. C. Ladisla, (apoiadow
e nao apoiados) exteonei urma opinion minha, 6 ver-
a. dade, por6m, que e aceita por todos os colleges
meus correligionariose tambem por muitos d'aquel-
la bancada se quizessem ser francs.
Ux A vozs-Basta cousultar a logical dos factors.
0o S. GOs Sr. president, accrescentarei
ainda : n'esta eampanha electoral o general prin-
cipal foi o Sr. presidente da provincia.
o Si. EsTEVAo DE OwtivwA-NNo 6 exacto.
0 0 Sit. GdEs--Embora seja representanto do Go
district, conheo mnuito de porto negocios do 9e;
s e eaton a par perfeitamente da interfereneia de S.
e Exc.
a 0 SR. EsTEvIo DE OivExIA-Na- o 6 verdade.
0 SR. GES-Sr. presitente, este facto esta no
dominie public, todos sabem as medidas quo ha
empregado o Sr. presidents da provincial para pro-
teger o Sr. C. LadislAo.
0 SB. EsOTEVo DI ODLIvnA-Quern se intereasa
r nao 6 elle.
S0 SB. G6oES-Em eonclusao direi que S. Exe.
quer se mostrar um general, embora peqaeno em
tamanho, mas que toern fora de mandar para aqui
grandes homes.
O Su. MEIzA-A cohort liberal. --
r 0 SR. EsTEvAo DE OLIvEIiA-Aqui nao ha co-
. horte.
. 0 Su. G6Es-Sr. president, os arguments dos
nobres deputados que sustentaram ha pouco,
quanto a mirm no teem importancia (apoiados e
o ao apoiados) e nem mesmo alguma cousa ha qne
produza no meu espirito qualquer duvida acerca
a da legitimidade do diploma do nosso college o Sr.
. Regueira Costa.
Eu vi, Sr. president, por exemplo os nobres de-
putados polo 5, e Go districts, membros da com-
missae argumentarem, sem consultar ao menor
preceito da logical, estabelecendo principios e ti-
rando conclusbes inteiramente differences; de modo
- que atW certo ponto pensei que Ss. Exes. na'o esta-
.. yam diseutindo senao corn o intuito de preencher
a o tempo, tanto assim que o nobre deputado pelo
* 60 diotricto achou proposito em contar urma histo-
o ria de cavalleiro inglez qu e montava urma best e
e da mulher que montava um cavallo. E per isso
tire a conclusio de que jA os nebres deputados ti-
Snham esgotado todos os recursos nao tendo mais
argumnentos a produzir.
S Se os fuRnaxentos do. pareer teem jguaLvalor
ao da iistnria do nobre deputado, en os contest do
a mesmo mode. Os nobres deputados nada prevaram,
que possa produzir convilo, enao eforam al6m
1 de meras phantasias. E opportune, Sr. president,
Stambem contar a minha historic e referirei a pas-
sagem de urma comedia que assist na Europa, in-
Stitulada Viagerm a d Lua.
S 0 SR. PRESIDENTE-Eu peco a V. Exe. quo se
cinja a materia em discussion.
o 0 Sn. G6ES-Vejam quo desigualdade do direito!
A historic quo vou contar tern applicable ao de-
- bate do mesmo mode que tevo a do cavalleiro in-
glen que contour o college.
g 0 SR. PnnSmIDET--EU previno a V. Exc. quo o
Regimento nao permitte V. Exc. sahir da material
em discussion. Feita esta observacao digo que V.
s' Exc. proceda come quizer, come entender em seu
u critnrio.
- Sr. president, desejo contar esta historic para
que V. Exc. sc convenca de que nao mc aflastei
da discussao, e ainda mostrar que a argumen~bo
o dos nobres deputados nenhuma procedencis tern
e se firm justamente em factos identicos aos da
consoquencia.
Um principle, filho do rei Zigue Zague tevc a
mania de fazer urna viagem a lua ; e sobre a pos-
e sibilidade disso foi ouvido um consclho de astro-
s nonos. Cads um per su. vez julgou ser possivel
o impossivel ao masmo tempo a viagem, provada e
a -nio provada.


Isso nao contentava ao soberanon; at6 que final
s levantou-se um mais sabio de entire os sabios, o
qual, depois de sustentar corn o testemunho de Paa
a sabedoria a existencia da atmoaphera na .1- c
que o principle quando fosse havia deenconta,
disse mais o seguinte : nada n'este m'nind 6 imn-'
D, passivel, eora pretende-se fazer urma viagem da terra
as A lua, logo 6 lossivel e sendo possivel esta provadp
t- que a viagem se podera fazer.
o E assim foi deliberado. 0 nobre deputado pelo
o 50 district disse : esti provado que o juramento
Spara os immediatos em voto 6 exigido na lei, logo
se acha nullsa a eleico do Bonito. Entretanto se
Spergunta : 6m que artigo de lei ? Responde o no-
bre deputado a lei nao falla n'isso, mas exigindo
Sell que at6 o meirinho preste juramento, tambem
.r deve querer que os membros das mesas eleitoraes
a assim o fagam; per conseguinte o case esta pro-
s vado.
M .0 SR. BELTRO-NaO comprehend a argumen-
taao de V. Exc.
S 0 SR. G6Es-V. Exc. come dizendo que a lei
o determine jurapmento aos immediatos em votos, e
5e tolos n6s tendo reclamado perguntando a S. Exc.
0 qOal m que isso estA disposto S. Exe.
u que effetivameute lai pl igia.

Entendo que seria cansar a pacieacia da casa
entrar na aprecia$go d'este parecer analysando
Sdesenvolvidamente todas as pretendidas nullidades
n que a nobre commissao de coastituigM e poderes
to encontrou na eleicgo do meu nobre amigo o Sr.
o Regneia Costa, por que acha-se plenamente pro-
0e vado que nenhum dos factos apresentados pode
e" a eousiderado nullidade para o effeito de se ras-
gan um diploma legitimamente adquirido.
3&4 Sr. prewdente, nao poao d ain do extra-
.:Qo predimento da nobre commzaso d4 oms-
-i jeidkonel, que tAe zeiosa quer mostirar-se
lA0 Primento de aseus 4eees, procurando fun-
-ik este parcer 6 e de modo a nao re-
10jstir. a nqr ontauta.o i.$ poit conssindecm uulli-
'" 4^aa0 oqnveoiztros pwwqrpegadecajujO
Oir Anid* len& i */:,*:* -,1,1,"**:*.


ao i- eawermauo. II
At6 ara;`t. ildente, tem so trata l de nurt
Iiadea de diveiars epies: do juramenoto, dAi
ra4d, etac. T Ni 4r4J, iA eati muito di-
cutdo; a' ce tfer nte inteirada d'estA
tut.ao eiretow wpielto daethixoria noiaim i*
Snobre dep tado pst l'di tricto. Nesasa eir-
cum tuneius ea quero lembrar a theoria da ntUi-
dad3 as eleigco por lulta do apoio presidential
E' uma theoia qu dv. aser esmtuada ; eu Ahe
o-a bsatante e por Iuo eoto dupea"do" da
maslor estudo. Apeastiexpoiho Upar que Os no
bres deputado. ton-azm oceasiao de Oami1%LA 4m
nueioasmeuto, e vjaia se eo a pou:e oU : Io *
aproveitaSaao caaso qae r.peuidentO, .6
bro no diploma do nobre depstado v 8r.,r. Er
gueira Costa, esta unlidade st Lrftp tnima, isto
, a vonde do presidete da provincia d ver
fgurar nest to Lto, e tidM La6l E*
ta nullidade, Sr;prepidente, unid quo e poi
de demonstrar pfeitamento. ( tataAes da
bancada liberal).
Nessas condieaosos ieus distinotos colleLas do
bancada oppota goiveruistas come suo, estAo no
dever de dar entraida aqui ao Sr.; CVandido Ladl&i
lao, porque assim eumprem a vontade d'aquelle
que p6de, manda e quer ser obedeeido.
0 SR. ARisTAcao-V. Exe. nro pode fazer se-
melhante insinuao.
(Trocam-se maitos apartes, o Sr. president re-
clama attengao).
0 SB. GWas-- para corresponder-se aos dese-
jos do preaidente, teem a neceasidado de s3iinvali-
dar o diploma do no9o college o Sr. Dr. Rguei-
ra Costa, laneando-ae para isso mao do frivolida-
des que a illastre commisslo de eonstitaiciao e po-
deres, bern como o nobre deputado pelo 10 distric-
to, censideram grves.
0 SR. AR1STAaCao-JF'rivolos sao os argumeatos
de V. Exc.
0 SR. G6--Mag, Sr. president, as vezes do
certos factors ha duaas causas, urna real e outra ap-
parente; a causa real da depuralo do nosao ami-
go 6 o desojo do presidents 1da proviacia de nao
ser vencido n'essas campanhas.XAra unma victo-
ria triste parsa 8. Exe., porque o sea candidate-
cahio defunto e so por um milagre podera reassus-
cital-o.
Sr. president, nio flea ahi: o algapio de que
fallou o Sr. Drummond Filho 6 um d'estes que as
crianas 5conhecem pelo nome de aleapio falso.
Quando pega um passaro, fica logo armado para
outro. Assim acontece aqui, isto 6, os nobres de-
putados armam o algapao para dous candidates,
sendo que o ultima esta nas mesmas coadig5as do
Sr. Candido LadislAo.
0 SR. Jos MAXRIA-V. Exe. pode dizer quern 6?
0 SR. G6Es-Posso.
0 SR. JOSE MARA-Pois diga.
0 Si. GEs-.E' o Sr. Maximiano Duarte.
0 SR. JosiE MAIA-Ah! E' o Sr. Maximiano
Duarte ?! V. Exc. sabe de muita cousa...
UM SR. DEPur.Do-Elle advinha.
0 SB. GOEs--Sr. president, talvez seja aceita a
theoria novissima de nullidade presidential, e par
isso desde jA fago o meu protesto para que fique
estampado nos aunaes quo vote contra o paracer
da nobre cominiisso deo coastitui9o o poderes, re-
conhecendo deputadfo um candidate quo nao con-
seguaio obter nao urnas a maioria de votos.
Este caudidato podera eatrar aqui, Sr. presiden-
te, nio pela justia, mas aim pela vontade de quern
quer que seja.
O SR. AnisTARCHo-Ainda urma vez protest con-
tra essa insinuagio de V. Exc.
0 SR. G6Es--.Noase deve, -Sr. president, corn
taeS fundamentos contestar-se um diploma legiti-
rmamente conferido, como 6 aquelle de que se acha
de posse o nosso distineto collega e amigo o Sr.
Dr. Regueira Costa.
A nobre eommissao nae proeurou o direito, por-
que se attendesse, necessariamente a conelusao
do parecer sersia o reconhecimento deste candidate
que pelo resultado das urnas mostra a vontade da
maioria 1do ereitorado, de'iaxer S. Exe. represen-
tante da provincia de Peramsbuco.
Assim, Sr. presidents, tendo dfii
meu protest, em tempo aigum se podera dizer ter
concorrido pelo silencio para que fosse reconhecido
um candidate que nao reunion a maioria de votos,
e, por isso nao podia ser um representante da pro-
vincia.
VozEs DA opposICo-- Muito bernm! Muito bem!
o SB. PIESIDENTE declara quo a discussao iea
adiiada pela hora.
Veto A mesa sao lidos e apoiados os seguintes
requerimentos :
Requeremos proroga~ao da hora por 60 minu-
toes para concluir-se a discussao e votar-se o pare-
eer.-Nilo de Miranda.-Democrito Cavalcante.--
Olympio Marques. Goes Cavalcante. Tortes
Grage'iro.-Rosa e Silva.--J. V. Meira de Vas-
concellos. ,
Requeremos prorogracao da hora por mais 120
minutes para concluir-se a discussio e votar-se o
parcccr.-Jose Maria.-Lourenco de Sd.-- Jaco-
bina.
0 Sn. PITAXGA (20 secretario) precede a chama-
da e declara n'ao have numero para so votar os
requerimentos.
O fsr* Democrito Cavalcafnte (pela
ordem)- Eu pedia a V. Exc., Sn. president, que
fizesse votar o requerimento de proroga~ao da
hora.


O SR. P-ITAGA (20 secretario)- Naoha numero.
0 SR. DEMOCRITO- Era essa mesma declara"bo
que desejava ouvir da mesa para em seguida pedir
a V. Exc., Sr. president, primeiro que me consi-
dere corn a palavra sobre o parecer de que a casa
,e esta occupando ; e e902o lugaA que, na forma
dos estylos, V. Exc. nklw e declarar na acta o
nuiher' e oLtome dos (|eptados,0iue.estavam pre-
sentes, bemrn como que a acta n'esta part seja pu-
blicada no journal da casa.
0 SR. PITAKGA 'IsIo 6 quando a chamada e
feita antes das 4 Iforas.
0 Su. DEMOCRITO- Perdio, houve um requeri-
mento de prorogaao, e por consequencia consi-
dera-se a sessao em trabalhos.
0 SR. PITANGA- Nao apoiado.
(Ha outros apartes).
SSR. DEMOCRITO- Ru peo a V. Exe. nova-
mente que seja considerado como tendo a palavra
em primeiro lugar sobre o parecer, e quo made
deelarer os nomnes dos deputados que estavam
agora presents.
0,4A. PRESIDENTE -V. Exe. ficara corn a pala-
vra em segundo lugar, porqne o Sr. deputado
Beltro pedio a em antes de V. Exc.
0 SB. DEMOCRITO- Bern, ficarei corn a palavra
em segundo lugar.
0 SR. PRESIDENTE- Quanto a segunda part do
seu pedido ea nto a posse aceitar, porque con-
traria ao regimento visto haver ja terminado a
hora dos nosses trabalhos antes da apresentaco
do requerimento do prorogaeao.
0 SB. DEMOoITO Mas "a Asseoilea estava
fonccionaundo, e, o que eu peco e de competenda
da mesa.
0 SB. PBEsmumN-- E' contrea o regimento.
0 SB. DmocaroTo- Eu creio quoe no ; emnfim
ahi flea teito o mse pedido.
0 Sn. PmmswnDTu levant a sessao, designando
par ordemdodias a co;atluaMao da anteedeie.

ACTA DA A EUNIO EM 15 DE: MARVQ PI
S188z 0 *


Acs 30 wunutos depot. do meio dA felt a ,
maa e 0 sop-, "-,,


eob*wTAbaiinga, 'Pereira de ,
Cavt aate ao ^, 1.1 -v -09
Gh^ -Cavslcmte, AXmg ume,,O
Louencpdo A de Baraio de Nazareth,
iero a e Silva, Constantino Ln 0
41xfis xedts Pitanga, August. L '* Al-
fedo oreia, o Sr. president deelara i-abta
mpcareoeram depois os Srs Olympio Mar-
Etevio de Oite*a, atulo de Oliveira,.
eVaodo:, -A#dd Fale Dram.-
S'ilho, Aiel. aagiroi Jo. encio Mari e
SFreire Junior.
d. +tara pgw Mo6 e Silva, Amaro FPnaea.
'E' lia e p *. rdiscuiSoi a acta da sessalo .
^*W. 1^:1',. -

.IA'til ]eoapvar&,M o nobre Sri 2.o se- *
O^t us q o 4a&i _%aw. quo aeba. do -so rj,
4-' OIRR5sio bo PSWfl.
n0X91830 _qeaf ea is el.e~
qu fa9.qu1sta6 pa uma .nadifieacil a
Sjquero,+ por~&;gqse1fiqUe c*ignado nos
.qu o meALpMa..ment, diuigindd a mesa
a eolle mnt requenimento na sessao de sexta-foim
foi ito diversaod'aquella que parece constar da
acta.
Teado de votar-se um requerimeuto de proro-
gaoo de hora, e verifioando-se quo nlo havia nu-
mero Ua eaa, pedi ao .Sr. praidoete o seguinte:
,primeiro, que me considerasse corn a palavra so-
bre o parecer em disctuaio; segundo que fizesse
notar na acta o nome dos trees depiftados presented
porquanto V. Ese. comprehendou bem o pensa-
mento deliberado d'aque6a& hancada parsa quo nao
prosaeguisse a discusesAo, (Apoiados e apartos).
- 0 nobre Sr. 2., secretario, talvez per olvidaglo,
neucionou apenas a apresentacgo do meu reque-
nmento do prorogaao de hora, e o ter eu fallado a
propoeito d'ess3 requerimeato; omittie, por6m, a
*rcumstauncia de ter eu. requeridQ a declaragio do
none dos Srs. depntados presents.
N'essa occasigo ouvi dizer, que nao era de ac-
dordo corn o regiment a doeetarakoie que eu pedia,
opiniAo de quo divergi e diviriJo. Essaldistinc-
,Qo vao|lexiste no regi meo; a deelaragio que
eu roqueri, podia e devia ter sido feita, se S.
Exc. o Sr. president tivosse quo ride [deferir fa-
voravelment3 o meureqnuerimento ; mas em todo
o ao easA nobre Pr; o.0 secretario devia ter men-
cionado a segunda parte de men requerimento.
Contento-me corn esta rectificsio, que frao
d'aqui; nio quero dar a S. Exe., o nobre Sr. 2.0
seeretario o trabalho de emendar a sua acta; mas
6 convenient que S. Exe. saiba que Honiero tam-
beu deu o sea cochillo, e que apesar do eu re-
couleeer em S. Exc. todas as habilitaSes para
bem4,desempenhar o seu lugar, come o tern feito,
nao posso tambem deixar de notar, que S. Exc.
temipor vaxias vezes incorrido cm ligeiras omis-
s5es dando-se ainda a circumstancia de ser ea
quemn tanha de reclamar contra essas ialtas.
0o Sr. Praxedes Pitanwa (20 secretario)
-St. president, penso que o nobre deputado o
Sr. pemocrito Cavalcante nao tern rasAo na re-
clanceao quo fez, em primeiro lugar porque a
aeta declara quae o seu requerimento de prorogsa-
9Ao foi aprosentado, nao tend por6m side votado
per falta de numero, e nem S. Exc. podia a res-
peib d'elle pedir a palavra.
0 Sit. DzMOCRITO-Nao fa lii sobre ease reque-
rimtito.
0 Sn. PITANGA -E em segundo lugar 6 clare
o arn. 140 do regimento, oA qual diz oseguinte :
(LM):
JX v S. Exc. cue mandando o regimento de pe-
didode proroga9ao de hora ns o podia ser votado,
porqce a casa trabalha quatro horas, e tendo-se
ellas preenchido, e nao havendo material qu3 pu-
dess; de maneira alguma'estar incluida no artigo
que icabo de 6r, nerm havendo material que dei-
xasas de ser votada dentro da hora mareada pelo
reginento, 6 claro que eu nao tenho obrigagao de
declirar o nome dos Srs. deputados quo estavam
aus9ntes (ha um apart do Sr. Democrito Caval-
cantU porque a mesa tambem uiao era obrigatda
dead.que a hora que Ihe impoe o regiment es-
tava terminada.
0 SR. DEOCRITO-A hera nao estava termi-
nada.
0 SB. PITANGA-Estava, e tanto que S. Exc. dc-
clarou que estando findsa a hera ia proper um re-
querimunto de proroga'eao; e desde qua cstava
finda hera de nossos trabalhos amasa podia
aeeitat o seu requerimento.
0 Sp. G(-6zs da um aparte.
o i. PITANGA-O nobre deputalo consults o
art. 10 do regiment que s5 manda mencionar
na atta o none dos deputados, quando no cor-
rer (?a disnussao, dentro do prasomarcado pelo
regiltento para trabalho, deixa de have votaqiio
por tlta de numero. Fora d isto a lei e termi-
nanau, trabalhando nbs quatro horas, o Sr. pre-
sideate levanta a sessao.
(Ha um aparte do Sr. Dcmocrito Cavalcante).
Se V. Exe. mandasse um requerimento pedindo
que se inscrevesserm na acts os nones dos Srs.
depztados auscntes e ease requerimento fosse ap-
provldo pela casa, V. Ese. poderia cmnsegunr o
resultado quo desejava; mas desde que nilo houve
prorsgaca.o de hera e dosdc qua nao houve na-
mero para se votar essa preroga'iio, V. Exc. nio
podit de maodo algum exigir quo se fizcsse mancae
na aeta do nome dos Si's. d'putadjs que se ti-
nhaa ausentado.


0 S. DEmOCnITO-Peqo a p-f lavra.
O'S. PRESIDE:.';:-V. Exc.ja pedio c obteve a
palasva uma vcz sobre 'a actsa ; 6 Sr. 2.0 sccruta-
rio jL deu as explicaGcs que V. Exc. descjava;
estaldo, portairoto fiihda a questao, nao posse con-
ced(c-lhe peia 2.a vez a palavra sobre o mesmo
asstvnpto.
0 Sa. DEMOCUITO-Entao pedirel a palavra pela
ord"n.
0 SR. PREsIDEN.-r-Beuh, pela ordem term V.
Exce a palavra.
of Sr. Dcmocrito Cavalcante-Aceito
a pslavra pela orddm, e entaoe serA para urna ex-
pliibgo. Eu queria dizer s6mente, que o Sr. 2'
secietarie explieando o seu procedimento em face
do art. 140 do regiment esqueceule de mencionar
a skgunda part do meu requerimento.
(Ia um apart do Sr. Praxedes Pitanga).
Aqui nio ha question regimental: o meu re-
quermento continha duas parties; na acta foi no-
tad a primeirs e nao a segudndn
0 SR. PBsmENTEz-Lemr&o ao nobre deputado
qui tern a palavra pela ordem.
0 S. DEMxocITO-Mas eu aceitei a palavra pela
oriem com o send para urma explicaao. ,
Quanto a segunda parte do men requerimento
feoto na sexta-feira, o nobre Sr. 20 secretario calou-
s, e ainda na quest-Ao do jegimento 8. Exe. apre-
setou razes quoe eu conteato; mas que nao posse
agora, combater porque S. ExIc., Sr. president, me'
impugna s palasvra.
o q0 queo 6, qne fique nos Annaes, que nao
o6 kavia pedido Para ser considerado come tendo a
palavra sebrea oparecer que se disentia, como que
se publieassem .ownomes dos Srsdeputados que se
haiv$am ausentada, e isto de conidmidade corn o
regimento. %
Dadaiesta explicuaco, $&to-me.
o $SB. ~PB~nBw -.Y. Exc. q~uer maudar algnma
en aonda seata? o
o SB. DBMocmI6--Ndo, senbaor; contento-me cam,
0 quo a3abo de dizer; -nAo quero urn rectificacao
iAft! .poq deseja poaiparao abre Sr 2es-
cretariol es" tbao, o qtapodonipr
c Al o, Miaha para co B. xv!IJ fata


istA


Ri IS R Rgi10 O s 1flste i s m b
:lil- :-:: v>" E ao erpo* nos mesmos postaos, e
g Bfaitop'^~ a' ocl^ gasquo oeceorreremnoa. lugaresdeigusi 10
M4 imto a+ e postoI& .r"
I la Art 4.o As rracM que tiveremde oar 4ispa-
Sa a 6Ba&,qe a)ista a voths e sadas do servii pesa reduei da f"s.sk< PM- <
feridas para oa novs fto pans proft-
.1 wsporetiio precede a leituma do se- ehimento ds vagas qe no nmemo orpw *f*boi
$suwee lendo.
SEXPSDIBTE Art. 5.o Os veneimentos do Corpo Policdide
pma petigo de Maria do Carmo Asevedo, re- guards civicsa serlo os mesuos quo actaneate
... .doa admiss & deomen filho Eduardo coma pereebem.
l0lrnqterinta do Gymnasio Pernambucano por K Art. 6.0 Ficam revogadas as&difisPosiqeW sn
cont*da previncia.-A' comnlosao de instruciao eontrario.
pubfif Pago da Assemipbl6a Legislativa Provincial de
SQatra de Joanna Franeisca Basts Madeira, en- Pernambuco, 17 de marco de 1884.-Bardo de No-
fenisira do Hospicio de Alienados, requerendo zareth-Ermirio Coutinho-Este de OdOluvei ,
sua aposentadoria.-A' commissao de legislacio. Continua a discussao do requenimento do.
Sao successivamente lidos, postos em discussao Antonio Correa apresentado na. sessao aiteeb-
e som Jdebate approvados os aeguintes pareceres: dente.
I. a-:91-.-A commission de rendas Municipaes 0 ,Sr. Estevwio de Oliwetra--(Nlo df-
prwegir na tomada de contas, precise, que vqlveu seu discurso.)
Si- nedio da Ptesidencia so pega a Camara (Contina)
I do Recife a remessa dos documents
da3 d. as relatives ao 1- semestre de outubro _i_ _
de 1882 amarno del$8; devendo logo declarar,
que nos documents do semester de ab-il a setem- r VI a ,a i*'
9w de.1883, estAo envolvidos doevmentis de marno,
comrreapondentes a outras despezas. Outroaim que...
solicite-tambemn remessa de orgamento para o anno Assemblea Provincial Funccioka.
do 1884 a 18,5, acompanhado do quadro de suas hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Baro de Itaw-
dividas activas e passivas, relacbo dos emprega- pissuma, aehando-se presents 33 Srs. deputados.
dos, tudo come preeeitusa lei 122 de 1875. Foi lida e approvada sem debate a acts da sea-
Marco 15 de 1884.-Dr. Pitanga.-Jose Maria. sao antecedente.
S N. 32.-Acommisso de orendas municipals de- 0 Sr. 1 secretario procedeu a leitura do se-
clina para a de orcanrento provincial os offieios guinte expedient :
das CamarasMunicipais de Iguarassui e S. Bento, Um officio do secretario da Assemble6sa Legisla-
nos quaes pedem medidas que dizemn respeito a tiva Provincial do Espirito Santo remettendo um
ploqslao d'aqaellas Camaras. Pago da Assembl6a, exemplar dos Annaes da sesaed ordinaria de 1883.
15 de margo do 1884.-Dr. Pitanga, Joed Ma- -Inteirada e quo se respond agradecende.
ria. Urma petieao da commission dos mercieiros reela-
w N. 34.-As commissoes reunidas de legisladao e mando contra o imposto de 120 r6ts sobre o vinho
obras publicas para darem parecer sobre a peti- e vinagre que se retalhar em qualquer parte da
9do de Francisco Tavares da Silva Cavalcante, provincia.-A' commission do orgamento provinciaL
precisam quo seja ouvida a repartigio de Obras Outra de Francisco Silverio de Faria, professor
Publicas ; o quo solicitam. Sala das eommiss"es, public do Espinheiro, freguezia da Graca, reque-
15 de margo de 1884.-Nilo de Miranda, Rosa c rendo qu e lhe seja contado come tempo do effes-
Silva, Visconde de Tabatinga, Santos Pinheiro. tivoe exercieio o decorrido ntre a sua suspense
N. 33.-A commissdo de instruccao public, a de 1 de dezembro de 1865 a. 16 de margo de 188W.
quem foi presented a petiao de Izidoro Marinhe -A' commission de legislav:o.
Cesar, Francisco Manoel Bezerra de Vaseoncel- Outra do Sobastiao Antonio do Rego Bartox
los, Luiz Ignacio de Oliveira Jardim e Jacintho Junior, requerendo ser nomeado para o lugar de.
Heleodoro Alves Cavalcante, professors das ca- 20 official da secretaria d'esta Assemblea, a
deiras da Boa-Viagem, Peres, Tegipi6, Arraial e pelo fallecimento de seu irmao.-A' commissib e
Apipwucos, precise, para dar parecer, que seja policia.
ouvido o dii'ector da Instrucaqo Publica. Sala Outra de Cardoso & Irmrao, requerendo qua e
dan commissoes da Assremblea Provincial de Per- mnarque quota afim de orecebericm a importancia do-
nambuco, 14 de mareo do 1881.-Ermirio Couti- cretada na lei n. 1,796.-A' commnissao de orga.-
nho, Adelino A. de Luna Freire Janior, Aristar- mentor provincial.
cho Lopes. a Outra de Anna Joaquina dos Santos, ouvintf
a N. 35.-A commission de instrucca'o publieas, a das aulas do 10 anne da Escola Normal, reque-
quem foi preaente a petigio de Porcia de SA e Vas- rendo dispensa do lapse do tempo que Ihe falts
concellos, em que requer parsa ser provide enm qual- para attingir a idade necessaria afim de matrica-,
quer cadeira do la ou 2a entrancia da provincial, lar-se. -A' commissao de instruccao public.
precise, para dar parecer, qu e lhe sejam forneci- Outra dc Martinho da Silva Costa, professor pu-
dos os documents quo diz a supplicant achar-se blico da cidade da Victoria, solicitando a sua ju-
na Secretaria d'esta Assembl6a e o Thesouro bila.o cornm todos os vencimentos.-A' commisoao
Provincial. Sala das commissues da Assembl6a do instrucao publics.
Provincial de Pernambuco, 16 de marro de 1881. Outra do conego Mangel Jos# Martins Alves de
Ermirio Coutinho, Adelino A. de Luna; Freire Carvalho, requerendo que se lihe mando contar
Junior, Aristarcho Lopes. come tempo de service pars aposentadoria, jubila-
E' lido e post em discusslo, a qual flea adiada ?10 ou qualquer outro fim legal o ein que exereen
per have pedido a palavra o Sr. Nile de Miranda, o lugar do sachristAo da cathedral de Olinda.--'
o seguinte parecer : commiissao de ordenados.
A commiassa'o de rendas municipaes tendo exa- 'Foi approvado um parecer da commission de pe-
minado as contas de receita e dcspeza, e de pare- ti6es declinando pars as de legislacao e obru%
cer que sejam approvadas, peo se acharem was publicas o requerimncnto de Fieldcn Brothers.
condi9%es de serem aceitas as das Camaras de 1icou adiado per teornm pedido a" palavra os Srs.
Iguarassui, Cimbres, Gamelleira, Villa Bellsa, E6ca-* Jo-6 Marial c Goes Cavalcaute, um parecer da
da, Boa Vista, Salgueiro, Victoria, PetrolinA, Flo- inesma comimissao indeferindo os requerimentas
res, Aguas Bellas, Itamb6, Limoeiro, Triumpho, d& DIlphinaa Mniria B.-aga, Olympia Teixcira LaO-
Caruard, Barreiros, Vertentes, Ipojuca, Granite, p!s e Joaquiin Elias de Albuquerque Rego Barros.
Cabrob4, Brejo, S. Bente, Tacaratd e lugazeira, ForAm a imprinir os seguintes projects:
deixando de apresentar preysova sobre as deomais Ca- N. 35. SpippriiniRo os liugares que estiverem
maras por nao term rcmettido suas devidas con- vagos na' rcp:rtiSems e os que vagarem atW dons
tas. ias e:n mtie ainda sc nito tenhain dade vagas.
Observa, porem, que 6 indispensavel firmar re- N. 36.-Creaudo nina loicria de 120:000A par,
Sgras quo devem ser restrictamente observadas as obr-as das matrizes do 120 district eleitoraL
pelas mesmas Camaras. N. 37.-Creando urma 2a cadeira parsa o seso
1., Que devemn as Camaras at6 o ultimon do de- miasculinuo eim 'usqueira e uina minxta para apo-
zembro de cada anno, remnetter 4 Presidencia o 1vo:e-'o, do Ipoqjuca d'aqelia cidade.
balance da receita e despeza do anne quo se fin- N. 3.--Autorisando a construeao de urna es-.
da em seternbro, acompanhado do ornamento pars tr.d;1, de rodaen de Tunbauba a acapa, pas-
as daspezas quo se deve faznr no anne que succe- s aode p- r Pin-l'ba.
de ao quo core, devondo aeomparnaa o--o&. ii, a'1 | N-. 3o.-sestabelccendo a eadleura de instrnuc'io
'sua dtv-fa aetisa e passiva, e relacae nominal do mcrcuiti!, extinct.a pela lei n. 74-t.
sens empregados. Achando-so sobre a mesa foi a imprimir umpa-
2.0 Que todos os donumentos de valor de 25-3000 rccr di conirissn5o dc rcdaccao sobra a do .jrao
pars cima devem ser ostampilhados ou sellados, o jccto n. 3 d'cste anne.
quo so nao di em relacio A algumas C:maras. A,-liou-se de novo pela hora quo foei prorogada.pr
3.o Quo no case de passage de quantia demais -!0 minutes, a pedido do Sr. Arruda Falcio, a dis-
piera outras verbas afire de occorrerecm a dcspczas cussuo do rcq~ucrimcnto do Sr. Olympio Marquea
quo nao podem sen satisfeitas pclas verbas vets- soebr o cerco.e varnjo de duas casas, tendo orade
das, devem as Camaras fazer passagcns nes scus os Srs. Paulo de Oliueira, Amaral e Mello, Arru-
balancetes demonstrativos, mas collocarnm as des- da Flaloo e Estevio de Oliveira, sendo regeitado
peas nas verbas a que pertencorcin, afim de se [utre podido do Sr. Arruda Falcao de prorogagie
poder conhecer cads. verba-quanto despendcu-e da hora per mais 30 minutes.
nio esteja'm come ei algumas cstio, despozas dos Passou-sc ;i ordem do din.
matadouros sob donominagao de dcspezas even- Continuando a 1 discussao do project n. It
tuaes. d'ertc anne (cohcessio de 7:000i ao Institute Am-
4.,, Que nulo e permittido a nenhums Camara eheolgieo e Gcographico Pernambucano para
exceder as dcsoezas das verbas votadas sem auto- mnim:hr !tim do. scus membros A Hollanda examiam


risasFzlo do governor da provincia, ainda mesmo e extrahlir copias dte'ocumentos o;-ciaes aim exis-
quo as verbas arrecadadas dupliqucm das oradas, tentoes relatives as luctas corn os hollandezes no-
devendo as sobras scrom levadas ao cofrc, t6 que Brasif), oraram os Srs. Ilarao de Nazareth -
competentemente Ihc seja dade a devida autorisa- Olyvmpio Marques, adiou-se pela hora.
cao, sen o quo incorro em responsabilidade. A ordem do dia 6:continau.io da ntecednetea.
5.o Quo nito 6 permittido fazer emprestimo, ou Promotoria public Per portaria da
contrahir divida a titulo de poderem satisfazer as Presidencia de 28 do correnre, foi considerada
nec2ssidadcs das verbas votadas, quando cstas sem effeito a de it; de novembro ultimo, pela qual
nao produzirem as quantias calculadas, semn que foi nomeado o bach'rel Antonino Augusto de Arau-
tenham para isso disposicoes na lei or'amentaria jo Jorge, pars exrcer o cargo de prmotor publi-
que a tanto a autorise, e que n'este case devem nre- co da comarca de Salgueiro, visto naio ter aceita-
sumir ou supprimnir despezas adiaveis, at6 que so- do a nomeacs.o ; sendo substituido no mesmo car-
licitomi dos poderes competentes a devida permis- go per Antonio Gomes Correia da Cruz.
da. (Guarila national -Da Secretaria da Per-
sidencia nos dizem :
Paqoda Ass3embla, 17 de margo de 1881.-Dr. Por equivoeo foi incluido na portaria de 26
Pitanga, Josde Maria. do corrente, publicada no Diario de 28, o Sr. Jo-
Sie lidos, julgados objecto de delibera)io e Francisco Paes de Lyra, conferindo-se-lhe o
vao a imprimir os seguintes projects : posto de capitio da 7: companhia do 31o bata-
SN. 19. Art. 1.0 Ficam creadas dunas cadei- Ilho das comarecas do Bonito e Bezerros. --Secre-
ras para ensino de instrucao primaries urma do taris., 29 de marco de 1881. ,
apseo mafncllnn no rvnnrod (Io Tnz'azira e outra


do sexo feminine no povoado de Belmonte.
c Revogadas as disposi95es em contrario.-
S. R.
Marco 15, de 1884.-Dr. Pitanga.
N. 20. Art. 1." Fica creada no hospital de
caridade Pedro II a clinic especial parsa molestias
de olhos.
,, Art. 2.0 Esse service podera ser feito per umn
dos facultativos d'aquelle estabelecimento, ou por
qualquer qu e provar am ida'o.
Jcr Art. 3.o Percebera o facultativeo vencimentos
iguaes aos que percebem os demais medicos.-
S. R.
Mar9o 15, de 1884.-Dr. Pitanga. ,
N. 21. Art. 1.0 Fica creada nesta cidade urma
cadeira de instrucgao primaria para os meninos
cegos.
,( Art. 2.0 SerA provide por urn dos cegos edu-
eados no Institute do Rio de Janeiro 'que prove
estar nas condieoes de a exercer.
SArt. 3.o Fara part das materials desta cadei-
ra 0 ensino de musical e rudiments de fran-
eez.
Art 4.9 Fara sna s6de am umn dos estabeleei-
,mentos de caridade que pare este serving se pres-
tar.
SArt. 5.o 0 professor em quanto na o tiver de
1i2 alumnos para cima- percebera s6mente o orde-
nado que se dA aos professores contractados, per-
eebendo o ordenado dos professors de 1 eatrau-
eia logo que attingir a este numero.-S. R.
cc Pao da IAssembl6a Legislativa Provincial
15 de matgode t884--Dr. Ptcanga. a
XN 22. ArtLe Todas as disposigoes em vi-
gor quo sereitbw e me profesores do Gymnasio
Pernambucao, fAeam extensivas. ao professor quo
n'elle se aelasadd ,-em-virtudoe do disposto no
83, do art, 13S IaM W vuiwcial. 11,T78& de 27 de
e 8 ao. "Wetario do m .o...Gy.nnai,
laivwnadaw para e go disposiVoef q" tie n&,e-
A3- s6mente &,an encia e qsulfimioWdas
I A & 'Jea wMOKWui as s em


Faculdadle de Direito-Eis o resultado
dos actos de hontem :
4) anno
Joa'o Carneiro de Souza Bandeira, plenamente.
Manoel Henrique Wanderley, simplesmente.
Arthur da Silva Rego, idem.
Diolgo Cavalcantoe de Albuquerque, idem,
Douns. rprovados.
Ferinmento mortal-Mamdam dizer de S.-
Lourenqo da Matta que, ceresa das 7 horas da noi-
te de 27 do corrente, em terras do engenho Tiit-
ma, d'esse termo, Florencio Raymundo, conhecido
por Flor, deu duas facadas mortaes em seu com-
padre Alexandre Line d'Oliveira, comn quem anli se
encontrara.
0 delinquent evadio-se, e o ferido foi remetti-
do para o hospital Pedro II.
Crimiuoao -A' requisiglo do Sr. delegado
do term de Olinda foi capturado no de Botr Jar-
dim, para onde se evadira, o crimuinosdo i morte
Cosme Jose Ferreira, pronuneiado em crime de
morte, praticada no lugar Paratibe.
O criminoso ja esta recolhido 4 eadeia de Olin-
da, e yai ser julgado na presehte sessao do Tri-
bunal do Juiry.
Esmagamento -- Ao que hontem noticia-
mos ter occorrido n'ttm*aobre mulhero sobre o ar-
co da Conceiwao, temos hoje accrescentar :
Que a infeliz chamava-se Antonia Maria do
Nascimento;
Que a perna esmagada foi a esquerda;
Que a inffeli, depois dos primeLos curatives, fei,-
tos na phakrnmaia roxima pos Ss. Dr.. Ferreti-
ra Velso e So fai remeUettidapela policia pt
q hospital Pedro U ,
QuAe 46i iNi-Ihe m tida a pemna, na f nCOik,
peles 3o inferior, pelo bns. a metalbo waki
rior, send opemador o D.i Malaquias, tead -
auxiliwres o Dr. D fcar.t
a;o stado da sie
Qt o 0!4o:,& 08 "in+


-c
S
A


















,, .


W0. sino6


Sarianpe-
ds-o



i beetf a'etda lei no Arram-al,


S3 4a e horario B tern asid mpu-
deete wi

us tdieno s a seonocar-
SM t I __ rdata o rsiabelecimento do serving te-
*" b x~. par ,Eurpa
*90.-BrapMss Submarine Telegraph Cons.
inineALIi --Wmas.Br' redactores do Diario
e Perambuci--Sinto-me satisfeito a lhe infor-
a qu. a aeeo de linhas duplas telegraphicas
in a Ila da Madeira e 8. Vicente fioem promp-
a as quart-fait- spsada.
Este servio foi feito pelo vapor Sw otia. per-
tfente a comou nhia Telegraph Construction e
. Mamtinaace.
0 meomo vaper seabs de eoncfrtar a linha te-
rmp-uica que se achava interrompida entire Per-
z mboeo e S. Vicente ficando prompt hontem de
A interrupAo sendo distant de S. Vicente
Cineo milhas. Agora se acha funecionando bern.
0 vapor Scotia volta agora para Inglaterra
a fim de traier o cabo duplo da sec.co entire 8. Vi-
ete Pernambuco, quando for feito, este serving
S trmaios linhas duplas telegraphicas nas secoes,
etrePemrnambuco e Lisboa. Sou dos Sre. attento c
-brigsd&6-J. Howe, gereote engenheiro.
-yiaresesf-Todos Os filhos da comarc.-
deGoyanna so eonvocados para uraa reuniao,
iboje, a 11 horas do dia, no 2- andar do predio n.
42 da rna Larga do Rosario, afim de tractarem de
aegoio de importancia.
Bw la-Reeebemos hontem aseguinte car-
s h, aeompanhada da quantia de 140000:
S Sr. redactor do Diario.-A socie lade Benefi-
S cente Concilialo, nlo sendo indifferent ao gran-
de scontecimento pela libertago do CearA, e Icm-
Ixudo-se dos infelizes, envia a essa diana redac-
2 a quantia de 14000, par ser distnibuida por
agumas viuvas. Seeretaria da Sociedade Bene-
fieate Coneiiaao, 24 de marco de 1884.--0 se-
ceretario, A. 0. a
SCumprindo o mandato, assim distribuimos a es-
S mha:
A* viuva Canto de Azevedo, rua do Conde
da Boa-Vista n. 95 4A000
A' viuva de Joao Victor Junior, no Bar-
ro 3000
'" A' viuva Anna Francisca do Rego Cys-
neiros, na travessa de S. Jose n. 13 35000
A' vinva do becco do Bernardo n. 51 23000
A' viuva Peniche, rua da Concei*o n.
S54 23000
Newa mutsica-A casa do Sr. Victor Prea-
S e, a ma do Imperador, acaba de dar a estampa
w us polka para piano, composigao do Sr. Manoel
Alves de Jesus Menezes, e intitulada Naninha ou
Ansa. Alli se encontra a venda A 1 A000 cada
exemplar.
PVee sAe do TrIumplao-Na proxima
sexta-feira, 4 de abril, a Ordem Terceira do Carmo
pretense fazer a procissio do Triuhmpho dos Pas-
soes do Senhor, que percorrerA as ruas do itinerario
ordimnio.
Aeeendedores ecomico --Os Srs. Aze-
vedo &XCmpos, estabelecidos A rua Duque de Ca-
xiaf.L 55, offereceram-nos alguns pequenos paco-
tes de uma substancia preta, que alli tern a venda,
e quo -destina a substituir o kerosene e outros
S ineredientes empregados no accendimento de fo-
goes e fogareiros.
A nova substancia leva vantagem as suas con-
: eeeres ea no sen nociva e em custar barato.
:Cada .aote serviudo para 50 dias custa apenas
Cernualado Provinclal-Termina ama-
ukl, 31, n'ests reparticao, o prazo para o paga-
mento, livre de multa, das annuidades e mais sen-
vi-os da Coinwania Drainage, relativos ao exer-
cicio corente de 1883-1884.
3einUdes ttoefetarla--Ha hoje as se-
_. guites :
A's 4 bosra'di tarde, na respectiva.s&le, da so-
*: ciedade Reemeativa 10 de Maio.
A's 10 boras da mannh, na respective side, da
ooeiedade Musical 28 de Setembro, em assembled
geral
Amanbl ha as seguintes:
A's 9 boras do dia, na respective sede, dos so-
eios da AssoeiacAo Commercial Agricola de Per-
naambuco, em assemblea geral, para cleicao da
': nova directoria e exame das contas do anno fiado.
A's 6 1/2 horas da tarde, no 10 andar do prcdi'
n. 7 da travessa do Prata, dos socios do Nucleo


Recetivo Famihar, em assemblea geral.
A' msda ingieza-Hontem, as 4 1/2 hbras
da tarde o a rua das Larangei.as, n'uma obra de
pedreiro que se fazendo alh n'mna casa terrea,
travaram-se de razoes Manoel Jose de Andrade
eom Severiano de tal, ambos serventes. Como nio
fossem bastantes as razoes par mutua satisfago,
passaram as vias de facto; e Severiano, que pa-
reee entender do box inglez, foi As vents do col-
lega corn tanta disposiglo, que lhe tirou d'ellas
m to sangue, deixando-as, como se pode presu-
mir, em peti*o de miscrias!
0 eriminoso antes que chegasse o subdelegado
S de Santo Antonio, facto que succedeu ioucos ins-
* tatmsm depois da sanguinolenta luta, raspou-se de-
SdammAdo que nem queria ter negocios corn a po-
lit"-.
S Umn e outro haviam recebido a feria da semana,
Sqo foi umiuto bom, pois que urn tera. corn que pas-
mar Bo paseado e foi dar e outro corn que appli-
ear pauno de vuagne corn agua e sal e... dieta.
MbaU de Terpsyelore--Sesslo hoje ao
Smioe ip maa pegamentos, e traetar-se de sua
iuu t ais m raa dos Coelhos n. 1 D. Pede-se
aM wIB .mopmaecmento.
iee-tunar-so-hio
S- Po n Ltf lis, asI horas, raa do
hl-Jm .4 'b varies objeetos de ornato, de
Sl hors, 1 ru a da Impe-
umBito.
1F ,,11hora, a rua do Bom
-l m p 4% de preiI, enmdas limpas e avaria.
ehiag.
p -.- Qdgrta-f:i-a:
eo geieute Hrwtins, As II horas, a rua do
edea Oaxia. n. 29, de moves, loucas, etc.

5 yWe Peshum is 11 horas, no trapiche
u" ,"^ do mandioca .
horai s, nika do Ter-
sT.,' almaa;_ d do P. Jula t Be -

Sajlma de 'D Juaa odri-


rqejm


1 _



"uiatB i0rlt6 .S.a eai.
M-h de 480t400.iDacma.
agdeol90oo.4 ideil& ,--
y 'SM do-d v deame nverde.
6-i-o de ino. ^
10 ditoB de 1 .
65 1 1 1 &=ifiiondo legnnme.
38gidemA farisha ecomidas.
Deve term sido arrecadadi neste dis a importan-
daetaeliS
-CasaAm e ,-.-Xo Mneto do. pro-
m no di 28 d corrate:n ,
Existiam presos 331, entrh*am 21, dahirmn 13,
existem 839, a saber: nadcione 289, mule
10, etraawi, 15, 1 mesve 25.-st28.9.
_Ar ..29, gf do : bons 279, doentes 14,
-'Total29"3.
Movimento da enfermaria:
Tiveram a it:
Antorio de Castro Martins.
Jolo Fsancsseo dos Santos.


PUBLICAGOEiiAiIDO

Opera io imp~lante
E' corn grande satisfagbo que lango mlo
da imprensa parg tornar patent ao publi-
co em geral e ao mundo scientific em par-
ticular um prodigioso resultado da cirur-
gia modern, tio bern representada na
pessoa do eminent cirurgiuo o Iim. Sr.
Dr. Symphronio Coutinho. Embora te-
nha consciencia de ir contrariar a reconhe-
cida modestia do distinct cirurgiao, per-
mitts-me S. S. que aqui, em synthese ra-
pidarefira a historic do meu cruelpademen-
to, afim de melhor avaliarem sua immense
gloria.
Em consequencia de traumatismo que
recebi na perna direita ao nivel da crista
do osso tibia, fui accommettido de uma
osteite condensante suppurada, queo termi-
non por uma necrose quo invadio quasi to-
do o osso e contra a qual consultei diffe-
rentes medicos, que, empregando muitos
meios afim de combatel-a e a nada ceden-
do, vi-me obrigado a recolher-me A enfer-
maria de marlnha no Para, onde me acha-
va entlo, e ahi, como f6ra, opinaram to-
dos pela amputaglo.
Nio resolvido a praticar a operaglo, vim
para o hospital da marinha desta corte,
onde cheguei no dia 22 de fevereiro de
1883.
A perna que era a, s6de do mal, estava
em um estado deploravel, as parties molles
destas regi5es estavam acommettidas de
urma inflamagsio inteusissima e o osso em
quasi today a sua extenslo communicava
corn o exterior por meio de nove trajectos
fistulosos, por onde se escorria constantemen-
te urma quantidade consideravel de pus.
0 meu estado geral definhava progressi-
vamente, e oA o desanimo come9ara apo-
derar-se de mirm, quando fui apresentado
ao Sr. Dr. Symphronio Coutinho, medico,
que presta os seus sqrvi9os gratuitous e es-
pontaneos ao hospital de marinha.
Animando-me e animado pela sciencia,
cheio de pura convic9bo, aconselhou-me
que soffresse urna operas9o, promettendo-me
salvar a perna.
Entreguei-me a S. S., e pedi-lhe que
operasse-me o mais breve possivel, e de
feto, no dia 4 de janeiro 1883, corn assis-
tencia do Exm. Sr. eonselheiro chefe do
corpo de suade da armada, director do
hospital Dr. Carlos Frederico dos Santos
Xavier do Azevedo e demais medicos d'a-
quelle estabelecimento teve lugar a opera-
calo. Sendo eu submettido a unia anes-
thesia, habilm.nte administrada nio tive
conhecimento do que se passou duiante a
mesma, e s6 dous mezes depots me animei
a olhar para a pemna operada, por occasiuo
do curative diario e obser-vei entio que o
osso tibia tinha sido eliminado em quasi


today a suan extensio anterior, em mais de
um ter9go de sua espessura. Soube tam-
bemrn que durante todo o tractamento foi
empregado o process anteceptico rigoroso
de Lister, que se prolongou por oito me-
zes e que em cada din que se passava,
observava-se umatendencia quo apresenta-
va a ferida pars sua cicatrizasgo e pars o
restabelecimento de minha suade, tAo gra--
vemente compromettida.
A cirurgia caminha prodigiosamente, a
cada instant mais um vulto ae levanta pa-
ra ennobrecel-a, elnriquecendo-a cnem os re-
sultados feliat filhos de seus estudos, in-
telligencia, habilidade e dedica9lo, qual
offeroce hoje ao public o illustrado Sr. Dr.
Symphronio Coutinho, resultado obtido em
mim proprio, cuja historic tenho afelicida-
de de referir.
Extremamente penhorado e profunda-
mente agradecido, beijo a mao bem'eitora
d'aquelle, que, salvando-me a perna, pou-
pou-me um desgosto, quo talvez me cor-
tasse a existencia.
Nao podendo ficar silencioso, desejava
expandir-me e atirar ao mundo cirurgico o
nome do, eminente cirurgiao, habil e dis-,
tincto operator o IlUm. Sr. Dr. Symphro-
nio Coutinho, a quemn poo dosculpa de pa-
tentear-lhe em public o meu profundo re
conhimente.
Corte, 19 de fevereiro de 184.
2o tenente da8aw-aa,,
FiuMO ArTomo Po & CASSlo.
(Jornal do Comiwrcio do& io d Janeiro.)


Alert Pe0w ennes
Assisti e vi a feWAt do 0era rete.en-
tida em Pexumbaco e ad a&
me= catmiete'&p
2"1o sz^ e h it a


.ila hi deixasseew-osn P
O- westo interim, veudesgeis o
m os tous'eacravos e ultimarnem
os um0 restos mortaes

Ponmkawuc4,oI I pare vos gloriar e dian
que eta id6a sadio d'aqnella provincia,
ieupportanol, porq Petnrambuoo nd
tern a desjar aos fezto e glorias do Oet


fiA.
A historia 6 quem mostra. Pernambco
no heroism tern sido mestra de suas ir-
mia, nunca useipula. No s jardins, na
proaa, no verso, usna musical, no theatro, na
umnprensa, era o que soe falava no dia 25 de
marco, di a da graidiosa festa, at na Ma
da Praia, tudo, tudo w e a CeaiM; CearA'se
comia, Cear6 se ouvia, CearAna poemsA
fioou.
Note-se, nao aceito discussaIo alguma e
nlo respond pela imprensa.
Eseada, 28 de margo de 1884 ... .,
Franco Cavacante de Albuqerque.

Alveloz
DECLARA9XO E PROTE8TO DO Si. NUMA
POMPILIO PUBLICADO NO 1 JOURNAL DO
RECIFE DE HONTEM 29 DO CORRENTE.
Respondemos ao Sr. Numa Pompilio corn
os proprios terms do decreto, que conce-
den ao Sr. Dr. Gitirana Costa previlegio
pars explorer e soneu preparado avdoz gra-
aXo,-o qual 6 assim concebido: Por decre-
to de 18 do corrente mez, do ministerio da
agriculture, concedeu-se previlegio ao ba-
charel Joo Baptists Gitirana Costa, bra-
zileiro, empregado public, resident em
Pernambuco, para o process ds sua inven-
&o, a que denominou Gitirana Bravia -
para conservar liqaido, graxa, e conden-
sado os .,produetos medicinaes da plant
denominada -'Avdeoz destinada a ap-
plicages externas -(Gazeta do Noticias de
8 de Mar9o) -O que n6s annuncImos e
vendemos aqui e na Corte, desde muito an-
tes da concessao desse privilegio, 6 o hi-
te jou seiva natural do alveloz; nao e6, por-
tanto, uma preparaclo similar, e em cdn-
correncia a do Sr. Dr. Gitirana, que o 4e-
creto referido ihe deu exclusive direito
de explorar.I
Esse previlegio nao pode por forms: il-
guma tornar exclusive a colheita e venla
da seiva natural de uma plants, que ie
encontra naio so nests provincia, como Bis
limitrophes, em germal em terrenos privadds,
onde nasce expontaneamente; cuja sewa
aconselhbo os medicos, que fizeram entiar
no dominion da therapeutic o alveloz, e en-
tre elles o illustrado clinic o Sr. Dr. Al-
cibiades Velloso, deve ser applicada em 48s-
pecie, e de preferencia colhida de uira
hastea quebrada da plant, moments antes
da applica9go, corn o fimn de evitar a co4-
gulaglo dessa seiva, 6 a fermontagso qie
ella experiment, logo que 6 exposta o
ar, a qnal alter as suas propriedades :
coagulailo que n6s conseguimos trerar;,
juntando-ihe um prodatcrflItfuOn,-R.ff
nada altera os principios do leite de alveloz.
Desconhecemos o procopso OGitirana
Bravia e de forms algunia o procirare-
mos investigar para expor a vinda o leite
natural do alveloz, que nao cessaremas de
annunciar e vender, em quanto, melhc ex-
plicado o privilegio do Sr. Dr. Gitirina,
nos nao convencermos do direito de S S.
de explorer exclusivamente essa plant.
Damos essas explicaZes ao Sr. Num
Pompilio, pela cow deiaqlo quo nos e-


COINEIICIO


Praca do Recife, M9 de mar'o
de ISSA
As tres horas da tarde
Cotajoes officials
Cambio sobre Londres, 90 div. 21 d. por 14, do
banco.
Cambio sobre Lisboa e Porto, 90 dlv.] 148 0[0 de
premio.
Aatonie M. Amorim Juniar,
Pelo president.
P. J. Pinto,
.- Pelo secretario.

,REVISTA COMMERCIAL

Da semana de 2&# 2$ de mar o
S de liS4.

Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v 1 3/4 por cenio
de desconto.
Cambio sobre o Para, 60 d/v 1 3/4 por ceulo
de deseonto.
SCambio-sobre 1ndres, 90 d/v 21 1/4, 21 d/i,
60 d/v, e 20 15/1Wd/s -100 do banco, e A vista
20 3/4 14000 do banco. |
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 60 d/v,
5/8 -por cento de desconto.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 39 dj l pc
cento, 15 e 10 d/v 112 por-scento de d to. \
Cambio sobri a Bahia, a vista, 1/2 or cent
de premio do banco
Cambio sobre Paris, 90 d/v 454 r6is) francoj
banco, e A vista, 460 reis o franco, banco.
Cambio sobre Lisbon 90 d/v, 147 por cent'de
premio, e a vista, 154 por cento de premio, banco.
Cambio sobre o Porto, 90 d/v 151 pox entb 4A
premio, banco.
. Camblo sobre Lisbon e Porto, a vista, 148 po-
cento de premio, banco.
Venderam-se 16 AeVoes do Bance do Brasil, do
valor de 2005000 a 3005000 cads umsa.
Desconto de lettras a 9 por cento ao anno.
Senerownaekonaem


Aguardente= Veada an 75F000 uma pipa.
Algodlo-Entraram 1,420 saccos, vend a do o
sertio de I79" per 15 kilos.
AsswArae .Entraram 20,311 saceos, aos p4eos
"tes ,*
Obnmnee, superior 4s 6. sorts, a 31700.3 800
Os 15 kilo. 0 dito bomde -3 a
10 re ,
S~AM00 15 kilos.Oh e d


AM 6 U" 0mr" do AI


Vmd^^o^^it.dhm ipseerio
ow e Amda aisti1mephx:
i l u de vmobCw en teip


Onde ha pois a justioa que me jmo..
Quo fi p ra mercer tio dummrt.?
Que fi ? Quae nalo me dio sBiq asMn .
L.enitio pequeno em triste morts I
JA seis lustrous passaram sobre mim,
Sera um riso, umn moment de ventmass
STanto tempo de d6r 11 E amda hojo
Cads dim me traz nova amargura.
E sofri'tanto temple, sem so menos
Uma' quixa volver ao Creador;
Sempre calmo eoperei resignado
No porvir melhor aorts em sen amor.
b04! men Deus e men pai, que fez ten filho,
Para soer desde a infancia eondemnado
As does, ao pesar, a desventura,
Ao tormento martyrio do mao fado I
Tenho em vio esperado esa justica
(Q'um filho esperar deve de seu pai,
Ella tarda, Semhor, e a minh'alna
Pouco a pouco de dor, descrendo vaL
Se nunca despresei os miseraveis,
%e corn ells eu sianto os males seus;
Ccmo pois to permitted que eu soffra
Urn dcspreso cruel, ate dos meus !!
Vejo um rico... passar de front erguida,
Serm ao menos se quer p'ra mim olhar,
Vejo tantos no goso se sorrirem,
Quando eu triste definho de pesar.
E assim pass a vida sempre mado,
Porque sou do tormento imbelle presa,
E se um riso desponta em meus labios
E' preludio medonho da tristeza.
Da conforto, Senhor, a pobre alma
Que sorveu a descrenca em negra taga,
Ampara o infeliz, que nests mundo,
E' o unico filho da desgraqa.
Nao desejo riqueza, o ouro inutil
Faz o home cruel e atW medonho,
Como filho, supplico ao psi bondoso,
Um porvir menos negro, mais risonho.
Ou antes o descango n'uma camp,
Porque 1-a findarn o meu tormento ;.
Muito embora p'ra quern ahi repousa
S6 exist na terra... o esqueeimento.
Pedra de Buique.
Magalhkes Porto.

Camara Ilunlelpal
AO HONRADO E DISTINCT SR. COLONEL DE-
CIO DE AQUINO FONSECA.
Valha-nos a sua energica jutica que sempre a
tern caracterisado, n6s moradores a rua da Deten-
dlo e rua do Peixoto estamos privados dec sahir
de nossas casas ; a companhia da estrada de ferro
de Jaboatio a Caruarn, tapou ura camboa, e as
aguas dessa grande camboa inundaram as duas
ruas, que nos privam do sahir de nossas casas ;
grandes excavagoes existemmas mesmas ruas; pe-
dimos a V. S. que venha ver para melhor dar as
suas providencias.
Aproveitamos o ensejo para agradecer a V. S.
as providencias que deu, prohibindo o despejo do
lixo no tal Viveiro do Muniz.
Sr. coronel, pelo amor de Deus, nos acuda, ve-
nha ver onde estamos habitando, a febre e a be-
xiga estio assolando.
Recife, 29 de marvo de 1884.
Todoa os moradores.


Liberta~lo do Ceara
A commissiao 25 de Marco tend de finalisar
seus trabalhos, declara que se acham devidamente
pagas todas as contas relatives saos festejos do
dia 25, podendo apresentar-se na sede da Nova
Emancipadora at6 amanhi, quern quer que sejul-
gue corn direito a reeeber qualquer importancia da
mesma commissaio.
i Brevemente a commission publicarA o resume
historic da festa, balance de rendimento e des-
peza e lista nominal dos escravos alforriados.
O-Livro de Ouro -continua em exposicio na
sele da Nova Emancipadora, A rua do Imperador
n. 31, das 9 horas da manha as 8 da noite, onde
Os 15 kilos. Dito de Goyaz= Nominal de 24500'
a 265000 os 15 kilos. Dito em rolos== Nominal a
106 e 135 os 15 kilos. Dito em latas=Retalho
de 105 a 205 os 15 kilos.
Farinha de mandioca Retalho de 33400 a
45500!um sacco.
Gomma de mandioca= Retalho de 2:3 a 2.5200
os 15 kilos.
Graxa do Rio Grande do Sul= Nominalmente
a 74500 os 15 kilos.
Mel= Ultima venda a 45,3000 uma pipa.
Milho== Retalho de 90 a 95 reis um kilo.
Pelles deo cabra== Ultima venda a 834000 um
cento.
Sal do Ass =-- Ultima vends a 1U000 os 100
litres.
Sebo= Nominal a 84500 os 15 kilos
Sola= Nominal de 55000 a 75000 um mcio.
Vellas stearinas= Retalho de 320 a 330 r6is 0
mass de 6 velas.
Xarque do Rio Grande do Sal. == Deposito
78,000 arrobas, retalho de 56600 a 65400 os 15
kilos.
SGeneros estranugeiros
Alpiste== Ultima vencla de 45800 os 15 kilos.
Arroz da India == Retalho de 25600 os 15
kilos,
Azeite doce= Ultima venda a 3,4600 um galio.
Bacalhio-= Deposito 18,000 barricas, retalho a
165000 e 17;0500 uma barrica.
Breu=Ultima venda de 141003 cads uma bar-
rica.
Batatas em caixas = Retalho de 55000 cada
urma caixa.
Ditas em gigas Retalho de 2A800 cada
urma giga.
Carvao de pedra= Nominal de 145 a 184000
uma tonelada.
Cemento = Retalho de 95 a 85 uma barrica.
Canella= Retalho a 1I300 um kilo.
SCerveja Bass= Retalho de 95000 a 105000 uma
duzia.
.P Dita preta= Retalho de 95000 a 10000 rsum
duzia.
Dita de diversas marcas= Retalho de 65000 a
85500 uma duzia.
Cebolla= Ultima venda de 135000 ma caixa.
Cha= Retalho de 35 a 55[000 un kilo.
Cominhos=, Retalho de 12000 os 15 kilos.
Herva doce == Ultima venda de 155000 os 15
kilos.
Farello de Lisboa== Retalho a 4X400 um sacco.
Dito do Rio, da Prata = Retalho de 3A800
a 36900 um scco.
Farinha de trigo= Deposito 17,000 barricas,
aos pregos seguintes :.
A americana, dd 29500 a 210500 uma bareca.
A de Triestra e RigSria, de 2oS00 a 281000
uma bharrica. .
Feaio mnulatinho=--, etalho de 15 a 165 un
Wito d6 cores= Cotamos de 95 a 105000 um
Kevoiene= Retelho de 3U250 a 3S00 Auma lata.
&ga 1ngleza-- Betalbo d ) W V q&to sobre
cais J der
,;. ;- 04


Sdii'o asat

T A ."IWO. picat-t0u to-
Aeq Iia Ue qu mat -a pro-
fifo; eu so e aproxnus 11a em quo dove-
mo enviar a Doa m e veMn por inter-
mediode smuvalimas eprovadadidieaeo a elm-
arog a sV. &. quea mova etee osnosso scol-
d'eusa provinela, umiabir. asaigaade auto- a
risando esta sociedade comn su solidariedade na ,
aludida peticlo. 4
Para que V. S. como os nomos demais eollegas,
fique completamente inteirado dos ponto capitals -
ema que se fanda a nossa represnta*o, traamscre-
vembs abaixo alguns dos seas artigos :
4' 1.0 Ser obrigatorio i todo e qualquer produc-
to annunciado como especialidade pharmaceutical,
a approvagao da Ezma. Junta Central de Hygie-
ne do Imperio.
2.0 Elevao para o triple dos impostos que ac-
tualmente pagam todos os products estrangeiros,
simple ou compostos que, como especialidades
pharmaeeuticas, form deapaehadas nas Alfande-
gas do Imperio; estando embora elles revestidov
da approvaco do artlgo aima. ,
3.9 Nao ser permittida a venda de drogas, me-
dicameutos, products ehimicos e especialidades
pharmaebuticas, nacionaes ou estrangeiras, se nao
em pharmacies ou drogarias legalmnente estabele-
cidas.
4.0 Execucio da lei que manda rear nas pro-
vincias os conselhos de Hygiene, cujo tergo deve-
rA ser composto de pharmaceuticos corn voto deli-
berativo em todas as suas decisues.
Para que nao sofframos demora na execuglo de
nossa ida, rogamos a V. S. que se digne enviar o
object de nosso pedido & esta directoria, corn a
maxima brevidade que os bonds servings de V. S.
poderem realisar. -
Outro ,pim, que tendo de effectuar-se uma ex-
posico pharmaceutical nesta provincia, promovida
pelo Congresso, convida a V. S. para coadjuvar-
nos cornm o auxilio do concurso de V. S. nesse cer-
tamen scientific e industrial, cujo programma
proximamente enviaremos A V. S. Somos com es-
tima e dedicagio de V. S. eolegas e amigos.
President -D. Rouquayrol.
Vicc-presidente--Jose Elias de Moura.
lo secretario-Antonio Martiniano Veras.
2a secretario-Joaquim Rodrigues Cotias.
Orador-Jodo Facundo C. Menezes.
Thesoureiro-Alfredo Jose Ferrdeira.



Alo public
Hyppolito MartinsGomes de Pinho e sua mu-
lher D. Anna Martins Gomes de Pinho, e sua cu-
nhada solteira D. Joaquina Bernarda Pereira de
GusmAo em commemoram ao dia 25 de margo, li-
bertam nas suas parties que lhes tocar, ao Iscravo
pardo, por nome Henriques, e a preta crioula por
nome Candida, pertencentes ao espolio da jA fina-
da nossa sogra e mui, cujo inventseio corre pelo
cartorio do muito digno Dr. Pontes eD. Anna Ma-
ria da Rocha Falcao.


Facilila. a denti o e previne as

convuls6es

Cardornus

Unico deposit na Pharmaela
Do Dr. Sabino
43-Rua do Barlo da Victoria--43
PERNAMBUCO.


ERBSWURST
Linserwurt, Bohnenwnrstl
Conservas leguminosas em p6, corn tou-
cinho e fiambre, excellent preparado para
qualquer viagem por mar ou por terra,
para abastecimento de navios, tropa, etc.,
dando em poucos mementos urea refeigao
suoculenta e nutritiva.
Conserva-se em born estado por alguns
annos.
A' tratar corn
THEO. JUST
18---Pra~a do Corpo Santo---17
1.0 andar.
marcIDin-ant Alcard- rT-alho de 2561-6272-5 por
um kilo.
Passas fnas=- Roislho a 75000 e 8000 urna
caixa.
Papel de embrulho== Retalho de 680 a 1.500


uma resma.
Pimenta da India= Retalho a 1,150 e 1.5200
um kilo.
Phosphoros = Da marca Jonkopings, retalho
de 2,200 2.150 cads usma groza. Dito da marca
Nitedals, retalho de 13690 a 2O000 uma groza.
Dito da marca Wenchborg, retalho a 1,4600 uma
groza.
Queijos-Retalho a 34200 e 33300 urn.
Sardinhas= Retalho de 330, e 340 rnis uras
lata de quarto, conforme a qualidade.
Toucinho de Lisb)a = Retalho a 13000 os
15 kilos. Dito americano Retalho a 12,000
os 15 kilos.
Velas stearinas= Retalho de 400 a 700 ruis um
maco. -
Vinagres= Cotamos de 120-; c 1503 uma pipa.
Vinho tinto de Lisboa==Cotamos a 220d e 225,4
urma pipa. Dito da Figueira=Cotamos a 215.3 e
235, urma pip%. Dito do Cette, branco,= Retalho
215. e 220 urma pipa. Dito do Porto, em caixas
Retalho de 84000 a 20-3000 umsa caixa de 12
garrafas, eonforme a qualidade.
Xarque do Rio da Prata= Deposito 45,500 ar-
bas =Retalho 5.3200 a 6&200 por 15 kilos.


RENDIMENTOS
Mez de marqo
ALFANDEGA==De 1 a 28
Idem de 29


RacIEBEDORiA=De 1 a 2S
Idem de 29


JONsULADO paovzucuL--De 1 a 28
Idem de 29


RBCw' DAIRAGB-De 1 a 28
Idem de 29


PUJBLICOS .
de 1884
1,038:9775490
19:9196870
1,05S:6495360
S3:5005468
4:086A110
87:5865578


113:6913910
2:889A929
116:5815839

45:645S855
7184970
46:6 -2
',t


ALTERACaO DA PAUTA
Para a semana de 31 de maro a 5 do mez de
abril de 1884
Algoda em ranima, 449 rs. o kilo.
Adodega dc Peranmbuco, 29 deo marco do
1884. Os conferentes, I
Salvador A. A. Freitas.
J. J. de Mimda.

3hB ail03OS 15~ij~ ^~< i5^
,- .lU


t- in "
.P~tlio n^^^^
^raii -jib ^^ ^S


-i




paeioe r a 8. de:

vmonte.we aE SK jte eife,~ ii~irj 2ldemsm t'o
two o.m 0 Ipraso "e I d ede
aprewinem, ar informee sefi Iy iejair~~ 1
Orem wredoies do suafpiatfies andP ffyi wlarte~ I
dfinfits, sqta ia e isee. Piede % ', 9. a er-
menf.- EK IL K ecife, 21 de maroo de 1883.
-0 advogado Joid Domimg.es. -
Esteva, s ellada na f6rma da leL
Na qual via-se o despacho do theory seguinte :
Despacho.-Passc-se o cdital requerid. Re-'
cife, 21 de marco de 1884.-Montenegro.
SE mail se nao continha em dita petiao e des-
pacho bern e fielmente copiado. "
Em virtude deste despacho o respective escri-
vlo fez passar o preaete edital pelo qual e
seu thegr chamo todos os credores de Felix Go-
mes Coimbra, pars apresentarem suas reclama-
5es dentro do praso de cinco dias, contados da "
publicatao deste.
E para que echegue ao eonhecimento de todos
mandei passar o present edital que sera publics-
do pela imprensa, e affixado ncs iugares do costui
me.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 21
de marco de 1884.
Eu, Ernesto Machado Freire Pereira da Silva,
subserevo e assigno.
Recife, 24 de marqo de 1884.
Thomaz Oareez Paranhos Montenegro.


0 cidadlo Antonio Samico de Lyra e Mello, juiz
de paz do 20 anno desta freguezia de S. Jose
do Recife, em virtude da lei etc.
Faco saber aos quo a present carta de editos
virem ou della noticia tiverem, em como Jos6 Ber-
nardo da Costa e Joaquim :Pussa dos Santos me
fizeramn por escripto a peticia do theor seguinte :
Illm. Sr. juiz de paz da freguezia de S. Jos.---
J1s, Berardo da Co-t.i i. Jaquim Pussa dos San-
to tendo comprado a Scastiao Francisco de Mel-
1o bois para serei etregues a Ludovico Go-
n da Silva documento junto) o supphecado de
akcrd' corn Sidronio Ignacio de Mello commet-
tendo o crime previsto no art. 238 do Cod. Crim.
arrogou-se a propriedade dos alludidos bois, pas-
sando-os dolosamente para o domino de Sidronio
co-participantc cm takes actos, que os abateu no.
mata louro desta cidade, except alguns que ven-
deu ao capitio Jose Caetano dc Fiuza Lima; e
como queiram proper sua acco contra ambos os
supplicados, Sebastiio e Sidronio, solidariamenter
responsaveis pelo dapno que eoffreram, art. 27 e
28 20 do cit. Cod.trequerem 'a V. S. que se dig-
ne mandar cital-os 4Jra na la deste juizo, depots
de citados, se concillsrem corn o supplicante acer-
ca da satisfaco do 1filudido damno nos terms dosg.
arts. 25 e 26 do citaA Cod., bern como sobre o
aresto que promovera contra os aupplieados pe-
lo juiz do civel, cartorio do escrivao Borges Leal,
pena de revelia e custas, entregando-se neste ca-
so anota do inconciliaio. Pedem licenga paul
comparecerem por procurador k"
Como o supplicado SebastiAo esteja ausente en.,
lugar incerto, requerem que a sua citaeao seja::
feita editalmente corn o prazo de 30 dias, depois -
dejustificada a ausencia. Pede deterimento. E.':
R. M. Recite, 22 de Fevereiro-de 1884.---O soli-
citador Custodio Moreira Dias. Estava sellada ,
com.rn urma estampilliha de 200 rs.
E mais nilo continha dita peti*io, na qual dei o,
despacho sete :
Cite-se. Freguezia de S. Jose, 23 de fevereiro
de 1884.---A. Samico.
E mais no se coutinuha em dito despacho, por
forga do qual, tendo os supplicates produzido
suas testemunhas e subindo-me os autos a con-
clusao dei e proferi a sentenca do theor seguinte :
Vistos etc. Julgo justificada a ausencia e m-
certeza do domicilio de supplicado Sebastilo
Francisco de Mello, em face dos depoimentos de
folhas e folhas, mando que se passed cartas de
editos corn o prazo requcrido afiui de ser o mesmo
citado, para o que se requer notificagao a Ifs 2.
Custas ex-causa. Freguezia de S. Jos6 do Reci-
fe, 7 de marco de 1884.--Antonio Sarmico d e Lyra
e Mello.
E mais s n iao continha em dita sentenga aqui
copiada, em virtude da qual o escrivao que esta
escrcveu passou a prezente coln 0 prazo de 30
dias, pela qual e seu theor se chama, cito e hei
por citado ao supplicado ausente Sebastiio Fran-
ciqco de Mello, para o fim requerido na petico
aqui transcripts, pelo que toda e qualquer pessoa,
amigms, parents e conhecidos do mesmo o pode-
rao fazer science do que fica Acima exposto.
E o porteiro do juizo affixarA e publiearA nos
lugares do costume e serA publicada pela impren-
sa. Dada e passada nesta freguezia de S. Jose
do Recife, aos 7 de marco de 1884.
Eu, Jose Gongalves de SA, escrivao, escrevi.
Antonio Samico de Ly.ra e Mello.

Drogas 2 volumes a Fa--F Sobrml-o
& C.
Formas uma caixa a G. Saporiti.
Linhaga 5 barricas a Faria, Sobrinho
& C.
Ladrillihos 166 caixas A ordem. Li-
vros 1 caixa a G. Saporiti.
Massas alimenticias 550 caixas A or-
dem.
Marmore 21 caixas A ordem.
Pianos e accessories 6 caixasa H. Vo-
geley. Pedra pome 5 barricas A ordem.
Queijos 1 caixa a G. Saporiti.
Vermouth 15 caixas a ordem, 20 a Ba-
mos& C.


Carga da Bahia
Fio de algodao 30 saccos.
dito 290 fardos a ordem.


/


Pannos


MO1VLIMENTO DO PORTO


Nauio entrado no dia 29
Esmeraldas-80 dias, badrca dinamarqueza J. S.
Pontoppiden, de 287 toneladaa, equigem 10,
cargd madeira de pinho; a ordem. Veio refres-
tar e segue para New-York.
Sahidas no mesmo dia
West-Indies-Barca norueguense Meteor, capitol
A Jensern, em lastro.
New-York-Barca dinamarqueza J. S. Poitoppi-
dan, capitilo H. C. Kofueds, corn a meama car-
ga que trouxe.


VAPORS ESPERADOS


Bewsel





V'le de Pard
La Plata
Orator"
Arswtwasi
BriGadia
Pard
-ae .


da Europa
do sul
da Eur pa
- Abril '
do sul
do sorte
da Europa
da Bahia
do sul
da Europa
da Europa
da Europa ,

dbcnrte ":


-. hn.
* 5.



a 6
a 5
a 6
a 7
a 9
S a10:


i^



%'il


r-.


----j


)I


l '". hra ,.1



























P =d
Soi* qldade


rata a.
,-026'1


a eTr-
peran-


W14 partsedteem ,ue
m oaiom sa uhas do que
Xa do Freie Pereirae da isva.
1TiADias-Vieeate MaehadoFre-
SS da Sva.-Fraciao Manoel de AMei-
%4 aM&te. ieoatnha emdito term de pro-
1 pAW e prodiuido BsuaS tenemu-
Sausencia do mnpplicado ,o eos-
AM *tm'e preparar .o autos rezosa
min t nt i ue. quawB dei a uentenca que 6 do
S It, pojuwtifcada a ausencia do jus-
At$& eIL w ae'erto e nio sabido, e maudo
lja& dfi o ori es' come praso de
Sdo poeto Param iterrupoao da
defo efolhas. Custas
eM6 Reif 6 de marco de 1884.-Monte-
e s, coutiha em dita senteue, aqui co-
n*, por ea da equal o eeaivlo fe, Vassar o
e chamo, cito e hei por in-
i& a Jog& de Oliveira Junior, para
me aiont do p eo0 diss compareca ante
400 U iEdo o sea direito.
Ipopra yin.cFh e a conheeimento de todos
i p sr o pente~dital que sera publicea-
pik ain a e m e.ffixado nos lugares do costu-
ada e pmom esta eidade do Recife de Per-
rboW aam 7 de maico de 1884.
AEu gs R*MhIado Freire Pereira da Silva,
"aewpv e safltmi
T&=uai = tiez Par-ank Montmnegro
IDr. Tbomn arcez Paranhos Montene-
gro, liiz &e direito especial do commer-
cim do Rwefe, por S. M. o Imperador,


etc.
Fag saber que se acha designado o dia 3 de
abrl mo, ao meio dis, na salad das audien-
as, ari de ter lugar a reunion dos credores da
maia fafida de Antonio Jos6 Dantas, para veri-
fietem os credits, deliberarem sobre a concor-
data, se o. falido a propozer, on nomearem admi-
nistxadores ae foria da lei, para. o que convoco
Os referM idos eredores a se reunirem no mesmo dia,
horam e lugar, certos de que nao serlo admittidos
paor procurador sem que este exhiba procura.ao
special par o aeto, a qual nao ser& conferida a
deovdor do fallido, e sera tornado como adherente
a reAoluc da mai'ia dos eredores, o credor que
n5o comparecer, comwtnto que para ser vallida a
aco erdit 6 e neeessarno qu e ella seja concedida
pr dois tergos do valor dos credits, sujeitos aos
ejeitos da concordata
E pars que chegue ao conhecimento de todos
maadei passar o present que seri publicado pela
zampr^ o. fl *d9 uIoa osyw do .Oaetue.
*9 e pass m t ide 49 Recea, cavi-
tal ds ovncia de Pernambuco aos 28 de inarc
del84
Fecrevi e assign..
Recife, data supra.
0 escrivdo interino, Joao Gomes dos Sautos
Thoma Garez Parao.s Montenero.
Thomas Garme Parawdho8 M1ontenegro.


0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
S O, commenadador da Imperial Ordein da
Rosa e juiz de direito da vara especially
do commrcio, desta cidade do Recife, ca-
pital da provizcia de Pernambiuco, por
S Sua Magestade Imperial e Constituoional
o Senhor D. Pedro II, a quern Deus
gnarde, etc., etc.
Fa-o saber aos que o presented edital virem ou
dele noticia tiveren, que por part de Alves de
Britto & C., negociantes d'esta prga, me foi di-
Srigida a ptAi a do theor seguinte :
t'etida.-Iilm. Sr. Dr. juz de direito especial
S do commareio.-Alves de Britto & C., negocian-
tes establelidos n'esta cidade, send crederes por
titulo de lettras de Justiniano Metldonea Lins da
quantizde 153J960, Jose Gomes Ferreira de...'
318OM( Tburcie Valeriano da Cruz de 162600,
Caadido Alves de Farias de 100600, 107,980 e
77530, Manoel Lopes Barbasa de 2843041, Jogo
Cirnei. de Mello Guimarnes de 180,403 e 180W403
- Francisco Gomes da Silva de 2885000, 2605678,
e 2I7f440 todea estas lettras ja vencidas e corn
jwws, e como estejam prestes a presereveremn, e
Squerendo s supptieantes interromperem a pres-
cripelo de dits lettras, veem requerer a V.S.,
dp-se mandar tomar per termo sen protest
adm de er intimados as sqpplicados por carta de I
edicts, visto como se aclham em lugar -ineerto e
sio saidd; marcmao diiae e hera paea s nsuppli-
(ates coin testemunhas justifigar o allegado, pro-
cedeuiotudo mai na forma da lei, requerem mais
quedepois e julgada por senteuga sejam 'entre-
gue sosabspplcantes .as ettras, ieando copia
l'tes teremos- Eperlo recedbr ere&. Re-
fe, 26 do ma de 188t=A1t, dc Britto & C.
a ellds em uma estampilha da taka de
S j putiisada na forma da lei.
SHima se nio eontinha, em dita petieo a.qui
6fi ante nbm ipta. i Na qual proferi o despa-


grar inerto requerew quv eitado editalmente
ia.o apar. a predita avaliagio e loeva4ao, cswos
tambem par todo os demais terms ulteri6rei,
iob apen aecima indicada.-E.R.M. (Estava el-
lada comn uma e.stampiha de 200 rs., inutilisada
pela f6rma soguinte: -Reci- 8 de fevereiro de
1884.-Dr. frre).
E m's se nooontine a em dita peti*o na qual
profeio o despaeho do theor seguinte :
Sim, quoto ao primeiro supplicado. Justifi-
que a ausencia do aegundo. Reie, 8 de fervereiro
(de 1884.-Riberiro.
Certidao:
O Certifico que send n'esta cidade, iutimei a
Sydronio Iguapio de M.ello a present petiAe, do
cque ficou seient Dou w.. Recife, 11 de fevereiro
de 1884. -Antonm Cameiro de Albuquerque, offi-.
cial dojuizo. ,
E tendo os supplicantes produsido suas teste-
munhasque deposeram acereadoallegadona petiqlo
retro transcript, etendoorekpoctivoescrivaofeito
cellar e preparar Os autos, me fel.os conclsos, nos
quakes proferi a senten;a do"theor seguinte :
Julgo procedente a justificaso da. aUsencia
pars que se faea por edital a citao requerida A
fla. 43, con o praso do 30 dias. Recife, 10 de mar-
*o de 1884.-Joaquim da Costa Ribeiro. i
E mais se nao continha em dita senten"a aqui
copiada, em virtude da qual o escrivao fez passar
o present edital, peto theory do qual came e cite
a Sebastiao Francisco de Mello, para que eompa-
rega ante este juizo, no praso de4O dias, A contar
da data da publicado 6u present, afim de louvar
e ver os supplieantes louvarem-se em peritos que
procedam a avaliagio da casa, e bem assim pars
todos. os demais ternse do mesmo.
E pars que chegue ao conhecimento de todos,
miandei passar o present que sera publicado pela
imnprensa e affixado nos lugareb do costume.
Dado e paadodo n'esta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, 19 do margo'de 1884
Eu, Antonio Borges Leal, escrivao, subscrevo.
Joapim da Costa Ribeiro.

Edital n. 631


Acha so marcado o praso de 60 dias a contar
de 20 do corrente, afim de Francisco Guedes de
Barros assumir o exereicio da cadeira primrnaria de
S. Vicente de ItambW para a qual foi nomeado
n'aquella data professor pubhco, o que se declare
de ordem do inspector geral.
Secretaria da Instrueco Publica de Pernam-
buco, 28 de marco de 1884.
0 secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Galvho.

Edital n. 632
Os alumnos mestres da Escola Normal Fran"
cisca Euphrasia da Coneei*o e Jos6 Octaviauo
da Rocha Mello, nomeados em 26 e 27 do conente
mez, professoreopjibl.cos effectivos aprimeia- para.
a cadeira primaria do seoo feminino dk $auto.
"AMot66 t15elamhta i 6 1.ogun&,k pae AePmio
Ferro deverao assumir o respective M Ito no
praso de 60 dias a contar das data das nornea-
ues, sob as penas cdalei, o que se declare de ordem
do inspector geral.
SecretaTia da Instruecao Publiea de Pernam-
buco, 28 de mar9o de 1884.
0.secretario,
Pergentino Sgaraiva de Araujo Galovo.
Edital n. 633
0 professor publieo Bardominiano Nilo dos San-
tos Ferreira Barros, .removido por acto da presi-:
deneia4la provincia de 24 do correate mcz prra a
cadeira primaria de SaRto Amaro de Seriniiaem,
devera assumir ahi o exercicio no prazo de 30
dias, a contar da data da remoeAo. sob as pcnas.,
da lei; o que se declara de ordeam do inspector
gezal.
Secretaria da Instrucggo Publica de Pernam-
buco, 29 de marco de oB84.
0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvao.
Edital a. 634.
Deatr9 de 30 diaa, a contar desta data. as pro-
fissoras publicas de 24 eutrancia poderito, scm
que deixem o exercicio de suas cadeiras, enviar a
esta repartiao, "por intermedio do delegado litte-
rario, as suas peti95es requerendo o coneurso para
o provimento da eadeira de ensino primario do
sexo feminino do Varadouro, em Otinda, de 3-a en-
trancia, que vagou em 27 do corrente mez, pela
re-moe-. da professor Umlelina Amelia da Silva,
o que se declare de ordem do inspector geral e
rnos terrmos do disposto no art. 176 10 do regula-
raento de 7 de abril do 1829.
Seeretaria daInstracOSe Publica ,de PernamLu-
co, 29 de mnargo de 1884.
'0 secretrio,
Pergentino S. de Araujo' Galva?.


uoeftbradoo, Bmn xW dqrawul 4# pDral nza~a-
i:4.Dtmo^ roga-(te 04ds aquviles~qAeaceita-
-im bilhetes, do bazr de preb8 eim favor das
obMas, o obequto4 de enviarem a importaAcia cor-
respondente.
1; pois v onfiadoina Mdcica o de asus earissi-
moo irmios e appebaado para etigoa philantro-
pie que orm os generoae coraofes dofe eis h bi-
tantes de Pernambuco, que a mesa regedora em-
penmba-ae a dar andamento as neeessarias obras
para o complete aformoseamento de seu teinplo.
Reeife, 29 de mr9o de 1884.
0 eseriv.o,
anoel Felppe de Soutd.
CONFIARIA R
DO
Senhor Bon s. da Via-Sacra

da igr 4A SanaC'r
De ordem da me regedora desta confraria,
convido a todos os nossos caros inrmaos para com.-
parecerem em nossa igreja revestides com seus
habitos, no domino 30 do corrente, is 3 boras da
tarde, afim do awompfnharmos a procissao de en-
contro do Senhor, que esta confraria tern de ex-
por ias vistas dos ieis de au freguezia. .
Consistorio da confraria do Senhor Born Jesus
da Via-Sacrsa, 27 de marvo de 1884.
Gonuveia Cordeiro,
Escrivio,

Arrendamentos
A irmandade d Sant'Anna da itreja da Madre
de Deus contrata os arreindamentos, por um a tres
anrfos, dos armazens do largo da Alfandega ns. 2
e 4, e cases da escadinha n. 7. Os senhores pre-
tendentes, munidos de seus fiadores, deverio di-
rigir suas propostas em cartas fechadas ao irmao
escrivo d.da irmandade, A rua do Marquez de
Olinda n. 3, no prazo de 15 diaa, a contar desta
data. Reeifo, 24 de marco de 84.

8OrtC ameb kdoola 10 Rec[fa


Arrenda-se por urn A tires annos
us. 16 e 18 A rua da Senzalla-velha,
360, aunuaes cads um ; a tratar na
mesma Santa Casa.


os armazens
A razlo de
secretaria da


Consulado d9 Portugal
em Pernambuco
Por este consulado sio convidados os hUms. Srs.
Fonseca IrmAtos & C., Henry Forster &. C., J. A.
D. de Figueiredo, Jose de Araujo Veiga & C.,
i'ereira da Costa & Caseoo, Pereira Carneiro &
C., Joaquin Dunarte Scas &C.TBaptiste. & Al-
yes, Azevedo & Maia, Jos Lopes.. Ferre;xMF-
A. P. da Cunha, Mendes Lima & C., Adolpho &
C., Araujo Castro & C,, e Ferreira Roeha & C.,
credores do espolio de Manoel Lopes de Azeved6
Maina, afim de apresentarem justificagao regular
de -seus credits para poderem ser attendidos, de-
vemdo fazel-o no praso de 30 dias, contados d'esta
data.
Por este consulado sao convidadooos Illms.
*Ss. Victorino de Almeida Rabello, Jes6 Bernardo
da Cunha, Antonio Dias da SitVa e Antonio Theo-
doro de Albuquerque, credores do espolio do sub-
dito portuguez Jacintheo de Souzt e Mello, afim
de apresentarem justificacao regular de seus ere-
ditos, para poderem ser attendidos, devendo fazel-o
no praso de 30 dias, contados d'esta data.
Por este consulado sao convidados os lUms.
&rs. Jose Moreira da Silva, Manoel Goncalves
Villa Verde, Jxsei da Silva Salgueiro e Joaquim
4rongalves Vllar, credores do espolio do subdito
pertuguez Jeaquim Gonatves Vi14 Verde, afim
tie aprti sentarem justificaeo regular de ,seas ere-
ditos ,para poderem ser atteudidoA, devendo-o fa-
Zel-o no praso de 30 dias,-contados desta data.
Consulade de Portugal em Pernambuco, 28 de
iar o de 1884.--0 chanceldler inxerino,
Agripinao I. Nogueira Lima.

ronselbp de compras da repar-
tio da M larlnha
F*:)RN.ECIMEEWTO E B ]ETS DbO. UNIMOURE
E CALqADO PARA A COMPANHIA DE APREN-
DIZES MAIKrlHEIROS DESTA PROVINCA.
De ordem 4do Exm. Sr. chefe de divis.o, inspec-
tor d'este Arsenal e capitao do porto desta pro-
*vincia, fago publico que em executeo do Aviso do
Ministerio da Marinha sob n. 1,919 de 17 de junto
de 1883, no dik 2 de abril proximo vindouro, as 11
horas da manhI contrata-se em conselhb a
vista de propostag apreeeatadas em carts feeha-
di, para orpesente semestre que terminarA em
3C de junho proximo future, o fornecimento de bo-
nets de uniforie e calgado, para a companhia
acira reterida.
As amostras do boneft e calcado acham-se des-
de j aoexpostas nests secretaria.
Fosecimento para a Companhia de Aprendizes
Mari'teiros a saber : I
Bonets de uniferme, 1.
Ca9leq, par.


A nodia
, a, eneom
ae eneon
Sa Cm.torio
sistenio


But
De 0
nossos
so consi1
ras dap
Msa. a p
sahir d'
Veneral


io daOu
e Olive


ste aos senhores socios
1; que teri lugnar no dia
iras datardo, ux traves-
ir. Recife, $8 de marco


MOB. qtam


Mendoons.
le~ erecta
de iba-Mar
lente, convido aos
rem em nosso con-
As 8 horas da tar-
panhaMnnos a pro-
sahir da igreja da


k devoao, 28 de marco de 84.
Jolo Pedro dw Santos Cruz,
Soeretario.


-4" A Camara Municipal as cidade do Recife
,z) ublico a quem interessar possa, qiue na aes-
Silo 2de dabril proximo irao em hasta. publies
o lagneis das casas as. 10,12, 14, 16, 17, 22, 24,
,t 28, 0, 32 e 34, que ulo foram arrematados no
t cuso competente. '
aV9o da Camara Municipal do Recife, 24 de
mase. de 1884.
^ Jose Candido de Moraes,
President.
P.G. de Ratis e Silva,
Secretario.
GIeaWesternofBrasil

i Railway
Sestao do Arraial pare passageiros e baga-
ger serA aberta no 10 de abril do corrente anno e
regdada pelas tabellas seguintes:


!,!

o -
'1


rrm
K 0 2.


i'M
Ida


0 Ida e volta 2'



IdaIdP
e I Ida e volta |

>-sIda

^ Idae volta I 2


a a i#a d* p santa Crux
Loem da mesa regedora convido a todos os
nirssimos irmios a eompareeerem em nos-
torio domingo 30 do cirente, pelas 3 ho-
ardo, afim de eneorporados acompanhar-
eissdo de encontro do Senhior, que tern de
sta igreja para a qual tivemos convite da
Il Confraria do Senher Born Jesus da Via


Sacra.
Coasi torio da Irmandade de Sant'Anna, em 28
de mar de 1884.
0 secretario,
I Antonio Alves Villela.

AssIa Io ComiMerl Agricola
j de PenMillo
Assemb,16. a ml'
De ot dem do Sr. president iesta associviao,
shu coavidados sous associados para a reuniao
quo dev) ter lugar no dia 31 do corrente, na slde
da mes a, Ais 9 horas da manAd, afim de se pro-
ceder aeleicAo da nova directoria e da co
de exa e de contas, e ser feita a leltura T ra-
terio actual directoria, coftforn*e preceitua o
art. 29,0 losetatatds. ,
As"o iAgrseolm, de Pernambu-
)o, -sos-' 1Io'.- ecretario,


trao .o troco por dhheiro no.escriptorio d'es-
ts omparlia a ru. do rao 'do Triumpho, das.
16h(98 da manilhs 3 horasaa tarde.
coatiaam, outrosim, a serem os mesmoM bilhe-
reebidos nos caTrros qm pagamento de passa-

Meuro 13 de 1884.
:. 11 'G. 4. &cth dt,
Gerente.




CRAINO.RIn UNIS
ConmpauNl Franceza de Navega-
Ao a Vapor
^iinha quizenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
eamer
Vilie de Xacei6


Espera-se dos ports
do sul at o dia 2 de
abril, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para o Havre,
corn escala por Lis-


Os vapores desta companhia entramin no porto
ancorando ein frente ao caes da praca do Commer-
cio e send muito incommodo o embarque dos pas-
sageiros no fundeadouro das paquetes tran-atlan-
ticos, no Lamarao e demais, devendo todos aportar
ao Have, que 6o porto mais visinho do Paris, C
f6ra de duvida que ha grande vantage para quem
quizer ir A Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores .tante mais quanto, al6m de serem os precos
das passagens mais modicos, as despezas do embar-
que aqui e as do transport do Havre a Paris, sao
muito menores do que as que demandam as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Conduzem medico a bordo, sao de march rapid
e offerecem excellentes commodes e optimo passa-
dio.
As passagens poderao ser tomadas de antemlo.
Recebe carga, encommendas e passageiros, para
os quaes tern excellentes aeceommodacoes.
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de Oliveira

&C.
42 -RUA DO COMMERCIO 42
(Entrada pela rua do Torres)
Companhia Brasileira de Nave-
gaeao a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor
Pernambuco
Comman&mte ocapitto de fragata Pedro
H. Duarte
E' esperado dos portos do nor-
te at6 o dia 4 de abril
e seguirh depois da demora
do costume para os portos do
Sul.

Recebe tambem carga para Santos c Rio Gran-
de, frete modico.
Para carga, passagens, encommendas e valores
trecata-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO


Rio -
Victoria
Bahia
Macei6
Parahyba
Natal
CearA
Maranhio
Para
Manaos


Passagens
904000
814000
36r000
183000
18'00',)
31-500
67,500
993-000
1355000
2053S000


I

27, i-;

9 L000
9,006
10 30(
lO z,5Oy,
13-5500
1(;l 200
223400
40;900


United States & Brasil Mail S. S. C.
0 VAPOR
Advance

R Espera-se de New-Port News
at o dia 18 de abri,'segis n-
do depois da demorae ucces-
saris para

Bahia e Rio de Janeiro
Para carga, passages, encomfaendas e valores,
tracta-se corn os


AGENTS
Henry Forster & C.
N. 8 RUA DO COMMERCIO -
1. andar


N. 8


0 VAPOR
Reliance


E' esperado dos portos. do
sul no dia 14 dc abril, e
depois da demora necessaria
seguira para oa


&ahid


Clego
c
Wt
ft
ft
ft


*


- o... tevideo- 1 i
Buenos-Ayre 23
Buenos -Ayres
"Montevid6o 6:
S Saitos
S Rio de Janeiro
ida Bahia
Maeei6
Pernambuco
S. Vicente
Lisboa
Vigo
Southampton
86 tocara pars tomar carvio.


27
2V
29

is
lb


Companhla jkBaaa deo ieS
rao a Vapor
Macei6, Penedo, AracajiU, Estaknua
Bahia
0 VAPOR
Sergipe
Commandante J. J. CoelbA


E' esperado dos poitsxa-
ma at' o dia 5 de fral e
regressarA para Os o a af
depois da demor o aob-
me.


SPars carga, passagens, encommenutas e A
q, frete tracta-se na
AGENCIA
7-Rua do Viga,4o -z
Domingos Alves Bathem
COMPANIES DES IESAC1 -
1IE MARITIMES
SLINIA MENSAL
0 paquete
Senegal
Commandante Banicl
Espcra-se Z&Si-
ropa. a tZo ,3-
do abril, u".d-
do depoisda A r-
mora do & --
me paras Ba-.w-
Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Moxhb
tevldeo
Lembra-se aos Srs. passageiros de trias
classes que ha lugares rcservados para csta 3ae-
cia, quo podem tomar cm (quahiuer tempo.
Para carga, passagens, encommendas e Calti
a frete: tracta-se corn o
AGENT
Auguste Labille
9-RUA DO COMMERCI0-9


Para
*A barca brasiloira D. Clxe
segue corn brevidade. Reeime am
rest de carga a frete baraza .
tratar no escriptorio de htr-
Irinaos & C., 6 rua da Cruzn. n-

Para a Ilha deS. Miguel
i' .- Scgue no dia 2 do mez &e- *
o patacho portuguez Ag"ue 0 ,:'
P'de receber alguma czz=
- frete ; a tratar na rua tc e--
cbnde de Itaparica n. 22.

Para
I' Para o porto acima segIue map-
ca portugueza Miuho, recebsx
carga a inodico frete ; tr-,zL
corn os consignatarios Jos da --
va Lovo & Filbh.

Pacific Steam aTigalion CoB iS
STRAITS OF MAGELLAN LES
0 vapor


Araucania
9. Espera- ee dos p-t
.J ~ do sul atA o diea I ,0
^ abril, seguinde -.
da demora do


Para carga,passagens e eneennnmmendas, trm-e-
se corn os
Consignatarios
WVllson Sons C., Limiutfed
N. 14-RUA DO COMMERCIO-N. t14

0 vapor

Britannia
Xspera-se da .
Brta nropaW at* o d1
de abrril e -
ra paras o i-,
Mpois da demxc-a- ;.)
costume.
Para earga, passagens, encommendas esin.beia
a frete: tracta-se corn os
Consignatarios
IVilson Sons it C., Limitedi
N. 14-RUA DO COMMERCIO N.-14


LEILOES

Litlinmo leiio definitive


ow



-7 n -
i-. 2 T. 0



10Do



NJisuesDo-Dias esID-
IS -





Al. T. 11. A., T. T.


Arraiil, 7.55 2.41 9 9.42 5.32 5.29
ReeIt' 24 de maro de 1884.
I J. H. Conolly,
Superintendente interior.
R e2eravel Irmandade


a


:ma


I z t






































A saber:
tra c asa terresa dia rua de Sm-inta Rita n. 2.
Uma dita na mesmna rua n. 4.
Urma dita na nmesma rua n. 6.
Urma dita na mesma rim n. 29.
i'ma dita na rut do C('oronl Snssuna n. 197.
U'nma parte dr, 1:500,000 no s.1irado dc 1 an-
r c sotio da nita de Santa Rit.i 1. 17 (lu'tron do
Mercado), tendo sldo o prcdio avallial) enm 12:0004S.
Terca-feira I do CoriiNc
A's 11 horns
Ag'ente Pinto
Buna I, Born Jv:ss n. 43..
Pbr ocec.siLo I d Iol:'n dc ontros pr ,di .... f:Lzn-
Ias avariadas.

Leihao
SDe unma casa terriTea mA rua do coronel Suassuna
u. 7. em chilo proprio, occupada corn refinacAo.
Um terreno A rna do Conde da Boa-Vista, jun
to a casa n. 82, con i i poinios de frente e 300 dc
.mdo, tendo jAi cdinfieado qu-artos c 1 latrina.
Um dito A riua do Pron-resso, freguezia, da Boa-
Vista, corn 40 palnos do fi-to c 50)) dve fwivo,
tndo no ecntro )nmei'agu;:s doi pcdra e cal, cdi
1euadas ha pouco tempo.

A's IA m


A'lA
A'' r?(a (/0 Bomn .Jl'iif I 43'

t4 I do

1'1. Wievlis c m?.. ojo]ectos existontes no
armazem da ria D)uquo do Caxias in.
20 perten-2entes ;,o ,'.i' !:) .... '. ::'
Joaqumn do Azevedo.
Constain, > :lc mobil-is de junco, ditas dc ;.'..
T .d,, d ;.i, p1lo carga, duzias ,(I ctdL.k:, .I
1te OI.a, toilert,.- i,. vatntolu, de ja!:urO: .'", 13'0t ,:
para nhn ic'a 1 riia s(e'c\ar;l dr:L ,jatu;. ', 1;,-

ddorio, idet, ,; '
44 "1 1T- ]
..;-Q fr;, pi c.'. ; i.' pa ri, '. ii.', mt3 :l-tl 0'1 ;i.
. (' cpoI;lt: ::';i *,-;.-^, rucs;';s de ])ui2t9 V:-

..i c outros unultos o&j-c-
O ;7 ',,. 1^ ,


A"s 1I ho
SA' rna i n-,. (
"A () _C_t- M ='t~n;t t:.7 I..;'';
[.o an'nfa por manda'l 'o ) lo ".
ca : *:- o r ,hp a o s a r)- a ;' ;/

2 t-Xii'fltO --
fkil, /s-?B Ct' t ., ]' T .,l



1; 2 rt'81 -t;ii 2) (Jo

-L: ; .... ^.:.
F 2S, 8 r
E 0"'. '"^??"''
ri ., *- ^


Alingause por 6rato
01P, 21. 3- e 40 andares do sobrado A rnua de
Brum n. 81, todos reparados e pintados. de novo,
corn bastantes commodos para familiar ; a tratar
em qualquer dos andares, arua laraga do Rosario
numero 34.
Aluga-se urnm grande casa em Suto Ama-
ro, rua Lembranqa do Gomes n. 1, muito fresca,
corn g:'.nde sotio, corn dous grandes quintaes
murados e corn boa penna d'agua ; a tratar na
-una da Imperatriz ni. 32, 2o andar.
Aluga-se a casa n. 7 C, na 3' travessa do
Pr;ucipe, corn 2 salas, 2 quartos, cosinha f6ra,
quiultal e eacimba ; a tratar na rua do Attdho n.
7, oitlo da caixa d'agua.
P'recisa-se de um criado ; a tractar na rua
da finperatriz n. 15.






D2'. ,loao Thoen da Silva
0 major Antonio Bernardo Quinteiro manda ce-
lebrar i'.t nissa, As 8horas da manha, do dia 3
dn ahirB. no convento de S. Francisco, por alma do
scn finaido amigo Dr. Joao Tlhom da Silva ; e
para assiAtil-t convida a Exma. familiar do mesmo
fil<1o e o soils communs amigos.


4uiia UIodriguae (do% Santos
Josc Algugte dos Santos (ausente), Antonio
Jowi Ro rigzr.es do Souza, sua muiher, seus'filhos
c vri,. n ridecem cordialmente aos seus pareu-
tes Q amII: As que se dignaram assistir as missas
p. s ,'ltcL'marram pelo eterno descanso d'almna de
suait s>iro cara e idolatrada esposa, filha, irma' e
cunhi, T Julia Bodrigues dos Santos ; e de novo
N: D'. it; l 1'an pra assistirem as misses que man-
(uui (0te,.o'r:r no dia 1) de abril (ter~a-feira) na
ordemn twrcehi' do Carmo, pelas 8 horas da ma-
L j11r;,, .n siio dia do seu infeliz passamento, pelo
i quc ,c ,ouf'issam eternamente gratos.
L lsago aFerinandes da Silva
S.Manuta
Trmig'simno dia do seu passamento
SAl'.-x:,h;i11:, Mr.ia da Silva Manta, Maria Emi-
,':1 i lv M'ata, Man oel Octaviano da Silva
i.,.._,7 -1 ;'. f!ad1ante pesarosos pelo infausto
...r *tI) iV, sen nunca assas esquecido e cho-
',. ', -i'.>, i.mac, Lindolpho Fernandes da Silva
i '.:- : 1ln.,lam celcbrar missa pelo descanso
I.,r la,..., st; aina," na igreja do Carmo desta
..,,',1, 2: 7 horas do di: 1,l do abril proximo,
-' ; i 'i:t do sen fall.-cimento ; e para este


1 ';,4;o c caridade, convidam a todos os
Id ;>itaP :' ,,' para assistirem, coufessando-se
'* ,.;*'. ,'; iy S cidos,__________
Sr. D~r. Ili:"
'sr^ ^ j ^-1 ^ mircio e a queni possa
: ;..A 1j inleressar
ai;i a rJpetir o annuncio abaixo, apesar de
sc O,,(trt :, muito incomnmodados corn elle os
i .i..'.I.,:.. Primo & C., quo declarando nada
.... '.) I ..; i 1 ,1 7 corn as d'vidas activas e passivas
................. ;,,,.. ,:_..',;. L ,, ],ij.,i,:L Filho & Sobrinho teem a
S,\', ^',. ;.;,i',n, r: I. todavia cm seu poder os livros e
,on'reltl to L. -' r-. relatives a esta Tenham pacien-
cia. ,'C l-:e (, ue ningum se eg'an ; lae vai o
,, t ilnn~n'v. ;
... .. ... i.... '' ".',"e,- b ... Fi lh a ; Sobrinho
1 1 :i."xo ::.-si-na'do faz sciente aos devedores
Ia ( I "j'tC' ;nda10 no liquidada, que nema
~ ~ ~'. .. .. -, .. : 'riim', ": C., nemon o Sr. Joss Gon-
S' ,. .I, ;,,'ii .!:. vstao autorisados a
-..... .;.. 1.1.. .0 ri v '; ,i eh 1a, pelo que terA
: ,- ,, _;* : :. s .;: v ,z o a e o fizer a
..-... .... i,,K. -.r., :" :'!:''' 1 'ci 2) doe in arco


04
*~1


- .- .,," ,-*


-Il-:
) /


F -~
-- m


- I)
1,
* ----- '0~, 8. 1


ti (-0 ifl' 0]
... .. ,- ,.... ,:- :. ,


*124
-o -


100
l ~ ~vi.i~~*
I


;kX l<. ;>-- -: v' -'-- -'-- ~
1-0 ."'S --rrT-- i i!


./5 -S I L s~14i -I--! I 41 J)OIOO


.. .
0 ._ i'j ;.inr, b'^;.irin-no44 % ^**r:


r *-. ;


1~
-it
-'!1


"',i .ii:;i i' .'-'-;i de M[endonc':t Filho.
S':]* v .-i o-. o ilrixo ai.sig-nado
; *,:;-:-! il irofti i .m indir-ecta
t-*1 i 1 r ) I )i;trio d" lionte;l, corn
' !'y ,; : <, c-':- de S. Jos&--Rccife,


Fra nei ,!*.' J. F. MVa'co--..
.'eclsir (o1 n:.; sohiilora part ensiunar
*.. '-^ 1 ,"r. n uto OX 1 (*5-mo-ta. tranicez. rit'-
A. qimth'uti,'i. re, es de couro c Inadei-
(do Coile d'Eu, otr'ort' Carni-
'*iva m;. :2 sN~ i.,ma cast sc dirA quem
.;:,*di, i rait fetres,rs rhlicumatisiio e
S, '"'n pcr(, a de urna senh.ora para
..1 1i dm c1.:'. de ponuca familiar, que
._ ^,v.';O, l,:vlo-se cas, cominida c o
*' ** *n a1, 1ato, I:..or do .a conduct.
A* riln; uint orpli;h de 14 A i amnnos, de
'.0. 7,* -, ronmS lt it o tratamcnto do cari-


-- .\ ';\ r. Sri. i). Felism-in' Virginia de An-
i .... ." ~Lcari-a para lh scer entregue, no
r':'c':i' : I':t- :-Ij:'.te I)iu 'ifj.


S,---...-i......t aa aacoin sitio todo murado, na
,'+-.-... +* Ponte de Uchoa n. 12, 0 coin commo-
1,-,, 'i'ro 4;';,;niia i perto da staao d a Jaqueira ;
,-. ", 0 neomsimo siti, on na rua Duque
_'_;:_: ,. ;0 padaria, ou no 20 andar.
Pulseira
4tia(dt Qc-n -vor aehado umna pulseira do ouro, dcsde
Sa ruiva do iPr-o da Victoria at6 ao arco da Con-
0: .',,].o cntregal-'. A rua de Rangel n. 67,
!que se -r,,; Cri Ca.|

I Apolices
-1i- i1- Compra-sce apolices geracs ou provinciaes; na
..,- mwrnvlor n. 46, 1 andar.


~~4)T- 'C
-~---


Caixeiro


; .. ........ ),., -,, ,',., Irccisa-se de um caixeiro orn pratica de pa-
S, Sn. -.citelcnt. d^-0 ji pior. ('om',ar- ."darimh ,au fiador de sua conduct: no Cami-
t o p I o Novo I. )1.

^ ^ ^. ^ ^ ^.^ ^ Reloy o .
H B Yk (3, U110 ,O Na entrnda da igreja do Corpo Santo, ao reco-
.. ..__-_ __ ___ Iher a precissao do Senhor dos Passo, desappa-
-Trsspa,.sa-se o arruendamento do engenbo recent da algibeira do dono o relogio de ouro n.
.',:. naofregnezia da Loz, distant uima legoa 40115, author Roseckell : alguem que o tenha,
da fsta(;io deo Tii-mnv: o tuwhcm vonde-se a safra qucira restituil-o, mediante 1004, estando perfei-
.rfadl 1 -n r i .k.' ......--. .. .......... .- lai.lo cntregal-o A rua do Born Jesus
forca orrn-ieiro a faazer t.l npf.cio /. ,istir pPas- iumero e3.
sando muito mal de sri'mv-.. a
pf.r.cr Iara safrojsr rnais de 3,0W! p3es annual- m
eminte, o melhor 1c assucar qiianto possA;m.! a A
i.rp,, hprmt pdr tal npgpein, dirija-se ao mesmo
ngenho, que achari corn qpim tratar. Precisa-se de urnma ama para todo semrio de
casa de duas pessoas; na ruado Imperador n. 39,
:- AMA que conmprc, precise so A rua d(o Scb 0 2 andar, entrada pela travemsa do Marquez do
i "
,6



txl
t-. --. ..Fo
,. -.-o .- X / .-.t
,,, ., -, -: .. "A ,,


D. Amelia tia-da Silva
reuidente em- Lisboa achamdo-ee viuva, deseja
ter em a smacompaunhia, parn admimsiatrar seus
bonds, a son pal Manoel Jaaquim de Paula e Silva,
o quid veio paua Perambueo no mnu de 1858,
Teado deia b-a em ten a idade nva mai: re-
sebe notiela suss; apesar de a bsentpre'proeu-
rado por peftemsa que o conheeram, em Lisboa.
Bon poise a bendade do quemn souber o lugar
onde elle reside de obsequiosamente, informna aos
Srs. Joseph Krause & C., negoelantes dest4
pr595. ___

Poivora
Polvora propria para quebrar pedras ; a tratar
no caes 22'de noembro, armnazem da bola ama-
rella n. 36.
ACAMANAAI-UE a
fl3aCm :BMT
Corn wart Agn um zaviiosa, projreuira o n inantan, pM .
trestikoir' pars mpr.e. wn alleraj o. oa
Cabe!ou e b a COr prtiaUva corn OaB om dou applica-
Vaes gem layagem netpr;jra algm.- Readtado garantido
por main de *e g sm a de u.ccesso sempre crescente.
CASA BALLft FL'UNADA EM 1850
J. MorB"ltU.SudemHBaU8afiIs,?.r.Thrbego. PAR=I
EXPOSIGXKO DE PARIS 1878

^E^MOW vtaA 1**anr-3F
Oit9W" as u f6 y do
\m^ 3^Cl16y"r


BEORES t verTaleiro V gavo
e,~mprtgdod
ELIP. DE UCIO LE ROY
Dos
RR. PP. BENEDICTIN$ iquiclo o=e 1
da ABBADIA do SOULAh (Frosa, Giroade) E X remedlo maes aDtgo e o
~Dom L" OMM ,rermas umniversalmente empre-
Duas Medalhasdo oOroExwdeoado druzeft .gado contra todas as molestiuas
*as mats altas Recompmnsa. epidemlcas ou outras, causadas
VENTAoDO R opels alterao dos buLiores.
ge.te geral: SEGUIN. 3, rua lugeri, Bordeaux SBe prepare exusivamte nPma
& todes o Perftmeiri, Pharmmaceut COT...., Gknxo doLEit
DroguisWa legecatul.Itua 4d Seine, 51, an Paris


fli S1 tlivio immediate e Cura corm a
IHEMORRHOILAS POMAIA RYoR R
fTissuras do A os R S P Szta0, PARI.
&ivi olwlL1- A iQQ6o. 0 ,00

^ Zepifa> am Poa buo: Fai"-* M. a aVA & '.
ADM]NWjX.:

PARIZ, 22, Boulevard Montamatr PALUZ
I PAST DIGESnTtASfabt lcda ewI
**Vichy corn os Ses extraAfados das Pwates. 8o
de gosto agradavel e a sua acplo et con-
tra a Azia e as Digesitft &lcdft.
SAES DE VICHY PARA BANHOS. Um rol# para um banbo, para aspessoas qua Mt pM.,lr &by.
Pws evitar aa ita*s eak igir em toda u f W uetw g
aML&3MCO&. D-&. COn&3P& D~3E Vz011
as a PxMds.Mctos acimsa t aio-e em cas.aq de A$SmljEwD T & T1.Aw J-A-I, u, dot ,o mmelie.:
0 SULZ & KOECH-IIr, 35, rua da Cm. Ggs.


w w w w- w w- -~-w--W-~---~-


O LEO DE
i ,, do Ba

Io-irem"U

01if 0 0pare
i0 6 -devidol
numerous ex\
tas polo DW DI
Srart longs a
Sreir n'um @6
Oleo do Ajgade
o Frre a Qzim
lae.'ja am4ric
O*Fpmdito gea*
209, Tme Se


FICGADO


MJ 0 04BQilA ^je

mento d'ete f
&0 estudoe fa rlogus
periencias fli- [ ODIN
UCOUIX. du- rtati=
annos afim de
6 productol, o

S cm Parlht,
im a nt-D 4 B

lint-Deiis. LS~iB


o smmill"
*to rau mMto FOPOM
I* gr-4w rli

0 OLEO DUCOUX
urn pedares. mudicamfteto
conta a nmIa, Antet,
Dow2kMs do pstte Buiam.&1-
tee, D- W, Gta&mln,
Timisa, mgat$o rma
o inoa'.tuloina.
XA raslo do emp9leo ftc-i
eccomico e jw er ter SMkv
tnes cAeir3 desagr4e 190, os
Medicoe recommend& upsiW
mente aste Oleo.
Fram PAU."meGA I
lvraan 3.. 4 eA e 0'
* m prindpam -


Precisa-se de oumpama dasa de home molteiro:
rua do Duque de Caxias n. 47, Fragata Amazo-
.aMR

\ Apse
r Uma casa terrea coin aotb, grandes comm6dos,
pependencias e agua ehcanada, na rua do Pay-
Gndu; a tratar na rua do Vigario n. 31.

N. 2:000,000 rs.
Pede-se ao Sr. Joie Baptista Ferreira que
venha restituir o que Vmc. d'aqui levou para o
engenho Gaipi6, e nlo o fazendo se dir& o que .

Atten~do
Aos pals de famlla
Urma mona ensinando primeiras lettras, effere-
ce os seds prestimos na ruaido Visconde de Albu-
querque n. 44, 10 andar.

Cai.xeiro
SPrecisa-se de umn caixeiro de idade de 12 an-
nos, para taverna ; na rua Duque de Caxias nu-
mero 2.

Caixeiro
Precisa-se de umr menino corn pratiea ou sem
ella, para molhados ; a tratar na Graya (Capun-
.ga) n.3. _______ ____
E coru o fiscal de S. Jos
Pergunta-se porque razlo a tavernma da rua da
Coneordia n. 68 nao se fecha nos domingos, e s6
se fecha as 10 e 11 horas da noite, vendendo vi-
nho e canna? SerA porque deu alviearas?

Parabens a provineia
Nao foi sem proveito a apresenta*ao que fize-
mos do neme do illustrado Dr. Fabio para depu-
tado geral, por quanto acabamos de saber que a
Exma. Sra. D. Joaquina Barbada, influencia de
Ouricury, tern tornado a peito essa candidatura,
bern como que ja mandou imprimir circulares para
distribuir pelos eleitores daquelle circulo. Se o
Dr. Fabio sahir victorioso (o qne 6 de esperar
corn tao boa madrinha) em parte devera agrade-
cer a nossa lembranca e a influencia de sua pro-
tectora, pela posicao que tern na familiar, que se
acha altamente collocada, da qual o Sr. doutor e
urm dos dignos membros. Desde ji damos ao Sr.
doutor nossos parabens.


6 0










02 COD
SA



-I e-0'
-0
(,|











010
I-ts












S0
Ow
CDs


'- -wM


COD


Ama
Precisa-s3 de urma b6a cosinhe'ra: ru da
Imperatriz n. 15.


AnEa
Precisa-se de uma para cosinhar para pequ
familiar, e que dO fiador de sua conduct. A tr
tar na rua de Pedro Affonso n. 6, armnazem
xarque.

Serai verdade ?


Offerece-se urma senhora viuva, que tern Qu2 os irmaos da Irmandade das Almas do Cor-
uma neta de 14 annos, para auxiliar os trabalhos po Santo pretendam vender a capucha o patrimo-
de urma casa de familiar ; quem quizer utilisar-se nio dessa Irmandade ? Nao acreditamrs porque
do seu prestimo, qucira annunciar para ser pro- co nhecendo os caracteres dos irmaosqueconstituemn
curado. a briosa mesa regedora fazemos-lhe a devida jus-
Aluaga-se t ia. p qatorio.
Aluga-se a casa n. 15 da rua dos Coe- As -- as do purgatorio.--
Ihos, faz esquina para o cdes de Capiba- Ao eom m ercio e a quellnt
-ribe, tern no andar terreo : 2 grandes sal- ...l I '
las, 6 quartos, cozinha f6ra, quintal corn interessar .
telheiro para animals, boa cacimba, quar- Em contestaecio ao annuncio inserto no Diario
to conll appareiho par i des pejos, so q ao orn I de hontem, sob a epigraphe aos devedores de
janellas em todo o oitio, pelo que a torna Mendonna Filho & Sobrinho declaramos que
muito ventilada, port-aoao lado para grande nada temos que ver corn as dividas activas e pas-
quintal muradc, proprio parajardim e hor- sivas que aquella firm tern a liquidar, visto nao
ta: esta casa acaba seu proprietario de sermos solidarios pelos compromissos e aetos da
Ssegundo as ost- mesma ; prevenimos por6nm As pessoas que nos
renovar today a frent (segundo as postu- devem, que o unico legalmente habilitado a effec-
ras) pelo que a torna agradavel. Os Srs. tuar qualquer cobranca, 6 nosso socio Manoel
pretendentes queiramn dirigir-se ao pateo Mendonca e niao o Sr. Mendonca Filho, como fez
do'Carmo, Casa do Banhos. ha pouco tempo, cobrando de urn nosso devedor
que mora no Recife, segundo cansta de um reci-
^11n I V boem nosso poder, pa.ssado pelo referido senior.
ue mai Tambem prevenimos aos [nossos devedores que
0 hotel Lisboense alro-se sabbdo 29, pra os nao confndam afirma de Mendon<,va Filho &
-sabbdo 29, para os o r coin a dos infoa-escriptos. Recife,
amigos que gostamn dos boas petiscos e da boa 28 de maro co ade 1884. -cnptos. ecife,
pinga. 0 proprietario lesto estabelecimento aeci-j i,.,, d o1 8 8
ta assignantesi e so cimarregO ta:inbemn de uidr nI- .1 riino & .
lev-ar eomik[:t ao, ismo, q'iO,(, i 10 lO pol"nln ii "i
ao hotel. Garante ,ro'.jIl)tidao, ISseio e pre(s A -
commodos : no l tL bar'_-a tlo Rosario n. 12. .' /


Cost ireiras
Precisa-se na rua lar' a ,oo .Riosario 11. 3 sO-
gumdo andlar.

LLITE \ I\L


"T"A
^iltioei o nni-iversario <4, .,0l patisarniito
Fclisminuan Idvinat da Silvt:. Lopoldia Lu-
lovin;) do: Nisciimelnto C','t e Euf'roi-ino lodri-
d oUS (10 CIlt,. ferido do ;: ,l,' lororo seonti-
ieilrto. Coividal'i a0 eo.pa il,,i' / ai ios, doe dcs
i enpr t leb.r o l- a l'l"os ;i j a c .-i-sO, Manoel d
NaXeiincnt.) Si,1'.;i, p u-i as ;-to-\;n ans miasas que
por alma do mesmo t([) lim.'. r terca-feirta 10 do
abril. ni i-rija( dk N. S. d)o Terco, as 7 horas,
pelo que deoie ja antecipaui ous agradecimen-
S OS.
Aluga-sc o 2." aiidar do sobrado a rua
do Imperudlor n. t9 a tr;atar na thesoura-
rio das loterias rna do BarAto da Victoria
n. 14.
Precisa-se de um feitor ; a tractar a rua da
Madre de Deus n. 38.
AMA para cosinhar precisa-se na rua dI
Imperatriz n. 78, 10 andar.
Assistente exainiada
Ignez Maria das Virgens, reside na travessa
dos Expostos n. 14.

Feiloc
Precisa-se de um feitor que entnahda de sitio ; a
tratar no Cajuciro, sitio u. 4, das G As 8 horas da
manhal.

Caixeiro
Precisa-se de um coim pratica de taverna ; .
tractar na rua (da Florentiaa n. 4.

Allento
Compra-se, vende-se ou troca-se passaros ; X
rua Larga do Rosario n. 6.
Precisa-se de unia engommadeira : A rua d)
Duque de Caxias n. 95.

Ama
Precisa-se, para casa de pouca familiar, de uma
ama para todo o serviqo; paga-se bemrn: rua do
Visconde de Goyanna n. 76.

SPara osriptorio
Precisa-se de um tijndante de guard livros que
tenha as necessarias habilitaqoes: ii tractar a rua
daCruz n. 14.
Pede-se ao Sr. Dr. Francisco Xavier Pas
Barreto, que respond as cartas quo e Ihe 1 Utm
dirigido, as rma des Martyrio n. 18A


tit,
-. 1 ...
.: f


-i


!}:i .....


]


&


Quinta-fi'.ira *' d, abril





Diario de Pernamibuco


-a' Domingo -30 de Marco de 1884


PEITAS


SUERIORE S

A PRECIO SEM COMPETENCIA
NO



LOUVRE

20A--Rua 1:. de Marco--20 A
Superiores gorgorkes de seda preta, de 1$800 a 78000.
Cachemiras, prelas e de Ia pura, de 1$200 a 2$300, o co0vado.
Yeos, manlillhas, fil6s e outros artigos proprios para os aclos
da quaresma.
Sondo i coiimpr fita om GOPQ o go 100loo FDara cim fa-

Z710S 0 GSCOtt go613 Flor CtM.
CASA DE CONFIANQA

FRANCISCO GURGEL DO AMAIRAL ft C.


JOSEPH KRAUSE fa C.


Acabam de augmentar o seu ja bernm conhecido
imiporlante eslabelecimenoto rua o
de miaro n. 6 corn mais
urn salIo no o andar luxuosamente prepa-
rado e provide de nima exposi.
fio de obras de prata do Porto e eleclro-plale
dos mais afamados fabricantes do
mundo inteiro.


Conlida, pois,


as Exmas. families, sens nume-


rosos amigos e freguezes a xisitarem
o seu eslabelecimento, afirn de
apreciaremn a grandeza e bom gosto corn que
nio obstanle a grande
despeza, 0 ado0naram, em honra


a



14




NI


desta proincia.

AHA-E ABERTO AS 7 A'S 8 DA NOITE

4c" I *4


PHARLkCJA LEVY
ANTI('A PiIARIIACIA DE P. MAURER
2edleanaBentos para molesdiha do pleio
XROPE DE 1I ACUI['U E J[CA
PIsiEPHARADO Pol
6il' RAEiR r"JD' BiiTTBNCDURT
Deposit em easa dos propsrietarios

J. C. LEVY & C.


. 925-Riua


~OA U)


(da Vietoria-N.


GRANDE OFFICIAL DE ALFAIATE
BE


ARRIDA LUSTOSA &


25















C.


l...BRua do Barflao da lictoria...41
N'este acreditado estabelecimento se encontrara sempre urn sortimento ; re-
pleto de pannos finos, casemira do todas as cores, proprias para costumes e 'aldascom-
cebemos directamente as nossas fazendas por todos os vapores da Europa. Brim
branco e de cores, e todas as fazendas tendentes A uma casa nesse genero de negocio.
Aprompta-se costumes para luto em 12 horas.
Dispoe de um pessoal habilitado e corn op melhorcs elementos para servir
a seus amigos, e a qualquer pessoa que quizer honrar seu estabelecimento corn suas
mncommendas.
41--Rua do Bardo da Victoria--.41
EceOC Atw
xV@CxOA'JUZ


PRAfiRACIA LEVY
Antiga pharmacia de P. Ibarer

25i IlA DO BA1O DA iICTOBIA
Elixir depurativo regenerador do


PrMlo 10I141=i0ttico
JOSE' FRANCISCO 3 COURT

Salsa parrilha, velame, cainana e caroba
Os resultados admiraveis d'esse medicamento e a grade .aceitalo que tomm eW.
ocido, fasea-no- recommendado para as nioletiaa syphiliticas e impurezas do sauo-


iL ME.
* % ilf~ 11i hll ic HN ^ 'iiiiM


iol a
spartilhos a
J)ito para
?itas
.)ita
Plumnis e egrettas


Oflicier
Sultana
Meninas
Otto'ncn e setim
Setim e veluido.
de diversas qualidades e co-


res.
Flores para chliapos e vestidos.
Biwco de todas as qualidadcs.
Mciiu de cores para senhoras c menlnas.
Pente e grampos para cabello.
Vestilos e gola para meninas.
Afiso
Venden-se as easas n. 143,145,147, etc.
Os tcrrnos situados na ras do Conde da Boat-
Vista : A tractar na rua do Madre de Dcus n. 3S.

VENDAS
Vcnd-se o sobrado da rua do Corouel Snu s-
suna n. 72, 1 c. ;a terrea da mesma rua n. .157 ce
uma dita narua do DiqueC n. todas corn bons
commodos : tratar coin Damiao Pcreira dos San-
tos na rua d( Paysandi' n. 23. taverns.


ril i 11111110
No Museum Begante os encontramrAoapreciadorcs
do bomrn e belloum magnifico sirtimnento de objec-
tos de electro)late, proprios para mimosear, c
tambem colherts para clitA e sopa, garfos, cops,
tacas, tudo do nclhor fabrieamintc amnericano Red
Baston : na rmuado Bariho da Victoria n. 12.

FIUO TILRCO
YERbtADEIRO
3. C. Levy tend re-
cebido uma pequena
quantidade de fumo
turco nowo em cigar-
ros convila aos sets
amigos apreciadores
d'este delidoso fumo a
chegar em sua casa,
na Rua Nova n. 25, 1.
andar e sevir-se.


Larmijas de iinibigo
No estabclecimento a rualo CabngiA n. 5 A. vcn-
de-se larainjais de inbigo d( sIuperior qualidade, e
rceebe-se encommen(Ldas pa" as mesmas. no ines-
mo establclecineito.
Vende-se taimbeinm ecstimas para costuras de
to(las as pualidades e carne te poreo de sanmoura
do Rio Granide do Sul a 6340 s. o kilo.
Drogaria
Farti Sobrinho & C., drogiistas por atacado,
A rua do Marquez de Olinda n. 11.

Economh
.0 Museum Elegante estA liqifilando os collari-
nhos dc linho de 8.3 a duzia dacasa Fenix, por
33 por estarem urn pouco trig!iros ; na rua do
Barao da Victoria n. 12.
Trasteg
A' rua do Imperadorn. 16 comra-se, vende-se,
aluga-se e troca-se, novos e usad,.
Santo remoio
Para cura de eaneros ulceras
caneerosas
Na rua 1o de marco, antiga do C .spo, loja n.
17, tern para vender garrafas, contedo o verda-
deiro leite de avel6s, remedio ekte plicado corn
prodigioqos resultados pelo Dr. Ignao Alcebia-
des Velloso. A' ellde, antes que se abe.

Sitio vendi
Vende-se um excellent- sitio corn 2" e tantos
palmos de frente e 600 e tantos de fun confron-
te a ectago da casa amarella no Aaial, corn
uma magnifica casinha e corn muitas rvores de
fructo. 0 motive da venda unicamee por se
ter retirado o proprietario para f6ra da vincia;
a tratar no largo do Pelourinho n. 5, 10 udar.

LEITE DE ALV OZ
.Conservado polo processo dq P a-
ceutico
Veras
Cftavm muita cautella na comp o8-
te-precioso remedio.
PHARJMACIA PERNAMBUO AA
1la 4do Cabuih a. I




E i^ .f i ,.. ..-.e-.. ... :.. A, ,


Com urgencia
Os Srs. abaixo assiguados tOm cartas a serem
entregues em mao propria A rua Duquc de Casias
a 85, loja de fazeudas.
Joao Carlos Cavalcaute.
E'. Jefferson Mirabeau de Azevedo Soares.
Brtrnardino de Almeida.
Joaquimn Francisco Ramos da Cruz.
Didio Cruz.
BIlarmino da Cunha Rabello (engenho Palha, em
Goyanna).
Fractuoso Maia.
Sqoastiao de Barros Campello (lavrador do enge-
aho Camassari).
Adlpho Cunha.
Arthur Braga.
Joio de Souza Ribeiro (engenho Ilhlia das MerceS).
Josquimn Pedro dos Santos Bezerra.
Engenhos par'a arren-
dar ou vender
0 Boa Sorte, uma legua .Aquem da Victoria,-
corn terras e rmattas para safrejar 3 mil pacs de
assucar annualmente.
0 Goyabeira, media legua albm da villa de Ja-
boatio, para 2 mil paces.
0 Cananduba, uma legma alum da mesa villa.
pari 1,500 paes.
(-Mussahiba, entire dita villa e a estacao de S.
Louqenco, para mil a 2 mil pacs.
Tidos moendo corn agua, tendo o 1 alomn d'csta
um xcellente vapor.
Atractar corT o commendador Barroca, em sua
resit3ncia da Magdalena, ou na rua do Impera-
dor is 77, mercearia, ou corn suas conhliadas na rua
da Inperavriz nj 49, 20 andar.
Casa de campo
Ahga-se acasan. 10 A da cstrada da Cruz
d('Aloas, cm Parnanmeirim coin pequeno sitio, tern
2 sahs, 4 quartos e cacimba corn boa agua. Tra
ta-sena rua do Apollo n. 30, 1 andar.
ABtIO-S E
Um salao de modas
13 1? Ru da Aurora, 1.0 andar
Graadcs e variados sortimnentos de ciapeos en-
fcitad(s, para senhoras e mncninas.
Vcstidos a Accordeons
Corpos a Jersey
Oasacos a Findora
Dito a (Gilct
,olier a F-wdora
l)ito'a Jobot
)ito a Sarah


AV'JLiiAA UA3A zem taminbem
Carneiro da Cunha que s o depc
59 Rua Duque de t'axias- 9 dos mq e d a r
No intuito do bern satisfazer os nossos firegue- dOs U iQ l re
zes acharno-nos actualinente coin grandde dposito .
c sortimento dc fazendas, antiit do ih'.titasia, coC- slmetrico dic
mo P)ara uso domestic, as quaes vendcmos por
precos baratissimos. B r ra i
Dispomos de pessoal pltrea chamados em oasa urg -raeve,
das Exmias. faimilias. 8
Lintlas baptistas cmn barrma a 2-10 rs. o eovado. i e atl i
Fustes bordados brancos a -1-10 rs. o dito. Ichantea i cl i
Setinetas daminassts, ',,-.t.. novos. a 600 e 640 .1 ... a


reis.
Ricos padl)u'S cm novas popelinas de seda
1.,200 o dito.
Superior merinud preto, 2 larguras, a 13200
1 N>1i.
Grds de naple dc seda pmai a "2 Jta c- e 25500
dito.
Sctins pretos c de( todas as e,;res a 1.5500 o dit
Popeliia brncaa de sida a S(O) ris. o 0('ito.
Cascmiras diagonal a 2 3-10) e :.",I o dito.
Lgques do pluicta, inodurnos, a 55000, aprovei
tern!
Espartillios do courase a '"
Painos de crochets par eacdeiras a 1.200, e sc
fA 2 3 m 1.
GU3ardanapos do liuho, superiors, a '.' i)
duzia.
i-.c nos d2 s2la corn lcttrans a : a, djta.
ilem branucos dTo linho e:n caixiinhis a" :,,
Fichus dte c;rcs e pnrt(,s a ."' ,111 uln.
Ceo-tinadon bordados a Gs 500 o par, 6 barato
Saias bordadas, lindas. .. ;, c ,; ,.-.
Tuall!as felp-lidas par-a i iihoa 12-35 a duzia
Idcm di(. labvrintho ;is ticliormes (jic teem vind(
1[;guniilcas (tltdes di i:i;t].ai ;i lrc(;o eoni iodo.
Chmles do e.'somiim., coin 'i'cfeito, a .,,1 1 1in.
Fl:;melLt 1,re;, iitg.cZt 1,;'.r1 A 1dalituts a S., -i.0
covado.
]rainaute fraiueez. 4 lari-ui'as, pirn am e1'noes,
15000 e 1 .1.,, o metro.
Colbertas dIe f:xn;ia. 1l;rrads, a 2
Culehas fr;nmcezas de c,,roi's a 3,)U.


U a Unlrmin-lal


perfVmarias dck
nell.


Pukffl DO CIML-

C/,f fo.* t no '
I n ..
Che~pmi;0V-


p, ~

Kit'''
.1 -
-r -i


4' .


i
L, .
1& :& c>" ?"


. '
V 0 *':/'


messaparava a, U'
Franceza, rua i
1Iarco u. 9.

I U IFCO PS
r" P .- -. ; ^ -


i I IlU UY BIN1.
W' -4
Farilih1 avv
NOS primliris 2c'71"zes a aCP! 2:.


23000. .... natural c aproprlia para a"..
Madapol.o Bua-Viita coin 21 yards a, 6.5200 a ca d(o pel-ito C- o 1 >,rio lcito "ia.


pcca.
Algodtec laros 4 ,' c 41 500 a dita.
Cortes de macia casumira i:giecza final a 4,''500 e
E outros muitos artlgos que scrto lembrados
corn a preson.a d.os dino1 1,iturec.
crnprc (uc ffurcin as vcnua cIn -ro1o, damos
desconto.
Carneiro da ('C nha 4. C.
59-ItUA -DUQUE DE CAXINAS 5Ci
Chegaram
Novas segments de Iiorallceas e
flores
Viimio verde ( Biasios.
Obras de viinLe, cureo scjam :
IBaltaios para compras.
I)itbs para papel.
Beonqos.
Cadeiras.
A..afates.
Costurciros.
A' casa de Posas Mlendes & C.
Itua estileita do Rosario ni. 9


Venda de sitio
Jozio Machado S)arcs vende o seu sitio, pcrto
da estayao da Mangabeira de Cima, no Arraial ;
tern casa de vivenda, sem contestaqio a mats
freosca de todo o arrabalde dcsta eidade, pela sua
elevada situaqao. No sitio ha grande quantidade
de arvores de fructo,o enos funds do mesmo si-
tio eorre um grande riacho, que nunca secca de
todo, e olie se p6de fazer excellent banheiro ; a
tratqx naua Duque de Caxias n. 44.

iinhos puros garanlidos
Malvasia,
Muscatel,
Maduro,
Porto, superior,
Figueira,
Bordeaux


vendem


Bourgard & C.


Sardinhas em copos
Superiores


Vendem


BOURGARD


Quaresma
0 Ifuzeo Elegaute a rua do Barao
da Victoria n. Is
est& vendendo por preqo modico diveroos artigos
prgtos, oemo seiam : franjas corn e sem vidrilhos,
bicos corn vidrilhos, luvas de seda, retroz e peili-
ca, e uma infimnidade 'de bicom novos para enfei-
ar vestidos.

Ataduras de couro


Para livros, papeis e embrulhos, cousa
800 e 100U ; no Museu Elegante, A rua
rdo da Victoria n. 12,


v


util, a
do -Ba-


Ciem caso (do c cc.-'t.-d.,O dOVe .-'22


-. .LJJ CC *- -/ ^rF Q
- i 2 -lii .. i O

k l q k r
..* -. -y e


Fazendas Pharmacia Te .
Para vestidos 25-E [tarfla i-'
Setinetas lisas e lavradas, send eom as J. C. Levy & L p'.-Ec -'
cores e lavrores o mats lionito cue tern .. .
viudc o mercado a 500 rs. e 640 vidai A "
Ditasnimuito bonitas, corn barras largas e eu .. 'a
estreitas, covado 640 freg ue e
Gorgor8os bonitos de la, lavrados, para e ueses a V; i' .
vestidos, tendo de todas as cores, co-
vado e640 c:n i Q e v,.
Merinds de ums so cor, tendo de todas as 6 sen estabel e in:
cores, fazenda de gosto, covado 500 a h '.IC ,, **"- ,
Alpacas lisas, tend de todas as cores 360 que set achia P- pre,
Fustoes brancos, proprios para vestidos e ,, ....
rotpas d e crian+as, de 440'rs., 500oo e 6 enteI ontadY '
Cretoaes corn barra, seudo claras e escuras 41 Al ta 'i", "':*'
covado a 400 e r0 ,'"
Ditos sem barra e muito encorpados, pro- a da e t pr p V 2
prios para vestidos, camisas e roupas de o d m n' p .. .
cmiancas, covado a 360, 400 e 500 Chitas, grande sortimento de dhitas claras l'L" ,L* jl y
e escuras, de cores fixas, de 200, 240 at6 400 h o
Mariposas, as mais lindas mariposas queo lhor s s ab l '- '
teun vindo o mnercado, corn desenhos miu- -s -
dinhos, corado 600 t d s gen '
Baptistes corn delicados desenhos miudi- 01 t? d..- ; "
nhos e graudos, assim como lisas 200 4 '
Cambraias brancas tapadas e transparentes prn ci paes c '
corn 8 jardas a pea 3000 "
Ditas mmito finas, tanto tapadas como d ', '''
Mjtransparentes, tend 10 jardas cada peqa uropa.
a4, 4.,500, 55 e ,t6 77000 *. 7 *.
Espartilhos muito modernos para senhoras 5000 R ecebe6 pe o ;
Ditos muito bem feitos para mcuinas 4,000 ...
Chalcs, grande sortiminto ce chales, tsot
de LA como de gorgorao e casemira, de OS vapors pro '
1, 2, 3 ati 85000 a e p '
De today@ estas fazendab sc d:L 8amostras com Sl ip l c ll .".. ..
penhor, na loja dos barateiros da Bo.a-Vista, es 1i '
quina do becco dos Forreiros. p a r ^ -
Casenfiras de cores peptiaos d .
Dc 2:000 ate 6:000 rs, ceuticos, dos
Brolla Of gia res, mais conh.. ..
Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern e a -i t .
um irnmenso sortimento de casemira do cores, eAU ..a.ce. -:.
tanto clahas como escurmas, que vendem a 2.3000, 'w-
23500, at6 (3 o covado, e das mosmas mandam cantes d I E u L
fazer qualquvr pcca d'obra ou costumes, por pre- -
cos muito ratoaveis, assimn como tem tambem umo tNh .c. t e
explendido sortimento de casemiras c pannios pro- que se ,ac-nl- .
tos at6 ao mais fino seda que vein ao mercado, e d -aer'
dos mesmos tambem se cucarregam do mandnr os a fazeru3 r
fazer qualquer peca de roupa A vonitale do fre-
uez e corn today a perfeiaIo e pestcza: isto.va poc" sensivel I ,lu-
lojat dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de .o. .v.lA
becco dos Ferreiros. e ni <.-
A NTnY ,P A ,d) A 4S A ,oshOc5, i: '"


* 0 ,


*~ 1 1''


2- 7


*2'


~~1

1.4





I.


I i, .,

.. .. .. .. .. .. '




2 _..

-A.-;


do pela
1FARINIIA LACTEA 1.,
'" F ,,l+tn(IS '


A sciencia o a pratca ado :./L..
snha Lactea come i poderos) X..,.
trictivo para a in:aucia c i..
cos do Brazil c da Euroa '1: ". "1
ser a do Dr. FELIdCii a Su,. ,
gencro.
Dove-se poise ei'ar conifiar o ii,
, urea pcssoa estranila c dec,..'l
nao conheliceido mnuitas vezes o ',' .,
numerosa mnolcitia.-.
Vende-se a verdadcira failu'r
do Dr. Freriehs:
R> RUA DO DIPERADOR ,J5
E L. ,.7,.U ,,,,.,:',' dc ( hu(siws C L.U .' .
tor ].Prial e

A TTq.,n


-. V =LJ"%'.J
Adamson Howie & C. tern para ven'r :
Vinho do Porto fino, em caixas e barris.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tinta de impressio, boa qualidade.
Brins de Marshall verdadeiros, de todos o0
ros.
Remedioa de Ayer.
3-RUA DO COMMERCIO-3


I -
112212.7


CRAVOS E FLORD1E
Xa rua Uda mL .

34, ha sempre para ^

vender cravos e flores


Tainhas
novas, marca SS, chegadas ultimamcnte, vendemc
a, rua da Mahdre dc Dens n. 24
Paiva, Valente & C.

Grosdenaple prelo
Encontra-sebom sortimento e por prqeos muito
commodos, na Fragata Amazonas, rua do Duquc
do Caxiasn. 47.
Taverna
Vende-se a taverna, a rua das Nymphas n. 16-
corn poucos funds, a tractar no Caminho Novo n!
87.
Vende-se um cabriolet todo
refeito de novo e multo forte.
Na rua do Caplbarlbe n. i.O, eo-
cheIra do Araujo.


''2 ii' ;t- .-,

. ,1 in ic .,, .
, : .l< Si ; .- \ .:' l I


-- ,- j

' ;'; t ; 1. ii ("4 2 ", ;
.1 21'ii1 4- +,:t ; .t : 5.7<",
:ti- ]'sm d>' r( ce1);;;- r ,. i ,+
( )tr[l'.r mlln. r(+ iit l u i ',t t .1 2
.. "' ... :' .. .. P, <], ] F'2' -
:' L'\- 7-,. -


^
2''' I ~ 2 il -no t 1 t121172 ,2': '
i {.,." .e de 1 ,-+ 3 ttq ]{r nB,+1 u l(+ i e 2g: ... 2v"
uint(t VPde?
1 i I. i. -- 1 i-a u ir i Ile -: ,
21C -1 O tlu Jc ,' da.......
e,,1. a c. _- o. ;3 -- ua Duyne ,4 "



tmne: & C. '33-Run. do Duque de Caxias.- IV
-" i
0 Pf ,i)ro Aii iiiuc.^ C : ):ii ;fin ;i 1; i ':-



O,, ter~os c rosaries, quemrvende?0 ( Pedro !Li:.-
atiues & C., eesta veide.nd, o muito por sm ter t.
du tiii;ema. 63--Ruia do Du )ue do Caxias.
.o ltOVOs
Sin,'1 tf A ,,Im("1141t 0 i )9.1,ni' honweo, aea'ba'1 a. "2
recbemhP o Atunes & C. 63--ra do q -'
.. ..- n!da.eranqa.
que de C osar.--, 0
Lv', "- f,.'. ,t-o pelliei. branch, procta ace 2', -
res. 0 Pedro Ant-vi.s &k C. tern. ;-'-u
1)Duqc de Caxias.
A rua do ,.a'
da Victoria i. 1 2
estA veudondo entremcio e babado bordado, a 4S
e cO0 r3. a j^.)L coma tres varas, preio semi -
cpeteucia,


"'' '"" ****.-'" **."-''' ^ "** .' ~ *.' '"(


A.


/

t






N





U
co

P4


mu
I

I


100,11g-*!''^*,1 "" I'd. I ltt- 11 .l^*i 11gaa >"l 14l!. 1.. =2 t.. .-- ---.-. .9., -- .. -


momSS


." *- .* ,:. ^ 1- *: '.'-".,: w U, -
~~~~~~~~~. .".. .'.,. .'..... n .,


- *1* t ,


-i ... ....^ ,-"""-;-.-" ......r .Ne ."..----- -. --,^ ^^ -w ... --.


, (


n.!. 2.


I ,,,,, 1,-1v.+.-:11 -r -i I"!I',, I.- P!,-, q "Im ,-de ea ,,1 a,,


e


1 "


I


D )A
VN, : i :\
... : ; +, ] 4' ':, ".. r ];,!
",' ~ 4 4' : ,. t '

.4 :-', (



I' 2.
"' i: ., :. 12.'( 2'i-
: : 7 ., ', '' 2 .


'E


I


)




- i~ -' -


r _


Diario de Pernainli'co


..I Domingo 30 de Marco de 1884


-~ ~- -- ---- -- .. -----~--~- -&.-----,-~ -. -'-. --- ~-- -- --- ---
1-'.
--. .'. .4 -


RATTERATUIA

O O FER A
POR
TL.it.IO RICHEBOURG


S

I-


3. parole

XXI
(Co/dlr',:a .wmco
ra.Nm dez horas.
hiii-si no m sm. instant al)iri-s a per-
,:tilAO- e o (..ra .1o an.unciou:
Sr. conIdoI A MaUrionno, o Sr.
d de Violaine, o Sr. Pedro Castora.
Sednhores, disse o marquez dando a
-i-,.o ao reesemichegados nio so pode ser
. x. exacto, obrigado.

Sr. condoe de Maurienne e o Sr. Pe-
Ate ( Ctra, aos sounhores quo ainda o
ts onheccmi, tenhio a houra de apresen-
L--r r' Sr. Jacques (randiiu, tenente dos
iras.aris, e o Sr. Raul do Simaiso, segun-
xw )h(in- de spahis.
0 4 exercito da Franca e o exerceto da
'':-m represent.ados aqui, disse o condc
L. MYinr'enne.
Conprimcentaram-se, an,--taria1m-se as

Plpois. cmiquanto o Sr. do Violainc, di-
r. aLz-imas palivrmas ainmgaveis a Raul,
Lo Mauriemia c Pedro Castora coinm-
5riinentavam a Jacqu,'s Grandiin, cujo bcl-
A- luctedimento durante a guerra lHies era
^&ti~ido.
lcnio muito prazer cmia vcl-o Sr.
C.i .- (irandin, disso o Sr. do Ma.u-

--- :-u, Sr. collnde, honro-me muito
--. uz-c-7 o seun conml.'imiento, disso 0jo-

(Iiando puder dispor de uma hora,
.,r-'z- elmubrar-se de quo inmo julgaroi feliz,
.. -,:tAmdoo e m nmiuha casa; a Sra. de
W,.'..'viu-. que ouvia fallar inuito a sou
is'io ei m Vancourt, ficarA c cantadaven-
t:-t:-..
NAio esqueceroi seu gracioso convi-
;S. r. condo, e, logo que puder, terei
; c_-ai de fazer-lhe umna visit e de apre-
amr nao mesmo tempo minhlas home-
a.,7f-is respeitosas A Sra. condessa de Mau-

0* condo voltou-se para o marquez :
Mas nao vemos o seu protegido, se-
kw, o hoimem per quern minha mulher
ani ,ithusiasmada; nao vejo, Sr. Lagar-
e. ,c'-an tal geito souberam exaltar-me a
'crioxdade, que estou corn press de co-
mkvr:r aquelle ex-selvagem que gragas ao
jmcrr,, sta agora convertido em home
tk aciedftde.
Sr. conde, cu estava precisamente
=I.ko> ao Sr. condo de Violaine e ao
Sir- Simaise per que motive Joio F6ra
maw esti aqui. Para que torne-so deveras
a homem de boa sociedade, 6 necessario
E saiba. fazer um pouco de tudo. As-
rs.y aIm das ligoes que os professors vym
I ir aqui, duas oi tircs horas sio cada
dai cnnsagradas a exercicios physics;
mu d-i& a equita.Ao, n'outro 6 a csgrima;
!m c-stal exercitando-se cmra atirar de pis-
tis 9- espingarda ; imas nao se esquecera
4 SaMora, c antes do mcio din vcl-o-hAo

A',.h,)res, continuous o marquez, fazendo-
.+; am econvite, prometti-lhes nuia histo-
t: "a.u contal-a, tratando .de tournal-a to
". .---.ante quanto possivcl.
1, St. do Violaine per duas on trees ve-
-'s ";uv' cccasiao do ver Joao Fera quan-
,-\, "- ,..r.a o sclvagnm da floresta do Ma-
r d,..- r.oas ano o comihece imais do que de

Z.-'. Jacques (hmandin fbi pars o infe-
".2 :- ln-0..m um amigo ; anns nbo conhece
.-.; ',.i-" iuc o Sr. do Violaine. Em volta d(
-:. FerA 6 tudo mystcrio.
S.' cmi, senloros, at(3 hoje, granas a pa-
z*^s e aetivas p*squizas, pudO dissipar
is t"v'vx-i o pcnotrar o mvstc-rio.
l",; ii htoria dc Jo I_ F.rna utn:i hiito-
-.a *- ':',itti-,a c sombria (qlO vou contar-
e2:]7.*'1r


Ai sTas, c por certas razV;, cujaimpor-
z:'. .; senholrrcs hio de apreciar, nao
-_Ct ui'<:-i os Lr.-,ua.i.i.n- do drama; afora
.s- .. : s mliivr.L ti -i culeon ceinento dc


FOtLIETIM



PECC.XDOS YEMRES


POR


,1 T RCEIRA PARTE


(entinuaqao do n. 70)

U

0 valle de Urdax

-- Chegau,.os a um dos nossos ninhos;
Ate-v, (lise o vascon9o ao visconde; e
go sonora voz exclamou
-- O.i, hu !
f. porta da casa abrio-se, e douns rapa-
ac vpvm receber o que assim se tinha

iws dias, rapazes; come esta c

oi--Oi estA bornm e de n6s nada ha
S r, orespondeu um dos rapazcs.
.hacbo! exclamou o contrabandista
miste ~d o aquella conversa'ao no maim
Smecto vascon9go.
S- Esaperavamol-o de hoje para ama
.Ij p- e o senhor Antonio nol-o tinha

B^pawa me esperarem!melhor, espe
rraa~irie bailando !
R" -- m sabe: que o seu regresso sempr
Sa.eaBa da nossa alegria.
JAve, disse o vaecongo ao visconde
Stambem a duzentas leguas de Paris o
yayses sabem ser attenciosos.
4 din,'ndb-se Aquellee continuous:


todos os factos, pois nlo quero calar nem
um.
Davendo ser long a minia historic, e
querendo terminal-a antes de nos pormnos a
mesa, pe9o-lIhe*- a permission de dbmegar
immediatamente.
Sim, sim, sirm.
Todos so assentaram, a exceplto donar-
rador, que fieou de p6, encostado ao mar-
more da chainn.
XXII
Ve.indo que seuns ouvintes, corn os olhlios
titos n'elle, estavam promptos a escutal-o,
o il:r'qucz tonmou a palavra.
Mudando o lugar da scena e transpor-
tando-o para a America, elleo contou o ca-
samnouto (do St". X. corn Mille. X., joven
americana de origem ingleza: depois, a
volta a Franca, onde o Sr. X. ., muitas
vezes millionario, vinha ter corn um irmAo
quo elle amava.
Rapidamncnte, cm vcz multo commnovi-
da, vil)rante, referiu todos os faetos em sua
ordioni.
Tracou o quadro do naufragio. Sam
nomear o T'ierario, c'ontou a perda do
navieo os que trausportava, no numero dos
quakes se aclhava o Sr. X.-
Voltando para a Franga, mostrou o ir-
mnao, quacrendo apoderar-se, nao importa
porque meios, da fortuna de sun cunhada,
depois contou come esta, tendo perdido a
razio, fora roclusa, soquestrada em um
velho castello em ruinas, onde dera ii luz
u1n fillio.
Sious ouvintes cscutavami-n'o coin a
manor attenco, fremontos, corn o poito of-
fegaunto.
E' terrivel, 6 monstruoso! exolamou
o condo de Maurienue, naio podendo minais
center sun iudignaeao.
E' o cumulo d(o horrivel! accreseen-
tou o conde de Violaine.
-Que pensamn os sonhores de tamanho
miseravel ? perguntou o condo de Mau-
rienne.
Nio vejo castigo algum bastante
para intlingir-lho, responded Pedro Cas-
tora.
Escutem at6 o fim, sonhlores, cscu-
toem, proseguiu o marquez.
E, no mncio de interrupgoes cada vez mais
frequents, continuous e acabou sua histo-
ria. Omittiu s6mente, e isto cor inten-
9io, o nomeo de Carlos Chcvry e Zelima.
As suns ultimas palavras succedeu um si-
lencio lugubre. 0 condoe Maurienne rom-
peu-o:
Sr. Lagarde, disse elle, o senior
nos pediu nossa amizado para o seu pro-
tegido; depois do que acabamos de saber,
ella lhe esta adquirida para sempre. De
certo, comprehendemos que o senhor te-
nha-se interessado per aquella infeliz vie-
timna do um miseravel, para o qual, come
dizia-o ha pouco o Sr. Pedro Castora, nio
existed castigo bastante terrivel. 0 senhor
dai-me licenma para dirigir-lhe algumas per-
guntas ?
Pois nao, Sr. conde.
0 home que commetteu estos cri-
mes scm nome ainda 6 vivo ?
E', Sr) 'nde.
0 proter de Joio Fera sera tam-
bern seu vingador?
Talvez.
A fortune do spu pai ser-lhe-ha res-
tituida ?
Esporo quo sin, Sr. conde.
()scnhor conhece sen nome; porque
elle nao usa d'cll( ?
Porque julguci dover esperar. Mas
depois d'amanuha a noito, Sr. conde, o no-
me do men protogido echoara no salho do
St. Pedro Castora.
Senhores, disso o brasileiro, permit-
tam-me que aprovcitI ostc memento, de
pois das palavwas do Sr. Lagarde, pirm
pcdir-lheso obsoquio do accitar o convito
quo tenho a hoerna ,i fazor aos sonhlores
todos para que venham jantar commngo,
sabbado, As 7 horns.


0 convite foi unanimemente aceito.
(Continaa)-

DiSCURSO PROFERI)DO) PELO PROFESSOR AU-
G(USTO JOSEl MAITUICL WVANDERLEY, ORKA-
DOR D1)O GREMIIO DOS IPOFESSORES lPRI-
MAlI.oS, EM SLUA SESSA.O ANNXIVERSAIA,
Aos 25 DiE MAIU('O DE 1884.
Ilii. Sr. Dr. it. upector gcral d& instruc-
Sao public. -E.,nws. Sras. M3ui distinc-
t,s c,,valhui'os -Ainda umnia vez o dover


Vamnos, napazes, tomemc o cavallo
d'estc viajante, e deem-lhe de comer quan-
to ille quizer !
Entre commigo, centre, saenhor vis-
condo, disse Amendaburu.
Alfredo entrou ii n'unma espacosa casa, a
qualcra allumiada do r dous terrivois ar-
chotes, que ardiam ao p6 de urea enorme
lareira, e deteve-se a admirar um especta-
culo, que, no sen uentender, era por todos
os conceitos digno do delicado pincel de
WV'tteau.
Um velho, cuja barba e cabollos cram
quasi tio brancos come o arminho, vestido
corn um fato identico ao de Perez, estava
sentado n'uma poltrona de madeira do car-
vallho, e soprava sem cessar uma gaita, ba-
tendo o compasso corn o p6 e a cabega,
emquanto seis rapazes e outras tantas ra-
parigas de alegres e risonhos rostos danea-
vam e riam, corn essa franca alegria, que
so em condados e aldeias se conhece.
Formados em circulo, e voltando as cos-
tas para a lareira, viam-se os ltomens de
cerca de quarentaannos e duas mulheres ain-
da novas, que pareciam presidir A festa.
Ao ver entrar o estranho, o music pa-
rou de repented, e os bailarinos ficaram corn
os pes no ar.
Ameadaburu! gritou um dos ho-
mens.
S Amendaburu repetiram em coro
Sgrandes e pequenos.
E o vascongo vio -se compromettido pa-
ra saudar e responder a todos que o ro-
deavam.
S Filho, como ves, entretinha-me em
fazer dangar estes pacovios, para passar c
tempo, emquanto nao chegavas, disse c
s velho. Vens muito can9ado ?
Polo contrario, venho disposto a to-
mar parte no bailey, e, para prova, toque,
a tie Iriarte..
0 born home nao se fez rogar, e, to
- mando de novo o pastoril instrument, co
megou a tocar a music favorite d'aqnelh
e paiz.
0 contrabandista tomou a mao de umn
., das mulheres; os rapazes e as raparigam
)S pozeram-se em fila, uns em frente dos ou
tros, e poucos mementos depois dansavan
todes em revolt confuuso.


me impelle a dirigir-vos a pala'ra no dia
de hoje, em que o Gremio dosi 'ogs'sores (
Primarios commemora o 6" aniiverisario
do. sua inauguragto official, facto estu que
enche de expansive jubilo e constitue uma
vercadeira gloria. uelles que tieram a
feliz idea de sua insttuigto. I
SHa sessenta annos hoje. que na capital
d'este vasto imperib, no augo de patriotic
enthusiasm e de ruidosas festas, bfoijurada
a Constitui9ao ou lei fundamental porque
se rege a grande sociedade brasileira.
Um dos artigos d'essa liberal e born ela-
borada constituiiao decreta quo a ins-
truceo primaria sera gratuita, manten-
do o governor para isso as nece.sarias es-
colas; e estas de facto so forain instituin-
do e continuum a sel-o, em obsorvancia
ao preceito constitutional; mas nao ainda
come ja o devia ser, qu6r em relaAto ao
tempo decorrido, quer em relagao a nume-
rosa populaco d'este imm-ense paiz.
Muito se nos offerece a dizer sobre o
enunciado n'csta nossa ultimna assergaiio;
pwrem entendo nio dover ctn;ar vossas
benevolas atten9'cs, aprescntando-vos uina
dissertacito, em vez de um discurso com-
mnemorativo da inauguragao de urna socie-
dade ; pelo que cmingir-inme-hei restricta-
monte ao assumpto que proporcionaou hoje
a congregaqco aqui d'este respeitavel au-
ditorio.
Senhores.-Instruir o educar o povo 6 e
deve ser o principal cuidado do governor de
qualquer UnacAo quo desoja ser grande e
potent : niao d'csia grandeza e potencia,
adquiridas pelas sanguuinarias conquistas a
forcat das armas, o de que tanto so van-
gloriavamn os antigos povos ; imas situ, con-
quistadas pela fbr; i da intolliguncia, mani-
festadas nos diversos raminos das sciencias,
artes e industries.
A civilisaAo mioderna. quoi emr sou car-
ro triumphal core pressurosa para o ma-
ximo aporfei'oamonto da humianidadc em
geral, encamuinhando-a para umna rnifica-
9iio universal, tende a lanear no eterno
abysmino do esquecnimonto as iguobeis e ca-
ducas antigualhas, incendiando as corn seu
luminoso facho, fazendo renaseer, qual ou-
tra Phenix, a evolutiva transmnutagao so-
cial, tendo por tropheo e brazAto o grandio-
so lemma liber(Ndde, iguatldade e frater-
nidade.
Senhores e escravos, nobrcs e plebeus,
alliados e inimigos, tudo vai a desappare-
cer, porque no codigo universal da civili-
sago modern sera escripto em caracteres
indeleveis queo -todos os homes sao -
livres, iguaes e irmaos, tirando d'ahi
como corollario, -que da liberdade nasce
a igualdade e d'esta a fraternidade.
Os factos o vlo claramente mostrando.
Dentre as veredas por que devia dirigir-
so a civihisagao para alcangar esse dAside-
ratumn, era da minstrucc.io a unica por onde
mais prompta e breveminente poderia che-
'gar: encetou-a e de certo iA vai born ca-
minho, colhendo dia per dia, avantsjados
resultados.
Sim, senhores, s6 a instrucgo poderia
ministrar-lhe todos os dados precisos para
solu.ao d'esse extraordinario problema.
Trabalhar, pois, na causa da instruceao
6 cooperar para a grande cruzada em que
estorbadamente so empenha a moderna ci-
vilisaao.
N6s, os professors primaries, soldados
do primeiro corpo do exercito, destinado a
occupar a vanguard no. grande combate
a ferir-se, ao ouvir o clangor dos Iarids
q to davam 0 signal de sontido, corremos a
postos. ". ,
Disparsos, cada um em sun barraca, c
cm differentos pontos, ao toque de reunir,
dirigimo-nos pressurosos a tormar nossa
legiao quo se donomina %roimo dos Pro-
fossuros Primaiios. c aqui cstabelecemos
nosso r,-,artel-general.
t; annos hoje que fizemos ndssa
primeli.., vistrb cm grande parada, o que
corn verdadoiro iubilo n'este momcutoro-


cordamos, corn a consciencia plenamnente
satisfeita de terms semprc cumprido nos-
sos dover-es.
Alli cstA a praea d'armas, (a nossa bi-
bliotheca) onde saio encontrados os artigos
bollicos (os livros), destinados aos nossos
comnbates inclusive umna mictralhadora (a
nossa tfolha), que aprosentamos o anno
passado pela primeira vcz, em igaal dia
ao de hoje, e que tce a prostado seis bons
s rvi(;os.


T!
cc
C
II
n
V

h
p
d

c


s
c
C(


SE
0
q(


v
t
t
a,
c
I











p
I

o
1
1
i



o




L-
R


Quando nos congregamos em associagAo
estatuimos em nossa lei organica os fins a
que nos propunhamos, quo slo em sunna
os seguintes : -Ape-feiqoamento da irarn-
90o e do magisterio quo a professa; c$Ca-
Po de um Monte-Pie para os socios; pu-*
blica9n o de uma folha relat:vw aos ngo-
eios da instrugc9lo e da classes: ofundcqao
de uma bibliotheca; procurar que o esin)
se torn na provincia o mais unifori#a e
proveitoso possivel; representar aos lode-
res provinciaos constituidos sobre qutaal-
ruer assumpto tendente ao mnelhora "euto
Ian instricclo primaria e do inmagislxio
elaboracAo e impressao de livros pr6pria-
mente escolares e finahnente soccorrod be-
nelicenateli e humanitarios. I
A todas essas prescripgoes tomemos dado
field cumprimento, sendo que nmi es"ecial-
mente havens conceitrado nossa *tten-
91o sobre o primeiro tim, isto 6, o aper-
feicoamento da instruc9ao e do magstcroi
qut a professa, pugnando e reolauiando
sempre p.-ir:.i quo este seja organisat na
altura de bern sa:itisfaz"r As pI'lpitafttos e
urgentes neeossidades d'aq'ella.
Em artigos publicados em algfi, jor-
naes d'esta cidado, quandlo ainda aib ti-
nhamos o nosso orgio da impronsa, e dopois
n'este, temos combatido e combatercnmos-
sempre contra quaesquer medidas, cjos ef-
feitos sojam de encontro ao proveito dcensino
e redundem em desprestigio da clause; e,
nio so o fareinos, como ainda appt-idimo.s
e agradecemos a qualquer outro collegat
da imprensa, que tomando iniciatira nos
negocios da instritceao, profliga ig 4lmonte
os males que combatemos ; porqut a ins-
truczLo do povo 6 uma casa comitum, c
sobre que todos deuenm velar e con orrer o
mais possivel para o sen verdad.iro en-
grandecimento. I
Na instrucco nibo pode neon dde exis-
tir a phantasia ot a ficeeo, querorlizer, o
ensino nao dove ser um simulacro.j
0 mestre e a escola e 6 oensino e, today
a vez que o mestre for um similacro), o
ensino sel-o-A peior ainda, deixarlo assimi
de corresponder aos Cfor,;os da cbvilisaAo
para attingir o fim a que se n.capnfinha.
De bons e verdadciros mestres, de vo-
cagoes e dedicagoes pronunciadaso m favor
da instrucqao do povo, eis de que depon-
de em maxima parte o auspicio*o future
da humanidade.
Passando a tratar do espirito do associa-
9ao centre nos, for9goso 6 confessar, q(w es-
tames ainda muito aquem do que era para
deseiar, mui principahlnente observando que
a civilisagao cogita unir em um s6 lago a
humanidade inteira. _
E' para notar e mesmb sentir, que mui-
tos dos nossos irmlos ainda ate o present
nao se tenham resolvido a vir" alstar-se em
nossas fileiras, afirnm de, unidos emn um so6
corpo c sob a mesmina bandeira" molhor de-
lincarmos o nosso piano de ataqu3 ao mais
acerrimo dos inimigos da .ivilisagao, a
ignorancia, tornando-nos assist mais fortes
e conscious de prompta e breve victoria!
E' para notar e sentir quo, aposar dos
esforgos que havemos empregidolo para uni-
fica9,ao da classes, e per esteo, meio darmos
maior desenvolvimento ao frl)Sr program-
ma do regeneragao ao ensii c ao proprio
magisterio, de accordo cong as itcas mais
adiantadas e hodiernament, segt~ikais, niio
tenha produsido o menor' abalo o' nOssO
constant appello naquellB qua, pa'" espi-
rite de classes, homogeneijcde de profs~ib
e eonvergeuiia aos mem.sf flns. deveriam
ser os priifdros a v-.r voluntariamonte
compartilhar dos noss4^ revezes ou das
nossas glorias ;.
E' para notar e sentit, finalmento, que i
torrivel hydra do indifferentismo, possa aindh
hoje launar sou peeonhpato virus eOr graar-
de part te um corp atrophiando-lihe a
negro bneticea que po d2.ria aetuar colleoti-
vamente cm bem de si'proprio e da ftituro
social!


SD'aquT so infer-c: ai menosproci comn-
plet) vot;ado a march progressive da ins-
trucc;io e da civilisai'ao, on iml)ordoavol
cgoismo, que s6 poe traaer o ostaciona-
monte dcssa regular narcha.
Naio obstanto, Sri., o -reimo dos Prn-
fessores Primaries cminiha firm- e intrepi-
do na senda g1loriosi qute ncwetou, prestan-
do o soeu coitmng,-Ae cm auxilio c dofeza
da causa da civilisaclo.
SiAO poucoscs, c'to, inmas denodados os
liiladores que se ailojam a- sustentar o em-


bate dos revezes e contratempos, que em
jornadas de tal ordem seem sempre appa-
recer.
A'" poquenhez do numero tern supperado
a grandeza do'esforgo e da dedica9gio, vi-
vifi'cadoa polo ardent fogo do enthusiasm
atealo em nossos corag5es, e quo nao tern
arrefocido sequer umn instant no period
do ,,seis annosi de nossa existencia social!
Ajael!..sa qua, dc perto oa mesmon de lon-
g', ti:n aeomipanhado o nosso,-itinerario,
hi1) do ter visto e conhecido nao sor urma
chimir'a a Inos.-a instituic, nomn vis as
proposuwobs qutt acabo de avan.ar.
SAo pt-ntint s todos os nossos acts e tra-
b.dIlhs ; n'cll-.s, peis, se acha lirmada a nos-
sar gloria.
Na exposio,) pedagogica, effectuada na
corte do i:.npuerio, onde figuraram algtns
dosses tr m iloes, obtiverun elles pfia o
Gri:nio o diploma de-mon-eb. hon'os, -
glartl;' cb tiue o jury ( meim.il exno-
sit}, ormt}l Ii eonmponsar os est'for)s docs-
tI-i socd'tde.
Vou concluir, Srs., porom antos dc
o fiz r, p rmitti, que, corn) orgao do
OGremi) dos Profb-ssoros Primirlos, uniniilo
o n)ss) jaubilo ao do qu diovem acliar-so
ps)suiji.-s cora Tois d" to-los o.is br.silei-
ros, 'a, e a n)iu) dci mnesiut sociilade,
eng i lanluti um brado di, saudact) ao faus-
toso dli. de miare), con -nmmorativo de
taut); fatcto. gloriosos c do hu n'.aitairio pt-
triotisla).
S il\-, tn-s vezes silvc 2.) do miiir). Ia
a
pr:'l;stin:ilo a grandc.s e )traordlintri.-is
aco:iteci:ncniitos nos dostinos desto grande
pa-iz!
I' nest-.i' j gloriosa data que ainda unm
estuipeiilo tacto se realisa no mciod:ts rn'ilis
cstrcpitosas tfstas, ditadas pelo enithusias-
p11 quae transborda de todeos os coracOes.
Uma Drovincia do norte, a primeira em
,tu,, coin o mais extreme valor, se iniciou
aI abl)oli'Iao da escravidao emL sen territorio,
faz,'ndo-o consecutivamento do miuuicipio
ci mulnuicipio, ergue altiva a front laarca-
da c diz : Hoje, 25 do mar.o, cm quue
o Lmperio do 1Brasil commemora o 6i).o an-
nive-rsario do juramento A sun constituiceo
p )litica, -o CE.kR.( -proclamina tambom aos
quatro angutlos do universe quo cmi sou
territorio, dosta data em diante, niXo exis-
toni mais escravos. cumprindo assim o es-
tataido no leinmma da modern civilisagAo !r
Ave, Ceara liberty!
Ave, civilisanao modern!
0 Groinio dos Professores Primarios, ver-
dadeiro sectario do teu progress, unao pou-
pa esforpos e sacrificios para auxiliarte,
encaminhando a sociedade per meio da ins-
trucIFo que elle promove, diffunde e aper-
fei.oa, e ithusiasta da tua gigantesca
obra na tran.-minta9ato daordem social, nio
cessara de clamar : -Ave Ave, civiliia'o
modern!


VARIEDADES
Progress onuleeadencla T
NMio sabin-s quo tenm)s deveims em-
pregar para aiiaunciar qut so fu'tJu (?)
ha tempos um jornwd fdlldo, emi Paris.
Umn certo nuamero de sugeitos reunirain-
se n' tuna sala, onde concorro o public. e
cd-t umn diaquelles fall o seo artigo, d33-
do o fi.wl') at5 ao,* reclamos. Pareco quo
a cousa n ilo torn agradado extra'jrdiadrit-
monte ; o journal faila'nte esta amoea tdro de'
nao ter ouvinteCs.
Agora apparece ontra novidalo. E' um
journal intitulado A nyovrJii. Dcstina-so a
a atacar ao, mesino tempo s quatr) parti-
dos iniltauts actuacs opportunist i, ra li-
cal, rcalista c bonapartista. Para esse
finl, Amwinhwb obtovc o concurso d,)s qua-
tro escriptores mais eminent (.s e reais
originals (Lue defotndci essos quatro par-
tidos.
Nos qtatro primeiros dias d c semin,
escreve p(r sua vOz. carla mLI dos (1 iLatro
jrnalistas, (let-fandcO lo. as suas ildca.-i c
atacandui) a coiitrarias.
Os Ck-.ls dias segiits soe'a) dediealos
a litteratura, eserevendo-'ii'tL1, di'i > in r'
presentante da escola i:ealist:t. ) s.tiro
dia c )ara a chronic. das be.-llhitice.,
"Ias sviat c.lciw!,' ^ .
0 qutc- i mnuito caracteristeiC) do tmii)po
em que v.ivvenios) que touha havido es-
eriptores do nome que acc-ndesscen ao con-
7.ite dos findadores do t-d follh arloquim!


Os dons mo0os qu(io tinham sahido a re- "njsso amigo, apesar dc n'io trazeral- alas de calibre : qumdo a operaio t,:-
eber Perez, tendo collocado o cavallo n'u- percatas, neoi barrote. minar, avise-me.
ina bemn provide cavallariea, centraram no- 0 tio Iriarte esftendoaii a mno a Fontae, QuC signal toin o falucho ?
*amente nm easa e rodearam os bai ari- o os dons hiomnns c as duns inumlheres fize- Encarnado.
LOS. raim o mesmo. O(tviram, rapaizes ? disso o velho
A dan9.a durou perto de tires quartos de Enitao, dissa o volho, faloemos corn aos donsmonos; aimnanhi p'r-so-h a co-
iora, corn o mesmo impeto e igual corn- fr-anquoza, porque tinlia vontade deo contar minho.
)asso, e o velho, quo era o quo mais punha tudo. A gene bateu-so emi Guipuzcoa ; a Espero tainbe.ni salitro 0em Bayona ;
.a sun part, em attenzao a que soprava 5 do mez passado houve unia famosa ba- vossemec6 se encarregara do ir recolkel-o
oomo Eelo e dansava na sna cadeira como taiha proximo do S. Sebastiio ; os carlis- depois de amanh doe noite a bordo da fira-
im satyro, parecia, comtudo, ser do todes tas pcrdermn umn general, o os christines gata Urania, e esperara aviso meu para
Smcnos fatigado. mnuitos soldados. As tropas do pretendea- im'o expedir.
0 -riseondc estava estupufacto, ao ver o te adiantarain as suns linhas, e s soe vecil Bern ; esti entendido.
eu companheiro apresentar tanta agilidade ro' boios c abuilancias per Urdax. Por ultimo, a 30 d'este mez recebe-
tlanto vigor, depois da foriada mai'cha Per comequenoia, a entrada em Hos- rA una guerrilla de cincoenta homens ;
tue acabava de fazer. panha contiitia send diffitl ? estes homes virAo em todas as direc9oes, a
Mais qac nunca. differences horas da noite, e debaixo de di-
Desde que os lagos da amizade o liga- Depoi veremos.. versos disfarces; sera, pois, necessario con-
-am corn aquelle home, Alfredo de Fon- Dobra'am-se os pmstos em toda a duzil-os a differences sitios, que d'aqui Ihe
ac caminhava de sorpresa em sorpresa; linha e os aluanreiros estao compacts co- indicarei.
,ao depressa se via n'elle unm nganador me os graol do una espiga; 6, pois, ne- Fico inteirado.
Atrevido, rasteiro e trivial, coraoe umi er- cessario arriscar a pelle a cada passe, ou a Pois ceiemos, e toca a dormir.
zador destroy e emprehendedor; umas fve- liberdade, uousa quo no meu entender 6 Emquanto oa contraobandistas fallaram
zes habil e perigoso espadachim, oufras, ainda peio* A luta vai ser atroz! dos seu 0negocios, as mulheres tnhni-se
philosopho, sceptico e burlAo ;. muitas uam -:--- Ora adeus Dizem o mesmo em ca- retirado, para preparar a ceia.
lomem farto dos enfadonhos gosos da Tida da estaAo,o e oh nossos negocios nemr per Toda a familiar se sentou A mesa,o e o
ecrteza, e, sempre, um campeAio altivo, de- isso vao poiores; pgssaremos.. visconde, reduzido ao silencio pela inintel-
;erminado e audaz. Hoje francez, ama. Deeonfia, meu filho ; ante-hontem, ligivel inguagam dos seus oompanheiros,
aha hespanhol, aquelle singular persona- Joao foi jreso antes de chegar a Espalet- apressou-se a dar boa conta dos pirates que
gem era um enigma vivo, que o visoonde te, e coihluziram-n'o a Bayona, atado de ihe serviam.
renunciava adivinhar. p6s e moos.
Talvez aqui conaiga comprehender Jo0o I um simples chocolateiro e no Qual nao seria a sun admiragao, quando,
alguma cousa, pensou Fontae, que plo da- nio teui idea do nosso officio. Eu, tie em vez de legumes, come o aspect) da ca-
va grande credit as -phantasticas opera- Iriarte, passarei em pleno dia, dando a mio sa parecia indicar, vio que the serviam
95es do contrabandista. aos advaneiros e aos gendarmes, pratos do melhor gosto, aves, peixes e do-
-Tio Iriarte, que tal teem sido as ope- 'o duvido, mas... ces!
ragoes n'este ultimo mez ? disse Amenda- meu aspect nio 6 o de urnm. guia 0 vinho de Hespanha, que alli circulava
buru com a entonago mais escura do vas- inoftesivo, que conduz um cavalheiro, a corn profusio, dava animagao e alogria a
con9&, ao mesmo tempo que offerecia uma quem a curiosidade ou o interesse- move a todos 9s rostos.
cadeira ao seu companheiro de viagem. entrar em Hespanhn ? Depois da sobremesa chamou a atten-
Os contrabandistas olhavam todoa para Tu tens o aspect que queres tomar, ;9o de Fontae ver que as mulheres servi-
o visconde corn estranheza. e 8 somom para dar cabo do primeiro ram chocolate e agua corn assucar. Ani-
Mal, responded o velho; o inverne que e te depare; eu pela minha parte to- mado pelo born appetite de que estava pos-
foi muito rigoroso ; nio se p6de fazern'ello nho preparada a coua, e sera levada a suido, apressou-se a tomal-o, ainda que
contrabando algum, e todos estamos na si- Esp letter, onde poderis tomal-a quando estava tbo quento come a agua fria, e con-
tuailo que p6des imaginar. ten j-s occasion ; slo cincoenta m ilcartu- scienciosamente confessou a si mesmo o
Aqauellas .palavras foram acompanhadas cho sem bala, de polvora real. visconde, quo os chocolateiros de Paris,
de um piscar d'dhio dirigido a' Perez e Perfeitamente; no caminho comprei ainda os mais '-famados, s6 serve urnia
um sriso ao visconde. mulo chumbo, e de Bordeus fretei um f&- pasta, em quo entra mais fecula qne ca-
Ora, falle corn franquez, exclamou uIet o, que chegarA corn elle ,a S. Jodo de coe
o contrabandista; todos quantos estso I L um d'estes dias ; tera que ir btscal-o Depois do ceiar, o tie Iriarte poz-se de
aqui'teem s mesmas idWas e ste senhor e* la vez transportado aqui, fAuiIeo em p6,e, uma vea. lovatada a moss, rcua


Soa o novo journal se expoe, com diz '\
u-ma folha estrangeira, a viver o que vi-
vem es mais bdlals cousas, o espago do
uma mauha,- nem per isso essa existencia
ephemera devera deixar de ser contada
centre o que de mais exquisito polia proiu-
zir o seepticismo e a inuifferenga moral tas
presents gerag5es.


Ilarmonlas

(TRIAD.)


l e!w p ;o?. d i:7, e o ; vi)
T. ds LRcs


poN, C.nldidJo


Antes de abrir-sc ro'rosal a rosa
Su caecontra iina raiz, porcim detida,
E vae subindo ao presentir a vida
PJlan fibr.- rt, nmyvsteiosa.

Ao contact d'aguua bulicos!i
Cobra vigor suta viila comprimida,
E em brilhante capulgo convert la
Dliild ii A z st'.sisenci diiciiosa.

Antes tie dcsriertar a existincia,
A idia q(i' eiumubrece o sentimnr-nto
'S agita na raiz da consciencia.

E por igualn fi. procedlimtnto,
VAo bro)tanudo as forces (da scincia---
l)o occulto rosal do p,:nsann1nt).

Mar(;o dtc 18 4.

ld'nh ,'d,, G',nqwcors.
4%


A n h e 1 o s

A. M. L.

Pensando emi ti oh' como 6 grato,
Assim o men viver!
E' trio querid a 'c lla m.n!ia vida
Nio d,-,ji morrer !

Morrer, quando sinto dentro d'alha
A chaimma do amor!
TAo cedo, quando vejo para mimn
Um porvir de for!

Nto quero morrer, Deuns de bonlade,
Dos annos no verdor!
Quero amal-, amnal-o at6a campa
Como o perfume, a for !

Mas se elle for ingrato, for perjure
Zombar do imen uatmor 1
Quero a miorito quo n'olla s6 encontcra
Alivio a minha dor!


1.) de mar.,) de- 1S4.

F. L. '.



CreaVa nova

A ..

0 mneu peito aimargurado,
No desengano abysmiado,
Ji nito t nhita iai$ pra: er;
Mas tu vieste, tfornosn,
Moiga, rison'i:i, a norosa,
Este engjn.'1c d.stazcr.

Eu, quo julgava perdida
Minlia espcmrfm-a querida,
Detfeito ji inea amor,
Vi-te surgir cm bonan;a
Trazeudo-ino a esperauna
D) uLa via la V el 0 '

Agora, qr? finda a lida)
( nue me destc outra vida,
JAi nlO (1uer' m;ais soiffrer:
Quoro viver A tuen a to
Semprx', seaine i'd0latid'2,
-uo:Iti.go q(ero morn'cr
l.S-;4. -



no mMew do today a s-t A t0uAilia, a ora,..o da
noito.
Por ultimo, o vis~ondo e o sou auaigo
subirainm unia oscada de caracol e cr-tra-
traranm no quarto quo eostava destiuado.para
ellcs.
Quoerido A.niuewab.ru, faz-me v.ajar
por arto mnagic-a.
0 que naio deixa de sor uin pro-
gro,4o.
E a proposito quo diabo de calAo
fallam aqui ? Conhoqo varies idicmas, e
nlo ha n'ella uma so palavra qune Ihes pa-
roca.
E' o idiomnia vr.s-)nco, uniua das lin-
guas primitivas.
'Soja o que quizer; parece-mae que
os seuns camnaradas nada teem de galantes ;
nao nme dirigiram uina palavra du.rante to-
da a noite.
Diga-me, men querido visconde, di-
rigio-se a elldes ?
Como diacho me havia d4 dirigir, se
nem ao menos sei urma s6 syllaba do *xeu
dialecto ?
Nem elles do seu.
Como 1 Ha francezes em Franca que
nao sabem o nosso idioma ?
E qae nao tratam de o saber.
Parece impossivel.
Pois C a realidade... Vamos, boas
noites; no nosso estado quando haja oc-
casiAo e necessario dormir e em breve
saberA que nas montanhas nao se dornme
muito.
0 contrabandista revistou os fechos das
pistolas e collocou-as debaixo do travessei-
ro; depois despio-se, e poucos moments
depois dormia profuandamente.
No dia seguinte, e depois de urn frugal
almo9o, o visconde monton a cavallo; o
vascon~o, tomando de novel o cacete, lan-
9ou ao hombre a jaqueta, e despedindo-se
dos que tao born acolhimento ihes tinham
dispensado, emprehenderam novatente o
seu caminho, emquarita aqueltes se iam de-
dicar is indispensaveia inas do campo.

(Contisaaar-sc4x)

Typ. dQ Diqdo.-8uDu(ue 1o W~iau u, *<.


ii-J


U.K


8


-4W---


~, -c-~N~'~>~- -
- ~
a. A

-I,


140 G eoad urot


, X .p ,. 3 ,




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHEOZ77MK_8N4QJD INGEST_TIME 2014-05-21T14:08:49Z PACKAGE AA00011611_15447
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES