Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15397


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Full Text














i


wprij~a!ve Ie Aliwd JtMotieina ie kria & Jiio
. .. ... .. ** .. .. ,1 -, "* ,- ,,


STELEIIANiAS





SRIO DR JANEIRO, 17 do j unho, As4
horas e 25 minutes da tarde. (Recebido
A s 5 horas, pela linha terrestre.)

NIa Camara dloi Srs. Deputadon fol
afprementada hoje uma remolucio
prirogando o orcatmento vigente atW
oer decretado o do faturo exerelcio.
Fallecen o tacluygrapho Leopol-
do Luiz de Salmon.







(Especial para o Diario)

MA1)RILD, 16 de junho.

EmB Xxres foram execuladoI I as-
*afsmtinos perteueentex a sociedade
MAO NEGRA.

PARIS, 16 de janho.

0o governor francez acaba tie man-
dar retirar do Tonkin uma parte
dam tropas franceza. qne ali me


CAIRO, 16 de junho.

0o Kheliva ordemnou ao governa-
dor de Dongola qne capitule.

Agencida tavas, filial em Peraambuco,
17 de junho de 1884.



INSTRUCC1O POPULAR


(Extrachida)


PAIRTE IV r
DESCRIPQAO DOS PRINCIPALS PEIXES
l.a SUn-CL..1SSB-PEIXES OssBos
Ccoittiwayo)
0 Cong'ro ou Sofio congrino,-peixe tambcm
muito vulgar em Portugal, nilo i mais do que urma
enguia do mar.
Teim o corpo cylindrico, o queixo inferior um
. pouco mais sal'ente que o superior, e dons peque-
nos barbilhbes no superior. A cabeoa do congro
macho 6 mais volumosa.
Distingue-se da eaguia, porquc o congro aprC-
ienta a barbatana dorsal muito mais proxima da
eabcja e tern o b)rdo negro. A sua linha lateral
6 salpicada de negro.
(Dissemos no comreqo d'este livrinho que nos
peixes se cliamt lilnka lateral um rego pouco pro-
undo, formado p3r urma series de pequenas glan-
dulas. estendendo-se por debaixo da pelle ao long
s parties lateraes do corpo; falta em poucas es-
pecies).
Passarenos agora a faillar ie um peixe notavel
per eertas qualidades oa propriedades especiacs
quo tern :--o Gymnoto.
0 Gyinawo- -' irn po3ixe eltrirj (quer dizer:
tern um app-irellr) e wque so desenvolve electrici-
dade manifesta-AljA por desi rgis maia oumenos in-
tensas).
0 gymnoto, ehlamaro tamb)-m Eitgata electric,
habitat a America Meridion-il'; e ap-nas se distin-
gue das euguias ordiiarias por nito ter barbata-
nas no extreme da cauda. Ci'aeg a ter 2 metros
de comprido; 6 quasi regular:nacutee cylindrico; a
pelle e coberta per ruma materia unetuoMt..
S0 apparelho em quo desenavlve electricidade,
existe ao long d-) dorso e dai enda; costa de
quatro fixes longitudinaes, formidos por um grain-
de numnero de lamin-ts memb)rane.as parallels c
mui approximadas entire si, horizontalinente dis-
postas e nnidas per muitas outras laminas meno-
res vertieaes e transversacs. Da disposi^lo reci-
proca. d'estas laminas originam-se ecavidades ccl-
lulares, cheias per uina material gelatinosa. 0
apparelho recebe nerves volurnosos c numerosos.
As commnSae electricas que este peixe volunta-
riamente pole caunsar e corn a dirucao que uer,
* $ sufficientes para matar um hom-lm e ate um
eavallo!
(ConfSlnM).



PIRTE OFFICIAL

commando das Armas
QTTATEL GENERAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PERNAMBUCO, 17 DE JUSNIO DE
1884.
Ordem do dia n. 1,467
Faeo constar a guamirn o, que apresen-
tou-se hontem neste quartel general, vindo
doi O rte na vapor Espirito Santo, o Sr.
Ahfres do 20 batalho de infantaria Mau-
*ww Antonio de Lemos, quo era conside-
.ado ineluido e nao apresentado.
Assaignado. Floiano Peixoto, brigadei-
o commandaUte.
SConforse. 0 tenente, JoAquim Jorge
M HeMlU o F io jrdante de orders encar-
egad. &pdoetalbe.

*earf da P ollela
649. -SertaiadoP-
-04( i o, 17 dejuno de 1884.
g*Zo|xm. r.-^ Partieipo a V. Eic.
ce/%wh A Casa de Detev 0 6
idivduos:
do, Drjui de orpha, Felcia e iMa-
Sd o rio Rwardo Pimentet A, reo


A *WSd-Autesis, o~o da


tico e Thomaz Alheiro, par crime de ferimentos
loves ; Jos6 Guilherme de Assis, Bertholdo Jos6
Bernardo, Manoel Francisco da Paixit e Flavio,
escravo de Cactano C. da Costa Rfamos, por dis-
turbios.
A' ordem do do Peres, Josa Francisco de Li-
ma, pFor disturbias.
Ante-hatemn amaniecea aberta urnma da janel-
las do predio em que reside o Bario da Soledade,
na rua do Visconde de Goyanna, e send disso
avisado o subdelegado- lo 1, district do Graqa.
para alli se dirigio e fez a vistoria ordenaida pela
lei.
Estando ausenbe o inquilino do predio, aito se
pode verificar se houvc roubo.
Communicou me o delegado do dlstricto de S.
Lourenpo, que foram remettidos ao juizo compe-
tente os anqueritos policies a que procedeu con-
tro Dorniuagos Josg dos Santos e Jo.lo Jos6 dos
Santos, autores dos ferimentos mortacs praticados
na pessoa de Antonio Bernardo dos Sanitos.
Tambem polo subdelegado d'aqtrelle distr'icto,
fh, renttidoI infnmilto vrliai A lrip nrancdnii


contra os criminesoss que resistiram a ordem de
prislo, fazendo feogo sobre a forna publicas, per oc-
casiao do cerco keito no dia 21 do mez fiado, em
una casa no lugar denominado Gurgueia.
Dous guard a V. Exc. l in. e Exm.
Sr. deseinbargador Jos6 Manoel de Frei-
tas, minuito digno president da provincia. -
0 chefe de policia, Raymando Theodorico
de Castrio e Silva.

Camara Municipal -
ACTA DA SESSAO ORDINARIA DA CAMA-
RA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIPE,
EM 28 DE MAIO DE 1884.
PRI.SIDENCIA DO SR. COMMENDADOR MORkAES
Aos 28 dias do mez de maio do anno de 1884
aehando-se presontes As oze horas da manhil,
no Paso da Camara Municipal da cidade do
Recife, os Srs. president da mesma, commendador
Jos, Candie d deo mora o vereadores, fittando
scm participaqao os Srs. coronel Octaviano d-
Souza e Natividade Saldanha, occupou o Sr. pre-
sidente a cadeira competente, e decl-irou aberta a
sesaeo.
Lidas a acta da antecod-'nte, e post em dis-
cusslo foi approvada pleu m;aioate e assignada.
Entrando-se na primaeirs. parte dos trab:Llhoe a
mncsma, apresentou o secretario os despach s da
interior, e a representailo, queo Camara resol-
veu fatzer a Assemblda Legislativa Provincial, re-
clamando contra o projccto de orgamento muniei-
pal, o que foi tudo approvada e assignado, indo
porn6m, a assignatura da representaqeio ineompleta,
porque s6 a quizeram assignar os Srs. presented,
eommnendador Neves, coroner )ecio, Dr. Jose Oso-
rio, e Correia de Araujo, padre Mello, Cussy do
lego, e Dr. Barros Re'go, fazendo o Sr. Dr. Jose
Osorio a seguinte declaraoao de voto, que foi sub-
scripta pelo Sr. president e Dr. Correia d'Araujo:
,, l)Declaramos que votamos e assignamos a re-
presentaeiAo que a Camara diriga A Asemblea
Provincial, reclamando contra o augment de des-
pez~is e de impostos, que nito foram na proposta da
Camera; ias que as suns assignaturas nio im-
portasvain o reconhecimento de que a proposta fei-
ta pela Camara a Assemblea fosse feita de accor-
lo corn o sen estado financeiro, porque vota-nos
por oecasi'o da propoata p'la reducqAo de algu-
nas despezas.-Josd Osorio.-Moraem -Frai ewco
Corre-a de Araujo. a
0 Sr. preaidm$e aoresntou a listdos eidadilos
que devem compor as commissioes parochiaes para
obteuiao de obulos, que auxilem a festa munici-
pal pira solemnisar o 13o anniversario da lei de
23 de setembro de 1871, as quakes comissues fi-
caram compostas dos segumntes Srs.:
Comnmisso da freguezia de S. Fr. Pedro G)n-
calves do Recife : -Antonio Ferreira Baltar, Ai-
tonio Jos6 de Amriim, Manoel da Silva Loyo, Joa-
quirm Jos6 Moreira, Josa6 Joaquim Dias Fernandea,
Manoel da Costa Porto, Josd Ferreira Pinto de
Magalhaes, Fraancisco Floro Leal e Luiz Anton'o
Gonmalves Penna.
Freguezia de Santo Ant nio :-Thomaz Fer-
reira de Carvalho, Jobo Sabino de Lima Pinho,
mainjor Jos6 Cordeiro dos Santos, capitio Antonio
laclha'ilo Pereira Vianna Junior, Manoel Ferreira
Barbo3a Junior, capitio Alcides F. Barata de Al-
meida, eapitiAo Jolto Rodrigues de Moura, capitao
Joeo Francisco Ferreira Junior e capitiro Angasto
Fernandes do Rego.
Freguezia da Boa-Vista:-Major Joio Francis-
co Antunes, Elysio Alberto Silveima, major Luiz
Aumtoaio Ferrnz, Dr. Antonio Lnuiz de Mello Viei-
ra, Dr. Jose Isidorm Martins Junior, Francisco
Martins Gotnes, Manoel lanocencio Menna da Cos-
ta, Manoel C. la SilvaI Bmragas o Francisco Ctrneci-
ri ltodrigumea Campollo.
Freguezia da Graqa: -Manoel Jol-) d'Amnorim,
Jos6 da Costa Peicira, Maneel Carpinteiro, Fran-
cisco Joaquim de Oliveira Culta, Fraaciseo Ma-
noel da Silva,. Antlr6 Maria Pinheiro, commenda-
dor Joilo Fernandes Lopes, Dr. Zeierin, Ferreira
Velloso e Joaquiin Elviro Pereira de Magalhiles.
Freguezia de S. Jos6 :-Major Minocl Joaquim
Ferreirn Estevcs, eapita'o Jo.Io Cabral, capital Jj-
vencio Aureliano da Cunh:a Cesar, Antonio S-imi-
co de Lyra.e Mello, Ignacio Ferreirir dos Santos,
J aquimn Teixeira Bastes, Agosti.aiaho Bzearr tda
Silva Cavaleante, Clemmntina Sumento c Luiz Eloy
dc Miranda Durno.
Freguezia do Afogados :-Co-ronel Pedro Osorio
d,. Conqueira. Dr. Antonio Justino d( Souza, Jus-
tino Teixeira do Moura, tenenta Archias Lindol-
pluo da Silva Mafra, Dr. Joaquim Jos6 lFerrnira da
Roeha, major Jesnino da Costa Albuquarque Mel-
lo, tenonte Candado Gonalvrs Torres, Antonio
Jose da Cssta c Firmmio Manoel dc Silva Brags.
0 Sr. padre Mello, obtendo a palavra pela or-
dem, requereu verbalmente quo a aomeacao de
c rmnissoea para tal fim se estendess. a todas as
freguezias do munieipio, visto ser a festa munici-
pal.
Foi approvado sern discussab, deebarando o Sr.
president que na sessao seguinte c)mpletaria a
nomeaeao.
Em seguida apresentou mais o secretano, o ex-
pediente contldo na pasta, do qual foram lidas, e
tiveram conveniente destiny as segtuntes peas :
Um despaeho da Presidencia, exarado em 21 dc
corrente. no officio do 10 seeretario da Assembl6a


Provincial, que exige information da Camara sobrn
diversos pontos, referentes ao assumpto da petiqa
de Guilhorme Barbosa de Lima, propnetario da
casa de paste, sifa no largo do Mercado Paublic
de S. Joe6, na qual petiq.o recorRia para aquellE
cirporqao do indeferimento, quoe estate Camara det
A. uma sua petiio., pediodo xestitaigao do impostc
que Ihe foi cobrado per venda de espiritos em seat
estabelecimento.
Posta em discussalo a material, mindou-se infr.
mar de eoaformnidade corm o exigido.
Officio da Presidencia, em 246) corrente, de-
clarando qne ficaram approvad.a as 3rremataice
di concertos e pintura do cmitetrio da Vane's, a
hem asim dlas obras dasceasas para administram
do asmo ewmiteno e da freguezisa de 8. Louren
da Matta.-Iteirida-, e que se lavrcm os eompe
t *ua --'trmos.
Petigo do fiscal da freguezia de o Loureng
d& Matta,, pedindoelienqg par90 diss, com eci-
t Stops, para tratar de au safide.
Post em discusso isa tateris, wr. tenente Vie
pas, obtendo a paltvra, soe pronuutsiu A fvor d
eonoessl*, dismado uh bastavn a am- luapo
,Lo ocular Sob" 0 physie. 4'ess iparas
conhecir a justiga da licesa" iapitrw tal e
eom estado de adIe, addopemdhte do attpttd
medico, quo ehibio. *
1"It.1 2o wt S= Ah, 1W*Dh 0 gm r fwa


quo alli serve, pan preencher interinamentc esse
lugar, mesmo porque, a nomear-se suanpple u't eo
precise dar-lhe a gratificalao do fiscal; eit o'a
licenqa 6 concedida corn todoa os veneimentoes,
nao havia verbas, doude se podesse tirar a gratifi-
eacao devida ao exercicio; e doste modo justifica-
va a proposta que ia mandar a mesa, adduzindo
que o guard parsa isso escolhido, 6 cumpridor de
saeua deveres e de comportamento exemplar.
Proponho que seja nomeado fiscal interino da
free-uezia do S. Lourenco da Matta o guard An-
tome Leopoldd da Silva Guimarbes, coin os ven-
cimentos que peoxcebo.-S. R.- Viegas.
Posta em discussilo a proposta, o Sr. commen-
dador Neves abundou nas mcsmas idWas do Sr. te-
nente Viegas, no sentido de ser a licenca conce-
didi corn todos os vencimenetos, visto ter sempre
assim a Camara econcedido em cases identicos, e
mesmo porque tern o peticionario de sujeitar-se a
urna operag.o cirurgica, e portanto a ter despezas
extraordiiiarias.
0 Sr. Dr. Barros Rego oppoz-se A concession
corn todes os vcncimnentos pelos fandamentos, 9ue
externou.
O Sr. Cussy do lRego deelarou que votava pela
concessio corn thodes os os vencimentos.
Encerrada a disniusao e post a votos a mate-
ria, foi approvada a proposta, e eoncedida per con-
seguinte a licenca corn todos os. vencirmnoitt, vo-
tando contra o Sr. Dr. Barros Rego.
0 Sr. commendador Neves, obtendo a palavra
pela ordem, na qualidade de commisaario do ce-
miterio da cidade, trouxc ao onhecimento da Ca-
mara o facto quo se deu nuquellp estabelecimento
na note dc 27 para 28 do co'rentc, constante do
officio do respectdvo capellAo-adminm-trmadot, que 6
coneebido nos seguintes terms:
Hontemn, 10 minutes antes da hera determinada
pelo regulamento para fechar-se o estabelccimen-
to, cliegou o corpo da fallecida D. Beatriz Bitten-
court Cdrte Real, que tinha de ser inhumado em
urna das catacumbas da irmandade do Santissi-
me Sacramento da BWa-Vista, c come aeompa-
nhou o corpo a guia da Camara, mandei dar a
competent aepultura, scndo o corpo depositado na
catacumba n. 29, de 1"l ordcm da referida irman-
dade, que foi immediatameite fechada pelo pc
dreire ro cstabelecimento, que a deixou ein estado
de ser hoje rebocada.
Hoje, Ats 6 horas da manhA, tendo elle de tomar
as fendas deixadas hontem o de rebocar a mesma
catacumba, encontrou no centre delta um rombo,
pelo qual s3 descobria tode o ataiAde, queo fi en-
contrado corn a tampa apenas encostada, indican-
do ter sidoforqado per estar despiegada a part
da fechadura, que prende a mesma tampa, e se-
gura na part inferior, ondeestava presa pela lin-
gucta.
Immediatamente fui avisado, e corn os Srs. guar-
da e porteiro, que se achavam presents, veriniquel
o que acima flea narrado, mandando novamente
fechar a referida catacumba, que actualmente
se acha no estado ein que hontem foi deixada.
Deus guanide a V. S.-Illm. Sr. commendador
Jos6 -Pedro das Neves, dignissimo commissario
deste cemiterio.-Frei'Lourenqo da Immaculada
(onceioo, capellao-administrador.
Continuando o Sr. vereador commissario disse
que, sendo estc um facto grave, enteadeu conve-
nieuteniandar chamar o Revd. administrator que
se achava na ante-sala, paras verbalmente respon-
der A Illma. Camara, se julgasse convenient in-
terpellal-o.
Posta em discuss a materia, resolve a Ca-
maraque se offilcistpse ao subdelegado respectjyv.,
renettendo cdp;a da eommuniea!3o ddo. t is-
trador, afim dc que proeeda sobre o. fa 'ef" eImo
cntendesse convenient e de direito c que o Sr.
commissario respective procedesse tamAem Aun
inquerito entire os empregados do cemiterio parm o
iim de se descobhrir o author de tao insolito e ousa-
,.o crime.
Continuando o mesmo Sr. commendador Neves
corn a palavra, disse que em virtuda de urma noti-
cia publicada na Fol/ta do Norte accusando
cusando o capellho-administrador do Cemiteriom de
exigir 5i$000 per cada eneommendaglo, que fazia,
nao se demorou em syndicar o facto sobre a veras-
cidade da noticia, ou denuncia, officiou ao mesmo
Revd. capellao para informnar sobre o assumpto, o
quc fez declarando ser calumnia revoltamte tal
arguicao, pois que nunca recebeu consa adguma
par encomnendaciqes.
0 Sr. capitao Tortes disse quo nae procedia a
justificaqibo do capellio-admimstrador, porquanto
tinha provas em contrario e apresentou um attes-
tado, assignado per diversas pesseas, no qual de-
claravam scm verdade ter o dito capellbo exigido
5[ pela encommendaqilo do cadaver de D. Joeo
Anglada, sepaltado alhi em 18 do corrente, alle-
gando o capelliao que a encommendaeqo dos cor-
pos era service particular e per isso dependents
do respective pagameuto.
0 Sr. commendador Neves responded que, ten-
do o Rvd. eapeltibo negado o facto, podia a Cama-
ma onvil-o sobre isto, urna vez quo se achava ell(
na ante-sala.
0 Sr. padre Mcllo obtendo a palavra., defendou
6 Revd. capell'bo, dizcedo que se dIe exigio re-
muneraqiio pela encommcn'laqbo errou, mais qu(
esse error, estiava convencido ser do apreciaqao, C
uao de vontade, e comcluio requerendo qno o Sr
commissario do cemitorlo expedisse portaria neats
se-utido corn o quo concordon o Sr. capitao Tor-
rea.


Resolveu-se quo se officiasse ao capellio-admi-
nistrador do Cemiterioque sAo Ihe e permittidc
pelo rcgulamcnto exigir quautia alguma pelas en-
commendal5es, que deve tazer dos eadaveres qua
"Lo ser ali sepultados.
Continuando o Sr. padre Mello, declinou panr
a Camara decidir sobre a patieao de D. Joan-
na Amalia de Moracs Freitas, pedindo que a Ca
mara mandasse dar polo engenheiro cordea .o iA
perea que pretend fazer no sea sitio no lugar dc
Luea, no lado que enfrenta corn com estiada des-
to nome.
Postal em diseuaswlo a material, o Sr. tenente Vie
ga," obtendo a palavra, disse que, declinando a
Sr. commissario de edificaebos para a ( amara
despacho dessa petiabo), promunciava-se a favox
opinando que se devia manter a cordeagio ja dadc
poleto engenlhciro, poise que no case de prejudiicar
alguem, era polo fdro commum que cabia reivi.n-
Sdicar, pois a Camara nada tinha que ver con
SquestOes de erros sobre limites de terrenos coantes
Stados, entretanto achava necessario o .vir o Si
t Dr. Jos6 Osorio, que muito conhecia esta questi
Se que a sua inform&e4o confirmarA o desp'i2ho, qu
i 1, punha, isto 6, que faIi a Camara a eordea"i
a de conformidad e con a plants. :
S 0 Sr. Dr. Jos6 Osorio, obtendo a palavra, discs
que a Camara nada tinha que ver sobre a quest
to de limits, que aso pode er -ddeoidjda entire c
proprietaries dos dous terrenos e em face dos -e
peetivos titulos. "
Que o pareeer do engenheiro da Camara s p
S4erA versar sobre a cordeaao e a convenience
e dder a etrada par u teratoe determinado lugs
se nasda wale.
no Mae qailsoss ou podesse decidir a questa
I pelo lado da amisade e relft-oes, diziaa qne a ra
"tido lado do crone Apoimario, porque ti
o hefa corn e 'lao e ar qu $o timing co a outi
parte, max eme vereador nada tinha que ver coi
istom-porque tal questdo no 6 da competnecia d
AEbtrptanto aceitava a ide6. lera&d polo S
Dr. Hrse Rego em nomOr-e Unma efoa a


_ cla.
Posts a material emi discussion, rcsolvcu-se que
ab propuzesse acqo de despejo contra Manoel
Marqnues da Silva Eu contra quernm estiver na casa,
Svotando contra esta resolunqao o Sr. Cussy do
" Rego.
A: Continnardo o mesmo Sr. Dr. Jos6 Osorio, corn
a pa4avra, apresentou A considera9lo da Camara a
Sreelamacilo e pedido, quo faziam inmuitos habitan-
tes do povoado de Afogados, rclativamente ao me-
I horamento de que precisava a estrada compre-
k hendida entire o CatucA e a travessa quo dirige
0 para o antigo sitio-Rangel.
SQue trazendo A consideragao da Camwara t.o
juta redlamailo, podia e esperava quo providen-
- ciassc no sentido de melhorar as condi,&-s d'a-
o quells que habitat aquella localidade.
o Posta em discussAo a material, rcsolveu-se quc o
r, engenheiro fosse examiner essa estrada e apre-
a sentasse o orgamento, ao que 6 precise fazer-s(
Spara o seu melhoramento.-
0 Sr tenente Viegas interpellou se era munici-
o pal a alludida estrada, o que Ihe foi respondidc
- affirmativamiente.
r. Ainda eontinuando em sua exposiglo, submet-
, ten A despacho da Camara a petiq*o de Joilo Al-
eo yea Pedroso, que pedia ur.a indemnisa* o de ...
o 20WOXX pelo terreno da casa n. 43, sailta no pate(
do Paraiso, que foi jA desappropriada A D. Ma-
e thlilde Joaquina do Naseimeonto, mais que Ihe per
I- tencia o terreno, segundo dis
)s Quo, para a Oamrea melbcreaento resolver sobrn
P- a question, pasava a itler a informaVlo do enge-
nheiro, o que fez, depois do que, post cm discus
Lo a mate*ia, fieou resolvido que o proeurador e
a entendesse ec0r o OpHeante para nehgar con
ir elle A aecordo sobreo preWo, deelarando o Sr. pre
ideante quo ewe terreno ihe frra offerecido pela
to proprietarla por 0OOG-.
t. Ap O tou finalaente- o mesmo Sr. cemmissa-
i- ro 9= i r para que fosse despachada pela Ca
M WarR a petico do Norberto Evangelista da Cu
waD Lags, quo pedi m icena ara estaWbeleer umu
la I ArsDii uarw Ai man3, o queu
neediete em avis doadt. 51 da1le in. 1f129
r. Mutoda pe16. do "s -pplicant e dowentri
to W6 juntos, e scnWa poittdo quo a Camara e.


tvt a lembrdaba do Sr. Dr. Barros Rego come
um meio de facititar a deoisao da Camara.
S 0 Sr. Dr. Barros Rego, que tambem tomou par
to na discussao, mandou At mesa o seguinte reque-
Efbnto que foi approvado, contra o voto do Sr.
t~nente Viegas:
Requciro que ae nomeic uma commissAlo paras
eiaminar a qnesti2o relative A antiga estrada do
Luca. Recife, 28 de maio de 1881. Barros
Redo.a ,
Em seguida o Sr. president nomeou os Srs. Dr.
Jo1 Osorio e coronel Decio, per se haverem escu-
salo os Srs. padre Mello c .Dr. Barros Rego, que
foram primeiramente indicados.
Ainda continuando corn a palavra o Sr. padrec
Mello, deu conhecimento A Camara que, segundo
the communicAra o fiscal em officio deo 27 do cor-
0ente, jA a Sra. D. Olympia Gomes Teixeira, pro-
prletara da eCasa n. 29, sita A rua Larga do Ro-
sario, deu principio a demoligao (da casinha da
mesa casa, que ameanava dcsabar. A Camara
Am inteirada.
-(0 Sr. coronel Decio mandou A mesa os seguin-
tl requerimentos, qua, depois de lidos e discuti-
d*, foram approvados plenamente:
lo-,-Requeiro que a Camara autorise a fazer
off concertos necessaries nas bombs existentcs no
tereado Publico de S. Jos6, afim de poder se. fel-
to, o service corn a indispensavel regularidade.
Recife, 28 do male de 1884. 0 vereador, Decio
e Aquino Fonsenca.
a 2o-Requeiro que o medico do Matadouro,
procedi A i ninucioso exame nos gencros expostos
A:vepda no Mercado da Boa-Vista, tacs come,
crimes verdes, fressuras, peixc, etc., visto come o
medico desta Camara se acha oceupado tambem
diariamente em identico service no Mercado de S.
Jose, al&m do que Ihe compete na Casa do Deten-
q:io. S. RI. Em 28 de maioe de 1881. 0 verea-
dor commissario, Decio de Aquino Fonseca.
0 Sr. Dr. Jos6e Osorio, obt;-ndo a palavra pela
ordem, disse quoe na qualidade de commissario de
policia e legisla*ao, vinha inteirar a Camara do
seguinte, relativamente as duas questkes promo-
vidas pela Camara, uama contra Antonio Joaquimn
Casclio e outra contra Manool Marques da Silva :
Quanto a primeira, tinha At informar que, che-
ganno a questao A um certo p6, reconheceu-se ter
sido a acit& proposta contra Antonio Goncalvws
Caseto, quando devia ser contra Antonio Joaqimim
Castm; e isto por que o fiscal no termo de infrac-
*io deixAra de mencionar o verdadeiro nome do
infractor.
Qgianto a segunda, lamentava o quo se estava
da4do, polo quo passava A expor :
ndo side construido um forno para padaria
nCeas4 n. 1, sita A rua Jolo do Rego, de proprie-
dad9 da Camara, e isto contra as posturas, enten-
deu;e inuito bemrn a Camara, que findo o praso do
arrondamento d'aquella casa em outubro do 1883,
devia arrendal-a a outrem, que se obrigasse A do-
molik o dito forno, e assim por termo A questilo
que havia corn Machado Lopes & C.
Effcctivamnento fez o arrendamento d'aquella
casa A Manoel Marques da Silva, que, assignando
i termo de arrendamento, nelle declarou obrigar-
se por aquella demoliilo.
Vendoe a Camara que este novo inquilino, ou an-
tes o responsavel do verdadeiro muquilino, nao
cwmpria corn aquella obrigaqoo, deliberou em seas-
asilo de 15 de fevereiro do corrente anno, assig-
oAr-the 30 dias em juizo par& fazer a demoli;iwo,
sob b na de ser esta feita A sua custa, para o que
teu os papeis ao advogado.
[ a CAimanra ver o que so deu.
22 de foeyreiro fei assignado em anudiencia
6 de 30 diaT kManoel Marques da Silva.
Douseias antes do fndo este praso (em 20 de
margo), apresentou Marques, emabargos, allegando
que niao tinha prase para fazer aquella demoliqo,
que ha de realisar-se em occasio opportune, e
que at6 era impossivel fazer qualquer cou.i na
casa, per star esta occupada e nito hayer mudado
ainda o inquilino.
Taes nembargos foram A conclusIo do juiz .cm 28
de abril, mandando o digno juiz em 29 do mesmo
mncz que fossem posts em provas, e alii ficou a
questAo atW esta data.
Que em virtude de tudo isto mandou que o fis-
cal d( Santo Antonio informasse circumstanciada-
mente sobre o estabelecimento existentci n'aquella
casa, informanao que leu e se resume no seguinte,
sogundo diz o fiscal:
Que na casa em questbo existed urna padaria,
pertencente aos Srs. Machado Lopes & C., c 6 ad-
ministrador Manoel Marques Toixeirn, o qual
funccionam sean licenqa e corn pesos nao aferidos.
Quanto A Manoel Marques da Silva, 6 pesse'
do quem neo fall o fiscal.
Estava convencido do quo a Camara vera cm
tudo isto o cumulo do eseandalo, isto 6, um indi-
vidno alugar urn proprio municipal, cstabolecer
Sn'elle urm forao contra as posturas, e depois de
ffiado ao tempo do aluguel, ainda continual nas
mesmas condicoea, e coin a vantagemn de negociar
sem o pagamento do imposto, e sem aferiqilo.
Cumpria-lhe ainda declanar o seguinte :
Que Marques, apezar de allegar que a casa es-
t:l occupada per umn ontre inquilino, comn tudc tern
page os alugueis da mesa, o que niao tonm cxpli-
caqiio.
Que em tace de tudo quanto vinha de cxpor, es-
petr'va que a Camara provideaciasse comn urgon-


SUMMARIO:--O ministerio perante as e imaras e sen
programma.-As cplicages dos Srs. Sa-
raiva, SinimbA e Affonso Celso.-Desmen-
tido da versdo acerca da dissolugao.-Im-
possibilidade desta.-Falta das leis cmnwas.
-Calculo politieo.-Devaneio de poetas.-
Attitude dos Srs. Siaimbu e Affonso Celso. -
0 Sr. Silveira Martins acommd ido. In-
credulidade em material eleitoral.
Mal me chega o tempo para dar- Ihes uma li-
geira noticia da apresentaqao do gabinete As ca-
maras, e do programma que exhibit, e toi lido pelo
Sr. Dautas, que o levou escripto, para, segundo
disse mais precisar e tornar clare o seu pensa-
mento, que recciou pudesse nao ficear bemrn expresso
per meio da palavra, que muitas vezes desvia-se e
altera-se corn as emo .- d trib ;na.
Se bemrn ouvi, o novo ministerio qu r economias ;
quer o casamento civil; pretend occupar-se da
colonisacao, de que depend a substituiqao do tra-
balho escravo polo trabalho livre, assim come da
iUestAo do estadlo servil, em que nao quer parar,
nem preeipitar,-quer andar, dando mais algum
deaenvolvimenuto a bei de 28 de Setembro, aug-
menfaudo o fundo de emancipacAo per meio de
urma coutribuieio national (que o Sr. Correia cha-
a mou capitagao), e tractando de libertar desde log9
os escravos que tiverem attingido e ferem attin-
gindo a idade de 60 annos; e finalmente, prometta
que so o rinistorio viver at6 a leiiLo geral, no
Stim do anne, guardara a mais estricta neutralidade
e a'-)stenslo, deixando que a eleiio corta exelhi-
Svamcente pur conta dos p irtidos. Para tal fim, o
goyemo, por si e por seus delegados nas provin-
rasfproceder i coin a mnior severidade contra
e qualquer autoridade que nuo for field a ebse pen-
a amento.
E' esta a base do programma, corn mais o me-
anos rendados e uns adendos sobre novas foort de
riqueza a que convema recorrer etc.
L Senadoos apAseugno do abinete oSfariz
Sceu mau iatewes do que a C&muara, ewbora
aqui houvesmoS ior deevolvirnento na parte pQ
r li epr part aa minoria emsemdom -ao
e .abbiAsega. Ms Ui o interiveupsw d *9S$


diasai~tex


I-


Afogados enderegada A Presidencia da Provincia
per intermedio do respective subdelegado, o qual
pareeer 6 o seguinte :
a Dos papeisque me foram prebentes ve-se que
o Sr. Dr. chefe de policia emo virtude de reelama-
V6es feitas pelo subdelegado do 20 district de
Afogados, pede ao president da provincial provi-
dencia para ser feito, come outr'ora, o service dos
enterramentos no cemiterio da Paz d'aquellc dis-
tricto ; pelo que mandonu o Exm. Sr. president da
provwian que a Illma. Camara informed a respeito.
,, Effectivamente, nao s6 pelas razees expostas
pelo subdelegado do 2' district, come per duas re-
clam9h5es feitas pelas irmandades do Santissimo
Sacramento e da Paz, e ainda per uma represen-
tag3o dirigida A esta Illma. Camara, que se acha
assinada por mais de duzentos moradores d'a-
quella localidade, inclusive todas as auteridades,
ve-se quo a prohibiaie dos enterramentos no ce-
miterio da Paz trouxe para os habitantes d'alli
grandes difficuldades e sacrificios c at6 para a po-
licia, como declaram as autoridades da fregnezia
que muitas vezes nao encontram quern se presto
A conduzir os cadavers para o cemiterio do Bar-
ro, unito onde actualmente silo feitos os enterra-
mentos de today a freguezia.
Em takes condigecs, considerando per um lade
que a Ilhlna. Camara nao disp6e de orecursos corn
que pssa fazer um cemiterio em condiqoes de ser-
vir de um mode commode aos habitantes daquella
freguezia; considerando par eoutroe lade que estcs,
inclusive todas as antoridades, como se v0 dos do-
cumentos juntos, reclamavam corn justiga per um
servi9o q':e a Illina. Camara tern obriga.qlo de es-
tabelccer ; considerando ainda que as irmandades
pretendem alargar a area do cemiterio, eu sou de
parceer que a Illma. Camara permitta que as ir-
mandades da Paz e do Santissimo Sacramento de
Afogados contiuuem A dar sepultura no cemiterio
Sda Paz aos respectivos irmAos, e bern assim aos de-
mais moradores c indigentes do 1 e 20 districts
da freguezia.
a Ema 28 de maio do 1881.-Franclsco de Pattla
Correia de Araijo.
Posto emn discusslo este parecer, o Sr. Dr. Car-
neiro da Cunha, obtendo a palavra, oppeoc-se ao pa-
recer fazendo varias counsideraqges, e concluio de-
clarando quc votava contra o parecer pelos seguin-
tes fundamentos: lo porque e de todo o ponto in-
eonveniente cemiterio no eCntro do povoado, con-
tra o que sempre se oppoz; 20 porque nao ha area
para onde s e posia estender cemiterio, e sobre
isto discorreu largamente.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio, pedindo e obtendo a pa-
lavra. disse que estava de perfeito aceordo corn o
parever do seu digno college Dr. Correia de
Araujo, relativamcnte asos considerandos ; mas que
podia licena ao mesmo Sr. vereador paras discor.
dar um peouce da coneluslo do parecer ; porquan-
to entendia que a Camara deve corn urgencia tra-
tar do construir urn ceiniterio entire o 10 e o 2o
districts da freguezia, o que seria facil fazer-se,
appellando-se ao mesmo tempo para o auxilio dos
habitantes daquella localidade, qeuo constantemen-
te reclamam pela satisfagiqo desta necessidade.
Quo neste sentido maudara urma emenda A con-
olus o do parecer, que espera serA aneita pelo sen
digno amigo e college.
Concluio dizendo que, dependendo a informacaio
que se deve dar Ai Preisidencia sobre esta questao
d's diCseussAo e da deliberacao que a amara to-
mar A respeito, entendia que o aigno eomamissario
do cemiterio devia ler o pareeer quo deun sobre
uma proposta feita per Luiz Bemnacdo Castello
Branco da Roeha parm fazer umn cemiterio nan
quell freguezia, percebendo unma ce&rta quantia
por cadas enterramento; e mandou a mesa a sua
p.-opoata nos seguintes terms :
Proponho que sejam feitos os cnterramentos
do 1' e 2 districts da freguezia de Afogados
provisoriamente no cemiteri9 da Paz, tratando a
C unara ido construir desde jA um cemiterio entree
o 10 e 20 districts, appellando tambem pars a
iuiciativa de auxilio dos habitantes da freguezia
c nomeando urma commissao d'entre si paras esse
fim, P da equal devera fazer part o Sr. vereador
commissario do saAde.-Josa Osorio.
Postal em diacussAo a propesta sobre a qual
ainda fallaram alguns Srs. vereadores, foi encer-
rada a discussao, e post A votos a proposta naio
foi approvada, votando someate A favor della o
scu author, e os Srs. president, coronel Decio,
commondador Neves e Dr. Correia de Araujo, o
contra os mais senores em numrro de sete.
Poeto era discussao oe parecer, tambem nae foi
approvado; ficando resolvido que sto informnasse,
remettendo A S. Exe. o Sr. presidente da provin-
cia o treeho da acta, cm que se prohibit os euter-
ramnentos no cemnitorio da Paz.
Fiaahnente o Sr. Dr. Correia de Araajo, obteu-
do a p:dlavra pela ordem, aprosentou e leu o seu
parecr, refercnte A informamao que se deve pros-
tar em cumprimnento do despacho da Presida-ncia
sobro a propostla do Luiz Bernardo Castello Bran
co da Roclha, parmi construcqio de um cemniterio na
freguezia dos Afogados, o qual parecer 6 concebi-
do nos seguintes terms :
'Tendo de dar mcn parccer na qualidade d;
crmmissario dos cerniterios de f6rma da cidade so
b-c una propost". firmnada por Luiz Bernardo Cas-
tleo Branco da Roeta, a quai veio A esta Cama-
ra Dor deliberacio da Illhma. Assernblea Provincial


Osorio, o qual fallout extensament6 sobre o assutrp-
to, depois de para isto obter, dizendo que subscre-
via todas as considcraSes feitas pelo digno com-
missario.
Que effectivamente o estabelecimento dos cemi-
terios, tanto pela lei do 1.0 de outubro, como por
diversaa leis geraes e provinciaes, que consulton,
compete exclusivamcnte As carnaras municipaes de
accord corn a principal autoridade ecclesiastica do
lugar, e As irmandades, precedendo licengas
Que tanto seria bastante para que a camera nao
tomasse conhecimentoda proposta feita para fa-
zer-se enterramentos per contract corn urn parti-
cular.
Que, fundando-se a proposta na necessidade, que
hlia de um cemiterio para n'elle fazer-'e o enterra-
miento dos indigents, quo tallecerem no 1.0o e 2.0
districts de Afogades, entendia que a camera po-
deria minuito bern satisfi-zer essa neces idade. cons-
truinlo urn cemiterio decente, e sem luxo naquella
localidade conforme jA indicou, nao comprehen-
dendo como, podendo fazer-se isto, entendem al-
guns colleges seus que deve ser aceita uma pro-
posth para contractar-se corn uta particular aquillo
que nao p6de ser object de inegoeio, eu de uma
industrial.
Que tern visto pedir-se privilegios, 3 fazer m-se
contracts sobre diversos objeetos; mas que exce-
do A sua admiraeao f facto dc quercr concedcr a
am particular uin privilegio para enterrar os
mortos mediante uma certa paga, chegando o con-
tracto ao ponto de diz-r-se qne durante sessenta
annos ninguem, nern mensmo a Camara Municipal
poderA estabelecer alii um Cemiterio.
Declarava que corn o seu voto nunca se fara se-
melliante cousa, tanto mais quanto estA convenci-
do de que a camera poderina muito bern att(nder as
reelamaVSes de habitantes de Afogados, e das au-
tonridades, que acabam tambemn de reclamar, fazen-
do construir ali um ceiniterlo corn pouce dispen-
die, como jA fez ver.
Quo desejaado conhliecer toda extensio do previ-
legio pedido, perguntava se este so estendia ao
point) do enterro obrigatorio emn certo e determi-
nado lugar, isto A, se todos que morrerem na fre-
guezia de Afogados, devem ser enterrados no ce-
initerio do contractante, porque neste caso nao
serao respeitadas as disposi5,s de ultima von-
tade.
Que estava disposto A nao fallar mais nesta
questao, e dar o seu voto depois do que havia
dito ; mas achava a cousa tao fora de proposito,
e escandaloa, que resolve neste moment gastar
o resto do tempo da sessao para fazer considera-
cues a Camara em ordem ai demonstrar que nao
Ilie fica bemrn semelhaute contrato pela sua illega-
lidade, inconveniencia, e ainda pela novidade, e
finalmnente pela convicqao, cm que esta, de que
elle nAo resolve a questao, que consiste em facili-
tar corn toda a urgencia o cnterrainento dos indi-
gentes, que falleceremrn nos dous districts da fre-
galezia.
Que terminava dizendo que a -Camara terA de
se arrepender. so nao tomar o alvitre de mandar
jA construir por si, ou corn auxilio dos habitantes
daquella localidade um pequeno cemiterio que sir-
va para o 1 c 2o districts, e que na sessao se-
gainte ainda darA outras raz.es, pelas quaes se
oppunha a semelhante privilegio contrato, quo
nao pode merecer o apoio de queon seriamente re-
flectir na questa'o.
Encerrada a discnssao, e posto A votos o pare-
cer, nio foi approvado, por haverern votado A fa-
vor delle aomente o seu autor e os Srs. coronel
Decio, president, commendador Neves e Dr. Jos6
Osorio, e eoutra os mais senhores em numero de-
sete
0 Sr. Dr. Burros Rego leu uma proposta sebre
Smesmo assunpto, a qual nao chegou A ser posta
em discussao, nerm mesmo ser remettida A mesa,
por ter dado a hora, declarando o Sr. Dr. Jos&
Osorio quo se occuparia della na seguinte sessao,
para e que desde jA pedia a p:lavra, a qual Ihe
foi concedida, e cm seguida foi levantada a sessio.
ficando adiada a material.
Foi designado o din 4 de junhe proximno viwi-
douro para a sessibo seguinte.
Declare em tempo que em lugar do Sr. Fran-
cisco Martins Gomes, comprehendido na lista da
eomenissao da freguezia da BoaVista para agen-
ciar obulos em auxilio da festa de 28 do setembro,-
foi nomeado o Sr. Jcron3 me Jos6 Ferreira.
De tudo so lavrou a prosento acta, que eu Pe--
dro Gaudiano de Ratis e Silva, secretarlo, es-
crevi.
JosJ Candldo de Moraes, presidente.- Josd Pe-
dro das Neves-Afanoel Antuono Vioqas.-Decio
de Aquino Fonseea.-Jose Osorlo de Cerqueira.-
"ussy Juvenal do Rego. Joao Gonqalves Torres.
-Franwisco de Paula Correia de Araujo.-Padre
Antonio de Mello e Albuquerque.- Autgusto Octa-
vlano de Souza.-Antonio da Silva Neves. -- Dr.
Antonio de Siqueira Carneiro da Cunha.


INTERIOR

Correspondenela do Diarno de
Pernambuco
RIO DE JANFIRO.--CORTE, 9 de junho
de 1884


)
I


c {or intermnedil do hxn. Sr. president da pro-
vincia, que pede sobre clla informan'so corn urgen-
cia, sou foreado A, fazel-o hoje, 'anda que de umn
inode incomplete A vista da urgeaecia, pois tenho
e Itre mitos outros trabalhos desta Camara, quo niao
podem strS demorados.
Entendo que o estLbeleeiminto de cemiterios 6
.(a omptcencia d'as cameras municipaes do accor-
do corn a principal autoridade ecclesiastical, c isto
6 o quo dispel o art. 66 da lei do 10 de outubro.
As leis geraes c provinciaes, que conheeo, rela-
tivas a material, s6 dAo ease direito As cameras, e
-As irmandades corn certas restricbes.
Al6m d'estas corporaq5es, e a excepnAo de ce-
initerios para pessoas de culto diverse do da reli-
gibo do Estado, naoe 6 dado a outrem o estabeleci-
inento do cemiterios, e sun fiscalisagio. E nem
devia ser deo ountroe mode.
0 estabelecimento de cemiterios 6 acto de reli-
Sgi'o e caridade, e por isso, al0m das cameras mu-
aicipaes, 96 A corpm rioes religiosas, e de eanrida-
Sde, permitted a lei fazcl-as.
CG-der a particular s mediante eontracto taes es-
tabelecimentos. seria fazer aquillo, que paras na 6
- sagrado, objecto de mercaneia e especulaeAo, o quo
- scria imImoral, e nao humrnaitario.
E' verdade que as camaras, recebem unma pe-
o quea'a paga pelo euterramento das possoas, que
- padem pagar; mas isso 6 paras matter corn aceic
oc decencia o estabelecimento para isso dcstinado.
Encarando per ountrole ado a proposta, ve1-Oe
e quo, tandando-se ella na uecessidade, que diz ha.
- ver da construeqao de um cemiterio para enterra-
- mentor das pessoas fallecidas no 1.o e 2." district
e de Afogados; mis, desde que a camera auxilie a
n iniciativa particular, que pretend construir ua
- polueno cewmiterio para eose serving nos dous pri-
a metros districtos de Afogados, nenhuma razao da
ser tern a present propostta.
Em 28 de male de 1884. 0 commissanio do,
- eemiterios de f6ra da eidadu.-FrancioS de Pali
- Corif d e Arajo. "
a Posto am discuosilo o pareeer, o Sr. Dr. Carnei
o ro da Cunha fiallou ema sentido eontnrio, daend
quo na via razmilo para tanta opp AI propost
I polo s ase devia fiSkerra maieamente imfo
-apetij4o, qtie veio 4& Assmanbe ejulevq
eon inform&*ao dvia soer twovel, ad .indo i
lo I aara algaoias c ndenoeaoqud eqtttndest aei lew
mewaf, e concluio declaiando quo neste wnatie e
ra tavpout TOtw. .,..1, ;;1*1.
1. = 4L atro mrA vemodry ItBmam rule a dis-
D6M4I c W 46o O~tt Uo M .Bao.eNrte AW 0 SC- f J0is


*.**\, ''t;
* ''-#
^ < 11' .






























-^ L t Toewo *-as J sewa 6i eotla r--'
i sdoparsremorir ao Meo- dadisoMuglo, se esta
j aj' -L l~ioia, qutAnse madada, quea
.h s ae r a a situaAo. -
a Mas seo ellu, estA 6o governo manietado e na
V dependeneia da Camara, e assim nao podra ha-
S ver mudaana de situago..
SPortanto a demora da votaeab da lei do orga-
mento e da'.'doeforga, a& scao passada, foi pro-
poial e dizem quo por aceurdo entree o Sr. L,-
f.. vette e alguns chefes liberaes. E' am meio do
-.L eLbaragar a cor&a no excrcicio de urmas das suas
atribuiqmaeoastitUcionaes,noimeAtci edimittir livre-
mentc oa. o iLus ministros. Mas pareee tainbem que
houtive jaais pensamenato de appeltar.-se para
|-o exereieio dess& prorogAtiva.
Voltemos, porem, as explicaiss datidas uo Sc-
F 'e nado.
Depois da apreasentaoo do praograminAt pelo Sr.
president do coustdhor coabe a palai ra a,) Sr.
Saraiva para dar a's razios p.)rquo so escusou; ou
s ;- antes para referir o que teve a hionra de dizer ao
r^ chefe do ERauilo. Foi pouco mais ou menos, o que
elle disse no. anuo passado quaado foi chamnaido.
Fallou d ipois o Sr. Correia, que, apreciando os
fundameatos quo teve o Sr. D.utas paras eacusar-
w, no anne passado, a organisar g abiiete, e aeei-
tar hoje a masmrna incuubenicia, subsistiido as e.tu-
s5 eat-o allegadas ; e analisando ligeiramenate o
programma do gabinete, provocou os Srs. Cansan-
qAo e Aftonso Celso a que, per sua vez, viessemn
tambenm casclarecer o parlaineuto c o pi:tiz sobre
occurraoncias que ao public interessi saber.
0 Sr. Sinimnbt actidindo ao appeUo, disse qiue
t .j4tinha resolvido, inJdpmnlI!utmonte da t provo-
I. eacao do Sr. Correia. dar a coahecer ao Senado
.- o quo se passou na sua coitter'ueia comn S. Max-
-" 'i gestade. Chamado ao p.,'o d S. Clhrnistovao, in-
!. terrogou-3 0o impara lor sobreu os motives qn no
-'L ~ seu cutendcr determinaramin o fracciont-i.g.ito dAt
'- ~maioriat da C.,nart e o consequentc fact doI p.s-
dido ddodumisslo do rnmiuist,'rio ; e ellie respon-leu
que a quatro motives' s, devia attribuir uo fa-'to :
1'. o aeontcCimento tie 2.5 d.' o it!bri-, que muit)
- preoeupou o cspirito public) ; 20, o niodo po"iii
inh-i sidl t.'ittada a cjnyersto dos b.-ns das or-
dens religiosas ; 3, o prxodimeuto do mini-ite-
rio, incohereante eo ontrailiutorio, em relav'io a
propaganlala ab.'li,:iatuista ; 4', finalmente, o inoelo
insolito por-qu dirigio se o Sr. Lt-fiyette ao eix-
mtnistro da gc,-rr.t, c.-tti;i:l.a)-b a p-Alir demis-
sao.


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Aecreecentou, quoe qu anto a dissolunao, tdis.e
corn franquezatqre alekn do uao Ihe p.recer a in'-
dida convenient e opportune, pelos inmotivos quti
expoz, acontecia quo era preciso fazer votar as
leis annuas, scn as qunacs era impossivel aqu"lla
media, quo na,)o aeiava nocssaria, pais cntun lia
que a sititu1o continha em si os devidos elemen-
tos de vida corn a actual Camara, desde quo se
organisassu am ministerio forte, capaz de dissi-
par todos os motives do dissidencia pela confian-
ea que a todos inspirasse.
0 Sr. Affonso Celso, tomando a palavra em se-
guidat, dcol.rou que desvanccia-se de poder f.izer
suas as palavras quo acabava o Senado do on vir
do Sr. Sini:unb, pois quo, cgem intellioeacia ou
combina9Ao, tiaha tido a fortune de achar-se do
accord coin tao provecto e distincto estadista
emittindo perante S. Magestade o mesmino juizo
que cie emittira. Tendo ouvido, entretanto, o
programma do nobr- president do eonst.ho, fol-
gou que S. Exe. se referisse a qiest.Lo financeira,
por que na nossa sittt.tao 6 esta a priineira neces-
sidade : em utim paiz coin oreAnoentos desequili-
brados, corn deficits que se reproduzem e creseern
manualmeute, contrahiindo-se novas dividas para
pagar juros des antigas, pensar em melhoramentos
materials, iustruclao public, augmonto do fundo
de emanecipa'Io, c outras muitas coasas necessa-
rias e bonitas, etc., sem antes preparar as fiaan-
gas, 6 devanoin do poeta.
Os quo ouvirain losses dous sanadores, acham
que o modo porque elles se expressaram n3o foi
inteiramente eor.lial neo i aninmaidor, c antes parece
de paz armada do que de allianva. 0 Sr. Dantas,
porem, dar-lhes-ha o geito, como parece que ja
deu ao Sr. Silveira Martins, que alias nao coin-
pareceu hoje no S.anido, mas qut o esta accommo-
dado.
Aereidito, qua so o Sr. Maciel tivesse feito part
do gabinete, o Srt. Dantas eneontraria series dif-
ficuldades e tilvrez nA.) conseguisse firm-ir utna
maioria. 0 Sr'. RoJrigue's e os sous amigos nito)
poedri:iii, t12 certo, apoiar o rninisterio, com)- diz-
se que oest.o agora di ipostcs a fazer.
Este ponto merece algumas considera'wbes a q.e
nAo posso agor:t entregar-ine, porque tempo tie
mandar cstas linh:ats ligciramente eseriptiis. p ira
o correio.
Quanto ao qule o2eorreti n-i Camara, os jornate
de amnanha, qu..' s-erlo levados pelo Ewphrito S:tui
to, dar.lo contA, con minais mimnu.l-'ia d,)i qu, aqpi
opoderia eu fazer. Tailvez, porern, que os estr.tC-
teaos que fore.n puiblIcado, omittamin certos ineid',n-
tes e circu:nita:ci:as3, que esca.pam, e me.tino par:t
nio ihongar ', tr.ibaulho.
Urn delle.-', quo C' significativo dt incrddatlida I.
que ha n) tceantct a; neittralidade do gov rn.' en
matc'i.t eloitorai, dIe-se quando o Sr. )air.-s ft-
zia as :ti,',nae.s-'s, quo j:'t mencionei. H.'uve hi-
lari-l i \ le *".tli'lr i n. r>n iito, qu-r n.ts g- leria-A.
quan lo S. Ex,. disse q'c sa continuasse no gover-
no -' inai',ri'r emi abSiil ta tabstenceoo. Un po-)n'o
descieCr-ta II) corn as risad:ts, emn occisiato t.o s--
lemn-e cu ant.-- iina affirmative to c.itwheg,,ri,-",
comb po)ito d& progranima, S. Exe. ropiti' a as-
sBeverai:ito), e ac:.--.'s'entoita qu a elii(i-lo corro'ria
sornmenti p)r cinta d's partidos.
,, 0 Sr. A-l.-i-l.c leiMg-ira E tdi guardsa n 1-
cion l.
RIt.fir) o ft-ta s):nnte p.iria instrar a qu.a pIn
to tern chega'.:l,) os n )ssos cjitu2S nm mIteria
elcitor:l, qtje a palatvra do presidt-ntc do conuilito
perante oi parla.iiitito, I )ng: de sir :wcolhiiali eo:n)
uma garantia solminne do que a elcioio que varnos
ter st-ri livre, 6 reeebida coin o rise do iinfa, itn.o
somento pel s nimt)bros da Camarai, conu plo pa-
blico



SPER! ARB1CO

AsseihlI6a Provincial
DISCURSO D) SR. D-PUrADO DEMOCRITO
CAVALCANTE .NA SESSXO DE 14 ABRIL
0 Sr. Demoerito Cavaleante-Eu
pedi a palavra, Sr. president, nao para disentir
&esde ja, mas para que o debate continuasso na
pritneira oppDrtunidade, por isson que, segundo' o
feloglo da casa, a hora estate a termina'r.
O SB. PnsBIDEz-E-V. Etc. ainda tern into mi-
nutos.
OSs. DsMoca1To-Oh! JA queixei-ne urea vez
daw sorprezas de V. Ezc. e agora, corn toda rjzao-
posonqaeixar-me dellas, porque inoontestavelmen,
t V. .z-me urns sorpreza.
Comprehende V. Exc. que nao se pode discutir
om20 minutow uans matqria tAo importance como
otat Eu efl~certeus, nuaoposso fasel-o.
Contorme aso regimento, 6 esta a 2a vez, quo
c? ptt: 13fa 1, e 0a'ei se me e.bertfallar
h VQo-ms, o. qdo teuho de dizr, porqo
ttlaftl kt ism!iniuto8.
*^Ufoi ib~te Eo. Sr. president o .lLe
IM__qaereatflfi'o -tr xeioflo.
'Wttlt- se ja aU propoultd de
ia llWfrlt. ima ito di disu-


MOW*


te.6 -l:^"^^ "o^^-


a prB'.Usm 1MC aigi0vbLt>
Contest a utilidade do project, juetmflnte pr
que nos terms cam qae foi eenebido, nao triarL
neanhum benoficio A lavoura. E, pars quoe o men
ponsamenuto torne-s ctlaro, e a&. minhas inttaos
nao se suspeitem, repito,. que atfundasao de'ogen-
,hos Lba&tE5M-sf ipl-I.-' -ri nr hr-
a provincia mas a garastia dc juros do capital de
dous mil contos, como condiqAo dosse mtnblhoramnanto
no ecst-id-i cm qne nos -'achatmos nio podc scr urn
beneficio; ao contrario poder.n set um grande mal.
E' certo que os couromissos do Thosouro ten-
dent a augmentar e d endo sahiram no rnturo os
recursos corn quo occorrer a satisfaklOca- drsa g.a-
i-ntiado jurors? Da .Lwourat, serm duvila, por
meiod c impostos, ou do augantto das taxrs exis -
tcntes.
Entao a latv-ura comprehenun.rA, pcsto que tar-
de, que o project for urn vardadeiro present do
gregost
(Apartes.)
.O0 Sm. DMOocnrro-Nio tcnha duvidt V. Exe.
sobre este ponto.
No ha n s'e putiz, nnbitun-i cnprezi, que eu
conheqa .itnd a lucros tLo rianuat-.'r .d'-ros, que coin-
pensent o smerificio dj ait ul qaratuto at g.tir.ntiat
dejuros. b. eliart.- pr,nessas muito lisoaijoiras,
coaiee.leram-s. girmtn iat a t l.ti as estrad is de
ferro at linje construidas. Dizia-se a rsp'it.)
dessas !ntrasl, qiate tob sir'itieio eri pouco, taui
deviam ser o01 licr- ep2r.at-los.
0 ]uaco.ateut '-,. pr6-i? NI) Iti, ta'.v.z a nt
s6 estrada, que nto estAj:t pes.titlo muito gravo
samente sobre o T'nosnur ,.
Nil) direi, nzan tenh)a c -np 'teacia p int gjir liir
c.-pre-aia su)vcnei'm:Atd-i. ni', v'iM11tai i W" tcl.Ir IU-no.
mas o que 6 ver-lado 6, qu Pin cousoquimi-ia tie
ter-se gatranti'lo ais3n tL o ftilhiitew uin oen wint'
capital a empros mIqI'3 nti-. retribmi-in o esta lo luCtm
,m a maiores diffaiciuldatides financeiras, clheg n to
a ;'roe su r.r-Jito a)-il:tlo, o ina:tior m il qut' 11o
podia ac-,tt'ccr p rqui 6 d) ere lit-.) q'-' t :iu-s vi-
vi-lo, e delle viveremos p)ir m tito) tini)) ain a i.
Em taei cotdic5es Sr. prisi I nt, e e etoi in-
tim'vn-nte cmivencrl') do quo h-id ser urn mnatl
fianestissim-) p1ti4, o Titsuoumr) Pr.jvitiAtl t.mInr ati
sita co.t:L g.arantir 7 .', ao catpiital ile doas niil
cotatos porUt 1i. m cm;mrts;as I-. fiCtur) duvil'so.
N-) erirc-r dlt discunsto o'ivi di.;cr-s, q('ile a -.m-
presa ti-ido scr dos agrieiltorns soin ut!', qu(it a gL-
rantia tda pri viaCit ni-o p. lern, ser ojm'-to' i ei.;
pecnlatao polojacto do serem os agricultores as
intciressados da socicdade quo tivclo construir o3s
on genhlos ecntraes, e que a garamiutia nao so fitr-i
elective' : sorA puramente nominal.
Sr. president, se eu tivesse, so pl).l3ios tn" mna
garamintia infallivel da qnalquerdessas promessas,
bemrn se v, quo long de cembater o project, cas-
fircar-me-hia pela sua passagemrn, porquanto, nin-
guemn pode attribuir-me outro sentimento qiue ,ilt
sejat o do proinver o beau da pravincia, e patrtiou-
larmeate o da lavour t, que 6 a noss-a principal in-
dustria e fouto de riqueza.
Mas, Sr. president, comno V. E c. ha observ.i-
do, todo mu csforgo temn por fin justfanmente de-
moustrar que os ncbres deputados illudem-se
n'eisaS atpreciaeocs.
Eu externei apprehensaes sobre a possibilidladce
de passarem os eugeiihos ceutraes i companlnias
estrangeiras, tornando-se assim objecto de cspf-
aulalao, come tem succodido a quasi todas as ctn-
prozas decretaid is p.los poderes publicos. Con-
testam a procedeiacia dessas apprehenses ; entre-
tanto eu nao vejo uo project tuna s6 disposiVio,
que assegure o exclusive dos capitalists naci--
naes.
E, nested ponto devo dizer, que nao acrcdito na
existencia de capitals brasileiros em tanta abun-
dancia, que cheguem ptara costear emproza do
tanto folego. Ont o cstrangciro tom-'rA conta do
negoeio, ou elle nao sc far.t. Esta 6 que 6 a vor-
-daile.
Us Sn. Derptrrno- 0 project-s vai sea e:nen-
dado, corne jib se 'iisse a r. Exc.
0 SB. DnsOCaITO- Mas ainda assim, se "a pro-
hibiui.o for absoluta, s vior at exelusaii completi
do ,lememto estrangeiro, o resnltado, come acalij
dc dizor, ser:at imp-ssibilid i-l de organisair-se a
einpr,'izn,
Vojairnos agora, a neguranca corn que nos alir-
mam. quti a garaiuntii s r-a nominal.
En eom.aiei, Ieine,)strandarl cn o exempto d is
estra, lat d- frr), quio illitn 'i.us i-&o as osperan-
.ii into; graianles e rni-actl rt l',-tn-s tl.i-'-,b dtie .-:rtais
ci'lnprczas.
Coin iessas pIr'ilna.?st. ti-inr ,',':nplh, o govaeruo
garantio is ostralats ,l- N,\.it C:';- ,, d,) Limocir,.
Entr'tant' V. Exc. sialt-.' coi',) st,) nIitunaesl5.s ga-
ranttias a esoas ,..-- nr.-talt. .-. .
[nvoca -e o cxn'-tipi la laltrie.ia csiitral ile
QatissamiAu noo ll- dc Janeiro.


Perinittamu o uobres lop'ita los, qiu aiida as
sim enll n-lo ine c.)nivtV'n I 'leI quoi.,1 c4 i,,nh"iitos, que
se preton-li m funClar im Pernainmulico, a ciestat ins
cofres publicos, n:'o pesarnio sobre os inesm.)s c)o-
f r'as.
Nao poss" emitesta-, q,'p a-pollat fabrie.i ah'It-
se c-in etado lis::amgeiro ; t-us, perrumito, as coion
dit6es da provinei:a dc) Rios su ais in.'s-ir sd it de
Peirniaunbuci "
Conhelta:m os nobr. t d.ipu;itad.s atLhiistoria ,1o e-ti-
genliho Quiisatmna't ? S.tb'ui ,cI a emn s-a favor
alguma cireunti-vteit;a- c-im que nao davramos c-in-
tar para propripla'l,. dos nossos pretendidos en-
gi'nhos centracs ?
Eu conheeho inuit. ) eti torra, ondc inasci, onlie.
tnho mntens interesses e aff-ie6,s, .e d'onde nitune-i
sahi, conheo;o-a muito b'in ; e por isso nao accito
muito fitacilnimte o cx.mplo do qu; se pass por
f)ra.
Primeirainent", qioro saber, so as condiqces d'
tA s.o igc0iuCes as noss.tis comn respeito ao fact de
que se trata.
Ora, o ,pie otn si 6" que as provincias do sul
goz-un de to)os os fivores c proteeqio do gover-
110o imperial ; e por isso a todos os respeitos chain
se ein condi6ss folizes, co:np.irativamente coin
as provineiss do norte sempret ,oqueeidas, excepto
p ira as contribiicies 1do Thesouro Naeional.
(Muitos apoiados)
0 SR. PasIDENrTE--Lemlro no nobre deputado,
que a hor't Ct:i esgotada.
0 Sit. DuMOCaIT0-- Eis porque eu pedia a V.
Exe. que mtiiasso a discussao.
No ponto principal della, lembra-me V. Esc.,
qe en dcevo cilar-me, porqite a hora catty fiaa !
Puis bomrn ; unit vez, que V. Exe., collocon-mo
nesta cootingeneia, voltarei a tribune para oomn-
pletar estas desalinhavadas observacges contra
uma mndida.-manifestamaente ruioosa 6. proviacia.
(.luito bem, muito bomrn.)

DISCUlSO DO SiB DEPUTADO DEMOCRITO
-CAVALCANTE NA SESSIO DE 24 DE ABRIL
Sr. Demuoertto Caraleante (pela or-
dem)--Sr. premidente em uma das sessues do aino
passado, que de memorint iao posso precisar,tivm a
hona der offerecer urma indicaglo aos podereo
geraep, afim de qae tivesse an damento no enado
urn project da (amara, que torna validos oi exa-
mes prestados no Gymnausio Pernambueano, pars
a matricula da s escolasrsuperiore. Esta indiea-
gao teve or la destido; mas infelizmente mem pro-
veto, poqhe o project eootiu6a s na esa do Se-
nado, esqueidp on prt"Wdo pot outros muitos,
quo tll me disfeutamWtodoeem Annoa.
SPor amo venbo xepr r ess a indiea9ko, eon-:
vencido deqme thao bavfta de insistir, qul um
dii as nosees nedam W hAo de se r oundas.
Ux SB. DhuTAno Clama ne ceas.
O Oz. JDucuziTe--V. Extc. eomprehende .Sr.
president, te se a banea de easme dRIo


7, __kit:
auatta ,(ft oo .be, ,, m o.aei


? .'. .' .. .... u ... ." _.
II *-....^i *^+- .,^ ...: ', :, -: ^ .'.-^

-'.- -'- a-- ...... '-" z -- ..
: + ;;,-" a.-;


poz qu tenho ai rIq4rimntos do data muito
maim .antiga, e, ut 4 vez qu e nao requeri prefereo-
-cia, entendis, .-or. maii oonveientc prooeder-se
pola oudeinr JA conhecida.
Este requerimento 6 atd umrn dos ultimos, que ti-
, vaba nrude.niaaisr-fasaa.
0 So. PLKSDDENTE Real-luitc C asfti. Mas
este mesmo requenmento d9 nDbrac deputado tern
at6 duas da.as.k
0 Sn. Dzmocaio,-Mas, so V. Exc. qucr, cu con-
venho nit ilteraqlo.
Uma vez qnoe o requerimento ju estA lido e
apoiad, s aeu nao pretendendo demorar-me mnuito
tempo na tribuna, posso.YAiseutil-o immnediLata-
mente.
Estou certo qne foi mero engano de V. Exe., c
ca nLo faqo questao d'isso...
0 Sit. PntsurrTE--Jai disse qu!' o requcrihnento
d& j. Exc. tit, duos datas.
0 Sn. DtuOCa-ro-Nlo h't du'.'i-l.i sobre isto ;
estou einvencido do engano. Mas aceito a lis-
cui.io, tuma vez que pretend.) sipmnte dizer duas
palavrnis min justificLo dtl:at inateria.
Os factos a que cat ,-reluerimeonto se< prende,
silo inuito eouhecidos n'csta provincia. 0 atton-
t.iL'o doI qne jA fiallei, dado cin Palmeira do Gaira-
nhiini, e cujo author 6 o sublclegado do policia.
nio 6 traZido no 0d bite pIri proluzir effeito con -
tra at alininistraqco.
Qualluer dos nobres dep:ttaidos que temn rela'5es
na coai tre:l do Garanbuns, sabe que allii ha unat
fainilit votada ao estcrminio, polat sitiiaqiio ; fat-
inil-i. ali-ls liberal, cujo c-hcfe, o Sr. alferes Mor ,ues,
fii muto lboitni amin.i do nobre deoputa. o e ', !'
setIt .-)i e Cxtrmn I d'i t b.-i :..,iI u, assiin con11) fCii
nitiitt- Ir-n amigo d- g ,\' 'rinIo: in qualidade ,I.-
sur!j [el'gti, d'aquellie 'lg.tr, '>i S-a n'pre unt%-t g -
n.tut, L p ira a or.lea.n ptblica.
1) Si:. ,MItxMAo, Dt-'tR-rI.--Plu'o :t p ialvr:i
0 Sit. 8 )R.-.ITro-M is esta :tutirida Ic f.'i i,-a
Witti-a pr mintivos qii' ignore. Del)pis d'ist t-i
taunb nl,-.nittiJo ut filhi d i Sr. Minr.i-es, que u::--
eqiv.'t :tllii-in lugar p Cbli.), o, ansi.n lpovr diante,
,le-~,i, i.le)imi-sf contra t )uaL a ftauili.a u irt seric de
peCrsigi';..'s inauditai !
So eu tivessic m.? pr.-voiid.)-i ern iin- atpnta-
in -utos qiin possuo sb-re edses ftactos que iili
trn ix,- p ir.mi, ig:iorav.t tle ui n rn, i'itriineuto, e -
tr-as3e hlioje em disonssao ; se cu taivessi aqui es-s
;ap.nt:mcnot3os, digo), co:n int'iit in-aid faCili.-LatdIC
pilmria levar a co)nieiLO'to so spirit dois nolilr-s
deput:tdos quanto As orueltiales de que s.o v'i.--
timas os Moranas.
Mas, Sr. president, o qua adminira 6 quo a adl
ministr.tlo la provineia nato se dignasse de dar a
m-iis ligIira provido-ncia, ainla que f,,se imna
simples advertoucia ato subdelegiado deo Paln-ira
do G tranhuns no sentido de reprimir os seus des-
atitos.
Qi-tn lo, Sr. president, n,)i prev:tlccessnm as
justas acciusaqt.'s contra este subJdelegado, como
perseguidor da fanilia Moraes, para deteor imsar
urna providencia, as condioes anornrae et -que
se aclha aetualinente aquella localdade, brsu i-am
para despertar a 'ittenq.lo do pder adnii sitra-
ti-o. I
Nio tenho necessidadt, Sr. president, pia en
carecer o mci rqouerimento, de, enatrar em largas
considerasies. Mas, reecioso do quo o meu ami-
go C suat fainili cmtinuem a ser victims de ter-
riveis desacatos por part d-t polieia, dirijo-me
d'aqui ao Sr. presideutc da provincin, supplican-
do-lhe, se tanta 6 precise, que evitt a persegui.ao
de uma familiar inteira.
0 facto indicalo no requerimento nto p6da dei-
rar do ser eonheeido do Sr. Freitas, porqtoe elle
deu lugar a diligencias do delegado de Gara-
nhuns. Elle passou-se no dia 7 do fevereiro pro-
xtimo find, e foi mais eu manos estc.
A pretexto dt correicio, o subdelegado fez-se
acompanhar do destacamento, a dirigio-se ao quin-
tal da casa do Sr. Moraec, quintal do vastsm pro--;
pirioes, conhecidamento destinado a er'ac3io, sedr
protosto, nem rcclamacIo dt ninguem.
Ahi chegando, sotn aviso, mandou amnrrar to--
da a creacao mniuda qua encontrou n
Despertado o Sr. Moraes, acudio a saber o que
aquillo era, que destiny it ter a sua~t propni-
dade.
Nadas mais justo, tanto mais quanto alguus
porcos e cabras, forana pogados no p.tttmiinar da
casa, comeudo a raeao !
Mas eo.t isto mi.snmo o quueasporai'a a policia!
Iuvestio ci itra elle, insultou-o atrozmeute,
ameaytando o de amnarrail-o tambea E per mi-
lagre nbo acutilaram os soldados urea escrava que
appiireeeu no moment; acutilaram, porem, pi-
ciano a facao, os pobres aninaacs, tim pir unm, cm
grande quantidatle !
Tanto nrie era coin-elito, que a palieia limitou-


se a esse aeto tIe selvagcria. Agora os nobres
loputarlos, que qualifiqueiiu esso attentado cotntr,
n11111 cidatdibo respeitavel, chefe de nuinoroist fami-
ia, offleial da guard national, ex-aut'rimlade des-
ta situatao, pr-prietario c eriador r"
Eu apena- convido.a atteuWio para a toleran-
ca do Sr. presideoo tle i provinci:t, a qucn nesse
tempo, dirmgi-m,, pedindo-lico providencias, con-
tra ease e outros inuitos abuses da polieia contrat
at familiar Moraes.
U Sr.. DEPU'TA-r-O ease O grave ; mnas rest
saber, so passou-.se tal e qual como informaram a
V. Exe.
0 S&. DcMocaITO-0 Sr. president, simulando
dezejos de punir o crime, determninou. que o de-
legado de Garailtuns procetlesso a diligencias ;
m:ats ficon nisto, e cm tAJo ease, tatas diligeueias
fiearam cm sogredo.
Se eu cxagero, venha a cotestacabo; aposto,
entretahfito, que S. Exe. vot.ira c.utr.t o meti're-
querimentto.
A policia contestoa o facto ; mas qunitas vezes
temrn cltla contestado a verdade sabidJa ? Eu.ga-
ranto a V. Exe. que o facto se dcu.
N.to rest, porm, at menor duvida no espirito
de V. Exe. e, para isso, digo-lhe desde jA, que a
policia do Palaoeira proeedo-assim por conveaien-
eia dos p)liticos d;i localildale. preiase auui-
quillar o Sr. Moraes,. que teve a ousadia de faltar
a ur planao pliticot olo accitou a patent de
capitao. .
SAqul termino, p r. presideute, os facetos
occorridoa cm Paimeh'a de Garanhuns, ternm sido
tlo amplamento discntidos-na imprena, qua deria
eeioso aprecial-os de novo nesta casa.
Resuinindo as perseguiqves do que folio, basta
trazer ao conhecimcairto da Assembia, que, em
pequeno espago de tempo, forgicaram-se eto in-
queritos por imaginarios crimes, contra o Sr. Mo-
raes e seus filhos, os juagC tdeos o juiz mandou
archivar !
E, como quer quo o nobre deputado pelo 11
distrieto tenba pedido a palavra, aguardo-me pa-
ra outra opportmidade.

W 8r. Deaocrite Ca aleaste -PedL a
palavra, Sr. president, paia urea sinples exlica-
clo. Aceito o projetto, coma oastA, em primeira
dioausso, porque nao teonbo a menor duvida soi
bro a snua utiidade. Q.proj.to oogita reAmate
de um grande, tielhomtamento. -E, estou certo que
a despeza feits para a reatiuag dd'essa ida.,ei
aprovoiavel. Eutretato, omo ee trata deso-
brecarrgr oa cois p-vimciae corn a ntis
dejurodeed 7 o/&, .bre o capital en4= 02 ,
nas cndi a g 'em .que nt ahamos, to o caVe.
me meja um perigo, lebtanti-me para oppMc.,ua
ligeirs bjei e, Pe.t so. .b ..dtetaA_ Ua6
na segond diS a ..a AA dto
de eoer opptirtua tdorev ;r-
to e qu 8. ESc. Mi WU gral6-
go Pamra" do" "e




A; -
.iTtbSB^-^"'* "' y


tex 16nwe go. de o entoa
e ro Aquo o men tquerimento tern
.imbdo set. .
fJ 1"1! muitoe apurt4
a nor utibadisa aeuasdomez de
eas u1u0ammnmiadreovieaiiirnto rre-
r ainda nio apreeeto o sen trabalo,l

stahto, co9 a V. Eo., -.Sr.-pisidente, quo
_|dMttando o art. 143 do regiment, ande imprn-
1e fags destribuir ema-swso-os oramentoa
d.spara seredm-objectoalde diumasgo.
prtes).
tq veito o ensajdee Wm-com apa larpara
pedisa V. S., Sr. prietQateN que irtrvenhajunto
da nobre commission de orgamento municipal, afirm
do quo ella nos d6 um ar de sua graca.
(Apartod).
Trata-se de bervihos muito s6rios da provincia;
o prazo constitutional pars os nossos traballhos
esta a terminar, a leido forna s6 entrou utm dia
em diweusAo, quando a ordem do dia devia estar
dividida em duas parts, sendo uma destinada 6s
Icis annuas; V. Exe. n o a dividio, rmas ha do
requerer issona la opportunidade,
(Cruzam-se minuitos apartes).
Pec9o portanto a V. Exc., Sr. president, qj c vei-ja
so corn o seu-preotig o pode fazer coin (li as il-
iustres commissioes do fazenda o ornainento pro-
vincial, c de oramcuto municipal aprosentem
quanto antes os seus trabalhos qu, elu esprava
tivesscm ja sido apresentados, attendendo is ditli-
culdades da provincia.
(Apartes).-
Assim, pois, nio love V. Exe. a ital a mininha in-
sistenc;a, fallei n'este senrido na sossibo de 22,
failo hoje e fillarei tantas outras vezes, at0 que as
n)bros commissoes aprecsentemn os scus trabalho-.
(Muito born e apartes).
DISCURSO DO SR. DEI'PUTADO DEMOCRITO
CAVALCANTI NA SESSNO DE 290 DE ABltIL
DE 18S4.
0 fr,. Democrito Caialcanli-Tamn-
'em vou mandar A mesa niim: emettli.
Al6m da irregularidaie, dat iiinexactidao de ,i1'o
acaba de necupar-se o mint' amigo, ha i a onutra
falma quie ; devida scm tluvi.1a a engano da part
do Sr. Dr. seerctaric, pnr que nuo uro nein pos-
so attribuil-o a prol'ositr- dIc S. Lxe.
Eu dis.c pelat onl'nm, anttoi tl:t discuss3o t!' I pro-
j ?tio ii. '-I (qiie tfoi o priinciro a disc tir-se) (i quo
S. E c, o iSr. pri-e i'i'litt, n-lo lhavia ipro-icu'-:Iuo ;:t-
tender to mnen pelJit,: paor iiitt, 11111 1 t \Z. qii.-
a c.-)nmniss.Ao do orq:unt'iuto provin,.ial n.. s dlav:it
pre.sa em cuimprir s''ii '.i-'r-, S. Exe. cl-i'ia int' r
p )r o seu prtcsigiio, aiii de' que a ei,' mii.s;'o 'Ic
or-mimento municipal.. :ipr'seiitas-i' i quintet ante; o
sen trab!hio ; e p-dli p -r ultino, q.wc fdAc s dividli-
da cm dims p.irtes : orton ci)( dia: a primiha p i-
rt a discddissio dos doi!is orvamilntos, ,' o I'projet
d' f-irea policial, deii.is V.)1 quo ;t assemibl'.A pro-
deria oneiipar-se do proj,'et'i n. 81.
A acta confin..l.' a- minlihta-, da ina l;'t'i-3s.
A respeito on pr)jeeto n. 81 cii ftleti p ila or-
demln.
A acta, pirt into, nott.--n, iiuna tirainsposilo e
um-i omissio. rai-itsposi-ai,, por it,', cu tfalli pel:i
ordemn aittes di1 sI'r la;'Llo o project i,,ra discIIus-
s Lo; e urrm.i oinissail, porque ni'to dieixa ver sobr"
quo. faillei eu pel.-t ordeni.
V.'nlho, portanto. mandar A mesa uina emensl. a
quail espero que ser.i approval la, prque tende api-
nas a restabelecer a verdalle dos factos,

0 Sr. Denmecrilo Cavalcante-Sr. pro'
sidente nao me tenhar V. Exc. p)r importune por-
que n'este moinento apeinas eu procuro cemprir u
ineun ever; c q:mando assim procedo nbo rciio
diante do considerac'rtes particulars, qiue pud,'s-
serm por ventura tolher-me nicoq do um direitn.
E proceJo assim, Sr. president, panr.t quie o pr.i-
jecto do orqameuito venlia umn di a citfim at discus-
sao.
0 St. PHE3-sDxrT--Eu peo an nobre deputa-lo
que resume o mau possivci aquillo qne tern dtic
dizer.
0 Sn. DEuoctriro Eu s'r.'i breve. Mais vito
sonpro que V. Ec-. neo est.a f;,zendo just;.i.
V. Exo, ainda lioje f\-z umni larga concessAo, panra
que sc discutisse fora do ohjeeto de que so trac-
tava.
Eu nal quero abus:ir, a soa incapaz de rob liar-
me contra as observes de V. Exc. Mas onten-
do, que a jusii(;a deve son 'tistribuida por todos
oem a maxima irualdadc.
o St. PuzsintozTr--V. Exc. nao p',le continunmr
por eata fdrma.
O SB. DtocnRTo-Pevo ao meslio pormissito
para eoncluir o men pensameuto. Insistindo no
pedido, que pir tnais do umta vez tcnho f,_bito a
Assembl6a, ou tinha neocessidade do justifilar ess-a
minha iusistencia,'pois-que as condicves da pro-
vincia a'io do ordein tal, qui ni.o podem tolerar
quo os projectos do orcaamcnto se demorem assini!
Refiro-mo a nobrc imaioria sobrc uoin calte toda
a resporsabilidada porque lito tern querido cu:n-
prir o seu dover.
O SL. PaKssDtNTE-Observo ainda ae nobre do-


putado quoe ao p6de coutinuar por cssa f6rma.
0 Sut. DRmocTro-E' necessario que fiquc bern
firmado o meu protest, afim de quo se fique sa-
bendo ta f6ra, quo n6s aqui nao temos absoluta-
minte dircitoe. Gosamos apeuas de condescendeu-
cia pessoal de V. Exc., do minodo, que, quando en
esto'u na tribune s6 tenho que agradecer um favor
do nobre Bario de Itapissuma.
0 SR. PREstoIDs'r-Se o nobre deputado c.>
tinda, vejo-mc obrigado a snspender a sesao.
OSiL DsMocaT.To-Mas V. Exe. nitio me permitted
ao menos inna phrase'?
0 Sm. PassIMENTE-Nao senhor.
0 Sa. DEMocatro-Neste caso ali vai o mcu 're-
qucrimonto, ni) qual eu peqo que a ordem do dia
seja dividida eui duas parties.
0) SB. IPRESIDENTE-O r'querimcnto do nobn"
deputado nao p6de ser aceito, porque estA f6ra d:
hora.
0 SR. DElt)oCRIT )-It uI Ihaviai pedilo a pala-
vra pela ordem.
0 SR. PRESIDENTF.-Mas enu fiz notar *a V. Exe.
que nao podia fallar.
0 SB. D )POcIUTro Avista disto, fique cousigna
do, que a minoria nilo temrn direitos nesta casA, -
que hoje nem inoesino favor fiquel devenilo ao Sr.
Barao de Itapissuta.

DISCURSOS DO SR. DEPUIADQ DEMOCRITO
CAVALCANTE NA SESSAO DE 30 DE ABRI.L
0 .Sr. Demnocrilo Cavalcante (pela
ordem)-Me parece, Sr, president, que naio 6 este
o requerimento minais antigo que.t esta na mesa. V.
Exec. talvez nato conte quo existem requennmentos
meus de 20 de marco.
Assaim, cu pederia a V. Exc., que mandasse vc-
rificar as datas de todos os requerimentos.
Nao quero que V. Exe. altered a ordem esctabo-


lecida; quero apenas lembrar
O Mr. Democrito C1
fallado incidentemrente do obj
mento quando se pretended in
dente da provincia interessav
mentos desta, ve agora a me
justificar os seus coaceitos, i
ease lado ainda nao vio admi
ril e prejudicial do que a do a
O requerimeuto busca sab
execugao a lei do anno passac
-undacgio do um asylo da infar
0 orador, que teve a hoe=a
project, quo sc converteun nies
que se podia ter feito, e oque
em razao da falta de recursos
cofres publiHeos.
Respondendo a um aparte
que S. Etc. st0 confirm a o set
A Assemblia deve saber, pc
torio, quoe Iuem dotit A Samnt
cordi deta cidade um terre
mensies, sito ia frtguesia da
pr-o pars o mister de que se t
.Oprojecto rommettia ao Sr
tende+eo-eOm a junta da Sai
tar eOselo rreno q aposar-mse
2 dhlglt-so OVPywho garii
qaelr4 cMWMora ;Par 16 crea
&&Rado coi o dirdto doe xe



gMb, 4 thBGB


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.. -ti^.,.,,,.^' :.C .. -.'
ING,
.' --.:: -. j.;pW.,.:+-'..,::;.,;t:, '0 =,: : .. .:. -k


f9S~ pfuco crso ttinge, aofihu wjqio. &ep
flpe ossylo. t hpi sr w rm una estabeleim.ento modesto,
quet atoa,_ganmo poompto pa 'as ccemdwas q7ln
Vapm pelasru oueuejqpWais akhan do-se em
Smierna nio podem dai rsea o indilpeusavel A
Aida.
Em vez des .estabelt4neutos iterios, de
verdadeiro luxo,-maos Bdm.nhdht=a vantagem para
a vida pratica, o Maodor visa ma-easa *de traba-
ho, onde, al6m da Janstra o mmanm .to elemea
tar, occupq-se o aylado -Am nprmde r eada um o'.
seu officioacmhbaieo, .sqontoainase pmsa fun-
dar Pes colas- agrioclas, quit 6 o de que unito pre-
cisamos.
0 orador pena, quo precisamos de sombater
por meios iAdireatos Oma co ms ultados da min
organsa90o da propriodtde eutro n6s.
E, talland.) nesto assugppto, sent o desejo dei
alargar o debate, p:'a externar a respeito suas
id6as, dcsde que, algucm, corn evideato coinp.
tencia, eserdve no Diario importantes artig)s em
sentido contrario; nio o fari, entretanto, porique
a bora esgota-se, e a mesa poderia clianal-o iA
material restrict do requerimento.
DirAt, cointudo, quo a vagabundagem, que con-
demna, result em parte da falta de trabalho.
Faz aus eoncidadios ajuitlia de-acreJitar, que
ncnulum deixaria de oucupar-se cmn survice iones-
to e rcmunerador.
A faita de trabalho, porm, 6 Ihgitima conse-
quencia da grande propiriedaide, o ilda esicrviia o.
Nunica houvc, nem nhaverAl jA'mais estimulo parra
o traballio, quando deste u :o resultar tais do (lie
: mnert suibsistencia. E, eittri n6s. u 'ine iais :.-c
co isguec do trabailho manual enila) isto?
No Br-nil a propried.tde 6 11111 nii :,i,,)l io.
So iiao tennis os 0 lal fl' dii s, tin., o in'i ,r .il:.-
de f.acto, cssa instituiy.ho ibdomniivvi-, auti--cco:i-
mica e immiioral.
E11 s.2"ista aislria ', p;r estrtIli;ir a tanta il.-sria
n'uni paiz novo c vnsto cm t'errit- rio.
0 paiz 6 rico para os ricos; part o polrc min
scravel.
o fact 6, qieahi vivmcin ftaiiia iiit :ira: s-.,n
meios dc viver, tailtan.lo-lies tudiJ asoliitaimncut'.
0 fact c, quO vliit e)ien )l l'i it itus ei/.'!,s ':riii -
vas, madrugando novicio c na heljr:ta(a:i., ,:iii
(11q ocstad)i tstenola-lhos a na3i pn'it'ct..ra, iar.a
cinvertel-ose cm cidad.1os uti.- i- ;' ua patrni.
Para attenuirtr sseW nil, viU iI,"a Im)iiici:a,
oril'alr ilaibrou- ? dodo asyl,; in;ti t.\c. ; iiit'1 i-
dade ',lto enieoiiritr un )IrL-.liiti' it., ii o, a> l:i-'-
1103 pAr \';1id .d, 1liz li. -:r o s,.-.i nin.' :i um inM -
liirtmniito dess:t ordc.n.
ltcsmdon en i) IL aparci s (la b .iitah li}.)1l, ,ii-
llu ijislite de cofita la itn i i0i '):n.I-|rtII ri
co;i L linri seit.; si'tr .t<'o lil)C!; l, I .ix ,riN -1:1 -e -
v'i.t, 11 graile si lt ,' cn fat:'in *I i 'nc i,-iri.
Pe I ; -u i nobres depi t,irados i .:a I'.l, I ilt 'i
:titt .iJan ipira at t';Iiiaa;di.o il:t C'l'Uii:i, ;'. c i.' .' i'
d1. A.-vlo i.0 A livuadi-,n a r.'o .-L 'r1.1 c 11.', 11 't
t(lfic' o inmp wt.1i ties, oluntts, ttr.,i a' e oiiire.
i-i,.llioratii.'n tos.
Dl).'q ,is i-sto :tten-ia.,n nin'ila, 1ul o i 'etaIlAO ,I,,
Thelicsoro era leim p'jiio lisongciro, (<:1inad a
I.f/ti ldeixou. a dir .'Ce( o i,',s iL.'., ios |i:I tli ..S.
Foi eion 'irtid diss.ior,
  • 'orn cmintrahio 0 doI ( mlis 'm'.;i0n Ilc l-qu t itLII)
    falhiii os nuobres dtepuir ilos;, o ,' l,M.)) coantos, io
    jui'od d8 p(>r cento, e o de 4,01)') cnIts, do ji)ro)
    tde 7 par cento.
    () que rest saber 6 que nppli,-:A4o tivi,'r.in .'
    .sea e mpr.'stiros
    EssaapplicaqAa foi a m0llioi, ,I1e sO pohdia ct.d-
    sej:r. Corn o segundo einprestiino reahlisoii-sI o
    resgpate do prirneiro, e o rest s'rvio piar:t a reali-
    saviio dresses iinportantes inateriaes dei que faitllo.
    A situacao liberal, por6m, nada tomn t'ito; Ii1;n
    ao menos conserve o que encontrottn fit). Ac.i-
    bou a co'inservarbao das estradas, e n3o fez neuliu-
    ma. Nao concerto rima ponte e o escusaio di-
    zer, lque nao construio nem u na pingtela Im-
    portantes pontes, como, por eXPulplo, at io) Tal'li-
    b:a, (que tcustaram grandes sommnnias at provincial.
    arruin:tam-se a0 olhos vistos, at por tfalta i-l( pin-
    tura!
    Obserra o orador em resposta aos apartes ,lIs
    Srs. E-,tevou de. Oliveira C JaLcobin'-, <1 paria -isw'i
    tao era mister mais do que a solicitude dslsa lu-
    xlosal repartitao das Olirai Publicas, quo conso-
    me gratndos rtund.;s d L proviucia, scm provcito cor-
    respendonto.
    Lembrando o Sr. president, quo a hora ?sta
    esgotada, o oradbr deelara, quo vai sent:nr-se,
    conven-ido die t.r mostrad. qtuamto 6 esteril eOta
    srtua9ao, e ;iin.l mais esteril a actual almimis-
    tra9.o, alias inuito ferthl cm favores e obseqnios
    sos amigos.
    Acerescenta, que, o sou requerinmento, ni,- ver-
    sanJo sobre assutnpto politico nao p6de deixar do
    ser approvado.
    E tern conoluido.


    REVISTA DIARIA

    Asnemmbla Provincial Fuuccionou
    hntem sob a presidenti-a do Esm. Sr. barAo do
    Itapissuma, tend coinparecido 22 Srs. deputados-
    Foi lida e :tprovada sere debate a acta d,,
    scssL anteecdente"


    0 Sr. lW secretario procedeu i leitura do se-
    guinte expedient :
    Um officio do secretario do governor rcmettendo
    as inform-ixes pedidas a Santa L'asa de Miseri
    cordia do iecife eai 26 de abril deste anno.-A.'
    quet fez a requisieao.
    Outro do minesmo, transmittindo a c6pia de umn
    officio de 14 de abril ultimo em que alguns verva-
    dores justificam o motive porque nio tern sido
    possivel reunir-se a Camara Municipal de Pa-
    netlas.-A' comimissao de negocios munieipaes.
    Foi approvado sein debate um parecer.da com-
    miss-o de redaceao sobre o projeeto n. I de 18S2.
    Passou-se A ordemi do dia.
    Continuaiio a 2-1 discussa.o do project n1. 16Y'
    deste anne (orqamento municipal), oraranm us Srs.I
    BarLo de Nazareth e Santos Pinheiro, send vo-
    tidos os artigos c emnendas referentes A receita.
    A orde:n do dia 6: c,)ntinuaqv.o da antoce-
    dente.
    A emnomla n. 31 ocoreciilt ao supra cirado
    project e hio.ietm public'ado fdi assignada pelos
    Srs. Arruda FalcAo c Cunha Beltrilo s6mente.
    Tribunal do dlury-Forain subminettidosa
    julgamento nest- tribunal os r6os Jo.io Chrybos-
    tomo da Costa pronuntciado no art. 205 c Bernar-
    dino da Silva .Maia, pronuuciado no art. 201 do
    codigo criminal, senlo o primeiro condemnado a
    5 annos c 3 inezes dc prisao simplest mni'ta cor-
    respondente c o segundo absolvido.
    Associaaco dos Empregadom Pro-
    inm'iaes te Pernambalc --Na segunda
    feira 16 do corrente funccionoai. assemble ge'ral
    d'esta as3ociac,:o em sessio ordinaria, sob a pre-
    sidencia do Sr. Dr. Witrui'io Pinto Bandeira c
    corn assist-ncia de nuinero legal de Srs. asshcia
    dos.


    isto. Abrti a scssoo, lida e approvada a acta ld-t
    avalcante teudo precedent, o Sr. president declarou em relatorio
    jecto deste roqueri- dos trabalhos do mez social findo, que o conselhio
    culcar, que o presi- deliberation hivia funecionado inos di6s 29 de
    a-se pelos melhora- minaio ultimo e 5 de janeiro corrente, em scssses
    alhor occasiAlo para cconomicas, cujos trabalhos haviam consistido
    nostrando que, por em materias de samples expediente, send que na
    nistrasFo mais este- primeira fora presenrte c remettido A respeetiva
    actual president, commissIlo o balancete do thesoureiro fechado no
    er porque neo teve ultimo de abril com o saldo de 2:2705400, per ter
    don que aautorisou a sido-de 2:5155t00 a receita e de 245A a despeza
    cia deavalida. executada no dito m?:z ; e na segunda rejeitou-se
    de coufccionar o em votagAo nominal, requerida pelo proprio author, i
    isa lei, bemrn sabe o uma proposta do Sr. 2. szcretario Silva Fragoso,
    e nao ae podia fazer quo a sustenta, no santido de solicitar-se da Pro- i
    Scorn quo luctam os sidencia e do Thesouro Provincial, cm vista daI
    situasao, urna revisao da tabella de pagamentos
    do Sr. Jacobina, diz de modo a revesarem mensalmente as classes rao-
    u juisa. eebedoras, tend fallado em sentido contrario os
    orque -e um facto no- Srs. Dras. Antonid Pernambuceo e Almida Cunha t
    ta Casa da Miseri- e Jo-6 Luiz.
    no dc regulars di- Terminada east exposigio, vem A. mesa, apoia-se
    L Gras, muito pro- e entra em disEwsafo uma proposta do Sr. conse- i
    racta. selbeiro Felppe Mamta paras dimcutir-se, decade jA
    . president : en- o project fa reform dos estatutos, visto j ter i
    nta Cats .para Jinai- "- votado ole ortamento provincial, no qual nao 2
    delle para o psylo forsalterada a contribingo anterior sobre venci-
    I pars sel me ests meotti, e assim achar-se resolvida a eonclil do
    Mo dmaanlbo asyl; adismento" do memo project ; e proummdando-
    mar alii oe in- o conmtra a discuamo usna present se0lao os Srs.
    d Silveirm Carvalha e Dr. Antonio Penambuco, 6
    Las impigaT des- r' tLA a &s .
    >~~~ ~ ~tm uktoo ^ ientaeapoao depi do ftffarem o

    *r.,g--. qi-n-- Fo; f. IM.






    "e-
    Al --23|^ "a~4>Tm t :.- IR i I?'' sf' -^' s ,-'* r **?
    ' "- ''. : '"< ;i .+ '/..:, .. i:=. ".+ +: :
    '. .. ." L- :'. "-* ,:,- *+. *:.: ?,^ i .[ r. it
    + :* -." er .'*-. at .-: .' + '. ,, ..: -.'_ .*. -^ '**' '
    j -

    4'*: t ia'-


    b eudh ddoktvor- di r".
    4o01,
    Circalarsr&-4is trans d -ptidow
    18,611 passageiros dae diffe asses, i
    ve 181 e eonts do governor; foram trsa'nsg
    d"s 82,980 kilogrammas de-bagagemni, sendo.
    por conta do govermo.
    Do. 9,576,WSiilogrammas de mercadoriMs
    pachadas, 1,602,192 o foraum da capital pars 0e3
    tia-r, sendo: para estaiaes do prolongam
    232,306; 9"27 do interior pars a capital
    quaes -03,444 vindos do prolongamento e 3
    ein trafego miermeoio, onde figuram 7,799 e
    memo prolongameato. "' k
    Nos 7.670,927 kilogrammas de mercadorias m- '
    portadas pela capital liguram, alim doe 6:.997,503
    de assucar c 68,651 de algoilado, 185 de 4'liumo....
    228,081 de .iguardente, 33,888 de eorcaes, 5,187 | -
    de couros, 183,000 de inadeira, 1,400 de mel,....
    40,470 do i-nha c- itmais die diversas.
    Operacao imporlanle Foi praticada s-
    bontem no Hospital i'-,lr If a boperaco de talha
    hypogAstrica coin distenslo da besigit, corn solu-
    yAo do acido borieo e d. re'cto coin o baluo do Pe- P
    terson (do lIielj.
    Foruim cinpreg-tdas t,,is as cautlt-is anti-sp-
    titus e segii-ls lo.Iuis oi pir-cc.'it'js r..c-ommenuIlaios
    pen Perrier e Guyon.
    E' a pimieira ve7z 'ie se i pratica Cstat op'2iraio
    en Peritainbuco.
    tFoi opcrador o Dr. Ma.laqtuias, e s'us auxiliarea
    os Drs. Pontu'l, Estval.-, Moseos-', Barros Sobri-y
    1nho, rrlo, IR. Bamkn,iira, Cysim;iro. A. Serafiu J
    ii'?- tlc-,)s ,in csttb,.ii'c-l initito,, Catriu iro da Cunha a n5n
    Sant I Rosa, ineliec.,, dc clinical especial da Saute
    C.-i!a, e o cirurgiao Numn. Imbi'ii. ,
    j cal,-ulo, q1uc 6 duro, pot 11.-) gra:nmnas c ton
    d-.! c.)inmriwnento S ecitimu'tros, dci. largura 7 cen-
    tin,'trmis, dIe csp,'ssura*t ceitin:tros. A eua
    inaior circuonicreicn-i.t'-It d,' 21 e-ntimnetros, a me-
    nur 1' ccitim,.'tri)s.
    Senaenler, % cm.ulicund'adr Ju.o .Fernaiides Lopes, q(tU ias pi's-
    sas '.li, i|iiiz.r''ui ens'i:tn a enult ri i .1,i c- e.tO en-
    c ,*utl'Ila..mA; ciii '!,?t p IC[.r-i- -tl'in iil':- 'I c'.t t' ai '.' e
    que s'etaodilats grattiitameitte.
    A .-i. van it.' i engit s i- :I'a.- e s 1." t 1.1 .i pl ':iI;I'.i"'s .Ao
    I:m e:inle:-c:iil.-ts.
    S.II..o le to il -.dltnir., ia',ir t s-tn ,;an-lc dis-
    I :. li,, ii tra'.11ilhi'i ,i's t,.rre?.'.j,L if',:-.-".is k .ti6 mi t.s-
    Na utip~au4.i 1 ut.i I. ) J.ac -''jl1n, mi-i ) i Jo
    Il O'x) i ll;; a.l'r, .n,' >s .'i f111:--
    ,l.iii.:rI .1i;u : r ,iLt- 1; It' 1. l. 1 i-ras dit -1a-
    ai:1 a ,,t nit.i-s ar Ir'-, Il'-st 'i plattt a Cini-r' t1.ri-
    ,I a.- :-' Ci tiiil' i l' l'i'' "-t~rs.
    A .'-ir,- ,! c ,, i,,i lir 1 ,i -i 1,zir por ai 2iii. 2-.)
    ',i...)-,[ \:.,:.i l ..i.iul, I [.ihiai [i r aHim aeic:;i l Ile
    l,'.liJ>.i p t,-_r.i (,'.' t.i i[i1 :i icit t;a ile 4:i.Hii t.l ;:ui .i .
    .\':crt.-.'-- atiuml-t l'- a ;t .'r\,,,'-in'' do at t.o hlurra,
    e-*'*',il ".,.iinvc'iii.nt,.'iii.:'nt' t:ract.trl:i, .') ;im'')n, cim
    c.- -a.-lin'- a i fi itit icar.en
    Spr.,paan.lii: t:t c(7'iipr;1a ) ce-iit) de' I c-ie-.s a :2
    oui o er. :-.icci at 10,)' rs. o kil,-', qualquer iqu 2eja
    at 'lu.nti.ltalc .-.:i b nii c--statl..-, l iii e in) s' pr.i sta
    ac iistrtcir aoi s i ,i'r- iuiii .-r.in p:lantaal, sobr-? o iii.-Jo
    m: is ecmoi-oi vieo v c- convnicniiite i-e eultura.
    Seifelitgeg miosinm, Sr. coininn':ad,-r L-ipes '-min'ntcs n,,va1 Jo
    de e.aniiat-,, que veuder.i a qitc'n lbnrocurtr no mesa-
    li .i tio i t C.ipa mig. Ictja iutrAlt'tat tict c-1 t'rcute
    .o 'hat fariz.
    Loroimolora Il'e-nalulubeicana So') a
    prc-iidincia do Si-. Loye F'ilii ritiniram-s5 divcr-
    s-is slibscriptorut.- il' ac-i''s d'.;-tat conmpanliia, re-
    prnI)-'titati(m o ilimi(d,' .-tadie ci capital, e foi no-
    we:ada una coimminissio composta dos Srd. Dr. Ja-
    cobitna e eoinmeudI does Le-It t! Lopes Machado,
    p|ra exaiitinar o project ti c:-tatutos.
    A reutiniao toi no palaeete cl.t Associaiuo Com-
    ii racial Agrie-'la.
    Instlilnto Arclneolo-ico e Geogra-
    pilico-Amanaiia, ao meio dia, reone-se este ins-
    titut j e0m si'ssAo ordinaria, nat re.ipeetiva sede.
    1i0m de Ontubro-Publicou-se o n. 1 d'es-
    te p-riodlico, orgibo dat Ass.'cia;Ao dos Fnneciciia-
    rios Provinciaes de Pernambuco.
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    novo t':staietto, p-rn Ltiz Paulino dat Siiva Aze-
    vedo, 1 ,Ivoluinme enead-rnado ; Marqucz de Pornm.
    bal, 1 volume nm brocihuri ; Chironica da rebel-
    leo praieira cm 181S e 1849, por Jeronymo Mar-
    tiniano Figuoirat de Mello, 1 volume et brochu-
    ra ; A mulher atrav'z dos sonlos, per Marques
    Gonies, I volume em brochura ; A batalha do
    Dorking, per Benjamim Disraeli, 1 volume cm bro-
    c!ielra ; A political monarchica. por Antonio do
    S.iz.-. Pinto, 1 volume em brochure ; Biographia
    c estudo ,1 listuria political con tern poranea, pelo
    eminselheiro Tito Franeo d- Alineida, 1 volume em
    l)briulihura ; A fiiha do Jesabel, por Welkie CAj-
    lhins, 1 volume nem brochura ; As mulheres que
    matain e as muinlheres quC votam, per Alexandre
    D)umtas, 1 folhcto ; El-gio historic de Antonio
    Feliciano de OGastilho, 1 tolheto ; Vigilias littera- -
    rias, por Clovis Bevilaqna c Jose' Isidoro Martins +
    Junior, 1 folheto. .
    Pelo socio benemerito Leonel Augusto da Coin.. j
    ta : -A caga do leopardo, por Emygdio de Oliveit1,.'.-
    ra, 1 volume cm brochure. ,..
    Pelo socio honorario o Exm. Sr. desembargadoj -,:-
    Jos6 Manoel de Freitas, president da province a .
    Falla corn que abrio a sessao da Assemblea Le-
    gislativa Provincial 3m o 1." de,margo d'bite an-
    no, 1 volume eneadernado. ,. i
    Pelo Dr. Joio Augusto de Albuquerque Mtn. "
    noio, Ee retario d-t presidencia : A mesma faJ ,
    I volume em brochure. -
    Pelo Sr. Dr. Francisco Leopoldino de Gusmio -. ,
    Lobo :-Relatorio do Erm. Sr. conselheiro Afon- ".'
    so Augusto Moreira Penna, ministro da agncat -
    tuta.
    Pelas illuatres redaqoses :-Diario de Perna "-
    buco, Jornal db Recife, 0 Tempo, ba do Na .
    te. Diario do Brasil, 0 LiberlPara
    reido do Natal. A Tribua, 0 Trfbuno, 0 MCm J *
    dn,o 0 Viaotame,0rS Graewd o*,e P-,
    zeta de Itapine'ri4ti Gaitz do Pro, k .
    Campinaa, 0 Tempo, de S. Pat ho-
    gica, 4,Mrwa illtrsda e U da ,
    Pelo socio Leonel Agusto da Cost ;- S '
    culo, 0 Tenawne.. 0 Preqador Cr&-Sb, .......
    presa Etusgwudca, 11A I *4)buOn
    e oDiarsol'strado deOP
    I oelet neio major Gudztetw b&o
    Pei,' ocio Pedro Om iak mll
    .e ".Qiruu O -
    I Comhlll i a.*.


    1
























    ao Sr.


    refu~m-oaeswmattestadoa,
    I pMdaotos snhidos do e+
    b icl unnicipils7 doAgua% r
    P o depropiedae da com-
    S~rFactories of Bruit Lini,
    o n 1883e princi(pio do corretate

    SComoera natural cor umnproducto completa-
    te naov, haivia mister obter o valor real do ar-
    nos diezos merceados importadores.
    Foi assim que se fizeram remessa do 503
    saceos para Lisbaa, 1000 saccos para Liverpool c
    5.secos para Nova-York, e conquanto o assucar
    , que se reportain os attestados inelusos, seja pro-
    ducte, por assim dizxr, de ensaio corn um machi-
    to ma novo, e ujo fabric deve ser susceptivel de
    elhiornamentos, que a pr.intica ha de forpsameute
    -conselhar, Aind assim, em takes condicues desvan-
    tjonas, esse product, como V. Exe. verA dos al-
    los attestados, fui reputado igual aa-mais afa-
    Moaer de Cuba, Demerara, Indias. Ouci
    Java e Egipto c obteve precos iguaes aos
    .Z procedeneias.
    iHa de V. Exe. convir que tal resultado c al-
    lt lisongeiro a takes empr6zaas dignaa d1l ser
    *aitwratdas pelo governor que assim foinentara o
    -bZtavolvimento de uma industrial tao promette-
    iora, que ja no seu eomeco rivalisa corn os melho-
    ves products das fnais afamadas procedencias.
    a 0 desenvolvimrcnto da industrial assucareira
    por meio de engenhos centracs, ha de augmentar
    considteravelnente a exportaaIo do imperio, base c.
    conw'iccio unica para o incremento da riqueza na-
    eional; tal e a convieao, que o resultado destc
    pequeno ensaio deve lovar ao espirito ainda o inmais
    timorato tanto mais quando sc trata de um genero
    de primmcira necessidade e cuja produc9Io 6 dcci-
    didamento muito inf ri r ao consume, c sel-o-ha
    ainda'por muito tempo,
    o Deus guairde a V. Exc.-HIln. e Exm. Sr. con-
    selheiro Affonao Augusto Moreira Penna, ministry
    e secretario do csta4lo dos negocios da agricultural
    coma:niercio e obras publicas.-Colin i lackcmsie,
    director c representante da companhia Central
    Sttg ir Factories of Brazil Lim,'ted. ,
    Lisboa, 29.de fevereiro de 1884.
    Aprovcitamos csta mala pIara Iho escrever, na
    esper-imm-' de que a present ctr'ta aiinda o vA en-
    contrar no Rio, afirn do lh c comrninunicar que ac:iab-
    mos de vender os 500 saccos de assucar C-S-F
    -B, vindos de Penmmn.buco no Orenoque a 14500
    por coaa 15 kilos. Julgamos ser dc interesse dos
    dono do) assnucar accit'ar estaofferta; por isso que
    nao vemnos csperaomas do morcado inelhorar.
    Como V. S. n:o ignora, o cstadu de apathia
    em que se acha este artigo, c geral em todos os
    mercados; e, lao obstante o prec.o a que tern chie-
    gadc,, ha opinioes (e muitas) de quo ainda baixara
    sa ins.
    Esta primeira consignadlo da Central Sugar
    Faclories vcioc em occasiao extremamente infcliz;
    porn, o resultado obtido leva-nos a esperar quno
    este inrcado proporcionari no future um mcio de
    sahida para estes assucarfs.
    a Attendendo ai que o assiucar crysitalisado de
    procoedocima do Pcrnambuco, e especialidade aqui
    deseonliecida, entondemos convenionte fazor co
    que os nossos principals refinadores o esperimeu-
    tassem, antes de promovermos a sua venda, Corn
    esteofin fizemos despaehar 40 saccos, que foriam
    distribuidos centre os nossos refinadores e nao te-
    mos scnao a congratular-nos de assim haver feito
    pr isso quo a experiencia deu resultado satisfac-
    torio. BastardA dizer que o preco, que antes da
    experiencia ntlo pa.issava de 11300, se elevou atW
    13;00, cn consequencia da circumstancia qne so
    originou cmtre os comnpradores logo que viram a
    boa obra que o assucar fazia.
    Os assucares vindos de Java, West-Indies o
    Egypto parai eate mcreado sao em geral do typo
    mais alto-isto 6, mais br.inco, pornm o assucar,
    que reeebemos de Pernambuco no Orenoque, corn-
    pura so favoravehlmente ao assucar d'aquellas pro-
    ce&dncias da mesma cor, ou typo, por isso qne 6
    bern fabricado, isto 6, de bastante for.a e secco.
    aI Sa attend lerrno a quo o assacar somenos. do
    Pernamibuco vem em saccas brancas, c que estas
    tec.ni um valor muito maior do quoe os sacco3 em
    quo veio a consignaqio pelo Orenopte, e so taim-
    be:n se considerar que as saccas brancas nao
    teem o peso do um kilo (tara que e de use aba-
    nur-sn neste mereaslo), ao pass qune os saccos em
    que cioao assucar pelo Oreuoyjte sao inuito gros-
    ,seir.s e tacm do eerte aquelle peso, differencas
    estas que devemn tomar-se em consideraOio, ver-
    se-h i que o preep obtido polo .nssacr crystalisado,
    vi i.n> no OreiTfqte, 5 equivalent no preco p rque
    se vonde o melhor somenos de Pernambuco.
    Tencionumos eserever pars Londres, reco:n-
    mondaledo que o assucar venha em saccaria bran-
    ca, puma servir de toras, pela influencia que, come
    acabamos de mostrar, essa qualidade do saccos
    tern no preco do genero.
    Contavamos poder mandar-lhe pr esta maoa
    u-m report do nosso corrector a respeito deste as-
    sucir eryst'lisado, pordm ainda nao o recebemos,
    e s5 pela seguinte mala o poderemos reiretter.
    a Somos corn a maior consideratea, etc.-K-ma-
    wiss, Rawes & C. a
    a Lisboa, 1 do maarco de 1884. A podido dos
    S's. Knowlts, Rawos & C., examinei na alfandega
    de risboa umra partida de 500 saccos corn assncar,


    m irea C S F B, vindos de Pernambuco pelo vapor
    Orenolue, contra-marca n. 2781884, e declaro :
    -, que a qualidade agradou; S assucar crystal
    sado, de um type que nilo e costume vir do Bra
    sil: a obra que faz regular do sonmeaos de Pernam-
    bunco que tmrn side vendido por 15500 a 1555(
    eida 15 kilos na alfandega, valendo os 500 saeccos
    scima menos 50 reis, por nio virem em saccos df
    ag dAiLo, corn oa.quaes teem beneficio os compra-
    do.:es ; 20, que comnparando este assucar corn o.
    outros- de igaal cOr de Java, West Indies, etc.
    aheo-o preferivel a estes pela boa obra que faz.-
    isgruto Radick, corrector. cc
    Tradacgao.-Avaliaeao do assucar brasileiro
    vijdoffoNef Pernambuco no vapor Orator, consigna
    do pola companhia central Sugar Factories of Bra
    oil aw Srs. Boddington & C.: 1,000 saccas coS
    assicar muito vendavel, crystalisado, fine, de co
    levwmnente amarellada, um tanto desigual no grii
    Analyse:
    Auasucar erystalisavel 97,90
    S Ni o crystalisavel 0,27
    Cinza 022
    Humidade ..0
    Materia organic, nao sacharina 0,81


    100.00
    c. Vale 20) soldos, novel dinheiros por dot,, post
    so aes em Liverpool.
    4 A analyse supra foi feita pelos Srs. Husan &
    uanlystas de Liverpool.-Bushley Son & Beas-
    correctores.-Liverpool, 24 de fevereiro de
    SNova-York, 6 de maro de 1884.-N6s, Skid-
    dy, ipird & C., vprrectres, pelo pre3ete eCer-
    jG sque no din 2 de fevereiro ultimo ven-
    amotsmlote de 500 saceos de assucar centri-
    FPermnambuiovindos pelo vapor Finance,
    OttA dos Srs. Mailland, Phelps & C., a 6
    Este-asrsuar dettnam prova 96, e estava clas-
    I :,'-;^ad : an. 11, D. S. A, 0 preeo supra era o
    efca ulairdo tado' do asmiar no di em


    do mercado de assucar
    W&l prova e cor, fei d,
    mear eentrifugo de De
    e cor, fi' de 6 i/l6

    opostel rai e'sgn4 a


    4 Qlocia aiDens nas a:tarst e paz_ aw homen
    no parbwoxxto
    c D'esta vez as z1oipeea I ecn s Iavmthlamn -
    ft r m:in -. i-^O+:' w+ ......Bi .... "
    freram variantIt. -
    Par, melhor nio relta davaa. :
    0 0podoler irreoplsaveet, pr. im wesmo quo
    nio poda errar, quiz ouvir oa responaveia polos
    erros olymnpicos.
    , Ouvio* a maiade urn m: a nada inenoa de qua-
    tro, al&n do chefe resigmatairio.
    Nbo limitou-se auso conselhos, evidentemente
    patrioticos e esclarecidos do senador Saraiva.
    a S. Exe. 6 sempre o mesmo nas horas da crises,
    ospecio do imperadorw.honorawo no genesis dos
    gabieteos liberals.
    0 eleitot supreme enteadendo, como moder-
    nameonteo vai fazeudo, o tal livOrermente da escelha
    de sais ministros, daiearacter mais constitucnioal
    ao invectivado adverbio da Ooawtio.
    a Nao facamos reflexes n'esta IwA've oas
    factos desfilam de tropeL "
    ,, Ahi vein o ministurio novel ol eihems para os
    herons do din.
    0 honrado president do conselho vai pnectrar
    no parlamento e, sem duvida leva programma
    que satisfaVa aos grupos antagonicos.
    ( 0 sum gabincte dove representar a victoria
    da canciliavAo ; o amplexo feito carnI.
    Nao mais a espera de D. Sebastiao, n7oe mais
    o reinado dos Felippes de Castella.
    Estamos em plena restaura9ao, e viva o da-
    que de Braganea!
    0 recinto da 'adea Velha esta hoje alcatifa-
    do do flor.3 c folhas de mangucira.
    c Aquellas aridas planicies, arciaes inhospitos
    itc hoinrtem, converteram-so em veigas viridentes,
    pot onde susurram quarulos rogatos.
    Roxinolam os inplumes bipedcs das florestas
    canoras, c correm perfumes no corner da brisa.
    Uin sitio edewco, em vez de asperrimi fra-
    gura!
    Decsfilam os coupes ministeriaes, come se fos.
    scm Ifstivos carrots da Lapinha.
    0) 5 do junho 6 uma anteeipa-ao dulcissimna
    do 2 de julho.
    c Os conservadores que mordan-se de raiva !
    NAo nos 6 licito ajuizar das conversas havi-
    das e n S. ChristovAo corn os outros cheies libe-
    raes, que foraun c voltaram scm incumbencia al -
    gairma
    Parecc-nos, entretanto, quo clles nao alcan-
    c:ram mais do que alguma carga de defluxo, via-
    jando por aqulle liumido e pantanoso bairro, As
    horas da noite, c quando o thermomctro- marca-
    va 18 centigrados.
    0 0 imperador clamou-os n:aituralnmento como
    at mestres de obras liberaes.
    Quiz ouvil-os sore a nova empreitada, p3-
    diudo-lhes plant c ornamento das obras.
    ,, Cormn) que os taes mestres nao apresentaramin
    dcsen.os capazes, ou nao se mostraram baratei-
    c 0 certo o que sahiramrn serm a incunbencia,
    que fui ldadaa outrem...
    rovavelmcntc o conselliciro Dantas fez DrO-
    )stats nmais rasoaveis, pelo que fui considerado o
    mrneilor ( dos metres da obras.
    ( E e!le esti se desempeoahando perfeitamentsi
    da commuissao.
    a E:n 12 horas fez o ministerio, e hoje mesmo
    vai aprcsental-o ao paiz.
    S AI Mis a igumas horas, c saberemos o que se
    passou no corpa legislative, ond& present mncnto
    asylou-se a discordia c o caudilhismo.
    a Sc o min'stcrio atravessar a lua de mel, isto
    ,so f3r recebido corn blandicias, a Camrnara que
    finlue tranqiuilla : viverA ainda (lois mezes.
    ,- S&, pordm, estrondar o alarido dissident,,, ai!
    un' esse caso. apenas dois dias !
    a ... E'o quo direm telephones invisiveis que
    vito ter As salas mysteriosas de S. Christovao... .
    -- Dia 7 :
    c, JA todos sabem os nomes dos novos minis-
    tros ..
    ,, Atd elles mesmos, que de tal consa nio se
    lcmbravain ainda antes de hontem.
    ,( Fallamos dos que nao sao ministros ; dos que
    cperavam sel-o, jA porque sobra-lhes desejo e vo-
    cacilo parn a p-asta, jA porque trabahiaram coming
    inouros no bota-abaixo do ministerio passado.
    ,( Nao ha nada mais curioso do que estacionar
    A rua do Ouvi lor em din seguinte ao das organi-
    sasses definitivas...
    c Porque emquanto ellas estbo em ensaios, em-
    quanto o organisador se aeha no choco, o aspect
    da rua, isto e, dos transeuntes eorn rasea na assa.
    durna, e outro, muitissimo diverse.
    d T sd o esperancas durante o period da in-
    cubacao, quando os telephones fallam d'aqui para
    acola, os bolctins eruzam-as qual mais disparata-
    do e a reportagem ainda jogando a-cabra-eega e
    a pagar tilburys per canto dos patrSes...
    N'essas horas de palpite e alvoreco, todos se
    apegam a Nossa Scnhora do 0', invocacao mihk-
    gross da Virgem que esporava seo mae e que e
    na folhinha roman oonhecida pela Madona de
    Especta.Ao!
    ,, Que abalos era todes os possiveis, e quo serie-
    dade a todos as provaveis...
    c Alguns nao sahem A rua n'essas occasiSes,
    ddixam-se fear em casa, afirn de nao desorientar
    o ordoieanca, quo deve chegar a todo momeu-


    to. .
    Aquelle que ji foi ministry (per acerto oun por
    bamburrio) faz tomar ares, na janplla, a velha
    farda, a pretexto de mofole e cryptogramos...
    a Aquelles que sahema Arua, fallam pouco, nao
    arriscam opiniSes definidas sobre cousa alguma,
    neon mesmo sobre o calor que faz, afirm de se nio
    tornaremin incompativeis...
    c Uma comedia euriosa e sublime !
    c, Todavia, quanto essa comedia 6 imferior a do
    dia segninte, quaudo os impoassiveis foram os eleo-
    tes e lancados ao esqueeimento os probabilissimos,
    ou que se ineuleavam takes!
    c Quo earns que carantonhas!
    Esse belle espectaculo tivemol-o hontem cm
    toda sua plenitude, depois que os boletins decla-
    rarum* no s6m-'nte os nomes dos chamados, mas
    os dos escolhidos !
    c -'rocissao de deseontentes, condemnados a ap-
    parentar alegria, a sorrir apds o mallogro, a prc-
    testar admirago pelo horror e fidelidade aos que
    nubo Ihes foram ficis !
    a Supplicio nloseogitado per Dante, mas que o
    conselheiro Dantas soube inventar para usao de
    seuns eorreMigionarioe agradecidos!
    .- Todavia elles nuio sao obrigados A essa atti-
    tude, senio em public e raso.
    c Desabafam em particular; dizem do facto
    consummaldo aquillo que ninguem ousa dizer dos
    faetos sem consume !
    c Porque dlles nao slo santos e nemr mesmo as-
    signantes do Apostolo!
    V 0 governor, pordm, o que se import corn
    isso ?
    I Governor sahidodo trinque, novinho, estA mes-
    mo para amfuos de indisciplinados!
    f 0 barulho, se barulho existed, 6 todo de ports
    a dentr ; cA fdra o que continaa a brilhar 6 o
    sorriso contemplative ante. o ministerio triplica
    damente bahiano e duplamente mineiro.
    a 0 MaranhAo e Matto-Groseo, collocados nas
    extremidad"s do Imperio, que contemplem triumn-
    pho heroico da frimogenita de Cabral!
    So ella teve treas qinhoes, porquea Bahia 6
    dos bahianos e o Brazil dos brazileiros:.-..
    t( Ou entao, como so dizia no.doiminio das fabuu
    laa do gabinete anterior.
    a Quttia nminar leMo,. .
    Fagaetro-gah'dos, p pap os potto3 do
    si-no vaor naecional.J t|hQVp:
    Fe rtriO d!aao oe Caimahio, Dr. Fudoaxio do
    Brit, saaseaen, 5-eriados e Imac r, ),. AA Ms
    J. Feitosa, Anua Rosa d'Arm.linda 2 ..ihas-
    Torquato Paoes Barreto, Aa^rnuio deUito, Voal-
    rianseF. 'deC iapo n,4oel Correia da, 4,.W]
    Antonio JoAe Henrkqae do Lima, Joao Alr ,de


    -dim 16 do auo, e para o *sUS O48o do ?"7' %13


    Pelo qate PiNab, A iltoras, na raa do Born
    J"U& n. 43, do faznmdas avariadas.
    Peltoagete ( arms e Silva, as 11 horas, na
    r( d Poutu Vdzana. 81, de moves, letas, etc.
    ianha -
    Peto agent Gasmzcb, as 10 1/2 horas, A rti do
    Born Jesus n. 51, de objectos do marmoro, alabas-
    tro e agatha.
    -Pelo agete Carmo e 'cS as moleo dia, na tra-
    ve08a do Corp) Santo u. 27, de predios.
    Pela -agente Silwira, as 11 horas, na large do
    -Praize n. 20, de movcis, loua&,e vidros.
    Pelo-agente Pinto, ais 11 horas, na taveraa da
    prna doConde d'Eu n.2, deos geanros e arma-
    ao da mesma.
    Peloe aWt e Brito, As 11 bhoras, na rua do Li-
    vrameato a. 31, do moves.
    Sexta-feira':
    Pelo agent Pinto, as 11 horas, na rua do Bom
    Jesus n. 2, do moveis, lou94a, vidros, cofres de
    ferro, etc.
    Pelote agente Brito, Ais 11 horas, A rua das Trnm-
    che4ras .-40;, d.Moveis, obras de oaro e louAas,-
    o e Silva, is 11 horas. na tra-
    veasa do= CeOr'C rfto n. 27, de wa piano e in m>-
    veis.
    tlisas fanebres--Serao celebradas :
    -- Qainta feira As 8 horas, na igreja da Santa
    Cruz. por alma de Jose Antonio de Sa Leitao.
    -- Sexta-feira : As 8 horas, na matriz da Boa-
    Vista, por almna de D. Ephigenia Carolina daFPon-
    seca; as 7 horas, na mnatriz de S. Jesd, pela alma
    do Domingos Justo Teixeira Machado.
    Sabbado: As 8 boras, na igreja do Paroizo,
    por ahnlma do conego Francisco Rochael Pcrcira do
    Brito Medeiros.
    Loteria da provinela Hoje, 18 dj
    corrente, serA etrahida a loteria 46.', em be-
    neficio da igreja de Joaz do Barros, no consisto-
    rio da igreja do Nossa Sncuhora da Coneeicao dos
    Militares, ondo se acharao expostas as urnas e
    esphoras arrumadas em ordemn numerica A, apro-
    ciaqao do publieu.
    Loteria do tiode Janeiro-A loteria
    n. 310 B, do Rio, de 20:0005000 serA extrahi da
    no dia 20 do corrente.
    Bilhlietos A venda na Casa da Fortuna, Ai rua 10
    de Marco n. 23.
    Loterla-A de n. 151 A, do Rio de Janeiro
    de 25:00U00J serA extrahida hoje 18 de ju-
    nho.
    Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, ru1a 1
    do MIarWo n. 23.
    Loterirta lte 2aO0 S-o-A loteria 151a
    scrie A., corrn impreterivelmente hoje 18 d
    j nho
    0 rest dos bilhctes ha-se a venda na Casa
    Foliz A praqa da Indep dencia ns. 37 e 39.
    Grande loteria L0OsOOuO@ 000-
    Esta extraordinana lot i t scrA extrahida na c6r-
    te no dia 16 de jalho pro me vindouro.
    Os bilhlietes acham-se venda na Cas. da
    Fortuna, A rua 1 de Mare) n. 23.
    Mercalo aHunicipal de M. Jo40 0
    movimento desto estabolecimento no dia 16
    do eorrento foi o seguinte:
    Eutraranm para seremn vondidos: 52 bois, pesan-
    do 7,025 kilos.
    Nes mesmos dias entraram para o mesmo es-
    tabelecimento:
    Peixe 130 kilos
    Farinha, milho e feijao 52 cargas
    Fructas diversas 25 ditas
    Suinos I
    Carneiros 2
    Preuos do dia:
    Carrie verde de 480, 320, at6 240 reis o
    kilo.
    Suino a 610 reis o kilo.
    Carneiro a 1, idem.
    Farinha de 500, 400 atW 280 reis a cain.
    Milho de 480, 400 a 360 reis a cuia.
    FeijAo de 1I200, 1000 e 800 rs. ide'n.
    Foram occupados:
    64 talhos de carnet verde.
    14 ditos de suino.
    11 ditos de fressuras.
    62 compartimentos de legumes.
    40 idem de farinha e comidas.
    Deve ter side arrocadada neste dia a impor-
    tancia de 2095700.
    CVaa de Deteneao.-Movimento dos pre-
    sos no dia 16 dejunho:
    Exiatiam presos 301Jentraram 15, sahiram 12,
    existem 301, a saber: nacionaes 271, mulheres
    5, estrangeiros 11, escraves 14 -Total 301.
    Arra90ados 272, sendo : bors 257, doentes 15,
    -Total 272.
    Movimento da enfermaria :
    Teve alta :
    Sobastiao Correia da Rocha.


    CHRO1ICk JUDICIRIAU

    Tribunal da Relaao,
    SESSAO ORDINARIA EM 17 DE JUNHO
    DE 1884
    PRESIDENCY DO EXM. SR. CONSELHEIRO
    QUINTINO DE MIRANDA
    Secretario Dr. VsrgiliUo Coeho.
    As horas do costume presmtus os Srs. desem-
    bargadores em numero legal, foi abcrta a sessAo,
    depois de lida e approvada a acta da antecedents.
    Em segnida S. Exe. o Sr. conselheiro president
    fez ecustar ao Tribunal, do conformidade corn o
    aviso circular d- Miaisterio da Justiga de 29 de
    maio proximo fiado, que de accordo corn a lega-
    suo de Sa;i Magestade Fidelissima, a convenuAo
    c2naular promulgada per decreto n. %i,236 de 21
    de janho de 1876 entire o Brasil e Portugalp, foi
    sultituida provisoriameRte desde o dia 21 do mez
    eima citado pelo deereto n. 855 de 8 de novem-
    bre de 1855.
    Distribaidos e passados os feitos deram-se os
    seguLntes
    JULGAMENTOS
    Habeas corpus
    Paciente:
    SJovino Jose de Albaquergae.-Mandouse sol-
    tar"emotra o veto do Sr. desembargador Oliveira
    Maeiel.
    Recurso crime
    ..e Bezerros-Recorrente o juizo, recorrido Ma-
    no'l Hlermino Pegsoa de Mello. Relator o Sr. des-
    embargador Pires Ferreiria Ajantos os Sras.
    dosmbargadores Fires Gonalves e Toseano Bar-
    ret.-Ncgou-pe provimento, unanimemente.
    Appellaees crimes
    De Born Jardim--Appellante o promoter pabli-
    co, appellado AntoniowCaidio Vieiia de oIoraes.
    Relatoro Sr. conselfieiro Freitia Heiriques.-
    Deu-e proviment9 as appellaeao para se condem-
    nar o 1o no mediodo art. 130 clmbinado corn o
    33 do codigo crrmnaln e mandou-.s procesar o
    subornaute ito f6ro commum, contra os votes dos
    rs. desembargAdores relator, Toseamno Barreto
    Btarque Lima.
    t Da Parahyba Appellante o juizo, appellado
    JoS6 Manael do Nascimento. Relatr o Srt. conse-
    IBeiro Queiroq!.Barrosm-4Matdou-se a novo jury
    coitra o yota do relator. ,
    De,.lagons-AppolIate JoA andido do Bot-
    fun, ap ellada j tia. Relator o Sr. conselheiro
    QuiW ua rro-.- oi counfirada aenten na g D-


    ; -Appwei o civelt
    Do Recifo-Appefianwt Francisco Joaquiin{o-
    rues da Silva, appelta4o Vieento Ferreira da Silva;
    Appallalo commercial
    Do Rocife-Appeltantes D. Jlidana Robiliard
    e o BorAo deo Una, appeliados os mesmos.
    Ao Sr. conselheiro Moiiteiro de Andrade :
    ApellaAo.o commercial
    Do- Nazareth-Appellante Paulo Cavaleante Ma-
    riah' lF'atealcao, appellado Joailo de Hollanda Caval-
    cante ILeitao.
    Ao Sr. descmbargad3r Fires Ferrcitra :
    Appellaao civel
    De Jabltao -* Appellaatc Joaquiin Maximino
    Pereira Viaaua, appefados os libertos Ronmualdo
    e Josepha.
    0. Sr. conselheiro Araujo Jorge como procarador
    da corOa e promoter da justiga deu parecer nos
    seguintes ftitos:
    Appeltaces civeis
    Do Villa Bella-Appellante Joa'o Bezerra Lei- .
    te, appellada D. Philadelpha Emitiana de Campos.
    De Camaragibe-Appellanto o juizo, appella-
    do. M3anoel Huleno Rodrigues dos Santos.
    Do Cabo-Appellante o BArbo do Jaboatio, ap-
    pellado o africano Faustino, por sau curator.
    De Camaragibe Appellante o juizo, appellado
    Jose Gomes Pinheiro.
    Do Rocife-Appellante D. Rojalina Maria da
    Paixao, appellado Felix Valois da Silva.
    Appellagoes crimes
    De Mamanguape-Appcllante ojuizo, appellado
    Bellahmino Jos6 dos Santos.
    Do Muricy-Appellante o juizo, appellado Vie-
    tor Jose dos Santos.
    Do Bananeiras-Appellante Rafione da Rocha e
    Vasconcellos, appellada a justioa.
    De Pao d'Alho Appellaute Jose Lopes de
    Araujo, appellada a justi"a.
    Do G(oyFnna Appellanto Manoel Felisberto
    Tavarcs fa Rocha, appellada a jastica.
    Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
    embargador Biaarque Liin :
    Appellaces crimes
    ,De Olinda-Appellante Pranaisco Jose Ignacio
    dos Santo, a,>pellada ajusti u.
    De Iainb6-Appellante Autonio Vieira da R.)-
    chi, appollada a jushia.
    Appellacoes civeis
    Do Recife -Appetllaute Joio Marques de Sol-
    za, appellado Joao Gotcalves dA Silva Beirlo.
    Do Porto Calvo-Appellante Leandro Cavalean-
    te da Silva Guimaracs, appellados os herdeiros
    de D. Leonor Lourenca Pitanga.
    Do Sr. desembargador Toscana Barreto ao Sr.
    desembargador Oliveira Maciel :
    Appellaq5es crimes
    D)o Recife -Appellaute o juizo, appIlad) Ar -
    thiur Lambert.
    Da Palmneira dos Indios-Appahllante Jose Luiz
    Vieira, appellad. a justica.
    De Olinda-Appellante ojuizo, appollado Clan-
    dino Jose de Sanche.
    Do Rtcifc Appellante Jo:quim Rodrigues
    Viaiam, appell:ida a justiga.
    DM Born Jardim-Appollanti Moaoel Carlos de
    Souna, appellada a justiqa.
    Dx Imperatriz Appellante Jos6 Soares le
    Aratujo, appellado Paulo do Araujo Lima.
    Appellaio civel
    Do Pombal-Appellante D. Rita Maria do Es-
    pirit -Santo, appellado Joilo Cardoso de Araujo.
    D[ Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
    conselheir) Freitas Henriques :
    Appellaq5cs crimes
    SDo Bonito--Appellante o promoter, appellulo
    Jose Cypriano Bezerrma de Mello.
    DWb Mamanguape-Appellante o juizo, appeUa-
    do Joaquitn Jose dos Santos.
    Do edras de Fogo--Appellante Firmino Dias
    de Araujo, appellada a justica.
    Do Sr. desembargador Oliveira Maciel ao S,
    desembargador Pires Ferreira :
    AWe+llacoes crimes
    Do Bezerros-Appellante Francisco Quintino da
    iI a,. appeal ada a justica.
    De Bo Jardim Appellante o juizo, appellado
    Jos6 Joaquim de Souza.
    Do Recife -Appellante Jos6 Antonio de San-
    t'Anna, appellada a justia..
    Do Buique Appeilanto Antonio Salvino de
    Farias, appellada ajastiea.
    Do Reeife--Appellante bamibo, eseravo de Jo-
    se Bezerra Chaves, appellada a justice.
    Appellacao commercial
    De Porto alvo- -AppelLantes Tavares de Mello
    Gonro & C., appolado Alexandre Hyppolito dc
    Vercosa Pitanga..
    DIIGENCIAS
    Corn vista ao Sr. conselheiro procurador da
    cor~a e promoter da justica nos seguinte3 fL-
    tos ;


    Appellacoes crimes
    Do Recife -Appellante Bemardino de Oliveira
    Campos, appellada a justica,
    De Gmmelleira-Appellante o juizo, appellado
    Pedro Vieira da Costa e outro.
    De 'amaragibe-Appellante Pedro Mauricio de
    Paula avalcante, appellada a justica; appellante
    Bcraardino Ignacio de Miranda, appellada a jus
    tiqao; appellante Antonio Marquzs de Siqueira Ca-
    valante, appellada a justice.
    ; Appellacao civel
    De Palmares-Appellante Francisco Ant mio
    Pontual, appellado Joao Pereira de Araujo Car-
    dose.
    Corn vista as parties :
    Appellaoes eiveis
    Do Recife-Appellantes Fernandes da Costa &
    C., appellado Antonio Jose Pereira.
    Do R.eife-Appellante Dr. Ernesto Cunha, ap-
    pellados os herdeiros de D. Franeisca Thomazia
    d& Qoneeigio Cunha.
    DISTRIBUIVOES
    SRecurso eleitoral
    Ao Sr. conselheiro Araujo Jorge:
    Da Campina Grande-Recorrentta o uizo, recorri-
    do Manoel Lumz Cavalcante de Oliveira.
    Recursos crimes
    Ao Sr. desembirgador Pires Gontalves:
    De Olinda-Recorronte HenriquerFerreira Pon-
    tes, recorrido o juizo,
    Ao Sr. conselheiro Freitas Heariques :
    Do juizo do commercio Retorrete o juiao, re-
    corridos Jolao Luiz Pimentel & C.
    Aggravos drjfietraao
    Ao Sr. conselheiro Araljo Jorge<
    Do juizo do eommereio--Aggravante Machada
    Lpw &s C. ea-Andr6 Aveliao Pereira d a Silva,
    aggravad os os.inesm-s.-
    Ao Sr. consedheiro Monteirodo eAndrade:-
    Do juizo do commnerieto -Aggravante D. Angp-
    la Maria do Espirito Santo e Silva, aggravados
    Machado Lopes N C.
    Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros ;
    Do juizo do commereio -Aggravante D. Candi-
    da Eugenia Pereira do Mendonga, aggravado 0
    jice.o
    AouSr. desembargador Buarque Lima:
    Dojuizo do commnerio Aggravante Vietorino
    Domingues Alves Main, aggravado o juieo.
    &o Sr. desembargador Toscaao Barreto :
    D)t juio do .omnmercio-Aggrava.wle Joaquaim
    Gwooalves de Albuquerqae Silva Junior, e Farias
    Neves a Cordeiro.


    mriques : 1
    pappellados Josa
    tiron.
    Amnadrade:
    Joa-mlpirn bodri-
    a fistia. c
    AeBtvio de Sd ,

    promotor publioo
    i aiurreto:


    '1
    (


    gas; e isto corn alguma semelhana a taesma igre-
    ja, a qual, nascida de exiguos principles, com ra-
    pido cursor torneou e abrangeo o mando todo.
    E si os homes quizessem conhecer melhor e
    julgar coin mais justica esta ordem religiosa, bern
    come todas as outras, nao seriamos de cerito as
    corporagoes religiosas em muitissimos paizes tio
    ingratamente por elles tratadas. Todavia ven-
    cendo o mal cornm o bem, cumpre esforgar-se, amados
    filhos, para que em semelhante aspereza de eousas
    a virtude sobre-saia e sobrepuje sempre As injuries
    e A inveja dos homes. 0 pensamento dos meri-
    to3, nos quakes o Instituto Franciscano tem-se os-
    tentado em todes os tempos eminente, nos taz es-
    perar corn toda certeza que o measmo persevere
    sempre em dar fructose excellentes, para a salvaiao
    pnrvada e public de tOdos. E' per isso que n6s
    tames amado ternamente e acompanhado sempre
    com peculiar diligencia a mesma Ordem Terceira;
    temnol-a outr'ora celcbrado corn merecidos louvores,
    e, ha bern poucos dins, recommendamnos encareci-
    damente, por uma nossa Oarta Encycdica, aos des-
    velos e sabedoria dos bispos; porquanto julgamos
    essa ordem suafficientemente apta para impedir os
    inerementos das sociedades secrets. Para ampli-
    fieari e sustentar a mesma Ordem Terceira, sobre
    tudo pela prudencia e gravidade d'esse varao re-
    ligioso, quo ultimamento esoolhestes per mestre
    supreme da ordem, conhecemos perfeitamente po-
    derdes contribnir em grande escala n'este traba-
    Iho, e nao duvidamos que real e effectivamente


    contribuaes.
    De rest, amados filhos, post diante de vossos
    olhos a image do glorioso pai S. Francisco, por-
    fiae, uanuto rot pessivel pela imitabao, em conse-
    Sguiras saas prestantes virtues. Procurai corn
    summo enidado, que em cada um it dasR vossas fa-
    milias vigorem sempre aquella santidade de costu-
    mias e aquella regular observaneia queo professes:
    e pois que foster elevados aos principles encargos
    dos religiosos deveres, trabalhae para que, assim
    come vos avantajacs aos outros em dignidade, as-
    si aos preodaes taml emn o aborn exemaplo.
    Pelo que apraz-ntsa B aos corn as mesmas
    palaras, de queoservio se apostolo S. Paulo
    para exhortair oe Plippeases A virtue christ:-
    Reoe9mmend- ota queoves parties onformn ao eiyan-
    gd de hCristo... e era nadatenaes medo dos vos-
    eos adersaries... qe intaes umi-rssm a cousa,
    teuwidouma mesma caridade, un mesmo anima, unys
    memons pemisuamente. -
    Como feliz presagio destas gragas e testemunho
    da*mssa benevleneia, nss, em rnome do Senhor,
    vo dlamos corn grande affe-t) a v6s e a todos os
    ntbro "da vsa ordema baRao apostolica.
    Acabado o diseurso poatifiei o novA padre go-e
    r5i toynou a palavora, afim de tributar A Sau San
    tidade as dovldaas-homeftgens de acl de gmreas
    e Ieflialdevooao einm aome proprio edo toads a
    s U .Idem. -
    Rima, 1de itiw l8841.. d u
    0 CArttc 80-L nRALIOD C lUCwuIN1ros
    fi^ng acaa ja ngD f-icUlar d& 7nittu CatW"ioe


    SOeetcarsepara enmpreg tos de p
    Fazenda 1I
    V[[ ti
    V11
    Cara de r'3 corn finos dejuiz,
    Figure da presepo oni cntreinez, r
    Por maos e maiis pinotos que tu d3s n
    HIeidJpor-te,n' testi, urn T,con giz r-
    Bocage.

    GARAxTO qft fui o ainior protector desso mo- ;y
    'o (o Sr. Saboia), no concurs do fazenda, como p
    nm.) o contestam os outros examinadores, inclusi-
    ve o Sr. Lima,,. 0
    c< Nunca promnetti agmnentaronumcro de esphe- d
    ra3s C sim CONSEGUIR-LUE UMA BOA (?) COLLOCAqAO 0
    rETC., ETC. Oppux-me no o francamentte 'o AUG- c
    aMETro do espheras, quo disse que podiam dccka- hi
    rar que a opposicIo partial" de mim; e o fiz come c
    a disse aos eompanlieiros, porque nao h:ivia in- e
    justica ia remediar, porque a aeti estava lavrada, S
    polo mdo use qne podia fazor o pretendente destoi a
    coneesslo e conclu.- dizcndo quo quando fosse pos- g
    sivel me oppr'i i pclo makiavelisinmo (corn k ?) do v
    pretendente ,. o
    Issoescreveu o Sr. bacharel Abilio Cavalcanti c
    de Albuquerquo, na Folha do Norte de 3 do cor -
    iente sob o seu nom, e, necessariamente, respon- '1
    sabilidado d
    Ainda bern, que 6 o proprio examninador, que 1
    vem cornfss'ar, de public, que foi o MAIOR PROTEC- d
    Ton do caiminando, a quem prometteu um.ABo.. .. e
    co,.oc.A(I.O !... t
    E o Sr. bacharel Abilio nio sesatisfez em con- i
    fessara sua prnvaricaa), GARUANTIO c appollou para C
    03 outros exarinaadores quti noo o ,, corEsTAM 1
    Aldin da pi)sicio iri, iun-liii einso, em qu:se '
    collocou o Sr. Abilio, veio declarar ao public o I
    ao0 govermo qua os seus coinpanheiros exarninado-
    re-s tnmbein provaricarain ; deoclaracao tanton mais
    formal e aceitavel, quanto esse Sr. affirmna ter-so
    ,, opp)oito tao fraucarimtc ao0 AUGOENTO. do esiph'-
    ras, qu' autorisava os compinnhiroi a doclaarar
    que a opposi.ov) p:irtia de si ,.
    Pelo que confessou o Sr'. bacharel Abilio, nao
    carce inuito csforcj para compreho.dcr-se que o
    houve tentative d-it part dos exacminiadores para s(
    aug-rnnta:r-so o nirmnero dl c3pheras no julgamen- (
    to do Sr. Sablia, e se isso nao se rcalisou, foi por-
    quo: o Sr. Abii) ,, OI'POZ-SE FRANCAM-NTE pOrs
    s6 lhe havia prom1ttido coUseguirlida < LU3A nBOA
    COLLOCinAV, !
    Coawo 6 qae unm eominissario do governor d' pro-
    vineia, tern o arrojo dc vir confessar pela iinprcn-
    si, que prcvaricou no descmpenho da commissao c
    a prevaricagAo nao foi maior porqlue lle cc sr or-
    POZ PFWANGMESTE ) ?,
    SAl6m do mnais, o Sr. Abilio foi plrverso, vindo
    dizer ao public que seus co:npanhoiros quizerarn
    AUG.MEXTAI 0n numcro do ospheras do Sr. Saboia,
    sern declinar, pordim, o noena ou nozmes do author
    d'Css;i torpoza ; expondo assibn, m:.lignainentc, os
    eo ruin adores.
    Cumpro a ess" Sr., por dignidado3 propria, aca-
    bar do romper o v&o quo ecns)bri as miserias ce
    infamias pratfcadas na Thesouraria- (1 Fazendii,
    Ssob a presidencia do respective inspector, a me-
    nos que S. S. qureira ficar reconhocidamente tido
    comeo-um ho.uenem scm dignid-ide, brio e pim-
    donor.
    Cremos que cssa declaraao do Sr. bacharel
    Abllio poz a descoberto os demais examinadores e
    quo 6 tempo do Sr. Civisogno Braga vir, come
    promettcu neste Diario do 8 do corrente, expli-
    car a sua posicao e procedimento nesse malfa-
    dado concurs ,.
    0 Sr. Abilio nao 6 anonymo, quem o Sr. Bra-
    ga disse nao responderia e nem um galvanisa-
    do ,, como foi classifieado o Sr. Saboia, ao con-
    trario o note Abilio Cavalcante do Albuquerque
    inmcale. m cavalleiro de nobre estirpe e alta li-
    nhatf,: a elle, pois, Sr. Braga.
    ,,1"" 1 Baxi/a.

    Lao" XIII A Ordem dos Capu-
    ehinhos
    No conceituado periodic l'Umtd Cattolica, n.
    118, se l p seguinte:
    Do Observatore Romano extractamos o bellissi-
    mo diseurso que o santo padre dirigio aos provin-
    ciaes e custodios das liveosas provincial da Or-
    dem dos Capuchinhos, reunidos em Roma para a
    elcie-ao das primaries dignidades da ordem, depois
    que A Sua Santidade foi apresentado polo padre
    Egydio de Cartona o novel geral, padre Bernardo
    dc Andermatt:
    AAadosfilhos.-E' certamente para nos motive
    de grande prazer, ver-vos hoje aqui tao numerosos
    e do differentes naco5e. Porquo este mesuno vosso
    concurso attest suffieientemente qual e quao ma-
    ravilhosa e a fecundidade da grande Ordem Fran-
    ciscana, da qual, come ramn de arvore generosa e
    nobre, appareceu a congregacao dos grades capu-
    chiuhos.
    Na verdade per urn dom singular e beneficio di-
    vine acontecen a Francisco de Assis, que a multi-
    dbo dos sous alumnus do lagar humilde e obscure,
    onde nascera, se propagasse quasi em todas as pla-


    preta, vulgarmente chamada pihee, e pintaram as
    ports da casa de commercio de um cidadao; e
    agora, estragam o embellezamento da easa de um
    outro cidadao pretimoso e amante do progress
    como d o Sr. Joao Maria de Albuquerque Oliveira
    Filho.
    Sabe-se, d'onde parte semelhautes miaerias ; e,
    a nao haver um paradeiro, nds da Mot&mtAaa
    BRasa, tomaremos as medidas de'reprezalia, d&- I
    no que d6r, porque um home e para outro, poise
    todos sao iguaes perante a lei, devendo respeita-
    rem-se, no caso d( querer ser tambem respeitados.
    Beberibe, 17 de juuho de 1884.
    0 a. 60, Sort.*.


    0 caastigo corporal no

    exercito

    No extract do diseurso proferido na
    Camara vitalicia pelo Exm. Sr. senador
    Viriato de Medeiros, publicado no Diario
    Official n. 139 de 20 doe maio ultimo, 16-
    se o seguinte: ((apezar da divergencia
    em que se acha corn o gabinete approval a
    proposta do nobre ministry da guerra, no
    ponto em quo S. Exc. quer p castigo cor-
    poral no exercito, porque nao se poderi ter
    exercito, emquanto nao se executor a lei
    promulgada em 1874, sem esse meio re-
    pressive -o castigo eorporalb. -
    S. Exc, que jA foi military, conform diz
    em seu discurso, 6 apto para, corn profi-
    cieneia, omittir si- autorisada opinion so-
    bre o assumpto; por6nm o fez to laconica-
    mente, quo deixou do encarar aquestlo,
    aliss muito s6ria, pelo lado mais impor-ante,
    o que ss rafere ao modo porque se deve
    operar a restauraglo do castigo corfioral.
    E' acanhado o espa9o deo q4t dispomos
    eo falta-nos os requizitos necessarios "para
    abardaraoos-umna questlo de t*nanha gra-
    Iviaade, que evolve urna meclda de alto;
    atcauee politico-militar, e ataewa" ureta rg
    qwi4de quo jA estava deo pose o oxer6ita,


    utra tivesse sido inopi
    ko pla e forga cotifes
    to uZO estatios ainda,

    L iue fica dito-nio ex


    caote-,'
    v'ano4


    . ..... I wieoueuju vw w UAALo t
    trateezde urn eeulo todo soherb e cO
    muo gloriosa mostra a huilade da cruz .
    undo corn o exemplo o espirito de pobreza, e
    enitencia. Por entire elles notava-se prince
    nento oteustodio da provinciada Louvaria. o
    inba oitenta e quafv.p annos de idade, e 8emese
    uatro de religiio! ...
    Qae tao admiravel congress! Que reuniil
    espeitavel ce personagens verdadeiramento dig-
    os dehionra, verdadeiramente illustres, verdadei-
    .anient e heroes!
    So estas as unieas assemblies possiveis em
    loman, destinada a ser a metropole do catholicis-
    no, assemblcas de ordem e da paz, que responded
    lcnamente corn a sua mnissao cosmopolita. !
    A eleiVo teve lugar do contormidade corn as -
    rJens do Cunc:lio de Trento: em tojas as igrejas
    it ordem, disseminada-'pelo mundo todo, durante "
    tempo (do capitulo, foi exposto o Santissimo Sa- a,
    ramento, e se fizerain preces particulares. 0 re-
    gioso, sobre quem cohirain os votos dos padres
    apitularos, par:a o alto cargo de geral da ordem,
    o padre Bernardo de Andermnatt, provineia da
    Suissa; tern apenas ceinco'nt anuos de idade, de
    specto bonito, florid e digno. Para, prueurador
    eral foi confirmado o padre Bruno do Viney, pro- '
    incia de Liao; c para definidores foram eleitos
    s padres Francisco Xavier, de MUinstcr, provin-
    ia de Baveira,-o sobredito procurador da ordem,
    -Jacintho de Belmonte, provincia de Cosensa,-
    nhomaz do Forl, provineia de oolgna,-Pacifico
    le Conegliano, provincial de Venezt,-e Estanis-
    [o do Geneva, da mesmna provincia, homes, to-
    los elles insignes-por suas virtudes, por seu saber,
    por suas gloriosas facanhas no ministerio espiri-
    ual.-Termninado o capitulo, todosos padres foram
    Sigreja para cantar o solemne Te-Dennm, em ac9lo
    ti' gracas ao Senhor polo folicissimo exit do mes-
    no capitulo geral. Depois de Dcus, os reveren-
    los capuichinhos foram agrad-L'cor ao santo padre
    Le:lo X1II, o qdal os acolliuu benign'unente em au-
    liencia particular na grande sala di Capecerios, e
    liriJio-lhcs umrn discurso ragnifico cm latimrelo-
    giando a Ordcm dos Canichinhos; recebeu cm se-
    gaida to novo gcral, padre Bernardo, que foi-lhe
    apresentado )elo geral passado, padre Egydio de
    Cartona.
    Prostrado aos pds do vigario de Jesus Chris-
    to, disso o rcferid) padre BIeruardo corn grande
    eamoto pouto m:ts ou mnnos estas nobres palavras,
    lie acho reproJuzildas pola VWce deJla Veritd:
    S anto padre, cu, que acabo do ser nomeado pe-
    SIcs meug irmn.los d. habit successor de S. Fran-
    Scisco. lembroi mne das palavras que o mesmo san-
    Sto dingio ao rosso glorioso antecessor Oaorio
    III, e a semellimanca lo ineu seraphico patriar-
    Sclha cm nome de toda ai minha ordem repito
    Stamnbcmn eu o vossos pes, A padre santo: promzt-
    Sto obedientiam, et reverentiamn Domnino Papae et
    S Santctae romance Ecclesiae: piou'tto obedien-
    c ia e revereucia ao senhor papa c a santa igreja
    Sromana. Espero, padre santo, quo nas rayas
    Sconcedidas A nossa acao podere-nos realisar o
    Ssonho, quo twvc o supraneneionado pcntifi-
    Scc Onorio III, isto d, vermos S. Francisco corn
    S eans filhos (Jque suistentavamn corn sens hombros a
    SBasilica Lateranensc. )
    0 papa que segeil attentamento as palavras do
    Rvm. p'dre geral, respoldeu coin estas outras im-
    portantissimas:
    Quodfecistis ton' tempore, et none et semperfa-
    cieti.s : 0 que fizestes cm todo o tempo, fal-o-heis
    agora c sempre.-Depois\o santo padre comneou a
    beniao apostolic a tla s os cap tulares, e os ad-
    inittio um a uin ao bijo da inmao dircita, dando-Ihes
    conselhos, pzdindo-lhes noticias sobre as diversas
    provincial e acerca dos progresses da religiao. E
    antes de deixar a sala, virando-se do novo para
    aquelles bons padres, dingio-lhes estas palavras:
    a Regressae para as vossas provincias, c dizei
    a que o papa vos delegou pessoalmente As vossas
    c religiosas families, para Ihes dardes a benqio
    , apostolic. ,-Nestes dias os mesmos padres
    capitnlares sustentam uma tarefa labormosissima,
    trabalhando em capitulo desde As 7 horas da ma-
    nha at6 As 6 da t:irde, para estudarem e diseuti-
    rem tudo o que 6 relative aos interesses da ordem.
    A qual demonstra corn este numeroso e concord*
    capitmuio, que ella 6 prosper e vigerosa, A despite.
    da guaerra furibunda que a nova eivilsaqao move
    contra as ordens religiosas: a grande familiar de
    S. Francisco n'o theme por nada as persegnioes, e
    cresce cadadia mais -forte e robusta sob os golpes
    terriveis do ferro homicide que os inimigos the des-
    ferem para destrnil.a.-Vos eando e sou etc. etc.


    Fiegnezia de Beberibe

    Repugna-nos lan~ar muo da penna para narrar
    fictos tao negros quauto a pessoa que os pratieou.
    Foi assim, que, na noite do 16 pars o amanhecer
    do dia 17 do corrente, os espiritos malevolos, sem
    a minima educaao, sem mesmo saber apreciar o
    quo c bell c born, lascaram as grades da casa em
    que reside o cidadito Joao Maria de Albuquerque
    Oliveira Filho, eahi, praticaram a mais requintada
    miseria, arrancando craveiros, mudando de lugar
    duas figures allegoricas que o mesmo cidadao tinha
    collocado em frente do edtificio em que moral.
    Nao ha muito tempo, lancaram mao de tinta


    ::adBwWiaI


    +_


    3





    S- "









































    i 4M ..c.. .. epoi.etao se tomar ,porr es-
    cripto~; 3-- oacw~ta A atuaitido a e
    tender-sae corn testemuznas o documen-
    toe; 4-' o maxio do pastigo uuN0 rcederi
    ^ :ao qtae oraantmat uot e; 5fialienute,
    Rn. o so oefftuarloosastig r som previa
    : audiencia dos commandantes do .rmas, e,
    na falta destes, dos presidents de provin-
    t 1cia.
    l As medidas ainda indicadas, sergo exo
    cutadas em raum companhia de ecada bat%
    Ib lho, a8' por exeuplo, quo tera. a deno-
    n mins9ao de discipline, para onde irio come
    addidos as praas das outras, que, castig.a-
    ,das por outro inodo, sB mostrem ineorri-
    gaveis; send as transferencias crcads
    S de toda formalidade e aparato, come seja
    formatura geral do corp e leitMura da or-
    Sdem que a d,erminar, queo sera rinucio-
    S samente motivada.
    0 tempo de permainoncia come addido,
    :I A a companhia disciplinary, nAo sera superior
    de 8 a 12 mezes; revertendo a praa Fara
    para companlia primitive se, findo osse
    prazo, nio for castigada.
    A praea castigada pela terceira vez,
    S serA immodiatamente expulsa como indig-
    S na de pertencer is fileiras do oxerciti,
    S send este actor pablicado em ordemn do
    dia do commando das armas, que o conm-
    municara ao ajudante general, para, trans
    crevendo-o na ordem do dia da repartiqao
    a seu cargo, dar per ease meio,. eonheci-
    mento ao excircito. Acreditamos que, a
    simple transferencia para companhia dis-
    S cipliaar, causarA um grande abalo no espi
    S rito do soldado, e 6 poseivel, quo s6 este
    acontecimento seja bastante, sono para
    S regeneral o, ao mesmo para contel-os em
    seus des mandos.
    Nao cabe nos estreitos limits desto es-
    cripto a discussion desenvolvida de some-
    blhante project, e neri nos sentimos comr
    forgas para tanto ; nosso fim 6 provocar
    os militares e pessoas entendidas cm so
    melhante assumpto, e a ellas offerecemos,
    S como base para discussao, as ideas omit-
    tidas.
    S D3m, pois, os mais entendidos queo n6s
    todo o desenvolvimouto a quo so presta o
    e1 assumpto-


    18Ao 8upm r Thbnnl la RalNaO,

    e e INIll Iusts cRitl
    0 abaixo assignado, recluso A Casa de
    Detengco previne que, qualquer declara-
    Oo qua o Sr, Loureugo Nunes Campello
    apresentar, e falsa, visto como, vindo nesti
    S casa offerec3r-me uma somma do 200 000:
    o eu respondr.ndo-lhe' que a verdade era
    superior a tudo, elle respondeu-me- eu Ihe
    mostro .
    Port nto o que depuz perante o digno
    juiz de direito de Palmares, onde sou ac-
    cusado tSo injustamente, ,6a pura verdade.
    S Detenqco, 16 de junho de,1884,
    Je'onym Pereira Lenos.


    S Feslta de Nosa Senhora do

    S abaixo assignado dbclar que nosen-
    + do poseivel ao Rvm. Frei Jorge de Sant'-
    Anna Locio encarragar-se de promover a
    ^l^ a festa de Nossa Senhora do Carmo, por
    "?' estar elle encommodado dos seas antigos
    ; soifrimentos, solicita de todos cs habitantes
    ?: destacidade, que concorrem para fazer:sc
    corn todo o esplendor a referida festa, que
    emviem as suas offarendas ao abaixo as-



    S Praea do feclfe, 11 deJjunho
    do I|8A

    ^? AAs tries horus d tardo
    P^'11 P '' fet~aeoei 4ciaeeu '
    l^ s.rnbio sobre Para', 90 d/v. eom 1 3[4 0/0 de dcc-
    Dire^ 1 obre. d $0v. em 140/0 e desets.
    6 Dlito sobre dito, 60 d/v. corn 1114 0/0 de dosconte.


    mabioa sabre Londres, 90 dtv. 20 114 d. por I,
    ,4 do banco.
    l Cambio sobre Hfamburgo, Avista, 589 rs. por R.
    X :i:1 "M., do banco.
    ;tCamnbio sore o Porto, vista, '163 0/0 de premio,
    j do baneo.
    S: sobrio LisLboa, 90 dtv. 157 0/0 de oremio.
    )= eto delettras, 8$ 0 an no.
    1' 1A.LM. de Amori aJtuiior,
    hi. jpesidente.
    P. J. Pinto ,
    Pelo uecretaiio.

    RUPrMNT0S ?UBWOCOS
    X= d hode 1IBM
    ~ 4e~1nfio 41.7:645005
    Idem do 17 2&.2BSr226
    443:976A831
    2&1, 2 ..... 1 1215 6
    *'i;, +:11 1: + 1:., *'" *++^li B 1' t1'1 1- > 1
    g,'lwttt^ ii .... +m++,+l;^ll^rs ^0
    '.; 7*^ .d ^:% I A~-l:*ll 1'-1,' .. -7:1; :-! !
    11'11!+^^ ^^ ^^ ~ lsi


    -Faz corn toda peyriCao
    Mouilo boas iguarins,
    0 conteiteiro Zadarias,
    No vinte e trez da Viraniao!

    Afregnczado e conhccido
    Nessi sit profissao,
    Deve pois, ser preferido,
    A' todos sere distocqao I

    Bolos, docea, pao de 16,
    E pudins de .aulidade,
    Vende comrn ildicilah,
    MAs aos seafreguezs so6 I.

    Papos d'lwjos cxcellcnlcs
    Ba3inejas (de allkgoris;
    Fios d'ovos p'ra prescntes
    E outras laes especiarias!

    Toucinho do CCo ontu na.njar
    Paslcis mixitos coam cidrio,
    Gclea o semnilo que sa't,
    Sern igual ao paa1adr I

    Final corn promptidlo
    Taballia eim culintiarias,
    Na rua da ViraZro,
    0 mui perito Zacharias


    EDITAES
    De ordem do Exm. Sr. desembargador pre-
    sideute da proviuei:i, fago. constar aos mtnteresa-
    dos que nesta secretaria eagtuo as pateutes du
    guards national seguintes : s
    De reform no posto do coronel Ernesto Ma-
    ehaluo Freire Pereira da Silva.
    De refoirua no post de major do capitao Thlo-
    maz Josn. Marinho.
    DM nomeailo par n o p'sto do mutijor ajuiantie
    de orders do commando superior da ctnaarca( do
    Recife do eapitio Joauluin Frauncisco de Moraeo.
    0 secretario,
    Joo Aniupsto do Albuquerque Marsatio

    Edital n. 053

    D- ordein do inspector geral da Instruecio Pu-
    biick so eclara que o co:ncurso quo d&via reali-
    sar-se a manhil 17, no Gymasiou Pernatanbuc.un
    prai .provimento da cadeira de geomutria d'a-
    quelle estabelccimento, fica traiuferido para o din
    25 do corronte mez.
    Sceretaria da Instrucato Publicsa de Pernam-
    buco, 16 de junho do 188L.
    0 secretario,
    frergentlino Saraica do Araijo Galtdi.
    0 Dr. Francisco Alves di-a Sdv A, juiz sub'
    stituto do juizo especial do omnwrcio des-
    ta cidwdsz do Recife de Pernambtaco, por
    S. M. o Ilperador, a quein Deis gucar-
    de, etc. "
    Fao saber aos quo o present ecdital virenm oun
    d'elle noiicia tiverem, que no dia 10 de jaluiho do
    corrnute anno, se ha d, arremrtar em p.raca pu-
    blica d'este juizo, depois da respective audicaci:t,
    o eguinte:
    Urea casa terrea sits i run Nova Desoberta.
    eom urma portal e 2 janellaa do frente, medindo )
    metros e 30 centimuetros, eom 2 salas, 3 quartos, 1
    gabinete ao lado, quintal pequeno murado, cosi-
    nha internal, tenio tamb.rm 8 metro e 20 ce'nti-
    metros de fundo, a qual foi avaliala por 900Ji, e
    se acha depositad.a no deposit geral; cuja casa
    vai 4 pr~ac por execuco de Francisco Jose6 L,;it
    contra U. Malta Marellina da Roemsa Ribeiro, por
    si e "colio tutor de sens fihos monores Manoel,
    Josepha e Pedro, Francisco LUIz do Caron Ribei-
    ro, Drs. eurador geral de orplioos e a Z/de Fran-
    cisco Gomes Parente. E uilo havlndo lana.,r
    que cnbra o prepo da sevatinso, sera a arremata-
    91o feits pelo o da adjudicao eom o abatimento
    da lei.
    E para que chegue as eonhecncanto de todos,
    maadei paasar o present elital, quo serAi publi--
    cads pela impreusa o artixado no' lug tres do ca-
    tame.
    ~ s.un 1aifayi7B $rothCr~1YT5W C Sffaoscoaneo
    11,250 kilos de assucar mascavado.
    Na barea pottugueza Pereira Borgee, car
    Para Lisboa, A. Ferreira 30 pranchoes vinha-
    tico.


    No patacho portuguez Commercio, carre-
    gou :
    Para Lisboa, A. Bahia 49 pranchoes de vinha-
    tico.
    Para o Interior
    No hlgar national Amelia, carregou :
    Parsa o Rio GraMude do Sul, Maia & Rezonde
    63,000 litros de salt.
    No vapor national Eapirito Santo, carre-
    gou :
    Para ManAos, M. J. Aires .30 barris corn 2,880
    litros de aguardente e 60 barricas con 4,924 kilos
    de assucaw branco.
    Para o ParA, V. da Silveira 150 volumes com
    9,885 kilos de assacar br T. de Aov
    303 barrieas com 18,196 I to;P io
    & C. 5 pipas com 2,400 b itros de dardwte A.,
    da Silvai Campo s? 3 lt i
    dito ; P. Carneiro & C. 2 ditas eom MO dit d
    dito. t
    P,ra Maranle. P. Alveos & C.4(atrn'scam
    3,223 kilos de aisucar' brsno.
    No vapor nainiion. -tepoj Aw
    Para Acarahn,1E. C. Beltoa 1= O
    eS com 159 kilosde s i o
    corn 617 ditoo de duo
    : Parsa Pa b7TaE. C. ti& rl
    barrieas eMnscom,167 08-e4


    tode OAin T005's(|(j^a .l|or
    ?Amortesnar. pre ila ai, 411014do Pedro wronm
    1 alnedicta, preta, 32nfl, do de e .anoeldo eBaa-
    9 Weirdo, ureto, 1 ern 00 ) Dr.o Aueo de
    10 Fracico; prito, 50e annos, do D. Antomn*A,
    rin Carneinro Loki
    11 Benedicto, prote, 48 anos, do Dr. Augusto do
    Souza lae4
    12 Emdlio, preto, 23 annos, e D. Rosae Alexandri-
    na :Ferreira do Silva. .
    13 VendeslAo, preto, 22 anuos, de l. Anna Bairo-
    to do AIrmeids. .
    co7jh' ea escrta dn dtieretes w emo. ...re
    14 Valentium, pardo, 25 tnos, do D. Luisa Maria
    do Sacramento Costa; tm 100 do pecolio na
    Thesouraria p Fazenda.
    15 Brasilisa, pee 82annos, de Stv9th-q Mar-
    qriesda NEvA errIO; tUm- 105 do4 peoilio em
    inao do senor desde novembro de 1873.
    Conjqeas corn filomewnores escracvose
    16 PUdro, preto, 60 aamo, de FrAneuco Autogiuo
    Correia Cardoso.
    17 Silveria,preta, 40 amnmo, do inismo.
    18 Joao, preto, 19 annos, do mepmo f l.-
    10 Tihereza, pretax, 10 annos, do bes.mro tern 100o
    do peAnlio ema su miLteo.
    Escravad co filhos o tan ores cravaos
    20 Ursula, parda, 4C uannos, de Ametbtio Angusto
    do! Barros Corria, tern 200a do pculio cm
    anilo do enmhor.
    21 lita, pardi, 19 annos, do Jn a tum, filiha de Ur-
    mcli, tem rn100de pe ulio em tXo do senhor.
    22 Herculanai, pretax, 35 aunos, do ebactarelhAffon-
    s odo Albuquerque Melt, tern peoalio do 2(;0-3
    recoilhido na Thesouraria de Fa.enda.
    23 Brnto, preto, 17 annos, de Sebastiao BorgSas
    'arnciro da1 Cu8niaS, filho do Hcrculanatem
    10J. do p1culie o na mesma repartihao.
    24 Brigilia, preta, 31 arno<, do bacharel Lui iSa
    l 0ir Mescoso ds Wig, Posseo. tern 150A do
    poculio em mao do senhor decade 20 de dzern -
    bro de 1883.
    25 PFicidade, parda, 18 annos do tnosmno filhade
    Brigida.
    2 Franciasco, pardo, 17 a auno, do aesmo, filba do
    Birigidat.
    27 Maria, parnda, 37 amunos, de Agostinho Saatosa
    S C., tecin 150 dc peculio ma Thesouraria do
    Fmzenoia.
    28 LibnraliOa, parda, 18 annos, do mOemo, fillia
    dru eMaria.
    29 Claudino paimirdo, 15 annos deo Angusto Octa
    viano de Souza, filho d e Maria.
    30 Sebastiant, parda, 48 annov, do Adolipho Tar-
    gio Accioi, taen 120A1 do pecumlio em anio do
    stwulr.
    31 Antonio, preto, 1 G annis do Pedro Osorio d
    Crtrrqucira, filma de Srobastiaumt.
    32 Alexandlina, parda, 35 aanoe, do D. Marcio-
    nidLa 0. a Cruns, temI 100.5 de peulio n
    33 Oricidade, psarda, 14 anios, de D. Anna Ur-
    siua do Olivtira, filan, do Aleandrina.
    31 Bietdicti, prets, 46 annot, dos herdeiros d
    D. Anna Isabel de Aranjo Cmstro, terr 1009s dL
    peculio n-i Thesouraria doe Fazenda desdo 7 'e
    maio de o1883. e .
    35 Joaquimi, preto, IS anaos, dos mesmno filhd d#
    Bciradictea.
    30 Frarcelina, preta; S31 ae, do DM Bsabel Ifta
    ria deas Virgens, term 10p3 do peulioe na m io
    da senhori desde janeiro dc 188 e I 8 it1fo m -
    nor, eacravo do Antonio Pessoa Siqucire iC-
    Va'lcauto, cmn PesqueiIaL -
    37 Ruth, preta, 87 anos, do Joe' Pereira d e Men-
    donga, tern 50A de peculio cm annio do seiahor
    dead janciro do 1884.
    38 Flavianna, preta 37 annow, do D. Adelaide
    Moreira de Siqueira Sallies, tern 504 do peeu-
    lio des janriro de 1881 el filho menor.
    39 Just&, preta, 36 anos, do D. Maria Benedicta.
    Gomnes de Somsia, te o peculo doe n a noro
    d:& senbora de.di 16 do julho do 1878.
    40 Theodorico, prto, 19 annoe, da em=Na, fi ho de
    Justa.
    41 Theodora, parda. 50 annos, de D. Lonor Mu-
    niz de olmueida, quo abate 100$ no valor da
    esonraa.
    42 Julia, parda, 20 annos, da mesma, filha tie
    Theodora.
    43 Verissima, prrta, do Dr. Pedro Affonso de
    Meilo. + .
    41 Justiniano, preto, 18 annus, do mesmo. -" .
    45 Elisa, parda, 38 anuos, de Emilsano E. de Melso
    Tamborim, tkm urn tilho esaravo do Dr. Sal-
    vador orreia do Sa Bonevides, na c6rte.
    46 Theresa, preta, 55 annos, de D. Mariana Pin-
    to dc Souza.
    47 Francisc., parda, 16 annos, dc Aprigio JosB da
    Silva, filha: de Theresa.
    48 Joanna, preta, 35 annos, de LeopolJiao Comc-
    li Ferreira, dat Silva. .
    49 Fortunate, pardo, 18 annos, do mcsmo, filhr de
    Joanna.
    50 Praideein, preta, 40 annos, de D. Leonidas
    Piros Alves F. Coeiho.
    5I Luiza, preta 15 winos, da mesa, filha de Pru-
    di'neia.
    E )iari cianstar moaidei passar o presente, quo<
    serA affixado nos lugaros do costume e publicado
    pela. imprensa. -.


    Na baroaqa Cmeatli I. 'r ogo f -
    Pars P. de Alaeas, D. Gouvcia 1-Uo,000
    de saL "


    liUtros


    MOVD1ENTO ,1O PORTO
    Navio enmfrad nadi q17
    Porto Alegro pe Ro e do ul-28 dis,
    palhabot0~ea i e 74toneladus, cea-
    -pitil J. Grotto;-4 icsarga xarque; am
    SMaia. Rezenade 1 '
    +aff ~ a dia
    Now Yor aiacho in 1 a Waibr4pitIt oLp.-
    wer, carga'asear. .. .. ,
    ,aniAos -pOr escala,-. Vapor um4iMalt E.pia-i
    Sano, c6mandanteaJpo Maria 'Pessoa, .carga
    vari gencros. ,,
    Bahia por eseala--Vapor naweiommaa Jiaerjpe, oem. -
    mandante JerokyaoJosTdi earga varie
    W gen ros. e'mm '' lt Ie ; ''
    ej -I ardiea- ?' ieArdour, I
    I.:L Wa~' iteem sla r- ...:,'..11 -.-k 1. 1* .11 ':^


    t~ a w ne wiP, para rwoeiouwra1fjp 3
    tancia do sews debitoo a Conndawj4o Pro-
    vincial, certos de qu ,+ A ndo o .:
    prwo3 so procederd a wiobranca exwatiwa-

    J'ecfe, 19 de maio de 1$84.
    0 proemwa dor dosfesits,
    J~oFrraisoo 7~rora.
    elagtbdos. devedoras d i. imadfre-
    :ueii do Po9o ds ate& s dos exereic
    cioa 182 a 1a883 q ledoixarao de
    pagar em tempo, o vaiparsjuizo find
    0 prazo dii lei
    Eitrada do Aude n. 29. Joes
    Franico Rdo go Maia 6062
    ita n. 17. 0 meamo O 6062
    Dita n. 19, 0 mesmo 6062
    Dita n. 21. 0 inesmo 60W2
    Sita n. 23. 0 mesmo 6^62
    Dita n. 25. 0 mes& 6062
    Dita n. 27. 0 mesmo 65062
    Casa eForte n. 2C, Jos6 do
    armo Paz 7#274
    Via ferrea d6 Limooiro n. 6.
    JouS Fernandes & C. 9#699
    Eacanamento n. .25. Jose de
    Hollanda Cavalcante 126125
    Apipucosw n. 1. Jos06 Hygino
    4aSilva Galv.o 51556
    Monteiro n. 9. Jose Ignacio
    Pereira da Rocha 126125
    Becce da rua Real n. 1. 0
    mesmrn 12#125
    Casa Forte n. 19. 0 mesmo 205208
    Rum do Monteiro n. 23. Jos6
    Igaacio Pereira da Rocha
    Junior 6)52
    Rua do Rio n. 3. Jose Jacome
    Tasso 14#549
    Dita n. 6. 0 mesmo 24#251
    Travossa do Marquez n. 4 A.
    Jos6 Joaquim de Lima 7#274
    Rua Real n. 6. Jose Joaquim
    E1ibeiro 14#549
    Pogo n. 9. Jos6 Lopes da Rosa 7#274
    Dita n. 11. 0 mesmo 144549
    Oeneral Abreu e Lima n. 4.
    Jose Maria da Silva Fer-


    nandes
    Ruat do Rio n. 12. Dr. Jose
    Marianne Carneiro da Cunha
    Ditan. 14. 0 mesmo
    Dita n. 16. 0 mesmo
    Dita n. 18. 0 mesmo
    Dita n. 20. 0 mesmo
    Dita n. 22. 0 mesmo
    Dita n. 4. 0 mesmo
    Dita n. 6. 0 mesmo
    Dita n. 8. 0 mesmo
    l)itan. 10. 0 mesmo
    Rua da. Matriz n. 2. 0 mesnmo
    Bncanamonto n. 10. Jos6 Mar-
    tins da Fonseca Borges
    Estada ilo Arraial n- 74. Joe6
    SMartins
    Encanarneuto n. 3. Josa Pau-
    line Lopes GuimnariEes
    .Montoiro n. 55. Jos6 dos San-
    tos Oliveira
    L-rgo de Apipucos n. 1. Jose
    da Silva Neves
    Becco do Quiabo n. 1. Josa Ti-
    burcio Pereira, MagalhAes
    Encanamento n. 12. Jose Izi-
    doro Bastes
    Rua Real n. 7. Jovino Ban-
    deira de Mello
    Travessa da Ponte de Uch6a&
    n. 10. Justino Pereira do
    Farinas
    D)ita n. 12. 0 mesmo
    Pedro Moue n. 8. Juvenoia
    Hermnenogildo de Vasconcel-
    los
    Estrada do Arraial n. 46. Ju.
    vencio Aureliano da Cuiha
    Cesar
    Saat'Anna de dentro n. 4 B.
    Tiberio uizio Machado da
    Paz
    Tr ivwssa da Mangabeira n. 2.
    Lucinda Philomoaa do Nas-
    ,-imento
    L.argo do Apipucos n. 7. Luiz
    Bn to do Vasconcellos
    Estrada do Arraial n. 44 A.
    .Luz Caudido Ferreira
    -Dita ua. 14. Luiz Francisco de
    Mello Cavalcanto
    Travessa do Agudo n. 20. Ma-


    noel ."
    Estrada do Arraial n. 27 F.
    Manoel Damiao
    Encauamento n. 28 N. Manoel
    Domingues
    Estrada do Aqudo n. 14. Ma-
    noel Franisoo deCarvalho
    Dita n. 15- 0 mesmo
    Travessa do Mouram n. 2 Mn-
    'noeldoeMoura Estoves
    Estrdaddo aiie n, 31. 1Ma-
    ni&x da C 1oA.io
    ,Sant'-Anne- & dentro- n, I A.


    (inervino

    a a. 23.
    arvalho.
    l AfBe9

    Manoel


    76274

    8$4804
    8.486
    8486
    8,486
    8#486

    8i4S56



    19-4399

    94699

    64)62

    84274

    40#417

    206208

    244250

    12-125

    704730


    404417
    4044 7


    124115


    244251


    4,849


    12t125

    364374

    6b062

    50-521


    64062

    44849

    44319'

    6.4062
    04o062


    164974

    12-125



    9-1699

    36#376


    u.Z-. MOBoe-

    es n.1O. Ma-
    do Rego Bar-


    dA Cras Forte n. 6.
    os6 .de Aguiar,
    n. 40. Manoel Jose


    Estrada. do Arraial n. 40. Ma-
    noel Jos6 Domingucs
    Cbacon n. 5. Manool Jos6 de
    Lima restt)
    Montoiro n, 41. Manoel Jose6
    Prestello
    Estrada do Awude n. 7. Manoel
    Severing de Mello*
    Rua da Matriz n. 5. Manoel
    do Silva Ferreira
    Estrada do Arraial n. 15. Ma-
    ria Amelia de Oliveira Ben-
    jor (o filhos)
    Casa Forte n. 22. Maria Fran-
    cisca da Conceoigo
    Estrada do Arraial n. 50. Ma-
    ria Joaquina do Siqueira
    Lima
    Dita n. 52. A mesma
    Dita n. 58. A mcsna
    Estrada de S. nt'Aana n. 19.
    SMaria Josephina da Concei-

    Engenho Dons Irmaios n. 1.
    Maria Lucia do Mendonga
    P. Barreto
    LaIrgo do Monteiro n. 12. Ma-
    ria Lucia do Rego Barros
    Gomes
    L mrgo do Apipucos n. 2. A
    mesmaI
    Dita n. 3. A mesma c outros
    Estrada do Macaco n. 1. Ma-
    ria Manoella do Sacramento
    Tavares
    Casa FortO n. 30. Maria Mau-
    ricia da ConceigAio
    Becco do Q tiabo a. 6. Maria
    Pores Campello
    Travessa da Poato de Uuhua
    n 4. liarianna do Faria
    Botelho
    Dita n. 6. A misi
    Becco do Quiabo n. 2: Mari-
    nha Amnalia da Silva e ou-
    tros
    Encanaanento n. 19 B. Miguel
    Archanjo do Carmo
    Estrada do Macaeo n. 7. Mi-
    gol Joaquim do Rego Bar-
    ros
    Largo da Casa Forte n. 3. Mi-
    nervino Fluza Lima
    Dita n. 5. 0 rmesmio
    Monteiro n,. 22. 0 mesmo
    Encanamemo n. 5. Pastoral
    Miria de Oliveira
    Dita n. 28 B. Puaro Clemente
    de Agumar
    Dita n. 16. Pompeu Coblono
    Casanova
    Estrada do Arraial n. 23.
    Qaintiliaao Jose do Amorim
    Dita n. 37 F. Ramos Bolt
    Rua R-al n. 20. Raymundo
    Umbelino Santes Almeida
    Apipu-os u. 3. Rita dc Cassia
    Ito R igo BBar:os
    Estrada do Arraial n. 6. Rita
    Maria da Conccicao
    Monteiro n. 30, Rodolpho Pes-
    soa
    Agua Fria n. 6. Rosa Gon-
    Valves do Jesus


    18187

    20#208

    60#625


    244251

    184242

    404417

    94699

    12,125


    204208

    12.125


    124 125
    12.$125
    24?251


    12,125


    30.312


    304312

    6,:>O62
    70r%730


    204208

    64062

    20Q20S


    704730
    5aW520


    12,125

    7.274


    10#104

    146549
    146549
    40#417

    76274

    94699

    206208

    186187
    204208

    444990
    12'125

    10.6208


    304312

    7#274


    (Cnatinu't.)

    Alfandega de Pernam-

    buco


    Edita l numero 60
    De ordem do HIllm. Sr. inspector se faz public .o
    que esta Alfandeiga precisaudo contratar o forne-
    cimento i3 olajectos e inais artigos necc-ssarios
    pmra o expedicare da(s setCceos c servico da guar-
    d -noria, dur:rtio o fiat'iro xericieio de:1884-8.5,
    receberA pr-op ,tas ein t irta.i f'cha'llas, organisa-
    das de accord, coui :t rela.io al.)ixo transeripta,
    corn deciar:iol dos prv'!As de cada artigo, att o
    dia 21 d e.arreante, As 11 Iheras da marihA, as
    auaes sera m tibertau a vistaa dos proponents e pro-
    kridas Aiquellas que maiores vautugens offercr-
    eerein :
    Azeite de p-ixe, litro.
    Dito de eoco, idem.
    Dito de carrapato, idm.
    Ancorotes de ferro, kilogramma.
    Alcatrao da Succia, litro.
    Brimnda Russia, metro.
    Brinio da Russia, idem.
    Bandeira de dons panaos, uma.
    Dita de tree ditos, idem.
    Chumbo em pasta, kilogramnia.
    CabW de linho, idem.
    Dito de manila, idem.
    Dito de cairo, idem.
    Correntes de ferro, idem.
    aoqtmes galvanisados, nm.
    Itos maiores, id m.
    Cadornaes bronzcados, Om,0275.
    Cadernaes cytindricos, idem.
    ktopa de linho americana, kilogromma.
    UItada terra, idem.
    Dita bfaneca de algolio, idem.
    Pios de algodo, idem.
    Ditos de veia ingleza, idoem.
    Folha de metal par forro, idem.
    Filetes de todas cores, taetro.
    Forquetas gaVtanieads, uma.
    Keroaene, atsa. -,. '
    Linha salcatroada, kilogramma.
    Dita branch, idem.
    Loa itlr.a, metro.
    Medo do sia naeonal, urn. -


    s amerinass, Ma
    de borracha e


    ou Perry,
    as cores,


    "zia,. : : ... ;+ +A : :;,,., :,; 1
    Livros em branch de qaalquer qquaHdad, pautjj'
    dos, lisos, risecados e numerados, de o50 a O,2
    lhas, encadernados de papel, pamnno ou ao,
    urn.
    Famas.mente todos, os in-Lis aartigoa necessaries
    pare o expediemate, jCom ear ants pe-
    thas, lacre, ete., ete., eada artigo
    3' see*Ao, 6 de junho de 84. 0 inspector,
    Cicero B. do Mello.


    DECLARAIOES

    Theseuraria de Flazenda de
    Pernazmbueo
    De ordem d. Illm. Sr. inspector da Thesouraria
    de fazenda se faz public que a 1 hora da tard&
    do dia 20 do corrente inez7r emn sesao da junta, 8
    reeeberlo na mesina Thesouraria propostas en
    cartas fechadas. e selladas parsa o fornecimento do0
    objects necessaries aso expediente desta reparti-
    epo, durantc o ecmcstre de julho A dezembro prow
    xime vindoiuro, e sao os seguintes :
    Papel flume, patitado, resma.
    Dito de linho pautado, ide.n.
    Dito para balanwos, idcm.
    Dito rosado para officios, corn inscripcao, idem,
    Dito paquete, idem.
    Dito mnatta-borrao, folias.
    Dito pa> a embrullio, idem.
    Canetas finas, dtimia.
    Lapis d. bonraicha, ideCm.
    Ditos pretus, ideinm.
    Ditos do auas cores, idem.
    P'nnas d'aco de Perry e Mallat, caixa.
    Tinaa preta, garrnaft.
    Dita carmim, frasco.
    Gommrra arabica, idem.
    L-icrc, libra.
    Cadareo, m ino.
    Canivetes finos, i1n.
    Riaspadeira, urna.
    resonra, ideinm.
    Colchctes ou preailhas, caixa.
    0eg's, urna.
    Barbaute, ma'o.
    As prowostas deverao ser acompanhadas das
    amiostras dlos respectivos objects.
    Thesoararia de Fazenda de Pernambuco, 17 do
    juailu de 81.-0 secretario d-. juta.
    F. A. de Oliveira e Silva.

    Monte PiNo Portuguez
    AssemblAa geral extraordinaria
    De 6rdem. do Sr. presideate e a requerimento
    de un socio em grao de recurso, convoco os se-
    nhores socios para uma sessio extraordinaria de
    assemblea geral, que terA lugar domingo 22 do
    corrente, pelas 11 horas da manha, em sua sede
    a ru a do Imperaeor.
    Sccretaria, 17 de junho de 1884.
    Siqueira Ferraz.

    Consulado de Portugal
    em Pernambuco
    Pelo prescnte sal) covidados os credores do es-
    polio d, Manoel Lopes de Azevedo Maia, para
    comparecerem na chancellaria do consulado de
    Portugal em Pernambuco, no dia 21 do corrente,
    ao mneio dia. Recife, 17 dc janho de 84.
    Frederico Correia Lima,
    Eucarregado do corisulado.
    Estrada de ferro do Recifee
    Caxangi
    Aviso ao publleo
    Devido a suspensa2o do trafego dos trens dest&
    companhia sobrc a ponte da mesma, entire as iuas
    do Sol e Aurora, scientific ass senhores passa-
    geiros que, do dia 19 ein diante, e durante a cons-
    trucezo da nova ponte, os trens partirao da esta-
    cIdo do arco As horas da tabella at a da rua do.
    Sl,1, passando os senhores passageiros a p6 a dita
    ponte pslra tom'ircm os trans na runa Farmosa, oa.
    quacs se acharao alli estacionados.
    Escriptorio, 17 dejunho do 8L.-O gerente,-
    IW. IV. Ostler.
    De ordem d.i Illma. Camara Municipals. 8ao.
    convidados os donos dos estabelecimentos das fre.
    guezias de Afogados e Varzea, pars virem6 A sef-
    a.o competent rever os pesos, medidas e-balan-
    Vas dos mesmos, no proximo mez de junho sob
    pena doe lei.
    Po da Camara Municipal do Recife 31 de
    malo de 1884.
    Jose Candido de Moraes)
    President.
    Pedro Gaudiano de lat.t e ,1ilva,
    Secrctario.
    Santa Casa da Misericoria do
    Recife

    lIas Ssanta Casa arrenda-se por um A tres annos,
    os. segumtes prodios :
    Rua da Sauda~de


    Casa terrea n. 5
    Travessa de S. Pedro
    Sobrtado de dous nudarcs n. 2
    | Rua do Born Jesus
    Segundo andar do sobraido n. 13.
    s Rua do Burgos
    Casa terra n. 27
    Becce das Boias
    Loja do sobrado n. 16
    Sensala-Velha
    Casa terrea n. 18
    RuaadaMoeda ,
    Casa terrea n. 49


    Casa terrea n. 16


    Senzala-Velha


    Rua Imperial
    Casa terrea n. 127
    Rua do Encantamento
    Primeiro tmdar do sobrado n. 9
    R-m. do Visconde de Albuquerque
    Casa terrea n. 61
    SRua Scto do Setembro
    Casa terresa n. 28 4
    Estrada do Rosarinho
    Sition... 2


    405009
    305000
    3ossooo-

    305008
    18000
    12500,
    205Oo
    3O0000
    205000
    125000
    155000


    175750

    805000,
    505G00


    Rua da Restauracao
    Casa terrea n. 25 16M0
    Rua da Lingoeta
    Segundo andar n. 14 1
    Rua de Santa Theres m
    Casa terrea n. 4 15500o
    Seeretaria da Santa Casa de Misericordia do
    Reeife, 13 de maio de 1884.
    0 escrivio,
    Pedro edigus d e ouza.

    Arsenal de Gf M-
    0 conselho ecofnomneua dna sammnm


    * ~- -..*.


    \*I
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    -+ + +++ ,i
    I .,


    6#02


    I





























    Wquim do Souz,
    retaero.

    ,NiIA.


    x desta companhia, So
    onvidados a reuni-
    rem-se em assemblea
    geral ordinaria, no dia
    S1" de julho proximo
    vindouro, como dispbe
    o art. 26 dos estatu-


    Stos, afim de ouvirem
    S a leitura do relateo-
    S rio annual, parecer
    dacommissAo fiscal e
    7 tomarem conhecimen-

    to das contas do anno
    find.
    A reuniaio tera lu-

    S gar no escriptorio des-
    ta companhia a rua
    do Imperador n. 71,

    pelas 12 horas do dia.
    -Escriptorio da Com-
    panhia do Beberibe,
    16 dejunho de 1884.

    C: M. A. Ferreira,
    Director-gerente.
    0 secretario,
    Jose F. Jacobina.
    The New London and BraslHan
    Bank Limited
    Rua do Commercbi n. 32
    (.`Sacca per todos os vapors sobre as cai-
    xas do mesmo banco em Portugal, send
    em Lisboa, rua dos Capellistas n. 75. oN
    Po, rtorua dos Inglese.

    THEATRE



    L SIIIINTO ANTONIO


    QUARTA-FEIRA, 18 DO CORRENTE
    Grande soiree dramalico
    EM BENEFICIO DA SOCIEDADE
    SAVE LIBERTAS
    Depois da ouvertura pela orchestra do CLUB
    0TOMAZ C4NTUARIA subira a scena pela
    ptoire vez nesta provincial, o novero e importan-
    4e raw& em 4 actos, do Sr. Tito Cardoso de Oli-
    iA RORi NA lII[RIA
    ou
    crime na opulencia
    Tendo side esta peea eneaiada pelo distinct
    aetor Vieira Villas, que gaenrosarnente se presto
    para ease fim.
    Findo o drama, o Sr. Joi.o C. Ribeiro rccitarA a
    'Wgiifica poesia
    |in- AYE LIBETAS e
    ni'Capof )o do Sr. Dr. Affonso Olindense, expres-
    amente para essa noite.
    Sd:pinarai o, caspecteulo por tuma engraada
    oona caica desempenhada pelo actor LYRA.
    SA fanda de music do corpo de policia farA ou-
    i vallos e na entradads families, as
    jdm sI" do sen reper-torio. -
    thetes de cadeiras ou plates nao hIa-
    t ipulad), c cada cavalleiro darA na
    t o quo sua generosidade dietar-


    intervallos urma commislA de se-
    E camarotes cumprimnenfar a seus
    idea depois do espectaculo pata tc-
    6rtreompars060ponto divotsos.
    Pr*xnipiaA A9 oras.


    'Para carga, pass
    frete traeta-so na


    is, ene


    is do di
    e dinheiro


    AQENCIA
    7 htua do Viario 7"
    Donng.* Alves Iatbus


    RYLINAIN &U


    0 PAQUETE A VAPOR
    Derwent
    Commandant Rigaud
    k WE' esperado daguropa hodia21
    .'if / : on 22 do corrente, seguindo de
    pois dademora necessaria para
    Macelo', -Bala, Rio de Janeiro
    e Santos
    O PAQUETE A VAPOR
    Neva
    Commnandinte Dicnbson
    .+ / E'esperado daEuropa no dia
    ff -l/a 24 do conrrnte, seguindo de-
    S w pois da dcmora necessaria
    ~pana
    Bahia, Rio de Janeiro, MIoate-
    video e Buenos-yAres
    Bedueio nos prepos para o Rio
    de Janeiro
    1. clause 90#000 e 3. chsse 27#000

    itinerario


    &ahida
    dhegada


    o



    a
    *


    a
    *
    *
    *




    h~e'gada

    *
    *
    *

    Sahd


    IDA
    Southampton
    Bordesaux
    Vigo
    Lisbia
    S. Vicente
    Pernammbuco
    Macei6
    Bahia s
    Rio de aneiro
    Santos 4
    Montevideo
    Buenos-Ayrcs
    VOLTA
    BuenosArres
    Montevideo s
    Santos t.
    Rio de Janeiro 5'
    Bahia 04
    Maciol
    Pernambuco p o
    S. Vicente C9.
    Lisboa 9'*
    Vigo
    Southampton


    1 92927
    4 .24
    7 13
    *
    n 24
    2 26
    6 29
    8
    5
    7
    17
    18
    24
    27
    29
    ii
    i15


    S6 tocarA se precisar carvieo.
    Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
    CONSIGNATARIOS
    Adamsgn-Howie & C.
    3-Rua do Commerelo--

    COEPANLIO DEMs ESSAGE-
    aIXu EARTmES
    IJNHA MENSAL
    0 paquete


    Congo


    Commandante


    Grou
    E' esperado dos
    portos de sul no
    dia 20 do corrente
    seguindo depoisda
    Idemoro do costu-
    me para BOR-


    LJAITA, tocan Oaem
    Dakar e Lisboa
    Lembra-se aos Srs. pasageiros de todas as
    classes quo ha lugares reservados para esta agen-
    cia, que podem tomar em qualquer tempo.
    Faz-se abatimento 6e 15 por cento em favor da-
    familias compostas de quatro pessoas ao menos e
    que pagarem quatro passagens inteiras.
    Por exceplo os criados das families que toma-
    rem bilhetes de pr6a gozam tambem deste abati-
    meato.
    Os vales postaes s6 se dao at o dia 18, pagos
    de contado.
    Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
    a frete: tracta-se corn o
    AGENT
    Augpste Labille
    9 RUA DO COMMERCIO -9

    C CompanhlaPraweeza de oNarega-
    Vio a Vapor
    Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
    boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
    Santos
    Steamer
    Ville de Xaranhao
    Commandant Breant


    Espera-se dos portos
    do sul at6 o dia 18 de
    junho, segnindo da-
    = o das indispensavel
    eora para o Havre,
    om eocals por Lis-


    S A


    entram no porto
    iar do Commer-
    nbarque dos pas-
    mltes trestlan-
    md todos aportar
    sinuho deP"i, 6


    neceasa- Ufa tu aa* mveww

    opa De liUndoa. jarro,
    S Jardineir.s pata centro do mesa,
    Fm uteoireasTaudes e pequena,
    Cumnainp proprtas parsjardlin,
    eiraQuadros eom rotratos 4e Peetas,
    S .. Porta-retretas comA rio dsenhos,
    Caixinhas para presents,
    Figures diversas,
    .42 ,cratiaos eim retratos,
    SF Fructaspasarinhos e muitos
    k objeotos do a.purado goato proprios pata enfeites
    demeea e toil ettes.
    i, Ou inla-ira, 19 do corrente


    42 RUA


    Espera-se daoEu-
    ropa e portos do
    note no dia 80
    Ido corrente, so.
    gjuindo depots da


    demora n


    Para passagens, frete, etc., tracta-so corn os
    a gentcs.
    Borstelmann 1& C.
    RUADO VIGARFO N. 3
    10 andar

    Pacific Steam Navigation Coupanf
    STRAITS OF MAGELLAN LINE
    0 vapor
    actopaxi
    ^^- Espera-se da Eu-
    ~ropa at6 o din .6
    de jualho e seg.
    rApareo sulnde-
    piois da demoi do
    costume.
    Para carga, passages, encommendas e dinheiry
    a frete: tracta-se comos
    Consignatarios
    Wilson Sons d cV., iAmlted
    N. 14 RUA DO COMMERCIO-N. 14


    0 vapor
    Cordillera
    Ejppr ~e'a pcrtos
    ^ dosulatk odia 3 de
    Sjunho, seVguindo par
    i .ti a Europa depois da de-
    imoras do costume.


    Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
    a frete; tracta-se comos
    Consignatarios
    Wilson Sons & C., Limited
    N 14- DO COMMERCIO N. 14.
    COPANUKA PENRBAMDBUCANA
    DE
    Navegaqao Costeira per Vapor
    .PORTOS DONORTK- --
    Parahyb&#, Natal, Mac&o, Monirn,
    Aracaty, Ceard, Acarac e Camoeim
    Seguenodie 20 deju-
    nho 0 vapor I aca,
    SSM-fi^ ^^^^^ ommandante Santos,
    iss 5 horasade turde.
    wRecebiearga ath o
    ...a 19.
    Encommendas, passagens e dinheiro a frete ate
    as 3 horas da tarde do dia da sahida.
    ESCRIPTORIO
    Caes da Compankia Pernambuca
    n. 12
    Compania Brasilelra de Nave-
    gapao a Vapor
    PORTOS DO SUL
    0 vapor
    Manaos
    Commandante Guilherme Waddnigton
    E'esperqaddo. spertosdonor-
    te at o dia 21 de junho e
    seguiri depoi da demora
    do costume para os portoad.

    Recebe tambem catrga ppra 8shi eoiso m
    de, frete medico.
    Para carga, passagem, eneumunudu vahrpm
    tracts-se na agencia
    44 RUA DO COMMERCIO 44


    LEILOES

    AGHIH 'fPI
    Quarta-feira, 18, dove ter lugar o leillo de cha-
    peos de sol, cascmiras, palitots e outras f zendas
    iimpas e avariadas.
    Qumnta. feira, 19, o da arma&Ao e generous do es-
    tabelecimento da pra"a do Conde d'Eu n. 2.
    Sexta-teira, 20, o de mobiliao, piano, espelho,
    quadros e mais objector de casa de familiar exis-
    tentes no sobrado de esquina da rua do Born-Je-
    stus n. 2.
    Em continuaaloqe no armazrem do mesmo so-
    brado, cofres, carteirasArma mesas, m ea cadeiras,
    pesos, medidas, balancas e medidas.

    Leilao

    De fazendas inglezas avarladas
    Quarta-feiri, 8 d correte
    A's 11 hora : : :,
    AGENT PINTO
    EM 0 ESCRIPTORXI5P DA RUA 'A A
    JESUS N. 4
    L eo +,
    ------ ----- -- ""l- '+^:^ '1^1'!^^!^ l'' '^ '"1*"rl


    : A's 10 12 horas
    NO ARMAZEM DA RUA DO BOM-JE-
    SUS N. 51
    Ricardo Frauscisconi, tend reeebido a sue en
    ftnmenda, a qaal estava destinads ao Para, re-
    qolveu vendel-a nesta cidade em leilo por inter-
    .vonca do agent GUSMAO, dos ricos objectos de
    alabshtro- nunca visto nesta praga pelo que eon-
    vida as Emas. families para itrem ver a sua
    gftnde
    EXPOSI Nos diat 17 e 18 do corrente o qual estara
    aboerto das 8 horas da manhi at Was 5 hoias da
    tarde.

    G6 ip ltts Pios
    DO rade Ieilapomo

    Quina-feira, 19- de junho
    An reel dia
    CARMO E SILVA
    Plenamente autorisado vendera os se-
    guintes predios
    1 sobrado de 1 andar e sotao a rua des Trincei-
    ras n. 40 em solo proprio, 1 dito de 3 andares a
    rua Padre Floriano n. 40 solo proprio, 1 casa ter-
    rea sita a rua 7 de Setembro n. 20 corn 2 salas 4
    quartos, cosinha fora e quarto externo quintal em
    solo foreiro, 1 easa terrea sita a rua Impe ral n.2o
    corn 2 sales 4 quartoscosinha external, quintal sol5
    foreiro.

    naRlM -ire 19 goe iuloi
    Na Travessa do Corpo.Santo .47


    Agente Silveira

    Leil&o


    De models, Ioupas e vidros
    0ninta-rfeira, 19 de junho
    A's 11 horgs
    NO SOBRADO SITO NO LARGO DO
    SPARAIZO N. 20
    Constando do seguinte
    S-Um6obilia de taartello omr pedra, 2 espelhos
    ovaes, 1 cama fsraneeza, 1 lavatorio de amirello
    ,om petras e espelho, 1I toilet de junco, 1 commo-
    da, 1 sofA, 1 marqueza, 2 marquezes, cad.dras
    dtc blancoo, 2 espreggigadeiras de junco, 1 guairda-
    vestios, 1 mesa elastica de 3 tboas, 1 estate
    servindo pare uarda-louna e propria para lIvros,
    12 cadets de junco, brancas, 2 aparadores, 1 me-
    'sa con forro de panno e 2 gavetas, 1 quartinhei-
    ra, 1 abide, tapetes, jarros, loucas, quadros, trem
    de cosinla e mais accessories de familiar.
    0 agent acima devidamente antorisado por uma
    faniilia lovarA a leilao oaih6oveis mencionados.
    Qurtn-ltu, 19 o c0 Tntf

    A's II horas


    Leilao
    Da armale e generous do estabe-
    leelmeato da praTa do Conde
    d'Eun. 3.
    Canstando de
    Gawafas eom cerveja, genebra, vinhos, sardi-
    nhais, peixes, d6ces, conservas, in inteiga, gaz, lour
    Va, clA, canelas, ervilhas, figos, azeitnnas, latas
    com milho, molho mglez, outros goneros c 1 ar-

    *nintalfeira, 19 dojunho
    A's It tl horas
    Em um ou mais lotes
    Agente Pinto


    Gaa,
    seima,


    do Rosario, a iual
    Sum grande heli
    nto com luxo.
    eomprar os motels
    00 manual.
    A llB


    xMU UbW W., I& JU 5 WUU.
    LefaIto da semana

    Carmo e Silva
    ftexta-felfra 0 do corrente
    As !1 soras
    Mobilias, moves, 1 guarda-louga, 2 guardas-
    vestidos, 1 piano, commodas, mesas elasticas, ma-
    chinas parm costuras, quadros, relogios, lanternas,
    candieiros, vidroa, etc.
    Miudezas, tintas, retro3, colxOes, pistolas, ma-
    chados, pLosphoros, ouro, prata e outros muitos
    objects que estario patented e scrlo vendidos
    Bem reserve de prcco
    Ao corrBr do M0rtallo
    Na agencia, travessa do Corpo Santo
    n. 27.

    Leilao
    De 3 cotres de ferro prova de fogo, 3 earteiras
    para uma, duas e quatro pessoas, 1 armalo in-
    gleza, mesas grades para fazendas, balanuas pe-
    sos, medidas para seccos e molhados, bebidas de
    differentes qualidades, vinhos, molho inglez e mi-
    Iho em conserve, mesa, cadeiras o muitos outros
    objects de cscriptorio,
    Sexla-feira, 20 de juniho
    Agente Pinto
    No armazem da rua do Bom-Jenus
    ni. 2

    Leilao
    Do material constant de tijolos, travcs,
    caibros. ripas, telhas, portas, caxillos, e
    mais pertences das 4 casas terreas da ma
    do Passo da Patria, na esplanada em que
    tern de seo construida a estaglo do Recife
    da estrada de ferro para Caruarui.

    8ugfdir-og23 do corrmnito
    A's ijio ras
    0 agente Pinto autorisado polo By. director en-
    gcnheiro em chefe da estrada 4e frro do Recife a
    Caruaru levara a leilaQ um on U mais lots a
    vontade dos co W oreM o mater4aes das 4 casas
    terreas d. rna d4o Paso da Patria" na esplanada
    0 4U uetem do sd er eonstruida A es 44o do Recife.
    O eilao terA lgar as 11 horas do dia acima dito
    nas referidas cssas.
    Leilao

    Agente Britlo
    De moveis, obras de ouro, louga etc. na
    Irua das Trincheiras n. 40.

    8seta-4i 20 .d crro ntu
    AS 11 HORAS
    0 agent acima por mandado do Exm. Sr. Dr.
    juiz de direito de ausentes, e requerimento dt I Im.
    Sr. Dr. cunrdor de ausentes, levara leillo os refe-
    ridos objects, espolio de Rosa de Oliveira Cusado
    Lima.
    AVISOSDIVERSOS


    Aluga-se per preo commodo a excellent
    chacara A rua do Caldeireiro, no Caldeireiro, corn
    magnificas aceommoda&es para familia, muitas
    arvores de fructo e boa agua potaveL 0 sitio
    esta perfeitamente murado em teda a long area
    de terrenos que abrange, e tern alem da casa
    principal, muites commiudos extamos para eria-
    dos, grande estribari -, gallinhoiro fechado corn
    grades de ferro, banheiro, etc., etc. : trata-se na
    rua do Apollo n. 32, If andar, escriptorio.
    - Aluga-se o primeiro andar da casa n. 25
    rua velha de Santa Rita, o primciro e segundo do
    de n. 24 A rua do Araglo, as casas terreas de n.
    36 A rua da Ventura na Capunga, as de n. 1 na
    travessa da Hora, e 26 A rua de Nunes Machado,
    no Espinheiro : a tratar na rua do Hospicio nD-
    mero 82.
    Aluga-se um sitio no Chaeon, corn casa ree-
    dificada, corn aeommodaVes pare familiar ; a tra-
    tar na rua do Cabuga n. 7 A, ou a rea da Aurora
    n. 81, armazem de molhados.
    Aluga-se os andares superiors do predio n.
    51, site oA rua do Imperador : a tratar no pavimnen-
    eto trreo do predio n. 10, A p a do Commercio.
    Preeis--se de uma ama para cosinha e mais
    servings, por6m que durma em casa ; ua rua da
    Praia n. 12.


    No rcferid stboleeimento A esquin ta rua Ensina se allemlo, inglez e francez; na rua
    da matri da Boa-Vista., da Gloria n. 43, andar terreo.


    -genteBrittto

    Leilao
    De 2 mobilias de jacaran4A, 1 mesa elastic, 1
    nivel de longs mira, 1 antuario, 1 piano de cau-
    dA, tslhos, pentes, easaveques, fieu s, cortes de
    veatidos, meias, collarinhos; 2 ricos porta-licor,
    caldp e mouitos ourttos objects, que ecstario ex-
    postos no aeto do lel4o.
    Ouita-feira, 19 do corrente
    ]Rua do, liammento n. Si1
    +*

    LOW
    De moves, ledia, videos e qua-
    des dourades om n mas gra-
    vu~ras
    &A .4ARFllR


    auo i
    mI


    ,ilia de jaca-
    iras de bra-
    e balance, 4
    1 relogio de


    Aluga-se a casa n. 5 A rua de Leao Coroa-
    do, cem grandes accommodates, sujeitando-se a
    pessoa a poucos concertos de que precise, caiar e
    pintar, o que os proprietarios levarlo em conta
    nos alugueis ; a tratar na rua da Ribeira da
    Boa-Vista n. 34, corn a Sra. D. Maria Joaquina
    Abreu.
    Aluga-se a casa terra n. 8 no largo da So
    ledade, corn commodos para grande familiar ; na
    rus Direita n. 32.
    Quew precisar ide urma senhora para ensinar
    doutrina, portuguez, fraricez, music, piano, flores
    de eouro e madeira, dirija-se ao Caminho Novo
    n. 128, na mesma casa precisa-se de uma mulher
    que seja de boa conduct para companhia e pres-
    tar seua servigos em casa de pouca tamilia, na
    mesmas casa tomam-so orphas desvalidas, e da-se
    educate0, ensina-se por earidade na mesma casa
    vende-se uma casa na rua Imperial n. 301, corn
    244 palms de fundo. 26 de frcnte acabada ha
    pouco tempo, muito bonito lugar, estA sempre alu-
    gada.
    --Precisa-se de urma boa cozinheira
    na rua d&o Vigario n. 2, ou rua do Pay-
    sandu (Chora Meino) n. 19.
    -%* *v ;NU-sai na30S


    IM Agua iionr ia'
    do Basry.
    DUP&.
    Preparda s egundo a frmula'
    originalusada polo inventor no
    anno do 1829.
    Yom duas vezes mais Fragranolal
    que qualquer outra.
    Dura duas vczos males tempo.
    t'muito male rica de perfume e
    male suave,
    E'multo mais Fina e Dellcada.
    Tern dobrada forca Rofresoativa '
    Tonica no Banho.
    Fortalece ao Debile no Cancado.
    Cura as Dores de cabeca e os des-
    malos. "
    E'multlssimo Superior a todas as
    outras Aguas Jorildas Actual-
    mente a venda.
    Descoberta Importantissima

    Puro Oleo doe Figado de gaaIlha
    COM ,
    IODURETO DE FERRO,
    Barclay & CompaznhiaS
    --__-----^T
    '--'- e _- --. ~ __^


    Curs radicaIlmcnte c corn mcguranja os pcores casoas]
    ee P'hthisica. Escrofuils, rthemnatisino, is doenas i
    dai Espinha Dorsa,;, dos Qnidris c dos Ossos, as in-;
    himmfl:aeoes do Figado. do Bao e do Utero, etc., etc,,'
    c i stitue no co"po enifraquecido e fa tigdo o sen Dri-
    *t' o vieor e arredondado dos contornos. E certa-0
    r':!te unma rnnde descoberta o Puro Oleo d.e
    1isda.do d Bacalhao corn lodureto do
    Ferro-de Barclay & Ca., New York.
    Xarope de Vidal
    de Reuter No. 1[

    A.- 'A ,& I


    DEPURATIVO E P FUROAtTE
    Este novo e aftmlire pur.eador*0do
    gangue actual sobret'oinite0tIfA
    ci figado, os rins A=peaie(
    E'cudra Infallivol contra a Debilidadel
    MervQgs as Doreo de Cabeqa, a Dys-J
    p6pi ahe Sezoeo, o contra as doen-
    cas de origem Miasmatica 0 ocUca-.
    sionadas por desordens do figadol
    ou pobrezae impureza do sangueo.
    IDepositos. Em New-York em casa
    des Srs. Barclay & C. em Pernambu-
    co e em casa dos dos Srs. Francisco
    Manoel da Silva & C.


    ELECTRO-PLATE


    Vende-se, per preeos reduzidos, finos
    artigos prateados. quer para mesa, quer
    para ornamentos de salas, toilettes, haven-
    do igualmente urn variado sortimento de
    artigos proprios para presents, artistica-
    mente acabados.
    42 RUA DO MARQUEZ DEOLINDA 42
    0lo andar




    DE


    Este remedio precioso tern gozado da acceita-
    5o public durante cincoenta e sete annos, com-
    e9ando-se a sua manufacture e venda em x827.
    Sua popularidade e venda nunca forao tio exten-
    sas como ao present; e isto, por si mesmo,
    offerece a meihor prova da sua efilacia maravil-
    hosa.
    Nao hesitamos a duier que nlo tern deixado
    cm caso algum de extirpar os vermes, quer em
    creangas quer em adults, que se acafio afflio.
    tos destes inimigos da vida lhuminana.
    Nao deixamose doe re&ber cdnstantement&
    attesta4oes de medicos em favor da. Rua effwUia


    low


    'COA













    inmmm~'.. 4
    Is
    ~1


    KKS ." : '*W*oofUW- dft W 1 5IV.L._
    5M09
    HR fc NOVOS apaaottBde'nw oi ena mleS
    .:4 No r0 o dmb as queadoois relative

    |.: publicados por ordem de S. Exc.o /
    Sr. conueldheiro Bar Hoem de
    ,,1. Mello, I Volume em brochure 3109
    t"L COLLECQAO das leis geraes do imperio \
    y .... 1821. 1 volot hrthsab o .3ea500
    S Ditade ditas de dito 1828, 1 vol. hroehado 25500
    g DPia de ditHde4ito 1878.2 volumes bro-
    [s.. chados 51000
    rA.v iita das lets provinueiaes de Pernambuco
    1875, 1 volume eneadernado 1-090
    -" Dita de dias das Alagoas 1835 a 1872,
    t.J 6 vols. eneadprnados 1200
    i' PEVISTA do Institute Archoologieo de
    S 1863 A 1872, 2 vob-. eneadernados 55000
    S'- ORDENS DO DIA do exereito -(do Pa-
    B .-7 ragasy) 11 volumes brochados 125000
    PFALLAS DO THRONO de 1823 A 1872
    B(..1 vol. encadernado 55000
    k+." N. B. Faz-se abatimento a queme comprar
    oidos.
    S Aluga se
    I A casa terrea n. 26, A rua do Forte, a
    [ !tratar na Theawmnria daa-Loterias, rua do
    i Barlo da Victoria n. 14.







    lea- lO '3 rod tr pI, 23
    .0 ; 0 abaixo assignado tendo vendido nos
    S taeus afortunamdos bilhetes o inteiro n.
    2,500 cornm a sort de 4:0004000, dous
    i meios n. 2,871 coma sort de 800#000,
    dons quartos n. 3,975 coram a sortede 1004,
    t o inteiro n. 2,471 corn a sorte de 100# e
    outras sorts de 328000, 16' e 8#, da
    l loteria45.'), que se acabou de e'trahir,
    , convidra aos posmuidores A virem receber
    Sxma conformidade do costume sem de3conto
    algum.
    : Aeham-se A venda os seus afor'Anados
    W~- bilhetes garantidos da 2." part das loterias
    H,: a benefsio da igreja de Jolo de Bares,
    t" :- (46.")qcUe so extrahirA na quarta-feira 18
    do corrente.
    IFE.COS


    Intoir&
    Meio
    Quarto
    BSm quant
    Inteirc
    Meio
    Quart


    Y 4WOO
    28000.
    16000
    Idid rater de i@0@
    I 3^600
    1,5750
    Jfmued Martn~in Ftu..


    LANA,
    BIIARTli
    ]Rua do InarbA1vlrn4sa. ta
    0 abaixo as'q'ado acmba dd' vendero
    e am sons felizos bilhetes dous
    884 corn a sorte do 2008000, done quar-
    tos n. 3,975 corn a sort de 100#000, alem
    de oMersou premios de 320600, 16,000 e
    O&osno abaixo esignado convidne zos
    posidO virm roceber x a conformi-
    dadfdo costume, semo doAonto algum.
    Adazv-se A venda on felizes bIhetes
    4' gsraurtidss-da 2.'-parte dam loterias a be-
    r neficio daigreja de Jolo de Barros (46.8),
    que so extr&hirA na quarta-feira 18 do
    C corrente.
    ^ MIECeS


    Inteiro
    MeKo
    Quarto 0
    por Inteiro
    Meio
    Qua..+


    449000'
    2W
    we.o para
    3.500
    14750
    6871
    CrfaL .


    ii'7


    Dr un a

    aMtiBps, cathro, bronaehita B
    as ac~odo peito- -
    Um vidro 2W000
    Duzia 200000


    Vim". tenie
    corn lacto phtsphato do cal, ferro,
    cascas de laranjas amargas e quina.


    coca,


    -,i~i "' l- b

    -' wuWina 1baAit- a (i0s a

    B^An-^tatqsttr'-a.cf 8
    g~litf^jy lion~


    cnte^w as molksaft do earnago
    1-eaiita, 1,0000
    Duzia 104000


    S .: .
    .-6 be.'
    H r

    maim re-


    INJECq A.,
    attibleaorrhagica, oura ewta em ou
    dIas-sem produzir estreitaaato na tre


    Uinv ilro
    Duzid


    Depositon-nPbarmatiip #.hlo
    51 Rt-A DO @ Ru O DA VICIAM 6


    Aluga-se
    o segundo andar do iotado dia aus
    17; a tratar anwa da-rsBs


    /~is Prr2'r*.i"*
    ll>I do~ itit dno. oeI~~^* JKft M
    efficorfeeMt a Tt a v$I oriafw -da
    de odiaWmi 6 ra ..
    a .m 0$, iM, mAS* Am- mB isro
    ftmw. &%-q- wnvv ^ wmi^f
    ENhFBTOaBUS M~i&-|^r
    ^*^^^^7 Dtote"^^^P


    Ant
    da Pea sn. !
    at j Preeisa-se de uma amn que cosinhe e engomme
    para urma pequena filia : trata-se na rua do
    4Bm Jesus n. 61, loja.
    A-n.- I Mir


    aaa oBeloExigir o soll.
    F'w'o. S. U, 0 "9 '
    F !! AO CHLORHYDRO-PHOSPHATO DE CAt F
    mats poderno dos reooasttnaitss adoptado por Wtps Os MeIOW da I as a.
    4 Anmtia. Ch&rosWs, MWutes, CackIeafif,-Bfrorflas& fteMtVmoe Dewp |O
    'L* ~ t &areacimert. Ucifc das cianras, Fasito Dyspepsfas
    coiI, PW% de i e ma doCherche- ldi.





    PERMIGNS

    Qm d ^fa9OUmW ml^ s

    hswnad6 por 1w3a LAROSnnaawwas
    &> tMrAMO> YMA JUM M 0yBC fe i~
    S -


    -cuM a tMs. .I
    sam- e islh liw r j aii Sa.m


    .41qg a;---- .

    AME aie do 0.---m.Jay4" ,..
    X~EIAMZE WINM^I~tf~
    UWLt Mmolt a
    Xv ass
    -N^ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~~f @Odom.fiMi~.Tm f i^aiaiii^ S^
    Jr. ^^, o,


    U tatw rM
    Iii


    9.
    3
    I


    J...v ::AJ i :L JK^,J' E.":" ",, '

    P.O.mADAI LT. ftl

    MP^ -pw aaiawnj-i.,_P-laz*'cems j*t ,-1 -


    N-i


    7 T .


    c6MprsLGAoO


    . rmmino, Cadkdo da Figleiredo.


    PROPAGADOR
    Antonio Pereim da Cunha.


    DROGARIA


    -VENDE-SENA
    >E"


    IS GMAIM D MDi<
    23 RUA DO MARQUEZ DE OLINDA 23
    j-IfNAMBUCO
    1 m grosso e a retalho pelos preo Dposito Central.
    : -------- I *--


    CHAPEUSA
    AIt*s, de castor eseda, baixos, de feltro de
    todas as qualidades e para "engenheiro" for-
    ma ingleza. Manufacturados corn perfeiAo
    e elegncia,-prevos resumidos-garante-se
    o aprfbiMfento no trabalho.
    iNo deposit da Fabrica a Vapor, rua do Ba-

    r0o da Victoria n. 34, de Antonio Jos6 Maia
    & COA


    0


    GERAL


    ALLAN PATERSON a
    -N. 4-Rua do Bram--N. 44
    JUNTO 4A ESTAVAO DOS BONDS


    Temn' para vender, por pre9os modicoe, as seguintos ferragens:
    Tachas* fimdidas e batidas.
    Cniva9&s do diverssos tamanbos.
    Redas de espora,-idem, idem.
    Ditas angulares, idem, idom.
    Verandas de ferro batido.
    Ditas de dito fundido, de lindos moi'.os.
    Portas de fornalha.
    Banoos de' ferro corn serra circular.
    Gradeamento pm- jardim. -
    Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
    Medas de 10 a 40 pollegada de panadura.
    Rodas d'agma, ssftems Leandro.
    Encarregam-moe de qualqer cor-oertos, asentanwa machinieos e
    quer trabalho corn perfeigZo ou presteoa.


    Vende-se a barcasa'tie Vemerels, de 350
    maccos de assucar, em perfeito estado de conser-
    vasgo ; a tratar na rut Dqqiu de Caxias n. 85,
    leja-
    Aos seNhoreSaIedfflics
    Veadese livrw1 e n o a; na rua do Ba-
    rio d4 ietor.a *. 7, I- lt industrial.
    Violas
    SA btca enfeitadas, a 255000 a dhus, gmsn-
    Oboem Bs,ner-e inoir bra; nanowv f.hre- .
    i-- vtfl Am Tie teru Izv M -_a3 j a mar;s ow


    10f 1 W Ciu e iiegreuro n. IMi, junto -a metisr ci
    &. Joed. Pcep-"Spe -a qalqueneuemomenda.
    N "A 0S. J S-- -S.
    J i

    SA ciganinha Jardineiar car6t de 6 e 12 rousS
    a f500; nffa-rica martius, ruada Impersatr:
    h nmnero 1.


    .- T P-reosa-oe ".in oemi,heW de numcriado:
    sm o nau oteolta do Rosee a. 21, hotel.

    i ( o sqa ado =der d o pedio u. 18, 1 rda I s d o
    Smaro, propli pmrA fandia ; a tratar na loj do
    -me ow -div.


    I .1


    --a -.-


    -u-tA
    -4'-^~


    Avisa
    0 absizo i risafes^eeiar- ao publico e ao
    pqmuM aOda -OWa ts pra s 1 nM f6ra
    se umae a "wa#i* A e tina, em quem tern
    nsuih *qma iOpe., QN .im mLdoanauto-isa-
    qW.. awm,. Ad m i,
    ado f. eie, 14 d.
    ''' ,.-* '".+ h m -' '" l & "-
    I "Ob4

    a-.


    C


    remcit anr qual-


    Ain
    Precisa-se de uma ama ; a- ruan Augusta n.
    123, 1 andar, a tratar das 9 horses da manhi A 1
    da tarde.
    Costtirciars
    Precisa-so para fazer vestidos de senhora, pa-
    ga-se bemn ;
    N rMlug. dolosai.tn 2.

    BMW
    Precisa se de ma eriade : tmta-se na rua do
    Ma'qucz do Olinda n. 8.

    21944*nmensaes
    Precisa soe de uma ama de boa conducts, que
    cosinhe compare e engomme alguma roupa, pa-
    gando-se a quantia acima ; a tratar na run do
    Crespo n. 25, loja de joias.

    C~n
    Fumo novo do Birds Eye Cosmopolite Papel : na
    fabric Vendome, rua do Barso da Vietorir nu-
    meru 39.

    IPrecisa-se de urmna ma para eomprar e cosi-
    nbar : na rua slarga do Rosario n. 1.6, segundo
    andar.
    Isuda C-aixeiro

    Precisa-se de urn caixeiro pra casa de molha-
    des em Beberibe ; a tratar corn Antonio 1!uarte,
    Aarna da Uneo 54.
    Swciedatk usicait fSetenbhro
    De ordm, do sr. .pwuidente, comvdo oe-,nho-
    ree soeios a se renairem em assemble ;geral],
    qeints-feir-rl9 doeorrente, As 6 bras da!tarde,
    af ide tratar-seci ds aegunda discusnio dob.esta-
    tae e ontra ase sumptos urgentes.
    RWeif 17-de junho de 1884- I
    F. Vieira,
    10 soeretario intetin.
    I____ ___________


    Mmanas bato
    A case terrea n. 107 a raa do Vooida ,ud.oy.
    roa^ d .Low-vaw '
    idaiidqin a. 4, a-na dtIaMiss-Vsleuxttn .
    'a-t kI:- I e -..t .P ..'. -"
    + i "a .P 1


    pipt~lfesdisffe~iQ 'w.'.'- +.+:.

    DARN f^CW: r
    -' ^ "~ t v' '*^

    DEPOSITO GERAL .
    I -Itua Primeliro de a4-W 18
    Jio de Janeiro
    UJnico agent em Pernambuoo?''
    ADAMStON HOVl 4 Cd
    N.--3 Raa do Commercio--N.---
    A venda em todos as boticas e drog&ia.

    Santa Cansa da liserieordia do
    Recife

    +S


    Conego Francisco Bochael Pe-
    reira de Bi'Ito Medeitrom
    No dis 21 do corrente, As 8 horas da manlb,
    na igreja da Santa Casa, farA a Illmna. junta ce-
    clbrar uma miss do requiem, cantada pelas eda-
    eandas da casa dos exp'ostos, pelo descanso eterno
    i'alma do ex mordomo eonego Francisco Rochael
    Percira deo, Brito Mcdeiros, trigesimo dia do seu
    fallecimento, c para assistirem a esse actopiedo-
    so, convida os parents e amigos daquelle finado.
    Seeretaria da Santa Caaa de Mi.iericordia do
    Recife, 16 de maio de 1884. 0 escriva'o,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    .{ _L .. .... ..-. "-."- "(-+" --- *'*T'=" *-, .' .... 't


    Epuhigenia Carolina ina Fonseca
    0 Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca, seus fi-
    !hos c genro, agradecem do intimo do coraio As
    pessoas que se diguaram de acompanhar A sua
    ultima morada o cadaver de sua sempre lembrada
    e choriad esposa, mil e sogra, Ephigenia Carolina
    da Fonseca ; e de novo rogamn o caridoso obse-
    quio acn seus parents e pessoas de sua amizade,
    de assistirem as misses que por alma da mesma
    se hao de clebrar no dia 20 do coirente, pelas 8
    horas da manha. na matriz da Boa-Vista, pelo que
    desdejA se confessam summamente grates. OUn-
    trosim, pedcm deseulpa a todas aquellas pessoas
    de sua amizade que nAo foram convidadas para o
    enterramento, falt' casta devida a natureza da mo-
    lest a que exigia o entcrramento no mesmo dia do
    fallecimento.
    Jost Antonio (la SA Leitao
    A viuva, mi e fi!hos de Jos6 Antonio de S&
    Leitlo mandam celebrar misses por sua alma na
    igreja da SantaCruz. Ais 8 horns da manha.do dia
    19 do corrente, 1' annivcrsario do secu traspasso,
    e pars aisistirem a ease acto de religiao e carida-
    de coavidam aos seus parents c amigos, e aos
    amigos do mesmo finaao, confessando se desdejA
    agradeeldos aos qune lhes prcstarem esse caridoso
    ,,bsequio.




    +
    Domingo Junsto Teixeira
    Machaflo
    Joao Mendes de Souza Machado, sua mulber,
    filhos, irmaos e Justo Jos6 Gomes Teixeira (an-
    sentes), Jos6 Joaquim Dourado, agradecem do
    intimo d'alma As pesseas que se dignaram acom-
    panhar no dia 16 do corrente ao cemiterio publi-
    co os resto; mertaes do sou inuito cariahoso filho,
    irmiAo, sobrinho, eunhado e( socio, Domingos Justo
    Teixeira Machado ; e de novo rogam aos mesmos
    e a todo. os conhecidos e amigos para assistirem
    as missas e memento, que pelo eterno deseanso de
    sua alma mandam eclebrar As 7 horas da mana,
    n% igreja matriz de S Jos6, na seta-feira 20 do
    corrente, setimo dia do seu passamento, os quaew
    dedee jA se confemam eternamoente gratos.

    Bageiro
    Precisa-se de in ofieial de barbeiro: *na rua do
    Livrament, n. 17. .

    UADMt) OME
    Tends entree oB vossos parents ou enat of
    vossos amigos alguem padecendo d escrp Mw,
    ehramas, ernpg5es, mo.estias syphiliticaw, mesmo as
    iman amtigas e as mais rebeldes daengfs depeUe e
    em geral de today e qualquer molestia aem que se
    ache o sangu. alterado on em pobrecido e
    quereis pwestar-lhes unm important serving
    recommendai-lhes o use do
    Rob-toume idepmatigwo Lebux
    e os verois ear poueo tempo robustos owlo, 0 ra-
    dicalmente curados, como provam tantas ceres
    diariamente obtidas pelo useo deste MARAVt&
    LHOSO DEPURATIVO, compoeto excluiva-.
    mente coin os saccos can:entrados de agdri, 4a.
    ca d laravja armarga, rdna, salsaparris cm B.
    binada cornam o iodureto de potassa eo
    [Sen meercurio
    causes de tantos accidents e que entra infelimmen-
    te na cofecvio da maior part dos depurativos.
    Veadas em goesso em easa don nicos agatem
    G r Lapoet C.
    A' retllho e ei o. .is as big*.

    Caixefro


    Precisa-se de urn caixeiro corn pratica 4I
    versa : na ria do Marquezs do Herval n. 73; 4
    d8 conhecimento de sua eonducta.

    Rn moradia
    Aluga-se os andares do sobrado n. 5, Aa i
    de Santa Rita, tern agua a gaz ; a tratr' no f
    criporloi de Dantast a BaIstos.


    IL


    A' -


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    9Depo~touMflmfleuSMfltIS stvkaa.
    T Ipotto a~ iit~i?]S 5 ^ d~lStWOW C.. (


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    Fl U "


    ." -,

    Consta quae alguem diceram que estando a .--
    sisteate FPEua-n Msreneisna Carseero rtiricl....
    um pnrto, time umkqrn, e qequ por ea&
    desamparoc e4iver ida purs o povoreo da ''.i "
    se dsengasdi por molestia ; fique pe. -"
    peitave p.li ea salendo que tal amuwn* ->.
    .ame fitt ,, pole a Ce,mtrkraft ''ni'ilA. --

    ..." ; ",- +.:-^ ^ ^ ^
    '-


    115n


    n L I


    r


    I


    s mmr
    fiebre oab Unie-o
    .Kklum -k1 1 to; 1 s


    , .,._.


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    *** I T;
    *^-''
    ^i;


    Fk


    :fl---


























    - ontt~6
    -ree~


    _,':Amgeho o 0noBecfe &A-rua do Co
    ^;^f"^^K 1^44., ..* 1 1
    f Roga-,I taImbemb11 i ainBruI4s pohciaes"
    1i apprehendiremos referidos eavaloe,.
    4*6i4i4-igneuraannnciaro referido pngenhb
    no ii ot UcifeA uaacima deolarada.
    A'rariba do i/ x(, 7 d6 ho de 1884.


    :S^ .-*' + ... ,
    .:-: Ainda estao para arreadar os engenhos Boa
    .5 -,e- The proximo A yVictoria, e estag.o de Queimadas,,
    | Goiabeira juiato a vTlla d4oJaboat.o. A tratar
    sa an : do. Inperador 77, 'iercearia, mO na ra
    4 aIjtperatriz n. 49, segundo andar.

    Cignia Jadineira
    Novas sortes em Wartuziuhos de 6 e
    12 rozas; sAo mais de ccaantar do que ou-
    tras por serem em flores.
    2-RUACABUCA' 2
    "Lla de ma*Whuas de cestura
    -' Pap t IrmIs & C.

    Mn
    ro I 40 msdares do e obrad A ua do Brum n. 84,
    .es quaes tena grauades aeommodag5es e estAo
    pintadas de novel ; a tratar na rua larga do Ro-
    x-o n. 84, botiea.
    -iam atlenio
    Na rua da Uniao n. 47 faz-se plisses e recorta-
    oe babados e soda do todas as larguras, pontu-
    *iA8, redondos e*aindos.
    It E seinigual
    *, -* imesam de mandioca que se vende na Camb6a do
    -.. rmo n. 10, sendo secca,% 1t o kilo, e molhada
    ++ + :" .rs.
    i *+'+ +r, Aigase
    ia cas u. 12 da ru& de 8. Jorge (Reeife) corn bons
    i. smodos para familiar; a tratar no cases do Apol-
    ..a. 75.
    doAiua*se
    0 2 andar do predio da rua lo de Margo n. 18,
    Spuprio parm famiUa. A tmatar I loja do mesmo
    ,predio.
    selJnteteas de plamtabla
    Alfnetes de gravatas em 40 models, correutes
    *.rdelogio e botoes para homens, alsein'as, afi-
    < 'evelta 0e porta-leqaues parasennoraa emen-
    .s Jmodelosbonitos, almitaao de ouro; amos-
    1"* -teas na vitrina da loja A rua Nova n. 16
    Menino
    Precisa-se de umn menino de 10 A 12 annos pars
    tender na mra, e que tenha boa conduct : nA
    -at Imnperial n. 134. Paga-se bem. .




    A4:O#
    losTO00F^A


    ua do Cabugt-16
    SAcham-se a.vends os venturosos bilhie.-
    iw garani dos da loteria n. 46 em beneficio
    da irja de Jolo de Barros que se extra-
    =ifrina quarta feira 18 do corrente.
    TI(IIcO0S


    " 'teliro s:-00
    *eleo
    Quarto
    undo qutaddade swoerlor
    ~a,
    i ntelro -:$9I
    r ]Melo .
    Quartto
    ,- 1 1.'*' "igtm- Pires (la j8S~f

    5 'deeisa-se de nm co usinhi&, da&e infminmawao
    : *oenS|||~du na ru que il Caruies 1;d
    + + '+'IA;1" iitj j^ ^i _.11 +" 11, -+ 1 i+i i+ i+ i++ i r. iin


    S. .Preci: -s de an ama parra oinh'ar e owmprar
    t+*+{ bi pee"oq+ amaDp"A+ d Cwt 1n.4
    t d i ,i + 1
    + + +*- -S+ ++l" +*+, ". -- -+-^ .. I! ,'+ J ++ +" '" *+ '" "


    Todos os Tl os
    rendidos nesta casa


    provina, e Boa Vt'a de -Marw d
    eom o fodo. ao n s pozvao
    :'p +Be e +^ i ++, ".; ";
    perneo msario pu -a, tam
    ,l moenwd,+rod=s d'agwa, vapores letO

    e f"rragS pec8 ra M ege-
    ithos temn a iuda ra le sortitento da me-r
    Ilhor qualidade.
    raMILHOS PAIA CANNAS. -Te, 4esysteua -

    tatil sales, se s WAinvemieniites qu al!
    guns apresentam; eom earros pfrrios, Ioe.-
    motivas etc. a pre os raoaveis, podenwie a-
    zer cemtrato pamra o0 assetaIe$to.
    Nesta fumdi"o, a nmais mitiga desta pro-
    vineia, vende-se aprazo, ou.a kiro-o
    desconto.
    F mugis uiBeweRAA
    fl-B sm.48,lw


    DE


    CA'fLO&

    RUALDO BR AlBLml 0OAM 4

    Os proprietarios deste bem conhe es-
    tabelecimento pelas suas rela-ies directas
    corn osmelhores fabriceantes, e corn m nm dis-


    tincto


    engenheiro


    grandes vantagens para


    de Inglaterim, offerecem


    encommeiidas, como


    provam corn os apparelhos con.
    tes nos engenhos Massauassu'


    ipletos assen-
    e Bosque, e


    meioapparelho no engenho Conceiaoo.
    MCILINAS a vapor trabaIhndo sorm

    o fogo do assenitameuto, podem ser examinai-.
    das as que forAmiwassentes nos eiehsBei
    leI~, em Timboassu', Cueaui, emnai Gr teir


    Diamante em Goyanna, Pao AAmarello, C-4
    mara e liges em Itam Vldra tBo
    d'Allio, e outros no Rio Grande do'. No^rte e


    Parahyba.
    Chamam .a atten- Pads Si.,
    para. os ,anovos vapores ,qe tei
    are.it.A& f"ricaiite:Ifo
    Smendam pelafaci:idade dle +c.o&aI

    1~IA IF W : -; "" ''' % y f mw1 .** ^ -A 1' 11:' *i '' "*'


    Uma pesa eom peteatLmente habilitada u'arte
    de florlst!se pio a dar lia5es em easas parti-
    clares ou ew algum collegio, mediante modico
    !ei o : queen do seu preastimo se quizer utilisar
    pdo deixar o Ben adresse livrarisa eeoaomie*&'
    rua 1' de Marco (outr'ora do Crespo n. 2) p*#a
    ser procnrado.


    Vende-se quarenta pa de roseiras, gradides,
    de divereas qualidades finals, bern acondicionadas
    em latas, preatando-se assim laqualquer trauspor-
    te ; a tratar na Capunga, Trua da Ventuira n. 11.
    ComI asseio e promptidao
    Lava-se e engomma-se : na rua Imperial n. 16,
    segundo andar.

    Aluga-se um sitio junto a estaclo Teixeip Lo-
    pes, corn grande casa devivenda; a tratar na rua
    do Impe. ador u. 16, armazem de trastes.
    Ana
    Precisa-se 4e uzna ama que compre e cosinhe,
    ara casa de pequena familiar : trata-se na run
    Puque de Cizas (antiga das Cruzes) n. 89, pri-
    vero andar.


    Alert ',


    A visa-se para que pesoa algumsa faaqualquer
    contrato corn os predios aeguintes : sitio do BelBm
    n. 14 e o sobrado & ru do Coronel Soassuna.n.
    22,,perteneeteo 4o tepolie dOfinada Cbmitians
    Maria de Souza, que vi. entrar em questao por
    dividas que deixou a mesma nada.


    KNz br"IewoE m fm

    IYIIIEMEO. E ICtI*IKO


    Martins Bastos
    Peruuubuco


    "Nimero telephoeieo n. 3S3

    L e deJaeloz
    ". R'M-Rmuwa .de 4?UmIPOewo to loa a
    ,+*..,+ + Pitare~aito colservade Uuvido grazo e con-
    4moa*,,, approvadb ela Exma. junta de hygiene
    Lado; el no imperi4 pela effica-
    sr fraeos k razjM. o0retreto do bacharel Jolo
    4ptista Gitiraun Costa t m a s'& amssignatuma do
    pri pgnho e ao rubrfieados corn tinta encar-
    kplo cirurmiao dentist Numa Poinpillo.
    Unic dep*%ito -emPenmumbnxo, rua do B-ruo
    da Victoria .t m4,A andar.

    # ero e cafncmostsyphil~tloos, toribuix s-
    '+i m+ .^ :+ ^'*^^

    ++ ,.+": .... '1. ++. ++ : : 1 1 *.; -+ JP -


    ,-se "i 0d


    pteros uniuito vandes e co-
    ,a 41 e.aS, segundo otn.-
    at6il koaiseim palmo.Cfl-
    dogS-t ue AbAimepto., us
    -as e* ap p ews, *pre "* -


    ;MZOlYT*WTCA
    %do e- rleebecid*o hoje
    a esta md4!st.
    M~a e dual4tri


    1/ 2U D


    Neslai aUen4~a6


    Casemiras de cores, dui
    defeito, fazenda de 55000
    Madax ao nvariado,
    Bramante tran4ado par
    rm. o metro, aproveitem.
    C6rtes de meia casemirn
    .Ditos de casemi-a para
    Brim braune alcochod(
    Dito pardo lona a 300
    Ditos de cores para me
    Meias cruas a 3,500 a
    ' Lencos de soda, 35500
    Cereulas de bramante
    acabar. assim cornms outz
    resumibos.
    Carneiro


    is larguras, a 15800, corn
    pequeno toque, 3A500 a
    a toalhas e len96es, 500
    -1 mvlj7IJ


    O mez de junt o consagpado ao
    sagrado orado de Jesus
    PELO PADRE
    -FRANCISCO VANETELLI DA C. DE G.
    e traduzido da segunda edicao italiana
    PELO REVM. PADRE
    ERANCISCO DO REGO MAIA
    .,Veade-se na livraria industrial, rua do Barbo
    da Victoria n. 7, e em todas as livrarias desta ci-
    dade
    Promn ria gada emnmr~ 1, 000).


    A 250oo


    Iarinha
    Saccos grandes : na Madre de Dens n. 28.'
    Cainbraias trasl pa en-
    Stes8a3,,
    E' pechineha
    Na loja da rua da Imperatriz a. 40, A esquina
    4 dobecco dos Ferreiros, vende-se peas d earnm-
    braia branch tranparmente, sendo azuladinhas,
    Spaa vestido O 3f a peca s0o muito bmatas.


    CRAV4OSE FLORES
    Na rda aUnto na

    %j, ha sempre para se

    vender craves e flores

    Nova maehina de cos-
    A~ra
    +,. .!.
    Dienumlnada Aurora
    EstA em. exposicio 4 rua do Barao da Victoria
    n. 30, ja de Antonio Pedro de Souza Soarmo &
    C.,a nova machine ; cose com dous carretei, de
    lina, podendo ser de 500 jardas cada m, e
    frii'os dons pospontos como se fosse de langa-
    deira, de grande vantage. No mesmo estabe-
    leein"ento tern cemstantmente urn grande sorti
    mento dam meilhores mahina de costume de todos
    os principaea fabricantes, e vendeom em portaoo e a
    retalho sempre por preqos muito razoaveis ; na
    rua do BarTo d- Vitoriaz nt "5
    NOV".SORTBINT
    No NfTO
    DE
    Sh-sas pata ihoinens
    POX
    P1re oes baratissimos
    I lua da Imperatrz n. 4o,
    S LOJADOS BARA7T2iS
    Paletots de casemiras de quadrinhos, fa-
    zelida qie s lava 7 600
    Ditea de pano preto fina, fazenda tuito
    * .oa 74000
    D)ito de caemiram de quadruihos e listri-
    nD 1,a &rrados ,I 85000
    Ditos de, esemima escura, de cordlo, for-
    rAdb#.t 8.%00
    Ditosde flanella sazul], forrados, sendo fa-
    ke qua nap desbota NOW$00
    D os de .. ...ira de cores a e es ..'.. 0 ,-

    D",-deVtwwa Omos
    ;: '- p m '_ S
    -Ditig 8jeirat pret&.i^qU ^ OCe =
    Om &&Mau%
    48,+
    -i

    :09+.. WAS 6;09


    -- ~, .4


    te de- s-e .retki
    revemente para Tr& A
    da provmicInia, rMoe 1 -I
    ve-ner pr to.do "1
    prepo, para aeabar!
    sartigos aeimiaee-se +
    fificados e outros defl- 1
    nissimo gosto eultinuis
    modas!


    Sinvrno, 2;500. Nota-se nque esta
    O, 15200 a vara.
    se. o covado.
    .nia rs. co-do. grande loja de fazein-
    nines a 240 me. o covado. ..
    dluzia .
    a duzia. das finas, foi aberta a
    a 155; a duzia, 6 para
    ras f4zendas por preq concurrencia public,
    da Cuina no comepo do corrente


    Trastes
    A' rua do Imperador n. 16 compra-se, vende-me
    aluga-se e troca-se novos e usados.

    AVISO
    Adamaon Howie & C. tern para vender:
    Vinho do Porto fino, em caixas e barrio.
    Whiskey Donville verdadeiro.
    Tinta de imprcssio, boa qualidade.
    Brins de Marshall verdadeiros, de todee 4m nune-
    r~s.
    rot.
    Remedios de Ayer.
    3-RUA DO COMMERCIO-3
    Mlassa para bolos
    De superior qualidade, assim como assucar re-
    finado especial para oa-mesmos ; vende-se na re-
    finacao da rua do Ranget n. 43, e por preco sem
    competencia, visto a granite quantidade que ha
    para se dispor. Venham ver para crer, quo nao
    deixargo de comprar, qpier polo prevo quer pela
    qualidade.
    43-Refinaao da run do Rangel-43
    Fazeidas

    Para vestidfos
    SetinetaHaa s e lavradas, sendo eom as
    eores e lavrores o mais honito que tern
    vindo so mercado a 500 rs. e 640
    Ditas muito bonitas com barras la.asr 4 9
    estreitaf, covado O
    Gorgoroos bonitos de Ia, lavrados, para
    vestidos, tendo de toda- as cores, co-
    vado 640
    Merin6os de amurn. s6 cor, tendo de todas ad
    cores, fazenda de gosto, covado 500
    Fuetoes brancos, proprios pars vestidos e
    roupas de crianas, de 440 rs., 500 e A64
    Cretones corn barra e muito encorpados,
    proprios para vestidos, camisas e roupas
    de criancas, covado a 360 rs., 400 e 5
    Chitas, grande sort'mento de chitas claras
    e escuras, de cores fixas, de 200, 240 ate 400
    Maripoeas, as mais lindas mariposas que
    tern vindo *o mercad., corn desenhos miu-
    dinhos, co7ado 360
    Baptistea corn delicados desenhos miudi-
    nhos e graudos, assim como Uses 200
    Cambraias brancas tapadas e transparentes
    corn 8 jardas a pega 31000
    Ditas mmito finas, tanto tapadas como
    transparentes, tendo 10jardas cada peca
    a 40, 4;500, 51 ei. t 76000
    De todaf estas fazendas se dao amostras corn
    penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es-
    quina do beeeo dos Ferreiros.
    Brim pardo
    Covado a 360 rs.


    Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-is
    brim pardo liso, proprio para paletots, eal as 0
    roupas de crianga a 360 rs. o cov do, isto por tot
    um love toque de mofo, que larga logo que m
    molhe; 6 grande pechincha ; na loja dos bar-
    teiros da Boa-Vista, esquina do becco dos fer-
    reiros.
    FarinhaLagRa
    No nmormmeo ahet 4 i a


    Nos. prumeiros mezes a alimentaAo B.--**
    natural e apropriadapara alimentar acr
    a de. peito 6 o.proprio leite mateino o qanal
    em casoAte necessidadeo dove ser substitu.
    do pela
    FARINHA LACTEA DO DR.
    FRERICIHS I. .
    A sciencia e a pratica aidoptaram W a-,U.
    na JLeten m no po'dlerosoeemto
    I Ia 'Niai a a d cos

    fl 'Pev oij.S evitwr cgnfar o0 flbinhg *
    uma pessoa ,etmuhe e a coportawa4

    ve*^ 8^^ 8.'. 'fari *ltl mi'o*.i3


    & C. anno e portanto nAo
    8.Rua Dique de Caxias.t9 item alcaides!


    . ll+Imlmilm


    IT!


    x-rr.fyu uc uautb Vacajuplax JLSPpj.


    .>, /


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    1


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    Ultor+ +++"


















    ,E .a.i ,, ., .. ,.I .,
    'i ii


    UI.. ...M .t.W, -e ndt aa,. e ,s *smutos Be-
    i Lames. '- -.
    **/v,*?6ntat a ooeasi.q^dpeu'gu~tsrsoao
    S ilustres soenadores, os Srs. Csu.an o e
    ., Affso Celso poaU e e raa em
    silencio ? A sua respiosabuAid pode soer
    grande no futuro.
    0 Sr. Consanso Sioimb,. Pego a pa-
    lavra.
    S0 Sr. AffonsoCeMo o 't.o a palavra.
    0 Sr. Correia-Ss. Exe fiallaram como
    homes publicos no corner de uma cri*oe
    political ; sabe-se pale Diario Official qo.
    foram ouvidos, e salo obrigados a diAltr
    nagco sobro que pontes foram consuaidos,
    e qual o conseiho que deram.
    Os nobres senadores pediram apalavra,
    e ea espero que este ponto ficarAi esclare-
    cidoe, como temrn side cm occasi5oes identi-
    cas, segundo consta dos annaes do parla-
    mento.
    0 nobre senador pela provincia da Ba-
    hia, o Sr. Saraiva, a quemin o hefe do Es-
    tado mais de uama vea temrn demonstrado quo
    s6mento na falta dos seus servings recorre
    aos de outros cidadlos, entendeau que n'o
    podia organisar Ministorio bastante forte
    para resolver a intrincada questio do elo-
    mento servil. 0 nobre soenador, actual
    chefe do gabineto, ontenden diversamente.
    Mas eu pego liconga para recordar ao so-
    nado as palavras de S. Exc., quando em
    22 de maio do anno passado naojulgou
    dever aceitar o mesmeo cncargo quo agora
    Ihe ftbi'confiado. 0 senado vai vcr quo o
    nobre president do consclho invocou entio
    as mesmas razoes 'quo acaba do dar o Sr.
    Saraiva para rocusar-se neste moment i
    gronde responsabilidade do dirigir os no-
    gocies publicos.
    Na sosslo dc 26 de maio do anno find
    o actual Sr. president do conselliho expoz
    as razoes pelas qutesdesistio de organisar
    o gabineote, Slo estas : (W)
    # Os motives por mim allegados resu-
    mem.so eno seguinte: sendo pouco numo-
    rosa a maioria liberalda actual camara dos
    deputados, nenhum Ministerio podonri for-
    mar se em condig3es do vida, c menos de
    success, para as medidas ou reforms qpe
    tivesse de proper, sem contar com o apoio
    dedicado o e scm discrepancia dessa muioe-
    ria.
    c Pondcrei a Sua Magestado que eu ti-
    nha razoes para acreditar qu e tio podia
    coutar actualihnente crm esso i-nprescendi-
    vel apoio, c que assim faltavam-tic os cle-
    mentos indispensaveis para foruiar tina ad-
    ministragao forte e dutradoura, qudal as cir-
    cuinstancias cxigem. ,
    Ouvindo hoje o nobre senator o Sr. -.i-
    raiva, pareccu-me que S. Exc. dizia ein
    outros terms, o mesmo quo disse na sessio
    de 26 de maio o actual Sr. president dc
    conselho. Mas como various desso seujuizo
    o nobre Sr. president do conselho, e
    coAervuu a mesma opiniao o Sr. Sa-
    raiva?
    0 Sr. Saraiva enten-le ainda quo naio
    poderia organisar se agora um gabinete
    fort e duradouro quo lovasse a term feliz
    a complicada question do elemonto sorvil.
    Entendeu diversamento o nobro Sr. presi-
    dente do consellio, que em 1883julgava-se
    inhibido de tomar a diregelo dos negoc as
    p-blicos, porquo nmio podia organisar urn
    Misisterio qual as circumsetancias exigiam,
    a fim de ser duradouro, e pars powder sol-
    veo vantajosameato as graves questers dc
    quo o parlamento nmio podia deixar do oc-
    cupar-so. Em que variaram as circums-
    tancias? Emmcu concerto, so as circums
    tancias variaram, foi part tornarem maits
    grave a situanilo; c mais me fortalogo nestc
    juizo depois quo onvi o nobre senador c
    Sr. Saraiva. "<.
    Que segr-do 6 ease do" nobre presidentc
    do conselho para transforsaar a situagiot


    quo A todos n6sse afigurou hoje mais coin
    plicada que a de 1883, em uma risonhlea
    situag-ao cm quo S. Exe pede, ao jnasmc
    tempo lanigar novos impostos sobre os con-
    tribuintes, e resolver de mode satisfactoric
    a questalo do element servil? Emt qua
    rcpousa A creng-a actual donobro presidon-
    te do conselho, cronga que n3o tinha eL m
    1883 ?


    Quo circustancias se deram At na6s des-
    conhceidas, e tambem ao Sr. senador Sa-
    ra'va, qe r amnsformaram sos oihos do no-
    bre president do conselho a situagle quo
    em 1883 o fizeram, cheiol do pezar de
    quem deseja prestar ao seu paiz t odeos os
    suseservigus, recusar o cargo de presiden-
    te do conselho ?
    Em 1883, a dissidencia do partido I'-
    beral accentuou-se em uma questlo da,
    qual lego resultou a queda do gabinete ;
    em 1884, essa dissidencia apparece no
    comego d L sesslo, o manteve-so ate6 a qu6-
    da do gabineto de 24 de maleo. EstA ella
    dissipada? ,Acabou-se? Pode o uobre
    president do eonselho unificar o partido
    liberal, esperanuga que nao teve o Sr. so-
    nadeor Saraiva?
    Julgo-me autorisado para dizer ao no-
    bre president do conselho quo S. Exc.
    mio conseguio tornar homogeneo o partido
    liberal. (Pausa.)
    V. Exc. v8 Sr. predsidente, .ue as mi-
    nhas palavras slo seguidas do s-encio.
    S0 nobre pnuidenft do coneheo nio qon-
    begaeo tonr wouogmneo p partido liberal;
    as circeiamsaia, pow., .sXo as meomas quo
    8. Exc. des-rrmei em 26 de male de
    *''1883. -
    M : A-. 'FAG. eg.t. a umcaOw
    Maswnqmt
    G.sn


    -e









    4


    traupf J. M s Mwhdo; agricul-
    traigiftb I dahk^~~lHS "" X i1''' o w ari



    ture, Cpwneiro da Rnhd.
    itaperama afodogaiae. 24 do maio
    que espew de V. Exc. continue a servr
    corn o acal- -F. A. Madciel.
    S..o programma do nobro president
    do eonselho 6 o mesmome-do gabinete pas-
    sado, come podo pretender que o ministe-
    rio a que preside sejs& mais'forte que aquaol-
    le? e que conseguio organisar um'gabine-
    te como o que julgava necessario em
    1883.
    PoderA patreer que n6s, qua fallamos
    et nome do partido arredado das posig3oes
    officials, nos deixamos dominar no juizo
    quo formamos por consideragies partida-
    riau ; mas nao pode haver suspeigo quan-
    do dizemnos que entire a opiniuo- manifosta-
    da hoje ao senado polo Sr. president do
    conselho, e a opinion manifestada polo Sr.
    Sarriva, nos inclinamos por esta nltima.
    Quem apreciou a situaglo comp mais se-
    guranga foi o nobre soenador o Sr. Saraiva;
    o se nLo valhsse a opiniao desse illustre
    senador, se nao vrtesse a opinilo dos obscu-
    res reprosentanto do partido conservador,
    valeria a do nobro president do conselho,
    nao hoje, mas em 1883, quando era a mcs-
    ma a situag'o, quo S. Exc. nao teve o poder
    do alterar.
    0 programma do nobro presidente do
    conselho, nos pontos capitaes, parece' tAo
    incomprehensivel, come a mudanga da opi-
    i nio de gPExc. em relag"io a possibilida-
    de do organisar, hoje, ministerio forte e du-
    radounro, possibilidade que S. Exc no ti-
    Snha em 1883. S. Exc. formulou o seu
    s programma em termos vagos. So por um
    r lade fallen nas imperiosas nscessidadecs da
    civilisago em relagio a urma instituiglo
    anomnala...
    0 Sr. Dantas presidento do conselho)
    S- Parece-me que fui clarissimo.
    S 0 Sr. Conrroia... por outro lade disse que
    . era necossario todo o respeito Ai proprie-
    * dade a quo estgo ligados os altos interes-
    Sses do paiz. Disse S. Exc.: Nesto as-
    sumpto nor n retrogradar, nmc precipitar,
    conv6m simplesmente caminhar. D
    Podemos os represeutantes da nag.o fi-
    t car saItisfeitos quando S. Exc. assim se
    enuncia? Que caminho 6 css8 quo o no-
    bro president do conselho quer seguir?
    Disse S. Exc.: a Estabelega-so main
    grande fundo de emancipagite por mcio de
    uma coutribuivIo national ) pa!avras ain-
    da vagas, simplesmente a declaraglo do
    * quo vai haver urma capitagio, que S. Exn.
    Snao disse como soeria, quando no parecer
    ) que dcu com o couselheiro de estado, trac-
    ) tandoda quest:lo da distribuiglo de rendas
    SgerAl o provincial, sustntou que inao
    convinlia absolutamente estabolecer no
    present o imposto sobre a renda.
    Urea contribuig.o nacional! Mias o que
    * significa isle? Sera o imposto progressive ?
    Sabre quo bases se langara essa contribui-
    9rt0 ? Pagar.io uns tanto como os outros, os
    * ricos como os remediados, e os remedia-
    dos come os pobres?


    Eta assumpto de tanto melindre, o pro-
    gramma 6 chici do duvidas e incert :zas.
    0 que disse mais o.nobre president do
    couselho ? Fallou ainda em uma Uinha que
    se dove agora tragar ; inmas que limha 6 esta
    tilo difficil ao nobre president do conse-
    lho de ape tar no seu piano ?
    Nzlo pode ser someute a libertaglo do
    escravos que attingem a idade de G60 amones,
    modida quo podo reasultar encherem-se as
    ruas o estradas do proletaries do homes
    inhabilitados para o service,. quo venham
    pesarsobre a caridade public.
    0 Sr. Dantas presidente do conselho):
    -Vej,, o que esti acontecendo corn os in-
    genunes.
    0 Sr. PreAidento atfengio!
    0 Sr. Correia :-Ah! o nobre presiden-
    te do conseiho capora que os saenhores dos
    oscravos alforriados par term a idade de
    60 anfios continuario a sustental-os por
    misericordia.
    0 Sr. Dautas presidento do conselho :
    -Eu nao disoe xactamente isso-
    0 Sr. Correia: Mas o pensamento 6
    este ; nmo ha quo reelamai'; a lei deelara
    livres os oscravos que chegarem a 60 an-
    nos, o o nobre president do conselho es-
    pera que os senhores d'esses escravos con-
    tinuarlo A conserval-ot em seu poder, por-
    quo motive ? Por cemmiseraglo, por hu-
    manidade.
    0 Sr. Jaguaribo: Continuando a ti-
    rar-lhes serving.
    0 Sr. Cruz Machado: -Nlo 6 occasio
    de' discutir isso.
    0 Sr. Corral: Nao posse neastew-
    mento noe 6 meu proposito, apreciar'de-
    tidamenteo programs do nob pre iden-
    te do eoselho ; esste amupto ha do ser
    tratado opportuamamente; mas 6 bom aunig-
    war dosdo ea, que o progl aproe-
    tado por xe. a3o 6 proprio p"c con-
    seguir aos administraqll forte e adradoe-
    ra que S. Exc. queria ema 1883 e qu o
    Sr. Saraiva julgou na1 o powder fomar-se

    De a eaueo o .mbre p. d
    oaoesluQ qae 6 povomv w. S. -Rip I9oel


    o Sr. .Comti : Nt1 daejo demorar
    me naW liou idades 6s derarn an-
    fn do ba d'este gabinete ; mas
    11 o -40 ido pOrguntar ao no-
    be 'jnto do conselho porque
    n eI)u ,aaa Ma pitado quo .6 eon-
    sultaiwse ao nobres seoadreS polas provin-
    cian de AigoS e do Minaa-OGeras, euja
    opinion 6 ali de muito eso ?
    A reqponabilidade d'esase conselho cabo
    ao chefo do gabinete domissionario.
    Mas; potqua excluio a tautos outros ?
    Nio eatava tambon no caso de ser ouvido
    o hoibre senator president do gabikete an-
    terior, o Sr. Viecondle do PananaguA? E
    o outro nobre .senador, ex president do
    conseiho, o 8r. Martinho Campos ?
    0 Sr. Martiaho Campos: -0 senador do
    ParnaA cornm mais direito...
    0 Sr. Correia: 0 senador do ParamnA
    nada torn que ver n'esta questao de minis-
    terios da situagio liberal; s6mente p6de in-
    dagar d'aquelle que tem responsabilidade,
    que 6 o Sr. Lafayette, porqido aconselhou
    que neo fossem ouvidos o3 Srs. Sinimbu c
    Affonso Celso. Dave haver urna regra es-
    pecial ; se der alguma que neo se appli.
    que s6mente Aiquellos dos nobres senadores,
    porpmos dinner que S. Exc. nito aeonselhou
    bemrn.
    Agradeogo ao nobre president do conse-
    Iho as palavras, nest! part significativas
    do que ngo cpnseontirA que haja Om elei*
    9Oes a menor fraud, a menor violencia, de
    que ollas ileo de fazer-so com intoira liber-
    dade. Estas palavras ficarlo na minha
    memorial e na do senado ; com o garantia do
    que S. Exe. n36 discrepara um apice noste
    ponto do.programma que nRo p6de deixar
    de ser aceito por todos.
    0 Sr. 'Nunes Gongalves : -E' o caso do
    res, non v,-ba.
    0 Sr. Dantaa residento do conselho) :
    -Ainda no chegj& a oecasi-lo do res, non
    ve;'a.
    0 Sr. Correias : Outros senadores pedi-
    ram a palavra, dosejj.m fiazor-se ouvir; e
    quro ceder-lhes a triluna antes quo os no-
    brea ministros tonham do apresentar-se noa
    camera dos depatados.
    Termino dirigindo-me A heroica provin-
    cia quo te m em o nobra president do con-
    solho u:n dos mais illustros filhos. (Apoia-
    dos.) Para servil-a, S. Exc. nmo hesitou
    em abannonar a political do sumiro a que
    ainda se entragava, no dia 2 deste mez.
    Pars amal-a, S. Exs. quer que sea cora-
    glo seja depositado na terra em quo vio
    a luz, entretanto, S. Exc. ha de ter cau-
    sado a Bahia profunda magui, pola qual
    dou-lhe as minmas condoleoncias, pois, or
    ganisando o suea ministerio, quan-o ja ha-
    via nesta situagilo loito ministros bahianos,
    limitou-so a que, Sr. president ? A apro-
    veitar s6mente treas !
    (Muito bern, muito bern.)
    0 Sr. Slaimbe: Sr. president%
    pilo desconhego o direito, que cabe ao par-
    lamento de conhecor das conferencias que
    tern lugar entree a corsa e aquelles per ella
    chamados pars se pronunciareo acerca dos
    negocios publicos.
    Entendi, por4ajqueo4o devia tomar a
    palarra em primeiro lflan porque essa ta-
    rota- toeava primeiranteito aos illustres so-
    nadores que me precedoram, ae ex-presi-
    dente do conselho e aquelle quo hoje esta
    investido da contnanga da corna.
    Rondo, portanto, homonagem ao direito
    do parlamento, e, acudindo ao appello quo
    acaba de me seo dirigido, vou expOr os
    acontecimentos em que, bem que limita-
    damente, tomci parte neaten ultimes dias.
    Convidtdo a dar oxplicag'o sebro os fac-


    to3 que prdoceram immediatamtnito A or-
    ganisag-o do actual ministoerio, expuroi com
    a franqueza quo me 6 habitual, a part in-
    significantissima qua nclla me coubo. E se
    a isto sou levado em cumprimento do uam
    de-rer, fago-o tambem, porque sempre adop-
    tel, na vida public, ao principio de nao de-
    inmar da responsabilidade de meus acts,
    principalmente zme cases que, com o este,
    podem trazer alguma lua para esclareci-
    mento doe negocios.


    * No dia 4 do- corrente, pelas 4 horas o
    meia da tarde, recebi a seguinte carts.
    (L.)
    Illm. e Exm. Sr. conselheiro do es-
    tado Joio Lins Vieira Cansango do ,Si-
    nimbfi.
    c Sua Magestade o Imperador, quroma
    do ouvir o parscn de V. Ex. acoreaa. de
    objecto de serving public, me ordaenou que
    o convidasse para comparacer hoje as 7
    horas da noite, no Pago da Boa-Vista.
    c Sou corn a devidas consideraglo.
    a De V. Exe. college, attento venWa,
    dor e obrigado criado Lafayette Rodrli-
    gwus Pereira. I
    Rio, 4 de junho de 1884.
    Respond quo a ordema de Sua Mlagesta-
    de o Imperador ri. poutuialmente cus-
    prids.. -
    Cornm effeit, A hora iadicada fui adaiUti-
    do A presongs do wrato augusto senhlr,
    que heave por boem oavir Meu parecer so-
    bre as casua daultima euise ministerialt e
    tmbem sobre a questao do elemeto ser-
    vii.
    Tive sa.houtra de dit a Saa Magastkii
    quo a cus a vis AO m6tirds prulgua i
    adtos, doe 'p9aSemu* aW B importsateo,

    k0. o ado 36-de ofiebr do A
    -. I dN
    .stth w i n b,


    -I








    p.




    i


    ngl@A^'^ titr? maiitl< o farsasoatrgio
    a AC a~ ai ,(" ooWaa d as boas ner-as de system re
    fser itas 4M Ow,
    r'j c qa'tdis qqmtod paemlia do 6 NIlo 6 am partidista que venh.u levaatar
    ay $4 rtalta.r a eouai reina eleitord, a educagit do. partidbs No 6, pormitta-sefraaqueza Completa, um
    * o*erodito-de nooas watituiea. ministerialista qaad m-ina; 6 um membro
    .2Aociwpentei quo' esta aoluaglo nIlo era do Sanado, quoe estA disposto a ser ministe-
    superir As fortga do kartido liberal o ti- rial muitissim, dodicado, quanio vir quo
    nha pur si a adhoo de todos os homons terA realidade o ponto do programma, an-
    prudentes e moderados, send disto provays nunciado polo n.-re prasidente do conse-
    significativa a geral satisfa.Lo. corn que foi lho, relative a umn qeost:ib qua na minha
    nests easa acolhida a noticia do hayer si- opiaif o assoberba todaas as outras...
    do ehkiio para organisar nov o iniaiste- 0 Sr. Silveira da T'otta:-Apoiado.
    rio o uillmstre senador pela B.hia, a quem 0 Sr. Ottoni: -... o quo reclama im-
    conbe a gloria do pro:nover e consoguir a puriosamento urma solugio.
    reform de 9 do janeiro do 1381, o Sr. Por ease motive nio quore tambem sa-
    conseiheira Saraiva. e, b3r, so ha contradieglo centre as palavras
    Na mama oceasilo declare tambein quo do illustro soenador quo nao acnitou a ta-
    nra me parecia opportuna, nem convenien- refa da organisag"Ao do ministorio, acredi-
    to a dissoluglo de ura camera, eleita, co- taudo quo nib tinha m1ios suffi .ientes para
    me todos confessam, corn a mais ampla li- solver efficazmento as graves quest5os quo
    berdade, tend ainda ponderado quo, no so agitam, o as palavras do ontro nobro
    atrazo em quo 'se acham os trabalhos per- soenador quo aceitou a tarefa; nao a',ompa-
    lameutares, o emprogo dossa modida eallo- nharei aenhuma das outras observag5es
    caria e gqvorno em umna situacio aaormal quor do nobro seunador que iniciou o deba-
    o grave, vendo-se privado de lei do orga- to, quar d'aquelle quo acaba do sentar-so,
    mentor. sobro as variadas necessidades publicas que
    Quanto a questiio do elomento servil, so n7lo podo aliAs desconhocer.
    francamonte declare a Sua 2Magestade quo Creio que a quostio do olenmonto servil
    mnantenho a mesma opinilo quo no comero domina a todas, c como dosojo nesto pon-
    desta. sitaaglo enuncici no Congrasso Agri- to auxiliar 'o inisterio 6 s6inente sebro
    cola, o em 1879 repoti peranta a camar.i essa quostlo quo occupairei a attengoi do
    dos Srs. dcputados: execug.o da lei de 28 Senado.
    do setombro do 1871, coln o dcsevolvi- S1ja-mo, por6m, licito avcntar, ni di-
    nionto de quo ella 6 suscpotivel. rei uma duvida, inas umn receio.
    Essa opiaiio, hojo, mais do que entilo, Estou acostumado, dosde quo esta qucs-
    so justifica polo estado do nossas tinaugas, tLo so tern tornado am tanto incandescen-
    e a grave inconveniencia do onerar corn to, a ouvir os mais omperrados oscravocra-
    maiores impostos A lavoura, cujos interos- tas dizerem: Eu tambein sou emanoipv-
    ses 6 dover dos poderos publicos resguar- dor. Quemon o nio 6? Todos o soib; mr-s
    dar. (Aluito ben : mnito bern.) quando so trata do algumna minedida dizem:
    0 SMr. Affeose Celso : Por mi-! also no, a lavoura niao pod,. Queram
    nha vez, Sr. president, dovevo aeudir ao ap- a emnanoipag.o, dizem, mas nonhuna me-
    polio do illustrj represontante da provincia dida effltaz nesso sentido Ihes agrada. S5
    do Paranai, visto comao na tarde de 4 do cor- querem o progrcso mniores), disso e mal, quo
    rente tamb-m recebi ordein para compare- rcim a mystificasgo da lei du 2. do Stmin
    cor no page da B a-Vista, nos mesmos, temnbro do 1871. (Apoiados).
    terms da que foi expodida ao nobr se-! 0 Sr. Siaimbit :-Qucreom a lei.
    nader pelas Alagoas, marcando-se-mo, po-i 0 Sr. Ottoni: -NIo mn refire a V Exo.
    r6m, hora diverse -8 da noite. neoin a ninguom indlividualmente. Procla-
    Entondi que no regimen de publcidade, main t odos : aSmos minancipadores, nilo
    em que vivemos, nenhuin home politico jha centre n6s partidistas da escravidio.
    tem o direitb de cons-rvar-so em sifencio, Todos quorem a emancipaglo; mas nio se
    quando interpollado polos motives c do me- toque na lei do 28 do setembro ; era con-
    do por quo o fez o nobre scnador. tiniuando cssa lei quaa.lo so acabaril a es-
    Felizmente o men horn'ado amigo Aqucmn cravidilo ?
    succedo natribuna facilitou-man grandeinen- Noprogresso em quo vamn)s executando
    to o caumnpiment3 desse dover. Para borne a lei coma nella so cont m, o verdadeiro
    dosempenhal-o, bastar-mo-hia dizer, quie oemancipador 6 a mortar.
    fagoe mninhas'as declara5eos do S. Exc. n'io Sr. Silveira da Mott:i: Apoiado, 6"'o
    s6 quanto A soluglo quo julgou devor dar- unico.
    so A recent criso ministerial, mas ainda 0 Sr. Ottoui: -Tom inorrido desde 1871
    na tocante A melindrosissima questao do polo menos cerca de maio milhlo de escra-
    elemento servil. vyes, o no mrsmn pariodo o Eitado em-mci-
    Essa soluglo, no men humilde concoito, pou nienos do 20,013. Infinitamente pe-
    naIo podia ser senilo organisar-se um novo quenoue, quo beirn so pode nlo matter cmn
    gabinete lib-ral, quo commuagando corn a calculo.
    maioria da camera dos doputados obtives- Oreemos o tormo da escravidao, corn
    so o sou apoie o atlhes'o, inspirando ao as bollez i s actuacs. Os escravos mais ino-
    meamo tempo aos adversaries a conviegio gos sio es nascidos em 1871, antes da lei;
    do quo bile de carrer inteiramento livres dessos muitos .hio do chegar a 80 annos,
    do qualquor presaeo ou fraude as proxi- alguns a 100; mas fiquemos em oitenta ; c
    mas uleicoes, para quo a opinion national assisa, su:nonte em 1050, meia do dosceulo
    poasa mamifestar-se, indicando a politi:a a XX, a morte acabara a sun obra.
    seguir-so na gestio dos negocios publicos. Mas esta csLido de cousas nleo 6 digna
    E seja-me licitb confessar que im:nensa de uma nacie civilisada!
    6 a minha satisfagio vondo que as pondte- Havendo porsn um programma do mi-
    ragoes quo tivo a hours do oxpender a S. nisterio, embora em terms geneticos, e
    M. o Janperador, na resposta As questers acroditando quo as palavras do gabinete
    sobre que dignou-so de vuvir-me, coincidi- sio sincoras, creio que 6 auxilial-o, enca-
    ram corn as de um estadista tilo distinct rar a questio per mais de uma face o cha-
    por suns lazns e patiiotismo, come per sea mar a sut attongao pars as circumstanzias
    -earauiter resaioltabilissimo. (Apoiados.) gravissimas quo eccorrem no palz, cirunums-
    Essa conformidade de ponsamontos 6 tancias ameagadoras, das quaes por uma
    para mim grata se-guranma de quo nao an- espocie de consenso tacito ninguem s oe-


    doi errado no quo do moment occorreu-me cupa na tribune.
    submetter A sabedoria da ecoroa. Eu nio sei se sou passimista, perinitt.i
    Accrescentarei apenas, quo relativahmn- Daus quo o seja, permitta Daus quo ou so-
    to ao elomeonti servil pareccu-mie que de ja um simples visionario; mas o estado
    par cornm a garantia da propriedade, reco- actual da nagilo brasileira parece-mecritico
    nhecida por lei, o a seguranga pessoal dos e muaito melindroso. Umn certo numra do
    proprietaries era mister qu o novo gabine- factors so estio passando quo em minIha
    te d6sso maior impulses ao mSvimento eman- opinion p1om em periga a ordcm public,
    c:pador da lei do 28 do setembro do 1871, tendem a impair aexacugo das lois, auni
    pr demais moroso,jA augmentando a do- lam a acio dos tribunaeos, e tenleomn a os
    tagao do respective fundo, jA adoptando tabelcer uma anarchia feroz e ensanguen-
    todas aquellas medidas qun o torntm mais t-ida.
    effi:az, mantido sompro o penamnonto car-
    deal desse acto legialativj, quo creio as- Davo justicar asserg5s t io graves.
    signalar o limnite ou linha divisoria, a que Em prinleiro lugar ha alguas annos a es-
    alludio o nobre president do conselho. ta part, mnultiplicam-se deploravolmente
    Acredito, por6m, e roverentemento ma- corn frenjuencia inquietadora, os db do-
    nifeatei-o a S. M. o Imperador, que a soac- sacatos o crimes commottilos por escravos
    colerago do movisnento emancipador, as- contra seus senhores, administradores e
    siM roeol outras medidas da maior impor- foitores. E' um facto lamentavol quo dove
    tancia pa-a o future do paiz, prendem-se ser estudado polos podoros publicos. (A-
    ao melhoramento da cituago finaneeira, poiados.)
    quo a todos devo inspirar aer as apprehen- Feita esta observagio na Camara dos
    s5es. (Apoiados.) Sra. Doputados, rospondeu-se que nada
    j.L :__-- __ wx + ay" ;t~u~n flp


    SCoin o orgambento em desiquilbno, com
    os -deficits a accumularem-se de ann o pars
    annoe, e diante dca eventaalidadoe muito pro-
    vavel do deeresrimento de algumas verbas
    da recoita, nleo comprehendo quo outra conu-
    ea saja razoavel pretender ou tentar, antes
    do oompoensar. esse decrescimento paLt ex-
    plorae do novasfont foes de renda se for
    possivel desobril-as ou maior apraveita-
    i nento das existontes, debelar esse defctt
    o substituil-o por saldos, que permittamn
    aventurarmo-3o0 a graandeas commettmen-
    tos. (Apoieos.)
    SSr. preuideoste, mneloramentos matriaes,
    diffaslo do ensino pubieoo, trquformaglo do
    tiabalho, refoma da adminisnt 'o rooosti -
    , odospatrlmonoios doEstado, daprovmncismae
    do mumicipio; resgate do papel-aoeda ; or-
    deam, abastanca pregreosso nom interior;
    eonfianga e os dito no emea*gairo, sob o
    regumea dos &deficit permamftesm, dos et-
    prostisos retlds, n imo oom o systy-
    ma de ctawtralhiatoj.4idas novas para
    pgeuwjtbwadioi4m ftS.. (Apoiw
    doa.
    0 Sr. Ti a Junior: M.ito apiado.
    Q Sr. t66o : l.. isopodese
    r|a er a w -
    4j A .:


    assos era novo, qu3 senapre tom- navia ,,,-
    tos semeihantes; -mas tal resposta, se era
    sincera, nmo era reflectida. Nunca houve
    o que ha agora. Um ou outro crime des-
    te genero, que so commettia de long em
    longe, nao apresentava os caracteres serious
    que era apresenta.
    0 Sr. Martinho Compos dA um apart.
    0 8r. Ottoni: -Al6m do neo frequentes
    os crimes como hoje slo, nao apresenta-
    vam os syotomas, que agora observamos;
    o criminoao fugia, negava -o facto, procu-
    rayva subtrah&r-se i sanglo penal; hoje, po
    r6m, matea e aprsenta-se As autoridades
    disendo matamos; queremos ser punidos.
    E' ilso o quo augments a gravidade da si-
    tuagie.
    0 Sr. Silveira da Motta: Hoje nia teom
    modee ser enforcado; o n3gro 6 convida-
    do a matar o sonhor.
    0 Sr. 'Ottoni:-E' notavel ainda essa
    raerudescencia de orimea...
    0 Sr. Martins Caapoes dA um aparte.
    0 Sr. Ottoai: -E' deploravel que essa
    recrndeapas d crimes coineida owo o
    Mutavel no trstamento dos

    Oil rptt di r o obsMrvaeo.
    Be iare a tesmulo quo teak. an-
    aom; ba S iW wpm&' qne *ftenh o

    *qllt' *r- %'w wwr"I .j L ^ g
    *+:W A.


    routes Ad.ripo dA s- 6
    V0o9; ainda mesma aquweos
    capazes (e felizmrmte 1oht3ztzti *
    ria) do sovioias, do Iasligs
    resmos no geral biratavault.
    esnravo corn excesso do rabl I-
    12 ou 13 horas de faliga s.v).'" e4
    a chuva, eram mais 2 h1M'il
    parando cereaes para alinit, &.td e
    dos animals dom3sticos; era 10
    do madrugada amaimando o'tiTrai rAra
    recebor o caf6; eram eonfim 15 ou 16 bho-
    rns do trabalho posado, tarefa -tqu nme-
    nhumna organisagilo resisted; aoc'escendo
    alimnaentagIo insufficient oua inadqeata, e
    por vostumrio apenas a nudez cobterta.
    Er.n doutrina corrente eoatre os senhores,
    ouvi a nmuitos, quo o escravo trabalhando,
    um anno dava prodacto liquid qte cobria
    pelo ineos o seu valor; do segundo anno
    em dianto tudo era luera. Port:rnto, pars
    quo nos proeoccupirmos mitito corn e'los,
    quando 6 tAo facil obt,'r nmvo; por prego
    taio baixo ?
    Com a extincgio do trafico, por6m, o
    prgeo do escravo elevou-se, e immediata-
    mento o tratamento comegou a ser mais
    brando, mais human.
    A invasion do cholera-,morbus, que dizi-
    mou a populaqito escrava, trouxe como re-
    sultado grande melhlioramrnto nas condi-
    q5-s de bern star, do IhabitaglO, do ves-
    tuario, retirada do trabalho quando chove,
    etc ; e a lei do 2-3 setoabro aindra molho-
    rou mais essas condigiles. Hoje, nAlo ha
    duvida quo a condigao do escravo no Bra-
    zil nieo 6 inferior A dos jornaleiros nas
    grandes nag1ies da Europa.
    Q-mi lo, pois, as coudig9es do esIravo
    melhoraramn consideravelmnente a sua irri-
    tagito, a sua ferocidade cresce I E' um
    facto digno da observato de todos os ho-
    rnmns que pensamin sobre o future dcste
    paiz.
    Mas, parallelamenote coram estes faetos,
    surge outr.s igualmente lamentaveis, ain-
    da mais coudemnaveis, porque silo prati-
    cados pnr homens lives. Retire-me Ai ex-
    pulsIo do lugar do suta rosidencia dos jui-
    z.-s quo julgam do certa maneira, per in-
    dividuos reunidos e armalos quo so di-
    zom povo, e a expulsie do advogados que
    requerem em juizo alguma libertagilo
    (apoiado do Sr. Silveira da Motta) ; e a
    par disto ainda abasos mrais espantcss ;
    a invaslo das prisioes, a retirada de crimi-
    noses quo seo esquartojados na pr.ia pu-
    blica !
    E o qude 6 mais assustidor 6 o silencio-
    guardalo sobren cada um desses facts!
    Ao juiz expulso, o Gaverau dA outra co-
    marn.a ; os cidadios violentados em seus
    diceitos, IA se avonham; e ninguom ounvio
    ainda dizar qua1- so tivessc deicoberto o
    author ou autores do umn dos assaltos
    das priieis C ass:issinato)s doe prsos; con-
    tentam-se em dizer 6 a lei do Lynch.
    Supponlo-que fosse :- lei do Lynch, em.
    uso cm alguns dos Eittidos da Uniso A ne.
    ricana, c.tb3-me parguntar a tordos os res-
    ponsaveis pela direcglo dos negocios pu-
    blicos: desejais quo se admitta no noesS
    paiz um tal estylo? E' o que vddes de
    mais digno de imitaglo ? Eu, per certo,.
    nilo o desejo.
    M ls ainda assim hIi grande diferenga
    entro a lob do Lynch non. Estados Aneon-
    canos e o quo se passa entree nos presente-
    mnnte : hi, trats-se, p)r castuma tradic-
    cional, use, niao ostabu-lecibo per lei oseri-
    pta, mas tolerado pelas antoridades o per
    todoe, nmio do atacar as prisi-s o dellas
    rotirar erimuinosos, nloe; do ordinario 6 uam.
    facinoro.so quo conseguio illudir as juizes e
    escapar A punilo legil. Entib 6 use da-
    quelle pavo apoterarn-so do scelorado e fa-
    zer justiga por suas mrios. Mis os direc-
    tores do suovimont) apresoatAm-se franca-


    mentI diant das massas, n% praca publi-
    ca, e praticam a luz do dii. a sua justiga
    sumnaria, de que Deis nos livrc.
    Sito responsaveis pelo que.fazem. Aqui
    vAio A noite mascarados, ou en-arragarm
    mindatarios anamymos, a quoe.m garantemn.
    a impuaidadlo dos desatlnos quo commot-
    teroem ; e apenas, passadas algumas semna-
    nos, o delegalo de plici:i, quo AL vezes
    terai toma'-lo part no assalto, limita-se a
    esurever ao president da provin-ia, nos-
    ses torrms : -apezar de todos os inaueri-
    tos, at6 hj.:rilo so pu81' siber quernm f'orara
    os autores.
    Esti ordom de f.ictos, combinalos corn
    os pritmiros a que mo roferi, constituent
    uima arnoaga, se n.'io sAo jAi o c0meg de
    uma guerra civil, guerrat de sanguo, do
    cxterminuio, do more entire duas fracgles
    da populaglo, elimiaanido a acgl-) das au-
    toridaies e a applicag ) das lois, E slo
    aggravadoe estes horrors pola exacfrba-
    9go causada por odios do ragas !
    Subr o este ponto eu desejo que o minis-
    terio seia explicit, quo manifeste a sua
    impressio.-
    NIo fall do lore quando consider es-
    teos facts como filhos de uma idea segui-
    da, formando system.
    Attenda-mine o Senado.


    'C

    Si
    '-C


    Minguem ignora que entree os repr-ssen-
    tantes da lavoura de uma grande part do
    sul do imperil ha uma id6a, uama props
    gands, am accord, de que os hoIae -
    publicos devem tomar conhecimento; ajus-
    tim-se eia grande escala pars fazwerem
    presseo sobre o jury, afim de quo easte n-
    condemne a escravos criminosose absolk..
    ve os, afim do sarem entregu-s a seas s '
    rihoreo, que naturalmento fazem justig
    por suas mios.
    Dasejo quo e ministerio declare se o con-
    cords, so tamboem applaude e estadfjt --
    deo cosas, do a uma class qasiquer do se
    cieddade arrogar-se o diroito do fass JuI
    ga por suas ma, .assumir seba -o s w.
    Mianoes ju i e, -a. l-m e.t c s,
    Que 6 esta a disposisAo ta 7
    caf4 em geral, eu% o aei, tonho oi j 1
    vawioaS mlnuicipioS m oa sea o .
    daboocade nalo-"aSn-d ..
    ro ir --"--$ S u 4 .n n -h ,(_V
    lmustao,-l .
    >.is ,. ael.f to


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