Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15379


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Full Text

















































-1




5*1'*


4'


Gordon-Paehfia naufratlbu em suas
tentalivas de coneiliacuo comn o Ma-
idi.

CAIRO, 10 de mar'o.

NKo tendo sido acelta ima Intlma-
rho que an tropas do Mahdi dirigleo
o estado-maior inglez, resolveram
os inglezes combater novamente
aquellas tropas.

Agencia Havas, filial cm Pernambuco,
11 de margo de 1884.

INSTIgC1O POPULAR



S( Tanscrip o )

VAPITULO VI
iMBIA-FOBCA CBNTBIFUGA
(Coiatiwicado)
E, a proposito d'este fact, vejamos o que seja a
forga centrifug, as consequencias que derivam do
sen estudo, e quaes as leis a que esta especie de
,iestAi sujeita, bemrn come a maueira de lhe evi-
it- qg offeitos.
"Quando se faz rapidamente girar urn corpo liga-
a ama cords, conservando a extreumidade livre
na nossa maio, vemos que, ao principio, o corpo ten-
de a seguir um novimento rectilineo; mas logo que
a corda esti tens, se so continuar a fazer mover
a corpo, cesmeara este a descrever cireulos cujo
centre 6 a mao que suatenta a corda. Esta forVa,
que obriga o corpo a deaviar-se da direccdo recti-
linea, chama-seforga centrifuga.
0 corpo, que assim gira, acta sobre a cords por
Amodo que parece estar submettido a unina forga,
que tende a afastal-o do centro de movimento;
esta forca que tern o nome de forga icetrzfuga.
Forga centrifuga-- pois : a teenacia que os cor-
pos teeap, quando obrigados a 4ffrever umn movi-
mento circular, para seguir a linha recta logo que
SDevemos comtudo lembl& 'ai m
forca especial, e sirm unicamente o resultado da
propriasforga, que originou o mrvimento, cuja ac-
glo total e em parte modificada pelo fio que pren-
de o corpo e o na'o deixa mover-se segundo a sua
primeira tendencia.
Estb esta forca sujeita As duas segaintes lois:
la-A forca centrifituga proporcional ao qua-
drado da velocidade.
2a-Para o mesmo corpo e a mesma velocidade, a
forca ceutrifuja varia na razao inversa do rnio do
circu'lo descripto.
Varias experiencias podem demonstrar os effeitos
d'esta forca.
Ha umn apparelho que, por melo de ugna column
de support pode ter umn rapido movimento gira-
torio.
Para isto infiawse esta column em uma hliaste
que recebe o mwvimento de um carrete, o qual por
seu turno o adquire por intermedio de uma correia
sem fim e de urma roda, a que esti ligada urma ma-
nivella para ser movida pela mao do home.
Um outro apparelho consta de um arame onde
livremente correm duas bolas de marfim, que n'elle
esta'o enfiadas; as duas bolas estao ligadas poi
uns fios para se nao poderem separar uma da outra
As bolas podem ser iguaes, ou desiguacs.
Se as bolas sAo iguaes e estilo collocadas a iguaes
distancias do eixo de rotacao, entao conservam a
sua posicao emquanto o apparelho gira; mas s(
uma d'ellas esta mais afastada do eixo, sobre quc
gira o apparelho, do que a outra, entao, como ten
maior velocidade, arrasta comsigo a outra. Se a,
bolas s-o desiguaes e estio collocadas a iguae&
distancias, entio a mis pesada arrasta a menoi
para e seu lado.
Finalmente as duas bolas desiguaes conservar
se-hibo em repouso, < as suas distancias ao ?ix<
estiveram na razao inversa dos seus respectivo:
19eos (Contini~a).


PARTE OFFICIAL

Governor da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 28 DE FEVEREIRO
Actes:
0 president da provincial, attendendo ao
que requereu Amancio Antonio dos Santos, pro-
fessor do ensino primario da povoaCao de Queima-
das e tend em vista informalo n. 58 de 16 do
corrente mez, do inspector geral da Instrneglo
publics, reserve conceder-lhe 3 mezes de lioena
corn ordenado para tractar de sua safide onde Ihe
cowvier.
0 president da provincial em exeeuoe ao
disposto no aviso circular do Ministerio da Guerra
de 7 de julho do [sanno passado, resolve nomear c
tenente IMonwio do exercito. Jos6 Francisco de
Paula Vellez pamra se encarregar de agenciar vo-
lantarios para o exercito, pereebendo de eada m
que f~r acoito a gratificaao de 20JOOO.-Fize-
ram-so as devidas eommunnicaoes.
Offieios:
S- Ao inspector de Arsenal doe Marinha.-Re-
metto aV. Exe. para os devidos fins c6pia do
aviso expedido a 15 do correntei pelo Ministeri(
da Marinha acerca do pigaueuto do fweh uo d<
40500 a D. Joaquina -Thodoa Pereira d
Ajaijo p#. apremaeuae do inaoiJose, a qni
-iiMg laforma*a dams Arsenal de 18.de akfl
do anno. passado pra servir nut Companhia de
A rendizea Marinheirom de pesrviuna
evvos Exe. 08 a qu Via*^ an
nexol aeitda nfi~a~cao--<(i~eM~tt-e a


Silva, que se a a na Caa de Dete*o ni do
declarar-he oque nesta data rernetti igal c6pia
ao juiz de-direito da ecomare do Brejo pata, msan-
dal-a juutar sos respectivos autos e ser o memo
r6o posto em liberdade.-Officiou-se nested. entide
aso juiz de dirito d Brejo.
Ao inspector da Thesouraria de Fazendla.-
Transmitto a V. S. para os fins couvenientes os
inclusos prets remettidos pelo Dr. chefe de policia
em 23 po corrento a. 228, e concernentes ao abono
do 583200 feito polo delegado do termo de Flores
aos desertores do 14o batalhIo de infantaria An-
gelo Jos d Olivreira e Manoel Mendes da Silva,
a quo allude a ordem de pagamento expedida a
esia Thesouraria em 2 de outubro do anno passa-
do.-Communicou-se ao Dr. chefe de policia.
Ao engenheiro das Obras Publicas.-A' vis-
ta la requisiciLo do Dr. choefe de policia n. 183 de
13 do corrente e parecor do inspector do Thesouro
Provincial, cm officio de 23, sob n. 462, autoriso
Vine. a fornecer o mat-rial precise a caiadura e
pintura da enfernaria da CasA de Dotenglo euj)
serviqo devera ser feito pelos detentos.
Disto dei eanhecimento ao Dr. chefe de p1licia
e inspector do Thesouro Provincial. Commun:-
cou-se ao Dr. chefe de policia e inspector do The-
souro Provincial.
Portarias:
0 Sr. agent da Companhia Brasileira de
Navegamio Costeira per Vapor, mande dar passa-
sagem a r6 atA a provineia do Para, per conta
do Ministerio da Fazenda a Manoel Antonio Ro-
drigues Pinheiro, conference da Alfandega desta
provincia removido parm igual cargo na Alfan-
dega d'aquella, atW o Maranhao As p3ssoas de sua
familiar constants da incluja relaoe junta por
c6pia, send de pr6a a passagem do criado.-Com-
municou-se ao inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
0 Sr. agent da Companhia Brasileira faca
transportar a provincial do Ceari, per conta do
Ministerio da Guerra, no vapor Ceard, chegado
do sul, o soldado Claro Pereira de Britto, que
nesta provincia verificou praga voluntaria corn
destine ao 1I* batalhio de infantaria.-Communi-
cou-se ao commandant das arms.
IxPEDIENTZ DO BECRETABIO
Officios:
Ao administrator dos correios.-De ordem
de Exm. Sr. desembargadr president da provin-
cia accuse o recebimento do officio de 22 do cor-
rente, sob n. 150, em que V. S. communica que no
dia anterior assumiram o respective exercieio o
thesoureiro nomeado para ess reparti94o, Irineo
do Araujo Cesar, tendo prestade a devida fianga e
o 30 official DeodatoPie dos Santos.- Comumni-
nicou-se so inspector da Themouraria de Fasenda.
A commisuio de coutas da estrada deo ferro
do Recite ao 8. Francisco.-De ordem do ExRm
Sr. desembargador president da provtmets, eom-
munice a V. S. que tiveramn o conveniente desti-
no os documentos que enviaram oom o offieio de
22 do corrente, relativamente a reeeita e despeza
deasea eutad de forro no mez de janeiro ultimo.
Ao eommandante do Corpo de Policia.
S. Exe. o Sr. desembargador president da pro-
vincia manda declarar a V. S., em solugao so of-
ficio n. 196, de 21 do corrente, quo fiea approva-
do o sou actor ordenando a soltura do 20 sargento
Antonio Britto de Queiroz, que estava preso usna
fortaleza do Brum desde 31 de dezembro ultimo,
por hayer abandonado o destacamento de Itamb6.
Ao mesmo.-S. Exc. e Sr. desembargador
preaidenteda provincia manda decr a V.
gfca inteirado do assumpto de o io- de hoh
tern datado, n. 210, approvando as pftvideneias
dadas corn referencia ao cabo de esquadra Zefe-
rino Candido da Silva.

DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 11 DE
MARqO


Abaixo assignados de habitantes do povoado do
Abreu de Una. Infotbrme o Sr. inspector geral da
Instrucao Publica.
"Antonia de Souza Prata Bueno. Deferido comrn
o officio desta data ao Thesouro Provincial.
Amancio de Barros Cavalcante.- Infernorme o Sr.
Dr. chefe de policia.
Carlos Leimig. Nilo havendo recurso legal da
decisAo da administracbe para o corpo legislative,
nada ha quo deterir.
Alferes Constantino Alves da Silva. Deferido
corn o officio desta data A Thesouraria de Fazenda.
Christovao de Barros Gomes Porto.- Informeo o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Dina da Silva Coutinho. Passe pertaria na
forma requerida.
Emilio Antonio Soares.-Rectifique-se.
Francisco de Paula da Cunha Bastos.-Prove c
recorrente a sua qualidade de eleitor.
Hermilino Eliseu da Silva', Caneca. Informeo c
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Isidoro Marinho Cesar.-Remettido A junta me
dica provincial a quem o supplicant so apresentarA
para ser inspeccionado.
Ismael Gaudencio Furtado de Mendonga.-Na(
piocede a reclamaoao do supplicante, A vista ds
classificagao.
Joaquim Jos6 Moreira.-Remettido ao Sr. rege
dor interino do Gymnasio Pernambucano, parn
attender ao supplicante, quando houver vaga.
Jos6 Augusto Porto Carreiro.-Sim.
Jos6 Francisco do Rego Barros. Passe ports
ria, concedendo 3 mezes corn o vencnento a quc
tiver dircito e igual prazo provisoriamente e sen
vencimento algum.
Jos6 Mariano de Araujo.-Prove o reeorrente a
sua qualidade de eleitor, como allega; e quant
ao segundo nego provimento, visto nada ter alle
gado, nem per si, nem per procurador.
Joao Guilherme de Moraes.-Encaminhe-se.
Lindolpho Coriolano Bezerra Cabral.-Sim, po
umn mez.
Major Manoel Ferreira Escobar. -- Encami
nhe-se.
0 mesmo.-Informe o Sr. inspector da Thesou
raria de Fazenda.
Maria do Rosario de Oliveira Mollo.-Informe
Sr. Inspector do Thesouro Provincial.
Manoel Felix do Nascimento. Informe o Si
inspector do Thesouro Provincial.
Salustiano Jos6 doe Santos. Requeira A The
) souraria de Fazenda para relacionar o debito, n
conformidade da circular n. 36 de 30 de janeix
) de 188.
Thereza Alexandrina de Barros Mello. -- Info
Sme o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
There s mniaa de Sousza Goes. frum
SSr. inspector do Thesouro Provincial.
Trauquillino G r dlodno d Mello Letio --E
mettid ao Sr. interino do Gynusio Pa
- ambuano pars attender ao peticionario, eso u
houser inceaveniente.
Urania Nmphania da Silva. -Informe o Sr. im
apector do Thesoun) Prvincikl, 1 .
e *-Atonio Frrir d Z,4rqeTsl m.
0,comvaec "a 4ecetaris da Pietfidewoia par
areeeber a pua do V61Maffem ;* !:1^.; *
e gpetanas dAs pre~ftdena em 12 de -manf
r /do 1884. ^ .


A' ordemu do o1I'- istri.cto da -Boa-Vista, An-
tonio Pravetaeo de L'a 'por disturbios.
1 No dis23 do mez Mdoe ao lugar denominado
Gamelleira, do termo d Bo Jards Jovino Fer-
reira Campos Bodo, assasuo con uma facade a
Soaqouim Loarene da Motta.
0 delinquente evadio-se e contra o mesmo pro-
cedeu-se nes te mos do inqueito policiaL
Segundo communetou-me o delegado do termo
de Tacarati, no di 27 do mcsz fido foi eapturado
alli o crimninoso pronunciado Antonio Jos6 de
Souza, conhecido por Antonio da Baixa.
Deus guard a V. Exe.-Ilm. o Exm. Sr. desem-
bargdor Jss Manoel de Freitas, muito digno pro-
sidnte da provineia.-0 chefe de polieia, Ray-
mundo Theodorico de Castro e Slva.

Thesruro Provincial
DESPACHOS DO DIA 12 DE MARVO
Officio do adjunto do procurador fiscal de Taca-
rat-i. Informe o Sr. eoatador.
Francisco Cavalcante de Albuquerque Lins e
Dgmingos Gomes Correia. -Informe o Sr. con-
tador.
Alfredo Ferreira Baltar. Deve requerer ao
Exm. Sr. desembargador president da provincia.
Liiguel Pires de Azevedo Falcloe Vicente Fer-
reira de Fran a Carvalho.-Registre-se e fa9am-
se as devidas notos.
Jos6 Elias de Oliveira.-Hajif vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Maria Theopompa Monteiro da Cunha.- Ao
Sr. Dr. administrator do Consulado para attender.
Jos6 Felix Alves Pimentel.-Cumpra-se, regis-
tre-se e fagam-se es devidos assentamentos.
Officio do Dr. procurador dos feitos.-Informe
o contencioso.
Emiliano Ernesto de Mello Tamborim.-Certi-
fique-se.
SJoo Ferreira Loureiro.-Ao Sr. Dr. adminis-
trador do Consulado para attender.
Commendador Jos6 Pereira de Araujo.-Certi-
fique-se.
Offlicios do engenheiro chefe da Repartigio das
Obras Publicas.
Thereza Emilia de Souza Gomes e Theresza
Alexandrina de Barros Mello.-Informo o Sr. con-
tador.
Dr. EduardoAugusto de Oliveira.-Ao Sr. Dr.
administrator do Cosmulado para attender.
Maria do Rosario do eliveira e Mello, Christo-
vao de Barrosen Gome i rto, Hermelino Eliseu da
Silva Canoesa e Mamod Felix do Nascimento.-In-
forme o Sr. contador.
Cardozo & Irmao.--Em vista das informa&Oes,
nio havendo credit parm 0paganento a que i
referem os supplieantes doevem solioital-o do cor-
po legislative.
Maria Loreto de Bars Campello, Joao Gomes
Caldeira, Mainoel Jo64{Iomalves Braga e Fran'-
eiseo Fabibo do s.st-fofrme o r. contador.

^| |ir9iU~pal,
ACTA DA ORDINARIA DA CAMA-
RA MU DA CIDADE DO RECIPE,
EM 13 D EVEREIRO DE 1884.
PREsIDENCIA DO SRR. IMENDADOR MORAES
Aos vinte dia- _fiWz de. fevereiroa do
anno de mil 9ito cs& e oitenta e uatro
achando-se presents a onio e media ho-

cipal da cidade do Recife, oo pr
sidente da mesma commendador Jos6 Can-
dido de Moraes, e vereadores, faltando
corn participago os Srs. commendador
Neves, e tenente Viegas, e som ella os
Srs. Drs. Jobo Augusto, Carneiro da Cu-
nha, tenente-coronel Octaviano de Souza,
padre Mello, e capitio Torres; occupou o
Sr. president a cadeira competent, e de-
clarou aberta a sessao.
Lida a acta da antecedente, e posta em
discussao, o Sr. Dr. Goes Cavalcante,
obtendo a palavra, disse que faltou de ser
langado na acta um dos fundamentos da
justifica~ao do seu vote sobre a licen9a re-
-querida polo vigario da freguezia do Po9o
d. Panella para fazer concertos na igreja
de S. Pantaleao do Monteiro ; requeria que
fosse langado na acta o dito sen funda-
mento; o que foi approvado, e depois de
lan9ado elle sob redacto do memo Sr.
vereador, foi a acta approvada, e assigna-
da. Entrando-se na primeira parte dos tra-
.balhos da sessabo, e secretario apresentou
os despachos da antecedent, e algumas
redac93es de officios dirigidos a presiden-
cia, que foram approvadas, send tudo as-
siguado.
Apresontou mais o expediente contido
na pasta, do qual foram lidos, e tiveram
conveniente destine as seguintes peas a
e saber:


n Petiqlo de Joaquim Manoel Ferreira de
Souza corn despacho do Sr. commissario
de edificagoes, submettendo A deliberate
. da Camara o assumpto dadita petigo, em
que o peticionario pedia licenga para remo-
ver a hombreira do andar terreo do sobra-
r do n. 131, sito A ade Marcilio Dias, afim
- de ficar em symetria corn as portas das
varandas do 1.0 andar, e janellas do sotlo.
Postal em discussion a matoria, o' Sr. pre-
0 sidente observou que essa obra era a de
que fallou o artigo publicado no Jornald d
r. Recife, chamando para ella a sua attendS.
0 Sr. coronel Decio disse que sobre esta
" obra mandou informer o fiscal respectivoy
o cuja informago exigia que foss exhibida
Fallaram sobre o assumpto outros Snrs. ve
Sreadors, _e send exigida a presenga d4
o epgenheiro paa informer pessoalmente a
roSo polo qual tinha side feita a obra di
'- casa U. 131, sits a rua de Marcilio Dias
S Respon de qu, firmado na lei n. 157
o de 7 de julho le 1881 artigo 4.* tinha in
s- formado A 10 de agosto do anno pioxine
pasa.do um requerimento do reipectivo
proprietArio datado de 8 do dito-mes, em
que ruqeris licauna par fazer aotei 4
w Ine lha foi concedido. One Tnlo atmatfleb


corn as posturas,. mas entendeu que, lno
toendo havido demolihoo, nao podia ser im-
posta ao'proprietario fazel-a; e..por ifo,
confesando ter-se emr part equivocado,
a*1 ier errado, crusaria os brakes A qual-
uer castigo, que por ventura ontendesse a
uima. Camera ser eUe erecedor.
0 Sr. Dr. G6es Cavalcauto mandou A
mesa a seguinte proposta, assignada por
si, e polo Sr. coronelDecio. Propomos que
se fa9a constar ao engenheiro dai Camnara
nio ter elle autoridade para impedir a
construcego, ou continua9.o de qualquer
obra, nom mandal-a oxecutar, limitando-se
samplesmente A exanimal-a para informar,
so estA, ou nto do accord corn a licen9a,
e posturas municipaes; ou so a licen9a im-
petrada, deve, ou nAo ser concedida. Goes
Cavalcante Decio de Aquino Fonseca.
Posta em discusslo a proposta, foi ap-
provada plenamente. Encerrada a discus-
slo, e posto A votes o assumpto da petigeo,
mandou-se dar o seguinte despacho. In-
deferido, porque a obra deve ser feita de
oednformidade corn as posturas; votando
contra o Sr. Dr. Barros Rego.
Officio do engenheiro da Camara em 14
do corrente, significando que o orgamento,
que fizera para o nivelamento da pra.a-
Pedro 1.', e pateo do Paraizo, e certo, e
rasoavel; e que, nao tendo apparecido li-
citantes para arrematagAo desta obra, cer-
tamente per acharem baixo o dito or9a-
mento, estA elle prompto para exeoutar o
trabalho per administrator, se a lnlma. Ca-
mara A isso annuir, assegurando que nao
sahirA dos limits do seu or9amento, per
&=to esta certo de que nio seri neces-
sare excedel-o, porque foi feito corn todo
o cuidado. Posta em discussao a material,
faidlaram sobre ella diverios Srs. vereado-
res, e exigindo o Sr. Dr. Jos6 Osorio
a prosengs do engenheiro, compareceu este,
esendo interpellado sobre os fundamentos
46o orzamento, e que declarasse se a quan-
t orada era bastante pars a execuggo
da obra annunciada; responded affirmati-
wmIente, porque firmava-se nos dados se-
gpros, qae teve para calcular, e orgar o
nivel#-ento de ambas as praMas, desobs-
tbccao, e rtmoglo do entulho; per isso
so responaabilisava A fazer esse trabalho
por administraBo sem ;sahir, ou exeeder o
orgamento, se a Illma. Camara assim re-
solvesse.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio mandou A mesa
a seguinte proposta:
SEm vista da expos 'bo feita pelo enge-
0 e-amara relativamente a ro-
oeen cr-Tra9a Pedro I e Lr-
go da Secretaria da Santa Casa de Mise-
ricordia, nivelamento das mesmas pragas,
proponho que o servi9o seja feito per ad-
ministraego sob a direcgao do mesmo en-
genheiro, que nao poderA exceder a verbal
do or9amento per elle feito.- Jose O'orio.
Posta em discussion e a votos, foi appro-
vada contra os votos dos Srs. Dr. G6es
Cavalcante e Correia de Araujo; ficando
final resolvido que fosse a obra do nivel-
lamento das pragas Pedro I e pateo da Se-
cretaria da Santa Casa de Misericordia,
desobstrucego e remoeao do entulho feito
por admninistracao, ficando o engenheiro
da Camara encarregado d'esse servi90, e
autorisado a fazer as despezas necessarias,
comtanto que n'ao exceda o orcamento.
Peti9ilo de Andr6 de SA Albuquerque,
pedindo que Ihe sejam vendidos doze nie-
tros quadrados da lage que esta Camara
tern no predio municipal n. I da rua do
Pires, ao qual pertenceu a dita lago, para
applical-a A obra dos mictorios cuja colbo-
caao arrematou.


Tendo o. Sr. Dr. commissario de policia
a quem estA affect o despacho, mandado
ouvir o engenheird, o nao obstante ser o
parecer d'este favoravel, declinou para a
Camara o despacho da petiao. Postal em
discussao a material, resolveu-se pelo defe-
rimento da peti9glo,dando-se d'isto conheci-
mento ao 'procurador e ao engenheiro.
Outra de Jos6 Antonio Pilrao & Irmlo,
inquilino das casas ns. 27 o 29 sitas A
Praga da Ildependencia e pertoncentes ao
patrimonio municipal, pedindo permission
pars traspassar o arrendamento do ditas
casas a Manoel Collago d C., que offere-
ciam per finder a Delphim Lopes da Cruz.
Posts em discusslo a material, resolveu-se
mandar ao procurador pars informar sobre
a idoneidade do fiador.
Petigio de Jos6 Ferreira da Silva, pe-
dindo pars arrendar um torreno de pro-
priedado municipal, contiguo ao Matadou-
ro do Arraial, pars edificar umna casa e fa-
zer plantaces. Discutida a material, re-
solveu-se polo indeferimento.
Outra de Francisco Gomes de SA Leitlo,
peindo licen9a para levantar na Barreta
Tspada um curral de apanhar peixes,
apresentada pelo Sr. Dr. commissario deo
policia pMra Csamaa diberar. Diacutida
a matter, resolveu-se pelo indeferiieato,
em vista da informaslo do fiscal resetivo.
SOutra de Francisco Jose Da erfira,
pedindo para collow 1m' bandeirs na
Inntedoseu atabdedmento de fMbriea de
4. igpna A rnf*a Vidal do HeIr

Outra de Antonio Pereira de Oliveira
Maia, prepondo-se a compra deo oito pal-
mos de terreno, que possue a Camara Mu-
nicipal pela desappropriag.o feita a Anto-
nio Ferreira Ramos, na rua de Riachuelo'
coin a informa9gto do engenheiro, prestada
do ordem do mesmo Sr. Dr. conimmnissario
de polizia, que escusou-se de despachar a
pctiqao; deixando paxa a Camara a solu-
9Io de petiges.
Posta em discuss'ao a material, sob ella
fallaram alguinsavenhores vereadores, re-
solveu-se final pelo deferimento.
Outra de Antonio Augusto da Silva
Reis, pedindo que a Camara made con
certar a casa n. 22 da praga da Indepen-
dencia, e que depois de feito o concerto, a
cvda per arrendamento, acompanhada da
informa9',o do engenheiro, prestada a or-
dem ainda do mesmo Sr. commissario, que
declinou pars a Camara o despacho desta
peti#go.
DMcutid a material, resolveu-se que
fosasem feitos os concertos, de que a casa
aUldida precise, per administraglo, des-
pendendo-se s6mente a verbal em quo foi
?4t4e de Joao Maria de Medeiros, ar-
rematante de obras publicas, propondo-se
A remover todo o entulho existente na pra-
9a Pedro 1" pars o lugar public, que a
Camara indicar, aterrando mesmo algum
alagado pela quantia de sete centos mil re'.
Discutida a material, resolveo-se polo in-
deferimento.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio obtendo a pala-
vra pela ordem, fallou sobre a deliberagio
da Camera, tomada outr'ora sobre lixo e
garapeiras, que sendo convertida em pos-
turas, e que chegando a ser .approvadas
provisoriamente pela presidencia da pro-
vincia em 8 do fevereiro de 1882, nio fo-
ram confirmadas pela Assembl6a naquelle
annos pelo que caducaram; per isso repro-
dunzia a mesmaidea, offerecendo as segu.w-
tes pr6postas de posturas; afirm de que,
approvados pela Camara, sejam remettidas
a Assembl6a Legislativa Proviicial por in-
termedio da presidencia da provincial, na
sua proxima reunion.
POSTURAS
Art. 1.o Seis mezes depois que a C0-i-
mara tiver dado o modelo, o servi9 de
conducive de cal, lixo e extrumne, serA fei-
to s6mente em carrogas apropriadas, e
f-chadas corn tampa.
Art. 2.0 Os contraventores serAo mul-
tados em 5`000, e no dobro na reinciden-
cia, alem da pena de pris.o por dous dias,
em que ficam incursos os conductores. -
Recife, 20 de fevereiro de 1884:. -Jose
Osorio.
POSTURA
Art. 1.0 Fica expressamente prohibido
o estabelecimento de garapeiras nas fre-
guezias do Recife, Santo Antonio, S. Jos6,
Boa-Vista e Graga, e na part da fregue-
zia de Afogados, comprehendida centre a
ponte da Magdalena e a praga do Conse-
Iheiro Joio Alfredo, bemrn come na povoa-


do de Afogados.
Art. 2.o Os' contraventores pagara'o a
multa de 1004, al6m da demolilo ,ia
obra, que sera feita a sua custa.
Art. 3.o Fica marcado aos donos das
garapeiras estabelecidas nos lugares aci-
ma determinados a praso de seis mezes A
contar da publicaglo da present postura
para a sua remogio, sob pena de serem os
donos das mesmas sujeitos A multa de du-
sentos mil r6is (2004000), e serem ellas
demolidas A custa dos proprietaries, ou do-
nos.-Jose Osorio.
Postos em discussao ambos os projects
de posturas, foram plenamente approvados,
mandando-se remetter A presidencia pars
os fazer apresentar A Assemblea Legisla-
tiva Provincial.
SVerificando-se nao haver mais nume-
ro legal do vereadores para continuar a
sesslo, foi levantada, e designado o dia
27 do corrente para a seguinte, lavrando-se
de tudo a present acta, que eu Pedro
Gaudiano de Ratis e Silva, secretario, esa-
crevi.- Jose Candido de Moraes, president.
Manoel Antonio Viegas.-Padre Antonmio
Mdlo e Albuquerque. Jose Osorio de Cer-
quetra..-Francisco de Paula Correia d
Arajo. -Augwto Octavia* de Somsa. -
Antonio da Silva Neweso-Dr. Ant6ni do
Siquira Carneiro da Cunha.-Joo Gonm-
9aves Torres. Cussy Juvenai do Rego.-
ManoePFrancisco do Barro Reijo.-Dcio
d'Aquino Fonseca.

DESPACHOS DO 2IA 11 DE XAR0O


P4o 8r. Dr. Jos Uwro, vwaor
unwiwr* de pocic :
An"r de 8 A lbuquerue, pedindo quo si B
doa pa tis or"npaa eoatre-
W & deMictorio no argo) da. Peoha s rna da As,
Bailt oi,-vistol achar-se us ripofaco
BU-Papte-e de ofmdd cmaawa

tb*ii.i'^acl1 *V.


Francisco Ferreira Baltar, pedindo que prei -
lega agora a licenga que eI coroedi em 16
de abril de 1883, para reedificar a u earn a. 29
ao eacs do Capibaribe, visto nio ter podido rusir
dita obra n'aquella 6poca.-Pago os direitos in-
nicipaes e de oonformidade coin a" puturmas, eo-
cede-se.
Josu doe Santos Oliveira. p 'ldinlo licena par
correr o telhado, substituindlo rnp-t e tria e faer
outros reparos no interior d, ;preiii< n. 8, a rum d
Barbo da Vietoria.-l)e conf,,rmida, cer do engenheiro c pagos os dir-ito trmniciipmc,
concede-se.
Jouo Ignacio de Meleiros lsrro. pra corrtter 9
telkado substituidlo caibris da (casi n. 2, a rnai t
Corxedor do Bisp,.-'agos os ,lircituo, nm'ieipacs
c de eonforiuidad4c von as. po tura.s, ctecd Manoel Ferreira Bartholo. pars ,en'fftar *
cano de esgosto das ai aas pimviaes da aea a.
a rua da Soledadc.-Dl)e conformidade cam as po-
turas c pags os direitos inmuuiieimeA, e Manocl Jcronymn) Vicira. jpra fiazr ui tc-
Iheiro de zinco sore stei .-4 i, inmidira em "n
terreno, sito a rma do Viseondle de (oryanyu. fro-
guezia da Graca.-l)e cmformidade corn mar, -
cer do cngenheir,) e paqos os direitoo nuuiipae,
concede-se.
Secretaria da Camara MuniPipal d1,R-
cife, 12 doe maro do lS4.
0 porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Sih & .


DIARIO DE PERIAIIUCO


itetrospecto politico de ammo 4
1883
DINAMARCA, SUECIA E NORUEGA
Causou viva indignaio aos dinamarquezs a
nedida que, em janeiro do anno peassado tomnou a
Lllemanha, acerca dos filhos da Luasmaarea resi-
Lentes em Schleswig.
0 art. 19 do tractado de Praga deixon aos ha-
bitantes do territorio que foi annexado i Pruuia
em consequence da guerra de 1864, o direito de
Optarem pels satuge nacioa-dade, "er M im a
nome, quer no de seus dew cmdes dkuwAe. Cm.
esultante d'cssa faculdade, o nmero de eidadoe
la DinW aarca, domiciliadioas prviaEcias sub.-
,rahidas a esse paiz, de mais de viate e cie
nil. Ja em tempo se havis levaatado a a l
Ie saber se oe paes tinham o dimreito diu
nar a nacionaidad de seas UMsoe, qaet i qe 6i
pela affirmative re6olvida na ecretaris des mew-
gocios estrangeiroes em Beriim, cujo pawee r
*ommunicou a legao dinamanuea esm data do
14 de maio de 18T.
Ne obstante takes precedentes e os tesM wp-
sitivos do referido Irsetado, o Laudrath de KHafer
ileben fez baixar um decreto em virtade do 1qf0
)s dinamarqufe domieiliados n'ess proviecie
que eIm 188 tivessem chegado a wvinste wn e,
de em que come o servigo military, deviam im
erever-se na matriful a respective atW o dia 31
saneiro, sob pena de srem expulsion. do pais. P
ustificar acto de tamanha violenia, disse a N -.
dettshche A'T-aine Zeiltw, depois de ter k %liaf
oi progreosivo umero deo d iBarquaes realml
osn u terfttmtc prtissianos dia d o "
norte:
f 0 governo da Prussia nilo pension jamais ea
eoneeder aos filhos dos que optaram tl naciona-
lidade dinamarqueza, um privelegio ieonmpativel
eom a organisagio political e military do paiz. So
pois nao querem ser allemaes, devem emigrar s
praso marcado pela autoridade competent a mn-
nos que nao desejem ser expulsos. .
A folha germanica esquecec-se de quee.; filhc
idos que optaram pela Dinamar sao dinamar-
quezes, per isso que sens pais nuo perderam ests
rqualidade pelo facto de habitarem em terra alle-
in-L A sua expulsio fora consequentemente a de
estrangeiros inoffensivos, o que o direito interna-
cional das naces civilisadas nao wermnitto.
0 procedimento do Landrath de Had. r:4bec
eausou. come era de esperar, fund impresswio ns
Dinamarca. A esquerda do Folkething pedio a
esta assemble que nomeassea uma commissIo es-
carregada dW estudar os tractados cxistcntes entree
o seu paize a Pnirussia. acerca dos habitantes diaa-
marquezes do Schleswig. A cominmissis foi con
effeito nomeada, beinem come o governor prussianRf
ordenou por sua vez que se fizesse um inquerit<
relativamente ats rcclamami'cs do governor dina-
marquez.
Puras formalidades. A violencia consrnmmol-
so. 0 direito international em vega na Allema-
nha do principle de Bismarck e aquelle de que fal-
lava Hobbes : Os peixes mainsiores deroram o
mais pequenos. Certa disso. a commissTo no-
meada pelo Folkething para dasarecer acerem
da situacao dos diaamarqucs no Mraugeiro, aso
passe que dcclarou ser contrari&a.l presCriPsW
inteniacionaes vigentes a resolnco d9 governor d,
Prussia relative ao Schlewig sept-ntrioal, ob.-
servou tambem, por ums especkib
supremta, que o ministry allemo w
afrmava que semelhante resolu* no ni ism-
pirada i Prussia por sentiments hostis pMra coM
a Dinamaru. Com effeito deve eustar muito 9W
victim de uma fraud affeetaos !
As instituioss parlamentarei pMsram moe 0 -
no findo per graves crises nos estad. secdb
riot do norte da Europa. Como vims, o rei do
Hollanda tirou o gabianete HemakmA dentre .
minoria da camera. Pww dias po eM, e .. ..
terio da Noruega eor levado w tribunse pus
representantes do paLs Ainda mw anI O
peto memo tempo, o boberuw da Dimareftam
tecusava a demittir os seas wc abedrS, U o -
tante as instantes exigeacias daasfo Totwi
eases confisetbs entire e poder re al 4 0 sMs4
nio tiveram a mesma 4mgifieqsio, a*am
ram perigos ideuticos am tres onc de Hae
Christiaisa e CopoCnMu0. C# 4i1TIS
do paiz a nembes wd miImIa OMMM- Gal
Ihemo m podia din, quo sbsimud, A kvws 40
circuaitallta 5, qu te ml. p---- yi -
hiberdade easeha.
Aobstimsbodi da sin m i
eppartetemmt-- ml. Se a maiM dusdp.
aov BMee ae e -- ,o K^M ^"
-ai contra a voutisM y -p -I-ys^
ta intro o Foihetbiug psiw W .
suiiBsdisia. Huts miiicnbiss ubiae
ai--star-o U s -tw -, +s
nimistre ab uMbnul~l-fC~li
rTsOBid a hqmsbid.^*1!* _____-^^^^^

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I~to< ^j'feg.^^pwoo*B


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Idfeza do S diawe -ais -que o -
Io =poderf chegar a olue...lgupa, em quan-
t16 ao5 houvero accordo entre a piemira e a segun-
St foi por oelilo do eneerramento da seao
|o^uuse.iho do ostado em 18 de abril. Ilespon-
Mudo A representagL) do La dating, o soberno
".24steaten dda oreira maib pouitivaa inteonuc de
iatmater integmalnient a lei eondtUt-ciOnal, eujas
AK disposiues M.nataralmnut interpreta do mo-
do qu Ihe 6 mis agradaveL
Orei da Suecia e Noruega abrio em 17 de fe-
S vereiro a 32a essIo do parunentomacional.
Couiegou em naio a set discutido no supremo
S tribunal dejustiga de Christiania o grande pro-
.'e -pso olitico em que ja hatemipo se fallava. Os
a minutros do reino da Noruega sao aecusados de
wtBr r violado as leis fundamentaes do paiz e cita-
dos para comparecer ante urma jurisdiceAo em que
o3 seus adversaries dominam. E' fail prever o
mseiultado final do negocio. Slo remotas as ori-
/:7 'gens desse conflict, que acaba par uma verda-
i. eira declaracao do guerra entire as cameras e a
eorba.
-l Desligada da Dinamarca em janeiro de
i '1814, para fazer parte da Suecia, a populaao
g ioraega nunca se resignou sem segunda ten*io
ao acto diplomatico que por tal modo dispoz de
seuns destinos. De balde os sens noves soberanos
The outorgaram umas das mais liberals constitui-
i 5es, no intuito de leval-a a conformar-se com
aertos arranjos territoriaes. 0 governo dos dous
estados caja intima uni;to era tio preconisada apenas
tinham de commum a pessoa do rei. Os auetores
do Gruadlov de 1814 inspiraramn-se muito menos
nos principles adoptados pelas monarchies parla-
S mentares que na constituigao franceza de 1791 e
A na dos Estados-Unidos. 0 monarcha nao tern o
direito de dissolver a camera: as Auas prerogati-
vas reduzem-se a um veto suspensive. Os norue-
i gos nao estgo todavia satisfeitos ainda corn a li-
in mitada ascendencia do poder executive. Querem
obrigaros ministros a tomar part nas delibera-
,cs do parlamento, a exemplo do que se observa
n'outros paizes. Para evitar desharmonias, a co-
roa faria essa concessao semr demasiada difficul-
S dade, mas exigia em compensacao que o direito
i-+ dedissoluago lhe fosse conferido, por isso que o
S considerava uma consequeucia do principio da
responsabilidade ministerial.
i" RBern apreciadas as cousas, os noruegos nao se
S preoccupavam tanto o desenvolvimento das liber-
S dades internas, que possuem eamplissimas, como
I corn o descobrir pretextos para luctar corn o go-
||-verno central. Repelliram toda a tentative de
aecordo e tires Storthings differences hio decidi-
; do que os ministros devem tomar part nas delibe-
-; raioes parlamentares.
I| Sc se tractasse de urma lei ordinaria, a coro6a
S. serial obrigada a submetter-se, maso governor real
| mantim a doutrina de que o veto, puramente sus-
1pensivo n'outro qualquer caso, tinha n'aquelle um
S character absolute, por isso que eram disposicoes
| constitucionaes as que o parlamento queria dero-
Sgar. Os defensores das prerogativas do poder
| |;central observavam que o Grundlov de 4 de no-
vembro era uma convenlao realisada entire a po-
pulaqAo noruega e a dynastia, e que por conse-
guinte esse contrato synallagmatico s6 podia ser
alterado, mediante o consentimento de ambas as
1 opartes contractantes. Edemais-accrescentavam--
se fosse admittida a pretenago do Storthing a
uni'o dos dous reinos-Suecia e Noruega-, que a
constitui9do sanccionou, poderia ser posta cm du-
S vida como estava acontecendo corn as prerogati-
vas do poder real. Desse mode ficaria dependen-
-: to do parlamento de Christiania o votar a separa-
gibo political dos dous povosda peninsula scandina-
v* cm quants que o parlamento de Stockholmo,
'; u*jas attribuigoes nao slo tio extensas, seria in-
ebido de tomar semelhante resoluggo sem assen-
timento do soberano.
0 Storthing invocava por seu lado o principio
d a soberania national, que opponha Aquellas ob-
jecq5cs. Decidio, paois, que os ministros fossem
- processalos por se terem recusado a intervir nas
S deliberai executar as leis relatives A reorganisadao do exer-
S ai e a jtdministraAo dos caminiros de ferro.
Restaiva saber s3 os miuistros figarariam tolos
as rvns.n) procasso, comno desojavam, se em pro-
S cessos ditiinctos. 0 Odclsthing aceitou este ul-
timo alvitre, em vista da disposi-lo do art. 87 da
ii c lei constitucional, que da ao accusado o direito
i ^ dc recusanr um terco dos membros do tribunal.
(ira, tal dlireito toraar-se-hia impossivel se os
miaistros fossem conjuntamente iulgados. Toda-
| Ia o Odelsthing autorisou o Rigsrat a contem-
|i ( tplar no ruosmo process dous ou mais accusados,
I ne, de ".ccordo corn a commissao encarrogada de
prom-r at accusacao e defeza, julgasse iio neces-
:i sario oft util. Essa commissao 6 composta pelos
..ipi doni pr2sideutes do Storthing, os Srs. Joao Suior-
cap ite Stan, e pelos deputados Berner, Nielsen
e Harigblad. 0 primeiro proeesso a julgar sern o
|| do Sr. Sclwar, president do coaselho.
fig Cre-,ns,. porem, quo at6 na Noruega a respon-
S^- sabihildale ministerial 6 pura ficcao. Os pros-
so3 a quo nos refcrimos s6 comecaram em 4 de
d I:D outubro e porante o Rigsrat, reunido em Christia-
., ynia. Os accusados empregam todos os meios di-
]latorios ao sea alcance para demorar o mais


.. posDivel o julgamento definitive. E at6 agora
Isa tjem colhido o melhor exit da tactica emprega-
k. da, p)rquanto, gracas aos successivos adiamentos,
finliou-se o anno de 1883 sem que os attingisse o
rigor da lei e o juizes nao intoeiramente insus-
Peitos.
a Todavia a aceusaiLo judicial do ministerio da
N oruega nao deixa de ser um facto important
| pela raridade.
+ ,A segunda camera da Suecia rejeitou por gran-
stmaioria um project de neutralisacao, cuja ini-
ciativa partira de um de seus membros. A opi-
-, niao public de Stockholmno e Copenhague aco-
Th ohu favoravelmente.em certa 6poca a id6a de urma
| ombinarilo international destinada a salvar os
S estados snandinavos-,- das complicagSes europ6as.
: Os dinamarquezes, principalmente, mostravam-se
S innito dispostos para a realisanito d'esse accord,
depois que o'conflicto suscitado pela Allemanha,
A proposito do direito de opeio concedido aos ha-
luitantes do Schleowig septentrional, Ihes lembrou
iquLo perigoso 6 pars uma nacionalidade isolada
ter par visinhas poteneias tgo inclinadas, come o
S imperio germanico, a abusar dos tractados, inter-
i pretando-os de modo unilateral. A neutralisacao
podia de certo moda garantir da total ruina o jIL
pt abalado edificio do patriotism national. Por sua
I vez a Suecia, povo amnante da paz,cuja ambigo se
r ,eduz a desenvolver sua prosperidade material sem
,--oPumr aventuras extra-fronteiras, tiuha o maeor
terosset em faxer prevalecer um principio que
deveria p6r o sea territorio ao abrigo de qualquer
aggressio.
: -nfelizmente a segurana. na s dereta. Os
i. K stados scandinavos reconheceram tempo o0
Squanto havia de chimerico em quaesquer deeiaru-
1 ks de neutralidade votadas pelas respeetima ca-
0 tractado deo 1862, *a quae o repreeit..-
*l* i das radft'pokmenias 10ibinm foleammente
B^ p^ *ait^^aintgr~iade, ada w dfofr hiadaaa
11& ap"dlo a PM"ui de4% os doae .e-

j wBtQ tir, =so prevto, sUMS

ftr *imabia do ftsb, a Statk


tino Lins, Antonio Correia, Praxedes PitaA
Augusto o elfedo Correi, o Sr.' p
ra aberta a "sAo.
t E' lida e approval" mom debate a "cta daefeel
s5o antecedente.
Comparecom depois do aberta a s'osilo os
Srs. Esteva de Oiveira, Pao de Oliveira, Meira
de Vasconcellos, Eisirio Coutinho, Arruda jFAl
deo, Fiel Grangeiro, Santos Pinheiro, Ferreira Ja-
cobina, Juvencio Mariz e Luna Freire Junior,
faltando o Sr. Drummond Filho.
0 Sr. 1I seeretario precede A leitura do so-
guinte expediente:
Um officio do secretario do governor, remetteande
o balance cornm os respectivos documents de re.
ceita e despeza do exercieto de 1882 a 1883 da
Camara Municipal do Recifo, e bern assim o co-
dio de pesturas e orgamento para o exereieio de
18 a 1885 da Camara Municipal de Afogados de
Ingazeira.-A' commission de orcamento municipal
e de posturas.
Outro do mesmo, enviando 40 exemplares do re-
latorio do engenheiro chefe da reparticao das
Obras Publicas.-A' distribuir. -
Outro do mesmo, enviando 40 exemplares do re-
latorio do inspector do Thesouro Provincial e 40
do oreamento para receita e despeza da provincia
uo exercicio-de 1884 a 1885.-A' distribuir.
Outro do mesmo, enviando 40 exemplares do ba-
lancete da receita e despeza da provincial, relative
ao 1* semestre do exercicio de 1883 a 1884.-A'
distribuir.
Urma peticao de JoaquimManoel de Oliveira e
Silva, professor public de Tigipi6, requerendo que
sual cadeira seja considerada de 2a entrancia.-A'
cormissao de InstruCego Publica.
0utra de Ernestina Victorina Beranger, profes-
sora public da escola mixta da Batalha, freguezia
de Muribeca, requerendo ser considerada de 2a en-
trancia a sua cadeira.-A' commissao de Instrue-
oao Publica.
0 Sr. Democrito Cavalcante (pela or-
dem.-Sr. president, segundo a ordem estabele-
cida no regiment, os projects devem ser lidos
antes dos pareceres. Creio que na mesa nao ha
nem um project. Mas tendo eu de offerecer um A
tonsiderailo da easa, consult A V. Lxc. se nao
acha mais curial, mais regular mesmo, que o faga
antes da leitura d'este parecer, que, nataralmente
vai dar lugar a um largo debate? Eu proeurarei
justificar o men project em breve tempo; de sorte
que nao prejudique a discussao do parecer.
0 SR. PRESIDENTE Mas o project de V. Exe.
nal.e esta sobre a mesa.
0 SR. DEMOCRITO CAVALCANTE-E' exact. Mas,
como jA disse, na ordem do regimento es projects
devem ser lidos antes dos pareceres. 0 project
de que fallo, esta em minha mao, e eu tenlio ne-
cessidade do offerecel-o, precedendo este actor de
algumas expheaoes. Consulto, poise, A V. Exc. se
eu poderei faze-lo desde ja.
0 Sn. PRESIDENTE-0 nobre depuitado p6de jus-
tificar o seu project, maadando-o depois a mesa.
0 SR. DEMocRITo CAVALCANTE-Bern; ficarei en-
tao corn a palavra. A lei do orcamento vigente
contdm a disposicao do art. 16, que manda arrolar
a 3 propriedades agricolas e todas as profissces
licitas, como base de um system tributario, que
mais tarde teria lugar. Como membro da commis-
sao d(to oramennto, concorri para esta disposicao no
intuito de introduzir estas altera6es no system
tributario, corn o fim de melhorar as fontes da
renda da provineia.
Apparecem, poram, duvidas que convcm sejam
remocvidas afin de que nao seja prejudicado o
interesse public. Mal so comecava a dar execu-
cugao A lei, ja eu me convencia de que ella estava
sendo alterada; nao digo que de proposito, mas o
fact 6 que ella nao foi entendida, e estd dando
luga:r a clamores, que eu considerojustos e rasoa-
veis. Para execussao da referida lei, o Sr. presi-
dentos da provincia expedio o regulamento ou ins-
truc oes.
Quero crer que S. Exc. tinha muitos bons dese-
jos. Mas, nemr S. Exc. ijterpretou fiernente o
pensamento da Assemblta, niem os agents fiscaes
estlo do accord corn as instruccSes expedidas;
resultando d'ahi grades veixames princeipalmncte
para os agricultores.
Vendo eu Sr. president, ou antes, temendo que
s', generalise o clamor em toda a provincia,
apresoo-ine em offcrecer A consideracio da casa
um meio termo entire a necessidade da execucao da
lei, e a necessidadc de attender-se aos reclamos
que possam apparecer, e 6 a susponslo da cxc-
cucAo da mesa lei atS que, corn outros estudos,
possa--se fazer alguma cousa de accord corn o
pensamenio da Assemblea.
O SR. VxSCOa-oE DE TAnATrINGA E corn grande
vantagem para a agricultura.
O SR. DEUOCRrrO Apoiado; sobretudo eu te-
nho cm mira acautelar os iuteresses da agricna-
tura.
o0 praso foi fixado em 60 dias. Estou informado
de que niao 6 sufficient para que os agrieultores
possam ficar em condiooes de evitar as raultas. Os
executores da lei podem exigir mais do quo a lei
quer, e d'ahi os embaracos. E' point conveniente,
Sr. president, que as instrtcaues sojam coace-
bidas em termos taes, que nao attentem contra o
pensanento da assemblta.
Eu rcdigi o project em um so artigo e passarei
a fazer a sua leitura, (16).
EstAt assignado por min e por mais dous illus-
tres colleges.


E' lido,julgado object do deliberacao e dispen-
sado de impressao em avulso A requerimento do
s-u autor o seguinte project :
1884-PROJECTO-N. 3
A Assembl6a Legislativa Provincial de Pir-
nambuco, resolve:
Art. unico.-Fica suspense desde ja, atW ulte-
rior resolugao desta Assemblba, a execuoo do art.
16 da lei n.' 1,786 de 27 de julho do anno proximo
passado, e das respactivas instruccoes, expedidas
pelo president da provincial.
Revogadas as disposi9Ses em tcontrario.
Salt, das sessoes, em 4 de maro0 de 1881.-De-
-mocrito Cavalcante.-Nilo de Miranda.-Antonio
Correia.
E'lido o seguinte parecer:
A commission de constituigco e poderes, tendo
examimado os doeumentos relatives A eleicao do 9,
district em 2" eserutinio, vem dar o seu pareeer.
Foi object de seriestudo da eomminisso uma
reclamae o do cidadle Candido Ladislio de Aze-
vedo, instrulda eom doeumentos comprobatorios dos
facts que allega contra as eleiges de Bonito e 8.
Bento. -
A commisso aehia de toda praoCedencia as alle-
ga9oes do reclamante corn relacio A parochia de
Nossa Senhora da Comceigao do Bonito.
Esta puvado coin docamentos inuontestfvels,
que trees eleitores eliminados por despacho 'do juio.
de direito em lode novembro, pablicado em edi-
tal de 20 do memo ez, dez dis depois, a 29, veo-
taram promiscuaent comrn os outros eleitres dA
patohia, e aten lotos radicahaente n tllo inqul-
nam de nuilade o procewo eliitora, pet suanevi-
dente influeimoa obre o -sfad tqu obter o
candidate Dr. Franeisco Antowo Regeira Osta
am s6 voto mais qua o candidate t dido IaisAo-
do Azevedo.
' Eafra prbvadtambera que a edei*a comegou de-
p4w MDe10 hfa da mauab, com infr~ac do art.
1&_16 8 15 W n. 3.M,9.qu inum& iVant mana


tft Iuur~a few
-da tweaM~ai*^^^^
oode di o w Aa tekat;ra 1ar n ar.t
S9, que declara extensive aos suppleutei dispen-
mado para a fnn6oeeitqyal reqaueaitoeesenciaes
:ao joiadeopaz pars, fuecionar aooo *4 premel-
4e dafalta deo exereiio daw suspeoAI po acto dor
governo at memo da i i e de res-
_pomabilida4de, iilo'







Eat, die o. io beo doequo o j-
ramento1 *i so- 1^s^irat,, fipas ^var, dove
constar do doc -oipto, teo* reApective
termno, aiudi qa.eiia u~tleitanral: uaeiinporta,
poremn,de modo algtti mNac o 8obeponto de
vista da juramentaqo @tr jaizo de paz e seas
sauplentes, pl que a ei a poiia t stinouir o que
Sidentioe, seria co*diatori eonteno pensa-
mento diverse a respeito dourrlsnros funmeeonarios
n exercicio das mesmas funcress.
E ta-o clear e domuinante 6 este principi em
nossa legislaeao electoral qlue, tendo coneodido ao
iuiz de paz, presidente da mesa, o direito de requ-
sitar as autoridades competentes as officiaes de
justice de que precis, nai falta dates, o art 110
do regulamento citado permitte-lhe nomear pes-
seas, ordenando, porem, que ihes defirajuramento.
0 art. 18 da lei condemnia e manda que nao se-
jam apuradas as actas de eleiaob feitas perante
mesa illegalmente organisada, sendo deste modo
radical o vicio de organisa ,do.
Nao podia assim a junta apuradora, near devia
a commissao sommnar os votos rocebidos pela mesa
illegal da frt gczia de Nossa Senihora da Coneei-
iao do Bonito.d
Devendo, pois, scr dispensada a acta da eleigao.
referida, por nao sor a authentica que a lei inauda
sommar, tern o candidate Candido Ladislo de Aze-
vedo no collegio de S. Bento 33 votes, no de Pa-
nellas 31, no de Canhotinho 17 e no de Quipapa
21, prefazendo a votaco total 124 votes: tern o
candidate Dr. Francisco Antonio Regueira Costa
na parochia de S. Bento 47, na de Pan ellas 24, na
de Quipapa 13, em Canhotinho nenhum, ao todo 84
votes, ou 40 votes menos que, o candidate Candido
Ladislbio de Azevedo.
Pelo que a commission 6 de parecer que seja re-
conhecido membro da Assembl6a Provincial pelo
9o distrieto o cidadAo Candido Ladislio de Aze-
vedo.
Sala das commissoes, 5 de margo de 1884.-Jose
Maria de Albuquerque Mello.-Dr. Francisco da
Cunha Beltrao.-Arruda Falcao.
0 Mr. Antonio Correia (pela ordem)-
-Sr. president, hontem ficou assentado que nao se
discutisse o parecer apresentado pela commissao
sobre o 90 district, reconhecendo deputado o Sr.
Francisco Tiburcio, sern que a mesma commission
offerecesse tambem o seu parecer sobre um outro
candidate do mnesmo district.
Este trabalho, que foi agora offerecido, conclude
pela nutlidade do diploma, que foi conforido ao
nosso college, o Sr. Dr. Regueira Costa.
Nestas condigbes polo art. 80 do regiment V.
Exc. tern do desi'gnar dia para a discussio deste
parecer, convidando o candidate diplomado para
assistir A discussion e defender o seu diploma.
0 Sa. RosAw t E SILvA-E quando f6r publicado o
parecer no journal da casa.
0 Sit. ANTromO COoRaEiA-Certamente.
0 SR. PRESIDENTE-Isto 0 o quo eu ia fazer na
cnformidade do regiment.
0 SR. ANTONIO CORREIA -V. Exe. da liceacea ?
Eu you dizer a razlo porque pedi a palavra.
0 SR. PRESIDENTE-S6 se 6 sobre outro assump*
to. .
0 SR. ANTONIO CORREIA-Tendo sido confecciona-
do mn parecer sobre outro candidate deste mesmo
district, o que eu quero corn esta minha reclama-
.Io 6 quoe nao se discuta isolado o parecer que re-
couhece o diploma do Sr. Tiburcio ; mas sim quo
ambos os parecores sejam discutidos no mosmo
dia, conforme foi resolvide p.,a Assemblha.
0 SR. LOURENqO DE SA Acho que V. Exe. nao
tern razao.
O Sa. PRRSIDENTE- Essas observa93es serial
bern cabidas na occasiao em que se submetesse A
discussao o parecer sobre o Sr. Tiburcio. Em-
quanto ao parecer de que se tracta agora, eu ia
realmento seguir o que ordena o regimeato.
O SR. ANTONIO Coar-ia-Eu nao pedi a palavra
sobre o pareeer ; tracto de uma questdo de ordem,
e espero ser atteadido por V. Exo. no pedido que
acabei de fazer.
O SR. PRESIDENTE deelara que o parecer vai seo
impress e que depois se marcarA o dia da discus-
sao, para o qual sern convidado o candidate, cujo
diploma e contestado.
E' lido, apoiado e flea sobre a mesa o seguinte
requerimento.
Requeiro quo so pe9a a S. Exc. o Si'. presi-
dente da provincia informacoes do estado das fa-
bricas centracs de Cuyambuca e Born Gosto, so
eloas tern fanccionado regularmeute se 0 a compa-
nhia tern dado inteiro cumprimento ao que se obri-
gou para corn o govenno e para corn os agriculto-


res.
r Sala das sess5es, 5 de margo de 1881.-Bar.o
de Nazareth.
0 Sr. Olympio Marques obtendo a pa-
lavra pela ordem, apresenta o seguinte requeri-
mento, que 6 lido apoiado e sem debate approva-
do:
o( Requeiro que juntamente cornm o parecer se-
jam publicados os documnentos a que a commission
se referio, inclusive as actas das eleieoes cujas
annullacoes foram propostas.-Olympio Marques.
0 Sr. President deelara que vai ser
apoiado o requerimento de unrgencia apresentado
houitem pelo Sr. Lourengo de Si, ati de ser vo-
tado.
O Sr, Antonio Correia (pela ordemn)--
Sr. president, pedi a palavra para dizer a V.
Exe. que eote requerimento de urgencia est.I pre-
judicado. V. Exc. nao pode mais submettc-lo .'
vItaqao, desde q e ficou resolvido que os parece-
res sobre o 9o district seriam discutidos conjunc-
tamente.
0 Sn. L ouuEQo DE SI-Quando foi isso resolvi-
do ?
0 SB. AnToNiao ConaI--Aqui na casa.
0 SB. LOuxEgo Do SI M ouTnos s8nEN9REs-NIo,
venhor.
0 Sn. PnEmiDrE--O parecer ficou adiado para
hoje.
0-SR. ANTONIO CoinIA-Perdo ; o parecer fi-
coa adiado at6 que a commission apresentasse
tambem o pareeer sobre o outro candidate, e V.
Eie. vt qianto eram eabiveis as observages que
fi ind ha ponuo.
0SB. P=a --No senhor; fioou adiado
para hoJe, e o nobre deputado pedlo urgencia pa-
ra ser diieutido logo.


eommisso ftp
;Ke8olveu eSfta
e oj8e mesmo
dema que propim
serism discutidc
0 S'L IAM.e
0 sw.Awfrti


'CGDuA -Foi Pdadiado aWqteue


,$liia naeiba dedr
a. em dio-aA

palavva cam o iusit.o
Lsint aLr a dIacu~saL do


parsw t u iagiqav* -4 o debate se abrisse
inms tard. s aobre a elei da am33 os caaiida-
tos ao meimo tempo.
0 Sa, Aromxo ObnimA-Semn duvida.
0 $a..l tuwo- onfesso a V. Exe. que nao
posso diwatir a eei4lo d, um a6 dapatado, talt
a intima ligacgo do quae s piss)a a respeito de
um eleito corn o que se pasoa a respaito do ou-
tro.
En nlo eonaheco absolutiment3 o trabxthA da
eommisslo; n uesel qae docum!nto ella tave pre-


Q0I. AtxSom Coua-u-E' um trabAtlho muito
imprtaite, que precisa soer estadalo.
0 Sa. DjMocirro-Acreditoqque a cammisso'
que tern feito tantos proteotow de isoun&) do as-
pirito, proedeu eom enamo de justio-i; dose mfio,
porem, que a-o pode evitar o ptopo3ito de diseu-
tir separadamente a eleigio de um deputado sam
attenio ao outre. (Apartas).
EstA confirmando V. Etc. que com effeiti a com-
missio enganou-se, e S. Exe. errou. Entretanto
come a discusslo ternm de se dar, e eu sei que itao
esta decidido, pago a V. Exe. que tenha a bondade
de rem-ndar-me trazar o paoier e o03 doeunentos
relatives, (o orador 6 satisfeito)..
Eis aqui, (apontando para o pArecer) Sr. presi-
dente, -como eu ftinha raAo, dizeudo, quo nao p3-
dia diseatir separadamente a eleicab do 9.0 dis-
tricto ; a commissio deu o sou pirecer quanto ao
candidate Tiburelo e Silva em 4 Unhas d'esta fo-
Lha de papel; quanto ao outro candid-tto o Sr.
Regueira Costa, a commission explicu todos 6s
documentoas que Ihe foram presents, e aos quakes
se refirio, e ainda mais urma reclamnalo do can-
didato o Sr. Candido Ladislao.
Segundo 6 notorio, se a eleigio do Sr. Regueira
Costa tern vicio, affect A eleicIo do Sr. Tiburcio
Esses doeument93 6 que me haviam de elucidar
a este respeito. Portanto insist em dizer qne
nao poasso diseutir o parecer relative ao Sr. Ti-
buario, sem as mesmo tempo comwulsar os dec i-
meitos relatives ao Sr. Regueira (oita, cuja elei-
9ao a illustre commission aeha inquinada do muitos
vicios.
Vejo-mo, portanto, cireumseripto, redusid. a re-
petir allega*e4-, que, para mim valem tudo, mas
quo talvez nao possam produsir no animo da illus-
tre commission a convicqlo do seu erro.
O Sn. FALcio ddi um aparte.
0 Sr. DEnocRITo-Esta benevolencia da com-
missao que muito agradeco, nao traria nenhum
proveito a discussion. Para mirnm nao possivel,
porque bemrn se comprhe ile, que um i eleilo tao
cheia de vicios como imagin-u a commissao, nao
pode ser por ninguem discutida em tao poueo
tempo, e quo ha necessidade dti nao interromper-
so a march dos trabalh-s. Urma das allega.5es
a que me raferi 6, que na s3 poae tocar na eleigio
do caudidato Regueira Cosna sem tocar na eleicao
do Sr. Tiburcio, e, portanto, repito; se a eleiyao
do Sr. Regueira Costa tern vieios, viciada esta a
eleicao do Sr. Tiburcio.
(Apoiados da bancada conservadora).
0 candidate Ladislho terA encontrado motives
procedentes para a annulliacoda eleicao do jSr.
Regaeira Costa, annullaaio que lhe aproveita,
dando-lhe entrada n'este recinto.
Eu, porn desconheco totalmente os fundamen-
tos da representa"lo dessse candidate ; como po-
deria pois n'este case, votar corn a commissao, o
que alias e muito deosejaria, ou neparar-me d'ella
conscientementT cAI'ebmrnii9het'em rolasa o a
mim foi cruel; despresou meun voto, ou antes, nao
procurou captal-o corn uma demonstraecco clara
dos fundamentos do seu parecer, quando 6 certo,
que eu na'o Ihe faltaria, n'este caso, corn a minha
dedicacao. (Apartes).
Eu nao posso estar corn a commissao quanto
A eleidao do Sr. Tiburcio; na'o que eu queira por
obsecagio aceitar uma elei9Ao 5viciada, V. Exc.
comprehend que enado faria a mim proprio essa
ipjuatia ;, mas porque tenho minhas 'uspeitas, da
que a commissilo, pelo menos, nao quiz dar-se ao
trabalho de confrontar a eleicao de um candidate
corn a do outro, porque esse confroato prejudicaria
ao sea correligionario.
Desde jA lembro a V. Exc. Sr. president que
os dous candidates foram eleitos em 2.o escrutinio
portanto, pelo menos, os fallados vicios da orga-
nisavgo da mesa s3o commons a ambas as elei-
o95es.
0 SB. FALceo da um aparte,
O SR. DEMOCRITO-Hoje nao possivcl |isto: as
discusses sdo distinctas ; eu estou agora disca-
tindo esse parecer, em quanto que o outro, na for-
ma do art. 8.", s6 poderA ser discutido quando o
candidate for convidado a comparecer. A res-
peito das b6as intengSes do V. Exc., cstou tran-
quillo; a minha questao, 6 que V. Exc. errou na
apreciagao.
0 SR. FALcAO-E' partilha humana.
0 SR. DEMOCRITO-E' um defeito de queo todos
n6s somos susceptiveis.
Entretanto, Sr. president, direi sempre, preod-
sando assim minhas idesas, para que o illustre re-
lator da cemmissdo nao diga que nado me entendeu
neor me ouvio, porque usa de linguagempouco per-
eaptivel. (Muitos apartcs).
Sr. president, dizia eu quo precisando as mi-
nhas ideas para nao incorrer nas consuras do re-
lator da commissno, que o candidate Tiburcio e
Silva, alnm de soffror as consequencias das irre-
gularidades da elei95o, natadas pela eommisiisao,
era incompativel para reeber votos, porque S.
Exe. tinhla exercido o cargo de juiz municipal sup-
plente na qualidade de vereador, nos 6 mezes an-
tos da eleicdo. Eu nao vi nenhum docunnento a
esse respeito; mas sei o que affirmo. Se a com-
inissdo desprezou eose facto, conhecendo-o, deu
boat provas de sua coherencia e (da isen~dn dc es-
pinto de que tanto alardo tern feito.
Eu tenho notado, Sr. president, quo a ill -stro
maioria, representada nas suas commissSes de ye-


rificatgo de poderes, nao tern sido coherent: a
justiqa que alardeava a primeira commission de ve-
criicanAo de poderes, jA hoje se v6 que teve duas
faces: uma clara e outra escura; essas faces cor-
respondetm a divisao que ella fez do seu trabalho.
A primeira part desse trabalho foi limpa, a se-
gundu nao o foi. E, sern querer fazer a mais love
offense ao character dos distinctos membros da
commissao, eu direi: ou esto procedimento Ihe foi
iqapoto pelos seas amigos, ou entbo have ardil
da sua p itrte.
Quiz deixar, como se diz vulgarmente, que a
bomba estourasse em mao de outro. A nobre com-
misslo, em quenm eu tinha a mais plena confian9a,
nhao s6 pelo conceito qae fag o dos illustres mem-
bros da maioria da casa, como porque nos assegu-
rou que vinha muito bemrn inspirada, que havia de
segair os pnincipios da justiga, e eonseguintemen-
te tend sempre diante doe oLhos Deus e a lei, a
commnisuo digo devia ir atW o fim, no proeurando
dividir o sea trabalho em duas parties, mas toman-
do a responsabilidade de assumiras posig6es mais
difficeis, quer pelo laddo intemese idividual,
quer pelo lado da neeesdade politict.'' Esperava
portanto, Sr. preaideate, que a illuttrada comuis-
sa fasse coheronte, quer enm relaao o eu pri-
meiro trabalho, quer em relao a o osegundo.
UK S- D wii ILo & coIsnmissao foi -coh-


SA. ArPBuoo Ommu-Iuoo na opW&ti do


DMocwTo-Quemn m
MUUm duei a EiM


be do


Lu8eo pareceft"
^ *' -*1; 1 ,111 (MA
Isso. U4e pa


t I


papeis.
0 SR. DEmocnITro-N6s nao estamos accusando a
commission, estamol-a defendendo.
0 SR. JosI MniaR-Oh Estao defendendo ? !
Boa defesaI
O SR. DMNIOCITro -V. Exc. disse quo n6s dese-
jamos protellar.
(Ha outros apartes)
0 Sa. JosA ,iAiaI-Mas, como ia diznndo, Sr.
president, parece que ha da part dos nobres de-
putados o mais vivo interesse em protelar esta ma-
teria.
0 SR. ANTONIO CORREIA-NiO apoiado.
0 SR. JosE MARIA-Se assim nao fora, nalo ha-
veria neeessidadc de levantar-se o nobre dcputado
patra discutir a nullidade d'esta elei lo, sobre que
nao pode haver a menor duvida, a menor contes-
tagab ...
0 SR. DEMOCRITO-Ou, antes,-para dizer que nao
podia discutil-a.
O Sr. JosE MAItA-... e tanto assim que o
nobre deputado, que fez alias um long discurso,
occupon todo o tempo em divaga.oes, nao tendo,
pode-se dizer, entrado na material.
0 Sn.- DEMocRrTo-E' exacto que nao entrei na
material por motives que alleguci, porque Vs. Exes.
tiveram o cuidado de guardar todos os documen-
tos.
0o S. JosA M aRA-Nos nao tivemos o euidado
de guardar esses documentos. Elles nos foram
eatreges thontem, hontem mesmo estiveram n'est.
easa durante tod o tempo da sesslo, e hoje da
mesma manueira n6s ostacultamos A aprecia*o dos
nobres deputados.
O S. Dutam ro d umin-aparte.
0 SB. JosA MABw-V. Exo., portanto, a. pode
irrogar esta censura a eommisao de oenstitaigao
e poderes.
70 SB. Dumoomrio-Nio ve referi A commisslo
de costitiglo d poderes, mas ai de verifiea o de
poderea, -
Ha&outrosapartes).
S0 Joas -A-Emboraeu nnlao tenha pro-
cu po par defender a otmissmlo, cajos poderes
oxpiracaio=reio podermaff ar ao nobre deputado
que, se eems pepe n.o Ihe Afam engu& foi
porque S. Exc. nao os "litou. Se o tiveuse Wto
a ommi de verificaS de poderes o eria
tran'sittido ao nobre deputado como a qalqur
S, Oa.JA exibirao reelamnte,
0 Rwftfts OIaftyeap t pode ugao quo
.to reioaa cbataono


Z .- Cipip5eft ieis 4i e q team 4os oegoms
Ralios oir quo q~adqepd
dispr o n6bre depto reltor da aa iode
coastitui e poderea, l pow.soe reader e
menos justifear o aen procedieat. AU poderaia,
pVrtanto, St. presideate, er face d'reea procedi-
meoto dI illistro coranisS4 quo pm sMim tra-
duaz a intense det toda o maioria, evita* q quer
diseussao sobre o parecer. E creia V. Exc, Sr.
presideute, que nao venho A tribuna eom a espe-
ranca de obter cousa alguma.
JA houve nWeste pai am julgamento mnito im-
portante, que todos conhecem, a respeito do qual,
o promaotor da jutia o o primeirj a &4ier: T-
dojd esdM wiatado, o r'o ha de er condemnado
Eu por miivha vez ja sei, Sr. president, qual sera
a sentenga proftrida per este tribunal de commis-
sao de verifieai*, relativsmente A eleiao dos
meus amigos.
Corn today certeza tudo esta feito. Sel qaal sert
o julga'en"to. Entretanto, tive algumrs desillu-
oeos, nao seado a menor a que se refere ao reco-
ahecimeato do segando candidate liberal pelo 90
distrieto.
UM Sn. DEPrrurADo-V. Exe. ainda ha de ter ou-
tras iIlusUes.
0 Sn. DEMOCRITO -Desde hontem que en tinha o
naujuizo formado a respeito d'este parecer. Com-
prehendi logo a tactic; eu sabia que se queria
destacar a eleigo do candidate conservador, que
ainda faltava ser recouhecido para se reconhecer
imnnediatamente o candidate liberal. Mas, Sr.
president, eu suppuz que a nobre la'-commissle de
poleres, quo para mim na'o estA extinct, interpo-
ria sen prestigio, de molo que fosse julgada a cau-
sa de ambos os candidates, de aceordo corn o seu
pensamento de jirstiga e iseneo partidaria.
Elles, os membros dessa commissio, quo sao,
por assim dizer, a chave de grande segredo, qaue
tomaram parte nos conselhos, que se reunion para
deliberar sobre as eleicoes, inspirando assim ao
public toda confianna, afastaram-se d'aquella
8s3da, que forgosamente deviam trilhar!!....
Por conseguinte o nobre relator da primeira
commiss.o de poderes tern muita responsabilida-
de pelo resultado d'este parecer que ora discuti-
mos. Entretanto, Sr. president, tal e a confian-
91 que eu deposit no character de S. Exe.. tal 6 o
character de que S. Exe. goza entire os seus ami-
g.)s, quo espiro, fart' justica inteira e complete
aos seus adversaries. Tal 6, Sr. president, o
juizo que eu form da inteiresa do character de S.
Exc., e isso muito antes de entrar aqui, que cu es-
pero que S. Exc. vira fazer causa commum corn
esta bancada, mostrando-se conhecedor da mate-
ria e decidindo final, corn a sua palavra antori-
sada, quern 6 que tern razao; si n6s, si a nobre
maioria, que quer a discussed em separado, sem
attender aos justos reclamos que d'aqui partem.
Eu fato portanto, Sr. president, um appcllo ao
illustre deputado pelo 9o district, para que ve-
nha explicar a material, dizendo final, de que la-
do esta a razao; si do lado de seus amigos, si do
no3so lado.
Tenho concluido.
0 SR. PaEsiDE'rE-Tendo-se esgotado a hora,
fica adiada a discussao.
E' lido, apoiado e approvado o seguinte reque-
rimento:
SRequeiro prorogacao da honr do expediente
por 60 minutos para discutir-se e votar-se o pare-
cer sobre a eleicao do 9.o districto.-Josd Maria. ,
Continua a discussion do parecer.
P Sr. Jos6 Maria-N.o sei, Sr. president,
o que querem os nobres deputados da bancada
opposta quc fa9a a commissio de constituicao e po-
deres para lhes ser agradavel.
No intuito de nao incorrer na menor censure,
logo no dia seguinte ao em que foi eleita, tendo
-ccebido pela manila os papeis referentes a eleic!o
do 9.o district, apressou-se em dar parecer sobre
o candidate que na sua opinion nao tinha a menor
duvida, eujo diroito era incontestavel, era liquid.
A despeito disto ergueram-se os nobros deputados
e protestaram contra o facto do so haver dado o
pareceir sobre urnm candidalo, quando se devcria
ter dado sobre todos.
0 SB. DEMoCRITO-Sem duvida, porque no prm-
cipio da sessAo o essencial, o primeiro devcr Z o
reconhecimento dos deputados.
0 SR. JosI MauaI-No dia seguinte, que foi
hoje, apresentou a cormmissao parecer sobre o outro
candidate do 9.o district ; ainda assun os nobrcs
deputados mostram-se encommodados. 0 que ea
concluo dc tudo isto 6 quo os nobrcs deputados
teem o mais vivo interesse em protelar reconhieci-
to d'estes deputados, quando, entretanto, fingem
interessar-se por unea soluble immediate.
O Sm. ANTONIO CoRmRIA-N0s podiamos respon-
der perfeitamente perguntando a commissaio so ja
trouxe os pareceros sobre o 11 e o 12 districtos.
O Sn. JosE M.RIA-Eu rcspondo ao nobre de-
putado : a eommissao nao podia aprosentar esses
pareceres antes do ter aprescntado os referentes
ao 9.o district, porque foi o que aqui se venceu,
alem do que...
0 SR. ANTONIO CORREIA--Podia ter apresentado
todos, que seriam depois discutidos pela ordem
numerica.
0 SB. JosE Ma -ia-A commissao deu uma razao
satisfaction : declarou que nao podia dar parecer
sobro as eleieles do 11 e 12o district, porque os
papeis a ellas referentes nao the chegaram as
mrnos senao muito tarde. Somente hontem, Sr.
president, depois que eneorraram-se os trabalhos
d'esta casa, foi que a commission recebeu esses


0) Si. D.;Ltoc-riaO- E ont .n V. EK..
ailo vai bern ; y iimi j-st:, d,' :At-'rpret )3.
V. Exe. dleveria pr a (p:stl. ,'.n term :
que unin substitato ? Ei res,)m ri.i [ .-4. s i,
que faz as vczes tLe outreimn.
O SRi. J64sir MAIin-- N'est'e c--i' V. Exc. i i- r
reria eim cenisura p,,r ter p'nlo o anio :..0) i
de 'modo inuito diver.-o.
(Ha um apartc)
Pois o proinotor intcriuo L.ao su!, sit,, C -
motor effective ?
0 Sn. D0o,:UtrO--- 0 proin,)tor iittri) it'.n ,
adjunto c a lei falla em adjunto.
(Hla outros apartes.)
0 SR. Jos MA.ki.A- ) vercador trabii nb "-
substituto e a lei fall em subst ui ...
(Apartes)
No tendlo peso algimn a du-vila nvaaitada, n:,_
devendo prevalecer a opininao a respi'ito expeudi ia
pdo illustre caudidato Sr. Ca.l,, Iitdili.- i,iti
sua reelamalo, uno tendo a meu,-r procedcn,.o.t
essa reclamamao n'esta part, a conminissio....
0 Sn. DEnmocRto- Eis o defeito dia anprecia-

0 S1. JosE MARIA-.... enterdeu dcspreaar a
mesa duvida e lavrou o parecer no sentido fa-
voravel ao nobrc candidate.
0 Sa.- Aro.vi., CoirA- Mas i lLC,.i;.A V.
Exc. ? V. Exc. ainda u1o nos dis.e se o n,*r,-
candidato exercen o cargo dc juiz anaaicipal dei-
tro do3 4 mez6 s antes de proceler-se a1 elillo.
0 SR. JosE MARIA- Ist nalo 0 Na ao c;so ,
porque tendo-o exercido naqualida le de verealor.
nao estava ineurao na disposi, da lei, mas
quando assim niao foray nAo era a maim que cunm-
pria dizel-o : ao contrario o nuobri deputado .....
0 Sa. ANToNIo CoMAw CumItre a V. EC.
como membro da comimiio.
0 SB. Jost MAnzu- ..... qae devia ter viado
munido dos competeates documentos.
(Ha um aparte)
N6 facultamos aos nobrea deputados em do-
cumentos e alem d'isto, dease qae e ha iwito e
levantou esta duvida, os nobre depatadW tihaina
o dover de trazer os respectivos doeamstos pwa.
esta eao.x
0 US Awmo COnuL Pois e eos Saqm
existiam, at6 forecido. pot amigo do mabre -
patado ? !
0 SB. JOi MAmA- Etlo V. ERc. j e.hiM
de sobra os docueaonto a qae noe temM reMai
r divers =.rM&I
Sat. OMP M OU so E pergfto at V.
ExM. V. Exc. nao M rma, am p...
0 8S. Jo MAM-- ER tmornjalbke d-
putado & A.fire
0 M&a-u- 1m s .I.1b

a. y~x or. M4486Pa


4


m0e DKuOtKITO d4 m
Mmmtdirer~a. L mu ae *i
o D a.. J ui v o WOWWW S aM
B'Qrteomneatm. No Mtvale, m
96 tractat aSU poudo de uu. I *
More uadi .e 0, oSr.Tv6ro e d dS ;

do D Aoit., 8 Kc. 4 su- -
tado, puuaue rade d 0 SR- LoUu r L-A- nde.
08a. JoM MASM--S. tivemuas dii doe
apresentar parecer aobre &8. Exc, eriawn rri-
do necessarnamente aft cenmura des m s-
putados.
0 S.L DENXcxrTO-Cada ve me rmnvm"eo al
da necessidade de diacutir conujantaesdte ow i
pareecrus.
Dada esta explicaglo, Sr. president, da qual uf
evidenciou qae nliu affecta de mode igm so Sr.
Tiburcio de Mello a nullidade do coReio Bo-
nito, nao t~m mais rasio de cr a argum talo
do nobre deputado.
0 SR. AxTosio COARIA-E Sobre a iCeompti-
bilidade V. Exe. nalo diz nada.
0 Sa. JosE MARIA-Passemos ao segundo pomto
que se refere & incoM patibilidade.
Diz a lei eleitoral () :
Diz raais na parte 3.a 0<):
0 Sa. DExouIrTo-Eis ahi.
0 Sa. Josi MLmRIA- Comprehende-ae perfeita-
mente que a lei referio-se aos juices mtnWipaer e
aos seas sabstitutos legaes, quC sio os sanpplen-
tes.
0 SR. OLYMPIO IMAxQUEs- S Io s esses o subs-
titutos legaes ? a'o ha mais?
0 Sa. Josh MxauA- A lei nbf cogiton, nerm
podia cogitar do vereador que, na falta de tool c,
substitutes, deve funccionar como juiz.
0 SB. DEmoceTro- Eu digo a V. Exc. ,lt itlla
podia cogitar e cogitou.
0 SR. JOSK MARIA- Nao cogito, n'-rn podit
cogitar, porque entIV as incompatiitlidwles 4!'
estenderiam por demais.
0 SR. Pr. mvHro-Atu vercadorea dai Camara.
0 SB. ATros, COREIA- E' d'Ia cscolAa libo-
ral.
0 SR. Josi MARIA- Nao da escola con.er-
vadora ?
0 SR. AxroTIO C'Ii.EiA- E" do Sr. Saraiva.
0 SR. Jos MA[I.i- Adminira ei tretant, iluc
nabre doputado, quc conscrvador, soccorra q i
bandeira liberal, ou par outra, soplismi ;un pri'
cipio liberal, que nIo pdole tcr scmelhantc elai-ti-
cidade, para contestar o dircitb do nobre c:ndli-
dato.
0 Sn. Axr,,xi, CP Rr~- V. Exe. et:i fazen-
do o rnlsln, estzt defod'nndo a bonrriira oon e"-
vadora.
0 Si. Js A Mauix-X Niio i' liorae.- n1,t
procis au quoc a sua bavricira scja 4lefendida pi,"
v6s, Srs. conserVadores (minuit bclI>, e jamrii* p -
dcrIo defender a vosaa ,quc reprsf'aita pa-4 ,t1o.
plue c a noite, c so oppoc ao progress) qur o .i
luz.
0 S9. OLYMPI' MAIARQL'ES- A vossa ban.lr'i
preeisa ser dofendida, porque estAi estragadift pIn:-
VOS.
0 Sit. EsTEdV.o DE OivnD.LIv -- Ni3 ainda te-
mos restos de bandeira, c vs necin isso tends.
(Ha outros apartes).
0 SR. JOSE MARIA- Nio, nos nao temos rectj->
doe bandcira : iisd temos urma baiideira gallhar L-
mente tremula, (ldesfraldada aos quarros ventos.
0 SR. OLYMiVif M[ut 4ts Id1ii, I'em. na mns-
ma conformidade.
0 SR. J,,si MUIA- V,'i n;IT teuoi s ncm rn a.'
um resto id vossa bandeira.d1.
0 SR. AxrTOxIO) ConRRItA- E creio qnc nuBeo
tivemos bandeira...
0 SR. J*sE MAuRx-....elia jAi foi ha muito teampi
apeada do mastarco.
0 Sls. )r:DEM ciTO Qtein ;t apeiou ?
0) Snt. JsV6 Min.V-- V6s mc-mns (apoiadoi 1.
baieada libralb, pcorqne no mai.:i- a p, livi.i c:
servar iuada.
0 SR. EsruvAo IDE OLIVEIMA- E!los lec vez ,
,ltiandlo furtain a no'sa bandcira c 1diz-:,i uti.,.
inais libcraes do qwt, u';s'. o- licranq--.
0 Sn. Jos-: MAuiA- Como ia dizea'lo. Sr. pr'-
dente, a lei referio-se aos substitute c cst.,-
os supplentes.....
0 SK. OLY:,"IO MASoLES- Eut~io a lri ; e r"-
ferio a csses ?
0 SR. J,,E MtIa.-- A lei nio eoii Icru, i" .
podia coasidetrar iC miiip itivcl o ciili I'. qjlO, <'.*:
cu um cargo, cmn oeati;a') dada. cm virt-i,, Ii-
mandato do ,lIfo f.,i iuve&ti,9 bp:'r clei,;io l" '>s
lar.
^ (IHa um apart;
Engana-3C in, n itu o rl a'-u.-s : f-t,4 c-t. ,'(-i -
verse, c mu'tt) di'veri oo ,1) na sosso pasarda. EntiHO. a r.nuria. Tpc cr.L
coaservadora, rec-',inh c,'t d.,uta l'>- n, nu'.ivti'.2
cxcrcido interinuncirt' o.s l'i:ar-.- ,i' pr ,a '. _
public : so o pro-ni)tor pulikc i:ltcr'i-2 4 i,',_, ,*
sabstituto do prinotor ciit'ctivo....
0 Sit. Dn:.,I,'>i r<,- N.Io c.
0 SK. JOsE M IAun-.... s: lit'J excrca- ia- 1.,,i.i-2
funei0es, muito mco.s as exerct' o verealr..lu.
substitute o supplente do juiz municipal cia u;i
emergcncia dada.
0 SR. BAu.i,, DE NXzanirri- Per alias V. 12: .
tern carradAs de raz:'to.
























































isapes '6 exapIVar, sstodaj os do amstpe pq
p I qkeihe bso remettidos, e vir reialst DT<
enta9r o rstado de seo eatudo, do a eS
R sZuaom a oommissao a r4cl6un *o 4
Cadido U 1o contra legi401, 4
4o C. T8dolo?
NOe quer attribuir a commiaso urna Inqati-"
doop ta maSa Be e4a ao podia 4.wr i
ter Mvista o parecer da Wriera co
a declare. esta ue exist ua
laxado aindma que couaidera uIta qn! o W91ur-
=aeto, e podiudo o prazo de 24 hbras para 0kami-
rn.*1-a4, comprende oomo veim s aoWe
omnmiaso, eino dias depois, e diz: -nio e- o-
trei duvida alguma contra a legitimidade d4 eei-
glo do Sr. Tiburcio!
Nlo 6 pouivel desautorar de um mode mais evi-
dente a primeira commission de verigca*o de pe-
defeo2 que declarou que havia reclamaVio conitra
a elei*o do Sr. Tiburcio. Per consegute: uma
das duas commiss6es foi inexacta. Qual dellas foi
aufiel A i a ov io ?
S0 &. J9i MAIA V. Exc. 4o e stA argumonn-
tado de boa fo.
0 $. OuyMpio MARQUES diz que a6 um fact que
aqui nao ha para onde fugir.
0o S. Joi MAMA-V. Exc. aao p6de saber se as
AuvidsLa primeira cemoauuao erai eo velaglo
w Sr. Regueka Costa ou comn rel*c*o ao Sr. Ti-
burcio.
0 SR, O(LYMPIO MAQUS jI leu o parecer e vai
lel-o de novo para mostrar ao nobre deputado que
a reclamacao do Sr. Candido Ladislao refere-se
principalmente a eleigio do Sr. Tiburcio (1).
Aiada aoe vie eosa reclamacao, ma. deve acre-
ditar no que affirmou a primeira comaisslo de ve-
rifica"gao: entretanto, vemn hoje a nobre commis-
sa de constituiao e poderes e diz: 6 false o que
affirmou a primeira commission; nao s6 nao ha re-
clamaco eomo nao ha duvida alguma contra a
eleigio do Sr. Tiburcio ?
ComO se explica into ?
A commission de constituigio e poderes nuo ti-
nha o direito de proceder por semelhante forma,
deizcando de estudar e trazer ao conhecimento da
Assemblea, depois de cinco dias, ura queatlo que
a a comnijsuo considerou important e pedio o
pras o de 24 horas para examinal-a; de sort que
leveu a nobre commission 5 dias para elaborar o
seu parecer e alum de apresental-o s6 corn relagio
a eleicao de um deputado, pedindo um adiamen-
to indefinido quanto ao outro, omitte o exame da
importantissima question da incompatibilidade at-
tribuida ao eleito, come se isso fosse uma ceousa
insignificante. E apim sobre a eleiao de um s6
district temos tres pareceres, quandoregularmen-
te nao p6de ser separada a verificacao de poderes
em tantos pareceres quantos os eleitos, e quando o
regimeinto determine que tode ease trabalho seja
foito durante as sessoes preparatorias.
Um facto desta ordem nao tern qualificagio.
SS& FALcLo da umn apart.
0 SB. ROSA S. LvA di outro aparte.
0 SR. OLYMPIO MARQUES-E' a nobre commissIO
quem se condemn qando diz que alo ha duvi-
da alguma contra a eleica do Sr. Tiburcio, depois
de haver a outra commissio declarado que havia
una representa ao, arguindo a incompatibiidade
do eleito.
NXo faz, portanto, injustigo a nobre commissio,
quando diz que ella nao cumprio o sea devei nao
s6 deixando de dar seu parecer acerca do mereci-
mento dessa representagAo, cuja existencia rdo
podia ignorar, como deixando de tractar das elei-
gZes de duaas freguezias, cuja annullago proper
em outro parecer, relative a eleiao do terediro
deputado de distrieto; de sorte que nao sabe a As-
sembl6a que effeito resultara, da annullacao des,
sas duas eleiges, dos dous collegios eleitoraes
mais populosos do district, quanto a validade do
diploma do Sr. Tiburcio.
NMe p6de deixar de lamentar profundamente que
a nobre commission, que represents a maioria libe-
ral e, portanto, as ideas do sea partido, nao d6sse
o menor aprego a uma reclamaao que versa sobre
a ineompatibilidade de um cidado eleito, quaudo
6 certo que o principio das incompatibilidades elei-
toraes 6 uma das mais importantes acquisigoes da
escola liberal.
E' certo, pormin que nio ]a mais uma pagina do
program liberal que jha ao tenha sido rasgada
e dilacerada polo partido dos nobres deputados:
a bandeira liberal eata reduzida a farrapos.
O SB. FPcIo---E' V. Exc. quem diz.
o SB. OLYMPIO MARQUES -Quando se tracta de
verificacao de poderes, nao ha questao mais impor-
tante do que a que se refere a compatibilidade ou
incompatibilidade dos eleitos: mas a nobre com-
inissbo nero ao menos deu notieia da existeneia da
redamrcao de um seu correligionario sobre objec-
to tao impcrtante.
Pede, pois, a nobre commissbo que ihe faeulte
esse documento, para que o orador o leia A Assem.
blea. (E' satisfeito.)
Pede desceipa em occupar a attencao da As-
remblea corn a leitura dessa representacao, de cujo
contheudo nem a Assemblea, aem o orador tern
conhecimento (10:) *
Proven o Sr. Candido LadislAo que o Sr. Tibur-
cio esteve em exercicio do cargo de juin munici-
pal e de orphbos dentro de seis mezes anteriores a
teiglo.
0 S DmocnrrO--Se V. Exe. contirna a ler este


doeumento, o Sr. Silvino vota polo candidate eon-
aervador.
0 SB. OLYMIo MXAUsq diz que o nobre deputa-
do a quem responded proeura sustentar que a in-
compatibilidad eleitoral a6 alcanca o substitute
do lunecionane iaeompativol, quando o substitute
Snomeado pelo governo; em outros termos, qu
quaodoa lei excedascondicos de elegibilidade
m0 btafiwktf :::r ou opetes dos juaise fliaici


n ia pativeis quando exereem as fuceo
dwo Lis!dirs onft tde
p taedm e l. Dpahalo -w u 6 do: d. o, -t
^itonm" s lei-r.rxf DW n artmo 86 do deer*#


lido e approval seguinte requorimeto
.0 AawiornMi a mbr o 60 Mkiutoos
Pamaterminc d iuao e 49tca opaee
pears xl-e.
que se 4owte.--'w "ra *
Continua a diacusao do pareeer.C
E' liwo, p*iad4e nta so aoususlo 0 egI a-
to requerimento:
o qio e oparer volte commisa paI-

40 uado -irtn #ra

nal posse a~xatec-a de tsma te nojte debate,
porque oem9 ro a .ira. coImissal de
erifiaj e pdlpe, t o d estudar to-
dos os papers =ept4 #.ea oe Bonito e
de former sobre ela o m jizo defiitivo.
Antes, por6m, de entri na apreciago do pare-
cer que se discute, 4evo dar aldgman explicsgoes
A casa acorca do procedimento dessa e commisslate.
Sr. proid0Aae, a $ ir o qwArt ves que
a levaotaw n vwA neomito pams ceoa a s.corm-
missle d vervwfi O opdde o Os fatos prin-
cipo"o dossa i u aos Jao os seguintee: nal ter
a c as" u fnrm.u 2o 0sB parecres no prazo le-
al o Ae a O0 pateosr oe acerca
de tod as eleie po"'odidas n provFcIa.
0 SB. OLyMPio Mw Aus-Nao .sei como A eom-
miasso se pode deender deata icn epacao.I
0o S. AuisTAucuo.-A 4efoa 6 pruit po. ples:
estoua a e tdoe 4 px dos senhores deputadoe
e se deoconheeemrna ae $mcazete 4eoe.-
jam eluetreiar e to s com&Wo d eo ve-
rifica o e do podr. (N piado5).
CQrn effeito, Sr. president, o prazo de dops diaa
era dcimassaiute lintradu, esa i qt e "pa-
ra que a commiualo estadasso t.dasd at Tbeios,
formulasse todos oas B t p eres, qUaaid 4th
de atteander a re.lmaes importanos e 4wumen-
tadas, que deviaima se est.4Udas corn to do o cri-
terio, corn todo o escrupa1e, para que os parecerer
Ieo fossem def ie0nte8. (4poaades).
Dai sitea estp leaiio, S presieate, qu e me pa-
rece cabal, pao ss trcO dat questio que se dis-
cute e pretendo demonstrnr que nao ha nullidade
que affected a eleigio dp 9r. candidate Tiburcio.
A questdo u aimples 0 cor today a facili4ade 0e
pode resolver.
Q illuatre deputado polo 10 districts, quando
impugnava esta elei *preeentou arguwento,
(e en aproveito a occapilo para perguntar a S.
Exc. se oi.a o omontem) disse quo a o substitute
legass dos juices de direito e municipal. e de or-
phios, os vereadores da Camara Municipal.
0 SR. 04MMO MAsupS-Nem ha a menor du-
vida.
0 So. AiTAcaso-Neste casM V. Exc. procedou
irregularmente approvando a eleiao do r,. -pr.
Gdos Cavalcante, que o6 veredor e que portanto
devia estar incompatibilisado, em virtude de ser
substitute legal dejuizes municipaesI
0 S&. OLYMPIO MA= qu=a-Mas nio exerceu as
funles.
0 SR. A sTAmacao-Ah I Nio exerceu as func-
voes ? Entao V. Exc. aroe estabelega um argumen-
to tio absolute.
O S. Rosa SuxvAL-Leia a lei.
0 SB. AazAtmao--O que 6 cert e 6 que a argu-
mentag& parties deste ponto.
0 Su. OLYMIxo MAques-Isto nao 6 s6rio, per.-
mitts-me que IheA ga.
0 SB. AlsMTAoI-RO-NIo 6 s16io? Creio que V.
Exc. nunca terllprocedido na enunciaoe de unsa
idea, corn a seniedade corn que eu procedo.
0 SB. Gdni-Presump* e agua bent. cada
um toma quanto quer...
0 SB. OLYMPIO MAqvus-E' verdade.
0 S. AsrTAnCHo Sem duvida.
0 Sa. OLYMPI MAo u st-Mas, quando digo que
into aoe 6 6rie, naoe me refiroe A pessoa do nobre
deputado.
0 Si. AIumTABcHo-Aceito a explica*e: e apro-
veito a opportunidade para declarar que estou re*
solvido a tratar os meus collegas, deputados de
opposicgo, corn toda urbanidade e cavalleiriamo;
man dovevo tambem tornar bemrn aliente quo nao
estou diposto a soffrer de animo calmo'quaquor
affronts que part d'emsa bancada.
Mas, Sr. president, a queasto de incompatibl-
lidade se acha perfeitamente resolvida na lei.
Tendo o legislodor estabeleoido no art. 11 e seus
Sparagraphos as causes da incompatibilidade.
UM SB. DEPuTAuo-Entao desappareeeu a iorea
da argumentacao ?
0 S A TAoCHo-NIO desappareueB ferga da
" argumentaco, nao senhor. Se V. Exe. reconheco
* o Sr. Tiburcio incomzativel Ppelo f4cto de ser ve-
reador, e, nestas eondigoes, substitute legal dos
i juies munieipaos, on dige que V. Exc. proeedeu
iregularmenote apptevaadoo diploma do Sr. Dr.
Gos Cavalcanto que 6 vereador e que, poitanto,
, era., psia mamsA tsbo inoomptivel.
Maa,8r. asln!ompatibildade se
1 ao e noi)tbiae o ieiuo etn eia
> eptae a 00 art. 114. togea que alo,


* ride d'esta exepg o odiosa na lei. I
is pNart3 do 45 1 do art. i.1t4xaut do-f
m od efuneionaries de juiias*a -
oDtvi eear u &iam~ihttbidmWe W ,


0 SR. DMCIO-Nad estou prepaao& "M_
o sra a qa I% nao 6 meIo posivol
fazel-o agora: mas em face do parecer, que ha
pouco foi lido, esa 6 ea mnuufeata.II
Entre oun vi fai l-se do Sa organiago
da mesa; Oil today eleie,
porque a wme so *awesm& do 1P.
Portanto ao meno por isto, a eleigio do Sr. Ti-
btrdo deM doe ler Ujd, Come iamcuuas o seus

***-meg ad& ta irwaptawi44 para aostrpr,
queA oommlusso e eost dotebsa f6, doeonbece esso
potd quest, eeoeo deso seee algums asl-
gagoes feitas pelo Sr. C..b& allega-
i dairetam qt ra a o1e* o do
NIestas ondiq6ese e om o precedent, que a
mairia firnmou-se, en cases toes, devolver o pare-
eAr ai maiuw o parM q4o 0I41 o iwx4, e ynOho
popr ca qu e a Le denovo opareoer com-
tsaSq, par. qu teba present o documents re-
lativos, se julgar convenient examinal-os.
Eu pens quoWe deve hayer sofrfeguidlo ep
vt'tw um pmser t64.a.o.
reic, que togho ptiacado o meu requerimnto.
0 Str, 4riw XMlelo -- Sr. president,
tenhp auvido de unimo alrno aa acsusaoes fetas
pea illustre m omriaoppsiciouita A cemiwao de
eonstituil e padres.
Niob o"ao-me o es*it9 poque pewnas foi pro-
nunqiade nesa cp o s o elte da votaggo que
nos conferio a iueumbepcia de verifiecar op poderes
daquelles candidates que por afftmenia de traba-
Ihk, poo dimnatpLao d tempo, a la sonenisao
2bo tmuha podido 4o parecer, ov i swatn. .depm a-
dqs da minoria declrn im. que esta cemmisa emi
uma coMmis4o executive.
Eu, Sr. Ipreidente, que nunca nu minha vida,
d44artmo-hsie' vr pota apwocia'ao "o u BMwUI -
verwasios, pr yirp d pessoas ap- ixoPd@S.,.pro-
craremsaomprebe bonm a g iop a A confide'P s
sem trahir os mens compromissos politicos seguir
nessa escabrosa estrada saem rjeitar as posicoe"
per difficeis que sejam.
Sr. president, jqe'te a haros e difflcil in-
cumbencia de que fui enoarregado pelos meus ami-
gos e correligionarios, certoa de que elles, nem a
mesa political exigiriam jamais que ficause mal
commigo mesmio.
Foli. pq4e s.'W ean t am comisBao at6 hoje extranha de toda e qualquer
intimaoo, analysando as eleioes perante docu-
mentos apresentados, tern dade seus parecoresj
entretanto, a illustre minoria opposicionista n'esta
casa, a-&rpa a inge .de si a logic comtanto
que fira ao adversanor.
UMA VOZ DA BANCADA CONrszVADORAx-Na Qpinaibo
de V. Exxc.
0 SB. FALClo-Oa illustres deputados nos con-
suram per que apreaentamos cada umn dos parece-
res em separado; se apresentasemo r todos de
uma s6 vyez, a illaustre minoria diria : per que yvos
apressais tanto, pare que tanta soffreguidlo, para
que nao estudaes melhor ? N6s, no meu fraco pen-
sar tomemos proedido corn wtoda reflexao.
Os meus illuhtres adversarios politicos que nos
censuram, por isso memo, nao baseam, no entanto
suas accusi.9es, sense em arguments, euja pro-
cedencia nalo resisted a menor argumenta*o.
Como argument deAchiles apresenta a illustre
minoria o tera commission de constitui*b e pode-
res dado parecer separando a eleilo do deputado
Tiburcio, e sobroe oqual apenas limitou-se a de-
clarar que nao havia duvida alguma, e quando
portanto a commissBao era de parecer que fosse
reconhecido deputado, separando, por6m o pareeer
sobre o 20 candidate.
0 S.. DumocBAo dL um apart.
0 Sa. FAzaXo -Sr. president a commisulo em
vista :da orga" aoeo feitas p"los dous illustres
deputados opposicionQuistas que eceupam a tribunal,
tern unicamente a dizer que, no seu parecer de-
ebarou que nao havia duvida algumna, 6 que o do-
cumento que se apreseuta contra a eleico os Srs.
Tiburcio na sua opinion ale alter a validade do
son diploma; era uma questlo ji vencida nestes
casos.
Conseguintemente, nao podia deixur de ser re-
4ouhesido deputado o-mosmo Sr. Tiburcio.
que queriam pois os nobres deputados que a
icommissao fizesse ? Quereriam per ventura qne
os consultassem sobre a forms de dar parecer_?
Eu peso que Os nobres deputados nae terSe de
corte esta velleidade. Quanto as arguicoes feitas
sobre o parecer dado relative a eleicao em 20 es-
crutinio do candidate Regueira Costa, a commission
apresenton o parecor detalhado baseou-se unica-
monte no. decumentos e entretante os nobres
membros daminoria aindadeclarani n'esta casa que
a commission mdo estudou eases dooumentos. Quo
proves teem os nobres deputados para essa affir-
omaco.
o SB. DBmxeClTo 0 laiconiUsfl.
O S-. FALcAO-Foi un dos pareceres mals es-
tenses que so tern dade ate hoje.
Portanto Sr. president justificada d'este moeo
a comnussbo de que sou um dos mais humildeo
memhros, eusinto-me satisfeito, esperando que
uma vez esta Assemblea possa dar provas de seu
amor a justice, reconhecendo deputado justamente
aqueole que teve a confianea dos eleitores do 90
(liut"cte
:(S as~z-- a JuStigas do nunioro.


0 SL. PA.cio-Tenho eoncluido.
A r. Verreira Jaeobima-Sr. presi-
deste, era men preposito nao discutir a questao
or ventUada. Ma ifelimente fui o alvo, e
nts vexesau a daiscutir, e nao teahe,
remedio sm&o apadeser a generosidade do nobre
depu .ad I ejuiaeoiternado que eu s adttribuo
a umn cuiA, causa esta que on BO compmrhendo
nor cme n^s OdammftA aintammaw


feitamente.
0 Su. JACowIwA-Mas, quando o contestem, vein
para demonstrar o contrario do que se disse, que a
commissae nao tinha querido mostrar ou faciitar
a apreciacao desses documents, o Sr. Dr. Re-
ueiram Csta, que no p6de ser .estranho aos no-
brs deputado : elle foi ao men escriptorio e corn
a maior franqueza, perante diversas pessoas que
escuso nomear, exammou tudo quanto contra a sun
eleicao se argue ; e a cemmisseo nao se podia ne-
gar a isto.
Senhores, a commission quando trouxe o sen pa-
recer perante esta Assembl a, disse : ( As duvi-
das offerecidas iSo extensivas a incompatibilidade
do candidate Tiburcio ; e duvidas que se levan-
tam contra o diploma do candidate Regueira Cos-
ta.'.
0 SB. OLymPIO MAQUEs-Nao consta isto do pa-
recer, mas vi la.
0 SB. JAcoBINA-Neo consta ? 0' senhores !
0 SR. OLYMPIO MARQUES N1o falla no Sr. Re-
gueira Costa.
0 Sn. JAcoBisA EstA claro, mas fall na elei-
91o do Bonito. Os nobres deputados sao politicos
e nao sabeinm disto ?
0 SR. OLYMPIO MARQUES- Nao fall, mas emfim
nao faeo questao disto.
0 SR. JACOBInA JA ua 'o faz questao ? Vamos,
portanto, para diante.
0 SR. OLYMPIO MARQUES 0 parecer estA aqui.
0 SR. JAcosInA 0 parecer esta ahi, mas mos-
txa o contrario do que estou asseverando ?
0 SR. OLYMPIO MBQUES-Quer que leia ?
0 SR. JACOBIxA-P6de interromper-me, p6de ler
quando quizer.
Falla-se ahi na nullidade da eleicao do Bonito,
e a commissio pensava que o nobre deputado, que
6 em seu partido uma autoridade e de grande ac-
tividade, sabia que a annullae14 do Bonito impor-
tava a annullagio do diploma do Sr. Regueira
Costa. Agora sabemos que nos enganamos e fi-
camos scientes de que o Sr. Olympio Marques nao
sabia disto.
0 SR. OLYMPIo MABQUES da um apart.
0 SR. JACOBINA Mas dizia eu que, quando a
commissao trouxe a questao ao Sr. president dcos-
ta casa, ja o Sr. Regueira tinha estado em meu
escriptorio, havia tornado notas e deixado em mi-
nha mao os documents, quepassei a nova com-
missao. Aqui esta o Sr. Dr. Beltrio que p6de dar
testemunho.
0 SR. BELTR O-E' exacto.
0 SR. JAcowmA-Portanto, vem os nobres depn-
tades que a 1' commission e creio que a 2' nio teve
o menor intuit de difficultar a apreciaglo dos do.
cumentos relatives A eleicao do 90 district.
0 Sn. OLYMPIO MARQUES Mas da licen"a para
uma pergunta ? S6 a faco, se me der licenga.
o S. JAcosmA Estive esperando; edesde que
nao quiz dar, vou adiante.
0 SB. OLYMPIO MARQUEs -Estou perguntando so
dm liccna.
0 Su. JACOBInA-NMo, senhor. (Riso).
0 SB. OLmPoO MARQU-s-Nao di?
0 SB. J ACoA NMo. Esporei; nao quiz fa-
zel-o. Nao esto nas forms parlamentares estas
porguntas ileenciadas.
perguntas
DiYg 1, Sr. preai.ete, que o procedimnento da
1' cemmiso foi muito coriecto, e nao vejo moti-
vo aerio para unma contesta*o, porque trouxe Wt
perante eats casa os motives de duvida que teve
acerca da elei*o do 91 dustritto.
0 SR.-..vaMi MMAQUEBs-2 porqiue erazo, ten-
do a oComMisso no dia 28 peido par dar o pare-
cer a 29, deb m de dal-o ?
0 Sn. tAcoBnMA-A razno e simples, 6 que entie
prineipiou a aprecia*e- e hve divergeneis no
seio 4 40uislo quae n ponude dar parecer.
0 SR. LY O Qms-Isto 6oque eu queria
saber.
(Ha outros aparte).
0 SR. JAceOBNnA-* ps OntrMa cousa estranha-
vel quaslqer diverW ia da commissbo nessa


ao Sr. Tiburcio, que no Bonito foi mais votado que
o Sr. Regueira, pois este teve 40 e poucos e aquelle
65, ainda assim o Sr. Tiburcio flea eleito.
0 SR. OLYMPIO MALRQUES-Mas nbo pode haver
outra soluale quaint o A eleicao do Sr. Regueira?
UM SR. DEPUTADO-Veremos.
0 SR. JACOBINA-Isto os nobres deputados podem
verificar; ahi estAo os documents.
Resta apenas, portanto, a questao da incompa-
tibilidade. Confesso aos nobres deputados que es-
perava da sun part uma dedubo logical e juridica
a me convencerem da opiniao que tenho, deduzida
do texto da lei, dos principles juridicos e dos pre-
cedentes desta casa, firmados polos nobres depu-
tados.
A lei estpbelecendo as incempatibilidades o fez
expressamente, e tudo quantao no toi alli declara-
do expressamente, nao se pode augmentar nem
ampliar."
UMA VOZ DA BANCADA CONSERVADORA -VOU pol-o
em prova n'esta questi'o ; quero vero at onde che-
gam os recurses intellectuaes de V. Exc.
0 SR. JAcOBIxA-Saio muito poucos talvez para
oonvencer ao nobre deputado, mas sio bastantes
para manifestar a minha conviccao. Adiantar em
material political, eu nao tenho a pretensio d'isto.
Mas dizia eu : sao estes does principios que
regem a hypothese. 0 nosso legislator, creando
a incompatibilidade, afastou-se do principles das
accumulates e os fez expressamente declarando
(lendo) : sao incompativeis os magistrados, etc.
N6s sabemos que na phrasiologia juridica cada
um d'esses nomes corresponde a um exercicio.
NMs sabemos perfeitamente que o nosse system
j udiciario tracta dos juizes municipals, de orphios
e substitutes, e supplentes dejuizes municipaes.
UMA Voz-E' uma aerie indefinida.
0 JR. JACOBINA-Nao ha tal eerie indefinida;
6 justamente aquelles quo veem exercer as func-
95es na f6rma da lei come supplentes ; 6 assim
que vemos os juizes municipaes e 0os substitutes
substituirem os juizes de direito, o assim vemos oa
juizes de direito substituidos polos supplentes de
juizes municipaes ; e o n. 3 do art. 86 da lei fall
justamente dos supplentes de juizes mumnicipaes,
'ao fall de todos os outros, come vereadores, ao
contrario restringe, dando assim a entender que
supplentes de juizes municipaes sao os substitu-
tes a que se refere o n. 1 do precitado artigo.
Portanto esta limitada a incompatibilidade que n.o
se amplia, restringe-se antes, e se nAo fosse assim
os nobres deputados deveriam ir dandoe amplia-
g ao pouto de cheear a logic a que ehgOu o
nobre deputado em dizer : os vereadores nao po-
dem ser deputados, torque a leI diz : substitutes
que entram em exereicio, ou podem entrar : logo,
6 incompativel (Il.)
Logo, senhores, se 6, pois, duvidosa a questao,
razilo tenho eu para querer limitar a incompati-
bilidade.
Portanto, eu que nao vejo na lei express in-
compatibilidade de vereador que servio de jui
municipal, vendo que a Assecmblea jA reconheou
um promoter interino, nio comprehend esa in-
compatibilidade de que tract a lei, porue i
era effective ; entendo mesmo que o substitute de
que fall a lei, nao e seneo aquelle que pla .e-
forma judiciaria 6 nomeado para esas feusits3,
nao podia deixar de dar a minha opinilo a favor
d'elle e sustentar a validade da eoleiV16 do Sr.
Tiburcio. E' possivel que esteja em ecrrMa
6rro corn o texto da lei, corn os prineipios (to di-
reito e mais ainda apavorado corn a opiniuao doe
nobres deputados.
Tenho dito.
NWto havepdo mais qua pegsaaa A en-
cerrada a discussio, e reiiitado o re^'tiu*t
do Sr. Democrito, bm como o additauaetoid
Sr. Olympio n ol.
Et = t eappropvado o pareeodo
r coewid4De1#'s 00 odpuaooSr. Framis~u-


7' compaiduaa
Alferes Francisco Alves de Carvalho.
8a compan/ia
Alferos Antonio Zeferino de Sona.
(Assignado)--Jo Maanod deFreita M. a
e 2.4 secao.-Palacio da Preidewia de Hk-
nambuco en 11 de marco de 1884.- 0
da proviucia tends em vista a informaco doc
mando superior da guards national das cor
de Floresta e Tacaratd e proposta do major cc-
mandante do 3o osquadrio de cavallaria, reu
para preenchimento dan vagas existentes do -
ride esquadrao, nomear os eguiatea officials :
Ia company
Alferes Jose Joaquim da Paixio.
2a companhia
Capitio Antontio DavidCr Gomes Novaesa.
Tenente o tenente Francisco Alexaadrc GovW
de S.
Alferes Florentine Gomes de Souza Martins.
(Assignado) IT Josi Manol de FritW. a
a 24 Aieoeto.-Palacio da Prwdeid de Pcenw c -
buco em 11 de margo de 1884.-.0 preodeate As
provincial, tendo em vista a infonaac5 do com-
mando superior da guard national d aoom r
de Floresta e Tacaratiu e proposta do Mar
mandante da 8a secqo de re te; ve, Pam
preenchimento das vagas existentes as referi
seccao, nomear os seguintes officiate :
la wmpahia
Alferes Jobo Pereira de Sa Maniqoba.
2" companlia
Alferes Antonio Francisco de Souza.
3 compawhiJa
Tenente Manoel Alves da Luz Novaes.
Alferes Jo'o Paulino de Sa.
4' oouipsian/i
Tenente Levino Martins Gomes de SL
Alferes Manoel Ferreira dos Santos.
(Assignado)-JosA Manod de Freitt a
2.. scSo. Plawio da Predeuicda de P
nambuco, 11 de marpo de 1884.-O per od mt
provincia, tendo em vista abrmr-mag*o 4.-
mando superior da guard a nacioaal da swwado
Cabo e proposta do commandants do A16. wtww
do service active, resolve, par preaechdioto da
vagas existeates no referido batalhilo aeear, so
seguintes officials:
2a compankia
Tenente, Manoel Joaquim do Rego Barreto.
8 compathia
Tenente, JesI de Siqueira LiAns Barrads.
4' compaskia
Capitbo, Affonso Fiusa de Oliveira.
Alferes, Joo Flonipes de Albuquerque.
Scompakthia
Tenente, Francisco Berenguer Coear d'Andrait.
7a copashkw
Alferes, Quintino Alve da Silva.
(Assignado) -Josi Maswd de Frita. a
Faculda4de 4 de rel" -Eis o 1 iTilUm
des exames de hontem :
Olinto de Pius e Melo, pluameAte.
Lydio Mariano d'Albaqurque7 idem.
Americo de Castro Cincura, ida.
Affonno Gordilbo Costa, idosm.
Florontino d'Artso Jorge, idea.
Aureliano Pintos BalUo, idem.
Joaquim Alves de Soa Carvnlko, Iea.
Raymtuado Ak Preira, impimI
Ito4rovades 4
Amanhi, as 9 hors d POWl,'
vs oral dos estdaaftw p.iro a
di o a d5.mA. M &_--- -.....
E or6% esukuded&s vin
hontem:


0 resulted seg te:
In"craver : aw.
P ..


1.




















j21


4de seu sobrisho Fkiiao Reamn do lmirite
llanto, nos reeiraim o seguinte :
Que estdalo ante-botes, ceraes de 10 heas da
-moite, amioos s otalos us frente do predio da "a
4o Imperador,ond e ha um estabelecuneto d e bi
l ares, cuja eatrads 6 pela travessa d'aquella rug,
a esperar que eotrasse pars neasa o dono da cas,
o Sr. Pontes, onde ambos moram, appreceu-lhes
o Sr. subdegado da paroehia de Sa&to-Astonio,
acompanhado de trees pragas, duas da Guarda Ci-
vics e u'ea do Corpo de Policia, e hlbes ordenou
qu, send 10 horns da "ot, se recolhesm;
Que elles, sem mal disseram ejd sdo 10
S Aorms so que o Sr. su o retorquio orde-
nando A praga de policia que lhes mettesse a chi-
b ats; o que a referida prasa executou prompta-
mente, dando eem ambos corn urma chibata, e no
Saobrinho do velho Thomaz comn o refie, de que
The resultou um talho na front esquerda
* Os espancados recolheram-se A casa, e hontem
y Ila manhi form apresentar-se so Dr. ehefe de
'-,- policia, que os mandou ao Dr. deleogado doo 1.o
,- district, que, tomando coahecimento do facto, es
mandou Vtoiar pelo Sr. Dr. Souza.
0 velho ',qim.a moetrou nos es vesties, ain-
Sda visiveis, das ehibatadas que lcvou, e o sobri-
e aho Floriano tern bern is claras o tlho de refle
na fironte e rdsa ;, o qu tudo attestamos.
Quanto hia tora qu relles nos contaram, pou-
as horns antes tinhamns n6s ouvido so Sr. Dr.
Jos6 Maria de Albuneque Mello, deputado pro-
ViUncial naus ant--.at do Pago da Assemble.
EisAoTacto. Quern quizer que o comment.
R l^rnstraef e de pesar-A congrega-
o'da Fa'culdade de Direito, em sua ultijna sessao,
-esolveu, per unanimidade, mandar deo'ra na
-eta p profundo pezar de que se achava poasuida
pelo fallecimento de seu illustre college Dr. Joie
Thom6 da Silva, e que em suffraglo 4 sua almsa se
jlzessem celebrar algumas misses no trigesimo dia,
convidando- se pars este acto asos parehtes, collegas,
discipulos e amigos do mesmo finado.
Iefena de tkeses-Estalo marcados os
dias 17 e 18 do corrente, comecando As 10 horas
,4a mawuhl, para a defeza dma theses, qae requereu
',o6eaharel Antonio Martins da Silva Porto.
*-iForam sorteados para a arguiaio das mesmas
theses Drs. Bandeira de Mello, Pinto Junior, Arau-
:So, Graciliano, Joao Vieira, Jos6 Hygino e Meira.
Para supplente dos cathedraticos foi sorteado o
J *Pinto Pesseoa, e dos substitutes Dr. Seabra.
As festas de 25 de amarco-A commis-
WE* encarregada de preparar e dirigir as featas
corn que, no dia 25 do corrente, deve ser comme-
jnorada a complete libertaso da provincia do
Ceara, que vai ser de todo expurgada da praga
escravocrata, procurou-nos hbontem para solicitar o
nosso concurso na acquisigo de meios corn que
possa por em pratica todo o sea generoso pensa-
inento.
E, n6s, da melhor vontade nos associamos A esse
pensamento, acguiescendo ao seu dese0o de abrir
no nosso escriptorio uma Bubscrip*ao para o allu-
dido fim, subseripc.o que, pensamos, sera boa-
Smente acolhida per todos que- dio o devido peso e
valor A idea emancipadora, pela qual a referida
provincia do CcarA levou sua dedica9gio ao ponto
de ser a primeira a lavar a negra nodoa que nos
veio dos tempos celoniaes.
Assim, pois, flea aberta dcsde jA no nosso es-
criptorio a alludida subscripco, A que todos se
Spodem associar, cada qual na media de suas fore
gas ; e ns diariamente aqui iremos fregistranda
Os nomes das pessoas que nos procurarem par-
aquelle fim.
E' inquestionavel que as fiestas pelo motive
Spontado vao dar um realce imnmcnso ao anniver-
sario do juramento da Constituigio Politica, cele-
b irado a 25 de margo ; mas, releva obtemperar que
independentemente desse anniversario, o facto a
commemorar desafia todas as sympathies, porque
So primeiro passe para a extincVao, sem atropel-
los nem damnos, do element servil existente, e
que, felizmente, e por honra nossa, jA nilo pode
colher renovos nem na importaelo e trafego, nem
no venture da mulher escrava.
Fica. pois, abcrta a subscripio, e n6s contamos
que se:-A'iproficuo o appello que fazemos ae publi-
co.
Proclsso de S. Born Jesus do"
Pasos da Graca em Olinda-A mesa
Tegedora d'esta veneravel irmandade hoje a noite
faz a trasladaiAo de seu divine padroeiro do con-
Vento do Carmo pars a igreja Cathedral corn today
a solemnidade As 6 horas da tarde e amanhb As 4
horasasolemneprocissao que sahirada moesma Ca-
thedral para aquelle eonvento, desfilando pelas se-
'4!'tintes russ: Nova, oitao d Amparo, pateo e rua
3kAmparo, Fernandes Vieira, S. Pedro Martyr,
S. Bento, 27 de Jaueiro, piteos de S. Pedro e do
Carmno a recolher-se.
A mesa regedora tern envidado tolos os esforcos
para o brilhantismo dessos actos.
t Ao recolher-se a proecissio occuparn a tribune
sagrada o eloquent pregador padre Jose Esteves
Vianna.
Suas Exes. o Rvm. Sr. bispo diocesan, desem-
-"argador president da provincial e c.;ronel com-
mandante das armas accedondo aos convitos que
thes form dirigidos abrilhantarao os actos co)m
fuas presencas. Ura guard de um dos bata-
]hbes da guarnicao farA as honras do estylo.
Pianista-Chegou ha dias da Europa o Sr.


SEmilio Lamberg, filho do Sr. Mauricio Lamberg,
gerente da photographia allemi da rua do Barao
da Victoria, o qual passou grande temporada em
Vicnna e Paris estudando c se aperfeigoando na
inusieae no piano.
0 Sr. Emilio Lamberg foi discipulo do afamado
Censervatorio de Musica do Vienna, e ahi, em to-
do o decurso de scus estudos, que duraramn 12 an-
nkos, sempre sobresahio aos seus colleges, merecen-
do doze approvagoes corn distine*o, o que impor-
ts dizer urma notavel recommendagao de seus ta-
Jentos e aptidues musicaes.
J)epois de alli ter completado os seus estudos,
^ Sr. E. Lamberg foi para Paris afim de por-se A
3& "-tdaescoli francez.a de .musiea Ie assim deu a
i iaa'de mio aos seus eonhecimentos artistlcos.
Volta, pois, um excellent artist, come talvez em
oreveo reconhea o public.


S IViia O QGamelleira.-Dizem-nos de Ga-
ielleira que os ltarapios, na noite de sabbado para
dorirngo, a do corrente, visitaram a matriz respec-
tiva tendo ingresso pela port lateral do lade do
u4 depois de haverem tirade o ladrilho abaixo da
parta e foriado o grande ferrolho que a trancava.
Felizmente nada de important levaram, porque
e que havia de algum valor estava occulto em Iu-
a onde nio poderam os industrioso penetrar.
S Assim, porem, nao sconteceu eom a caixinha das
S lmas, que na mesma noite arrebentaram, levando
*tudo que encontraram. .
No 6 a primeira vez *que elles visitam aquella
Caixinha. E' de admiral, por6m, que send ella
4&lolocada quasi no centro da villa e em pouca dis-
""rncia do quartel, ainda aasim se atrevam os tae.
a fazeer destas gentilezas.
Aasinato.-No dia 23 do mez find e no
lugar denominado Gamelleira, do termo de Born
Jardinm, Jovino Ferreira Campos Bodi assassinou
co rn uma facada a Joaquim Lourenm o da Motta.
S 0 erimiaoso evadio-se, estandonostermos da lei,
a proeeder contra elle a respectiva autoridade.
C ap ura.-O Sr. delegado do policia de Ta-
earat acabs de communicar que, no dia 27 do mez
findoe, foi alii capturado o criminmo pronunciado,
S Antonio Joed de Souza, conmhecido per Antoni#
tda Baixa. -
erauando de Noronha.-Poer ordem
, suOperior foi transferidsa de hontem para hoje, aoJ
,aeio dia, asahidado vapor Mandaku, corn destiny

Inquerlto 1tei~l.-0 subaelegado de


a
r





I



rl
5


Io sargento tta"dmawute do des tiamea i cola
duas prsas& 4am vondola de UVX pes
era fronte 4 cawf 4do aconmeicio'. *PM
,jxndo-&x, |M bons mode, devaauat-esr o
imeato eneentrou da part de alguns x mw ido-
r reiauteciaisuaordem; o qe resuttou
have grande conflict, sahindo feridoe corn w.W-
n,,bordoada na ca urn soldado algumnas pea-
soss coutusas.'1*^ 11.:' 1 .*
Os torbulent oderam log fehar as port%
ficando elleo dentro depois do que alas solds-
dos proenrararm bi-as c lpres e pan
daa na supposiO de que avi fioado deutii~i
gum de seas companeiros, que dep saM
detaz.
a Compareceram immediatsmente *|
interino e Dr. juis muneipal ui s
cercada a casa. Houve muita exaftsie. daea-
eessaria, que deveris ser substituida. por.eanai
prudencia.
SPela manhi ecompareeesdo o delegado, que
morna fra da vwila mcorn m poesso, effec-
;uou-se a prisio de sete in videos que n oppu-
iaenra mom ums tcs 'qWse proc--
dendo a o inquenito e ma S19. 0 quoe,
porimn, lamzentavel, ter agora a dems-
sio do promoter interino mdn polo Dr. juis
de direito (que o havia opeado am Mbro)
somente pot insinuasoes lartidas d'aqai, de qu.
lle promoter havia dado ordem pm Anerribar as
portas, quando ha testemunhas que dizem que elle
reprehendia sempre o exeesso de um soldado que
empurrava a ports coin doespsro.
SHontem chegou-nos notioma do have pllci-
(1do em Cabrob6 o respective vigario padre V08s6
Vicira Sampain. Nossos pezames sos seus digaos
irmios .maor Francisco Vieiras e capitio Angelo,
Juvencio Sampaio e Jos6 Vieira.
a Teem cahido chuvas parciaes, havendo entre-
tanto esperanaS de algum ianverno.
Leilbe-Effectuar-se-blo:
Hoje:
Pdol agent GwamSo, ao meio din, na run do Mar-
quez de Olinda n. 10, dos navies J'osephina e Da-
mido.
Pdelo agent Btrlamaquii, as 11 horns, na pra-
ca do Conde d'Eu n. 2, da botica ahi sita.
Pdlo agent Britto, as 10 1/2 horas, na rua da
Iinperatriz n. 8, da caSA de bilhares ahi existen-
tea.
Pelo agente Pinto, as'11 horas, Ai rua do Born
Jesus n. 43, de fazendas limpas e avariadas.
Amanha :
Pole agent Pinto, as 11 horas, A rum do Impe-
rador n. 79, da armaco e mais pertencas da fabri-
ca de cigarros ahi existent.
Pel agent Carmo e Silva, as 11 horms, A tra-
vessa do Corpo Santo n. 27, de moveis, louga, etc.
lissan f muebres-S-ero celebradas:
Hoje: as 71/2 horas, na matriz daBoa-
Vista, per alma de Jose Maria Gonaalves Viei-
ra Guimaraes; As 7/12 horas, na matrix do Cor-
po Santo, pela alma de D. Adelaide Leite dos
Santos ; as 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por
alma de Manoel Ignacio de Albuquerque Mara-
nhao Lacerda.
Amanhad: As 8 horas, na matriz da Boa-Vista,
por alma de Manoel Ignacio de Albuquerque Ma-
ranhao de Lacerda; As 8 horas, na matriz de San-
to Antonio, pela alma do Jose Americo de Mi-
randa.
Sabbudo : As 8 horas, no Convento da Glo-
ria, per alma de Tito Augusto de Albuquerque
Porto Carreiro.
Matadouro public. Foram abatidos
no Matadouro Publico da Cabanga para o consu-
me public do dia 13 do corrente, 72 rezes.
Loterias de l5;O00 do Rio-Por te-
legramma recebido pela Casa Feliz, sabe-se que
foram premiados os seguintes numerous da loteria
n. 1-3a A:
N. 2597 25:000000
N. 4041 10:000J000
N. 1903 5:0003000
Sabe-se tambem por telegramma que a lote-
rio 143a B, corre imprescindivelmente no dia 18
do cerrente. 0 resto dos bilhetes acham-se A
venda na Casa Feliz, a praa da Independeneia
ns. 37e39.
Loteria da provincia Hoje, 13 do
corrente, serA extrahida a loteria 20.', em be-
neficio das escolas primarias de Instrucco Pu-
blica, no consistorio da igreja de Nossa Senhora
da Conceicao dos Militares, onde se achario ex-
postas as urnas e espheras asrumadas em ordem
numerical A apreciacao do public.
JCasa de DeteneRo.-Movimento dos pre-
sos no dia 11 do corrente:
Existiam press 273, entraram 3, sahiram 8,
existem 268, a saber: nacioness 236, mulheres
8, estrangeiros 7, escravos 17.-Total 268.
Arracoados 244, sendo : bonds 230, doentes 14.
-Total 242.
Movimento da enfermaria :
Teve baixa:
Joaqunm Jose da Rocha.
Tiveram baixa:
Joanna Maria de Mello.
Antonio, escravo de D. Autonia.
Cemiterio Publico-Obtuario do dia 9


de marco:
Manool Carreiro da Silva, Portugal, 48 annos,
casado, Gra"a; amolecimento cerebral.
Cosma Maria da ConceiVio, Pernambuco, 31 an-
nos, viuva, Recife; pneumonia.
Clara Maria da Coneeic-o, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira, Ba-Vista; tuberculos pulmona-


res.
Severiano Jose Antonio, Pe-mambuco, 51 anaos,
casado, Bsa-Vista; cameras de sangue.
Joanna, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista; con-
valsocs.
Firmina, Pernambuco, 9 mezes, Recife ; athre-
pia.
Maria, Pernambuoo, 11 mezes, Santo Antonio;
eelampsia.
Pastor dos Santos Bezerra, Pernambuco, 27 an-
nos, solteiro, S. JosA; tetano.
Antonia Maria d'Aununciaclo, Pernambuco, 83
annos, viuva, S. Jos6; tubercualos pulmonares.
Maria Joaquina da Soledade, Pernuambuco, 43
annos, Boa-Vista; congestiao cerebral.
Cecilia, Pernambuco, 3 mezes, Santo Antonio;
eonsumpco.
Jaciutho de Araujo Cruz, Maranhso, 40 annos,
solteiro, Recife; congestio cerebral.
5 pela caridade.
10-
Pedro Teixeira de Souza, Rio Grande do Norte,
92 aneos, viuvo, Boa-Vista; diarrhea.
Lourengo Pereira da Silva, Petrnamabuco, 28 an-
nos, solteire, Boa-Vista; lesio cadiacea.
Francisco Justino de Andrade, Africa, 85 amos,
easado, Bos-Vista; erysipela.
Maria Candida dos Reis, Pernambuco, 42 annos,
easada, Sante Antonio; estupor.
Ermelinds, Pernambuco, 42 a sos, viuva, Santo
Antonio; estupdr.-
Tito Augusto Porto Carreiro, Pernambuco, 61
annos, viuvo, Boa-Vista; uremia.
Esmeralda, Pernambuco, 18 annos, S. Jos6; va-
riolas.
Deodato Maximo dos Santos, Pernambuco, 28
solteiro, S. Jo96; ferida pentrante. -
John Thomaz,r Inglaterra, BOa-Vista; pela 5ub-
lelegacia.
IJestes, 2 pela earidade.
'~~~ 11 I '- ,
Paula Maria da Triadade, Pernambuceo, 64 an-
aof, viuya, Reeife'; ery4|ela.
Mri, Pernmbueo, 0 annos, Recife; hemor-
agi : .
Anselmno JesS dPequets, ParhY*y,83 anmos,
olteiro. Bfa-Vista: tubmvyA" VWABorm


{noe
I 1


is da C"sa Penabc 25 W.no, a
ita a.i.e. set.
Maria da ConceieeW,32 annos, slte
neumnioua. "s seitolra
trnambuco, 6 ann=o 4 B<-Vista; febro


Urtrades Manin da Coweeiao, PBantnbuoo, S.
se; repentidamente.
Spela caridade. -


Era nas esao de 10 deagotto de 1880 (camara
Orava o taletso e eloquento Joaquim Nabuco
wbreadow 1 4" do di no servil
e xeeio e1.do tabo esra4o, citando urma im-
portaete arta dope a do onselho, esripta
areset elm 180&. |
SEram, (DIn4A o owAVE. umrPAoJ,) a desappa-
rio do eoemeato servil e a extincdio do trabalho
eseravo, qoe & Ww p 0 Muris. "
0 SB. Marn, FA a.oidde 28 de se-
ieembro stabeleceu os meibs.
0 rn. BLmio-Essajd ado sati4fas as apira-
0"8.. JoAqmM NABuo--A desapparillo do ele
mehnto servil s6 pela lei de 1871 seria obra paras umn
future muito longinquo ....... ..
Era na sessio de 30 do mesmo mez e anne.
Ainda orava o Sr. Joaquim Nabuco-relativa-
mente so procedimento da Camara dos Deputados,
que'tendo Ihe votado uma urgencia-para em dia
determinado-- fwmdamentar urn project de lei,
que tinka pr-"m a compka extinct_ o do eleinento
rvU a deism pmrpositalmente de reunir-se.
a 0 S&. JOAqOtm NAvo i--Eu pergunto no
nobre miuatros se houve algum motive, que levas-
se a Camara A nao reunir-se; se ella quiz assim
por meio de umna -parede deliberar fra dA
session o contrario do que tinha deliberado reunida
nests recinto. (Relana*s ; trooam-se muitos
apartes.)
Eu sou um contra muitos e peo saos nobres de-
putados, que me deixem faliar.
0 Sa. BELTEAO :-0 nobre deputado nao estd s6
na Camara. A parede 6 um facto que estA no do-
minio public.
Tomam tambem a palavrg6 os Srs. Martinho
Camposo e o ministry d'agriculttra Buarque de
Macedo.g
Este ultimo orador explica o voto, que dera em
sesslo anterior pela urgencia em question, decla-
rando tel-o feito per defeienceia ao nobre depu-
tado---sern que isso importasse adheso as idWas de
emancipaido immediata,-pel) qu-, depois do dis-
curse por aquelle proferido, mantem sums ideas e
nao aceita a urgencia, peis que o governor nado ad-
mnitte absolutamente nemrn a emancipaiAo immediate,
nerm a media da indemnima*o, nem to pounce a
fxaeo de pra.so, e d quer os mneios indirecteos.
0 SR. JoAqum NABuco faz algumas considers-
0oes.
0 Sn. BELTRAO (pela ordem) reqeer que seja
considerada sua a urgencis pedida pelo Sr. Joa-
quirm Nabuco-para apresentar o project do
memo r Senhor.-
Foi apoiado este requerimento para ser regei-
tado em seguida pela camera.
Finalmente na session de 2 de setembro o Sr. Sa-
raiva presidente do conselho), respondcndo posi-
tivamente to distineto deputado abolictionistsa
acentuou suas ideas declarando :-que=-o governor
noe fez questao de gabiwete de wua urgendcia, que o
seu pensamento foi significar apenas d Camara e ao
Paiz que elle emquanto tivesse a ownra de dirigir os
destinos do Brazil, neo sahiria da exeejeo it
Lei de 28 de Setembro.
A integra d'esses debates procure os interes-
sados no quarto volume dos Annaes do Parlamen-
to, d'onde fielmente extraetamos os trechos trans-
criptos para conhecimento do Club da Eseada,
ende collabora activamente o novo escravista, a-
bafando ou talvez mesmo renegando suas verda-
deiras ideas.
Beaumarchais escrevia: metier d'auteur, mier
d'oseur, e nio suspeitava d'esses comediantes da pc-
litiea, que representam coin a mais viva haturn
lidade todas as farmas.

Endeeha

A' MEMORIA DE TITO AUGUSTO PORTO CAR-
REIRO

Recitada no dia 10 de margo de 1884 pelo
professor Jo'ao Jos6 Rodrigues, por os-
casino de dar-se a sepultura o -cadaver
do referido Tito, e offerecido a Exma.
familiar e parents em'nome daAssocia9io
dos Funccionarios Publicos, por quem
era o supradito professor commissio-
nado.


Eis um amigo de menos,
Eis ao nada rodusido
Um -lidador esfor9ado
E um pai estremecido I

Mas um amigo hoje cobre
.0 dense, funereo manto!...
Os fihos jA nao tern psi,
A viuva jaz em pranto !...

Eis ahi, jA nao tern vida
Ma's um public empreg )do...
As dever sacrificou-se,
Morreu pobre mas honrado!

0' Tito! que sempre foste
Born amigo, nosso irmlo,
Recebe na despedida
Saudoso aperto de mailoe.

Eis-nos aqui pesarosos
Entre prantos de amargura
A carpir a tua morte
Ante a tua sepultura.

0' Tito! em nosso nome,
No danosesa sociedade,
Acolhe la do empyreo
Nosso amor, nossa saudadc.

Uttton^ma


Aes seahore.s eaaisdew s.
A commisdo encarregada olema
glo do memoravel dim & 5 do corrente, ema
que se realisa a complete libertagto do
.e convida os Sn. aeademrcos a se
reumirem domingo, 16 do corrente, 'As 10
d m=ihnib, na see da sociedade Nova
Eumcpadoa, grma do Imperador i. -31
coml n de tractar-se de amsiUptos que,
ft~eaww sina^^,1 aolnisa '


w*XR7a$. -4alleeoeu hontem, s6a e .10

compositor qaenis 8C
Era urnm habit artist ernuIdo d 4s4qne 0
recommendavam, polo que a a m*ort bastante
no. penalion, e a seus companheitos que muito o
estimavam.
SContava apenas 34 annos, e deixa viuva e
tliho.
Noseos pesames A sua familiar.
(Diario de Pernambuco de 22 de fevereiro de
1884.)


,[. .* *.. f .. .
J0Jo06 Francisco de Salle Dutra, Pernambuco,
i 5 osr ca sado, Santo Antonio ; febre ty-


Pi de Pernambuo de 24 de fevereiro de


Dellarafa.
Declare a bemrn da verdad que nao de febre
typhica e sim de febre .epticemiea, urinon, sue-
eumbio o Sr. Jo6s Fr" de Salles Dutra.
Recife, 25 de fevereiro de 1884.
Dr. ryseiro de Albuquerque.
(Diao de-26 de fevereiro de 1884.)


Fcapava da molestia
Sse no mXorresse da icura.


TheCentral Sugar Factorles of
rasIUll, Llmted
Pelo presente ceclaro a quern possa in-
terosew que, desde o din .' deste -mez, a-
cha-se encarregado dos negocios judiciaes
desa companhia o Dr. Joaquim Correa de
Araujo e d e todos oe outros negocios, o
seu gerente, o Sr. Edwin Conner.
Recife, 11 demargo de 1884.
0 director e representante da The Cen-
tral Sugar


Colin Mackenzie.


Perversidade
E' este o titulo de que so servio o noti-
ciador do Diario, de 12 d4 corrente, para
tornar effective a sua perseguigio ao ve-
Iho Antonio Bazilio dos Santos, esauecido
de que &Bntira 6 a maior perversidade,
e a verd e assim:
Antonio Bazilio dos Santos, morador ao
lado do asylo de alienados, corn sua fami-
lia, tern sua roga ao passar a estrada de
ferro do Limoeiro, onde deu gratuitamente
a Jost Antonio dos Santos um rancho de
palha, do qual cahidlo casualmente a cu-
mieira, como vimos na tarde de 11 do cor-
rente, por estar muito arruinada ; mudou-
se Jose Antonio, por sua livre vontade,
deixando as panellas velhas no campo, i un-
to do mucambo, e disso temos testemu-
nhas, e nao por ter sido desafiado por Ba-
zilio, que jA, A pedido de o alguem, esteve
preso na Encruzilhada poi dous ou tres
dias, A ordem do subdelegado, e na noite
de 7 do corrente deu entrada na Casa de
Detengo pelo supposto critna. de resisten-
cia e ameaga, d'onde fora solto a 8, A tar-
do, tendon Jose Antonio dos Santos e ou-
tro, a mandado do perseguidor do velho
Antonio Bazilio, ido A presenqa do Sr.
Freitas accusar o innocent home, que
vive de sua lavoura, d'oade, corn o suor
do seu trabalho, tira honestamente o sus-
tento da familiar. E finalisando, pedimos
ao Sr. Fieitas, subdelegado do 2- district
da Gra9a, que nao so presto a perseguir o
.pobre, s6 porque conhece 6 queixoso, que
tendo o seou sitio nao murado, nao tern ra-
zao para destruir o trabalho dos outros.
Recife, 12 de mar9o do 1884.


Ao mysterioso...
E' corn m efinivel e transcendental rego-
sijoque aceo o seu capcioso repto, corn
a hombridade que me assisted e de latego em
riste !
C.R.

A minha alma suspira! anciosa,
Lava-se no limpido fulgor do teu sorrir!
Zomba, embora, que- importa a mim !
Innocencia, pureza, accumulao teu porvir.
Ri agora crean9a, amanha.,. teu juizo,
AcharA justi9a, te sentirAs amorosa.
Recife, 13 de margo90.
J.M.F.

Esta oa vera aleira cha 1iberN
1 Saldanha Marinho, liberal historic.
2 Jose Mariano, idem.
3 Delo Farias.
4 Laurindo de Moraes Pinheiro.
5 Joaquim Francisco.

C0IMEIRCIO


10 Epaminondas de Barros.
11 Joiquim Nabuco.
12 Aramnio Cariolano T. dos &wtosi
S13 Jos. Joaquim de Oliveoira Andrade.
A opiniao liberal.

On tuesday 4.-!marciit the British cot-
sulate DNvid Davies, to Annie youngest
daughter of Wells Hood Esq. of Cabo at
home on thursday & friday
1i J A 14 th inst.

HIm. Or. lamoel Cardoso Junior
Tendo feito applicaggo do seu especifico
oara does de dentes, em pesos de minha
familiar, e tendo sempre obtido o melhor re-
sultado a que sWpode attingir, pois ainda
nao falhou uma s6 vez o prompto effeito;
fago a present publicagKo nao s6 patra
agradecer-Ile o servigo que me tern presta-
do por meio do seu remedio, como tambem
para tornar bern conhecida do public a
sua descoberta.
Queira desculpar-me se por esta formal
offendo a sua ctonahecida modestia, e sou
de Vmnt. aeto vereador e criado,
Bmnto Awcdo.


MACfiNAS
PARA FAZER
GE/ O

Para Iso de easas par iulares
engeub..,
comifeitarlam, emas do pasto,
hotels,
pharmalesa e bospitaes,
eolletgies, navies e laboratoriols
chfinieoc

Produzem gelo e resfriam bebidas
Simplicidade do construcglo e rapidez
de trabalho
PREMIADAS EM TODAS


AS
xXPOSzI9KS
Fabricam-se em trees tamanhos, a pro-
duzir 2, 4 e 6 kilogrammas de gelo de
cads vez.
Para explicag8es, pregos e encommendas
queiram dirigir-se ao
Agente geral-- THEO. JUST.
17---PRAgA DO CORPO SANTO-17




POKABA VEGETAL


DELSUC

DE BASE DE MUTAMBA

A unica que cura a calvhicie!!!
Privilegiada pelo governor imperial, approvada
pela Junta Central de Hygiene do Rio de Janeiro,
e premiada corn a medalha de la classes na expo-
siao do Imperial Lyceu de Artes e Officios da ca-
pital da Bahia, no anno de 1882.
Este preparado e de grande utilidade para as
pessoas que padecem de calvicie, queda
don cabello e caspa.
Esta pomada 6 composta de ingredients q
nao sao nocivos ;A sadde.
0 frasco 6 acompanhado da instrucao do use.
INVENTOR E PREPARADOR

Jeronymno DELSUC
Vende-se na loja dos Srs. Odilon Duarte & Irmio,
cabelleireiros, A rua da Imperatriz n. 60
Pernambuco

TITESTML'OS
Attesto que empregando a pomada de base de
-mutamba-preparada pelo Sr. Jeronymo DEL
SUC, n'uma pessa de minha familiar, a qual sof-
fria de qu6da des cabellos, colhi os melhores re-
sultados em muito pouco tempo, apenas corn o em-
prege de um frasco. Bahia, 21 do novembro de
1882.-Eduardo Porella.
Sr. DELSUC, na Bahia. -Tenho obtido os me
Ihores effeitos do emprego de sua pomada vegetal,
contra as caspas da cabeca. Seis semanas de tra-
tamento me hao inteiramente desembaraado d'a-
quella desagradavel affecao, que era acompanha-
da da qunda dos cabellos, que tambem cessou com-
p.etamente.
Tenho todo o prazer de ihe remetter um attes-
tabo que ta.a constar esse feliz resultado. Bahia,
20 de novembro de.l882.--Cl. Nodot.
Eu abaixo assignado, doutor em medicine, lente
substitute da Faculdade de Medica da Bahia, offi-
cial da Imperial Ordem da Rosa, etc.
Attesto que o preparado de base de mutamba,
que o Sr. Jeronymo DELSUC offerece como capaz
de.restaurar o estado atonico dos folliculos dos ca-
bellos e modificar a renoveqio da epiderme do
couro cabelludo urna vez alterada, prcenche seus
fins.
0 referido e verdade a fe mei gradi. Bahia,
2 de dezembro de 1882. Dr. Manoel J. Saraiva.
0 Dr. Jos6 Alves Cardoso da Silva, bacharel
formado em medicine e cirurgia pela Universidade
de Coimbra, e approvado pela Escola do Medicia
da Bahia, etc.

Nova, no dia 11 do eorrente' e consignado
a Saunders Brothers S C,, manifesto:
Bacalhao 3,500 barricas e 2,60012 ditas


Irrav uv nVja m 4de 84 mafr H aos consignatarios.
de 1884


As tres horas da tarde
Cotfavi officiaes
N80 houve cotaclo.
A. P. de Lemos,
Pelo president.
A. Leonardo Rodrigues,
Polo seeretario.
RENDIMENTOS PUBLICOS
Meo do margo de 1884


AVABDEOA=De 1 a 11
Idem de 12


UxoBuBoau==De 1 a 11
Idem de 12


Jmsm4 o maovcLcA--De I a 11
Idem de 12


BI-cD dao1-D 1 a 11
Iem de 12


MEEI


417:969$443
33:9-49464
451:918#907
39:2821732
3:8655370
43:098A102
48:423989
5:5555307
48:979A793
.28:0438750
2:734886
80:778A6$6

IRTA 4 1)


Barca norueguense Amazon, eutrada do
New-Port, no dia 12 do corrente e con-
signada a Henry Forster & C., Mani-
festou:
CarvIo de pedra 502 toneladas aos con-
signatarios.

DESPACHOS Di EXPORTAJXO
Em 11 de margo de 1854
Para exterior
No vaqor inglez Commander, carregou :
Pars Liverpool, J. H. Boxwell 3,200 saccos corn
240,000 kilos de assucar mascavado.
Na bares americana Surprise, carregou :
Pars New-York, Pohlman & C. 5,900 saceos
corn 442,500 kilos de assucar mascavado ; M. J.
da Rocha 51 ditos corn 3,825 ditos de dito,
No brigue portuguez Tieto, carregou :
Para Lisboa, F. Mafra 156 courts salgados cornm
1,272 kilos.
No brigue hespanhol Amistad, earreou :
Para o Rio da Prata, K. Lima 20 barrns corn
1,920 litros de mel; J. S. Loyo & Filho 255
barricas comn 27,030 kilos de assucar branco.
Pan-a ointerior
No vapor francez Villedk Maceid, carregou:
Pa o "Rio de' Janeiro, Bartholomeu & C. 50
lWtas Iood de -icoe.
9 brigue wbional ID. FPraxiswa, earr~ogu
Par Pra, M. Cunha 3)) barriers eom 23, 14
ka4 Ae ti u Ai? o:in F. deS Mar!ias B9


*;- *.,'* I


de coqUeiros, denominado-Candeias, ito na po-
voa*e da Venda Grande, desta comarca de Ja-
boatao, avaliado em 10:000,40)0, coin consta d(o
respeetivos autos, existentes no powder e carto4rio
do escrivao que este subscreve, e o qual f'ra p-
nhorado a D. Anna Marques Pessoa, per sie c om
tutora de sua filha menor Anna, em virtude de
execuqAo que Ihes movcm Rodrigues Carvalho &
Companhia.
E assimn sera o dito bern arreliatado a quem
mais der e major lance offerecer no lugar, dia e
hora acima indicados. .0
E pars que chegue A noticia a tolos. mando ao
porteiro do juizo que affixe o presence no iagar do
costume, que se passe a respective certidao e sjTI
publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta villa de Jaboata.o aoA
dias do mez de mar~o do anno de Nosso Senhor
Jesus Christo de 1884.
E eu, Joaquim Ramos da Silva Moreira. eseri-
vao privativo das exccences, o subserevi.
Henrique Perdra de Lwmei.
o cidadilo Joio Gomes de Oliveira, juisz de
paz, em exereicio, da freguezia de S. Fr.
Pedro Gonoalves do Recife, etc.
Para Macahyba, F. Mon:eiro 4 b.ircias -con
180 kilos de assucar branco.
Para Maeio, J. J. da Silva Camp-s 1 pipa cornm
420 litros de aguardeute e 2 barrios co:n 16) ditoi
de dito.
No hiate national D. Franisc, eartgoM:
Pars o Nalal, F. Rochi & C. 2 barricas cam
280 kilos de assucar refinado.


MOVIMENTO DO PORTO
Navies entrads w o dia 11
Terra-Nova-34 dim., 1a6r iagtieo4U r, de 28%
toneladas, capitAo W. P. D.aY.eqOipsgem 11,
csnga bacalhio; a Samodor Broders & C.
Tiles doFayntripo Tenenife-IPW dieas, palboft
americano W"uliam A. Groaier, de 1 tm
das, capital William Roberts, qpaa 22-
carga azeite do peix; i or*mdo.
Obhrvaca o
Nao houveram sahidas.


VAPORES ESPERADOS


GaNAo
Patagonia
Msejjisz de Caziwa
Portuense
Tamar
Acousesgua
Pond
Chameellor
cHawL


Vibtoria


da Europa
do Pacifico
daBahia
de BalUiom
do mil
& Europa
do asul
da Europa
da~so
do sul
& am*


heje

al&

am14
all~
&IS


@ @


Attesto am cow* tw senja fc a CIM-,
ps ag otr&s qukkdo ia^Bdi 0 eapft am ,




C St.v Jeme q bm* satoo.
fai dau vestilDE: I*ed h-Tm.a, o
60. toda quam two 4"u 0 te- .l
Por oct verdadr pass. 0 sg..b

jpuaeato ue gfwi. labia, 11 d r.m 4 .

a s odeeypmoW m.


Ia e Sitv.
(Attesto quo a pom da baoo -&- n-oe
preparads)elo 8r. J L8UX; anla*
flu a quo 6destiuada: qusm di~ac, w~mta-o-
tedo atomico do. fofklcls e fal-i ~***
'0 rferido 6 verdade qm atteeo pRe
apedido e q r o toa vista e veri t pm-
Bahi, 1 de dard 1883.-Dr. Ancstoi. IFrs
da Costa M tire ,e.
(Todaa as fio desteaago ecohen ida do ps tabe-
lisoo Spmnla).




om Dr. aMdud d u*e Figawaira Fara*, jus-
tiuoatouca doe iras e *gularnso m asewt d

sub*titutde der c6a desta eo ade do Recfmife
capital do s promoviecs do Pern m1 nepo, w-
dS. ei. o imperadere, a a pueon D; gwjar-
rBahvia,1deowr"de18;8do-sDr.pAntonio rno
def etc.
dFao saber aoa que o pr1seate eMditn viea, oe-
dde s eticis tiverem, que so ha de arrematar em
praa public deste jreo, no dia 19 do 8orreait
0ez, dois da respective udiencia, pa bear u e-
guintos:
aQuatro cadeiras de guarniio Vcotrn aemto d
psihinha, avlaa o 0& urns dita de balsn1MO
o avalind por a; urn eofa curn aento de paimaha
avaliado ,or a; uos jardinteira avaliareda por
10de; doas consoloa, avaliadoe por 1ia; doae caam-
dieiros pars kerosene, avaliados por 2d; uam jar-
ro, avapliado por ens; dos epdnos ia Boldoaras
douradas, avaliados por 12h; d am eams de oa W-
to corn ons, avaliad o s itl por 2A; dossmessa
grades de amarello, avaliadas ambas por 186;
5 cadeiras pintadas de preto, avaliad a por 3 ca-
da urma; un mac e ina de costurs, avaliada por
35A.
Viao praes a estes bens, por execuio quoe move
Carvalho & C. contra Thiago Victor oPereira; e
nwo havendo landador qu e cubra o preo da ava-
Hag", a arrematsaio sera feits pelo prego da ad-
judicagao na form& da lei.
E pars que chegae to coubecimento do todeo
mandi passar o respective edital, quoe ri pa-
blicado pela imprensa e affixado nosl ugares do
costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 7 de maro de
1884.
Subscrevo e assign. Eu, escrivio, Autonio
Borges Leal.
dresLe a. Migueel de Faaieiria Faria.
0 Dr. Tormaz Garcez Paranhos Montene-
gro, comraendlwdur da imperial order o da
Rasa ejuiz de direaifo especial do coni-
miercio desta cidade do Recife, ca pifdi (
provincia de Pernambuco, p ir .b'an M,-
gestade Insperial e Coanstituciowl o Sr.
D. Pedre II, a queem Deus egwtrde, etc.
Fae o saber aos quo o present edital virem ou
d'elle noticia tiveran, aue sos acha desiguado o dia
13 do corrente mez, ao incio dia, na sala das au-
diencias para ter lugar a reuniao dos credores da
massa fallida de Manoel JosZ Mouteiro Torres,
afim de assistirem a prestaIo de contas dow ad-
ministradores da referida massa. Polo qne convo-
co todos os credores parcompares aa oceurem no lugar,
dia e hora supra declarados par a o fiem acima ex-
posto.
E para que clioegue ao conhecimento d e todos.
mandei passar tres d'este theory, que aero publi-
cados pela imprensa e affixado. noB lugmres publi-
cos do costume, de que ^e juntarA. certidjie sos
*autos.
Dado e passado n'csta cidade do Becife, capital
de Pernambuco, sos i dias do imz de mnarvo do
suno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus C'hris.
to de 1884.
Subscrevo e assijno.-O escrivao interino, J ,w
Gomes dos Santos Filho.
Thomaz Garcez Paranhos Montengro.
0 desembargador Ilcnrique Pereira de Lu-
cena, comniendador da InpJericd Ordenm
da Rosa, cavalleiro da do .yo-uss n"h,.w
Jesus Christo, official da Legao d,' J!,'-
ra, juiz de direito da comarca ,n JSb,>:-
tao, etc.
Faco saber aos que o present edital ic praia
virem, que por este juizo tern de ser arrematado a
quem mais der e mazor lance offerecer, no din 5 do
mez de abril proximo vindouro, na casa das au-
diencias, as 11 horas da manh. um grande sitio


,1t isk)















































De ordem do Elm. Sr. inspector se fax publieo
que is 11 horas do dia 15 do corrente mez, serbo
vendidas em leilio no trapiche Coneeido, as mer-
j"^ dotias abaixo dtclaradas:
A*aasem a. 1
SU e arca 0 FHi em cima e &sC em baixo-Uma eai-
ISP E 1, vinda do Havre o vapor franeez H'mry
Yr. : entrado em 8 de juah de 1883i eontemdo o
S mgimte : 2 aiam de tecidos de aldao corn
peitos do mosmo tecids, 6 mantas de teeio d de al-
Sodalopeando liquid 500 grammas, ; 1 -dukia e
de meias de algodo n Ao espeifieadas,
comprid&s d maisde o20 cent. ; 2 duzia. e Tpares
de moeias de algodao, nao especificadas, courts de
ai de20 cent. 1Q pares de media de oalgodlo,
o oespecificadas at 20 cent. e 5 kilgmaimmas de
halea de aigodo, ordinaries.
SAnnmazem n. 2
Eeumarca -47 bules machucados, vindos de
L "freoi no vapor inglez Vordov, eatrade em 24
de dewembro de 1818.
8Sa=marcaUaa sacco, idem iden, ao vapor in-
g bnommander, idem, em 8 de margo de 1880,
iatauli dobradigas de ferro simple, penaudo 127
k~bgrammas.
ma" r SPJ=$ ehapas de foglo quebradas, idem
idem, no vapor inglez Warrior, entrado em 10 de
fevereiro de 1881.
e Marca FtPQ=Uma caixa conteade braces de vi-
dxo pars lustre, quebrados, idem idem em 20 .de
maio idem.
Marca Souza Baste Amorim & C.-Uma eaixa
vinda de Liverpool no vapor inglez Memling, idem,
Sms29 de-agsto idenm, contended amostras de chL.
K "Marea m V--Um encapado comn 27 kilogrammas
de abo& de liaho em peas, vindo de Liverpool no
S vapor inglez Orator, entrado em 15 de maio de
1982.
MareaFrancisco de Paula Penna-Tres ,garra-
foes quebrados, vindos de Liverpool no vapor in-
glez Orator, entrado em 3 de janeiro de 1883.
Marea ARS-Um amarrado, vindo de Liver-
po no vapor inglez Lalande, entrado em 25 de ja-
cra JPM-Uma barrica n. 535, vinda de Li-
verpol no vapor inglez Warrior, entrado em 12
de junho idem, contend 368 kilog.:ammas liqui-
dos deanelias de ferro fundido estanhadas.
Armazem .n. 3
Maro& HN&C-Uma .caixa n. 14, vinda de Ham-
burgo no aavio allemao IJ. f. J-"sem, entrado em
9 idem idem, contend 6 quadros annuncios corn
molduras de madeira ordinaria e 3 1/2 kilogram-
ma de cartazes annuncios de duas c6res.
Armazem n. 5
Marea 0 TEMPO Um pacote semr numaro,
vindo de Liverpool no vapor inglez Lalande, en-
trade em 7-de mareo de 1882, contend 280 'gram-
mas de chapa de cobre e suas ligas, assentada em
madeira.
Marea MC&C-15 grades, scm numero, vi idas
de Hamburgo no lugar dinamarquez Axcd, ilem
em 5 dejulho idem, contend frascos de vidro es-
verdiado sem rolha e sem bocea -esmerilhada, pe-
sando liquid legal 2,900 kilogrammas.
Marca MC&C em cima e duas cruzes em baivo
-84 ditas, idem idem idem, corn o peso liquid
legal de 5,460 kilogrammas.
Armazem n. 7
Marca EMC-Uma pipa vazia, vinda no vapor
inglez Minko, entrado em junho de 1883.
Marca diamante WB em cima e TC em baixo
-Uma lata idem, no vapor inglez Tamr, .idem,
em 14 idem idem, conteudo 12 kilogrammas, peso
liquid legal, de tinta reparada a oleo para pin-
tura de casas.
Marca MJP-Donus barris n. 143 e 144, idem no
Svapor inglez Mariner, idem em 30 idem id.tm,
contend 330 kilogrammas, peso liquid legal fie
oleo de linhaca impure.
Marc& GRC-Uma caixa vinda no vapor inglez
4lice,, .entrado em 28 idem idem, contendo 10 ki-
logrammas de eart5etanuuncies de duas eores.
Marce AGUIARi-rUma dita, idem idem, eon-
tendo 10 kilogramias do cartazes ennuneics de 2
, corea.
: -Armazemade bagagem
:i Marea Win. Tomphsaon-Um pacote sem nume-
M i .vindo de Liverpool no vapor inglez Gaaseadi,
nt. adoem 18 d., maio de 1883, eontendo 4 1/2 ki-
S logrammas deroupa feita, nuAo classificadi, de ca-
i|: s emira de I 'singela.
S Marea diamiute BB dentra Urnsm caims n.
157/162, idat idem idem, coatendo 3 1/2 kilogra-n.
mas de lensos de merlin estampado.
Mares Jo uquim Luiz Teixeira--U.n pacote n.
521, vinda do S )uithamptoa so vapor inglez Der-
oertt, idemr em 21 idem idea, eont3ndo am stras
do fustio de al'-odo em rsialhos.
3 3as~ec, da Alf.nIJ^g. do P.raua'u.'o, 12 de
"*r~ jnarro de 1884,
O chefe,
Cicero B. doe &fdlo.
0 Di. Joaquir. da Cjsta RibeiWo, juz de
4reito do wad n'esta cidade do Recife e
sesa 1mo, capital da provIncia iie Per-
wi~mbtp~o, yor 8. M. Imperia!'le Constitma-
gaad'o Br. D. Pedro If, a

"wrde, etc.
faoeaber aos que a
ddkletieia tiverem r


peatiao
r. Dr:ji


Sedital virem ou.
* per este meu
B aftfsrever naa


iaabIa Pera .aa ce
avegato Ctelftra por Va-
o helho de direeo oeenvida aos Srs. ecio-
niftms a reuirem-se em amen geral *m sede
da companhlia, no dia 15 de mau9o ao meole dia,
aia de lhes serem apkesentas o relatomo e ba-
ladgo da compania, d mie ocial proxim findo;
e Jbem assinim dar-se eumpimento ao diqposto no
a*. 13 dos Estatutoa.
Recife, 28 de fevereiro de 1884.
Suasdsvm Brothers & C.
P. p. de Wilson ons & C. L.
I. A. Mather.
F.F. Borges.


Escrkthi Cintra
No dia 14 do corrente mez e depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz substitute da fazenda irao a
praa pela 2a vez pra serem arrematados a quernm
mais der o seguinte:
Freguezia de S. Jos6
0 predio n. 28 ha travessa da Praia do Forte,
corn 1 port e janella de frente, 2 quartos, 1 sala
e 1 pequeno corredor e mede 4 metros e 20 centi-
metros de largura e 7 metros e 80 centimetres de;
comprimento avaliado em 3005, para pagament.
ao que devem a fazenda provincial, os filhos de:
Felix Soares de Carvalho.
"Preguezia do Poco
0 predio n. 44 ao Arraial, com 3 portas e 1 ja-
nella de frente, 2 portas ejanella no oitao, 13 me
tros e 50 centimetros de comprimento, 9 metres e
60 centimetres Ae largura, 2 salas, 2 quartos, .ezi-
nha fora, estando o predio dividido em 2 parties em
urma das quaes tern um estabelecunento, avaliado
em 200S000, para pagamento do que deve a mes-
ma fazenda Liiz Candido I'erreira.
Moveis
A arma*ao da taverna Axua do Visconde Iahana-
ma, avaliada em 250,000, para pagamento do que
deve a mesma fazenda, Carvalho dos Santos e Jus-
tino Gongalves de Oliveira.
Urma armawao de pinho lendo parte envidracada
e pintada de amarello, a qual se acha A rua do
Amorim n. 20, avaliada em 805000, para paga-
mento do que deve a mesa fazenda Pedre Mar-
ques Coutinho.
Recife, 10 de maroo de 1884.
2* secalo. Secretaria da presideacia de
Pernambuco, 10 de marc9 4e 18IDL oe ordem
do Exm. Sr. dcseaibargader president da provin-
cia, fago co-star ae interessados que estio nesta
secretaria as pateates doe senhores offlciaes da
guard national abaixo meaeionados:
Do nomeaca do teneute Marcolino Lpes Catio
para e posto de capital quartel-mestre do com-
mando superior das commeas de Olinda e Igua-
rassiu.
De nomeacao de Joalo Tenorio de Lima para
igu.l posto na comarca do Born Conselho.
Do Dr. Francisee Gomes Leopoldo de Araujo
Pereira para o posto de eapitalo cirurgialo-m6r do
da de Nazereth.
De reform no post de major do capitao Joa-
quim Antunes de Oliveira.
0 secretario,
Jo&o Augusto de Albuquerque Maranh8o.
Gymnasio Pernambucano, 10 de matro de
1884.-Pela secretaria do Gymnasio Pernambu-
cane, e de ordem d IRevm. Sr. Dr. regedor, se
declara aos pais e correspondents dos alumnoo
interns gratuitos, que se nao reeolheram no cor-
rente anne, que lhes filca marcado o prazo de
cinco dias para o fazerem, a contar da data des-
te, sob pena de serem eliminados do respeetivo
quadro, para serem admittidos outros que este-
jam no case de mercer igual favor.
0 seeretario,
Cela Terthliano Quintella.


Ioiuuiia P 0 heruaffceu
De eonformidade camon o art. 19 dos estatuto,
seralo vendidas (ex-dividendo) 10 acoes deata|
compamhia no. 241 A 250.. CO petendente aglo
convide"do a apresentar as saw propoetas em'
cart. feekada, pw intermedi doecorretor geram,4
at6 so meio dia de 20 do eosete, no eicriptorio
desta espauhi*.
CompaiPhenix Permaambutema, 11 de mar-
go de 168 -Os direetres,"-


De exeeuta- I-
e nan mu- Sit
i-, mefoi dl-
' I A Til.....


Tendo gtsnde mnlo&i d00%u. a eioniatas re-
elamado contra o dia paa owual est4 annuncada
aruniao dia "abw i d'esta ecoinpu
echegada 96 pi<(e ejwa a Surcpa, dime-
tora resolved 6 e .e te eda reunion trans-
ferida pamr wtein, I'do ecorrente, ao meio
no ecripr a compumkis,
Recife, 12l uimaro Ate 1884.
-Swoll Brvthers A r.
P .am Somted.
A. J. Mater.
^'. P' Boreef.
!*



iiILMIL STEmI S

rMdtoe qduc no$ae prev ldam


Yapmd n


E'espewA aEuropa no dia
13 do -mdtemaregniedo de-
Poe -4k demnara 'amoessaria


aeelo', Bahia, RIo. de Jamelro,
Montevideo e Buenos-Avres

0 PAQUETE AVAPOR
Tapar
tespertado
no dia 16 dooor-
,oute, seguindo
I41lPois dademe-
ra uweseAa para bo outhampten, etc.
Para passagens, fretea, etc, traeta-se corn os
CONSIGNATARIO 8
Adamisonowie& V.
a-Rna do V.maMio-S I
IlittariI


Sahida
Chegad



r.
if


Sahida


Cbtgada
a
4f
cc







S6<


Southampton 24
Berdeaux
Vigo 27
Lisboa 29
S. Vicente *
Pernambuco 10
Maeei6 11
Bahia 12
Ulb de Janeiro 15
Santos
Montevideo 21
Buenos-Ayree 23
Buenos -Ayres 5
Montevideo 6
Santos
Rio de Janeiro
Bahia
Macei6
Pernambuco
S. Vicente
Lisboa
Vigo
Southampton
toceara paratomar earvao.


1
4




25
27
2
4
15
Is

27
29
*
11
13
15


9i

13:
19'
62:
S7'
30,
2:


6-
9-
12
14
20
26
1


Companbia Rahblaa de Navega-
oio a vapor
Macei4, Penedo, AraeaJ-, Estancia e
BahiaI
0 VAPOR
Xarquez de Caxias
(CommandantNCe e,3


E'" especado dos portos ari-
ma ateo daU 4 do corrente e
regressar ,pam os mesms,
depseala daemors do costu-j
rg, sags, eneoumendas e dinheiroi
wcta-se& J_-
- ALGEN liA
7-R^ua dto iario- 7


|i jt.
Gtomes 4e MIftoo.
A. Radia-aeis Mmentsa. I


*elf e a6"9o0..
Rogs-se aos Brs. importadores de carga polo
Svapodeta linha, queiram apresentar dentro de
6 dias, aontar da descarga das alvarengas, qual-
quer re6lma9ao eoncernente a volumes, que pli-
Veatat tenham seguido para os ports do sl, afiem
de poherm-sedar a tempo as providencias wocessa-
rm&
hrado o referide praso a companhia leo se
esp.uOab*lisa per extravios.
lecebe arga, eneommendus e pastageiros, para
os ques tem excellentee aceommodases.
CONSIGNATAMIOS

Akusto F. de Oliveira
&C.

42 RUA DO COMMERCIO 42
(Ent&_a pelauta do T( rres)


Maraahao
Bare ftugueza Aftica, segue netes 'sifi por
ter a berlehstante crn'ga para o referido destiny
para o que aqui Ihe :;ossa apparecor, e tomara a
frete medio: a' tracts: corn o capitao o.Sr..Joaquim
GonB vospCamaeho, i rua do Bom Jesus n. 13.

rafk Stea NavigatinC(apan
STKAITS W MAGELLAN LINE
Aconcagua
^^pera-se da'E&-
.ei ate oWdinal
~~ de mar90 e. segxi
r.A pare osule-
S-pois da demorsdo
eogtume.
iracargs, passagens, eceammendas e diakeir
e^ete: 'trAeta-se comes
Consignatrios
IWilbM SeA s D E&4, lIfl-ftd
IL M4-WJA DO CWBIAERCIO K.-14


.O va
Patas


pr
onia
Espera- se do sportos
-do-sul at6 o dia 13 de
mar9o, seguimlo de-
-pois da dememr do cos-
tmue para a Europa.


:Para-erga, paang se .encommendes, tractai,-
,se corn *'a
coCornla"atarios
.Wison So=s a ., Jimlted
N. 14-RUA DO COMMERCIO N. 14

HieiOl States il BrasilH Mail S. C.
0-VAPOR

Reli ance


./ 'Espera-se de'New-Port News
AL ai -sg o dia 24 do emTente, se-
N, ^ guindo depois da.'demora 3e-

abia eR1. de Jancro
Msra-earga, passageie, encommenda hrtia--, -com os
AQENTES
.lenry forster & L.
C f -RUADOCOMMERCIO-- N.
1. andar
0 VAPOR

Finanmmce

et-. E' esperado ,dos poit-s do
i sul i no dia 256de Auxro, e
y depois da demora necesaria
seguir parao

Iliraidti. ParL fS." Thbomaz e
N*ew-Verk
P.Ra eargtipusagens, e encommendas, tracta-
se con osE
AGENTS
May forf & C.
TL 8 -. RUADOCOMJMERCIO N. 8
S.. andw ''


Esoera-se da


0 agent aeima, per mandad te assistencia do "
Dim. Sr. Dr. uixs da provedotiA, vendera enrlei-
1ao a retalho, vontade does Srs. pretendentes, a
grande pharmaeia do finade gusto Caora, A re-
querimnatto do testamentero e inventariante Jef 1
Mend e 4~4aPreitas; tfo inventario acha-se em d
ooder daeeterido ageato, a disposicao dos Ste pre-
toadeanlos.
SvWndera maie buma botica homeopa'lhica de
mediwmentos de Castelane, constando- do inven-
laxio tambem eft poder do mesmo age.te, e mais 1
meweis pertenmates ao mesmo espoko, inclusive
2M garrafas 4fe tinta para escrtevt, que serao
fendidas e urnm so lote on a r*e ho, a vontade
dos Ss. iientes.
LeiI*
DO tendas IagltAs limpas e
avarlfads
Quinta-feira 1-3 do ccrrente
A's 1"hlioras
Agate Pinto
Rua do Aem Jesus n. 43

Leilao
Dos navies detrminados baraon. Josephma e bri-
gue Damido, eom todas as suas prtencas inclu-
sive botes tal -qial sc acham ancorados neste
porto; os qftaes podem desde ji ocr eximninados
pelos pretendentes.
Quinta eira, 15 do corrente
Ao melo dia
0 igen*tu 0usmao autorisade por mandado do
Exm. Sr. .)r. juiz de direito do commecro farA
leilalo oami assistencia do mesmeo juiz pr conta e
risco de quem pertcncer dos dons navies acima
meucioalAtfs, cujo leilio teri lgar no .escriptorio
do agelttra rua do Marquez de OOindc .u. 10.


Ageatnle Brifto

LteiItio
Ie'l important armano de-amaRello envidra-
9adl ,--genero de estiva, 2 bilhares, t1 cofre de for-
me, 1o' u, maehinasde ceostnt'as, "'fitiros, 1 espui-
garfi,, fadeiras de jacanrtidA c jmco, quadivos,
jawroO, peas de madapoelcs amerieano, camizas
braneas corn peito de linho, ete, etc.
Ahinta-feira, e duo d rrente
W. 9--Na rua da Imperatrlz--N.
S-S 10 ,1 HOIJS
1';gente a~um, autoaiisado, vcit4ora a armacao e
tu& ,que existed aaqudHlle etabeletiinento proprio
,paa(gualquer geero de negocio, garantindo-se
ao-comaprador da airmace as respttivas chavs.

Leilao
f armagao enveiiseada, baloei, lustre, circa-
naramto e registrar, eandieiro, fitero, generous e
mkais pertencas da fabric de ecigasros denominada
Noc.m.o, sita A reado apcerador E. 79, em urn ou
maia totes.
Sexta-fira. 4 do .ccrrente
A's I Ibas em ponto
For:intervendo a tgenle PINVTO
a 1referida fabricaA rua do
Imperador n. .9

SLeillo da semana

Carmo-eSilTV


l xta.feira, 14 do emrenle
A's Ii toras
Meveis, lou~as, vidros, quadros, espellos, phos-
I)horos, euu6s, retroz, maehados, ehaas para fo-
',lo e muites outros artigos.
27 Traiessa do CorpoSitlo 27
1 0 --


ITmOS -VRO


Vend -w am eseravo de:lSanos ; a tratar
so caes do IRamos n. 28.
7 Vende-idiuas easas na rua -de Agas-Ver-
de usn. 30 e32 per 1:8001 ambas e umjitio nos
Afogados junto ao do Cajf, corn grande ,casa de
moradia e terenao para viveiro, per 2:006 ; ven-
oie-e-tuubeam uma puzta de 35 annos, yae en-
go inha eaL Jiem ; aru da Paz nu-
m eeis-se doUten! adi& para duas
pes*s us na ma Duquee deazxias .1 48, segutMdo

se *de m mezniuio4e 12 14 aanos
doade, eom prafies detaverna On sem ella ; na
rs doln:a irio da B09a-Vista 4. 11.
Pcisa-se de urn pempregadQ pars servigo
braq ; so depoosito do ef, A rua do Visconie
40 MOWtIL9.
::7Ke!s e do "a& 2a m.r-e ea-
Ii.g? 46 Ar n.-1 2 2 a .
:_ ,3 16 A. ..


nlJouterast de phaitada
Alfinetes de gravata em 40 u'ddeos. corumt"y
le relogio e botoes para homena, pakeira, alsti-
actes, voltas e port:s-leques pa r so- 1aas e w
inas, models bonitos a mit.*.Ao deouro ; amos-
tras na vitrina da loja A rua Nova n. 16.
A' Ventur sa A i rua do Calouga n. 16. ec
ucham A venda os rest. dos bilhetes da g -andole
loteria do Ypirangu, que se extrahira imprenri-
relmente no dia 15 de Mnarco ; e a de 20:(NX#5 da
loteria 335 A, que se extrahiri tambem no dia 15.
- Alug-E-se um gr.inde sobr.ai' na Matdalen.
(Chora Menino) on le esteve o c!le2. i- do <( r
de Jesus, tendo agiia. gaz, lustre e ara4< lefih p.1r:
o mesmo: a tractor n. r .a da Madr e d l 'vi, :.:
1" andar.

L MLUXA ,
Na run da Palma n. 4, precisn-se ,!
uma ama para o scrviVo interno c exto:rn
de uma casa de duas pessoas.

Comipra-se
Uma balanca decimal. ,lU1 nio sja. -rd- ..
que esteja cm p rfcito estado, : 1win tivr rf .
zer vender dirija-se ao pateo (1h lPaaizo 1. 1F ,. -
quiua da rua de S. Franeisco.t4

Proteslo

Agua Preta
Tenlo-se anuiunciado par um edital a arrema
tb.iao do engenho Previlegio deste term v:,
declarer que (lito) engcnho n:lo s8 achai H, e';A,
descripto no edit:l, mas de todo d t't1ri ir-i.
prestes a desabar, sem os necessairios wuten o
para a noagem,,no:m e isa,1, v, iven-l. 1-nz ,
outras coUnsasle mnecioivi n anw'i1'n". prl' "
solemn-emeinte contra pinmlhante arrm,':n ts
que tern por fim a vielai :) sagrado d:ri:.
dos seus conseuhores que slc : en ahaix, a,- -
nuado., Jose Soares Pereirs, Jose Franc;s'o d
Araujo, Vicencip. e filhos de Agniar do Til.
trosiin e6 forna declarer que Manoel Alvc- I
reira ou sous laerdeiros s,' tws-m no di-',s 'eu1aei
a parte que pertencera a asea devedov J ', F. A,
e a casa do engenho que se aehane cst ev l *5I
aSeima pintamos. Coma rendeiro e'inAfnsh'".
Francisco Fernandes BAn,,:ira.



of


Tito Augnmalto de AjlbqMeum.f
Portb C arrwir
Franeisca Maria do Sacramento Port) Cie'
Dr. Tito Augusto Porto Carreiro (ausnt,.. J',
Augusto Porto Carreiro, viuva e &iltho d fin,,
Tito Augusto de Albuquerflue Porto.) t'iarr, ir ,.
agradeeema do intuno d'aina a tojos o ,s p>,
rentes e amigos que se dignaram a'.*nu i'm1 r
esmiterio public o corpo do fallen do. c d n ,v'
os convidam para assistirem as miUsna ,e' por
sua alma seraio celebrada4 no eonvento d ,lwG
As 8 horas da manhi do dia 15 do eerrente.


A VENIUIOA

Aos4:O0O$MI



16-Rua do. abg 6
0 abaixo assiguado vebdea nos se
venturosos bilhetes garantidos Ori03
seguintes : 2 quartos corn a sorte dsle 2u
no n. 172, 1 inteiro corn a sorte de 1<00
no n. 1738, al6m do outru mais de 3 ,
16# e 8$, da loteria n. 19.
Convida aos poassuidores virmm re-
ber sem desconto aigm.
Acham-se avea& osvwt UAw
tea garantidos da loteria 20 besfici
cl" esolas prnarias do iatu2 paWfi
1ak qoe so extruviri na quint& feira, 13
do corrente.


favor
o0 iRI


* -- I-.11 ~ 5 1~


I'


I





















j^


uidores A v
do costume


Aciiamrse A venda os seus afertimados
bites garantidos da 21.* parte das loterias
a beneficio das Escolas Primarias de Ins-
t*ecto Publica (20.'), que soetk-airA na
Siuinta-feira, 13 do eorrente.
?Illcts
Inteiro 4 O
Meio 2000
Quarto 1000
NO quanUtdade malor de oI00
Inteiro *00
Meio 16750
Quarto 4875
Manoed Martins Fiusa..
Vende-se urn engenho muito bom d'agua,
copeiro, corn roda nova de ferro, moeada muito
boa, rodetas de ferro, parol e taixas de cobre,
knas de fero, distilaco montada corn agua
eorreate, estufa, casa de engenho, caldeira, pur-
gar e encauixamento de pedra e cal, assim como
urmna casa de sobrado corn muites commodos, ca-
pella, senzalla, estribaria, casa para farinha, ba-
gago, etc., tern varzeas, carregos largos, 6 ran-
de, corn muita* mattas c algumas fructeiras;
venda-se tambem a safra moves e outros objec-
toe, :dista da estaTao de S. Loureno unra legoa e
tres ao Rceife : os prctundentes dirijam-se ao
Exm. Sr. Dr. Joso Capistrano Bardeira de Mello,
i rua do Crespo n. 12.
Arados, grades e outros inslru.
ientos para preparar a terra
da acreditada fabric de
RUD. JACK PLAGWITZ-LEIPZIG
305 diplomas e medalhas durante 20 aunos de
S existencia.
Cata'o.os,'amostras e pedidos, em casa do ugen-
te Theo. Just, Corpo S nto n. 17.

Engenho
Precisa-se arrendar urnm engenho que esteja em
loas condiW'es : a tratar na rua da Companhia
Pernambucaua u. 4, armazem.

Papagaio
Do sobrado sito I rua Vidal de Negreiros n. 23,
fugio urn papagaio no dia 10 do corrente, levando
no pe nm pedacinho de corrcnte de metal ama-
rdle, tomou a direeco da rua do Padre Floriano;
quem o agarrar e quizer leval-o ao dito solrado,
sera gencrosament rocomnponsado.

Ama
Precisa-se de uma ama de boa conduct, para
cosinhar e lavar ; a tratar na trave '! ,
numero 17.

Gostlllfi
Na rua larga do Rosario n. 2G, 3 andar, pre-
eisa-se de auma costureira.

efinos e xc61si0f
wovidos ,brao ou A forca mechanica.
H. GRUSDN, BUCKAU-MAGDEBURG
Fabricante.
Especialmente adoptados para moer ccrae,
-victualhac, drogas, especiarias, preparados chi-
micos e quaesquer outros objects que se tern de
pulverisar.
Premiado 36 vezes. Innumeros attestados.
Para informaces e pedidos, diriji-n- "v Tf",r.
Just, Corpo Santo n. 17.
Agente geral de H. Gruson, Backan Magdeburg.

GLYCERATO VEGETAL
Contra esaphkefica a outz'a&: ,f
feceoes da pelle
Preparado por JoMo Antonio Martins Ao-
vaes, pkcrmnaceutico diplomado pda Fa-
culdade de Medicina da Bahia.
Este preparado, composto especialmente de
Idantas deste paiz, 6 o resultado de muito tempo
de trabalho e estudo.
Elle 6 applicado corn exito admiravel nas affcc-
<*s herpeticas, nas sarnas, frieiras, feridas chro--
nicas e em todas as molestias dc pelle.
0 seu emprego nessas molestias tern .sido sem-
pro d'um grande resultado, operando o Glycerato
Vegetal uina cura rapida da molestia, evitando a
repetigdo della.
A grande proenra que tern tido o seu autor,
b nrna prova da exccllencia deste preparado ji
6astante conhecido pelas suas virtudcs.
Em testemunho do que avancamos offerecemos
A consideracao public os attestados infra de di-
versos facultativos quo teem usa..o em sua clinica
comLrande proveito do GLYCERATO VEGE-
TA ge bern assim de pharmaceuticos e pcssoas
que elle tern feito uiso.
Mlodo de usar


Applica-se sobre a parte affectada em fric;5es
uma vez ao dia, ou peia iiahan ou ad noitc, tendo
cuidado de nlo fazer segunido cura-tlvo, scm4 tAr
am banho n'agua morna ou fria, c lavar a parte
affectada corn sabao de qualquer qualidade.
No fim de poucos dias o mal vai desapparecendo.
Outrosim, cjuanto iiaL, o mal torna-se rebolde mais
depressa o GLYCERATO VEGETAL obra corn
promptidao.
Quando o doente applicar tres ou quatro vezes,
e tornar-se a parte affeetada dorida e vermelha,
neste easo deve-se graduar as friecges para me-
nos .
Dos.
Nos casos de feridas, deve applicar-se de tres
era tires dias, on de quatro em quatro dias, a la-
var a ferda duas vezes ao dia em cosimento de
malvas.
Unico deposlto
NA
PHARMACIA E DROGARIA


DE
Bartholomeu & C.
34- RUA LARGA DO ROSAIO -


34A


nato j
bonds


ALL1A.N LATEIRl
:1.ioMltadowm^~l"

m ASTlo i I
Tern para oder, per prs~es medicos, as seorferaenp:
Tacham t:dia e e batidaegia.
Crivaes de~diveramos tUmanhos.
Rodas doe e a,4i, Meem. -
Ditas .&-uiares, idem, ide.
Varandade dfrro batido.
Ditas de dito fimdido, de lindos models.
Portas de formalha.
Bancos de ferre corn sermra circular.
Gradeamento pars jardir.
Vapores de fAora de 3, 4,; 5, 6 e3 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollcgadas de panadura.
Rodas d'agua, systems Leadro.
Encarregam-se de qulqer conertos, asentameo mchiMim3s exec
quer trabalho come erfeicopresteza.


-, --- ~n -- iv'1- mj *x A : A"a A. ^ S ^ f
S \, i X r I '0 Precisa-se de uria para easa de famnilia
U narua daPoenuha u 1o andar.
Aos 4:WOOOOlot Adelaide L*i dos S1
BIUi fl1.f NiPmlfl Q Louren9o AIves Saazar gnior, eonvida is pee.
juJJi&M i i)lftl UU soas de sua amisade e as do seu presado a"igo
ta AIlia. Sr, Libaunio Pedro dos SAntos, par$ ass1ati-
Rua do Barl. da Viie naa n. 40 rem i rn 4 a quo maada rcwr n& matNi dAworpo
e eaxaa 4e cestume Santo, as 7 1/2 horas da msna der it3do ,wnto"
0 abaixo assignado acaba de vender pelo eterno descauso de D. Adelaide. L idos
eesdSantos, idolatrada esposa ds quelle *,aya#tiro,
em seus felizes tes dousquartosdeultimamente finada em Paris.
n. 3665 corn ma sort de 4:000#"X, dous Antecipa seua agradecienetos3porTeate o3squio,
ditos n. 1649 corn a sort 800#000, e diver- prova de attenciosa eonsideraco.
SOS premios de 326900, 16#000 e 86000.
0 mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores A virem receber na conformi-
dade do costume, sem desconto algum. "
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garautidos da 21.8 part das loterias a be-
neficio das Escolas Primarias de Instruc-


.Ao Publica, (20.1), que se
quinta-feira, 13 corrente.
PREC.0S


Em


Inteiro
Meio
Quarto
por4lo
Inteiro
Meio
Quarto


extrahirA na


4^0o
448000
26000
14000
de 1i00000 para
Selma
3#500
15750
#875


Joao Joaquim da Costa Leite.


I *HI 17z

AOS 4:00O0
BILHETE 0 GAMANTED
Pra~a da Iudependen-

cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seus
felizes bilhetes garantidos a sorte de 1004
em um inteiro ns. 1490, e outras sortes
de 324, 18# e 8#, da loteria 18a que se
extrahio.
Cwavida aos possuidores A virem rece-
er sem desconto algum.
o mesmo s4aixo assignado tern exposto A
venda os seus felizes 1ilhetes garantids da
20a loteria a beneficio das escolas primarias
de instmrueo public, que se extrahira
quinta-feira, 13 de corrente.
PBilhete inteiroeea
Billiete inteiro 4A000


Meio
Quarto
Em poaio de it
elma
Bilhete inteiro
Meio


Quarto
Antonio Agusto d.


16000
4ooo para


- 34500
1#750
4875
saato Porto.


Aluga-se hbrat
A easa da Baixa Verde n. 1 B.
0 19 andar A rua do Born Jesus n. 47.
A casa n. 1 C na Baixa Verde.
A' tratar no largo do (Corpo Santo n. 19.

Na rua Nova de Santa Rita i. 18, 2 andar'
tern uma que faz todas as qtalidtades de vestidos
e, eamisas,EpormodicM o .) ,


Criado
Preeisa-se de um criado, preferido-se escravo:
arua do Duquede Caii a. 9.

VWheir'o
Prfcisa-se deon aim euro deo1 i14An",
parn taverna&; na ma do iwm& de Abwnw-
quoten. 27


Manoel Ignacio de Albuquerque
Earansb o de Ij.oed4a
Antonio Ribeiro de Albuquerque Maraniao,
sua miulher e filhos, agradecem do intimo d'&lma
a todas as pessoas que se di"namem "pai4har
os reetos mortaesate a iultmna morad, do seu
sempre lembrado irmlo, cunhado e tio, Manoel
Ignacio de Albuquerque Maraah de Lacerda ;
e de novo convidam sos parents e amigos pa"
assistirem as nmissas que tero lugar na qniatas-
feira 13 do corrente, setimo diade seu possamen-
to, na matriz da Boa-Vista, As 8 horas, por alma
do finado ; pelo que se confesam etrnamente
rrod-A0


Jo0 Ame"iuo de-tWranda
Trigesimo dia de sen passamento
Antonio Olympio Pessoa, possuido 4e grande
dor pela perda de sea nunca asas esqucido e
chorade primo e amigo, Jos6 Americo de Miranda,
manda celebrar uma missa na igreja matriz de
S. Jos6, pelo descanso eterno de sua alma, no dia
14 do corrente, As 7 horas da manha ; e pars
assistirem a este acto de religion e caridade, eon-
vida atodos os parents e amigos do meamo fina-
do, confessand.-se desde ja agradecido.


Jose Americo de lirada
TrIgesimo dia de sea passamento
Ignacio Americo de Miranda, Ildefonso Amne-
rico de Miranda, Lourengo Americo de Miranda,
Maria Emilia de Miranda Pessoa, Anna Cordeiro
de Miranda, Jo o Anatacio Cavaicante Pesso,
Jos Fortunato de Miranda, Francisco das Chagas
Cavalcante Pess6a, Annma da Camnara Pessa e
Maria da Camara Miranda, rlundamente pema-
rosos pela infausto passamento de see nunca
assas esquecido e ehorado irmul, enteado, cunhado,
subrinho e primo, Jos6 Americo.deMirand, man-
dam celebrar missas- plo descano etero de suma
almas na igresa d matri do Santo Antonio deata
cidade, matriz de Palmares pelas 8 horas do dia
14 do corrente0, 80 dia de se n fialeeimento para
cute acto de religilo e caridade convidam a todos
os parents e amfios para assistirem confessando-
s .e agradecidos. o n


XOFDNA


A nada disso o brmto se movia.

Ha sete annos que se roga ao Sr. Ig:c
Vieira de MAo w ao da cidado
N.azareth, sote auams que sed qw
pelo oamor de Dens '" --vena 'ra D
qe 0deo Cas -u. 36, e a TOaM -n


or AP


utam "ub


f PAPILLAUD


otO I
e. E


KANAU RAJWPAO

I ^I~k.TTO PO a imist-
PAAi rum.. PA


SNo elicioso pefulm e paraleno, product da
preciakr conhecida sQb o uome dePirhw.japouic
io +e de pergaencia sm egual, refre0ca o ar qua
rgio ao memo tempo ao redor da pessa qu o usa,
lWptIis que revelam distinct e elegance.


105


Lo PAt*MDO OM BISMUTtO
J M- -RB. -A*Y., Pe9umista
mmJPIg, 3Pua 4v.o -I& laMP44;im. -9v, gA^K'


p71
09URA1.,

9^ LAROZJ ^
Xarpe do.Casca do ,laaja ara'rge
a. IODURETO a" POTASSIO
WP^tADO WI&L ZVXT BW UY*flJW5 BO DSA3JL

as* awu lodureto 4;e losr. Os maits ooagaftooriace
uct4 medis d aceidt medi- o iritar a mucosa .estomag 4.w .
fParis, et o s minaracceo gasatalgicoa.
Bz RIOOx, A, ?uXOsseau. Kmi T!aiatuiH miuimdiogmaf^

it M al a++t
Nfa4M, PKoaiTieob, btinernoo05 cioni&a .~colrito
mgmg >altadg o,*aptawnef dAs famoso vsaat, moejoM

ow~~aAMO. dtamm bmsu- appasuto Iitiv, facility aab~f
pwxw es dasI6.- 4. imwaceis *maws vwmp, 4w
_11.. jha..? 4.+


^ *S1 1* 1..M*\i .,~~p. uslla^us V




Pan, LP.l~0af~tO130 Go$, armao.utr
SJ.-]P UAOZG e t


I -"


GrosdenapI~ prel*


a a
Encontra-sebom Sortinmeto e poar p unit*
eomamodos, na Fragpta Anrnonas, rea do Dawe
de Caxias n. 47.

Alp
Jobo Paes d'Oliveira pede a tod os s m dIeo.
does o favor de saldarem snas contas at e o ft
do corrente mez, do contmario publicar as
nomes, e em segnida proceder i cobana judi-
cial,

A.-t
0 abaixo assignado, tendo res"ido eta pro.
vincia & cerca de 18 annos, e tado tid
alem de outros lugares, no povoodo de
do term de Gamelleira nestes ttince da smss,
retira-se para Portugal no di a 15 do oemwte o
paquete Tamar, certo de que a &a devee mepta
praga e nem f6ra della; se por&m agu me jid-
gar se credor o procure mna de ta ivrwinto
n. 8, em casa do rs. Loureiro Nsia & C., ees
procuradores. Recife, 10 de n m de 4.
Joaquimn Ae |oaee Pri eL


Preeisa-se dew uam paws todo s ervi de ca-
sa de familiar : A tratar na s da iTnUiio n. 47-

(aixeMro
Precisa-se do urn com prAtica de hotel: atra-
tar & rua da Madre de Deaumn. 3.

Ain
Precisa-se no larCo do Srp ea to a. 19. 0 -U
dar de uma are ba Ome qws d--mu*i
cisa.

Sr. M1 rn Rampeb
Qaeiua fuer o fvor 4e vir rmad n-o
tia .U55, tratar de negoio oz nhbam
aLt


YPLANGA
3; SER=


osegeado auditdir Jfa. 7, 0 A110 a~


mmb



ums de Iidte
Prqclu-ee deumaJt aina^khts^ .' us"'*:





arir 1a, s m As.Cm .V ,
ton ILad 4 .








prox da pe"O wml a s As a" is
do ueandaui v i acet 7 doom- uft
0ia: ma a e nTmusm-



Poefavo de d am**r m deLate; a. 2






O favort rir.s rho di P M Mo


mer(a Quem quizersluar aemMea. Iwta
te 30, acM- abira do lumperador. ql- it
S T-r apst es ,
pre mdoa a..16wo








ag-ftetoes e .am" 0 e eUnB&.
Pretisa-e de umr ahra de tarnIa rm iMd
Camxias n. 2, ad rtar d Ci.1,



PreciA-se de ufea a ve;fero
do gaz. pudo p a a P










Casa e SUNi
Ado Buioga Vi-etoria, ua pb uira dek-M
menina : quet a adios, queru.aeoiibdil *,6r










o favorn sitde diriar- a nova da P eberbe. ,
he da Enruzihada : a musr m rura &I.
agradeneu4to7.
rnQuemn quaser alugar a eman .S8 11
da Unia., jwosure ag cave. um a 14.a .
3Oi rua do n maperador.

Trastes
A' tea do Imperadiira. 16 e.pr-ue, vimismI
slugs-se e troca-go,__vms S u -ado. ____
A-
Precisa-uo de nina: a tratar na tea Duqus 4.
Caxias n. 2, 1. andar.

A rma da Santa Rita n. 1, precia-lo de -
ama quo couinbe e ongoaye.
Ania
Precisa-se de nina ama ; defrosts do purt*.
do pa.___________
Casa e Sitie
Aluga-se por prec amodico urns exeetleute ass
coIR sitto, na uced ova de Bebenibe, pert da
osta~ao da Encreaillada : a trater ma rua do Em-
peridorat 2 eattoVIo,O mania a do Hatme 4dB.
Bora an. 47.


o da Ar 9 + Btaoiro
















mae.


^e se acna jft-iom-,
s a:.ve-der:

*to. do que outro
lquer, visto rece-
m directamiente.


os relogios


Todos


ndidos n'esta casa


sao garanutidos.



Para eng mmar
Precisa-se de uma ama, forra ou captiva,
,ara engommar e outros misteres de casa
e familia; no 3. andar do predio n. 42
da rua Duquo de Caxias, por cima da ty-
-dographia d'este Diario.
: Attenw;fo
.Aluga-se o 2o andar do sobrado n. 17, do largo
do Corpo Sando; a tractar no 3" andar no mesmo.
Engommadeira
SPrecisa-se corn urgencia de umna, que engomme
bernm; na rua do CabugA n. 7, 20 andar.
SLingua allema
SCor no anno proximo passado, tambem ha
neste anno cursos dessa lingua dirigidos pelo pro-
feort -Augusto Riemann de Dresden. Os senho-
-1res amantes dessa lingua aeham tudo nemse res-
peito necessario ; na rua JoAo do Rego (antiga
Florentina) n. 6.


Drogaria
..Faria Sobrinho C., droguistas por
'rua do Marquez de Olinda n. 41.


atacado,


Ama
Precisa-se de uma ama que compare e cosinhe,
para pequena family ; na rua do Marquez do
Herval n. 71.
Aluga-se
tima casa terrea corn sotao, grandes commodos,
dependencias e agua encanada : na rua do Pay-
sandu : a tratar ua rua do VI.cario n. 31.

Ama
Precisa-se de uma ama ; na rua do Visconde
de Goyanna n. 87, antiga do Mondego, para todo
servigo de uma s6 pessoa.


Rua do Cabuga n. 3
SNeste estabelecimento recebem-se mercadorias
para serem vendidas sob as condicoes seguintes :
tudo o que alli entrar pagara a respective arma-
zenagem, send generous que occupem pouco espa-
y, como fazendas, miudezas, etc. 1 112 010 por
mez ; mobilias e outros moveis 3 010 ao mez. 0
mez considera-se vencido desde a hera da entrada
Sda mercadoria, quer ella saia no dia seguinte,
quer alli se demore 30 dias; esta regra tern ap-
plicaqao aos mezes seguintes, send vencido o se-
gundo mez 24 horas depots do vcncimento do 1
mez. 0 portador da mcrcadoria receberl urn bi-
lhete assignado polo armazenario em que declara
a especie, o nome do dono e data da entrada ; este
bilhete serA urn titulo de responsabilidade do ar-
mazenario para fiel entrega do que nelle se con-
fiver, a sua vista ou A importancia dos seus va-
lores, obtidos pelas vendas em conformidade corn
as contas respectivas dadas pelo .leiloeiro. Os
valores das mercadorias para delles se tirar a por-
centagem serao aquelles, pelos quaes ellas form
S vendidas, e no caso de serem retiradas se fara
o convencionado entire as parties.
Alerta
Falsificapo e Iade polvora
L Constando-nos que em breve sera offerecida
S polvora corn a acreditada marca diamante e J no
centro, marca esta bem conhecida na provincia
por ter sido por longos annos uma marca especial
do Exm. Sr. Barao de Bemfica, provenimos aos
interessados que a verdadeira polvora por n6s fa-
bricada traz nos banrris urn clepliante estampado
,,em o qual a polvora nao 6 verdadeira.
John Hall & Son
Londres.

fDelmira C Sanl'Anna

Florista
I- Prepara corn esmero e asseto qualquer encom-
S menda concernente A sua profissao, como sejam
bouquets para noivos, bordados a ouro e eanuti-
IIhoo, flores artificiaes, bolos para baptisados e ca-
Ssamentos, variados trabalhos em cera, etc.
I Rmw do Barao da Victoria n, 40, I1
Iindar
I PERNAMBIJCO






r -MIGUEL WOLFF & C.

Participam ao res-

rotaveL Publico, que
wm't-d iim das,
B ^ ^ *111' ;;:'.*'"' ii' *.^ "^ / ^'' .. '. .', : '''- *; y *' .'.'.K .'
:'!iN:if m~r^ i el' i n iw


a eo.uwti dis-
directas
e ''t" ***1' COUL u m,*
o456rem.


vam cOmr


assen-


tes nos-enge sue ROsque, e
-mejo opareiho.no e

MAC a.Svapor traa lndo com
o fogko d6as ieto podem ser examina-
das -as que foram assentes nos engeniuhs 1e-
1em, em Timhboassu, Cucau, em Gamelleira,
Diamante em Goyanna, Pao Amarello, Ca-
mar e Lages em Itambe, Vidrao No em Pao

d'Alho, e ontros no Rio Grande do Norte e


Parahyba.
Chamam a atten io dos


Srs. agricultores


para os novos vapores que t6m recebido do
acreditado6 fabricante Robey, que se recom-
mendampelafacilidade de conduceho, assen-
tamento e economic de combustivel, deixando
de mencionar os engenhos em que os tern col-
locado, porjaterem vendido 85 para diversos
lugares, e por issoja devem ser bern conhe-
cidos.
S ao os nnicos recebedores de trilhos porta-
teis de Fowler que se tornam recommenda-
veis pela facilidade da collocaJao e por sua
duraqao.
Quanto a moendas, rodas d'agua, taxas ba-
tidas e fundidas, e todas as mais ferragens pre-
cisas a agriculture, tem sempre grande depo-
sito, send tudo da melhor qtualidade.
Vendem a Drazo ou a dinheiro com des-


conto.


FUNDICAO DO BOW-MAN


RUA DO BRUM N. 62

PASSANIO 0 GHAFARIZ
Offerece vantagens para as eneommendas
de apparelhos aperfei oados de fazer assu-
car, pelas suas relaIoes directas, e pelo bom
exito dos apparelhos que tern montado nos
engenhos IUnussu', Sao Salvador, Maciape e
Mussu', onde, corn urn dispendio tanto menor
que nejn se compare corn alguns dos que por
ahi se tern feito, tem-se obtido resultados iguaes
senao superiores, em vulto de produ'ao, qua-
lidade, e preco de venda.
Chama a atteniao aos melhoramentos para
eeonomia de combustivel que tern introduzido
nos engenhos Pereirinha, Arara e Orai desta
provincia, e Boa Vista de Maraugape, aonde
corn o fogo ,do assets se produz o va-
por neccssano para a osm.
Em moendas, rodas /lag vaporeS e eodo o
maebbl c*M' fw eS p eligem

nho ter t vda rmk. serfivioafo d m]ew-


$4. .
Jeuf da Crus.
A J. >


Oi ee-ue umrn ehora de boa conduct para
tOawr Oatade amaears'deohoinem solteiro, su-
geita)&-ae a todotrabalho de ports a dentro:
a tatar ua rua Direita u, 123.


ade mu tavertu nA fregaezia de
A nhgar denominado Barro, entrada
doU n. 149, ben sortida e afreguezada ; a
tratar "a B mema.


IN


0 uen Elegaate.recebeu o qne ha de mais
Undo m forces ie cores e preta,- e estA vendendo
muitl barato ; na rua do Bargo da Victoria nu-
fltero ie.
Boa acquisi1ao
Vende-se o grande restaurant Bairrada, sito A
rua da Madre de Deus n. 36, o10 andar, bem mon-
tado e muito afreguezado, como se prova ra-
tar no memo.

Ataduras de couro
Para livrost papeis e embrulhos, cousa util, a
800 e 100A0 ; no Museu Elegante, A rua do Ba-
rao da Victoria n. 12.

Para miWo
No Museu Elegante os encontrarao apreciadores
do bom e bell um magnifico sortimen to de objec-
tos de electroplate, proprios para mirmosear, e
tambem colherc3 para chiA e sopa, garfos, cops,
tagas, tudo do melhor fabricante americano Red
Baston : na rua do Barbo da Victoria n. 12.
Caixeiro
Precisa-se de um de 10 A 14 annos de idade
Tdetenha pratica de molhados: A rua do Duque'
nequs xCaa22, (antiga das Cruzes.

RARANTIA DO CABELLO

STSE E VERA
Chegou nova re-
messa para a Livraria
Franceza, rua 1. de
Marco, n. 9.


TNCOO DEPOSIT
Prepo 800 reis.


Engenho
Vende-se o engenho Cavaco, do term d'Agua-
Preta, A margem do rio Jacuipe e da estrada de
rodagem do Sertlozinho A Palmares, d'onde dista
6 legpas; cour bastante varzea, area equivalent a
um quadrado de 775 bracas de lado, e de facillima
eomstmcqo.A para moer corn agua: A tractar na
Praa. do Maurm-ity n. 2, em Palminares, ou no refe-
rido engenho corn o seu possuidor.
Quaresma
0 Uuzeo Elegante fi rua do Barao
da Victoria n. 12
esta vendendo por preqo modico diversos artigos
pretos, oemo sejam : franjas corn e sem vidrilhos,
bicos corn vidrilhos, luvas de seda, retroz e peili-
ca, e uma infinidade de bicos novos para enfei-
tar vestidos.

Loja de fazendas e modas


DE
ENEAS AMERICO DE MEDEIROS
Rua do Barao da Victoria n. 2
Grandes novidades em fazendas finals a precos
fixes e scm competencia
Entre os bellissimos artigos que se encontr
neste acreditado estabelncimento, faz-se notar os
preios dos .seguintes, para causar admiraao :
Las meseladas, fazenda larga, covado, rs. 400
Ditas listradas, tazcnda de grande effeito
covado, Irs. 500
Ditas lisas, fazenda vistosa, covado 640
Ditas de flores, padres muito novos,
covado, rs. 640
Setinetas estampadas, fazenda larga e
de gosto, covado, rs. 400
Tecidos do 1a e seda, lindos desenhos,
covado, rs. 750
Ditos idem, corn desenhos em xadrez,


covado, rs. 800
Alpaca de cores, lavrada de seda, com "
lindissimos padres, proprios para
NOIVAS, covado, rs. 800
Ninon de Lenclos, fazenda de finissime
gosto, covado 500
Toile d'alsase, desenhos deliciosos, cm
ramagens, covado 500
Zephyres em lindos cortes, acompanhados
de bordados, o qua p6de hayer de mats
delieiosamente poetico, cada c6rte 20A000
Velludilho lavrado, covado 24000
FustSos brancos de differences desenhos
e qualidades, o csvado, rs. a500, 700 e 900
Ditos estampados, covado 700
Alem destas fazendas, que se garante muito
agradar a omundo elegant da nossa capital, ain-
da se acham no mesmo estabeleeimento muitas
outras fazendas finas, como sejam:
Damasses lavrados
Lavantines
Cachimires
Merin6s
Organdyline, etc., ete.
e muitos outros artigos de mods, eomo:
Leques (desde 5, at 600 cada urn).
Fichus de- 11a e de seda
Saidas de aile, chapeos par a senhora, de pa-
lbs ingleza.
Eflpamtilboa.
Custumes para meninos, decle 3 atm 9 anos,
eet., etO. .. -


Ntee I
*w a;


o ortimetto decai-
mona quo podera trm-
beledimeto de


I..


erco, as quaes venaetmos por
pesoel par chamados em casa
A SAI :


Lindas baptitas com bars a 240 rs. o covado.
Yustie# bordados brancos a 440 rs. o dito.-
Setinetas damasses, gostos novos, a 600 e 640
x6i& *'
Rieos padres em novas popelinas de s9da a
I% o dito.
Superior merino preto, 2 larguras, a 1200
S r6s de naple de s&da pura a 2A000 c 2A500 o
dito.
Setins pretos e de todas as cores a 1$500 o dito
Popelina branca de soda a 800 vs. o dito.
Casemiras diagonal a 2J400 e 2c800 o dito.
Leques de plums, modernos, a 54000, aproveai-


N. 40-


DAtA
fj d4

"BA


Calcas de mo nea io, padro dam. e ce.
curos muito.b"m fgita e emifa I
nao desbota a 2M0 e
Ditas de cazemiras de l trinuhs e qu-
drinhos, fazenda muito boa e quo
lava, a
Ditas do cazemira prcta, fazenda mift
boa, de 6,500 ate
Paletots de cazemira nmuto boa, liza e do
listrinhas, a
Dit.s da nit ,iia fazcia frralos, a
Ditos de cuz'.inra: c-cunras, bastante es-
coqpadas, a
DitLcs da mesmia fazenda forradose c tni-


am

NOW
iom
fS-


tern I.... t s l ic n ii i Espartilhos de couraga a 54000. DiuJs do cazzteira assetlada a 5!-;
Panaos de crochets para cadeiras a 1, 200, e so- Ditco de flanil a Yzl, sendo fzenda qv -
fS 21W00. du.;o desbota a d
Guardanapos de linho, superiores, a 33500 a Dis de ca;cnira rrta deor.1.
duzia. 1a gonal, -udo mnit.) l r;. f.;t.
- Lengos de seda corn lettras a 3,500 a dita. 10.-0s e ,.
~So-' Uns do'e W-770.
Idem brancos de linho cm caixinhas a 2%55. a '
Fichus de cores e pretos a 3.000 urn. ... '-
Cortinados bordados a 6500 o par, 6 barato 1 cnl e
Saias bordadas, lindas, a 34500 c 064000. m ov c
Toalhas felpudas para banho a 12;3 a duzia .sn ..par ,: ;!in!,,, ,On" 6 -
Idem de labyrinth as melhores qu e teem vindc L '"r,: i. Iil 1 t -
Magnificas rAdes da Bahim a apreqo commodo. I',1 qj ..". 'r<, ito razov"-l
Chales decasemira, corn defeito, a 35000 urn. : ,ito.' 'r *,l.,loi .m 1r
Flanella preta ingleza para palitots a 3 50U0 o 0 :a ,ei ,'-i:' '1. -' rrirs.
covado. o, andi
Bramante francez, 4 larguras, pura leunocs, a a' Ii 7i
1X000 e 1400 o metro. 1...
Cobertas de gang, forradas, a 25500. 0
Colchas franeezas de c6res a 3010u. T -0
Len6oes de bramante para cama ie cba a -.. ja do
2;00. 0 1'-'i ;. Il V .-ta
Madapolao Boa-Vista corn 24 yard a, G.2 a V:1.'n20 c ,li .:::;. :.:eoil o ,. &' IE;. -
pega. r', 1 :. : f' "
Algodoes largos 4A000 e 40500 a dita. leve. propria p-ri c.:.l-, 'pli,'.; c ,:t, .;. j
Cortes de meia casemira inglcza liia a 4c500 e barrio preo ,, 1' t3 oa c.-.',, (h m,:ui'.!o-.-.
79000. f&VLr 4ostuiL d;' P..,,, ."1, ,,."t,. sJi- : -4
E outros muitos artigos que scrao leiibraidos i5,'ii c d i .: !'," :" L::<' t' -i h
comn a presanca des dignos leitorcs. 1luj':L ( ctUS(ini. 4 < ,, ,:1: ).Q- ivritiri...
Sempre que forem as vendas cm grosuo, daminos -W4 0"':h j
desconto. II j 1 t Il S
Carneliro da Cunha & -- --
59-RUA DUQUE DE CA-XIA' 5
Vende-se terrenos para e; .... *
v r r T ^ t i ,*',. ..* ,,.,iii ;(-!t :, ;' h i, 1.'. :, t i 'L, L : : ,* 1 ..''; : *
Na rua da Concordia n. G2. cern f, :' -.',, ,, .
para a Casa de Detenuco, cmja frclc to:'Ict! .
de largura 100 palnos c 430 d u ("'C .... -1::: t V1
ate a rua da Concordia, na iual tcmdc f c,-l -3ll()( f,
frente 235. L 1 1"'.
Confronte a este tern outro, cJ fu1.. .. .i..'.. ." .
deita para a rua da Palma; cst-s tci .... ....t ,'" :. :, .
nos vendem-se no todo ou ci partos. pa r x ....,,. ; ..t ,.. ... .
Os pretendentes queiramn dirig.'--oc. ... .
proprietario da Casa de Bauih: 20 r. ... '. .
do Carmo. T"i n 'inn i in


Pechiicelha

Cal nova de Ltsb(
Para engenhos
Desearregada hontem do vapor 3<, 7. :
dc-se por mcnos quc cm outra qulj,:r lia
Em porciio so faz dpconio
Deposito u : no armanzezi. t :
Madre de Deus v.


FarinhaLac ta
Nos primeiros mezes a all.'o 1,.::a
natural e apropriada para allmeniar a (r:I:;:-
9a de peito 6 o proprio leite infit-nCi, o m .ia p
em caso de necessidade deve :s C :?-al,'N",
do pela
FARINHALACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adopt r f -
nha Lactea como poderoso cl,-ut ..-
trictivo para a infancia ; diiw ;u-s i:,i-
cos do Brasil e da Emuropa r,. .
ser A do Dr. FRERICHS a i:l '
genero.
Deve-se pois evitar coniiar o iihi:' o
uma pessoa estranlia c de c.',y ,' "", -
nao conheeido muitas vezc- c
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira .'m L"
do Dr. Frerichs:
55 -RUA DO IMPERADOR 5-
Estabelecimento de musics c .,',.., ,
tor )Pri6d e


Fazenida

Para vestli
Setinetas lisas c lavra -, fd.. ...
core. e lavrores o mnas hoIruit.
vindo so mercado a 500 rs. e
Ditas muito bonitas, corn barras hL:-r:, o
estreitas, covado
GorgorSos bonitos de l:, lavrada., i;i.
vestidos, tendon do todas as core, co-
vado


Merin6s de umr s6 c6r, tcndo dco tul i t-
cores, fazenda de gosto, covado f:;
Alpacas lisas, tend de todas as cor:': ;,
Fustus brancos, proprios para vei.'lc.s c
roupas d e crihnas, de 4-110 rs.. 500 o cl'
Cretones corn barra, seado claras c cseura-
covado a 400e 5
Ditos sem barra e muito encorpados, pro.
prios para vestidos, camisas e roupas do
crian~as, covado a 360, 400 e 500
Chitas, grande sort'mento de chitas claras
e escurmas, de cores fixas, de 200, 240 at6 400
Mariposas, as mais lindas mariposas que
tern vindo ao mercado, com desenhos mii-
dinhos, co0 ado c. GOOi
Baptistes corn delicados desenhos miudi- I
nhos e graudos, assim como lisas 20v
Cambraias brancas tapadas e transparentes
com 8 jardas a peMa 3o000
Ditas mmito finas, tanto tapadas como
transparentes, tendon 10jardas cada peqa,
a 4A, 4*500, 5A e t 7ea000
Espartilhos muito modernos para senhoras 5bO00
Ditos muito bemrn feitos para meuinas 4*000
Chale, grande sortimento de chales, t.nto
de l1 como de gorgormo e casemira, de
1$, 2,3;W ate 8000
Do todaW et famedas soe do amostras corn
penhor, us lp doab teiros da Boa-Vista, es
quina d&b9O 4. 0 'e ajFign .
s doe coresm


bllIiUm it IUU 11M)
itt ]) :',- "" .1 l: -,, i-i ,' .*. :
I : .--.i ; ;. ]( .. ) -i. I: 0,
(''" T 'I, r i. 1';: I .pri ,, ': ..,.'. '. ti

d S.. ",rr('ir' -.
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0 51 sa 17 :i 4


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I(UC II VO 114
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0 Peidro Aiitui. o C. tam"lin acaha d, -
.ei" iJ.. t,.' Sn ji.., S' dp -s( l e da('l i cm v i ll,'t .I'. -
iunelto, largo c cstreit '. G3---I:a I) i ,: .-.: <"'-
E' precise andar a par
DOS cintf.' r, oh'n,- n '! L4,b 2 -, I'(:-1' *%-.
tunes & C. 63-Rua do lDvlne do Caxias-- ?
EsperanUa.

0 t oi6 0' iI
Oa tereoserosmiosquem vende? 0Peso Aw-
tunes & C., e sti vende mito pr oer tm
de quaresma. 63-2a do DNmu de Cintima
Voiedarde ci eulftdo pmr homev, abm it
receber o Pcdro AAtmes & C. 3-rm du 4D-
que de Caxia.-NK6v Fupeax .
Luvas freeas depellies, brhouses, pets e d
res. 0 Pedro Antime a C. tem *v .m
Daque de Cai.


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iperstriz n. 40, temn
,pemira de'cores,
vendem a 20M0,
,osokmes, por pre-
.otero twibetiiam
Ira e pannoe fmo
em so Mawti~j e
Twmdeoam


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^^ 4UtXI& 1 i(ii4Yltpi ijuli i
7O~ nzo trari T-efctv mpetio no cajrwna-
olio. fwl'va~ei wum logan r oude so encon-
trevant quatro. argas alida use UM aes
podia'-e pasar sob abobadas de verana.,
A baroneza menrguhon 0 olhar em cads
n uma das -alamiedas, 'at6 onde a vista pode
S alcanpar. NKo viw niagaem. Poi6m' ou-
:^, trash &lamedas crtzavan as primoiras;
I, Henriqueta poderia achar- n em algum.a
das transversaes. A baroneza deu uns
*lrinta passes e chamoun:
; !fem -- nriqueta, Honriqueta!
SSua voz passou, vibrate, atravez da
folhagem, espalhando-so ao long ; porn
s6 -o 6co do bosque respondeu-lhe. Ella
esperou umninstauto, e chamou de novo.
-- Henriqueta, Henriqueta!
S Como da primeira vez, o som de sua
S voz foi devolvido polo 6eco, e nada mais.
Entretanto, murmurou ella, Henri-
queta n~o ha de tor so afastado muito.
Um sorriso porpassou-lhe polos labios.
5 JA nao esta no parque, proseguiu
ella; emquanto estbu procurando-a c cha-
mnando-a aqui, ella ji voltou para o cas-
tello.
A pobro m iti estava a cemn leguas do
suspeitar a verdade. Corn passo love,
tornou ao caminho do castello. Interroga-
dos de novo, os criados respondoram quo
Mile. Henriqueta ainda nao entrara.
E' singular! fallout a baroneza, co-
megando a inquietar-se. 'Ha mais de uma
hora que ella sahiu... Onide estarA, Deuns
men ? Onde terA iella ido ? Depressa,
depressa, procurem-na por toda a parte.
A criadagem dispunha-se a correr em
J-ot"das as diroc9oes, quando appareceu o
criaao .e quarto do bargo. Ouvira a or-
dem da baroneza.
E' inutil procurar Mile. Henriqueta,
dibse el"e em voz lenta e grave, nao achal-
a-hbo.
Heim? disse a baroneza, ficando hor-
rivelmente pallida, que quer dizer?
Mile. de Simaise partiu corn seu
psi.
-- Partiu, minha filha partiu.. corn
sou pai ?
Sim, Sra baroneza.
Para onde foram elles, diga, pars
onde foram elles ? Sabo ? perguntou offe-
gante, desvairada.
0 Sr. barao leva Mile. Itenriquota
pars Paris.
0 efflito produzido por takes palavras foi
fulminante.
Ah que miseravel! exclmou a ba-
roneza corn voz rouaes, estrangulada tomou-
me a minha filha, roubou-me a minha fi-
lha !
Quiz fallar ainda; mas som nenhum po-
de sahir-lhe da garganta; viram-lhe apenas
mover os labios azulados. As feiOes con-
trahiram-se-lhe, as narinas tremeram-lhe,
as pupillas dilataram-se, depois cambaleou,
cahiu como urma massa, fazendo ouvir um
estertor- de agonia, e ficou estendida sem
movimento, como morta.
levantaram-ano mesmino instant, e trans-
p3rtaram-a para a saleta, onde duas cria-
das de quarto apressaramn-se em tratar
d'ella.
Passado um quarto de hora, ella tornou
a si.
Entio a infeliz senhora rompou em so-
luios dilaceradores ; horriveis espasmos os-
tortegavam-lhe o peito, os membros. A
crises foi longs, dolorosa, pungente.
Quando sentiu-se nm pouco melhor, man-
dou chamar Frederico. Este esperava na
ante-camara corn os outros criados cons-
ternados. Entrou logo, coen os olhos in-
quietos. A baroneza fez um signal as
suas criadas, que se retiraram.
Voce nio se chama Fredorico, dissc

FOLHETIE


PECCXDOS YENIES


POR


It go GmoRrocoIt


SEGUNDA PART


(Continua lo do n. 58)


A partida


A eorrespondeucia vai dirigida a Vi-
tremont ?
-Vai.
a *- Poit bern, recommended ao sea anr-
rendatario que, se alguem o for proc.rar
Ihe digas que foi faze urma pequena via-
gem p es povoaeso da comarca, e quo
Ihe made a correspoildelia para oude
estivermos. A reoposts carts I oree-
ber, envie-a parParis mettida numr so-
brencnipto, e o sou fiea 1 e1 aogado terao
cuidmwlad a bitr so io ; d!oste te
doostA emu Apuvf6raul' -


Zn ,l oat? ^ ,^ -1 !:^ ( ^ *-:d e 1.:' ? 1 ^ ^ *-:1:11
n40e -mo avison i4s,-,zm ot hAle do ma-
Emi Erimd-ipetw gan, semvhaei ra ro-
za, hontemn e hoj6 do tamm -eiesnmo
dez. rainutos jt$ea do rapt.-de Me Hari-
quota, euo ea daeaabia., Advinhara queo
otte estava machine alsguma ,cousa; po-
rn o que ? Por excesso de prucdeneia,
pois uao creio que elle desawfie do nuim,
o Sr. bareo julgava ever fazer as- cousas
s6. Portant, repitollie, senhora baronoza,
do nada sabia. "Mas se ftivosse sabido al-
guma ceousa, ou por tel- adivinhalo ou
porque o Sr. barito me tomnasse parma con-
fidente, eu nio te!-a-hia prevenido.
Porque ?
Porque devo limitar-me estreitamen-
to A missAo que me foi confiada. Davo,
quaato possivel, tubo ver e ouvir tudo;
mas doixar fazor tude, nada iimpedir. 0
Sr. Lagarde quer absolutamento que eou
fique junto do Sr. bario; portanto, dovevo
ecuidar de nada dizer, nada fazeor, que pos-
sa motivar a minha despedida.
Sim, comprahendo, murmurou a ba-
roncza.


Conformnando-inme corn as ordens quo
recebi, continuous Landry, vigiei o Sr. de
Simaise. Hontem nao segui-o, mas sei
que foi a Epinal. 0 que fez per IA, sou-
be-o ha ponco, verondo o carro puchado por-
dous cavallos, em que leou.o Mile. Henri-
quota. Hoje elle levantou-se deo madru-
gada, quando todo mundo dormia ainda no
castello. Levantei-me ao mesmo tempo
que elle. Pelos seus gestos e polo ar, com-
prehendi que nao se afastaria de Vancourt.
Do feito, foi s6 a Harevillo, onde almogou
em urma vends. Depois voltou e paseou
no caminho qcue beirs o muro, onde conswr-
vou-se escondido nas moitas do parque,
osperando o moment de por o seu projec-
to em execun9go. Mile. Henriqueta tor-
nou-lhe a cousa facil, vindo infelizmente
passear no parque. Sob pretexto de urma
conversawAo intima e de um passeio, o Sr.
barge offereceu o brago a Mile. Henriqueta
o levou-a a urma ports do parque, que pre-
cedentemente abrira. 0 carro estava a
alguns passes. Quanto tempo havia que
esperava? Nao posse dizel-o. Emquanto
o Sr. barmo arrastava a filha pars o carro,
metti-me junto ao muro e assim foi quo as-
sisti A scena do rapto.
Entio ouvio, vieo?
Ouvi, sobretudo Sra. baroneza; sen-
do o muro bastinto elevado, era-medif-
ficil ver.
Ent3o Mile. de Simaise seguio o pai
voluntariamente ? perguntou a baroneza em
voz hesitant.
Nao, senhora. 0 Sr. barao raptou
a filha corn violencia.
Ah! suspirou ella, come so tivesse
experimentado umn allivio. E ousou-o,
aquelle desgragado ousou-o...
A luta foi assAs longsa! Nao, respon-
dia semnipre Mile. Henriqueta, nao, na'o
quero deixar a minha maI I
A baroneza levontou-se corn os olhos
lagrimosos.
Ahi! exclamou, elle nio ha de rou-
bar-me o coragAo da minha filha. -
Mile. Henriqueta pedio, supplicou,
chorou: ate cahio de joelhos gritanto-he:
perdao, perda-o!
Que miseravel!
Nerm as supplicas, non as lagrimas
tacaram-n'o.
Minha pobre filha, pobre da minha
filiha!
Elle tomnou-a nos bragos e metteu-a
no carro.
E' mostruoso, 6 infame!


tes desejos da minha amiga obrigaram-n'o
a dar uma tregua aos seuas incessantes af-
fazeres, e partimos juntos, para ir tomar os
saudaveis ares da fronteira hespanhola. A
pobre rapariga aereditarA do boa f6, e nao
poderA saber o duplo fim da nossa viagem...
Vamos, a caminho.
EstA dito.
E, pondo-se de pe, acerescentou:
Previna-a do mode que julgar mais
convenient, porque nuo tardarei em star
de volta.
A banqueira appareceu A part no mo-
mento em que Cantelou is sahir.
OlA! olA! Quer escapulir-se ? Isso
prova que nao Ihe fez mal o nosso jantar
de hontem.
Pelo contrario, minha querida; o teu
jantar de hontem ha de dar-me, segundo
ereio, mui felizes resultados.
S Pois como ? -perguntou corn a mais
perfeita csndidez a bauqueira.
0 tempo urge ; e nlo posse andar
aos teus dosejos; mas a tua amiga Victo-
ria, quo conhice os meus propositos, t'os
referira, e n'ele verAs mais uma prova do
immense earinho que te professo. Adeus,
miima qerida; dsntro de quatro horas
estarei de volta.
A banqueirs ovroceu a cara ao velho,
quo depositou u'eta um boijo; e, ao vel-o
tropegar ao sahir da port, murmaurou em
,z baixa""
Assim Wto mattin, velko sanaiguiga I'
E, ;ocrrq"tdo ld do Them% acores-


T f- eot.w* tn&s 4 6 s- -tiha'


d ry: -
brigada, men amigo, dise ella,
obriada. Vo# vai -escrover -. Sr. La-

Sim, senhora, e minha ak, irk hoje
A uoitei or
SIfore-o -born 4e quamto-, -assou-se
aqni; eu nao toeria forgl a ata&to, Diga-
Ihe tambain em qu -,Me vio; sim,
diga-lhe que depois do t er eia -ais win-
feliz das mulTeres, a baroneza deoSimae
Sagora a maia infeliz das mrisI ,
Landry incdinoa-se, prestos a retirar-se.
Ainda uima palavra, meu amigo, con-
tinuou A baroneza: sou ama, o barao deu-
Ihe ordem de ir ter co:n elle em Pairis?
0 Sr. barito nada me disse, miniaha sa-
nhora, mas corn corteza reccberei amanhA
uina carts d'ello, dando-me suas instruct.
coes. -
Landry, voc5 velarA por minha fi-
lha, mio 6?
Eu voelarei, sonhora baroneza, mas
fique descangada, o Sr. Lagarle velarA
tambem.
E Landry deixon a Sra. de Simaise pars
ir escrever unn relatorio.
Ficando s6, a baroneza ajoelhou-so e
juntou as mahs!
Meu D3us, disse ella, tend compai-
xao. de meus filhos, tend e compaixibo de
mim! Achais que ainda nao soffri bas-
tante, pois quo me fazeis soffrer ainda?!
Preservai minha filha, meu Deus, preser-
vai-a, e que sempre todas as d6res sejam
s6 pars mim.
XHI


Davam etde horas da manaWv no Cha-
tou. Uin carro puxado por eYzcellente ca-
vallo de raga paNou A margem do Sons,
diante da casa sombreada de is w onde
havia perto de trmes amunos que o Dr. Le-
gendre tratava da pobre Joanna Vaiftuad.
0 cocheiro mal tivera tempo de doscer da
bol6a e abrir a portinota da cale4 quan-
do abrio-se a port do chacaram e ap "re
ceu o doutor dando o bravo a Joanma.
Atraz d'elles, a criada trasia urma posad.
baagomu; mas o doctor no- a lovaiv ; ella
devia apenas acompanhar ou viajantos atW
o carroe.
A despeito da doen9a, Joanna nada per--
dera de oaa belleza; apesy de sua pafi--
dez e da expressbo melancdoica de suaw
physionomia, estava arrebatndora em su&.
fresca toilette do primavera.
Emquanto' o cocheiro arrummva a bags-
gem na bol*, o doutor fez Joanna subir
para o carro. Dissera-lhe:
Vamos nois dous dar um nRasqio.
Ella parecia encantada corn ist.
0 doutor cellocou-se ao lido, 'Antes,
de fechar a portinhola, disse oriada:
Nao esquag nem uma da& -iinhas
recominmendaVes,;. tenha o maior dd svello.
corn a minha pensionista, duranie-a minha.
ausencia, que espero seja apenas-do alguns.
dias; as portas. devem ficar fechadas para,
todo o mundo. E.' precise que a senhora
que deixo nao. possa communicar corn nin-
guem. N'cste ponto a prohibivao 6:abso-
luta.
Tendo a mnlher renovado a pi'omnessa do
seguir A risca, as instrugoes de- seu amno
este fechou aP portinhola, dizendo ao co-
nhe'iro :
Vanmos.
Assim, senu qne provavelmente soubes,
se-o o Sr. Lagarde, recebera o Dr.. Le-
gendre uma pensionista na casa de CU7
tou, ulna mulher que elle afatava do
mundo que escondia a todas as vistas.
Seria segunda doente confiada a sous
cuidados, ao seu saber? De neanhum


de marmnoro come tu ; o meu cora-loo e
ainda sensivel e...
Vais agora fazer-te- sentimental?-
Nato, mas...
Vamos, cala-te, que, quaAdo, muito
dentro de quinze dias, voltares a P-aris,
tornada millionaria,, os que ehoram a tuna
brusca ausencia saberlo perdoar-te.
Mas que diacho do eeIredo. & este ?
Queres, segundo parece, assassinar Foa--
tac, o mais depressa possivetl; e compro-
mottes-te a dar cabo do cura sendo o ve-
Iho avarento o unico object das uossas
iras.., EJnforquem-me, se eu entedo!"
Que import que tu nao o entendas,
so entendo eu, quo hei do dar o golpe?...
Nbo esquegas que para Cantolou nada sa-
bes de quanto to dissea e mostra-te aos
seous olhos tio feliz e countente, como con-
trahida te achas pela tua actual situasoo.
Tudo isto 6 indispensavel para o consegui-
mento da nossa empreza.
Ah! Thereza come flzeste mal em
naoe ouvir hontem os meus conselhos Nun-
ca teo propicia, nem tilo commoda ooca-
sio se offeroceroa snossos designWi..
Sim; s6 tinha um inconvaeonte, e
era que a estas horas ambas estariamos na
Conciergene, cousa que a diw a verdade,
numca foi do meu agirado,.. Fagamos a
ta bagagem.
-Eaatna? I
Servir-me-hei do que for tsu.
l- S a* idea!. Quanto temos
ue nos iu ir uta do pobre velho I
;maiar deficla que' BO cmmttnae n'ei-,
to munA0o fi 0 &d no a uma da
outra. quop*rb', bv2
^^-t l-NU h ml pr *,I :!oVe


E' uMia po"re dtamte que paseia.
Dove, etar tisica. Tlo moga, tao
bonita e morras.. Qh'i pena!
- Talvez esiteja apenat anemica.
E! o meao, no',ha de ir long, co&
tadinha; vai-se embora no outono cons a
'queda das folha s
Ninguem sea"jitava que a doen9a de
'Joanna fosse a lbucura.
SContinuavam::
S- Este sen o'- condewora&o deve ser o
a dells.
S--E' corn cerm-za, estA so vendo.. Ve-
,com que solitude elle ve a'peor ella;
jito sim, 6 que &affe lo e termura.
I Causa-me 16 aquelle pai infeliz;
sinto que em breve nuo terA numis sua filha
pars amar.
Nesto memento- Jbanna vokton-se rara
Io Sr. Lgarde, e-disse em mtam vuz do-
lente:


disse


Estou corn mutita sede.
Vou dar-lhe-jA do beber;,msu: bern,
o doutor.


Sem preccupar-se corn os olhares que
seguiam-o, abrio a mala, que- estava aos
seus p6s, tomou um copo, no qua despe-
jou urn pouco de volho Bordaaux e agua ;
desarrolhou uma garrafinha, contendo um
liquid amarellado). que misitrourse corn
aagua e o vinho, cahindo no copo gotta
_tta.
g-ifazendo os pretarativos, necessarios pars
m viagem, e tornomos a oecipar-nos do -ia-
codAe de Fontac.
0 trem, a quo Alfceda subio corn Ors-
chordoqui, parour perto do Luxemburgp, e
o mogo vasconro foi bater A grade da casa
do abbade de Brionne.
Poucos mementos depois apresentou-se
Ursula corn unm candieiro na mao, e, sem
abrir a canoella, eataolou corn o recem-
chegad-o-e geguinte dialogo :
0 senior de Srionne estA em casa ?
Ni, senhor; que lhe queria?
Qweria qua viesso aaastir a ura
doente, que julga chegado .oa ultimos mo-
mentos, e charaa sem ceswr pelo santo
prelado. -,


Ai senhor, chegou maito tarde!
0 men beom amo ha dws horas quoe sahio
de Paris usna direebo de Bordeus, e nlo
posse portanto servd-o... Dia-se.s ao se-
hor Galinier, vigario de S. Sulpicio, que
4ie, A falta do conego, pl;ara satiafazer
os seus desejos.
Comtudo, ha muits difTebrona entire
um e outro. -
Quo qaer l Men amo nto estA em
catsa,juro-'o!
Bas noites, minha senhora.
Boas noitos,- repetio Ursula.
Partiram! disae o conttabadita,
novamenute ao lado do vieoande* -
PouwoA mmeb tos epoia,- o memo trom
paran -A porta. do camdoe8u i"u oes;


pw~iso egua-b.B
aluuma droga'receita&
afim de preivenir uma


Tambezl, $ do ...co. peia
~44ie 'Dr~ attl u pre
l~ttirni^^^ :'deum iito Por1
ila i.n~0ero e oxier;ava-a o mms raro
Comprehende-se agora eom que cuido
ds devia cercar aquela mulher, e todo
as preeauges que tomava pars i"ppedir
que tivesse relaoes corn possesoas etra-
uhas.
" A's 8 horas e .50 minptos, entrava no
pateo da estalo -de L6ste o carro que
viera buscar o Dr. Legendre e Joanna
em Chatou. Apoando-se, o doutor mos-
tron um bilhete de locagno do um coupS
inteiro, reservado pqa transportar dous
viajantes de Pariz a Nancy e de Nancy a
Epinal. -
Venha, senhor, venha, senhora; dis-
se o agent ; You immediatamente condu-
zil-os ao trem; estarlo melhor no sen
coupe do que na sala de espera. 0 trem
part as 9 horas e 15 minutes! s6 terto
de esperar 20 minutes.
0 doutos comprimentou o cocheiro corn
um movimento de cabe9m, tomnou o brauo
de Joanna, admirada do baralho e do mo-
vimento que havia em roda, e seguiram o
competent empregado.
0 trajecto do Pariz a Nancy fez-so
sem incident. 0 Sr. Logendre c Joanna,
cada qual no sea canto, trocaram apenas
algumas palavras. 0 doutor abrio um
compartimento da mala contend p1o,
vinho, agua, urna gallinha cortada, pAos
de cocholate e does: era indicar a JOan-
pa quo poderia comer quando tivesse fo-
me beber so cstivesse corn sede.
A moga muitas vezcs chegava a cabega
A portinhola, olhando as paisagens que
passavarm-lhe rapidamenfe pelos olhos e
sauccediam-se sem cessar. Por vezes us-
capava-Ihe urma exclamala. Via arvo-
re&, moitas, casas que paieciam corner,
sulcos arados, que pareciamr rodar e di-
vertia-se corn isso como uma crian9a.
]Eu Nancy foi necessario esperar urnsma
hora antes do stir pars o trem (d'e Epi-
nal. Nossos viajantes entraranr pars a
sala deo eapera, ede havia muitiv gente.
A beBJxz de' Joma attrahia tedes os
olhares ; examuinwm-na cuidadoamwente
e tambein eom m intewse; sua pallidew- seus
olhos amortweidos,- sw tristeza, seu aor Ian-
guido e doentio fawiau nascer um senti-
mente de profunda cwmnpaixao. Diziam
baixinho:


na vasconqa& per. am kepis iniez ; e era
n'elle admiravel'ra elegancia e desenvoltura
comn que ves aquelle fato,, sem que o seu
rosto varonil perdesse cousa alguma corn
semelhante etamorphose,.
S--Fizeao-nos esperar? perguatou
Orochordoc.i.
N.o; ha apenas 'ainte minutes, que
ostou aqui, porque me foi precise muito
tempo para arranjar eavallos, alfaiAt e tn-
do o mais precise.
K, dirigimdo-se a% visconde, ciw olhava
para elio corn estranheza, pergutou :
.--Meu caro Fontac, tenha a bo44de
de passar ao gainete immediate o a en-
oontrarA um improvisado guarda-roupa;
ulno se mostro remisso na escolha do yes-
tuario ; quando so vai do caminho, repara-
se pouco na fate; e eo confo quo ha de
encontrar centre todoas elles alguns qe so.
jam di s" imais comtpleto a 1ra0o. Dn
o melhor alfaiate de Pam, e miandiei-os vir
da aus casa.
0 visconde entrou no gabinete.
Confio qeq ag terAs Oeaquecido as
minhas iust o, disae Perez, dirigin-

Nio,; P I ior et rto.
Pois bsw, oontinfa vivondo oaks a
boa sociidde ; aeo-noe abaolutane ts no-
ceswArios al~gus rapuAes de boa BUla -e
o1 patilo cadiStA cotf coi n muibm.
ttvwem iri4r4 do wtido


IEurepa em p6 de guermra
Eis, segundo um important periodic
Military de Berlin, as forgas de que podem
dispor as grandes potencias da Europa, no
case de uina guerra continental.
Immediatamente depois de terminala a
mobilisagao, a Allemanha estA no caso de
entrar em campanha coin 1.282,500 ho-
mens e 2,906 canhoes. N'esta cifra estA
comprehendido o exorcito do campanha,
pr.opriamente dito, que consta de 675,000
homans e.2,040 canhoes; as tropas comn-
plementaros que se Co c)1a3m de 246 mil
soldados e 444 canhmos, e a reserve de
campanha e tropas do guarniqco corn ...
361,500 homes e 512 canhoes.
0 exercito austriaco, scin contar a lan-
dwkhr, costa de 1.0),0990 de soldados e
1,604 canhoes.
0 exercito francez cmp -se d .....
1.487,300 homes o 2,^.!) canhues, dos
quaes a Franga pode, des'k ja, fazer en-
trar em campanha 754 mil homiens e 2,622
boccas de fogo.
A Italia tern urn exercito meos nume-
roso quo as potencias referidas, porque
sobe apenas a 920,004 homes, corn 1,967
peas de campanha ,Romtudo, na momen-
to em que rompessemo as hostilidades esta-
ria desde logo nos casos do entra cm
canpanha corn 400 mil homes e mais de
850 peas de artilharia.
Per ultimo a Russia eujo exercitor o
mais consideravel da Ewuropa, numerica-
mente formidavel, porque sobe A cifra dfe
1.L-601,000 homes e 5,846 canh"es, mobi-
lisaria sem difficuldade, no caso de neces-
sidade, 1.237,800 homeneus e 2,982 ca-
nhoes.
So se trwvasse urma guerra gevAl, as tres
potencias que formal a triplice alianga,
isto 6 Alleiniaha, Italia e Austria,- entra-
riam desde logo em campanha ce .....
1.634000-soki eo 4,144 peas ire arti-
lharia.

-A esepptsMn ag eostas4&
Vai tentar-se no-nosso literal, esiaeve a
Iribune;d' A t Mdt' w experiencia snienti-
fieo-induatrial quo. no' deixa de ter 4 sou
interesse e' que consfste em acclimar nas
nossas aiaa as esponj)1 que so encoutranm
em tao grande qIauidade nas costas d,
Syria e nas do archipelago.
So so considerar qute a- composigeo di
agua do Mditerraneo. 6 a inmesma nas costas
da Fran9a e da Algeria: do que muS da
Syria, a accfimacAo das.esponjas nas nos-
sas costas no pode dcixar de ter oom
exito. Quasto mais a esponja camiaha
para o norte& tanto imais. o seu teci.6e
fino e apertado; dove pois-esperar-se as4im
',un aperfei.c amento na qts t idade dos peo.
ductos.
SA unica d fficuldhiade- iotmsiste na trao-
plantagao das esponjas da.Syria pars as
costas da Algeria e 9,ara as da Fraa..V
Mi1 corn os& scaphraadrws e corn os barcos.
submariness, essa operac-lo exocuta-e- Tom
aimaior faeiidade.
Umn barco, mergulhadbt- pode descer a
grnandes profimdidates e.a sua equipagap.
permanecer alni durante -nimito tempo para
poeler manooirar no mrei- cs esponjas. e
kescolher de entre ellas. as aue deven tsis-
plantar-seo para as aguas francezas.
Os bloco. dos rochodos aos quaes as es-
ponjjas est'taadherentes..pAem ser arran-
cados.
Depois dk- term sido- etlocados em cai-
xas crivarlas de burncos estas rebocadas
para as costas onde so deseje aceiniar as
esponjas. Tudo faz prm-er que no ajno so-
guinte as. csponjas poderto multiplicar-, e
do intelligente, sabia aprecial-o em todo o
seu valor.
Pere., mollemnete reclinado n'umna pol-
itrona, cantarolavana mais popular das arias
hespanholas, a jota aragoneza ; tinha mu-
dado de fato, sutbstituindo a jiaqueta de
panao por uma. elegant sobrecasaca, a boi-


prosperidade.
tewe ao nosso ncgoeo, e, (e i l v'urrIP'
o que mais abunda, ha homens. de i1iMS
paras as fileiras de D. Carlos... -Prci?,a-
Imos de offiiaes do talent e horxfs dl..tn-
tamro para opartido de Christina, porrHe 0
general E-parteroa e todos os 3& ,m prt-
do fiam mais fino. Em Paris ha zente
'para tu,l,. o cu aposto quo o wis-. e ,
trinta e quarenta e a banca nom jrvpw-am
cincoenM. cada noite; o am r outrIs em-
coenta a, gloria dons pelt meuca.; c as
estroijbices de todo o genera, vinti Ttas
cent e vinto e dogs hor6es, que eo fe-
reo a capriehosa roda da fortran, pa os
laoermos sos campos da eterdad See.
sent e urn para D. Carloa, e evat moe.
sent e um parm Christina ; qoe cda m
8 wr4 coifo pader, e To ito Xa.
acabe,, 6 todo o mus desjo (.a bew ,
preciao apoderammo-noe dema gat af-
mementos em que as Am ef %-&|
gea 0os fa& m monhan.* .o10 da
batahA; aegue poizl aa UMM~ iUNll
91es; sa ~4irnslib
monte para a iweba. Ow
O_ te ultimo. wrowae iwnma a.
Tel-o-Iis *v mbb.
0Opeis~tih ua do teas*.tiir
soa parasos 24 bmah, tis, a3 Im -I
dia, *aadoopepo e poem pMon -.
ma facita t D. iON&*, I *so
ros&% eABU *, s rn0
iftro kmmhow s Ao
.6toniaMa&*&i WsdIIa k ft ifi. V"|
W%' no dm. smofti 6 unb; so p
Qaum'~ -- m $vww^^~~^v ^w .^^^i^
u&bat. mpisdn wi k ftIriw s
mo me eA t mw as
0% as*-IL *a Ow--..iL.t mirII~II| W* t i'i4"


t*


excede, AmOio fir. o9f3B
aa~ ~ ~ 0 qoldac .niti *|H

valor sobo mes of a fI a s h in
4de intw ee i ver ,ts to--,-
usual, e 6 per so ,ii aiat
ressantoteu"tativa quo vaa f- mBe
gas castas n'um ftu pr.xi.
Urea amiuwa ext...-- "
As folh do Paris do S4ois 4las
case realmente ordiua e oiiie,
ha dias n'aquella capital.
Um rapaz de t anuos, Mr. de X...,
pertencnte a ura familia ilustrv, qu vire
naprovincia, devia casar-se dentro de al-
guns dias; e para ehterrar a sea ?i A
solteiro, convidou pars jantar corn Ae im
um sua casa dous amigos e tre rapln.ai.
Mr. de X... habitat no bairr'o da Muet-
te em um pavilh3io isolsd, c servido por
criado, que nao donire n, pavillil..
0 jantar. que teve ltigr mna quint f ira
ultiana, foi de uini algria d<,'da. Mr. ,r e
X .. l O is ,-it CinCo uoim ivas *-t'vi; :.n-
da A meia A mueia nite. quan ,) o aulph-
triao clhainit o scu criado e (h- ,i-.,.-
SPodes ir-tc cmbora, FPnmiio-. -w o
tenho l)recisao de ti, porquc pa nrto de ia-
drugada. A votta, hA para os tius d a s -
mana proxima, aviwar-te-hei; mta. at# li,
desejo que ningcin cutre no inra pavi-
IhMio.
0 criado tirou o ax'ental e foi-so e-.or.
Instantes depois, os convivas.j:i .it itt
animados, quizeram beer ainlai fiai4
champagneeC, come o crra.o tinha ipaitiK,
decidio-se quo deseeriain todos Ai cavi.
E, corn etfeito, o rancho alegre. deix'i
a casa de jantar, c desceu a rez do chio.
Chaegados a ports da cava, 3Mr. de X...
deixou passar os seas conviias a ,in
urin, e dpois, fechando br mcauaente a
port sobLre dies, den duas voltas ao ca-
deado, smbio ao seu quarto, vewtiy-e, a
sahio, de"%ando os seus amigos a 4rnta-
pcs e aommuiros i ports da cava.-
A noite passo-se, e depois o aAsee-ailk-
t*,. sem que Mr (de X... voltassr & dae a
liberdade ao sseu amigos, fecha"& atrr
do mna porita* de- carvalho fortemea Mh.-
peada'.
No, abbado iunia, oerca dw s trw- h-
ras, o; iardimON,, quO te % uare&
do jardim, arrnj'a urx ns agretes, qafIt
Ihe psreceu'ouviwrgite |ite partio' do
pavilhX.a
PoZ-se a-iOescCadO oma certeza de
que aigna coum' dei marmaia so pusu.
na cai cortea a, dur pa ar i poicia.
lftautre depoi chegva u conm i
rio e mwn serralteico, que, guides P"
gritos, estituiam es, poet e i.iberdsa-.
Nso em j'smen- temUpo pwqce os des-
graados, trasid s &- frio mamoram litteral-
monte do- fome.
Ordeac*se imaoedtlatanmite a captiua
do autor d'esse iutmivet ,eqimstro, mas a
policia ainda nlo .oa.seglio (ecobrr Mr.
de X...
I Supp-sea -que o (fsgraiio tivese feite
tudo aqnilo sob o inperio do um accems
do loucusa, e a sjs. mpnopnria sorte esti cat-
sando inquietaco.
Segundo o depoiaeato do eriadn, Mr.
de X .. tinha j.i dfade u'eit,'*i ulkimin
tempos mostras de alieuaaco. mrntal.
Urnm p~me dt tud.
Dialogo n'um botequim :
-- Mas que dcm>anio tenr ti ? NMo me
qareces, bern disposto, pars mun homem (Tl
veto passar algims dias ema Paris .
O interrogado dcpois do -n e.tim r .i:
Queres saber? I-i me verngot.a,
mas olha quc soeu muito simrpeticio.o A
minha situacabo no.Ulsa.. imprupdents-i ernto
adquirida, liquida-se a u(-u favnt." ,v
philoxera nio eitron nos meons vioiem|w o
vendi o vinho per. bhm prevo ; o -"w' ,c,)
14 de-cusa e.scnven -me qae miiha sogara
estt\ a hora da morte '.... Aterr eie tatA


i
I
i
' <
]




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mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
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