Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15372


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Full Text










. .


. .


2 24


1 *ropnid~a!>e bt JUawei Jiitr~a ire LIia Ji$Aria


ThLEGRAmIRIS




RIO DE JANEIRO, 6 de abril, As
3 horas e 5 minutes da tarde. (Recebido
As 3 horas e 45 minutog, pela linha ter-
restre.)

A Camara dos Depatados, depols
do seu ezpediente, suspeuden amen-
&ao de hoje como demonstracao de
pezar pelo fallecinelmento dos meua
membros Dr. Epaminondas de Hello
e Visaconde de Souza Carvalbo, man-
dando inserir na acta umr voto nes-
se sentido.
Antes disso, pordm. foramn apre-
mentados pela *.a conammimaao de In-
querito :
Parecer annulando o diploma do
Dr. Jod sFelicliano Eorta d'ArauJo
(L). e reconhecendo os poderes do
eouselheiro Jos Fernandes da Cos-
ta Pereira (C), pelo 2.0 district do
Espirito Santo.
Parecer da maioria annulando o
diploma do Dr. Joaqunim Jeronymo
Fernandes da Cunha Junior (C), e
reconhecendo os poderes do Dr. nJu-
vencio Alves de Sousa (L), pelo 12.0
district da Babla, corn um woto em
separado da minoria reconhecendo
os poderes do primeiro.
Parecer da maioria reconhecendo
oe poderes do Dr. Joao Manoel Pe-
reira da Sllva (C), pelo 9.0 district
do Rleio de Janeiro. corn um voto em
separedo da minoria reconhecendo
on poderes do sen competidor Car-
los Antonio de Franca Carvalho (L).


(Especial para o Diario)

MADRID, 4 de abril, A tarde.


A polleila consegulo deseobrir os
traeos de uma conspiraeAo econtra a
vida de S. M. o Bel D. Affonao e JA
prenden os princlpaes culpados.


PARIS, 5 de abril.


*0 Sr. Contans nao eonseguio des-
empenhar a Incumbeuncia de orKanit-
sar o novo gabinete. /
Foi eucarregado da mesmsa mi-
.... sao t rr siJson, pre(dente da CTIet
mara dos Deputados.

NEW-YORK, 5 de abril.

0 o general Barrios. president da
republican de Guatemnalla tei morto
n'um dos ultimos combates emi que
se empenhou contra as tropas de S.
Salvador e de Honduras.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
6 de abril de 1885.



h IISTRUCGIO POPULAR


PEDAGOGIA
(Extrahida)


A PEDAGOGIA EM PORTUGAL
(Coniinuagdoj
A questao methodologlea (diz o Sr. Aleixo na
historia da pedagogia), esqueeida em Portugal
deede as quiahentistas, ronasceu em 1850 corn o me-
thodo portuguez de Antonio Feliciano de Castilho
S (depois Visconde de Castilho). Eate method en-
carral-o-hemos sob tres pontos de vista: orientaco
dos espirit)s, logica, realisai9lo pratica. Sob o ponto
S de vista de orientacao dos espiritos, ninguem de boa
5 f6 pode negar ao method portuguez a gloria de ini-
Si^ ciar as questoes pedagogicas no paiz : sob o ponto
.. de vista logico, se depis mIlhoraram as bases da
c,' coordenagao do eusiao da leitura e at6 a propria co-
l ordenaao,6 todavia certissimo que o patriarchs dos
S pedagogistas portuguezes revelou no seu method
S um vast e eselarecido criteria; sob o ponto de vista
S pratico todos oa que sao lidos n'estas questes sa-
: bern que, seonem tudo quanta constitue o method
S portuguesfoi realisavel, muita doutrina 6 todavia
commum a outros methods depois organisados.
-. E, rematando n'este ponto o muito que teriamos
,. a-dizer sobre esta vast questao, faremos nossas
(em nel os aos pedagogistas vivos) as expresses
4e escriptor supracitado:.
1 Nb fallemos dos posteros a Castilho, porque
S oonstitgesma polemics da aetualidade. .
Marian Ghira foi urn dos homes a quemn m)-
S derna te mais deveramn a progress pedago-
S ses do so~s paiz.' Quando um dia em qulquer


eerever umns
am,0 meu insm
tos dia uistr


oepe-
apar
tr~ian
moor-


assim como a edncao national; morto not fora
da vida, nlo poude concluir inuito do que iniciara
a projectara para elovar o nosso pail.
A primeira escola normal, do Marvilla foi um
institute notavel em Portugal: illustraram.n'a,
nao s6 Oas Tupos de professors que do seu seio
sahiram e clue ainda hoje lidam na sauta obra,
mas o pessoal doceute quo se ecompunha do que no
nosso paiz entao sabia o quoe a palavra pedagogia
signifiea.
Vivos ainda na sun maior parte, e nao quereudo
u6s oecuparnmo-nos de vivos para nAo feritauscep-
tibilidades, citaremos quatro nomes dos fallecidos
-Caldaa Aulete, Aguilar, Nepoinueeno Seixas, e
Jos6 Joaquim Serra, especialisando com duas h-
nhas o primeiro e o segundo quo mais salientes se
tornaram.
(Continua.)


PARTE OFFICIAL

Goverao da Provlnacla
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 DE
ABRIL DE 1885.
Antonio Jos6 Pereira.-DM-se.
Francisco Jos6 do Araujo Mello. Re-
corra para a Thesouraria de Fazenda.
Francisco Baptista la Silva. Remetti-
do ao Em. Sr. provedor da Santa Casa
de Misericordia do Recife, para attender
ao peticionario em tempo opportune.
Dr. Joao Augusto de Albuquerque Ma-
ranhao. Concede-se.
Levino Francisco de Senna. Ao Sr.
Dr. chefe de policia, para tomar na consi-
deraglo que mereoer.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 6 de abril de 1885.
0 porteiro,
J L. Viegas.


Repartleo da Poellcla
Fesoo 2'.-N. 319.-Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 6 de abril de
1885. Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc. quo foram recolhidos A Casa de De-
tengeo as seguintes individuos:
No dia 4:
A' ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, Firmina Maria do Espirito-Santo,
per offenses a moral publics, Augusta
Ferreira Novaes, Antonio Oliveira do Nas-
cimento, Manoel Joaquim de Oliveira e
Mdito, escravo do Dr, Jos6 Domingues
da Costa, por disturbios.
A' ordem do do 20 district de S. Jos6,
Herculano Raymundo Alves da Neves,
per disturbios e offenses A moral public.
A' ordem do do Afogados, Josepha, es-
crava da Dr. Henrique Augusto Milet,
requerimento den0 m ,nhor.
A' ordem do do 2' district da Graga,
Jos6 Guilherme de Assis," per disturbios.
No dia 5:
A' ordem do subdelegado do 20 district
da Graga, Antonio Francisco dos Santos,
por dirturbios.
Communicou-me o delegado do term de
Pio d'Alho, quo no dia 2 do corrente fo-
ra alli preso em flagrant, por crime de
furto deo cavallo, o individuo de nome Ma-
noel Maria de Sant'Anna, contra o qual
estA se procedendo nos tenros da leis
ni cou-mfr tfanemi o delegado do
termo da Escada, qae no dia 30 do mez
tindo, e em terras do engenho Matapiru-
ma, Antonio Jose de Souza, conhecido por
Antonio Pequeno, depois de ter espancado
a Rosalina Maria da Conceigo e a um fi-
Iho desta, disparou sobre aqnella un tire
de espingarda, matando-a instantaneamente.
Centre o delinquent que evadio-se, pro-
cedia-se nos terms do finquerito policial.
Deus Guarde a V. Exc.-Illm. e Exm.
Sr. Dr. Augusto de Souza Lelo, mui di-
gno vice-presidente desta provincia. 0
chefe do policia interino, Jose Maria de
Araujo.


Camara Municipal
DESPACHOS DO DIA 4 DE ABRIL DE
S1885
Pelo 8r. tenente Vieqas, commissario de


policia :
David da Silva Maia, replicando, pede reeonsi-
dera*o do despacho que negou-lhe dispensa do
pgagmento do imposto sabre o viveiro que temn-
rua Imperial.-Mantenho o despacho protferido emE
12 de maro ulitimo pelo meon autecessor.
Figueiredo & C., pedindo licenca para abrirum
estabelecimeoto de tavernsa no pavimento terreo
do predio n. 18 ao largo do Paraiso.-Como re-
quer.
Jolo Rodrigues de Mnoura, pedindo que se Ihe
restitua a quantia de 10:0005, que recolheu aos
cofres da Camara, coma deposit pars conoorrer
ao contrato do fornecimento de carnes verdes.-
Sim; ao Sr. procurador para satiafazer o reque-
rido.
Severiro Landis, pedindo licenca pars abnr
uma loja de funeleiro no predio n. 52 & nas de Pe-
dro Affonso. Deferido; os impostos devidos de
1878 a 1883, ao Sr. procurador para os effeitos de
serem cobrados ao ex-inquelino Joaquim Antonio
de Souza.
Pelo Rod. padre Mello, commissario de
ediflcaunea:
Alfredo Alves da Silva Freire, pedindo licenca
para limpsj as telhas e retelhar unma puxada que
tern no futdo de sua casa n. 30 i rua de Padro
Nobrega.-Dando sincinia ao fiscal, concede-se.
SAntonio do Rego Lima, pediudo licenca de con-
formidide corn o art. 115 da lei n. 1,159 pars
mandar cerear a eostaneira, o fumndo do terreno
cade 6sits a can n. 21 A da Moedas, pert-
cents a Santa CUM de MLierieordia.-Pagos os
impastos, coneede-,e. dando o Sr. engeni#eiro a
cordeagio.
Secretaria da Camara Municipal do Re-
cife, 6 de abril de 1885.
Opoteiro,
LeOPOioli C. Ferreim 4a /Sava.


quo por intermedio de minosenhor Saecon,
Cardeal doeo, tinha lido offerecer a ua"San-
tidado as suas iomenagen e os seua cOM-
primentos eelo aniniversario dacoroaso do
Suromo Pontifice.
Como urn dos jornaes maisI liboraes e
mais considerados da Frangia, direumos qaue
este document nAo precise do communta
rios, mas recommenda-se 4 meditagco de
todos.
Eis a allougcao :
SE' corn os sentiments da maisviva
satisfasio que N6s acceitamos, Sr. Cardal,
as felicitagoes e os votes que em nome doe
todo 6 Sacro Collegio Nos dirigis. Ema re-
tribui9lo, tomos todo o prazer em expri-
mir-lhe, por occasion d'este anniversario, a
Nossa satisfago plena pelo coacurso sabioe
e assiduo que Nos tern prestade o o diffizil
governor da Igreja.-E, na verd|de, esse
governor 6 urn pezo to formidavel para as
nossas dobeis forgas que sentimos viva noe-
cessidade dos soccorros celestes e humanos,
afirnm de nao succumbir. Cousiderando, de-
volvidos sete annos de Pontificado, a graa-
deza do nosso cargo e os deveres eapinho-
sos e gravissimos que lhe salo inherentes, a
Nossa alma esta repleta ainda do hesitate,
exactamente como no primeiro dia em que
nos fbi precise assumir as altissimas fuac-
ies. De rest, nao sio propriamente fallan-
do, os euidados quotidanos e as occupa-
95es incessantes que Nos atemorisam; o
alvo nobilissimo a quae tender e os soccor-
ros que podemos esperar corn toda a segu-
ranga d'Aquelle de quemn, aiuda quo indig-
namente occupamos o lugar, tern a virtude
do suavisar e de aligeirar ease pezo.
Nao saoja os furores, os insultos, as amea-
gas a que constantemente estamos sig-t-s
da parte de ama imprensa maligna e licen
ciosa, porque Nos lembramos de qu e ma-
neira foi tratado n'este mundo o divino
Mestre, e, a essa s6 lenmbranga, tudo o que
reveste o character d'offensa A Nossa pessoa
torna-se supportavel e lorioso ate; mas o
que profundamente nus a-ffige, 6 o ver em
muitos reinos e nao3es mienosprezada a
Igreja, calumniadas as suas mais santas e
beneficentes instituiosu, combatida a sua
pacifica misslo, contestado o seu poder,
destruidos os seus mais salutares institutes,
regeitados os seas beneficios e isto na epo-
cha presents, epocha em que, se p6de
esperar a verdadeira salvaglo cda socieda-
de 6 principalmnete da Igreja, que devemos


Anamardal-a.


O0,quo, s^u dliin sb, *a~t-^l~
i amargura, 6 a condigU e e feaz aqui,
am Roma, ao Vigario de JesMOs Christo e
[ue so torna tanto mais di"-i a "ais dura
[uanta se prolonga cads vez.WAis. NIo
alta certamente quem affirme 4ret o onti-
ice Romano poderia e deveria accomrdar-
e de born grado corn as circumstances e
er per bastante a liberdade que Lhe 4ei-
lam; mas isso 6 juntar A offense o insuHP
Sa irrisbo; porque 6 um facto-que a todos
la na vista, que nas prosentes condioes
61s nao samoa senhor/do Nosso poder, ae-
i1 (Ne stAnns A erce d'outros que ten-
lo-nos em seu arbtio podem a todo o mo-
nento e quando queiiim,-.JtSravar contra
N6s as suas inimisades, impea i#ob pro-
textos especiosos todo e qualquer atO d a
Nossa pai e no meio das .vicissitudes di-
versas e possiveis dos homense das cousas,
renovar contra a Nossa propria poessoa
aquellas de que tantos dos Nossos Prede-
eessores foram victims em outras epochs.
No o.faram elles acaso? Que seguranga
offerecem aquelles que, contra todo o di-
reito, nao duvidaram envadir os Estados da
Igreja, apoderar-se de Rompa pela violencii
a adiantar-se ate As ports da Nossa mora-
da pontificia, de que ano quereram violal-a
ella propria?
No se manitestaram. jA, rm circums-
tancias assaS recentes, designios audacio-
sos; n1a se pronunciaram, acaso, jA
ameagas ferozes contra o Nosso pacifico
asylo? ?,
z,


Mas, ainda quando ndat de tudo isso
se produzisse, aonde exifte hoje a plena
liberdade do Pontieo no governor da igre-
ia ? Recentissima 6 a lembrana do que
se fez contra a Propaganda e, oonamo con-
sequencia, contra a independencia do po-
der e do ministerio apostolic de qua e mais
de perto respeita, no mundo inteiro, ao in-
teresse da f e das almas. Qua dizer das
nomoag5es qu e fazeinos pars as s6des va
cantos, nomeaq5es das quaes algumas tern
soffrido injustificadas demoras, iemtanto
que outras ficam sem effeito, em conse-
quencia de direitos que se fazem valer sea
nenhum fundameuto solido a i'espeito de
muitas igrejas d'Italia?
Emfim, nao esta no Nosso poder, 'mes
mo nests s6 nossa cidade de Roma, fechae
as portas A heresia invasora, nao esta no
Nosso poder impedir a diffuseo de doutri-
nas perversas e impias, nemo de leis aber-
tamolete contrarias As verdades da f6 e ao
enainamiento da igreja.
PoderA eata condiglo, a juizo de.qual
quer hoteoa de beu, ser a condiglo duran
ravel e regular quo couvm so pastor su
prOemo de todo o mundo. catbolico, ao al
tissirnupoder quo Ihe vow, do 4JemsCt| Can


to,,t A. i
do erto7N
comquanta ell
dos No..os st


opAcieucia do proprio ever, combaterem
atpre, ate measmo contra os inas formi-
d4via poderes da terra, e triumphaado

ot lo, resignado, como no primeiro anno
SO]ss Pontificado, corn os decretos da
W videnoia, tendo por N63 o auxilio espe-
0 ae N66 mesmo imploramos e que todo
oho icisio implora por N6s ao Ceo,
mpogiremo.) sem que Nos deixemnos
ioer no diicl e aspero caminho que nos
resta ainda a percorrer, e coutinuaromos
coaeo mnelhor podermos, a proporcionar ao
mindo que vai correndo para a sua ruina,
eIc.fiosas vantageus dessa rligiao que
-islo s6mnente nao aprecia, mas que
imnbeim com tanta loucura e con tanta
ingtMidao combat.
0 ooncurso do Sacro Oollegio, corn o
qal contamos, ser Nos-ha de grand au-
xiio e grade snstentaculo at6 para o fu-
taro. E nesea confianqa, coino penhor da
Nossa effeigo parcularissima, Nd6s e Vos
coneedemos, Senhor Cardeal, assimn como
a t-lodos os mombros do Sacro Collegio e
ainda a todas as pessoas aqui presents, a
Beno Apostolica.


PERNABAIUCO

Assembly a Provicial
11., SESSAO EM 17 DE MARQO DE 1885
PRuIDENCIA DO EXMI. SR. DR. PAULO JOs0 DE OLE-
VEIRA
'- (Conclutsdo)


0 SB. BA&Io DR NAZARTa-Voltando agora ao
assumpto de que me oeeupava, e do qu.tl me des-
viei pelos reiterados apartes cornm que sou sempre
interrompido, quando uso aqui da palavra, unao
posso ocoaltar o men pesar, vendo quo toda esta
discusAo toi provocada polo meu distiocto amigo
e prestimoso eorreligicnario, o hoarado deputado
polo 7 district.
Pease que essas informacoes deviam ser exigi-
das, de prefereneia, pelos illustrados deputados
opposicioaistas.
Se S. Exc., digno autor do requerimeato, dese-
java esclarecer-se sobre o assumpto da reform, e
examiner desprevenidamente a sua influencia sobre
o eusino da provineia, asaim como se desse acto
provieram novose onus, maiores gravames para o
thesouro public, parcce-me qaoe tudo poderia con-
seguir sem autorisar a suspeita de que so achava
desviado da administrE.ao.
O Sa. LouaENW9O DE Si -Talvez esteja menos
desviado do quae V. Exe.
O Sa. BARIo DE NAzAazTH-Louvo at certo pon-
to o zelo e interesse que S. Exe. revela pela sort
da imistrueglo public d.e sua provini-a.
Mas, Sr. president, auo posso desconhecer que
houve alguma precipitaio n'aquella exigencia,
assim cemo o designio normal de expor ease act*
da administraeao As ap-reciaces de seus adverse
rios politicos, e de antecipar uma discussao que s6
opportunamente dvia ser imnicida.
E' ineontestavel que nao podemws eonhecer nem
estudar, antes da publicac.ao do regulamento e de
sua distribuiqao, o complaxo de todas as suas dis-
posites.
Na ausencia desse estudo e trabalho, falleceinm-
nos todos os meios para awiuilatarmos brn o seau
merecimento, e indagarinos se contrast em algu-
ma de suas parties corn o pensamento contido no
preceite legislative, em virtude do qual emprehen-
dem o president da proviacia a reform Jesse im
portante ramo de administraioa public.
0 SR. LOuOBN4 0 SR. BAuXO DE NAZARETH- Oavi o discurso do
nobre depatado corn a maior attenaao, e S. Exc.,
entrotants, nega-me a ueesma considerable, na'o
consentindo que expend todas as miuhas ideas,
das quaes procura desviar-me corn .reiteradas in-


0 sr. Bareo de oNaaretia-(Signal de terrupgoes.
atteoo). Principle o meu discurso, declarando a Antes, portanto, do estade exame do novo re
Amablda pue jA previa o acontecimento que ori- gulamento sorbo precoces e prematuras todas e
ginm o present debate. Nao igniorava que o quaesquer informaces.
nov* regulamento da instracio public, emb6ra 0 SR. LouRExSO Dr Si -E V. Eac. oppondo se
expedido em virtudoe de autorisaglo legal, havia ao requerimento parece ter zelo demasiado pela
de provocar suspeitas e deseonfiangas, de dar azo administracao.
a eases expedientes quenos proporcionam hojeo 0 SB. BABAO DE NAzauI.TK-A censura levanta-
ensejo de sua daeusso ;4I'no. Alhures ja se pro- da contra o digno administrador da provineia, par
pa],dra a apresentiqo d'es e requerimento. haver nomeado alguns professores que nao tinham
E tpudo agor f reahisado essa noticia, coma o titulo de alumna mestre, 6 improcedente, e desti-
todo. as cabsA wde testemunhar, peso, e corn tuida de fundamentos, de:de que nao se proves que
alguma rasiz, que alo devemos confundil-o corn aquella recabio em pessoas que nao tivossern as
aquees batos a que, ha paco, referio-se o hon- necesaras habilitag5es para exercerem o magia-
r tep do, digno representante do 20 district, terio.
quawo artieulou na tribunal que ate eoeheiros e A lei, por forna da qual fez o president essays
cigwiros haviam sido nomeados professores pu- nomea 'es, n-o mandou preferir as alumnos da
blico'! Escola Normal pars o provimeato das cadeiras que
vertido, como aestava, do que era sucoede, estivesaem vagas, e deviam ser preenchias na.
pr teranuitos natural que eu estivease prc- ocoasiao da reforms.
d paras esta discusslo. Entretato corn 0 Sa.Mei--Euncreio que a reforms s6 teve
o deelaro, assim a"L acontece. eati fim.
Catava, em duvida, eom o requerimento; mas 0 SB. BABAO DE NAZASaTH-Nao acredito que
ewoumb quae fui sorprehendido por esasa sofiregui- fosse este o movel que deoirminou a reform em-
i damento que todos nota-n ter havido prehaudida n'oesoe iportaats ra mo da adminiatra-
i, .- #a; ~e par Mo, julgo quo o nobre deputado com-
Nlf eate do siada concluida a pOlicaco de mette una grave injusti;a, exprimindo-se n'estes
tedo o aeto administrative, po que n alo tern sido terms.
idea I Asaemblea alguna eveimplares do uovo Penso que um sentiment mais elevado e honro-
alzmento, para serem distribuidos pelos depu- so devia ter influido no espirito de quernm realisou
Woo penso que so precoces as mnformagaes pe- a reform, uasando de um% faaculdade que The ou-
didss. torgaram oas representantes da provineia, como
Perece-me que nalo estando A Assembl6a in- prova da illimitada confiauna que lhes merecia.
teirada officialmente d'esse aeto da administracao, Em outra occasion qutuind o discutir essa mate-
devem todos os seus membros abater-se de sua ria, demonstrarei queoV. Exe. notranscuroau os
talys., emquanto nao o examinarem em todas as interesses da instrucga, nomeahdoalguns profes-
Ahas parties, nei conheeerem o complex de suas sores, que no tinham o curso normal.
daipoiAoes, principaimneate tendo side ele pra- N'essa occasigo addusirci tambem algumas con-
ticado em virtude de faculdade, por ella, expres- sidera*e3 no intuit de proyar que nenhum au-
gmente outorgada ao president da provincial. gmento de despeza proveio d'esse actor administra-
AI6m de que nao estando ainda em execueao o tivo. e que, ao& contrario do que'se diz, realisaram-
novo regulamento, por isao umesmo que neo foi de se algumnas eonoias, pela reduclo das cadeiras
todo publicado, nem remettido as diversas repar- de 2.a e 3.2 entrancias, e pela diminuicao d% gra-
tilces publicas da provineia, serA impossivel a tificago que pereebiam os profesoores, e dos ven-
qualquer d'essas estacoes ministrar todas as in- cimentos das escolas contrictadas.
&rma6es eesclarecimentos sabre a materia do No ignore, Sr. president, o que se ha d;to a
requerimento.e prop eito dos tctos da adwinistraea; mas se naos
SApreciado, pois, sob este ponto de vista, o pe- recordarmos de que as reformas eni qualquer os
di&%-Ode inforunLa9es, Acerca do qual cumpre a ramos do service poblico, sempre d am des-
Ass-emble-rsef .lg!o ter demonstrado que o gostos e resentimentos, print aente qando sao
AssMb. -',L.& tomdemnstrda uo
requerimaento career de dinamentos que justifi malogrados certos in esa "e deattendidas ou-
quem a sua adopor.- -. twa yret. SaiBdo" em."d es mnostrar sur-
SSe todas esase nsideraZoes, port9ktt, senu Jer prehei4 os com tods&pAdas.arguitoes que aao -
todo %o menos em part judiciosas conaarifain a bamos de ouvir nesse'monent o em que se dispute
inopportunidade que houve na exigencia d'essas o assumpto do requerimento.
ibtormases, jtIlg9Q no aventurar uma proposigAo Repetindo as palavras que proferi, direi que
offensive ao auto do requerimento, assegurando- nio contava hoje cam a apresentacao do requeri-
Ihe que as razOes justificativas do seu alvitre nao meonto, o que veda-me apreeial-o em todas as suas
Scodem tacilmete a intuiglo da Assembl6a. parties e de transmittir A Assemblea todos os es
O SB, LouRNBoo DE S--V. Exe. esti fazendo clarecimentos de que preeisa para resolver sabre
uma inasiauaWo-que et nao posso aceitar. a neeessidade dessa adopgio. Dovevo, todavia, as-
0 SB. Gdss-Sem,.davida. segurar a Assembl6a que agora mesmo podia mi-
0 Sa. BaABo D0.NWAZAti-Perdoa-me V. Exc., nistrar-lhe todas as informacoes exigidas polo no-
nieo eaten faze riftihQ ,a alguma oflensiva a bre deputado, diguo autor do rbquerimbnto, se dis-
S. Exc., unemas.insi"n palavras podiam aitorisar pozesse nested memento des notas e apohtamentod
o apart. coa bi.qhhonrar-me. que possuo sabrA o assumpto e qu e tanto podiam
Se essjo e #.tiesoe side apresentado orientar-me na present discussion. Ja as procu.
por alguin 44 jllust.osf membros da opposi9ao rei entire os papeis que aqul tenho, e nao as des-
conservador,4..oeit ?Y. ECe. que n'o me des- cobri.
pertarians .mnenor.rero,doqual niL posse isen- Mis, conservando-os guitrdados em minhacasa,
tal-o, tendo sido Zofereeido, come foi, par S. Exe. protest desd9 jA usar da palavra na primeira
S0 Si. Lousxxno DE SI-Mas o facto de haver occasion em qua for outra vez discutido o reque-
side e requerimento apresentado por mim, nao di rimento e demonstrar em vista de todos esses da-
direito a V. Exc. de fazer semelhantes recriinnia- dos e de todas aquellas notas que sao escunsadas
es. 0, as informaoes pedidas e destituidas de funda-
0 Sl. BARXO DE NAZAETH--iao estou fazendo mentos osdiversos itens do requerimento.
recrimiaace, e prineipalmente a V. Exc. a quem Aguardando, pois, pars mais tarde essa demons-
tasto prezo e consider. traWao, e outras considerag6es que de memento
0 Si. ALFEEDO CommiR--DA um apart. fallecem-me na ausencia daquelles documents,
S 0 SB. BaRBo DE NAzABTu-Nbo desejo entreter termino per hoje o men disourso, pedindo descu!-
n'este moment uma polemical corn S. Exe., a pa Aqaelles qae tao benevolarmente honraram-me
quemn tambem estimo e venero. cornm a sua attenao.
0 SB. ALFBRDO Coimxu-Nio ha ahi, offense Tenho conclmuido.
nenhuma. Eu, digo qube o louvor que o president (Muito hem, muito bemrn).
da provincia vai ter, ulo me sorprehende. A discussio fica adiada ipela hora.
0 Si. BABo Dz NAxZmBaT-Se assim, suceeder Passa-se a.
proporcionarei a V. Exc. mais eese easejo. pars ODEM o DI DIA
avahar a minha benevolencia. ;. Eutram successivamente em discussao e sao ap-
Prefiro semqre o elogio A offenasa e malodi- provadc s sem debate os segintes projects :
cencia. Em 3a diseaussao o projeclo w-.28 de 1881 (pos
0 Sa. OLYMQIo MARQUis -Esea theoria nao 6 1& turas de Quipapi) indo & (LommiiSAo de redac9bo.
muito corrente. Em 1 a discussao o project n. 9 deste anno
lUM Sn. DsPuDso-Elle ate estA muito content, (conmmissoA de loterias).
* ponque tern o ensejo de produzir auna defeza. Em 2* disetscao o project n. 61 de 1884 (isen-
0 O SB. BAuBo BE NAZABET -0 apart qia acabo cao de decima urbana dos predios do recolhizzen-
de ouvir, obrigando-me a encarar o honrado de- to de Nossa Senhora da Gloria) sendo dispensado
putado que m o den, rboorda-me n'esto momento do intersticio a rejuerimonto do Sr. Artstareho
urn factor do pasaadas eras. II- Vives 'esta paviia urn bomtem,.enheoidoj j l' disens o a proiecto n. 179 deo 1881 (tor-
- polo nome de Sebiautie do Rego larsos, e mais a nafti extensive a 1a parts da disposibe do art.
- galmente pe de Sebastiao dos aenlee, quo, do 2 da lei n. 1,497 dos profeisores de latim e fran-
-yet emquado, mse recolhia ao seu domicilio, oude cez qu nalo pertenoem ia estabelecimentos regu
Sperunuecia per muito tempo, amo que niaguom aladoas por lois especiaes) saeado dispensado do ia-
1- Cblinmuaio~tiliQSS, voltoado a couvivoneni do monoj tersticio a requerimento do Sr. Maximiano Duar-
dqoesa^ qu1e j. oe oxpl Ema Ia d'sculo o projo t 86 de 1881 (pos.
vg be. sya- p E^trat e diseosals, osudo remettido a corn


0 S'm aiynaplo Marques-Sr. presiden.- ,
to, a&pOWm deapologista e am d'aquelles que cam
a maim' boa VOtade estA sempre prompto a pros-
tar o 6et voto, e 0 -seu concurso,; sempre que se
tracts de melloramentos materials, como -do as
estradas de ferro, todavia tenho duvidas em dar o
men veto ao project que se discute.
UM SA. DEPUTADO-Que project 6 este ?
0 SB. OLYMPIo MARQU s-E' o project que an-
torisa D president da provineia a modificar oun
ampliar as clausulas do contract para a eons- -
truceco das estradas de ferro de Agua Preta pa-
ra a Colonia Soccorro e Pesqueira. -
Tracta-se de lugares de que eu tenhb aigumi
conhecimento; en, pois, nao me opporei a reali-
smpio-da qualquer mdhoramento pars takes luga-
res. Mas desejo que aquillo que partir desta As-
sembl6a tenha o neeessario criteria, tanto mais
quanto ainda me soam mal aos ouvidos as pila-
vras do nobre deputado pelo 85districto, quando,
justificando o president da bem fundada censu-
ra qua lhe foi feita a proposito da reform da ins.
trucego public. censurou aquelles de seus corre-
ligionarlios que querem saber de qne modo den a
presidencia execuAo a lei que o autorisou a fazer
I aquella reformna, porque,-ao conceder a autorrisa-
gao, nao estabeleceu bases para ella.
Pensa S. Exe..e sustentou aqui que, em seme-
lhantes casos, nada mais tinha a Assembl6a que
examinar, restando lhe apenas o direito de appro-
var de olhos fechados o actor da administration,
qualquer quo elle fosse.
0 Sa. BABAO DE NAzAuETa-Mas quu paridade
tern isso cm o project que se diseute?
0 Sa. OLYMPi MARquis-Tem today paridade
este argument do nobre deputado ; porque no ---
projecto se autorisa a presidmncia da prsvincia a
modificar, on ampliar as clausulas de um contract,
sem estabelecer as bases, as pontos que devem ser
moiificados ou ampliados, como 6 indispensavel,
quando se trata de um contraeto ji existent, feito
entire a administratAo da provineia e pessoas par-
ticulares, que, nio me costa, tenhamrn feito recla-
mnacao alguma para modificacIo ou ampliacao das
clausulas estipuladas nos seus contraetos.
Ora, se o presideate, no usa d'esta attribuiaeo,
e segundo os principios sustentados pelo nobre de.
putado, exhorbitar, se as modificagoes que fizer
torem contraras sos interesses da provincial, que
remedio dar eata assembl6a ?
O Sn. BABo DR NAZARZETH-Eu respondcrei ao
nobre deputado.
0 Si. OllyMxo MABqiEs -O mal sera das conse-
quencias mais perniciosas do que aquelle que re-
sultar de uma reform de instraccao public, por
exemplo; porlue, nested caso o mal cansado pode
ser corrigido por medidas posteriores; mas, tra-
tando-se da um contract de que resultam direitos -.
e obrigag6es entire as emprezarios, de am lado, e
a provineia, de outro, nao ficamos nas mesmas
condigoes de modo a poder a assembl6a corrigir
qualquer erro que por ventura se pratique (apoia-
dos.
Estou prompto a concorrer cornam o meu voto para
a approvatio do project; mas desejo saber quaes
sio as clausaulas desse contrato quo se quer rotor-
mar ou ampliar.
Eu vejo aqui uma nota dc que o project entra
em 3a disceusso, quando na synopse se diz que
elle estA em 2a.
O Si. PITARGA -JA foi approvado em 2a.
0 SR. OLirpmrio MAqus-8-&S euie -for, em-
quanto o project nio for approvado,% eastamos em
tempo de modifical-o e emendal-o,de modo a tor-
nal-o digno d'esta assembl6ea.
Convido, pois. as autores do project a que nos
esclaraama e declared quakes sao as bases em vir-
tude das quaes o president tern de modificar ou
alterar ease contract, afim de que a propria pre-
sidencia saiba qual a inteneAo da assembl6a1 sobre
que pontos deve versar a modificaAo ou ampipha-
cao autorisada. Quanta a mim, preciso d6 esela-
recimentos para poder regular o men voto. ,
Estou disposto, coma disse, a votar pelo projec- ^ -
to; mas desejo saber o que you votar.
0 Mr. Baroe de Nazaretth --S si-
dente, signatario do project ora s s ito A apre-
ciaao da Assembl6a, e cuja aL tanto inte-
ressa A provincial, que .erecidamente tenho a
hours de represent nAo.apoiadoF), nio posse dis-
simular o p*rohndo pesar que experiment n'esta
occaseail endo qu se tenta demorar a sua adop-
9g0 l antes evital-o, pretextando-se pars esse
in, uma necessidade puramente imagmaria de
novas informacoes, e ulteriores esclarecimentos,
qu consider escusados, e scm importancia para a
discussao do assumpto.
(Trocam-se diversos apartes).
ignoro o motive, Sr. presidents, dos reiterados
apartes que se ouvem n'este reciuto, scmpre que
occupo a tribune. "- _
SOSB. GoE:s CAVALCANrE-Isto 6 signal da consi-
deracao que V4Exc. merece.
0 SB. BAIIo DE NAZAnxTH-Agradeco, sobremo-
do, esea prove de considerac.o; mas deve lembrar
ao nobre deputado, que. os continu:.dos apartes
desviam o pensamento do orador, principalmente
tendo elle de discutir materia importante, e que
deve absorver-lhe toda a attenda.
C~mo disee ao principiar o meu discurso, nao __ -
posse deixar de lamentar a eppositeo que se faz
a. project; e esse men sentiment 6 tanto mais
profundo ainda, porque fai elle iniciado par um rn.
deoutado aeuc iamais oodia desconhecer os interes- ",.


sea do distrieto, que en aho a honra de repiesentar
n'esta Asseonbl6a, e do equal jA tambem S. Exe ..
mereceu a confianua, reeebendo as seus suffragios. ,- :
Exprimindo-me n'estes terms, deve todavia, 1% .
ponderar a Assembl6a, que nao surprehende-me ..-
ossa attitude hostile do nobre deputado na present
emorgencia; porquanto, tenho at6 h ,je notado que
S. Exc. se ha revelado sempre avesso a todos os
melhoramentos que tenho tentadorealisar n'aquel.
le districto"
0 SR. OLYrPITo M[aRQURS-EstA enganado.
0 Sa. BAujAo DIE NAZABETH Nio desconhego a
competencia de S. Exe. para discutir profissional-
mente ago sd a material do project, come todos os
assumptos sobre as quakes resolve esta Assembl6a; -'
mas, releve-me declarar-lhe que os recursos ma-
nejados por S. Exc., no intuito de demorar a pre-
sente discussio, nuo correspondem ao conceit que ;
todos n6s fazemos de seu talent e illustram*. '
Confesso que faltam-me as necessirias habilita- -
coes para illustrar o debate, esclarecendo a mate-
ria sobre que deve elle versar; entretanto nao I
evitarei a sua apoeciaqio, aao obstante prefer ser
deaviado do meu proposito pelos continuados apar- -1
tes-ds'nobres deputados.
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Se V. Hxc. asgoau o 1
o projeeto 6 por que tinha competencia. o case o
contrario naco deveria tel-o feito. .
O Si. BARBO DE NAZABETH-Assignei o project .
per estar eonvencido de sua utilidade, e da impor-
tancia do g-rande melhoramento que 'edle se co- i
git
A confiesao que fiz, o que continue a master, ..
nao devia sorprehender ao nobre deputado, a me-
nos que S. Exe. me julgasse capaz de escother umna
Spretensio exagerada, como sucedonria, se acao s
me eonvencessoe de quo podia cempetir na discus-
also d'cWsse assumpto, comrn os;demois que sub-ere O-
ramin o project'e maie vantsjoauteate dvergo jun-
tlfical-o. '. ..1; "'^ BH -'
Mas isto, Se. frehidets ao ame dospeai : o de
tr. tibunanem me ieibe do exphe*1 1 4 "
e todas as naLqu o ats :etaaraf Ok tast- i .
fl0OW ::I 'L .,:


I! *
*
*


46, '


I 4D


I


"I _7"' I k A 4"





























ftrris da pro.o.ia1
com todo o escrupulo, tendo a
de saber quaea.as basm .om
per rnnodl : |
Oritg9es,6ento.me, tida Ma


E ~1 Jtab B 4 ew-oeprin srasiBado part

miviatita individual quasi de4
Pmc qu e-.mvAW++
*444 Peupparoea r *.po'reaana ndwef-oi
1pw -a auilb daqaelles que,- arxihd.o-eases
'A ean *iffmouldades que lbI
Snermeante, o exito; csua w- ttati
Steojustameumneeo que visa o projeeto .qu
t-1 1" ; diacnub oaa. *
n' vista -doe embarangoa e dos ebtorvos que tes
etmardadoe~~~ano dos tbbaahos daquelta.emtpre
-apeua",oadt a-se autoriuar o p0vesidtnte Adi
-prevsaia a reiir o contrast. feito par a suin
w t.aist-no pioletdo aftera-o -nos pontos qne t l
Sparecerem prejidioiaea as empresanios La quen
farA novaaoocessoes, e permittiri outras garn
Stiaw afian de que possam adquirir o capital neces
sario para eansa canstrucglo.
0 Sn. Or4 iIo MAbQUES ida um raparte.
Q S!. BaO DEz NAZAmRTH- Ouga-me o nobr
; deputado.
: 0 president da provincia, a quemrnumnpre exa
-- -minar as nossas deliberaqoes, se.o projeto for ap
| provado, nadai dertamente deverai aaer 'sem pri
meiramente-examinar todas as suae dispositgoes
nem estudar, a material a qae ellas -so referem
afim d e que na ianovaieao do eontracto nio offn
-' da em nenhuma de sues part. as leis quo regu
Mm o assampto, estipuilaudo qualquer clausula qu
Ihessejam contraria, on imported a sua derogs
Os SHS. OLYMPIO MARQUES E VIScONDn DP TASA
TIMGA dloapartes.
0 S.- BAnAO DE NAZARETH-0 president dev(
ter pela prosperidade da provinia o mnesmo inte
resse quo pode ter qualquer de n6s, e por isso ja
mais nos sera licito suppormos que abandonarA.
lei para preceder abusivamente. -
Eu nio eatou muito long de ver V. Exe. presi
dente da provincia.
0 Sn. ViscosD DE TABATiaNGA N- o estouan
case.-
0 SB. BAAIO DE NAZaIRETH1-CoMI franqueza, de
claroaque me-inspiaria muita confianga.
OSR. VISCONDE DE TABATINGA -E' mais fail 'V
Exc. ser president, pois que para isso tern mai
habilitacoes, do que eu.
0 Sit. BABAo DE NAZABETH E' bondade do S
Exe.
NYo tenho a precise idoneidade para recebe
tio subida hoera.
E quando mesmo nio me fallecessem as habili
tasoes, nile goso da confianca dos homaens que go
vernam o paiz: parece-me que sou algum tant
teompativel corn elles.
b.ao vejo, portanto, Sr. president, motive qu
desperate todos esses receios de que se mostrau
alguns deputados pela adopgio d'este project
cuja apresentaglo f6ra s6mente aeonselhada pel
sentimnento de patriotism de sens signaturios
pelo desejo de que se acham todos possuidos,:d
verem a realisagio de tio grandiose melhoramentic
e tanto.baMefieiarAiema das zonas mais product
vas da. provincial; e onde a lavonra, entretant(
nio tern atiag[do a-) grAo de des-involvimento coam
pativel comn a uberdade dos terrenes de sun cul


tura.
Exprinaiindo-mea n'este termos, nao exagero, nem
enctareo .denmasiadameubteo dever quoe temos, como
reprasentantes da provincia de animarmos sempre
e por todos- os meios o desenvolvirmento da agri-
-eultura que entire nos o manancial mais abun-
dante da reda pabiiea. .
Essa estraxwa, segando po sen tnagdo,, attingiri
._ mais tarde A craarca de Pesqueira, depots de sua
nassagrm pdaecomarca deo Bauit e de haver eor-
ta a-ocgrancd vallo d. Jaenippey cuj& fertilidadel
hoje atiestda por todosequantos ai t6mrn,' visitadb,
cohocnam ja fojreas.duetoraw de seas tervenos.
E, coamo todos aTaA.o, haineentivo mais ef.
fieaz, rnsm estimulo mais pbeioso para anixir 'e
desenvolver a agricultural, do que-facilidade doi
tranaporte de sous generous para.es cenir.s eonsu-
midores, feitosemr maiores despezas, queo -Tipre
aggrawtvam o custom da producao, a encareeemrft'
anrecadoria.
Nao esendo initeto men n'este moemaento demons-
trar as vwntagens d'essas emprezas, nio prosegui-
rei n'essks consideraoes.
lUando da phlavra, tive em vista s6mente de -
monstrar que entire n6s a inioiativa particular
prvcisava de estimulos e .imairnao e conjtmuncta-
mente que -convinha sempre aos poderes nblicos
acorooal-a, proporcionand--lhe todes os meios ne
eessarios a conseeuCio dos fins que ella se'propSe
realisar. E tendo justificAdo, segundo me pare-
ce, a idka que sustento, jua, haver demonstrado
igilOmeate a utilidade do po)jecto, e a necessida
de de sua convorsbo- em lei da provincia.
VOZES Muito bern, auito bemrn !
O'Sr4. Goes Cavalcaute--NAo faao op-
posic'o ao project, ao contrario desejo que seja
S approvado corn a maior prestesa possivel e penso
vir em auxilio do nobre deputado o Sr. B ario de
Nazasith prop:reionando a S. Exe. um -neio de
S evitar que o seu project va dormir o somno do
esquecimento no seio da commissio de obras pu-
c Mieas, porque me pareco que essa-.commissio nilo
p6de dizer-nos que modificaeos se ternm em vista
fazer no conatracto a que se retere o mesmo projee-
to, por quanto o eontraetante nbo as pedio a As-
semblf6a nem temos informag5es que nos habilitem
a inseril-as no project.
Etas modificacoes naturalmente devem -ser fei-
Sr tas de accbrdo entire o contracetante e o president
da provincia.
SSj 0 Sn. BlAAO DE NAZARETH da. um apart.
0 Si. GoEs-V. Exc. estA tbo dominado pelo
a mor ao proje to de que 6 pai que nem ao menos
S attended as minhas palavras e no vW que o estou
S defendendo, sem querer prestar o meu vote afm
S de que o project v A commission de obras pu-
: blieas.
Sr. president, corn o artigo additive qte-offere-
S el A eonsiderag da eaascreia que o ha perigo
aluns na passagerm do project, porque as altera.
A5Oa do contracto tero d se .appriovadas pela

Prefiro que o contraetaute teba de en teadet-
1 se cm o president da Aprovincia, corn -aito que
endo modifidas as ulaa do co votte
d a. Asatbia para appeova-li, -as'&eotender que
o preuidente n-o mwborbitu deu -ow attribwioe,
OU q o e as alherfof o ram immeoaeieixtes.
^- N terstaw e direito der reproval-as; e para
is",- *"O.*Aa to I tter- o nr*iest. a olamoula do


oa sdrn.ite sorvi #Noe ehbvo r


B. temp da iamrosa.
e 0 SB. OLyti0sio LASQUBs-EstA eniaeado; eneo
- -Stn. G6e-oester e outrdet einte let*m pre-i
a sidentes couwervadores e liberals. Couegurate-
- mnte V. a Ev4e. pf sonea tempo querendo chamar,
e-o odioso saobre a' situaHao coaset-rvcadoa.-iunadp
q Ihe posso provear que e tsoetto fAi6--'ituah -
- $ O .beral. A- eulpa portantoio pb ode ibero a
n6a conservadores que ojAa aehamos Tefto.
A Levado por esses escrmuulos, fai que aproesfent
o additive euja utilidade s ainguem ontestarA, e
a baste. a considerao de que neo prseeto, -como
- se acha oanfeeionado o presidewtepodera fazer
a que quizer, es 6 Deus'sabe oa que virA dahi!
a 0 SR. BABiO pa NAumiaBre-Isoi 6 mera s ppsu-s
qe silo de V. Exc. I
u 0 Su. G6oE--P6de ser, maa em todo caso ha
- maotivo d e receiar-se, desde que nadoe s sabeo a
- que so pretends faer.
S Apenas concede-se faculdade at president da
provincira pare ampliar e modifear as claunsulas
e do contrato, ma nio s conhece a natureza d'es-
sits modificaoebsa-'
Orae, Sr presideate, essa faculdade 6 tae am-
- pla que unm administrator paoue eserupuloso p6de
- chegar ntt o panto de conceder ga-antia deojuros.
3, 0 Sr. BAr0O DE NAzArETH-Ora V. Exo. bem vA
1, que o project noe cogita disso.
- 0 Sr. G6Es-No eogita disso, bmrn sei, mas
- concede plena liberdade ao president para alter -
e rat-o eomo entender, e ahi 6 quo esti o perigo.
0 Sr. OLYMPIo) MArQES --Serm duvida.
0 Sr. G6ms-Nestas circumstancias eu peo ao
- nobre deputad autor do project que reflectindo
melhort aceite o men additive, porque elle seiVirai
o para evitar toda e qualquer duvida que possa per
- ventura appareer no future.
0 Sr. Meira ce Vafconcellos Sr. pre-
a sidente, eu entendo qne a diseusso em relagao
ao project de que nos occupamos, nao deve ver-
- sar sobre a conveniencia e vantagens que ha na
construcI,) de estradas de ferro. Essa conve-
o niencia 6 intuitive, 6 fdra de teda a duvida e foi
reconheeida per todos aquelles que tomaram part
- no present debate. Portanto o nobre deputado
polo 8 district destacou-se da questio, procu-
r. rando fazer a apologia das estradas de ferro a que
is faz altusao o project e demonstrando as altas
eonveniencias que d'ellas resultam para a lavoura
9. da provincial e par todo este torrmo que S. Exc.
tanto estremece, ma que nilo estremece mais do
r que qualquer de nOas.
O r., BArAo DE NAZArETH -NerM eu disse isso.
Mr. MimrA Sr. president, toda a questao
*- presentemente de re versar sobre o seguinte : se
o- n6s devemos conceder ao president da provincia
uma autorisagio ampla e illimiitada para alterar
oe ou imodificar iam contrato jA feito e acabado. Para
n mim 6 f6ra de duvida que o projeeto nao deve ser
, approvado como se acha redigido.
Taes ilo as faculdades delegadas nesse project
e ao administrator da provineia, que, come muito
le, bemrn disse o nobre 'duputado pelo 1 district, o
, -presidente pdde atd empenhar a provincial, uma
- -vez que entenda ser isso neeessario par a reahli-
D, sagao das estradas de ferro de que se occupy o
Smesmno prcjects.
0- Sr. BAro DE NAZAIETH .Sempre a mesma


apprehengo !
0-Sr. MirAr--Desde queo projeeto autorisava
o preeideute a mnrodificar, anapliar- ou alterar'-as
olaeulasuh jA estabelecidas no contrato, sem fazer
limitamlo alguma, 6 f6ra de duvida-que hIbedeixam
lugar para conceded at6 a garautia de juros, para
fazer etnfim tudo qite julgnr -convenieute a reali-
sacad d'besbas estradas.
0 Sr. BArlo D NAZArETHm di um apart.
0 Sr, MmrA- Sr.-presidente, 6 nobre deputado
labora em um false supposto, quaado julga que as
observages que estamos fasendo ternpor fim, per
objective, emburagar a passage do project.
0 Sr, BArno DI NA.ari-TH-Parece. '
0 Sr. MAlra No ; o nosso fimn 6 salvaguardar
o interesse public. Antes de V. Exe. e tanto
quanto V. Exe. nos desejamos, as coustruare.s de
estradas de ferro pare esta provincia, mais com
'jra difforenga e 6 que o nobre deputado absorvi-
dop-f ae m si nao procura descer As condi-
o5es praticas da-mcalisaego d'essa idea e n6s polo
contrario encarainos'a Sqato peeo lade pratico,
que vaf affectar directamehte'-o mtereosaes .d
provincia. -- *
0 SR. BAiAo DE NAZAmRETH-Eu encarei a quos-
t.o por to os lados.
0 S. MAmIA-A la quesmio quc se nos apresenta
6 de saber o mode, pelo quat o president da pro-
vinecia vai fazer as altm-eraces nesse contract, por
que S. Exc p6de procoder de moio menos vanta-
jose para a provincia. E' justamente isso quae n6s
queremos prevenir.
0 Sn. OLYNPIO MARQUES-De que servem tautos
projects convertidos em leis, quando ellas muitas
vezes ficam ahi cem ter execugio.
0 SB. MRnA-Acceito o aparte do nobre depu-
tado por que elle vem encher-nme de razSes. Ora
me diga V. Exc. (dirigindo-se ao Sr. Bare do Na-
zareth): de que serve o 8- diatricto ter tantas
pontes, t2ntas estradf s, emfim tantos melhoramen-
tos quanitos a V. Exe. sae tem afigurado necessaries
quaado tudo isso flea em meres projeetos; quando
V. Exc. indo visitor aquellas paragons e abrindo
IA os olhos, v8 tudodifflrente d'aquillo que espe-
rava.
De que serve o nobre deputado encher a legis
laeio do beneficio .pra o aeu querido 80 dIstricto,
quan lo elles n so e naliam ?
0 SB. BArjo mi NAZAwT--Da licenga parmum
aparte ?
0 OSn. MzmKA-Poig nao.
0 SO BanBo Dn N azarurx -Desde. que eu tr to
nesta casa de qualquer beneficio para o 8o distric-
to, encontro sempre a mesma formal e decidida
opposigio, tendo a sun freute o *r. Olympio Mar-
ques.
0 Sn. OLyiMzo MaiQuEs-Eu ? 0 nobre deputa-
do estA enganado .
OSa. KBABA DICNAZAUW --V. Exc. sim.
Hal& vista & prewimte projeeto.
0 uconvencidode que o uobre
depstedo 6 i cauisvel, deade-qu Be sottta do So
district, e penso mesmo taurna de que o 8 district .WvestiWI pa oo outr,
ena meso. a reolaoo om queoa orte-eta parea apro-
viTcias. o *e ado. :' '
I.Tedo as on duitrimoe limiitar-se-hiam- tra-
balka!-pare. 080, aind& ameow o que o-fiesaoew us
misnia. Ta 1e o ideal do nobre deputado. -


.laoutts+iroba p 9 s .- I -- .
,8 ft o &stB S.u p ididetrk,' is*o -Oa"4oi

ide podeaiiepo rquet pai% oque "pltpVA"
mqaies2 so paope^-w -a ^tom P, Cl
stradaa de6rror -e lhir
F powtauei6 nie lbvadoVeWsomtfone A tl -
-tidmdo sorvir;&u sum pzevmnfia a~rpz i
Meoiu ueeninco d4-aukerir nupw O4as smta,-
gene pelamegociacao ia0 conceas*oes, sam qtLq -
nh'zrn provoito resulttf d'ahi-pata'a proVlinela, qtie
,ao eontrario perdo cemn isto.
Ora.pergutto 4-istao e ue dermos; tar em in a
Nao, nao devoraas tar eom vista s6 estas vantageas,
que podem attingr si.ei*smente oe eonessad -
nios deixando a provinia afinal de contes 11
dicada. .- .
Eu na'o conhego os concessioaarios ia. eatadui
deolerro a quo seo refers o prQjetod0. : obre depu7
tado ; nito digo, nen affimao qua veaha a ter lugar
em Mrelagou elles unm abuso da ,ordeoa'l&stes quo
ea aeabo de repvar, tinas onoso wdevef, come v.
presentantes da provineii, 6 aoautelar I tud. Se
hoje estA a freate dU administracQ um presideute
capaz de interpreter bem o pe rsamanto desta As.
semblea, amanhi pode n'o estar.
Efim neu sou' d'aquplles que entende.n, apegar
de eonservador, que devemos zolar as nossas pre
rogativas.
0 SR. BAuAo DE NAZARETH dA um apart.
0 SR. Miua--Um president de provineiasitia-
do por preteng5es a cada momento, politics e
partieulares, esta Mais sujoftca i4osviar se do ca-
minho do sen devevdoe queo-ina oi poragio intV-ira,
onde pod3 dar-se por excepgito o desvio de 'un ou
de alguas doa seus oembros, oestando -entretanto
sempre a maioria pak, amparar os interesses di-
provincia.
0 SR. BsA7,o DE AZAETH di unm aprte que
nao oauvinimos.
0 SR. MEIA-V. Exe. assim forga-me a reprtir
o que acabh de dizer, porque o que eu quero e qufe
V. Exe. n o saia d'aqui final come o unicodoe-
putado quo se interessa per este torrgocomtio aruel-
le que mais procura servir a esta provincia.
Desde quo V. Exe. procura fazer crer quoae n6si
embaragamos una media de utilidade publlea;
que n6s pretendemos nuflificar um rnelhoranento,
imp irtantc, sern duvida que a opiniAo piblioa sea-
do embain.da pelas palavras de V. Exe. se maui-
festaria contra nos. julgandi-nos sem o noeeessario
eivismo para curar do interesse d'esta provincial .
Mas V. Exc. perde o seun tempo; n6s curamose'
desta pravincia pelo menos tanto quanto V. Exc. ,
e a opinion public faz-nos esta justiga. Os meoib
por n6s empregados para ehegar ao mesmo fim que,
V. Exe. visa 6 quo sio tifferentes -e dap melhors,
resultado.
O SR- BAUAO DE NAZARETH d6i um aparte.
0 SB. MEiRA-0 que n6s nao queremos 6 que
saia d'aqui um project authorisando a fazer face
e takes concessoes que podem ser damnesas A ro-
vincia, ou de ordem tal que embaracem a rea -
Vto do inmdhoramento. ri
0 SB. BARIO.DE NAZA7ETH dA um apart.
0 Se. _riinA-Ora,:se eu nao tivwse tolas stas1
razoes .ara vetar contrka, o projcto ,-t-I covo e
acha, bastaria o discurso do nobre depgt4do4||ar^
fazel-o. vista come S. Exc. entende quie a preis-
dente di provincia tern p,-der parae fzer todas iue
concessoes irnaginaveis e praijcar tu4o cqua*-li
apraz, deode que noeneoratra IioMtes ut a r-
saw.5es que rienbe doesta AAembla. ..
At6 onde poderA chegar o president ? Seor
elle per ventuara alguma enidade impeccael ?
N$io e ao ,outiaiio. mnitoi de supper qae uo n ad.
muinistrador.debaixo da ,prcsisq em quoe se acham
todneas &a4insitrl;Wees phbfc4s, der -terreaqes
de toda ordemi, pois' desv4 a-. e virm p fazer coa-
Ceo.5es que aproveitando o0s onucessionrioss sO-
jam em dqsfavor da provincia. (Apartoe.) '
No case vertente,alem do perigo, qeA resultas
autorisacao ampla, imparjbdo arbitrio illomitado
ao president para fWer tdo. ( qn nto tgadeorq on-
venient'o para.a realisago' daaeatrldaas de ferro a
que se refers o project, ,ha utpa cpnsideraoeoe de
muito peso,.e que em rela o a qua!quer entre
melhoramento ou reformasae aiervio esta Assem-
blea flea com o'direito de corrigir os errors ou fal-
tas da admiuistraio ; em relaglo, poreujm, a s
project nao acontece o mesmo. j
Ete 6 o ponto mais scrip da qestio. 'u
requerimento,,para -'. |\o|m-
salo de obras pubir s, est.ntitcQlno caso do heo
approvado pltO seembl
0 niiptensaruento nio foi coma talvez e.,tives-
se aftraguado ao meu nobre college que me prec_-
dou na tribune fazer oom que o projecto foose dot,
mir na pasta dessa comrmissilo. Em todo o caso
nao 6 de foeeeiar que unea eommisseio composta de"
amigos e corrcigibarios do nobre depitad0, qne
tio bem oompenefrados estbe dac onvenieneie do
prnjecto em diecusslo em si, deixem de euipnrir o
seu dever sepuitando projeeto em sua pasta.
Umayvez que o projeet nil da as bases, em que
devem assentar as moduieag3es que se hio de fa-
zer noeontraet, deve efp ir A eommiuso de obras
publicas, para que est, .uvindo as pe~soas oomape-
teates, entendendo-se enmo -corn o director das
obras pubi-eas e corn os coneeesaonana.1 e exami-
nado os coutratos, jen-ad s o de-qo Irata o
n'oiecto .-as tarabem outroafeitos a an a.provin-


ciaupresente urnm nova.projeeto estabeleendo aao
meas as bases principles, que sArvaipdeO bmirat
qunaquer exorbitaneia da parte daad&i"iahstraUo,
Ean todo o oasoeu querqite fique tirado'a liam-
po que nio sou infenso A empr*za -de que cogota
o project, nias que paase que -ne mprmjeeto nio
deve ser eravertidoennlei, sem qne ej tm delara-
das corn precisalo as bases para as arpliaoes e
Sodifio"e%,nellean. .torieadw.
0 Sn. BAnao E- +NAr&KBTH d& apart
0 SR. MErA- Aceito o _parte do nobre depu-
tado con restrie9em, popque V. &zetBpvOTuAel-
virtuar 4s now itxnqoesB, fxeod a,.odltr quo
nos levaitamriosmaitsai bmsea-rpa=pUi "r .m0
project e itfiliar o ehrment qat. por ee_
se domeja torimn ralialnvel V..- E. e ve soa
jutn, deve vet que a questao -do,' ptjete nie 4
political, e que nas coaide 6e tto fia
zend conutra dlteomee o enas lova"o petsi nte-
reese 4 esta prov incia. .... ..
O si. &B&Rlo DsNAzim4 T di um apiate;
0 Sn. MsunAm- V. LEe.'permit aime-que e
dig qu-tutowum .v-i enaIgtV |4,itr*l
veniente ; V.-Exe. pftewafenpre detfkorar
inteugcit de sew -edv eo wt#*no taliap


1. .^^^(^' ^ *&i^^p,.-(Nao: devol-
veo o sea a'cuwarso.) ** ,1
Ninguom mais pedindo a palavra 6 encerrada a
diateafo ficaudo at vot aO o do project adiada-por
Jmecweeerio I haver mnmero.
:mr ei I1disewsmo e flea adiado o project
n. 8Aeste ago.,
SO'Sr. presidotite letanta a seos,6 designando a
seguuinte orifen do di Ir"
1V discussao do projfecto n. 5 deste anno : 2a dos
denus. 129 de1881, 175 de 1882 e 179 de 1884 ; 3a
4os 34s ns.61 e 159 de 1884 e continue lo da an-
teeedente.





AkemewaI Prowineial Funecionou
hontem b .a'presideneia do ExnL Sr. Dr. Paulo
Jos6 de Oliveira, tendo ct:npareeido 26 Srs. de-
putados.
FPorami lidas e approvadas sem debate as actas
da seseaio de 28 a dasreanioes de 30 e 31 do-mez
fiado e de 4 do cnrrente.
0 Sr. Epaminowias Nogueira, pela ordem, do-
clarou que por ineom:nodo do sale na'o podia oc-
capar a iadeira de 20 secretario e foi substituido
do pelo Sr. Jose Maria.
.0 Sr. 1 secretario proceden leitura do seguin-
te expediente:
Umn officio da Camara Municipal de Caruard pe-
dindo que nao stja alterado o sen orgaw _nto fu-
tur.-A' cemmissio de orgam'rnto municipal.
Outro da de Agua-Preta pedindo a garintia de
jurors de 7 0/. aobre capital de 500 contos para a
eonstruc!ao ali de urn engenho central.-A' coan-
reissUo de petig5cs.
Urn abaixo assignndos de agricultores no term
de Agna-Prota pedindo o ra-smo favor para uma
companhia que vao alli orgamnisar.-A' cornmis.3o
de p.ti5cos.
Oatro de rnoradores no quarteirio da Malhada
da 'Pedra da comarca de Floresta pedindo a erea-
Ao de uma cadeira do sexo masculine no lugar
V;arzea do Exi.-A' commissio da iustrucqlo pu-
blica.
Outro dos serventes do mercado public de S.
J4sA, pedindo que sejam elevadas as suas diarias,
fieando equiparadas A que vence o servente da
secretAria municipal. -A' cornmissio de orgamen-
to municipal.
Usa peticio da diroctoria da Companhia de Se-
guros ludemnisadora requereudo sar eliminado do
impisto do descnputo do titulos commerciaes.-A'
commissaio de orgamento provincial.
Outra da nmesma reclamando contra a cllcta
a qu-fora saajeito um dos seus directors classifi-
cado como gerente da referida compaahia.-A'
eommisiso de organento provincial.
Outra de Irint Francisco Pontes requerendo a
iidmi8sko de seu filho Francisco no Gymnasio
Pernambucano corno pmsionista dit provincia.-
A' commisnao de petig6es.
'O. atra de Franklin Antonio Diniz requerendo
um privilegio per 5 ou 6 aannos para fabr*icar e
vender coarinas diaizianas.-A' commissabo di e-
tioes.
Outra de Manoel Fonseca de Medeiros, profes-
sor contttado do Qeimadas, equerendo que se
atoriseoj co, R6 ....0o11 d ta cadeira. -

Forim approados: nm parecer da co.)niasaio
de paicoes solicitanao informaages acerca do re-
querido por Jo.o Nunaes Nogucira de Barros; on-
tro da de-ordenados, idem, sobre a petigo do en-
termeiros e porteiro do hospicio de Alienados;
utg4o ,4 de fasenda tgrcAimento iadeferindo urn
abajxo assiAnpwa,4de i*mdorpe do povoado Chi
do Carpina e um d(a de iedecAo obre o project
n. !..te8 -o do a irespit0 daete o Sr. De-
4(inoito Cavalcante.'
Aiiou-a por. trcm nedid'o palawh os Srs -
DOnmmond Filho e Josi4 aria w p irW i
iimrmissgo de fazonda e or0 I at6 indiferslI, ..
petigao do professor Jolop: RoIrigues.
-Forato a ilip i: guintes projeotos:
-N. 27.4 wg i apfto sobre a vitkiedade
dos ", 4 r4 S.' -
1, ,^ ^Autorislaudz a Camara Municipad de
Barr iros a contrair urn emprestirno de 4:000^.
N. 29. Probibindo a aposentadoria, jubilaci.o
on reform dos emPregados proyiwsi'es e muni-
cipaes:
N. 30. Autorisando a tazereon-se os necessarios
estudos para se~ cdstruireal 12 eldeiras.
N. 31. Idem para a construoeao *de um aeude
na freguezia de Surubia. ,
N. 32. Tranaierindo a cadeira mixta de Bizar-
ra pava o ingar Freitas.
'N. 33. Auttorisaado a contratar-se a colloeai;o
e eusteio de 20'larnme~es de korozene para a iHu-
miua9cada cidade de Bom-Jardin.
N. 34. Idem, idem a illuminacao da cidade do
Caruard.
o Sr. Lourcnco de Sa, pela orderi(e corn V07
commovida, jutifieu o seguinte requeriuzeato,
si4 foi approvado per unanirnidade de votes:
o' Requeiro que, em signal de protunda magoa
Oelo fallecimento do Visconde de Souza Carva-


tho, deputadoq geral pelo 50 district da provincia
cda Parabybas Be exair na acta am vote de eon-
dolencia e que se levante a sessao.-Lourengo de

FIa seguida levantou-se a sessao.
APw.i1dmtOIe Pe wuBbuco-Ao bar-
do. do paquete national EApio-Santo deve ohe-
gar hoje esta cidade o Exm... Sr. desen4barga-
dorJoao RoirigaueChaves, president nomeado
para Perpambtieo.
Pravavelmente, S. Exc. -prestara jaraimento
wmanhlperaato a Aoiblea Provincial aassa-
mira ao redeas da administagio logo ei segmida.
4. verR do ispado ,IiDiz a4urora de
5 do corrente quo, de 26 k 31, de mar9o, {foam

Pmwisto de vigaul' da fregaezia d Panelsas
e&'aprovidnoia,,oajrtemporde d-emiia"nde maQo, a
lawvor do padre Oe n^in6Walfrido doe Uouz r-
Proviolo de coadjutor da fregvela 4de Santa
Bik na pxmovnei da PashybsI-*por temips de
maia de HI aco, f*vor do padre AitoaiuPerwi-
-Id tt im d* ireguezia do Brojo- da Madre de
DOAefta proveifa, per tempo -do mals de un
*aaeafaw -dovpidre. Ma"Ol Ubaldo daoesta
Idem de uso do ordeow. e- ua or _eogiadtw.


moca *deitoa-fipretexiado urn eacowmmko pura
010 ir A mesa de alwno'da familiar. Quando,
*j egessa rofei*,, unia Inra de D. Laura, en-
elato no quarto, en0. trou-a deitada, ji a in-
felit estava moribu a. d.
Form ento chamados o subdelegado da pare-
a~t Si'fRa, ello'1Gees, quo ado
podaram aar ai a iieiz eja morte se-den As
101/2 horat do dia.
A casa do suicidio foi o protundo degoato que
a pobre moa saoffreu pelk abandon do hoiem i
quem ella ama-va, segundo se deprehendo de uma
carta que foi eneontrada, dirigida A umn Sr. To-
tonio, q quar ni julgarnos de born aviso publicar.
Alem deosa:deixou D. Laura outraeCarta, diri-
gida a madminha, e a& qual Ihe pede perdilo do
seu acto, e bem assim ucaa declaragio, concebida
nestes terms:
SEa, Laura Herculana do Rego, natural de
Pernambuco, filha legitir.a do padre Joito Her-
Culano do Rego e de Angelica Maria da Soledade,
de idade de 24 annos completes, peoo a todas as
autoridades competentes que nao criminemi pes-
sea alguma de minha casa, e mesmo de love, sobre
men envenenamento; para isso quiz, em pleno use
de minha razao, mostrar men Anim.-Laura Her-
culana d9 Rego.
A autoridade- policial procedeu ao interroga-
torio de todas as pessoas da familiar e ao tal To-
ton'3, que se dizia chamar Antoirdo Francisco de
Lima, mas quo realmente sehamma Antonio Fran-
cisco da Fonseca, conforme se verificou; e con-
tiuuia nos demais terms do inquerito.
A infeliz D. Laura era uia moca gentile, muito
intaressante e jovial.
Sergipe e Alagoai* -0 vapor .'aravellas,
entrado hontem do sul, trouxe folhas de Sergipe
at6 31 d8 marco e de Alagaas ate 5 de ab:il.
Em Sergipe, no dia 23 de mar9o, n3 engeali
Itapero, de propriedade. claDi. Sylvia Aaacletu
de Souza Bastos, e no cstabeIeeiento de distilla
.ao alli montado ultimimcnte, per aquAllc illus-
trado agricultor, uma das caldeiras do alambique
fez explosao, levando pIs ares parte do edificio,
incendiando grande quantidade de aguardente qae
havia em deposit e matando trees pessoas, seaudo
ellas o director do estabilecimento, o intelligent
e laborioso cidadio francez Dominique Labarrere,
o di-tillidor e o foguista. Nio houve nenhum ou-
tro firimento nas pessoas que IA estavam.
0 desastre dou-se as 10 horas do citado dia e o
estamnpido dia explosao fo:.. ouvido cerca de 3 le-
guns de distancia.
Os pr.'juizos sao calculados em muitos contos de
'-6is.
A assemble provincial continuava a nilo
fuucionar por falfa de numero.
Falleeeu o Dr. Joao d(e Andrade Moello Cu-
uha.
Lemos na Gazeta de Aracaju de 29 de
marco :
,c A semana passada o c6o esteve sempre nu-
blade e a atmosphere mu to carregada. Houve
troves e relampagos. 0 cator for excessive. Esta
semana o tempo esteve c.aro e quente. Ainda
n0o tivemos chuvas.
S Em Itnbaiana cahio uIBa violent tempostade
e choveu diluvianamente.
cc Uwa faiseca electric destruio o cruzeiro da
matriz e destelhou trez casas.
(c Felizimente nao temos a laminntar nenhuma
porda de vida. a
Nas fo!has que recebeminos das Alagoas nada
enacautramos digao de nota.
A Woz do ChristAo Fomos mimoseados
cm os 10 e 2 numerous do 2o anno de una revis-
ta mensal que sob o titulo A voz do Christca co-
meCou a publicar-se em 1874, no Porto.
E' obra de propaganda, bern escripta e illustra-
da, e que merec' a attenia o dos catholicos.
Snbscreve-se no pateo do Paraizo n. 12, em ca-
sa do Sr. RarcAhno Guimiaroes.
que tall--Informamnaas que trees praeasdo
14 batalhgo de infantaria que faziam a-ronda na
eidade de Olinda, form alt-i noite no sabbado ul-
timo A casa de residecneia d;t vuva HElerminia Ri-
beiro, i rua de S Sebasti-, e caone Ihes fosse
n-sQida a agua quo peliramn para beer, tmentaram
forTar a port corn aos sabres, nao o conseguindo
pprque, s gritos de socaorr-, acudiramn os visi-
nhos.
As takes pra-as, ao retirarem-se, prorametteram
voltar.
Resta saber se deixa-las hao executor a pro-
-mnOia. ....
E que ta a graca? -_
z spaucana ento e inorte .-EaT.eimn~
do engenho Matapiruma, co term da Escada., noc
die 30 do mesmo passado, o individuo de name
Aontoaeo Jose de Lyrae, .eonhieido polo appellido
de Artonio Pequeno, depois de have cspan(ado
a Rosalina y c da Ceucei9ao e a um filho desta,
disparou so, infeliz muiher um tire de espin-
garda, de queo ne rasultou a morte instantanea-
mente.
Contra o delinquent quo evadio se, proecede-se
nos termos da lei. *
Ciub de Regatas-Communicam-nos :
Alguns mocos residents nesta capital tive-
ram a felis id6a que veo p~r em execucao, de or-
ganisar-Um Club de Regatas -pare proporcionar
aos seus asseciados e ao public urn divertimento


nova e digno de apreco. Querem seguir A risca o
plane de urn existente no Rio, sob o titulo Club de
Regatas Guanabara, a para isso pretendem pre-
rparar archi-bancadas, casis le pole, coretos,
premios, pares de senhoras, etc.
Alguns moos da marinha ja tomaram a si o
trabalho de fazer estudos sobre o rio Capibaribe
afim de ver o melhor local.
a Intentam fazer a inaug'uracao no mez proxi-
me corn una expleudida regatta e um baile.
,, A primeira convocagao deve ter lugar nesta
semana e seri'o consideradan socios fundadores os
que A ella comiparecerem. a
Admiravel : Quando o trem da ferro-via
de Olinda, que desce d'alh As 7 112 horas da noi-
te, passou ante-hontem pels.fronte da Capella de
Belem, transpoz o corpo de ma mulher, conheci-
da per Fl6r, de c6r parda, a qual, desgostosa em
questbes de amores, pretendia suicidar-se, atiraui
do-se osabre os trilhos na fafnte da machina./-
Felizmente a desvairada iulher, pora um verda-
deiro acaso providential, escapou da morte, e, o
que mais 6, sem nada soffrer.
Picou-lhe o corpo ao coaiprido da linha entire
O trilhios, ei a machina passou sbre -elle sem to-
eal-ovisto nab 1aer o ciuneiro!
V itiluwn 40ei fThalRR -'- RetRute-se hoje, Ais 6
horis da tarde, sta speied'a4e, f na rua da Con-
eordia n. 113.
Neortalidade da 4idade do Leoife-
oegj ii= mun appu orgais.dJo pelo-8r Dr., Pe-
dro deo AthydeOb ioscoaeo, a nortalidade ha-
vida na cidade d-Recife e aeus suburbios, nto an-
no proxihofindo de 1834 elevou-se a 4,406 indi-


ei dos
m^ae


sous
a tis naionalidades-
* fregue=ias distribe-se o total
Idoe


4,079
158
6W
deste modoe
119


457
Ignora-se 549
Per cores, assim :
Brancos 1,596
(iaboeolos 2
e 1;935
Pretos 824
Ignora-se 48
Entre as eausas determinativas dos obitos, fi-
guram as seguintes por seus respectivos quant i-
tativos :
Anazarca 51
A nemia 131
Beriberi 49
Bronchite 124
Cancros diversos 50
Congestio cerebral 191
Convuls5es 470
Dentiibao 95
Diarrhea 184
Dysenteria 27
Feb:es diversas, sendo de amarella 9 242
Hepatite 69
Les5es cardiacas 146
Les6es gastro-intestinaes 285
Paralvsia 32
Pneumonia 74
Tubereulos pulmonares 622
Variolas 515
w 6-se per esse resume que as causas que mais
damno causaram foram a tirca, a variola, as con-
vulsues, as :ebres, as congest5es cerebraes c as
duarrh6as, ai quacs contribuiram corn as segiin.-
tes porcentagens :
Sobre a mortalidade. Sobre a populiagio
Tisica 0,141 0,0044
Variola 0,117 0,00Q37
Coeival.u e 0,107 0,0031
Febres 0,055 0,0017
Congestwei 0,043 0,0014
Diarrheas 0.012 0,0913
0 total dos obitos ecoaipS-se assim : crian-
9as 38 o/o, adults 62 o/%.
E cada uaia dssas p ircell:as represeuta emn re-
laclo a populacal : criangas 0,0119 0/,, adultos
0,0195.
lnstituto Litterario Beneftlecente -
Esta so)eiadad proceleu A elei ao de sua nova di-
rectoria, que ficou assim organisada:
President Audrade Junior.
Vice-dito Antonio P. Galvio.
1 secretario -Alfriido Quintaes.
2 dito-Antonio J. H. Lima.
Thesoureiro--Jose V. Pereira de Carvalho.
Oradlor- Jjs6 Antonio G, Mello.
Adjunto --Jos6 H. de Souza.
Couaelho fiscAd : Presideate Zeferino G.
Agra; vico-dit)-Samuel Ramos; 10 scretaro
- Joaquim Andrade ; 2 dite Francisco J. de
Souza.
Proclaznas de casamento Leram-se
na matriz de Santo Antonio, domingo, 5 do cor-
rente, os seguintes proclamas:
Arthur Henrique Cotard corn Maria Catharina
de Souza.
Albino Joaquimrn Fonseca corn Amelia Maria Pa-
checo.
Francisco Miguel Rodrigues coin Maria de
Meira TorreE.
-- Na marriz da Boa-Vista foram lidos os se-
Sguiinte; :
Arthur Henriquo Cotard eom Maria Catharina
de Silva.
Domingos Rodrigues Pavares cem Maria Mar-
celina Soarea Paeheeo.
Anton.o Lourengo Ferreira da Luz corn Pos-
sidonea Barbosa dos Reis.
Joaquim Miguel Gongalves do Cabo corn Moria
Fernandes de Oliveira.
Felix Mar-al Louronqo cor Balbina d'Assump-
9aeo.
Oiaheira -- 0 vapor national Caravetas
tofiie dos portbs do sul as sommas segun*tes
para :
Pereira Carneiro S& C. 1:2364000
Miles, Lima & C. 668S200
A3.a;a de Baixo-Escrevem-nos em 26
de mnarpo:
o Dopois que tivemos uma chuva sofTfrivel, no dia
1 deste mez. nenhuma mnais cahio sobre o nosso
territorio, mctivando isso terem-se--perdido todas
as plantaSeii, que, pela 2a vez, se flzeram!
o 0 verco tern side assustador, e o sol tern es-
tado descomraunalmente abrasador e o calor as-
phiciante. Ja eatamos desenganado de invereo,
por~98te &fl40 ;. oeuae-- limitoa-.se~elI2~~ue2-. -,
o:ehvas, em sen oomreo, fazendo-nos nutrir vies
esperancas !
,, Sum safra alguma de algodibo, nem legumes
do nenhuma especie, temos de lutar corn os resul-
tados funestcs, que sempre so dio em quadras se-
milhates.
Tememos ate os assaltos a propnedade A
vida par part dos bandos dos malfeitores, que
tanto abundam neste terse. A misericordia Di-
viia, porem, nos preservara ds tamanhos~males, e
.esperamos tambem do governor os beneficios que
costuma distribuir em cases takes.
Visos a nomeaao do Revd. Nuno Costa para


vtgario encocamendado d'esta freguezia, a que
suanraamento regosijou-nos. 0 Revd. vigario Pe-
dro, da froqtrzia do K)liteiro aqui esteve no dia
-t2 deste, celhbrou a missa parochial, fez algu%
bapi;isados, e mais uma vez, da tribune sagrada,
coin phrases d'um pastor amante do seu rebanho,
ccuvidcou-o a se confessar:
Corn effTito, na nadrugadadAe 23, acanado-se
na matriz ouvio. Aleconflsw a muito, eelNbrou e
deu a eommnunhao a essas tantas ovelhas que
dedede inuite se achavam privadas dos sAlutares
beneficios da igreja. )
Caraarih.- Escrevem-nos em 3! de maro :
,, Aciando-se licenciado o Dr. juiz de direito,
fnnecionou ojIury no dia 10 do corrente, sob a pre-
sidencia do j uiz municipal, sendo promoter o Dr.
Eutropio P. de Faria.
No primeiro dia foi submettida a julgamento
a re E Invirge Maria da Conceieo, pronunciada
no art. 192 do Cod. Crime per -ter, come se depre-
hende do inqc.erito, mandado assassinar ao infeliz
Manoel Rodrigues dos Santos, em outubro do anno
findo; foi absolvida, tendo por curador o Dr. Es-
tevao de Lacerda.
cc No dia secguinte submetten-se a julgameuto o
r6o Joaquim IFraneisco Vianna, ineurso no art.257
do Cod..Crim., par furto de ecavallo; foi condent-
nado n6 maxino deste aftigo, sendo curador o ad-
vogado Claudino de Oliiveira.
SE nao havendo maie processes preparados, foi
enjerrAda u ai sessao do present anno.
No dia 7 do corrente, Manoel Gomes de An-
drade Taboza, em regrpso d'esta -eidde para su
chacara na Vsrtente, foi barbaramente aggredido
pdr Job. de Souza, dispariaudo-he urea pistols,
euja escorva felizmente egotil toga. GQuaetf, ven-
do frustado a 1eu tenebroso plano, aitda pulodpot*
um faelo; muaoup or qa tmeaosea lutt ou p
que nao quiness e arrisrar am sendo laneelm
duvida, den de redea ao cavalo aeapparecett'
oeanmarhando mnattod dasu
Tabosa e4ous, honens uia p
n-o tiveraam t po do o-g5o i.
taudo, por^m, A, idadi
ddde o lia o 4el r4 ~ d 0


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ft Bu 0 govero oe* eeor o protectrdessa
falaa armadilh tabw ia-r4heuam iSr .
ae Osjora3 ae e Et.ar eutf rias da
eorte. e4yer provpew"M i lawnm ," .por tan-
toe os i mcautos deveTter b bete e todas pa-
l ra encontrar a sort wtmuda ellm
tSi, portm, etorem e a fort, a n l ve o fail
S de resignagla o quo nao aconteoe quasado e habi-
lita ea.loteria detxa de corner e se m proceder-se
I,:, anuncio.
*af I NF o quo se deun ultima-ente corn ema lote-
ria do d o de emuaoipao desta provineia.
S Aiud a aquii umn vendlhto de bilete destrlbuindi
a tode o mundo sorteide 10:0001 A rasode 2000
potr quinto, porAm, dias depois appareeea outro
vendelhio reeebendo o anates trocando por quar-
S toes da pr.vi"eia de-emnto de 1 000, dizendo que
r aqueUlna n cora mats,
W esotsdo dizer que quem nao era d'aqtai
S e comproa bilhetes d'aquella loteria ainda espera
quoe ella corra. -
Sa Pars sciencia do cotega de Alagoa de Baixo
S aoubemos de boa fonte que de uma lodalidade pro
Sxima 4d'aqai um crimino o de more furtou u tu ca -
valIa am chnarlatao e 1 se ftoi para o soeu novel
seioie Abrahlo.
S E, perguntamos: preteadem as autoridades
manterincolumw4to lastimavelestado de garantias
nm quelle infeliz canto da provincia.
E' um horror I!
SDaDs 3 para as4horas de hije a Divina Pro-
S videncia enviou-nos uma copiosa chunva, talvez
U como prenucio de inverno e o que foi um thesou-
ro.
a Ameaga trovoada per isso que estamos corn
densas nuvens sobre nossas cabegas.
( 0 Sr. vigario anunciou a boa vinda de S.
Exe. o nosse diocesan aqui no proximo mez de
maole.
a 0 povo comeca a esperar com ancia aquella
S epochs e alegremonte transmitted unns aos outros
a boa nova.
0 vigario esgotoujA os seus proprios recur-
sos corn a obra da novs matriz, mas continue a
fazer sacrificios para que em maio seja ella aberta
ao-culto divino e ahi ministrado o Sacramento do
Chrisma.
Diarte Dian Escrevem-nos em 2 do cor
rouente :
w Ate a presents nao temos sido favorecides ao
menos, corn urma s6 gota d'agua de chuva.
a A agua que temos e da qual a dura lei de ne-
cessidade nos obriga a servirmo-nos, 6 tio ruim e
S nojenta que os proprios animals j1a o recusam be-
ber ; e essay mesma ja nos esta dizendo o ultimo
adeus de despedida, e felizes sereomos se at o fi-
S nal do correute mez ella ainda nlo nos tiver falta-
do completamente, send nds obrigados a ir bus-
S car agun distant, e salgada, ou sujeitar nos a pa-
-! '-: gar 15000 e mais per carga.
a Os generous do primeira necessidade jA subi-
:: ram ua altos pregos e irto subindo de dia em dia.
S Os agricultores pobres, que slo os unicos que aqui
existem so aeham completamente desanimados per
verem perdidos os seus esfortos e trabalhos. Par-
te da populago ja se acha tratando de arrumar
as malas para emigrar.
0 que mais nos acabrunha A a lembranga do
flagello de 1856, pois foi aqui que appareceram
os primeiros caqos, e parece-nos que mao estamos
lounge disso, pois ja se acha grassanido entire n6s
a diarrhea corn does agudisaimas no venture e
acompan'uaIa de vomitos, e inflizmente jA temos
A latriartar algumas victims.
a 0 que fazer em kista de tao horrorosa situa-
( Morrnr a mingua 6 o unico recurso para
aquelles quo se acham opprimidos e impossibilita-
dos d, procurar melhora para sun saude aggra-
vada e para o sen bern star perdido.
i Nlo podem nemr devem salvar-se da situatao
aterradoura, porquo os mandOes nbo querem.
A que devemos recorrer ?
/ cAo Supreome Architecto do mundo, que o
unico que p6de transformar a sorte do opprimido
e do oppressor. Prometto voltar, caso seja aceita
a minha pequena missiva.
Hospital geral de Vienna d'AUs-
tria-Eate hospital (AUemeines Krankeuhaw)
conteA mais de 2:000 leitos, divididos em 23see-
tces. corn 27 chefs de servi e P61 medicos auni-
times.
I-;'' Em 1883, de que acaba de ser publicado o res-
il pectivo relatorio, foram tractados alni 24:759 pes-
*^ seas, sondo 15:195 hoenous e 9'564 mulheres.
y Homens Mulheu-es Total

Curarani-se 8:320 4:800 13:120
MetMnlhoraram 4:203
Sahiram sem mr -
Ihoras 2:845
Morreram 1:683 1:236 2:919
S". Ficando em tnra-
..^ tamento 1:672
n A mrtalidade germa foi de 25,6 %, send 11,8
||~i~ 0/o, de hornens e 13,8 O/o de mulheres.
-. Abstrahiado dog obios por tubemeulose, foi a
||i|, mortalidade de 18,6 /o, endz 7,6 0/, de home e
11 0/o de mulheres.
|^AE|^. Fizeram-se 2:919 autopsias em individnos faile-
I^S reidos no hospital e mais 748 em adultos e 21 em


-i- fe tos levados de fora para o memo hospital.
'i^ Praticaram-se 2:516 operates, que apenas for-
neceram 158 obitos oun 6,3 0/.
S:,..' Eis como se divide as operaqbes e sua imorta-
B lidade:


Emulatoea
Amputan5oes
Resecgoes
Extirpacyes de.neoplas-


29
199
38


Obitcs
1
29
5


mas 437 24
.Herniotomias 52 23
Laparatom ias 47 16
Ovariotomias 45 6
- Tracheotomias 25 17
Entre as operagoes modernas, a mais notavel
foi a litholapaxia que foi praticada pela major
part pelolSr. Dittel, no seraiio do qual fez se er
1883, 13 Lit lapiass .itrtrpuis 44talia so4
bre a brsbians e I1 talhabsedbiia. 0 temnp uis.,


totes, na roau '~a
visit-am e9b.
afttcado.


t og ;91~~3rioJE
-AmAnhA:
.A'a~howasius d C a do& MWili
tar* por amamd 6 4. ez di aetsi A S A
1i2 na igrj. 8.& Fraaeiseo pur alma de 6 .
Anna Fraucisca eOrrea de Brito.
Quinta-feirm:
A's 8 her-, n Muatri& d4.Bnm lardiv't pao *X-
ma do Dr.'Leanudr'o Fitaeimi
Loterla da pr vtnt i. -Qtuiita-feira, 9
de abril, se extuahira a ltenria n. 116, em be.
nuficio da matrhu do Bonito,(pe nevopa'o ap-
provado),, to c mdetofo da lgejAe Ro Se-
nhorda t ConeeigI dee MilifesOs,,d I soharia
expostas as urnai aeapn i anmnda em or-
dent numerical & aprec o.
JL.tenI d4I W ^Saesep
tologswriks.a cebido pl itFlz n o
terial77 A, extrJida ntemsegunda-feira 6 de
abril na cOrte, foram premiade O segitet nu-
meros:
2.779 8:.9005000
938 10:0005000
2.669 4.XR?50W 0
Loteia d NZtiaeroemy Esta grande
loteria enjo preaio graae0 de 400:0004000, serA
extrahida no dia 11 do corrente.
Os restos doe bilbetes, divididos em Inteiros,
meios e decirmos, aeham-se A venda na Venturosa,
A rua do Cabuga n. 16.
Loterti de I400% 000i0 Esta lote
ria corre impretezivelmente no dia 11 de abril
proximo.
Bilhetes A venda na Casa Felis A praga dIa In-
dependencia na. .17 e 39.
Grande loteria de Nitheroy-Esta lo-
teria, cujo premio grande 6 de 400:0001000, sorA
extrahida no dia 11 de abirl proximo vindouro.
Bilhetes A veada na CAsa da Fortuna, A rua lo
le Marco n. 23.
Grande lotAeria da corte-Esta grand
ioteria, cujo premrnio grande 6 de 500:000,000,
sera extrahkda trevemente.
Os bilhetts acham-se RA venda na Casa Feliz, A
oraga da Independencia Os. 37 e 39.
aa grande loteria da corte de......
@OOsOOO$OOO-Com novo piano muito Van-
tajoso.
Loteria de 300OO$-A loteria 177
sarie B, do Rio de Janeiro, eujo piano foi mui-
to meihorado, corre no dia 13 de abril.
Bilhetes A venda na Casa Feliz A praga da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Loteria-A de n. 177 B, do Rio de Janeiro
de 30:0005000. do novo piano, serta extrahida
no dia 13 de abril.
Os bilhetes acham-se A venda na Casa da For-
tuna A rua do Creaspo n. 23.
Loteria Extraordlaria do Ypi-
ranga 0 seglundo sorteio desta loteria, enjo
msipr premio 6 da 100:0005000, sera extrahida
brevemcnte.
Bilhetes A vend a na Casa da Fortunia rua 14
le Mareo n. 23.
Iboteria do biGo de Janeiro-A loteria
a. 353 B, do Rio, de 20:0Q015000. do novoplano
serA extrahida Uapreterivelsmrte no dia 9 do cot-
rente.
0 reto dos bilhetes na Casa da Fortuna, rus
Il de Margo n. 23.
14o$eri do Gram-ParA A segunda
parte desta loteria., cujo premiio mior 6 de.......
50:0004000,sera extrahidia no dA 9 Jo crolren-
te.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, rua 1I
de Marco n. 23.
Loteria do Par& -Esta loteria, cujo pre-
mio grand e6 de 0:00 5000, 6 extrahida no dias
9 de april.
Bilhetes A vendi na Casa Feliz xA praca da In-
dependencia no. 37 e 39.
mercado MuImmalcipal de Jos46 0
movimnento deste entabelpeimento ncs diss 4e5
de abril foi o seguinte:
Entraram para terom vendidos 73 bois, pesan-
do 9,851 kilos.
Ncs mesmos hias entraram para o mesmo es-
cabelecimento:
Peixe, 113 kilos.
Farinaa, muilho e feijAo, 47 eargas.
Fructas divertas, 42 ditas.
Suinosa 24.
Carneiros, 23.
Precos dos dias :
Camne verde a 400 reis o kilo.
Suino a 600 e 560 reis o kilo.
Carneiro a 800 e .40 reis idem.
I*'arinha de 800, 530, ate 500 reia a cuia.
Milho de 480, e 430 reis a cuia.
Fjiyo de 15000, 800 e 500 rs. idem.
Form oceupadcis:
128 talhos de cs'ne verde.
40 ditos de suinc
22 ditos de freseuras.
68 compartimentos de farinha e comidas.
122 idemn de leginmes.
Devo teo sido arresadado nestes 2 diaa a imper-
tanciade 404A260.
l*atadouro pubico-Foram abatidas no.
matadourapublico da Cabanga para oa consume
do dia 7 do corresife, 80 rezes.
Cajia de e1~es 4.-.&o Movineoto doe pro.:
sos no dia 5 de abril :
Existiam presou 360, entraram 2, sahio 1, exis-
tern 361.


A saber:
Nadioaaea 319, muIheres 12, eatrangeili. 11,
eservoa 19, -Trol 361.
Aras.oAdos 332, sendo: bonem 305, doenteo 27.
-Totar332.,



1ERICHAIE ITEIs


a*s .e *.w *463,.
r 4&Ip R0io ._1 ,

0 doctor *ovow 14 dA o ltas todoo.
4j.lutoir a8 7 As 10.-hoi 4 ;sqd4
,b cowuiitwie offere6o a


I Grt fpreitdOperi 6 I183 ger-

wo aua Duque de o iitia A 0; f- n-
donsa, I'Vimo' & '.V

Ol1rta 4a.Ca~a texin De Candido Thiago da Costa Mello
,rua Imperial n. 322. Vende barato tijolos
para parade, dikw. pra.adijoae qual-
quer dimengl a ftorefat .ttelhlittso
-Tem onoaw sara qonducla o alugual.
IApparelho teoephonico a. 221.
SMoleatias chronicas- dQ estrmjao ?ura-
das radicahudente em, p6umo dinas om as
lavagen simple. ou mdic a pelo
Dr. Leonordo de Albuquerqueo Cav~lcante.
Rua do Marquez de Olinda a. 52 er a da
Imperatriz n. 7. (
Nova Mamburgo
(Cervejaria alleml) de Auguato Kruss
Successores, rua da Florentina n. 20 e
caos de Santa Isabel n. 1, ondo se acha
franqueada ao respeitavel public a nova e
sumptuosa sessAo de recreios; compost
de galerias, pavilhles e terrAgos, em que
as ExaMas. families poderlo gozar das dis'
traces de patina9to ie Rink, iMasica,
etc., etc- Jogos de bilhar e bolas. Servigo
prompto de refrescos geladps e cerveja al-
leml, iogleza e da ma"' Nova Hambargo.


PUBLICAGOES A PFDIDC

Questaojudiiaria -

Inventarlo de, D. lemeutlna
Theodora da Siha
BEQUERIMENTO DO INVENTARIANTE JOS0
ANTONIO PINTO
Illm. Sr. Dr. juiz de orpblos.-Jos6 Antonio
Pinto, inveutariante do espolio de suasogra, a fi-
nada D. Clementina Theodora da Silva, em vista
da petiCAo em que o coherdeiro Eduardo Alxan-
dre Burle pede, pela terceira ve*, a dsUituiao do
supplicante do cargo de inventariante, gueam,. no
cas', contrario, se ihe conceda vista doe auto pa-
ra oppor-s e As avaliavaes, indiear hens i* espolio,
que nao foram descriptos e mais requerer tudo
quanto entender a bem de su direito : vein res-'
peitosamentedefender-se das injustas arguiges
eincrepa5es que the taz o meiwcohedeito e ex-
plicar e esclarecerjcertos fgr ju ,p e. Foposi-
talmente adulterados.
Declara o supplicado, para evitar qtalquer sue-
peita, que no pediu nsem pede pare si o cargo de
minventariante; mas qtuer que seja elle confiedo a
quemn offerecer as preciaas garantias e nio preten-
da fazer o seu quinhao hereditari. em dinheiro,
deixando para os demais herdeiros dividas per-
didas.
JA o supplicant teve oceasiao de reaponder a
esta arguiglo do supplicado, como eonata de fis.
88 e 89 dos autos; poise 6 ea*'aa tercira vez que
o supplicado reclama sobre 6ste pinto. Sendo o
supplicant o ultimo procurador da inventariada
e administrad6ro de seus benas, cabia-lhe o. cargo
de inventarianto, nao como ura yantagem, poia
d'ahi nao Ihe podjia resultar vantagem algwna,
mas como urn ever para corn os interessados e
para cominsigo mesmo.
Dos autos a fla. 91 oonata a dectaraqo dos de-
rmais herdeiros presents de que o supplicante lhes
merece a mais plena counfina, .0 her.doiro au-
sente, representadopor sea9advogadoneihumiim-.
puggna o ainda oppoz ; prova de qu q supplicen
ten ambem lhe inspira coafianga, tato maia utM.-
to 6 o aupplieante procurador e adl dr de
sens bens particulares, existointes neaprovinpia.
0 soppheicado, unieo que nfio eolia oosnpIycan-
te, A o primeiro a declarar que n46 peio .tm pede
a nomei~o pare si.
Nettas circuntstancias, quem hnvia de ser ain-
ventarianto, paras tranquillidade do supplicado e
para obviar as seus chiinericos receios? 0 sup-
plicado, apezar de nao ter pedido? Mas 6 suppli-
cado esqueceu-se de dizer que nao pods ser inven-
tariante do espolio da inventariada; e bern sabe
porque....... Para nio deaorar-eoe sobre este
ineidente, o supplicante limit se,por agera, e s-m
comrnenfrros, A offerecer A considerable de V. S.
o documento n. 1. Esquecese ainda o supplileado
de. queon ao 6 astinvcatarianto que cable deliberar
e thzer a partilha dos ben, da heranua, ma a V.
S. que 6 o juiz. E' poise uma phantasia o roceio
que appaonta de que afinul s tIhe toquem dividas
perdidaa,a eaie e aeso demais heodeos, CuJOs in-
teressesqr 'AQo solar. tao offiesAa qnlo naoom-
petentemente, unma vez que acham-se elles preen,
tea e nada rdclamam.
As dividas, rerdidas ou nlo, hlto de Set- 4vidi-
das por todos igualmente, como 6 de direito, seon
do que, quanto aquells ,que o supplieado aprou-
ve considerar como de difficil eobranca. na im -


portancia de 28:703J980, algumnas jifram pagas,
e quanto as outras, e supplieanteja deeliarou a
fls. 88, que nto duvida recebel-as em seu quinbilo.
Que inais qqerera o recelMAiante'?
- Quanto As de difficil liquidaio, ou wesmo per,
didas, opportaunamente requerer a .suppli'ante a
proiidencia facultada peo artgo 24 do Reg. de
'23 dejulho de 1874.
Qqrpom, nlto podia, fazr o supp'ca~t eOua
deitadep desorevel-as, come pret.o o 0uppbi-
eodo, talvex para mais tardo inerepal ao, e aoo ,
-te tiftito, pel sonegaodoos .tidoe, aic", 6e4 J
miww, tuahaos el. Notou o reolmaute, como uap
grwleoita ccd mettila, peloaIupi t ea To-
= teaer ese a 1o de g ve de 3ptkpwriN 20,de
4eaorphr, tendon p *!, inutoxipf liee
e *pioioveio.a damneaiBte 40 i nta$ap riUOilP-
mefroaw Ais de fovereirc a Otes dojmqwier a. ita.


.lM44^^^ ^ ^i"am'it
oaea o cob dia depois ehgu a prn-
M O to nda-se osimn deseceerria
10 Pupp o ( ppt issa o imest u eapito-
AkgI0,w ~cdque,ft^ mi j o do
anri& proximo paaWrt ,'do/e gldu 'ao '- iteo
bewa- di xetaca- aka
_ena envetiron
Ors ap pdcar daeesoonto ea letr," de sa oarteirs,
pMr at quss erasAfl -, eniar descantos, nas
tuportania de o28:70390 AMttde tudo, cabe
rectlfear p eny dostoppheadow na 41teiptia de
80rG8Q522aQm._e o -aupplioajo tijaa~na banco 'am
8e UW B!Bo no da inveUtari ada,cmo soase .ro-
Pridtariajua,96 al1aperitkncli a pot-quo a. t, d dr o supply
antoe, e na etd iarte Mtid unte rorebidia
pelo supplioado, (qup paita s semio e&tvo a pato'
riado) d evedoe do cazal da inventarirda,
per divides bs ne dso 6 10ti au e eoetade, eaben
do a odtra me:tao OB" herdeiro-dese 2itadoma'
rid. Etrattofte, ars-pawo qu toiro a o supplicard
a quotas qu9 na divides reaebiau s Ihe pertecia,p
deaiou a do supplicant em commumna omo a da
iuvatariada.
A verdade, portem 6 quo, durante os poeuos meto-
zes da admieistrasd do supplieaute chegaram os
sea renadimentoe nlos6 para empregar 28:7035920
em desconto de letras, no que teve ella um lucro
do 1:479790, como para a siua s ustentaglo, paras
as orescidas despezas feitas eom r a sui ultima
molestia, -enterro etufrk 0medico, uostas etc. etc.
eo ainda eoxistoaldo, om tudoa o supplicante de-
monstrar na s cotas queo em breve appresentara.
0 moesmo porem no succedeu na adimnistragoo
do supplienado, durante a qual foerarn absaorvidos
todos os rendimentos dca invenotariada na impor-
tancia de cerca do 148:00n9000 ; pois 6 certo, e
consta da eseripturaglao feita plo supplicado, que
durante os quatroas anno e meio de sua precura-
doria, recebendo, suppliadao ren-imentos tia
Savultados, s6 deiou a jbra e eion ida quantia de
21:064$295, es6 em concert do cpredios gastoa
cereal de 26:000o000; send queo os documents
Scomprobatorios de despezas tAu avaltadas econsis-
tern, em grande part, em pedaos de papd eseripLos
por eie mestao, e era ctas tirades e peas eidea,
nome individual; e, depois de sua dietiturorl, ainda
se julga corn direito a cobrar cera de 10:0005 de
bemfeitorias,queo diz ter feitona casa em que mora.
E' verdade quo aouppliansute, eoma o procurador
da iuventariada e por eata autorisado, descontou
as alludidas letras, na importancia de 28:7031920
no que teve ella- um lucro de 1:4791780, co conjA
disso. Destas letras, todas do pessoas idoneas,
algaumas j estao pagas e as quoe nao forem, o
supplicante ja declaroun a fia 88 v. que as recebeo
em se u qunhiao herdAitario.
Allega o supplicado, corn uma angenuidade que
o suppaicante nao quer commentary, que send em 31
de janeira de 1881 de 68:0424810 o debito de L.
G. da Silva & Pinto, part com a inventor ada,
tegando a conta pela mnes a. firm tornecida
naquella data, ejinuts A sua petico, e nao cons-
tando que tenha a firm devedora pago quantia
alguma por conto deste debito, ao tempo em que
elle fai procurador, nem send provavel que o ti-
*sso feito depois, ao pasio que a inventariada IMe
havia con1edido abate de2r9os e mandado illiminar
densua conta a importance de dous vales que es-
tavam em son powder, e que o devedor dissa ter
pago ao finado Luiz Gongalves da Silva : nao
sabe como declare, hoje o supplieaute que a mesma
firm era devedor apenas de 40:35iVa 185.
A e"t proposito, faz notar o supplicado que,
tendo a 6rma Luis Gougalves da Silvh& Pinto
se dehitado para corn a tinventariada, no shlano
de 1$ dejaneiro, por 32:0291802, dizendo a c iqs
o supplic&nte em uma petiha oqu e havia engano,
Q quo a credit era de 40:109A918, declar ava agora
nos autos do inventario que era de 40:3551185.
Coin effeito, so a ingenuidade do supplicado pode
desculpal-o dafaltaque commetteu,fazendo seigno
rate de um facto, de que tinha plaw conmeoimeuto,
e do qual lembrou-se logo, no period seguinte
Aquelle em que affeetou a sua simulada igno-
ranus.
A different de 27:932A892 entire a quantia de
68:042A810 e a de 40:1091918, 6 justamente a
correspondent sos jutros que a inventariada, em
sup vi~ia e muito espontaneamente, nbo abateu,
coma allega o supplicado, mas renunciou, come
consta do- document junto n. 2e o supplicado nto
ignora. *
Eis de quoe modo se deu o pretendido abate :
Per occasibo do fallecimento do eommendador
Lutz Gonjalves da Silva, que, corn o supplicant,
constituiam a firma Luiz Gongalves da Silva 5r
Pinto, tirou a firm devedora A inventariad urna
conts corrente na qual creditou-a par juros na
importancia de 27:9325892, sobre a quantia de
40:1091918 perteneente A inventariada e exiatente
em poder 9p mesma firs.a. Deelaraudo, poem,
ella mui fo'rmaimente que nao queria que Ihe fos-
gem preditados juros peta aiuenla quantia, visto
que nonea harta rehebido jurors de sens filhos,1
neote sentido assignou uma declaragbe que mandou
aprc~entar ao supplicado, para seu conhecimento,
como seu prociurador (citado document. a. 2). ,
|N~ate utp|ent quo a invaQfta*4a deals-
run It-minautemente que a meneioaada quantia,
existente em poder de sen filho, e genro, sob a fir-
ma de Luiz Gangaloes da Silva & Pinto, nao vea-


cia j~ro algum, esereveu o supplicado, abaixo da
aspi-natnra da inventariada, as seguintes pala-
vas: Dclar qu, em ajuate de conta corn am-
bos s sBocios tar o abatimento acima declarado-
como se, par or elle procurador cda inventariada,
podese lnimitar o direito della e oa effeit deseu
acto, manifetado e traduaidO por palavras tao cla-
ra e terminantea. quamdo tevea osuppiicadi
de faser entrega dos doeumeatos e mais papeis per-
teucrtes A inventariada, ficou--e com a conts que
.ig.,rS apresenta, affectando ignorar um facto de
que finha pleno conhecimenmo, da qual deixou ficar
prov earipta I
ii a aslo porque ficon reduzi4d o credit da
inve tariada.
balango da fifma devodedora, em janeiro do
to te anna, den-se um erro, davido ano equivoco
od iddi-liyrolquando teve de deduzir do cre-
itain_ id ivojunroa repectvas, mas estt,
orro bicoa'egido maito tempo e verificado em,
A- fiffe de o245,1267 rars mai corn que o
ppi, ante, como inventariaute, descreveuji este
|a 41A i.cripto, no. livrs da inveutariada, coma uhe
foeiostreguos, e preferir o sapplicante dseare-
e] comoa achou nsesaelivroe, por excesso de es-
oyrupdo. Por occasilo da partilha se liquidar.i
"Otequeaa dlfferenga.
r 4,efereueia que taz 0 mupplieadoa Aentrega dr
dosapval1 a"m valor, aeuhnsaa re l te om oM '


4ustfva aostiziado a tratal-a ha
reese eo a awt do aes preteadi-
dosdoagoes,. a a avta4 ; ao estavesse no
pleno goazo dBeatm s Gi&Wm Oraos acts a
que se refere o suppliecado, foram praticados em 18
13 etembro- e, segundo a intormago medics,
6 pricipieell a soffr an smaau faeldades do
eard. die outubro at Bii s fatloeiirnento. |
A inventariada nio fez doago alguma, Como
dis 0 SOppliado ; daem e di antamnento de ,epiti-
ma ao supplicante a caus jA. mencionada, no valor
de 25:000, em te*mtreneMunnexowno de'i.00 -;
e A herdeira D.Muria Carolina a jtja mbein men-
cionada easa, no valor de l>:000(000.
Ora, a casa dada enm adiantamento ao suppli-
codo foi avaliada per 22.COO no iuventario do
*finado commendador Manoel Gonalves da Silva;
potr 25:0005 no present inventario, e pelo meome
prego, ha poucos mezes, a requerimento do sup.
plicado, por oceasilo da avalialao de umas bem-
teitorias que disse elle ter foito n'ella i send to-
das estas avaliagces feitas por accord unanime
doe avaliadores, accrescendo que, poucos mezes
antes do seu fallecimento, por occasilo de doper
a invontariada a requerimento do supplicado acer-
ca das allegadas benmfeitorias deelarou que sen fi-
nsdo marido havia constrido aquella casa para
sua filha, mulher do supplicante.
0o terreno annex teve tarnbem o memo valor, e
urn pouco mene ainds (15:0001) teve a caas dtda
em adiantamento de legitima A herdeira 0. Maria
Carolina. De que natttreza seria, pois, a pertur-
baglo mental da inventariada, para proceder por
semelhante fOrma ?!
Passemos A escriptura de ajuste da cents do fi-
nado commendador Luiz Guongalves da Silva. Du-
rante quatro anuos e meio, em que foi o suppli-
cado procurador da mnventariada, nao obstante as
reiteradas instancias e exigencias d'ella, nunca
tratou do ajuste de suas con:.s corn os herd -iros
de sen filho ; nunca de umn passed n'este sen-
tido.
Quando, em maeio do anno findo, resolve a in-
ventariada dispensar o supplicado do cargo de
sou procurador etransfciil-o ao supplicant, exi-
gio do supplicant que se ineucibisse do ajuste de
suas contas corn os herdeiros do sen finado filho,
pois quae no desejava deixar para depois de sou
fallecimento um ncgocio quit podia ser motive de
discordia entire os seus herdeiros. 0 supplicante
prestou-se a esta missao da melhor vontade, ndo
como procurador da inventatiada, mas como inter-
mediario entire ella e os intezessados ; e depots de
chegarem rtodos a um accord, lavrou-se om 14 de
julho urna escriptura public de composigio e qui-
tagilo reciproca, entire ella, doe uma part, e de ou-
tra part a viuva de sen fiho, por ,si e come tu-
tora de sua filha, competentemente autorisada per
V. S. paia este fim.
Nao sabe o supplicante em que se funda o sup-
plicado para calcniar em eerca de 400:0005 a di-
vida do casal do commendador Luiz Gonealves da
Silva para corn a invcntariada, nerm porque, du-
rante quatro annos e meio de sua procuradoria,
nao tratoa de regular e acautelar tio avultados
interesses Sabe, por6m, que a inventariada, ape
sar da insania que lthe attribute hoje o supvlicado,
deu prova de muito criterio, ajustando as suas
contas dnranto a sua vida e recebendo o que jul-
gou equivalent ao seu credito. Come quer, po-
rem, que seja, trata-se de um contractofiT'o pela
inventariada, por instrument) public, guardadas
as formalidades. legaes, pelo qual nenhuma res-
ponsabilidade tern o supplicbate, pois, apesar da
insinuagao do supplicado, ninguem melhor do que
elle sabe que ella nao se deixava levar por induzi-
monte de quemn quer que fosse.
0 pioprio supplieado, quando precisou de uma
procuragio especial d ella, pars figurar em urma
reunion de grande importancia da Companhia de
Beberibe, e mandou pasal-a por um tabelliso, teve
o desprazer de ver a inventariada reeasar a sua
assignatura ; de sort que viu-se obrigado a to-
mar part na mesma reuniao curn acdpia de uma
prowsraco que aw existia I!...
Nao esta o supplicant mid informado acerca
dos moves portencentes a um dos herdeiros, come
diz o supplicado.' E' sabida que o finado corn
mendador Luiz Gonalves da Silva residia corn a
inventariada, e que, havendo-secasade poueo tem-
po antes de fallecer, compron moveis-, novos e de
valor para seu uso. Todos os herdeiros como mui-
tas pessoas estranhas o sabiaaM, e ninguem melhor-
o sabe do que o supplicado, par cujo intermedio
foram comprades alguns desses moaeia, e que yel
deu elle mesm outros, recebendo o respective paga-
mento. Par occasiao do inverntario do mesmo com-
mendador, nao quiz sua viuva. retirar eoses mo -
veis da casa da inventariadi e deixou pot- isso de
descrevel-os.
S6 o supplicado podena ac:reditar que o com-
mendador Laiz Gonealves da Silva pos-uisse ape -
nas as moreis constantes da certidbo a fi. 169,
isto 6, 1 sofa, 2 cadeiras entofadas, 6 ditas de
guarnipbo, 2 guaria-vestidos, 1 lavatorio, 1 toa-
eador, 4 secretaria, 1 estante, 2 guarda-roupas, 1
piano, 2 jarros, 4 quadros, 1 espelho, 2 cadeiras
de balance e 1 relogio de mesa. 0 supplicante
eatendeu e entende que, come inventariante, nao
se devia prevalecr destas circumstancias para ne-
gar a verdade sabida por elle e per todos as her-
deiros. Outro que fosse ou quo seja o inventa-


riante, o supplicante -renuneiaria e renuneisa o que
The podesso vir a caber nessei, moveis, no. qu e sa-
be,qua A apo bapshdo peloa demais herdeiLoA;
mas coine esto ow' mesmos moves dcscriptos e
avaliados, o supplicado nao estA privado de pug-
nar pela part que Ihe possa vir a caber. IO sup-
plicante declara deade ja que renuncia qualquer
part que Ihe possa tocar em bens alheios.
,Na siua ecampaaha contra a ainyvenutarianoa que
nao pede para si, refere-se o uapplicado A dontri-
aa ensinada pplos eseriptores, segundo a.quaLn.n
baste que o herdeiro conviva com o inveutariado,
pars ser nomeado invntariante; 6 preciso que so-
ja tl, que pela.sua-peobidads inspire confiangca a
todos os herdeirs .
Nao couhecemom esta dwutriianem estisescrip
stores, nerm qual o tribunal ane qual o criterio pa.:
ra se julgar da probidade dos inventariantes, an-
tea e depots de seres nemeedos. Seo acriterio,
para julgar-se- dessa j.robidade, fosse a confian a
lus herdeiros, comao qu-er. -o supplieado, no case de
ser elle forcado a aceitar o cargo, que aopediu e
nado pede, mal estarioa sua probidade, pois a maio
ria dos herdeiros n'elle nae etnfia, antes deascon-
Aia. A doutrina que conleaemos e, quea o cargo de
inv n.ariante cabe eat regra a certas e determina-
das pessoas, catre as quaes aquelles que admiuis-
tram bens alhejos qiwwetea aiaenOs adminis -
tront--, e que contra a improlbidade dos invonta-
ruwtes teem os-jiies, quesaaiem sel-o, osmeios
legaes dorepressro. Tivesse a mventsriada fal-
lecido ao tempo em que o supplieado era seu prt.
curador, nad* tis natural do qua ser eUe nomea-
do inventariate sea que fobaa jaeaessario aferir
a sua probidade pela coafiangLa dosidemais herdei-
roaoemasem quoal-.eateriac.( mUpplcado.
I square foason a inftalo eom qu o sup.
pli ado refe. 3 e A probidade aecesaria ao ear
go in ventanante, o supplieanta provoa-o a ser
te explicit e a to aaode euea o pro.-


mutre I
ane
MerIX


pars a sua
*el augimnto
to u.5 cons-
,him ifieA:d,.


* *wx sapguiau
eunipre as reclioBn
V. qone se diu(
auto-sm paa citar
eato.--E. It.au M


&nJll& l d ^de- a mpsw-q l /
96.8" lp~fa -d -1 1od l e"e*'ll^^-^. *
a. mafida jutar a praesttInm '^
5polo quo pede a V.& deferfL


DOCUMENTO N. 1
Pui~ioa firma
Estancia, 'de jaojuA de 1884.
Sr. Joas 6 Antonio Pinto.--Tendo eu lido m Jor-
nal do Reoife de hoatem, um pqueo a rtig d4
8r. Eduiard A. Buale,- deelamdo que, per meti-
vos que se neessario f6r posteziormente pubtieara,
pedira-me eanuuera6o da pCi que ea Ike
havia eonferito em fevereiro de 1880 ; veal pa
presence autorisar a Vme. a deolsuar de mina
part que, o Sr. Burle nao pedio sui exonerato,
fui en que o destitui de meu procurador, pelo fI
to de nunca iver prestado eontas durant todooo
tempo que foi meu procurador, e tambem potr que
os dinheiros que me perteoaiam, tinfaos no Ban-
co em sea no nie, recusando-se a trausferilt-os para
o meu come e:ra de direito. Altm desses motives,
outros que Vio. ndo ignore, determinaram reti-
rar-lhe a minha confianga.
Sou de Vme. sogra e obrigada
Clementina Theodora da Silva.
Reconhecida a ftma pelo tabellialo Mergulhao,
em 19 de junho de 1884.
DOCUMENT N. 2
Public form
Pela presonte por mim assignada, declare que o
tinheiro que tenho em poder de men filho e gen-
ro, sob a firm social de Luiz Goanalves da Silva
& Pinto, deside o anno de 1870, nao vence o juror
album.
"Pao a present declarablao para qte tenha ple-
no valor. -Clementina Theodora da Silva.
Estava urma estampilha de 200 reis assim inuti-
lisada.
Estancia, 30 de dezembro de 1882.
Declare qua em ajuste de conts corn ambos as
bocios faro o abatimento acima declarado. Por
procuraAo de D. Clemeatina Theodora da Silva,
E. A. Burle.
Estio reconhecidas as firms pelo tabelliao Sa,
em 30 de julho de 1883.
DOCUMKENTO N. 4
Illm. Sr. Dr. J. C. Balthazar da Silveira.-Ten.
do side V. S. c medico de minha sogra D. Clemen-
tina Theodora da Silva, durante os dous ultimos
annos de sua iida, pego-lhe o favor de responder-
me so, durauto todo ease period de tempo noton
n'ella fraquez de animo ou mesmo perturba*Ao
mental; e, no case affirmative, desde quando ;
permittindo-nme V. S. fazer uso de sua resposta.
Sou de V. S. attento venerador e eriado.-Joasi
Antonio Pinto.
Recife, 26 de fevereiro de 1885.
Illm. Sr. cmnimendador Jose Antonio Pinto. -
Emt resposta tenho a dizer a V. S. quo ate a data
do fallcimeento de sua digna sogra Clementina
Theodor4Aa0iJ1ft houve duas Apocas de pertur-
bapoes m_ abtg: -
A primeirk'- dp6eafoit no segundo semestre do
anno de 1883, por occastao de uma grande metro-
rhagia que a prostou de tal formina, que receiei que
eutio succumbisse. Sendo combatido nessa ocea-
sigo o mal, ella foi recuperando a integridade de
suns funcog5es cerebraes A media que se ia resta-
belecendo, permnanecendo apenas urma ligeira de-
pressre na meinoria, que em nada compromettia o
raciocinio.
A segunda 6ipoca foi no anno proximo passado
do meiado de outubro ate a data do fallecimento
da doente, eon que o cerebro foi gradualmente
perdendo as suas funcges atW apresentar todoa os
visas de alienac.o mental.
Na primeira 6poca foi causa das perturbacoet,
m;ntaes o depauperamento resultant da metro-
rhagia.
Na segunda 6poca a origem foi today moral, re-
sultante de grandes contrariedades de familiar que
sobrevieram, ecmbinadas eom o depauperamento
produzido ipor zontinuadas perdas sanguineas, que
se aggravaram corn as commog5es moraes, e por
um tumor ulce:rado, sobrevindo no utero, que de-
terminou a manifestagao de phenomenon pyohemi-
cos, us quakes produsiram I.he a morte.
P6de fazer hests resposta us o que Ihe con-
vier.
De r. S. attento venerador e criado,.-Dr. J. C.
Balthazar da ASilveira. -
Recife, 2 de mar de 1885.,'
*, '
Alem dos tires d6cumentos acima foram juntos
os de0s. 3, 5, 6, 7 e 8, a saber :
0 Diario de Pernambitco de 19 de abril de 1882.
A certidilo do inventario do colonel Jose Felix da
Camera Pinentel d'onde eonatam quaes os
bens adjudicados para pigamento do debito do
casal e US sens valores.
Urna public farma da conta do memo debito.
Duas publicas fat-was das letmas corn oas respecta-
oes recibos.

0 corn elFranclsco auaeei de
Souza OUveira, o major Pri-
eiamo & Barros Aceioly Li..,
ao public.
Conhocendo de ha muito, o Sr. major
Prisciano de Barros Accibl^Lias, sabia
quo esso senhor, levando-se par um calcu-
lado abolicio tisrno, tiaha-so tornado o fla-
gello constant o pertinaz da maior part.
dos proprietarios d'esta comarca e das li-
mnitrophes ; jai homi jando escravos alhoios


em suas propriedades, jA enviando-os para
lugares longiquos, segundo geralmente se
diz! !I ..... Mas, que soe tivesse tornadouum
dellapidador calmo e frioda reputaglo alheia,
imagiuando factos e trazendo-os ao dominion
do public, cakm o provoito unico de tor-
nal-a duvidosa, 6 o que nalo tinha a fortu-
na de saber, e do quo s6 agora vim A ter
a certesa, corn a leitura do um celebre ar-
tigo per elle jpublicado no Jornmal do Recife
de 27 do cadente mez, sob a .epigraphe.
Escandalos.
Na'o pretend, anto quero e nero devo tor-
nar-me retaliador, e por isso limito-me s6-
mente A devolver-lhe intact a calumnia,
que me irrogou; seontindo profandamente
alo ter S. S. aflirmado o que disse em su,_
verrina, amparando-se covardemente com o
seu costumaldo consta-, comno meio de
esquivar-se, da responsabilidade criminal.
E' fiso 4u8 o mn.u escravo. Hoaorio ti-
vesse fitucanibido sob a9oites mnaudados por
mYiiu infligir. HIontem eamo, levei ease es-
cravo A spreamiga do 4oau jiz da dir&te
interino da Comiarca, do dator proezter
public e do primeiro suplente do deleado
|deste termo (por ser me unhado o dele-i
'gado effiotivq, e por osSO fta Lt'o-aesdu


:i
I.





















I
' i


.4


























4.o inmaro de o1885.
F. do Rego Nigromonte.


ra-;ja A*$0 1w hsterminto -0 won,. Pedindo~
ao respoitavI publioo a finesa do aquilatar

Enknhoe'Jasiru 29 de mar9 do 1885.
Francisco Monade dSouza OUwira
DOCUMENTOWN. 1
Jacir. i 28 de maroo do 185. -111im.
SSr. Dr. juiz de direito interino Francisco
S Ignacio de Souza Gouveia. -Peco a V. S.
S o obsequio do responder-me, ao p6 desta,
r f so hoje cm virtau Ie do uma corresponden-
S cia firmada pelo mijor Prisciano de Barros
l Accioly Line, publicado no Joa do Recife
S de hontem, no levei espontaneamonte A
M presenva deoV. S. a nsso cstiravo Honorio
S e qual o estado em quo V. S.,o vio elle
se achava
S Pedindo-lhe permisslo para fazer o uso,
que convier da resposta 'de V, S., subs-
crevo-mo e corn o mais alto rospeito o con-
sideraglo. -
S Do V. S., attento criado e obrigadissimo
i! servo. -Francisco Manoel de Souza e Oh-
veira.

S Illm. Sr. coronol. Hontm, depois do
uma hora da tar:le, veio V. S. pela pri.
S meira vez acompanhado do Dr. Francisco
de Santiago Rimos e dos Srs. Luiz Ca-
valcante de Albuquerque Uch6. e Manoel
da Gama A nossa casa e, depois de trocar-
mos algumas palavras do cortezia, deu-me
a ler um artigo, quo vem pnblicado no
Jornal do Recife n. 70, de 27 do cadente,
assignado por Prisciano do Barros Accioly
Lins, queo em dito artigo fazia o culpado
da assassinate) do preto Honorio, escravo
de V. S. que pouco depois fez-me apre-
S sentar o mesmio eseravo na o.casi'lo, em
*; que se achavam tambem presents o dele-
- gado de poli-ia deste t rmo capitIo Carlos
Jos6 de Siqucira e o Sr. Joaquim Ignacio
P'. Paes Barreto, escravo aquelle sadio e ro-
busto.
- Tenho aasim rospondido a carta de V
i S. que poderA fazer da minha r,-sposta o
use que Ihe convier.
SDe V. S., attonto venerador e criado.-
S Francisco Ignacio de Souza Gouveia.

DOCUMENT N. 2
,Ja iru, 28 de margo de 1885. Illm.
S Sr. Dr. Francisco Santiago Rutmos- -Pego
a V. S. o obsequio de responder-mo, ao
p6 desta se hoje, eimn virtude de uma cor-
S respondencia, firmada pelo major Pris-
S ciano de Barros Accioly Lins e pub'icado
S no Jornal do Recife de hontea, nao levei
espontaneamente & presonga de V. S. o
| nosso escravo Honorio e qual o estado em
que o vio e o mesmno so achava.
S Pego permissao A V. S. pars fazer o
uso q'ae ihe courier de sua resposta e cornm
toda considera0o subscrovo-me.
Do V: S., amigo attencioso criado
obrigadissimo. Francksc Manoel de Sou-
S za Ohiveira.


; Rio For.noso, 29 de margo de 1885. -
S 111m. Sr. coronel. Em resposta A carta
S do V. S. datada de 28 do corrente mez
tenho A declarar-lhe o seguinte: que o
: escravo Honorio foi hontem, aqui, apre-
sentado por V. S. nao s6 A mim, como ao
Dr. juiz de direito e ao delegado de po-
S licia deste termo oa capitlo Carlos Jos6 de
Siqueira. Nesta occasion, em que o refe-
S rido escravo me foi por V. S. apresentado,
nao demonstrava ter signal algumn de cas-
tigo, ner achar-se doente.

___ilico
^ COMBERC1
I Pra&a do Recite, de abril
Si de A188&
,-"' Astreshora datarde

S Cera de earna6ba de s qualidade, 9j800 por 15
kilos, sabbado.
Dita de dita de 2a qualidade, 7&800 por t15 kilos,
S sabbado. .
S Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. corn 11'4 0)0 de
desconto.
.. A. Leonardo odriguos,
President..
AL J. daMotta,
|^1'1 : ,. ,' -laereetrio.'

I BENDIMENTOS PUBLIGOS
I Mez de abril doe 1885.


ALFAxmD'A-DO la 4
uim do 6


.,IECEd oa-De6 a
Idem de6o


4


Sontado 4D -662-p- ilia --vqre tea.-
do sido exassiado, niie til forama en-
o-onftados vestilo do e evcias.- -
Atitoriao-o A faxer o uto quo qu*3 quizer
dostaminha reipo .......
De V. S., anigjo obriadiasimO e atton-
ciose oriado.--Pedro Ajoeo Rigueira Pin
d di &usza, .

DOC'LUMNTO N. 4
Jacir4 28,ie m-irpodo 1885. --Im. Sr.
Dr. Francisco Santiago Ramos. -Tonde
sido em dia do correate mez apresentado
A V. S. pr inttermaedio do Sr. Felinto, do
eng nho o.eanawa o individio de notme
Jose Francisco a quo allute o Sr. major
Prisciano do B.trros Atcioly Lias em sua
corrospondencia publioada no Jornal do
Recife do liontom, pepo A V. S. a fiuezs
dle responder-mo ao p6 doste, qual o fim
para queo lhe foi apresentado dito individuo,
o estado cm que olle so a hava, o que
nelle foi por V. S. encontrado e finalmnont-
qaaes as pess.oas que corn V. S. estavam
em dita o.-ca,;io e quo tudo prasenciar.im.
Pormitta-mo fasor o uso quo me convier
da resposta de V. S., corn toda considera-
93o sou de V. S. amigo atteaeioio e obri-
gAdissimo criado. -francisco Manoe2 de
Souza e Oliwira

Ilhln. Sr; coronel. Tenho a informer A
V. S. que o.ndivi,.luo do nome Jos6 Fran-
cisco do Alhnoida, morador do major Pris-
ciano veio a minha preseuga no dia 2 do
corrente A mandado do Sr. Feliato B.arros
Accioly, por ter sidocelle maltratado polas
autoridades do Serinhalem, segundo me do-
clarou o Sr. Felinto em sua carta. Tra.
t'ii, logo quh o howem veio a4 minha pro-
sunga de examtainal-o corn o Dr. 4mazonas
dc Almneirla o Othon de Barros Wanderley,
e nio encontr:muos vestigio algum de hia
ver side dlle espancado.
Do V. S. amigo .obrigadissimo e criado.
Francisco Santiayo Ramos.
(Os originaes dos documentos acimna, ca
jas firmas estio rcconhecidas por tabelia')
public, fiemin na typographia desto Dia-
rio, onde poderao ser pextminados, por
quoin quizer.).


Cineo Chagas


Deus Nosso Senhor

Jesus Christo
./
Continuab o do n, 73
No dia em que Qile entregou 7:000#000
para salvar o navio Barao do Muribeoa,
part nlo ser vendido no Rio por 15:OOOSEM
quandofindava do despender corn elle alemdo
valor quo tinha e pelo qual estava seguro,
40:000#000 MAIS oU MESOs; nesse di a c
desse dinheiro, fii entregar 700#$000 ao
Illm. Sr. Dr. Seabra, QUE ME DISSE SE-
REM PARA SALVAR 0 JUIZ QUE ESTAVA


COMPROMETTIDO.
Ainda o mesmo HIm. Sr. Dr. Seabra
disse-me e a mais alguema, que so bavia
expedido telegrammas par todas as par-
toes, afmn de ser preso Joaquim Monteiro
dIa Cruz; por6bu umarranjo em que en-
tervi fez sustar esses tlegrammas, e vir
Joaquim Monteiro da Cruz para o seio de
sua familiar.
0 referido Sr. Dr. Seabra, em umn ou-
tro di a izia-me : JA SE LAV9\RAM MO DE
c C; 2,Sl5 (lioa ~cm~2S 9Si~iade Ei-t
genhoOeatral 1,872 dIt.)s corn 149,760 ditos ae
dito.
Na barca ingleua Petit Codiac, carremgou :
Parma New-Yorl-, P. Ca(raeiro & C. 600 saceos
com 45.000 kilos do asecar mascavado.
NL baa ing'eza L. AgueS, carregou :
Para New-York, IL. Foraster & C. 8,614 saceos
corn 27150 kilos de asunoar maseavado.
Na bares mglem Aureie, carremgou :
Para New-York, H. Porstr & Q 9,291 saccos
eorn 246,825 kios asauear maseavado.
No navio portg-ues Cameos earregou:
Pam Lisboa, P. Caeim & 37 coumros salg-.
doe eom 444 knoI"
S Paarae o ntemwr
No pat o-dlonuuunmques a!Aie, carm-ogon;
Pamao Rio Grade do Sul J. 8 Loyo & fta
406 ba emricas OOR 24,5M6 kilto de asucar bramo.;
So-vapor frances Vile-eB*akia, earregom
PaRtm Santo, 8 Guimamae & C; V0 saceoe
em 183,200 kilos de asmoareama-soaado.
-Na bars national Nova &n im/pathia, camre-
Pama o ParI, Baltsr Irnos & C. 5duias de
vamsowmas de piassa.a -
*,- Miteiw =ooalD. JAandcao, omnvregem
Parx MataS, ILa IJ. Sam.e 1 bakrica qom 60
kilos de-assuearr fflavado.
-K _-C U'." emItiit^ i


,Ido~a4eT4i~


*-~ I.


aveniit
"^jy* te-


illepvol, eu fows-er 0eey- o po t 0 sao.' re*
querimento de rewoi*p e reb d1 m
do Sr. Porto a p
no dia, sgaiate d

9AO junto da Pnte do Recife.
De um dia para outro tudo foi por amin'
arranulo: ISI O-EXATOOU NAO,
HME U8 ( -ROS SRS. MONTENEGRO/
SEABRA E PORTO? "

Uin mogo vigoreso Sr. Sabra estava
padlido, e a jovein esposa cm deamanimn sob
o peos da exigenia quo V. S. fazia; mais
tarde, dessa casa sahia o cadaver do Joa-
qui m Nonteiro da Cru. C r"uy
A Eunaalia, iadigoet., obtovo -umeioa -para
asatisfazer o salario ao advogado ItU. 8&,
Sr, Soabra; eu tambeot Iho pagaei corn
genoroi.lado os serviVos qua ina presto)u,
senhor.
Froitas fin o gaarda livros preparado
par V. S., mas nita o ia-ioed0o QuE JS-
TAVA A PAR DAS TRANS CXOES
D.t OCASA !... Ai diffl-uldades sobrevieram,
As s8cl-treeiuontos erAinm fornecidos corn
lu aIld Ie e a sentenca depots qual foi ?
0 hIm.,aom jA havia morrido, qualqueot
s-nteaga, born estudados os seus funda-
mn4atos -DEU-SE, mas co.no eslava no
Rio do Jan iro n.) sei qual foi1
S- foi cnlposa, EtSSGURO QUE NAO
FOI JUSTA, e digo isto por suma unica
raz,1o; a razlo ctA -mn n1o toer ainda side
condew iado o assassino do Bernardino da
Silvw L)pos e nem sido proccssado por
este crime
(Continauarei se me for p)ssivel.)"
Recite, 5 de abrii de 1885.
A. F. Corga

Agradecidmento
Cumnpre-me fatzor pubi'co a malestia de4
quo soffria, batu como o trainento cmpr3-
gado e quo gragas A rroyidencia poz ter-
inoes a tantos soffrimentosjquo me acabru-
nharam a existencia, h..perto do nove an-
110S.
noa.. ,'
A molestia erar' um estreitamento da
urethra, que daitava desta epoca. Con-
sencutiv. imetoi ti vOe rdoUs tumnores quoe arre-
b.-utaraim, estabelecendo-se duas listula*,
per onfde, dahi em diante, se fizia a uri-
,Utigao, fi,-ando corn o canal dai urethra in-
teirainento tapado.
Nestas circumstancias a minha vi laera
umn tormento, quando tive noticia, por um
operado -do Sr. Dr -Bettencoart, quo este
Sr. doutor emprogava um novo tratamen-
to nos casos de estreitamcntos da ure-


thra. -
Imymediatamente dirigi-me A esta &idade
e procuiei-o afim do ver so podia eon-.
guir a cura de u:na molestia quo eu sup-
punha incuravel, a monos que me naogu-
Sjeitasso a uma grande e perigosa opera-
r;alo, como me diziam.
0 Sr. Dr. Carlos Battencourt, por meio
da electrolyse, operou-me, no dia 19 de
inargo corrente, pelo process do Dr. Mal-
lez, para destruir a barroira que intercep-
tava a uretrano meio do canal.
No dia seguinte, eu jA podia urinar ain-
da que pouco. Urna sonda fina foi intro-
troduzida na bexiga pelo Dr. Bettoncourt,
a qual foi deixada por espao- do 24 ho-
ras.
Depois elle introduzio outro instrument
Bueuos-Ay~e.-46 dias, b& e~C.eea
de 76 tonelud4as, eapitalo FP. Hirder, eqiipagem
10. em lastro i ordem.
Londres-67 dinas, bares ingle-a fCuba, de 263 to-
neladas, capitio Robert .IL Wht, quipageam 9,
earm ga variosgeneroe; a Fonseca Irao & C.
5Cardi dia, barcanormueguenne.b*o de SIL
toneladas, eatpio C. N. eft, equipagem 10,
carga cam drvodepdr; a Witaon Sons a C.
Rio de Janeiro .9 dits, ewrsoua n iona9l Mo&-i
de 119 tonekdas, eapitboPorfirio Priwo da Co4.
ta, equifagozM9, emi laWtro; ,ordem.


E~fsk FU 4oJalapa
da terra, i ane-hpti cas corn ex-
tracto deojapeaga, pomda ante hbespeti-
4 vinho do. '10W4ij I noso, vinho de
ananaz, elxir conoentrado dejapocanga,
salha& Man teno toi paor vehiculo o
vinha de cajiL. Em adA prospecto acha-
ais iatonc= s para w .ar
SVende-sa nesta capital na Pharmacia
8meric0aa de A) M.-&tras & C., rua Du-
qae do Caxias n. 57 e phamacia Bartholo-
memi. ^.



Do pharmacenwwio Gwoao Braz dos
Santor
Esto importanie depurativo do sangue 6
a unica especialidade deste genero honra-
do coin attestados das summidades m'di-
cas desta capital.
Os abaixo assignados, tendo comprado
ao autor as formulas do elixir e tinimento
de janauba silo hoje os seus unicos pro-
prietarios e fabricantos.
Pharmtuarcia Americana do A. Veras & C'
57-Run Daque de Caxias -57
Pernambuco
qmual o mollvo por que soiflrrols 1I
N 436
Vos outros que padeceis de tysaica, asthma, cA
tarrh), bronchites" e tosse cbrironica, responded A
esta pergunta. Na admiravol o inaravilhosa cum -
posi*to da Anaoahuita Peitoral. so evos offoreee um
remnedio qua-i iskllivel, rapido e inteiramente in.
offensive. A sua prearaqo 6 compista dos sue"
c is baluamicos e nutrutivos d'umas arvore mexiai
oua chamada .4a1cwahkita, admimavel antidoto este
gratuity tV off'recido p.iAaftureza parsa a cara
do todu seonfermidales pu4i)aanres.- -..
0 mundo ao enceffa em si, cousaL que eorn ells
do leve se possa comparar, Os propribsmeodico;
testificam, quo, quai Io as sU 8t melhoras e mais
poderosas mdAteinas, ehegarain a provar a su3: it-
utilidadoe e inefficcia, nm di4niituiiOo e curative
d.t tosse, ou para alliviar a rouquidao e iiAflanmma-
qio tracheal; eate excelleate rein'dio, tilo agrada-
vel como effiaez, corn freqon(;r-a rdsta'woleee os
pultnaes, os bronchios e a 'larynx ao secu primitive
estado natural;
CoMO- aUAWT& contra as falsificacoes, observe-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp, venham
estaunpados em lettras transpareates no papel dj
livrinho que serve de envoltorio a cads garrafa.
Acha-s4e i vend-. em todas as principles boticas
e drogarias.
Agents em Pernambuco, Henry Forstar & C.,
raz do Commercio n. 8.


Agradeckmento
nila A de -V. Soares de Avelar, veo
ttestemunhar seun eterno recounh ci mentor
n- s6B aos distinctos fualtamtivos Drs. Fer
reira Alves o Malaquias pelo intorusse e a
boa vontade que empregiram no trata-
mnento do seu prosado esposo Juft Ignaeio
Soares do Avellar, 'omo tamffmin aos inti-
toos amigos os Sr. Jaeiintho de Azevedo
e os compadres Jos Ignacio Avilla e Ma-
noel Gongalves Agra, os inimensos bone-
ucios e favored que Ihe prodigalisaram du-
rante a cruel etfermidade quo o levou A
sepultura.
Recife, 4 de abril do 1885.


0 bacharel Pedro Gaudianno de Ratis
o Silva propD&-e. advogar no crime, conm-
mercial, o ecelesiastico, tanto no f6ro da
cidade de Olinda, onde actualmente resi-
de, como no dXto Recife, podendo ser pro-
curado, squi no esctri trio n. 49 A rua do
do Imnperador 1P andardas 10 horas da
um1nhi as 2 da tardo; e al'i nai casa de
sui r",sileneia A rua de S. ScbastiAo n. 6
dasp 7 s 9 horas da manhl, e das 4 Is 6
dantarde.

O suave sabor e aroma -do ino -cham-
pagne, que 6 a base da CsgdaekCaa,
de A. ARDUA, e o seu delicado amargo
fazein corn que seja o primeiro mais sa-
lutar dos liheores.
Immoediatos sl as os ffitos beneficos pro-
duzidos por este paderoso tonico, que 6 ao
inesamo tmpo o matis estomachico e agna-
davel dos anti-febris.


X/aviat wahidpollno mesow dia ,-
E corn com.o .. da
Rio de Janeiro por oeala.- Vapor inglez Bidle, m- da Madre d e Deus
coiinte Gmbia, camga various go~ae.'..... . ...
Rio Gmade do Slgt--P-ataeho dinaamarques gAm que aossiguaram logo Ihes botarei a calva no solt
capitiao Palsena sga assucar. i -- .
Navios entrads no dia 6 ---...-" '------.1--mm--s- '.. *1.. M|:
afavre por escalas-20 di8s, vapor rr*nce. *' W f
do Baia, de ION to 108aelas, colftad A.'.
sN se .04 387 .vrso-ae. s IAd aO c p*Iro


U~k.
r abad


Ais*.diotto- .ficotda do
fmo~e; do AMisnados tern a m residebeia
a m-roa Neva la. 3 (e"Wun* da Caamboa l
66'"e.A outas doilitt h-r


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bro de 1884 a historic d.i co:npanhia reo-
amutue-se nos seguintes factos:
Aceifont
.entio e oitenta e seis mil megnzrados
Recebeu de prestagces
CERCA DE
Trezento rill contos de rrin
Pagou por fallecimintos de sagurados
CERCA DE
teteunta e dousM mtil contos de ris
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volvidos e dividvndos
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Brevemente sera aberto to public umna excel-
ente casa park hospedarias onde os Srs. passa-
geiros do prolongainento poderlojantar corn todo
o descan;o.
I I I


EDITAES
0 Dr. Dwminaz Garcez Paran/hos .Jlonteae
gro, commendador da imperial ordem do
Rosa ejuiz de direito especial do corn-
mercio desta cidade do Recife, capital do
provincia de Pernaniuco, por Sua lMa-
gestade Imperial e Constitucional o Sr.
D. Pedro II, a quemn Dens gquarde, etc.
Fago saber aos que o present edital virem ou
d'elle tiverem noticia, quo por part de Basilio Lo-
pea Pereira, me foi dirigida a petigao do theory se-
guinte:
aI m. e Exm. Sr. Dr. juniz especial do commer-
cio.-Basilio L ipes It reira, socio da fir.na social
Joaquim In;u.tm Ribt-ire & C., s"ndo -ct capital
de 12:161-A177, tendo filltcido o socio Juaquimin
Ignacio lRibeiro, quo era aetualmnente o caix;a t o
gv.rente 4a so-ieilaLde, devi:i o supphlcante em vir-
tude daelauulhk setima do respective rmntrato so-
eial, assumir a gercncia e liqui'lacIto dos hiavores
soci&ee. Entretanto assihi ni,, p 6 e aconteccr, por
que dous dos successor* do hnaado,, allegando fal-
ta de registro do coiitrat"i soeiai, fli.is j+i execita.
do por amubos os socis. e que podia dar lugara
todas as acoies necessaries para um s6ocio nao lo-
cujpletar-se corn ajactura de eutto (Ord., ultima
ediao, nota 416), se opposemntm a que o supplican-
te gosasse dos direitos que Ihe eramn garautidos
pelo predito eontrato, e estio agindo cm relagfo
ao estabelacimento e havereo sociaep, come se es-
tea foasem de sun propriedade individual, sew a
minima interferencia do supplicante ou de seus re-
presentantes, sos quaee foi privada qualquer mis-
sio no estabelecimento allulido, par-a verificar o
seu estado, de mode que o0: proprios tundos so-
enaes do supplicant e as reipectivos lucros estao
indevidamente na posse e domrinio dos supplicados
Cumpre notar, que o register m ilo oecoTrreu dead
logo, a pedido do socio predefunto, Zujo premature
passamento ndo podia o supplicante prefer. Per
asO, requer a V. Exe. que, nos terms dos arts.
390, 391 o 892 do Reg. n. 737, de 25 de ovoembro
de 1850, se dignoe nandar tomar por-.J oA_0u
protesto, de hayer as perdas e damnosm aultIttoq
dos actos acima deserptoes, de seus 'antutSes'6o1-
presentantesaetuaies o acervo do'BocimrfaIfcido,
protestando, outrosia, haver dos mesmoa o seu ca-
pial ociaN, ewos vencidoa e oa oessaotes, bos
com a impertancia de qualquer dempeza iudovicht-
mente balsa melos haveres awius, intimadoi Dm n-.e


cias.


TasoaImamg fle Fea
De ordem do Illm. Sr. inspector, fa9o publiko
qae no dia 9 do corrente, pelas 11 horas dL m'
nha, re so pars o fornecimnento de alguns artigos neces-
sarios ao abastociietito do presidio de Fernando
de Nor..ii;t no inez de ma'o proximo vindobro,
coming taminbein pars odc m ntdicamnentos precisos L
':esoQectiv a pliarin:cic
Thesonuraria de Fazenda de Pernambuco, 6 de
ijbril de 188,.-0O s cretario,
Luiz Emygdio Pinheiro da Camara.

Camara municipal
Despesas fitlas corn ai felhas da linpesa d is
ruas, pruaqs, caes, pontes e travessas da,,fre.
guezias de 8. Pr. Pedro Gonavces do Recife
Santo Antonio, S. Jose e Boa-Vis t i, i, semna-
W e 29 A 31 do mes findo, e de 1 A 4 do corrent
Despeido com as folhas da limpesa da
freguezia de S. Fr. PI1iro Goiaealves
do Recife 18851).)
Idem id.ni d:a fregne::ia de Santo An-
tonio 2125110
Idemn id-nm da fregu,-zia de S. Jos6 263 84c,
Idem i-dein da freguezia da Boa-Vista 195A920
R. 86).300
Cont.,'txa da C.unasa iua tim.cipil a-) Recif, em
4 de abril de 1885.
0 contador,
JosA Maria do Souza Araujo.


Recife Drainage
A companhia faz public, para eonheeimeut,
dos interessados, que collocou no mez de maro
proximo findo, os aparelhos abaixo deelarados:
Fr.,guezia do Recife
Rua do Bargo do Triumpho n. 12, apparaiho a.
8,000, aesa terrca.
Rua do Vigario Theonorio n. 33, apparelho u.
8,001, 2- andar.
S. Jote
Rua do Cironacl Suassuna n. 151, apparel) n.
5,616t lejI.
Idwm id&m idem, apparelho n. 5,617, loja.
Idem idem idem, appaxtebo n. 5,618, 1- aada-r.
ldem idem idon, apparelhm n. 5b19, 2- andar.
Boa.Vista
R da Aurora n. 37, appaelho n. 10,925, oIa.
Recife, 6 de abril de 1985.&
0 gerente,
J. DoAimev t rsier.


- ArCawara Municipal do Jfsife fax publico
is Sens municipes e mais a quem pas mnterei.
tri quesolveu em a soseo de 30 do am pro.
.ma findo, que- pam- amemorit iadevi.l -doa em.-
MRton msnbucauo, repreaentaafdmata prm-via-s.
o .Antnio Epamtmonuah 44 Uk svrja
laomiiwla ru ado IN. E paie ihiftfs 4~ AM*- a I ,
Sarid d *A- de hyN.ftd lu 4
rtomt.e Rparaqni g* T
Akiso manden saaffxt oit g: 1 am


I.,






Ut
I


T


em gz


Ii L


V t aPj c U QJWI alpgUw u mU M aW t d o o ppU
rail Joaquim iini .-llto -Eileip 1*1 ;ahv~
Europe, em lugar nio sabido fiwai pepatdqs vMW
dous de igual tbeor ooa op oa .,ode0 oldo da-
tados &da publiecao do preser-te, -o n- qa*% 8r1a5
publicadoa pela iniprciisa e afflizdspiuo luga
publicos do costume, de qae se jauamt"4 grfti4a
ao, autos. ,
Dado e l.assado nesta cidade do Recite e do Fi-
nambneo, tws 4 dias do inez de fcveroir-o anne
do Nascimento d& Nosso Scuhor Jesa.dChrist do
1884.
Eu, Jos6 Franklin de Alencar Lima, eocrivio
subscrevi.
Timrn Garoe Paran" t Mone .


DECLARACOES

C. Ce. E
Pelo present scientific aos senhores socios,
quc pelo consclho administrative foi nomeado
para cobrador deste club o Sr. .Jose Chrysotomo
de Albuqui'rque, quo desta data em diante come-
ayirA a proceder a respectiva cobranga das men-
6alidadcs,ficando inteiranmente exonerado do cargo
o continue, Sr. Rog-rio) Thomaz de Smuza.
Secrctarih do Club Commercial Euterpe, 29 de
irnar) de 85.-O 10 sceretario,
Costa Rego.

Direclorio Democratico
Niio tendo hontwm comparecido metadeo e
nais umn dos memibros do directorio demo-
cratico, afiin de sereri tratados os assump-
tMs para os quakes foram expodidos os cn-
vitcs-circulares de 21 do corrente, accor-
dou-se que de novo fossem os mesmos con-
vocados para o dia 15 do proximo mez de
abril, A 1 hora da tarde, em sua s6le A rua
Duque do Caxias n. 50, 1" andar.
Recife, 31 de mrnaro de 1885.
0 1- secretario,
Josg Climaco do Espirito Santo.


Imperial sociedade
DOS
Artists Mechanicos e

Liberaes
Tendo deixado de haver assemblea geral no dia
27 de marco proximo passado porfaltt de numero,
do novo fica convocada a mesma para quinta-fei-
r:L 8 do corrente, corn o numero de socios que corw
p)arccer.
Seeretaria da imperial sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes em Pernamuco, 6 de abril
do 1885.
1 s-cretario.
T, 1Ile Junior.
Secrctnria da presidlonciL de Pernambuco,
em 6 de abril de 1885.-2a" secAo.--De ordem do
Exm. Sr. view-presidcnte da provincia, faqo pu-
blico, mrn obeervancia ao disposto no ar. 1- 8 8-
do decreto n. 46G8 de 5 de j;,neiro de 1871, que
por portaria de hoje datada, foi nomeado o Sr.
Francisco Jos& de Araujo Mello para servir pro-
viseriamnente o officio de 2- tabeililo e cargos an-
nexos do termo do Cabo
0 seeretario,
J. A. tie AlbnqucrquC Maranhao.

























rt~


:.:=" *' 2 "' d-:'",-:-"


Igecife .
- T1gipi6.
Jabesituo


Jaboatio
tcigpi6 .
Zecife-


Recfife
1igip)io.


JtboatTo
Tigipi6.
sdefe .


i+i

S2 '
M 2


DIAS SANTIFtCADOS


De manbha


P2



P3


Recifj i
- Tigipi6o.-
Jaboatao
P4
-Jaboatao
Tigipi6.
Recite .


6-45
1--5 f -7
7--23

8
8-16 8-18
8-383

9
9-20 1 9 -22
9-38


10
10-16 10-18
10-38


De tarde


P 51


Recife .
Tigipi6.
Jaboatao


.Jaboatao
Tigipio.
Recite .


R.-:cife .
Tigipid.
-J a b'atllo


*JaboatAo
Tigipio.
Recitfe

RKei fe .
T:gq:p6.



-Lib,at,0O
T'-yw

Tigipi.
Recife .


P 7


2--20
2- -38


3-16
3-38


4-20
4-38


5-1G
5-38


P9


P 10


6-2,)
6-38


7-16
7-38


2-.
2-22


3
3-18


4
4-22


5
5-18


6
6-22


7
7-18


SA contLar do dia 15 do corrente serao emittidos
cartkea de assignatura bilhetcs de period do con-
f1jrmidade ceon a tariff sew vigor
Recife, 11de abril de 1885.
Pielo secret rio,
J. S. Carneiro da Cunha.
DECLARAQAO
S De orhmn do Illm. Sr. director engeunheiro chefe
't'o public quie, a coutar do dia 5 de abril cor-
S zrente, cumne-ari a vigorair neata estrada a eguinte
*^ tarifa especial p.,ra fruetmia, vcrduras, leite, etc.
Tarifa especial para fructas, verduras, leite,
-ovos, ayes domesticits ec similares, por volumes ate
2 O kilograminuums indepenlente de iuscrilgap.


;5I

0 92W 10 02 1 0 00? 6001 700
^' Hceity I 100~ 200 300J (0G~ 0
Tigmo M |31200t& 0 1 600
'i[ Jaboate o 0 200 300 40) W0
SMoronos 200 300 400
apra 200 300
Victoria 200

l-, ccife 1 d(. abril dc 1885.
iPclo eserthirio,
+ r. S. Coarnemro da Ca nia.
1 -olongaumento da Estrada de
i esro de Pernambuco e Estra-
da de Ferro 4e Recite a a-
So:1 rusa r
De ordcm do Illmu. Sr. director enginmhei-
jl ro chef4, fa9o public qu e tte 11 Hhora do dia1
6, 14 de abril proximo vindour.), no eseripto-
| rio central d'cstc Prolongamento, a rua da
SVictoria n. 3, scrlo rotcobidais propostas em
carta fechada para demoliiAo o remo'o do
| material d cas eas' scm que actualrmente fauc-
Lciona o mesmo escriptoric.
7 7 As propostas ser'lo abertas eWlidas pelo
+ageute Pinto no din hora aiua m designua'
dos em preen g a dos conerrcntes.I inm '-s
-guid1qa aberttra (as ,propostt ter .luigar
1M I ilio' para o :0filta indlo srvindo do
b-ase a propost~a tuis
-0 -ervico da dtiVa ~fjgo a
10terial acr'i ei d o rumnidad. coo"sa
4mekdui~&s e e 'ificaVe~ a origmh *a daa .lo


Rua. .da. ete1ao (denft... .... d-)"
1". 1 1 1 B.5 1, -**^ 1\ :. ..-<:/- .. ...
u. 5 d^^ :e8 -^^^
Ruada Laepecam iL 8
,, .. Secretaria da Santa Cssa de'Misericordia s
ecife, 14 -d fevereirodeo 1 *16 .,
,1.~~ ~~ O __m___*orivte ttel^ov,



C fosi0teira pr "aper
6-1- Tent erom.'eo Bo dis I- de abril proxiimo o ps.
6-0 gamenuto do# juros do earetirmo eontraWhido pla
companhis, do semnestre&ndo 'eje no escriptorio
di mesma.
Recife, 30 de rnaryo de 1885.
O greente,
Clemente Lima.

IHOiM~Eta


. A direceIo desta eompapahia couvila sos se
nhores ccionistas a virem reccb-r a primeira
distribuiolo da liquidaytao do 8* deceunio na ra
z.lo de 50.000 por acelo, no escriptorio da mesma
conip iihia. Recif-, 31 de tnaro de 1885.
Os directorep,
Joaquim Alves da Fonseca.
Joes da Sihlva Loyo Janixr,
Antonio da Cunha Ferreira Baiter.
Associaf0o Comlmbereia Agricola
de Pernambuce
Assemblea geral
De ordem do Sr. presidente desta Associateo
silo convidados seus associados para a reuniio que
deve ter lugar no dia 13 do erreate, na sede da
inesma as 9 boras da manhii fim do se proceder n
sleiqao da nova directoria e da commission de exa
me de contas e ser feita a leitura do relatorio de
confortnidade corn o art. 29 dos estatutos.
Secrctaria da Assoeiaq o Commereial Agricola
de Pernambuco, aos 6 de abril de 1885.
Sebastiao de Barre Barret!o,
2a secretario.

THEATRO


SANTO ANTONIlO
Companhia drarmatica e de oparktas
Empresa, Ribeiro uimlaries
& Eduardo
ESTRE'A! ESTRE'A!
Quinta felra, 9 do corrente
Pela primeira vez nesta capital o drama cm 1
prolog.i e 6 actos.

Os Pobres de Paris
desempenuhando o diffidlimo pjipel de Plauterose o
artista RIBEIRO GUIMAiAES.
kazem parte da Companhia as distinctas aetri-
zcs ANNA CHAVE8 c HELENA BALSEMAO,
e nos actores Eduardo, Albano e Ribeiro Guimnla-
r-ies.
AO PUBLIC
Os bilhetes acham-se a venda desde a vespera
do espectaculo no eecriptorio do theatre.
Principiari as 81/2 bores.


1ARITIIOS__
Para o Par&
Seguit corn brevidade a barea national Nova
Sympatdia: para earga trata-soe eem Baltar, Oli-
veira & U.

Lisboa
Recbe carga a frete % bare portugueza Pe-
reira Borges; a tratar corn Silva Guimares & C.
A rua do Commercio n. 5.
United SaLes &Brasil ail S. S. C
0 vapor
Advance


Port News% atS o
Adiea 23 do orren -
re, soguindo de
pois demora
necossaria para
Bahia e Rio de Janeirn
Para cargu, passages, e ommedas, tracta-
es corn os
AGEWTERS
eiry Forster & C.
N. 8 RUADOOmIt-Am10 N. 8


1.-andar
Svapor
merrimac


X Espera-se de New-Port-
jlNewsa 0 o dialOdesabril,
F%%indo depois d daom=

SBa ia c Ro de4 Jawer
Pelos venoros desta cotupanhia Uos-e pasae-
gens parm Liverpool ao pre o deo dollar; o
paageiro dsetbaraao em New-York tern ga-
rantie a passageus para i~verpool qond hOap-
prouver pr vamoeade la orde "
Para carga, pseagens, e valores
t ,ta-s iom o


)lace~,


e cornm brovidade a barca brazileira D. Cla-
tem quasi today carg-e engajada a que
aebea fretesmodica; A tratar eom Baltar
& .,, ru do Born Jesuasn. 82 1# andar.


A. c r dae C i -ra p afrete at
coke$ iltc IWoa -P 0r mb

SCOMPANMIA P fMARUCALWA
dav,4CoiaprVPr


O vopor Mandoau,
commandant Lobo se-
gurio* dia 10 do cor-
rente, As 1%horasda

Alia 9.
Enconmmenda, passages dinheiro afrete at
As 4 horas da tarde do dia '9.
ESCRIPTORIO
Caes da -Conmpanhia Per'arwmbucana
n. 12
CiUifiEUBS ElMNIS
companhia Fraaeeza de Navega-
o. a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lie
uoa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Xaranhao


Espera-se des portos
dosul at o dia 7 de
abril, seguindo do-
pois da indifpeasa-
Ive demnrepara o Ha-


Os vapores dta comipanhia entrain no port-
aueorando em frente aso cAes da prace do Commer-
eio ^ sendo muito incommode o embarque dos pas-
sageiros no fundeadouro das paquetes transatlen-
ticos, no Lamnarao e demais devendo todos aportar
ao Havre, que e o port mais visinho de Paris, 6
f6ra de duvida que ha grande vantagem pare quen
quizer ir a Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais quanto, alSm de serern os preeos
das passagens maus medicos, as despezas do embar-
que aqui e as do transport do Havre a Paris, sdo
muito menores do que as 9ue demandam as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Conduzem medico a bordo, sao de mareha rapid
eofifrecem excelleates commodos e optuno passa-
die-
As passagens poderlo ser tomadas de antemi1o.
os quaes tern cxcellentes accommodacoes.
Recebe carga e eneonimedas e paageiroa.

ALugusto F. de Oliveira


42 RUA DO COMMEROIO 42

ROVAL IAIL STEAl PACl ET
COPlPANY
Grande reduefco nos preeos da
OPAQUETE VAPOR

Trent
E' speredo daEuropa teo di*
Ul iu| 10 tl ecrrente,.goiundode-
poia- da denmora aeessaria
~Para
Bahia, Rio de aameirol, Monte-
video e 3ueaos-Ayres
O PAQUETE A VAPOR
Elibe
i esperado
do sulno diael4de
abril,seguindo de-
pois da demora
nc pareaS.
Vicctelisboa, Vig e Southampton.
Tern optimas ac.om d .
Pasuagea para a Europa p odm ser toma-
das na ida do apore para o sl
Redueeao _ses pre.s para o Ro
de Jaaeiro
I- classes 90,000 dita 27W000
O PAQUETE A VAPOR
Hmber
hr f E' esperadodaEuopA no dia
11) ou 20 do corrente, seguin-
do depois da demora neeessa
.riaPara

Maceo', Dahi, RiUo de Janeiro
e Sa.to...
OlferecnI o.se carga s CufliCIen
te, ovapor etra para aWM
radonro para descarregaritreces
-erpasmgeirs.

0 VAPOR
La Pataf


VAi OR
'*:1Britaunnia
SEspera-se dos
portS rdae gnuropa
at6 o dia.2 de
arL e A
+- o do sale
do Paeitco depois
Srg.pasas, enemendase dinheiro


SSteafl Navigation Cmpanr
STRAITS OF MAGEILAN LInE
0 VAPOR
eotopaxi


SEspera-se doe ports
Sdo sulat o dia 27 de
a abril, seguindo para
|Liverpool depois da
Sdemora do costumeor
d ---es.elas per
iSsboa e Bordeaux
P.araearg a paegmens, eeommendes e dinheiro
a free; tracta- se comos
...... Ageutes
Wilson oSeis d C., Limited
N. 14 ---RUA DO COMMERCIO N. 14

Para. o Aracaty
Segue WtS o dia 8 o hiato Dews te Gruarde tern
parts do seu e rregamento prompt, recebendo o
rest a fretoes medicos, a tratar corn Bartholomew
LourenMo, a rua da Madre Deus n. 8.

LEILOES

Leflao
De fazendas laglezas nmpas
e avarladas
TERQA-FEIRA, 7 DO CORRENTE
A's I I horas
Agente Pinto
No escriptorio darua do Born Jesws n. 43


Lcilao
De urn balcdio, 3 mochos, 2 bandeiras, 1 banea, 1
Ih tre A gaz, 1 relegib de parede o 1 mobilia de
juco preto
Terea-feira, I do corrente
A's O t/ horas
SAgente Pinto
^ Na rua do BornJesus n. 43

I Leilao
De. uma vacca da terra corn um bizerro
novo
Ternafeira, I do corrente
et Ao meo dia
Ea n ente do sobrado da rua do Boni Jesus n. 43
AGENT PINTO
~Leila0

De. mobilia, camas franeeza, marquezues, sofas,
consolos, jardineiras, mess elasticas, carteiras,
secretaries, espelhos, quadros, diversas obras de
labhastro, e muitos outros moveis avulsos novos e
uzados, rehgios de prata, obras do ouro, colheres
de metal fiuo, e 1 gaiola grande de arame.
Terga-feira 7 do corrente
A's 11I horas
NWo armazem da rua do Born Jes n. 51
Por interveneso do agent
Gusmao
; +:.... ..Leilao ..

De um sobrato de 8 andares aI rua de Marize
Barrosn. 2i solo proprio; uma easa em eaixao n.
0liarua de Tuhity; outra dita su. 12 & mesa
ruMA, tend dentro porqio de pedras e madeiras ve-
^has ; outra dita em eaxao, descoberta, n. 14,
tend* dentro quantidade de pedras, todas na fre-
guezia de S. Frei Pedro Goncalves.
Na cidade da Eeadae,uma casa ttrrea A rua da
Cadeia n. 71.
Na cdade de Olinda, uma casa terrea n. 37 A
ruea do Amparo. .
urlar feira, 8 do corrente
RUa do Imperador n. 2a
A'S. l1.HORAS
0 agent Stepple levaA a lei'lo per mandado
do 1xm. Sr ,Dr. juiz de direito especial do corn-
merci c Corn assistencia do- meWmo, os predios
,i"ima pertenceates a masa f&llida de Antonio
..'rAnseo Corga, a requerimento do Del curador
fiscal da dita Massa.

AgentePestaaa
4lraade e importante leillo de
Biovels '
Sexta-feira 8 do corrente
A'S 10 E MEIA HIIORAS
Por-serem tnuitos os objects
Sala de visit
Jma important mobility de jaearande, 1 piano
de P lIyel, 2 nricos para de jarroas, 1 relogio par
CinB de mesa, 2 eaudiros pare gaz, 2 lanternas,
I dita de mola, 2 grades espelhos acorn ualdura
pIWtab idindot.-pazos o14do larguna, 1 amesa
Qe corn aporaej. Om' de frrru ,e 1 ne seere-
Primoeiro quarto -
U ._ clid ae piA mufmn-N corn moldwra


Spropriedai
,8dc a1


Alfroed


.l l Wo AgeuAwPimt.
fudo tdo; Ultintf 1 -M^
Issfft#e do aohrab An no dbSoAs As Es r
huis ,La8 pOr 0"."e&an-.4.. der nmain


m ponto
L0 DO AGEfNTE


Em sua agenda de le iea d rua do Born-
Jesu, n. 45
onde Os Srs. pretendentes poderio obtet os esdela-
recimentos precisos.

Segundo ileIao
De urn thrreno na antiga estrada do Beberibe,
sitio que pertenceu a finada D. Senhorinha Ger-
mana do Espirito Santo, corn 600 palmos de frente
e 1,000 de fundo em today suo maior extenslo, ca-
cimbas e diversas fructeiras.
Quarta-felra, 8 do eorrente
A's 11 horse cm onto
POR INTERVENViO DO AGENT
Alfredo Guimaraes
Em sua agendcia de leilTws d rua do Bornm-
Jesus n. 45

Grande e variado

LeitDo

De bons movies 1


Lei-ao
Dos materials das duse cas de sobrado
da rua da Victoria n. 3, em quo fescio-
na o escriptorio central dop -ag n
to da estrada de ferro de Prnam oo e
estrada de ferro do Raes a Caruari
CO0tMdo de
Tijolos, pedras, soleiras portas. eailhta, veoe
zianas, grades, travel, eaQbr, rips&, teMUa ta-
bras de forro e mais perteeows no extada e lugar
em quo ese aclam.
Terga-feira, 14 do corefle
A'S 111/2 HORAS EM PONTO
o agent Pinto, autorisado pelo Illm. Sr. Dr.
engenheiro chefe do pfolongameuto da estrads de
ferro de Peraimbaco e estrada de ferro do Beeife
a Caruarih levari a leillo os materiaes des easar
acirna mencionadaes, de eoofornidade eonm as ooa-
die5es quese aeaham patented no referilo e eript-
2io e sero fixa las no actoda arremaeta.,
lyls l I L '
..... nifElOSC

Aluga-se a case asitio do Dr. Casteildo
Branco junto a povoauao do B beribe ; o memwo
aluga a case ita A rua daes P'emambaa, ns
Capunga ; awbos os predios estlo perftitaumute
limpos e teem maitos commodos : trta-so, depois
de 9 horas da manha, na rue das Cruses 23.
- Aluga se o, 20 andar do sobrado dauiado
40_;- / --_ A 0-_. _c _i _*


Constando de: i VIario u. o, car nI quartos2 saus eosinb e gat,
pintada e forrada apIapel. pane yer e tretar uae
Uma linda mobilia de jacarandAi corn 1 sofA, 2 imesm rua n..4 vend.etrat ua
danckerques, 4 cadeiras de bracq e 18 de guarni- ru n 4 ven
VAo, 1 piano forte de Ployel, I caaftr1 para piano, Na travessa do Queimado n. 1 ha parsa e veu-
l espelho oval dourado, grande, 4 quadros comn fi- der um cofre pequeno, e tambem ae vend. a eol-
nas gravuras, 1 jardineira, 2 cadeiras de balauga, leceao d& Lant.rna Magic encadernada.
2 banquinhas, 1 estate envidraeada, jarros e ta- Precisk-se do um-a am-apra cosiuhar e com-
petes. prar em casa de familiar na rus Nova de Santa
SUma cama franceza, 1 marquezao, 1 commode, Rita n. 41, 2. andar.
2 guardas-roupas 1 abide tornado. 1 espelho e --Q- r-s do-cope
6 cadeiruas. -- Qem priar de um endo par f6ra da
Um toilet, 1 lavatorio, I cuna de ferro, 1 ma- cidade oue fra da capital, dirija-se A rus da Pal-
china de costura, 1 cabide, 2 guardas-vestidos, 6 ma, no becco tapado n. 22, dando fiaoa de ste
lances e cortinados. conduct
Uma mobilia de junco pare gabinete. 1 estate '- precisa-so d uma ama par case d-peque-
envidragada e 1 jardineira. s farilia:s, a do Bor Jess n. 5 0.
Uma mesa elastic, 2 guardas-louWas, 2 spara- f n n .
dores com pedra, 24 cadeiras do guarnni.$, 1 re- Aluga-s-e o"brado da rue da Ponte Veba
logio ie parede,1 quartinheira. 1 ,cadeira alta para e 75, com cormmodos para familiar, com aguo e
menino irA mesa, loua, vidrna, 1 mesa grande, 1 gaz encanadose apparelho do drainage ; a tratar
banca eam 2 gavetas, 1 sof de junco, A2 eadeir.as na ruea do Barnt de S. Borja n. 28; as chaves
e muitos outros moveis de cmsa de familiar. para ver, na casa jufito.
Sexla.feira, 10 de abril corrente Alugase
GMIENTE PINTO
Na casa em que moron o Dr. Jolo da Silva ura boa casa com grandes commodes eum p-
queno sitio no segundo bicco da rue da Venture
Rarmos n. 2 (Capunga), npor preco commode : a tratar na
i6m Santo Amare case Arua VidR1'do Negreiros n. 138, ou na Al-
A's 10 horas em ponto partirA o bond que dara fandega comn Heleedoto Rabello.
passage gratis aos concurrertts ao leililo. t.. ....


Leilao

De novels, louna, vidro, prata e
outs cryptacs
Ouinta-feira, 9 do corrente
A'S 10 1/2 HORA8 EM PONTO
No sobrado a rua da Aurora n. 29, para
onde foram transportados
0 preposto do agent Burlntaqui, par manla-
do e ausistencia do Dim. e EXrm. Sr. Dr. juiz de
aireito privativo de orphilns, a requerimnento do
inventariante dos bens deixados pelo finado He-
liodoro de Aquiuo Fonseea, levar/i a leiao os se-
guintes, our : 1 ceorrente de filigran, 2 anneis, 1
trancelim com cruz, 2 pares de bot5es para senho-
ra, I ponteiro, 1m cruz fio de perolas, 1 cordio
para erianea; prata: 1 salva grande, 1 dita pe-
quena, 12 colheres paro sopa, 12 ditas para chia,
2 conchas para sopa e assacar. 1 ditA pare arroz,
I paliteiro; moves : 1 mobillia dejacaranda corn
pleta e corn 18 eadeiras de guamin5es, 1 apparae
dor corn pedra, 1 guarda-louaca 1 mesa elastics-
1 bero de jacarandA, 1 sota de amarello, 2 cas
IRas de ferro, 2 cabides, 1 machina de costura .
outros munitos moves que estarlo a vista dos Sr,-
pretendenteI


I




I

I

i


. $._ KB--I f^r^



- PREPAREDO I0SO Ml0


i -APPROVADO PELA ILLUSTR
-.. HYGIENE PUBLIC M

I- AUITORISADO POB DECRET'
= |20 DE JUNHO DB
oc '
R '
DE


a- 3
ooe e


-- 1
s-0 si
CS*i5


caixei *
Piecisa.se de um caixeiro corn pratwca de tavtr-
na, de 12 A 14 annos : a tratar na rua Imperial
n. 167.
20 000-

Aluga-se a easa terrea n. B da ru do Ria-
chuello antiga do Destine (Boa-Vista), a cave
se acha no mesm correr n. T; a de a. 6 da tra-
vessa do Freitae, autiga do Trindade, em 8. Jos,
por 151, a have acha-se junto n. 8 pare ver,
caiadas e pintadas agora ; trata s-se na ruma da
Guia n. 62, Recife.
Francez e iialez
Curse theoricos e pratico
Funeeionam ia rua do Cabg n. 7;2, audar,
funccionaao tambem em eases partielaes, a
vontade dos intcressados. PeOe-se a a dos
[lims. Srs directors do collgios.

Rn, go BiUo da 1i6ctd1 l. 33
Manoel Machtadoe Botelho & C. encarruega-se de
fazer encanamenutos pare agua e gas, e vendem
bombas de todos os fabricantes. tern pesos com-
petente para assentar e coneertar qualquer born -
ba per prego modico.


PURATITO


ADA JUNTA DE
IA IACORTE

0 IMPERIAL DI
;1883


?AO


Firmino cantbibo be figueirbo

UXPEGADO COX A MAIOI BWICACL&
NO RIHEUMATUMO -D qQT3ALQUnR XATMURWA,
EMK'TODAS AS MOIASTAB DA PB.LL,
WAs XLEUCOAnRgAS OU FLORES BRANCUS,
NOS SOPFRUIERTOS OCOCAIONADOS
*WLe. IMPURRZA DO SAW-Gl, UB PIKAWEMET
:c-AS gDUWNRNTIrs F6 iUeDA BIPBu


DBE-NOs


sets dias um eohUr
outrea aoite, iura-
A. 0 e ulae imu-


i




isi


.a I .;


PWA An


Y^S
































8pir
Pire, di 8^wif..


I~~ ~~~ Ljf'tE'irt
SVMteo(t ambow predi#e 0-ibuto'bom lugar
usn rua d Paz n. is afifande-se~ceupad% comn umna
cochdt 4e. vacease, o motiVO de sevende, 6 o po.
- prietrio ter de faer iuma viageti a Ex opa, no
dito predio aehxri corn quem tratar.
-- Vende-se a taverna. aitap .o pateo do Teipo
; n. 1 propria para principiante por ter poucos' fun.
doe, vowwe per asi dono se aebar doemto; a
ratar na meUa -..

S Os abaiao assignados por si e por seus irmao a
fazem sciente que do co-proprietaries da casa da
run de Mariz e Barros n. 2, por heranga de sens
fIallecidos ai6s maternos, como consta do respecti-
vo inventario.
Vend0oi ps os numerosos abaixo assignadoe, an -
nunelado a venda em praa do juizo commercial,
da referiMa propriedade como perteneendo today
S ella a massa fallida de Antonio Francisco Corga,
S fazom a premente declarao pai evitar duvidt a
de future, pois nenhuma autorisaVU. deram para a
venda da part de que dslo coneenhorese.
S Recife, 6 de abril de 1885.
Alberto Dias ernamndes.
Jo& Joaquim q ia. Feande. Junior.
a. ALmS FrAftmema Correia Ie
3a'ito
D. Anna Candida de Albuquerque Martins de
Brito, seus filhos, genros e norams convidam a to-
dos o euspirentes o amigos pars assixtirem a
missl qu por alma de sua ntnda cunhada e tia,
mandam rear na capella de'Santo Anaro das
Salinas, is 8 8oras da manh- do dia 8 do corren-
te, sdtimo dia de sen passamento, e desdeds ja an-
tecipam sens aradecimentos a aqueUells que se
dignarem asaistir a semellwate actor.

A0o comermo
0 abaixo asuignado [tendo, ,de retirar-se para
fora da provincia a tratar de sun sands, declara
nada ever nesta pracaou fora dellaqune seja por
titulos veneidos on por veneer e quem .ejulgar seu
credor apresente-se no praso de eite dias a contar
da data do present, na ruma do Imperial n. 164.
Recife, 6 de abril de 1885. .
Joaquim n a Sva Netto.

Ao public
Joaquim Francisco VieirT e 9ermana Vieira,
avisam que darao o concert noim dia 11 do corrente,
no sallo do Theatre de S. Isabel, e prpximamente
publicarlo o programme do relorid cf icerto.

Ama
Precisa-se de uma que lave e engomnme no 1o
andar n. 32 da rua Estreita do. Rosario.
Ama
PrecwLa m o de ,ma par easa de" urn home sol -
teiro ja de idade, que saibd cosiahar, comprar e
mais serving domestic, danato fiador a sus con-
ducta, na rua do Encantamento n. 9, 1 andar,
de manhW ate As 10 horas e a tarde de 4 horas por
diante.
Liaoes partieulares
De inglez, franceze allemlo A piegos reduzidos.
Para informagoes a rua do Imperador n. 22, ar-
mazem.
Apolices provinciaes de 5 por
cenlto
Compra-se uma dinheiro a vista, a rua do Vis-
conde de Inha~ma n. 12.
Caixeiro


De 14 a 16 annos, precisa-se na rua da Ponte
Velha n.41. _____

Enipreza drGaz
Erancisco Felix de Mello deixou de ser cobrador
desta Empreza nosta data.
Recife, 6 de Abril de 1885.


Ajudinte de cosinheiro
Precisa-se de urn, e que de garantia de boa con-
ducta, a tratar no Hospicio de Alienados, A Xa-
marineira.
AMA
Precisa-se fd uma amaea para eompar e cosinhar
para casa de home Eolteiro ; a tratar na rua de
Pedro Affonso n. 22.
Caiixeiro
Precisa-se d urn caixeiro corn pratica de ta-
verna e que d conhecimento de suae conduct:
na rue Imperi*l n. 164.


; I


Bilkota f ^t^koW 4Jgwo
Weio 2000
Quartc 100
EB p~r Bilho inteifro 3500
rMeo 1,47b
Quarto.*^
Aeaitonto^ttwtd &dote ^aiPorte.


Aluga-se uim quarto iaito bom e n0uma bei
para puat t ea Ovm, poni qatea
vacca deleie; no Cami';ho-oo n. 128. a
mesma ca.M toma-a orphaa e promktt tM born
tretnmehto e educa ; -tambem s 'diri quem
vende um cbN p e 4 feto ptrai moletia do pul-
mAo e afthAei.


I
g~1


Precisa-se de ama
na prap do Co-de
d'Eu n. 32.2 andar.


Dr. Silva Ferreira, medico, oenutas todos .. --. ..
osd ia em .ua reaidencia, cidade do Cabo; cha- A u a
mados por eseripto a qualquer bore.. A lU S
No collegio Instituto Acadeaico (Mondego- A sala de' f ute dog2 andar por eima da casa
se precise de nm criado para encarregar.se de do banhos do Recife, a rua do Born Jesus,mobilia-
dormnitorios e rouparia. da ; trata-se na metina caea.


SANDALO /IY
?Iawanutfo de f ClasIe em Pun.
-4pzwvadopeA. JuinioetzeadoEyg*.j t ftm&
Ihtas cap*las acabam comn os fluxos em 48 hous. stpp.-

Depolm eoiw, 8,aViviennee nu pana cipe



ELIXLR& V'tfO
i DUigestive Ai
T ROUETTEPE.RE.T
[ d, PAPAJINA (Pepsia vegetal)
o ft c-als podeos8 digestivos conhecidos ate atgt Aaora, p 1 cmr
0ffEESDO ESTOMAOO: 6ASTRITES, GASTRALGI6.
DIBtMREAS, VOMrIfOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIG.S$IA4, ETC., ii
*? 'GA ,WO DKPOs DA OMA nASrA PASA. P CURAR Os CASOS MAIS k
( (A venda mm vrioipm Pfiarmacias e Drogarias.
Vudo s ontreopw em Pane oR : TROIETT-RRErT, ra Saint-Astim, 4 a
Sft ulW G5o d4o W~vM" Tia-sm bre so Frasoos pare cvitar aM r.iaqsM4gl.
0tpositarios ema Prnamlrnco FR& FBN-. da SILV^A& 0'.
lW- -


CASA 119tUO
Aos 4:000000

BILtllhTH !i&BKNTlIJO
Rua do Barao da Victoria n. 40
e easas do costume
0 abaixo assignado acaba de vender
am sets felises bilhetes quatro quartos de
n. 2,668 cornm sort +de 1004000, e di-
veros preoxiosa[32000, 16,#0X)e 85000.
0 msamo ab ixo assignado 3onvida aos
poC yidores A A virem receber na conformi-
dade do costume, aem desconto algum.
Achamn-se A venda os felizes bilhetes
garantidos da 10.a part das loterias a be-
neficio dai greja da'matriz de Bonito, (116.a),
que s. extrahira naquinta-feirr, 2 de o bril.
PIERos


Inteiro
Meio "
Quarto
porciio
Inteiro
Meio


Quarto
Joao


46000
26000
1,5000
de 1004000 para
elma -


Joaquim


jARMET


ON V 00 -"
1#750 o# J 6)
#875
da Costa ZLtit.
0a. riim' -n


GrCa1 Suc


:oe0


~eII -tier,
s ores!' .- i k '
i 1 1 -1 ; I'. 1. \ -1 ^
+ : + +..: + ++ +'
^.^ a i-^A je .,. .j.L. **ri~-^^ '' .*Bti^ ^-a'^ 1 ,,--..'.| i.j '^;1*'


SQuando o pagamento por este systems se
effectuar dentro de quatro mezes, abatimento
dc 55000.
Abatimento de 1000 a dinheiro A vista.
Roga-se'aos pretendentes de virem ao es-
criptorio da companhia para informagces cir-


De hoje cm


-Immensa e real vanttagem 6 obter-se o
nmelhor artigo nas melhores condig5es.
nte ala comprai seneo a verdadeira

maeiORQUa de ?I
PO QuE ? .


1.o Por ser inmontestavelminente a melhor, males forte, mais bemn aca-
bada, weals simple, mats duradoura, a unica que tern obtido mais de 300
medalhas, e a unica qne tern mais de 100 imitadores.
2. Por existir um deposit succursal da propria comparnhia, onde se gVran-
te estas maelh as poer am tempo illlmitado e onde sempre se encontra
tudo que diz respeito as mesmas.
3.o Finalmente, porque aquellas pessoas que ate o presence, por falta de meios,
nlo podiam satisfazer o seu desejo comprando uma d'estas excellentes machines,
podem agora crn toda a facilidade compral-as mediante a modica prestago de

19O PPOR SEMANA!!
Recommendamos eaom insistencia-NIo se illudam eom as machlnas
que trazem o noso nome e que no passam de RUINS INI-
TAOENS.
Vendemos tambem linha superior, retroz em earretels, agulhas, Ileo, linha
de crodhet, peVas avulsas para as machines, tudo de superior qualidade e por pregos
sew competencia.
0 unlco deposito das verdadeiras maelhnas de Singer e na
Rua do Cabugi n. I A, Pernambuco
Director gerar da America do s l.-lO! rua do OvYdor HO0
Rio de Janeiro. Casa mariz...34 Unio Squaren, New-Yo


(HA .PilS


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fc^Tfi
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E CHDPELINAS


CHAPELARIA VICTORIA

36---PIRA A INDl PINDIIIA A'.... 40
Este bemrn conhecido estabelecimento, recebe mensal-
inente das principles modistas de Paris e Londres, ram grande
e variadissimo sortimento destes artigos, assim comno das princi-
paes fabrnicas de Hamburgo um complete e variadiiesimo sorti-
mento de chapeos de polo, de lebre, 11 e castor para homes e
menminas.
JoaNei Sigo vn Carny o & C.


S PLU A1MT11


HYSTERIA
,+ :+ .0---



'M", LLL *TtaISA


Cura qual imfpJe
Allivin sem l
SW0 rrnDA
50L110O AITIIIJWTOSA
*, ::


E RVOSA A M A h --,----
NiE K AS PA^,J, bmm. mo. Ms
1J^ lW I S T PIARMACIA NUUi
Dpesmtvros em PAenGbucO: I N Da 8ZVA&
, l a- ft i. ^>, i, m" .+ i +


IL-1


*&:3&^d ^S'oiM -


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^ S2U"S^S ,^5*:**
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4z!?ar. -*<*. '.?,W.la3r, ^


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M:)A VEl AL CAM06N U i c FUMES A*AJ
*UARtOAE 5WAiR


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|KAM RfLE tVl LUSTWJ
*1~~ ~~ T ^^i~~f^


OriontIl.


Q PRIA-SE
Quem tiver e quizer


vender uma


casa ter-


rea grande ou sobrado
de urn andar em algu-
ma rua boa do bairro


de


Santo Antonio ou


umn pequeno sitio na
Boa-Vista, perto das
linhas de bonds, ou
Companhia de Olinda,
pode annunciar para
ser procurado, ou dei-
xe carta nesta typo-
graphia corn ainicial
W, declarando os corn-


modos da casa,


rua e


por quanto vende.

Muito barato
Alugam-se o 2- e 4- andares do sobrado n. 84,
a rua. do Birum, coin pimuitos commodos para fami-
lia ; a tratar na run larga do Rosario n. 34, phar-
macia.
Boa casa
Aluga-se o sobradu de um andar e sotAo ;' rua
de Bartholomeu, corn muitos bons commodos ;
tratar na rua larga do Rosario n. 34, pharmacia.
Area
Precisa-se de umea ama para cosinhbar ; na r
do Rangel n. 38, 1- andar, que de flanea de sar
conduct e seia robusta.


ilareena daW Victoria
Os filhos: genres, noras e nets da Baroneza da
Victoria agradecem cordiaimente a toas as pea-
soas que se dignaram acompanhar o eutcrro de
sua. presada mli, sogra e avo, rogairm [hen o ea-
ridoso obseqnio, bem como a todos os pumtes e
amigos que nio poderam assistir ao enterro, o sen
comparecimento As misass do setimo dia que a
hbo de rear por sue alma na igreja da Coneei
Cio dos Miltares. As 8 horas da manhl do din ,
do corrente mez.


D. Annma F


Write
Na quart feira 8 do conrrente, s 8 1/4 bors
da maanhi, na igreja de S. Francisco, setimo dia
do fallecimento de D. Anna Francisca Correia d*
Brito, fallecida em 2 do corrente, erA resada
uma misa por sua alma. Convida--e a seas pa-
rentes e peseoas de sua amizade A asmitirem a
este acto de religilo.
Innoeenc.o mr'pa iee de A itse
Carvalho
Hortencia Seraphico de A. Carvalho e mas fi-
Ihos convidain aos parentel e amigoes do sen fiem-
do esposo e pai A assietirem a miss que mamnm
celebrar na inatriz da Boa Vista, is 8 boras, me
dia 7 do corrente, 1- anniversario do no fa&leei-
mento.

(Javallo
Vende-re urn cavallo bonito, gordo e prep.
para silbio ; no Mondego n. 153.

AUemm^*
A sonhor. de omaiur idade (viuva) quo soeefM-
rece paraefauerxcompanhiae.mk daguim Sery
em qualquer cas. de fanilia, qu a cm*
ama riuve.quo moread, diryie-e i.rm ffpsa
numera 79.


Inteiro
veto_ *


Iit prestates
*DE


i


Su-lfa-te^ Quininall F. e iBn
Chanmwo "os 3'Cache


al


I


Correla de


,de. Co4rat-i'61


























we apurik*U^
(>'rn'pw )IW4t9'ifl


&a Yeniietr


,doipq


quer carte.

TRub0a Lx4L

Thitnu idwiaia


fIni'


rtarato


A' rut do Impp(8
ainugs-oa e trow, a *a

J h ,; L..Pi up.
1. Sabino'L. P'.h


2a edib*
Methodo o to &.aegudf parsa tratar homeopatico
as molestias que affigem a espeeie humana, pfn-
cipalmente as que reina m no Brasil : vende-se
pharmacia do Dr. Sabiuno i ra do Berao da Vie-
tmria n. 43.


Para tdegir a barba e ao eallos Al u'-- se"r
Esta tinturs, tinge a barba e os eabellos instan- "" A pase IrPto
taneamente, dando-lhes uma bonita cor pret e *. .
inofensivel, e sen uso 6 simple e m anito rapid ; 4 caa terrein 1 B nBeBxa Verde.
vende-se na botica franceza e drogaria de Rou- A casa terrea da Baixa Verde n. 1 C.
quayrol frres, sucoessores de A. Caors, rna do A tr tar hoa lago do Corpo Swtn. 19, pimsir o
Bom Jesus (astiga da Cruz) nai. s andar- .
Cinrgiio dentista Convite
Jos6 Basilisco da Silva Santos, cirurgido den- 0 Iim. academic Jos6 Borges Dias de Brit o 6
tista e pharmaceutico pela Faculdade de Medici- convidado eA assistir umsa conferencia manhi, KA
no do Rio de Janeiro, de volta de sua viagem A runa do Barao da Victoria u. 48.
cdrte p6de ser procurado para qualquer trabtalho
dae arte dentaria das 10 As 4 horas no sen gabine-Funlr
te A ruis da Imperatriz n. I Fun ilaria
Aviso as Exmias. Sras7 ._ .......o..
L~rm ci Daa Narga do Romario n. 20
gpsQ sDe Francisco Teixeira Barbosa
Grande c variado sortimento de vidros para
Complete sortimento do trangas, Magda- draga, assim come recommendct ao pubiieo uan
lenas, Ninichos, crespos, caches, invisi- ande mortimento do obras de folha, cujo fabric
s -o, sre s cc, i e na propria officina, se tornam ainda maim re-
veis, grampos frisados, rigodilbas, crepe, commendavei pelo ersmero e perfeiqlc artietica
etc., etc. corn que sao feitas, a par de nmuitafis outras feitas
Tambem se faz penteados simples e corn no estrangeoro, quo tambm recebc consecutiva-
postiqos plus ultiwos figurtnos de Pariz e mete Em tudo offrrece pres. modco e since
Rio de Janeiro. n idado.
CAbeieiraria Fabrica Vendome
DEi Fumo e cigarro turco de Yaks, Karchiyaka,
6 oIo Dr U1 flA lfn Q Giubek e Exportation, recentemente chegado para
B ce' & a fabric Vendome, -a rua do Baco da Victoria
CONl BrancoU & Cam number. 39.
Bua larga do Rosario n. 22 A.A

b Vaceina ALFAlFA
chegada polo ultimo vapor ; vendem Bartholomeu dn h d 0 kilos
&C____________doRsron34Em WIUinhos de I os


Caixeiro
Precisa se de rm de 12 a 14 annos eem pratica
de molbados na rua do Camario n. 17.
Ama


Waste excellent pas-
to, o mais apropriado
para sustento de ca-


Preeisa-se de um ama para cosinhar e engom-I llOs n v c *etc. pr
mar para duas pessoas, A rua do Livramento n. vae o


6 .
MUDOU-SE!
Bua Duque de Caxias n. 57
Pharmacia americana
0 pharmaceutieo A. M. Veras deixando a sua
pharmacia da ruan do Cabuga, p5 saou-se pars a
pharmacia americana.

Caixeiro
Precisa se de um caixeiro que tenha pratica de
molhados e boa letra, para f6ra dae cidade : A run
Duque de Caxias n. 43.
1' Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro con bastante pratica
de molhados, dando conht cimento de bua condue-
ta; na rua de Domrningos Jos6 Martins n. 102.

ledicina peloense
I PREPARADO E PRESCRIPTO
PELO PHARMACEUTICO
Dkuing a 4aSilvan
Peltoral de angico
Especifico efficaz para curar defluxos em 24
horas ao arlivre, curs radicalmente asnthma, bron-
chiles, rouquiddo e as molestias da garganta, ca-
naes respiratoriis e pulmnoes.
Elxir de eolelna
Tonico e estomacal, para curar as molestias
gaso-int estinaes.
Especifico nan gastralgias, gastrites, gast.-inte-
rites, qastorrhea deoepesina,_en.queca pgroses,
p-Wao de wire, po/nhercia de tubo digestivo, he-
patites splenites amenorrhea, e utifissimo na con-
valescenca das molestias prolongada.
Activa a circulagio, regenera as foroas e traz
por conseguinte o regulamento das funcges que
pareciam completamenate arruinadas.
(No maior numero de caeos restitue a vontade
S de comer em trees dias).
Francisco M. da Silva & C,? rua do Marques de
;. Olinda n. 3. .


Ama e veoedorlde

fruotas


* Na rua do Barlo do Trimpiho P.,68 seprecia,
de upa ama ra engonmmar e lar, e do e um ra -
Pa com pratice pars vender fructasem e que tephs
S comportamdento
Ama,
Prposn-ae do uma ama pars ooinhar e corn
prar, para casa do milias; -a rua do Amorim
nnmero 66.


Ama e aixeiro


Pnecissauod-pasparasbrtieu domedtico da
a&. T 'M (ba y IL = d-83, ?
a': Mllaki' r nkl eom W t-ede tavernm
^^JS^Stt.d>^eadn~l 1


:.=_._ *.


-..." ? .'
'\ ,-i fw l H -


ser muito nutritivo, ven-
de-se em pequenos far-
dos proprios para reta-
Iho e para cochiras,

vacca de leite, etc,
A' tratar no Trapi-
che Fiuza cases da Corn-
panhia Pernambucana.

lAgalse
una ama para cosinhar e mai s servigo de casa
de faiilia ; no largo do Mercado n. 25.

Aluga-se
o 29 andar da casa n. 7 A Passagem da Magda-
ena.
Cosinheiro
Precisa-se de um cosieheiro que seja born na
rua do Commercio d. 44.

AMuga-se
0 2o.nandar da oasa n. 7 A rna do Marquez de
Olinda.

Caixefro
Precisa-se doe um caieiro deo 10 A 12 annes,
coin pratica de mothdos ; na rua de Pedro Ivo
numoeio 10.


Mrhmamacia oineopS4klea
A. Caors Rouquayrol Frfree (Suzemo-
res), depositaries dos remedios hommeopa-
thicos da casa de Catelan de Paris 22 ru a
da Cruz, (Wee.)
IUMA COATS

Lustrosa parau machis, e, a aJ ac d 4
fWea tasteopiar Sac$U paG ra -paae ov~s-
--Noi se u mal liZeRnm novuo-
Pede Mia e cairetd 'om o 0me
-J. &P. OOATS -


Casaoofi pretoo eoim siiloix enhora.
FibM 6d ra bern vz
Merid. der ys d ot bSEatoo.
.Se't- eines e t preto, especiaes.
'"tgs br aicos moiores, eovndo 400 ns.
A vita de fenda o e do pres no -have*
quem deixe da Em s'i
s^tomuue s1Ca^1 s. -
_ei b g^ tM i.^ oa


Lu zbrilhante, sea Fume
100
OLEO I fIm=IT 4
Hygienico e Economico
PARA LAMPARINAS


NUMERO TELePHONICO : N 33
~MONISTA

aR ;deIdro-Afwiso n.46
S (ANTIGA DA PRAIA)
E^NTRADA rLisW!S
I Encprrega-se de todo qualqur tvba-
SIho, c3mo seja : enxovaes para baptiza-
Sdos, casamentos e veatidos para msehho-i
Sras, para o que dispue dos maia moder-
nos Jgurvaom.


Attenwo
Josepha Joaqulna do Barros deseja saber ende
existed sua filhu Maria Pinheiro de Burma ; pedl
a qum .aouber noticia della, dirija-se A irua dq
Macgue n. 72.


-uesa


4i aRS. di 0 1


31-b 3


Objeptos da oo r
2 resplendores de image'as, 1 dito corn eameral.
das, 1 par de brincos, 1 uiedalbho com-a effigie de
Pie IX.
Objelectos de prata
5 colheres de s6pa, 2 conchas pnaa assucar, 1
copo part agua.
Objects diversos
I mantegueira electro-plate, 1 apparelho de ehbi
cor de rosa, 12 canecos para eaf6, 15 copes de
crystal corn p6, guarniao de toillet de porcollana
comfillUetes de cor, ,12 prato9 de jnr..llana para
sobremesa, 2 grandes travessj3 de poreellana, 1
espelho oval grande, 1 lapete pars sofi, 1 dito
para earns, 1 capa de vidrilhos para/ senhora, 1
vestido preto guarnecido de rendas e' vidrilhos, 1
vestido de beda cor de palba guarueeido de da-
masco, 1 chap6o preto de velhido, 2 colchas de 1M
finns, len6oes de bra. wiate coin as iniciaes S 0,
calices de crystal, roupa-branca : roga-se As pes-
seas que tiverem noticia deote roubo, feito em
casa de Jos6 dos Santos Oliveira. 6 run- do Hospi-
cio n. 46, n-t noitp "d6 21 dn c,;-rcItt, o obsequio
de irem A rnta Duqtue de Caxi:as n. 70, quo scrie
bemrn recompensades.

R. DE DRUSIM & C.

Rla g o 1oi-J8,ti; i, a. 18
(ANTIGCA DA URUZ)
Casa de comminiissbes
Grande vairindo sortinrito de amos-
tr" ,cat-dilogot le produces da Allena-
uha, Franva, Ing7-laterr., Aiistr,. Hespanl a,
[talia e Estadu t:u,'h!o.
N. B.---Inform a5es s. ia.: ;uathinismos
'igricolas, (lit..s p,ri1- ei;renhios rentraes.
bombs, if ,P..ra inc;,'ndiicps e outr.aii ma1,
chinas e ut. sili; s.

lo e#,iniervio
Nos abaiso assigdados participami s a com-
mercio e principal'rente *s nr.ss.s-( crt.,.cs que
nesta data dissolvcmos a sociedade que tinhamos
na loja de fazendas *.ita & ruan Nova n. 42, e que
gyrava sob a firma Ramos, Oliveira & C., reti-
rando-sr o socio J, h 'Ila Silva Oliveira page e
satisfi.ito do -cu cap.tal ,_ lucros, ficand. todo o
active e passive da casa A cargo e sob a respon-
sabilidade dos socios Caetano Ferreira Ramos,
Joaquim Ramos Frri-ir.i' e Albiuo Gongalves
Fernandes, cont ,':':. a ,.-.asa a ryrar sob a
razAo de Oacrino ..in-'.,: & C. R.-cifc, 28 de inar-
ge de 1885.
C:. t.;i a Ferrtirta iKtos.
Joaquim aramos Ferreira.
Jos6 da Silva Oliveira.
Albino Gonvelves Fernwndes.


Muita attenvio
Na rua da Uniao a. 47 fa-ee plisems e recorta-
e babados redondos, pontudos e miudos.

Balanceador
J. dos Santos Vieira, encarrega se de proceder
A balances, organisar contratos e destratos so-
ciaei. Chamados na rua do Rangel n. 3, ou na
rua da Penha n. 7, lo atndar (residencia).

VENDAS


B' WeIM^ct
Vende se a taverna sits a rua Direita n. 74,
bemrn localisada e corn pouce sortimento ; a casa
de vendor-se 6 .9 donor ter dams.
Vende-se e aluga-se mobilias ; na ruan Du-
que de Caxias n. 31.
Grande liquidavao

A casa a rua Duque de Caixias n. 48
estA liquidando e para nao demorar resol-
weu a vender fazendas 'orn 50 -". de me-
nos do que em qualquer outra part.

Pechincha
Veude-se barato uma armaglo corn balcAo a
utensilios de tavernsa ; na rua de Domingos Joes
Martins n .102.

Cravos efiores

Vende-se constan-

temente na rua da
Uniao n. 55.

Etageho
Vende-se o englho Zumbi na freguezia de
JaboAo Bte engeaho aole 6 granade% por6m
tern munito boas teras e varseas, / e tambem boa
oasa de vivenia ; a tratar com Lemos & Moursa,
refinaglo em Afogados. ,


Vende-se uma iobilia deime idi Li XV
e V TOd,-e 6, ps uA" i m i'wt**te r m.
d&,ffa ,r da Deus *._.8. pa. .M to.


*a ra...

9i4 '. ,


a&ds


r.. :'-3 ,
.v. :'


t.-'._1 ;
\^.\ '


rt o dll~ fi l- M1 f



tes, e se acham habili-

tados a vender rhais
berate do que outro
qtialqu er, visto rece-
berm direetamente.
Todos os relogios
endidos n'esta easa

sao garantidos.
radn a vendS m.i4









.:Aluga se Uina ama de b6a conducts, servindo
para andar corn crianas, lavar e fazer outros ser-
viuos ligeirns de casa : queit precisar dirija-se a
rua Imperial n. 34, que achari corn quem tratar.

FarinihaLactea
Nos primeiros mezes a allmentago maei
natural e apropriadas paras alimcntar a criam
ea do peito 6 o proprio leite mateo o qu
em caso de necessidade dove ser .ubstitu
do pela
FARINHALACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciuencia e a pratica adoptaram a far
Uha Lactea comi poderoso element UL
trictivo para a infmancia ae distinct md
cn3 do Brasil e ida Europa recontih'br a ri
sex A do Dr. FRERICHS a mihor )'st
genero.
Dove-se pois evitar confiar o filhinh,
anU pessoae cstranh: ,' de ,oinporturnern-
nAo conhecido maitas vezcs o ge.rro"i
numerosa nolestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lact.
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estbelbdecimento de nusicas e piano de Vit
t .r Prgallee

Amas
Pr. cisa se de tduas armas, urma piLra cosinhar e
lavar, e outra para eugommar, para casa de pe-
quena familiar : na ruado Marquez de Olinda nu-
mero 6.

Nao 6 monopolio
Manleiga Normanda por 700 reis a libra, pro-
pria para casas de familMas, oollegios e hotels etc..
vende-se per attacado ou' varejo:
Rat Direita n. 24 Padaria


a. '-.i 4
:1, '.ly..-" a y ^ ^ ^i do g ... a:n. .','


4.
.. ...... 4 -.. ..1 ~





SMt kn gm toales dlo
Bito ramneate aleemoo 10 elitod do 0
*W gxrpmtreaBC049&M adum d pran-
V*{KlU=Vweab" camn a meflma largura,
preprio paua lenoew e toalhas do
meefa, metro a up0
Dnuanaite-e slgodjio comn 10 pal~mos de
largure, proprio pars fxer lenges de
um s panno, metro 15286
Drtq fnaacez, seudo de linho, metro a
j eIS00e 250WJ
Dito inglezs de quatro lai-guias, send
de linho, metro a 2A500 e 25800
uregue proInias par lenow, toa-
lha% eerooulaa, Be endo finda muite
eneorpada, cada pega corn 20 varas
por 10S800 e em vara a 50L
Ditas corn a mesoua medids. a 800 ri., ou
var a 400
Atoalhado adamaseado pemia toalhUas de
mesa, tendon 8 palmos de largura, me-
tro a 1480.
Assim como um complete aortimento de
pecas de algediozinho americano e
inglez, que se vende por pega de 35 atW 6000
Isto ua loja da esquina ,lo becco dos Ferreiros
Casemiras de cores
De t:000 at:000o rs,

R roun mor iid
AJheiro & Silva A run da Imperatriz n .40, tenI
un immense sortimeuto do casemira de cores,
tanto claras come escuras, que vendem a 25000,
2A500, at6 6 o covado, c dam rnesmas mandanI
fazer qualquir peca d'obra )u costumes, por pre-
qos muito razoaveis, assim 0omo tern tambem um
explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
toe at6 ao mais fino sedan que vem ao smercado, e
dos mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer pega de roupa voentabe do fre-
guez e corn toda a perfeiIto e piresteza : istc na
oja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina d-
becco dos Ferreiros.

Lhuliosg1 Ortia
Os Barateiros da Baa-Vista veudem muito b,--
nitos lines de unma s6 c6or e de listrinhbasa
vestidos, send a 160 reis o covado e de cores a=
isto na ru a da Imperatriz n. 40, esquina do beoe,
doe Ferriros.
Espartilhos
a 4# e 5000O
Na loja da run da Imperalriz n. -t,, venue s
muitos bons espartilhos paia senhorac a 55000,
sntes para meninas a 45000 assim come o um bo
dito sortimento de fichus a IA-0 ; isto na loja d&
qeiuina do beceo dos Ferrixos.
Para fcesta
Vende se

Roupas para homes


I1-


*E I


na sempre noviaaoes
Rua Duque de Cailas n. 86
Case.iira chariol corn 2 larguras ninguem tern a
25 o covado.
Lindas chitas modernas a 200, 240, 260 e t.sO
Brins pardos limos a 240, 320, 360, 400 e ,-.,o
covadc'.
Bramaute par. lencol corn 4 larguraa a 800 r. c
metro.
Casemira pekiin a 400 rs. o covado, que pechineha.
Setinetas lisas e lavrad's a 360 rs. o ecovado.
aproveitem.
Popelinas corn listas de soda a 360 rs. o covdo.
Sbemrn born.
Madapollo americano corn 24 jarda- a 55.
Dito Boa-Vista comrn 24 jardab a 6A.
Cortinadas bordados a 65.
Ditos ditos recartados a 75.
Merin6s pretos a 800, 900, 1i, 11200 e 1#50
covad:.
Camisab brancas francezas a2; e 15800 ums.
Ditas de cretones francezas a 24, aproveitem.
Espartiihss coin couraca finissimos a 45500.
Meias brincas para home a 25800 a duzia.
Istoe s6 se vendo. E' barato
Lenges brancos corn friso preto a 800 rn.
Ditos coin barras de cores a 15800 a duzia.
Ditos de linho para senhoras a 15600 a duzia.
Ditos imitaqglo de seda a 1800 a dita.
Ditos de linho fines de 815 per 35500 a duzia.
Lindas bandeiri nacionaes e portuguezas
a duzia.
Lindos setins macao a 153000 covado.
Vclludilho bordados a 1I o covado.
Ricas ventarolas chinezaa a 600 n.
Ditas ditas boreadas a 1S.
Flanelas de todas as c6res.
Tarlatanas, gangas corn paisagene tio banrstu.
Causs
Adiniragao
N. 80.
DOes barateiros
Aproveitem.

Esta liquidando

Carneiro da Cunha & C.
Bna Dunque de Caxiam a. 69
Granadices pretax de soda a 320 rs. o covdo.
Ricas sails bordadas a 25500.
Fustlea brancos finos a 440 rs o covado.
Lindos cretones om barrm a 280 rn. o dito. -
Pegas de madapolo france e com 20 varn, 4500.
Merin6s de 11, corn duas larguras, 14200 o eovado
Rices damachs de seda, 15 o covado ; 6 fumeda
de 25000.
Rico sortimento de fichus, de 2 AtW 56.
Nova remessa de cortinadoe bordado, finos, 65
par.
Atoalhado tranvado a 501 rs. o metro.
Idem de linho bordado, fino, corn due lergn re,
2&000 o dito.
Finos espartilhs de courage, 45500.
Riquizsias guarniqoes de pannom de crocebt pa-
ra cadeiras e softA, 60)0.
Velbutinas de todas as cores, IS o oovado.
Fazendam para eavalleirw
Grande sortimento de eortes de caineta, 1500.
Cortes de caseinira (corn pequeno toque de moe
3%500.
Idem finos, 3000.
Idem de casaemira da Ruena, 5009 6 fam, d
superior.
Superioreos camisas brancms, 30 a dunma.
Memas inglezas ermas, 300 a dita.
Idem finma sem eo tuaa, 6 a dita.
Cerouas de bnmatne, bordad&, 165 a ta.
Grande deposit de roupa, revata, phuM, e1d-
.looks de todo o models, a deo-ds
Imoa, e uma ifinidade do artigoa qm do l -
pnsindiveis. Ap-nutea bAteW me a M tanD-
n' do uiwe m "mUp do

Te, pa*rea vendor Ares a C,* a do i m
Jens a- 48.


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c-:n outara qual-


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Gats gr aPnds vruedadem


Mlscrusarihoarsd eapfr frn.^ e p.- .a
Paponl &C
OweM 6 li'PMbi#
,,m- H Rum-iki de -a u _a-i
m fo me. t a matr do Beat. A u
lmnaiuMi pMdmmi we i i p og ; are
Sadminhl do u.Sasd Ct.
dii-'do Nenueme C C,, efl ,ope
dmm Cailam n.6





Nestear eutelcmnto et hoio* pt
Gdevaeu, gai e Ovarieodade.
Md.u as, braw de de oo e .,ua.
Cte hoe, tetem, odalan, E'o, soys tems is
phoa, hmitjm rancs e do hon ct, pmthi
riasetc.. etc.
Papoula & C.
A18 lRun 4 C~f--
Em orente a matrix de SSanto Aauo

Monulo pode o progress
Grande loja de mIu a de **(
die de in edeta &ds l., r um eo
de Cawhaft U. 4i.
Neste esatibelecimento est. aboido ytw
de vender caro. Os seus proprietarios teem mdop
trade o systeta de vender pelo casde, glViad
tio soniente o desconto. E' o syste) s m per
feigoado e que garante ao compador me0 a0
bem servido. Todos, portanto, qne quixere cow
prar, esteja-i convidadoe a honrar este erastdh
cimento, ond e encontraro, a par da sincerida
e agrado, in complete ortimento deW toda
fazendus, como sejam :
Setinetas lavradas e lisasI o que ha de nmIbm
em goti.o a 500 ra.
Setineta pretax adamass6, faxends lavrada, de
bom gosto e in uito larga a 800 rns.
Merino S preto fino a 1A400, e superior a 1A800.
Merb16 setim preto fino a 1J800.
Setina de cores finos a 16400.
Setin, preto supenor a 2A500.
FuatL.o branco fino a 500 rs.
Saias bordadas a 4, 5 e 6W000.
Complete sortimento de fibchus.
E muitos oitros artigos que A infadonho me-
cionar, e measmo nao 6 agradavel fatigar a pt-
cilencia das Exmas, leitoras.
61--Rua Duque de Caxian--l
nPe1 iintado
para forrar salas de visits e jantar, quartos. &a-
covas, eorredcres, etc. Grande e vanado sorti-
mcnto po: prevos extremamentc m,,dicos
SEM COMPETITOR
acaba de chegar pars a
Livraria iduiutrial
A rua do Barl, da Victoria a. 7.


* '. '-*


Preo vos baratissimof
Rua da Imperatriz nu. 40
LOJA DOS BABATEIROS
Paletots de casemiras de qutidrinhos, fa-
zenada que so lava 650(O
Dites de panno preto fino, faszends muito
boa 750
Ditos de casemira de quadrirbos e listri-
nhas, forrados 8500
Dites de casemira escura, de cordio, for-
rados 8500
Ditos de flanella azul, forradcs, send fa-
zenia que nao desbota J00Xt
Dites de casemiras de cores claras e es--
curas 10400(
Ditos dc panno preto fin., foirados 10(X,
Ditos d& casemira preta de co::dlo 105 e 12;00(
Cal.as de casemira corn differentespa-
droes, de 5J500, 6j6500, 8A e 1040
Ditas de casemira preta seal a 85 e 100
Ditas de casemira dc cordao
Ditas de casemira preta 65f00t
Seronlas de creguella, obra mnuito bemrn
feita a 15200 e l160C
Ditas dc Hamburgo de linho a 15800 2/00(
Colletinhos para dentro, send de cre-
guella e muito bemrn feitos a 800 e 1i90(
')amisas. grande sortimento de camisas
braneas, tanto trancezaa comno inglezas,
tanto de linho como de algodip, sende- -
de 25, 25500, 3;, at 6100GC
Ditas de cretone de cor de 2$. 25500 e 3500C
Meias, grande scrtunento de ineias cruas
Canhomem .de&20 nrs. o par, atW 50(
Colluarmho, grade sortimenlo de colla-
rinhos, tend de 5A a duzia atW 8500(
Toalhas, grande sortimento de toalhas,
tanto par rosto como pars banho, que
se vendem per pregos muito razoaveis.
Tudo istoe eom grande redugio de prgeos : n
loja da esquina do beccn dos Ferreiros.
Novas setinelas lavrada a i500
Chegoupara a Joja dos Banteiros da Boa-Vista,
runs da Imperatnr um granade sortimento dat
lindas setinetas lavradati, tend de todas as
cores mais novas que tern vindo aso mercadoe, inclu-
eivamente pretax, send a faz'nda mais bonita que
tern vindo para a festa, e vende-se a 500 rs. o co-
vado, isto na loja da esquina 'do becco dos Ferrmi-
ros.
Cazemiras Inglezas a 24500 e
24800
Na loja dos Barateiros da Boa Vista, vende-se
um elegant sortimaento de caemiras de duas lar-
guras, mendo inglezas e corn benitas cores que. s e
vendem a 25500 e 2A800 o co)vado, send muito
proprias para cotumaes, e das meamas tambem se
mandam famer costumes mnito bern feito de calqa
palitot e college per 305 e 35JI, 6 grand, vecineha
na loja da rua da Imperatriz a -a. 40 a 4umina do
becco des Ferreiros.
Fuswes a 400, 500 e 640
Os. Barateiros da Boa-Vista, A run a da Impera-
tria n. 40, veadem um grande eortimento de fua-
soes braces, proprios par a veptidos e roupa da
crcangas eloa pregeso acima indicados; isto na es-
quina do be c dos Ferreiros.
.Lias parn vYsMidOs
Alheim & Silva, a runa d&a Impebts n. 40 aea-
1Um de receber um grande scatimento da. mai
sit lansina. pare vesdos, sendo al
de cornao mu lhdau ee a'00 rs. o-uv
gurgurIes lavradow tendoUs Wasd as oore.i a .
ro a dm, tauokMd e MwU .atm. Wk
pqutint do bcc dos AMinrrt


SS ^..ap. _j ..h. ^. -"_ .. ......
























ox
p8^1^^" ^" '"|"L+ lj1 ++; ....*7
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K^'.,: -4se,;--^ ob^edei .-.disso Laborf, Wwpauo
600 otravesirio. Nad., ,pus-e corn boas
HlK Manol.. Jul, ando dirtiir-mu a "aWm ve
d'ed... .on-o o Mqi++,edi co ntnti-nwM
Sm a palavra d ,e a4leiro
+ em, 6i66 nao sahie do castello. Oavaltei-
S ro! qtwgrand to.iho edvia eu ter pa-
reedo quado acelteii a sue palovra 1
1 Corn a lembranga de quo tinhk sido en-
S ganado, Labor enfureceu-se novamente, e
S gritou en itra vez:
MaO estupido do que um asno.
SSe alguem partilhava da opinislo que o
general emittia por sus conta oraom eer-
teza o e0ro, que ouvindo fallar ima pa-
S lavr dada, olhou desolado par& Cardeuc,
niurrnuraiido:
S- a se foi tudo pla agua abaixo!
E Menzelin, que dove ter-se post
a fresco, vai nos cahir em cima corn mais
vigor do quo nunca, responded o P'rco-
Montez.
Entretanto, Suzana occultando o sen
descontentamento replicou:
Commetteu uama imprudencia muito
grave, men amigo.
Era langar azeite no fogo, exprobar a
falta do soldado.
E lembrar-me que mendei os hus-
sards pare quarteis! disse elle desespe-
rado.
Suzana, nestas palavras vio uma aberta
para saber o que havia levado o general A
herdade.
E vai reunir-s eAs suas tropas, em
Ingrande para nao voltar mais ao castello ?
Nao vemi por certo despedir-se? disse ella
ao acaso.
As minhas despedidas ? nao, con-
dessa. Nao podia esporar encontral-a aqui,
sabendo que estava a dormir no castello
come me communicou o patife que se apre-
sentou come eu esposo.
Entlo, o que o troupe aqui?
O general arqueou os bragos, revirou os
olhos, e modulou a voz corn uma expresslo
galanteadora:
A sue lembranba, condessa. Cami-
nhava nafrente dos seus esquadr~os, quan-
do A vista da herdade me veio a id6ea de
encarregar Cardeuc do uma missdo para
a senhora, a quem o sen somno me ha-
via impedido de apresentar os meus res-
peitos.
-Que misao era essay?
Queria previnil-a pelo seu rendeiro,
que a palavra dada por aquelle que se dizia
condo de Meralec s6 dizia respeito a elle, e
que em nada estorvava a sua liberdade.
Ficava senhora de sahir do castello para ir
onde lhe patecesse.
E persuadido qu e fallava a uma mulher
louca per elle, Labor disse corn a sua enor,
me fatuidade.
Mesmo a Ingrande, se o e coraglo ihe
pedisse.
Poneo a poueco elle so approximava de
Suzsna. A's palavras juntou o gesto, pas-
sando o brago em tornme da cintura da mogia,
que puxou para si, repetindo, corn o olhar
languido e a voz ternas:
Se o corasglo Ihe pedisse.
Corn mos d;abos! lembrava-se do ameu
bell Labor, amo-te D murmurando em so-
rhos.
0 EscrivSo, corn o olho epplicado ao
buraco, nao tinba doixado observer a
scene.
E' precise acudir a Suzana. A porter
esta fechada por dentro e ella estA prosa,

FOLIETII



A NODOA DE SAN(UE


POR


lHery Cauvain


(Yea lio D o idb mimlinco)


SEGJUNDA PART

fCotiapuacglo do n. 76)-


Dous dias depois, em 25 de dezembro,
-urimn dos jornaes da manhbl publicaya os se-
guintes factos diversos :
SAinda um ataque nocturne.
SDurante a aoite passada e na occasion
.;:-m que acabava de deixar o circulo do
grso Para regressar a p6 para m ca-
-sa &,r d'Aumnale, um fidalgo estrangei-
re, nito conhecido e astimuado em Paris,
e conde 4$ (++., foi aesaltado em pleas
rue por um-;4dividuo que lhMe den uma fa-
cada4 no pento. 0 conde de ser lBetho e o masasaine pode subtrahir-
lbs -"1 j' I~8[isfa* :arteira, 4aeUO contikmie' urma'1
I1 1s gtdas, ateahidos pelos gritOs
do: vi c titipa,'Prurarim -- t ..dror


znuito-SMuntvA-oe:
:mmtoI*| o ...... i tola '1 +Cp8^iai|:,e
. .e .ld +a : ...... .. -i*T"-1^ : -, '
R lEe ..... Su'lnia

0 o~lier obacomejante do indiguagbo de ma-
Iher virtuoso, e dims:
Insults-me, general
o general eaperava tao prmwo por esta
apostrophe, qu ainvolantariament lergon
a sue prese. _
De um salto Suzana achou-se na outra
extremidade do quarto, e sempre cheia de
virtude :
Esquece-se de quo sou a condessa
de Meralec1 perguntoa ella corn um torn
secco. Que sou uma dessas mulheres que
s6 perteneem a um esposo ?
0 velho enamorado rospondeu corn uma
amsneira:
Mas se esse home nito 6 sea es-
poso.
A Sra. de Meralec voltou-se para elle
corn o rosto convulsionado por um supreme
desespero ; depois rompun em soluges, e
atrav6s das mgos corn lue esqondia a face
para occultar o fogo de um pudor que se
confossa vencido, murmurou :
Ingrate! nalo-me comprehend!
Corn certeza a lingua devia pegar-so ao
general, mas no sea transport de alegre
fatuidade quo triumphs, exclamcu:
Pede-me a minha me o? /.
E cahio aos p6s de Suzana, cujas mAoS
cobrio de bcijos.
Ao mesmo tempo bateram de mansinho
A port.
Suzana mostrou o ferrolho corrido e mur-
murou corn usa voz meigamente commo-
vcdora.
VA abrir, meu querido Labor: 6 pre-
cise nlo comprometter aquella quo vai ter a
honra de usar o sou nome.
Aquella voz soon tio deliciosamente aos
ouvidos do vencedor, que elle sejulgou
corn direito de exigir umsa primeira con-
cesslo da pobre creature que havia sub-
jugado.
Chame-rme Matheus, exigio elle.
Corn um ineffavel sorriso de ternura, e
condessa repetio :
Matheus, vA abrir.
Quanto ao Escriv&o, que nro tinha
perdido uma palavra nem um gesto, suf-
focava de riso, do outro lade da parede,
dizendo :
Az;or rao apanhou o assucar I
Per sua parte Labor ia abrir, dizendo
comsigo :
Esta niwesmo douda per mim Farei
della tudo quanto quizer quando for minha
mulher.
Quando Labor abrio a porta achou-se
na presenga de Cardeuc, que muito res-
peitoso apressou-se em dizer :
Um dos meus trabalbadores acaba de
communicar-me que o general me chama-
va. Desculpe-mr tel-o feite esperar. Tinha
de levar os meus cereaes ao mercado de
Irgrande, d'onde volto agora. Por signal
que me encontrei na estrada ooem os seus
hussards, que iam para a cidade;
0 Porco Montes foi tio a proposito ba-
te r a ports, que Suzana rao podia duvidar
que, de qualquer maneira, ella tivcsse as-
sistido corn os ouvidos ou cern os olhos, ao
que se tinha passado corn o general.
Este ultimo era pars ella um titere,
que ella fazia mover A sue vontade; mas
era precise que Cardeuc lhe indicasse em
quo sentido.
Foi part chegar a este fin, quo, na prc-
sengs do general, eloa disse corn uma voz
dolente:
Eia-te, men born Cardeuc, obrigado
Um drama korrivd
(Moravam ha annos na case n. 65 da
rue da Provenga, dous velhos, o Sr. D...
e sun irina. Viviam muito modeatamente


o retirados, mas no quarteirbo diziam que
eram rices. Ambos eran servidos por
uma mulher qua trabalhava A journal e qu3
partia ao meio dia e voltava-As quatro bho-
ras.
SOrs, hontem, por volta de tres horas
da tarde, uma mulher louca de terror e
ensanguentada, appcreceu repentinamente
Ajanella do quarto occupado polo Sr.
D... soltom um grito desolador e depois
desappareceu d'ela come se fosse brusca-
mente puxada par a dentro, Um policial
subio immediatamente acompanhado do
porteiro da case para verem o quo ha-
via.


a No compartimento que servia de sala
so Sr. D... eacontraram o corpo inani-
mado d'aquelle desventurado velho, que
tinha recbido umsa facada no corao. e
estavae morto. Mais long um pouco jazla
a irmA d'elle, corn o rosto e vestidos lmun-
dados de sangue. Tinha nas eabogea e na
gargauta ferimentos gravissimos; e come
seltava gritos inarticulados ulo podia mais
feller.
A' chegada dos dous homena que vi-
nham sooooiorrol-a, pareceu entretaoto reco-
brar as forgs. Mostrou aberta a secretA-
ria, cujos papeIs tinham side revoliwdos, e
depoms corn olhos indicou uma ports que
Ihef icavA defrontei.
0 policial abria a ports indiceda, que
dava pars uamso eacie de gabinete0oescuro,
muio etratoe p* se view reaps. de-
p~oc~t^prbftvfid Por .am,- o
(Me|b alsfio t-9a porta do pbizuo, s&-


.m9are~of~.I


a onia cato~lhe, de~ t Imn os. a
--Dvm L saWL"r mp~d
rgar aa .rtel







cortesi viuha em auxiliadorendeiro, quen-
do crn ursa yes resignada dims.:
IMIBPars quaSe? Noa'Br eirdocar iatiltanto
as e tropAs? Jtr ai d que Corjua-O -





gas esera at6 quo olias v~ltemn?
-- Porqae low? 0 patife quo anda ,me
uiuga victirn do sea erdil, imaagine quo von
deiSxaAr oter mentoa livrase no castle soba
su im p slavra de conde d vo Meraesa .
Suzanita coleneiot a cabe a com qudiarie.





etta razbo nib ioersuadie.
--Doee tot fugido. A orders deita
nmanhit, disse-we o general, recommon-
dev. qu enoerc drasse or condo de Mo-
ralec. Ha d r jlgado born le ss.perar
per u b noo odifficio qu sj ainha por que a







poz-so so fresco.
corteza vinthae so pautii, a sendhora pode oual-
do comn ima voz rewignads dinse:






tar para o cstllo, obj ecto logical meunte o







gencrab.
as- Suas, mtas cahiria as ques do scebe-
redo spera tbell note, quom e? so intro-
Porque W~o ? '0 patife que sinds,' me
julga victims do sae ardil, imagine queo Vo






duzissxar ternamente ivre no castell, qe odados aban-
donsua palavra. decone d Merale.
-Szana mento, deixe-oue a cabevar outra ve para
esta, razlo nao persuadia.
-* Deve- ter fngido. A ordew dekat





l a guarniso, disse-me o general, recormon





argurnento.
Sralelhor meo d ter julgado bo nrrao esperar
podizer un novo officio quorn sja ainda peior .
poz-se N, a, dio fresco. ella Dix o ses
sold-edos nos se partio, a senora pode vol-
N toarei o parstello, objecto ma logical prudente vindo





refugiar-me no tocte do meno foel servidor ?
Ng tenho qal i todas as commodidade,6
verdad: mas cahi guerra come na guerra!e-






Terei pacicncie at6 quo o general tenha
radfeito fuia bella noite que ou elle se intro-






do mi, dizendo-se men osposo.
-- Ngo ha do loear sunito tempo rugio
o soldado, cua bstelli, qus so revolvdad corn aban-
donaranm.a d qu in side hdibriado.
EntOh no, deixe-me ha d lever outrav tempoara
r a petig Suzana, pdisse Labor inv seria precisendo o
argument. 4






ter seglhro r eio do arranem, qar um sim eta
dizer, jna vo. Suzana bem Creio sabirn qua. agoraa.
h- Nao, no, he se precise ella. Deixe os seusio
soldados nos ses qarteis de Ingrande.su quadrilha.
Nao tomei o partido mais prudent vindo






refugiar-me no teto de mo fie servidor? ha
dNo traer nhao meaqui t podas as commodidades,
verdadp: mas na, Suerra coxno na, gaerra!






Terei paolo offiencio at qua r o general tea manha,
feito fuzilabor o petite qur ouzon cereseade-er






nhosaq.
de si, dizendo- rendeiro, ouvind fa
Nao ha de levar nunito tempo I rugio
o soldado, cuis billis se revolveu comn a lem-





officio, troc ar na.um oihar sintro lu si. Nbriado.
podia tratar seo de levar muitot, cujempo no!
repetiham osripto na mr isso seria pre






--Ahi Idisse a cottesl, urn homes
habiter segur o seu nhor? Vem, q duvida, doesta
Nhora, jA c da terra. UCreio bem q Cre agorato
ha Entre a cIhe ser prez iso ir buseal-o no u-meio a
nedao olsa quadrilha. r egoe seguro.
Esta mquadriha um homem habil hau,






ondo more o tab sujeito, am hussard, quo
dinfeli trazer ate o encontro. TnhFoi-me desi
guado polo officio' que recebi esta manha,






affirmou antes, inormu uma certeza de.de-






Onvmndo ogenerel, Cardeuc ie so me mxen
Suan a col o rendeiro, oe o corebro.
officio, trocaratuumiolhar entire si. NAO 'y





podia t esorive tinha rdego. Crototcujo nomet 6n







"T0maiaonfoi7codt 0dopr c
tinham da Vicriptoria. Interrogao pol -
Ah issrio d policia dcortezroU cham-se Bom-
botlt, (Lo uenr), .s obmnoe quo costa-I






-are tomar emal afeitores do mea jaee. K'
ur home do beixa estatura, u osto livido


e olhar hesitant. Tern barbs preta e es-
pessa e vested miseravelmente. Mostra up
cynismo revoltante.
SDaremos depois outras minucias. a
Dons dias depois o journal completava
assim a primeira noticia que dera :


0 drama da nrua de Provenga (continua.Ao.)
a 0 assasino da rua de Provenga foi in-
terrogado hoje polo juiz preparador. Re-
cusa absolutamente dar o sea verdadoiro
nome. Quanto ao move do crime, nao ha
duvida alguma. No memento em quoe froi
preso, o miseravel tinh a comsigo uama& por-.
goe de titulos escondidos em uma des al-
gibeiras do palitot e um role contend oi-
tocentos e setentafranucos.
a 0 estado da Sra, D... 6 melhor. P8-
de hontem dar alguamas informagoes soe
o mode porque fora realisado o crime.- 0
Bberro, qu1e, comoe vero Oe eitorwePalo
qu vsmoe relatrarecia estar mAt6ri
dia corn os babitos a', case, spresento-e
As treiahrs dhtaadebherem quo opiA
que & criada 4ev m, etsr eausenot* e quo4
ous veulho s iilee statveam8s. 6 S.
D... era ur homuems aummatnnte esmte-
los0. tW a a emvgin^el oat M-
abrie a. porte rai daenitde, .tv f
da .ampre com. um : seod aMsu.
gunton, qem osteva lia e 0 i q
0 *JB e b e d- s- e i- c oi h a w r


Si* eu, .. a, oi t sai&teraa

vrque e*:ui. 11 oCaAB.l
Porquoe o senh r volta par4 o sea
acatnpamenta. .
-R Secuss ent~o voltar pafs O&ri ro?.
'lo me jrojgaria la amegiidt'a.
-. Mesmo se -ar*a lA evSses a guarni-

Pod eemprega os eus soldads me-
lhor, creis-me. ,
0 general approxi4mou-s'Ae Suzane e,
ibtikan4. a voz par f 3 t Oomprometter a
nobre fidlga do Mgewe4 diante do peAo
Cardoco, pergautou-beh:
-- Ento, onte adorado, tern a cruelda-
de de me recusmar a doce alegria de a pro-
teger I Aquelle que deve em breve ser
sen esposo nlo tear o direito de vellar so-
brao seu bem ester?
Depois como ella ainda resistisse, o ho-
mem amado franziu a bocca, fez uns olhos
de carneiro morto e cor umsa voz quejul.
gou languorosa:
Minha bells Clotilde, entior nao sou
para sempre o sea Matheus? perguntou
edie.


Em vez de responder, Suzanna preci-
pitou-se, bruscamente, nos bracos do seu
Matheas.
Sentindo o busto do seu idolo estreme-
cor entire seas bragos, Labor aereditou quae
ella seolucava corn alegria pudica.
Tel nao acontecia, alla arfavade riso.
Entlo, corn uam sorriso de indulgencia
para corn aquelle amor, e corn voz several
disse :
Vamos minba querida teimosa, per-
mitta que a conduza ao castello dos seas
antepassados.
O general ia depositar-lhe na front um
beijo do noivo, quando voltou bruscamente
a cabeca ouvindo o ruido de passes por
traz d'elle.
Ao lado do rendeiro Cardeuc, via umrn
bonito velho corn os cabellos brancos co-
mo a never, uma physionomia respeitavel
e corn a calm dos justos queo vo em bre-
ve conhecer a verdade eterna; finalmente
uma destas cabegas que impoem respeito
A veneragao.
0 imponente velho, corn as uamos esten-
didas como se abenugoasso o general, disse
corn voz lenta e calm e corn convicgo
sincera:
Felizes aquelles que -so amam corn
amor caste, por que o senhor estA corn
elles!
Era o patife do Escrivdo que acabava
de deixar o soeu esconderijo para fazer a
sua entrada em scene.
Um santo que descea do altar, pen-
sou o general vendo o patriarcha.
E o respeitavel ancilo, levantando um
dede para o c6u, accrescentou :
A escriptura ordena: a Quo o logao
poderoso defend o fraca ovelha impru-
ente. Por consequencia, general, faga
o seu ever mandando voltar os seas sol-
dados.
Sim, men padre 1 disse Labor sub-
jgado pela magestade do velho.
; Jm mninuto depois montava a cavallo e
a todo o galope corria a estrada do In-
grfnde. Acabava de sahir quando entron
o M&o Cortado e disse ao rendeiro:
0 Pi Ligeiro chegonu e quer fal-
lar s. respeito do Belo Francisco.
CPI Ligeiro, incendiario emerito que du-
rante o dia se transformava em carregador
,t arAi des margins do Loire, era um rapez
que comia a dous carrinhos, outra, que fa-
zendo part da quadrilha do Corta Cabe-
'9"a8, estava por este encorporado a aquella
quadrilha do Bello Francisco. Era o es-
pilo do Porco Monte, quo tendo feito ten-
SAo de se desembaragar do oollosso, que
tinha ousado vir cagar em sea dominnios,
iesnto do qe f iitada, elle arrei-
megou-se contra ella e per suma yes ferio-a.
Mas tendo a armnna escorregado sobre a la-
mina de ago do espartilho da infeliz senho-
re, conseguio esta chbegar A janella e gri-
tar por soccorro. Entlo o malvado reti-
r6u*'a bvsamenta pare traz e ferio-4 na
garganta para impedil-a do guitar. Quan-
do a vie cahir no cWao desfaiocida, avaa-
gou prar a secretAria, abrio-a corn. o auxi-
lio de am escopro e coinegou a tirar tado
qnianto n'ella so continha de valor.
r Mas s chegada do porteiro, acompa-
nhado deurn policial, obrigon o ladrlo a
eaconder-se, e entlo foi refagiar-se no ga-
binete escuro, situado perto da sale em que
foi prseo.
g' impossivel conhecer-se a identida-
de do Beberrgo. Responde sempre corn
oynicas pitherias ace interrogatories que
lhe fw o juiz.
c Espera salver-se a Sra. D....
vn


No dia immediate ao de sua viagem a
Clamat, anna recebeu a visit do Sr.
Merenmtier.
lavia Alguas dias que elhe estava em
Pari, de volts da Rsia, e ao chegar en-
cetarai a tcarte em .quo a oven rogeva-
l.e quo'vim vol-a; egoeis urgegtoso
pcr~m, tpfhmbami-n'o inpedi4e do socedor
Maims.cpdpo4ocoito.
0 ei fte bhomaMa tio quo eoes6 16
se lhe arrawvamee do blia qimendo vio a
S.fib de volhbeao ,aqj laeb ,?pobre
_.QjiQFl-'aee r ouW verido-eatie
Li!*scug is.114 otl


liilEli1'; -W =gum Min"lit8C'"M
appsr~aceas RmtR omegstain 'A prow.,
rnl-o... -: .. + + +
Mf!~ ohlmititerrom eou Crdaeuo indo-
se; com. iao dodicados os6 aigos d o
.Bello Fatcisoe, ipara ae asmustave deote
mode '-, .
Ah I devo aecresoentar disse o.
Ligeiro rindo-se por seu turn; nigo 6 a
dYdica^o que. tiain por eoic e sim uma
grande deconfianua.'"
Julgam qne o gigante quer safar-se le-
vando o msalheiro e abandonando-os na
manserna.
E estlo A aua procura I repetiu o ren-
deiro pars voltar so assumpto.
Come lhe d issue, e olhe que trouxe-
ram umas noticias extraoriinarias.
Imagine que de'baixo do umsa pequena
moita, ao lade do maure que guarnece o
parquo da Brevire, encontraram estran
gulados os tres homens quo tinbam acom-
panhado o Bello Francisco. Estendidos
e i, i l -a a i e


score a retva, aeviam ter sido surprenai-
dos quando dormiam.-Ah! quern Ilhes tor-
cou o poscogo-podo se gabar de ter um
ma gtfico pulso !
SFeem so importer coin aquelle eloglo in-
directamente feito a elle, visto que fgra o
Porco Montez quern na noito antecedeate
tinha aviado os tres patifes. 0 Co it 0 4a-
besaa disse:
E o Bello Francisco ?
Ahi 6 quo e tA o mysterio, a respeito
delle nao se sab? cousa algumrna.
Melhor do quo aingue:n Cardeuc sabia
o quo acontecera ao collosso, visto que,
quando estava amarrado A arvore, vio o
Bello Francisco esaueirar-se pela abertura
do subterraneo, sabendo por Suzana que o
sea inimigo so perdera na escuridiao, e nos
meandros dos corredores devia naquelle
moinmento estar ma rto de fome e de raiva;
mas ao seu pensamento accudio-lhe brusca-
mente a id6a de aproveitar a occasiao que
se Ilhe offerecia para destrair a quadrilha
do seu rival, per isso disse:
-- Oh! o BeliI) Francisco dove estar
longer, so ainda estA a correr depois do quo
fez.
Qua fez elle ? perguntou o Pd Ligei-
ro, admirado.
Come, entic n'ao adivinhasto, tolei-
rbo? NIo cornpL:ehendeste quo o Belle
Francisco tinha d.escoborto um mn.gnifico
golpe de mao no castello do Brivi6res...
era um n.gocio tAj rendoso que pensando
em ter do repartir corn os seas trees ho-
mens, ajustou as contas estrangulando-os.
Capaz disso 6 elle disse o P6 Ligei-
ro, aceitanlo a principio aquella verseo.
Mas a reflexIo fel-o responder.
Um golpe de mbo ? que diabo podia
ter elle tentado no castello de Brivi6res,
replete de htussardais ?
Estas enganado, ineu rapaz, nao ha
mais um soldado no castello. Podes ir sem
receio certifiear-te, disse Cardeuac.
Oa persuas'o de que Meuzelin, conside-
rando-se feliz per tel-o o general deixado
em liberdade, devia ter partido o mais de-
presa possivel corn os seas homes, da
Brivi6res, o rendeiro accreseentou :
Nio s6 os soldados nio estio no cas-
tello, como duvido que neste moment Ia
so encontre alma viva.
0 PW Ligeiro abrio os olhos corn alegre
sorpreza.
Mas entlo, disse elle, pode-se saquear
o castelho ?
-- Perfeitamente A vontade, confirmou
o Corta Cabga.
A surpreza do rapaz mudou de natureza
a esta resposta.
E nao so aproveita da occasilo ?
perguntou elle corn um ligeiro accento de
censure.
Oh! eu, disse desdenhos imenfe o
chefe, tenho em vista caga mais gross.
Uma outra remessa do governor a intercep-
tar como na noite de ante-hontem.
0 Pd Ligeiro, como jA dissemos, comia
ilb sea rIce eIna we as-


Eu nao sou rico, menina, mas sabe
perfeitamento que farei tudo pars ajudal-a.
Nbo esquecerei nunca o que sou pai foi
pars maim as oemauaies mais difficois da
minha vida.
Agradego-lhe muito, Sr. M6rentier.
Conheg0o senu corao e muito feliz sou per
saber que vai fiear perto do mim agora em
Pariz. Se me succedesse qualquer desgra-
ga Jorge nao ficaria mais sA. Felizmente
ats hoje, Clara e eu, a trabalhar, rtemos
conseguido ganhar o sufficiente pars as ne-
cessidades da nossa pobre case. Pedi-lhe
que viesse fallar-me, Sr. Merentier, porque
imagine que o senior podia ajUdar-me na
obra que emprehoadi.
Contou-lhe ent2o tude quanto se tinha
passado depois da more de sen pai, a bur-
ra vasia, as retiradas de sommas impor-
tantes effectuadas no Banco de Francga per
um desconhocido, a fallencia da case ban-
caria, as investigates tGo habilmonte fei-
tas por Bidache e a descoberta da corros-
po:dencia trocada entire seu psi e uma mu-
llr chamada Juana, qu e ile parecia ter
conhecido em outros tempos. Emfim, Joaml
na perguntouu lhe ie nao poderia dar-lbe al-
guns esclarecimentos sobre aquelle period
da vida de sou' pi.
M6rentiorrefecio. Parecia estar pro-
curando nas recorlagaos algurna oesa.
Joanna olhava ir else corw anciedade,
porque sabia a importancia que doea ter
uma informagloe eua regra que obtsivease
rolativamente Aitulla mulher.
ioilmete, deipois de *alguns segundoo
de siletcto e de reflexgo:
Juana... Juana... repetio Mrenoier.
Ora, espero... Parece que me recodo...
" .n p 11* .. .
--Simar40 4 O!+ W$_A4


d o s W U 6AAu m d r i vi 6 ft o a %
?raucimsAs? 1lea oso Atia usn rw
lesapparenmento do -
-Por qua ,a,? sh KS. -
egoists. A minha opini6o 4 quo bib a ga-
te precisa viver.
0 rapazola sahio a cotter.
0 Escrivio assisdo A soea m di1r
uma ploavra. Logo quo o P4 L40w e*
hio, meneou a cabegsca em ar de apo
9Xo, dizendo:
No 6 mal imagined I alo, l da
mAo I A tropa quo o general vai tream
pars o castello eccontrarnlU od @ heoMa
do BellUa Francisco, e espatfa-.
E entbo, o imbecil do gm anto, os
apanho quando estiver privado da snaqa-
drilha, ajustarA a sua eonta comnaigo, pw-
sou Cardeuc corn umrn accentdo draor
feroz.
Entretanto o Pd Ligeiro continuava a
sua carreira em dirocglo ao castello. ErA
um ra.paz muito intelligent, mas prdente,
i mode dos gates, qua antes de eooetar a
comida apalpaw dez vezes corn a pats,
corn ramodedo de se es.aldarem. Per uio ti-
nha dacidido verificar so o castello eutava
realmwento tio desert como o chefe tiaha
dito. Andou a render per dfante do portto
principal. A solidao do pateo e nas depoe-
dencias que rodeavam as ports dah estri-
bariat abertas provaram-lhe a partida das
tropas.
Mais aquelle silencio nalo seria um ardil
para attrahir alguma visits suspeita, a
querc nl so s puupapria um conhecimento
umrn poueo rude? Nao podia ser que os sol-
dadosi estivessenm oscondididos no parque,
esperando a hora para ecxercer a hospita-
lidada a tire ?
Resolve i passar revista no parque, pc-
netrando nelle por alguma brecha do mare,
e per isso seguio ao long do mare i pru-
curs de algum ponto de assalte.
Ao cabo de um quarto deohora de omar-
cha parou diante de uma brecha, cujsa pe-
dras salientes formavam ama especie de
escada para subir-se.
Depressa achou-se do outro lade do romu o
e andando corn precaugo, o olho i esprei-
ta, G ouvido A escuta.
Teria dado uns cem passes quando pa.


rou immovel, prestando attencao.
De uma moita, que se levantava
querda, sahia uma voz abafada, quo
nhia corn impaciencia:


A es-
gru-


No b6 grave, mas 6 precise amarrar
a ferida para estancar o sangue. E enu dei-
xei o men len9o na bo-ca de Croutot, cuja
cabeea amarrei tambemn corn a gravata.
E a voz envious umn rosario de pragas de
dor e de cholera.
E' a voz do Bello "Francisco, dime
comsigo o Pi Ligeiro.
Do ir direito ao chefe, livrou-se elle.
Pelo contrario, passando pela moita, conti-
nuou a caminhar, mas dispensando as pre-
oaucoes de pradencia, para quo o coliom
ouvindo, julgasse tel-o visto primewo.
-- Pd Ligeiro! chamou immediatamin-
te o igante.
Srapaz dirigiu-se para a moita e doe-
monstrou uma grande sorpreza a vista do
collo0so.
Quo fazes por aqui ? perguntou Fran-
cisco.
Ha pouco passando por defronte do
do custello vi qae a guarigl'o tinha per-
tido. Veio-me eatlo a idea de quo podia-
mos fazer por l alguma cosa, e vine a
polo parque para estudar os lugarm ao=sn
de Ihe fazer a minha commuaiucaglo, rem-
pond eu o P Ltgeiro, chamando pra n i a
paternidade de uma oempreosa, da qual e-
ria suito perigosa pare elle dar a iniati-
va so Corta Cabe .
0 Belo Frmoiosco X0 quoeria ser batido
por um dos seas homes.
(Com.-.

mentu ele tomara o now* do Rodrigw e
passava por hespanhol, porque a'aquefl
6poca, que coincidia corn a revoloRo frau-
ceza de 1848, os noise compaMiot em
muito mal vistos em Baenoa-Ayrss, e co-
mo francez, alo serial bem succdido asn
especulaoes qae fazia sobre vendas de
terras.
c Esta Juana era... nao preciso diwr...
a menina comprehende... Creio memo cme
tinham urn filho... Peo-lhe quo me desed-
pe estas miudenucias mal 6 quo a cad-
dero agora come mulber feita... e talves
seja until quo saiba de tudo ism o
Diz muito bern, Sr. Mdrentier, e ac
fke fi, obrigada, dimsse ella.
E tomando uma folha do papel, emwcroveam
n'ella diversas notes.
E' tudo quanto o aenhor sabo rdati.
vamente a easesa mulher ? pemmatott DA.
Sd isao. Passed apea du bor
comn dla em casa de Laedat e umm0 M a
a vi.
Hoave uma paos.
Merentier inclinava a cabea con ar
prbowupado e parecia biutar em fier.
JoManna notouo mbaeago d'ell.
Ahl Sr. Morlatiort dOmt it; s-
da sabe 1gw. ousGa" qmW 0m 6
de. aule, eu Ih'o sap#il 0 mbim,
o diae; ea uo sou m uma Ialms. a
doagra am4nadaomcou-me... p&de reidh-
me tudo...
-E' quoae uso trata ma da su
nam deo u fabOido pai, die Mh 11t
abtizando 0Va 3v, Oow+toI Uls ,W
-a di &mer afoe su pemm doa #ml-
Baia., Traft-30 a mWin 0 m w *06 46
revelar-me icemca do meds 6v 0--
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