Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15197


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Full Text











Jo a. r1s11
" ...* 0 l.0. .
"'' t 1 1^ ./ ,; 1 1 1 .. f ,


eirh. '; $ n '*'rfd!O .


-TELEGRAMWAS


RIO DE JANEIRO, 23 de ah4i, as
horase 55 minutes da tarde. .- (Recebido
Ai s 7 eras e 50 minutes da noite, pela li-
nha ,restre.)

SA Camara dos Depata"4o nao fatnc-
elomoan ubojepor falta # numaero.
0 eouseltelro Dantas, presiden-
te o oonmelho, teve hoe. na eama de
maus reldencla um n owo acceeso do
incommodo que o* gem accommet-
tide.
Fol exonerado o actual lImpec-
tor da sa*de do port do Natal, no
Rio Grande do Norte, send nomea-
do para ease cargo Pedro Velho d'Al-
baquerque Iaranhiao.


(Especial para o Diario)

BUDA-PESTH, 22 de abril.


0 eneerramento do Leichstag hun-
garo teve *igar hoje.
A mensagem agradece sos mem-
bros do Reichstag o eoncurso que
prestaram ao governor, e fax menmao
das boas relac6ea do Imperlo Aus-
tro-Huagaro corn as potencias ex-
trangeiras.


LONDRES, 22 de abril.


S. M. a Rainha Victoria ehegou hoje
SDarmstadt, no Hesse.


PARIS, 22 do abril.


0 prefelto de policia pedio sua de-
rl8iao.

Agencia Havas, filial em Pemrambuco,
23 de abril de 1885.



INSTRUCCIO POPULAR


A ARTE NAVAL
(Extrahida)

I-Origens da arte naval, sen primet'-
ro desenvolvlmento
(Continuaqao)


Nv. r oaosnorina los h vi. a es0 c'alidab d-ia
p6oaB mrAn i; aes As pr5as,-exeaptu nudo asdej-
tinados l euerra, que tinha a r6 pi.ttaforu, a
quo chanmavam castelos. Um-t pt oa remo de es-
parrela em cada alheta, ou aoguao de r6, dava-lhes
a di:eege.; a1i suas aneorus, quo as poasiam os
navios normandos, nio tinham o c 0, e aseaaeme-
lhavam-se as actuaes fateixaz.
(poniiwa.)

PARTE MIAL


linlsterlo do Imperlo
Por despacho de 11 do corrente mez:
Foi nomeadoicommendador da ordem de
Christa o conego Antonio Praga de Arau-
jo, vigario de Guararapes, na provincia do
ParanA, polos relevantes sorvigos que tern
prestado A religion.
Foram agraciados corn os seguintes grAos
da ordem da Rosa:
Commendador Tobias Lauriano Figueira
de Meilo, em atten9ago aos que tomrn pres-
tado A instruccgo publics e A humanidade.
Officiaes Eduardo da Costa Passes e
Francisco Marques da Silva, pelo6 quo pros
taram A humanidade, concedendo liberda'e
a escravos.
Jos6 Lopes de Carvalho, era remnunera-
&ao do que presto ao Institut) Agricola
da Bahia.
0 capitao Joaquim Machado de Moraes
e Castro, em attencgo aos que prestou A
religiao, A instrucco popular e a A humai-
dade.
Foram naturalisados os subditos portu-
guezes Antonio Jos6 da Veiga Pinto e An-
tonio Severino dos Santos Junior, Fran-
cisco Jorge Brazil Sobrinho, Jos6 Bernar-
do Pereira Soares, o turco Elias Liver-


man.
Ao director interino da Faculdade de
Direito do Recife, deelarou o Ministerio
do Imperio, em aviso de 11 do corrento
mez '
1.0 Que devem funccionar em todos Os
exames extraordinarios do anno lectivo se-
guinte os examinadores nomeados na con-
formidado do art. 261 dos estatutos que
baixaram corn o decroto n. 9,360 de 17
de janeiro ultimo;
2." Que, nao tenlo sido nomeadas takes
commissaes no fim do anno passado por
nio estarem ainda publicados os mesmos
estatutos, conv6m que a congregaglo so
reuna desde jA pars nomear as oue tem
de servir ros exames extraordinarios do
corrento anno ,
3.@ Que, no caso d kVltar algutd
examinadores, compete a essa directoria
designer quem o substitua, do accord corn
o art. 265 dos citados estatutos;
4. Que a disposiglo do art. 254 dcs
estatutos comprehend os alumnus matricu-
lados.

Einlsterlo da Justipa
Por decretos de 11 do corronte :
Foi dispensado do cargo de chefe de po.-
licia da provincial das AlagOas, o juiz de
direito Domingos Jos6 Alves da Silva, per
assim o haver pedido.
Foram nnmeadona :


Ao genio aventureiro e maritime dos Phenicios C f d pridV
deve muito a navega9"io e a arte naval, pes fo- licia da provincial da A a-
ram elles os primeirus a perscrutarem os segredos go3s, o juiz do direito Jouo 'Baptista da
da solilda do mar,-servinio-lhes de guia as es- Costa Carvalho.
trellas e o mwvimento do sol. Assim, come que ao Juiz de direito da nomarca de Barras,
acaso, estenderam elles o sea poderio a Chypre, a d d1 entrancia, na provincia do Piauhy, o
Rhodes, a Creta, i Secilia e A Sardenha, e ultra- n p i a ah o
passaade as Cjlumnas de Hrcules essess dons pro- bacharel Miguel Folicio Bastos da Silva.
montorios, que apertarn hoje o Estreito de Gibral- Juizes municipaes e de orphios:
tas) chegaram a lancar se no Oceano. E assim Do termo de GuaratinguetA, na provin-
propagaram o commercial, fuadaram vastas colo eia de S. Paulo, o bacharel Antonio Jos6 da
nias nas contas do Mediterraneo e dat Africa, er- Cs
guendo a famosa Carthago, a opaileatissima cidade Costa.
que tanto resplendor teve n'essas pissadas epo- Da de Jabotieabal, na mesma provinceia,
chas. o bacharel Leopeldino Martins Moira do
As neeessidades e os perig s dt uavegaslo, to- Aridrade.
ram aconselhando os melhorammnto.. go tempo
do egypcio Rams6s-Meiamua a arehitectura n:val Do do Barras, na dn Piauhy, o bacharel
tomou consideravel increment; os navios, entio, Francisco Rufino dos Reis Lima.
ergueram nos seus extreme s compridas platafor- Foi designada a comarca do Pitanguy,
mas, para sobreellas pelejnremo s combatentes nas do 1' entrancia, na provincia do Minas-
abordagens.
Mas o itento de obter maior andamento nat Geraes, pars n ella ter exercicio o juiz de
enmbarcag5cs coaduzio ano m aior numere de remorns, direito avulso Carlos Honorio Bonedicto
diapostos em ordens. Os navies passaram a elas Ottoni.
sificar-se segna ,o o uumiro que tinhamrn de orders Foram removidos, A pedido:
de remos. E d'esta form so chamavam:
Mono remrns-os que tinhm ama s6 orderm de 0 1uiz de diroito Luiz 'onteiro de Amo-
ramos; rim Lima, dacomarca do Barras, de 1 en-
Bi-remes--os de duas orders de remos; trancia, na provincia do Piaahy, pars a de
Tri-remes-os de tres. Atalaiaede igual cntranciauna das Ala-
Os remadores, dispostos nas baneadas, tinham tt
tambem classifiea9oes especiaes. Assim havia: g&as.
Os talamites, on remadores da coberta inferbr ; 0 juiz municipal e de orpheos, bacharel
Os svgites, ou remadores da coberta do meio; Jos6 de Aguiar Botto de Barros, do tar-
Os thracites, ou os remrtdores no pwviment? sn- ma de Itabaiana, pars 0 do Rosario do
pe-ear.
Aqui temas j& as embarca5es corn divarsos pa- Oattete, amb )s na provincia de Sergipe.
mentors ou andares, e corn uma form, mias em har- Foram exonerados, A pedido, do lugar
monia corn o sorvico exigido. As guaerras mariti- do j uiz municipal e do orpheos :
.mas rnpetiam-se acaloradas, combatenado os navios Do termo de Gaaratinguata, em S. Pau-
pelo cheque, a destruir a acqo dos remos,-e por bca
isso as rodas de prra, ou extremes de vante, ti- lo, o bacharel Antonio Ferreira do Cas-
nham os esporSes acima d'agua. Tal era a uniea tilho.
mnaneira de eembater centre os Phenicios, Cartha Do do Rosario do Cattete, na provincia
ginezes, Gregos e Romanos, muito antes da era de Sergipe, o bacharol Francisco Alves da
christA. Os dardos, e o esporgo (o rostrum dos
Romanos), eram os meos de ataque ; e os eseudos, Silveira Brito.
os seus meios de defeza. A manobra do combat, Foi reconduzido o bacharel Francisco
consistia em abalroar pela prda o bareo adverosa- Caraciolo do Freitas, no lugar de juiz mu-
rio, inutilizond,-lhe os movimentos; langavam-se ni ipal e doorphros do termo do Cimbres,
entAo arnpas, tavando -se lut braoe a ro.deo don od i
O emproego da vela modifieon eeta maneira de na provincia de PerambcO. -
combate. "Feze-so ere" da Servatita vtalicia dos
No seculo Yo dremon 6 urnma varisate do antigo officios : '
syteoma do cost odes-nivio crmprido, e de o Do tabetigo do public, judicial e
muita booaeom dUas ordeons derorose r e25 re- .
meo cadaoudo.Do dramadeiva-soahedianotas, e escrivio da provedoria, de capel-
So pampAilio, que tiveram laro tempo deduraolo, las e residuos do termo Io Aracaty, na
o so al o XA ,f V.provincia doCeaA, aJo3 Paulo dois&n-
-No aorete da.-Europa, aarehiteertuar naval f omfntetts ,, ., tiV
Unbmbrn towdo &19 inereenset,. Dos "plor pre-
IX 9 Xso XIX figra oa asVio drake on eaitragle, 'V -Sld0ete para .er,vx povisori ftbe uttf6_
--oual se levatas bartanteInapr nd. ear ima dalei.
h2.kaf ;"t TU M AM U )AI I a *10 Am n. L 'M.ZL^Vn_IA


pollas o rt-i tuoe do mnesiao termn,, a 086'
Felix de Mria, tambam nomea o pe.o res-
pectivo president para aervir provisoria-
monte nas f6rma da leij.
Da 2a tabelliao d3 pblioo, judieal e no-
ta e escrivlo de orphlos e da provedoria
do capellas e residuor do termo da Prinoe-
za, da reterida previncia, I snoel Freire
do Lavor, nomeajo polo respective presi-
dente parA servir provisoriamente na k6rma
dA lei.
Foi declared Bero cffoito o decreto
de 31 de janeiro ultimo, que nomeou o
bacharel Manoel R-rnos -Moncorvo para o
lugar dejuiz municipal e do oroas do ter
mo do Campos, na provincia do Sergipd,
visto nao ter aceitado a nomoa9io.
Foi nomeadojuz municipal oe de or-
phaos do termo do Campos na provinoia
de Sergipe, o bacharel Honrique de Bit-
tencourt Berenguer Cosar.
For portaria do 10 dq, corrente de-
clarou-se semn effoito o decseto de 8 do no-
vembro-ultimo, quo nomeou o bacharel
Joaquim Antonio da Silveira para o lugar
de j uiz municipal e de orphlos do termo
do Jabotical, na provincia de 8. Paulo,
visto nao ter entrado em exercicio no pra.
zo legal.
Por.decroto de 11 do corrente, foi do-
clarado serm effeito o do 13 de mar9o ul-
timtno que nomeara o bacharel Cabriel de
Oliveira Santos para o lugar de procura-
dor fiscal da thesouraria do Minas-Geraes.

M nisterlo da Iwazenda


-- Per decretos e titulos de 11 do cor-
rente foram nomeados':
Procurader fiscal da thesouraria de Mi-
nas-Geraes, o bacharol Hensique do Ma-
galhies Salies.
Segundo escripturario da thesouraria do
MaranhAo, o 3o dito da alfandega da m.es-
ma provincia. Raymundo Alexandre de
Moraes Rego.
Tercairo escripturario da alfandega o
ex-terceiro dito da mesa repartigto Joa-
quim Vieira da Silva Coqueiro.
Terceiro escripturario da thesouraria, o
pratieante'da alfandega Alfredo Galvio.
Praticante da alfandega, Dativo Luiz de
Souza.

minlsterlo da Guerra
Per decroto de 11 do corrente foram
promovidos na arma de artilharia:
4o batal .- .. "
e PAiit6" o 1' toeite l eiadoes Mar-
tins Rangol, para a 2a bacteria.
A 1" tonento da arms o 20 tenente Ma-
noel Portilho Bentes.
A segundos tenentes da arms os alferes-
alumnos Joao Luiz Pires do Castro e Ar-
thur da Silva Ferreira.
Concede se ao 22 cirurgilo do corpo de
saide do exercito, Dr. Saturnine Thomaz
de Aquino, a demissao que pedio do sir-
vigo do mesmo exercito.
Foram transferidos para a 2' classes do
exercito, ficando aggregados A arma de
infantaria a que pertencem, de conformi-
dade corn a immediate e imperial resolu-
91o de 4 do abril do 1871, o capitlo Lu-
ciano Pereira do Souza e o tenente Miguel
Archanjo Deus Adiante.
Ooncederam-se as honras do posto de
alferes do exercito ao ex-segundo sargento
do 33 corpo do voluntaries dapatria Fran-
cisco Goraldo de Lima Kuchembac, em
attenglo aos servings que prestou na cam-
panha do Paraguay.
Poraw nomeados alferes-alnmnos o 20
cadeto da 1' compaubia do alumnus da
escola military da provincia do Rio-Grando
do Sul, Joaquim Soares do Figueiredo e o
soldado, tambom da coaipanhia do alumnus
da referida escola, Jos6 Carlos Teixoira.
Nao foi agraciado o r6o Jolo Baptists
Machado Ourique.

Ministerio da Agricultura
Por portaria do 11 do corrento, foi ex-
tincto o lugar do chefo da 3" soccgo do
prolongamento da estrada de ferro de Per-
nambuco, A vista do ostado das obras em
construcgao na roferida estrada.
Por outra do igual data foi nomeado o
engenhoiro Toophilo Benodicto de Vascon.
celos, para o lugar de engenheiro residen-
to da referida estrada.

inspeetoria Geral da Instruc-
plo Publica
DESPACHOS DO DIA 1 DE ABMIL DE 1865
Marianna Line de Albuquerque.-Como requer.
Jose Nunos de Oliveiras-Justifieo as faltas de
exercicio dadas pela professor Alezandrina Urnm-
belina de Freitas Uch6a, A contar do 14 a 28'de
fevereironaltimo.
-- 13 -
Martinho Joae de Jesus.-Cumpra-se e regis-
tre-se a apostilla retro.
-- 14 --.
Juventude Florentina de Alencar. Coma re-
quer .. .
Canute de Pont.. Simoe. -Como requer. -
AntOnio Luiz Peixoto de B.ros. Coma rn,
Francisco Moreira da Costa.--Oono requer.
Joanna Moreira da Coata.-Cuomo requer.
Julio Coena GOonalves Lima.--omo requar.
Joao Svits 4.d Aleaoar.-Coo reque.
Jacintha Cadd de Aletoar. -Iomo neqnCT.
_M.laenel~'Iet &iaa M:. bq.nqe Msaa


em Ivirtude :de autorisallo da Presidencia,
AR 13 do corrente, as faltas dadas de 7 a 31 de
jeiro findo.
'aria Albina de Oliveira Costa. Juastifieo em
vtude de autovisaco da Presidencia, do 13 do
*_ente, as faltak dadas de 11 a 31 do murgo ul-
tmo._
Socretaria da Instruegao Publica de
Iirnambuco, 16 do abril de 1885.
0 porteiro,
Jos*4 Augusto de Mello.

RepartlaoI da Pollcia
Secao 2&. N. 399. Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 23 de abril de
1885. Ilia. e Exm. Sr.-Participo a V.
FIc. que foranm hontem recolhidos A Casa
'il-Detengqo os seguintes individuos:
A' minha orlem, Maria Jose do Espiri-
to-Santo, alienada, at6 que possa ser trans-
ferida par o asylo da Tamarineira.
'A' ordem do subdelegado do Recife,
Sivsadqr, escravo do Diogo Augusto dos
Peis, a requerimento de sou senhor.
ordem do do 1 district de S. Jos6,
Jacob Jos6 de Maria e Antonio do Nasci-
monte Rochan, por disturbios.
A' Qrdem do da Magdalena, Joaquim
Thomaz de Aquino, per disturbios.
0 tenente Jos6 Ouilhorme da Silva
Duarte, do termo de S. Lgurengo da Mat-
ta, acaba de enviar a esta repartigo doze
facas de pontas que foram alli tomadas
em mao do individuos desordeiros.
Deus guard a V. Exo.--llnmib Exm.
Sr. desembargador J~Ao Rodrigues Cha-
ves8 naui dignuresidente desta provincia.
- 0 chefe de policia intorino, Jose Ma-
ria de Araujo.


DIRIO BE nERIlIBUCO

RECIO 24 DE ABRIL DE 1885
1Votlelas do aorte do Imperlo
0 paquete national Pernambuco, estra-
do konteW-dos`portos do norte, trouxe as
seguintes noticias:
Amazonas
Datas atW 11 de abril :
0 president da provincia, no relatorio
corn que abrio a &ssembl6a Provincial do
Amazonas, escreveu o seguinte sobre a
administraglo da justiga :
t E' mA a administrator da justiga nes-
ta prbvincia: muitos r6os autores de hor-
rorosos crimes, ostentando seus terriveis
oeh i da mais complete izupunida-
6 vd-Atf protecao escandalosa
que encontram os malfeitores; do mbo
desempenho dos sous deveres por part de
alguns funecionarios publicos; da difficul-
dade, que ha na prevengao e verificagio
dos crimes e na formaglo da culpa aos
criminosos, pela grande extensao do ter-
ritorio quo comprehendem as circumscrip-
98es judiciarias e policies e pola fal-
ta 'de possoal habilitado para exercer os
cargos publicos, quasi sempre occupa-
dos interinamente e do falseamento da
instituiglo do jury, que em geral nio 6
constituido corn o devido escrupulo e o
mais serio cuidado, e que long de des-
empenhar o important papel quo lho 6
assignalado no seio da sociedade, como
sanctuario da justiga e garantia dos direi
tos do cidadao, dominado pela paixao e por
intereoses muitas vezes inconfessaveis, tor-
na-se, ordinariamente a chancellaria das
absolvi9oes ordenadas pelos poierosos e a
salvaguarda dos malfoitores. )
Na casa do major Bessa, em Ma-
nAos, deu-se un comego do incendio, em
virtude da exploslo de uma lata de kero-
sene, sendo victim a menor do nome Can-
diaha.
Grassavam febres de mAo character
e variola no rio JuruA.
Em Codajaz, algumas pravas do 3
batalhio promoveram desordens.
Do Commercio do Amazonas, extra-
hinos a seguinte noticia:
e Na bocca do Yaco, na occasiao em
que o Paunary atracava, apresentou-se A
bordo um individuo armado do uma enor-
me faca, o, procurando o Sr. commandan-
to Travassos da Rosa, declarou que esta-
va resolvido a matar um commandant !
S Retiranda-se pouco depo:s para terra,
voltru mais tarde acompanhado do outras.
pessoas convenientomento armadas do re-
ftiese e pela segunda vez ameaiou ao corn-
mandante, o qnal o expulsou do navio
energicamente.
S Nao rest a menor duvida, o Puris
barbarisa-se 1... P
Para
Datas atW 16 de abril:
Estava designado, pela presidencia da
provincia, o dia 18, para a abertura da
Assembl6a Provincial.
Eram frequentes os casos de beribe-
ri na capital, e tomayam-oe providencoias.
Ainda nao oessara a epidomia de
Variolas.
SmLom sno Diario de ro Pard de

e Reunio-se hontem a imprensa, repre-
tntada polop seua prineipaei orgaos, pars
tratar da propagania do imamigra~io para


i s nl


mestre do anno, 6poca em que o imposti
da decima urbana faz augmaentar consider
ravclmente as rendas provinciaes
K Vamos A vola, direitinho para o porter
dos... esgotadores.
llaranhobfi
Datas atW 17 do abril:
As noticias desta provincia sao destitui-
das de interesse.
Continuava em seus trabalhos a As-
sembl6a Provincial.
A' 7 seguira para Caxias o presiden-
to da proviocia afirnde visitar as villas e
cidades da ribeira do Itapecuru, regressan-
do poucos dias depots.
Falleceu o major Joa6 Maria Ferrei-
ra do Mendonca, thesoureiro do Thesouro


Provincial.
Plauby
Datas at6 6 do abril :
Nada encontramos nas folhas quo
ga mengao.


mere-


GearA
Datas atW 19 de abril:
As noticias desta provineia sao tambem
do menor intoresse.
Lemos na Constitui1o de 16:
SDo interior da provincia tomemos re-
cebido agradaveis noticias de inverao,
dessipando-se assim os terrores de uma
socca, que comegava a occupar os espiri-
tos


e No Ic6, onde os generous alimenticios
estavam jA por prego elevado, em Lavras
e muitas outras localidades, chuvas torren-
ciaes vio alimentando as mais lisongeiras
esperan-as.
a Aqui na capital, desde o dia 23 do
mez passado, ten cahido diariamento chu-
vas mais ou menos abundantes, notando-
so a do dia 13, que quasi sem interrup-
cgo prolongou-se das 9 horas do dia at6
perto de 1 hora da tarde, attingindo o
pluviamento a 130 millimetres. a
Lemos na mesma folha:
aContinuam a reproduzir-se corn frequen-
cia os casos de febre amarella nesta capi-
tal e arrabaldes.
a A despeito da esta9ao invernosa, que
tez diminuir o calor quo Jreinava, o mal
assume pruporcoes inquietadoras.
a Conv6w, pois, que o Exm. Sr. presi-
dente da provincial se apresse em adoptar,
do accord corn mo honrado Dr. inspector
da saude public, providencias acertadas,
que trauqulllisem o espirito public. )
No dia 12, A noite, na occasilo de
urma chuva torrential, quo houve em Ma-
racanah4 cahio na estacqo da via-ferrea
uma faisca electric, quo rachou uma pa-
rede, arrancou urma fechadura e matou
um carneiro quo so achava deitado da


part do f6ra.
Fallecera no Crate o med
Thyrso do Assis Garrido.
Rlo-Grande do Norte
Datas at6 20 do abril:
Constam as noticias da carta d
correspondent pubiicado sob a
Interior.
Parahyba
Datas atW 22 de abril.


ice Dr.


ao nosso
rubrica


Foram nomeados promotores publicos:
de Arkas, o bacharel Joao CoeLIho Gongal-
yes Lisboa ; do Pombal, o academic Gil
Rodrigues de Paiva-
Na cidade de Mauanguape foram
libertados sem onus 7 escravos.
Foi desiguado o dia 10 de junho
vindouro para ter lugar, no 5' district, a
eleigno do um deputado- goral.

Notieias do Paeifleo, Rio da
Prata e sul do imperlo
0 vapor francez Ville de Santos, entrado hon-
temrn do sul foi portador das seguintes noticia e
das que constam das rubricas Parte Official e In-
tenor':..


Pacifico
Datas felegraphicas atW 6 de abril
Segundo telegrammas, de 3, de PanamA o cau-
dilho revclucionario Prestan apoderou-se do vapor
Colon, proodente de Nova-York, para romar,
como effectivamente tomou, o armamento que con
duzia para o governor da Columbia. 0 comman-
dante do vapor resistio A exigencia, cedendo so-
mente quondo foi ameacado do ser espingardeado.
Interveio o consul americano e protestou contra o
acto de Prestan. Per isso foi preso.
0 caudilho mandon fazer fogo control a corveta
ingleza Lye, qne Ihe responded na mesma liagua-
gem.
eUma communicagao do dia 3 dix que de Colon
noticiavam que as forgas governistas commanda-
das pelo general Ulloa, derrotaram as dqJrestan,
conseguindo este evadir-se depots de inndiar 1
povoaao, que ficou quasi inteiramente destruida.
Noticias de Panama dizem que o governor dos
Estados Unidos telegraphou ao commaddanto do
Galeno perguntando-lhe por que nao havia protes-
tado contra a prisao do consul americano pelos
insurgents, e autorisando a empregar todos os
meios precisos para proteger os mnteresses dos seusa
c m paht iotas, emquanto se conservarem as cousas
publics no p6 em que se acham.
SA eidade de Buena Ventura rendeu-se As for-
qai do gvarno, e a de Panami cahio em poder do
General Aizcura depois de um dia de combate.
0 president refugiou-se a border da Heroine.
Comnquanto se receiassem graves d3sbrdens em
Valparaiso durante as eleiges de 29 do paedo,
correram ellas pacificamente, vencendo o governor
em tods a republican.
VerifiearaBse pratioasente que a nova lei elei-
toral precisa 'ser refonraida.
Telegramma de Lima, conm a data de 6, diz que
assembl6a national accusflns, editor da 2-
bana (orglo tido como semi-official), per causa de
um artitp editorial, publicado a 21 do raseado,
qu dCeatso-to legislative, e acoselhavs
b dbi psuspeasa a nti u-
Wo, e tao editor e NsO odes do ats.
go de- uweiantes ma 9 ot
sprftat' SA A oeeblMa, elativo
rei-V '-fW osl~f8fv^^K^ compmK1yis--


1 Paraguay
A mensagem do preaidente da reptlia d.N-
ragaay, lida por occapiao da abertura do
menciona os progresses agricolas e finmeoCU do
D pais, os augmento do numero de easeolasa e as iod
relag5es corn tjdas as nagoes.
lio da Prata
Datas de Buenos Ayresa at 5 e de Mostevie
Sat 8 de abril :
Na cidade argentiua de Mendoza seati-w s e
dia 1 um tremor de terra de cartissimra d b.
* Essas rapidas oscillag5es siao frequented alii --
ellas esta aeostumada a gene da terra; Wo m-
-aim os forasteiros, sobretudo os portenhos, quoeo-
t$.o sempre debaixo da impressio do terreullqs e
destruio i cidade em 1861. Por isso, grande -
* mero dos qne alli tinhamn ido paia assistir ex-
posiao, sentindo osecAlarem as camas em que rw.
. miam, fugiram aterrados.
Preparavam-segrandes festas, dizem as folas
de Buenos Ayres, para a inaoguraclo da via-
ferrea andina.
0 general Rosca partira da capital no dia 5, em
um trem especial e chegAra ao Rio Quarto ma ma-
nhii de 7, sendo alli recebido corn muite, emthu-
siasmo.
Sabia-se qua o vigario de Jujuy, Sr. Can, de-
clarara ao ministry do cult que nio rec- sia
no governor o direito ie exoneral-o do lugw qo
occupa. Motivou essa declaracao o facto de IkO
governor nomeado ultimamente um fiscal ad me,
corn a incumbencia de submettel-o aos trib-s
c iminaes. A attitude asaumida polo vigario vai
fazer reviver as divergencias corn a igreja, qu
ultimammnte levarain o governor a lancar iaio de
medidas energitas.
0 Dr. Juan Ojeda, minitero de governor da pro-
vincia de S. Luiz, apresentou a suA renuinea.
0 miaistro da fazenda, Dr. Pacheeo, havia It-
gressado de Entre-Rios. 0 da guerra, general
Victorica. continuava enfermo.
As obras da via-ferrea andina custan, ati Sm
Juan, 9,500,000 pesos fortes.
Diz a tFrensa de 3 que todos os vapores das tram
companhias de navegaqo italianas ja s* havb
compro'ncttido a transportar, ema cada viaae ,
nos seis proximos mnezes, 1,200 immigrants. At.
tents a rapidez desses vapors (accreacata a
Prensa) pode-se avalitr em 50,000 polo m esam o
numero, dos imminigrantes que chegaramn nos d*6
mezes.
Na republican oriental principiou no dia 6 a do-
cussao geral do project de lei que institute ama-
meuto civil obrigatorio.
0 cura da igreja de Santo tAgostinho, as vfa
da Uniao, foi preso no dia 6 pelo chefe de pois d
capital, por ter desacatado a autoridade, segft
publicacoes officials. Deu-se assim o incideaft :
Celebravam se na Quinta-teira Santa offlei ai-
giosoG na dita igreja. 0 curs percorria a I--s
em procissio. Ao ehegar a um dos anagu; d
temple encontrou um grupo de pe osx qoe fgi-
davam circumspect e honest compostursi,
que estavam em p1. 0 cura exigio que ajodlM-
sem ou sahissem da igreja. As pessoaa a q- ea
dirigia nioe lhe deram respeosta, permaae
corno estavam. Entao o curat exigio que o g0
civil que eatava so temple obrigase as dita pmo-
soas a ajoelharem-se ou a retirarem-se. 0 grd
nao obedeceu A ordem do cura e foi chainau r -
cial que estava f6ra do temoplo. Semelte-sm-
te re-cnson-se o official a satisfaser a ezigems do
cura. Este disse-Ihe palavraas offenaivas e e-
pendeu a pro-issi3a
Intimado o cura para comparecer perante a a--
toridade, nao quiz obdecer. Expedio-me coms dA
ordem de prisio, a qua), entretanto, a6 foi -
tada no dia 6, depois de passada a Semana Bm.
0 governor approvou o procedimaento do chef de
policia da capital, mas em razio da necs
importancia que tinha a pessoa do sacerdote de-
tidon mandou que fosse immediatamente olto e
deu conhecimecte da sua resoluglo ao prelad. di-
cessano, declarando-lhe que eati disposto a I-
zer cumprir as leis e reipeitar asa autorida,
qualquer que seja o extreme a que tenhas de cbe-
gar, dentro das faculdades que a lei lIe FcPe-.b
0 cura de Libertad fez public quo foi pn
pelo chefe politico de S. Jose, nie por ter dem--
tado a autoridado do pulpito. mas por uma cover-
sa privada que teve um mez antes em umar oM
particular.
o vigario da villa da UniaT D,. Isaza, foi pc-
so na manha de 6 e solto a tarde, por baver din-
respeitado a auloridade na igleja de San Agoetahb
na Quinta-feira Santa.
Regressando o Dr. Isaza pars a Unilo foi a-
oebido corn repiques de sine, vivaosace catholiem
e morras sos h^mreges.
Constava entretanto que, mensenhor Mattersa
o bispi Jereguy, censuraram o procedimento do vi-
gario da Uniao, e que o governor ia pedir a desti-
tuicao deste, terminando assim o ineidente.
B3n CrOande do Iai
Datas ate 5 de abril.
0 Correio Mercantil referee o eeguinte case de
suicidio, occorrido em Cangusei :
a Apparcceu ha dias abandonada. em ursa sum-
da daquella villa, uma crianea, cujos pais nao err
conhecidos. Passado algum tempo, eooneyara a
assoalhar pela localieade que a mencionada cuss-
9a era filba de urns mna, de 16 anne de idide,
que mora retirada do povoadoa cm eompalhim da
familia.


A moga sentio-se tao offendida corn msa ve-
gonhosa suspeita, quando soube do fact, qae c
um memento de exacerbaelo de cspirito, toaonu de
urma armsa d3 fogo e disparou-a contra si, feinmo-
se horrivelhnente na regilo inferior do queiut
achando-se em grave period de vida.
Pars o lugar do infansto aeontecimcuto, -
guio logo a Sr. Pedro B. Corret da Camarmt, dele-
gado de policia que deu as providencias cabiveil
em til emergencia. a
0 Sr. Germano Miller, gaardAa-EVras 'a eua
commercial M. F. C. Mund, da capital, feriudeo-
casualmente no cora*o corn urn tiro de eapiw-
da, morreu instantaneamente. HIvia casadinU
anno passado e ora geralmente eatimado.
Diz a diacasso de Peblotas :
o G Sr. Francisco Pereira dos Santos, seik da
casa commercial Santos & Bernech, do Aiedgrm
tinha vindo de pass -to a eata cidade. EmqmaaA
o home aqui se divertia, o seu so it, cim Alem -
ta, reeebeu um telegramma, procmdente d'aq_2 ,a
qual se Ihe communicava o passamento de Sani.
SOs parents choraram su" morte, deitmm
luto, a 'Gaseta de 4kgrete fet o necrologlo do mw-
to, todos emfim lamentavam* o traapause do Sa-
tos.
Eis senio quando o Sr. Seatos, a U diA -
renoute, chega ao Alegret, envid. -m davids 4b
outr3 mundo, spera s de so elewara aa
de setimo dis pelo desesn eterno de =a A
be aaventuradu. a
A alfandega da capital rende u no ina psa
188:9025591.


U. ranio
Dat s aita 15 de abrll:
mi Campinao # crtono do
Sliva, foi larrd= 1 10 )a enipa
da CompJa Moyua c m
Rio de Jandeir L6Akd pft o W4
Londres, de am emprertiudoi
G"- "ni a m :: == -I


I


'< ^i1.^^1.


I


1
































bwal Dr Fernandas Coelho, peCentro Aboli-
ieista e Dr. LeiaeMoraes.
O caixo ja coberto por oito coras qu..aesm
urna do Diaro Libern e outra da deputacAo libe.
xal da aaaembl6a provincial.
: Bs as he-m- litee ,Spr~tlieh i5W'
nuente.
S0 feretro era atprlbado por 98 carrot.
A presteiacs da proviacia nowoAra conm-
Wniaio em diversom pontos da provincia par
agariar donativo afimn d erigix-se num tm-
muto no iagar onre descansam os restos Mor-
taes do conselheiro Jos6 Bonifacio de Andrada e
Silva.
No bairro do Morro Grande, muanicipio de
Braganca, travaram renhida lutaTVicente Jos6
deotiveira e seu cuanhado Feliciano do Gliveira
Btrt-no, resultando cahir morto o primneiro cown urn
potunra facada no peito e sahir o segundo gra-
vemnenteferido por golpes de foice.
Welieiano fol proseso e recolhido cadeia de Bra-
gae
Rio de Janeiro
Datrs atW 16 de abril :
A carta do aesso correspondent, na rtrbriea
JIterior, da as priencipaes noticias.
A 10, no Senado, continuenou a discussion da
respoata ,A fall do throno oraram os Srs.Ri-
beiro da Luz e Jos6 Bonifucio, send votado os
adm.ento da discussuo pars segunda-feira, a re-
qerimento do Sr. Barlo do Mamor6. Na segunda
parte da ordem do dia ficou encerrada a discus-
sio de varias proposig5es da outra camera, que
nibofbran postas a votos per falta de numero le-
gal para deliberar.
iNa camera dos deputados, no dia 10, con-
thiwou a discussio do parecer sobre a eleicgo d,
80)distrieto di Pernambuco, a qual ficoum eneer-
fad, depois de orar o Sr. Joaquim Tavares, nao
'e:votando por falta de numero. Entraram suc-
eessivamento emn discussio, que tambem ficou en-
cerrada, nio se votando pelo mesmo motive os
pareceres ns. 104 e 105. Depsia de orar o 8r.
Fernandes da Cunha Filho, eneerru-seo a dis-
eurseo do de n. 106, relative oA eleigao do 12
distrioto da Bahia, que tambem nao se votou,
bem como a do de n. 108, relative A eleicao do
11 diatricto da mesma provineia.
No dia 11, nenhuma das cameras fame-
sionon.
No dia 13, continuon no menado, a discussio
do voto de gragas. Orou o Sr. Fernandes da
Cunha o ficou a discussao adiada peta hora.
Na oegunda part da ordem do dta ficou en-
emada a discusio de algumas proposigoe"
da outra camera, e reservada a votacAo para
hoie
ga camera, no dia 13, foram rec*nheeidos va-
ris apntados e annullada a eteieao do 1 dis
tricto de Matto-Grosso.
0'4Sr. Moreira de Barros apresentou um moe-
Se- desme-infianca ao governor e o Sr. Affonso
elmWJuaner uma emenda substitutiva. Travou-
metargo debate que ficu adiado pela horn, de
pois de orarem os Srs. Moreira de Barros, minis
tVam guerra, Segismando, Carlos Aftnso, Val-
lires, Affonso Celso Junior, Antonio Pinto, Jes6
^ oPwbwpeu, Martim Francisco, president do cone
lbw, *Aivaro Oamicrha, Utyasses Viamuoa e Campos
A eamra uao f uanccionomu A 14.
'Name dia o Senado appravou Um requerimeuto-
j*vtieado e spresentado polo Sr. Oorreia, par-
queme sMaiba -do governor me jA -tomna alguma
plulMnmeia-seb o facto iftegAl, de. no elebrar
io a oamnra 'mnnepal at &mwegno 4hpors3 a. 'disettsmlb- da resposta i
Dm towthroao, qu5'fi apprwsaa, depois de orar
18r. Nun*-u konerves.
Foi tambem approvado em 2 diseussti, o pa-
remer da mesa que eontAm algumas alteracaes do
regifQento.
A' 15, continuous no Senado a discuss-o da
reposta A fall do throno. Foi apoiado e post
em drsmeussiao urn requerimento do 8r. Cruz Ma-
ehador pedinao o adiamento por tres dias. Ora-
ram osa rs. Aff.nso Celso, Cruz Machado, Fran.
co de SA ministryo do imperio) e Igaacio Martins,
que offereceu emend-a reduziado o adiameuto a 24
horns, e aiiadi orou o Sr. Correia. Eucerrada a
doueslgo, foi approvarlo o requerimento -corn a
emenda.
Na seguitm part da orirem do dia, foi appro
vsdo- pareecer da mesa sobre a r'forma de algu.
ins' dispoiicues do regime nto'mntorno, send re-
jertadas difereates proposie5's dA Camara doe
Deputados.
Na Camara do3 Dprita los, houtem, duran-
tea h ,ra -io expedieate varies S.'s. depataclos se
oceapwr.un de pmroecre-r das comuaimsees dA in-
qrrerrte. Passando-se A ordem do dia, por nib.
hayer numoro nao se votou o parecer reconheceu.
do'depat-ido pelo 2 district do Rio Grande d(
Norte o Dr. Jom6 Moreira Brandie Costello-Bran
co. Entron em discussalo, que fteou adiada pels
herc., depjic de Otare Sr. Portugal, o parecer re
lativo ai eteicao do 10 district do CearA.


-- Sobre o imeommodo lb Sr. president do
conscho lemos no Jornaldo onmmercio:
De 14:
o Hontem, ao terminal a sesseo da Camara
dos 'Dputados, na qual tomou p.rto na discusslo.
foi accommettido o Sr. senador Souza Dautas do
do-r violeata no epigastr-. corn intensas irradia -
"5rs nevralgicas qua exigirarna medicasao energi-
ca e se prol ing;ram at6 as 6 horas da tarde. 0
illastro entermo foi recolhid ao lo .ito n'ttii das
saLs do edifieio da mesma -amara, send medi-
eado pelos Srs. Drs. Hilario de oG )uv6"a e Felicio
pos Santos e visitado pelo Sr. Dr. Ba'icio do
Abriu e varies outros facultativos. Nas imme
didpcst do -drficio couservomi-ste nuinerosa ni multi
dao que somente se dispersou corn.,pletameiAt
qutndo is 9 hjras da noite se dinrigio o enflrrp
em carro parti a casa de su4 residenceiai, acori-
panhado potr sa esposa e pesseoas de familia.
a Dttrante as horas em que se actioun o Sr. se-
nader Souza Dantas no edifieio da Camara, esti
veram alti todos os membros do ministerio, varies
seuadores, deputados e possoas de todas as clas-
ses.
9'O estado do enfermo nao inspira felizmente
nenbaiuma inquqietanAo. ,
De 15:
S abemos corn prazer que S. Exc. passou bew
o dia de hontem e que, embers carega ainda de
penpar as sums forces, p6de considerar-se restabe-
lee-o d'& mal que na vespera o acommett -r^.
S S. o Imperador dam tV es tolegraphou
hodtem doi Petr pOtia part snfo tuar-se do' estado
do *. piesidente do conselho.
w De todas as provinces ltgadas a eats cidad
ps redoe telegraphica tet recebido 8. Exe. moos-
tra -fd interesse pedo men prompto restabeliei-
meAto.
.- Refere o Monitor Campista, de 14:
VA m Th nooemsssigasnte da freguesia do Morro
d&4oC, dete mumceipio, inforia nom que no din
. 11 o ebrinteu nasestrada quo e idirge to l-gar
den mad W ed6, 4appareuSn aeasaunado Fria
aeia Ri bito Coutinho, wa io, do 60 s ose, aque
i *oiwMvelmente esquea -o e cortad.io &fowA
tend o menor feruaento le seis pollegadaa- de
w.sapifmento e doas *e preflun dade!
S 0 Sr. pita OOxnehuas- Pmo%, oubdelgad


't:|a


-s{ma.-Demra Wdo, trabaltos da I corn-
Sabendo agora que o Vile de Santo#, qu- fae
esoala por esaa provineia, parte amah, aSPWow-
me em ewever algumas hunas pars narrarx 00-

dn.oancia sMeat*-ssperadnew qe, Felo l a i-
dads do pwdidp 0.49 govorwo dew* eatwOr (ab
cusao, n 3t part da o dm d di, o poj
sobre o estado aeril. "
Pra a lI-tabms side dasd : vota$o dos pa-
receres sobre eleigies, cvja*s*aBeiejA se aha,
vam encerradas, ,Vu*d04pareceres nio sujeitos
a discussao e eleigo dA eoamiwsoes,
Comeqou a votao pela eleicao do 9 distWicto
do Rio de Janeiro, em que seis membros da corm-
misslo, send relator o Sr. Campolsalles, haiawm
dade pmjreca ocahcodo deputado o Sr. Perei-
ra da Silva; urn, o Sr. BulhSea ,lallm, oepiuava
powr nova elei91o, e 4ous, os .wra..(arlos AfloAAo o
Ihutel, com voto em separado, reconheciam o Sr.
-Frana CaryvidAo. Foi regeltado o pareoer e ap-
prvado vyotoanm ;sPparado, por,47 votes contra
45, que foram: 39 conswadares, 3 dissideates-
os Sra. Loursago de Albuqerque, Siniambfi Junior
e Jose' Pampeu, e3 republiceanos-os Brs. Campos'
Saties, Prudente de Morss e AWlvaro Bctelho. Dfls
conservadores falton o Sr. Barros Cobra, que foi
passar as fenas da B&sws -omn a familiar, em Mi
nas, e ainda n.o voltoa; e o Sr. Antonio Pinto
voton corn a gente do governor.
Talvez que esse deputado seja hoje unu vote
perdido para os conservadores; nol ja na ques-
tio abolicioaista, em qae 6 eouhecido o seu pensar,
mas em quaesquer outrass, em que aquellestomem
interesse, muagoado comae dcl diz quoe se aca. por
toerem us seus correligionarios, corn pomCas excep-
Oias, votado en f&ver do sen competidor, o Sr.
Amaro Cavaleante, tambem conservador.
Proclamado depautdo polo presidoate da. casa,
o Sr. Franca Carvalho estoa jiaameato e-foi ,as-
sentar-se nas banaadas doe amigos de goveraos, o
que nio deixou de causar um tal ou qual receio
aos dissidents aineiros que lthe haviam dade seus
vot)s na fundada esperanca de quo o teriam consi-
go, attentas as doclara6es e proeastoo que the ti-
nham oauvido ants, corn rlagio ano 8r. Datas e
ao sen project.
Paeando se a eleicio do 1 dist icto do Matto-
Grovae, foi, per fia, approvads a emenda que sa-
nulla a eleigio e manda p, oceder a-nova. beguio-
se a elei1icao do 8 distrcto de ?ernambuco, sendoe
approvado par crescitla maioria do votes, o ptre-
cer em eeparado que reconheeia o Sr Gaspar
Drumniwond, contra o que votou ainda o Sr. Anto-
nio Pinto.
Pass ti-se as eleioes 0 o 2o distracto do.E-piri.
to Santo, 12 e 110 da Bahia, sendo roconbhecidios
deputados os t-rs. (osta Pereira, Juvencio Alves
c Pereira Pranco .-'ilho, trodas o qauaes prestararm
juramento e tomamam asesato
0 Sr. Moreira de Barros,.deixando entia aca-
deira da presidential ao Sr. Lourenco Cavalcante,
10 viee-presi&en-te, tomou a palavra pe a ordem, e
requereu urgencia por um quarto de hera, quoe Ihe
foi concedida, ptra ampres tar a .segiAte mo*o
sobre a political dogeoverano actual :
A Camara dos Deputados, io aceitando Q
system de resolver scm indemnisaiao o problema
d4 elementtorevi, noga sea puio pitica do
gnrbzaate. oi
Mais nove dimidenbtes usiguaram @sa m ---
os'Srs. Affoaso Penan Joio Penido, Vailadares,
iiu.imb* Junior, Maseareuhba, Jos6 ?'ompeu, Fe.
licio dos;Santos,&apraUtaz4e Aftb"qere e An-
tonio .;Avla Era meioi do que,aserprao, pois
,ontuva-se corn 12 diaideit.ao
O 'r.. Candidode, Oliveira pronuncia-sevmiAo-
do-geverno e corn grande energia contra a mo
ao, hiasnianu< o03.aceostmuiaerto5 v apremando
o procedimnetsato d 4 woe ombatem o jprajcto e
.woncluindo paw d Alarar alta e 1olemu eaete ao
padz que algons membros do partido, apaia4s .pee
Ia minoria conservadora ; nao tendo a coragem de
Afrontarem a*iscuw'sio dodiloea que lhes foi pro-
posto, querem por esta formA mata -o projeeto.
Em quanto owrva o Sr. mainiatvo da &gerra de
ram aviso pelo telephone. _o Sr. ID)ntas, que wse
nchava no Seanado e dirigio-se 19go para& Canara.
S Seguio-se cornm-a pavra o 8r. Sigisamundo, que
k cldedamus Rao votar pela rtaeib, rservatdo-set, en-
t tretanto o direito de proper emeudas e at6 -.tigel-
tar algumas daa dispaague iteojeeto, na dis
rnisao dells.


Tom mn t catio ap4avza o Sr. Cawrlos Affova, 4
&4al, tendo deolarado, come sab o leitor, an dia
eda lwio da mesa qne ose estivesse presente.toria
Oftado no Sr. Moreirm do Barvos, eom urm n pro-
testo contra o pacto sombrio -eflstamdo polo Sr.
iiresideate do conselho no paco do S. Christovo
nomecou per faftar de si, dos meioes de que so ser-
vi wram no seu district para guerrearem a sun can
didatura, e das sxigencias que tatism para que seo
dclartasse ewcravorata, a que nia o se pretu, e
explicando o3 motives porque no anne passado vo
twu contra o ministerio, acha que agora as cir-
cumstancias slo outras, e que sendo elle liberal
ui'o p6de wgtear a liberdade d'quelles que pr-
smnificamas victiasm da violeacia ; e ainds mais
'vwco as tramoias, marchas e contra marchas que
se estalu operando, que naso s senalo manejos pa-
ra o ass Ito ao poder, vota contra a mogao e esti
prompto a apiahr o gabin-te fazen-lo sinceros vo-
toi para que elle mais urma vez caiba a gloria ac
partido liberal e realise a reforms pela qual an-
coia a nanAo inteira.
O Sr. Valladares apoia a moego e justifica o set
voto, segaindo seo eSr. A. Celso Junior, que de-
pois de poucas palavras apreseuta a seguinte mo-
gUo substitutiva :
,t A Camara dos Deputados, interpretaado .
sentiment gergal do paiz, approval a politiea eman
cipadora do actu-dl gabiante. o
,e Veesa mas bancaads liberaes-Muito bemrn, mui
ro bern.
(Applauos e vivas 8 sm galerias )
S0 Sr. Penido-Ja esperavamos isto mesmo
0 Sr. 4marmo 3ezerra-As galerias estio oc
ctpadat pe lo povio bravleiro.
0 Sr. Wicio6os Sa*atos--E oa outros district
t is, o rest 4o psiz -nao vate nada? (-ontiaa-
rumor e os igies a galekrks; apartes.)
0 presidents e faz ler o regiment e diz que sum
pruderA a sessao se as gatetias nao se contiverenr
G Sr. Bezerra de Menemw-m todoi os parla-
mcntos ha istoe.
Restabeleee-se o silencio; e o Sr. Antonio Pin
to pronuncia se com muita animaalo em tavor d
puliticu do gabiwte, que ja aphiot na seaso paS
sada, sem qae poa.r isso deix- de ser coaservad*i
,-rbora o procedimento que haponco tiveram par
comasgo os seus eo-religiondrios, quo no detviam
estranhmur Wsus poasiO- actual, ruma vesz que at
signou e proets, e nio quer proeader eomeo 0
tros, queteudo tamabem assignuto, vemn agora o
tarudvs moo e do deosenflan9a.
Wai estas uttnts pa&Tvrsm uraZ alHUs8 ao 8
JoAs Pompeuon, que apress,-u se a.pedir a palav
p para una eplaicau o pe+aoal aem que den Q*a m
ti-os porque gs teparou do gabinstm e eomfinja
AV cau ,2,ra*e;, -


poe voiur sympol
quanto os partido
a*&te ocamppeo
tabilha partieso
ao 'emro tempo q


...do
vando que em-
escolhem parao0

m)a do gov- no,
t Bell ala aR'lf-l


I



I
r
gi



do
v


lirha a to. lutan, quo-e aseracteriam or(dinanr-
mente pela sua inutilidade; s de;asde que siaos
do teremo das reorimina$es, desae quo a luts 6
tirsdas do campo dos aidhploes expedlentes pars ser
cotloeadano terreno dos principles, entlo a eon-
ducta dos republieanos 6 oatra ; entio essa mesma
circutaaria, alioAsextoaordinara e tao rara no
nosso pas, doterminaj ma, poa4io activs, aMaMO-
lhando a tomar resealutamente a attitude da inter -
venglo, de aceordo corn o proprio principle quo se
achar em causa. -.
0 Sr. Campos Saltes, quo alias tern dotes reco-
nheeido6 do t dor e pareee que estav preparrdo
pars fazer a& sua estrWa, foi ouvido corn attenuao e
muito apoiado pamo lado goverista na part em
qe manitesta os seus sentimaentos abolieioristas,
que, disse elle, slo os dos eleitores do district que
Aie coaferio o mandate, o que alo sei berA confir-
made pelaparte conservadoca do eleitorado qt de
combimpso para guerrear o candidate liberal, sief
fragou a sun eaudidatur,.
Corn esse discurso e dadaa hora, foi levantada
a sesslo, maunifeostando-se quasi ao mesm>) teo-p)
uMn. ierqmmeat, de qit;, i aec4 metmettidn o Sr. DIa-
tas e quo ahi deve jbser conhecido, porque o to-
legrapho o noticion por todo3 os poncos de imperio
a quo chegam as suas linhas.
ci.o ease, seguado coata o Jornal do Commer
cio :
a Hontem, ao tormionar a sessaio da camera ds
deputadUm, na qal tomou part na discussion, foi
ac!omwarttido o Sr. senator S)uzA Dantas d& dor
violenta o epigaatro cornm iutensas irradia6as no-
vralgicat quo eaigiram medicaago energica e se
prolengara;n at6 As 6 heras da. tarde. 0 illuatre
enfermo foi recolhid6 ao leito n'uma das ,sa!as do
edificio da mestna camaira, sendo medicado pAe)s
Srs. Dfs. Hilario de Gouveia e Felieio dos Sautbs
o visitado pela Sr. Dr. Benicio do Abrou e varies
outros fAeultativose. Nas immediaQOei do e lilficio
conservou-se nnmtros: mualtidao que s6mente es
dispersou completament- quando As 9 ho)ras d,- uui-
te so dirigio o enfer'o em carro para a casa de
sua residencia, ucompaahado per sna esposa e pea
seas de tamilia.
Durante as horas em que se achou o Sr. se-
nador Souznt Dantas no edifietio da camara, esti-
veram alli t61i; os membros do mieiaterio, various
swaoUea, dpatadoaepeemsoams as todas as cl-
mem.
a 0 estado do enfermo nao inspira felizmwnto
nenhuma inqaietaclo. a
Hoatem durante todo o dia o Sr. Dantas oon-
swv-ea r lhaio em o asa, -ccehodo, entretanto,
os amigos qae o foram visitar, mas hoje ja app tre-
ceu no Senado, provavelmento para evitar que con-
tinuasse adiada a discussao do voto gragas por minais
de 24 horas, como fora hontem rosolvldo. 0 Sr.
Cruz Machado. suppoa-o'aTr-seoe o ministerio em
crises peor causa do eccorrido na Camnare, erie que
naopodia ser resolvida emquanto se achasse doeapte
o Sr. president do conselho, requereu o adiamento
dl'aquella daessoo per tres dias. 0 Sr. Affonso
CVlso, aibabtsu -ewse requrimaento, disendo que
aio existia crise, e que op pAehar.sea wfo4rio oSr.
Dantas, propunha que o adiamento fase por 24
Itoras. 0 r. France de SA pronnciou-se no
'metnmo sentido qant ao pramo do adiamento, no
aumi 4do, toawia, uesa m.tetando que houveser
risee 4eado do. dov~o 4wtaK .4o
'Sr. pveidoete do eom 10, o i0 m tsrip WotJai
mioeurM para couleroCiar depois da esso a
Camara.
0 Seasdo aceitou o adiamento per 24 horas, e
uema v w queA molesta, do fi r. L;antas ;ano foi do
gravidade, milo quiz eUe que novo requerhunento
fosse apresentado e os fictos de crise fossem to
mrsado cerp*. Nao obstante, o Paiz de hoje diz
qUaeos medicos reocmaenildam a S. Exc. repomo e
abstenauo de occupaoes political ou de trabalhos
quo reclamem esfor o mnctal.
Ao qua por outro lado, ja ouvi dizer, o mncoma-
aiodo de S. Exe. mi hottvara sido em quaeiquer de
a6a imtros simple m nrtso,,seriajptmaicamren
Srqmalifica4o tometanAt iodigestla,,agsrtvstdu por
WA Copo d'gua corn assucar e.gotojado de cOgnac,
tomato depots de umrn dlecuro animado em dia
qtzente. 'qvido ni asentotau bemrn, d'uhi as'
caiitbraa e nevralgias no, epigastro.
Pode ser rue sie, pode foer que aAo; e eu a4oof
affirmo. Foi a versalo que hoje me deram, e jic
imemoe valor dou ao either .
IuhT_ andanaemo tern tide ultimamente
peeste a ooammisalo as queateom relativas As
eleicoes deosa prpvincia. E' de eaiperar, por6m,
quo A vista de umn reclamanaco do Sr. Leurenro
de Albuquerqlte, feita na sessle de hontem, mobre
a demora bsvlda quauteo a eeiciea, eujos debates
se acham eneerrados desdo muitos dins, amanhb
on depois se ttato de alguama dellas. Talve: seja
a do 3s district.


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p.




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3.









a
i-

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n
i.

.5


Correspondenela do DMaro de
Pernambuco
RIO GRANDE DO NORTE. -NATAL, 20
de abril de 1885
SumAuimo :- Exaltavaio partidaria. Demissaes
injusBtw. -nomeayies desnecessarias.
\-~SewnOyes rfotadas. eonurso .e
nsawsa o.-FeriMento,--8. Jose de
Mipibu'.-O vigario de Porto Ale-
gre.
Depois do tanto tempo que teve lugar a eleicao
goral, e quando, pelo menos, era de support quae
ja se tivesae arreficido o odio partidario, to iha-
proprio sob,4idor de quem eatiA no poder v4-se
infelizmnte l vantr-se nests terra a mwais del
bragada pepaseguiglo contra os pobres emprega-
dos que tiveram o arrojo de nio acompanhar os
dAumiaadores do dia !
0 pseeideate da pri-ineia, politico, ertemadoa,
oheio de oOio, -e todo entregue A descripOio ds
amigos que o cergam, contiua impavi o na tua.
politiea de externdnimo !
0 qne ultimrmeute se tern dado nesta capital
o I6ra della jA nao 6 uma reacelo, mas reaafisi
vergoauoa de un piano de mesquinbas viua
ganeas :. '.
Parece incrivel, mas infpi-Hmente 6 verdade
Ainda agora acabai dp Bewr demittidos par
wovueniencia do servio p"ico: o pralante dai
repartic4-o o4 eio Joe6 Fiavie l obado Fran-
gab os agstt ea do Ce.i-miitam JeA Pedro de
Cuarvalho, em Angicos, Jose Vitaanqo Teixeirs de
Souza, o em Mossor6," Joo6 Antonio FPreire de Car-
valho.
Ae pas qae os eofre do Thesomro mtU tews
nmn real e a proviscia ;e aohlttundb som so
gaiores diffictldades para matisfaser os seu conq.
prIGmIs"o. consenfno po sidentq da province q
se aug5nteg a pOzS ptla sAiena t ppara
Imi- de e oontentar a amigos, ou des atisfazer-sb


Elt Zito e<>.re~mno AtJteayu. M i
.0pomatvde t r dio ,lO o-ron, s6is '
0, de 15 do e me,:a ra :x


cs oudi~es
eu.eu Rio. Gra

ra deacredito,
S rov aucia eme

uporqe os atnmnos rftAem pela ausen-
a, esperando o tempo dojuSbiD, em que devem
zer o seuas exaeoa sen ma`ior trabalhQ, o por
Ze haja a0do Ifite quo neoa ao nnos ba
rnde fila a amala em que tem de dar aula (prova
P~,r aula (prova


le qu o la ainda ainio oowpree) a verdade Ue
d aimM a jab oo .. ftre aeu)aero A. que
te desmerecido muito no caneaito de
[uantos sabem dam irregularidades e abasos, que
bonstantemente alli se tern dado!
A prove& 6que, em Nova Crus, onde costa te-
rerm se dadu ultimamente alguns caose de febres
palustres, se acha nm lente commissronado
polo governor, e o que mais 6, eccumulando e*sas
fanciSes.
go dia 10 do corrente, foi espancado, uesta
capital, Raphael Gomn3a Araripe, por. Francisco
Soared de Souza, conhecido por Chico Grande,
que fol preso em fl Lgrante.
Procedeu-se o corpo de delictV, e quando so es-
perava que o subielegado do 1 district Emilio
(Getalio de Oliveira (quo accuamula as fanofSes
do ajudante do o:'dens do governo) procedesse a
inquerito para ter lugar o process, eis que no dia
14 mandod p6r em iibardade o r6o( per m6ro ar-
bitrio.seu, 0aei qie o mesmo houvessec prestado
fiana n f tormi da lei, iautilisando assim todas
as diligencias entaI procedidas.
'o dia 19 embarcou para o Para o Dr. Ma-
thias Antonio da Foasec.t Morat), desenbar-
gador dospachado para a relaglo daquelle dis-
tiicto.
Emr S. Jos6 de Mipibi dou-se o grave atten-
tado de haver silo deflrada uma menina de 8 an-
nos, cujo pai queixara-se A policia local, e esta
contentodi-se em deixar impunie o facto, porque os
patronos do criminoso promnetteram dotar a offea-
dida corn 4 vacc is !
Ern Porto Alegre deu-3. urnm triste aconteci-
mento, quat 6 de hayer o respeetivo vigario en-
comimencdado, padre Servidio (estraug3iro) aban-
donado ou fugido da paroehia, dizendo-soe qie se
fizera de caminho para a provincia do Piauiby.
0 padre conluzio coisigo todos os dinheiros
existentes em seu poder, para a reedifiealo
da mttriz, cujas paredis ficariun pelo traveia-


mento.
Al6m disto ficou coasideravelmente endividado
naquella loealidade, onde contrahio emprestimos
de dinheiros na vespera da partiti.
0 archive da igreja desapparceu e uclo se sabe
inesmo qao deitiao tiveram as images da matriz
e sunis alfaias.
E' um facto extraordinario, quo tern preoccu -
pado muito os espiritos de todos eos sertanejos.





As^Bril~a fm ineial

18.- SESSAO EM 27 DE MARQO DE 1885
PftESLDESULA DO EMS. SU. BARAO DR ITAPISSUMA
(Concltisdo)
0 w,, Naei& (4. e Waeomoellfo.--Sr. pre-
aid-nte, vo#*do 4 diseuasU deste requerimaento,
nalo posso deixar de tomrnar em considerago as pri
?meiras palavras do nobre depatado que acaba doe
sentar so.
S. Exe. disse, ou polo menos acoitou o quo havia
dito o nobr4 .z4ptAisda ev ipatite de dis
tricto em relaio A attitude assamida por esta
ban aa ropaoitoda pefoMaa da insarucvio pu-
bl'ca foita pilo *pt.a.g4 adimmistrador da provia.,
cia. Eyou avourectifiwacoi ponto nao s6 o que
pjorveztura teanm dito e sttupono que disse o wua
ilhtuetre coltega qte cabi' d? sentar-se, coin tin-
bemrn o que dise .o nubrejileutadv pelo 2o dis-


trieto. -
Esta bancada, Sr. president, aio apoimi do
mido algum, e portanto nio apolou mesm0 corn o
sen sil8 in a actual reform d.i iustruc'o publi
ca; nao p.a mesmo apoiar n saea reforna desde
qcue elln i.6lgna da mais severa oondemnqa)io, do
qu e uma prova muito eloquente o ter o nobro
deputado que acaba de sentar -se, apezre de liga.
dv)--dos smus coltegas da maioria pela cadeia daso-
li'wiais-de politic, se levaitado para fazer o re-
quimento em diseusaQo.
hto innporta dizer que o nobre deoptado, q"e
c04l6cou maie alto os interesses da provincia do
qL es interesses do partido a que pertence, na'
'p[e .Aptar s soeus aentimentesi natura-s e ieirar
ie vir A ttibuna emdefeza dos iuteresses da pro-
vincia que Lhe merecem mais do qae osa implee
inrteresses partidarios.
(Hit teim apnrte).
Esta 6 puramente a verdade, men college, e nos
tempos que correm, esta verdade nao pode deisai
dc ser bern aceita par aquells que aspirant a iun
melhor estado do eousas do que o quo temos
hoje.
!ConsegumitemeMnte proeedimento do nobte de-
putado 6 digno de -todo o applaur, porque S. Exc
revela-se comn a coragem precisa de se destaei
dos seus amigos par: ver em ap io dos interest.
sos da provincial.
UK -R. DEPOTADO-V. Erxe. canta muito bem.
O'SR. MrsRA-Isto 6 bondade do nobre deputa
do; eu estou simplesmento fallaedo.
0 SR. JOSA MARt.u-V. Exc. 6 um optimo makes
tro. -
0 SB. MaA--Serei o que V. Eexc. quizer; mas
fique eerto4e que oamnfiado, falsndo ou compound
musica, hei de dizer sempre a verdade; sera esat
sempre o meu them. ,e- t
Sr. president, quando o nobre deputado pelo
7 distrieto mosadoan a mea .o geu sequorsmawto
ist) 6, na mesma sesslo em que S. Exe. lembrou
se diaso, miandei eu tambem iesta banoada am ren
qluerimnto relative A reform da instrucecao pu
blica. Este ultimo chegpni ninesa quasi names
ma oeccasil'qae o do nobtr d utao, quo o prece
deu apenas'nA am ou doui rtndtos, e ehio motive
porque o de S. Exe., uA former do regimento foi H
dA e posto em diseasao em lo lugar. Eu invoco
o testemunho do nobre deputalo que era esti oec
eu4pando a eaeeira do 10secretario.
S. Exe. mesrno declarou que o meu requeriaren
to nio podia ser lido quando o mandei A mesa, por
que o do nobre deputado pelo 7 district o havi
prec-',ido. .
O SR. PiTANGA -E' exact.
0 SR. MEmB -JA vW petaMto, nobre deputy
do pelo 20 4distmoto, que nao pode mo e gie i
jubtiqa dize que esta bcads conaervou-ae ilen
cisa em relacio A* reforms da instruc$6 pu
a 6o nb eou eoia eusareforms e fo i por tasse me
tivo quo enviei A mesa o men requenmento, pe
diado informaoea a respeito della. Era muito d
adouirar, Sr. president, que um regblameato fei
toe aeabado no dia 6 de fevmreiro, ns dia 14 d
ia*r9o auinda nio estivesse eompletamente public
Au, Sr. president, vindo Atrbuna logo na sec
maa de 14 d elaxi que tiaiim -wiado amees w
r" ueciawoatO de vgeaia paa cpar-me da r<
Vma deinatruco publiea. Ningaem o contei
tati. VJa" Y%'"A '*., qUe z naooi pessuisv u


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Sr. president, me V. Exc. tiver em vista as
dspemoai3es, n-h s6 o regulamento ret6irmado de
7 do abril, eomo tawnbAmn as prprias dispmsiies
doesse memo regulaminuto actual, em r-laiqto a
vitalicieds.a-, qaaudo se tracta dos damai profes-
seres, e, coufrontal -as cam o quo se determinou
-en relnao aos prfessores novaw nte ntom undos,
nlue poderi deixar de indignar se diwnte do at-
tontado asaim commettido pelo presidents da pro-
viecia, que calec aos p6s os interesses da propria
instruceco e tambem de muitos prafessores, para,
deixando-os A magemrn, ir beneficiary corn uma vi-
taliciedade immediate a esses professors per elle
ultimameute uomoados.


Sr. presidents, para os profensores que exercm
o magisterio por ferqa do concurso, para os que
excreemeonlo titulados pelo Escola Normal, como
cntractados ou por terem sioe adjuntos, o regu-
lamento de 7 de abui de 1879 exigia paras que a
vrtaliciedade tivesse o praso deo 5, 7, 9 e 12 an-
nos e ainda assim corn provas de muitaes requisi-
teos, sem 6 que nao podiam obter o tita!o de vita-
liciedade. Para esses mesmos profesmores exige
o actual reg!lamarto para que |se torne vitalieio
o praso de 5 e de 7 annos.
Ora, Sr. president, se o professor que fez o sau
cutro na Escola Normalo e o que oceupa uma cu-
deira mediante um coneaurso a que se sujeitou
proeciarn fazer prova do sen merecimento para
tornarem-se vitalicios e aluma disto procisam de 5
e de 7 annosr o)mp e qeuo para professors, filhos
.tpenas da boa vontade do administrator da pro-
vipcia e do interesse oartidario se dispeasA essa
'prbvh,, qu e aliAs seia o unico corrective que se
pideria dar As moeoares f itas pelo president
da provincial ?
Um 8r. DEPUTADO Algmus desses ja contracta-
dos ha 4 annos.
0 Sa. MEIMA I VASCONrCELLOS En j5a deelcfrei
qae me constas qUe entire os nomeados ha algans
de merecimento, e isto memo porque nao haven-
do rqgra sm exeepp,.era uimpossivel que a re-
grit -as mias nomeaoes polo president da pro-
vincia nio tivesse sun excep9io.
0 SB. Paiwm rim Obbervaos nobre deputadb
qne a hora esta fiala.
0 Sn. MacnA DE VAScoNCELLOS Eu vou cn-
cluir.
Sr preidoumte, a ekigehcia de 5 e mais anaona
para que o professor a't4Irt o direito A suan vita-
diciedade, foil uma das mais sabias medidas intro-
dunidas na instrucao pblica do Pernab.eWo,
por um grande admiiuteador.... por umn dos ome-.
orers aciministridoi kt t f in tddo edsti pxovin-
cia, e que incontestaielmeute tern muito e nuito1
diftito A 01 g #40b~s *an r-AC osA-"f
lh6 feuh 0 o|A.|t0412444 P er
de Ltdbauit4at .
eox Wj"61- qtiefi qmefa pots pimeara.
yes eats~lab tsoaeciaso ,sanus.o -
0 w. Gems--0 preoo obstia, ellaapenaas orga-


saber
borne
irvir


i- -" -

m|B~s auo to so
= au-i on.ellut -


ar-ge-fha o ca m w q ba b u n o reer *
liets n4o W! 1 *I;qiriimento do aobreo -opu-
.ado pOlo 7.' dniWtorpotqra tome que corn as i%_
f rmaepiea fq goaom-
,promettido z actWl v*-prauideo4W d**mn- j
o SR.. J00 MA,&-NIW6 ?vorU4
o Si. |M-Ut u m -lan
coda oppoi gqtw f pd ede-
pntado, qutyIo este podbe pQ, *d j isto |
rasoavel;

quo as P 0tii
mais duradouna 1, c 6 v'erade -
prgssio do nobre deputado i H e.
acaba da honrar-me cowi o seae i de fa-
ser opposiao renhida A reformai t dintrucrco pu-
bhlica. Sendo assim 6 bem possivel, Sr. presiden-
te, que estar rA zimw, aift sfn-. t
o anMo e9 ce a a azer corn que
o illustre depatado, aeabe votando pAlo requeri-
mento assignado polo 7.o district e que eu tive
occamio de fazer meu.
0 SR GOos -E' betqpossivel que S. Exe. deci-
da-se nesse sentido.
0 SB. BARAO Di NAZARMTH -Eu nao me pareco
corn V. Exe.
0 SR. Goss-De certo; polo meaoa eu sou m-is
mogo.
0 SR. BARAO DE NAZARETH-Pique certo o mn-
bre deputado de que nabo soer cipaz de r:dicala-
ris-r me, rngmog poqle estou disp)stQ a reap.)n-
,ter senpre no moesio toan.
,) w. GoEs-Eu nao procurei ridicularisar a V.
Exe., salvo ae consider ridicule o ser eu mais
rn,19o.
0 Sit. BARAXo D NAZARETHi da um aparte.
0 SR. PRESIDBSTE-Attenga. !
Quem tern a palavra 6 o Sr. Meira de Vasco.n-
cellos.
0 SB. MuIBA- Sr. president, a reform da ins
trucAo public feita peio actual vice-ppesidente
la provineia, ou, por outra, adoptada por elle, nao
se sustenta diante de urna analyse reflectida e de-
morada. Esta reform, sob todos os pontos de
vista pelos quakes so queira caearal-a e coaside-
rd-a, colloca o preidteate em -.ondicZes critics,
pois que compromette visivel e clarameqte os inte-
resses da provincia, e neste ponto estuu de perfei-
to ace:,.rdo corn o nobre deputalo pelo 70 district,
quando diz que S. Exc. exhorbitou da aatorisaro
qa- Ihe foi dada, despen lendo quantia superior a
qpe ewnporta-vam s circumstauieias da provineia
e:n ura epoehti em que ella experiment series
ilifficullades financeiras.
Sr. president!,, umn adinuistrador criterioso, col-
looado na altura em que dove estar, decerto nio
iria fazer despezas superiores As forqAs economics
ida provineia.
Sr. president, per minais esf.oros que facam os
nobres deputados polos 8o e 20 districts, p )r mais
briluates que sejam os seus discursos, nao conse-
guirao pulverisar a argumcuta;Io preduzida pelo
iobr'p deputado pelo 70 districto, quandojustificou
o seu requerimento, porque, Sr president, na'o ha
eloqnencia mais terrivel, mais infallivel do que a
(las ifras e dos faetos. 0 nobre deputado co)mba-
toei a refbrma da instruceao public, no corn pa-
l.-ras, ma s eom factos jA eahidcs no dominion pu-
'c:,o e corn cifras que nao podenm absolutamente
ser coates adas.
Sr. president, se se consider ainda a reform
deqe acrabo do fallar sob o ponto de vista das
noana+'aQs feitas pelo president da proviucia,
.iinda ella e dign:t da rnas several censura. S. Exw.
t z no:n:oar5_'s infolizes, fazeudo entrar para o ma-
g-.terio, segundo corre, pessoas dcstituidas das
necessarias habilitag6es, qoando no entanto, S.
Exc. tinha diasate de ii peasool htbilitadissimo
para prcencher essam sadeiras cqtue preencheu de
(,d, inconveniente, e :iinda sobraria pemsoal suf-
6oisate para o-tras ztomeages.
Sr. president, nao serem razao que eu digo e
re.pit) qAe a raforma Aa ioastrueglo publioa telta
pelo presideuto da provineia nao mirou oetro fim,
nro teve outro alcanee, senao essays infelizes no-
mBnto.s qu- tiveram per objective o pagamento
de dlividA pAitloas.
L aQando, Sr. preidmnte, mc ftlta$sem todos of
4euntoe. parv coni.rpvar a proposio quejaj pro-
frri de qde a mioria dos professors, qovaetne.
qomneados polo president da proviacia, capo-.e
4e:peusr~s que mulo estai nao,'eo Ae eoercerom
'saes lugers ..
O SR. BABRrO DE NAz-iaXR.H dl; arn iloago aparte.
0 SB. MEmia-Eu assim a'fo posso falir; V.
Exe. estt fllsado mais do que eu, que occup) u
tribuna ; se eontintla assim o Sr. taehygrapho nao
pode tomiar a? minhas palavras.
Sr. presidents, dizia eu que quando outros d tdos
nio hnuvesse pi'ra provar quo a maioria dos pro-
tessores nome.idos, por occasion da reform com-
*p$e-se de pennoas ichabilitadas, eu teria 1;tra isso
,urtna prova irecuttsavc, que me forneela pelo
proprio presidente, autor dossa refrmais das no-
me. coes.
S. Exc. ro art. 22 Oo actual regulamento de
indtruc~o publica deteroaina o seguiut" :
o Os profossores siomeados per *reeasiio da ex-
pediecgio do presented regulemennto sergo desde logo
considerados vitalicios. ,


Portanto, corn quanto fosse apasentado o Sr.
d-b Farias om todo o case nlo estava incompa-
tibilisado corn o carg3 de regedor do Gymnaslio,
per isso quo a sua nomeacio tinhu sidoe interina.
0 actual adineisirador da provineia. mem du-
vida levado por suggest5es alheias ou per mA voa-
tade propria, declaroa no art. 20 que aspoaoo-
tados nao poderiam exercer cargos remuneralos do
aervico da instrucciio public, ainda mesino a ti-
tulos de interinos.
Ora se o Sr. deao Faria n.o esta nests condi-
diq6es, eu jI nao sei wnais o que pisna ser a ver-
dade. E' ou nio empregado aposentado o 8r.
deao Faria ? Esti ou nao exercendo por itoea-
0io interina um cargo remunerado da instruaclo
public provincial ? EstI at6 segundo a opinile
do president da pro rincia que foi aqmi aecusado
e de seus amigos.
Mas o que campria a um administra.ar que em
nm regulamonto prohibe expressamemnte a accamnu-
laio de empregos, ainda mesmo por interiuidade?
Era proceder de aceordo corn araillo queC tanha
determinado nesse rcgulamentc.
Mas o qtre nds vemos 6 que coutinua no cargo
do Gymnasio Pernambucan ,, o Sr. deo Faria.
Ora, Sr. president, terho on ni.o raao, qoando
digo que a primeira condigio do moralidade, 6 a
respeito a lei ? Quando digo que a infrac o do
lei e o ponto de partida para todos os abaosms.
Assim, senhores, o presi.ent- d- & rovincia que
tornmeso brn clare e mmifestonu o eu p n umento
io art. 200 do regulamento, consent- que .%s usa
rquem no mesmo p6, p :rmittind-> que o Sr. D -6
eariab, &n iffrouta do lei e dos prineipi.4 de mae-
ralidade administrative, coaserve-se as reg-Aioria
do Gynnasio Provincial.
0 Sn. Balo DE NF, tAar--V. Exe. tira s .apre
conclusoes frcadas.
O Sft. MzmA--Sr. president, eu tratojastatmea-
te de nm ponto pars o qual ieo ha d=fe poatsi
vel.
0 SB. Baino Da NAzaMUTa di um apirte.
0 Si. MBaI--V. Ee. rorra A pasphi,
rethorica, rocorra a tude qumat quimr, qae
tic conveaeido de quo V. Zxc., put melon us
sejam as aus vantagftens orato Ra, a ste ti
jsimais aspplantar a tcrga di vwrd6le q[- p dv
minhas p davras, porque aqui mnkim wemaat
syutsimatioamete, maoe me dixo leyar pe_ JW-
medits polniim. EU eato" pum a i peat *be-
di Akdft filet, Aixte~d -se beMatt t emsiktm cai
iabai4Iu pridefaftiponc~~ ^i t

Deto Pani as, que coasbidt ud"to 4
ei' 'at iugr-a. __ ____
ku t asitilua a aivado t vnbezbada 1-u


1


#4


'Qfftmao 8 -00*0 lo s w PMT~a !aiofloto &a


Mais algans annos era s eatm paao q9e o.
quer professor nomeado fiseae prova &o 6 s-
aptidies, como tambem denas qualidad&s, d&M
requisitos, msem os quaes uano se poderL j-
oar uin born mestre, e feita essa prova nada 0
justo do que garantir a ease hopea a vitaliiedIa-
de, porque o perceptor da infaneia, imait IU
outro qualquer outro funoeiou'io pUblieo proes
gosar de certas regalia. (Apoiad4s.)
Ora estando isto implanted a aomf adi hih
traao, qual o motive de ordem public, e qudal a
razio que levaramn o actual adeiauiadwr da pro-
vincia a modiicar ease principio e a reformat eta
disposicao estabelecida desde tanto tempo wua mo-
sas leis e nos nossos regulamentos sobre a instra-
cao publics era relaco simplesmeute a algums pre-
tessores por ellc nomeados ?
Se, Sr. president,-, o president da proviancia ti-
vesse molificado em relacao a todos os professoa
as disposigies do anterior regulamento concernemte
aos requisites exigidos para prova da vitalieieds-
de, ainda assimn eu accusaria S. Exe. por ter pra-
ticado uma mi innovagio, per ter preatado am
grande service a administraVAo do casino, porque
ninguem paerA corn vantage sustentar que 0am
exigeneia do praso nao seja uma grande medida a
bern do ensimno, a bemrn da instruc9co.
Entretanto o actual president da provincia,
neom seluer foi ao ponto de estab-lecer urma rgma
igual para todos, isto 6, de acabar eor o requisite
do praso e da prova de certos tactos pars me entrar
no goso da vitaliciedade, nio, nio recuou weume
diante da injustice flagrante, do attentado inqua-
lificavel de coniservar o requesito de praso part os
demais profeseores, ainda que tivesem rsido no-
meados em concurso e dado as mais cloquentes
provE s de habilitagVes e de merecimento, para con -
siderar desde logo vitalicios om prefeasowes no~es-
dos por S. Exc. os quakes segundo e v6z publics,
segundo corre, sio na sua maioria dcstituid e das
neeossarias ha.bilitaoes.
0 SR. P'ESIDmTTE-V. Exc. da licenca parsa ler-
se um requerimento qaue se cha sobre a mesa ?
0 SR. MEIRA DE VASCONCELLOS Pois nio, sim
senuhor. Sent.a-se).
E' lido e approvado o seguinte requerimento:
Requeiro p:rorogaa'o di bora por 3) minutos
para continuar a discussao do requerimento do Sr.
Lourcnqo de SA.
O SR. MEIRA DE VASCOXCELLOS (continuando) Sr.
president, foi ainda mais long o actual adminis-
t.adjr da provincia.
S. Exc. nio podia mesmo diante da lei que o an-
torisou a fazer a actual reform da inmtrucqilo pu-
blica, abrii est(a excec O odimsa e inconvcniente
em relacao a ; professores por elle nomeados.
S. Exc. t nha trauadas na propria lei as rais
dentro das quaes devia fazer a reforma da instrue-
cao public-a e dentro dessas raias, dentro deames
limits qu e so encontram na lei, que Ihbe deu a au-
torisacAo parr. a reform, no se acha nina palavra
sequer quo podekse autorisar o actual a4ministra-
dor a suppri-imnir a exigncia do praso pars a vita-
liciedade, tornando immediatamente vitalicies os
sacus noineadoi...
0 Si. GoBs CAVALCANTE-OS seus afihadoso.
0 Sii. MEIRA DE VASCONCELLOS... o safilhados.
como acaba dizer o nobre deputado pelo Go die-
tricto.
Sr. presideite, tudo podio ter preaidido i ew-
fecio deste cregu amento menos o verdadeiro in-
terresse pela iastruccaj publics, e eu vou ligeira-
mente dar uma prova deste men asserto ; e i ert
na disposiqao do art. 200 dsse regulamento.
0 actual pr',sidente da provincia, fez simples-
monete eata reform a on para beneficiar a aflbmdos
e protegidos seus e de seus amigos, on pan Saw
simplesmente no papel, ser lettra mortar, ao ter
execueo.
Assim 6 que no art. 200 do seu regulamt3iuto
S. Exc. diz (1) :
Os apcsentados nio poderilo exercer cargo
remunerados do service da instruccqAo publics, ain-
da memo a titulo interiao. ".
V. Exe., Sr. president, talvez nao teaha mes-
o0 apAnhado, asitaim i primeiira vista, tudo quan-
to se eamaide atravez destas palavras que faxem a
disp4sicqo do art. 200.
N6m sabemos que ha uma lei que prohibe a ac-
cumulablo do qMrgos a funceioninios desta provin-
cia, quer em ctRectivo ex'rcicio, qu6r ji aposenta-
dos.
N6s sabemos que existed essa lei, mans emam lei nio
aupanha em suas disposicoes a hypotlhee daa no-
meacem intrria^ ; an eos foi iao o que so ti-
rou a limpo, quando m urea dam eauiiea do sann
atrasado, se me nao eagano, se dirigiram nests
casa ano president da provincin increpar es potr
conservar no cargo de regedor do ymausuio o Sr.
deao Faris.
Nesea epochal diziam os amigos da admmnistra-
eao qne n~o havia no procedimento censurado mn-
fraceao da lei alludida, porque ella nao cogitava
de nomeacoes ratermnas.


I


:+
,i














iBUSCXA4 I Z

Ao da Camara-isalo.po-
eomcure pod qu


a=0a 0


'70, -7jF ^m -_ :nU -eiKyAar1prtett^q,
a m:a saia mfma de quo e ac eb tratando.
o SL ^ .MWAmaai, V, Mo. l t, Ot mta--
do Sr. fD61o Aria.
0SM. iMsa--Sr. president, en yvo termiftir
#A eonsiderai es que tenho feito .obre omegm1a*
*to expedido polo actual vicepresidatet dapro-
;u pene que 4ata Assembla *s podededeixar
devotar polo requerliaeato do notre depatado polo
*7 districtotpedindo informaes asobre a reform
S da instrucao public. Se o requerimeato de S.
Exc. nao pode trazer em resultado a confirmacgo
das ceansuras que se tern feito, nao vajo rarilo para
quo seja regeitudo um pedido tlo justo. E, Sr.
president aitida memo que taes "iaralsoes eon-
fimem aquillo quaoae teadito. eta Assnablha nAo
pode esqivfa-se depedilaa.
Eiu entqwdo que mais alto do que o interests do
administrado.esta o interesse da provincia e os no-
* .. bres deputados naio podem ou pelo menes nao do-
vemo calcar:aam p6s esse intereaeo pars ir em au-
Sxilio do administrador da proviusia.
Asrim, pois, sento-me conveneido de quo sera
approvado o requerimento em discussao e corn elle
o meu additive.
0 r. jroo6 Marla"-( Nao devolvau o seu
discurso).
Veo m A mesa, 6 lida apoiada e entra conjunota-
meante em discusslocom o requerimento o seguinte:
Que se pega ao Theeuro Provineial um quadro
comparative e explicative da despeza que ae fazia
corn a iastrucAo publiea primariae da quea s deve
fazer em vista d# reforma ultima.
Vein a mesa 6 lido apoiado eregeitado o beguin-
te requeritnento. :
Reqneiro prorogacAo de hera per mais 30 mi-
nutes pars eontinuao da discussio do requeri-
mento do Sr. Louren9o de SA.-Olympio Marques.
A discussion fica a diada.
Passa-se a
ORDEM DO DIA



B fiiSTA DIAURIA

Aniembla Provincial. Fuccionou
hoatem ,sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Paulo
Jos6 de Oliveira, tendo compaxecido 33 Srs. de-
putados.
Foi lida e approvada sem debate a acta da sos
ago antecedente.
0 Sr. 16 secretario proceed n A leitura do se-
guinte expedients :
Um officio do sereetario do governor, remettendo
um project de poeturas da Camara Municipal de
Vertentes,--A' commissao de piosturas.
Outro do mesmo, remettendo o balanco da reeei-
ta e despeza do exercicio de 1883-84 e o oerea-
meuto para o de 1885-86, da Camara Municipal
da Gloria de GaitA. -A' commissao de orcamento
municipal.
Urma petiloe de Eleutervo Roberto Tavares do
Espirito Santo, professor da cadeira da ConceicAo
de Maranguape, requerendo consigna~go da verba
de 62 de sua gratificagao de 15 annos, relativa-
mante ao exercicio findo.-A' commissau de orga-
nento provincial.
Outra de Mirandolina Borges Pestana, profes-
sora contratada de Serra Verde, requerendo ser
consideraida effectiva.-A' commissao de instruc-
gao public.
Outra do alferes Manoe! Gomes Ferraz, reque-
rondo remissao do pagamento de 700J que afian-
0ou ao arrematante dos impostos mrnicipaes de
Garanhus.-A' commissao de peticao.
Outra de Jodo Theodomiro da Costa Monteiro,
10 tabelliAw, escrivao do civel e annexes da comar-
ca de Olinda, sulicitando provideucias em ordem a
que nao fiquem sein soluoe as reclamao5es que
per diversas vezes ternm feito, para interpretar-se a
lei n. 1431.-A' oomnmisaso de Ilegislagao.
Um abaixo assignados de moradores no 20 dis-
tricto da frvguezia de Munribeea, requerendo o 6es-
tabelecinmento de uma feira junto a estacAo don
Prazeros. A' cominissao do posturas.
Adiaram-se por haver pedido a palavra o Sr.
Democrito Cavaleante, um parecer da commission
de rendais nmunicipaes, indefiiindo a petiao de
Amador de Barros Cavalcante Lins e outro da
mnesma per haver pedido a palavra o Sr. Joao Au
gusto, pedindo iuformacoes sobre o requerido per
Joacuim Cavalcante de Albuquerque.
Foramn approvad,,s os seguintes pareceres : um
da commiss,o de peticos, solicitando informa95es
ac-rca do requerirnento de Gelim Coelho de Serpa
Brandao; 3 da de rendas municipals sendo um
podina o informn tyes sobre o requerida por Joa-
qniuB C rls Civalcaure de Albuquerque, urn de
clinhndo para a de legislacao a peticao da iunta
adwinistrativa da Santa Ca.a d Misericordia do
Recife, e um finaImrnte, devolvendo a Camara
Municipal de Serinhaem, o officio e o amperfeito e
illeg-il or$mento que enviaram em 14 do cor-
reute.
Approvou-se um pedido de urgeocia dqSr. Goes
Cavalcante, que justifioou e enviou A mesa um re-
querimento s)bre mortes e ferimentos havidos em
Bezerros, per oeeasiao da capture de um escravo
e outros factos.
0 Sr. Regueira Costa requereu e obteve tuna
urgencia de 40 minutes para discutir, o quo fez o
sou requerimento adiado sobre negocios de S. Ben-
to, ficando de novo adiado pela hera, tendo side


regeitado umn requerimento do Sr. Jolo Alves, em
quo pedia que fosse prorogada a hera per 30 mi
nutos para continuacgAo da discussion.
Passou-se A la part da ordea- do dia.
Approvou-se um requerimento do urgencia do
Sr: J6os Maria, pedmindo preferencia para a dis
cusslo,do project) n. 22 deste anne ( contracto
das cares verd6s).
Adiou-sc de novero pela hera, a 2a discussion do
referido project, tendo orado os Srs. Barlo de
Nazareth e Amaro Fonseca.
A oif om do dia 6 : 1" discussao do project n.
43 deste anne e continuagio da antecedente.
Tribunal do Jury do Recife Foi
hotem installada a 2a sessio ordinaria do jury ro
corrente anno, sob a presidencia do Dr. Manoel da
Silva Rego, juiz de direito do 40 distrieto crimi-
nal, oceupando a cadeira da aceusaglo o Dr. Ti-
moleo Peres de Albuquerque Maranhao, 2 pro
motor public da comarca, servindo de eserivao,
o privtivo do jury, capitiAo Floreneio Rodrigues
de Miranda Fran a.
Foram apresenrados ao jury 17 processes devi-
damente preparados para julgamento.
Em seguida foi julgido o re6o Jose Aureliano de
S Freitas, pronunciado no art. 201 da Cod. Crim. por
: ter cm 14 de juiho do anne passado, ferido leve-
mente a Manoel de Medeiros Rocha.
0 aceusado teve por detensor ao Dr. Luiz Ro
drigues Ferreira de Menezos Vaseoncellos dc
Drummond, sondo julgado perempta a aceusacAo.
Hoje serilo julgados os i6os Manoel Paulino
e Antonio Pedro dos Santos.
Theatro anto Auntonio 0 beneficiu
do actor Albapo, que teve lugar aute-hontem nes.
S te theatre, foi regularmente concorrido.
A opereta Vida Plmainense e a comedia Typoe
'r brasileiro obtiveram a d ea ppiLwo.
-- Amanhi subira apseM pelts segunda vez,
S iU opereta Periquito, quii de oatra feita muito
l^ acolkid4. -, .^*
|-' Pakataeon rIS m atlieo Hoje funcciona.
S etat edd, As 7 hora da note, sna runa da

: Vietimas do ums.bronjq
pqoa Btteunibiohoatea na i144e de 22.oa-


* boe oa amiIla virgti. flo profew5Vtih &*Ien-
-V. Revista da imprenss estramngia.-1. IDa
presenga do bacdlo do tqberculo nan a fbegs lo-
caes pscrdfulosas, por linzler. 2. Da sccao doe
desinfetantes no carbuneoulo, pea Perroneito. 3. A
ecain, aov* asethesio local.
V. Idemx thrwspekikoa.
VI. N iario-1. Chplera morbus. 2. Xecro-
logio. 3. Menstrui*o n'uma crianga. 4. Con-
grease francez doruria. 5. Outras cow ovario-
Itoias. 6. Finukler Por e Koch-..Dotoogia
Modics,
0 n. 9 trap este oatr aummari,.:
1. Chronioa aaitaria.-Estatdo sanitrie. da ci-
dade.
II. Neorologiam-0 Dr. Josa6 Antonio Marques.
III. Medicina.- -Catribuicio pra o eeta4o dx
beriberi. Pelo Dr. Pacbeco Mendevs.
IV. Epidemiologia.-Conferencia do Dr. Koch
sobre o cholera mobus.
V. Bio-bibliographia.-L. County jalgado polo
professor Gorceix.
VW. Revista da iumreus4 estrargeira.-1. Da
transmissibilid4ade doubreo e vacciuacao.
2. Das relaoeA entre diversas afeoes oetiaes
e a gotts, por Hatclghma. 3. Da dilataglo atonica
do eatomago, por See e Mathieu. 4. 0 borax eoomao
desinfettante interno. 5. Phenomenos determmua-
dos no home pela ingestio estomacal do liquid
diarrheico da cholera.
VII. Index Tberapeutico.
VIII. Variedade.-Algunmas illuaSoes themrajpea-
ticas-
IX. Moticiario.-1, Faculdade de Medicina da
Bahia. 2. Cholera morbus. 3. Cariosms doutrisa
de responsabilidade media. 4. Inoemnpatibilidvde
do professorado. 5. Faculdade de Mediminm de
Panz. 6. Morto per mordeduras de cobras da In-
dia. 7. Cremaglo dos Estados.Unidoa. 8. Inuspec-
cao das criahgas em Franga. 9. Nccrologio.
Caft moldo e ammucar rmeftad-A
antiga refinagio do 'Barros, hoje 4a firm Barmos
& C., sita A rua do Coronel Suassuna n. 7, obse-
quiou-nos came quatro armoltras de assucar refi-
nado, alli preparado, e urma de caf6 tmrrado e
moido.
As amostras do assucar ailo a sienos, branch
de 2a e branco de la qualidade. Todos elles sago
bemrn f.bricados e de excellent apparencia, prin
cipalmente o ultimo.
Quanto o cnaf, saber e cheiro siS deleieos,
denot.ando a boa qualidade do grio, e sun magni-
fica torrefacqio e pulverisagAo.
Loteria da corte-Eis os numerous mais
premiados na 2a part da 79a loteria para o fund
de emancipacgo (177 B) extrahida em 13 de


abril :
410
315
6483
3241
Premios de 1:0004000:
2729, 2776, 3332, 3658, 5859.
Premios de 5005000:
184, 478, 1045, 2622, 5686, 188,
4629..


30:0000000
10:000500 0
4: 00000i
2:000A000


520, 2220 83965,


BraasU e Portugal.--Sob este titulo lemos
no Commercio de Portugal, di 29 de margo :
c Primeira audiendia ao Sr. Barao de Cartaho
Borges, enviado eztraordinario e ministro pleni-
potenciarzo de S. M. o Imperador do Braul, da-
da por S. M. El-rei de 'ortagal, em 26 de mar-
go de 1885.
Na quinta-feira nltima, 26 do corrente, pelas
2 horas da tarde, dignou-se Sua Magestade El-rei
dar no real page da Ajuda a primoira audiencia
ao Sr. Bario de Carvilho Borges, enviado extra-
ordinario e ministry plenipotenciario de San ML-
'gestade o Imperador do Brasil, achando-se pre-
Nntes a este aeth os officiaes-m6res da casa real,
oe gentia-hoinesa da real cuarmra, os mainistros c
conselheiros de estado, os ministros e secretaries
de estado honoraries e mais pessoas que costumam
ser convidadas para taea solemnidades.
a 0 Sr. Barao de Carvalho Borges, ao deposi-
tar nas reaes mlos de Sua Magestade a sua cre-
dencial, pronuneiou o seguinte discurso:
S Tenbo a honta de passar As augustas maos de
Vossa Magestade a carta pela qual o meu augusto
soberano me acredita come sou enviado extraordi-
nario e ministry plentpoteneiario.
a Encarregado especialmente de manifestar a
Vossa Magestade os sentiments de alta estima e
do particular affect do Imperador, eu principle a
desempenhar minha bonrosa missao saudando a
Vossa Magestade pelas eondigSes florescentes da
heroic nacao portugueza, que seguindo, o cami-
nho do progresso A soinbra da paz no interior, re-
cebe ao memo tempo no exterior altas homena-
gens e solemn provas de considerailo.
a E' desejo vehemente do Imperador, assim co-
mo do seu governor, que se estreitem cada v 'z
mais as relagoea existentes entire o Brasil e Pot-.
tag:4, as quaes anto teem contribuido paraa
prosperidade dos dous paizes. Neste empenhb eitk-
pregarei todos os meus esforgos, e feliz me jIlib-
rei se, correspondendo A confianga do meu augus-
to soberano, poder tambem merecer a alta benevo-
lencia de Vossa Magestade e a estima do seu illus
trade governor. j
SSua Magestade El-rei dignon-se responder:
a Sr. ministro.- Recebo comn muita satisfavglo
a carta em que Sua Magestade o Imperudor do
Brasil e vos acredita come seu en :iado extraordina-
rio e ministry plenipotenciario na minha e6rte, e
tenho no mais elevado aprego as novas seguran-
"as que me dais dos sentiments de alta estima o
particular affect que animam Sua Magestade pa-
ra c manigo, sentiments a que sempre tenho cor-
respondido e hei de corresponder corn a mais intf-
ma cordialidade.
Agradego-vos, Sr. ministry, as felietasoes
que me dirigis pela prosperidade de que Portugal
go;a A sombra da p.z interior, e pelos testemu-
nhos de consideragAo que tern recebido das naces
estrangeiras.
S Para esta paz, origem de tantos beneficios,
coatribue effllcazminente a boa indole e o born sanse
do povo, a eujos deastinos me coube a fortuna de
presidir. Entre os titulos que Portugal tern mA con
siderscao das outras nagcos occupam um lugar
preeminente os relevantos servigos per elles pres-
tades A causa da civilisaglo, e em cuja gloria tern
quinba) o povo brasileiro come irmao do povoe por-
tuguez.-
SEstilo estes dous povos unidos por tantos i j-
teresses e sentimnontos communs, a sua nutua ami-
sade e boa harmioma sao tio esseaciaes A prospe-
ridade de ambos, que mantel-as e consolidal-as 6
para os respectivos soberanos e Yovernos um dever
rigoroso e tao facil como grato. -
SPolo que voes diz respeito, Sr. minuistro as qua.
lidades que vos distinguem e que vyes inereecom a
confiapa do vosso auguato' soberano, sio para
mim. segaro penhor de wUe htveis de p8r odo o
deave&p no diempuL6o d' aquelloedwer, ear-
zo-me em vo.,certifear qua padcikezaatr e4d sj
enoft ajmiaha betevolencia e win a pi lel oo-
operaao dome- gevemrno.
*w *ls* ..d.. de i3 r, 0ut imo, d
N*.Misiva deo13 do u4Wo ultimo, pauicada no,
Dario do I[8 eab a epjaptrPr-ZTq44aa
den-Is a 4o ic.a,4 'is,


BOW aa.;ffSo O.fdtWioo (d e ejaeo1 de*OIMn-C


ram ntedo de'depirk r-vs!ra&t8- c~tm:* ajij
S xem tam m vrea eo meo. o
uI Oa e^-b a Allema 4u i, qualquer .q.e -
t per ama'is samples qo e sea eva a discutir
q(uato4rn oieo"sess,4 e per ,adeW alit ow do..
trioqulaeermnepopotopia celebre ,tOrw Ao quo
6famoosa pr today a parte.
N a Italla, eoamio taatuito o maadkdo Zegisla-
tive, go dpa tada UIr-a. anouie S
quo f a o em qupa m re ,( am*tjsveso
para ser votada qualquer ,1; *atsa-e mais s al-
moate,,porquc s sabe captar. ,
-S Ta' eipanhs onde se caniaI tambem raooavel-
monte, a qegto doa.tae asttuaIivaoitnaridadou
no, parlaeatp- w: msao hawou4, quah4ntos
discuraoes Sm FwraP a bitola 6 quasi i a- msma.
N'uana easa d rua deo Sain t1nor6, em Fa-
tiz, tern-se realisado-ulthnatnelte-umats euaifes,
sob aprstdeneia de MlIw beroa'osse, pas dis,
ouosal dos direios da awlker.
A proposito d'esta mania, upa dos, mais olgan-
tes chronistas francezese faz, entire outros, os se-
-iMt. com amntarios:
nesaoediario! fts senhoras pedem os
rTodoC O dliQitos--eo nan offt ecem
nada em troca.
0 homem tern djeitos, mas Dpaga-os pelo cum-
primento dos seusdevere&a. -
0 equilibrio entire, dd eitoa e os devres 6 a
base da moral oiviea.86" S a oes eleiteres, *omos
tambem soldados; e tomemos o direito do voto,
temos tambem o ever de expr- as noasas cabepas
ao fgo dos inimnigosada patria. Querem votar,
minhas senhoras? sejarasim; -mas alistem-ae no
exercito. -
Pagario igualmente p imupost de dinhr.iro, que
nos arruina? Ora vam 4! Somos n6s que paga-
mas o imposto das jaiadiellas d'onde salo chamados
os nanates; somosan6s que pagamos am joias, os
vestido, os chapbes que as sazem encantadorss, e
ao pagal-os ajudamos os torne.edores a pagarem
os sees impostor, as suaz itentes e o resto I
Mulheres sois, mulhres ficae! Eu gesto da
mulher, goato da paiiease, galante, gastadorp
adoravel mas ni o me digam -q fable coi ella
em pulltica; estarei immediatamnentc da sun opi-
niao; os meus amigos pensan como cu, e todos os
homes, om duvidis; mas jd indo govern ellas
fariam... e como ns admarmmias depais A tuana,
semr saber a quem dirigir- o0 noisos olharos mais
terriveis e faiscantes-os nossos olhares de losoes...
sem juba!
Operaaeo cirurglea Foi praticada no
hospital Pedro II, no dia 24 do corrente a segain-
te :
Polo Dr. Beaiado:
Tarsorrhaphia o exSlaio ovalar da pellet. das pal-
pebras reclamada per trichiasis.em ambos os olhos.
6ellef-e-Effectuar-se-hio :
Hoje :
Pelo agente Burlarnaqui, s 11 horas, na rua do
Imperador n. 22, de prdios.
Pelo agent Silveira, As 10 1/2 horas, A rua de
Marcilio Dias n. 4, da taberna ahi sita.
Pelo agent Pestana, As 11 horas, & rua do Toy-
ty no. 12 e 13, de diversos artigos.
Amanhi :
Pelo agent Pestana, As 11 horas, no armazem
do Annes, de generous de estiva.
Pdo agent Pinto, As 10 1/2 horas, A rua lar-
ga do REosario u. 24 A, de moves, louna, vidros e
fazendas.
'Pedo aqente Pino Borges, As 11 horas, A rua
do Imperador n. 22, de diversos ob'ectos e fazen-
das.
Pdo ageante Ateple, As 11 horas, na rua do ILnm-
rador m. 22, do bandeiras e colehas do s6da, relo-
gio e outroe objeetos.
4 a, **. s4 na tra-
vessa rp~au6 fr
Yeto agent Gusmao, as 11 horas, a rua do
Bomrn-Jesus n. 51, de piano e moves.
Segunda-feira :
Pelo agente Pinto, As 10 1/2 horas, A rua do
Hospicio n. 28, de moves, lounas, orystaes, elec-
tro-plate, etc., etc.
Wiras funebreus-Serio celebradas :
Hoje:
A's 8 horas, na matriz do Corpo Santo, per al-
ma de Catulino Goncalves Lnssa.
-- Amanha,
A's 8 horas, na igreja da Conceicao dos Milhta-
res, per alms do tonente Jolo Baptista de Si-
queita.
Passageirosn-Chegaram dos portos do nor-
te no vaoor national Pernambuco :
Antonio Gmmarnes, D. Eufrasia M. de Lima e
2 filhos, Pascoal Brinm e 1 criadaa Joa6 Perei&a
Pinto e Silva, Ernosto Deoelecianbe;A jiltClb -L'-
nhares, Joaquim Ferreira Mir=nia.Jdaod Ahtmues
'da Costa, Luiz Ferreira de Mirandb; Jose" Mar-
quos de Castro, Jose Coriolano Lidilab, sut se-
nhora e 1 filho, Lucas e Felicia (eriados), Ale-
xandre da Cuaha, Jlo 1.reira d.e-Castro Pinto,
Bernardo Irorat. 2 eseravbs, Firinina Maria da


Conceicao, Francisca M. da Conceiao, Aron Cahu
sua senhora e 1 filbo, Rernardo Pongea, Bernardo
X. Correia, Alfredo Lopes Guimarles, Jolo Ma-
chado da Silva, Alipio C. C. da Costa e Francisco
C. de Araujo Lima.
Sahidos para o sul no vapor americano
Advance :
Flavio R. Pessoa de Mello, Dr. Antonio S. Lo-
pes Lima, Dr. Eugeuio de Abreu, Adolpho Cor-
deiro, JoaqUahm Franeisco Gongalves Guerra o sua
senhora, Dr. teaonio Gdmes P. Junior, Anto-
nio Gomes P. Gael e V. F. 'erges.
Loteria da provincia.- Terra..eira 28
abril, se extrahirA a loteria n. 120, em be-
neficio da igreja di Nosa Senhora do Amparo de
Goyanna (pelo novo., piano approvad0). No con-
sistorio da igreja de Nossa Senhora da Conceico
dos Militares, se achario expostas as urnas
e as espheras arrumadas em oriem numrnrica A
apreciaco do public.
Loteria de NotInerofny Esta grande
loteria cujo premio grande 6 de 4000:00000, seriA
extrahida no dia 2 de male.
Os rests dos bilhetes, dividados em mnteiros,
meios e decimos, acham-se A venda na Venturosaa,
A rua do Cabugfi n. 16 ; na Casa Feliz, A p-nga
da Independeancia ns. 37 e 39, e na Caaa da For-
tuna A rua Prnmeiro de Marco n. 23.11
Lotei61A Ao IRiO A 178 B de 30:000$000
do piano novero sera extrahida impreterivelmeni
hoje, 24 do corrente.
Ahaam se expost'o a venda os restos das bilhe
tes na Casa da Portuna A rua Piib'eiro de M faroa
n. 23 e prada 'da Independencia na. 37 e-39.
Lotevl'a zxtraord#aria do o'gI
ralkfa 0 seaundo saoteio desta loteria, cjo
maior premio 6 de 100.'OO0OOO, sera 'extrahidia
no din de maio.
Btlhetes A venda if Casa da Fortuna ruat*


opro
teraa extrahda Pnod

*edah Ca-t da Per
.3 e pra~a da Indepou


*1Ja;Binente J te ? ^, Alptigfteas, p1 amno.
eas6do, aeife, 'ttasotiwSa.I os *e-l p
Iertnalno, PB Weambc, J apr 4togads;
dirrh6a.-
B*lbina MaIria da Coniob Pernabco, an.
nno8, soteiras BSo,- AnoViota ;, metroentiute.
Tpnooto Joaa kptita 4. Skpbhi, Pernam-


2, pela caridade. f ip~
buo, 36 am s, cauado, S.JsA, thercualois pul-
monores.
bAemoel Gol6nnves de Atnrimu, PortigAJ, 16 an-
noaloltero, &. Jos6; felbrefbeliosa.
btteSia o Rau r, frics60 arno, sitaeira, st. Jos;
con-estae e-rebral.
niza Maria da Conceigo, Pernambuco, 35 an-
nosa solteirs; Santo Antonio; metro enteritr.
2 pela caridade.
.,, 20 .
Maria, P'ernawbsxco, IS dsJ .5. J.oa6; espasmo
Babette Solnvarz, Iarao, 22 annan, selteiro,
Boa?-Vista;, febre amareha.
Anna Maria das Conceidie, -Psambueo, 36 an-
nosn solteira, Boa-Vista; beriberi.
Jose Fiancisco Isidoro, Pernambuco. 20 annos,
solteiro, B6asUista; cachexia.syphilitioa.
Elias Pereira Gondalves da Caunha, Pernambu-
so, 49 aunos, casado, Boa.Vista; tubercelos pul-
monares.
Pedro Paulo, Pemambaico,4ll mez.a, Santo An-
tonic ; dentigio.
4 pela caridade.
-21 -
SAntonio Pereira do Monte, Pernambuco. 72 an-
&ns, solteiro, Boa-Vista; envenenamente.
9nurenqo, Pernambuco, 1 anne, Santo Antonio;
Owpasmo.
SManoel Thomaz de Barros, Pernambuco, 50 an-
nos, solteiro, BUa-Vista; retorhagia.
cadaver de um nomeg, 10 annos, Gtaga; res-
friamento.
3 pela caridade.


PUBLICACOES A PEDIDO

Nova Hamburgeo
A bella Parnambuco, esta heroina,
Por tantos decantada corn fervor;
Que parece que a propria rao divina
Deu-lhe a graga, a belleza e o fulgor.
Essa Pernambuco potentosa,
Sempre risonha, meiga e senhoril;
Que por certo 6 a mais candida rosa,
Engistada na coroa do Brasil;

HojejA possue nesta cidade,
Nesta bella Recife auri fulgente,
Um recreio onde possa a mocidade
Repousar do trabalho mais ingente. 4
E' da Nova Hamburgo de que trato,
Nestes toscos versos que componho;
Tudo alli nos taz crgr que abstrato,
Temos despertado de algum sonho.

Nbs parece somente que p'ra fadas,
Alli se ergu6ra aquelle monumento;
OQde as almas parecem que inspiradas
Vao as musas pedir mais inerernento.
Parece-nos que alli por alta noite,
Como em um castello de phantasmas,
OGemendo qual da brisa o doce agoute
Se estreitam docemente amantcs almnas.
Alli tudo parece um belle sonho,
Alli reina o prazer, reina a alegria,
E se de inspiralo aqui disponho,
Alli chama-so um c6e de phantasia.

Desde ojogo de bolas e bilhares,
A pittoresca e gentil patinagao,
a bobidas que enbcontram-se a milbazes,
e' por ua vcz a prestidgi ;
0 mavioso piano, a boa orehesta,
AtM fiaos charutos-regalia,
Alli na Nova Hamburgo 6 tudo festa,
Tudo seduz, leitor, a phantasia.
E' bern medico o importe do bilhete,
0 respeito 6 em tudo inexcedivel.
Ha cerveja fresca e ha servete
E bolinbos de massa apetecivel.

Ha bailes e recreios aerobaticos.
Tudo alli 6 ventura e distracco.
E das bellas os lengos aromaticos
Perfumam dotemente a amplidao.

Sgo Augusto Kruse, Suceessores
Os proprietaries hoje deste harem:
Sao fines cavaiheiros, cumpridores
Do dever de a todos tratar bern.

Do caes Santa Isabel a Florentina,
E' oude a Nova Hamburgo 6 situada;
Assim ao leitor meu estro ensina,
Que em ambos os pontos tem entrada.
Nestes toscos versinhos que aqui vieo,
NAo 6 possivel pintar corn bellas cores;
0 que s6 corn a vista alli verld,
Se 1A se dirigirem os meus leitores.
Aqui termino agora. Os senhores
Que ainda lA nao toiam, se o fizerem,
Bebam per mim finissimos licores,
E atW p'ra oatra vez, querendo esperem.
Recife-1885.
Anionto Nagidecio Rester Dabernia.

Contract de carnes verdes


tivaW a. Bjiiiy^ prwrnteygi ftucshvo, co-
~W .e (tileai uParms n acims transctipto;
Rno9#tPro e*-, d 4emtonda da cosmiesfao-en.
osdoeao .oMniinte apenas nam abate do 80 0/o
0" i'posbtX, e d -%eo a liberdade de industrial A
quoea qieorxerca;; os tames siguatarios disem
quo pm oea, meiorVanUzA-SB A coUcBg CUl !
Ah I frei Gerundiq, oade estas, qu lo ,venvma
applaudir aqueUles teus proveetoa 4diApo ?
Os tba igaatai9.da potiao reclamam que se


fima estewivaa w uantagens do prqsoewt, isto 6 o
itiiI, abadian nto, d todos aqueUe que qaiserem
Pieftar-sen vender came por un preoo fiado; mas,
nem ao menoes raelctiram em que, ando o assump-
Sto do exclusiva competencia da Camara Municipal,
nao pode a Asembl6a Provincial, sem proposta
dessa Camara, tomar tal deliberagao, come preos-
creve o Acto Addicioaal.
Dade, porem, de barato que tal possa fazer a
Assombl6a Provincial, sem audiencia da Camara, o
que ganharA comliaso a populanio recifense? Ve-
jamos.
Ha longos annos-ninguem o contesta-existe e
monopolio das carnea verdesn per contract parti-
cular entire todos os negociantes de gadeo e car-
nea. Esse monopolio impSe o preco nas feiras do
gado, par& compral o pele menjs possivel, e impoa
o preco As carnes retalhadas, para vendel-as polo
maximo possivel
A consequencia tern side : per um lade damno
aos criadpres e boiadeiros, que nio rare levam
tremendous caloteo ; per outro lade graves damnos
A popalacgo, que compra carnies de mAs qualidades
e nocivas per pregos elevados.!
A Camara Municipal jA abateu gado per sun
conta, no pensamento de melhorar -as cousas, e
nada consegnio, senao ter enormes prejuizos.
A Assemblea Provincial ja uma vez votou me-
dida semelhante A reclamada pelos signatarios da
peticao e nenhum proveito d'ahi resultou.
Em uma palavra: tudo quanto era humana-
mente possivel fazor, tem-se feito para beneficiary
a populaiao na questao das carnes verdes, e tudo
foi inutil.
SOutr'ora, ha longos annos, houve um contract
de carnes verdes, e os seus resultados foram eso
plendidos. Agora mesmo, durante 27 dias que
esteve em cxecualo provisoria o contrato actual, os
resultados foram magnificos.
Porque, pois, nio concluir logicamente que o
contrato 6 a unica soluclo racional na especie ?
Nio pensam assim os signatarios da petiaeo,
porque trabalham prd dome sua, A socapa do in-
teresse public.
Supponhamos que a Assemblea Provincial aceita
a lembranca e adopta come lei o project que jA
Consigna a mesma idea, apresentada ante-honthm
pelo Sr. deputado Estevio de Oliveira e ountros,
isto 6, estabelecendo como'principio geral que todos
que abaterem gado para retalhar care A preco fi-
xado na lei gosario do abate de 30 -/o nos impostor.
0 que ae.mtecerA ? BaixarA o preco do genero ?
Os signatarios dizem que sim, e n6a dizemos que
nao.
A razao da nossa neoativa 6 a seguinte:
Ou as carnes saio cars porque o preco do gado
6 muito elevado ou sao cars per forga do mono_
polio extra-legal que existed ha muito tempo.
No primeiro case, o abate de 30 o/o nos impostos,
regulando cerca de 3S000 em cada rez, nio pode
absolutamente fazer baixar o preco do genero se
nio de 20 25 r6is em kilogramma; e, pois, nin-
guem que tiver sense e criteria aceitarA o favor
da lei, porque perderA enormemente. Nesse CaSo
a lei sera para inglez ver, isto 6, em pura pord ,


para a populagio.
No segundo case, seiado o abatimento o qmesmo,
e portanto o desaggravo do imposto de 20 a 25 rs
per kilogramme de came, nulo havera um s6 mar
chante tao beocio que, lucrando em cada kilogram-
me mais da 100 e As vezes mais de 200 rs. acoeite
a referida lei, e troque esse lucre certoe por um pro
blematico de 20 a 25 rs. em kilo. Neate case, tam-
bern, a lei serA para ingez ver, e a populaco cen-
tinuarA a soffrer as duras consequencias do mono-
polio extra-legal.
Assim, em qualquer hypothese-seja ciro ou ba-
rato o gado-nao havera beneficio para a popular
9ao; e, pois, o que pretendem os signatarios da
tal petigio pura e simplesmente inatilisar a idea
municipal, matar o coatracto, que 6 o golpe de
graga desferido cantra o monopolio de que elles e
outros ha long&os anuos estio de posse.
Trabalham portanto uo seu inteross proprio, pro
dome oua, acobertados corn o maato do interests
public polo qual nunca deram provas de amor no
longo praso que tern usufruido o sou monopolio,
esmagando a populaglo.
Abra, pois, os olhos a AssemolDa Provincial
Nio se deixe illudir pelos cantos dessas sereias la
dinas, que s6 procuram ganhar tempo para pode-
rem continual A exercer a pressao que esmaga o
povo do Recife.
E querem saber os dignos membros da Assem-
ble6a Provincial A que grmo de smceridade chegam
os peticionarioas?
Pois saibam que etitre esses signatsrios, figura o
Sr. Joaquim NieolAo Ferreira, que foi etemunha
do eontracto' mrpnidili e um dos fiadores do eon-


Foi hontem publicado no Jornal do Recife, fstob tratante4.
a epigraph e acima, uma petigSol ue diversos ne- At6 enIteo e ainda depoisio ebntrato ert provi-
gociantes de carneso verdesdiriglram .A Assembl&i dencial, era a ventura do povo, e era conveniente-
Provincial, ante-hontem, reelamando contra a con- Posteriormente, quando elle e outros dos simaa.
cesaIo que a meamau Assembl6a, na phrase dos pe- tarios viram que era possivel continuarem A ga-
ticionarios, e pretend fazer A Oliveimta Castro nhar enormemente, modificaram as suas ideas, pas-
& (i., cam queor a IlIma Camara Municipal acaba saram ,A achar detestaveisodos os possiveis con-


de effectuar um-eontrateo em condiOes muito di-
versas das establIecIdas aoprojecto sob n. 22 e
suas emendas, que se acham em discussaio. ,


trates ; e d'ahi a contradicol palmar que assigna-
lamos, em comege,,na petigiab que-dimigiram a As
bl6a ; e d'ahi o pedido da ettenauo do favor dos


Dizem os signatarios e rioao i doeumaent 30 1% A todenos o que abaterem gado para vender
textualmente, quoe As vadtagens que -es"aillUsre A preqe taxado emta lei.


'AjBemblea, vai, msm duvlda coneeder aos contrMi-
lamitem, slo a perdom do vista auperiores ao previ-
io excdlusivo conedido pela Ilima. Edilidade, por
qaanto eesta alesaojom dAelas, a poreae moaeiO
natlifola today sa Ipoia orn ultipllados


l4aoas para 0s onbrAsutu. o
I Come 6 admi.*WIL"tloib 0okkdoa 'am"
If revueredgtea 1-

^& C. eaboria d$""h ; a*a lgl
nautr ma ulat


Nilo s e ilhida, pois, repetimos, a Asmemblea Pro-
vincial Vom essays eadtlenas. 0 tqtme elles querem
6 continuar d mamar na teta do prvo, vendendo A
600 e 80 r0is caraes 'vrdesi, que'pbdem vbnd*r a
g480 e ate poat m f os,
0 psojeto da commissao de legisLaglo 6 um
c nvoterrivel noi D zrto doeu ro da uuarchantmxia
igaaneiosa; a e, pois, merecei ser convertido am lei,
ntato umais qaanto no -eatabblece monopoio, deixa
kvre a coVuaearndia, e apenas realisa o do i dee,
e0tn-itudo uma 6pensaono anus quo impoe


r, c*KU-


p
41


owns%
-mm.


I


Olinda, 18 de abril de 18W5.
Lucio Goinee dos Siant o.


Paris

Hotel du Brasil e di PorUigPl

rua lontlholon 50f
Luiz Lapirre, estando de novo na admi-
nistraglo de sea hotel, participa e convida
os seus antigos freguezes a quom pede sua
valiosa protecgAo.

Franqueza
A'C.
Por -.. uma vez repadialo, deduaa-e
claramente da mni-iha posterior doferencia.
o valor que merecoum todas as accnsajc.
contra mim aveutadas, sem tolavia preci-
sar que fosse acompanhada da expoaigTo
homogenea que anhelava !...
A acrimonia pungent e resultaute de
minhas phrases, estAi em mutuo accord
corn a aggressie a mim feita, quando jul-
gou-se de repulsive o que de mais nobre
podia confiar-Ihe.
J.



Declarakao



0 rmez Warianno, para csja celebrate o
abaixo assignado tim eatregado a esart
de comnmuimeaio da eleigo do amno pm-
sado, serA celebrado nested anao as i=ga
do Recolhimento do Noma S S ori da
'Conceiio dests cidade de Olina.
0 prooanador,
Tobias 4k .


PedHctos i 0eue


i


0


' 41


0 omO Opp .ie ago IM Ii -WO I f" r
muitos ado nomao born OwmMamM pw Pm.
mente a elle 'a 18 ofmes, Mm d.
bastshIo do infut i d, 12 o biM l kb 1 da
Mm=R amO-, e 2 a is aipahi do carasvim :
cow e fosse aeeamurio a1 cma mus faue- -W
sentido do queue tinmham tI A, a bOM AM
aada o So o r &omaa id-
te da iamma reunilo.om8?
Este distiucto official, aceitaudo o oe rite, d-
orincipio a loitura dias ples&tres, Irtenaua a 7
Oas a dnoite; d'euso aem b -on an t a d....
tomon curse em diab a qwe s murn .6 W6k
fosse comprcheodida em mentido soproetavL
As cousas n'este eatado de veridadeira coa-
aslo, semr chegar-se a uam acoordo de pm nmM ,
dt cidio a maioria, que desejava a duemio fran-
ca, convenient e no 4erreno da orlem, retirar-e
e dar assim por dissolvida essa mallograda rem-
niao que, come todis que sio revestidas de ea.
'acter military morrom a falta de animo, creava e
uniao !
Na verdade, naoL tern side aem razao, at 6 hoj,
a descreaa aque ha predominado o espirito de
quasi todes os militaries quando se trats do nem-
Ihorar o eatado do exercito, e de advogar on in-
teresses da classes military em gertal po t o
todos os commettimentoe n' ease setado tea
passado de meras experiencias, as quae qw-
dam-se em palavras parlamentars, ou so es-
eriptas em longos relatorios de algmas minitro
da guerra, entretanto, pars com o Bxm. 8r. con-
selheiro Avila essa descrenga ou esw preveipo
de eapirito, devem estacar diante dtie o f&ram e
positive linguagem de que se serve o iliastrado
con'iervador military, que despido de qualquer de-
pendencia, falls corn proficiencia aobre a mnateria
de que se ocoupa, desenvolve aabias theories e
offerece prompt e efflcaz lenitive sos grandes
males que affligem o exercito.
S. Exc. tem tallado sob o tecto de um est bele-
cimento de instrumco military, pars am anditorio
selecto e capaz de contestar a S. Exc. certemen-
te, qualquer idea que S. Exc. expendesse tra dos
estylos militares, ou que parecesse prejudicial ao
exercito, o que, por certo, nio estA nas boas in-
tenVies de S. Exc. que s 6 doseja o eagrandeci-
mento do exercito perante a naio, que 4'elle ne-
cosita come element de ordem social, e par, ga-
rantia segura em suas relavses exteriores.
0 exercito, custa dizel-o, nilo pasaa de um en-
fermo estorcendo so no leitoe da dor e quaces os
medics que o tern assistido d cabeceira, receitaudo
para o seu restabelecimento moral e material, er
guendo o do estado de abatimento em que se acha?
E' a isto que responderemos em nosso seguinte
artigo, cuja tarefa deade jA uos impomos a cum-
prir.
Recife, 23 de abril de 1885.
08s veterdnos.

Gratidao
Restituido A libcrdade, por effeito das decisweg
dos tribunaes de la e 2a instancias, proferidas sem-
pre A men favor e de minha mili Catharina, na
acao ordinaria, em que, per nosso illuatre curs-
dor, o Dr. Jose Vicente Meira de Vasconcelles, li-
tigamos coin o tenente coronel Manoel Dionisio
Gomes do Rego, venho do alto da impremsa mani-
festar, por mim e por minha dita mii, a nosa gra-
tidilo a todos quantos coucorreram para o triumph
da razio e do direito, livrando-nos do hbrrivel
captiveiro, : que se nos queria sujeitar.
Ao digno juiz de direito de Olinda, IDr. Ilermo-
genes Socrates Tavares de Vascon.ellos, a nossa
veneraeiao e profudo reconhecimnento pela justii.a.
quo nos soube destribuir, comno sabe s-mpre des-
tribuir a todos que ante si litigam.
A sua juridica sentence, reconheendo o nosao
direito A liberdade, revela ainda u-na vcz o alto
criteria e profunda diluastracao de tio conspicuo
magistrado, que honura a magistratura do paiz.
Ao Venerando Tribunal da Relacio, que, con-
firmando a respeitavel seutenca appellada, nao
desmentio o conceito, em que 6 tide, de impartial
e justiceiro, tributamos igualhnente nossa homena-
gem e sincera gratidlo.
E nesta nossa manifestacao, nao Ipodemos dei-
xar de nos dirigir respeitosos ao nosse ex-curador
Dr. Meira de Vasceneellos.
E' tanto maior o nosso reconhccimuato, quando
alom dos esforcos proficuos, que empregon em
nosso favor, e corn a illustracao qu. destangue.
nos tratou corn a lhanesa propria do sou nobre ca-
factor.
Aceite, pois, o distiacto advogado a em. pa.-
tidio, certe de que jamais nos olvidaremea dos be-
neficios, que nOS dispeuou.
Ao ex-depositario o Sr. Joeo Soares Rapoo,
agrade~o agualmente as mnaneiaas bondosas, corn
que sempre mae tratou e a geaerosidatde corn que
frneceu-me meios de formerr um peculio, de que
hoje posse di-por.
Igualmente matufestarnos o nesso reconhceimen
to aos dignos funecionarios judiciaes da I1 e 2a
instancia, que escreveram no feito, pela presteza
boa vontade, corn que desempunhararn a5 suas
funciSes, independentem.'nte do interests algum,
alom o de attenderem as nossas condiouea, seu
prejuiso de outios ; e espe 'ialmente o Sr. capitie
Joaio Theodomtro da 'osta Monteiro, escriva, peor
cujo cartorio foi o mesmo processado na 1 ins-
tancia.





























favor do sea suppoato 4dire
mOw a imnproe6duncia de'suas
-amos na1 rdem eam qiuoferair
weiro lugar'da queso pre
menito da causa.


a b


uiaar e


-.* OApprelante intenton a present--ac, o executive con-
M iraa companbia -The Central Sugar Factories of Brasil
L imited--requerendo a fl. 2 v. que fosso ella citadana
possoa de sea represontinte, Colin Macknzie ; aecusada
Sa penhora em audiencia, o proaurador da companhia pe-
S dio vista dos autos para opp&r emb ,rgos, e apresentou a
S procqraggo a afl. 37, pela qual o rapresent.mnto da mesmat
companhia, que por ellas havia sido cit-ilo,constituia advo-
.gado e procurador pars a defonilcrean.
s Entlo o Appellatte requercu, como s" v0 a f1. 38, quo,
ag o tendo o solicitador proeuragao da r6 e aponas do Co-
lin Mackenizie, que, ainda quando fosse o sea director,
nio estava habilitado a constituir p: o0ur lor, p3rque a pri-
| euraivlo sd:nento podia ser dada por dous diiect rAs e o res-
p ivo secrettrio, (deereto n 8,627 do 28 dojulho do
P882) ficassem assigna'los os seis dias da loi, sob pent de
lancamento.
Mandou o illustrado juiz a quo que os autos subis-
-sem A conlusalo, e n'elles proferia o desp.-cho a ft. 33 v.,
*pelo qual ordenou que fosse dad-% a vista requerida, soren
embargo do allegado a ft. 38.
Colin Mackenzie foi citado polo autor, continiia o mes-
mo daspacho, para o acto da conciliagAo e da penhora e
mais terinosa da causa, cxpressanmento coino representante
actual da co.npanhia accionada, conform se v6 edas petigoes
a ft. 2 e 36 ; nio se Iho p6le opirtanto preterir o direito do
allegar e provar a defiza que tiver; e nio pohondo esto
direito ser exurcido regularmente senlo per miio de pro-
eurador qua requeira nas audieao.i.s o advogado que fall
nos autos, 6 claro qu- pars este fim iao pdde ser recusa-
da a procuraglo de ft. 37.
Emt vista dost* (leuisA), cuja prouedencia naz, p6le
ser contestada seriamtont, foraun opp3stos a emb4args
-de ft. 51,julgad6s provadlospolet seatenqa d.- fl. 120
Tendo o Appellante nas razs ddefl. 103 insistidlopela
falta do poderes do a lvogalo o proaur.id.r da Appellhda, a
oeatenga de ft. 120, doclarou improcedeute esta Inestao
preliminary, porquanto ano podendo o mindatario sar va-
lidamnente chamado a responder em jiizo pAlr mandanto
sem que se lhie reconliegaau os pi[eres necessaries para ex.r-
cer a bern da defeza os mesmos direitos iluo o man.lante
exerceria per si, e zonseg-tinteinento o 'eh ouuioar procure-
.dorjudicial, 6 clare quo o autor, citan- *t r6 na p-ssoa
de Colin Macknzio, conio su represent :n', reconhecou
.n'elle todos eases poderes, e, se aaso A4i kenzie os nao
ltivesse, a acuto seria nulla.
SNio cab-, pois, ao autor poc'ir Ihe as proves de sua
-competencia para a outorga da procura:lo de fl. 37, mr-
monte dcpois de haver jA reconhecido o proetturador corn
quem eff.ctuou a conciliaglo de fl. 25 de quo faz monglo
-all. 2 e f. 1l6.
a Antes era Mack.mzio quem poderia por em duvida a
.oirigagio de vir A juizo pola re e p-,dir entio as provas
ao autor. Acr-.sco que os poderes eta quttIst) se acham,
provados, ein face da pracuira9,o da r6 exhibida a f. 43.3
Sem contestar qualquer dos fundamentos de tAo ju-
riudica decisl-l, o Appellante, abandonando a opinilo que
anteriormuorite ewittio, e segundo a qual qualificara de tile- '
giMtimos os procurad weros constitaidos pela procuracao a ft.
37, consider hoje falso procurador o advogado da Appel-
4ada, invocando prian-ipios e disposi9qs inapplicaveis ao
easo, comOe v.ios demonstrar.
Come;a o App'.llante affirmando a fl: 253 v. que a
procuravao de ft. 37 foi pssadn"z por Colin Mackenzie,
procurador da Appyelada, como se o houvesse sido para
iratar de negocio pessoal d'deU e qua a de ft. 43 ntlo foi
substabdecida por este procurador ao adoogado e solicita-
dor que por della aqui jigaram.
Conv6.n des toe logo notar que C Alin Mackenzie nao
4, como pensa o Appoellante. uin simples procurador; pelo
-documineuto do fl 43 a ft. 50 v -se que elle, que jA era
turn dos directors da companhia, foi nomneado seu repre-
sentante corn amplos e illimitados poderes para tratar d6
todos os s5u0 negod'ios judiciaes e administrativos, com)
procurador em causa propria, e foi nest. character, isto 4,
como director e representante da Appellada que elle fir-
rsou a procuravao de ft. 37, nao, como se houvesse aide
para tratar *le negocio pessoal, mas para tratar de nego-
cioa da companhia, em nome de quem foi outorgada a
mesma procuracilo, comeo facil verificar-se desd. as pri-
moiras at6 as ultimas linhas do referido instrmnonto, em
face do qoal ninguem poderA pretender quo os procura-
dores ahi constituidos tonhama poderes pars tratar de ne-
goeios pessoaes do mesmo Colin Mackenzie.
0 doculuento de ft. 43 foi junto aos autos para demons-
trar-so que Colin M ckenzie era compctenoe para conati-
tair procuradoros, pois era roprosentant3 da companhia,
tinha o direito de querer por ella, e nunca dissemos quo
aos foram substabelecidos poderos outorgados a elle.
Assim, nenhuma appliceacgo tom ao caso as citaces
da Ord. Liv. 1' Tit. 48 15 e 28, aviso do Ministerio
da Jastiga n. 20 de 13 do janeiro de 1876, Trindate-


S Proeuragi5es, nota 38--Pimenta Bueno-Proeessoe civil 1"
ed. p. 50, invocadas ex-adverso para provar quaes as for-
malidades neeessarias nos substabetcimentos.
A questko que o Appellante devia discutir consisted
S em saber se o representante da Appelleaa p dia ou
uo ao constituir procuradores para traterem de suas caUsas
S judiciaes; entretanto, sobre esse panto nom umea palavra
S se encontra nas razoesa de ft. 253.
0 silencio-.do Appellante 6 perfeitamentejustificavel;
S elle no p6de deixar de reconhecer e confessar que o re-
presentante da Appelada tinha- faculdade para constituir
a.dvngado e proceurador que a &4feadesseta:1 '1 por~qie, so
Amim Una foseU, 0nto o ia oi.tado n'auq.ldle character, "em
para a couciuase, nem parai aa auo, poise uao se compre-
heade que algasm e. citado por outrem para ver do M-
Ca erz5 mds, propor-. e um demand sem powder a
aquelle contra quem 6 ella dirigida; 2o porque ^o mesio
| Appellante por duas vezes em juizo reconhece legitimoas
&o procurid"ese constituidos pelo instrunento do 1L. 31 o
-F: &'d1 a e.-


- ie w 4 wCbo" Vartade n tU i~hbtartwo~r SUne
*k -a -se1rviqos sajandi~eados antes dells
it W p; pjwuiida em uoortestago a &ctiooeoqaeo
0 digno J uiz a uo, considerano 1 oedenteo acitou par
Scoademnar a Aopelada no pagamentildo horario rwei-
do no 1." semeatr e de 1884, que ella confeano star promp-
ta a pagar, e abaolrel-a do mais que iofunddamnente so
Ihe exigia.-
0 QApelaatoe oppoz embargo, que foam desprasadoa
,pela seaoa.m' appeollada, cujoAfasfda entos 0 Appollante
nio spreciou. n. suaas razes do appeal**, onde !imitou-
so a raprodusir alguns argamentos anteriormente invoeoados
e inteiramtnote refutados nus allegaSoe de fl. 142 a ft. 165
e 230 a 243.
Analysemos as razor s d appollao o ficari-aov ibnti
a sewo riazo do Appollante.
Pretea. lo elle qu, t.mndo a sentence aceito a confissiao
da Appellada para condemnala no pagamento de 150 o ,M de-
via julgar, procodento in totum a acSo, porqu- 1.. elle
provrou cm a procuragAl) a fl.,66 qua e advogado da Appel-
lida desle o 1.-' de abril (0) de 1881; 2.- porquo a Appel-
laia confossou pur.t e siuiplesmento quo elle era advogardo
de parti-lo e a liuitau;o feita por umxi segunla cnfissao
nao prevalece contr.i a PR:&SUMP9XqD LEGAL DE SEU OCREDI-
TO(!!) e acha-so ,icitrui-lA por ou'r- tserira confisslo.
Examiiemos prirneiramente a procurag o deof. 66 e
depais as COSNFI0SES E PRESUMP1O DE CREDITO em que
o Appellanto fund o sea imaginario diroito.
Diz o Appellante que foi constituido advogado da Ap-
pellada no 1." do abril de 1881,-e offerece em prova deste
aIerto a procuragol- a fl. 663, p i qu;AlTheo loro Christian-
son o constituio s u advogado, em s k nome individual
para traitar do neg,)cios pessoaes, co:uo so v6 dos sogaintes
teruos da ;neasna pro~ur.oi a: pela pres-nte p)r mmu as,
signado corstiti't mueu bistante procurador ao advogado
Dr. Joito Vieinr de Araujo para..... tratar de todas *a
ininhas causes civeis, cominerciaes e crimainaes..... do-
vendo o dito mou procurador camprir em tulo as minhas
cart-as de ordJ.ns que ficarn fazondo part da presente.P
Pois quon diz que a procuraAlo do fi. 37, oatorgada
emt noure da compinlhia. para tratar das questOcs d(llk, e
asigiuala palo .m.ni lirictor e represent inte Colin fick"nzie,
nX prxv.t o inw lato por p irto da miesma companhia e
sim p..ra nwg ios p)sso.ies ou p.i ticul,4ces do aignatario,
pide raz-wvolvebnt pretonter que a procuragco d!i f. 66,
iruads p)r Th..odo,-o Clristianien, dando poderes parta
tratar unica:nent de suas quost5 *s, f9a. prova do que
desde o 1.- de abril do 1381 a compauhia o encarrogou d
p:-itrocinair su1s cati.U:t, cow) alvogado? N;Xo, For certO).
Quoin ter a proeur.'.t)- a fl. 66 reconhecera que ella nao
prova do mido algam quo o Appellante fosse conitituido
advogvlo da App iilai.t no 1.- do abr.l do 1831 ; e ne oa
podia sel-o, pirqu-Anto send certo qaf'. a rneorpora<;A) da
compaultia teve lug.ir, em L-ndres, eB >lezembro do 1881
e que.s6,nente, eta julhode 1882, foi clla autorisacda a fane-
cionar no Brasil, Co6m) tu.lo ,'.oastA d. Djcroto i. 8627 de
28 dejildho do 1i2, nio 6 licito acredit-ir qus, aites do
existir, ella t'fvosse cootractado nm advogado.
Acer:sce iie, polo document do fl. 191, firmapo
plo Dr. Anfrisio Fialhio, amigo particular,- do Ap Uan|, .
honem probo e hlionrado, de daracter inte;errino, seguando
o conceito do pro)rio Appellante, manifestado pela imnpren-
sa, s6 nenWo, em 20 "1. ag sto de 1832, polio elle, na qua-
lidado de garonte Ida Companhia, autorisa ria em Lm)ndres pira contrattr os servicos do Appellhnte
como aivogatdo, e per esse modo attender ds suas solioi.
}[tacoeg.
Ora, so j6:a-nte em 20 de agosto de 1832 fLi pedida
semelhinte autorisaq.^o, coma 4 que o Agpellaaite proton-
Sde ter sido advog-tdo desde o 10 de abril do anno ante-
rior ?
E porque, s, 6 verdade o quo affir.ua o Appellanto,
recebeu elle os hnorarios voncidos no segundo senostre
de 1882 e no anne de 1883, quan lo lhe cram devidos oe
que se venceram auteriormente ?
E porque hoje pede elle o honoraria do to semostro do
1832 e sao o venoido no period do I* de abril de 1881 a
30 de junho de 1882 ?
Ease proc-edimonto do Appellante nile 6 susceptivel de
justifieaclo.
Apreciemos oargumento deJuzilo di s crmfissoes da
Appellasla.
A ft. 62 destes autos (diz o.Appellante), em 8 de mar-
90 de 1884 a Appelladi. em arfieulado eonfessou tpura e
siniplesimote a convencao do partido coom o Appollante polo
preci oerto annual do 300 afim do se oppar a ma arbi-
trainonto do honorarios per viagens o estadas do moesmo
Appallanto per conta della, com'- sou a Lvog-vlb, f6r.i da
capital.
Eis a primeira confissito. Convein desdo logo notar


que ella foifeita nos autos de arbitram nto e nlio otests:
a Appellada queria prover que o Appellante ni o podia pro-
mover o referido arbitramento, porque este, qaado era
pormittido, no competia ao advogado que trabalhava por
partido, isto 6, por urn prego certo e determinado par* ca-
da atmno, qu6r houvese servio, qu6r naio.
Tratava-se de excluir o arbitranient, e nio de fixar a
6poca em que co.inegou o partido e qualo ahouorario devide
em razeo d'elle.
Da boa fApoederl alguesa pretender quoe,aqul ohs pala-
vra oescriptas em proesso different e -pars tin dit'erso,
tenham o aleanee de urea oomflssa6 pura d mplnes d qud e
era o Appellante advogado de partido DS-D o1 D L
DE 1881 ede quap Ih 6 dAyido o honoraria qaeq, pede nostes
autos II
Corn se.elhate logical onde iremos pa sr?.,.
kEM 22 de margo dOl 1884, coadn" o AppeII,#to,
ki gEOa Apptladrso% ,doe v-se 514. dbiii4 4IWs,


S EiS 'o que temos"o f* tdo e n"ooesarowoa do re-
petit As autos, etembora venha isto; |io conceito do Ap-
SpUanta, augmentar ainda o numero das confissoes por
1l. invocads. em seu apolo.
Dedaasper& quo assim proaedemos,- n2o Ihe roeu-
sandoioda101844.dfei, quo, no sea extender, tanto favo-
roe ma$ prio-4Anoo, temos em 4!Ivida incontestavel di-
Sreito asona Wdle e e odomo te ote ar-lbhe quo propo-
Sait lminte virtue o 0aos: pensaeanto ano intuit s6men-
to d arratar-nos a conclusoes que nao so cont6m nos
pricipios quo temos cons tantemente sustentado.
SDo quo temos expendido va-so que nen a procura-
S doo do 1 do. a ait (L86), neom as confissees da Appella-
Sda favorem o Appellanto.
Resta-nos, pois, tratar s6mente da presump&o legal
d credit, em que ainda insisted o Appellante.
Al6m do que a esse respeito jA escrevemos nests au-
tos (f1. 240 R ue 243) para ondo invocaaios a attonglo
do Egreogio Tribunal, aventuraremos hoje outras considera-
90os sobre o assumpto, na esperanqa de qne o Appellanto
abrira mao da opinIfo quo a respeito manifesta, como re-
unnciou a que esposava sobro o modo de computer o anno
civil, como prosumimos, visto ter aban-lonado esse ponto
do defeza.
0 Appollante requerou a citagao da Appellada para
corn elleo conciliar-se exhibindo, para severnem copiados, os
recibos de honorario wque diel havia passado.
Attendendo a Appellada quo podia satisfazer o pedi-
do do modo mais vantajoso, pois quo tinha duplic.ta d'a-
quelles documents, mandou offerecer-lhe no Juizo de Paz
uin exemplar, dispensando assim o Appellant. do trabalho
do oxtrahir copies.
Mediante essa conciliagio, diz o Appellante a f1. 262,
exhibindo a Appellada tats recibos, de periods especiaes e
cer-tos e n&o de saldo de conts, 'ajiste fin'il, resto de major
qutntza, son exhibir ella o do prinziro semnestre cobrado de
1882, residta do factor ou por die se esmtbdeleu a favor
do Appdlante a pr. sumnpiao legal de nao Ike haver pago a
Appoiada aquelle semestre cobrado, como tudo 6 expresso
i *Codigo Commercial art. 434 2." parte, citado no Reg.
n. 787, art. 186, o que dispensava de wmias pi, ova o Ap-
pellante.
Antes de qualquer consideragilo observareinos que os
recibos, cuias copies foram exigidas, referiam-se s6ouento
ao segundo semestre de 1882, do qual nao podia a Appel
lada tor recibo, visto estir demonstrado coin a maior evi-
dencia que n'essa epochal ella nao tinha aindri contracta-
do nenh.m advogado, nao estava habilitla a contractor,
por isso que aos olhos da lei nao existita.
Examinemos agora o art, 186 do R.g. n. 737 citado
pelo Appellante para fituadamentar sua inteniao:
SPresumpao legal conditional (dispoe o citado art.)
6 o facto ou o acto que a lei expressarnent,; establece
co.)mo verdade, emoquanto nio ha prova em contrario (art.
200, 305, 316, 432, 433, 4314 c outros, C >Iigo ).
Tendo o Appellante invocado a 2.a part do art. 431
do Cod., a que refere-se o art. 186 do R.g, pira pro-
var a presumpIo legal de sen credit, julgamos convenient
nio oinittir aqui a transcripcao do todo o artigo, para que
desde logo so possa conhocer a improcedencia do argu-
mento.
Dispoe e le": 0 cred)r, qui.iaalo o develor se n3o


Ifi~o que a~gue. e nd ord~ espreAoxmuUo i
possa d&llo'inf~ori uria, prosawtpoo do *aiu:t .:
s gise a oprd&iseeus odo e fwdqUwr d. diqua.. pmowu
de cawa anterior a qaitaao ou rec&bo. 6
ease o artigo invocado para prova de uma pwaupVo de
/ credit 1
A divida nunea so presume e portanto urmpre que o
credit seja sempro provado; e o legislator an.to podia es-
tabelccer scmelhante presunmpgo sem attentar contra toilos
os principios de justiga e de equidade.
Ie prevalecer a doutrina do Appellante desapparece-
rA o'aphorismo juridico-auctore non probate res absel-
vitur e em inuitos casos seria substituido por oatoe--re
non probate auctor vincit-o quo constrastaria corn a doa-
trina consagrada ean todas as blgislaes o e adoptada por
todos os escriptores.
Mas, acceitemos, por instant, a argumentaxKlo do
Appellante e apreciemos o absurdo do sumaa oonclusoos.
Supponha-so que Ticio comprou a prazo mercadorias
a Mario. Saldou ultoriormnente o sea debito, acceitaado
urn recibo, ondo nao se tivesse deelarado quo ficava extino-
ta a divida. Segundo a doutrina do Appellant seiwelhan-
to document estabeleceria cm favor de Mario umna pre-
sainp9lo de crodito contra Ticio, quo fi;aria conatituido
na obrigaglo de pagal-o, uma vez exigido. a minenos quae
em juizo provasse que nada devia, exhibindo eta sua de-
feza proves plenas e liquidissimas, conform sustenti o Ap-
pellanto no ultimtno period da fl. 262 destes autos 1 1!
Outro exempo ainda. Ajustam-s3 os servings do um
advogado median'e o pigameuto annual de ra ....... qua
elle percebe nais ep)cas do vencimento eonquanto subsisted
o contract; mruas, porque o constituinte obteve urma qui-
taego ou rccibo concubido ei tcrum3s especiacs relatives
aos annos vencidos, dover se-hi presumir, a prevalecer
essa nova theoria, que ao advogado sAo devidos honora-
rios de epoeas anteriores a seu contract !
Orai, qixem poderA adrmittir semclhaute consequencia?
Entrt:tanto 6 esse o absur.lo, a qne partce ter aido at-
rast:tdo o Appellante, que, estamnos convencidos, nao per-
sistirA minais na sustntanio de uma doutrina, quo contrasts
corn a razSo e corn os principios estabelecidos, geralmnen-
to acceitos co.no vcrdadeiros.
Aquil'trminiariaminos o nosso trabalho ke sobre a ques-
tOi proliniw;ir nio fosse de no6s conhecido o votoI do ilus-
trad.lo Juiz R l;ttor, quo minanifestou, por duas vezes, nos
?utos (do arbitraiunnto a qne jA nos referimos, o sea juizo
a respcito 1do nind:ito de ti. 37, considerando-o illegitinwo.
R..wcviado, coin,) esta o sea pensame le-ibr.ar qiie, so ilegiftimno 6 aquelle mandate, nulla dove
a.r a coufissao do debito do 150, fita pelo procurador
n'.llu constituidt, o na qual sa fundou a sentwn9a appel-
l.ila pra coinsidcrar procedente em part a present ac-
y.io, que, vigorando a supposta illegitimidade, deveri ser
ju!gada improcedtnte in toturn, visto que a asco execu-
tiva s6mient< pndia ser iutentada polo Appellante pars ha-
Sver o pag.nucnto de honorario que ihe fosse devido em
virtalIc do contract assignado por ello e pela Appellada,
ou parn prone over-se a cobranga das taxas (do regimen-
to de cust.s, l)ccreto n. 5737 de 2 de setembro do 187
art. 202, hypothe'ses ess.is que nao se verificamn nos autos.
A App.llala respeitosamente invoca a aitjucaio do
Egrogio Tribunal para as allegagoes do fls. 97, 142 o 23 I,
onde longa:nente discutio todos os argitmentos alduzidos
polo Appell inte, quer relatives a questi1o preliuinar, quer
rte.lativos ao ierocinmento da cauia; e, conliada na illustta-
cAo e iinpar ialid.ade dos Veueranudo Julga lores, espera
a confirtaziito da sentenDa appellada, como 6 d(1
Justice


"d e.E se essa leiiealvara',assim qaizerauniaiIcan-
EX'ecUt0 S de llen tc nmisar uns injustos compradores voluntarios das !h


29 da lei de 20 Jdejunio de 177 1, levaido se-
hic emin ceita as despezu feirat e, n o proe,;ti-


Y Unm ptpTE---JO"O -p BE LE S- acecs, quanto mais a urnm credor verdadeiro, t meto ti cxedu;.cou e:fejrane orLcnua o vensraa-
EXEQUENTE--4-JO0OPix-rO DE LEXtO-mnodteeu.o -.aim rmjovn-ai
I, que coacto se adjudicam para se pagar da siax do aceord.1o revis-v .
EXECUTADO--MANOEL FRRBEIRA BARTHJOLO a divida? ,'
No40tcontiau t o mesm j arieooasalb.-
Raztes do appellan 1o No40t1 co"tin ut arn iriscois'dto
a ot i de app 1 I Co:no pJis se deram intiqaidar e-stas despezas, A senteuca aaptih'ia so.'6n pt ier recuse tr d
S(Continualo) o unico oujecto da davida irt pratiea: a Ord. fren.e ai dcspez is feitis can o ; l,'oI*a. iiw:
A sentqnqe appellada de flI. 277, tomando cj- L. I 90, janailo p6dc regillar a eoata e a li- A.s despezas do qae tra':t o docam nto de of.
uhtecimenta de part dos embargo d fli. 1-22, e qidad-lo; porque easeas q imtias de eusta-s des I125 A fl1. 123 n!j est., prnva) :ihs qe t isem
dleterminado quo os autos subisse.a..w Veaerando autos estio hoje augminut-id s pr n wois regu- fitas polo- cex ,u-tt.iloa uu soua aatqesaor pirt
Tribunal pars c mnheeer de outros, julg.u imprao- lainents; e ditjs nio ie q fulf'.t a lei. A- Ih--s ser-en lev-13Ls a cont-i ? I
ce.detsea os m-caos embargoUs na p:trt, quo arti- apesso:is cst. I ,j- t iiplic t.l .s )i, aivar.'1 d P; L Neste p)oiitJ a s.ate.ae- 6 ekontra4ictri&.
eulava'a a nullidade do proceso per falts de liqui- ,Je Isten')ro L, 181t: e qu' direi d tLa inalis p Se a lempemi-s .,ti .s ceust:i, cm, dia-r que as
dJag, e na part, que coCneluia polo execsso da ges do process ? Q tautos letr-im.> "extor iu -uti despezas tic fla. 125 (a lvij -la ) nit) estio pova-
tmneimna execueAo per ser eucaninhada contra o exorbititenuias, qiu os clients s1, ,Ibri i,&s .1 da as qUC fossean feitas peaos em.cutadM on sea an-
appolante que apeoas havia suceedido A Mneino I satiafiter seam recur(o, qoe naib s j i i;n ,mi tecussor para ihes seec.n leva tlt A conta ?
Alrves Ferreira em dous teros do- acervo, tendo, nioso? Q mt- direi d e pr-aui a lores e sol!cmaa P- S,- as .t sp z aIde advo-^mii, etm1 i provalai,
iutro suecedido na tnerga. res? 0 c-rto e, qu' do tads dsp 'zas so nt I pod'amn sur leva ts ia c tattk, o jai a qwo nao de-
E' somente sobre os pots da appellalo, que exigemn partijalares e iniuautis quitutes ; oe u via dizer que s dsj-z is sl,) somento as Custt S
pssamos a allegar, coma foi ordenado polo res- vez q te polo proeesso S.j.un regular o voros -e sc s.) s:-,irn -,it- as ei ctas, nio devia -iter que as
peitavel despacho de fls. 28'2. mciiis, a sun qimanti iUL-Iie a dev provar pelo ji- de a Iv .o-- an< e-t) prove la s que fossem feitas
ran'nWo dajaellec quo as fez; bum quoe o Juiz para sereom levalas ia conta.
Di.ea seateha appellada que a liq'uidacao puderA in,-lerar easse juramnuat, p.Lreceuda 1ia
x nio e"a eeari, por que tratan-lo-se da diffe- o excessive : o proeao mamisim, a sa u duragd,-
Srena de das eecugoes, coinmpetia ao coantadora os artiealados e arrazoad jo, o jizo em quo cor-
r fiaser o respectivo calculo, inluindo no memo ret, as distancias di s habita;oes, provard-) n. A outra part dos embargo quo foi preaida
m eamo fez, as despezas legaes, que sio as cus osubstancia as despezas do credir a& eobranga pela sentenya appellada, 6 referent' :i atuefic ,
ta tao. a c desta divida, e torm trio o prudent arbitrio do da divislo que o appellinte ai!.;,.t ,,, exc -sa
Neste ponto a sentena appella&da, alem de atas- jaiz par a c.nfinn r ou in lerar a qmuantia juera- de exeeuao pir ter sid l eiieCt-ainlii clrera oap-
tar-se da sentena exequend-, consignou urma a, Arguin. Ord. L. II[ Tit. 86 16. pellaute som,-te, ,ijitn 1,, cilutic suse.l-.i em d ,ua
doatria injundioa, que 6 repellida polos eserip Peroira o Sus (Vrin -irn lii s, '.,t 37) ter mi herna-a-, c outrem na t ra VCOe sa vc
tores e pet- lei. tratan.lo ,:it ;r. a t. iq) reid ,t re, d ds re .-li- deo tl-. 121..
A seutenga exequenda, eomo se v6 de fl1. 93 v., m.nt-s, diz: A seriatena-t a)p -ll. Ia A ease re;:) ti apeani
eo.ulemaou o appellaute a pager ao app Ilado a ,, O c r,Iur ajia lic:tt riou dos ri ,. di,,tas.e :rtea
f differenca quo se verifiear das duias exeecu s, a. fiu( I A.exec ,vi a "eorreiu rC- larmente ctra o em-
*emtadas ambas at b16 de abril de 1888, c jurors qi n-t ris mesepdsat cm r -uites ,:un a-h ir-!. que sw de Mlanoel Al-
*d mA nloebado e-e em conaa as despezas e-a prdio, que poise deentam ,Lerreir.,,-i p >ritot.,nmtetes pam serem
* gaesfeitam corn tzpromusguitaeato dat ex e- do L. rTeixe' cdFreit Ls (pntnsrim s .jii4S d. Per i VS aci,-rui. ,sp- 1 a-s ,ast ,i, a tervo. p
yamfeitw aws c prosaimento d< e- .t cud-aua: e Sou aa,'s pt6as *a3 a T'. aee so
0 Tsibui.Jl Reviser, e no so v do document mre souzl, n ot i )-asi ; ei. n me o ia:: o A ssntcn -ao d4 Ua rmi'o de aosmim jolgar, Jul-
jutto n. 1, condemnando a pagar aquella diffa ,nero daepe, gao a qustai pike qu.t-'.
teaaeosjurosdamoreamandon quo se levassea nero di us-eoie. E' ,ite a s -nteuia nilea p6 le destrutr a a gno-
e= con aa d*s"pewq o appellantefe cor opro. t A palavrr despzas oaprehende taJo tarac fiaadadt u liei nos eacriptores quo deda-
s. eso da eeto corra o dsvedor Gasper iuianqt s deseambolsao q panr occasilo da causa, zims de flA. 259 a fl. 260 V. noa a eguintes tet-
eq atncO daj xeswuacara a deo Gaea pa indlu mente o quo a parte naio p6le reca-prodazir.
Ir6a. mos que pass:tinos i reproduzir.
Portanto, nem obaervanoia ao Venerando Accor- mar dai v-nida. DiZ o Reg. 737 no art. 592 :
duo Revisor, deve-se lvar era conta do appallante a A pslavra-cotstas -rotringo se A aquella 0 ben=1cio de divimdo ptk er ale4d pdo
as despesO Iquo oso to: ce~am oprpseaoiancuto di*cdcdespesas, quo slo taxadas p ,r lei, p ira serem devedor socio ou herdeiro (art. 431--.odigo) pur
as deape qdie onto fez C3:n o prsogaiutmeto d contadas contra, a parte venei 1 t.-
oxpeua -o.- cotiasa contr a pirto vudci set ho meio dos embargo do- art. 577 1 2. .
Oraessas despaesas nos term geraes em quo va 3e- pla s; r t ap p tsp *z nl qmale sie.m er l'- Poi o que fez o executado, allegalao quone a exe-
so expresou ao ,ordo no sie e nem podem to aom mt ao d uoappsllate no s.o s leamea, ue ,po ua.o podia sar dirigi-la contra si aen
ser as custas somente, como disse a seutega ti a nteuta, maso e qExp astM n oi prnsegm- porque outrem havima herdado a terca part dm
aeaae Var^^ mentoda exoeucao--ff^.s^ se inen nom*ne bee do pretc-a3> devedor, c quali~ead T em
appeolada; e o Veneranudo Tribunaal Revisor,a- s -a-Wm s do petrsa edirucdor, o e quaificad. eso
ado qaeuo p.Lra se promover umr executieo, alem ign,ircatr peun*a quo a msuampta e, ve. e.roa pntrt os seus emb-aros, cerno de ezeesso da eoe-
dos salaries quo se paga aoa finecionarios judi res, ve circa personas. cujo, porque takes swo a3 d) art. 577 2. qu..
eiese desp-tude coin advogado, slioitad)r etc., E de outra f6rma o appellaitc prJeriA, fazsn- aquelle art. DJ2 f uz ref, renaia.
e oeA ado. eoxieplo, ooampreheoadea cornm3 des. io a sue custa as-desp-:zis da cb"anga d1 n,3 in NMa foi excluasiv.mrn.te firmalo ano art 5)2 d.
BB tudo quanto se gta com uma demand. divide pertenesute ao app -lladb, fieando assim Reg. n. 737 quo o exeutado allegm o bauefiecio
aso decarro da mais igeira leituru do Ve ie- violada a dispmsieAo di 23 da Ii d 2J Ie ja de divisitao; foi tamnbew no art. 431t do Cod. Cam.
todo 'Ae&ordao Revisor, aass-se explicado de nho de 1774, qae nmda imapu.tr ao cred r o q .nicneionados naquelle art. 592, q'o oo@ o r-
a ado atisactorio no escriptores autigos e mo- ete cobroa e o qe deixoa de cobrar poi sua ons dir a receber par p-rtellas. o quo Ib e d evido,
J..oa. slqou ngligenteia; porquauto s-ria coasid-:r-,do q'tantla a obrigacd) e diciieel por direit, 9min
S I'rlatado dadm execdo 17dii doe 1865)d emo tendon sido roeebdl p)-to appelaute aluilbli n pariC.tis de erodores, oetos ou Ae.rderuw.
pil uselevocnle -do 117 da Li de 20 d qutt elle deaspenden, o 3 ae iuraJo. LbAo no tratado das exeaoues citad, iadiean.
jwBaoUdel74e eropor6m aore- A setea appelladta, coasideranud desp3ais do os embargos proprics a peculiares ematra as
idsa ^tinuar a bda prti. des arri-otagis.doe seust e qelamdo a qu3 s Lsfez con aivag idoe xocives ,que procedem per divides liquida
4pr radswue hes-deaio salasnest&$ tf ercoir eoastmate do doeuamento de fla. 125, 6 insastencal- modificalivos, diz no 225:
bi mist ewnideradq no Ia t- veleainjaridia, poqueal6m repAllida, corn, iertencem (6") oa emhargoa de diis da di-
,, a apeles crt Q e petl* lei, dosoonl e yid-i, q'ufudo sendo a obrigaio dividua se pro-
(lU d1 n4 n s a 40 w da oua tt do eg. R n. 737 de 25 de nov. m b eo oede in solidam contra un m de auitor h rdl inm
9 na ed ersiof pje ilia ^ uclfl t eidtogdo esolitador cp)ra-coi eles correr o fei- veis.
4- wig e'que portauto asdo3pepns comn ties peasso is No 32 diz o mesmo jau oudto:
1w a4o4 deteran^todas po leii. Sa sl aiuitom eo herdo rft Raitadea 4m-
SpotsAd#1p trivial,% tin" njut s ntouga aippolle qad a r trivial, qe ad io e4pmdus r at, o-f"
#r.ejoualiquidar, ,, Jrmenas sosa f orkas e k ik a"
"-. t as do t,-que algumvdeloL m s- ,
tw~I -0 pzoqu l-do qne ia presetste14Wou$mesa
tom*4 V4.podfiL 0 nbsdk contra o emmusos4
eO~kg~i-- -t R otero poj obeefo-4o ivWA*i4Yem


9 SE


4


















'ff1.


pars carpa trata-se corn Baltkr, Oli-


l4itpo ; -n at-A'n6iJosedAlti-Fow-

f' itio'lFaustiao Jms6 da FoInsoea.
-i,4,oa el G G uorra.
Coronol corninandanto lo 2' b italhio de
hnh:I.
Dr. Jose Dominagos da cost:a.
De'. CanaliloJi6 3 o Le'b0.i.
Dr. Manoel Jnquitn Silveira.
,o;apita,) Cust,'dio Vor,.ira Dias.
Dr. Al1:noel Frian,:is,-o du Barros R-g,).
Dr. Fraaeiscio 4t) R go Baptista.
Nogociante Azevio Muia.
Joa.) Tixoira U .,t.
N gociante Mauool Girio.
Solicitadjr Caraeiro P it).
Negoeianat, Jos6 J.lq.iih tiad:tCosta Fci-
josa.
A csp,.-s 'Jo (onselIh-ir Qfiiitino do Mirantda.
1). Ma1rita lx rin-a.
D. Maria Luiza.


B nrtlhlolnu, armshlot-.
Poer.> A.iviu,'u;a lde Abiwui.la.
T'orio ;..tt it.' J s6 GO ngalves da Fuate.
M[arclii-., J )s6 G")n, alvcs da Fonte.
Ne.kg cioitu Anti)uo 2iorreia ,los Sautos.
N,-g)..i:mnte Antoni.j Per ir.a t N-g.)t;ianto Manol1 da Silv:a lyios.
I). Joanna R)ssa dos Santos Aguia-r.
Joaquima Brruardino d, Castro Rios.
Joo J nanria Pi .t) dr A/,ave.do.
13B tltizar J-,zsu dos R is.
Affmaso Mor-i-a Limpor.Il.
S b1 sti'- Gomnes Pen:t.
Ag)stiit JIcome Ikzerrm Pessoa.
Ji atetin ldos S iutos e Silva.
Bernardino Pereira R:amos.
JM)aquim MAamillo do Nascimnento.
Valpiano do R'g) B.iptista.
Negeiante Manoelot Joaquima Alves da
Costa.
!)Dr. Manoel Frr-iria Sda ilva.
Negocianto Barbosa Inuimos.
Juao Eutergio da Costa R)clia.
Jj5.-' L:as da Costi R),eh'-.
Dr. Dcmoo-rito C.ival,:a-t 3 Albu uer
que.
Silvino G)ines Porto.
N,'gociante Manoel L'aronuo Pedrosa.
rentede Frei Jc.s6 do Cunvento do Carno.
',-edcrico I haves.
R b,-.1j Subrinho.
)r. Jiaquii Corrcia de Aramajo.
'lanoolI Roborto daCosta.
Jui,) Iathio Ferreira.
Balduino R'b..iro
M ganel Fr.mncisco do S ,u-i:t R go.
Fr.iciscu J)aqtiin tde Sau.a R -go.
Aibino e J0J:sas B inliAri
RxcitL, 21 dt.i abril : 1+3.
A pr-tc,: r-'t,' ,
Gerald-I. Maria da Concei,().

Corrigenda
No V[ artig-), hontom publicado sobre a
- candldtur-a qe,'al do 3' distrtcto eleito-
nl, uo final do decitw poriodo l, ia-so -

COINERCIO


Praja do Iteeife,13 de abril
de 1t86
As tries horas da tarde
Cotaaes uffiniae.
-Cambio sobre S. Paoblo, 60 d/v. corn 1 1/4 0/0 da
desdbnto.
Cambio sobre Paris, 90 d/v. 527 rs. o franco, do
banco.
aramnio sobre Li'boa, 60 d/v. 188 0/0 de premio,
particular.
A. Leonardo Rodrigues,
P'resideute.
M. J. da Motta,
E.DI.EN OS PUBLIGno.
IIEND)I.\IRNTOS PUIILICUS


Mez de abril do 1835
ALF.-NDEGkA -'-)I 1 a 22
dc:um du 23


iECEaMIOlIA--DO 1 a 22
llew de 23


Ce'suA.,o PRaOVmiCii. -De 1 a 22
leim do 23


RECIFE DaAINsAO--De 1 a 22
i;,-in do 23


42?: 1165076
37:041S453
462:157$529


40:036A959
1:386A732
41:423A691
70:261t$263
807A096
7l :0686359

7:412A381
590387
7:471768


PESPACHOS DE IMPORTAQAO
Vapor aaiericano Advance, entrado -de
New Yorck, em 22, do corr.nte e consig-
nado a If. Forster & C., tuanifestou :
Amostras 1 volume A orleoi.
Banha 100 barrioa Fernandes da Costi
& C., 20 a ordein. B)imbts 1 caixa aos
Sconsignatarios.
Esteiras 19 rolos a Francisco G. do
- Ai ni Al. 0 ;-
'.ll: ~ ~ i..b a iC -- *-,, iws..


cTadto L
r C&C.,
ordelB.


p a51L
al


70a a, Preira At oi-n6i-
06P esv r.,


pulrnorares, tAo f0equateSa nfis astws do mai Pa
cifu, uaii America du i*tal, e quo a suaa bonsre-
sui-tads teem sido universaLa.
Couo ABANTIA conatra am falsificaoes, observe-
se begin que os uoines de nman Ketemp, venbhaw
esttaipadoa em lttras, transpai-enates ito papI do
livrinaho que serve de envoltorio a cada garra'fa.
Achna-s A vend-i em todas as priucipaes boticas
. dlroganias.
Agentes em Pernambuco, Henry Forstor & C.
rnt dt .Commntreij n. A.


CARNE e QUINA! SLo ds dons unieos
elemoentos que entrain na composiglo d'este
podoroso reparador das forgas vituce, d'es-
te fortificanto pzir excellencia. Excessiva-
uieate agradavc-1 no palladar, e o iniamigo
fig.idal da ANEMIA e das Debilidades nas
Convaleseengas das enferinidades, das diar-
rh&is e affecqes do cstcmnago o dos intes-
tinos.
Quandlo so emrpregi para recobrar o
petitet, promover a digestao, reparar as
tor:ais, euriquecer o robustecer o organis-
[no e prevenir a anemia e as epideinias
,)riginadas pel-js calories, nulo ha bebida su-
perior ao vinho de quina Araud.
Encontra-se a venda nas pricipaes phar-
macits de Pernambuco.

EDITAES


Edital n. 12
D, orumecn do liln. S. Dr. inspector, fao pu
h)lico) tj-ic no dii 1) d.- maio proximAo ira a praga
le ac'ordo cum as bases approvadas pelo Exm.
Sr vice-presidette de Pernainbuco em 18 de mar-
(o ultimin, o pedagiJ das barr.-iras abaixo decla-
radas, sendo a arrematteago por tempo deo tires
annos.
Oiutrosim, os precos infra sao correspondents A
ium anuo e os coucurrentes devem se habilitar na
jut:ita detce thesouro do 8 d, )cfzrido mcz de
inaio. -
Magdaleoa 3:480SW0O
M.otcolomb4 1:1764000
GiquiA 6:470X)00
CaxangA 3:101.824
racanruua 1:27350(.0
Bujari 8211000
SJaboataio 5:0226000
'T'apaeurA 1:5816000
.Morallos 1:6)10000
Ponutc dos Carvalhos 5285'"0)
Una (Paldmar-s) 2:4:3'5000
S. Joao 1:530,340.
Seeretaria do Thesouro 'r(,viacial de Pernamin-
hucv, em 11 de abril de 1883.
0 .ffici:l,
Lindolpho Campello.


DECLARAIOES

Coimpanhia do Beberlbe
Teudo attingido a 51,501 o nuecrj de acjoes
sub.s-riptas para a emissio das 1,234 uecessanas
;)ra uompletar se o capital social, convida-se abs.
202 lubscriptores a fazerem a entrada do valor
das aeioes quo Ihe tocaram no ratio, do di 169 A
:W d, corrente mez, das 10 hbras da manha a 1
hera da tarde, no ehcriptorio data comusahia, A
rua do Imperador n. 71.
Vapor francez Ville do heard entrado
do Havre e Lisb6a na mesma data e con-
sgnado a Augusto Frcderi'-o de Oliveira
& C., uanifestou :
Carga do Havre


Amostras 13 volumes a diversos.
B3:itatas 250 gigas a H. Nuqch 1d C.,
100 a Guaimarales Rocha & C., 5 a Sul-
zer & Kochlin.
Cachianbos 2 caix-ts a T. Juito. Con-
servas 10 caixas a Ramos & C. Cerveja
30 caixas e 10 barrios it ordem. Cognac
I -caixa a Fernandes & Irmnalo. Chapeos
I caixa a Palmeira. Main & C., 1 a Sa
mareos & C., 1 a Joaquim da Silva Car-
valho & C., 1 a Augusto Fernandes & C.,
2 a Antonio Dias & C 1 a OliveirAt Bas-
toea & C., I a Salasar & C. CaIVaIcs 1I
caixa a Manoel do Barroes Chvalcaaou, 1.-a
Tatoinaz de Citarvaltho &C., 1 a Js6 Pa-
rente Vianna. Cartas de jogar 3 caixas a
Goames do Mattos IravIos. Chocolate 1
caixa a Rosa & Queiroz. Couros c ferra-
g'ns 2 caix-as a W. Halliday & C. -
Drogas 6 volumes a Bartholoiniu & C.,
10 a Franisaco Manoel da Silva & C., 5 a
Manoel Alves Barb.oza, 3 a Faria Sobri-
nho & C.
Ferra-gens 11 volumines a Jos6 P. Vian-
na. Farinha 2 ,b.,rrinas a Gailhormo
Spi(ler.
Istramentos de eirurgia I caixa a Bri-
to Sampaio.
L ite condongado I caix.L A orleor. Li-
coroes I cauixa a Joao W. de Mldeiros, I1
a ManolI Jos GQ. Bragsa. Luva I caixai
a Sltazir & C.
Massas alimenticias 16 caixas a Fran-
cis'o G. de Aranjo. Manteiga I barrel a
Fernandes & IrmAo, 50 'e 00/2 4ditr a
Augusto LabillW-, 25 e 50 a II. Burle & CG,
55 e' 130 A ordem. Mercadorias diversas
|I volumes 4 orletomr, 11 a Otto lhnres,
ISuccessor,. 21 a Nunes Fonseca & C., it a
-AnMtonio Jos6 Maia t C., 2 a R. de i-
sina a C, a' Etig,m oiMGnalvesa ( .
cAb,, 3 a Jos6 Apgasto dos Santos 4*.'.49
a.R.1Ra os -Olvairs &R.._E I I ait A1 .
~~5 p.LL.


do decreto n. 8821 slo- vidado p, ord
(lirectoria os-Srs. accianitasa a soteunivem noi(
30 do errenten as 11 hoas db diimna ,)td da corl
panhIia doe trilhos urbans d-Olindl afim dod apre4
eiaarexu o relatorio e contas do anno findo.
*ESITptmrio do gereute 15 &- abril & .1885
4)qonliaPereira Shn&S
.. 1 .111-^...-. ;l ,;l:./J'l^ *P^ ^ ?fs ll
A CNara Auteipalda cidiide do Reoife,
faa public a qnem intitessar posea qae emta virtu-
do de petiqlo de JI de Ocliveira Castro, c6ntra-
tante para o fbrneoimeato do came verdes, sus-
pendeu provisoriamente a execuao de dito con-
trato, at6 ,que a Auembla Legislativa Provincial
resolve sobre eate asumpto
Pago di Camara Municipal do Recifre, 16 de
abril de 1885.--I'r. A4atoni de Siqweira Carneiro
da rwuha, presidente.-P-radcismo de Asss Perei-
ra Roca, sereetario.
IRMANDADE
DE
N. S, doGuadelupe da Mdade de
OHnda
Convidam-so os ir naos da irmandade de N. S.
do Guadelupe paran mesa geral no doningi 26 do
wrrente.
Consiatorio da mesa regedura de N. S. do Gua-
delupe, 22 de abril de 8.).


0 seceretirio.
Manoel Norberto Costa.

Faculdade de Direile
Pela secietaria da Faculdade de Dircito desta
cidade se taz public que, tando side publicado
erradaniente os pontos n. 6 do programm;A de di-
reito natural e 21 de direito public uuivetsal,
devem cstes ser assim rectificados.
0 1 t 0 direito como idda e sentimento, pay-
cholfogia do direito. 0 direito como forga : phys8io
logia e morphologia do direito.v
0 20 w Constitucionalismo. parlammetarismo.
Different entire governor corwstitucional e governor
parlamentar.-
Secretaria dia Paculdade de Direito do Recife,
22 de abril de 1885.
0 secretario,
Juos HI. Bezerra de Aienezes.


Consulado Provincial
0 abaixo assignado, langador desta Repartigalo,
avisa sos senhores contribuintes na freguezia de
Santo Antonio, constuintes da relaglo infra, que
st acham eollecta'os na f6rma do art. 47 das ins-
trucgoes de 27 de julho do anin proximo passado,
par pagarem a quota que Ibes coube, priuporeio-
nal aios inezes qiue restam do ,'xercicio corrent-, dai
tabella dos imupostos de repartiglo sore industrial
e profissao.


Classe n. 2
Rua Marcilio Dias u. 23. Melbo & C., la
divisao
Cabuga n. I A. Thie Singer Mlanifactu-
ring C., 7a divislo
Classe n. 16
Livrament., n. 7. Joalo Aurculiano Lins
Alves, 5a divisao,


105000
605000

19AI55,


Classes n. 19
Viseonde de lIhautma n. 27. Andrade
Lima & C., 3' divisao 527
Classes n. 22
Duque de Caxias n. 36. Antonio Teixeira
dos Santos, 5, divixAo 33J33
Clawa n. 29
Larago do Paraiso a. 31. a esi, &Ai-
mcida, 5 divialo 4512 8
Roda n. 48. Julio & C., divisa 6i5.!
Sl.a Secgao do Consulado Provincial, 23 de abril
de 1885. .
Felinto do ego Barr- Pes.a.I
Rgupa 1 caixa a L. de Mr71 as Gi r-
reira. Rolhas 6 fardos a Faria Sobrinho
It (;A
Tecidos 13 volumes a D. P. Wild, 5 a
Born:t td C, 7 a .Machado & Pereira, 6 a
Rodrigues Lima & C., 4 a Monhard, Hu-
bert & C., 4 a Lui-s Antonio Siqueira, 1 a
Souza Moutinho & C., 1 a Gui'tarales Ir-
maos & C., 3 a Francisco de Azevedo
& C., 2 a Silva Alvaro & C., 2 a Fran-
cisco G. do Amaral & C., 2 a Cramer
Frey & C., a Antonio C. de Vasconcelbs,
2 a Mendcs & C., I a Olinto, Jardirn &
C. Tinta 1 barrica a G. Liport & C,
11 a Manoel A. Barboza Successor.-
Velas 2 caixas a Ramnos & C. Vidros
2 caixas a B. a D. Gampos dt C. Vinho
1 barril a Paulino de Oliveira Maia.
Carma de L*sboa-
Azeite 35 eaixs a Francisco Riboirf
Pinto Gnimarles, 30 a Orestes Feraaudes.
Azulejos 111 a Bernardino Duarte Cam-
pos & C.
JBatatas 50/2 caixas a Mauoel TvVares
da Costa Ribeiro, 30 a Suiz -r & Keloin.
Bagas 4 barricas a Pinto & C.
- Cebolas 60 e aixas a Gniaimoraes & Val
lente, 60 a Ferreira Rodrigucs & C., 50 a
Silva Geiunarles & C., )-23 a M 'mod T m-
vares da Costa Ribdira, 20 a Gaimir.ries
Rol:ha & C. 20 a Joa6 B. de Carvalho, 15
a Dias Pinheiro & C.
Damasco de soda 1 caixi a Silva Alva-
ro& .
Miolo do ,amendoses 1 barrica a Minoel
Tavares da Costa Ribeiro.
Rolhas 2 saceos a Saras d'Amaral, Ir-
mao a C.
Vinho 17 pipas a Franciasco Ribeiro
Pinto Gauimaraes, 59 o 5 barris a Doain-
gos Cruz & C., 10 e 20 a Souza BAstos,
ktrorimn & (.


DESPACHOS
Ei 2.o n(1
- No vapor inglet
thtm. Uver

)LTAGA9


DO rordem' Ao4lia. Sr. presidente, convido os
woios deaths pia inetituiio A r f"unirein-se em nos-
asa e d social A ruat do Imrerador n. 3, no aia 26
do cor-ente, a l 10hors da mauhWl, para em ses-
mo 0 aasemblk geral tratarmos die assumptos
de urgnate ifiterese dA instituiglo. Pecife, 23
de abtil de 1885.
0 lo speretanrin,
Lumachi de Mello.

Ao I IDI A t t oA I
]Gl nil8TO'Al.t i


iblira
Convido os Mag.%. activos do gr.'. 80 e superio-
res a se reunirem sabbado 25 do eorrente, ais 6
horas da tarde, no 3- andar do predio n.A I rua
dolImperador, para inatall.-, da Sap.-. Gr.'. Loj.-.
do Rit.-. Ese.-.
Gr.n Seer.'. OGr.-. do Sap.-. Gr.'. Ori.'. e Sup.-.
Cons.-.. ao Norte do Brasil em 23 de abril de
1885 rt.o. V.-.)


U. Ribeiro 33.-.
Gr.-. Secr.. Ger.

Lyc o de Aries e Oficios
Estao marcados os dins de tergas c sextas-fei-
ras, das 7 ita 8 horas da note, para fonciouarein
as aulas de latiin e inglex ; assimn coino o de
quarta-feira As mesmas horas a de taehygraphia.
Coiitinua corn regularidade a fanecionar a aula
de sciencias physicas e natures, rcgida pelo Sr.
Dr. Mello Gonmes, tendo como preparador o phar-
inaceutieo Hlearique Jausern.

THEATRE.


SANTO ANTONIO


Sabbado 25


Periquito

Uuniea pega qne se repte, porpue o a
pedido 'eral.
AcabarA as 11 horns


iARITIIOS


COMPANIIA PERNAlU4


Navegaieo costeira per vapor
PORTOSDO SUL
Maceid, Penedo, Aracaju, e Balia
0 vapor Jaculipe corn-
i nnandante Riuoseguira
no dia 25 do corren-
te, 4.s horas da

2- :- ---Recebe carga ;ate o
Encommendas, passagens e dinheiros afrete ate
As 3 horas da trde do dn. la sahida.
a i ES(RIPTOlIO
caes dc mp a Pernambu-

Para o. Para

Seguo corn brevidade a bare naeinnal Nova


paP Bahr 1 ia G J. 3P.ires Jumior100r iacoIs
corn farinha de mandibca.
No vapor francez Ville de Ceard, ecarre-
Pars Santos, Burle & C. 100 saceos com 6,000
kilos de assucar branch e 100 ditos coru 6,000
ditos de dito maseavado .P Carneiro & C. 200
ditos corn 12,000 ditos de dito branco e 150 ditos
corn 9,000 Oitos de dito mascavada ; J. M. Dias
25) ditos corn 14,000 ditos ae ditio branch e 195
ditos corn 10,800 ditos de dito mascavado ; S.
Guiinariios& C. 40' ditos corn 24, (0 ditos de
dito braunea e 20J ditos corm 12,000 ditos de dito
mascavado ; J. J. Moreitra 250 dit's coin 15,:00
ditos de dio branco e 200 ditos corn 12,000 dites
de dito man*avado ; Baltar Irmaos & C. 30 vipas
corn 14,400 litros de alcohol, 850 saccos corn 51,000
kilos de assucar branch e 150 ditos coin 9,0(00
ditos de dito ma cavado.

MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrad&k no dia 23.
\lanaos per escalas--13 dins, vapor national Per-
nmbueo, do 1,999 toneladas, coinmm:nteo Pedr.
Hyppolito Duarte, equipagemn 69, carga vanros
generes; ao Bario de Petrolina:.
Terra-Nova-19 dias, lmmgar inglez Kal"tti, de 173
toaelada, capital Ge Purcell, oqitipagem 9,'
carga baealhAo; a Johnston P t .r & C.
Terra-Nova--48 dias, patachs ingl. z Golden Flee- i
ce, de 176 toneladas, capitaU J. I. Sals, equipa-
gem 8, earg.a bacalhbo ; a Henry Forst3r & C.
New-Port--3t dias, barca inglcez, Lorna Doone,
de 366 tonellada, capitao John Synn, equip--
gwn 12, carga carvAo de pedra; A ord un.
Swansea-41 dias. barc ingleza Bertha, de 393
ton ladas, capitil'- Williams Jones, e-juipagein
10, carga ear-1ao de pe.Ira; a Wilson Sons & C.
Santos e oesalaas-9 dias, vapor francez Ville de
Santos, de 1,0 '8 toneladas, commandante Ma-1
son, equipagem 48, Camrga varies gencros; al
Augusti F. de Oliveira & .C.
ittrok-,41 dius, brigne- allemao AtIds, do 282)
toneladm-c.apitao A. Dade, equ.paem 10, car- I
ga carvilo de pedra; A ordemin.
-... vios asahidos no mesmo dia
Rio de Janeiro port bsatas-Vapor nacinal Per-
tanambueo,commnandante Pedro Hyppolito Daarte,
carga various geuneres.
Rio de Janeiro per escalas--Yapor amoricano Ad-
vance, commandant Beers, carga varies gene-
Santos-Igar allemalo Pengyin, capit.to A. Von
Appie, earga asstucar.
.. Obserw io -
Suspenuad do Lamrao pars a Bahia o- Itgar
I ,glbez Katnia, apitao r. .Parcell, eo a .r-sna
cair-, quo trouxedo Terna- Nova.


VAPOREiS ESP'ERADOS
fL4 I1li da Europa hoj
A,- ,: l a C -hs 0


S E esperado dos pertos do
sul no cia 29 decorrente, e
,;- s n i d rdepois da demora necessaria
~seguwb, Para o

Priat, Maartiho, U. Thomaz e
New-York
Para carga, passagens, enconanmmendas e valores
tracta-se coru osI


AGEiNTES
Henry Forster & C.
N. 8 RUADOCOMIMdiLOiO -- N. 8
1.-andar

e Para Lisboa
SBrigue hespanhol Nuevo Copern co, recebe car-
ga a frete ; a tratar corn Amorim Ira1os & C.

Para o ParA
Segue corn brevidade a barca brazileira. D. Cla-
ra, que tern quasi toda a carga engajada : a que
ialta recebo a fretes modic-s; A tratar corn Baltar
Irmaos & ., run do Born Jesus n. 32 I andar.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navega.o Costelra por Vapor
PORTOS DO NOTE
0 vapor
j Bahia


Commandante 1- tenente Aurediano Izaac
E' esperado dos portos do sul
I ^llll / at o dia 26 de abril e se-
Sgwur& depois da demora in-
Sdispensavel, para os portos
H do norte at6 Mnaos.
Pars carga, passagens, eneommendaa e valoree
trata-se na agencia
46 RUA DO COMMERCIO 46

M 0 POrNo wr Liu
SeguirA brevemente para os ports acima a
baica pofusgueza Ceres ; para o refto da carga e
pasaaguiros, trata se corn os consignatariuos Jos6
da Silva iLcyo & Filho.


Pacific Steam Navigation Company
CANA STRAITS OF MAGELLAN LINE
'AX 0 VAPOR


Dotopaxi
Espera-se dos portos
do sul at6 o dia 27 de
abril, seguindo pars
Liverpool depois da
~demora do costume crn
J; iki-es.alas por
Lisboa e Bordeaux
P ira carga, passagens, encommendas e dinheiro
a free; tracta-se corn os
Agentes
Wllsin Sons, C., Limited
N. 14- RUADOCOMMERCIO N. 14


LEILOES
Sabbado, 25, As 10 1/2 horns em ponto, leililo de
cerca de 30 faraos corn algodiao da Bahia, corn
avaria.
A's 11 1/2 horns do mesmo din deve comeeAr o
leilao de um piano, differentes moves e outros
objects existentes n) 10 andar do sobrado da rua
rua Larga do Rutarn au. 24 A.
Segunda-feira, 27, o de boas moveis, loqga, erys-
tacs, passaros e flores existentes na casa da rua do
Hospicio n. 28, para onde partira as 10 horas um
bond que darA passagein gratis aos concurrentes.


Leilao

De predios

MOMir 24 o corrmit


A's 11 horas
No armazem da i-tm do Imperador n. 22
S0 agente Burlamaqui. compctentemente auto-
risado levara a leilao 14 casas terreas de ns. 2 a
128, no beeeo dos Covlhos, funds de S. Gongalo,
Sfreguezia da Boa Vista, im chaio proprio, reedifi-
I cadas de novo, todas occnpadas rendendo anntmial-
mneate 1:344S.
Os Sr. pretendeates desde ja poderalo examinar
as referidas casas.

Leilao
Sexta felra, 21 do corrente
A's 10 1/2 horas
De generous, armaglc, utencilios e uin co-
fie prova do fogo, do ostabelecimento
site a rua de Marcilio Dias n. 4.
0 agent Silveira, por mandado do Exm. Sr.
Dr. jua2 de direito especial do commereio e corn
assistencia d'este juizo, levarA a leilao a requeri-
mento do Dr. curador fiscal da mass fallida de
JoAo Rufino Barbosa, os generous, armagao, uten
eilios e um eofre prova de fogo existentes no re-
ferido estabeleeimento, emn lots.

Agentte Burl amiaqui

Leilao
De divides na u iportaneLt do 8:262#460
Nexta-eira, lm 4do eorrente
A's 11 horas Bem ponto
No drmazem a rua do linperador n. 22
Sagente Burlamaquni, pr'iandadoe aasistea.
Cia do flir. Sr. Dr. juiz de direito de orpbios a
r eriaent:. da ianventariaate d es poCido fi-
n o Hermino odtigues, levark a leiaoas divi-
data 6riveis aii importmaii do &:265460.
* : s. r ernte dies dte jA poderao vir exa-
minar a relgalo dos devedores, que se acbhamn em
powder do inesmo agente.

AletemtcPestana


A owel 9uwMlm4 savh ao d m aMU fMR 4,
1r51. UB wt 4M&U.mIti A. 1 tm -
Peixot., ervindodo bmw tart d 1 tillU
obttda do leiM do dia 22 do .rrgm .
Os rsa. pretendentms does jJA pod.i teltor
os referidospedkl.


Lelas"
Sabbado, S& de mu'.me
AQOME1O DIA
CAMO E SILVA
Mobilias novas e usadu, guardas-vstidos, qur-
das-laouas, pianos auvoe usado, satumri", am-
modam, cawas francezas, preasu, aackau m% -
delabros, candieiros, rkgioe, epellhos joim de
ouro e prats e outros riaaitos objeets qw e
acham pkesentes e quejuerio vewdido ea rewmva
de preeps.
N. 27.-Na agencia Travesa do Cor.
,Santo- 27.

Ledao
De cerca de 30 fardos corn algodlo da
Bahia, avarie dos.
Sabbado, 06 do create
A's 101/2 l oras
No armazeinm da CompanLia Pernamb scans
0 agent Pinto levar i. a leillo por cota e riseco
de quem pertencer, cera deo 30 f-rdOs eor a do
da Bahia, marca Serm Igual da fabrics de 8. Sal-
vador, descarregados de bordo do vapor 8. Prm-
ci8co, e existentes ni armazem da Compauhia Per.
nambucana, onde se effectuarA o leilto is 10 1/2
horas em ponto por ter o mesmo agent nm outrro
leilalo as 11 1/2 boras.


Em conftinaflo
De pianos, moblias, guard lou"I, meas elad-
ti( a, camas, lavatories corn espclhos, cadeiras de
balango, sofas, marquezas, consoles, bancasquar-
tinheiras, abides, espelhos, jarros e muitos on-
tros objects existentes.
No arnzM em da rua do Bomn Jesus n. 51
Sabbado, S do corrente
A's 11 hora
POR INTERVENQAO DO AGENT

Gusmio

AgentePestana

Leilao
Sabbado e6 do eeorremte
A's 11 boras
Naaporta do armazem do Sr. Annes
34 eaixas de cerveja ingleza.
Diversas IWtas corn sallamine.
Ditas corn sardinhas.
Ditas corn leite condemsado.
Ditas corn peixe ingle;,
Caixas corn phosphoros.
Diversas marcas corn vinho em caixas.
Barricas de cerveja.
Latas corn marmollada.
Ditras corn massa de tomato.
Canastras corn aihos e muitos outros gueros
que estario patentes a vista dos Srm. coemprado-
res e quo tudo sera vendido para techamento de
contas e ao corror do martello

Leilao
De Morels, loumas e vldr-e
A saber:
Uma mobitia dejacarand corn 1 msofl, 2 cmeo-
Joe, cadeiras de guarnigo. cadeiras de bakago.
etageres, jarros pars flores, castiao s 0 Mas,
tapetws e escarradeiras.
Mesa dejantar, guarda-loM, paradore, ca-
deiras, 1 relogio de parede, Ioca para jantar, co-
pos, calices, garrafa, bandeijas, compoteiras e m-o
tros objectos.
Camas, guard vestido, nti, mesa, eadei-
ras, tocador corn espelho, lavatories e etros mo-
vei'.
Mabbado, 6 do erree
Agente Pinto
No 10 andar do sobrado da rua larga do
Rosario n. 2 4 A,
esquina da rua do Cabugi
0 leilt. prineipiarii s 10 1/2 oImu.


Important leilio
Duas bandeiras brasileiras de damasceo de seda
bordadas a ouro corn todos os pertece.
Cinco colxas de damasco de seda franja4as a ormo.
Umn relogio de ouro, 1 corrente de ouro de le, 2
botes de ouro, 1 chromometro maritime (ovo) -
Dons relogios send 1 de prata e outro de nickel,
1 binoculo, 1 nivel, 5 signass, 44 garfos e feu,
1 diuanante.
Sabbado, 6 do eorremIte
A's 11 horas
Rua do Imperador n. 22
0 agent Stepple levari a lIalio os ebjectos aci-
ma pertebceutes a mass. failida de Antonio Fran-
cisco Corga, per mandado e assistencia do Exm.
Sr. Dr. jail de direito especial do commanrcie a re-
querimento do Dr. carador fiwal da dita meow


I Leilao

De bIo" move, poeeMpa,
erystacs, espelho, qmdrm,
objeeto de Eleetro. pla to
peters, vivelros para p Ve .
diversas foreoes t ee s es-
peelaes
Como sejam
Um piano forte e novo, nsm&obiliad jamej o
co paliuinha no eneosto, core I mof, 2 =Se 4
cadeiras do braces e 12 de gvarmiq&o we* j*uri-
neira do jacearand i con podra, 1 emmo, ca-
deimr de blao, urnaa ditd debro, 1 divan, ;
eadeiras do jacaraendi A Las XIV, 6 -d
resposteiros de veludo da Persia, cortouados 2 2s-
pelhos dourados, 4 Undo quadre. 14 ditums "mn-
gso, figures cinezas, cap4tics do ehra,pmmo0
de mes, 4 janrros pars dores, figu mscstuwm de
aldeis, tapetes, escarradeirag, cadieiros a fgas, 1
relogio de mesa, estrms for& do a.
Urn g6arda-vutidss Su1 gardmfaps, mma"
comnads de mog a, I cid, 4 quaM*M, ma a-
ma francex., 1 toillet. 1 lavtor doa tf
torneadaw. unos porta-chapes, quaduc, dmas a am-
chinas doe ostura.
Uwa cams do fem a shio, 2 uMdad, 1 4-
tager, 6- t adros, 6A cadeira. .s l USS a m a
am= dd'an uI4 vatKo mu mM i;ad io&do


I


Leilao


























La o srdo da rua c Pf Veas
a. 75, corn commode para families, con agua e
g.8 enaca e appaetodo a ; 4ttar
narua o Baro d Borja n. chav
usr v e mm )unaa tto.
r -U % ,. ** ;1-:..: :*-* ... i "- -*


Z ,Suva. letrrs, xedico, .oaai t!s
rn G Mideaa cidade dao (aboe;
ma~eor Mripo a ~a(|er ora.


P Ild ~SAAM oopinheira na rva da
Afc. Preciua-uturnde m r mullbr
f X tt j. ido^ 4ura casa de pou-
46 foanub ; a trar isa im d Assaupca *
Alu e-se o 6 rado e *Au adar e sota,
altos e baixos, coWn & Iuto coblin6 l, agusa enes.-
uada, bauelro, gas, cas m=Muitp, fresco e limp,
na rua do birnIr Siaauia 278: a trater no
Chora-meninos, sitie da capella, eh4 Jdo'Antonio0
Marques.
0 48 da rma Duque do xias estA venden-
do per 256000 lindos 6ates de casemirs paia se-
uhora ; alles, qua 6 baratiseimo
Precisa-se de um criado: na rua da Aurora
n. 7,1- andar. ..
Precisa-se t bni caixeir eom pratica de
molhados, de idade de 12 a 1 annos : na rua da
Florentinsa n. 8.
Al.0a-me umir ama perfeita cosinheira pars
casa de fAminflia, o preo 6 de j20 mensaes e affi-
anga-se a conduct : quom pueeisar dirija-se A
Magdalena, depois daponte grande, 1- andar nu-
mero 5.
A pessoa que tiver poucd capital e queira-
se associal corn outre que tambem tern pouco, pars
qualquer negocio, deixe cwrta f chada no pateo
do Ter" n. 53, cornm as iniciaeb. R. T.
Offerece se up imulker pars o sovigo in-
terno desa0sade homemo t elteiro : a titar na rua
de Hortaa 6.-V"' .. .
Precisa.de utnai ama qnecosihe e'e ompre, e
durma em casa: na Boa PuFma.
Precisa-se de urm Ina para cosinbar : na
rua do Marquez do Hetdl n. 105.
Quern quizer comprar ura taverna corn
poucos fund, d r.ep4ria p i principante, dirija-
se A rua Im peralg 243, que achara corn quern
tratar.
0 coutrato da ci ',vA*dc foi pomada,. 6
pars inglez Yer.
Ama deleite
Precisa sf de urma ama de leite a tratar na
aua Duque de Calias n. 84, loja.


Aluga-se
um born sotao corn quarto, agua encanada e
nheiro ; na rua da Aurora n. 103.


ha-


Caixeiro
Precisa-se de u+n caixeiro corn pratica de mo-
lhados : a tratar na rua da Roda n. 48.


Aviso
Compendio de direito internacienal e deploma-
cia do f4I1eoido Dr. Antoniode Vasconcellos de
Menezes Drummond, vende-a vipva do mesmo : a
tratar na tabacana n 65 rua do Imperador, polo
S prevo de 51 cada volunie.

Attenufo
Urma pesses habilitada ensina portuguez, fran-
cez e physiea em casas de familiar e na sua pro-
pria, das 9 horas da mhnha ,A 1 datAide ; a tra-
tar na fabric Vendome, -a.a Nova n.89.

Ama
Precisa-se de urma ama para lavar e cosiuhar:
na praa d6 Cb d4'Eu n. 10.
I Cosinheiro
S ou umwborn ajudante ; se precisa i rua da Madre
de Daus n. 8.

| ~Attenaea
Precisa-se de um eaixeiro na rua Vidal de Ne-
> greiros n. 151 : a tratar na meama (antiga rua
o Imperial.

Gri ll NiUmacia amma
R Bua Dnque de Caxias, antiga do
Owelmad n. 5 6
Este antigo e acreditado eetabclecimento, pro-
priedade dos abaixo assignados, so acha supprido
de todus os products chimices e pharmaceutieos
i neceEssarios para corn promptidao executar magis
tralmente t das as prescripag5es medical que Ihe
S form coufiadas. Tern tambem umn sortimento
complete de drogas, tintas, pinceis, vernizes, pro
duetos para as artes pepoteehinicas e photogra-
S phicas, instruments cirurgicos, machines para
aguas gazosas e uma complete collecoo de tintu
ras e globulos ho*ebpathmcs, carteiras, vidros
; vasios, globulos inestcs, etc. etc., de fOrma que
f p6de satisfazer qualquer encommenda desta ou de
outra provincia do imperio. Alem da theoria os
S proprietarios desta casa possum long e variada
S pratica de pharmacia, que eonstitue urma das me
Ihores garantias pars os seus numaerosos freguea-
??.' zes.
Pharmaceutico A. 1. Veras C.
1^ Successores de Ferreira Maia.

S ledicitna pelotese
PREPARADO E PRESCRIPTO
+ F PELO PHABMACEUTICO
Im Dom'ngos da Silva iPI
i r Peltoraml de" &wgfeo
; Especifico efflesz para eumarm deflxos em 24
horse ao alive, cure radicalmeute thma, bron-
S: chives, r dowpdd-o e as molestias da garganta, ca-
S names respiratori x epulmndes.
EIIir de eoleaia
Tonico e estomacal, pars curar as molestias


on pgroseu,


Por


sAinS
a& rua dQ


sm,.

mma :na "JIM


Quoe kditxar4 d oprar agora BBn iestas afaadas mndi-
nas?

Venhaul s Isal panh .el na

DRIJAOCABUGA N.IA
N. B..-Ylveios tabem Imfha superior, rerlm emcarrileis,
agulhas, oleo, Inha de crechet, peas avulsas para 8s machlias
tldo de superior qualidade e por precos sem competeneia.


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152
@
c-


4I
Ode


CHAPLARIA VICTORIA

3D-PBA[A D B EENDA DkJA'--40

Este bem conheiddo estabelecimento, recebe mensal-
Lnente das principles modistas de Paris e Londres, um grade
e variadissimo sortimento destes artigos, assim como das princi-
paes fabrics de Hamburgo um complete e variadissimno sorti-
pppto de chap6os de pello, de lebre, 1a e castor pars h6meftLs e
I~hiinas.
To- m da il h0 C.
Jii f n mHIR a1S raIiho & Co.


flORIS PUW L IIGRTS


=


a I
WOW4


Loja das estrellas ICOMPANHIA DE OLINDA
66RaDuque ic CaxIas -58 inndio in nljA
SRaDuue pachincha -SCompraim-se dez apolices da
Gradle mechincha.
Gorgoroes de soda de cores, bordados, 1500. Compania dO Oli da: :n'JSa ly.
GorgorSoes de seda, lisos, de todas as cores, 1, i. h .di 01 y
E muitas Bazenwas finas, que se vend e barato, p0*a1 ase dso Ur e n o.
p a r a a c a b a r p ,{.- D a o a n a
Da-se anostras na loja das estrellas. fl -
-I 4


AOS 4:O0000
E
i. A.i k-AA ftA


Aluga-se a cats A rua da Soledade .n. 3, "onde
outr'ora foi a padaria americana, pretta-se para
o mesmo negocio, por ter forno e boas aecommo-
dace,, ou pars depnito de plo bolacha on re-
finaqAo, on para deposit de caf6 moido ; a tratar
corn o roprietario Antonio Jose Moreira, A rua
Duque de Caxias n. 60-A.


i:o9v1I D O IIO
BILITE GARANlDO s 3 e \ 4
Pra<;ada Independen-tIS1I 1)0 011110
cia ns. 37 e 39 Aos4:OOOO


0 abaixo assigu4o 'vendeu entire os seus
telizes bilhetes garantidos da II9a loteria,
a sort de 4:000# em A quartos n. 119,
a sort de 1:000# em 4 quartos n. 3595,
a sort de 10Q4 )O em 4 quartos n. 2688,
alm de outia ihuitas de 326, 166 8#.
Convida os possuidores a virem receber
sem desconto algum.
0 abaixo assignado tern exposto a
venda as seus felizes bilhetes garantidos da
120a part em beneficio da igrejado Am-
paro doe Goyana, que se extrahirM ter9a-
feira 28 do corrente.
Preoes


Bilhete isat
Meio
Quarto
Gm por"ao


eiro 46000
2#000
16000
de 1O05000 para
elma


Bilhete inteiro 36500
Meio 16750
Quarto -875
Antonio Augusto dos 8annt, Poto.






RLLIWTIISR OAINTIBDS

f16-ua do 1a-bug&Ilt
Aahak-sp lA venda oB veturosop bilhe-
tes garatido daloteria n. 120 rem beuefii-
ds igreja de Nossa Senhora do A mparo de
oyannsa quaso-e etfhirA na terga-feira
28 do corrente.
0Y. .. I n s


Inteiro
M'laelow.1
'.:" 'Mei;O '1

Aeado ^
1 a i'


IRua do Bario da Vietor4a a. 4L
e easas do costume
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garantidos da 9.a part das loterias a be-
aeficio da igreja de Nossa Senhora do Am-
paro de Goyanna, (120.'), que so extrahirA
na terga-feira, 28 do corrente.
rPIECOS


Inteiro
Meio
Quarto
m potate
Intoiro
Meio
Quarter


4000
2#000
16000
de ItoO',OO
elma
36500
16750
6875


Joo Joaquim da Costa Ljite..


C -IA ADBAF. ITU NA

Aos 4:# $000


tna Primeiro de Iarfo n. 25
0 abaixo assignadq tenm exposto A ven-
da as seas afortunados biihetee garantidos
da 9.a part das loterias em benegbio da
igreja de Nossa Seahora do Amparo de
(oyanna, (120.,) que se extr"hir na ter.
9t feira, 2 3do corrente.

Inteiro 4i(00


15, Bu1
p
Pi


ANd
fer"*mi


+ osandes ad.
7.9 7.: a tratar


6 de Pito, 15
i CALR IS


ateCroli
vtwaS


*fazji.lldole


-iM RA^g W" 4iWW^
W W G.o- il n- i


B~flhi~RO-llCTOS ENOLOPTIC'us'
0.7 1 K r e ULYSSE ROY, em PoIters (Frjrnga
i(mi iOUS aP T, S(.co. & Gen


iMOL^TiSSBllS EAIS
I ISPZOALM11**
Caota chron co RIC a exifga,
irrita.ia do Canal da uretro.
Molestlas lsc o& statc,
Icontlaencla da Urina,
Ar'eio na urlna, etc.
OiWANN, Phaimaceutico-ChimiGo,
UJU, 12, fA CASTICLON, It F, PARIS


LT I ERINNA

Laure.c1 ;ei'o institute de Frafpa
FWrne"edor da Marin.,a franceza eAos Hospitm do Pirliz
0 ramedlo mais certo s o mais facil Jtomar
PIA. COMBATED 0
vEiJE BOLITARIA
Cada dose acomphaia de am iustrc6o detalkua.
PAOIZ, Pw"* TANRET, 64, RUA BASSE-DU-REiPJaT
+Ipnar+u n Ba ;". A6IA& a tii I O &t. .
:BKJ rt r- *--- 111- I i __ 'mcn ~


'. Portume enanttoo doaVinhoa on sobrar
do Medoo................. osl100 fraaoI
0 Rancio fu EssenciadeCognao, os 100 fraseos
J. PerfmespamratodososLicores os 100 frascos
4. Easencia dc RhumoudeTafia, os 100 frescos


De,.ositarios em I'e.'simsO.j:
moi0sco M. da SII/VA&. &


'.~. t~.

.1

p
I 4
,~ J~'I~',


200 fa
500 ft,
300 fr
600
coo

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7
-'~) 2"


UPPRESSA NEVRALGIAS
y-sc'ro-ira=, ~ B U CU RA j
6?m0-D^i'LizR isSSWW CIWGOS ISMC I
A >plra-Se a ruaiaca que penetra no pelto acalma o symptoma nervomo. faclla
ypcto(Acao c vorisa a&tMc~eg doe orgaos esyupWa orioss,
^^^ ouda emu atxeado em, eamm do a. ESPIC s, r& t-lASar em ar \\
SS^^-.~~~~~~~~~~~~4 In -fstt-w ewffwli-PrAS^, f jA1 _^


VINHO GILBERT EGUIN
|IP M FORTIFICANTE approvedo polo Acadpiia diedMd o Pw|
| ~Snsuouta Amios do lspenlenc%&
e do bm 4af ismo w ea.ustrado a eoaaea onfeavI dest se vxMe, qet uel a Mt-
p4r46410 para sotar as aebo ,t .oar o seu reapparceimento, quer como frtipjkMuso ws
.eueflse~ntnjeMotuja4t. do Sasugo, ralts do Wentrua4&o, Xnaippetsis,
0-M bfMeel*s, lBEtvMSdve n orvoeaso. eblidade causada Pela edade d6on p oaoWa.
E| fiske &p' centd* s! pn:.oigos aetlros do qa 0o preparado Imilart, venii-es s' iPa "m
Now ams hlevao.--O ijs e.e obJer.a contra o prp enm .!ta do r'onhcelda ea;lfia do minleaiar.
PherBame t -. CSI-TJ1T, 378. ma Saint-Honor*, PARS
DipVs~ase s azxz 3?eWM acrakaoM: E.LA9' *K. -%& SIL VA. 4b Cb-



Rheumatismoso
Ma SITA- aHmIA- MsTIan BO OSSk- ABll"YSA -mHC PREKTOB m
NO0 TRATAVIENO (Numereosom attestado) POR MEIO DO

BANHO ANTI-RHEWMATICOJ D LAMAU
ZUOPSUADO N0 HOSPITALS DE PAIZ
:PL=MZ 146, r z's Au Ma, 14 V..,
Absolatamente mperigo, sam ezdgr banheitro especial, io BAHO ANThRHEUMATICO
do W LAIAU opera as mal rapids e inesperadas curazeo allivio 6 immediate
SJogo cornam o primeir ubanho. (btmm.ts. wi audia ae potal i *ptir 3 e 6 Mmrs.)
LICOR iMTI- lTllYABB do 3I V MM3BT.- Reesmess eiante vale postal A partir
LI0 AN luh Indspensavel para raparigas de difficil fornmo. Cura em eito dias as F16res brancas mais tenazes.
ie)pu~farfu aM JBWsMMus 7AX" BK. da SXIVA & G. i


Cura certa em 3 ias seni outro meICamenIitO
PAWIS -9. Bylo, m*4 IeMu. 9 PAgJS


fmM~-i4
MPmrsue.d IS


fpIsedip Assf


Vinho Nutntivo de Cit
Unico legalmente auctorindpsi
:.urno, e pela junta de salde rn s
,Ie Portugal, documents lUgSi
polo consul geral do Imperio do Ba
:i1. i. muito util na convalescempa d
!il;s as (ioen(as; augment cmid
;*lw,.i' as forpas aos indivi-
ticbililados, e excita o appetite d m
Sinodo extraordinario. Um calie drC i
vinho, represent um bom bile. Adca-
se a ven da nas principDaes phuandM


D. Maria Diblana Saldamba F.
Urma familiar, amiga da infeliz e sempre ehora-
da D. Maria Bibiana Saldanha F., convida aos
seus inconsolaveis pais. irmaos, amigos, e sos
innocentes orphaos pars ouvirem urna missa, que
sera resada por sua alma na captlia do cemiterio.
As 8 horas da manha do dia 23, trigesimo de sna
morte.





Tenente oao Baptilat iso
Niqueira
Lydia da Costa Siqueira, suas filhas, ogro c
cunhadoi, c: rdialmente agradecem a tod au
pessoas que acompanbharam A ultima morada os
restos mortaes de seu seumpre chorado esposo, aai.
genro e cunhado, o tenente Joao Baptistsa de Si-
queira ; e de novo convidarn a todos os seus pa-
rentes e amigos para assistirem at missas que
pela alma do mesmo finado se h;1o de celebrar na
Conceieao dos Militares, As 8 horas de sabbado
25 do corrente, pelo que desde jA antecipain Os
seus mafs sinceros votos de gratidio.
8^^^ ^ffl ^^^ ^-s',- *' 1 .


Tenente dodio Baptista de
Niquefra,
|lqaelrft
Joao Bernardo de Siqueira, Jcaquim Raphadl
de Siqueira, Hermino Rodrigues de Siqueira, Ma-
ria do C;armeo Redrigues de Siqueira, Amelia Car-
melita Gabriela de Siqueira e Maria do Carmo
Estephania de Siqueira, do intimo d'aima agra-
decem a todos os cavalleiros que acompanharani
ao cemiterio os restos mortaes de scu muito ama-
do e sempre lembrado filho, irmino, cunhade c tio.
o tenente Joao Baptists de SiqueirA ; e d,- novo
rogam s todos e sos de mais parents e 4.migos
quo nio fiveram particiwago de tao iuifausto
a contecimento, do que pedem desculpa, para quo
se dignen de assistir as mimas que, por alma do
mesmo finado, se haU de celebrar na igrejada
Conceigio dos Militares, sabbado 25, is 8 hras.
setimo dia do sen falleeimento. Desde ji se eon-
fessam sumimamentc gratos per mais este acto de
caridade.


Captulino Goncalves Leiena
Jose Pedro Alexaudrino Beserra e nsua mulber
Emilia 0. Telles Bezerra convidam aos parentet
e amigos do finado, afim de assistirema uma mism
que por alma de ieu amigo e tio, mandam reer
na matrix do Corpo Sai to, is 8 horas da manhi
do dia 24 do corrente mez, setimo dia de sen
passamentQ, pelo que. scrio etpuaaante gr. fti

Caixeiro
Precisa-se de um ncaixeiro de 12 ;l 14 ;nnu
corn pratica de molhados, qu. d6 fador de cca.
ducta t na rua da Ponte Velha n. 77.
Cosinheira
Precisa-se de urmas escrava ou tfrra de boans
costumes, s6o para cosinhar; junto da evtagio da
Capunga, casa de azulejo.
Cosinheira
Precisa-se de um cosinheira pIra casa.de pc.-
a tamilia ; na rua do Livramento u. 24, laja.


Aluga se o andar terry. do wbwdo do Vrats-
douro n. 2 (O(nda) tedoj4awns- o pupris pw
qualquer negoclo, em hboo hsr per or w ea d
esquina : uem prettuder dirija-e Aa doCaws-
poan. 17, loja.


ALontfdej


0
Of~


K EIIPELflAS


i4


Fra:


.fSWO


gctstrat gatri*"
. W.. n i, l
MeMGr/4,e UtiliO


A



























Preoia-se de uma ,aoa pWheirs pa* cas di
,qepaa 'AUaiaenA l a-Pm0ek a
Ia ta. DOWO de 0O-W d, 6% ; .


Maiioel M*ado Botlho & C. encarrWg-se de
faier neansamento pars agua e gas, e vendem
bombs de todos o s fabricants, tern pesesa eom-
petetee pra as e ta econertar qo lquer bom-
ba per prego mdico.

Lavase e efgouase
Prepara-se roupa co p todpo cmid.ad emwudas.
se buscar e levar : na campina da Casa Forte, ao
lado"eiquerdo, easa comdoir portoes.

Armazemn
SAluga-ee urn armazem bern localisado, ao largo
da Coinpanhia Pernambutana n. 12. corn urn gran.
de settIo ; a tratar no esciptori de Bastos & C.
ao caes da Companhia Pernambucama n. 6.

Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro corn pratiea de ta-
verna e que dM conhecimento de sua conducts :
na rua Imperial n. 164.

Convite
0 him. academic Jose Borges Dias de Brito 6
convtdade 4 a sistir uma conerencia aamanh, A
rua do Barao da Victoria n. 48.


011mia


-'

Antolli. Afah9%o 4*i3n oelie oa.oe
c1a0o em caa articglare : 6 rua do Vipcop4
do Goyanna n. f07.



0 20. aa da casa n. 7 A ra. do Marques de
Olinda.


Enudlio Lamberg tend de relia'r na uoite de
22 do corrente um concerto e sabendQquiemuitas
pessoas das quaes no sabe a morada deejaM as-
Ssistir a su ultima festa artistic pede para pro-
curarem os bilhetes a ru a do Baao da Vrclora n.
52, photographia ailem, ou emoasado Sr. Pluym
na Lingueta.


LINHA COATS

Lusrosa para maokina, e a Macra de 6
fo tanto pCra machine como para coser a mo
-Nao se usa mais linha em novello-
Pede linka em carrete corn o nome
J.&P. COATS -

Ama
Precisa-se de uma arna pars casa de pouca fa-
m lia, que saiba cosinhar e egonmmar : a tratar
na rua do Caideireiro n, 12, 2 andar.


Salugaae o etroea-s n mI e om.
al*U.48a 8 trolpi-se nevm e nodMi.

ARNO#t


'~ tends-ia


--. Bade-.se mna maher qte ot desembars-
adsna coeuca e qaq isbe gve ums caa
do homer jolteiro, daudo nasca de osa coeedita:
na Magdlena, praa do Coneheiro JdAo Aifrgdo
nuinero 1. -

NUt0 IJSE,
Rua pique de Caxias n. al7
bPar a'ia Ramerloama
0 pharma"euteo A. M. 'Veras deiando a sta
piavmnacia darua do CabugA, pbssou-se pars a
pharmacia americana.
tuftiliria


Rta larga do 9oB.ario n. 20
De Francisecos Teira Barbosa
Grande e variado sortimento de vidros para
draga, asim como mecammd s ao pulmbico urx
grande sortimento de obras de folba, cujo fabric
Sma propria officina, e se tornat ainda mais re-
commendavei- peto esmero e perfeic artistica
corn que ago feitas, A par3 de muitas outras feitas
no estrangetro, que tambem reqebe consecutiva-
mente. Em tudo offereoe precos mo4icos e since-
I ridade.

SR. M USINA & C.


Arrenda- se urn sitio de coqueiros na en- Balanceador 1 0 B 'Je I8
seadinha do Rio-Doce, patrimonio da igre- J. dos Santos Vieira, encarrega-se de proceder (ANTIGA DA CRUZ)
ja de Nossa Senhora do Amparo na cidade A balangos, organisar contratos e destratos so- "
de Olinda, per espago de trees annos, pe- ciaei. Chamados na rua do Rangel n. 3, oU us Casa de comnI ssoes
rate a mesa regedora da confraria, a quemu rua da Penha n. 7, loandar (residencia).
m or r o o re cr, sob a ba as e rde.................-4 j Grande e variado sortimento de amos-
maior prego offerecer, so'b a base. do AAe a let
it0o coammerelo I + dtra e catalogs de rodcSes da ema-
60#000 annuaes obrigado o arrematante A c lr O nha, Franga, Ingate1/I Austria, Hespanha,
a coneortar a casa do sitio e plantal-o du Francisco de Azevedo & C. tern provisoriamen- Italia e Estado-Unidos.
rante o tempo corn 200 p6s de coqueiro; t e seu escriptorio A ruan do Marqnes do Olinda n. N. B.---Informagces sobre madchinftmos
nitnm ntre,.g. r enmc. nnn-to Pnmn' n4mn fA_ RA 1 1. ..An. nr_ r- _1a.-ia 3f 0. c.A A 1 .fZ


IJAW-U |I-C&WULUF& UVALXLUY~frJ ^V UUMJULUUWO*-
mente afiangado no consistorio da mesma
igreja no dia 7 dejunho proximo vindouro
pelas 11 horas da manhf.


Aluga-se baralo
As caasa terreas ns. 1 B e 1 C. na Baixa Verd
0 armazem n. 46 A, 4 rus de Pedro Affonso.
A loja n. 50, A rma do Coronel Suassuna.
0 1. andar do predio n. 1, A travessa do Can
pello (Recite).
A tratar no lago do Corpo Saot-. 19, primacu
andar-


0, 1, anuuair, po ujjua uaa wja Uo -:r. Au.reW agricolas, ditas parsa enenhscentaes
C., entrada pela ruan do Bispo Sardinha. agricoias, ita para eneios centracs-
.. .b bs, tc parsa inceni_ e out ia,
Pe(TCh-se chinas e utensilios..
-.6~ ll. i-


Saos sennores eqsuaauies, atrasados em suos nmen.
salidades de moves, virem urgentemente liquidai
suas contas A rua 'do Imperac!or n. 16, isto no
e prazo de 15 dias, senao v6rao os sens nomes poi
extenso.

Casa paraa lugar
0 Aluga-se o 2. e 8-3 adares de predio rma
Primeiro de Margo n. 12 ; a tratar na loja.


o 2. andar


Aluga-e
da casa n. 7 A Passagem da


Magda.


* tim.

I Cosinheira
Precisa-se de urna ama que saiba cosinbhar begin,
Spray casa de pequena famit"a a tratar'ha run do
Bare de S. Borja n. 90.


Dei"#-I
sides; para
loja.


Vende-se dese cass de taipa cobertas de
telhas, no becco do Quiabo nos Atogados; a tes
tar na venda s. 157 no becco do jLimas, oaco por-
tas.
S*^ Pbuarneacla ~omeopatbft.a
A. Caore R uq ayra PFrioe U(&Cceuo-
ree), depostarios dos ret eios homweopa-
thicos da casade Oatelan de Paris 22 rua
da Cruz, (Recife.)
Vende-see aluga-se mobilia ; na rus D
que de Caxias n. 31.
0raiih nr iIal 1 Ii
SerA born ver antes de eemprar em outra qual-
querparte, os que tern o Pedro Antunes. em fus-
t&o, eambraia tapada e transparente, Os preeos
nro precise dizer, jA estA subtendido Ine nao slo
cars : na rua Dtique de Caxiss n. 63.

As nltims 0uloa
Seobre eommerelo de fazendas
Meias de cores pars homena, par, 200 e 320 rs.
Dtas para home silk imitation, duzia 55S.
Fichus Printemps, ultima novidade.
Lagos charmant, parm senhoras.
Alpacas de cores k finanoiere, para vestidos,
cova lo 400 rs.
Espartilhos americanos Fortifler, urn 5A.
lua Duque de Caxias n. 62
Mendonca Primo & C.

Novo porto do cafro
Rua do Marqnez do Herval n. 29
Vende-se carvio em barricas pelo mesmo preco
das barcacas

Vende-se
uma excellent armaa-o, propria para qualquer
negocio, assim c6mo um bonito lustro Bacarat;
na rua larga do Rosario n. 14.

Oleo de mocoto


Tern para vender Abrantes & C., A run do Boa
Jesus n. 48.


Mxtorliiador das fomimes
Vende-se na botica franceza c drogaria de Rou
quayrol fr6res, successors de A. Caors, rua dc
Born J.aus (antiga da Cruz) n. 22.


Vende-se
a pharacia Pernambucana A rua do Cabuga
mero 11.


nu-


a cdo sg dss ut A ma a 1%*cs.
I 1. m, Va lend.polo do progoldo2ins.

^AW-itleff ^. Vendpetuodi mnito'eyde20a oo
'*;;1 '. 'Im .*v "**' mf-*vilA**rt .*!^2 '.'x''""" ^"-


enptorio no largo do Corpo Santo n. 19.


0 Ped-o Antuxi tambem vende grande varie-
dade nate genero, preco de 2 & ,265000: na
Nova Esperanca,iA rua Duque de Caxias n. 63.

Particular is Exmas,

Bras. noivas
Urn bonito ramo de flor de laranja para enfeitar
um born vestido, e o Pedro Antnnes quern tern
leques brancos de seda, um born par de meias de
sadA oe seosesia pars um delicado p6, nlo precise
mais perguetar, 6 s6 dirigir o pedido para o Pe-
dro Antunes, A run Duque de Caxias n. 63, Nova
Esperanca.

Tinlura indiana
Para tingir a barba e oe cabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos instain-
taneamente, dando-lhes urma bonita cor preta..
inofensivel, e seu use 6 simple e muito rapido
vende-se na botica franceza e drogaria de Ron-
quayrol freres, successores de A. Caors, rua do
Born Jesus (antiga da Cruz) n. 22.


Os 5,000 leques pretos
0 Pedro Antunes faz lembr&r que acaba de
receber grande variedade em papel, setineta e
setim tamanho, o que ha de mais modern. Ve-
nham rer soe um n leque preto comprado ao Pedro
Antunes pjo val o duplo do pre9o : na Nova Es-
peranca a run Duque de Caxias n. 63.

Mais leques


Paraw-iab!r
PAisa uitas de listrm. bM*

Grenadines do cores e p.etas.
eais boabrdades e aberts.
Veatuariofl paraminC~o..
ili
Piieus de ueda de li
Capas de mais delta
Collai~ncxd e* e p e pho pb h.e. oa




der d B~a tT, 'rud *'1 "ie1' de.

Cpaehoa, tspete, petaduwoireB calMo y
os, brin brane e de oent, lu.e, *m .



risas ers.. etc.
Papoula & C.
id 8 -nua do na. --1.
Em h-eats a matriz de 8anto Antonio
nko.par










Muito &e 0 progress"
Grande loja de fva ed da de e
dM o de abesndo c r., o a p oL
sde ,tatxia boI




Nests estabeleimento est. abolido systemi
tado o system de vender pelo iea i

tdo someone o desconto. o system Si
fCie0do e que garante aes compidor er o
devnder liar.Os, s on s rprearo te
fe~aisoado ne qe arieant &ocmrdrsrip






bern servido. Todos, portanto, qne quiwerem ea
prar, estejan convidados a hon.a tbe
cimento, onde encontrarao, a par da fline&Idal,
e agrado, urn complete sortimento de todan
fazendas, como sejam :
Setinetas lavradaa e lisas, o que ha de me .
em gosto a 500 re.
Setineta preta adamras, fa.enda lavrada, d.
born gosto e muito larga a 800 rs.
Merino preto fine a 1e400, e superior a 18I9
Merin6 setim preto fino a 1.800.
Setins de cores finuos a 1400.
Sctim preto superior a 25500.
Fustao branch fino a 500 rs.
Saias bordadas a 41 5 e 6000.
Complete sortimento de fiehus.
E muitos outros artigos que e infadonho mm
ciomnar, e mesmo no agradavel fatigar a p-
Sciencia das Exmas, leiteras.
o61--Rut Dique de Caxlas. -6
Er s
cina, veso lo6agraal ftgr s


Grande variedade em leques de cores por precc IIIU IIId
de 500 ra. A 14, o calor A forte, 6 o caso de pre-
venir se de um : na Nova Esperanga, A rua Du- Vende-se urma mobilia de jacaranda 4 Luiz XV
qune de Caxias n. 63. C m poucO use, e outros moveis : a tratar na rA
Chegara i b e da Madre de Deus n. 36, pavimento terreo.
Chebaram mais ,ecas! .. .. .. ,
Tendo sido grande a procura das bonecas, o apel pintlado
Pedro Antunes fez um telegramina e acaba de
reeeber grande variedade em tamanhos, gostos e pars forrar salas de visits e jantar, quarter, i.
pregos ; 6 precise as interessantes criangas pedi- covas, orredores, etc. Grande e vanado wt,.
rem A mamni para comprar umna ao Pedro Antu- mentor per preos e xtremamente modios
SEM COMPETITOR
nes. Naio haja engino, 6 o 63 A rua Duque de acaba de chegar pars a
Caxias, Nova lfsper'tnga. Wwrasa Indusa Id trial
v&ende-s( A rua do Barao da Victoria n. 7.
Sd- Vende-se o estabelecmento de molhadoadb


run de Pedro Affonso n. 1 : a tratar na mesia
run n. 9.


umra best
Pires n. 8.


eom um potro : a tratar na rua dos


|N B.-O premio prescrevert
DOD AASCOIN. I C DA MATl Z DE O A SA D um anne depoisAda extra AEo.

DOS PREMIOS DA 3 PAMUE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 688, EM BENEFICIO DA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO DE GOYAgENA, EXTRAIIDA EM
*Nkomo


I 2 DE It 188

23 DE ABRIL DE 1885
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-Iragisom qua o giants, que tao
S noite tinha pentrado no subtetraneo, per-
S den-se tlo cempletamente nol seus me&n-
S dros obscuros, quo s6 tinha diante de si
S a perspectiva de morrer a fome. Procuran-
do As apalpadellas na osouridao, cabou
S por encontrar urnm sahida, mas urna ahi-
S da qua ia ter ao interior do castello, por-
S que ouviu do outro lado da port dous in-
. dividuos a conversarem. Quando digo a
, conversar, 6 uma maneira deo fallar, visto
que um d'esses individuos contava ao ou-
tro uma long historic. Portanto ulo era
ease o memento mais proprio para o colors
so forgar a port. Melhor era esperar quo
os homes sahissem do quarto.
Francisco teve que esperar.
Mas comno cahbia de cansago acabou por
sentar se no chlo e applicou o ouvido A
historic do narrador. No comego tudo ia
ben. 0 conversador contava ao seu com-
panheire onde e em que circumstancias co-
nhecera umn certo visconde de Bieleuze,
que em seguida a urma partida de crep,
no Frascati, se suicidara corn urn tiro de
pistols e que elle o conduzira para a sua
casa.
Tudo isto o Bello Francisco ouvira at-
tentamente, mas a fadiga ou antes o sorm-
no foram mais fortes do que elle. Por maio-
res diligencias que fizesse para nao dormir,
nAo pode resistir, e adormneceu no momen-
to em que o outro acabava de contar, que
elle julgava ter sido urn criado do viscon-
de chamado Croutot, umn veriadeiro anno,
quern roubara urnma carta que o Sr. de Bie-
leuz e antes de se matar cscrevera para ser
entrague depois da sua roorte A moga cha-
mada Julia.
E' born saber-se, disse comsigo o
Bello Francisco, no moment em que o
somno o vencia.
0 co'osso, segundo parecia, tinha o mau
habito de roncar. Isto occasionou-lhe um
despertar desagradavel.
Quando foi brutalmente accordado, viu-
se em poder dos inimnigos, que o amarra-
ram corn mgos de mestre e como quem
estA acostumado a est's cousas; porque
eram elles o policial Meuzeln, o tenente de
gendarmes Vasseur, acompanhados de dous
magarefes, que, apesar de disfsrcados, chei-
ravam a gendarmes a cem leguas. Se per-
guntassem ao colosso em que peiores maos
poderia elle cahir que nao teria escolliido
melhor.
Meuzelin e Vasseurl 0 gigante estava
perdido. Aquelles dous ursos nao podium
deixar de lhe pregar uma boa peaa. -
Pouco depois, chegou um tercciro per-
sonagem mais magro do que um pararaios,
que Ihe communicou qua o general Labor
vinha atraz d'elle. Meuzelin o Vasseur,
por um lado, general Labor por outro, o
Bello Francisco so fugisse de Scylla, ia ca-
hir em Carybdes... Guilhotina ou bala,
duas excellentes maneiras de deixar brus-
camente este valle de lagrimas.
Mas felizmente para elle parece que o
policial e o tenente achavam o colosso urea
magnifica presa para deixarem o general
partilhar d'ella. Por isso, as pressas o
metteram muito bern amarrado no escon-
drijo d'onde o tinham tirade e fecharam a
port. 0 cheque toi ruile para o preso,
atirado assim para urea das pedras do sub-
terraneo. Ficou atordoado.
Quando voltou a si comprehendeu quan-
do a sut situa9ao se tinha tornado compli-
cada. Nao tinha mesmo o recurso de se


FOLHETIE


A NODOA DE SANGUE


POR


Henry Cauvain


TERCEIRA PARTE


," ontinuag9o


do n. 91)


XLI


0 fiacre corria depress, porque a des-
conhecida promettera ao cocheiro uma boa
-gorgeta.
.Nio faziam vinte miautos que estava a
caminho, seguindo polo boulevard da Ca-
pella, quando a campainht collocada no al-
to do fiacre comegou a retinir precipitada-
mente.
O cocheiro fez parar o cavallo e a mu-
Iher desceu immediatamente. Achava-se a
ce passes, pouco mais on menos do bec-
co sem sahida do Paraizo.
Espere aqui, disse a desconhecida ao
cocheiro, e haja o que houver nao se mo-
va a
E foz a ip6 o reaep to do caunnho para qu.
-0 W cobeiro nao podesse ver amon- 6ue
S& it. Cam pouco dobrou a aosqsmudo
| o vebiobiter A port& idu "Amno

-Quoem4? pegunteu A Siisi-PO.ppr do.'


Em urn do& sous ;nviodMentsa3it d1-
em icheio n rotsto 4o p16 ainte explorador.
E' Croutot diss o gigAmte, ficando
immovel, com recelo do aswaustad o se ho-
morn, deo qmuaw epravam.ns trnita pat-
so0S ainda. :o
Croutot levon pouco tempo aI* linspor
aquolla distaucia e, entrtanto pr mais
curto quo fosse aquelle tempo, bastou para
que urna rultidLo de ideas oeeorressem ao
cerebro de Bello Francisco.
Lembrou-se d'aquelle fragmento de pa-
pel que o anto havia roubado do quarto de
Cesarina, fragmento em que se tratava dos
cem mil escudos deixados a Julia pela con-
dessa de Bieleuse. Lembrou-so que a
Faublin, aua amante, quando foi ter corn
elle a Chartres Ihe confessou que descon.
fiava muito quo o ango tinha acababo 'comn
a Julia, afogando-a. Finalmento lembrou.
se que uma hora antes quando o somrno se
spoderava d'elle ouvio o tenente Vasseur,
contando a morte *do visconie de Bieleu-
so, fallar de uma carta dirigida pole finado
a Julia, que suspeitava Croutot de a ter
feito desapparecer.
E' por causa dos escudos da Julia
qu elle dove tor descido ao subterraneo,
disse comsigo o colosso, formado o seu
piano n'umrn segundo.
Entretanto, Croutot tinha chegado ,A es-
cada que levava A port secret, junto da
qual o colosso estava deitado. Subio len-
tamente, allumiando-se sempre corn a sua
lantern.
Quando, a luz deu em cheio no corpo
cahido a seua p6s, o pygmeu estremeceu e
depois ficou como petrificado pela .sorpre-
za, corn os olhos esbulhados, e bocca aber-
ta. Corn certeza umrn terror subito Ihe ha-
via 'felizmente extinguido na garganta o
grito que ia soltar.
Amarrado, amordagado e por conseqpen-
cia impossibilitado do o reter e de o tran-
quilisar o Bello Francisco, corn medo de
que elle fugisso, ficou immovel.
Aquella immnobilidade tranquilisou o anio
que julgou estar diante de um home mor-
to. EntEo, abaixou se lentamente e per-
correu a luz pnr todo o corpo, desde os
p6s ate A cabega, onde 0 seu olhar oncon-
trou o do Bello Francisco.
Se alguma vez na sua vida o gigante ti-
nha feito um olhar terno, era corn certeza
n'aquelle moment, em que amordagado,
o olhar era a sua unica linguagem. Aquelle
genero de eloquencia obtevo grande resul-
tado, porqtto o ango, quo acabava de re-
conheeer o amante do Cesarina, intlinou-se
para elle e dissoao ouvido :
Vou tirar-te a mordaga e depois con-
versaremos.
Umrn espertalhlo aquelle Croutot1
Tirando a mordaga do colosso, nern por
isso deixava ella de estar amarrado, isto
6 na impossibilidado de- pregar alguina
pega.
Estendia a mao para a inmordaga, suspen-
deu o seun movimento ao ruido das vozes
que susurravamn do outro lado da porta.
Ou porque 03 conversadores tivessem abai-
xado 6 torn, ou porque so tivessem afasta-
do da port, as suas palavras nio chega-
vam distinctas.
Aquella visiuhaga, tbo porto, pareceu
inquietar o anao, que tinha ares de per-
guntar a si mesmo so faria melhor pondo-
so ao fresco e abandonando o Francisco.
Mas a curiosidado venoeu a prudencia.
Tirou a mordaga e, em voz muito baix',
perguntou:
o-ruidod-e passes precipitados. Ao rues-
me tempo unea vigorosa mato agarrou o me-
nino e o arrebatou-lh'o.
Juana soltou um grito de colora; preci-
piton se contra o audacioso desconhecido e
atrirou-Ihe corn urea formidavel estocada.
A ponta da arma, pornm, qnebrou.se sem
ferir o raptor, que era Patrichk O'Keddy,


o qual, carregando comrn o menino nos bra-
cos principiou a correr polo boulevard da
Capella, seguido por Bidache, que de re-
volver em punho, guardava a retirada.
Mas, ao grito" que soltara Juana, Fio de
Soda, Muito-chic e o Fuinha, tinham sahi-
do da casa negra.
Roubaram-me o menino I gritou a
mulher, fula de colera: corram ao boule-
vard e tornem-m'o a agarrar 1
Os trees homene langaram-se sobre r.s p6-
gadas de Patrick, o qual, retardado pelo
peso que ia carregando, nao podia corn
elles lutar em ligeireza.
Tornemos A escada! exclamou Bi-
dache. Salvemo-nos polo telhado.
Subiram rpidamente a escada quo, fe-
lizmcnte, haviam deixado apoiada de en-
contro A casa do caldeireiro. Bidache, que
fort o ultimo a subir, logo que chegou
acima, retirou-a justamente na occasiao
em qnc o Fuinha ia por o p6 no primeiro
dagrAo pars seguil-os.

Mas os dons mao tinham retirado a cor-
da por meio da qual havia executado asua
audaciosa descida e sorprehendido a Jua-
na, quando is arrastando o peqqeno.
O Fuinha dera corn a corda, que estava
pendente diaznte da ports da casa negra.
Corren incontinente ao fund do bocceo e
i9onu-se aso telhado corn urms agilidade ex-
4r^uft I*kajla X~fnita ^1P& ^ Vi A F n VSaAIM %%ML


i'giiw0ad6onB 0 ?$ 4 8 Weusbaragar ca
do Veia at sjiiaattear' o
.e pasaieaneo.
Per iaso o giganto responded:
AqatIso a R ju est as ouvindo sio
meus inimigos..- priweipalmnte teus, meou
bornm Crotot-. : -
T raoiia? 'o^sU o o -desagralavel-
monte admirA4 6
..om ai're I(! disse o gigante, pa-
rece-me quo umn negoio sobre nuna certa
Julia, sobre o ,quiqu"izera quo eu fal-
lasso, te diz mais reepeito do qua a mim.
Parece-me jq" a tal Julia nio morreu
do roorte natural, egundo elles dizem.
Depois destas ultimas palavras o Bello
Francisco continuou.

Finalment', julgo que ratess tratan-
tea estlo alli a occupar-se menos corn a
more de Julia do que corn um certo the-
souro, de cuja existencia ella sabe e ao
qual elles querem deitar a unha. Tanto
assim, quo ameagaram-me -de me entregar
ao general Labor, se eu continuasse a ca-
lar-me.... e part quo fallasse offereciam-
me a liberdade, E para que eu me deci-
disse sobre uma outraproposta, collocaram-
me aqui ao fresco daneio-me uma hora para
reflectir.
EJ reflectiste?
Sirm tomei um partido.
Qual?
0 de aceitar a liberdade.
O anao nio tinha prestado grande at-
tenglo a este dialog trocado em voz bai-
xa. Corn a ultima resposta do gigante, es-
tremeceu dos p6s A cabegaa e porgunton corn
a voz entrecortada de sorproza.
Mas, para obter a tua liberdado, nao
me disseste quo era precise faliar do the-
souro de Julia?
-- EntIo? diase o colosso corn um torn
apalermado.
Sabes onde elle esta? perguntou o
anao, tremendo, avido de curiosidade.
Corn mil bombas! uma vez que s6
por ease pre~o resgatarei a minha liberetade,
accrescentou o Rello Francisco, corn torn
resiguado.
Depois como um born camarada, disse-
Ihe baixo:
A hera que elles concederam para
reflectir, dove star esgotada. Nao dovem
tardar. Safa-to depressa, mou amigo, so
nao .jueres que elles tambem te apanhom.
Fugir I Nerm faliar n'isso 6 born !
Como! se aquelle thesouro, que elle pro-
curava ha tUnto tempo, o Bello Francisco
sabia onde estava e ia em breve dizer aosi
outros ?
Mas, disse elle novamento, eu posso
dar-te a liberdade:
Entio 0o rta depressa estas cords.
0 anto tirou a faca, abriu-a q apprwi.
mou a lamina das cordas quo Marsva
as pernas do gigante.
Corn uma condiglo sd6mente... disse
elle, parando.
S6mente o qua?
S6mente que me diras o quo tu ias
dizer-lhes. Ensinar-me-has o oscouderijo
em que estA o thesouro de Julia? E, para
fazer ponder a balanga para o seu lade
Croutot continuous, insistindo:
-- Nota bern quo ;commigo tu repartes
emquanto que corn os outros nao vez um
real.
O gigante fez-se de rogado e den a voz
unia entonagio de pent, replicando:
Dizer-se que eu deixei corner o mar-
fimn, esperando o memento pr.picio para
desenterrar os escudos sem despertar a
Bravo I men rapaz exclamou Fio
de Soda : sibo nossos !
E o Fuinha poz-se a subir agilmente,
seguido dos sous dous companheiros.
Mas no memento em que chegavsm ao
ultimo degrao, um tirn resoou, e o Fainha,
ferido na cabega pela bala do revolver de
Bidache, soltou um grit. do d6r e rolou per


cima dos companheiros.
Patrick tinha confiado o menino a Bida-
che.
Os dous bandidos quo os perseguiam fi-
cararm por um instant irresolutos polo tire
e pela queda do Fuinha, mas logo conti-
nuaram a subir pela escada, corn as facas
atravessadas nos dentes.
Faltavam-lhe apenas poucos degrAos pa-
ra chegarem ao telhado, quando, de repen-
te, a escada fez um movimento de oscilla-
10o, e, langada para traz pelos vigo1oosos
pulsos de Patrick, eahior de lado, levando
comsigo os dons homes, que precipitaido-
so pelas telhas abaixo vieram parar na
rua.

Agora, a cminhoI disse Patrick :
estamos livres d'esses tratantes. Mas, 0Co-
mo diabo havemos de descer ?
Soccorramos quanto antes a eatste po-
bre menmno, disse Bidacho: pozeram-lhe
uma mordaga na bocca.
Patrick approximou-so de Jorge, den-so
a conheger, disse-lhe qtte tinham vindo pa-
ra libertal-o e quo nada manis tinha agora a
temer. Ao mesmo tempo desatou o lengo
que Juana Jhbe amarrara. na bocca e o es-
tava Sauindo. : .
Jorge, ends do mod, ugou-s so-,
u awtkn osbrago dob Patrick cOKeddy.. I
-0O1 timtoencamM440! esthu carnm 9 W


V-4m o.-Cdottaas ,Iiihascrdta o
[3p V onj I In cordas w.re-

A14 queres a gallinha quando a tens ani
moio!
E para desviar a descunfianga do pyg-
men, acreascontou corn um torn alegre e
resiguado:
Afinal, tum fazes bj!u, ,n3a rapaz. Eu
no teu lagar faria o mesrni.
N'uai minute -o giant. ficou livre das
suns cordas que apanhou do novo, dizendo
baixo a Croutot :
Vai na freonte corn a tan lanterns.
Eu acompanho.to. Quando chegarmos ao
eaconlderijo, en te farei parar.
E o anuo trzmia de verdadeira alegria.
Ia finalmente saber o lugar tao procu-
rado!
Via-se quasi a deitar a mao ao theso-
ro!l I!
E' verdade que devia repartir corn a
quolle grade brute qua o seguia, mais
nao devia tambemrn repartir corn Taugon-
col o, em caso do necessidade teria igual-
monte promettido repartir corn mais vinto,
tao convencido estava do proverbio, quo re-
petiu, rindo se:
Vai grande distaucia do cop o A boc-
ca !
E para chegar A realisagIo daquolle pro-
verbio em detrimento do colloss, pensava
na sua f.ca, que havia muttiio n ) bolso, e
quo dahi a pouco, qutndo chegisscm ao
lugar indioAdo polo immense imbecil, Ihe
cravaria nas costas,. Quando corn umrn bomrn
golpe cm lugAr ben vulneravel se pode
matar um elephante, porque razio nato
havia elle tamboern do prostar o sen mas-
todonte ?
Per isso, peasando naquellb golpe entire
as duas espaduas corn quo ia acari-iar o
gigante, Croutot rapetia comnigo :
Da taga aos labios vai grand dis-
tancia.
0 proverbio 6 tao verdadeiro, quo o
anitao que se via jA diauto dos milh~os,
pensou que o castello se desmoronava em
cima delle, tio forte foi a panada que
corn o punho Iho deafechou na cabega o
Bello Francisco.
Nio twve nem se quer temp ds dizer:
Ouf! antes do rolar meio desmaiado no
ehio, nero de otvir est epithet o corn que
o gigante acompanhou o socco:
Canalha !
Molle como um trapo, mais level do quo
unia penna entire as maos vigorosas do
Bello Francisco, o excellent Croutot des
maiado nago poie fazer id6a do talent
corn qau o sen brutal csanpanheiroo arnar-
rava corn as mesmas cordas de qnoe elle o
tinha livrado.
Vou collocal-o no meu lugar. Isso
occapara a attenglo deo Meuzelin omquan-
to eu ponho-me ao fresco, disse comsigo o
Incendiario.
Mas, com tambem diss 3 comsigo que
am mao encontro o acharia desarmado, o
Bello Francisco lembrouse da valente
faca de quo se havia servido o seu liberta
dor para cortar-Ihe a corda, e poz se a
procurar naroupa de su a victim.
Do mesmo boise tirou a faca e um pa-
peli dobrado quo deixou para mais tarde
examine nr.
Feito isto, coin a lanterna em unia das
maios, carregando corn a outra o anao
amarrado e desmaiado, foi collocar o sou


tardo no mesmo lugar que
eupado.


elle tinha oc-


Estou vendo daqui a cara qae ha de
fazer o Mouzelin, quando encontrar o meu
substitute, dizia comsigo o Bello Fran-
cisco retirando-se.
Graqas A sua lantern, acertou facil-

ros, e ao chegarem A cumieira, pozeram-se
a olhar.
Mas a noite estava tio escura que nada
poderam ver. Parecia-lhes sdmente que
deveria haver alli, do outro lado da casa
um pateo interior, mettido centre diversas
casts.
Deaceram a outra part do telhado. Na
extremidade havia uma larga biqueira na
qTi.al ninguem se podia conservar em p .
Bidache pendurou-se corn toda a precau
9fo. Vio que havia urma varanda Om der-
redor de todo o quinto andar da casa. Nao
havia nada mais facil do que ir alguem at6
lA. Poi oque elle fez. Tomou e:n segui-
da o menino das maos de OKeddy e n'um
instant estavam os trees reunidos n'aquello
terrago exterior.
Ufa Aqui estamos melhor do quo
nas biqueiras, disse Bidache. Agora, tra-
tomos de ver so podemos penetrar no in-
terior da casa.
Percorrerarn todo o terrago e verifica-
ram qus todas as janellas, except ura,
tinham rotulas e estavam borne feohadas.
Bater em qualquer uma das rotulas e
acordar os locatarios, serial exporem-ae a
langar a casa today em umn a indiscriptivel
confuslo, porque corn as roupas de vaga-
buudos corn que so achavam, dilaceradas e
meip suja pela perigosWi.xc ursAo qu e ti-
nham acabado de real isar nos telhados,
deviam ter ares de bandidos.
Bidache approximou-se da janella que
nao tinha porsianas e examinoa-a.
a- a me engano redondamente, disse
olle a Patrick, ou esta janella deve dar pa-
ra o patamar de uma escada. Vamos cor-
tfioaur-os. 0 seobor, se me nao engano,
3eo um annel deo brilhantes. Empreteo-


DO:M *40.4us, tinh lauz Ul.e :&so U l-*
Itutoiarva( 8 aiiciaoo nau so a artaisava
was4 "' s .notnmeandros do suibter-
raso. wtog: lto con o caminho,
oa d4 p.-a tras veisaandou par traz, mas
tCabot& pr elmegar a uina das sahidas do
labyitf, quo, qmndo oel julgava i
ter aso caSmpo ato, o levou a urma estufa
abandonada, abriado saobre o parqua do
castello.
Voltarpara db.tixo dct torra pira ir
procurar am'a outra sahila; fei cousa e.n
qua o collosso nein peasou.
A*3hava o ar livra e n"o queria mais.
Sahir do parque pars alcangar os campos
parecia-lh e cous-i muito fail, para se as-
sustar cam o lug.ir onde o acaso o tinhi
feito reapparecar sob a abobada celest-.
Saguin lo polos massigos da ve-dura qua
contoraavain o parque, o Bello Francisco
tinha a certezi de chogar ao muro, que os-
boroado em muitos lugares, Iho propordio-
naria uma facil oscalada.
Era quasi dia quando so poz a cami-
nhu por detraz dacortina de folhagem quo
o ia esconder quando passasse em frente
do castello, oujas janellas fechadas Ihe pa-
receram suspeitas.
0 castello estarA abandonado ? disse
elle, parando para examinar os arredores
do immense edificio, quo na vespera esta-
vamin anirnados polo vai-vem das tropas
que Ihe faziarn garniqo.
A esta pergunta quo a si fazia, o Bllo
Francisco nao tardou a ter um.n mA res-
posta, porqae logo depois unia das janel-
las se abrio e apparecendo ura home
corn uma espingarda na mnao, fez fogo
E o B&llo Francisco recebeu umna bala
na coxa.
Tudo quanto pole fazer, depois do ter
commettido a iinprudencia de n to reter
urn grito de furor, foi corner para a parte
mais cerrada do parquet, oade se deixou
cahir atraz de uma densa minoita. Bern fi-
zora elle em nito se deixar ficar no mes-
lugar, porque dons homens sahiram imme-
diatamente do castello e metteram-se pela
matta, como cAes A procura da caga to-
rida.
Per telicidade nao se afoutaram a ir
muito long.
Um delles disse ao seu companheiro,
em linguagem de papagaio quo tern be-
bido muito:
SorA prudent nao penetrarmos mui-
to polo bosque, porque os sacripantes po-
dem receber-uos a tire de bala.
Attendendo a este conselho, os dous
homes bateram em retirada, sem descon-
fiar 'Ie quanto se haviam approximad:. da-
quelle que procuravam. Nesta nova pas-
sagem da sua narrative. Taugencel foi ou-
tra vez iaterrompido polo Marcassin, que
Ihe perguntou cem curiosidade :
Mas como diabo podes tu estar tio
ao fact dos feitos e passes dd Bello Fran-
cisco.
Ja Ihe disse. Foi o itiota do eollosso
quem me contour.
Quando ?
Esta amanhb.
A qua proposito e como ?
Ah! Isso 6 o mais engragado do tudo,
disse o Escrivio rindo. Julguem per si. Es
cutem.
Taugencol ia continuar a sut narragio,
quando, de repente, o ruido dos passes de
um homein a corner echoon polo subterra-
neo, e logo em seguida unia voz pronunciou
estas palavras :
Cardeuc I Cardeuc! Venha depressa.
Ondo, P4 Lzgeiro?
i A' sahida que da part o camps, onds
disse que esperassemos.
Quo ha ? insistiu o Porco Montez.
Creio que estamos filados I responded
o P4 Ligoiro.


XVII
Meuzelin, Vasseur, o magricela,


Pitard


va a port de ontrada. A' esquerda, um
cubiculo indicava que alli morava o por-
teiro.
Tratemos de nao dispertar ninguem,
disse Bidache ao ouvido de Patrick.
Accendeu ainda otttro phosphoro e en-
contrando a massaneta da fechadura, a
que estava atado o arame de ferro corn o
cordel do purteiro, puxou per ella e a por-
ta abrio-se.
Pouco depois estavam em plena rua.
xiI

Vejamos agora onde estamos, disse
Bidache, estendendo corn precaugAo o pes-
coo0090, mas semr sahir do vito da porta.
Era provavel que o Fio de Seda e o
Muito-chic, ap6s a queda quw tinham leva-
do do cima do um telhado at& o meio da
rua, e apezar de nao ser o telhado muito
alto, nao estivessem em estado do os per-
seguir.
Mas a mulher poderia ter dado o alar-
ma, e o ohefe da quadrilha talvez tivesse
vindo ter corn elles. Era, pois, mais acer-
tado, antes do so mostrarem, que tomras-
sem algumas precauges. A rua, por6m,
estava sem viva alma e assim elles s ahiram
do soeu escouderijo a poderam ler mais adian-
te um poueo, gragas A luz de um lampsio,
esta indicaVgIo em uma placa municipal: -
rua da Oarvoeira.
Bidache que, por diversas voaes, explo-
rara aquelle quarteirio excentrico, sabia
que a rua ia dar ao boulevard da Ca-
pella, mas nio achou prudent ir a oe
boulevard on le poderia ter perigosos an-
contros.
Subiram, portauto, a rua da Carvoeira,
tornaram, a Gotta de Oro e desemboca-

Tiah"am ig-, Ao 1w.*so$ n'esa boa-
!evsard,qaan4oviraimfiacreqoe, apas-

Oh d oochwo, maSet o oppoz
I s r oceber; ia para


do medo ;s deeforav por
zemn iminplo 0o seu perdbo.
A voz do PR Ligew, qua
chamar Car~euc, eoou tXo
to alterada, dizeudo a.o chafe .t
tavern efilados', quoa o Via ri
em voz baixa asno poficil:
Que diabo lhe. aioetecona?
Antes que Meuselin ,podAsee rrp
oaviu-so a voz do Po J Mstea, que do
a Taugencel: -""
Fica aqui, Ewcribo, toesuma ba
em Suzana. No case do perigo virei y9
cural os.
E ouviu-se o rendeiro fastar-se procipi
tadamente, seguido palo Pi Ligeiro.
Sim, o que aconteceria? repetia o
magricela.
Vamos sabel-o, reapoudeu Pitard.
Depois, dirigindo-se a Meuoefin:
Porque, corno jA lhe disse, fao fort!
em fasel-os sahir d'aqui sem ter que sabir
ao subtirraneo superior.
Meuzelin, assim como todosa o otros
companheiros, tinham grande curioidade
em saber como o general Labor havia dado
cabo da quadrilha de numerosos bandido.,
dos quaes os que escaparam refugiaram-se
no subterraneo, para que a resposta so fi-
zesse esperar.
Sire, partamos, disse o policial.
N'um segundo, estavam todos de p6, cada
um munido de suas- armas e prompts a
seguir Pitard.
Mas, diase entao o Via Tripsa em
voz baixa para nao ser ouvido polo abor-
to, o que farem)s do Croutot? E' preciso
leval-o ?
Vamos deixal-o aqui; mais tarde vi-
remos buscal-o, disse Vasseur.
Corn a pergunta do magricelas uma espe-
cie de inquietagio transpareceu no rosto do
glottio. Depois da resposta do tenente, um
lampejo de alegria brilhou nos olhos de
Pitard.
Mais tarde viremos buscal-o, repe-
tiu elle apressadamente e em voz baix.
E alto continuous :
Pensemos primeiro em desembaracar
o amigo Croutot das suas cordas, para quae
elle possa mover as pernas e acompanhar-
nos.
Dizendo isto encaminhou-se, rindo-se
para o anio.
Quando passou por diante d) Vira Tri-
pas, murmurou rapidamente:
Tire a escada.
E continuous a approximar-se do aborto.
A' vista dos preparatives d'aquella ga-
te, que parecia nio se importar corn elUe,
immovel no seu lugar em consequencia das
cordas quo o amarravam, um terror im-
mense convulsionava o rosto do ano. A-
bandonal-o-hiam n'aquelle subterraneo?
A sua physionomia se transtormou su-
bitamente corn as palavras e corn a appro-
ximaq.o do Pitard, que chegava repetindo:
Pensemos primeiro em desembaracar
o amigo Croutot das suas cordas.
Depois, quando finalmente se acbou jun-
to do pygmeu, diante do qual s espalha-
yam polo chgo os restos e c0 utenaiios da
refe~ito quo os companheiros tinham faite,
abaixou-so como part apanhar area faca.
Achei o que precise, disse elle, levan
tando-se.
Fez apeoas um gesto brusco corn o bra-
go, e immediatamente Croutot rolou pl.io
chgo, preso de horriveis convulsoes de dor,
a que a mordaga impodia dedar expanao,
gritando:
Feriste-o coin a fact? porguntou
Meuzelin, muito admirado corn o acto de
Pitard, tio rapidamente executado, que
ell nao pode prefer nem impodir.


(Cwoti, a).


porta d post, endo-lheabert por u
official dos guards da paz. Bidache en-
trou e podio-lhe qu e fosse incontinent corn
duas ou tres pragas rondar na part do
boulevard do Paraizo, porque, accrescen
tou, provavelmento alli haviam de encon-
trar doua individuos feridos.
E come o official olhasse corn a pulgana
orelha para o individuo de mi cart quo
Ihe dava semrnelhante indicago, Bidache ti-
rou do bolso um cartIo encaraado, lem-
branga de eua antiga profisso, mostrou-
lh'o.
-- Servi(co da seguranga, disma-tie bai-
xinho. ei
O official inclinou-se logo.
Faeo votos part que o as prenda, pf-"
seguio Bidahe; ao dons perigo so ua -
rados.
O official fez umrn signal a trees do a2as
pragas, que tomaram os capote e pyoram
revolvers A cinta.
Um quart) de hora depots volta&* tra-
zendo deus homes que haviam enconatra-
do, effectivamente, perto da cas do oal-
deireiro.
M-iito-chic, corn a cabega partida, eava
sem sentilos, e Fio de Soda tinha um dias
cOxas quebrada.
Quanto a Juana, logo que vira a lua
travar-se nos telhados, subira precipitada-
mnente para a carruagem, sem duvida pars
ir prevenir o chefe do que se estava pas-
sando.
0 Fuinha s6 no dia seguinte de mauMh
foi encontrado entree duas chbamin6s, part
ond o corpo escorregara. Ftava mort.
Mande vir um medico pra exausrw
os foerimentos, di.es Bidache offial, a-
teo de tomar o fisme m; e premna asaiM
de manhal ao Sr. commiaarn do i.
Virei assistir ao intenogftlo & S^i *
dar tobre ella as o fonnag& L
..Flo de Sei, .i quemn haviaiita
ma mawa e akI o Amaim, -a


I


9 I


I


d1o dia io idlPero midco)




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