Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15185


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Full Text







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SI&GRAIIAS
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1(E(p"cial para o Diario)

PARIS, 1.' de agosto.

A epidemnia do cholera-morlbsM di-
minume em grandes propo"etee. Os
ralleelmentos foram t em Toulon 4
e em Marselia S.


Agoncia Havas, filial em Pernambuco,
2 de agosto de 1884. *


INSTUCCIO POPULAR

MAGNETISMO
(Extrahida)

SAPITULd V
MAGNETISNIO TERRESTRE
(Contiauavio)
Quando a agaiha csta suspense pelo centre do
gravidadepor modo que possa mover-sM em torno de
um cixo horizontal, entra (j'i vimos e repetimol-o
agora) a agulha move-se em um plauo vertical, e
a sua posioao ultima depeade da situaglo do plane
em que elhla se move.
Quando o piano vertical coincide corn o merl-
diano magnetic, a agalha minergulha (corno vimos)
urn dos p6los no horizonte, e levant o outro. Ao
mais pequeno dos dous angulos que o p6lo-norte
da agulha faz corn o horizonte, deu-se o nome de
inclinagJo magnetic ou simpleamentc inclina*do.
Isto (entenda-sac) pars es que occupam um lu-
,gar da terra eomprehendido eatre o equador ter-
restre e o p6lo-norte,-porjie para os que habi-
tam o hemisphere austral, isto 4, para os quoae vi-
vem entire o equador e o p6lo.sul, a incUinao 6
media polo angulo formtndo pelo p6lo-sal da agu-
tha.
Se por6mna isto acontece nos various lugares dos
dous hemnispherios terrestres, ha comtudo umas aerie
de pontos emin que a awjaha magaeti a ulo indica
nc iniuzao alguina,-isto 6, counserva-se horizontal,
por ser igualmente solicitada pelos dons pdos mag-
aeticos do globo.
A reuni.o de todos estes poatos forma urma cur-
va que corta o verdadeiro equador etan dous pontos,
e que depois se afasta 15 a 16 graos passaido de
um heinispherio para ouncro: a esta linha curva
deu-so o itoine de eqmador manetic.3. P
Parta1id. d')X t hatuhi Iput," w oautro pLo,'Yr-
ae-ha o polo dit ag am de im.n igaul O-'S.lo
paraond a nos diriginnos mergulhar endmt Ie* aisi
no horizonti ate seo pr vertical, isto 6, at a incli-
nagdo ser de 90 grA is.
Estes dous pontos, um em cada hemispherio, siao
OS chamados pdlos magnetioas, cujas posig5es se
apresentain sensivelmente as seguintes:
P61lo magaetico boreal no hemispherio-norte a 75o
de latitude
Polo maguetico austral no hemispherio-sul a 720
de latitude
JA vemoas pois que o magnetismo terrestre ae nos
mostra bcmn claraminte pelos phenomenon da de-
cdinaao e da inclina aO e ainda pAla intensidade
corn que dirige a agalha magnetica.
(Continka).


PiRTE OFFICIAL
Ilnisterlo do Imperlo
-- Por docreto do 26 de julho find fo-
ram condecorados :
0 couselheiro do Estado Nicolao de
Giers, ministro dos n-gocios estrangeiros
na Russia, corn a gri-cruz da Ordem da
Rosa.
0 encarregado dos negocios do Brasil
nos Estados-Unidos, Jos6 urgel do Ama-
ral Valente, corn a cointenda da mesnma
ordem.
Fez-se mercer do titulo do Barlo de Tros
Serros ao bacharol Annibal Antunes Ma-
ciel, em attenqAo aos relev.antes services que
tern prestado ao Estado e aos quo preston


bre este assumpto, rocommendo a V. Exc.
que, al6m do' participar desde logo quaes-
quer modificag5es que se forern dando so-
bre tal divisao, remetta por esta vez, e
corn a possivel brevulade, um quadro comn-
prehendendo todas as cornarcas at6 hoje
creadas, corn declaraggo: 1.0 Dos terms
on flunicipios do que -. .s so compo3e; 2.o
Destes os quo tean fuOro civil e, quaado do-
clarado; 3.o 9DaW do. a* i ale-
ceram ou mndifioamran aA divisocs; 4.0
Lugares da reuidencia dos juizes de direi-
to e maunicipaes Ictrados; 5. Offleios de
justiga existentes em cado um dos terms,
corn ais datas da legislaglo quo os hoaver
instituido, 4, finalmente, os-nomes dos ser-
ventuarios vitlicios on proviaorios.

AliIsterle da Guerra
-Em aviso circular do 24 de julho
findo declarou o Ministerio da Guerra aos
presidents do provincia quo os officials
e pragas do exercito que obtiverem lieenga
para matricular-so nas escolas militares nao
deverio ser desligados de seas corpos semi
que preceda a competente requisiglo. |
A's presidencies do provincial foi ex-j
pedida em 23 do mosmno mez a soguinte
circular:
Conviudo fixar regr ts para a prova de -
ideatidade de pessoa dos escravos quae fo-
m redemados d'este Ministeno, por se
acharenm oom pra no ex.cito, doelaro a
V. Exc., pars soa conhecimento e lasfij
convenientes, que, de accord o m o p. -
recer do conselheiro procurador da oeia, 'A
de 9 do corrente, dove a justificaclo para i
semelliante prova ser dada no juizo dos
eitos da fazenda, corm assistencia do es- j
aravo, nomeacao do umn curador e scien-
;ia do prormotor public, curador fiscal ou c
agente da Fazenda Nacional. I
Outrosimn recommendo a V. Exc. que d


nio euncaminhe a esta secretaria de estido
reclamagos a que nio se tenha juntado
justificagilo produzida nos termeos acima in-
dicados.

EMaIuuterlI da .farlaka
Foi noneado commandante daflotilha
do Amazonas o capitUo de fragata Fran-
cisoo Gularto Rolim.

overmeA da provinela
DESPAHO S DA PRESIDENCIA DO DIA 1
D' IE. "-. ."
Antonio Be, ardo 'fa va. --Ithiri-e o
Sr. Dr. chefe de policia.
Capitit o Benjamim da Otnha Tonrreao.
Ao Sr. commandant superior da guar-
ds national da cormarca do Jaboatio para
informar.
Bento Ferreira da Costa. Remettido ao
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda,
para em vista da informa*go junta por c6-
pia e dos docuomentos exhibidos, attender ao
supplicante.
Oompanhia Pernambucana. Encamn-
nhe-se, devendo ser pago o porte na re-
partig o dos Correios. -
Tenente Hugolino Jose Marques.-Ao
Sr. commandant superior da guards na-
cional da comarca do Jaboatio para man-
dar passar a guia de que trata o art. 45 do
decreto n. 1,130 de 30 de margo de 1853.
Jolo Florentino Cavalcante de Albn-
querque Junior. Deferido com o officio
desta data ao Thesouro Provincial.
Joao Manoel Fraziao.-Aguarde o rece-
bimento pela repartigto das Obras Publi-
cas, das quantias p 'didas para as respecti-
vas despezas nos m azes de maio e junho
ultimos.
Tenente Manoel Antonio do CarmoBan-
deira.-Ao Sr. commaniante superior da
guard national da comarca de Jaboato,
para mandar passar a guias de qu3 trata o
art. 45 do decreto n. 1,130 de 12 de mar-
go de 1853.
Major Manoel Joaquim Bello. -Forae-


A humanidade concedendo liberdade i 58 ga-se.
escravos. Tenente Manoel Carneiro Machado Frei-
re. -Fornega-se.
Ninisterlo da IJusti a Manoel Felix da Conceiglo. -Informe o
Por decretos do 22 do julho find, Sr. Dr. chefe de policia.
foram nomeados: Papoula Irmlos d C.-Informe o Sr.
Juiz de direito da comarca de Barras, inspector do Thesouro Provincial.
doe 1. entrancia do Piauhy, o bacharel 'Tenente Theodoro Pereira de Lima.
Luiz Monteiro de Amorim Lima. -Transfiro, per portaria desta data, o pe-
Juizes municipaes e de orphaos: do ter- ticionario pars o post de tonente da 1I
mio da Vaccaria, na provincia de S. Pedro companhia do 34' batalhlo.
do Rio Grande do Sul, o bacharol Manoel Tenente Theodore Pereira Lima. -NIo
Maria Marques Mariz; do de Cachoeira, ha que deferir, em vista do despacho hoje
na do ParA, o bacharol Napolelo Silverio proferido em outro requerimento do poti-
da Silva; do do S. Joso, na da Parahyba, cionario.
o bacharel Jobo da Silva Pires .Ferreira; Socretaria da Presidaucia de Pernxm-
do de Taquary, na do Rio Gran te do Sul, baco, 2 de agosto de 1884.
o bacharel Augusto Netto de Meudonga. 0 porteiro,
Foi reconduzido o bacharel Pedro Ma- J. L Viegas.
riani Junior no lugar de juiz municipal e -
de orphlos do temo da Barra do Rio Repartq io da Policla
Grande, na da Bsahia. Seoglo 2A -- N. 287.--Secretaria de Pc-
Foi designado o 1.' batalhao do infanta-e do Pernambuco, 2 de agosto de
nia da Guarda Nacion d da corto pars a le d P1884.-i im. e Erm. Sr.-Participo a V.
ser aggregado o alferes do 3.0 batalhao dc Exe. qn foram hontem recolhtidos A Casa
infantaria d:i capital da provincial de Piau. I qetenfo os seguinters idividdos:
by, Fancico Dis ~'mredr. 0eteniio 00 seguintes in dividuos :
hy, Francisco Dias Forreira. X, ordem do 4ubdelegada do Itcife, Antonio
Por portania de 26 do mesmo mez Jos Rodrigu-s, por offosas a moral piblica; Ma
foi demittido, a bean do serving public, "nol Folippe dos Santos e Antonio Alves de Aze-
Julio Cesar Cevalcante de Albuquerque do ve"d, pe embriagucS e distarbios.
inga do a ds d A ordem do deo Santo e Antonio, Manoel Fran-.
lr de omanuomse da secietaria da Re- eishco d Chaga, alienado, at que posm tero
lao do Recjfe. convenaente deatino; Miaria ldoran, per di"tur-
A's presidencias de provincial foi ex- bio,
peas a seguinte circular, em 25 de julho A r dodo2districtdS. Jots aa-nfl
0 elisberto.Mforuira,,por diftwbios.
.d ': A' ord md. o 2.o Abri;bfa Boa.Vs.k Ma-
Verigaamdosmequa pela ts rd meressa d ae! Antonio daO Chsa, e Laa Merua at-Oa-
a e, na trass.a- *.,m. "&r 4.j ,, a.. ,
V ".' i *.__,__:.~",' ,' ,_ ., .__r~ -; q. Gum ll~OCt-BS ~ lf dn *latA fTa. Ikia-


oede-se, na sforums do parecer, pagos os
mapostes declarando o supplicante a area
|ue deveooccupar o quarto a que so rofere.
Manoel Nunes da Fonseca, para fazer
irrapeito, encanar as aguas ptuiviaes, "re-
parar a coberta substituindo madeira das
asas ns. 27, 29, 49 e 51 A ruas do Via-
sonde de Inhauma, bern como levantar as
impenas da de n. 49.- Sim, na forma- do
parecer do engeuheiro e pago a imposto.
Manoel Pacheco da Asaumpao Filho,
leclarando ser para guardar um carre e
am boi, o teihoiro quo pratende constrair
em sea terreno sito ao lugar Geriquty, fre-
guezia da Boa Vista, cuja licen a solioitou.
-Sim, de accords corn o parecer.
N. J. Lidstone, para fazer um muro em
uinhaneuto ao seu estaleiro sito A rua da
A.urora. Concede-se, de accords c'm o
parecer e pago o imposto.
Dr. Silhino C. de Albuquerque, em adi-
amnento a licenga obtida pars concertax O3
seuas predios de us, 30 e 32 & rua de Frei
'aneca; pediado para flaer parapeito en-
ranando as agus, nho s6 sas eitadas oaas
omo tamhem nas de ns. 26 e 28, rA6-
hando-as e limpando as frentes. Simr, .at
'orma do parecer e pago o imposto.
Secretaries da COmt a Municipal do 3
ciLe, 1 agosto de 1884.
0 porteiro,
Leopoldino C. FWeira da Siias.


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I


em moitaas. outras provincias, alguns laboratorios
dirigidos por pessoas habilitadas, que estudeim as
materials primas, tio abundantes, mas tiodesco-
nhecida nos' mnercados da Europa, e que, depois
de feito ekt. estudo, se organise unma propaganda
no intuitfde eitabeleeer um commercio de expor-
ta .io, dia maior importancia para o Brasil.
0 ex-presidente da provincia do Amazon s, o
Sr. Dr. Jos6 Paranaguat, (e aproveita o orador a
mmaiilo par dirigr-he um louvor per este facto)
inuiciou ani aLgu&IuA coos neste aentido, e ficou o
orador muito content pIr ver que, uma id6a que
tiBha suggendto Oo iliustre pal desse admiuistru-
dor, foi posta em pratica.
de houveae em diversos pontos do impe-io la-
boratovios eonveuientemente organisados, parn
estudar, para fazer-nos eonbecidos, e indiear o
valor do quo existe de important, poderia surgir
a eaperana de vermoi augmenatado o commereio
de exportaeo, o que muito eoncorreria a riqnczt
particular e publics.
0 SBa. FPB3ANDK DACcat -Ainda n1o tomes e.;-
cola agricola e ha ministros que acreditam ser isto
umacouea inutiL
.0 SB. Jobo A'LFEDno nie p6de deixar do insis-
tir no casino profissional ; sempre tern dito e repu-
te que ha dous assumptos quo deverimo merecer a
maior considersa: o enaiU professional e a fS -
lidade de transported. Sio dons factories muito
imnportantoa para a prosperidade national. Mas,
iutkUzmente, quaio se tratade instruraio publi-
ca logo a eode o desejqc de eeounomias.
Entretantoo que ae despende corn o ensino, e
tai principalmeute ernm eto ramo de ucino er-
tribue os pstoM em raia eeantupla. (Aiados.)
NMo preesa diker as revoliloeconomieas qneu o
uemno pre!aaiaal tern feito em outMn paizes : 6
umn .eto doe 4c quo eorrem a uperiodade da
fai Sa victoria sobro todus as o-
tras, deivd as habaitao5eu do@ engenheiro.
MM MNM -


Deus guard a V. Ex. tim. Erz
Sr. desembargador Jose Manoel da Fre
tas, mnuito digno president da provincia.
0 chefe de policia, Rasymado Vteodoria
de Castro e Sioa

Camera --ialelpal
EM ADDITAMESTO AOS DESPACHO8 DO
DIA 29
Pol 8r. Dr. G Cadcante comMnissa
ri de policia.
Antonio Deocleciano Fiusa Lima, pe
dindo licenga pars. abrir ua depoito d
secos na soda da frente do andar terreo d
predio n. 227 A rua Imperial... Si M, pi
gaudo o imposto competonte.
Maria Francisca da Conceigalo, pir
abrir uma quitanda na casa n. 1 a rmu
do Domingos Jos6 Martins. Sim, pago
respective imposto.
31
Pelo Sr. Dr. Jogs Oorio cominissari
de edificaces.
Agostinho Ferreira da Silva Lesal, pa
dindo quo seja-lhe permittido fazer de pa
rede singella do travejameuto por elma p
sotio do lad do sul da coziaha de souipr0i
die n. 151 A ruma do Coronl Suasswna.
Deforido na forms do parecer do enge
nheiro.
Antonio Jose da Costa Araujo, pedindo
licenga parn reedificar a sua casa n. 9 i
ruan Lnrgs do Rosario, nas condioes dis,
postas no 29 do art. 48 da vigente leil
etevanudo dita casa A altura das postural
a ponto de aota lavada, e a eaoziaha A al-
tura da sot6a; bern oomo pare eanalisar
agua e gaz.-Sim, aa conformidade do pa-
rocer e pago o imposto.
Antonio Rodrigoea Pinto, por seu pro-
curador Luiz Abramkes de Ftgueiredo,
pra tapar um portao da caA &n. 5 a rua
la Detenilo. -Sim, usna forms do parocor.
Candid Gonalves Tomes, p arsa reedi-
icar a front de sua onasa n. 15 A rua da
Ventura, fregueuia da Graga, arriar part
do sotao, substituir traves do assoalho. e
coberta, fa" cal.ada- e terraco, abrir
Uma port e a & -6s.m oitlo, fazer does
quartos no quinthdl, nbocar o muroe con-
bertar o por lo do fs.ro", send. 40 coufor
nidade com aa a rasAa.-Sim. da forma
io pareescer, devendo o petioionario as-
isfazer a ultima part do parecer e pagos
0 impostor.
Francisca Emilia de Albua nerqaa Msus

o c anaisando as agu pluviao e
goteiras em sua caa n. 20 i rua do Vis-
Donde de Albuqcuerque. -Coaeode-se,, ob-
ervando o que se acha no parecer epago
0 imposto.
Idalino Jos6 da Silva, para fazer um
eparo no coberta de suas casa de taipa sits
i Ladoira dos Mudos, freguezia do P6oo
la Panelha, substituindo madeira.-Sim,
le accord corn o parecer e pago o imrn
eosto.
Joaquim Rodrigues Tavaros, para fazer
pequenos raparos em sea predio n. 18 aso
ateo do Paraiso. -Deiclare o supplicante
ouaes os reparos quo pretend fazer.
Joaquim do Almeida Groes, pars fe.
lhar o sou terreno sit an becco da Facea-
La, rua Imperial, entree estate a estrada de
)aruaru, corn muro e cerca, segundo dis-
o o art. 115 da lei n. 1,129, berm como
ara construir um tetheio para guardar
natoriacs no fund de sou predio n. 58 A
us Imperial. -Concode-su, deaccordo coin
,informaagoe pago o impoato.
* Luiz Jose 8. (.*auimarnes, para reedificar
>suas cans. do ns. 169 e 171 a rus do
iisconde de Goyanna, freguesia da Graga,
azendo cornija, parapoito eacanando. so
>guas, arriando a frente posterior, fazon-
Lo-a de novo, retormar a coberta elevande
iais um pouco as empenno, bern comr
eedificar a cozinha, fazer quarto pars cria.
Io, deposit d'agua e abrir um portao no
undo do quintal dns mesmas caaa.--Con-


n m: e qu e s dispute offerece larga superfiei
U- lyse e tern tal nimportancia, que cr8 o orad
oer a diseus&o havida imufficiente pars esclar
Vr todoas po otos, que daqui devem sahir be
w eluocidados.
0 Ministeiio da Agricaltura 6 talvez o que cc
maior part deve conoomrr para a soluglo d
problems de quo depend a nossa prosperidac
Duspoe elle de ommna avultadissima, 24,000.'00
no que se ehamna prgamato ordinario, al6m
2a,U0J:OuOA no xtraordinario.
i. li tans coadi"eu, ese m inisterio carece
eame mais demorad0; senate o orador nao pod
Am pal a sua porte, mua nao deixarA passar
Sooe6aiilo sem occupar a attenglo do nobre mini
[a tro own alguns assumptos, que cminsidera mwt
e intemreas.ntes, esp.oeialmeatd par a saua provinci
1 Uwta das obijrv.raer qauo a discuss deste 0o
Camento suggere serm duvida a seguinte: eom
tendo ae Ministerio tants importancis pelas son
a. Mans que despende, pelo, trabalhos que tern c
* realimar, c d(p3ndondo de estudos especiaes e d
, systems, e um daquefles em que se nota mai(
. instabilidade de ministroase quasi se temrn consti
'tuido um simple apredisado ?
Funoeiona esse Minist.rio ha 23 annos, e con
| tar-se 24 ministros; af6ra as interinidades,, al
g|zndas da quaes s-o longs. .' serm duvida;d'a
i que prov6m essa variabilidadoe de pianos, esa
n a- mudana constant de opinies, que taz corn qa
- mitoas trabalho. encetados hejam abandonados,
q ut', muitaas vea a tituto do cOrte 'de despezas
Aleasase multipiqnem.
P F vo.o pars qao o nobre ministr-, em cujo
t letag er6, e a ujo patriotism faz jatica, em.
re da eatudorsmerios sobre soa pasta, e traot
d ereasolver qnestoes que, na fraca opinilo do ora
dor, orditam'iamente salo moito decursidas.
Quen e16 oi longs relatorios do Miniaterio ds
Agricultural v6 quoe quasi sempre todos os annos
pr duzem-se O nmesamnos eapitulos, as meamas
oues, varistdo apenaas a linguagem mis ou
meba brilhante; mas dobalde procurea ahi dado3
indic.eass praticis a teis.
Justamente o contrario soe v6 nos outros paies;
asim, per exemplo, orelatorio do Ministorio da
-Agnricultura nm Estdos-Unidos 6 um livro em
Ife fpode aprender, e em que o agricultor, o
I dustatla e commerciante vio achar informanes
utiliuimas |
0 relatorio ds agrioultura do EstadoeoUuidos
aUo tern volume, nao temn tatos capitulos, nAilo
tern tatas theories, corn que cad uaam dos minis-
tros eatre nd6s quer imp~r-se a admtraao do pais;
Mas nelu e encontram-se trabalhos importantisi-
wmo dobotanieo, do estatistieo, do ehimieo, do ye-
terunio e do ektomoiogtsta ; n, o)nfermidade do
plantas on de animasem quae alo esteja ahi indiesa-
Idousatudad corn os remedies descobertos. As.
im quapuer pemo acdqaiindo o rolatorio da
asprieulturs do- Estados-Uido, fic- corn urm a
obra iatereasatiasima, daqual tirari proveito pa-
ra sus i adutria oa pars sau lavoes.
Dea *edo fez-se a djfmno da s boas id6As e
da. dmnu utiladadcs public.a ; a o nambre minis-
gre sab qamato 6 neeeasrio fundar e deenvolver
poej ilidoo eUsino profiusional no nom paiik.
: duis o orador a ara emamra tao illustrada,
e. ta, moenka. novidade "oriede Weruab q
`W i_ -Ami
b i Nv Iad, teo_. a saa ia QVV W qw w(-i
I o agrultura truamben quasi em vsida, dw
onomneaente, deveu tado A diffuaso de unm eAno
w.venoiente, s eorn Henrique IV e sea glide
ministro Stiny qRiawrtaksoa-e o celebre Sgtro-.
mo de SA qneuo fundou os verdadeiros princi-
pioa da eWut*n e da ooonomia rural
Entire n6so tudisto s abandons: o gadosowre
epidemias coostantes d norte a Sul, n aUsda se
fazer.. Ainda ha poneo tempo, estando o orador
na provincial "de Minas, pe grande curiosidade
que o leva a indagar de tudo quanto lhe parece
aer main util ao paix, verifieou que a epidemia
que afflige o gado do note do imperio 6 a mesman
que affligo o do su!a. Pergunta.se: o govwwo trac-
ts de estudar seriamente eate assumpto ?
Quern abroe um relatorio da agrieultura nos Es-
tidos Unidos acha nalos6 deseriptuas as molestias,
como as v6 pintadas em exeAUentetsestampas, de
tudo que o agricultor on o criador saba o que ha
de fazer no eaio de entermidade.
As nossas plan'as mais intueeuantes o que mais
eoneorrem puaa a riqueza particular e pubhca es-
tao tambem ataeadas de enfermidade, e algumras
provincias soffrern verdadeira crise : o que tom
feit. o governor a oete respeito ? No soeri o easo
de iniciar-se um servi~o complete e bern moitado
pars eate'fim ?
0 honrado anteceasor do nobme miniatro fez al-
gum conus. pmaa iaiciar o ostudo do sertas too-
lestias vegetacs; no sen relatorio cncoutram-se
alguns trechos a respesto da eommiasso do Sr. 1e-
bourgeon ; mas evidentemeate nao basat isto ;
dove have um trbalho permaneate, deven-se
contractar homens habiltados, deve-a organisar
um mervico para o estudo das divermas material
prims., que a fora bnasileina offeree.
A eote respeito o honrado autecessor do nobre
ministro fez algunma couan, mandando submetW r
& analyse alguams fibras do municipio de Santa
Barbara; mas quern sabe 0 que o paiz tom, quem
sabe a momma de riquesa. enormes que este encer-
re, naturalmeate te lembra de quoe aera muito
copveoiente ostabelecer no Amazunas, no Para e


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s A que, utilisadas eomo samples inateria prima, ja da- o leito ca. tnada... stava eellety;w
or riam mnitopars a riqueza do Estado. mais solidificado. oador, r te e cada vei u
Ha poacos dias ouvi o orador as queas dos desmentido official! Tempos de aa
an illustres senadores per Minas, dlsendo.que a suna minister o Sr. conseheir Padus lery. 0 ora-
previncia 6 sempre desattendidae queparece haver dor dsuaadeira de souanor p.rg..ton a S.Rxc.
Dm contra eola umna conspirai;Ao. Pei entio o orador e rque nb .seassentavamot.ils.. i ot-ads do
los urea alta idea da sue pactencia come pernambuca- .ca ~bc "^ -- T" 10 -a~a
to no a tid casnpcionciacomenmba -Prnambuco, e o honrado Sr. conselheiro F eury
o pr0oimettoa .tolgmphan pars dar a respoeta; eaquo-
, 0 S. CASTRo CAEIA da um aprte. rem sab3er equal. foi? Qua o leito da estrada nioea-
di. 0 S. Aroso C.soe-Nao falle no Cear POlO tava em cndi e receber osilho. Consign
amor de Deus. -0 ora-do o factor e regitra eeoasusidenrota. Qosr-
e 0 SR. CATRO Ci nMA -GastoU-se Maito utodo o mundo saiba qua to amido derrotado.
cr ~ ~ donoh a outro remedio; uando a poulaca u eL ^ ? w^"10droa
e do nie havia outro e media; quando a popa pola poder3sa empreza. Por oeeaosAo de se organi-
a estava morenao a fome. aem-v -gno o emprezas entender-se coin o orar,.
4 0Sit. AxroxsoCiLso-Mas gastou-se; nas outras d'este lugar pedem-lh e apoio. ate uve querm qu-
o ni T zesse dar o humilde nome do orador a uma estra-
. 0 Su. Jolo ALmauDo diz m o, quiqun qu eseja da ; mas qu.-Iado se apresenta propugnando os in.
r- o fundamento das queixas dos nobres senadores there -es ptublieos, logo derrotado.
o, minmmeiros, nao serA quem contest ; maior 6 o afun- UK S. SENADOR-180 faz honra a V. Exe.
i-. damento das queixas dos pernambucanos. 0o S. Jolo ALFRO penrgunto ao honrad"e minim-
te 0 Sn. AProNso CELso-Pois unamo-nos. tro da agriculture, se S. cx. tern algam, r 'io de:
le 0 SR. JoO ALPFEDOobserva que a provincial de faze r corn qu aquella ,podero induntisims
or Pernambuco, gmracs As suas iniciativas energicas empreza adiante os trabalhos. it op
i- genrascamnihava, eam.nhava m.nito, estava enormes de capitaes empregados e queal-
moauarda dts suesrgisdsAoprovcia de Per-l.
na vangadadssrls. AprovciadPe endem nada, asendo qe o public nao tira a van-
- nambuco era talvez a uniea quo se podia gabar de tage do qu s eat& fazendo. En. l 7 annos apea-
- ter aproveitado todo sea dminheiro as mais insi- kilometros de e strada form entregues Iso.
.- gnificantes quantias, em ineleoramentos que nen- .,z tado.
a huma outra tinha : de repente foi collocada om U Sm. S.zAwOR-E_ eoandaloso!
Le estadao tilao crntico que ninguem podia prover! o S&B. Jo-o A.R.o diz que a estrada do ferro
S 0 S/.Bumos BARUTO-As ports da bancaro- do Limoeiro foi decretada pela Assemblea Provin.
'- j cial, mand:>n !o abrir concurrene'as e eo ntratar com
0 Joo AUraui-_Hoje nem ao empregado Pt!- psseias qu rmuncuiaram claramente A garantia de
0obtcos oela do e pagan (Apoailos.) Sos exerc-- d a.A
0 bliqa ella p. e r ".i .do i. jura; e n depoos a Assembl&a Provincial fez favors
- ci lquampor dfi de- mil eonto, die res, extraordinarios que nito eram pedidos.
e Um provincia prosper., qua tinha gr.:ai -re Quando la u os olhos par essa empreza, vie
- ditoq.iae augmenutav todos dias os seas melho. o orador qu no era favoraxel provincia.
ramen o s BT v A Um- estrada que em rigor se faria corn......
a 0 SR BARROS B&aBB-ro-EstA vondo suas estra- 2 500:000$ devia fazer-se com 5,000:000A e ter
s da arrmuinadas, porque no temrn moleis de censer- -" di aorso co "p:OA e..
va-ls. "izuma tarifa nue correspondesse as dispendia do...
a va-las. 7,o000000A !
a 0 SR. Jol,o AL ano. .. nerm a o menos p6de Par quao a poncessI3 nao c ducause, fingio-se
, conservar as obras publics ;e isto, poeque pira qU s ilan vam hlguns trihos velhos sobre a es-
Il. on 0Ucontra ellaseo ou una provdencia ex- t~rada derodagem ; e asaim estavam as cousam4,
; cepcional, al6m de ineonstitucional. Seas orea- uando em tempo declarou o orador ao governoS
a meuto. nile so pademorn nonisan hoje seni e con
Sment n^ p^m or ar hJe3 seno corn luea coucessio stava caduca ; que nio convi-
a grande deficit, e nao ha come prove a suas neces- q a so taA a ; quo m o cone al-
c sidades. E, ao pajso que a provincia do Pernam- nha fazer a strada ; quoa doreos dso pdesqu Paur
buco6 asim tataca (op~r ciA oma o ctratada, calcutad a potos pregos due do S. Pan.
s boco e asnsm tratadas (e po r Moio de Ao orador os0 I to terrenos muito mais dicffieis, custaria em ri-
siut'a paraboensaos nobre sentdores mmeiros, fell- ge 2,5,W:0003 corn i .ta largueza. Emittioesta.
I ita- pe l smportanciaqu tspiam a a provnna),o ilo no SWenado, requereu informaoes do go-.
o esmo impo.-toq-.e se.upp .mio em nambuverno governor concordou corn o orador,-mas
C eOm -A estksendo cobrado em Mnas deutro de pouao temp. a eoncea lo estava renovas-
, 0 Sit. Ap som CzLso-O quo n6s tomeos la e6 da por 5,000:000 garantidos, e s estrda ia fazer-
uma taxa itinmerania. e do mode que e dixzia que nio devia ser felts!f
0 S. JolAO ALPrzDo repete que nao fan a. no o- novo vencido o orador e r .gistrou mais ease
i bres senadores a menor censure, nem so contraria : nd nou e vi i .o...or ,o ,
6aamigo da provinciado Minas, que 6 uma daquellas degomts aa ebras a 5:90O per kilometre isto-
para quo otha com mai Attenao o corn Miorea ro do qu era eeario...
r panW-'r. S -. O CAsTao CandiqAo-Tem sido quasi sem.
1 0 Sa. LIMA DUAftTH-Roconheoemes isto. po aSsn.
0 Sa. Jolo ALramo ponder s6mente que os 0 S& Jo w-- o ..- sendo qua a empreza
pwo do eri buP6 evsm ar us....,
impostor de Pena mbuco deviam aer suspense, e ti tod va agem e interests eam lavar a estra.
o for uspeas : ea ea Minasos amCems impostoas peloaugarsmais faces.
a i a titulo de tax. itineraria, cobrados na es. p ortu, ente clamou o' odor e die aso go-
gas dos eaminhosade te.rro, eo q a ver ._ -'c iate vi eraado, pr-eeiso que se d6 ima-
ga~af da1 --aIst .a erado,6 peeio qe B
gas d prjvincia. 861aBtt. r rque r,_ ,nmediatamente um remedio; a empreza da estradta
deame juteficarao impmsto eham toteaq'ierare d e ferro do Limoeiro deavia se do valle que pro-
rt dunterdornambs sequerra.iue tammier al&t.., sauccas, imprestavois,
r. votea tas.m t., e i modfp 4aclesut, 4 k ihbisesmeapa~~atitaL coaastruowla*
WIiw td 'A" "re ah m mmmdmuL pw% W r toda a exn-
I lasameusqne a provmci ne & agos m tern, aw slde 100' mlot qu tinham side ,gamuti-
menos naa regions que o orador tem percorrido. i -
0 SE. CriumMACHwo-E' tAxa itinerarias,porque clamou, pedio 'providencias; nomeou-se ura
cn more o peo a cargat emo ni sbooe vaor dora ol rvdnis oenm ia
6ore peso ds cargas e nao sobre c valor do mmissnio, e tudo foi contra o orador. Foi' der.-
produce*".". Irotado ainda "
SBa. Jolo A^aDoobaervaquoeenorme foi parn u-0lvitr' do orador era o que a todos occorre,.
a provmicia de Pernmambuco, empenhada eam umnA o mais roavel, que a estrada seg isse pelo
eerta ordem de nmelhorameatos e servi0s perma- V Traca em, que producer queen o ag
nentes, o prejuizo eausado pelasuppresmio repent a..cnveamaes tuo -pertodacur fueo a.
na da tior part do sea orgamento de receita I Etretanuto, tvem vez dssiatolevou-se a estrada peslo
0 ahi par diante, qualquer que tenha. sido o esfor- Enrtno em ve dstao leirou-sne nao hs a nemo
m ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~~u qaq q ns-- 1.. i cu no note Be charon taboro, oude riae ha nero
eo de conservadores on liberaes, nSo houve moio n locomotive tanto- que em harris e
de equilibrar o orgamento, e a provincia abysma- i "ePara loc emt'vat q
so.Quosauadodevm tn o penamuososcamrrga, pars o trem!I
saeo. Qae saudade devem tera os pernambacanos A empress queries ganhar douns rmil e tantom eon-
daquelles antigo tempos, em que a theresaro- tea n onatn Eo .da estrada; gvauho pols faci-
vinckniosupportaria amsilencioeseattetado. daobrasganhou extenso. Balda-..
(apoido do Br. Barr Barreto), nem vena galar- foram a reelamaaouaes
doadog os autores dessa ru aisI. Se. CRUZ MAcA grave Ia
Adduzirk o orador outra prove a da deeadentcia do 0 Sa. r. rm Quw E' incomprehensivel
valor da province de Pernambuco, e contra i .to BR. Laa u.uJ a-I denuncia so nobre minis-
nao p6de deixar de queixar-ke, o maitos Pa-e ao # 0w^ r Jo an. do...cia a nO A ro m inis-
metrolu te u o prolongamua tb o dedna. ostradas tre q anm onas e afiumaa e ptao ado renovoor
de form, ada Baia o a do Peranambauo: a nobre paubiaa eendimeo dagestradat atitulo dmon-s
provmnca da Bahia tern jA entregues ao trafego c d dSoda o.trad. a tto d
146 kilomrtros, dentro de poaco tern maim de 20J OeSa.. ABe.- Ba---e oe -rai-no n....
kilomnetro.; e Pernambuco apenas rem 3 kiloin- c, S BT b
[tebalde1. damo border0 no ano noirs 0 SBa. Jolo ArUaBEDo, coofirmands o apart, diz
peosDe epclaro eonia ooas or nos annot anterioren e em osOtomfetAto rebsixaumento do maim de 1 m-e
pedio providciaa os minstro, indiou o que se ; e sot quo, quo era cia obnrigao cia em-
etava fkzendo, qunixou-se dia poderosissimr ea- p fa- hojo por ents cia cons..vac..o d-a em.
preza quo vendia corn anteeipacao os lucres per ti-ada
deal nos e viesimos, eomo se se t.atasso deom un Todos este errors accumulados contribuirain
grands loteria, mae que na provmeia retardava u ... dImoeir que devia ser ura
systematicamente todos os trabalxos; e eontra ell a par quoa tre-doa d do o imero, q a... "do ... u
nunca houve powder qoe ae abnlanasse a pratican duo mai end ot
qualquer acre deansa que um govera pode real,- ^o o oradom A margem ca ostrada do Caxun-
0.q u u o aroa as Reeife, e ujn dia, per curiosidade, contour
A qteampro va o ooadaor s th m d carga, e as cargas em Pernan-
Sempreza considerava-ae poderoasstma, tmha ,,buco s de 8 a 10 arrobas. E'nma eatrada fre-
grand. a.oio, fez o que quiz; atoen os movcos auetadtscima, que aproveita a zonas muito pro.
mais -facee, aQuettes que Ihe dvnerian damr lucros 3..^-.,


7 -a-- __" __ m"__i ___ u elivas.
immediatos, e adion tado quanto foi maim dispen- P-=- ... .... -_unia de tantos .....
diosac e mais difdicil; accumnuou o seuas lucros de Pel bema em onqi dtts errol ,::
transportesa tecip-ade;coax o tinha grancie vant-. qua acontece 6 que, tendo nfcado as terras ferteis
,woranaee us tee, os o-e cultivadas a grande distancia, o agricultor pre-
gem nacomprado dormentes comprou-os por r (e mandar os aeus productos em costas de ani-
Iares e dixou-os expoto ao tempo. es, desde quetem de procurar a estrada a gran-
UI pssoat d engeneeiros caoga a consumer d eodstancia quando, andando maiaa a
maim de 30o/% du despezas do prolongamento. In- ao ncta quano, anandomats. um pouco,
ta-so om.is.s que ni tn chega a capital em base do mereado. Realisa-
ventam-se commiss ; qun no te emprago n-se exactamente as.prevtioes do orador :-c-om
va par o escnptoro da empreza ou do prolonga- rae- eioterie m prvso d ea ompetindo.
mentor, como se diz, e no meio de tudo i,to, ha ainda ^ 'a de ferro Eata cometecia reao
no psiresfanasi.. om xomlournengnhorocorn a estnaida do ferro.-Esta compotenicia 6 meal,.
as maiorca fantasias. Por exemplo, um engenheiro w.u. r ,
leabra-so do quo no prologarnto doveelisar- iQ faltd dmi-
so ursma wrsvilha d'arte, unja obt-4 doquo 96 h,% 0S.JGAIE Qat at eamns
t utr uico typo na Allomrnha; 6 urna pointe today rua.I
d de i o0 Sr. Nu s .Goatri-Qannta influenociade
reAlisa-se gastando-se dinheiro enorme, e gastan- 0torosRe. prvacies!(iApzlo sn ea--roferir4
do pe miulte tempo! a o nue l u uc rfnm
d'Sa Lmot Deua -Mis nalo ha fiscal do go- nna Iplavra de desafeienoan estrangeiro que vein
vern para a estrada? viver no paix, qno vei traer-lhe o auxilio do
0 SRi JobosAL a orerpoea quo os fis.e no seos cait e e sua intelligence, on o que ye-
Bras. em ge. al ,ao.isfcaima ; r o a f .ese ca .em- nha tazer negocios licito ; mas nio po6de deixar
prezasmis. ,a...vees osso .a umeiros caizeiros. de notar quo teoes side constantemente explora-
p0.88.as sav a M RTzea os ea pmeros oatxeIros. dopcmpanhiss, que formal como que um eas-
O. SB. S~H.VSIB MABTISS da um ....t. to' aos'* pr cmaui,- que mrnmmc q -
0 SR. Jobo ALraRDO pede ao nobre senator que tado no Etado. (AOido). propoit
nao reclamu eontra injnstiga que 0 onirader no faz ; uvi ediza n migle, de msorantiaO n6sp fa-O O
temrn em muito boan conoeit6 o Sr. Calaia, mas elle .stada. -Co 7 0/d garanta, u. s fa-
6 novo nan dieeg.U da cetnada, e o si- ior estad ren- emos estia-las de forms atW pars a uIn a Corn
6 anuovodio nr da eatrada, eo orador est rnusdireito de despender sem fistalibs*oi, entAo o ne-
clamaudo contr a fimctos de muto annos. gocio 6melhor. E 6 o que costantemente se fati.
0 SBr.NSo s BlAL ---Com murn ita razlo. D'aqaui results que as noassas estradas de ferro
O SBa. Jos A Bamo-dimunesmnte n o.ta estgo ujeitas, nio A gantia de urn juro de 7 o/e,
OSR. Jo10oALFiiEwo-Simplesmento nI. conita I-^ ei -ofomse gasts o dbbro ont v
ma doe 14 e21, conformess gnats o dbbro on
quo o engenheiro de que S. Ese. falls tivsse j:i- tril daqaillo que ae devi-a star. (Apoiados).
mais sahido da capital pars ver aa obhras. ao negocios do boa i, trateeos com toda
0 Si. Arroxso Czs~o--Aisim 6. o melhor meio K96.mos negoeios debo~a ft, traateos cow, toda
d0 SB. Ao o Cao-Asim e o ehon mol 1ealidade ; mas em todo o caso envergonhemrn-
d 0 1. Joo ALF RzDo pode a attengb do honra.do nos de ser tratados pel0 estrangeiro como ineptos
0mBotro pan. cites factors. Ternstudado ore queo elle illudem e dominam.
intro pa a este sfatoa. Tem wtadado o oradyi w 0 a. Caus MAcaAmDo-Apoiado; somos trata-
com attenio os mo rhoraento a da pm* Ina 6l-m- do peitas eompanhis eatrangeinr eomo urna po-
dos de outras parts do Iiponi e ae omp rae quop no. et barbae
de vai ver aout etodo ointerea ..gia ,i- .0& O S. Jolo AL., Do observa qie noem todos for-
oi pe almos oeton iW as da via-grte ad "a da do que 6 tma etra de ferro, de s-
SPedomoeot mosmeon a Od -,oLnmdo mins p-esquaose -ievmntam a propecsto de una
t do e at ans m ..,vem .baom un ,Dittoqua a t d o. Ten& e a o Iw e wacsw aooi
tdeapt~inli. Lasobrs faou des deo hm uS l quauo
^S ~ 1 V'*^ tS ^S,?* vSS'ft& deowa "ftw6. orga-
,g~le oheqhei st~mt llUslP 'uxa g* .. i~ Wb~ud.. ----==.___:=,- _-
. a _a, a w u n a r.--- t :t to a l q m e a n a e x ^ I w .. v t -
IfMlSV -- Iu"atti'O iamopr -pa i*,...lm, han.dio b. .J .._A. d mi5M 9t-..
qd epdi am mn 4. drsit
i otrod t pr e a d snd .S .WS. .iltd w 'v i a

- ~g' ....^uu~tii e.h*,! oisk& i -. *ft ~B~-e "oT-- Iw yry*,.*
t wi mn ^ ..a me' ...
.. t 3 i e m .
'& m. L '., I., "Op--_I.D do


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( ra. porate, como a. tinfats x
iique se vOm na esaads de ferro d
ire, chop para pignr as deepens desvia
Scorn bras qt2&elgn d
,Ottas cou"4s, i. ...
-m atras fontea de -
., garantidos. '-. "
A estrada doe W .oAte
r. ema renda iiq= i tIptlrior a5 V M,
S po da safra ain.nt 4 %-T L ow
ou otro a mes asm t& w U&
u", ito porque o soi -fo1U pwlmerr i "'
0.. orador fall pn c as q
S~ptresidiram a pro.a '- P6aI e q Bq aa
Sm o outros honrad vadaores, saMbm que, gpa
a iniciativa de dous illustres cidadios, o Viscond
de Suassuna e o Coade da BNa-Vista, a province
de Pernambuco 6 talvez a unica do imperio qc
tern urn piano de viaoo estudado per uma ds
S* maiores capacidades o Sr. Nauthiner conhecido mee
e00 ea e pails, a Faqn " Sendo contractado pars estudar as obras publi
cas de Pernambuco e dar os pianos, deixou eat
engenheiro tra ado um piano de viaioa. Essa via
VAo eonsta das segawmtes parties: estrada do su
estrada de oeste on central, estrada do noroeste
cstrada do norte.
UM Sn. SENADOR-Exellentes estradas de ro
dagem. *
0 SR. Jolo ALFRRDo-Todas as outras nAo si
seno estradas attinentes e que completam
rede.
A provincial, ainda quando n'o se tractava d
estradas de fterro, desenvolveu o mais que pode,
do melhor modo, suas estradas de rodagem;
quemn vio as estradas de rodagem de Pernamibuc
sabe que ellas supportam bemrn a compara*ao eina
estrada Uniao e Industria. (Apoiados.)
Quando veio depots a epochal das estradas d
S ferro, o piano dessas estradas segnio o que fTr
adoptado para as de rodagem. Estabeleeenu-s
S prirneiro a estrada do sVl, do Recife ao 8. Francis
c o ; houve depois a estiada que agora se coastruc
do Recite a Victoria e Caruardi; depois a estrad
de noroste, do Recife-ao Lfmoeiro; e deveria ha
ver a estrada do norte que, partindo do Recifi
ehegasse aos limits da Paras.hba. E' este o plan
estadado, tracado e em part erecutado.
Se nio fossem os errors conimnettidos no principip
todas essas cstradas poderiam ter umn tronco corn
mum; a estrada de ferro central enomeqaria no Re
cife, dirigindo-se para a cidade da Victoria, e d'a
Iii, nos lugares convenientes, esgalharia para
sul, para P ao d'Alho e Limoeiro, patu'outros pon
tos. Quanto se teria poupado Mas assim nitao s
fez, e bern laomentavel 6 ease erro.
Quer, entretant6, o orador fixar ste ponto : h
viaao estudada ; esta viae*o compue-se de quatr
grades estrad'as de rodagem e outraa tantas es
tradas de ferro.
A eompanhia, essa poderoasa Compatrhia do Li
moeiro, que sempre tern vencido ao orador, lem
brouat-se, depois de todos os desvios que tiea en i se
proveito e quando adutros eram os ramaes previs
tos e reeonbeeidos como convenientes, lembrou-m
de [igar a si o rest da viacio do Norte.,
A estrada de ferro do Limoeiro 6 provincial, o6
mao tat foi decretada e contractada, come tal teo
garantia de jurors.
im 1872 appareceeu um pretendente ao rama
de Nazareth (estrada do Limoeiro) para Timn*ai-
ba, e a Assemblea Provincial voto No- W fim d&
m(snmo aznn& houve'a concurrencia parr a construe
92o da rferida estrada, e foram apresentadas dua
fropostau. Os terms das propostas foram inaeei
taveis, estravagantes, assim ciassificadas pelas in
formaq6es das repartik6es competent, e o presi-
dente nio as tomoun em eonsideraeio. No ann o se
guinte foi revogada aquella lei pela disposi9&o d(
art 31 da lei n. 1,115 do 17 de junho deo1873, qa(
mnandou que a estrada tivesse outra direegio, istc
e, aquelta que se conformnna con piano geral
Houive depois diaso reclamaao. a quest&o foi le
vada k Assemblha Provincial e ests decide sem
pv quoe se completasse o 'ystema de viaMo
proviacia fazendo a estrada do aort.- -
Era president da proviunia o honardo Sr. eon
scheiro Doria, quando se'mandou abrir coneur'.
entcia para coatractar a estrada. AS empress
inglezas ten sempre pretenlo fumdada no que
eltas chanmamn preferencia de zona; as' estrada
partem de umn ponto da capital, em eerta dismetan
appmxirnarn-se unuito, e nisto fundam-se a tae.
questbes de preferencia de zona.: Levanton-se
;pois, reclamagoes nesse sentido; mas quer us
Assembts Provincial, quer perante o govern(
geral, resolves-se que eram pravinciaes as estra-
das ; tinharn sido decretadas pela Asaembl6a Le-
gistativa Provineial, estavar na piano do viaeSc
maito antiga da provincia e nba havia qua ale-
trar. Depois dessas decis~es, fizeram-ae os eon-
tractos e tinha de ser feita a estrada de ferro do
norte. +
Quando as cousas se aehavam nesse ponto, hou-
ve urna reelamaaclo da estrada do LAineiroa reela-
masito a que o governo attended par am decreta,
declarando geral a estrada do Limoobre para o fim
de tigar-se a do Cinde d'Eu e ja-trfiefsr-ue assim
o rainal a que a eompanhia do Limoeiro se julgava
corn direito.!
Appella o orador para as pessoae que eonhecem
aqueiles lugaresn; er6 poder affirmar quo pars li-
gar-se r. via3ao forrea de Pernambuco eorn a da
Parahyba, o caminho natural nao 6 o de Tirabau-
ba, visto ser uari curva nanito grade por terrae-
nos seceos, deixando a grande distaneia os terre-


nos ferteis.
Opina o orador que se liguem por estradas de
:terro as quatro provinreias que muito facitmente
podem se r ligadas-Alagnas corn Proambuceo, por
nimeio de um ramal de Imperatriz a Cauhotiuho;
Pernambuco corn a Parabytia, mediante qnatro le-
guas, para que a estrada ehegne.a Itamb6; e Pa-
rahyba coin o Rio-Grande do Norte, ligando-sa
SIndepcndeneia ou Gurabira a Nova-Cruz ; m as
ess5 eaminho traeado para hgar as duas estradas
nio se coneebe, porqne, como j! disse, 6 urma curva
maito grande, proeurando o0s teronos' seecos e
t improduetiios, quando ha camiaho muito feMl e
-atravessando sempre terrenos ferteis.
o decreto dizia quo po orra fl&aria easa obra em
PTirnbagba. Contra esta ligaelo reelamot aqu i o
nobre seuador pelo Rio Graide do Norteo. e o no-
bre s;ea-dIor pela i arahyba declaron que isso figa-
ravays no dereto, mas uao havia o peansamento de
levar a effeito.
Nao diseutiri a question de direito ; ela esti
sajeita a juizo competente. Ao orador pareee-que,
sa(:,:n-i) a3 leis existentes, decretos e decisOes do
governor, as estradas sao provinciaes e eomotaes
deviam ser respeitadas ; mas vai indicar urma idea
ao nobre ministry e, se for sujeito atnmanova der-
rota, 6 mais urna derrota qne consignart.
Se o governor tern meom de resolver esta ques-
tao, caso a resolva definitivamente. entiao supplies
o orador, eim nome dos intetnsses da ema p-ovinefa,
que se fa~a aquillo que deve ser feito. A estrada
de ferro de Limioeiro desee para. a eidade de Na-
zareth pelo valle de Traeunhaem, fazeado uma
curvai muito grande e depoirs de pereorrer .ita
grande distancia.
Se querem ligar a estrada de ferro do Limoeiro
eom a estrada de ferro do Norte, serial melhor que
S seguissem O plano do 8P. Faurni6, ontre engenhei-
ro de grande eapaeidade, qua em um trabalho im-
portantissimo indicou urnma variant pars o piano.
0 Sr. Fourni6, diz que pdde-s' adiar part da
estrada do note, lignndo-seu do Limoeiro corn a
qua deve servir ao valle do" &Cpibaribe-mirim.
D'este maode teriamos ligados os dousvalles mais
imiportantes da provincial, que tern muiteos outree
confluentes, timbem importantes. E' apmnas ques-
tilo de mals algumas leguas ; mao a estrad, li-
gando estes dons vaqlles, prbduzira o oefiltp de
aproveitar a uma zona, ounde 'Uo ha urnma 'br 'dd
terra que nao seja cltivsay quoae nao sejadtwf me-
lhores que a province t 60 ao 4 que i Oetra
&me go vai ter a't ., wca,do.WeiAteds
denvats, muito mne s ro~w~srvs luolto
-'t 'iMez.os carga, o qce u'r n 6 dene-ate.
* P1Qftantrto,- rPpete.4asa AtP,
saolver ests questiode daero cob OYt&

indso&4 ,o* Ope eq W#Iqb aosiaa a *.>


..FnapI4.pamrto, *itcN .?1
que 6 o segulnte': nx $r"fe iV w paiavra neU-
te negocio antes de mandar examinar, per pessoa
competeute, se niohahoutrotragsado mais eonvenie-
te, do que o preforido, nbo se sabe por quetoLW
same em que o orador nao quer entrar, como nio
quer tambem indagar porque meios se che.ou .
+a .. ".ZI. $ ILI .


i- melhor.
ae E' ooasa simple de verifiewar, e 86, ds* qua
a- govrmmao d um passe seguro; e 0e ao, perpnl
1, o nobro miaistro qual 6a o eagenheiro ompetent
e e habilitado que dea uma opiaibo no sentido d'a
quilto que se protende fazer.
E' ng ,ci simple ; o orador pede estudo, pod
verificacio pr6via, contenta-se com isto.
ao 0 Sn. FrAMCISCo OCTAVAsO-P6de exigir...
a 0 SR. Jolo AtLe-nr o diz quo umrn home habit
tuado a derrotas, nao exige, pede !
le Chama a atteneilo do nobre ministry pars i
e outran ponto de que tratou o nabre senador, 4.0 se
e cretario, os engeuhos centres.
10 Os engenhos centraes constituent talvez um dc
a melhores passes, que se tenhami dado para que
nossa produceao se desenvolva e continue a pros
le parar, verificada a hypotbese de se resolve
a questie, que na opiniao do ministerio, e agora
5e mais important.
a- Mas o pensamento elevado da lei foi falseado n
3, pratica (apoiados), de modo que nao ba cenaur
a que baste.
1- 0 que queria a lei de 1875?
3, Habilitar os proprietarios, que nao tiaham ca
o pitaes sufficientes, para obtel-os e corn elles ma
chinas aperfeicoadas que dessem melhor product:
), mas em ve z disto, seuhores, constituio-se urma nov
- industrial' (Apoiados.)
4- Ha nos Evangelhos uma parabola do economy
-- infiel, cujo pensamento nunca o erador hbem cojn
o p)reheudeu, em que quasi se aconselha que sB fa
- cam amigos a cuasta da tazenda que so, admi
;e nistra.
Cr0 quae esta parabola fid adoptada para o case
a Veja-se.a enorme lista de concessoes : todas ella
'o tern sido vendidas a outros, de mode que os con
- cessionarios nao foram senio homes que obtive
ram vantagens ; alguas dsesss felizes figuran con
1- 6 engenhos centraus, outros corn 3, tude para s
- vender.
a Ora, nilo seria melhor que, competeatemente in
-forpados os agricultores, aconselhados mnesm
Spar que tormnas9e0 as auas associao5es, a elle
directamente se fizessem as eoncessoes ? (Ap-ia
- dos.)
e 0 Sa. BA.uos BaArETo-0 espirito da lei, nil
Sfoi outro.
I 0 Sa. Joo Ar.FaoDo confirma que o espir;to d:
- lei foi este, mas na execua o vio-se o esapeculado:
) mttter-se do peraeio, ganhar na vqnda do privile
- gio,--e o rest ainda peior. Engenihos centraes
Sque se podem fazecpor 40,000, figram coma
- custando 70,000, e as 33,000 dividem-se euaW
- dous ou t.es felizes, em por9Oes que mai aou me
- nops se sabera.
- 'ahi o que result ? P'rejuizo pars o asicultor
o Os eontractos dessas emnprezas sao feitos sempn
E ide mode oneroso sos agricultorcs, e a nenhun
C que tenba ouvido ao orador, aeonselha que fagv
* takes contracts.
A Pois, quan4ok 4 said que a caun'a. do snoe<
-paiz damasor reudnaezao quo a fie ouit4o. A I"
a so ontractat corn asgicltores maite ab d
rendimentoi.que nessea outros pai ss Be obteumi
SE, dOemais, isto 4 feito tio seuat eacruplo, 01M
- ita cqrtpzA de que entre ao i na ha faaac que
I fscaljea, qu uo oarador viee em sun a .pini a. e
1 cumulad erros velos, machuaa.aque ttihlm. sl .
a recusadas, tr anSportadpas para Palmarep, e
I' depositadaa em ofusao ; afinalmeute fol u de-
Sstw-e, o engenhozaahio, e as mahins alo produ-
, ziramn assra.r.
- f Dopois dietu ainda se pe4de pIorog o deo pa-
z 0o N4a, o nobre ministro praticara am cto hQ-
Sanesto, como se deve esperar de S. Exec., recusaand
- systematicamente prorog0aiq a gpnte que pro-
I cede deste modo, S. Exc. defender .s interosses
da layoura, deixando que caduquem Itodas as con-
- cesaSes, porque nel4a se evolve o malor prejui-
Smo pars a elasse doe agricaltores.
0 SR. Lra iLmn --Z-Ssna demorai rtardarn o
pgrogesseo da laxvoura.
0 Si JoX0 ALFanDo responded que peior psra s
agricaltumra que ella estejA eujeita- a produaitk
pasra pagar jurors de uam capital ftictio, porqe
Scome jai disse, os engenhos centrwa representan
quasi o dupta do seu custom.
A eonfiapa, quno se tern pa santa siraplicidade
dos brasileiros e tal, que um caneessionuario ob-
tern proerogarAa de praso, o vemt depois pedir fa-
vor de favor ; -, visto que me dotes promagsqba
do praso, diz elle, agora eoae-'i-m garantia de
juron pelo tempo d proreg'o o. a.
Ora realmeote triste pipe fazemos nos ]
0 O orador. quer veo geromaos animados no deoejo
F de emprehender melhoramaentoa, realisando nego-
SCioa, como ellea dvem aer feitos, corn today a leal-
v dade. Cumpra-se tado aquillo a qam o goverao
cc obrigar, ma., pelo amor de Deuo, nao se del-
* xem illudir por empresarios f-li-es...
0 SB. CiOu MacaC o--Pelos especuladores.
1 0 Sa. Jolo ArmLFDO-.... pelo$ especuladores.
I Pois quern negocia cmnoaio ha de star pen-
x. sando que trats corn um pdvo baabaseo da Africa ?
Pois entbo varois faser melhoramentos de que o
paiz aproveita, de que a classes da lavo~ra tanto
iecessita e quando lhe levamos o melhoramento
lLevamos-Uho logo a eoiorme carga de onus, de que
) ella deveria star isenta ?
E' par isso que repeto ao nobre minittro : V
Er'. pratioara um aeto do honestidade, deixando


que eases espeeuladores arrebentem, so for pre-
ciso (apoiadoa), salvando antes de tiudo a lavoura,
que tanto noS' merece, perque em summa 6 con
qua se conta para satisfazer as deapeams do Es-
tadoe (Novos apoiados.)
Muitos d'este desastres, muitos d'estes males,
que tmrn lamentado, proveemo certamente da falta
de pessoal habilitado e technico pata conhecer
des negocios que- o ministry tenha de decidir.
Urn. ministry -nao pdde eir encyclopedico ; 'an
ministry nao pode ceuhecer especialidades ; mas
porqde na6 se hita de habilitar corn um pessoasl ea-
paz de dirigir bem os negciosa e de tomtarn aipro-
videncas neceessarias ?
N'este ponto os nossos govermos andam muito
desviados do verdadciro principio da administra-
9e. Conviria seguir o prineipio iniglez : pagar
muitoe, pagar o mais qne 6 poasmivel, de modo que
neAhum home habilitado tteha necessidade de
ir priunrar industrial different, mas exigir d'este
pessoal habilitado, e tao diminuto qmuanto pose
ser, o maior trabalko. (Apoiadds.)
Entre nos se multiplicam as commIUaMoa, ha-.
verdadeira geminai de co mmisas, aa depois
da outra, sanente para arranjar afithados, diga-
se a palavra. (A-poiados). Poeque nao se ha de
ter a .- coragem de reduzir o peosoal exisaente e
procurar gene hab3litada? Quanto mais se adiar
este trabalho, quanto nai' se tor deixando correr
o tempo, tauto mais diffitil sera urma reform neste
qntido. .
Baita diner qua a Fraca, ha 40 annos ou mai,
sponar das reclamages de Thiers e d es quo ae
.* A t. ._ __


o at t erra g I
penosa comeigo que temos descurado mui do ae
&d an"ptus qde mum inp3
Baauosea'grsnhubuft~e;^- *';' ,
0 S&. JA -a--Apoiado. "
O S. Jolo ALm aouVio ha ponea osmssa a.dis-


"M


311 10 P3[Fl IifCO

RtCIFE, 3 DE AGOSTO iE 1884
Notdaas d4 nte do Imperlo
o paqeto nacional PBar trouxe hobtemo do
norte as seguintes noticias:
Datas at6 21 de juihb :i
SOs jomaes die note minuncious das manifest.
taoes de apre?* feitas ao Eram. r.Dr. Theodoreto
touto, ex-presidente da prWinciaj, por oeeaulo de
sea embarque para a corte.
Foramt norneado&s : commaudante da guard
policial o eapito Francisco Antonio Nepomucen.;.
e inspector gersi das oscolas Dr. Almino Alvares
Affeuso.
S- No lago Apauri, no 8oliwe, ponco aeima
idaqnella villa, appareceu, a A aecoeosrva, wma
lancha a vapor pintada de enesmado, eom a cinta
de preto, tolda orrida e am. oa srotes. Nio
cent m bagagem -algna. A pA .eao e que foi
encoutrada denota ter vindoed alto Solifnies ea-
costada pela forca da eorrmatesa nese'lugar entree
uns galhos de ura arvore, a lanka tern um s-
tr, iro na proa.
--Foi prorogado por maw now nmMeM o pWae
parcdo puari a ardmatRAo da ilium nh elee-
tvwxa da c dade.
Depois dar difuiculdades suggeridas para
conseguir-se pratico quone levase a canhoneira
Affoaa Cel/o so M adpira, foi.deelarado io poder
ease, naviLo faxer vigUpt por falta d'agaa no rio,
attento o grand c ;Ido quo tem V, po@ do
;goee do fretor o vap.4.fe$, ra on, phia do
A =as,- q&UMi Sg pas a de 6 do


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u 'to, imtjubix
Nc ~ 16.L o".-. 17.
syispro-edent.. do port. francoes B-
quemn a. eg = ordein de'r obsorvao, fandeados

Qe__ eh samao ,,.,..
Quo nio se deemeta annmsuati wuw..mnr oeM> ow.-


l -rtsa isW c*iap QBiWatwaetg aseoream
lazareto na ii pa1 a 1LdaP egmyam &
23 o Sr. Dra. hoa, aZ, Pinto e
Nury, eommissitetdos psga pu.si6 a fim 4de
verified awo 6 possiv4 estabelecorase mm Itwardto
aIh'.
Foi tambem nonmeada uea commisso comn-
posta do Dr. Joi R dtie SoaZ. Us e a o como pre-
s dente, e doe- fbts. tnnjfe "Cjica, sose P. de
Caivalfti e Manoel deo Moraes atteteoart, par
examinarem se o vapor offireeido pela companhia
do Amazonas, pars satvir da lazareto, affeteee as
condigOes necessarias para aquello fiut, e indi4ar
qual o local onde deve estacionar, e 9 pessoal ne-
eessariopaaa o srVileo respective.
0 eleitorado liberal da capital, em reounio
convocada para esse fin,, reso1veau aeeitar coma
soe eandidato A drputao geral pelo 10 dstricto
o Bar-O'de Guajarfe, nao sendol por'effe aceita a
indibcage, o Dr. Amnerico Santa Rom.
A ceamm maniviipaL de Belo doiihbarou
hsmar a respouiabilidaJo a Provinoi do Pard,
por crime de ealumnaia
Karanhio "
Ditas at6 26 de jualho:
F6ra nomeadodeleogmdo da capital o capitAo
Augusto Voapucio Nuaoes Cascaes
-Por offiAo de 19 deu o Sr. inspector da aaAde
do porto conhecimnnato A presidencia dC eoaam-
nicaba telegraphicaa qae ecebeu do ispectw'ge--
ral da sadle puhl'ica na e6rte, de eotar grasamdo
cm alguans paizos bahaLdos .pelo Dediterraneo o
cholera-morbos, a. qual recommenada tadaa vigi-
laucianas embar-aoes daquellia procedoncia, e
por ea- ocadr.o pedib aquefle taeaeionaria A S
Eo. 4ueadesigaaj4 um Ltugar onda passsageirds
e tripo:antes dessas emnbarcag5os fizessem quaran-
ten&.
Para revolver a semolhante respeito nomeoft S.
xEc. unax a comnisamio eomposta do r,;feripde inpec-
4tor, do d avusdaile public u do commnissario racci-
*nadpr provincial para dar parecer sbre o Iweal
Inais conevesiente para -o estabeleclmneto de ow
lazareto. ..
- Na Posts d'Areia, di, -Paii, ji esteve eats-
belecilo, por ooAsiilo- da epidemia a fbra aseaa-
relaqe .aqus k ssoa bLL asnos, rin laapvcta.
,Hoje, porern, este tugar uao deve setr aproveitado
para semelhantefim, por aoer dM e Ais rpropios para
as peaaso ataeaas do beriberi alli usareo dos
baalw& dp r, tdio p pa&: cohator
esta enferatidade. T"aA oatroa pantoa naP coa-
di nocs are .-t .. +
dia ,2t hegara Ic apitzl a prxheora re-
messa do asw3tar da *uva safea.
,E' do eqgeatp dio S,:.e Fkeliatw fiut CwMh dM
Souza, do Piadar'- .
-. SQob'o titalo1 Macriobw d a saupraclitda fo-
Iha eaa noticia: +
'&fiistaesaipeee'ta do ~vsaitn teresa-Me Gui-
Q t, auw4apsat, c c asarids tam I"mamwse a&
Inat requica naiaW volata, dy 12 a 1,Q3.
;' El. fbo'scriva 'dos jeuita a nt tempo que.
aqaellelugarfoi fanoda teltes.
d- th Uamr (afLridO $Cus4&o Aselkt obanarsW e
A 1qugTidadai deoa Baallwr -roat aWt
theatieamente.
CearA '- 4


n=6
SdiMesj ver naquella proving, de geontd to 9hhil,
a tao industriosa, de carter t o vril, ease melo-
raniento que ha do p61-a a salvo das ealsamidades
periodieas da secea, que a faiem retragduar por
tanto tempo. A provineia da eOea precis desse
melhauraneonto; o que- parece 6 qte u6s s vames
nos perdemos pela grandeoa dos projeetoas, aban-
donando adguma eotsia camsis modesta tmo disw ao
honrado senator. e mais exequiveL Mas, asaqui-,
zessem empreliender am grande malhoramftato
permaeonte, servindo atM pars a navegaqao inter-
na, entao o orador offereeera ao nobre ministry
urma iadicaqio qua obteve coarn difficuldade. On-
vio em waa pravineia ao finado Viaconde de Seas-
Ssuna, quie havia una aecretaria do goverao umr pro-
jecto de canal de S, Fracisao para Jaguaribe....
0 .0 8*. 'Caz MAcHAc O E' do tempo do ri6D.'
Joao VI. ...
1 0 S. Joo AimaBno... -mas, por ma"i qau pro-
curasse e.se tribalho em toda a part e sos ar-'
chiv'es, nao foi posaivel encotrmal-o. Todayvia te-
ve em mas eartas de eastudos do &.. Marcoa, onde
pode, ver tudo quant ele tea .este respei, e ase
6 exact o que ell& figaza. nea carts, eaom poean
leguas do eecavaAo, ficaiA oio Si. FPa-eaeo na-
vegado at4 ao Jaguanibe. .E' ursa aooa importan-
tissirpa; que fticaria regada por umi rio cujasaguea
nunca faltam.
0 Sa. OnUs MAcmwao-DizSB qae a eoxvaio
mis' alta tern 200 palhnos.
0 Si. JoMo ALFESDO desejs unicamento quo as
ideas deste project sejam.estdaadain. (Apsia-
dos). 0. obt-e minister ternm a sou 4ispmivL *
eongenheciro minuito habit, que fez cestados ao CUar.
Esse eageaheiro deve aer euteadrido sese aasuniapi
to, c o.nobre miniatro podia maadar oxxanriar esr-
sa carta, porque, so a trabalho 6 fail, como se
deserve, va4e a pens comeaal-a, euboera teuoam
as obras do durr 20- ot 30 wanos.; ehegareaos
ao fim, mas 6 preciso conmeatr.
0 ocador vai eoncluir coin maia alguma rapi-
das observa'as e tratar aila4a do poearto de Per-
nambuco. 4 L
Pede ao nobre ministro, uo made veriflear se
o 4ue se eatA. fazetaWlo no port de Persamnbe 6
o que foi indicado par quaqaktr da s duasa eelbri7
dades, que fiozeram o estudoe, o &s ra Hawkshaw
c Robertas, dous. engeuheino aotabilissiaau qua
estudaram esse port a disseram por onde ae doevia
come.sar, eat aO gastamdo atwmalmenta 16:O0S0$
paia so faser o contrario daquWailo quoe tes des&-.
raun Quemn se levanto* para efeMuamr ossN &hbm
do homens to competottes omo, o Sn. tHawks-
haw e Roberts ? .0. Oaebre muisto -akfendama*
a que aquelUe serving so fan ots nmttof4mSeo pro.-
veito, relativamente ;, as dragas aao teem forg,
ftaeioneia neal, a a pessol 4ezeessiv& ,
S Sobretuda, d6e ao a riae .w sin ao sas ree.--
Itern oas. plants d he ap tio.ovwetotaa eoam.
saida so faga o emetaado do qae eos iadeiamm.
Si d(1.-qua as elsie plaao~adsa-per squetals
engenheiros, poiam n ,r sondiieoiats paatim a.
te, Ob. poeuo misia dqawMti*qrtwdbnt;mmtbs
Sf vOta pa,. a ceonwrvaej-do paft ',MAs, a naie
Per ipmaa exeavase -ique- tarm touio an-
bomdou.o awDg foudo, tid, o -asm qua ,o et& fs-
uendo 4 exactamateo o contrario do que eae. dimo


C0 paMsesato assuap e a er-setlbs saida.s'
paadsr ragiatgm ais wpa duto. s.
DeeIarma a so-br ministto qu oWe ssi o. *o
per pesoal gazam li de;ertons pivilegisr,s potr.
tesato samnusis dsde ji qa- k poseivel Rue elle
prador aeja dommotado.
Aununcia issodeBdo j, usa S. Exn. o mardara,
exnas r, asasim cm te.aban -pqas opesoat AqUe
fuaceis am eaostnruoo ds nva pmte Buarque
de Mmned o,)rfqn9 ooqx hequal squil. 6 um vi-
veiuxiipara aidae miadp qamtia-otea amprego
ou Meiodlmdv .. "
Tma sdk& em suat notas xlgquns asaumpte de
qua q4ieram twtarj. mas estA fatgadog ; a ns. sai-
do ho mo 6 boa, e portait ,tormi"a pedidds ao
8cnado que a deculpe do tampo que tao inaitlmen-
to theroubou. (Nt ajaoiados. Muitom bea M6i-
to bern) !.
Foi lid*, apoiada e posts, conuntamente em dies-
cussoea seguhateo
Antes doe c as.ii .,alos pianos- ja
forain apresentadas, ease seja defiaitivamento re-.
solvidas. pretmnqbe que tern a Gxreat Wert.,n ot
Brasil Railway Company Limited de proongar o
tamal de Nazareth ste'a villa de Timbabaa o -
Verno mndarr proceder sos estudos neeatioas
para verificar se mais convem que o dite rareal
eontsane deo Nazameth era diaato a poisorrer o
valle do rio Traeeahdem, ate 4. sna& coueaesia,
eomae CUpibaribo-mirim, e dirija-se dahi para
TirbseIba6 Viete,l ligaudo-ro deste itodo os
does valleas e adoptaaaodse umrdfietrm'z que eam
tado sea percuamo aproveito aos-terranos maid fIr-.
teoi e-mii. eultivadis.-Ja- o lfrede.


, "r a. -il


S....rlo' dr edoe orte
DBta te6 t* d6e jWho:
Iis oqae iestasata aeVVoe o ua8so eores-
pofilawit: '
SA terra vaisema novidade que mere M.. a-
.o p fiacto maii importaab daquanzwia q 'uewje
fio, i oumiaique do im. Dr. PNuu SaUts
aeveas. ptovini am die 19 deta oom trinta disk
o Ulietnva e0t-egAdo a. a. ilkstri. da p,-
viucia uose dia, 4p to vio-remidatea o to ate-.
oronel Antonio Bazilio tAibeiro Dautas.
t 4 Lib'eraL,jornal official, dlz qne S. EIxe. bli-
eitou exonerago e er0 que nio voltari main deiao'
psedmntse. ,
UPornm noroeadaleatek o Atbheaounw r. Joa-,
quiwu ME oel Teixeira de Moura, pvr& a cadeira
1e historic, eJoao Candido Ribeiro dIntas, part
Sde arimethiea e algera, altimasente era-
dam,. n r P .$
S Fwam tambema nh ieeadL, pofoaao~ax para#a
eadeiras de instruco priAriauia ultimamente erea-
das anis 4pvoa95es do Rosarid, 'qtabatuinga e Cur-
raesNoiOB.
a Foi removido o professor da'vifa de Touros
pOrat & villa do SaWt'Aua& du Matto% e o, dsa
para aquella.
a Teade sido par aeto adminietrativo de 16 de
jtmho croado f dro civil no munieipio de Towro a da
eomarca do Ccar-nearim, (fera* .oaeuadn iateri-
namaote Antpuo. de G6p* Vascoacellos aorba,
1o tabelliao e eogdivo. de orphibos, e Viceute de
Palharei Cqelho Jauior, 2! P bellibo e evriy* do
civil bexecuftos. '
No term deTouroe' Jooo Luea ferio grfve-
mente eom urnm fouce aJos6 Lino do .lSmCimento
i ewte se macbauva Bno toyado daquele, martin.
do-l5e a homo lata,'. ..
SSAo constalfer siad pes0 o riautinooi, a a'ateri-
dadeprecedett a# dtiimias l ep e.
vA mesa de rends provinimeW d.A cidade de
ifaceA rendqu, no trimestre de abril o q tlmo de.
Junho 6:0370010.
A de Mossor6 no nluesmo perlocto rendc-u....
!O4598O.
r'amtbyh*l
Datas at6 to de ago ptdt
As noticias careccm de interesse.

VdcI*m da Amerlra 4o Worte e
Ceattal
De uma correspondeocia do New-York, em 6 Me
alho, par q Diario doG ro Pae extractamos
stars noticias: .
Btadom-,UEidou ,
Pelo governador Cleveland fol ndgada ashigna-
am so Wl que concede 50.000 dollars pars, o p-
estal da -estatua da IAberdade ilinumnando o
uuud. "
oupde.
SEats, resolu$o inesperada do gov& nador de.-
ancertou o comity, que ja auppodha gaahsa esa
Lumtia, que o desembaramarra de sagmnat4o dos
bsatacMos qae. torn amrgido Mra a m aliao detsa
randiosa obma d'arte.
As ubseripes a cast o alcanuam asegnaturas,
esas mesmo represent0"i qtdtiafl' fuignifean-
es qmdeuenad valaim.' FAt ..fae'to da ooetaia) a
ua so jlgao peasiia_.o goto dos uaeicauos ..pe--
As oatuas, pois preferem uma figura de: gener;1
&aaldber,sa om merio alsgun, sos *andes empre-
ikdiouios P mdoe seuis stoItsdmoas, qu taaorgakn
orwagaff-adeisr opyis. .*-.- >
-r4a quata-feor ultima f9i 'ateimaHBte deo-
radoor~um ingpndle o vasto Q&redi atWad tp
f~.&6, rrams, "Guua 6- divi im h'deNw"yor?.
due, chi"ueAas:ir w2104


Sdoou-d o o 1 tir de p a no
Gquo, o Sr. Joseph BuraLmm, socio da ema Hot-
Burahum fallida recentemente. Tinha
de idade.
m easo de ]yachameato. Em Vincennes,
L&W B l. dLa Am en ..1 A Aft aMa


Bulk


JaSoils rafa
*. 1l/o da l mti
Datas at6 22 do julho :
Constava eoa Buenos-Ayres que a legis-
latura da provincia argentina de Smantiago
hreteadi& depOr o gavernador dai mesa
provincia.
Fallecett o borond Bdaltar, urmdo ve lwhos
knitarios, inmge intransigenttes de Ro-
30a9.
Constava a El Siglo, de Montevid6o,
e a 21, o general Santos, pfesidente da
Rplica Oriental, e Maneilla, perfeito ma-
ritito de Baenos-Ayres, chegsram a ac-
iordo no tocamto a quarentona para impe-
ir L invase do ohQra-morbus.
Matto Gromm
" Data atk 293deainho:
Refore a SituapAeo 22:
a Sobos info6tmaos pelo Sr. Dr. Joao
Iuniz, ante-honbem'A tarde chegado da
illa de Diamnantino, onde fora inspeccio-
qar as escdft 4,ue o- s Mifiea s 6o'. in-
estam as immodiasqes d'aqnella villa.
c 0 Sr. Dr. Manis- dis-nosa quo' t-a
I'ikto informado pelo cidadlo Pedro de Har
us Fgneira, mdradoc no lugr denominado
SPiraputagas, -unid promximo '. viffl e
ide os indioas appareceramf ha cinco dine
lair ou menos.
tofontda

fel, p v 4i6.. f devA to. w-.

" .a .rvena a= i <'qn( ,. .


F.-


r, 16


2t


V





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-Lht~M4gMidJulM~
r ~ A'.aeetMrr
tuinezs.L


- A, I ":; 5 ; 'I'm w;v 4;A


pST T~uaaotrrtniMria -- 6ota pnisi
Ma rtr fi p i pt. OlviS k que ta te
ha dqguartoo*pi umrs su&tr trtan- 4
post telegraphieo mats proxia, 0 odaver f(
dado A sepultura por dons amigoi do infdiz press
0 /teAfse aclthava na priM, Asea casino do atteo
Mdo, e vai soer pn6rocesd
-- foi aasaninado em Greenville, departameno
to do Wekebmsgo, no Missiasipi, o juiz Taylor Ri
ekl, na occasion emt que collocava'-se entre dot
individnoa que discutiam caloroaamente.
6 Era homean muito eonsiderado o havia pou(
terpomi q= Ap a -o demiwao de maire para cuj
cargo for elaito annoa passado.'
"Um drama horrivel acaba de ter lugar ei
Bethleem, Iowa: Um individuo de nome Wil
liianm tha par amigo intlmivNiek, um' doudo qu
ozva do ibdardade plea porque atA entao ni
hzera mal a ninguem. .
Em um do 3 dias da aemapO a passada, estavasx
arabos a beber, qUando William, ja embriagad<
disse ao se a amig6 em at de graejo que arranjass
cimento para grudar as seas miolos e retirou-s
tranquilliqaa.m aq .4 -a.
No din seigunt'e N'Mck, na for'ia d costume f(
visitai-o, e apenas William appareceu, o tiaisac
Sderrubou-o corn urn macadbhadid na cabeca, c.tt
aaado a bater-lhe& at que xeduaio-e a pedaco
FPlo iMao suicidon-se corn umn tire deo revolver n
coraglo.
Um fratieidio casual ema New-York. Bria
eavam 8 criancas de 13, 11 e. 14 au anos ojogo do
ladrnos o da polieia, quando oa mai velho laugand
'nio de un revolver, disparoa-o na cabea do mai
moco. que cahio morto instantaaeameate.
0 fietricida jildgava nao e tar carregado o re
volver. Foi preso immediatamente.
Tna eriasuas de ciaco,, sete e novel anao
pere.eragn em u incendio que destruio a ecaa.d
AMdmo. Patrick Murphy, em Briir4ill, Ohio.
-- -El Washington desenvolve se o ronbo e'r
grande escala. Oa transeumte9 seo ataeadosaec
pleao dia ws raTas.
-- Pereeram emua ure explo do miaa et
un brao do MdeKican Central, tdbs artists .ame
rieaos e' doze mexicanos.
Mexteo
Os ultimos despaphos do Mesicn io opm eort
a ele'i$o do geiral Porfirio Diaa pra %. preai
doneia da republican.
Foi votada urma lei, requerendo todas as liah
de ferrom a eoanstruir de e&ad lado 1 ao long* d
via dos eaminhoim pts icAveis. Julga-se eo
5.000:000 dollars a deapeza que a exseaquo dess
ei trr a aunica linsaha das emcan Central.
Os eapeculadores amerianmos, que emjrehende
rata dotar o Mexico de ans rede de vias. flerres
eoA;idrms a w&t tondio.qtse ues impom coan
ultrajoaa e ruim. 0 governor nomeou um inspce
tor enearregado de regular as horas de partied
dos trenb, e spra rolhl o fizer partiK u1 treo
er o soeS WU s nlA U -: "" -,"'
0 jqven. Qaz.boq, 6Who do preadeute, ainmnn
dfa esaoILk nO ,saindo em 'im carro tiban
iauom anm hau de n atb pofV s dad eswoe cao
itao Pedro Garza, travou.ftudsime et fi
hode um general 0 capitao Garza tirou o se
revolver apJacW quwaJ efmriad(
pa me o
00
Dize boato. VM wato q94 fow Gomm
le- quern assassmai.st4bts Wienas.
-i !. 'I is H a',
No 5 dia. 6 de J'aso Zfb= dteseoertoe aroio
roaubos importantes ni asludqiga do Hait, I
pidem f i, obgadq afzr lmMl
mate os iaqueritoaspoia a 3v pod f am e oiial
quer ontro funecionario.
Tiai proet muites euspeotos.
Reina calm em today a republican.
Terminusram s dtbabt aobre a coavenoa posa-
tat entree a Frana e Canadi.
0 tstaid scM prueo em vigor depots qu e tlve
tieo asa ignado pelo sinistre doe- negoeios estran-
peiros d4 Franca.

NetIlas do PaetOno, ato da Pra.
ta e atul do leper
0 paquet igles Vadpatim quepmsou
kootem paras a Europa, trouxe-do sul as se-
uinates noticias, e. mais as que e sstam da
tubrion Pest. Ofoiq/l:

UDias telo at 1.9 de julho;
SNO manifesto q'm dirigie na qbt, opre.
sidonte Iglasias di, quo retitsas da sooaa
publics., resohnido a oonaervar-ae iwovogat
vehiwnte eob a proteego d4 conhtituiao de
1860; aceresoenatado: a Declaro-a vi-
pnte e podeis empenhar-voe corn eofiaaga
ta luta hleitoral eta quo designareis o ci-
dadio quo deve substituir-me. '
No anni'ernario do juramento da cons-
&itui ao uruguiya, o rmnistro oriental acre
ditado em Santiago do Chile, offereoeu am
unquote at dorpo diptomatico residente
11i..


ruas.
-0 govemo da provincia officiou aa
capitko do port de Santos para informer,
comn urgeneia, o officio em que o inspector
intarino da alfandega daquella cidade so-
liciteu que fossem transmittidas orders
ao copmmandanto d% fortaleza da Barrs
'Graude, afim do quo tome as providencias
aecessarias para sujeitarem-se A quaronte-
na os navies procedentes do Mediterraneo.
II o de .dJaneiro
Datas ate 28 de'julho :.
troseguiam os trabalhos parlamentares.
A' 24, no Senado, o Sr. Barie da Laguna
motivou umprojeet, que. ficoi wsobre a mwsa para
ter sgenda leitura, autorisando a deepea de...
400:0(00 corn o aprofundamento do taboleiro que
Oxisto na barra do norte, da provlnciFC de Santa
Catharimn, decade a ponte de Ratones ate a embo-
cadura do Estreito, afim de franquear o porto do
Desterro a navios de grande calado.
Continuou a 2' discua-eo do orgamento da des-
peza do Ministerio. da Agricaullura, Cammercio e
Obras Pubicas& para a exereicio de 1884 a 1885,
eoni as emendas apoiadas. Oraram os Srs. Ja-
cintbo de Mendonga,- Viriato de IMedeiros Jun-
queira e .. arneiro da Roeha (ministro da agricul-
tadra). A discussio ficou adada pelas hot,
Passando-de A a part da ordem do dia, Ctfil-
Uuou a 8a discuasso do project qne reforms as
disposuizee da lei de eleicQo das Cinaras Munici-
paes e juizes de paz. Foi apoisado um requeni-
mento do Sr. Josae6 Bonifacio, para ser ouvida a
comtiseio de legislaao, e ficoun a discusseo adia-
da pelta howa, por ter pedido a palavra o 6r. Viei-
ra d Silva.
Na Camara dog Deptada, no mesmo dia,
depois do expediente, fizeram algumas observa-
nDe os Bre. Leopoldo Iluhoes, Almeida Nogsira,
justficudoa u q tuenmneno, e Mac-Dowel. Na
1" part da ordem do 'di a contiuou a dWeaRnao
do requerimento do Sr. Duque Estrada Tixeira,
oraneo as Srs. Franklin Doria, AffAne Cels* Ju-
nior, Duque Estrada Teixeiora,' mniit dao gd.er-
ra e A ,dradelFiffira. Na 2,; e% anuamO.adias-
abukj#.addituw& so morpnaqto da -was"s ge-r
r*'4dc f~teki6,' qual fi eaadIaa depoi dera-
rem as s Asistidos SpioliOa N aN se Souns.
-L -AA' 25i S6n Stfo, o Sr. Daknmt lrdte
conaelho) saprenou extoplic a mL oi law
gT^^^^ w. ^ a*d toa'tMbV &te,
-92 'irl d .+ne o a WoLU- dA .


Il


.1


i


'tafunhua quo fq -


Em S' Carlos do Piahal, os oscravos de
D. Antonia Idalina Vieira, armados doe fou-
oes e cacetes feriram gravemente o feitor.
Na mesman lcalidado a2lgns lia js
71ti~pspannfmn ddes, t1.r, cntra 6 dld o An-
tonio Franpisco aamps & Nqi4 er-
rassemn 6 avo espancark v o 4wo
da espingarda, deixandop mUito mall.
tado. M \
Refere o lpioezry4 de 20:
a m um dos dias da manaa que 4fi-
dou, na fazenda da Boa-E. n9a, rr-
tencenteA Sra. D. Antonia yJvj4w do
Fraga, u'n escravo foi mordido por uma
jararaca do rabo branco, na mao d;rAita,
na occasion em quo cortava canna.
Eua pO QOQS minutes appareoerqm to-
dos os symptomas do venqao ophidico, .e
Send applicado o permanganato do potas-
sa cinco horas depois, quando j6 o veanono
estava em acego, produzio o maravilhoso -
resultado de uma cura rapida. 0 esera.6
acha-se limro de perigo e-jA osta trabalhaa-
do. 0 .
RBfero a Provincia de S. Pauao q Io
ne4-i 19 Ba bsirrr-do- Oorambutahy (Irt
S. Aoo 'dp Ri Clamo), FlPiAio" Avtbnio
de L'I laipatm fogo mo terreao.s q* ihe
pertencem o passanldoo foha paraproprioda-
dos de sea vizho Jcuo Murba, este procurou
Floriano, o pedio explicag9os sobre o cas;
Floriano rospondeu-Ihe desabridamente,
dando-lhe um tiro de garraeha, que, feliz-
mente, o nao ferio.;
Em soguida, chamou dous 'camaradas,
iandou amarrar.Joao Murba eespancou-o
de tal f6rma, qua ficoa corn uma costelta
quebrada.
Apeodar de tudo, aJoao MIurba foi parar
nao cadeia, da ,onde sahindo, fornmulou a
compotento queixa.
Escreveram A Gazeta de Campinas:
( Oavimos ao Sr. comraendador Pelip-
po Antonio Franco, lavrador de caf6 e
canna deste municipio, assegarar sob sua
palavra que desde 1855 aiida nao vio gea-
da igual a do dia 28 de junho, pois um
cafezal de oito annos, plaatado em lugar
'que elle jalgava tivre, morrea completa-
meute todo elle. Outro cafezal ainaa aci-
ma deste% corn 35 annoe de idade, foi
queimado at6 pouco abaixo do moioe do p6
do cafe.
Perdeu today a canna nova, salvando
poaco da velha isao meaosm par pouco
proatimo.
SDiz elle que arvores groasA rhp-
ram-se eoi a congelaclo. Algurns seis
vifiuhoas soffreramt iuto, do- quaies ao
pa. disae oa names. NM e jaramos sob
suas palavras. '
Diz@ a sa folhs d4a 9ipital que a. Caoi-
pja. mglioza maidara ria Hodveaia
oarrat wagons e abrir vallas do uan e ou-
tro lado para impedir o trannaito.
==*tO-se no Corrio Paulitcmao do 26 ;
4 A respeito dos asuaaiuatos hanidom,
ultimamente, no JahA, cuja noticia demos,
ha diai, cominunicam-nos rmais os seguin-
tea detlhea:
A 21 do corrente foi preso o escravo,
autor desses assassinates, no sitio de um
parents k seu scriber, e conduzido imme-
diatamente pera a villa.
c Ao entrar nesta Q povo come~ou a
gritar, repetidas vezes, que so matasse o
assassimn maa apezarliisso, conduziramo
no para" a cadea. ++:".... ... .... ..
c Contbl*444 'pnatn, pxt $o do
paovo, ntf dbstan0tt 6s esonhrowd Juiz de
atireito, foi o Q qqravo retirado dai pyisbo e
Omorto a pedratas e cacetadas mas russ da
villa e o cadaver amarrado a cauda de
am cavallo, montado par um irmae do as-
sassinado., e foi arrastado pelas mesrnas
























Felicio dos Santos. A tdisea io fieodaada poIs
horm. Na 2a part coutinuou a Ah si saq do
project de fixa9bo de o s de ter, precdedo
a do requerimento de adiamento do Br. Duqae
Estrada Teixeira3 Oratwn os St. Camargo e
Cantiao, ficando a diseussao adiad pela hew,.
A' 26, no Senado, procedeu-so A votaglo em
2a discussio, do orgamento do Ministerio da Agri-
caltura, Couamercio e Obras Publica para o exer-
cicio deo 188t--1885, com as emendas da Camara
do. Deputdoe, 4a commission do Senado e de al-
guis Sra. wnadores. ."*, '
Entre as emendas approvadas estao incluidas as
seguintes autoriaag5es ao govorno para :.
io0 Resgatr as estradas de ferro do Recife a S.
Francisco e da, Bahia a Alagoinbas. de.accordo
cm e rt. 16 dodecreto n. 1,245 de 13 de dezem-
bro de 1853, segando o qual o preoo do resgate so-
rk regalado pelo termo m6dio do rendimento li-
quido dos eiaio annos mais rendoses dos ultimna
sete. .;
2o PermItir qua a estrida de ferro Principe do
Grao Pari, ino eu prolongamento ate a povoa9o
do Rio Pretopossa utilisar-se do leito da estrada
UniAo e Industria, para assentamento de seus tri-
Ihos, a comeqar de doz kilometres al6m de Petro-
polis at o Areal.
3' Prover de mAo qua dentro do exeriecio de
1884-1885 prosigam os trabalhos do prolonga-
monte da estrada de ferro D. Pedro I[, na linh* do
centro, ate o porto do Parauna, sem altera9ae da
actual bitola da mesm% estrada.
40 disp3nsando nova coocurrencia, entrat:ir o
servipo de illuminablo public com a Rio de Ja-
neiro Gaz Company Limited, de accord corn as
claa-ulas do 20 do art. 10 da lei n. 3,141 de 30
dqr.tubro de 1882 e edital da 30 de novembro de
1883.
Foi tambem approvado um artigo additive dis-
pondo quo o governor nio renovaral os contractors
de navegaglo ainda em vigor, e, nas epocas conm-
petentes, denunciarai ernom terminados aquelles qtte
contain a clausula de sua continuaao, se nao) tfor
feita a necessariamintima~ao para aquelle fim.
0 orqamento, como foi emendado, possou 3a dis-
cussio.
Entrou depois em diseussao o requcrimento do
Sr. Honriqaue d'Avila para a publicalo nw Diario
OQfficial, do relatori:) do engenheiro civil Julio J.
Revy, acerca das taritas da estrada de ferro de
Baturit&. Oraram os Srs. Le.o Velloso, Henrique
d'Avila, Jaguaribo e Corroia, ficaulo a discussao
encerrada; nuo se votou, por talta de numero le-
gal.
Na Camara dos Deputados n'1ao hoive seasao
nesse dia.
Jhm sesslo do 23 o Tribunal de Theiauro ex-
pedio os recursos de: Joaquim Coelho de Macedo,
relevando-o da malta que Ihe foi imposta pala
Altandego do Par.A, em urn despach.) de mercad,)-
ria apraesentada cO)n) morimn de algodiao,, e que
deve ser classificija co:no batiste; BAstos, .A.,ra
& C., mandando restituir-lhes o que de mwis paga-
ram na Alfandega do Para, por different do qua-
lidade, em urn desp;cho de casimnira de 1o e algo-
dio; P. A. Agaiar Silva & C., mandando restiiuir-
Ihes o que de mai pagaram na inesm* Alfandega
do Par, em um despacho de 600 chapeos de palha
de palmeira; Gongalves Irmaos & C., mandando
restituir-lhes a importancia dos direitos que de
mais pagaram na Alfandega de Pernambuco pela
mereadona que, cornm so etinta de algodao lisa sub
mnietteram a despacho, o que por occasiao dA con-
ferencia se verificou ser metin para forro; mem-
bros do conselho fiscal da companhia de bonds
Paraeuse, afim de que fique sem effeito o lana-.
mento da Alfandega do ParA collectando-os como
directors da companhia para pagameato do im-
poasto de industrial e profissbios; Luiz de Barros
Pereira Rego, relevando-o, por equidade do paga-
mento da multa que lhe toi imposta na collectoria
de Garanhuns, em Pernambuco, par nao ter com-
municado a venda de uma escrava; A. Ogaard,
capitao do patacho norueguense Balder, relevan-
do-o, vistas as circumstances do case, da malta
de direitos em dobro, que'lhe foi imposta na Ak-
sandega de Pernambuco, por haver incluido na
list dos sobresaleates de seu. navio dons plumes
corn objector estranhos ao custeio da embarcao
e ao uso da equipagem.
Indeterio os recursos de : Botelho & Castro da
decisao da Alfandega do Para, que classificou no
art. 629 da tarifa os collarinhos de linho lisos, que
pretendiam despachar como de algodao; f) de
Cramer, Frey & C, di decisao da Alfandega do
Rio de Janeiro, quo mandou classificar como casi-
mira singela de 15 e algoiao a mercadoria quo
submetteram a despacho como flanella lisa; g) de
Wells Hood, superintendent da companhia da es-
trada do ferro do Recife ao S. Francisco, da deci-
sao da Thesouraria de Pernambuco, que obrigou a
referida companhia a pagar direitos de consume
per varias mercadorias quo importou para cons-
truir uria estaeao no lugar denominado Cinco
Pontas.
Nao tomou conhecimento do recurso de Ignacio
Neves de Almeida pole lancamento para paga-
mento do impasto 4e industries e profissbes, como
funileiro na villa de Barreirinhas, provincia do
Maranhao, por se aehar perempto.
Approvou a decisao da Thesouraria do Mara-
nhao, eoneedendo ao ex-collector, inafian~avel, da
villa de CoroatA, Jose Joaquim de Leao Junior, o


prazo de tries mezes, para pagar o alcance em que
foi encontrado; convindo que seja quanto antes
sequestrada a casa que offerecau para garantia de
sua responsabilidalec.
Indeferio o requerimento de Antonio Ernesto de
Mello Cabral, thesoureiro nomeado para a Alfan-
dega da cidade de Penedo, na provincia das Ala-
goas, pedindo permissao para que sua fianga seja
prestada na provincia de Sergipe.
Baila
Nao recebemos folha desta provincial.



PERUIBUCO

Segundo congress do Recife
SESSAO DE 18 DE JULHO DE 1884
PRESIMDENCIA DO XM. SR. VISCONDE DR GUARARAPES
A's 2 horas da tarde do dia 18 de julho de
1884, aehando-se reunidos os membros do Con-
greseo no mesmo lugar da vespera, e os que comrn-
poem a mesa nos respectivoa asseatoa, oExm. Sr.
president, Visconde de Guararapes, deelara aborta
a sesslo e di part ao Congresso, queo nao se ten-
do podido reunir no intervallo das duas sessoes a
commissao deliberativa a quem, de aecordo cornm o
disposto no art. 9 das instruce'es ja publicadas,
toca apreciar qualquer emenda ou substitutive
offerecido e disteutido na sessao precedent, e pro-
ceder a redaegodefinitiva da representagoi diri-
gida em noae do Coagresso ao poder legislative,
vai a citada commisalo desempenhar esta part
dos trabalhos do meso Ctnmgresso-
Neste conformidade, convida elle a tomar as-
senwo na mesa os Srs. membros da s.aperintenden-
cia da Sociedade Auxiliadora da Agricultura e os
presideates das Associaoes Commercial Benefi-
eento e Coamercial Agrieola, que em virtaite do
acimra citado art. 9 das instruco6e constituem corn
a mesa do Congreasso, a commissIo deliberativa.
Aehando-se ausente o membro dA Luuwiten-
dencia, Dr Ayres de Albuquerque Gamu, ,fl-a a
commission compost dos seguintes m brae: Via-
conde de Ga rapes e Drs. Olyuuio at da
Silva e Laurino de MNorass Piabhpwos d.
mesa da4Oe rso, Dr. ao 4 os Bar-
retta : e engemboral erql Axguato K let: e
Antoeno Pereira Simos, a 0bras, auperintea-

PreflidenHa &L &rwtr< d Ammarteaa3nratw-


ai e a ur Mt eMO
o coofiano ij
nal, como deetn
convite dedoe j u qo6 ticx o ioros e
POZ

instruees60, 6 o p do Sr.
Dr. FMSba0N nV
Paseand6 O a0iea
o projeeto de .
riuteadencia= a duzAus
eultuara. emn nome da mesma Soiedad e do.Clb
da Lavoura da &Eaa e=do Ipe uca o r. om*-
mendador Manoel Jos6 da ilva PONarifes o6'-'
reee, oomo snbstitativo a redacao do mencionadt
projeoto, outro project eontando ideiaa Wfalo
sob f6rma difference; e Sr. oemnmexado Jo"-
da Silva Loyo Junior 0pina, par. qaeusqja iomo-
ficada a representaco, no sentid&o das ieias ex-
pressas no relatorio, Apreseutado em 14 deoabAi
do corrente anne pela dirctoria d Aasoci AOco
Commercial Agrioola, da qual 6 president, A res?
pectiva assemble6a geram
Depois de breve discussion, ambas as pretencses
sio indeferidas pela maioria da eomnaissA deli-
berativa, esta por n-o ter aido apresentadas e dis-
cutida na vespersa, deo conformnldade corn o exigido
pele art. 9 das instrueoes, e alis comnprehonder
medidas, acerca da opportunidade das qiaes nao
achaa commission se possa rasoavelmente attri-
buir ao Congresso urma opinion qualqueir; aquella,
por julgar a mesmoaa commission, que emb6ra as
bases do project do Sr. commoendadnr Guimaraes
sejam as mesma do apresentado pela Sociedade
Auuiliadora, e per isso possa ser considerado sen
substitutive, deve ser preferida, per mais clara e
precisa, a redaeco apresentada pela acima citada
Sociedade.
Continuando a apreciacAo, sao approvadas por
unanimidade de votes, ligeiras moditicaqoes exigi-
das priacipalmente pela necessidade de dar ao
project da Sociedade nura f6rma de accord corn
o disposto nas instrucaes e pore conseguinte-diffe-
rente do que se havia cogitado quando ella foi or-
ganisada, send rejeitadas nos terms apresentados
duas emendas, offerecidas pele Sr. Pereira Sim5es
-a primeira, parn no periodo em que trata-se da
tutela dos libertos, supprimir a reference a ao 50
do art. 60 da lei de 28 de Setembro de 1861, a se-
gunda par a em lugar dos males acima rdlata-
dos dizer-se dos males resid-tantes da erise aue
nos assoberba n.
Em seguida, 6 approvada fiaalmente coma re-
dacnae definitive e lida em voz alta pelo 10 se-
cretario, para conhecimento de todos os'Srs. mem-
bros do Congresso a representa^So cujo theor 6 o
seguinte:
(Ver o Diario n. 172 de 27 dejulho do corrente
anno).
Ultimada por esta forms a tarefa da commission
deliberativa, o Exm. president 18 dous telegram-
mas de congratulaco, dirigidos ao Congresso pelos
presidents da Assaciagio Comercial e Centre da
Lavoura e ommercio da corte, em resposta aos
que Ihes haviam side enderecados nia vespera ;
decidindo a mesa, que ditos telegrammas, assim
como os anteriormente enviados e recebidos e tam-
bemrn as officios, additive e substitutivos apresen-
tados, sejam publicados come annexos As actas do
Congress ; e uao havend4o mais negocto de que
tratar-se, o memo Sr. president declara encerra-
dos as trabalhos do 20 Congresso do Recife ; e de-
pois de algumaspalavras de cogratulagio eagra-
decimentos, dirigidas aos membros do mesmo por
elle e pelo Dr. Ignacio de Barros Barretto, geren-
te da Sociedade Auxiliadora da Agricultura, 6 le-
vantada a sessio as 4 horas e 10 miautos da


tarde.
E.nf6


de que lavrei a present acta e assigno-a.
Olympio Marques da Silva,
1I seeretario do Congresso.


ANNEXOS


SUBSTITUTIVO DO SR. COMMENDADO MAINOEL JOSEG DA
SILYA GurMARAES
Augustos e dignisnimos Srs. representmtes da.nagco
Os abaixo assignados, habitantes dests provin-
cia, das do Rio Grande do Norte, Parahyba e Ala-
goas, em sua maior paste agricultores, eommer-
ciantes e proprietarios, vendo perigar a ordem so-
cial, pelo mode porque-se tern propagado a aboli-
qAo do element servil, veem muito respeitosamen-
te, firmados no | 30 do art. 179 da constituigao do
imperio, solicitar dos auguatos e dignissimos Srs
representantes da na o, providencias afim de
obstar aos males que ameacam ao paiz.
Os abaixo assignados suo partidarios da extin-
cao do element saervil, desejam-a, mas nao podem
deixar de protcstar e oppor barreira aos desregra-
mentos qui se tem dado.
Confiados nas lois do pasiz, os aetutes proprieta-
ries de escravos empregaram nelle seuas capitaes,
e muitos, quasi que a totalidade de sua fortuna; e
nao 0 just que sejam esbulhados de sens haveres,
como pretendem uns, nerm tenham o products de
seu trabalho e economic depreciados oa inutilisa-
dos como tentkm outros, quanlo, esta propriedade
6 reconhecida e garantida por lei.
Hoje n;o se pode contar mais comrn o capital re-
presentadoporeberavos, quer pela talta de segaursa-
9a, quer pelo roubo que se faz acoro9oando a fuga
dos escravos par& lugar onde o proprietirio ndo es
possa reclamar, quer pela avaliaglo forgada em
que da-se ao escravo urn valor inferior a dons me-
zes de salaries, quer pelo perigo de uma insurrei-
Vao animada pela propaganda.
As provincias de Pernambuco, Parahyba, Rio
Grande do Norte e Alagoas, suo esseucialmente
agricolas, e tauto a riqueza eomo o trabalho tern
sua base, proxima ouremotamente, na agricultura,
e esta repousa, na maior part, no trabalho es-
cravo.
Se os proprietarios dos escravos fossem devida-
mente indemnisado. do valor destes, e encontras-
sem inmmediatamente uma substituigio de traba-
thadores lives, nenhuma razio de opposigio ha-
veria ; mas desde que se pretend arrancar sem
in4emnisaao unma propriedade leg.ilmente consti
tuida, aindamais, quando desse facto reaulta a
certa e iafallivel desorganisalo do trabalho agri-
cola, 0 facial de comprehender como isto se farA
dolorosamente renercutir em todas as outras clas-
ses sociaes.
Ate o Estado sera urnm das victims ; suas ren-
das diminuirno enormenente ; a foroa public de-
vera ser muito augmientada, para Conter o deseu-
freamento dewa grande massa de eseravos livres
-epontinameate, e evitar ss*aeentt terriveis quanta
fasem prennciear o que diariamente obsrva-ese,
principal anten sal sminevefeririB-nBa odever
que -aos ioderes public.s cabe deopover ao bea
star dos cidadlos.
Vinalmeate,-a4ugustos e dignissimos Srs. repre-
seutantes da nagio, otabaixo assignados lembram
o grande perigo des poderes publics coaservarbem-
se indiftferentos ante a isvestigaqlo da legitimidade
de today e qualquer propriedade eserava, porque
corn o triumph dessa imvetigago, baseados em
identicos sentimeatos. ergaer-se-huo, a titulo do
protecvao ao proletariado, eambatendo a legitim-
dade de today e qualquer proprieaded e emeearl
o desmoroamento da ordewv oeia, qne 6 do que
presentemeate mais se deve reeiar.
Os abaixo ign n0ofss o espwito de
justicgia two e daissimos s. represen-
tantea da nA e certos de que a loi sea uma
reielidade, gmaotludo-se t*-ropriedade -em 8"
plenitmaidwm"npermitte a, w M ikq do iaerio
pede .quse a .ecret ....leis- .. ..
abuses qa oste e qt aettendo a Io omeaid-e
.Nest.. terou.s ete., etc. .1,* ;!:- :


se Ihes comminar-A.
Engenho Muitas Cabras, 10 de julho de 1884.-
(Assignado).- Felisbino de Mendonpa e Vascon
cellos.
EMENDAS DO SR. PERUIRA SIMOBS
Justificando as emendas de redaeo*o que apre-
santou disse, na pequena discussion trovada, o Sr.
Pereira Simnes o que aqui flea resumido :
A Sociedade Auxiliadora da Agricultura, ee-
dendo ao convite quo em nome da Lavoura Ihe
f6ra feito, convovou este Congresao deelarando
ser am dos seus fins principles, came estA ey-
cripto no verso dos seus cartoes de ingresso o
ser dada pelo menos unma manifest.aao sesme I
que todos n6s dosejamos a emancipacs.o do el<-
mento servil; nao, certamente, como exaltadoae
intransigentes partidarios, mas como verdadeios
patriots quoe s almejam o progresso e necessaio
future da grande Nacionalidade Brasileira; noe
por meio de ura revr/ulio que anarchise a o-
dem; mas por intermedii. de um appello qlo
signifique o respeito a autoridade constituida4a
quem esta confiada a grande responsabilidade ie
resolve o problema e a qual em suna competence
nuo deve ser perturbada por officioso offerecimon-
to de ideas e projects.
Assim, apezar de ter sabscripto, eomn as r4.
triccoes que constam das actas da nossa socield-
de, o project de represeantago ao governor, no
pos *edttrl B mf o tUa, fue .GO Mo-
damente tera de ser lida e ju"ada.
A razo simple, eado qi tal tqu es
nuopoderA Illa ser franeineate interpretadl;
pais ha ahi pontos em que duvideso e ambigio
pdde ser a sentido de suas expresses.
A alluslo que ahi oceasionalmente refere-se, pr
exempio, A lei de 28 de setembro de 1871, enue
todos esses pontos, p6de a meu ver ser tomala
eom- unma indicacAo disfarcada, indicagio pernn-
nente, prohibida pela coherenciu do nosse p1-
&ramma.
E tauto menos posse ad&dttil-o quanto convto-
cidissimo estou que esta lei estacou ja na maraa
da evoluato, para deixar passar ao seu rod,)peo
todas as conclusoes tiradas pela experiencia, con-
paragao ou observacio de todos aquelles, qnuo
estudam, sem serem perturbados pelos assanu.-
mentos do egoismo, ni umni causa intimamente a-
gada aos seus interesses particulares.
Repute pois essenciaes as emendas queoffereol;
na porquc sejam ellas aqui urina anna de ei4
bate; mas porque teem pars mima o valor de
d1o necessanio, que se praude a cadeia do pensa-
mento ato agora manifestado, setm seroMos ins-
tigados per um abolicionismo intransiqegte eo .ee
muito menos o sermos par um igualmente eximi-
noose emandwacion-ismo emverrado.


ainda a sociedade zogowjar-se, vondo
alo sen peaamento -de ado peciliearMos
adaihenteo em Oamrepra i n ltaqo, quanto
Smedidas, que ao pod compatte cumpre to-
\ ^ laq Udes queues langafot Btrostose ie-
te deliberaolo, asseveraw, sen abokieoismo
t avahusha3dosponhada, at quo ensariente 46
pode oppOr mna provideei .-a rep a!5o-a
o aT"utwntea;g aos que assim
S poderemos di.r-M .o d d$ supposta ava-
ohs, iap ~id poog r.... mamp" es d. e
eado, que nd receiamos- mas do cousa mais po-
ava e reakente etpe la- 8 acin-aoes go-
rativas-as crises epilepiead i alts s olitia o
-alta administrac0 do palz.
Esta sim, 6 a avalanche que ameaa tudo, des-
nhando-se de bern alto!
Sociedade Auxliadora da Agriultura de Per-
|smbuco, S9 dejUdho de1884.-Illm. e Revdm. Sr.
elippe Benicio da Fonseea Galvio.-Lembrado
inda do valiosissimo concurso. prestado por V.
>evdma. e por seuo amigos em nome da Parahyba I
o congresso'do Recife de 1878;. vamos hoje soliei-
al-o para o segvndo congress, que a Sociedade
uxiliadora estA empenhada em realisar.-O fim
este congress nio sendo tbo ample comao o
aquellc, talvez o exceda em alcance social e ate
olitico. Temos em mira.. sobretudo, dar um tes-
emunho de qce o norte do Brasil nao se deixa of-
iscar pele quoe se deu no CearA, olvidando sa,
orventura, de qu; o sul, nuAo se deixando certa-
tente levar par tal guisa, podgrA ate, se vendo
6, p6lr em perigo a unidade naeioa&aL-A Para-
ba que vemos perfeitamente represeatada em
Revdma. e em seus dignos amigos, nio deixa-
A de auxiliar-nos em tao patriotic empenho.--Oa-
To fim do congress sera procurar por algum obi-
ee aos desmandos dos intransigentes abolicionia-
tas. Neste ponto a nossa acq6o s6 se limita a
Pernambuco.
Pelos papeis, que temes a hour de remetter a
V. Revdma., vcrA nossos intuitos.
Esperamos que se digue de respondernos.-Po-
de a correspondencia ser dirigida ao gertnte desta
sociedade, que estA autorisado pela superinten-
dencia para isso.-Rua do Imnperador n. 83.-No
Jornmal do Recife e no Diario de Pernambuco de
22 de junho -corrente, vera V. Rovdma. oas eicios
trocados por esta sociedade e a AssociacAo Com-
mercial Beneficente, em que estio bern patents
nossas vistas.
Reiteiramos a V. Revdma nossas protestacoes
da mais subida consideraeao e respeito. (Assig-
nado)-ilgnacio de B. Barrette (gerente).-H. A.
Milet (seeretario geral).
Sociedad& Auxiliadora da Agricultara de Per-
nambuco, 30 dejunho de 1884.--llms. Srs. -A So-
ciedade Auxiliadora da Agricultura por solicita-
glode alguns clubs da lavoura, acha-se empenha-
da em realisar um Segundo Congresao do Recife,
cujo fim 6 procurarmos dos poderes competentes
obter gai antias effectivas contra a anarcheia, conm
que ameaca-noso abolicionismornestes ultimos tem-
pos, comngromettendo profundamente as nossas con-
di5es economico-soeiaes e porventura as da inte-
gridade do imperio.-Nesse intuit nao menos pa-
triotico, que'em harmonia corn os interesses agri-
colas muito nos lisongeandu o concurso do illustra-
do e prcstimosa comicio agricola de Quitun-
de de Gitituba das Alagoas-vamos por este
solicital-o, esperasndo nao nos sera negado.-Pelo
correio enviamos coin este alguns fmpresseos, para
delles fazerem usoque Ihes aprouver.-Deus guar-
de a Vs. Ss.-r-Illms. Srs. president e membros da
4inir4toia do Comuii icola de. Qqitwioe e
itituba aw Alagoas.-(As uignado) -yIaacio de
B Barretto (gerente).-H. A. Milet (secretario go.
al).
I I I I II


E quanto a inim, pois, declare que so deac- de11 VI A IA 1a
cordo corn a id6a que ellas representam assignarei I I IA a
nem ser vencido, essa representaglo ao governor, ..
alias acertadamente feita. I-btro u mawitime. Hontem, cerca de
h- [0os da manhA, ao entrar parea o ancoradouro
TELEGRAMMA nterno do port umn escaler da barca noruneguense
Reparti*ao Geral dos Telegraphos. Telemr am ion, que esta fundeada no Lamaro, sueceden
ma n. 1009, Procedeate do Rio-data 48-Ende- eceber de rev6s um grande vagalhuo, que deter-
rep Presidente Congresso Recife-Directoria minou-lhe o nanfragui indo ao mar os quatro ma-
Associaieo Commercial- Rio de Janeiro, agradece ninheiros quo o tripolavam.
felicitag" que levarA conheeimento assembl6a.- Foi-lhes em soccorro o pescador Amaro Jos6 da
Nome do remettente --Jose Veudes de OUliveira, Silva, que proximo estva naiajanzgada, e con-
Vice-Presidente. seguio salvar os marinheiros do-eacaler, um dos
quaes ficon bastante maltratade.
The Western and Brasilian Telegraph Compa- Depois, os mesmos marinheiros foram recebidos
ay Limited.-Estacio da origem Rio--4a s 17- a bordo de um esealer da Alfandega e trasidos
Nome do destinatario Viseonde de Guararapes par. tr ."ra.
President congress ag.icola Recife-Centro la- In mquerito-O subdelegado dai fregnesia de
voura eomm-rcio, agradece manifstaco senti- Santo Antonio remetteneu ao Dr. 18 promotoespu-
mtentos congress agricola Pernambuco, faz votos blico, por intermedio do Dr. juiz de direito do 2o
pela solidariedade agricultores commerciantes, na distrieto criminal, o inquerito a que procedeu con-
sustentaeio interesses suas respectivas classes, tra o capitio Francisco de Paula Cavalcaute de
-Viseonde S. Clemente-Presidente. Almeida, conhecido per capitao Tiburtino, eomo
a incurso no art. 201 do codigo criminal, por ter em
0 SB. ISAocO DE BABBos Agradeco a V. Exe., 9 de julho proximo passade, ferido lovemente ao
Sr. president, o Me have coneedido a palavra portuguez Joia Gomes Madeira.
ao encerrarem-se o. trabalhos d'este Congress). Arma defesa-A's 9 1/2 hora da noite de
Solicitei-a niao rigorosamente como *membro ante-hontem, passande o sabdelegado de Santo
d'esta respeitavel remain, mas como gereute da Aptonio, pela rua da Roda encontrou Manoel Nor-
Auxiliadora, ncuja Supdrintendencia, que tenho a berto Barradas, que, send corridor, den lugar a
honia de presidir. foi enearregada de' eonvoear )ser-lhe encontrada urnma faca de ponta, que trazia
de tomar as providencias sobre a realisa*ao d no coes da qaia, sendo essa arma apprehendida.
tio important commettimento. Mandou o subdelegado eonduzir Barradas pars a
Coain -effeito, seuhores, por mais elevados e de primeira estaeao, onde se lavrou o term de fla-
vivo interesse que sejam os intuitos, eorn que ns grancia e apprehense, como incurso nas ponas
reunimos n'este reeinto, permitti-me patenteoa- do art. 297, pelo que esta sendo processado.
vos, o quanto fica honrada-a Soeiedade Auxili Teleovamie 'a ek al -Reeebem s hban-
dora por ter-voyes couvocado, quer directamen tern a seguinte eon nuieXVao:
por si, quer mediante is dignas Asociaeos Co a Devido i forte chapa (defeito que faz a etee-
merciaes, e os Clubs da Lavoura. tricidadeseoar-se por terra em ambos os coadnue-
Variados suo os motives d'esse agradecimen toes ao sul da estaco le flh ee, acham -me desde
per part da Auxiliadora : -em relageo sos seo s 3 howa da tarde, intermompidas as comnilmea-
aomeseffeetivoa e how arios, nao uendo elles ob 95es telgraphica cornmo Rio deJanei o. _
gados k faBel-s, eospareceam em creseado n Iesearfr-Diniosio Jos 6 do Espirlto-Santo,
mero ; em- rla aos Clubs-, coapareera tend side preso pelo subdelegado de Magdalena,
aiuda mesmo aloe estando todosdefnitivamen eomo indigitadoem crime deo tentative de roubo,
iskganisados ; quanto 'is dignas Directoris d allsisttiet fei #or aquolla antoridad e re-
4.saociaces .ommereiaes, asm de enewar aen e m ettido ao r., Dr. delegado do lo distrieto da ca-
se de fazer as distribuieues de nossos eartos pital.
iagresso mdiatiuf nte por seus respectiv Nada pode este conaegnir sobre a veraeidade
socios, uina d'ellas aceit o nosso convite,-- do cimc & alladido, aaeo-o,porm recoln, at
terms em qu e foi feito--e diguou-se de que estivese total Anote oe facto do que sonra
samente por i aoesa disposio oeste-sen sa eo Dionisio coastasse. H0o1o4m, poem, Dionisio. de-
houra e suas depea&dncias ; ati a adve elarou queera prAdo 10d batalotd deinfnta-
nossqawwo grade pleito em que se acha empe ria, quo estaiona na corte e donde havia deser-
do o Pai, devemros agradeeimento : aqu vi tado em 10 de fevereire de 1882, vindo par estat
expended Irvremente suas ideas, im livrmea provi no paquete BaAis.
q.e stil poiia.. tona alto as itmpe, q Foi reettido pelo Dr. delegado io Emt. Sr.
vo per maomaentow-pareiam perturbar nesea brigsdeiu. Flmanoin Poixoto, coinusdante das
t rsl Paatcommaudante dos
balhos. At6 nio ha muito, hoje memo, e nrw armk s, para pnevindeaeian eomo Iheppreuver.
%W r ,ps rvindemiar cow .lUs Opprouver.

beatos do sewifu iw, e de son ie dispeaav PLra -"HOtmntesas U hera di&nmaahae
roequioi* 4dU 1*sh~eAi; 1iamentepre- natravessa sdo Peixot o o menr J.ef Meandow
valeeu a opinA &ved e hante req Barbosa, venodedor de ang de milho, teve u a
uiaa bawu~x de u.aa. us arte e uma-Mjarin, a 4 %ria deop 0 aeom- ei-d nwei-
a no. propniom, eaia nooaM advermapes. toni410) de L v irst % 3R1 n0a eqe-
Spor nvolver se e u o aa. rebn do sen a ,s odH qua
xe ate requisiao a, ~~rava, reqed o suCNVU e


frno f1 ae 7.4 v.... p'e
Os-_t~ d1e )o nor 1mai~r6b wttofimexo.
foram: 5, eftr que houveram cieo; 17 em qu4
qa~feramsets; e.8, 5 6,23e31emquehouveram.
Os dias de iaior numero de enterramentos foram:,
2, 7 e 30 em que Ioaveramd lzeseis; 1, 18 e 26
ba que houvernim quinze; e 15 em que houverim
quatorze.
*a'trteldle-O Sr. delegadb do Rio Formo-
so acaba de cornuniiar quoa no dis 26 do mes
proximo find no engenho Born destine, o escra-
Vo de nomehoas, pertoneente. a Antonio Lopes
da Fonse*a Lima, .assaiinAra a golpes de fouee a
um seu irmao de nome Marcos.
O criminoso evadio-se.
Voemos -E' este'on .nomp d -ua Iov e ln-
dia walsa para piano, composta pelo Sr. Domingo
Jose Marques e editada pele Sr. Victor Preale."
Ao mesmo Sr. Prealle agradecemos a remeasa
ique nos fez de um exemplar.
E.tatutoa Obsequiaram-nos corn um exem-
plar impresso dos estatutos do Club Litterario e
Carnavaleseo Borboleta. Agradecemos.
0 Dlinoculo-Publicou-se o n. 31 deste heb-
domadario.
Em trauilto-O paquete ]Valparaizo levoi
hontem para a Europa 81 passageiros, semao 3
tornados em Pernambuco.
DuIhetro -0 paquete Pard trouxe do norte
para :
Diversos 58:7165700
IesMsabios lyricos-Publicou-se o n. 4
desta revista do critical do theatre lyrico.
Theatro Santa Isabel-Ainda numa vez,
neste theatre, repete a companhia lyric% italiana,
thoje, a esplendida opera de Verdi-Aida di-na
de ser ouvida por todos que presume ter born
gosto.
Theatre Santo Antonio-Neste theatre
a A-sociagio Dramatica represents pela ultima
vez, hoje, a bonita comedia-drama A FRdalguinha
das Amoreiras.
Exequais-Hontem, A tarde, tiveram lagar'
na matriz da Boa-Vista os ultimos suffragios pela
alma do major Joiob anoel Pontaual,asistindo A
esse.act, *resaido urnmero de nmgos do finado.
Em seguida, foil o corpo conduzido por luzido
prestito para o Cemiterio de Santo Amaro, onde
foi sepuitado.I
0 illustre finado era president da Camara Mu-
nicipal da Escada, 10 juiz de paz do 3o district
dessa paroehia e president do club da lavoura da
mesma comarca.
Reuni6es sociaes-Hoje ha as seguin-
tes]:
Do Monte Pio Bomrn Sccesso, pela manhl na
respective s6de.
Do Club Abolicionista Tavares Bastes, pela ma-
nha, no 3o andar do predio n. 47 da rua do Impera
dor.
Do Club S. oA Evangelista, assemblea geral,
As horas e no Ingar do costume.
Impostoes prowvinciaes-Lemos no Jor-
nal do Commercto da d 6rte de 26 de julho:
S A Junta Commercial de Francfort sabre o
Mena, no seu recent relatorio assignala como gra
voso para a expansao das rela"oes commerciaes
entire a Allemanha e o Brasil o imposto estabele-
cido Ras provincias de Pernambuco, CearA e Ma-
ranhAo sobre os viajantes de commercio estrangei-
ro. Tat imposto nao recahe exclusivamente sobre
o commercio allemio nerm mesmo, segundo somos
informados, sobre agents do commnercio estran-
geiro. Se 6 mais oneroso para o commercio alle-
mpo, o facto expliea-se, segundo nao desconhece
aquelle relatorio, pelaocircumstancia de que certos
products da industrial allemur podem ainda dizer-
se, em nossas provincias, na sua phase de propa-
ganda, necessitando de agents quae os exponham
e tornem conhecidos, ao passe quae analogos pro-
ductos franeezes ou inglees podam bemrn dispensar
a intervene de caixeiros viajantes.
N Asseguram-nos que a aggravaco de seme-
lhante taxa foi prineipalmente motivada per certo
espirito de proteecio para as populacoes dos cam-
pose eommercio honest por seem numerosas as
queixas contra negociantes ambulantes, que nas
suas excursbes realisavam luctos fabulosos, ven-
dendo objects falaificados de ourivesaria e de
outras industries. Os poderes publicos sahem-se
sempre mal das suas tentativas de parecerem pro-
videncia viva, e, da maioria dos cases, a liberda
de resolve muitas questoes que debalde buscamos
resolver per meios mait ou monos empiricos e ca-
suisticos. E' just quo negociantes ambulamtes
sejam sujeitoa a taxi, mas nem esta taxa dove
seo tal quo somente poai ser papa per nego-
ciantes deshomestos, uerm deve apphiear-se indis-
tintamente a negoeiantes quo vendem e Aquelles
que tio somente viajam levando amostras.
E' quasi cert. que o fisco, em deixando o seu
pipel natural quo 6 arrosadar rends para as des-
peaas publicas, nao fax senio constranger despro-
veitosamente a expansao das relacoes commer-
ciaes e corn ellas o desenvolvimento da riqueza
particular e da riqueza publics. Em regra a pro-
teccao s6 protege nin A custa denoutros. Para
que alruns habitantes do interior nao sejam facil-
mente illudidos, nao 6 just. impedir muitos outros
de adquirirem aquillo do quo carecem sem que
Thes seja precise abastecer-se niAs cidades. 0
Ceara, roduzindo aquelmu taxa de 1:0005 a 150,
entres 1s born caminho.
lltereSaUI* U-Um curioso remetteu-nos


as seguintes linhas :
Receita e despeza gera.-de algumas proviiucias
que tend estraas de ferro garantidas pelo the-
souro national recolhem saldos a thesour.'ia d-&


c6rte :
Receita
Despeza
Remette
Receita
Despeza
Remette


Pernambuco
13,451:3365923
4,889:4394970
8,561:8949953


Rio de Janeiro


10,853:351;803
5,574:5294964
,278:821%889


Reeeita .A45,ZW, 0
Despeza 469,4885027
Remette 776:270s046
S. Paulo
Receita 8,669:677,336
DLape.a 2,049:6225835
Pard
.Reeeita 12,706:1875978
Despeza 1,903:724A997

Remette 10,802:4625981
Raee ta e despeza gexal dasproineias que ten-
do estradas de fmere garaidds pelo tespuro na-
cioae 4 nao dteorenda psasa :spezas geraes e
recebem diuheiro do thesoero national -


OItNb *,.: 18 :888*8)|
*,ebedoro--Escrevem-nos em 19 de pl-
sin(lfn de' .- .. ; -
S Cemeqamos dizendo-lhe qufteahiram peu.ft%
na ebhuvas, que melborarawm asorte do nosa ago X
cultural, continuando, porem, logo depois o w
abrazador, que impede o plantio dos feijes, cha..-
mados de safra.
SPor fallarmos em agriealtura queremos fal1w
do uma espiga de nihe quoe no foi offerecidav
eujo tamanho despertou nesea earisidade. Me-
dia de comprimento 26 centimetres, 18 de eir-
conferencia, 6 de diameter e eoatinha novecentes
grl0s. Estava madura, e se nao fose es0e e s-
do, aereditariamos ser urma das espigas gordas do
>ooho ...P.s6. ,E ainda. assim o nosos povo
nio quer trablhar I .
a bSoma'intormados de que seachani em plea&
liberdade os reos Antonio COco e Jos6 Raso jr
.condemnados pelo jury. de Caruanru a 4 annos &
mezes de prison, por crime de furto ; e aecres-
eentamosnossos informantes que nos process"
desses cujos depozeram algumas testemunhas d-
vista! Damoe a noticia sem commentar ofaeto
que 6 proprio do seculo das... luzes...
O s autores do furto de que demos notien,
j& foramdespronunceiadoe,.-sapezar do depoimen*o
das testemunhas aquem foram vendidos Os boi-
furtados WE' isto o que nos affirm a autorida-
de policial, quo estA sciente de tudo. E' que o
pai dos gatunos e eleitor de todas as politieas, e-
... dezembro estA a chegar.
m, No dia 6 do corrente, no lugar Barra da
Chata, deste district, e por motives de familiar
travaram de nrazes Galdino de tal com Jobe Ig-
nacio, resultando o ferimn:mto do Jose e a prisao
de Galdino. 0 subdelegado dirigio-se ao lugar
do crime, e feito o exame no offendido, foi julgado.
leve o ferimento.
a Sara talvez ata o fim do mez corrente, doada
A nossa igreja, a propriedade Bebedouro-ent
cujo centre esta edificado o povoado. Sera um
patio imonio ssAs rendoso, pois contem a povoa io
actualmeute mais de cem casas, podendo render
cada uma, terino medio, dous mil reis mensaes.
a Recebemos no dia 15 do eorrente o Diarina
de Pernambuco, onde vem convertido em lei o pro-
jecto que deu a este povoado o nome de freguezia-
Foi solemnisada a recepcAo da lei con uma pas-
seiata a noite de todo aos habitantes e o atroar
de diversas girandolas de foguetes que subiam
aos ares, tocando a music diversas e escolhidas
peas de sen repertnrio.
a 0 adro da nova matriz, que regorgitava de
povo, foi o ponto de partida, depois de tods fia-
zerem ora~io e de haver o nosse professor publi-
.co proferido palavras, cougratulando-ae comos
Bebedourenses pela sane9oe da lei n. 1829 de 28
de junho de 1884 ; depois do que, e pelo mesmo.
professor, foram erguidos vivas a S. Exc Revma.
o Sr. bispo diocesano, a S. Exe. o Sr. presIdente
da provincia, A Assembles Provincial e ao eleito-
rado bebedourense : o que foi enthusiasticamen-
te correspondido por todos.
a Fechamos esta corn a noticia de que o nosso
estado sanitario a o melhor possivel ; om Carua-
r6, porem, tern se dcsenvolvido a variola, e ja al-
gumas pessoas t6m rsido victims da peste.
c Serial assas convenient quo o Exm. Sr. pr-
sidente da provincia ordenasse a remessa de al-
guns tubos vaccinicos aqui para n6s, pois vivenmo
sempre em contact cam o povo de Caruaru, e -
melhor evitar o meal do que cural-o.
a Acha-se por aqui, onde pretend gosar seis
mezes de licenca que obteve, o Sr. Vigarlo do Al-
tinho. n
Asyle de Mendlicidade 0 movimento
d'este estabolecimento de caridade no mez de ja-
Iho findo, foi o seguinte :
SHomens Mulheres
Existiam 68 90
Entraram 7 11


Sahiram
Existem
Nas enfermarias:
Existiam
Entraram

Tiv cram alta

Falleceram
Existem:
Nas enfermarias
Nos dormitories


Total 157.


75 101
9 10

66 91
26 33
11 9
37 42
7 4

30 38
1 5

29 33
37 58

66 91


Escolas de instrueoio primaria:
Durante o mez foram fiequentadas per 17 alum-
nos, inclusive 2 na dos cegos.
Novo cometa-EscJLv:u o Sr. Dr. Crulhs
ao Jornal Jo Commercio da corte o seguinte :
(( Um telegramma enviado pelo Sr. Krueger, di-
Srector do observatorio de Ktel, e qua nos chegon
ts mios hontem (26) annuneiou-nos a descoberta,
fitita a 16 do corrente pelo Sr. Barnard, de umn e-
meta telescopico, dando ao mesmno tompo a posi-
| co desse dia. Na noite de hontem, ap6s curta
busca, eneontrou-se o astro, do qual conseguiram-
se trees observabes feitas em excellentes condi-
95es, apezar de seem repetidas vezes interrom-
pidas pelas nuvens.
o 0 cometaacha-se na cnteiehao do Seor-
piao, cerca de 10 gaos man ao sa i do que a es-
te- Antwr6s. calculdo e hje mostra que o
astro desloca-se mais no sentido da aseensao rec-
fa ao que no da declinaeo,, augmentaado aquella,
de 2 metros por dia e de meio minute areo) a
ultima. Pela posigio actual e o sentido do deslo-
eamento conclue-se que o comet seri observavel
4inda por certo espaco de tempo; nAo send alid.
posmivei preswair, cousa alguma em relacAo A mar-
dha apparent nem as condi& es de visibilidade
do mesmo.
a 0 aspect 6 o de uma nebulosa sensivelmen-
te circular, com condensaseo luminosa central, e
de umn diametro de cerca de 4 minutes.
Hontem mesmo transmitti o telegramma par.
Oordeba e Santiago, confornie as convenc.es pars.
v. transniessao dos telegrammas attonomnicos.
A duas leguas de Nlthieroby-LA-se
no Fluminense, de 27 de julho:
a Vimos, ante-hontem, A noite, uria grande onsa
vermelha que, na tarde do mesmo dia, fon morta a
tko na Pacieneia, em terras da fazenda de D. Ma-
rin Paula, dibante das leguas desta cidade, peloe
e$9adores Albino Frazo e JMtaUo Orellas.
a Apesar de serasite nova, media "lm,25 do
compriment oe 50, wem de altbru e pesava
37 Itlos.
Coasta qwestat ona devoen diversos car-
ndima daquellas immediagbes e ataeou por vezes
oe Vi *j 8 s, durante a noite, tmasitavam pela.
esArafda le a* U-5Mti a ediacoes da Paciencia,_
0!ide oi morta..a
S er"Witerto Wi-mMrphe 0 JOml do
Cfmercio de 25 do me proxima finmdo da esta no-

jOB. dagrie u aesbi de ft-
cregar o Sr. Dioe Rodres d Va-scoueWs-
d .rennizemuvsa 49aitlaaleS!-
ftaisas"o oelo meinso e p iso 8. .-d


I


Bahia




















































toe :
Pelo Dr. Beim ado:
Pupilla artificial reclamnado por mancha da cor-
nea.
Cei16ees-Effectu.rtr -se-hao :
Tcrca-feira:
Pelo agent Burlamaqui, As 11 horas, nri rna do
Iraperador n. 22, do prvdios.
reloe ageMte Pinto, As 10 1/2 horas, na rua da
Impwratriz n. 13, de moveis, louqas, vidros, etc.,
etc -
Peloe a.ete Alfredo Guirnaraes, is 11 h1ras, na
rua do Born Jesus n. 45, de fazeudas limnpAs C ava
riadas.
belo agente Brito, A rua do Imperador n. 21,
de predios em boas INocalidades.
Quarta-feira :
Pelo agenwe Afredo Gimraraes, as 101/2 itras,
A rua do Marquez de Oiinda n. 61, ,u "muoveis, vi-"
dras, louias, etc.
Polo agente Burlamaqui, as 11 horas, no caes
-da Companh.a PernaunbueaaM, de uzea barnaa..
Pelo agent Martins, As 11 horas, no Monte de
Soccorro, de joias.
Peto agente Brito, As 10 1/2 horas, a rua Direi-
tan. 36. de moves, obras de ouro u fa7endas.
Minnai funelmrs-m-Serno celebradas :
-Amanh d: As 8 horas, na matriz do Cor-
po Santo, per alma do Jos6 Gounalvcs Torres: As
6i 1/2 horas no convento do r arme, por alma dto
D. Carlota RoIis:iiA (los Santos.
TerVa--fetira: As horas, na igreja da Penlia,
por alna de Francisco Forreira Neves ; 'As 8 horas,
na Ordem 3a do S. F-ratcisco, pela ahri:a de Jolt
de Souza Braz ; As 7 horas, ar igreja do T!erVs,
po: alia dc Antonio Ferreira Villarim ; As 8 huo-
xac, na o'rdmn t. recira de S. Fraciseuo, per alna
de Antoanio Jose dc Oliveira Ca:npos Jumior.
-- Q,-arta-feira : iAs 7 horas, ni igreja do Li-
vranimcnto, por auma de D.. Maria Porcuina de S.
Porto.
Qu 'tta-feira: As 7 1/2 hurLs, na rmatriz d:a
Escada, por alma do Dr. Leonardo Francisco do
Alincida.
Loteria da provineia do lito
de Janel'o :=-- Eis os numerous mais
promiadop u a 1 part da 6. lo1teria
(342 A,) emn beaeticio da indemis.meit.'
dos adiantamentos feitos coua as obras c


vs reparos das 2latrizes da


Rio de Janeiro,
jultho :


extrahida


proviacia do
no dia 25 de


NUMEROUS PREMIOS


366
229
312
2365
2367
.5675
633
2321
3411
- 5859


20:000000
-. .- 10:000 j000
4:000w000
S 2:000.000
1:000.000
1:000 o00('
S 8004006
800,500,
800J00t
.800400%


NUMEROUS DOS PREMIOS DE .500O000
2150 | 2795 i1 5098 |1 365-=Approx.
2647 j| 362t Li 5353 II 367-= -,
NUMEROUS DOS PREMIOS DE 2006000
104 2489 3640 5563
1782 | 2715 4785 228==--Apjprox.
1813 2881 5343 230==
NUMEROUS DOS PREMIOS DE 1006i0',
187 j 1113 | 220411 3817 |1 5706
404 J 1205 i 2452 11 3925 i 5788
481 1261 i1 2812 j 4500 115812
7651 1621 3,05 11 49801 5924
882 2043 jj 3584 jj 5.3321
NUMEROUS DOS PREMOS DE 406000
8 996 1841 2740 420z
,66 999 1862 2970 449
70 1024 1883 3038. 4909
113 1106 2072 3250 5272
325 1339 2180 3367 5496
440 1343 2 23 3657 5548
516 1430 2379 3712 5792
612 1457 2456 4077 5795
860 1788 2634 4129 5829
894 1833 2656 4254 58921
Loteria de, *atsO t -abe-se pr
telegramma reeebido pela Casa Feiz, quea lo-
teiia 155 A,extrahida hontem na eorte, foram pre-
iniados os seguintes numeros:
860 25!000;000
7.254 10:000,000
5.582 5:0050000


no Pibttidotr Publico i01 p ou dc
(dia 3 do vorrente. ,
MWroaao mauicipal de ##. too
mivimtento d-,ate eatableoaatto no dia d
agos*< fot o Buoguinte; ',^^1 1 .i.;~^: :'
l4utrarAoi pq 4 erem V^^^tOU4403 i
-do 4,671 klos.
*- ,iw, -*&ia. uat-.&ra< p^a!sl aI>s.
tIabelecimento: -
Pai*e 644 ki.t4
FAri.uha, milhou feijlo 96 c;tr,9
Fructas diveriia 5) diftk.
bainos "
Carueiros 2
PreQs dos dias :
CarUe verde do 4S, 40J3 at4 3d;) rtie W kit "
Suinao a 6J r 1is o kilo.
Caruciro a 1 1 id0n1.
Pariuha de 5W0, 403) tt 28W r6is. a cwiwi
Milho de 80, a 36Uri6s a- t cui.
Fuiijo dol t21X, e 60U rs. idie't
Forain occupados:
(;I taihos de Cirue verde.
l'1 ditos de suino.
12 ditos fressura*.
62 cuiaritiauentos de legumes.
4') idem de .farialhta eo idas.
Dove ter sido arroc.daai ueste -di.i. a, npw-
tai:,ia de 228.S38U.
C&a de Ueteuceio.-Moviin rn dos pre-
(Js uo dia 1 de agostu :
Exiritiain preso" 341, entrramua- 8 sdahirain 3,
"xistom 349, a sabsr: nacionaes 3=1 wulheres
5 estr;augeitros 10, eseravosa 13 -Tota1 319:
Axral>:ud.,S 315. sCudo : bous 2.940 doKuwes 21.
--Total 315.
Moviineato da enfernaria :
Tevc baixi :
Mlanoel Ca'et.tuo do IdoWnfim.
Clhi;ltino, cseravu d3e H'irtI ue Puatis,
Tfve alta :
MItr;anIo Pereiri d-- Aratijo.

CHiRNICA-JUDICIILIA
TribuiiaI da itelad o
SESSAO ORDINAttIA EM 10 D0 E AGOSTO
DE 1884
PILESIDENCIA IX)D EXMI. SR. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Vtrgilio Cohelko,
As hioras do costatne presents os Srs.. desem-
bargadores em nuauiro legal, foi aberta a-sess.1o,
dc,,.is 'it li l', e al)Prov:Ida a tcta dti antecedcente.
l)istrirbuil.doi e t.Lt S. 0sos t03 itus tkoratuse os
s'oauiites
JULGAM ENTOS
HaLeas corpus
Placientes:
E1.Nainoud:us de Siqatira Cilavcs.-Mar'lou-se
ouvir o Dr. cherf,!t l plicia.
,,jos- lr;ie..sc,, kGo >Ws d:1 Sil"a. Maudo,-te
I,,i'r o juiz substitute do 5 district) pxr iuterume-
di dojaizo (le direoitu.
Joilo Alvee dos Smtos.--An kilo i-se sfaltar, una3-
lifnewnete.


Aggravo de petic-o
DoJI'izo l coLiinrci, Aggrava at,- .iNatoel
Ro.h ig is Teixeira, gg.a-vada D. Aoge'a- M(i-;i
1., Espirito Santo. Relatr o Sr.' onsv.taciro Qaei-
roz Bar-os. A.ijunts os Srs "dei4m atr.gckor.ai
Bruu.rm-jm Limea Olivair 34teioil.--.itat-ij^ prl, -
viamn nto .e u :ra.r:%v1, irmauiiniaxmente.
lProroga~coo f i, aterio
IJvr+ntari-imitef .Jo3,A t4cr4 i i-ri .f li Cnpc-
dv.-se o pr"zodo de in' -ze. nirt-itea.-.
Apclla.-5es rha.es ':
DW M iani.iip--Appelhmnte o jial,'ap p,;d
Iaizar .h,>,1A d s Santos. Ielhaior o Sr. d sa m-
1bargador Oliveira Maciel.-Mamndou-&- a- not o ju-
ry, nuamcmini nte.
De BamaRaircr r-Appelh ut'> R ufit, dri Iloeha
Vaseoncellos, appauilada a jiutri.a. Rlator o Sr.
d em'rarg:adar (iiv'cira Malcicl. Maudou-se a iio-
vujuly, unainiemetente.
D.t V it.,ria-Aiupellanta Maivcl i'aneiscA Ma-
ximo, aw),, llulld. aa jiii,;a. llhelator o Sr desaa-
b'trgadth- T.--e:tt-. Barreto. Foi aonfirmad: at
rlltesn larti lm-', miiit cml'ronte.
De B mi Conselho--Aptpclkt o jtliz., p Ael-
lada Maria Clemente da R-)eha. Roh.tor o Sr. d s
einbarga-lor Toseano Barreto.-Mandoa-se a ni..-
vo jury, unanitimnemente.
De Born Jardirm Appeltante Man-)el oarss
dos Sautos, appllada a jistifA. Rel-etar o Sr.
desembairgada- Toscano Barreto. M ,ndou-se a
,move jury, unanimemente, dicret.tindo-sc a rs-s-
ponsabilidade do escrivAo p-as Chtis qu.co m-
metten no tf ito.
D'Areia-App- llante Bernardino Francisco dc
Sales, a>j;ellad. a. justice.' Rel:tor o Se. des'wrm-
bargado-r TTo)cau uBarreto.-D[tr-se p:owirne,,to i3
app) llaIuo para se annalhar o proceso' dd fL. 32
em diarnt, -ontra os 3voto3 dos Sas. ,esitnbarms-
doies Pires Ferreira e Butarqw. Limna e consc-
Iheiros Qn iroz Barros e Mcoa'eirol- dA-'Ai-ar-Je.
Do Rc-ife-A!peliaruta B^rmirdio' de O,.ve-ra
Camnpo, :ippeilada a justiga. ItRelator o Sr. drs-
embarga'dor Pires Gongalves-- Ma nt ao-se a 110o-
vo jmuiy contra os votos dos Sts. (Idesembargado.'-os
Buarquc LimUa c consdheiro Qrari'oz Barfos,
Frcitas Heuriques e M)mtuiro d- And-d, de quue
annullaram ti)lo o proieosso per defeitos d i dhe-
unciau e formacio da culpa -.
AppellaAo eommereial
Do Rfcife-Appelante Augusto Caors. lwje
seus herdeirus, appelitdos Damase Rouqueirol e
outria. Relator o Sr. conselheiro Queiroz Bairos.
Revisores os Srs. desembargadores Oliveira M-
ciel e Pires Ferreira.-Foram recebidos os -e,-
birgos eoatra o vote do relator.
PASSAGENS
Do Sr. coaselthiro Frcitas Hemnriques a& Sr.
conselheiro Moateiro de Andrade :
Appellagao commercial
Do Recife-AppAlIante Jos6 Lops Alheir- ap.
pelilado!oinigas Antonio dai Silva Beiriz.
0 Sr. eoaselhesro Araujo Jorge come proeo.ado.
da eoroa promoter dia justiy:t deu paruecer nos
seguiants feitos :
Appellaces civeis
Do Recife-.pplante Ernesto Cunha, por e$
como tutor de' aeus irmalas, appellado5 os herdeiros
de D. Franewea Thomazia da Conceilo Cunaha,
Da Reeife-Appellauto Arthur MAi9s, appella
Sdos osherdeiros de Andr6 Joaqaim de Asevedo.
Do Recife-ApplIante LiAndolpho da Silva Pa-
ria-atppdeHado o, Jai.
AppeHaco cri+nea ',,

Dom Leda.' .. j "e 5PPrII:d
Joa6 Pedri Jacit-ao diCrutze ootoslv- o, "
Da toyanns -App ~te .o-jui.Go, sppellade
Joaquini Jos6-do -. -de -
De,~lmrex7A~e~fwt6atari*0 Aves Pa-
a proioter 'ablico. ap-


Marido J096E
L)" Beo....Appetxvte j -, )1retk&t
--De oyiana -Appewlb. Antosio Le.oneiw o, squbALa S* 1 & C.I
Msa4owsa, ppe-aik a jutig9a. 1 .. 1 .a
Ia^ -Aajejpelanteeo uia appe~ado Jo panha I tiora.
AAvesd il .Lina. .
Os r. demcabargador Pira*Ferreia aprea s JoA aaqum da C ta Pinto & C.-
,a mesa tra proridenciar a. o o di oa I M .
AAppellao c.4ine -. los. inrml i.
P oia i4-(c4 ppHcwre 0 jtl50, si0lto$ "IJosA do Lon..
eo~~ghdre~reita10-tntkle : ''- up
luhios Jos6 Ougiinjo de Saoiua eoutnXr. JO& Christim & C.
D l)o8r. dew3" brgadtrdo ire. P nalv ao aq naioibeo & C.
; eoielheir.~w kreitae oaiius *'-* -, f C~otino Jlea da Silva.,
AppeHa*o cmzwagveis --, iveius &5tO &QC.
DI Eseada-Appellautem Sevirinu de SiqueS i Ulm Ofiveira& .
Cavalc'matte e outros, appellad.- Sebasti4o J~iu c iMb=484o & C.
I!Ain. Patriots c su smiker. !1- E mnm Kloo oel cd Iva r, Q
DIUIGENCIAS- 'hotness 4 C arv ih C.
Mandoun-eTouviro Sr. eenselhliro procurador hiinfnaae Foa secai (
da COmmk e ipromotor da jusris'nos 'eg.at 9ebtmq-yriaco da Cost& Moreira & C.
fitos :: e-iMMneelFerniad"sVeltoso, parasqunwse-e
!Appellaio civeg ^por- eertidAo o theory das nomeaLos do-s ws
D[i P;ra-hybat-Appe&lanto D. Jmaquina Maria i.ixeiros..-Ce.rtifiqae-se. .
de aoura Mreira, appellado o rsamor Bonifacio. Dc (omes & Peteira. idem.-Como pedem.
[Appella*o crime Db Joatpim Fraciso Praga, por sew baistam.
I'Litmoeit -Appellantc Jenmno Fraaeisco 's-preuoo rs, pars, que-e de baixa no gistro
Peorotot, appelltda-a jastiga. -. trno avesponsabilida*u do pataeho Akrnma
De Tacaratti--Appellante o p vaotor pubi je, 0afi veadidet na pra"s da Bahia, come pw-
appeilados .Jos6 Francisco Baitbosa.e outro. ra cam.n oe, documentos 1*ntos. Fagm-se as
t*donou-se diligeicia. nos segu ite fecitos : ,oiapetbute aauotaoes.
Appellasves crimes- De eisa C., saccenameres do fallecido-Jo^-
1J0e Sr; Miguel-AppelAut..t Jsuki*Gcomnes dai in J6osideeinxas, para eue se lh"s transfer. 0,
CrGDzappell.da jasripa. J da o .ri<.'et e rubrielo e escriptawadeoat&
1)-'llimbibab-- Appellante At*mio Ferreira MaS lta -4adekrida.
Borgue- appellada a jusatia. MN-acbado Lopes & C.,.para que se or.teneo
?aUWWou-se tQwv per torino a d&siteaneia re- ricsttro'da normoabo do set* caixeiros.-Regia-
querida-na ta've. Oftio .e*emo presAlente n'esto deapacw.
Appellagio civel o ,: d putad eowrnmendad.or Pinto
D Olinda-Appellaate Ma;iuiocl Dltunizi Go- -Gaillhewv Spicler, igal pedido. --Satia-
Smes do.-Rego appellados Ca;hiarina. v seau 'filia., f'i o pareewBisoal, registn-se.
MSTRIB U19EUS e. Caetano* Cyriaco da Costa Moreia & C,
Recursos cleitorao-s- pi.i. qte se-erdetie o register de duas letras qae
Ao> Sr. .desembagador Toscano' i,.-srto;: roseutiotn-tenedttos maritinyas. -ejamn regis-
Dc Seuziza--Lecorireite o juieo rveocidlo Josi trs iT
Baptta tdo'Contoa i3iohavendb&mais nada a despachar, oi1lm. Sr.
Axra,.desemabuggdor Oliveir rt Mu,: copmendekdor president eucerou a sessao ias 11
e Souza-Recorrete uo juizo, rocosrido Joilo ise Omeia d o, manha.
Blaitis ,.,do.-Cbuto<_ ^ ^ ^^^,^ ^^ ^ ^ ^
c- ecu.-r s 0wi c r i in ca s ''''.* ;*'1**^^^^^^^^^^^^^
l~e~ars crimess .. I .. ...
Ac Sro.. uonselhffio Mouteiro de; Ar3m e-i : "M Al
1M 'lficei6--i 'ewen-te' o ]Hti2 a~trridb l. 'A^ ~ .A f illj
Joaquimn Bringuel d& Mello e Flore10 'Antno ____--- ------- -
de Lr i.,,,era.
~~do 8er' O.meu sileoncio aalgans mezes, p r-
A- Wlin Coniselhe-o.Qacirox I.arros -" ityo ao r. Dr. Caulos B .tteanourt,
do Pedru V (irt-a dt Pints. -' 1em4r em, ineft nome uni-agradecimmato a
A.o s.Ldesemlbia5dor Baarqtme LhiUaM. sif nropvio pela operaglo do electrolyso qu.
D)e Maeei6--R4correutiu o jtuxto reoori e tXa-k .
ao -t (Arlos dos Srao6' (e Manovl-JJo&s&S tit4a ." 4W ^tliC -
A o r.t desembaigador Toseano BaI3atoa "1jta. Ophen 4 to.ia f"to p "a1w
t)c Macei6- Rse.ri-ent3 ojuizo, rcs3,oj*4a Joa- qu, b.0Jos6 de- Lyra. '- prre 4oul lj r ao12 ttertcoat-robri-
A, -S consela0 d Iarros: a ne gur e ss
Ucabo---Ag-maitee*efTtwidme,Agniir, at as seranas e aca lo-
o ba e Jorqmi -j~t,- et
-ggravnadr o bicerel Joaqihn Jos6 i '-ba.- m- t e-ondioes aiudla ,iores qie-an.t
esemb hgas cri-me A--eoiemAc Hit ou d. )f- oinedieo qg setting me tratout e
D,,teetfe-Appeblmteo ,lutizl, %VIW6a ,Ma- m
noel Tixeira de Cirrylho Ualatia. I Wpoi8 d- me ter cui4adesamenbe eXa-
At,-Sr. c.nsellteinoFi.eitas H r,,-iqaE. :-. d -decl0aK s necosauis a oiora(ii
1X: Tacarut&-AppetllaftW c,: juiii:-, :tipp-.admx*itd mthrotO6"a. +o .Eo r..do o supitar-
Jo 61 Francelino do- Nascimeut'c e Mirurvia,do o lg o de, raooomecei a -ila-
Jisifat.Santo. $ p r aolo cra au
O. couselhokao Moteiro de Amhiar. t: t.' r0comn a- u send mas. infelihzant as
1XD F6tres-Apoellante ojuizo, apeLt- 15ran- aendines tornawdiosecadtavezpeiores, sub-
cist, Joea do -qaeh Brito. nrcttane a wethrotoria, qneo fit fi;iente
Avp d a a^t civeis :'+ Idwva.consmvcaVaaodaVi"a.:
., Sr. desenbargador Toscano B d v a. Dvro. dar Bdna .-
D,) Reeife-Apellantes a juuta adniniatitva Aa>Si-; Dr- Carlos Botwwiirt. igadoj
da 6anta Cas. dec Misereorxdia o o .anomuahdrad>r todos,-os male quoe soffri eo-orisco que foz
Jo.m Jose-de-Amorim, appeilados L ir Maria da correw-a. vidak de umn pai db-famiiia,
Sika Oliveira c outr:.s. I Eb St. Dr. Betteacour ja`n*o crio
.',a,,Sr..desemb-gacdor Oliveira MactiehS- V .
IW Recife-eApellaurt Joaquim%, FArmara da [las- 8s. proesas e garantias, ebn que
Cet',, appellado Franicisco Augmito.- di Cos ta s o. sao verdadeiras, pautomimaia e eatou
Gemrrae:. tanqwilo- pouqao me convenci. tie n11o
A,-Sr.. desetargado Pire aFersirat:I nmrei dt meu estreitamento smpre que
I). Atmlaia;r-Appekuitts Antouai., t.wcl e e o epr
A.sajo Poxnto,. apnlados D. Maria. Caauhcate .%Lcutar- t conselho do medicos eoosncion-
di. Albuquewqjtu e outrs-. ,iosog e verdadeiramnente- instrai&di.--Dila-
An Sr.. d eniumbaraduor-Pires Gceiea slvs-: tiar- a- 'retlava ao menoas ursa vea por so-
De Souza--Appellanto Antonio Jos6 de ai Bar- [ia."r
u st, ^ppelhtlo o juizo. ....
Appellae1o comnmerfe~t l I ife, 2 do agosto d& 1.884r
An, SEu. dpseam-barga id Bai rqae- LmA: fw -imoel Ciriaco <- PigwSplo. ;
l.D. Pcnen--Apipel'ante Frmauiai>co ,Aoznio dej
.alwida, asplindm .: 'a-t<' Ez-js-t.h.Ienriques. I -i'amara alos DIeut laas
1 En rirToa-na a sessao :is 2 ho r. e 15 m munuis i r B -


tatrde. SESSAO DE I1&D.J4.LT.
S0 fr.' Auto'l0 de Mbqjmetea--Sr. prAsi-
iaf^ 'osanalerciaEI aeldade do< mi, MucaStA ( CO 11%ae-u.sAo con Ilaei d ser psca, o
Re-Sfe w itfv,t4(y; bolico o itIeimit sigmifi-
Avp^ +++++ |- /t e r os, auk i.Xat beilteHMdlrlrote tenho:
SACi'A.D A D E" $SAO D-. D It O JULI( ir yi bar
.. *+ lve di at i ^ "* h r : +, ",+ .; _. .
DE SS- Nss bxmos ema qp acabl & itr a eae. de
P. IUp&BnhBcOA DO tLLW. SU. CONKE5DAD3B JOAqUIl ssAr -d.euargo de prsidemate o it&Dpo deotado
LOES MACMI)o la -pOvlucia do hS. eMlf tu poo votar
ta ttso seta ttue a aewodeelare coifie it,
Secretarlo, Dr. Jato. Gs'araes ;tr u luei. se .e a com .
A's 10 horas da manhA deciarou-se aberta a esejo saber se o n,#uorii* eomsidor emmi.a-
sesao,' estando -presnt_ 8t.. S. deputadee, o. i a, na votaqao a qt s e vai procedersobre.- o
mendadores Lopes Machado. 6 Piuto, e saoIentea si do dednissio do eanadui presideute, a; coo-
Hermino -de Fimueiredo a Beltro Jmun*. p, political d que eo plp*t8i r para cotiu
tando corn partiipaylo O Sr. onomend*ptprv'i-"r. verno. Se a qwatar& decoufiaea, evea o
dented, assumnio a presideaia, o" Sr. deptad> Lo. mt doums lajo exrsotremoB: reum lado.de os a4toues
pea b Macbadu, que deelatoau aberta a.80i60. ( too rjecto, que pretoadei ooaovrtiO-ol.o em t4 ce
Lida, foi approvadasm a aeca da soe -. 6 ire.-- e oa quotes se izha a gaverno; de outro, atre1.
cedente. I r l i-. me aeso querem aom dieut -o, mas abatf-l-o
Fez-se a leitura do seguinte is adouro, coademuiaudo o tniistrio quw o
-a, tiEOT' o roploe ou aeeita. Slo estes oa dons extre-
Tres relatoriosGreuttidaos, wneoei eia ioffereeidoes A 's a deliberaylo, dead que
crotanja de Est..a w :oios a. Aruait -i i e demias"lo, foi feito nos termosem que
Offieios r l mara acaba de onvir. -
De 25do jalho, do-inspeetor.mue hma de ,Ma- ad o presliento da tCamara subwtte a-
ceid, remettanda t-i* do vPrv- awtqAlia- 0 iou pedido de demiaslo, por. aehatar em
no Bausanai slcitando 'eoneraA*u -de o edte i de d rgenia cown o vnuisterio, eO ida h apitam
leilts,4e dita pa1e,-Visti so Dr. fiscal.. d i- projeeto e por eats aotoo le ft qweff4
De o Loeorrosnte mez ;da Junts- dos8Correto. e ele- e u as questao dode eofiaG4w (Apoia-
mdstAOS tV *ojmittenico o holtimtudam ota~5es dos -l esmrs
.-Aec( &-ft ; Isive-e. sJJ'BeWs deadec^sam *1 4D- is--
De 9 t,-dfaW!, da URU|t-InIR*1Ohel d0 taj -tAr Poii sa" gui*a5t 'Porre, nl WOU a
Aai.nm-,adr -i ^fc ^4tam 'o, &frirum; m ita1a n' kAe r dnnaa&oettriiui an.liasri. ljn


6Jf /+ k +!' n 'v r ww 'w teve 'o
A zai9 4d naAO (eMbot a Uo '0 re-
Imto u^ o fiA eaequcere'm desgostoo
uW. &A tel- .xperimento) quo depois
s am ineiro perto &dotre aneos,
Woe vg-se brigade aintda a tor despeza na
irpTwen, pas & storiotypar eerto tipO au-
ltao priipal dal i'nuiga.
60Poo., eendo- S. S. envover-se
n'easstrsag&U^, pa a quaal ainda ,?o foi
proetrado, p6de. dw print ipio a tal espos-
-ta tisiftaurort;4 saen nenhwana roserva;
digs tudo qunto mober do abaio assig
nado, que outra cousa mas -ao -,seja,
semio uma Iuta frana e doeisiva, visto vs-
tar disposto-a as weri TO ooo orn S. &, pa-
dindo apenas- aqtp oib fuja da responsa-
bilidade legal, apresentando algum esta
do fermO como faiz4n aquelles qua no tern
consciencia do. qua. dizem.
Fie tempo voltbwio abaixo assigmado,
pois aiida Iho faita clans apontanmnto-
ziahws.
Reci&-,. 2 de agosto-de 1884.
J. de Guveia obrdeiro.


Emnpreza telephom a

Bourgard
A& ., multO&- si iaates
0 abatimento no pre, o da. a signaturasjaii tve
hIngar antes rhesmo de veriffeada a envOada(L. (oe-
itie din. existencia de aunii. dIe w assigiarAtes.
NEo possopor miiin s6 f'a er.obtimntos do prrew
dat assiguaittras, isto depenle-do accord com a-t.
Jose Leopoklo Bourgard em vista da eclaustnSaw
ats eseriptuwa publicua ka dau em d notas da tk-
beliio Apolkirmio ao8s 21. de setemubro de 186P *
utepende riomhmiute dia approvao do. gvem
segmvudo a 'uisuLa 12& db-rto uwuento approvalo
polo decreto n. 8,93a tie 2 (e-abl|l de 1883.
MNit se aeha nctualinmeuat aqui o Sr. Bouriras e
portauto os.- Sr. muitos ssigncatus deverio es-
hnr--r que 0*opportunamneete eu. paooa fizer xvv,
abatimento eomo era, de ha, \nwig, intengao uI-
ha, inmas de accordo eos^ eseniptiura e regias-
uiento refivktos.
Recife, .Adle agosto de 1884,
A- -Caowmo Almeid,.

0 Sr. Oayot, phtwmacerutico, 19,
Jacob, POris, provine--o pubiico que retir-t
da phaimacia, 61, ria.de.- Seine, o depo*-
to do sewtt Licor de A iatle.
MNdi&aa-) algunua f6i teifta no roalo
rcgistradr,- de coufomuida.ie corn a hie e
afin de evitar qutaren- Iubstituio', por
rodutctn shimilares, ilsegisoa nos anent,
0ios o favimile emr tiita.preta do romnio
do Verdadeiro Alca'i o,> uyot. -(Ve:- e
annanciae.)

0o D.- Barreto Siuuaio ret randb-se
temporaciamente par. a, ptwvincia do ba-
ra, A caado do pessoa de sua farailia,
desp' ka-se por este meio de seas amigos,
vi1tr 1;o ,)o nies lia broad tempo paru. .i-
zol-o *SSo.AliiatctO, a-offi'ece alii souis-r-
vigos.

Ao xplwbkf
A o reuremicia verikSada ima ultima reprnseuga-
ao dUr A i4, c u.w buitos eamnontrados e a',j;aus at6
pars s ua desairosus, qp-. eicatlaram, obrigai-mine
a wr explicar ao genoruo, pbbhlco periuma bucano,
o que reahnente se parsou,.
0 prooedirmeato, Alu.J-as. (uiramstaneias eOpetiaes
em que Me achava mitilo, Altie dictram, n1o.,podia.
nem piSde por tf6rinalg,-ak S sr tfraduaz1o-coroe
failt de atteneaso e emnsideirnyao aios scises eos-
peetadores.
- Qgem, come eu, tetn. aeeobido as mais aloquen-
tea provas ile e.-timm d<* tiblico permankasamsio,
nie p6de ,ceseoil-c.c .jsaais a griti3j e alta
eotisidemcilo tpK,. l :lav..
de dJtixai et,,ia, iillamiai?!it a a C' lr:r, --ik i ; l iis
voltei, a ura frtn-ct-tr. Ieair, rmotV, e iraau.iastrt\el
caIsaa oba.lcei, l.ti'airitUAkkn, q'm- istu ,ho.r asi> a(ss
r-.ftt.U dentl'hetaw, jl.tat ppu,ttr.!ar i t saro.t deca-
l*Jr dai ostn r i,' ^.pm 'tsvar, mais vsr,-aBcem t.-. qliB
nro coiStogurramuiA, (tIyf di*,',jam. tal atha. reiufiauira
syainc. imespirei i> c^eioaeo~o u besaoc\ulk> ^bithici jir-
Laji f'tmuidi.




l XaMpe de Eton


DIE


Nervo tonic8
I ,D vwa em todas aes dgrwias do


1;boo-+8 +BrIjtte&. &oC.
S Fabricant#s pharmaceuticos




Ha muitas ra5eapo+que oet homem de-
.vemaan segurar assusa vidas.A p a ha-
nula e a cagpasda~tep-arpa roiAus 'a -i


aR i o quadro RivelM -Pro-
avel do fatty das f( nin d lil
peftas quo ipowmefiu sew ostar as a89pa-
twa durau, esr t and o do 1A8M So.14
oas homoens qu elskwt isto, diusein untiho-
ira 40 do refiexAo & ete, pensarsuto: Cotio
fie anra aih msuoher e filho de eeu id e-
as" a. mnorrer nPtte anne ? ara ajuodar
aos quo assim peiiasem a &ober am so-
lhi1iorrecta do- problema, ere-moe
as sea ntes questues subsidiars.
I Quaatas pe38oe8 dependent do '6L,
em gpral u em pessoa ?
II Quanto dinbhco precisarram aestamo
.pssow duranto o prianeiro mez depbis da.
vossa morte, o de onde emnanir-a este di--
nheiro-&
III n-u 'prapriedaes tendes qpe po--
dossomms produzir uma-reuda pars o sUa-
tpoUto d&. liminia O:n easa de m3ue. e a-
quantot alcans tria o remditnento ?
IV A quanto chegaiam a* despeias da.
vossua fiailia uo anno- passado, incluindo
alugueisp impostos, reparag6es, cnados,.
umoveis, woupa, viagens,. escola, etc., etc. ?
r OChegari.i a rnda annual da vossa
propriedado a cobrir utls as despezas
quo acahbamuoi do indieasr: e so assirmn. o
fosst de oeade proecdcria, a difforenga 2'
Vi Estcs a vossa propmiedado hypoteca
da, e neste caso de onde esperaes dinheir-
para pagar os jurors e merno o capital
isto fir necessario ?
Esperauos que o leitor-aos n'o conside-
re impertinentes por tcr-lhe feito publica-
monte perinatas que wm. privado nunca
,os hauveniainos atrevidx a fazer-lhe..
Simnplesnbente desejamos qp estudo estas.
perguiatas e ache as suias respostns para o"
sea goveruno. no cumnprimnernto do quo por"
forga devera reconheeer aoimo um dover
par., aquelles q r s)-lhie rmattito mius que-
uidos do qc&e a no6s.

Rr. Cerqueirai leite

Medico e operador
De volta do sua viagema & Europa onde-
frequentom.aos hospitals (,! P.ariz, tendo
feito um cuttrs especial de patctos e moles-
tias de senhioras, da consaias no sea an-
tigo consut rio i rua D,.ie- de Caxias
o. 48 (antigu do Queimaclsj do mneio dia
as 2 horas,
Especeialaie molestias- do eriangas e do
senhoras.
Recebe- cluveados por osaripto ou em
sewr constkorio,, ou em sumsrsidencia i rua
Imperial na*.2.


EDITAES
"Ital n. G
0 inspector, gyral da instrwA;o( mpublica manda.
fazer cntnar. ane profetirs'es eotrntados do ensi-
uo'primaat Francisco Cesar de Limna, da cadeira-
do Breja dos Pndres, c Franriaco Lucio da Cas-.
tro, di de-Santbi Cruz do Ow3ieuvy, que por nacte
da presierIcia dt provincial, de-t), de julho findo,
permittic.3x-les permnutareow as eadeiras que-
rcgem, e-qpe-e Ihus m trcou tapraro do 60 dias,.
a :1entar- aqpefla data, par,. tomar posse e assu-
mir o exsrciciode suas novas 'adeiras.
"Secreltaia da InstrueAo RBbliea de Pernam-
buco, 1 do jidlio de 1884.
0 sesaetsio,
.Pbeq.cntino 8: de-As-aujo Galv&o,
BIdital n. t&
Acha-se mareark o pramzo de 60 dias, a contar-
de (" dJ.ilho findo, para o professor public Lin.
dolpho nouiolno Bezerra U tlbrn assumir o cxer-.
ciei,, da cadeira de ensino prmuario dc Ohio d'A,.
gua da Onu+ de Taquaretinga, pam'a a qulml t;,A
re, novkld. da do Afogados d, -l.-ig1;-ira, p ,r p3r.-
taria dlqpe&Ia data ; o quo s t (loeidra d., orleinm
do inspectB .tirrl.
,8cc'3eia M dA l,,msfrmcq.m,> Lhblica do Poruam-.-
Irteo, l.do- juai, du -L.--O-'secretario,
P. S. 2*- Ararjo alhi-.o.
0 Dr. Auii, :-itu ,uAio ,du [iimn: Froiire, juiz dr
l)i;iiitu lp'ivativ,, du orpaos da oyomarca do lte~
'i;C4^. pw" 8. M. o I-,p: l ';rdor, a quoiti Deas guar-*.
(dut. etc.


PF;,. saber .os que oaros;',tc -'ditil viremnc.
feliu-uAicia t:lYrm,, quii dms 5 dc e ,stv-da-
dapr..t, a i ,-1 drji.3S db,- att.licnei.I det te jltWiqo.
tia uoetiva saai, irA 't lra a par venda, itm
ser arreinataidLu po.u ieura maia der, um Aobradn
de ui andar c, ota, aa" p raa do Conddt''Ei
a 2% da freguezia da Boa-Vista, em solo fceiro,
sewinudo de base para-a arrematasao a quaatia de
lOsO OA por quanto fora dito sobrado avakado.no
inventkrio dos bens deikaoos pela falleeida I.
)Iarita Libania Monteip, e p*"r '-sta Ieg]akoiA mu-
Iher de Antonio Per*fira da Roeiha Lal, a quem
portence o referido sobsado, e fdra seque ado. E
,ai A praa, ex-oatfieio, a requerimnento do Dr. pro-
cmrador dos feito--, para pagamento A Paaenda
Provin*ial, da taxa do heranga que Iho 4-.dovida,
eCm virtude daquelle legado.
E i.ara que chegme ao conhecimento do todos,
mandei passar 'o presented, que serial afixado no
lugar do costume e publieado pela imnprensa.
Dado e passado nests eidade do Recife, sos 29
de julho di, 1884. Eu, Manoel do Nasoimeatito
Pontes,B t avri vl o ew-revi.
S Adelino A de Luaau Freire.
0 Dr. Add wvio Antovio do Lana Freir
offici da iwMpeial ornm da Ra, juis
de diseato prrima"d4o rphels da comar.
ca do Reet ., PA 0 op $a1e lv e
riu2 e C' etituoiiu' aI 0,r-.D Pedro 14
a qarus.)es Ywrde, etc.
1*'slolia*ueW :que o pueseuAe edi'al virem i on
f t'ueIWNueaptiemnto)e a o nu:& 5 s




















i e, e quee ttiri&a mia at c ia1 t* o kir
daera 1 t'sspi~.%
A plant do lavradorrm. lwe 4a, sQiea
ravaliada em 120 saccos n1a rmxao *e wa & umn
Sq e qu tirada a d tikaa o, i lai
md 300S. .
A plant dos lavradoreos Aitonio, Cosme 4
Francisco, avaliarap em 125 sae W' Cs al, d<
5* cada svto c e quo tirade a inebt accuo do I*
vr.idor, importa eta 62:5950.
A plant do lavmdor Jos Bernardo (pedreiro)
avalhuLta em 40 aScos, nita razlo de 5 caid sac.
co, e quo tirsaa s inuia acmio de lavnmdor, impor-
ta em 5..
A plnta do hIvrador Assenio, avauiada em 2
saceos A rmsite do 5 cdada acco, oque tifada it
ineia acVil do lavrador, import emin 5. .
A plant do lavrador RItozendo, avaliada on i7
saceos de assuicar 1t: rmazt.o d5 3 c5ada umn, tiradt
a meia a.,,Ao do l-Avrador, import (cm 1750
A plaita do il:tvnmJor Mawoel Rufino, .ivaliada
enm 18 saceus ti d stueur nia razio de 5.4 cads
um, trada a mie-ia ac.io do lavrador, importa iem
15.4.
A plant do itvrador Jo'io (h.-nro do Quaresmna)
S avaliada em 10 saccos do assucar na razilo de 55
cada urn, tirada a mci ac: &1o do lavnador, im
porta etn 25S.
A plaita do lavrador Jo.o Qiiuaresmi, avaliada
em 16 saccos do assucir nti razam dc 55 cada
sacco, e tirada a meia acq.1o do lavrador, importa
em 405.
A plant do lavrador Manoci Barbosa e Jesui-
no, avaliada cm 5 saceos do assucar na razao de
;')5 catt ulf, tih'da a in iiut aeao do hlavrador,
imort;t ein 125593.
A ulanta do lavr dor Victor dai SnIva, ivanlio-
da ein 8' saccos de iassicar ini rizao do 55 cada
iun, tirJ-a t iani:t ac(l< do lavrail r, importa eill
2005.
A olii;ta do lavrador Mtinool Ferraz, avntliada
eim 10 sa-cos de assucnar A r.ix ti d,-. 5. cada uum,
tirada a ineia .ic;.o do livraior, irnprta ecm.. .e
253003.
A plauta do l:tvrailor Manoel Paulo, avaliada
ein 17 satcos-i dtic :tsiar nia r;liz'lo dte 5j c;tds un,
tir:dt a mn;ia aec-.to do lavrtador, importa em.. .
454000.
A pl:iita do l ivr-:dor Silvcstro, av"aliadai cm
.)5 saccos de assiucar n ti razi de 53 cada urn, ti-
r;ola a miiia aeilo t olavradr, iiip)ort:L ViI'.....
6;2,500.
A plhtit(t do lavrador Jouo Soires, avaliada em
:35 saceus doi assucar, ia razao de 51 eada urn, ti-
l:kthdt li, iiit acq!',j do laivrai-or, import cin...
75300)0 .
A ilUitta (do labrador JosA. Syminproio,1 vtlia da
elm 53 snacos de assuar lii r tZat)O de 54 c :ltda n11111,
tih-ad a it- ia acao do I.,vr'idn-, imilporta c. ..
123501).
E part quo e cliegn a)cotihceiinenro de odos,
manli1 pt issar cst,- e lita!, iut s.-A. aflixhtlo no
jugar do costinme c p).icuiulo) pi-l.t iiiiLpreiii.i.
Dado, c passado nlotat cildla do Reit', ,;tpi-
ta\ d:t p:-ovinciat do PriLi.u'uiao, to .O. tl Julllie
dI 1Sb1.
E, ,Jos:t Ignacio Pcrcira, < i Liga, escriv.1o in
tl'riao, o iz uSci er fe o .it-i.r'.V').
Adelino Abtoow de( Limt w Freire.
0 capitol Antero Apugt, 1errr'ira da C.-sta, jitz
mnii[al e comminercio do tern:o tie Agua Preta,
1' sup;lente om n exercicio p)ir for'qi da li, etc.
F:'- ) saber aos que o present edital de 30 dias
de preg5c)s e 3 d( pran, 'ire'r, por este jitizo,
inilis mc seojain 0os dlitti. pregacs c pra(,a, ten lde
ser ;.ir;vmatad1o a quei n iis der e maior lhitco
oftferecer, no di:i 6 de a ,t.it proximio futuro. As- 10
horas da ii ina.uha, uat ;.\s:t. ia Camara Mun:ti at
dlesta villa, 0eis annoys dcl arreidaimento do enge-
rnlo Bittarcirilha, ineste tetin), penhorados por
Joaquimi l')Jrig'.cs 1[-tvares dle Mello, para ga-
r-intia de uirMa (lxi1C.:0o dL:t ruainti'l de 3:437-W470.
0 ) cngnilio:llat'atriniha :cla-s1 :trrend;do ,Fe-
lippe Jost de Luna, cujos arrendamnmtos vAo A
pri(la, teitdo por base 1:00),5090 ; a contar de
inaio doe 1884 4a aio 1890.
Nao M aci licitaoicinte qe ii nao esteja habilitado
-onii diihciro ein dposito, Ott alt.ii. idouca a cor.-
rento das p:irtcs, on letras garaitidas. E astsim
serno as ditas reni:s arrcmatadas a quemn mais
tier e niaior lau(o offerecer, no dia e hora dIsig-
niilos.
Dado e rassado nesta villa do Agua Prt i, co
narca, de .almares, et 28 do junio de 1884.
Eu, Pedro Lucio da Costa Leite, escrivuo, o (s-
crevi.-Antodio Apugio Folreira Costa.
! Estava uma esttinpillia do 200 rs. inutilisada
I na frann tla leb. E mais se nmo continha em dito
\ ,;lital aqui fielmcute copiadt,, o que dou fc.
Agua Prcta, 28 dej-ainho do 84. 0 escrivdo das
<'xccu u6es,
Pedro Lucto da Costa Leite.
0 Dr. Thonuaz Garcez Puranhos Montene-
gro,. conmnendador da imperial ordein da
Rosa e juiz de diseito especial do com-
| mercio desta cidade do Recife, capital da
.p)r'ovinctia de Pernambuco, por /Sn, ha-
gfestatde Lnperiad e Constitacional o Sr.
I). Pedro II, a quemn Dens gIut'rde, etc.
Fa9o saber "os quo o prcsente edital virem on
t elle noticia tivereiii quo nos tcrinns do ort. 1 do
dccreto n. 1(95 de 15 do seteimbro de 1882. reoe-


behra, cst o juizo propostas por cartas fecliadas lara
A vendas c arreminatato dos csciravos seguintes :
L.eocadio, do idade do 25 auims, do servi(o do
camnpo, criolo, avaliad, por 300.000, Fredcrico,
<-riolo solteiro de idade 29 anuos p1ueo inais ou
inenos do servico de campo avaliado p-tr 250J.0"),
cnjos eseravos vao a pravn por exCcu.o que iiiino-
vein Joss Joaquim Alves &- C. contra D. Josephai
Maria de Albuqueioe, 0 se8 acihain emi poler da
mesina cxecutada. E ia.o havwiido laui.:Idcr quo



PraVa do Rtecife, 7 de agosto
de 1A41
As tres hborans da tude
i Cotaabes officials
i Algodao do Aracity Jla sorte, 85700 por 15 kilos
Shliontem.
i )ito de dito minediano, 73700 por 15 kilos, hontenm.
Dito do dito 2a sorte, 64700 por 15 kilos, hontem.
D)csconto d(o lettras. 7 e 10 OLO ao anne.
A. M. de Amorim Junior,
President interino.
P. J. Pinto,
Pelo secretario.

lEt VISTA COiMMERCIAL

E ia semnana de 28 de julho a 2
j de agosto de 1SA1.
t Cambio sobre Londres, 90 d/v 20 d/s 15030, e
do baaco, 90 d/v 19 7/8 15000 e 19 3/4 1.90, e
I a vista, 19 5/8 16003, banco.
Cambio sobre Lisbo, pagavel cm Ln ires, 90
d/v 2) d/s 1t090.
Cambio sobre o Rio Graude do Sal, 93 d/v, 1
1/2 per cento de deseouto. 1
AVenderam-se 18 Apolies dil DiviAt' Pablict, de
juros de 6 per cento do valor de 1:0005 a 1:QQi0
ca.da uma.
S Venderam-se mais 6 da mesma Divida Publica,
de 6 per canto, do valor de 500,5090 a 535500(
cada urmna.
S Venderam-se m:uds 3 da inesinma Companhia, do'
S valor de 230,000 a 21409 9c eada ura. "- -
Venderam-se 100 AcWias da Compnauhia do Be-
eri. ,ebe d, valor de 50 a 101A009 rada mna. _
SVendefman-se 10 Aeo5es da Cftpanahia de. S-
-gu-Os Amphitrite, do valor do 2005003 a 2105000
c a u a. ..... ....: .
Veadeiam-se 10 Aeadda Co.mpanhia de Se-
gunos IndetmnhisadnrKdo ( kvalr dte 29a5 a 465AO09
Venderam--so 20 Aceaesg do Banco do Bmit, do
valor de 200030t) at293W eaft ama.
Descot den104me8 toBr. oto


Edital a. 3
0 administrator do Con ulado Provin6ial, at-
tewlendo a recdlaia quo Ihe fi dirigida pvh
aslOeiao91o commercial Abeufiete e ii a df.-ma.eo
do chefe da l a secAo prormgpi, eua virtile' 2- additional as iustruegue de d 27 ie. juiho tie
1883, por mais trinta dias o praso mufiado !so
,dital desta repartiVo sob 4. publicadto pAO
diario official. para 'a collects dos imostos do re-
particAo, que na forma dis r.rfcridas iuswncVoes
de 27 de j.iatho de 188I, devem fazer as associa-
95es ec elass s iuterossudas. Para custar pubIi-
ca-se o present.
Conasulado Provincial de Pernambuco, 25 de
ulho tie 1881.
Francisco A. de aCrvalho Mour.

Obras publicas
De ordem do Ilm. Sr. engenheiro chefe, faV
publieo que no din 7 do mez proximo vindouro,
ao meio dia, peoante esta repartino, vyai de novo
em prama a obra de reparos e pintura da pante de
S. Joao, ori,'ada cm 2 458.518U.
0 orcameito e mais condiVica do contrato se
acithain nesta secretaria para sereinm examinados
pelos pretendeites.
Sceretariai da repartiAo das obras publican, 2!
di jdulho de 81.--0 official secretario,1
Joae Joaquim de Siqueiran VarejAo.
Obras PunbUeas
)De orlemin do Ilin. Sr. engenheiro chliefe, fago
ptblico que, em virtude da nutorisaco do Exin.
Sr. descinbargador president da provincia, vaii
ein p)r;i.ai no iha 7 do miez proximo vindouro, pe-
rante esta reparti-'lo, ato meio dia, a obra de re-
paros (da ponte s )lrc o rio Tracunhaein, na cida-
dt lo Nazairethl, orada em 3:710(.
( cr.amellto e mais ioudicoes do eontrato se
liahmn nesta sceretaria para scerem examinados
pelos pretendentes.
Secretaria d't Reparti*o das Obras Publicas.
25 de julho de 1884.-0O official secretario,
Joao Joa'aim d. d iqueira Varejawo.


Juizo dos Feitos da

Fazenda Naeional
ESCRIVAO REGO BARROS
Pei-ante o Sr. Dr. juiz substitute no exercicio
partial dos Feitos di Fazenda Jeronymo Materno
Pereirat tic Cirvalliho, se venderA em praea publioa
pcrantc o mosmnu juiz, na sala das audionchis i,
dia 8 do proximno minez vindouro de agosto. pelasII 11
hioras di inauliA depois da audiencia os bens y>--
guintes:
A casa terre'. corn frent. d,! azulejo n. 159, corn
I porta e 2 janellas, quintal inurado corn port),
ecmi boas conminodidadcs para faminia, iadjudica i;
ai Fazenda Naeio.al, pela quantia do 3:2005000,
).;iirt seu pagamento.
U:ii caixilo d casa de tijollo c eal site na mesm-:
i ua Imperial a. 118, corn 1 port c 2 janellas cm
repa!do, coin quintal e portio que doielta para a
cstrada de ferro da Recife a Caruar6, c s6lo pro-
prio, aljudiic;tda a FazeCnd. National, ptra sou
pagamento pela qu mntia de 649U)93, cujos bons
pertencem a Felix Gaomnes Coiinbrt. e penhorados*
para pagaminto do inpistts qni o iun 'm) Felix
deve a Fazenda.
Recite, 28 de julho de 1884.
0 solicitalor,
Irancelino Ciacon.


0 Dr. Manoe da Silva Rego, official d i imperial
or ern da Rosa, juiz de direit) da provedora d-
capells e residues da comarci do Reeife e seu
term em Pernambuco, por S. M. o Impsraibr
o Sr. D. Pedro If.
Fa;co saber que no din 6 do corrente mez, de-
pois da audieucia deste juizo, a:. sal t its audioa-
cias, serA vendida, a requerimcnto do Dr. promo-
tor de capellas, a casa terra n. 80, na run do
Pharol, freguezia do Recife, a qoal tern porta e
janella de frente, 2 salas, cosinha f;ra, appar-lho,
quintal pequeno, medindo de largura 3 metros e
20 centimetres, e de fundo 6 metros e 40 contime-
tros, avaliada em 600A, pertencente a irmandade
da beitnhora do Born Parto.
E para constar mandei passar o present, que
serm pablicado pela imprensa c affixado no lugar
do costume.
Dado e passado nesta cidade do Reeife, a is 2
do agosto de 8.--Eu, Frniieiseo do Siqueira Ca-
val-cante, escrivao, subscrevi.
Manoel da Silva-Rego.


DECLARACOES
A Camera Municipal ,*a cidade, do Recife,
ro-omnenda aus senhores fisciAs das fregucsias,
e faz public para conhimctiiuto dos donos das
pjcqueias embarcaoSes, q iu, por buin da hygieonne
Algdaio. Entraram 538 sa-cos, venda do
do sertto do 8A70D por 15 kilos.
Dito do Aracaty.- Voedas a 8470J c 65700
por 15 kilos, conbformne a sorte.
Assucar= Entraram 0,315 9ai3os, vn'itits aos
preos seg-int3 :
0 braaco, superior, do 3.' sort, a 35730) 3180D
os 15 kilos. 0 dito de 3.- sort,, boa, de 35500 a
35690 0os 15 kilos. 0 dito de 3.' sort, regular, de
35200 a 3S300 0os 15 kilos. C dito do 4,' sort, de
34000 a 3A100 os 15 kiles. 0 dito somenos, de
2.700 a 35000 os 15 kilos. 0 maseavado, pur-
gado, bom, de 25200 a 2.403. 0 dito regular,
de 2M0.) a 24100. 0 amnric-4uo do 15600 a
1;70J os 15 kilos. 0 brute, regul:tr, de 1i350
a 1.5193 os 15 kilos. Canal, .de 1)DJ3 por 15
kilos.
Cafs- Ratalho do 553330 a 55703 os 15 kilos.
Couros salgados. verdes= Ultimna veuda do 370
r6is um kilo. Ditos, ditos, seeeo3= Venda de 620
reis um kilo. Dito3 espichados = Nominal, de
760 reis am kilo.
Fumno do Rio Novo= Nominal de 224 ,a 245000
os 15 kilos. Dito de Goyaz= Nominal do 245000
a 26J903 os 15 kilos. Dito em-rolos= Retalho a
133 e 155 os 15 kilos. Ditoe cm latas=. Retalho
de 130 a 22. os 15 kilos.
Farinha de mandioca = Retalho de 3M200 e
4.020J um sacco. /
Gomma de maadioea= Ultimna venda a 1I750
os 15 kilos.
Graxa do Rio Grando dc Sdal =Cotamns de
7,803 os 15 kilos. .
M1 el=Nlo ha. -
Milho= Ultima venda a 66 e 70 reis protum;
kilo.
Pelies de eabra= .Nominal de 704003 p.nr um
cento. '
Sal do A-mU.= Ultin eeI.la- 1 530Selo W103
litre..
Obt=U100%ij oa w do ie8481D). 03' 15 'kiloa.
Sola tie ual-= Nominal de 453 a 7400) um tanot.
lVOlIs stei a --:lo..d e11 33D s wa Uw


Inslitnt- vaenico
No prim;cro andar do predio n. 26 A run larga
do Rosario vacciia-se tolos os dias uteis, das 10
horuas da manhli ao mcio dia.-,J director,
Dr. Arruda Beltrio.


(t~S'9


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Obras publicas
Dc ordeinm do Ilin. Sr. enaenheiro chefe, faco
public que, cmn virtude da autorisago do Exm.
Sr. deseumbargador president da provineia, -vole
cm praya no dia 7 do mez proximo vindouro, ao
mero di,, as obras de reparos da ponte sobre o
rio Seriuhaicm, no engenho Anjo, e do pontilhio
do aterro no mtesmino engenho, na importancia de
2:2003000.
0 orcamento e Inais condi<5es do contrato se
aeham nesta seeretaria para serem examinados
pelos pretendcutes.
Secretam ia da repartic4o das obras publicas, em
31 do julhlio de 1881.
0 official secretario,
Joio Joaquim de Siqueira Varejio.


Obras publieas
Do ordem do Ila. Sr. engeiiheIro 'efe fac
public quj eom virtude da autorisacao do Exm.
'r. desembargador president da provincia, vilo
em praja no dia 7 do me, proximo vindouro: ao
meio dia, os reparos de qae precisa a ponte sobre
o rio Carimlt, em Barreiros, no valor dc 3405.
0 orcamento e mais condiVoes do enntrato se
acham nesta sderetaria para sere n examinados-
pelos pretendentes.
Secretaria da repartiiao das obras publicas, em
31 de julho dc 1884.-0 official sceretario,
Jo'o Joaquim de Siqucira VerejAo.


Ausentlou.se
\
hontcm da casa do largo da Santa Cruz n. 8, o
mulatinlio livre de none Jose, que representa ter
I1I ou 12 anuos, levando alguma roupa do seu
uso, inclusive a da cama, era copeiro, sendo mui-
to vivo e diligent ; alem destes signaes p6de ser
facilmente reconhecido, porque tcm os dous denotes
da frente quebrades, corpo delgado, sahio corn
calga de remendos de diversas qualid.des. Faz-se
o present annuntio por ter sido alli empregado
pela mii ; e gratifica-se a quem o conduzir ou A
referida casa ou iA run do Imperador n. 83, pri-
meiro andar.

9Dedaraca6
D- ordem do Illin. Sr. dirccto enge-
nheiro chefe, fago public que no dia 4 de
agosto proximov vindouro, ao lweio dis, no


Bru- etalho de d 12 a 14. por uma bar-
rioa.
Batatas em caixas= Retalho a 3.500 c 35800
uma caixa.
Ditas em giga = Nao ha.
Carva'o de pedr't= Nomninal do 114 a 185000
uma tonelada.
Cemonto= Rutalho de 'S a 105S u'lnia barrica.
Cancll=t=Retalho a 1.400 um kilo.
Cerveja Bags= Retalhode 95000 a 95500 una
duzia.
Dita preta= Retalho do 95;0093a 93500 uma
duzia.
Dita de diversas marcas-.- Retalho de 6M000 a
85000 urea duzia.
SCebolla==. Ultima venda a 105000 uma caixa.
, CbA= letalho de 34 a 5.000 um kilo.
Gotninhos = Ultima venda de 115000 per 15
kilos.
H-rva docc-= Retalho do 153000 os 15 kilos.
Farello do Lisboa= Retaliho a 45000 por cada
nm sacco.
Dito do Rio da Prata = Retalho do 33800
um sacco.
Farinha da trigo= Deposito 12,030 barricas,
aos pre os seguinte :
A americana, 214 e 225003 uma barrica. A de
Triestre e Hluria, rde 260M90. a 28000 cada
uma barriea.
Feijio malatinho= Retalho de 135000 per umr
sacco.- ,: ^ i l
.jte de cores. Nomilie do a 95000 um
Bar-od.
_Keroseaa- IRetalho de 3,450 c 3500s ixma
Louwa: 13 iaglza= Retalho.a 350 per eento sobre
s factuma.' -
Massas italiaaits.= Rztalho deT 7$,e8c urea
cuixa .. -
.Mantciga francezaq embarris==Venadesdo 1A65
por eada u1ma late. do unm kilo. Dit&t at4IUa.


Ia do Commerci u. 32,
SSacc4 por tod os svaporoi sobre as cai-.'
xas do 4esmo banco em Portugal, send
em Li-6a, ru, doas' Capellistas n. 75. oN
Po, rt'ioa doe Inglekeo.

THEATRO



Sancta Isabel

COMPANHIA DE OPERA ITALIANA E DE
BAILADOS
nEmreza P. M. Musella




HIje1 Doini-go iI'e!

Recita extraordinaria


Grande success mundial!

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Persnagens
El-e.................. Sr. E. Galassi.
A mneris, sua filha....... Sr.a A. Knubel.
Aida, escrava betiopa.....- L. Avalli.
gladamuNs, cap.tm da& guar-
das.................... Sr. M. Benfratelli
Rampllvt, clihefes dos sa-
ORQ-o '. .1.. I aA ) A. CastagUoli.
AL ttamI xoip drci da Hetio-.
pfi)t(^|^e 4 Aida, .i.- .. -v L.lIiasso. -
UmI memsagetro...... P. Gazzoni.
Caoro de saoerilotes, ministrios, soldados, oft-
ciaes do roi, eseftvos e prisioneiros hetiopes, povo
egyjiclo, etc.
Corpo de balle de sacerdoatisas, no 1.0 ac-
to; dan69arinas do rei, no 2.0o acto; coripheos esw-
craves mouros.
Banda de mua. iea-Trombetelron
egypclofs--ft ioinuPs sas-officiaes port.
estandartes, guards do rci, guerreiros, soldados,
etc., etc.
A acL o tcmn lugar em Memphis e emn Thebas
ino epocha do poderio. dos Pharaoes.
Em todas as cidades do mundo, grades ou pe-
quequin, onde tern subido a seena, esta magestosa
opera tern produzido
VYIlRDAIRf R8ll Ol88O !!L.,

PriacipiarA as 7 e 1/2 horas.

Santa Casa da Misericordia do

Recife
-Na Santa Casa arrenda-se per um a tree annos,
os seguintes prcdios :
Run Marquez de Olinda.
2.- andar do sobrado n. 53 420250
Rua da Samudade


Casa terra n. 1


401009


Dito4 maritsaWenesborg, retail a 15600 uma
groza.,
Queijos- Retalho de 3A a 3A200 cada urn.
Sardinhas = Retalho de 290 a 320 rMis uma
lata deo quarto, conform a qualidade.
Toucinho de Lisboa. = Retalho de 145000 os
15 kilos. Dito americano Retalho a 12A500
os 15 kilos.
Velas stearinas= Retalho de 380 a 880 r6is um
maeo.
Vinagres= Retalho de 120A e 1505 numa pipa.
Vinho tinto do Lisboa= Retalho a 2005 e 2155
uma pipa. Dito da Figueira== Retalho a 210A e
2305 uma pipa. Dio do Cette, branco,= Retalho
210J e 215uxma pipa. Dito do Porto, em e tixas
Retalho de 85000 a 2000 ur-na caixa do 12
garrafas, conforme a qualidade. ,
Xarqae do Rio dl:Pramta= Deposito S0,000 ar-
bas=RetaHdotie )a BOW0 por 15 kilos.


]?.L4 INDUISTOS
Muz de jalho
VT.ie'vAltBQ==De I
Iden dc 2


sa.anBOBm a=De 1 -
f:;dsio de 2 .._'


PUBLICOS
de 1884
22.0315622
18:4311631
40:468,258
1:4135398
1:3264900
-2.I74-012963





!23215i S
l:91 A8V1


Ails nVidade! Grande SuCcesso!
Depois que a orchestra regida polo maestro Mar-
celino Cleto houver exeOutado uma de suas melho-
res owverturas, aubira a scena pel- segunda e ul-
timna ve eta edsatie a importante pea comics,
ornada de bailado, muica, foge s de artifico, bar-
racas de fiira, de'magieast, de saitmwblaoe, illumi-
naoes, "oida de fadistas e tudo quaato ha de
espirito e de grande dihtraclo para o pdblico,
euja peca 6 dividida em 5 actos e que tern por ti-
tulo
tale n o
A duha sA oiiioros
PARODIA

A' Norgadinha de Vai-Flor
Esta parodia foi levadsa A seena nos theatros de
LisbOa e Rio de Janeiro, mais de duzentas vezes,
merecendo sempre os applausos do public que a
ella assistio e ultimnamente nesta cidade onde foi
freneticamente applaudida.

-MISE EN.SCENE
do actor VIEIRA VILLAS.
A music da opereta 6 organisada e instrumcn-
tada a capricho pelo sympathico e popular maes-
tro Marcelino (leto.
PrincipiarA lAs 8 horas da noite.
0 papel do Jo0o Fernandes 6 desempenhado pelo
sympathico actor LYRA
HaverA uma philarmonica.
Acha-se emn ensaios a comedian em 4 actos de
grande espectaculo, do Dr. Franca Junior, intitu-
lada-Direito por linhas torta&.


MARITIIOS
CORPANERE DSI OMESSAGE-
RIE MARITIME
UNHA. MENSAL
0 paquete

Amazone
Conmmandante de la Marcdle
Espera-se da Eu-
ropaWat odin 4

~4kagosto, sognin-
do depois da de-
mora do costu-
ime parm Buenos-
Ayr, tocaio naZi
Bahlia, Rio de Jlaneiro e Monte-
tevldto


Lembra-se ao. Srs. passagelros de :todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, qu e podem tomar em qualquer tempo.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete; tracta-se cemrn o
AGENT
Auguste Labille
9 RUA DO COMMERCIO -9

acifice Steao Navigation Companr
STRAITS OF MAGELLAN LME
0 vapor
Mag'ellan
_, Espera-se da Eu-
ropa Wt6 o di'a' 3 de
agosto e segi-
ri parao snl de-
ui da demora do
costume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiry
a free: tracta-se comos
SConsignatarios
Wilhon Sons d &., ldted
N. 14-RUIA DO COMMERCIO-N. 14
consignado a Beraardino Pontual, manifes-
tou :
Camar5aes seccos 10 encapados a Silva
Guimaraos S C.
Chapeos de Chile 12 fardos a Bernet
& C.
Tapioca 49 encapados a Silva Guima-
raes & C.


Hiate national Born Jesus,


entrado de


MacAo no dia 1 do corrente e consignado
a Manoel Joaquim Pessoa, mamfestou
Sal 38,400 litres A- ordem.

Sumaca hespanhola Agustin., etrada
de Montevid6b no din 2 do corrente e con-
signada a Amorim Irmlos & C., manifes-
ton ;
Xarque 103,169 kilos A ordem.-

Patacho national Francolin, entrado no
dia 2 do corrente e consignado a Amorim
Irmlos & C. )'manifestou:
Bagres seccos 1,000. ,
Sebo em rama s60O kos.
Xarque 1&5190k: AIordeu.. -.


RUADO VIGARIO N. 3
1 -candar

CHARGE lLS REENIS
Companhla Franeeza de Navega-
"o a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Pernambuco
Commandante Taunay

Espera-se dos r
do sul at4 odia 3 de
L&'. /.i 3 dagpsto, seguindo ds-
ios da indispensavel
^pemora pars o Havre,
comrewcla per Lis-
.boa.,


Os vapors desta companhia entrain no port
ancorando emin frente ao cas da praga do Commer-
cio e sendo muito incommode o embarque dos pas-
sageiros no fundeadouro das paquetes transatlan-
ticos, no Lamarao e demais devendo todos aportar
ao Havre, que 6 o port mais visinho de Paris, o
f6ra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir a Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores ,tanto mais quanto, ahem de serem os pregos
das passagens mais medicos, as despezas do embar-
que aqui e as do transport do Havre a Paris, sao
muito menores do que as que demandaig as viagens
nos paquetes das outras linhas,
Conduzem medico a bord4 A de march rapida
e offerecem exeQlleto eemnuodos e optimo passa-
dio"
As passagens poder-o ser tomadas de antemAo.
Recebe carga, encommendas e passageiros, para
os quaes tern excellenteq acoipmoqoda5eq.

Steamer
Belgrano
6" S. E'esPefado da Eltro-
v r des, lpa atW o diG6 de
-a a oa agosto, seguindo de-
: :-- rl-cois da lnisptfqsavel
s paemora parm a a-
hltia RIo de Ja-
nelro e Santos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vaperes desta linhaqueiram apresentar dentro de 6
dias, a contar do daadesarga das alvarengas, qual-
quer reclamagio concernente a volumes, que per-
ventura tenham seguido pari so portos do sul, afim
des,e poderemdar a tempo as providencias necessa
rias.
Expirado o referido praso a companhia nao W)
responsabilisa per extravios.
Recebe carga, encommendas e passageiros, para
os quakes tern excellentes accommodates.
AGENTS

Augusto F. de Oliveira

&C.
42 RUA DO COMMEROIO -42


Para Lisboa
Patacho portuignez

SFraternidade
Recebe carga a frete medico :7 a tratar
Amorim Irmaos & C.


comn


MOVIMENTO DO PORTO
Navies entrados no dia 2


Valparaizo e escalas-24 dias, vapor inglez Val-
paraizo, de 2,283 toneladas, commandant
Eduard Trindad, equipagem 85, carga varies
generous; a Wilson Sons & C.
Manaos e escalas 10 1/2 dias, vapor national
Fard, de 1,999 toneladas, commandante Carlos
Antonio Gomes, equipagem 49, carga varies
generous; a Bernardiuo de Sena Pontual.
Montevid6o pela Bahia-29 dias, sumaea hespa-
nhola Agustina, de 99 tonoladas, eapitdo Izidro
PIA. equipagem 10, carga xarque; a Amorim
Irmnos & C.
Rio Grande do Sul-24 dias, patacho national
FP.ancolin, de 170 toneladas. capitol Amaro
Jos6 Barros, eqipagem 10, carga xarque; a
Amorim Irmlos & C.
,ahido ,no mesmow dia
Rio de Janeiro per escalas-Vapor national Pard,
commandant Carlos A. Gomes, carga various
generoe.




VAPORES ESPERADOS


ViUk de Pernambwe
Amaaose '
MP elan
Portuense


hoje
amanhi
amauhl
a 5


































"* E' esperado dos portos do
iS ul ati o dia 6 de agosto,
^^ .f 2 ra indispensavel, para OS
< e Sguir" delai dr eo-
porto do norte ate Ma-
nios.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se na agencia
46 RUA DO COMMECIO -46

Ainiro-l ai m Lo 's t
h gaifl fi0l C.

0 vapor
Melpomene
........ t espe1'ado de Trieste no
:. din 9 do ia 'te e de-
': pots da demoran ecessaria
~ '-'^i seguira para a
ai ia, Rio de Janeiro e Santos

Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se corn os
AGENTS
Henry Forster & C.
8 RUADOCUMMAtfIO N. 8
1.'andar


ROYAL MAIL STEAM PACKET
COMPANY


a
ida


It i 4i l
IDA
Southampton
Bordeaux
Vigo
Lisb6a
S. Vicente


Pemrnambuco 2
Macei6 2
Bahia
Rio de Janeiro 2(
Santos 2
Montevideo
Buenos-Ayres
VOLTA
as BuenosAyres 0
Montevideo 0
Santos d 6
Rio de Janeiro '
Lda Bahia C
Maceid C-
Peruambuco o
S. Vicente -.-
Lisboa
Vigo p
Southampton
tocari se precisar camvao,


13
24
26
29
5
7
17
18
24
27
i29
11


24
2i
29
5
10
12
15
2
24
1
2
7
9
12
13

26
28
30


LEILOES


Agente Pinto

Ter -4eia, s 5o o Crront
De bons moveis, finos crystaes, ricos qnadros,
espeos dourados e mais objects do casa de fa
No sobradd da rua da Imperatriz n. 13
Quinta-feira 7 do correnite
De fazendas avariadas, bern como 3,000 peas
de bordados e entremeios.

Agente Burlamaqui


LeMao


De casas


Terfaifeira, 8 do corrente
A' Il*Mh ea p'WO
No arnwazem d rua do Impeador n. 22
0 agent acimpa, legalmenteauido levarA a
leilao urn armazem A ma do Viseonade de Itapari-
ca n. 27 (antiga mrua do Apollo), e mai umna casa
terra A rua das Nymphas n. 1 A, Becco da Caja-
zeira, na treguezia da Boa-Vista. Os senhores
pretendentes desde jI poderlo examiner as casas.

Leilao

De fazendas limpas
e avariadas


De predios em boas
localidades
Terpf-feira, 3 do corrente
Rua d& Imperador n. 24
0 agent acima venderi :
Urn sobrado de 1andar e sotao, tendon 2 lojas e
grande quintal murado, na rua do Caldereiro n. 4.
Um dito de 3 andares n. 49, A rua da Cruz.
Urn dito n. 56, A rua de Vidal de Negreiros, de-
fronte da estaslo das Cmneo-Ponta.
Urma casa tLrrea n. 1 A, A rta de Jolo.
Urma dita n. 4, A rua larga do Rosario.
Uma dita n. 56, A runa do Fogo.
Urma dita no Mondego, corn 5janellas d frente.
portlo ao lado, agua, g etc. defronte 9 pal-
cete de commendador Luiz de Mioraes.
Uma dita no largo de Apipucos n. 8.

Leilao

De IN o lS 1 d ron s -cs t aes

Constando de:
Urma mobilia dejacaranda, 1 dita de junco corn
1 sofa, 2 consoles, 2 cadeiras de bragoes, 2 de ba-
lango e 12 de guarnicao, 1 espelho oval, 1 tapete,
candieiros a gaz, quadros e 1 secretaria.
Urmsa cama iranceza de jacarandA, 1 guarda-
vestidos, 1 lavatorio corn pedra, 1 mesa de eama,
1 commoda, 1 guarda-casaca, 1 cabide, 1 cama
parasmenino, 1 bergo, 1 mesa para advogado, 1
guarda-louca, 1.mesa, 1 quartinheira, cadeiras de
amarello, 1 relogio de parede, 1 secretaria, 1 spa-
relho para jantar e muitos outros object. de casa
de familiar.
Quarta.feira 6 do eorrente
A's 10 It hboras
POR INTERVENVAO DO AGENTE

Alfredo Guiinanes
No 2. andar do sobrado d rua do Mar-
quez de Olina n. 64

Agente Burlamaqui

Novo Ieda
De uma important e grande baca que
acha-se ancorada no Caes da Companhia
Pemambucana
Ouarta-feira, 6 do corrente
A's 11 horas em poto
0 agent acima, por mandado do lilm. Sr. Dr.
juiz de direito do civel, levari A leilao a barcaga
Douw Amigos e mais pertences; acha-se em estado
navegavel, pertencente aos interessados no espolio
do finado Jose Cordeiro. do Rego Pontes. Os se-
nhores preteudeutes desde ji poderlo examiner a
dita barcaca.

Leilao

Agene Britto

Qurta-foir, 6 0 corrito
At -_ APl a .. Jia


-- Proeeis-se de ma criad : na a da Impe-
ratriiz n. 49, prime andar.
Precisa-se de umr ama de idade para cosi-
nhar e ensaboar; no largo da Santa Cruz n. 18.
Aluga-se a loja u. 31 da ra do Livramento;
a tratar na maru Duque de Caxias n.53.
Aluga-se a loja e lo andar doobrado sito a
rua de Doming's Jose Martin n. 18, e o 2g e 38
andares do sobra osito A triav#454o0Vigario nu-
mero 3: a tatar s ma r do Mwouez de Olinda
nnmrnero 3 A.
Prejisa-se de umrna senhora 4e bonds costumes
parm ,goveante de asa do boe* eolteiro : a
tratar us rua )ieita 65, latuli s -B 10 dama-
nhae de Ihoa d & tarde emdlabte.
Precisa-se de urn caixeiro para taverna, de
12 A 15 annos : a tratar na rua do General Seara
n. 31, ou rua da Santa Cruz n. 8.
Precisa-.e fallar corn Joaquuim Pereira de
Lima, onti'ora official de justia da fazenda, e a
poucos annos reeidente em Palmares ; assim como
a Joao Francisco Borges, tambem a poueo com-
merciante e resident em Palmares. E' para ne-
gocio de inteeeste de ambos : nasrua dos Marty-
rios n. 168.


Quem preeisar de t ma pessoa habilitada para
tomar conta de uma distilacAo de aguardente, se
dirija A traveasa da Liugoeta, hotel da estrella,
ou carta 'nete eseriptorio corn o nome Manoel
Carvalho Landim.

Grande fabric de -ma-
earrao naedonal
Bua d4 Imperatri numero 16
Neste importante estabeleicmento encontrarao
os chefes de familiar urn codipeto sortimento de
massas pwre. sopas, tanto prepaadas com. assafr8a
como simples, proprias para pessea 6entes, a
saber : macarrao inteiro e eortado, aletria, ta-
Iherim, etirelinhas 'e muitas outrar qualidades,
que estado vista dos eomprtdorea, e por 50 0/0
menos do que o importado do straugeiro, e tor-
nam-se recommendados os ptducts desta fabri-
ca pela impesa e taeioo do tftslho, e sobre tudo
pela freeouma jos producto0 qo i0 o oontem gur-
gulho, eomo succede nas masses velhas ; 0s con-
sumidores podem examiar o trabalho que seri
franqueado.
Criado
Na padaria imperial, em Afogados, se diro
quern tcm e aluga urn mulato de 18 A 20 annos.
proprio para criado de qualquer casa amuesmo
padaria e reafia o, de que tudo eBtio
Cosinheiro
Na rua do Bardo de S. Borisa n. 40, precisa-se
de um cosinheiro.
Aluga be a sotea sita a rua do Viseonde de
Albuquerque n. 120, antiga da. Gloria,: quem
pretender dirija-se A rua da Imperatrit n. 36,
primeiro andar, quo achari corn quem tratar.

Alugawse
una boa casa A rua de Gervasio ires n. 18, com
bastantes commodes para grande familiar, corn
agua e gaz, a have se acha na mesma mua"n.
26 ; e urn pequeno sitio corn boa casa n4 segundo
becco da rua da Ventura n. 2 (Capunga), a have
se acha no sitio da esquina do mesmo bocco, e se
trata na rua Vidal de eSgreiros, ean a. "38, ou
na Alfandega eoem o despachahte Heliodro Ra-
bello,

M u-nse


A ra nire-ta n. t, 1, Inaru r !
oe moves, 1 i 4m s, vy, Antonio Ignio leitor
louga, mtlitas orMs de ouro, algumas fa- mudou o seu establecimento da rua de Santo
zendas e miudezas. Amaro n. 8 para a rua da Roda n. 56. Continua a
0 agent acima venderA o seguinte : 1 mobilia encarregar-se de encanar agna para casas parti-
de jacaranda, corn 1 sof., 4 eadeiras de brago, 18 culares, deposit para agua, lbombas, torneras,
de guarnigo, 4 consoles com tempos de p&dra, etc. Recebe cbamadoa, promette modicidade nos
sendo 2 corn 2 grande molduras corn espeoos, 1 pregos e promptidAo em seus trabalhos.
dito dito, I dito amarello, 1 dito de junoo, 1 mesa Unv eS A
elastica corn taboas, 1 gara-vatidos, 1 eama ui CO Vliti s
de jacaranda, 1 bonita cama de ferro para easal, p, I
cadeiras avulsas, de balance, braco, e guamrnio, 1 Zeforino Martin & C. convidam aos sahmores
lustre de 3 luzes, de vidro, para gaz earbonico, 2 que deixaram de frequentar o seu estabeleciamto
quartinheiras, 1 commoda, 2 cabides, louga, vidt", a virem tratar de negoewio que nao ignoram. Para
1 ospelho oval, fisas etc. que nfo se enganem, praga do Conde d Eu nu-
Como sejam muitos os lotes principiara mero 18.
A's 10 112 horas Enoflmadeira


Leilao


mliis e avariadas

3,000 pes dO bordados e chapos de
801.


Precisa-se do un ama pars engommar :rua da
Aurora n. 109-H1.
Aluga-se a casa n. 8 do largo da 8oledadb,
corn conodos para numerosa families, aeha-se
caiads e completamente reparadit, e tern gali-
nheiro, banheiro e agua canalisada : a tratar as
rua Di-eita n. 32. _____-_,


Aluga-fotwm aobrsadoon 2adaro (teii agua) a
rua Nova do Saata Rita i. 17, atratar xA mesma.
Ahjg-.se o 20 andar da casa sita ado rua do
Coronel Suassuna n. 144, e tresca e tern muitos
commodos ; tambem se yende a mesma casa por
Irvoo commodo, a tratar na rua 7 de Setenbro n.


FERRUGINOSO
& asm. l nooIa e d oQua ia

Re PROTO-IfG/3RETO do FERRO
I tsrrado por AOE.P. LAROZKNO Parmaot-VOao
96M(TJo N A JO.. -Mf t m D-- re A.
~~ ~4g~insg is W tw~ idool, aselivida&. .un
b mIepwado,b emcefnAervdo, oaw uas O funRET DPTM.S .
paohneta no estado quido, 6 da Porieo, o a MM
r Q O as preparaofet fe ni a &WyWv r' nunea W
jr uepodiioeabehomirsuao.o medicos da ~i&46 Ffedaetr*o~uaem
win mues A 7rincipise a0ar o wpecifico =aid POW #A
StOV40016 ft WMAa de luil'ane >gM 8--or nirMdftvm
Suasia armar~a, o forro 1 assuuhIa&o mnm, C~hii rI t1u- um-
ane te e produz effeito prompto m coomrtn e ra "AiLm-. ID-
Sger;' A ,o '%as. t zo -.&; ao differentes eMUti l.
&we *oft* 808n i e wdas 06 &Wintl a#wt~g Jm."" bA ff r
f UROPE LAROZE i^sru TONICO, ANTI-ERVOSO
4AWiittas ONUIm C U VAOO.Q trrgtdPju d*t. PBM 0 Coa~tebr ft MhaO .O'
>~ ~~ XinfirC an"" IiO^ ^-ODURETO BE PIftAUIG
Goi.M fls ni oome ft rca.*aw~,Tuoe b-anco% Awltai seemb
IXAROP aSEDATIVO BROMURETODE POTASSIC
&eMft "aie "s hUteurw.s 5om*news a w. nom-,tuorfes b-aiace M- aP- U.
Los~d i m.b"S S.tai@.m ant"se amo Gua m&c



BE COPAIS


L'stas G"AGr adiittidaa1nap Ezplsolr do 'wis p'fv ta(iCgldw c uram
tpidaruerte agwa s sU s.m- o fen s wi resides sou. cangar d iopa. 4m
^ j Eiqgia os ZjM Tpo X 0d 9 as i rcoinzye4-oad &is iIA 82 -
pre.u-vat vs rlue nucca oanua anidMubtu.'
em# PeNaasbu : Aim u. a UXVA e 0 one pwBncip.' pDtarma"O l. f


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*4 dh il AM- ^LAM


'HYSTERIA
I -------mom *^* A -
OlYAlilvin senwl

II A E sougo U C nfuo
LUniVUL)Ut3 30L1110 AITIIUVOSA


MOLESTIAS Laroyoemo
_S 1,vVWMODSAP

N ERVOSAS -- + PRMilARlMAIlS


WS T. La ZXmV&k d, o0.


j.oSo de soea"* ram
Antonio de Souza Braz, tendo recebido A noticia
de ter fallecido em Portugal o seu presadissimo
pai Jojo de Souza Braz couvida aos seus amigos
para ouvirem uma missa que mandas celebrar na
ordem Terceira do S. Francisco no dia 4 do cor-
rente as oito horas da, manh, setimo dia da in-
fausta noticia, protestando desde jA o seu eterno
reconhecimento.


Josd Goncalven Torres
Joaquina Ferreira dampos Torres, seus filhos e
netos convidam aos seus parents e amigos para
assistirem as missas que, por alma do reu sempre
lenmbrado esposo, pai e av6, Jos6 Goncalves Tor-
res, mandam celebrar na matrix do Corpo Santo,
segunda-feira 4 de agosto, as 8 horas da manhi,
10 anniversario do seu passamento, por cujo acto
se confessam desde j A agradecidos.


4.9


Carlota Boalina doN Santo.
Antonio Gongalves Pereira do Valle, sua mu-
Iher e irmaos, eonvidam a todos os seus parents
e amigos A assistirem as missas que mandam ce -
lebrar pelo eterno repouso de sua presada tia,
Carlota Rosalina dos Santos, na segunda-feira 4
de agosto, As 6 1/2 horas da manbl, setimo dia
de seu isfausto passamento, as quaes tergo lugar
us igreja do convent de N. S. do Carmo desta
cidade, polo que desde jA se confessam eumma-
minte agradecidos.
-- I._- -1 --n
Francisea Ferreira Novaes
Seun marido Ignacio Josa Ferreira e seu pai,
Antonio Joaquim Novaes e mais parents veem
agradecer do intimo d'alma A todas aquellas pes-
soas que se dignaram acompanhar os restos mor-
taes de sua muito presada esposa, Francisca Fer-
reira Novaes; e de novo as convidam para assis-
tirem a missa de set:mo dia, que teri lugar no
veneravel convento da Penha, na terga feira 5 do
corrente, is 8 horas da manhbt.





Maria Porclna de Senna Porto
Aquilino Gomes Porto, Manoel Gomes Porto,
Luiza Porcina Gomes Porto e Amalia Porciria
Gomes Porto, convidam a todos os seus parents
e amigos A assistirem as missas que mandam ce-
lebrar por almsa de sua cara esposa e mai, Maiia
Porcina de Senna Porto, no dia 6 do corrente, 1.
anniversario de seu passamento, As 7 1/2 horas da
manha, na matriz da Escada e na igreja do Livra.-
mento ; desaeja se confessam agradecidos.


Dr. Leonaurdlo de Almeida
Aquilino Gomes Porto convida a seus amigos e
parents a assistirem uma missa que manda resar
por alma de seu presado amigo, Dr. Leonardo de
Almeida, no dia 7 do corrente, na matriz da Es-
cada, as 71/2 horas da manha. Agradece desde
JA a todos Aquelles que se dignarem comparecer a
esse acto.
*-.... **. ... .. ,.-* .*-._-. .* -ffv.-'s v'- wi y fffffi
Antonio Ferreira Villarin
Roberto G. Ferreira Viil-rin, Cosmo G. Ferrei-
ra Villarin (ausente), Maria P. Malthez e seus
filhos mandam resar urma missa polo descanso
eterno de seu presado pai e av8, na igreja de N.
8. do Teroo, As 7 horas da manhg do dia 5 do
corrente, setimo dia de son passamento ; e de
novo convidam as pessoas que se dignaram acom-
panhar atW o cemiterio public os restos mortaes
do mesmo finado, para assistirem a esse acto de
religilo, e decade ji. se cenfessam eternamente
agradecidos. _
Antonio o Jo. Ade O vweira Cam-
pos Junior
D. Adelia Cunha de Oliveira 'ampos, Augusto
esar da Cunba, D. Maria Carolina Bandeira da
Cunha e suas filhas, esposa, sogros e cunhadas
do finado Antonio Jos6 de Oliveira Campos Ju-
nior, convidam os amigos do mesmo para assisti-
rem a missa que por sua alma mandam resar na
ordem terceira de S. Francisco, as 8 boras da ma-
nba do dia 5%do corrente, 10 anniversario do sou
pasamento.


0 Sr. Herculano Baptista de Carvalho, desta
data deixou de ser empregado da Fabrica Apollo.
Recife, 26 de julho de 1884.
Antonio Pereira da Ctmha.


AO C-CAOILRt6-PHO6PHATO DE CA
90 qMri pewps 4 s adoptado por tpdos o Miticos da .pa ma
dos osss, CresimetO difflct ds c s, v.st-o, Dhspepsias.
_Pus, COItRR^, Ph., 79, rua ig __ __ B _d__-aaportud~rirpusnala. _


Sahid
Chega






41



Sa
*
*0
'C
40
0


Sahid:


h~eg:
40
40
40
40

S6


EPILEPSIA


^pittse Uya1


77-A


w


armiazem


I


























Inteiro 4M000
Meio 2000 quad
Qurto 1 000 ber
uEm por de 100000 b pa
Inteiro 34500
Meio 14750 yen
Quiarto #875 V
Joao Joaquim da Costa L'te. sao
Precisa-se de Iuna ama de leite oem filho,1
preterindo-se escrava : na rva Primeiro de Mar9o
a. 11, segundo andar.


garanti
RaMdo


LYRICO

CHAPELINAS E CLAPI
NA


tliAPEL4RA !


V ItTO


Praa da Indepedencia ns. 36 40
DE
J. da Silva Carvalho t c.e
Wm lindo sortirent- jern chapellinas e chapeos
nhoras em todas as cores, iltimos modellos do mez
Nesta casa tern sempre um ompleto sortimento em a:
chapellaria, tanto para homes, senhoras e crian gas,
mensalmente das paimcipaws modistas do Paris o queh
alta novidade em chap6os e chapellinas.
Garante-se sinceridade e pregos modlcos.



Products especu,
DO


T\JO +, D n
DR. CARtLOS 13
(Oak*a e Caroba
(sem mercurio) poderoso restauraer do
aangue, em todo e qualquer Srio de sy-
philis, ainda a mais rebelde e julgad4 in-
curavel.
Applica-se tambem cornm vanutagm pro-


digiosa nas molestias
Um vidro


beriberiea.
-6000


Duzia& -36000
ZlliJr de jum ,beba
pega pinto, ferro e quina, reeommendado
como o mais eflcas medicamento ms me-
guintes molestias: figado, basso, flores
brancas, catarro da bexiga e outras muitas
molestias.
Um vidro 35000
Duzia 301000
Xarope de Jaramacarti
remedio milagroso na cur a radical das
eongtIpages, catharro, brOnchtes e todas
as Affecq5es do peito
Um vidro 2#000
Duzia 20#000


Vinkho tone
com lacto-phosphato de cal, ferro,
cascas de laranjas amargas e quina.


coca,


V i.LU 5 *mM mesm0, eil
rado-_





inains ,m re-acn e otua oo Misga de or4iet de meia c~9ta
lis.~et~ ha~bli2 eism e ae P m r&,5
derpaisa"
ban,^:! h',::1btl^^fl^QIy^^^ i .za~rBG^j~^ ft pret* .4e!^(^^ 1. ;!1'* ii^1*-^^; m
A CW doe 4. ". *.. : 1Bo *ciaa
a ve ver:mem por p"4ts mo r* 44 *i 4, s
q-e o"te n',wl*e.01nv aeea ,t t,




te d ree-i do-.:. la- -^ -- **:^ .... +-*+i~ t^ ...... '.' +"-* '- decvdln~rfi 'eg~o 1oiSueac,- aarh~g^ tllaln~yt> ea
$crVa de cguIa oramuta
vilkstor -ec--6 I D *ae f".esoita d aa I" d 1s0.
:M ,., ,,Rar P USmaAuP AedoHaia uddo felinko 80 pdo, oriat
ft") doUu40tim. Pm .atU
tamente. Spa^do e,- .tm-4, o u n 4ado&a = ea oomtn oa eprosrdautw ar de c
-a rdoWills I aSfrto, Mareatm=, do o -- r0, 1or de4m 4OIiv Q as Sosa Sodi s& gela e ito ondor etv 8o 1r0o 0
;s e ols e^ ^ e p i l o O Ift o r L
r a eeCMa. a m n c od i douu caorete.s d m pe nd o r c






)SIl. reu i., 15110 0 d ~did "t lA crn soi slCo r idd-n- l tindp-. lins, 4 tdmoarde O jardas cads1 trict,, bk psr a it f eian ee cor tno s mge di-,
S.... j Os dde n paepowtm sa hrW. se "bee-ii c om do linbo coe doa lguoda reeonh o
00 d4of 6 4 84 do t-eireA& eno
I e ta ca at IiaI9 tau_8 ja r .. pa o cotn- casaadbois ffame, neo A"it-+e; a n d 64. grade v4tagea No men a be:- dO 2L 9
I Cb Id "d 0n :^ '" ra w aim *.l.e ;, e en-iMto t arn eing p ande aortj Ditas de crtone de cor de 25, 25500o 8 5QW
7 v el .-- -- d- ~.o p; t 'm W ~i no"b me loresm% maouias de costurs do todo ues, granessoetn de ote odmei cu mnas
S.. .. M a .. ...l n e .v ', e ^;, J^ &t ae e a )u a ntes, rm es dan quBietm o p pars h einoos, de a 20 rd 6e ara aS 500
tio eluisabadosetao eai- .U.... doDfr.errFo far
r b ure ito are ammio asaomea o, nd6 ortod o2,
td i.47fa ass-. 6 B airi riuhos, tend de 6&a du-ia at6 8,009
..N, adara todaslatdo oo__ .oe ..... -rs
1. 4 ~ahdos coda de as lcrgurae, yontu~- Sende-ae un fcgao coin am borea8-t rogo, wTo grandrk mhote A to do toalbaa
N&dos, redondos oe. mitd." "....depoto pnra aou e=nte. A =U m don.ai e tantoas irtlo cpio p a ji, ,
se W ---o -sa "do c tzin e ma acce dSor, fabra --------------- elO &A ia sSet, d.o J peiro Laranja cOtumodo us o ra 'u it 6 opreOBo a
Uazise^O ^^ C~~~ft Ctiar. 56, Ioja Ie ferragena. *. wMi~e lois da oeaqmat do Iedoe J'~rmroa.
tenudorecebjlCodo fa" Am^ de1qloprcprisparaengeu6,poira^ =Pa roid LanPa
~~~ ~_ d oAfa lpoiaatd8Ardtusann oB po 6m IL #~to W~

briCante i~on, do BoU- Nain6,p kicon.M em asR dosdvudoorr a Nospri eiros meusa aJmntagom
Me Bte dJartin, Pa'- A & A vcl6prstromprovadasassuas candies do & do peito 60prMrio ite mater30oqual
le var St pBt.d5 6160 Teei efra om eonor fresvpr m cas se n&cessxda4 deve ser
tO S r s, receita d e seu s a- n i ^ M ^ ^ iiA ^ ^de iato wrfe & ia a u~i~n~ do ualto ziu~ir fr, & wen 0 on 0pel

ReahrioiJe a MI ei &U-ttte a N"&amauoss J r.ocnes, le-w wm S& de Um &isdo cusftivli. atsme FBEBX( UtSI
[)-. utei~tabeleineto 4eln~it^ozs Ps^^ spses~popo~drm pdi rmn A sciencia e a pratica adoptsram a faafi.
solVeram fabral-os, e ]f=aWSegoniror e sriias.ua pw4 d (o% nba Lactet come podereso elemeto n-
*inceridado-onstituisdtse oao Ma co e us trictivO pars a ifxicia e distnctos medi-
I1 desdejia avisam a SeUiS me8 de aoiemenaro. Pu^^Ii^a ore V~fI(jO4(tn Y~~COB do Brash! e da Ewrops roconhBoeraB
fto Ia 4I oo 0 Vondo-*e sor aS^9^o qp ado 'Dr.aFRERIOSa meihor osts
1114 innumeraveis fregue" op esm adDeemfos vta
zes e ao respeitavel '-, .9 Tvrsrc rog asusuatsoa u posses estranha e do comportam*to
1-tao copif oopw.iS-p^p ^pu^o dtrenva aeid or psmsdopsa-rl conhecid0.muitas yeses o gerien
pubic que na qta ^1 Balsvtselio aeasentareldo maB~io^ aeaor Vezndo-so a verdadeira fertiniia Lactum
tas e sabado^ estato e^- ^ta v albgse em eta po ars scs tiD
Dostoso ao~ apuca ebitt si^ o Eabecmut mus^^cas e piaruii^^
Apars so- postos? t r LdeIsli e rforl v1sA
rs adara, rua larga do do opboga.ooi-
rtA9 &~O do V MflhRrIa & mmi~a d


s recebe
ade mnais




les


tETTENCOIE
0 melhor remedioe qu se tern formuladQ
pels 000blip"18 0de hiaeroios Mdjoa;
mentor mBprgo Mt i dO M
molopw .stia.4 0 poio, d qmago, aem Vi
menstrua^*o d ei1,il i4i4# gpralcepps
pallidas e todas as vezes que so quer forti-
ficar o organipna
Corvm wr usa49o pel4p aors q.e
criam 4tim de toraQ o lit *as matritivo
e robustecer as .ana.
Este remedio 6 superior a todos os toni-
cos esfrageiros qo se annunciam por ahi.
Uma garrafa 3#000
Dazia 30#000
Pilula de Eu 10eamypa
contra sees e ogtra qtplquer febre, be-
nigna ou de maucaractr -aiuda as mars p-
beldes.


I faixa
Duzia


20"000


Pllulas apertldVas
contra as molestias d6 estomgo
1 caixa !0%000
Duzia 105000


nrjEmC anti-blenorrhagica, cura certa em 4 ou
dias sem produzir estreitamento na ure-
thra.


Urn vidro


Rosario n 40.


Leite de avdfi


P,,, ..e,,,, e ^ : o.,
PIrfeitamente co Z'lo iU gnc e on.
dciKd^el a. jeata fde hy46
~$rpblega~o BioC aeiQ -"
pui Lrn a raep o isnpeAca-
3aS6bda B*ialaps CacQ e*r ama as1tad
puun).~scA eae bo ,bricsdtp doo tbehru4 Jasr


I


AAp







Preeisa.-se de uma auA de condueta s d
p'a todo servo domestice em eass do fia:
id am md a A....19a
atratar na pram do CoDrpo Sate n 6, primero

euommodldide rSSIs&


LV WVUJtIU"J 1AF
gy5. COn aoiPUW+fl -


OIIuidii34f dexti~sde2

_~: fl~3gad~s.
I *


ac-abar
Popfelona laas, de oistras e lavpadas.
^jsdo quadriii, eeo~saseas o lvir4das.
Alpaca. liall e dolistrak.
Oganadinep do okh p e pretas.
Canjfaraia^ bordndss e slbertqe.
yefltpauios pars menonos.
COapes pars aenhora.


oil ,,1 ondemo.me.ava. u n's prenUnf poIm wenir-se uuaa u e
..W.. A .a1..deMaro i. 1Br.ra mus e sod.8. a de seda e l .
Prei -e de urn coaher qu saib be i co D. JeAo Bandeiw de Meioi-..E' ItAu OPTI- Caps, de inal de I.

S... h '.. i. : .. i.. o-t '; V~ f 7- *' i a ia io oa il "^ huluok en
sihr~i p ~A o tl eaai~irlou.~l 19, aM. &rlp M4: COP& nKIS i7
..+- +Ca nR+iroa jINa oztm'

l'|, .'(p i :.;. oe *i^1-+L ^A T n uT.tilm o! seA _int an "o +.out air n"oB e m v c ncu os eputnb0 s, pa uomei
, i) :!a nch e s- ep4ui o 4iiiSIS dei qi ~an1 5guut0. .- s ,' hos < d e o em "6i1 hos o *"
,*o a o ,.do oz..a do a ,%a P- Oairos pass r de oozs aep .2d8 d ulp idap p. 2 43.
Cei. $kD)c Di PoIpmee



M tef o s B diagon a .ah a o *[ De s e! ,- 12s.
e i, ,a.T .ffPuIJ~eb[ol a^9r. iacts d fla *l 1 W~eM. do2 c ore., IlelwPW ''^ t- dto! Mas efuas, braucst, dot ooiuo 0 pr9ta4.
9aeC d fcl~t~ia I BSCO rs. ito! l abruin de or,
AVfdaon -teds, as livrai'asl da cidade M~erip6 pret 4e 4u^u 5^ a OQ? 9 i4o! miss. etc., etc., etc. '
dP o port do 500 pagmasUBiaon4o- Idoai de coMs a 15900,
nad, contndoos seguintes artigos: ssmiras do cores al e ruda s o
Agostfio flozerma, a Santa da Poia, spri- ldeMumas i-u s 4do Caw A.8== 15S
mdi'. pout do Recife, Alta Baca- d ag fins, a25400 odto! .' E pte, a ntia de Sant 414o"u0
l,-uo os cbe Car Behor e ao rms peers r pde. zn4w. 9 'dio r r g a
%Csuwope Jhptipte, P~. Th!nfaa iJ. 4sM.o~ lt ec- 5raminnte trwi,~ado jam Du W .0o---------- 'r
Sa peu- ustes em ort par cadAi


cl ao.%,0- IBt+i dt 'gttr r:der. n+ m +l 'n l' ts+ i T ... +-^ Utf I Y k 1 J JIA
pda-se dreial usrmh do .cgul, aideio "L -d uljrn! '. '.+, UIi I00, J.00 J4!J000
i vmosa, ;trouoBota Bacortdi loon ,b, ar b.ubs- L4n.oaBdo lIho em caihadeli 8 iT e4ui
W^Pea~t^iado eptioto4.uiu dr Mg ditwa!WtiW^~ fR da URU~ftO p.
Ui: de eres bonitos pex% 6 MW I X e "w kWW TDM P'*4-*v T




Pova e c-s degradeS doin oe Prr o e teir- Rdital ip de r! js 11ra sesaP o d P 1u
ltmie, quet a do sbri em nambuco, A a uim, t n o erta do gangs forradfsJ ee e'uea t d Frer.
omta r soa d lSe B. (o,, doume r o. bertort do grBdea, fus a aba
^dToap pB^pqoaPcw4. 40. cms 3500 vender cravos e fibres
SdoFara Jpndoaonenciag Pui r teiniava, e Sas bmdpdas 6 p6qj :H s*o$aull'
tTrupemas. ____________ __- 3Fspatielsde*oKS^ co--a-- ______________________

*Precisa-se do urfn nehioparscaixeire odta- lo&. l^^gar ^l~ A' '2$300, $400 C 4$000
n os "....a01A t#+da )+e+ ..4. Toalha s e a e aUa l a ta sa da Iup ratr
aix i.' tood baeM "7 Vondoso c B diagon caltonns a 2W500,


cams Maobflla
Precia-sO do ur nin on pratia deo taor- ede de res, ap R 35000 e 45 pars acaba, isto A squina do
as, quo dB kidor* A msu conducts : a tratar no y chu cales, Qm( het5, i O~et e ec dsFrers
Casino Novo n. 87. _______ J. do V011____2 ___ ___.__o:
r!godep D'*oupjas otodsa qai W~~to obCco dos E'rir






-' Ak- L:u; 'ondaem Wr.5 des Ale
?zoaeesas4e doern osinfiOradei1 quo ejae. pemita C- 4t 4R ?y^> ^^~yi^^^U_ W '^-:.i r ^^
dortp; na rua doBiaobueli^ n. 7 prti, do Na mado S. Beuto vondo-se urn boa casa corn
_____________________ u s- iz os m Anho muitas commadidados, send4 fresco, espac"aa,
-'@1 in g r oem urn pgando quintal plautado a capricho, corn
Pagus o gaz a tratar us nra da Aurora Va. 39
as -fSli l ^ s deMobilia


- Opp 'M-


I


I











0116 M heM G."I S A UM des
|. ... M- I .. .
S~ag reio naoaezitenoia te uranscien-
6 W .oc L A' despeito de tods as phra-
no..,tokias o protests em contrAno,
W insisto na minha velha these :-as sociolo-
gia 6 apefa o nome de umsa aspiragno,
tSo elevada, qulo poueo reaisavel. Alem
deste character de simples postulado do co-
ragLo, que ve, on" qnizera ver na socieda-
de humana um todo organic, subordina-
do, como os demais organisms, a certas e
determinadas lei, a palavra nio tern outro
sentido, que merega ser investigado.
Logo em principles, salts aos olhos que
o estudb dos phenomeniios sociaes conside-
rados em sua totalidade e reduzidos a uni-
dade logiea do um systhema scientific.
daria em resultado uma estupenda panto-
sopOia, evidentemente incompativel- corn
as forgas do e4Iito humane. So ierm
mesmo como sciencia descriptive, que alias,
involve, na opiniio de HAoeekel, uma con-
tradictio inaijecto, a sciencia social 6 cons-
tructivel, pois quo nao poderom ser obser-
vados, o per isso ni'o podem ser descriptos
todos os phenomenon da sua aIa-la, por
que rasao s6-lo-hia come sciencia de prin-
cipios, come sciencia de leis, que te:n do
ser induzidas da observagbo desses mes-
mos factos?
Desconhego uma tal rasio. Entretanto
nao so supponha que eu tenha jurado aos
meus deuses fazor guerra a sociologia.
Nalo estou disposto A offrontar o martyrio
na lucta contra ella. Por6rn ijulgo ter o
direito de exigir dos seus sectarios algu-
ma cousa de mais serio do que meia du-
zia de estribilhos e convengces da escola.
Exijo pouco, mas esse pouco 6 tudo. Em
quanto pois, assim come a velha astrolo-
gia dos Apollonio deThyane, dos magos da
(ald6a; passou A ser astronom'a dos Co-.
pernico, dos Gidileu e dos Kepler, a nova
soiologia dos Spencerje eoutroe sociologos o
nagos do occidente, nao passar tambem
5 ser socionomia de saboles, do estadistas e
politicos, estou firm na minha convicgAo :
-a sociologia 6 uma phrase.
E isto parece tants mais admissivel,
quanto 6 certo que, bemn ponderado, nem
se quer jai nos achamos no period pro
priamente sociologico, mas no perlrd0 so-
ciolatrico. -A religiAo da humi adae, o
semi-deismo dos grande omens, que 6
serm duvida mais honroso, porem nao me-
nos inexplicavel que o simi-deismo dos Co-
Aares pertencem &A esta phase. Entretan-
to a sociolaitria, aiuda mesmo quo Ihe sir-
vam de object as mais altas nanifestageos
da grandeza humana, 6 inconciliavel corn
uma sciencia social, qualquer quo seja o
grAu do sea desenvolvimento. Desde que,
conhecemos per exemplo, a natureza, a or-
bits ea marcha dos cometas, nao ha mais
lugar do contempla-los corn admiragAo e
terror. Assim tambem, so "6 conhecida a
lei da forma&ts dos genies, pois quos e- o-
nios sao phenomenon sociacs, come todos
da mesma ordem, segundo pretend a so-
cibologia, reductiveis A letis, para que en-
grandece-los e deifica-los? A contradic-
9to 6 palpavel; e dest'arto a sociolcatria,
que ainda reina nos proprios dominios da
chamada sociologia positive, encarrega-se,
per si so, de combate-la e anniquila-la.
Nao me 6 estranho que sociologos mais
coherentee corn os presuppostos aprioristi-
cos da sun sciencia,9negam o merito e im-
portancia dos grande personagens Mas
tambem e certo que o quo elles assim ro-
velam de sense logic, nalo compensa-lhes
a falta de sense historic. A pequenez das
grandes comeo a grandeza das pequenas
individualidades, 6 um paradox, apenas
toleravel na esphera religiosa, onde o valor
das ideias n.ao 6 determinado pela verdade
dellas, mas sobretudo pela suna capacidade
dO illudir e consolar. -Debemttr morti nos


,zostraque: 6 um bonito principle este, da
i.qgadade perante a more, porem ainda
mais osteril que o axioms democratic da
igualdade perante a lei; e come tal s6
tern um sentido, -no portico doscemiterios.
F6ra dahi, dentro das rajas da vida, no vas-
to laboratorio das ideias e das acges, a
dupla categoria de grande e peenos ho-
-mens e a expresseo de um facto, que ne-

FOLBETIE



0 GRILUETA

POR

G. PRADEL



8RII PMRTR


(Continuagio do n. 176)
VII

Am torturas de Gamto

Pars pr o leitor ao corrente das peri-
pecias que acabavam do produzir-se, e que
o Sr. de Laitres se dispunha a communicar
A sua noiva, silo necessarias algumas exp i-
cagles.
JA dissemos que Roberto tinha diversas
vezes ido as boulevard Hmussmann, para
ver Lussant.
0 visconde andava prevenido, um medo
terrivel comegavs a apederar-se d'eUe. Te-
mia a todo o istmta e recebcr a visits do
marquez de Rieax e p'.r tada d'esta vidla
queria encontrar-se face a face corn aquelle
home. Per isso havia tornado todas as
prccaunges ; prnimeiro que tudo ordem for-
manl ao porteiro: a NAGeatOU em easa pars
ninguem, prohibiglo deo h6 levar qulquer
bilbhete onu carts. Dizer quaestava usen-
te de Paris.
No Club das Thermopylas onde pawava
a maw' part dsA noitee, as eemwe or.
dens ieo muenos severas.
PA eplar esa ordlo sanitaio que
est.ehca em toow sm poes", havi
sessirs i A As W^*ip. 0 Sr. do

f&. ~w : / l~^'w w '.v~h .**
fc .. ..^ V/. _.... ; .. *: ".. .; :*


nri fosse, bastante pars provar jstsmente s66e poasiveJ ..^ rnmiu$-
o contrario! Ums iencia, qUo 6 real- depm .iv a.4ta : o-
meate tal, niLe tern neesidade diolaser de dia ser favorarel A cans. 4ai njniminsmr .
sua propria existoencia imiaeita questlo, Desde qae .e'fsz assim 4. o e do ca-
que Ihe cunipre miolver. So ella di facto pricho irracional a essenoai da liberda-
existe, os soes resoultados incumbir-se-hag o de, desde que o verdefrtacto livro so
de defende-lA. lustir na demounstranio considers aquelle que se pratica scm mo-
de usa seieacia social, no sentido positive tivo, ser rakto alguml ui mnuito quo os
da palavra, naote 6 mais, per conseguinte, deterministas achem prova. !4 Ua theoria
do que uma prova indirecta, ou ura confis- em todes os eciroulos da asfi iae huuaa-
sio inconsciente da sua inexistencia. na, ends soe nots na certa 4ua.
n Urea vez associada A iddia dc flberdado
0.4 sociologos tern um corto numero de a do confuse e deshanrnonia, A facil de-
theses favorites. N moe o intuit rofoe mionstmr peola estatistica doa c ines, dos
ri-las toas aqui e bate-las ua por um-s, e aWsamentos e outrois factors, ende os nsme-
at6 per que jA me vae parecen-o umon-t ros exercor urea fanoeo approximads-
inutil perda do tempo, semelha'nite A que mente igual, que a vontade nio livre.
so da corn a refutag o de qualquir them Mas este mode de pemaar, amittido peor
theologico, refutare a sociologia. Em go- alguns philosophos, 6 o mesmo &veho po-
ral os sociologos pertencerm o: d num dos to de vista dos espiritos itoro, que ainda
crentcs; e crengas neo e refutam. Mas, hoje, nas relanoes political, nape cangam de
ontre os presuppostos da proetondida sioen- fallrar dp ur partido da ordsnm e de um
cia ha uJn, sobrtudo, quo ainda mnereee partide da liberdade, come de duas antithe-
sern apreoiado, neo tanto per que elle im- ses dtifficilmente coniliavoeis, quando nai
ports pars a sociologia uras qu3st o de vi- aflh'mam que a verdadeira liberdadl estPi
da e morto, come porque 6 o prte prin- na ordem, pars outros redarguie." qtue a
cipal, sonio o unico, no qual os socio1ogos verdadeira ordom esta na hlwrdade. Em
tern de seu lade a opiniso de philosophos summa, comeo se v, usma serie de tlices.
meris series, de espiritos miiselevados. Destarte, obscurecido a idea da cousa,
Quero fallar da questlo do determinsim. fasendo-sedos o chaos e da desordem na vida
Eu ja disse uia vez, e nao ha muito individual e social o caracteristieo da liber-
tempo, que nmo estava longe de cror serene berdado os deterministas, por umr lado, des.
as lois da iibordade as mesmas lois da natri- sobrem fatalism e nocessidade, on:Te quer
reza; e pormanego nesta opiuiao. Mas im- quc appareca urn regular encadeiamrento dos
ports nio confundir cousas ditinctas. Di- actes humranos os pervoes, per 0utro ldes,
zer que a liberdade terno leis, no 6 no- o stao de accordo que a mais eralta eypres-
gal-a, o born assim affirmar que essas leis s'ao do liberalismo eo dominie 4o cacete,
so as mesmias da naturoza, nieo e reou- do barulhoe, do rebolig eterno. Ajsim, de
zir o process da vidda moral ai punrsi conformidade, per exemplo, .cormn os prin-
mechanica dos atomos, A acgcos e reoacoes cipios da sociologia national brasileira,
chimicas. Dade ponrem que assim fosse, e com ella 6 eoultivada por vadiosu e rags-
a id6a de liberdade nalo se concili.sse corn bundos, 6 um despotismsno clamoroe, quan-
a idea de lei, nada seria mais simple do do a autorld e, uinvadindo a terra santa
que confessar a inexactidio do meu asser- da lIberdade, quebra a viola do ecioso can-
to, po's nests assuopto, come em todos os to popular e poe umirnitse aoe excesses
emais, 6 o ease d ropetir corn Moritz Car- da bebodeira. Da mesma foras cedeeod
ri6re: graas A Defs, n6s podemos errar. a igual ilaluslo, os determinist catendem
A preteno de infallibiledade 6 sempre ri- que o govern da natren-quoogorodezatu em rela-
dicula, quer emane do uma cadeira do co aso home, e sempro despotic., -e o je
papa, quor de usa cadeira de mestre ; cou ni ha vontade livre, desode que os aetos
venha de uoa assembl6a de bispos, ou de s6 se realisam em virtade do motives.
numa escoba do sabios. Singubanissimia douAiiata, jgda qual as,
Mias me pareoe que aito estou em aro. cma fleS9o5d4 dlihthdo e aii*8m d
A liberdade humana 6 umn factor da ordem din eto na 3e1togoria do lamoara!...a. On
natural, quo tern a sue lei, pores n i se eooffeito, so presuposto da motirvast ex.
I dmixa expliesi mech icamento. Os phio- clue o eno qer?, 6 hWgico
soaphos costumam distinguir no omeeito da d ,oS Po iveais actos humaneo tmmotia-
liberdade deous mementos diversos:-o d onds qpuore e moe quer ijui e elles so.
moment empirico e o memento racional, executesr, ahi pele hashe, a paroco a II-
ou a libertdao depor e a liberdade de berdade. Mra, esses actosafojrtaamote
ri~r: raga A ow, ~s pdemo er ar.iiuallles que os pschitermiiu ndeia mi]m





qerer. .A liberdade empirical de6 umrn fact aqurersa osqeo, sychiat duer samIeucoae
de conscioncia; parasreconhecel-o nio ha caractorstices o qnalquor porturbago
mister de tomar o partido de um espiritua- mental. Pars Trousseoae por exemldo,
lismo phantastic9 e imapossivel. Qu ee ho- quasi- sempre qe se dm rm assasinato ere
pmer powder o que qr, e i-d a vaade ; otieo, h er alvo de intereo eom- preimo -
experimental; e tanto basta pora tragar a dita'o, sere pou~erago de tempo luger
linha de separa lo entire dues ordens de 0 meos, trata-se do acts de urn epfeptico.
phonomenos, quo portencom A umn mesmo s aMi" por a faltas do motivacgo .atrando
tronco, mas nla e s reoduzem a urm stme mo eleoento na diagnose doe -neaso de
masw reqa e rs s inensate. E se aquelle quns s e. em
Se porem o que eole quer, 6 sempre o yev de sempre, 6 para dar conta d Otecep-
resultado neeessario da aua organisado, 6 coea, no vejo qne os casos oxm tos pos-
aum poto eta, quae send o admittido, $coeo sam ser expceados, s no lop'r uma.rover-
alias eu o admitto, nab traz todavia luz se o atavisticaas eopochas do pra ferocioda-
alguma pars a soluga o do problema ; por de human. Mas entire um homeimde hoje,
quanto, inem destrd o fact da liberdade que per d a raeo, e urn homerm ile hoe,
empiriea, object de obsorvagi o immediate, que de repeated as.elvaja-se e t6rnae fxra,
nem deixa esclarecido qus a dependeueia, -qual 6 a differenA?"a?


em que o home se acha, da sua organi-
sag-ao, seja realmonte de natureza mecha-
niea. Semelhante identificaoo do psqchico
e do physico 6, quando muito, o que se
question, o que se pretend provar; e af-
firmal-a nao basta pars tornal-a incontes-
tavel.
Entretanto em que cousiste, o que quer
o determinism? Negar a liberdade sob o
pretexto de quo as acg&es humans slo
todas motivadas. A lei da motivagco, diz
elle, usma das forms da lei geral da cau-
salidade. Os motives sao causes mechani-
cas, A que succedem effeitos corn a mes-
se auxiilio7_Na soc ee em q- e vivia
o Sr. de Lusaant sente-se um grande pra-
zer em pregar umas calgas ao Sr. de Van-


tour.
Levantava-se, pois, tarde
conde, muito tarde mesmo ;
car ura carruagem fechada


o belle vis-
maniava bus-
quo entrava


no pateo e o levava ao club, onde almocga-
va, jantava e perdia ao baccarat, o que
fazia jogar ate alta noite. Ceiava entAo,
e docidia se afnab a voltar pars c sa.
Nio so diga.que e inverosimil; seom ser
obrigada, serm ser porseguida per uma ma-
tilhba de credores, uma class inteira da
sociedade parisiense, a class dos jogado-
res, leva todos os dias que Deus di, esta
existencia to fastidiosa come fatigante.
0 belle Gastlo tornara a ver Balbina
depis 4" famosa suena.
Uma cousa o sorprehendia. Nio sabia
da sue violent amiga: quatro dias depois
da exploslo de Balbina, tend ella chega-
do de carruage.miao seu club As cinco..ho-
ras da tarde, ut dos c"riados veio preve-
nil-o de que urns rapariga o tinha proueen-
rado diversas vezes.
. Um sorriso.de satisfago 'pssou pelbs
la4ios de'. Gato. r
a Jhew,, numrmurou elle, 6 Aquella
excellente iReiam. Balbina n-lo pode resis-
tir per mais tempo.,
E, dirigindo se emn voz alta ao erS'o :
Come era essa criada


Perguntou apenas pelo Se. viseonde,
responded o "iacaio e nil quiz dizer da par-
te de quta *%iah. A unica ouasa que to-
me a fiberdade do dizer aos" Sr. visconde,
6 que era muito bonita. -
-Marotp -l :
Dine qtoaa votiliva autos do jantnr,
aciressemtou o .iado.
Bern, provina-me, quando ella vol-


tar.
E, faemd ua "morueta entrou nos sa-
Wias do c. I& usia Ciaco minutes
q p .ptava- qqagdo o criado veio peeve-
*0 st r da npriav ava e .rolta.
0 atn da i Tiermopyns ,las tiaa
LL--- Aikml aei,4l. a cr&&da de


Come que que seja, o certo 6 que a
livre vontade n'o 6 incompativel com a ex-
istencia de motives; pelo contrario, elles
silo indispensaveis ao exercicio nuomal da
liberdade. (1)

(1) Assim entendida, a liberdade nIo 6
o chamado liberum arbitrium, que .emrn
side occasion de tantas discusses ,estereis.
E diante da questeao, modernatzute leo
vantada per Ferri, sobre a responsabilida-
do criminal conciliavel comn a nogago do
livre arbitrio, podemos jiulgar-nos. melthor
esolarecidos que o criminalista taEiaso e


aW -medala dos ossos, Heine, edum ou-
tro genero, nlo era menos bonita 4 que
sua ama. 0 olhar que se filtrava ,por en-
tre as sobrancelhas deixavam suspeitar que
as suas paixies deviam sero te violentas
come as de Balbina Oudard.
A criada davays grand attengzU- aO Sr.
de Lussant. As raparigas bonitas teem
sempre o seu fraeo pelos rapazes de boa
estampa. Nao olham de ordinario sonlo
para a encaderauio, sem se importaremn
corn o que lA vai per dentro. Comprimen-
tou, pois, o amavel viconde corn um sor-
rise gracioso.
-- Ah Sr. Gastio, disse a criada, se
soubesso come a senhora astA triste, como
estA arrependida, peor ter fito uma secena!
Ella contou-me tudo. Bern sajbe que
nao tam segredos para mim. Eat' deses-
perada.
Tanto peior para ella, disse o Sr. de
Lussant, que satisbfeito por ver a monta-
nha chegar-se a lle, estava reolvide a
fazer-se rogado. EstA acabado. Sinto-o,
mas... o

Mas nao sari isso, 9r. Gastlo a se-
nhora 6 capaz do fazer alkguma toHice. Deu-
me usa carts pars o Sr. viscone&, e mo-
lihou-a de lagrimnas.
E a criada apresontou um bilhete um bi-
Ihete pbrfuumAdo ao viscondcle.
EAte repehio-a corn um goesto.
S Nao vale a pens, reapotdeu4lA elde,
a minha resolui.o estA- taon*da.- endoiat
carts, talvez inme deixe c mover, e 6 isso
que nao quero.
Pego-lhe, eu, Sr. de Lussant, rece-
ba-a, replicou a camareirm, insistind a
senhora mandava-me embers. Havia de
jaigar que. no cumpri bhem as s sa er-
dens.
0 Sr. de Lassant decidio-se, omao quo
a contra gosto, a aigw e. carta.
0 bilhete continha apenas .-algmas li,
nhas:
u aot~h o


KHVViaI6.aI
'A'


A -- -- ~
4.


*

~-. -s~i~ &


.M-- wyw VMWI q',. -NmpuW '* -oij
auOs qn& .,' **esa~p traeo-<*ea
cer d M e-' ua do U fe u m e l" -
ra nascde s or&iMjj4 crozga im
nus roalidad, -ti^ awa rimosma ralso,;
crenga qua pet' |tende A desspp-
recer quamt ,-S peonsamos qua
isto sigifticas obtarinalimnente, e por
conseruinte obedeoer a ix mesmo, logo que
so ostA na plenitude da pr.-pria intelligen-
cia, depois do umn estudo attento e profun-
do dos motives, que nus solicitanm i tgir, -
declaramos quo o facto de obedecer ai ra-
sao 6, A-nossos olhos, a prova mnsma da
superioridade iatellectuol do hamrin, o
signal mais evidence de seu verdadeiro va-
lor moat, e que. se a liberdade existed em
qualquaer part, no douinio da actividade
humana, 6 ahi s6 que se p6Ii desco-
bri-la. .
Do perfeito accord, A verdade nao
se exteuma 6dmente em allemalo; ella falls
o escreve tanibern francesz. Os galloo aos,
come charnAva Alfiori a todus os phre nti-
Cos enthusiasts do francezismo, p6odem
agora rir-se da iogenuidade, corn quoe me
cunfesaso adstricto a uma autodade philo-
sophioa francoza-cu que em tantos outros
pontos ainda neo fiz nem fago segrodo do
meu Franzosenfressenthum a! A cousa 6
realmente merecedora de rise. Map...
nao me tomem ao serio! isto 6 gracejo.
V6ron tern o ar de quem offerece uma no-
vidade que sahioe ha pouco da b&tnte four.
naise do cerebro parisiense; e todavia as
suns ideas se me apresentam corn o carac-
ter platonic de verdadeiras remnudscencias,
nito de uma. vida anterior, por6m desta
mesma vida, onde ja li cousa igual.
SE foi em allemilo. Em um dos Philo-
sophische Monatshefte de 1874 (dez annos
antes), Henriquo von Struve, professor de
philodophia em Varsovia, disse o soguinte:
a NUo posse preprcsentar-mo nenhum cs-
forgo, nenhuma acio racional, que nao
soja motivada pela rasiao. Qualquer quo
seja o alvo do meu esforgo, per mais inde-
pendente que oe seja, elle s6 serai racio-
nal, assoO4Wod-sc a conaciencia de que
eu tenho bon* motives pars obrar assim...
Per isso a ,notivaiUo nie s6 nao oxclue a
acego autonoma e livre coma ate, polo con-
trario, 6"ums das condig5es della... Per
venturaa Unossa actividade torna-se hwr,pelo
fa&to deassociar-se ao desproposito, a SUP-
-ca complete de qualquer motivofl ?
Na de certo; ella entrega-se pawr i ao-
.4 o"M QQW&wal x cou.a. j "-f e
^ ^ ft~t a "-etrmMafW~ ratagaul-
mente & bor&ina-seo- rdemi do ts,
4que do ponto do vista subjective design a.
.mos come acaso, p' rnm que doveu qoa*.b-
jeotivamuente compr hendida corO porteen-
oendo A mensma ordeal m da natunsea. Fi.
camoe .ko co~locadee a ssoato e altemrna-
tiv*4a oirar segundo a o, ou ce-
WO Uwf-- mJ -9- .- 10 2M I- Cay~ .
Sta aos, oos quo 'A a de, me em
geral ella ste, s6 jd4',r procurads no
primeiro membro do ft. aternativa;.-. ,
Nao 6o Imesms pensamento 6e Veron ?
A identidade 6 mtanifesta. Nenhum deme-
ritonresulta d'ahi pare o author f raiMs;
norn foiaeste o alvo da citaego. Mas o
enaejo era optimo, para den ainda nusa
preov de que a miini ernanomania ulto
6 do todo um phohaomeno psychiatrico,
pois que basea-se cm muito- boas raamee.
Eis ura dellas :-os tpe^Rdores ,ale.
miaes, em quasi todos os dominios cia in-
tehligencia, andam dez annus, polo moens,
adiante dos francezes.
Nao sei se deoa exceptuar o dominion
politico. A political alleman ngo me 6 to-
tahmente sympathica. Olhada per este la-
do, a minha cata Albemanha assemelha-soe-
me A ura linda mulher, em quem alihs a
enormidade das mamas dimrinto a bbl-
loza das outras f6rmas. Per isso Hlui-
to-me A contempla-la s6 polo rosto. Mas


dar a mesmna questlo por anachro-nica,
visto mo o ean.tr os terms, que a consti-
tituem, nilo exists mais nerm se quor a ap-
parencia do em conflicto Jogico.


Quando acambou do ler, O GastAo menou
Aenergieamente a cabega.
NXo, 6 impossivol! disse ebe. Ni)
you. Nilo quero 1A voltar. Magoou-me mui-
to. Ropits-lhe textualmente as minhas pa-
lavras; o desgosto que ella me causou foi
muito violento.
Terminando estas palavras, Gastloestre-
meceu, e o rosto fez-se de repente de uma
pallidez desordenada.

Para so explicar mais commodamonte
corn a criada, mandou-a entrar pars uma
das saletas que estavam situadas ao lade
da autfecamara. E quando se despedia,
RBeine o uvio a voz de umn home, de um
de" .h 0ido, que acabava do entrar e que
p M o va:
0 Sr. visconde de Lussant esta no
clubh? desejava fallar-lhe.
FAA Roberto do Laitres, que at6 nas
TlAmopylas ia procurar o visoonde.
S. ilencie! I disse elle A moga, nem uma
palavrm.
A rapaitfig olhou pasmada pars elle.
Tudo na sua pessoa indicava um terror
profundo. Precia quo ia sentir-e rmal;
os deutes batiam, e teve de agarrar-se a
uma cortina pars lo cahir. :
Queira Deus que aquelle brute do
Leao nlo e e.equega do que Ihe tenho re-
commendado.
c Aquelleobruto do LAto era o criad.
qae havia introdusido a rapariga.
0 criado,'depois- do ter pido omes
no 4isitanto, que lhe entregou o se ltAmte
de -visita, respoudeu a phrase sacramen-
tab : ,
S- Vo informar-mne se o Sr. viscoide
estA no dub.
E tigio.so para a saleta onde se rch.-
va Lument, ead W vez mai stdn .
Fste, vendo o criado, .Ievou us dos 4.-
dos aPs laios, e rieaovu, aha& oeilhos,
o .silcio I q ud. ha.al a m iido
acs oavii% do etado. Le MaO cAt tm ig-

)T 3 7ea. m, di s elf.
inn "Ot a,. i para urna longa viW-
*^ *' _^ k .-e:- .-. _


,ea m o awe


We+ Ueb0-
111 0 -jj ^ Por|m nAo im-
ateA, ,6 tv do Como ou a sipt, e
apreveito a occasilo para dize-la.
DR. ?TolAs BARrO DRE MERE8s.
(Continda)


VA8IERADES

EIIIDO JUST
Vou pedir-te rm favor, am n* certeza
De que has ds attender-me, 6 minha rosa,
Pois so o fago, acredita, 6 me lnombrando
Da vida que tu tons toie trabalhosa.

E's franzina de mais! 0 tEu 'corpinho
T-o delgado, mimoso c feiticeiro
Nao permitted que assim passes o tempo
Em cartas me escrwver o dia inteiro.

Por for9a has de soffrer! Escreves tanto0
Que me vejo coafuso e a*mplhado
Parsa lr .tauta cousa, tanta istoria,
Que as vezes do'xo owem imcio de cangado.

NMo varias de assumpto, s6 me falls
Em ciumes, amores, casamcnto,
Rivaes, tal ctctera- bagatelas,
Asneirolas que vOm-to ao pensamento.

Ao menos se eserevesses todo o dia
Una carta pequena, urnsa somento.
V4 1! fiao me zangava! do bomgrado
Haviao recebel-a, alegremente.

Mas tat nao acontece! As tuas cartas
So sempre de tamanho tao disforme
Que sinto ao recebel-as, polo corpo
Horriveis sensaoes! que pezo cnorme !

As abro sempre emfim, imaja disposto
A levar uma grange cacetada,
E oom9go a leitura a toda press
P'ra poder concluil-a A madrugada.


E quo letra que tens! S6 me parsce
Que sabes muito bem tachigraphia,
Quanto soffro meu Deus! quanto me
Acertar corn to bella orthographia!


custa


V(eu quarto estA tao cheio de pacotes
De cartas que me tens endregado,
Que heie p ra socego tenho a redo
Armada bemrn juntinho do telhado.

Nio calculas, mnulhor, come padego
A' noite quando busco me deitar,
Quantas qu6dts eu dou antes que possa
A rede conseguir p'ra d* g r I.

Em nome do amoir qua te fonagro,
Abem de tu& vid. pre iosa
Me deixes d'esc8Nr por muito tempo,
Oh! nto seji s asim tao caprichosa!

Dit-ue treguas, 6onsente qu'eu respire!
Oh! deixa agradecer-to eoh-me a teu pls!
Mas nida d'escrnver-me, se nue morro
Irim ao em ocoano de papeis.

Attended, at6 lembrar.me de algumn meio
Que ponha-mie' ao abrigo de tal fade,
Pois temo que algum 'dia inda m'encontrexl
Centre cartas de amores sepultado.

Espero inda uma yes que nem de love
C(6mmigo has de brigaitr, anjo formoso,
Por causa de um pedido tSo sensato
Que acabo de fazer te, resjeitbso.
SPAULO PEBEIRA

A' Idallma
Na suave branoura do esteirado
Realglo dous peainhos cor de neveo -
E a luz dormente -a teftectir de leave
Aclara a alcOva. No leitoe perfumado


---o, nilo, disse ells, rasgue-o, ras-
gue-o, nlo o quero ver.
0 criado transmittio immediatamente as
ordens que recebera, e o Sr. de Laitres
transpondo a soleira da ports, desceu len-
tamente a escada.
A sua physionomia tomou um ar de ex-
trama soveridade. Tinha a certcza de que
o Sr. de Lussant estava em Paris e que
se recusava recehl-o. Porque motive ?
certamente desc6ufiava que lhe vinha 'fal-
lar do negocio das cartas. Porque so escon-
dia entlo ? 0 Sr. de Lussant nao era en-
tie um home de boa sociedade ?
Roberto comprehendia, eatretanto, quo
era precise urma explicagio corn esse minvi-
sivel senhor.
No memento em que chagou A rua, olbolt
pare a direita e pars a esquerda, e dirI-
gindo-se pars um rapaz, ainda mogo, que
parecia star de sentinella A ports do club
Mas, meu tenente, tenho a certeza do
que estA A, replicou o interpellado, um ra-
paz de dezoito annos, de physionomia as-
tuciosa, rosto bonito, dosempenado, trazen-
do v.-stido uma reupa de operario de umn
aceio extreme.
Era o petulante, o iuflammavel, o incan-
descente Dourado! o torment dos dias e
das noites da tia Bitord Come estava
elle de sentinella A ports do club das
Thermopylas? E' o que precisamos ex.
police antes de proseguir na nossa parra-
tiva.
Sorprehendido corn a insisteneia do Sr.
de Lussant em o nao receber, Robert;6 pro-
curou co0hecer os usos e coataumes do no-
bre visconde. Pedio, pois, a Yvonne que
espreitasso as visinhngas da casa de Bal-
bins Oudard, desconfiando que, se estives-
se em Parisbo Sr. de Lussant nio deixaria
de IA ir.
Roberto tinha decidido intoressar a boa
mulher a favor da Sra. de Rieux. E a tia
Bitord, egqia do sea inseparavel Dousa-
do; pes-se faster numgroqas roudas do
boulevard Hausman A avbnida de Vii-
e recipPQ outo,
0 Sr. de Laitres tinha consegbdo que
wmarquesa Ihe dewOresse o tdo do Gia-
e id e v u aA boni--si"


Ent

A' NCIVA DO MEL- AMwO A. C.
Nao finger amar, ni! antimento
Na voz siucera que Ihe sahe to,
SAo puree, innocenteo como oes 0 O0.
Os proteatos d'amor que te tern mto.
Tu 6s a ffir quo Ihe perfuma a vida
Ciri-undando. a d'encanto epoesin,
E' em ti que elle pen" de continue,
Pois teu nome dormindo balbueia.
Se bondosa: consent que de long
A' medo a sua vista te acompanhe,
Concede-lbe taimbem oas teus olhares
Que 6 santo o sen amor como o de mai.
Nao notas come falla cominovido
E come o6 teu amigo dedicadeo ?
Nao notas come fiea tao content
Quando tens pars elle urn leve agrado ?
Vou contar-te em segredp:--Ele bhont'em sonhob
Julgando ji comtigo ser casado,
Na test deu-te um beijo longo... longo...
Urn beijo polo amor santiticado.
Um future bordado tode a ouro
Para ti, pars elle, elle imagina,
A' sorrir, A fallar comrsigo mesmo,
Co'o pensamento em ti, e Adelina !

SAMPAIO MOEDA

UiM boeejo

N'um liuado gabinete perfumado
Reclinada em um commode divan
Achava-se Elvira, que uma carta
Alegre !a, co'excessive afan.

Terminada a leitura ella 0 e4ju-a
E content no soeio a cacondeu ;
Umn sorriso nos labios Ihe passou
E sorrindo de prazer adormeceu.

Por traz do resposteiro eu, meio occult
Da donzella o contorno admirava,
Quo dormindo sonhava corn a cartinha
Enviada pelo enter aquem amava.

Ebrio de amoer, entAo me nao contive,
Aproximei-me do divan ended ella estava,
E na linda madeixa dando umn beijo,
Fugi, vendor que ella despertava.

Recife-1884.
ARAUJO SALDANHA

Um pouco de tud
Um sabio ingolez, John Lubbock ensinoit
a ler a um cao.
Da seguinte maneira:
Preparon dua. caixas, uma vasia e oi-
tra cheia de iguarias proprias pars oxcitar
o appetite canine. A primeira tinha un
rotulo em branch; a segunda tinha a se-
guinre palavra esoripta: Food (alimento.)
Fan peonces dias o cao chegou a distin-
guir os dous rotulos e a conhecer a signi-
fieango da palsvra escripta n'urma delias.
Animado per este primreiro oxito, Lub-
bock collocou o rotulo Food entro outros
cineoenta em branco. e quando o ego sen-
tie vontade de comer tevo o born cuidado
de mostrar ao seu donor o rotulo que indi-
cava a comida.
Cads vez mais anilmado, Lubbock poz
de part duns 'caixas. N'uma escreveu
Food, n'outra Good (bom). Neats ultima
poz os melhores bocados; e per e ta anbif
combinac.ao o cao chegou a distinguir e
FdoG.
lEm Inglaterra 6 cren~a que applicando
este method corn paciencia e seon inter-
rupcbo, os caes chegariam a ler perfeita-
mente.
Ha bestas de maior calibre que tom rea-
lisado este milagre
dous pontos unidos por ur percurso regu-
lar o uniform.


A tia Bitord, por6m, nto foi f4iz nas suas
deligencias. Comeo se sabe, o Sr. de Lus-
sant desconfiava que iris ser aportado de
porto, porque aereditava que a marqueza
tentava polo menos defender-se come a
sahir de c arruagom. E mwaito triste tinha
a tia Bitord dade conta da sua commission
ao Sr. de Laitres. Nio tiniha visto, nao.
tinha ouvido nada.
0 below Gastio tornara-se completamente
invisivel..
E, entretanto, disse a pobre Yvonne,
abro hemrn os olhos e examine todo sujeiti-


uho que me pass nas aguas.
Mas entio, corn grande espanto da boa
laulher, mestre Dourado interveio.
Men tenente, disse ele, dirigindo-se
4irectamcnte a Roberto, s6 me permitted
trabalhar s6, eu descubro-lhe total senhor,
isto 6, se estil em- Paris, onde vai, o que
faz. Mas ando sempre agarrado As saias
da mama Yvonne, e comprehend, men
tnennte, que nlo 6 esse o meio de saber-se
o que se qmer saber.
Corn esita inieiativa, a tia Bitord fez-soe
vormelha do cholera, e soltou a sua cantiga
favorite.
Agarrado As minhas saias I bemrn sei
onde querias estar- Ainda assim, apezar
dos meus esforos, levas usa vida. capaz
de escandalisar um regirento de dragees.
Se eu te dissesse o que vi, Roberto, o (u'.
lhe achei nos bolsos!... um bilhete queo
comegava aissim : Anjo adorado... o Nlo
digo marn mada.:
0 Dournlo fez-sc vermelho como um ca-
mario.
NbZo se trata agor do que se encon-
trou no meu bolso. Em Iruneimiro lugar o
que estA nos meon a bolsos e mei7. Tmat-se
deencontrar aquefle senior. 2ois bem,
se o tenento coupsentidr, hei de descobnil-o.
iada mama.
Tens meios de saber 0o que feo
d'esse sehor? u..
-Sim, meu tenute, reio que o coa-



(0c4 f9-.)
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!-- Diario de Pernambuco ( Newspaper ) --
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mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
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