Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15052


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Full Text











seis A "idem..
am -o idem.,
a numero avii 1o, do


mesmo dia.


* 6 6 U S 6 9. S
* .'~


24#09W
_Aim


..**
PAR1A 31^TTD
Por sei metwes adiantados. .
Por. noe diato idem. .
Per umn anno idem ..
Cada numero avulso, de dias anteriores.


S, A. PR@VIM

.. .


Propriebae be Alanoel Stgutir a be ,aria & Jillo 5


TELEGRAMIIAS





RI) DE JANEIl,'), 21 doe maro, As 3
lioras e 51.) iiuuts da tardeo. iRecebido As
4 horas e 35 mint )<, p-la linha terrestrc.)

0 20 promolor publieo ila eirie de-
munclisau dor terenilorea lAn 'amara
Municip.il do iluniecpio Neuiro que
me an31an.m u



INSTRUCC1O POPULAR-


(Transcripio)

CAPITULO VII
MACIIINAS SIMIPLES
(ContinliaQo)
Balvu cz romana.-Dia eoadiclo do el'dlibrio que
,estabeleeimos para a !Cavattwa das balawuas
P 1'
P' l
P. I
so conelue que quanl1o I nio fi)r igud a V' tambem
-o P nuo serA igual a P'; mas. para quo s- possa
darc a igualdade, 6 necessario que a relatao entire
os comprimentos ot os brawos de alarvnca seja
igual A relaelo entire os peaoe.
E' o que se realisa na balanqa roimana, que ain-
da 6 mais simplificada porque corn um unico e
mesmo peso pode servir para todas as pesagens,
por se ir fazendo variar a relacao centre os bra;"s
das alavawas da potecia e da resi*tencla.
0 brago de adavanca da resistewia flea constan-
te, mas o da potencia varia prar eada pesagem.
Costa efta balanga de uma cumprida barra de
ferro cujs suspensialo se pode fazer por um potato ia
distancias desiguaes dos extremes; no lado menor
ha um gaucho, movel em torno de um cutello, que
serve para suspender os tardos que se hilo de pe-
ear; no lado maior, que esti graduado desde o ex-
tremo at6 ao ponto de suspensio, corre um a ael
temdo a si ligado um peso constant.
Para d'ella nos servirmnos basta collocar o objec-
to a pesar no gaucho para esse tfim destinado, de-
pois de ter suspendido a balania pelo competent
potato de suspense, e fazer correr o aunel corn o
peso ao long do bravo major att a balanaa ficar
horizontal; I-se a gradua"ao, e esti feita a pesa-
gem do object.
A gradaavlo e feita em kilogrammas e suas sub-
divisues; consegue-se suspendendo pesos conheci-
dos no ganucho destinado aos objectos e procurando
coia o peso conotante o potato de eaitlibrio, e mr;r-
cad 4e a sugrasmIo correapondente ao peso que
est" no outro lado.
Ralanea decimal ou de Qidntenz.-E' tambem de
brafs desiguaes, sendo a relaaio entire os compri-
mentos igual a 10, e por isso sendo tambem a re-
P
laao entire os pesos igual a 10, ou = 10, d'onde
P,

sdve^ que P 10 P', o que quer dizer que o peso
de qualquer object 6 igual a 10 vezes o peso que
o equilibra no outro lado.
E' muito usada esta especie de bcdanwa nao s6
,p3r powder servir para grades pesos, como tainbem
por se prestar inis tfacilmeute A colloca ao de
grandes volumes para pcsar.
Consta de urn estrado on prato de madeira que
tern ligado a si, em augulo recto, umn antuparo de
madeira, e serve para recebar os objects que se
desejarn pesar; por intermedio de barras de ferro;
.estA esto prato ligado a alavanon da balatna, als-
vanca que no outro extreme suspcnde um prato ou
concha (tambern de madeira) destinalo a recebor
os pesos coin que ha de couseguir-se o equilibrio,
Como dissemosjA, o braco mnoor 6 a decima par-
te do brace major e por isso so chiarna decimal a
esta balaaca.
Para que se possa usar d'esta balwaue, 6 neces-
ario que a alacaiwa estcja horizontal; para co-
nhecor esta horizontalidade ha dous pequeuos ap-
pendices, cujas pontas develn tocar uma na outra
quando assign collocada, sendo un d'elles fixo e o
outre move corn a alavanca.
Quando a horizontalihade se nao realisa colloca-
so um pedaco de chumabo n'um prato concave mui-
.to pequeno que est' collocado superiormente A co0-
cha d'esta balan Assim proparada a balwzia, colloca-se no estra-
do o corpo que se quer pesar, e elilibra-se corn
pesos no prato ou concha; o peso achado, multi-
plicado por 10, 6 o peso do corpo que se collacou
no estrado da balwua.


(Continua).


PARTE OFFICIAL

Governor da provincia
,DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 19 DE
MAR'O
Abaixo assignados de presos da cadeia da Vie-
toria.-Informe o Sr. juiz municipal do termo de
Santo Antonio.
Antonio Teixeira Pimentel.-Indeferido.
Apolinario Vieira de Carvalho. -Ao Sr. Dr.
chefede policia para mandar ouvir.
Bemvemnuto Correia Cabral.-Sim, por um mez.
Tenente.-coronel Corbiniano de Aquino Fonse-
ca. Como requer.
Eduardo Monteiro de Moura.-Estando preen-
*dhida a cadeira, niao tern lugar o que requer o
-aapplicante.
Fehx Emmanuel Bourget.-Informe o Sr. en-
jAmheiro fiscal da respective estrada de ferro.
,,Iidoro Felizardo daSilva.-Ao Sr. Dr. chef(
4.e policia, pan providenciar como for de justiga.
Jos6 Alfredo de Carvalho.-Deferido corn ffici
d'- e hoje ae Sr. cornel eommandante dos arms in
tarino.
JeA da &nnuncmmeiao Carvalho.-Deixo de usar
4a utmrisaao alludida pelo supplicant, attento o
etadu pouco lisonjeiro dos cofres municipals.
qJosqiim Jose Pereira.-Sim, mediante recibo.
; LenelAugusto da Costa.--Passe portaria rn
, ,," y' mequonda.
S ":'-" t Aureliano de Sant'Ana.-Deferido corn
JIM ,ro hoje dirigido ao Dr. chefe de policia.
;. ::,. do Rosario Oliveira Mello.- Conceda-s-


AL


!P- rorosavel.
odrignea da Silva Junior,-Informee
momdmt superior interior da tguarda as

hi rlB & C.-Requeiram i Thl wo
d Fmda pUrL reiadiomar o debito, no
a circular d 80 do jaeiro de 1871.,
SMBi aneio de Freit_&-Nada hb que de
kUcxjmitoaeaaad a& -ntt 0.


Severiano do
denciado.
Dr. Praxodes G
ferido.
Capitao Alfredo
Sr. inspector da
mnandar attenderd
de 17 do corrente
Antonio Joaqui
de hoje expedido a
restittiir o lrticiot
Antonio Soares
e'n vista da infero
Fiolden Brothe
j. :d Theour)m P
Izidoro Mariulm
i)rorogavcI.
Jo.se Luiz dli 1
q', ina.ior de 21 a:ii
ile r'to ii. lI>.; d
recorrentc ao d(is
57 do regulamonto
V gamrQ Dr. Ma
riinm,.-Remettido
Provincial para n
sua informn'iIao (
Quitcria de A
mnez imnprorogavel
Tencntc Thom-
-Ao Sr. coinmnan
inal da comarca d
.Uaia de que trata
12 de moaro de 1
S.ocretaria da
de 1881.


N. 173. Q.
Pernambuco, 19
Sr.-0 facto de q
de 15 do correntei
lento--uio passeo
cominandainte qu
nao se passou p-l
informant foi exi
Passou-se pelo
que aqui ajunto,e
cimento polo corn
lhIo de infantaria
me Manoel Lopes
SPeco a V. Exc.
commandant do
referee Assim re
hontem datado, a
Deus guard a
embargador Joef
da provincia.
(Aa.iado)--
que =[~,I corone
rino.
N. 215.-Quart
de infantaria no
marco de 1884. -
V. Ec. o results
proceder do occo
Manoel Lopes Ma
guard na Alfan
nal Tempo, sob a
Deus guard a
nel Jeaquim Cai
digno eommandani
,Assignado)--
rm cumprimen
major commands
infantaria, relati'
praqsCs oue se a<
no dia 17 do corr
no journal Tempo
lento, tenho a de
tos das mesmas j
seguinte :
Achando-se de
Jolo Casimiro Ac
ras da tarde do d
paisano Joaquim
bilihetes), ium tan
sar na retaguanr
obstado, emin vista
nella alguns insi
Machado o fizess
dando-lhe ent.o
serviram as refer
vendo entretauto
um mode cruel
Tempo ; tendo o
gado no Consula
nada vira porqmn
(expressses l'clli
dadeira ;mienirai
Fui mais iofnr
mo Consulalo inu
como havia public
mais os ditor da
Sr. Cosine do tal
dega achava-se i
Quartel nm H
marco de 18. -
alferes.

Conim


QUARTEL DO C
NAMBUCO
Order
Tendo o Sr
rino do 14 bat
communicou e
hontem, engaj
batalhao por
hoje, o cabo d
da Silva, que
que era obriga
glo de saude j
tinuar: e appr
o fago constair
(Assignado)
buquerque Bel
armas, interim
Conform -
MeUlo Filho,
gado do detail

E Repa
Seceio 2.&-
policia de P
1884.---IUm.
r Exc. que fora
de DetengKo
A' ordem
SCarlos Fredor
dos Prazere,
o e Franueo (
e A' otioem
Maria da
0 Brros emai
" ce o, per di

A Be =s a
fieiiaa ror
eo del4g
f a #am


Rego Chavos Peixoto.-Provi- Souza Fcrraz, autores do assassinate pra- Cdmo quer que fosse, a permanencia do general PORTUGAL ten;
Mrdo a-lae tiaoo 11 data do S do outubro do nno Martinez Campos no gabiuete tornara-se impossi- n
tI icado eui data de 8 do outubro do anno s d p d s nte, ig.nia1 e u A roioeser o resulta,lo relotiv'ampntr- importante extra
rime$ do Souzal Pitanga. -ld o vel, em vista da profunda desintelihgcncia em que njsrorim uri\i n iiiini
passado, na pessoa de JoaRio Baptista Gon- elle estava corn seus colleges. Mas nio era a uni- obtido pelos republicans pAirrimit^.' nas eloih:Ss A
-20 calves do Nascimento. ca retirada do ministry da guerra a soluqao defi- mumnicip.tcs de Limb.)i, nal.i rns ,)o.',,rroii do ex- cilmE
o R m,)s Cli,vei.-- rnettid) ao Deus guard a V. EKxc. -Im. e ExIn. nitiva e satisfact6ria da cruise ministerial. Eram cpu-ioliil e ,iotavil ,i, po,)liri< interiria desire i)iz
,lur.,,te o aw ., i,.-.,mino Iint Io. ,1tn,11to,31 a ri ,urj
Thesouraria d Fazenila para Sr. Jos Maoel de Frei- todos accords em que, quando Affonso XII re- lir t1 o ., o im. ,a o- r
do acordo c) .ui informaqao dcemnbargador Jo anoel de re- sasse da sui viagem ao estrangciro, o gabine- V'rir o >z o .'. A).tonio .Ii rl.t ,,-mt,1a l',,-,ra r.m.A
mnez, sob o u. :76. tas, muito digno president da provincia- t Sagasta serial interalmeutc dornittido, dizen- d, & .,LI, rAm estili-Nta qii,., ;:lh4 1l..i minrecivl Inr',
im Franca. -l)eferido por officio -0 chefe de policia, Raymundo Theodori- do-se que isso mesmo neara accordado entire o mo- Peo' gCza segunose aiira, ,> muor cm.ia..- as *h
ao10 lo jniz de p-iz, afimt dc fazer co de Castro e S'ilva. narelha e o president do conselho, certo este do a c syen;,r hia do chet do ,t.ido. Corn es,. eli.-
t;triO 1ao ex.reici.e do siu cargo, que se t,,raavam eada vcz maiores as dittieuldades n..it.l no lIrtern silo por ,'rm.t) d(imv,ial, i.i A.
0Cil venee~r- A5pro,--1-4 s-;istams,vitiauiyaIl)05sii; ) (V.I
di ItochA e Silvai. --ldeferido, ______________ ____ do ministcrio quoe presidia. q cilesalpr oo pro-,',ssists, cia op;o.isiL rI ga- i s ;
li.emh-iou-se ex.-cta- ,ente o que estava pre- .veno reg-euri adomr o ,il'; td p t .)
rs.-Deferidocoin ooflicio do ho- visto. N dia rt ,jauieiro ti i ,tptlunmto. Ii cl
rovincial. IAIU Ill rIBlPAMDUlCU Sitbo-se que n Marqiez de la Vega. de Armijo dI.- -,it?. da .,!r.,'i depFois ,p aae;nirr .ie o pai;:
o C.uar.-Sim, por um m nez -im- era inudigitado Coli o 0prornotor ipriiicip.l da via i.tva eni boa rl-i,.is corn i- t -,rmn.-e.s., ps*r rLII
Retrospeeto politico do anno de gem quo o rei empreliendera, a dcspeito das ad- ge'as e qu nio tiluLh silo ;ltcriIh :mn tr n"1iili- ,vta,
'onseca tlha.l'.-Provo que 1 verifneia-i e cllara opposiqo de boa p arte da in- d puliea d.,, reino c breo-incia, ultram.irnI t,
i)os I, idat,h' ; s.Ziido iexi o 08)r- 0 p clspahiliola. Agora queo Aff.niso X[[ re- Isseriroi e sq nelon ci briev. stsf.ucori iinienti.
le 12 de juilio de 1.57l oibrigar o Na rcxepcao do gala roalisada cm janeiro no gressara A patria, toruava-se o ministro de es- te-rranOsi l toI sere iltas o li l '
post na sogunda p urte do art. palacio real, Affonso XII communicou officialmcn- trangeiros responsavel pelas pessimlas consequen- terra r4 sentilo in os-em niin ,ds os di rei, 'I '11
o 4 do jullho do 1eS79. to as deputaqS5es da camera e do senado queo S. cias political dessa viagem, cujo resultado fra Prtugal na margins do Zaire e teritori res i tin
Woel G(onalves Soarcs de Amo- A. R. a infant D. Paz estava de casamento tra- perturbar per um momento as relacoes de amisade Cabindd e Moemnbo. Disse ainda que a carta cons-
ao Sr. inspector do Thesouro tado corn o principle Luiz Fernanno Adalberto da entire os dous visinhos d'aquem e alem Peryneos. titcional precisava0 do srefrad nos ters quo
nandar attender nos termos do Baviera. 0 casamento raalisou-se em 2 de abril. E' verdade que o rei tinha recebido o uniform de do art. 110 (1 mesma carta, bern coino quo havia t
e 15 deste mez, sob n. 493. A Allemanha 6 ha mnitos annos o paiz que pro- coronel in'partibus, mas a offerta na'o poderia ser necessidade de uma lei lcitoral gtrantidora da boat,
Imeida Bastos.-Conceda-se um v6 de minaridos todas as casas reinantes da Eu- considerada una compensa&iio das difficuldades independencia do voto e da ropreseataAo mdas miii-
1. ropa. diplomaticas que creou, ainda quando a Haspanha norias. Termainou chamando a attendao do poder Cc
az de Aquino e Almeida Maciel. A imprensa liberal hespanhola commentou lar- fosse pobre do uniformes, que alias tern em abun- lgislativo par o stado financeiro do reino e para glez
danto superior da guard nacio- gamiente o facto de terem a infant D. Paz e seu dancia, e mais seductores que os da Prussia p)el o interesse que devia inspirar o desenvolvinento b,
o Brejo para mandar passar a esposo tido por hospede no seu palacio do Nym- brilho das cores e abundancia de galSes. 0 Mar- da instruelo pu0lie.TkEca .r>., E
So art. 45 do decreto n. 1,130 de phemburgo o principle Amadeu de Saboya, que foi quez de Armijo, talvez no intuit de rehabilitar- Co s v. o diserso d:t cors era maxtram n-
pixauro 0pminemp mac O ayiquo uczto prornettodor. Infelizmente flndoa-se o anno scm mn
853. rei do Hespanha depois dos desthronamneto do se ante a opiniao national, teimou em nao queror te promsititedor. I neldreinodmloraseeo re scn- media,
Presidencia, emn 21 de mar9o Bourbons, gra.-as a iuflueucnia de Prim e outros dar por find o inci.dente provocado peln manifes- qu a,. Os Trin
chefes da rcvolucaio de 1868. taso do Paris. E taos instrucoes envion nesto s 3 pa nentaso ma. i iglza
0portciro, 0 rei c a rainha de Portugal foram minuito bern scntido ao Duque de Fernan Nunez, que este di- passe por umr grave crises ci today a Europa, e pars
J'a.um Leocadio Viegas. recebidos na Hespanha, por occasia ada viagem plomata julgou nio ever cumpril-as, pensando paece ver pouquissio a espar delle, s o no d C
-- quo ahi fizeram em maio, no intuito de pagar a quo teria havido engano na redac-ao do telegram- fizerem passer pr u transformao exigida pc- l
irtel do common lo das armas da visit que deviam aos soberanos hespanhoes, que ma que lhas transmittio de Madrid para a capi- las condigos peuliares a adam dos paizo s emo mar
de mar~o de lSL.-Ilhn. e Exm. ns annuos destes tinham estado em Lisboa. Pas- tii da Franca onde era embaixador. que vigoa. O prIrido da disesso, o amor A maret
do arq do188--ltin c im.rietorica balofa e improductiva, deve deixar maisare
u fez ne o o peiodico Tempo seios a Arangucz a Toledo, recepics fausto- Em vista doste procedimento, o Sr. de la Vega esptoio a acloe vigorosade util dos poderes consti- Sudr
aphe-Um cabo vio- sas no palacio do Madrid, banquets, corridas de do Armijo propoz em conselho de ministros que o trades. Asc vegoenos itrigds portdies consti- ESad
,tuidos. Asapoquonas intrigas partidarias dos p-Eb ayU
a dsapereebido polo respective touros-espectaculo eminentemente peninsular e duque fosse mandado recolher, depois do haver pe- uenissimos interesses de grupo ou meramente
ne o mandou syndicar. ) facto sobretudo hespanhol,-demonstraqies affectuosas dido seus passaportos, e quo se rompessemn as rela-l- U
la forms indicda no T c do todo o genero, tornaram certamento muito es diplomatieas coin a republican franceza, sob pessoas, precise sr antpostos os iatersses
agerado cuJ agradavel a curta residencia de D. Luiz e Maria pena de retirar-se elle do gabinete. Sendo tal pro- geraes da communidade social. sn
moJo constant da syn liceancia Pia no paih visinho do que govermnam, posta prudentemente impaguada pela maioria do (ortin) A
e que foi trazida ao mea conhe- N'um banquete do palacio real de Madrid, omo- miuisterio, pedio o Sr. Sagasta a demissao deste, tea
rn-Andate interino do14, bats-nareha da Hespanha e o de Portugal declararam indicando ao ei o Sr. Posada-Herrera, president RECIFE, 22 DE MAR9O DE 1831 t
, cnjo eabo de osquadra do ob em brindes qu a allianga e intima amisade dos da Camara dos Deputados, como o mais apto da si- otllas da Elropl A
SMachado, estA sndo punidno doup paias ibericos era perfeitamente compativel tuaVIo para conciliar os differences grupos do Ii- as
so digededevolvero d fficio do corn ma independencia e autonomia de cada um dos bealm.no. 0 Sr. Herrera aceitou a incumbencia vapor francez Ville de Vitra, entrado hon- as o
14o e a syndiaia aqu elle mesmos paizes. entrado emseguida em negociaoes eomros princi- tem da Europa, trouxe-nos folhas de Lisboa at6 7 0
espondo o officio de V. Exc. de Essa declaraao no era inteiramente ociosa paes membros da moioria parlamentar e corn a es- do corrente, dous dias ms modernas do que as que
obre o assumapto, em vista das polemicas de certos jornaes, acerca querdA dynastica, cujo chef. 6 o mamochal Sera- que trouxera o p.quoto Aooneagia. dez
.bre o a-sumpio. da irritante e sempre renascentequestao da Unigo no. Este impoz como condigio do seu apoio ao Eis o que colhemos. Ai
, Manoel d e reitas, pr. des-dent or6novo ministerio a reform da constituico e a Portugal sobr
5Manoel, de Freitas, president Iereax sbr
A Hespanha teve ainda o anne passado algu: adopeilo do saffm-gio universal. E asseguraudo o No dia 6 fizeram-se, na S6 do Lisboa, as cxc-
Toaqnim Caval-coann pssaotelg. a sdfrg*fogo,
To r n de Aiqer-mas das suas tradiciaeses insurreigoes de quarter. Sr. Sagasta que nio opporia difficuldades a alie- quias solemnues pela alms da infants D. Maria ya
l cemarnndante das armalinte- Na noite de 4 pars 5 do agosto um coronel da re- jada ooncilia"io organisou-se assim o gabinete : nna.
serva e outros officiaes raduadoo, alliciando al- PoIada Herrera-presidente; 0 templo apresentava umi t variedado do bells difih
tel do commando do 140 batalhio guns soldados da guaxnnIo de Badajoz, apode- Ruiz Gomes-estrangeiros; ornamental e de fino gosto. No cruzeiro, e no
Hospieio, em Pernambuco, 19 de raram-se desta ca& e, adespeito das autoridades Linares Rivas-justiga; meio ds tribunas que 6 uso ali armarem-se em
-Ilm e Exm. Sr.--Apresento a civis e militares. lis sediciosos davam vivas a Gallostra-fasenda; oecasiSes de eeremonias funebres, erguia-se um
&do da syndicaneuia quo mandei republican Mal chegon a Madrid a noticia do fac- Moret-reino r cenotaphio elegantemente revestido de veludoseou-
rrido coin o cabo de esquadra, to, foi logo enviada uma column de 2 mil homsns Lopez Dominguez- guerra ; ro, e encimado por ura coroa ducali dos lados,
Whado, deste batalhio, quando do sob o commando do general Blanco, o que poz fim blarquez de Sordoal-obras publicas ; candelabros vistosos e cheios de lugnes davam a
eg e quotpublicadonojr a sedi, fugindo os autores dela pars Portugal. Estanislao Suarez-ultramar; tudo isto umra distinem o fidalga e triste.
eigraphe-Um cabo violenSto. Quasi ao mesmo tempo era promovida uma bernar- Gaimbarda-marinha. O s grande do reino, alto clero, os funcciona-
iV.Exc.--lim. e Ex. Sr. co- da semelhante por tun regimento destacado em riosda altajustica civil e miltar, os empregados
raleante d Albuquerque Bello, Logrono. Na Catalunha, hem como cm See d'Um- 0 novo ministerio aceitou a responsabilldade superiores dos ministerios, os titulares ds corte,
te das armls.uquerque gel, deram-se tambem algumas revoltas do mesmo political da vhigem real, mas long de mostrar-se e officiaes generals de mar e terra esperavam, em
Roberto Ferreira, major. genero. de qulquer modo hostile para com a Franca, pa- grande numero, no atrio do temple, a familiar real
ito ao determinado pelo Ilmr. Sr. Todos esses movimentes cram tao inesperads, tenteou desejos de apertar cada vez mais os laos, e no largo da Se o regimento de infantaria n. 2
inte interino do 14o bataihio de que, ao tempo ema que so dermam, os .jmbros do de amisado entire ease paiz e a Hespanha. A no- fazia-Ihes guard de honra. 0
vamente investigaio Iteat ministeriehe*pa 9b* efz --_neral meaciqo do mareehal Serrmano par a enimbaixada de As 11 heras chegou o Sr. D. Fernando, As 11 a Ve
charam de guard na Alfandega Martinez Campos, estavam f6ra do Mdrid, go- Paris; em substitui ao Duque .de Fcrnan Nu- 1/2, el-rei, a rainha e infants, que
cute, devido so artigo publicado sando das ferias parlamentares, a comeqar pelo nez, foi pelo governo da republican aceita como pro- A senhora condessa d'Edia assistio tambcm a mini
Ssob a epigoraphe--Um cabo vio president do conseiho, que se achava a uso d'a- va de consideraeao do gabinete Posada Herrera. ceremonia,.na tribunal do corpo diplomatic. de v
clarar que segaindo os depoimen- guas mineraes nos Pyrineos. 0 rei tinha-se reti- a Ninguem do outro lado dos Pyrenos-ecscre- Muito povo enchia a igreja, sendo, por vezes, comc
prafts o caso deu-se da mnaneia rado para o seu palacio da G'ranja, onde natural- veu a proposito urma folha franceza-poderia sup- difficil a entrada. resp,
mente ante-gostava os praseres e triumphos da per seriamente que a Franca alimentasse qualquer Dizia-sc em varies grupos que o Sr. patriarch Cc
sentinella nas armas o particular projectada viagem A Allemanha e a outros paizes pensamento rescrvado e perigoso em relapao a nio assistia aos officios; o boato era falso ; sua deose
chelan do Outter, das 12Jais 2 ho- da Europa, viagem que effectivamente realisou e Hespanha. Temos tambenm como certo que o ma- eminencia IA estava, revestido e mitrado, debaixo didai
din 17 do co te ppre de cujos episodios principles jA detidamente nos rechal Serrano foi o interpreted field dos sentiments do docel patriarchal; ladeado, naio por dezoito, illum
Jos do Saint'Anna (vendedor de occupamos neste lugar. do governor de Madrid para comnosco. E' pos- mas per dous.conegos muito rcspeitaveis. clar
to alcoolisado, pretendendo pas- Segundo algumnas folhas hespanholas, ospronun- sivel que haja na peninsula um grupo de homes Ao findar a ceremonia religiosa, o regimnento cessi
da da sentinella, o que lhe foi ciamientos do anno passado causaram dolorosa demasiado imprudentes para comprometter a pa- cstacionado no largo da 86 deu as descargas do M
do quo recebeu a mesma senti impressilo a todos quantos politicos da Hespanha tria emrn allian;as chimericas. Esses s6 pode- estylo; e no Terreiro doPao urma brigada de ar- coin
ltos, dando lugar a que o eabo suppunham para sempre fechado o cyclo das re- ra'o reconquistar o powder por meio de intrigas de tilheria salvava funebremente. cand
Pe pssar pela frente da gnarita voltas militares desse paiz. Taes folhas nao nos corte, ou granas ao auxilio mais ou menos ostensi- Eram 3 horas da tarde quando a familiar real supe
um empurrlo (termo do que se disseram o numero dos estadistas patricios que vo de certa potencia estrangeira; isto 6, per meios se retmrou do temple. E\
-idas pra~as da guarda, nalo ha- alimentavam realmente ,essa crenca ingenue. Nao pouco efficazes e pouquissimo honrosos pare um No mesmo dia 6 desabou a abobada da velha entr;
aggressilo e esbordoamento de devia ser, porom, avultado. poevo excepcionalmente altivo e extremamente xe- igreja de Santo Antao, urna das poucas parties quo polit
comno dissera o mesmo journal Polo que nos diz respeito, lamentando sinera- lose da sua independencia e dignidade. 0 nosso ficara de p6 apos o terramoto de 1755. proc
Sr. Froderico Guimaracs empre- monte a profunda insubordinasao do exercito, cu- paiz pode portarto acolhcr corn a mais intei-a con- Comecara a demoli~ao d'esses restos, empregan- proci
do Provincial me declarado que Jo chefe supremo era entdo o Sr. Martinez Campos, fiansa as manifesta Ses de estima c sympatn a do do-se n'ella 7 homes, que imprudentmenute ince- metl
into m1Xo tinhai olhos has costas devemos confessar que nos nalo dcixaram sorpre- que foi orgilo o marechal Serrano. As palavras taram o trabalho pela cave da abobada superior, vice;
l dizondo naisue emama vein- sos tao condemnaveis revoltas. Nunca pensamos do novo embaixador nato deixam a menor incerteza 0 entulho accumulado fel-a desabar, e corn ella proe
do Tem.i u quo a insurreicao que levou Affonso XII ao thro- Acerca da verdadeira siguifica9io political das ap- quatro d'aquelles homens, quo morreram. 0
made pr uum emprogado no mes- no de seus antepassados fosse a ultima no genero. paratosas festas que neste momento se celebram Proseguiam os trabalhos parlamentaros. 0
.e scselhante cousa n.lo se o era Se alguma cousa ha, ao contrario, digna do admi- em Madrid.-. A' 7 partiram do Lisboa pars Allemanha os Corn
icado o Tempo; confirms-se ainda ra(o 6 quo o exercito hespanhol se tenha censer Condes de Bardi, sendo acompanhados ate a bordo tre c
Ls prasas da mesma guard. 0 vado per espa^ o de annos esquocido das suas tra- As fiestas a que alludia a folha parisiense oram do vapor Santa Maria, por inuitos amigos. sand
I na eccasilto em que fui a Alfan- dicionaes agitacoes. Os movwmentos de Badajoz as realisadas per occasion da visit que o principe No dia 7, pelas 3 hornas da tarde, acharam- morn
fora em servico da reparticio, da Catdunha e Seo d'Urgel nao podiam ter dei- herdeiro do imperio allemino fez ao rei Affonso XII. se reunidos em uria azinhaga proxima ao campo dos
[ospicio, em Pernambuco 18 do xado commovida a opiniao estrangeira, alias aces- 0 facto dessa visit deu ensejo aos mais interes- Grande, os Srs. Viseonde de Reboredo e major 0
-'Pedro Alexandrine Bechman, tumnada desdo longa data a tristes espectaculos santes commentaries da imprtsa hespanhola. Serpa Pinto, que se bateram a espada recebendo 0
identicos e todos oflereeidos pelo mesmo theatre. Todos os orgies dessa imprensa form accordes o primeiro d'estes senhiores quatro ferimentos. puta
Nunca houve corn effeito na Hespanha urea revo- em insistir na necessidade de receber corn a mais Foram testemunhas : per part do Sr. Visconde der.
luc;ao ou restauraco que nao comaeoasso por urna perfeita cortezia o filho do imperador G(uilherme, de Reboredo, os Srs. Mtirquez dts Minas e Jose A
nando das armaS insubordinacao military. A mais recent mudanca mas divergiramn profnndamente quanto ao mode de Ferrno Castello-Brauco, e por part do Sr. Serpa land


OMMANDO DAS ARMAS EM PER- de governor nao teve outra origem, come 6 geral- apreciar as conseiuencias political da viagem do Pinto, os Srs. Pedro Correia e Carlos Marin. trict
17 DE MARqO DE 1884. mente sabido. principle allemao A Hespanha. Nao s6 quasi todas De Sever do Voaga noticiam o seguinte: a sr
e do dia n. 1,455 Quando o rei Affonso foi occupar o throno que as folhas liberals, mas ainda algumas conserva- No dia 24, no lurgar de Mocido, freguezia das paz
m o .,sua miii tinha sido forgada a abandonar depois da doras, assignalaram francamente os perigos a que Talhadas, d'este conselho, envenenaram alguns nito
major commandante lnte- revolu io de Cadix, encontrou no exercito nada o paiz se exporia, so pretendesse intervir activa- animaes miudos, que tiniham morrido por doenia, tes.
talliha de infantaria, conforme menos que umrn excess de 22 mil officials, que o mente nos negocios politicos do continent. e collocaram-nos em sitio oude por outras veze os MN:
-m officio n. 247, datado de governor foi forbado a p6r a meio soldo. Corn- Seria realmente lamentavel quo o povo hespa- lobos e raposas haviam conmido outros aniniaes, duvi
ado par server no mesmo prehiende-se facilmente que an'um paiz onde as nhol, per uma vaidade inesplicavel. ou arrastado que as acaso alli deitaram. I)D'alli siccedeu mor- atiec
ado par srvir no mesmo promoes militares sio devidas no maior numero pelas preferencias ou interesse exclusive da me- rerem envenenados 4 raposas e 3 lobos, que appai- chin
mais 6 annos, a contar de a revoltas do quartel, tenham estas o earacter narchia que novamente acolheu, renunciasse as receram hontem nas immediaqccs do local ond- fo- 0
le esquadra Antonio Gomes d'umadoenqa verdadeiramente endemica. vantagensde sua situaqt;lo geographic, para trans- rain depositados os takes animals envenenados form
tendo concluido o tempo por Nao ha duvida nenhuma que ospronunciamientoa per a barreira protector dos Pyrindos em busca Suppde-se [que morressem mais lobos, inmas por 10
ado a servir, foi em inspec-de que soe trata foram promovidos pelos takes offi- de complicaq6es externas, de que s6 poderia colher ora ainda nio appareceram. lei.
in eciaes a meio soldo, sob a inspiraclo, scgundo se incompeunsados males. Ainda quando a Hespanha cc Os povos vaio coutinuar a usard'este system 0
julgado apto para n' ellcUe con. affirmou, do Sr. Ruiz Zorrilla, que entao se oacha- se sentisse actualmente animada do desejo de.re- per ser o mais proficuo para exterminar aquelles 0
rovando eu ease actor, assim va em Franca, a cujo governor pedio o de Hespa- conquistar Gibraltrar ou Marrocos; ainda quando animals. ,, lei?
r para os fins convenieutes. nha a expulsio d'aquelle democrat. os antigos e agradaveis sonhos de unilo iberica a Ingiaterra 0
Joauin Cavalcante de Al- A proposito do movimento de Badajoz foram im- e .ivessem presentemente deliciando, nio seria a Apenas toi conhecido em Loudres o smistro d& nao
mediatamente suspensas as garantias constitucio- uniao corn os grades imperious do norte, tio diffe- VictqWria station, de que demos noticia ha tempo, ash
o, coronel commandant d"s names, primeiro na Extremadura. e logo depois em rents della em rama, em aspiraq.5es e tendencies correram ordens para que fossem examinadas nas 0
no. toda a peninsula. Mas durou pouco o estade de que a levaria mais depressa A realisagio do seu estatoes dos caminhos do ferro todas as bagagens tiram
-0 alferes Joaquim Jorge de sitio. Foi levantado por decreto real de 31 de programma national. que navia nos armazens. 0
Sndante do ordens, encare- agosto. 0 monarcha, em vista das manifestaVoes No que toda a imprensa hespanhola estava ac- Isto produzio, come sabemos, a descoberta de Exc.
ajdane de orens, ncarre- affect que recebera n'uma rapida excursio em corde, foi em attribuir as demonstrates de reci- machminas infernaes em ontras estaqces, come as de lhan
he. alguns pontos do seu reino, nio quiz partir pars o proca estima das dana casas reinantes da Allema- Charingicross e a de Paddigton. rar-i
estrangeiro sem praticar um actor de generosidade, nha e da Hespanha urma influencia consideravel na Na primeira, o movo enearregado da investiga- corn
rtlgie da Pellea tanto mais cabivel, quanto se verificou que as political interns do governs de M .drid. A viagem qIo encoatrou urn saceo, de noite, de aspecto&ordi- query
revoltas tiveram poueos cumplices f6ra do exer- do principle Frederico Guilherme foi encarada narioe, mas que pesava mais do que era natural, cint
- N. 317. Secretaria da cite. pelos proprios orglos do partido conservador como pol-o de part e quaudo chegarem as autoridades ((
emnamibuoo, 20 do marpo do 0 Sr. Sagasta, acompanhado pela fraec*o libe- manifestacio em prol do principio monarqhioo. procedeu-se A abertura. Uc
E Sar.Puco, artiioara vd ral do gabinete que presidia, exigio vivamente o Era sobreqjodo singular que o governor de Berlim, Dentre havia envoltos em roupa velh& various en,
e Exm. Sr. Participo a V. restabelecimento das liberdades publicas, medida depois de ter celebrado tao ruidosamonte o cente- pacotes de material cinsenta com um rotuloque di- que
am, hontem recolhidos A Casa que foi corn a meama energia combatida pelo Sr. nario de Luthero, se sentisse fascinado pelod prin- zia: Atlas powder (polvora Atlas). 0 Atltm powder estu
os seguintes individuos : Martinmsz Campos, ministry da guerra, a quem no cipios e doatrinaa da Santa Allianca. Bastava, 6 um artigo americano cuja importaao 6prohibi- men
do subdelegado do Recife emtanto o seas eollegas e a imprensa liberal at- por6mn, que a viagem do principle imperial fosse, da- em Inglaterta; 6 nada memos que dynamite C
Bt Wen Maria Cladinstribuis'n today a culpa d'aquelles movinentos., con razlo ou sem ella, por tal modo interpretada pura, nitroglicerina misturada corn terra par' tor- tuea
t Wenglende, Ma iauna Realmente, era para caasar eatranheza que um aus Hesanha, para que o gabinete liberal presi- oar menos perigosa a sua manipulaalo. Debaixo da 1l
Sexafim Jos6 do Nascimento home de enja dedicaeAo ao rei nio e licito duvi- dido pelo Sr. Posada Herrera comeease a encon- dos pacotes de dynamite e da roupa estava ura osjn
Delano, por disturbios. dar, nao tivesame tide a menor suspeita de ua trar s6rias difficuldades. A reepoata ao discurso caixa de ferro tambem de dynamite, e um relo queq
do de Santo Antonio, na enspi ira o corn muite descanso organisada em da coroa nio deixoi duvidas acem, do destiny despertador americano, d fora eda
doneioaa lnono dA h qnuasi todoes o regimentos do exercito hespnIW. desse gabinete. Depois da demftffigeneia que oin martello, umma semrn
bnceigo, Silvino da oche o miisitro da guerra no lia o relatonros dos me mamnfeaton entire a esquerd mimonarcica e Os preudia-se, por m.. ......i
ia Francica Gomes da Conr eommandautes dos omrpos/ a auna ordens, e ento partidarioe do Sr. Sagasta, kcerca d red&cm o da u a pistola quae
isturbios. -demonstrava grande incuria,; oun oeproprios gene- mesma repospta, vio-se que era inteiramente ira- A' booca d dwputodr ,l
do do Apipucos, (a ilherme re- e conei ni o tinham dado pela sediio quae posaslvel ameoncillalo, esperanado- iana ttl taiha do inereuria. Todeqetea
e.de po ,bs me fonentea nos quarteie neete ultimo easo, o 8r. Herrera aceitado a inCumtOnIa gW..mar set= a por.meio deaics
%mate, pot dieturbios of- s imst, que ji no gabinete Canovas d Caa o paiz e rmalisar as refomina ambi os i para
a P l tio diriglia o negocios da gperra, podia ser ju liberara aadiantadom. Ivera
Fd-#o rmo de Alagpa; de. eiitacusa doepouco-.oemrupulosoebabil n EIstava eoahecido que-ese eatadhi e om si-| j i '
0050l40 AO i cj m-mm Int lha de seos prnci"pai subordinados e sobm-, letfegafrdu mubterio ow algns dOe tel sH I o as e
S4it d-sUred t a-roataboiido-adisoiplino por 61e vo% soe- Ptinham4oPulo doI qu a tagm e mms.
S j-p4 nmesamo. perturbada on. orouwncamiento de Ba- "- do codaltho, e tael,. oofsiado e mDodoque o -;ft


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i Cam.iira dos Commtuns, tornain.:-se prccauiilcs
Aordinlarias.
)oplilo ingleza esti, e,,l vista d'estes aconte-
ntos, muito sobreuxcitada contra o governor
Esrados-Ulidlos. que pernmtte fie no scu ter-
io se plaimeem taes attei.nt:ilosd contraa ego-
,ia pAublica de uma aiiua;) ai:ga.
oliniio iunanime 6 que far,;:uia imnediatamnentc
evida-s reclliria!;es.
Italia
Cim;ira d'i-i D.'pim.td.,s itiliana approvou na
L.) d,: 2 i; td \-Cr (iro, em \'.-ta(; o Sl'-reta, p)or
it,,o. I.n1tr. 135, a goncraliuJedo da ili B.au-
p'ti.t a ri-',.c-,'.tIiii:t(;.1', ,\o C' uiii)o superior.
c.-.nsellih:, ,I,: d i, i tr, it r iiiio-s,' no di( se-
i't,: p tri d li brmir s-i'e as C16 iiiC- en'i| ia d;.
(.lo d .t ('.iu ari, 11Oji|p 'n)\ii, ; u)plIa ) 0r i _'*5 vo-
I. l1aioria a lei IlacciL'lli.
e;lpit,'l0 Fl';l',t i, '.ml l l I 10 d.liS i "illi 'lil l.-
tW .;A i:i, ,liz :
L iiiJii,)o ,ral que o Sr. Blaecelli .mdev"
ir, ot que o Sr. DIpretis dovee aprosentar ao
demissao do gabinete. At6 agora nao parece
o Sr. Baccelli so queira rtirar.
telegrapho annuncia que sao infuadados oa
os que tinham corrido de crise ministerial.
%umIan
infirmam-se as noticias das victorias dos in-
es no Sutan, tanto coin respeito A batalha da.
comno a rendiAo sem resistencia da praya do
ir.
nquanto pordm, se dizia que o governor ingles
lara ao general Graham qiiue abandon asse im-
atamente Tokar, concoutrandose em Suakin e
kital, on le as tropas desembarcariam, part
o Cairo, parte para Inglaterra, emquan~o se
sto, conuta por outro lado, por um despacho
'airo publicado pelo Da'ly Telegraph, que umnia.
nna ingleza irA occupar Massoura, perto do
Vermelho, e outra emin Berber, para assegurar
irada das guarnicSes das pra.as interiores do
in, e evitar os progressos do inimigo pelo
pto, propriamente dito.
Tonkin
rm batalhblo e una bacteria franceza occuparam
resisteneia sete pagodes no angulo formado
Shangay e o canal das cascatas. -
quelles pagodes toram atacado3 depois duran-
noite pelo inimigo, sendo repellido corn gran-
perdas.
coucentraiao para empreliender sdriameute
peracues contra as bandeiras negras, terminou
pletamente.
correspondentl do Timw em Haiphoag refir-
fez uma exeursio pelo Songkoi, avangando ate
milhas do Bac-ninh.
ecreacenta que vio mil francezes em march
e a praca, c que os atiradores chinezes fazian
sobre as canhoneir is francezas, que se esta-
preparando para destruir os obstaculos que
uiltavam a navegaco do rio.


PERNAIBUCO

Assembi a Provincial
.a SESSAO EM 11 DE MARQO DE 1881
ESIDENCIA DO EXM. SR. BAn io S ITADPESSNUA.
(ContiniaCdo)
Sr. Arl.tareho Lopei.--Sr. president
hemente impatgnacAo que soffreu o parecer
se discute e as referencias diractas feitas a
ma hurAilde pessoa, me collocam na obrigacao
ir a tribune nio s6 para justificar o meti voto
Stambem para apreientar algumas idWas a
eito.
meco declarando que seria o meu mais vivo
jo ver sentado n'este recinto o distinct can-
to Sr. Reoueira Costa. Q izera ver, S. Exc,
uinar as discusses d'esta casa corn o seu es-
ecido concurso e estudos cspeciacs sobre as ne-
idades publicas.
as sinto immnenso nao ter occaslao de concorrer
o meu voto para o reconheciinento do illustre
Jidato, porque a isso se oppoe razoes de ordem
rior acerca da legitimidade do seu diploma.
i, Sr. president, como deputado novel rceio
ar era discusses imcandescentes onde a paixao
;ica pretere snuitas vezes o critcrio de julgar ;
urarei entretanto, ser calhno na discuassA ;
urarei expender as miuhas idgas comn todo o
lock possivel afim de prwvar que a minhia cou-
lo e mnanifesta em face da lei, cm face das
as que foram colhidas.
SR. MEIRA-Eifficilim unum.
SR. AKIsTAucnO-E' questao do apreciacio.
ecarei, Sr. president, csmo principiou o ilius-
andidato, o Sr. Dr. Reguaira Costa, anali-
o o parecer da commissao, e, preteado de-
srrar, que esse trabalho A sustentavel ei to-
)s seus pontos.
Sn. ROSA E SILVA-Nio al-o'ado.
SR. ARmsrTARCmo-Eu responderei ao nobre de-
do corn a argumontriao que pass a expea-
commissao de constituicio e poderos formu-
.0 o seu parecer acerca da eleiiao do 9.o dis-
O, apresentou um ponto de nullidade que veno
3r o seguinte: os supplentes de juizes de
que funccionaram na mesa eleitoral do Bo-


naio foram devidamientejurainentados. (Apar-
:ks, Sr. presilente, tirim divida serial, umna.
da que se pode levanmtar porque corn effeito,
eta a organisa,'o da mesa d'aqnella parn-.
art. 118 do regulamento 8,213 exige de mod,
ial o juranmenti) parn os juizes de paz....
Sa. Dmu;.M,.'xo FILmIV Porque nuao cita a
SR. ARIsTARCH) -Estou citando.
Sit. DRUMMO.ND, FLIto-V. Exc. estA citando a
SiR, ARIsrTARCHO-V. Exc. sabe que que a lei
pode ser causuistica; nao pode prefer todas
hypothsese.
SR. MKIRA.-Eu quer'o ver o nobre deputado
r azeite das pedras.
SRi. ARIsTARCHo-IstO 6 propriedade do V.
., que 6 bastante engenhos e para ter seme-
tie habilidade ; e se V. Exe. continuar a ati-
me apartes ridiculous como este, eu re)ellirei
energia, nao so a V. Exe. cenmo a outro qual-
r deputado que n!) qucira manter n'cste re-
t o decoro precise.
Contesta5es da bancada conservadora).
ontinuando nas observaoes que fazia, dizia
Sr. president, que era urma duvida seria,
nio podia ser resolvida sem que se houvesse
dado. devidamente a lei e a disposiilo regular.
atar que acabo do citar.
om effeito, se as mesas parochiaes se consI-
m e'n verdadeiros tribunaes para a execuago
ei, 6 natural, que nem s6 sejam juramentados
sizes de paz como tambem os seus &upplentes,
aslo chamados n'est*;alidade par julgar,
i applicar a lei. ;"
3S. 1BairUBMA COST' dA umlongo apart.
B aBacuo-Eu vou 1, meu college,
bj ~m'6 tentavel.
; te, par demonstrar-se a ne-
.j do juramentar-seoW supplente~ ---
dii dattender-se pam o caraeter .
| propmiasei oe reveite e paa as immuni* N
sl~teBo canterdas. ii
Ntis verde que a lei declare quo u4 d .
dolIJ4. eCo os euna supplent_, Po.N
Io, as eleitoraes, ebAsi
i ..poa.s ah,. da P1. -(Ap," N,

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6200


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I:





Eu deploro que os iltustres deputados quizessem
riulicalisannumna disposi.Ao dce lei, unia disposicio
pui ,-ve ser observada, porquee oproprio legis-
lador 11u rcouhrlcce a sua necessidade.
C,: effceito, Sr. president, o legislator fazendo
esta cxigencia quiz quo o process electoral fosse
liscalisado per todos os cloitorcs. quiz, que todos
os acts se tornassem publicos c sujcitos A obser-
vac:')o.
UM. SR. DEML'TADO-Entilo h a grade quoe torna o
actor public?
0 Sn. ARsT.st:cro-A mesa devia star colloca.-
dtn de mnodo a ser fiscalisada.
0 SR. GEs-Quero conculrdar corn V. Exc, mas
quern foi que aquti provou que nao houve grade ?
0 SR. ARISTARnCHO-Nio consta isso da acta que
devia sor minuciosa c declrarar que havia tal sepa-
rae4o, coniforme a exige a lei.
0 Sri. GoEs-EntLao todaas s eleicoes est-o nul-
las, porque nao ha acta alguma qge falle nisso.
(Cruzanm-se outros apartes.)
) SR. PRESIDENr rE-Eu pco aos nobres deputa-
dos quo nao interromnpam o orador. Se a discus-
il.o countinuar assim, t:,ruar-sc-ha n'umn verdadeiro
dialogo.
0 SR. .XAimi-T. m. .i (pausai--Mas, Sr. presideute,
sc mnai 1 dip,:po-'i, l-'gal altamcnte convenient a
fiscali-.,ao d&.: pleito, os nobres deputados uao po-
d lm r-,liculisari o argmncato, porie ell'? se firma
na l ui. im-' pretende que a mesa sc-ja fiscallsda,
que o p'rucebso celeitoral corra corn toda a regula-
ridnia-.
( .-:. EU UrinA. CISTA (tin um apartoe.
0 Sn. AmusTARm"--E ,uaCstlo de lei e V. Exc.
nao pl;le ri.icularisar a lei. (Apartes.) E' nul-
lo ti',l', o acto pratieado contra disposiuoampr ecssa
de li.
(Crruzarn-sc diversos apartes.)
Sr. p e ildente, nao p rain ahi as irregularidades
havidas na elieVilao do lBonto...
0 SR. MaNEA di urn aparte.
O SB. AaiTacaRHo- -He oencarecidamente ao
nobre deputado que me deixe continual. S. Exc.
quanado quizer discautir, pc9a a palavra e destrua
os argarmeutos que adduzo com a forca de sua lo-
gies.
0) Sn. MEanA-Dpi apenas pm simple apart ap
np'obre deputado.
0 S. AsrTaca-CHo-Consta de ura reclamavip
dirigida A esta Assemblea pelo Sr. Candido Ladeis-
iNto que a eleicao comecsra as 10 horas da manil.
Eq, Sr. preidente, fiquei pasmo e sorpresp diantp
a opiajo >,emittids Isla bancqada oppeicignito.
Uto ~iuire epqac ?6061210iea diafe qae 96'.W


9 nps,


.o .4
n| t dso.intaio; me a lei po-"
tsa ra a4k "-a mlaimao3


ds iamunida4e ibsrq
.e tor& 6 el e j
pam eres 8 i oI 0500oO maMis al a mo d
g*rrntis a boe rdem qa voadadu k pli4e. eld-
toraH! -
(luito bemn e aoias da bancau liberall.
Nao vejo umais sr Sr. pieidente, para dis-
pmasar-se o jun S ao upplentes, ao pasS.
quo raaes de ordami superior alodroem ao me es-
-pirito para enearecer mats a necessidade de tao
benefisea formalidade!
(Apoiados, contest s e aspartes).
Eia externo n'este recinto as minhas convic8oes
e)ma today a fianqaesa, p rque eatou asqui wcam a
eabega erguida e procedo.com today a regularldade
reaspeito e obediencia a, e4 ale pso poLes per-
mittir que os nobres deputados venham duvidar
das'amiahas conviceia.
Us SR. DwruTno-Ninguem duvida dA con-
vies de Y. Ec., duvida-ae apoas da lgica.
(Ha outros apartes). "-L
0 St. ARasTAKco-Sr. Pre1deate, :p" fazer
easan aos itluatres deputados da oppouago, veou
citax um precedent eostabelecido pela eamara dos
Sr.. deputados, pelo qual se depreheade claramen-
te que as mesas eleitoraes mantemn o caracter de
pzrfeito tribunal e que a seu respeito prevalecem
ate as incompatibilidades que affectarnm aos triba-
nues deojustia. (Apaxteos).
Recordo-ine, Sr. president, de am facto dado ha
poaco na Camara dos Srs. Deputados.
Era arguida de nullidade a eleieo, de urma pa-
-oehia pelo facto de ter funceionado soqro o genro
na mesa mesa; e saibam os menus nobres celle-
gas, que os chefes proeminentes do partido -COR-
servador, chefes de nota, jurisconsultos notaveis,
votaram para que fosse reconhecida essa nulli-
dade.
(Apirtes.)
0 Sr. de4utado Anisio, censervador bern conhe-
cido da bancada opposta, o Sr. deputado Evaristo,
e o Sr. deputado Tortuiiano Henriques, chefe con-
servador na provinma de Minas-Geraes, juriscon-
suite distincto, desembargador aposentado, vota:
ram peor essa nullidade.
UM SR. DEPUT.ADO-Mas que relagao tern isto con
o parecer que se dispute ?
0 SR. ARISTARCHO--E' para moatrar que as me-
sas eleitoraes constituem-se em tribunaes e por
consequeneia o juramentoe deve se er onerido aos
sapplentes. k
UM SR. DEPIUTADO---Mas-o Eq ten ism corn a
questao?
0 SR. ABIsTARcuo-V. Exc. n a-'ompreheadeu
o men arganentooJ. J seit que o defeito i6 meu.
Quero mostrar que as njis paroehises coneti-
tuem-se verdadeiramete:tribunames e que, portan-
to, o juramento 6 formalidado, iadispeanv.
(Cruzam-se diversos a "rtes.) -
Se os nobres deputadeaao compare ekem o
argumenrto quc lhes aa) de apresea' 6 porque
naturanmeuteto dofeito I meu.
(Cruzam-se muitos apaea: a o Sr. president.
reclama attenina.) 0
Sr. president, yvou adoir o systems de nao
tomar em consideraelo os sfwtem que partirem da
bancada opposta, porque reconhele qae ha da par-
te della o proposito fire, de deavir-me da die-
cussao.e.
VOZES DA BANCADA coNuraA-OSA-N.N ha-.taL
0 SRi. GOES dai um aparte. -
O SR. ARiSTArCHO-Eu nmao venho aqui munido
de provas.
UM SR. DrPUTADO-Devi vir.
OUrio SR. DEPUTADo-Ao menos made buscar
os annaes que estao na casa.
(Ha outros apartes.)
0 &. AmnsTA'ItcHo-Cite nomnes proprios, 8. Exc.
verifique.
Mas, St. prsidente, nao 6 este o unico ponto de
nallidade de que 6 arguida a eleig9ao de Bonito.
(Cruzam-so muitos apartes e o Sr. president
reclama a atteoao1, pedindo aos Srs. deputados
quo nao interromparn ao orador.)
A istrada ceparisso que apresentou o sen
parecer'levantoeti na'outra luvida que affect o
proScsso eleitoren1, daqetlla. parochial. -
llecommenda a lei no seu artigo 18, Sr. presi-
dente, quc os juizes .de diretto, presidentes das
jurtas apuradoras, depois de feita a apuiaiio, de-
v-m co)muanicar q reoultadp desta ioasma apura-
dao, detorminar o dia e 03 candidatoa'4ure devern
councurrer ao" 2' escrulinio. -"
Ettretanto, isto, Sr. president, silo consta da
actan, per oltta nao -e vi que fo-se observada easta
dis-;...ii;ao da lea. '
Etst vicio que existed, como 6 de presumir; affec-
t. ai validade da elei io daquella paroehia, ella
ntre pde ser apurada, dlia nao podl ser sommada.
(Apartes.)
Alc:n destes pontes -d nullidade, avulta um ou-
tro do grande imipotaneia. A lei eloitoral no
4o do artigo 15 determina que a mesa deve fume-
cionar separada do recinto dostinado a reunnio
do-' cleitores.


0 SR. DUMMOND FILIr)e- Entuo nao diga que
nao ha prova documental.
0 SR. ARISTAnCaO- Mas, Sr. president, apre-
sentou-se um protest ser urnia s6 pr)va, serom urn
s6 documento, que viesse corroborar a asser"lo
que se fazia.
0 SR. DRUMMOND FILHO- V. Exc. faOa o obse-
quio de ler esta certidao, (aprescnta um papel).
0 Sn. ARISTARCuo- Alem disto, Sr. president,
esse protest s6 foi apresentado depois do teremn
votado os eleitores, a quem se roferia.
0 SR. DrnuMNOXID FILHO- V. Exc. porque na'o 1
esta certidao ?
0 SR. ARISTACHao- Eu vou lert. V. Exc. nao
me deixa fallax ; qucrem ver se me perturbam.
(Cruzam-se apartes.)
0 SI. PESIDENTEm Attenlo !
O SR. ArISTARCAO- Eis, Sr. president, a prova
de que os meus illustrados colleges tern interesse
em perturbar a discussao e nc o em esclarecl-a.
(No apoiados da opposicao).
Se os illustres deputados pretendessem simples-
mente esclarecer-se, s e quizessem chiegar somente
ao coihecimcnto pleno dai verdadle, nao estariam
a iterromper-me da forma porque o tern feito.
0 SR. REGLIAA Co.,r- Os apa'tes sao permit
tidos.
0 Sa. ARaisrAcao- Eu expurha o fact havi -
do em Jaboartio, appellaudo pa-a o testemunlho
do meu distiucto e illustrado uollega,, Sr. Dr.
Amaro Fonseca, que funecionou 'arquella mesa,
naqualidade de secretanio. Apre-entou-se, Sr.
president, um protest sem uma -)' prova, sere um
s; document, oue o viewse corroborar.' A mesa
nio podia tomar outra resoluyeo senao aquella
que foi adoptada : -nio deu valor ao protesto.-
0 Dr. juiz de direito, quep;eoidio a apurayAo pro-
cedeu do mesmo modo : nriohavendo provas de que
os eleitores estivessaemn devidamente climiiados ;
nae contando que se tivesse affiado editaes ua
forma da lei, despreseu o tal pioteeto e ma4dou
proceder a 2 escrutinio. Eotataato.cimpre-me
observer que esses eleitores nao votaramn ea 2p
esoruiiuio, porque n'esa occasiAo fen,-e a pmova da
elimiinas-o e a mesa recusou-Ihe o dineito de voto.
0 a- AsAno--- Apoiado.
0 DaVUMaOND FILHn.ao dA uIP pate.
0 Si. A4xrTacHo- Apresento o testemunho do
Sr. Dr. AmA'. dP Fonseaso,
0 Sn. DauMMonD FMseO- EB apoello para. e40
Ai4Bo- O itoUPes VVapai anta do

'> ^0 MkiQU9W ?s .W~fV u" sw^at" do tWWa 4WO ya~tudo

eW' PC aa attend
^ .AWWW ja -- I *. a .0 nMAoR KG. s,-


. I


-, e'dol V. be.

pee o a- m*$gi8awe m.e ale juflo.
Gt:h. AinABCH)t 6 .justo. qe o
quo 6 aat.l Pa ;Q----wdee -do .p .
0 S&. RoxA E Savi-PeuAoe-me, estis Principle
rao 6 tie ato eomo talvez o aobre dcpundo
supporka. -
O Sa. AmmRoIenO-A, eleiclo do Bonito, eu*
quero chegar a eate post, 6 nulla, perfeitamente
nulla, por muitoe motives. Por certo, S8.- Si-
dente, que a commisao de ooatltro e poderes
nao consideraria nulla aemeihante eleiao se nao
eattyivae baneada em ,,4mupata. inrcuaveis.
0 SR. GoEs-Mas qual o motivo ou os motives
de nullidade?
O SL. AaIs TAcBo-V. Eme. tenha a pacieocia de
ouvir-me-ate o fim e ficus aftisffito.
0 SR. GBS--E' porqe se quiz a todo tnaase t-
zer urma contiaba .de chegapr.
O Sn. DRuMoxSD FIA'Ln-Q-u abrlr-se o alvapio
de que fallei.
0 SR. JOS MAMA-,Qual p lapo?
0 S&. DauxxoS Frt*--V. Exc. bem sabe.
0 Sa. OLYMPI MAR sE -s da um aparte.
0 SB. EsrTEVAo DE OQVEOAm-E que parcce ao
nobre deputpdo? Sommar 6 uma das operaioes
bemrn difficeis.
0 Sn. MzItA-Acontece mesmno as vezes que 4 e
4 s ia ,20.
0 -SB -. AISTAco V. Exc. me made esta
anitUaetica que eu quero aprender por ella.
0 SR. MAlRpt.I-Mas As vezes pode ser tambem 24.
Nio ha regra certa.
0 Su. FAcio-Esta me parecendo que V. Exe.
vai abrir urma aula para explicar esta arithmetica.
0 Sn. PsrIDETmx --Attenap1o Quem tern a pa-
lavra 6e o .r, deputado Aristarcho Lopes.
O 8S. AsTwaoO- Sr. presideate, deixarei de
parte essase consideracoe para demonstrar, que,
quando a eleicao do Bonito n-o fosse nulla pelas
graves irregularidades que dqnuncio, sel-o-hia
per term votado promiscuamenoe tires eleitores
eliminados !
(Apoiados, contestagoes e apartes.)
Corn ciffeito ; e singular que dcseje a illustre
opposieao que esta Assemblea encampe ara innre-
gularidade ta'o grave, urma fraude tAo manifesto !
(Muitos apoiados e vivas contestacies.)
Pata que se possa exercer o direito de voto e 6 ne-
cessario que o cidadiio seja afistado peor sentence
judieiaria, depais de ter feito a prova legal. Se,
poremn, eeae eleitor m dar de domicilio, come nm
caso em questao, se fizer-se a prova da suaausen-
cia, se requerer-se a sua eliminaaao, e se esta
for lavrada por sentenca judiciaria, nao pode, por
oerto, e individuo n'estas condiqoes exercer o di-
reito do voto, porque perdeu esse direito na paro-
chia de onde foi excluido. (Apoiados)
Nao ha nemo pode haver duas opini5es a xespei-
to. 0 art. 9 da reform oleitoral e terminante
quando declara que as decisoes dos juizes de di-
reito sobre a inclusio ou exclusAo [do alistarmento
sio definitivas.
Eu quizera saber, Sr. president, o que enten-
dem os anobres depatedos pr' senteaa definitive;
eu descjara que ',o s means illustres colleges me
viessem convencer do meu errro, da minha falta
de criteria na comprehensao da lei.
0O SR. OLYMPIr MA iuaEs- Entao o que 6 sen-
tenua definitiva ?
(Ha outros apartes)
0 SR. ARISTAiCHO- Sentena definitiva6 aquel-
la que prevalece independent de recurso.
(Cruzam-se apartes.)
Mas eu nao ouvi a opinion do Dr. Jacpbina,
corn a qual alias posso nto estar de accord conm-
quento seja muito respeitavel.
0 SR. REGUEIAA COSTA- Eu quero que V. Exc.
tracte de Jaboatao.
0 SR. ARISTARCHO-- Sim, senhor; vou satisfa-
zer Ajusta anciedade de V. Exc.
Em Jaboatao, Sr. -presidente, se deu o seguinte
facto : procedia-se A elei0ao em 10 escrutinio e
tinha apparecido um protest scm a minima prova
documental....
0 Su. REgGUEIRA COSTA- E' inexacto esse facto.
0 SR. AnRSTARCnO- Appello para o Sm. Dr.
Amaro, que foi secrotario da mesa e quo pode con-
testar a V. Exc., porque eu nuo venhio aqui affir-
mar inexactidhcs.
O SR. OLYMPiC MAtnQUES- 0 protest veio para
aqui documentado.
O SR. ARaSrAnRCHO- Appello parn o testemunho
pessoal do Sr. Dr. Amaro, que se acha present e
que funceionou n'aquella mesa.
0 SR. AMARO- 0 que V. Exe. diz 6 exacto.
o SR. OLYMIn're MARQUES- 0 protesto 6 docu-
mentado ; est'u na Assemblea.
(Ha outros apartes.)
O SR. PRESIDEnTE-- Attenco !
0 SR. ARsTARucHO- Vtv. Exes. fiquom cortbs de
que nio me pertaunbam corn osses apartes.
o Si. DriurrOXD FIreO V. Exc. quer ler a
certidlo ?
0 Sn. ARsIsTAncao Nbo preciso ler, porque
vou referir-me a olla.


ouvir a questa'o nova.
0 St. ARItSTARCHO -,Nao 6 nova; todavia pode
sar considerada como tal a despeito de achar-se
no espirito da lei.
Do estudo ininucioso, Sr. president, que tenho
fcito das disposi95cs do art. 18 20 eo30 do art.
20 da lei electoral, sou levado a concluir que a
nullidade do diploma, como consequencia da nul-
lidade de votos, s6 autorisa a nova eleicao nos ca-
sos de primeiro escrutinio.
(Trocam-se muitos apartes.)
S SR. PRESIDEM' mreclama atteniao.
0 Sn. ARsITARCHo-Eu deplore, Sr. president,
que os meus distiuctos colleges nao me permit-
tam expender numna doutrina de que me ache pro-
fundainente convencido, principalmente quando
ella tern inteiro applicaa'o ao case que se dispute.
Eu solieito aienas urn memento de atteniao, e
ficarei reconhecido se os meus colleges me conce-
derem essa fineza.
Antes de entrar na apreciaqio desta material eu
julgo-me forfado a ler o art. 18 2 e 3" para
depois demonstrar a casa que na hypothlese vertcn
te tao se deve mandar proceder i nova eleieo.
Diz a lei no 2o do art. 18 :
NAo se considerard elcito drputado d .6sAemblda
Geral o cidaddo que alo reunair a muloria dos vr--
tos dos dcitores qpie concorrerem d eleiqeo.
Por estc preceito comprehende-se que o legis-
lador estabeleceu a votaaio preeisa para elegcr-
sc, erm 1'" escrutinio, o candidate a! Asscrnblea Ge-
ral. (Apoilados.)
0 SR. DInuUaMOXD FLuto da urn apart.
() Sn. AmisTAmCHmo-V. Exc. deve prestar atten-
ao, porquec talvcz tenha de modificar o sen modo
de pensar.
Diz mwais o 30 do mesmo artigo, tractando dua
eleic.ao para os memnbros das Assemblkas Provin.
claes.
Serao con-sideradeos cleitos as cidadnaos que ok-
nirem votaeao igual pela nmenos, ao qaocieac elel-
tornd, calcalado sobre o nmnlere de eleitores qif
comparecerem d6 eleidao.
Tambem por esta disposi 'o 6e ve qoe sem 0,
qupociente, palo menos, ningnem se elege em IP
esarutinio come mambro de Assembi4as Provj'p-
eiaes.
-Emi face d'iato se deprahende que qualquer iudi4'
viduo qua veni a prdr na pra& o op vptap
exigidoa pa a aqt l pdll, Uf g p4si4wer.
deprutado, o ses .bypherhu s mod# 4 o tt,
cruanio. (4poia4dos.
A raio dc'itoe 6 .B o AM&plu A
taccwao SB owaa eAte cii 1t,


q.ok meuws

eQr r~p ded~atido. dWa let, com .rohieqp
saaA .ou tsentom!

Aib fo- Awnto 7 oelua




tsaS irf ao s* r ; ql a o Waseguir
a cab"l quo &waeo *w-.
0 SB& Gmw- E& S0 &a. AM nA .w r.t. mOemeto,- Sa pre-
sidente, eu nal soa domiuklo, como sabe V. Exe.
e a casa, de interee pessoal (apoidos da maioe-
va) ; venho.-aiplewnent exponder mp s
ideas em defes dne umsa caa quae repute juts.
VOZES DA OPPOSIeAO- Oh oh !
0 S&. Zpugux A QOST4 4. um apra .
0 Sn. AMSTARm-o- era duvida ; V. Exe. no'
pode aseitar estasaia. pla a eomo fitae da
eonvicqao, porquae 6 prt interesada e, como tat,
ellas nao the ironiam.
O0 Sn. Gzs- POi, eo naa sou part interesaa-
da e fago minhas m plavras do nobre candidate.
(Ha outmo apartes)
Su. PaE 3T--A- Atte* o I
O Su. ABSTABRHO-- Pensa Sr. president, ha-
ver demonstrado que a eleicao da parochia do Bo-
nito nao pode ser apurads, nao s6 pelas graves
irregulari'dades que denunciei no coreno do mtu
discnupso, come porque votaram irregularmente
'trez eleitores eliminados, per sentence definitive.
annuneiada em editaes, comrao nao poder-A centes-
tar o ilustre candidate o Sr. Regueira Costa.
Apoiados e apart)
0 S. Goizs dia um aparte.
0 SR. RGUZIRA CosTA-A mesa pode recusar o
voto do eleitor que apresenta o seu tituleo e e cha-
mado a votar ? Respond V. Exe. ?
O Sn. AuISTRCnarO Todos nis sabemos que a
mesa electoral nao pode recusar o direito de voto
ao cidadgo que appareee diplomado achando-se o
sea nome na lista da ehamada ; mas unao se dedu-
zir desteproeceito legal, que o individuo elimina-
do possa votar ; ou que votando, esses votos de-
vam ser apurados. (Muitos e repetidos apoia-
dos.)
Essa 6 que 6 a questio.
E' claro que o legislator quiz matar o arbitrio
que tinham as mesa nas escandalosas questres
de identidade de pessoas ; entretanto nao poude
prevenir a hypothese de comparecerom eleitores
eliminados para votar, senai estabelecendo a nnl-
lidade de votes de que tract o art. 20 da reform
electoral..
(Apartes repetidos).
Sr. president, 6 para mim um faceto notavel que
se tend dado essas eliminatoes, e se as annun-
ciado por editaes durante 10 dias, nao tivesse a
mesa conlihecimnento d'isto e nemr a minima parti-
cipaao a respeito. (Apoiados.) E' singular se-
melhante ignorancia, e tiao absolute, que nemo se
quer reclamou-se contra esses votes I
(Trocam-se muitos apartes e o Sr. president
reclama attencao.)
Entretanto, j6 -que nao houve participaglo, co-
me affirmam os nobres deputados, ja que a mesa
electoral ignorava um facto tao public e eonstan-
te de editaes, e jA que, finalmente, permittio votar
a cidadaos que na-o eram mais eleitores, 6 claro, 6
logic, 6 ineontestavel que essa eleiaio esta vicia-
da e que nlo pode e nem deve ser apurada por es-
ta Assemblea.
(Nio apoiados da bancada conservadora, muito
bemrn da bancada liberal.)
UM SR. DEPUTADO V. Exe. vai perfeitamente
bem rn; estamos gostando de ouvil-o. (Apoiados.)
OuTro SR. DEPUTADO V. Exe. nao 6 forte em
legislaiaio electoral.
0 SR. ARISTARCHO Eu, Sr. president, se me
demoro nestas consideraoes 6 tao somente porque
sess tres votos influiram directamente no resulta-
do do pleito.
0 SR. DRUMMOND FILOr Como succeden em iJa-
boatlo.
0 SR. AnISTArnGHO-J4 expliquoi Jaboatlo.
0 SR. DRUMMOXD FILao V. Exc. explica tudo
neste mundo.
o SR. ARISTARCnO-V. Exc. 6 quem pode expli-
car tudo, e melhor que ou, pois e politico mars au-
tigo e mats traquejado.
Se faco esta question capital de term votado
tros eleitores eliminados, 6 porque, come ja disse,
esses votes influiram dccisivamente no resultado
do pleito ; e n'ostas condicoes 6 natural, 6 eonsen--
taneo corn as boas praticas, que esta eleicao n0 o
seja approvada.
UM Sr. DEInTmADO NaO influe corn relaio ao
candidate mais votado ; niao confunida a question.
O Sn. AriSnncmRCio Agora, Sr. president, vou
levantar una question que parmce nova, mas que
no entretanto se acha no espmito da lei.
0 Sn. DRU.nirOeD FILP O Pare que levantar
mais questao.
0 Sn. ARIsTAnrCO Eu nmo fallo para V. Exc.,
sd failo para toda a Assemblia...
Un SR. DEn-TUnO -- que o ouve corn atten-
91o e respeito a que the d4 direito o sou talento.
UMA voz-Mas elle faz parte da Assomblia.
O SR. OLYMPIO MARQUES-Eu estou unciose para


0 Si. ARsiTsicao-S. iExc. nao estA argumen-
tando coin a reflexao que deve ter.
0 SR. ROSA E SIRVA-E cu poderei dizer quc i o
nobre deputado quem nao cstta arguinmentando emn
face da lei.
0 SR. ARISTARCino-Eu nno sei, Sr. president,
porque desperto tanto rumor na bancada opposta!
Eu costume respoitar aos meus illustres colleges,
em quem reconheqo as mais subidas habilitac.es,
talent, emfim, todas as qualidades dos homenus su-
periores.
0o SR. REGREINA COSTA-EstA nos tractando born,
mas esta offendcndo a lei.
0 SR. ARISTARCnO-Mas, Sr. president, os meus
illustres colleges sao desapiedados para commigo
e pretendem esmagar-me corn apartes repetidos e
continuados, que so visam a um fim c umn interes-
resse; fim e interesse que 6 desviar-me da discus-
sib, ou entiio prolongar o debate. (Nao apoiados
e apartes).
Eu ache a minha argumentatio muito clara e a
theoria perfeitamente legal; faello coin couvicao
n'este debate : posse star em erro, mas estou cer-
profundauente convencido.
0 SR. RoSA E SILVA dI um aparte.
S0 SR. AsXracncO--Eu direi ao uobre deputado
Sque a distineieo existe no proprio espirito da lei.
porque para o segundo eserutinio a lei apenas exi-
ge maioria relative, e desde que a nullidade d-
votos nio prejudice, nemr pode prejudicar, toda a
eleicao, 'aogue d'ahi que deve ser rceonhecido o
candkihto que obtiver maior numero d e votos li-
i quidos.
0 SR. RI;GU MLA& CosrA-Easa theoria de V. Exe.
e commoda para os tereceiros escrutinios.
0 Sn. AxLsr.ucaH --Eu poderia na hypothese ci-
tar tauit',s exemplos da Caauara dos Sra. Deputa-
do.s. (Cruzam-se diversos apantes).
0 SK. AU'nEDo CoREiax--Nio falle na Assenm-
bl6 Gera-.
0 SR. AatBrTAcao-Mas, porqqe nPao devo fallar,
qrando queria citar nomes de rrelhgioarioa de
V Exe. que teem votado n*4%ae -seatido?.....
0 SR. ALEFREDO ComsLta-Elles tem votado per
trawac .o.'
0 Sp-.A.us-aao--Agora.au eru mieum pede a V.
Exc. que ia falUe n'isso: rao faca ama ajuiua ao,
seu partido deiarsad que lse vata, aoLe iaipira-
do na juat4a, a conaultando a coaveniencia....
.fageado tn6aqpgps.
0 S4. AiLapo Cow A -NAo sa s impate eoip
jo6 V. Exc. DeLxe emsa responsabilidade A,.i-.


$1 t t. [jk .hA- b. os pue triduo.

.#am .ysw-M t vol"pJ4 4 & iaWo wie
N30a4L 1#ewa* &PM lpa qua)ro-wve. aeE Up-
WW ~t/pa4f


distincta'eo n -
oWessario quae :f lp a este principio
i al em direito pdlit- ider-se-hai a no-
eloeicaio, n pelo tae, oi deads de diulornia,
dasi pla ciroumstaneni do 0 rem os candidatoa
perdieo a maioais about t a o quociente eleito-
aiL IRepetidos apos)
P PRESiDGETN^SiB enqo. -
OSa. REGUnm&A-T. Ex*. fi tao sibilino que eu
u4# comprehondi.
-0-in. AaxsnAco.o-4VT .a4iqiptieadr j.- que nao
paw fallar corn a clarewa.pcisa que desejam os
Nlwe deputados. (Aparte)
"No em ura elei papas doetados geraes com-
pareerem 200 eleftras, e se um dos candidates
reunir 110 votes, segae-se que esse candidate es-
tA considerado eleiti em face da lei, porque reu
me a maioria absolute exigida para a sua eleiaeo;
mas se em um distrieto, secNio ou parochia der-*e
qualqjer vicio que iaduza nullidade, e-se d'essa
nullidade resuftir o des.a parocimento di naioria
absolute de votes, deve-se ceitamonte mandar
preceded A nova eleico, polo facto unieo de nao
reunir aenhu dos eaudidatos a votaio esigida
pelo art. 18 da reform electoral.
o0 S. RsErMA-Bemrn, agora, explique a elei-
qae prorinciaL.
: 0 S. AsreTAacao--Applicarei a -elcig provin-
cial; Leo lenho receio : sa muato sincere quap-
do discuto. Na eleicAo para deputados proviu-
eiaes, diz a oli; pra.o candidate eleger-se 6 nc-
oeasario que -reuna o quociente clitoral. E' coa-
4diW'o essential o quocicate nos casos de priaeiro
eseratirio. Entretanto so der-se a nullidade de
votes, e se esta fizer desapparecr o quociente, 6
clare que proeeder-se-ha a nova eleicao, porque
nenhum dos candidates raune a votagio exigida
terminantemente para a sua elei9go.
Eis Sr. presidentente, e motive porqueo art. 20
da lei eoeitoral m.anda proeder a nova eleiio
quando da nullidade de votos resultar a nullidade
de diploma, que, em primeiro eserutinio, significa
apenas maioria absolute ou quociente leitoral.
Creio que nenhum dos nebres deputados pode-
rA contestar os arguments que venho deoexpor.
(Apoados; maito bem rn; contestaVies da opposi-
c9o.) Eu nao faeo aos meus illustres adversaries
a injuria de quppor que Ss. Exes. se limitam a
estudar a lettra da lei ; estou convict de que
procurando o alto pensamento do legislator hiao
final cuncordar comigo. (Apoiados e apartes.)
(0 Sr. president agita a campanhia e reclama
atteniao.)
Collocada a quest-o n'esse terreno, cu declare
que er. 2", escrutinio, nio so deve mandar proce-
der a nova cleic'o (vivas contestafmls; apartes c
apoiados) quando da nullidade de votes restultar a
nullidade de diploma. (Cruzam-se muitos apar-
tes.)
0 SR. AMuRAL Apoiado; nao 6 case de nova
elei'eo.
0 S. APrISTAcRCHO E de facto, Sr. president,
se a lei exige apenas a maioria4dos votos apurados
para o candidate eleger-se cm 20 escrutinio, ou
nio vejo razao para proceder-se A nova eleigao,
pela circumstancia de se haver annullado um di-
ploma em virtude de nullidade de votos. (Apar-
tes).
Se a lei nao determine a votaeao para o candi-
dato eleger-se em 2' escrutinio ; se no estabelece
maioria absolute ou quociente ; e so apenas exige
a maiora relative, claro que devera ser reco-
nhecido deputado o cida lao que reunir a maioria
dos votos liquids de que fall a reformina eleito-
ral. (Apoiados ; muito bern ; apartes e contes-
ta95es da minoria.)
Eu chamo a attenaio dos meus distinctos col-
legas para o mode porque o legislator procurea
evitar a nullidade de eleicoes.
E' por isso que se dividio os districts eleitoraes
em parochial e seeoes, de forma que a nullidade
de uma parochial nao prejudicasse o resultado to-
tal da eleicao. E', tamnbem, por isso que estabe-
leceu o art. 20 a nullidade de votos, de maneira
que nunca se possa annullar complctamentc a opi-
niao manifestada em toda urna circumscripcio
eleitoral. (Muitos c repetidos apoiados).
Eu peaso, pois, que nao se deve anumllar unia
elei0Io senao quando a lei terminantemente-o de-
clara e o exige. (Apartes).
A nullidade parcial, ou por outra, a nullidade de
unia secaio ou parochia niao pode e nem deve affed-
tar a vontade gcral de nan district. (Apoia-
dos) o
Nio ha motive para man4dar proceder-sc 4 nova
cleicao, pelo facto de sar concedido um diploma a
am caxdidato, que sd o pode obter corn es votes
viciados de unma paroehia. (Protestos e apartes
repetidos).
(Ha umn aparte do Sr. Rosa e Silva).
A argumentanio eu a tire do proprio cspirito
da lei.
O SR. ROSA E SILVA Quer o espirito, quor a let-
tra da lei sao contrar os a V. ELC.
O Sr. ARIsnrA!tcro-S. Exc. nieo dTmonstra isso se-
nlo corn unma argumnentaylo viciosa.
O SB. RosA n SILVA-Co argumentacao legal;
dcsde que se arnullam votes manda-sc procedor a
nova 0lei0o.
O Sn. ArIs-TRcmo-O- meus nobres collegas de-
vein saber que desde quo o legislador falla em nul-
lidade de votos reconhece valida a eleico; porque
votos nullos sa se dio em elei90es validas.
O SR. ROSA E SLLVA da um aoarte.


do, um espirito docil as prcscripecs da i lei, un dia desta eidade o lionativo doe rail exemlplareos.de
sectario france da moralidado political, felizmentc t sntas obras sobre i.straciuo pruinarta, A saber :
realisada nerste paiz per uema sitiruaao liberal! E u I1 ) 3' iivros d,. Icituira. g rnimariea portugue-
jA' dei proves exhuberantes da minha impareialia- za, Liiadas (e Casrcs, ioiucs. de aritlh:netica e
'de political: come membro que fui da extinctaconm- ceoraiplhia popular pr.n sClerin listribuidos pelos
mnisslo de v-ritic:a,'r' de podores, tive a satisfao driivrss cstabelcuiriutos l eduea-io A sea
de cooperar francamente para o reconhecimento de cargo.
todos os Srs. deputados presentes. (Apoiados e A junta admiriutrativa 'lssa-a torp)ralao reco-
apartes. nhecida per tao valiosa ofttert:;, !lo si, a grado-
Digo isso para que niloso s npponhai que venho c atlquillc distincto cavallciro emi nui otfficio (que
ncste memento cumprir exclusivamente umn dever l he lirigio. coino taminbcm conferio-llie em sessle
politico ; nao, alem d'ellec, venho defender a lei do 18 do corrnete, por un:imidhde do votes o ti-
que so dosoja sacrificar. talo tie iArmo la Santa Casa.
(Apartes repetidos). A junta maulou d-etrilbuir essas obras pelas
Ditas essas palavras passe a coneluir autlas do cullt-io das ori:s, caa dos expostos,
Entendo, Sr. president, que as nullidades ar- pelo cur existed no. hospital P adror II, ip. oso6,f'-
guidas pela illustre commission die constituiito e i quaentada polas fillias doe entermas quo a.ii ticam
poderes sobre a eleicio do Bonito foramn demons- peo morto deo suas m nis e l)'la attla que ultima-
tradas polo meu illustrado college, o Sr. JosA Ma- in mente creou no Asylo do Mendicitlae, para os
ria, e nais poucas palavras quo tenho profenrido, m eninos, nto s, do prop)rio ostabocianento, come
julgo tambim estar demnonstrado, cm tfc da lei, I tambcia dos que moram n'aqntuellas visinhaneas, fi-
(que no case vertente nilo se dove mandar proceder lnos do peossoas destavorcCidas d;a fortuna.
A nova eleiao; rnas si nreconhocer come depu- i. d C r i
tado aquelle quo reaune no dintricto a minaioria do d libertaatoat doCeari-o-Cositodaaacpivai-
votos liqados. dade preparatn-se o0 festjos para o dia 25.
Ne.btas circunstmqias, Sr. pre.-ilente. nenmto-me I N, N tom f:lt:trlo a comimn-iso a hesoos de to-
na convice- o de quct .stU r Assemblea saberAi respci- di s as pate .". : .rt .1 m -tas de
tar o direato do ?oto traucamente manLt.fcstadu mo ,10I Il.rdc, outlcrci, m .p ,ut;ma ...-m..ate.
'Jo distrieto. A l' 1 da- ,ina ,i, 1i j i '- ild inl -I ;ts i c,-',:m inl .o i .n -
V'zs Falou m uito bern. I cebu hontein as .-c-ilt.I?5 cartas tie libordade
(0 orador i cumipriment.ado pelos es amigosi ros scahor- abaix uicciudo par ficurr
(Cortdu ,ia. Livro O dr e ,w-:
SJoao Franc-isco (C-i rumeiro da (. Crha
-- II %AkntJnau, -'A..M xra:mA-, 1
D ilST~lA i)I DIA Jui'.,'il., .\mr .liah ,- ,Ia C mli Cc ',r l
RE-VISTA DIABIA L iz a.t: ,il ..luiujt..,1 1
Sl..______ _____L1_3______1_ L. Ma o '. d',s 1-iss 1


ALenilmiea Provincial. Funmecioueou'
hontem sob a presidencia do Exm. Er. barLo e i
Itapissuma, tendo comparecido 31 Srs. deputados.
Formrn sern debate approvadas as aetas das ses-
s5es de 18 e 19 e da reuinilo de 20 do correute,
sendo regeitadas as duas emendas apreseantadas i
primaeira.
0 Sr. 1o secretario proeedeu a l itura do se-
guita expediente :
Urma peti*o de Maria Theresa Cavalcantp de
Albuquerque, regente do recoliimto de- Nossa
Senhora da Gloria d'esta cidadc, aimeomado iMan-
q.o do imposto de decima aurbana das caas per.-
tencentws ao meo reoolfhmentoit, sit n'esta ci-
dade.-Al coiZsaiv de- e-oe.
OuatEa do Jps6Tonp a Qa-r
querendo que sput rie 9 o Theqeuriu'waniuacaG a
r3stittiivo do que indevidamaentd "-n roebide
como dqpesas de titaloes s, wovow e veios diwi-
twe-A' .oia ClWBe44
Outrq' 4ptab o cid
sh~y ao, e1'p la -. eer' Ni o fpea
tischy i po Jl~e k ]tcp-A ow'Ois4o dpe


L'r. JAU Al -.. 'u-.lr:, c.!. A. G -r,:. 1
A coinnliuj.,.'. do .'.:;,tl ni.'s .)irtiauia cm seuns
trabalhlos c-n rc ,ialt.-lo satisfrctorio i que logo
ser.i pubLcado, cni i s.-i l ,c a rida do Lmper.a-
dor n. 31, onde ftMcciuua todos os aias das 9 da
maAib iss 4 dca tarde.
Continila a receber adhesoes quer em eartms de
liberdade, quer em donativos, para a grande 'esta
de 25 de marqo.
0 jadimn do Campo das PFrineezas, onde, no' tia
25 A nolte, tero de toecar diversas bandas de-man-
sica marcial, ser. ilHuminado corn quatiue f6cos de
luz electrical, sendo esta ilt-=-inalitio feita gra-
tuitamute pela easa dos Srs. Bourgard a C.
Compaombia Permamnshauca a Ren-
nio-se hiontem, cm esua .sde, a ussemblia gcral
dos acciouistas desaa companhia para o fiun do
eleger, na fd6rma de seus estatutos a director e
crmmissao de examine de contas.
Prpdio.a sesseo o Sr. Dr. Jos6 Nicolito Tdlen-
tiro de Carvalho, servinddode secretario o Sk. Gus-
tavo Adolpho SKchmidt.
0 Sr. Clem ts Lima, gerente apreseatou o seu relatorio acqmI.pashade 0 arrs
cer da conmrisaso deexame do cnptas, que foa eun
debate i app rvado. ,
* i~w *;S!4d ipsoibrc a aariaqblea ggej, sob
R %*, Wxopwemtate, que ficawe.&,4Wcto-
na cumoidade roever os eatatusto, teepdpm
a,440dode 4do novembnro is
3rie temniilr or o
de corn a meoosi lA.k


recumavel, tivor. removido as duvidas que paira- J c t an
vamnoespirito do meu diatiacto college e amigo Leort-io de idadej Smu sa etiu do Mr.
o 6r..Lourenep de-Sa. t eert;ddo de.iae eSm1 urea eitd do:8r.- .:
o Sr..Lourou deS -N. rs ea i Freire Juniortendo orado o r. Qlymmpio -
0&. I _UH O.Dv {I--N~o. resqlvetxuxn inbAs
_N fv awh ques'i e outro dechinando pars a de petirdes or -.
duvidas V. M xe. temrreverio muito talento, tw go" p
argumentado mitte bem in no me eonvcnceu, ^ oaerimeto de M, ia d) Carmo Azevedo; e um da \ -
Sa. AiusTACo-Entretanto, meu collega, a ordenadostambem dedinaudo par a d pt-
questAo 6 ao liquid, quo eu n'o sei come V. Exc. equerimento de Sophia uilhe
contin3 a a peusar do meamo do.t;.
on tuna pusar m~m mode. mlidos,julgades ebiectos de delibersqte -
Parece-me, Sr. president, qae s6 se mandara For dosjulgados object o de deliberate
proceder 4 nova eLeico nos caste de 21 escrutinio e moandados i mprnr os seguintes projector
quando a nullidad de votos prejudicar a maioria N. 25.-A.utorisandozo president da i ovineis
d 'a eleitores que eompwoer-em so pleito. a reformar de accordo corn o respective thieurei-
U SE. DeuAo-Onde est. ito? ro o plano das loterias coneedidas pela lei n. 1,738
0 SB. Aawracaoo-Na leL para a create de un fund do emnancipa'VIo pro-
VOZES DA BANuADA CON8oanvbnBA-N;o spoiado. vincial.
0 Sit. AarAcaob---Se os nores deputadoa qui. N. 23.-Resatabelecendo o lugar dc administra-
zerem estudar a lei, ns post reatlvaao 2o esqu.ra- dor do Cematerio Publico de Santo Amaro, send
tinio, ficarao convcncid o de que s6 quando a nul- reintegrado em dito lugar o ex-administrador Jodo
lidade prejadica a maioria do district, se poderi Baptista do Rego.
mandar proceder a nova eleiio. Foi approvado sem debate umn rejuerimento dos
E na verdade, Sr. president, s6 nesta hypothe- frs. Arrudaq Falcto e filvio Cavaldecante pedindo
se se deverA admittir esse alvitre porque acha se inforn- es sobre o numero de empregos provin-
viciado o municipio da repreaentagio d.,s maio- cliaes Vr goes quaes os vencimcntos correspouden-
ris, que o legislator o estabdelece e o rempeita. tea aos referidos umpregos
(ApoiAdos e conteastacoes.) Adliou-se de novo pela hera o requerimento do
UM SR. DEPUTADO-V. Exe. cite a lei. Sr. Luna Freire Junior, pedindo informar,,es sobre
D Sn. AnreT-~ancO-Esse penaamento se acha no e estalo da cadeia do Linociro, do lugar em que
artigo 22 da lei quando tracta da eleicao para ve- funeciona o jury dalli, orando o author.
readores; e ou, por urn argument a priori, taco 0 Sr. Santos Pinheiro, obtendo uma prorogagdo
applica.Ao aos cases do 20 escrutinio onde nxo ha da hora per 30 minutes para fundamental um ro-
principio regulador de nullidade absoluta.... querimento pedindo que a presidencia da provin-
(Continuam os apartes.) cia, providence em forma a ser s, corrida a po-
0 SR. AusrTAoCHo-V. Exe. qaeria uma disposi- pula^ o pauperrima de Gamellcira atacada de va-
9ao especial? A lei nao p6de ser casuistica. rieola a discuss, fic adiad pela hera
UK SR. DEPUTADOI,-V. Exc. quer arvorar-se emi depeis d o haverem discussao, ficou adi s Srs. Bado pela hora
legislador. depois de o haverem discutido os Srs. Baro de Na-
O SR. ARISTUACHo-Eua e todos os colleges esta- zarcth, Fiel Grangeiro e Olympic Marques, e pela
mos aqui arvorados nisso. ordcm 0 autor que pedio a retirada do inesmo re-
De sorted que, Sr. presidente,aadnmitti--sea theo- querimento.
ria dos nobres deputados, vamos ehegar a este ab- Vindo 4 mesa umn requerimento do Sr. Nile do
surdo: nao ha nullidade de votes, porque, haven- Miranda de prorogaZ o por 20 minutes para fun-
do nullidade de votos, ha nullidade do elei, e damentar um requoerimento, nito foi aceito.
nested case manda-se- proceder i nova eleil;o. 0 Sr. Olyinpio Marques, pela ordem, pedio dis-
Quando, Sr. president, o legislator falla em pensa da commission para queo acabava de ser no-
nullidade de votes, reconhece ipso facto a realida- ineado ; e foi substituido pelo Sr. Alfredo Correia.
de da eleicao: 6 poem havTr votes nullos em 0 Sr. Bare de Nazareth, que corn o Sr. Dr.
eleiqao valid. Na hypotheses vertente, se pela Jose Maria, fora nomeado para ir entender-
nullidade do diploma do Sr. candidate Regucira se com ruma commissao do Gremio dos Professores
annullar a assemblta toda a elei lo do 90 distric- Primaries, declarou que aquello Gremio viera con-
to, commette uma irregularidnde, commette uma vidar a Asscmblea a fazer-se represcntar na sua
grave offense aos direitos eleitoraes dos cida- sessito magna, que dever celebrar-se amanhb.-
diLos daquellas parochias. 0 Sr. president declarou ficar a Assemblya intei-
0 SR. GOES Isto e verdade pelo codigo e pela ruda.
constitunro de V. Exc. Passou-se A ordem do dia.
0 S. ARsrTARCHou-Sr. president, acheo-.me um Adiou-se do novo pela hoera a discussao do pa-
pouco fatigado... recer n. 19, senILdo apoiada uma creunda assignada
VoZES Di MxIORrA-V. Exe. vai muito bemrn. per 4 Srs. deputados, reconhecendo ao Sr. Dr. So-
0 SR. RosA E SILVA-O esforvo foi grande. plhronio Eutiquiniano da Paz Portella, come de-
o SR. ArSTAItCHo-Nao houve esforgo, men col- putado pelo 11o district, tendo orado o Sr. Olym-
ga. pie Marques.
0 S, RosA E SrIL.vA-Tanto houve que V. Exc. A ordem do dia : la discussao dos projects
esta fatigado. ns. 197 c 279 de o1,12 e continua 0 SR. ARISTARCuo-Porque fallei mais tempo do I dcnte.
que desejava. Autoridades policiaer Por acts da
0 SR. JeOS MAIAR-E porque attended de mais presidencia da provincial, de 20 do correntc o sob
aos apartes. propostas do Dr. clifce do policia.
0 SRi. GOES-Os apartes at6 auxiliam. Foiurum xoncrados :
0 SR. AnISTARCro-Eu dispenseo o auxilio dos Aristides Newton Saldanha de Altnear, do car-
apartes. Sr. president, ache-me extraordinaria- 'go tc delegado do term do ExA;
mente fatigado e nao quero tambem per mais 0 alferes do corpo de polichi Francisco Xavier
tempo abusar da benevola attenqao dos incmeus il- Cam'llo Pcssoa, do cargo do subdelcgado do 10
lustres colleges. d 'istricto de Pio d'Alho
0 SR. JosE MANRiA-V. Exe. nao abusou da 0 tooente do mesanio corpo Joss Severiano de
nossa attcniao: tern fallado muito bem. (Apoia- Almneida Pedrosa, do cargo de delegado do distric-
dos.) to do S. Lourenuo da Matta.
0o Sa. ARISTARCuo-Aproveito a oecasilo para Foram nomeat-los :
podir aos mncus illustrados colleges desculpa de Doelegado do term do Lxi, (Gcsnol Ribeiro de
alguma palavra quo porventura nao fosse tomada Castro Feitosa;
na sua verdadeira accep ao. Delegado do district de S. Louroenwo da Matta
0 St. DRUmMOND FILHO--V. Exe. devia accres- o alferes do corpo de policia Francisco Xavier Ca-
ccntar estas palavras-ou do actor que porventura mello Pessoa ;
tenhia de praticar-E' um exame de consciencia. Delegado do termo do Triumpho, o tenentc do
O SR. ARInsTACeo--Peco, Sr. president, descul- mesno eorpo Ildufonso Ignacio do Amaral;
pa aos meos illustrados colleges, se porvtntura no 2.' supplente do subdelogado do district do Ita-
ardor da discussao proferi alguma palavra que maracA, vago pelo fallecinmcnto de quem o exercia,
nro seja parlamentar. Espero que Ss. Exes. me Antonio Ferroira Guedcs Sydronio.
fardo a devidajusti~a. i aGuarda national- Pela referida presi-
So occupel per demais o tempo da illustre dencia foram expedidos os scguintes acts :
assemblea foi tio somente para defender unia ,, 2 seccao.-Palc-io da Prcsidlceia de Per-
elcivio fque fl parnece vialida, para defender o in- nainbuco, cm "20 dc marV,) de 181.-0 presidlen-
terosse legitimo manifestado polo 90 district desta te di provincia, tendo om vista a informacico do
prsvineia. commando superior dai guard national da co-
o Su GoEs-Dando menos votes ao Sr. Candido iitrca de Jaboatio o a proposta do commandante
Ladislro do quo ao Sr. Dr. Regueira Costa. do 10." batalhio do servito active, resolve noernar
0 S. REGUncrsax Cos-TA-V. Exc. deve tuambemr Antonio de Albuquerque racs Barrcto para o pos-
pedir desculpa 4 lei peas oftensas quo Ihe fez. to de oapitio da 5' companhia do roferido bata-
(Ha outros parties. ) lhio, vago pela trarrsfereceia que obtove Joao Fe-
0 SR. ArusTAitciro-Nao ha otffonsas lei : a I ippc do S-c za Lieo part um dos batalhSos da
theoria croio que V, Exc. afinal vir4 a aceital-ar. coirarnca da Escada. fAssignado)-Josd Mainoei de
0 SR. MEIRA DE VASCONCELLOS-SoU caipaz de 'pt(-i.ts n,7
affian capazos de produzir grave incommod eti atdc c ,tbc'), i, *2u de iil,, dc 16S.--> prosidonto
inhabilitacode services per mais dc 3J0 dias. *It lo\-vi.icit, attdn lcfl ,o ao qute ronl)rlentor o
(Riso.) Colinailta'.tO snupfrior dat ga-;rd:tn national lda co-
(Troeam-se vehocrnntes apartos entree o orador miatrcrr do lt-cif e do eouftarnidalc coin o dispos-
o Sr. Meire. 0 Sr. president roelamnn aitoen- to no art. 1) d-er .-t.) n. 5.7,73. .Ir 21 do marso
9io.) do 1874, resoule uu-,si',nar o c,,iinranrite do 2'
o Sir. MaIrkA DE VASCOxCELLOSos-\. Exe. v of-" battiliiio ie irt'rntaria do >crvicu active, tenento-
fensas em toda a part. coroner Manoel Martins Fiuza, para substituir
O SB. ArST-RaCcno--Sr. president, auntes do atjuclle cm seas imlpcdimentos.
concluir dovo declarer que nio sou um politico (AsSigrnado)--t.,- 31 ,u, (d,' 1'cms. ,,
intrarsigente o apaixonado: nio sou um espirito Dou atVto Lnpiorlaile-() Exm. Sr. ba-
obsocado pelo rancor partidario ; son, antes tic tr- ro (io do calhubams, foz ;i S';iirt Cas:t de Misoricor-


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tarde.


Arthme Mofirdir Dta* plekftmente. -:*
.bino Jg6 do Sa t Jnior, idem.'
Aeti NiappAl toeh o de So t= iemir
,Joaquim oaalv efChums Junior, idenm.
S5.0 awo
Anto aio Barge4 Leal Castello Branco, plensa
Aitbni Ba tifBar, idem, .

Basili fBbetro Dantas iden.
Antonio Jose da Costa Ribeiro, idem.
SEstsulticno4 reeeberamin o grai de bacharel
inalisaw'a.Mse os actos de 5.o anno.
Feriwewe leve-Hontew por- voltade
e media hora do tarde, estand em IBura venda m
rua do Raagel, Aatonio Rerdngues N4aes, foi via
tunado a0naia patlada quo ofai~ie.-o no beico ii
ferior fazend-Ihe umia pequaena abertmua. Di
elle ter side um tal Lola que, por eogano tomou-(
por quern talvea elle procurava, e per esta davi-
dazia pagou just pelo pe edo .
A autoridade loqpal tomaou conhecimento do fact
sinbora tivesseodelinquente ewseguido evadir-se
0utop.-- Hontem, por volta de 1/2 horan d
tarde, um soldado do 150 batalh b de iiaha, e uu
anspegada do mesmo, que, provavelmente estiao
addidos ao 20 batalhilo de infaataria, encontra-
ram-so corn o pardo de none Antonio Gomes de
Oliveira, criado do negociante Luiz Maria de Oli.
vera, e, sem que houvesse motive foi Gomes ag-
gredido pelo-primeiro, que, nao trepidou em sacar
uma ernome bicuda alvacenta capaz de intimidar
A um morto. Felizmente porem, o anspeaada,
seu ewnpanoeiro, interveio e, .facilmente conseguio
alTar A bandeira da paz. Ainda asim, como que
em desaffronta ao sea intent lograd, o suldado
ievou em seu poder es sapatos de Gomes, que, nao
ouzou reclamnd-os.
PrIsaisio dos Xarty*i-.-N o tendo
podid) ter lugar hontem aprocissilo do Senhor (dos
Martyrios, em consequencia da mnita ehuva que
cahio, sera ella effectuada hoje, As 3 horas da
tarde.
A%*oeiacao Renefleente Parahyba-
na.- Hoje, as 5 horas da tarde, ha sessao desta
Sociedade no 2' andar do predio n. 18 a travessa
dos Expostos.
Cathedral de Olinda.-Achando-se va-
go, por morte do respective conego serventuario, o
cargo de thesoureiro-m6r da cathedral de Olinda,
S. Exe. Rvma. o Sr. bispo diocesano acaba de
pol-o A concurso corn o praso de 30 dias, contados
de 21 do corrente.
A ponte do Pirauhyra. Recebemos
hliontem do Limoeiro o seguinte telegramma, para
o equal chamamos a attencAo do St. engenheiro di-
rector da Rcparticao das @bras Publicas provin-
ciaes .
Limneiro, 21 de margo de 183.1-A' redacgao
do Diurio de Pernambuco :
,, Os sertanejos e o commercial pedem-Ihe para
r-ela-nar do governor da jprovincia alguma provi,
dencia sobre a conclusao, ma, pessima e sem fim,
da celebre ponte do Pirauhyra, ao alcance da mais
myope fiscalisac.o. ,
() Sr. director das Obras Publicas provinciace
devia dirigir-se sem perda de tempo A Limoeiro,
afim de examiner coin os seus proprios olhos as
obras em questalo e providenciar em consequencia
e de f6rma A salvaguardar o interesse dos eo-
fees publicos, dando solubao as queixas que se lo-
Vuntamn contra a mesma obm,!'-
Liberdade.-Eis umrbonitro rasgo de gene-
rosidtade, digno de ser imnitid: i-
0 Sr. Jose Meundics Carneiro4te Souza Bandeira,
senior do engonho Arirnm'inan, na Escada, no dia
19 do corrente, conceded liberdade gratuitamente
e semn onus algum ao soeu escravo Amaro, em re-
nhecimento aos seus servicos e lealdade; e, A pe-
dido do mesmo Amaro, constituio-o seu lavrador,
danlo-lhe casa para morar e terras para plantar.
Compa-nie de% ChargeurM teunis.
-9 vapor Ville de Victoria. do commando da Sr.
Fontaine, tendo sahido do HItvr no (dia 2 do cor-
rente ii 8 hliu-as ida noite, chegou a Lisbona no dia
6 a:- lioras inda manhi, doe onde salijo As 6 horas
da tarde do dia ,. tocando em S. Vicente As 11
horas da manilul de 14, e clicegando A 'tPernambuco
as 10 horas da noite de 20 do correate.
Assim gastou o vapor: 3 dias e 11 horas do Ha-
vie a Lisbon; 5 dias e 17 horas, de Lisbon A S.
Viontc: c 5 dins e 222 horas dc S. Vicente a Per-
nambueo.
Foi u:na rapidly e cxeellento viagem.
Fall-cirneflt,. Dizem-nos de Limoeiro.
que alii fallecu ante-hontem, A tarde, o tenente
os6 Antonio Pcstai%, official aposontado (1o Coi-
po de IPolicia.
O fiiado exercou n'aquolla cidado, por diversas
vexes. os C'O.ros de prosidcnte da respective Ca-
mara rMiuicipal c de delegado de policia : e era
geralmmate estimado polo seu caracter sisudo e
peli sua honestidade e dedicace a seus amigos.
Nossos pezames A sua fainilia.
Accilene t-Ante-hiontem, cno trom ascen-
dente das 7 1/2 horns da noute, deu-se um noeo an-
cidente na ferro-via de Olinda, dovido ainda a im-
prudcncia da victima, "o preto de nome Pedro, es-
cravo do Sr. Adolpho Targino Accioly, residonte
em Olin da
Esse individuo, qin, A despeito de todas as ad-
vertencias (iue lIhe cram feitas, tinha por invetera-
do costume viaijar na plata-forma dos carros e su-
bir e descer dos trens quando em movinento, an-
te-hontem reixtio mais uma vez esse actor de


coragyem, inmas fel-o corn tanta infelicidade que, ca-
hindo, nas proximidades da estacIo do Espinheiro,
fr-acturou uma perna.
A policia local tomou conhecimento do facto, e
fez transportar o ferido para o hospital Pedro II.
Procis.uio- Amanha, a tarde, sahira em
proeissio, percorrendo algumas ruas dai parochia
da Boa-Vista, a image do senhor dos Afflictos,
que se venera na igreja de S. Gon.alo.
Le Courrier International-R4cebe-
mos hontemro n. 9, de 6 de marco, deste periodic
parisiense, cujo summario e este:
A nos confreres.-A nos lecteurs et abonnos.-
Exposition pedagogique.--Courrier international.
-La province de ParanA.-Actes ofliciels. Los
bruits de Paris.-Atravers le monde.-La question
de l'Inde.--L'anniversaire de Victor Hugo.-La
crises industrielle. -En Angleterre.-Statistique
municipale.-Um contrefacteur Amerite. -- Courrier
industriel.-Petites nouvelles. Courrier des tri-
bunaux. -L'italie an Bresil.-Courrier litt6raire.
Nouvelles des theatres.-Courrier du Sport.-
Revue fiancire.
vitinlo elektoraes-Os titulos dos elei-
tores do Pogo da Panella, Varzea' e S. Lonureno
da Matta que foram alistados em setemibro proxi-
mo finudo, devem ser proeurados dentro d? praso
de 30 diss, a contar de 21 do corrente, dts 9 horas'
da manh s 3 horas da tarde, no cartorio does-
-civio do jury, A rua Duque de Cajxida n. 11.
5asW 'Pt~f riyurttnIBBs-Nesta,
repartiglo serio hoje, ao meio dia, arreaiatados os
reparo4 umr tes da ponts obre o rid Jaboatge,
no/engenno0 Novo de Muribeca, erido ema......
3:4fK)"0(0, e oe dostrez areoso em segnimento i
ponte de Motoeolomb6, orado em 2:50
(lwub Dr;am tM 1
AmanhL SaenIl horna do da h dvt&w ?remnir# em.
1mmb~ m .<^kt&aatp AMmatkbt> ol e mnr tda


to s P610 WOM CarW F wUftt% U c ai$%. cironeLL

a 1!= aWKSkb. i erimiub ,

suas cireunist.aiasep erj&iifaos ces
Sair ddL~1aqq SOn p0O YP naspre
tsteraste 6& po do imar eo e a4 ca
nacionalt e unindo .osa' Vqz A dos argentinos qW
Sfirtma o referdo-prottsttope"dino aes go ernof
i Argentina o g astig do i
e* =qeu i e qchmai em -A srespqctieva teor
0 na to, it ovissi9o e eom a tenm alarminas
_do o dmeroe< ^uicAreta csgod
a} 1r ,iris .,
| a ruguaana E te" demasiade
*qa qluw (Bwm ancia, contarncoi a
e merCkTienotes eoque soe r v em'xpIotb ser, o'd4
a lenos pensado, amarradbs em suas pro 4as e.asai
e clandestinsmente contrabiandeados ab outro ladi
do Uruguay.
n h Agor slo as vietlinas doua argetinos; arma-
nhA qualquer cidadlo ou qialquer braoaieiro ni
Sestari livre de que succeda o mesmo corn elfe.
a 0 facto de que nos occupamos 6 public e no-
Storio nesta cidade, desde o dia 15 do passado
SAbstemo-nos por is8ode manifestar juizQ Bohr
elle, esperando o resultado do proeesso que e 'Sr.
promoter publ;co trata de fazer instaurar a respei-
to do mesmo facto.
SHoje, nio obstante, a voz de tantos argenti-
r nos que se levanta proteatando conta a violencia
de que foram victims dons de seus compatriotas,
enosso dever, come orgao independent, condem-
nar o acto perpetrado por estrangeiros atrevidos
que, para saciar vinganWas particulars, nao tre-
pidam em commetter actors que podem compromet-
ter as boas re1aces qae reinam entire dons paizes
visinhos e amigos.
c Esperamos que o Sr. promoter public, isento
de todo o espirito partial, trate de levar a effeito
um process rigoroso para estabelecer os factos e
descobrir a verdade.
Os olhos de toda a populaiAo de Uruguayana
estio n'este memento fixos em S. S. que' nao se
deve esquecer que o attentado da noite de 14 de
janeiro 6 por demais public para que sobre elle
seja possivel correr um vco. ,
i1eiles-Effectuar-se-hao :
Hoje:
Pelo agente Alfredo Guimardes, as 11 horas, na
Alfandega, de diversas mercadorias.
Pelo agente Brito, As 11 horas, na rua da Impe-
ratriz n. 8, do estabelecimento ahi sito.
Pdelo agent Gtismao, no trapiehe Moutinho, de
saccos cem assucar.
Segunda-feira :
Pelo agent Alfredo Guimardes, As 11 horas, na
rua Direita n. 56, do estabelecimento ahi sito, e de
um sobrado A rua do Bomn Jesus n. 27.
Pelo ageite Silveira, as 11 horas, no largo do
Paraizo n. 26, de dividas no valor do 54:000Q000.
Miisa% funebre*-Serio celebradas :
-- Hoje : as 7 1/2 horas, na mnatriz dat Boa-
Vista, por alma de Luiz Ignacio de Andrade Li-
ma ; as 8 horas, na matriz de Santo Antonio, por
alma de D. Francis ca de Souza Gomes; as 8 ho-
ras, na matriz de Afogados, por alma de D. Si-
miana Bernardina da Fonseca.
Segutda-feira: As 8 horas, na inmatriz da
Boa-Vista, por alma do desembargador Antonio
Joaquim Buarqne de Nazareth.
Matadouro public. Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga para o consu-
me vublico do dia 22 do corrente, 65 rezes.
Pasxageiro*,-Chegados da Europa no v ?
por inglez Avon :
Grattacose Biose, C. Guiseppe, I.. Escode, S.
Melchionne, S. Francesco, Lacione.
Chegados da Europa no vapor francez Ville
de Victoria :
Dr. Faro Goncalves e sua senhora.
Loteria da provincia Segunda-feira,
24 do corrente, serA extrahida a loteria 23.', em
lbpneficio .a igreja do Espirito Santo do Recife, no
consistoriod da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceicao dos Militares, onde se acharao expostas as
urnas e espheras arrumadas ema ordem numerica
a aprecianaio do public.
I oteria de d25:OO OOO--A loteria n144.
serie A., corre impreterivelmente segunda-feira 24
do corrente 0 resto dos bilhetes acham-se ex-
postos A' venda na Casa da Fortuna, A rua 1" de
Mar(;o n. 23.
Mercado municipal de S. Jo -Para
este estabelecimento entraram no dia 20 do corren-
te 31 bois pesando 6,798 kilos, pertencentes a di-
versos.
Foranm vondidos a prleco de 880 ate 610 reis o
kdo.
No mesmo dia entraram para o mesmo es-
tabelecimento:
Peixe 259 kilos
Farinha, milho'e feijao 63 cargas
Fructas 13 cargas
Camneiros 5
Suinos 3
Preqos do din:
Suino a 640 reis o kilo.
Carneiro a 1> idem.
Farinha 400 reis at6 280 a cuia.
Milho de 480 a 400 reis a cuia.


Feij.o de 1t500 a 13200 idem.
Foram arrecadados:
35 talhos de carnet verde.
11 ditos de suino.
9 ditos de fressuras.
70 compartimentos de legumes.
42 idem de farinha e comidas.
Deve ter sido arrecadada neste dia a importan-
cia de 1555580.
Casa de Detenci o.-Movimento dos pre-
sos no dia 20 do corrente:
Existiam press 273, entraram 6, sahiram 7,
existed 272, a saber: nacionaes 239, mulheres
4, estrangeiros 9, eseravos 20.-Total 272.
Arraeoados 239, sondo : bonds 226, doentes 13.
-Total 239.
Movimento da enfermaria :
Teve alta:
Pedro Antonio Vital.


T. memente.
D'Aveia. ttrene o 0 jui.zoreeold*T:Firdie r
SorL oCano 'rrei Adjuntos os Srs. .eonse4
Ml to, Qaeiroz Barrose dmmbargador B a 0
jDo Rccife-Sortat Joaquum Cavaleantj #e
I manda e Albuquerque, reeorrido o~j'uho. R4a'a
[o o Sr.. daesewtwira'do, YPirea Ferrebfa. "A C41-*,
oas Sm. desembargfoe ,. Tosoae '. e
tPurque Lim a,--Nigouae provinaento, mraniaae
Monte..
p De asxespkth, R*corrente e juito; %reoriddo
1inoel dPdrfa. atar o Sr. on boaelheiro R-
t Heariques. Adjunto a &a Smoae-lai i
,peiroz Barra e desembargador Pies Ferre.
S.Negou-se proviiemto Unanmimemete.
I Aggravo de petiao
(Do commercio i_&Aelw ,Aggravante o cai-
ii t1 de Portugal, aggravado ojuizo. Relator 0oSr.
e.nselaeiai Moateiio de- Andrade. Adjti0tos os
rs. desembargadires Oliveira Maciel e Buarqtde
imia. -Nfegt-se-p'vim oie unaoninemente.
Appeffaies erines..
z 0e mk0yaux^1 1aul o prom"tO ,;imlilo,
ppefladoJoaqUi1 Albquerqp Mello. Re f-
tr o Sr. conselh i A drade.-Man-
deu-se o reo a novo jury conitra o vote do relatlr.
SDo Limoelro de Anadia Applllante Antonio
Wernandes de Souza, appellada a justika. Relator
4 a sentenKa eontra os votos dos Srs. conselhei-
roas Freitas aHenriqkes e Monteiro de Aftdrade e
desembargadir Pires Ferreira.
De Ingazeira-Appellante Jos6 Felippe San-
ti45o, appellada a justi"a.I Relator o Sr. conse-
leimo Quftiroz BarTm. *-Den-ve proviienito a ap-
pellacao para se annullar todo o process, man-
datido-se instaurar novo, unanimemente.
Do Pilar Appellante o juizo, appellado Manoel
Francisco Ferreira. Relator o Sr. conselheiro
Queiroz Barros. -Mandou-se o reo a novo jury,
unanimemente.
De Born Jardim Appellante Joaquim Gomes
de Andrade4 appellada a jiutia. Relator o Sr.
conselheiro Queiroz Barros.-Reformou-se a sen-
tena para o medio do art. 257 do codigo crimf-
nal, unanimemente.
De Born Jardim-Appellants o juizo, appella-
doJoio Gomes da Silva. Relator o Sr. conse-
lheiro Qmeiroz Barros.-Mandou-se o reo a novo
jury, unanimemente.
Do Triumpho-Appellante o juizo, appellado
Antonio Pereira da Wilva'e outro. Relator o Sr.
conselheiro Queiroz Barros.-Julgou-se proceden-
te a appelldAio em part, contra o voto do Sr. con-
selheiro Monteira de Andrade.
PASSAGENS


Do Sr. conselheiro Freitas Henriques ao Sr.
canselheiro Monteiro de Andrade :
Appelacoes .crimes
De Bezerros -Appellante o promoter, appellado
Jos6 Claudino de Mello e outros.
Da Gloria do Goita-Appellante o juizo, appel-
lado Moyses Doihminges da Ressurreico.
De Petrolina Appellante o juizo, appellado
Felix Nogneira de Menezes.
Do Triumpho-Appellante o juizo, appellado
Manoel Marques da Costa.
Do Limoeiro Appellante o juizo, appellado An-
tonio Gomes dos Santos.
Da Palmeira dos Indies Appellante o juizo,
appellado Manoel Alcxandre de Moura.
D)e Taquaretinga -Appellante o promoter, ap-
pellado Antonio Felix de Lyra.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
Appellaqao crime
De IguarassA-Appellante Ludgero Francisco
Cavalcante, appellada a justica.
Do St. conselhciro Queiroz Barros au Sr. des-
embargador Buarque Lima :
AppellacSes crimes
Do Recife -Appellante o juizo, appellado Jo)a-
quim Pereira de Magalhas.
De Bom Conselho-Appellantes Rita Nunes da
Silva e seu filho, appellada a justiqa.
De Mwcei6o-Appellante o juizo, appellado Joao
Francisco Lopes da Silva.
Appellacao civel
De PIo d'Alho-Appellante Jooquim Trhomaz
de Barros Campello, appellado Albino da Silva
Leal.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
conselheiro Freitas Henriques :
Appellaces crimes
Da Escada Appellante o juizo, appellado Joa-
quim Goncplves Ferreira.
De Borburema-Appellante o juizo, appellados
Enedino Simonet de Farias e outros.
De Jaboatao Appellante o juizo, appellado
Antonio, escravo de Francisco Gonies da Silva A.
Lima.
Do Recife -Appellante o juizo, appellado Jose
Raymninid, carroceiro.
DILIGENCIAS
LIandou-se ouvir o Sr. conselheiro procurador
da cor6a e promnoter dajustica nos seguintes fei-
tos :
Appeilacies crimes
De Leopoldina-Appellante o juizo, appellado
o menor Jose, filho de Sebastiao de Oliveira Ro-
cha.
De Jaboatao Appellante o juizo, appellado
Joao Ferreira da Silva.
Do Recife Appellante o juizo, appellado Octa-
viano Alfredo Gomes Padilha.
Appellacao civel
Do Pilar Appellante Feliciano da Costa Mas-
carenhas, appellado William Kunfery Rouchlam
agent da Alag6as Railway Company Limited.
Ordenou-se diligencias nos seguintes feitos :
Appellacoes crimes
Da Palmeira-Appellante Ignacio Accioli Ma-
lheiro, appellado Manoel Correia Simplicio.
Dc Agua Preta-Appellante Joao Ferreira de
Souza, appellada a jastiga.
De S. Joio-Appellantcs Joaquim Bezerra de
Souza Lima e outros, appellada a justica.
Corn vista Ais parties :
Appellaces civeis
De Porto Calvo -Appellante Leandro Caval-
canto da Silva Gumares, appellados os hierdei-
ros de D. Leonor Loitteno Pitanga.
Do Recife -AppeHante Antonio Jose Ferreira
Refinador, appetlado anoel Alves-Santiago.
Do Recife.-Appjelnte o con*slheiro Lourenco
Jos6 da Silva 'atliago,appellado Jose Francisco
Mamede deo Almeida.
DISTRhmiI9ES
Recursos crimes
Ao Sr. destiiaNrgador Oli'eira Maciel:
De Jouza-Reeorrenie o baeharel Manoel CA-
valeante Ferreira de 'Mello, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador' Pires rPereira:
De Alagkas-Recorrente o juizo, reeorrido Vi-
cente Ferreira de uouza Ferro.
'Ao Sr.^'eboilkeiv w:0 .1e vi : *uo


H. i"et, 1. prorbtor public da 4 api-
tal tern seu eseriptorio de advogacia A rua
do Crespo n. 18, opde p6de ser proeurado
para os misterqs de R ia.prifisslo.
lMedifoA
ro u&:* -f t & |e o do D r
Pe0 ye losoeoo a

|: 0 Mo~co dA contultas todos 0o
iasuteis as 7s 10 lhorase da nainhA
XEte eo odutorio d offerece a oemmodida-
de deopoder cada doente ser ouvido e eia-
minado, sem ser pi enmciado por outro,
De meio dia 4a ,horas da artde sera o
Dr. Moscozo eaoontrado no torreo A pma-
a do Commereio, onde funeciota a ins-
^oee~ode saiad' d& porto. Para qualquer
de estes douspontos poderAo ser dirigidloa
os chamados por carta Unas indicadas horas.
Dr. Baptzsta t J4oams, rua do Bario
da Victoria n. 3 ll ', adar; consultas das
10 horas ao meio dia; chamados por es-

Dj.'bd Se lI htu-6e Cavatcanti,
medico dao Faculdade de Paris, pode ser
preeurado em sea consultorio a ria do Im-
perador n. 44, 1. andar, das 11 As 3 ho-
ras da tarde. Residencia a rua do Hospi-
cio 36, onde d4, conmidtas das 8 as 10 da
maah e recebe, ckinados por escripto a
qualquer hora do dia ou da noite.
(1|intiea medico-eirurgica do Dr. An-
drade Lima
.DA consultias em sen consultorio A rua
Larga do Rosarion. 50, 1" andar, de meio
dia As 2 hora's da tarde. Chamados por
escripto dirigidos a seu consultorio, ou na
pharmacia P.arnambucana, A raa do Cabu-
gA n. 11. Rsidencia Oapunga-rua das
Pernambucanas.
Clninca nediea e cirurgica
Dr. Israel Cysneiro, consultas de meio
dia As trees horas da tarde, na rua do M3ar-
quez de Olinda (antiga rita da Cadeia) n.
13, 1.o andar.
Consultorio medico eirurgico
dentewio
0 Dr. Joaquim Canamra, dA consultas
tedrs os dias, de 10 horas da manh a as 4
da tarde, rua do Bara-o da Victoria n.
52, 2.0 andar" Chamnados a qualquer hora-
Occulista
Dr. Barreto Sanmpaio, consultas de 1 As
4 horas da tarde, na rua do Barao da
Uictoria n. 45, 2." andar, residencia, rua
de Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.
Bourgard <4&C,
Recife : rua do Marquez de Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
o n. 3; B3oa-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabriea de cigarros a vapor.
Especialidades: Cigarros, charutos de Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para fumnantes. Livros do medici
na dosiinetrica e unico deposit da fari-
nha laczea de Nestle, para os meninos de
peito e leite condensado.
Drogaria
Francisco Manoel da Silva & C., depo-
sitaries de todas as especialidades pliarmia-
ceuticas, tintas, drogas, products chuinicos
e medicamentos homceopaticos, rua do Mar-
quez de Olinda n 23.
Pharmaeia Pernambneana
Rua do Cabug'A n. 11 do Antonio Mar-
tiniano Ycras, pharmaceutico. Avia-so corn
promnptida5 e esmero todas as receitas o
encommendas quo Ihe foorem confiadas.



PUBLiCA 0ES A PEDIDO

A lavouta peruana bueana.


Ao pass que aqui, em Pernambuco, os
chefes politicos de ambos os partidos so
calam e eminudecem sobre a gavis-11
questilo do elenmento servil, para- nlo des-
agradarem ao rei, dous notaveis talcntos
do norte do imporio, um' pernaimbucano, e
outro piauhyense, um liberal outro conserva-
dor, os Drs. Souza Carvalho e Coelho Rtodri-
gues, o primeiro no Di'aro do Beasi, de
que e proprietario e redactor, o seg-undo
nas conferencias da Gloria eorra, na; desta
provincial, stistentam e dofendemnos di'eitos
da lavoura, indigia c cavnrdcinent c aban-
donada pelos Ipoliticos anibiciosos c egoista
de ambos os partidos.
NiIo temos para quem appellar senio
para nos mesmnos. Levantem-se os Clubs
da L:'vou:a per toda a p-ovincia ; nio fal-
tario agricultores activos e intelligentes,
que os dirijam. Temol-os de sobra.
Chamamoshoje aatteneio dos nossos col-
legas agricultores, para os dous iinportantcs
artigos de fundo do Diario do Brasil, num
dos quaes vai abaixo transcript, devendo o
outro sel-o amanhk, n'cste mesmo journal.
Urm agricdultor.


mI o iatatto "-,-re- :
emute, repaua*mte,
ca es Xevolucoaario,
edade dos eidataos
eiaes interesdes do


cer e naft emc
euraramn ltis
cip .ar Aabe
pwipso fala
sem'o memm,
e aos mais


eon.'orre para fazer pressio em nome do governo,
dlo modo violento e anarchico, contra os proprie-
tarios de escravos.
Ap trabalho eseravo deve-se entire nos a cul-
tara dIos campos, a edificacao das casas, quasi
cda a riqueza e eivilisacAo do Brasil.
Os 11n)s0os estadistas que n11o toer procurado,
ujo teon podido ou nito tern sabido at lihjo pro-
porcionar no paiz outros miios de trabalho, ntao
)olem ser mui soffrogos em inutilisar o que exis- J
te antes di, apparelhar-lhe o substitnto inecessa- I
*io.
Rio, 1 de miareo de l1K-i.
'Do Wario do 7ra ;7.)-

Taquaretlnga
Lendo o Tempo de 5 do corrente mez,
eacontrei um artigo, assignado -A no qual
ic diz, que fii o principal agent da ap-
pellagAo, que o ex-promotor desta comar-
ca, Dr. lreire, interposera da sentenga.
que absolvera Jost Virissimo do Souza -
Lima em crime inafiangavel, sem que este
nunca se tivmsse recolhido a cadeia, e isto 2
poelo juiz, que elle acha muito justiceiro e .,
e impartial, o Dr. Alexandre de Crasto. 2
Nesse artigo ainda se acres(enta, que as- 2
sirn procedi: poroue Jose Virissimo era
eleitor conservador. 2
Em resposta a essa affronta, limito-me 3
a publicar a certidito abaixo, de onde cons- 3
ta, que Jose Virissimo nao era eleitor, e 3
somente criminoSo em Cabaceira, como
E fui.noebrado ao mesmo articulista,3
15 fin~o lernbrando ao mesmo articulista, 3


3
3
4k
-4


4
4


tra. CertifiCO mi qOe ente &U'4 *66406
Jose VYiriahio deAtua' Lima w igW
recqusiso 4 do Dr. ( jtio nDneip^4 d. ^
Coiras 'per crime de farfo de gas&v -
cum. Dou f6. Vertentes, 16 de 'mag AfI
1884. 0 escriv o'interino do jury
G ,o ilk r n, -:


Uma au taldade
Consta-iios quo fora u 4oW sses |4ias po01-
volta de 4 horas da tarde a rua de Ant-.-
nio Henrique casan. 12 onrTe mora unimSr.
saeerdote honest, apedrejado e persegui-
do cercar-lhe casa por falsa denuncia der
um visinho ameagando segundo nos costa,
o mesmo Rvd. corn um termo de bemrn ri-
ver emudanga de lugarouprisao. Pedimos
providencia o Sr. chefe de policia.


paiz. -
a Todos cQnh.p6em as vileif e illegalidade s
commettida s Oir e 6 *vincias. Yejt*-
wos porm a gt-i Acousa &q&i se passa aqui na
corte, aos alhos do 'verno.'
E tactiea vha e mnito propria dos rdvolu-
cionarios comeaream a sna agitaao servindo-se e
abusando do nome do soberano, festejando-o corn
xeesso emqua'e estao frkeo e precisam proeu-
rar & sua alianwa, guardando-O mais para tempo
opportune, quaudA corn esos umeios e outros iguaes
adquirirem forga e poderem botar as manguinhas
de fora.
Entre n6s os03 abolGionistras tern abusado de
rnodo extraordinario, mas muito feliz, do nome do
Imperador. Destasorte tern eonseguido qne various
magistrados, muitos Jempregados do podcr execu-
tivo, e em geral todos os que pretendem agradar
ao chefe do estado, se persuadam que o melhor
nmeio para isso 6 mostrarem-se abolicionistas exa-
gerados, e que, estando assim de costas quentes,
todos og escandalos silo permittidos e louvaveis,
corn o fim da emancipagao, diante do qual a lei e
e direito de propriedlide nada vatem.
a A bem da monarchia e do nosso system de
governor, devemrnos repulsar semelhante espe-
culagao. E' de crer e desear que, nessa gra-
ve e melindrosa questAo, como em tudo, o impe-
rante nio queira sonlo aquillo que quizer a maio-
ria dos represettantes legaes da naqA brazileira,
e proceda de forma que nemr o mais enthusiasts
abolicionista, nern a mais ferrenho escrtvocrata,
possa ver n'elle urn antagonista, um adversario.
SMas, foro, 6 coqfSssar, tem-se procurado e
conseguido faze6i' crei isai muidiffereute, e veja-
mos corn que resultado.
A lei de 28 de setembro respeiton a propriedade
escrava ao ponto de indemnisar ainda a eventual
e nao existent, dos nascidos depois da lei, corn
a quantia de seiseento. mil reis on os servi~os
do menor atW a idade de 21 annos, a-titulo de pa-
gar a sua creacao ate a idade de oito annos.
Comno por6inm so procede presentemente ?
Basta referir um facto de poucos dias passado
nesta capital do Imperio.
Uma pessoa do nosso conhecimento comrrart
ha pouco temp. por 1:4003 uma escrava que lhe
rendia mensalnmente 40. Alguem, por interesse
proprio, tratou de libertal-a pela quantia de 200,
quejum dos arbitros, como era natural, achoi sufii-
ciente. 0 outro arbitro, para nao peiorar a sort
do done da escrava, dea-lhe s6 o valor do 0).,
sem duvida inferior ao verdadeiro. 0 que aeon-
teceu ? 0 born do juiz nomeou para de3empatar
a umn digno abolicionista que sustentou os 200,
offerecidos; e o advogado do dono da escrava fez -
Ilhe ver que uao tinha remedio senao suijeitar-se
a tao escandalosa extorsao, por nao inspirar con-
fianea nests causes a nossa magistratura supe- 1
rior !
,, Agora mesmo ca-asc tratando officialmnente
de libertar por conta do funulo de cmaneipa;ao urn
wunero de escravos mui superior ao que pcrmitte
a quantia para e sse fim destinada. 0 meio em-
progado e costumado C constranger os doios dos
eseravos (por nada valor ajustia noestas (queestes)
a acoitarem, em geral, por cada umn menos de
400,3000 !
a E nao ha muito virmos um agent do govcrno j
ter o dcsembara~o c o arrojo de exigir e pretender
impor quo se libertasse por 5) umn escravo de 22
annos, robusto e de grande valor! !
Que for(a o respeito terA o governor quando qui-
zerem cinpregar iguaos mceios para a espoliacao
da terra, e de qualquer outra propriedade niAo
menos combatida do que a do escravo?
Porque razao elle, quo ate agora tern podido
tudo, niao refrua c antes consent seinelihantos des-
atforos e patifar'ai?
STaes procediinentos serao proprlos do um paiz i
regular e civilisatdo, dd umn governor quo dove as-
pirar, ao menos, a paroeor scrio? Nio se podcra
razer a emnancipai$to scre violeccia e seen ladroei- i
ra t
Seri tambem decente e scm perigo deixar que (
uma est ola 0de instrnc(:bo superior so conve-rta os- i
ten-ivainiente ein olub, em i'c't dc urma )ropaiian- i
da e de urn movimento politico ? E qua'ido. cm
vez do pugnar pJdlo abolieionisino, ella emprclhfn-
ler outro tim mnis pernicioso cv menos tolerado, o i
;,:e ha do e poderA fazer o governo ?
Senlo o escravo entree ins uma propried;!de (
legal, o estado p1,de sere d(vida tiral-o 10 sa
lono por julgar que vai nisso ,tiliiah Ic )iiol ca,
:nas o unit. 1 0'.) lieito c' t~ies ;-' (' sl)l'V.- c
[)ri ir iildOifmnisaillo );' custa do theriouro ])Iubico o (.
iropri'tario por todo o prciuizo q(11 se lhe ciau-
Sol.
,, Entendem porum muitos ;i1oliL'imi'i-tas nuo su,*
,lu ea in, ieuni-:aco dove ser ri lichul. e ninetn do
iusto valor. one ,uc o jcropriot~trio do scravo s6
1ove ser indemnisa.lo 10 s,," pr]'pr/(; ,'rsta por
.tueio de imj)ostos sobre *,,s escravos A este res-
peit, o de1 t1mn11r;) oic c ,OO)/iiiiti4fl)O do fao\-erno jOi
.*ie )'. ;a pcir uHi ihnposto de qyarefta puor ceno2 .'
,iobi o0 valr do certos escravos ?
,, S h hi~ qaest)o inelinulrosa cm que a agitae.io
lo \ulgo duvia sor ataliada e supprimida com0
.fn crime porquO nada plxie adiantar, 11as s6 per-
turbar e cau-ar males incakeulaveis, e sem duvida
i di em'n' ipac;o.
Entretainto o hosso governo nibo so tcm tolera-
\i) ; ;aitaic:to pars fim tao delicado, corn) a tern
Iitxiliado, phndo a sun dispasic;o edificios pul)li-
co0 e bands do musiea dos batalhioes. Tudo isto


ltA salva a patria.


0 recruta.


Cidade da Victoria
0 missivista desta cidade para o Jornal
do Reeife, procurando dar melhor conta da
encommenda do Dr. Lopes Lima, juiz mu-
nicipal, reconduzido gracas aos apuros
em que esteve o Sr. Prisco, sem poder
contentar os afilhados, desi-reveu a recep-
$lo d'aquellejuiz coin today" imponencia de
um bom mentiroso.
Nao faltou a funcao casta de genteel,
grande, pequeos, pobres, ricos, tortos,
aleijados, 'e finalmente todo Z9 Ponho.
Deixariamos passar o carrapotoo, senyo
fossem incluido: n% historic os conserva-
*res; e per isso provocainmos ao missivis-
Qtu aates ab6i luente Dr., para que de-
ere pelos noti quaes os conservadores
quTie festejaram sd"i boa volta (para desconto
dos nossos pecados).
Os ueninos da Candinha.

Pergunta que nao offende.
Pergunta-se qual a razzio de estarem os
fornecedores dos arsenaes (principalmente
de guoerra), soffrendo preteri9iio em seus
pagamentos, jA lA vao cinco mezes; pede-
se providencia ao Exmin. president dapro-
vincia, como priineira autoridade que e.
Uln au/o dos qwilxosos.

() Tondo o abastado proprietario cm Buique o
Sr. c4 pitao Joaquim Epiphanlio dtie 3 Mello, publicado
no T-ipr') dtie ihontem unia declara via nada a firnna de Motta Silveira & C., parece,
parmt os ilue niao nos conihccm, que se quiz corn isto
rCstaIbeilecer uima verdade qualquer. Por nossa vez
tainl)en de-laramnos, quw o Sr. Joaquim Epiphanio
ie Meleo j.t.nua, e nossa devedor desdte 22 de feve-
-eiro proximo passadt; ponrque cancados de espe-
r:i, e rogar, at empenihando-nos corn alguns ami-
'os ie Buique; fomos obrigados a vender ao Sr.
eapitio Francisco Anitonio Cavaleante Badega ale-
tra de 1:2;41377) do Sr. Epiphanio que ainda repre-
sentava jmni saldhb dd,OOAOOO, desde 6 de outubro
be 1882, corn prejuizo dosjuros, e mais ainda do
10 t (h' capital.
So ha ou raio gloria em conhlecer-se do modo, por
tle foi conclhida essa ngoiaaol para o Sr. Jor-
1lui1i Epipianio, pouco toters que ver corn isso.
lRclift, 21 th mnareo de 1881.
Motta Silveira & C.

(P) 'or ter sahido hontamu corn alguns erros.


Lirm de 011r0
ALBUM OFFREClI(DO A PROVINCIAL DO CEARA.
1:M CO3MME[MORCAO(
I)O It)A 2 I)O CORRENTE
1.' 1-,iin'a frontcspicio.- Avc li5ertas. Pernam-
beo ao (Cartra livre, -. 2) <.Ii mar;,) tio 1881,
2." urna allegoria represontaindo o Ceazr, livr
ein 25 de marco.
3.' de lionra para inscripcoes das pessoas que,
libertarem gratuitaincnteiic n'este dia seus es--
cravos.
4.' oficiaill Governo Episcopal, Govcmrno Pro-
vincial, AssimblSa Provincial e Camara Mu-
nicipal.
5..'1 iinpi'ensa Pernambucana.
6.a CommissSo Central Emnianeipadora do MNtmi-
cipio do Recife.
j.:1 Club Abolicionista.
8.a Nova Emnancipadora.
9.' Caixa Emancipaulora Pedro Pereira.
10.1a Emiancipadora Pernambucana.
.1.a Caixa Emancipadora Pyaulihyense.
12.a Idem Emnaneipadora Maranhense Marques
Rodrigues.
13.a Libertadora Norte Rio Grandense.
14.a Club Abolicionista da Escada.
15.*t Club Dramatico Emancipador.
1ia Em-incipador Salgueirensc.
7.a ',ocieda-te MusicaL 28 de etembro,
8.a Emancipadora Academiea.
.9.' Libertadora Sergipana.
0.' Libertadora Parahybana.
?l.a Club Abolicionista de Goyanna.
')2. Troupe I)r unatica Abolicionista.
!3.a (renemio Emancipador.
1I., Institute Areheologico Geographico Pernam-
bucano.
5." Imperial Sociedadc dos Artistas Mechanics
Liberaes de Pernambuco.
6.' Club Coniclrdia.
7.' Propagadora da Instrucgao Publica.
8.' Sociedade Unieo Commercial Beneficente dos
Mercieiros dePernambuee.
9.' Instituto dos Professores Primarios de Per-
inambuco.
0.a Recreio Litterario dos Normalistas.
1.-a Gremi.o dos Professores Primarios.
2.a Monte Pio dos Typographos.
3.a Club Carlos Gomes.


4.' Gabinete Portuguez deo Leiturma.
R5. Real Hospital Portugnez Beneficente.
6.; MontePio Brasileiro.
37. Sociedade Liberal Uniio Beneficente.
8:a Monte Pio Popular Pernambucano.
Oa Atheneu Musical Pernambucano.
Qia Monte Pie dos n Horprios do exercito.
It. Sociedade Recreain Juventude.
B Monte Pio Bernm Siccesso.
i&a Socieldad Allem Beneficente. -*
1. Monte o Pertuguez.
50 Asociae o Portagpla deoBoefieneia.
6.A Sociedado dos eqegados pzbceos pr h-


1,





















:.,-.





I '


,2.0
1.*


4.o
5.0
6.o
7.o
8.o
9.o
10.0
11.
12.o
13.o
Es


Chapa Conservadora
B. do Muribeca.
Dr. Souza Reis.
Dr. Freitas Henriques.
Dr. Eduardo de Oliveira.
Dr. Chico Lacerda.
Dr. Jos6 Uchia.
0 Soldado Velho.
Dr. Pedro Affonso.
Conselheiro Theodore.
Dr. Gaspar Drumond.
Dr. Alvaro Filho.
Dr. Gusmlo Lobo.
B. do Albuquerque.


1





1
1

L
!
]









g


i
























Lj[ter iao do Ceara
2&6PDE)IAR(9O DR1894
) Ptosgcma k~wlttlv.
imuCiAXO DA FsTA
As 5 horas da manhi do-meaeionado dia ums
salva de 21 tiros da.a comeosa festate oer o sig-
aal pars a reuanlo de todos os aboliclonistas no
empo das Prineezas, couvenientementeo ornamen-
ea2n nan i fim


S D'alli partirao todos enobrporados e ao somo
leo musicas marciaes percorrero as principles rus
uas capital, seguindo depots ate a frente do Tele-
grapho N.acional, d'onde a, comnmissAo expedira
um telegnramma saudando a inviets provinexa.
SES8O LITTERARIA E MUSICAL
Ao meio dia em onto no theatre Santa Izabel,
constando do seguinte programma:
Leonor-Preludio pela orchestra.-E. Fenseca.
Ave Libertas-Hymno para pianos, orchestra e
banda do Club Carlos Gomes.-E. Fon-
sees.
Variagues sabre o romance de Campana Non poso
vivere sewadite, para clarineto pelo Sr.
Bandeira.-E. Fonseca.
Aroldo-Symphonia pela banda do Club Carlos
Gomes. -Verdi.
Belisario-Duo de Concerto para 2 pianos pelos
I Srs. Candido Lyra e Elias Pompilio-Go-
ria.
Marcha Triumphal para pianos e orchestra.--E.
Fonseca.
Dapois do preludio da Leonor, teri a palavra o
S orador da commission, seguindo-se a entrega das
,cartas de liberdade por S. Exe. o Sr. president
Sda provincia.
~ Depois deste acto seguir-se-ha immediatamente
eo-Ave Libertas,-seguindo e concerto como do
i programma acima, sendo que no intervalloa de ea-
ia urna pegs teri a palavra urn dos oradores ins-
c. riptos para este fim.
~ Tomam part obsequiosamentc alem do Sr. Eu-
lides Fonseca e a distinct banda do Club Carlos
Games, as Exma. Sras. DD. Maria Amelia R.
S Teixeira, Florinda e Herminia Maia, Urcicina Al-
- coforado, Maria C. Rodrigues, Amelia Guimanuraes
e Vessia Araujo, e os Srs. Dr. Manoel de Freitas
I Ouimaries, Elias Pompilio, Candido Lyra, Esme-
S raldino Bandeira, e Agostinho Leal.
S- 0 LIVRO DE OURO
No salio do theatre estarA expesto urn album
p rimorosamente ornado pelo distinct artist abo-
l icionista Sr. Telles Junior. Neste album deverlo
ssignar todas as commissoes das sociedades con-
vidadas pelo que pede-se a estas o favor de com-
parecerem antes da hora marcada para a sessie
litteraria e musical, afirm de term tempo de assig-
nar o honroso livro.
Desde as 5 horas da tarde do mesmo dia es-
S tar. exposto no pavilhao do jardim do campo das
Princezas o mesmo album corn o seguinte offere-
cimento :
Pernambuco ao Ceard livre, 25 de marco de
1884-e que sera assignado par todas as pessoas
que se regosijarem polo grande acontecimento.
1 SOCIEDADES CONVIDADAS
*?. Tendo a commissao de convidar todas as socie-
dades desta capital, de quem espera todo apoio
Spos'sivel, resolve desde ja inscrever cada uma
d'ellas no alto de uma pagma do LIVRO DE OU-
ro, onde os membros de suas commissoes deve-
rao assignar na occasiao marcada neste pro-
8"i gramma.
LIBERTA(OES
SA commissao promovera o ,maior numero que
S for possivel de liherdades, sendo entregues as res-
pectivas cartas n'aquelle mesmo dia, por occasion
I, de abrir-sc a assignatura do LIVRO DE OURO,
S. cnja la pagina serA reservada para os nomes dos
cidadaos que gratuitamente libertarem n'aquelle
dia os escravos que possuirem, e fizerem chegar ao
Sconhecimento da commission seu benemerito acto,
com as respectivas cartas competentemente lega-
lisadas.
FESTA NO JARDIM
Alemn da illumina*ao public e a giorno, lam-
padas electrical emprestarao a magia de sun luz
a apotheose do grande dia, desde As 6 1/2 horas da
Starde atW a termina'ao da festa que seri as 9 da
Snoite.
Bandeiras, flammulas, disticos commemorativos,
ornarao .o pavilhio do mesmo jardim, onde se acha-
rao as commissies, autoridades e em assentes re-
Sservados as senhoras.
?' Qaatro pandas de music, fogos de bengala, lan-
ternas a giorno, toncorrerao para o brilhantismo
da fiesta, que denominaremos NACIONAL, porque
6 e a glorificacao do p)rimeiro passo dado pelo Bra-
sil na send da verdadeira liberdade.
- APPELLO AOS CEARENSES
ICearn livre-c dever de honra de todo o Cea-
rensn verdadciramente patriots, nao possuir mais
'un so escravo. Por conseguinte aquelles que
quizerem houin pertencem, pedc a commissao o favor do communi-
car-lhes para que seus nomes fulgurem na nitidez
de uma das paginas do honrosissimo livro.
APPELLO AO PTUBLICO
A commissao pede aos generoaos habitantes
desta cidado, e especialnente aos da prama do
Ir" Conde d'Eu, rua da Imperatriz, Nova, Cabuga,
Primeiro do Marco e Imperador, que ornamentem
S: as varandas de suas casas e as illuminem duran-
: te a noite, concorrendo todos elles .com as suns
presencas e as de suas familas para a feicao ver-
S" dadeiramente popular quo a mesma commission
deseja dmr a dita festa.
GRATIDAO


A eommissao agradece desde jA o bom acolhi-
mento que tcve das Exmas. senhoras e cavalleiros
que fazem parte da sessao litteraria e musical
b3m como ao Sr. Euclides Fonseca por se prestar
a fazer executar o preludio de Leoaor, o hymno

COIIERCIO

Praea do Recife, 21 de marco
de 1884
As tres horas da tarde
Cotaes offciaes
Ca-nbio sabre o Rio Grande do Sul, 60 d/v. corn
1 5T8 0,0 de desconto, hontem.
Cambio sobre Londres. 90 div. 21 314 d. por 15,
honlem.


Na hora da bolsa


OXffereceram
20 apolices provinciaes de
Sjuros de 7 010 ao anno. de


1:0003000


Vender


Comprar


1:0305 1:025;
F J. de Oliveira Bodrigues,
President.
Antonie M. Amorim Junior,
Secretario.


RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez de marco de 1884
DEGaA=De 1 a 20 758:7555b77
doem de 21 32:3395771
791:095/348


iomAt=fDe 1 a 20
n do 21


wo Psovic[AT.-De 1 a 20
m de 21


66:19SA923
l.T675063
67:868A986'
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39, dcfronte do DIARIO DE PER.
NAMBUCO, onde dA consultas das 10
as 2 horas da tarde.

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Pode ser procurado a qualquer hora do dia ou da
noite, prestando-se aos chamados fora da cidade
corn toda a promptidio. Pratica operacoes.
Da consultas das 6 ais 9 horas da manha e das
3 As 5 da tarde.
Rua, Nova n. 45, lo andar.

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Do Dr. Sabino
43-Rua do BarAo da Victoria--43
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Continua a dar consultas das 11 As 2 horas da
tarde, em seu antigo consultorio, 4 rua Larga do
pa no dia 21 do comrrente, e consignado a Adamson
Howie & C., manifesto:
Amostras 26 volumes a di-iersos. Atmas 4 cai-
xas a Monhard Mettler & C., 1 a Antonio Duarte
Carneiro Vianna, 5 a Otto Bohres, successor.
Batatas 100 caixas a Augusto Labille.
Chaplos 4 caixas a J. C. Levy & C., 1 i ordem,
1 a A. Pereira da Silva.
Ferraeens 1 caixa a Miranda & Souza, 1 a Ga-
mes de Mattos Irmaos.
Manteiga 15 barris e 201/2 ditos a ordem, 10 e
30 a A. A. de Souza Aguiar, 23 e 50 a Fraga Ro-
cha & C., 14 e 30 a Fernandes & Irmao, 25 e 50
a H. Burle & C. Mercadorias diversas 28 caixas
A ordem, 1 a A. Duarte Carneiro Vianna, 2 a W:
Hood, 1 a Gomes de &Iattos Irmaos, 1 9 A. Perei-
ra da Silva, 1 a J. Krause & C., Ia J. E. Purcell,,
1 a Reed Bowen & C. Meias 1 caixa a Luiz An-
tonio Siqueira.
Queijos 13 caixas a Domingos Ferreira di Sil-
va & C., 13 a Jobo F. d'Almeida.
Rolhas 2 fardos a Faria, Sobrinho & C.
Tecidos diversos 16 volumes a D. P. Wild & C.,
85 a Cramer Frey & C., I a Francisco de Azeve--
do & C., 7 a Olintho Jardim & C., 75 a Rodrigues
Lima & C., 32 a Machado & Pereira, 12 a Lourei-
ro Maia & C., 17 a A. Vieira & C, 1 aos consig-
natarios, 127 a Luiz Antonio Siqueira, 87 a Mo-
nhard Mettlder & C., 3 a IL Burle & C., 56ai Ber-
net & C., 7 a Gonages Irnuo & C., $ a Azevedo
Capo & C., 7 a A radeLopes & C., 5 a Ago-
tidue Santos &C., 5 aAlbino Amorim d C., 2 k
ordem, 6 a Olinto Jardun 0.C.


Lg"ar nt-ci na Am
umeema data, e consignfM
Xarioe 187,650 kilo


do de Pelotas na
& Reronde, ma-


28'deaaegste-Mw-


cheAter


Gongaives & C., .r.iotar oe da fabri-
e Tigre, jidgam do 4 u d$ver prevei-ros
numeroses consunidores de se acrdit-
doe cigarNro, co*ta a especulacao ene
crqaescente d'aqu oesi de u prsctura ,t-p
os maeioe possteis e imposeivei para o0
abalo de sana caa(!)
Actuialmecte correm por abi uns cigar,
ros cujo papel tern o desenho de um bicwo,
mae um bicho cavilosamente preparado, e
que facilmente se confunde corn o m gre.
Assim que muitissimos apreciadores
dos nossos cigarros hao sido illudidos ptr
meia dasia de taverneiros que ainda
preferom aquells dos eossos, pelo facto
de serem mais baratos, e conseguintemen-
te inferiores, nao se lhes importando o es-
tomago e a bolsa do freguez, nem o cre-
dito de nossa marc.
Cautela, Srs. consunidores I Estudai
bemos tra9os do 7igre pars n o serdes
.nganados corn o tal bicho !


Amor Divino
Collegia especial para creanqas do sewo
masculine a rua da Imperatriz n. 82 diri-
gidopor D. Olympia Afra de Mendonsa.
0 ensino consta das- seguintes materials:
Portuguez.
Francez.
Inglez.
Geographia.
Arithmetica.
Historia Sagrada.
Historia do Brazil.
No collegio fallar-se-ha francez e inglez
Alem disto haverA desvelado cuidado na
direc lo moral e religious dos alumnos.
Recebem-se pensionistas meio-pensionis-
tas e externos.
As pessoas interessadas poderlo visitar
a casa das 9 horns da manhi as 11 e das
4 da tarde as 8.


Institute Dezenove d'Abril
Curso interno e externo
comprehendendo ensino primario
e secundario
SOB A DIRECIAO LITTERARIA DE

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aneiro.
0 corpo docent d'este collegio A do mais reco-
nhecido merito, o que prova corn o born aproveita-
mento das alumnas.
0 collegio recebe pensionistas, meio-pensionis-
tas e external.
A director,
Maria Coelho da Silva.

DESPACHOS DE EXPORTA9.O-
Em 20 de mareo de 1884
Para o exterior
---To vapor inglez Chancellor, earregou :
Para Liverpool, F. G. Torres 300 saccos corn
22,500 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Glensila, carregou :
Para Liverpool, Cardoso & Irimo 2,000 saccos
comn 150,000 kilos de assucar maseavado.
Na barca portugueza .* iramar, earregou:
Para o Porto; Maia & Rezende 64 couros espi-
chados corn 448 kilos.
No pataeho allemao Anna, carregou:
Par a Montevideo, Amnorim Iymao & C. 400
barricas corn 38,437 kilos de assucar branco, -
No vapor inglez Avon, carregou :
Para o Rio da Prata, Amorim Irmlios & C. 250
barricas corn 30,523 kilos de assuca- maseavado e
300 ditas corn 31,100 ditos de dito branco.
ar oa interior
No vapor francez Vile de Vicloria, carre-
gou :
Pars Santos, S. Guimaraes & C. 6O0 sacoos
corn 39,800 kilos de asucar branch e 700 dso
coin 42,000 ditos de dito.maseavado. -
Para o Rio de Janeiro, H. Burie & C. 400 ae.
cas cam 30,017 kilos de algodo. .
-No brnguounwioaol 1). Prrancisee, carrqgou:
Par o Par, J. M. Dies 250 brrieaA tsom
11,253 kilos de asueeat branco.
-.-No vapor nacional uoa, carreou :
a Prs MacAo E. C.Beltrio & IrMla 20 ba(tras
corn 2,269 kWoo de lfaus bO
,,3P w.Ae bm,.3 'A. 11i' I
Scaom 158 kiesdoawnearbraao *6wt Ocm


Collegio

bIslitlut Nazareno
Emidiana Roa de Soua Beaerra tern a honra
de communicar ao pubioo,. espeialmente o de
Nazareth, quo do dia 15 do corrente em diante
aehar-se-ha abort. naquefa eldade o sun colleglo
comrn o titulo acimu, exelusivamente para o sexo
femninino.
Prograukz
Ensino
Primelras lettrsa, trabalho de ag.lha, portuguez,
francez, inglez, geographic, historic, arithmetic,
eanto, piano e dasgs.
Promettendo esmerar-se no field cumprimento de
de sons deveres, espera o concurso dos Srs, pals
de families.

(CLINI(CA
DO
Dr. Silva Ferreira
CIDADE DO CABO
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de, em sua residencia. chamados por escripto a
qualquer hora.

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dos tr]hos Decauville, levantamento de
plautas para colloca9o das linhas, etc.,
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ratriz n. 30, onde da consultas de 8 As (
10 horas da m unha e de 12 as 3 da tar-
Sde. Em outra qualquer hora do dia ou
da noite, sera encontrado A Praga do )
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Nias (antiga do Queimaao) n.5. 8Consultas da
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Chamados por escripto a qualquer hora do dia.:*

COLLEGI0O:
DA.
Immaculadla Concei ao

Para o sex0 femenin0
? (0 Pas u naih riho n, 3Q

As alas deste collegio abriraim-se no pin 10 de


sla20


Os siumnos meat*es da Escola Normal FlorianQ
Baptista do Oliveira, Francisco Guedes do Bar-
ros, Franciso Marques da T daee eJoaquim
da Costa Gaimaraes, uxiuomolpor acto da pre-
sidencia da provincia de 13 do corrente mez,
professores publicos effectivos, o 1e da eadeira
primaria de Abreu de Una, 20 da dc Caxoeiri-
nha de Caruaru, o 3- da de Olho d'Agua da On-
,a, e o 4 da de Santa Cruz de Taquaretinga,
deverao assumir o respective exercicio no prazo
de 60 diam, a contar das datas das nouaincs,
sob as penas da lei, o que se dedara de ordeu do
inspetor geral da instrueglo publiea.
SerQtaria da instmego publiea de Pernambu-
co, 18 de margo de 1884.-0 sceretario,
Pergentino S. de A. Galvio.

Edital n. 44


IdL

SEspeci idade Moleas does orgaos
{ a ,aav ...lhan. 8. Consul.
torie ma do Vigario n. 4, lofandar.
Tehipbone na residencies n. 90. Dito
no onsubtmorio n. 182.



I ONSULT"RIO

I edieo-eirurgie. dentari.

RUA DO BARXO DA VICTORIA
N. 52 2" ANDA
0 Dr. Joaquim Camara de volta de
a s v;gem a Europa, onde fez estudos
especiaes de molestias da boca ;, enear-
rega-se de qualquer trabalho de cirnr-
gia e prothese dentarias: extrahe den-
tes corn anestesia permeio de appare-
Ihos apropriados : obtura (chumba)
corn ournnplatins, cimento, corrige as
irregularidades dentarias, colloca den-
tea peloe proeeam mais aperfeigoados.
Consulta&
I De 10 horas da manha As 4 da tarde.


,xxxxxxxx--xxxxxxxx,
0eulista
l 0 Dr. Barreto Sampaio, medico ocu- n
list, ex-chefe de clinical do Dr. de Wee- N
ker, da consults A rua do BaraO da Vie-
toria n. 45, segundo andar, de 1 as 4 ho-
Sras da tarde, except nos domiagos e dias
santificados. Chamados em seu consultorio N
Sou em casa de sua residencia ,A rua de
SRiachuelo n. 17, canto da rua dos Pires, N
*xxxxxxxx--xxxxx xx


I CLINIC HOM(EOPATHICA


I{ DiR.TRISTAIO
SOs chamados devem ser dirigidos a sun
residencia, aonde da consultas das 7 As 9
Shores da manha.
N. I&-Ruaa da Unliao=-N. I I
OU PARA A
PHARMACIAN HOMCEOPATICA
II D" II
Dr. Sablno
j 47-zRuadoBardo da Victoria-47 \



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S Especialidades-febres, molestias das
crian~as, dos orgaos respiratorios e sy-
philis.
Presta-se a qualquer chamado para I
fora da capital.

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Todos os chamados devem ser dirigi-
Sdos A pharmnacia do Dr. Sabino,A rua do
I Barao da Victoria n. 43, onde se indica-
nr a sua residencia.



institotion frnpaiao tIe Domoiselles
Rua do Barao de Roria (anti-
ge do Sebo) us. 50 e 52
Mm. Adeur, dedicada ha dezeseis an-
DOS exclusivamente ao ensino, procurou
estudar minuciosamente quakes os dados
necessaries para a educagao regular das
crian~as do sexo feminino.
Actualmente, auxiliada por sua filha


Valentinas, servindo de base para a arremata.ao
a quantia de 2:000, valor dado a mesma casa,
unico bern deixado pelo fallecido Domingos Perei-
ra Lagos, cujo arrolamento se estd procedendo
por este juizo, A requerimendo de sua irman Anna
Franciseco Lagos Ferreira, e A requerimnento de
quem tambemn vai a pra;a sobredita casa.
E para que eheguc ao conhecimcnto de todos,
mandei passar o presented que serA affixado no lu-
gar do costume e publicado pela imiprensa.
Dado e passado n'esta cidade do Recife, aos IS
de marco de 1884. Eu, Manoel do Nascinento
Pontcs, escrivao o subserevi.
Adelino Antonio de Lima Freire.
0 cidadao Antonio Samndco de Lira e Mello
juiz de paz do 2' anno da fri./]wzia de
S. Jose do Recife, onC vrtnde da leci, etc.
Fago saber aos que o prescnte virem que no dia
29 do corrente, ao largo do Mercado n. 7, se hao
de arrematar por quem mais der, 14 porcos e 3
cabras, apprehendidos pelo fiscal, cuja arremata-
cAo tera lugar as 10 horas da mania do referido
dia 29, podendo os donos dos animaes, dentro do
prazo comparecerem, que pagando a multa, Ihes
ser-lo eutregues.
E para constar mandei passar o present. pars
ser affixado nos lugares do costume e publicados
pela imprensa.
Dado e passado nesta freguezia de S. Jose do
Recife aos 19 de margo do 1884.
Eu, J.os6 Gonualves .de Sa, escrivao de paz, es-
crevi.
S Antonio Samico de ILyra e Mello.

DEC RArfOES .

Irmrnudade do Senftmbor ona Jesus
do* kartyrst
De ordemnda mesa administrative dessa irmin-
dade, gommunico as autoridades e 'corpos consti-
tuidos desta eapitalassim ,oomo a todos os fieis,
que em virtude desa mudanua nao prevista do
tempo, duixou honteux de ter lugar a proeissao do
wesmo, senhor, send6ciUBNfltera Iugar hoje as
3 112 hora da 'tar ifa 22 de onar9o pe 84.
-0 tecetarla,-


ao serv9Q .de mosmo Arienal:
2 armanrios randoe de paino.
1 arua*o pOar& caroga.
2 eaixas pequenas de amarello.
4 ditas grades de dito.
9 calaa de panno cor de caf.&
9 sobrecasacos de panno dito,
80 eamas de ferro.
33 armaues para seilins.
9 bonets de panne.
4 jarras de madeira.
1 klosque de pinho.
1 mesa de amarello.
5Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 2 )dk
mareo de 1884.
0 secretario da junta,
Francisco Antonio de Oliveira e Silva.


ADMINISTRAQAO DOS CORREIOS DE Pl.Bt
NAMBUCO, 22 DE MAR(QO DE 1884.
Malas a expedir-se hoje
0 vapor inglez Avon, chegado da Europa,
parte hoje para o Rio de Janeiro, Santos, Monte.
vid6o e Buenos-Ayres, fechando o registro ao
meio dia, e as midas ordinarias a I hor da tarde.
0 administrator,
Aifaso do Rego Barros.


De ordem do him. Sr. inspector se faz public
que as 11 horas do dia 22 do corrente mez, serlo
veudidas em leillo no trapiche Conceigao, as mer-
cadorias abaixo declaradas :
Armazem n. 1
Marca FH em cima e S&C em baixo-Uma cai-
xa. n. 11, vinda do Havre no vapor francez Henry
IV, entrado em 8 de junho de 1883, contend o
seguinte : 2 camisas de tecidos de algodao cam
peitos do mesmo tecido, 6 mantas de tecido de al-
godao, pesando liquid 500 grammas, ; 1 duzia e
7 pares de meias de algodao nao especificadas,
compridas de mais de 20 cent. ; 2 duzias e 7 pares
de meias de algodio, nao especificadas, eompirdas
do mais de 20 cent. ; 2 duzias e 7 pares de meis
de algdxao nao especificadas, curtas de mais de
20 cent.; 10 pares de meias de algodao nao espeo
cificadas at6 20 cent. e 5 kilogrammas de chales
de algodao, ordinarios.
Armazem n. 2
Sem marca 47 bules machucados, ,vindos de
Liverpool no vapor inglez Cordova, entrado em 24
de dezembro de 1878.
Sem marea=Um sacco, idem idem, no vapor in-
glez Commander, idem, em 8 de marco de 1880,
contend dobradigas de ferro simples, pesando 127
kilogrammas.
Marca SPJ=8 chapasde fogao quebradas, idem
idem, no vapor inglez Warrior, entrado em 10 de
tevereiro de 1881.
Marca FPG==JUma caixa contend bravos de vi-
dro para lustre, quebrados, idem idem cm 20 de
main idem.
Marca Souza Basto Amorim & C.-Uma eaixa
vinda de Liverpool ne vapor inglez Memling, idem,
em 29 de agosto idem, contend amostras de chA.
Marea Francisco de Paula I enna-Tres garra-
fues quebrados, vindos de Liverpool no vapor in-
glez Orator, entrado em 3 de janeiro de 1883.
Marca ARS-Um amarrado, vindo de Liver-
pool no vapor inglez Lalande, entrado em 25 de ja-
neiro idem, contend 2 barras de ago, pesando 64
kilogrammas.
Marea JPM-Uma barrica n. 535, vinda de Li-
verpool no vapor inglez Warrior, entrado em 12
de junho idem, contend 363 kilogrammas liqui-
dos de panellas de ferro fundido estanhadas.
Armazem n. 3
Marca HN&C-Uma caixa n. 14, vinda de Ham-
burgo no navio allemao J. H. Jessemn, entrado em
9 idem idem, contend 6 quadros annuncios coin
molduras de madeira ordinaria c 3 1/2 kilogram-
mas de cartazes annuncios de duas cures.
Armazem n. 5
Marca 0 TEMPO Um pacote sem numero,
vindo de Liverpool no vapor inglez Lalalnde, en-
trado em 7 de marco de 1882, contend 280 gram -
mas de chapa de cobr ec suas ligas, assentada em
madeira.
Marca MC&C-45 grades, sem numero, vmindas
de Hamburgo no lugar dinamarquez Axel, idem
em 5 de julho idem, contend frascos de vidro es-
verdiado sem rolha e sem bocnca esmerilhada, pe-
sando liquid legal 2,900 kilogrammas.
Marca MC&C em cima e duas cruzes em baivo
-84 ditas, idem idem idem, corn o peso liquid
legal de 5,460 kilogrammas.
Armazem n. 7
Marca EMC-Uma pipa vazia, vinda no vapor
inglez Minho, entrado em junho de 1883.
Marca diamante WB em cima e TC em baixo
-Urma lata idem, no vapor inglez Tamnar, idem,
em 14 idem idem, contend 12 kilograminmas, peso
liquid legal, de tinta preparada a oleo para pin-
tura de casas.
Marca MJP-Dous barrios n. 143 e 144, idem no
vapor inglez Mariner, idem em 30 idem idem.
contend 330 kilogrammas, peso liquid legal de
oleo de linhaca impuro.
Marca GRC-Uma caixa vinda no vapor inglcz
Alice, entrado em 28 idem idem, contend 10 ki-
logrammas de cartoes annuncios de duas acres.
Marca AGUIAR-Uma dita, idem idem, con-
tendo 10 kilogrammas de cartazes annuncios de 2
cores.
Armazem de bagagem
Marca WVm. Tomphson-Um pacote sem nume-
ro, vindo de Liverpool no vapor inglez Gasscndi,
entrado em 18 de maio de 1883, contend 4 1/2 ki-
logrammas de roupa feita, nao classificada, de ca-
semira de la singela.
Marca diamante BB dentro Uma caixa n.
157/162, idem idem idem, contend 3 1/2 kilogram-
mas de lencos de morim estampado.
Marca Joaquim Luiz Teixeira-Um pacote n.
524, vinda do Southampton no vapor inglez Der-
went, idem em 21 idem idem, contend amostras
de fustiio de algodao em retalhos.
3, secaiio da Alfandega do Pernambuco, 19 do
marco de 1884,
0 chcff,
Cicero B. de Melto.
0 Dr. Adelin9 Antonio de Lana Ercire, official da
imperial ordem da Rosa, juiz de direito privatico
de orpThads e ausentes da comne:rca do Recile e sea
termo, ein Pernambnico, por S. 31. o Imperador
o St. D. Pedro 1I, etc.
Faco saber nos quo o present edital virem e
d'elle noticia tivererm, que no dia 24 do corrente
mez, depois d'este juizo, na respective sala, irA a
praca por vcnda, pard ser arrcmatada por quem
mais dcr, uma casa terrea n. 28, a run de Lomas


nha, a arrematacao do encanamento, deposit.
d'aguta e outros complementares no quartel das
Cinco Pontas, orcados em 2:5304403.
0 1 cadt' 20 sargento amanuense,
Sebastio C. Lacerda de Ahneida.

Santa Casa da ilisericordia do
Recire
Tendo a lllma. junta adnministrativa resolvido
mandar admittir no collegio das orphas, em cujo
quadro se achavam inscriptas, segundo a ordemn
das respectivas datas, as menores cnstantes da.
seguinte relacao, por esta secretaria se convida
aos parents c protectores das referidas menores..
para que venham solicitar do mordomo de mez,
qu e e o him. Sr. Dr. Alexandre de Souza Pereira
do Carmo, acompetente ordem para a admissao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de marco de 1884.-O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Relacao das menores que vwio ser admittidas-
ho collegio das orphas.
Maria, filha de Emilia Maria da Silva Ven-
1 tura.
Avelina, filha de Maria Candida do Nasci-
2 mento.
3 Joanna, afilhada de Maria Benedicta da on-
ceiao.
4 Saturnina, filha de Francisca Paula do Espi-
rito Santo.
5 Francisca, dita de dita dita.
6 Carolina, filha de Maria Josephina da Silva.
7 Virginia, filha de Virginia Candida de Mene-
zes Lyra.
8 Ambrosina, dita de dita dita.
9 Feljeiana, filha de Joaquina Maria.
10 Adelaide, filha de Theodora Pompilia de Me.-
deiros.
11 Maria, aflhada deFelieidade Maria Esmenia.
12 Joannh, fiiha de Rosa Juetitank de Araujo.
13 tomalina, filha delgnz Toeixeira Cavalcante
1A Trf1-^;^ ARdita difl. ':


D. Jos6 Pereira da Silva Barros por Merce
de Deus e da Santa SA Apostolica, Bispo
de Olinda, do Conselho de S. M.|o Im-
perador etc., '
Aos Revms, Conegos e todos os sacerdote3 seuen-
lares desse nosso bispado, saifide e paz no Senhor.
Como presentemente esteja vaga a cadeira da
dignidade de Thesoureiro-m6r da nossa santa
Igreja Cathedral, por morte natural do respective
possuidor conego Firmino de Mello Az-io, pomos
a .oneurso polo present Edital a referidaCadeira.
Os Revms. Conegos da nossa Cathedral deo Olin-
da e sacerdotes seculares, que quizerem se oppor
a essa cadeira, apresentem.se dentro do prazo 4e
trinta dias, A cantar desta dais, comn os seus re-
querimentas instruidos das habilita5es exigidas
pela legislacio, que rege a inateria, mais documen-
tos em seu favor, e certid5es de vita et moribus.
E feito o concurso proporemos a S. M. o Imperador
trez dos mais benemeritos e dignos conform os
Sagrados Canones, Cone. Trid. e outras disposi-
goes.
Dado e passado, no Palacio Episcopal da Sole-
dade, aos 21 de marco de 1884.
Eu padre Valeriano d'Alleluia Correia, escrivao.
da Camara Ecclesiastica, que o escrevi.
Jo.), Bispo Diecesano.
Companhia

FrrQO Coril go Priamilbco
BllhIetes de passagens
Para ultimar-se o resgate dos bilhetes de pas-
sageiros d'esta companhia, ainda em circulaao,
roga-se aos possuidorse dos mesmos se sirvam de
trazel-os ao troco por dinheiro no escriptorio d'es-
ta companhia a rua do Barao do Triumpho, das
10 horas da manhA is 3 horas da tarde.
Continuam, outrosimn, a screm os mesmos bilbhe-
tes recebidos nos carros cm pagamento de pa.sa-
gens.
Marco, 13 de 1884.
G. A. Sclmn't,
Gerente.

Consulato Provicial
Pela 1 eecao se faz sciente aos senhorcs in-
teressados que segundo a ordemdo Sr. Dr. ins-
pector do Thcsouro, foi prorogado ate o dia 31 do
corrente mez o prazo concedido para pagamento,
livre de multa, das annunidades e mais serviqos
feitos pela companhia Recife Drainage, corn re-
laqito o 10 semestre do exercicio eorrcnte de
1883-84. Recife, 17 de mareo de 1884.
Horacio Peregrino.

Irmandade da Senhora Sant'Anna

da igreja da Madre de Deus
Meca revedora
De ordem do irmao provedor interino convido a
todos os irmnaos desta irinandade para comparece-
rem no consisterio da inmc-sina, domingo, 23 do cor-
rente, ao meio dia, afirnm de cm mesa regedora dar
posse ao novo provedor eleito.
Recife, 19 de marqo de 1884.
0 escrivao interino,
Jose Vicente de Lira.

i taC an sla 1isoricorflia io Rdffto
Arrenda-se por um A tries annos os armazens
as. 16 c 18 A rua da Senzalla-velha, A razAo de
360$ annuaes cada umn ; a tratar na secretaria da
mesma Santa Casa.
Tendo sido ainnul'ada em sessao da Camara
Municipal de 19 do corrente a arrematacao cos
concertos a executar-se na estrada do Ambole na
importancia de 2:078,3(h0, foi deliberado que se
chamasse concurrentcs par? referida obra a equal
tern de ir a piaqa no dia 26 do mez corrente, As
11 horns, na porta da sala das sessues.
Paco da Camara Municipal do Recife, 20 de
marco de 1884.
Jos Crandido de Moraes,
Presideute.
Pedro Gcod'ano de Rati. e Silva.

RGCO1I 0riOam (1 PfrnamllI CO
Imposto de Indunstrias e pro-
fissues
O administrator da recchedoria faz public, que
so estA p-occdendo por csta reparticao a cobranqa
livre de multa, do imposto de industries c profis-
sies, relative ao 12o semestre do corrente exerci-
cio de 18'J-84.
Recebedoria, 14 de Marco de 1884.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo.

Obras militares
De order do engenhemro encarregado das obrus
militares, estA aberta a concurrencia para se pro-
ceder no dia 24 do corrente, As 11 horns da ma-


Mile. Alice, que, durante dous annos de
residencia em Paris, entregou-se ao estudo
das materials, especiaes a educaga'o das
meninas, observando cuidadosamente s
organisaglo dos estabelecimentos e sys.
tema de ensino, resolve abrir um institnto
onde os Srs. pais de familiar poder'-o encon-
trar todos os elements necessarios para
dar urma complete educag9o as suas filhas.
No institute, que recebera alumnus in-
ternas,.semi-internas e externas, seri falla-
da a lingua franceza.
,O curso de educa9'io sera constituido
pelas seguintes materials :
Instrucao religiosa nortuguez musi-
ca e piano-arithmetica-francez -inglez
-geographia historia-desenho e tra-
balhos de agulha.
Os trabalhos comegam no din 4 de feve-
reiro proximo future.
Os trahalhos comegaram no dia 4 de fe-
vereiro.
MOVIAIENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 21
Southamptom por Bordeaux-21 dias, vapor in-
gi(z Avon de 1,417 toneladas, commandante
HusiHps, equipagem 58, eirga varios generous;
a Adamson Ho&ie & C. '"
Pelotas-26 dias, lugar national Amelia, de 182
toneladas, capitAo Jolo Fernandes Reis, equipa-
gem 9, car4gaxaque; a Maia & Rezende.
Have e escalai-1l8'Mias, vapor francet Ville de
Victoria, d.l,7A7tNone s eoima ndante E.
Fontaine, eqUip i, ,earga4ri' generos;
Santos-14 dias, a gzJura, de 348 to-
neladae, capiitz e'0 !,, equipagem 7,
emlastro; a ordem. ... .
Sahidos fo m nuo dia
New-York por escalas apr ingles Portuense,
commandante Frd carga various generous


": edq do LnwAo para Macei6 a barca no-
,4c jaoapito J. Obregards, em las-


VA^O... RES ESPERADOS
Reiance de New-pert-News a 24
Ceard daEuropa a 25
Fi"naae dosul s %.25
Tag us d a Europa a 26
Card donorte 26
Baa do sul a 27
Guaaia w do &l a 29

















eosinhaie
de S. Pe-


On^rmidad eoam o art. 65 do regulsmn-en
mert i tranqueado este eetabeleoimento L -a um-
ore visitante das 11 horag da mmah-i s da
tarde no die 25 do eorrente, 14* auiveasrio da
naugurco Aylo deamedicidade, 2Ademr-
Sde 1884.- det,
Justino o16 de Sona Camnpo.

Assciio lenelcelte Parai

De ordem do Sr. presideate, eonvido a todos os
jocioe pare comparceorem a sessao extraordinaria
4 ;, o dia 22 do corrente, i 5 horses da tarde, A tra-
vessa dos Expostos n. 18, 2 andar. Recife, 19
de margo do 84.-0 10 secretario,
Olintho Victor.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe, fa
public que, em virtude de ordem do Exm. Sr.
desembargador president da provinoia, vai em
pra no dia 27 do eorrente, ao melo dia, a obra
dos reparos urgentes da ponte da rua da Aurora,
na imiportancia de 2:0934.
0 oreamento e mais condioes do contrato se
acham nests secretaria pare serem examinados
pelos pretendentes.
Secretaria da regartivAo das obras publicas, 19
de marco de 1884.- 0 official,
Jolo Joaquim de Siqueira Varejio.
Cenfraria do Senhor Bom Jesus
da Via.Sacra da igreja da
Santa Cruz
De ordem da mesa regedora desta confraria,
eonvido a todos os nossos carissimos irmnaos para
cemparecerem em nosso consistorio revestidos
corn seus habitos, no dia 23 do corrente, is 3
boras da tarde, afim de acompanharmos a procis-
alo do Senhor dos Afflictos, pare a qual fomos
convidados pela irmanilade do Senhor Bernm Jesus
das Dorem da igreja de S. Goncalo.
S Consistorio da confraria do Senhor Born Jesus
da Via-Sacra, 20 de mareo de 84.
Gouveia Cordeiro
Escrivio.
Arremataiao
Terai lngar no dia 26 do corrente, depois da
audiencia do Dr. juiz substitute do civel a arrema-
ta.lo dos bens penhorados a Thiago Victor Pe-
reira, que deixou de ter lugar hontem, como fora
annunciada. Recife, 20 de margo de 84.
S0 escrivio,
Antonio Borges Leal.


EARITIIOS
COMPANHIA PERNAMUCANA
DE
Navegae:o Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahybo, Natal, MacAo, Mossord,
Aracaty, Ceard, e Camocim
Segue no dia22 do cor-
rents o vapor Ipojuca,
conmuandante Santos,
As 5 horas da tarde.
Recebe carga atW o
Encommrndas, passagens e dinheiro a free ate
- .. As 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana n. 12.

PImr Lisbea o PoNo
Vai segnir brevemente a baica portugueza M-
ramar, que ja tern part da carga engajada, re-
oebendo o rest a frete barato: A tratar com o
censignatario Francisco Ribeira Pinto Guima-
race, a rua do Brimn n. 96.
COMPANHIA PEUNAnHUCANA
DE
Navegapio Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
MaceiS, Penedo, Aracajui, Estancia e
Bahia
0vapor S. Franeisco,
l a commandante Telles,
~seguirA no dia 27 do
coret, As 5 horas da
Reeebe carga at o
dia 26.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete ate
as 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambu-
eana n. 12


Companakia Braslleira de Nave-
gaI-o a Vapor
SPORTO DO NOTE
:, 0 Taper
Bahia
Commandante Silverio Antnio doa Silva
E' esperdo dos ports do
sul ate o die 26 do corrente
oeegmiradepois da demo-
a M ar ie4 para os
Sport note at Ma-
Pox& 1a, '1.a: eeeend4eal es e valors,.
44 RUr DO COMMERCIO- 44


PORTOS


N.8 -8


O VoAPOR
nee


E' esperAedo e, pott. "do:
Sul sodie$5 do mn*s es
*^g~iRJH|^^ epois da daemora1 necessaria


New-Yoirk
Receberd esta viagens carga para o e a*
Paraearg, passagens, eoneommendas, tracta-
se com os
AGENT&
Henry hrser & C.
N. 8 RUADOCOMMERCIO- N. 8
1. andar
Pelos vapores desta companhia .dAo-se passa-
gens pare Liverpool ao prego de 200 dollars ; o
passageire desenmbarendo em New-York tern ga-
rantia a passages pare Liverpoolf quando Ihe ap-
prouverpor yapores de la ordm.

ROYAL IAIL STEAl PACKET
COiPANY


Grande reduccaLo nos preeom
passages
O PAQUETE A VAPOR

Tagus


da


E' esperado daEuropa no dia
jIMII\ M 25 ou 26 do corrente, seguin-
"fj3.aL 1 ~do depois da demora nees-
sarm pare
Balhia, Rio de Janeiro e Santos
Pare passagens, fretes, etc., tracta-se ccm os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
S-Rua do Commerelo-3
Passages para a Europa podem ser toma-
das na ida dos vapores para o sul
Ilinerario


Sahida
Chegada
a-






Sahida
a




'a
Cbgadu.i
ft


Southampton
Bordeaux
Vigo
Lisboa
S. Vicente
Pernambuco
Macei6
Baehia
Rio de Janeiro
Santos
Montevideo
Buenos-Ayres
Buenos -Ayres
Montevideo
Santos
Rio de Janeiro
Bahia
Macei6
Pernambuco
S. Vicente


Lisboa
Vigo
Southampten


24
27
29
*
& 10
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12
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5
6




I.


1
4


19

25
27
2
4.
15
17
24
27
28
29

11
15


So tocara paratomar carvao.
II QIiwnorikr1Dia~IhD

DamnpfschiTfahrts-GeselI aft
0 PAQUETE A VAPOR
Ceara
SEspera-ae da Eu-
ropa e porto3 do
norte no dia 25
do corrente, se-
guindo epois da
demora neowesaria- para
Sahia
Para pasmagens, frete, etc., tracta-se com os
agents.
Borstelmann & C.
RIJADOVIGARIO N. 3

Para
^f A barsca brasileira D. Clara
^Wr 3 segue cow brevidade. Reeheo urn
Breeto de earga a frete baras s; a
1tratar no eseriptorio de ittar
B Irmaos& C., A rua da Cru a. 14

LEILOES
LeiLo0



No trapiehe Conceivao
Sabbao, 22 do cori~0te
A's 1:9borM
0 agent Alfredo Guimarie levari A lillo as
mercadorias conforme o edital do [lmb. Sr. inspec-
tor da Alfandega no dia aecima dito.
Ultimo leilao
Da rmeo onvidraeda, fiteiros, balcAo (tudo
de amareflo) eueamento e registro do gaz, 2 bi-
lhMu>mw~ovo rahi verde, eneros de estiva. mffqis.


0 tgente Alfivdo Gv
mandk e awse" d
vedoris e a requneivientfl
tauinte os bens perte'.
dito anoea A-guto d
da loja de etline a rue

Lei
Da arnacAo balcio, cofi
dieiros, selius, colxoes,
fazendas pam eolxe
sapatos d different
magoe para selins, Oe
commoda, relogios, Oca
oUtros objeetos.
Seguda-feira,
A's 11
Na loja de seleiro
0 agent
A.Ifrefl I
levari a leilLa a loia 4
mandado e assistencia
provedoria os bens pertei
gos Joaquitn Ribeiro 801

Lei
Da taverna sita
m oe a vontad
Emn lotes a voad


Pam par 'A4p e 3 oonchs,
:'4Wro its, 1 en l eom brilhante, I
idiiH~^urQde lei, 2 moedade ouro cm
oo, a .imptacia de 7,587-1 volta de trancellm, 2 moedinhas, 3pa
2 oedihas 3pa-
r" esdoresetas. o 1tet& 4wor~4e lei.
m-eomeomoon-ioW 7,588-1 afmte dieoe ,M`coml n, 1 corren-
_______________ : rexaiteoen uMedalha pa relogio e 1 trance-
i. liraour*de We. -.
7,589-1 annel de onro comn um brilhaate, 3 pa
rs de brinoa s e 5 botes, ouro de lei.
7,590 .-4 pthiofira 1. lorrente, 1,trancelun, 2 alfi-'
*l nolAetes, 1 anel, boto 1 medalha de ouro
e Sam$ de ki e I relgiodoro.
||'j::G: '7,592-1 aetde o bilbhante e 2 anneis,
e1 relogio denoro de tel.
M e rwiBUte 7y598--2anneis deo:ure con brilhiantes.
7t"0-2crzuaesdeOuro com brilhantes, 1 par de
aAS ia brincol e 2 anneis eom ditos 2 fios de pe-
Dr. rolesr.o 6 puei ; 1 trancelim, 1 rosario,
0. B4alSin, 2paresdbrine, 5 ditos de
P o t es oleto e e- rosets t 2n lbasde ou delei, 2alfi-
W e4ese xo do leiUio etes, par sbrincos e 1 dito de rosetas,
? Sr ioe to ouro do1 um 00z corn o Crueifieado, 2
paliteiro, 5 salvas, 9 caixas pars rap e 1I
AY-- copdepratade'lei, Boolheres par tirar
| ap peix e arro, 12 garfo, 12 cabos de
ltao facas, 2. olheres e 1 par de trinchantes de
prata baix. -
iP, earteira, mochos, can- 7,603-6 volta deorz, 1 traceliI, 1 cruz, 2 pul-
i arreioss, lna para cama, seiras, 7 alfntes, 4 pares de brincos, 3 di-
0, bor eguins, tamancos, tos de rosetas, 1 mnedalha, 2 crucifixos, ou-
qualidades, chicotes, ar- ro de leL
una pare easal, marquess 7,605-1 par de rosetas de ouro corn brilhantes.
leiras, trens de cosinha e 7,606-1 pulseirs deouro de lei.
7,614-1 caixa para rape, ouro de lei.
2J4 do A MenteJ 7,619-1 cordao, uns olhos em ouro, 1 roseta e 1
24 0 ibotaoedeeurodo del .
hloram. 7,627-1 relogio de ouro.
aru Direitan. 56 7,628-2 correntes e 1 medalha para relogio, ou-
ro de lei.
7,631-2 castiees de prata de lei.
IJ18i.OS 7,637-1 relogio de ouro para senhora.
7,643-1 medalha e 1 par (o broncos, ouro de lei
de seleiro acima dito, Or 7,654--1 relogio de ouro de lei.
do Iiim. Sr. Dr. j-uida 7,664-2 Pulseiras, 2 voltas de ouro para senho-
neentes ao finado Domin- ra, 1 medalha, 1 corrente, 3 alfinetes, 1 cha-
ares, a-rua Direita n. 56. pa de ouro e 1 dedal de ouro de lei.
i- 7,665-1 Pulseira de ouro de lei.
S o 7,696-1 boto de ouro corn brilhante.
in 7,709-1 trancelim de onto de lei.
7,715-1 par de rosetas de outro corn brilhantes.
8,717-1 annel de ouro corn brilhante.
t rua Imperial 7720-1 volta de ouro, 1 par deo ineos, 1 dito de
s rozetas e 1 teteia ouro de lei ; 2 moedi-
!e dos compradores nhas em botoes e 6 colheres para chA, de


Quarla.feira,26 do corrente
A's I horas emponto
" 0 agent Alfredo Guimaries levarI a leilo a
taverna acima dita, por mandado e assistencia do
hIm. Sr. Dr.juiz de direito especial do commercio
e a requerimento de Dias Pinheire.

Monte de Soccorro de
Pernambueo

Leilao de joias
Este estabelecimento fari leilao no dia 3 de
abril proximo vindouro, por internmedio do agent
Martins, A rua do Commercio n. 48, As 11 horas da
manhia, dos objects que nio forem zresgatados att
A vespera d'aquelle dia, coastantes das seguintes
cautellas.
Os objectos estarao expestos nos tres dias ante-
riores A apreciagao dos pieteedentes-
7,017-1 re.ozio de ouro.
7,133-1 -volta de ouro, 1 maedalha, I1 trancelim, 1
cruz ourO de lei.
7,143.-1 traneelim, 1 medalha, 1 par de brincos e
1 eruz, ouro de lei, 1 cordao de ouro baixo.
7,146-1 corrente e medalha, par relogio, ouro
de lei.
7,161-1 pulseia, 1 medalhao e 1 par de brincos,
ouro de lei ; 2.salvaa de prata de lei.
7,162-1 pulseira, 1 alfinete, 1 par de rozetas de
ouro corn brilhantes e 1 cruem corn ditos.
7,176-1 medalha, 1 par de brinces e 2 anneis,
onro de lei.
7,192-1 par de rozetas de ouro, cravejadas de
brilhantes pequenos.
7,209-1 alfinete de oturo corn brilhantes.
7,215-1 par de rozetas de ouro, corn brilhantes.
7,219-1 trancelim e 1 moedinha corn laco, ouro
de lei.
7,233-1 annel de ouro, corn um brilhante, 1 dito
corn rubim e brilhantes.
7,257-1 trancelim e 1par de argolas, ouro de
lei.
7,264-1 pulseira e 2 anaeis, ouro de lei.
7,269-1 eruz de ouro, con brilhantes e 2 pulsei-
ras, ouro de lei.
7,275-26 .colheres, 3 ditas para peixe, sopa e ar-
roz, 12 garfos 12 cabos de piata, 1 pinca
para assucaree 1jar de trinchante, tudo de
pt-ta.
7,277-1 moeda de ouro corn laco e I annel corn
esmei-alda.
7,315-11 colheres para sopa e 12 para chia, prata


bamia. -
7,319-1 amel de ouro corn 1 brilhante.
7,327-3 pares de brincos, 1 dito de rozetas
anneia, ouro de lei; 1 alfinete, 1 par de
zetas e 1 cruz, oumo baixo ; 1 salva


e 2
ro-
de


prata.
7,345-2 aaeis de ouro corn dous brilhantes.
7,370-1 volta de trancelim, 1 par de hrincos, 2
peas -de broncos, 1 asmel e I1 castio de figa,
ouro de Aei.
7,372-1 salva, 1 paliteiro, 2 colheres paca sopa e
assuear, e 17 colheres jar chia, de prata.
7,381-1 relogio, 'euro de lei.
7,383-1 botdo de ouro, corn brilhantes.
7,385-1 corrente medalha para relogio, auro de
lei.
7,398-1 caixa de ouro, para relogio.
7,406-1 pulseira deouro com brilhantes peque-,
nos e 1 eomonte.para relogio, ouro de lei,
,412-1 par de bobkes para pulss, ouro de lel.
7417-1 par de btive., 1 dite pana punheo e-
cordao, our he eiM.
7,428-1 annel eon t b hate psqIueno. 1 rosa-
rio, 1 core I ordei ,p do brIioos eJ.
cruz, ou mo p bA *
7,434-1 oirrc o p, i b |" 1 afi-
nets.e r'- A& leo:
7,43--l J4ik.
71,7-1 p%'mr I i Itunel
eom 1 it 1 t e &rode lei, 2 de
es.2 R d*l st e 1 annel de
Sour bs
76 2--lp re deo inoe d.
1,176-1 par do brlaim 4'A l c 3 aawisdf,


71477-,.
71487-


DO SUL


W, ra Gkeme, Pa-
mat"in '. i a*: ai* taor. '1


prata.
7723-1 pulseira e 1 alfinete, ouro de lei.
7725-1 cruz de ouro corn brilhantes.
7729-1 par de brincos de ouro eravejados de bri-
lhantes e diamantes, 1 pulseira, 1 alfnete e
1 par de rozetas, ouro de lei.
7730-1 annel ouro de lei, 1 cordao ouro baixo.
7734-1 volta de cordio, 1 par de brincos, 2 ditos
de rozetas e 1 fivela, ouro de lei.
7752-1 corrente e medalha para relogio, 1 cor-
dio e 1 relogio, ouro de lei.
7754-1 corrente para relogio corn 2 teteas, ouro
de lei. .
7755-1 trancelim e 1 medalha pequena, ouro de
lei.
7764-1 annel corn brilhante.
7766-1 par de castigaes e 1 paliteiro, prata de
lei.
7785-1 relogio de ouro.
7787-1 corrente para relogio, ouro de lei.
7790-2anneis ouro de lei, 1 par de brincos e 1
anel cravejado de diamantes.
7797-1 relogio, ouro de lei.
7802-1 trancelim e 1 medalha, ouro de lei.
7803 1 alfinete de our corn brilhantes e esme-
ralda.
7812-- corrente e medalha para relogio, ouro de
lei.
7815-2 pulseiras, 1 volta de trancelim, I cruz, 2
pares de brincos e 1 cordao, ouro de lei.
7827-1 pulseira, 1 par de ro-eis e 1 aunel, ouro
de lei.
7837-1 traucelim, 1 volta de dito, 1 par de ro-
zetas, 1 medalha e 1 laco, ouro de lei.
7842-1 corrente e medalha para relogio, ouro de
lei.
7853-1 putscira, 2 traucelins, 2 voltas de dito,
2 alfiftetes, 2 pares dc brincos, 5 pa-es de
rozetas, 1 mrocdinha, 1 laco e 5 anameis, ou-
ro de lei ; 1 fio de contos de ouro, 2 alfine-
tcs, 4 pares de xrozetas, 1 medalha, 2 bo
toes, 1 ainnel e 1 dedal, ouro baixo.
7855---1 relogio de ouro.
7860-1 corrente dupla corn medalha para relo-
gio, 1 cruz, 2 alfinetes, ouro de lei.
7870-1 corrente para-.elogio e 1 medilha, ouro
de lei.
7861-1 annel de ouro corn 1 brilhante.
7879-4 corrente e medialha para relogio e 1 relo-
eg0o, ouro de lei.
7881---.1 annel de ouro corn brilhante, 1 par de
*kincos, 1 annel. :3 botues, 1 armatao de
eoculos, ouro de lei ; 5 moedinhas de ouro
S em bot5es.
6687--1 volta de traneUeim, ouro de leci.
7897,-1 .salva, prata de Jci.
7898-1 pulseira do ouro'corn brilhantes, 1 volta
de&ouro corn lago e medalha, ouro de lci.
78)9-1 affinete de ourcomrn brilhantes, ouro de
lei.
79.00-1 ptulseira, 1 alfinete e 1 par de broncos,
ouro de lei.
7901-1 par de brincos detodro corn brilhantes.
7910-2 pares de brincos, euro de lei.
7913-1 par de brincos, 1 medalha, 6 anneis, ou-
ro delei.
791-=1 carrente e medalha para relogio e 1 relo-
gio, ouro de lei.
R-eeife, 12 de marco de 18&4.
0 gereute,
Frawcisco Jo"2uim Peirct'a -nto.

AVISOS DIVERSOS

Aluga-se um grande sobratbo na Magdalena
(Chora Menino) (mde esteve o eallegio do Coraea.o
de Jesus, tendo agna, gaz, lustre e arandellas pars
o mesmo: a tractarama rua da Madre de Deus n. 5,
1 andar.
Alu-gaae o andar terreo do sobrado n. 36, a
rua do Duqume de Caiasi, o 40 do de n. 26, A mes-
ma rua o IP do de n. 25 a rua de Santa Rita, a
casa terres n. 77 a rua de S; Joao, o andar terreo
do sobra nM 24 a mrua do Aragbo, a easa corn so-
t&a e grandest .mmodos na segund a travessa a
rua do Prineipe a. 1 D e o sitio n. Ia rua da Hora
no Espinhoiro; a tractar na rua do Hospicio n. 32.
Preeisa-se de um feitor ; a tractor a rua da
Mahdre deDeus n. 38.
l Offoreco-no urn Benhore viuya, que tern
ta ne de 14 anne., para euxiiar os trabalhos
ue eaffIde fatmilia; queei quiser utilisar-ne
lqaeir a nunciar tiaranerpro-

I ^^^Srourer-so uina seBmhof e4 boa


abuarge" Antonio BwarqU ae 4e bau e saa
fa ia,imulther tip e7rpimos do deaembargador
Antoio Joqaulm Buarqune de Nazareth, falecido
no dia 17?do eorrente na cidade de Itamb6, man-
dam rear mi8ssa por sen eterno repguso, na ma-
triz da Boa-Vista, ais 8 horas do dia 24, setimno do
seu pauaameato, e eonvidam os seus parents,
migos e os dofinado para asslatirem a ease
aete .:,11:1 .11:,-1,;,. .; i i____


belecim
euredo.


es appaream ou mandemin
a, a ruadaa Aurora, onde


Aluga-se a easa n. 7 C, na 3 travessa do
Principle, corn 2 salas, 2 quartos, cosinha f6ra,
quintal e cacimba ; a tratar na rua do Atalho n.
7, oitio da eaixa d'aaa.
Vende-se uma armnagao propnria paa mo-
lhados, assim como garante-se a casa ao compra-
dor, pois a localidada torna-se recommendavel, a
rua nova de Santa Rita n. b : trata-se na rua de
Santo Amaro. a rua de Luiz do Rego n. 40, ou no


Furtaram de dentro da estribaria do enge- pateo da Peniaa n. 8.
nho Ypiranga, freguezia de Afogados, uma besta ________ _____
eardlo, sem ferro, fazendo a pritneira muda, tendo Traspassa-se o arrendamento do engenho
jA tamanho de animal grande, e signaes de ter Collegio, na freguezia da Luz, distant uma legoa
trabalhado em cangalba, tern frente aberta ; rO- da estagio de Tiuma, e tambem vende-se a safra
ga-se is autoridades ou quaesquer pessoas que a crcada para mais do 2,000 pacs. 0 motive que
apprehender, levem-na so mesmo engenho que forga o rendeiro a fazer tal negocio e estar pas-
seriA gratifieado. sando muito mal de sadde. 0 engenho tern pro-
O'pretv Elias que se diz fivre, apresente-e P pores para safrejar mais de 3,000 pacs annual-
ou alguem pot elle, no termo de mcu domicilio, mente, o melhor de assucar quanto 6 possivel:
que 6 na freguezia da Escada, para provar judi- quem pretender tal negocio, dirija-se ao miesmo
cialmente a sua liberdade, que cu o possuo 'A engenho, que acharA corn quem tratar.''
muitos annos e tenho titulo legal, polo qual o Henrique da Silva Moreira despede-se de
comprel, e nao comparecendo procurarei legal-tods os sus amigos, a quern nio pde fazel-o
mente preceded com o vigor da elt contra quom o pessoalmente, e offerece o seu fraco prestimo em
tiver occulto. Engenho Giquia, 17 de margo de Portugal, para onde se retira.
84.-Florismundo Marques Lins. -
Preeiqa-se de uma cosinheira ; a tratar na
Aluga-se uma grande casa em Santo Ama- ru- do Marquez de Otinda n. 8.
ro, rua Lembranca do Gomes n. 1, muito fresca, do ars d ra n8. '
corn grande sotao, cornm dous grandes quintaes Aluga-se a easa da rua Imperial n. 261
murados e corn boa penna d'agua ; a tratar na tondo arrnaeao e vende-se a mesma; a tatar na
rua da Imperatriz n. 32, 2o andar. msiesm a n. 236.


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EXPOSICAO
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A08 S NOSSOS tEGUEZES

OFF.RECEM

FRANCISCO GURGEL DO AMARAL & (L

N. 20-RUA 1 DE MARCO-N. 20

(CAA FILIAL AO LOUVIRE)
Aos seas amaveis freguezes e amigos, por mi barato preqo os seguintes artigos:
% c gorg-oroes pretos, desde 1..500 a 6C?000, o covado!
ricamnente enteitadas, para 35000, 45000 e 55'000, uma!
@ $g diagonaes e alcochoadas, a 2-5200, o covado; pechincha!
a de cures, a 25.200, o covado ; que man:i!
% ,% brancos, a 500 reis, o covado !
%% ,,? de quadros, fazenda inteiramente modern, a 320 reis,, o covado;
convmn aproveitar1
%VIN lisos e estampados, a 360 r6is, o covad,; 6 bcm borm!
%s'.. abainhados, a 24000, a duzia!
% i pardo liso, 360 ruis, o covado; que pechinha !
de cores, a 300 reis, o covado; aproveitem !
WINI de banhos de mar, feitos a capricho, por 85000, um!
S forradas, promptas para uso, a 3W000, umia I
V-% finissimas, para senhora, a 5,.000, a duzia!
% trausparente, final, a 35200, a pega!
&% preto, superior, a 1.200, o covado, aproveitem !
ARECL AM Em quantia de 1005000 para cima e sendo a compra
em pega faz-se desconto.'
Ha constantemente grande deposit de roupa feita para trabalhadores de campo,
e bemrn assim sortimento (le malas e bolsas de viagem, tudo, mais barato do que (m
oufra qualquer part.
N. 20-RUA" 1. DE MARCO--N. 20


.TY A


is, 1 So


LEVY
P. MAUJ
sdo pelto

.Ii' ENU


e electro-plate


JOSEPH KRAUSE a C.

Acabam de augmentar o seu ja bemn conhecidO
importance estabelecimento a rua to
de marro n. 6 corn mais
uim salao no to andar luxuosamente prepa.
rado e provido de upj exposi.


0o de obras de prala do Porto


dos mais afamados rabricantes do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Exmas. families, seOus nume-
rosos amigos e freguezes a visitarem
o seu estabelecimento, afirm de
apreciarem a grandeza e born gosto corn que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em ihonra
desta provincia.

Alh-E ABERTO DA87 A' 8 BA NOITH


f



'I





j
I,


AL mu -a Ara-m w a d i'


rjr JE


--r .


Tuai-daf1 ;
























,1 parsa i
polo rep
.to Auto
8 horas i


11'- ibrido '( aIdi^ S M
;&r icsar lhmaa ,MWA ^ a w lS
re7 112)orams- d dia u2i!oqi~es abNa.tiolo
repouso eterno d'siad pl".Os: Op ,fe I
amigos pto o uvd0,a, ., d ..
quvc3 o toso v dqI~-.' ..t <*.? j.**.''*.,;


Precisa-se de lAma, am pamra cosinhar; a tra-
t.i- n1i rua'estrcita do-Rosario n. 36, lo andar.
PreelaS-se
de urna criada ;. uruam da Soledade n. 50.
Caixeiro


a I. i tvlll It, (lite jtj Preua-se deun caixeiro con; bastante pratica
--,-I p ..-.+" ndi.s ; a tratar na ruaDnque'de Caxias
sadia, para analFit,,.( ..ro 52.__________
-iia eireanwa de ponco Aieta
g ~ f. ,icioa depam de polypra

tciupo, paga-se bern; '-,s d pera
Corii -tando-nos que effi breve sera oferecida
y e rlitOc I d eN|-llPpolvora corn a acreditada marca diamante e J no
no escrIiokWe 1L; .1 e ... 1,e". marca esta Lbem conhecida na provincia
TI i p" ,r isie 1 r s0e por lhngos e ao0 uma marea especial
Ja O S(e [ira. do Exnm.Sr. Barao de Bemfica, provenimos aos
ius__________________ Itisados que a verdadeira polvorat por n6s fa-
...... bricada traz nos bar'is umr elephante estampado
Ia si 0g ai o ci qal a polvora nuio 6 verdadeira.
I.l l. A ,IMII John mHall & Son
Londres.


B r a si ie i


1'reven~ao


-e-. 'ea y '- Jo,,,iii Fi'landes do Monte,- corn padaria na
k_._ -___i_ ______ _____ ico-zia do Ideeife, previne a seus freguezes e
.IF r c i, unTh( entregueiun cousa alaguma em seu
6t ,, I t 1
1"PNid41 .IOSe r ioulato Antonio, que so auscntou de
sua .,. (1-s o dia 19 do corrente, sem que
ITn>:. m TT : ,| ,its '. .. i ,v.- i, 1:o-v a pai, isso, usando a esperteza de-
;Ai 1, 4 d U ) 1,,,,, .Ds rc-ti,-ia de rieccec cr dinheiro do uin fre-
7>,h -,,r'- i'i sto iiI Motta deelra que as coOl- a --i t', r ca, le que nao prestou con-
-: ,,e ii.'^ i, ,'It u," 00 Joc3'i'Tuil -piei .- !- "I" si t1 7 i tomou.
L I) ; ';..i ll J .o ai. j cj o a "" "
-I .P-eml hr l ( ) ca jio" A an ,plor haralo
..... ...... (los .s 401 0 3 andares do sobrado 1 rua do
( "1 0 "- ,,.n o 1 1 ): I I e Ia I t o d o s c r e d o r e s (l te Iti l >
r esi,: .. .; );u c' cnlau ':-:: i ....., t>s reparados e piutados do novo
S,-, e ; c .,s ,creik quiv cu p"gue, cu, 1- Sta:!*-. comminodos p)ara familiar ; a tratar
I E:a R, ( to., ,Ia ( l, Ba)rb)sa c 0o- 1" ,los andares, Arua laraga do Rosario
i,:k, O:",) ,'- .it )..-4ii M c i.e pthie cuter ti> ___________________________-
y -tshtI'Oc>o ito. Oli;.la. 1. (Iie marco doe 81. 9*1
,,4 ,,e perdido
I T:.-.-":-,. ,'.ra do dia 9 pars 10 do correrite, de
i. : -.: k.:t,>C a'.l>, i',2 o;u 1 .... p l-, '! Voloa, um bote corn o nome Muriel,
.. ..s I ,' n' duas bandeiras na pr6a : quem
.... ,r-ci, nt. ; :. i "; ,t para o sitio onde morna o Sr.
o v ..,! der noticids delle alli ou no es-
iio "----~ -"'t 22I ". .. "..'--; c ']r IJU.IH, lp os-que-
-lA In. :. i rua do Commercio, seri recom-
.. .. ) i .,....... A>c r
: ; .- ... : i~; ^:I ;l n sai L0.,) '.I "E.Z L A li:
r-: ..... -'. t,... C. To eb..i:,. P ---" C. -" o .- ,-' 1' p-.,soas; na rua do Imperador n. 39,
S --.. .~ ia pcia travessa do Marquez do
| ; n ac ?* ;*-...
liv] I!E~i' i ( a _----- ___--------------- ______
AA EEL 1.

-. fj,:"-',o, tern s--,er : ra 20C. rs. c'iil", i I
Q re;1110). ;d 1 I
r-o4L tlIo.
S. '- 4:0009000
-- :* ... V ...... *: ," i:;'; i,) d, ii ^ ,; :i ::.2; atT:i^S? :TOZ;,, -; C ~tIA, AIRAN~FITIDO
... C Independen

.-, e 1. ns. 37 e 39
Z-I '-3, o in ,1 11',-n ;i. .. ,! Ii...: .... -i L "L; I (ti 0 I-a... W n '-ignado vendeu entire os seuns
.., ..r .lr t. i:,_ ..-;.i,;i..ii p;.r 1 .1 1- C ,.i : ,J ",garantidcos a sorte de 800.
-A 11:: ...:1t.. it e-, n 0 3,985, a de 2005 em 2
.... J 9- e uma ."100-5 em 2 quar-
-Illl U ) n. ,.t-."I o tra de (100, em 2 quartos
.r:" I).... -';:: l":iiv'. let Oa to;, os senm devo- n. .; o.ifns sorts de 32.,, 1G6 e 83,
do S- .iai ni C i]7a otis ate o fitij a;'o ma2' que se extrahio.
& ., cii i,:-. ; i)o. r ;o ]u tu it.carA s 1..1 sos possuidores A virem rece-
-'" .... t. cm-I p',i'r~i~ t proL-e-.'r"-Ta c oin';l.'l(;a jisdI- ] 1
^-_,; t f.>r eijl (!-( onPto agunm.
.............' v: h-);ixo assignado tern exposto A
*s e 'o as ;-;p felizes bilhetes garantidos da
U41URZ. eJ N-INO' f*3* ~s **
'-J ),; aieficio da igreja do Espirito
_-s t'-r:re(',) modieo urea e..c(TLllf' nt o Io -.
A-so) vrr"<,oinv icne ~ .oo ox c1 iROeiC.fa, que se extrahirA segunda-
.^*: .... ii.5 ca str;;<'''< T^-'a do )x'etrib'1 p -.-<- da ,
(,-, :..r ;'I,, : K tratar na r --; dd ( n c orrente.
1-- .r A. '. 10...,, "" on na r,,1" d-1 1r 1 :0 S, *Pre1 os
r" n. 47. *.:,:,e ii'teiro 4#000
.-......- ,, --- ----- --...., i -" 0 Ct f fr /r


1 1i U .


itO ii) -' J -i -: '", -[ -
4 *"i.: v'. : .tir ni ruia do (riuz n. 1,


0 U DEi1Il B in!iOLA
DE

SMIGUEL WOLFF &C
Offerecem ao respei-
|avel public um gran-
e e variadQ sortinien-

o de relogiosdos r
Areditados fabriean-
ese acham habili-
!vender mais

ViSto que, onro


2IU10
b r; "rto de
yinn^.oeaode.


elma
--"Gto inteiro

Q.artoo
Atstonio Auguisto d-s


1000
100#000 para


36500
14750
6875
Santos PnlO.


Ama
Precisa-se dc urna amia para engommar ; a tra-
tar na rua n Nova n. 5, 10 andar.
Attenato
Prccia-c de um n menino de 10 A 13 annos, para
vender, taboleiro, que dU flador de sua conduct ;
.. 3 S. Migael n. 5, em Afogados.

B-.. Onrsc-s ma l da

N1i 'iiitAiictna m-.8209o
'Quiper faMAinia 400,Qn
to aOldl0ll-tD ONW O




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*||^iBIH|'' PSRFUMES Pd1VTE.BONHEtVR
S ExtVaEt dp !aGOTt.OIPMSdoJap

PERFUMES EXQUISITOS
i H B6uqfl-AitMw --4 A4cyta du Bengalfc
Gy'doiia "doe Chine
SteDhania~drAfAfirali-
: ; eliotvope blane Gardm ia
Bouquet de 1'Amiti6-White ]Rose of Kezanlik Polyilor oriental
Brise.de Nicee- Bouquet de BReinu des PrQsieto.
L SE^EIeAS E DOG-ALIDAOE TR
EERCIAS, C.NCENTRAD 9. ( ermes'Q" ALAEWR


~PorLuzaariak, Pharixiacias e Uabe1Iox~ios i~#h~0TiCI.


N _' -" -
4'

VMIHHOuEEXTRIACTODE FiGADO
de BACALHAO de A. CHEVRIER
A f ft Lagiso de Hop, a Parmactutiow P Oaia-
Ws te VIWNO rve pam-.i -soas quo ndo podtem suppootar o ot)o de Sga&t
4 A bcalha., e posue todas as y.'cpriedadef d'este os i
OCda colhser V lmho-represenva urea colher do olio e ftgado dS iWe1.,e d 40. ;-
aer tomad&) nas tesmia doss a nos mesmos casos.
fTinp-9gas-e pois eontra a DebilidaAe, a Anemia. atChloro3iBs.o Ra.-Onc- -t
too*u a Eacrofula, etc., duraato a ooxvalencsft. i
SAO seuI peder regencrador indiscaUvel junta-esle VIM O urn goso t4 ^
Sqie sausfa, aoe paladares o mals decado.'. .-
c 0 extr4to -ie f ado de fb"aclAM e o 2es, -e e de C gubro d4 i?.6, 2,
*a afroTcao do AGA EEIA e KIEtIV, INA do PARIS .>
dgp vis dc ,s iwtsvei reiav.ior do d ,ir pro-uc6.or D-vergle ...
scOlre os- extractos de figado de i'u*alhao. v -i
v -~t .3 3E3POBIT O CE3K.AL ^'..^ s *
PAR1111 j4
% l~~ ~ii~


Usma colherada de
CHOCOLATE EM P6
-deluido em uma chicara de agua onu;
de leite fervendo, di um almost
agradavel, fortificante. saiutar e eco
Snomic~o.
CHOCOLATE EM P6.'
vende-se em latas cylindricas, en'. ol-
vidas n'um rotulo trazendo a assi-
gnatura de Ch. Delacre, Fornecedo"
do 1li. As summidades medical
.an fizera6 os mais lisongeiros elogios a
CHOCOLATE Em PO
'4
O DSPOSITO EM GASA DR
FRANc M. da SILVA & C-
i a em tidos os principles
fRMAZPNS DE MOLBAD0B
dCII
Peirfm buco




SSUSTAOLO"A
0 Ms aiiw lo so deve
d e npto < s.tar eomo
__vf. Arrdadeira


!' Ai ~~S~u" gIb~ftt M -B-firaaB


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F.j, 94 MW "WA-. Af -M SEM&0


)YPOPHOj3HITO

S OS XAROPES
IDE HYPOFHOSPFH"E,:
de Soda, de Cal e de Fcirs
W' Bmpregadi" corn tant- ex:c) r,?;"
rf trs a plt!. sica a o uoe-..~
taboarulaosas. venderr.se nicamtir.
|em frascos quadirados corn o noma f
,idoutor CHURn ILL, sbre o idro.
itr.b n iutluentc'a 4&s Hypophosphitr'2 3
S", to-ss: di,.ninT.-1, 0 ap petite au 5 n t'i :^
. forcas orin.o a vir, o, suore. 4,,
tturnos oessio, e o doer'te; gona &
.lben estar densiado. '
4OS h1po.phosphit.-s que lISr.,' -1 7;iaC. ..
ade fabric da Phra-l..cia SWA I, ,2.
rue Castigq ,one, ParLs. s4o o) unic7-
tconheci'/os e rw0e commentaado, 7Fiox
D' CH1 RCHILL. dutor da desco&ert'a "-nS
W.S, ropriedade m m,'ativas.
S rnco: 4 f.r. por Irasceo !mranZa.
Videm-ea aaa p-Rcnpaeu Phbaim-ctae,
0, -0. -. _- _- :---

APEPTONA
Sobaf6rmaaVINHO do PEPR CNA,
preparado por De'reane de Pars', 6 um
medicamento que jnuito contribue Ia*i faci-
Slitar as funcies to estomago, e regAlaiisa a
Sdigestio, unco n eio de favcrcer ntrimio
Sdo doente.
Semnumnero de expe 'entias feitas pelos
rmais afamados m 'dics da Parith outros
Sizes demonstrarama efft.A..iadaVINHO.
SDE PEPTONA DBE2RSKA; ua ia-
Spossibilidade ema que earabs de reprodzir
iodts as suns cartasi limiftaonaoa a vre-
SamBooar aru a carta dmid* ao 9e W-Misne,
po f ui ew n o n e a ina sao
-bem coahe .Ows an" mn medial.
Dizo fr Juliet aoS W Deframe:
j a8, a d29 doNw.rdoel88.IM
t Tem Ta o sto 30 de, Ihe NaWPBWat i W:-
tisfagio que tire oom a an m..toakelo..
b.i nsres:hado qua #ae.aki an MeW
c'os graves a ueatetiaenpregado. -
tl ,a'W pr L W"'
dnO xi ;'S c Stbd;|^imottei-
.d~ .., mL L~a^ tfi^(d{^


9 3Abaxo aaigna&.- eae nsqb,
'i ,i ~ Ove blhta os NAlotes sln^ segaintes: 2 qprtos o, cc0
10l,,- 1004
Dn,nq .a'.R M Gi i .... mWa, 32#,
1-64 e 8#, da loteria n. 22.
_NN Convida ao' poirsiidores a virem rece-
^sisS^ber sem 4egon4p, ,ia.-
' :Acham-se a Veiidl, os 4xtitur6sos bilhe-
? ;, B i gaaidoe da loteria n. a23em beneficio
da igreja do Espirito-Santo do Recife, que
se extrahirA na segunda-feira, 24 do cor-
rents.


Inteiro 4:00Q
welio *:to
4taaarto t:...0.0
Send qnamtidaad&i
a 100:0W00
Melo :I :O
SQuarto 8-o
Joaquim Pires da Silaa.



C1s 1 FDA1 4TUNAi
&os 4:00S-000


A' rua Prlmeiro de l Maro, on-
tr'ora rua doCrespo n. 23
S e casas do costume
0 abaixo' assignado tendo vondido nos
seus afortunados bil-tes. um quatro n.
,3985 com a sort' do 800.000, qua-re quar-
tos n. 2375 corn a sort de 100. e outras
sortes do 325000, 16#000 e 8.5000, da
k-teria (22.'), que se acabou de extrahir,
convida aps possuidores A virem reccber
aa conformidade do costumrne sern desconto
algum.
Aeham-se A. venda os seus afortunados
bilhetes garantidos da 1 1 .' part das loterias
a beneficio da igreja do Espirito-Santo do
Recife (23.'), que se extrahira nas gunda-
feira, 24 do corrente.
I' E COS


Inteiro
Mcio
Quarto
Em quantidade
Inteiro
IfI r-


45000
25000
15000
maeir doe 1006
3-$5500
1 '


4! s1 1


.I Ipf I.^Mait^ ^4
DEPOSIT GERAL .
f-SWRua Priuneiro de Rwa L
Rio de Janeiro
Unico eageteo em Pemambuwit"
AWAW$OW HOOVIE dt C,
N.---3 Rua do Commercio---N.--3'
A venda em todos as boticas e drogarmias.


Polvora propria para quebrar pedras; a tatar
Ao caes 22 de novembro, armazem da bola amda-
rella n. 36.
Aluga-se
o segundo andar da casa n. 7, a Passagem da
Magdalem.


Prectsa-se de umat ama para casa de familiar :
a tratar na rua da Uniio n. 17. _

Ao commercio


I ,!



! -


Os abaixo assignados declaram ao public e es-
peciahlinente ao e >rp commercial desta praga que
dissolveram amnigavelmnentea socied ide que tinham
na taverna A rua da Santa Craz n. 9, sob a fir-
ma social de Jose Domrningues & C., desde o dia 31
de janeiro do correate anno, sahindo o socio Joa-
quin Francisco da Costa pago e satisfeito do sea
capital c lucros e desonerado de toda e qualquer
responsabilidado, e o socio Jose Theotonio Do-
minigues flea coin a referida taverna, corn todo o
active c responsavel pelo passive. Recife, f4 de
mrirco de 84.
Jos6 Theotonio Domingues.
Joaquim Frnicisco da Costa.
Hf rllcnltllr aricmtor
Uln estrangeiro corn grande pratica em Paris
e outras cidades da Europa, offerece os seus ser-
viqos aqui ou em qualquer lugar ; assim como
prepare plants e desenhos para jardins, chalets,
kiosques, etc., fall francez, allemic, italiano e
portuguez, e tern pArtica para dirigir engenho ou
fazendas, p6de dar fiador A sua conduct ; carts
dirigida A Simnone Or0_ff caixat do correio n. 48,
Recife. \ -"
Cosiniheira
Preeisa-sec de u,-i boa cosinheira ; na rua Da-
qn, I" Caxia.s i. 52.
Modista


lelo \ ?ou Uma lnodista chegada recentemente da cyrte,
Qaarto 875 encarrega-se de enxovaes pIara Casatmentos, soi-
t11ano 3 lI Martins Fiusa. r-os c passctj)s, tudb oern perfeiTh c modicidade
t-de preos ; una run larga do Rvosario n. 26, tercei-
S i- IrB andiar.
1 '0 0 1-, d rn0nioo12A11 nns


A^s 4:^(N(GA09
B II
BIL' TIBOS

aaa eo Inig'oo cla Victoria n. 40
c ca~sis o co.Csttume


0 abaixq assi-'aado acaba de vender
em sous feizes bill']tes lln quarto de u.
,3)17 cn a sort* dbo ^ ti-it )i ), outro dite
de n. 1 ).N ) M1n a :rt-eO dO 2 iL-S ).)O), dons
quartos de n. .'2 coma a sort (e (1 ). 0)O,
e diversos prcmijos de ,2IKJO. I(-J)()0 c
8000.
0 mso ab;-ixo assi-nado convida aos
possuidorcs a virmn reccber n, cnafrini-
dade do co st' ,ni. s,-N, t Ste'nto1 ai:110n.
A,,l:am-SG ai ", .... [; o-> ichx-s b:i hetos
garauti.Ts d ; du 1; ; 1:w S .in toria :a. l)e-
elix'i,> dai ;i'ri^: ...^^In.i- ^ ; n lc
ci ( 2 ."-_ l -)'11 .. '.x -'- ira L tt '; i'.[:-
ftira, 24 Ido ci -.t .
i'REC0S
P)
I 4.y )uS


Intoiro
MeCioC
Quarto
Emn porero
Inteiro
M3eio


44()00
2,000
15000
de 1OO.00
eima
35500
1.5750
5875


Jo-o Joaquim da Costa Leite.


Precisa-se de um menino de 12 A 1f annos,
paira scrvir e cuminprar, para easi dc familiar na
ira da Aurorn n. 117. junto ao portao verde.
S-lar i!onmiiinaOes de festejos
Bal]voesiuuhos de papel de core- para verandas,
tIIrs, preens e jardins, por prices sern competen-
c:t. 1, aiuda deseontia-se. dc 10 A 20 OiO conformcine
a porciio ; na ru" Nova n. 16.
SAluffa-se mua sobrado de um andar e sotea e
1lja coin mun-ito.- granles comm)ldos para grande
fitmilin. apia encaiada. banheiro, bem pintada,
inuito fresca; na runa do Coronel Suassuna n. 278 ;
a tratar coia Jost Antonio Mair-'ics, no Chora
Menino. sitio da capella.
Aii,,a-sa a casa trcrra sits A rua de Luiz
do 1.', A n. 9 A. toern bi.Stamtes conimodos, quintal
- c.,Clliiba : treta-so em t-iitao Amaro, taverna
g;c;in e dai cs.iuiit oun, oiio jato da 1)enha n. 8.
Alht.,-ni-se niuna boa casa, c sito corn grades
cominflodo:. nirt Capungsa 41, rna d:is Pernambu-
c;lii;s : a tr.itar comn Jo.i6 Antonio Marques, no
Chlorr" Menimr, sitio da cap'slia.
N- V:d-se duosi biouis pedras de Lisbona
Para sacidias, corn 10 p;'lmoos de comprido sobre 5
(IL largura : no Chora Menino, sitio da capella.
p --r cnrique da Silva Morcira, retirando-se
para Europa, deixa, ficar coinme seu procurador o
M Iln. Sr. Antonio Nmunes da Cruz, eom quem tra-
Starito todans as pessoas que tivercmin negocios com
o miesmo. Recife. 20 de( marco de 84.
Aliuga-se
a.sala do detraz do 1 anldar do predio A ruan 10
de minar.o n. 18, muito propria part- escriptorio de
advogadc on consignatario die engenhos ; a tra-
Star na loja do mesmo preio.


U WILLINAS
NA

PRAVA DA INDEPENDNCIA---37 A 40


DEg



"Joaqi m da S. Carvalho &. C.

...o.. f c it lahc acba1 lo rfcoti er O asprcpBas

auaiak ci'nomiws ROj Do

Iifcceiie o pii flli; jib in 1itlf egosto


I^'.


T mais apixrados gosos

corn'pr',om-etfP\
a tender mais bar^p
do que em outra fial-
quer part.

Rla loOaMin 14


Precisa-se de urnma


1


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1


vkA A.B W ^ K .. La X aj y "- It^' X IL "


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.ie jI -E --.[,LHS 'iI" -,i '' IUEi

i ..pL. m- .~m~'


'.-.', -


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,a.



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T!A"-. Cf5IT1-


AlTIMI FORDI0 B O BCIIBTII t RILD. O 'DE 20 D B OE1883


COMPOSIC AO


a


DR


Firmino Candido de Figueireo

Empregado corn a maior efficacia no rheumatismo de quajuer uatureza,
em todas as molestias da pelle, nas leuchorrh6as
ou flores brancas, nos soffrimentos oceasionados pela impureza do sangue,
e finalmente nas differences f6rmas da syphili&


PROPAGADOR

Antonio Pereira da Cunha
M S~~r~i H..= o

Porque tornei-me propagador?.
Pr, vnL'D, que esta interrogagco ha de ser formulada, apresso-me em destruir quqaeAqerb .mngnas interpretaoes, quo por ventura
ai.,t..m nttribuir-lie os que virem corn estranheza figurar o meu me na propagaio do CijKvhdba.
I1,.,.s mnotivos principles determinaram o men procedimento: 0
Suu oUituralniente propenso a auxiliar qualquer industrial nova, unma vez que resulted do seu desenvolvimento qualquer benecio o
prospe'idade para o men pais.
Na minha quialidade de industrial entendo que ha nisto o cumprimento de um ever, principalmente quando se trata do urma inven-
gnO, que apov Turiu i-imc pr,,pagador para autainir ua uttiliima ivenodo.
Na minki qualidade de commerciante seria loucura atirar e.comprometter capitaes, que do future hio de constituir o patrimonio de
meu.- ti I is, para unicamnente gozar da satisfasgo intima do ser util a todos corn sacrificio de minha familiar.
Por isso julguei tambem do meu ever, ao mesmo tempo que punha A dlsposiqio dessa nova invenqio o rdteu aome, o moe credit
e os meus capitaes, contractor corn o illustre inventor, que correriamos socialmente a mesmas aorte.
r.'aii o contract de sociedade que nos prende a mini e ao illustre inventor.
Conseguintemente tornei-mr ainda propagador para explorar cemmrcWalmente esaa ivejido.
Do que se segue ver-se-ha a demonstrMaio do que acabo de affirmar.
Ha alguns annos, que o illustre Sr. Firmino Candido do Figuer.do, home de intelligencia pouoo comu umn, e de urna ao vidade
persistente, applicou-se ao estudo e investigate, qne demamn em resuulq oa descobrimento de uimn podetosismo medlcaaent osMtra
algumas enfermidades que tmn a sua sede na impureza do sangue. Depois de aturadas experlencias, que levaram-no 4a qa4i*r inaba-
lavel conviccAo da efficacia do seu medicamento, o Sr. F. Figaeiredo procurou obter os meiosde fazel-o conliecido e until.
Bateu a muitas portas e nenhama se Ihe abriu ; ate que sendo-me apresentado e especialmente recommendado pelo Exm. Sr;. 1Dr.
Josi Marianho Carneiro da Cunha, digno deputado A Assembla Geral, informei-me minuciosamente sobre as distinctas- qualidades do
Sr. F. Figueiredo, do seu character, da sua sisceridade e boa fN e especialmente acerca da sua oapacidade e do seu medicamento.
Fiz mais ainda: quiz eu mesmo fazer as experiencias, que jA tinham sido feitas pelo inventor.
A ppliquei o medicamento a diversas pessoas, e at W As de minha familiar, e eu mesmo experixentei-o.
0 resultado nado precise dizer que, que excedeu a miaha espectativa; basta, pra proval-o, o facto de associkr-me ao Sr. F. Figueiredo
e por inimediatamente a sua disposiqfo os recursos necessarios A propagaqio da sua deseoberta:
Tia difficuldade surgio: o inventor nao tinha um titulo official de sus capacidade, emifim n o 6 phawmaceutico, e muttos invejosos o
outri, tantos despeitados, posto que tituladospodefiam pretender'embaraal-o, antepondo-lhe as malhas da nossa official regular menta'o.
Ainda bern que a historic esti- cheia de nomes de inventories, que nunca tiveram titulos officials, reconhecendo ou presumindo oe
conhecimentos scientificos relatives a suns iuvenqoes. t -
E cntre n6s mesmo, quantas nuhtas vezds a tijai" domestica nao tern sido subscripta e adop$da 'pela sciencia dos Doutores ?
0 medicamento do Sr. F. Figueiredo produzira menos effeitos terapeuticos pelo fact de faltar-ihe ura particular de tmtura seient-
fica official? Entretanto para evitar conflicts e tirar aoB especuladores todo e qualquer pretexto, julgulei conveniente sajeitar a formula
do Caj'Arubiba ao illhstrado e criterioso exame dajuxta de Hygicne Rublica do Rio de, Janeiro, a qual concede a devida approvacao,
pelo que igualmente foi concedida a respective autorisaqdo per decreto imperial pars a manipulaqio e venda do referido medicamento.
A approvaAio da Junta de Hygiene serA bastante para impor respeito aos sectarios do officialinsmo.
Sendo o Cajurztuba um composto de products vegetaes, tendo por base o caj4 e a Jurubeba, products estes que tern de ser apro-
veitados em uma dpoca do anno, deliberei construir e montar na chacara do Sr. Major Luiz Cintra em S. Amaro armazens onde se en-
contram os machinisinos e apparelhos para fabric do vinho e alcohol do cajfi, empregados no Cajrtubba e bem assim serio tambem
montados os apparelhos aperfei Em taes condiqbes brevemente ficarei habilitado a satisfazel, as encommendas ja feitas e as que de future se fizerem.
Para provar a efficacia e optimos resultados do emprego e uso do CajirubSba, chamo a attencao dos leitores para os attestados e mo-
lestias que foram combatidas e inteiramente debelladas por este medicamento.
Firmam os attestados pessoas conhecidas e de elevada posicao social, cujo credit nao poderi ser posto em duvida.
Scndo, porgm, costume considerar-se graciosos taes attestados, precise desde ja assegurar que nao sAo elles ficticios: se, pois, alguem
duvidar desta affirman'lo e conseguir provar por meios legaes a falsidade ou graciosidade delles, receber! a quantia de 5:000$000, que me
obriro a pagar.
Para que o public ttnha conhliccimento dos resultados que f6r obtendo o Cujitrubiba, publicarei um boletim trimensal -in que se
passarho em revista os nomes das pessoas e das molestias em que o medicamento fdr empregado, sendo tudo comprovado portestemnnhas
irrecusaveis.
Desejando ser util aos que soffrem e dar a devida propagatao ao Cajltrubea, tenho enviado a alguns illustrados clinics desta capital
um certo numero de frascos do medicamento, afim de que possam elles reconhecer os effeito3 salutares deste.
Creio ter respondido convenientemeute A interroga(;ao formulada e aguardo os factos e a opiniao public sobre o meu procediieiito.


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Rpcifp. ]n a.a, .Ji'H,, 1.? .C1
Him. Sr. Fi:fl! al ( :- p a ml d f r-^- a' '-* T- ta'.

D ecla- t ui o .',L- i ),la ,'ia;.i'al, aa ,' ;fa i:', .!. U" a .: a : : '. -
C en -'I't -CA 1 1 t
digio! Meu nio Li-.a-. s.oll'ral (a.i- ,a. t,._,s r 'a;-
de se ir tornando, umrn m t-.i-stia [c-i : d.-p(l.is di% .'*s
ter tratado hl meo (".afaatj- el e e c remedios sem que m.llola'-:, c'. uo il. 0 '11,d i C '.]ir-
bcba, e antes de acabar um fra.n'.-o como por milagre. Unm otro neut. fil)o L.,l'itI L.
amai ferida na perna, e depois de tomar a '.Atisa e
Caroba por alguns nieze:, serique ao i.uolestia obe-
decesse, corn p uso do seu midagroso, Ccjiu-mrbeba
ficou perfeitamrncute curado. Urma minha neta,
soffrendo de flores brancas, recorreu ao seu prepa-
rado, e em poucos dias ficou boa. A' vista disto nao.
devo occultar tao prodigioso medicamento, nao s6
para animal-o em seu tr'abalho, como para ensinar
aos soffredores a taboa da salvaqao. Recife, 22
de Abril de 1883. Jos Ccaatwwde Medceiras


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,.,". ,. De:--.mbro ae 1..'... -h im. Sr. Fir-
:'::, '.". m' i".,e Fg ir,'..'.. -- Cabe.--me o prazer
I a- --.. ,qut tctdo soffrido ,i'uante
.i : :*..-* c- ,: -' .::natisxio. ac dc irA-Z ci1 a O
a-alt-l0 aa-? n)Ij mn'ado 'u 1in.'h&(aq=o
,'. ":::'-" :. da:3 d0,t .s que me privavam de
a;..'..r a..... e ai, de V. S.. ctecei a usar do Ca-
J.a.I.*:.aa, *,;<. 1-.L j,.i: rada ., L .c: o,,;l ,it'eito m-o sefez espe-
:',;.r ; ].':Ia.a. Ca ..'. L .' .lC'a..!LI ft Ii r absci O fiquei com pleta-
iL'Iv t.- -io _'d. t,,', i n.,ic.tar..i, pr..into, e1 aconselhar
,".: q':...*.-o L.'I de. tal nol,.-~ia que recorrmo aquelle
Queira V. S. aceitt-O esta minha declara'.ao, e
fazer della o uso que Ih'aprove:'.
AproveiIado a oci4ao, manifesto a V. S. a
es-tna e c.'umiieide-atq;o comrque woui-De V.. S. atten-
cioso arrigo o gr-atissimo criado -Dtogo Caros, cde
Almneida e Al&uquerque.
1lm. Sr. Fin'uo de- Figueiredo. Tendo o. Sr.
Emigdio Henrie._ de Paiva Filho, quo estava sof-
frendo havia muiios nmezes de rheumatiiano, tito


-~ ~a,
5 a

ma

I -
I:) -


VENDAS

Para -nimo
No Muscu Elegante ,'s iicontrri-rloapreiaalores
do born a bello urn inagnifico s.rtimeuto de ohjec-
tos de electroplate, proprios para mimosear, c
tambem ecolhere- ,nra chi e sopa, xrfos, copos,
taans, tudo do melhor fabricante americano Red
Baston : va rua do Lar 'o ala Victoria n. 12.

Uninhn PY~p ini
1o1hos OxCAloSlU
movidous aI braco on uA for"a nc-liani'-'.
H. GRUSDN, BUCKAU-IMAG1DEBURG
Fal)ricante.
Especialmente adoptados para inoer ceraes,
victualhzi-, drogas, epccinria-, prei,:trados clii-
micos e quaesquer outris obj.ctos quIe se tein de
pulverisar.
Premiado 3i vezes. Innunmeros atte-tado!.
Para informaqeOs c pedidos. dirijam--e a The(,o.
Just. Corpo Santo n. 17.
Agcntc geral de H. prisonn. Buckau Magdebur-g
Arados, grades e oulros inslrii-
menlos para preparar a lerra
da acreditaida fabricna de
RUID. JACK PLAGWITZ-LEIPZIG
305 diplomas t medalbha durante 20 aunos de-
existencia.
Catalogos, amostras e pedidos, em casa do ugen-
te Theo. Just, Corpo S nto n. 17.

Grosdenaple preto-
Encontra-sebom sortimento e por preqos muito
eommodos, na Fragata Amazonas, rua do )Duque
de Caxias n. 47.


2 T .' ." '. ; :, ... e, "" ; .

UMfff T s'Oit ''T
[mil iDcABIL7-S1~~
jr DE

USE E VE A iroupas par LO'e"
Chegou nova reN Preios harati.Imo.
-.. .--,, .,.. "%T .so ,, N. 40-RUA DA IM PI'rkTRIZ-S-VL 4


"( .\


........... ........
doa 8iivs,
qavelo Pern bue -no anuo de 1858.
Tbido dcika4-a aem tenra ad*e nunos maiu re-
e heN Ancdiam.ats, pesu do ter sempre proeu-
radp ,por. pewas que o eknhceram em Lishbos.
oga is-a b hopdade dequep souber o lugar
ondO elle reside de obsequiosameutb informar aos
Srm Joseph causee & C., negoeiantes deuta
:P~g___________

Para eng.emiar
Precisa-se de uma ama, forra ou captiva,
para -engommar e outros misteres do casa
de familia; no 3. andar do predio n. 42
da rua Duquo de Caxias, por cima da ty-
dographia d'este Diario.

Delmira C, Sant'iAnna

Florista
Prepara corn esmero e asseio qualquer encom-
menda eoncernente A sma profissio, como sejampi
bouquets para noivos, bordados a ouro e eanuti-
Iho, flores artwiciaes, bolos 4ara baptisados e ca-
samentos, variados trabalhos em cera, etc.
R nmw do Uaro da Victoria n, 40, I"
eindar
PERNAMBUCO.


ATTENCAO

N. 600,000 rs.
Pede-se ao Sr. capital. do 14" batalhao da.linha
Francisco Antonio de Sa.i Barreto, que vcnha a
rua dos Martyilios n. 148, pois j:. fazemn 3. annoy.
N. 3:000,000 rs.
Pcde-se ao Sr. Joao Gonqalves dos Santos Ju-
nior, empregado que foi de Palacio e hojc coUla-
borador daTbcsouraria que venha restituir o di-
nheiro que sc Ihe dcu, quando toi o seu desfal(ue.
N. 300,000 rs.
Pede-se ao Sr. Antonio Bezerra de Menezes
Lyra, que venha satisfazer atiuelle compromi.-uo,
que tantolhe servio, (quando seu filho estava uo
1.o anno da academia.
Pede-se ao Sr. Dr. Francisco Xavier Paos
Barreto, que respond as cartas que se Ihe tem
dirigido, na rua d"s Martyrios n. 14K.
N. 2:000,000 rs.
Pede-se ao Sr. JoA Baplista Ferreira que
venha restituir o que Vinmc. d'aqui levou pnran r
engenbo Gaipi6, e nao o fazendo sediri o que a

Mhdisla

unada iPraia n.. *2 andar
Eduvirges Maria Coelho participa aos seus na-
merosos freguezes que dispondo de habeis costu-
reiras e tendo por norma os figurines mais recen-
tes, acha-se habilitada a satisfazer qualquer toi-
lette para casamento, bailey, theatre, passeios, bap-
tisados, etc. Preqos commodos.

Trastes
A' rua do Imperadorn. 16 compra-se, vende-se,
aluga-se e troea-se, novos e usados.

Menino
Precisa-se de urn para vender fructas: a traetar
na rua do Cabug. n. 5 A.
Ama
Precisa-se de uma para cozinhar para pcqucna
familiar, c que d, fiador de sua conducta; a trac-
tar na rua de Pedro Affonso n. ), armazem de xar-
que.
SCOIPRAS_

Compra-se tires apolices privvncians do con-
to de reis, assim urn ou s tfis de perolas quc
sejarn graiudas e em segunda mho ; na padaria ;
rua do Bargo da Victoria n. 47 se diria quem
cempra.


Liquida?o
Enxovaes e vestidos para baptisado o pas ,
estA vendendo o Muzeu Elegante pc imntalde a,-
valor ; na rua do Parao da Victoria n. 12.
Farinha de rmillI.
Moida avapor, de 13, 22 C 3" quali ,le, l 4 l,
rs. a libra, c de 4 a a 0 rs., em arrobha a 2L ..a
yrkde-se na rua do Cot.ovello n. 25.


!'0
' .,


e aLU l, a I j v rta IV l Loj41dLa o P---e'--'.-irou
Franoza, rua 1. de D
Marco, n .9. VENIp
Car'o aQe unAesq',iin. p.air. '. "i".'-a 0 -
TI Ttiuro- muito bern teitas e fizenda que
I)-,,*fl, (sbot:li a2,55
UNICw DEPOS1T0
I),?ith,- -a, c.zomi'as de li.-.tr-iilis cqua.
D mrid ,r aS, fziz Prep 0800 rMis.
--.--.taa lp i.e nra pr5t0 thzanda mito
KFarn 1 La c ta Pa!-.t,.a do cazemira ntuito bli, lizi e de
Nos primeiros mezes a aliI'L.. .T inmi- I,'tr",,hs, a
I 1 a, Inii f fa 1n1-ia n 1 r
natural e apropriadapara alimeutara cian IL)... L, 1,i tma]ra- (fa 'l I ..i-t llt-, -
ga de peito 6 o proprio lelite materho o qual (,,a ......lns, a
em caso de necessidade deve scr substitui- I1;, '. ,n, -maf...:. '
do pela to),s kl- m ff it .s a
FARINRHALACTEA DO DR. i)it,,, ,, fl' i q.mir:1 na,,,ia ,,,l ,a
FRERICHS p.1,, ,I..-,,,ata 9
A sciencia e a pratica adopta.r m i Ca-ri f ,-,6 ,ir (.t;zI,-n1,jr-a pr.. '. "-.r.i-p'I.) e
nha Lactea como poderoso elcmento LL 1,, ttell a aj
trictivo para a infancia e districts u.dIL s-.- ...... ',.ai.= ....a1, -.a..,, l. .-
cos do Brasil e da Europa reconhec-.ranaa ..I..- *,. ,
ser ai do Dr. FRERICHS a melliu r n'este (,.i t:,,i,,.tara ,i.l t ... .' a .. -.. "
genero. aa [l, l .:a a
D eve-se pois evitar cuifiitr -.[Iiaul o al I,.,,,,;A ,. ,,r, I,, ,,a .. ..!,. .,.), ..
uma pessoa estranxha e de compurttamcnti 11 ,, a
nato conhecido namuitas vezes o g'.rnen de I"'I, ,,... a.... .. ... l.,, ,,
numerosa molestias. I j .. .ia .... ., a. a. .
Vende-se a verdadeira fiari.i.a Luctet. -. ..
do Dr. Frerichs: l 'U ".tfi
55 RUA DO IMPERADOR T,5 Ktl4 it L
Estabelecimento de mnuitsicas e piaa.,na d0e I'c- a 'a "
torPre alle A X ... I Il'' '. a". i a' "- i

auaraesili a. a a i .
0 Muzeo Ele aule n rua to ?.aaria a.,.,-a i" .i ,r .,. .i.,. .. ,a.
da Viclori&an. I 2.. '2. 1 :' "
e.tzi \cilda .ndo por prep o mnodi 'o i\ prn-toS, ,a.'m ose.iflm : fraujas c:-In c -.m \;,iln llk. a a.. ,' .a i 4, ," a a. a
bicos conm v'idrilhos, luvas de sed ,i, l- t, : a -" I v. .a aai!,l I,, i.a .a ,a a.
ef, e Lima intuiidade de o ik-s ala.v j.arul[a a n ; 1 'La*5
tar vcstidos. -'l .
a -I. c
A \ / | S ^ ( )N '. .i, .> r.i ~ i *" .. ,!> ,'t ,.* "1
^ J J k V ., ""s ',.,,n,- .:'-[,i.;;l:,,.- i :. .... "] ." .
Vo I .. ',i I I i1- m 1 1 j. I. .1 .
Adamson Howie& C. tern parm t eia.r : |: .- .. 'aa i a -, -
Vinho do Porto fino, em caisas barlris. a ala ., I F 1, '
Whiskey Donville verdadeiro. *f 9a
Tiitade impressao, boa qualiliade. M -Le. tki A I.I
Brins de Marshall verdadoiiros. dc tlJ1,s ol nMilT..,a .. ,. ...


. .' I- m" .. '. ', a a..

aaoad- a aa a aaa :a.- .a- a. ;




l-a elfla-aa .'t a-a in in .'-. a..--
(tiO laa al o a o ;'1- e ala .. ; cm- -.

l~ 17- -ta a aaa a aajr -

, 1 a.* -a I) a- a a) *'. ..a a *-

a. a *3 a ,aa a -a
.iau~~i a

aaal ip a1 t-^ ^.; -;": -a-Z. '


ZOe brancas
=- ".j i1 'Sarat "r
da E-Vate
a s-A


.I_. -


U -'


,\ i .


a--


Vendsa de siti.,,
Joao Mcadaao S N-'ns Vnl[e o [ a eu- -iot a if-"ia
dat cstaeaio da Mangaabeira do Cimia, no A,'T-:- -
tern casa de vivenda', scia contesta,':ao : -m-i-
fri<">ai de tajdo o arr:a i l;iia e ,la -ta b t d:a,1.., 1 i -'
cle 'v a lh itallt;t;i ,. N o iiti'a la:t a ,l 'h'a a "'
, a ir \ o re s dal f rt ct o e i ,.' I'II la .- a -
tiu i .,ri-rc. a :.rr de1111 ia- :t:i ,," ,,,pa- aia- ... a a,.
todla, n a m.. le- so ,ale ([ am',l ,'. ,-'ll, ta '. a,.',, a Ir, : .! -
triatar na rmal) Duque d, (Cax;i,i' n-. .


Chega"n
Xovas sementes de hortQal eias
floras
Vinho verde do B~tst,:,s.
lbra:i ala 'ainae c,.,ia a ,j:[ii :
Bailaiasa iLr; aeoailm -;ri.-.
Ditos pi-ia tpapel.
Bereos.
Cadeiras
Asmafateis.
C,.,st ur i r,.,..


I I

I "I


r',.

\


A' casa de Pocas e s & C'
Rula e.tr'eita (Io 1ifto a, io ;. .1)

Ainda nmais pechinclha i
0 IIlUzeU Ele"anfe A ruan do E al'.o
da Victoria 11. I
ost,'i va-ilctal.) e tr>-u.la.: ,) i :' ta .tl,;,.ia .a,'a'l t,1 ,, a-'
e f la.il i-. ti I .I l ,i:' tj'ac:s v 1 i',i [ar .m $. iii a ',_-m -
pct,"n--!;i.

CRAYOS E FLOIES

Na iiri da liiIo I.H

33, ha seimpre para se

vender craves e flores


II

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- J ** .. ." i- ,.
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al'a .. h' ; ; ,. '' .... .. a .a
c, 'la lu 1.iaa 'a. a'aa 1atat
al. iaa : a t.
0 1,,Iaa ',, .\A :titii ,.'.- r.- : .: IL' L...- ...
Em continmua.ao


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Attc..rl ,'iI- <-i a- ,,'t I a ,.! r ..--..aa ;::, ,-. ,-UI!!*. I::. .'i:'aiiflo Candido de Figueir'do. P e-
faInI ili d f' '-alir:, I ::. :.:,!. i. :!'. ] ;a- -' 1 a : '._' a:- -- Julgo cum prir corn um
mni'iho ;ll' i' : .:, i" r '.,iaC C' aaa -ni .-o-ado corn o lnaior suc-
er' aa- ai a a.1 al.,- a' ,laa,,a d', ', a a .-'.. u .1:-Li%-o CL"rjirtU bca, preparado vi-
11i,) (;ili .: *- j t aai, '. -. a-. 1 ... ,', ::" ;. a : -. '," ', a .
-tieI- ft(nOqlUflbao en-
suj eit.au- *- a ti .!i.... : ,.. '. ,, .',_' a tant ,ent corn um bra o e -
SOeil j; ,a i. o L1 .A ':. '.-i ,'.'" ,i' iaa '.!! '. "i a : -- ia ,, ., a '!loit ai, ii, n aim. m ulb er. etendo re-
a -. :,. .i ,,..(!',. T' ',, ',,- -., ... :a.al a.a- \ .-..!,.a a ao .-a!:t11 a vari-os nw d cairientos,
tna Io ai-'iu l 'P .,l\--1 : I,,!. ,:. '., : '. [, a .- a ,J'.. '.. :,:,. ) depurativo C'ajiru-
dia.) q( ,-1 1,a a ai iii'i(a;ai, ;. I" i,., I :. 'r : i .. ,'.'. ai.. -..,.: das deo spaaj pela m anha e duas
p r jil *. ,, ; a a '-I a.-ij) ..'a 7 --, a.. ...., .. .' ,,'cas ,.s-s praduzIo uni a nielhora
si.. : '. '.. :- fvIi.. C 1 i "1aasa em oi i) dias complettarmente res-
e ate. h "ai,-a a : a- n 'a a v-iil I :. .; ,. ; ... .
so.-to < 'u test pnunho Ihe se-a until ; nao
.,'" ","st- a..t a_ /" I; ";R'u;
"._t'rct~i,'i O i-'.. a o r. .a,'a "' a '.,..\',..,- ..a : .:i::.- ", ,- .,,.a.-.i.I- :acons. i aa- a tod, S sua preparaquo.
buc.). *'.-'" '" p 'azt-r dltta o u.a o que lhe convier.
a-- 1 ', a.-. -j-A tent v(:.,-'-rador e criado, Joaquim
A tte,.to ...:. e:a ,-I ';., a- ,, pr aa "' r:" -.-., : ..a."a. C.a ,;;.aa hi. J.' a or.
A,- ..es-t a. ,. C(a!, (), J ,.; ior.
(.'(tiiu rttiw :', i ,.r t ii, 1:t 1 "' titr df M O U., t':' ..- '" ". *;' "" ;'i', .'.
'heaati.-a.,. it,. ;a;,.,, ..i S a ,,< :'.' .. :.,. a a o" I'Veai, que a preta Esco-
a a aI ;-. a:oa a.aa1 .-... "," "' ':v : -> atan l)s, tend as pernas
i):'. Il/a t, a' "... ,, -//:'t..s ( i"a- ,, ._' t. aa i a ,a c oha-..L-l... E, cam o enlprego de
d ", \.,.. ', ,'., ." .pparec .ini. a a; cha s e COIIm coua
.uldade a 1 : i'.. d ", t;., a', ..-.,:- (Tc 'ca sio
.' -. ; r ..... .. .. ... .... --


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ro-.
Remedios de Ayer. I I ,
3-RUA DO COMMEIRC10-3 n ......1 r1
__----------------------------- ______________________- p:; c.\i at. o (fill

Aladuras de couro u
Para livros, papeis e embrulhos, cousa util. a, z1 :
800 e 1;000 ; no Museu Elegante, a rma do a- it
rao da Victoria n. 12.

Laranijas de nu\}igb Iu
0 0 -.::*- : '. .'. '; se ii?
No estabelecimento a ruado Cabug n. A, A -a ar a't .. ..
dc-se laranjas de umbigo de superior qa lia'a'-,, -
recebe-se eneommendas para as miesmas, no 1 I!0S-
mo 1,stabelccimento.
Vcnde-se tambem cestinhas p)ara col-.,tiiitr', todas as pualidades e care de porco de stl1ii,'o.-. o... -,.-i-::,i
do Rio Grande do Sul ; a640 rs. o kilo. U.1-" ,- 'o.i ,
----------------- a a a ,


. P


...- % V .'I- .


1 '























I' e %clamnqmio, ec ii c Ie

,* F Poi em Calcutta quo vocenuasceu ?V
Sin respondeu-me ell. immuedita.
S -mento, eu nasci em. Calcutta.
S- Vejamos, faga todos os esfor90o
pars reunir as suaq reminiscencias. 0 que
.faziam seus pals? como se cbamava seu
pai? ? "
Eu olhava-a Samente; pelas c-,'ntr_.tcoe
de seu rosto, pelos movimentos nervosos
das sombrancelhas, das narinas, dos labios,
eu advinhava os esforgos inauditos que ella
fazia para quebrar os grilhies que pren-
diam-lhe a memorial.
De repented, duas grossas lagrimas rola-
ramn-lhe dos olhos: deixou pendereim-lhe
os bracos e, desanimada, exclanou
Nao posso me lembrar.
Isto passava-se hontem. EntAo, lem-
brei-me de que o senhor me disso ha dous
annos. Se Maria fosso a mulher emin que
o Sr. Lagarde me faliou, mpensei eu,
aquella mulher por quem se interessa, e
que debalde proeurava por toda a part ?
E cis ahi porque, tenho tambem que
agradecer-lhe os favores recebido, en vim
hoje fallar-lhe da minhapeussionista.
0 Sr. Lagarde towou urna das mbos do
doutor, e apertando-a corn forca:
Ah! meu amigo, menu amigo! ex-
clamou elle.
S6 pode dizer isto; as palavras ficarim-
lhe press na gargauta.
Atirou-se ao cordAo da coimupanhia e pu-


xou-o corn 10m9a.
Acudio um criado.
Meu carro, ordenou
atrelem os dous inglezes
dez minutes.
O criado desappareceu.
Doutor, .prosseguio
deixo-o um instaute.
Passou ao seu puarto


elle, a calega,
e depressa, em


o Sr. Lagarde,

para vestir-sc.


iEstava ello enfiando a sobrecasaca, quan-


do abrio-se devagar urma port, "e
mancebo alto e bonito, de bigode p
elegantemente vestido, appareceu n
miar.
Era Joa' Pera.
Entra, .6des-'eutrar, disse o
Lagarde.
Joao Fera entrou.


um
reto,
lO li-


tSr.


S.- 0 senhor vai sahir antes de almo-
ar? perguntou elle.
Sim, Joao, vou. Almnogar! Ak! aem
penso n'isto, asseguro-te.
0 senhor parece muito commoVd0o.
Algum d'aqueUes que o senhor protege es-
taria, porventlra? ameagado de iuma tdes-I
graga? I
Nao, Jo0o, nao -.aeu anigo-.: d uma
felieidada immensa que en espre.
Sr. merece-as todas.
Se aquella de que eu fall me for
concedida, Joao, nis havemos de parti-
lhal-a; mas por que duvidar? Tel-a-he-
Mos esta felicidade, havemos de tel-a!...
Deus nol-a deve Deixo-te, Joao, ver-
nos-hemos A noite. Abraca-mae, men ami-
go, abra9a-me!
Cahiram nos bragos uun do outro.
XIX

Os cavallos, a trote largo, fizeram rapi-
damente o frajecto de Paris a Chatou.
O Sr. Lagarde e o Dr. Legendre apea-
ram-se A alguns passes da grade da cha-
cara.
O doutor tirou urma chave do bolso c
abrio. Penetraram ambos no jardim.
0 Dr. Legendre ia na frente. Ao rui-
do de seus passes nos seixos do jardim,
a criada chbgou a urma janella.
Ah! bom, disse ella. Bon dia, Sr.
Lagarde.
-- Born dia, born dia, Florentina res-
ponden elle. ,


- FOLnETIM


PTECCADOS YENIES

P .OR
dU nidrBC~urt



SEGUNDA PARITE

(Continuaiao do n. 64)
XII
A reclusa

A 19 de dezembro de 1818, cercs
das cinco horas da manhl, chegou 6 hoa-
.pedaria de Ai-tenay, conform me disse o
seun dono, uma. carruageyi de posta, da
qual se apeou uma formosissnima ingleza,
clamada nilady Stewart. Aquella senho-
ra esperava seui marido, que chegou pou-
,. cas horas depois. Lord Stewart, era umn
Waoco esbelto e elegante; ambos os esposoi
S,.-' fecharam A chave e passaram no seu
' asoento a maior parte do dia. Mas, sin-
gular cousa! aquella duas ternas rolas que
S par ecia quererem-se e que eram es-
,, "J no aetello de Verneuil, par& pre.-
0 caumnto que alli se iarealisar,
ts4. 1r juntos, fizeram-n'o so-
Oawt&~i ouvintes do dono da hos-
jgrij am Jr n'aquillo a n das
'aIt ejxcew os unoas visinhos


Be'
0volto-a"e para o Sr.
L gai& *
'quer vela no jaidim? per13tov
e, ou:prefere que v*er.oal-a? 0 so-
nuor ficaria A noma espera no men ga-
binete.
a No jardim, men amigo, no lugar em
quo ella se acha. Mas dM-me um minute
para tomar folego; mal posso respirar a
emoa.o constrange-me o coraglo e o peito.
Elle estava branco como urnsma morta-
Iih.
Vamos, continuou passado um ins-
Stante, eu creio que nao me faltarA a fora.
Acompanho-c, men amigo.
Deram volta A casa, e quasi immedia-
tamento perceberam a antiga criada da
herdade, no lugar indica4o por Florentina.
Ella estava sentado sob a enorme e copa-
da acacia; coin a m3o esquerda segurava
no livro aberto e corn a milo direita pre-
parava-se a virar a volha.
Os dous homes 'adiantavam se lenta-
monte, ella por6rn estava tlo absorta na
leitura que nern os ouvia chegar. Desde
que a leitura ficou A vista, o olhar ardente
do Sr. Lagarde pousara sore ella para
nao mais deixal-a. A prircipio pudera
apenas vcr-the o busto gracio-o, levemnen-
te curvado para a frente, e os cabellos re-
partidos ao meio. Mas, adiantaado-se na
curva da alea, pde ver a fronte- depois o
peril da jove- senhora.
O Sr. Lagade retve i unn grito prestos
a escapar-lhe e segurou vivarmeato no bra-
co do doutor, sobre o qual firmiou-se pe-
sadamente. As pernas vergavam-lher ao
peso do corpo, o cov'ai-ro cessara de bater,
estava n'unm estaoo' imposivcl de descre-
ver-se.
E' ella! pronranciou elle corn voz
abafada.
Poi apenas umn m cc'nto da fraqueza.
De novo senhor de si, endireitou-se
corn a front radiante, o; rosto- e os olhos
no resplandec:hnento d uum luz cc-
leste.
Deram aiadna alguns passes. 0 doutor
chamou devagar.
Maria !
A mova levantou vivamento ea.beoa,
soltou umn gritint de tristeza, fethou o
livro e poz,-se d-e" p, corn o&- olhoy espan-
tados fits no- Sr. Lagarde.
Maria,, contiuaou o doctor. o aenhor
e um amigo- metn vq Ihe aprefento.
Entao comn a, eabeoa decobertu, os
olhos scintiaotes' & -felicidad*, o Sk La-
garde colloco-se- beam- defront- da mo"A.
Olbe bor peo mim, disae elle, olhe
bern para n- !
A joven senhora aentio cow.- o eeitb
de um echoqae- elect6,ic Todo seu' eov-
po estremnecm4 a& pupillas 4ilataramwse-
klhe e abrio a iocca vcuo so isse faidLrq
Maas ficou se. vo,-.
Lucy, Lucy! exclamom. o- Sr-. a&-
garde.
Ella estremaeceu e deu.murn jpasse pa. a
frente.
Lucy, Lucy! exclaanou a, por i4a
vez, 6 o aeu na.! Ah 2 ah! 'ean
Deus!
Lucy, olha -- senipre-,, olia l em
pare mim i
Ella passou as ntos pela fr, te.
Ah! alh! ah! me1.aDettu.s- balbwiaou
offegante.
Sire- continue, o Sr. L'igprde, Lnhy
6 o seu nome; voee- e a ittat, unica de
William (ilandas, zegocante de Calcumta.
Glandas Gianxlas!
Quando soun ai mnorreut contimamot
o Sr. Lagarde, o sen tutor fci o Sr. EhI-
lippe de Villiers, do Batavia.
Batavia! repetio Lucy.
Philippe de. Villiers f a amigos, do
seu pai, de William Glanda&; o St;. de


Villiers aimou-a como a sua. fitha c foi elle
quernm casou-a.
Casou-me! S mr, sim, cu casei--me!
Vocc amava a seu weirido. Ltey, e
elle adorava-a.
NO6s nos amavamos, disme ell*. como
que fallando comisigo mesao.


esquecer no quarto numemo & da. hospeda-
ria dos Tres Reis da ponta do lenpo que o
fogo respeitoa, e d'esta cruz.. Qual 6 a
tua opiniao acerca d'estx histordot. escan-
dalosa?
Mata-me !... Fl poderia near tudo.
e fazer recahir esse escandalo u'uma mu-
lher qualquer, que, por acaso, tivesse em
soeu podr essajoia... Mas nao quero ac-
creseentar a mentira ao -crime... Mata-
me... Vinga-to 1
A mentira, por habilmente inventada
que fosse, seria inutil.,. 0 teun pseudony-
uao vendeu-te. Tenho boa memoria, e lmn-
bro-me que em menina te trouxeram do
Hespanha um magnifica cavallo de raga
cordovesca, ao qual chamiavas Stewart...
Sempre foste affeigoada a esse nome. .
NMo me nergantes 'mais No ciato
te urma anrma ; mata-me por favor, ma-
-ta-me!
Cdmo vejo, a senhora repmeentou
esta indigna comedia, para suffocar os
eseus remorsos e chorar a s6s o seu perdido
amante... Comprehendo: depois do se ar-
rastar pelo lodo, born 6 acolher-se A reli-
gino... Quizeste deizar o mundo, e dei-
xal-o corn todus as honras da guerra...
A tuta virtude de osposa foi umns mentira ;
a tua vocaglo ao convent, mentira ; e o
teu arrependimento ontra mentira tam-
bern.
Oh I Meu Deo cumpra-se, q*,.
quer que seja, a vossa-omntade I dimn ea
voz baixa a baroneza.'
A'queUas palavras sucedeu um rn
to' de silencio. A "
A preocipitada corrida de umarns
geo, que parava A port do convent, Se
eetrimecer as vidragas do aposoento, que


--s;um qual. u% seis a euasUom- davi p'a a eatrada.
paad o o oadorno dime que milady Quere que me vAg e que te om-
rt~fIs&a e lord Stewart ie te?...dimeoo barmo on apparnte frM-
| 6 &~do Fon--, o qual, W sa;-pois beu4, vl giarmne, porque t6-
w' *4 oeao pas ts qua ajuatar oi-
I^ W^^^Pprdsis sodomm dostn ^ ^ g ^


VMS" daft .

Simr,, Lcy, cotnto vo Sr. Lag r.
i de, procure na aN V memorial, lembrese..
- Veja, entlo nao me ti0o0nhcue ? .Ea en-
velheci muito, 6 verdade: nmas eu nlao
estou mauddo -a ponto dos peus olhos
Snaio poderemn recordai'-se di- mininhas fei-
9es, dos .sens ouvidos nao reconhece-
Srein mais o som da minha voz... Loinm-
bre-se! Muitas vezes en Ihe disse a Lu-
cy, minha mulher, cu to amo, adoro-to. o
Ella soltoa um grito.
-- Lucy, minha mulher, teu marido
sou eu! Eu sou o marquoz Paulo dc
Chamarande.
Poulo, Paulo d,Chliamarande, cx-
clatuiou 'ella.
E cambaleou como so fura cahir.
Por6in o marquez enfagou-a nos bra9g,
e, estreitando a contra o coragAo, cobria-
liie a front de beijos delixrates.
O S0. Legendre, corn os bragos esten-
didos, olbava para o c6o.
Paolo, PRulo! minurnimuron Lucy coin
voz desfallecida. Alt! sim, 6k* tu, meu
Paulo ador.do, recoubego-te agoma. Dis-
sipan-se as trevas quo envolviam o pas-
sado. Sinto-me reu-wcer e viver ao- calor
de tcuw beijos t
Lucy, miniha LArcy querida, respoa-
dex o marquez. Deu* restituio-te em-
fim 1a minha ternera, ao meu amor. Olha,
rmirla adorada Lucy, has de ter aoiDra
tanta alcgria e fcliidade, uanto soffreeta
e forte desgraiada r
Elles abra(arami-?o comn dous joveiw
aiaterns, como su naion houvesas. decorrido
vinte e c-ico annos depois que a desgraga
os fenirs.
O marquez continuorj:
U'm hnem te fez padecer,- Lucy, c
,condemnounet a urna existeocia. inise-
ravel ; fez adinda mais, aqtelle- homem,
logo qu1 desto- a luz, elle arrancev.-te teu
filho.
Me filho, exclamouoir ella.
Sirn" Lucy, nosso filUi*!. .
Eu sou mai! Sou mn.i!
Uin- solo escapou-se-lhe do peilw;. as
lrgrimas saltaram4he dos o8bos e uiun-
daram-lhe as- fioe-.e
Lucy prosegrio o maaqjez, oatsa-
gaodo as laghrimasc da mulher comr o seas
beijse, achei o, noseofilho, tw.has-de vel-o
brevemante.-.... Ab! elle tambem' ab de
amar-te! Siremos domas para fazer-t es-
queeer.tudo qpanto, sofste, paea amaioate
e peaw.adorawte!.
1'ste mooFmrto; como se at Ptovi&*n-
cia se tivesse, manifia do, lemrando e
tormea-parte sitobin cmapleta,. urncorvo
pass epelo jmdimNrngmado pela.- copa djs
gradis-arvoruv, e -fiwuvir o sea grlf
-gutm.al:.
S-- 6ac, cowI.
Lwy-estremateua v-4iatamento;. e sa<
olhar;,.iergulebaaio n eapago, Joroura
o9 paswro. Jei-lle es*> wvolonge : elia vie-_
o voalo par. a -ban&d-de Bougtial.
-- 0,passani. negro^, o, passa -o negTs^.
Spr.o~euiou, eL a..
pnfrli vo. esUea-ecelt, e *exclamouc.
-3ecordo^-uM! ]&Bfeou me!
Eafoa-regou dos brakes. do marwi.- Ca-
hinds, de jo- .os e os-. sous auc0s
lagrhasf- redoiram.
; (Cowi^a)

Escmn1e.-
Era. i.a.a tardc -ioaa, does. -e. e.akma,.
QUarmo, ,o aeaso - PFalt.st.s e a-tasa ,oz calwm- a'alzna!:
Sorrista,- e o tct. sa-riso taio crmaatou!
Depie..--Era paeiso retirtir-a-e-
Tinido, e mudo te' stcndis.jmn, y
Nosso, olharse -soutroua. e.,a ,Aer-teo <]Sr-me;
Todo- o saugue athio-mo" ao> ,ajira 'o!


Dceici-te... uns. satimento&..,ao-doces,
Vii bam- me i m au2 comio- qu.- a doer!
E.qa sectia-te wi mieme. a.t fosses
Uwa part iutitagante doumei ser!
Eaitlo... vi quc:te amava!.,.ati., Zibeft4!...
'Astro gentil t'eu alto a sciut.ilahrr!
Ati... a flor a peaas entxtvabeMta!....
EA.- o goivo a.a eente-st nmwerchax!
dlaomao~dir4ita.para sqnerdmi,.,a bamone-
za calio de joelhos. e. fechou os ollios ao
ver brilhaA-a folha d. terrivel arma.
0. bar.Ao precipiteum se sobre ella, agr-
rou:.a, por-nm, braV.e fel-a par-se de p6.
Ju3a-mc quo ae .* horror ao teu. cri-
m e qui- a tua vida. se acaba, no. meiodosios
mais cries remor.os.
Jiro pela nmtiunha salvaso- etuna!
nmumnxrio. Cleinmesai, Jhaidol pare ,e qua-
dro d& Magdalena arrepenida, oe en os
olhos, chios de lagnmas.
O ruido do iuis passes p-recipitadba fez-
se oivir no corxmdor quo onduziaao,quar-
to da baroneza, e violentas. pancad"a soa-
ra, ina porta.
0 edo -jutito, disse o barl-M em tran-
qwilo ton, e. satisfaz poar fim oa meus de-
swjos, permibtindo que morramns., ambos xz
mesmo dial
E passci& outra ve a, faca para a nmo
direita.
A& barmeza de O ertenes feeb ios ollhs,
apresenta o. peito e quiz, em ,ao, rasgar
os vestidAm para Q apresentar u, mas ano
teve pars isso su]cientes forqas.
xiII a


UVm *cM-
Haris u=m quarto hra que o hS* de
Oerteae~deixara a hoapedasds (WTres
|&eff c Perea oe visconde orIm
em posts ) it'asOeus vestigio&.
Jlga. quo e .rao ser cap* doe so
^jgr de sua wilier P pergusto Fioutc,
.4qaum boum pedao de silenou .
r-- Tenho dino a mais albadta oonvic-
- E qual. m ea s ua TUBUA
O con banaSta olhpa
oitpd aa VjBlMU
0'lk~iadar~i**"^
MW^ 0St~^ ^H~V A


,iM Woof
awor q.o e'm u.ori L...


EGAB Rw.


VARIEDABES ^

0 restaurant dos pebres
EiLi presoena da pobreza quo n'este mo.
mentb. reina emn Paris, dovida .s causes
saiiddal^'urna ingleza joven. e muito rica,
minademoiselle do Broen, e3tabeleceu ha um
mniez um forno economic na rua Bolivar
n. 39. que estA dispensando grandes bone-
ficios.
A maneira porque funcciona 6 muitp eu-
riosa. Desdc a urna hora da tarde, una
mnultidlo de miseraVeis accuaulawse A
porta do predio da rua Bolivar. 0 veri-
ficador da a cada individuo ur numero de
ordemrn, coine-ando pplas mullieres. Essa-
gente toma lugar no pateo.
Mademoiselle de Broen, vestida de Il
preta, corn um grande aveutal nbranc., prc-
para pelas uas proprias iaios -as porocs
-tirando do dous enormes caugiries a so-
pa e os legumrnes. Dozc njudantes" circa-
lam, pondo em cadai mesa tijelas corn so-
pa, uria colher, urn prato de legures c
neio arratel de pl 'o. As mesas rcrebem
de cada vcz 98 convitlados.
E isto repetc-se seis a oito vezes de, tar-
de.
Este forno econoinico n3o 6 alias serrAo
a ultima fundacao philantropica de iuad.-
moiscllo do Broen. Aftstada de Paris, po',
catusa da guerra, quarno torimmon, sontio-se
muto scusibilsa'da pelk misemia dos bair-
ros pobres. Eabelecem-se eTAtio em Bel-
l,3ville, alugotu wuna grau&k casi e consa-
grou a sua fortitna d crea ao de um des-
penseiro, de um orpheliuaro, do ma casi
operari6 e a de twna eseola cousudo 100
educanrUs.
Esto inno, os amigos irglezos de ma-
drmoiselle de Broom vierain a cas u d'ella
para fazerem uma eVspecie de aprendiza-
gem de caridade. VYo aos domicihioo vi-
sitair os doentes pobvw, levamd-Ihes occor-
ros- de todas as orderi. e ao depois vAl-
tam, para Inglaterra, d'onde mandan, ain-
da subvenq!es. infelimnente in aufficientes
para urna mislo tAo vasta e que sc vai
torrando do dia para dia cada vez mais
pesada.

A mwtalldae no Jiardti d4
Plaatms
Dizuuma folbs. de Pa am que ternm. sid
grandeeste invemno a mostandado no.Jar-
dim das Plantas, embora os seus Ioapedes"
sejaruModeados dos cuidadios mais vigilan-
tes. Afetribue-se o grand unnero de per--
das a imuicieni,, da alimentaLgto, c-tr'ata-
se de etir um novo augmento no eredito
consignado para eoteservio.
; E' iSo influence da temneratura anorr
real qEsitem reinado? 0 quoe 6 certo,6
que este-anno todos os animaes-do Jardim
das Plantas teem mostrado um appetite
feroz. 0 4carnivcsros sobre,*do manif's.
tarn ruiltosamenfe o seu descoatentameato,
aehandomuito pequona a ra~ct que Ihes 6
|fornecidt, segundo os regulaen~tos em vi-
gor. O(leo, o tigp o o urso., eomem a,
daum bkilog. de came por clia;. a pan-
ithera 3 ,kilog,; a hyena do 1. a 3 kilog.;.
a aguia L kilog. A came fomecida a es-
ses aniiaaes.deve sen- fresca e- corn osso0
0 elsphante com epor dia 4A molho de:
*sAnfeno, 1. decalitro de semeas,2kilog. do-
po e 3malhos do palha.. A, alinseutata3o de-
amun elephant custa 6;francos por. dia, a da
girafa 3,50 c a do veado 1,10..
: Calcita se que para assegurar urea ali-
rmentacto sufficient a. todos esses- anim'ies,
eria pveeiso augmentar de cerca de umn
quarto as quantidades- de rnan^i-mentos de
que acabamos de fallar.


I
m~.
t.


F














~1









I




I
i


Mere e crida orvl^ mads
Ojornal o um caljuIg .00 ou 400
o numero de pessoas mortas, e avliai m
5,090 o numero de casas deatruidas. Os
p a0izos avaliam-se n'um milhlo de dol-


a- Cptura de uo baadido
0 bandido Lrnfranchi, que assolava o
campo corsega ha muitos annos, foi cap-
turado pela brigada da guard civil de
Ohlneto. Esta prisao important teve la
gar pela seguinte forma:
Lanfranchi tinha se refugiado cm uira
casa da villa de Solloca:o. Apenas fo-
ram avisados as guards civis d'Olneto,
tendo A test o cabo Mathiew, cercaramin
em primeiro lugar a casa, e ao depois pe-
netraram no interior, para se apoilerar-m
do bandido. Trocaram-se tiros, o policia
Bonelli recebeu duas feridas, da, quakes
urna muito grave, tendo-lho uma bala atra-
vwssado o corpo. 0 cabo Mathiewr foi fo-
rido n'uma perna. Lbnfranchi fi ig.ual-
mueute ferido na cabega.

.1 questio das asis baratas esem
Londres.
4)0 Jrinal dos Db,,f,.-s, d(indo contain da
ldisctussiio que a esto, r.l)eitO teve ultima
aiuete no parliament ) i.',e%, diz o se-
guinte
( O., ,discur.ios qt- f)'-',n pio',ainiciadlo-
nas cainieras dos loIs, i tproposta dos alo-
jamcntos de oper:iuAlo, )p.eciT am. i claras
as difieuldades do problemati. Todos os
oradores foram unairimes ezo reconhecer a
extenqao do emal. E' iufe4izoicnto fra de
duvida que- em Londres, e wa' maior parteo
das cidades inglezas, as clauses pobres
occtupanm almrnentos (qae nao sho' menuos
perigosos tanto debaixo do pout-' de vista
hygienico comr- da moral public As- mi-
pressoes dolotisas que o ;rincipe de (al-
leor recebeu ny sna recede exeurszTo a- S.
Pancrazio e a hlilborn so aplenameie con-
firmadas pelas estatisticas.
it documentos publicados pela. repar-
tiqo escolar rovelamn que, eam uumuito-s, bai-
rus db- Londres, existei cenwatas de fAmi-
lias compostas de seis ou seoo pesoo.', o
quo habitam um s-,quarto.
N o 6 porqtw- os poderes 4blicos na.o
tenhamrpor vezes tentado acudirr A poouiib
mais pobre da populawao. Em. 1684, Ro-
bert Pec t organisou.: um grande inquerito;
depois doi pual foran realijaidcs grande
melhoranientos. O (trs medidaa. propos-.
tas por sir.Ricard Grioss, tendentes a fa.-
zer desapparoceri a habitat -' insal.
'l-res, mo;.man que-a, legislago,- inglezm
,uao pde ser accusga. de indiffrenqa.
Se disposis tAo co#*cftas e n*. previ-
'dentes encentraram na pratica grandes
desenganos, 6 porque- a su.u excnwuAo e
muito difERm.
Trata-se agyra de nimear no>,a corn-
meissao espedeal, par a enontrar a aglua"o
di problemat.-

Os pmwgressa4da post
A caba de- ser vendio. em Londres urn
grande nunro- de aiito.uraphos %*6enti-
cos do lorn Byron. So principn~h~nte,
cartas por ie dirigid.Li a sua mai, a
qmem amavra extremaienati.
Urea dess.s-cartas offz'rece um FArticu-
lar interesse, porque eocstitne urna. ^ova
material da xapidez do puogresso 6is re-
laeies intermna~i~naes dura'nte os 7)', ulti-
trOOs annos.
Coem effeiit a dita Qarta foi escripta
tqoando lord B-ron se o-chava na (4recia,
e conservau o carimbo indieando a inspor-
(ncia do porte.. A. taxSelevava-sO- a 2
112 schillings on. l$ )t Hoje, a fTrhn-
_iia nao impcrta eim n'as- de 135

As inuadanies nets Estades
Unlda&


Umn despacho de New-York, datadc.,de 10
1Ie fevereiro, diz. que os prejuizos eausa-
dos em Weelinge nos arriedores pela nun-
dIie.o silo avauiados em t,.milhies ( de-olla
ros.
Os projuizos slo iginlalente coafidera-
veis nas mnargns do O)hio; algumnas-.Iocali-
r'dades foramn. inteiramneute destruicas.
Ura parte da populac7O que so acha
mpp I '.. MIW M


qial, por sUn part, procnra tirar da sua
posigAo o melhor partildo; e, como o ta-
lento tern progredido "as mulheres-eom a
oivilisa'o, result quc-os costumes, do nos-
so seculo, refinados e modelados a sen
gosto, slo,sa bern rnaA.s saves ra appa-
rencia, smaiprejudiciaes ao homeia para a
saide, e sobretudo para a sua autonomia.
Sabre este them xoderia fazer-umgran-
do diseurso, quo serua sern questao mais
extenso qie divertido ; mas tarmbem mais.
profundo~que risivel.. Os homes inventa-
ram a polvora, o vapor, a mechanic e CA
codigo civil ; mas as mulheres.anio menMs
engenhosas, aind.%que mais erspicazes,
inventaram o que oum Fransa se diz l'hoia.
we cui,,it l itfaut. Coin csta. expresso,
porque urmea exprsso atW trivial, se
querem, fazem camiinhar poc onde Ihoes
apraa os seus awantes, e seriam capazes
de imprimir moilnento As rontanhas. As-
situ 6 que o pobre diabo, qti tern .a. des-
Mia de ter ura mulher leviana oma cul-
pada, e accusada pela sociedade do maos
sentiments, so toma demasiado a sdrio
eestos peceadoA capitaes ;, e... se o infeliz
Sporventura, fidalgo todos o accas e to-
doe acham. 'eUlle mais motivos deocensura,
i que na miher culpada. Taes s-o os sous
'costumes aa erradamente chamad4 boa so-
ciedade.... Nunca faliBi tanto, 'para dizei
tiae ponce.
'". 0 senhor assombra-mno cada veamAi1
,a q wlv.il-o fallardo tudo coam tanto juiao
Stalaprumo, estoau tetMdo a julgar que
xi&xidtuito longer de ser cortrabanudis-ata.
-- Dentro em pouco, a vealidade dos
fiAw Ihe terA dado a coahocer a oerteza
As minha profisso.
Pelos Modos, ago corremos atraz
do barito deo Certenes, para impedir que
maltrate sua malher?
Hu diesel Perez. A expresalo nao
Vae paree de pouca forqa... Seo no che-
garmoa a tempo, parece-me quo a maltra-
tarA A maneira de b.. A4zul. Por ma
quo faga, nao pOMa fastar da memoria
ese coato, que t minha ama contaya dos
tm, modo admiavel.


:G e aOh- I. E
"" **.. ... / i*. : f2: : i- .. .. ;. :, ; ';
OM M : ,:] ;, ''.
IM .. ... g.. l.um .. .." ,. ; ':_ '


COs. 2 *-. ***- ^ -, ^'W^ fl
*- 0svivee cntinua f A .t
gada de soccorros 6 muito iefil. \
0 mair de Woeeling dirigi ao pats 1i v
appello instant. ,
Urnm telogrammina posterior, datado d: .".
13 diz que"as aguas continuavam a creacer O -"'
-em Cincinnati, o rio excedia dous p6s o :
nivel attingido em 1 .,' Esta cidade p6-
de s6 por si accudir A' noiessidades d'a-
queUles dos sous lhubitantes quo o fl-gello
poupou, mas em cinemoenta outras lo-alida-
des da beira do rio a miseria 6 horrorosaq, -
Em Weoling 10:00) pesuoas estao ainu
da sem abrigo.
No oeste una tempestade iut eu a
maior part das coinnunicao ac-
phicas.
Dous w.igons de um comboya qq i ,k'.
de Chicago descarrilaram perto 'Grde
Jowa e'mu consequencia de ina rauptura
nos ritils; fi '-arun tbridos qtirenta pausa-
geiros muais o meu,)os gi-ravemient erunorret
uina criaa(a.


In'ma jangada de gele
Dizem doe Astrakau que u'iiun da. dos
princilios d'este mez uin aorm3 blovo. do
gelo, sobre o mjual estavaio minuciosospes-
cl.ilores, se desligot de rei-mt, da borda
- uarILL (Jaspio', 111 emboLaILurm do Volga,
c- foi arreinessak-,- pelI teope-s.ttada para o
L.rgo, perJendc--c- d'li a pi tco de vista.
At lia pmc.)IC, titava-sc, e ;ada so esta,
s-imu noticias dos ciicoenta pe.-ca.lores arre
latoAos.
Mendlig. eagemnihoo
No' b'osqtu du lol,-aha, em P.aris, im-
plora ai, caridale publioiia umn mndigo, de
LmuI Il'o) coinplctal.Ulito ,riinaL,
Dirige-se .aos cavali'eirosI, e .is da.mas quo
passaua de ca:rrnagemu- mortal I aum reles
pileca, c trazeudo uis co tas as ,ceguiutea
palavrois escriptas :
S(-.eLudcunaL) a c:miutac,)I porpetua
por tfalta. doe praas. ,

I unaOMrelIa chelofueraplea
A critik.. dramatic do Paris prodigali-
sa grand clogios a senhorinha Zacchi,
formuosa e ;dmiiravel bailb.ina italiana quo
estreott ha. potwco dias no Eden theater.
0 Peit "Aiv'iwr consider a mimica da
Zu ecchi corn o ewuldo da arte dramatica,
e v6u na artita. a quo alludiuoa umar tra-
giea comparaveL a i RacheL .
0 Eueneint, pr sua part, cousaga a
nova estrella .tim artigo biograteico emi ex-
Otamo curioso,
A senhorinha Zmechi 6 natural do eBr-
aa. Seu pae era emapregado de fazenda e
aime inst.ttuidoru.
Como reveom am sas vocaeoj&?
(1 ando tiraa aipenas seis iamos aprna-
dAut a dangar a poLka e a wav., demcm-
tiatlo taes diaposiigis para a a-te choreo-
graphica, que '"iai&L* pessoas a comoelharam
a. seus paes quo a. dedicassem, ao theatio.
A maie a pri-aipio so negovaa- isso, zW
caea do temor- q/ae Ihe inmpmva a vida
&Am-astidores, pEern por fim cedm As em--'
geomias de seti.aiugws.
0 pae obtev', inadal-a paira Milito, e-a
min-mia eatrou. nan idade de mrev. annos na
famosa escola d- btile de dita cidlade.
Estreou aos 1U e- aos 16, er aaura
bailarina de priAneira ordem.-

IUn'm t p e de tmul

Sas. casas d. c-jogo, de Monaco:
VUta senhora, ja de elade midmara, paoe
a u .mocY o ao lc. junto da- mesa da
roleta:
Meu cars, senhor, quer ter a bonca-
do le por este luiz: 'um numanm bonito?
Mas qte- rminero? interroga o moco..
-- da uiinha edade, volvo a 6Sma, rEC-
que bcando-se.
-o rapaz, no ltomn da rmair sincori-
dade-:
Mas, m nihaA snhora, es.n-meros ss
cl:aga, a._6l

N'.uin cemiterio de Pariz !-se o segrin-
to- curioso epitaphiw:
Aqui jaz AlMexandre**- Morrtu da edade
do- quatro annos. A sua vidafoi um mode-
lode abneoagio, e um tecido d' s.icrifcio^.


Permitta-me quo utt e tatZ '.tui, per-
gpsnta, mne amigo ?
Ura? Acho pouco ;. pode fazer
qIpantas quizer.
Que iateresse o coniuz.p.ra junto da
5obre reclusa, e -qne 6 qua ocbriga a.pro-

0 se5l2o0.
Eu!.
-- Certamnent.
Nao comprehend.
Poisa, cousa 6 clara.: segundo o aosso
pacto, somos amigos ea m opo e alms.
Sims, nas...
Se -o, senhor do Ortenes matai sua
mulher, o senhor mostraar-se-ha inconsola-
vel, e constmutemente se-awcuar.i a.si pro-.
prio d'esse crime. Os. eLnorsos s io. men
caro viaconde, um pesadissimo cartrego, e a
nu6s coiwvtu-nos audar -livres de cocpo e do
consciencia.
Fbnts olhou para. o vascon9o ,3 ter-
numr.; o scu coragapi) no qual ik auginen-
tardo a tristeza, foo murmurarxcom pro--
funda commolio:
Porque nao hwvemos do ter- a mesmau
idteo, e ser moeu. amigo ha mai& temp !
Debrim-bichaia! Vai com*,esstot
ItigaA para outro- !t So ta l tivosseo
d os meus coselihos ieria, L !.1
aourte de outroa tantos que en
Wb Ihe dariam 0 Ohomem ntap t'|
19a no mund encontra-se vxm !1
de innifoeros atalhos, que eso:
multiplicamem todas as
93os. So os atalhos ale
os gumas t" se encoutrna, o
podem ser anjos ou de -.
gular awusa, problems i
nidade de caminhos oou dazer
meaw porto, a etwoidade ;I
queudo cad& sujeito ab e s.so
uanAdo segui,, o evoum pelo boa
osninho. 0 se or jul me ailgm

aRvao podeW arm p
fASnqde= rude 6 devwfiado HfiMf
lamr. As-meo ^^^


Uma Toromba.
Dizetmde New-Yck.para as flhas fran-
cezas, qe uoma tromba causoa nos Esta-
dos do Sul os mais espantosos prejuizos.
Disttintos lnteircs, estAo devastados, al-
gainas pequenas povoacoes em ruinas.
Muitas pessoas morreram nos desabamen-
tos dos predios, ou alcanugadas pelos obiec-
Ainda que eu tivesse a cara mais s6-
ri" que um segedor n'umn acto official, e o
meni aspect fosse mais severe que o de to-
dos oijui.aes do-mn udo, o seahor acharia
meio. de excitar a minha hilaridmade. Julga
que just, nerm seqpler tolera'-.Tel, que umr%
mulherresfacelle o coraglo do seu maridoa
o o. faga soffrer a iuis atroz das affroatas,
semmsc exp6r ao muenor perigo '?- Esso novo-
codigQ de andante cavallaria, posto enm,
moda pelos Tenorios de corruptas socied,-
des, &f e perdoe-me.a phrase, de urapen -
feita estupidez. Na sua opino e na dos-
seus, o, home de bons setuiinentos dem
ser tol... Pois que Ihe aproveite!
S- Dove ser generoso.
S-- A generosidade n'estes.oasos 6 o rmes-
:mo que o espirbo na rosa !. 0 senhor in-
voca os cavalhbeirescos astiimentos qpue,
mais que em paiz algum, reinaramnem.les,
panba, e, por Deus, quo nAo faz bom ;
nos tempos a quo se refemo nao eram por
certo os homwns menos auseeptiveis qo:
agora para ammumas faltas. L-mbra-p da
famosa boda de Raul do Coucy ? As mu-
Ihberes da idade m6dia eram atrevidas nas
suas paixaee, mas as eacadso de soda que
chegavam to suas janemAs costummwn. oom
frequencia fazel-as pwsar do nmwdae- doas.
Vivos para a manx3a 4os mortos. Ap~eaw
dos seas concubinabo, os orieataea akW
sao meAM rigidos qub o0 nossos antopaaa-
dos, e, ajulgar pk pouco qul tenho e ta-
to e peo muito qiitetho lido, a mias do*
nossoantigos cavalheiros; dos t hwodo,
*urraepaos owankuaw -set a enoftbram-ae
hoij admiraveklmente govonadas1 gracas



rem que tiom o ootrtAaB, Como Oa bo-
MeaM ae M Sto k& b 4 k ro awora na
f oi oposhe. m o dtab.m a pcnwe

brnotal ,erk _
MO -D Osd' !A
~ vsamcotuesSl a.LLhe


* 5
I.

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mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
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