Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:15025


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Full Text















































IUUOJD JA& .UI W. e janeir_. 1p
0 ambto :rda0W: Utaft"M t CompaSgg dade.-.
cau. pezado annofinanceiro de. 1877 a 8t* iea-
Sobre Loadres, a 90 dias de vista, a lisada em 2.78i:6j1 & corn a do anoa afIt-
11/4 d. por 19 baneario, e 21 1/2 rfor de o a t 187, evA a a 2,r8:483.
4. tartiulea. 1que o meso movimOento pata-menos be deu
em 0:4391645.
Sobre Paris, a 90 dlas de vista, a 448 Diveresas verbas da dfspeza decretada na
r&s p orIranco, banarlo.J len. 1,261 de 8 de Ijunho -do ann0 passed),
rels por. aaeo, ban o, foramnampliadas por credits supplementarcs,
Sobre Portugal, a 90 dias de vista, a abertos em different datas. de accord corn
IL, a., banc..arlo. o art. 40 da mesma lei.
/ Taes credits importarlm na somma de ...
AHI A 28 d j ro 363:228094, da qual sobrou a de 67:3785690.
BAH[A, 28 de janeiro. Doixeide con6eder o credit de 32:553273.
c T uja abertura olicitou-me o thesouro, em of-
0 vapor inglez GA.4DIANA, da Ocio de 15 de jiho, para completer o paga
compauhia ROYAL MJAIL, sahe hoje A tar- manto dos juros da divide public fundada,
de papa Perniambuco. dos titulos do calcamento. por qua o caso nlo
so acha incluido no citado art. 40; e, portanto,
_______ ~fallecia a presidencia faculdade para abrir tal
credit.
lliNTIin r 0 POPULAR Assim procedi, em respeito A lei; mas, sen
RN UC l --PO U LAR do essa uma divida sagrada, convdm que de
creteis verba necessaria para sulvel-a corn os
Thesouro da Familia jurors da m6ra, as.im como qu o acaso de quo
se trata seja comprehendido no r.umero da-
OU ENCYCLOPEDIA DE CONHECIMENTOS quelles para os quaes 6 a presidencia autori-
UTEIS NA VIDA pRATTICA sada a abrir credits supplementares.
IA despeza extraordinaria effectuada no mes-
Falsificar3es. mc, exercicio importou em 846:685937.
IN,,prrfam 4 A, dea insftza as caixas daedem.-


Falsiflca-se a cidra juntando-se-lhe agua ou
Memo cidra de qualidade inferior, o que dimi-
ltie as probabilidades de conservaglo. Reco-
nhece-se esta fraude pela pequena quantidade
de alcohol da cidra.
As vezes junta-se A cidra acetato de chumbo
e carbonate de cali corn oa fim doe clarifical-a.
Reconhece-se esso perigosa fraude, deitando-
se na cidra suspeita uma dissolugbo de iodu-
reto de potassio, que darA lugar a uam preci-
pitado amarello dt iodureto do chumbo.
No fabric da cerveja, a substancia cara
sendo o lupulo, os falsiflcadores substituem-
n'a por substancias amargas, toes como buxo.
genciana, etc., et,. S6 se pode destinguir
takes cervejas falsiflicadas das feitas corn lqpulo
pelo gosto.
-Faisificamrn-ss os xaropes empregando glu-
cose ou assucar de amid. em vez de assucar
da canna. Esta falsificae.o n1o 6 nodiva
mas a qualidade do xarope aasim feito 6 in-
ferior.
Reconhlece-se eota fraude pondo n'umn balio
do vidrtn, e aquecendo-o n'una lampada de al-
cool, 10 grammas do xarope e 10 grammas de
unas soluc.aio fraca de potassa. So oxarope
nao cont6em glucose, elle fleca amarello pela
ebulicao; se pelo contrario cont6m glucose,
adquire uma c6r de caf6 e um cheiro de cara-
I mello.
A a(ua de flares de larangeira 6 As vezes
lalsificada pela addigbo d'agua, o que so reco-
nhece pela fraqueza do cheiro e do gosto.
Alguns fabricantes distillamrjuntamente corn
as flores as folhas daarvoree aleM as casoas do
fructo; outros em tim fazem agua de fires de
larangeira sem estas flores, e corn diversas
essencias.
A boa agiia de flores de larangeira flea sem-
pre cnr de rosa quando se Ihe addiciona algu--
mas gottas de acido nitrico ou sulfuric; as
outras npnhum colorido se produz.
As pasta dejajuba, de alcag4s, de altia,
etc., etc., ats vezes szo falsificadas, substituin-
do-se o assucar por glucose e a gomma pela
glatina.
Quando bern preparadas, es-as pastas se dis-
solvem em agua ; quando praparadas por m
con gelatina nao se dissolve.
Os conleitos e bbolinholos, preparados corn
assucar e coloridos, sIo quasi sempre nocivos,
porque as cOres usadas sao de ordinario mi-
reraes. E' por tanto prudent absterem-se
todos le takes golodices.
Pode-se confundir As vezes a cicuta com
o rtgriio, o que pode dar lugar A graves dam-
nos. 'O agrilo se destingne*-or suns folhas,
que tenL longos peciolos, sao ovaes e dentalas
e de c6r verde clara. As folhas da cicuta slio
trees vezes divididas, tern foliolos agudos e di-
vidldos, e sua car 6 verde escuro. 0 ogrrio
teen as flores em umbellas brancas de quatro
ou cinca hastes ; as flores da cicuta, embora
tambem em umanbella, te'n ce" do vinte has-
tes. 0 cheiro do agriio 6 aromatico e scu
gisto nc 6 desugradavel; o cheiro da cicuta
4' fetido e nauseabundo, e o gosto 6 detes-
tavel.
A salsa, cujo aspect geral se aproxima da-
quellas duas plants, 6 bern conhecida por sua
li:ste cannellada e veode, por seus foliolos
largos divididos em tres lobulos cuneiformes,
por suas flares de cor amarella-esverdinhada.
e por seu cheiro aromatico agradavel. A
Quando se ferve t.ee velho,-elle talha in-
fallivelmente, porMp leite expnsto- pnr inui-
to tempo ao ar, sutffirtnm comeco de fermenta-
R'o qne o calor doego apregsa. Impede-se a
leite de talliar quando seo ferve. ajuntando4-he
uma pequenra quahtidade de bicarbonate de
soda [I gramma por litro].
Tira-se A manteiga o rango que por ven-
tura tenita lavando-a em agua salgada, ou an-
tes em agua contendo urn pouco de bicarbo-
nato dq soda [15 grammas por litro d'agua].
Depois da op iraVAo 6 precise defxal-a por al-
gum tempd n'uma solugRo salina.
G[Continda.]


prestimo. pela f6rma seguinte : a do credit
de mil e duzentos eontos coamn a importa..icia
de 12&900, resultante da inutilisaclo de igual
quantia em titulos desse emprestimo, por ser
vedada a emissAn dos mesmos ; a doempres-
timo de mil e oitodentos contus corn........
2:011 768. e a do eredito deo 4 mil contos com
715:7741t09.
Cumparada semelhante despeza corn a re-
ceita co-relativa, se reconhece a existencia de
urn saldo de 47:252980, que passuu por ba-
lanGo a fazer parte da receila do exercicio vi-,
gente.
Deste saldo pertencem 5:5!M666 a primeira
verbal; 17:3718 A .segunda e 716:774169 A t9er-
ceira.,
A despeza addicionalr. 4 decimsa urbanma che-
gou, no exericto .a que me tenho refe#ilo, a
233:5795288. -
,p cadaio do ano,, el eia,-. aexistsoctsia deo
saldode 11:939$5660 quo possou coCmo patW
da renda prOpria pora BUvoa*mo. .
A despeza do applicago epecial, A qupe se
occorre corn os recursos das caixas .do cala
mento e do asylo, clvgou no exercicio flado
de 1877 a.1878"a imporancia de 111:067138:
Subtrahida]esta despeza do to:al do arrecad '-
bio, ou da re :eita de igual natureza, apparece
a quantia de 10:184S5*6 como saldo de balhn-
Co, pertencendo 835(:<40 a caixa do caleamen-
to e 9:349$165 a do asylo.
DIVIDA ACTIVE
Chegou a arrecadacao da divide active, no
exercicio ultimo, a Limportancia de 256 2835447,
na qual.acha-se incluida a de 79:t04S67a da
imposicAo additional A decima pelo pervigo
da coupanhia Recife Drainage.-
EstA actuahlnente elevada A somma deo......
2,036 7265773. em que se comprehend a, de
718:046(891, relative A liquidacao proveuiente
da referida imposigru addicioual.
Abrangendo esta divida uni m peiodo de 42
exereicios financeiros, a contar do de 18t6 ..
1837, torna-se em urma certs parte puramen-
to nominal o valor representado naquelle alga-
rismino.
DIVIDA PASSIVA


A di.ida passiva ate setembro ultimo mon-
tou em 4,107:320$988.
A part fluctuate s6be A imprrtancia de
850:920M8,. send A credores diversos, de
services executoados e nao satisfeitos no exer-
cicio 54.9t$988 ; ao Visconde do Livramento.
por titulos de debitos do ciflarmeltto, 56-000$;
ao Banoo do Brasil, pelo emprestimo contra-
hido 740:000. -
l)este emprestimo seo ha amortisado em i2
presca&Ces semestraes a quantia deo 1,060:0005
do- capital tornado de mil e oitocensos contos.
A parte consolidala, resultante de emisslo
de apolices. 6 ,epresentada per esses titulos
aos jurors do 7 e 8 o-o e s6be A quantia de-...
*j25 *;400)^
Esta i; porlancia subdivide-so pelas apoli-
ces de 8 o,/o, do credit de rnio e duzentos con-
tos, em 1.071:000M ; e pelas de 7 o/e, do credi-
to de 4 mil counts, aem 2,185:4005.
Na emissAo das apolices ade 7% figure a
quantia dl+ 769:000,a de que a provincia deved
ser nd mntisida.-visto provider de adianta-
mento a companhia Recifte Drainagp e de em-
p estimno9 acompanhia Santa Thereza, ao Dr.
I.nacio de.Barr pal do Triumnpb nos terls ds leis 1,115,
i,4l a 1,i79, + *' "
Nao se acha CTriprehendida no algarismo
da divida pissiva a quantia de 2,395:953340,
a quemontaa garantia additional de juros A
estrada de ferro do Rlecife ao S. Francisco.
RBKCEITA E D'ESPEZA NO EXERCICIO 'DE
1878-1879.


hupoui~6es do cslgsaent6 e de t*/. ~a qro
teni do pasear paa as respectlvas caixas,
ficar sen4o a esa despaza de 3,177;575372,
na part propriaente inari, logo que s,
fagam as operaoet feessawarias.
Do expoto se vA que augmnta setelahte
despeza em l 96:m confrontandas'e o se
algarismo cow o de 2,981:105SA alulado
para o actual exercicio, e8o co
3,177 575372 para o exercicio 8- .
DVahi result serein os recurso pr-eu-n
miveis, 4dt provincia, no futaro eericilo,. infto
riores aos compromissos que tea ella ade sa--
tisfazer.
Conv6m, pois, que providencieis do modo
que voyes parecer mais acertadb para o cOm-
pleto equilibrio entire a receita e despezada
provincia. ,I
Quanto a miani, penso que, provindo em grn.-
de-ponto o desequilibrio entire a recelta e a
despeza do haves esta tornado proporcos ex-
cessivas. o vosso prindpal empelho dove. set
realisar a mais severs e rigbrosa eeonomia.
. Sendo certo que a fazeada provincial- tern
de fazer'hon'a a certos compromissos; que
entire a receita e a despez, caleuladas para o
future exerticio ha urna differona em favor
desta de 540:142#462; que anuncia-se,. por-
tanto, um deficit superior a 00 contos; que
avultam as verbas improductivas- e nomeada-
mente a do corpo polial,, cujo augmento
oorresponde a 86,509/, efAttdespeza reMl&'
sada no anno de 1874-1874 ea 'orada pareao
corrente de 1878--;187i9, o vosso programmna
estA traoado-6 dar-nos b6as finanoas, estas,
nas actuaes circumstanoi0. nalo podeinm co-
sistir senlaegm pouprdeo osdinheiros pblib-
cos ao ponto de. se for possivel, dota.r a pro-
vincia corn umn oraroenoto equiibrado. Se
esse desideratum nao powder set alttiigdo semi
desorganisarem-se certos ramps do, servo
public, is vossas luzes e ovobs cri0ti
eabe indicar o limited quo em taos reducooe
canvir0 p6r.
O.nosso systems de impostos, se tai node
so p6de dar ao coojuncto das taxas.que ft"i
ram nsa lois de ercamnento, solicit a
vossa attenCAe. Con quanto seja inolpeotuni
ensaiar urma reform complete nhas itats ...
belecidas, p6de se, todavia, fazerg' 4 eoatisio
nesse sentido come ftm de poupar 'as fWrIMO
economics da provincia. E' assam qinelb p..'
rece oonviniente w 64oetardes a :erorBmaquo,
desdo 1876, se inibio -o4 inimpo'stol-edeo
' oor cesito quanto ao primero geneLao e a I
por macento quanto so segando. A experiencia
dos ultimos exercicios yes aconselha a elmi-
nal-o inteiramente do oroamento.
Tem-se dito uuitas vezes quo 6 urn mao
calculo fliancoiro difficultar, por meio do" ima-
posto, a sahida dos dous depreciados generous
que alimentamn a nosse agriculfura e o nosso
confmercio; eu accrescentarei quo 6, poroutro
lado. uma injustiga pravar de prefereancia, e
al6m das suas forgas, a classes agricola, quo a.
todos os respedtos, merece os favores da provide
cia. -
G ,m effeito, sAo os agricultores que .pagam a
irnposicAo do 1 4o artigo 4A6 da lei n. 1,6 ,6
embora o exactdr nao exija.delles; e paai-
do-a, 6 cetto quo concorrem para os cotres
provinciaes corn urna quot- de seus haveres
relativamente maior que a deoquatquer outra
elasse contribuinte. -
Sendo assim. e tendo a secca aggravado con


sideravlldente a crises da lavopra, 6de receiar
quo os agricultores, oberados e dividas e for-.
gados a ab-,ndomar, para .4azer dinheiro, seus
instru(nentos de trabalbo, venla eli larga
oscala us bra6s e'sravos, e.asim accolerft
o movimento deoexportacDo destes para as pro:
vincias do sul do imperio. Us algarisrpos cin-
Oirmam infelizmente essa conjoctuia, como soe
verificado seguiete quadro:

MEZES 'EXERCICIO DIC EXERCICIO DS
MEZES -1878-1879 1877-1878


Wulho......... .23!=2C I O :50iQV
Agosto ........ 21:8l000, IC:30i@0
Selembro.. 13: 0 8.
Oulubro. j. M. W2Wm

Portanto, supprimir .o mao i~mposto i.tB1e
esta sujeita a exportagao do-assucar e AI
godao,-6 consultar os ineLreses di, povincia
embira (r4bAztis- por outlr qd-.o m)no3 one
ruso cs producterea dresses dous geberos, uma
vez que o estado das notas finan0s nob pey-,
mitte que do todo, se4arn dispensados de coir-
tribui ara a receila proWvyincial.
Mas deo quo mod0 erbar o vazio que deixa-
r a suppress do alladido linposto? 'r
quti, ouiro sobstituil, o? ,
No parecer em separado firmnsd9 potD dA,&
membros da coninm.-s"o q ii 3* da junkA
utimo, oameei para eat bsaA.fla n -
,as e impoQstos, indica-sal p ,'0os8ro so-
bre a veada na razAo di i r cnto; e ost
ide6a, que alli se achaIuacidal3nfite 4vsenvolv:-
,la, me pirecaceiaeeta!pl.
A inlcnc..ax, ,ueoccupa uma tle larga pa r-
te no systeina ftnaikatar ds alguainas rtaoes
dit Europfa, e6 6i rposto que mais se atfttrap
se apOtmoda As forO9s reaer s doa cont'ibeAift.
tea; 6 elle o unfico, dizem os ecohiwstasi q&.4
fag appareoer a justip1a em uA rekiiiten Ilsoi
qualiAucr. : ':1 : l*'i y 1' A, ^ .
issa excellencia 6 TecominmTnrda ^dsSA es-
"[Aleu-dS raz~es acima p


: Sr. ava-me tie capital, no gozo de
li;e a quasdu se deu o facto, do
It otta o ffiodeV $.$ de21 do correrle
qrue otrspondo ; por iso, ouvindo of-
r den dotoresjuiz municipal e pro-
pbr8 ocs fspostas passo As mIaos
.8., poa masdirei:
4o regressar da capital. ji encontrei em li-
rde o ponuguez Jos6 Antonio, Soanes de
rvedo, alguns moridores e escravos seus,
Wiitados autores doesspancamento 4e urn
"ivldo. pela subttlaeco de uas caahias de
s, eagenho-Sant'Anna-, soltura realisada
6 reqeoimentlo do Dr. pro notor, fundanlto-se
-a tiogalidade da prisao, por nao ter sido em
*gante delioo,,e nullidade do inquerito, por
l9ipetencia, visto achar-se situado o engenho
to diftrioto-de Cateade, e nao no desta villa.
Seujo subilolegado encarregou dessa diligon-
i.-o delegado, A recommendagAlo do Dr. juiz
alnicipal, enAo no exerciciro da vara de di-
"t Do ambas as irformaoes juntas e das que
oolhi, parece fora de duvida, que umi home
tora espacado pales woradores e esoravos de
ASeyio, corn sdieeia adeste, pot causa do
amas cannas, quepcom outros companheiros,
Ojrara de seiit caunavial-; que ease facto 6 a
' tiBAo deo outros, cujos offendados nunca
a apreseritaranam reclaman Jo contra os3 often-
6ptea, e isso) se fax, diz-se, no intuit de plan-
tar o respuito a propoiedade, mas em datas
aiat #Lrazadas i q4o fui erescido o grupo quo
Altfpanhou a dili*genci., ao pnedo preci-
se o numoero, levado por aspirito de curiosi-
a, on interesse proprio, como na opcsilo
eadios; quo Azevedo sotfreu dessa
o prejuizo de algumas f6rms, do barro,
so quebraraia, e de utrn barril ou pipa J4e
t iw a, que U!)bebid 0 e extravasada, quo
tbeuu algunias paiavras insultuosas da par-
ios parenlodoL *oaido, qua encompanha-
ram a dWfgencia, ma quo toram conUtdos pela
Vireseaa dno capstI4 elixdo Alcantara, que
sonoadava a dil ncia e ompaia d
bdolegao6=inoer deSouza Braga. ispovi-
decias dos quae6 deve-se nada alis tar ha-
vide. A, .:.' a iat ., .-u a -'
I! Du urea.S Paloiares;, 31 de d,
zedibro- de 187;-llim. Sr. Dr, Jo.iquim. da
Cota Rib'ro. mufta digno c pefe o de oliia 4


ji~b~e d~r&to do Palrnau~s. a --


DESPACHOS n4PJiftD5NCIA, DO DiA 27 MI.
JA$IgIR6,0D 1879
Gerente da comwanhia dos trUhos urbanos
doRtncifea CaxangL.-Inftrme, corn urgencia, o
Sr. inspector d- tbesouro provincial.
IgnacioBarroso de Mello.-Sim.
Joaquim Manoel de MeAelros.--Informe a
comqissbo central de soccorros.
SJo0baoaeo Barreta,. -atisfeito o disposto no,
art. to da lei n, 1,282, vote, querendo.,
Laurentino Ferreira Pimentel. Sirm, me-
diante recibo.
Lutz Gonziga da Iocha& C. -lnforme. corn
| urgencia, a camarnauoicipal do Recifo.
Secretaria da prosuiencia -de Pernambuco,
28 de janeiro de 187*.
Oporteiro,
Joao Gonfalvei de $antos Junior.

RepartiQoo da polioa-
N. 127.1. seaco-. -Seeretaria da poicia do e
Poernaminbuco. 27 de jfaneiro de- 1879. Him.
e xmn. Sr. 'articipo a V. Exc. que formal
recolhidos A Casa de DetengMo os seguiites
individuos: -
No dta 25, oriem do snbdelegado
di) 2Wdistricto de S. Jos, Joaio Jdo16 de
BritQ, como alienado,, .a nmba dispo-ii
gao, at q te possa ter 0 conveniente
d&*tino. ." ^ T
No dia 26, l ordem do subdelegado
da Boa yista, Silvia,; Sque diz s gt et.-
crava de J ao Poreira, pot, aniar fit-
gida. .
SPelo delegado de Tacaratf, iquaando
i h enciava *a captumr 'di telebre cri
aIjS.O Joi. Xivier de' Souza Clani
SeS ie.9 cp^Anheiros, :ipronuncia-
d)5S mtas proviNciw dmjAlesi e Parahy;
ba, pelos crirtaea d eiimrte e rotbos, est,
otl vi.taile roe pa eatoriast do DiS jcime
m'i'ieipal do tet'du n o I .rim daipiellue
proviaia, f(i capturado Maaoel A.utoul,
ito Nascimleiito, tprQtrttclia (to p!op crime
4i oftensas physics n1 term ) d Agu&
Brafnc da ps'o.viia dds Maga Go n
ta-bth3ipois ao muiesm, doelgaduo q-
0.dtnggro e seus coinpaiiheirbs se a',h -
Pars it fazenra Soares, do terrno de sua
jA!isdiio, contra os mresirnos fez seguir
trot dco0itas sendo umea de.-paisanos,.
-qa6 voltut:,rianmente sOp rest'ratn a is.4o,
*din di...a) a a"erf l a guui
n pogihc, sob6 a orders d 1 conmin -iuali-
respectivo do de4icainonto, alferel
P i we, ut direcolo dos divetsis4 pon-
7o'zeitda ars: e a tereefraT-
ai, pe siG siubdefegido y'ranac.iTno Fran
.i'qo e' Souto,' para a t nessia fxzeada
S a4r+es ac aoipn mIda do'dricia -rd j us-,
t abIts r.iiotb^1 'A iprecatoia 8 esu-
fiijor a do~iub lelgtrd-,4,atsd


no, Joajufmn aCa osta .woewo.


+ fii i I IIIi^ ';.


S9SSto EM 7D DJANEIRO
PRESIDE NCIA DO EkM. SR. DR. AUGUSTO Dr I
SOUZA LEAO
(C~scluso) i
0 Sr. Ferreira da Silva-(NMo devolveu i..
soneu discurso.) : I
0 Sr. Paulo de Ollveira-Sr. prebiden-
,e, chamadi ,I discubso ppr algumas palavras
quo me dirigo ) nobreorador que acaba de sen-
-ar-se, n&a venho discutmr as razOes que exhi.
biram os nobres deputados que teem occupa- .
do a attenCAo da casa.1com relaoeo As causes
quo motivamn as reclamacOes contra o mrnodo
por quo 6 feito pela companhia de Beberibe, o
rorneeimento d'agua potavel A esta capital e
seus suburbios. I
O nobre deputado, autox do requerimonto,
procucando justificar o sen pedido, adiantou al- I
gumas informaCgOes prematuras e infleis. I
0 Sr. Antonio Justino--Posso dizer -ao meu
qre college que corn toda a fldeidade.
Sr'. P.Nalo ded Oliueira-Repito: algunas (
riformag5es prematutas e infleis.
l'arece que o nobre deputad. ja tern infor- I
nac3es, al6m das qie deseja da presidencia I
da provincia. Infelizmente, por6m, essas in- i
'ormaages que posso o anobre deputaio sAo
infleis, torno a repetir a palavra mais urma
vez.
0 Sr, Malaquts--Por isso memo n6s preci- I
samnos das fleis. -
QS'r. PaukodA O inVa--Ds4d que essas in-
rorma0es solicitadas polo Wtbre depouta-
do devem vir A caA -ministradas pelas reparti- I
gO0es. poi~gtotps, '1e9 OCcaie0 Opportuna;, I
luando so a brir debate acerea da mater ess
pero hOele tazart partr, e entbo. procutare.i
algug wpodb justincar a posii6 da cotpabia
e Bebbi be; tratando-se. pore'm. de voAro
requaetimento do nobre depdtadoeu aguar4o o
d te, seqa por ora accri6 36 it0_pr- tz 1
O(4 Jaeobliaa-Sr priidenta, vijo qw
se-pedd Jinforna4ges acorea do. contract de
uma compinhia ,jm a. presideneia da provin-
cia ; naso setrata da indagaglo do modo por
que tern corrido a execucAo desseo c6otrato,
mas somente de se saber alguma cousa, de se
pedir certas informaO3as. "Entretanto a as-
sembl6a, parece que inopinadamente, jA en-
trau em certas apreciacOes -que. no moment
nao poderiam ter lugar. Dinsie-inopinada-
mente-por qua aqhi:jA se declarou que a em.
preza tinha faltado ao cumpriminto do suas
,brigagbes'; declarou-se mais :que'o ablste-
cimnento d'agua 6 insufficient, e que as recla
ansges slo geraes, que os-.donoessionarios de
pennas d'agua eramn taatados yiolentemente !
Foi o proprio signatario do requerimento quo
declarou tudo isto A camera. E' a accusagbo
quo apparece. "
R Vista disso nio 6 deestranbar que aquel-
lesg que ltein -conhecitnento perfeito Jaiepses fac-
tos, venham por sua vez dar Inforrmages exic-
tis carca da comnpanhia de B-ibenrbe, e bemrn
long J oaer isso reprovavel, deve an .es agra-
dar qos noires deputados qub desejainm infor-
maes. ."
Ora, em eondic5gs de dar essas infoa'magoes
acho-,ne eu, e pass a dal-as, 6bservanddo, en-
tra-tsL ,q-ioe neate recinta nao me ergo na
qua ade de arogado dasomnparihia, por quo,
ane er seu advogado, so- umn dos peque-
nos aceionistas di empreza, cnmo consta dos
jornaes e outras peas officia-es:de quo talvez
0os ntlbres deputa4os tenham porfeito conhe-
ciuuentl-. T r
SJA se disse aliqui q eu soa- partle onestra ques
'4o; nao sou p't- emnbora. comdo-possuidor
de umn certw numero de acog;s dessa compa-
nhia, me ache de algima sort interessado na
excuca-do soc central. d'ahi nao se senue
que, coma oepresentamte da provincia, estnja
etu inthiOid.n de discutir a execugit. desse mes-
mo iontrnto. <
N., 1' part Jo requerimertu que se ,liscute
pede-se o seguinte: (I1) quo a companhia do
execucga. As leis, que constituemfi sea con-
trat? -
Perinnt-' se n.a ba~ta. So deve dai execu-
glo A Ii a. 1.301 ?
Oer.Aantonio JustindA un apart.
0 Sr. Jatobi'tas--V. LExc faga o favor do me
liizor de que se-oecupa a leoi n. 1.301 e se faz
parte dl.cntOto ? Vou fazera sua leitlra (1t6.
-JIA se v6 pols q'a- 6 ,inne I ci qin (n inJa faz.ar
effeetiv;ma eras obrigai's, que nrao estvarn
an cjntrato'aniterio rmainteoestabeleci Ic; 6 uara
lei qule nl depend. ala companhia oe ,Beberm-
be por eta exeoucan, os nohreW deputados sue-
bern quo.lepois da prJinulizago dessa li toen
lecorrideo anna e meio sem qie s5 liaja tomna-


ido inedidaw lie qtalidaoe algum;, o qcw, nao
depend.-, abs3nutsmaente da dqonptahia, que par
sua part deu-lhe exeocagcw ante-,'ipi Pla.
Ora, sea .lei n. 1,331 lteve por fIr, excluiva-
'mtt obrigar a comenplina a ,unir-se Ie no-
vos umanaasmus, no quas ao eslav'a sujaita p--
los seus contratos, e entrtantojA os p ssuia ;
.e gue se que a I' parle do reqnerimento do in-
forutaQOs, 6 a tes uBnainterpetlaobo ao presi-
detadda provinia, por queontl teorn dado exeo
ecua, a es leii, que urma Icensqra A er-
o i e. AtoniAoo Ia stio -P.4lo pontr.ri., de've-
se deizr quo etle temn feito tudo qaanto lhe
was .sio p".siveal, mas tern pi-rdido o seu

^ I+ -.+^ '+ ..... + *, '. '. ., 1. +.,= 1 ..
t 0$.'- Jdeoin4-Senhorps, 4 bornestrabak-
vyal -quoe 0 mHoprvojepti ivesea$Iitd inn
r I*I*g& 0* sebats quo
-PaH 4*-A


16,oadas do, dliaeyol, ta~ntioIfhta 0'r
*f0/ u on par -a fop ?! :.
o Sr. A k.W uJatiM-E' esta a rasI por
quo aomabpnhia, teado bastante agma, n
tax ebowqat acidade. -
O .0 Sr. iuomi-Uns d.iem qu. MO s t" ift
do press"o nopinanciol; optro. 44t por be
truc940 no encacamento. Eis, pois, oW o-
discle! -e
0 Sr. Pitaxna di am aparte.
o S&. J.011144-Que inconvonieota hMwa qi
dao informagoe t? N.. e- *e0g-
aipaa que a isso se opponQ-
...o president. 'da provinela eweolw
a s"OS entenleram qu a led elA-
feCar em p6, sem todavia dar-ihe oeutra *oW
Blo, 6 por ventura a companhia obrigadaa *ft
zel-o?
Alem disto, meus senhores, todos n6s =abe-.
mBO0 as difficuldades que ha na esolha dtei-
ni&nciaes para fornecimeont d'agua a uwneAV ci--
de, principalmente a cidade do Recife, qua fto
6 rica, em suas visinhanQas, de aguas
doe P qualidade. Desd3 a sua instialat % a -
comnpanhia de Beberibe lutou seriamentoe OS
esta diffi -uldade. Dizem por6imn: ha liwtto.
naponciaes, a -cuja compra a compankia I
tem recusado. gas. senhores, oideestioee -
nananciaes que a companhia se temrn recusao -
a comnprar, onde estao ell's ?
0 Sr Ba ao ade Nazareth-Peoo a palavra.
0 Sr. Jacobina-E' verdade que a companhiat.
em tido o cuidado de os procurer, e de pro-
curar corn lodo o atico e escrupul ; leto
iisso empre,,ado capitals immensos ; comprou
uma propriedade para aproveitar umrn sumeate.
9 pode se dizer que uma empreza desta or-
lem procura aprovoitar-se das circumstancias
para explorar a populaco ? Parece que ntio -
cousa quae se possa razoavelmente declarar.
Eu nAo me encarrego do vir aqui defender
a companhia de Beberibe, senhores, nao por-
que ella ha de ser defendida polos pfbprios
qua esiAo encarregads do velar pela execuglo
las lois ; nAo 6 somente o digno presidente-
actnual, mas tlodos os seus antecessores. quo
,oin per si e seus auxiliares verificado o cum-
primento do contrato' da companhia e aLtoes-
lado o zelo corn que ella procura realisar as
suas obrigag~es. Portanto seria inutilmente
qua eu levantariaa ninha voz para defender
a companhia (nao1 apoiados) ; mas naol posso
jde forma aiguma deixar pissar que umn outro
partiicular, quo. tern agua emin su casa, em de-
trim -nto da popula~ao pobre, mas qua a n&oa
tem A medida dos seus desejos, venha acou-
sar por isto a cumpanhia do-Beberibe por falta
ls cumprimento do c ntrato corn a provincia.
, 0 Sr. Antonio Justino-Declaro que nao to-
iho contrato alguor particular corn a cornm
p anhia.
0 Sr. Jacobina -Nao estou dizendo isso a
respeito do nobre deputado.
0 Sr. Antonio Justino-E os particulares nao
Lem -o direito de fazer-se representar aqui ?
E' urn direilo geral. .
-0 So. U vdo de Naszreth di um aparte.
: 0 Sr Jacobsna-Mas, meu nobre college, a
agua p6de ser muito abundante nos manan-
ciaes e nos chafarizes, para o abastacimento
uablIOo ; mas fallar nas pennas particular
agua; isto poer defeto dos-enoannmentos parti-
oulares. J& ura occasion, quando se levanta-
r.,m reclaim obes por cau-sa da escasse.. dagua
em alguns chafarizes desta cidade, suscitou-
se na administragAlo da companhia a id6a de
mandar-se fechar as pennas d'agua particula-
res, eu declared aos nobros depulado0 qu e vo-
tei para quo fossem fechadas.
0 Sr. Antonio Jaeino A companhia nio
podia tazel-o.
0 Sr. Jacobina-Oh E' expresso. ELu rogo
ao nobre deputado a que leia os contratos, 0
veri que a comp ,uhia p6 lo, Aesde que o fir-
necimento puolico reclame, mandar fechar
tLdas as pennas pirticulares, sea offense de
direito igum.
O.S,'. Malaquias E' justamnente porquo se
tern feito uns contracts leonicos; os parti-
cultares riao tern garantias nenhumas, e a cofl
panhia esttjmunidd de poderes excessivos. a
0 Sr. A.llouio Jastio-InfdliznDente 6 a ver-
dade.
0 S'.. Pit .nga --peo a-palavra.
(Ha outros apartls).
0 Sr. Jacobina--Eu estr.,nho muilo quo os
nobres deputados que sit juristas, que tern a
alta catbegofia dejuarconsultos, veuham su9-
lentar nest casa quo a assemblea provincial
nato p61.J decretar leis innovando contratos,.
sem que os contratantes aceitem essay inno-
va,o t Nao. senhores: a assernblea provin-
cial nao lten a f..uldade de decretar leis re-
gulando materia de contralo0 firmadis ema*
lois, e garantidob pela b6a f6, respeiradas.
todas as condigoes e forixalidades legaes. E'
a istoxnie eu champo deslocar as questOes,
NWo, scores, repito" a provincia, jnao piode,
'fa;tar a fe dos contracts deftnitivamente fir-


mados.
0 S,*'. Antonio Justino Da mnode q, ad6s
nao devemos aqui lgislar -qef .essat mate-
rias, e devemts despresar s reclamavoe.
dos particulares !...
OS'. Jonobina -Nem eu diseque a assem-
bla provincial esti inhibidI*6decretar me.
didas aut:,risativas do melhoigmento de con-
tratos ; o )que eu digo 6 qua ella nao pode
fazer 6 imnp6r mnovaaO-34 aos contratantes.
0 Sr. L4iz Cesario-Soffr'amos a falta d'agua
porque a conp-nhia assim o quer.,
-0 Sr. Jacoblna -Sr. president eu por or&
nto p oc ra saber se a oornpanhian.' quem
qudr quo se soffra a falta d'agua; entretanto
ievo obseovar ao nubrA tlpilta go. a que muie-
to rasoeito, quoea qu apart nao tern o menor
fin Jlamnento, p)rqua a cornpinh;a de oeberibe
6 a mnaiS intoressada ,n quo o foraieamente
d'.igua seja o mftn abundante e perfeito. Come
pais dizer-se que ella 6 qtern quer que a po-
pulaQo sjffra, qutando, so .Algmrna vez falta
a;ua en cerlo chafrinz da cidado. 6 porque
ell, quiz ir al6m n.o que o que seu contrato a
obeiga.
(Trooam-se apartes).
0 Sr. JAcobina-Sr. presidente, a companhba
deti Bb -r:bo for aomn daqailo que deli; oxigia
a lei.
Essa lei de qiie se trata 6 do anno passado;
entreLanto a companhi- jA muito antes Linha
cogltad.) dessas n,,essidades public is que &
lei procurou s;itisfazor.
D.vo aitida infonrmar a V. x. e A cass de-
certos factos.
Desie mnulto entrei cornom arcionista da com-
panhia, e tenho estudado a sua histokia.
o 0 primitive contrato da coanpanfra obriga-
va-an fornecer agtia cidae do Recite por fieo
de Wehifaiizes. loll0 ados oem lugam die~gia- q
dos. Nao sei so trato foli bem 4t o
*taito, nin 0,600 si.e Dpr"i) Ir 0'IWk
9,...m -.. b t,+

W .d.. 0..... obri Oes, co oteorn feitoO-
Squilla la 4e te ,r1o *. u wi1gada. .-


4f'.


I~ i V DHJ .. v .. .... --- 1. j


b|


OF.

























riAo Se. DepwSa 06.
ver dosappropriaCto b
(Haeoitros apastes)
0 Sr. Jaobi-:-k -A
regular ; wais ti
T'-R a, saatob mr
onto grand ditM IND
feotuar cin a campanhia um coalrato de col-
locagAo de patnas d'agua deoltro e suas casas
na querein a ir mlo deseo .conLrato? Quer
a ca-- Ro- meT- -
grands utilidade o ter agua dnlr'to de suas c.i-
sis '.3-10 -1
s ]"**' ? .' ... -.,' .: ., *,*** ;"'
Entlretapnto, senhocis, esta medida degrandet
ut4ainiao fui.ioeluida ontralo irdmitivON
no dis partm das obrigaesea -cosnahidarpela
einpreza, nto: 6 umna coasa entree efla, qtp Wve
ailbbiaifftBesuffloienLe para o forne!mblfle
pctqioq opaKUiciar qua precisa e convena
cieaa qwmessaagua the seja foroecida por bar
rato preco e promptamente.
Portanto, nests condioQds, p6dJes8. dsiir
qtf a t ampreza; porque Lein am lgutnas ooca-
sigideixado de fornecer muitaaguaa umn ow,
outro partitllr, falta ao cumprimento do sea
Scofltba coms a presidjncia dar-provincia, ao
sea0Wntrtjo geral'? Nao, seniors.
edmau4s, as oausas lua determminain a diffTa-
rMri d&agna nessas pennas partioulares p14e
muitas vezes nao ser dependent da einm-
p r e sS ; ; -.
Oelr. BRwdo deNazi dth-Tenlvh o eumnpto
comtti'go.
0 ..,Jaabina-So o nobre deputadotivesse
cooianlo regular dessas ,ousas, se se
d6as oko tisLudo da materia...
&,*- fardc de Nazareth Teanho conheci-
mmetphysico.
6.Sr. BH'rio de Nazareth di outro apart.
,Sr: Jfacobina-... haveria do raconhecer
que~nko depend da comrpinllia as cIusas que
fzewn 6om que a agua diiniufia em sea deposi-
to, e vd para outrosJepasitos parr.iculares, sern
queaawtta 4iinmuaou aagneaiteo nos canos
do atbastinien.to public.
A emnprezi tmn procurado constahtemente
inmehorar o encanamento emi quo p6di ar-se
obstruc,.io, que fa(.a assimn escasseiar o forae-
cimento d'agua.
at Sr. !Atlaqaias da um aparte.
& Sr. Jacobia--Mas, meu nobre college, para
levar a agua i altura de 3 andares 6 precise
unIa granite prossio, a qiiv a companhiaa nao
est&obrigaca pelo seu contrato. E, comb dis-
so eSpartieulare quf tern coisegui4o obter
umna. pent;a d'agua em casa, nio queremn abrir
nia de seu contrato ,oin a companhia.
OaSr. Antonio Justino-NIaY querem, porque
ur ia necessidadee.
0 So. lacobina--Aas A essa oppoe-se a ne-
cessidadd public unica prevista no contrato.
Dito n)bre depulado: p-ienmos contratar
coln outra companbia qai. forneQi agaa aos
parlitulares, pela simples razAu do qua em
algoaulas pennas Lein faltado agua.
Urn Sr. Deputado-Nao.
OSP. Jacabina-Ja disae quo a comboanhia
n&, estA obrigada a fornecer agua aos partiu-
lares;- a desde o namomento em que, ou porque
a presdoncfa da provincia reclama contra a
falta-d'agua no03 chafarizes, ou porquie ella
mesa julgue eonveniente acabar o (orneci-
mento d'agua aos parmiculares, poderia fazel-o
e cmn toda a justiga, porqut, seo hi alguom
que soffra corn a escassez d'agua, ;nAo siko os
ricos, nao saio os proprnietarios, daias os pobres,
a quoe custs muito o transporto d'agua dos
chafarives para casa.
Se o oobte deputado tivesse'visto 0 contrato
da Conpanhia. eslaria de p ftibo-aceordO comn-
migo iem que ella toem feito mais do qu aquillo
a queo 6 ,brigada.
Pae isso ditsse eut, senhores : nao me oppo-
conveiiatne nenhum nisso; iaas quero desde
jA minOatrar aos nobres deptlados quao ar empre-
za tLn por si procArado mrelhorar o foraneci-
mento d'agua e satisfazer as necessidados pu-
blicas.
OSr. Makaquias-f- as nao tern conseguido.
0 8r. Jacobaia--Sr. president, elha tern con-
seguido tanto que, no dia em que ella so lirni-
tar aeiunprir a .etrado sea coatrato, tera lan-
ta agua q ie poderA inundar as ruas dosta ci-
dade incoatestavelmnoto tel-a-ha em muito
maior quaaadade do quo a precisa nos chafa-
rizeb.
0 S8. Luiz Cesario--O ,obre deputado nega
que ty cbiafarz da rua Ioinprial na.o abastece
d'agua os moradores daquella rua.
0 f'. ;?mogbmi--Ea pe.r.iicenIVa ao utiu no-
bre 'orle.s para dizer-IhO quo ainda ha pouco
urubtro noaso college ibfori'ou-no que na
rua Im.perial nio havia faltar d'agua. fo nao|
svu difs qae proc'ramn dizer que naO teon ha-
vido oscissen d'agua. Os nobres deputados
hiao de conven-er se rfe que frt o corn conhe-


cimento do causa, e que dig,) a verdade, e s6
a vefdade. Effectivamnente no rigor di-verAo
tern' is vezes havido-ecassez d'agua. Esta-6
que o a verdade. Mas' na rua Imperial tern
havido agua at6 da? pennas oarticulares.- Corna
quafltorespeite muito a inforrna6Qo que nos
de u 6 noabre deputado quo tne preceseo.. e que
asseverou o contrario de qua esotdu dizeado.
pego licenca para contestal-o e jfftrmar quea ae
agumnas pennas partictrlares.
OS'. Clogoawldo-E' tv m facto.
0 Lt. Ltiz Gesario -EstOu fallando do chafa-
riz pi lico.
uOrI. Jacobina--a eonfossei qtue no rOfr do
verla, nto s6 os 'chafarizes da rua Imperial,
# come os da alguns outros pontos desta cida-
de te solido algpuma vez escassez d'agua;
mas &6 qiie tamb&m verdadt e qu a eompa-
nhigllem proauradb diminuiros effelitos dessa
esoassez.
N$.sahemos M ara satisiazer as paces-
sidades do forneciloto public a comnpanhia
temn se recusado a fazer novos coatratos para
collocaoo de pennas e o casas particulares, e
mesiao algamas boras ducante o dia tern pro-
curado fecnar as pennas actualmente existen-
tesa-,indeinnisando os particuares. A com,
paaiia fez esse acto de jst4a por si e sam so-
licitaio dos concessionarios.
(Trocam-seapartes.)
a$r. fatfaqura,-Nlo se o ham as pennas
dosa cionistas.
GSr. fpcobina-Permitta-me dizer-lhe o no-
bre.,eputado : 6 urnma injustia.-e grande in-
jusdt4a que faz V. Ei c A oom.,aihia1 suppon-
do .e ella faz excepco aos acciQonistas, que
nlq4can excluidos das resolu*Oes da direct.
teria,
"GhPr. .Valaquias-Hei de mostrar.
0 Sr. Jacobina-Perd6e-me V. Exc.; a corn-
pa.i, quando tratos de fechar as pennas
partaculaies actualmenLe existenLes, nao abrim
excepcao pira nenhum dos seus acciunistas,
a para nenhuam ds seus socios ; nao bouVe
absoutamnente excepco, e espero a prova 4q
C ODtrio. .
('Trodaid-se apartes.)
0 r. lacobina-Mas, como dizia, Sr. presi.
deqte, a companhia assim procedeu, porque
desta Idf6rma meeior acautelava os intetresses;
publicos, isLo as iateresses das classes mais
desvalidus. daqueUes quq mandam basoar agut
Bo..biarizes, e el-oa dospeo dp aftus pro.!
priqgincqlwie L emqpp, EPwIIDSa~ algjapa
do psoprieoarj apar*pag.mqp rqa, .l&. piao-
doi Ater o d6 esoo to I ilT1DS e Odnareo-
Ui5D aquoHwes qae Ualts uido piwadwo dt
Pg.Iffo di


Mas "dizia eu, Sr. president ; npesls condi-
aQoe a qiuicumpria' faser'? 'Mel~bWS'OIWada
te"eGtWAo d'aga.,.- Pais .sa-uSe e Amm-a& ac-
cainista U qcuppnhiani Ajq RSnb iafl Fr
iCipad- a6 proprip pren ..e a p lT.a, e-
ella procur(fi satistaser ai-ssb"iedd p d
NaonstrouW p06t fdttef prdoeieadd -c-aMab 'r4
.hulaoL'atra.ewpraz4 delsta teerm. fieztd deas
d.., qu e staTa oJnrigada pelo sq captlrao, ao
contrano das outras qtA. anuram sQmpree adr-
stLmtas'A, leCra dos sdusTictobs ; a companhia
de- Beberibe ga-touuma grande somma,eqeai-'
valetOe a -SO-/ dosvucapital effeoUVo, para
satisfazer ao desejo do.publico. Esgotou to-
da elsa soinaia em promnover inme iuramentos,
emu cirnp:'a do marlanciaes, quse seIhe'apon'.a-
va coipo sufficienwtspara abastecer a-undan-
temoente esta cidad-, e eoiretimtto essa -enorfce
sorama fui dispeasada sen -oe.obw coacesso
ou favor algu'a.
0 Sr. Praxcedes Pitaiga -.Apolado.
0 Sr. Malhqmuas -Isto na'o prova-a boa di-
Xecc.aodacomnpamhia. .. '. -. "
0 Sr. Jacobinaa-Isso proa qoe ella te n sa-
crificado os seus interesses pelos intbresses
pubfups. ,J..aQu imaAa rae.iw responder' u
apart dd) nobre, dupqt adoo qun (jz que sse
facto nao proa a 4bj MrmqcO, i;i 'npin lia,
po.quo seiiajawntaantfe aanIlrea, que coinl-
-cei declarando que fazia part dessadireciAbo,
assegurar ajue- ellule'Eea ido buqaj punrqae srina
fazetr o c aa. da mariI proprii, aerma u:n vitu -
perio. I/ -
0 St. Maluquiasa- V. Exc; podia aio fazer
parte da dr'ec;ao a esse tempo.
0 Sr Jacobina Fazia pa-teo, pois eu sou
aut go na.cinpanhiia., ieria, nm&r Iisomvja. -e-j
raa uw viluperio, repito ; dizia eu que a ad
ministracao da loiapanbtii emcbidu, iMritot bo i
tern tetto isso a aquillo. Per-issoi limuito-rae a
dizer que 6 ua=a enpreza naciwanal,-uniea que-
se'conhiece desta ordeal, quae dAem 6 rica, e
par isto mais se deve exigir, e eati.retanto r&ia
p6ae fazer umn dividend maiorde I por co-to
do capital prinitivo e 7 1/2 por canto ,1o yalor
actual de cada acRo.... '- Ediiz.-se que 6
una emnpreza risa !.., Qual 6a-canopaahi'a-
4ue estA aqui em condioes de darapenas 7
4/2 e que tire .000.09 do seu capital para em-
pregal-us emin neithramentos pablicos?. (Iia
aim aparte.) "
Desde o memento emtn que a companhia ro-
solve-se a comprar aim manarntlal, e seus
prppri'etarios entendcm qua e chegada a occa-'
siao doe abrir talnbei mea da'tert'a, que n6o
lhedava lucro nenhom e phpoem a condiO1
onerusa par-a venda do manancial. Eis per-
que a empreza 'foi obrigada a cdtaprar t erra e
agua. Nessas condkides puderia'Serque a ad-
ininistraQ&o tivesse aigum otro meio-de ob-
ter o manancial ? 0 que 6 verdade 6 que praiI
satiafazer umra niecessdaJe6 publtc, ella bein'
ou final comprou-o, Mas, ainda quatfi do ad-`
aministragbo da hco0paahia anersa m neia' ns0-'
ra, paret-.me (ei'uao creio quet'Inobres 4es-
putado6i tquem cm' tsso IncomtAbiodadios)...
Urn Sr.'D* tdtfio N6s nao oet3mos aqui
para incoinmodsar-nos. : '
08'.j aeobtina--.,. mas me pal'ce que esse
acto da-eidpreza nato p6de ser aqui drscutid0,
que 'prtence ao do:inio ifiterno da comoa-

r. Jacobina--PerdiO ; e nq est.Pnhni.
Achd que vein perfeitamentA ,f p '
quando se'paocura saber & a co.rpa.ntr-a tbil
ou nao cumprido os seuS deveres. Creid qe0
os nobres deputadoa< no me farao a ijasl*Qa
de support que tenho r intenC5es reservadas,
porque eu nAochegaria a eisse ponto cdii Vv.
Excs. -' '
As informaCOSs hp de vir e os-nobresde-
putados hiode convencar-seeaitao quo a com-
pantM4 Ler cumiaprida Os Seus deveres, t"
feito "rais do que aquilUo a qgae obrigala,
procurfado satipfazer As necpesicades pu-
blicas n
E e por esta raza, Sr. presidepte, '.o popor-.
que tenha feitaakps co. ratos, o no porque te-
nha tido ma @irecgo, que ak.companhia seve
acuaasaaeno obrigada a qba i .gn/idaar ,o seus.
contratos particuiares do pennas d'agua. ,
Seghores, eu sei Mqua. m(ii so p dJ 4izer
acercado lorneciaient, n'agua a cidade d3 Ho'
de Janeiro ep eeiDpoqr0. 000 o ,farnncimne-
to a cidade do Recife ; mnabdaveo star Ieeabrar
di a casa.lue hae pou~otempo, ,6 papa eptu-
dos do fornoci,ant#a d'agua potave] da ebrtoe
gastou-se mil e tantos contos.
0 Sr. MaLaquiaa-Na cprte.a agpa A grmtui-
tampate djstrhaitida ao p5.ao. -
0 Sr. Wodoabd--Distribuida gratuitametle
A custa dos cofres publtqos.. -, ;.. r,
(Ha outrosiapartlesa),, .-_
o0 r. lacobxna..w.enbelq,, .u }pPQo quQ. me
ouaem otaq ltbengo, Vawos [aer B, n,%,9 ,
venue : quamdo se, rAqarm Ae acciAaista~zd
companhia de Beberibe, nao ha referencia ai.
sepatado, porque aqui oeste refiinto noo tern
ac -ieamstas, teo. sirelples represeotoltes daa pro-


viocia. .
0 Sr. MakliqsMa-,0 predaeAfe nao fQa so
0 Sr. Jacobias-Posoa ao mea nobre %p)Pg.,
que nao aceite esse procedoiaw; suppynkx q ue.
sou eu o auaor delle: nn. a-o acatea- porqu.-
p6le parecer ao public que nos pouAve quo
aqui teUm aceiohistas que vamin, defender, a d
immistrago deroompathia, em vea de fazdi o
nas suas reunioep, nas suas assembltas ge-
raes ; eu aomon deputado estot dando informa-
coes de factor que conhoga perfeitamew" ,e,
Sestou ouvindo certos apirtes quoa.. parece-se
antes referir-se ao acionistu da2queaso. dep.u-j
tailo. Entretanto ha grand differeaoga entre-
urasemitiJade e oau.ta.
Um Sr. Deputado-Nbo respond a eses
apartes.
i0 Sr. Jawobina-Perdlo; mas o respeito que.
tributo aos nobres deputados 6 tal.que s6 nao-
lbes respond quatdo nko os oqwo.,
D ixauilo, por6n,,Sr. presiddih.e~te -inxl-
deantede part, volto so ponto em que estavat
Disseram as nobres deputedos qae a. cowp-
nhia de.Beberabe tern sid cereada de fdVo.ee.
Pergunto eu: quan4o, em que Apoca tWveamn
liugar es.tes favores? Comparem os nobr .de-,'
putados essa ompreza com -a ado aguas dO
Rio de Janeiro, e vejamn qual las duas tern msi-
do muisgfavorecifa peias coaes pubtCs.
Um Sr. Deputado -*Mas n Rio 4e Janeiro a
opula ao ten o agua 4e r '. '
"0 Sr. acobin-4asesas partiewlmres ag;
e seria peo.r demais aJtntrdvel quo e o go"evr
'astand dezvnove mll contos para atasteci-
mento d'au', A populaoa. cobrasse paga peta
agua forne3ida no$ ehaffAriMs. -
AsWiM, poie, Qla' parus Admirar qua' d1
gretumamtupte a Sua a i4ASWU peoas quo
Vo. buqal-a nos' chafarizes. Aqul. por6m6,.
wmbsmr ve aemvpre9&isW0s9.MwoSA, 40.
SafiD wfletiesE*pr6O8tcef i Sft135 'fovrm'
5efly gt5Ude S -l48. f ae. pIb, 9Be
d telop a **atSgSoi a Blt i -ceiS.1 a 1
M ae dWp(WtaO> iteO-MN^ 4IliMA ll'
v-"4a alH i d A 0itiMUM- i^^
elvis daeMl5!tiYffmi cant e.lsainfiar


-. : .U- ."--."" --".
era. canas. -nde op ..a.,rQs.t ,.a .ba-
,'n't^6hirW'do' diritt-a6 0
oria poiycqgtupraviatb u x ntd Ik lt ca
-eceLAq te 6. Vwfl (lO ba ohre^
o aju7trfoa h o Ite ra a 6-
do ceiisuram a cornippanhTa, assMi co0-'m nao
vejo que so posse esalebeei pp.0 9,..eatre
a c.npainhiado BeOBeribeb _o"roe elbw enodas
aguas do Rio de Janmeiro,. poqlug ,S"ama nao.
.tern recebido favors do guvrnoQ, pbhraS do
ai& c'ta'trahm dezinove aIbl 6l% P 71';;po-
uioltemente esta ultima niu p6(d @ l!'tar prm
comparaqCAo corni bxas desla cidd...
Pordniso os nobresdeputados entawemn queo
baa motlivus para a pQpulagAo..n&o star satis-
,feila comain o foeciraniLo d' agua, entVo iatemi
da rempdiar este rnal, egislem seria e refleeti-
damente, tendon am vista o;-respeio que-se de-
va, ter pelos contratos existen;tes. -'
-:- E A pgr isso, Sr. prosidento, quo ea dig-.
quo uao ha a minima ariifidade no pedido de
'amormaQoes dus nobres laepna ow. Essas ion-
tormnaCes por si-em naIa 'adiantartAo qe
aeabo de dar. d r
Dltas est0s palavras,'r..pri'es.idente, delar
quo sem near o meu Voto a) p.dido de infor-
mf6las, creio ter cnimprtddu o" ieu dever, ra,-
zwnd( as considorag5's que a c',a a-:aba dd
ouvir, "
E estou de accordu.em promover as medi-
I.,s. qua respeitandoo cfnltrato, possa collo-
car. nesta cidade, aguaew'O abundancia tal, quQ
se estabeleQaan. pennas em tdai as cas as. e.
banhos publico-; respeite a e garantam o pas-
.,ado, bascandip, porkam melhor future; epein-
so que sio essas as aspiragoes dos nobrtes de-
putadoa.
Tonho concluido. -
Os Srs Malaquias e. Barao de Naza-
reth desistem da palvra. ,
wilaank'ado o dbjtp. oo rarquqnaiientl post
a votos e apprsvado. ..
Achanlo-Se na ante-sala o Sr. deputado Ger-
vasio C;Gipella, o. Sr. prosidpnte. convi4a Os
Srs. sicretarios para oom as formalid'ades do
estylo,.J introatuzi'em-ne no atecintQ da asselu-
bla, feito a qao, o Sr. DrGervasiopresta ju-
ramnento,e toQa. asseato, '.
P ,ssa-se .A *, .
ORDiW DO DIA"
Primaeira discaussAoio projecto n. 1. de
1878, eleva'do A cathegoria do villa o povoa do.
de Vertefnes.- ,
0 'Sr. Ermlrlo Coatlftho-:Sr. presi-'
dente,'poucciorhecodor-,do f rt pJco et' 'tdih-
oussbo, julgo de metU dAve-dVradir btrs seas
illustres sifnatatita.que'e5dirnietn'"dar as ra-
zSes de cohveniencia publica quo as learaiW
,a apfegentar o proJecto deque s3 trate. Naol
6 seoi tiblivo quese transere- a sd de d mai
villa de uaim lagar paria -'omr'fo," cdreio pois qae
fundsdbs unleanleflte o 'em-notiVos seonve-
Aienoia pAutlica, ds nobres sg6Ottfdo apreSen-i
tarafl o pojeet'bkque tei.-rfru; Sen6do as-
sim, e desejnd0' dar o aweti voto -eonscieueo-
santmnte, aVniho a trtbUmia oar a fim de father
*esa *ped~d-aosa riobros ifejutazdos, quis estot'
oast icfdb, nail A levanlo d eat. -
SOSr. GxalvAo-Sr. preidonte, satisfazan-
do a, kigeocia do i tbre depu'dd : qtte acaia
d A-entar-.. M a t
0 Sr. Swtmrio d/Ottiro-MN1 e n e
S0 Sr. Galba--... possd assegurar a esta t-
lustrada assembled que, ',iando apresentei o
projectb qae s.e atho em It &qso, se Live din
vista o bem pubhiCo, e fundei-ind nas seguintes
raz6aes : tndO sido dteada a villa de Taquare-o
tiMnga pela lei provincial n. 4,260, do anno dd
1877, foi essay creaoia recebiaa cria grande
Idesagrado da milorla da pnpulaab d'froegoe-
'taqu'h6hoje constitue a comarcatld6 meso
-rot1ne, e ossedesagralb, Sr. presdoerile, pr'o-
ithda da ml i escolha, daquele povado para
'Ade da co'roarca, porcquxnto, sftto dlae Sttua-
do ei'altiU elevada ser'a, Cti Irrenb 4sea
-pre accideotado offereoe obices para:sma Rros-
Speridade-.; %bresendo fk.aaltmhbte difflcuTdaades
eiacommoaos perau"a airiior A.Q t reda popular,
qte oncmi$a a plaricie, que (ri.qo de procUtiar
'5' jUstioa, se vA na rigoros,n ecssldade desd-"
-flz duas logaas 1e eret,-.0meOnteem desprj-
voito sed o sere vantage 'ifrara nihgi'em. Ao
passooque a ,grave n~justica. fob P2'.o A
margem o ftt.&resc e bvotlor de Vhr tes
"- Sr. preiiexei esat ftuflteinetra4eo dt-!
monalgtrd,,p~koslfaclo0, queo poviBio" de Ta,
quaeetiogvp, ebO 6 suaceptivel:dnrnosoet-idadas
e, autfs march para seutouaphetx aniquilht,
manta; e a prova disso que, send alil a se5
de' dii fretsbzitr derde o se-n* doe, 1SJt vaVj
stn pre- eop crescgnten decadencia. ,A sua edi-
flcaQaa A pessima e em sdbo incOnsistente;
'e ho. icinsistente que,' dtrrante 'o ihvern0o
db anno patotoase desmommoaraD. trintae
[tiatas casas. Nbo tern uam edincio capaz pa,-
r68 funoclonar a caanprapmuaicipal, pu^. qu9
alh f ['feato ultimameate, cam esse designia,"
fez pane do on nero dos que desabiamai coih
ii InverafrG. "* 4 1 i" : <** ;Va


, 0 povoado de Vertentes, pordm, que o prd
So -eleda)A ctfaegorid dei villa distii de Ta'
A 11etiaQ duos leguas, ; ase acha, .ema eon-
.diooes maito qavy.raveis nqao s6 porqqe, p ,
,e Il '1 a a estrada publi0 qoe se dirige a
ceptai e s liiawivmnbia d&Mndasta cidade, c3-1
[m. tra.dbealpo rque d pob de reoensesr'eio,
de;v dw que o.-.oraan ,qorespeote. Verten-
"S te o, ut a qcIeohefqira sepanal, Ler'
boa ed9cmaco, gendo quiapi siddas sups casas
,e: pedra Ohe. eem nine'6. fe' O .a "-1.A
Vtra ospaaos* IgBlj. nrab,-B oterio e muitos
eslabeleoimentos .coqwKwriaes. /
a 0 Sr. Porao de Tibatiwg. -- EnLao esti no
.cso de ser eleVada. ... "
S0 Sr. Maaqisam-r.Mas nab tean agna potiAvel.
0 SO.. Gralp-Nl&o tea, de tAo boa qndalidd-i
'e, coamo a m Taquaretinga, por6m, a que ha
6 A uito s ffrivel. ,- -:, e.. ,-
. 11 4r. D,'tado-Isso d agua potvel n'a-
quelhis alturas,'6 dousea ,murto rta
0 Sr. G"lv4o -- EUj0i4 um agude e divereas
foORtes ha poa, disanciaa -do povoado,, que
abastoco a eufflciente4pere a. populacio.
SSr. pTesfdente."ThqUa*iinga, com o i diqs,l
esta asitUada Ui modo que para 6I cbear 4
pre-io.dubir,*e duaM 'earas dgsera: *T
Urp Sr. Depu;8,do-,A por .isso mesmo, 6 Aup
6 muil saud4vql. .
0 ,r. GaloTh-KxisBc a1ti'ufeudous'estj-
beleltqentos' moitoe Amsigofiaatmls, 01-:hba
umaifeira, ntai obstante as# maitat toetativaa;
qute so tern fp1itoparp' 1 eonseguir-se.
0 Sr. Ermiri Coutinho -. a estou disposto
a voLar pelo projecto. .
0 or. Gal4vf-7.i parLaos' n1Z5esd&6upd-
iorkfe' db ovoiad' 1de-epet6 fdbeod d
T&am tWMW 41410#l* ktAaRlos dopefr


de aaWrr (yvI' e goraeoted :qua e q aos .46 e-
moffs eai~ar 4'~i W de? ~~ le qo~coaea tp~lu-,
tdida1e .. ...
0 Sn. Deodoro- o h .de .e U 'Pnb
ma ha' aub^Bjia do prder ec1Taiastico, m"ma
vez qi) ,e.sca L,, obje.,o quo l.e dib taxa-
L 4'icdepelo .a
O.-.. aa -S'o nvdos de pensar; V.
-xc. ve.tof Aprisma-e eu por outro,-p.Q
.qjao nunc& pcddflaemo.c ichegar amjm 'accuardo.
Asiin pois,. Sr. prnsidents, declaro esltr
.linpre disldosP a votar conl' todo e quaL4
quSer reDioepii nt.t quo tellia par fin ouvir
outro po tea que na seja o civil e Os nobles
deputados pqr~m oPisem-se a este meu.argu-.
'ento coil) ouitro quajtdgo, sumfunolamneitta,
e'e qua setfi uudianciax du pocter egolesiailico
a lei podera snao ser exculada eta parLt, .-
candoaconseguintemerne oslhabitanlaep. detail
aia~ qual lotbalidade seat a pasta: espirituat.
'Ora, os aolaoes deputados clhegitia-ju~sta.m mite
ao queeu quiero, isto 6. diz-m quo seni a nu-
diencii do poder, ecclesiaslico flcam as lmnas
imn cura; isltjustamen.e o queeu querro
- Urn .,r. eptata'o Mas n6s u0o:podemos
fazer isto. ", -
S 0 olSS l .alaq s d Penso, comao disse, queo
pcldmis dis.pnsar a interferehicia de ouaitro
oalquer pod er que nigo seja o vil'
" Urn Sr. Do t elmad'o-Entao a...Exo. ao quor
rlue as a 11as tenham cura. .
0 0 St. ,iahstuicas-Qiaemi. qaizer tel-a quo i
broacure aa musma form que se procura o
nedico para o corp. 0O que eu naoi queoti e
q Ses imnponha a c'a.
- 0 .r. 'a(tsi'onas..ia,'o pgoa e- nio de ;eenos
alipde'r o aosso. texc dti. ne sab cosas, e
'aozar "dajs mm nhas;J^nAAJeic^, coroI diz o
nobre doputado nap egmr, p acoOphi, vou'toda-
via fazeahl o que posIO .
Q.S-. Barcuq de S.vNf 'e-,NessO ponaio na-
'9t"au de accordo co6 VvE o. w:se i
:O dr. aLdeia'a.-R.elitiLvaaienamia.songrnas
((os co., lajuctr,,s. entond" qup sio 31100#0,0
slos inutiinente, ase eu ainda flzesse parte
5 cuammaisa.o d qoratueo. otrtamente havia
ad o$ feeionar do mode qao o livrasse des-
sa despeza.. -
C Sr. L i-ro de Naza?(-r I'as ,V. Exc. amodo
iz parto di commissiQ. "
0 so'. 1alakiUw-Aessimn pois, ,yot contria o
'eqsueA imnento, Q satisfaito Ca a jainha coau-
!enoia, septo-mQ .esprdoqdo quo as hobrein
putad'u prnes m, foe acmordo c, s -on seuo

'0 r. ~eoproCataulio faz algmiwaw;
'peideo aSao c.0oatraro as produzidas pelo
e odelnte arador.
O Tr.-. B,4 da Slv, (LIo devolveu setu dis-,

-IMulaquias (p9ea,ptrde0l) requer que
sejanotal, a vlac.;dora..querimeito. -
.: C.Jns~lte,: a :qas~a ^ajgrova -e: reqi~~ietaetto
do Sr.. Meinjoq ua&
-.Brcfdo oaebdie, pasIasse a vonaao na-,
nal-Oho. do *eWtjfl3ftQ4 -i .
P"- sasi a-(a.sor oa.8 r. :: :lagarinea. Barade
aftisgat F-.Gauti so, j eiObveira,, -Baro'
..-uu [n fin. k P ._ _eOlivai-
pa5 ip3cllar, Rochael. Pitanga, Clodoamlio, javai-
va, leodoro, E. de Britto, A. J astino eG.
Caimpello. : ,
SContra o r-eqi rimento retain os rs.: M-
laquias, Jacobina, Baaoi,o J do Sa, Austaor-
liaino, F. daa S tsva e Cyineo...
Fica, portntaq, -approvado p requerimento e
adlada ap. discus: .do projeacto.o-
ntra emd i* disc-Uss o oa projeito n. 77 deo
1877, auteispnrlo a pre.idente d provincia a
Ifrtiove.,a professor publicoa da o' cadeira da
fregsezia-daaBoa-Vista desta cidade, para qual-
quer outra que vagar no interior da provincia.
o Sr. ,Ermrio Coahinaho.-,-Sr, presi-
dezateoeite project js que ne'" torn razbo de
ser, estA por .bst natureza ;prejudjcado pe-
(as rIzls avqu9 PFW a expWr. .'
0 professor de qtle trata ao, project 6 meu
coaethtUio, tel vn 4ente,, por ameos oose-
Ihds que elle resolvou reliar-se destas cida-
deo e0 fe; lefdk, obtio ala liconr, mas as-
,goaad',a'lletna,, aL n.x pIoddo elteA vdian pa-
arx egta oidade. em- virttare de co.timoaren os
SAon9 padeoimeatits, reaOvotu deim oar-ae,
fasse peorque -Aedo' ftose, na-localii6de Arm
qt*'ee achava, e por isoe peto ren a esta as-
iaFblea, sulicit n4oa -sin traBs.fetencie para
uFa, oadeira, qtlqaler do ctreq- di parovin-

: 1t0 Sr. Dr. Catanho-Nisso s6 ha pruizo para
'*llf ... .. .. "
,e0 $r. Go C ideneAoto-kfas esse pedido
pAd ty rn l em r visto como, obirgado
pa urgencia do ease, procu'ou fazer a per-
imnt. da sde a cadirel- cow a primeira que-en-
ouitro,, e effectivamnoente contratou' a troca
d'a etM.,ouddeira coWm a ponAtfessor de Caadpo


G!rifnt: queb fuT do pibrria do Eil. president da pro-
i 9i .21- tdo de*mueWo proximo passade, fi
jgorkada essa p4'muta.
-M SIr. D rnpua-cbi-Ltegg& auto a. o o pro
'idento p6,fe dar.'
S0 Sr. Jacolin--Nb6 p6de.
0 SI. Rilrtio (flo butho--Parc-mef aim "
4uantdo aS cadeirks fbreri lda mnesizn elatrancia
o pOresdeate p6de faze-o. Fbrfo tldbeoe .de
VtitaMe- e. 'de mbdo que hd e e qaiestWo
-ve f, nao teewd mhs mats a' oW ctparmo-oftr
qom ella. ,
ror tor eslak Mdei. d tp"eo; ifeetendo
eSalarecpr a c'aiga,-foi qae t6_niel a p.iv'K, -
S0 Sr. 8aro dfd Nazareth.-Presahtiu-os tin
grande As; i ob.
0 Sr. Jkeoblnu.-*Sr. president. pareeo-
mi que se esitd p iundo o project pela
cb-aceboa ,Jfi ol "' W deo t-a, rSo et.i a
ildga geril d"itita -'.l amelhoF appovar"
prJicipios, al strindo dos individuos, do que
.ier eoncessoes pessoaes.
..pmrJectQo.do.quo, nos ocucapaooff mostra
qdEq preeiauledm a proviucia nao p6de remno-
.p~f pr04a ortque bemn cumpre oom aos seus
;dwes,-d4allKtia para a 1.4 entrancia, ainda
4tmBiD:haL,, doc.uaisas justificadas da reman-.
igft, ainda mesmo a requerinento do profes-
i. Io, pr T oziv0 de dmolesta. _
S4 lei vigente admitted a remaoco e permuta
ft cadeiras qpqsma einrancia, mas 6 quo
im ppr.ajocta sW so dis-ate pe taz utfma ren
fSrnoa taaii9C. reot r aqu3,laLvez Peja c9-
rebieont.ald OpLar pOreM n 0p o deve. set corM. o
r'3a5ter 4^#vipes5oi. 0 profeossor de ,ue
ift ,;a4 Unp.m-,celseftoe proN5ior, reune as
ia~i= was *i Waq -at de suo
*il u .oiaa tuf~i~a. 6e a eau,4*odr conu-


,, a '^, gig T=L ,jj= 1 w .j ,. 1 ..v -v K- ..m.,w .wM .f i. ..... .


pw


oom oa expe-ento da assembi4a.
. 0 Sr. MalaI(l \pelt ordean) prop~o o
Sr. Po secrelano. "
Ntao havendo numero pars votar, o Sr. are-
sidenue mandod prooedqer chamada. e veri-
fwa-se qclue farm os. Srs. .M4garinos, Ermi-
viO GoueLibo, B.; dp Nazarelth Auterliano,
Bacelar, Pitanga, Galvab ,Gtir&ua-, R.ochael,
Eiuioeo da Br*t e .ervasio Casapello.
Levanta-se a. sweAo:
0 8r, presidrfle ,sigpa a.seguinte ordem
4o dia: I disossaeo doe projeotos de ons. 13,
14 e 5 deste anna; Ia dos de nas. 3, 8, 10 e
11 deo 1878 e 89 de 1877..

A commissao de redacciao 6 d parecer que
se adoptle redacglo seguiate :'.
A asmblfa legisiativa provinral de Per-
rHeMabeo f wyuh':
Art. union. Piesa revogada a lei n. t,J36 de
30 de abril deo 18'4, e em vigor a de n. 603 de
13 de mamo de 1864. Revogadas as disposi-
oes em contrario. Sala das sessses, 28 de
janeiri de 1874. -Antonio Estevao de Oliveira. -
Framisdo Magarinos de ,oaUza Lewo.
A commission do redaccao de parecer que
se adopted a resto.luo seguinte :
A assemblta-gmisativa provincial de Per-
namibuco resolve :
Art. 1. Feica elevada d cidde a villa de Born
Jardimn, cnservando-se-lhe a mesma de"o-
rinagio.
Alrt. .o Fica igualmente elevada a cidad6 a
villa do Brejo da Madre de Deas, cohservar-
do-se-lbe tambedi a mesa. denominaQiao.
Art; f.o Ficarn revogadas as disposiOes
Sam eOntrario. S ala d commissoes, 25 de
jaatkru de IW9.-Aa,- i, Magarios de Souza
Leaff-Asteidfto^i69lUf de Oivd~ra.
u- A 5t. i 4admao 6 db parecer
qu60 adpie a ft B eguintb ;
.A ai W si-" tia provincial de Per-
tnttOw .co...t .'* -
*Lt,., V 1 ^ da 'pYovincia an'-


!


I-war w.- epcws W-wtapfeenmw novo
.Pr "Qi to .*,. .... .: ".", ,, ./, !
^ '?/^r. ^(?6* cessSegeIst., daq, qo pUoie, se(. um
tPrinq pij. gecldae ai, ,, .F I.
; 0f. ,r?.PiLpl,*hp -Seo qULAr, 6de
imandar ucma .emnrvaaj s.sbstitutive ; acteo
a idea. habite
Sid. Jabina.,-S9.hqeo, teho o habto .de
nunca apresentdr esneqdjaterei messmo, pra-
zerei.qup as irieqs q.IUjs, principalmeote
as .quo. etLo eauiarreo,,ad s4em elbj9,ar .,Baxsa..
insLMucB&uOib 9ca, faOap o qa0.o.e i4t% agW a
dtzendo. series parecer razoavel e jusf:':'
Foi s6mente par ksto quae muo. lva i, r.jne
to aioa just e aprovaitavel o poinW o o-1
sagrado no pro'j'-Aq..-
S0 $P" Ermi'i, aouhtik.-tA comnmis3saio ae
instric@,o pubhia' tpmaara .sao davidar.c.;sisde-
r ao a linbia.nb a. auia aw oveilnv* do Hlus-
tre depiutpdaj ,
O'Sr..Jacobina-Assim onclao e aguardo a.
promessa da nabre comrispao .
Encerpoq ,debate, q o project pusLo a y-
tos e approvado. "
E.ira einA .a disous4io. O projectL n. 8,d
1878, deletmins.do,. qua nao.,pod6rAd',ercer
emprego algum remumierado pelos cokres pro-
,vinoiaes o cidailda qme exerQa qualquer em-
prego geral, oa que saja apsentado pelt go-
vero) geral.ou'lpcovinciai, ounpor quaiquer ca
inara municep.l d'eala ou de outra provin-
0. Sr. Paulo de Oliveira (nao devolve
seu 0iscurso].- : .
O Sr. Ferreira da Silva (ua.) devolveu
set. Jtscurso).
0 Sr. Estev&o de Olivelma Sr.presi-
ileate, oaP'roecto em diSdussiW nao faz levan-
tar aria barreira inehtenaontra o grande rmnl
das ,tpj3eita Jori&s, porque elle nao esLda cou-
fecoionaulo. den,,odoa prengcher ao imnpor.
tantoe tfin 11 3 concorre porderosarfnenta para
1iniin ir as (nwiPos eseandalos que se prat.i-
cam, sob pretext de ihen usar do direito de
;p'js ntaloria. .! .
OSr. BUrt( d8 Tabatin.-a-Apoi do.
S0 Sr. Esteut de Oliuwira Eu recunheQ,,
que o projoctoLtem unma parle muito aprovam-
Lavel ; tern por6ai outra; part, que nAo p6;le
;teixa, de manecer censura, e ceusura muit,
procedent. : .
Por cnnsegmnte, tratando-se na ta diseus-
sao simuplesmente da: utihdademi ot inc nvewien-
te que ipssa haver no projectt. eu penao
quo a assemblda prooederi. bewMacealtando-d
um 1i discuss, para coroegil-kowemendal-o.
(unvenionteteate -b: ., -r ." .
Nestas condhue@.wpodlakmiiLar-mt a di-
zer qua volamva peoiprojeta agauardando ale
para aprecial-o em QI discussao, mas enleondo
que desde logo 46ro dar a rpsposta exigida
.pelot arguventg Gcomr queo o6 l0 a luistre pro-
oneolte procurow defend6er as Jiversas dis-
posioas mnend connidas
,0 Sr. Ferreira d4 Silva -Eu apenas expil
quei a raeao jdrquea C-ihaa apresentado.
08 E dO .dat Orlidir,-a voud rostrar
aomon as ileas que teLve em vista o nobre au-
Lot d- pb sooto tn1 fbrd.benm mnanifestadds,
oe, per;' b* aw-u *intlenio nlo foi bern tra-
ddzida.
Dzet,-se quo o;-meij 4lef!calisr-Akoeo paga-
M6e(o doe & 6ttp0g 409'iS3flta4w a que
detwkeiUaao apteset(iola reedida, que e"
tabeolece que sere urna mimnga el15s nao po-
derM sahitr da. plbit&ia,' eque isso ainda traz
d *atagenit de sabetr ses esses empregados
exerfeetk ounvlonM ota4ta pkovincias cargos
publicos remflrtme-'doAo # ueteeder uina cousaI
quo r no p6de set paaticada, em vista do mJlo
porque esta reditda Ba disopea) do project.
tel, pra poder Set' preencbhldo esse 1t.1,-
devetia set, cdncebida ba 'otftros Cetrmios;
mas, como esta. s6 podora s.er realisada cdm
maeto escrupulo e cui4tado, .para evitar que
se faQ'I l ,djai l afMOrs*v- quae se fi-,
ramndrrlfos aaq'rildag. ,
SQ"fndo o.empregadc,: publ6o 6 aposantadoC
6 purque temo-e recofhecido qua ndO p6de
,mais prestar serviQesI' provinci, e porque
,tem-se-reoiched0 a oha -inrapacidad. phy-
sioa; -Por seeOrwguinte, 9ara qua pretender
qo 'es.empte*fado permaasa nestd oat nav-
quelle lugar, seo'qte pissa 1r para ends eie-'
lbh'lhe donvenul,.para&'ertlde as se5s 15lhf
reSses pbe~ma s,-r rtilhercneftte guiardadS. s
G' pt'teftidr ureafrl iaflidade. Debaixo deste
ponto de vista eotdaradb' o prejeJto, se vA quo
elle e manifestamente iniquo.
Mas nao va a inco.)venjencia de uma dispo-
si~lo prenjuioara van~agem. q up result de.
outara. .-,.
Per conseguinL.. born 6 a urojoto, porque.
e.t part tras vantageos, 4Jodeado os sees
mnoev~m'iiteS~r pfl tempo oorregidos. Veto
portantto^.pepa sua op a^.7em r disoussao.
Sr. GifbgrmeIlo -.w1.secretario]
(peta ordem) e.4Wpfimantoj odo art. 497 da
xregimento, pede ao Sr. presideatle que se
digme eoasultar a case. sobre qual a passoa
i.ecpansegaR p ra repbur,(t tLesouro provan-
oial o guapntaiivQ necespafo para a despeza


foio sehui~te: ..
SExistiam 27, entraram 6, sahlram 7, fallece-
rm2, flcara em tratamentb0 24- Total'33.
Entra de semana 'o Sr. mordumo Manoel
G-aonajves Salgado.
'Lellaes-Hoje realisam-se os seguintes
- Pelo agente Silweira, as 10 horas e meia, na
rua Duque de Gaxias n. 61, da moves, louQa,
vidros etc.
Peio ageate Remigio, As If horas, na rua do
Viscandedee lnhatma n.-3, da armacfo, gene-
ros e-utensilios do taverna. .
,- Amanhki devem realisar-se os seguintes:
Pelo agente Remnsigio, As 11 beras, narua do
Gonde d'Eu, da armraalo, uter.sifios do gaz e
outros artigos da taoet na n. ,da mesma, rua.
Palo preposto do agent Fofo. is 10 horas
e mana, na Passagem, residescia do Sr. Adol-
:piho Bulp, deo ricos moves, fiyns crystaes,
loupas, vdros, prata ,e elect W-plat9.
Pelo Uagente GUsm4o, as 11 loras, na rua do
BarAo da Victoria n. 6:1, de d ma casa na ma
te S. Bento, em Orinda.
Pelo agente Martins, as .11 hora4, na rua de
Vidal de Negreiros n. 7, da armaao. generous
t' ut-nsilins de taverna.
Missas (unebres Serlo celebradas :
Atnanhl: das 6 boras as 6 e media, na
igreja de S. Subaqtilo, era Olinda, peli alma
; de -Ajia.oJos& dp o EAI| [froga...
Sata feira: As -Nhras. naigreja da Con-
ceicao d.)s ;liNti'reaTpeld alma do brigadeiro
Antonio. G6t&es eal.''
A Passagelros.- $ahidos para as portos do
sul uo vap.,r Mtdahda:
SEsperanca Luiza da Luz. Silvestre Gil-Braz,
Joao Guinmarbs,
Sahidos Pra o a' nrte no vapor Giquaid:
Umbeimaina Maria de Jesus e 1 neto, Joao Mon-
teiro Dinasceno 1 irmaN, Manoel Cunha Pe-
reira. Capitulhno Clementino de Mello Carva-
tho, Affuoso Leopoldo A. Maranatio, Luiz Cor-
ta sa Silva.
Vapores. Sao esperatos atE 30deja-
hieiro; ,
(Wn'w4rnco o norte aiashi -
;b Han dU sul famb .
Gff^jib adu uo i 44e few.
livirad .06.*ftW ~ -* .7 **
d&a Rara at
:*I


e venda de escravos.-A' commissa-o de o0Q-a-
meant proionai"l., ''"- "
* OutraLdoo pdpn1taLoa i ;dd9 !i lr0 sspr-
pregadas no'trafego das cargas'e descargas
'dbos naulospeirdo a reducCao do mp"stO
de 250Q pvc. tomwlada sobre aa .m esqAs .61
rengdaj'^oa)i_4s&trgid% jiewklo plpifolr
clal.
Foram lidos eapprovados as seguintes pa-
roceres: .4 da commissao de peticts, o 1t soli-
citAflb iriformacOes da catimaa amuai :ipal des-
ta cidade. sobre o req terimento de Lubiano
do Rego Barros ; o 20 declinando fata a com-
miissa es ecial a petica, de Maeelioo &,C ; -
o 3dob 4, ol% 01uindo par pTOjectostp, que vo a
mffiwijubsquesdefeteeinias peti4es- de D.
fi Ri Fr *ilt ds, Aanos Gbaco9... A.tonio Ba-
zilio Ferreira Barros ; tres da cormminssao do
orgamento -municipal : o 6 e a solicitando-
minfor'manaes sobre as peLicoes de Joaquim Ra-
mos da S1lva Moreira, Auguitolavior tearne.-
ro da Cunha e Bellarmnino dos Santos BulcM o
Filho, e o 3o conctuiado tp-rinpjecto, def'e a
petiQW, do capitlo Iqui4,erreira ,Bandpir, de
Meblo."'"
* Paisdthmlod ordem do4 dilSfotam pprov4- -
dos; cmr 3' discusslo os projects .- ,. 37
deste annmo, o 10 auturisando a coistriucQia de
uima'cadeia em, Pedras de ogae,."eifc 2'1 reVo-
gaildo a lei n. l.4P-J30AWdo v,Lgra,- a, de n.
603; ein 23 os do nis. 24, autorisando a pagar-
se ao professor Murtittho da tiWa, oslfa a-gra-
tificaQo e expelitnte a quo .Liyp dim eil. ; 30,"
approvyando psturas' da cidaclde da Escada,
con iumnaemend i do Sr. Cuntia Mello ; e 31,
approvando posturas da camara mtuicipal de
Paliaires.
OIm I- discuassAo foram aipprovdo0 'os pro-
'jectas ns. 40 e 43, e-to mandando porterncer ao
mumacipio do Bonito a ,rouifriet4aa CGavaug'ii-.,
jb, e aquello approvando pusturas da camera
Ii maiac&pa j*i Gaj~ .. *< ^jw-~w-- w
Finalmente foi postp em 92 discu.sAo o pro-
jecLo r(t.J8, .Lap'l.'t36jesti ,in0, ji'Ai a4tor.a .
a innov-afvi. do !onLr,.o (d'acoip-aailia"Ferro-
Cai ril, o qai alfiou prejudicado e bean assim
uama einen.a:aet6tidapel r. Bacel-
tar, pir'ter sitlo approvado uni substitution
assignado poar divers.as Srs. deputajos Ltend '
sobre a mnateria ora'lo u3S Srs. Er:niro Couti-
nho, Antonio Justino eDaodoro., ,
A ordemn do dia pira hoje 6: cQpniinuacioa
da anterior,- I.diseussoa dos, pOjectos ns. 44,
45, 44 q 47; 21 dsde n.,2, 40,41 e 42, to.
dous dese anna. 2 .. a
Alilogado. Nv dia 20 dQpogrente, no po-
voado Torre,'da district da Magdaleaa, o, pra--
to Pedro,- esnravo de urnM.taborrito morador
na rua do Marquez~de Horval,- atirando-se ao
rio Gipibarbu- para tuamacbauho, cahio n'Wm
perAoi. e aht peroceu affigado., sen io o cada-
ver retirado l'agda no dia. aeguint:.
Luta, ferimentos e anOrle.-Constando
ao oaelegado do Lerino de Taoara'il, que 0 gru-
'po de lairbes e assassinoa,: capitaneado por
'loo Xavier de Souza Calaogro., achava-ee na
fazanda Spares,. 4o term de sua jurisdicgcao
preparou 4i.vorsas patralbas da4. forpa public,
e, comnb eilas, travou renhida luta corn o bando,
d'ahirast!4an to d mejid"o. crIfninosQ
ReouiAo social. No dia 2 de feverei.
as -it horawa. d, manba, ua respectivaseAde,
deve reunir-se a assemblia geral dos accio;
nistaq do Hoapital Portuguez de Beneflcencta,
afim:de pruceder &.eleiglo d4 various memnbros
da junta administrativa para o s orrente anno,
em substituigoa dos quo, Ltendo sido eleitos,
nio quiaeratu a,'eitar.
SFreguezia da Boa.-Vista Tendo falle-
cido Alvaro Paulo Noblato, escrivAo vitalicio
do fuizo de oaz da treguezia da Boa Vista, foi
inomeado para substitwl-o, pelo actual juiz de
paz em exweoicio, major Jolo Francisco Antu-
n, s, 9 S., Antonio Joaqtuim Pereira de O-
veirai s
Ganmrosm a, i alfitioios, Pelos navios
loovert Albetto;er Sup ta ZouwA, Caziqae e Sa-/
pho, vieranm .paa o nosso marcado.: assucar,
172 saccos ; bacaihAo. 2,950 harricas; cafo,
.399 saceos ; farinha de mandiopa, 7.725 ditoas;
mi~lto; )50t iltoss; vmagre, Itopipas e 50 barns.
Aketos da somana eauta. Gonsta-nos
que, em vista de alotr-se em obras a i.~reja
rUtria do ,C-rpo SantW, ren hvera0f as ir-
mandareis ectas na i'eja de Madre de Dous,
patre fi, a corn as saowias -alquiridas, faze-.
ram celebrar todos as actos da sema-na santa.!.
em asa ig'eja, dander principio co os sern-
mnaos, na primfeira dominga de quaaresma.
Engano a desfazdr.-Por equivoco da ty-
pographia fot bonteoa publicado na nassa folha
uli- armauncio dee espectacuitos equestres da
c)mpanhla:&Penna e BaStas corn aassagnatura
do Sr. Tharmaz Espihka. Esta assignatura era
mrea resalva para a typogrsphia, visto coma o
Sr. E.piilca nada tern corn a companhia eques-
tre em questao. -
HospitaI P1ondguez de Benetlcencia.
,O movimunto das enfernrarias deste estabe-
lecimento na semana doe 1.a 25, do corrente,


I
|


























bomens e 1a muliheres.
Im virtudedtt odem da (bmBi*0ao ceiftral
- d soceorros n i reoebe-se mais doetes tesl*-
*I hospital
Cemiterio publlco.-Otituario do dia.26
de janeiro ae t879.
Joanna. branca, Pernambuco, 2 mezes, Boa-
Vista ; bexigas.
Antonip, branca. Pernambuco, 8 annos, Re-
cife ; idem.
Josepha, parda, Pernambuco, 2 annos, Boa-
Vista; vermes.
Emilia, branca, 9 mezes, S. Jos ; convul-
s5es.
Ignacia Maria do Bom Parto. phrda, Per-
nambuco. 35 annos, casada, Boa-Vista; eclam-
psia puerperal.
FrancAina, escrava, preta, Pertambuco, 35
annos, solteira, idem; phtysica.
Alvaro de Paula Noblato, branco, Alag6as,
43 annos, viuvo, Santo Antoaio; congestUo
cerebral.
Virginio Francisco dos Santos, preto, Africa,
35 annos, solteiro, idem ; tuberculos pulmo-
narec.
Remettido pelo Dr. delegado:
Leopoldina, parda, paralysia na bexiga.
27 -
Angelo, branca, Pernambuco, 3 annos, casa
dos expostos; bexigas.
Maria, branca, Pernambuco, 8 mezes, Boa-
Vista; idem.
Joaquim Alvos da Silva, branco. Pernarnm-
buco, 64 annos, casado, S. Jos6 ; brochite
chronic.
Julia, branca, Pernambuco, 2 mezes, S. Jo-
se; convulsbes.
Maria, parda, Pernambuco, 26 dias, Santo
Antonio ; espasmo.
Luiz da Costa Machado, preto, Africa, 70
annos, solteiro, asylo ; diarrhea.
Joao da Costa Peixoto, proto, Africa, 70
annos, casado, S. Jose ; encephalite chronic.
Casimiro do Sacramento, preto, Bahia, 56
:innos, casado, enfermaria inilitar ; tubercu-
los pulmonares
Joaquim Geminiano Arruda, branco, Rio-
Grande do Norte, 35 annos, solteiro, Santo
Antonio ; alienaco mental.
Remnettido pelo subdelegado di Capunga
..'oo Nicacio, pario, 25 annos.


INDICACOES UTEIS

Medicos
Dr. Lobo Moscozo, rua do Visconde
d4 Albuquerque n. 39. Chamados por
carta em que se declare a rua, o nurne
ro da casa e a assignatura. Consultas
nos lias uteis das 10 as 12 da manha.
Especialidade. Operagoes, parts, mo-
lestias de senhoras e ae meninos. Os
chamados que chegarem depois de meio
dia, s6 p6dem r"r satisfeitos a noite.
Dr. Jjsd Felix da Cunha Mewezes: cli-
nica de criangas, molegtias de senhoras
4 parto. Consultorio rua larga do Rosa-
io esquina da do Cabuga. n. 24 1.o an-
;:ar. residencia rua d'Aurora n. 61.
DA Praxdes Uoromes de .Souza PA
tanga, riia da Imperatriz n. 64.
Dr. Castro Jesus, rua do Daque de
Caxias n. 56, 1 o andar, consiltas de
meio dia As 2 da tarde, resideacia a
rua Larga do Rosario n. 18, 2.o andar.
Dr. Estevao Cavalcanti, rua do BRom
Jesus n. 20, to andar, de meio dia ais
3 horas.
Dr. Ferreira Velloso nmudou o sew
consultorio para o primeiro andar n.
23 no mesmo largo do Corpo Santo,
onde continua dar consultas das 11 as
2 horas da tarde e recebe chamados
a qualquer hora. Residencia na rua
do Baraode S. Borja n 51. .
Dr. Adriio, rua do Queimado n 48
1.o andar" Consultas de meio adia as
"2 da tarde.
0 Dr. Joao de Sd oauakaati Albu,
querque, de volta de sua iagem a Euro-
pa abrio seu cousultorio a ruado Imps.
rador n. 79, primeiro andar, ande p6de
ser procarado para os misteiws oe sis
drafissao das 7 horas da maaiM: as 7
da tarde. Consultas de mei da tarde.
Adv6gados
Dr. JoMo Vieira, a iogadp., a 14
de Mat'o, outr'ora do Orelpo a. 4.


Dr. Tolentino de Carvaho, rua Prir-.
meire de Margo n. 2.
Bourgard & C.
Rccife: rua do .Marquez de Olind.
n. 15; Santo Aadaio rpitimeiro
Margo n. 3; i6a-Vista, rua da luip4-
ratriz n. 54.-Grande fabridca de cigar-
ros ,a v, ipor. Especialidades: Cigarrol,
zhauutoo de Havana e oacionmes, ca-
chimbos, tabaco e objects para TN-
-mantes. Livros de medicina 4opirpe-
trica e unico deposit da farinha latea
da de Nestle, para os rneninos .de peito
Medico homoeopataa
Dr. Josd Leopoldo Ramos, de voJlta
de sua viagem A Europa, da consults
na pharnmaeia do Dr. Sabino i run do
Barbo da Victoria n. 43, das 10, boras
as 12 da rdanhi e das 6 as 7 da, larde:
Especialidade--molestias das senhbras
e erian9fs. Charnados Ai qulMquer hora;
gratis aos pobres, residencia na mesmra
rua n. 18.
Plia' macia Homwopathica
Pharmacia Homoeopathica do-- Dr.
Sabino, n. 43, rua do BarAo da Victoria
(antiga Nova). Honoeopathia pura
Medicamentos inglezes, fraheezes, am4-
ricanos, chAi, chocolate, carteiras,- ii-
vros, etc Todos os vid-ros, tubos, car-
teiras de niedicamentos, etc., que nA6
levarem o retrato do fallecidcrdo Di .Si-
bino, nao sao sahidos 4'" nossa pharma-
cia. Inutilisem completamnente o retra-


Musea de Joias
Brilhantes--Joseph Krause & C., con-
vidam os apreciadores de pedras precio-
sas a vhitarem seu estabelecimento Ai
rua do-Cabuga n. 4, onde encontrarao
uma grande e lindissima colleegao de
brihantes aolto de odos os taraanlmos,
ao par da raodicidade nos pregos e sin
seridade dos db*o$.
Gastronomia-
Archiarmazem o GCompos S ruo
do Imperador-Leite condensado supe-
rior, presuntos para fiambres, linguas
afiaitnbradas (em latas), fiambres em la-
tas, ch;i fino, doces, licores. acipipese
grande variedade de vinihos finos e de
pastos.
Pharmacla e drogaria
Ferreira Maia 81 C., rua Duque d(
Gaxias n. 57.,'
Oleo para lamparinas
A luz mais hygieniwae economic: ven-
de-se deste olao em garrafas nos prin-
cipaes armazens de molhados e em
Aroso, na fabric 6 rua da Aurora n.
161: a tratar na rua Duqne Caxias n.
86..
Cigarros e cherutos
Fabrica ApolLo, rua do Cabngd n. 14;
da filial, rua: de Marcilio Dias n. 93 .
-A. P. da Cunha, para .aior ccmno-
nidade dos seous ireguezes que transi
tamrn na via ferrea do S. Francisco, abrio
uma casa filial de sua fabripa, a rua de
Marcilio Dias n, 93, onde encontrarao
sempre um complelo sortimento do
que ha de melhorem cigarros,charutos,
fuamos, rapd, po.teirag, cachimbos. etc.-
e todos os mais afi o os de uso dos fu-
mantes, ao mesmos pr qos da fabrira.
V Bndi. limas
Vendem -4de Faria &t C..,
rua de Ma' 11a. 11, [Forte de
MaLtos] de eior qualidade, tend o
;.coaij( .a,, *~antani Q |ofere
pres i~ni~pirq reau idtos,
Ag d doB An d s Ugana
Vejase 0aw~i ftl~ipl co mpe-
tente.
rA Morenlha
Nesta bem .cdnbeuda fabric deci-
tarros e catarutis, sit ao "ecbo Largo
n. 2, Recife, encontrarao6 s aprecta
dores f __ "p erjp marca-
de cigwre UN iTe ; "14fo mmen,-
daVeis lpa.bda a qualidade do tacoo
com -que s, mufuctuatdas ; emo
sejam: Os cigawrros a D, Pe Hioao,
Principe AA erto, .igawibahos di Bailei,
i Villa .Bella (em papl d.. tabacoj-Pie-
tcola de Gyaw, Vio No\i Ianiel, a.V, e
.umos pieado e dea fiado, de A a.500
grammas, papel paIa Oiganros, ponti-'
?as d espuima ecimbos de (ta. 4e
rmadeira, bolI para fumo e cigarr e
outros w itos arilp indisensasm aos4
seihorfes fumnts, Ao A Be ae rgo
n. 2.--Recit....
Mus",ca e IlU9uas
Gustavo WertlWmew, continia a dar
lilies ,e Itp-o, ;oao linguas, [al-
lemao fe inglez],A rua do arao da Vic-
toria jantiga Nova] n... .0 andar. Bi-'
Ihetes sao graciosamente recdbidos no





Par I pI61ulij S0S ei)e1tos IAreo
afbectmou~rpatemo~ -m .s6rptma
l-ao sose ,as ecsario q.e
recto ou espe"ia p*aa o
CONSUfcTA ;-
Pedro, sendo solteiro, ,alas eseriptoras pu-
blicas juntas, ora ((codno pai :ad.iBaistra-
dor de sua filha menor de nome Amelia, -
comprou e vendeu escravos; e crw Amelia -
e corn assistencia e intervencao 4e1l5, na qua-
lidade dp seu pai e administrator, l teiwom-
pras 0 vendas de escravus, cmeo seo v6 das
mesmas eswroptras, par-a a leiura das quaes


se pde toda a attenao.
Accresce a isto que Amelia nasceu em Oasa'
de Pedro, de urea senhoraisolt.M qaeotinha
em sua casa, e morrendo ella ties. amaI de-
pois do nascimento de Amelia,;fIi eAtaeriada
por Pedro como sua flbtha, 4 l o 1at foi Pdu-
cada em um collegio, em peis: B.i "eiro; e
d~pois de educada-voltou para o por- e stsl
pal. qtue casou-a corn pessoa de s esc at'ha
IExitem diveisas carts de Pedro, I twptas
- Pe Aro1ia ,prataio4a ss& re-4 i.ta e-a
COihO 1La abeaquasdo-a; Ieca' c; m o rers o.
lflI< #EiAtoS ;9I- i|^tt8 do,*.^ ,1 is -do


A lei de-2 de setembro de 48i7, art. 2.o, exi-
gindo a escriptura public ou testainento Pa-
ra prova de filiacaio natural, nao imp5e como
condigao 4ue esia escriptura seja exclusiva-
mente destinada para o reconhecimento dessa
filiacao.
, 0 que a lei exige 6 que o reconheciment,
da filiaqao natural pelo pai conste de umra es-
criptura public, emiora seja esta tal4em
celebrada para outros effeitos.
Por certo nao basta qua em uma escriptura,
destinada a outros fins, que nao o reconheci-
mento da filiacao, o outhorgante d6 acciden-
talmhnente ao outiorgado a denominace&o d fi
Iho ; pois pode fazol-o-por mero carioho,
Mas, s6 essa esuriptara tiver por fim auten-
tic;ir urn acto proprio do patriot powder, como e
a compra e venda de bens em noma da filhd
mentor, e o outhorgante declarar expressa-
mente que pratica taes aceos na qualidade de
pai em relao A sua fltha, esta escriptura
nato pode deixar de forneoer spfflciente prova
para a filiacao natural da outhorgada, maxi-
m6 se se provar como se diz na consult,
que aquelle creou e educou a esta c,)mo sun
filha ; o a fez casar corn pessoa de suu esco-
lba.
Cumpre obiervar.se quoieeas esorfptuias nlo
so destinadas, comao as dos :ont-atos, altes-
temunhar urn facto-exiroM, como 6 o eccordo
dos outorgantes que se revela no acto de la
vrar-se a escriptura.
Devemrn, sim, contor o testemunho de urn
facto interned permanent, a convicgtio do
outlorgante a respeito .da sua qualidade de pai
relativameite ao outorgado, 'londe natural,
mente emanam os direitos hereditarios, nos
te,,mos das lei.
Peio que entendemos quo a escriptura de
que trata, prova sufficientemente a filiacoo
urtural da outorgada.
Esta douirina acha-se consagrada nos ac-
cordAos do supremo tribunal de justioa e re-
lacao revisora da c6rte, na revista civel n.
6,650.
It
0 reoonmhecimento da filha natural ao 6 ac-
to de mera Jiberalidade, que dependa exclusi-
vamente da vontade do pai, e que por este
possa ser revigado livremente, ou ainda nos
casos emque as doagoes o po4emser.
Desde que se d o facto da conviecaoe do.
pai, elle 6 moralmehte obrigado.a .authenti-
cal-o por escriptura ou testamento ; e desde
que a filiaoAe se acha assin nrmvada.oera a,
ooqibi~au uu uirnro a heranca lepo lnivr
forga do lei [ ord. liv, 4.o tit. 92) ; Cmuan-
quanto a esto reponhecimento nao possa o, pat
ser constrangido judicialmente para o maencio-
nado tfim.
Assim, u-ma vez manifestada authentica-
mente esta convicCEo, nao pode mais o. pai
abolir esta- manifektaci o eimpedi-la de sortir
us peus effeitosju rjcicos,-
'.p i ,aiqor hoa.. esctiplura. ou tesla-
nWett, declararque a primelra escriptura foi
viomva mper error, dolo ou viotencia.
Neste caso a' setapda escriplura ou. o tes-
tamento nao abolirlo, por si mesmos, ieffei-
ltos a &I*rimera esoriptUra; mas servjrko aos
iteessadosm d-r-woa para-atacal-a pot, meio
"a acCAo empgledteate
PW& quo,.a -0eefrv*o testazentaria,;de que
trata-a-0consaulta, n p6de ter fora ptra reo-
ip o gw e naheclmemto de filiagao coustarate
da8dltaaeserttipaUUs. :. -
AVt esoe quetesa dtdaragAo parece teor si-
Aoeita somnMo plao wide beeftciare fi-
f*o.tmo Voii pot subseqoeote: trimonioh;
idtiorte ,que4iote ofilit autos d pali, faz
pesanmkb nUdanga deo t ade da part defte,
e tiar-lte a ft deoser. -
Mas, ainda quando beprove -ontwario, n,-
da importa; porque o 1-pai nae podiarevogar
to MeonAosio d la B nb natural, alvo nos
.oase dotoro, -d OadiBo-doclafot. 1 -S

Sedo nullo de pleo direito, coma flea exr -
posto, 'a veirb testameutaria que preteadeu
revogar o reconhpcipeiento da fHis natitral deo
quo se trta, feita por'escripura pttibc., p6-
de e tia uestflao sgiindb asdel8 do su-'
preoo tribfwil deju ,tigs. j vista civel n.
9,274 e a d| Aviq c^ ftq, ser resolvi-
da pelo juiz do inventario, nidependentemen-
te dfe acgio orinarta.... .
E' eslt o mee par.cer.
Rio de Jaoeiro, 27 'te notvembro de 4878.
S; Antonw JoaqnimnRibas. .
Se as autoritades deles edpus eximios| ju.
riseonsurltos, quo assim 6o pronupelam, sic
scilidas garauti >s d6'que a 1.1 de I te setemn-
bra de 184|7 nao p6de -er Jinterprett sas gararrtias -redobram--se do certo ema vista
de urn moderno e luminosojulgado, poferpto
per t iteidade do votos, pela relae&o da Ba-
lila1 corpo tribunal revisor, flio ^iencieBatli)
rio uutimo parocer, poe Ihe ter, sere duvida,
inco tlr8jiatreviso., io n
Eil-o : -.'* ,


W8TrAN. 8,777 '
j: Ny o casament in-extremis
basta- a cipula anterior para
qu. se dc a commuehao de
Sbe S. .
2.o Eseriptura pela equal sejio-
ta A alguew"ieemrado ser seu
fllhoe 6 ,l rnmento tiebIl pare
queo -dotado possa pedit. ahe-
ransa do dotamte. comoaso f6 a
S, fttno natural legallmente reoo-
nhbcido.-
RE1AgXO DA.r BAHIA
Acovd&,orviseo
Accordlo em release etc.-Que visto e eva-
ninadtb o reset 4eito -de revtista-civel, em
qa s~y rewrpeates Jose Louraneo dasSva-
LRtos e sua s sins utu r e reo drigaes do GSrvatt. pde-ea e coma ttttqr-d
se fibtos, io quaj pretonftme os ts tsl rd
qt"-sejeoulgadosutlfa o t.taemtto cat qAM)


desti, contra yovtat4. eorn#O1Ko"uile
q #o a con vi, Im _W der ex-
CIlusmeteoW4
prava de re'-oahsi44* f bli Pe'
rante avrio. cow-%m sole
quer b t), tamento o ua eaea t w 4
qu eist a 40deesponsaes -.. wira a v(itad
cio quneolla s e vevb do patriot powder.
pate s e mostra manifestada ,pla express
author sago da procuraio fls. peto exerci-
E tantO4 mais 6 exicta esti jurrsprudencia,
quna.do a lei isoe exigio es-ripturh especial e
exclusive de reeonhecimento, p 'on u uci ndo-
em term.,s genericos no unico intuit de en
tregar a filiagAo 6 espontaneidade do pai, me-
diante. ao"eonticidade do acto. E s e n5a f6-
ra assim, o testamenlto ern que o toslador se
se limitasse a deixar A sua filha natural paste
le sua heranQa, nao viria a valer senao como
legado, sxoluida a ftlha, por aquelle modo ie-
conhecida da heranca raterna f lta de verbW
especial. -
Na-,) p6le, pornm, a acao 'alcangar a exciu-
sio da mieacAo da mulher do rdo recorrunte
pelo fact de faltade copula posterior ao sou
casamento, in arliculis mortis; por quanto
sendo d.verso.o modio interpreter a ordl. liv.
40 tit. 46 a mnais razoa-el junrisprudencia e a
que enconlra apoio na doutrina da ord. liv. lo
tit. 35 -12. pela qual se a copula anterior le-
gitime os fllios estabelece-se um principio re-
gulapor, a que a communhIo ti1a1 p6le dei-
xar de obedecer, especialmente quar,,.) aquel-
la citada ordenatao limita-se d expressao ge-
nuina-havendo copula.
Por tano, jnlgando nullo o .estamento ha
p irte em que excluio- da heranQa a mulher do
author recorrido, condemnarnm os'6os reeorren-
tes a abrir mAo della, entregaudo-a aos auto.
res recorridos corn os seus fructos e rendi-
inentos, ficando aestes salvo o direito que
Ihes'possa provir da accgo intentada de nulli-
dade de cisamento; e paguem os r6os recor-
ridos as custas.
Bahia, 2 de junho del 876.--Araujo G6es,
presidiente.-Harbesa de Alinciaa.- Rebello.-
Amorim Filguuirac.
Por ora ficamos aqui.
Recife, 27 de janeiro de 1879.
M.


PUBLICAIOES I PEDIDO

0 MONTE-PIO DOS OFF1CIAES HONORARIOS
DO EXERCITO-AO ILLM. E EXM S1. DR.
JOSt MARIANO CARXEIRO DA CUNHA,, EM
SIGNAL BE GRATIDO ,E ETERNO RECO-
NHECIMENTO.
Tendo lomnado o Monjle-Pio dos Ho-
norarios de Perna-nbueo, na desida
consideraao o servigo que corn today
dedicaago e patriotism auabou de"lhe
prestar S. Exe. na camera geral legis-
lative, solicitando do governo-o cum-

janeiro de 1865, vem polo present mna-
nifesto agradecer.AS. Exc., pelo 'sa-
tisfactorio desempenho da 'issaa a que
fora ehcarregado.
0 Monte-Pio, quatdo. lexpbrou-sef- de
S Exc. ara-iunto ao ..governo rel1anar
sna santa causa, ja de muito o conside-
rava, assim como coMsidera-o 'o povo
pernambucanuo.
Einbora que ainda nao tivesse S.
Exc. alcanlado o cumprimen t'da pala-
vra honrada do governo-exarada -no
citado decreto, eam benebca dos volUn
tarios da ,Vatia;-Iodawia-,o :Mwse.-Pio
muito jubilado se acha pela satisfaeao
que teve, de ouyir ao ;depois *de cito
annos de acabadaia'guerra-a vbz elo-
qan iS. Ip, 'r~ecamiBdia seii..
reito-'i^. .: *,;-
OMonte-Pie esta oeotode.qie assii
comp o governo de Sua Magestade o
Iqiperador acudio cneio de amor e h u-
maaidada os nossos irmaos do norte,
q~ue se debatiam contra a calamitosa
seccea, :ao le.'de dlsafiaara acuelles
q e outt'ora- pugnaridtpeia I"upsadt-
rte do imperio'em cUhma'iriffer'fte, af-
frontarsm cheios de ousadia-a guerra !
a fotne 07T pdste voltando ao depois
de cinco annos d4olta, quasi queinu-
tijisaapg ; salvo se e copiderado crimee


da 'paNtk -. .t j>* ;
A fneihrt a ,bohr6ys 'I Mft porque

para coi os ,vopntar s da patnia era
geral,. IfiQ reviJa,)ao Ms ote-Pio-que
no corae o 6db'VOistdo iiper to Brasil,
ainda existed cidadios -que sabem de-
tinirom. o8p0 o^, ep p Jt ial 0
direito' 0es tB i$11%ll tl d so-'
beftnia t6 ia H 1'; ^.-*;*'*
D, Mopte-Pio ponIveneido esta de quae,
assima cino--i-hereh 't0ici de
Perambuco-teve a igoriade ver urn
seir fiho reelamar eseicfireit6, appare
pam outros qaeajudem S. Exc. nesta
jista causa---que tanto ha 4e engrande-
cer os seus nomes.
0 goveruio sabe, o rmunido inteiro* sa-
be, que a gae.ra do Paraguay-4fiffeita
cornM voe.ittai..os- e comr o rcito
de linhi, que :emnbmta seu reconhlecido
heroisjmo, iunca seri para.fazer frente
a tamnanhoxercdit"iinimigd.' ,
O tiomeno de d .cde ha ia3t6rOtba
o povo Pernambhiatio guardado na am-
bala d sep coraco, pars. mais tarae
ser come pp ass galeriaa' ds ousados
athlta efewpIresdoe, seos direitos.
Q'A Wfi,~1owC aeaS tExcO
pelo w-vis^-^ylior acabou
eaoo. que

tan~~* nis'-od~is-satre i-galve
^e-^pN|o aa Q CuIha.


IB. Rais n oanna a.4 Conunicoi.
I). tidora auldin4acoterda Uoh6a.
O Eseariv'ies por eleicao
Os Illms. 8rs.:
Negaciante Olympio Ferreira de Mello.
Nag iciante Jos6 Marinho do Nascinieuto.
lProprieta io Manoelda Natividade SaIdanha.
Poprietario Rufino Jos6 S nt'Annut de Ainei-
dA Catanho.
Empregado public Antonio da Silva Neves.
Einpregado public Antonio Sette Jun'or.
9mpregado publioo Alcides de Aquino Fon-
ceca.
Empregado public Antonio Marques Xavier.
Empregado pulblico Florialo Bento Vianna.
I'roprietario Jos6 Joaquim Prnreira.
Empregado public Scipiao Tertuliano da Fon-
ceca.
Emprega~lopublico Antonio Pontes Macinho.
Negociante Francisco Antonio de Britto. -
EscrivDis pur-eleiCao
As Exmas. Sras. :
0. Anna Bernhrdina da Silva Rios.
D. Joaquina Bernarlina da Skiva Rio. -
D. Ludovina de Britto.
D Delphina de Briltto.
). Lucinda Brum Ribeito.
). Capitulina de Jesus Soares.
D. !sabel Maria de Figueirelo Lima.
D. Philomena Cand-da Pcreira da Silveira.
D. Lucinda Maria 'la Conceicio Lima.
0. Leodegaria Ludovina dos Santas Gouveia,
esposa do Ilhm. Sr. Rty,nundo dos Santos
Gouveia.
D. Maria Evangelista de Souza.
Escrivaes por devocio
Os Illms Srs. :k
Nego,'iante Joaio Pinto Cavalcante.
Empregado public F-rancisco X. de Carvalho
Paes de Andrade.
Negociante Andronico Rodrigues dos Passos.
Negociante Jise Luiz de Macedo Cavalcante.
Empregado public Agoitinho Jos6 de Oliveira.
Empregado pubhco Jos6 Joaquim da Silva Gui-
nmaries.
Empregsdo public Antonio d3 Cruz Ribeiro.
'N-gociante Jos6 Gonqalves Barros Filho.
Empregado public Floriano lIodrigues dos
Passos.
Procurador de causas Alexandre Americo de
Caldas Padilha.
Professor Ignacio do Rego Barros.
Empregado public Pedro Augusto do Rego
Barroso.
Despachante geral Farias Neves.
Empregado publico Hfeleodoro'A. Coragem.
Negociante Jose Rufino Clioiaco da-Silva.
Negociante Jose Benicio dos Santos Costa.
Gapltao Francisco Joae. da Costa.
Capitio Eustaquio Zeferino da Silva Braga.
Empregadi public JouAo Athanazio Botelho,
Capitio Miguel dos Santos Castro Junior.,
Escrivas por devocio
As Exra&.Sra-:-- -- '.-
U. Maria as NevesSq .
D. Adelaide Glementina- da Paz SU.
D. Guilhermina Lobe da Silva, esposa do capi-
tao Jose Clementino Hearique Aa Silva.
D. Olympia Clementina de $. -
Protettores perpetuos
Os Illms. Srs.:
Dr. Genecco Telles Bandeira de Mello. '
Negociaqnte Bento Manrel de- Castro Amnaral.
ConfradeJiaquim Manoel Ferreira da Silva.
Negociante Ovidio Ferreira da Silva.
Protr ctores
Os Illms. Srs.:
Empregado public Joao Vieira Dornellas da
Camara.
Empregado public Francisoo Manoel Acciohi.
Eniipregado publiceo Walfredo Barretode Mello
Rego.
I'roprietario Antonio Francisco das Cbagas. -
Professor GeminianoJoaquim de Miranda.
Negociante Jo&o Francisco deOlivleira Santos.
Capital Antonio Sares da Silva Matta.
Gapitlo Ernestol0YiRra de'Arasjo .
Capitao Antonio de SA Leito.
Capitao Honorio Pires-Galvao.
Empregado publictJptBlio Olympio da Costa
Doria. -
.Empregado public Bento de Souza Myra.
Empregado iiibda Mo*,o Pratqip0Q de Paula
Reis.
Dr. ManoeT Pranciscode Baros Rego.
Dr. Leoonaro Francisco ,de Almeida.
Dr. Candido Jos6,Lisboa.
Pretecterab
As Exmas. 1-ras. :
D. Candida Rosa Barroso.
D. Hermeludi osebaad8S .
I. SophiaMtriarida dw At~ios de Nogmoira.
D. Emilia Maria d Conceigio.
D. EmiHa de-Madftra.
D. Joanna DettlnarNines Ferreira.
D. Fetismica Virgaim deo Andrade.
D. Amelia Hygina de'Mirsada.
Procuradoies
Os Iims. Sts :e
Empregado public, Aatonio Luiz de Carvalho.
Empregado public Victoriano Toeentino de Fi-


guet6do Lima.
Negociante Francisco de Paula Mafra.
Gauitaf Emeterio Maeiel da Silva.
Negocianite Jolo Goomes de Souza.
Negociante Francisco Maricio doe Santoq.
Empregado public Manoel Jos6 de Moras.
Eupregado public Geaeeoso Jos6 de Moura.
Tenente Jolo Gongalves Ferreira e Silva.
Empregado puhlico Latino Agapito de Castro
Amaral.
Bemfeitores
Os Iirns. Srs. :
Comimeniidador Albino Jos6 da Silva,
Gommendador Joao -Francisco Battar.
Dr Miguel doT Figuelr6a Pana.
Dr. Felix de Figueii6a Faria.
Dr. Felippe de Fignoeirba Faria.
Negociante Ansehlno d Jesus Carvalho.
Dr. Manoel de Figueir6bi Faria.
SBeminfeitoras
As Exmjs. Srs..
0. Maria as Neves de Miranda.
D. Maria Lvopdldina de Miranda.
D. Leoioldina Maria do Miranda.
Juiz perpetuo encarregado da festa
0 IUm. Sr. Manuel Jo6d e Almeida Gatanba.
Procurador perpetuo encorregado da festa
0 HlIM. e 4ioTvm. Sr. Fr. Jorge de Santa Anna
SLocio.


AOS SEUS INCONSOLAVEIS PAIS....
Se amitti vita beata potcst
beata esse non'ptest.
(CICERO.)
Recordando, ainda vivamente impressiona-
do, o fatal acontecimento que tern de servir
de assumpto as linhas que vou tragar, sinto
o coraQl5ao co que despedagar-se, e a alma
a lutar corn as horriveis e violentas contracUes
de utma violent dur !....... Bern afflictiva e
dolorosa 6 a minha posigao neste moment ile
acerbas recordag:-s quando tfio grande 6 a
miniha pertutbaQao, que encontro difflculdades
atl me determinar por ond, deverei cjmegar
o meu prant9 !............. Debalde se trjcu-
rar6 que a mWo do tempo, que tu'do destr6e,
possa tambem extinguie os intimos sentimen-
to} do coracao, qu.ndo elles s&o veidadeires
e sinceros, poique permanecerio intactiS
eternamente ... ................... .......
Ainda fortemonte abalado em t do meu es-
piiito, jd em si tao fraco e abatido, por um
golpo tao profundo c doloroso quato fatal ela-
mentavel, vojo-me forato, se hem qu(e per
umn dover assds grata e alt-mnente sagrado, a
levantar respeitosamente um venerando su-
dario e enderr u~n just testemunho de home-
nagem iuma mallograla joven, que, ha urn
anno, qual rosa formosa e bella desfolhada
inJa em bijta', dormfe scrmno eterno !
Desejaria nabo ter neste angustioso moment
que despertar s udades e avivar feridas jd ci-
zatrizadas talvez... ; mas o dover, que, em
certas occasii5s, falla sempre mais alto do
que as mais razoaveis conveniencias, loi bas-
tante forteA)ara vencer-me.................
Returo-mie ao lamentavol e nunca assis cho-
rado pass-amento da Exma. Sra. D. Clotilde
Feij6 de Mello, que tevu lugar no dia 29 de
janeiro ae 1878 !
Sim, ha urn anno doi.cou de existir a muito
digna, virtuosa e seonpre lembrada flhba do
ilm. Sr. coronel Antonio Feij6 de Mell, e da
Exma Sra. D. Maria Feij de Millol1.."....
Horrivel fatalidadle !1................... ...
Gontando apef as-incrmptetos, dezesais an-
nos de idade, o quando justamente su-pirava
pela luz bliitante da vidsa, a joven donzella
foi -ines ead,0 naa.,-gbatada do seio dos
*uut .wtosu' parts- pe'a'"'gtrrvamfltr ,a, ">i-
do'nita parca. .................... .
e ate quando ? ........ para sempre.......
sim, para smpre.............. ............
Terrivel desengano para umrn coragrio de
pai! Altos mysteries de Deus Mas, oh !
meu Deus, aquella creatura... que separa-
Qio terrivel!
0. h................ .*.....*. .... .<..... .. ...
Quern oi a Exma. Sa. D. Cltilde Feij6 4e
Mello, nao precisari talvez repelil.o.... sa-
ba-o Suito betam seus digaos e inconsolavais
,pais, ue, ka um: anno, poer entire as maisi lr-
ivordsas'A lrfmas, carpeon as inais infindas e
do,&r4di" "'9 ies ; s benat tambemin todos
4que1ds6 .e,1, coma eu,, tieram a felicidade
,49 cqhBoee-a e dead~ioa Jpdos os seus en-
antoLoa,-dasu0 sutas nvejaveis qualidades...
Afl'a grand e 6 'nA o,', ra&oo. generoso,
puro e amoroso, esolbt everdaliramente
4ranelico, a angelica creature. Ca. atorte
jamais cessaroi de prantear, rtunia em sias
mais elevadas qualidades. os mais raros do-
tes e virtudes de que p6de-so gozar neste
valle de lagrimas. .. ..........
Entretanto, tudo desapparecei para oGm-
pre !..............
Quanto e precaria e incertaa vida huma-
na l ....................................
Hontem, vida, risos, alegria e prater....a..
hoje lagrimas, solucos, roagoas e tumulo I,..
Horrivel e dolorosa antittiese !.. *-,.. Que In-
explicavel fatalidade segue osescabrosos gas-
sos da humanidale nesta vida tranadtoria....
Oh I morte quanto foster cruel !4. Para
quo roubaste tao cedo a fllha virtuosa e ,que-
rida dos bracos dos'seus veneraudos pails. fe-
rindo-os assim no intitno de sous coraQOes e
deixando-os mergulbados para sempre pa
mais acerba e inima d6r.. .* Como obter-&
agora consolacao ?... De u9e imodo cnmter-
ihes os 8offrimean se, durante um anno,
nada encontraram que raitigasse a dT horri-
vel que as atormefta ? De que modo? Pitdres
i'p-Ti" Avalio p. mente a d6r que vos
apppime, nio s&llue tenho) side mais ou
menos testemunhat a yossa vida, coma tarn-
bern porque sinto desde muito o meu cwra-
c.o palpitar polo mesror motive que vos faz
soifrer. ................
Como, oh more? como consolar a tI af-
flictas creaturas ?.... Silencio.... Sim, si-
lencie !... Foi esta a vontade de Deus .......
S6 Deus sabe inspirar a verda'deira consola-
,io... e dar 6 jovon finada o lunar que jus-
tamente The compete" no co ..... e ella sert
feliz .... ... ........... .... .. .....

Testemunha ocuhr dos soffrimentos e sau-
dales par que, des muito, passam o Itlm.,Sr.
coronel Antonio Feij6 de MelIo e a Exma. tka.


D. Maria Feij6 de MelLo, dou-lhes ainda ,lmna
vez de todo coriuo os meus mais sentidos e
profund'os .pezames pelo passamento fatal de
sua digna, e virtdosa filha, a Exma Sra. D.
Clo6tite Feij6 de Mello, de saudoatssmavee-
miiioria.. ......... ........... ......
-Cuntando corM ajustica de-Dous, que 6 in-
fallivel, fc-o ainda um sincerovoto para que
ac.iha a alna da just e virtuoaa donzella quac
tanto s,,u& elevar-se ca terra...............
fleus ha de ouvir a minha supplica.......
Recife, 29 d janeoiro de 1879.

















































FUNDADO NA PONTE 9E UCA t EM PERNAMBUCO
P- OR
Manoel Alves Vianna
EM 1876
Este collegio esLit situado em uri dos arrabaldes nimais salubres da cidade do Recife.
A chacara onde funeciona tern as mnelhores proporc6es para offerecer aos alumnos urna habitagdo confortavel e
hygiet ica.
0 corpo docente c o pedagogico iiiicumbido da dirccg'o intellectual e da fiscalisaqao sio compostos de umn pessoal
intelligence e mnoralisado.
A applica'o qlue devem ter os alumaios 6 despertada e mantida corn a razoavel severidade que exigem o interes-
se e a dedieaao.
Emi abono ,less aa;pplica'io o collegio tern apresentado sempre boin adiantarnento nas tres quartas parties -do au-
mero de-ilunno. que u frequentain ; como attestam as lists noniaaes dos exames de preparatorios, os mappas dirigi-
dos A inspectoria ger;:l da instrucdo public e q irrecusavel testemnunho de umn crescido numero de paes de familiar des-
ta e de outras provincias.
Coin relaio a'o regiinen interno, isto e, sobre a direcQao geral e parcial, sobre o horario, sobre a indispensavel
vigilancia e epari io (los collegiaes em todas as dependencias do estabelecimento, sobre o estitnulo e a discipiina cor-
rectiva, sobre a litnlieza corporea, sobre a alimentacAo, e finalmente sobre o aceio e orde.n, nada diremrnos porque isto
convdim aos proprios paes verificar pessoalmrente. Devem, pois, por isso visitar o estabelecimento em diversas e nao
rsperadas occasi4,is, assistir is aulas, as refeicoes e a todo o movirnmeuto do collegio, coin aquella attenugao ue o inte-
eesse inspira quandlo piocuramos conhlecer a verdadepor 116.1 mesmos; pois nro d seguro conitar s6mente nas-intorma-
.*oes dos til-hos ou amigos, ainda mesmo quando essas informaVes sejam excellentes. ,
Musica vocal e instrumental Importauqo farinha de mandioca ; J. de Souza' Ribeiro 50
Hernogenes Nrberto doitu Gasinao participaI Brigue portuguez Jown Alberto, entrado do saccos corn feijao e 25 ditos corn milho.
ao respeitavel t.,ll, ,ie.ta capital que abrio Rio de Janeiro em 27 do corrento e consighna-. No hiate aacionAl Camnelia, carrega-
um curs 'e music, v',,c:i e instrmiamental, a do 4 Silva Guitnaaes & C., nmanifestou : ram:
preco mnodicoi, iua ida lRoea n. 19, das 5 ho- Barricas inteonalas 1,000 a J. J. de Castro & Para o Aracaty, E. da Cunha BeltrAo 1 bar-
ras da tordc is 8 da noite. Tarnbem lecciona C., 1,000 a Jos6 da Silva Loyo & Filio, 1,000 a rica corn 52 kilos de assucar branch; J. R.
fo6ra de sua c.3sa. Antonio Baptista Nogueira, 80 800/2 o 8.0/4 a Cordeiro40 b iarris corn 1,20, litros do mel.


COLLE(G1IO Z7A\IA

TARA 0 SEXO FEMININE
IRUA D. SA.t NI'A CRUZ N. to
(Boa-Vista)
1,iant.ora. a nrofftasar~as
AmalialRixoli Lima.
Zima Roxo Lim.
A matricula ,o G \nub,, iectivo abre-
seem 7 dp janeir,) ale 1879. Admit-
.tem-se alumnas iiteruias, seini-internas
e exteinas, assirn comno rinenioos de 6\
7 annas de idade..;oino alumnnos exter-
NOS.


QUADRO


synoptico e compara-
tivo dos resultados
obtidos pordiversos
collegios da c6rte 6 I
examns ger&sA de
preparatorios de
tow7.


-.. .., .-
Xf~cS ,SS*r .- I.





S 00
5 o o t> no 5



B.t s-
I-6 31 i'0- 5 --
,* .* *
'g-~ *-; 2aq- g *
" e
5 .s .5 .___

* .,. .. |
,- Distincpao


*o, Plenamente
___ 0 _0030 __Ct^M- I_________
: n' Simplesmente


S. eprov"dos
,_t Uol 00 o:o -O_____________
"" : : Rtados
go: 00:w -
.- i tlatrica dos nas
^. aacademius -
Qq ?


(E] Estes quatro-collegios dexream de de4
l.rr 0o numeru d ns aluminnos reprovados e
r-arados do exvime, bemi com o das inserip.-
[Bxtrahilo do Jo.raul do Commercio, de 7 do
oorrentej. .


COMMFiRCiJ0.
-_ u II oI _I II 'e



;- A ..... R 9C-8 28 J-ANE- I '
RO DE 1879
As treshoraa da tarde


. ..:.;- |i 1 .., ;y ; ^ 'I ^.L*.... .. .. /
;eotee'e 0 % 4i7ia fraB
*~,sn4U/.Id. tPalI VOW
D 90itos odite, a vista, 9.1 d.tibe IAr 0 do
(ClMW5 aappParis,, ld/. 4717 rs.--o fra"Go,.


Luiz Jose da Silva uuimaraes.
Cafe 183 saccos a lI-dlanda Cavalcante C
103 a Joao de Almeida Salgado. 55 a Moreira &
Braga, 5t a Antonio JosA Gomes.
Farinha de mandioca 5%0 saceos a Alfredo
Ferreira Baltar. ,Ferragens 7 volumes A om-
paabia FerroCarril. Fogao de forro I a Victor
Preale. Fumo 80 alas e 40 rolos a cirdernm.
Milho 100 saccos a Antonio. E. da Silva Ca-
moes.
Oleo 5 eaixas a Bourgard & C.
Velas 50 cal cas a Fernaudcs & Irmnfo 50 a
%fiaixaX-ria. Vinagro 10 pipas e 50/5 a
Jor TagS. s ,
Barca national $erpente, entrada da Paraby-
ba em 28 do corrente e consigna'da a Francis-o
Ribeiro i'mto Guimaoaes, marifetou : .
Algodao 300 saccos. AsUcar lt2 ditos.
Ditos de estopa 3,000 A order -
Lugar inglez Thought, entrado-de Terra Nova
na mesma data e consignado a Saunders Bro-
thers & C., nanifestou: -
Bacathdo 2,95( barricas aos consignatarios.
Lugar inglez GCazique, entralo de Santa Ca-
tharina na mesma data e consigr'ado a Pereira
Garneiro, Maia & G., mauifestou :
SFariihbade mandioea 3,638 saccos A ordem,
50 a Domingos Alves Matheus.
Mitlho 50 saccos ao mesmo..
Patacho national Suph/o, entrado de Santa
Catharina na mesa data e -comsignado a Al.
fredo Ferreira Baltar, manifestou,:
Farinna de man4ioca 3,537 saccos A ordemn.
D9SPAC1OS DE KXPORTAAQ&9 NO DIA 27
Dli JANEIRO DE 1879
Portos do "'extrior
-' Na 4arca inglez 041aa4 parregarar :
Para LiverpoolU Bosti naf & C. 224- sac-
cas corn 18,291 kdlos 4e alodio.
Nabrca inlesa -&Sidaw, crregou:
Para LiMwepool, N. I. Lijisone 27 sacas corn
19.139 k1l,.ide-agodaf .
No navio inglez $py carro n~a m :r.
Para o Canal, Simpson & C. 4,(Qwsaccos corn
300,PXao k ilos dS;ahecar &u w '0 SO, s
No briguieiniMz G4 fi, -a regan-m : -
Para o Canal. S. Biothers C.- 20 saccos


corn 15,000) kiUrtopd assiwpr r.ascaraho,
N-brig a-ing xPeeRief, iareogram:
Para o Canal, F CiscaQ "& FIo 368 saccos
oOm 27,600 kilos doe ssucar masm-avado.
-N, barca francsza Smto A4,drJ', care
go": -
Para o Havre, A. Corps 7 fardios coin raises
Sfolhas.
-- No gatscho portuguez Fausto, carrega-
ram: -
Para Liqboa, S. Guimarbes & C. 1T0 safcos
corn 7,500 kilos de assrar bronco e 300 dihos
comn 22500 ditos de di omu.cavado.
-- No patacho portaguez Lusitania, earre-
Para o Porto, J, R. dotSantos-I ba-ril-com
48 iAroad 4140" 4' '
Na barca portuueza Mari.i hma, ftirre*l
a r ar : : --. ".a.o I
Para o -P'wto, Coroia~ C.^ ^s'flstflft
burril com 37 itrs dee ag 'ardnte, 1 barrice
cm 65 kilos te .afe.y i tita cu.m 56- litrs 4d#'
farinha, 1 aixa co'nm 13 kils Ad- doo A bar-
rica COmr 78 k loe-be assut-i brdruW.
PortOs (to ijutrteiir
No patacho b.speol. vFIg#pr' -
P~:Urugela,$ _

* *Par'w f ok 464Aii
bMrricas *D* 7,14kit ssiw|i bra'jw.
i- 'No *'"'IA 4hiL9Y4Ml 4 *s
l~serOwl


&No iate national Ioeo voat, carragou :
Para o Aracaty, J. A.B. Uehoa 39 barricas
corn 3,801 kilos de assucar' bronco e 20 ditas
corn 2,462 ditos de dito mascavado.
No patacho.dina-marque; Espress, carre-
Gou:
n- Para o Pard, B. G. de Carvalho 551- barricas
corn 44,368 kilos de assucar branch.
No biate americaao Tlwreza, carrega-
tam:,
Para-.o Para, A. A. de Souza Feadique 300
barricas cowm 21,825 kilos de assuear branch ;
At. Cordeiro & C. 200 ditas corn 16,781 diqos dq
dit s de dito ; A- da Costa Moreira 300 ditas
coip 22.212 ditos de dito; A. F. ROtWte .i "ts
con 9,879"ditos de dito.
NMa bareaca Constancta, carregou :
Para Parahyba, Francisco Banck 60 saccos
corn milho.
No cuter Colombo, c-irregou:
Paa o Natal. I. A. G. Pires Junior 200 sac
cow corn malio.
Na bareaa Aurora. carregaram:
Para MacAo, A. Oliveira & C. 000 saccos corn
farina de a.andioca ; Machado & Peretra 400
ditos idoem i-em. ,
Na barcaga Rainha dos A4jos, carre-
gou: _-
Pora Macahyba. F. B. Borges Leal $50 sac-
cos corn farinha demandioca. M
Na barcaa N. S. dos NaXo eantes, oarre-
gou : -. -
Para Macaliyba, J. da Costa Pereira 10to sac-
cos orn farinba de mantloca.e.

UGEBEDORIA UE4000A- INTERIM
NAS GEIAISDEPERNAMBUCO
Rendimeitod dI d a 17. 30 9424
Idor doedia 28 2:410974
33:431538

CONSULWAO PRON
aW "eto4odiata,27 221:"3559
f p 40"a 28




Coia Ae soVUros


I4ar~o


*o caea- e
~ineros a


Natos ....4s no di t28.
Bahli%12 dias1 liger iostez Cazqu, de 180
ot adhs, capito John Browing, equipa-
gem8 carga farina ; A.ordem.'
T., ra Nova-35 dias. lugar inglt~z Thoughit, de
459 toneladas, capilMo |aft Me. Askell, equi-
pagm- iL carga bacathAo ; a Saunders Bro-
SLbrs &C. ..
Paraiyba-- dias, barca brasileir Sisperste,
de 342 toneladas, capi to Francisco Maria de
Sou'jza,.equipagem *i-, carga varies generous;
a Francisco R. Pi to Giuimaraes.
Santa Gathbarina-35 dias, patacho brasileiro
Sapho, doe 228 toneladas, eapiAto Joaquim
t. de Souza, equipagenm 9, carga.farinha ; A
ordem. .
Bthia-10 dian, brigue francez. Borial. de 244
toneladas, capit.o Jouan. equipagem 9, e"ur
lastro; aN. J. Robiliard & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Rio-de Jane io= Patacho naclonal D. Luira,
carga assucar. -
Portos do norte-Vapor national Giquid, car-
ga va. ios generous.
SObservaao
Suspended do lamarie para Barbedos a bar-
ca ingleza Star of the West, corn o mesmo
lastro que trouxe.
Idem idem de West Indies, brigue inglez
Rosarto, de-227 tonetaidas, capitao Bailandi,
corn o mesmo lastro que trouxe.



-Por e, ta secretaria se manda publi-
car, de ordem do Him. Sr. Dr. chefe
de policia, parm os fins convenientes, os
artigos seguintes da lei provincial n.
1,129 de 26 dejunho de 1873
Art. 70. Fica prohibido nesteimuni-
cipio o brinquedo de entrudo corn
igua ou outra qualquer substancia, de
quialquer maneira-que se empregue: os
infractores psgaria a multa de quinze-
mil rMis e soffriero oito dias de prison
Art. 71. Fica prohibida a venda de
limas.de cheiro : os infractores, alrm
de as pcrderemin, pagario quatro rmil
rdis de Miulta. -
Art. 72. Fica prohibido andar qual,
quer pessoa mascarada nas ruas debate
nunicipio, ainda que seja vestido a ca-
Iractrc: os infractores pagario trinta
h'a prohibiao nAo comprebende os
trees dias do carnival, nao excedendo de
oito horas da noite.
Secretaria da policia de -Pdrnambuco,
14 de janeiro de 1879.
Pelo secretorio,
Francisco 8 er0li da Sita Barroos.
0 Dr. Antonio Serran Gonelves de Andrade,
juis municipal, d orpOos e ausentes do
term e comrca de e BoOitb, por S. M. Ie C.,
et. etc e.
Fa.o saber, que tendp fatlecldo -. Aintonia
das Mcs de Jesus Parafita, mioradora que
fol no itio do engenbo ,,Verde deste trmo,
1-miuqe tivesse deixado aice!enkes t des-
cedeMAtes, por estejuizode ausotes a pro.
codte-a arrecadago em ted..s o6Bs8 ees, a
do aoeformidade cm oa artL 82 do Ame
a. ,4A, de de umo deO 59, mfBmdpdi
#ae I pSeutO, plet Cd c e take- V-s
que sejulgarem om ddoi beAns.
venfa' so prue doaintia dles ^ 4etar tfa
pubeuaco do pr-eaK parA Iratmo d. ues
hblitases, sob peo de, flndo o dito prazo,
so evlerema o st"do. i.:
I E p4jue ch-gu4 6totcia d$.tot so4
pu bUioado a a *iad proouite dital ooa hi-
gavesd9 da capital, que '0iwrf o olcartahittoa
p4 4iO5te deo erMiacico. ',' : 1 ii',
Dado passa49 neta vdia do BontO, sob
meu ainls, aps43rfeat~imr(dfl79,


Antci Srrnoonfave dA*Ar4ade.


PeIinspoctoria da *ttniwega laz public
quedti l herasda m~apbad1dial do corron-
to, bra veidida em leila. aporta desta rvpar-
Iicao, .uta caixa de m rca WI&G e contra-
Dmar: n. 4,a87 vbiii ;do Bavre nO vapor
enu FtV'ute Sa>*os,,. ,trad eta 23 deode-
zabod. -1878, contendo dlous espeihits corn


I oldura, dourada, estragados, abndoados
aosei ritos p.or Win: Hatiday & C., no valor

d Pernabco 28 da Janeiro do
A. I.',doe squitaNeves.


:'A.


LIAS
de Paris.. Pu-
maes Chegon
em todas as
ftaempreza

! : !


S nambuco
Nao tendo-se 'contralado o forecimento de
madeira para supprinmento das efflcins, de
ordeuT do Iim. Sr. coronet director, novamrne-
te conivilo aos interessajos para oseguinte
tornec~nento semestral :
Pranoh es, costados, costadinhos, taboas dd
assollho e forro. de amnarello, duzia.-
Taboas de assoalho e forro, de louro, duzia.
Pranchoes do sicupira. urn.
Enchameis de quilidade. um. -
Costados e costadinhos de pdo.carga, duzia.
Os pretenders apresentarao suas propos-
tas nesta secretaria. as-li horas da manh& 4o
die 30 do corrente, seguindo a mesma ordem
dos conselhos anteriores, tanto na ormadas
propostas corno na declraaglo das multas.
Secretaria do arsenal de guerra de Pernam-
buco, 27 de janeiro do- 1879.
0 secretario,
Pelicissimo de Azevedo e Mello.

Imperial Sociedade dos
Artistas Mechanicos
e Liberaes.
0 abaixo assignado, seeretario do ly-
ceu desta sociedade, scientificea a todus
os socios aos artists em geral, que
do dfa 20 do corrente em dianrte, se
acha. aberta a matricula das aulas do
referido lyceu nao s6 para aquelles
como para os filhos e aggregados dos
mniesmnos, devendo aquelles que se qui-
zerem matricular, dirigir-se ao palacete
da sociedade A rua de'Santa Isabel, nos
dias uteis, das 6 1/2 as 8 Oa ioitA.
Recife, 16 de janeiro de'187T9..
P. Pauld dos Santos.
RepartiUgo das obras pu-
blicas
Deordom do im. Sr. engenbeliro director,
fago public que, eam virtude da oridem do
Exm. Sr. presidente.da provincial, vai A praga
perante esta repartig~o, no dia 8 de feverpiro
proximo vindouro. ao meio dia, a obra de re-
paros da cadeia da cidade de Olinda, orCada
em 9421793.
o0 orgamento e condicoes do contrato acham-
se nesta secretaria, para serem examinados
pelos pretendentes.'
Secretaria da repa rticAo das obras public s
21 de janeiro deo 1879. 0 official. .
S.Joao aquim daSiquelraVarejao.






GONPANiA, rO AIS DO
BEC IF[A I A

"SULIPA DE O C CA
0 gerente desta coInpaabia compra
sulirpas de ,oitici:a qon 9 palroos de
coiprimeoto, 9 polegO"I de largura e
4de grossura.
ln~I, ra ....

A direceo. da o4mpaahia de segu-
roq, Inde vauwa, covida cos Srs;
wasionitas pia comparocerem na reu-
io d'asieblda geral, qu4 deverai ter
Sno osciptoeio dapie~ma compa-
OJNO, ao aek dia a 4 ec rpente,
4ites 4 so s6 ad ea serem aprosenta-
Aaa srozntas '4as-opemqops realisadas
ollepabte o anno proximo- findo, como
tambeom para se p'oceder "a eleigao
dos novos funocionarios para:o biennio
vindoiro, de lonformidade coze o art.
10 dos rospectivos estatutos.
R Becife, 27 Ke7janei 0 1879.
.- -- O directors,
Aszo* Jos4feal Reis.
:os6 dd SiluaLoyo.
_Ant oieio Jooo.Futado. -
Gymuasio -Permambu.
^*.''.^ ~ ~ ~ I'af.


BEm 15 de afteiro d 81879
-Pela sacretaria.do-Gymnasio Pernambucano C
Oedeclara a"s Srs. pri. de-famgiaa, e A quema
bamiWnteressar possa, qu*k abertura solem- r
ne do curse -soentifco e litteradio terd lugar
no dia 3 de fevereiro proximo vindouro, e des. t
ie J a se scha aberta a inscripgao da matricnla t
paa aquell ap etenderemn estudar as se- r
Lingua hagional 4 s
Dita latina. '
'Dit franceza. a
Ditaigleza. ft
Data grega a
,ita aelesm .
-o'pbiaantiga o modern. r
l riater asagrada antiga, m6diaoe modern.
Histria e ocrographia do Brasil. ft
Gemetria. s.
A~ithiietica'. St


'II
(I


^epoetiea.-
naturaes.


4Aaw iw q.,p wea aerpe rez-


aa q, relieos -ois ea eotooso quaert
-ouas, quo usier selei necessidade.
7M por.Ps&o sot'o pages. na scretaria do
iMsituto, por trimestres adiantados,
Aidae- so doelara per esta 06esma socre-
trika quce, terminados os exames das quatro
linguas, quer os de sufficiencia prpcedidos no
institute, quer os ftnaes na Faruldade de Di-
eito, foi no! anno.indo de 1878, o seu resul-
iadoo seguinte
SLingua'Nacional [exames de sufficienciaa
Affoanso Pinto de Carvalhio, plenamente.
Francisco Rezende de Mello, idem.
Demosthenes Urbano Figueiredo de Mello'
-idem.
Gonuino Aguedo de Andrade, idem.
Jos Valentim Fialho do. Monte. Idem.
Adolpho Lios Wanderley, approvado.
Lingua Nacional [examnes finals saa Academial
Antonio Pedro das Neves, plenamente.
Juventino de Miranda C. do Vascnncellos, idem.
Leonardo JoAo Grego. idem.
Antonio Augusto dos Santos Porto Filho, ap-
provado.
Antonio Borges da Foriseca Neto, idem.
Antonio Matheus Dias Fernandes, idem.
Clementino Luiz da Conceico Monte, idem.
E'genio Bitlencourt, idem.
Ferando Pereira da Silva, idem.
Luiz Gomes Xavier de Andrade, idem.
Sezinando Sergio dos Santos. idem.
Sebastiao Antonio de Mello Rego, idem.
Latin 10 anno.[exames de suff/iciencia]
Jose de Freitas Moraes Pinheiro, plenamente.
Affanfso Pinto de Carvalho. idem.
Jolo Climaco Pinto Moreira. idem.
Vicente Ferreira de Carvalho Neiva. idem.
Manoel Moreira Rod rigues, idernm.
Adolpho Barbalho U. Cavalcante. idem.
Antonio Chrisogno de Mello, idem.
Jose Rufino de Souzai Rangel, idem.
Vicente de Moraes- Mello Junior. idem.
Demosthenes Urbaho de Mello, approvado.
-Josd Joaquim Guimaraes, idem.
?aitaramni exame 2 e sahio reprovado I.
latimr 2.0 anno (exame de sufficiencia)
Ismael Emiliano da Cruz Gouvea, distinccao.
Jo:36 Valentim Fialho do Monte, idem.
Julio Theophilo Pedro do Rosario, jjenamente.
Luiz Gomes Xavier de Andrade, id/n.
Eugenio Bittencourt, idem.
Abilio Aprigio de Souza Barboza, approvado.
Alfredu Americo de Souza Rangel, idem.
Symplironio F. Souto de Menezes, idem.
I reprovado.
Latim (exames finals na academia).
Epitacio Lindolpho da Silva Pessoa, plenamente.
Braz Serafim cos Santcos Bittencourt, idem.
Alfredo Gomes Leal, approvado.
Clementino Luiz da Conceigco Monte, idem.
Leonardo Joao Grego, idem.
Jose Claudino Leite, idem.
2 reprovadot.
Francez 1.0 amnno (exames de sufficienct@)
Manoel Joaquim da Costa, distipcnio,-
Adolpho Barbalho U. Cavalcante, idem.
Fortunate Raphael Alves de Carvalho, plenr,.
mente..
Manoel Moreira Reis. idem.
Jose de Freitas Moras Pinheir3, idem.
Eugenio Adour, idenm.
Demosthenes Figueitelo de Mello, idem.
Alfredo Americo de Souza Rangel, idem.
Affonso Pinto de Carvalho, idem.
F"jncez (exames fiiaes na academia).
Juhol Teophilo-Pedro do Rosario, plenamente.
Euojgq3-Bittencourt, idem.
CAAmudlno Gesar Freire, approvado.
-Bernardo Jose da Gama Line, idenm.
Antonio Chrisogno de Mello. idem.
Josd AnseAimo de Figueir~do Santiago, idem.
Clementine Luiz da Conceicao, idem.
Sesinando Sergio dos Santos Ftibo. idem.
Symphronia Fernandes Souto de Menezes,
idem.
Manoel Antonio Teixeira Junior, idem.
6 reprovados.
Inglez (exames finals na aeadenia).
Jose Calasans de Assis, distincgeb.
Jose Claudino Leite, idem.
Arthur da Silva Rego, plenarnente.
Antonio Pedro das Neves. ide m.
Bento Lupicino da Silva Neves, idem.
Fernando Pereira dSilva, idem
Juventino de Miranda C. de Vasconcellos,
idem.
Luiz Antonio Cavalcante de Albuquerque,
idimn.
Luiz Marques de Albuquerque Maranbao,
idem.
Traeano Aj'pio Carvalho de Mendonga, idem.
Vtrginio rques Carneiro Lfto, idem.
CierBB fconceliosGCesar, appiovado.
Eugeniliftenourt, idom. .
Francisco Pereira da Silva Junior, idem.
Luiz Gomes Xaxier de Andrade, idea.
Joao Lopes Machado, idem.
Joao Baptista da Rocha B. Lins, idem.


Sesinando Sergio dos Santos Filho, idem.
I reprovado.
e 0 secretaries,
Ceso Tertaliano Fernandes Qvintelia.

bras doporto

De ordem do Ilhin. Sr. engenheiro
director da repartigdo das obras de con-
servaao -dos portos de Pernambuco,
de conformidade corn a autorisaao de
S. Exc. o Sr. president da'provincia4
de 16 de janeiro corrente, e na -f6rma
do art lo do decreto n. 2,926 de 14de
maio de 1862 e 18 do decreto n. 2,922
de 10-da mesa data. do regiamenato
to minister da agriculture, commer-
:io e obras publicas, fago sciente a
quem Interessar possa, que no dia 50
e janeiro corrente, ao meio dia, na
nesma ropartiao, recebem-se propps-
as para fornemciento durante o semes-
re de janeiro a junho proximo vindou-
,o, das -madeiras abaixo tranrscriptas,
ob as seguintes condi6Oes :
Art. 1 .0 Os proponents deverdo
presentar as suas propostas em cartas
echadas e competentemente selladas,
td rmeio dia, sendo que depois nao se-
ao aceitas.
Art. 2.o As propostas deverao ser
eias segundo as-quantidades e dimen-
5es abaixo especilicudas
Art. 3 0 Os fornecedores serdo obri-
ados a fazer o fornecimento .A temps
a. hora em que Ies for pedido, sob
ena de P1agarem 10.o de mnulta e de
0 0o se edueo-vamDente i .Oo fi0zerem.
Art. 0a Os forns eedofesjserobri.
ids ae1tiregar as madeiras, no esta-
iro deata repartico, mediatj te recibU,
Pe ter6,passao pelo emprpg.do cowm
deto pa plopria-via do iedpdo-. iruaf


.4


- I




























ASSEMBLE GERAL
SAo convidados os Srs. socios a reunirem-
so em assemblea genml no proximo domingo,
2 de fevereiro, asl11 horas da manha.
0 fimt da reunilo 6 proceder-se A eleiao de
varies rmemnbros para a junta administrative.
quo temrn ie funrcciouar no corrente anno, em
substituieao dos que, ereitos pela asiemnl6a
geral de 8 de aezembro. do anno passado,-de-d
clinaram dos seus cargos.
Hospit'Id Portuguez de Beneficencia em Per
nambuco, 28 de janeiro de 1879.' -
Miguel Jose Alves,
Provedor.
Luiz Duprat,
Seci etario.
Vormpanhia Ferro Carril

de Pernambuco
AVISO
Passes a servigo public
De coiformidade corn o que delibe-
rou o Exm Sr president da provin-
cia, em portaria de 25 de janeiro cor-
i'ente, os passes gratuitos fornecidos por
esta companhia ao governor, s6nente
serao aproveitados em servigo public,
e devemrn ser assignados e diatados pelos
chefes das repartinaes. para servirem
no diaern que indicarem e counter o no-
me do portador, tudo escripto a tinta.
Recipe, 29 de janeiro de 1879
G. A. Schmidt,
Gerente.
Arsenal (1 guerr a
De order do Him. Sr. co-onel director faCo
pitblico quo o conseko ezonomico da compa-
nhiade aprenwiz-s Wti'fices precisa comprar
as fazendas seguirntes ;
Hollanda (de fojro, 3.37 metros.
Aniagem para entretellas, 75 metros.
Casemira encarnada, 6 metros.
Os proponents apresentardo suas propos-
tas nesta secrctaria .ds 11 horas da manhd do
dia 31 do corrente, seguindo a mesma ordemn
na forma das prpostas dos conselhos ante-
riores e declaraQ&o das multas.
O secretario,
Felicissimo de Azevedo e Mello.


iARITIIOS
-Fedderson Willink
& C. de St. Thomas,
agents da companhia
americana U. S. & Bra-
silMail Steamship Line,
West India & Pecific S.
S. Coy de Liverpool, e
a Quebec & Gull Ports
S. S. Coy, de Nova-
York, a todos os portos
de West Indies Ameri-
ca Central e do Sul, es-
tio habilitados para re
ceberem eonsignaqoes
para serem enviadas
pelosvapores destas
nhas aos portos aeima
mencionados.
CHARGERS REUNIS
COMPANHIA FRANCEZA DE NAVEGAgAO A
VAPOR
Linia mensal entire o
ffavre, Ltsboa, Perambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos
0 STEAMER
Belgrano
S E' esperado da Eu-
dropn atr o dia. -7 de
a fevereiro, seguindo
depois ila indispdn-
savel demora, para
os portos do sul,
acima referidos de sua escala.
Roga-se sas Srs. importatores d &carga, pe-
los vapores desta linha, queiram apreseontar
dentro de 6 dias, a contar do da descargadas
alvarengas, qualquer reclamagao concernente
a volumes queporVentura t enham seguido
para os portos do sul, Cafim do se poder dar- a
tempo as pruvidencias necessarias.
Expirad- o referido prazo, a companhia nio
se responsabilisa por extravioso
Recebe carga, edcmiinehdas e passageiros,
parasos quasi' twrn excellentes accomrmooa-
oes, a tratar corn os
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de Oliveira &.-aC.
4.2-Rua mo ernio-4-2
Entrada pela rua do Torres

Ceara
~ Pretende seguir corn a
,j9 m ~possivel brevidade o pata-
t3cho portuguez Florinda,
iH I por ter porAo de earga


tion Company
ROYAL MAIL STEAMEK
Iberia
Espera-se dos portos
C 9 do sul atd e dia 7 de fe-
a vcreiro. seguindo de-
pois da demora dos cos-
Stuamne paraLiverpool, to-
a- -, cando em Lisboa e Bor-
deaux para onde recebera passageiros, en-
commendas e dinheiro a frete.
AGENTS
Wilson Sons & C. Limited
S11-RUA b10 GOMMERCIO-14..
U.S. o0 Brazil Mail Steam-

ship Line
0 MAGNIFICO VAPOR
AMERICANO
City of Rio de Ja-
neiro
Espera-se dos por-
Stoistdo sulWatodia
11 de fevereiro,s6-
5 guindo depois da
demora nece.ssaria
para ParA, S. Tho-
maz e New-York. pars onde recebe passagei-
ros, gencommendas e dinheiro a free.
Tambem recebe passageiros para Liverpool,
via New-York.
Agentes
Wilson Sons d (C. Limited.
-14-RUA DO GOMMERCIO-14

LEILOES.

Agente Remigio
Segundo leilio
Da armaCo, generous e mais uteasilios da ta-
verna sit a A rua do Rangel n. 3
Hoje
QUARTA-FEIRA 49 DO GORRENTE
A's 11 horas
0 agenie Remigio, competentemente autori-
sado, por despacho do 111m. Sr. Dr. juiz subs-
tituto do especial do commercio, farA leillo da
rmacao, generous e mais utensilios da taverna
cimna declarada, pertencentes A mass fallida
e, Francisco Pires & C., em totes A vontade
los Srs. compradores.
LEIM ...

De urna casa na rua de S. Bento, em Olinda,
n. 32. situada enm terreno proprio, corn 2 portas
e janella de frente, tenkdo de Vo 25 palmos
Ie largura e 82 de fundo.
Quinta-feira 30 do corrente
A'S i 11 HORAS
0 agente Gusmao, farA leilo da case aeiman
referida, pars a equal acha-se competentemen-
oe Putorisado, e se4d effectuado em seou escrip-
torlo A ruae do Bar'o da Victoria n. 65.-


{

(


t
d
I
e


r
t
t


Agente Remigio

LEILAO
Da armaoo. utensilios, canalisagbes a gaz,
registry e outros artigos da taverua sits a pra-
ca do Conde d'Eu i 8.
SQuinta-feira 30 do corrente
#., .11 horas emp.nto,
S0 agent Remigio, competeteeaientq auto-
'sado, farA leilaQ da armacao e outros artigos
da taverna acima declarada, garantindo-se as
chaves aos Srs. daompradores.

LEILAO
Da armag4o, generous peotenoasda taverns
do pateo do Tereo n. 7. Em urn ou mais
lotes.
QUINTA-FEIRA 30 DO CORRENTE
S A'sllhoras
0 agent Martins, fara lel&o da taverna aci-
ma, a qual se ache mito beM localisada e pro-
pria para qualquer priacipiante, por ter poucis
ftundos. .

Grande e sumptuo'7


39, -loga,


-mant*t,- duzia de, garfo:e tabs.
l ,-f pali os.pbte
J m apparelho paia.ch, .4 paliteiros, 1 eeSU
para po, I molheifo, .colberes parasopa,dita
parsa sobre-mesa, ditas para Aha, tfias pat4
3m appariho pa pac,& pal.,itaers.Vet
ovos. ditas para arroz, I must irdeira, 1 talei
paro sahada., 1 :
QUINTA-FEIRA 30 DO CORRENTE
AVs 10 e mela horas em ponto
Na casa e sitio naJaqdeigra, junti A.as=a dc
fallecido commendador Tasso. '0 preposio dc
agent Pinto, autorisado pelo Sr. Adlpho Bur.
ie, que se retira para a Europa,.fara leilaodoa
models. l oua, vidros, crystaes, objects de
prata, electro-plate e muitos outros proprios
de casa de familiar ,os -quaes se acham em
optimo estado de conservagt0.
Em continuaao
Venderd o mesmo preposto, a referida casa
e sitio, podendo deste jA os pretendentes exa-
minarem. A's 40 e 1/4 partirA do arco de San-
to Antonio umrn tremn para conduecgo dos con-
currentes do leilao (gratis.)
0 leilao principiarA as 40 1/2 boras, por se-
rem muitos os objector.
Montede Soceorro de
Pernambuco
LEILAO DE JOIAS
Este estabelecimento farA leillo no dia 7 de
fevereiro proximo vin louro, per intervenCo
do agent Martins, 4 rua do Commercio p. 48,
ds t11 horar da manhi, dos objects, que nao
forem resgatados atW a vespera, constantes
das seguintes cautelas: a dinheiro de con-
tadto.
Cautelas
Ns.
938-Um annel deouro com i briihante grande.
945-Urma corrente e cagoleta para relogio. 1
par de botOes para punho, 1 dito para
abertura. ouro de 18 quajates.
967-Umrannel de ouro corn 1 briltante.
98--Unma pulseira de ouro de lei.
983--Urma pulseira de ouro comn4"brilliantes
I alfineite corn 1 dito.
987-Um trancelim e I cordio, ouro de lei, 4
salvas, I galhiteiro, 12:colheres paia
sopa. 1t ditas pars chA, 4 ditas para
tirar sops. peixe, assucar o arroz, 1
paliteiro, prata de lei.
989-Urna corrente easinete do cornelinal ouro
de lei e 2 relogios de ouro.
1006-Urma pulseira de ouro 'orn brilbantes.
102t-Uma cruz de ouro corn 14 brilhantes;
1034-Uma pulseira, 4 voltw de c6rdao. 3 an-
neis, I figs, I emblems de S. Braz, I
do Espirito Santo, 1 moednmha, 1 cas-
soleta pequena, I par de rozetas e 3
peCas pequenas, ouro de lei.
1040-Um trancilim, I cagoleta, 4 coral engas-
tado em ouro.
1047-Uma escrivaninha de prata.
1048-Duas voltas ds trancelim, 3 cagoletag, i
S cruz. I alfinete, 2 pates de brintos
de lei.
1C57-Urna-corrente e cacoleta pars relogio,
ouro de lei, I relogio de ouro.
1058-Urma volta de tranceliH. 3 nWed. lirin,
Uos, zparesa. oae-Tozetlas, -anneis, i
alinete pequeno, i ecagola, ouro de
lei.
1060-Uma correonte para relogio, ouro de lei
e 1 relogio de ouro de 18 quilates.
1061-Urma pulseira. 1 alfinete e 1 par die brin-
S cos, ouro de lei, corn brilhaknes.
1204-Umn trancelim de ouro doe-48 quilates, I
cordao 1 figa de ouro de i8 quilates.
Monte de soccorro de Pernambuco, 21 de
janeiro de 1879.
0 gerente,
Francis.o Joaquim Pereira Pinto.
LEILAO
De 3 vaccas inglezas cow crias.
2 garroteos tourinos.
1 cavallo rudado e move.
3 cabras de boa raca. -
2 gahgos novos.
I cachorro Vrande. -
TER(~a-'R& 4PS FaVIEtlRO
si11hoiRs ;
POR INTfIRVM fBP ?EPOSTO
ia tuea do Braw, portso do Tfuntdo da asa e
sitio da ripa dos Gqsaraapps n. 76, junto a 'Ta-
rnarlpezaa. ,'-,. .. : -:' ,..-". "' ,*,


-Alug~a-se um qp ?ava -adpr, service
de case df fmtbd ulr
Urna serabora out.,d e maturi"d d1, de
boa educagfo e *MliUia e oem todas, a adi-
taoes par o nsino, se propo a ,meobr o
sun casa Meniaas para lu Ee a -m.
Lerot, escre6e e contir athecise -hitori
ssagrada rleaia, pBttio4 I.Ui* systems
retraco1, his0r)a e geogrApbia, geqoaetria e de-
seiloT rmusioawpiano .
, oslura -obI yritbOs, graps. rendas
crochet, bordados, inclusivepa ipuro; p
tos 'outros delicadosI trabafi.os, propoios. 4.
ums senora. Quanto a paga a enxovul serf
OoqfQrme o 4jusja.
Para informer. nesta typorphe n Pas-
agemt, traes do Pasa4i a : -. .

LD r.MathGUBV=.d#OIAL
:v *. l"i J .'^;?. ; f ^ :

1Read oe i l'.- .-_ ,

A pessoa aqufj am iprr-ua,r.
cu-va corn algain-flho fi eib-'diruriu-' A&rue
do Pedm iA~nso h.
'- reeisaa-e de urn soda 'coi ;apital do,


3ALVG4 EI:a asa lerrea da r in do
Galdeireio, uia 'asa tern duas 'satai,
tres quaartii;soziitia grande e quintal,
cacimnba, etc.: a tatar corn 6 coronet
Bleci, a rua doHospicio n. 14, ou na
capitania do pprt0.
Aluga-se o se6jndo andar da rua do Im-
perador n. 29. corn accommodaCOes para gran-
,de familiar uu collegio, aguia e gaz ; a tratar na
- rua Prirnoeiro de Marco n. 14, ou na rua da
. Concordia n. 112.
Aluga seacasa n.-53, na Ponte de Ucliha.
tern agua e gaz: a tratr na rua do.Imperador
numero 28.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 41
a rua do Rangel, o primeiro de n. 25 6 rua de
Santa Rita, o pavimento terrec da easa n. 64 d
rua Direita. o terceiro corn sotgo A rue da Pe-
nha n. 3, o sobrado de urn andar e solo A rua
do Aragto n. ,24, o pavimento terreo desta
casa, a casa terreacomjagua A rua do Paysan-
df n. 42. e o sobrado de urn andar Arua da
Guia n. 52 : a tratar no segundo andar da casa
n. 41 a rua do Rangel.
Alugam-seas casas terreas us. 47, 49 e
51, A rua de S. Jolo, fregurezia de S. Jose : a
tratar na rua deoS. Jorge, em F6i a do Poras,
casa'n. 153, segundo andar. Para serem vistas
estlio as caves nuquella rna, casa n. 45.
Precisa-se de urna eama para cozinhar
engommar: na rua 4o Imperador n. 18.
Aluga-se a casa terrea corn algun--com
modos, na freguezia de Santo Antonio, rua do
Coronel Suassuna n. 60 ; a tratar na rua Du-
que de Caxias n. 37.
Precisa-se de uma arma: na pra~a do
Conde d'Eu n. 7.
Perdea-se uma cadelinha de raCa ingleza
trateira) pequqna, de f6rma delicada, e corn as
orelhas cortadas : quota a encon Lrou ou sou-
ber onde ella se acha, e a levar a gragadadIn-
dependencia n. 24, sera recon.pensado.
--Precisa-se de um na criada para lavar e
engommar: na rua do Livramento n. 31, se-
gundo andar.-
Roga-se ao Sr. padre Juvenci, Vi-
rissimo dos Anjos, que tenha a bonda-
de vir cumprir a sua honrada-palavra,
pois sendo chamado por este Diario a
apparecer na rua ds Livramento n. 39,
escreveu dizendo que depois das missas
do Natal, appareceria, alim de realisar
o negoio que ndo ignore; e nAo tendo
vindo, foi ainda procurado e disse ver-
balmente que serm falta-oppareceria no
di* 2 do coriente e adl hoje nio ve io.
'Y t l-,Mw-Ire--o- ioeac-- mats
de umn aitno.
Aluga-se a casatetrea'da rua do Viscon-
de de Pelotes n. 18, cow. 2 salas, 4 quartos,
cozinha f6ra e amurn quarto no'quintal, cacimba
propria e portlao para n becco do Tambia ; as
chaves para ver, na rua de S. Gongalo i. 28..
e para tratar, .na rua de Lomas V-dentinas nu-
'mero 28.
Aluga-se una eserava idosa e robusta1
que cozinha bern lava: a tratar em Olinda,
rua do Bom Su:cesso n. 25.
Aluga-se o sitio n. I da estrada do Ca-
jueiro. corn grande casa : a tratar na rua de
Marcilio Dias n. 45, loja.
Aluga-se, sem quq*t4o de preo, um
commodo decentemente mobiliaado, para uam
caWa Bern filbos, coan tato que seja'em. casa
de faistia : quem o tivnr, Avseo em carta oo-
chada, dirigida 6.siniciaes T C nesta typogra-
phia atW o dia I0 de fevereiro. -
Alua-se' um moleque: afallar na rua
do Viiconde do Goyahnan .61.
'-AIugzfepredio n 1ES drua do yisooa.-
de de Albuquerque, coin bastiae oio iuodos;
grande quintet e agua encanada: e o prodlo
n. 164 da mosma rue .recle4mente pitado,
tendo 3 quart I biI __l-_ e cozinba f6ra:
a tralar narua Pquqade Caxasj1. 71,esctlp-
torjo do advodol'PIala Penta.
-Alua-s o predio n.34 4rua doI'a9So
de S. Perja, 005) 1)aslatetS, coirnodo, tehdo
iw e gdl tratar- i a Dulqu de Gxt6
n, 7t, escriplorin do ado mirPe'oitna.
iluga~e Uf peqoero segund1o anidar 4
rue Doqos d aiao d 31: a trata nobilhar
commercial n. 34. -, ..: j.,:, ,. .*
Atuga-se urp sobrado 4eui andar, gran-
de, na rua dos GUaara4ek a tratur no potteo
do Paraizo a. fI, cops o Sr. Mnr"es....
f-'0 ma seh.o... ebilitada e provlsionada
pleaS tugttr4sca ptbica,i'olS6G> ft~opr lee-
colqar enw urn coltcgis qiaiquor: a tratar na
:rua' do S.ffTMgit1'- Frpjr p. 23.-


:' *;: '" ^". ] !.*f sw Bt "*'' _- :' -.
Bithet6-infoeor 41000

L `Qtarto -. :54W4

Bilbete ui^Ir'O 31O00
Meio btihete 1$760
Quarto '1870
Brqnddo'&, C.
CASA DAFORTIJNA
Aos 4:00@* BILHETES GABANUDOS
A.' rua Primeiro de Margo (ou-
tr'ora rua do Crespo) n. 23 e
casas do costume.
Acham-se A venda 0s felizes bilhetes garan-
Uidos da 8..parte das loterias a beneficio da
casa dos expostos (289.'), que se extrahird no
sabbado 1o de fevereiro vindouro.
PREPOS
Bilhete inteiro 4000
Meio bilhete
Quarto
Em porgio de 1005000 para elma.
Bilhete intoiro 38500
Meio bilhete If750
Quarto 875
Mitoel Martins Fiuza.
CASA DO OURO 0
Aos 4:000 000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria n. 40
S e casas do costume
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 8.a parte das loterias
(289a), a beneficio da casa dos expostos,
que se extrahira sabbado 1.0 de feve-
reiro.


PREO -
Bilhete intei o 48000
Meio 2000
Quarto 1 00
Em porgao de IOO O para
cfn2A
Bilhete inteiro 3&500
Maio 11750
Quarto $875
<1o Joaquim da Costa Leite.


S T ArrfWDCAO
J nei IjTvinpR-F PPRaEfRA f ham- ^.-


i Caota de M~saogazx&
O't **0; ismeJ dposito desta. aoreidll
i aguaidente de anna continifa en< e
SfB o Cmes G C,., rua doMa;qwz
d Olinda 4n 50, oude 'se vende emar-
rafas lacqadas, corn rotulos registradcs
no tribunal do commercio. Toda gar-
rafa'comi a verdadeira canna leva por
cima do lacre da rlha um rotulo con as
armas do fabricante, Paulino Pi'es Fa;-
cao) sem o que devem consideral4a fat-
sificada. -Os falcificadores serAo process.
sados na form da lei Nenhum outro
titulo usa o fabricante em sua aguar-
dente.
i Esta excellente bebida fabricada
corn todo o capricho, e especialidade 4e
canna escoihida. Seus effeitos-sobrero
organism sao variados : aquece quando
se tern trio e refrigera quando se senate
calor, porque ora excita a circulago,
ora augmenta a transpiragdo cutanea.
Quando se traz o corpo em transpira-
do pela agltavao, um trago da boaMas-
sangana evita a suppressao da transpi-
Sraco cutanea, excitando a cireulaCAio e
- repartindo igualmente o calor animal.
SPara evitar o resfriamento causado
pelos banhos frios 6 bsta bebida do
uma reconhecida utilidade, porque exci-
ta a circulacao cutanea, activando a
Stransmissao do sangue dos orgaios cen-
traes para a peripheria :-e tern demais
a vantagem de limpar bem a pelle das
impurezas, que nlella adherem dos pro-
ductos da transpiragdo, e entreter deste
mode, neste orgeo de secregao tao inm-
portante, maior perfeigao em seu tra-
balho.
Desta forms, e sendo de umra compo-
sicao simples e conbecida, e nao con-
tendo ingredients nocivos, como acon-
tece corn grande numero de prepara-
dos estrangeiros, a Massangana deve
set preferida para o use dos banhos da9
toilettes. -
Seu uso e de grande eaxilio para as
funcc6es do estomago, augmentando a
secregAo dos succosindispensaveis para
uma boa chimificacuo dos ahlmentos.
Emtim: use-se corn regutaridade da
vefdadeira Mass npna, corn exclusio
abs(luta das bebidas e preparagSes es-
trangeiras,- que tpdos b-o tde swtirseus
beneoiios resultados em vista da saMde
e vigor qu_ hb, de experimenaiar.,
*nm ~ ~ ~ = n M i f"f-^--M *o ift a -m m /T^>


BUJJ.4 dZA&%I %JZJ5J A CJLlXJIL~a, LPUUJ CU
nhecido], morador no pateo de S. Pe- 1 '
dro n. 18, .acba de reformar sou iio
.. -- z,,,,, pOrP 1a|$1ij O 11-IllrSlICO f
tuguezas e nacionaes, e porissoo A edocao da filia pela familiar,
tnfia a encarregar-se de qualquer constit o ensino domesticoa estabe-
-faneS0ci, tante festival come tunlabre, )cntu niodmsio sae

Co1 feuem es paelar arsos amodicos e' families, s quaes se d. a educRco 6
s 6 dos bons 6qllegios. b

Co..ha^25 de marco .
urll fp1hiadla fiw aoe ae Pra o dia acema miencionado fol transferida
r* ~ a festa da excelsa virgem do Bom Parto, qua
c l(m ua se venera aa igreja de S. Sebastifo, em Olin-
Pergunta-se A directoria quando 6 a assam- da e quo devia ter lugar no dia 2 do proximo
bl~a geral. Os estatutos marcmn que devB ser fturo mez de fevereiro.
uO mer dejaneiro,. rmis urns Infracob, e Emilio Antonio Soares,
ulo poucas as quo Ja baviap ? ___ ________._gl__ ____
________r accio T^ nista. ___________________________
mo7, prmeiro andar, ha pa- a I^a ns
co inctA a rudampra z gio 1as. ~ a -




pr-Sf nJ so uma esbcrava i4 g Jn. S pipup^ imo o WSII
2m5diei Mi lmi Tm. 7,ho
oa -cosinb 0 engommtdoita, bpwn.mie, m dL lAfeshus).Itimgek uia
Mher fte.rua da uper-e arexa.eev


f.t-


UNIV


AVI .E.itiA MAGICA
I 'Remedio prodigioso e inifallivel para eurar radicalmente e em pouco
tempo diversas molestias, dores e inftlammaoes, por mais renitentes que sejam,
lomo prova o grande numero de attestados de pessoas muito conhecidas nesta
eidade. -
SPregos 35000 o vidro
Ii Idem : 1I500 o vidro
SiEstah nova preparaco do Dr. Bristol esta na vanguard de todas as outras
t6fboje cPnbecidas para os mesmos fins; e a. proves do qua acabamos de di-
e a boa acejtao qu ella tern merecido da populateo delta provincia. -0
trane consume que extraordinariamente ternm tido em tdo pouco tempo, e con-
timua a ter em grande escala, sdo tambe m factos que garantemn os seus altos me-
tecimentos.
S.t B TTOLi temr tanta contianga na sua magica preparaao
; ^HIt. Dfttl L que em agosto do anno passado distribuio gratis
Am New-York antei dea expor A vnda grande porgao della, mnontando sen vu-
for 'Agrandee soima. -
_' gradeeee ise s peoas quo ,oyem.


SFIR E IRA AIA

"E I SITO I' RI DUN E U CAXIAS.NA 57
P..-HRARMAIA C A ERIANA
P"..H APM-.E..AIAM-A-A.A


rILMENTEE CONHECIDO













































vYenaem-se em Pernawauca. em Bzam da V1*v iaw MADIA MAD&BUG '0 .


ANI- LE OUIAGUO
| 1. FQUCHER d'OrlMans, formula do Doutor HUTTIN v
SCura em poucos dias os Corrimentos dos mais rebeldes, Catarrhos da
Sbexiga, Incontinencia on Retenqfo de ourina.
5 FnANCOS A CAIXINHA EM TODAS AS PHA MACIAS.
o Paris : L. FOUCHER de Orleans, Pharmaceutico, ria de Rainbuteau, ne so.
4 Dirn.i r' c;n- Pe;rmlni;',1"v FP. T ?;:. ,!; 9I., ",C'. i

aISIOURO DAS MAIS VEflDADErROS0
COLLARS ROYER /
Electxo-Eagneticos
IJd% Thtos "Cellares an6dymos de dentidao" contra '
1 P41A RA UL A MNTAO B S CKIA\CAS M^
1 jl t \Os COLLARES ROYER, counhedos Ihamn de
25 annos, sao ,os unicos e preservao real-
fmente as crianCas das CONVULSOES aiu-
dando ao memoro tempo a dents 'o.
Para evitar as Falsitica9ges e as Imitao0es, exiga-se q"e
cada caixinha tenha a marcada fabric d margem eo verdadeio nonme


^I l .CWARNE E QUINA le
bare tnMo m mnais podME e toUicwO ^ v

^ ,ClAnNBs eQUINA.. s~as 6 a comuoflifido 8e noderososgBasaWrafigM aa i^B


st -.f^ -..


Ete M E DICAMEN TO de umn osto agtd4eei, ado
p annos pelos meohbores Nediets de Pans, acume A
,vanta, Cdarrho pulmonar, Iraitoes dkpeito, das
,AYN, 7, 1ue du arcb6-Saint-loard, .
refnt OBou g

-fiij[< f~eiiiiriiilB iiii


ii*1


.- 1-<-A
knilMft ~
Uaiwapaae
*was$*


wt es .limndriwo. .'aA -dw e
mti mui enorada; vifdrde prim.rL
lade eperimentado em &Ia preAse.
oeja do estaubs inla fadido Am


Wipw ap&P* o o es
4,H'I R A "r '. ..


^ *%y<3sBACI$Mp ^u~friaiCs-
:FEtRUGIIOSO 1
S IRT I NSu o b et e Qite de ac8 ,.taas a do
xxt otao wyorui-o da,&, R I r1a~t^-epi~sento Mjjjhit


u ERRO QUEYENIE1
AAprovado pel Ac..ademia de Medicifa Paris,
e 6, de todaas preparagbes ferruginosas,
t a que intioduz mais ferro no o.cso
*gaslatce, i
BoLettm da tcadmnia de Medicina, L. XIX 1854.

Pa actitar as w f;../owas fafa/!cafeseo-
dass ellas, it pwa:7" e iieflcoz/cs e as raze.
peyi :tova.s, (icf-5e i.' ir as *,.zarezsse "Cgu^'s .s


Ado D"
, I. .


lwnIr ena coIm uwe auvI
eaR supportado pelotomag6 mae i
e mais deicado a assgura o dezemo
mento normal du c' as pondo-as a c
abri,'gas, indi o e diharregs. Sob a
%l iit da'Lac eGbau'.aiD a nst
torna se forte, gorda ,e iread, as SmawU
duras, e o case ossario se dezeawvolve.
A iPwamubuco : PSMa& MAIAWICOm.;,


A M~o adilnufe'bhWdas
Todos reconhecem a, a utilidade do estabele-
cimento dmoa
Confeitaria do Campos.
porque alli se encontra sempre e a qualquer
bora o seguinte : .
Preauntos preparados
Peixes assodos
Perfis ohelos-e assados
Roastbief's
Empadas de camar5bs
| Empadas dejallinha.
Pudins inglezes
SiBolos-dit.s
Paeswde-16
Boinbos para cha
Chi verte e preto
Chocolate
Docesseccos
Doces de calda
Fructas do tod-s as qualidades, e tudo que
p6de enriquecer uma boa mesa ppra nowa-
dos ou outra qualquer funecMr; assimn como
aprompta-se bouquets para noivas. etc.. elc.
STudo isso d rue do Imperador ns. 22 e 24
Conseitaria do Campos
Unica no sea geaero.

i -
BMi"".


Recreio Central
Riua do Queimaio n. 59 lo andor
Prnimeiro estabelecimeuto neste ger
nero pelo gosto e asseio coan que se
acha moatado, aberto recentemente.
Os Srs. amadores encontrario mmi
bonds e nav, s bilhares, jogos de dormi-
n6,, dama, xadrez e outros; boas be-
bidas, como sejami; champagne, cerve-
ja de diversas marcas. licores dos --mae-
tqT ft e vinhos; Iancbes de diversas
qa.lidades bolos, caf.," charutos e ci-
gAirros. Os proprietarios deste estabe-
leclimeuto para offlerewe todos os mel ios
de distrtaqes, teem.4 s disposiges .dos
frequpntadores um ,jpww jiano, oade os
mesmoas poderao passar a nias boras
em completo enlevo. .
TABELLA DOJS PPA.E"OS DO
"BiLHARr,
Dia Nqite -
004 Rua do Queimado in. 591 andar
Borr cha p liina
Aos 3,000 .kilogrammas
I Rua do Coronel ,Suas una n. 2,
Sesquina do pateo do 'Carmo
Manoel Soares de oliveira & t. aviafmao
resp"itave l public qua reaeObam pelo vapor
brasieira do nPrte. de '4sua oota a quantide
facibna da especialis.nra borracia, c;uj fo;ies-
clbhida a caprinho por urn propt1 qu expe-
6 darii, n-b W006 S 't I peo
4Itsseial. para bem "atn h* at
dos-jomerosos !tegue* ,I- purtait0, i.iabti-
mar quem asuafhu teaLs pagrml.o restmi.vo
i mpoesi atIioenca da Mids .& t" p1e laijeij
- ps, (B'quQir duyida 'euivaier)L 'pelo qudsa
hamabiibditdos aeigir, quo -a escla, eoi
|qpmrebteu ati ar, dit. afig n ter4 por
certo'co mpetidorr. -. ,. *. ,.-: .. *..;
KLia oU vantLaiemi de.oaomnras .nei nafina mai


tivaas
vI,* sta


a escrava
:- pu<


0s,


UIIOI


P, C-DI'' M TIAGUIAi
COMM.ISSIONISTA DE GENEROS
ttt A :[ STBAN~IR[iOS

ParA X r 4ure AA



Jq chegb0 a rnto conhecida cerveja
dinarnarqueza area T. F., da Tuborgs
Fabrikker. Unico. deposit 6 no es-
criptorio de Sutunders Br-thers & Q.,
na praa do Coip0 Safito n. 41, 10 an,-
dar. _'F u- -*
^F1"nlto ,

Fa-u:tram da loja de radirndas, 1A ra do Li-
vramento n. 8'; no dia 24 do eotrente, urn relo-
gio de ouro palteut suisso. deseoberto, corn
urea ootTente-de2pth.ifnl e capoleta -de ou'0ro,
imitando unma ,lsazinha de viagem : pedd-se
aos senhores-ourives ou a quern ffrem offere-
cidos ditib objectbs, 0 obs.qtwio de apprelen-
d -los e vista a teu dorro Seraphim Ferreira
Mn.^~ 4URMkfln 1oa~qJKdita.____ _-___
Engommadeira
No. ruaa do Bario 4e S.. Borja n. 47,
preciqa-se aihgai urna escrava perfeita
engomfadimra e 4e bans costumes.

Todas as pessoas que i U7erem trasasoges
corn ossAaibeleowimentos do finado Antonio
Dqp goa 1?itQ. dave4 .eateuder-se sobre as
mesMas; corn seu fi04o ix assi gnado.. As-
simWcomo de 44_ q am encarrega-
dos da cobranga d shas do estabeleimIQn-
to de moveis oSt-. A--k W iol a e iesle de fw-
paio Coelho ; e da cocblir *as Srti. 'ahilno
Brasilino dos Santos ahoe#ijs d Oliveira
Lima. Reife, 27 dejafitftdel#91 .. '
SBacharel Antonio Im*i os Pinto.
A .. i.....- ... ......


PUSd)PI~feaiii & Gwliaate-i
A46 A U* 460eem ftR
VOW,-


Precisa-se faiar essr senhor a
:gocio de sett ii'rtK1?tr. interests :
^tli4R..


ne-
nar


Xdiu;uvin4 Augusta Xavier maia, professor
particular, proviopwa pala instrucqao pu-
blica darprovInci a nas jaterias d I9' gro do
SeO~~tM4, St 6 ttave :ptub o,.e
con especialidade aos pais de familia. que
deade o0 ia* Mi irsWm se uehi a abetta a ae
,*qa narIs de 'sga w, oisde slots das ins,
teria.0 esMgo, pqpro epe a nsmai
^A'pll OtrficF, taba bint narcar,,Jlabiyn-
the fbtra crochet, missan-
gAoa.{&-dpapel,-pannoca notilho e mass.
Reb 'netftias $penslonisas*- a 3011 i, m eias
u>S~iosrela8fl6. A mesrnh prso*tsil ^ra
gM5tuWqato esmerer-e pelt' bomn drsef t
de seu magistertd,''::./ : ::'
,*_ 1^1 ^ __ ^y ; *., ; '.j f :.. :^l :,1.'1; ... I,*I -' I- --


do fabricago especialmente aprdpriada para o
paiz, vonde-se muito eni conta : no Oazar da
Victoria. ..


Rua do 6ar da .Vk ,,ict a, Vie
SOABES LEITE fiRA&OS
Im M i a |* <|&sturas
lirodas aa -qajiaadh %
Iieceberam|[iW.1nte machines
con grandes ,e horarnentos.; as favo-
ritds dls fatuiliiah, ag favor~ia aada-1
mas, os wangeres, as di.as rotaoiMs;I
estbuef tia9tmh. o 4t/de
mesas e be ; e't*'f hbs, sI' o fabrica-.
4i frlda-' a' ijeio.ia' da tes.si
6a4 di "' p Ai,4p a, eS O
6 razoavelmenite bhatoi teado d.e 3W a
Vende-sAxb iAbhas de todos

Singersd&tbd- .Os'tamanfos.
Witrfiate, Singer, d dvr
,^^ Be&r, CPiQ Besa 4e A a.
.poto.de 40 a10iI- a
TSiIocises i'dac^fras,de.W5 t I
Remington, de pedal e niesa,de5' a
tee. ;AAWf 6t:
corn avisga do con-0 za
Expr S4ea.j
consign o|i1 d# aldd1sos au-
tores, ,OMr ito baixo preeo, desde30Si
a 40# ; d muito barato.
Yendem tamnfein muios artigosame-
riicanos.
o brilho incomparavel para calCado,
d sen euvi la o nmehor artigo, -o qw
mais.conserva p-ceuro e que menos tra-
balb d Aa obter-se o lustre sem ser
P.aarias de prmeirm ordemn, i-
nhas e~peciaes para machines, retroze
ontros atigio. de n(iudezas.
.RtBe fa-se j oaconcerta-se qualquer
machii;l, tendo tidoo material preci.o
Rua do drictoria n. 30.
S; .ARES.LFTIRM.as


VdA-oe Coelbos n.
ria para' urm'prin-
do, Vitcode de

iH Poeo!


"'Opyopf et rios W estabf.lectento
denominadtOA" 134 t'I!RO, rua Pri-
meiro de Maro d, 'tr hem a honra de
pjptificar ao pIuiic4 c nmespeciali-
hdd aos seus mnumeresos freguezes,
que pttjobaam veldendosua, faqendas
fpr pregos que nao tern competidores.
1IU1t6A1e24es, pa a vistidos, a 800
e 900 rs. 6 covado.
AtlicasJisai, de c6at gostos lindos,
a 5.0- r -. o .pyado
--Zefrz de ii ulma novidade,, a 280

Alfpcas de iistras e quadros a 600 rs.
o covado.
Popelines, que srtiento para 320,
)0 e." 0. eAvvldo I
Batistes de c6res, lindos desenhos,
aS 204; 90 ed OA rs. :o6vado.
&MripQoas, bornm ortimento, a 360 e
4*r! 6 0cdo'. '
Qr^Bines p as ara vartidos dle
sniihas a 700 -rs 0 c6vado.
(Gret~per fr.iszAze* 3( 400 e *60
rs o tovado.
P~(w 700 e 800 rs.o povado.
Sifet;iOpi,4iJd&We de 'gostos, a 260,
)0 If 'All:v ,foprV ',- ii% futo, n ,

i'arilinlnte ql~ttd ragaras a 1ST

M tii do adama ado para mesa a
4 #500 e 21000 a.NzV ,, ^
Guairdanapos a3800 e 71000 a duzia.
FORM, hitsx 4i iAd*simos
9o1tosi prevo* 80, 900 eIS 09 t o co-
vado
SMeoias para senhoras, complete sor-
timento. -
Ditas para onrn, Ide 38$ a 010M
a duzia. :; :
Camisas de creto0e, brancas e de li-
rrh todas as qualidaies e para to-
#o* os pre(os. Ndo e cotp.i4o-
w 'i '^. y .^
Brim branco, 7i. t W vbra.-
Casinetas proprias para roupa de me-
ninos, a 500 rs, o covado.
Cortes do casemira, de c6res, a 410
e 7#500.
Lendos, corn barra de c6r, a .lO
e 18500 a duzia.
Ditos bancos, abainbados, a 1I800,
48, 5"N, 60, 7S e9.,000 a duzia.
Cambraia Victoria, corn 802 varas, a
38500 a pepa.
Cerouls de 185, 320 e 360000 a du-
zia.
To-lhas felpudas a 60, 95 e128000 a
duzia.
Lengos de soda, con letra, a 200000
a'duzia. E' barato.1. '
Redes de lioa 180(0.
Colchis para cama, de 2$ e 6000.
Alm destes, teemos outro grmitem ar-
tigos que vendemos barato; xs
pra isso a atteA,'.
0 Barateiro
Rua Primeiro de Mar9o n. 1
AGOSTIN AO SANTOS_ & C.


CUkado fresco!11
A Nova Espbranp, -rhua!D
Cazias n 63, acaba de recber um
qeo, pdr slid pottitmhii
6a~1~adt ;constapda-49fr botinas'-


De-
de'


m


-.,--11t


lUaJetiswaniM
tiu.i^ 41 ;,


Vende-se-


- 1'1 \




M-1*,. a.


.tJ!V MU U.-
"if Ldzinhas escdezas,. verdadeiras, para
1 32?"rs. oco0adr ","
Zetfferes de 4quedros. a.'0 rs' o, covdao
Complete sortijefieto de artigos .rioder-+
nos para seklieras e vyenderpos.ruio
barato. : '
Na rua do.Crespo n.,. '20'
Almeida &1Campos

CHAMINES GARANTIM.S
SPara candieios'
Maravilhosa invena&o do videos des-
tas charninds tern per tin espalliar-se, a
economic .
As charnins -usadas tern-s ide motivo
de grande dihpendio, para quern usa-
desta illuminaQiao ,.
Todos sabeni qite o Imenor choque
no limpar immediatamriente se quebra.
e que o mesmo.acontece quando-a luz
e major ou quando.d tocada por4' ;algia-
ma corrente de ar.
Tem-se calculado que mais se. dis.
penle corn as chamiudss do que cornm, o
kerosene [gaz] ..
Hloje porOt, gragas ao celebre inver-
tor LA .BASTIE, desapparec.ram todos
estes,. inconvenientes.
As chamines Harantidas, ainda mes-
m1o cahindo do enia da mesa,no assoj-
iho resistem ao noque, e nao se quo-
bramra corn o calor nem corn o an, po-
dom durar muitosannos.
S E-urn grandesoLrtimento d e, candiei-
ros, lamparinas ejlampeoes para enge-,
nhos, tudocorm as charuin6s garanti-
das.
Vende-se em gross ea, a retalbho, na
lojadoSouza .
RUA DO BARlO DA VICTORIA r
ARTIGA RUAh NOVA N. 61


Vendei.n-se
ESTOPA de diversas qualidades.
SACCOS de estopa.
FJO parasaccos
PANNO de algodbo da Bahid, uali-
dade superior, tudo por pros comtno-.
des em casa de
ROBILLIAID & BLACKBUt
Rua do Iem Jesus.n. 4.
Miudezas barntas
A. Nova Esperana a rua Dfluque ide
Caxias n. 63, estA resolvida [-4 verdade
a vender muito barato; e para proved
do exposto, lei}m e admiremo I
-nha decarretel, 2iO jardas, a980 r,
o carretel.
Dita de dito, para, machines, a 80 rs.
Fita do linho, para ceroulas, a'60'r
a peLa ,
Cordao de linho, pava, vestilos, a 20
rs. a pega.
Papel araisade a I 0 s., a caixinha.
Envelopesa 50, rs. -_aI'inha,.
Botdes de osso, para ca0as, a 1Qrs.
a caixinha. ',
OSabo inglez a 3 eO 40 s, abgria.
Corram f Nova Esperahqa, e vsahbari
ver para so desoenparem


a rua do Queimaia n. 4b, rocehe pin
todos os vapors grande 'sormiefiltehl
.do artigos de me negocio, a iienthI
pot preqos ntfito rdzomrveis, (atten
dendo fA qualida4e) como seja : per"
fumarias tinas em frascos, o qonb1,
de mnais findo, proprios para presen-
ter -assm cQrUoa"p9l4I- -;I ,iwo
vatas para senhoras, ligas para. mpias.
obra bonita e lina, lengos de labyriu-
to feit)s na tera, complete sorti-
mento de brincos pars senhoras e
meninas,obras de fantasia, bot6esa para
pualos o que ha de mais lindo e forte,
os verdadeiros coltares electricos ,Q4tN,
as convuls6es das criangas, flres .fias,
tanto, meudas como rozas,. fitas devel-
ludo, gorgorao, setim, sarja, escocczap,
bicos de -seda broaco e preto, e urn
complete sortimepto :de bordi.do o
que ha de mais fino tanto tapados come
transparentes, edee o maip largo ao
mais estlreito, meias para. criana, ,.io>
mens e senboras, cordoes para suspel
doer vestidos, cintos de couro 'para me-
ninos, bolsas pretas muitb fins, as ver-
dadeiras aguihas Pedro 11, fitas de bor-
racha, larga, de dous dedos, cutileria
final, navalhas, tesouras, canivetes, o
que ha de mais fino, tintura pam tin-
gir os cabellos e as larbas, tant preto
come castanhis, vdos para chapkos, ou
rosto, punhos e cllarinhos para sqnho,
ras, grande sortimento de brioqiiedlos
para cteangas, oculos de. core;, pard
vista consada e myope, asim. cppo lu-
netas papel. de todas, as qualidaeos a
envelopes,. lIId ;t4daas cOres, agn-
ihe; para crcbhit, e umra infinidde de
artigos que serial enfadohho mencionr;.
na rua do Queimado n. 4., heje Du=
que de E-gb...f. ,* :l'
gg ^y"11. 1, ^ '-' '
Y,. -....l 'A
Lsuva+ de.truiast ba, man1re
tin.td core,.1


w. <.u t 4q. .!,i i., -,I rt'.
Cambrdia Victoria, transpatente, aA
a 34^000 peg# 't^;,'^ -'f '
C(ssa8ipretapqPF .pprij tfrJ4 9p
"rs., 9, ad@,:. ; .. ..,- .. ,:.i,-.;. I,,;
Maciprinnvsvsrdalaina2flpVwaa jgrn-i
Qxfofr gar, Ni4os,&fom i
dem,.
dera ,: / '.- '*., -,.-i-.^'* ,,,: t?'^ -. o:2,-
- Gbalee de casi)ira,gy,g 4 bnoceza
Chitsa escura ha, 'aW 240 ( co
'.4.retanes escurps (4& ala rqs, a. 306e4)0(
Mariposa branch, arrqrnada., a,.l36
rs. idern ..*- -,i. '-
A d lrgura ipaev. leno.
!'6es e .1420aa.e JS00a vara. ,
Brirqpreto paracaiQat, a50O.-rs. .o
upado, .,, ,
" Madapolq'firaneq;) enfestado, aV5a. a
pega vale 8, r
SBrim pardido .o,, para custymes de
Saomens e meninos, a 44W e' 500 rs. o.'
zovadO. ..... ,,< -,, .
Colchas adarnascadaps a 36
Chita encarnada para .vqstilos, a.280
s.,io covad4.
Popelines .do., listrar, .-bonitos. pa-
droes, a320 rq.idem r *
E muilas optras fazendap, por. enos
do qua em qwilqre oijt-a.parte.

*o- ,: --''
RUA DO QUEtMADO



0-Bozer Victoria acaba de meceber da. EurQ
pa pm esplenoido e .variadisimo. sortLimeneato
de mascaras, meiaW' ti&'ard' e" tarizebs de
maca, cerra taore e setiin, braticas e preas,
de- howans, mulheres, meaines, e -adintiaes,
feiCes -mosi, xvelhas,. car'icata e ,exqresit.a,
corn serm mol,
Class e smi'Ass d6 meidA, branca, dtrnma
s6Tr e listradts e carapugas demeia' brbnc.
Franjas, tranQas, galOes e lanttiotis douw
radas e praleadis.
Meias dalgod.o. lM e de seda, braicas de
uma s6 c6r'd Ifstrdda, obtftos mulftw artigos
protribs pars ftier-se rm lindo vestearib pata
o oartla-0vl. ., .
Bioagas dos modolos, de mais novidadee
eieg wncia. -Id
vende-se A rua da Barfo da Victoria V, 2


0' -. ..,*1A41envAo
Gal nova lisbon, eq' prAsqW Iarat .@
acabar., V .
49, rooka, superior.
Call doCebrA,*'ih0.
SV'bo virgew,glspertor..
Vimhom do Por40, si barip, ancoretds p
caixaszvedtmfl I:MkO. .
34 -W" daM ffdftsei 6 34

Lindo 't de miludezas,
per 1 0 Sod dehmoda I

JIAZAAALODA
Rua 0o Barao da "Vittit w4.' I0
Receb btu ': "
Lindos penti'nkios para marmfa.
EspeCial orimento'; de pulseiirs da
SCihtbs cond.ftelt. "
- ManuaieA para mirsL.
Flores artificiaes, de c6res e pretax.
.Orjdeo sdrtimnt. de *babadiiibi0s e
iernttdrffelihs borilhdbf n
Sip6s de flore dde jhannjai :
Grihtaldas e6rh vdb' art 1yvass.
Bptioes dseti;.rgtaro, .earo oe
j{41ieichinezes ad-500 rs,
Fias c gorgerie, cores da modt,
Efo'vaes batra" bapotsados. .. .
Espartifho-dt6 eftW' e brancos, pje-
Lips deh
Orizalina vegetal pare tingir 0 ca-
bello '. "
Bfhiha brtizallna, idem id m.
tlndlssihosr'chapdos deoustlo bor-
dados pararcriangas. -
YVidtbs 'jr&' egpolhobs, 4 tzlcquet ta-
manho.
SRicas bonecas de cera, yestidas..
s Bolas de chagrin.
Agulhas e linhas para machines.
d-Oleo',erdadpeiro pt i machibas.
Perfumarias finss, ''". : .
Sabonetes Glacerine, diapsnb:.
Bonito sortimentb de attfs para
lu io I t 1 ... : 1 1 ..*
Cout.arinhs e punos, bodados e
Collarinhos e punhos, boidados a


,i
,'

1


i ^^yi~ yfif*c^ ,~l^-.4 7r~h1
AOS 0lo An rili-' ", .
.1 -Iai!I)(' ', r-'1v s*:1> triai~i~ui jC!'
,= ? -* ; .' l; 'r.S,,v o H!' 14 rIR .rOP I,* ,
"A < m PaletoI.. *
.Ascinco ril ,, "
...." !,' ,_. ^ 1 .,.. ':,, ): ; ..i ;. '1 .


; *; i :fLop i.; i
A 4aw-m"n'" 'J i

roeND1aH~
,. ; $^f : Iskj ? a.^'O # &ir,
i ~ ~~~ ~~~ .* Hj l^'


Rid ddt9IjU6^Oa&'Gtiian. 47.
Afpacta lisas,; de d-61es rnodaernas, a
OO rs. o covado. "-
'W M'tffi% isotet% c0re 1itidasu 'a;t00
rSA. 6v.Cido. M, j- *"
I |U^vgorfta d&-Ia, idiversasa cdres, aBUO
rs d covad .: '',l:i
Popelines A.e lirrho e seda ag'Nrs.
o covado. :" '
SDitas de lk qu, o quepOde haver de mlts
li f :a il 0 0 e i 9 O' '*r r : "r
Setins' '"oe eres 'e pretoUl it, v 25000.
S! Ctire$s de citdhe' c6m figure v,'
84108, to19 60-0
Grosdenrpte deo eda,-preto,alp200b
2$o00 6o oado. !


Gorgorio de seda, peto, a 3$,; 3500 e
'4 0 0 0 'E` tp ch i ct i E ; ... "
Espartilhos a 3r500, 45 e 55000.-/
Fhft6AD brndo, a 500W N. ocovado.
Dito dito bordado ai4f00o dovado.
Mafilposas' brancaqs edeo Oft, aren-
dadr, a400(rs. o oadol", I ';
Gollinhas e punhos a .2$ 2,5005
Gravatas d 'sedar w50) ri. el SIOOP;
Batistes'&lhaq a SL00 24rs.
Percals,:cores iCharat#,. 0 e-S6 res.
o covad~o, >;
Crdtones supaerbres, lindtdospdtdes,
a 40 0ts.. Ocvado. -
Saias bortdhAl* a' 2, 4P e 85000.
SChapdos de patdbinha primorolmente
enfeitados a 8:, 15 e 155000. '
CaUntao-preto a' 7O e800 rM. o ceviadi.
Bc*ribaztft'- ptas.: mnailo fioas, a 1
e 1V0" ocdn.db '"
, a prtota a400 e 500W rs c do,.
SMerin6 de duas 1argdras a t d tM1
coyado.' : :-' : :
tte Co t MdOV 10#0 Vos clpad atS0
* Ncnicd~ree bordtdfl fa 55ON0 <
Leques r2 3, 34# eS*0XWI.
Sortadros entlrenkiods da diverse





em sa dos *pretmj n* *. ." -
Fieuih delila 125& 350@.'
., Cainbiiaas br..cas, di.reas qualkia-
Cdies '
Bramant e corn qu&tt,, taIgrat' a4
4$No*4* )met o -eat: i 1: ( 1 -
Leows abaiphados a&1150M e 15800 ai
d uiia. *-** -*\l : i >;*; l -.*,*
..Vestusrios pama -biptisadts 5ra .




enW O.'. .d -*es *as. o' */. .-. "

eAOO. .u r
Gortibadqs bordadps a 7q 86 5)...
lisl 4 2' '. ; -*ivi (/i *(i 1i -
e Di-e's anmWoeas e mandase leo.

m casa do pretendantm. ,




.cai .qbas em', Op.,uma ; ara
pro eht, s e.festas. ...







Vnesepplix~,o ,W'4 7' ..
ViRlea9s cVarter s Je ao ti.I
p> ra ij.bp l .pur aa.e... ', q",i"'







iaf oM de m-- 11 'e e i o. ',
Ditas de sarja,8 s"uep0om ye, ? ""'.
ieias. ., .
,,uvas depr l c.a preta. "x.i, a
de cOres, o que a do a
;. rhua~jda x v~, a oprvas.
,LequeS Drancbs, de cores e rts
grande varied" ,
Cai~hapconi jpro'pa~rpy a cs
tura. ''
.: ianjate ~a e deX, 1 .
F~r3Ai 4att~ dO1&^ -9, .a?;m
fi 1qapPia 9spW. ;*- -L
par^ qhpdo.
Plums prtase decores, ,,,
Luva ^ 0 se4 W^trcal pr~tq.
Hicase carteiras d~a cooro da Russia
parsalsgiIbefra. ;
Bico do si H piet& a byanco7
Dito do qumpuro preto.
Yrie&td 4W Im~%lea9s, .nuas a ve-.
tidas."; .,. ,
Veos par. cbapei.
Bot~e~dQ WI~O!&P e 9)tjitrS qu1B-
Teiuc'dh 0 saipatzrihos di s6tini'bor4a-
dos pvrabaptisado. ,
1'IS frardlt^ jiata trabatho de crochet.


.tp' iUOP. C, ..., 7 0j :.1 I
IT In X.-
"Oif Qw. "ffi*aw


4-. % r e f- r. -. .
As iporsa e cachemir para ves-
tidos J cr4id 31a Q v-s. o cOvado, eatAo
se'aqaba .pi, .
Las escoceo*syass inihOe qaewtlem
vindoq. a 160i rp. o.covado..',',, ,
SMadposas. bresihienes, a 3.20 oe 360
rs. o.covado i. ,,. .
3atistes fniiMwas, a;200 rs. &%oO-
vado. a JOQ''
Qretones.suisos, verda4e'os, a 300
e 320,rs. ... .:. .
Cambraias Victoria, superior, 1Ojar.
das, a 3S000,apepg.. A'


r~~~Fi 9 Wii lj1113
Rom pW O Mod. .. : [ % .


I WtV HVMB 7t r -
V "UAO DUQUE'PE CAXIAS Ni'

S'(ANlqA RIUA DO QUEMAO) :. t
sS ;mm.*


,47:. } '_ 1 4 :-,
Es(e imrportante e.- tabelecimeniZ, nlo querendo desmerecer um .mo' e m o-.' ,1
de sen antigo credito.de brateiro, tompa liberdade de offerecer. a lista do*Ve-
guintes artigos do fazendasp seus pregos, afim do que seji.devidamenteiosoe-
cdiada ppr,todo o illustrado public ;pernambucano 1
.uu .o. -rnrnbu. cao SABER:


S L '.... A BER :
p-I '* ....!. '. V MadapolVio.lrandez, 20:jarda ,arpeR a Ditasde c~res a30000 a duzia. "
Os superiores madapoloes francezes, 5500& : Ditas par meninos a 00a da -
finsimos, 3200 apa, 2jardas! Ditos ?uperiores de 500, 65000 a Casemira, pat& ooupa doehtoenshde
aproveitem. .5gJ 2
A .d mvtx o encorpado, a Algdozinbo. muito, boa qualidade, Atolhados :detinho, para mest i ,
pe5 2"0 jard2s.2 do de4500 a 5$500 a pea. 2200 e 00 0a vra. L
SRtua Duqu axe C 59 Citus, mntoi boa qualidade, a 200 e a Capns de malha, para senhoras,' *
,.,. LOJ LA DI ".. Ie a rs eovad&.* 6r500 e, f 00
200ra'O ava:680 xP00
Carnetro-da Cunha & Percalin s francezas, gdstos ncvos, Fiehis para senhoras a2S000.
''* -- -- -e 320-a 360 1s. o coovado.,: t Difbs detotiquim a 48,000.' ,
,; Il-n Lizinbas de quadros paravestidos, Gravatas part seihoras, muito-finas,
l h de 140,-, 1.0 e.200Lr. o covado. de5500rs a2000.
Ulb l 4Cacbemiro ed quadros para vestidos, Batistes de c6res a 220 t's.-o cov9do.-
''" muito boa qualidade, a 20,rs. o co-. Colaminhos e punhos para senhotq,
oIO ,wonnn fdn oiado. do 500 re. aslr,50a guarnigio. ,
V ,-'co*-pIto ,s rtim nto d pel Slutm prkto a lZ600 o covado.
S.pior ,fusta .branc de CorraD,, nes de oliho o seda de 500 a ,600 rs, o Hamburgos da 400 a 600 rs. a varn.
,proprTa para vetidos de senhoras, -covado. toberto.resescuros a $8Q00.
.oupas,;de merinup, a(00 rs. o covado- Ap&a.prela 4 .a,-.,Myad.; q Enxovaes- para baptlsad(,4de104 a
4preveitem que vale 13000. E' pehin. ,La preta, para vedidos,o a 00 rs. O 'L0S00d *
.cha. cftsi mitv
Na, i,% d r. .O ,]i covado. ,. Mariposas.hodabraaas,muito, it.-
Nu, udoqre n.20, 4le- Bomb zi prea 5OQ ,f coyado. nitas,..aOf0 so covado. :. -
a da,&Campos. Merin6 scim, r~xo, dnslarguras, aj Fust6es branoos a 800 rs..o covgd,
Ba^tis miinbas hndos desetihos, 25500 o, covado.. Espartitos para senhore. !,4 a.
Sa 2uperior csd. :..t a .. chls, de r .e raa coberta f- 76000.
Super orsvestioees e 4 deqs g ,s- a, aRea0 rs. o'covador Vestidos dereales praabs
Jsgpamg vestfidof.a Bae.fen.. q Riecados Lq, americacs, para es- jA feitos, de45500 a 55000:.M, i'3
SCpres do inhob, hordados, ae..eada- craves, a 260, 320, 360 e 400o covado.. Cambreia brwnca a4e4$6t00,p.a,
s, 6 i000 urn ; sao cortes qiue. custaas (OItdpaera camisas. aslOaocovado. o qtuehade melbor, .., h : &
,. Pecbacha. .. Toalb felpas a000 a duzia. f ntopara arrag,00r ve-et o Qobj-
S O 6 Alneida &Campos., itas pma .mesa, adam44cad9,, a to de muito gosto, a 3S000,. i .
Ditos de cambraia branca, bordadps, i5Q, r., V cov0, para noivap p409
P MQMa Tp.ellapovd aanovs
t ^ W ., / ., .. M eian )Bs. i~at en s, d e p 0 .. .. .
P.'ope~ii.,dq se.diasmi ,a"en dC..,...J ( 12$, ,6,.,, -
P: p 0 ara ,,^,,.. ,5 ,, .,d' Lu'as de pelhioaranca81 ia to irra.
meira, a .,, w..,xo dpq4, vale 80Q8 Ditss ppra ,sehoras a 4t00 ',Q600 homn copcw pzra sehboras,: 9a 2
i.zos ptdoes. Le ...a. 4ca .. .. sa i: orm iL op ebro:ade" -
.,Ena J!4O reOspQ LCamr aaaazrancezaz, boine&a, 4Thr, a i
.S.TB E--S PORTAS ..0t00 a duzia. Braxante, 4 .laruras, a 1#600 0
E' cesm, as mals de fIame Md b outrosartgosqu so deixa deo mencionar, pars nao se tornar enfa

Srfiia. 'AO NOVO BAZAB DA MODA
Infants and inmaij's. food Pr4C. 20- ..-..''-- -
K per bWtle, 4p aug do Cs "
9,, loja Nova Esperana. ,.i
0 habil Sr,;. ellin 4de .Lone fiy -
'b I4 Iod d dd s --s. -
ctnceitoaio 'ln.o : t dtirlblsftii ; w.1"11 (1 A i T ltE C

:,,,. ....ca daoel ...Irfz ll ~ I~ajB Zf D S.OTtflAI S
tre "W hiidbeieodiih'vdof j r i up t ,,

insa as ams df'lee, ,o. "rilc6 w.- mae pa .SU a
dIb~rrh d p elkleinsis- dietinclad IISCSIJU4A
edcd Ab-qbeuIS SptfI.;o tl JiAZAR
hi usand 9 ei oas- a tn sp m o~r
eitoidbord itn-at -!
IJOdVs, ~ EtApd# cbi
0101 Hini va GASPARAIGUSTOSOARES LEITE
4e8 qu4 NO'i! N. 28-RUA DO BARAG DA VICTfORIA N.-28
depomito'd' auUt li' ht1.H. / c i ar, dW cifet6acab, de recebf puchinas, par. cos. .0
.. ii ,'; ,;,( j'1- '' ,* : ,*-' /! r .* ; ___ / tTL''__"i L~f.^A t -LL I -i ^ j^.. la, .^ __A--I .. --- --- J-:l.--J .kF-- 05


I ,.Nlrapn ,ioi oaoa.va..,
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s 'Caalos 14e' inens, seordra$s"
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*arece e nioo estraga o mais' fino atirg de.
voupa,depoisa&appotMOeemes d0a0-unm
nmito I% prt'* pae prranflNaeam uwam
i (qeia jpplo tit aparase faier ppllcavo
0oflmeflto. MOM et gar coni
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1leltoT oocalpadoideve estarNw se:ao. liGP
VeB(m4oe .80*,&.4sW,. prkto ebezqqr9,
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qt taqo 0oyado,,m.o .0, ven4wemQs, aROr
*i9BproQ Mt terms receba.o deoit
Pe.i w .W p (,tn. an., i a.
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#ba do Mpe oS ebsN Mame_- v$
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); : ;.M'e.


,e wra (mniowry' U de l10 pr i rrTu, poueuao. ura creauua UUcr'-mau
Strabalhe lgftmi, assi tn coam de mao e pd, do todos, os fabaicantes,;,
S que vendem pr preYos Q muito nMais baratos que outra qualquer casa,
Vbtoeto etajitb law pHneipaes fabricassdos Estados-Unidos e Ham-'
' bd'rgo. 'J:*'' .*<*0 .
fedemkuioae park Ceb6Wtar.V -lgtufty lfaiicnteS, (WBCe
'W to gasrafiti.s) para 6 qe temrn um born maclpi4 -.
a 6PR0S SEM COMPETENCTA "

' GASPAR AUGUSLO $AfRES LEITE.


Museu de Joias
S. 4-Rua do Cabug&-N.*
S Este important. estabelecimento de-ha muito conheciAdo do respei;a-
vel public, tern na Europa um de seus socios bastante habilitado para a
psco a das joias, que constitue o seu esplendido sortimento, tendo por esto
I f6-ma novldades constantemente no artigo joias. Asseveram seus proprietarss
que, a modifiqagAo nos preomos e agrado e a sinceridade de que usam, farA cora
q]e qudq&e pessoa eompre uma joia qualquer e ainda mesmo seam precisao,
dem',poiS, p Exast fMila, para visitarem o MjnBstabelecimento,
que se acLa AeWde 6'ho u4 'damnha e 8 da noie. .;
: Jolu 40 bflhiants. De brilhantes teemricos aderevos em
ela ites g ain.atappareihadas de prata, eppara todos os pregos, tendo entire eHlles
dere"vos de sbo valor p.orserem do6s melhores fabrbutes que tem vindo a
si cidade; assim- como, anneis broncos, cruzes, cagoletas, broches, rosetas
= nma mnfiAcaife Iltos, para cravar t vontade do compjador.
' 4. '" :i" wDe ouro, 'om pedmas finas, t" m am a-
Slilbr os -caqoletas, voltas, biaceletes, cadeis pars k-
Mda,"ap..,a etc, etc. _
-, .it -, -.9.,, .
4",~~~~ ^ 11~~'M I~ .steIHHflfifeaM^ drfl M r^rAl fetnt


of .^ a ^ ,., .-
^ ^if......


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I


I


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(































;f7 de 3 boutubro de 1834 e
*\i|1entr os quaes o 24.1.
tfonal. mostra que. con-
AMdenItes de provincia itn-
M wB iBattribui9des que nAo lhes
Spara fazer corn que sejIam
:::a- as leis.
ntretanto, expondo como os fac-
S..SI seo saram, torna patent que o
-. f i te e o- presented da pro-
J^ J^iand* uma asserrmbla de
Slegatlrnnte eleitos, consi-
"aes' as diplomas de umrn
/ pb te desordeiros. 0 deer da
pri autIoridade da provicia naio
a asser1tl6a, mas dar auxilio
S imos representantes da pro
v ii am de que expellissem as sete
intrusos que perturbavam os seus tra-
balhos.
Longe de assim proceder, o vice-
presidente d'rigio ao grupo de intru-
sos o acto de a iamrnento e o presidents
reconheceu a deliberagio tomada pelos
pete portadores de dipiornas falsos, an-
4illando toda a eleigao, e mandou ele-
ger nova -assemht6a; isto 6e, o dejegado
do governor imperial acorogoou a anar-
chia e despojou os legitimos represen-
tantoo da provincial. Corn este proce-
dimento, criminoso, o president da
provincial tornou-se cumplice do acto
sedicioso praticado pelos sete intrusos,
exu prejuizo dos direilos de urma legiti-
ma assembled compost de 20 mem-
bros.
E o president qoe assim violou a
Sconstituigao e as leis niao sotreu umrn re-
paro do governor imperial, nio loi de-
ruitfMo. E o vi.-presidente, que en-
cetou essa series de actos reprovados, lI
esta' ontra vez governando a provincial
A consequencia logica de tudo isto 6
que, se o vice-presidente e o president
da provincia sanccionaramn as illegali-
dades e attentados praticados pelo gru-
po de desordeiros, o governor imperial
iellou todo este acervo de escandalos e
immoralidades,J conservando semelhan-
tes funccionarios.
.Ndo se comprehend, pois, que o no-
bre president do conselho viesse, de.
pois de tudo issue, declarar qne o over
no imperial vio corn desgosto o que
succedeuna provincia do Espirito-Santo.
Off1rnaior exame, cahe or P terra a as-
ser&ao de quc o governor nao tern acdo
neste asvumpto: a administrator pro.
vincial 6, por certo, soberana a certos
respeitos ; mas nao esti segregada da
euphera de accao do governor geral a
pouto-de poder-se dizer que o que res-
peita ao servigo provincial corre intei-
ramente -t parte e sern responsabilida-
de do governor.
Hia urn anno que este lamentavel es.
tado de cousas dura na provincia do
Espirito-Santo: o governor imperial nio
achou uma palavra de reprovaio para
as actos do vic-presidente e do presi-
dente, que calcararnm os p-so acto ad-
dicional e as leis ; o nubre president do
conselho limitou se a urea lamehlacao,
e inigou que nada raais Ihe cumpria
Veon a mesa um requerimento pe-
dindo ccpia do acto expedido pela pre1
sidencia do Espirito-Santo, mandando
procoder A nova eleicao para membros
da assemnbla legislative provincial, em
virtude da cerebrina e illegal dissolu-.
(:,o da assemblea legistimamente eleita.
E' lido, apoiado e post em discus-
& sab). i
.. FOL,"ETIM



0 Mt JS 1P !.) BiTERNO


I'OR
ENRIQUE PEREZ ESCRItCF


VOLVAIR 11
VtI,J.|iE II
LIVER) IX
fConLinuauto do n. 211
GUERKA ABERTA
I'

-0 CXADOR DA' CONTA DAS SUAS PES-
QUIZAS
Seriamisete hor, di m nhli. 0 dou-.
tur Mendes d6kla. profundamante
quando Ihe entrou- no quart o seu
criado.


Ulm, Pola oatmsarwi
'les: foi8 1. que deuInei -"
to, e eam tal csof8, tt.v o go.r-
-can, Opreiwtbwa-^ ^
4a a annuhlaco ^et* &p to aI
que tinba dipdo 4os pela ,aiara
legal, o quA ai c fao sIdoted&
provincia seno d ar f-er nova sel.e-
Cio? no podia se, outro o seu. procw-.
dimento. -
Entretanto, nao e possivel d-
lamentar que, perante facts de talt A-
tuIeza, o governor nao tenha IcaeQo:
6 por isso que deseja que a llustrada
commisso que tern de examiner os p-
peis relatives a esta questAo, propol*i
algumas medidas que acautele a
tigdo de factos identicos.
Esta discussion fiea adiada.
'QOrdm do dia
Vota-se 'o e rojeitada a prop si*
cao da camera dos Srs. deputados n-
134 deo1877, approvando a. peusao c n-
cedida no conego Bento Joq6 da So za
e Silva, vigario collado da fregoezia de
S. JoAo do Principe. -
Sdo successivamente votadas e re-
jeihdas as proposicoes daminesma caea-
ra ns. 45, 43, 80 90, 150, 159, 1!7,
158, 160, 167, 169, 170,174, 176, 178,
209, 213 e 214, concedendo dispeisa
a diversos estudantes.
-- Entra em discussion o parecer da
commission de eminprezas privilegia as,
sabre a proposiao da camera dos rs.
deputados n. 1, do corrente ianeo, ap-
provando o decreto que concede sib-
vencao para o e-tabelecimrnento de uma
linha d3 paquetes a vapor entire as por-
tos do Rio de Janeiro e Nova-York.'
0 Sr. Cansango de Sinimbht
presidente do conselho], ohservando
que o parecer que se discute conclue
como pedido de infornmaces ao go.
verno, vem declarar, em nome des'e,
que nao p6de actitar a emenda appro-
vada pela eamara dos dsputados, para
que entire na escala dos paquetes da li-
nha dos Estados-Unidos o porto do M;r-
ranhdo.
Nao 6 este o meio regular de intro-
duzir-se uma condigio nova em contia-
to approvado pori umrn decreto do gover.
no Desde que a questAo acha-se nes-
te p6, a aoao do corpo legislative Ii
mita-se i approvaob-ou rejetio do & on
trato: a innovago de uima de suas con-
dicoes nlo p6de ser feita sem acc6rdo
das parts oontrataolez ; nis podo ai-.
imposta.
JfA existio por dez annos a linha de
navegacao entire o Brasil e os Estado-
Unidos. desde enteo ficou averiguado
que, sem maior gravame, niao se p6de
estabelecer a escala pelo porto do Ma-
ranhiio. [Reclama0oes dos Srs. Mende.
de Almeida, Vieira di Silva e Marcelli-
no Gongalves.]
Entende, pois, que nada mais ha ago
ra a faz6r senio approval ou rejeitar o
contrato; nunca iipdr a sua novagho
sern audiencia da parne contrataate:
nao p6de defender s6 da vontade do
governo ou do corpo legislative alterar
hoje o contrato.
Concluindo, actha desnecessario o pa-
recer, porque quer ouvir o-governo. eC
este declara desde ja que nao deve pas-
sar a emenda approvada na outra ca-
mara. .
0 Sr. LeitAo da Cunha [pe'a
ordemj pergunta quat a march deste
negocio, se cahir o parecer que se dis-
cute.
0 Sr. President diz que, se o pare.
cer nao passer, voltaraio os papeis a
E ento ?.. .-perguattu con iii-
terosse o doutor, sentando-se na cam i


-Parece-me jue6 nao perdi a nodt.
-respondeu Juliio, sorrindo corn ex-
pressda de alegria. -
Trazes b6as noticias?
-- B6as e mias, ha do tudo na vinh;s
do Senhor.
Explica-te depressa," que estou
imnpaciente.
Primeiro que-tudo. o doutorS.-
muel esta na Casa Branca.
Vistelo? -
--Isso sirm! seo visse, e natural que
o trouxesse commigo. -
Entio 'como saes ?...
-Y Vou contar-lhe toado que se pae-
sou etanoite. .
-Espera; dfia-me essechambre,que
ro vestir me.
Mendes vestio-se n'um abrir e feqhar
d'olhose fot sentar-se n'umna cadeiraI
offerec.ndo outra a Jmalio.
Em prinmeiro-I ugar-core o o cal-
gadof'-dir-lhe-bei- quo a Casa Branca
oande estA- encerrado 4Aotor S ingeI
e iluada jutereir6oaii : tmQ a .
unsrazenttOS passos d "da-icn da'
ToeArles. Ne*tek -hbarAici hao ,al
aovas,- uf.lis Narelie's o-i o -AR
rndt,s'4 1 (tNl-oliii dv


iaO Sao iildo-5iitimOacc i -
tot.
Este argu-nwto destroe-se' cor 99a
simple pergiw nta. E^-1perfeito e a
bado o contrato ? nao; fitan nio tA,
que veno buscar approvaao Ora,
quem tern o direito d" app-rovar ar
reito de emendar.. Exigir audie2c4
Was parties 6supper o contrato perfeitoe
acabado; este, porem, nA o esti.L.go,
6 direito indisputavel das camarai.do
quenm depend a sua approvaco, eoln
dal-o comao melhor lhs parecer.
-Limita-se a este protest, por em-
4uanto.
0 Sr. Diogo Velho entende que
es'a discussio torna-se intempestiva,
desde que o nobre president do con-
selho ja deu as informag0es que a corn
miss 4des-java obter do governor para
poder emittiir s6u parecer sabre o pro.
jecto e emenda.
o governor, pelo oro comrpetente,
aca ba de enunciar seu. pensamento; a
march reais regular, agora, 6 retirar-
se da discussAo o- parecer, e voltare4n
as papeis a commissao.
Posto que a diseussAo esteja desloca-
da, dira, explicando o parecer, que os
fundamoentos deste eram as soguintes:
tratando-se da approvaiao de um con-
trato, nao se podia dispehsar o reconhe-
cimento deste, de que nao veio c6pi-
ao senado, sobretudo quando a commis-
sdo tinha de pronunciar-se sabre urma
nova-io do mesmo contrato
() rneio mais regular nao era este:
nao se p6de negar quo nio 6 licito alte-
rar um ceontrato ser --icOrdo das par-
tes contratantes j o meio nais regular,
pois, era autorisur o go'vro vPara fazer
a novage, .e voltar o contratod alterado,
alim de solicitar a devila approvacAe do
corpo legislative. -
Mas aao prosegu*rA, porque, como
disse, esta discussao, agora, esta des
locada
Conclude pedindo a retirada do pare-
cor e que volte o negocio a: commisao.
Na formina dof ento,v0ta a pro-
posii-o a- commisso, aimn de dar so-
bre ella seu parecer...

S8sSXO EM'16 DE JANEIRO D9 1879
Presidincia do Sr. Visconde deJa-
guary .
A's It horas, -Achando-se present
numero legal, abre-se a sebsao, le-se e
approva-se a acta da anterior, e lI-se o
expediente.
0 Sr. Jaguaribe reclama contra
a inexactidao corn que o Diario Official
attribue-the apoiados que nao deu quan-
,to orava o Sr. president do. conselho,
affirmando que o senado nao podijkap-
provar a emenda que passou na outrn
camaM, por importer novagio de umn
contrato-seim, accord de uma das parr
tes ,ontratates..
O Sr. Atao inanda a. mesi diver-
sos documentos- que justilicam a deli-
beraca.o, que tomon o Sr. ministro da
tazenda, de declarar'isentos do imp~s-
to do sello de 200 rtis as conhecimen-
tos entregues aos contnibmntes do Mon-
te-pieo, par quantia conn q ue cotieorres
para aihstfftuiae e pehsoes. -
0 nobrosenidr peioParanaconden -


e deitei-me d brJi0os A iu4"XO .Nai v6-
redo. 'Pouco depois, ssaram ai cur-
ta distancia dous cavflleiros, um dos
,daesdava ao outro tratamento 4e ex-
cltencia. "
-,-Ah.! havia desert ogoneral.
Isso no-sei, mas -,quppoikhoo que
era umalto pera0oe4 q40 o 0d- crto,
nai .passeiava per divertiuenta aquelia
hora e por aqnelles sites, Entraato
cjonmigo a curiosidadb ;&atoi ldo os se-
guir, e vi-os, 'oeucQ depois, pararen
.ianteda Casa Branca.
Em seguida, Julib refOer trudo que
lhe sucederana tabnado Canal-:
Menls escUtaya-o coa. o m!tinte-
reese. andd,0chegoia eo ponta eam
que o re&i;r, se deadi6; pai re-
gb'essarA Ca RGrh^^i, ^tajlgmart4a era,
A 1i40 -continUot de te'm '4 i":
-Sahimrns da berwa, resatOi4r aeo
penetrarn covuqqe, na oip a 4i L0: a
dra, tefif umn 'camirhn. sibterianeo "qu1
va dar a Ga, B w-at; ,e'electivame0-
m o ,a.inho e, t -. m aiW pro.-
n0nio an i t i'' 4uqxrfl. allit tilant me-'
o,:a Ln batoco a coroahi.
pkb a no a.
4;0-pas. apai* pouzd n
urns**~*~. ~le, cort M a~lt a eiad
4 'fill b-I t:tiae l
gti a ,:;,, ,


riaa ndI- pana e par-
li^ o doa iado O-'posO em discus-
AO a I sal a ad"* --porterr peiido a
OrSr, que nodia24 de
6evenbro do astado foi a popu-
-o ur reaoma
i de tOao p ja- Sr. mins-
tro 4da f zda, em data de 2, concebi-
da netes termos :
Sir-se V. S. de dar as convenien-
tea brdens para qu d'ora em diante seja
p 0go ojmr dos dinhpiroa do cofre dos
rhfos na razAo de 4o[o ao aano, e o
da eaixa economic na deo -o.o
S0 Sr. Silveira da Motta :-Isto 6. uma
ladrosl -m
o Sr. Correa entende quo aquella
.urpreza era peifeitamente justificada
Em virtude de que acto pagava o the-
souro 5o0 dos dinheiros dos orphaos?
Era porventura algum adcto do poder
executive que podia ker pot este alte-
rado? Naio. .A
0 Sr. Silveira da Motta,--sto 6 amra
ladroeira.
O0 Sr. Correia observe que foi a lei
que marcou o jo quae se deve pagar
por esto eoprestimo, o que s6 outea
lei podia altoral-o para mais ou para
menos.-
0 art. 6.o 4 o da lei de 13 de no
vembro de 18-tl dispoz que as sommas
recolhidas aos cofres dos orphaos nao
fossem mais emprestadas a particula-
res, e autorisou o goveroa a torn m.l-as
por emprestimo comn os juros de 6 o0
ao anno. Assim se cumprio ate quo a
lei de 6 de setembro de 1851, art. 13,
reduzio essa taxa de 6 a 5O[o.
A lei de oramrnento vigente consign
500:000i para pagamento de taes ju-
roe, e essa verbal djustificadada na re.4-
pectiva tabe'la do orcamento apresenta-
do polo gaverno, corn m--a disposigao da-
quellas duais leis.
Em vista disto, podia o governor, por
acto seu, eituzir de. 5 a 4jio a taxa 4as
juros que o theseuro deve pagar peloi
dinheiros dos orphios? Nioo e6 possi-
vel a resposta afirmava. A populagAo.
pois. nio podia dOxq r de receber corn
surpre.a semelihanie o- m- ;e a ira-
prensa, acompanhando-a, condemnuoa o
actor corn antata severidade comno jusliga,
em artigos (que o orador I 6] das redac-
Oes do Cruzeiro, Gazeta de Noticias e
Jorna do Commraercio.,
Quando oorador impugnou o acto d
Sr. ministro da fazenda, que declarou
isentos do sello de 200 rs. os recibos de
qluantias pagas -pelo?. contribuintes do
Monte.pio, disse o nobre president do
coaaslho que- nio podia responder de
prompto, porque tratava-se de uma me;-
dida de samples expediente de outro
ministbrio qiue nia oseu. "
-No present caso ndif p6de S. Exc..
reoorrero ao mesmo meio para isentar-
ge do dever.--Ae dar -expiatOaes sobre
.a ifrpwom de Ie qu.,e o .rador aca bt
do.demunstrar. A reduop da taxi
;de juros mareada por lei raio 6 objecto
de simnples expediente de urn ministe-
rio; U.iu aot& do powder ezeciutivo, pte.
lo qual, responde todo oa abine~ ; eo1
rlobre presfileft&' do oofise4ti&onu pode
eostarn- e da OesprnvebittaAde quo tme
to_ pop. lo-xat! q. a ei,-tijue --U -""c-


In r1tog .1-re. p o uia.oson-
finde-poisoQie, S0l rteThs, lcaba de
"dan-eme urta boa idda *
S--Comol .
O' guard d1 Casa Branca e urnm-
ladro jubilad 'a.-
S- Nesse caso, niao sera difficil tom-
pralO. o.
E' do que eu trato
S-- CO- nti a expondo'mei o teu piano
P- ois enta coioia sdizendo, oSri:
CGhamorro, guardas daCasC BfBnca,
pasou a sua Inmocidade a apoderar-se
do alheio, o esta profissao, mahis lucra-
tiva que honrosa, Ievou-o 'a cadeta at
gumas vezes.
O'a! em.se [he offerecea=do um
punnhadodoeiuro. .. .
-- Aceita-o, no duvido; mns'tirpe-
tcamos corn ontra difficutfdade.
Qual ?
Niloser o CliamoTrO b unicoguars
da do doutbr Samuel.
*' -- *A h '' .. -
Vigiar-n'o inais dOus hoiniS., de
iertos col locados alti pelq ge.eril Los-
ms : 0r 'l' 6 r n bisse
I,--Mas st ,0 cahamorrbr;,StQs abnrssoe


-.',I!5 liliUla 'iiiiii!" l15W tillU"
A lei 4e d -2d ajasto do I860, apt.
l BlJ ^4 0 0.'giol : ( S Xt di-
ros recebidos pe0as caixas ecomto-
-ws iraw, : m.s^ regs. ':ea; praw ma"i-:
f de oito dias a fita&o de fazend-i
:<-lo- goiemo designer bm cada pro-
Aina'oa amjm iipio, e vencerao o juror
de 60/o desde o dib. de-vua entrada
Os jurors setqa aIceumulados semestral-
mente, -a retirada dos deposits s6
poder err lugar cornm prdviio aviso do
depositante feito corn antecedencia de
eite dias peo moneno- .
A lei n. 1.507 de 26 de setembro de
1867, no art. 36; cont6m esta autorisa-
9ao: c 0 governor fica autorisadopa.
ra a*erar Os 15 e 16 do art. 2o, da
lei de-22 de agosto de 1860, quanta ao
limited das sommas ue se podem de-
positir, ojuro.e dpoca de que elle so
leve contar, podendo admittir o depo.
sito- nas thesourarias. P
0 decreto de 26 de agosto de 1872,
expedido em virtude desta autorisa-Ao,
e coneebido assimr:
( Art..fo Do 1o do proximo mez de
outubro em diante o dinmheiro deposita-
do e qu6 se depositar na caixa econo-
mica perceberi o juro annual de 5 /.
a Art. 2.o 0 dito juror serA annual-
mente tixado pelo ministerio da fazenda.
sobre representaiao' da directoria geral
de contibildade do thesouro national,
depois de ouvidio o conselho inspector
e fiscal. -
A primeira observagao que a leitura
destas disposicoes legislativas suggere
6 em desfavor d.i portaria de 22 de-no-
vembro, quando desde logo mandou vi-
gorar a reduccAo do jure. V-se que
em 1872 o governor foi mais escrupulo-
so do que o actual: o decreto de 21 de
agosto, reduzindo o juror, mandou quo
esta reduccao s6 vigorssae a partir de
1 de outubro.
Qaando .nais nao fosse era uma pro-
videncia que consultava a fadilidade da
escripturaiAo; 6, porem, innega el que
nao foi immediate a reducgio; deu-se
aviso, com alguma anteeadencia, para
que os intoressados tivessem noticia da
media e visseom se Ihe agradava ou
na.o, -
Mas a portaria ainda *i adiante : se-
gundo a lei citada, a tixaae& do juro 6
feita annualmehte, em vista da ropre-
sentaAo da directoria geral 'da conta-
bilidade do thesouro, ilepois de ouvido
o conselho inspector i fal ; neahnu-
ma destas prescripg5es foi respeitada
pelo acto do gjverno:.naoe, portanto,
possivel deixar de condemnal-o.
Naturalmete nio foi s6 esse o acto
expedido pelo m tinito d fazenada, coin
referencia aos assumaptos de que se tra-
ta; para quA de tudo isto ten ha o senid-
dp conhecimento, comoconvem que te-
nha, requererA o orador que venham
copiW de q'aesquer otras srdens da-'
da4 a este respeito:-
SVe. a, mesa um reqaerimento, pe-
dindo ao ministerio da fazenda copia de
todas as ordens expedidas para que, 4e
2"2 de novembro ultimo em dilate, fos-
se pago a juror dos dinhtiros do co-
fre dos orphaos, na razaode 4 d o' ao
anne..
E' Lido, apoiddo e past em discus-
sio, a qual fica aliada par ter pedido a
palavra um Sr. senador.
Primeira parteda orden do dia.
-- Ach~fdo-se na sala immediate o
Sr. minisf1o da matrinha, sao sorteados
patra a deputacio que o doeve receber
os Sr- Jaguaribe, Antibo e B'irao de
Cotegipe, e, seadoo measmo senhor in-
troduzido no salio cmom aa fotnalidades


t o medico estivesse jA f6ra de todo o
perigo. ,
Depots esperamos a occasion de
cahirmos stbre os hom.ens qAe se'op-
-pOema aos no'sos desejps, e se resisti-
remn, ecorre-se as armas.
M is contas s8hir bemrn da empre-
za ? A
Conto,
P6des onfiar no Chamorro e no
Ieandro? W
Posso; 'Io Leandro, pordm,imnpoz-
me urea condiAo.o
Qual.
Lanar fogo a rasa.
-Quo inWeresse ten elle nisso? -
JuliAo \sorrio maliciosamente e res-
ponde: : -
A Casa Branca de ma vizinhan-
ga para o dion da taberna do Canal.
Nio percebo.


uniseaf1 Ptsio:a a d 'ciii* do

qua 8staeA U0 "-isde ude. TaO e
tspeaculo que apresenta a facilidade
ue acta biete transpoe
barrieras constitucaonaes.
F4 attribnicio da assemble geral fl-.
xar annualmenter as forca de mar e
terra: essa attribuiio foi anhullada no
present exereicio por acto do poder
execuUvo 0 governor, que nao tern.
senao o dever de prestar informasoes
para sobre ellas deliberar. o c rpo 10 -
gislativo, elevou essa obrigagao a altu-
ra do direito-de po si poprio legislar,
impondo 0os cidadios bra.mileiros a
obrigac o de prestar o serviC6 military.
E assim proce iendo, contdntou-se em
decla'ar ,sern maior desenvolvimento:
c Este aeto serni submettido ao corpo-
legislativo. )
F iram assim usurpadas as attribui-
,Qes do corpo legislative, sem embar.
go da lei de 15 de outubro de 1827,
que definio a responsabilidade dos mi-
nistros. E de que attribuigio se trata?
de urna disposigdo constitucional, ga-
rantidora da liberdade; e 6 um minis-
terio que se diz liberal quem annulla
urna garantia desta ordemn I
Assim, iesde I de julhode 1878, nio
ha lei que obrigue o cidado ao servico
military, e s6 agora discute o senado
esta lei -
0 Sr. Silveira da Motta: -. Os mari-
nheiros podiam ter todos desertado.
0 Sr. Corraa, depots de ter compa-
rado o acto do governor rom o que se
passa sobre este assumnpto na Ingla-
terra e na Belgica, passa a examiner
como os dous ministrospais immedia-
tamente responsaveis pela prorogaao,
por um decreto do poder executive, do
umalei que pela constitution s6 pode
ser feita pela assemblha geral, procu-
ram justiticar este acto.
Em vista das parcas explicagOes con-
tidas nos preambulos e decretos, assig-
nados por todo *o gabinete, que proro-
garamin as lhis de fixaAo de forgas de
mtnar e terra, devia-se esperar que os
relatorios dos respectivos ministros fos-
sem mais satisfactorios. Fi umrn enga-
no; Ss. Excs. resolveram militarmente
a difficuldade em quo se viram de jus-
tificar seu actor.
0 Sr. ministro da marinha limnitou-se
a estas poucas palavras; (c .Nao terndo
s do votada, na ultima sessdo da assem-
Ilda geral, a lei annua d11 'ixaao da
flrca naval, o governor tomou a dHAibe-
r g&o de mandar vigorar no dCtual exer-
ciio a-lei do 27 de junho do 1877 e
submettqr o seu acto 4 vossa approva-
iio. ,- Nada mais. Sujeita i appro-
vagao urnm acto que estai consumado,
que nao e mais susceptivel de revoga-
cio na metade de sens effeitos!
0 mneio nao era este; mas solicitar
um bill de indemnidade; e so depots
delle concedido se podia regularmnente
approval a propost-i de ,ei que por urn
decreto foi prorogada.
Normalhnente, o que o seaado _deveria
agora fazer, era atiar e~ta discussao e
esperar que o governor solicita-se e of
tivesse o bill de indemnidade de que ca-
rece por ter offendido uma prerogative
contitucional des camaras.
Mas o que se v 6 que o ministerio,
tendo praticado tantos actos de dictadu-
ra, nro julga ter necessidade alguma de
pedir bill de indemnidade....
0 Sr Silveira da Mitta : Porque
isso 6 superfluo depols da moco.
0 Sr. Barro de Cotegipe : A mo-
co foi pessoaL .
o Sr. Correa acha que, na verdade,
tratir-se de semelhante m .,co antes de


discutir-se o voto .de gragas, foi uma
singularidado,..
(Contimnfa)
S0 Sr. MeI4es nIo serve para estas
cousas,.-redargu o Juliio sorrindo.
-- Sabes que poderia offender-me
corn a tua aprcciagAo?
.-- Faria muito mal, porque nao tive
id6A de offendel-o; e depoi, quando
vou praticar alguma boa obra, nunca
me lembro de perigos.
Seja como for, quero acompa-
nhar-te.
Pois se teimar, nio dou tie n mais
um pass para salvar o doutor Sa-
muel.
Ora vamos, Juliao, nio sejas cas-
murro e deixa-me tomar parte na em-
preza. -
Nio cedo nem urma linha ; quer"
para mim toda a gloria.
Mas..
SNao falle.os mais nisto. Mande
irranjar uma garrafa de Xerez, corn a
quatitidade de opio que julgar conve-
niente, que eu a tarde cai virei buscal-a.
Cntretarnto, procurarei um amigo de
oonfianpa, e tbatarei de dorrnir umrn pe-
laeo, para nio ter s mno a noite.
- Has de precisar de dinhLiro.,
- Nio muito, mas sempre ,eee;sito
le algum para comprar o Chamnorro.
- E se elle nao se vender ?
-Entiofaz-se uso do vinho com-
) OS L _
Jut iaa leronitou-se.
Vpl?-.perguntou-KMenhdes.
.0000 aprQrmtiro teno.
I'enis~razfto. A 4 i hiotas nos vet-
t em pe panto.


le I




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