Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14982


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Full Text





-~': / -
15i1


PA .A A CAPITAL LUGARES ONDE NAO SE


Per tres mAces au-iantados. .
Per seis dito.s idem. .
Por ur anno idea. .
Cada numucro avulso, do mosmo dia.


~2


* '" .'


PAGA PORTE



24500'
<>i20


Per scis mezes adiantados.
Per nove ditos idern.
Per uin anne iden.
Cada nmuero avulso, de dias


Propriebabc be A land Jiqu


AA
4
r
-it


Agencia Havas, filial em Pernambuco,
28 de abril de 1884.



PARTE OFFICIAL

Miuhsterlo do Imperlo
Per despacho de 19 do corrente mez :
Fez-se mere do titulo do conselho ao desembar-
Wador Antonio Gonalves Gomide, president da
relao de CuiabA.
Forum agraciados corn os seguintes grAos da
ordem da Rosa:
Commendador, Joaquim Jose Paes de Barros,
en attengo aos relevantes services que tern pres-
tado ao Estado, A humanidade e A agriculture.
Cavalheiro, o tenente-coronel Fausto Seraphim
de Souza Ferraz, pelos relevantes servi.os pres-
hidon ao Estado.

IlnUlsterle da JnustlTa
Foi concodida passage para o servigo da
reserva ao major ajudante de ordens, secretario
geral do commando-superior da capital da provin-
cia de Pernambuco, Jeronymo Emiliano de Mi-
randa Castro, que ficarA aggregado ao estado-
maior do mesmo eommando-superor.
Foi nomeado major ajudante de ordens. secre-
tario geral do commando-superior da Guarda Na-
cional da capital da previncia do Pernambuco,
Joaquim Francisco de Moraes.

Mlamsterlo da Fazeada
Por titulos de 16 do corrente foram nomea-
don:
3* escripturarie da Thesouraria de Pcrnambu-
o praticante Jose Hermogenea d e Olivira
^maraL'
2 dito da Alfandega de Urugnayana, o prati-
mte da Thmouraria do Rio Grande do Sul, Car-
Us do Azevedo Lima.
praticmnte da Thoeaouraria do Rio Oraide do
Oal, Joao Marques de Carvalho.

RtVaftiei@ da AkrIftkWu a
Por pewana do 1d.o crmnt fei izecmmdo
t eng.Wbsfrd Augusta Forreura Bam. 49o lgar


lo c~iltcto Ia I~ii~iis:LOdo i Ihr~ii n=WNWl


TELEGRAMMAS


N2..410 MT11 6=12 LO MEN


RIO DE J.AN1:[R1), 2-' de abril, As 4
horu.s e 23 mi tutos '.la t.ILDc. tReccbido
as .) 0ihor,-s c .4 initUMtos, pla linha ter-
restire.

Foram exonerados om acluaes pre-
uidenle. daam pr-ovincia. de f. Paulo.
do Espirilo .annlo e do Maranliao.
Foi nouneado presidenle da pro-
wincla ale S. Paulo. o Dr. Ovidio de
Andrade.
Fol removido da .comntarcae de Onu-
ricury para at de Pelrolina. em Per-
nambuco. o juiz de direilo bnclharel
doaoio Alves Pereira ale Lyra.
Fol nomeado Juiz dejdireito da
comarca de Ouricry, o bachiarel Cal-
dino Eudoxio de Brito.
Foi reconduzido no cargo de juiz
municipal e de orphaos do termo de
Born Jardim. em Pernambuco o ba-
charel Liberalo Villar Barrelo Cou-
tinlio.
Foram nomeados para a guard
national da provincia de Pernam-
buco:
Tenente-coroneI commandant do
1,o. batallao -da active, da Escada,
Pompeo oares Brandafio;
Tenente-coronel comnaandmalte do
30.0 batalhao da acilwa -4Wprreirom.
Manoel Teixeira Cavalcantp ;s
Major commandant da 51.a seecao
da reserva, de Barreiros. Antonio /
Pens6a de Lacerda. -. I
-- Comecaram hoje am sess&es pre-
paratorias da Camara dos reuihorcs
Deputados.
I
Estito nia corte 14 deputados.





;Ez7v;:: .ss:: zm *
I
(Especial para o Diario)
d
d
LISBOA, 26 de abril.
(
0 Sr. Conde de Camal Ribeiro des- S
approval completamente a reform
da constituicfio e organisa o partido
conwervador aflm dae que elle posa
oppor-me a mesma reforma.

MADRID, 26 do abril.
1
D. sanape acaba de ser nomeado
mninistro plenipotenciario de Hespa-
panha Junto do governo do Brasl,.
<
DUBLIN, 26 de abril.

Acaba de dar-se nesta cidade uma
formidavel explosio em usa ca-
serla.
Attribue-se o attentado aos fenia-
nos,

LONDRES, 26 do abr;1, A tarde.

Um consideravel incendio den-se
aqul. sendo calculados em 2O5:000
cm prejuizos por eile caunados.


consideracao que merecer.
Jose Luiz de Franca.-Sim, por dous mezes.
Luiz Augusto Coelho Cintra.-Sim.
Luiz de Oliveira Lima Junior.-Prorogo por 10
dias, visto ja ter o supplicant pago os direitos.
Manoel Duarte Ferreira,-Simn, satisfeitos os di-
reitos fiseaea.
Major Manoel Joaquim Bello.-Forneqa-se.
Manoel Antonio Pereira.--Ao Sr. Dr. chefe de
palicia para fazer remetter o supplicante ao seu
destine na primeira opportunidade.
Capitiao Manoel de Carvalho Paes de Andrade
Gouvim.-Encaminhe-se.
Viriato Antonio de Oliveira. -Remettido ao Sr.
inspector do Arsenal de Marinha, para attender,
A vista da sua informacao n. 241, de hontem da-
tada.
Secretaria da Presideneia, em 28 de abril de
1884.
0 porteire,
Joaquim Leocadio Viegas.

Seei;o 2.- Secretaria da policia de Pernambu-
o), 14 de abril de 1884.-Ilim. e Exam. Sr.-O
Tempo, de 13 de marco ultimo, publicou uma cor-
respondencia escripta de Taquaretinga na equal se
accuse o subdelegado do 2o district, Antonio
Olympio Lobo Bacalho, "per haver posto angi
nhos em uma mulher de um individuo, a cuja casa
fora em perseguicao, por Ihe constar ter em seu
poder um cavallo furtado, bem come de hayer es-
bofeteado a sogra dssse individuo. Per essa oc-
casiao mandei ouvir ao delegado de policia respec-
tive, que acaba de prestar, em data de 3 do cor-
rente a informacao que por copia transmitto a V.
Exc., da qual se ve quc sao refutadas scmelhantes
arguticee.
Dens guard a V. Exc.-llhm. e Exm. Sr. des-
embargador Jos6 Manoel de Freitas, muito digno
president da ovincia.-O chefe de policia, Ray-
mundo T. de Camtro e Silva.

Delegacia de policia do termo de Taquaretinga
Pm 3 de abril de 1884.-1im. Sr.-Acecua rece
bido o officio de V. S.'sob n. 1,492. de 18 de me*
proximo pawsado, em quwealicita sWi.r=aKf
Maerea de am fact attribdo so mobdelegado du
Sdstrieto. deste term AetoAio Olympo Lob
alhao, eua correpodecia pubucada n
s ob a epqPe are.ig,
pr GopM me fi emia e dev 0 V. a.
j1
9







S.
.i ,4 o.


Ie -uidluctor ,InLL conloliS3-lo de m 'Thwranwntods do
rio S. Francisco, confoUric rdqipt.!rou.
Por decretos us. '9,1s2 '.1-183 f)oran eman-
cipadas dou r:o-iiineii colonial, passando ao dominion
lI legi.da,'o coinntun i.s outrAS povoAiUf,) do lnn-
n'i.), as coloii:Li t L\i1i -, Cmi' di lu e l ). I- bel,
1M !D 0%\ incia de S. V .I,.1 l) Y'[o lr.ill do Sifl.
I',r dr,,t. n. i,iI7, ,i, 17 doI dlez inlbro do
:finii pa-.t i.i. roiito Icel,.,. -.' a co)inp.tdli t NV'rt/eeru
.Ar,-i'irn .. ii -_ :',n i 1 pir'L a :iihrir uni Lag .n,-i' ua
proviiciad o1, S. I' iiuo s i, luio G.[ ii-ile i,.b S il.
lI1r flcit.,J 1i. !J,i7.",, 7 di d,.'zcii!)ro do
41mno passado, conc'letil-se .1 companhliiL de Se-
gUln.is tdlL Prussia aut'.ri.,aio p:iit ti'uniccionar no
linperio, coin u:ai ga.teui i c.it Prnanm!uc,.
Pr >o'.jtit'i;L ,'1 17 lo coirrcnte iniez foi no.)-
nime:do o oniiicniheirot J,') .Ernesto llJ.iji.c:.niCehii
para o lu-ar ie conilctor d.i erlninnissae incnm-
hid i dos tli'i.lA1li i I\,l hoin o ii'.lui;.into h d re..tiio ei-
Li1c-i,)tiiradli; do ri'l S. Flr.niLc-i o, pe ecbendi o
veiiceiiiito do 4:S005)0i)_-iii, .i.' conitfornidaidc coin o
.i-t. 10l dis instruci'in,.' de' 1*i in:i',-.o doli auio pro-
ximo passade.
Por p'irtaria de 8 do correntc' foi exonerado
A.fns,, i'e't,-' d;L Fontoura do cargo) do estact-
n;Lrio de 3' classe da repartica') dos tc'egraphos,-
conforin r'eqiurrcu.
Pr port;iria dc 1S do e'err',it. foi noneado,
o ciiLreniheiro) Edgar Boilly do. i)resy, chofe do
secti?'io i 11 ciiiiiis-i1o dIc estudos di estrada de
ferro Madeira c Maunor(,"comn os veneiinentos que
Ihe competireni.

linilsterlo da lGuerra
l'o: portaria de 1I do corrente foi nomeado
amanuense da secre'aria da guerra o praticante
da mnesina secretaria Adolpho Pereira da Motta.
Por portarias de 17 do corrente foram no-
meados para a escola de tiro do Campo Grande:
Segundo ajudantef o capitao do 20 batalhio de
artilharia a p6, Carlos de Oliveira Soares.
Quartel-meste, o alferes do 180 batalhio de ,in-
fantaria Francisco Benevo!o.

tlnisterlo da Marliba
Por decreto de 1l do corrente concedeu-se
ao pratico de 21 clisse,-ao Rio da Prata, Manoel
Ferreira, graduacao do post de 2 tenente da
ahmada. ..

Ilnisterlo de Estrangelros
A's 7 horas da noite de 18 do corrante, em
audiencia solemne foi recebido por S. M. o Im
lerador, no palacio de S. Christovao, o Sr. Dom
Domingos Bleat Gama, o qual entregou ao mesmo
i"gusto Senhor a ;evocatoria de seu antecessor
ir. Lastarria e a carta do president da Repu-
blica do Chile que o acredita cor"o euviado ex-
;raordinario e ministry plenipoteaciario.

Giverno da provineia
PESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 25 DE
ABRIL
Tnenete A nselmo Ayres de Azeredo.-Remetti-
do ao Sr. commandant superior das comarcas de
)linda c Iguarassii, para conceder a guia de pas-
sagem de que tracta o art. 45 do decreto n. 1,130,
de 12 de marco de 1853.
Capitio Antonio Alberto de Souza Aguiar Ju-
nior. Remettido as Sr. commandant superior
las comarcas de Olinda e Iguarassi, para conce-
der a gina de passagrcm de que tacta o art. 45 do
[ecreto n. 1,130, de 12 de mar9o de 1853.
Alferes Bernardino de Sena Ribeiro.-Remetti-
lo ao Sr. commandant superior das comarcas de
)linda e Iguarassaui, para conceder a guia de pas-
sagern de que tracta o art. 45 do decreto n. 1,130,
de 12 de maro de 1853.
Benedicta da Costa.-Informe o Sr. Dr. juiz de
lireito da vara civel d'esta capital.
Francisco JosA da Oliveira Rodrigues.- Sim,
nao havendo inconvenient.
Dr. Joaquim Francisco de Farias. Encami-
ihe-se.
Luiz Bern:.rdino de Franca.--Deferido corn o
fficio d'esta data ao commandant do Corpo de
Policia.
Manoel Gregorio Vieira Lima.-Sim, com orde-
nado s6mente.
Raymundoi Bernardo Sosurre. Inferome o Sr.
duector da Colonia Isabel.
Umbelina Rosa de Lima e Silva.-- Informe o
Sr. inspector geral da InstruceAo Publica.
Zacharias Nunes Coelho Rodrigues.-Indefe-
ride.
26 -
Antonio Sarquies de Siqueira. Informe o Sr.
Dr. chefe de polieia, quando foi capturado o sup-
plicante.
Antonio Alves Bezerra.-Requeira ao Superior
Tribunal da Relacao.
Candida Heleodora do Jesus Bastos.-Informe o
Sr. comrnandante do Corpo de Policia.
Fielden Brothers.-- Deferido corn o. cio d'esta
data ao Thesouro Provincial.
Francisco Barbosa Monteiro. Inform o Sr.
Dr. juiz de direito das execu Ses criminals da eo-
mnarca do Recife.
Francisco Felix de Brito. -Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
JosA Bento dos Santos.-Remettido ao Sr juiz
de direito alas execucoes criminals, para tomar na


Geraldo da Silva Barroso.



DIARIO DE PERNAIBUCO


RECIFE, 29 DE ABRIL DE 1884
Notlclas do Paelfleo, Rio da
Prata e sula do imperlo
0 paquete national Ceard, chegado ante-hontem
do sul, trouxe as seguintes noticias, aleinm das que
constam da rubrica Part Official.
Paeiflco
Datas dejornaes ate 31 de marco e telegraphi-
eas ate 8 de abril:
0 president Iglesias prestoujuramento de obe-
diencia A constituiglo. Ao acto solemne assisti-
ram os ministros e os membros do congress. For.
mou toda a tropa da guarnico.
A assemblea national rejeiton nuna moalo de
suspensAo das leis restrictivas da liberdade de
imprensa.
0 redactor da folha La Prewa Libre fol absol-
vido pela autoridadejudiciaria e post em liber-
dade. 0 memo diario, o Nacional e o Commercio
pediam corn insiatancia ao governo do general
Iglesias a desoccupaclo do territorio peruang pelas
tropas chilenas; entretanto La Epoca, de Santia-
go, deu, como autorisada, a noticia de um conve-
nio corn o Peru, em virtude do qual o Chile deixa
em Chorrilhos, por males um anno, tim exercito de
4,000 homes.
Communicaram de La Paz, qte a iniprensa e a
opinilo public approvavam o tractado de tregua
concluido pela Bolivia corn o Chile.
O go*rno boliviano decretou a creaqAo de duase
novas provincia.. Uma, denominaa Sara, tern
por capital o departamento de Portaehuelo; a
mutra, denominadsa Porco, tern por capital Jura.
No diu 31 de mayo roealiaou-ae em Lima atres
lo tractado de paz chileno-peruanmo. Urmsa or
dapop da troca o e0 our o chileno Lord 0o-
cretae e a fortalem de a audaram roepecti-
vamente.a sbandirohda .l ae opaona. .,
A 36 domemo amnu ministroa da Fra da
Ingiaterra e do flails paseaaam, eadime
o goveno parsw as notas doe se= overmmOa
.syw depoi do so felicitarem pdla esenub da








-SF


e a : primeira vcz quo d'aqui aceusado esse sub-
dlihgado e ouitros, senypre iul Z algllniLa diligencial
sc fac.a em bulsca dii erimiiusos e ladroes de ca-
vallos, quo( costumaen acoitar-sel em certos luga-
res. NAo rospandi h:t mais tempo o officio de V.
S. poriiuI quiiiz interriogar e ouvir pessoalmente a
peCs-oa qlit lgiiuraa d; victiVm ii i] Mesm.if corros-
p)ondeicia, a q(jual scndo um:i inilhcr e teudtio da*io
a luz ii'.q(jl11,.!s diaS nao p,', I logo ser intiit-rroga-
(i'. Paira que i. S. s'1 Coi'V0i d tie i.ife some-
hifitO L ftt.i n:Lt)lo i.Lssi, doe UilLf calumnia attribui-
(dL Alitu'ile su1ldelergudo, p:) 1, As 11OOS de V. S.
oin ori1giuhal o interrogmtorio feito A stupO).sta vic-
tina do compadecido histuriaior, qcue toi por ella
cab.ihinent. desulentido. E' certo que o refridlo
subd(elegado na alludiLi diiigacia tomnu unn c&-
vdllo flrtado do pJ)dr de nn ladrid, a (lueln u;io
p1)de captur.ir por so tor ellk evadidb ao 1pprii-
mar-sc a patmiillhr de su. caLne, deixanda entr,'tian-
to o eavallo)(, q0 c.-ti. cm ileposito; mnuis ( tlso
qm a: iwiulhir dose ladraIo, a interrogadl., tivesso
soifrido ,ijif;nhi onit stra iiualiuer violeonia, 1)OiS
estIaudo ella:i tin estado de aliantada gravidez, te-
ria talvez abortado emrn v-cz de ter umn pirto feli:=
como tevc ; nao e mn-nos t'ldso que a mbi tlesia
mulher, sogra do ladrio, tivesse sido mnalrrAta.la c
isto tunbein aftirmroa sua propria filha naqiuille in-
terrogaitorio. 0 subdelegado, de quo se traita, Iliij
c seguramente o homnem violent e doudo, o qlue
foi descripto polo apaixonado corrcspondentc des-
ta comnarca, a quetn nenhuma autoridadc poderA
agradar, a imcnos que nao se ponha a seus serving,
ein prejuizo ao servico public. Assim julgo ter
rospondido ao referid6 officio de V. S.
Dens guard a V. S. Ilhkn. Sr, Dr. Raymundo
Theodorico de Castro o Silva, muito digno chefe
de policia da provincia.-Sebastiao Floro dc Rego,
delegado de policia.
Secretaria da policia de Pernambuco, 12de abril
de 1884.
Conforme.-Pelo secretario, Manoel dos SanWos
Pimentel.
Delegacia de policia do termo de Taquaretingi,
cm 30 de margo de 1881.-0 escrivao do crime
que perante mim serve, Duque Bezerra, compare,'
0a perante esta delegacia, afim do que As 10 horas
de hoje sigamos em diligencia.-Ftoro do Rego.
Auto de perguntas feitas a Maria Joaquina da .
ceigao
Aos 30 dias do mez de maro0 de 1884, nd.aV"
da Cachoeira, comarca de Taquaretinga, na ca
de residencia de Maria Joaquina da ConceicI
present o delegado de policia da comarca, alftr,
Sebastiao Floro do Rego, comigo escrivao do
cargo abaixo nomeado, present a mesma Mari
Joaquina da Conceiae, livre de ferros e sem ceaeI
eAo algumna, pelo delegado lhe foram feitas as se-
guintes perguntas: i
Perguntada qual seu nome, idade, estado, natu-
ralidade, profissAlo e residencia?
Respondeu chamar-se Maria Joaquina da Con-
ceiVao, corn 25 annos de idade, casada, natural
desta comarca, vive de trabalhos na costura e ro-
sidente aqui no Poco da Cachoeira.
Perguntada como se deu o facto de ter ella res-
poadente soffrido o que contem na correspondea-
cia publicada no jornal Tempo, que per copia pas-
son a ler?
Respondeu que o subdelegado Antonio Olympio
Lobo Bacalhao, tendo cercado sua casa em dias do
mez passado, nada lhe fez a nao ser pegar-lhe
p elo brago e iaterrogal-a sobre o crime de seu my-
ride, e nao coma diz a correspondencia que Ihe fl
lida e declarad. .
Perguntada se ella respondents' sab o qtu e
anjinho?
Respondeu que sabe, mas que nao soffreu se-
melhante constrangimento.
Perguntada onde se achava sua mai na occasion
em que deu-se o cerco de sua casa?
Respondeu que se achava preaente e toi tam-
bemrn interrogada sobre o crime do seu dito marido,
Smash que nao soffreu desacato algiun.
Perguntada se ella respondente sabia como seu
maridor tinha adquirido o cavallo que o subdelega-
do andava em sua procara e qae se dizia furta
do?
Respondeu que ignorava, mas que affiangava
ser a cangalha P encerado de propnriedade de seu
referido marido.
Perguntada onde se acha sua mai que nio em
ceaa?
Respondeu que estA no Fur~e, deste termo, em
plantacao.
Perguntada se depois da diligencia referida o
seu marido voltou A casa ?
Respondeu que no mesmo dia em ,que se deu a
diligencia voltara ella A sua casa a noite, e que
arrumando unia rede e sua roupa, nunca mais vol-
tou A casa.
Perguntada de que vive seu marido, se A agri-
cultor ou official?
Resqondeu quo vivia de enchada, onde chega-
vII.
E come nada mais disse nero Ihe foi pergunta-
do, deu-se per find este auto que depois de Ihe
ser lido e achar conforme aseignou a seu roge Ma-
noel Joaquim Bezerra da Silva e come testemu-
nha que presenciou o auto Joaquim de Barros Sil-
va corn o delegado, de que tudo dou fe,
Eu, Guilherme Duque Bezerra, escrivao interi-
no do crime, o escrevi.
Sebastido Floro do Rego.-Manwel Joaquimi Be-
zerra da Silva.-Ioaquim de Barros Silva.
Secretaria de Policia de Pernambuco, 12 de abril
de 1884.-Conforme-Pelo secretario, Francisco


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icia d(t
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3 ann

Err
Itonia
tola a
Jlnuil


Diz o Jornal do Commercio de Porto-Ale-

)s arbitros nomeados pela fazenda national e
o concessionario da estrada dc ferro dc Santo
'o a Santa Maria da Boeea do Monte jA ideram
audos sobre esta questAo.
Jm, o do Sr. Dr. Antio de Faria, arbitre per
da fazenda national, reeonhece no conces-
io direito a uma indemnisag9e de 12:00050
rm laudo, do Sr. Dr. Alvaro N. Pereira, dA
ncessionario direito a uma indemnisagao de
00.
) laudo decisive, do arbitro desempatador, o
Sr. Dr. Camargo nao pode affastar-su des-
ilores ; deve adoptar o de 12 ou de 140:0004.,
dia 5 do eorrente, no 2- district de S. L o-
, o brasileiro Augustin, oriundo de allemies,
smnou a golpea de facio uma crianna de 9
ti.de idade, filh de Jolo Evemann. A crian-
inmcava quando o assassino perpetrou o crime
maior sanmgue frio,
rovo quiz tomar um desforge per suas mos ;
is autoridades intervieram para manter a

A Gameta de Porto Alegre apreciou do se-
;o mode o -novimeuto commercial It provin-
o Rio Grande do Sul durante o mez de marco
me passado :
) acontecimento mais notavel durante o me:
mo passado foi a reunito popular, que teve
no dia 25, corn o fim do intervir parea conw o
rno imperial, para que cesse o contrabando
ronteiras.
assistiram ao meeting deputagoes do Rio
nde e de Pelotas a 6 de preanmir que, mar-
do de commum accordo as tires pra as com-
iaes da pre-ineia, eonseguirao do governor
rial as medidas neeesarias para diminuir os
s causados pela introduce frau ;ulenta de
adorias nas fronteiras.
Gra*a a estrada de ferro do norte., nalo tern
imo oomercio sofrido interrpo pola grande
quo deded princlplos de )O M tA 6 ilagel-
Sa proviia : a coantrs," o movimento
o interim teon We aeltiiioioan, to assim
mentaneamente eatA a uoMa p"Iaca rosen-
-se da faltd certs garoe.
Peiorea sio as eonowqubliOu para a a-oS
o9o, porque o gado nao ap i6o engordou,
o nu transport e tormuo quai impoeMivl,


protestamr contra o, arts. 4 .4 l, o e 10)( d.e
adD, Ipjr preijudic:irem ao, se m c iciin-ies;
ntanbdo i(li as disposico:s n'ellie. s co)nti.las
riain ser reservadas p:ara un ajiiust- anigii;tvel
os governor chileno o peruano o oe interes-
par. se clieh gara 1u:t soolUTI -I s:iti.s1itr ori:i.
idia inineLdiatro respouilhu o gu,2'rilo pi?riano
Lraiiil)o ilio nito toimani cm cwiiii!rn;,'io a-'
i, eiiiii:nto o governor d4o genc(ip l IIi.sas n.ne
siluo recoullecido oticiatnlmren-t' plu-"- )Ovi.I'IOs
minutes ; c quaiido a.sim a,:,mte-.r' dai:l ,
ista c)nveninti,, in.>pirnd )-is, ijiS j iticipios
1sti(C';L c na iLiiealdidie dia sii t prilitic i tinriL-
iL, Si.3 n esnliwcer niinea os foro', e' ,lt'l CP )lco o)
) sohiranua e iiidepeiided.'ntc.
rcpublie;Ls'doi Chile <, da B,-.livi:i ;iaecrlairain
in:i tr'-'gi',L iulefinidit, Cnm c)uli..ei. U-,inciA d IL
dec'ararami termiiade-e o estalj d-i gu'iirra.
ritjrio bolivian) oeeup.tdo fia;i sujeito :i lei
ri; o commercio t') fr-ine,) ; o chiluose sCt'io
nnisadosds o prjtizos ,iIw- Ih's causou a
i : -ar:nt--s'' o npri.-itimo b)oli\'i;ano do
; a alfandega b,-a ..rica (' c fjini0ilin, c:tibend-,
Hilc a quart- p:irte dai reiidlai; suppriinem-.se
fLnmlega;s iiiternal-.
imprcns-, chilena appl.audi'a ts., reultad,-.
Sum telegrjunn i d'l. Valpnritizo, b tt.LdI 1.eli
irrcnte me';, (uie o g, ,iiri I I-, iis ri(iJLnincio i
tanoaineiit, :'1 lictailura.
A Gazeta de 'ot,'i ds, de cert,., publii:,o
tclegram:mas:
Iontevidco, 17 de abril.-Diz uin telegrarn-
SSantiago que o goverao do Par.nagtay reco-
u o do Iglesias.
ministry d.L Franita no Peri, n1o sendo
ido nas reclamafn Oes contidas no protesto
entado por elle ao governor parunano, contra
s. 4(, 60, 8o e 100 do tractado de paz chilcno
no, per consideral-os prejudiciaes nos soeus
adiEos, declarourotas as relaoSes corn o Peril,
u do edificio da legacao as armnas dai Franca,
idou prevenir os navios da estatLo do Paci-

ntuenos Ayres, 18 de abril.-Chegou aqui a
a de quo o president da republican de Gaate-
tinha sido victim de uma tentative de as-
ato. Accrescenta a noticia, que a victim
ou, ficando ligeiramente ferida.
Por emquanto nada se sabe dos motives, nem
6 o autor do crime. ,
Bio da Prata
as do Buenos Ayres ate 11 e de Montevideo
i dc abril :
enado da provincia argentina de San Juan,
tagao unanime, destituio Sarmiento do cargo
e-gevernador e declarou-o inhabilitado por
nnos para occupar qualquer cargo public.
al do crime pedio, no-seu libello'accusatorio,
i de morte contra Bara, Pifieiro, Balmacedo,
lo, a de seis annos de prisao para Castaile-
irmiento, Lucio Fernandez c Abrmo Gomez,
res annos de prison para sete cumplices, e a
Etro annos de servi9o military de fronteira
uatro outros cumplices.
vye um tremor de terra em Mendoza que foi
o atA em Santiago del Estero.
lampos do sul da provincia de Buenos Ayres
innuudados. Houve algumas mortes e enor-
amnos.
ninistros nacionaes do interior, Irigoyen, e
itos, Wilde, invocando as i;s da fderaaio,
aram do governor da meama provincia a en-
dos archives, da bibliotheca e do museum que
r tranaportados para a nova capital, La

endo desapparecido as difficuldades que se
am A recep*o official do novo ministry do
este diplomat serA recebido proximamente
resident da Republica Argentina.
irm Tnuito grande os damnos causados na
Blanca pela ultima inundacao.
Na Republica Oriental houve mais um re-
Slso de movimento revolucionario, que deuI
para noticias de sensal;o a algumas folhas
ihas.
partii o da policia de San Jose foi atacada,
, per umrn grupo de 40 homes commandados
Major Visilac. 0 piquete da guard re-
os assaltantes, que se retiraram sem matar
Irir ninguem.
iario La Nacion qualificou o case de o -iri-
e El Siglo, abundando na mesma opinia'o,
centa : n Segundo as noticias recebidas, em
im departamento alan de San Jose houve a
novidade. ,,
Goyaz
o Jorndl do Commercio" da corte que no din
passado reunio-se na capital a junta apura-
a eleicao para um deputado A assemblea gs-
expedio diploma ao Sr. Dr. Jeronymo Ro-
is de Moraes Jardim.
Rio Graude do Sul
;as ate. 12 de abril :
proeesso de responsabilidade, a que respon-
or acts praticados come delegado de poli-
S. Jose da Morte, foi condemnado o com-
tidor Joaquim Francisco do Espirito Santo a
os de suspension desse cargo e inhabilitado
mtro qualquer durante o mesmo tempo.
Bage uma milnher de mavida, chamada An-
Jos6 Cerqueira, matou corn um tire de pis-
cabe de esquadra do 5o rogimento Sergie
irio da Trindade. 0 crime foi prepetrado
n casebre da rua do Rosario. Segundo cons-
Sergio costumava maltratar Antonia corn
idas.


A's 2 horas da tarde press tomados por capangas,
sahindo estes da casa do subdclegoado. 0 delega-
do passon o exercicio c fugio.
S No dia 15 durante toda a noite grandes gnu-
pos armados percorrendo as ruas. Grande tiro-
teio; ianellas e portas do delegado em exercicio
quebradas.
a Policia coacta, ameacas de espancamento na
policia. Families aterradas. Peca providencias.,
Sob o titulo Facto grave escreveu o Diario
do Noticias de 18:
a Chega-nos de Santo Amaro a noticia de um
facto, que pela sun gravidade merece toda a at-
tenaot do Sr. Dr. chefe de policia.
a Existe preso na cadeia daquella cidade um
escravo de pessoa altamente collocada, proprieta-
ria de urn engenho no respective term.
w 0 delegado de policia, segundo a informacio
que temos, soubera de um crime praticado em ou-
tro escravo da mesma pessoa, e intimou-a que Ihe
apresentasse em 24 horas a victima.-
a'Nesse mesmo dia, per tarde, um home en-
costou-se A grade da cadeia e chamando o escravo
que alli existe diase-lhe que contasse corn a sua
earta de liberdade se nada di Oesse do que se ha-
via passado corn o seu parceiro, do contrario ser-
lhe-hia cortada a lingua ap6s o depoimento.
0 parceiro mandado apresentar ao delegado,
era jA fallecido em consequencia do uma grande
surra que lhe dera o administrator do engenho,
n'um dia em que o desgraqadO escravo, per doen-
te, disse que nao podia trabaihar.
0 cadaver da victim foi sepultado nas rui-
nas de uma vclha capella.
LO-se na mesma folha de 22:
Na vistoria a que se procedeu no sabbado no
paquete Reliance, feita por commandantes de va-
rios navios, nomeados pelo Sr. consul americano, e
na realisada no domingo pelos agcntes das eompa-
nhias de seguros Seguranqa Americana e Lloyd,
nesta cidade, ambas corn o fim de saber sc se de-
via ou nio despender mais dinheiro corn a des-
carga de generous avariados que ainda existem nos
poroea do paquete, resolveu-se nao irem as despe-
ins al6m das que ji se fieram, por nio valer a
pena o estado dos e wamos geeros.
a Deliberou-se tambem mamdar eagotar a agua
que ha DoS peres per meio d unia Iromba a va-
por, findo o que vera o ommindaufte do elinet
me p6deou nao emprogar os noeesearioa efore s
para o alvar. '
a Hontoem fram j A vendido bso Sr. Ferraro mil
e taav coum xos arlado qut existem ainda a


de nitineiira ('.e liaver.i grande, eitl; i',n.a p-Ir.i
Ir112iO[3 liiI pre-.'L'nit! in it:,;'; t. li '.rentL ,i -ta t iln.
in.iis tarde .-w tirnair: iinais sLiisiv.. ,
LI'-se 11r Corn'cri.l dov Rio (ii'aidu, :u
SA baixa do rio Irrayeapyma, eintorpl(.n-mdo aI
n:\-..-gaio, deu lIugal.r :i 1r;i ii ov ininit, -o car-
ri ta.; parai as ripubli 15 liliitropl,:sh .
Nos mcz.s .i d fMreir'i) c m.lr-o, ontr.tram ni:
alt'l IIIga li' c nrtctas cn ii'nziilde 1,91 vii1h1u,1s
eli dliv'or,as min,'re.lu-rias, dcstinhm-i i (2n ?i:t inn ti ir
part a S tt'I Anna ,4, Livr.m i'nto.
I.s vatpor,'s i,.iv-/in.rao e ( Irrm y, t% i'egain
aetualin,'ute Cntrei .M tt)-it-'-:i.')s te a l.barra do
arroio Qiiaraliy-chico, ten, lo ci-oiiIuzido ai lucle
I.,19; trillhos .811I ata, los di: t:il;thi pa i Li a trala
d tfl'rro i.j Q ii I'.iliy ;i It;iiui l ;i \'li ulnin-3s ,1
m irn idorio..-, c o tii) t i 2,l011). v:l u1inc,. d' mit n ;i:L-
I!i'ria; .',)inU dctiiij ;i mi Ia'll |Ir.icl, te' 'L dC .' tS it'. i-
i.i, i..t- dll'rlnto' o ii ,-lni) 1) 1 l'j,.)i ,
SantIU i Cailliariuna
D.Lt:is tiy 1 d ,It abril :
Con .irai\ :1 inl i Iavia .silo) ai- i..i1n:ide t, 11m vi:L-
gIem do stnia fnz-i, [par L ; i i .i l l l I- .g., ,,
r';pit.i' Ely 'sea ,J, l, Ribeire d, ia.i.-.al.
N,, iniuiipi., ,l.-' S. M iI,:. p r ou-LC iSi't, Io) in-
v,'nt:n'io j i in:i lu (_'hnristiA ) lluo,-li,'ild Junior, o(
h i'rdciir.j J,.,,j Fruii t-,) R,- i Juiinir, Jovlo Ji,.r-
g ch di_ 1 (.Cl es.i, A' i -i-) 1Ii-0 fio, ll, J,,,iiiiiii S,,r-
VU Ol,'i.-r.I-i ltr'.- lI fi.ti h.I.l ,P II-ll.' 'i E 'lu-
wig--'s [oHhli.I lib,?rtnram scrlu Oili- lgumrn o pr?-
to Joaquim, unico que havia no espolio.
Os dous prianeiros desistiram de suns legitimas a
favor da liberdade do dito prcto.
Mlinas Gieraem
Era conhecido na corte o seguint- rcsultado par-
cial da eleicao senatorial :
Ignacio Martins 3,607
Felicio dos Santos 3,601
Cesario Alvim 3,5611
Evaristo Veiga 3,379i
Gama Cerqucira ., ,849
Bretas ')2,772
SAtio Paulo
Datas atA 19 de abril :
Noticia a Gazeta Liberal que estA verificado o
desfalque no cofre do Thesouro ,Provincial, ultima-
mente a cargo do Dr. Jos6 Luciano Barbosa e
por elle responder,, o fiador do ex-thesoureiro D)r.
Martinho da Silva Prado.
Na Santa Casa de Misericoiia de Campinas foi
inauagurado no dia 13 o busto, em marmore, de D.
Joaquim JosA Vieira, bispo do CearA, e fundador
d'aquelle estabelecimento da caridade.
De Santa Barbara do Rio Pardo havia eommu-
nicacao, noticiando que no dia 31 do passado Elias
da Silva matou sua propria mulher.
S Sabemnos, diz a Gazeta Liberal, que em Uba-
tuba temrniam-se conflicts provocados, ao que di-
xem, por um pastor protestante que alli fmra fazer
propaganda na occasiAo em que tambem inicia-
va m as suns rmeisSes uns padres jesuitas. Despei-
tado ou nao o ministry da seita pedioprovidencia :
vio-se desamparado pelos ouvintes, attribuio a ti-
bieza de seus adeptos aos padres, e eis travada a
pendencia. a
Forain sanccionadas pela presidencia estas duas
leis provinciaes :
Fica a camera municipal da cidade de Jundiahy
autorisada a vender o predio adquirido por com-
pra fcita em virtude da lei n. 53 de 28 de abril de
1874.
Ficam equiparados os vencimentos dos profes-
sores das freguezias que fazem parte do munici-
pio da capital aos da mesma, capital.
Bio de Janeiro
Datas atA 20 de abril :'
As noticias sao de somenos iminportancia.
Constava ao Jornal- do Commercio que ja
fora fixado o capital para o ramal do Ceara-Mi-
rim na ferro-via do Natal a Nova Cruz.
Eis as noticias commercials da ultima data:
Rio, 19 de abril de 1884.-0 mercado de cam-
bio manteve-se na mesa posi ibo em que fechou
hontem, a taxa de 20 7/8 d. sobre Londres, affixa-
da pelos Bancos Commercial e do Commercio para
operaSoes ao balcao. Os buncos irglezes sacavam
a 20 13/16 d. sobre banqueiros.
0 movimcnto do dia foi pequeno sobre Londres,
a '20 7/8 d., bancario, sobre caixa matriz, e a 20
15/16 e 21 d., papel particular; e sobre Franca a
457 rs., bancario.
Realisou-se uma operaiao a 20 13/16 d., banca-
rio, sobre banqueiros.
Na Bolsa o movimento foi insignificante.
Venderam-se hoje 12,820 saccas corn caft.
Bahia
Datas ate 24 de abril:
Proseguia em seus trabalhos a Assemblea Pro-
vincial.
Deixara o cargo de seeretario do governor,
corn li'cencn, o Dr. Izaias A-uedes de Mello.
Diz o Jornal de Noticias ter-se dado por nut
desfalque, superior a 1:000 000, no Correio, sendo
por elIe responsavel o field do thesoureiro, que tinha
a sen cargo a vendagem de sellos e a entrega de
cartas corn valores.
Accrescenta a mesma folha que o referido em-
pregado, que serve ha cerca de 30 annos dando
sempo as melhores contas do si, uao tern ido A re-
particaio e nao se acha em lugar conhecido.
Na Assemblba Provincial foi lido este tele-
gram na:
Grande desordem na Ainargosa no dia 14.


soas.
As noticias que duo as folhas de Lisb6a do
resto da Europa nao tern interesse.



PERNAIBUCO


Assemblea Provincial
26a SESSAO EM 5 DE ABRIL DE 1884
PRESIDEXCIA DO EXM. SR. BARAO DE ITAPISSUMA.
(Cocwlsao)
A discussao flea adiada pela hora.
E' lido, apoiado e approvado'o seguinte raque-
rimento :
r Tenho negoeio urgente. Peco urgencia por 10
minutes para um requerimento, pedindo informa-
95es sobre urn facto deaunciado pelo Dr. adminis-
trador do Consulado, nas consideragoes que pre-
cederam ao project de or.amento, por elle orga-
nisado de ordem da presidencia da provincia : que
a exportaqao da grande safra actual estA luctan-
do corn o monopolio exercido per tres correctores
illegaes e officiosos na compra do assucar e no
fretameuto de navios.-O. Marques .
0 Mr. Olymplo Marques-Sr. presiden-
te, li ha poucos dias, nos jornaes, a noticia de um
facto que inuito me sorprehendeu e contristou ; e
adpnira mcsmo como a nobre maioria tragou, si-
lenciosamente esse facto, que consider* injurioso
ao seu amor proprio c a dignidade dos legislado-
res da proviucia. Pubhearam os jornaes quo o
president da provincial havia mandado organisar
um project de orqameuto pelo Dr. administrator
do Consulado e que este project tinha sido im-
preisode distribuido pela iamiprensa; entretanto
que ainda nao chegou ii Assemblia. Eu tive, por
delicadesa do Dr. administrator do Consuladot
um exemplar do seu project de orcamento. IMae
Sr. presidcnte, nao houve s6mente falta de deli--
cadesa e attenqAo para corn a Asembla ; houvo-
tambem dearespeito a ConstituiVAo, que dia exeLu-
sivamente A Assembl6a a attribuigio de decretar
a receita e fhxar a despeza, sobre proposti do pre-
sidentb da provincia, 6 quanto a deepeza.
E' isto que esti no acto additional, que e a nos-
s Iei.
0 Sr. iremiidente da provincia, no relatio con-


'a


-. 4s-~


~- -~"it~


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A DENTRO F ORA DA PROVINCIA


br I,), pe:l. ,iant i,t L 2i 1 S i) .- sendo- o Sr. Ferra.-
i ii'b l l : r IT:t I It r Otir dl- os do II iavio.
A carga ciii bum estadlo quo saii:, Ilo fReliav.,.
," ,it,2 t foi Lre.Jhila nij t r. ipicliu Umi' ., i a I cguill-
D.'. -
,, "!, '122 viic,:-" .,,in 'aW',;, .i ditos co i earn.-
-. (.t: .); ii b rir' il' L in i ;:.i ; .'. vi.';li\;l corn velas'.
27) bali14-i IiiI t;L I'd,. ic, Ailgid.to emli ra;il;i :0 di-
tjs 1I,1 ,lit,, ,,11 fll',, e .ti l. 1 c,:'n O.. -
.Ik Ia oalli
1)at.is a-;it.'- 2- aliril :
.t .,_il -i' Provincial c.,ntinuiava ?em setts
t ra)'a llio .
S. Ext.. l RMina. r, %. Iui.po il: Oiinda niao
d,.' ,.'iu rr,.ou ,1iii 1Mi 1: illi1-, a,, .1io01"li0 d,,paqie-
te BaI;/,; t,.ii ctiiir rii,"uta, i l ,I ,.'lJ a i, riil 'iras auto-
Irida It. iJa proiviinita .e' -raiii.l. iiiil'r't d .i pvssoas
,r',ilas.
A. lr,-1-i.-i.i,'-i p.,r aLt' dr d,-22 '.lo corrontie
IOlnCVOu ,., ci,:.1 "'1l, Mano- ,J,.,.4', 1, il li'j para tlh:'-
,uV i''ii r i.i L |it.'ri.. il, ii vinci.i.

Nolhtieis dIe Prorlutal
v.i \' -t 1 ,:ip r,-l.' /. <:li-,. ,.li. iiit,-hilintiii, adlian
t'iil d.'iiu li.s ;', n ti3 i:is iin' tinli;in,).- dc Li ,b-'a,
trF.Li.-n nd, Idatis at-,iF_ l)' d.l, *,i 'l'<;iit,'.
1ib o iir.' l frt'r," o Cw'l ,'i '/.I NV /,,:
Na le l':v. ,.,,c ii.li ,'A 14 P o -l i l.-.:1i r,-.O, cIlj.L part
iiais iiit,_,r,'.'3 aiit,, toi a; (.*nin 11o r -f,..i', iixiod.)
comw nasceu e se formol o partido con-itituinte.
(, 0 orador oppoz-se por alguin tempo ai en-
trada do Sr. Pinheiro Chagas, que vinha cmin o
Sr. Vaz Preto; o Sr. Pinlieir) Chhagas nAo 6ntrou a
primeira on segunda investida ; foi s6 A terccira
avanqada. Afinal, o orador concordou corn a en-
trada por virem coin cllcs os Srs. Antonio Emilio e
Albauo Caldeiia, pela razao especial de haverem
sido governadores civis do Sr. conde de Thomar.
E assim entrou o Sr. Pinlieiro Chagas; e fez ainda
ontras rcvelahtes curiosas a respeito da organisa-
1ao, programina, e marchlia political d'aquelle par-
tide, e (lqut schain rnuito instructivas para a po-
litica hodiorna, se o referido partido nuao tivess(e
passado d'esta para inelhor vida.
S Na cainara dos Srs. deputados, o Sr. minis-
tro das obras publicas confessou, que o governor
tendo primineiro repcllido in limiltc as pretenSes
da companbia da Beira-Alta a uma indemnisa ao,
eoncordarA por fitn em accitar a arbitragem, desde
que a companhia fixe os errors do traqado, em que
faudamenta a reclaina(ao.
SJulgamos um erro grave a aeeita(lo da arbi-
tragem, e ainda mais grave o estabelecimento
d'aquella clausula, que parece envolver imnplicita-
mente o rconhecinniito de pagamento, desde que
ella seja satisfeita. A indemnisaoo pedida e de
cerca de 1,200 contos!
0 Sr. ministry das obras publicas teve o cui-
dado de accentuar, que a portaria aceitando a
arbitragem ii 'aquelles termoa f i assigna la pelo
scu antecessor, ou antes pelo seu substitute. A
portaria c de novembro de 1883, e a esse tempo
o Sr. Hintze Ribeiro era s6 ministry das obras
publicas interino. 0 Sr. Aguiar ainda naio tinha
tornado conta da pasta. Custa a crer, que na in-
tcrinidade 6 Sr. Hintze Ribeiro assumisse a res-
ponsabilidade n'urna tal resolunao, que podia de-
m'rar-se at {A vinda do inimmistro tutular da pasta!
,, Antes da ordem do dia, foi apresentada a re-
presentaia;o do meeting contra a reform penal.
Foi mandada publicar, por vir em terms. No lar-
go das C6rtes nao houve nenhuin ajuntamento.
Na ordem do dia, entrou na terceira parte do
set discurso contra a reforina penal o Sr. Manuel
de Arriaga, que acabou de fallar As 5 horas e trees
quartos.
,, 0 Sr. ministro da justhQa declaro, que o go-
verno, se o project da reform penal f6r appro-
vado, propord d cor unrea amninstila para todos os
delicto.q de imprensa ate d data de hoje.
Na noite de 13 chegara A Lisb6a o vapor
Jupiter levando a estatua do marquez dd SA da
Bandeira.
N'esse mesmo dia 13 realisou-se no Chalet
do Ratto o meeting, sendo a respective mesa assim
constituida: president Teixeira de Oueiroz, e se-
cretarios Silva Lisb6a e Gomes da Silva.
Foramin lidos telegrammas e officios de adheslo
de :
Centros repubhlicanos do Porte, Aveiro, Cohn-
bra, Thomar, Odemira, Setubal# Tavira, Chave:,
Grandola, e outras localidades.
Do club dos operarios socialists federaes que.
divergindo das ideas dos outros centros republi-
canos de Lisboa, fazem causa commum na questao
present.
De Joaquim Martins de Carvalho, redactor do
Conimbrieense, Bernardino Pinheiro, Joao da Ro-
cha Santos e inais cerca de 30 de diversos clubs e
de iddividuos particulars.
Algumas d'essas adhesoes erain.violentas ; mui-
tas d'ellas" terminavam : viva a liberdade; abaixo
os traidores da patria.
Oraram os Srs. Dr. Manoel de Arriaga; Dr. Ja-
cintho Nunes, que len um project de representa-
,iio, que foi approvado ; Dr. Thcophilo Braga; con-
selhciro Pcdroso, e Magalhacs Lima, que termi-
nou propondo que se formasse nma commissilo
composta dos cavalheiros d-i mesa para apreson-
tar na C'anara dos Dcputados a rcpresentacao
approvada pelo meeting/, sendo csra proposta tarn-
bern approvada.
A concurrcncia calcula-sc tcr sido de 5,000 pea-


anteriores.


,p l I? 1.^ ,1 i .' .
~ ~ .- .._



136500
206000
276000
6200


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-WBA6* Garsome k, daiiiffurta sue o Amoia,
a dr fimr m uato plo Da. administra-
dor do Consaido. -aW dr It maw. atisfaoo a
Assembl6a, on am. seus amias da maaioria.
En dezejava saber da nbre comnossdo de or-
uamento se o president da provincia ouvio a
qualquer de.seus maem nao eroa. As vitre lmt.
tomou de mandar -fmHi dM'&.-d 1nB
eeita e despeza pe; W = A niamidor t'Comi-
lado. Ora, um orqmnto dlteelf, pm m=is mw-
roso que soja, serd'-eil s dflos legitism repm-
sentautes da proviat, Una today autmilade q e
result de sima og m itacipnal; pam
que o mesmo nao mmede -an m oraintd -r-
ganisado pelo chef 1,de um a repsicao aeoada-
dora, que tern logeamtrami asamis jumes I"-
venq5es da part de. comeibiimatea, mo8 s6 pela
suspeicio de suia origem, como pela ilegalidade
do aeto; porque, comno jkadisse, a nossa Counstitui-
cao nao admittc orc.amnento de receita scnao peloo
representantcs dos contribuintes (apoiados da
minoria).
Coat, ,leput:-lo, p'ois, protest) contra e0te atc-
to c!e desatencao e desconsideracqio que o Sr.
president da provincia ae.iba de plr.atiar pari
corn os reprcsentantcs d'cl!t. IApoitidtos e ni)
apoiLdos).
Proeurei ler, Sr. president, tm aa in or avi-
dez, o traballio do Dr. adnlinitrador do C)nsula-
do; mas ao cliegitr a pag. 9-', n.ito pud paL'ar
adiante.
Eis o que diz eile : Isto, ,lorem, aLinda n11,"'
tudo, se attonderem quo a exportaxao da grand
safra actual estA lutando coin totias as conse-
quencias da cruise monetaria etc.; corn o antigo
monopolio exorcido actualmente por dous correc-
totes illegaes e officiosos, que solbrctudo se disve-
lam, com1o e natural, pelos interesses dos exports-
dotes ; coin o minonopolio do fretarncnto dos na-
vies illegalmente exorcidopor um outro corrector
oficioso ; e, si vera est fama, coin urn accord en-
tre as dunas principles casas exportadoras, corn o
fin de limitar uma o sen negocio aLOS assucares
entrados por terra e a outra als entrados por mnar,
seal prejulizo de reciprocas concessaes; garantid'-
csso accord pela laldade dos correctores officio-
sos, quc, quando silo procurados, fazem offorta-
de i reo ridiculas aos assucares entrados por mi:i
ou por terra, se.t2iuio (jacrem servir a um ou a
ontro dos dous exportadores, desanimano as.stin
ate ond c possivel o merwlto ,,
,, Em vista do exposto c na pcrmiauencia de t:ies
abuses, nao s'-i que razAo procedente se possa al-
legar coatra a <-.1.\'ai,(1 do impostor de assatca(
etc.
Niato ha, Sr. president, denuncia minais formal
nerm facto que inneroia mitis a no stl atten;,'to (I
u5es ein qu i nos achamrnos ; quando o president
da provincial, emt sou relatorio e o Dr. administra-
dot (to Consulado, no seu project, ameacam
agricultnra corn nin augmento de unpostos; quan
do Sr. president, a agricultura emin Pernamnbuc
se rcduz ao Isscar ; c veominos quoe csta send esti
geneto saicrificalto ao mionopolio, con prejuizo do
agrinultorcs (apoiados).
Estava disposto, Sr. president, a"aco.npaniha:
a nobre eommissAo do ortamiento iat6 onde fossa
possivel; porque, aIntes de tudo, sou pernambaca
no; mas. Sr. president, nao posso acompanhars
nobre comminissao, so ella exigir dos agricultore
um sacrificio oneroso, continuando a subsistir un
escandalo desta ordem, (apoiados ; muito bern).
0 president da provincia jA deve ter toinad'
conhecimento deste faeto e cuminprido a sua obri
ga.ao, reprirninlo c fazendo punir os scus au
stores.
Pergunto, pois, aos nobres deputados se o pro
sideute ja toimou conhecimento d'isto ? JA deu alI
guma providencia a este respeito ? Tcria elle da
do algnma provideneia, como deu contra a bexig
cm Gamelleira ?
0 SR. Bm.uio DL NAZAIUETU da urn apart.
0 SH. OLYMPI.noC MAREs Eu gosto mnito da
expresses, das phrases espirituosas ; e ha poico
dias Ii urn artigo simi official, cm que se alludia
aos meus pobres conhcimnentos judiciaes, dandlo-
se-me o appellido de Cuvarruvias d'esta Asseum
bl6a. Achei espirituosa a lemnbrana.
Lembro, por6m, qae tanto o Sr. president da
provincia, como os nobros deputtados que, enm sU
malor parte, sa1o jurists, devem sor umn t:mto 01
-quanto Cuvarruvias, e s~io, tm todo o caso, versa
dos na sciencia das leis cm quo tanto se distingui
aquelle juriseonsulto.
Pergunto, pois, aos nobres deputados, se nl
conhecem lei alguma no Brasil que ,o rcfirs a est
assumpto ? Creio que ha...
0 Sn. LUKA FEzE JuroRo-Indique.
SR. OLYMPIO MARQUES-Vou indicar a V. Exc
o regulamento n. 806 de julho do 1851 e o atr
137 do codigo criminal, que impoe a pena ate
annos, de prisibo, se barn me record, aos individuc
quo so empregaln em fazer diestas opera('es. 4
Dr. administrator do Cousulado declara que este
iudividuos siat, conhecilos ; os actos criminosos sa
praticados. publicaiaente ; o, portanto nio podem
escapmr a accio da lei factor d'esta ordem. (Apoiu
dos.)
0 SB. BArAo DlE NAZARETH--Veja V. Exc. qu
y12 os zaigo-s, e quando so quizer procurar
prova ella nao so encontra.
0 Sn. OLYMnno MIARQUEs-Aflirmo ao nobre de


pitndo que, se 6 exacto isto, 6 nm facto que na
pI)de ser occult e para o equal nao faltarao pro
vas ; o que falta 6 que o Sr. president da provix
eia, -camo o responsivel pela exccuIcLo das leis, ti
nha a energia necessaria para fazel-as execute
por seas agents.
So n*o o faz, a culpa nao C nossa ; d'aquell
quo eonseilteiem quo as receitas da provincial se C
v6em polas vias da prcvaricacao.


0 meu requerimento, pois, esta justificado ; os
Cuivarruviat3da aidministracao estilo infornados de
dsaminos) a nossa principal industrial quanto estAi
'tile sob a ameaca de um augmento de imposto
pars sC accudir 4A despesas inadiaveis da pro-
vinclia.
Pee) osculpa aos meus coligas de tcr abusado
da ssa attenciAo, ainda quo apenas por 10 minu-
tos; mas V. Exc., Sr. president, e a casa eomnpre-
hendemn que se tract de uma questAo que into-
ressa a todos os Pernamnbuceanos, Ai provincia iit,'i-
ra. (MaNito bem.)
E" lilo, apoiado e post em discussao, o qual
flea aulia,'lo pela hora, o re(qiucriuinto jA r menciona-
do do Sr. Olympio Marqles.
E' Hiblo, apoiado c app)rovadlo o seguinte requc-
rimeto :
Requieiro pr.rogaq;o Jpor 20 minutes para
contiitiuaeCLo da discasslo.-Olympio Marques. ,
Continudn, portanro, a discussao do requeri-
meiito.
0 .Sr. Arruda Falcao (Nao devolve
-seu discurso.)
0% Sr. Eutev&o de Olirveira -- (Nio de-
volveu seu diseurso.)
A discussion fica adiada pela hopa.
0 Sr. Demoeribo Cavaleante (pela or-
doien ped0l ao Sr. president que mandi publicar
n, jirnal dh casa o suo riequjrimento sobre o re-
ertltalmtnto de 1inn menor cmr Bezcerros.
-' li,'o, apoiado e regeitado o seguinte requeri-
mento :
,, Reueiro urgencia por 10 inioutos para apre-
sentar .im requerimento sobre actos de violencia
pratieados pelo tenente Leoncio Luiz Pinto Ribei-
ra. subdelegado de Catende, obrigando pesssas li-
L/res prestarem services gratuitos na limpesa das
ruas e do Cemiterio, consentindo impassivel que
-Im sui jpresenga os soldados espanquem a pessoas
jiuiuensivas e at6 arranquem-lhes as barbas, como
succeden em Bonito e cm Marayal ; umandando to-
inmar animals, das pessoas que vm A feira, para
servico de deligencias policies e praticandu outros
sactos do violeneia, a ponto de estar paraliado o
movimento commercial da localidade. Olyrnpio
Marques. &
ORDEM DO DIA
Continfia a l.a discussao do project n. 10 d'este
anno.
Nio havendo mais quem p.ega a lalavra, encer-
ra.ase a discussion.
0 Mr. Olympieo Marque pedindo a pa-
;avra pela ornm, requer que a votaqVo aeja no-
minal.
Consultada a Aaesmblha, decide pel.a nega,-

Procedendo-ae i vota*o, 6 approvado o projec-
*, send regeitamoirequerimento do Sr. Olymp io
Mamques e &lspelado o interotiio a pedido do Sr.
Saile de Nararoth.
a iefia4. gq tess d ira~ de voto;
., Delem q moi -, ooni t0 0 prqIto U n. 10 do
?eptein e q = oBmea- id.a 9" xd d
-A~fAtAb q ParseCopier
Aeumenton hidtoricoa.-ZDemWcn1o Cawdam&a. A
^D sw aa Tv J.AdW COMM~a x


tawda'e o amento sobh o project n. 5 deste
an-O.
O Sr, Demorteto Cavaieaste (pela
ordem) manda A mea num requerimenito,que 6 lido,
apoiado e cntra em diaseusauo ceujdntainente corn
o parecer.-
,, Requeiro que fique adiada a discussio atM que
ad Aipreswsajm al f wa WS e onrito G-

*SOr. inW6SW d*' w*W& lo. ordso)
faz 4guwmBomaqt 9 r
Wr. I-em-- Tf--T- M tvra e ar-
hir 4eputadB, Jos lamia.
8r- 7 s6 m arft-ce a paovra soihr.
G(7mpio Mrqm. u_- a
Or. --2- O U. ----'L-- -- fta 'wi
veyouemua wuOrs). \
A discuuie fia adiada pimla hora.
0 Sr. president levanta a sessao, desig-anmdo a
s-guinte ordzin do dia: la discuss.o dos projects
-is. 51 c 51, 2ai do dc n. 10, todos d'este anno, e
contintiart1o da anteoeedente.
27.a SESSAO ENI 7 DE ABRIL DE 1884
I'PRE5IDEN.CIA DO) EM. mSR. .Al)O DE ITM'ISSUMA
Aos 10 mirrtos depois de moo dlia, feta a .ha-
mada e veriticindo-se estarem preseates os Srs.
A.rit itrclio Lopes, Silvino Cav.lcante, Santos Pi-
nlieiro, Niio do Miraud.i, Visconde de Talbatinga,
PIrcIlra de Lyra, D)emocrito Cav.illai'te, Alindrli
e Mcllo, Joao AIl-tgiusto. Loureuio de SL, Barlo tie
N:z:tretlt, A.untiune Piuhiro, Fcrreira Jacolfina,
M.lo t* Slva, JaveIcio Mariz, Luna Frcire Junior,
.\mniro:Foiisea, Antonio Correia, Praxedes Pitau-
ga, Augunto Loa oe Alfredo Currcl't, o Sr. pr.,i-
dncute dcclara :abort a scsslo.
Conipare- -raln depois os cSrs. Olympio Marques,
EstevAo de Olivcira, Jos6 Maria, Muira de Vas-
conell)os, Bari-io do Ita)issuina, Goes Cavalcante,
Drummoinnd Filho e Maximiano Duaite.
Faltarain os Srs. Cunha Beltr;io, Erinirio Couti-
nho, Arrudai Falcio, Fiel Grangeiro, olosa e Silva,
Constantino Lins, Jolo Alves e 1aulo (leu Oli-
veira.
E' lida e semn debate approvada a acta da ses-
sao aLteccdlcnte.
0 %N*. Ferreira tJacobinat (pchla ordem)
Sr. lresildentc, ao cnliuninha'r-we p)tra esta casa
i unia triste noticia foi-inmc transtaittida : nada mo-
- nos do que o passainento do illustro pcrnainbuca-
Sno,. representante d'cesta provinciaT na C inara do;
i Sris. Deputados, o I-xmi. Sr. Dr. Innoeeueio Sera-
phieo de Assis Carvallio.
S Cidadio distiucto so)bre todos os pontoi de vista
-eiI quo o possauios considcrar, devcu tao traballio
r ein que tainto se clevou o grio que tinha, e atb ow
scus ultimnos dins trabalhou incamLavclinentc. Ellc
nunca estriemecenC. (Apoiados).
S0) 1)r. Scraphico do Carvalhlio, Sr. president,
foi InM dc-Sses IoineUs I quels, se nWao tin illna longlia
0 estirpc pela qual se recomniiende, t(vc titaloi cquc
que nos mioderaos tempos distingueni a qualqueu
Scidadao trabailo, itellig-ccia, hcnestidtdc c
iustrucvao.
m Cornm professor illastrn, exerccu por muitoi 1an-
e nos inta cadeira, em cejas licccs fez cultivar-sc
S o cspirito de grande niiumero de jovcnu, (qe liojt
acham se altaincte collocados c qic ainda .he tri-
r butatinm respito pclas suas qualidades c talents.
e Como legisliador, elle deixa tra:os evidientes
d'esta carreira difaioil c na qual muito poucos sa
a di-tingucrn.
s Couo adimaiistrador, so muinllto rocentes suas
glorias para screm desconliecidas, ainda que poi
pouco teirpo adminiistrasse a provincit da Para-
o hyba pelo dcsapparecinento da sitmago politics
da equal foi delagado Em todo o caso doixou tan-
bern ahi tra(;os evidentes de sous talents e qua
lidades superiores, que nao menos se ostentarau
na profissao de advogado.
S E', pois, debaixo da impressao minais dolorosa,
corn o espirito attribulado e o coraqito sentido
a quo cu, dando esta noticia a Asseminbl6a da proving
cia em que nasceu este distinct cidadi'o, pcqo-lhe
que se suspend por hoje os traballhos, com0o vot
3s do pesar pelo passamento que tauto lastimamos
s (apoiados), e que se nomeie uma commissao d'cn
a tre os seus memiabros para, acompanhaundo o enter
ro, derrainar algumas lagrimas sobre o corpe in-
animado de tAo distincto e virtu(,so pernambu
cano. (Apoiados geraces).
i Tenho concluidoi). (Muito bern, muito bem).
a E' lido, apoiado e post em discussao e sere de
u bate approvado por unanimidade de votos, o so-
guiute requerimeuto :
o Requeiro o encerramento da presented sessab
em demonstracibo do pesar pelo passamento do dig
0 no representante d'esta provincia, Dr. Innocencei
te Seraphico de Assis Carvallxo; que se nomeie umu
commissao de cinco membros para assistir ao en
terro e que se consigae na acta ura voto do pesar1
; -Ferreira Jacobina. a
t. 0 Sr. president nomcia os Srt. Ferreira Jaco
3 btna, Amaro Fonseca, Antonio Corraia, Joao Au
si gusto e Barao de Nazareth para a referida coin
0 missao.
s 1 0r. 1 secrctario precede a leitura do seguin
o te expediente :
n Um officio do secretario do governor, devolvend
informada a peticao de Francisco Xavier Soares
-A quem fez a requisicao.
1e Outro da Sociedade Auxiliadora da Agricultara
a remettendo 40 exemplaren dos folhetos que publi
cama para reorganisa .o do banco de eredito real
'- A distribuir.


to Um abaizo assignados de moradores no povoad
)- de Marayal, pedindo a creacao alli de urma escol
a- mixta.-A' commissao de instruac'o public.
- Urna petieao do cabido d(ioccsano da santa igre
ar ja cathedral de Olinda, requerendo que sejam o
cadaveres dos conegos sepultados em catacumba
es de seu proprio cemniterio.-A' commnissao de post
s- ras municipals.


Outra de Antonio Ferreira Tavares, requeren-
do ser nomeado carteiro d'esta Asseimbl6a. A'
cominissi'o de policia.
Outra de Joaquimn Noya de Carvalho, Caetano
Nova de Carvalho c Joao Severino Bezerra, fabri-
camtes de fogos do artificio cm PAo d'Alho, reque-
rendo que seja modificado o imposto lanqado sobre
ollks pela Camara MMunicipal d'alli.-A' commis-
slo de orcamento municipal.
Outra do Anna Clementina de Souza Barros,
professor public da Coneeicao dos Milagres, re-
qucrendo seis mnezes dt licenma corn todos os ven-
cinientos para tractar de sua sadde.-A' commis
si) de instruccao public.
0 Sr. president levanta a sessIo, designando
a seguinte ordem do dia: continuaiao da antece-
dente.

28.a SESSAO EM 8 DE ABRIL DE 1884
PRESIDENCIA DO EXM. Si. BARIO DE IMTA-PIsUMA
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-se
estarem presents os Srs. Aristarcho Lopesy Este-
v'to de Oliveira, Jos6 Maria, Barao de Itapissuma,
Silvino Cavalcantc, Visconde de Tabatinga, Pe-
reirt dc Lyra. Ern-irio Coutinho, Arruda Fafkao,
Amaral e Mello, Joao Augusto, Louren9o de SA,
Barlo de Nazareth, Ferreira Jacobina, Francisco
Tiburcio, Juvencio Mariz, Luna Freire Junior,
Amaro Fonseca, Praxedes Pitanga c Augusto
Lelo, o Sr. president declara aberta a sessao.
Compareeeram depois os Srs. Olympio Marques,
Paulo de Oliveira, Autunes Pinheiro, Nilo de Mi-
randa, Demoerito Cavalcante, Cunha Beltrao,
Drummond Filho, Fiel GrAngeiro1 Maximiano
Duarte, Antonio Correia e Alfredo Correia.
Faltaram os Srs. Meira de Vasconcellos, Goes
Cavalcante, Santos Pinheiro, Rosa e Silva, Cons-
tantino Line e Joo Alves.
E' lida e approvada sem debate a acta da ses-
sao anteeedefite.
0 Sr. 1. secretario procede A leitura do, se-
guinte
EXPEDIENTS
Um abaixo assignado de senhores de engenhos,
lavradores e moradores no termo de Iguarassi,
pedindo consigna9Io de verba no ortamento pro-
vincial faturo para a eonstrucolaode uma estrada
de rodagem do engenho Araripe ao lugar Santa
Rits., onde ha unea esta o da estrada deo ferro de
Limoeiro.--*' commission de obras publicas.
Uma petiy'g de Francisco Maria Duprat, editor
da ievista 0 Braxil Agricola, ,equerendo que se
Ihe jnande pagbr 1:350A que se lhe deve de diffe-
.renas. A'oamwnissao de eorcamento provin-
ciaL =
O(tra de.Jol o lins CaSaewaote dAb Albuquer-
:que, reqamerdo eqntractar a c.nstrupo da es-
trada de Mrodagido enge.aho A-arpe a tao
ida Santa Bita da estUaa de imUteiro. A'.9gp-
misasio de obras puhl*fL
Oiitra de &i ardO Coqnoly, w.tbeIedio, eom
engB ptorio da cflIaiaM A A EU* oCfsway n.

Ii o a exuOwAJl dq o.'


quirendoa extraco da tereitra part a lotha


r 4ip.A aa-de sna igreja.-A' eonm-
e orcamento prorineial.
- Outra de Joao Pires Gongalves da Silva, reqne-
rendo um privilegio por 30 annos para montar uma
ou mains mortonas destinadas ao scrvim o do liip
za e reparos do casco de embarcaqoes.-A'
missilo de petiq5es. ."
E' lido e post em discussion, a qual flea adiada
por haverem pedido a palavra os Srs. Jos6 Maria,
Estva.o de Otiveira e Nilo de Miranda, o seguinte
parecer, e qualfi randa d puaelicar no i da
casa, a mqaiaieto ',e w au (d'ae=m w.s3


I : -1
SA im a -de fntdafwaramwts pnei- -gp
L, a qpm mSan: premdeS a setikgs 4do ir mr-4
eiros A4 -Ricoiio d't4M &e& e dos da ia- 6
d- (dpya apla -- F a evoqgae & im-
sto to rAN por tro 40 vkho, wv'Wre, 'q
uai'Ame eu ,A l I n so rtdl m-ar I qi4t er f
unto de fpwinim:
AtJtodeado 'qme e impede itmaw e .mae- c
, se foi cobrado corn o rigor das leis fiscaes, ti
i iustIincntC suavisado pelo ioto por ,uo foi p
ito o respective lauainciito, attento a delibera- n
o da Presidencia doa provincia, na equal so con-
gaon o t) ex:dinte tie dso tfizer dito lan',ameuto s'
nec, rdo corn os con'ribuintces ; i
Attendondo que o Ilngamenmo asmm feito, nie ii
nIo a just minedida do constmniuo ef'ectivo, mas v
in a expressao do uni ininimo que reduzi., o iun- s
osto I siti: cxpressa'o rnaivi sumples, isto 6, Ai urma ;I
xai igual, sendo iufcrior 1' G.a plirte do imniposto o
:c-rc-tado ; I
Atteunendo que, observada csta 1jropOr(:a'o, o
jo..-to, ln.--e de e.cr uin obstaculo ao commercio o
M rcferidoa gcuInrosJ, aO ontrario inn incio
iiti ri.-uIIar d i( mposi(;;OI paira s:1tis.i ;o das.
eccssiaadcs publicias ;
Attvndcndo que nunca foi condemnavel o facto v
Sso lanucar imposto sobre unia mcrcadoria expos- r
a a venda einm UTh stabelecimento commercial, I
ti por suL vez tehiilia sido tributado ; t
Attcndendo que s6 einm circunstancias rnuito es-
eciaes de intcrcsse pilubl co poilerA ser justifica-
el a revogaclo dc mna lei, que regular a justa t
*ci:layau0) centre a renda c as despczas publieas, 4
irclluint :ICiiiaS ( quo a commissaO nao reconhcee
Uc se deemn pr)CesntemCente ;
AttUideno quei nto proceed o arguinento do
:r o iinposto -rodtizido una renda major d(o que
calcula da no orcainamncuto para o offeito de se mil-
dicar a disposicio legal, isto coimo a (hilcren';a
a rei1itL para inais proven nao da intenyao do i
post,), IIn sim (la cxteiinsAo dos contribuintes, c
rib,.ci)'ineli,,te :
Attendcnio (qji-o na stiu.(:lo critical Cern que si N
(-liin as ftinan(,s d[a 'provinci ( il que esta vc-
iiiica.ido, cque a rend;t i nao satisfaitz aos impresein
liveis strvi,-os da provincil, cltre os q;iac.s con-
amn-s coinlpriomissos d: d dtivitta fatulada C (IA 1
luctU:ilitC, ainda cm granle partei nlto satisfcito,
a "at i le ko ,le pareer I'qe sc iudcfiranil ias
;nelionadtias pcticucs.
Sala das comnissnet, 8 do abril de 18Lt. Sil-
"in) ava!c(nfe de( Albtq'icr(ic, Fcrreira Jacobi-
!(t, Arreda Falc'). ,
Slo tambem litdos s1ccssiv.I!Siciite c postos eC1
liseussaio, a jquai flea adiada 1)or haver ppdio a
palavra s-obrc ella os Srs. JoA Mari. ce Ferreira
acobilna, e csobre o segunulo os Srs. Jos6 Maria e
stcviuo de Oliveira, os s.egulintes parccurcs :
A cominmnissao de pcti(,ofs, a qucmin foi presii-
o o requcrimcnto de Jos6 Luiz Salgado Acciuli,
,dUindo A csta Assembica autorisaiao para ad-
iissLo de sto fhiho Luiz no Gymilusio Provin-
;ial coino pcesion'sta da provincial ;
Considerando o crescido nuinero que jA exist
a'aquellc cstabelccimiuento;
a Consii,'rando que muitos sao aquellcs qule
esta Assemnbl6a tern autorisado as suas admiisses,
nas quo anida nao foramn admittidos, nao so por
alta ac vagas, como de quotas ;
SConsiderindo, finalmnoutc, quo a provincia
)assa por grave crises finaueeira sem que tenha
)odido remir os scus empenhos obrigatorios : dde
parecer quc seja indeferid@ o mesmo requeri
mento.
Sala das commissues, 7 do abrii de 1884. -
Barwo de Nazareth, J. Aujusto, A. Leao.
SA commnissao de petiioes, examinando o re-
querimento emin que Gratuliano dos Sautos Vital
8olicita d'csta Asscmniblea a concessao de um pri-
vilegio por cspavo de 10 annos para estabelocer
I'esta provincial umna ou mais fabrics para o cur-
;ume de couros, sendo as mesmas dispensadas do
pagamento dos impostos provinciaes e munici-
pacs ;
,, Consiaeraudo qae o servigo que o supplicaate
se propye a realisar ao justifica a saa pretensiao,
visto constituir numa industrial ja explarada e pra-
icada na provincial, e que p6de ter todo o deson-
velvimeuat, e attiugir a inaior perfeiio indepen-
idente do monopolio que para esse firn so tenta es-
;abeleeer ;
Considerando que a fundago de fabricas pri-
vilegiadas pard' exeeucao de semelhanto trabalho
viria desaloe"tar ou aniquidar mesmo a aotividade
individual d'aquelles queja o tem iniciado, e e aI-
.e persisted na esperanca de obterern as vanta-
gens a que lhe dao inconteste direito, tedos oa
seUs esforyoa e os capitaes que .arriscaram na ex-
4lorcaio da mesma' iudiftria ;
Considcrando que a isencao do pagainento do
impostor quetambem se requer, favorecendo samente
w s'upplieantc, pela diminuicao das deepezas no
preparo e culturados generous beneficiados em suas
Fabricas, ha de necessarianmente collocal-os em
coadicoes superiores aos demais fabricantes, que ja-
mnaisptlerao com elle competir na venda de seas
productos, o que iacontestaveltieute ataca o prin-
eipio da liyre concurrencia sempre tao salutary e
boje universalmonte reconhecido como axioma eco-
nomico :
< Consid'rando, finalmefte, que o privilegio so
deve ser permittido, quando d'elle possa provir a
realisagao de um melhoramento ou beneticio quo
exija o Onprego de avultados capitaes, cujo con-


curso sbja ineertO na ausencia de garaantias que
lhes assegurem urnm lacro mais ou menos provavel
c os pornham a salvo do reccio do apparecimento
de novas empresas organisadas para o mesino fimi,
eventualidade essa quie mnito p6de influir no ani-
mo do seus possuidores para nao arriscal-os, au
onto quando imports o reconhecimento do author
ao gozo e pratica exclusiva de sua invencio, que
aliAs permiianecoria desconhecida sem esta aegu-
ranta, e isto muitas vez6s corn o prejuizo d6opro-
gresso social, que tern sempre se avantajado corn
as descobertas nos differences ramos do servio a
que se applica a actividade individual, considera-
qZes estas que nao military em favor da pretensao
do supplicante, ja porque o firn a que se propoe
p6de. ser attingido pelo coucurso de pequenos ea-
pitacs, jA porque nao apprehended o emprego de
novos processes na industrial que deseja explorer,
visto seren conhecidos e praticados na provincial
onde podem ser aperfeicoados pelos que exereitam
aquelle trabalhe : e por tudo isto de parecer que
seja indeferida a peticao, cuja material foi sub-
mettida a seu exame e apreciacao.
Sala dits commissbes, 7 de abril de 1884.-
Barao de N'azareth,. J. Augusto, A. Le&o. a
E' lido, post em discussao eo sem debate appro-
vado o seguinte parecer :
a A eommissao de peticoes, a quem foi present
a peticao de Manoel Gomes da Silva, soldado re-
formado do exercito, pedindo a esta Assemblka
uma subvezAo ;
S Considerando que nao cabe na attribui9go
d'esta mesma Assemblea fazer eonoessao d'esta
ordem ; e
Considerando que no caso present s6 ao Go--
verno Imperial cabe attender ao supplieiante, 6 de
parecer que seja indeferida a mesma peticlo.
Sala das commissses, 7 de abril de 1884.-
Barato de Nazareth, J. AugWto, A. Leao.
(Continika.)

Errata
0 final do parecer n. 83, publicado na sesslo
de 5 do eorrente, sobre as petie5es de Jos6 Eleu-
terio de Azevedo e Jpos da Silva Loyo, deve ser
lido assim :
As. commisaOes reunidas, preecindindo de
examinar outras clausulas euja apreciagao 6 di
ixclusiva eompetencia da commissio de petigoes,
julga sufficient u as considera95es expostas q di
Sor find o sea trahaiho..--MTo de' Miratdiae
)r. F. A, &.sa e .Silva, de aecordo, na part re-
lativa A queatio de Jeg#uidad me- u Tia que a nosso
Wr faz objeeto de comidtoA commiiasao de legls-
iao. J. E. Ferra racf~canc& Salidca Pi ieiro,
Vzlsonde de Tabatiuga.





1 .7t e ,

'Oob A EOL Sr'. dBad&,d
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aeta da aessao anteeedente, fai approva- unanimidade de votois que o 4rime f6ra coinmetti- i
duas emendas, uma do Sr. Luna Freire do emrn legitima defeza, foi o 6o absolvido. b
outrA do Sr. Estevo, do Olivefra, os quacs Mem Mariamo-Na ig 1 j do Nossa Senhora
da Penha tern lig..r aInanhi, pe-lis 5 hor.is da I
10 sccretario procedcu A litura do se- tard,, aL soleonnu; abertura do, mnez do Maii. Im, "I
xpediente : eujo curso, s-enpr ,is iiimsht l,-ra, pro0eg mira, o
ficio do secretario do governor, transmit- os louvores a Santa Virgen, haveudo pratica re- P,
pina de um officio da Camara Municipal de ligiosa tadlos os dia.s e os dem.is actos, qu( con- 11de
1o em que propoc menlidlas tcn. I.-tes elnirlo senore pela len o do Santissimno Sacra- da
naunicipio.-A' coinaiisso.) do pjstur .t.. mentU. A l
11o Inosmio, transmittiu.lo iUn.i pti'.)a, de Na igr-j. matriz do Aogahu.o, os exercciow th
ar'ia de Sou,.L. Guerra, pr carador 4a piedosos do inez de Maiol) terA(0 lugar todos os diad-3
Municipal de 'Triuminplio, aim (Ie re jaer o p1la n1adrUugacla, o noaisti.rao ei pratica, tcrQo, l'e
o de 806 0), qpie, por falta de credit, eauti cil;'lI. l10.I 4i1doB A1 serapiLna, missI c b,-n-
o pagar-lie ,dita Catuaara,-A' cotamniessao ,) do Sintissiano Saeri-nmutlmt, sAilo que a mi- -o 0)1
wento) municipal. scr0, a parochial, que, durante o uiez, terli lug,'r I.
.do inmesmo, dcvolvet.do iuforinada a p&ti- as .5 lhora; da manhlia.
axiniuauo Marques Ferreira A qluerm Na matriz da B&a-Vista, polas 6 1/2 horas
p.si('ao. do> di:, os pios ex,.-reicios do mez de Maia, na f6r-
ixo assignado de artiata moradores a mna do costume. 0.
e Oliida, riclarnandoprovidenciasBnosen- Amnanlia, pela iuadrugada, prine-ipiam oa be
se fazer corn que seja harateada -aguILa cxercici)s ios i)rnz inarlano i,), altar .4- Ni,.-a S,--
nos chli;f:iriz(s ,'wl'iiclla eidla,h.--AV c,.,m- Ill.),ra ;,,1 do, H; i ,,ne inf, l1i ircji't d3a 11J-re1 'I' ,1'
I u p e ti,; >( J)o u s o ll ..,J. i,, .,'ir. ,) t'r i to il (" { ii i .'L."h'. r,- l :i ,i a ,il
I approva.los : ,l,.u pal-'cI-r.. ,l;l c..inn is- dru,",li. -
r c- -n'tIinto im l in iii a l, u' n i I 'i.i n ;L, : p c- i < a r- r i -- l .tro u m .o n t '. i. I 1 :
ti i J o l l i.t. > J lin l. m h .' ri :i i,.ri...)t. ;llj,.l:nI B'. i'I,"'.,,J1, i. r p Ir.
iBcs sobre o requerimento de Josr l-1 Sil- fStI l'a,_-m til,- 'h:.
*; tnn l,Jt do imn-trinz ,-(;io 1111 ,. i l,..i n, 'l in (-.rri,-' :,i' t, .. < ilitre, v n.'; l 1o ('!iile
n a lnaix.io ; .si n ,i.L ,, ,h- :J h' .I .. 2, ,:i.,1 .1 ,l, .i., ,1l,, "l. e,-ra. tr1 2i.lT& I, i i:; ,lil d .
L .scola Norni Il ; e _. +l~ t !e f'z 'i: : e \ i;(.?ii. ^':
Lt'), ide-.n s,,hrV ,,. ro ,.crimentos i,.- ...,,- 'ili5< l( Viel wiol' l.- S .aui.> It ';t. II I II I t.'3
ive; 11c Castro e G aldim A itoi 'o t ':,.r,0 '.. lio ,1 ,, ir, ., r t', i i I ;. ,' ."
11 i: im priinir o .0 .. o print,,. J |ir,,j,:t.+ ) lu ._, ; i. 'il- r .r; ; .t ,'l" iL I. .,r -, I 'r' ., ,i r
123 pr e lio de p nrc ir a r .t..:iii .- ', .I,- 1 j. ,, I, ,i \i i i lo ii,.tir m l ,: 'li .
SC Os de i,. 124 u- 12.) dc lI.ir -..-," 1 i d 1, k i .
*to """ '-'I,:i 1.1 E:Xplof.i- o--Atl.-,-hmit~c~n, ci ,'c,i ,.>-; 1L ,2 t.'
itoi
o.-Conccdendo a Jos6 da Silv'a ',,yo Ju- horns do 1 is, estnm(o h!,ino J,-) ol'iin de0 S',.u 'ACi- e<
iprei a qua so orgamniar on seus co:icS-Sii a fabri(ar 'h "p:' t, ,Il, ) .i ) I '.) si i ,. l-
) praso dc 30' a1,nos 1 par, cxclusiv.ament.", ptento ])olvora, eeiC'lt ,Iit0 tlc n Iatis":L do -,a-
* C explorar niita lpr..>iulicia lirhkhs ,ilt Ixi:nbo de lcllar]iino lPeotin:a, ,liC! alli ta;nl)em C--
tta n a elctricidade, para a luz. e imoNvi- ;(-ilihva ;'a conv .rsl.r, c:hio so- ', ,i i ).,ilovi 'I :n1
indiLutc divetrsias v)1jn.-i s. inH aifIf ;ol -a', havcIrlo iuiii i \plo-., I 'z iL
1. 1elcvaieo Antonio t)omnin ..!I_ t:I C:S;t do IT d d S al .i i cit di i: (iarl( ', sit ii
do pagamento do ihnlpoSt no i 3L; do u art. guazr lTain'lleira, d') 20o di.-tricto ,!e S. Jos,.
i n. 1,791. l)i explas io D aul:ii',ilj tc int e n111(1 rI I t. -, 'Y:
;5.-Autorisa.ndo a Cmn-ilarI MlunicIpal a abater a 5& part nI inipjortancia total no Joiquimn deoSimt'Auna; .\[l. ,-o0ll- Jo"iii-i ,
na1,lac-es fcitas por Frai-i.cco Phiohiro ,1, Sant'Ania, filli ld oi. l; :C;iti!iano U: ocl '
i n. s. 'Ioiitmr,.o, li '.ii o (JO.. ti3 r,-L-" I |;vc:'- e PI .
.6. Autorisa.i: lo a allllib.-8O de ,ot8 Ii n'- lhii-iio P'est- ti L ; l! :.,,I, i .11 ,il (I ::ci- i t
o Gyninasio P1rniiinbucai,, ,:,i!, pcnsio- Lno, casera dte (It in.r1
ta p ro vin c ia M a rt inio l t c ( itn .'.i:t[ ii i' .3ii ,'I) i ,,I r,.[i :'I.s i l i
7.- Antorisiando a rIino(;o l dii lroftrisori ho :i s ,. Wit, 11 11 ,io ,4l o ii. in,>. q ,, ilit:- '
I madcira ile I.t:Lj;lii1u ; ll, r:,i a I *piin, !('j. l q (u i l 0- (,. ",i ': 10.,ii 'ai rIn'l ti iht s ]});i i.-'. hoi s- t
i'csta tCi; i lae ou iLS Is uiburbiosi. pit'l Pedr, iJl, -iwha-,e ein j '( i (o d<- *il[.(I .
.-.Crom;il,, o u.na ii-aleira dl Aa i :i e i'iri- A :ut )r;il", ilU t cAoiiipirc,-ii. ;to l'.:r la ca- "
eidadi doh Liuljciro. tastr,.')Ic. 13.) c:.l <:r. ,) case exi",'a.
2j. (Jonsilcranilo nixta a ciadciria "0 scxo T1iro de pisaolsa-I,.-.-ni. ;is hiir.s ,' -
iuo dc Marieota, scnd, trssfiticri>i 10a0- i-,ara u t ii 2 :,t io. "o l ')!!i ,u u l). f' : .'i ',i
Lgiiaarria *,Ih Olinda. coin t l,! t r..,it,,-.+, ciin ,j,)-" G iiii,' i ,ll, iZ iz .
.Juosc Mlaria, p1l: ord(in, ieiNifl Ai mensa eo(ihei('o ).jr Jv.' l{.C x;nii,? colin qut u.i i i'i ir.v ;'I
Ilerim euto que n'ella ft -ou para er op)po01- i tri ijdo ['tt-l tiro p..u', ti 1. at, j, pr,', -
ente lido e aipoiado. tilatii ) ; co.1ji'i1a d; :n ':, t-rinl)- '
bc-m o Sr. ( ivinpiol Marques, pelai oriin1, h' I di 1n d!i onat 5t;1-,(10.
aI Ii-ns;ioutro-reurqtrinnnto, appulianulo pars0 a O (ninio.so ioi iress, belmenloit3 iois, no. -'
da d.-is:io da incsa, (aC 1to ;iccitart 0 o sii1 managucs Ila ilhia il Suassu;!, (,,,:).1o1.0 ia-lla-, i I
i'ncnt' na l ii .:;to dI sabbhido, 1o 1:1t pur un- policino nI cnealho. p-los op.jrariis da Lero--va do I
oticiAlni)S tor sidlo rgeuitlldo. Fieum tamin- ararIi '
brea mesa p(;(;i ,'r lido, apoiado e votado O0 frilo foi manhlado rcoli.'r ao hosoit:il Pc-
unamente. ,ir.) I]. o'
ou-sC A oromin do dia : Bi'acog nem coorre(.tivo Coiunllnicea- n
rovoli-s till 2'1 tisetissAo, S'.'(1 O dispensado rai2-nos :
,rstmcio a reqlueriineito d(o Sr. JoiU Maria, o Quo, cer-a de 7 horas da noite de 22 do corren- lit
o ii. 84 desto antin, enissato dc apolitOs ai(s 'e, quantlc p:tsasva pela travessti de Joio 1l'Itrio- re
e 7 0/o para execu-io.u da lei n. 1,487) tendo t:, (m (lircc(Io tA rua de Horta-, o artist Einilio c
os Sri. )eimoerito Caaleaite, duas' vezes, Gonyalves dc Limina, estabelecido na rut Vidil (de
unia pela ordem, e Eo. a c Silva, twmbem Negreilto-, foi aggrcdido por qu:-tro individuo, b
dlu1, enviando L nesa um requeriincato, radios, quo lhi jogaram pedras, n1111 ilas quacs
Sregoitado, pedindo para sur dc preferen- fracturou-lhe o cranco, e outra o derrubou, deter- s
;utidlo o projccto de fixaI'o de for a poli- mriniido a queda a fractura de uina perna.
Que a policia local toino conliocimento do fac- n
rando em 2a discuss:Ao o lprojctl n. 58 des- to ; mas d'alii nenhumn corrective adveio aos cri- C,
) (seis niezes de licen;a coin to.os os yen- Mbinoos, tinto mais que o offendido ncm ao inenos
os apl)rofosora Sophlia Guillierminia.de M[- foi vistoriado. r
*ram A mesa e foramin apoiadas diversas iergipge-Pelo vapor costeiro, da C.npanhia z
as, e depais do orarem os Srs. Luna Freirc Pernainl;cana, tivemos folhas de Sergipe ate 20 d
Barao de Nazareth, duas vezes, Joao Al do corrente: v
ympio Marques, Viscoude de Tabatinga, Coutinuava a tunccionar a Assemibla Provin- 1
de Vasconcellos o Jose Maria, ficou a dis- cial. v
adiada pela liora. 0 deputado Ribeiro Guimaraes desistira do sen
ante o discurso do Sr. Meira de Vasconcel- subsidio, mandando applicar 200- do 1" inez i
spendeu-se a sessao por 5 minutes, por tor do sessiio ao Asylo dle Nossa Senhorn da Purcza c v
perturbada cm virtude de reclama Ses le- o excedente a Santa Casa do Misericordia de La-
Las a proposito do quo dizia o orador. rangciras. 0
*dem do dia ci ; 1" discussao do project n. -- Sob o titulo 0 Cownnercio de Sergipe ao ia1z t,
do de n. 18, 3a do de n. 84, todos deste an- foi impressa e distribuida era avulsos a peticao a
bntuancao d a rdnautecodente. quo o commereio dirigio aso corpo legislative da c
mada ttacuoual- Pela prosidencia bLa proviimcia, roelamando contra o impostor de umn por
cia foi expodida a neguinte portaria: cento sobre o fund capital das casas commerciaes, v
1 sec9(o. Palacio da Pres-idejwia de Per- jA votado em segunda discussao. c
co, em 1.9 de abril de 1884.-.0 president .No din 20 deviam set inaugurados os traba- 0
uwncia, para exeaucau do decreto n. 2395 hos da fttbrica de tecidos do Aracaju. a
de setembro de 1873, resolve nomear o tc- jtsociaraoUoamervial Beneflcen- t
Fraueisco Correin de Mello para o posto de te-A' 1 lhor, da tarde d& hoje, devem reunir-se
) da 7a companhia do 310 batalhao ,do ser- em assemblea geral os members da Associasao (
itivo da Guarda Naeioual das cemaroas do Commercial Benoficente, afim de tractarem do al- -
e Bezerros. vitre a tomar corn relacAo A impostos provin-
.ignado)-Jose Manoel de Freitas. claes.
ierno doe BiDpado-Dis a Aurora de Paqulete Wilnho -Dive chogar hoie ao por- t
correute que foram passadas : t do iecife o paquete inglez Minho, procedente
:iso paura vigario da freguezia de Pombal, dos portos do sul, e em viagem ;para a Europa. I
rahyba, a favor do iRevd. Vito Finiuzola, Amuffiera ar|o-Fazem ainanha 30 annos
Boe de iai anno. sue fob inaucrurada a estrada de ferro de D. Pc-


a, para a freguezia da Serra Negra, no Rio dto ]I.
e do Norte, por mais um anno, a favor do Nova Enmancipadora-A directoria des-
Manoel Salviano de Medeiros, ta Sociedade para o anno social de 1884-85 fi-
a, paras a freguezia de S. Bento da villa de con assim constituida :
ogy em Alag6as, por tempo de um anno, a Presidente-Jovino C. Paes Barreto.
lo Revd. Jos6 Pereira dos Santos Silva. Vice-presidente-Adolpho de A. Guedes Alcan-
3, para a freguezia do Triumpho (Baixa- forado.
I, por tempo de mais um anno, a favor do 1P secretario-Manocl Coelho dos Reis.
Joao Evangelista dos Santos Lima. 2o secretario -Jos6 Fcrreira Marques.
n, de coadjutor para a freguezia de Santa Thesoureiro-Jos6 Ganches.
do Norte, em Alagas, por mais um anno, Vogaes-Elpidio Vasconcellos, J. Ramos, Ar-
r do Revd. Jos6 deo Souza Barbosa. thur do Almneida, Antonio Gomes de Mattos, Addl-
n, por mais um anno, para a freguezia de pho Cavalcante, Fenelon Pinheiro, Americo Fer-
huns, a favor do Revd. Manoel Emygdio de reira, Joao Fonte, V. Leal, Dr. Jose Maria, Jose
ra. do Aranujo.
taria exonerando o Revd. Amiancio Leite da Pri-neiros ConlecimentO%-E' o ti-
lo cargo de vigario da parochia do Pombal, talo de umn livrinho de instrucao infautil, de Th.
rahyba. Saulice, vertodo para portuguez pelo Sr. professor
n, encarregando o Revd. Jos6 Cherubino da public Augusto J. M. Wanderley, e rccominmen-
eia Diniz, vigario da freguezia do Born Con- dado pelo Conselho Litterario da Instruc.ao Pu-
le Pianco6, na Parahyba, para reger nciimu- Wlica, quo deu-lhe parecer honrosamente favora-
mente comn a sua a parochia da Conccivao vol.
scricordia. Agradecemos ao autor o mimo que nos fez de
n, exonerando o vigario da freguezia de um exemplar.
Senhora da Conceieao de Misericordia, na Almanak da Provincia-Acaba de sa-
yba. hir A lume o Almanak Administrative, Mercantil,
Diz a mesa folha que por portaria do 23 I-hdustm'ial e Agricola da Provincia dc Pernambuco,
-rente, S. Exe. Revmi. o Sr. bispo diocesano para o' corrente anno de 188-t.
iou para reger a diocese durante sua ausena- Mais volumrnoso e mats rico de informaI6es uteis
na primeiro lugar ao Revd. Dr. Estanislao do que os precedents volumes, apresenta-se este
ira de Carvalho, vigario geral, em segund. Almanak ainda mais mereccdor applausos e anima-
vd. conego Dr. Luiz Francisco do Araujo, 4.o do que aquelles, e o seu auto, o Sr. Francisco
Qr. e jgiz dos casamentos i cm terceiro aso Pacifico do Amaral, credor de apicNio por tao bom
Dr. Jeronymo Thom da 'Silva, promoter do servico prestado A provincial.
lo,; ,eao Mzto ao Revd& Qonego Antonio' Agradecemos ao Sr. Amaral o mimo que nos
erwde ,de Albuquerque Ca-al@ante, reitr Qdo fez do um exemplar.
Lario. Ferro-via do S. Franisco-ReeCebe-
) podendo o primeiro nomeado assumir a ad- rumos e agradecemos um exemplar impresso do re-
Mraeao da diocese, passou-a ao seguudo, o latorio da directoria de Londres desta ferro-via
conego Dr. Ltliz Francisco de Araujo, quo a presentado A ultima ssemb'6a geral dos respec-
ntrou no exereioio do squ cargo. tivos acciolistas em marco proximo findo.
Snorreu--0 Jornal do ;omrmercio, da Gazeta Medica da Bahia-Pelo paque-
em 20 do corrente, notidiou a more do dig- je Ceard recebemos o n. 9, de omaro findo, d'esta
tereditado pharmaceutico Eugenio Marques vista, cujo summario e este:
ilanda. I. As reforms do ensino medico no Brasil, peblo
a duvida. algum equivoco ou ma informaao Dr. A..Pxcifieo Pereira.
,u a dar essa noticia, pois recentemente, e ". Ciiurgia-Estreitamento urethral, pelo Dr.
oepois d'ela, o St. Eag4nuio Marques tele- w. M. Pires Caldas.
ou uea pesoa d sua rlae-nesta ci- ,'I. Allocucio proferida na abertura do curso
edizendo- aEtoutivimo e bix ivea. flratico de toxicologia da Faculdade da Bahia,
u, a referida notiia inexacta, e nos fol-, pelo Dr. Eutychio Soledade.
Sde declaral-o para trafnquillidade dos pa- IV. Epidemiologia As quarentenas. Relato-
i e amigos-do digno pharnaceutico. io apresentado ,A Assemblo6a Geral do Congresso
eatro Santa label. Neste theatre Internacional dos Medicos dao. Colmias em Ams-
ie um espeetaculo dadopola Sociedade Club terdam, pelo Dr. F. J. Van Leent.
atico Familiar, para solemnisar o seu 2.A an- -V. Revista da imprea media 1.o Da ane-,
sario. 0 programma 6 cnvidativo. *iia splenica. 2.0 Traclnmento da diabetes pelo
maelro.-O paquete naceional Ceard trou- phosphoro. 3.o A cirurgia em Vienna. 4.o Trans-
sul para : ftusao de uma soluc-o de-sal marinlo no tractamen-
lsh Bank 100:0004000 to da anemia aguda. 5.o Reacago lecetrica no ner-
el Martins Fiuaza 2:000!000 vo optico considerada como meio de diagnostic.
dm Pires da Silva 2:000,000 VI. Variedades-Cumulos.
npanbima Julieta don antoe. VII. Noticiario-1.- Ministcrio ido Imperio. 2.0
nsequencia da copiosa ehuva de domingo, Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 3.0
rnde ter lugar o espectaculo annunciado pam iecrol6gio. r
is. Effectuar-se-ha elleamanha corn o nes- BibliothecaNaelonal--Lemos no Jornal
ogramma. #O Commercio, da c6rte, de 17 de abril:
ompanhiaeotinua a mer bem aeolhida, -e. a I K Esta bibliotheca vai expand do c9a vez
Jtleta dea Santos eadi vez confirms amais ais ass auaath e5comorn e0otakewecmentoB se-
a credited e a fma que a -recedeu. 4.1 elhantes o os homes de lettras de.todos os pai-
ml n-Ale Jo j y doe 'Iue -- Pre- eos, nAo s6 poi meio da tmdfa dos 8eus annaes por
nmero legal de juins de fact, fimocionou )blicac5I mansto iiprtantes, __ tambem por
este tribmaaLowendosubmeltido a jvlga- rsiosomsffre ementoa feitAs por dipiiomatas brasi-
o *oaedieo&F neiieo Raio, prommn- t, o o s quaes s oeontam 6s Srs. AmarII
noarV. INSdo-eoigo orimial, e MecBBado h te, caiseheiro Lopes Netto e Wern
Wa. oe do'-aanep m., d of ilar detAdrade.
aemv e-. & 6Aufito dOtieiai. Agea A o Ja Augnato do Salaaha d
einot a taumuds or o Sr. asademioo Vi- tma qua, d e ta. deLinm, onde arvio -on
9 i-4eE;OvIE-ihoten. iar ita www a o
$oiu9j e -sloenct, recobhgeido por., e do de te iu a geoggapa


,las lettras da Republica do Perfi; com esta
[lecqjo c a que ja possuia a bibliotheca, pode
m estudar-se a historic d'aquelle paiz desde
is primitives tempos ate os nossos dias.
SD'..-utre os minals notavois docnmentos impres-
Smneniotaromos: as constitui96ea political do
u-6 do 1523, 1828, 1834, 1831i c 1860.--Historia -
I Peri Independente, por Mariano F. Paz Sol- i
n.-D)ocimentos historicos del Peru.-Biblio--
eca Pceruana.-Antigo Mereurio Peruano.-Dic- -
nmario historic biographico del Peru, por M.a-
el -de Mendibura. Historia de la geografia del
ri, pol.r Mateo Paz Soldan.-Collecion d1 docn-
!ato litterarios del Perux pot M. de Odriosola.-
braa pouticas de Clemente Althaces.-Obras de
'Pc I m **
SEntre os manuscriptos merece especial men-
So autographo do poeta satyrico Tezzaya y
.nda, qaue viveu em meados do seculo passado.
codices tern este titalo: Viage de Mexico 4 Limna,
kho poi D. Estevam de Tezzaya y Landa.
.. ',r iitermcdio do biOesaio Sr. Jos Aiug-usto
..l.,nIi,' r.b'(bcn '1 ibljothee:it a obria LOin-
dtsii Sr. Pedro Paz, Sohian y Unanue, jovLcn Ce
.'I,'t, i i'.tmr.to (pe, sob o psaeudonymino de Juan
.it:..,'.quito estilnado eatre o3 hoieins1 dtc -t-

lo--Co'm iniiniearn-nos dessa eidade:
.v I,-.,ii,,nte d:aimos a gmrata noticiad t," 1 lU a3
'id It' l il declinado cousideravehlnente ncstc
i',I ,, -i "'.I ';; J (i. (o) S:ils ('lVn i lt. l i S ,i1 cll .'s;r
t' ,..tlii 1-. :ts ipro-'icnmia- i3oun'i.-'a. p -ha ,(ILL-
:: .1 i t,.. d.Ctr C.l;i i O f'rr-) o d.s piartii'itlares, ?o-
,1 i I: -i 'guh r que, to dii :20 ate tIoj'; ;nlIt-l s
i I t dil:a.it, ;(,O s, Si:lio a rn.-i;, t, (, il
*:',.'..:,'., ,. ,) tl ldo l um i ;oliat o d, p)1) liOiL; c t( I
Ii~- ci' i
1r111inlo)S <';;i to<( o( o S bi(i(l t (i 11 O 1]i. o ( lii'r) (1i
.i ;ii-;i ;t'.'" ( ')r 0ou\-ii;;lit ; ; .
,mt iiio -ittsque; r oa non is ,i)- isiLs. caiI.' o
n-.,:; =. ^ ,: ,;'.-.us-rio P-iiit, ;}ne s.- t",:. pi,,st:trl,-> 5u-"
.i:i:, n-iit,, j.'s ;pIi~p lc.)i-l a homnLcpaith?;i c ;L va-c-
1i;;. I. l-!!i- -0l (o.-5 irociir0. -
C) ~ ~ ~ ~ ~ ~ C 1i' i 0II' tl ILC-t
ga> "i '- Iiiii. vai b ti.1a; ;i .!Ilo;i a' co t :illi-i i -
tO 1 f l',n b 1,, I;.U["-; ;i' s i .;" il t" 1 ,-i '.-'-
0 1 .p,,ra.". ,.s .lvi,!o t.'.',l, -; inv !rn ).
C1l..'a;ni.l o.)i tv)t!-6ui'r t coltr i :ta .o:- : v.AiO
Ic .. U' s, ,i..., ,a r t-m' .'
E.-:taiaos atii..-i:(;, to ;| ic o ;t_. ';.",t; r.'.s' eetivo p,'o:,.ett'. ,^',-s.;i^, a-
Ir ,o tIt. ii,, v\,- ',, i -'o tL:r at, L )j]C rict-1 b o omrJ.;-
di1, ,'4.5,{(d,) i'OirL'n ai.'a, ;i. Uili e',prega'si'. (l;! rn -} -',-
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"io). ,'i --*iiil);i,.o Jo ,o jiarb',-i^.i da. Sil\"a, F:'ranii.sia,
,rI,: (1 1- t-i'. .'Il ,; Silva i (- I lympin p il I'boii 1lc
1*,n1 n c 5t lva 1 iufir liz alfIriio or' rc.0'i i 01 ij -.
,s ['aI,-istsir 1;iior io 1 5t'3 'llf0., 0 tiIL a' "-; t:-,..O.'.
0 horr r ,),O r1 Iti ig lo ti-alo t'u i. ) rIib 0fi.
ido co(-r!i'itc, o iifiVil,: I+ou'engo, a chi:in d d
All do.-; a-.U .1i)I Os. dirigia-.c (\'i ,ec t-;igeuh, p:iri
11:1 llanta diL capiin, pro. *, +)tir) as-a. si,-!.', eonfri:fsot, o infoiz; a 11,io dai
lilee ir, io vdm, N. vigario dcst:', frca a (zia t 0 o
ivia em 1eoilissao, ter silto desfeceitdo 1)por se'u. cLI-
hiado Jobo Bar)0osa.
,i Hntuet na ctisa dit Camnarai Muni!c;al tve
itar o cxi1 caik'ii(ri.o, no corpo Io i i Loa-(
tit<,). A m,,rto f oi prllu.,id p.or tiln b:,lk c -2.
ar'o 2,)s ([e chiiunbo na verilha dire[Is, al,''i 'Sc n .
utro tiro, q(l tinha o corpo do infeliz no ante--

Foi na iiie-smina occasio lelos mesmos assas-
ieos ferido inortahite um irmLo do mrlto, Iquel
orrcu einc soceorro dla victimi, de nonc Hercula-
io, o equal ac-ha-se corn o cranes csCmigalhliado e
o.ipletamiente lotco.
ULma das testelunhas, dais trc quce prescncia-
aii a pratica do horrcndo crime, (ajas ji d1lepj-
erai pclrantt o Dr. juiz mnunticipal., (uuic'a autori-
[lic que pareec-nos qucrer cumprir coln o scn de-
er) disse que o grande ferimento quci recebcu
Ilrculano 1;1l ca)ibea foi feito corn o cOucc do cla-
ilote do sk'ario Joao- Barbosa.
,, E1 icc'>isado pela opiniao puhlica como res-
linsavel pelo borrenldo crime inmoutrocniharlo da,
ictiiua, reaidente nesta cidade.
,( 0 infeliz Loiurenb;o era geralmente estimado,
ptnno pae d1 faliilia e home trabatlhador na cx-
ensao da palsvra ; o seu barbaro assassinato tern
todos que o conheciam eausado verdadeira in-
[ignagao.
A autoridade policial nito tem cumnprido o do-
*er que a lei lie impbe. Posa V. S. pelo seu
onceituado Diario, providencias ao Exm. Sr. des-
mbbargador president da provincial, que muito
tcertarA mandando para aqni utn dolcgado mili-

Loterla da Corte : R iAs a list


los maiores premios da 1.a p
.12 loteria concedida emt
Ilonte Pio dos Servidores do
ralida cm 15 de abril :
NUMEROS


arte (145 A,)
beaetieio do
Estado, ex-


PREMIOB


5.900 .... .. 25:000.i000
1.737 10:000$000
4.348 .... 5:0006000
6.485 2:000000
1.007 ... 1:000000
2.135 1:000!000
4.766 1:00..500
6.073 1:000.000
6.320 1:0005000
6.683 1:000,000
5.899 Approximagao 1:0005000
5.901 1:0005000
Numerous dom premiot de 500O000
290 1939 3341 6934 .|
1001 1 1944 5128 1736==Approx.
1766 2935I5 1 564ti 1738) _
Numero lom prie deio9 d 0e O W_,

435 11 132471 2396 4515 6606'
695 150211 2680 J5147 7031
1153 18601 3145 5162 7427
1196 2362j 4270 5994 17736
4347 Approximao 150.$000
4349 150&00
Numerous dos premios de 100O000

402 1i 2578 3525 | 5703 | 7346
455 2838 3815 58651 7420
542! 2881 402010 6925 7447
1273Z 2956 4492 I1 7062 7630
1867 2970 5068 7212 7681
2567 13233 5370 7229 7929
Niumerosrdom premios de 4040~
12 1358 3159 4878 5795 6759
208 1359 3174 4906 5921 6793
245 1465 |3251 4932 5960 6811
288 1490 3356 4971 5978 7028
300 1627 3432 5020 6023 7108
428 1632 3477 5026 6037 7140
443 1638 3577 5130 6038 7259
508 11688 3733 5160 6136 7337
556 1774 3859 5184 6141. 7396
575 1818 3896 5186 6167 7468
629 1855 3932 5210 6210 7488
651 1937 13966 5230 6254 7505
696 2017 3988 5240 6257 7520
849 2132 3995 5263 6290 7596
934 2505 4198 5274 6362 7619
980 2520 4252 5391 6397 7684
1030 2525 4450 5459 6532 7691
1067 i 2576 4461 5507 6564 7761
111512686 4539 5M8.[6618 p909
1332 2890 4587 5646 6684 7988
1333 1.30541 4613 15764 6699
1355 306814849 .576,7 671 8
Loterla da provlaela dp a..
de Eauiero :.= is os 0nuimerosm
premiado, na 2.1 parte 'a 25.ad.loteria
(3S7 B,) em favor da InstrucVt 9Eublio,
extrahida em 18 d-e abri : "


4M5


i.
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Misi .. .. L' .. .. ... ",. -.....- ...


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*^
*




















2:03S4. Jo'.. 8004"00
~8006"



493U, 27 tO 5 2471-Appro%.
222 35 521 1 2473-

I UMRRO6 DOS PREMmmm DE 200#X"
114 634 1 3812 1 5618
391 1800 3901 3342-Approx.
475 2819 14518 1 3344-
,UMER08 DOS PREMIOS DE 100#000
350 1516 2129 4017 5244
783 1772 2481 4351 5414
803 1902 3011 4419 5608
.11261 2064 3028 4955 5784
1472 2104 3174 5217
NUMEROS DOS PREMIOS DE 40o000


5
46
228
291
307
308
9'-1


735
861
1066
1149
1213
1349
1710


1942
2207
2268
2276
2341
3117
1-11 Rn


3462
- 3494
3805
3931
4153
4241
A Q.;A


4792
5087
5156
5172
5277
5295
FNA0


345 1835 3354 4466 5796
1836 3372 4567 5819
1937 3444 4621 5988
Le4tti4e -Efflctuar-se-hao : I
Hoje:
Pelo ajewde Pinto, as 11 ihoras, na run do
Born Jesus n. -13, do fazendas limpas c avariadas.
Pdelo agoea Gu smoao, :is 1 horas, a ruan do Born
J.sus n. 51, doi moveis, lsuaas. etc.
Polo agent Carmo e 1iva, As 11 horns A
rua do Boni Jesus n. 53, do moveis, louqas, etc.
Amanha :
Pelo aginie Pino, As 10 1/2 horns, na rga. do
Livramunento n. 31, d(i moves, lous, etc.
Pelo ayente Pestanm, es 11 horas, no trapiche
do VYisconde do Livramento, de cal.
Passagesiro Entrados dos portos do sul
no vapor naciond Ceard :
Heurique E. Tamborim, Antonio Jose D. Pc-
reira, Julio Ferreira, Joss do Aguiar, Jose do RU-
go, Dr. Leonidas M. di, T. Bjssa, sIMi solhora, 2
Ihos, 2 criados c 2 eoeravoa, Joss M. d- Almui-
da, Augnisto A. Porkcloa Filho, Pedro B. Bitten-
court, 1). Anni1 M. de A. Ribeiro, 1). Lucrecia M.
do Nascimento, Emilio )edicr, Arthur doN Mello,
Josepho Mo'utrieio, Laborde Meignio, I'iulitio,
Jolo ef Pa" irina, Manoel L. Cardoso, MLiria L
Ferreir., Manoel Francisco, Viceutc Xaviur, M r-
noel Joss dos Santos, engenheiro Edmund P.
Cooks C. Fcrnandes, Dr. Jos6 Joaquim Seabra, su.A
zenhora e 3 filhos, Dr. Carlos Passos, Francisco
A. Tavares e 1 criado, Joao F'. T.-Iarques, Fran-
cisco B. dc Ncessias, D. Anna Al. de Miranda e 1
fidho, Joaquim P. Maia, Antonio hMonteiro, D.
Alexandrira M. da Couceitao, D1). Maria J. de G.
Maia, 4 filhos e 1 escrava, D. F. Alves Ferreira,
Jos6 Vital o 1 criado, Luiz P. da Cunha, 1 fillho e
1 criado, Simphronio do Britto, Joao M. IPereira e
4 filIhon, Francisc o G. C. do Araujo, Jos6 Joa-uim
Dias Ferroira, Miuiel G. Noga-'ra, Jose M. Ra-
belle, Julio do A. Carvalho e Mi,,rud Sip).
Entrados do sul no vapor nacional S. Fran-
dsro :
Joss Avelino dha Silva j.Jcqt,?s. Silvin)o Lopes
de S:)uz;t, ,ise BezrraI d. S. Pedro, D. Maria
Franic'isca do Oliveira, Josu Antonio Rqdrigues,
Joss Forrcira Gome's de Moello, Filomnoo Horas,
Costa Pinto e Nicolao IILrt-riz.
Loxeriia da prowin cia No dia 1
do miez de m:io, seraa extrahida a loteria 33.',
em bcaefieoi. ,d-' igreja do :P(o:o de Cimbros, no)
consistrio da igrejia do Nossa Senhora d&i Con-
ceigao dos Militares, onde se acharnto expostas as
turnas e espht-ras arrumada em ordem naumeiea
apreciaqco do public.
Institufo Litterario Olindlene-A-
manhua, As horas ca no lugar do costume, haverL
sess-o do couselho director.
Loteria do Rio de Janeiro -A loteria,
n. 338 A, do Rio, de 2):.003000 serA extrahida I
hoje 29 do ebt-rente.
Bilhetes ai venda na Casa d, PFortuna, a! rua 1a
de Marqo n. 23.
Loteria die 25:O0004O0--A loteria.46a
series B., corre impreterivelmente no dia 2 de
maio
0 resto dos bilhetes acha-se a venda na Casa
Feliz A praca da Indepondencia ns. 37 e 39.'
loteria-A de n. 146 B,- do Rio de Janeiro
de 25:000.000 scra cxtrahida no dia 2 de maio.
Bilhetes a vendana Casa da Fortuna, rua n1
de Mar0o n. 23.
Mereado Wuinicipal de *. Josn-Para
este estabelecimento entraram no dia 27 do
corrente 100 bois,pesando 13,952 kldos, pertencen-
tes a diversos.
Porani vendidos a preco do 640 at6 320 reis o
kdlo.
No mesmo dia entraram para omesme es-
tabelecimonto:
Pcixe 1 346 kilos
Fructas 17 cargas
Farinha, milho e foijua 76 ditas
Suinos 1)-
Carneiros 14
Preeos do dia:
Sauino a 640 reis o kilo.
Carneiro a 1 idem.
Farinha 400 rhis at cuia,,
Milho de 480 a 400 reis a cuia.
Feij -to de 1u500 a 1200 idem.
Foram arreeadados:
114 taihos de came verde.
33 ditos de suino.
19 ditos de fressuras.
136 compartimentos de legumes.
74 idem de fariuha e comidas.
Deve ter side arrecadgda nests dia a impor-
t~n~ia de 379A72(X
Foran mandados lanmar ao mar 119 kilos de
earnm arruinada, pertencetoe ao Sr. Ludovico, e
igualmeato lau~adas ao mat grande pormao de
fressuras arruinada .
UMatadouro'4 pfbi90.-- For-am abatidas
no matadoumo public da Caban.a 93 rezes para
consume do die 28 do corrente e 94 para o consu-
me do dia 29.
Casa delejejcJao.-Moimento dos pre-
sos no din 27 doiorronte :
Ejstiam presos 302, entraram 3, sahiram 2;
eustem 303, a saber: nacionaes 270, mulheres
12, estrangeiros 5, escravos 16 -Total 303.
Arra oados 283, sendo : bons 272, doentes 11.
-Total 283.


CURIBICA JIIDCIARIA
Tuisbu dal. da Relak ao
SESSAO ORDINARIA EM 25 DE ABRIL
DE 1884
PRESIDBNCIA DO EX*. SR. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
Secret'rio Dr. Virgilio Coelho.
As horas do costume pres.ntes os Srs. desem-
bargadores em napero legal foi aberta a sessao,
depois de lida e approvadas atactda. antecedent.
Diatribaidos e passados os feitos .deram-se os
seguintes
JULGAMENTOS
Habeas corpus
Packntes 1
Maria Franeisca da Coneeigo. Mandou-se
oavir o Dr. chefe de policia e o jaiz de direito de
*Goyauia.
raulino Jo96 dos Santos.-Indeferido por estar
duldemnado.
Mianoel Antonio Pereira. M&andou-se,ouvir o
Dr. etefe do ypolieia.
Atels Bram.-Mandot-se ouvir.o juiz do com-
aewe e part, conta o Votoe d 8r. desembaa,-
g ofres. Fyereirtk
Recurso eleitoral


!... BlfsReerrejte o pmtietor publieore.
,:; ,,. Mee^^L:N^-1-egu^sa-

Po e-Reeorot p^oo pulblico, re*


seguintes teitos :
Appellac5es crimes
Do Caruarui-Appellanmte Jos6 Ant)nio da Sil-
va, appellsbda a justice.
Do. Pesqaeira Appellante Andru Alves do
Barros, appellada a justia.
De Itabaianau-Appellante o jmuizo, appellado
Joao Pereira d.a Silva.
'D G( amn',l'irai -Appllante o juizo, appellada
Maria Ja,(f;ain-.il de Oliveira ; appell.,nt MIanoel
le Sauit'Ai na Moira, appellada a jisttita.
D)o Recife Appllante o juizo, appeliado Jci
(h.,spar" Luri:'o app)ellaInte SadluI.Stiano CosmO
;3e irito, :ipp;.-lIdLta a justiua ; appellmntit Antonio
Ponoeiano dI Barros, appellada a justify ; appel-
iainte o juizo, appellados Jovino Luiz da Silva e
outr)s ; appel ait- o ojaizo, appellado Joss Lueio
T'av.ar t,.
Da Jinperatriz-ApplIante o juizo, appellados
Jo.s Soares de. Araujo e Jos6 Paulo de Lima.
De Borburema-Appellantes o juizo, appellado
Trajano Ferroira de Mello.
Die Boern Conselho-Appellanta o juizo, appella-
da Maria Cleicante da Rocha.
Do Collegio Appellaute oa juizo, appellado
Mauoei Audbrozio. "
Da. Farahyba-Appellantc o juizo, appellada/
Manoel Norat.
Do Ing'i -Appellante o juizo, appellate Ma-
noel Anizio Baptista Guedes.
De Atalaia-Appellante o promoter, appellado
Balbmno Games de Araujo.
Do Sr. conselheiro Monteiro de Andrade ao Sr.
conselheiro Queiroz Barros :
AppellaSes crimes
D'Areia -Appellante o promoter, appellado An-
tonio Felix de Lima.
De Tacarat--Appellante o juizo. appellado
Antonio Braz de Mello.
Do Buique-Appelante Sebastibo Josh de Bar-
ros. appellado Jose Magalhics do. Silva Porto.
De AguaBranca- Appellhnte Josu Bernardo
de Oliveira, appdeada a justica.
Do Recife-Appellante o juizo, appellado Josh
Antonio Ramos. ,
Do Recife -Appellante Nominate Saturnine Be-
zerra de SA, appellada a justiga.
Appella5ces civeis
De Bom. Jardim-Appellante Joaquim Goncal-
yes da Costa Lima, appellada Luzia, per sea cu-
rador.
De Itabaiana-Appellante o juizo, appellada
Florencia, por sea curador.
De Alag6a do Monteiro-Appellante Jo# Mar-
tins Leitio, appellado Cecilio Arcilio Carneiro de
Albuquerque.
AAppellaeio commercial
Do Recife-Appellante Jos6 da Coneeiqao Fi-
gueiredo, tutor dos orphaos filhos de Manoel do
Silva Pontes, appellado Jos6 do Carmo Pacheco
Lima, cessionario de Manoel de Azevedo Pontes.
0 Sr. conselheiro Monteiro de Andrade apre-
aentou 6 mesa par. providenciar
Appellacio commercial
Do Recife -Appellantes D. Dina Candida da
Cunha e Joaquim de Almeida e Silva, appellados
os mesmos.
SDo Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellaeo civel
Do Recife- A-p l o Bar de Ooyanna,
appellada D. Antona Flo6rencia de Araujo,
Do Sr. desembargador Buarque Lima& ao Sr
desembargador Toscano Barreto :
AppellaeUs crimes
De Alagoas-Appellante o juizo, appellado An-
tonio Joaquim dos Santos.
Do Recife -Appellante o juizo, appolado Joa-
quim Francisco Tavares.
Do Limoeiro Appeiaute Manoel Francisco
Tavares, appellada a justice.
Do Bonito -Appellapte Manoel Josg- do Frrv
ca, appellada a justiga. ". ,
De Macci6 Appellante o juizo, appelHad
Emygdio Cavalcante dc Aguiar Beilo.
Do Limoeiro-Appollante o promoter, appolla-
do Antonio Joaquim Bezerra.
.Appella95es aiveis
De PAo d'Alho -Appellante Thomaz de Barros
Campello, appellado o compewndador Albino ida
Silva Leal.
Do Garanhuns Appellante Mauricio Lopes
Lima, appellado Candido Perreira de MBIo.
Do Recife -Appellante o juizo, appellado Ma.-
ximino da Silva Gusmulo, senhcr do escravo JisA
De Nazareth-AppeHiante -6 juiiA, appellad(
Francisco Manoel Correia Leal.
Do Oabmd-Appellaltes H~oel' O'tlmsste 4'
Lacerda Campello e outrosaappellado o jtizo.
Do Sr. desembargador Toscanu Barreto ao Sr
desembargador Oliveirm Macie :
Ap ellacA.o eommersial
Do Catol6 do EoceaT-AppsahitAS -Loyo Sqbri-
nho & C., appelladoFrancisco HermenegIdo Maim
de Vaseonccllos. o


S Appellaao- civel
DeJaboatao-Apellanteo'cor6ael Joa do Sou-
za Loeio, appellado o tenvnte-coroue! Jeronynjo
de Souza Lolo.
0 Jr. desembargador Toscano BVAreto como
promoter da justiga ad hoe 4c de pareer,

Do ASppea~te m >o jumio Wa~iell
|AriStide abeiro daS& eo *o
ifsembagador P e ns-irlr:a:

fluo, appellada a jsttia.. -


man eiw& wiroA ave~smub o se r-
Do I s n -oit,, reewiid- to-
oel Antoaio de M .Rhai. Reat Sr. &ema-
de ^it ve ;earreo Adjati o Sr#S. drese-
beiroes Buai Hue Lir a e cdoembade r FreNas
enriques.-Negou-se provimento, unawnimiente.
De o grbur ma- Reoerrent o jo reoridori Anto
Tane Soarra d Oiveiua. Relator S r. desebt-
aembar Ta Olivera Macito. Adjuates O Sra ese.-
badesebardores Buaires Ferreom oeleiro heitro
QHeiroz u ros.- Negou-se provimeto, naniemente.
Dent orburema-Reeorrcitee aizo, rewrrido
Trajw Soares do, 011yeima Relator 0 St. des-
embargador Oliveira MacieL Miantos -o 08 sM
deseeabargfadores Pirei Ffcrreira e canwelheiro
queiroz Barros.-Wegou-se prvimenetD, unanime-
Aggravo de pe4-o
Do juizo do eommercio-Aggravante o curador
fiscal da fallencia de Moura & C., aggravado o
juiz. Relator o Sr. conselheiro Queiroz Barros,
Adjuntos os Srs. desembarpdores Buarque Lima
e FiresFerreira. -Negou-se proviment o ag-
gravo contra o voto do Sr. eOQnselheiro relator.
Prorogagio de inventario
Inventariante Sersfim Ignacio Paes Barreto.-
Indeferido-, per falta de .jnsta scausa.
Appellaqeos crimes
Da Gloria do GoitA-Appellante o juizlo, ap.
pellado Moyses Domingos da RessurreiAo. Rela-
tor o Sr. conselheiro Freitas Henriques. Man-
dou-se o reo a novo jury, unanimemente.
De IguarassA-Apmilantes Ludgero Francisco
Cualcante e Antonio Cosme Bezerra, appelada
a justica. Relator o Sr. conselheiro Freitas
Henriques.-Mandou-se o rco a novo jury, una-
nimemenle.
Do Limoeiro-Appellante o juizo, appellado
Ezequiel, escravo de Francisco Gomes de Mourn.
Relator o Sr. enselheiro Freitas Henriques. -
Mandou-se o reo a novo jury, unanimemente.
Do Limoeiro-Appellante o juizo, appellado
Genuino Rodrigues da Cunha. Relator o Sr. con-
selheiro Queiroz Barros. -Mandofi-se o r6o a no-
vo jury, unanimemeate.
PASSAGES
Do Sr. conselheiro Freitas Henriques ao Sr.
conselheiro Monteiro de Andrade :
Appellao5es crimes
Da Camaragibe-Appellante Antonio Luiz de
Almeida, appclHada a justi~a.
De Timbauha-Appellante o promoter, appel-
lado Manoel JosC do Sant'Anna.
De.PAo d'Alho-Appellante Manoel Joaquim
(ldos Santos, appalled a .justita.
Appella3eos civeis
Do Recife-Appellante Bernardina de Senna
de Jesus, atppellados os herdeiros do Jo0io Pedro.
do Mello.
I)De Oliuda Appellante Bartholomneu de Paula
e Mello, appellado o juizo.
Do Palmares-Appellanto L:aurentiino de Bar-
ros Lins, appellado o coronel Thomaz Alvws Ma-
ci-iel.
Ao Sr. descmbargador Pire FPerreira :
Embargos infrinigontes
Do Jaboat'o-Einbarganto o oscravo Antonio,
por seun cirador, emnbargalo o teneute-coronel
Joaquimrn Maximino Pereira Vianna.
0 Sr. conselheiro Araujo Jorge como procurador
da corka e promoter da justica deu parecer nos


De Pedras de Gogo-Appeilante Firmino Dias
'de Araujo, appellada a justiva.
Ao Sr. eonselheiro Freitas Henriques
SDe Timbaubo-Appellante o juizo, appellado
Joao Jos 6 Barbosa.
Do Bonito-Appellante o jaizo, appelldlos Gal-
dito Alvea Baxbosa e Manoel Alveas ,Barbosa.
SDo Buique-Appellante o juizo, appelados Jo-
se Eiufrazio e Benedicto Gomes da Silva.
Ao Sr. conselheire Monteiro de- An**l&-
Do Recife=Appellante o jwiio, apellado Jmos6
Pereiro da Silva.
De PNo de Assucar -Appellants o Juio, appel-
lade Felippe Alves Duarte.
Do Buique-Appollanteojizao, apevladlo Ame-
rico Jos6 de Andrade, conhecido per Matta MN-
Iheres.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros:
De Timbauba-Appellante o juizo, 'appellado
Francisco Paulode Souza.
De Alagoas-Appellante Jos6 Candido do Boiarn
:Fim, appellada a j uatiea.
Do Buiqxe Appellante Manoel Jouquim de
iSaut'Atna, appellada a justi&a.
Ao Sr. desembargador Buarque Liana:
Do Recife-Appellante o juizo, appellado Ar-
t-it. .-..; .. .
SDo Limoeiro Appellaate Manoel. BArbosa de
SOliveira, appellada ajUstiga.
Do Caruara-AppeUllate Laiz de Franca de
Mendonga, conhecido par Carajana, appeUlla a
jnstila. -
Ao Sr. desembargador Toscano Baraeto:
De Camaragibe-Appellante p juizo, appellado
Euthimio Vieira Lima.
De Bom-Jardim -Appellante Manoel Soares dos
Santos, appeliada a justica.
De Area -Appellante Bernardino Francisco de
- Sales, appellada a junstipa.
ApellaSees commerciaes
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros:
Do Recife-Appellante Ax.d Avelino Pereira
a Silva, appellados Machado, Lope*& C.
'Ao Sr. desembargador Buarque Liaia:.
SDo Recife-Appellantes Freire & Bastos, ap-
.pellada a Companhia Indemnisadora.
Appellaoa csivcis
Ao Sr. desembargador Tosaano Barreto:
D)c Camaragibe -- Appellante o jwzo, appellados
SJose Gomes Ribeiro e Trajano Antonio de Mello
senhores dos escravos Jose, Felicidade, Miguel (
Joao.
s Ao.- r. desembargador Oliveira Maciel:
Do Cabo-Appllantoe o Bara-o de'JaboatAo, ap-
- pellado Faustino da Costa, per seu curador.
Encerrou-se a sessio 'As 2 horas e 30 minutom
D da tarde.


PIBLICAGOE A PERI ti

Fallenela Moateiro da Cmwz
1II
Qaejqs Srs. Drs. Gomes Parente e Seabrat, .sofl-
grmi obrigadas em quabitodas as fallencias Aaids
e por haver, nesta cidade, deiois de una certaeor
chapara cd, provami os fctos trazidos a i ,
por mim, e outro0s... e outros...; e mai qu4
isso, a opiniio public indignada .
N'a~ "meno qeof e loUux no e6oA-,d
falleiciCs, um nao brilha sem o outro.
Dii o prinmeb desies senhores, era, todparte,
queocOglamnio!
PorqJa? S6 porque digoa verdade, edefeudoa
me ontra o ass,-lto A mi"Siabola.
Nito oealhum nio meu'n tAo islnhor, nho i"nitQ
Saquelles que, por falta de ddfeza, que possa aft$-


4 i 1


: :: Ixeeio, T ^



aa, a e e tutor de sents irmos, apla'
dos herdeizos do aucisca Thmnazia d
ma heaft CU W6Pero-d CnW
dos on eremsCi pa daft

0 Sr. desembaga4of Otiveira Maeiet eomo pro-
carador oo eorOa ad oc deu parecer na
Appdea$o civel
De Macei6--Appeh1te o jaizo, appellados, M-
noel Januari6 Bezerra e outros.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
conselheiro Freitas eniques
Appellaocs crimes
DeBorburema-Appellaite ,Jolo Baptista de
.Moraes, appellada a justiga.
BDe Olinda -Appellants Ignaoio Mathias Anto-
nio de Souza, appellada a justice.
0O Sr. desembargador Pires Ferreira maudon a
- mes4 a
Appellate commercial
SDo Recife -. Appeflaut* Ignacio Barroso de
SMello, appellada D. Claudina Francisca da Silva
Guimaraes. -
SDILIGENCIAS
Mandou-se ouvir o Dr. enrador geral e ao Sr.
eonselheiro-procurador da orma na
Appe.alEuo civel
De Pio d'Alho-Appellante Caetano Ferreira
Alves, appellado Jose Caraneiro da Mottsa.
Appella 'es crimes
Ds Recife-Appeflante Josd Antonio de Souza,
appellada a jdstie. -
Da Parahyba-Appellante o juia%, appellado
Antonio Candido Vianna.
Corn vista -ao Sr. conselheiro procurador da
coroa e promoter da justiga nos seguintes fei-
tos :
Appella5es ermies
De Saboatio-Appellante Jose Pcdro da Silva,
appellada a justica.
De Palmnares Appellante Jeronymo Pereira
Lennos, appellada a justi"a.
De '4acei6-Appellante Miguel de Araujo Mo-
raes Cahet, appellada a justica.
Da Recife-Appellante Jos6 Antonio de San-
t'Anna, appellada ajustiea.
Dai Parahyba-Appellante o juizo, appellado
Antonio Candido Vianna.
Ordenou-sc diligencias nos seguintes feitos :
Appellacoes civeis
Do Recife-AppIllante JoaIo Marques do Sou-
za, appelrado Joao Goncalves dalSilva Bcir"o.
Da Parahyba Appellante Francisco Gonmes
Marques da Fonseca, appellados Dr. Dario Go-
rues da Silveira e ontros.
Appellacao crime
De Cimbres -Appellante Manoel Rodrigues-dos
Santos Fouseca, apoQllada a justiga.
Corn vista As parties :
AppellaSos cenmmcrciaes
Do Recifo-Appellante Izidoro Bastes de 01i-
veira, appellada D. Januaria Alves Pessoa da
Silva.
Do cRecife-AppelIuites os administradores doa
mnassa fallida de Jos,6 Joaquimn Pereira de Men-
douena, appellado o gerente do New London Brasi-
lian Bank Limited.
Do Recifc-Appellante Antonio Joaquim Cas-
cto, appellado Jo,)o FF'rreiaa da Costa.
DISTRIBUI'ES
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Buarque Lima:
Deo Sauza-lteeorrcnte Ildefonso de Brito Cu-
nriia Souto-Maior, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Do Penedo-Recorrente o jiizo, recorrido Ma-
nioe! )Paulo, valgo Manoel Bregeiro.
Ao Sr. desemb:argador Oliveira MacieI:
D)o Penedo-Roeorrente o juizo. recorrido Ro-
zendo Antonio da Silva.
Ao Sr. desambargator PFires Ferreira:
D)o Camaragibe-RIeorrenteo juizo, recorrido
Mianoel Jos6 de Barros Wmiderley.
Aggravos de peticAo
SAo Sr. desembargador Buarque Lima:
SI)o Reeife-Aggravanto D. Maria Carolina
,Maguoz do Azcvedo Vase-oncellos, aggravados
San;uel Vaz de C:'rvalho (ouitros.
Ao Sr. desembargador roseano Barreto: .
Do Recife-Aggravante D. Vicencno Perp.tua
Fr-irc de Araujo, aggravado o juizo.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maeiel:
1Do Recife-Aggravante Antonio Ign-aeio Pc-
ie-ra Coelho, aggi-avados Dr. Castello Bramco e
Fredorico Chaves. >
Appollae5es crimes
Ao Sr. descmbarrgador Oliveira Macid., :
De Plores -Appellante Francisco Vicente Fer-
reira, appellada a justica.
De S. Jeao--Appcllante Satyro Alves de Abreu,
appellada a justice.
De Born Jardimn-Appellante Soaquim Jose da
Rocha, appellada a jnstisa.
Ao Sr. desembargaidor Pires Ferreirao:
Do Pombal--Appellante o juizo. appellado Jose
Felippe Dantas.
De Bo.n Jardim-Xppellante o juizo, appellado
Gabriel da Silva e Souza.


vim to e o apcrfeigoamentj dos seus productos;
pre eram a umiurh atteacao mais duas causas
ab ivas e pecaliares do nosso mercado, as quaes
mui aggravavam os effeitos das outras, em pro-
veit de p uoos c corn graves prejuizos para os
nos productores, qae, muitas vezes, mat eonse-
gae obter o causto da producoo.
C mpria-me apontal-as, e o fiz corn a maior pru-
den i'iesem o minimo intuito de prejudicar ou
of der a quemn quer que fosse.
A tuella duas causia abusivas eram conhbecidas
e co isitiam: a primeira no monopolio engenho-
sam mte exercido e verificava-se quando o aesu-
car ahia da pra"a pars ser exportado; e a segunm-
da os meios empregados per algunas commissaries
dos productores, em prejuiao dos seus committen-
te, e verificava-se quando o assucar entrava na
pri a para ser vendido aos armazenarios.
ractando eu de expor, na justificagio do allu-
did projeeto de receita provincial, esta segunda
caa, pergunto:
S e que termos, mnais isentos de allusues pes-
s, odia eu usar x.O traeho trasripto polos dig-
nos interpellantea?
I Celaro aincerame4te qne, nem quando eefvr
L aq tia palavraa e nerA agora umesmo, me o -or-
rem on a. que wns w podessem significar os
fac s abusivos, que eu nio podia deiar de refo-
rir, sem a mener Ii d iadivitiualk quern quer
que fosse.
R tAnto na'o fiz, nem fago questao do palavras
qu nao exitarei em aeeitar, eormo propria, qual-
Squar redaceao que mais possa agradar aos illus-
tr cavalleiros que aasigaramr a iaterpellagao,
cotanto 'ue fiunem claros os factors.


gora examinemos o trecho que levantou. a in-
lla9~a.
u dissa: Mattito e muite mais do que o impos-
onspiram contra os nossos productorea os PBaBos
VNcioIriBS que fignram em muitas contas de
da feita AoS ,MAZNzs.taios, et,, etc.
uem nao ve que as palavras--pes convencio-
s-s6 podem ser tomadas em contraposi ao
ref oa reaes ee ffectivos-da venda feits aos ar-
eaarios?
nuem poderA, sene argueia, querer descobrir
quellas palavmras, o propoeito de attrtbuir am
luio entire ag-rns correspondentes e os armase-
'los? \
ois 3Ao 6 clairo quo, mesmo admittido o conluio,
rego assim feito seria o effective e real do con-
cto, e em tal case, somelhante abuse s6 teria o
lificativo de venda fraudulenta e nunca o de
wos covencionaes?
Logo, os 0M Wa c eneiornaes de que fallei, s6
oem sap aqpiell"a quo sao teitos depois da venda
assusa ao aarwazenarios per alguns corres-
Bdei$e que os mandam aos seus committentes.
i sda, mais: inguem ignera que per inter-
dio dos seus. correpondeutes, os produetores
adern o seu assucar aos ar-mazenarios, e que es-
So vendum ra aos exportadicrs per intermedio dos
reotores, sendo Bmuito disticlos estes doas ca-
i de venda, entre si. "
4uem, #As, nao v' c t amiraite que as palavras
quo ufdei-Ivdw 'p ts aoe armasnat'<-s6
sam eumpreds p4a4 oerena esta? vendas,
s que sio fbtas aoJ exPortftdtre-9Y
Logo, 6 intiramente inoexacto que eu ,, na
dIao coba. exSf*ne t 4 eoTrwrvtolia imnmoral entire
correv dsy te 4eas w eftIhmoes de engew oi4"
2M e oiproprieari'made armasens deo asswar., -
Nbo compreheoAdo, pois, o motive que levou ttr-
i armaenarios distitCtos A assignarema inter-
llanco.


a e ba dAe te a. a prida do 4ai-
S* e que ease eseaaftlo -est no dommio u.li-

UNe niimcf,m u fe WrUi.ftel, no con.
f toGentue'o: 004aml & P.rtagal ejaiuz do com-
d o i a e o e um
*r 0o, f:i:doo Siame s, aeo em ira 1lo son
dirigir xpresses evioadw &o cnsolo coito
S osto a. quWU ,o insult, desse direito a
p oalgam ?I
ei,,disse o S\Dr. Gomes Parente, no
n artiguete que escreveu (e antes o nao fizesse)
q do publiquei uma eerie ude 15, nesto Diario,
do o esandlo na fallencia Cruz, vindo
pr var mais uma vez, seus grande conhecimentoo,
e ai uma vez tambem que S. S. e seu eminente
eo oa cram astros de ja yrandeza.
S. depois deste esforVo nad' mai wpreduzio.
2o convinha. Disse l& de si para s8 isto ha de
acibar-se; esquece-se, e eu vou continuando fr
ro m?uossocom os colleges bravi, emquanto Braz
fo thesoureiro.
.izeram nesse negocio, o mesmo que fazeman os
c s que habitat as margem do Nile.
panham, fogem correndoS mas sempre bebendo
a fallencia de Jos6 Gonwalves da Costa sendo
eno eado curador fiscal da massa, o Dr. J. S. Sea-
br sahio se com usa desistencia (para nao dar
lu r a que mais esta vez, fosse confirmado o men
di ) e declinou da honura da nomeasao.
oi nomeado quern? o Dr. Telesphoro... o ho-
me que s6 aehou digne-de advogar a causa do
Isa, por ser ounico debate foro capaz de fazel-o,
o r. feabra.
nem tiver lido o artigo que publicou no JoTnal
do Reife, em 5 de outubro ultimo o honrado Sr.
D Antonio Jose da Costa Recife, endo per epi-
gr phe Fallencia de Mendoua frimo & C., acha-
A a incognita desse avrarnjo hnmral coma, a que
se rofere o citado artigo..
que os advogados del credere, nao se ac:tba-
S Sdizem esses seuhores que calumnio...
ao, nao calurnnio, Sr. Dr. Gomes Parente!
quo, muitas vezes, pretende-se fazer qualquer
o Isa as occulta4, 7 as circuinstancias cercam por
ta f6rma o individuo, que elle com grande diffi-
cu dade sahe do circulo, euja peripheria foi triia-
da por mao desconhecida.
S. S., talento phenomenal, assombroso mesino,
e. material de fallencias, (principalmente), capaz
de eclypsar todos os talentos, passados, presents
e aturos, a excimplo dogigante encantado, das nos-
sa lendas, nunca poderii rounir os niembros. cx-
pa sos, afiin de poder sahir dosse circulo, tracado
po) essay mao dezeonhecida chamunada--opinid& pa-
bli *a-.
8-'icia comnw-rcial ha do bater de enco ,tro a
ei e rochedo, o do soen rasto lodoso, ha dti surgir
ge tz nova, deixando a que passa, coberta de... p6
e chcireada de indefferentismo...
tristo quo a historic dessa gente, so escrevr
e tio poucas palavras !
lcife-abril do 188L.
L. 'i itra.

o admilnistr'ador do Consulado
rovinelal aos seuns Interpel-
mantes
o.Diario de Pernambuco de 25 do corrente
voei uma interpellamao assignada par mais de cin-
co0ita respeitaveis firnas cjmmt:rciaes, 1 min m di-
rigda, na qualidade de administrator do Consu-
lad Provincial e autor dc am project de receita
provincial confecionadu por ordem da Presiden-

4cu.do ao reelamo.
s illastres signatarios, permittam dizer-lhes, na
sai\ interpellaAo revulam demasida suseeptibili-
de qiaaudo protendem descobrir offotnass no tre-
cio quo trauscreveram, corn una ligeira e insig-
nit auto troca do palavras.
aao ha razao para isto.
1 ractndo eu, no project de. receita A que se
ai c, s6mente de questoes do puro interests ge-
rl a providcia, crcio tel-o feito de modo A nao
uar a niigncm o direito dui attribuir-mn intencues
mon s digras ou reprovadas, envolvendo offenias
Scc -tisa. pessocs cm unu assuampto de ordem ex-
Ims vameuto geral.
N 'in era possivel que assign fosse, porque cllas
trio. attingir, do mon4lo mais injusto, a muitos dos
sign tarros quo, conhe9o do porto, e, A respeito dos
qua ciu s6 padia dar testomunho muito hisongei-
r-over sobre a sua escrupulosa honradez eom-
niarorll, quer sobre as distinczas qualidades quo
os ttr'an credores de mnrito respeito e consider-.-
S e minha parte.
Ni o posse, pois, deixar do piotestar, muito -so-
lomn mente, contra a infeliz senao desairosa in-
terp tacibo quo s' procurou dar ao trecho trans-
Tvactando, coma me obrigavam o dever, a ra-
nAO a lealdade, de investigar e apreciar a ques-
t a elceva ao do imposto de exportaqao sobre o
assa cumpria-me oxaminar quakes as ca-usas
quo ollocavam esse principal artigo dao nossa pro-
dacao 0 cm coudicoes de nao poder mais supportar
qual uer eleva'ao do imposto, coma affirmavam
s p' oduetores.
A Cm da grande e vantajosa concorrencia que,
ao n )sao, faz o assucar de outros paizes A par de
ontr s causes conhecidas que prejudicam a nossa
adu tria saccarina, diificultando a seu desenvol-


Chapeos abollelonlstas
Em boa hera lembraram-seo os Srs. Fernandas
Bra.Ln & C., proprietario:i d.i grande fabric a va-
por do elegantes chap6os, costabelecida Ai ruan dc
S. Pedro us. 102 e 194 de iinvontar forma de cha-
peos para lhomens a quo detarn o titulo Abolicio-
nistas.
A procura tern sido extraordinaria, pois, alem
de serem perfeitissimos e de extreme chief, os cha-
pmos tern no centre do forroe os retratos dos benc-
meritos da abolicao.
- Ainda hontem andavam de mio em mao os que
tinham gravatas as physiononiaos de Joss do Pa-
trocinio, Joaquim Nabuco, Jol3,o Clapp e J. F. Ser-
pa Junior e j.i amanh!i mais outros vio ser pos-
tos A venda, trazendo os retratos de Joao Cordeiro,
o presideute da Libertadora' Cearense e os de
seus companheiros Jos6 Theodorico, Antonio Be-
zerra, Antonio Martins, Jos& do Amaral, FreIleri-
co Nascimento o bravo jangadeiro e Jos6 Albano
Filho.
Comprimentamos os dignos, negciantes que as-
sim, propaganda o gcnero em que negociam, eon-
correm para a propaganda de uma idea que se
asylou no coraco de todos os que sentem, por-
que 6 a primeira e mais grandiosa que se tern
agitado nesta patria, digna d4 melhor sorte.
Agora resta que o povo generoso nao deixe ca-
hir o pensamento dos dignos Srs. Fernandes Bra-
ga & C.
(Da Gaseta da Tarde), '


O abolelonlsmo- de deputado
Jos Marlanuno
0 qune de mais bell, mais regular, mais equita-
twivo e mais humanitario podetnos fazer a bemrn da
ssl.i 28. -de *ge tcmamotb-* de lJZii -
Quaes os planes, project, ou qualquer oetra
cousa que se tern imaginado quo nio esteja ligado
aos principals findamentaes deaths. lei?
Em que lei ajustiga se acha tao abracada tno
ligada ao direito de propriedade e que tanto res-
peita as Lets fundAmentaes do Imperio?
Q l& a ahe", maia iiluminadU que ousou des-
trail-a, contestal-a mesmo ?e
0 Sr. deptado Jose, Marianne Carneiro da Cu-
nha? Generoso corailo daliberdade que pede a
liberdade destruindo a liberdade e esbulhanido de
direitos adquiridos os cidadlos que confiavam na
posse de snas propriedades garantidas pela lei
fundamental e outras subsequentes, ate entgao res-
peitadas e observadas ? Podermi fazel-o?
Corn certesa no eoracao doi Sr. Jose M'arianno
nao sobra mais hiumanidade o generosidmade qae no
coraea6 do senhor do escrayo, mas 6 que uma
coma. temos a notar : 0 agricaltor senhlor deo mui-
teos esoravos tern as suas economies de longos
annos e per nito haver outroa bra.os grande part
de suan fortuna e muitos toea ella na existencia
ddesses escravos queo possue ajatorisado por lei, sem
contar que a falta de reflexuQ de uns c a de carac-
ter do outros pretendesse a for-a arrancar-lhc o
fraeto de penosqs e longps tfabalhos em fivor de
quem nenhuma responsabilidade tom perante a
sociedade. }
Nao se'contesta a utilidade do trabalho livre,
mas conta-se os bonds resultados da emancipacao
apressada sem moeios c prec4u,es para esperar os
resultados uteis.
Come cidadito dove o Sr Jos6 %iarianno, que
cumpreo-lhe raspeitar a proprieda4c # ie consider
illegal e maldita para evitar que o pomo mais tarde
qteira exercer a sua sobera~ia fazendo jorrar o
sangue nas pracas publicas, empregar tudo quanto
estiver em si para que de uia ve, se diga o Bra-
sil 6 livre?
S ig.a agora o Sr. Dr. Jos Marianne,. as meda-
Ilhas nao teem reverse.? i.
0 que S. Exe. eapera por um lado noe podera
vir coan mais pecigo pelo oul ro lade?
Quem.pensar madaramen e nia ptbqnrara re-
medio mais benefico ptaa var -a emancipa9ao a
seu term?
Aos aboliionistaas.utsadt, A com asseato -nas
assembl6a legi rtal Bna .;enmpre-lhes dizer :
vamo oeaidar d iAtoswti iL,, zelar o seu faturo
ameaaado, prooeuxraahiio paras o mal que lho
Shavemos J -- a- ,o ns1
Vamos opr-vw*inO ie ehegarmusaofim
de nossa ideo ae a i porn lo tal do capitaes, smu


-' I, '. ( ,


I -'a-


se'ria es amu edo M&cdAMdr. e
positive, quo eu me teria aie o a ella para elu-
cidar o assumpto.
Expliceado assim o men penamento corn rel ito
a una das cases interpoelantel, pasarei expli-
eal-o corn relass a. outZra
Eu oceupei-me exclusivament* de factos e na'o
de pessoas.
E us factor, A que altudi, so tio notorious, que
talvez, nem um s6 dos distinctos signatarios da
interpellaiAo seja capaz de o0 negar convicta-
mente.
Sobre elles, creio, que todos pod rio dar teste-
munho, senio de sciencia propri4 ao menos por os
ter ouvido narrar.
E nerm isto 6 de estranhar; por que tuna classes
numerous, que conta 139 membros, pode bern ter
em seu seio alguns quo nafo sejan bins ou que se-
jam pouco escrupulosos, sem quo V)no procedi-
mento de uns prejudique o borm procedimento dos
ontros ec sem que o pouco escrupulo de uns preju-
dique a several honestidade dos outros,
Sendo assim; C claro que as palavras dc que
usei-alguns correspondentes-n~o se refercm, nem
se podem referir a uma classes Unteira digna, por
certo, da merecida estima e apre~o em que e tida
Logo: aquellas palavras s6 poderao ter sido em-
pregadas por forca da necessidade de compltar
a descripeAo dos factos A qu en alludi, e nunca
para significarem uT-na injuria atirada de modo
vago e indeterminadoa numa classes iut'ira e muitis-
simo respeitavel por todos aquelles do seus mem-
bros que a sabem elevar e honrar.
Log,); nao dirigi a menor offense a ainguem
absolutamente fallando, alludindo a abuses que a
propria cwasse, que se julgou injustamenta offen-
dida, em sua maioria no pode deixar de reconhe-
cer e deve profligar por bemrn dos seusi merecidos
credits.
Estabelecamos a questiiAo em precisos terms :
Existem ou nalo cxistem os abuses a que alludi?
Se existed, nao offendi, nern podia offender, A
ninguem, dizendo uma verdade ; e, eutto,-'a mi-
nha franqueza, se nao merece louvor, nto pode ser
censuravel, repito."
E, so nao existem, apesar do testemunho que te-
nho ouvido de alguns nmcmnbros da propria classes c
de grande numero do productores, cntao: o mcio de
confundir-ome perante a opini.io public, naio
pretenuler-se compellir-me .L dc-'traoes on rcvcla-
cues odiosas, que nenhuin homnrn sensato so pres-
ta A fazer sea motive, para illudir-se a questao
dos factos; deilocando-a do trreno calmo ila: jus-
tis apreciauies, para o terreno lodoso v '"c,'o-o
dhs iniividnalidades e isto sem o menor proveito
para os credits doa classes e pair0 o descobrinmento
dai verdade.
Em tal caso, o meio maisL seouro de esmagar-
mne, aconaelhado pla b6a ra'ib, era u:n protest
unanime, ond cada ntim asseverasso por si, e por
todos, quoe os t:acs abuses 1 io tinhanm existencia
real, para qioe esse protesto fosse julgado Afinal
por todos o. prodluctores de assucar.
E, por que nio foi prcferido este alvitre ?
4Nto sci. Creio, porn, que o nivelamennto nlo
podia ser agradavel nem lisonwciro a to(dos aquel-
les que saihemrn honrar a classes a (uee pertenceimn.
Em concliusaio direi que: escrevendo aquellax;
pailavra.s que forarn transcriptas, e que mantenhio
como as scrsrvi; fil-o na honrosa supposiqao de
lque, sudo a eonsciencia d( eada uin o aiulhor juiz
dos seuis proprios actos, aquelles que bam proce-
lem ijAo se onomrnmiodariam winem 'c lovev ; por qu'
veriaun, somcate, na publlicidade dos factos, tin
incentive para quo os produectores de as.uear se-
parassem ojoioddo tri.go; e aquelles que nio pro-
ceden do modo irreprehensivo-i, sem razao para
,lot.-tar-me p)or dizOr tuna verdIloI e sem a morewr
alus.o pessoal, procurariam eorrigir-se, comn o q,1
lucraria a elasse c rmut mais os proluctores ,lo
assucaur.
Corn a interpretarao authet'iitc. quo acabo d(c
dar a aquillo que escrevi, cre'io il fiGcarto satils-
fiitos todos os cavalheiros que me interpellaram,
applanudinuJo ,a firm resolumo em que esto,)t10 d
naLo aceitar discusses no terrono odiento das per-
sonalidadcs onde 6 impossivel apurar-se a verdado
dos factos, unici cousa quo se achae cm questaio.
'Em homenagem a tGo dignos intcrpellantes, cum-
pro-me deelarar-lhes que estou,'ssuas ordens olico
A espera da detidi analyse prornettida a'o meu ht-
mielde projecfo de receita prornncial, certo do que
qualquer dos destinctos signatarios da interpella-
;Ta) nao duvidara, assignar os artigos analytic s,
pois nao ousmarei suspeitar, nem de level, que tao
nobres c distinetos cavalhorros commetam a inde-
lieadczt de pretender obrigar-me a discutir corn
anonyimos sem critcrio.
Recife, 27 de abril dc 18S4.
irancisco Am,,nthas de Carvalho Moura.


E atssimn, nea boan pai, cortoa-tc a existencia !
M';s Dens, Ente Supremno d& cletnemrzia
JIc'cebabi-tet no Lar,
Legando a teu filho i:conaolavel,
A certeza do um giso inasondavel
Quo l'a tens a gozar.
2S--4 -,S4
Edtardo Goncmalve.


CineoChagas
DE

Deus losso Seihor

Jesus Clhristo
Cdi'wuuaca' do uns. 78, 84, 85, .3 .f5 e .97
do Ditrio, pra teriinutr corn a Fazonda,
Xacaon* 0,0//s neyocios.
EstA clareando o di a Exm. Sr. presi-
dente 4a Junta Coummercial, you. continual
a exp)or-lhe a mocmoravel certidaio. Diz o
escrivao :

Antonio Fraucisco Corga, comminerciante
matriculado polo Moretissimno Tribunu do
Comnnmercio desta cidade.
Pela presented constitao meu bsstante
procurador e advogado o Sr. Dr. Jose
Joaquimn Seabra, aiium de requerer perante
o hlm. Sr. Dr. juiz de direito especial do
commnercio a jus:ificaa'o dos credits pue
INDVIDtL':LMENTE possuia, e bemrn Assim
tambem os da firma social COUGA *FIGUEI-
REIDO & C.a, at6 o tim do mez de agosto
de 1880, em que LIhes foramn feitas as ap-
prehenues de contrabando em flagrante, e
justificar tambem a perda dos indicados
credits depots das referidas apprehen-
sOes feitas palos empregados fiseaes
subalternos da Fazenda Nacional ; ofere-
cendo para tal fim testemunhas idoneas ,4cde
profissaio commercial, que jurem e seiam
interrogadas perante o mesmo Sr. Dr. juiz
do conmmercio, concodendo o constitainte
ao indicado procu ador e advogado todos
os poderes que om direito ihe assistem
para o fim determinado, e substabelecer os
poderes da present em pessoa de sua con-
fiansa.
Recife, 22 do setembro de 1881.
Antonio Francisco Corga.


HIm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direitor es-
pecial da vara do commercio.
Diz Antonio Francisco Corga, negocian-
to estabelecido nesta praja que tendo de
proper uma aceao 4 Fazenda Nacional,
pelo. prfjnis( qube so aea co' as appre-
hensoes illegals e "ii^s a que a Al-
fandega desMt prouni pitdeeu em em-
barnaoms er:ri^ctiwK er'.emeinetos er-
tencentes ao suxp *et sae agosto do an-
no proximo passado, sob o futil e pueril
pretexto de um phantastico contrabando,
infruignado todos os preceitos legaes e corn
formal desprezo do regulamento da Alfaa-
dega, e como quer quo seja mister justi-
ficar e demonstrar que semelhantes appre-
hens(es fizeram (alm de outros muitos
prejuizos pelos quaes em tempo tambem
prots-tira o uupplieante) desapparecer o
immense credit de que gozava a casa
commercial do supplicante, d- modo a fi-
car arrainado o erediloa que C a alma das
lronsacoees commerciaes., indispensavel a
estas transac93es, capital emfuin, vep- O
supplicants requerer a V. Exc. dif
mandar intimar, para dia e hora re w V
Exc. dignar-se designer, aos segrifntes ne-
gociantes e pessoas acimna de to-'da a exce-
peao, afinn do quo sob juranr euto, digam
sore o facto das alludidas m.ppeehens-es e
suas pemiciosas e desastrrsas, Cbnsequen-
cias para o supplicate.
1.o Louvel J. MUi-4yn- ENTE DO EN-
GLISH BANK 01P (IO DE JANRIP.O.
2.0 Commendador Joaqui), Fdlippe da
Costa.
2.o Barao da Soledade.
4.* Antonio Joaquim Gonqales Fraga.
5.o Henr'quc, Manoel da Silva.
6. Antonio Guilhermino dos Santos.
7,o Tlomaz Times.
8.' Antonio C adlos eeirtL da Silva,
INTERPEETm JURAMINWMO;,f DO COMM"IRCIC,
represeentauto d4aca.+datH.Brt1o & C.
Correctores: '
9.o Antonio Leooardo Rodrig9es. +
10.o MX,%,d JlsJ da Motta.
11.0 Carlos E. Ridl.


in -
i n-;,
in -


laboriosas sem. que a corrupo e o ro bor* sL 0
espeetacul coqatante a eoptemplkr.
A lei de. 2 8 de setembro previne profundamente
estes males quado aeoela a locaeo de servi-
os garantidos por lei especial, os services das so-
ciedades humanitarias e. a concesseo de, loterias
pam easse fia.
Np o ha um s6 possuidor de esczavos que- se op.
ponha a liberdade delles coa preuio de 50 a
60 0/.; mais o que se nao quer 6 ouvir dizer qw
o povo exerterA sua soberania em tal caso, porque
seria dizer : eu vos aconselho homes do povo que
vos aposseis da fortune alheia mataudo c sa-
queando ao cidadMo pacific' e prestimoso.
Acredito que niLo tcrei de ver e ouvir tanto.
i S r. Jose Marianno comeea a entrar na idade
da reflexao, forqa esmagadora do enthusiasmo hu-
mnano : 0 que agora se apresenta- aos olhos do Sr.
Dr, Jos6 Marimanno pintado corn cores carregadas
ainda obedecendo a aeaio do tempo se Ihe apre-
SsentarA mais tarde nublado, pallido e frio como a
*sombra da miseria.
Cuidai da liberdade, senl ores, Dens vos aben-
qoar4 !...
Nao garantir a paz, a tranquihlidade, a proprie.
dade e o trabalho, o mesmo Senhor vos amaldi-
coara.
Ati outra vez.
0 Caneea.
(Do Jornal do Recife).

Lagrima"

A' IMMOXREDOURA MEMORITA DE MEUI PRESADO PAI JOA(
GREGORIO GONUALVES, NO TRIGESIMO DIA DO SEU
PRANTADO FALLECIMENTO.
E assiml oh! men Deus, e condolente
Vetr ina loasa cahir inertemente
Um pai idclatrado n

CANDID T. DOS RMEIS.

Morte tragi-fatal ide;i que at rra !
Crusando mnagestosa a vastidAo da terra
Sea nada respeitar;
l)esprrsando da viuva o pranto amargurado,
Rwubando umn pai-e-xcmplo aj filho idolatrado,
Em constant ceifar!

Nalda lh'importa :, Virtude, amrnor, talento, '
Tudo rcduz a ) p6, destroya n'un miomeiito
Sem d6, serm compaixao!
Neom do rico o explendor da opuleneia,
Nerm do pobre mendigo a inidigencia
Lhc merce p'rdao!
i-V
E mareha sempre! 6 e ste o !su fadario !
Segindo sobraneeira o fcmro itenerario
No traJcto fatal,
i)eeepa agora usaa vida apreciadft,
C oponta nos depots a front irregelada
Ao oseulo final!


I s


IM

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I














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r D..- omo tot'. m
IN r jMMradordwwwd a-
A & j o GinAo,' derigne o
2" de aetemb~rO de 1881.-M

A' Ernosto Silva.


e. A

ZaJ&B m Y~s FnfreiPereira da
maglo do 96. Salva. Esorivl ao iniAt o scievn.
senda N io DnJoJi..er
dia. Recife, C l rdo Aiede.
fontenegro. x Dr, JO'Joaquim Seabra.


Oliveira.


1^ Designo o dia 26 do corrente as 11 ho-
ras da manhi na sala das audiencias.
Recife, 23 de setembro de 1881. .
0 escrivioo interino,
Vicente Machado Freire Pereira da Silvva.


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de comprar mercadorias, sendo que tern
vendido mercadoriMa d'essa easa.


Certifico que citei-Thomaiz Times, An-
tdnio Guilhermino dos Santos, Miguel Jo-
se6 da Motts, Barao da Soledade, common-
dador Joaquim Felippe da Costa, Antonio
Carlos Ferreira da Silva, Antonio Joaquim
Gonvalves Fraga, Henrique Manoel da
Silva, Antonio Leonardo Rodrigues, Carlos
Eduardo Ridel, Louvel J. Meillins, cm suns
proprias pessoas pars todo o couteudo da
petivlo e despacho rectro, do que ficaramu
entendidos.-Em f6 de verdade.
Recife, 23 de setembro de 1881.
0 official do juizo,
Antonio Aflimso de Albuqu.,-que Mdluo.

Certifico mais quo citei o Dr. procura-
dor fiscal, Henrique do1 Rgo Barros, per
todo o conteudo da petiqAo, do que ficou
sciente.--Recife, 24 do setembro de 181.
Em f6 de verdade..
) official do juizo,
Aitunoio Aff-n.so de Albuquerq,': MJllu.

Nada tem o representante da Fazenda
que ver corn o que pretend o supplicante;
ainda quando a Fazenda tivesse interesse,
embora remote, cstando a questilo aftfeeta
A autoridade administrative competeute,
devem perantc ella os interessados, que se
julgarem prejudicados deluzirem seu di-
reito, sendo a inda na tela judicial incon-
petente o foro commercial para as ques-
toes qae, direct ou indiroctamente atfec-
tam a Fazenda Naciodal.
Recite, 24 de setombro de 1881.
H. do Rego Barros,

Aos 26 de setembro de 1881 nests sala
-das audiencias, onde se achava o Dr. Tho-
maz Garcez Paranhos Montenegro, juiz
de direito especial do commercio, ahi com-
pareeram as testemunhas iafras que sen-
do juramentadas foram inqueridas pelo
Dr. Jos6 Joaquim Seabra.-Eu, Vicente
Machado Freire Pereira da Silva. -Escri-
vao interino o escrivi.

1" TESTEMUNHA
Carlos Eduardo Riodel, branco, casado,
idade de 49 annos, natural do Rio de Ja-
neiro, resident nesta cidade do Recife,
onde nests praa 6 corrector geral, teste-
munha juraada aos Santos Evangelhos
promettendo dizer a verdadc do quo
soubesse e Ihe fosse perguntado, aos cos-
tumes disse nada, e sendo inquerido acer-
ca da petiaoe do justificante quo Ihe foi
lida :
Responded que na 6poca das apprehenskes
4feitas pela Alfandega, nDo se achava nes-
ta cidade, siem na corte, que portanto nAo
tendo lido o process, nio p6de former
um juizo seguro Accrca da questlo.
Perguntada se tendo side guarda-m6r,
chefoe de sec9o e servido algumas vezes
de inspector da Alfandega; se alguma vez
encontroa a casa de Corga em fraude para
-mm a Fazenda Nacional.
Respondeu que nbo, sendo que essa casa
-ra uma das maiores contribuintes da fa-
zenda, fazendo sempre pontualmente scus
pagamentos, disse mais que come correc-
foi procurado em julho do corrente an-
no pelo justificante para ver quem dava
aqui a quantia de 2:000#0O para rece-
'bel-a na Bahia, visto have n'eosa praga
tua casa a quem elle Corga havia remet
tldo mercadonras e que vendidas deram esse
product, que elle testemunha dirigio-se
so New London ted e que o gerente d'este banco respon-
deu-lhe que nao havia duvida se porven-
tura essa quantia fosse previamente reco-
Ihida ao banco na Bahla; resoluc.o esta
que participou ao Corga, que respondeu-
Ie nato precisasva mais.
Perguntado se sabe que a casa commnr-
oial do justificanto esot desacreditada ?
Respondeu quo nao pode dar resposta
definitiva, porque na qualidade& do correc-
tor nunca foi encarregado polo justificante


este em que se firma corn a testemunha o
o advogado do justificante.
Eu Vicente Machado Freire Pereira da
Silva-Escrivo. interino o escrevi
Montenegrol
Thonvaz Times.
Dr. Josd Joaquim Seabra.

4' TESTEMUNHA
DoLaentes 117 a F. O. Torres.
Fumo I f rdo A ordem.
Milho 1,000 soccos a Amorim Irmaos & C.

Vapor national Ceard, entrado dos portos do
sul na mesma data, e consignado a Bernardino
Pontual, manifesto:
Cigarro 10 barricau a H. Nuesch & C. Cha-
pho1 caixa a J.'Christiani & C. Caf6 105 sac-
co a Paiva Valente & C, 200 a Manoel dos San-
tos Araujo, 422 a Antonio Lourenro & C., 380 a
Domingo. Cruz & C., 60 a JosA Josquim Alves &
C., 57 a Domingos Arlves Matheus, 129 a Joao V.
Airves Matheus & 0,170 aFernandes & IrmAo, 154
A ordem, 100 a Fraga Rocha & C., 70 a Domin-
gos Ferreira da Silva & C., 131 a Manoel F. da
Cost Ribeiro 20 a F. F. de Saboia, 10 a Paulo
Jose Arlves, 780 a Pereira Carnmeiro & C. Cala-
dos 2 caixas a Mendes Junior & C. Came 50 far-
dos a Fraga Rocha & C., 30 a Paiva Valente &
C., 50 a JosA P. Botelho.
Fumo 6 volumes a Baltar Irmaos & C., 2 a J.
P. Pontes, 70 a Joae Victor Avires Matheus & C.,
2 a Sodrd da Motta & Filho, 10 a Esnaty Rodri-
gues & C. Feijao 206 saecos a Antonio da Silva
Pontes Guimares. Farinha 5 caixas a Bour-
gard & C.
Livros 2 caixss ao inspector da Alfandega.
Velms 20 volumes A ordem.
Panno de algodlo 36 fardo. a Machado & Pe-
reira, 15 a Luiz Antonio Siqueira, 10 a Rodrigo
de Carvalho. Cg da Ba
SCarga da Bahia
Charutos 4 caixas a Bpurgird & C., 3 a Rodri-
gues de Faria & C., 3 a J. P. Pontes.
Fio de algodo 53 saccos a Jobo Francisco Lei-
te, 30 a H. Burle'& C. Famo 4 caixu a Bour-
gsard & C.
Panno de algodio 30 fardoes a Machado & Pe-
reira, 50 a Luiz Antonio Siqueira.


DESPACHOS DE EXPORTAQIO
Em 26 de ar d o1884
rara-.* eeyfeor
No vapor s-i Wrrior, Wa
Pars Livwpol5. BroMer h0. 141 -sws
oon a-,SSW kadoscfltabM J H.EL Boxwi 18B
I u M ift alma l J1c warr eu
Pan QW4 &&^ aCog 589 "a"o
om SIAIk* #ide ; ,a:o
mee -a 80 dit *e idd.'



1 -
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A -, $ # -,-' f X*
;., -. ., ,,, t: ,


As trees horas da tarde
CotaGfto official
Cambio sobre Londres. 90 djv. 20 3[4 d. por 15,
do banco.
Dito sobre dito, Avista, 20 1l2 d. per I000, do
bsaneo.
Cambio sobre Paris, 90 dwv. 460 rs. o franco, do
banco.
'dAita sebre dito, Avista, 465 rs. o franco, do banco
Cambio sobre Hamburgo, Avista, 576 rs. por R.
XL, do banco.
F. J. de Olivira Rodrigus,
President.
A. J. de Amorim Junior,
Secretario.

RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez de abril de 1884
GeAaMLGA.De 1 a 26 1,015:0074143
Idem de 28 29:1205065
1,044:1275208

tlmn -oe 1 a 26 51:218A519
Idem do 28 8:732;434
54:9505953
.JosuLAmO psomcusa-De 1 a 26 81:732183
Idem de 28 5:975A891
87:7085024


Ruaci DiuAosAe-Do I a 26
Idenm de 28


' 8:2465978
485A406
8:7321384


,DESPACHOS iD IMPODTAt '
Vq& uaioaa &. Irwoo, entrao pw-



A~- IRm" 'bo s& C.
S~i&aT ^^ *9-


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2.a TESTEMUNHA
Antonio Joaquiin Gouigalves Fraga, ca-
sado, idado 48 annos, natural de Portugal,
resident nesta cidade, onde vive do nego-
cio, testumanhajurada aos Santos Evan-
gelhos, promettendo dizer a veadade do
quo soubesse e Iho fosso porgunthdo, aos
costumes disse nada.
Perguntado so antes das appreheusoes
fei'.as pela alfandega d'esta eldado em cin-
barcag5es ui moreadorias pertcneeates aw;
justificante, este tinha ou n.o mnuito cre-
dito, naio s6 f u'csta praga, como nas de Eu
ropa e Estados Unidos :
Respondcu que tinha muito credit, p,)-
dendo levantar capitals nao s6 ou uinw.
mas cm divorsas pragas, superior do tr a a
quatro mil cont-,s de reis.
Pcrguntadu so esso mesrmo credito'sub-
sistio e continaia a subsistir depois das ap-
prehenses tfeitas pela alftibleg.i?
Respondcun que desa-ppareuen co:upl'.t.Li-
mente, porqut cio tostefuniuhlia to0 inter-
vindo cm negocios dojustiticante, para quo
sejain os conlie;ioentos catr-gqes aos jits-
titicante, quo antes das apprehens&es all.
didas estes cheimeuntos viihau direct
mente, mas que depois d'ellas, vinhimu a
umr tereiro neg'wiante c n ordemi dc en-
tregar ao justifieante logo qc11 entire coin o
dinheiro, o q-.e importa a talty, de confi.to-
Va e do credit que merece o ju.dtifianto,
em consequencia da imputag.lo quo so Ih1
faz de contrabantista.
Perguntada porque riazio tendo soffrido
essa doprocia Ito cousideravel de crelito,
todavia o justificaute unito falliti?
Rospodeu ,(lio de priincmira intu:-1-
que se assimu ua'succedeu, e por tor capital
sufficient pia. provenir somilliante c:atas-
trophe.
Perguntado so a caisa Corga, F'ig-'irc'lo
& C., passa pur contrabandista'
Rcspondeu quo nunca presenciou e neCin
tcvo inoticia de que passasse contraband,
e quanto ao quo dizem agora nada pode af-
firmar.
Nada mais disse uein lhe foi porgunta-
do, e dando o juiz por findo este depoimnen-
te, mandou lavrar o present cm qse se
firmnou coin a testemunha e advog.do pro-
sente. Eu Vicentei Machado Freire Pertel-
ra da Silva -Escrivio interior escrevi
Montenegro.
Antonio Joaqunim Gonqalves Fraga.
Dr. Jose Joaqinm Seabra.
3' TESTEMUNHA
Thomaz Times, branco, casado; idladc
52 annos, natural desta provincia, residen-
te nesta cidade ondo e negociante, testemu-
nha jurada aos Santos Evangelhos pro-
metteu dizer a verdade do que soubesse c
Iho fosse porguntado.
Perguntado desde quando conhece An-
tonio Francisco Corga:
Responded, que desdo que vcio de Por-
tugal, como caixeiro, muito economzico e
trabalhador, tendo comeuado a corninorciar
corn pouco capital, adquerido pelo sea atu-
radotrabalho que concorreu e servia p ira
que o justifiaente couseguisse fundar uina
casa commercial solida e forte.
Perguntado se inda hoje goza a casa
Corga do mesmo credit e pode ser coasi-
dorada como casa forte ?
Respondeu que nuao, por quanto depois
das apprehen90es fit..s pela Alfandega
desta cidade cm ombarcagos c respectivos
carrogamentos, pertencentes ao dito Corga,
muito abalado ficou o credit deste, e isto
sabe por ouvir dizer e ter como ceorto, por.
quanto passando a casa agora como contra-
bandista, os seus correspondents cessa-
ram suas remessas, e aquelihs que continua-
ram form remettondo os respectivos co-
nhecimentos, nao ao proprio Corga, mas a
teroeira pessoa encarregada de ontregal-os
recebendo dinheiro; isto prora o desappa-
recimento do credito e a pouca confianva
que merece rjustificante depois d'aquel-
Ins apprehencoes.
Nada mats ihe foi perguntado: pelo que

dando o juisporfindo odepoimento mandou


Montenegro
Heanrique Manad da S'ilva
Dr. Josd Joaqptim Seabra
6.' TESTEMUNHA.
Barlo da Soledade, branch, casado, ida-
do 40 annos, natural d'esta provincial,
resident n'esta cidade e commerciantema
triculado, testeminunha jurada sos Santos
Evangelhos, promettendo dizer a verdade
do que soubesse e Ihe fosse perguntado,
aos costumes disse nada.
Perguntada se conhece Antonio Fran-
cisco Corga, e se sabe se sua casa gozava
dc credit n'esta praga e nas cstrangeiras.
Respondcu que o conhocia de muito tem-
po, negociando sonp're corn miito credit
e em grande escala.
Perguntada so ainda subsiste este cre-
dito ?
Respondeu que nao, porquanto muito
depreciado ficou seu credit em conse-
quencia das apprehensoes de contrabando


No lIigar inglez flora, carregou :
Para New-York, J. 8. Loyo & Filho 1,218
saccos corn 91,350 kilos de asesucar mascavado.
Na bares national D. Clara, carregon :
Parsa LiUsboa, T. de Asvedo 12 saccos corn 900
kilos do assucar branch.
Para fiterflIor
No patacho national D. Franciso, carre-
goa :
Para o Rio Grandc do Sil, Amorim Irmlos &
C. 70 pipas eom 35,600 litros de aguardente.
SNa esenuna portugue Voladares, carregou :
Par a Porto-Agnre, Amonrim Irmaos & C. 10
pipas cern 4,800 Ihro de aurdente.
No ptseho aUemo NauiuS, carregon:
Paras orio de Janeiro, H. Lnndgrin & V. 5,000
cocos fraeta.
No vapor national Ceard, carregou :
Parm Manios, J. L. da Silva lb1 barricas corn
610 kilos de aamucar branco.
Pars o Para, J. L da Silva 25 barricas corn
1,100 kilos de assuear branco ; V. d4a Silveirs 130
ditas corn 8,295 ditos de dito.
Para o Ceark, Bartholomeu & C. 6 lotas corn
oleo de necino ; B. Oliveira & C. 400 saccos corn
farinha de mandioca.
Na bareaa Espadarte. carregou:
Pars Parahyba, Costa Rego 1 caixa corn 120
kilos de doce.


MOVIMENTO DO PORTO
Navioe.entrados no dia 27
Rio de Janeiro e escalas-6 1/2 dias Apor na.-
cional Ceard, de 1,999 toneladas, commandants
Guilherme Jos6 Pacheoo, equipag 609, carga
varies genarom; aBemnrdino Po.tuaL
Bahia e escalaa-8 din, vapor naedaal S. -raa-
cisoo, de 882 tondads., osmandante Jeronymo
Jos6 Telles, equipf 80' -UgA varil gene.
rox; i Compaihilw nu! iacFa
LiIvemrol e ecala--lS "dim%, Vapor 4=z Cotr!
.di de 1,791 tonadil,anu nte Do.-
Grehy, eqpagem 71, cam1 vaias# gaeos,
& Wilson Saris I C.
&akibato9aan~d~ .
BMom-Ayes e ecslai.- tingle. Cordnllert,

We.t- I.diea-Patselao a$.x oQldd, ispith t

S' ,. 1.
e(I .imoOtb fto aie ge



A.r
-'. '
,c ., *. : ", :
.. .* ,, .. .4 '. -. T- :


o .


provinoia, ov* resMde _Mta eiM 'e
negociance zqtrIculg tutuini .Jn-
a aos Spitos Rvwgflwloa, \porettm 4i-
zer a verdade do qu o wubeaee Ihe fosse
perguntado, aos custumee di&se n.ada.
Perguntado s s abe qua a Alfandega
dosta eidade apprehenmw sob ,pretexto
do contrabaaido, em ago"to do anne proxi-
mo pam.ado, embarcagoes e corregamentos
portoncentes ao justificanteo$
R3spondeu, que sabe por ser negociante
nesta praca.
Perguntado so antes destas apprehen-
90es o justificante gozava credit nesta
praca, nas do Europa o dos Estados Uni-
dos ?
Re.,pondcu que gozava de muito crodi-
to, podendo levantar capitals considera-
veis.
Pt'erguntado se depois d'aqucllas appre-
lie uk>. 1s o justificante coutinuou a gozar os
muesmos credits?
R 'spondeau queo depois d'aquellas appre-
hli2ac')es o credit do justifi aute desappa-
rec.:;t completamente, send, que ainda
c.itintam a cominmerciar e jA nato fallio, por
caus.t dos haveres do justificante.
N:LlIa mais disse o nein lhio foi pergih-
tAd'l, dando ojuiz por find oste depoimen-
to m:indou lavrar esteo em quo firmna coin a
tustriuunha e o advogado present.
E i Vl'Tr,:nte Miachql, Fr1'ire' Peric', dIn
.b'lv 1. Escrivao interino o escrevi.
.1i'.,tey-gro.
.tAtfonio Guilhkrimn,, dos ,SaIntos.
Dr. Jos8 Joaquila Seabra.

As..-sentada. Aos 29 de setombro de 1881,
n dat das audiencias onule so aehava o
Dr. Thiomaz Giarcez Piranhos Monte-une-
gro, juiz de lireito especialdo coinmercio,
ahli compar.eeram as testeniuuhlias infras,
,qu sondo jurament:tdas palo juiz, form
iimluaeridas pelo Dr. Jose Joaquimn Scabra.
Eu Viceto Machado Freire Pereira ida
Silva escrivaio interino o eseravi.
).' TESTEMI'NIA.
Hunrique M3anoel da Silva, branco, c:L-
sado, idade 52 anno;, natural do Portug.al
c r-sldente u'esta cidalo, oudo vive do s"r
c:uix-siro, t stcinunhlia jurida aos Santos E-
vangollhos promettendo dizer a vrdado do
que soubesse e Ihe fosse perguntado, aos
costumes disso nada.
Prguntada so conhe Antonio Francis-
co Corga, desde quando c em que condi-
<;ao :
R3spondeu quo o conhec. A imuito tem-
po, desde que para aqui vcio como caxei-
ro, conseguindo depois pela sua dedica9gao
ao trabalho e grande conomia, fazer numa
solid casa commercial, ulna das princi-
paes d'esta praga e de grande credit.
Perguntada s& esse credit de que goza-
va a casa Corga subsiste ainda hoje?
Responded que tinha essa casa credit
suficmiente para levantar n'esta praga, e em
olri'as do Jinperio, nas det Europa e Esta-
dbr-Unidos, capitals superiors a quatro
mil contos; quo esse credit desappareceu
completamente oem consquencia das arbi-
trarias apprehens5es feitas nas einbarea-
cols e carregamentos pertencentes ao dito
Corga, em agosto do anno passado pela
Alfandega d'esta cidade.
Porguntada se ja ouviu dizer que as ap-
prehensies a que se reforo forum conse-
qaencias de algmna persegui 'To por jarte4
da Alfandega, c de alguns negociantes
quo queriam competir corn o justiticanto ?
Respondeu que isto 6 public eonotorio,
e a propria Alfandega reconhecoua injus-
tiqa que havns praticado.
Nada mais disse nero iho foi porguntado
e dando o juiz por findo este depoimnento,
maadou lavrar este em que so firma e a
testemunha e advogado. '
Eu Vicenle Mac/zdo Freire Pareira dc
Sil/a., Escrivbo o escrevi.


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Alto-u
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Rio
KoVg-4
tro.
Rio
rio, coi
ros.


Niios entrados no dia 28
ool e escalas-20 dias, vapor ingleo Mer-
i, de 895 toneladas, commandiLnto Ernest
ns, equipagem 28, carga varies generous ,
,Iston Pater & C.
478 dia, bare& allcml Guttemberg, de 677
adas, eapitAo Otto Kuhlbrwnn, equipagem
arga salitre; A ordem.
-29 dis, patacho national Allianxa, Ce
oneladas, capituo Antonio Marcelino Fer-
Dore, equimpagem 9, carga xarque; a Pe-
Carneiro & C.
m-Ayres pela Bahia-35 dias, patacho por-
ez Lidador, de 177 t6neladas, capitao Jos
equipagem 6, carga xarque ; a Francisco
iro Pinto Guimuares.
Navio sahido no memo dia
ar(sem detino)-Vapor inglez Norseman,
rdanate-Lacy, carga apparelhos telegra-
Observagdo
deu do lamarbo para o :
rande do Norte, o patacho norueguense
aao capitao M. S. Christiansem, em las-
le Janeiro o vapor francez Vilt de Vieto-
unadante Fontaine, carg a various gene-

VAPORES ESPERADOS


Co.rites
Miuko\


Avon


da Europa
do sul
maeio -
do sul
do norte
da Europa
Caxias da Bahia
do ul
do Pacifico
4Iosnl
ido Sul
do; Europa
da Europa
da Europa
de New-port-News
do Bl
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'Mm kIP (MAopw Woe pertoncentes
o) feitas pela ifsandega.
Persgutaa porque ainda continue a
ommermiar apesar desse deseredito ?
Repondeu quo jA polos seas funmdos, A
por alguns amigos quo possue, por quanto
a6 assim se explica esteo facto estando e le
peit-do'por todos os lados.
Porguntada se 6 justificante tern inimi-
s na Alfandego e f6ra d'ella ?
Responded queo sim, que os toern n Al-
'andega, e muitos f6ra d'ella, qae muito
al lihe- podom fazer dentro d'ella.
Nada mais disse nem Ihe fbi perguntado
ando ojuiz per findo o depoimento, man-
ou lavrar este em quo se firm corn a tP-s-
emiunha e o adgvogado.
SEu, 1'icente Mla(thdo Frceirc Percirau (t
(7v',, cscrivAto iuterino o escrcvi.
i alontafSii/ro.
l BariAo din 'Soi,:rdde.
i- i ...." I -........ :... '.. /...


Nazareth


t Ui'. joie.i _jou .(tqtU111 3r:t(I// u.


Na-o quero quo V. Exc. so fatique hojo
iais, amanhi de manh' analysarA o quo
izjn o restante das testemuinhas,--EXCElP
LIANDO 0 SR. LOUVEL MEILLINs, (GERENTE
B BANCO, PORQUE SEGIIO N'ESiTE MESMO
[A PARA 0() RIO DE JANEIRO.
A senteona tern uns cons'derandos Exm.
r. I: PROPRIA DE HOMES QUL'E MEDIT.Xl.
(Conftinuarei s ,In dcicwreu'v).
Recife, 28 de abril de 1884.
Antonio Francisco Corja.


Prowrosso ga -mgita
Vinho deijuruibeba prdlista iarolpe it-
a bo.u dejurabeba1) p efuU-4a Li'jr anti-pso-
r co de Mendcs contract a syphilis ,-a qv/t1u-
q( ar gado--Oleo calntite d, .S. Lirlos do
i/sthal para use interno e externo, coatra
t Ias as does, e os acreditados e procura-
il s P,-s ante-heworrhoidna'ios ; todos est-'s
TNedicamientos soe approvados pela Exmi.
J :ita de Hygiene do Rio de Janeiro.

-os Mrs. medicos e ao public
P-'I RECER DA EXMA. JUNTA DE HYGIENE DO
,RIO DE JANEIRO
O(s proparados do,) Sr. Luiz Carlos d,:.
A ruda Mendes s)o siiuilarn.-i do t.in-
p) outros que sao geralmente reconhlic-
ciJ os, receitados e nao encerram prin-
ci ios nocivos que os condcmnneiu na pra-
tic medical, poaendo scr utilisados coino a
quiles nos mesmos cases, masnaoconsti
tat m novidade alguma a na'o ser que na sun
prK parao entrem quasi oxclusivamente
pn utas do paiz, cujas qualidades eli pode
i oLhor verificar e garantir do que empre
gai do products importados do ostrangeiro.
unta central de hygiene publics, em
21 de Maio do 1883. 0 president inta-
rin Dr. Jose Benicio de Abreu.
DEPOSIT
cife, na pharmacia dos Srs. Gracilia-
no artins & C.
venda em todas as boas pharmacies
do mperio, e deposit na drogaria de Sil-
va homess & C., A run de S. Pedro n. 24.
E ontinuam todos os outros deposits jA
anuunciados.

D Jornal do Commercio de 19
abril
NEQOCLOS DE FERNAMBUCO
SBrasil em tudo o que escreve a respei-
441 Pernambuco, mostra-se de urma igno-
ftia' e paixso lamentaveis.
S seu numero de hontem consider em
muas condi98es a seguranca de vida e pro-
pri ade naquella provincial, quando 6 cer-
to d que ella nunca gozou de mais socego
e tr quillidade.
A ribue aos dignos president e chefe de
poll ia da provincia, falta de prcstigio e
for moral para bern dirigirem os seus
neo ios, soendo reconhecido all que essas
auto dades ternm attendido a todas as suas
nece sidades, e gozam da maiar cjnside-
r que se p6de desejar.
L 9a sobre o diasticto coronetol Thomaz
do 0quino Cavalcante, legitima influencia
d ,o nanca do Buique os mais felos bal-
doe E, entretanto, cste prestimoso cida-
die menocodor de maior gratidbo do s3u
'mz, porque ao seu servico tern encanoei-
dO o aumido use pequena fortune, som
eutn intuito al6m do de recommendar-se
a ea ma do seus concidadoas.
eaudo tio distiucto cavalheiro, o
B-as I sontio agugad.o o appetite cleitoral
phrqie no distretc cm que nrside aquellh
cidadJflo e onde exsrce indisputavel influen-
cia, 4dquirida pola sua abnegacao e pres
timo dade, dave proccder-se brebemente
a um eleicgo para prehenchimonto da va-
gui q 4o na Camara dos Deputaaos abrio e
to passamento do illustre deputado
Dr. oirafico.


(Do Binocalo de 26 de abril.)

Especialidade
Par os que soffrem dores de cabega, roncos de
ouvidos, atordoasoes, eocurecimenuto da vista, fas-
tio sem saber a causa, does' de estomago e dos
intestines : do quadril e do mal de escandeseencia
ou hemorrhoids, que 6 a causa de todos estes e
outros soffrimentos, que affligem e martyrisam a
humanidade, basta usar dos p6s ante-hemorrhoi-
darios do Dr. C. Fleischemann, especialidade que
desde 1870, 4 feita e usada.
S86 depois de centenares de boas curas 6 que foi
sujeito ao exame da Erma. Junta de Hygiene do
Rio de Janeiro, que approvou! estes p6s ante-he-
morrhoidarios, que 4 uma combinagio de medica-
mentos innocents e de born gopto. -
Cada vidro tern o sen directorio assignado pelo
proprio e unico mauipulador Euiz Carlos de Ar-
ruda Mendes, que obteve a sancvo imperial em
favor de seu preparado.
Depositaries em S. Paulo, Lebre Irmuos & Sam-
paio.
Rio de Janeiro, Silva Gomes & C.
Cidade do Recife na Pharridacia'de Graciliano
Martins & C.
Preto de cada firaeo 11000


Eingemho mSasta Rita do Cabo
Tendo por este Diarie, em 8 lo corrente, con-
vidado meus credores para munidos amigavel-
mente liquidarem men beos, deixou de realisar-
se per ter o eredor arrendatario e senhor do eo-
genho (COEPARECENDO) -siro- semr e-,
perar pelos demais credore, mE quses compare-
cendo (Moreira, Joaquim tjome e outros) antes
de 2 borns da tarMde, snada pude tam decidir, pela
recwA e auseacia d'aqsuelle. Eattndo o engenho
enrg plo pddo da carts de 27 de mar.
ptoximo l memo a e ritu maiores dis-
abores e puizsoe, declare qe fica no engenho
pfora o acodo as benu eguin :
sftr nova' (cor de 1,300 s) e resto da
actual, 28 ll' covas de rmswioek mdaned s da ca-
as do pjrg eara pilarea Iaiuo S& ndeiras
lavrada, ern tan*qufae rado & waa ladri-
&iW de tjoloes bie de madeira de qusidad
.euamzrios e uteuis Pa aeme eoptoo d_ a-





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coberto de telhas; 3 casas de telhas pa lavra-
dores, nito fallado nasde palha; prichoes de aBm-
rello junto a serraria ; cujas bemfeitorias e safras
entregava c entrega a scus credor's sem se res-
ponsabilisar pelos prejuizos, certos do que sio os
unicos bens quo lhe iesta.
Engonho Santa Rita, 21 de abril de 1884.
Josd Ignacio da Cunha Caz i3d.


/ -- >* "--rrj f^r :- **-.
Erq seu numere dl hoje diz que o Dr.
Faro 6 sobrinho do 'Sr. Luiz Felippe, o
foi removido pars a tomarca de Pao d'A-
tho, onde seu sogro, 0 Sr. Dr. Augusto de
Souza Lelo, reside e tern seus engenhos e
vive sua familiar. I
Nem o Sr. Dr. Faro, magistrado dos
mais distiactos que toen 0 paiz, 6 sobrinho
ou ao menos casado omin sobrinha do Sr,
Luiz Folippe, nero o Sr. Dr. Augasto
de Souza Leao res1id6 on tern proprieda-
des eow Po d'Alho, 'ondc nAo existe, de
mais, umn s6 Souza Lao.-
Deste theor Sdo t)odas as censuras que o
lirasil tern dirigido ao governor sobre nego-
cios de Pernambuco, A respeito dos quaies
parece- que lhe teni -!ido franecidas as inatis
fallaze-s iaforiun;iares.
Uu11 /, rnliInIIItbltIu,.


toou f ui;do ;a rI' .-t t' 'I iin1j',rii- i.jr1 o ,tii-
par-m--inc L re.kp,) t-i l o I l) itti/. dir it,.) I -
teorio publicadla uo Dai-rio di- .o dJ ali-)Il ; 'Jul
faz osteiita.ieao do seLt pruo-diniiii-t.,.
Para queo 1110 )o r'vitle m a.- a; '.ii i'i'. itais
pelo Dr. juiz do dircito d,.at .i:til t,.1 ,- p;t-.s -t
tazer suw cintt nit ,lyse iw ldo facto I.): ,rri..l'.
No dlia 1 .-. luri ,Io t:ro i ,.-.'t1Il .' ) ;
horns da tur V 'u onui.S ,,1 ms ('.HIn., diz
S. S. em sum i appareecu emn sun teus,I
uni matuto iU-c. :u':. tiil! am d,-sapplareei-
o) dous cavaIllo .s -.II.' ti'ioriit 'n i t'oit.iJ..'
nIo cereado dio :Al. .\nt-ustias, do c-.qtiil,
.Antonio Barli.s t, c 'juto it i ,ii t, n.itoii quiz tir.t-
litos cavaos aa)s crni sei'-ncia dc- s-i-ulor do eig..-
genio e tlirie io-r.e ; est' e p .li,' li,'-,.i;a par.t tor ditos ;miiin:ies, eP o ct:pit')o lit.1 r '-. a ciifur-'.f -
S.-, inaudou-o e ;Itilic.ar n-t I : i.t or In toli':'.
Agora ique o r..'speitavcl pulbli'-'i, -.t.i i-'i! ir.,l
,lo occorrido corn relat;o los fitet.-is ,jun .-_e tu-II
dade : p-rgunro uu, S. S. i-t.'.x t iun ,ri .,,i'h.), ];l:,
era i-ite IMatuto ?...
Qu-iu f-.)i tqu o Iacoimp,tunit'i at,'-' i s iMn 'Ct.:i.
na l'to 1oi o Sr. il t,'.'i, ,Id l'r.tL iiohli., n t ir.i .1 ; -r
S istoiado do d i I in tri cr nti t3u. t o11 tIIt'11 pslI-
Sr. B:,irbsa ?
Pcrgint .,i p,)ru"II? S. S. 11., m tub' 'lit pr,-
eel'er dita vistori.m ? i'o,'vV,,trit- iJi tar;i .S. S.
ima gn:-tita -'.,i IlWL St. '.ziziil!, '.I tI<- t ir .hW i T r.',
moinetro ...
Ell stlit ircs -t i por'i iti ,'v IO f :,z s'--ieint'1 ai, ) -.
lie t t vel ii'li iii iUe <-,r, c.iv ll1i4 t.r,in tega- 'd.,
,l,;utr ,h.i pl.in, a <1.us e.tnut.is ,i,> C.eipitT. ; ,' t'
c ;c ini tut.) ', i i. ,li-,it',. aitr.'vi h-., ; C -s .i a,:,t-T -
m;intl' a dt..-tr'iir, on is n.i )-s : .st i Ji <11t I pt.j .,ll -
di.,t o 1m'.':n 1 it')iio uI.u iI, !i' l h it .1-- hi t. V soja 'ho
p;'t:> l,,r c:ti-'.it il]- ,i'..5trni>,:',o rn c;tlii:t.s ,' pil!, *-
nra.-. iu dirii t ;. o i, --1uil .'4 ILt.) ,', :?
Agor;t v.tri i i tr;t,-tIitr -lht -'-itlt h t c); i. i. 111 '
S. S. falls ,l; pth colttri-r t'i ',o .i, t.h ; calkt (juntl
rcfira-se a. tfic)o da .o -I i t'.; tium j.tiz'iz, C -O:i'?tn-
ciosam .-ute t-\ i:c'), v LJ;t .S-jt ti,-1 piro, 1li-th la I12s-
inn fori-n;t (''. caro ir. iu l 't I Di/. qie iiil:
hioje ig riurtu s" 1. 1.tt';i,) Vol,)I ou 11i..) ,a c -Ia ,o
Sr. Antonii, -_ : i '.i
S. S. it, \ i t .'ii_ lit ) itt'- t I (:,:n S r. .XiAn-
tonio Goinus ein sun casa c -ite lie mfez scieto c 'ie
todo o occorri-lo j,.mitamient.i o cujo matuto the
dizendo qa: j1' cstava the pssa do seus cava!los
que tinhatn-lhit sido euitregues pelo delegado 9
Disse minais S. S. : nio tndo o Sr. Antonio Go-
inos responidto seu othito, e dou em vao p)ri muito tempo, julgou do indecli-
navel necessidade promwvor.a sua exouera'ao e
juntamente a do capittb) Gervasio. Porque S. S.
nuo descobre logo o inigmna dizendo da sna part
tfui pedir a dc.nissio destas autoridades para sa-
tisfazer caprichos de alguem a fim de preparar
inn patronato para o future ?
Ja temos narrado ao public todo o occorrido
dos factos dados relativamente ao proccdimento
de um inagistrado todo prevenido que, so6 por fla-
gello dai Liainaiidadc, veio cahir dentro desta co-
marca p.ara por elle ser adriinistrada.
A policia aqui nestj trmo est;'i toda acephliala;
ninguemn sabe oud.SeoKramn os subdelegados dos
districts.
Ninguem quer accitar este ou aquelle cargo
policial, porque vai vendo destes e outros exenm-
plo de um magistrado que s6 se occupa em arran-
jar suAs conceniencias particulars.
Agora vamos tractar do seu amigo senior do
engenho Ventura, que Ihe chamam cospe-cospe.
T'ern tido este formidavel monstro muito prazer e
alegria corn o process que S. S. est& promovendo
ao Sr. Antonio Gomes, e que virai a se resuinir
em 10 contos de ruis pelas injuries publicadas ;
este cospe-cospe 6 o ente mais miseravel que tern
em today esta coinarca, este typo leproso sC ale-
gra coin tudo quanto 6 males que perseguem a hu-
mnanidade, desgragadamente esta lepra fez resi-
dencia aqui neste lugar.
S. S. deve aiida cmridar em abreviar este pro-
cesso logo e logo eit todo o cuidado afirm do quo
delle so result preencher os prejuizos que teve
no tempo ida pintrada, e o resto quo l ic sobrar mi-
mosear o sen ainigo cospo-cospe.
Esperamos quo o Sr. Dr. chefe do policia tonme
as necessarias provideacias para mandar manter
a erdem nneste termo quoe estA ao abandon e ao
arbitrio des desordeiros e ladroes, coin especiali-
dade na AlIianna e o'aneira, extremidades desta
comarca ; e ao Exm. Sr. president da provincial
pedimod se digne procurer a romo ao desse juiz
de direito ; sonao mais tarde tern de ver as funes-
tas cousequencias promovidas por esta autondade.
Mais tarde couversamos.
Varjfo, 25 de abril de 1884.
Joaquim Ferreira da Costa.

Ante-hontem urna commissvo de senhoras abo-
licionistas dirigio-se a casa de um certo senhor
que solenimisava 03 seus anuos cm companhia dc
amigos sm'nhioruts, afire de agenciar donativos a
causaL quo dfciindcin ; uis formin infclizea, pmrqui
ftEiam um etevailo conceifo d'aquclla peqrena so-
ciedidc, qrianfo ella& no passava de atrazada,
inuti esemi principio de ehlucai.lo. Tauto asfzrm
que o grupo de eommilnhs qu so aehava imb: no bolO t1 rios digiom nero leovantar-se pars pres-
tar-Ihe a att-nrvo que olla merecii.
Se ellcs, os gulosos, nun ira in, norn abrirum
o Manual da Civilidade !
Sandeus !! Isto quo vai dito faz corar at6 um
escravocrata ou um soldado do 14.o
Custodio.


De ordem do Elm. Sr. inspector se faa public,
que As 11 horas do dia 30 do corrente, seroe ven-
didas em leilio, no trapiche Conceiglo, as merca-i
dorias abaixo declaradas a saber:
Armazem n. 4
Maraes AC&C. Part da caixa n. 343, vinda do
lHavre, no vapor france z Vile de Victoria, entra-
do em 22 de desembro de 1883, contend 222 pa-
res de coturLo de couro de mais de 22 centime-
tros, abandonada por Albino Cruz & C.
Armazem n. 7
Marca AG&C -Trinta caixas ns. 13118, viudas
de Bordeaux, no vapor frances Gironde, entrado
em 14 de agosto de 1883, sendo 12 caixas de uma
dusia cada uma de garrafas de cognac, medindo
46 litros de alcohol puro e 18 ditas de urma dusia
de rrafas em cada ura, medindo 135 litros de
vinho commum.
Terceira sec*Ao da Alfandega de Pernambu-
co, 28 de abril de 1884.
0 chefe;
Cicero Brasileiro de Nello.

0 Dr. Francisco Puthier Rodrigues 'Lima,
juiz municipal dos terms reunidos d
Palmares e Agua Preta, em virtue da
lei, etc.
Fa9o saber aos que o present edital do, praca.
de arrendameqto virem, que a requerimentode
Manoel Ferreira Bartholo e sua mulher, conse-
nhores do engenho Camorisinho deste termo de
Agna-Preta, ter, de ser arrematado em hasteas
publos0 arrendamento por urn trienio do dito
engenho, monte e corrente, (motor a vapor) so-
bre a base de dous contos e oitocentos mil iA
par quanto frs avasiado e arrendado em 1879 a
1882, a & ncipu em maio prm o viMndour% 96
endo fdmivtel liitar quemn apresentar fiadr
idaono. "
D fever4 ter luga. a primeara praatwos di"
ASta da primeira tiadied. dot 4inoull e a ti-
amieSmom=s audieseia e aep ad is OBa
30 dla da 1i, contado da data eadiLtaL
xEpra conastr seo p =ae. p i.at e @ai


*--" .
o'.


-t


4 ,i


P.5
I







'1










/~'3


he iltaiol at se do Domoisellos
iLna do Bario de S. Borja (anti-
gui do Sebo) as. o0 e as
Mm. Adour, dedicada ha dozeseis an-
tros cxclusivamente., ao ensiuo, proeurou
estudar ininuciusamicute quacs os dados
oecessarios para a etducaAo regular das
riant;ias do sexorj flm;ilino.
Actualmente, tt'!i.t-ilaa por nsua filha
tMile. Alice, que, tratint,': dous a'uos do
"esidenriJei cm Pari., -ntr,'o,-,:': an estudo
ulas inm.terins, C.-j[,.-.cies a (,-i tLca-to das
-neuiuas. ob'?,:r'aurttl omida.In-suaunute 9
31";tlisu',;' o t.i-s t' tut e!,'-'ililtlttu e svs-
.e'ln a ,it! .. -.iito. ,,'ivi u:iljrir ,iu! ins.ttiito
ondce os r'r,. pai.s ti d: td .iiiilat [ tu, !. (.,icon-
trar 0lods os el'menutos necessaries para
lar urna complete educa<,;io A-'i siuis tfilhas.
No institute, que rrceltera aliwiinas in-
ternas, semi-int:-ruas e extoirnas, sert falla-


COIEEBCI0


Praca do Reeife, 98 de abril
% de 4 84S


.4

I


a," -
V. ~
-5 -
)1


I


1


da a lingua tra:'eeza.
') eurso do cduea.elo serA eonstituido
peas -.egiintes mat,'rias : .
In.-truie-o) reli.iosa Iortuitiz inusi-
ca e iLano arithmeii(a-franei-z inglez
-gr-'o,,r:i.lhia Ii.t-toria-dcs'?enlho e tra-
balho.. d, a11Illia.
<)ss traJal,.i:-io-, comeeam no dia 4 de feve-
rciro pr ,xio t'uttiro.
ts til~alli. s comegar.,m Uno dia 4 do fe-
V, I" '"i )


U NUCHESTER


PEREIRA & C.

Iegocianles
Faz:-u lae- o geou'"ros dto exportagao, ma-
:h'larii:s. ,t,.-u.silIios diversos para fabricas,
.?11 ',1. l0s, Ct ... I-.tC.
:lwson Buihli]u-gs, 2, deansgate---Man-
.:li-.-te;r



EDITAES
Canselho de revit-'o e ijualificavao da guard na-
ci,,,,rl dI parochia de S. Fr. Pedro Gonvalvee
do Recife, em 24 de abril do 1884.
De ordem do Sr. eapitao president deste den-
to conselho, fago sciente aos cidadaos moradores
nesta parochia, e quo se acham qualificades para
guards nacionacs do servipo active e reserve,
que as listas de que trata o art. 36 das instrueaces
de 25 de outubro de 1850 acham-se pregadas e
expostas ao public na port da matriz do Corpo
Santo, podendo ser examinadas pelos interessa-
dos, fazendo suas reclamavSes em tempo conimpe-
lIente.
Galdino Pio dos Santos,
Tenente secretario.
0 D)r. Joaquim da Costa Ribeiro, juiza de direito
do civel desta cidade do Recite de Pernambuco
e seu termo, por S. M. o Imperador, etc.
Faco saber aos que o presented edital de pra"a
virecm que no din 3J do corrente mez serao arre-
minatados ein lI-ra public os heus seguintes que
foram xl!linhr:;L'os a Joaquihn Candido Ferreira,
Jos3 Tavar's. 1). Angelin;L ClIaves, D. Margarida
Chaves, D. Unlblina do Espirito Santo Maia. D.
Senliorinlia Ignacio tidc Freitas e I). Agueda Maria
de Mello Tavarts, em execuVIo que lhe move Ma-
i.oel Martins Campos :
Urn pejueno sitio na estrada do Arraial, fre-
guezia do Povo da Panclla, corn urma pequena ca-
sa e sotito, coin porta e janella de frente, duas sa-
las, dous puartos, cosinha t6ra e sotlo aberto, me-
dindo a casa cinco mrstros de freute c des metros
e cincoonta centimetros de fuedo, de taipa, me-
dindo o ter.'eno do frente duzentos metro e qua-
rents centianetros, de fundo quarenta e quatro me-
trow, avaliada por 250).
Um terreno sito na rua do Silva, no mesmo In-
gar do Arraial da freguezia do Poso da Panella
corn vinte e dous mstros de frente e vinte e doto
ditos de fundo, azaliado por 1205000.
Ditos bens vao de novo A prasa no dia design.
nado us 11 horas da manha, finds a audiencia do
Dr. juiz de direito do civel, os quaes tendo ido i
praca pelo valor de 3705000, vai agora pelo valor
de 2965, para ser adjudicado ao exequente.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o premente edital que serA affixado
nos lugares do costume e publicado pela impren-
sa.
Dado e passado nests cidade do Recife de Per-
nambuco aos 24 de abril de 1884.
Eu, Antonio dc Barros Ponce de Leon, escrivao
interino escrevi.
Recife, 24 de abrii ide 1884.
Joaquim do Costa Ribeiro.
0 capit3o Sebastilo Muniz Basilio Pyrrho, com-
mandante interino do 6G batallAo de infautanria
da guard national s.'este rmnicipio, e presi-
dente do conselho dc qualificavao da paroehia
de Nos.-.t Senhora da Sasudc da Poco da Pa-
n.rlla.
1 a .0 saber aos que o present edital virem, que
o conselio de revisalo da qualifieavao dos guardas
nacbonacs so reunirA pela segunda vez no 1 dia
do mez de malo vindouro, as 9 horas da manhb,
n consistorio da igreja matrix de Nossa Senhora
da Ssudc da mesma parochia. Pelo quo avisa as
parts interessadas, que os rieOrsoe a apresenzar,
ser'io recebidos s6mente no 1' dis de sessao.
Recife, 28 de abril de 1884.
Eu, Firmino R. de Morsos da Mesquita Pimen-
tel, tenente secretario do conseiho, escievi o pre
sent.
Sebastirio Munis Baailio Pyrrho.

Edilal n. 48






















Arrenaa-sepo uamA tres aunos os armazens
us, 16 0c18 L.rua da enzalla-velhax A razao de
360 auuaos cada urn; a trataw na sacrotarta da
mesa Sana Ca.!a.


De ordem d- Illaia. Camara Municipal, sAto
convidados os donos dos estabelecimentos 'das
freguezias de Santo Antonio e Boa-Vista, para
virem a scccq competent rever os pesos, medi-
das e balances dos mesmos, no proximo mez de
abril, sob pena da lei.-
Paco da Camara Municipal do Recife, 31t de
m-arco de 1884.
Joss Candido de Moracs,
President.
Pedro Gaudiano de latis e Silva,
Secretario.
A Cm'nara Municipal do tRecife faz public
a. queiu intercssar possa, quc na sessao de 30 do
eorrentc irdo em hasta public, e entregue a quem
por m,-nos fizer, os concertos a.fazerem-se nas
casas us. 10, 12 c 32 da praqa da Independencia,
orcados todos em 5555431. Os orcamentos se
aeham na, secretaria onde podcrao ser vistos. .
Pago dii Camara Municipal, do Recife, 17 do
abril de 1884.
Jos6 Caidido deA Moraes,
Presiderte.
Pedro Gaudhiano de Ratis e Silva,
Secretario.
A Camara Municipal do Recife faz public
polo present cditald que na sessao de 24 do cor-
rent'.i recoh-eu quc a ruma denominada Saudade,
ficasse d'or emin diaute cliamada rua do Antonio
Joaquim de Mello.
E para quo ehcgue a todos esta dcliberacAo,
mandtu affixar o prescnte edital.
Pa-?o d'i CanaraI Municipal do Recife, 25 de
abril de 84.
Josu Candido de Mforacs,
Pr i Le-, i dc it.
Pedro G. de Ratis e Silva,
Seci tario.

Club Concordia
Mittcvoch 30 dieses Monats a)bends acht Uhr
ordentliche Geineralvers ammluig ncbst Culinba-
cier Bier voin Fass.
Samistag 3 mai geselliger abend mit Tanz.
Das Directorium.


Obraspublicas
Do ordem do Ilm. Sr. engenheiro chcfe, taqo
public que, em virtude da autorisaqao do Exm.
Sr. desembasgador president da provincia, v1o
em praca no dia 30 do corrente. ao meio dia, as
obras de reconstruce.ao das bombas do Giquil e
do Peres; a prim-ira oriada cm 1:172iG0O, e a
segunda cm 1:5574.
Os oetamentos e mais condic5es (e contrato, se
achtm neata secrctara. para serem examinados
pelos pretendcntes.
Secretaria da regartih.o das obras pablicas, 21
de abril de 1884. -0 official,
Joao Joaquin de Siqueira Varejilo.

Insiito dos Proifsse res ge Per-

inmbuco
Pelo precsente sio convidados todos os socios
deste Instituto a se reunirem em assemblia reral
As 10 horas do dia 1 de maio proximo future, afim
d(e se tratar de negocio de grande interesse.
Secretaria do Instituto dos Professorcs de Per-
nambuco, 26 de abril de 84.
0 1 seeretario,
Galdino E. Teixeira de Barros.

Associal Commercial
SBenefieente
A directorial da Associaglo Commercial Benefi-
ante convida sos senhores associados para umas
x'eunilo extraordinarily da assemble geral no dia
29 da cerrente a 1 hora da tarde em ponto, afim
tie se tratar do alvitre a tomar sobre os impostos
provinciaes. Recife, 26 de abril de 84.
0 seeretario,
JosA Maria de Andrade.
A Camara Mnnicipal dolkecife teado re-
olvido mandar proee .r a de99io da part do
.,,brado A rua dos Pires aml, e juntamente as
oasinhas ns. 2 o 6, fundos do mesmo predio, i ru.
cd Barao de S. Borja, para o alinhamento da rua
deste nome, pertencendo todo material zesultante
da demoligao a quem se enncarregar deste service'
e bern assim a reedificacAo da parte do mesmo
iobrado que nio tern de ser demolida, de confor-
midade corn a plant apresentada pelo engenheiro
e de accord eom as posturas munieipaes, deven-
S do entregar o. predio inteiramente preparado e
pintado nas condlqes de rer habitado, para isso
precise contratar corn quern melhores vantagens
offerecer, para e que deverao remetter as suas
propostas em eartas fechadas A secretariat da Ca-
Mtara, asequaes terlo de ser lidas na segunda
sesilo do mez de maio proximo.
Paeo da Camara Municipal do Recife, 26 de
april de 1884.
JosgO Candido de Moraes,
Presidente.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario,

Santa Casa da lisericordia do
Recife
Por e sts seeretaria slo convidadas as amas a
qun etiatio confilados expostos, pat que compare-
am cornm os mesmos no salio do respoctivo estas-
belecimente, pelas 8 hornas da mauht do dia 5 de
maio, afim de receberem as mensalidades de ja-
neiro A marVo findo.
Sebretaria da Santa, Casa de Misericordia do
RecBife, 29 de abril de 1884.
0 escrivio,
Pedro Bodriguss de Souza.
0 procurador dos feitos da Fazenda
Provincial desta Provincia, tend recebido
da Thesouro Provincial de Pernambuco, no
dia 23 do corrente, a rel.$o abaizo trans-
vipta dos constribuintee qu e deixaram de
pagar o impostor de 120 rispor litro deoaguar-
dcnte ou alcohol transformado, do eercici' de
1882 -1883, das freguezias do Recife e San-
to Antonio, cujos adebUos se acham cons-
ttidos em divida activa, dedara aos mes-
m9 consotriintos que Ihes fica marcado o
prazo de30 dias, a contar da publicaco do
present edital, na confomidade do dispoeto
no artigo 53 da lei n; 891, para recolherem
a importancia de seus debitosao Consdado
Provincial, certos de que, findo o referido
prose, se proceder4 a cdlobranwa e xecutiva-
mente. :
S.Recife, 24de abril do 1884.
0 procurador dos foitos,
SJoolo Francseo Teiaeeira.
Iloseaao do impostor de 120 r is p_ limro de awir-
dente oual 00l transiormads, do ezercicio de
1882-1888, das fregueuias d6 Recite e Santo
* 1- Antonio.
.Prasesia de 8. Frei Pdr Ghw~atvs0I


A
e2 de Olinda n. 51. Aoevedo
ga &. -
cibo n. 16. Antonio Sampaio do
mimeanto '. *
6 de Souza m. 8. -Au"Antonio
lo/sfa -T*mm 'u 23. Anton*'.~fio


36*000
841000


om-Jesus n. 29. Correia & AlVes
[ommercio n, 8. Carroll & C.
Mtoda it 23. Castro & C..
Amorim n. 15. Domingos Iodrigues
Christello
Visconde do Jitaparica n. 35, Domingos
Peoeira de Azevedo
E
I). MIaria Cesar n. 24. Elvira de Jesus
Carvalho
F
ThomO de Souza n. 10. Fernandes
&C.


Guararapes n. 52.
Barbosa & C.


H
11ermino Alfr
tHermino AlfredIo


Tlom6 do Souza n. 4. Joaquim Gon-
calves Casclo & C.
Amorim n. 1. Jos6 Soares Lapa
Restauracao n. 42. Joaquimn Francisco
de Souza
S. Jorge n. 12. Jos6 Antonio Nery Ca-
valcantc
Barao do Triumpho ni. 11. Joaquim
Francisco dc Souza & C.
Dita n. 65. Jose Doningues Ferreira
L
Bom-Jesus n. 33. Ladislio Gomes do
Rego
M
Alves Cabral n. 1. Mathias Gomes Fer-
nandes
Vigario Thcnorio n. 6. Manoel Goneal-
yes Ferreira
D)omingos Josde Martins n. 46. Maria
Francisca da Conceitao
Guararapcs n. 78. Manocl Jose Perci-
ra dc Castro
Dita n. 59. Marques da Fonseca
& C.
P
Mariz e Barros in. 8. Pinto & C.
Dominingos Jos6 Martins n. 126. Perci-
ra Penna & C.
Bargo do Triumpho n. 39. Pinto c
Barros
S
Born Jesus n. 6. Souza Filho & C.
Largo da Asscmbl6a n. 13. Souza
& C
T
Commercio n. 18. Torres & C.
Barlo do Thumpho n. 69. Teixeira
Campos & C.
F_-eguezia de Santo Antonio


A
Imperador n. 77. Azevedo & Maia
Pateo de Pedro II n. 6. Antonio Fran-
cisco Praca da Silva
Larga do Rosario n. 17. Antonio da
Costa Dias
Dita n. 37, Amnairal, Primo & C.
Largo do Paraizo n. 8. Alfredo Augus-
to de Vasconcellos
Run da Paz n. 2. Antonio da Costa Al-
miida
Largo do Carmo n. 13. Antonio Cor-
reia dos Santos
Viseondo de Inhauma n. 6. Antonio
Francisco Pinheiro
Dita n. 10. Antonio Pereira de Maga-
lhAes
Dita n. 49. Antonio Bento de Campos
Dita n. 51. Antonio Jorge dos Santos
Junior
Dita n. 61. Antonio Pinheiro de Car-
valho
Dita n. 73. Antonio Jose dos Santos
Marcilio Dias n. 14. Araujo & C.
Travessa do Pocinho n. 24. Albino Lo-
pes Ferreira & C.
C
Larga do Rosario n. 18. Custodio de
Araujo & C.
Rods n. 48. Cruz & Gonsalves
Paulo Afoaso n. 82. Carvalho & Souza
D
Estreita doRosario n. 47. Dionizio Mo-
reira Leite
Large da Penha n. 8. David da -Silva
Maia
Paulo Affonso n. 82. Domingos Manoel
Rodrigues Praa
Fe
Imperador n. 81. Francisco Jose Leite
Travessa dos Quarteis a. 21. Francis-
,co Leite & C.
Santa Thereza n. 30. Francisco de
Seouza & C.
6
Visconde de Inhaumi n. 1. Gouveia &
Oliveira
Marcilio Dias n. 4. Gonalves Martins
&C.
Estreitb. do Rosario n.'40. JosTavares
Carreiro
Fogo n. 20. Jos6 Joaquim Rodrigues
Brag
Livramento n. 28. Joio da Cunha Vas-
concellos
Dita 21. Joaquim Ribeiro da Gains
Largo da Penha n. 2 A. Julio da Cos-
ta Terrairs
Viaeonde de Inhaums n. 3. Justino
Gonalves de Oliveira
Marcilio Dias a. 34. Joaquim Jow6 de
Oliveira
Coronel Suassuna n. 31. Jos6 de Souza
Almeida
Palms n. 37. Joaquim Coelho Netto
L
Livramento n. 38 A. Lopes & Ara.ujo
Paulo Affonso n. 6L Lourengo Ribeiro
&C.
Largo do Paraiso &. 31. Manoel da
Paixuo Ramos
Livramento n. 31. Mendes & Carvalho
Visconde de Inhauma n. 7. Manoel da
SUilva Boa-Vista
Paulo Affonso n. 62. Meira & Irmo
Marcilio Dias n. 55. Machado Lopes
.C.
Travessa de S. Pedro n. 8. Manoel Al-
ves Lopes & C.
Cadeia Nova n. 7. Manocl Ferreira dos
Santos
Largo da Praceta n. 1. Manoel Ra-
bcllo
0
Duque de Caxias n. 75. Oliveira Duar-
te &C.
P. -
Marquez do Hervi n. 7. Pedro Patri-
cio dos Santos


1 2*OO

12000
84*00

843.00
124;00

72%00(

60*00(

36,400(

72400C
62,000
60000(
36,00l
72;5000
84^000

72,090

543000
48.4090
48X000
60 0000

363000
108p000
108:000
36.3000
72,000
96 000
843000
84^000


961000
36,000
60 000
36.000
843000
120O000
1203000
364(00
96*000
48J000
72J000
724003
48,000
120000
1
60*000

36A000
724000
36*000

504000
66*000
36AOOO
367000
72*8000
96*000

36,9000
36*000

96A000
84E000
36A0W
36*1000
36AOOO
96*000
72*000
36000
60*000
48*000
364000
36*000

961000
361000
1201000
1201000
1441000
481000
721000
961000


18*000

21003


x
Largo do Rosario n. 50. Shares Peixo-
xoto & C. 36W00o
Marquez do Herval n. 24. Santos So-
brnho & C. 48*000
Seco doContencioso do Thesouro Provincial,
21 de abril de 1884.
0 1* official
Mano4do Naimeato Smva Bastos.
VENERAVEL CONFkiARIA
DA
Senior Bio Jesus da Via.Sacra
da igreja da SlaCruz
De ordem da mesa rgedoa desta eoufari,
convido a todos oe seni es confrades a com-
parcerem em nosso consistoio no di& do eor-
route, as 6 horts. da tarde, afinm de reunides em'
mesa geral eleer a nava mesm regedora para
o anne co n mpro& de 1884-85, omo preceitf a
o 2 M2 A d rt. 22 do nosso eompromim.
Cousstorio da veneravel confaria -do Senhor
Bom Jeosus da Via-Sacra, 26 de abril de, 84.
Godveia Coeiro
'F.- &ae .


*E' esimado dos prtos do
sul no dia 8 de maio, e
depois da demora necessaria
segwia para o


treita d tosario e e Trilne lra e a espowttivss
0 travessas. Awoeblo4ria, 29 de'abril de 84,a lio Park. S. Themaz e
0 Manoel Jose Soares do Avelar. i VcW-Y46k

Soiedade Recanreativa a' dm R st cargoara o M -a
ranh&
0 0 a universarto m F ara erg, passagens, e encommendas, tactar-
Pee-se aos03 senhores socios que quizerem tirar seom os
0 convites para families, o favor de darem suas no- A TES
tas ao Sr. thcsoureirq, ou na sedA da sociedade, AGE T
das 9 As 11 horns danoite. Recife, 23 do abril Henry Forster & C.
0 do 1834. 0 secretario,
dr A. Moreira. N. 8 RUA DO COMMERCIO N. 8
0Imperial -sociedade
DOS 0 vapor
0 Artists Meehanicos e Finance
) Liberaes Espera-se de New-Port News
at odia 12 de maio, eaguin-
Assemblea geral do depois da demora neces-
SDeordem do Illm. Sr. director interino, convido sariapara
aos senhores soeios desta sociedade para se reu-
nirem na scde social, As 6 horns da tarde do dia Ba ll a e Rio de Janeiro
0lo de maio, afirm de ter lugar a assemblea geral P ra carga, passagens, encommendas e valores,
Sordindria do corrente mez, a qual nio se effectuou track -se corn os
Spor falta de numero ; se effectuando esta comn o AGENTES
numero que comparecer.
Secretaria da imperial sociedade dos Artistas Henr Forster & C.
Mcchanicos c Liberaes cm Pernambuco, 28 de o e F C.
abril dc 1884. N. RUA ) DO COMMERCIO N. 8
Francisco da Costa Bams, 1.'andar
S10 secretaries -
P los vapores desta companhia dao-se passa-
Sociedade Musical 28de Setembrogens para Liverpool ao preco de 200 dollars ; o
pass geiro desembarcando em New-York tern ga-
ASSEMBLEA GERAL rant a a passages para Liverpool quando lhe ap-
Pelo present convido aos senhores socios a se proer por vapores de la ordem.
reunirem na sede social As 6 e 1/2 horas da tarde I ga o a
do dia 30 de corrente, afim de continuar-se a dis- P ci tam vig onCmpan
cussao dos estatutos. tATSa Nav G iN CoT ny
Secretaria da Socieaadc Musical 28 de Setem- SRAITS OF MAGELLAN LINE
bro, 28 de abril do 1884. 0 vapor .
0 2 secretario,
A, Ferreira. attagonia
Espera-se da Eu-
drope atW odia 11
T AL do de maio e segui-
T EATRO rib parao sul de-
pois da demora do
P a carga, passagens, encommendas e dinheiry
:a fie tracta-se comos
Consignatarios
llson Sons &V C., Limited
OMPANH DRAMATICA N. 14-RUA DO COMMERCIO N.-14

IBUBTI~~~ va $ O por t
-DIRIGIDA POR Cotopax
np Espera-se dos ports
POORld o Yascoicollos dosulWat oSdia 8 de
maio, seguindo pare
Alt noviad a Europa depois dade-
Alta y ad I mora do costume.

Quarta-feira 300 aearga, passagens, encommendas e dinheiro
r s a free; tracta-se comos
Subira sen pel primeira vez o magnifico Consignatarios
drama em 3 actos, original dos distinctos escrip- ls on .t o on C. Limited
tores brasileiros ARTHUR DE AZEVEDO e UR- lsn C., L itd
BANO DUARTE e no quald Julieta dos Man. N 14 DO COMMERCIO N. 41
to., desempenha o papel de protegonistaala; d e-
C panhia Brasiletra de o ave-
I ANJO, -gali ea VaporI


DA ]EN&GANCA
IDA V W -KanGa Wos
Tomann part os artistase JULIETA DOS SAN.aq
TOS, Adelina Castro, Jesuina Leal, Francisca C minandantsGuilhe'-.es Waddiootoonor
Leal, Moreira de Vaseoncellos, Iriaeo dos San- E! esperadodosportosdonor-
tos, Jo0o Rocha, e Francisco Castro. '-- te at6 o dia 2deImaio e
RI do a .. A a .ldad' seguirA depois da demora
Wio de Janeiro.--Actualldade |do costume para os portosdo

Advertencia b o'a
Reebe tambem carga para Santos e Rio Gran-
Corn requerem os autores, no fim do 2.o acto de, e modico.
atravez de um transparent, ver-se-lhe ao fundo o P carga, passagens, encommendas e valores,
espectro de MAGDALENA, ao claris de fogos trca -sea oenia
cambiantes. RUA DO COMMERCIO 44
TeorinarfA 0 spectacular corn a espirituosissima
eoaedia em I actor, do Esm. Sr. Senna Pereira, _
oesipta expiossameate pars a notavel setniuinha lSafB

RioW TI Tn n-p 90*1000 27*000
DIABIIJIflAb IJILIBTA !] S B.ooo
V i aie 81*000 2707 00O


Em que a aetrizinha fax diversas alluses 0os
artists :-ISMENIA DOS SANTOS nao Morga-
dinha de Val-flor, ROSA VILLIOT na Niniehe e
XISTO BAHIA na vespera Reis.
Terminari ta' magifica comedian corn um bdel-
lotreekloda operetta :
o Ptcoi lCHOLE

Eneommendas na bilhetaria do theatre.


awouuu
181000
S 181000
31*500
671500
99000)
1352000
2051000


PmLisbeIorto


91000
91000
10*800
131500
161200
23*400
401900


Pregos e horns do coStume. Vi seguir brevemente a bares portgueza MIW-
Bonds para todas as linhas depois do especta- ra, quejA temrn part da carga engajada, rece-
culo. oben rest e free barato. A tractar eem o
_______ ______ _____ consgatrio raycisce Ribeiro Pinta Guimariea,
**^""***"****'IP*"'M**------^a i~&do Brum n.96.
[ARITIIoS OYAL IA ILSTEAl PACKET
RIE ArrTM COPN
IMNHA MENSAL n.e reumeaonon preo e rdam
0 paquete paen
Amazone 0 PAQUETE A VAPOR
Amaoneo

Comman&te de Za Marelle .X i Vh
S, 'Espera-e da Eu.: Cominadate Chapman
Sropa0 t o dis 4A esperado
de dee ms oe APO d" dos


Lembra-e os Sr.padsageiros d todas asde
.o' doCosta- no dia 29Aocor-
m e' m racs B uen os rente, seg i ndee .d
Ayres, tkaaoe d .depois a e o
ltdda, Rtiode qlaselro e Monte- 1% para~sbosSoutbnpton, ete-
tevld .0 VAPOU

classes que ha lugares eervados pars, est agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo. Cmm ]andaunate Hansllp
r- g s o e d vapor 4t, sahira doRio deJaneiro no dia
Pars carga, peagen .ommetda e dinheiro 5, 26 do orente mez e tocari aqui corn esca-
a fiete: tacta-se NComo 0a Lisbm e Southampton no dia 30 do eor-
AM~ENTE r ou do proximo mes, no casode inscrever-
Aug Lbiulle s uBero sufficiente de pasageiros.
Anodte W e ie-ae aos ra. passageiros que tractem as
Cepa aaama do Vavega- upasagens omateedenteat6 o dia 28 do
qi.o a Vfapor iem optimuas accommodates.
Macei6, Penedo, Aracaji, Estancia e -
Bahia P age ra a Europa podem serto=m-
0 vapor dasna i-dosvapores para o sul
SO lZ Uedueqionon preogs papa o Rio
Commaudante Martins d Easolr
1. claue 90#0O0 e 3. cuasse 276000




29 18
S ... 1 odi 6 0mooe
*iHH^Bi-regusax pin ov esmB 33"Sleran
*^^^^^*^depois da demona dowstu-6 90la Southmpto= 2 1
.^^^^^^^^^^Hme "11. Q1 11& 1, ,' D f oaB eaux -. *
wga)e "~MfapOT, encommenda e &nbeio Vigo 27 .

AU1a 9 182
_ dseenewo 192 8
7-Rua t* .E' V^ s 7A 4S.12



I N! -A, 11 _*_ ; W 111e'' 11
I^ S??* ^ JUT" '*' jAn~ ey:^ 111-1'-_:" f*twa l1 1' ,:i. '12 1^ 111 27^::1


S. Vicen
Lisbon
Vigo
Southampton


-1
13
15


0


Quarta.feira 30 do corrente
A's 10 1/2 horas
Ruado Livr'amento n. 31t

Agente Brillo
De duas importantes mobilias de jacaranda uma
dita de junco, um born piano forte, de cauda, uma
cadeira para dito, uma forte mesa. elastica, um par
de trem6s de jacaranda para composi'o de salas,
loja ou botica, consoles avulsos, corn pedras, lava-
torios, quartinheiras, cabides, fiteiro, prensa para
copiar carta, um nivel de longa mira corn montan-
te para engenheiro, uma bussula de algibeira,
quadros, espelhos, copos,- umn rico relogio francez
para cima de mesa, chales, fechuis de la, laos,
gravatas, meias, espartilhos, lensos, casaveques
de II para menino, gravatas pentes, bolcas, bo-
toes de osso, madripelola, seda, c6rtes de vestidos
em cartoes e etc. etc.

Leilao

Ao r do mirtell0
De urna mobilia dejocaranda a Luiz XV, 1
guard roupa, 1 guard louMa, 1 aparador grande,
1/2eommoda, 1 cama francesa dejacarandA, 1 mar-
quezie estreito, 1 cama para menino. 2 rieos qua-
dros corn finas gravuras, 6 ditos menores, 1 espe-
lho moLlurado dourado, 2 ditos ovaes, 1 mesa
elastica de 6 taboas, bancas, consoles, cabides,
quartinheiras, lougas de porcellana pora jantar,
ditos de dita para almoco, 1 dito de dito corn pay-
sagem pars chit, cops, calices, garrafas, perta
queijo, bacias e jarros, e muitos outros objects
proprio para casa de.familia.
Tera-feira, 29 do corrente
A's 11 horas
No armazem da rua do Born Jesus n. 51
(antiga rua da Cruz)
POR INTERVEN9AO DO AGENTE
GusnMao


Agenle Pestana


Leilao


De 50 barrds eem eal de Lisboa
4uarta-feira, 50 do corrente
No trapiche alfaudegado Visconde do Livramento
do qual 6 administrator o Sr. Jose Luis
0 agent Pestanwe, ompetentemente autorisado,
fara leillo da cal de Lisboa acima mencionada.

c0 tofr do 2ort8110

Leilao

Carmno e Silva .
autorisado por um cavalleiro que acabou corn o
escriptorio
Venderk
A rua do Bom Jesus n. 53
Primeiro andar
Uma mobilia de faia, preta, corn 12 cadeiras de
guamio, 4 de braos e 1 sotA corn encostos de
palhinha, 2 consoles e 1 jardineira complete; 1 se
cretaria de mogno, cadeiras avulsas, espelho, qua-
dro, vidros, candieiros, diversos objects pars es-
criptorio e 900 saccos vasios, novos, pars assuear.
Terfa-feira, 29 do corrente
A's iL horas


AVISOS DIVERSOS
Aluga-se : os andares toreos dos sobrado-
ns. 36 & rua Duque de Caxias e 24 a rue do Ara.
gao, a casa terrea n. 77 a rua de S. Joio, a casa
corn sotea e grandes commodos na 2& travessa da
run do Prineipe n. 1 C, e o sitio n. 1 a rua daHoers,
no Espinheiro.: A tre^ una rua do Hospicio, n.
326
Aluga-se a loja da ruae do Lomas Va-
lontinas n. 55, de aluguel de 15W)00 por
mez, a tratar na rua do Barao da Victoria
n. 14, loja.
Vende-se a taverna da rua Imperial n. 279,
corn poueos fundoA, propri para prineipiante ; a
tratar usna mesma.
Precisa-se de urnm senhora que se preste a
fazer todo servivo intern doe uma pessoa : na
rua Vial de Ngreiros a. 36.
0lerece-se uma senhorm pars cosinhar em
easa de fmilia ; a tratar na rua do Padre Flo-
riano n. 28.
Alu so a segnudo an4ar da rua do Bardo
da Victo.ria n. 14 ; a tratarna loja do memo
sobrade.
-Alugs-se a loja dosobiado de Lonas Va-
lentinas n. 5 ; trataua do Baro da Vic-
toria n. 14.
A- luga-se a ews do sobr ido A Ama do IMpe-
rtdor u. 79; Atratar u rs mu Bat oda Victoria
S14, loja. :
Aluga-se o orasdo ur anda r e sotes,
com comumdoe pars aatodo, alWte
baixo, on spawdwiddo -& piatado 4 .deve
ternao nam ebaeTn rua eoo
S ato i no Chora-menino,
ttwo, ft -o^ t Marques.


a S6.tocaribpara tomiar carvao.
Para passagens fretes, etc., tracta-se cornm os -/
COkSIkGNATARIOS
Adamson Howie &C.

3--Rua do Commerelo-3
COMPANHIA PEBNAMBUCANA
DE
Navegaipo Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei6, Penedo, Aracajui, Estancia e
Bahia
.~N vapor S. Francisco,
L- commandant Telles,
seguird no dia 30 do
-:- "-" corrente, As 5 horas da
~tarde.
--- "Recebe carga at o
din 29.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete ate
As 3 horas da tarde do din da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambu-
cana n. 1I

SLEILOES

Leilaio
De urm variado sortimento de fazendas in-
glezas
Umnpas e avarladas
Terva-feira, 29 de abril
AS 11 HORAS
AgentePinto
Rua do Born Jesus n. 43


Leilao


Ao Sr. Augusto Dutra pede-se por fahor que
apparels A rua Direita n. 75.

Por 25:000 rs.
Aluga-se a casa n. 24 da rua de S. Jolo, corn
boas accommodates,o eesta estA pintada ; a tra-
tar na rua Duque de Caxias n. 85.

Amas
Precisa-se de uma ama para cesinhar e ottra
para engommar ; na rua larga do Rosario n. 24
A, primeiro andar.


Precisa-se alugar uma ecasea com commodes
para umna familiar regular, que t'nha penna d'a-
gus e born quintal, prefere-se na freguezia da
Boa-Vista ; no escriptorio deste Diario.



Desappareceu da Capunga, a dias, um cacht-
ro de rap ingleza, fox terrier, de cor branch cem
malhas de cor escur% cabea malhada, cot6, ta-
manho pequeno quern deile tiver noticia, podi
ir A rua do Viganro n. 17, que seri recompe n-
sado.

Cosinheira
Na rua do Cabugi n. 7, segundo andar, se pre.
eisa de urma cosinheira.


Escada
A extragao da Felis Acquisi*io que corria com
aprimeira loteria do mez de maio, flea transfe-
rids para a ultima do mesmo mez, nao s6 por
haver muitos bilhetes, como por nlo ter-se rece-
bido a importancia dos que os amigos aceitaram;
o que se pede pelo present, sob rena de perderen
o deito sos premlos, se nao os pagarem em tem-
po. 0 bilhete n. 719 nao tern direito ao premig
por ter-se perdido.


Prpcisa-se de urma ama de leite; na rua Duque
de Caxias n. 47, Fragata Amazonas.

Ama
Precisa-se de urma ama para todo servigo de
casa de familiar; a tratar na rua Duque de Ca-
xias n. 98, loja.



SASA lILIZ

AOS 4:000000
BILBTE S GAARA TIDO
Pra a da Independen-

cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seusS
felizes bilhetes garantidos a sort de 4:0000
em 2 meios n. 2805, a sort de 1005Q
em2 quartos n. 3309 e outras aortes de
324, 16# e 85, d; loteria 32' que se ex-
trahio. I
Convida aos possuidores A virem rece-
ber sem desconto algum.
0 mesmo abaixo assignado tern exposto k
venda os seus felizes bilhetes garantidos da
33a loteria a beneficio da igreja do Po-
5lo de Cimbres, qu( se extrahirA quinta-
feira, 10 do maio.
Wrewpo
Bilhete inteiro 44000
Meio 2,0
Qm artio 1 ,500 d
E perql. de Ai^<*o pars
.>8 m 11-' .


BiiMete intiro


AutmoiAupeodo#


....b am .ag.do- d e a que xada ov : p.
peoa aguma, quer 'esta c4e quer fora dl.h
h r Se j *ew Wuerai s juigp se eredor apre-
Lente-se no prazo de seis dias da data d'esta pub4-
caco. ,;
Recife, 28 de abril de 1884.
Louirenvo Justiniano Hollanda e Souza.

Ao commercio e ao pu-

blico
Eu abaixo assignado, ex-socio da firm corn-
mercial de Rodrigues da Silva & C., sita a rua de
Gervasio Pires n. 49, declare que o meu spcio o
Sr. Joaqnimm Francisco Rodrigues da Silva 'man-
dou de Portugal ordem especial para o irmao, o
primeiro procurador desta firma, fazer liquidacao
do negoeio. Declaro que j-a s acha liquidad .
sendo o comprador o Sr. Francisco Pinto de Ma-
galhaes, o qual comprou livre e desembarcadr
de todo e qualquer debito, tanto commercial come
impostos A fazenda, a liquidagao fi feita a di-
nheiro, da qual j n6s estamos pagos.
Ja participamos aos senhores credores em geral
para virem receber suas contas no prazo de trez
dias ; e de novamiente declare, que ate o dia 30 do
corrente venham receber, visto que sigo desta
provincia para o Rio de Janciro no diaS2 de in, o
proximo viatdouro, e pretendo deixar tudo realisa-
do, para nestes tres dias verificar se o debito esti
de conformidade corn a relacao que entreguoi ao
Sr. Francisco Pinto de Magalhaes. Faco esta
dcclaracao para que o mesmo senhor nao seja
prejudicado corn alguma'alteracao, qne muitas
vezes possa apparecer na minha ausencia.
Declaro tambem que o Sr. Victorino. Franeisco
Rodrigues da Silva tern espalhado umrn boato qut
eu tenho dado grandes prejuizos, o que protesto
coutra o dizer delle, visto que nao e verdade, pro-
vo coin os balances, que durante tn anno, proce-
demos quatro balances, sendo o primeiro regular,
o segundo born, o terceiro e'o quarto houve pouco
lIhcro, porem prejuizo nao houve ncnhumn, provo
corn os balancos, assim como ji disse.
Agora na liquidacao foi que houve abatimento
nos eapitaes, sendo da seguipte f6rma : fiquci
coin a armacao no balance pelo preco de 2:5004 e
vendcu-sc agora por 1:5003, os utensilios ificaram
por umrn prcco cxorbitante, e ag ra tambem se
venderam corn grande abatimentona occasiao que
tomci conta da casa, tudo entrou n balance a
vontade do Sr. Joaquim Francisco Rodrioues da
Silva, segundo o estado delle nao se eontffriava
o diger delle, agora na liquidaciao entrai tambem
corn a minha parte nos abatimentos, no que perdi
600SO000, e perco satisfeito.
N. B. NIo faco esta declarabao tendeute ao quo
perdi na liquidacao, apenas venho fazer sciente ao
public que fique desde ji intelramente compre- "
hendido, o prejuizo 6 na liquidaiao e nao nos ba- '
lanqos que procedemos durante o anno, se tudo -
isto que aqui acabo de declarar nao for verdade,
quern se julgar habilitado a contradizer o que
aqui esti escripto, p6de responder, apenas me k
occupei a fazer esta declarabao para que o public
em geral fique desda jA sciente de todos os boatos
que nao de andar por aqui na minha retirada para
o Rio de Janeiro. Recife, 28 de maio de 84!
Antonio Dias de Paiva.

cursl Ure fgo r Itfnn0 diroit0o
PELO DR.
MANOEL PORTELLA JUNIOR
A matricula acha-se aberta a rua do Imperador
n. 83,10 andar, e as aulas comegargo no dia 10 de o
maio proximo, em uma das salas da Faculdade.


Cabo


137500
685Q















~1~M A4@


" f' ^ -n d* i" 1T *


na
) CAJpi. E UAPWN-AS PAMA S






01Nfii h i~fi I paral ~


aNhOKAS


elo s 6 cacts raos.

Gtep 0 100t fli Iwos Or Mialos.
Off coitto sor t o n Sit B osr Hte umhos G cores.


Oft ao issrif mtento em IM 0oos, atas,

Ivias o n o o i a 1 1 aeites Parae cdhaM os e
Igstlges.

IlasfNM te laImp 0 Mo-

Wias d Paris, o ( ha sompro de mais eno I ei art s de



Joaquimn da S. Carvalho &. C.

CHAPELERIA VICTORIA


..-



N. 14---CAES DO CAPIBARIBE-N. 14

GRANDE FABRIC

Non MR do soM u.H d fo hnro Gazz

MOVYIA A vAPOR
E debaixo do aperfeiloawnento modernio
As aguas gazosas e de Seltz s-io hioj c, adoptadas* em todo mundo p]la grande
utilidadc quc rosulta do sen uso, c a reduct.cAo dos p)regas alliado a facilidadc de obter-
se preparada no mcesnio dia. fazem urma garantia para todas as pessoas que n'esta ca-
pital quizercw usar d'ellas. E' al6miu d tudo ura bebida agradabilissim: e de uma
utilidade provada por cxperiencias t(ic so confirmuam diariamente, c pelas opinioes de
di.-.tinctos medicos da Franra, do Iglaterra e d(c todos os domain paizes cultos da
Europa e America. Do emprego diario como bebida ordinaria, muitas pessoas teem
obtido carar-se radicalmncnte de gastralg'ias rebeldes, dc dyspepsias chronicas, de vo-
mitos de qualquer natureza, solugos, antojoa das seuhoras no siiu estado intcressante,
etc. No vinlio, seja qual. f6r a sna qualidade transfobrma-o cm uwa bebida tao agra-
davelmneute gazosa que torna-o dc ua potabilidade absolute!
A reuniao das fabrics de agua gazosa, de Seltz A Fabrica dc clo, d"Co a
facilidade de obter e re',lisar as condifhies do presslo e baLxa temperature neessarias
para aUtgucntar e salttbridade do gaz cuuumplctamcnte puro, condi9;io priinciall u'cste
genem..de fabLricao. ,
S A faci.id f' 110 UMnfejo (h edngo afawieuntro e mais trabalhos concerncutes cm
uria b,3a fidrica', achiam-so no nosso ebtabclecimneuto auxiliados a:s aporfeiioamentos,
adoptados 3as muolbores fabricas congeneres da Europa.
0 fabriceo das agias gazosas e de Seltz na Europa tema Wtid ur am dcseoivolvi-
miento tal, qu" o seu consume diario attinge i milhaes de garratfas; esse abastecime-ato
attingindo em tamanho) algarimo, o goveruo frauccz sbientteu,as fabr.A- j. iuna ins-
pec(ao das juutas s jimas do paiz, que Ih l)rescreeiA. rbgraRIob an qtmia sao as
aguas gazozas e de Seltz submettidaas. 0 Sr. Hermann Lachapdlq, eCm ura impor-
tante brochure zobre as aguas acima citadas, trauscrev9,iop..u i -coie'taveis de
notabildades medical como Hoffmann, Zimmermann, etc.,. Fi i ."itoprolongados
cstudos sobre as aguas gazosa., cujas virtudes proclamamn, e corn cujo auxilio opera-.
ram munnleraveis curas. '
Bouillon Lagrange proclama corn estas palea erp p. gaif .S vs e .S d a; lB
gzosas simple
,, Estas a~uas teem utna acao particular sobre a mucosa do estomagQ e dos
intestinos ; sows principios volateis tonificam-lhes na 6ua frslaez-a, dando-lhes a fiexibi-
lidade e a energia nas suas funo^es; a dtgestiao lenta e diffleil faz-se corn facilidade
por meio de sen uso: dissolvem os humores biliosos qn .wi o o1'taqcqk0a asdimila-
^ao: dao ao venitre f, ierdwrdl perdida : dissipam a laikes e o est~da aehkcolico
das pessoas nervotss &c onv lescentes. As emanaqoes das aguas pfzosts teem a van-
tagem de titillar agradarelmente as fibras nervosas9 de se in in i iacm imerte ate
nos vasos os mais delieadoa da eeonoria, provocando-lhes as sefree salutares. r
O Iak. Casenave exprime-ee no metmo assumpto da sq rui'te formal ; a o. effeitos
shysiolbgicos das aguas gazosas sao mitigar a sede, abhndLtf b calo-* kiigretar as
pe rv es.
Em seu formulario magistral Bouchardat ajuxta da seguint6 formula o sea auto-
risado testemarho :


A agua de Seltz e as bobidas gazosas, geralmente, teem amam aeo& especial
sobre o estomago 09iMllll o irritar, calmando o sett estado espasfmiodico; sao
alhm do maw exe e' idas ,.a acalmar a de, e sao de uitma grarrde utiidade
na intorites chronfr ', as gastralgias, gAstrrtes, nas diarrbeas biliosas, nos vowitos
espasmodicos, nas affecqes nervosas, etc. A agua carregada de aeido earbonico (agaa
gazosa) Aonstitue uma bebida tito agradavel qimnto atil em umn graBmde n-umero de affec-
Zes chronicas do estopiatf; doentes ha que nao supportam bebidsas d'outra natureza
f6ra d'agua gazosa. Di '
Por sua vez Payen diz que a gazosa e a agua de Seltz dwdo ap vinho umn
sabor acido picantut, tira as propriedades ombriagadoras d'esfa dellciosi be1ida.
A vista, poiis, do que virnos de expor, temos C%'!c. 4;D..; :0 aver'
pesoa alguma d'esta capital q,,. queirI priv.r-se dit # 4* a Salto a
mesa como em bdaid ordinary.
A reduclo dos pregoa, a promptidao corn que podembs server a qualquer pe-
dido', leran'lo A casa do comprrdor o nnumero de garrafas que quizerem sao outras tan-
tas facilidades quo offertee am s eaioismnidores.


DE

A. LL4ABERTrY-

11 A---RIA 110 CABHUA'---ll A


MIL RELOGIOS DE PRATA
it cowra rfoloB go PRA "r gr
ii R aeiar lii -reo %fl.ler~l

41-? A. .ABEK'Y tetido raceftdo em d*tii u'ma &raidk auantidade de
"tLOGbOS DE PRATA REMONTOMt, temn rawlvii a vada ploe dimi-
" huto prep lie 156000. Todos estes telogiosf a.mol.ad sobro PEDRAS FIA
Ibnm reg'Iod, e d e q.a eldet gatantidas.
, -. .,. .. ..


SDi DJuflit aoj&flrBefrtmne:
Selk, a 39 de Mao de 88I.M
a Temto o goto de manifrtar e-
tisfai qnfive e a a PPin i.,
bins resultadoe quae eom ella eacei os
Sc pos g e o m qre a tnhoa ea pregado. '
a Sempro quand tire deo trat urna eato.
mago cansadt, dosnte oun corn Lims dig-.
tWas, a maa propara*io alliviou o
duente. melhornnd-lhe as funcis digesti-
vas, mu;ta alherea idosm, eoutras
anemicasa c 0m5"4 1 uM t ios devem a
saude ao a. d, Popte. Nwr iao 6 quo
consider e co urm vordadeiro dever o re-
commaxendai4o so meus doenua nun grmnd,
numero de casts.
e Tenhopratiadocomaomedlco p odo.
ranteam ne m de 1oIM 18N %I 0 ll60
que a necessidade de di.erir so_____M
brimediatamente oMunumdoaos ore W
p&apa 4o que hoj.; ot coasG
ermm ii i -igorsasjs Mngu.inao eneo
a dotadas d ur robuAto ap.etrie a-oran
or urma grand e abundancima de mocea gsp
tricks je proveoava a prempta transiforma-'
0- ao alimentot msis raefactarios,
SHoje, podrnm. jqveosestomagod defli-
tdes carcem de energy, 6 aonenieafS
lanar mlo de tod as sul anb. quo fi.
cilitam a digestlo, como, por exa*e, deo
sua Pancreatina.
c 0 preceito de hygiene mai important,
I:ornm maa desprezado 6 este: GaatW
mto w rarar muito. L ate o aso-
gredo da saude, e durante niito tempo os
muaeus estuqts tiveram este aiinapto por
principal objeeto; aldm d'isso, a maina mai.
tuaCio de medico na Repai tioi de Benefl-
cencia cd'eat cidade em que os ,scroulowe
o lymphatiso abundam fora de o dida me
permittem fazer muitu felizes tpp!icaces.
e seus ezcelJintes products.
Acha-se o deposilo de taio vaito M -edi-
camento Mas Pharmacias e Drogarils d'essa
cidade. E' precio cuifdar em recoihecel-o
c nio tceitas a imitacobes, exigin4o qu,
oeaak^twrdadeiroVW O DA EF5 5.
OMMMKUWOfi3MAU~raO,3i^
LIBRAIRIE THEATRALE M
S 14. ru3ra j G&Mmont em Jftrif
SEncontra-ac todas as pecas de theatre'
dnLigas e mod.rnas assim con& uI u
sortimnento ccnmpleto dos Monologoaa
Smais ern voga, como: :
L XSaPuce -LaGlignef -LePotache %
* T^Ie T saa d'un adx'.re
N Un Mousieur qui dine -m VWlb W
g 'on Difaut
n Lea Art lncoherenta a
B aaai,:C R9 GAl'.' .MO.Oiu'60 : I FB.R
N Exnpi'di'.o fir.icQ pc!'o Corrcio e?"i -.-;!i t
Sice ,'.,::--, em c rt l'c m ,lim u:,,.-t da. nI
quaiit.iatt do um fra-ico erm scll',s IooS-
ta..-. '3 L L lialttu r iw a ,-a
^SiCW:,^"a06K-^^_^,&a^%aio :? 2::


Renvo
S0 boT eomhecido
autd Botelho, seI
AtMm arepeta1o E
prnptido aseio, e
pulift novos porta-
roefleetda eombin'a
ove, loja de selleir


1. -


"Cwade IBehtJ1E &rC
is ostos
fabricate de bouquets, J Com otina de alfaate
faz lembrado nesto trabalho ; l d afat
grangeada nelle, pelo gosto,
te., tern hoje para offere.er ao li (1 0 B l 1 Y i nn. 4 A
-bouqaets de bemr ostudada e do Bwo #a fictl 18 k
a do goeto; a tratarnar11 Tern born sortimen,
ro n. ".. Te bo sortimen29

j IBM to de pannos, casemi-
"p ts i B ^ras, cheviot, elastico-
1 M"-f .Z-"' P tina, brim e merin6s


;J,


M MOLESTIAS I


M Asma, Cauirro
2 0"-RA.CERT.A.
yoC. o 0 -PRHOoo DOG
wGranulos AntUmoniaes
S O' PAPILLAUD I
10&"BlUramd da Aaaiiuia do M Hodae m.i
Appr4ufalJos pla Juta de lygiene do DrazU.
&vese-so exgtr sobre cad& Frasco os nomos fe e
a MWOUNIZ 8t L. PA.ILLA.UD
Ph" E. MOUSHIER., em SAUJON (Fran."). '
[? I'S T3 ISNASl P-"-"A:j PI( W
1 Eraa-fap^^^^sK^^"^^"l
giiwii- -weawM- si~S VS


para faetos.
Preparam ternos pa-
ra luto em 12 horas.
Modicidade, preste-
zae perfeivao.
Esquina da rua de
Santo Amaro.

Casa de campo
Aluga-se a casa n. 10 A da estrada da Cruz
d'AInas, 2m 1Parnameirin, tm pqueno sitio. ,tern
2 salas, 4 quartos e ciacimba corn boa agua. Tra-
ta-se na rua do Apollo n. 30, 1o aand:r.

LEITE NATURAL
(SEIVA)


I


Caixeiro
Precisa-se de um caiseiro ; na rua da Palrnai
.n. 71, cova pratica de molhados.


ATTENCAO


Ma
n 1;


ithues Austin \. C., na run do Commercio
8, teen para vender madeira. de pinlio do


3X9
3 X 12
4X9
111~2 X 9
a dg 4 Casca de Laranla aza..ea Em lotes a vontade dos compradores, preoos
-- o odicos.
*. wJ.J UtJS^ T4 de POTASSSIO odC3 ------
AMt"rVAaDO PIAD. D E"H DO 0&a= AM
od o minde com.ahce as pr F rls.. ,-- aa -- p-l a...---- -a-a-,- Precisa-se de uma ama para engommar, pare
&M r. lo'Juato de tassio. male solw-iio -coI1' MlB.& W"_OUleB3a( casa de pouca familiar; a tratar na rua do Hospl-
mrte -dime du Paculda-rdemedi- o irritar a t o- te *a*lB W1t cio n. 46, casa terrea.
cimdttai *f DmiMUKcte I&r inar acceMKof Abwuieo.*'j --r..-------
-3 Em vrmeno ds %ktol 03u'AIn
mliai ,^ l,[a."W, obtinerfo oa; :4du"Ww*4&eA.jApo4 m N = r iag o
oman, lympti- deas% Pa.& Precisa-se de um criado; na prac da Boa
.,e -, dmnc itMfan. d po r sua ac.qdo .to .-.u. us r do i Vista n. 19.
S~i. ,%sJ u21sre ~-appareio digesUv% *4aaaaabao&rp-o Arre-nda-s
C s ma-,&e'_et. daeau a- qiet d o -pe -
A" a va que? ar^ase5 Arreadan
do 93P an u d- 0trame.ln a.auaJ o engenbo Santo Antonio, cow mto boas terras,
acom proporqOes de safrejar 2,000 pies, distant
i.u a* .PLan 'meia legoa de Gamelleira ; tambem se vende a
aM '-ta-6-- aooiepguotos de-P.,t-: safra fundada corn animaes ; a tratar na rua de
'Al=f= iisMl iwo Dfiaa n. 10(6, on noengenbo Anhumnas
XARhL lf Sam y g1M lANTi M- o Sr.Manoel Antonio Gomes.


I


U GOA*. : D- ,?Vm* ,"
AAPT-IURIaaBETO t s '
op "ir-or5yan to a. Sum tomquo &WQO sw W144,a*q WMa 4ee
XAROPE I ffinG!BOSO .""PRa0T7,-lOM .ETO FJR.
p t erul t. aP~, uiro ccw c ores piZda, EIorea lramoemh Smotum&
'ws~an asa, t u i ^Jzstsj b1 2na
2?cttu, Z.-'P. LAOZE C'1, Pbiarrns~ofs
^ ^~~~ o -y' ~sS -it- !^Aifsr-PjuL. 9


S '.;;;a-- C-f'.t.,. a.'iq ct ,i4as na'-. E ?E -aic~ea d e -Paris ,. p siiy /: i.' ,,* cnra":
,~a. .,,.n:ra. a,,_v .en_ r-nm.
S'. anifut a atc m c-re enn-o 4 i r s'ds ea (a li war a S,".--
^ .1 ';onsiu4wn- bea. SJl 3 3r B C? 1 0 as recc-rnie m m a;a : .,
^ 5'?BQ.^A* t'Oaa1Y^ i2yiCIC:;A e pre. -.Vatlya2qat nrzqca.c=aa 6AiT's a
^_ .P ^'sVA' i Q g' ''*! .''' FB&jZ., 5d 4I& ILVA a C' 5 D0 Bat %tI>Cipa Pr.rTMCi.
iwuowlanews &$i 'a D EIHO.'S


: Amas
Na rua do Condo da Boa-Vista n. 24 B, procisa-
so de tries amrna. ; scndo para. engoinmar, lavar re
outra para servi(,o dc casa.
d Modista
ARun da Praia n. 5", 2' andar
Edaviges Maria Coelho partioimp as suas nit-
mcrosas freguezas, que diagpondo de habeis cos-
tureiras, e tendo por norma os figurinos mais re-
v'entea, aclia-se h bilitada a satisfazer quahluer
toilet, como scjamn : para casamientos, bailey,
Sjeat.ros, passvioz. etc. ; enxovaes para cai 'tlnf'n-
tos, preqos modicos.
Amna
Preo-isa-sr' d unie aman pmi," cenmprar i. co-i-
nh-ir ; a tratir na run Duque do Caxias n. 47.
Casa e grade sitio
Ia Taimarianeirna junfo a estaefio
Aluga-se onom 2 sals, 4 quarts, sendo 2 grian-
des, 2 ia-tas eI c 1 dita para engommar, cosinha
Sf6ra, gaz em todos os compartinientos, sitio gran-
de corn airvores fructiferas, 2 cacimbas, 1 do ox-
celleute agua de beber a tratar na rua do Co-
ronel Suassnna n. 220, e no Recfe, A run do Amo-
Srim u. 64.
a "CHALET'


I Comn accomnodzsO para peq -ena familiar oi
homnem soltiS. f pat-1 p r eqoitativo cm
liudochaldaob toia. .
A pau dL.exellente localidada, essa casare.-
-" couoeudaee, &o bom goato, nao s6 pelo psu as.
pecto elegante, cono tamber peo asseio de snu
ipteior, achando-se ptada rec temente e fta-
rada a papel. Para mnformaqkcs os pretendentes
dih rim.a -a 1nA rtn TfltoIan da Vi i i l 10. f


FAAF
. .... ,.. .
,. ,";'.: .. ^t.
;


puaia U U
3B. OimlenSu r,f
Derpodto em amb


X11UIO.
p
Iut,'ir'-
Meio
Quarto
Em poria.io
Inteiro
Meio
Quarto


lIE OS
-I.- -U-
250W00
de 100&000 para
ciima
3.?500
1 575d)
1L70


JoaIo Joaquim da Costa Leite.


CAIS!I Dit FORITUNA

los 4:000$000


Rua Primeiro de Uarpo n, 25
0 abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes quatro quartos n.
3648 corn a sorte de 80,000O, dous meios
'n. 2883 corn a sorte de 2003-000, o inteiro n.
738 corn a sorte de 100000) o inteiro n.
3463 corn a sorte de 100.000 e outros
sortes de 32.506(O), 16000 e 85000, da
koteria (32'), que se acahou de extrahir,
convida ias possuidores virem receber
na conformidade do costume sem lesconto
algumin.
Aeham-se i venda os seus afo "i unados
bilhetes garantidos da 1.' parte das Ioterias
a beneficio da igreja do Poc'o em Cimbres-
(33.'), que se extrahirA na quinta-feira, 1
de maio proximo.
PRECOS
Inteiro 4-5000
Meio 2-00(K
r Quarto I000
Em quantldade mialor de 1000
Inteiro 3.;00
Meio 15750
Quarto 6875
Manoel Martins Fivsa.
EMPREZA DO GAZ
41 RUA DO IMPERADOR 41
Communica-sc (ique durante a au-encia
do abaixo assigaado, actual ge-rente, atI
outro aviso, fic.ard dirigind:lo temporaria-
mente dita empreza o Sr. ,John Coks, do
dia 1 de maio cm diante.
Tambem pode-se respeito.afmentc a to-
d as pessoas, lqu; tivereru de. tratar qual-
quer negocio Uos dias dc subbado, tonham
a bondade de o tazr at : -) lioras .i tarde,
porquec dcepis dessa hora, o escriptorio
achar-se-lia tfchladO para que p'j)ssamn os
empregados terem asmiir nuua opportunida-
de de descan.i-. Qialquer communieauao
especial poderA ser lfeita depois para a
fbriea ,do g.iz, a rua de S. Joao. ou
transmittida pelo telephone n. 40.
Recife, ?2( de abril d c 1884.
0 gerente,
CharlcslA. Craven.


Aluga-se um siLio m. rua, le .g..-Agel n. 9a "9
em Afbgados, muito perto dos bonds dpgli wo.
gado, com 2 salas, 4 quartos, ade tg u "n
cobert, cacimba eom dous tanques, algo W", )'
redos dando frueto ; o0aitio 6t do, s2 r a o 6A
aluguel razoel : a tratar na runa da Palma n. 2,
oun rua de Santa Thereza n. 38. -
9,._.


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*t ::'*:-.


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AZEITE DOCE IALVELOZ

D Azeite OOL'e J V! dot.v CONSK\EVADO LIQUIDO SENI ALTEPZARSE
G 'tfaIhido a fri 0 ALVEDl. phntil. da fanrilii das eii ilior-
CALI liIU Cl I IWbiaceas, quo habitat os no,..?.-rtos I'* h.i^ reco-
"IA. C A"3" A. "i':cidl C.OO1- 1 11 l:d 10 Ispc Tico) p;: des-
truir os opithias 'ormiI0 e:in1c pi fdes, faii.ilitanido a
S, r-'no\;..'ij d .~' tecids atr 'n-',los, c trLzr'IIo final
^*'' ^^~e1 & l ^^'i-' il (n Lr; ('iIplftCi:, s. mn 01111-0 trac~rl<-Itin:') q'ui a
tp T topic de ua sr e l i ti eI
m 1i0o numerosos os casnc deo curn, nilgum3 los
'U Jmic-S j i. Ic vanLc iu ip -on w lrlr'c cIlt(l d1-i l iti icc. 'ill
ifence, pert 24, : i.-a (Franp ) q "s i hl..\':m,,.s "n, roiilrt'c''IIttII ]d, iAiiblico, etm
*S ve~lSO, peru) ^ 10 ( ^ raBf a) JditQ'ria, Jrublic) d,00e. pJlo ilhIstrado clinico dcsta
caIIita1, o Sr. Dr. Alcii)aidLcs V(-Iloso, c ci timos rc-
/6n'l1 .'- 8 e8 n tOLS 41S C1.i! (::iitat 11o tinb 1l t'.railn ',,tidvs 1is fr'ias c nas
SCGOS e motlzados do ( RA0 Qf k i'hilc-'r;i3 chlo-ic.is dcr ,:.iractcr -3yphiliticai3.
Recebcm,, ,I,) int.ri,,r d.A prvinc-ia. (ilo Brijo
EXIGIR 0 BO TULO ,a Madlrc d.I l)imsti dc jKssoa do c:onfi-tnh c Cii-
p t | | d.mos gairantiIr lue(io '- c(Ihida d:a crdad';ra p/lni-
h ;1 (111 t 2 Irt U S -xJomus ;'L venda. coiiscrvada de mnido a
~'^*'1ni. & Lo n rsufin'r tr;d'ot eo. c conm a ncc,'s-,aria fluiJez
S"llparj 'l-I facilitir a sua app licai;o corn scgmr:in(a dc
born r,?zUlI.td. .
1)]EP'4-SITF(.) GEflAL
A Ji P A0 ,Pharac!a e d,'ogria de Bar.
SDO r|holon eu C.
G A -- JA PA O34. Rt i lra do L)sario -. .r m co
LM & CIA I Perkmiut-
a Vivienne, PARI SLiV de aieioz
i Pan crn o~aleir -manc.-o% fle Soda in
rto de ka anngp ,% ,,,.pece ,
perfume paralengo, product da Pi-itzn-rit-m..,I- Iiri,..., //.,.:,ao r.' ,- o
cida sob o nom e de Pirut japonica. tl i,-u, : 1 )do,.,,J,., a. ".i u l, .' _,,
cia sem egual, refresca o ar que lriil.i,. Io c,\crno rmpcrial. l.L-a dfi.a-
o ao redor da pessoa qua usa, cia- d;a su applca1-:To.
distinca-o e els fraso?.ca ;ra zei o rtratm ) dt o Idicharel JoaT,
dti_ eleg~anca F Baptista Gitirana Costa coin ai suia iassignatitra do
maaaefua ia --e ** ~proprio pimnhloo e sno rbricados co-rn tinta eneir-
iada p i,) p (;irurgi;iL dertista Numan Pl ompili'.
n "1 Unieo dcposito cm Pernambneo, rua do Baricn
1da Victoria n. n. d 1-arir.
Preo, ',I cruidt frasco para caneros '6 f>00
SPar-a ulcc.raT.-es e graninuat;.6uc di collo do
Sutcro c caucros syplhiliticos, formuiila cs-
Spocial 5 -3k)


I!


0 MELHOR?


Escrfulas c (das as Molestias
provenientles d'ellas: e para
DAR VIGOR AO CORPO
PURIFICAR SANGUE.
emkh p .k CJCAYCLaC L wj lM EiU
DEPOSIT GERAL
13--Rna Prinaelro de Maro--13
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambuco
ADAMSON HOWIE & C,
N.---3 Rua do Commercio---N.---3
A venda em todos as boticas e drngarias.
Aluga-se por baralo
0 1, 2o. 3 e 40 andares do sobrado A rua de
Brumin n. 84, todos reparados c pintados de novo,
corn bastantes commodos para familiar; a tratar
em qualquer dos andarcs, -arua laraga do Rosario
numero 34.




Aos4:OOO$000

BILIETES t1RUNlITBOS
16-Rua do Cabuga-16
O abaixo assignailo vcndeu nos seus
venturosos blhcts garantidos os premnios
seguintes: 2 quarto.s coin a sorte le 1.0,(
no n. 3;))-, alnm deoutris mais de o32,
1)5, e 85, da loteria n. .
Couvida aos possnidores a virem rece-
ber sein desconto alg'm.
SAchamin-se a venda, o.s ventttroos bilhe-
tes gnrantidos da loteria n. -3 ern beneicio
da igreja do Po(;,,) de (imubr's, que
se extrahira sexta-f.-ira, 1 du ial-o.
P lI IOS
B E j SS
Inteiro 4:000
Melo 2:000
Quan1o 1:000
Sendo quanildade superior
a 100:000
Inteiro 3:500
fleio i:750
Quarto 8 75b
Joaqulil Pi'ts (I'( tSilva.



Aos 4:000,,00u

Riua do Barao da Viclorla 1n. 40
e casas do costua ?,
Achainm-- i vLi.,'ia os f, liz,':s bilhetes
garaintid ,s Lt 1. parte das i a.rii;:. a be-
neficio (l a ir , ext-rahirA na qiiinti-f:irzi, 1 de minai pro-






















evariad-o sqrati=zeA,,

tode relogiosdos mais
a, reditados fabrican-

Stes, e se acham habili-
tados a vender mais

Sbarato do que outro


qualquer, visto re(

berm directamente.


Todos

Vendidos


os relogios


n'esta


casa


sao garantidos.

ila go CabuKn. 4


(S 1


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~0 -~
5 o
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~- 0
cC,


Aluga-se baralo
A easa terra da Baixa Verde n. 1 C.
A loja do predio sito 4 rua do Calabougo n. 4.
0 1* andar do predio sito A rua de Pedro Af-
onso n. 46.
A' tratar no largo do Corpo Santi, n. 19.

Aluga-se
o segundo andar da casa .f rua do Brum n. 80,
corn boas accommodacoes pars familiar, muito fres-
co e clai o, pintade de novo, tend agua, gaz, lus-
tres e arandellas para o mesmo, apparelho de
cambrone, etc. : a tratqx na rua do Vigario n. 1,
primeiro andar.

Mudanga de escriptotio
0 agent de leiloes, Alfredo Guimaraes, mu-
u o seu eacriptorio da ruas do Bomn Jesus n. 51,
a a mosma rua, amazem n. 45.


peitavel public, que
continnam ter-ui soro

timentod e jiaSdas

mais modernas e dos

mais apurados gostos.

Compromektem-se

a vender mais barato

do que empoutra qual-
quer parte.

Bli ~Q lII4
-Ama
-Na rua das Nymphas n. 26, se precisa de uma
ama para cosinhar e mais alguns servi~os de
casa.
Ama
Precisa-se de uma ama para servir a uma s6
pesBoa ; na rua das Trincheiras n. 40, sobrado.


VENDAS

Riscados eseocezes
a 280 rs.
Por teremi umn leve toque de
mofo
Vende-se finissimos riseados eseocezes para
vestidos, send fazenda de muita phantasia c
cores seguras a 280 rs. o covado, e a nao terem
um leve toque dc mofo custariam urn cruzad- ;
esta pechincha vende-se na loja dos barateirof da
Boa-Vista, A rua da Imperatriz n. 40, esquina do
becco dos Ferreiros.

Boa aequisi(ao -
Vende-se o estabelecimento do largo do Paraizo
n. 21, porta larga, conhecido por moeot4, garan-
to-se o predio por aluguel ou renda, tendo com-
modos para familiar, agua e gaz encanado, livre e
desembaracado de qualquer onus. E' nma boa
acquisicao, pois e um estabelecimento muitissimo
afreguezado. Em virtude do proprietario ter de
retirar-se 6 o motive da venda.

Fabrica Vendome
Vende-se phosphoreiras e palmatorias phoapho-
recentes de nickel a 500 rs., pars acabar.
Trastes
A' rua do Imperadorn. 16 compra-se, vende-se,
aluga-se e troca-se novos e usadoes.

Armaifo cnvidrapada
Vende-se parte da existent na loja n. 48 A da
rua do Bargo da Victoria, por barato prepo.


Brito tran"& p4 o Vw wiro kmgaenq6es e ca-.1
miia de 4dnt a 500; a re. oItro;I. I a'Ftea
Cortes dfcasemaifa ingftl'adelistrale uadri- "
iihos a 26500, 4A500 6 Peehineha.
Bnperjoorauemnrapireta, 2 Iargarasa- pawri MEI'f
roupas-do inverno a1400. ocovado I
Idem diagonal a 244 o'dito! SIo de W SO00.
Fustoes branaos bordados a'440 r o dito!
Bonita sesolha em noraa sR c qdinos a
400 reis gur5es de 4ita, 44 o 4it
Brarhante francez par leno es a 900 o me- O
tro! -iht"
Lenees do mtemo, grande a 24000 m. | Pr
Meias inglexas para home a 3%500 e 5000 a crian
duzia.
Leneos de linho em caixinhas a 2-500 a dita. e ese
Menn6 preto, fino a 16200.0 covado! duas lar- MaripoI
guras. tev
Cortinados para cama ejanellas a 6A500. I ai
Colxas ericas de crochet pars noivas. Baptist
Setinetas francezas, lisas a 360 rs. o eovado. nhos
Camisas, seroulas, gravatas, toalhas, collarinhos, Cambrn
punhos, e infinidade de artigos por pr.ees bara- i com
tissimos. Ditas
Vendas em gross dams des- trans
eonto Esparti
ntItoi
Carneiro da Cunha C ChaleC,
de III
chegaram 1
nit De to
penhor,
Novas sementes de hortalias e 4uina d
flores. '
Vinho verde de Bastes.
Obras de vime, como sejam :
Balaios para compras.
Ditos para papel.
Bcrcos. i
Cadeiras. Alhei
Aqafates. urh imx
Costureiros. tanto el
A' casa de Po asMendes & C. |zeqi
Rua eslreita do Bosarlo n. 9 il08 mul
explend
toe at~l
Drogaria 'dsm
Faria Sobrinho & C., drognistas por atacado, jfazerr qi
A rua do Marquez de Olinda n. 41. gloz e4
.. ...__ ~loja b do_
ibeeo"


CRA VOS E FLORES

Na rua da Uniao n.

5, ha sempre para se

vender cravos e flores

Nova machinau de cos-

tura
IDenomnuada Aurora
Estil, em exposiio A rua do Baro da Victoria
n. 30, loja de Antonio Pedro de Souza Soares &
C., a nova machina ; cose com does earreteis de
linha, podtndo ser de 500 jardas eada. urn, '
E frma os dous pospontos como se fosse de langa-
deia, 6 de grande vantagem. No mesmo estabe-
Slecimento tern eeastantemente mm grande sorti-
mento das melhor6es machifias de eostura de todos
os Irincipaes fabricantes, e vendem em porao e a
retaiho sempre p r preos muite, razoaveis ; na
rua do Barao da Victoria n. 30.


w'as


k8* 1 l ik~B :^ 'PAI
60
de umi m6 er, tendo detodasas
fazenda do psto,. covado 10'
bwcoa, rwpu paa vestidoml a
d n, .de, e 5 e 6u 0
oa400 50
m brra e m i emeepados, pro.
para vetidoe, catmisas e roupas de
;as, covado a 360, 400 e 500
grande sort;mento de chitas ciaras
iras, de cores fixas, de 200, 240 at6 400
as, as mais lindas maripoas que
udo mo zercado, corn deseahos amu-
s, co ado 600
s corn delcados desenhos miudi-
Sgraudos, assim como Rsas 200
as brancas tapadas e transparentes
jardas a pea 3A"00
smito finas, tanto tapadas como
arentes, tendc lO10jardas eada pega
4500, 5Ne e *7j000
hos muito moderuos para seahorgs 54000
alto bemn feitos- para meuinas 44000
grande sgrtimeato de chalea, t nrto
como de gorgorao e casemira, de
, 3., atW 84000
fas estas fazendas se dao amostras corn
na loja- dos barateiros da Boa-Vista, es-
bocco dos Ferrairos.
semiras de cores,
De 1:000 ate 6:000 rs,
E rlpa porDmdidl
ro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
aenso sortimento de casemira de cores,
iras como escuras, que vendem a 24000,
at6 6X o covado, e das mesmas mandam
alquer peca d'obra ou costumes, per pre-
;o raroaveis, assim como tern tambem um
do sortimnento de casemiras e pannos pro-
Lo mais fino sedan que vem ao mercado, e
lmes tambem se encarregam de mandnr
alquer peca de roupa a vontale do fre-
rom toda a perfeicao e presteza : isto wa
barateiros da Boa-Vista, na esquina de
s Perreiros.


AVISO
Adam wn Howie & C. tern para genderr : |
Vinho d Porto ino, em caixas e barris.
Whiske r Donvile verdadeiro.
Tinta du unpresamo, boa qualidade.
Brins dE Marshall verdadoiros, de todes os aume-
ros.
Remeds de Ayef.
3-RUA DO COMMERCIO-3

Nov estaheleeiento de

r endas finHas emodas


Rua


Recai
public
dade, e
artigos


1 Caltuga n.2* en.tI B
Loja de 5 portas
J. BASTOS &C
temeate abcrto, apresenta ao respeitavel
am variado sortimento de tecidos doenovi-
na sedas, las, linhos e algedao, e muitos
Ie phantasia. Preos serm competescia.


w


Nos primeiros mezes a alimenta ao mais Tudo isto 6 corn grande rcducao em preWo, na
natural e apropriada para alimentar a crian- ieja da esquina do becco dos Ferreiros.
9a dile peito 6 o proprio leite materno o qual
em caso de necessidade deve &er substituli- Fanella azul
dopela l l a l
FARINA LACTEA DO DR. I i
FRERICHS! a OO
A sciencia e a pratica adoptaram a farin- A' rua da Imperatriz n. 40, loja dos Bars-
nha Lactea como poderoso element nu- teiros da Boa-Vista
trictivo par a infancia disintos mdi- I Vende-se superior flanella azul d'uma 36 largu-
tctivo o para a fancia e disrnctos medi-era, send americana e toda de 1A, fazenda s uito
cos do Brasil e da Europa reconheeeram leve, propria para calas, palit6ts e colletes, polo
ser do Dr. FRERICHS a melhor n'este barato preqo de 1400 o eovado, ou mundam-se
genero. fazer costumes da mesma, send palitot sacco- a
Deve-e pois evitar confiar o filhinho A 354000 e de frak 4040000, grande pecbhacha: a
Deve-e pois evitar confer o fihnho loja da esquina do bocce dos .Ferreiros.
uma pessoa estranha e de comportamento esnac ods'losir
nao conhecido muitas vezes o germen de Espaitilhos
numerosa molestias. a a e 000
Vende-se a verdaddira fari-aha Laetes Na loja da rua da Iperatriz n. 40 vende-se
do Dr. Frerichs: imuitos bons espartilhos paia senhoras, a 54000;
55 RUA DO IMPERADOR 55 e ditos para meninas a 44000, assim come um bo-
Estabelecimtto de musical e piano de y nito sortimento de ficha's a 34000, isto na loja da
tora mieesquina do becso dos Ferreiros.
tortPreal/.e e p
av, adc Merinos pretos
IFazendas7 a hSar aEoo,1o00, 2'000 e 2o
Os Barateiros da Boa-Vista, A rua da Imperatriz
na. 40 tern um grande sortimento de merinoa pretos
tissmasi para vestidosque vendem de 14200 ati 24200,
lif IIUas s send muito b6a fazenda, assim como ditos eneor-
pados para roupas de omens e mcnidnos que ve*-
Chitas framezas com avaria a 200 r6is o oeva- dem muito barato na k1ja da esquina do Iecco dog
do! Ferreiros.
Popelinuasdc quadrinhos idem, a 120 r6is e-di- r I
- to !1ilfo a1iOrs
Peas de algodao eom pequeno defbito a 34500 t 1 l
S20 jardas Os Baratri4ros da BWa-Vista vendem nuite bo-
Panno fino idem idem, a 24900 o eorte de- cal- nitos.linhos deoumas, &or e de listrirhas ara


Granadiems pretas para acabar a, 160 ris a co-
vado!
A vista faz
A RUADUQUE DE CANIAS N. 59

Carneiro a Culba & .


4d


L/ITA CCRAL
L I T G E_ A PAR U LR ---- DL uoN. B. 0 prPAi9 preDcrSverA
DOS PEIO DA 2 PAT DAS LO AON. ...A 1DI R E GaELo depois, ETa e M28o.

DOS PREMIOS DA ^PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 1679, A BENE PICIO DA IGREJA DE S. MIGUEL DE AFOGADOS, FXTRAHIDA EM 28


N


0 riTziun-Jjlt Li 3. A. AbJ AZL I.J .ti* **...~.
3 4' 248 c 4 525 4
6 58 30
7 64 31
17 67 39
21 75 47
2 77 50
38 IA 306 52
39 46 8 s o 55
44 10 -56
50 8S 18 58
54 46 19 59
68 20 76
62 26 8* 85
67 35 4, 91
68 37 95
73 42 96
75 45 605
77 62 7
78 71 10
79 75 14
82 77 16 A1
83 78 22
88 81 23
92 88 30
96 89 33
97 90 36
102 91 37 14
3 99 43
5 400 50
17 2 63
24 11 71
26 14 73
27 15 74
31 16 79
35 22 91
43 26 93
45 38 94
47 39 .- 700
51 46 9 5
56 51 14 10
57 53 i- 14
59 62 16
.6 -- 68, -- 25
78 7 26 1
77 74 29
6 30

44 95 .i; 38 5
-- 15'/: -

1 26 **^ j^ ;. '

~ K7 M< 62'


;.KS. PREIM

Q, 764
71
- 72
o- 73
- 77
- 81
- 86
- 88
- 89
92
- 94

- 9
- 12
- 19
- 21
- 22
- 23
- 29
- 30
$ 42
4# 46
- 47
- 51
- 57
- 60
S 70
8$ .71
4# 78
79
84
92
99
902
4
8
14
30
32
35
40
41
-- 45.
0*^ 59
4#, 67
70
73

^ .-84

tta% '
4,
'~~~ 1*fi'n
Is,. ?yW^


S. NS. PRFMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.

4# 998 4# 1202 4# 1396 4# 1626 4# 1889 4#
- 1020 5 -1413 39 91 -
- 21 7 17 56 93 -
- 24 18 22 61 95 -
- 25 22 25 70 1903 -
- 26 40 30 80 4 -
- 28 42 33 85 12 -
- 34 45 41 87 16 -
- 35 46 42 89 21 -
- 37 49 46 92 27 .10
- 49 8 50 47 95 31 44
60 45 53 48 98 33 -
63 55 51 99 8O 36 -
S66 57 54 -1703 4# 48 -
68 58 58 7 55 -
69 60 59 9 56 -
74 61 61 13 64 -
78 63 77 18 65 -
80 63 85 19 164 77 -
83 69 86 21 46 83 -
84 70 90 8S 26 96 -
85 71 92 4# 27 -2006 84
86 76 8s 99 41 12 4
89 r- 84 4#101 42 13 -
90 87 $ 8 44' 17
95 88 4# 9 __ 50 20 .3
98 97 12 56 23 4
1108 1303 13 67 29
-- 11 4 15 70 .- 30 -
14 10 20 71 33
20 19 22 74 35 -
24 22 31 8 36
27 80 24 33 16 91 37 -
29 4# 25 37 4, 92 42
S33 26 -- 49 93 46
41 31 51 -1800 47
46 39 53 4 iL 48
47 41 55 SO 9 4# 51
48 53 58 4# t, 53
49 54 64 13 58
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23 57 95 69 8s
24 58 -2602 75 4631
25 59 6 76 -
31 62 14 78. -
37 76 16 81 -
42 390 77 19 83 904"
47 4# 78 21 86 45
50. 83 29 95 -
51 84 35 97 -
57 85 41 2900 -
58 97 46 4 -
66 98 48 9 --
68 2405 57 11 -
70 9 69 12 -
76 17 71 15 -
77 23 79 17 -
78 24 81 29 -
89 8* 26 82 38 -
90 46 28 86 59
94 29 93 65
97 34 94 1" 72 3
2202 35 97 46 73 -
4 46 2700 3$ 75 8$
5 47 4 4 80 4#
7 49 6 81 -
8 50 12 84 -
10 52 1" 15 86 -
17 55 46 19 87 -
24 -- 60 54 90 -
31 6 59 93 -
40 4 2 61 94 -
44 T3 3003 -
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51 83 68 14 -
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63 12 88 20 -
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87 22 7 4,6 37 8
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89 28 10 43 -
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7
8
- 10
- 12
- 21
- 29
- 43
- -47
:.49
50
- 5'1


vestidos, sendo a 116 roviei o covactO e ae eciore uxas
isto Ra rua da Imperatriz n. 40, esquina do beeeo
dos Ferreiroas.


0 Pedro Antunes & C. rceberam novas e fres-
cas, o tempo 6 proprio ; -a rua Duque de Caxiaa
n7 93, Nova Esperanla.


32.

DE9 ABRIL DE 1884.

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V]&pfl 40-, tT, DA'IMPERAT3IZ-N. 40
l, peas nmdapolo I cez LOJa dos b* tratelio.
.S, = ooo12-1lI. dB uSW DA
D o utela ds a NMD&
D Wo Jlaooem 20varaaa46 b00e 54000
3to, zeBiaB mito CenoroadaquE Sa-I
rece cretone, com 20 varas a ^00, VENDEA
64000 e 6 e600. Calas de molesquim, padrao elaros e es-
Dito francez, amerieane, fazen.da-.nuito curos muito bemrn feitas e fasenda quo
At eencorpada de 7& at i 12O0W no deabot a 2500e 3a000e
Apodao enfestado corn 9 palmos 4e lar- Ditas de caeemiras de listrinlias e qua-
gura para U fazer.leesde um s4 pan- drinhos, fazenda muito boa e-que se
uo, metro a 900 lava, a" a q
Dito tanado corn a mesa lasgura, Ditas de eazemira preta, fazends muito
propio para len96es e toalhas de boa, de 64500 at 104000
.mesa, metro .a 1200 Paletota de cazemira muito boa, lima e de
ramante de algodio corn 10 palmos de listrinhas, a 64500
largura, proprio para faaer lenc6es de Ditos da marma fazenda forrados, -a 84500
um s6.i- metro a 1;286 Ditos de cazemiras escuras, bastante en-
Da no, send muito eneorpado, corpadas, a 71000
t'sma largura, metroe a 2000 Ditos da mesa fazenda forrados e- mui-
Lreguellas proprias para lenc6es, toa- tos bemrn feitos a 10000
lhas, eeroulas, sendo fazenda jmuito Ditos do cazemira assetinada a 54500
eneorpada, cada peca com 30 varas Ditos de flanella azul, send fazenda que
por 14A00 e a vara a 500 no desbota a 64500
Dita corn corn 20 varas a 7500 e a a Ditos de eazemira preta de corduo e
- varaa 400 diagona!, send muito bem feito a
Atoalhado adamaseado pars toalhs de | ) o000 e 12000
mesa, tend 8 palmos de largura, me- Seroujas de greguela, seudo muito bem
oa 14800 feitas a 14200 e 1U600
to na loja da esquina do becco dos Ferreiros. Colletinhos para dentro, da mesma faxea-
.- da, a 800 e 14000
S *Assirn como um grande sortimento de camiz
FarinhaLae a ea brancas para bhomens, tanto de linho como dea
,,im nrP. o, i. onf,,m vnr nrporn muitn razoavel.


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oii'ioara' p eoque vai a Ooea-

Polificamdaeiti; cha-se dividida em sets
. Etado principal o .. eino do eAnnam, a
C,. o hina -fra-ea, os remains de Cam-
bodie, de SiAo e do Birmania, a Malaweca
independent e a Iudo-Ohina Britanica.
EEm 1862 e 1867 a Franga annexou a
i sem provincias meridionaes e occiden-
tals de Annam, que formim a baixa(Co-
chinchina, medindo no minimo 50,000 kilo-
metros quadrados, 110 leguas de costas e
tendo uma populaglo de 1.550,497 anna-
mitas, 1,825 francezes, 139 estrangeiros,
n.o contando os immigraates chins, cujo
Snumero tend sempre a augmentar.
0 reino da Annam 6 limitado ao nor-to
pela China, a 6ste polo mar e pela China,
ao sill polo Cambodge e pela colonia fran-
ceaa, ao o&ste polo reino do Silo.
Seu territorio estende-se per uma su-
perficie de cerca do 600,000 kilometros
quadrados, corn 250 leguas de costas e
urma populagib do 18 a 20.000,000 do ha-
bitantes. Compoe-se da Cochinchina pro-
priamento dita, do Tonkin e de uma part
do paiz do Laos.
A Cochinchina propriamento dita, 6 uma
extensa cinta de terra encerrada entire as
montanhas e o mar e habitada per...
2.500,000 do annamitas.
O Tonkim confina a 6sto e ao norte corn
S o Celeste Imperio, ao oeste corn o reino do
: Si'o, ao sil, corn a Cochinchina propria-
monte dita. Sun populaglo vai al6m de
12.0XO,000 habitantes.
Os primeiros tempos da historic destes
paizos perdem-se nas trovas. Sabo-so ape-
nas polos annaes chinezes que povos da
raca mongolica ha inuito so achavam esta-
belecidos na Indo-China; ao sul do impe-
rio, 20 seculos antes da nossa era, que
1,100 annos antes de J. C. tinham enta-
bolado relaces officials corn os films do
Celeste Imperio, c que ostiveram submetti-
dos ao dominie chinez durante numero-
sos annos ; o que explica a semelhanga das
instituigc5s destes dous povos.
Foi, por6m, esta sujeigao sempre tempo-
raria; assim de 111 antes de J. C., at6
1428, o Annam, per espago, do mais de
500 annos, esteve independent e foi go-
vernado por seus proprios rois, cujas diffe-
rentes dinastias succederam-so corn os no-
mee de Dinh, L5 anteriores, Ly auteriores,
Than e Ly posteriores.
Depois de 1428, o Annam conservou a
sua autonomia, si bomrn que o seu soberano,
ao subir ao throne, recebesse a investidura
do imperador da China, ao mesmo tempo
que-recebia um sello necessario para corres-
ponder-so corn a c6rte do Pekin, e post
qncu pagasse um tribute insignificant quo,
come expliceu Vatel, apozar de privar o
paiz que o paga de certa dignidade, nada
tira A soberauia deste paiz; desdo entro
jAmais a China interveio nos negocios in-
ternos dos reins tributaries, takes como o
Annam, a Birmania, Silo, Laos, etc., nerm
mesmo protestou quando a Inglaterra so
apoderou successivamente do Assam, do.
Pegn_, do Tenasserim, ou quando o Laos
foi partilbado entire a Birmania, Siao e An-

A principio, os annamitas apenas oecu-
pavam as actuaes provincias do Tonkin,
berco de sua grandoza. Hanoi, edificada
no VII secno da nossa era, servia-lhes do
capital. Pouco a pouco estenderam-se para
o sul e, em 1450, conquistavam o reino de
Ciampah. Em principios do XVII seculo,
o soberano de Annam attingia ao ponto cul-
minanto de seu poderio.
Foi entao que um governador do Ciampah
(Cochinchina), chamado Kguyen-Hoang,
hasteou o estandarte da revolt, fez-se ac-
clamar--rei, escolhendo Hue para sun ca-


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long, o qual, apenas subio ao thrdno,
inaugurou uina political anti-europ6a, o nao
s6mente rojeitou todas as propostas fran-
cezas, mas tambemn poz-se a perseguir os
numerosos francezes, que ahi se acha-
vam.
Minh-Manh foi substituido por Tien-tri,
aprenda a reconhecol-o n'estas minhas ac-
'ses.
Ah Quanto pade.o Quo dor tio
terrivel! minurnmurou o ferido corn trans
tornado semblanto.
E' precise que saiba tornar-so supe-
rior i dor que soffra para pensar na eter-
nidadle... porquo, a dizer verdade, irmao,
os seus ultimos mementos talvez nilo este
jam longer.
Morrer, eu -disso Cantelou reunin-
do as suas extenuadas forgas.
Oh! Esta, delirando !

Sondei a sua ferida, e corn pesar vi
que o mortifero ago atravessou os princi-
pacs orgilos; perde sem cessar uma quan-
tidade de sangue sufficient para lhe causar
a morte em poucas horas, se fosse bem so-
corrido por um habil medico, teria esperan-
gas de vida, mas, achando-nos sem auxi-
lio...
Nao tardam ahi em mou soccorro.
Quem ?
-Zibold; o meu fiel servidor o mou
amigo.
Esquecea-se de que o mandou a Mi-
guelgorri, respondeulo conego corn tro-
mula voz.
S- Por isso mesmo, quando voltar ha do
libertar-me.


nIro sobe o sea.d mxinio por ge o do u
tigos reia-Etgi.cf~ .faram outriora -smnho
re. .da-. eicma e conservavam .,9et&
nNI tariBob 9 ott-udomiio por weio -do um
exerito de tonkmieaes",qae ahi,._rma e-
ciap. contituamente sob as orde'-> deim
general ou de urn deputado qu'o governava
o paiz. Qutndo a Coehinchina sacudio o
jugo do Tonkim, o rei tinha dous generals
de suas tropas, um na Coehinchina e ontro
mesmo em Tonkim.
Estes dous generals, tendo tido um i des-
avenva entire si, o que se achava na Co-
ciinchina revoltou-se contra o sen sobera-
no, o rei do Tonkim, e lan~ou miTo da in-
fluencia que tinha sobre o exercito para
fazer-se acclamar rei da Cochinchina.
A datar desta 6poca as duas nagoes serm-
pro estiveramn em gucrra, uma contra a
outra. 0 general Toukiney, vendo que o
quo commaudava na Cochiichina tdo feliz
exit colhera quiz, tambem imital-o, e de-
pois de captar as sympathias do exercito,
ddspojou o rei, seu amo, de todo o pode-
rio; metteu-o em prisao, apoderou-so dos
rendimentos da coroa deixando-lhe entro-
tanto o titulo de rei, sorem duvida polo zelo
particular que o povo parecia testemunhar
a esta familiar.
Assim cahio o rei nas m'ios deste gene-
r-al, e de seus descendentes conhecidos polo
titulo de Chuas. )
Tal era a situagao politica de Annamem
1785, quando rebontou uma revolucAo na
Cochinchina.
0 principle Ngugen-Anh, que logron es-
capar ao assassinate do sua familiar, foi reo-
colhido per monsenhor Pigneau e Behaine,
bispo in purtibus de A Iran e vigario apos-
tolico da Coehinchina, quo acouselhou-o a
pedir o apoio da Franca, e levon sen ijo-
ven filho Canh para Pondichery, e subse-
(qucntemente para Versalhes, onde foi apre-
sentado a Luiz XVI. A 28 de novembro
de 1787 concluio-se um tratado polo qual o
rei da Franga promottia um auxilio do
1,650 homes, quatro fragatas e tres na-
vies transportes para o protendente anna-
mita quo obrigou-se a coder Ai Franca a
bahia do Tourana, a ilha do Paulo Con-
dor e a formecer-lhe umn exercito de 40,000
heionous, case as possesses francezas na
Asia fossem ameagadas. A revolucio fran-
ceza fez esquccer a coavenqao.
Entretanto o bispo de Adran pode obter
a escola da corveta Meiuasa para dous na-
vios carregados A su:a custa o o concurs
de 11 officials francezes, entire os quaes
achavam-se ongenheiros distinctos, que au-
xiliaram o pretendento annamita a subir ao
throne. Chegado a Hu6, em 1797, con-
quistou o Tonkimn em 1802, preparou uma
armada formidavol, cobrio o paiz corn for-
tificacoes Ai europ6a, promulgou uimn codigo
Ai imitablo do chinez, e reinou 20 annos
sob o nomo do Gia-Loug. Desde entio o
Toukin achava-se sob o jugo dos auna-
mitas.
A queda da realeza franceza, os aeonto-
cimentos que se ihe seguiram, as guerras
do imporio, nao eram favoraveis aos em-
prehondimentos colonies. 0 Annam foi
deixado de part: vemos, entrotanto, quo
Bonaparte, primeiro consu1, minndou quo se
fizesso um relatorio sobre a Cochin hina;
a importancia desta posig'bo nao Ihe tinha
escapade.
Em 1820, o governo da Restauragbo,
voltando as tradig^es da monarchia, quej&a
em tempo de Luiz XIV tinha procurado
estender a influoncia franceza na Indo-Chi-
na, nomeou o Sr. Chaigneau, um dos of-
ficiaes que, tendon acompanhado o bispo de
Adran, ticaa na corte do rei de Annam,
para o lugar de consul em Saigon, encar-
reganlo-o de nogociam um tractado decom-
mercio corn Minh-Manh, successor de Gia-


como limites da frouteira septentrional do
paiz que mais tarde denomimou-se Annam
ou Yunan.
A terceira zona formada por urma cinta
do montanhas cortada per numerosos curses
d'agua e estendendo-so ao sual do delta ate i
Cochinchina comprehend as provincias do
Nghe-An, Than-Hoa, e Hla-Tinh.


0XIII -
0 mlulagre


0 avaro contevoe-se e balbuciou:
N.o; depois vingar-se-hia c apro-
veitaria a liberdade s6 para si... abando-
nar-me-hia... Nao, nao, prefiro calar-me
e quo ambos inorramos.
Fallen cm nome do c6o! Ni.o imploro
pur mim, mas pela senhora de Fontac,
pela nova victim d'esse monstro semr no-
me...
Sim, Ior ella... Livraudo-a, vingar-
me-hei d'essa mulher abominavelf. Appro-
xime-se... chegue o ouvido, porque... a
minha voz desfallece... -SubiriApor ess-i
escada, e no primeiro canto, chegando ao
ultimo degrAo, toque na parede e encontra-
rA uma varinha como as das cortmas...
Essa varinha 6 urma poderosa alavanca ;
estA na part inferior, e fazendo pesar so-
bre ella o corpo, levantar-se-ha per si s6 a
tampa que nos encerra.... Nao posse
mais !... Mandei p6r ali ease maphinis-
me, prevendo que podesse vir a secceder-
me o que effectivamente me succede...
corn rospeito ao encerramento... S6 nao
previ a punhalada...
Mas esquece que estou atado pela
cintura a urma corrente fechada a cadea-
do.


Meu Deus, meu Deus
chave d'esse cadeado... A!


Dentro de uma hera nlo duvido que partir uma d'essas argolas ?
venha em seu socCorro ; mas quoern noB diz Seria mister-para isso
que dentro de uma hbora nio sera tarde ? sAo.
Ai6mrn disso, a raulher, que tio traigoeira- E se eu juntasse a m
mente o aBssminoa, tomar quantas pro- sua ?n.. -
caug5es julgar opportunas, nio duvide. Cantelou tenton por-so de
Oh men Deus!... E o sonhor nio aguda dr o obrigoun a cahbir
me poderia sBoccorer e tirar-me d'eate mal- cimas do conego exhalo uu
dito subterrneo ? to e is ete ow a-l66 o t
Pareeeo-me que ambo nos aehamas Eaton norte I
no mesmo sepulchro ata o dia. da Resur- aFa oem t meu
reic8o, e na o de.d ioorar, vito queo iaa am ,e Io.
sun .ndm etou aqu e~m~ mm
. !fo raL M b r ev

l ... f .6 6#djp p"-W.
^t~* o b wtaaIfe, en se otmaoo aeio qa quo6"n&abo. U psm a d<
i ara fyanuia n pedia dfmte aepju nhw l ri
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! Nao tenho a
h! Nio poderA

a forga de San-

mnaha forca a

P6, as maua
quasi que em
n aflictwvgri-
tam:


da & iua .. .......

Tal urma das rauoes que os tern impe i-
do de mais provetq IufBernm dos imme -
'sos rocursos que offeo'ece o seu ubtrri 0
s6lo.
0 clima de Tonkin pode ser considora o
como salubre. Eis o que a este respei o
diz G. Dampi0r:
u Esto reino 6 geralmento sadio, sobr -
tudo na esta4o secca 4uaudo'torna-se agr8
dabillissimo. Dividem-se as estaeos em s-
cas e humidas oda s as chu.e, do mes a
modo que nos demais paizes se diffore -
clam o inverno do estio.
Por0 m a transiao do inverno para o e -
tio nao e subita ; ha a primavera e o o0 -
tomno, que servem de intermediaries entr
eatss duas estaD es extremas...
c Nos mezes das huvas o calor e oxceso -
sivo principalmonto quando o sol podo vet -
cer as unuvons; entibo mui levemente se -
to-se o veto.
A esta6Bo humida comega e01 fins d
abril ou principles do n.aio e dura at6 fin
de agosto, quando as churvas o extrema-
meinte violentas. s
Duram horas inteiras, e algumas vezes
dous on tres dias. Entretantq o or into -
vallos ha dias bellissimos, sobretudo n
principio ou no fim i da estagao.
Estas ehuvas produzem inundaioes po
riodicas, que fertilizam o s61o polo traus
bordamento dos rios. Em agosto a esta
Ao 6 mais benigna. Todavia, 6 nest
6poca que reinam as modonhas tempesta
des conhecidas pelo nomo do typhoes.
( Os mezes de novembro e dezombro
sAlo extremamente seccos, quentes, sadieo
e agradclaveis; Janeiro, fevdreiro e mar5
sao bastante seccos, por6m notam-se es
posses nevoeiros pola manh.i algumas va
zes chuvas frias.
Tambom o ar 6 muito fRio nests trees
mezes, sobretudo oem Janeiro, e em foverei
ro quando sopram os vents do NE'ou de
NNE.)
Observaremos quo estas informagces so-
bre o clima de Tonkin referom-se unica-
mente ao Delta, isto 6, apart menos eleva-
da, visitada por G. Dampier, e que o cli-
ma ganha em salubridade, i media quo
sobe-so para os planaltos.
O clima do sul do Yunnan goza da re-
putac.lo de um dos mnlhores do mundeo.
Attendenio para a configurago topo-
graphica o Tonkin p6de ser dividido emin
quatro zonas:
I a 0 delta quo forma um triangalo isoce-
los tendo por vertice ,Son-Tiy e cuja bass
estende-se de Konnang- Yen at6 Nin-Binh.
As provincias do Bae-Nin, Hanoi, Hai-
dzuong, Hung-Yen, Nan-Dinhli, Nin-Binh, o
uina part da de Son-Tciy, acham-se situa-
daa entire estes tres ladies ;
21 A regiAo dos platas comprehend vas-
ta superficio de torreno, que se clova gra-
dualmente ao norte a partir de Seng-Koi e
do seus affluentes, perto do Hanoi. Os
mais altos pincatos viaiveis de Kouanh-Yen
mederm de 1,100 a 1,400 metros de altara.
Esta zona compreheonde s provincias do
Cao-Ban, Lang-Son, Tai-Nguzon, Tuyen-
Koang e Kouang-Yoa.
Entre a proevincia chineza do Kouang-
Tong e a provincia Annamita do Kouang-
Yen, a fronteira e limitada pelo Ngau-Nau-
Kuang que passa em La-Fu.
Entre o Kuang-Si, do lado da China e
as provincias Lang-Son e de Cao-Bang do
lado do Annam, os limits dos dous terri-
tories seo marcados por tires posses muradas
do Bin-Nhi-Hai, e Bien-Kuong-Hai, bern
como polos picos dos Ngu-Ling, citados
desde o IX seculo antes de Jesus Christo,


As exportadfies d'ouro dos Es-
tados-UnIdos
As exportagces d'ouro dos Estados-Uni-
dos sAo um phenomenon, a quo so n-ao esta-
va habituado n'estes ultimos tempos. Des-
do o dia 21 do fevereiro, data em que prin
ipiaram, at6 8 de margo, essas exporta-
3es attingiramr i cifra do 54 milh~os de
rancos. A causa apparent d'esse movi-
nento, 6, em primeiro lugar, a diminuigao
as remessas do morcadorias, principal-
nonto do cercaes; esso movimcnto 6 faci-
itado pela abundancia extrema de dinheiro
o mercado de New-York e pela taxa re-
ativamente poaco elevada do juro que alli
em prevalecido recontoemente. Al6m d'is-
o a Inglaterra revendeu valores america-
os em New-York e as roemessas quo ou-
Vora sc teriam effectuado em cereaes tom
e ser feitas em ouro.
Segundo o Manchester Gardian, seria
reciso igualmnente levar em linha de con-
t umn outro facto de natureza a exercer
ma certa influencia. A quantidade de di-
eiro cunhado em virtudo do Bland Act,
jmtando-se ao stock do dollars existente,
ufiltra-se muito lentamente na circul iago
n onetaria dos Estados-Unidos. Mas os sil-
v- r certificates, bons dus deposits de di-
n ieiro emittidos pela thesouraria, circulam
t o correntomente como as notas do osta-
d ou dos bancos nacionaes.
As sub-thesourarias dos Estados-Unidos
Pobre inseasat o-!--Apenas -tera -uma
h ra de vida, e deve aproveital-a para so
airepender do final que fez. NMo perca
tempo tGo precioso, o durante a sua curta
a onia emprehenda animoso e resignado o
c minho do c6o.
Oh! E' muito tarde.
Nao ha tarde nem cedo para o Su-
p mo Creadlor.
Mas a minha vida 6 um tecido de cri-


me
que
sou
vel


ari



ha


amigo dim"
Perma to a a'3
a uno e[DC6 ra


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4 *' --
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:;^'- ':" .1-,


.I 1- "


s !
- NIo os commetteu mais abominaveis
SDimas, nemr foi mais licencioso quo a
rgctalena e a Egypciaca.
-- E 6 possivel alcangar o pardio ?
- Sim.
- Porque meio ?
-- Pelo sincere arrependimento.
echou os olhos o moribundo, comno pa.
3o recolher em si mesmo, e de subito
;ou:
S- Tenho a bocca ardente... morro do
e !... Agua, agua!
- Nao ha muito quo desappareceu a ul-
a quo continha a bilha ; estA vazia, e
poeso soccorrel-o. Tenha valor, come
procuro tel-o.
- Que horror I Soffro o tOrmento quo
quiz dar... Abraza-se-me a garganta ;
o as veias inflammadas... Justiga de
tan !
- Resignglo, mea iriao.
- Pegue ina bilha... talvez ainda tenha
1 as gotas. ...
Sconego move a bilha e produzio co-.
que um fraco ruido metalico o sonoro.
ferio o ouvidp do avaro e produzio onu
livido semblanto um aspect de indefi-
prazer e exclamnou :I
M, ainda ha agua
Si, mans eu tambem tenho sede, e
o4 meus aridos labios esta agus 6 umr
tiymvel themo.ro.
D- s6 metade, e por ella I1e da-
raivl thaoouro.
mil fraoos! E'spoao.- aipre
I*etm t! I-

Si~o0, Oft- -oa -ni o rcaefto


I me aq~oSo! Ieq


Uma coinpanhia 6 proprietaria de umu mi-
lhrio'e 750 acres.
E' umn) phenomenon curiowo csta consti-
tuigLo do grande propricdades portencen-
tes a inglezes e principalmente a membros
da aristacracia, nos Estados-ruidos.
A totalidade d'esses dominios occupa
urna superficie igual -i da Irlanda.

UM plello Interessante
Na'o deixa de ter interesse o pleito iu-
tentado ultimamonte pelos Naundorff, que
so suppowm herdeiros e successores em li-
uha recta de Luiz XVI, e corn dircito,
portanto, A coroa de Franga.
0 quo hojo reclaina esses dircitos 6
Adalberto do Bourbon, capitao do t,;rceiro
regimento do exercito real dos Paizes Bai-
xos. Seu pai foi o relojoeiro Naundorff,
que morreu em Delft, em 1845, e que se
suppunh.a filho do Luiz XV[ e de Maria
Antonietta; e que depois de ter padecido
o supplicio do sapateiro Simon, conseguira
fugir e f3ra heroes de muitas aventuras.
Intentou um pleito semn nenhum resultado.
Agora acabam deo chegar a Paris os seus
dous filhos, Adalberto e Amelia. Ambos
tom as cabegas cobertas de cil e dizem-se
possuidores do documents qe garantein.
o seu triumph legal. Vivem n mlra modes-
ta casa na rua Nova, e nomearam seu ad-
vogado a Oscar Canot.
Segundo o presumptive Delphim, nao
tracta elle de aspirar ao throno, que repu-
me resta. E para que me serviriam todas
as suas riquezas ? Nao you morrer do mes-
nio modo que o seuhor? Posso pensar ain-
da nos bens da terra, ? Esquece-se do que
jA quasi que nio pertenco a esto mundo ?
Uina poaca d'agua, so poucoxinho 1
Niao ; guardo-a para mim.
-. Ao unenos uima gota... tenha pieda-
do do meu tormento!
Nao pose, porque padco tant, on
mais que o senohr.
Ah Nao tern nerm coraqao nem al-
ma e... e um malvado, um impio !
A esse terreno qucria cu trazol-o.
Sabe, senhor Cantelou, quetn 6 um impio
e umrn malvado. Ouga, se porventura ig-
nora.
4 Quando me metteu n'esto immundo ca-
labougo obedeceu a odio injusto e crimino-
so, e torturous a sua imagina9gAo para in-
ventar urma traidora emboseada e um inuau-
dito supplicio; destinou-mo a morrer do
inanigio, de sode, do frio e do tristeza;
sepultou-me nfesta infect sentiua, e veio
escarnecer das minhas d6res o insultar o
men martyrio.


r Na sua impaciencia- per presencoar a
minha lenta e horrivel agonia, ostentou um
barbaro luxo de crueldade, tirando-mo a
metado do pio, que julgou que me susten-
tatia per muito tempo, e despejaudo
mais da metade da agua quo agora Ihe
faz falta, d'esta bilha; e, nio sendo isso
bastante, poz a minha vista,rmas nbo ao meu
alcance palo e agun para me ktormentar
mais, e disse-me,' lembre-se bemrn: As-
sassinaste meu pai e e i assassino-te; ox-
posto per ti a morrer d go-te morrer-; aeneeiese no meu coragio
a iaextinguivel sede do or, e o furor, fi-
Iho da irdente ode, a irazara e tornara
actn a tua agonia. No form eastas
as mss pnlavras, meu i nlO ?
Ah aim, .lembrO-me e arrependOL
mel
Qnswdo ha o eostava diante .de
umsda o Z: nfado md e matam a-a bdo-
ON&a daeo' 0aod =4 Uni w~a MWa


.4
..o '-4 .. 1
.. 1 ,-. .
:"*'.-.- ,' "' ..... ^ :'' : *'' '* ^ s"
:.S ;: -*'. *:.' ,. ,,- i :,, .. %.-.4 .' .


ar mU estee -- or-o,
alluiados ou u=s falarias; mA
.quemn tome a eerie a suan M_-a
ma que realmente este ssonl-'res
netos de Luiz XVI. ""
Entre os que at6 agora tCin acre<do
n esta supposta heranga, estai Julio .Fgkne,
que ha annos, depois do haver oxaminado
os documents que a familiar conserve, ex-
clamou:
Para mirn nao padeee duvida quo os
Naundorff sao Bourbons.
No dia 5 de abril termiina o prazo con-
cedido aos Namn loriff para a apresentagao
das provasporante o tribunal.


..........;. "r HlitiM" 0 de ...- .--, '!... BI st11ou e
]iN-"o^a Philadelphia, e esf ros teriam tido o
(Continua.) melhor. exito. Em Boston os dollars e os
... silver certificates datram nos pagamentos
diarios per nuia imelotancia do 20 a 5Q 0/0
VADIIE T A. Nao pode prever- e um oncareciuenoo no
A1DSiIlEAM Mvalor do ouro na Ainerica, pelo meuos em
T uldade PoetIea curto praso.
1OCA susperflole dos mares
(WO ALBUM DO M~~ UAMIGO J. DE CASTRO omprehendendoj o Oceano Atlantico,
4rJES) cuja superficies 4 valiada em 20,447,800
kilometres qaadradqs, a totalidade dos ma-
Desponta nos coiracles, res cobre una siaprficie total de..
Come uma aurora, uma fltr, 374,057,912kilometrosIquadrados, enquan-
0 sentimento sublime to a superficie da terra 6 apenas de kilome-
*Que so donomina-Amor. tos quadrados 136,056,371.
A superficie do Atlantico C dc.....
Vigora na mente a id6a 79,721.274 kilonetros quadrados; a do
Do progress e da verdade, Occano Indico de 73,325,872 ; e a dosma
Quoos povos lives saftdam resdo sul do 161,125,673, ou urma superfi-
Corn o nome do Libordade. cie total para os trees grande oceanos de
314,1.72,819 kilometros quadrados. A dos
A homenagem que aos genies outros mares menos extonsos di os seguin
Rendem as paginas da histeria, tes numineros: oceano Glacial do Norte ....
Resumnc-se em umn so nome, 15,292,411 kilonictros quadrados; mar Me-
Em umra palavx% -Gloria. diterraneo da Azia Austral .8,245,954 ki
lometros ,quadrados ; mar Mediterraneo la-
]ecifo 1884. tino 2,885,522; minar Baltico 411,4sm ki-
RANGEL SOBR[NIIO. lometi-os quadrados; mar Vermelho.....
--- 449,910 kilaimetros quadrados; golphi, Per-
Sentenma curlosa sico 23f,835 kilow.at.ros quad.a-lo.s.
0 tribunal dos divorcios em Londres No Occano Glacial do Norte a balhia dc
pronunciou uina sentenga extraordiaaria. HIIudsou figurai por 1,0639,5787 kilometros
Em 1871 casou lord Euston coin Kate quadrados e o mar Branco p:,r 42,54.7) ki-
Cooke, viuva de Jorge Masliu Smith, quoe lomretros quadrados.
fallecera, segundo ella dizia, n'um naufra- Vein em seguida os mares clianiados lit-
gio nas costas da Australia. toracs, a sabor: o mar do Norte 547,623
Ao cabode alguns annos do matrimonio, kilometros quadrados; o mar da Grit-lBre-
reinava uma absoluta incominpatibilidade do tanha 203,,694 kilometrosi q1iiadradlos; o
genies entire os esposos: a tfamilia EFuston., mar de S. L)nreno 274,370) kilometros
(que sempro nutria certas suspeitas, julgou q(italdri-ados ; o mar da C(itina. 1,22s,440 ki-
necessario que se abrisse uma informacao lometros (quadrados; o mar do Japao...
acerca dos antecedentes: de Kate Cooke, e 1,043,824 kilomietros qualradoi; o mar dce
n'ella veio a descobrir-so quo em 1863 ()kot.k 1,>507,609 kilometros qiualrados;
Kate contrahira matrimonio, nio, corn o o inmar de Behring 2,323,127 kilometros
naufrago Jorge Maslin Smith, inmas corn quadrados ; mar da California 167,224 ki-
um Jorge Manshy Smith, viajante do corn- lometr, quadrados, on unia suporficie total
mercio, quo estava vivo e sao. para os mares littoraes.- de 7,2:(V),9U7 ki-
Lord Euston e stia familiar exultaram de lomnetros quadrados.
felicidade. Fez o requerimento para o di -
vorcio por biganfia do Kate Cook, e foi Exploraeio da terra nos Esta-
chamado a comparecer o sou primeiro ma- dos-Unidos
ride. Este dec!arou corn effeito tinha ca- Os capitalistas inglezes tCm compralo
sado em 1863 corn Kate; mas quo n'csse n'estes ultimos annos grandes pores de
tempo estava jA legitiman'.ente casado corn terrenos no.- Estados-Unidos. TC-m n-sc tanm-
outra mnulher, Maria Anna Johnson. bern formnado companhias por aces, cujo
Em consequencia d'esta declaraca'o, le- fim 6 a compra c a explorac'V) de terras
gplmente provada, o tribunal den per sen- na America. I
tonga quo nilo tinha lugar o pedido da an 0 Xew-to-York IV",, foruece algun.s nu-
nulla9gio do casamento requerido l)por lord meres quo silo talvezexageradlos, masque,
Euston, considerando que o que Kaite Coo- em todo o case, sito interessantqs de co-
ke contrahira corn Manshy em 1863 estava nhecer.
nullo, per este est-ar casado n'essa datai, e As compras comnpreliheuderiamin at6 hoje
peor consoeguinte Kate Cooke, qutando casou 20 milhoes de acres. Sir Edwad! Roe pos-
com lord Euston emn 1871, nao cia biga- sue 2 milhoes na Florida, o duque de Su-
mo, send) para ella este o unico matri- therland 425 mil; lord Dunmore 100,000;
m )mie 1gitimo e valido. lord Hungtqn .0 mil ; lord Duravoiu ;),000.


Um empreza colloss:al. principiada em
1876, corn o fim do assogurar ao Sena
entire Paris e Ron icu uma profindidado do
3 ,20, esta li ojo proxinma do sen tim.
No trajecto de. Paris as obras cm ponto
grande estAio jAi terminadas. Na segunda
sec(;tio, que vai desdo as tbrtificae-.es at6
Poissy, os trabalhos fiearao promptos. este
auno. N'etta sec"ao brain executadas
obras do grande inmp.)rtancia. Emiu Cri'res,
porto de Poissy, tizeram-se as duas repre-
zas enormes. A de Suersnos, terminada em
1..'2, sera brevemente inaugtirada em toda
ai sua largura, quo C- 17 metros, pell de-
moli.Aco do obstacul,)o que Ihe rcJuz acttal-
inento a la-irgura.
Na terceira secciao), comprehendida entire
Poisay e Rouen, c ond se tracta dc ftzor
traballios importaintes nos sete canaes (tque
ella comprehliende, a empreza estd tambem
Om bomn caminho. Os ramae-i do Menlow.
de Paris e de Martel estito termiiuados.
Os Mirecourt, dc Villes, e de Notre Dame,
estara.) concluidos em i 1S45. 6.oa em ite
as excavacoes no SLua devem star coin-
pletamente acabadas.



A esponja
Uina sociedade frauceza vai iutentar
uina especulacio, qui dove merocer a at-
tencAto dos intoressados.
Trata-so de aclimar nas costas da Ar-
gelia e da Franca a esponja, quo se pro-
duz eiim t?,o grande abundancia nas costas
da Syria c do archipelago grego.
Conliderandh que a agua do Mediterra-
neo 6 a mesmL ta-nto nas costas orientaos,
como nas do Oecidente, a acclima(i.o da
eOSponja nuiLo deixard de se realisar tambem
nas costas da nossa peninsula e das Balea-
res.
Dove-so ter igualmente em conta quo,
quanti) mais se avauqar para o norte, o te-
cido da esponja e mais fine e compact, o
(que permitted esperar que so melhorarA a
esipecie.
A uiica difficuldade consist na trans-
planUtI.ao da esponja; mas uao parece in-
vencivel, se se empregar o escaphandro
(vestuario especial corn respiradouro, que
sahe A supcrficie da agua pur meio de tu-
bes de cautchouc), e os navies submarines,
que permitted rnealisar toda a especie de
opera.oes debaixo da agua.
Um barco d'estes p6do descer a gran-
des profundidades, o a sua-tripulac'o per-
manecer n'elle bastante tempo, para poder
escolher asesponjas melhores c arrancal-as.
Os blocos de rocha, a que estAio agarradas,
serao arraiicados eo tamanhos proporcio-
nados e collocadqs em caixas, que poderIo
ser transportadas para os sitios onde se
desejar aclimar a espe cie.

No fin de tires annos, quando esses ver-
dadeiros campos submarines tiverem adqui-
ride grande desenvolvimento, comecara a
explora9ao nethodica, escollihendo cuidado-
samente as melhores, comrn o auxilio do es-
caphandro
A esponja de luxo, ou para melhlor di-
zmur, a esponja de toucador, e um artilo
commercial assaz care, quando a qualida-
do 6 escolhida.
Poncos products commerciaes teen o
mesmo valor, e vale a pona os habitantes
das costas do Moditerraneo pensarem seria-
monte na riqueza que esta nova industrial
poderia crear nas populap5es maritimas.-
I trmas eram um reiterado sarcasm, mistu-
rado coin dosnobres ehocarrices; o seu
cego e infame fiuror nero teve piedade des
mnus oitenta annos, nom da minha impo-
tents volhice, nem da miuha despovoada ca-
bega, nem dos mcus frageis membros.
f 6 fu de verdugo escolheu para criado
um novo Goliath, cujos ferreos bra~os me


preuderamin a este post, som consideragito
polo meu fraco o fragil corpo. Quem faz
tudo isto 6 um verdadeiro malvado, e tudo
isto foi feito polo senhor; se nato fez mais,
6 porque um punhal homicide o detevo na
sun fat-il carreira: logo o malvado 6 o se-
nhor I
a A blasphemia em todo este tempo nem
um memento faltou nos seus labios : por-
quo quando esgotou todas as palavras para
me ultrajar, quiz insultaa corn a sua vene-
nosa lingua o proprio Deus : logo o so-
nhor b tambem o impio !
a Mas desgracadamente os sens desejos
foram plenamente satisfeitos, porque pa-
dego quanto humanamente e possivol pa-
decer.
( Estes ferros. cortamn-me a cintura; a
tfome atormenta-me as entranhas; a febre
abrasa-me o sangue; b firio quebranta-me
05 ossos; e, finalminenta, a horrivel sede,
esse repugnant e aterrador torment em
breve me transtornarA o juizo.
SQueixa-se polo que padece ha poucos"
minutes, e eu padego todos eases tormentos.
ha dez mortaes horas, oonteinplando esta
pouca agua que me rest, que reservei pa-
ra tornar menos angustioso o men ultimo
suspiro.
g Como sao felizes esses pobres mendigos
que posunemuma pouca de palha e Abjl
cabana na marem dos rios ou nos .
tuos arroios! ICaosAo felines0 os h
que em pleno dia viajam d'um ponto a ot,'
tro e apagam a ssode nas abundmt e
geoneroaas foint 11 E a olridos p-B .
ro we atabeai fiau qu.ado, sod
sem deter o iomaaute caminhar, b
alegres MnaW ap iOs dos *ago%' .-
refrescam o bi iainos J'teos ie
mrg, dlag%-,. '.!,
mar- d. -.-
*~ ~ ~ ~ = 0 ** __ .L-NarfW :.*.*"
il 'WMAN-O. 0 w** i^ V 1


4 ~a


'4.-----, 1
a ~ ~ N
-- 4, .4...
4


pital.
Tal foi a origernm da dyuastia dos Nguyen;
-houve entao dons estados distinctos: o
Tonkin e a Cochinchina.
Guilherme Dampier quo visitor estas re-
gioes em principios do XVII seculo, conta
a seu respeito o seguinte:
a O eino de Tonckin, e urma monarchia

FOLHETIN



PECC9)OS VENIXES

POR
A, gPDIN
A. lie 0nric0 r




TERCEIRA PARTE


(Continuaglo do n. 9)

XII
Viclo e wirtude

0 senhor do Brionnennao ouvindo ruido
algum na parte exterior da escada do sub-
terraneo tomou a lantern que tinha ;ficado
aw seu alcance, e agarrando'Cantelou pelo
bravo, arrastou-o, ainda quo a muito eus-
to, para o sitio onde elhe so achava.
0 ferido nao dava o menor signal do vi-
dA; os labios estavam pallidos, a bocca
convulsivamente fochada e a cara livida.
S0 conego raagon o velho gablo do ava-
rento, contemplou a profunda ferida que
ihe cobria do sangue as costas, abanou
tristements a cabega, e rasgando em dous
pedaos um'lIngo molhou'-o n'nma pouca
d'aga e applicou-o sobre a foerida.
A aes6a 1d'aquejl improviaada corm-
pro r imo Cuantelod ; ahrio os olhom,
pasesio a emtavia vita A roda do si e
So terror, so ver-se em poder

do b b tft d indm med., a ralext

IN*' 11OPE&1a'.1


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mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
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