Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14980


This item is only available as the following downloads:


Full Text










(^ ; PAIA DEWTItO E 3
SPor seis mozes adiantados. :. .
Pornoveditos idem. .
Por um anne idem... ..
Cada numeror avulso, de dias anteriores.
A:^:; L: -.l~ aa B

*. ..................... 136500
S. f. ..... ... 206000
27#000
. 200


f I :'


4h~0.wtt .'^y,.. be J j!u ~ be 4.r{ia 4 JIttj
^rq~la )>(tJawitt tifirora bic ii tl0


INSTRUC iO POPULAR


SHBGHANTICA
(Transcriyioo)
CAPITULO VII
SMACHINAS SAMPLES
(Continuagao)


Roldana movel.-E' assim chamada, quando, em
vez do ter uma posi"ao fixa, se pode mover des-
loc;indo-se ao mesmo tempo que o corpo que Aes
eleva.
Sua disposicao 6 a seguinte: a corda esta pros
por um dos extremos no gancho, e, descend ver-
ticalmente como vai passar pelo gore da. roldana,
mas pela part inferior, e sahe depois verticalmen-
te para ser puxada pelo outro extremo que 6 onde
se exerce a potencia; a resistencia esta represen-
tada pelo peso que est-a suspense do gato da alga
da roldana, que n'este caso estai invexrsamente col-
locada em referencia a roldanafixa.
(Contin,6a).


PARTE OFFICIAL



Governo da Provincia

FALLA con que o Exm. Sr. President Desembargado. Jose lanoel
de Freilas, abrio a session da Assembli Legisativa Provin.
cial de Pernambuco, no dia t de mIarco de 1884

(Continuciao)

MISSIONARIES APOSTOLICOS CAPUCHINHOS

Continuam esses virtuosos missionaries a prestar seas relevantes servings n'esta
pevincia, onde teem o seu hospicio, e em outrM da diocese.
Segundo consta do relatorio do venerando prefeito, Fr. Venancio Maria de
SFerrara, no ann passado fizeram elles dez misses durante as quaes aproveitaram o
kabalho do povo reunido restauraudo duas igrejas em Tejucupado e erigindo a capella
da matris de Panellas, trabalho eustoso em que empregaram mais de mu pessoas, por
ter aido neessario fazer um c6rte de montanha.
Em Bom-Conselho (Papacav) foi erect a matrix Cas obras, apenas em come-
go estavam pralysadas, ha mais de 25 annos, tendo side ini as pelos muonarios Fr.
Caetano de Messina e Fr. Sebastilo.
Em Goyanna, ficou agenciado o material precise e quatia sO.peor a !OO0%
de donativos particulars para as obras da torre da igreja do S. Born-Jesus dos Mar-
tY Em Quipapa, para substituir a matriz que 6 de taipa, ameaaWdo desabar, lan-
cou-se os fuadamentos de um vasto temple corn 47 palmos de fundo sobre 19 do lar-
gura, ficando erm'born andamento as obras da capella-mor e as paredes de toda a igreja.
Erigio-se em UrmqA-meirim um cemiterio tendo de area 150 palms em qadro
e urna 6apella, cujos afiicea esta faaadmda' iw ever* ter I( palzo *1i20 #at-
bre 40 de largura.
Foi erecto outro em Campos-Frios corn 200 palmos.

COLLEGIO DE BOM-CONCELHO

D'este collegio, do qual constam minuciosas noticias de varies relatorios, in-
elusive da Falla, que vos foi apresentada no anno passado, formo o mesmo conceito
lisongeiro, manifestado pelos meus antecessores.
SE' um institute muito util, onde meninas desvalidas adquirem educator intel-
lectual e domestic, sob a direc9ao de 12 senhoras brasileiras, retirando-se d'alli quando
casam ou s'o reclamadas por seus parents.
Mantem-se o estabelecimento corn o auxilio provincial de 4:000#000 que con-
. v6m ser augmentado, si nao concederdes algujna loteria para conclusao das obras do
. edificio, o que, corn justiga, solicita o digne prefeito. Pe9o para isto a vossa atten9alo.

IGREJA DA PENHA

As obras de ornamentaao d'este soberbo temple ainda nao estao completes, e
s6 o ficarlo corn vagar, attentos os poucos recursos.
No anno passado apenas gradeou-se de ferro e ladrilhou-se o adro da igreja.
Por causa do estado pouco lisongeiro das finan9as da provincia, nao foi possivel
collocar-se alguns combumstores a gaz A roda do mesmo adro.
Solicito a vossa atten9ao para o trecho em sequida transcrito do relatorio do
Revd prefeito.
a Finaliso aqui este rapido esbo9o pedindo a V. Exc. que se digne do re-
levar-se se nao satisfiz a expectativa de V. Ex9. nas informages que de mim
exigio; e confiando na illustra9ao e perspicacia que caracterisam a V. Exc. fico certo
de que bemrn aquilatara o valor das obras, que temos realisado e reconhecerA a neces-
sidade, que temos de ser soccoridos, dignando-se de constituir-se nosso protector perante
a Assemblea Provincial, afirm de que continue ella a votar a sulivenglo do costume
para este hospicio e execute o sou compromisso de mandar correr, a nito ser seis lote-
reias, como tinha promettido, ao menos algmmas para que possamos pagar as dividas
contrahidas e concluir esse padrAo de gloria d'esta provincia, t.to merecedora do mesmo
pelos seus sentiments religiosos e, nunca desmentidos. o

MUNICIPALIDADES

De accord corn as propostas das respectivas Camaras approve provisoriamen-
te artigos de posturas para serem executado3 nos municipios de Carjaru, Victoria Li-
moeiro, Biedfe, Vertentes, Palmares, Correntes e S. Jose6 do Egypto.
4 Autorisei a Camara de Cimbres, conform solicitor, a auxiliar a execucao das
obras da-matriz da cidade de P.squeira co ma. quantia de 4006000, escripturando-se a
dospeza A corta do credit consignado pelo artigo 11 5 10 da lei n. 1791.
Daudeprovimento ao recurso interposto polo vereador Isacio Matlsus de Al-
meida, e em vista do art. 98 da lei n. 1221 de 21 de junho de 1875, ordenei que a
Camara Municipal de Palnares fizesse recoher ao cofre municipal a quantia que ille-
ialment mandava pagar ao seu secretario, elevando a 450,%000 o vencimento fixado
&quele funccionario pelo art. 36 5 4." da lei n. 1,791 de 1883.
Em vista de representacao documentada e firmada per negociantes e moradoros
da cidade de Palmares contra o fiscal municipal respective, suspendi-o do exercicio de
suas funccoes e mandei submettel-o a processo de responsabilidade.
Depois de colder as necessarias informagoes dei provimento ao recurso do ve
reader da Camara Municipal de Buique Felippe Benicie Cavalcante, mandando rests
belecer. a feira do povoado--Tres Riachos-cuja permane.cia, longs de ser prejudicial
segundo objecteu a Camara, 6 convenient Ao augmento da. rendas da municipalidad&
util saos habitantes do roferido povoado e de sias cerciniaB.


SA1JDE PUBLIC

Coentian o illustrado Dr. Pedro ;de Athayde bb Moooao no exercicio do
cargo de inspector de said publics e ado port. :'
S0 estado samnitario da capital fi lisougeiro, t ou lhavido m janeiro
Sa os pido urn cas doe; febre amarila.'
-T, a. fm be


p


U
fu
ii

c

d
r
i
C
(
I

I
Er
v


,rmeipahneae em Agua Prota, dasq 'ts regressou o Dr. inspector de safide public
1o dia 27 do fevereiro, deixando 'A"Im ula9Eo desassombrada, gragas ao zelo d'ess
unccionaiio, pefos cuidadoq quo emp ou para que nao so propagasse o mal; tudo
sto corn insignificant onus pars os C B publicos.
Do rolatoir que abaixo vai cripto, vereis mais detalhadamente as occurren-
:ias mais iiaportintes & este respeite ,
1h peco, di Saide PlbticA!, de fevereiro de 1884.-h11m. Exm. Sr. -( Em
lontinua9Io ol euficio Ao 21 '-,Ente, dirigido a V. Exc. do povoado do Pro-
ruicas, tfho de. pX ipar a V. Exe.14e n'esse mesmo dia a noite segui para Palma-
oes, ond" no outrd Aifiide manha tratei :e informar-mo do juiz de direito Dr. Constan-
i6 Jos,6 da Silvt Braga, do coronel A]aquim.Lucio Monteiro da Fonseca, do Dr. Joao
iana 84 a respoeito da epidemia do ,variolas e d'elles soube que apenas umn ou outro
taso'e ~4iiolas-lenignas existia aqui =B acolA, de que ninguem se dava por achado.
0 Dr. Seve aeverou-me que nbo s6 el como o Dr. Falcao vaccinavam constante-
nente a quemn se apresentava, e por coaseguinte nao havia probabilidade do desenvol-
rimento de unia epidemia de bexigas.
SN1o havendo, por tanto, naaw:a fazer em Palniares, As duas horas da tarde
segui no trom do prolongamento para Catende, e nao encontrando na esta9lo o subde-
egado segui pars a Colonia Isabel e no outro dia (23) As 9 horas da manha voltei para
Catende, oide me demorei ate 3 horas 'da tarde, tendo tempo de mais para colher as
nforma9oes doue q eessitava e me oram ministradas pelo subdelegado tenente Leon-
eio do 14.0 batalhao de infantaria que roe assegurou que havia s6mente 3 doentes de
bexigas quasi restabeleeides.
( Devo fazer juutiga As acertadai providencias que tomou o tneunte Leoncio
para obstar ao desevolvimento da epidemia, as quaes deram muito proficuo re-
sultado.
(Voltei A tarde para a Colonia Isabel porque as viagens nos trens, as que fiz
a cavallo e a p, sob um sol abrasador haviam me prostado completamente.
Portanto, nem em Palmares neroa em Catende havia novidade alguma.
SQuanto ao povoado de Preguigas hontem recebi o officio junto, por copia, do
Rvm. padre Margal Lopes de Siqueira que tern tornado, como exemplar ministry de
Deus que 6, verdadeiro interesse pelos iatelizes affectados da variola; e do qual consta
que n'estes tres ultimos dias nio tern cahido mais nenhum doente, o que faz esperar que
a epidemia nao progrida e so extingua em pouco tempo. Julgo que se dove attender
A razoavel reclama9ao que faz o muito respeitavel padre Mar9al, de so dar uma grati-
ficaeio ao enfermeiro e a enfermeira que estio tratando dos doentes, o que deixo ao
criterioso arbitrio de V,. Exe.
a A carta que recebi hoje do delegado Isacio M. de Almeida confirm nio s6 o
numero de bexiguentos, como a necessidlde dos enfermeiros. Submetto-a por copia A
apreoalo de V. Exc.
Apresento a V. Exc. a conta |s despezas que fiz durante a excursio, nao
haveudo precislo de pagar cavallds e coaedorias por me terem side fornecidos obse-
quiosamente em todos os lugares. Espero que V. Exc. desculparA se nao desempe-
nhei a commuissio a content de V. Exe.
a Dens guarded a V. Exc.---Ilm. Ean. Sr. desembargador Jose Manoel de
Freitas, dignisasimo president da provincb.--O inspector, Dr. Pedro de Atkayd Lobe
MoscoSO. K
Nota das despezas teitas polo Sq- inspector de saide, per ordem do Exm.Sr.
president da provincia, em commisalo Pregias a Catende :
Em Preguicas dinheiro a una umlher que estava
tratando de quatro doentes 3000
A ume tratando de trees 0
Ao treon de Pregui9as a Palmara 800
De Palmuares a Colonia Isabel .. -. 3000
Da Colonia a Catonde ,- .. L ^, -
D-*e CatDTeoloia ".' 2000.
Da Colonia a Palmares- 36000
Ao Rvm. padre Mar9al Lopes de Siqueira 606000


75#800
Recife, 28 de fevereiro de 1884.
Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.


A' 25 de fevereiro findo arribou ao porto d'esta capital a barca allema Paulo,
trazendo 20 dias de viagem do Rio do Janeiro.
Tres dias depois de sahir d'alli foi um tripolante accommettido e falleceu de fe-
bre amarella, chegando aqui mais 4 doentes do mesmo mal.
Julguei convenient que o navio so conservasse fdra da barra, onde fundeara e
que os doentes fossem tratados a bordo.
Foram dadas immediatamente todas as providencias, que o caso exigia, sondo
desinfectado o navio e medicados os doentes, que felizmonte acham-se todos em franca
convalescenga.
Apesar do grande calor atmospheric, nenhum caso tern apparecido de febre
amarella, na cidade ou a bordo dos navios surtos nos porto, e nenhuma outra embar-
cacao, al6m da de que fallei, aqui aportou trazendo doentes.

INSTITUTE VACCINICO

Continia a exercer o cargo de director d'esse Institute o Dr. Antonio de Arru-
da BeltrAto.
Por ora sdo apenas retribuidos os tries vaccinadores do Municipio do Recife,
em virtude da insufficiencia de credit consignado pela lei do or9amento vigente para
as despezas do servi9o de vaccina9lo public. Os demais vaccinadores, que tern sido
nomeados para o interior serve gratuitamente, at6 que possam ser remunerados, sob
a clausula express de nao poderem reclamar em tempo algum pagamento pelos ser-
vi9os, que estio prestando.
0 Dr. inspector de saiide em sen relatorio continue a insistir nas representa-
95es, que tern sempre feito, demonstrando a vantagem de cuidar-se seriamente da or-
ganisagao do servi9o da vaccina9ao public, send do indeclinavel necessidade habilitar
o Institute corn os precisos meios de adquirir o cow-pox.
Pe9o para isso a vossa attenato.

JUNTA MEDICAL PROVINCIAL

Corn dedicagIo e desinteresse continue essa Junta a prestar seus servi9os.
Compoe-se dos Drs.JPedro de Athayde Lobo Moscose, Malaquias Antonio Gon-
9alves e Constancio dos Santos Pontual, todos os quaes servem gratuitamente.
(Continda)


DESPACHO8 DA PRESIDENCIA DO IA 24 DE

Adolpho Pereira Carneiro. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Augusto Clementino Bezerra.-Informe
o Sr. inspector geral da Instrucego Publi-


Jeronymo Gomes da Fonseca. Sim.
Tenente Jos6 Augusto Teixeira de Fa-
ria. -Prorogo por trinta dias o praso con-
cedido ao supplicant pars solicitar a pa-
tente.
Luiz Antonio Ferreira. Encaminhe-


TK.E&RNAXEAS


pronunclalo.
Tambem pelo subdelegado do termo do
Brejo foi capturado no dia 21 do corrente,
o criminoso de morte Vicente Theodore
Chaves.
Communicou-me o delegado do termo
de Palmares, que no dia 22 f5ra preso em
flagrante polo subdelegado do district de
Catende, per crime de furto de cavallos, o
individuo de nome Manoel Jos6 da Silva.
Dens guard a V. Exe. HIm. e Exm. Sr. desem-
bargador Jos69 Manoel de Freitas, mui digno pro-
sidente da provincia.--O chefe de policia-Ray-
mundo Theodorico de Castro e Silva.


4 [
r>'*' '


RIO DE JANEIRO, 27 de mar9o, As 4
horas e 20 minutes da taride. (Recebido As
5 horas, pela linha terrestre.)

Continuam os featesjo cnmmemo-
ratlvos da dbmpleta extiuccio 1do
element ervwil no Ceari, oenmdeo
mnuito eoneorridos.

A taxa do cambio sobre Londrem
tol hoje de 20 d. por I $000.


Alferes Belminro Jos6 Ferreira. Sim,
icando aggregado ao 4- batalhAo. P
Francisco Guedes de Barros. Sim, me- d
[iante recibo.
Irmandade do Senhor Born Jesus das ci
Chagas. -Ramettido ao Sr. coronel coin-
nandante das armas interino para atten- '
Ler, n'o havendo inconveninte. r
Joao Salvino de Souza Peixe.--Inforinme ii
o Sr. inspector geral da Instruc9Ao PI-
)lica.
Jo'ao Bernardo Ricardo do Rego.-N-ao
)6de ter lugar o que requer o supplicante,
torque a menor tern idade superior a exi- f
'ida no art. 1" do regulanmcnto n. 5,135 de o
13 de outubro de o1872, e ainla quando
nao tivesse, a preten9;,o do supplicate de- q
nia ser formulada de conformidade corn o c
dito artigo e os de ns. 11 a 14 do dito re- r
gulamento, nos terms do aviso de 2 de s
1860.
Mathias Leite da Silva. -Informe o Sr. f
coronel commandant das armnas interino. t
Alferes Manoel Rodrigucs da Silva Ju- t
nior.- Sim, ficando aggregado ao 3" bata- x
hao.
Paulina Maria da Concei9'ao. Inforrme t
Sr. inspector do Arsenal de Marinha.
Rufino Jos6 Fernandes de Figueiredo.-- t
Sim, corn ordenado. t
Severino Jose Bio.-Informe o Sr. Dr. '
promotor public da comarca de Limoei-
ro.
Sacretaria da Presidencia, em 27 de maro t
de 1884. I
0 porteiro,
Joaqim Leocadio Viegas. I

Repartlpio da polflela
Secio 2,.--T. 338.-Secretaria do Policia de
Pernambuco, 27 de marpo de 1884.-Him. e Exm.
Sr.-Participo a V. Exe. que foram hontem reco-
lhidos A Casa de Detenco, os seguintes individuos:
A' minha ordem, Joaquim Jose Barbosa
e Henrique Jose6 Mynter, vindos da CoSrte
como criminosos de nioeda falsa : Francis-
co Teixeira Basto. e Manoel Fonseca ou
Manoel Francisco Bezerra, vindo do ter-
mo da Victoria, o prineiro come senten-
ciado e o ultimo por aw- achar soffrendo de
alienaclo mental; e Joio Francisco dos
Santos, remettido polo delegado do term
de Palmares, onde fora capturado por seo
achar pronunciado em crime de furto na
comarca do Brejo e ser deserter do 2" ba-
talob' de linha.
A' ordem do Dr. delegado do 1" dis-
tricto da capital, Manoel Ribeiro do Nas-
cimento, per se achar pronunciado em cri-
me de ferimentos na provincia da Parahy-
ba, e Julio Mauricio Ferraz, por distur-
bios.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Raymundo Silvestre do Nascimento e Jose
Antonio da Silva, por crime de ferimentos
levels; Guilherme, escravo do Sr. Felippe
S. L. Sobrinho, a requerimento de seu se-
nhor: Jorge Antonio de Oliveira, por dis-
turbios, e Secundina Maria da Concei9ao,
por offenses A moral public.
A' ordem do do 2' district de S. Jos6,
Pedro Jose Gon9alves, por crime de fere-
mentos graves, e Balbina, escrava de Joao
Francisco Carneiro da Cunha, por distur-
bios.
A' ordem do do 1 district da Boa-Vis-
ta, Maria Francisca da Silva, alienada, ate
que possa ter o convenient destine; e
Joao, escravo do Sm. Pedro Affonso de
Mello, a requerimento de sea senhor.
A' ordem do do Afogados, Antonio Pe-
dro da Silva, Joao Francisco do Nasci-
mento, Joao Bruin e Maria dos Rernedies
Nascimento, por disturbios.
A' ordem do de Apipucos, Antonio Mar-
colino de Souza e Laurindo Bernardino
Ferreira, por disturbios e offenses a moral
public.
Polo subdelegado do termo de Born Jar-
dim foi capturado e remettido para a Ca-
sa de Deten9io, o individuo de nome Cos-
Ine Jose Ferreira, criminoso de duas mor-
tes feitas no lugar denominado Paratibe,
do termo de Olinda, por cujos crimes f6ra


,+ ....


e um deficit colossal ? Como contestar que a ren-
da public nao augmenta na propor9&o em que
cresee a despeza ? Como negar que o paiz esti
tAo taxado ou tao mal taxado que as provincial
nao sabem como achar meios para satisfazerem os
scus encargos e que novos impostos de importagAo
operam em sentido restrjeicto? Como negar que
garantimos de uma vez s6 um immense capital de
estradas de ferro e engenhos centraes, tend me-
nos emi vista o rendimento sensatamente caleula-
do das emprezas do que as fantaamagorias dos
concessionarios, que corn os prometorem os eon-
tractadores de algumas dessas emprezas jA tira-
ram ou ho de tirar d'elas todas as vantagens,
deixando aos accionistas-e ao Estado o priviegio
de sustental-as A sun custa ? *
E' facil de prefer come a opinilo que costuma
manifestar se pela imprensa, e aos que tern a rea-
ponsabilidade do governor deviam ter impreasimia-
do todas essas apreciagoes, que sao verdades quo
devem ser conhecidas de todo o paiz, e por isso
aqui as transcrevo.
Tenho dito e repetido muitas vezes : nenhuma
questho entire n6s e mais s6ria, nem reclams maior
attenglo e esforgo de estudo do que a financeira-.
A ella liga-se a do estado servil, quoe 6 grav4sima
e estA tambem reclamando, pelo menos, Ummovea
direct que de certo n.o tomari iAplfnte
corn o projecto apresentadopelo governsoasee"
passada, e que nao teve andamento, pormat ie m
ria-se a material, segundo disse o 8w.*".
do conselho, que tinha natural aiqetlet |a
receitas, e a diseussio destal ni ao Ch" t.
per falta dotempo. DVela seLte
dete anno, e queira Deus qfie !.....
dem osaescriptores minittelst q"te
4uao Uo trel4hdos dof quo effemt&ra=ente della se tractarls
ontras. *. i^H i
Aind' no meamo journal do ho je
vWontnrea. trotando de xilicar o


A mais forte dellas, no dizer do mesmo ,orres-
)ondente, foi a que appareceu no Morning Post
le 12 do passado. 0 autor do artigo diz que
cada ministerio qus succede a outro accrescenta
im fiasco ao dos seus antecessores na tcntativa
Le equiilibrar o orcamento, e cada anno ha um
iovo deficit. 0 paiz, continfia o artigo, esta amea-
ado de series eventualidades. A centralisacao
uie beneficia o Rio de Janeiro causa ciumes e
ivalidades entire as provincias distantes; a abe.-
ha 6 taxada para o sustento de zangao.
( A escravidao csta' a desapparecer; o negro e
s seas descendentes, a menas quo os force, nio
rabalham c a substituicao dos bravos e um enigma
para solver o qual ainda nao appareceu um (Edi-
0o. 0 colono flea nas cidades preferindo a vida
i"cil que ahi tin 't d',ireza da existencia em fazen-
las de caf, on engenhos de assucar. A divida
uctiuante actual nao 6 inferior a 6.000,000. A
enda da alfaniiega da c6rte tem dininuido, facto
lue denuncia o estado estacioniario do commereio
i emnprezas reproductivas. Antes de tentar um
novo cmpxestimo externo o Brasil dove pensar em
azer eeonomias. Juros na maior part de T o/o
ao pagos sobre um capital garantido que abbe a
; 27.000,000, empregado em estradas de ferro e
abricas centraes de assuear, muitos dos quakes, de
inmas e de outras, nunca hao do dispensar a garan-
ia do Estado. Ao mesmo tempo outras emprezas
que deviam achar-se cm estado florescente quei-
amn-se de que o governor brasileiro as arruminoa.
Ao pass que o levantamento de eapitaes no es-
rangeiro e precedido de toda a ordem de promes-
as, os que empr'estam ao Brasil vem-se depois
Sembaracados de todos os lados por demoras fa-
igantcs e pueris, e ficam sabendo, quando j a 6
arde, (que estao tractando corn um governor que se
leleita em interpreter do modo o mais duro e se-
cero cada questao que se suscita. ,
Co:no exemplo do modo porque se estragam os
linliheiros publicos, diz o correspondent que o ar-
iculista inglez cila o systeina t legraphicode in-
perio, coin uina perda annual que bastaria para
pagar o juro do ultimo emprestimo, qLuando cornm
ima organisaeao efficaz a administraao dor tele-
graphos deixaria umn saldo em vez de deficits enor-
nes e desnecessarios que nao fallam em favor
dos que sao responsaveis por elles. 0 crca-
nento de 1883 findo em junho), aeresoenta o ea-
criptor, orc" a receita em eeresa de 12 1/2 milhses,
esterlinos e fixo a despeza em 15 milhoes, ou um
deficit de 2 1/2 milhbes.
A situacao do paiz esta cereada por todos os
ados de graves apprehensSes. Os seus funds
ainda alcanaam precos altos nos mercados euro-
peus; mas p6de nao estar longer o dia em que a
confianaa dos capitalistas seja fortemente aba-
lada. *
0 articulista observa ainda que o o melhor sig-
nal em tudo isto 6 que os proprios Brasileiros ja
estao apreciando a posiao financeira do aeu paiz
como verdadeiramente ella 6; pois 6 verdade que
o paiz nao esti fazendo progresses dignos de nota,
e o povo eati muito sobre-carregado de impoa-
tos. 0
Depois deste artigo, a que se atribue a queda
dos funds brasileiros, publicou o Standart tabi-
bern am resuamo do relatorio do consul mgexs nesta
capital, tornando salient este treeho:
N0s cinco annos que findaram corn 1881-
1882, 6 excess de despeza sobre a receita foi de
ceres de 165,000 contos, ou uma m6dia de 33,000
por anno. Os deficits de facto sobem a ceresa de
27 /% da reccita total; nio ha signal de que a
situaco esteja melhorando. 0 deficit presumido
de 1884 a 1885 6 de 23,000 contos, e a reeeita 6
sempre or ada liberahnente. Um Estado nessas
condicues so e solvavel para os seus credores es-
trangeiros eminquanto aeha quem lhe empreste. ,
0 correspondent do Jornal do Comminercio, ex-
tractando esses artigos e apreciando-os, observa,
coin justica:
Ha entree n6s muita gente que exige que se
responda ao que a imprensa europ6a diz sobre as
nossas finaniias. Esses esquecem que os estran-
geiros residents no Brasil sabem, porque 6 sua
obrigaj-o sabel-o, como commerciantes e repre-
sentantes de interesses avultados, pelo menos tan-
to do estado dos nossos recursos e do nosso the-
souro coimo os nacionaes. Os liberals demonstra-
ram durante annos ao paiz inteiro que os conser-
vadores estavaM arruinando as finanWas do paiz
com orcamentos colossaes ; os conservadores estao
agora demonstrando coin a mesa evilencia que
as finan~'s liberaes, se nao sao peiores, nabo slo
em coUaL alguma melhores do que as delles. Nes-
se ajuste de contas entire os ,'esponsaveis pela si-
tuacao penosa a que chegames, nem os estrangei-
ros, nem inesmo a maioria do paiz tomam interes-
so alguin. Mas dessas aggressoes e represalias
result o esclarecimento do estado real do nosso
thesouro. A verdade 6 dita diariamente no par-
lamento c na imprensa ; sabe-o o governor que pre-
eisa de dinheiro, sabe-o o Banco do Brasil que Ihe
entrega os seus depositos, sabe-o o public que
confronta os balances dos bancos corn a divida
fluctuante do Estado. Encobrir a verdade ao
mundo nao 6 possivel, neor honest quando se trac-
ta de tomar dinheiro emprestado. 0 governo de-
ve preparar-se para ver augmentar a desconfiau-
ca dos que ate aqui emprestaram largamento ao
Brasil, muitos sem saber em que lado da America
elle esta situado. A essas accusacSes nao ha quo
responder : sao os proprios algarismos officiaes.
Como contestar que temos un deficit permanent


I


Iw






m


!


I







[1


II ~

* 1<


isM; e i ~a~to opportuna86olitar do par-
9uMento asm reform tendencies i ease i, e ntia
Sa orbita de aeus poderes' continuar como at6
kr a usar dos- recursos permettidos pela legisla-
E se tudo isto ainda nilo esta feito, 6 porque no
pftsar do articulissa, a quanto mais aperfeida-
.do 6 e regimen paUlameutar, male tempo se oneo-
me em fazer pauar quAlq'er projeato d l.i : :;
historia mostra, que nos paizes onde a verdade,
parlameotar 6. mUs rigorosamente observada quo
se gasta mais tempo para levar avante qualqucr
reform importante; 6 asabido quapto custom A, In-
glaterra faze --na reform eleitoral, &A Belgica a
uaa lei sobre a instrueglo, e a Hollanda consumio
aunos para coneewir meihorameatos na adminis-
sracao colonial. PNio 6, pois, de admirar que en-
tre n6s ainda nao tenham chegado ao grio do
aperfeiqoamento desejayel os meios que augmen-
tam e consolidam o credit. -
Essa artigo, assim como o anterior publicado
li.hitem, que parecem ser os primeiros de urma
Sric dedicada ao assumpto, tern, evideutemente,
lir fim explicar e justificar a attitude do governor
ante o eotado em que se acha a praca do -Rio dc
Jameiroe eom s qual coineidem as noticias acerca
da deaida do noio credit em Londres. Comno i
de sappor, unucensuram a political da inercia do
Sr. Lafayette, e outros a justificam, entendendo
que o governor nada tern quo ver corn as difficul.
dades em que.a praqa tenha de achar-se, resultado
de causes ngturaes, ou de mao calculo e opera..
&Ces imprudent.s. E aqui devo dizer que nc
numero dos segundos esta o Sr. Anduade Figuei-
ra, que Mao admitted nuenhuma sorte de intervenuao
do govnno nospsgcios da praca i cada um quo
se deite na cama qAe tiver feito. l ao 6 ao go-
,verso que cabe ir tirar ninguem dos apuros em
qu me achar por erro proprio.
Eatretanto, o Sr. Lafayette, pelo que diz o es-
criptor offcioso, se nao official, na o 6 taito sectario
da inercia como se suppe, visto que vai solicitar
40doeorpo legislative todas as reforms desejaveis,
Com as quaes nos virA umrn reinado de Saturno v

O que pode acontecer e que, por causa do aper-
feigoamento do system parlamentar de quo gosa-
,ox, nada so possa alcanuar #po diminuto praso de
quatro emezea.de seoa,- quando a jHollanda, s6
para melhutr a adMtrwao.das colonies con-
smmo an gQ Mas em tal coajunctura, a pri-
steia relfewa.4 fazer-sesria a de substituir o
regimem aperfeigoado, de apparelhos modernos,
per outro, pelo antigo regimen, de nstrumontos
quoe se ao uam nas nagoes acima citadas ; tanto
mais si e certo, como nos disse uma vez o actual
president do conselho, explicando a sun posi9Lo
no ministerio de 5 de janeiro,- que a democracia
maderna nao fqz questao dos apparelhos.
$o o aperfeicoamento do regime significa o re-
gimem da garrulice, que 6 um trambolho, porque
moae ha de comeoar pela remocao deste, desde
qie nao ha questao acerea do apparelho, e A de-
mooracia modern servirA qualquer outro, atW
meamo aquelle glosado pelo poeta bahiano, quando
Imperador bi pela priweira vcz A Bahia, sobre
o mote :
Se o rdei governasse sd ?
Seja como for, esperemos pela abertura do par-
lamento, para vermos como serao cumpridas as
animadoras promessas dos escriptores que se ins-
piram nas confidencias dos ministros.
0 Sr. Conselheiro Jaguaribe dcu-se de sus-
peito no process do assassinate do redactor do
-. Corsario. Os autos passaram .ao Sr. Serafim
Muniz Barreto, juiz da 1.a vara de orphaos e gen-
ro do Sr. Paranagua, a quern succedeu na mesma
vara, quando este foi aposentado A pedido.
= Ainda nao se.sabe quern sera o successor do
Sr. Rodrigues na pasta da guerra. Diz a Gazeta
de Noticias que consta ter sido convidado a fa-
zer part do ministerio c Sr. Rodrigues Peixoto,
deputado do Rio de Janeiro. Mas jA ouvi dizer
que hA engano e confuseo nessa noticia; que de
quern m-se lembraram. para aquella pasta foi do Sr.
brigadeiro Floriano Peixoto, nomeado ha pouco
commandaste das armas dessa provincia. Ahi
devem saber melhor, se ba eu nao fundamento
nesta veraso. Entretanto, torna-se a fallar agora
no Sr. Carneiro da Rocha, da Bahia, de quern
dizem que so espera resposta.
Ha tries dies annunciaramn os vendedores da
Gazeta da Tarde um grand roubo no pa~o. Lem-
brando-se do facto occorrido no anno passado,
tambem por occasion dos annos da Imperatriz,,
apressei-me em eomprar um numero dessa folha.
Mass o caso nao passa do seguinte :
a 0 Sr. Barao de Macei6, diz a Gazeta, foi
Jioutem a policia .queixar-se de que fdra victim
d urn roubo, no saguio do paco imperial, na oc-
casio) can quo se retirava do cortejo.
( 0 objecto roubado 6 unea caixa de rapd riquis-
saiaaa, toda do ouro e tondo sobre a tampa o rctrato
do principle do Grao-ParA, orlado de brilhantes.
RIepresentava esta joia o valor de 1:0003 e
fqr.a ha tempos, offcrtada ao queixoso pela Prin-
ceza imperial.
a Dias autos, o mesmo Sr. Barao havia sido
rouhado cm 1:0903- cm diaheiro, em sua propria
cosa e por~um creado.
Ja6 .... ,,


RIO GRANDE DO NORTE-NATAL, 23
dc minarpo de 1864
Quando o anno passado a Assemblha Provincia,
revogou o imposto de 3 0/o sobre a importacaol
dLcmos quo uano achavamos ser esse o mreio legal
de reselveressa desastrada questao, porque as pro-
ii.:ilas ha muito estavam na posse desse direito,
Scmoora contestado; nao cram as Assembleas as
h competentes para profcrirem o julgamcnuto final
Ssobre a constitucionalidade ou inconstitucionalida-
de que a revogatao da lei nada resolvia, porque
courn o correr do tempo poderia ser restabelecido.
Foi o que so deu nesta provincia.
A Assembl6a do biennio findo revogou a lei que
creou os 3 /o, a present e restabeleceu-os.
Todos os quo teem acomnpanhado essa questao
Svida c more para as proviucias, nao ignoram
as rocommendacuos do governor geral e a dubic-
dale do seu modo de proccder: procedimento es-
6e que mereccu do deputado geral Ruy Barbosa,
cim plena Camara, as mais several censuras, di-
zendo elle que a questao de imposto de consume
A sretado pelas asseinblaas proviuciaes, era umra
yucstio tao velha, que ja tinha cabellos brancos,
e quoe o modo de a resolver nao era o que o go-
verno tivera para Pernambuco e nem para a Ba-
hia, procedimento todo esse de desaccordo ; quo a
soluIodessa magna (iucstao, eraum estudo do sys-


t -ina nanceiro, c uma
postos para quw as pr
serv^ois que sobre ellas
ni.ar os seus melhliorame
Nada disso foi feito a
As provincial querem
o3 rocarsos : o govern
d'ellas, porque nio tinhas
negatdo o promettido auxm
cias cumprehendam que
xilios do poder central,
manietadas quando recel
A n/o resoluyao dessa
mesa dos auxiiios as pr
Assemblea a restaurar
imnportagao, que no an
gado.
A lei ja so acha sancc
0 movimento do port
do foi o seguinte :
Entrados :
De Pernambuco 3 nay
e 1 cuter.
Do porto de Murici 4
Do port da Penha 2
Sahidas:
-Para'New-York 3 nay
Pan Macioo 3 hiates e
Pafs a Penha 2 barea
S PartPernambuoo 1 ci
Entaram 55 passage
zeiro& .


Logo no oo emco da semia -Flamentar o Sr
Hintze Ribeiro apresentoa n eaLmra tries projeeto.
de lei. 0 muta important d'elles foi o que eon-
signou saeoorgaaiaao d"o ensimo commercial no
institute.indastrial de Lisboa. 0 Sr. Elias Gar-
cia, deputado repwhlicano, eeasurando o projects
do minimitro dam oMib pblicas,.auatentou.acoavc
niencia dos cursos biennaes, cujas vantagens con-
siderou evidentes, principalmente sob o ponto de
vista cconomico. Mostrou que os preparatorio,
exigidos para a frequencia do cursor nio estavan
convenientemente descriminados no project, e que
este carecia de grandes emcndas para se tornam
utal na pratica. Fez justia aos o sforqos einpre-
gados pela associatcao commercial de Lisboa pars
melhorar o ensino, elogiando a iniciativa da crea.
cao de premios destinados aos alumnos mais dis-
tinctos da aula de ceommercio.
Ao Sr. Elias Garcia responded o professor do
institute, o Sr. Pequito, membro da maioria e rela-
Stor da commissao encarregada de dar parecer so-
bre o project. Seguio-se o Sr. Bernardino Ma-
chado, tambem regenerador. Este deputado ap-
plaudio a proposta do Sr. Hintze, mas declarou
que deviamn fazer-se-lhe algumas modificaQoes
sendo a principal a suppresiae. do ensino de chi-
Smica c physical, porque, no senu entender, entire as
materials do curse devia occupar o principal lugam
o easino de economic politiea. Afinal foi appro-
vado o project corn uma ou duas emendas do re-
lator. -
A 21 de maro foi lido na camaraa dos deputados
um decreto prorogando a sessao legilativa ate ao
dia 2 de male.
A discussio do orcamento -foi interessantissima
na camera temporaria. 0 Sr. Epygdio Navarro,
progreassista, pedio explicaoes ao president do
conselhe sobre o emprestimo de mil contos feito
companhia do caminho de ferro da Beira Alta, fri-
sando bemrn a circumstancia de ser o director
d'aquella companhia o Sr. Antonio de Serpa Pi-
mentel, ministry. Passou em. seguida a comparar
as pautas aduaneiras franeo-hespanholas e franco-
portugueza, demonstrando as enormes differencas
que existiam entire ellas em relacao ao vidro, A
porcellana, ao ferro e outros muitos artnigos. Disse
que o system usado pelo Sr. ministro da fazenda
de procurar nosjaddicionaes atreceita para as des-
pezas |creadas corn projects de lei come os dos
caminhos ee derro, illuminaqlo das costas mariti-
inmas, d6cas fluctuates, porto de Leixbes, etc. etc.,
era a ruina do commercio. Notou a diminuieio da
receita public, inferindo 'esse facto a pobrcsa do
paiz, e concluio per declarar que a ma administra-
lao do governor se reflectia em todos os ramos da
gerencia public.
0 Sr. Fontes tentou justificare o emprestimo de
mil contos A companhia da Beira Alta, mas o Sr.
Marianno de Carvalho, que acudio ao debate, es-
foreou-se per mostrar que na entrega d'esse di-
nheiro A companhia tiaha havido uma verdadeira
antecipaqao, tornando ao mesmo tempo salients que
nessas ta-ansa9oes se achava envolvida a firma
Henry Burnay & C. Este facto fez lembrar o ce-
lebre tractado Salamanca, que tanto impopulari-
dade grangeou ao ministerio regenerador.
Na sessao de 4 de abril ainda proferio o Sr. Ma-
rianao de Carvalho um diseurno muito substancioso
acerca do orqamento. 'oltou a tractar do empres-
time a companhia da Beira Alta, e fez calar os de-
fensores do governio corn a citaqio de um docu-
mento publicado na folha official. Em seguida
passou o Sr. Marianne de -arvalho a analysar as
contas do thesouro nos doOS ultimos annos, mos-
trando que estavam falsificadas a que nos minis-
terios da guerra, obras publicas e fazenda se dei-
xaram de escripturar bastantes despesas, que de-
viamin ser feitas no 10 semestre, e que foram omitti-
das corn o fim de apresentar no parlamento deficit
muito menor. Calculou que em 1883 o deficit or-
dinario seria provavelmente de perto de nove rail
contos de reis.
0 deputadq progressista deixou bemn accentuado
que a autorisa*o pedida para uma conversa'o dos
titulos consolidados na posse da fazenda, nalo po-
dia ter outro intuit alan da reducqico nos jurors
da divida public Notou a diminuicao do rendi-
.mento das alfandegas do continente, que attri-
buio a erro economic, tal come a elevacao de di-
reitos, que, dada a situacao geographiea do paiz,
original um cuorme contrabrando.
Em seguida fallout sobre o memo assumpto o
Sr. Joaquim Gonoalves, deputado polo Porto. De-
pois de uma rapid oxposisclo do estado do reino
cm 1851, da qual tiro l motive para elogiar os rc-
generadores pelos melhoramontos materials que
souberam crear na sua primnira assenclo ao po-
dor, o Sr. Goncalves passou a tractar largamnnte
da actual situacao economic do paiz. Disse que
a agrioultura, a industrial e o commercio estavam
docadentes. Referiudo-se A pauta das alfandogas,
classifiou-a de monument de anarchia c profunda
ig norancia.
Passou dopois a comparar corn a portugueza a
cal)ituala ao bolga, flraneeza e inglozn, no que res-
poita ao movimento commercial, reprcsentado pela
importicao e exportatclo, concluindo pe.'la inforiori-
dade da primeira cm relacalo a todas as outras.
Fez scntir quo as proprias funcy5cs d) capital
bancario em Portugal demonstram os vicios pro-
fundos da organisatlo economic do paiz, e quo
a cstatietica n0sse assumpto apresntada pelo Sr.
Foasts nao tinla nada de verdadeira. Citou um


trabalhlio do Sr. Oliveira Martins, premiado comn a
mcedalha de ouro pela academia das scicncias, tra-
balho de que o Sr. Serpa Pimentdl foi um dos jul-
gadlores, e c mn que o capital bancario 6 reduzido a
vinte e oito rail contos de rnis. Mostrou que os
encargos da divida public portugueza eramn des-
proporcionacs corn a totalidado das receitas do
reino. A respective porcentagem r6 em Portugal
.superior a 5 a' ,, e muito mais clevada que a d'ou-
tros paizes, onde, come na Italia, teem side fcitos
grande sacrificios.
Ainda dando o devido desconto ao que possa
ter entrido do exagero partidario n'cssas rcsc-
nhas parlamentares, 6 inuegavel qno se nao emos-
tra inteiranente satisfactorio o estado geral do
paiz que o Sr. Fontes dirige, quando o Sr. Bra-
aneamp nao esta no poder.


meanor partitia nos im- A industrial vinhateira do Douro este profunda-
ovincias attendessem aos mente abatida em consequencia da plhilloxera, mal
ficam, para nao desorga- terrivel que ha annos ataca as viahas de quasi
antos. todo o reino. a Desde a Regea at6 Pinhlo, dizia
t6 hoje. en outuibroI a Independencia, journal que se public
progredir, nao faltam-lhes nIM Povor do Varzimn, mais de 50 mil hectares de
o nae veio emn soccorro terreuo de uma e outra margemn do rio Douro estao
, verba; em boa hera foi de pousio.
d lio, para que as provin- Este terreno, que outr'ora ern abundan-
devem viver sem os au- tissimo de vinho, fornecendo ao commercio nacio-
e ao qual ficaram mais nale estrangeiro um vast campo de transacces,
bessem essa esmola. pois que produzia mais de 200 mail pipas de bnm
, questao, a illusoria pro- e gencroso vinho, nao produz este anne 200 pi-
ovincias, obrigou a nova pas.. ,,
o imposto de 3 0/o sobre a 0 marquez de Pombal, creando a opulenta corn-
no find tinha side revo- panhia dos vinhos" do Douro, animando todos os
ramos da industrial portugucza, procurava tornar
ionada. menos intense o dse.jio de emigrnir, tao imperiouo
Sdesta cidade no mez fin sempre em Portugal depois da epocha brilhante
das grandes descobertas maritinmas. 0 erninente
estadista tentava fazer um Brasil em casa, .para
ios, 3 hiates, 2 barcayas lembrarmos a phrase expressive de um dos mais
distinctos escriptores conrtemporaneos.
barcaaes, Finda a administrailo do manquez o edificio
barncaas. eoonomido poroelle opbre c esforyadamentc levan-
tado tfoi pouco a pouco desabando at6 parar n'um
eos. estado miserrimo. A emigraqlo foi como conse-
6 barcagas. quencla augmentando progressivamente, attinrigin-
ias. do enorme cifra desde 1840 a 1859. D'ahi em
uter diante toi diminuindo amh tanto ou quanto, por
ros nacionaes e 7 estran- term melhorado sensivelmente as condieoes da
vida national. Mas actualmente a corrente da
s e 18 estrangeiros. emiuga"'o tende a engrossar de dia a dia quer 4o
este porto os vapures das contineafe, quer nos Agores, o que denuncia cres-
Costeira. ceya rmal estar dae classes trabalhadoras. N9s
a da via do Natal a Nova primeiros oito mezes do annno passado s6 da
do, foi aseguinte: ila de S. Miguel sahairam mais de 5 mil indi-
89:872%$40 videos corn passaporte legal.
18:792500 0 Fqaro, journal port a que pedimos esta
:7-00:70170 estatistica, acoreseenta quoe incalculavel o na-
0ve mwa smistro a 1- mezo do s oigrantes clandestinos.' N'uma carta
a boa ooumtrueco e ze- particular quae temrQs I vista, -escrnve aina
Saquelle jorna-- diz-nos um amigo muito coamips-
I oar Poodaor m d&, teot o qo9 ainteo:
o, mlmre or Til A (ao ae9te rchiRDelego, espeeial .-
ato 4d'oatai LEgael),vuiarni imcreqmmd
r00.
& qPam 4w 3
~ ,'* ".'...


I i ,e pWIs 6W-fAt,' ,n~ mL
Agoriaoo e em daiwtcan foitambera baoaflt.M
i d'elles pars a Ai a
P w ,raie.6ep da laranja esta mo4t',, 46te
i4 Eas.te anud dizem que ha muito meaw:,
uito pewquoe o anno passado, quejA houyve p
i. mf lmo.
,oo qoe.reepoita ao continent, um sd fact
basta para mostrar o espantoso numero de biacos
que a nemigraso Ihe 'tap roubadp. 0 territorio
byenusaspunin*QuA e4o ta- 4.de,9I,52a
e betieDs. -Is ibm : dose teno 4A .000O
deo-hewetres eso per qultivar. Que boas cglo-
nias po to.a formaumnna ppr ia patri. I
M.E' o e.o goam 4Q pode sert no todo res
i po0a por oeiodeaaimador estado,de cou-
- sas ; mag n estA de .eerto, iateiamnente isompto
o de culox. As eciroumeaoiaais natures no po-
- dem ser cormpletaseote vencidas per nenhum po-
Sder human ; so todvia proveitosamento modi-
* hicavei8. Se, por.examplo, oa.es ,oa. e luses da
* sciencia ado conseguiram, e se no i hes 86 possivel
e couseguir a extinceaIo do temeroso mal que ha an-
0 nos amofina e inutilisa os vinhedoas, estancando a
a mais abundante fonte de reecita do paiz perdida a
e esperan"a por esse lado, cumpria tor-se ja conve-
r nientemeute estuUado em que 'genero de plantio
- poderao scr aproveitadas as terras hojo eonheci-
Sdamont e impraprias para o cuLtiao das vinhas.
0 que teem feito n'etc .sentido os poderes pu-
- blicos em Portugal, urma vez que muito pouco e
licito esperar da iniciativa particular hns paszes
de grande centralisa io administrative ? Todas
* as providencias se teem reduzido at6 agora A irn-
Spies nomeaqvo de commissues mais apparatosas do
- que uteis A prompt soluqao de um problema eco-
* nomico da mais alta gravidade. Taes commiss5es
i sAo de ordinario un mcio de satisfazer a euapre-
, gomania e augmentar a elientella eleitoral.
Come consequeneia da rise difficil da agricul
s tura os rendimcntos do eitado diminuem sern que
r as despezas se tornem menores, por que se nao
* procura eliminar as menos urgentes. D'ahi o cres-
* cimento da divida public, os pesados encargos do
thesouro a comprometter o present e o tuturo
s d'uma nacionalidade que pelas suas condi5oes geo-
Sgraphicas e actividade de seus membros podia go-
zar do mais auspicioso estado financeiro.
L Notemos comtudo que o desequelibrio orqamen-
Stario, que as difficuldades cpmmrciaes de Portugal
nao constituem urma excepoo entire os demais pai-
Szes europeus. JA tivemos occasiae de mostrar que
eram extreohamente desanimadoras as finannas da
' Hollanda.
SNa potent Allenmanhaa emigraglo tern attingi-
Sdo um desenvolvimento expantoso, o que dal a
media de soffirimentes sociaes que as exteriorida-
des brilhantes nao podem completamnente encobrir.
* A propria Franca estA em lucta corn os mais se-
rios emrnbaratos financeiros e industries. Na In-
glaterra, al6m do enorme pauperismo Igeral appa-
rece a Irlanda come a patria traditional da mise-
ria e da fome, o que terna iuexplicavel o orgulho
e altivez ingleza em rela9ao ao resto do mundo.
Desse orgulho, dessa altivez houve ainda o anno
passado uma prova evident na camera dos com-
muns. Quando alli se discutiam em principle de
Abril do anne passado os negocios do Zaire, o Sr.
Jacob Bright deputado por Manchest6r, justifi-
cando urna proposta sua, atirou a portugal os
maiores insultos, sem que uma s6 voz se levantas
se n'aquella camera para defender o paiz amigo
e field alliado da Gra'-Bretanha das asser5es tao
atrevidas quanto iniquas do mesmo Bright. Dissc
este representante da Inglaterra que portugal era
uina niado bancarroteira, naogao de negreiros, na-
9ao de funccionarios corruptos, naeao que nemcom
a Turquia pode ser comparada, por que s8d igual
a siproprio nato desprezivel.
Coino todos sabem as sessnes do parlamento
britanico efoectuam-se A noite depois de jantar, e
por isso 6 que so no dia seguinte um honradissimo
portuguez, official do exercito de seu paiz e resi-
dente em Londres, dirigio ao Morning Post a se-
guinte carta:
New Castle on Fyne, 4 de Abril de 1883.
,, Au Sr. Jacob Bright, M. P.-Casa dos
communes, Londres.
,, Senhor. -A infundada aocusaiao por vos fei-
Sta ecm 3 do corente, na casa dos communs nao
a somente contra o governor portuguez, mas igual-
a mente contra a nacao inteira; os insultos que
a come homem politico irresponsavel, acabaes de
a dirigir a um paiz secular o qual .o Sr. Gladsto-
a ne, o veneravel primoaro ministry da Inglaterra.
a political e justamente affirma ter side, desde lon-
a ga epocha, um dos mais fiefs e mais leaves. allia-
a dos da Inglaterra, s'lo indignos de um home
politico respeitavel, de qualquer cavalheiro, e
a sobre tudo do filho de um poderoso paiz come
a a Gri-Bretanha. Na falta de saos argumentos,
a preferis empregar insults. Terminaes a accu-
a sacao contra Portugal dizendo : -Nao acredito
a quo um ministry inglez possa collocar a ontrada
do magnifico paiz, o Congo, nas maos de uma
potencia curopSa considcrada cm bancarrota
a para possuir, per qaalquor qualidado, o mesmo
a paiz. Esta insustentavel asoercao prova-me
a que vos proprio devei ser considerado em ban-
a carrot do todos os prancipies de cortezia, e pot
a isso termino esperando que o vosso descosido e
a offensive discurso contra um honesto e illustre
a povo ouropeu, cuja fama de valor e de grandes
a feitos echoou per todo o mundo, muito tempo an-


a tes que fossem ouvidose os da Inglaterra, nao
a impodirA os dous governs amigos de levarem a
effeito um equitativo e estavel accord respccti-
a vo A questao sujeita.
a Envio-vos a mninha morada cm Londres, endo,
cm poucos dias, poderei dar-vos qualquer cxpli-
cacao quodesej(is sobre o conteddo desta carta.-
Sou etc.-Major, L. [de Quilliaan,.
0 deputado Bright preforio, a exigir qualquer
cxplicacao do nobre official do exercito portuguez,
retirar corajosamecte a mocao que dera lugar ao
conflict. A nmoao dizia assim:
a No interesse do commercio que se vai desen-
volvendo na costa occidental da Africa, esta ca-
mara 6 de opiniao que nenhumn tracetado deve ser
fcita pelo governor corn o fim de sanccionar a an-
nexavao a qualquer potencia europea do territorio
adjzc nte ao Con go. -
0 deputado Bright esquccia-se de que a Ingla-
terra n'umntractado que celebrou corn Portugal em
1810, rcconheceu os direitos desta nacionalidade
relativamente aos territories dc Cabinda e Molem-
bo, que limitiun pelo norte os dominies portugue-
zes na costa africana. 0 mesmo rccolihecimnento
foi ainda ratificado pelas convc-iSnes entre os mes-
maos paizes de 1815 e 1817. Foi precise que o go-
verno de Lisbon solicitasse a interven'ao ingleza,
para suffocar a revolt a conhecida por patuluo, para
que a ambicio da Inglaterra se voltasse para
aquelles territories corn desejo do absorvel-os.
,, Umn corso, um pirata saxau qualquer, preten-
deu introduzir clandestinaincuto contrabando no
Ambriz. As autoridadcs portuguezas repelliram-
i'o; e a proposito dcstW incident levantou-se uona
questao diplomatic acerca do limited do domiuio do
Portugal, como-e se csse linite no estivesse defini-
ti amenta estabelecido, c reonhLoeciilo pela Ingla-
terra. Os arguments comn que e. ita nacionalida-
do tentava apropriar-s, do mais dte ciucoenta le-
guas de um territorto, cuja propriedade h iLvia per
mais de um nacto attribuido a sun alliada, cram
verdadeiramente singulares. Trocavam-se notas
entire os dous governor, quando em 1850, a 9 de
novcmbro, o mninistro iuglez emn Lisboa teve a se-
guinte luminosa idea:
,, Em 1817 h;via muita i.Lnaor.a ,-ia de geogra-
phia, e fbi so nos fins de 1647 qi1c o secretario dos
negocios ekrangeiros di GrAL-Bretaiumia soubera
que o Ambriz se acehava situado ao nurte a' parte
da costa d'Africa cqja sobcraniat fra reconhecida
pela convencao de 1817. ,, (!)
E' inaudito, mass authenticc, disse um journal
de Lisboa.
0 deputado Bright jalgou-se dispensadp dessas
subtilezas de raciocip. -Portfggl d isma.iuqwIo de
corruptos. de bancarroteiros: a moralisada,,a dig-
na Inglaterra deve ronbal-a tdo affrontosa e co-
vardemente come estA fazendo con o Egypto.
Eis o argunmento que o ceryeje-iro de Mam*.estqr,
membro da camera dos oommuns; julgou suabti-
tuir em 1883 .ao do govern iglez em 1850!


RECIFE, 28 DE MARQO DE 1884
o'a 4 u #Par--qp- .
Dwxohboje o rfiatoipw nticiaz 4-.fEugopasrsa
zidas pelo paquet pg e 0 -Gue naio aos fo pobssi.
vel publicar na SolhTde hontrm.

UWAet nmp. $ogpn l Mt flpt 4U efta deo
eatwAwp= ter ada a cowrcpdas "rpsw... 0.!
mwimento entra eve pr iso etar
,a tV-i -







A4 '. A
:421.%

LAA
jt t~ C... -'f-'.- "a K *' '


wtr na nit veiro Lum ta*.
*i Wntra Then-Binh, seado repcllidos corn gran-
Fde -perdas.

.Um telegramma do Hai-Dzaeng de 9 de mar-
.9o.diz que seo deu o encontro eqtre francezes e chi-
,apes a 10 milhas de Bac-Ninh. Ignoravr-se'o
resultado.
O sub-secretario do ministerio da marina diri-
gio ao Sr. Guillot, deputado de Grenoble, ura car-
tamem data de 8 de mar9; respondendo a urma
cartindb Sr. Guillot mobre a attitude que o minis-
tro:da. marinha da republican ,tranceza cntenlia
ever tomar em vista da proolsmk .o do general
Gordon relativamente a eserawatura' no Soldio,
proclama.ao que deve naturalmente'dar em resul-
tadonma recrudeseoncia. dotrafico de escravos na
costa oriental da Africa. 0 sub secretario diz que
trantmittio a carta ao ministry, e quo se deram jA
instrucnles aos navios do guerra franceaes, pres-
orevendo-Ilias formialhnente que- ex.rcem a miis
active vigilancia sobre todas as ombarocat5os que
navegarem corn bandeira frainceza, ou quo estive-
rein sob o protectorado francez. Para'esta eathe-
guria de embarcaq4es existed u direito'de visit, c
sempre se tern posto em praitica. Qaanto As emn-
barcagcse que navegam saem baudeira, e cujos pa-
peis nao estio em regra, s&Io con-ideradas come pi-
ratas, e a respeito d'cstas nao 6 necessario neuhu-
ma ihjistrucgio.
Restam, pois, so as embareaqcses que navegam
corn bandeiras estrangeiras. Essas, porem, s' es-
capam forqosamente A inspecqao dos navios de
guerra francezes, que nao as poderiam visitar sem
violarem o direito dae gentes. A carta conclude
declarando quoe o miniaterio dat marinlia ciuIaMprri I
escrupulosamente a sua mission deutro dos limit.-t
do direito dAis gentes, c das convenaes em vig ir.
0 deficit total do present exercicio nalo exol:de-
ra 80 milhbes de franeos,. 0 ministry da fazenda
occupa-se activamente da organisanae do orqa-
mento de 1884 e 1885 no qual exposto corn ordem
c clareza, introduzira todats as economies compa-
tiveis corn os diversos servings do Estado.
Sai8a
Confirma-se a noticia do grande conselho do Can-
tao de Glario (Suissa) haver restabelecido a pena
do more per 55 votes, contra 27. Contribuio
muito para este resultado o racente assassinio da
dona de um hotel, per um vagabundo saxonio.
,Ianta $6
No dia 3 de marco, fez seis annos que sua san-
tidade Leoo XIII foi coroado Summo Pontifice da
igreja catholica apostolica roman. N'esse dia, o
sacred collegio foi comprimentar o chefe do catho-
licismo, dirigindo-lhe felicita9oes, As quaes respon-
denu o Santo Padre corn um discurso, que fez gran-
de seus',ao no mundo catholico e no mundo diplo-
matico e que importa um protest contra o prefuado
golpe que ha pouco soffreu a propaganda.
Eis o discuarso do Papa:
a Os votes de felicidade que nos offerece o sacrs
collegio n'este duplo anniversario e os que elle di-
rige ao c6o per ns, sensibilioam o nosso coratao
e levam-nos a manifestar a nossa mais viva e mais
complete satisfatlo. 0 sacro collegio, que parti-
cipa comnosco dos cuidados do governoe da igreja
conheco melhor que ninguem a grande necessida-
de que temos dos soceconrros humans e mais ainda
dos soccorros celestes, para robustecer e sustentar
a nossa fraqueza.
A profLnda apprehcnsao da nossa alma foi sor-
prehendida quando, sem nenhum merecimento pro-
prio, fomos chamados ao soberano pontifieado,
disperta-se em nus de uma maneira muito viva
n'este sexto anne que termina bean dolorosamente,
de nos ter arrebatado de entire v6s alguns mem-
bros illustres que nos eram muito cares e depois
de term side descarregados vivos golpes contra a
igreja.
Em vcrdade, a igreja v6 de todos os ladies a sua
missAe divina lutando corn difficuldades de toda a
especie e sempre crescents. Mas os ataques que
lhe sao dirigidos agora, n'esta cidade de Reoma, slo
main lamentaveis e mais graves, porque ells a
ferem no centre da sua vitalidade e tender a, en-
travar a acaoe do seu chefe supreme.
Assim, pois, experimentamos dor profunda ven-
do ferida por uma dura sentenca uma instituiq1o
que honra a igreja, o pontificado romano e a pro-
pria Italia.
Queremos fallar da propaganda. Facil 6, corm
effeito, rconhoecer quanto per essa sentenca, as
condi95es do patrimonio da propaganda soffreram,
quer porque os seus capitaes fioam sujeitos as vi-
cissitudos sempre incortas e iastavois d'uma di-
vida public, quer porque lhe nao foi permittido
dispor dos seus bens, ainda no case de necessidade
urgente, ou de os augmentar per novos legados
see a intervencao de um poder estranho.
Attendendo a consideraones mais elevadas apre-
senta-se-nos a propaganda tal qual olla 6, na rea-
lidade, isto 6, unia instituicao de ura ordem abso-
latamente superior e completameante independent
per sua propria naturcza, de toda a autoridade ci-


Ella foi fundada pelos pontlfices romanos, em
virtue do supremno ministerio apostolico de quo
est/o revestidos, e ella 6 directamente destinada a
propagatao e a conserva/ao da f6 nos diversos
points da terra, para o cumprimento cabal da mis-
silo sublime da igreja, que 6 a salvaylo do mundo.
Foi corn certo fimn que os poutifices romanol
transmittiram una tAo larga parts do seu podor
supremo e e 6 per sua intervenauo quo ellas fazem
chcgar att acs povos mais affastados, os bneficios
da redempAo. lnanumcravois paizes, na Africa,
na Asia, nas duas Americas, ma Oceania c atu na
Europa devem a essa beneficat iustituico o pode-
rem gozar a luz do Evangelho e a verdadeira civi-
lisayao que della deriva.
E ajustamente porque clla estn em circumstan-
ctas de corresponder a este nobre fim, que os pro-
prios papas a dotaram corn um rico patrimonio e
abundantes recursos e que tantopelo exnmplo comeno
pela palavra, convidaram Ltode o catliholicismo a fa-
zer o mesmo.
Neo sorprehiende, pois, que (.s homes, ainda os
menos bean dispostos para com a igreja, n/no pou-
passcmn elegios a esta instituico.
Tamnlbnm nao admiral que o seu patriotismno fos-
se respeitado ate pelo goverao imperial de Franya
e quo o potentado quo era entao o arbitro da sort
da Europa, fizesso elegios a propaganda c a pro-
tegesse. Estando bemrn definida a natureza dcsta
aistituialo pontifical, qualquer acto de quoe resulted
.subordinal-a, per qualquer maneira a um poder
estranho e levantar obstaculos t sua acn;lo, e umn
attentado contra a liberdade do chefe da igreja no
exercicio da sun autoridade spiritual, nas fauc-
coes do seu ministerio apostolico.
I Per estas razes que s/o de ordem mais ele-
vada, entendoemos que 6 do iosso dcvcr levamtar a
voz e denumciar aose catholicos de todas as nauses,
nesto assumnipto por tantos titulos interecssados, esta
nova offuensa inflingida / S6 Apostolica. Entra-
tanto procuraremos o melhor que podcrmos prover
as exigencias administrativas decsta vasta e ex-
ploindlida institniyio. Mas quanto mais as diffi-
culdadcs augmentam para nos c quanto mais pe-
nosa se vai tornando a nossa situaylto, tanito mais
tambcm ocsperamnos do Sacro Collegio o seu c n-
curnoC e dos fiis do inundo inteiro, o auxilio das
stas orac5es, da sua acylo e da suan generosidade.
SM.o teasb'm nossos, Sr. cardeal, os votes que aca-
bali de exprimir-nos, para que se realism ampla-
mente, istole 6, que a despeito d.s csforyos dos nos-
sos inimigos nao faltem nunca A Santa S6 os meios
necessaries A. diffusa'o do Evangelho e aos traba-
Ihos do apostolado.
E nesta confianca, agradecepdo novamente ao
Sacro Collogio as suas felicittayes, como penhor
da muito particular affeiflo, damos a cada urnm'dos.
seus minbros e a todos que estao aqui prcseatos,'
.albenao apostolWka.
A alloeuqAo congrat4atoria, do que este discur-
so do santo padre 6 resposta, f6ra pronuncjadaw
polo cardeal Di Pietro, ha poucos dias fallecido, e
que por muitos annos havia estadeo em Lisboa pa
qlalUaade de. nncio apotetioo.
Inglaterra
Pesmente,se a noticia que ha dias deram os
jornaes estrangeiros, de ter o governor inglez dade
ordem a o general Graham- pars quo preparause a
retirada das suas tropas para o Cairo. ,
Foram-lhie, 8, enjavi'a .itriicW5es panra qpe,
nio avance alm do poeto epejaue ,actualmwe
esta o aeamppment. de Omau ;n- igma, .qua eaot
seo conserve a"1 queraa naquelle sitio.
Segous4o m izm .* iiae,.Osara-DPgtaa, cqm
a norMr partid4s wa fornna, efav em Tavcdn
ejulgava-se qpe em breve se devia dart una bata-
oha deilsiva centre es tropas ingleaas e os rebol-
des. Aquello aaudileho avia nrpjUidb OmMs 4
pxBwsts dde g'ig Io .LtVif.tiAm i dui-i
gidpas po go n r.i ....
Sqouesto d ldo esa. reaado fade# v -
d es & b itdto!e. 0 .-,e do -
4eAnwer.elTaaBa nerrauiodouba yerdm
ictadura no vYae Z. Iib. a

Appetite do Ties iota uMrnsfotlfk k esz, a ams toudis Saul



;' ."" T "* ,'^."*^
- ^ -,' /


oi.


rgerala NO& .So ucpde. vor um regi-
metto ing azer a menor exeurao, sem ,que ia-
mediatai' ente urma parte eoinsideravel do public,
poa pataa bandenra ingleza a houra de ser im-
pnlatadt para.sempre no campo do.passeio. Para
a reppleo do gabinete GJadstone. seri um verr
cdadeo desat're, se elfe se vir obrigado a .eeder a
essa pressfto da opiniao publica'no conceraente ao
literal do mir Vermelho, come tern cedido acerca
do Egypto propriamente dito.
Slo se sabese o governor inglez fez algumas di-
ligencias junto do gabinete de Washington, para
obtor aiganpas modidas contra os dynamistas. 0
que se sabo 6 quo o governor particular do estardo
de New.-Jersey acba de tomar a iniciativa de me-
didas dease genero, apresentandod a eamara don re-
presentantcs local umrn project de lei que prohibe
a fibric.sqio de machinas, ou de matenras explosi-
ves corn destinos eriminosos.
E' urna iniciativa que o governor federal devia
imitar, e que talvez imite.
0 Timpss insisted em que a Inglaterra deve con-
servar K'irtum.
Diz ser loucua abandonar aquclle ponto, quan-
do, na opiniito do folha londrina, os iglezecs p)-
diam abrir um camialho fail em Kartuma c Ber-
ber.
Allemanaha
A sessio db Reelahstag abrio-se uo dia 6 de mar-
yo. 0 discurso do throne que foi lido per umrn dos
mninistros, declara que sAo de todo o ponto satis-
factorias asm relases do iinporio comn to las as po-
teuciuas estrangeuras.
Pe cm relevo as tendenciuns pacificas da Alle-
IIIa mal, e a t slidariedade dos interesaes ,te paiz
'. aai .1 a,'os viminhas e amigas, o que assegur-,
.,amni)b aquelle documento-Ltudo quanta. 6 daldo
prCVer ei Lonuservagao da paz, nao so pelo qui res-
peita A Allemanha, mas tambem a todos os outros
estados.
Falla do acelhimento que o principle imperial
teve emn Hespanha e na Italia, e diz que isso prova
o prestigio do imperio, e a confiauna que a suan po-
litica inspire aos soberanos e aog povos.
Quanto A medidas governativas, annuncia que
seri apresentado o project relative aos seguros
contra as consequencias de desastres, e que, de-
pois de votado este, sera submettido A camera ou -
tro sobre seguros contra a velhice, e enfermida-
des.
Come se v8 o diseurniso imperial 6 tolo em tom
pacifico, no que respeita a political externa, e pelo
que se refere A internal apuenas se liminta a insistir
no programmna de socialismo de estado, que 6 ago-
ra a grande preoccupatao do principle de Bis-
marck.
0 principle de Bismarck, vai ter no parla-
mento maiores difficuldades, que lhe nascem da
formalao de um novo partido politico, que se or-
ganisou agora em Allemanha, pela fuslo do antigo
partido progressista comn o grupo dos seceessionis-
tas. Estes ultimos haviam feito part do chamado
partido nacional-liberal, que apoiou a political de
Bismarck em todos ospassos para a unificaylo al-
leoma, e separarem-se depois d'elle per nao quere-
rem sacrificar os seas principios liberals a political
cada vez mais absorvente do chancellor.
Os progressistas que tinham per cliefe o Sr.
Richter, constitairam a part mais active do par-
lamento na opposieao ao governor.
0 novo partido adoptou o titulo de llberal-alle-
mao, e publicou e seu programma em que diz pro-
mover o estabelecimento de mn regimen constitu-
cional regular, garantido pelaorganisatyao regular
da responsabilidade ministerial, e livre de todas
as restricoes.
Anstria-Mungria
A camera dos senhores da Austria, cisleithana
approvou quasi por unanimidade urma resoluciao
rcconhecendo come legaes os regulamentos relati-
vos As medidas excepcionaes para a cidade de
Vienna e seus aroredores.
Ema Vienna continuum as prisoes de anarchistas
ctusando algumas d'ellas grande sensanao no pu-
blico. Encontrou.se em urm aaarchista chamado
Kemmerer, urma machine explosive, carregada comn
dons kilogrammas de dynamite.
A poliela teve tres homes feridos, doe quaes
um gravemqnte, per Kaemmerer, que oppoz grand(,
resistencia.
Os anarchists expulsos escolheram a Hungria
para quartel-general, mas voltam subitamnate
Vienna para.communicarem corn os seus adheren-
tea.
Se a aproximariyo operada centre a Allema-
nha e a Russia causou descontentamento em Vien-
na, marior foi a impression produzida em Buda-
Pesth. Os magyares ainda n ao esquoceram nem m
perdoaram o papel da Russia na insurrei9;to hun- 1
gara de 1818; o imperio dos cares fiou sendo
para elles umn inimigo traditional e hereditario. 0
odio e o terror do moseovita, sno ainda os senti-
mentos dominantes no reono de St. Estevao; foram i
as principaes molas da politica de Andrassy, quo
Ivaram esto ministry aligar os destinos do sen paiz l
aos destinos da Allemanha. E' per iseo que tolas
as attenuy5es trocadas entire os gabinetes de Ber-
lira e S. Petersburgo, excitam roceios e as appre-
henseSs da naylo hungara. Bastn ler os c rcaesns
l'aquella nacionalidade que se inspiram do ordi-
naeio n'um pensamento govornamental para com-
prshender a intensidade d'este sentiaento no mtao-
smento actual
\Paizes-Baixos.t
No parlamhncto hollandez foi ja apresmtatdo q t
parccer da comaisseo incumbida de proper as al- .


terauG6s qut devem ser feitas na constitui(;Lo.
Eis as prineipaes modifica5es que indica :
E' abolido o preceito em virtude do qual a natu-
ralisaio de suabditos estraingeiros sC p6de ser con-
eedida por lei especial Emn case de regeneia os
inisistros nito farao part d'ella. 0 centre eleito-
ral para a Camara dos Deputados 3 cum,-.idcr.veol-
inentc dimainuido, e a mcsm' i canara serd p-rlo li-
camnentO renovada no senu todo, e n') p)r p-irtics,
eoiioe na. actualidade.
0 numero ldos membros da camera alta fixado
2m 90, que sarlo renovados integraluaente de qua-
tro cm quatro annos. A prestayAo de juramcnto,
s5r/n factaltativa nalto so para os mernbros das (Ilna. I
camaitras, mas tambem para todos os outros ca;7',sd
publicos.
E' coneedido e direito do vote /ts mulheres nas 7
eleioes, para os conselhos communaes.t
0 rei terA em certos cases o direito de deeretar a
o estlido de sitio, cuja, contmuanao carecoeraL do1
ser sanncioaada per ulna lei de cartes.
Noruegas
0 president de conselliho de ministros da No- a
ruega foi, condemnado, pelo tribunal especial que
o julgou, a demissilo, c ao pagamento de uma mul-
ta, per haver aconselhado ao monarcha que nato
sanecionuasse tres medidas approvadas pelo parla- e
unento.
Pelo correio vemos que a sentenaa condemna- c
toria contra o Sr. Solmer tern provocado no parla- V
rento no partido eonservador da Noruega, assim
como entire a geute mais chegada ao rei, uma des-
igradabilissima impressao excitando velleidades
de resistencia.
Per um lade a minoria conservadora do Obets- n
ting, que coieta 31 membros em 14), redigio umat f
espocie de protest, no qual affirm que o Rigsret P
/no tinhatcompeteaacia para julgar dos actos queoc
eonstituiam a accusaeo, per outro lade o rei Os- P
mar, que ha tempos reside em Christiania, c que ao
seguio corn interest o cuaso dos debates, enten-
deu ever dar ao Sr. Solmer novas provas da sua
confianaa. Acompanhado da rainha, e do her-
deiro presumptive da cor6a, visitor, come igual-
maente nol-o havia dito o telegraph, o ministry
condemnado.
JEste ultimo .incidente parece presagiar um con-
flicto serio entire a corka, .e a present9pcao nacio-
nal. Annuncia-se ja, que apenas o Sr. Solmner en- P
0
oregar o podor, o rei chamana4 para o.substituir o
Sr. Haustein, membro do Supreme Tribunal, ou o d
Sr. Staug, filho do antigo ministry do memo nQme,
imbos pertencentes ao partido conservadnr. a
Devemos notar quo na Noruega os ministros b
iao teem o character dos ministros n osatros Es- .
ados parlamentares; nio sao escolhidos na ca-
mara, nem assisted ao peup .debates. So nsimr
)les empregados superiores. "I
Per cousegainte a escolha dos ministros no par-
idp comervad0r ,t m'aaantria.a inprtan,
eia que-'teria ne'onte qualquer paiz. Em tode o
aso, attenta a attitude dicedida da masioria do ,
Storthing, deve-se esperar. ,qqe o rei Oscar, ao A
ente seguar urma linha de conducts que poderia el
h cieqmequa*n fuAentas. E
Russia r
Parecee que o gabipete de S, Petersburgx, re- -
xlveu estabelecer una'lega$e ruamesa not Athanis-'
ean, e que-esta qwedida fa jWgda neoenawia em
ensequeacia da subim9o dos turcomasmos ie
lerv.
Diz o Temps qua os inaglezes fingem ligar urna d
zdoiwqre inportanoia ao'eatabelecimento dos rus-
yAlw ewv. 'w

k- Beago do. menos diptlos i re" de
0; mass Egypto obriga-os a fazerem- boa cut
o que an gotam.


J';f -%.
,: W ; .",',-
*' t (i '
,+ :


PERNAMBUCO


Assemblea Proiincial
9.a SLESS)O EM 13 DE MARCO DE 1881
I'PRESIDEt'NIA Du EXM. SR. in. -li aDE ITAPISSUMA
(CoItcldsao)
0 Sr. ileira te Vasceoncellos Sr.
president, em vista da susteuntac/o vigorosa que
iCLabojn dd fazr o nossoe cullcga, deputado pelo 9o
listrincto, da oloiylo do mei nobre amigo o Sr. Re-
-'tteira Costa, entt (tendo queo no devo aecresecen-
ar mais cosa algumna pa:rt asua t uma v ez firmar
Sconviceco de que a cie-iieo do 9, district em re-
ayao ao meno aamigo, nao p'de, serm que se apiu-
ahale ao nmesmo tempo a justiaa e a lei, deixar de
ser approvada comn o recouhicimnento d'aquelle
nosso aingo, comi legitimno deputado per aquelle
listrieto. A matcnria acha-se to clucidada; as
anullidades apoitadas pala illustre commissao teem
side por tal maodo cumbatidas c nullificadas, quo
au nao precise gastar mais tempo, para reforqando
- arguineutl;a;o prodatzida aqui, deemionstrar que a
leiiao do 9, district 6 e nao pdde deixar dtie ser
'alida.
Assim, pois, eu sento-mnc desistindo da palavra.
0 Sr. Beltraio faz algumas consideracnes.
0 Sr. Lourenco de SAi-Sr. president,
iao preteudia tomn;ar part na discussao do reco-
lecimento oau verieicaAc;o de poderes ; sou, porem,
dorado a fazel-o, c (beam contra minha vantade,
aorquanto, divergimndo da lihonrada commission de
.onstitui9/no de podlres, coinmissao que me inspira
plena e imteira confianta, pois que.6 comaposta de
migos meus e de correligionarios minuito prestimo-
os, incorreria em grave cecnsura, se per ventura
ne limnitasse a votar symbolicamente e nao viesse
* tribuua justificar a minha divergencia, toxuando
onhecidos de todoe, os motives e as razes qcue
ctuaram em meu nespirito para assim proceder.
Lamento, Sr. president, afastar-me dos meus
orreligionarios da bancada liberal, em urma ques-
Xo que vai tomnando um character politico; sabe,
orkm V. Exc. e tambemat os meus intimos amigos,
pesar que me acompanha pela attitude ;que te-
ho assumido n'csta cas, quanto a eleiglo do 90
istrieto.
Habituado, Sr. president, a -respart as opi- -
iies alheias, fato justiqa, acredito que noo s6 a
onrada commission de constituigio e poderes, as-
im come todos os meus colleges da bancada libe-
al, estilo convencidos que a unica soluyAo rasoa-
el para s -9 distrieto outra nMo dve ser senloo o.
ecoanhecimento do Sr. CandUido Ladiso.
Infelizmeate, por6m, Sr. prosidente, atM 'h6je,
qlo debate havida n'esta casa eada vez mais me
nclino pela nullidade da elel o do 9o disktridet
Sr. presidnte, qualquer muqa que tenha
eaejos de votar consienci ebre= uobm a
eigio contestada on acoi iia, deverk
aites de tudo faxer urma di seuas-
regularidades havidas n oVil-
) ijampavein. A illsh- desflii-
L^e podeme euwmw ^ i^
es na eleigo proneda.. ]-'
6m, nao consider vicios pequmsa
en, taton como a dtk&5od. -
wnoeado As 10 hoets, 4 4' ^ '
t mesams
ow.- e ootier *t ||
lam. Oosidlero, m 4 t l --
ite4 Boto
u* do direito e em o~fi M U


..-a


A fingida indlfferepp doe jo;raes inglera nUo
os impede, porem, de 'calcularem as conspomiau
possiveis d'esta nova extenslo da potencia mmeuCO-
vita no centro do velho- continent. e de procnura-
rem os meios de neutraUsarem os seu ifffeites.
Tomando posse da antiga capital do mundo
a Russia asoenhoreou-se do ponto onde se crmzam
as estradas do planalto asiatico. De Merv as cars-
vanas dirigcm se igualmente para Meschebd, a
primeira cidade persa, para Khiva, e Bukhara,
hoje cidades vassallas do czar; para Tach-
keud, a metropole d'este novo imperio; pars o mar
Caspio, hoje um lago russo, ou pouco m now: pars
Herat, emfim o ponultimo dia de jornada para a
India.
A Russia procurou e obteve urma estrada direct,
arelativamonte facil entire oeseu dsminio curopeu7 a
as suas posess5es do Turkestao. Dos ports do aw"
Caspio, os transported russos subtrao de heje pare
o future o valle de Atrek, ao long da fronteire
persa, e, por Mern'v, chegarao a S'amarkind e Bu-
khara, sen passarem pel.., mnonlho desert quo
orla o sir Dari.
A quest portancia ; o iiap.-rio da A-ia sera o pre'o de umnt
Lucta de veloidade, e ja. os possuidores do Tur-
kestan, e os da Ii[lia contain 0 kil,,metros que
separ.am ain.la, e as probabilidadcs resp..ctivas d.,
s'rem 05s primnciros a chegar ao theatre da lucta no
dia de um cnflictu pcovavcL
Os caminhos dl tefrro russos chieg.im a Jekate-
rineuburg, e a Oreubtirg, na ilha do Urat. Da
primeirai d'estas esta5oes, a estrada para os Kha-
mats tern a extunsa) de 2,70'. rnilhasiaglezas, el e-
va-se seis inmzus a percorrel-a; de Oreuburg, .
precise ain.li vento, e doze dias para chegar a
Tachkond. Agorro, as trop:s russas, corn 0 seu
material, penetrario em quarenta dias, do Caspio
no coratlo de Tuskestau.
Ve-se beorn qual 6 a importaucia da acquisiilo
que a Russia deve, per fin de contas, ao prestigio
exercido na im:tgi:ti;ao dos cheifos tartaros pelo
explendor das fiestas di coroaAlo do czar cmn Mos-
cow, 6 que enten'lea nao dever recusar, auo desejo
expontaaeo das p:)pula9oes, apezar das promnessas
salemnacs de Gortchakof e a despeito dos compro-
misses contrahidos corn a Inglaterra, que deviam
limitar os seus progresses na Asia.
E' agora moada cm Inglaterra, rir dos prognos-
ticos de sir Henry Rawelinson, que chamava a
Merve a have de Hbrat, e esta ultima pracn o an-
te-camara da India ingleza.
Todavia o gabtitete de Lendres n1o perde de
vista certas medidas de precauat-o que parecem,
corn effeito, dictadas pela prudencia. Foi assim
que o Sr. Gladstone, interpellado a este respeito
per um membro da Camara dos Conmmuns, decla-
ron que a redo dos camiahos de ferro do Indostao
que toranina aetualnente cm in ibi, sera prolongada
att Qitettil, no Afghanistan.
Sibi esta corn effeito a 599 milhas de Herat, ao
passe que a testa das linhas ferreas russas, de-
mor a 533 milhas d'esta praca.
Em Quettalh mesmo, os cipayos hindus, teriam
511 milhas a pereorror, para soccorrerem esta ihn-
portante posi9ao estrategica, ao passe qae, do MIrv'e
os soldados r-issos no teriam que faz.r senlo uma
anarchla de 210 milhas para se apoderaremo da cha-
ve das Indias.
A Gorrespiadeucita poltica, que da estes alga-
rismos, diz saber que o governor britannico farl ein
S. Petersburgo a declarat;Io de que considora He-
rat comno umna parts integrator da sua esplhera de
influencia na Asia, e que significara ao mesmo
tempo ao emir d'esta cidade, que nito consentird
ingerencia atguma estrangeira nos seus estados.
Esta diligencia, a realisar-se sera a repeti9io
da que lord Beaconsfield fez junto do soberaao do
Afghanistan, e cujas const luoncias funestas para
a Inglaterra devem star ainda na memorial de to-
dos.
A penultima expedigao do Afghanistan, cujo
resultado devia ser tao desastroso, foi come se sa-
be, motivada pela applicaIo repentina, a prima-
vera de 1878, de uinm emnissario russo na c6rte de
Cabul.
A Gaze i de Moscow consagra um artigo A situa-
(.Io que a Inglaterra occupa. 0 Egypto, diz a fo-
[lia citada, e hojc a chave do Oriente para a Gra-
Bretanha, e a cstat;o principal qae ella possue no
caminnho da India.
A questao da neutralisanlo do Bosphoro deixou
por tanto do star no sou period agudo, o outro
tro tanto succede a inviolabjilidade dos territories
situados ao norte das Indias.
Egypto
Acaba de dar-se no Cairo um facto muito signi-
ioativo. Sabet-Pachlt, ministro do interior no ga-
binete Nubar-pach'a, deu a sua demiss'lo.
Esta resolucao fot-lhe inspirada per divergencias
Ie opinion entre ells c o sub-seeretario d'Estado
to interior, Sr. Cliffor Lloyd, antigo magistrado
nglez, cone se sabe.
As cousas nean sempre se passaram assim no
Egypto. Houvr tempo em que surgindo dissenti-
nontos entree um minisitro, e o seu subordinado im-
nedi'to, era comno cm todos os paizes do mundo, o
suberdinmiado ,uem cedia o scu lugar ao sei supe-
tior. No Egypto suecedeu, pormn, agora o con-
mrarie ; o ministro succurabio deante do sub-senre-
:ario. Este facto caracterisa bern a situa9iao, e
:oitfiriiia, qaa, jinaudo o Tims reclama um pro-
ctorado francaneinte no Egypto, apenas pede a
onfirmanaqo official do um estado de cousas exis-
ente.


, .:. '
- a' a -'altf


* '. -


V

























I


















F









N,












K





1~


oo.
am


\,


\


425














































oows au







odi mdadntao s votol i dnte M wi so




Iavlo rasoavol e do accord corn a-l procedar-
e a nova -1U, "1 1
trata poeI'lewtm -A'Ve-- BI








o Se De no F[LHO ds uern aparte.-


O Sa. &uor um SL--Eu a porno ouseutw
quo V. Exe. insists neste proposio, quaado 4 o
' priuieiro a manifestar-se incoiiersnte.
E. que assistio a eliaqaldo 8. diatrito
r eoegio do Bonato ei protestou contra u facto
Mentico oeeorredo, os soa uo prote6stou, redigo o
tsto queos sm amigos assgaram...
O SR. DunoisF.o-- Os mi us amigos pro-


te4aroam.
0 SILa podeaw =u 81-Entf WU a pessiuiol| poutr






O'qeSn. LoEunsOsDz S V. Ext. devia aodar-



me qtando ou assim me pronunclo pela fu idade
da. eli'o dto 9. distrito, deede quo estou de aco
co rdoeOm a opiBniode V. Exo co maniftsta udat em
Seaboao ei nunca devoria V. e c. contestar-me:
0 SR. DRUMXOND FILHO- ds mus anugo pro






V. Exo por espirito DE S -oheren ia doevia tambemi


to em Jaboatlo protoston pcir igual vicio. Sr. pro-
,Cod~ a piil e V. Exe, maniif estepoakqands eio







sidente, nio precise alongar-me poer nmto tempo
na tribune. para mostrar queo a eleiao do 9. dis-
trieto null s eque segundo o art. 20 da lei elei-
tori, a solucoe natural outra nio deover ser so-
nLo esta Assembl6a decrtar queo nova eleiAo seja
procedida.
Voto, pais contra o parecer da hourada comis-
so de o enastitui9o e poderes, vote tambem contra
a enda apreseontada peolos illaustres deputados
quo se sentam na baneada opposta, aceito, per~m
a eomenda offerecida a considera.o da casa pelo
meuo illustre cllega e amigo o Sr. Dr. Silvino Ca-
valcanteo, mandando proeeder a nova eleigao.
Assim manifestando.me, Sr. presidentseestou
tconveneido que cuimpro a lei e fico en paz comn a
minha consciencia.
Mr. e n Ino Cavaleante-Sr. presi-
dente, tendo apresentado a mesa una ermenda que
dissona uno sb do parecer, como tanmbemr da eomen-
ds dos mous llustres adversaries politicos, eu es-
tava resolvido a dizer alguma couza em justifica-
ao dessa emenda; mas o nobre deputado que
acaba de sentar-se, tendo mettido as raz5es fun-
damentaes quoe tire para apresentar a mesa
mendd, acho eompletamnente dispeoaavel.epodu-
air s argumeatos, no mene a nae r deo grande.
subsistencia, que elle acab de e nanciar. Peqo,
portanto A casa que considered came mies os ar-
gumentos apresentados pelo nobre deputado em
justificao da mesma emenda, poise que outros nno
foram os motives de lei queo me determinaram a
apresental-a.
mr. Falefo faz obervaques.
A discusslo flea adiaa pela shora.
E' lido, apoiado e deixa do ser votado per falta
de numero e segainte requerimento :
Requelro prorogaoueo da hera par mais seas-
senta mnutos pars a discuss o e votado do pa-
recer.-PFerreira Jacobina.
O Si. PREsm!DET levanta a sessno, designando
a seguinte order do dia: Continqaueo da ante-
cedente.

CORRIGENDA
No diaeurso do Sr. Olympio Marques, publicado
no Didrio de 21, pagina 2, columns 5a, no period
qde comeoea.--Fiz-lbe ainda uni ultima pstifo--
dove Ber-so :-a mesa sort. da seguorma
No period. quo comze~a--Eu nlo retribuo--devs
er-se :-que, naa obstante, acha etc.
No poriodo quo comev :--Disse o nobro depu-
tado etc. dove hsr-so-violsncia--e nto jasolonia.
Na 6ia eolndma, no period qu cornoa : Eu nteo
trataria,--bea-se :--dsvo eompletal-o.
No poriodo quo omeuzoa :.-Ea peuco,-.-lea-so :
perguntava.
No discurso do mesmo Sr. doputade publicado
no moamo die21o, pagina 8, column 1', depois do
poriodo quooeomeqa ;-Eum vista d'isto, proeurou a
E.exc., o Sr. president da provincia,-foi omit-
tide o period seguinte :--Neoa oscaiie appare-
iN represontar o pedir ausponsl do impobte, 'o
orador repeti-lihe, no preseondoe U. Exea o Eues-
mo quo scaba do referir. d ...


MIlTI BIALu

A 1bemba. evtaemal --* fceeup
hoatm sob a pweuideueia do Exm Sr. EAiode A-
pissuma, a ehados-e presoeautal
Foi lida e approvada a actadaoesto a n -
te, orando os Sra Democrito Cavalcante e Praxedes

0 S. 1 msrqetario procedem s aJoitpa lkk
gnto expediente:
Us 4s seeretaio do Gkmo truaamidt

e ..IWOdLphBS Odo, pettenceate a Jose
ca, p Iea uras plant do referido prspA*
cqpo do obru pjblicas.
U~baxo naimoB dos al&innos mBtrau4A
1 df Easeoa Normal pediado a retiradaidz


e ps .-A' common de ins.
imb. w il taabm it iJW.-

SEto -M


AD k. M p a yaedindo egeaif hr
minutes pa er uo diasutb um sea repqoahnnto.
Passou-ul a
OfDE DO VA
Submettidui disumsioo'pmemr n. 43, reco-
nheeeado deputado pete 5*liiiot. so Sr. Joio
Antunes de Amajo P'ihen*b 4Epm o S. Silvino
Cavalcante, que mandou a' ma rama emenda de-
clarando inelegivel o candidate mandando proce-
der a nova eleiao, re1nb fo-se s ain gikde
competence os docamnratotdsf.s t 4
de um recibo, Praxdea Pitanga, Lti
nior, Olympi o &aques, Jos Maria e RoA&
va, foi encerrada sendo, a requerimento 4 ,-
Barao de Nazareth, prorogada a bora por t gj i
nutos.
Procedendo-se a votagio foi approvado, tgheio
prejudicada a la part da emenda e seode 'tegeiL
tada a 2'a parte.
Proclamado deputado o Sr. Antunes Piuheiro e
achando-se na ante-sala foi introdusido na sala
das sessnes corn as formalidades do estylo e pres-
tando o juramento tomou assento.
O Sr. president levantou a aessilo a s 4 horas:
3/4 da tarde designando a seguinte ordem do dia-
ls discussion do project n. 2, e 2a do de n. 23 ama
boa deste anno e continuagaId da antecedente.
G anrda Nacioaal- Pela Presidencia da
provincia ioram expedidas as seguintes porta-
rias :
a 2& secq&o.-Pakdlo da Presidencia de Per-
namuoo, 26 de mara de 1884-0 president da
provineia tendo em vista a informaqlo do corn-
isandante superior da Guarda Nacional das co-
marcas de Bnito e Bezerros q a proposta do corn-
mandante do 30o batalhMo das mesmas comarcas,
resolve nomear para.o posto de tenente ajudante
do alludido batalhlo Affonso Feliano da Silva
Oliveira.-(Assignado) Josi Maned de dFreitw. I
S 0 president da provineia par a exeeuco da
lei n. 2,395 de 10 deo setembro de 1873, tendo eqi
vista a informarao do commandant superior da
Guards Naeional das comarcase de Bonito e Be-
zerros, e a proposta do eommandants do 60 bata-
lbe do servi o da reserve, resolve nomear Jos1
Cabral de Andrade para alferes da 1' companhia
do alludido batalhao. (Assignado) Josd Ma-
zwel de Freitaw.
S0 preaidente da provincia, para execua9o da
lei n. 2,395 de 10 de setembro de 1873, e tendo em
vista a informaqtotkrnman-SO de 11 1 ia G-deUR
da Nacional daa W" (. _e*
aproposta do c ba talhio das
referidas eomarcaa, resolve mir wO seguintes
ofticiaes :
4.a womppnN
Alferes, Jose Baptista de Almeida.
5.' OompamUaz
Alferes, Francisco Jos das Chagas.
6.-A cospihiA
Alferes, Pedro Antonio Pinheiro de Barros.
7.' Gampanhia
CapitAo, JosA Francisco Pam de Lyra.
Alferes, Manoel Venaneio Cabral e Silva.
(Assignado)-J-osd Manoel de 1reitas.
Cplee loria ProvIkt nlal- Por portaria
da Presidencia da provincia de 26 do corrente,
foi nomeado, sob proposta do Thesouro, o cidadao
Porfirio Pinteiro da Costa para exercer o lugar de
escrivia da Collectoria .Provincial de Aguas Bel-
las. '
Slhaenabos centtraes -Em 24 do corrente
foi apresentodo a Assemrnbl6a Provincial para sexr
discutido o saeguints project de lei, firmado pelo
S:r. deputado Aristacho Xavier Lopes:
( Art. LO Fica garantido, per espaco de 10 an-
nos, ojuro de 7 0/o at1 o capital de 2.000:0000000
Ai emprezas organisadas por agricultores, que se
destinemi afuandao de engenhos scentraes n'esta
provineia.
SArt. 2.0 Para cad nenho nao sera garan-
tido capital superior a 500:000,000.
c Art. 3.o Ficam os coneessionarios, onu empre-
zas que encorporaremn, isentos do pagamento de
qualnquer inposto provincial ou municipal.
S Art. 4.6 Ficam revogadas as diposi95es em
contrario. v
Este project, devidamente modificado de for-
ma A convertel-o n'uma autorisaeio A Presidencia
da provineia, que 4 quemo deve firmar os contrac-
tos para as falricas centraes que slo autorisadas,
merece todo o noso apoio, e deve deopertar as
sympathias da lavouas.
Em 10 de janeiro do cesante anub, em o noseo
Betrospecto Comnercial, reprodumindo urea idea
ji anteriormente par n6s emittida, DOs haviames
sscuito:
.S t*f'todos os rsoe as altowes que plantam e
mooe x Gnna' podmow, cads um de per si, ou
|pdar gppr upinmasou maon numerous,
mabwtiitufr O' volhoayjieominovwe appareihos on
m ohtar furious eom mes nas forpa da assoia, o.
reepsetiva, dispenmade aisim os intuventorea_._.

vados, que sobromuad onesam as eupresas 6Sio-
de taos fdbxoaa t6 intuitive que afhiba-
cm~aro jri Os g-anda O que vao asfefk
,,9H~| e^L


contrario.
Francisco Prisco de Souza Paraiso, do mea
eonselho, ministry e secretario de estado dos ne-
gocios da justila, asuim o tenha entendido e faga
executar. Palacio do Rio de Janeiro, em 9 de fe-
vereiro de 1884, 63o da independencia e do im-
'Prio.
Corn a rubrica de Suna Magestade o Impera-
Aor--Ftuncisco Prisoe de Sowa Paraiso. ,
ProeissFso de Pasos -Regressa hoje a
tarde, em solemne procissao, da.igeja.do Carmo
para a do Corpo Santo, a imnagem lo Senhor Born
Jesus dos Passes. Ha uma .peqUena altera^to no
itinerario costumeiro : em vez dapassar na praga
da Independencia, dobrarA na rua larga do Ro0
sario, entrarA na rua estreita do mesmo noame,
a descer pela rua Duque de Cea, a(6 a rma Pri-
meiro de Margo, por onde seguir, pela march or-
dinaria. *
Asooia&o Ceommmercial Agricola-
Na proxima segunda-feira, 31 do corrente, devem
reunir-se emaseainblet geral, na respective sede,
pelas 9 boras da manhi, os membros da Associa-
9ao Commercial Agricola para o duplo fim de ele-
gerem a sna nova directoria e commissio de con-
tas, bem como pars ouvirem a leitura do relatorio
do anno findo. r e
Becrea vaw a rimeiro de Mareo-No
dia 30 do corrente, a 4 horas da tarde, ha sesslo
desta somiedade para negocio urgent.
Emprestiao de I5.OO0)00f6H9-
A Thesouraria de Fazeada paga ate o fim do cor-
rente mezaosjnrw.do emprestimo de 50,000:00u;
em face dos respectivos eonponsre por orlem da
mua numeragso.
Sockiedade uMical Vinate e Oito de
Setemabro A's 10 horas da manha de 30 do
corrente reunem-se em assembled geral extraor-
dinaria os membros desta sociedade para assump-
to de interesse social e discussion dos novos esta-
tutos.
Seria um cime-Eontem, As 9 1/2 boras
damanh, foi encontrado na praia que flea nos fun-
dos do sitio do Exm. Sr. desembargador Jos6 Ie-
lippe de Souza Le4ao, na rua Imperial, do 2- dis-
tncto de 8; JOs&, o cadaver de um individno de
oorbrauaa;4-" se snppoe urm, do um -portuguez,
e que1. al6m de ter o p6 direito esmagado, tinha
uma grande brecha no crane.
A policia local tomoun conhecimento do facto, e
mpandou proceder & exame 'euadverico, o que foi
fteito petlo Sr. Dr. Souza, que mrinifeston a opiniao
de ter sido aquelle individuo ferido antes de cahir
n'agua, e ter succumbido A asphixia por submer-
sio, na noite anterior.
0 corpo foi expostE ao public, mas ninguem re-
cpnheeu queo era nlbe.
A polieia continue nas indicates comrn o fim de
saber se hbouve crime.
Nova aAcIM-O Sr. Victor Preale edictou
uea waisa corn o titulo Impossivel, composi9ao do
Sr. Domingo JosJ Marques, que a arranjou para
piano, 0 ereeeu-a ao Sr. Dr. J. Joaquim Seabra.
Encontra-se A venda a rua do Imperador.
New-Worlk RAe I si urance Compa-
ny-No paqutes amerieano Reliance seguio pAra
pars a Bahia H Sr. Prtichard, agautejesta com-
panhia em Pernambuco, que alli vai tractar de
negocios da mesma compaunhia.
Faz part da junta medica da dita compa-
nhia, nesta cidade, pur nomaoseaio ultipmente fei-
ta, o Sr. Dr. Carneiro da Cunha.,
Prolonganxento da& Itrro.- Aiad 3.
Francisco Esta ferro-via em fevereiro ultimo
rendeu 6:842,670, provenientes das seguintes
verbas:
Passagens 2:0954250
Bagagens 262W60
Animaes 915O080
Mercadorias 4:0974660
Telegraph 245464b
Armazenagens 27*500
Rendas diversas 2;780
Multas 203000


Total
Em igual me de 83.
Mais em feverero do 84.


6:8424670
2:135*030
4:707*640


Artistas Mechanieos e Liberaes-
Hoje, A-s 6 horas da tarde, devem reunir-se em
assembled geral ordinaria os membros da Imperial
Sociedade dos Artietas Mechanicos e Liberaes.
Em trauasito -0 paquete Tagua levou ante-
hontem para o sul 460 passageiros, sendo 4 to-
madose m Pernambuco.
0 paquets Finance levou para o norte 10 passa-
geiro4,nosdo 5 tornados em Pernambuco, onde
deiiou trez trasidos do suL
_DiLokro --0 paquet Togau levou para:
thia 35:000D000
0 paquete. Ceare levo parm:
,Babia 1:600AOCO


IFeman ds de Noronlaa-Ante hon-tem,
pelas 6 horas da tarde, conform hontem noticia-
mos, voltou desta ilha, para onde sahira no dia
13, 0 vapor sseiaal Mwdahi, trazendo par. n6s
a seg'ainte correljumdencia d'aquelle presiJdio,.da-
tada de 23 do oerrnae : .
a noite d 15, As 10 horus, pouco mais ou
mene-, fundeou n esta ilha o vapor Mandahld da
Coi#mahia Pernambucaaa.|
a Depois de preenchidas as formalidades do
costume, desembarcaram no dia immediate pela
man a os passageiros que se seguem : major Ma.-
noel Ferreira Escobar, que renunciou o restante
da 4penca que Ike faltava, e que a estava gozan-
do n"sscb capital; Sr. Augusto Elisio do Castro ;
1 cadet e 18 pragas, send 7 'para destacar e 12
em diligencia, escoltando 22 sentenciados, 1 de. re-
greaso e outros para cumprir senten9as, 6 mulhe-
res e 4 filhos destas.
SSegundo lemos na Revista Diaria do Diario
de Pernambuco de 26, e nas noticias diversa-s do
Teupo do 28, tudo de fevereiro ultimo, fallecera
nessa cida.le, victim de molestia nos intestines,
na tarde de 25 d'aquelle mez, a respeitavel ma-
trona D. Joaaua Florinda de (Gusma'o Lobo Vital,
viuva do empregado public aposentado Antonio
Vital de Oliveira e irml do nosso digno eomman-
dante o Exm. Sr. brigadeiro Pereira Lobo.
K No dia 17 -eassumio as funcOes de osen car-
go, o majorm.to deste presidio, o major Escobar.
a 0 capitao do 140 batalhlo de linha Claudino
Marinho de Oliveira e Cruz, que exercia aquelle
cargo interinamente, por nomeacao do Exm. Sr.
desembargador president da provincia, se ha
conduzido entire n6s muito honrosamente, haven-
do-se Jo .niinsmo modo no cumprimento doe sous de-
veres'uabricos; pe16 que tornoaasue credor de novas
syapathias e da admiranao commum.
S0 Exmn. Sr. brigadeiro Francisco Joaquim
Peoeira Lobo, commandant deste presidio, soli-
citou uma licenoa da presidencia, qu4 jA Ihe foi
cencedida, mas nao tendo vindo a respactiva por-
taria, nao p6de, por em quanto, gozar desse favor,
send qua S. Exe. j as se sente muito melhorado
dos incommodes de saude que deram causa a elle
solicitar licenga.
a Na madrugada de 21 do passado evadiram-se
deste presidio os senteaciados Manoel Luiz Lopes
da Hora, galds perpetuas ; Manoel Felisberto Ta-
vares da Kocha, Bellarmino Tenorio Cavalcante e
Firmino Correi de Albuquerque, os quoes para
aqui tinham vindo doentes de beriberi e serm guias.
a Seis cram os evasores, mais dous, Jotiquim
Ferreira de Barros e Jolo Jos6 dos Santos I, to-
malos de panico desistiram da empreza.
,, A jaugada que Ihes servio de vehiculo foi um
tragil compost de pAos de gamelleira, molungi,
piablo, e at6 rolos de bananeira.
,, E' possivel que estes infelizes tivessem antes
mornQrido que se refugiado.
t Lgo qu se soub d'essoeb n acontecimento, o
commdin"dnte fez sahir uina jangada bern gaarne-
cida e coa pessoal de confinaua ao enealco dos
fugitivYDs mILS essa pravideneia, a melhor aconse-
ibada na occasiao, foi baldada, pois elles jai no
estavam A vitta de terra.
a No diA 10 aportou aqui o navio noruegtez
Rolf, ob o commaddo do Sr. E. Tallessen, pro-
cedente de Sydney cof- destiny a Hamburgo, car-
kegado de guano.
a Demorou-se nests villa dons dias e partio de-
pois de ter-se prov..& do necessario ao que viera.
a Seu immediate, que veio A terra, esteve hos-
pedado pelo commandant, gencraLahobo.
a A 22 tambem aqui chegou o brigue escuna
Tondlero, que segue para as Roccas em viagem de
instruccao, segundo nos disseram. Sua guarni9o
compae-se de 74 prawns, inclusive os officials.
Hoje mesmo ou amanhA seguirA elle sua der-
rota.
I A secretaria do commurildo do presidio, prc-
parada como se acha, corm mobilia nova e outrcs
utensis, apresenta hoje aspect bem divers do de
outros tempos.
Por uma carta particular reeebida d'e.sa ca-
pital informaram-nos que, tb data de 6 do cor-
rente, por portaria do Ministerio da Justica, ha-
via sdulo exoaerado, a sea pedido do cargo de al-
moxarife deste presidio, o nosso presetante amigo
oapitdo reformado do exercito Maoel Alexandrino
de Albuquerque Mtta, sendo no mesmo dim no-
meadopara tsubatituil-o o alferee honorario do
exercito Antonio Francisco Pereina Gitirana.
Hoje, 23, vai d'aqui o Mandcats, e seguem a
sea horde : o Sr. Augusto Elisio de Castro Fon-
ia, 1 cadets, 32 praoas, 37 sentenciados, 5 mu-
Iheres e A filkos seos.
Deixa de seguir o eapitio Claudino, que aqui
exeuceu o mijot n. porque ss mulloer
prstsa dar a1urn, n~i|t~ faibarar.
Tsnes' tido-siaaamiagumferos, come p renua-
co de bpm inviein, b .e canaps m ca d plan-
- 0 oo"ga"sioments.
, *Os nogeezo. paWiBasdo 4preIin ce-iea Sr*
-g am Bte n iwd. 1o ode. larmonia

*I^^^rt^ L W5 fl (P^fh~i1 JMSMfy*o. 24.


PUBLCAIOES A PEDIDO

-al Usv uvf.M*-Bs "Its OAS __ _i^__ ^B ^


SESSAO DE SUPERINTENDENCIA
* Aos 20 de mar9o de 1884, achando-se presented
os Srs.: gerente Ignacio de Barros, secretarno
geral H. A. Milet, e thesoureiro Antonio Pereira
Sim5es, faltando o Sr. Ayres Gama sem partici-
paeao, declare o Sr. gerente poder funecionar a
superintendencia abre a scssao e diz ter estao. por
fim tractor de niu assumpto mclindroso, que vem
a ser o mesmon ainda dependent de deliberaco da
sociodadle, dcpois de mais de duas reunites do


rstuuun ue im matu rsaunsta conseliho.
0 universe comprehcnde a immensidade dos j Em 'um dos ultimnos dias foi esta sociedade con-
cos ; isto e, o espaco infinite capaz de center os vidada para tomnar part nos festejos, que se pre-
Corpos, que o povoam. A massa dos astros, seja 1param para 25 do corrente. Em sua maioria com-
qual for a natureza dos seus elementos, e particu- p,)sta cta sociedlade de agricultores, entende que
las subtilissimas, por6m, todas de extensbo, attrac- .l1a ha de rocciar virem taos festejos cada vez
9ao reciprocate affinidadessingulares, chama-se ma- I mais augmentar as apprehensoes d'aquelles, que
teria. A eternidade do tempo e a immensidade do aguardain scrvir d desastrosa expiadao pelain-
espaco sao dons infinitos naturacs, cuja existcncia guria de tantas o :-r ,. passadas.
6 indepondentc de todo o system de cosmologia. c o captiveiro 6 indubitavelmente uma iniqui-
Assim, o espaqo e tempo sao increados, iminoveis, I lade, mas a suppreossdo d'elle emi certos cases e
independentes, infinitos e estaveis por essonci.. 1 de ccrto modo pode importar a.gnr;iv.a-o de outros
Logo, scja qual for a uatureza da material, (.eptiveiros, nio inonos reaes, embera de ordem
visto que ella tomna por seuns movimcntos e colbi-i diffcronte.
nq5es, todas as formas de que estbo revestidos A cxtirpailo d'essc cancro pois imperiosa-
todios os produce qtfe nos eucantam, e maravi- minente rcquer a inaior prudcncia, para nao vir o
liaw no &co e na torra. Tudo soffre no mundo doente a fallecer da carn. Bre mais o imperio e
continue tralsfi,.rn' ,. A inateria dai plant indivisivcl, no seutido de seem solidarias todas
commuta-se na do auinal. qu( ia come: a do ai1- as suns parties, por mais importantes que sejam,
mal morto torna-sc em terra, liquids c a e.0 -. que na obediencia as leis commune, emanadas da so*,
se some no chio,lou dinnipam uo or, dnodco pan- berauia national. Or)a uao nos consta, que o po-
sam a combinar-se corn as substalcias da sua offi- der soberano do Brazil tenha aberto excepcao al-
nidade, quo, no instant da analyse natural, a.caso gumna cm ponto algum de seon vastissimo terri-
se acha mais vizinha d clle. trio, para applaudirmos n6s a consagra-ao ahi
Assim, neom as forgas da natureza, nem as dai d urn imaginado refugio extra legal para o cap-
arte podem crear, on amnniquilar a material: e to- tivciro, ainda Ostoe on vigor, tanto cim outros pon-
das as operaeies do laboratorio da natureza se re- tos da narto, coia) ali maesmno virtualmente emn
duzem a synthese, ou n onbinabo dos elemnentos face da lei.
da material debaLxo de forrmas, que as suas foraas A LUNIO POLITrirc. dos brasileiros, que tanto san-
innatas fazcm tomar. D'aqui induz o materialista gun igneroso nos ctistou, desde o seculo deeimo
ser a m iteria e+erna. Todos 03 movimetost so setino. em 1817 c 1824. ainda nao 6 felizmente
produzidos pelas foras inherentes as mol6eculas i na surto doe cornninia parisicuse, onde loucamen-
da material. Taos sao a inerctia, a solidez, a u/- te abstrae-se do estado, e se transform tudo em
tracycct e as affinidadcs chymnicas, ou attracwScs doccis simulacros do soberania do campanario !
privativas dos elenmentos dos corpos, pelos qunaes Se as festas, que seo promovem ncom tanto ar-
se fornman c destro2m as sulbstancias da material e dor, nao podlem mnirar semelhante refagio, est so-
os products terrestres. Vendo, pois, o materilis- ci,.lIl.c nao comnprehondcra o alance d'ellas sena
ta que os corps e substancias physieas estao serm- como acarretaudo inevitavelmente um ineeativo
pre em agitao, induz ser o movimento essential bem vigoroso para aggravaco das aludidas
a material. apprehensoes da lavoura actual.
Os enters do uuiverso sao effeitos do movimento, cc PropSe portanto que se exima a sociedade de
excitados pelas tcadencias da material. Por corn- tomar part nos testejos, que acaba de ser convi-
binaqoes nccessariaa das suas monadas, ou antes dAda. ,
simplices e indivisiveis, fabricam-se products, E' posta em discussao a proposta:
que na series dos tempos vAo suecessivamente exis- o SR. SEcRETAuRO GE-AL. obtendo a palavra.
tindo e perecendo. Dos despbjos de uns enters, diz
compoe a natureza outros de novas qualidades e a Quaesquer que sejam as nossas opinioes indi-
appafencias. viduaes acerca da questao- do element sqervil e da
Pore'mn, quando os corpos organisados iporrcm propaganda ou agita91o promovida pelos partida-'
e os inorganicos se alteram e destroyer, nao aca- mris da emancipaglo immediate nao me parece,
ba a massa eterna de que sao compostos, mas so- que possamos tomar part, nos festejos preparados
mente as modifican9es e apparencias. Mudam em para o dia 25 do crrente' pelas sociedades aboli-
toda a part as f6rmas e combina5oes dos enters cionistas, no character de membros da secoo de
mas persisted as substancias e elements. Assim superintencia e ipso fact representantes da So-
Do entender dos materialistas a material 6 e o enter ciedade Auxiliadora da Agricultura de Pemam-
eterno. buco.
Quem nao v8 na face da terra mais conspira$oes A nossa.w presen4a n'este aeacter official in-
bollicas e destructivas do que symnpathicas e auxi- pliUcaria, da part da Soeiedadoue n representainos
liares'da conservagao? Pergunta o materialista : e cujo primeiro ever i6 cuidar dos direitos e in-
em que at funda, pois, esse Alto saber, quo dizem teresses da lavoura, complete adhesno aos meios
providenciAra no arranjamento da natureza a re- attentatorios a:) direito de propriedade, emprega-
ciproca duraoW1 de suas obras ? Se algumas pa- dos pelos abolicionistas cearenses, pars obterem
recent indicar entendimento benefico, outras ar- a suppressor do elements serviL em sma provicda,
guem proposito maligno. D'aqui conclue o mate- e sentiments de regosijo pelo estabeleeiento0
rialista : 10 que oe produetos nataraes nao foram i alias ameacador para integridade do territorio
construidos comn intuito algum ; mas quando as national) no meio das outras provincias do im-
foraas da material os combinam de modo que os perio, de am novo Canada, ruma terra de promissio
seus org.os se podem soccorrer para a substancia, como chamam-na, onde uae terao mais aceot al-
e persistem por maior, ou menor tempo; semnpre guma real as leis que ainda protegeni em nosso
Atomo daeternidade : 20 que aprovideneia conser- paiz a propriedede escrava e para aqualestio sen-
vadora do animal, nao estA na mente da natureza do eucaminhados diaria e clandestinamente pela
qqau o formou ao acaso ; mas sim no mesmo animal, philantropia abolicionista, os escravos das provin-
Sque tornado pensante e active pelas proprias ne- cias visinhas.
cessidades, e estimulado a procurar a sua comple- a ImpHcparia a approvaao, por part dos nu-
ta satisfa*io zela a existencia e aperfei6a os sen- merosos proprietarios e agricultores quoe perten-
tidos corn que se aeha. Asuia, a nega9Ao da pro- cem a sw-ciedade, d'essa prepagand aboh-
videncia, porque a natas qw e destituida da cioniste, quo nega-lhes o direito de propriedadeo
mena(inste.ige .In .fil;mWutes sensiveis, 6 sobre os eseravd tie saws fabrics, (a que cha-
a Op.,uvlgar.-iBt -9 p b*l eteB. 0 home mum escraviado e asa donos pretenos orshores),
a todesos do"om. lphysi- d'essa ptpgagwa iabdweuat que emmein de
306 paXtM dAW eifrAL ^m Dimduungum- tres manoe, eompiOI B
-4wo~i~ i ninmIaadptiijmnos actog faiwiniais wan& FAt 0Ceof~eit A br
dV" a mate- tern fabb baia Ms 5
tg n sn mnan a a grandos -N
VA~ddbLraA~'~rr--;-_7. 4-R
LtAJs. fl M ^ .lnljiilll^isgcts sia discfran uS'~r dI saS





















-||i^ a^i fl-B i ti oatm

map''' Wl a inthdg ef do Irperi
H wfa 6pj a "t aluaidI a dataeam
- E dwi~l ae04 Ai Boen a esl vidfee dos negros
|||< i|"fe6^ckW tt elehre como aquaell rO ezempio
IIIq 4ft tiveMm a emani ; qun-
;K^' e realMHq'i ado fiil; e dit rol-
.. uwa fl t de am i glor uea oo uma dnmapel-
4 rnO qte n io d onAie um pao s enoan-
k 6da ent i mu a -do cou esta glorifi-

es- e dipcil fltii aipoivel preve oe 0o nque
t nead irquano; tivermos a em u iepadoe; que
i, *aiaB 6neeen~zuu.
: Iqiutoo desiguaes fbrwo os BMWw das ckuae
P Na m aor parte lanwaram i. lm os abciostas
wcme o od e 6 real quo a aboeia lo immediate no e
6 a form de emancipaas quoer convem; pelo
menas Ji.
a 0 escravo nao esti hoje para o Beu snhor no
Beano cau o do infeliz afficano roubado nego-
cante negreiro; nem 6 de justilo e equidade que
emo o eordeiro dae fabula o ja o d anhor aetq res-
ponsavel ph. a culpa das gera eres antece ssles.
SMas, me anhores, neo 6 a glorifica gio dos
mes o qe se fax, i auda-se a victoria pela mes-
ma forms que n' um campo juneado de cadaveres
muitas vedes irmlao, se entoam hymnos fazendo
tremmlar o pavilhlo national.
Conetra a proal a na le a imme dia t
e se o a ommpto ca o ud o o u nevrnl
nmao 6 umea verdade luminoesa, certamenute vel-a-
hemos ceder o ilugar, porque como muitos bem
disse um illustre pensador-o oelgio munoa den vi-
da ao que deve morrer, asim eomo a ceoao nunca
matou o que deve viver.- Era o que eu tinha para
dizer depois de ter estado pela proposta do Sr. ge-
rente com o additamento do Sr. secretario ge-
ral.
Sendo encerrado o debate, postal a votos a pro-
posta do Sr. gerente comn o additive do Sr. Milet 6
approvada unanimcmente. Levanta-se a sesso,
lavrando-se a present acta para co-star em todo
o tempo.-u(Assignados).-ognacio de Barros.-H.
A. Milet.-Antonio P. Simues.
Gremio dos professo-

res primarios

Agradeelimento
A commission abaixo assignada, encar-
regada da solemnisaroo do 6o anniversario
da inaugural do Gremio doaeb s aProfessores
Primarios, realisada em 25 do corrente,
vem publicamente agradecer as dignas as-.
sociagoes que se fizeram representar n'a-
quelle acto, em numero de 12, e bem as-
sim is Exmas. Sras. e iffustres cavathei-
ros que se dignaram de concorrer para o
brilhantismo do acto, ja corn suas respeita-
veis presenpas, ja usando da palavra em
felicitagres a associa eo.
Igualmente a commission agradece ao
Irm. Sr. coronel commandant das armas
iiinterino o obsequioso offerecimento da ban-
da de inmusica martial, que tocou durante a
solemnidade. +
Recife, 27 de margo do 1884.
Vicente de Moraes Mello.
Augusto Jose Mauricio Wanderley.
Francisco da Silva Miranda.

SA o po o da cidade de...

Meninos, mulheres, matutos da feira
Present d o s fao do infra despacho
Que um bobo formado, vergonha da 1las8e
Me deu, a pedido, d'um ladrao relax.

Correi! Vinde todos, matutos da feira ;
Vinde ver a obra d'um douto juiz,
Qu'em vez de usar toga dovia ter sell
Por nio ver um palmo, al6m do nariz.
Quem faz takes asneiras merece pedrada,
Repiqi es de taxes e rufos de cuia
Puchai-lhe o casaco, rompei-lhe assim coma
Se romped a um pangudo judas de Alleluia.
Despacho alludido
Requeira em termos.
Cidade de................. 7 de martco de 1884.


P.....

%ala das sessfies do Congresso
L Pharmaeeutleode Pernambu-
co, 15 de marjo de 184.
If/n. Sr. Pharmaceutico
A directorial abaixo assignada, tendo dirigido Ai
todos os nsosso colleges do Imperio commuican-
do-lhes que o Congresso como interprets dc nossa
classes ia enviar uma rcpresentagdo a Cainara Tcni-
poraria na sua proxima reuniao, solicitando-Ilie re-
formas de que muito necessita a noss-i proftissAo ;
e, como se aproxima a 6poca em que devemos en-
viar a nossa representaio, vcm per into.irmedio ,i.
sua valiosa e provada dcdicaiao A classes, rogar a
V. S. que promova os nossos tollegas d'essa pro-
vincia, um abaixo assignado autorisando esta so-
ciedade corn sua solidariedade na alludida pe-
ticao.
Para que V. S. como os nossos demais colleges,
fique completamente inteirado dos pontos capitaes
em que se funds a nossa representaqao, transcre-
vemoas abaixo alguns dos scuts artigos.
1. Ser obrigatorio A todo e qualquer product
annunciado como especialidade pharmaceutical, a
approvaqao da Exma. Junta Central de Hygiene
do Imperio.
2.0 Elevasio para o triple dos impostos que ac-
tnalmente pagam tedos os products estrangeiros,


COHIERCIO


'A"~ i^ ekstbele-
S4. Exeao da le hi m uda rear a"s o
S OVi Ni". eaolbos deo riae., anjo teo dera
ar eomposto de phnnaaeotie.-mm voto delibe-
rato am eW as ans ums desist.
SPan quo ae softanum dmomr a exeesgio
de omaida, rogamm a sV. & que soe digne en-
viar o objoeto de aoso pedido A esta direetoria,
eom a maxima brevidade que os bons serviyaa de
V. 8. poderam realisar. f
Outro sim, que tendo de effectuar-se urma expo-
aieo phsrmaeeutica neats provincial, promovida
pelo Congresso, convida a V. S. para coadjuvar-
nos cornm o auxilie do coneurso de V. S. neoes cer-
tamen sctentifioo e industrial, cujo programme
proxmamente enviaremos A V. S. omos -com
estima e dedicaeio de V. S. collegas e amigos.
Presidente- D. Rouquayrol.
Vice-presidente-Jo EUlas de Moura.
10 seeretario-Antonio Martiniano Veras.
2" secretario-Jloaquim Rodrigues Cotias.
Orador--Jodo Facmado C. Menesw.
Thesoureiro-Alfredo lose Ferrelra.
LUtteratura


SOMNAMBULISMO DE UMCCAO


Carta imaginaria, que o cao JaarA ende-
rega de Mauric6a ao seu college, o
mnhoso cao Redondo, na cidado de
Paimas, provincial de Pedra-Furada:

Meu collega e1 Rdondo,
Mt vao oU I.he dar,
Tire o rabo do caminho,
Deixe o cao Jaenr6 passar.

Se voce al o tirar o rabo,
Elle vai pr'a exposigao,
Garanhuns 6 muito perto,
N-o 6 IA alto sertAo.

Em quo te fias, Redondo?
SerA na forma de esphera
Eu jA vi cousa melhor
Foi um bezerro de petra.

Tira, tira f6ra o rabo,
Se nalo queres apanhar;
Lembra-te do dta vinto
Do mez, qu'estA a sxpirar.

Pois jA passou emjulgado
0 cacete pr'a os doutores,
E ainda veremos cousas,
Que te fagam mais horrcres.

Tu verAs mortes, incendios,
Raios, corisco, troves,
VerAs muita gentle rica
Ficar sem ter dois tust5es.

VerAs alta potestade
E outro despota de arromba
Ficar, covarde, mofino
Ter medo da propria sombra.

VerAs muitos suicidios
Carbonarias e nihilismo
VerAs mesmo, um cao major
Ptdir vida ao magonismo.

Mas, nao te assuste Redondo,
E's cAozinho de born tomrn
0 teu donor tern no bolgo
urma prancha de magon.

Este talismA te livra
Da tormenta, da procella,
Embora ella attinja alguem
Que traz toga em vez de sell.

Tu, Redondo, es tao novinho!
Quern refolhado te fez?
De sizudeo e cao sincero
Te tornaste em cao francez ? !

Tens as mandibulas mui largas,
E pescogo rochunchudo,
E's um cao bem parecido
Embora sejas pangudo.

Tu 6s bell, 6s muito nedio
Tens cabelbos luzidios,
Deixa a vida dos outros
Deixa isto p'ra os vadios.


Agora do novo ecu quero
Meu Redondo te leinbrar
Tira o rabo do caminho
Deixa o Jacar6 passar.
/
Tu 6s gordo e scm rabugem,
Muito farto e mui sadio.
Deixa o pobre lazarento,
0' Jacar-6, elo do rio.

Adeus, mcu caro college,
Nao o quero nais massar,
Nao quero secr mais cackte
Jus qtt'aa dewtin, ati revo'r.

Mauric6a, 27 de marto de 1884.
E nisso despertou
0 c lo Jacare.
JNaULADO PRuOViNCLAL-LeI a 26 106:459A870
Idem de 27 b:026%379
111:486A249


Praqa do Reeife, a7 de marco g.Dsne-Daa26
de 8 1 Idem do 27a-D a 2
Idem de 27


44:8865969
598A809


As trees bhoras da tarde -
Cotaqtea offiiaes 45:485A778
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 10 div. 112 0,'0
de desconto, hontem. DESPACHOS DE EXPORTAQAO
Dito sobre dito, 15 div. 112 010 de desconto, hbon- Em 26 de margo de 1884
tem. Para exterior
Dito sobre dito, 30 d/v. 1 0/0 de deseonto, hon- No vaqor inglez Commander, carregou :
tern. Para Liverpool, J. H. Boxwell 43 seas corn
Combio sobre Bahia, AvistA, 11"2 00 de premio, do 3,356 kilos de algodie.
bance, hontem. No vapor inglez Clenisla, carregott :
Cambio sobre Londres. 90 davly. 21 d. pora 1, do Part Liverpool, J. H. Boxwell 2,000 sacoos
banco. corn 150,000 kilos de asucar mascavado ; A. Ho-
Dito sobre dito, Avista, 20 314 d. per 15000, do wie & C. 3,000 ditos corn 225,000 ditos de dito ;
baneo. A. de Araujo Santos 1,000 ditos eom 75,000 ditos
Cambio sobre Paris, 90 d[v. 454 rs. o franco, do de dito.
banco. No vapor americano Finance, earregou:
Cambio sobre Lisboa, Avista, 154 0/0 de premio, Para New-York, ILH..Forster &. C. 376 saccos
do banco. corn 28,125Akilos de asmecar maseavado.
F. J. de 0Wvdra Rogues, Para o Para, C. Marques-O5 bahrris con 4,500
Pre id r ; litros de aguardenteoe 4 pipas corn 1,950 ditos de
Antonio I An. iatr, dito.
S Para Mwraun4, Amnorim Irmios & C. 3 p;pas
.. com 1,440 hit- de aguardente ; A. Machado &
-' D I~IEf OGS PULICOS C. 50 maeeqs com f&tib de mandioca.
ii 1 8 -a N,- Na bares inegl2Bertie, carregou :
S t d- 10 Pan .New-Yorks,. J.-Pater & C. ,,500 sasess
': "937:9040" cm 1874M. kilos de asucar mascavado.
S6" O Na&baree.ertuuase mMi r, easregou:
Panra Porto, A. a b icas eo
B Aj S'ft. 4:, "- faiBha sde mandioca e I eaixi con 70 kilo ,de

-:. '" .:*h-ms. ".'G-dh/,
da:cZ n


, V h. '- ** .
- A- "..,.
I. A
% ,-'. _-.: :


-. ...f ,5.: ,.' :


CAo Re aS dt* a,
NSA me relans iM **4
0 sen ridicule ."mre vs
Sua carranca me atem.


GLOZA


Se voce dar-m'-hia a palma
Tanto tempo amtnda,
Do cantar a swt vada
Clo Redondo db minh'alma;
Seu wnem o caer cabma
Tanta frescura le 6 encerra;
Por mares, montes e serra
Farei o povoe o cantar
Pr'a que me ha de chincalhar!
Nao me relaxed na terrn.

Do Jhcar ouga as quaeias
At f it SoA sens ais
Ai Aiif NIo pofso mais!
0 wa ridicUo, .=.. vea.
Bern me diuian -tuo mcha
Corn os negocioas desta terra
Do povo, que laSa e berra
Hei doe faer-me menhor,
Seam vocOj por4m, qu'horror!
Sue carranca me terra !!


Mauric6%a, 27 de margod e 1884.
0 Co Jacar..
e

w ~ ~ ~ ~ ~~~* ''^ ^-^-^'-*"**-*-" *



Francez (pratico e theorico), portuguez,
I arithmetic e geographia. A tractar na
rua da Aurora n. 53. InformaqZes corn o
DR. TOBIAS BARRETO




Ao public
Hyppolito Mlartins Gomes de Pinho e sua mu-
lher D. Anna Martins Gomes de Pinho, e sua eu-
nhada solt.-'sa D. Joaquina Bernarda Pereira de
Gusmao em commemoraao ao ia 25 de margo, li-
bertam nas suas parties que lhes.tocar, ao escravo
pardo, por nome Henriques, e a preta crioula por
nome Candida, pertencentes ao espolio da ja fina-
do nossa sogra e mAi, cujo inventario conrre polo
cartorio do muito digno Dr. Pontes e D. Anna Ma-
ria da Rocha Falcao.

Supplica
Neste tempo do condolencias, filhas da
religilo do Crucificado, supplica A morado-
ra do becco do Bernardo n. 51, as pessoas
bemrn fazejas quo d'ella so condoam.


Facilita a dentivfo e previne as

convulses

Cardornus
Unleo deposlto na Pharmaela
Do Dr. Sabino
43-BRua do Barao da Victoria--43
PERNAMBUCO.


Eaurica T ro -
Gongalves & C. proprietarios da fabri-
ca Tigre, julgam Ae seu ever prevenir os
numerosos consumidores de seus acredita-
dos cigarros, contra a especulagato sempre
crescente d'aquelles que procuram todos
os meios possiveis e impossiveis para o
abalo de sua casa (!)
Actualmnente correm por ahi uns cigar-
ros cujo papel tern o desenhode um bicho,
mas um bicho cavilosamente preparado, e
que facilmente se confunde corn o Tigre.
Assim 6 quo muitissimos apreciadores
dos nossos cigarros hao sido illudidos por
meia duzia de taverneiros que ainda
preferem aquelles dos nossos, pelo facto
de serem mais baratos, e conseguintemen-
te inferiores, nao se Ihes importaudo o es-
tomago e a bolsa do freguez, nem o cre-
dito de nossa marea.
Cautela, Srs. consumidores Estudai
bemn os traces do 7igre para nbio series
2nganados corn o tal bicho


Amnor Divine
Collegio especial para crean.as do sexo
mtsculino a rua da Impcratriz n. 32 diri-
gido por D. Olympia Afra de Mendonea.
0 ensino costa das seguiutes materials:
Portuguez.
Francez.
Inglez.
Geographia.
Arithmetica.
Historia Sagrada.
Historia do Brazil.
No collegio fallar-se-ha francez e inglez
dito branc- e--50C- itiosom-3-,64- &dithcs de dito
mascavado.
Para o Interior -
No patacho allemaro Anna, cariregou
Para Uruguayana, Amorim Irmaos & C. 50
barricas eom 5,855 112 kilos de assucar branco.
Na barca national Marinha 5o, carregu :
Pars Uraguayana, J. S. Loyo & Filho 140
barricas eorn 13,695 kilos de assucar branch.
No patache dinamarquez Express, earregou:
Para Pelotas, Amorimn Irmnaos & C. 75 barricas
corn 8,289 kilos de assucar maseavado e 725 ditas
corn 65,449 ditos de dito branco.
No lugar naciomal eqpmtha, caerrgou :
Parma o Rio Grande do iSul, P. Carneiro & C.
250 barriers om 2b,410 kilos de assucar branch.
No vapor national Mandos, carregou :
Para Mankos, J. S. Loyo & Filho 50 barris
corn 4 800 litros, de aguadente.
No vapor national Ceard, carregou :
Para o Rio de Janeiro, Reis & Santos 25 bar-
ris cornm oleo de ricino; M. F. Marques 111 saceos
com 8,325 kilos de assuear braneo ; V. F. Coim-
bra 400 ditos corn 24,009 ditos de dito ; A. Cu-
nha 187 ditos com 11,220 dites de dito e 313 ditos
corn 18,780 ditos de dito maseavado ; N. M. do
Eirado 200 ditos corn 12,000 ditos de dito branco.
Pars Victoria, P. Carueiro & C. 20 sacos corn
4,500 kilos de assucar branch.
No vapor national Be/a, caegou :
Para so Par, Atmorim Iralos & C. 500 barricas
corn 35,293 kilos do aseecar braneo ; M. A. Senn
& C. 20 ditas com 998 dito. de dito : E. C. Bel-
trao & Irmio 20 ditas corn 887 ditos de dito ; P.
Carneiro & C. 2 pipas eomrn 960 litres de aguaar-
dente ; Bartholoeno & IS cmixais peparados
de juabeba. -


butia q rlDOtw 12peTO
.-- D0 aa
* ..7
..,.-w .. ptoi: a e %."t- ,

s't ,~ ~ a-".. ts.: i "


3mv


AT
a cai
4 dwir


w.- ,.


Cnrso


L i P n M 'c Is r a lo l ,o M 1


wt9 rfi^^ S ualuer lo do
M U46 XCONOUICA DR pUA Mil
3. J A. I'erW. Carreiro










Dr. Au ust Serafim

MEDIC1YE OPERATOR
quo a ^ a~i^d
-'^*M~RIhMARIA





ConmaultiowM4doi.U de Olrnda n. 38
40%=WrieroLelo,
tfj t WO 3 cieo na ru Dqu de Ca-
d"_(ot| 104L 04fiaxaflt n. 57. Consutas daw
11 41 o tr da: :$WS. q n.



Beidquci t rum d Ip Naftre a 17 30

Presta-se a qualqur chamado pSeraf itma


capital.
MEDC(WE OPERATOR
Consultorio rua do ^auzde Olinda n. 38



(CLinsulterwa ds, as 2 hnenwurst




Coniervas leguminosas em p6, corn tou-
inho e fidnambre, exda llent prparado paa'17
(quadosquer vaagm pq malquer ou pr terra,
pare abastecimento d n a qualqur chamado s, tropara, etc.,r d
capital.






Lidando em pourwros mohmentos ua refeito
Conmervas leguminosas em p6, comn tou-
cinho e fiambre, excellent preparado para
qualquer viagemL por mar ou por terra,
para abastecimento de navios, tropa, etc.,
dando em poucos moments uma refeicao
suoculenta e nutritiva.
Conserva-se em born estado por alguns
annos.
A' tratar corn
THEO. JUST
18---Praga do Corpo Santo---17
1. andar.


EDITAES
0 Dr. Jeronymo Materno Pereira de Car-
valho, jiz stbstituto da Fazenda de Per-
nambutco por Sua Magestade Imperial e
Constitucional o Senhor D. Pedro II,
etc. etc.
Faz saber pelo present que findos os dias da lei
se Mo de arrematar por venda a quern mais der
em praya public deste juizo depois da respective
audiencia no dia 28 do mez de maryo do corrente
anno os bens seguintes :
Dous barris de vinho Figueira, avaliados per
quarenta a mil ris eada um, oitenta rail r6is, um
par de consoles por oito mail r6is, uma eadeira de
brao e urma jardineira per quatro mail reis e final-
mente urma meza redonda de amarello em born es-
tado por seis mil reis, os qutaes bens so perteneen-
tes a Jos6 Lopes de Azevedo Maia e vao a prasa
por execuyio que the move Francisco Jose Leite.
E para que conste pa.sou-se edital que serA
afixado e publicado na form da lei.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos
dezesete de marvo de ail oito centos e oitenta e
quatro.
Eu Joao Vicente de Torres Bandeira escrivfo
o subscrevo.
Jeronymo Materno Pereira de Carvalho.
Antonio Machado Pereira Vianna Junior, capitao
commandant interino do 20 batalhao de infan-
taria, e president do conselho de revisilo da
qualificasao da guard national da parochia do
SS. Sacramento de Santo Antonio d'esta cidade,
cm virtude da olei, etc., etc.
Faco saber aos cidadilos residentes na parochia
do SS. Sacramento toe Santo Antonio, que em
cumprimento as ordens feo Governo Imperial, e na
f6rma dos decretos ns, 722 e 1,130, reunir-se-ha
na ultima dominga do corrente mez, pelas 9 horas
da manhd, no cousisterio da igreja matriz da dita
parochial, o eonselho de revisao da qualificas9io
dos guardas nacionaes.
E para que chegre ao conhecireonto de todos,
faso o present edital.
Recife, 22 de marco de 1884.
Antonio M. Pereira Vianna Junior.
Edital n. 626.
A professor public Anna Francisca Soares
Pacheeo, removida por acto ds presidencia da
provincia de 17 do corrente, da ra leira primaria
de Cimbres para a do Sorinhaem, ticR mareado o
prazo do 6O dias, a contar daquella data para
tomar posse e asisumir o exc'r iLdo ie snl nova
cadeira, sob as peas d:r lei o |rue so declare dc
ordemn do inspector geral da initruuc.'ic public.
Sceretaria da Insti uc$uo Prublica il. I'.'rnairnbu-


co, 19 de marro de 1854.
0( sec-retrio,
Pergnntiio S. de Ararjo Ghli5).
0 cidadao Joio Gomies de Oliveira, juiz de
paz em exercicio da freguezia (de S. Frei
Pedro Goncalvesdo Recife, etc.
Faz saber polo present que no di a 8
do proximo future mnoz de abril depois da
respective audiencia deste juizo se hgo de
arrematar por venda a quem inais der eiu
praca public os objects seguintes:
Urea armagflo de madeira de louro pin-
tada, balcaio, pesos e balanga, avaliados cm
600.i000, 3 frascos grandes do vidro por
toneladas, capitao D. B. Rooerts, equipagem 8,
em lastro ; A ordem.
Sahidos no memsw dia
New-York por esealas-Vapor americano Finance,
commandant Mondelle, carga varies generous.
Rio da Prata-Barca national Marinhe 50, capi-
tao Manoel Ribeiro Correia, carga assucar.
Bahia por escalas-Vapor national S. FrancisoO,
commandant Jeronymo Joe4 Telles, carga va-
rios generous.
ParA e escalas-Vapor nrcional Bahia, com'nan-
dante Silverio Antonio da Silva, carga various
generous.
Rio Grande do Sul-Patacho portuguez Tenta-
tiva, capitio Manoel Andr6 Branco, carga as-
sucar.
Observajao
Suspendeu do lamarao para Maceio6 o patacho
inglez Latalie, capitao William Janning, com a
mesma carga que trouxe de Terra-Nova.

VAPORES ESPERADOS


Ceard
(uadiana
Bessel


Ville de Maceu
Pernambu.
Senegal
Sergipe
Mandos
Ville de Pard
La Plata
Araucania
Britannia
Pard
VAgue
Mom ,"%
|1m f!
4APR SM .


-- t--t). .~~J.4~4k5t


S da Europa
do an]'
da Europa
AbriL -
6 ,, dO sul



ti .aorte "



dosa .l
do sul
da Europa
do sul
do Europa
do inrop


1.
5 -


hoje
amanha
amauh
a 2
a 4
a 4
a55
al
a 6
a 7
a* 9 -
a 10
al.
a t3 ,
a 14
a 16
a 19
- a 20


~.~~,


BanoS


o X
este editsl,
la imprenA..
"do Re-
- Eu Ben-
1, escrivlo o


Jo^e Ebrq'J Oveira.
Josh Pera Larro por Mlerce
deo 4Apostoliea, Bispo
dee M. o Im-
prdo r~t.
Le Odes es Bsaefdotes seen-
Oo esteja vaga. a cadeira da
dig edo soriro- r da noss a santa
Igreja Cat d~l, por morte natural do respectivo
pos it eoneg o Fiino de" Meo Azedo, pomos
1 concurtto pelo present Edital a referidaCadeira.
Os Revms. Conegot da nossa Cathedral de Olin-
da e sacerdotee seculares, que quizerem se opp6r
a essa cadeira, apresentem se dentro do prazo de
trinta dias, a conutar deeta data, corn os seus re-
querimnenta intruidos das habilitates exigidas
pela legbla9i% que rege a material, mais documen-
to. em sea &mor, e certidues de vita et monribus.
E feito o coneurm proporemos a S. M. o Imperador
trez do. mais beaenmerito e dignos conformnne os
Sagrados Canes, Comne. Trid. e outras disposi-
905e.
Dado e pakado, no Palacio Episcopal da Sole-
dade, aos 21 de margo de 1884.
Eu padre Valeriano d'Alleluia Correia, eaerivio
da Camiark Ecclesiastica, que o eserevL
t Josd, Bispo Diocesano.
seeretarla da Veneravel O em
ga do Berpsdeo P. St. Fran-
eseo n jlelfe, em 34 de
marqo de t884.
De ordem da mesa regedora convido a
todos os nossos carismos irmAos em ge-
ral, para que se dignem comparecer re-
vestidos corn seus habitos, na sexta-feira
28 do corrente mez pelas 3 boras da tar-
de, na igreja de nossa veneravel ordem,
afim de encorporados irmos todos acompa-
uhar a procisslo dos Passos do Senhor,
da igreja do Carmo para a do Corpo San-
to, para cujo fim recebemos honroso con-
vito da respective irmandade.
0 secretario,
Arthur de Souza Carvalho.
0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Mfontene-
gro, commendador da imperial ordem d a
Rosa e juiz de direito especial do conm-
merco desta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitucional o Sr.
D. Pedro II, a quemn Dens guard, etc.
Fa9o saber aos que o present edital virem ou
d'elle noticia tiverem, que se ha de arrematar em
pracn public d'este juizo, depois da respective
audiencia do dia 1 de maio do corrente anno, o
bem seguinte:
Uma casa tcrrea sit& a rua de Santa Theresa n.
30, corn 2 portas de frente, 2 ditas no oitao para o
bocco do FalcAlo, freguezia de Santo Antonio, corn
2 salas, 1 quarto, cosinha fora, quintal tmurado, e
portao no fund, cacimba meeira,'medindo de fren-
te 4 metros, e de fqndo 16 metros e 20 centimetros,
bastante estragada, avaliada por 1:2004000, cuja
casa vai a praca por execucao que move o major
Jolo Caetano Mello, contra Jorge Tasso e sua mu-
Iher. E nio havendo licitautes que cubram o prceo
da avaliaclo, sera a arrematagao feita pelo o da
adjudicaco corn o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o present edital que sera publi-
cado pela imprensa e affixado nos lugares do cos-
tume.
Dado e passado n'esta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 27 de marqo de 1883. Subscreve
Recife, data supra.-0 escrivao, Jodo Gomes dos
Santos Filho
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
0 Dr. Adelino Antonio de Luna Frcire, official da
imperial ordem da Rosa, jntiz de direito privativo
de orphas e ausentes da comorca do Recife e sen
termo, em Pernambico, por S. 3. o Imperador
o Sr. D. Pedro IT, etc.
Fato saber aps que o present edital virem ou
d'elle tiverem "conhecimento, que, depois da au-
diencia que eu der no dia 1 de abril proximo vin-
douro, e a requerimento de Manoel Marques Avila,
inventariante dos bens do casal do finado Manoel
Ignacio Avila, seroo levados a prata, pars serera
arrematados por quem mais der os immoveis se-
guintes, pertencentes ao mesmo casual :
Um sitio nos Remedies, freguezia dos Afogados,
em solo proprio e onde ha um grande barreiro,
assim coieo um viveiro, alguns pes de coqueiros e
outros arvoredos, e quo limit: ao note corn ter-
reno dos herdeiros da fallecida D. Felizarda ; ao
sul corn terrenos de Manoel Antonio de Jesus; ao
oeste corn a estrada public; sitio no qual assen-
tam: uma casa de vivenda, que medindo 11 metros
de vao o 9 metros c 50 centimetros de fundo, tern
2 salas, 1 gabinete, '5 quartos, cosinha externa,
terraco coberto e quarto contiguo a este; senzala
dividida em cincu cornpartimutnos, estribari:r, a


,iual segrIe 1 quarto, precedido de 1 cocheira, 2ola-
inas quc carorcerm dle aiguns concertos, coin 1 fbrino
in boin v't;td, .v oitro quasi sc-mi coberta, ava-
l irda cm 12:1 II-.3> .
0 eiigcnho C'inLr;nac:i, imocnte e corrente,. i! Ailo
.a -Ttia., ClII u- limits constante-, di esuriptiira de
teompra fei t't pelu inventariado pouco tempo antes
I> -ta m,:rt,', aisseunto na frie-tiziai de S. Lonrt'net:o
da Matta. municipio e comnarcai do ReciFi', e 111uC
teim d,3 taipa : 12 casinlh;as pars inor.rd'_P IR, algt-
inas ([:ts i l car-c nal'eeii do, co certs; dt.' tijult C
eili: a senzala, ia estribaria e as caa;s: de vivCiI-
da onde ha 2 salts na frente 1 atr.Az, cosiuiilt
cxtern.i, 5 quartos e 1 dispensa, tuflo ci1 In;'io e,-
taldo; 'le cgengho cuija coberta sofftre riina.; ic
bahgao tambein em mAio esta, lo; de pipurgir entree
cnjas forinas acham-se 10.) ultinmamrentc compra-
das pela invcntariante meiCira: de encai.iicnto,
de dostillacao, corn todos os seus pertonces, d'en-
tre os quakes o alamnbiqur que recebeu reparo, mi:n-
dado effectuar pela mesmina invcntariantc oineiira;
de farinha, corn os respectivos utensilios; de cal-
dcira, corn assentamento tic taixas urna das quaos
fora remendada ; assim comino, corn as pertentas do
costume; ccreado ao qual circular um v;alin, lque
precisa ser aprofundado; mattas abuudantes; 2
carrots para a conduceao de caninas, far-icados dit-
rante a admiuistraqlo da alludida ex.-inventariante
meieira ; avaliada cm 25:J000(J000.
E para que chegue.. ao eonhecimento de todes
man"d pus ste edit!al que ser aflsfixado no lu-
gardo costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provineia de Pernambuco, aos 26 dc marco de
1884.
Eu, Josd Ignaclo Pereira do Logo, eserivio inte-
rino, subscrevo.
Adelino Anionio de Luna Freire.


0 Dr. Adelino Antonio de Luna Freire,
juiz de direito privativo de orphaos da
comarca do Recife, por S. M. o lmpera-
dor, etc.
Fago saber aos que o present edital virem e
d'ell noticia tiverem, que no diaI 1 de abril, depois
da audiencia d'este juizo, na respective sala irA ao-
vamente a praga, corn o abate da 58 part, pars
ser arramatada por quem mais der, a renda por 1
anno, da propriedade em commumy denominada-'
:Apipueos,- que tend ido a prtaa por 2:413A200,
porquanto estivertam arrendados os diversos pon-
1Us de an'ecadaqio, n.o tend havido lieitantes,
vai de novo a praa com o abate da quints pate,
pela quantia de 1:930J560 a saber: Maacoa por
'840800, Tabatiuga por 4605800, Volta do Aqude
por 1225880, Casa Amarella por 2455760, Piabue
pr 1026400, Mumbeea pit 1294600, Passarinho
"por 1844320; podendosa arrematagia%'er feita en-
globada ou separadameunte'a vontade dos preten-
dentes qe devergo upre .tar-.e eoinpeeemente
p'bi -- o" ""*- :"& 'part 'e a 'te n
pr 4. -...... -.- .- p, -to.
I' t.,-I*aWtm w-',meist w dok t ..,'


.. .. ;T ",. :. o hc.-t, to a-


-I*--


DECLARAGOES
Obras PubUeas
De ordem do Him. Sr. engenheiro chefe, faco
public que flea transferida a arremataiao dos
reparos da ponte da rua da Aurora pars o dia 3
de abril vindouro.
Secretaria da Reparticuo das Obras Publicas,
26 de mar;o de 18841.
0 official,
Jwto 1,1/, ',' ,i' SiipIcira Vari'jo.
PeIar seretaria da Camara Municipal ido
Recifte se faz public. quci eini virtude do naol ter
hav'ido sessAo lhoje, deixaram dti realisair-se as
arreinata,,'Ss que deviain tter lugar. tieanidlo por
este motive transferida., pana sabbado 2'J do cor-
reute.
Secretaria dt ('.Cirna: Municipal do R.,cife, 26
'Ie minarco Pedi'ro Gar'liiino ,ie de Rt's Sitra.
-U,-)N FRARIA
D' >

Senhor Bom Jesus da Via-Sacra

da igreja da SanIa Cruz
Dc ordem da mesa regedora desta c.:nuCraria,
coanvido a todos os nossos cars irmdos para com-
pareceremn em nossa igreja revestidos corn sens
habitos, no domninho 30) do corrente, As 3 ihoras da
tardo, afim do acoampauharmos a prot is iao de on-
contro do Soenlior, quo> cst: confraria tern do ex-
por ;is vistas dos fieis it, sun freguezia.
Consistorio di coifi'aria do Senhor Born Jesius
da Via-Sacra, 27 de minarco de 188L
Gouveia Cordeiro,
Escrivao,

Irmandade das Almas, erecta na

matriz do Corpo Santo
De ordem do nesso irmao juiz, convido a todos
os irmios desta irmandade a comparecerem no
consistorio respective, As 3 horns da tarde do dia
28 do torrent', afirnt de acoupanharmos a procis-
slo do Senhor Born Jesus dos Passos, para a qual
fomos convidados.
Secretaria da irmandade das Almas do Recife,
23 de mar96 de 84.=0 escrivao,
Affonso Rodrigues.


Arkendamentos
A a de SsM'Anna da igreja da Madrc
deJ tt.at os" airreondamentos, por um a tree
ao :a: .. arsazens do largo da Alfandega ns. 2
oe* ei da esdinha A. 7. Os senhores pre-
d miiid adores, e dwero di-
r^(itiriulkm~e6aAeks fahd o irma&
eswivio A miu rua do Marquez de
Olinda mn- o p B 15 diaa, a eontar deota
data. Reo"b _4 de muvo-de 84. "

NOakitfisorlJ
xih. 1eaata.d* 8e selha -..4 .

- f ^ &. ... .4


I :,
1. 4 .1
.lt


Asdino Antonio de Lama Prewn.


oer5 Torres Befra
No dia 28 do corrento, depos d au,
diencia,'irlo'A praca por venda, os pre-
dios abaixo declarados, penhorados pela
fazenda provincial.
Afogados
Casa e sitio a travessa do Remedio n.
35, corn 1 port e 2 janellas do frente, cir-
-culada do janellas nos oitiles, 2 salas, 4
quartos, cosinha externa, 1 saleta corn gra-
deamento e portlo do ferro na frente, 7
metros e 60 centimetros de vlo, 13 metro
e 30 centimetros de fundo, em solo pro-
prio, pela quantia de 1:6006, j&i feito o
abate legal, pertencente a Francisco Sabi-
no de Araujo.
Casa A rua de Motocolomb6 n. 64, corn
4 metros e 70 centimetros de largura, 12
metros e 45 centinmetros de futmdo, 2 salas,
2 quartos, cozinha tora, quintal murado e
cacimba meeira, por 800%000, jA feito o
abate da lei, pertencente a Jos6 Lucio
Lins.
Casa i Estrada Nova n. 132, corn 5
metros e 10 centimetros de largural
metros e 10 centimetros de fundo, lpoa
e 2janellas de frente, 2 salas, 2 quartos,
cozinha e 1 pequeno quarto fora, quintal
que limit no valado do alagadi9o, de pe-
dra e cal em solo proprio, avaliada em
400(000, pertencente aos herdeiros de
Joanna Maria Baptista da ConceigAo.
Barro
Casa no lugar do Paul n. 138, corn 3ja-
nellas de frente, 1 port e 2 janellas no
oitao, 4 quartos, 2 salas, coziaha internal,
sitio e arvoredos, ciii perfeito estado, 7 me-
tros e 70 centimetros de frente e 5 metros
10 centimetros de fundo, per 2406000, ja
feito oabate legal, pertencente a Antonio
Jos6 do Carmro.
Pogo
Casa no Encanaiuento, n. 30, corn 4
metros e 80 centimetros de frente, 8 me-
tros e 30 centimetros de fundo, 1 port e
2 janellas de frcute, 1 janella em cada
oitho, 2 salas, 2 quartos, cozinha e 1 quar-
to fora, quintal cm aberto, solo proprio, de
taipa, por 60000 feito o abate da lei, per-
tencente a Joaquim Alves Corrn'eia.
Apipucos
0 terreno em que existio a casa n. 22
no largo de Apipucos, corn 4 metros e 20
centimetros de largura, e corn o fundo at6
a levada, por 320;5000, ja feito o abate le-
gal, pertencente a Justino Pereira Ramos.
Beberibe
Casa terrea sita A Estrada Nova de Be-
beribe n. 16, em solo proprio, corn 4 me-
tros e 34 centimetros de largura, 13 me-
tros e 10 centimetros do fundo, 2 jan,ellas
1 port de frente, port ejanella no oitIto,
2 sales, cozinha internal, quintal em aber-
to e cacimniba, avaliada em 300-000 per
tencente a Joto Manoel de Farias.
Alugueis Recife
Casa a travessa do Corpo Santo n. 24,
1 sala, 1 quarto e cozinha, por 10$000
mensaes, pertencente a Francisco da Cu-
nha Machado Beltrto.
S. Jos6
Sobrado de 2 audares A rua de Marcilio
Dias n. 100, sendo a loja por 9,600 e os
superiores 166000 rensaes cada urn, per-
tencente a Candida Severina da Coneeioo. j
Casa terrea A, rua de Nunes Machado n.
4 B, corn 1 porta e 2janellas, 2 salas, 2
quartos, quintal em aberto, avaliada em /
66000 mensaes, pertencente a Manoel Jose
Ferreira dos Santos.
Recife, 10 de marco de 1884.


.*-.."





















~' -.


rdem do FeM so,
am ionvidado me masboclaftdO i At remnilo
diWetet lW's,,nodis 31. do ee 'g de
eeder a el iio da aeva daf ri ..t'u io
deexame de iNtas, e Mr fMt a U d
ftio da actual dfreetouis, oontarv
arL 29 does tsta tos.' e :
AmeiaOpe Commercial Agrmola de Pernambu-
%, aos 24 do margo do 84.--O lo seetario,
Antonio N. Feneirs Coimhn.


Companhia


milbfees de pasusagom
Para dItiiar-se 0 dotes biletes de pas-
sageimros d'esta comn ainda em circulailo,
roga-se aos possuidorse des mesmos me sirram de
trael-os aa troco pot dinbeiro ho escriptorio d'es-
ta couplnhia a rua do Bwao do Triuapho, daa
l10 hers da mahAs 3 imoras da tarde.
Continnam, outrosim, a aerem oa mesmos billie-
tee reoebidos nos carrtos em pagamento de pa&a-
gea.
Margo, 13 de 1884.
G. A. &bnidt,
Gerente.
Soiedade Rerealiva t' de laie
See0o eziraordiuaria
Convido a tedos *s socios desta sociedade a
compareeorem em sua sede domingo 30 do corresa-
ie, i 4. *eras da taue, para tratar-se de nego-
eko aigeute e interesee de todos os socios. Recif
26 de mmea ode 84. --) thesoureiro,
4 A. J. de Azavedo Maia.
reat Western of Blrasil
Railway
A estaqao do Arraial para passageiros e ba&V-
gens serA aberta no 1o de abrfl do corrente amu) e
regulada pelas tabellas seguintes:

IIII
0
tq-.I T
'I> g .>


HORMULO

PAk O .INTERIOR DO INTERIOR


Dies teis 8 DO- s uti s W ~
7ptzgo tg

)L T. -X 31 T. T.


Arraial..._ 7.55 2.41 9 9.42 5.32 5.29
Recife, 24 de mareo de 1884.
J. H. Conolly,
Supeintendente interino.
Vai hoje em pracan, perante o juizo de paz
do Peres, 3- district da fregnezia dos Afogados,
para ser arrematada a posse de um terreno a
unargem da estrada da Victoria, no raesmo distric-
to, contend algumas rvores fructiferas, e penho-
rado a Jose da Concei4o Oliveira Figneiredo na
oxeeunlo que the move eoronel Manoel Joaquim
do Rego Albuquerque.' _
Irmandade do Senhor Bern Jesus
dos Passos, na niatriz do Core
-po-Santo do Recire.
Est inrmandade r-alisarA amanha, 27 do cor-
mente, a traaladaVic da imagem do Senhor Bom
Jesus dos Passos, da mahitzi. do Corpo-Santo para
o nnmj do Oalo, e d'este matriz
an- d~so prUdisa, depgis ie
bormas da tarde, occupando antes t t a
tribune agrada 9 Rvmin. Fr. Angustd Imitmiaeu-
lad Conmeeio AlVes c ao recolher o Rvm. Sr. Dr.
padre Souza. Para estes actos a mesums irmanda-
. d eonvida a todos c-, sens irmaos, antoridadfo ec-
cleuitiudeas, civis e minilitares, ordens rellgbeas,
eminanstas, directories e collegiaea d'esta cidade
e L todus os mais fieis devotos.
OCmpre observar que a proc da rua
Primeiro de Margo pla ra daro, estreita
e lirga do Routrp,.Cab g,,"b i boa do
Casro e voltara p*Ajneta t _r c..i
Cenamistrio da Jesus
di Paflu" 26 deini 14 S .ti
& itww fI. Bail r n., : ^' u -^ $ -


oda


Or .
*14 R


baO'


tod&Bav
pata asg-
PO.
e dinheiro


pa-n
f.+. mvi9l/t,_ ,


l Ii ^p 410 do Cmws penr a
.i a~~"lg cajo fim recebemos o ho.a-
Seerl'ia da veneravel ordem terceira de I.
S. dp MUte do C'krmo do Recife, 24 de mar'o
do 84,-0 secretario,
MIrLUOW M A 04m:fi,n~f!ii..RilanimI20a


lily


WI J .lUlM 3W d t Ljt

-V.4i
Ot q do Unnpois ., deoIt o
K1fr TISS!''

..~ij^^BB uqa ~trmtrativa resolVido D e 1,947'tnead
ki~awottr n U04 db& u orpW am oenjo z 2< P47tnI d
m3K watha Am Epbtad, Begun&o a on4*m 14e; sperd"d. Romig&no
a,- ,'reee 0 dfW ia m "enoee" *. ',,, da a 29 der crente a do-
"j weguinterelvpr eotta seeretaria Be feu:Vida / ^ Poi da demnwr uedwearia
s .prw*e* 4epwtcAore. das referidas -, s egUirA pan o
09 s ivenhbam- li w taeNKda owrdome de Iez, Jm
's6l S Dr. Ale., dre de Sousa utweima, Ji
Ido Cr, aoompetente C ord param a aami.s el
I er a da _fta ;. ie Mi do Rebe earga a fretes medicos.
Recife, 18 de marc de 't.-O eserivio, Pari mai informaces tracta-se corn os
Pedro e dMRigues degSoura. AGE rTEM
Reiac.o das menores que vito ser admIttidas an l t 0
no .eogo das orphUs. -, -
1 Maria, filha de Emilia Maria da Silh Ven-
twia. PRACA DO CORPO SANTO N. 11
2 AWelina, filha de Maris Candida do Nasci- -.
miento. IL
3 joanna, afilhada de Maria Benedicta da Con- ,riw
eeiglo.
4 Saturnina, filha 'de rancisca Paia do Espi- A 'lmeira D. Clara
rito Santo. segAe b"ra ieira D. vwTa
5 Francisca, dita de *ita dita. raegue arnm aretde. baraeebe a
6 Carolina, filba de Maria Josephina da Silva. ,ratar de ecata a frete barato a
q Virginia, filha 4e Virginia Canida de lMene- tratar no eoCrmptorio de BdTtar
zes Lyra. Irmios & C., a rua da Cruz n. 14
8 Ambrosina, Alta ie dita dita. i
9 Feliciana, filiha, de Joaquina Mwia. Para t Iha de S. Niguel
110 Adelaide, filliaue Theodora rompilia de Me- --
deiros. Segue no dia 2 do mez de abril
11 Maria, afilhada'&e Felicidade Maria Esmnenia- 4o patadho portuguez Aguuas o.
12 Joanna, fila-de Rosa Justinian, de Aranjo. I. a Pode reoeber alguma carga a
13 Rosalina, filhe de Igntz Tdixeira Cavalcatse fl^.^et ; a tratar na raim do Vis-
Pestana. conde^deotaparica n. 22.
14 Maria, dita die dita dita. P
15 Flora, irma de Jose Odorico Facundo Lim&. Parai
16 Franeieeat&ilLa de-Anna .Maria de Jesus.
17 Capiteaima, flima de Felismina Moura da Stlva. Pam -e porto acima segue a'baxr-
18 Maria, filhade Leonilla -Anna da Silva 'La- *S ca portugueza Miuko, 'recebendo
vares, yoa ndea-rga a modico frete; atrfar
19 Anna, fiha 4e Anna Maria da ConeeiCUo. <"com os consignatarios 4Jos da il-
20 Virgiusa, 'Bfta de Maria iSemiana de ioura Avas'Lyo & Filhe
21 Mana, fl*a& de Rosa de Lima Rocha uama-Padfk Steam Navigation mpan y
22 Ama fibka de Maria intonia da Sfla. STRAITS OF MAGELLAN ULINE
23 Maria, filhba de Luiza Maria da Coaoesi. 0 vapor
24 Isabel, filha de Mariama Pires de Sua,. 0
25 Mares, flha de Francisea Xavier G"a.alves *bn.. g-E flf.U ,
Costa...
26 Jesepha,Wfiha de Esmeria Maria da Coeceiclo. Espera- oe dos portos
27 Miandolina, filha de Anna Rosa Maria da do sut ate o dia 10 de
C2iacic iho. de .AnRs aid 'B S abril, seguinko de-
28 Amelia, lha de Luisa Maria do Saoramento. -pois da demora do cos-
29 Eica, 7filhal de Maria Jes6 da Costa. ; itame iska a.Europa.
30 Elvira, Uilha de Amelia Pessoa da Cruz
N- ara carga, pa-sgens e enoemendas, tracta--
Sodedadie Rusida 28 dSe Ne bro oignatai -
ASSEM=LA GERAL EXTRAORDBTARLA- 1Wilsoon ns B A C& lmindted
Coido s Ss.soo Ncompare eman-N. 14-RU'A DO COMMERCO-- N. 14
COm~do aos Srs. soeios^ a comparewe na sC-
de social, do-ksi aZtM t hborua do dia, afim
de asoirtirem a sessmia uaa tractar-se do as eump Vapo
tos die teree soeiaeiisAeutir-seosto WOs 5ts- Britannia
tutos. jjrtan ia
Recife, 6 de margo de 4 4 .4. Esper-se da E-
,Ri o. -s,6creH mrpa at06 odin 1a M
_,,,_.a boilseI0-segai.
la RITI O0Sa r poi da demoraS-do
RBYAL NAIL STEAM PACKET Para zargapassagens, enoommendas e dinheir,
a'-fete: tr'aetasetewios
COIR NY .Consi,.natari,
Grande edue, no plP.. da- -Wilson ns t& C., limited
pra "le w a m e da N. 14-RUA DO COMMERCIO N.-14
0 PAQUETE A VAPOR l(teria de -2,OOO[1O-A loteria 144-
A UT A series A., corze impreterivelmente .amanha 24 do
Guaffiana corrente. 0 resto dos bilhetes .-aham-se ex-
postos a venda. naCaa da Fortua, a rua 1 d0
1.,_ Eeperado4 Marjo n. 23.


dos pOneUs (t0 sun
~ no d&a.9t do cor-
rente, seguindo
depois fnademo-
ra neeessaria para Lisboa, Southampton, ete.
Pars passagens, fretes, etc., tracta-se eca os
CONSIGNATARiIOS
Adamson Howie & C.
3--Rua .do ConmmHerelIo-3
Passagens para a Europa podem ser iomna-
d4s na ida dos vapones part o sn'


Itinerario
Sahidal Southampton 24
Chegada Bordeaux
.,, Vigo 27
Q Lisboa 29
S. Vicente *
Pemrnambuco 10
Macei6 11
Bahia 12
Rio de Janeiro 15
S Santos
S Montevid6o 21
S Buenos-Ayres 23
Sahida Buenos -Ayres 5
a Montevideo 6
S Santos
S Rio de Jauneiro
Cbegada Bahia
l Macei6
Pernambuco
S S. Vicente

SorJl&ton ,.
S6tocsara pars tomarearvio.


1 9
4
- 13
S 129
19 6-2

25 3')
27 2
2 .
4
15 -
17 7
6
24 9
27 12
28
29 14
20
11 ^2
13 .
- '
..-. ;t'


Vimpaanhla BahlanmA de Navega-
Vie a Vapmr
Mace6, Penedo, Aracajh, Estancia e
Bahia
0 VAPOR
Sergipe
Conmawndante J. J. Coelho
E' esperado dos portos aei-
a n ma at6 odia 5 doAbvil e
regressari para os, ni
depai da deniors .-. '-
It JO~~ke. .. ,. ,'
Para G-gf',t pa& m o'endas -ei ro
AG16NCiA
7--ua < do Vigario-t..
W '" -aI "m "


LEILOES

Agente Pinto
Sexta-feira 28, o de differences predios,oa nfer-
aio annuncio na column dos leilecs.

keinao
De predios
A sab1er:
Urea casa terrea da rua de Santa !Ma n. 2.
Um.a dita na mesas run n. 4.
LTUa dita na mesa rua n. 6.
Uama dita na meamai rna in. 29.
Umna dita na nris do Cornnel Suassma n. 197.
-U Ln- part de 4:500.000 no sobrado de 1 an-
dar e. stao da rua de Santa Rita n. 17 (largo do
'onacae), tendo sidoo predio-avaliado ea!2:0004.
Sexia-feira .28 do correnite.
A's 11 horas
Ag'nte Pinto
rta do Born Jesus nt. 43.
aor occasiu.o do leflalode outros predios edizen-
das aari-,4Ks.

Leilao-
Da armafa.e. baleio, cofre, selfins, silhoes, mir-
imaq'es de mcFka jparsa selling, oarnwras lixau&s,
dkas lisas, curos de porco, tios de 6la, mantas,
fitas para elinjus, brides de ferro, cabeuadas, ra-
iekhos, pelle de eamurqa, loros, fmndas, tai-as, f-
velas, eIrLoxs, *eco!ps, colches, pnnno para as
mesmos," -laa Javesseiros, linho, sapatos, cei-
quitom, Iad, tiBancos, 1 relogio, 1 rommoda,
trend nia, e muitos outros objector.
Sexta-feira, 28 do cmrule
A's IIaken
Ik 391W Ma MINIDr0IaN.6

S0 agente.s.fIdb Guimarales levara a leilo a
baa de sellhis scinma dita, p -mandado e
asistencia do V 'Sr. "r. jlxiz da provdbriia, os
benspeatOWente a utadd. )oaing"a Joaquim
keiup tid

eu ,J.


I


S.; .. '.: *!"'
.. :


coel U
.'S.,


s semana
Hfem lirete
SJoras
se es;


S. -- -. ; --, -
.^ ^ '... *. : '- '!..


.... ft t cm'ntB

A(OE PINTO
d a 11 soa.e m poito
Rua do oim Jesus n. 42
Por eeo'aqio do Mlito de predios e teirn.,,l.


De una casi t"-rea iMa do Coronel Suassuna
n. 7, em chio proprio oecupada corn refinaAo.
Um terreno A rua do Conde da Boa-Vista, jun-
to a casa n. 42, on .41 palmos de frente e 300 de
Sfando, sendo jA edificado 2 quarros e I latrina.
SUm dito & rtua do Progresso, freguezia da Boa-
Viata, cornm 49 palmos de frente c 500 de fundo,
teado no eeatko 6 mei'agas de pedra e cal, edifi-
cadas a-ptM tampo.
ATa-feira 28 do corrente.
A'lt 11 hoas em ponto
Agftl fto
A rua o Jesus n. 43

ILeilao
Da armalo, utensilios e generous do de-
posito sito no Pateo do Tergo n. 21
Sabbado S9 do corrente
AS 11 HORAS
0 agent Gusmao, competentemente autorisado
fara leilao da arnmano ,e generous do estabelcci-
mento acima mencionado.

Carmio e Silva

Leilao de predios
Salbado, 29 do corrente
SAo melo dia

2 Nasa go Quo SoEo 21
De duas casas terreas em solo proprio, uma A
irua Vidal de Negreiros n. 166 c outra a rua Impe-
rial n. 171, corn 2 salas, 3 quartos, cosinha, quin-
tal, e&., e rendeado 254000.
lltimo eilito definitive
De down bilh&re hnovon
D& armag3ao envidrafada, balc'ao e 2 opti-
mos fitdcros de amnarello, encanaimento
de gaz ao estabelocimento.
N. 8 da rua da limperatriz
tWrra-feta I de aMril
AS 11 HOUAS EM POXTO
A armsaio indicada presta-se a -qualq'aftr gene-
ro de nogocio e gaormte-se as ckhwes ao ipora-
dor.
N'essa occasiao -ec vendera algams 'nmovois, lou-
Va, vids-.e 'fa ends.
Jor intervene do

Agente Brillo


2. e ultimno leilao
E=m ebntiauajo.
D ricDS ,bit. tde m0 Iofro a

Slabntr
'Constando Ae
fLindosjarses do varies feitios, j,.rdineiras, gru-
tps de vcavalles, fructeiras, cixinhas corn ricos de-
sehos, divermas fructas c muitas outras noqida-
des proprias 'enfeites de'mesa c eseriptorio.
Terp-feira, .1 d abril
A's 11 horaS
0) ARMAZEM DA. RUA DO BOM-JE-
SUS N. 51

k corrarlomirtllo
0 agente'-usmao farA leillo (los objects acima
inencionado os quaes estao espostos no referido
arimItzem para serem vendidies sem re-rva de
ji re,7 .
lVeneravel Irm-andade
DE
Sflt' gJ a rt v opif ZpQitaP
I++a~m' da 6

De ordem da mesa r-egedor. convido a todos os
inossos cusaimtnos irmaos a ceaipareceren t cm nos-
0s eonsistario domingo3(0do corrente, pelas 3 ho-
ifras da tarda,.afim de encorporados ,.canpanha.r-
nmos a proeieao de enontro to Senhor, (iae tern d(
salhir d'esta.igreja para a quel.tivemos eonvitc da
TVeneravel cnfraria do Sender Boin Jesus da Via
enmra.
Consistoiio da Irmandade ie Sant'Anna, em 28
de marco de 184. 0
0 secptario.
Antonio Alvex Villela.


AVM'OS LVERSO
Aluga-se o andar tcrreo do sobrado n. 36, i
rua do Duque de Caxias, o 1o do de n..26, a ines-
wa inanra o 19 dode n. 25 a .rua de Santa Rita, It
ceaz terrea n 77 a rua de 8. Joao, o andar terreo
do.sclkrado n. 24.a Axua do Arag-ao, a casa coin so-
tea e .grandes commodes na scgunda -tiavessa a
xia do Princeipe n. 1 D e o sitio n. 1 a rua da Hora
no Espiuheiro; atractar na run do Hospicio n. 32.
Traspassa-se o arrendamenuto do engenho
Callegio, na fregz=zia da Luz, distant ujma legoa
da cstato de Tiuma, e tan:bem vende-se a safra
eneadapara mais de 2,000 paes. 0 motive que
fona,.o-rewdeiro a fazer tal negocio .6,estar pas-
faado, miiito mal de safide. 0 :engenho tcei pro-
por;es(-sp a safrejar mais de 3,000 pies annual-
meute, o melhor de assucar qunto 6 possivel:
queni pretender tal aegocio, dirja-sC ao .aicsmo
engeaho, que achar4 ear qucm txatar.
Alug-"e a casa JL 7 C, na 3s travessa do
Prineipe, coii 2 salas, 2 quartos, cosiiha -f4ra,
quintWt e eacimba ; a trasa na rqa do Ataiho n.
7, oito xAla eaixa d'agia.


Ppeoisa-se de urn criado a tiractar na jsa
da Imperatriz,B. 15.
AMA que compare, preeisa-se A rua do Sebo
n. 20.__
Fieamg sem efleito as aecwes listri-aidas das
loterias De. wmnswt accord e Leiras e lals ar-
tes, quo foramn transferidas A ultima eitraccao
d'cste mez.
-- Aluga-se : s audarcs terreos dos sobrados
M. 36 A ruia Duque de Caxias e 24 a rua do Ara-
glo, a casa terrea in. 77 A rua de S. Jogo, a casa
coa sot6a c grandes .eommodos na 2& travessa da
'ua do Principe n. 1 C, a o sitio n. 1 a rua daHora,
no Zepinbeiro : A tractar na ruan do Hospicio, a.
32.
v- Vsnde-se o sobrado da rua do Coronel Suns-
suta ni. 72, a casa terrea da mesma rua n. 157 c
uma ditawa rna do Dique n. 6, todas corn bone
eommodos & tr, tareom Daailo Pi reira dos Sau-
tes na'rua de Pa a mdfi a. 23, t.verua.
PreciBa-.e de unma[cosinheira e um. driado
de 10 a 12 auuos: na travessa de 8. Pedro, n. 8.


Praeisa-se de urma seniors para tomar -eon-
ta da cUreeeo interua do nma casa ; igual/ente
precisa.-ebu-ia mwlhSTr para o Scrvivo dom6ti-
co: 1a su&Ipeus nti 1. 1 "
,. .-. s.., .

UmaL *Ibditi c apdirintfetfnte da evit#
cam theax ~ mO, a. cassoea401l ,...
r 'ea q udo corn ,efeidqAwO :odi


"* J R' "n '... i-> in N

.]: ., *'. .' .'..'..i .. .- 'f ''* '..


r Jr
frnpertits g ai
I .m.e mtr ',. -15 ..


eoahiier&: A oMa dau


LEITE NATURAL
(SEIVA)


ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERAR-SE
0 ALVELOZ, plant da familiar dns euphor-
biaccas, quc habitat os nossos scrt5es, hoje ircco-
nliecido coino urnm verdadeiro espccifico para des-
truir os epitheliomas ou ncancroides, facilitaindo a
renovaao dos tecidos atacados, c trazendo aCfnal
uina cura complete, sem outro tractaimento que a
applicaao topica de sua sciva (vulgarmente leite)
coino caustico.
Sao numerosos os casos de( cura, alguims d(1.)3
quakes jA levamos ao eonhecimeuto do public, cm
diversas publicaq5es, pelo illuistrado clinic deita
capital, o Sr. Dr. Alcibiades Velloso, e optimos re-
sultados tainhein foram obtidos irIs foridas e nas
ulcers clironicas de caractcr syplhiliticas.
Recebcmos do ihit2rior da provinceia. (do Brejo
da Madre do Deus) de pcssoa dti c confiamua e cn-
tendida, a sciva ou leite de alvcloz; portanto, po-
demos garautir que 6 cclhida da verdudelra plao-
ta a que expomos A vendt, emiaervada dc madoe a
nao soffrer alteralo, e coin a n.cessaria fluiid' z
para facilitar a sua applicat'o coin seguranqa do
born resultado.
DEPOSIT GERAL


Pharmacia


e drogaria de Bar.


Iholomeu & C.
34, Rua larga do Rosario Pernambuco


Precisa-se de uma para cosinhar para pequena
familiar, e que d6 fiador de sua conduct. A traic-
tar na rua de Pedro Affonso n. 6, armazemn de
xarque. _____ _____

Sera verdade
Que os irmalos da Irmaudade das Almas do Cor-
po Santo pretendam vender a capella o patrimo-
nio dessa Irmandade ? Nao acreditamos porque
conhecendo os caracterce dos irmaos que constituem
a briosa mesa regedora fazemos-lihe a dcvida jus-
tiga.
As adiuts do purqatorio.

Devo0io de Nossa Senhora da
Conceib1o


De ordem do carissimo irinAo juiz, coavidamos
a todos os nossos irmnAos para hoje reuinircma-se no
consistorio de nossa devou.ao, afim de aceompanhar-


ping &, U praprCe6* 4" a
t I Aign~nGt~l--e- n<^S
levar eorid* ion rn t niZ.
&6 hutel. Qaraute jrjaiptI P
comnlfdoj. : na rua iaIgx do 1R.M-io


Parabens i a'O
N1o foi sem proveit) a aprcsentagoi qu_'o -
moo do Aesine do ilustraaio Dr. Fabio pars ,lqt-
tado ger.l, por quaaiito acabamos de amber 4me a.
Exmna. Sra. D. Joaquina Barba'l., iinflueancivfs, te
Ouricury, tin tornado a pzito essay candidatura,
lhem coino que ji mandau imprimnir circulares p&ra
distribuir pelos elcitres diquelle cirealo. Sve
Dr. Fablo sahir victoriort (o qna 6 de esperar
coin tao boa madrinlia.) e:n |)prte deverA agrade-
cer a nossa lembran;a ic a inflticncia de sua pro-
tectora, pnla pasi'lo que tSe-n ni familiar .que se
achlia altamcnto collocalIt, da qual o Sr. doctor 6
um dos diguos membros. Dcsde ja damoa ao 8-.
dnutor nos.tos paiLraKni.


stonlBlras
Precisa-se na raa larg;L do Rosario n. 36,
guado randar.
E'-uon 0 fiscal de S. Jose


se--


..


Pergunta-se porque razlo a taverna da rua da
Coneordia n. 6 nio se fch:L 110 nosdomniLgoas, eso .
so felia as 10 e 11 hrasi da noite, vendendo vi-
nho c canna? Serat porque dcu alviyaras ?
SVende-se ou arren-

da-se
umn iinortante sitio muito perto da cidade, ber.i-
mar, coin lugar para eurral de apanhar peixe,
cei-eLadie l,O:) pes de coqueiros de fructo e 500
noero-, coin terreno para plautac5es, e uma grande
e boa cisa de viveaLda ; a tratar na travessa do
Corpo Santo n. 27.

Vende-se


o sobrado do urn andar sito no largo da Assom-
bl6a n. 2, freguezia do R&eife : a tratr eo:n An-
tonio Bezerra Cavilcante do Albuquerque, a ri
do Hospicio n. 23.
Aluga-so barato
0 to e 2" andares a rua do Born Jesus n. 47,
(Rzcifc).
0 2- andar do sobrado a travessa do Campello
n. 1 (Rlecife).
A easa terra da Baixa Verde n. 1 C.
0 20 andar no largo ao Corpo Santo n. 13.
t casa terrea do becco do Tambiai n. 5.
A' tratar no larzro do C r' S,-tnto n. 19.
Caixeiro


Precisa-se dc uin meinino corn pratica on seim
ella, para molhados ; a tratar na Graia (Capan-
ga) n. 3.


mos a procissao do Senhor dos Passos, que sahlir -- Aecae coin o titulo
do Carmo. j Sou obriga-lo ao amigo
0 s .crtario, Qoe pagar autes da extraclo
Pedrosa. l Eitregar-lhe cm continente
--------------* -- ---0 born cavallo alasno
Assistente examinada i Acha-e,. tra'isferiCa para a loteria n. 26, por
Ignez Maria das Virgens, reside na trAvessa motivos justos. ____
dos Expostos n. 14. *


Ministerio da Marinha

Reparti ao de pharoes
Aviso aos navegantes
PHAPIOL DO RECIFE
Provin<-a Brasil


Alterablo no character da unz
( 2'.de 1884 )
Precisando de ,.,ncerto o machinismr ,' "o
do appre.iho dc luz <(10 pharol do Recif .
ra daicapital da p)r(ovincia de Pern;nlnut, -'-
se que a respective Iuz se conservarzi fiva
dia 19 de abril proximo vindouro a(6 o msino msez. Reparticao de plharcs, i ....
neiro, em 28 de tevereiro do 1884.
Pedro Benjamin de Cerqueira L'in..,
Capitao e firagata, director gcril.
Cornforie.-Capitauia do porto de Pernaminbuco,
26 de i ar,'o de 84.-0 secretario,
Antonio da Sihva Azevedo.


Ao commcrcio e aqiieil

intcressar
EmICO tcsta-o<,:toIo :;;iUn1icio i.il rt,, T u l)i i':ro
3e houtem, sob a <'(pi.ra)hei :its (t-vo,(i'res( uc
Mlendon.a Filho & Sobriiulho dhctr;iio3 quc
dla temos qu e ver corn mis (ivilas activists p:is- -
sivas.quieaqc-lla I -rna tcm a liquidar, visto nao
*rmos solidiarios p l.aos cmlin-rinis)os actios(It t
mcisima ; jI'c'neiiiins Ipoi'ia as p.csoas que nosi
deiem(, (1 o 11Imico h--alincnte hiabilitado a effcc-
tiar qual;ucr ccbreiinoa, noso soscio MNaxi(el
Mendonqa -e niDo o Sr. Mliidonqa Filhio, c]ino fez
bg ponco teapo, cobri:ndo de um n.usso devedcor
cf.w moral tRo Recife, segi udo cansta de um reci-
bo em nosso poder, passado pelo referido senior.
Iambem p-vcvcnimnos aosnossos devedores quo ;
nao coiifurdim a firm de l Mendon,'a Filho &
Sobrinho corn a dos infra-escriptos. Recifc,
Side nmarco -,e 1884.
Mcndonia Primo & C.


uaixeiro
Na rua do Hospicio u. 34, se precisa de am
m enino.
.U. ..iilll" l + ;,l''"'IIIl ?!


SlIrllPll'lli lnA
NA

PRAVA DA INDEPENDENCIA-..37 A 40



CUA lilA VI CTIIIiI
CH+iPEL 'III tioil otill
B[E


Joaquim da S. Carvalho &. C.

Esto 8sta8.ciIlltIOtt docha CI oscaba ID rcoleor lgas ricipaIs.

fbricas de Pans, o e iha dg ol ior 011 cliaphos, como seOm

Chllias protas a le cons 0oe s ge ots ido lbo a goo

ote arn o.,

CIati I r sanU O nf 0 t to onito 0 Ifml' M polia li Pis
eo rMi it:f WNI Slho ra com0Parltdo I.
"U lct0 0r miifnt0 fie iijp te d oie +tsN~


.. 1 1 IN......
otlti do I .11M

n da nmilk


4.u.'


'-Vi tuinSa


W


r-


-- Vl I





a

5 *- *~;


p*- ^


|S S amntmentari

u ma creanua de pouc1

tempo, paga-se hem:I


,:, 1 entr. ;i p.. di ..i i -* -L ,-6-


'(4
,I1-


A TTEiN P"
/I V |C -A. I N .L 'A


: .
... 1


11..- )s" 1i^ '' I ^** t i'i' *1" l *i
*' : ... .. ,* ..i I ,j ..( ,1,, ,
a. .'.,-'v, ', 1. 1 ....'- ;' .' *fzr1:; q ^*,....
+. ^ u ,. /" ?' +-


il ,t i
..,i ... ; f .. .. ...o (l .1 1 1 -Lk ..1


*i -, ..... .- r, Sr. A ,,f ;, T^,;-;'rr;' ('l e A ... ..
, .,*r tili',,i !,. ,>rrv i,,. ,nn;',;-,,1, .'P! fi1',,, pst;w',V +,-"


', I l -i' I; Sr. D H-^i .c. X.:IVIr P;" I
t' ii -'.' ; I -. l e to
+-' ;. 'V;. 111,, r -", m jo", r',,'t ,' -.


*. I Ti v

AI I


p ,:.***<,i-~i ,Ir' uti:;:i ,i",i:i ]p;,r': ceOi~iih i" ; a tiAi- '
ra! -tt ''to Ia i- t < 8f, 1" ;ni a. j
uI w m

r-. ,,
O wl J1 A A%' LAA ..1,4 6 aAAA .
.E iuvii:gcs, M:,r.a CCoelho partGcipia aos scus nu-
2,'o:-Os fr-eguczm,. qn' (li.-pon:Io dc ( hal'is co.tu-
rfcuis e teni(Io pQ r n(rma o.s fi'uriinos miais recccn-
i.--. an' -: ha."Iil]t;:da a --atiLfitzer qualqucr toi-
kItt, para ci-aimento, baile, tithcatro, passeios, bap-
fti-a 'o. etc. Prc,;.)s commodos.
Atlen(ao
Aiugn-se o 2o andar do sobrado n. 17, do largo
do Corpo Sando; a tractar no 3 andar no mcsmo.






DE
'Y r -r TC TOT 0 (
IMIiGUEL VVOLVF & C
V\W ULrVA U

Offerecem ao respei-
tavel public um gi-an-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais

acreditados fabrnan-
tes, e se actiudt habili-

hsdos a vender mais
ato do que outro

Ser, vista. rece-


- 45 I.
tn--


.~


Sob a forma aoV Od46 *
r tOirad'o por Dluo de i as 4.
SmedicamTento qae mOito imthbo Fran "d
lihar a fu ncdes tisestoavo, e re abw. a
d -5 "eo, uie n r oo den.. d
t doe .nte.
P,,,,,,umero de ezper4eslahat es o#
r!-:, afamadMos m 'dic d Pae. s tAtM
paizes demonstraira-n a a frh.aia dtVMlX A.
:. PEPTONA D]B NMSr; a m-
* possibilidade emqas estate do repn d ,
'.a as sumas earut mv amaUo-a a ,a&e-
S.'Lar aqui acarts la idah SAWr Dafrwne
P por a cullat ,cujo amwe. e a fama a la
bern conhecidas polo mano v ud ieal.
lz o D' Jilm ao Pm- Defrew:
SBis, a 29 deo Ma.o de doI.
a Ttn. o gosto de Ihe m anilfestar a -
19 ':-, o qua Uve com a sua Peploa, iaI P"
o ns resultado; que corn ella icancoIm aos
.. graves em q...e a tenhoe apregae. .
S Semi e quando tive de tra.t* am Sinago cansadn, deente ou com uL6 diges-
'., a saa preparao allivi o
"J.-:c xnellhorande-lhe as funcoas digeuti-
v'as, mutas mnulheres idosas outras;
ianrrmicas n meninos rachiticos devem a'
..... ao da Peptone. Par iane 6 qve'
Sconsidero-co. I rnm verdadeiro dower q ro-
con', ** d *i ',;. on meus doentas n'u) grande.
.. niunrlro de casts.
T.!,'o prati~ado c o medico prateodi-.
m.' os -;nos de 189 a 1860, period em
e t : crssidade de digerir as alimentos,
S>.r me'lialanente ,commmidoa era menos im-
Spbriosa do quie hoje; entaio as constituiv& ,
CrMIn ainls vigorosas. iangulinas,e
-s d'um robuato auDeti-, favorecidas
,- ,.cr ira grande abumadancia de success gas-
*- -... provocava a prompta transforma-
.-. alimentos mais refractarios.
X I!>-je, porkm,j4 queosestomagos dd-Mi-
crrepem de energia, 6 convenieate
j A nao de tod asa substancias me ft-
...o; a digestlo, como, par exempa, deo
P'. increatina.
0 precei.o dc hygiene mais important,
s' mas desprezado 6 este : Gaitar
pac.ra reparar muito. E' este* so a-
S da saude, e durante muito tempo M *a
S. ,, estuds tiveram este asumpto por
;ii object; aldm d'isso, a minha si-
o- de medico na Repai-tigS de Benefi-
I 'esta cidade, em que os sacrofulosos,
1rshati osabundam fora de medida me.
.'ltem fazer muit:j felizes Vplica oes
;excellentes products. 9
1,' C... o deposit de tao vaivo 'maedi- ,
a > as Pharmacias e Drogarils d'essa I
E' precirso cuifdar er recoi hecel-o
ceritar a3 imitaSes exigino que .
,,v:irdadeirmVIlMHO DErF NFJIE B .

Yp rmelos IBrancosI
Para USO WH08110 e Oara o THFATRO
1 M'ON IN, Saw.v,21 ruasGrenif-St-LazarePARIS
Pvi'isarades Especiaes DnieMi
I ositocmi 'Perwnmbuco: FRANMOO di SILVA & C.


* som-
*4"


.g mr~ m,_,. JW,^- i.




I~a~uw-laqug-I4Ptac
dg e-s eSAP em ca Frasoo o nomequdo da
IL.Tr. X AILT
Pb L. SE.H itSNll QXIWPSTMe NAS ff-^'PAES PHAMTMA6CI4S.

LIBRARE TNUTRALE,





quatia do ur a n oo~f am aeiost pos
Snoonta-me todas as pes dq tbo
An ae e mioa.s mas.a como umag
orumento pempeto dos Ni F oa
eals em yoRa, como :
L acos-La oin -LohPotache or












tXoU 0/h ROTUW
S XLe TLe &m 1002dire
Us Aktideo, Il 41ne on Vie
Lve Arts inhokerems
ft':,ic DR GADA MONOLOO0 : PI. F
Expedi(oo frasCo pdo Correio ern vista
de remesia em carta f-inqueada, da.
quaagia de um fra 06 em Se mlo pow-
tles de qualquer paiz. .


I? MELHAfOR?


AZEITE DOCE

o Azeite dove viwgem
extrahido a frio



MichItp LWnip

4. Vence, perto Nice (frano)
eni-se en tottas as cazas
t seccos e mo lhattos do BRA Zil
EXIOIR 0 ROTULO

MICHEL & LOOUES


L1, tPawasgem da


da Unim o 47ri. w ft. -.i..
da Urnio n. 47.


AUBJO-SE


no escriptorio d'cste

Diario se dira.
ttim onirinari i"'....."
DICCIO 411 i ilarlill...

0 1.
Brasileiro
vende-se am : n'esta Ey g-.'-
pkla se dira.

Atll~o <
JoAi Pacs d'Oi'Ira pc,-. todos os scus dck -
doL- e. e u -'c , do corrente mez, do ClIr'trii., publiear:n' seus
\.:bes, e cm seguitla p.-.cdc'r;i ;' cobrauea judi-
wia1- S .ip
_\Iug: -se p'r ~rs., i;, .. ... ""'^
Pma sitio, na <-cstr.:la ,i,', du Bc-it ... ',-, pcrto da
ts ... r:.crII, .l L A .L L "
K idor n. 4-2, C i'o io, ou I!: i..iuau d, it,1 lt, i I .
J,."Jm It. 47.

I1r% :'.. .,: de mu a soni,-a o1" do
g iermantm e ura um.:,.a ri d.' '" '.i
f*t: t., -.ua ; a tratar i;a rua aa uru
pri-neiro qndar.

XDIleinra C, Siwt'inn

F1,<'istl
1repira con esniero 0 isn a, t. .. .. c ..
B!)z v -in. s n'.r a i.. .-os, b",-..lt 01" "--)'s a o- u0 "
4...r uets parm m TK;oi-.O, b-,:m.;u;>'0 .'iu oria eta-a
a-.,:. "': ::r*:fi;.i.':., '...'... i:: ;, L..>iU;'sados c cx-i
s ri. .- v; c :rl tn:: r"-" s .. .. .. c'"-, 5 =' ,etc.
... ...... i;. .qt: ..' q 1 ,-

S"i2 iiii
S ,, .. .. .... i. ,., ., I


.... .. ,,1 ^
Alit-I S


-.... A ,..i-,c ir!'.:m ]:u L *!:' c a 1 em Snnto Awa.-
.; r !;t -ri i 'i;i(i d, Gu I :( 11. mii ,''"
:.: :, a... (tt ,. ., 'is a,,'ra,m1,'s quintaes [
it,;; :*, s,,, c co 1, ';":. 1"'* '"' ,l" ',.a", ;. : a t'iat .....
"-. r'- T'.np 'ritri:,: .'}2 *J" a:.d: 3". 1
a a .


0 Boa Sorte, uma legua Aquem da Victoria,
corn terras e mattas para safrejar 3 mil pIes de
assucar annualmente.
.... ... ....r_1-1_1_0 Goyabeira, macia legua al6u da villa de -Ja-
.> "boatao, para 2 mil pies.
p .ua. -0 Cananduba, umra legua alem da mesa villa.
Ii" KAAG DO JAPA
'""^ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ pr ^s ^f 1RM lI R* 1,500 pa'es.
WAflhIR N1 fl 0 Mussahiba, entire data villa e a estaeao de S.
E iA E iM UH DO M Lourieno, parammil a 2 nil paes.
S-Todos mnoendo corn aua, tendo o o1 alim d'csta
I RI-AUD & O". P tamiteB urn excellent vapor.
PAI 8 R a 8 A A tractar corn o commaendador Barroca, em sua
'r PAIS 8, Rlaa VJIvi8enn, 8 -. PA- U residencia da Magdalena, ou nia run do Impera-
't --- ....dor n. 77, mercearia, ou corn suas conhadas na run
i a o de ananga daImpcrarizn. 49,2o0ndar
S Novo e delicioso perfume paralengo, product da Ao public e ao0 commercio
,- 'preciosa fl6r conhecida sob o nome de Pirus japonica. Antonio Augusto de Lemon & C. participam ao
0 seO u delicado aroma, de persistencia sem egual, refresca o ar que respeitavel public, e corn especialidade a seus
S.ra, esp.ar mndo ao mesmo tempo ao redor da pessoa que q usa, bonds freguezes, quc transferiram dca runa da ho -
u aves emanaes qu revelam distinco e eiegania peratriz n. 65 par a run de Joo do Rego (an-
_____Acha-se A venda em todas as Perfumarias t iga da Florentina) n. 15, sua fabrica de cerveja,
N lu que se de-nominava AURORA, e que agora se
Bdenomnina PHEN1X. Aqii em sua nova fabric
.* .... aguardam a proteco dopovo amigo d'esta cida-
1.7 j de, e protestam servir sempre a capricho, as peas
z: soas oquo os honrarem corn suas ordens, as quacs
_* (A Rprompta c fielminente executarao.


^g4 -
-- ....


..arope .s Pc jasca Dae aera-jNa a rarg
_-.;: doLA JUNTA 1 DOTA SSAIC
AlP2.0YjIO PELA JU'ITA DlB HTGKENE DO 3RAhIL


13, o iuna =L a co s pce os proleflp-
imosred'o "e-3 potasFic. Os u.0is
/" *':ton medicos c1'* i-.t.c'.rl~Ial!*J li aredi-
Paris, e pricipalmnoL c& Jiirs
R tzcor, BLANCHB, TROuSS EAU.
Z, ., TU?, ?.Ci .Ry., RoGnR, obtitmft'io 0o
n;...-l: 1asulta los no tra..a.mentrio das
,. .. es cscrophu0loaa. l/my.hati-
-7-, 'nro a.., tuberculosas, nomdaa
*.. .9oa u (-' ou DociO., d o",Ma -
lc:,x'r-, chrcni:aas da -elle, da agrara
mx:. A~ doas mCli entes sacunda-
t.- a. ^ soro1.i=a sda Qyphili Itno.


)


Este agent podIecoso admIlstradoamx
solI. Co corn agua, taia p r inconvtimei o irrilar a mucosa dr esstoiago e dlete
irinar accesc-s gastralgico.
Em vista .'ibc, os medicos acimiUu.-
ciorum escolhcrao per excipiente 'este
fanmono remedio, o Xarope do aa
ea laranja amarga do Laraxe, o qual,
per sua accao tonica sobre os orgies do
apoarcliho digestivo, facility a absoorp.ic
do io quer eriLaCio e permitted quea SconUnue
o tramento sem temor de ienhnwj&
bzc-u eu aat6 completoreatabolelwaenta.
MEa" .- ---


M5Sc3rttos ti'epositoB ach&o-ao os seguintes peoductos deJ.-P. LoSCM:
XAROPE LAaOZEaa.dcaeTOHICO, ANTI-NERVOSO
Caka a GastrltUes. Gstralgias, Dypeplsia, Dorov ClbraM 4- 4stomago.


YAROPE SEDATIV.I lVulanja a martao BROMUIRETrj DE POTASSO1
C&ts,UZpsfir. fiyutrloo, Danea do S. Ga, m.iso:m -iia da :, c'" anMas d2ramtoa 4MmOUt&


p do eawea do larmjap
.K-,PE FERRUGIHNOSOeussia ,.,oPROTO-IODURETO,.FERRO
Gasrs a Angmia, bCloro-Anomia. orCMs pallidas, Fior. *branoa6s XLMteabM.
apPults o ted4s ua ten 5iergAms do grass
Paris, J.-P. LAROZE e is, PharmaoutMW
1 RaUE DES LIONS SAINT-PAUL, 2 A


Em caws narrnjaou> f
Sraidamente as M
* Em conseaueca. c
11NJBC956 Or*Zto
2a >T(i gemgnjlB
T9OU A$l m--


7 ^ ^ ^<6s a. (iyr'a ^irz espccial 11I
PREPARADO XOOM mSMUTHO
Por CXX. AE"-y, PerfunLista
;, 9, Ri-za4 Iae lea Paiza 9, :F9EIB



SISJUT@I
, lu+ I!_ Edttri. Pari a eo rw.Mmav .D
Sulu&a.~
ior s 5 miYtA. w&M o 33a6 3aa eafbo.
N'f~ i' ~ ay ff i* in~init~f^ r um in*, GO O t


Aos Srs. padeiros
Participam A. A. de Lemos & C., que desde o
dia 27 do corrente em diante, terao A venda todos
os dias em sua nova fabric de cerveja Phenix, A
run da Florentina n. 15, born fermento, para o fa-
brico de pao e por prepo sem competence de al-
guem.


Precisa-se de uma ama para casa de familiar :
a trata r na rua da Uniao n. 47.
D. Amelia Maria da Silha
resident em Lisboa, achando-se viuva, deseja
ter em sua companhia, para administrar seus
bonds, a seu pai Manoel Jaaquim de Paula e Silva,
o qual veio para Pernambuco no anne de 1858.
Tendo deixado-a em tenra idade nunca mais re-
cebeu noticias suns, apesar de ter sempre proeu-
rado por,- pessoas que o conheceram em Lisboa.
Roga pols a bondade de quern souber o lugar
onde elle reside de obsequiosamente informar aos
Srs. Joseph Krause & C., negoeiantes desta
prana.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro corn bastante pratica
para fazendas ; a tratar na rua Duque de. Caxias
numero 52.

Panr engommar
Pzeciaa-se de urma ama, frra ou captiva,
para engommar e outros misteres de casa
de familiar; no 3.* andar do predio n. 42
da rua Duquo de Caxias, por cima da ty-
dographia d'este Diario.

Ollr ea-so n-i f eo

boa coiluln cta i aoNar

aloa uier f 1 8i0 0a uOR
Inha do


romfica: On P Il a-
IJMIIICIII Brn i
so i rma lIo 8. Jorie i 111

SNPolvora
Polvora propra 10m qubrar pra; a
no cams 224 e Bwabro, aruaa tu da o4 u.w-
rella n. 36.

Aos devki'e^4e Kr im^ ff
Ass^1^ 1! & O!W a]II
S-~I b


'P


1&Rua do Cabga-16
Acham-me a vend& os venturosos bilhe-
tea garantidos da loteria n. 24 em beneficio
da igreja db [artyrias do Recife, que
se extrahir& na sexta-feira, 28 do .or-
rente.
PRECOS

Xelo 3:000
Quarto 1 :000
enedo quantaidade superior
a 100:000
Inteiro 3:500
Melo 1:950
Quarter 820
Joaquim Pircs da Silaa.



CA NA ULIZ
AOS 4:0004000
BILETEIS ALRANTfDON
Praea da Independen-
cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado tern exposto A ven-
da os seus felizes bilhetes garantidos da
24a loteria a beneficio da igreja dos Mar-
tvrios do Recife, que se extrah'ir sexta-
feira, 2.S de corrente.
Precos


U i salk de modas
13 Ru a da Aurora, 1. anmdar
Grades e variados aortimentos de chap&os en-
feitados, para seum bor e menins.
Vestidos a Aeeordeons
Corpos a Jersey
Casaco a Foedora
Dito a Gilet
Colier a Fw-dora
Dito a Jobot
Dito a 8rah
C00 AOfficier
Espartilhom a Sultana
Dito para Meninas
Fitas Ottouen e setim
Dita Setim e rehudo.
Plumas c egrettas de diversas qualidades e co-
res.
Flores para chapkos e vestidos.
Bicos de todas as qualidedes. "
Meias de cores para senhoras e meninas.
Pentes e grampos para cabello.
Vestidos e gola para meninas.
Com urgencia
Os Srs. abaixo assignados tOm cartas a serem
entregues eim mno propria A rua Duque de Caxias
n. 85, loja de fazendas.
Joao Carlos Cavalcante.
Dr. Jefferson Mirabeau de Azevedo S9ares.
Beniardino de Almeida.
Joaquim Francisco Ramos da Cruz.
Didio Cruz.
Bellarmino da Canha Rabello (engeaho Pallia, cm
Goyanna).
Fructuoso Maia.
Sebastiao de Barros Campello labradorr do enge-
nho Camassari).
Adolpho. Cuaha.
Arthur Braga.
Jobo de Souza Ribeiro (engenho Ilha das Merces).
Joao Prisciliano dos Santos.
Joaquim Pedro dos Santos Bezerra.
Casa de campo
Aluga-se acasan. 10 A da estrada da Cruz
d'Almas, em Parnameirim, corn pequeno sitio, tern
2 salas, 4 quartos e cacimba cornm boa agua. Tra-
ta-se na run do Apollo n. 30, lo andar.
Engenhos para arren-
dar ou vender


46000
26000
100000 para
1005000 para


elma
Bilhete inteiro 3W500
Meio 16750
Quarto 6875
Antonio Autqusto dos Santos Porto.


CASX DX FORTUNE

Aos 4:000$00O


53 ~


Dc
'lF


a rua arimeiro ue iarvo, uo- ..
tr'ora rua do Crespo n. 23 Precisa-se de urn caixeiro de idade de 12 an-
e casas do costume s, para taverna ; na rua Duque de Caxmas nu-
meo2.
0 abaixo assignado tendo vendido ios n .
seus afortunados bilhetes um inteiro n. Attencio
718 corn a sorte de 4:000W000, dous meios ad
n. 1265 corn a sort do 800k, dous quar- A S pals de familia
ton 1223 orna sorto do 80 eoutran Uma mona ensinando primeiras lettras, effere-
tos n. 1223 corn a sorte de 200? e outras cc os seus prestimos na run do Visconde de Albu-
sortes de 326000, 16000 e 8000, da querquo n. 44, 10 andar.
loteria (23.'), que se acabou de extralir, .
convida aos possuidores A virem receber Aliga-se
na c;onformidade do costume sem desconto Uma casa terrea corn sotao, grandes commodos,


algum.
Acham-se A venda os seus afortunados
bilhetes garantidos da 10.' parte das loterias
a beneficio da igreja dos Martyrios do
Recife (24.'), que so extrahira na sexta-
feira, 28 do corrente.
PBECOS


Inteir,
Meio
Quart(
Em quant
Inteir(
Meio
Quart(


24000
3 16000
idade maior de 100o
D 3,500
1M750
o i5s75
Manoel Martins Fivsa.


CASA 00DOO O

Aos 4:000000

BILlETE U RANTmOS
Rua do Barlo da Victoria n. 40
e casas do costume
0 abaixo assignado acaba de vender
em seus felizes bilhetes um inteiro de n.
n. 706 corn a sorte de 100 000, e diversos
premios de 326900, 16O000 e8000.
0 mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores A virem receber na conformi-
dade do costume, sem desconto algumn.
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garantidos da 11.& parte das loterias a be-
neficio da igreja dos Martyrios do Re-
cife (24.*), que se extrahirA na sexta-
feira, 28 do corrente.
PRECOS


EM


Inteiro
Meio
Quarto
porvio
Inteiro
Meio
Quarto


.46000
42#OOO
26000
16000
de 100000O para
cima
3,#500
1#750
#875


Joao Joaquim da Costa Leite.
Gratific-se
a qeackoua A &aethohMo preto comn malhas
lamefs, send as malhas nos olhos, nan pemas,
nasplos enos peitoa, em unma dan mos u na dita
bp.m ; quem o tiver fare o favor de o levar A
NO&da Gloria n. 88.

SAlua-e a cas tarrea n. B da rua do Riachuel-
|b amga do Destino, na Boa-Vista, corn 2 salas,
Squarto, -osilma e quintuL em born estado ; a
fhawve se acha junto ao a. C, e trata-se na rue ida
Guiai 62, Recife.
Ama
Precisa-se de urnma ama que bern cosiphe e en-
gomr', pars easa deaponca family ; a tratar na
ino do mperador u. M, inaaw.


dependencias e agua encanada, na run do Pay-
andu; a tratar na rua do Vigario n. 31.
B. d- AgIiar.

Rorticultor o orilltor
Urn estrangeiro corn grande pratica em Paris u
outras cidades da Europa, offerecc os seus servi-
cos aqui on cm qualquer lugar ; assim cemo pre-
para plants e dasenhos para jardins, chalets,
kiosques, etc. ; fall francez, allemito, italiano e
portuguez, e tern pratica para dirigir engenho ou
fazendas. Pddc dar fiador a sun conduct. Car-
tas dirigidas a Simone Croff, a caixa do correio
n. 48, Recife.

Ao comnmereio
Luiz Ferrcir.3Bandeira de Mello Filho declare
ao publieo e cspecialmente ao corpo do commereio
que comprou ao Sr. Joao Francisco Pereira La-
menha o estabelecimento de molhados, sito no
becco do Espinhciro, e se algdem se julgar credor
do referido senior on do seu estabelecimento,
queira apr-esentar sna conta cm tres dias da data.
deste. Recife, 26 de marro do 84.
Precisa-se de uma ama para comprar e co-
sinlhar ; na run Duque de Caxias n. 6(.
Precisa-se de urn feitor para engenho ; a
tratar na rua do Coronel Suassuna n. 202, antiga
Augusta.


A Y\Y Precisa-se de uma cozinhei-
,, ,aA & ,ra para casa do familiar; A
traetar na rua da Imperatriz n. 17, segundo andar.
Offerece-se uma senhora viuva, que tern
uma neta de 14 annos, para aaxiliar os trabalhos
de uma casa de familiar ; quem quizer uitilisar-se
do seu prestimo, queira annunciar para ser pro-
curado.
Continua a procurar-se uma senhora de boa
conduct, que d& fianca della, para o governor de
uma casa distant uma legoa pequena de Santo
Amaro de JaboatAo ; begin assim urma ama livre
ou escrava, para cosinhar e comprar em casa de
muito pouca familiar em Olinda, por muito pouco
tempo ; a tratar no escriptorio n. 1, A rua da
Cruz, 1' andar.
Precisa-se de uma preta para vender labo-
leiro na rua, preferindo-se escrava ; a tratar na
rua da Senzala-velha n. 114, lo andar.
Aluga-se o 2.0 andar do sobrado a rua
do Imperador n. 79, a tratar na thesoura-
rio das loterias runa do Bari-o da Victoria
n. 14.
Precisa-se de umn feitor ; a tractar A rua da
Madre de Deus n. 38.
AMA para cosinhar ; precisa-se na rua da
Imperatriz n. 78, 1P andar.




JOIAS

MIGUEL WOLFF & C.
Pprtieipam ao res-
peitavel public, que


imee0 4de joms dw

Lo ALL. n as d?
nxai apm..o g ,tw


..,
~


COLLAI, ROYERT
tidton", cotm 0
F m |
L ~ucurfiiUi'au


. auos, *, w'
ata ewoaqa
wk. -o now


-. I, -
-, 1;


40
. : ..^," .
3,-
.i.*^* *-*


.. ,_. ,..' .."*j- ,
,,--Ff r' -.. 1.4
.^ : .- ; 1,+i .,"-. ^ ^


5I J


ma.- 9.,f.
i2j5.


IPurmgale nasFamilias.
Pmp-JI pdo OLIJ.AYWA~ltUwbu6ii]h

DEPOSIT GERAL
i3--Rna Primelro de Mlareo-1$
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambuco
ADAMSON HOWIIE d C,
N.---3 Rua do Commercio---N.--3
A venda em todos as boticas e drogarias.

Loteria da certe

N 61--R a dol ImDaBrad .r- 61
Os.abaixo assignados acabam de vender non seus
felines bilbetes da loteria da crte 143-B o pre-
wiU de 25:0005000 em dez decimos do nwero
7447, e um approximado do nuniero 4448, corn o
premio de l:000j0000, alem de outros premios de
2004 e 10040O0, convidam ass possuidores & vi-
rem receber.
Acham-se & venda os novos afortunados bilbh-
tes da loteria 144 da serie B, cuja extraceio de-
vera ser segunLda-feir.a, 31 do corrente.
Pre S)ecinos 1620)
Em) porwao S.uperior a 1J'0OOO0
Inteiros 11 $00)
Decimos 13200
A'K,jc;ra Lima & C.

Ao commercio
0 abaixe assignado participa ao public e ao
coammercio que n'esta data comprou ao Sr. Segis-
faundo Lopes da Silva a sua taverna sita no lu-
gar do Barro, freguezia dos Afogados, livre e des-
embaraqada de debito algum.
Barro, 24 de marco de 1884.
Francisco Xarvier de Lima.
Ao commerce
0 abaixo assignado participa que tern just e
contractado coni o Sr. Antonio Arco-verde de Mello
o seu estabelecimento de molhados sito no largo
da Casa Forte n. 15; se alguem achar-se corn di-
reito ao mesmo apresente-sc no praso dc 3 dias.
Recife, 27 de marco de 1884.
Baptista Peres.
Engommadeira
S Precisa-se corn urgencia de uma, que engomme
Sbernm; na ria do CabugA n. 7, 20 andar.
Caixeiro


do '. ii .. .M ,

&. ,


. ..* *


Bilhete inteiro
Meio
Quarto
Em poTao de


I


-- e s
....T o% is w v 9 .r m


Nil .6"N .< .


RA9wBBLj-|^_11

































.L~e ~.


Enpregado com.naor efficacia no rheumatismo de qualquer natureza,
em todas as molestias da pelle, nas leuchorrh6as
on flores brancas, nos soffrimentos occasionados pela impureza do simgue,
e finalmente nas differences f6rmas da syphilis.
''*" "*'::-:'* Y *' *'" *- "* ,

PROPAGADOR
!P rira.- da

Antonio& ereiraa Cunha


Pi rqqe tomei-me propagador?
Prevenwo que esta minterrogacio ha de ser formulada, apresso-me em destmuir quaesquer meafgas i .e? ag quo por ventura
pretendam attribuir-lhe os que virem corn estranheza figurar o men nome na propagalao do rubd. "
Dous motivos principles determinaram o meu procedimento: y.,-
Sou naturalmente propenso a auSiliar qumlquer industria nova, urna yves que result do leu desenvolvinato qualquet benefcico e
prosperidade para o meu paiz. "- "' '. ''5 """
Na minlta qualidade de industrial entendo que ha nisto o cumprimento de um ever, prindcipnlmente quando se trata de uma inven-
Gao, que aproveita a toda humanidade soffredora e cujo autrr mno dispo doe recursos precisoT pam fteul-a fructificar e ser util.
mei-me napropagador para auoiWr uns, utulisima invaenfdo. t
Na minha qualidad e d c ommereciante seria loucura atirar e .comprometter capitaens, que de fam li. de costituir o patrimonio de
meus filhos, para unicamente gomar da satisfes mo Intima deo ser until a todos corn sacrificio de mina ofailia.. r
Por isso julguec i tambem do men ever, no mesmo tempo qu e punha a disposiao deau eova tavenglo o meu nome% o men crqdito
e 0 mens capitaeos, contractor corn o illustre inventor, quoe correriamo socialmentoe a masma sort
D'ahi o contract de sodedade que oos prende a mim e so illustre inventor.
Conseguintemento tornei-me ainda propagador para eplorar commrcialmentc e68 iiwr$dO.
Do que se segue ver-se-ha a demonstratao do que acabd de affirmar. ,
Ha ,algans anxo, que illustre Sr. Firmino Candido de Figueiredo, hoem ede intelligencla oiVo eommum, e de uma aedvidade
persistent, applicou-se ao estudo e investigaSes, que derain emn resultado o descobrimento de om poderceissimo medlcamento contra
algumas enfermidades que tern a sua sede na impurega do amngue. Dopoe deo aturada expeiendeas, que levaram-no a adquirir iamba-
lavel convicrAo da efficacia do seu medicamento, o Sr. F. Figueiredo procuron obter oe meioe de fazel-o conlihecido e util.
SBateu a muitas portas e nenhuma se lhe abriu ; at que sendo-me apresentado e e.pecialmente recommendado pelo Exnm. Sr. Dr
Jos6 Marianno Carneiro da Cunha, digno deputado Assemblea Geral, informei4ne minuciosamento esobre as distinctas qualidades do
Sr. F. Figueir.do, do seu character, da suna siceridadee b6ta f6 e especialmente acerca da aa capacidade e do sen medicamento.
Fize mais ainda: quiz eu mesmo fazer as experiencias, que ja tinham sido feitas pelo inventor.
Appliquei o medicamento a diversas pessoas, e ats as de minha famUlia, e euon mesmo experimentei-o.
0 resultado nao precise dizer que, que excedeu a minlha espectativa; basta, para prol-o, o facto de associsr-me ao Sr. F. Figuotredo
o por immediatamente A sua disposiqao os recursos necessaries a propagagao da sna deooberta.
Uma difficuldade surgio: o inventor nao tinha um titulo official de su.a capacidade, emfimn no 6 plarmaeeutico, e muitos invejosos e
outros tantos despeitados, post que titubaoa,poderiam pretender embaraqal-o, antepondo-he as malhas da nossa official regulamentaqao.
Ainda bemrn que a historic esta cheia de ncmes de inventories, que nunca tiveram titu" Offciaee, reconhecendo ou presumindo os
conhecimentos scientificos relatives a suns invenoes.
E entire n6s mesmo, quantas muitas vezes a tisana domestic nao tern sido subscripta e aopta pela'sciencla doe Doutores?
0 medicamento do Sr. F. Figueiredo produzirfi menos effeitos terapeuticos pelo facto de faltar-lhe uma particular de tintara scienti-
fea official? Eatretanto parm evitat conflicts e tirar aoe especuladores todo e qualquer pretexto, julguel convenient sujeitar a formula
do Cajrhubela ao illustrado e criterioso exame daJ-unt. de Hygiene PubUea do Rio doe Jaaeim qual conceded a devida .approvaao,
pelo que igualmente foi concedida a respective autorisaao per decreto imperial para a manipulaWo e venda do referido medicamento.
A approvaqao da Junta de Hygiene sera bastante pama impdr respeito aos sectarios do officialismo.
Sendo o Cajirubba um composto de products vegetaes, tendo per base o c44t, e a Jurub&a, pioductos estes que tern de ser apro-
veitados em umna epoca do anno, deliberei consmutruir e montar na chacara do Sr. Major Luirs Cintra em S. Amaro armazens onde se en.
contram os machinismos e apparelhos para fabric do vinho e alcohol do cajfi, empregados no (Cajitrubba e bern assim serio tambem
montados os apparelhos aperfeiqoados e indispensaveis a manipulacAo do medicamento.
Em takes condiqces brevemente ficarei habilitado a satisfazer as encommendas jt feKa ,ajpla do fato eo ezerem.
Parm provar a efficacia e optimes resultados do emprego e uso do Caj4tnvba, chamoa atten'1o dos leltores pare os atteStados e mo.
lestias que foram combatidas e inteiramente debelladas per este medicamento.
Firmam os attestados pessoas conhecidas e de elevada posicqio social, cujo credit nao podera ser posto em duvida.
Sendo, porem, costume considerar-se gracioeo taes attestados, precise desde ja assegurar que nao sao elles ficticios: se, pois, alguem
duvidar desta affirmagio e conseguir provar por meios legaes a falsidade ou graciosidade delles, receberi a quantia de 5:000O000, que me
obrigo a pagar.
Parm que o public tenha conhecimento dos resultados que for obtendo o Cujkuirbba, publicarei um boletim trimensal em que se
passarAo em revista os nomes das pessoas e das molestias em que o medicamento fOr empregado, sendo tudo comprovado per testemiinhas
irrecusaveis.&
Desejando ser util aos que soffrem e dar a devida propagaiio ao Cajtru&a, tenho enviado a alguns illustrados clinics desta capital
um certo numero de frescos do medicamento, afim de que possam elles reconhecer os effeitoo salutares deste.
Creio ter respondido convenientemente a interrogaqio formulada e aguardo os factors e a opinio public sobre o meu procedimento.


Attesto, que em Agosto de 1881 regressou minha.
familiar da capital do Para para esta cidade, vindo
minha mulher muito incommodada de unia forte
eru.pgao pelo rosto e parte do corpo,' a onto de quasi
iAo durmir as noites. No Para, bern como aqui,
sujeitou-se a tratamnento medico por muito ten;'.o,
sem jamais o mhl desapparacer. Emr Abril deste
anno, jd descrente de tantos remedies, e serm re:iul-
tado algum, resolveu-se a tomar Caj'iubba, reme-
dio que me foi indicado por mneu mLUno Francisc,.
por 3a ter applicado corn feliz exito em pessoa de
sua familiar. Corn dous frasebs ficou restabelecida
e at6 hoje a melestia nao voltou. Recife, ( de
Agosto de 1883. Dr. Gervasio Caqmpeelo Pires
Ferreira (Desembargador da Relapao de Pernau-
buco).
Attesto que empregando o preparado denomin ,ado
Caj1rubIb-a no tratamento de dous cnaos do nrctrite
rheunatismal chronic obtive o mrnaior resultado.
E' a verdade. Recife, 23 de Agosto de 1881. -
Dr. Ildefonso Theodoro Martins (MLedico pela ra-
*uldade da Bahia).


Recife, 10 de Julhode 1881.
Ihim. Sr. Firmino *Iandido de Figueiredo. Jose6
Caetano de Medeiros, Tenente-Coroniel da Guarda
Nacional e Cavalheiro da Ordem de Christo: --
Declaro que o seu preparado Cctajirub6ba e urn pro-
digio! Mecu filho Cleofas soffria de dartros a ponto
de se ir tornando uma maolestia se'ria ; depots de se
ter tratado homeopathicamente e corn mats outros
remedios sem que melhorasse, usou do seu Cajiru-
beba, e antes de acabar umn frasco desappareceramn
como por milagre. Um outro meu filho soffria de
uma ferida na perna, e depots de tomar a SaksU e
Caroba por alguns mezes sem que a molestia obe-
decesse, corn o uso do seu miagroso Cajmrubeba
ficou per*itmente cuxdo.. UQima miniha neta.


Srado, eem pcuoos dUm fio
devo occultar tD pdW*igi
para animal-o em sen tra
aos soffredores a taboa d
d0I ebldB1l8^.w^oTQ
Certiwc qqe a pre
'f dido den&i
i do.eor pwg


i









&!
wA
ON



























Aff


etd.


~1 1


FRAYTO
0I! uv'iun


. .. O-W..M%"--"


AlTOIlO P01B DICTO IIPIER[II E 20 Di JIIO DI IW


I

























N
|^


/.q,9
'u^


-" 00.4. W d- -dk-A, "o-ma*


Boa
1.38.


hra miii
INo )XuBU E1egam*e oaotrw&~apreciadowe8
do bomrn ebello umrnmapfio srtimento de objce-
tos de electroplate, proprios para mimosear, e
tambem colhere para chli e sopa, garfos, copos,
tagan, tudo do melhor fabricante americano Red
Baston : na runa do Barle da Victoria n. 12.

FUMO TURCO

VERDADEIRO

J.C. Levy tendo re-
cebido uma pequena

quantidade de fumo
turco novo em cigar-
ros convida aos seus
amigos apreciadores

d'este delicioso fumo a
chegar em sua casa,
na Rua Nova n. 25,1.
andar e servir-se.

Grosdeflaple preto
Encontra-sebom sortimento e por pregos muito
conimmodos, na Fragata Amazonas, rua do Duque
de Caxias n. 47.

Vinhos puros garanlidos


Malvasia,
Muscatel,
Maduro,
Porto,


superior,
Figucira,
Bordeaux


Vendem
Bourgard & C.

Sardinhas em copos
Superiores
Vendem
BOURGARD C.

Aladuras de couro
Para livros, papeis e embrumihos, cousa util, a
800 e 1000 ; no Museu Elegante, A rua do Ba-
rao da Victoria n. 12.

Drogaria
Faria Sobrinho & C., droguistas por atacado,
A rua do Marquez de Olinda n. 41.

Farinha de mnilho
Moida a vapor, de la, 2' e 3a qualidade, a 100
rs. a libra, e de 4a a 80 rs., em arroba a 2,500
v ide-se na rua do Cotovello n. 25.
Ainda mais pechincha
0 Museu Elegante i rua do Barao
da Victoria n. 12.
estA vendendo entremeio e babado bordado, a 400
e 500 rs. a peqa corn trees varas, preqo sem com-
petencia.

An BonMarche
DE
Flores & Aguiar
Rua Duque de Caxias n. SIl
Artigos proprios para quaresma
Receberam pelo ultimo vapor o seguinte:
Capas e casacos para senhoras.
Mantilhas pretas.
Grosdenaple e gorgorues de seda.
Setim e merin6 da China.
Merinbs de todos os pre0os.
Assim como temos muitos outros artigos, como
sejam : leques, espartilhos, capas de cores, fichus,
eaxovaes para casamentos e baptisados, tapetes
para janellas e sofas, cortinados para janella e
cama, colchas adamascadas e de crochet.
Au Bon March
Rua Dnque de Caxias numero 81

Chegaram
Novas sementes de hortaIpas e
flores
Vinho verde de Bastes.
Obras de vime, come sejam :
Balaios para compras.
Ditos para papel.
Bercos.
Cadeiras,
Acafates.
Costureiros.
A' casa de Poas Mendes & C.
nRua etreita do Rosario n..9
Venda de sitio
* Jodo Machado S')ares vende o seu sitio, perto
da estagio da Mangabeira de Cima, no Arraial ;
temrn easa de vivenda, oem contestaglo a mais
fresca de todo o arrabalde defta cidade, pela sua
elevada situac#o. No sitio ha grande quantidade
de arvw*e de frneto, e nos funds do mesno Im-
tie core um grande riacho, que nunca secca&de
todo, a onde se p6de fazer excellent banheiro a
tratar na rux Duque de Caxias n. 44.

Liquidlaj^
Enxovaes o ve:tido para baptisado e paseio,'
eutv vendedo. Muaeu Blegate por eadod
valor; na mu de Jaraoda Victoria n. 12.
I AW" e I



0 Muson gBqiite ostA lUquidantlo os co~ari-
nh B de. l &o 8, ft4zi#. da caea Fenix, ^or
,eataw n 9 oueo 4migueires an ra do
Wbo dh~feteri. 12i. ____ i


SEu EVEaT L

Chigou nova i,


messapara a Liv "
U-Wis IA&A-m %*Iw e% .10


XT1 (ilue, a rua .J. i $,.; .1
YFnNDEM
M argo, n. S. Calcas de molepq'-nm, (-la-,'' ahros c cs-
U T 0 EPi 'r ncuros muito bern feitas c fazcnda que
N Iil) T)HPnSnao desbota a 2150 c
UTINIC IUJl tU 11U Ditas de cazcmrnias de listrinhas e qua-
Preo 800 rVis. drinhos, fazenda muito boa e que so
Preto 800 rcWlis. lava, a
Ditas de cazernimra pre+i f.zendl ".itc
t)oa0,dde 6o500 at6
M l ll a te" Pnletots de cazcmira muito boa, liza e de
Nos primeiros mezes a alimrentn. '-ri s listrinbhas, a
natural e apropria~a pare alim,.L,. ^la.- Dlitos da mesima fazenda forrados, a
natural e apropriada para i, iitos cazemiras escuras, bastante en-
9a de peito 6 o proprio leite matejno o qual corpadas, a
em caso de necessidado deve ser snb-tifiii- I'-.i, da mesma fazenda forrndo c -
do pela tos bern fUios a
FARINHA LACTEA DO DR. )Difos do cazemira assetinada a
?)ios Ci de flan, Hla !zul, sendo fazonda que
FRERICHS! no deslbota a
A sciencia e a pratica adoptaram P ffri- I)itos de cazenira prcta de cerdclo e
nha Lactea como poderoso clor-. I- d,;,gon:'l, ,',o r,',, bm ifAitus a
trictivo para a infancia e di4;,,tos 11,ia .0b, *- ,t, r
cos do Brasil e da Europa rucoi rr a e"')
ser A do Dr. FRERICHS a ruelhor r'-s- zCol tim iospar ..a1. .. -polina f- ."-
genero. | e (h, a n m,,O e
Deve-se pois evitar c i, c u)i, AILL' *. ,,.,m e,,m mn~ g ;'ldc sortimento de


cao sensivel n


cosja conhecidos.
zem tambem "c


-'-'-5.5-P
-i
Z~. ~A3J


que sao deposit ic
dos medicament;


simetricos I
Bourgraeve,
chanteaud,
de Hornimn

perfumarias
nell.



N;a rua

'53, ho sen

ve cravos


[ .U :

I O iea
o ote


N.


DEF
QOupas 5 i. hoi,

Precos b-aratslsimes
40-RUA I)A !IPERATRIZ-N. 40
Loja k..arateiros
-.. -.X.


uma pessoa estranha e de coiioitLhitunti
nao conhecido muitas vezos o germen d,
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira fd.,lia .
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO BIPERAD)(O ,R ,5
Estabelecimento de musicas e -'1, ," Viec
torPrgai e


Florcs
0 Mescu Elegante recebcu o que La d1 l;( ;
lindo um flores dc cores e preta, c ." ,.;u',i
muito barato ; na rua do Baraho daL...i
iero 19.


AVISO
Adamson Howie & C. tern 1m-ara v r
Vinho do Porto fine, em caixas e barn-is.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tinta de impressao, boa qualidade.
Brins de Marshall verdad.iro;, de LJ .......
ros.
Remedios de Ayer.
3--RUA DO COMMERCIO-5

Pharmacia e (Br lr.v -- e

6J R1lD1(O HU L~ kflu f l'" -


Li
0I


J. C. Levy & G. ,,-
vidam a seus ia..i. s
e fregueses a
seu estabeleictu.
que se acha pr.,.-' *e-
mente montaJ- :-i--
damente prep '
semelhanca d ....
ihores estabel .


tos desse genrac


principles ca j
d'Europa.
Recebe pcr


a


L'&.. .. 14i


3m

5.1a


4erO
5-"i0V
C^s


i2~YY3
S.


canl i ..a
'/ In .,!


'Ii'ilo isto 6 <.C'I P;,-,,:( 0 -' ldue^,o cm prc"".^ :
If f I Ij I t ,I t (, l .F ,V )


[1 lii


A' r.a da Imp; ..'4;0, ,. 4/ njaa do- -ta-
1".. S1 """.. ,, ;.V i ..
s l-vo. lroprias p S "o l A .; "'.. ..... Q' -- -- .!
w. .n ... .. c.... : d.
"}7 -,; Hr) e d fus ':i !.r "; -.. .." 'o ; -"- '"..., ; .. ....
on ,a e-qi ;i l b '' bceo dos 1 F r'r, s.
A 5i IN 1'LgOdS, 1ilk S
j '-h a C iJ~i
1 ';t l ija do. r;;i ii d io r"f'r iz mn. 40 *",-., -t
j bii o pns 13A 4 *i g -o" O-iu Pi AfTi 11
.e dit s para iitiii s at 4,00l0, ; s t'o
Sinto Sort[iluIniiii. do.; f ,:],S ;'p >" _0% ito n-u ,I 7-".
,u r ia d(o hJuCC,:o !-do Fi *ri'- irus.


i a 'I l -atc ro1 j-' io ',. :'. rua datn l8, ii .,
; i i t i .' ri ( dc i('C litos j -3
v.:. , ,...,... in, ito M a,' i j f c da,. 8 ;::ni i coto ditos ziix':-


, ,. 1i .lto i bwi
"c ;*0S.


itpas i(i 1- Oi :'1 ut! d .!i O P qua. Ef -
rluit[o t2;i l"d da ds^'uua do b'-" L.


1il !^ qjr 0 1 n fpia
~~~ Llonh ol h)Uin
Pa 2ar'iroa da 2ateim liT: *^ -
''" 'iul] Oios dp ? n ,;' ,t- 1 1*1 ]r < .. I ,.; .... "..... Z
-, .... .. send o *:, .. ... ,.. t ,7;t e, i, .. -. .
]" '." rua da L, ,..Tiz -1, c I..'- a *z d 2 ='c. .

f. a li rV 10,.-
: I'raelios.

1 ? [nzeu El.-y n ,r, v,'.w[,< ii;,.i' ,:r': .s, e '**,-..:_-
.= t.- el'a c i;Llicuri rmlt ;i t:(re ';i:! "' '' .;. ..... ..
,,--::, filz,'m da dc ].7OO) (' h,-''.,':-*-::-; *:'.. :'.... ...





"** 69o 5a Vi-ta
^ la-tt~~~A 4-A'-/~ s ~l

', ^L ^ p .OC; .. d l!;; .l llu I l i.
l [2",i, .,:.' .,;.;, ;i branch
a bar*'ateiros



...at r Pi Z I .:'. a I t a/2 ::..
VIINL
N I N,1 ) 2 1;


* I-'
k
-2 1
''1.p


..; -at tea L'i o iY l i)s dc latrgura, me-
"ro a 1,:
a Ija da c ,suiina do lecco dos Fear':.


Ei' bemr provaut l quc l.ep.avsc a .'inpo. 6_ &Q-
t.110 tunes & C. I.. .-'jando -ciip're quc atS xI i.,..
anianites do thic llo dL'ix.isiii tic d ftlzor uri 'n -
io precto bcnt 'nfcitadn, pela faita do botdtas .fri-s
jas e lindas passeme'terie, grimdalbn, enfeito nm-
u tI 10o eC de al nmai-i, *-, t, ', ',jo r.e co l cnheed;
.. inercado: tcin a sati'fait3o de prevenir &-


I ,.... -mavel! (que icalam do receber os enfetie
dIo Cd c i indicados. Oirusmim, comnunieamt ,iii81
do .~~ ~~ itponcsagutomieoaon -
S~~. -* c t. 1 semlprc vendicm por prc;os rerumndos, por em
S C^ a -I: :.*" sumpronicssa ao g cncr(.yo sexo. Ao 63--97m
e -! Ak. i o DCI iue de Caxias.-Nc,, ,a E::,peranca.
cha Ce011 Com0 s o bonilas
A ib'meias de seda dc cares para as inter slnf-'
efl e 1.0 ,1 crla.las de 6 a 10 annos, c brancas para senh'i'"
vende?
de f5 0 Pedro Autunes.-63 rua do Duque de Casii
d e Em co""raao

0 Pedro Antimes & C. t, pbem acaba de i'eae,
h-p- bonitos bicos pretos dle seda corn vidrilhos sor-
-- v fmmento, largo e estreito. 63-Rua Duque de Cx-

E preciso anldar a par
Fl ti e I os cintos modernos que recebeu o Pedro An-
I i .acs & C. 63-Rua do Duque de Caxias--Nmw=
I'..-^ranca.


i i e fOs teros e rosarios, qnem vende? 0 Pe&ro A-
Sl.* tuhines & C., e estA vendendo nuito por serm tep-
Sde quaresma. 63--RTin DTnque de Caxiax.
,l' _S ao novos '
J- Variedade em cal rara homes, amabtm
Wiut '" 'ceber o'Pedro onensC. 68-rafatdol
&a do La ie0 do C n C1
uias f regcs i'o bV c rancpefAo
a -ermos artifoe vd s- 0 Pr.lho w t a .. ..6-4
cfim *sem. vidrilhog, Ue det^^S I1.- :ki*1!*.i' "*i
16,seda., retrnl aO!^'Li?-3,? 'll" '' liM ~ =s -^a "1^^^


GCOMPOSIQAO
D F.

F]mini Candid~do Eiguoio^


fN


el -** c :tolnc (J, i ";..in \-* 1,t11, i L u).)tv-,,
os vapores pi ct;..i"J J
"I'i-, ,,.A.l %, ; M2' AI... ci',n 'z i ,h.:, !. :,,: ;!p.i~.. d. L '
simples, chi- .iac8i-ni
preparados iu tre..
A,- -.,.^ iiancl(ad'!O L', ;run a hii-llii ; t i ':.ii .r
ceuticos, dos .'... t
~ ~ ~~ ~ 1 a i *ciiied i.', res, m ais onlicc; I. .... o r It'llt(IL:"de
I ].% ... aW-.' i I n(' a
e acreditado" .r i t 'V. i i
J -~I f 'IT C ]^ l a S ip r c ip r ; ',,^ p : ir I i m ,;c s .o a -
cantes d'Eurcia; ,o .
I i '.,;>irp~a',l;. c.:ut:', pc'c:a (- n 3. va.'Cos
que se acha be" I-:1t vl a1 ca00c
-dos a fazeruma eonia7,3501 0 a
dos a fazerumar A, CO ,L 11 -


- fb


I


I


111Im. Sr. Firmino Candido de Figueiredo. Re-
cife, 13 d e Maio de 1881. Julgo cumprir corn um
ever deelar' ntdo ter empregado corn o maior suc-
cesso o semL dk!purativo Cajuirubeba, preparado vi-
110sO co(o-)(sto. '
IcLanki-se bastante doente, corn um brago en-
trevado de rheumatismo, minha mulher, e tendo re-
corrido sem exito algum a varies medicamentos,
seguindo a sua preparaco do depurativo Cajutru-
b(tba. d(uans colheres das de sopa pela manhA e duas
d tar(de, corn poucas d6ses produzio uma melhora
sensivel, ficando em oito dias completamente res-
tabelecida.
Desejo que o meu testemunho Ihe seja util ; no
pos so dcixar de aconselhar a todos sua preparawo.
Querendo,) p6de fazer desta o uso que lhe convier.
D)e V. S. Attento venerador e criado, Joaquim
i_'irciutlano Pe;reira Caldas Junior.
Attesto, porque vi e observe, que a preta Esco-
lastica nac andava a quasi 8 annos, tendo as pernas
compleltainente chagadas, e corn o emprego de
/Caluubeba desappareceram as chagas e cornmegou a
andar. Rlecife, 6 de Agosto de 1883. Gervasia
Campello Pires Ferreira (Desembargador).
Recite, "fi de Deze0nbo de 1882.- Illml' lSr. Fir-
mino Candido de Fieiredo. Cabe-me o prazer
de communicar a 8v que, tendo soffrido durante
4 mezes de rheumatisrno, aoomipanhado de inchago
pas pernas, alom da s d-es que mrn privavam de )
andaxr, a conelho de V. 8., com.cei a usar do Ca-
jurubeba, seu preparado, cujo effeito n.o sefez espe-
rar; pots somente con um fresco fiquei completa-
mentebomn. Nao hesitarei, portanto, em aconselhar
aos que softfrein de tal molestia quo recorrao aqulle
efflicaz renedio. --. '
Queira V. S. aceitar esta minha dec ..l
fazer della o -aso que lhe aprover.
Apv*veitand -a eccasiao, manifesto a V. 8. a
A id-' '- -wnuee-sou--De V.B. atten-


frngdw aiv& questava sof-
^fendo lhavis min ^ ^w 0.~t~awQ faito.


i ): 'jinra ro


. .. .. ...... ......... .. I. I .. .. ..


.... I l p -


.0^


t*, tkIV
)TOS PMr


I


tam$ -tffe


















*U#ZLO RICHEBOUBG
al parte

XIX

xx
O barlo de Simaise esporava a resposta
d' carta-a que escrevera a suna mulher.
Contava quo a baroneza aceitaria o scu
dlticatnumn, para que sua filha lihe fosse
restituida.
NSo querendo, por6m, tomar, decislo
alguma sem ter consultado o Sr. Lagarde,
a baroneza foi ter corn elle.
0 marquez recebeu a sua cunhada mui-
to aectuosamente, e, tendo-a feito osen-
tar-se, pedio-lhe que Ihe fizesse conhecer o
fin da sua visit.
A Sra. de Simaise mostrou-lhe al carta do
seu marido.
Este pedido imperative do' Sr. de
Simaise nato me admnira, disse elle, depois
de ler.
A senhora responded.
Eu julguei nAo dover fazel-o sem
consultar corn o senior.
Bern.
0 que me acobnselha o senior que
faca ?
Eu, Sra. baroneza, acon eh-lhe
que nada respond absolutamente.
Mas, minhia filha, senhor, niinha fi-
Iha.
Mile. de Simaise ser-lhe-hm resti-
tuida.
Quando ?
Breve, espero eu. i
Mas ella esta presa, e soffre.
Eu sei em que situaaao,acha-se Mile.
de Simaise: estA guardada a vista e nero
aequer tern mais o direito de sahir do
quarto, transformado em iuma cel ula de
prison; mas no numero dos cartereiros
ha omen field Landry; isto, Sra. b4roneza,
deve tranquillisal-a.
Infelizmente na'o. Eu sei 4.o que o
barlo 6 capaz, e tremo, senhor tremo
pela minha filha. Reclamo os seus conse-
Ihos. Devo dar queixa ? Estou nrompta.
Diga, senhor, diga, devo fazel-o ^
Nio, senhora.
0 que devo fazer entAo ? 1
Nada.
Nada! exclamou ella, nada! Leia
de novo esta carta, senior, e veja a es-
pantosa ameaga que ella encerra.
Eu li muito bern, Sra. baroneza,
aim, sen marido amea9a-a; evidentemente
media algum sinistro project; mas nio
-ha de pol-o em execugao. Tranquillise-se,
unha senhora, e, se puder, espere corn
peciencia, sem roceiarcousaalguma. Nada
de mal acontecera a Mile. doe Simaise, eu
]he prometto. Nio respond a esta carta,
nie d8 queixa, nio faga nada, emfim, ab-
solutamente nada. Eu v61-o, e o que hou-
ver a fazer, eu farei!... Deixe estar o
baro de Simaise, minha senhora; quando
soar a hora, elle encontrar-me-ha no ca-
minho para dizer-lhe : Para .
o--vYe um moment de |silin-n.. n
marquez contmuoun:
-. 0 Sr. de Simaise merece um cas-
tigo tremendo; comtudo, Sra. baroneza,
em attencao A seniors e a seus filhos, ea
cstou disposto a perdoar, a esquecer polo
menos, pornm, para isso, 6 precise que seu
marido de proves do sou arrepedimento,
que se humilhe ante a senhora, que scm-
pro interpoz-se entree elle e a justi~a; 6
precise que elle l)eca pirdao a sues victi-
mas, emfim, minha senhora, c precise quo
elle tenhia implorado e merecido a compai-
x-o do vingador.


Ai de mini!' o senhor tern nas suas
miaos a honra e o future de micus filhos;
cu sei que o senhor c generoso c bom, e,
no emtanto, sinto que nao tenho o direito
de irmplorar-lhe em favor de men marido.
Acontega o que acontocer, miniha
tenhora, nada terA que censurar-se ; a se-
uhora fez pelo pai de seus filhos tudo e
mais do que podia fazes.
Assim, senhor, eu tenlo que espe-
rar? I


FOLIIETII



PECCRBOS VENIXES


POR


TERCEIRA PART


(Contiauagto do n. 68)


1IigneigoUri


Helena continuous:
Entre a cidade e o, mar ve-se urn
caudioso rio, e nas suas opacas aguas in-
fiidade de navies.
0 rio desemboca no mar entire
dous bosques de pinheiros, qu A direita e
i esqueerdase e 'ted i n'tfa vasta espla-
Maula. Seguindoas rapichoua linhas da
eost, v-se, entire multidio d arvores, urma
v ta povoaa, aofim da qualse eleva um

E' Bearrits, alegte resideneMa- dos ha-
-Ama;te, e euja pr't riquesa sso dve
W IUif OuroXq^.i.ls tfihaii


M ais tlaniu$ : : i .
Utn instate odpais da partidal r a.
do Sinaise, vieram preveair a8 6 quez
So carro o eaperava. wceu ioiamedia-
ntee subiumpva o con* .dizeudo
biro que o conduzisse- be :
iesherbes, a casa do Sr.

Pi a braa-va do entrar de
Volta 4J^ a.cavallo no bos-
quo, qaidanq k -*rlhor e o Sr. La-

SFoi lo& que o criado
do quarto fil i no salao.
Senhor, iro dopois da corn
primentar ao Sr. -Lagarde, hontem fui avi-
sado pelo Sr. condo de Violaino qtie teria
a honra da sua visit.
NAo tendo a honra de ser sou conhe-
cido, julguoi dever fazer-mo rocommen-
dar. ; .
Oh! asseguro-lhl que nAo erae-
cessario; a gento dove estimar-se'fliz e
lionrado por conhecel-o, e ufanar-so aper-
tando-lho a mAo, accrescentou o niance-
bo estendendo ao visitanto a sua mao
aberta.
Obrigado,. snhor, mnas eu nio me-
redo...
Perdao, senhor, e permitta que Ihe
diga, e umn home admiravel. Conhe9o
alguinmas das beolla mac93s do protector
d'aquelle que chamnou-se outr'ora Joao Fera.
O senhor possue uma immensa fortune e
faz d'ella um nobre emprego. 0 seu ex-
emplo serna seguido, seahor; n'este paiz
comno em today a parte ha muito bem a fa-
zeor ; eu mesmo procurarei imital-o, se pu-
der, isto 6, se for para isso bastanto rico
de intelligencia.
Para fazer um pouco do benm A roda
de si, replicou o Sr. Lagarde, basta s6
querel-o.
Sim, e saber fazel-o.
Isto se aprende depressa, disse sor-
rindo o pai de Jouo Fera.
Devo dizer-lhe, senior, continuous
Pedro, que o seu nome jA me era conhe-
cido quando o Sr. de Violaine fallou-me a
a seu rospeito.
Ah!
Um home que toern polo senhorlo
affect de um irmlo fez aqui mesmo o elo-
gio do Sr. Iagarde, no mnei de uma reu-
nia'o do amigos, d'entre "os quaes citarei
apenas o conde de Maurienne.
Oh! adivinho o nome do meu apo-
logista: o Sr. Ossen, nio 6?
Foi elle mesmo. Ah! aquelle 6 bem
seu amigo, e estima-o sinceramente. Mas
eu comprehend que se estime ao senhor
logo que se tern a felicidado de conhecel-o;
tern o dom de fazer nascerem todas as
sympathies e de attrahir a amisado. Vojo-
o hoje pela primeira vez, e sinto que jA
Ihe tcnho amisade.
Visivelmente commovido, o marquez,
por sua vez estendeu a mao ao mogo en
thusista.
Pois bem Sr. Pedro Castora, disse
elle sejamos amigos!
Ah! exclamou Pedro commovidissi-


mo tambem, o senhor torna-me muito fo-
liz
--- O- 06.. a.i u.-a p-l;r-lha.J t mnhem
a sua amisade para o antigo selvagem
de Mareille, para o meu protegido Jo'o
Fera.
Por certo, nao lh'a recusarei.
Obrigado por elle. Joao Fera vai
fazer muito breve a sua entrada no mun-
do de oide a fatalidade o havia exilado ;
elle possuia uma fortune, ella ser-lihe-ha
restituida. FarA a sua entrada na socie-
dade corn o nome que Ihe pertence, um
grande nome, illustre na Franca durante
seculos. N'esse dia, o pobre Joilo Fera
precisara ver-se rodeado de amigos segu-
ros c dedicados; eu designei-o, Sr Pe-
dro Castora, para ser um d'elles.
Deveras! E foi para isso quo o se-
nhlior veio ?
Para isto e para outra cousa. Care-
0o do senhor.
Ponho-me inteiramneunte A sua dispo-
si 9io.
E' aqui, na sua casa, n'este sallo, se
o senhor nao se oppuzer, que terA lugar
a apresentacao de Joao Fera.


quanto Helena fallava ; aquella face, de
rara delicadeza e estranha distinc'ao, re-
produzia fieimnente as sensatcs da alma.
que parecia reflectir n'ella todas as bel-
lezas da inspiragao.
Era uma scena commovedora e digna
do pincel de um grade mestre, a que se
dava entire o pobre cego e a sua guia, ante
um dos melhores quadros da crea9gao.
O conego e a senhora de Fontac havia
long tempo que tinham deixado de fallar,
para fixar toda a sua atteng-ao nos dous mo-
9os.
Qual dos dous se diverted mais ? -
perguntou-lhes o senior de Brionne, en-
thusiasmado corn o colloqio dos dons mo-
9os.
Por mnna parte posso dizer, -ros-
pondeu Gast'ao, -que unca comprehend
um panorama tio magnifico como es-
te... Oh! m~i, como sio formosos estes
sitios-!
S '. k
Filho, repara que me assasSmiS a*
fallar d'este modo! "
Mal faras se te affgiges ; a minha
curiosidade estA satisfeoitNe posso fara
dos vales do Adour o ae -iuec omo Be
os tivesse visto.
Entremos em Bayoua.-disse o cone-
go, -porque jA todos temos mais um pec-
cado na consciencia.
Qual ? perguntou Helena.
Somos quatro curiosos, a curiosidade
6 um peccado.
Poutos mementos depois, sbiam todos
quatro para a carruagem.
A. brlinda desceu a costa, atravesos
Saint-Sprit e entrou em Bayonapela ponte
de barcas lannadas abre o Adoun. -
A senhora de Fotaec, com o ftim de no
alterar oas costumes do seu venerando ari -
tinha deixadoe a sen cargo duroteto
ayiage a e o cuidado do designer as ho-
s d9e corner e a escobha .oQ9 pratosi cul-
Itilado a -- aquelie so t -do 0 er lo ael
4U sdaatedes8 ons -ac'.o


--Antes 4'isto errica, r idevlo
WoelA-., S po ui 8spero quo,,ar^aai e
o prazr de ir abunVar cami nA, quin-
-ta-t'eira proxima, iato,' i deghiee a eico
dias. Acei% .agto? -
Do to o cooa
-LA eL ont|ra|i oneamo 4
Jo0o Fern, : nre G Sr. condo 4de
-tolaine quon'otu temia. interesstn-se
^rticularne^ /p~es.. 0almop 'pa-
oa meio dia-; mas eu tag os meus eonvi-
tes para as dez heras justas, devendo o
almo3 ser precedido do unia narraeAo as-
saz long.
EstA entendido, senior.
Agor. vyou dizer-lhe porque motive
eu desejo quo seja no seu sal1o quo Jolo
Fera faga a sua pritneira apparigflo na so-
ciedade. Em primeiro lugar, o senhor 6
solteiro, o que Ihe permitted s6 convidar ho-
mens ; depois, no numero dos convidklados
ha um que nao poderia vir A minha casa
e que nao seria recebido nemr em casa do
Sr. de Violaine, nemna do Sr. Maurienne.
Mas quem 6 esse convidado, se-
nhor ?


0 barao de Simnaise.
O mancebo fez um brusco movimento 'e
pareceu emnbaracado. -N
Eu sei, continuous o Sr. Lagarde,
qual 6 n'oste mounento a sua situagAo pa-
ra coiu o Sr. de Sinaise, mas sei tambem
que elle nao se atreveria a romper aberta-
mente coin o senhor. Ha na casa decairn-
bio umr certo cheque...
Como!.o senior sabe...
Sei.
Qaeun poude dizer-lh'o ?
Que importa! Eu sei, 6e quanto bas-
ta. Por consegainte o senior convidari o
barao e elle ha de vir.
0 senior quer, en o convidarei.
No 6 tudo o que eu tenho a pedir-
lie, Sr. Castora. Ah; o senhor vai-me
achar muito exiogente e sem ceremonial.
Diga, senior.
E' um jantar que o senhor ha de
offerecer aos sons convidados, e, so o per-
mitte, marcaremos o dia.
0 dia que senhor quizer.
Pois bemrn, sabbado proximo, de hoje
a oito dias, dons dias depois do almnogo na
minha casa.
Tomo nota para fazer os meus con-
vites.
Vai ainda ficar espantado, o Sr. Cas-
tora; pego-lhe, como prova do amizade,
que s6 receba nessa tarde as pessoas que'
eu designer.
Corn effeito, senhor, a minha sor-
preza 6 grande.
Apezar d'isso, n o posso dar-lhe ex-
plicalo. alguma do meu procodimento : 6
preciso que o senior espere ate sabbado
para comprehender as raz5es que me fa-
zem agir d'esta maneira.
Eu puz-meA asua displosi9iqo, senior:
farei o que me disser quo faea.
Bern, eu nlo esperava menos do se-
nhor. Portanto, o senhor ira ou manda-
rA per carta convidar ao barao de Simai-
soe : vera quinta-feira na minha casa os
seuons outros convivas e far-lhe-ha de viva
voz o seu econvite. Sio apenas cinco con-
vivas que terA no sabbado A sua mesa.
Jolo Fera e eu nao teremos part noelle.
rurque, hutr 9
0 marquez sorrio-se brajdamente.'
Porque nos devemos chegar mais
tarde, polas 10 horas, respondocu elle.
Al6m d'isti, pe9o-lhe o obsequio de n'o
fallar de Joao Fera e de mirn aos convi-
dados. 0 Sr. de Violaine serA o unico
prevenido; a nossa entrada dove ser uina
sorpreza para os outros.
Conformar-mne-hei coin as suas in-
tencoes.


mos de vcr-nos, c tudo combinaremos.
E' muito important a present do
Sr. de Simaise ?
Sim, Sim, a sua presenga 6 absolu-
tamente necessaria.
Elle p6de nao aceitar o meu con
vite.
Cumpre que o aceite.
Muito bern, irei amanh? a casa
delle.
Assim, Sr. Castora, posso contar
con o senhor ?
sahiram de Bayona pela port- de Hespa-
nlha, e tomaram o caminho de Cambo.
0 ameno espoctaculo que offerece o valle
de Nive e a infinidade de quintas o casas
de recreio, cujos caprichosos jardins con-
vertem o caminho n'um passeio, eutreteve
alegremente os nossos viajantes e fez pas-
sar quasi insensivelmente as duas horas
que a carruagem gastou para chegar a uma
extensa avenida de alamos e tilias, a cujo
fim so avistava a fachada principal da pro-
priedade de Miguelgorri.
Um parque inglez sabiamento dirigido,
rodeava a casa ; e as duas ultimasa aIame-
das, povoadas de flores e cheias de capri-
chosos passeios cobertos de uma miuda
area, vinham terminal no caminho do qual
a separava um pequeao fosso, coberto de
hera e de piteiras.
Quando a senhora de Fontac entrou na
casa que em Vitremont (arredois :de Pa-
ris) i abitava Nonanville, fez urma id6a pou-
Go fvoravel-do estado em que so acharia

-llo seria a sua sorpresa ao achar-
seo''uma caza de todo o luxo, aistribuida e
adomrada com um gqsto exquisite e minu-
ciosamente cuidados os seus jardins e de-
pendencias!
Os moves que a viscondessa' comprou
em Bayona chegaram de tarde; e entre-
gues a mais franca alogria, accommoda-
ram so todos quatro n'aquelle palacio, que
o conego denominou o sou ultimo acampa-
mento.
Porque o ultio, meu padre ?
Porque desde amaniA esta proprie-
ae, onde a cada instant encontro-n ua
iva belloza, sera par a mim um entrin-
cheirado campo, do qual s6 sahirei parade o
eniterio. Creio qu j Asou um veterno,
nao 6 verdade, Gatio?
Guatlo ditoso porviver perto de Hle-
na, "Sclleu a pergUnta do conego coin o
Migai" obio' sorriso, e rosenden i "
Qui dizer.cqiuie otA 'sitisdo eilete,
oajmPo?$aoo s e I* hss1 Ae fan


]

1).
1


tario.
0 marquez, nada mais
despedio-se do brasileiro
vras :
Quinta-feira, As doz
nha ; -nie se esqueca!
xxi
Chegou a quinta-feira.
0 marquez queria ferir


tendo a dizer,
corn estas .pala-

horas da ma-



o barno de Si-


maise corn um golpe terrivel; antes po-
r6mn da scena capital qve devia paamr-se
dous dias depois na casa do Podro Cas-
tora, em presenga de um grupo de ho-
mens quo elle escolbera, o pai de Juae
Fera procurava, tanto quanto possivel,
por os convidados do brasileiro a par do
situagao, afirm de poderem comprehender
bemrn a scona que ia desenrolar-so no sab-
bado a vista delles.
0 drama concebido polo marquez o cuja
enscenagao elle regular corn minucioso
cuidado, ia pois ser precedido de um pro-
logo, ou, se o preferem, do um primeiro
acto. -* ---
A's oito e meia ja o marquez estava ves-
tido, prompto para recober os convidados.
A hora marcada para a rpuni.o era 10
horas, poreomna o marquez recomnmendara a
um de seus convivas que chegasee As nove,
e como contava cornm a sua exactidao,, es-
tava a sua espera.
Corn effeito, As 9 horas menos cinco mi-
nutos, a porta da sala abriu-sc, e o criado
annunciou:
0 Sr. Jacques Grandin.
0 marquez levantou-se.
Veaha, nmeu amigo, venha, disse elle
encaminhando-se para a porta.
0 joven tnenete entrou. Vestia uwn ele-
gante facto A paisana: calca, college e so-
brecasaca pretos e luvas cor do palha. Umn
meigo sorriso expandia-se nos seus labios;
o olhar luminoso, o semblante, tudo n'elle
respirava a felicidade.
0 marquezreeebeu-o, como sempre, affec-
tuosamrnente, de bragos abertos.
0 relogio bateu nove horas.
como os velhos guerreiros, vou passar os
meus ultimos dias cultivindo flGres,- disse
acariciando as faces do cego.
Tres dias depois de se accommodarem,
os novos habitautes de Miguelgorri tinha;m
distribuido o tempo, de maneira que nao
desperdigavam um so instant da vida,
que .naa, corn tanta frequeucia, dissipamos,
coma seo devesse ser eterna.
TEdos os ouatro personagens cram di-
tosos ; e, ao ver satisfeitos todos os seus
esfor9os, sentiam-se envelhecer. Quantos
series, polo contrario, anciosos de prazeres
e common, esp eram c anceio o dia
de amanh1, o Utas data krta do sou futu-
ro, e s6 lez 4&| |ectos que o tempo
destr6p4, a-qiuo ? w edeasvanocem e
do espeaa se- dc ip para nuaca
mais voltari :, 11
A viscondessa de 1'osac, depois de ter
esgotado os reawrsos da sciencia, para dar
vista a seo filho ri i corn a sua
desg ad a..| V
s6as daidrodi e dos amigos, que
desde o primeiro moment constituiram a
felicidado do GasAo, e por a
sua.
ioo lhe occorreu pensar q"oagi. 'di 1!
quelles dous mogos juntos ta|e o dial e
vivendo debaixo do mosmo todo, pwioI
abrigar outro sentiments que f osst o
da maisaffectuosa aiaade: ti o era eo-
o e os impulses do e9Io deviam, con-
foeo sua mai, star atrasadoS por causa
do seeumal.
A -ohe senhora enganava-vs!...
A viacondossa do ^ a naturesa 6 ^e~oista^^~: ^^:^te
influencia dos1 sons :lB :'-
Gastio, so hem edo pro-
ciose doea da vistal,6
dotado na alxniwapro-
coce inteuigoncia; as
thmherdido n'ell a : |i k.'da
'qu facldade'! 11h- 4
.0 corwx) ~tinha eato i~i maw.e doqu


0,6- n oI oto A i s a-outro
s iunpt." QIuauto Iho deve o barao de
SimalRa4?: 1 1.
Ora, eu nao sei.
Cada vez quo o senhor emprestou-
lhe dinheiro, elle passou-lhe um rociti*?
Sem duvida.
-' A somma total, inclusive o famous
chequo, dove exceder a quinhetos l il
francs.
Oreio que sim.
E' precise que seja reombolsado.
Mas, senhor, u in n exijo...
Oh! eu conh4iq.eu-desinteresse,
sei mais que o soh6or queria desposar
Mile. do Simaise, para salvar seu p4i da
ruina e dar a Heoigata 6 a Raul urma
nova fo~runa em lugai dtqnuolla que o ba-
rio nao soub 3 consrvar.. Asua id6x-e.ra
generosa. Nao obstwrti; fez beorn em" no
proseguir no seu projeeto, fez bern por
diversos motives que nao tardarA a co-
nhecer. Mile. de Simalse 6 uma mo9a
eneantadora, e ha de ser uma esposa
exemplar ; por6m, Mile. de Violaine tern
tambem innumeras e raras qualidades.
0 senhor renunciou a Honriqueta e en-
controu Suzana, talvez a-unica rmoga qua
possa fazel-o esquecer a primeira. Do-
mais, Henriqueta nao podia amal-o, e Sa-
zanna ama-o.
Ella ama-me ? 0 senhor diz quo
ella me ama ? !
Sim, Suzana de Violain3 ama-o, e
no dia em que o senhor pedir a *ua mao
-o Sr. de Violaine, ella ser-lhe-ha imme-
diatamento concedida. Mas volto a di-
vida contrahida corn o senhor polo Sr.
de Simaise. Campre que esta quantia
Ihe seja paga; s.el-o-ha por mirm, ou an-
tes, polo men notario. Nao comprehen-
de ? Eis o motive: Eu nao quiz que o
Sr. barao do Simaise fosse perseguido
pelos seus credores, por isio tomei o lugar
delles; por ordem minha, o meu notario
comprou successivamnnt3 todas as divides,
de sorte que, hoje, tudo quanto possue o
barao de Simaise me pertence. Faltamn
apenas os seus recibos para ajuntar ao
mnaco. Comprehend agora, n'ao 6, que
eu faga empenho em comprar igualmente
a sua divida ?
Bern, disse Pedro, os recibos do Sr.
de Simaise estarlo As ordons do seu no-


Pretendem fazer um contract de ca-
samonto?
NAo, senhor. Como todo o mundo
em Mareille, n6s nos casaremos sob o re-
gimen da communMho dos bens.
0 marquez ficou por um instant pen-
sativo, calad,).
Bern, disse elle, borm! Assim a sau-
de de Joanna nio Ihe inspira mais inquie-
tagao ?
N'o, nenhuma.
Jacques VaillantjAi se decidiu a co m-
muniear-lhe o quo sab. a respeito do pai e
da mai ?
Ainda n'to.
(Continua.)



VARIEDADES

Eleii.o de unma blbIotheearla
ost Estados-U Iddos
-4aa J Pecozicaconta o Correio
doasEstcados-. Uidos, poz em sobresalto ale-
gislatura do Kentuky. Tratava-se da elei-
go de um on do urmabibliothecaria. A ope-
rag'o tinha lugar na sala das sessoes da
assoemblea. Havia 6 candidate&: cinco so-
nhoras e umn home. Desde o segundo es-
crutinio, tornou-se evident (tie o gentle-
man estava distanciado irremediavelmente
pelo bello sexo e por isso rctirow-se da li$ai.
Ficavam as cinco dainas, tenoo cada
urma os seus campees! uinca seo viu pai-
xies tao fogosas e uina fidelidade tao ca-
valleirosa. A cada escrutinio e form nu-
nmerosos ouviam-seo s hurrailis e acelnama-
coes, As quaes se juntavam tinmbem im-
precacoes, objurgaci-es c ainacas.
Umas vezes por outras ouviami-se diclio-
tes mal soantes. 0 desgra-.do- president
esfalfou-se em c)brir coin a Voz. os impro-
perios. A cada nova chanmatia, hliavia vari-
antes nos resultados: ora urn, ora dois vo-
tos, desertavam do urna para outra candi-
plita.
que d'antes a extenuavami, porque a coin-
panhia de (4astao a tinha feito ver uima
existencia completamente nova.
Nao era amor o que attralia a menina
para o pobre cego, era um nobre affecto,
urma sincer'a amizade, prompta a todo o
sacrificio e a today a abnegacao.
So para Gastao os passaros saudavam
demasiado tarde a aurora, e o sol occulta-
va-se demasiado cede.
As noites pareciam-lhe eternas e os dias
demasiado. rapidos ; aquellUe systerma, col-
locando-o n'um perfeito equilibrio, fazia-o
atraigoar oi sentiment que constantemente
tinha em 'el-a: amava Helena corn toda a
ingenuidade dos seus poucos annos, e corn
a impetaosidade de uma ahnlma nova para
todo o sentiment apaixonado.
0 conego 'resava, lia, trabalhava; corn
os seus contos chistosos divertia os amigos
a percorria os jontornmo da *edade
em buwck,4p ^desgra-
0dos.

A senhora de Foitac occupava-se do ar-
ranjo da sua nova csa, e Helena e Gas-
tio viviam comeo doins bon e carinhosos ir-
mios.
Nq'um dos ladop da estrada, e portanto
no extreme do pArque, havia um pequeno
caxamanchlo coberto de espessas trepadei.
ras, ao qual concorriam corn frequencia o
conego e os seus discipulos.
'Cmco dias depois da sua installuaf no
castollo de Miguelgorri, estavam no cara-
'manchlo Helena e Gastao, esperando o se-
nhor de Brionne, que Ihes tinha indicado
aquelle sitio.
Os dous moeos estavam reunidos sobre
una especie do janella aberta na folha-
ggm, e Helena descrevia a0 pobre cego o
pittoresco aspocto d'aquelles sitios.
A posso lento oaninbava ent~t. pola oa-
tradaur' um men'oj quo, vind, e|nopa-
[. aprozoi-s ^l^


Bj amei'dode a flicar atrazado, r-
ponde taminbem sorrind. o marquez; mas
othe, Jacluos, eu estava a suas espera.
Sentemo-nos, meu amigo, 9 conversemos.
Quando chegou do Mareille?
Esta noite.
Oade apeiou-se?
-No hotel do Lmuvre.
Jacques, .a sua presenga em Pariz
6-m3 necessaria; por isso 6 que eunfil-o
v;r.
0 seahor sabe que, no fim do muado
quo eu estivcsse, acumliia ao sou chamado.
Sim. Porrm voce ainda fez mais,.
Jacques: pir mim deixou sua noiva. Como
vai ella?
Muito bemrn.
E o velho capitao ?
Et-i bom. Auda ag.)ra de cabega
erguida, e eu digb, como a gene de Ma-
reille, que elle estA remocando. Eis o que
faz a fAlieidade, que dovcmnos ao senhor,
do (lUni nunca nos esquocoemos por la.
Cada vez que se falla no aenhor, o velho
flea comn os olhos cheios d'agua.
S Jacques, disse-m3 oleo no rmiomento da
dospedlida, dizo ao St. L t- tr.le quo ou nao
quero mirrer scm tornlir a vel-o; eu hei
do frzer ainda umra vez a viagem de Ma-
reille aPariz. s
A monos, Ja-q .t, qu eu na0o faga
a de Pariz a Mareille.
Oh! seria unti t lohrid macsperada !
Como inesperala ? Pols voct pen-
sou, Jacques, quo eu ilio assistiria ao sou
casamento ?
0 mancebo corou.
Nio dirigir-lhe um convito soeria fal-
tar ao meuc ever, responded elle; mas eu
nio torin tido a ousadia de contar coin a
sua presenga.
Jacques, eu irei aMareille n'esse dia,
e serci uma das testemuanhas de Joanna.
Ohli! senior fez o mancebo muito
coinmuovido.
Esta dito. Quando tera lugar o ca-
samrnento ?
0 dia ainda nao esta marcado, mas
cu espero que dentro de um mez Joanna
e eu estaremos casados.
Ha de previnir-me corn algumi ante-
cedencia.
Logo que o capitiao Vai lant marear
o dia.


Le reumede est la
Tal C o titulo d'uma proclamaca o acs
francezes e as francezas ) communicada
aos jornaes de Franca por Mile. Huberti-
na Auclert, em nome da Sociedade do suffra-
gio das mulheres, a proposito da rise eco-
nomica. E ella tambem possue un m eio
infallivel de cura e que 6 bern simple:
(( A crises economic actual, diz a pro-
clamagao, demonstra a impotencia dos ho-
mens em bemrn administrar *s6s esta grande
casa que se chama Estado. Convem cpie
as mulheres adniniatrem corn eldies a for-
tuna public, para que todos tenhao o vi-
ver e o abrigo seguro.
SsNa America, os territorios em que as
mulheres teem voto municipal e politico
tornaranx-Ae mnuito florescentes.
SAs francezas annexadas do Canada
teem voto municipal e politico. Nesse paiz
nao pode ficar em detrimento na retaguar-
da de todos os outros. Nos, conjuramos to-
dos os frnmcezes e francezas de nos trazer
o concurso de sua intelligencia e activida-
de afire de fazer comprehender a urgencia
que ha do conceder As multheres a possi-
bilidade de segurar a felicidade de todas,
trazendo na gesta'o de nossos interesses na-
cionaes seu espirito de previdencia e d'eco-
nomia-
A socieda&e do suffragio amnuncia que
ella abriva incessanternmonte ao centro de
Paris um circulo em que seus adherentes
se reunir-ao para fajer conferencias pu-
blicas.
D'outrm part, um grupo d'obreiros, apre-
sentou-sc ao eseriptorio do P)oletario para
proper uru. meio mais simuples ainda de re-
mediar Ai crise do quo o proposto por Mile.
Hlubertina Aut.--rL Este meia cons'stiria
na creacao, em cada umrn dos vinte dis-
trictos, d',una Cantina IxTw Ja, onde os
obreiros scm trabalhio viriAo achar as suas
comidas; estas conidas seriam dadas gra-
tuitamente-. Cada anno a municipalidade
inseriria no orcamento una' somma de
20 millhies, para a conservacao destas
cantinas. Cada umn destes estabelecimentos
seria edificado segunda a hygiene: arejado,
e espacoso.
0) Proletario, achando o project excel-
lente, diz nzao illudir-so sobre a sorte que
Mle esta r.tservada.
empoado e encurvado corpo arrimava-se a
coinmprido cajado.
Meu amigo, disse Helena a Gastao,
tern algum dinheiro ? Est&A alli umn pobre
que nos pede esmola.
Gastao.procurou mos bolsos e entrvgou
a sua companheira tudo quanto levava.
E' muito, disse Helena.
Esquece-se de que sonios douse a
dar ? Alem disso, esse pobre 6 o primeiro
que n'estes sitios recebe a nossa esmola..,
E' muito pobre ?
Oh'! sim, muito pobre e muito des-
gragado responded o mendigo.
Tome isto, irmao, disse Helena, dei-
xando, cahir a esmola.
Tern mulher e iilhos?
Sim, tenho tres iihos, dons rapazes
e uina menina.
Quanta misoria! murmurou Hele-
na.
Po^ bern, men amigo, replicoa Gas-
tio, mande-nos os seus filhos; minha mnai
6 a Providencia dos Pobres, o n6s os soc-
correremos q Oh nao 6 pessivel! nao 6 possi-
vel!
Venha pole menos ver-nos todos os
dias, e BOs Ihe entregaremos os nossos pe-
quenos soccorros, disse Helena. ,
We r:ei corm a frequetcia quo for possi'
ve1, mu nunh .me atreverei a entrar na
sua ptopiedade; estou tie miseravel, que
os reus &rrapos mettoriam modo aos cria-
dosdan sa;a co3mtude, confia. em que a
minha bo|a|^ me n ssar pr
aqui quando' c etierem. -
aaui nuasi todos os dia-


das


tomep.

ter sooc
;06 .UH


ro; ma, s e ao pa sa por
Sna o ochm.anw,, 0
o nem xi. .


inaresses d a republica esstivses pen -
tea do baso, nio se teria feito
zarra, seguida de maior slenciU. Ora se
cruzavam vocieracoes inarticuladas, ora o
sitencio era sepulchral. Cada vez quoi se'
abria uma list b que, se ouvia o nome da
Sra. Hanson e da. Sra. Oook, todos0 os-
Ihos se dirigiam, acompanhados de uma ex-
clamanAo ironica e -approvativa, para o re-
presentante Triplett, que sustentava a can-
didatura da primeiro, ou sobre o senator
Hallan, quo favorecia a segunda.
Hurrahs pela Sra. Cook! Hurrahs pola
Sra. Ilenson! -E era um chuveiro de ap-
plausos, de risos, de incidents de todas as
ordens, de tal sorto que, aproximando-so o
fim, e avangando os dois nomes por egua!j
58 contra 5., os combatentes dos dois cam-
pos, sobreexcitados at6 o delirio, aponta-
vam uns aos outros os punhos fechados, c
iam inevitavelinente chegar a vias de facto,
quando um cab:) de( policia, lanrando-se ao
meio dos dois, behligerantes quo esta-vam a
frentei dos dois tr), ms de combatentes, mrs.
CaIwLJd c R Jdoliff, v'iroui-osde pernas para
o ar, como duas cascas do nozes.
Houvt un moment), de co.nsiternacito, a
que succeder.jmun estronlosas gargalhadas.
Tudo cstava acabado; os dois choefes esta-
vain f6ra do combat, e os dois partidos
desarnmado 0 speaker aproveitou-seoAe
umn minute de trega-as para proclainar a ul-
tima lista. Estava prgaqla a peqa. Mada-
mine Hanse i estava el-ita e a reaco con-
tra as impresses violentas foi tao subita,
que, com a mais graciosa amnabilidade, o
representante Rideliffc, quo uni moment
antes se teria deixado csquartejar por cau-
sa de madame Cook, propoz que a eleioiO
de madame Hansen fosse unanime.
Dito e feito. Cada qual podia desculpa
dos seus deseomeodimentos, e a sessao aca-
bou no meio de unm perfeito !hm humor,
comn minuitos e unaminims hurrahs A candi-
data feliz.


i'W& ti r t.liie-:




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8 standalone no
fcla fda yes
!-- Diario de Pernambuco ( Newspaper ) --
METS:mets OBJID AA00011611_14980
xmlns:METS http:www.loc.govMETS
xmlns:xlink http:www.w3.org1999xlink
xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance
xmlns:daitss http:www.fcla.edudlsmddaitss
xmlns:mods http:www.loc.govmodsv3
xmlns:sobekcm http:digital.uflib.ufl.edumetadatasobekcm
xmlns:lom http:digital.uflib.ufl.edumetadatasobekcm_lom
xsi:schemaLocation
http:www.loc.govstandardsmetsmets.xsd
http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitss.xsd
http:www.loc.govmodsv3mods-3-4.xsd
http:digital.uflib.ufl.edumetadatasobekcmsobekcm.xsd
METS:metsHdr CREATEDATE 2014-04-17T17:13:02Z ID LASTMODDATE 2012-07-07T11:07:24Z RECORDSTATUS COMPLETE
METS:agent ROLE CREATOR TYPE ORGANIZATION
METS:name UF,University of Florida
OTHERTYPE SOFTWARE OTHER
Go UFDC FDA Preparation Tool
INDIVIDUAL
UFAD\renner
METS:note Created individual volume records and augmented METS file (Mark 3/18/2013)
METS:dmdSec DMD1
METS:mdWrap MDTYPE MODS MIMETYPE textxml LABEL Metadata
METS:xmlData
mods:mods
mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
mods:accessCondition Applicable rights reserved.
mods:genre authority marcgt newspaper
sobekcm newspaper
mods:identifier type ALEPH 002044160
NOTIS AKN2060
OCLC 45907853
mods:language
mods:languageTerm text Portuguese
code iso639-2b por
mods:location
mods:physicalLocation UF Latin American Collections
UFLAC
mods:note funding Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
dates or sequential designation Began with Number 1, November 7, 1825.
numbering peculiarities Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
mods:originInfo
mods:place
mods:placeTerm marccountry Brazil
mods:dateIssued Friday, March 28, 1884
marc point start 1825
mods:recordInfo
mods:recordIdentifier source AA00011611_14980
mods:recordCreationDate 951023
mods:recordOrigin Imported from (ALEPH)002044160
mods:recordContentSource University of Florida
mods:languageOfCataloging
English
eng
mods:subject
mods:hierarchicalGeographic
mods:country Brazil
mods:state Pernambuco
mods:city Recife
Brazil
Pernambuco
Recife
mods:titleInfo
mods:title Diario de Pernambuco
mods:typeOfResource text
DMD2
OTHERMDTYPE SOBEKCM SobekCM Custom
sobekcm:procParam
sobekcm:MainThumbnail 00011thm.jpg
sobekcm:bibDesc
sobekcm:BibID AA00011611
sobekcm:VID 14980
sobekcm:EncodingLevel u
sobekcm:Source
sobekcm:statement UF University of Florida
sobekcm:SortDate 666202
METS:amdSec
METS:digiprovMD DIGIPROV1
DAITSS Archiving Information
daitss:daitss
daitss:AGREEMENT_INFO ACCOUNT PROJECT UFDC
METS:techMD TECH1
File Technical Details
sobekcm:FileInfo
sobekcm:File fileid JPEG1 width 1000 height 1440
JP21 7338 10570
JPEG2 1414
JP22 7359 10406
JPEG3 1456
JP23 7226 10522
JPEG4 1457
JP24 7210 10506
JPEG5 1424
JP25 7357 10478
JPEG6
JP26 7427 10503
JPEG7 1439
JP27 7258 10442
JPEG8 1422
JP28 7297 10379
METS:fileSec
METS:fileGrp USE archive
METS:file GROUPID G1 TIF1 imagetiff SIZE 77647710
METS:FLocat LOCTYPE OTHERLOCTYPE SYSTEM xlink:href 00585.tif
TIF1.2
TIF1.3
G2 TIF2 76661494
00586.tif
TIF2.2
TIF2.3
G3 TIF3 76116638
00588.tif
TIF3.2
TIF3.3
G4 TIF4 75832798
00589.tif
TIF4.2
TIF4.3
G5 TIF5 77170960
00590.tif
TIF5.2
TIF5.3
G6 TIF6 78090296
00591.tif
TIF6.2
TIF6.3
G7 TIF7 75872062
00592.tif
TIF7.2
TIF7.3
G8 TIF8 75819088
00593.tif
TIF8.2
TIF8.3
reference
imagejpeg 678089
00585.jpg
715769
00586.jpg
736028
00588.jpg
698371
00589.jpg
656181
00590.jpg
643645
00591.jpg
660056
00592.jpg
693226
00593.jpg
imagejp2 9695436
00585.jp2
9572325
00586.jp2
9504060
00588.jp2
9468636
00589.jp2
9635941
00590.jp2
9750821
00591.jp2
9473600
00592.jp2
9467055
00593.jp2
THUMB1 imagejpeg-thumbnails 14362
00585thm.jpg
THUMB2 12459
00586thm.jpg
THUMB3 14001
00588thm.jpg
THUMB4 14110
00589thm.jpg
THUMB5 14752
00590thm.jpg
THUMB6 14916
00591thm.jpg
THUMB7 14093
00592thm.jpg
THUMB8 13622
00593thm.jpg
TXT1 textplain
00585.txt
TXT2
00586.txt
TXT3
00588.txt
TXT4
00589.txt
TXT5
00590.txt
TXT6
00591.txt
TXT7
00592.txt
TXT8
00593.txt
PRO1 textx-pro
00585.pro
PRO2
00586.pro
PRO3
00588.pro
PRO4
00589.pro
PRO5
00590.pro
PRO6
00591.pro
PRO7
00592.pro
PRO8
00593.pro
METS1 unknownx-mets
AA00011611_14980.mets
METS:structMap STRUCT1 physical
METS:div DMDID ADMID ORDER 0 main
PAGE1 Page 1
METS:fptr FILEID
PAGE2 2
PAGE3 3
PAGE4 4
PAGE5 5
PAGE6 6
PAGE7 7
PAGE8 8
STRUCT2 other
ODIV1 Main
FILES1


xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJNE1TXO8_RQI0V6 INGEST_TIME 2014-05-20T22:25:34Z PACKAGE AA00011611_14980
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES