Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14919


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Full Text












arn.. ..m.. dia.
ansd asaida


. .6000
* 244000
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-.,, ... ., -. 1" .. -, .'I
PAKA DInT0OS
Por seis mezes adiantados ....
Por nove ditos idem. .
Per um anne idem. .
Cada numero avulso, de dis a nteriores.


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EA DA ruovixN c ..A
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21000
. 27#000
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proprsbDabe be Ala-od Jtiuaia bee Lana & Sfilhos


TELEGRAMMAS



SB57IO DA .5E3;A 273

(Especial para o Diario)

PARIS, 21 do novemubro.


Hlontem deranm-se II novos CasoN
de cliolera-morbus, 1havendo 29 obl-
tos.

PARIS, 21 de novembro, A tarde.

As tropas francezas occupam Tad-
jourad.

PARIS, 22 de novembro.

Mohtem deram-se 23 casos noIIvos
de cholera, e 20 obitos.

LONDRES, 22 do novambro.

Divernos jornaes publicados esta
-imaniaA annunciam que Gordon-Pa-
*Ai inflingio uma sangrenta derrota
aos partidarios do Mliahdi debaixo
dos muros de Kartoum.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
22 de novembro de 1884.


INSTRUCCIO POPULAR


S v*'xDn=ac
(Extrahido)

PARlTE i
PROCESSES ESPECIAES DE FABRICO
I-VIDILA9A
(Continuagdo)
Fabricacdo.-Ha dous methods de tabricaVlo
de vidrava: am antigo, outro modern. Estes
methods sio : o de crown-glass ou do vidro em
coroa, e o do vidro em cylindro. No Diccionario
de Larousse vem corn uuita clareza explicados
estes dous processos;-e, auxiliados por elle, va-
mos exuol-os. Principiemrnos pelo antigo.
Depois de estar o vidro em fusio e no estado
pastoso, um ajadante tira corn a extremidade da
canna uma quantidade sufficient de material em
fusio e imprime-lhe um movimento de rotagao so-
bre a placa de ferro-a marnna. Depois do vidro,
fixo na ponta da canna, ter adquirido uma form
arredondada, o ajudante entrega a canna ao official,
que comeca a assoprar pars dentro d'ella, tendo o
cuidado de fazer girar continuamente o sen ins-
trumento pars que o peso da material nao altered a
form do bilao. Quando' a massa eativer suffi-
cientcmente dilatada, o operario solda uina segun-
da canna no fundo do balao de vidro e destaca a
primeira. 0 balao fica assim corn urma abertura
na sua part inferior. Augmentam-se as dimen-
saes por mAo de urma pranchada que se Ihe intro-
duz. 0 opcrario continue poremin a fazer girar a
canna, e o vidro toma depress a forms de um
e6ne truncado, que se along cada vez mais por
effeito da rotaioo e acaba mesmo par se transfor-
mar em um disco circular. 0 operaro colloca en-
tio a placa sobre urma camada de cinzas quentes
e destaca d'ella a canna p9r meio de uma leave pan-
eada. Estas places da vidro assim preparadas,
nao obstante offerece*ein muito brilho, por serem
muit plant, teem o defeito da poquena dimens.o
Sde umua species de salieneia que se nota no seu
Sceatro.
Debette diz a cstj resp2 it: As vidrasas
d'este modo pr'paradas apresontam no centro um
nucleo espesso de um effeito desagradavel; se s3
fizer desapparecer este nuelco, cortando-o. nao se
obterA senao vidraca de pquenas dimensoes, polo
menos n'estes ultimos tempos em que se chegaram
a fabricar em Ingraterra places earn lm,72 de dia-
metro. Estas vidravas possauen urn brilho perfeito
que nao se oncontra no mesm, gr~in na vidraca,-
cuja superticie nunca 6 tao plans,--feita pelo novo
processo, alias muito preferivel considerado sob
outros pontos de vista. ,
(Continua).



PART OFFICIAL

.' C6pta.-inspeccio da Saide Publics de Per-
nambuco, em 17 de outubro de 1884.--Iln. o
ax.n. Sr.-No dia 5 do corrente, examine em to-
dos os compartimentos o Asylo do Alienados, site
s Tamarineira eo venho dar part a V. Exe. Jo
que observei e prineipiarei polo ponto mais impor-
tante-a evacuaeio das materias fecaes.
Contimna ainda em service active o mesmo sys-
tems do tanque impermeavel, pars ondo correm as
materials fecaes recebidas nas latrinas ; e como 6


grande a quantidade d'agua precisa para se con-
servarem aquellas em um certo grAo de limpeza,
muito a quem do desejavel, logo que se si p iue
que o tanque esta acima de meio corn receio de
que, augmentando a pressilo, elle tomrne a arrebentar
como jA accnteceu urma vez, faz-se a extracgio das
materials pela parte superior pars screm lan-
gadas sobre a terra mais adiante, ou serem cn-
* terradas.
A' poacos dias se havia feitoe csse servivo pars
a qual na'o ache classificavao poseivel na epochs
actual dos cnhecimentos humans, e ainda
cheiro que se sentia em redor do deposit) era tal
que s6 por cumprimento do dever se podia appro-
x:inar delle.
0 director do Asylo e a enfermeira assevera-
ram-me, que quando so faz a extracglo das ma-
terias o fedito 6 tal que chega a produzir tontices;
e penso qne to4s acreditarLo facilmente nisso.
'aiTambem assegurou-me o director que a poucos
dias urma comminassao de engenheiros havia estadc
p estabelecimento a ver o meio de se remediar a
: -tao grande mal.
Os divercos repartimentos d ) edifieio awsi'-n-3
-4 em estado de aesio, quo s6 por um milagre pod:
er obtido, visto estarem em eominum nao t6 oi
homens como as muleres, apenas separados en
algis cubiealos uqre'les que eat& agitado
*g jatrta d s outroe. Logo que p aaea a xci
gnu aias do sot.ow B as e mao he epa ARo
aF o maMs dos epilepticos.
P.... nb, asquee0 que ao ujeitom a ntufase
,-,,- w.wulft D"SO For bwa


71M,~uw wiqh ea n> da neftadaa
**^ I^B I~in oaa~nfo~oean~iamtaut(


para a ralt-. de asseio de que por forqa se ha de
ressentr o ostabelecimento.
E 6 realmente do admirar c)mr so acha cite
limp) apezar da cu-ia acim-i mcueionada.
Ainda at6 hoja nio se tern procurado fazer a
selecqao dos aliensalos contorinm a qnulidade e
grAo da molestia ; e 6 evidence que lisese exei-
tarn promiscuamente, eoem lugar de propenderem
para urna curs, pelo contrario encontram no esta-
bic-leimernnto moitvos p. ra poiorarein de seus
mIles.
A applicaglo dosses infelizes ao trabalho, ao
estndo e ao cultivo das belli artes muito con 'or-
reria para a ebteniao'de WoMior-aumero deo curas ;
szndo mesmo certo quo'o trabgajh desses infelizes
pods dir algum lucro. ..
Esse system 6 de nuitda aauMs adoptado em
tcdos os grandes estabelecimentos desse genero
quer na Europa, quer na America; e consta que
elle tern tide grande desenvolvimeato no Hospicio
deoAlienados do Rio de Janeiro.
A major part dos alienados existcntes na Ta-
marineira pode trabalhar corn proveito; e e de
lastimar que duzenfos e tsntos individuos estejam
o dia inteiro desoecupados e uno fazendo mais do
'que prejudicarem-se recipocramonto.
Penso quo era tempo de sobra de se tratar doss2
melhorarnmanto imprescindivel, no escado actual
dos conheeimentos scientificos, para d.ir urna nova
vida a tao nmportaute Asylo,, e nada so obterA
emquanto sa nio fizer a separacao dos doentes
conform o greio e qualidade das affecc5?s.
Hospital Militar.
No dia 6 visitei o Hospital Militar e achoio-o
em total reboli.Xo, pois qne se estava tratando
de sua pintura e caiacoo e pequenos concert s
prestes At sua terminacio ; as eofermarias porein
estavam em boa ordem, e couvenientemente ar
ranjadas.
Quanto aos apparolhlios do eosgoto foram substi-
tuidos os velhos por novos ; e ua hora da miniha
visit todos tinham muita agua, de tbforma que no i
exhalavamrn mao cheiro.
Quanto ao mais que lembrei em mneu relatorio
de 19 de marCo deste anno nada se fez ; Fo:s quo
os apparelhos continuam no mesmo aposento, i
quasi debaixo das enfermarias, e no mesmo nu- 1
mero; de sorteoque logo]que haja descuido na lim-
peza, iles adquirirmio as minesmas qualidades dos
anterios e em pouco tempo serto tGo encommodos (
carno elles. (
Qnartel do 14o batalhio de infantaria.
No mesmo dia e em seguida passed uma revista I
minuciosa ao antigo Hospital de Jerusalem onde
se acha aquartellado o 140 batalhao de infan- I
taria.
Tambem achei-o em concertos que stiao e serao E
interminaveis, porque o edificio e muito velho e I
construido A moda dos seculos passados, e a excep- ,
9.o do grande quintal nada ha alli que seja apro- I
veitavel. I
A prova 6 que se tern gasto immensas sommas E
do dinheiro, e sompre o estado daquelle pardieiro c
6 o mesmo invariavelmente, porque quando se re- e
months de um lado, jA apparecen desmoronamentos
de outras parties. A' pouco desaprumou-ae a fa- 1
chada da trente c tendo de ser reconstruida, ao t
menos por amor do embellezamento d'aquella bo- a
nita estrada, nao se respeitou o alinhamento que ,
temrn os importantes sobrados novas que Ihe fieam a
ao sul, quando talvez dentro de pouco tempo to- c
nham do ser demolidos tambem os dous velhos so-
brados onde esteve a Faculdade de Direito, que c
devermTo nossa hypothese do reconstruidos de d
conformidade corn o piano da cidade, e come vai h
agora a reconstruciao do quarrel, nunca mais so
alargarA a runa n'aquello lugar, o que realmente d
faz pena. o
As latrinas tambem foram substituidas, ma3 o
nem as mudaram do aposento em quo estavam e F
quo fica na frente do quarter e ao p6 da cozinha ; d
nerm se collocou o tanque d'agua que tambem nlem- o
brei no dito relatorio. Tendo encontrado agua no
hospital military, A mesma hora quasi jai achei os t
apparelhos do quartel sem ella. Nlo crcio que F
continue o estado de limpeza actual dellas que 6 c
devido so6mente a torem sido substituidas a pouco f
tempo. Logo cstarao no mesmo p6 de desasseio L
anterior, pois sem agua em abuadancia nao ha \
limpeza possivel. s
Tenhb estudado eate aatiquario convento desde
1845 c em todos os relatorios quasi sem excep ao d
tenho lembrado o quo me parece convenient para a
tornal-o um estabelecimento digno do uso a que
elle 6 applicado. Ainda no relatorio de 20 de t
agosto de 1878 exprimi-me a seu respeito nos se- r
guintes termos:
,, Quartel do Hospicio. Nada pease ascrescen- c
tar ao que tantas vezes tenho dito a respeito da |
major pArte d.s estabelecimentos publicos. En- [
tretanto julgo de indoelinavel neoessidade chain te
a attenaqo do governo sobre os estabelecimmntos t
quo siao dA competencia da administraes geral e
pari- os quakes sao de ab oluta neoessilade provi- (
denctas de ordem superior. c
,, No se pease que par isso mesma que em tem-
pos passados etes estabelecimentos serviram miii I
ou menos, hoje elles devam prestar da mesma ma-
neira; 6 um ongano complete. Corn o crescimento
da populacao crescem tambem as oausas de insa-
lubridade, e per conseguinte faz-se precise ttr
sempre em monte garantir a salubeidads pulliet
dos ataques quo Ihe fazem as condigbes que s3 o i
ginam da agglomeracio de gente, como disso nao
ha quo duvidar. Se a niuguem 6 permittido to- I
iher os vdos da scieneia, 6 forgeso satisfazer mas


suas exigencias e obedecer Ihe em todas as suas
ordens. Antigamente tolerava-se um quartel sem
espaso sufficient a ar renovado idfcessautemente;
emfim sem propriedades hygienicas que hoje a
seiencia requer. E' precise acompauhal-a e satis-
fsizel-a.
a Em toedes os relatarios anteriores tenhe des -
cripto as pessimas condic5es em que se acha o an-
tigo Hospicio de Jerusal6m que serve de quarter.
Propuz coma providencia que me pareceu muito
acer-tada que o governo mandasse levantar um
novo edificio abrangendo o hospital military, qae
tambemi de nenhumas condicees hygienicas 6 do-
tado e assim ficaria um grande aquartelamento
corn sufficientes commodes parsa um regiment.
Desta form it-se-hia coastrtir o hospital mi-
Slitar em uQn lgar apropriado, e o quarter deixaria
8 de ter o inconvenient da visinhanesa do hospital,
e o governor certamente deixaria de gastar avul-
tadas sommas todos os annos corn o quartel do
Hospicio sem nunca obter delle vantagem alguma;
E nunca passari dc batxas coxias, muito escuras,
Siral ventiladas e sempro cheias de barrocas r.o
0 chae, que 6 um viveiro sempiterno de insects do
tole genero. Infelizmente ainda uina vez a pra.
Sticks vem demonstrar quo nao era sem fund-manto
a minha lembrans, aconselhando a construcciAo
Sde um edificio corn sufficientes accommodaoces
para dons batalhkes. Corn a chegada do 10O ba-
a talhio de infantaria, o unico lugar qu sae achou
pars dar-.lhe quartel, foi o andar terreo do hospi-
* tal military; e o president da pruvianeia, apezar de
Sreonhecer que erm juat.A as razbes que Ihe aprc-
a senate no ofio quae Ihe dirigi, mostraudo od gran-
deo inconvenieates dee aqsartelamento, at6 o
presented n ao achou onde oollocar o batallhe para
1 deixar as salk infeotas do hospital military
0 Ainda agora eti a terminar a cnstruclo de
St in pequea cas; stinad i A pr s lo ce:lailar pars
os soadados; e, como a u easas da music e atras
1 mais pequeaa, oesti Uls f6ra do quadrilogo,
o conetituido p* avelbantado edificio, e iao ha ne-
oseidade do rade esofr r pra me sonheeoer qusn-
'g to e imonveoieste e m o pegoso a s&n oso
s -" nqMMu aifia. war an diz"er d= i
r 1 d b)in, hI. d.t wr Menaa i we..
Sis~~aMita Room d"ra vx
L- tesj dteb& mJ Atifo4d a 1=
>, ae tfte ^j|^|^ iiRN^


q'e so ese.Mo fazendo, nad:i teria:i a dizer senAo enr
aibono do co.nminando e ofllialidade do Batalhilo
que slo ineansaveis cm pronurarem o contorto di
soldado. A pezar de tantas reclam-.ia9s ainda sc
nio mudou o tijolo, que de fraco, e tales mesmo
d( ml qualidade, nuj offereco cloinement) algum d&
solidez.
Quartel 'Io 2.o Bat.lhb.) de Infantatria.
No dia 7 pprcorri toast i3 :sldiviiu''3 dai f,)rAlezi
das cinso Pontas, onle cstoA aquirtelado o 3.' B t-
taI.llo do Infantaria; e c)nm.) estvain ternmina-o.o
os concertos, caiavlo e pintura poI.c-se aprecia.
devidamente o desvelo comn que o Command.n'.e c
otiiciaes desse batalhilo so applicam ao tractamin'c
do quartel ; o quo observei faz cror que aurma nova
6ra desponta p.ara o s)ldado qi, ,aiuda a bem p)uco
nao passava do onto menos digno de considerageo
e apreoo-A minha visits durou quasi quatro ho-
ras para examiner tudo corn minuciosidade e at-
tenvio e nada encontrei que nu.o estivesso pcrfi-
tamente zelado. A arrecada9ao do fardamanto a
equipamento 6 digna de ser observada. Ella osta
em um vast salao, onde os armarios elevados a
grande altura admitted immensa quantidade do
objects e tudo so acha ali a rrumado corn gosto
P a melhor ordem; e o que nao cabo nos armarios
achba-se acondicionado cm caixoes.
Este salao 6 no andar superior, que nao soffre
da lumidade, come os inferiores, que estio muito
abaixo do nivel do terreno, de sort quo quando
chovC, as aguas se infiltram pllas paroles, o ha
occasiao cm qua correm por ellas abaixos do tal
sort que devendo-se preferir os aposentos sup3-
riores, par screm o iscntos da humidade papa resi-
dencia dos soldlados, os inforiores por causa do ex-
cesso d,ella tao bern nao podem servir pars arre:
eadag5es, porque os objects se cstragariam muito
ldepressa.
Acabados os ta-s chamados concertos que n1o
passam propriamnete de uon limpeza nas paredos
e nas portas, a briosa offlcialidade do batalhao pa-
rece que nao tern so oecap Lo se nlo cm tornar o
quarter digno dle urma visit do quern quer que seja
o mais exigente.
A arreeadaslo dos generous alimenticios foi exa-
minada encontrando todos os generos em perfeito
estado e do superior qualidade.
Era urma hera para duas quando deu o toque do
rancho e para vel-o fui coavidado polo comman-
dante e oficiaes presents e acheio-o compost de
arne fresca ccm batatas, geremum, toucinho, um
prato de arroz e outroe de sopa e tulo muito bemrn
preparado e corn o necessario aceio.
A falta de agua potavel por mirm notada no re-
atorio de 4 de Fevereiro de 1875 e seguinte foi a
pouco preenchida construindo-se o necessario re-
servatorio pars receber a agua da companhia de
Beberibo assimn como banheiros para officials e
soldados e tanque pars aestes lavarem sua roupa :
)orern ainda desta vez foi esquecida a regra da
hygiene, que diz-que nilo se deve tractar de um
abastecimento d'agaa sem pensar que a evacuagao
l'ella depois de servida, e um complement neces-
ario d'elle.
Assim as aguas que sse esoam dos banhos e da
avagem de ruopa s aio langadas na Area do quar-
el intra-muros : e 6 bern de supper que d'aqui a
Jgum tempo mais, quando-se houverem de accau-
nular, decomponham- so e produzam mau cheiro,
assim como desenvolvam os insects que se geram
orm a corrupa.o das aguas.
0 mesmi acontece corn as aguas que sahem da
osinha as quakes seudo evacuadas dentro do fosco
ta Fortaleza constituem um pequeno lamasal ja
bastante desagradavel a vista e ao olfato.
E' precise quanto antes fazer um enoauamnento
lessas aguas e das que sahem dos tanques em que
Ds soldados lavam a ronpa e tomam banho ; e como
Ds encanamentos da Companhia Recife Drainage
passam abi muito perto, penso que nio serA muito
lispendioso dirigir todas suas aguas servidas para
o cano principal da Companhia.
As latrinas tambem foram reparadas a poueo
empo, e 6e de lastimar que aehando-se ellas tao
perto do castello d'agua da Companaia Drainage,
alo tenha sempre agua em abundancia. Mas essa
salta e suprida pelo zelo e esforgo dos officials do
batalhao que mandamn limpar as latrines varias
oezes por dia ; e so6 deste modo podein conserval-
s .no bom estado em qne as encontrei.
Acham-se construidas pequenas casas de ma-
leira no fosso da fortaleza, onde residem alguns
oldados que sao casados.
Ha corn effeito eompleta limpeza em redor de
odas ellas, o que faz acreditar que nao podem ser
tocivas A sauide. Existem algumas caeiinbas ca.
radas no mesmo fosso e como dellas extrahem
)ustantemente grande quantidade d'agua para
avarem roupa, parece que tern perdido a maior
)arte dos saes que as tornam improprias para esso
sister, pois a groups flea me'alto alva e limpa das
nanchas gordurosas que adqurem no use diario.
Provei esma agua tirade mmaediatamedte da ca-
limba; eoahei-a corn tio poueco acid) sulfuroso e
nmtras sales, que julgo que descancada trees dias
ill-i servirA pars bcbor e coscer s alimrntos em
altss do outra mais pura.
Depois de aude observar, tudo achei digne de
elogios e outra cousa nao era de esperar de offi-
ases que se compcaetram do interesse que me-
recim as seas subordinados.
A oflicialidade do 14o batalhbo tilo distincta
woe a do 2 provavelmente par mais que esgote
seus disvelos e boas intenji-s nao chegarA a por
) sen aquartelamento no p6 em que estA o do 2o,


porque os tectos baixos, sem ar, sem luz de que
se compbem o antigen hospicio de Jerusal6m torna-
nario inuteis os maiores e mais bem in tencionados
esfercs, que elles empregauem em favor das pra-as
do seu batalliro; e nao so o quartel comoo hospi-
tal, o que 6 possivel fazer em tilo deafstavoraveis
conJic5es, attestam que ha um zelo inexcedivel da
part de tao bons servidores do estado. Eu lhes
tribute todo men respeito e admiraeao.
Quartel e enfermaria do Arsenal ie Guerra:
No dia 24 do corrente visitei o Arsenal de Guer-
ra e espeeialmente os commodes que estio desti-
nados aos menores e aprendizes.
Encontrei quasi tolo o estabelecimento em
obras estando algumas ja terminadas.
Os mteuores sao actualmente em numero de 50,
e pnr conseguinte as accommodagsoes quea em ou-
tro tempo eram insufficientes pars 100, hiojo sio
bastante pars esses cincoenta. A sala de dormi-
da esti quasi prompt, faltando aponas urma barra
que em outroe tempo pintaram do pixe e hoje estil
so deitando abaixo o reboco para fazel-a de novo
e pintal-a a oleo.
EstAo se substituindo as pequenas camas de for-
ro por outras maiores de amarelle vinhatico tor-
neadas, o que muito meihorarA o aspeeto dedss
aala; prinacipalmente so coliocarem alli alguns la-
vatories e outros moves necesuarius para o servi.
go90 dos meninos.
Continue o dormitorio dos maioras que sio ace
tualmente 25 no mesmo lugar em qua era em on
tro tempo, e 6 tie baixao e to pouce ventilado que
s8 nao fosse somente aproveatdo para dormidi
custaria a supportar-seoe calor durante o dis.
Na enfermaria existiamA 7 meninos eujfs moles
tias sio de pouca gravidade. A sala 6 sufficient
para quinze em easo de neemssidade. AeWb-*
mnitolimpa, mlo s, as paredes eomo no assoa
lho: os leite tambem se achavam preparadoea com
[vienintemeta: am tade se peroebe zelo e enkis.
do.
Aisisti a distribuigo de jantar. Comquanto an
mnfornase o mantr dos meainos quo elles tt
aim90 soMlido, coan-alot me pa mito exi ia
a quantidade de alMn;o de que com ets a refi
dd meio da, p paete o rtigo Car

pnqu ., nms ,'..Ms-tor.SO IW,
{oade urrcadp ums nsbstilm
dea eleaento s epwore e nao toad. p
'. t l T *r II


i'bilide de obter algures outro qualquer recurso commissao nomeada pela presidencia pirnca estu- c .s deste estebclcmnoto. Cmnpm-o ,,, d '
r -> -, i Tes>- 1-^ U a t; t 1):IiaiL' cvi neio. lCninpr.) InelI ric-
*, alimojar, 6 precise que os que se lie do sejam d.ir o estado sanitario dla Casa do Deteni em 7 o e 1 ae in c-tnau e l em fzn t, as 1 i is rti-
o su ficntes p tra supprir-Ilhes as perdas inucessan- de jtmiho de 1882. -s .rt u q'a, ,/, ni a iu l ,, l:.-
1 tesa uo estaosujeitss. Parece me muito peque A pmova real dosta venrdid," 6 quo .-S press reigir; c ia.m obstante pr. cis, tralitar Za
o na a uantia que se destina pra aliumenfos e ves- qine se occupam d!r qu.6iluer tralb tlO, e prinli- n,- i p ,t ,, ,,,.il. Cainiilean:.-
e tuario4 marcada na tabella para occorrer a todas palm,?nte aquellcs que gozarn da facuMmado do o _-) ri,-). 'o dnl e d u rn'ita- acham-s. cie. i,, de
ais deapezas corn o sustento dcsses educandos, de ftazercin na pequena oticiia q,:u exist: dentr,:. d.)s novo c Ia ."-uumIn inm 0 ,.: 's-i.-. caia.i)
cuja qlassc tom sahido tantos ciJ.laLos uteis ao muiros f6ra da prison dispoern du nuna apparncian radio deI lcite.
S paiz.** uint.) mais agradavel do quoi, aLU,-1.ll.s qiu viverm As ontf-_'nmrni.sri m; r z.r .I-,'-.a t r-' a-
Cow a :.pp'.icas ao quo se deu ,'I part do) edificio en errIa-dos nae cItls, im n v is emtr,-gues pro- dino 1,0i, d e a.-, ,rrg ,a., cnn ui iaf anwa
o de fon- ceioao ava a Rl-ela -o parn ahi se estabele- vav,-l:n.nte its stui elox o Ls sulm-oe -a su viIl.t '. d i, mim l a r t cmi lt. in It rn
Scer a Paciuldade do Direito, o director do Arsenal tura. .s Lt 1 rZ jmLrc utmea un au j '-, t, ,-'t..'er' elavd
Sde Gutrra vio-se obrigado a munilar os apparellios O)s priti.,-os ost itmait a"e. c'.rm, forc.a o pdisposi.- ;i i ia em rti! .t mr i 1m .--1 ain .1,: ,o
Sde gymaastica que esatavain no pateo da academni.t (;o pira o mo.)vimrnento : os-i Sr.guind. Cst.' d.l,:e)ra inct..'..
i para o grande p iteo do Arsenal qne ap nas era i.tS, fl eccilo e scm aniai it,'u. I d. s Iaf,n ) ,11,i> t '..Lina, d tajl .i ,1.
occupndo por objects imprestaveis do trem do Nes,. p.erecer presented A. presiluciae p la pcdc epnchiel-os por meio dina h ^i. ,bit a
guerra. conmissao nomeada puara estudar as condi5es uar de um prcessoo T,u, ;.im in,n it,) i,01:0 as-
Assim tern as meninos esta distraecyo, pois que hliygienicas da Casa do Detenoio c proper as me- sc-iad, i dam lgar A ,:mrup) 'Iguaj-lo n
Ihes felta um campo onde commoLndamente possam didas convinhaveis a tomar a fnim de as melhorar, se acautelando por meio0 coavcnicntes tornar-se-
fazor cxorcicios, salt-tr, correr e obter outros di- a c mmissao csformou-se par a tornari 1)n paten ha prejudicial i safde. Como todos sabemin, a agu
vertimtnntos proprios para des nvolverem as for- toe a necessidade de einpreg-r os pr33ss em tnra- da comp.a:hia de B-beribm apenas attmzo, ;vs re-
9as 0 U'quirirm robustez. balhos quo desenvolvessenm as forces physical ce servatorinos que cstio ao nivm l ou on pU.-u c-mnL do
A' ekcepao do sobrie jantar tudo mais encon- que lhes fornoecessem meios d obterenm nin all- solo. Em comsequciciae dc-*e dot-i.: c)a.trri)-e
trei digno de apreco de encomios., menta9ao reparadora. un grande rcoscr!titoliU ao rmcz tdlo ,clb *-u ,-ta-
Por felicidade as latrinas agora fazem uma ex- Nada posse acrescentar a esse parecer que foi o des do Jicio u i r va
cepylo as dos ouatros estabeleeimentos militares. o resultado do accurado estudo das eondies d: a agua pars os tandues das tr-.tcciras m.lemrisIdpor
As bs ,mencres forem mudadas pars um pcque- Casa de Detena.o, cujo paecado principals c ter si- Me1 de bomnbas; com o acitl i disc : ms cstan-
no ap, cato do tlha v1, em cujo torto vai o zelo- do construida par-i ura pnrisao tcmporan i t d- do -lies s r toracir%-m, c l-v l io a agu -(m a tldes
so dirttor maudar fazer urna pequona agaa-fur- pois ser convertida em iurns casa dc cupriptr sen- cccos pars too s apentoe C o gr.,,c nu-
ttada rafacilitaro arejo: em vez do oito cello- tea a ; ter side calculaa p ira uin 1p jeuo mnui- mcno do inJiviIuie quo c-A ii),p-OZaii n :' e
cearaubmento quatro; mas come propuz em ina mnero de individuos, e actualmente sr a-gglome- outros sorviyos do mesm;n &a, tir a tat do
citado bfficto fizeeraminua separaio de taboas en- rada c m o quadruple e as vezes o quintuple do rcscrvatornio introduziudo nll r vazillas e .uic
tre uma c outra do form que cada umrn pode estar que devia center. qi:'I I)UcO limps, levmn 1i g 'rinm *i n- ivmi a-
a seu goato na que occupa por alguns instances: Entretanto estariamos conteutcs se fo.sen s- organuismIo que, nconitrai :lii f cnravl.is i -
assimn tambem a lavagem de quatro'6 mais facial do ses somente os motives que prjaudicassein o csta- s p suen prcercatm;-Z), e1 ),ucm tonp, t. ta-
que a de otto. Estavam provides de abundante belecimento. A ellcs se ajunta o abandon c- mia ga c a tornere neci'a L ur
supprimento d'agna e i ssegarou-me o director que que vao ficando'os estragos eausados pelo tempo neecsieala c.lic- ie a.ontil,1re n cnann-, i um-
quando alguma vez faltava agua mandava-se avi- e polo uso, e oue desenvolvendo-se dia por dia, ficiente sobre a sipertilic id : --ervat rmm p a
sar acompanhiae ella immediatainmonte providen- chegam a uma altura de difhicil e custosa rcpa- arejarem constantemene c i:uapidircmn :i utma la
ciava pa.sra que a haja. io. do inisectos c outros objects que ploleim ser darn-
A do official, commandante da companhia, tain- Na oeccasiao ein que foi a Casa de Det.mnio eos, sscntar torneuras polis juts c c-xr
bern foi encoatrada em estado lisoageiro; por6m examinada pelos cinco medicos Ja commissao ja hrissea magca e so imnpedissc que deomao .tcv-
as duas dos artifices preccisam ainda de alguns re- ella precisava de profimldos concertos, ou antes torio so introduzisscm vasillaas d,! tole a c-7oie
paros que vio ser cffectuados em breve tempo, de reformas. Alguns delles form feitos porquc o uos poueo limps. Que soae "o fallalse -n
Todas as outras dependencias da Arsenal ondo cram deabsoluta recessidade, por6n os a de inis na faltade oasscio, era isso mais quc sutfli.iento.
jel estavam concluidos os concertos, estavam rnui- urgencia por sua rclaao immediata coin a sa'ded Tvo do suspender o nacu exemni c-m i n.mi, <.,mni-
to limpas e zeladas, o que 6 sem duvida devido ao dos press, estes ficarain no mesmo estado. Os m el par-s ir ssistir i distribuii o I-. jantar.
interesse que tern poloeestabelcimnato o soeu in- apparelhos de latrina estio todos cstmagados c Nio posso deixar do infermar mninueosareate
telligente e active director. desenvolvendo um cheiro insupportavel. Os oie- a V. Exe. do quo observ-ci. Nessc dma inmelizuwn-
Quartel do corpo de policia: canamentos que lies fornecia agua, estao todos to a remteico cra de earn, fresci. p lr,mi tlo i),-
No dia 15 examinaei o edificio em que se acha estragados : nao funccionam absolutamente. quet quantidade que 6 impssicl que um n-
aquartellado e corpo de policia; que, come quasi precise carregar agua para laval.os. Sehouver dividuo se alimente corn ella. A ramio csoA cal-
todos os cstabelecimentos publieos e o resultado a infelicidade dc se entupirem es canes que deo culada cm 360 grammas do peso: devendo a quar-
do aprovei~amento dos antigos conventos. Este agua para o raio ere leste, ntaoe o trabalho ptira ti part ser dc ossos, a came flea rcduziita a 270
era tambem um pequeno convento ou hospicio, e levar agua a todas as cells ser a excessivamacnte grammas. Parece-mo que nimnouin quert pen-
foi primeiro convertido cm hospital, e depois cm penoso, pois que ja nao 6e peqtoeno tendo do I-: s qu pars Cas e d)tciaio se frnea came
quarter: foram pouco a pouco tazendo accommo- val-a as s dous raiosdo norte, cujos tanques ja muito gorda e maito sadia, ,liaulo n,;s sa)emosi
daises de sort que sacrificaram o pouuco espa5 o nao podem center a agua, porque o registry quo- que pasa noss asas en certos dies vero cae
que havia corn a construcao de comp.anhias, ar- brou-se, e nao foi mais possivel obter 'a sn repo- quo so manda deitar fnra nao ,; poer sna extrenma
recada9Ses e sala de jantar de sort que ficoa tude si0o, sonedo aliAs um reparo esto de tio pequena magreza com,) por sua adiantadet decomnp sioa,
acanhado e sem ar, reinando durante as horas do importaneia, e facil de fazer. devido sem duvida ao estado gravemente morboso
sol um ealors brasador que6 as vezes insupporta- A conservalao daquellas species de latrin:is em qu ee ia geado nesta cidade. %Ee n fercil
vel. Tudo 6 pequeno, tudo 6 improprieo e tudo sof- sem syphao e sem agua 6 o mesmo que nao que- imagmar a que ficari reduzda ae quantidade de
fre falta de ar. rer nunca remover d'aquelle estab.leeimnento as 270 grammas de cane magra e canusada )a ,hoe.-
Corn quanto o corpo de policia seja muito nurme- poderosas caisas de infeccio e de empobrecimnen- to cozida em agua para fazer calo: 6 e:,nn feli
rose, corn tudo no quarter as vezes s6 param as to do sangue que acta m incessantemenute sobre cidade que essa parea Tntits esteja adcreic-aa
prasaa que v6m a cidado buscar sold ou trazer a vida dos press. E' eonfiar s6mente da lei pro- corn num pedao de osso amarrado comn urn cordel.
officios, etc., etc. videncial encerrar sete a oito individuos em umn prquede outra forna so podia acreditar quo q'a-
Nio obstante ja ter per vezes feito minuciosa espaO o pequeno e sem communicaiae corn oar quer individuo a engolisse dc unima vez.
deseripco deste quartel, ainda no relatorio que exterior durante a noite, e fcchar a pequena ja- No parecer de 5lb do junho de 1o.S3 aprescatadt
apresentei em 4 de fevereiro de 1875, tornei a fal- nella para nlo so sentir o vento frio da madru- 5 Presidencia propoz a commisslo que sc elevasse
lar da falta d'agua e de esgoto, e fago votes para gada, porque a maior part dos press nao tern co- a Qeo d came f-esca a 500 erammas e o pio a
quo sejam suppridas estas daas imprescindiveis bertores, e a muitos at6 falta a r.)upa do corpo : 400 grammas pars ahnooo e outras 10i par- a
necessidades, pois os soldados nao podem star o que hbo doelles respirar ? os gazes e a. humn- eeia. Esoas races poderiam scr sufficieuntc prn
sem a pa no quartet, e menes tambem ficarem re- dale jA tlo repetidas vezes respirada e exhalada conservar os presos cm um cstado fivoravet de
wdas iao adeterminade a" matorias fecaes; por 400 oua 500 individuos ? E que oxygen ho beorn star; porem corn a que se da actualmrn te
c mo 0 1 aconteendo, edisso result grave pre do elles obter dessa atmosphere humida e cor- Iles nieo podem deixar do ficar fracos c abatidos
juizo .-kga os soldados e para os visinhos desse rupta ? Certamente o estado anemico e caroavel e sujeitos a adoecerem pela mais insi-aificante
edificio. a todos os padocimentos, que cs caracterisa, 6 o cansa.
Antigamente usavam os cubes de madeira qun resultado necessario da falta d)s principios vivi- Actaalmente bom o estado sanitario. Se hou.-
se iam despejar na praia defronte do quarrel do ficantes. ver augmentocosideravol da populaelo i pri-
14P batalhlo de infantaria, ou la para as bandas N o estando actualmente a Casa de Detenuiao so e um inverno rigorosoe, havemos do ter prova-
da Estrada de Jobo de Barros : pornm a vista de tao agglomerada coma de outros vezes, comtudo velmente a dosenvolunao do beriberi com., ter
mnuitas impugnaa5es a esse pessimo systems de se nota grande desproporlAo na divislo dos pre- acontecido nos annos passados.
incommodar aos mais foi abolido esse uso ; e fize- sos. As cellas do andar terreo sao destinadas a Af6ra os defeitos apntados e que d vcmdm e st-r
ramn em um quarto urma cova para latrinas, mas dous press. Nestas quasi 6 impossivel deixar corrigidos quanto autes, naj s,; parai quae n'to se
cheias ellas e nao podendo ser evacuadas, adopts- de cumprir o preceito d3 regilamcnto, tIo peque- tornemn mais graves e mais difficeis do rcmliar,
ram outreo systems ainda peor, qua toi cavarem nas soe ella,;. As cellas da segunda e terceira comne tambem para que nao estejam concorrendo
buracos em um pequeno pateo, onde em outro tern- ordens foram calculadas para cinco press : em pars a insalubridade do estabelecimento d tudb
po se fazia o refeitorio do 60 batalhbo de infants- cada uma dellas se encoatram seis, sete, oito e ma:s s3 acha zelado e asseiado quanto 6 pissivel
ria, e nelle ent6rrarem as materials fecaes; de at6 nove. JA se ve que havendo apenas cinco ca em mn edificio que foi destinado p-ira uns fias e
sort que esse servigo se fosse feito em um espa- mas os restantes hilo de dormir sobre o chao, que quo 6 applicado a outrm muito diffcren:c : e que
90 vasto e cornm as nacssanrias cautellas podia dei nao 6 de madeira, mas sima de cimento ou asphltl- lm diso pccea par mitos defcitos d.i priinitiva
xar de ter inconvenientes, mas o espa9O 6 peque to, e portanto trio e humido. construccao, porque -lie foi copiado pravtevelnma-
no e sem ventilasilo, e creio que nao se die ao tra- Nao 6 precise domonstrar quanto cste ajunta- to do algum dos earopous, sem quo Ihe fizesscm as
balho de fazerem as covas de profundidade safEi mentor de tantos criminosos em um so aposento m:odificSes cxigidas pela nossa tomienratimra .'.t-
cieute, do maneira que quando se vai entrando tern de pernicioso para o melhoramento da sore mospherica quasi igual do anne a anne c varim.n-
no quartel aento-se logo um cheiro muito dosagra dehies, e para a sociedade a quem elles sbo teo do tambom pouco no grio do humidade.
davel e intense, devido As material fecaes que pesados, porque os tern de susteutar, depois do a Esaminci tamabem os gencros quo se aciavein
soo revolvidas, antes d ceomplatamente extinacas term offendido em seas vitaes interesses. A so- n arrecadacio, e lobs cUes etam de boa quali-
pela terra, ciedade 6 obrigada a separar o criminoso do sen dade.
Come se tracta hoje corn empenho de medidas seie ; a a manter a suna existeacia, usando de al-
sanitarias, julgo que estas sao de primeira neces- vitres qne tenham per intuit curar suas moles- Deve-se unia just hmeasagom ao zeio do admi-
sidade e nao devem ser deferidas para outro tern- tias, on modificar sue indole : porem nenhum re- uistredor o sons coadjuvantes-
po. Per minha part tod's os annos fall dessas sultado pode obter das despezas a dos saecifieios .A. edifc4a.l Ic nina peaiteemciariadiptada mao
providoncise, c olias sb5 ospecialmente hoje, uc- quo fax em beneficial dossos intehizes scale os a isso dlims o corn as condi Ses queo u atur-ado cc-
goate e oimpreociadivois Ai vmsta do recoie quo ha a brig-ar a trabaihac mao manes pare obtor us coe udo o observqbeo dos outa-es poros, do qmaei nor,
de urna epidemia. de alinentacato e vestuarmo. Corn o trabdlho e a sempie teramos s o nellones conselhos tina c-
Nilo estou bern lembrado em que anneo gover- licmo podc-se obter a regeneraei'o mais ou menes mieoido soinom as meleor s o a
no gerael, m consequencia de repetidas reclama- prompted doindividuo m is nada so coaseguo dci- dostinma,n e 6p a negoaora b di erimaniao. 4 s
vues, mandou construir um cano de esgoto pars xsndo.o entregue a si m sine, a seus pensamen- q u ote p~ie aame-iar A mnaCi e pinto tis inonve.
receber as aguas servidas e materias excreme- toe, a organisameco de planes de vinganma e od mencs quoe ensoaetam a e ar a Case dDc.,umi. Nina
tieias desse quartel; e quando o cane estava a pervorsidade que ells proaurare por em acebo, goem do condo deiaA rd tiger a mn-e.imna iupa--


paqcuna distanicia do edifieio ja se achava de mui- quando se achar f6ra do powder da justia ; e 6 .6....... i .....u u ....ut n s A .....,.....
to limitadas dimensbes e fora da superficie da precise que uma vez p)r todas se afugeate da duvida precisamos de tuda por6m maitas necessi-
rum, de sort que flcouperdida a despeza e inuti- imaginasAo do individuo a idea de que para se ver ddes ha que se antolham coma as mais urgentes
lisada a obra. livre do trabalhar, 6 precise commetter um crime e Paras quaes s dve dirigi a mais sofi atten-
Todas as outras depeadencias do quarter estao que o leve a prison, onde tern alimento e vestua 9 peostque do sa sa tistaeqe pom originar-
muitos proventoi Para a soeiedadc que precise
en born .resguardo, precisando apenas seremn caia- nrio sem ser precise canaar-se. E' da maior ur- iranisar-sesobre bases fortalecidas cm as lipcis
das ; e algumas dellas tern grande necessidade de gencia organisar-se o trabalho nas prisons por ogenilustra-so dos povos ediartaecidos.ctsi
Sque se facam aiguns oculos afirm de mais facilitar- todes os modes possiveis e ao alcance de todas asd eilustraio dos poves adiantados.
Polls en muito bern reforr-m-i a varies reate-
se a ventilagao. individualidades sem o quoe aw se desarraiga"A a to e ero ai e e
Deus guarded a V. Exe. -Illm. e Exm. Sr. Dr. nuaca o pansamento de commetter crimes para ies antes ore qiuaciosos m na pi fica sAti d agae
Sancho do Barros Pimentel, president da provin- peder viver em complete ociosidade. peuanteresse pe or mi o publico servio l a senao rela-
cia. 0 inspector, Dr. Pedro de Athayde Lgbo E'justameute oque cst-A acontecendo no3s. A e meut sse polo public o seavise, sae ao-
Moscoso. provincia tern um pesadissim-) eucargo sustentan- tandoescrupu!ossmea t e amiudadas vexesto-
Iaspe~io e ~' gdas as nocassidados quo padoeeen os estaboieci -
InspeeVa do saude publics de Pernambuco em do tao grande numero de mdividuos, que passaim nontos paublicos, porque o pauco qu se ecouseae
31 de outubro de 1884.-Illm. e ERn. Sr. No dia a vida em uma complete inaceao e gozando do re -em i grand vcuefieio que fae aqqeil
z3 do coreunte fiz urm exame minucioso no Mats- sultado do trabalho dos que nao sao cnriminosos ; pr ae grand a iem preotar attze.o o queae-
douro Pdblico da Cabanga e todas as suas depen- e nem ao menos tein olla a esperanca do que seus quo govennam a podem pa-estar sttcsi A0 Os -
-ade mode dos seus semelhantes.
deacias. As eireumstaincias especiaes cm que se sacrificios sejam r.rmunerados corn a retorma des m virtude das propostas da commisso conse-
acha est4 estabelecimento, as emanates que de sos seas crueis inimigosa. guio-se concertarem-as e os tectos e claraboias ca-
sen trafico se desprendem e as consideraqnes que Sefoi infeliz a toutativa do D. Rafluno Augus- g c etragos iam-a poto de ameaearem rbins.
6 proc -i.o fazer em relagAo A sande desta cidade to de Almeila, quo sacraifiou alli os seus peque- Jo st cos m a do ano est
i exigem am estudo aturado e o confront dos re- noas haveres, nem per isso ella deix m de aprese.n- rfez-soe a comapibariba do cane ncommoda edi-
i latorios que tenho cons igrado ao estado sanitario tar magnificos resultados quauto as lucra que ti- Paroi oCapibaribe o que onco i cda exe i-
vesse'eso0b0owoe ae o usse-veaincato os morasdea-es d~a-rasquo the flea eo
5 delle ; e s6 corn alguma dmora poderei dar con- veram oa pros obtendo meios latos de subsisten- eate as Oa-Vista.l
ta do exame a que procedi e o farei em occasion cia, c a provincia dimninuido consideravelmeate a No se procurou faxer o encanamento dos es-
opprtui. quota dostinada para os preasos pobres. Se aqui par cans da Companhi ed Drai-
S No dia 8 do corrente dirigi-mc A Casa do Dc- na-lo csta conhocido o modo da obter trabalho de gte s par os canes d e Cmpanhia Recife Dai = -
a tenalo pars tomar coahecimento do seu estado sa- todos os presos que estao habeis a tfazel o, tambem nag. Os inconveaents deoas ait, aiiA malt
- nitario, soebre oqual nestes ultimos tempos nenhu- nao se po6de dizcr, q-te alguma cousa se tern feito grave, varias vezes lembrad par mi ca fstsm
- ma reelamag-o tern havido. con semelhantes imntuitos, porque depois que o Dr. no mesmo ser; porque se dise que a dspsa sa
Como era de support, a vista da falta de reela- Rufino deixou -a Casa de Detea nlo, os prsose se maito gmaside. E' excensivaemte in s
- magies, o estado sanitano da prisalo 6 actnalmen- limitam a fazer graosseiras trangas paris ehaps frente da Casa de Deteeqo e ane atravms ps
- te lisongeiro, pareeendo que 6 isso devido em par I de palha e vassouras para vasyrrer casa, e malguns (rsid a C-ss aentr-oe aquelleaat
a te a nio star ella aetualmente mnito agglomera-' sapatos em geral de baixa qualidade ; e apenas f6ditotPara saber-se quanto 6 perai allp I
a da, come de outras vezes, assim de do ter, para cm um poquend pardieiro f6ra da prisao e que systems aeot : e quando s p falls tnus
bemrn dizer, havido chuvas abundantes durante os parece ameaar ruina, estlo alguns serralheiros e ysmicua dorosfr: e matWqru9e s falls t
- meoes em 9qo elias costumam appareeer. marcineiros erm paqueno numero pr Ilto haver lu- MMa er ataceado ear tesda parte n i -
o Asaim o a iterior e principalmente o a c cha- gar pars mais. Parece que o capital que se em. e-aos tcada s w at
Sse secoa, e sem aquelle cheiro de mofo quo se soen- pregou na conastruoaio do algumas officinas scria transit pr grm. n aegiel, hi.4lIa
e- te dentre do raios no tempos em quo o invero muito bem compens.a-do pelo lucre que haviam el de crsatera daqella eat-adra ds ta n ds MS
6- rigoro s a, sem quell atm pher huida pe- las d dar provavelmnte. am& crat6ea d dca atdrs Mtam &
6- lsad& aueopri ea resp lraq aU a e#ri8*q ana6 i- ii de! u etee iver- nuveng le podri edt oe mort & ~ ~ g
- aada qua apprises a apiragS. 4* quesa so censor. Sel qnanto 6 difficil oscolhot -a entire oas diver- naoearodcao. medonhat. Qms~ m7m g
va algum temo deatn do edifici' sos systems adoptados pelas nag.os m ,a ad-an n- odeoproondrsocres modouhan ga Oit-aI
Ie Noafx dis3g banvis ut presis, san- tdas que a p a orsganiua do traA.beo U sM aere. doutta wS h
a dbo 360 homi e 81 b parisla; mas o ie e verdadeh que a distae p -g -a-e .sd Sd I h
a DPeas houe .a s mas-u dse spw as uu- quo medeals entire o nada is er_ roiurar f oeer e d q ua m l. ha dqmo a i- fhimaria 4 molestia relqamte us ptiaio 6, comape u Oub5 6 ineammaoaaa-avol I p
*de otaOt- maSnisW tenh dli, a fraquesa g.- edi qmuivar-mie doe eama qatma, rea- OS1 W o .0a
sral ba^ t p^aU~dfto, lt eapn M tirs so eusiotl- do aasie Dotea ior piuiao tvd f iin 0 V a p n ab-
^ a fai ~ d ti ~ vaw teni u d p ar i wU0 6 .1 fivas 4 0 T A C iAM n e0 pe u ln n e ar^ ^ -i t K
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ova jWho 6lems at- to't a bbo quo estava uso do mi w 5
if u ai it eal no rmlato~io da fw .pvmagae-rar an i tt .pea-sup qua .
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Ezc., quo M W im reo4f ost w.
do Deteno G i inieu
A'mioha rnJ;dcI .vndd
do termo de o ao p nciio In
W" d.20 e 29%> x i'tdw
A' ordnam do",suab legadd, ddrfcife, Thdmai
L itnei, 6 requerimento do consul inglez.
A' ordem do de Santo Antonio, Jose, Latinio do
Nascunento, Gongalves Jos6 de Souza e Antonio
Jos6 Ferreira, por embriaguez e disturbios.
Deuas guard a V. Exo. --ilm e Exm.
Sri,- Dr..Sanch do -Birros Pilnentd, muite
digpo president .da provincia. -O chee de
pulkia, Manoel VentWra da Buarros, Leite




H ilSTA DINIA
S Broeelecla dle Frauea-A' S. Exe. o
SSr. president da provineia, foi "expedido este to-
Sleogramma:
Repartildo Geral dos TeTraphos. Estagdo
do Re-ife, 21 de noventbro de 1884.=Procedente do
Rij Ao president de Pernambuco. Reeife. Os
vapm)rs pr jcedentes de Fran"a devem ser inti-
ma los saeguirem diractAmente para. o Rio de Ja-
neiro.-Franceo de Sd. V
wampIapto e4eitoral.-Pela Presidencia
dt pr.vinceia foi remettido o seguinte :
a Seco 4a Palaecio da Preidencia de Pernamnbu
eo 21 de novembro de 1884.-70 president da pro
vincia, tendo em vista o abaixo assignado le elei-
tores d* 20 district da freguezia de Nossa Senho-
r L la Paz do Afbgados, do qual coasts quo o con
sistorio da capella do povoado Remedios, nito tem
espaco sufficient, deteiminou, de accord com a
inforinnago prestada a respeito em 17 do corren-
te, pelo Dr. juiz do direit) do 30 distrieto crimi-
nal do Recite, que todos os eleitores do referido
district s e rauaam pars altos eleitoraes no rein.-
to da menciona.la capelli. ficando nessa part mo-
dificalo 0 10.o da portaria desta Presidencia de
17 de setembro de 188t.-Sancho dc Barros Pi
mente!.
Faeuldade de Direito-Eis o recultad,.
dos actos de hontem:
1 anno
Jose Ferreira Manuiz, plenamente.
Octavio Pinto da Rocha, idem.
Liberio de Souza Monteiro, ide'n.
Sebastio da Cunha Lobo, idem.
Manoel Joaqunni de Castro Madeira Junioi, idem.
Olympio Domingues Tavares da Silva, idem.
Manoel Leite de Barros, bimplesmente.
Joao Rodrigues de Albuquerque, idem.
Guillhernme Nabuco Maciel, idem.
H mncique Auxencio da Silva, idem.
20 anno
Mario Augusto Brandilo de Amorimn, distincao.
Jo.io-.Gonalves Tourinho Filho, plenamente.
Isaiasa de Carvalho Santos, idemi.
Antonio Jeronymo de.Carvalho, idom. 0
Carlos Carneiro Monteiro de Salles, idem.
Manmel Caetano de Albuquerque Mello, idem. r
kuricode Caldas Biritto, idem. s
RaymiQuad Jos6 de Siqueira Mendes, idem. d
Jos6 Guilherme da Silva Monte, idem. q
Raymundo Alexandre Vinhaes, idem. t
Agripino Tnrgueiro Castello Branco, idem.
Jose Valentim Fialho do Monte, idem.
830 anno
Pedro Christiani Beitzen,.distineaio.
Fausto Cavalcante de Albuquerque Gadelha, pie- .
namente. t
Jose Anusehalno deFigueiredo Santiago, simples- d
monte. fi
Mafnml Jose PintoJunior, idea.
Benicio Nelson Tavares da Costa Mello, idem. e!
Arseaio daSilveira Gusmio, idem. a
Alexaad e HereulandedBrittoAamorimi, idem, o
4--anio V
Manoel Rodrignoes de Carvalho.Pativa, plenamente ri
Fauisto Gonalves de Albuquerque. Silva,.idemi. d
JoaU Julio de Anoimda Mokt., idem.
Manoel Baptista Vianna, idem. d
Antonio de Muigalhtoa Lopita, idem.
Bento Pinto do Rego, Freitas, idem. A
Bernardo Pinto Monteiro, idem. te
CyridiWio Dumal, distiaelao. n
Francisco Peixoto de Lacerda Wernek, idem. r<
Henriqse Jocelya Pinho Biranda.e plenamente. m
Bolino Hermdllo Cavalcante Souto, idem. M
Francisco Jacintho Chichorro da Mottaidem. ni
Olavo Egydio de Souza. Arnaha, diseaiceo. <,
Joa0 Borges Pereira, plenamente. a1
5 anno ta
Joaquin Monteiro do Seixaa Borgo;, plenamente. di
Joao Antanes de Araujo Piuheiro, idem. en
Lindolpho Ernesto Moraes, idem ci
Joaquim Victorino de Souza Cabral, idem. ac
Jose Theotonio Freiro, idem. ,4
Genes Martins Fontes. idem ze
Diogo Cavalcante de Albuquerque, ideo. se
Estes iltimo. reeeboram o gr'ao de bacharel. ht
-. Segu.da-feirn. as 9 horse ter'lo lugar as pro-
-as. escriptas dos estadantes d 4.o amno que re- in
tpiererarm acto extraordznario e dos matriculados g?
qunadeixaram do tazel-a. -e
A prnva oral sera logo depois da escripta n. co
mmsmo dia. r'


Imprensa. Corn o titulo do Devocionario fr
-Afo Diuiwo Redemptor, que se venera na igreja do o
Divino Espirito-Santo, sob o titulo de Santo Chris- RH
to dos Milagres, publicou oRevdm, Sr. conego Ma ye
Roel Jose Martins Alves do Carvalho um pequeuii, iu
ftpbculo, coatendo diversaa orabes, novenas e de
versos em louver da veneranda image, forman
do tudo um repositario dos actos religiosos que n
eostumam ser celebrados na indieada igreja. JA
Agradecemos o mimo que nos fez o auctor de 2 .
t6emplares. '
Mmvisa de pharnacat.-Pubhlicou-se o de
n. 5 deste periodic orgeo do Congresso Pharma-.p
celti.co de Pernambuco. -Ji
Ctea lna Orpthanologioa Isabel. -It
Realiia se hoje na Colonia Orphanologica Isabel
a festividade de sua padroeira..
Deve, como nws annos antecedentes, ser mmtu A
concorrida nao s6 por moradores das dircumnvisi li
nhanaa conmotambem por pessoasa-dests. capital e,
da cidade de Palmares, d'onde, tA 9 horas da.m%-
nhS'pawtirA' urn trem especiaL
A ColoniaOrphan-ologieas Isabel merece bern rs
ser visitnda e soceorrida ; como por divermas
yezes temos dito, unestabetlecimento quehonras
saurin i nenfe a provincia.. 0., a
hbum ak d& j amry d B do comawaraid.O umer legal dwjittdos, fuancem
nou hontem estet-ribumnald seadm suhattido, ajut- T
game"t 6o Js6 dipro iMir ant, pUMiVm i ni
o A .Al &w. eodicrirnimL per; tes em'c
novembmo d.AI8ft na OCkxaugu fwsugzia. do
nidfo-lvefnmer a. BIjuaigZ Enuamdow.d
qw
; l Tue porpatreao a Dr. Augusto. Carlos Va"
ide Oliveira e foiL aboolvido.
RoQ lea p-- -y .... h9 Tar mdo saho d rao

do3 Hfi"w o paquutef.s; otioasi !ftya ,:
JtaqaMsA.Juha d To. fejeOaa hgch'
J% prooedeft 4-4- I. fiTOlr tquetn ingtlw in


eB fl-. aps~ouimntt- fi'.ida~1na'd'. outubahs:; .

Desp~u. ^ &831k2esi
Magi
11 ;.' :_1 f .' *._ ^ f *


Sam FIM JUOIN M M
-Io +Iwo 4CMiW
gar dedt e au w WAi6ri nilia, o deow
bargador Joao Sertorio, quo em busea de mnelho
ras A sua saude fora ao velho continent.
0 illustre viajante vein doinorar-se alguns dias
em Pernambuco, e vai hospedar-se em ,asa d,
nosso amigo o Sr. Bargo de Aguas Bullas.
Aunlversarleo--Fiiem hbje 43 annas qte
foi creado o Conselho de Estado, e 235 annos quo
0s holandezes incendiaram Olinda.
Casas de caridade-Para os infelizes re
colhidos A casa do caridade fundadas pelo padre
Ibiapina, e das quaites 6 esmoler o irrnmao Ignaeio,
trouxe nos :
Um anonymo 23000
Jlornal Iliastrendo Famos obsequiadis
corn os ns. 9 e 10 do Journal of United Stats &
Brasil Mail Steam ship Co,, de setembro e outu-
bro ultimos, que so public em Nova-York.
Agradecemos
Rennl6e soclaen-H.ije ha as seguin-
tes:
SDa Instructiva e Beneficente dos Empregados do
Commercio, As 3 1/2 lhoras da tarde, na rita do Ba
rdo da Victoria n. 58.
Do Gabinete Port'gulez de Leifo;ir, As 11 h'ras
do dia, na respective sede, cm assembly L geral.
D, Monte-Pio Port',guez, As 11 hn)ras do dia,
na sua sede, em assembida erIl.
Do Club Litterario Fe-rreira Franca, As 10 ho
rms do din, na rma do Barlo d:L Victorit n .G),
seoid entregues diversas cartas de libnrdaide ob-
tidas polo mnesmo club.
Am:thiii lha as soguintes :
Do Atheneo Mdzical P-rnambceauo, As 5 hora-s
da tarde, n'i respictiva s6de, paras eleiiAo.
D.a R'dmptora dos Captives e Protectgra do,
Ingeon os. As 7 hlioras da noire, n-i rua da Uiiiao
ni. 21.
Traballo e riqueza. A Hw.qplwliaa
e Inglaterra-A- nacoes ricae na,) s! 4 aquel-
la- que se gaiba.imrn de ceoo rident's o d. ubeLrtojsa I
planicies, d& uintaes prpeioso,)s ou d; genmas ; inas
Rim aquellas que inuito trabalh-am. A H-.ipanhi
I-i urn dia tao potente quo o son rci p(-le gabar-sp
q(l0 o sol nao desapareciaji:nais das terras hLs
panholas. A Hespanha teve p-ir muitos anuns
13 mIn'lis rieas minas de ouro e do prat:m; corntu1 (
estAi hj-'. entire as nag5es mais pobros, porque 1 6
fraca c oc'osa. A Inglaterra n1o tnm ftertil solo.
nin ceo risonho, nao tern m inas deo ouro ou de
prata, e nem de diamantes; todaivia e o paiz m-n1s
rico da Europa; porque muito ahi se trabalha e 3
to la ella C inai officina de operanis, e porquc ahi z
o rico, o nobre, o polcroso traballain mais quo
toJlos.
A natureza deu ao ingl"z uma term csteril; e IC
eollo corn o trabalho tern sabido tornar ta focundt c
a panto de prnduzir muais trig.) que as terras da
[talia. A natureza negcu ao inglez o ouro. in is. r
Sour paras ahi co)rre de tola a part e choga t,- a
dos o3 dias, em milhoes, da Australia, e d :. Aine-
rica. Cads nagao manda A.uella ilha laboriosa o d
sen ouro, pars comprar os beliissimnos product )s
das suas indnstrias; pois que o ouro na.o de
quem acha nas visceras da terra, mas e de q'min n
trabalha.
P drama de ,,NiN ero--Sob est- titulo i4
c-so na Independance Beige de 2t de outubro : s8
Os nossos leitores seguiram pari-passa a tra
gica aventura dos tripolantes do navio ingloz
Visero, que, depois de ter naufragado perto do n
erritorio do rajah de Tenom, nas Iadias nenrlin- bi
[ezas, cahiram em poder desso soborano e ahi sof
reram urn captiveiro de 10 mezes. ti
Pbstos em liberdade, os sobreviv.'ntcs di Nisero
mbarcaram no Ajax pars serem repatriados para d4
SEuropa. 0 Ajax acaba de chegar A Suez, onds a
Scorrespondente de umn journal inglez pile can- nam
ersar com as -victimas do rajah de Tenom, refo- dt
riido depois a historic, complete dos soflnrimentos se
lesses infelizes. mn
w Sera lida cornm interesse unma carta analyse b
tease conto.
0 Niserodeixou Soerabaya (Indias necrlandez is) sd
27 de outubro de 1883, com destine a Ingla. to
erra, A' tarde de 9 dd-novembro, send o tempo
suito brumoso, o navio fbi bater do encontro auim dI
ecife da costa. da Sumatra, e no dia seguinto pela
aanht, estando o porao cheio d'agua, o capital ^
rt.: Wbodhouse, embareou alguns de seus marl. e
heiros nos escaleres afim de irem reeonheecr a
sta e obter em terra o prceiso para reparar as e
varias do navio. Esses marinheiros, apenas po-
nrant p6 era terra firme, form cereados polos in-
igermas, que sahiram dos mattes on-.e eatavamn "
uboscados ; e logo comprehenderam qua estavam tiI.
mi terra de selvageos. Os indigenas lovaram-n'os,
ra chefes, esno din immediawo,o-porordem do rajah do
a Tenom, sedirigiraxi ao navio naufrugado, po-
aram-n'o completaimente a seceo, e apoderaramn ton
i de todos os tripolantos que ficaraat A bordo, br
uclusive o capitao.
Nos prim;'iros dias os captives nao form do
altratados ; o rajah dou-lhe mosmo duas espin-
ardas paraque, send precise, podessem defender- dot
s.tlos indigenas sempro odiontes contra os bran- trm
)s. Viatedias depois do naufragi eols espv-.
iram mcsmo seo libertados, gracas A um official hi
areez em missao na costa occidental do Atchin.


Sr. Roura, que conhecendo de perto o pati de lot
tigas e o rajah de Tenom, fira por part do go- sa
-3* neerlandez levar-lhes provisoes e negocmrA
ls entrega. Mas o St. Roura tornon A partir pi
em naia ter concluido.
a Alguns diaa depois novas, negociacoes foram paoi
atab-ladas. 0 capitao Woodhlouse, teado pres- I
.do juramento de regresar nn praso de 3 dins, MA
Meve autorisaqode ir ter em companhia orujah
m, Rigas, corn as autridades neerlandeza fimR nai
e obter o resgate dos outros prisioneiros. Man
tsararm-setres, quatro dias aem que voltma.e, ca- L..
oilo Woodhouse ou o preo do reagate; e orajah da
e, Tenom, furioso, miidou. de attitude id,, do- mi
iftante a instant, .a choapana do captivos fazer -
enas espantosas A proposito do quo irouicamente te.
auamva a hours dos inglezes 0, a.Uneaouido.og. I
e mandar cortarlheo as eabegas, e nao llhe. maa- sum
aido dar para. alimneutao senado umpouco dt dt ii
moZ temperado com, satLmariaho. ni,
SChegou o natal; e avaliawae oque o igesea, Ag
idsidos A talimeanto e em tat pair,sff, sa
a oe.dia corn as. sms viaos do howe logst.'-o, K
as refei95es pantagruelicos e suw alegrw reu. I
aes de faitia. sob as moutaa ,d asmvinho e do _,
:rico osebttAadorse k.lacida do doluatesa.
- A' 27 tibvrawa. elewdws -rer -o supvlicio de i
intaia-- arsmaishomiveL. A&plreeo no Atw
,onte o encouraeado inglez 'ega e-Pmtalveto -
Balvasa O. epttVs tivrau em um fsto de ,a4
fwUda. alwgnia; ma ow deosepero segcoiwuB e
aa. imiaCal mute, poals quo o' ega- w, roei-
adrumtmspo terivel e, urn n mar cruelmente
iOtada, e.- v& kaw-upwmrs ,"apoimar d
nna'jasaocalorr piudtatoiaiooslt-, mins.-
inubares$. vir=osodos aft.o lsmte pGros- (Jrui
&xaafoadasS. -Btlao o gww, wmBfsulado a dv
aOl VinVraii a m aUm.s e 1 *hM

'is s vte -ttogwn as faqsu id VOa g vrAdeo 5
hwd*oAtebi~ pNpMPO"I aaellfdaao *
a~fatf ~na(l~btweU.fotaaertg w1


igl iM--amorr one, a fe2bresa e o riolera in-
:troduiram-n o no seio do infelisea., mm d'elles, o




Mas, sm




sntera"S.l
a A' 18 do ia, un rmsegundo maninheiroi-este
i gI",ez-rnorren do cholera ; A 22, outro ; A 24 urn
tonerciro; e A 17 de junho, dous suenuiubiram cor
itevallodo urnea hora. Emfimr, tordos ismI sures-
vam8entde capituh arnteo martyrio,guando, no
ianlzmre doba- -h'ra-a22-uto;& 4


77i


Dario Jos Peixotc,- Antonio T. Seeijo, Matie,
tde Miraada, Mianoel Husghet, Maximino M.
taSam, AahiseisWiliaisnsFedeM4do0,ee Do-
ig.)s Antonio de Souza.
- Sahidos paRa Euopa mnovaporfraaeet Rjw
r:
Dlourard-Aulbama, AgoetiAho LA Aa lSritto,
soaarse 4 filhos, cuphoinmiw Nr *Agosti-
, e Frei Jao, Bernardo Jose de Arauoj-nto-
P. b do Mouarn Bala, Houtio
oeib L.Toiasmm m JoaeDiaF. de-a
y Joo6 Doimjm i -Q aot C npKoAh- Biagio e-
kuel C. das Neves.
m'imolt d-e*eeatimle .o- di4- -0

'embrofoiosgmte:
4,9604kio it"
- inBa, dGsd 6 aA naia pas o-mOe W-,.
Neix., 366' kffar *
Faniana, am.ft e ftiee~kh86osanaw


tmreq dos duas: .

Erdo6r46^ 4 a a~rilS rmia e M *

^dI0mid o
i' iBm+t^tetttt'^l 1


SJos6 Barbosa de Lyra.





41traleo e e eIOw emimes
A s, por mais qu&'o iftei artlirro qoe noc
bifoa.das ameias do Ai"-do fe sew forc
o iWiprgduzir, sob nova fims, emjLentadas pE
r|lses, O8 mesmuplo i BiMrgs ntof
j4( n6s cabalmerefUi, rahtiviMn
6WpwAo do traficoaq mti oemarems dj< repeti
que a gloria dessa supressao cable inteira ao par
tido conservador, qu'e, em que pose o A Gladston, fo
quem do facto rnatou aquelle commercio torpe, na
uau s6 fazendo passar a lei dc 1850, mas tambeii
seuanaftf ooB!a ngioneu'gia, e- conseguindi
o fim visado con a maior bizarria.
E' isto, e nao outra cousa, o quo os espirito
rectos leem nas puginas da historic national, c fo
isso o que ficou tirado a limpo nas sessbea do 13
14 e 16 de julho de 1852, qnando na Camara do
Deputados se discutio o croditb pedido pelo gover
no para scr utilisado na coinpra de vasos que s8
empregasscm na reprcssao daquelle trafico.
Da phalange opisicionista da Camara do entao
o vulto mais salient, o orador mais ouvido, e que
era, por assim dizer, a alma dessa opposic,I foi
sem duvida o depois conselhciro Souza Franco ;
ninguem o excedeu, ao discutir-se aquclle cred,to
nas argai6es que fez ao gabinete Olinda A pro-
posito do referido credit o tomnando por objective
o trafico, o bill Aberdeen e as consequencias dessc
estupendo iusulto feito cm 184 5 ao Brazil.
Puis bem, a resposta que A el!e e seus colleges
dole opposiato, tanto na Camara, coino n:a imnrcunsa
deu, a 16 do jullio, o grande Euzebio de Queiroz, o
profundoo'estadista qic fbi mninistro da justice da-
quelle gabiaece, foi tio cabal, tlo energica, tIo
iicisiva, taio completa, que o illustrado opposicio-
1istai, obtmn'lo uina urgencia para responder, e.s-
bo~ou aponas uina palida deteza ar seu partido o
inao achou unada, absolutamente nada para oppo:
ao granie cstadista que o bavia prec6dciido na tri-
buna.
N. discurso proferido pelo Sr. Souza Franco'
constant das pags. 256 at 258 do 2o vol. dos An-
naes da Camnar.t cinm 1652, o que mais avulta c a
confissiio explici a que ells fez de que somente cmin
1850, e como arna de partido, lancara mao a op-
posiVAo da bandeira da repressao do trafico pars
diar batallia ao governor conservador.
Essa confissao quo responded cabal e p-rempto-
riamente A umas tantas pretenSces queo os modcr
his Gladston teem ostentado, foi arrancada pelo
f'amoso discurso de Euzebio, quo havia frisado
bem esse ponto, para assignalar que, quando go-
,erno, o partido liberal nalo cogitara, entire 1841 e
t848, do tornar exequivel a lei regencial de 1831,
Liem tomara mcdidas para repremnir o trafico, quo
lepois do bill Aberdeen, em vez de diminuir, aug-
ou consideravelmente, chegando A ser tm 1848 o
riplo do que fora em 1845.
A palida defeza que ao partido liberal fez Souza
'ranco, a fraqueza do pequeno e chocho discurso
n tao proferido, cuja oraclo funebre foi feita polo
r. Sayao Lobato nesta phase Epara isto 9 que
Spedia urgencia !...; pods ser verificadn por to.-
os os que se-intereasam ptas cous patrias nas
itadas paginas dos annaeb; e da sua -leitura to-
6s concluirie que o diacurso d Euzebio teve urn
vli Mnmmao, foi unms .mpleta reiviadio. ao das
loriaa, que, hontem, como hoje, pretendiam os
>ilos mnalflinax.
Entretanto, diz o Gladston do Jornal do Recife


rannm souberaimollos que viiihee- novos s-'i
ros, _pnis que nam delegado daeiaglaterae dos P"
zes Baixos, chegados no Peyaqs,. havia intimad
10o rajah para no praso do 15. dias, e sob pena
,'er sou paiz invadido e destraido, libertal-os e
troc i do um modibo resgate.
D'csta yez a boa nova era exacta. A, 6 d
setem- ro, elles soubo-ramn'a' da propria bocca d
rajah, quo convidou oz5 immnediatamente so p
remn A camiuho, debaixo de escolta, para Catapar
onds os esporava o eneouragado Pegasus.
,( Alguus quasi morroeram de alegria. Navi
-em, quasi elles succumbiram aos rigores de qur
Tro dias de marcha atravds dos juncos o cepiuhi
110o mcio do regibes ainda mcio selvagens do qi
As quo tinhan atravessadi para.irem para Sin
piny-Olio.
a A salvailo, p ren, estava proxima.. A' 10
seteonbro chcgaram A costa e viram o navio qp
esparava. 0 Sr. Maxwal, o negociador ingl,'
fti' par.a terra afiim de se ficar como refem em po
.1h40o ranjah, al6 o pagamento do res.ate. Os cap
trimn tomaram os escaleres para irem pars o P
|-; c, qu indo estavam todos embarcados, o re
:, foi rv.uldo ao rajah, que poz cm liberdade
4a.Mtaxwel, e o navio inglcz afastou-se, trazent
.ij,4a civilisa9t;o os infelizes que tinham passav
lWoezes entire os selvagens.
Tal A o dram-i do Nisero.
'liamias fii&S ms--Scrm celebradas :
Amanhil :
A' 7 li',ras, na mntriz da BS&-Vista, por almn
Li .M- trc linoi J s6 Puppa; aIs 7 horas, na igrej
I) Pilar, por :ilmia de Paulo Jose Baptists ; As
h ras na mn tmriz de S. Jos6, p'-" al:na de D. Felt:
i)a do RIego Burros.
-- Quarta-feira:
A's 7 hoiras, nfi m-triz da Boa-Vista, pr.almai
Io vigario do Rio Forinnoso Mtnoel Ferreira Bor
oes ; As 8 horas, na matriz do Ciabo, Ais 7 horas n
Od-Jeoin Trceira do Carmno por almain do D. Adc
adie Clmanitina Garims de 8:.
Leil6es--Effiectuar-se-hao :
Amanhba:
Pelo agente Pinto, as 10 1/2 hnras, n t rua d :
I[arcilio Dias n,. 3, do minovis, fitzend-as i miliude
a,.
Ter-a-feira:
Polo agent Silveira, as 10 1/2 hcras ua rua da
uamboa do Carmo n. 19, 10 andar, c'e moveis, Ionu
;as : vidros.
Pelo agent Alfredo GaUmaraes, as 11 horas, nm
i1; do BmOr-Jesus n. 45, de moveis de armazem de
ssucar.
Pelo aqente Pest ana, As 11 horas, no armazen
o Sr. At nes, de guneros do estiva.
Qiarta-feira :
Pelo agente Pinto, as 11 horas, na Soledad(
S1, de bonds moveis.
Operae6es elrmrgieas-Foram pratica
as no hospital Pedro 11 no dia 22 do corente as
eguintes:
Polo Dr. Malaquias .
Urethrotomia interns pelo process de. Maison-
euve por estreitwneato daporgao bulbo-mem-
ranosa da urethra.
Extirpato polo thermo cauterio de tumor eroee-
1 da nuca.
Loteria da Pre-ovucia-Quinta-feira 27
o corrente, se ecxtrahira a loteria. n. .90 em be-.
ficio da mai-ia de S. Jose do Fypto, pelo
wvo piano approvado. no. consiastmoawigreja
a Nosa Senhora da Conoeicao xaso iltaa ode
achliario expastaas uaras-e as eaphera.satU
adas etm ordem numerica.A aprpccu-iod pu-
lice.
Lotertia dae 3 1t Os q-A lo t 164
rio B. do Rio de Janeiro, cujkplano t .hui-
melhorado, corre no din 26 de novembro.
Bilhetes A.4 venda .na Casa Feliz. a praa.Adf In-
ypendeneia ns. 37e 39.
L.aesla-&A den. 164 B, do Rio de. Jaineiro
S30:000000 aseri extrahida no din 26 de no-
Imhro.:
Bilbetea & veuda n (s. Ca a PorBtuna, raa l1
Marno n. 28.
3* rndne loterla da c te -de ......
E.@i'P- -- CorM novo piano muito van-
jo0o0;
Aehani-se a venda & Casa da rtuna, A rua
Creipo n. 23, as bilietes dosta loteria.
tIrautud ltertia de lIteroy-Esta o-
ria, cujo premio grande A de 400:000.000, serA
evementa extrahida.
Bilketee a venda na Casa da Portuna, A rua lo
Msreo n. 28.
Llterla de I~h4hS400@tOO-Eata gr4I-
loterhi. do Rio do Janeiro, beyvemuato urns on -
Lhida.
Bilhetes A venda na Casa Feliz A prac, da In-
pendeucia ns. 37 e 39.
Arandeloter-Iaa d rie-Esta grade
enra, cujo premaio grande e de 500:0005000,
rA extrahida 'crevemente.
Os bilimete acham-se A vends na Caa Feliz, A
ica daiIndependenciaD us. 37 e 39.
Pas~amgelres -Chegados da Europa no va-
r ingles MinAo:
[arold Morse, Alfredo Lisbose M. 1Fmmades
>reiral.
- Chegados dos-portos do sul no vapor naeia-
1 S. Framcieco t


viras9oueS~


usvse. cur& darvluumr amnos" g --* e9M f*M n g.
I- -n e.z m............ ,--, ,m..mi&~ m
Squeo a gloria a repressao do trafico A el eon- teme opposto, se procure falosra histeia, as.epm
hesse, cura demrnuir a noses gloria, 00m e faaess pt
Eisaqui, coucluio Eusebio da analyse quefe, vel deotruir fact. cod pslav1ra es o ow l-
Seis aqui o amor proprio do inglez, o amor preprio posivel derruir eastellos pateetado =na eism pa-
do individuo e os interesses da legacy brttanica tnas e nos melhoramentos morass, iutoelete-
cmnspirando para que exaetamente na oeeesilo em- materiaeAs qotemos fet., om simples iBre d M-
que o Sr. Hudson sabia qne o gowom'B brasileira tbriea, couMtrneios deo phl oucas de aentid.
ia tomar-a si esisamglouiMam taat appasecessemr Lpiio raroIlsivwsdlb uSdento naeimWal.
Scssas violenciasa sprap 8sse t asaesplca93e$, ido, deas pne-e. GieI* nao vigari o a
te que pareoem, teruwp utsi obj0t.eontestar-no p1tws doses amigoa. 0 paiz, consultado pea
e, qualquer merit.aimte iartaat.- servipoprestO: cr,'*h ha de reponder nobrimente, e a sua respu.
do polo Brasil Mfisa deihumnmidsded. tahaede ser a eondkmna*o dos intransigentt e
A Diante dflsa adou ., pdipt -te ,de intae a emag* o dosqu oweAm, air, podem e
in a roaslvwr a questlo servit aims o quereansearn ssM .-
resse, cheia de verdade, c guindada sos mais ele- rficioa Par a pai, sew offender dircitos, qucrem sen Wa.
vados pincaros da eloquencia, a oppcsiVAo de 1852 sinar o trabalho e oa economic national.
Sfoi obrigada a fazer umar triste retirada polo or- As urnas fallar o no 10 de dezembro proximo, e
o gao de Souza Franco. Como, pois, cornm que dirci dellas, aqui, coma alum. em todo aImperio, ha de
Ua
;9 r qqecr"teri vmonsoiuteztn d elaan, ooaen e oooImei a
no,.cornqneenite-ino vemao uosso-ilustrecontendor sahir aureolado o partido da ordem, o partido da
Srepetir as mesmas injuries, que foram outr'ora vo- liberdade constitutional, em fim ojnobre e genero-
initadas contra os conservadores e reengulidas pe- so partido conservador.
s la opposicao parlamentar ? E' essa a nossa convicrio, a nossa esp ranga,
SEntretanto, diz Gladston que foi uma vergonha lue ha de ser transformada na mais expleiidida
Spara os conservadores o facto de em 1850 term elles realidade.
Tornado por base para a discussion das cameras o MAao.
project de 1857, inieiado no Senado; e accres-
e centou: 0 project de 1837, apresenta.lo cmin pie ---:_: .... .... .
nio ominio conservador, ficou emprojecto durante PUBLIfA OES A D ID 0
cmIoetoccat PUBLICICOES A PEDIDO
13 annos c a concepcdo da idea de ,offrrta de urna _.. .. _
e lei que reprimisse o trafico nio passaria de concep- l rtP n+0P 0n in
i do, (e o Brazil estA farto de conceber), se naio in- 1 foiv lcial
timidasse ao governor o fotgo estrugidor do: ca- Ainda h'jc, o mrtgo edictorial do T t-az -
0o bAinda hoje, o art' go edietorial do Temp,) traz *A
es inglzes ',,. cpigraphc hcuna. Quem tivcr acompanhado) coin
N, o se apereebeu (ladston, todavia, que ainda o espirito dcsprevenido as accuts:w5cs (tir ;,i" Is ao
nesses pontos nao fez mais do que repro.luzir inc- illustre adwinistrador desta provi-iin l, m.,11 orfo-I
xactid~es e injuries, conplctainent+ dctruidas e conservador, verA que a todas failta vih-nitre(deI
esu agadas por Euseblo de Qaeiroz, quo, no seu lr:,.o.
citado discurs,) do 16 de julho dcu as razucs, por o ha u uni facto Otio (i tr i-
que foi preferid. aquello project de 1837. terven ao do E ma Si-. i -. San-t To tll Tita e l-
i ^ 1 ~terveu~iao do Ehxm. Sr. Dr. SancIo o i(t c
Essas razces conitam dos seguintes trecho., qut1 torvn.
vem A pinto reproduzir : A graumlc mairia dos cinpr-zdsd.s tubiico3 ir.-
ono ministro da jtastiI fti iencarvrega lo dc vinciacs pertcncc ao partido conservadlor c a nem
preparar as ecnearlis qu deviainmos fizi-r a pr j- mini S. Exe. dCu 1nia pa 6Cvra s ,tier. plri nittr
jocto, perim-uo a prinmira qaest-i que suLcit.am)s votes. Ainda nao iuid: ,u (1 s (ren(;-,s p,,l tic-in
foise deveriamosaprosentar u:n project inoV', on dc seus subordinados p1ira di--pnii-ar li, .- .e
acoitar aque'l quo j'I estava sugeito A delibera- si'crae'o a quo tiverr,n direito polos scrvi,:Os e
0), da cam:ira ; o govermo decidio-se a ftvor do inercciinentos proprios. Ainda i.u-o lt.irou ura
projectoque ltvia pelas s-giints C onsildera';,Cs : exoneracao unica de eipregado reinunerado. Em
osta material cr. tao) d licida, cxigia tantas at- queO teom consistido a int*rvenm.ao presidential e
teno5es, c era tao urgent que deviain)s evital Eim nIao admittir qu os emp-regados publicos sc
quanto fosse possivel longas denoras em sua dis- jatim chefs de cabala, e nisto <. qu( cest:i a proviy
cussao, deviamnos adminittir quant, antes t ser lei 1 cvidente de que S. Exc. empenha se para que o
doJ paiz. ileito de o10 de desembro corra coin a nmaximi li-
Ora, o project) de 1837 tinha conclui-lo nesta berdade.
camera a 2:k diacussAo, ficaii.lo adiado apmnas o As nomoacoLs do atlithoridades policias trenr si-
ultiino artigo ; e, comno era noasa iuteniao fazel-o do muito poucas ec essas mismas esigidas ilnas
cahir, e entrar logo em 3" discussao o(, project, neceessidades do service, semr attender-se a influi-
passaria est msemr intersticios desta carnaria para & t que ellas possam ter na campanha eleitoral.
o Senado. E como elle alli tivera sua origem, o Fossem, porim, muitas e isto nada qu-ria dizer
Sonado s6 tinha de diseutir as emendas, e porcon- porq-e ninguem igutira a imnipossibilida ein
sequencia economisavamos duas discusses nests qute esti collocada a policia de intervir pro ou c.il-
casa e outras duas no Senado, e os respectivos t a qualquer candida to.
iitersticios, o que em material tao delieada conec- Sc jA nao existisse a gras;ao qpi coniheceu a
be a camera quanto era important. p)licia crcada pela lei de 3 de dcuinInr de 1841
Eis a razao por que, apezar dos dfeitos que e extinctai pela Reforma Judiciaria, nao leriarsos
haviam ntsse project, n6s o prcterimos Ai apre- agora, que estamos sub o regimen, da eleicio di-
sentacao de um novo; e, felizmente, por que isto recta, as chapas sedigas de abuse de for-a dlas au-
deu occasicao a que, sendo o primeiro trabalho a toridades policies, quando esta na conisciencia
fazer colligir as emendas votadas na camara, ap- publica que ease elemento Ihes falca.
plieaslas ao project originario, e redigil-o tdl Sam reeeio de errar pode so garantir que nao
qual tinha sidoapprevado pela camaaa, mandei fa- ha no Brazil um unico eleitor cujo voto seja gain-
sew eese trabalho aa -seeretria da justicsa. di polo medo da policia.
Digo, felizmente, por que eata circumatancia 0 artigo de hoje faz um grande escarcc da or-
quo nao. pode set igmorada por grand part ao demodadaa doas officinas dc linha pars embar-
menos dos empregados da secretaria, serve pars c ureD.
provar que em fins de 1848 oa prineipio de 1849. Essa ordem, requisitada pelo Exm. general Ti-
nas tratavamos do project, que hoje A a lei de4 buncio, as teve em mira a discipline mijitar.
de setembro Doe doais officials qne tiveram ordem de einbar-
-,7* i- j i.car,' s6 unl 6 eleitor, e nao e provavei que tun vo-
VA-so por ahi nao e6 que a causa determinante sA u e o r e uo uunvo
t, decida do resultado dm eleicio em quialquer doe
do procedimento do gabinete Olind foi a mais ra- d s d c a e isto uce
asavel e aeeitavel, e taste- que a oppeaicao da cm-
mas n~a retrucou; comb tambem se vA que nao d 'sse, a adniaistracao teon elevados deveres que
foi .< o fogo estrugidor dos canhhes inglezes naao podem son pretends. polo. interesses pesos
phrase cabalistica de G/adston, que movm o go- ditate ou d'aquell candidate.
vp-nao imperial-, cujo pemmsmento, destie sus orga- As insinunaes iajuriosas feitas polo Tempo a.


V


nisaglo em 29 de setembro de 1848, foi, approvei- cara r do general Tiburcio, sao indigna de
tando a opiaiao quo sn deseavolvia no paiz contra quem se presa. Um home cobcrto de service i
0 trafito, fazer passar urma lei sineeramente re- patria, cuja altivez de character raoo doe menores
pmessiva, para ataual-o corn todo o vigor, florbes da sua eorka de glorias, umn home que
As#u* embora Gladstn persist eam falsear a pela sua bravura e pericia military A uan dos maio-
hietoria, contando-a A seu geito e sabor, n re con- rs depositaries da eonfianca national para as oc-
sbeguira derrocaruma s6 pedra do eastello de glorias! casioes critics, 6 um patrimonio do todos n6s, e e
id partido conaservador na questao do trafieo, por quasi um saerilegio injurial-o. Seaus actors sao fi-
qcqe nunca poderi provar que, anteo de 1850, o IMo exclusivamente do dever.
trafico fosse reprimido, nem que corn a lei dense Reforme-so quanto "or possivel a adminiltra*o
anbo e sua fiel execuaio deixasse elle de ficar ex- das provincial, facm se as majore. axigaa
tilcto. nos predicados dos presidents, e nunca o aExm
Nemr valem uma cachimbada as citaqbes que fez St. Dr. Sancho de Burros Pimcnentel deixari de es-
Gkoaston do decreto do 12 de abril de 1832 e do tar na primeira plaians dos habilitados pans exear-
aviso de 9 de maio de 1835 ; por que, o primeiro, zer ease ou outro qualquer cargo de administra
a mxnco como a propria lei de 1831, nao poude 94o por mais elevado quo seja.
ter exeeucao e fieou como lettra iorta, e o segun- Negar eessa verdade ads p6de o exagerad espiri -
4o simplnea edida de fisealisa*o, sem alcaaee to-de partido, pervertidv por am pessimi'mo in-
por estar-ugeito so piano da lei, nada obstou, de qualificavel a respeito dos adversaries mais digaos
ia aservio, pois os proprios liberals, eons auto- de consideraso.


re, nao evitavam que, send* eiles govaso, o tra-
fiep triplicass etre41885 e 1848, segundo os dados
nAleiaes aduzidos per Euzebio, e nio contestados
$ea opposiao dte 1852, nio obatante dizer Glad-
*$*a que oo cruadmo.ingldea de accord cornu
o pWrf domivd e vigiavam amigavel, peraseve.
ra.We e aotinmusaente os nvios suspeitos de faze.
neeL o tra6e ,
0 quwvalim emtao e o worno o partido do-
iumantoe? E$i*=a ua navu o pdero unoltai o
nis~asiif i m.iiTF iti1'1 A~ipararn 1 'ir^|~iM^


' fbunaori oomtim Uoff ePse wt fft ^ C
B44oPS3iUI Siao *. bcacW era iuaa~ iuooau hftd.a, *ea
^*trrofmlwuti? oJi


lissi, m.Ibeeei-vos os m a ersrel glori&; i
aBmw; 011a8s, nao pretondto R que dWelkB aj4, "
ijaxtiepe o-pai, tauto. mun qa,#o0 rem a Cs
wB i dve +I s daow~d w +oqwi em 1i^ o *

afOiwah|~eapulg^dBe^ .
no-ift q,,a.,.de_

_uu ~ s ^-" 11 .,- loo;.,-1 A 'i
W^'--J w;* -" ldgg^W.^' Clp CW -- ~ W A'j.feangH tiM*im~aii ~i R *H
neoi m,(*O|>Qfttoro oao; ai-skM
n~irv4. *a~palmymfc oi qqr toor.ai


Just us.

.A& que se redu- a itervaql
emfielal
demumeltda pe-*-, Te2


;m sen editorial de houtem, din o Tepo que o
aema commandante das ar-a dets provicimia,
esti intervindo, per conta propri, o mouvimm-
leitoral, on entdo, niao tea ameiM de ampar
a ,eommaadados, contra vileoncias qu me-
a -a ser pratic~ada etc.
bo ertexa, ha naquellas xpremis, m ie"
mre ii a ordem legitiia, qae rena.mm dam
ies, capitio Alvea Pbo ea Alhwes QWi-
tdllnm, do seguir no proxno paquet pra n&
t ds wmpewo, a as apresentare ms & ajedame
wal do e x ito.
do ha nisso amenor viommlas, psqm tUd *
tar deo obsmio as ordn. do mmuarisret
ummeat ao smrvi" am num war am Piar
uldais. Podemos oatretats ag War, qu
bquem"eA ofelams tal asalo, de-no&a IWiMO
tOivaooaf~impeaque. maleU dorixA meima autoridada policial da provia, panm
|l localidd em quereoaubdhd ia mm-
dw*-4 wbaw1 peblit, peri hmA -


4


749


L,


no seu artigo de hontem, que a deefai de Euzebis
nmiwfbi complete,, foi fraca e trivial! De sorts
que-Souza France, aquelle grande orador e ale-
yantado Ceapirito,.na, pde refutar o. disuewao do
Eue bio, fez profonmula urma palda defeat ao
partido liberal; e, hoje, G&tadston, em nome da
posteridade formada pela geraqgo actual. daqua*
sem davida pretend ser elle o oracmdo, afoita-se a
diner qne a defeza de Euzebio o foi fraoa e mualto
trivial 1 Is
0 que vae uieso senao urma baforada de orgu-
Iho, uma jactanciosa pretenuao do amer proprio
do contempomrane-? E ago assim as arguments
doe G sa&ton: arvom-se em oraculo, e zas, pronun-
cia.,sont as, coma se-tames sentengas, dsiharme-
nic as corn os- faotes historicos, podessem ter valm
n'uma queoato de facto, que pode ser estudada noe
aunaa do parlamentalo!
SDe igual valor A a phrase, que Gladston poz.em
6arsteca maiscaulos nos trechost, que tranore-
veo, deo um discurso do Sr. Antao, sem dizer em
qae pag. e vol. so acha ease discuxr, nom. se foi
aqeou depois do daEuzebio. Ewa plumerepo-.
inda, phrase para-effeito sobre as galorisa da.ca-
mara, A a seguinte: Quebrae as esoadw por onde
kaweis ubido e tereis feto um grande- benefieo
do pas.
Ma., oquo dia emaKphras-suno que on libe.
rems, que fizeram & revoludo de 1848 por amor,, e
. por amor do poder eamtavam u oi em, 180'
para veltas a ella? ?nhumn heoumm det sensopodt
"raduzil-a por outa frma, danesman. forms qua

trauclptomi do tdaidbew do Sr. Antao se$ao lug1-7
lmnimWh*, ea ee wom (( mn"ms
eo0.emmg ns, cip st0, eonleouteos: Eun t
99WI frl^~ill*"it dohrew-dtaqtf


MUMUM" lB#U, ~go"*ao; govfbotetMIdabiBpiaayrs,


I-ue1 ex-a^vmji se levw.ito & a"^. _1R


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,ii,,usgapn-pss swp!t~..-r ,.wr-g..w---rwr--- -"----
-0.-. 8n w OSJeqirnTbhab p6dA sar muito
^ MIri n-p', borm rhetaripeWsta nt 'iwteza ago 6 ho-
.,.i qBioasfesiturmo 6qOinc mem da s ip tim,:.ji.t'do seu pais.
otdiaM *quo"&-p. 0 otta a 6 ^MmO, 6 w, ,wsI ao'
SQuatom.SA iatewogae-que.am-correr dc eita- .=mna '*,orico, imam A AB t ho
do editorial ao foitas to -general commandant om do bobo, .coma dia-o. .-A:A&abo .de
das armas, paronem qae s6 teem a seguinte res- Albuquerquo lkompem qoe ago prieoo a
pasta : p isalgut
Oas eemde ling4gem, a apreeialo dc 'O -aewonestrais dizetai m;is, do quo eles
j c mesfwa 4imdaefd ai.
uma quesc qualqmer, reTlamra,"pas a dcficieu- iiOs siam d s a po si..-
0 .. ... Sr.-Gornes do Mattesf.allam.doADpr-i


ciat Uct rfalzuec tlu JUSLEuLIuUU u oueapei ua qiiem
fulla ou de quem escreve.


Ao eleilorado do 2' district de

P'ernambuco
0 eonselheiro Theodoro X.
F. rArelra da SIvWa
Resolvido pela direcgao do pautido 4onservadlor
de nosesa provineia, que eu disputasse a eleigio de
deputado pelo 2g.districto, rPo bhesitei em deixar u
,meu retrlhimi'to, at6 porque o -pleito tinhba por
.objeetota question norvil, de importancia excepcio-
eal. Ottr'ora c-ollaborador da grandiosa reformnu
que estaneava a foute da escravidio no Brasil,
era e smeu daver pugnar pela honra de represea-
tar a uasio, consultada pela dissoluTio da Camar-
dos LDeputados.
8egfpre e hoje, fiz e fago ponto de honra em rei
vipdicar--eomo aquelles que form companheiro-s
do Viscoad-|jlolR:o Branco, qu. r no4econselhos d
corda, quer nas lutas do parlamento e da impren-
sa--o quo aquella retorma tern de salutar, vedando
que alguem mais nacesse escravo e sendo o factor
espomtaneo do today a transtormagao future. Ma.
a par desse nobilissimo commettimento, a lei dr
28 de acsetembro de 1871 reeonheceu e mantave o
direito de propriedadc pela iudemnisa&oa, base so
bro que assentou arefornma, sondo um do sus inme
recimentos nilo desorganisar de forms alguma o
trakalho agricola, dar tempo para que so tornasse
pounce ensivel a diminui 'o de bragos e promo-
-ver-se a sua substituigao.
0 que naio se ple attribuir A lei 6 que os seun-
executort.s nao a executasstp leal e severaiment ;
e, se bern que dentro dolla, attenta a flaxibilidad-
e elasterio de seu mneccanismino, houvesse valvul ,
para maior acceleraiao de emprehendimenatos
facto que a questao servil estia pertiub-ida pelas ex
citaaios da propaganda radical, patrocinada pelo
governor imperial. Promove este urna suluci',
quasi absolute, asem que disponha de for-a par.,
una solucAio immediate, ficando pelo contrarian ,
proj-cto de lei que fez spresentar pendente entr
duas legislaturas, e o paiz em situasao pejada de
riscos e perigos, coeno a sua diuisbo em do-ir
,eampos iuitaigos que nao existiam, a inseguridade
de pessoas, e e omeo da desorgauif-ageao dos ser-
vigces e o abalo da fortuna pr.vtdi, pretundnmentc
depreciada.
Erro foi waste em que nao inacorreu o preelaro (s-
tadista conservator, o Visconde do Rio Branco ;
pois inicado o eommettimento, o levou ao cab,
deuntro da mesmna session legislative, coin proveito
e honra da naoao.
Opponho me ao project de lei que motivou a
dissolugdo da Camara dos Deputados ; porque nitLo
a-Imitto transfurma-Ao alguma que viole o recpei-
to devide A propriedade, bastande-me a certen-i
de que ella 6 legal.
Fixemn-se corn prudencia novos terminus ao es-
tado servil : mas, esatistazendo-se come na ante-
rior reform, interesses divergentes, post qut-
ainda conciliaveis : as aspiraoes de mintlhor futu -
ro e o direito de propriedade.
Nam a opposigio que haja 6 de inp.-ssivel coat
ciliaica'o. Neste ponto de vista o que cumpre ve
rificar se convem transigir, se a transaa'o 6 pra
ticavel, nao alienando o concurso da proprie ladec
para a transform:gio gradativa e successive.
0 method pode nao ser congruente corn as ex-
cita9sc de propagandas radieaes ; mas de cert,
6 realisavel per hoineus politicos, que menos d&
vem attender a principios absolutes que a resul
tados praticos.
Assim come digo que parar 6 impossivel e ro-
sistir terneridade perigesa, pease que precipitui
a march e desencadear a crises, ser accomoda,-
tauros iatcresses oppostes, pade e ha de ser rein ,-
tada lounurar.
Nn-n as circumstanaias do estado permittem
connrtatimeato tAo arrojado, come serial a aboli-
9A" imanediata, ainda que disfarngada fosse, ma-
de effnaito inevitavel. como project o governor, o.1
aberta e dcelarada fsrmalnente, come a querem
os prepagandistass. As p'assinmas con-Jii;5es e-o-
nomi3as e fiuanceir-ns dio imperio sio notor'ias : h:a
criso da prodntc'ieo, ha crises de preoas, hoa cri,-
de rmndas publieas; o rumoerario occults so ',..
intimidtd.,'; os bauncos olevam as suiis taxas I. -


desconto, em c-a-t b.ilaiq) dcnunciam que eat i
semr recur-ss p.it L fazer tce anos deposits, d-e q't-i.-
sio gaiLrdas; o do Brazil imanobilia-)u inais qu
o seu capital wirs areas do Thesouro Nacion-.l, po)-i
di\ti.l.I fl-actud tinet ; a cartcira lhypthetaria dtcss -
b ns-o 'e st&a depreciada ein m ntis d, rnetade do s -: i
valor'; o ciib;i desce, e qunm teIn 1:00l.Jma) i
Int) p,.is inis' ml que i'))M.0)); c este estalo d
filleneia gr-al do dia em dia se aggrava, porq j.
o eotado ahi cst'i coau i.n deficit or-amentariu d
cer-- :lIc trtnita mil onton, corn urnm divila sup.-
rior a olto aent.)s ra-il coats, scan fllr a in r -pr
viucias nqu., c nM) it nos- na, cij--gir.ma r' b.ii, a
rota, culpisia pelaos inpru.reneias que a m i-
varam !
Em cnse-imnliitehsituiq.-)., opproe-iva e qi si de;-
,sperali, por inmais exigoat,-as qua sejam ias aspirai
qnes d.ti evilisaAo, Ja humanidaile e da religi, ,.
eu qrjme, can eonditiiLs prospers, podera ser in-i.,
oasaddo, s; caer,'i ;'i neceessidai',, proecdaendo c i-i
a m-iior pru lin,'ian cn assumpto ta) mnlinlr,)s3 e
gr.tve quas 0' Jaer-ojs nalte coittir-se-h:no p -r
calamidade-..
Kvitcinol-os; e os factors di lhistoria r,'gistrar"',r
jue o Bras;l, assim comno effectuou a, sua indep..-,i
1 lancLa naciou..! tier uma revoluglo ineruenta e 1n I
cifle., chegara de ti-do a extinguir a eseravid o,
corn a meama rara felicid 1e, corn que come ,m -.
prepare, e atiantou a solnago do temeroso problem


ma pela suppressio do trafego e pela lei de 2,'-i d.-
setembro.
Bern ou matl succedido, vim pleitear a elei. ,-
n'um dos districts masle diffmeis de minha p-snin
cia natid, e nao occulto o a eu modo de m oarmo-
digos e iNlustrados Srs. eleitores.
Ficrd a tradiglo de ame estorgs e do apo.)i
e- m que me distiugisnm adements de order
d-vusde capital, agora agitada par excita&os A
daeiu. oe pela patents compresaSo official A li-
S berdade do voto ; ssewcs vulgares, Au i am
S testMs, po- njb prevaisd acntras a gene ea
umams prefrirtam semfto rsbit a a ubmetter-st.
Beaa -"AD donwe4fao do 28.
lliodenZ ,Pr.Js rfadfusKw


memij exprime-ae dole uodo : Eis aqui
o Moys6s do Cruzeiro, o predostinado li.
bertador dos filhos de Agar. A' sua vox
potent desfez-se em p6 o medunho triunm-
virato do interesee, da ignorancia e da
piepotencia. Vejatn agora os iaimigos d-i
humanidade, sea a organuia ao do -trab.i-
Iho livre, como chove o man coleste so.
bre o vasto territorio do Brasil.
Os trombetsiros -do segundo applaudanm
a cervaja do juiz da f.sta, e apresontam ia
ponta do estelyte a quern se minostr.a indif-
frente oua nao go ta-da balburdia.
A rhetoric do Sr. Joaquimin Nabuwo e us
interesses do Sr. Jos6 Mariano sio cousas
possoaes. E o que se vai fazor no prirneiro
de dezembro e salvar a patuia restaibelecon- to-
se as fiuangas, que a locauimtide e a s r li-
dez vergonhosamente estragaram.
O que fizeram os Srs. Nabuco e Jos6
'Mariano, quando roprosentari am a provin-
cia no Congreso Nacional ?
0 primeiro declarou na sua oonforeneia,
que tern u.,n prograinnmma a realisar: proton-
de corrigir os vicios do systems prepraen
tItivo, do qual 6 sectario convoncido; pre-
tonde realisar a einigragao espontanea,
noe do elim, mas do urma raga superior,
depois de resolvida a questlo servil; obter
a desoentralisaglo das provincias ; e subs-
tituir a oleigiAo direct pelo suffragio uui-
vers d.
0 segundo declarou igualmente em pu-
blica c )uferencia, ter restabelecido o Arse-
nal de Marinha, e obtido ultitnaumente un i
serraria A vapor.
Que fez tiude para salvar a provincia da
-igoeia da miseria em quo se debate corn a
supprossao do imposto do consume. E se
o cuinercio lha deu umrn palacete, nilo foi
em c-tpaa de servings, mas comno present
p ua solicitude corn quo tratatava d.it abo
ligibo do ditb ianposto.
Ja so v6. quao nenahu a delles fez cosua
que prestasse, quando nesmno o primeire
conseguisse algu-ma quo entritanto niAo d,.-
clinou.
Nn-!un urn, nemn outro, por6m, podia igno-
rar o que todos sabin:n e sabemn, isto 6 :
quo o pouco zsao nos linheiros publics
pro-luzia dijici s. Que o goverao) recorria
ao expedien'e dos iinpostos, as emissoes e
oi iinprestiaios para robrir esses deficits.
Mas em voz do se por term a s liberalida-
des, e activar-so as aontes do riqueza pu-
blica, tude isso se poz de lado, os deficits
cresceram e o paiz coinpronmett-au-se.
N.o 6 uma phantasia o que dizem-..
0 Journal des Economistes, ema um dos
seus ultimnos numerous recebidos, assim s,
exprime a nosso r0speito: a Os oriamen-
tos do Brasil encerramn-se c cin deficits de
oitenta milhoes per anne, e takes df'jicits sAO
saldados per meio de emprestimos ou emis-
sao do paipel-moeda, ixpediente que jA vani
faltando, pelo que a situaie do Brasil 6
insustcntavel. a
his ahi ao que chegamos!
E o Sr. Nabuco qu e sabe, porquo nos
Sdisse quo o melher system ecoaomico con-
siste em p-'gar o que se dove, e nao gas-
tar mats do que so ganha: porque deixou
o governor gistar o quo nlo polia serm pa-
gar a quemn deve ?
Sate qual foi o resultado da sun incu-
ria? O custo da produncao tornou-sc
mnais caro parn o agricultor pola caresti.,
do dinheiro rmtrahido e o assucar desceu
do pre-,g ao mesmO tempo pola main r im
parfeigio no fabric e coacurrencia da, be-
terraba.
D'ahi a dopreciagia do assu3ctr brasi-
loiro, o abalo do credit e a rains do agri-
cultor.
Ignoravam porventura aquelles senhores
que o transports dos generos de produacgo
e consume da provincia 6 preferido ao va-
p.-r pcla leco:-ogo animal'?
A ferro via do Liinoeiro, iunpr~stavel c
sa-ir utili-ade, nio perde corn isso.
Se a publica9i-o dans contas do s-aa re
eaitat e despeza mostra a todos a roalidade


L
do umn graule desequilibrio, corn tulo ell i
mipura excllentces lueras para o accionistt.
peor meio da garantia de jur- do capital
epopregado, c do juro d. capital no eum-
p'c -gado! Emn vez de 7 p6 e c.ab'sar 8
ou [,.
Como isso se tfizt.1Im-nt' j dito se.mi en
testatgi) \Vaun Uf-I nA1 Dirio de Pcrnam
buco.
SA de nGaruairi aiud.- uit-) fez desappars-
cer os eavallos e os alifmlorcvcs. Segie
os mesmos paissus do eaeautaduo prolongi-
mento ao S. Fraanisco. Di.apropri.noes,
obrais provisorias, rn igj)ts de ena-nheir s
deL todas aa cliSas':s, CLpr.g.iJos do se0.-r-
taria, mas nada de ditinitivo e de utitilid.i-
de para -i agaicultarnA.
0 prslong.inento ja tern c:tballos bran
Uos, c aia lta nro fuucciona, nein funcecieni
rA mrst seculo em toda a su.t exteuasio.
E su aqtailha vt m deate, se procedoe. d-
InCS nnat aeoor in'i.chaioai! do retardamento
e ini-rcia, qiando p.)Lerr ser until a pr-vi,-
cia ?
Ojs e'ngeahisa euatjlras scpuaL ramu sib
seus destropa a industria agricula, depis
de d L amontarer asW fabrics particulars :
r dazirjae.n seus donors a n.Lo terein assuair
bo n -mn mAo para exportar.
N.'i so fallen em fiscaes do governor, gen--
t depcLndente pioe ordnado das eminprez:ts
que fiscalUsam; porqw iisabmnos quo p uma
Ina,- lava a outra e aamb-As o rosto...
Exceptua--ae tUdiAvivU algum para ser ,i-
mnittido ou removido, come o que exigio
da Sugar Factories, mais aslidez ass obras
e. macuinismos novos em vez de velhos e

Eatretanto, as tabellas comparativas ds
repartanoe sbswe mostraso yora a vi
dencia das cfinas, um.-mpantoso deoreasi-
meato dam sA piS aiae a vor e -do
jao: do 0a'a i'notd &wuatouaw


t .... --


no uso das suas prerogativas constitucio-
naes, dissolve aquella e appellou, noste
ponto para o juizo da nagao.
0 Sr. presideute do cousclho tomou lo-
go outra attitude, para nao perder a ques-
tao cm que 6 part. Dainittio os presi-
dentes das provineias, per elle mposmo no-
meados oa conservados, presidents de
confianga political, e nomeoua outros reco-
nhecidaminente emancipadores. 0 im, to-
dos sabe~m, 6 embaragar a reeleico (i-
quelles quo se minanifestaramr contra o s(,u
prsjecto ; e imnpor candidatui'ras offi-a's
que dopuis o auxilic in 1 victoria dca c-i
-a da appell:3ala, cmbora perca amigos pol,
tic s de li.:alos, e aJquira outros pura in-'i-
t.- dtie ceasid!o.
JAi nrio 6 s:roelo o qte so p assou ean.
tre ell,' e o Sr. sena lor Laiz Felippe, r el
tivainent! a c:aiu.liJtara do Sr. JoaqI. :
Nabuco.
Co;um se siabe, a provincia repellia ec i,
caadidatura, co:uo o fizer.t eia 13SQ p.':
abanmloao e.1 1 e a tleixara.
R,:.-)rrcu a benevolen,'ia do eleitorado 1')
Rio do Jaur-iro e 1io Wfoi attendido. Pi
cou s,- cMa sIa fr'ivola vaidladec foi prom--
rar no estrangoiro o pio quo aliais tinli
em casa.
0i13 Ct1,51l.
Foi a;v menos o que elle disse, inns u'".
6 o quei se sabe.
0 Sr. senA:dor Luiz Felippo recuio'i-s:
a ai:?ltIr a commnisrsto de apresentar !.- 1
fender a sun candidatura official, apiz" ir
dos abragos e off. recitnentos do Sr. D i-
t.s.
Const.t mosinmo que pela css-io do 11
eireulo eleitorol dava este em troca ao c u-
didato liberal por alli accite uraa president
cia qualquvr. M'-is tudo toi inutil. N !i
abr.agos nom offerecimentos, nein presideni-
cia, denoveram o illustre senadur do set
fir-ne proposito.
O Sr. president do conselho, corrid)
peLiA recusa, lenbrou-so de Matte-Grosso,
o espera do gaueral Floriaao a victoria L.
candtdatura do afilhado, indisponsavel ni
dis-.-usso que vai haver sobre o mag.a
project de negros.
O que serial de S Extc. sem o poderoso
coneurso d, -t&c, eximio artist ? Nao esta-
ra esto d'ante imno empenhado nos appian-
sos e coroas honorificas que s e preparamn
nO estrangeiro, onde a nuravatra hraua=
more de fonme ao invez da ebcravatura ne-
gra do B97mil ? As confarencias assim n
disein.
Entiotanto, o Sr. Dantas achou daro -ide
roew -o o-o q'e tlhe tmrf iessou o Sr. Laii
Flippe, e ae que o senu cafdidato ao se
esqaecsem de Peraambuco, a de acoam&
thatra quo vi s e reatw a S aas rdapoua o.*
tsueois. sat, 5-: Ez., o s6: M11
eta -1p6r t& ypo## a faar~a ofak


Ospartidos politico s
II
Conuservadores, liberaesa indepandentes, conci -
daos, As urnas!
A patria estc ein perigo; 6 mister salval-a.
De hoje A oito dinis sera- dada a graaide batI-
lha, em que um dos partidos politicos ha de sahir
triumplhante.
Nio 6 possivil, que, n6s pernambucanos, dcixc-
mos de conabater a onda r-'volt dLi aaarchia qnc
estA prestes a tragar a soci-adade brasileira.
0 digno exemplo d3 Rio, S. Paulo, Minas e Ser -
gip-', ti'ae s'r ianit tlio por Pernamnbaeo: c iisit r!
ropellir n-Ia ur-as os nomes dessoes falaos proplhe-
tas que, airvoramlo a b indeira dai emancipaq.ao re
penitiua, procuramn glorias para si, embora, obti
das corn o stngun c coin as laogri:nas de nuiners.o-
Iittmili.t s.
Ni0. compatriotani!
E' mister muita uniuo ir-mezi em intolJoj)s qi t
sao vcrdadeiros plriiamibucanos, para no dii 1" d.-
dez:mnbro, escrever-se n derrotan do abolicioi-is-
mo iutraunsi'go-ent, dresses fills ingratoes qdie \vi
vem ultraj:tmnldo m ii-p-itria, para ;: cortiista d.
re.tlisaais' d:i ratidade ,quo os do:nuna.
Er-!ci-o'vos, tqu( a vossu attitude sort basram -
p ira des-tmar o minimig.).
BastI qu.'a se .uam etols 3s amigos da or-J-c:-,
auxili.,dos eam os votos dos cleitores imparcl ei,
,iie tio escutam a vuz de chtrfes politicos er n.i -
tn-o an -egimentados cen partidos; que cerremos fi -
1 i r.-s par-a o triiiianplo da b.Andoir. 1 ate Lda p,.:-
partido caunservador ,- euaucipan,'io c ord--m. ,
Trudo- aauncia o 1osso triumrnpho.
Sim. H-itvemos do, uuo dia jo de d,.-z-'inbro ci
-Ir--no.s corn c's loiouros t i victoria.
E porque muto?
Nos, coansrv.dores, repres-'mrtamis a opin .-
publiea; estadamos as eondiq-es espociaes da 11.-
qvo, as suns ,eseeper.idas fiaiauyas; enearain. ),
sorte t'futura d'ruV-i grande part deI brasilcir s
por isso, querino., poJemo3 e hiavo'mos de fa;zr"
rmaancipsgI:io dos negr.)is, onili-imlo s03 inter.-a-ssi
desti.'s c man os d: naq-1., rrespnitando os dircitos ad -
quiri.l.os.
E' um.t qmlostt- do hnur'a, u,,mia queasto d. a ,v-a
e m',irte i.m qut nos vaimoi empenlar, naqual t -
dos dove-n seriamn:e mernditar, porque ella iute-
reisni a so-iedade.
Os nossoc adversaries, especulando cor a i 1-,',
liuMnanit:tria da emnaneipaqvo, despresando os in e
re-ises so0mi cs, que sao tidos como nao existent-.,;
; 'n 'o imp-rtancira aos males futures t ;n-.
imiaacrias da nnqio; arvoram ao contrario do par-
tido eonservador, a bandeira da aholicio imm -
di;tra:te s.m inidemnisaqiao; querem reformer d--
tlitndo.
Qau-m osta corn a voerdadeira bandeira? Qac:i
almeja a soluqio do problema social, sca ab:al'
social e.sem bancarrota, seor a desgra'n dos n-s-
sos co., eidad6es?
Dizei Dos, dignos eleitores dosta heroicca capi-
tal!
Nio seri diflicil a resposta :. o partilo con-
servador em c.: acipadoree
. A i'ftwrtsio dos eawm-rs 6 ume nmplicado prb-
blema quo joga cow dftversoe e vaniati inteu,.s--s
sBOcietarios o commercial, a laroura, as inda -
uas e aa fmanras depedom exeluasivamette iel-
le. So -rFora foewxe rsutado da pei iftaio e
dEic i BSee 6 *fa bmt m e ltdados e Pe-
i4W it e Ues; -ermos, om S ereiaa,t-de,
et7t b~S1%-hob.awdears9 da Mttiit.
lo'a ddltiteda
a^^ ims; uiada G.E teflou-,


- i -


mais eerie 'ntesean 4 pin u, vffl4j
conmo a creauga 0at^ha a urqn
iuflagsuaweis, preaende arremegar sabsewIq
o facho incendiWio do abolcinirmo in'-

o 9^fidQ, arraitaUklo.ue SIMD o par&-
ytc, a .eatregoa a umags duam
oas inportad wo -impato de cousbmo,
ema o quid a provinis pagav os seas

Sat (ae servio a -rhetorica daquaelle se
avangado patriotism deste, ropresentado
por ello ,mesro n'uma .sorraria a vapor?
0 quo aom contestaoao ha do real, 6: a
pobreza do Estado e a fomno do Pernanm-
buco. A fome :...
0 Sr. Jos6 Mariano nao sabe o que b a
fome. Nfo avalia o desosporo do umn pal,
abandoniado e ser esperanea, impellido
pelos oais does iffcetos, cm busca de
pRo que contenha as lagrimas da esposa c
dos filtos quo choramn de... foen!
Nflo avalia per certo.
Ease p.alaceto da rua do Imperador, r, -
cebido nao em paga mis de Apreente, e
cujas paredgs parecca reboeadus de sain-
guc, essCoscarros u parelhaamiimoseadas da
ctrte(?) os iantares, as- wusicas e os vivas
dos lazaronis, nao o deixam ver nerm ou-
vir os gemidos e as lagrimas da miseria!
E Om tudo; antes de sor eleito, era o
Sr. Jos6 Mariano t39 pobre coino os quo
padecem hoje, o p ar 'aw elles per quo
nao tinha occupaglo s6ria !
0 8r. Joaquim NWabucq, depois do iui
ciar a luta do direito velhoeontra o direito
novo, da coasciencia velha contra a coa-
aeiencia nova; depois de arremnegar o fa-
cho incendiario do abolicioniamo sobro a
principal fonto da riqueza pubUelica ; pedio
a sua reeleigito A provincial, corn a qual
havia cortado todas as suas relaaSes, e re-
eusado palavras de recouhecimento.
Nao devia extranhar que ella maguada
e ferida, voltasse Ihe o rosto.
InsiAeto gora novatuente, imp o-so ein
nome do project do Sr. Dantas, quoe pre-
eisa ter quern o ajude na cruzada contra a
ordem e contra as leis.
Depois'da dcscentralisagto das provin
cias, ura dos pontos mais interessantes do
programina do Sr. Joaquimn Nabuco, a sua
aprcsoeataAo official, 6 a negagio complete
da sinceridade das suas palavras"
Sc nao ha coherencia no Sr. Nabuco,
a provincia precisa tel-a.
So ella recusou-lheo o naadatb, polo seu
desprezo e pelas suns id6as, hnje nao p6de,
nio deve, conceder the aquella honra pelas
iUsanas xazoes porque ltke voltou o rosto.
Acautelobiu-se todos.
II
o0 Sr. conselheiro Saraiva, o politico
mnais sincere deste paiz, dizia coin toda a
razao, que a reform eieitbral era a prin-
cipal r'eforua a Lzmr; parque o systeLmni
inlirecto, d pcndente di vontado e capri-
chos do governo, s6 proJuzia males pela
falsa representagao national.
Na verdade, dcsde que os deputados niao
exprimniain a vontade do eleitorado, a f6rrna
political do governor nuo era a iesina da
constituigao.
Rofer-mou-se o antigo system, e veto a
eleig:to directa, pela independencia do ol1t-
tctr, restabelocer a vardade da repres.'nta
9i1o o o governor da nagie pela nacklo.
O paiz via cntfo no parlarnento repre-
sentados as partidos e discutireoa estcs cam
proficiencia e patriotisino algumas mwdidas
de interesse real, sendo per vezes demittido
o ministerio pela ascendencia que pretendia
Oxercer.
O actual president do eonselho teve a
mesa sorte, foi dispensado pela car-ara
de continuar no governo, par querer con-
verter em lei o snu projeoto emancipador,
qae a nacibo representada nao o adoptava
por prejudicial aos ses' interaases. Am-
paron-se coin o poder moderador, e este,


&.qt sr'da mum peug .o e intle-

IVacaco, -mais feliz quo
"'- ro e.flbcOi a itmistancia senato-
ri" e.l, a doa a.nifo ,daa provas !
o.eqUa*;,qwme coatentava cornm un ba-
nho 44 agucas t arvas da opiniSo do II- ou
weamo do 13. circulo, atira-se As agaas
lmpidao das ientalidades do 1- /
*a, aim, se alguem ouaar a reforms
-dos einulot 5 elle ompenhara os seus es-
forgos contra suemellmnteI mondida, pois nao
p6.1e reaignar-ea a vor a mentalidade desta
capital afogar-so na aguais turvas da opi-
nilo do interior !9
Agradavel sorpreza, ainda que corn s:i-
crificio da coharencia!
So o Sr. Joaquim Nabuco tiver a fortu-
na de saltar no Valongo, como CCarlos VIII
em Napoles, coin o manto imperial e o glo-
boe o uro, po.IUc gabar-so que ,aatou a by
dra da esravid-io woin a combater !
hlcito por dunas previncias polo presti
gio dos abolieionistas, pddo dizer ao Sr.
Saraia ; a vote contra a vossa lei, porq,,.
ella pjuco differ da lei do ter-o do Sr.
Jolo Aifredo !... ,
Mas jcotno se explica a repontina mu lIan
ga da opinilo do Sr. Luiz Felippe, elle
quo taste desdenhara os abragos e a.-
amabilidades do Sr. prasideato do cons,
Iho ?
Acredita-se quo houve quoin usasso ,ic
reticencias corn o sonador, mas de reticenou
cias suspeitaa de procedeoacia ministerial, e
quo isso lhe dospertava a posasibilidado do
u-n passe da confi:-onga favorite de si par-i:
o Sr. lepamiluiasLn do Mullo, visc;do, inma
nlo convencido.
Ese alguemn, s6 per si, sbornm todos,
vale tanto come eotre qualquer, mas atu-
fade em uma farda, n'uma quadra destas,
de caudidaturas offi iaes, vale a'gumina con
sa.
IEis a razio porque o Sr. Luiz Felippt
coleu.
Mas onde esta a razio da insistencia dn,
candidate official em querer que o son no-
me figure em uma chapa escravagista ?
Se usamos deste term, 6 porque nlin-
guem acredita quoe os outros seus c~llegas.
reservados aos cir-.ulos da lavoura, sejann
abolicionistas, nom elles corn certeza, st,
riam aceitos pelos agricultores.
Se os abeliuionistas tern forga para o el,
ger, a inclussto do sea nome naquella chaa-
pa foi absalutamnento desnecessari-., e a su
insistencia um,' tolice; mas so elles nbo .
tern, a houra do mandate niol partira delle-:
somente.
Portanto, qual a razao da sua insisten-
cia ? Se nao hla partido abolicionista eiii
Pernamnbuco, come o reeonhece a imnposi
gibo ministerial, qual sorA o sou papA n.'
Camiara dos Deputados ?
So defender o project do Sr. Danta-
ira al6m do mandato dos eleitores que nao
o quereom ; se nao o defender praticara o
mesmno abuse per part dos que o desejain.
Logo, seo no trahir o mandate, como cr--
imos, o sou papel sera nullo.
E a imposiSibo do Sr Dantas, niao val"
alguma coasa? Vale a insidia do na-
vio negroiro quo oceulta a bandeira, por
que traz no por-bo o contrabtudo do es-
crav s
DLtgragada incoherencia : quando o Sr.
Nabuco pretonde elevar o nivel social pelar
extinegio do captiveiro, vai procurar o
nnoio dessa grandeza national no captive!
rm da f-jne!.....
No entr, tanto, quantas decepgces para o
Sr. Saraiva I
Ver desappareeer os seus patriotieos es
forges, as suns nobres aspiragoes no resta-
beleeimonto da verdade do system repre-
sentaitive pela a-'cgt rcfrctaria do Sr.
Dantas !
E pretendemos s- r grandes polo des
preso das lis !
WEUDROCH..


Deaapresai Oa canetos do cymme e 'o choro do ero-
eodilho, qpe-amdam-por ahi A iludir-vos corn es
palavr&m do etylo ekflso patriotiurmo; attended
im par-a sorte futura de vossas famlias.
Pernambueanoa I
Oa dous candidates abolicionistas devem ser
derretados: o amor quo dedicam a vossa patria
imm o exige.
Joaquim Nabuco esqueeeu-se de advogar ou
pugnar os nossos intereases : abandonou nos.
Agarrado a idea alheia, quereudo imicar a Wit-
burfoe,, receber ovay,'s, elogios dos grandes rul-
toea tio mundo politic), vi:ijar pe;at Europa, afin d,
gos.tr os attrativosi de Laudres, o quo fez por t.-.s
ainoes. A prapaigatida aboliciuuista fi ur iiitri-
dente dt'ssa viagein.
D.irante o long period da anseucn a, coino scin
pro, zao se lembrou de ser pernamibucano. Ni.1
,r,!v-'u .urn artigo, urna coirrspondencia, u.i..
.,issIt'.i p)ira a imprciisa de sua terra natal ; n.i
so initereosuu direerta ou iudirectamnte p)r neii:i*
,nit das divcrsas questuos agitadas, que diziamn rei
peito to progress ddesta pruviucia.
Coirn que direito pretonde elle hIoje a sua eleioi.,
Polo 1.0 distrieto ?
Pornju, nto se apresnitou emn 1878 eanJidat.
per Peru inbLIco ?
Itgcit.Rd do tielOitorado da C6rte, oadd se achi t
i. .m;rA.LiDAODE da niait.o, receios,) do triumei,) pwr
Martt.Grosso ; Icimbroui se eiito o S:. Nab-j',
,pie era peruainbucaao, e per 1)ri1\-cnin'its p .
i i jarias, teve a felicidalc de ser irluiado na chap t
do part to liberal, corn prctericeo de vuitos pro
nineites c.irrega.lo0 de serviqvs coinome sajain .i
A.mbrosio Machado, Paulo do Uliveira, Do.o Far'u
,t outros.
Qual o motivo prque o Dr N.abuco prefrrit,
deputacio pela C6te *? !
A iLe.i abolici-nista quo ess-, earalidato df.tcfu.
) ,r -i n.; a 1i. dircit .- .i.iVCLqa-r qtjU' Sja p) iiI
eigir um: ea;Ldeira no flarlaimentj, pr-jrque, n.-s
anlsLaas coUligies do Sr. Nabueo exiatem no pal:.
,utros ecetarios da eminaa idea.
0 outro candidate abolicioniSta Dr. Jua,6 Marian
ior, eujo perfiil politico foi bem destahado per Mf,
,ri, dove ser t durrotado em nomrn dos interesses d:i
droviueia.
Os facts, os anuaes do Parlamento, provain: a
jaciedade, que esse abolicionista intransigei. te
Hada fez do bern, de util a Pernambuco, apesar d
'pair todos os gabinetes.
Come born correligionario, apenas tractor d-
prestar a ineia duzia de amigos aluns favor-c-
particularcs.
A inucoastancia e a falta de acordo ras iJd6rs
sao o caracteristico desse tribuno.
Hontem, em 1873, republicauo exaltado; inai-
tarde demnocrata, hoje liberal leonino (! ; honuten
cseravagista proprietario de escravos, sustentadnlor
de tolos os gabinetes esclavagistas cno '-s ,dn
Martiuho Cam-pos e Lafayette, hoje ?... abolici,
nista sofr,.g), intransigente, arvorando na pra.,'L
pabliea a baudeira da ernancipalao, coin a qu.l be
abrana par \ ter a horra de martyr de uma idea ;
atO sc recordaudo t-lvez, que apesar de liberal -
era eseavocerata !
U id6a emn idea, de theoria ein theoria, de n
vidade em novidade, elle a abra-a e despreos;; :ip
wiova e regeita, compoe c desorganisa ao inesai
ternmp As theories mais ardunias, mas extrava-
g.ntes e impratieaviels, c rdennadas pela moder-
ar escula liberal e positivista, siay por esse tribune
accitas e apresentadas ao public e no Parlamient.;
as pihaitasias, os sonhos d. um din, as afoutntzas dc
uin espirito pode se diz';r, eoistitucin uuicam nt -
, s.r prograimmrnA politico.
P'craumbucinuos CmisrviaJ-lorcs, libriIrCes in
d.-p .ndentes S
A:eorrento da anarchia uo ase precipitous dc
t ,do ainda.
E' mister t-azl a parar min sea uaminiho : o me!i,
seguro 6 a solemne condemnaao adas eandidatura-
.1o' ab,lieionistas Jos6 Marianno c Nabuco, porqu-
ambos querenm libcrtar a patria arruinando a.
0 Lia 1.0 de dezemnbro, em que os partidos vao
jogar a sn sort ahi vemin se aproximaundo.
A's uruas A's urnas
Avamnte.
Novemnbro-1lSS1.
Cassius.

Os lasaronl-Mlassanlello abati-
dos, o eselavaglsmo sore a
presa
XI
Libertas, decus et anima nostrr
in dubio sent.
No mails constant lidar de 40 "nnos por esta
patria de mena filhos, 6 a idcia de nacionalisar ,,
cominercio de retalho porque mais me tenho esfor
n;aido e mais perdido; muito mais~do que pela r,-
,ublica, cuja propaganda sempre a tivera coin'i
cousa do fnrturo, por nio a-quereram rar-a teo ce I
quasi tdos os brasileiros; no entanto que a outran
6 raro 8 que a nio tenha eomo a primeira necessi-
dade, a felicidade da pitria. Nio obstarte vri.
puanto pade o preconceito de partido, e melhor sa
julgue pole seguinte facto.
Come tenho dito muitas veze', a xpuz a cad,,
eleitor- cste ponto principal de m _ii pregramm",-
quasi todos mais ou menos se tz- is -zrram- u no


lismo, long- de irostr.rarni o que pr.-ta-
-lnm f.,zer do raIl emi prol da provincia,
i:siaultaio as seCILs alversarij-i, pr-g-rn astul
rn .is tla .s;'.s thc.eri.ia, n'i-str.in lo-so a$ic a
distanciados da pesig.'o, q'iT aspiram
O candidate do 2.- district una reiil
de 20, analysando a chaps conaervadoa,
inaicawa como causa do incapacidado ;ars
ex rjer o mandate politico ser absst
ter meio de vida conbecido, ter fsailo,
,,a -ate ao 11.0 distriote, S. 8. u a s
am Agualitario, uno paniota, sca iO M
t-. foase um pardo o caadidazo woamaw "
dor polo -someeo distiaoto! i,
Nao oalumaiar di'er P o e et 9A
Lasndo em theatres p o 0 ao as r Iv
6 _.gar-se a nmby seas .at b uss
-abatados, G.0 o 0a dams- aK |
"nompouto 5lt rilirnr 1

'd~afnpwa sterafte o -a zMw ; ~;
Dies .L..
0-un;


.. --C--, "- .- ._.
.... -. -:. $.,, .


a -


AR .'. *TAW .
. m c M ....:,. .- ,:,.,..a.


n-n--- -
ft'tt.-- -in-
-a; -a


tenase logo; .a dimnw-e qM -m
tinio em vista doe pasewquo ji dhasbI
fieort mal tornsa tru.t M
a E en fiquei posuiko d' gsiu Ms
seutimentos, que eramdo o et me -
urma prostraco, aMl tive mis 'pas
Aquella cadeira, aLo sei se penimado an
diante da grandesa do occano que tiah-.
nossa vista; quando vierm es:.-ahoa, tea,
converse, eu aem beor oavindo o q pratiear
adormneci! !
Foi urn somnu) delicilso, bafijado pela dut
brisa do mar, ai somub.. i' aqu-lea coqueiro. b
sei se dorminJu pensei, aso aonhava....
( V. S. me havia dito que se eu on igb
send. eleito, Ai nosa pitria o comumemMo a et
o que 6 tazer a independeucia do Brail, d l
tria a nossis filhoe, teria urma estate a em
pra"a.
STrwco todas as esitutsJ per urma "Ispe w a
que me uecimem vivo, para ea ver on dinmare
patria livre, patria de nofsos filh M, meja a bade
quernm for, ,'olha a gloria qjem qucr que meja.
,, NIo toemo ao3s ir ores daquelle marnyrio; poa-
quo deres tenaho-as eu softrido tremeudas: soffri m
horror ).is de rlhicun tismo par 10 :ines.
P Podesse tol-Jo o trabalho e martyrio na oi ne-
rrdade alcanu,'ir a-juclle bamn immnrnns, fiearia ea
tlo satisfeito,corno semudo acompaiihaJ', dais paams
e lotvore-i di- lihnmens. S-' as.igni in -u ne 1
m '-its trn hi;',ls i,6 pr-pie1 n.. t!tho o Ir ) teiio d
iii-pirar comaiauar ; em incius cmncidail.aios. par&-
c ni.trem a gran-Il os.t tirf;qi (e tilois is nom
pilitiec.)s ,s o-lenh tin.
,, .Mas a priicira condidr'to de tiiI o isto, Sr.
comiinendad r, 6 ser eu eleito, como V. 8. rewa.
mlice'.
a V. S. diz r final ; mats ha nist um eMgaii-.) de que V. S. facil-
m irte s c mvcai.i ; V. S ,a.-: >itrlnu repugna-
cias e resist,-ui-.a C' seaOis ;Unii.-i; -mas v-nceT-as
todas!
o E come V. S., t ,dos os outros procuradoree
delle vao fazrendo assim.
S0 queo 6, pis precise prama -., v ucr ??
,' Uin sacrifici-.
N Sio sei de qu tamanho, de qne gr-o; am
por muitissimr) grandiose que s--ja, e i:nmenuaama-
te abaixo da grandesa do fimn que tUo ardents-
mente anhelamoas- a independeucia pars nisma
patria, pitria pitra n 'isis fillihos.
S NurcA stevi in Id ao home romper co-m o
prceneeito, eminelar o erro, couheci Jo o engamo.
SE' isto um iacrificn,, e n1) o p-do, que u a,-
crificio n.t) sc ped. atilo a unm coucidladao quoe
pensa: e sente com o u sobro' es iwgicios patrios,
expomho lHie o que me parec verdade, towo naquel-
la corda sensivel de sou cora-iao diligenaiaundo vi-
bral-a.
No pouito em que eosti o pleito, s6 d ses a-
cr ficio que dep anc minhai eleia,'; porque us V.
S. o lizer, publicanudo o soeu romnpinento, a an ina-
tenrao, na p-osicao em que esti, corn o criteria do
flue gosa, o seu procediinento me dtirn todo o pre-
rigio, o s-:u exemplo arrastarni a corrnte a se-
,,il o.
,, Senm isto minhIa elei4ao estAi per lida, porque
os proemuadores daqueUlle candidado, valo mc tiran-
to os votos. 0 meio corn qae soi me guerream,
dizeondo que tenho pouecos votes, que us quo s inimn cahircm :erlo perdidos. Assim ca;in laleitoer
1e min'o deastinava, de mirn vae o desviando. Cim
proeedimnento que indi-'o, nA,- -L todoes 9" r ani-
iirar), corn the segui-ae aquella correut,-: a ansovi
atdeptos; tauto porque toilos sabemr que o Mu
contingent mnuito grande, come pela raxiao aeicim
ji dita.
Dispontlha de quemn press assignar-se. De V.
S. ani-go c agrad-eido criado.--.Afonoe de A -
qerqtte V eito. ,,
1 Sr. Moraes ficou de mandar-me re.spoasta.
Eucortranido-o dias dopeois, confirm)u o re.e-do.
accrescrutando qu-- ia conversar conu o conselhne.ro
Joiao Alfredo, nao t con pslitiwi, mas ,cm? am-/i e
comnpadre.
E eu lhe disse : 0 Joao Alfredo tern iae dito
muitas vezes desejar inuito ver-me na CamGra : a
manns disse tan-nmbem eom meus botue : Adeaus
Paulo que jn te conto.de nerovo Satulo. -
Coneeito : oa s notaveis amrigis dos grawtiies pr.
tidarios, nao se p,-JeImn desprn-cer do pr-,co iu-ito
de iossos partidos, p)r mais que julguetn elUes
iguaes, par mais altos quo veijal as interredses da
p.trian de quo eases p-nrtidos rao cur.inn. .la. ha
,iiuitoa qcie nao estio presos pnr cstee l.mi-;, ha a
:n-issa do elcit-mrado da qual pouco'jpo I ,'saperar
recompeusa da subida ou da cnsoervviaa do p-ar-
tido. A maiorna pode muito bern comprbehteLu
oaIc eosti o imttresse da mrassa, e dar o seu voto
em segredo sf.,. fic-r mral corn seus amigos, s .jan
coaselhoiros ou bn-nm5s, co-nrnen I-id ,res, 'iu no'Z-
ciantes.
Aquelles, poise, que comao o Sr. Moraes corheeoer
a importancia desta alta idea, venham a mita ce
o seu voto no mai recondite segredo, ou Msjaa
* co-servadores, ou lasaronil (-imcrecidos oela der-
rota certa que estl'-i vy'rt,, ,t) pattrn).
Aftowso d'Albuquerqne Melo.


A S. Exe. o Sr. presidente da


-t


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4--


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;-.-
a !t -


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DATA -


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4 -


q


tausiasmaram taito que muitos me prometterar
logo o voto, samonte oppondo os marianistas qau
eu era andarinhao sd, e ouitros c mservadores aiian-
do a sua decisAo para mais proximno, assegura.-
to-me que para elles era aquelte objecto o da pri
meira necessidade do Brasil.
Um destes foi o Sr. coinmmendador Jos6 Cand'd
de Mores, que se mos.rou todo possuido da idci.,
salvadora, e a tal pouto levI a suas expresses, q I,,
eu quasi contei que teria sua grande eo:rdjuvawa-
corn os sens amigos que nao sao poucos.
Chega o Sr. conselheiro T/o't oro, e, u soubc log -
que o Sr. Mornies estava trabalhaido era seu f
vor. Parti pira Oliunla A visital-o. JAi eu iL
adiantado corn os artigps las'ironi, jAi zo tinha d-id.i
a ,luestio do Torres. Eneontrei o Sr. Moni.es c ,
Sr. Dr. Aliriida (Joa.qiiun Josjn- c iea receb.-'o
ec.:n,,audo ass3i:n:
Sr. Dr. Aff.-no d A.Xliu-prcrTje, j.A o conli
cia ha muito tempo e fazia- ,Ic V. S. al'o n-..n
ceito, mas estava long" de oe mlieer... c, e na.o in
l-mnbro de mais nad r: porque elle se toman,l ,d...
.xaltamnuto qui,? traiitluzia cnm suA f.-ic' vasou--
em expr-ssosei takes, que nuuea o:ivi d- ij,.eI
Iganm e q(tte e)iafriidirann nire a tal ponto ,re c-..
inme perturbei e m is nal.t ou-via e s3 lih- pn I
dizer: basta Sr. .\oraes, nio m ._coii'furdan Ness
correr, f.llou me da t.i ideia do commiercio a rIc
ralh.- e eexaltou-sc mIuito in Lis do- qpo d& prim air.
VOZ.
Fomes a tomar fiesco ;i )mbra d)s coqueh'or
no oito di c.s3-i, I pr.-i.r ,Io Crmn)) e alii a a ,; -
couversamos. Estraiuhli-Ihe cmn ;A vista d'i-
quella sna maunuestaw.Io, tiIe raa')alhi:\a p ra o
Sr. The -dor). Di-isc :i; (lnie parq-piecr-a e ouser-
vador.
RAll:-cti IhIr diseorrenilo poueo, j).rguutrin I
como til Ina-mr qtill.? )easa e scIte c.jino -cli-a.
,ihante do tl ) altis tiust5 :s quo r-io n-Ao dos pir-
tid s, 1up t i difficilment actuaimn d prose itc .
bre' -,3s nIos)s destins)i, ,L'a iuell t trita ideria iue el!.
juig.ivA primeir- a rez-ssihr.le, trabalh:rvn- p ,
partido esqu,.eendo as idcias.
Crnvoeuccu-se do a1rr., e dlepis de ailguin as pial
vras ;tic;lb-)u dizen I[ : N.io posso trrn'ar atr-.
que ine fiea i.ii, p11 ji fai foan o Th'odor) o:t
a-Lguns amigos; 1inns ainian trnalih oeL, e vstcs vo
tos serao seus, c so V. S. enutrar -u 2o uscratia..-
,-o-1 lle, el ecr- 03 111Mi1u1 an-miS 11P1s darluiMs
nosi .s vote: c est i T.OSluVao v n' eIra nuni-ruar at
The-i loro, part quo elle n1:) C teja egen-a.do. e.
([stI no fi st o im can sgiiJila, p.m-,i:r m:iis ni,-
Nto qiz ea ir aluzm; e che'gaud, tarde a miinha
* eas r, pela madragada escrer-i lie a sguinte ciar-
tA, derxando o original scm intenaio alguma, -"i
p 'rquo esCtava corn niuito min lctra.
,, Him. Sr comueudador Mora-.es.-Se foi gran-
die o seutimento de confunrio e vergnhia que c:m
mim prodaziram as p'lavras rcpassadas de effusa.r
e exaltamente de sua ahrina, com que V. S. me rece
beu hontem, to la a expresoia me falta ,ara mani
feastar-lhe ou descrever-lhe o estado do minha
ahna ao ver come V. S. conveiceu-sa as poucis
reflexes que 1he fiz, da verdade na grandeza das
questoes de nossa terra, eomo noe sic ellas ques-
tOes de .penhuam d )s dous pactidos!
Cotno Sao, quoe depis se chamou Paulo,
Sainda Uepois S. Paulo, coavertido em um ins-
tante por um raio de loI. celestial, V. S. eonver-
teu-se per uuma nz qte ji existia em seuas aenti-
mentos, cja corda seoasLvel alo fiz maib do que
vibrar.
9 E V. S.. qne, havias, pouoos instantes, me die-
a6ra que seno en no seg udo esorotnio. cowor
-weats com o andidato de sen pwfido o profemia,
idespreateUo deuse dte procUneito, ioavemoeedoe
awa joiJUNMM pwAtdosjido n*Aificmim SW gq
qum-oMM gad utw reef
Anossavo grhdijaidiseuSato. e tr uiaBHu tt& *'I
'des euj. deafechao so spropiarpza'e maim uotfe Wa


provinria
VII
Principiamos fazendo um pedido ao Sr.
Joaquim Nabuco.
S. S. nas conferencias quo tiv ram lu-
gar a 20 do corrente, considerou-se calu-
aiado, polo que toeos cxpcudido cm n-s-
sos artigos, accresseutando que despres tva
aos caluuiadores.
Tomes declinado facetos, indican-lo foatos
d' onde as extracta-mos; quando esereve-
inrues acereca de sua pesaoa tomina sempre
anle os olihos todas as suas ubr.as, lquo, p.r
uina fcliz coineidencia hurmm retir.tiaas a
cir','ulnvi.,, nl-sdc ,1uc S. S. io-se mi-sta
-idad'1, e, par isso, poli.uos ao Sr. N.Jia-
Lo ,luc doieuonstre as n)ssas invcrla l.-s. e
prove a nossa ea rej, ,lk r wr a tia|.u ,1a
LOL'I:OS do lS. S. proluzn-n i.is.trn.i is.
Nabo coutestam-os ao Sr. Nabu-o talent
a illustraizbo; imas litecoutestarnos. Lo, .jiS
inmelhores fundainentos, U direito do repra-
seatar csta provincial, para a qual e mais
.o quo umn estranho.
NMo ha ca! a-iA e. dimer-se, Comod:am-
mnos que a apreseutagieo ,,itilial de S. S.
para candidate do 1.- district dests api-
ttl 6 uriua offense political aos nossos brioe.
Porque, S. S. sabe, 6 offense redluzir a
capital desta proviiucia a cuondinci'es de
lnarr/cus pni'f!res.
Nao 6 calumunia dizer-se que a pugaa om
travada para o proximo pleito elcitoral e a
provi mnais evidence dc quo todos os bns
principios estioL obliterados e a r'gfneragIo
political, quo parecia iniciar scu orn o miiJa-
turio do veneraudo Sr. Saraiva, desappa.
r ',,u inteiranicutr. Voltamios :aios autiag,
Cci tumes com alguimas aiggrivatntes.
Neo calumni-t qi.:a:i -.li: 0 doesto foi e-
gido em programii:wa e m freatoe a urn
mutiitiiao i,) do iueonsc-ientes roIom hoaroxas
,Oxcepous) os so tarios do pseudo libea-


*9sr^












l,- como 0osr


s cife, "2 de novembro do 1884.
WF.

-h arella ento
| Acaba de sah'r da nossa Academia de
Sdfireito o entrar paraa order public, segai-
Sdo dos melhores titulos de recommenda-
o distinct bacharel em direito, Joa-
S Monteiro de Seixas Borges.
S Vencendo sempre, a inabalavel forga de
vontade que tanto Ihe caracterisa, todas as
Sdifficuldades quo se Ihe cmputavam, elle
obteve per si s6, corn o seu trabalho e in-
; telligencia, corn dignidado e independencia,
S o que muitos noil o fazem corn o poder do
S ouro.
Corn dignidade, dissemos, porque o sen
S passado 6 bemrn conhocido do nosso public
e a suna historic 6 curta e clara. N'ella
S Seo ha um ponto negro nemo umrn pequeno
Straco que deem gosto aos invojosos e des-
S peitados.
Podem estos explorer, famintos, que nAo
acharlo uma s6 seiva para alimentar a sua
bylis.
Gomo intellectualidade.basta dizer que
na Academia, foi sempre desprotegido,
mase nunca doscontentado corn reprovaglo ;
redige so sem o auxilio dos sous colleges,
ia quatro ou cinco annos, umn periodic
onde discute corn proveito questies impeor-
tantes, tarefa que bem poucos so o immita-
rem nao o exceder~o.
E 6 corn estes nobres titulos, que elle
nde ingresso na galleria dos homes de
lettras. Merece, sim, come meroce ser
imitado pela mocidade que lhe seguir e in-
vejado por aquelles que nlo sabem ou namo
podem ter, come ello e teve, unea radiant e
luminosa carreira.
Que elle entire na sua vida public e-rea-
lize as suns mais palpitantes aspira05os,
ennobrecido come tern side, e aceite do
fund d'alma as nossas felicitates pela sua
victoria de hontem.
Recife, 23 de novembro de 1884.
A.C.


Ao Dr. Seixas Borges
BACHAREL DE 1884
Sempre que encontramos occasiao do
prestar sincera homenagemn ao esforo indi-
vidual, ingento, vigoroso, siinificativo de
luctas enormes, regosijamo-aos pela satis-
fagao intirna de ver mais um dos poucos
qqe consegue, nos embates p3la existencia,
colher os tropheos da victoria.
E' por isto quo as nossas felicitaes
n'esta occasion nao so dirigem simplesmen
te ao mogo quo alcan9ou um titulo; slo no
duplo character de umn home do estud, e
do trabalho.
Se fizessemss a biographia do laureado
bacharel que hoje terminal a primeira pha-
se, diriamos: come E. Girardimn, Michelet
e T. Braga, principiou a sua vida na iin-
prensa, trabalhando dia a dia; e leccio-
nando sempre, de modo que adquerio assiin
s mneios para a conquista da sua indivi-
dualisaoio utilitaria na soziedade.
Se quizessemos, repetimos, teriAmos fei-
to o senu maior elogio porque 6 necessari.i
mente em poucas palavras o historic da
sua vida.
No entanto aqui fiea enunciada urna pro-
posi9eo que bst nwa convicgao de toios os
que o conhhcem desde a entrada na Aca-
demia.
Sempre affavel e delieado para corn to-
dos, vive na colectividade, prestando a
mesma atteneao, tanto ao nobre coinme ao
plebeu, apertando da musma form a mAo


COMMERCIO

Praca do Reciteelfe, de novem-
bro de 184
As tires horas* da tarde
Cotaces officials


AlgodiZo do Aracaty, la sorte, 85400 peor 15
kilos, em 19 de corrente.
Aito de dito mediauo, 7J400 por 15 kilos, em U19
d o corrente.
Dito de dito 2a sorte. 65400 per 15 kilos, em !9
do corrente.
Algodao do Mossor6 1a sorte, 85500 por 15 kilos,
em 20 do current!.
Dito de dito median, 75500 por 15 kilos, cm 2
do corrente.
Dito de ditoe 2a sorte, 65500 per 15 kilos, em 20
do corrente.
Couros alga 'o3 seccos, de Penedo, 630 rs. o kilo.
Sal do Assu, 850 ra. per 100 litres, cm 19 do cor-
rente,
Cambio sobre ParA, 90 d/v. corn 1 3/4 0/0 de des-
ccnto, hontem.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 19 1/4 d. per 15,
do banco.
F. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. de Amorim Junior,
Secrctario.
REVISTA COMMERCIAL


Da semana de 1I a 22 de
novembro de 1884.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 30 d/v 3/4
per cento, de desconto.
Cambio sobre o ParA, 90 d/v, 1 3/4, 30 d/v 3/4.
5/8 e 15 d/v 3/8 per cento de desconto.
Cambio sobre Lisboa, 60 d/v 167 por cento de
npremio, e A vista'176 per cento, de premio banco.
Cambio sobre Londres, 90 d/v 19 1/2 15000, e
do banco, 90 d/v 19 1/4 14000, e A vista, 19 d/s
15000 banco.
Cambio sobre Paris, A vista, 501 r6is o franco.
banco.
Cambio sobre Hamburgo, A vista, 617 o reich-
march, banco.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v 1 1/4 por cento
de desconto.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v
I 3/4 per cento de desconto.
Cambio sobre a Bahia, 8 d/v ao par.
Genero nsaeionae

.Aguardente.== Vendas de 5S5000 per urna
pipa.
Algodlo.- Entraram 2,722 saccos, vendas do
do sertao de 8500 per 15 kilos.
Dito do Aracaty.- Vendas de 8A400 e 6A400
per 15 kilos, conform a sorte, no dia 19 dp cor-
rente.
Dito de Mossor6, vendas de 85500 o 6A500 per
T5kilos, conform as aorte, no dia 20 do corrente.
Aasucar=Entraram 66,746 saccos, venda. sos
pegoe seguintea: ;
0 branco, superior, d sorte, boa, a 2Al0
e 2$800os 15 los. 0 ditode 8.* sorte, regular,
e205300 aQ 2800 por 15 kilos. 0 dito de 4*
S a: 2,10 f15kiles. 0 dito somenos, de
15800 a 14900 og 15 kilos. 0 mapsavado, pur--
sde.bomn.-1*3O0a 1M4O0of 15 kiIos. 0 dito re-


wous aos coraguoe s O5g. -
Sao estas a; qundac.. qneI o recommen-
damn a todos; sao estes titulos que o eno-
brecent.
A par das conquistas que o seu todo
sympathico, bonevolo c insinuante, do-
monstra, adquerindo admiradeses, recebe
elle o resultado de sens esforgos; aprovci-
tando a inteligencia masc qula e 9no distin-
gue, enriquecendo a illustrate adquerida
para se apresentar nas pugnas da scien
cia, aoude o sou nome tern actualmente
collocaglo digna.
A gerailo modern s6 so nobilita quan-
do, conscia do sou dover, se torn util a
si e A sociedade come o faz o tern feito
essa pleiade brilhante, do cerebros rijos que
se impie A nossa admiragto.
0 illustrado Dr. Seixas Borges jA fez
bastanto na ascendencia da escala scienti-
fica e 6 conviclo nossa que, de future, a
sua bagagem replecta de louros, serA in-
centive para novas victorias.
Slo estes os nossos votos, agora que Ihe
enviamos os nossos emboras e um amplexo
ao bravo luctador.
B.A.
22---11---8L


/ '7, / f J
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go^ 2^9 4 r"



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Flo. -alb ^ two T^ I> ^ "S eM45 0-J =PV
1[ ~A
S Alfredo Cornelio da Silva tamos

TiIBUTO AO MEIRITO
Testeinunho sincero de seuS amigos c
T u collcgas
SRecifc, 22 de novembro de 1884.


0 SUAVE SABOR E AROMA DO FINE
CHAMPAGNE, quo 6 a base da Cognackina, de
A. Ardura, e o seu dclihcado ainargo fitzem coin que
seja o prirneiro e o minais salutar dos licores.
Immediatos silo os effeitos beneficos produzidos
per eate poderoso tonico, que 6 ao mesrmo tempo o
mais estomachico e agradavei dos anti-tebris.

Ato eleitorado do 8' district
him. Sr.-Ha mais de trinta annos comecei it
ter a honri, qtiu a nuuc.t deixei de pleiteir, e fre
quentemnente ine f-i coufcrida, de ser eleito por
Pernambuco, deputad,) 4 assemb!da provincial oj
A geral : c crcio ter-me psf.jr4sido por A..dcslh,-
trar essa provincia, nao obstant- ser o lprimciro a
reconliecer a iniha inferioridade de habilitac io.
Per maiores, c mais crcdoras de today a inia,
gratidiao, que sejain as provas de estima que en
tenha obtido ou possa obter em outras provincial,
nibo devo rnunciar ou deixar prescever os me-is
direitos politicos em Pernambuco, embora nao de
seje tirar o lugar a nenhumnm imoo comproviuciano.
Acceito. pois, corn vivo agradecimento a apre-
sentac.o da minha candidatura que os rep-csen-
tantes da toJo o partido liberal de Pernainbuco,
tendo de attender a varias conveniencias, collo-
carain no 8.0 district, cujos collegios mnuitas vc-
zes me honraramrn corn grande numero de votes.
Nao n( cessito fazer programmed nesta occa-


de 385 r6is um kilo. Ditos, ditos, seccos= Venda
de 630 r6is umn kilo. Ditos espichados. = Ultima
venda de 703 reis uni kilo.
Fumo do Rio Neovo-= Retalho de 255000 per
15 kilos. Dito de Goyaz= Retalliho de 355000
os 15 kilos. Dito emn roles=- Retalho de 165000
a 173003 os 15 kilos. Dito cm latas= Retalliho
de 15,5 a 2035 os 15 kilos.
Farinhia de mandioca.= Retalho de 3,400 e
45200 um sacco.
Gomma de mandioca. = Retalho de 25400 c
25200 15 kilos.
Graxa do Rio Graude do Sul = Cotamos de
7,400 a 7A500 os 15 kilos.
Mel= Nominal a 455000 iuma pipa.
Milho= Retalho de 60 reis per um kilo.
Pelles de cabra= Nominal de 505 a 605 um
cento.
Sal do Assd..= Venda de 850 os 100 Ihtros.
Sebo= Cotamos a 8,500 os 15 kilos.
Solas do sul= Cotamvs de 35600 a 5500' per
umn meioe.
Vellas stearinas do Rio de Janeiro. = Retalho
nao ha.
Xarque do Rio Grande do Sul.= Deposito cer-
ca de 62,000 arrobas, retalho de 45800 a 5,800
os 15 kilos.


Generous estrangeiros


Alpiste= Retalho a 55200 55300 por 15 kilos.
Arroz da India= Retalho de 35000 a os 15
kilos.
Azeite doce.-= Retalho de 35400 poi cada um
galio, e em barril.
BacalhAo= Deposito 16,000 barricas, retalho a
195000 uma barrica.
Breu = Nominal, de 125 a 145 por uma bar-
rica.
Batatas em caixas. = Retalho de 55400 uma
caixa.
Ditas em gigas= Retalho a 2X800 per cada
uma.
Carvao de pedra= Nominal de 165 a 185000
una tonelada.
Cemento..=Retalho de 71 a 10f uma barrica.
CanellUa= Retalho a 15600 um kilo.
Cerveja Bass= Retalho de 105 a 11000 uma
duzia.
Dita preta== Retalho de 105 a 115000 uma
duzia.
Dita de diversas mareas-== Retalho de 65500 a
75500 uma duzia.
Cebolla= Retalho a 175 e 18;000 a caixa.
Chi= Retalho de 35300 a 65000 un kilo.
Cominhos.== Retalho a 145000 per 15 kilos.
Herva doce.== Retalho de 165000 per 15 kielos.
Farello de Lisboa= Retalho de 5S000 por um
sacco.
Dito do Rio da Prata = Retalho de 45700
um sacco.
Farinham de -trigo. = Deposito 9,000 barricas,
aos pregos segumtes : -
A americana, de 215500 225 a barrica. A de
Triestre e Hungria, de 265000 a 285000 cada
ura barrica.
Feijaro mulatinho= Nominal de. 8000 por um
sacco.
Dito de cores. == Nominal a 65000 per um
daco.r
Kerosenee=Retalho do 45 0 4100 por uma lata.
Louga ingleza= Retalho a 320 por cante sobre
a factura.
Maas italiauas. = Retalho de 95500 e 105
I. elf t ~ ''' ,,/ 11 i' 1 1, 1 ^ l l.llll*" !* '11 '1"'


do amigo


ElJ conh~eoai* &e -t-d-o-aB,'I e *l~r emetw tewn
sido manfestado, a minh l opib ioeee o projeoto
do lei que motivoua disolualo d a ultima eamara.
Ella se acha especialmuente eXpogta au*'parecer
que dei como metabro das commimsoes a quo foi
submnettido.
L-se nelle o seguiat trecho:
Nio sou de paracor qie se deva 'mantur sys-
tematicamente a eacravidlo no Brazil. Se fosse
possivel extinguil-a complete e immediatamente
sem alteragAo da ordem public, see notavel des'-
barato da fortune publica e particular, sem roubo
aos proprietarios de escravos send elles devida-
monte indemnisados do just valor deasa sun pro-
priedade legal, come estabelece e exige a Consti-
tuicilo do Imperio, eu nro hesitaria um momento
em votar pela reierida extinceAo.
Mas rAo basta que o nosso geverno pdissua ou
possa obter a somma necessaria para indemnisar
lealmente, e nao de mode irrisori come eostuma,
os ditos proprietari3es. Ainda assim o estado e os
particulares ficariam arruinados em seus rendi-
mentos, no valor das terras, em todos os ouentreos
valores, em todeos o meios de vida e de prosperi-
dade, emquantQ nao e mieguissem substituir ou-
tros braos Aquelles que at hoj a tern desempe-
nhado o trabalho agricola e operado a produe*o
national. -
Crcio ter dito o sufflciente para osmWfir, so-
Hlicitando todo o apoio de V. S. a minha candida-
tnra, e rogando me dispense de mais protestos e
compromisso, pois tenho obedecido sempre a uma
regra: fallar ou escrever pounce, prometter menos,
o fazer quanto eabe em minhas forgas para servir
o paiz e os amigos corn dedioacio e reconheti-
mento.
Pr6so-me de ser de V. S. amigo e criado obri-
gadissimno.-Visconde de Souza Carvalho.
U io de Janeiro, 1 do Novembro de 1884.


I Iowia coiservalorI
Manoel do N. Mach do Portella.
Gas $far Drummond.
Jos6 B. G. Alc Oforado Junior.
Francisco de As ris Rosa e Silva.
Bento C. dos San Olos Ramos.
Bellarmino C, dc @ liveira Andrade.
Antonio Gonoa ves Ferreira.
Ignacio J. S. Leao
Antonio Franci itco C. de Aranjo.
Theodore Macha F P. da Silva.
Francisco do Rego N de Lacerda.
Henriques Marqu 4s dc H. Cavalcante.
Miguel Joaqui de A. Pernambuco.
Nei.


Agradecimnento
A gratidato 6 d'entre todos os sentimen-
tos o mais difficil de ser calcado n'altua.
E' per isto quo nlo dispondo de recursos,
corn que pudesso mostrar ao Sr. Dr. Bet-
tencourt o ineu sincere reconhecimnento
pelo modo benevolo c caridoso por quo fii
tractado na opera.lo em mimn praticada
no dia 21 do proximo passado (tees postho-
tornias, duas polo process Ricord, e urina
a bisturi, reclaminada per phimoses e can-
eros), venho per meio destas linhas pate-n-
tear-lhe a ininha gratidao, mostando ta:n-
bern ao pabiico quo ainda hoje existed co
ra90es tao bemn formados quo no h sitamn
emn empregar o seu talent, a sua sifcinL,
o seu amor em um coma cu que, pe(lindo
'lesculpa ao illustrado Dr. de lhe ter often-
dido a ,odestia, hurnildemente se as-
signa.
Floriano Caroalho Ribeiro.,
Recife, 22 de novombro de 1884

Ao Dr. Seixas B#4es
Hontemn a dousa-Minerva vioe cim.'mici-
par so um se u filho legitino, o Dr. Seixas,
que bacharelou se CoraqiLo de ouro o alma
dO brilhante elle logrou seompre entire os
sous colleges da mais real sympathia. Vio
mntitos trope9os em camninho, 6 verdade,
lutou come so luta corn urma sogra; mias o
soeu esforgo, o seu trabalho honroso, visto
per todos, collocou-o acima de todas estas
muralhas, e coin o peitt forrado de bronze,
eil-o ca fora na vida real coin o seu p'r-
-- 1 II


1..
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al
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0





')
a
r


SPassas== Retalfho-de 8- a -a10500 uma eaix
Papel de embrulho= Retalho de 750 a 1565
umna resma.
Pimenta da India= Retalho de 1;54'0 per un
kilo.
Phosphoros. = Da marca Jonkopings, retalh
de 25400 per uma greoza.
Dita de outras marcas. Retalho de 2,5000
25200 per uma groza.
Queijos- Retalho de 35800 a 45 cada urn.
Sardinhas== Retalho de 300 a 320 reis a lat:
de quarto, conforme a quailidadc.
Toucinho de Lisbo3a.== Retalho de 135000 o
15 kilos.
Dito americano.- Rotalho a 145500 per 1;
kilos.
Velas stearinas= Retalho de 550 a 970 reis un
mat(,.
Vinagres= Retalho de 145,5000 c 1655000 poi
uma pipa.
Vinho tinto de Lisboa= Retalho (de 2253(*0,
e 2355 umna pipa. Dito da Figueira= Uetallu
da a 2355 e 245-5 uma pipa. Dito do Cette, branch
=Retalho de 2205 a 2305000 uma pipa. Ditch
do Porto, em caixas= Retalho de 95000 a 25
uma caixa de 12 garrafas, conforme a qualidade
Xarque do Rio da Prata. = Dcposito caleuladc
cm 49,600 arrobas, retalho de 55000 a G5200 pox
15 kilos.

RENDIMENTOS PUBLICOS


Mcz de novembro do 188-4


kLrADBZGA=De 3 a 21
Idem de 22


'cumBBoaB=)=De 3 a 21
Idem do 22


JoSSUrADO PROVINCIAL-De 3 a 21
Idem de 22


AzciF5 DaMaU--DfI 3 a 21
Idem de 22


694:5965732
50:752A485

74.9:l45217
40:5415891
2:9845374

43:526.265
79:46(1045
1:453A124
80:9155169

5:509A688
2175491
5:7175179


ALTERAQAO DA PAUTA
Para a semana de 244 29 de novembro de
1884
Algodio em rama, 499 rs. o kilo.
Assucar branco, 146 rs. o kilo.
Assucar maseavado, 84 rs. o kilo.
Alfaudega dc Pernambuco, 22 de novembro de-
1884.
OB conferentes,
A. de A. Marques.
Raym.udo P. 0. Mello.
DESPACHO$ D.E IMPORTAAO
I fapor frances oated'Eu, entrado do Havre no
dia 21 do eorrente e consignado a Augusto F. de
Oliveira & C., manifestou: b
A idos 2 caixas ao Hospital Pedro IL. Ammo-
niaco 5 eaixa aAntonio Jos6 Maia & C. Arti.o.
para bilhar I caixa a Leitea.-adtos & C. Agua
mineral 5 caicas a Sulzer & Koeklin.
Batitas 100 gigas a Oadi4o Jos6 da Silvra (i-


Uziba Nova da Conceicao
Eu Firmino de Freitas Nogueira, com-
.neimdador da Imperial Ordemn da Rosa,
proprietario da Uzina Nova da Concoigilo
no termo de Ipojuca, attesto e certifico que
0 Sr. Theodule Brocheton representante da
casa Mariolle Pinguet de St. Quentin
(Franga) e Fabricante de assucar, cumpriu
tudo quanto me tinha promettido tanto a
respeito da qualidade do machinismo for-
necido pela casa que representa comno pelo
rendimento em assucares.
Attesto mais que o Sr. Theodule Bro-
chctem deu preva d'uma grande activida-
deoe competencia nos seus trabalhos e que
emfim me serviu o mais satisfactoriamente
possivel sem me deixar a desejar cousa
alguma quanto A misslo de quo foi por
mim encarregado.
Uzina Nova da Concei lo, 31 de outu-
bro d e 1884.
Firmnmo de Freitas Nogueira.
Para as informamnes os IlUms. Srs. d'En-
genho devem dirigir-se ao Sr. Eugenio
Chaline 24 rua do Commercio 24 -Re-
cife.


Caridade


Era dezoito asylos existed mil meninas or-
phis.
Em dous hospitaes,.muitos doentes de ambos os
sexes.
Todos estes estabelecimentos em quatro provin-
Scias do norte.
Para que nao desapparega tanto beneficio o ir-
mao Ignaeio yevos pede uma esmola pelo amor de
Deus.
A esmola attrahe sobre n6s a graca, que aug-
menta os nossos -bens espirituaes e temporaes,
apaga em n6s o peceado, e abre-nos as portas do
-6eo.
Poderio as esmolas ser entregues aos Srs.
Braga Goines & C., rua Marquez de Olinda n. 50,
ou no escriptorio do Diario de Pernambuco.


Senior Santo Christo dos ila-
gres, na Igreja do Divino Es-
pirto Santo.
A mesa regedora, de accord corn os devotes da
inlagrosa imagem do Senhor Santo Christo, resol-
veram fazer a respective festa domingo 23 do cor-
r3nte, tendo comecado o septenario no domingo
16.
A fiesta constarA de missa de madrugada por
tenslo de todos os devotees ; missa solemn As 11
horas, sendo orador ao Evangelbo o Rvmi. padre
Mello. A orchestra a cargo do Sr. Jos6 Tavares
de Medeiros, que se esforea paka bemrn desempe-
nhar, procurando os melhores artistas.
A noute havera Te Deum, send orador o Rvm.
capitilo padre Grego. Toearao antes e depois de
todos os acts as bandas de music do 140 bata-
lho de linha e a dos menores do Arsenal de
Guerra.
Bazar de prendas : Na tarde e a noite do mes-
me domingo havera um modesto bazar de prendas
3o lade do. igreja, promrnovido pars auxiliar o an-
damento das obras da igreja. Ojardiinm em frente
da igreja, se achara convenientemente decorado
corn bandeira e galhardetes c a noite uma bonita
illuminagao agtorno.
E' esta festa que tera lugar no domingo 23 pars
o que se espera a benevoleneia do respeitavel pitu-
blico e dos devotos do Senhor Santo Christ.:, que
iia f6rma do costume concorrerito a estes actos para
maior brilhantismo.
Consistorio da irmandade do Divine Espirito-
Santo do Recife, 20 de novembro de 1884.
0 escriAo,
Bernardino Jose Pereira Guer-ra..


I1m. Sr.
Candidate a deputado per esse umdecimo dis-
tricto, en pego a V. S. o muito particular favor do
honrar-me com o seu voto, e dos seus uumerosos
amigos.
Si eu fizer pare do parlamento, sustenutgrei to-
do o projketo do sabio estadista Exin. Sr. 8enador
Manoel Pinto de Souza Dantas, digno president
do conselho de ministros.
Entendo que todo pretendente a representante
da na;ao, em a eleicao do 10o de dezembro dove
Sapresentar o seu programma relativamente ao ele-


I a Goies de Mattos Irmmos, 1 a A. D. Carneiro
Vianna, 1 a Antonio Dias & C., 2 a F. R. da Sil.
va, 1 a Cesar Lopes & C., 1 a Satvro Serafimrn da
Silva, 2 a Albino Cruz & C. Couros 2 caixas a
ordem, 1 a William Halliday & C., 3 a A. AlM.
Carneiro Vianna. Chap6os 1 caixa a Affonso Oil
veira & C., 1 a J. Christiani & C., 2 a Gomes de
Mattes Irmaos, 3 a Antonio Jos6 Maia & C., 2 a
Adolpho & Ferrio, 1 a Maia Irmao & C., 1 a Sa-
marcos & C., 2 a Otto Bohres Successor, 1 a A.
Vieira & C., |1 a Andrade Lopes & C., 3 a Au-
gusto Femandes & C. Cachimbos 3 caixas a Sul-
zer & Koecklin. Chocolate 1 caixa a Domingos
Ferreira da Silva & C. Cartas para jogar 2 cai-
ixa a Maia Sobrinho & C. Cylindros para ma.
-chinas de imprimir 1 caixa ao Diario de Pernam.
buco. Conservas 10 caixas a Candido Jose da Sil-
va Guimarices. Capsulas de estanho 3 caixas a G.
Litport & C.


Drogas 9 volumes a J. C. Levy & C, 26
Francisco Manoel da Silva & C., 5 a Bartholomne
S& C., 12 a Rouquayrol Fr6res, 4 a Faria Sobri
)' nho & C.
0 Espellios 1 ciixa a Sulzer & K)ecklin.
Gesso 10 barricas a Francisco M. da Silv-a & C
S Instrumento de cirurgia 1 caixa a Satyro Sera
o fin da Silva.
r Lixa 1 caixa a A. D. Carneiro Vianna. Luva:
e gravatas 2 caixas a F. de Azevedo & C.
Mercadorias d versa 2 volume s a Ferreira &
Irmao, 3 a E. G. Cascilo, 11 a Francisco Lauria
& C., 10 a Nunes Fonseca & C., 15 ,6 ordem, 7
Oliveira Baste & C., 2 a Francisco Manoel di
Silva & C., 1 a Maia Sobrinhlo & C., 1 a Adolphc
& Ferrao, 2 a Manoel da Cunha Lobo, 7 a A. D.
Carneiro Vianna, 6 a Ferreira Guiinarles & C.. 2
a Leite Bastes & C., 6 a Salazar & C., 3 a M. J.
Ribeiro & C., 2 a Manoci Cardoso Ayres, 2 a J.
Bezerra & C., 4 a Guimariles Cardoso & C., 1 a J.
da Silva Carvalho & C,, 1 a A. D. Lima & C., 5
a Parent Vianna & C., 42 a H. Nuesch & C., 3 a
SJ Augusto dos Santos & C., 2 a Silva Alvos & C,
3 a Antonio dos Santos Oliveira, 2 a Eugenio &
Vieira. Manteiga 43 barris e 55/2 ditos a Paiva
Valente & C., 15 e 20 a Rosa & Queiroz, 50 e 100
a Auguste Labitle, 25 e 25 a J. B. de Carvalho &
C., 30 e 50 a Fernandes do Costa & C., 25 c 50 a
Souza Baste, Amorim & C., 25 e 25 a Costa &
Medeiros, 127 e 231 A ordem, 15 e 20 a Joaquim
Ferreira de Carvalho & C., 50 caixas a Ferreira
Carneiro & C.13 a Ferreira Rocha & C., 12 a
Rosa & Queiroz, 3 a Fontes & Irmao, 12 a A. A.
de Souza Aguiar, 12 a Joaquim Duarte Simres &
15 a Fernandes da Costa & C., 16 a Souza Baste,
Amorim & C., 5 A ordem. Machines 4 caixas a
Ferreira Guimarles & C., ditas de costura 1 caixa
a D. A. dos Reis. M'- ssas alimenticias 16 caixas
a Francisco Guedes de Araujo.
Objectos para chapeos de sel 1 caixa a Leite
Basto & C.
Prensa de eopiar I caixa a Auguste Labille.
Porcelana e vidros 4 volumes a Deodato Torres &
C., 3 a Teixeira Coimbra & C. Papel 4 caixis a
Gomes de Mattos Irmaos, 3 a Parente Vianna &
C., 1 a J. Bezerra & CI a Manoel Jos6 Gongal-
ves Brafa, 1 a Mfanoel Cardoso Ayres. Perfunia-
ria 2 canas a ordem, 1 a G. Lap"rt & C., 1 a
Francisco Lauria & C., 3 a A. D. Carneiro Vianna.
Queijo 20 caixas a Jo96 de Macedo.
Roupa 1 caixa a H. Burle & C. Rolha 1 fardo
a RofAuapyrol Frrhes.
Sardmnhas 4 -caizs a Carvalho & C.


volumes a Cramer Frey &
sr & C., I a Olinto Jardiin &
ooncellos 2 A ordem, 5 a D.
arnet & C., 3 a F. de Aze-
raes IrmAo & C., 4 a Agosti-
P-A,*Av-w&n r vinit lA *e.- 9^iai;1


a
I1
i-




s


R
a
a


*W tmil, queetgo a muals graVe quo so
gitado no imperio depois do sempre memorav
a setembro.
Disponha de quem e com a maior considers
estima, de V. S. amigo e criadoobrigadissinm
Josd Maria Ramosi Gorjao.
Recife 24 de outubro de 1884.


OCULISTA
0 Dr. Barrete Sampalo, med
oculista ex-chefe de clinic do Dr. de V
eker, de volta de sna viagem ao Cea
continue a dar consultas A rua do Baroe
Victoria n. 45, segundo andar, de 1 Ai
horns da tarde, except nos domingo!
dias santificados. Chamados em seun c
saltorio ou em casa do sua residencia
rua de Riaehuelo n. 17, canto da rua dc
Pires.


Chapa conservadora
LI. district
Dr. Manoel do Nascimento Machado P
tesa.


2.o district
Conselheiro Theodore Machado Freire ]
reira da Silva.


3.o district
Dr. Antonio Francisco Correia de Arau
4.o district
Dr. Bellarmino Correia de Oliveira A
drade.


Dr. Henrique
valcante.


Dr. Ignacio


5.* destricto
do Rego Barros de Lacer
6." district
Marques de HollandA (


7. district
Joaquim de Souza Leao.
8.0 district


Dr. Gaspar de Drummond.
9.o district
Dr. Jose Bernardo Galvao Alcoforado
nior.


10.' district
Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva.
11.0 district
Dr. Bento Ceciliano dos Santos R
12.0 district
Dr. Antonio Goncalves Ferreira.
13. district


tam(


Dr. Miguel Jos6 de Alucida PernambuK


I


Collegio Nossa Senhlio-

ra dats Victorias
RUA DO HOSPICIO N. 10
Este collegio continuarl durante o anne lectivo
de 1885, abrindo suas aulas no dia 10 de janeiro.
Admitted alumnas internal, semi-internas e ex-
teruas.


As directors,
Blanche d'Herpent Torgo.
Baronne Lucie d'llerpetd.


S MEDICO EPARTEIRO

Dr. Joaquim Loureiro
Consultorio rua Duque ac Caxmis n 39,
defr-onte do DIARI ) DE PERNAM-
SBUCO, ondeda consultas das 12 as 3 Iho
ras da tarde. Reside temporariamente n
Monteiro,


Pastilbas doees anthelmintict


de Hearing
Para complete expelliciio dos vermes intestine
em criancas e adults.
EFFEITO FACIL, PROMPTO E CERTO
UNICO AGENT

Theo. Just


&-C.- I a-. -N'uoh -., 2 a Goncalves Irmi
& C., 5 a Loureiro Main & C., 4 a A. Vieira & I
1 a Alves de Brito & C., 12 a H. Builc & C., 3
orden, 1 a Nirciso Maia & C. Tellia de vidro k
caixas A. ordem. Tinta 1 barrica a G. Laport
C. Tintas 37 barricas a Faria Sobrinho & C.,
a Rouqtayrol Freres.
Venlas 3 caixas a D,)mingos Cruz & C. Vidr(
1 caixa a Guimaracs Irmlo & C., 6 a Ronquayr
Fr6res, 1 ao administrator do theatre Santa Isa:
bel, 1 a Jos6 Pereira & C.


17-CORPO SANTO --IT
Deposito nas principals drogarias e ph-tarm


ma. ____


as


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Ao
C.
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30
21

Os
c-


DESPACHOS DE EXPORTAQAO
Em 21 le novembro de 1884
Para o exterior
No vapor inglez Archimedes, carregou :
Para H'miunburgo, Borstelman & C. 200 saccas
coin 11.916 kilos. di algdao.
Na barca in-lezt Eaurl of Decon, c(r,,rreou :
Para 11-ilfax, M. J. dai lRoh.a 500 saccus corn
37.b500 kilos d assuc:inr minascavado.
Nj pati-)anh ;ntrinc;ani Jouep'a, carregon :
Para ew-Yirk, 1F. Ca,3sio c -Filho 2,0O0 sac-
coscoin 1.50,1fO, kilos de assucar miasc ivado.
No li'gar inglez Beltrees, carregou :
Pa.a New-York, J. S. Loyo & Filho 2,950 sac
cos corn 221,250 kilos (Ie assucar minaseavado.
No patacho allemnao IIe'rmann, carregou :
Para Rio da Prata, Amorim Irmaos & C. 20
pipas comrn 9,600 litres de aguardente e 100 barrio
cas corn 11,576 1/2 kilos de assucar branch.
Para o interior


No patacho inglez Shepherdess, carregou:
Para Uruguayana, J. S. Loyo & Filho 480 bar-
ricas corn 5bl,388 kilos de assucar branco.
No vapor national Pernambuco, carregou:
Para Bahia, B. B. Line Wanderley 200 volun
mes corn 18,600 kilos de assucar branch ; P. Oso-
rio de Ccrqueira 296 ditos corn 25,693 ditos de
dito.
No vapor national P. do Grao Pard, car-
regou :
Para Bahia, F. Guimarales 2 barris corn 200
litros de mel ; P. Pinto & C. 75 ditos corn 12,000
ditos de dito ; M. C. Lopes Vianna 14 cascos corn
1,870 ditos dc dito.
No vapor franccz Cownde d'Ea, carregou:
Para Santos, P. Carnciro & C. 600 saccos corn
36,000 kilos de assucar branco ; %altar Irmaos &
C. 4' 0 ditos corn 24,000 ditos de dito ; A. J. Fur-
tado Sobrinho 250 ditos corn 15,000 ditos de dito
mascavado e 150 ditos corn 9,000 ditos de dito
braneo ; J. M. Dias 106 ditos corn 6,360 ditos de
dito ; J. J. Moreira 15 pipas corn 7,2 0 litres de
aguardente.
No hiate national D. Antonia. carregou:
Pars Aracaty, E. C. Beltrao & Irmao 3 barri-
cas corn 267 kilos de assucar branco.

MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 21


Havre e ( sealas-18 dias, vapor francez Conte
d'Etu, de 1,060 toneladas, commandant A. Viel,
e ar varis generous, a Augusto
Priteneo do Oliveira & C.
Southampton e escalas-21 dins, vapor ingles Mi-
nho, de 1,774 toneladas, commandante W. Cha-
pman, equipagem 64, carga iarios generous, a
Ada n; Howie & C. -
Bahia e escalas-8 dias, vapor national S. Prana
ci.a, de 382 tonelddas, commandant Joaquim
da Silva Pereira, equipagem 30, carga varies
geneva a ConpanhinaPeiAn eAna.


!


mae e 88() grarnmnas.


Port-Elizabeth-27 dias, higar noruegueusc Vin-
gorf. de 392 toneladas, capital Fallaksen. equi-
pagem 10, em lastro; A ordem.
Bucnos-Ayrcs-21 dias, barca ingleza I-y, de 5W
toneladas, eapitUlo Williams Glen, equipagem
12, em lastro, a Saunders Brothers & (.
Macahe -15 dias, brigue inglez Okembury, de 231
toneladas, capitio J. J. Ball. equipagem 9, cm
lastro; A ordem.
Rosario de Santa F6-37 dias, bares ingleza Gul-
nare, capital W. M. Donald, equipagem 12. car-
ga tarello, a Pereira Carneiro & C.
Sahidos no mesmo dia
Rio de Janeiro por escalas-Vapor amneriicano Ad-
vance, commandautc Becr-. caira varies Oetn
ros.
Liverpool-Vaepor ingl'z C'..o7/f,, co:n;::auln-u-
te J:nmt's, ci arga varies geincros.
Bahiai por escalas-Vaipor tnacioinal Priii' -;) do
Grao rard, commanidante Jos6 F. Teixeira. car-
1ga varies gencros.
Santos per esealas-Vapr inglez MirdJ. com-
nmandantc \VWaltcr Cliapaan ea&rga various go-
i-'ros.
C.mmnossimn e escalas-V)a per naciMKnal Jpoji.a, comn-
mitaudante Jeroiopmo Jose* TIelcs, car a v;ii is
gcien(ros.
Obse-vaoes


Suspcndeu do Lamario para a Bahia o lWgar
inglez Leander, capitilo A. Service, oonm a m'sma
carga que trouxe de Terra Nova.
Idem para o Natal o patacho sueco Natal. ca-
pitao P. J. Enostrom, em lastro.


a'tvios entrados no dia 22
Rio de Janeiro-16 dias, barca portugueza Tei-
tadora, de 495 toneladas. capitao J. A. Silvans
de Araujo, equipagem 17, carga varies gene.
ros ; a ordem.
Bahia-10 dias, ligar national Amelia, de 182 to-
neladas, capitao Julo Fernandes dos Santos,
equipagemi 8, carga xatqne ; a Amorim Irmnos
& C.
Montevideo-22 dias, brigue hespanhol Enriqueta,
de 197 toneladas, capitao G. Alsine, cquipagem
10, carga xarque ; a Baltar Oliveira & C.
Buenos-Ayres-30 dias, barca ingleza Blu-Brid.
de 392 toneladas, capitao Byron Shaw, equipa-
gem 8 cm lastro; a Baltar Oliveira & C.
Rio de Janeiro-15 dias, barca norueguense Fre-
den, de 392 toneladas, capitao A. Salvesen.
equipagem 10, em lastro; a H. Lundgren &
Companhia.
Sahidos no mesmo, dia
Santos e escalas-Vapor francez Conte d'En, .com-
mandante A. Vel, carga varies generous.
Macei6-Vapor inglez Mariner, commandant Ne-
viii, carga various generos.--
Maranhao e escalas-Barca portugueza Claudina,
capitao Jorge Correia, carga varies generous.
Maeao-Escuna alleml Marie, capitio J.Ranenmte,
em lastro.


Pemnamb

\'Marquez
Card
Alice
La Platk


Mandoa
Gironde
Eauirito


VAPORES ESPERADOS


5mco do norte
m da Europa
de Caxias da Bahia
do sul
da Europa
a dosul
dezembro -
do narts
ds Europa
Samto do sI
doPsOifico
do Ml
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411 1 -11.' S 0 l '


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Pe-


jo-

Ln-


da.
a-






Ju-




os.



C0.


ACamara Municipal da ddad doGflS
fa" constar a quem intres pmom qumoM-
so de 26 do corrente sera levado em hetUa-
blica o aluguel das eaas us. 10, 12,90 6 4dk
praga da Independencia, dos de ns. 1,2 e 1, 3 *
10, 4 e 9, do melcado da freguesia da BoS-ui
as quakes ji se acham occupadasa corn age m 0e
bem assim os impostos do 120 m. per m d&
farinha e legume, e 40 rs. por p6 de eoqer.
Pago dt Camara Municipal do eef, 20 do
novembro de 1884.
Jos6 Candido de Moraes,
President.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silvs
Secretario.

Edital n, 29
(2.a PRAQA)
D3 ordem do IHim. Sr. inspector se faz public
que as 11 horas do dla 21 do corrente mez, scrio
vendidas em leilo no trapiche CCancciIo as mer-
cadorias abaixo declaradas, I saber:
Armazemn n. 1
Marca H N & C.-Umna caixa n. 123, vinda do
Havre no vapor francez S. Martin, descarregada
cui 8 de janeiro de 1884-, contend o seguinte : 8
pares de meias de algodao comprida de inas de 20
centimetres ; 4 pares, idem curtas e 3 kilos de bi-
jouterias de cobre.
Marca E S & C.-UnUma caixa n. 5,767, vinda do
Havre no vapor Francez Ville de Ceard, descarre-
gada em 9 de novembro de 1883, conteado o se-
guinte : 31 garrafas coin vinho medicinal nio es-
peciticado, pesando liquid legal 11 kilos e 350
grammas; 30 frascos corn infeccocs medicinacs,
pesando liquid legal 3 kilos.
Marca F S & C.- -Uma dita n. 5,768, idem idem
idem, contend o seguinte : 12 frascos corn creme
de bismutho, pesando liquid legal 1,200 gram-
mas; 100 frascos do xaropes minedicinacs, pesando
liquid legal 22 kilos: W; frascos, contend capsu-
as e confeitos mineadicinaes, pesando liquid legal
111/2 kilos, c 9 kilos, peso nos envoltorios de pas-
tillias medicinaes.
Marca F S & C.-Uma caixa n. 5,769, idem
idem, contend livros impresses, encadernados,
foirados doe papcl, posaudo Jiquido legal 43 ki-
los.
Marea E D S UIMna aixa n. 5,411. idem idem
idem, contend liv:-os impresses encagacrnados,
pesando liquid letgal 126 kilos.
Marea E X F -Urna caixa n. 40s, Idem idem
idem, contend capas de algodao para chap6os de
sol, pesando 1'i kilos, e 1 kilos, peo liquid de
borlas du soda.
Armazemn n. 2
Ma.-'caV W L em baixo-lma barrica n. 1. vinda
dc Liverpool no vapor inrlez Author, entrada em
19 de janeiro de 1M$, coitendo 200 kilos de tubes
de frro p ara a.gua.
Marca M J C-Utmna caixa n. 17.982, vinda de
Liverpool no 'vapor inglez Orator, entrada em 2-2
dc dezeinbro de 1863, contend fleores artificiaes,
pesando liqudo 14 kilos c S03 granmmas.
Marea scin nuinero I'aI barrica, scm numinero,
idein idem idem conteudo enxadas, pesando liquid
38 kilos.
tArmazein n. 3
Marca PA-Cinco caixas ns. 4i1 a 475. vinda
do HaIminburgo no brigue allemalo Carl, cntradas
em 28 de tevereiro mn-rmores quadrangulares de mais de 6) a 100
centimetro de comprimenito.
Marca (jGW no centro-Tres caixas ns. 1 a 3,
vind'as de New-York no vapor americano Adcane
entradas emt 24 d(t novembro de 18.63, contend o
scguint: caixa n. 1 quarenta kilogrammnas de
quadros de molduras ordinarias pintadas : dita n.
2 quarenta kiiogrommas idem idem idein ; dita n.
3 quarenta kilogrammaus de atiunincios impresses
do inais de uma cor.
Armazem n. 5
Marca Z-Umna caixa 11. 130. vindia do Liver-
pool no vapor inglez ( omw ,ot,,,ir, cnutradal cm 5 do
janeiro de 1884, contend 120 kilogrammas dc
obras de ferro batido siniples, nao clasaificadas.
Marca C-Oito greilt:s paira fornalha a vap -r,
idem idem. cm 15 ide'm idem.
Marca JG & C.-Uma grade n. 556, vinla do
Liverpool no vapor inglez Warrior, entrada emi
18 de iiovemibro do 181. co-ntendo 20 caixas corn
ehA da India, pesavdo liquid legal 193 kilorraam-
uoas.
Ainazecn n. 6
Marca diamante RB & no centre-Urea cai-
xa seam niimero, vintla (I,' S. ihtii;on no vtupor
inglez Guadiana, eintradla cm 2< de novemubro de
1883, contendo dons chicot-s corm aqoites para car-
rinhos.
Idem-Urna caixa idlem idem idem, cotemido
quatro arreios de couro brauco corn euarnMn'ics ,de
metal prateado para carrots de uim animal.
Armazem n. 7
Marca D-Uma caixa n. 27, vinda de New- ork
no vapor amcricano Reliance, entrada emi 26 de
dezembro de 1883, contendo 12 g,rrafis coin vi-
nIho medicinal, pesando hiquido legal 11 kilogram-
mas e 880 fframmas.


Dr. Francisco


I


in.


c:






















t -U 1A r iaB .dem ididetano
vm em7 idem ide*
feara eaam~e.
XMW,+A +&caixa in. 129, idea idea idea,
'do 255k~ios de obras de ferro fundidO2
wfcea Z.-Uma dita -. 131, idem idem idem,
contend umna pre.sa.
Ietwoiro-Um barrel viudo de Bordeaux no va'
pw fraces wqat idem em 5 idem idem, con-
teioo lito devinagrc. .
IMarH F S. Dez barris indes de Livcrpool
no vapor inglez Author, idem em 17 idem idem,
contend area de moldar, pesando liquid 3,022
kilos.
Marca F S. Vinte saccos, idem cm 22 idem
idem, contend area de moldar, pesando 2,400
kilos.
Marsca F F Borgea.-Um fardo vindo dos por-
too do no sul vapor argentine Rivadavia, idem
em 19 idea, contend 35 kilos de obras impressas
em uma cor.
3a secgo da Alfandega de Pernambuco, 20 de
novembro de 18b4.
Cicero B. de Mello.


0 capitiao Augusto Caldas de SA Barreto, juiz d
paz do 1- anno da parochia de Sante Amaro di
Jaboatao, em virtude da lei, etc.
De conformidade corn o art. 103 do decreto n
8213 de 13 de agosto de 1881, eonvoco os juizes
de paz do 2 e 30 annos, Dr. Amaro Joaquim Fon
seca de Albuquerque, Frao.ciscs Antonio de Sou
za Leao e aos immediatos em votes do 4o anne
Francisco de Hollanda Cavalcante de Albuquer.
que e Joaquim Xavier Carneiro de Lacerda, A
comparecerem no pago da Camara Muuicipal As 9
horas da manha do dia 30 do corrente mez, afir
de fazeiem parte da mesa cleitoral que na f6rma
dos arts. 28 e 29 do citado decreto se tern de or-
ganisar para reccbimento e .pura.a-o de votes da
eleiigo que se tern de proceder no dis 1 de de'
zc.nbro, devendo o que nao poder comparecer par-
ticipar par escripto atW 2 horas da tarde do indi-
cado dia 30, sob pena do 14 do art. 232 do mes-
meo decreto.
Parochia de Santo Amaro de Jaboatao, 15 dc
novembro dc 84.
Eu, Benedicto Andr6 Xavier, cscrivao de paz,
o escrevi.
Augusto Caldaj de Sa Barreto.
A Camara Municipal do Recife faz constar
a quern interessat possa, que na sessao de 26 do
corrente serA levada cm hasta public a factura
*de treb mictorios, sendo un ao lado da Faculdade
de Direito, outro no becco da igreja do Rosario
de Santo Antonio. e outro finalmeote no fiundo da
igreja matriz desta freguozia, na travessa que
passa da rua do Barao da Victoria, servindo de
base os orgamentos ultimamente feitos para os
mictorios collocados afs lad)s da matriz da Boa-
Vista e Santa Cruz, os quaes serao entregues a
quem pot menos fizeor.
Pa9o da Camara Municipal do Recife, 19 de
novembro de 1884.
Jos6 Candido de Moraes,
I resident.
Pedro G. de Ratis e Silva,
Secietario.

Edital n. 8
Dc order do Ilhim. Sr. Dr. inspector, fano pu-
blico que no dia 11 da, dezembro proximo vindou-
ro, ira de novo A praga a arrecadacao do imposto
do disimo do gado vaccumrn, cavallar e muar, nas
localidades abaixo declaradas, servindo de base
as quantias relatives a urn anno, ofi'ereccidas pe,
los Srs. Aurelio dos Santos Coimbra, Jeronymo
Theotonio da Silva Loureiro e Augusto Octaviano
.de Souza, as quaes em sagaida slo pencionadas :
Bomn -Conselho e Aguas-Bdllas 1:7004000
Fleres e Ingazeira 1:420,800
S. Bento 9005000
Cimbres e Alagoa de baixo 8005000
Garanhuns 50050)0
Brejo 50 5000
Caruari 400100
Bezerros e GravatA 300;000
Bom-Jardim 1005000
6:620;800
Outrosim, tern-se de addicionar A importancia
d. arremataoao a do imposto additional de 5 0/0.
Secretaria do Thesouro Provincial de Per'nam-
buco, em 21 de novembro de 1884.
Affonso de Albuquerque Mello.


DECLARA1OES
A Camara Municipal da cidade do Recife
convida aos donos dos estabelecimentos cwmmer-
ciaes das freguezias do Recife e S. Jos6, pars vi-
rem a secrto competence aferir os pesos, medidas
e balangas dos mesmos, no proximo mez de no-
vembro, sob pena da lei.
Pago da Camara Municipal do Recife, 30 de
outubro de 1884.
Jos6 Candido de Moraes,
President.
P. G. de Ratis e Silva,
Secretario.
Secretaria da Camara Municipal do Recife,
21 de novembro de 1881 -Ilam. Sr.-Do ordem
do Ili. Sr. president da Camara Municipal, in-
forme o Sr. admianistrador do logradouro do Gi-
quia, no prazo de 24 horas, quantas rezes segui-
ram hontem pars o miltadouro da Cabiuga, pzr-
-teneentes a Ferreira & C., pars serem hoje abati-
adas, e quantas o0 mesmos deixaram em ser, e
quantas chegaram pela manha de hontem, per-
tencentes aos mesmos Ferreira & C.
Deus guard a V. S. Ilia. Sr. admninistrador
do logradouro do GiquiA.
Polo secretario, o amanuense
L. Qaintino de Castro Leao.
-- Secretaria da Camara Municipal do Iecifo,
21 de novembro de 1881.-Ihm. Sr.-De ordem
do him. Sr. Dr. commissario de policia, determine
que Vv. Mos. informed se ha fabric de fogos arti-
ficiaes em suas freguezias, se esta, collocadas em
russ prohibidas, impondo-lhes a nulta da lei, ha-
venda infraccAo de posturas, e remettendo notes
dellas para se organisar collects refenates as


mesmas posturas.
Deus guard a Vv. Mcs.-Illrms. Srs. fiscaep.
0 secretario,
Pedro G. de Ratis e Silva.
Seeretaria da Camara Municipal do Recife,
22 de novembro de 1881. hIm. Sr.- De urdun-
do Ilim. Sr. vereador tenente Manoel Antonio
Viegas, significo a V. S. qne nao havendo sido
cumprida a portaria de ordem do mesmo senior,
expedida em 14 do corrente, fica-lhe marcado o
prazo de 48 horas para respondei-a, sob as penas
comminadas no artigo unico 16 da lein. 1834,
da 28 de julho do corrente anno; pelo poder com-
peteute.
Deus guard a V. S, Illm. Sr. administrador
do cemiterio de Santo Amaro.
S0 secretario,
Pedro G. de Ratis e Silva.
Secretaria da Camara Municipal do Recife,
22 de novembro de 18W84. -In. Sr.--Do ordem
do Illm. Sr. vereador tneneto Manoel Antonio
Viegu, digne-se V. S. de infomar oquo occor-
reviobre o furto que deu lungar a suspensAo do
.'RV Om, roemettendo today a correspoudencia
entire V. 8. ea naton ado poUal.i.aL
. .. .. uardi aV. S.-I11m.,Sr. n dor
,do mneg41e*do de8. Jos&.
o soeretari.,
Pedr G. dseSRat' "Slvas.


e
e



fl
1

o
),
I


+a bran.
vrs eu do oma m-
pelas Brads il, emh+ .. .. +
a pa emidna eurvai 1>or b e em urei mofeda s amo-
fai dao valor IOS eeOtm alremRa arabes bran-
o a eeute edo a filets vertoaes. a Iar
centreo WtA a effigie do8. o Imperador,
em trees quartos deoatrao de um cirnto d, e.-
Ift, sendo o fund trauado por linhas ecta. pa-
railelsa equidustautee.
Na part inferior e em .rna almofada esta a
pilavra r6is, em lettras romawas brancas, entire
dous filetes vertieaes, e logo abaixo a psiavra
rello, em lettras romanas brAucas, entree duas es-
trellas em uma curva.
0 fundo das almofadas 6e composto da repeti-
gio da palavra Brasil, ema lettras microscopieca.
0 fundo nao occupado pelo valor e pela palavra
r6is, 6 feito de liuhas ondeantes cruzadas a trago
braneo.
0 todo da estampilha 6 ornamentado e de c6r
roxa.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 19 de
novemibro de 1884.
Pelo secretario,
Jos6 Hermogenes de Oliveira Amaral.
Sociedade Recrealiva Juventude
SOIREE BIMESTIRL
Acha-se designado o dia 7 de dezembro para a
soiree bimensal. Ingressoo em mao do Sr. the.
soureiro.
Assim como pede-se simplicidade nas toilettes.
Recife, 17 de novembro do 1884.
0 10 seeretario,
Manoel Bandeira Filho.

Monte Pio Portuguez
ARsmbla geral
Sao convidados os senhores socios A reunirem-
se na sade social, as 11 horas da manhi, do dia
23 do corrente, para se dar cumprimento ao que
determine o 10 do art. 22 dos cstatutos. Recife,
18 de novembro de 188i.
Jose Vieiia de Siqueira Ferraz.


Thesouraria de Fazenda de
Pernambueo
0 conselho pars fornecimento de viveres, forra-
gens c ferragens aes corpos desta guarnicao e en-
fermaria military, rcebe propostas uo dia 28 do
corrente mez, :is t11 horas da manha, no quarter
general do commando das armas, onde funcciona
o mesmo conselho, pars contratar o tornecimcnto
de generous alimenticios As pracas da guarnico
forragens e ferragens pars a cavalhada, durante
o semestre de janciro a junho vindouro.
Arros, kilogramma.
Assucar braneco refinado de la qualidade, icem.
Assucar refinado de 2a dita, idea.
Assucar mascavinho refinado de 34 dita, idem.
.aeite doce de Lisboa, litruo.
Bacalhao, kilogramma.
Alfafa, idem.
Batatas inglezas, idem.
Cat6 em grao, idem.
Carne de poreo, idea.
Camre de vacea, idem.
Care secca do Rio Grande, idem.
ChiA verde, da India, idem.
ChiA da India, preto, idem.
Cevadinha, idea.
Cravos, cento.
Chocolate, kilogrammas.
Capim, idem.
Farinha de la qualidade, litro.
Faribha de 2-o dita, idem.
Feijao preto, idem.
Peijao mulatinho, idem.
Fructas, urma.
Farello, kilogramma.
Ferradura, numero.
Lenha, achas.
Macarrao, kilogramma.
Maizena, idem.
Manteiga ingleza de la qualidade, idea.
Marmelada, idem.
Milho, idem.
P4o, idem.
Sal, litro.
Toucinho de Minae, kilogramma.
Temperos e verduras, idem
Vinho de Lisboa, litro.
Vinho do Porto, idem.
Vinagre tinto, idem.
CondivSes
1" Todos os generous serao de primeira qualida-
de, e os fornecedores deverao satisfazer os pedidos
dentro dos prazos mareados nos respectivos con-
tratos, entregando os mesmes generous nos qnar-
teis ou fortalezas e enfermaria, e depositarAo na
Thesouraria de Fazenda urma quantia, come cau-
Vo, que seri arbitrada polo conselho de forneci-
mento.
2' As propostas deverio center a declaraW'o
express de sujeitar-se o proponents i multa de 5
0/0 da importancia a que montarem os viveres ou
artigos que forem aceitos, se deixarem de compa-
recer para assigunarem o respective contrato, den-
to do praso que for notificado polos jornaes.
3 $ poderA concorrer aos fornecimentos an-
u1aao do decreto n. 7,085 de 6 de marco de 1880.
4a Da falta de field cumprimento de qualquer
das obrigaces contrahidas, o fcrnecedor ficarA
sujeito a pagar o valor de quanto se comprar per
sua conta e incorrera na multa de 25 0/0 sobre o
valor do gcnero regoitado ou nao recebide em
tempo.
5' Os concurrentes sao obrigados a apresentar
amostras dos generous ou artigos que forem julga-
dos precious pelo conselho.
61 As propostas serlo apresentadas em dupli-
catas ate as 11 horas do dia 28 do corrente mez,
em que serao abertas e apuradas em presenua des
proponents. Na mesma occasion se aceitarmo
propostas para a venda de estrume dos animaes
da companhia de cavallaria.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 15
de novembro de 1884.-0 secretario da junta,
F. A. de Oliveira e Silva.

Great Western of Bra-
sil Railway
So convidados os senhores accionistas dusta
companhia a virem receber na estaao do Brum
as cautelas do jurnc correspondentes ao semestre
findo em 30 de junho proximo passado. Recife,
21 de novembro de 1884.

Club eoncordia
Samstag 29 d. Mts. geselliger abend. Zufritt
haben nut Milglieder und hababer von Fremden-
karten.
Das Direetonium.


j ositivamente
Dons ulUo espeetaculos



A's 4 e6 s8112i horas
Toma parte today companhia.


&0 CIRCO!


AO CIRCO !


Duas ullimas func oes
A's 4 e as 8 1/2 horas.


Divertimento ei 01inda
Na praia de S. Francisco defronte das
casas da companhia
hiauguratao


Domingo 25 do correntle
0 encarregado de takes divertimentos, que sao
urma necessidade para as pesspas que tomam ba-
nhos salgados, e urn motive para magnificas reu-
niues, magnificas e escolhidas, avisa aos Srs.
concurrcntes que este primeiro constara de
Musica, boa musica
Equilibrios e saltos
Deslocamentos
Apreciaglo dos clowns
Mamulengos
MAEULENGOS!
Os mamulengos de Zumba, representando en-
graadas sceuas ao som de boas violas tocadas par
mao de mestre.
A festa nao terA foguetes e acabarA antes do
ultimo trem.


IhARITIIOS
COMPANHIA PERNAMBUCANA


NVavega lo Costeira por Vapor
Rio Formoso e Ta-

mandare
PSegue no dia 26 do
Sda eorrente As 6 horrs da



m apor
Aconcogn
manha o vapor Giquid,
c eommandante Mafra.
Recebe caiga at6 o
24.
ESCRIPTORLO
Caes da Companhia Pernambwuana
.. 12.
Pacific Steam Navigation Conmpany,
STRAITS OF MAG ELLAN LINE
0 vapor
Aconcagua
Espera-se da Eu-
ropa atW odia 23
Sde novembro e se-
guri pars o su]
depois da demora
doe costume.

Para cargk., passagens, encommendas e dinheiro
a freto: tracta-se comos
Consignatarios
Wilson Sons & C., 9Lmited
N. 14-RUA DO COMMEROIO--N. 14
COMPANIEA PERINAMuCANA
DE


Navega o eostelra por vapor
PORTOS DO SUL
Iacei6, Penedo, Aracaji e Bahia
0 vapor ,..Francisco
Scommandante Pereira,
seguirab no dia 26 do
commute, As 5 horns da
Recebe carga at6 c
dia 25.
Encommenda, passages e dinheiro a frete at6
S3 hors datarde dodia dasahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia ahiana de Navega-
vie a Vapor
Maceid, Villa Nova, Penedo, AracajA,
Estancia e Bahia
0 vapor
Iarquez de Caxias
Com andante Nova
"E / E' esperadodos portos aci.
//l\ ^714 ^ ma atW o dia 24 doe novembro,
j' l oe regressarA para os mes-
mos, depois dademora docos-
tame.
Pars carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na
AGENCIA
7-dRua do Vigario-7
o0MIngos Alves latheus
Vompanhia ubDrasileira de Nave-
gavqi a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor
*eoanri


Commandante p 1.0 tennte


AssociaeA Opoietgieza
de be~~uI

Assembl^ getst-l e'em eeustlS.t j
Parm domingo 23 do corrente, is 46 4 raada -'
tarde, pede-se ah urma vez o aparecimento a
dos senhores oeios, afim de conelair-se a dieuss-
.ao dos additivs. Rocife, 22 de novembro do 84.
KM. MLo~
2e secretario da aiseoab6a.


eheco
'A1. afteS~ s
Ftt esDedi


Guilherme Pa-


;do' s ,tte st : 1ao
ens, eriommendss


portos do aul
B novembro e
ta demaora in-
Lra. ofsportos


o valore,
'- 46^


26 29






T .Aboas, 11 26
Vigo .. 28
989




Southampton 15 30
(.) 80 tocara Be precisar carvao.

Para o MaranhAo
A arca p ortugueza lina recebe carga a
trete modieo para o porto eacima, e segue nestes
pouoe diasn: a tratar no escriptorio de Jos da
Silva Loyo & Flho. e_ _
S MaranhBo
SPbara o porto indicad a recebe carga a fretea
barca portugueza Claudina: a tratar corn os eon-
sigaio Jos6 da Silva Loyo & Filho.


LEILOES

Leilao


De 1 piano de Coudu, moves, e de miudezas a
fazendas, existentes na loja e 1.o andar sito e
rua Direita n. 36.
0 agent Brito, devidamente autorisado, vendo-
rA todas as miudezas, 6 c6rtes de vestidos em car-
tWes, 4 peas de cassinetas. 60 casaveques, 20
correntes de.plaque, 1 lote de caltados para ho-
mens, senhoras e meninos, 1 lote de tamancos,
pentes, botoes, 1 rico porta-licor corn caixa, 1
mobilia de jacaranda, 1 dita de junco, 1 mesa
elastica de 4 taboas, 1 cabide de parede, 1 arma-
rio, 4 fiteiros, candieiros para kerosene, e mais
miudezas proprias para uma loja, tudo ao correr
da marteilo.
Segunda-feira, 24 do corrente
AS 10 1/2 HORAS

Agente Pestana

Leilao
de 20 caixas corn batatas novas, 30 ditas
corn castanhas idem, vindas pelo ultimo


vapor
Ter a-feira 24 do corrente
AS 11 HORAS
NO ARMAZEM DO SR. ANNES
LARGO DA ALFANDEGA
Ao eorrer do martello
POR INTERVENQAO DO AGENT


NO


Pestana

Agente Silveira

Leilao
de moves, lougas, vidros e quadros
Ter a-feira 2S do corrente
A'S 10 1/2 HORAS
0 agent acima, autorisado polo Exma. Sra. D.
Joaqqa Rodrigues Maia Fialho, que muda de
reai levhrA a leilae Os mrveis exiatentes na'!
cas1M iesidencia sita A rua do Carmo n. 19 o10
anda:.
Urnsma mobilia de junco, v1 guard vestidos, 1 toi
lette corn pedra, 1 cama franceza, 1 espelho gran-
de, mesa elastic, 2 aparadores, 1 guarda-louga,
cadeiras de guarniclo, jarros lanterns, quadros,
candieiros, tapetes e mais moves de casa de fa-
milia.

Lei.lao
De carteiras, secretaries, balangas, pesos, esca-
das para assucar, quadros. mesas, trem de cosi-
nhi, emnitos outros objects.
Terta-feira 26 do corrente
A's 11 horas
FOR INTERVENVAO DO AGENT

Alfredo Guimaraes
No armazem da i rua do Born Jesus n. 45

Grande e variado

Leilao


de bons moveis e quadros a oleo corn fins
gravuras e 1 cabriolet americano
Quarta-feira 26 do corrente

Ant PiNto
No sobrado grande de azulejo do largo da Sole
dade n. 1 em que morou o Sr. Frederico Correia
Lima. (Os diaries dos dias 25 e 26 darlo as re-
laches dos moveis e mais objectss.

Leildao

de fazendas inglezas limipas e
avariados
*UlIWA-FEIRA. 21 00 COBRENTE
A's It horas
Agenfe Pinto
No armazem da rua do Born Jesus n. 49
Em continuafAo
vender o memo agent 1 cofre, 1 carteira, 1
prensa de copiar cartas e differences mnoveis de
casa de familiar.
-i^l 1 ll n. ^,I I .. .


AVISOS DIVEISOS


-Aluga .e o2o andar dopredio n. 51 A rua
do Imperador corn grades e excellentes commo-
dos para faiia, tern aga e gaz; tracta-se no pa-
vimeto trreo do predio 10 A rua do Commrner-
Alug-se o 1- andar da casa n. 18 o 2o
a de n. 66 rua Direita, o I da de n. 8 1 rusa
daPenha, e a casa n. Ida travea Ba Hora, no
Espbneiero: a tratar Sa rua do Hoqpicio a. 82.
Aluga-se barato duas casts na Varaea A
masrem do ra o: a trtar ea- Olida-, no sitio do-
frote da igreja de N. S. do Guadalupe, o nos
demingos na meims Vasrea, no Asiboi, s6ti6
defroutedataverns do Sr. Aatonio Leoneio..


16ha do Cabug,-16
Acham-se a venda os venturosos bilhe-
tca garantidos da loteria n. 90 em beneficio
da matriz de S. Jos6 do Egypto que se
extrahirA na quarts feira 27 do cor-
rouente.
PRE(;OS
Inteiro 4#000
Meio 2#000
Quart 1#000
Sendo quantldade superior
a 100:000
Inteiro 36500
Meio 1#750
Quarto 875
Joaquim Pires da Silva.




A 00000ELIZ
A0S 4:000O0009


2:OOO OO
BDILUTEW GARANTIDOS
Pra a da Independen-

cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu entire os seus
tolizes bilhetes garantidos da 89a loteria,
a sort de 200#000 em4 quartos n. 2559,
a sort do 100#000 em 4 quartos n. 3808
alum de outras muitas de 32# 166 e 86.
Convida os possuid3res a virem receber
sem desconto algum.
0 abaixo assignado tern exposto A
venda os seus felizes bilhetes garantidos da
la parte em beneficio da matriz de S.
do Egypto, que se extrAhirA quinta-feira
27 do corrente
Pre4os


Bilhete inter
Meio
Quarto
Im pornpo


eiro 46000
26000
16000
de oo1005000 para
elma


Bilhete inteiro 3#500
Meio 16750
Quarto 6875
Antonio Auguasto dos Santos Porto.



CASA DA FORTUNA

Aos 4:0008000

MUMSZ ELUNTDOD,
Aua Primeiro de Iarfo n. 23
0 abaixo assignado tendo vendido nos
seuns afortunados bilhetes garantidos o in-
teiro a. 784 oom a sorte de 2:000#000,
o inteiro n. 1,007 corn a sorte do 2006000,
o inteiro n. 2,542 corn a sorte de 1006000,
alem de outras sortes de 326, 166 e 8,, da
lotoria (89.'), que se acabou de extrahir,
convida aos possuidores a virem receber
na conformidade do costume sem desconto
algurm.
Acham-se A venda os seus afortunados
bilhetes garantidos da 1.a part das lote-
rias em boneficio da matriz de S. Jose do
Egypto, (90.'), que se extrahira na quinta-
feira, 27 do corrente.
PRECOS


Inteir
Meio
Quart
Em quant
Inteir<
Meio
Quart(


o 4#000
26000
o 1#000
idade maior de IOO
0 36500
16750
o 6875
Manoel Martins Fiuza"


CASA DO QURtO
Aos 4:0004000


Riua do Barno da Victoria n. 40
e casas do costume
0 abaixo assigned acaba de vender
em seus felizes bilhetes quatro quartos de
n. 4,232 corn a sort de 1006000 e diver-
sos premios de 326W00, 166000 e 86000.
O mesme abaixo assignado zonvida aos
possuidores A virem receber na conformi-
dade do costume, sem desconto algum.
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garantidos a beneficio da rnatriz de S. Jose
do Egypto (90.'), que se extrahirA na quin-
ta-feira, 27 do corrente.


Inteiro
Meio
Quarto
amB poraio

Inteiro
Meio
Quarto


PRE OS


46000
24000
16000
de 100@000
elma


Joao Joaqui .Mda


30500
14750
#875
Costa Le


para



ito.


Atten ao
S propetaie d de tro s andarew da r
Marq2 z de Oliaa n. 13, querendo reedifical-a
no aimh mento da mesa rua e da dos tundos,
fleando d6 em uam andar corrido, itssim como o
pavimento terreo e corn a escAda interns, dseja
contratar esta obra corn quem mais vantagena lhe
ofereer. Pars miorea esclarecimuentos podeido
os enh-bres proponentes dinigir-se A rua Duqe
deCaxiasan.0, loja, onde tambem poderlo dei
xar suast propoftas por escripto.
-Preia slugar urna ama idoa pars co-
ainoar a a ia da Impratriz n. 17, primuiro
:iud rt ........ -..i:,


bri do 1 ga' r i I ru I~q Mimi* Mr-
daao to" Pima ^^*B^^P 44"W -bow. 0 ^B
commercia &l dmti pr, g 4 M
moe amigaveh a i0OW 4b
pital e8idutria quoth hw wI
idmento, e6 gmrva iob a raao dvsisVlw mO
aeT & Toenra ; fiSd, tdO. e JM&I e
sivo de dita firmsa cargo da Koa Mk a
Pinto Gonoalves. Recid, 22 de o vm do .
SJ.aqoim elippeT ufi

Precis-se do on eriads pm 0 -1
mestico de casa de iamilia; nma ra IbSa HU
loja. __________
-Non.i7 a rua de Hort#a, ha pw "O
linguiga do sertao, superior, e por ps. t amsud
asim como a especial agua te de in-
garrafadla.


Francisco Teixeira de Si manda resar uaa
missa na matrix do Cabo por alma de osu dosdi-
tosa irma, Adelaide Clementina de Si, no dia 26
do corrente, as 8 horas da man ia, 1 anniversario
de seu fallecimento. Muito reconhecido ficari a
quem concorrer a ese aeto de religion e cari-
dade.
Adelaide Clememtma de
Jemu e 8
Jose Goncalves de Si, bacharel Uriel Gowca de
SA, Zorarda Olympia de Sa, Idalina Tertuliaa
de Sa, Felomena Angusta de Sa, Dr. Frauncisco
Teixeira de SA, Firmino Wanderley Cavaleaute
SA e Olympia Maria do Espirito Sant3, convadam
aos seus parents e amigos pars asaistirem as
misses que se hao de resar no dia 26 do correlate,
ais 7 1/2 horas da manha, na igreja da ordem ter-
ceira do Carmo, polo repouso eterno de osua pre-
sada esposa, mai e irma, Adelaide Clementina de
Jesus SA, 1o anniversario de sen falecimento.


Pedro Anrellauo da Crum immtI
D. Maria Annunciada Lima Muniz, seus filhos
e D. Erminia Amelia de Martos Lima, agradecea-
do cordialmente a todas as pessoas que se digna-
ram acompanhar A ultima morada os rests mor-
taes de seu prezado eslcso, pai e genro, Pedro
Aureliano da Cruz Muniz, vem convidal-os a as-
sistirem as misses que por alma |do mesmo oerto
rezadas na igreja da Madre de Dens peltas 8 ho-
ras da manha de quarta-feira, 26 do corrente, 7f
dia de seu passamento.


Taverna
*Vende-se a taverna da rua da Detencio n. 35,
esquina da rua do Mangue ; a tratar na memos.
Precisa-.s de urma ain pars comuinhar e coB-
prar, e mai lgutim service de casa de urma fami.
lia compost apenas de trees pessoas : a tratar na
praa do Conde d'Eu n. 9, segundo andar.
Aluga-se a casa da rna Imperial n. 261, e
vende-se a armaao : a tratar na mesa rua nu-
mero 236.
Preci.a-se de ama que cosinbe e engomme
para duas pessoas : na rua do Marquez do Her-
val n. 120.
Aluga-se pars familiar o primeiro e segundo
andares do sobrado A rua do Barie da Victoria
n. 14 por 504, todo pintado : a tratar na loja do
mesmo.
Na rua do Alecrim a. 27, antiga caaa de
marcar mortalhas para cigarros a 100 rs. o mi-
lheiro, avisa aos senhores donee de fabrics que
d'ora em diante contain a marcar polo diminuto
preco de 80 rs. o milheiro e corn tinta de oruuii a
bemrn da saude public, e nio corn oleo, como as
mortalhas marcadas nas litographas e Frnaque
s6 faz prejudicar a sadde da humanidade, e por
isso espero os meus freguezes anutigos e novos
para servil-os corn presteza em seas trabalhos.
Eduardo Emilio C. Coutinho.
Aluga-se a 84000 umas mei'aguas novas, na
travessa das Barreiras (becco do Aquino) : a tra-
tar na rua do Cotovello a. 25
Aluga.se na rua Imperial duas casa, am
de padaria, corn forno e utensilios, e outra de moo
radia. nus. 198 e 199, per preo muito commodo e
a fallar corn Jos6 Feliciano de Nazareth. A rua
de Pedro Affonso (outr'ora rua da Praia), arma-
zem n. 20.

Fabrica Apollo
Esta fabrics precisa contractor officials cigar-
reiros pars sua filial do Rio Grande do Norte.

Engomuadeira
Precisa-se de uma perita cngommadeira : na
rua Duque de Caxias n. 84.
Ao public
0 abaixo assignado, mocio gerente no restan-
rante Amasouas,sito A praia do COude d'Eu a. 13,
previne ao respeitavel public desta capital que
nao faga transaco alguma comn o socio Alves,
em dito estabeleciunento, porque pertemce ao abai-
xo assignado a maior parts dos object.. qoe se
acham no dito estabelecimento. Recite, 20 de
novembro de 1884.
Gregorio Naseaseno Baptita Duarte.


0 Sr. tenente Antonio Francisc da Costa qua-m.
do vier a esta cidade digne-se de comlaureer i
rua de S. Francisco n. 72.

Ama
Precisa-se de uma ama que saiba eugommar e
mais services de casa de familiar : ta rua do Ria-
chuello n. 57, portion de ferro.


V


DE


vit


Este remedio pwbOBOtem gmaado dm a eoeilo.
95o publics durante ciacoata e see ammos.oom-
egando-se a sua amaaa atmeB evoka *Ats.
Sua popualaride een&da mus fu i t ewma.
Sas come ao presate'; e iO, pr d A
offerece a mehor preys da maoMad mom
Nao besitamos a dimr qo afe -t- diui
em caso algvm de otipar s -
oranges qumr et- dmbhuoo qw so as .*PAN
tos destesiiaftum da da M %woo"
INae ddzms do *-,.a
uawftee des 4, ttkmlfwteA *wK B


It


it










I


/ itfc.'
-qK;'




















RE1NA


Mr pretase seusaes
SDE


t Quando o pagamento por t. s8stemas
eetadentro de quatro mozes, abtim
S do 5#M0.
y AbatimeAto de 1OWO0 a dieebe A vita
Rogfrne 0tos pretendeutos do virein AO es
lptoio eempanbia para inlomaDoe eir
cum tai*"a
-Imciketa e -rel *A .gea 6 -obter-se
oelhor artigo nas melhores condi5es.
aae aS eomprarAh -4 .-werdadefra
a
PORQUE7


1.o Por ser inconteatavelmente a melhhe, mnals erte, Iwas bemn aea-
latda, -n l lomples, l dUtradoeura, a unica que tern obtido mais de 300
amedalhas, e a unia qne tern mais de 100 inmitadores.
2.0 Per edStir unm deposit suaccursal da propria companhia, onde se gPram-
te estas nmaellmas por um tenmpO tIIlmlHad* e onde sempre se encontra
tudo que diz reapeito as mesmas.
3.o Finalmente, porque aquellas pessoas que at o present, por falta de meios,
nao podiam satisfaeer o seu desejo comprando uma d'estas excellentes maahinas,
podem agora corn toda a facilidade compral-as mediante a modica pre~taglo de


1P000 OR SEMKNA'i
Recommendamos corn insistenoia- No se lihdam com a 4 maluedas
Oe trae o noso neme e que nio passam de RUINS IMK-
Vendemos tambemlinha superior, retroz em carretels, agulhas, oleo, linha
de eroehet, peas avulsas para as maohinas, tudo de superior qualidade e por pregos
sem competencia.
0 uidco deposit das verdadelras machilnas de Singer e na
Rha do Cabugi n. 1 A, Pernanmueo


39


ANNOS -DE I


-lidos EslWl id"s 4a -America
'l : -*






ROSPERIDADE


&NRS NOBRASII


Joseph Norris. .
Guatave Masset .
Victor Scheitlin. .
Jose JoaqraI d *roitas Gt*inaraes.
Dr. Candido k oiBaos .
Jose Joao Ribeiro ....
C. A. A.&ohimaamn. -
>foxs~odwiguosAde oSuza -
Gustavo Wedekid .. ....
Joe oares ,Pereia. .
Paul BfIlao Wilweedorf.
Tito Antonio da Rocha. .


DAS DO PEDIDO


28 de fevereiro de 1876.
21 de abril de 1876.
I do Jm ro de 1878
81 de mal e 1882.-
17de Nosto de1882.
13 de bril de 1883.
de mo"ro de 1883.
20de margo de 1883.
31 de outubro de 1883
17de maio de1883.
12demlarno de 1883.
7 de junho de 1883.


DATA DO ]ALLBCIMENTO


12 de janeiro de 1883.
17 de setembro de 1881
11 de abril de 1878..
5 de fevereiro de 1883
17 de dezembro de 1883.
17de julho deo 1883.
19 de agosto de 1883
31 de agosto de 1883.
26de janeiro de 1884
26 de tevereiro de 1884.
6 -de abril Jde 1884 .
28 de ect-'mbro de 1883.


Rio de Janeiro.

Para. .

Rio de Janeiro.
Para. -
Rio do Janeiro.
Bahia .
Santos .
Fortaleza .


PAGOU DE PREJIOS


541
275
1.546
544I800
6745000
256A800
4805000
6640800
1755200
860000
1294(t00
241j000


/ Desde 1845 .
No anno de 188;3 ....
No mez do janeiro do 1884 .
P j 11 No mez de fevereirode 1884.
'lw ^No mez de mario de 188-4.
Pagou a ipanhia pb rimortalidade dos segnrados No mez de oario de 1884.
No mmez de abor do 1884.
No mez de junho de 1884
No mez de julho .
No mez de agosto. .


OS HERDEIROS BECZBERIAU



Restitui*ao
Fr.
Ra.
a)


1.07811/1
312 3/4
60.000
12:0005000
24:000,000
7:200J000
23:833,000
11:825J000
23:693J000
13:920000
11:6135000
6:1764380


cerca de 72:000 contos
ceres de 5:600 contos
cerca de 496 contos
cereal de 508 contos
cerca de 373 contos
cerca de 370 contos
cerca de 472 eontos
certa de 426 contos
375 contos
ill eontos


Esriptorio FiiaiP,-.Prnmibuco

N. 17 Praja do Corpo Santo -- N. 17


Ama


ara -mRa ue iinIUM Se precma ae nma ama
na rua do Cabuga r. 8, terceiro andar.


Dihwfo gertl da America do sul.-iO1 rua do Ouvidor 101. im
to deJapiro. Casa ialriz.-4tiion Square, New-York. I't&SS SSdr
Exigir a agaestra :
.. ... ........ ,- MM J1ttv lu lamrrr H rkg'11T4fel-^


~~~1~~~'


( biXIRD JRIJBB

^ Dr. CARLOS
I.- MEDICO, PIIARMA(


wi' offtooIts rpm ftii ?rtf
1*A 3 5 XOW
CumC1 y_
|a 4MA

* f tC16 riyit


CEUTICO E OPERA.D OP.


- 'r--,ila., i --t'a-l -";;..a t" ( 1. .'o i)4t iCu i.- ^ ..; ;.. a .-.-. I -..,i
Mlolestia da BLxiga e (dts Ouiruas.
As ( P.n ol : r.i'n' li *. tt .... ; -noro ,,;a : : ( "
As (r-.ai a ti).iiar)io nri-ide da j>ou;.iio iadieaida.


- : -_ ...i- -_. .. .. 7


DEPOSITO.-'Rua da Cadeia n. 27, pharnamia de Hermes de Souza Peroira & C.


POLYC LI N ICA


B EATO ETt
CMlf\TAU / \lOS 11I'!1ivElT / ~ T"i


MEDICO OPERATOR


Colsulturi-Rua -do Mlarpg&z 1 Olida 34


0 Dr. Bettencourt, dispondo de urna longa pri-atica das _princl':'o-
clinicas da Europa (Pariz e Londiresi, bemrn como de um arsenal cirurgico
bastante complete, pratica qualquer opejai~io pelos processes miais 1:o-
demos.
Trata da elephantiase dos arabes pela electricidade e pela electrolyse
(novo tratamento).
Estreitamentos do recto e da uretra sem d6r,pela electricidade.
Opera os polyps do utero pelo process da sua inven nem hemorrhagia.
Tratamento-curativo das gonorrheas chronicas polo method das in-
tilla Opera as fistulas vesico-vaginaes polo process americano e prolapsos
completos do utero pela elytrorrhaphia median.
Molestias da garganta e dos pulmbcs polo spray a vapor, medica"6o
topica.
Syphilis, molestias venereas e da pelle. EmbalsamameBtos
Consultas das 12 As 3 horas da tarde.


I* <*2











;ii


O"PPRES91-0aigf ^
^ Ca~,ril"^X *> >*1ro~~sI
l rimadatopete acalma o a t= neribticS ]
a cciorasao e favo as flooJdos orgaO. o 4
V Vsr.* em uirnada o em e4a do S1 KPrO, It% rs 8taKare emWo ari
pe- pontiL-i1os em snibweo PR-ASC- AL doSit fte rt Tsm


NiBo Il Pa Mu r Amaeeria4.
Recebeu a fabrica Martina a rua da Imperatriz Precisa-se de uma ama para pequena familit e
. 1. um criado para vender na rua : na rua Nova nu-
mero 15.

Aos 6:0000000 A. DEI SINAL & C.

Loterla IEmuepadora-

3341 ll Ba -33 (ANTIGA DA O Z
Nesta casa vendeu se dH 4a loteria os premios U aLsa, d5 lSS i
de 1:0005 no n. 1490, :ae 200A nos ns. 1889 e -
1962, de M$ no 'n. 4666, de o BO non. 508 e di- Grande e vaas oTimento de 6 o
versas de 20A e 10.: Estlo exzOto A venda pos trao e eat e pr.
bIwtes da 5* loteria que aadaw a rods a 25 do Db JE&aFg Ingbemr l a,
'oiXw i~tet -*O*. i G^ An iw a 1 -. l'".


U~S dos BROCHI0S e da GAl~iA7ITA
(Defluxos, Catarros, Coqueluche, Laiynght)
XAROPE e PASTA doe UUEN
PA.BIS, Ph&,S, rn de Glry, e emtodaaPh eqro aaa

Corn esta Agua maralUhboa, proresseuiva ou Instantanea, podse
. propria iesta, reiftituir para sempre, sem alterasio, aos
'CabI10 e Sarla a C6r Diltiva corn uram on duas appliesa-
8ews sem lavagem nem preparo lgum.- Resultado garantido
por maso de so -ia s de successo sempre cresceite.
CASA C lM FU NDADA EM 1850
J.MoegbettlI Sau-d.RVMnIa.Gfssfllds$73, r.Tarbigo, PARIS
Deipositoem Pernambt co: FPr M.daSIlva & CA.e naspr.Pe'm.


.'Azu s JJ S UT E OVQj hSA5f4


^^|l~j||J~g U Uctrmai~4otraa.9'Our~a'a
MW fc.As
^""I^S^K~a <">MA fft 'tBa.A^
k0Mr =1e 70 es t
*weissdo 2x'umr r,

s-vwsw fe < -^ Xa~aoos~f~ fittata k9 ns.
mo WWIi UAS i- dw pfis
i-i--i sa.- 830vx om .
S'f-T;"'^^*^ara.
*?: "* ^fi.1^ ^ e< 6h.I' Ata'9t w t
^ -'^^(i~fteMal l o iwWtwmto
k)-v-.-- 0 06asa f paM^.~~^***^^(t*^>| l m'J~ll


4fq7El9F., I" g uzI t) op r -7 a

O yj~waovfirwvsj V nnun sE
71AOwHIT oftVfsjw Gd WGsoH-av-U OHJif
YAM 0 Y F1.7 V It~t~Wf 0


--, : ", ?Pq :, .* ',:


: *,v....*>. i '*... ;. ,. :-'.c.. ; a.vii; ./ ti.7,. H ,,, ". ;i s,, ..:> od x
'* ila"ua'l-. cura coiplca -,oin %o so dos principios balsamicos ,e pinhc
S .,. ., .,ai ;i;,-, ,'. ',iii a r.' is e. ro na Ma.sa de seiva d pin taciro f
ty, j',,a.z; ..., l cx'kir.o -q TLajaao. '(ei.
'( ..^ Coada traso leva a marca de fabricas ia *w o O
*ello do GRIMAULT & CtO
t ,_PAWI,8, RUA VIVIENNE E NASPRINGJABr PAOMACIa ,




| FSMJfWO# FOTIFICAMTE apro~ndopl Awnsmitda "410 i ~
I Se oto auaon (io Ezprlnca
a de bo aft d doOustrado a eoacft ixeonteatavel deste VXIr.o, qoer Co fto i-
ero dd im aA mortar asFebres o; evltar o seu reapparecimento, quer comofjrtfjle ashnS
-- m ebUldad do Ba.gue, .lta e MenmatruaaP&o. I eap lsmoa, MSer
0_ = 4ff*ea, Unferutafde nervous, sbOlldade causada pela edade ou per exoumos.
SEe i Vish, qua cntim mals prinolplos aotlvo s do qea cs preapardoa imilares, .a .e per PW wm
pauso male eleuado.--No as deo ibjegar contra o pe m ,VMa do rsoombsolda efficaoia do medimteo.
Pblwnuacia<5^.S3% jDg5sdoa BX PerxaSax oo AJ AC.. da, SIXV'.A 4I



FERRO GIRARD
?8I Apprwado pela Academia de Medioina de Paro.
* Approv o pela Junta Central de Hygiene publiqa do -Bral.
S 0 Professor f6rard encarregado do Relatorio i Academia demonstrou i
que 6 facilmente .aeceito pelos doentes, bern tolerado pelo estomago, I
restaura as forwas e cura a ch'oroanemia; que o quw distingue p,- ji-
Sularmepuni este novo sat de ferro, e que nho causa prisao de ventre
a acombate, e elevando-se a d6se, obtem-se dejeepbes fnumer's-as. I
.0 FERRO GIRARD cura anemia, cores pallidas, caimbras do osto- j
magoempobrecimento do sangue; fortifica os temperame.itos fracos, J
e-Aita c appetite, "a.gulariza as regras e combat a eateriidadae. j/
\ DC'jsito era. Paris, 8, rua Vivienne s i fia& Drgquias fhamacia: /


wsqv*orioyospstaue. d. Porn e g
spitt s deParis, 4 oB pooa v;a* A-
no torn a Ide eigeirh .-
am da an t ro-, f ilas..

ftoW-owS 40 ewmg=i
ill lln nli fifl**i *ni~ 'Con-rOB


DEPOSIT GERAL
13-3M- Pr irH de aDarn d
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambaco
ADAG6N uOWVIE a C.
N. 3 =R= ua do Comercio = N.3
A venda em todas as boticas e drogarima
Alugaose amto
0 20 anoar'da ruado Born Jesus (Recife).
Armazem da travessa do Campello a. 1. IeeiL .
Os armazena n. 13 do largo do Corpo Smwa e
equal tern communicivao comn o do a. 4 no cm. da
Companhia Pernambi cana, corn guiadate.
A loja da travessa do Carnne 10.
Casa terrea n. 1, B na Baixa-verde.
A tr tar no largo do Corpo uamnt. 19, prinmrc
andar
Trastes
A' ra do Imlnperador n. 16 compra-we, vend-os
uduga-me e troca-se nov'-s e nido-.
Aluga-se a casa assobradada a. 19 da rua
da Ventura (na Capunga), propriedade do Dr.
Joio de Sai e Albuqu-rque, a qual ttm excelletes
commodos e grande sitio : a tratar na rusa Pri-
meiro de Marco n. 13.
Criadas
Precica-se de uma criada para engoummar
outra para andar coinm inenno : a tratar na rua
Duque de Caxias n. 59, loja.


Marcoliepo 1o1t# PUupe"
A mesa regedota da irmandade das Almas,
erecta na matriz do SS. Sacramento da Boa-Vis-
ta, convida a.todus os seus irmilos, Ai Exma. fa-
milia, pareutes e amigos do finado s-u irmio ex-
juiz Marcolino Josu Pulpes, para assistirem as
missas que serAto ceklbradas na inesma matrix no
dia 24 do corrente, pelas 7 horas da manhi, pri-
meiro annvcrsario de seu tallecimento ; desde ji
agradece aos que co)npirecereim a cste acto du
religiao e caridade.-0 escrivilo,
JoAo D. Fernandes Vianna.



~V
0


Vigario Mathboell e reira eraveP
0 bacharel Jefferson Mirabcaux de Azevedi o
Soares e sua familiar, conmo signal de reconheci-
mento A memorial do vigario Manoel Ferrmira
Borges, fallecido na cidade do Rio Formoso a 20)
do corrente, mandam resar uma missa em suffra-
gio de sua alma no dia 26 do corrente, pelasa i
horas 4a manh, na matriz da Boa-Vista. Rogan
aos seus amigos e aos do referido vigario a cari-
dade de assistirem a esse actor de piedade christA.
pelo que antecipain sinceros agradecimentos.

Cosinheira
A' rua da Aurora n. 31, se precisa de uma bau
cosinheira.
... Aluga-se a casa da ria do
Fogo n. a0, a tralar na ra do
Bario da Victoria n. It.

Ama
Para consinbar para pouca familiar. a rua da
Aurora n. 139, atratar das 3 As 6 horas da tarde.

Jornaes
Asslgnaturas para 1 186
Os senhores assignantes antigos ou novos, que
nio quizeremn ter demora no recebimento dos Jor-
naes da Europa, devemin renovar as suas assig-
naturus na ahencia
G. LAPORTE & C.
75-Rua do Inperador-75
Avtiso : Nio se recbe assignatara ser pre-
vio pagamento de sua importancia. Nesta casa
as assignatuias sahem mais barato do que em
outra qualquer, levando uma simples e inodica
commissao.

Novo Porto do Carva

W-a MlRuaz do tlr --
Vende-se carvito a G40 reis a bamrca, fariaha a
320, 360 e 400 reis, miilho a 240 e 280 rei, fcijao
a 600 e 610 reis a cuia e muitos ortros geero do
paiz.
Outrosim, o comprador tera dircito a urma bar-
-aiea eem--on earvao sem indemnisanAo algna. desde
que complete o numero de 30 barricas e igual na-
mero de tales fernecido pela casa.

Pereira & C.
continuum alugar services para chi e jantar, ta-
1heres de 'netal finos, trinchantes, copos, ealies'
garrafas, compoteiras, jarros, globos, lanterns.,
lustros, tealhas, gaardanapos, toalhas de labymm-
tho para baptisado, c-pelhos, bandejas de metal
braneo para bcha, mesa elastic e de ferradura, e
outros mnuitos nrtig's para easam(ntes, baptiva-
des, bailes, festas de igrejas, etc., etc., pw preos
commodes : na rua Nova n. 34, 1I aadar.


Attenuao
Offercce-se para tratar de uaea ehacran, -
homem habilitado, cbegado ultimamente da I1Ls
de S. Migucl : pode scr prcurado no largo do
mereado de S. Jo-i n. 25.
ILUIAOS pOK3viv-ei$
0 SSTEMXA APRelF3rOADO r, Kana SrCAtT & C.
Browns & C. receberam arera i
especleaae's destes tarin.
cono lambda dc waes
e A4oeo.atlaws
Os ftriUos e dormrateu 8ao odou de of9 Mr fb
tern eadta durayio-o asetasewm M w
qe corn dormeedee de madeira.
N. 5-Rua do Coumerio-N. 5


agricolas, dita s
bombs, Pte. I-lt
pbioau 0 tnais


Ama
oPreain ue de nt amq-A am" b
Da =a &Aun a.
'Raft Pn^t -i01mda.


o,
-04


Ajjlj --w aw -- .-- l 11 1 1- -11FO, i


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-ID. dban A A- ,


1^
I ^-f


- 11 .


-. '*M~-^ 1


AMA#tell


Rm


Al OUR 9flll~














do eom
de mce


etc.


o tobrado de um andar A rua Inperial n., 286, 4
novo, tern muito comedies e aua doBberibe :
a tritar aa rua do Cjers u. 18.

PAPEL PINTADO
Para forrar salli de visits e jantar, quartos
alcovas, corredorca, etc.
Grande e variado sortimento per preoos, ex*
trema'nente modicos
mem omp~irder
Acaba de ehegar para a
LIVRIA INDUSTRIAL
S Baa do Barao da Vietoria -

Alugase ,
o segundo andar da rua Primeiro de Marco n. 18
muitb limpo e asseiado, corn commodos para fa-"
milia : a tratar na loja do meum predio.

XAROPE


iIXTA IATA
0 mat&-matft (lecy'his idatimon) eoin c
qual se prepare este xarope 6 urn vegetal da flora
brasileira.
E' urn agent therapeutico poderosissimo contra
as molestias do peito, e da asthma.
Os numerosos affectados que d'elle teem feito
uso, conseguiramn um resultado muito satisfactorio
acabando por se reconhecer que 6 ate hoje o me-
Ihor preparado para a cura da asthma. bron-
chite asthmaalea e antiga e oppres-
*6es ; dispensando o emprego do arsenico, fo-
lhas de estramonio e-plantas narcotics que aca-
barn quasi sempre pelo.abaeo que d'elle se faz, e
mesmo pplo uso prolongado, por produzir effeitos
desastrosos sobre a saude e em gersl entorpeci-
mento do cerebro.
VENDE-ME NA
1Botica Franceza de Rouquayrol
f Freres


Successores de A. Caors
2 -Rua da Cruz-**
(RECIFE)


1 m. 4*


.hoo.late h i "
f~udas umb Owlt Mae
Tuie vasiol pli Secadut
Themozwt*a" piars fbres
Anneis eloetricoa, etc., etc.
Vende-so ma phamnnacia homeopathiea do Dr
Sabino, A rua do ,Baro da ViWctorian. 43.
IN STITITO


NOA 110DO CADlO
2-RUA DE FBANCISCO- 2
CURSOC DE FERIAS
Philosophia.
Historic.
Geographia.
Geometria.
Arithmetic.
Rhetoric.
As aulas oo:nevam a funccionar em desembro.
-M aSB
an0

Pretisa-se de urn criado de 14 ^ annos : na
ua do Commercio n. 44, armazem.


Aluga-se
Sbarato a loja do sobrado A rua do Bartholomeu n
33, corn oitAo para a rua da Concordia, cornm uma
boa armacto para qunalquer estabeleeimento, re-
Scommendando-se mito para milhados pelo born
local : a tratar na rua larga do Rosario n. 34.
I TTT A ('fi A A


Tbd~~~aT~t pe *l4 i Diti'dol p .pn% int, n 8o
4s4u Uv tuo: D M do atweauul quuzi& l nsdoh dao & .
Vieavilpaaqmfur sD'Aee eqa- -.~*" 84

-dl Dito doeasmie a de cores elaras e em-8
bMlagmgso wnI.tpo. f6"rBisada 4 -ura& .c f 10r

Vi raft A JA 'p
pa12d. do p"DC proto fine, ferredos l6
U cap t de s600, 64500, 84 e 10D
Vondo-e as segilnte. cas, em boats e D i ts d t ta preta oAesa 8e e 104
im borm otado: 6Pitas de genuta Xord"o 6"
Rua de Po Caiaran. 16 e 8, ter1re D a d esUdira preta 6
Visconde de Albuquerquge n. O1 e oronuia de creguella, obra muito bern
Travessa de S: Josn. 87. I feita a 1200 e 1I
Sete de Setembro n. 14. i Dials dc Hamburgo de linho a 14800 e 24
Rua Velha n. 8t sobrado. Colletihos pare dcntto, seindo de ere
E um born itio no Aflietos n.28, junto a s- gelt e muite bem feit a 800e 1I
taVco do eutrocamento. amisas, grande sorticento de camisas
taq_ do entrfmeato. amu, rnestino demis
A tratar na praLa de Pedro II n. 2. brne tanto francezas como inglezas,
.......... .....,-,,, tanto e linho como de algodo, send
Uh me de 21,24500, 8A, at6 66
tllomaUoV, Dittoa deciretone de eor de 24, 21500 e 3,9
Pede-se ao Sr.-Carlos Augusto Guimares Pas-. Meimi, gande sortimento de meias eruas
sos, que ultimamente ba4oarelou-se. o favor de. parea .omens, de 8320 rs. o par, at6 1
vir a rua do Imperador armasem de moveis, li- Coanhos, grande sortimento de colla-
quidar o negoeio que nio ignore. rho, tetdo de 5 n a d ouzia t 8a,
II I I 11 Ii 11 l~illll II; ..Tbalhtuwj grmwde sortimento de toalbas,
(1AUI W | U- tantojoam rosto como para benho, que
llI M .s oe veilem 8 por pregos muito razoaveis.
UUU 11m Tudoto 6 eom grande reduglo de pregos.
i/ o lojada esquina do ecen dos Ferreiro_.


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~ o ~ A Chambres
Ka fabriea cajurubeba, A rua de Luiz do Rego A0*m bes3
n. 16, em Santo Amaro, compra se caiu em toda M al 000 A A 00A
_quan__dde. A'2$5 9 OO 3$O00 e 4#000
Porlo de ferro jNa Ija da ruta da Imperatrz
Porto d fero In. 446
Compra-se um em bom estado : na rua do Ba- Vende-se chambres de ch ta e cretones a 20500.
rio aa Victoria n. 10, loja. 31000 e 40000, para aeabar, isto A esquina d(
-....... ,,.i i i-- 1 11 becco dos Ferreirosa


LI i-N-tA U.V ATJO UkRVISB IT Jod
S Lustroa apars cAiw e a ,Macnia de 6 Vende-se porglo de taboas servidas e em
~ ~~~~~urn carro baixo, mbr mao o rg oi
flos tanto para machina co para cozer a mao born estado, de diversos comprimentos e larguras, um carro ba x em bom estado, por pre^ o modi-
diaerrasaspr a travel novas e serpvidas caibros te co :' a tratar nas rua do Marquez do Herval, n. 25,
-NIo se usa mais linhi em novello- diversas traves novas e servidas, caibros, tehmas, armzem de maternarias.
Pede linha em carretel corn o nome dous carrinhos de mao muito fortes : em Afoga- amazed e ateas.
S. & P COATS. dos. rua de S. Miguel n. 107, sitio confront a fa-
J. & brica deosabro. Taverna
Carros (JDVende-se a taverha sita A rua do Rangel n.
A 'Lr A.L- 31-A, bem afreguezada e propria para princi-
Precisa-se de uma boa cozinheir. no Chora Vende-se dons camrrs de quatro redas, em per- piante ;. o motive da venda se dirA aos preten-
Menino n. 19 (Paysandi). feito estado, proprios pars carregar assucar : a dentes.
A--a ~tratar na rua do Vigario Thenorio n. 31. V de
Ama -- Am Precisa-se de uma ama para o servico domesti- Aronia to 0 important e aereditado estabelecimento de mo-
co de casa' de familiar : na rua da Aurora nu- Vende-se a armacAo da loja n 48 A da rua do hados, aito no sobrado grande n. 2-A : a tratar
mero 109. Barao da Victdria. no memo.


cB1CBU
eBouw
*e l so
so


got
A.Pncov&do
po,meia fiagsetini de'
Bot wwoCrkaft0% etc-. -
a,. Primo & C.


Pota"a.
Papo 4d alodlo peto~politano.
Ph=o madeura aupenirqo
Vea6-e no jo Sato n. 19, esp
tatio de Oeete Tavms & C.
wIsOnsl.sovaes com
dim dourada
o b zar da Boa-Vista recebeu polo ultimo vsa-
por da Europa urnm lindo sortimento de quadros
coin lindas vistas em madreperola, quo vendem
por pregos baratissimos, assimn como ricos scape-
Ihos corn moldura dourada, tern tambem complete
sortimento de capellas funcbres e velas de cera,
miudezas e perfumarias : na rua da Imperatriz
n. 88, esquina da rua do Hospicio.

Taverna
Vende-se a taverna sita a rua do Rangel n. 31
A, bern afreguezada e propria para principiante,
o motivo da venda se diri aos pretendentes.
Reeiie, 17 de novembro de 1884.

Vende.se
Ainda esta para vender ac o aitio junto a esta.
ao de Parnameirim que pertence ao finado Mon-
senhor Munis Tavares; para informagSes, no
mesmo corn o Sp, Mathias Muniz Tavares, ou corn
seu legitimo proprietario, a rua do Bemfica n. 7.

Vende.se barato


Semcntes de hortalicas, tovas, e de todas as
qualidades.
Grao de bico.
Matte do ParanA.
Linguas seccas do Rio Grande.
Doce superior de batata de Malaga em latinhas
de uma libra.
Leite suisso condensado.
Azeite de coco.
Capachos do Porto.
Canna superior de genipapo.
E urn complete sortimento de obras de vime
garantindo-se a boa qualidade.
Rua estreita do Rosario n. 1
Valente lrmhos & Companhia

Taverna
Vende-se uma taverna em uma das melhores
ruas da cidade e bern afreguezada ; a tratar no
pateo do Terco n. 86

Vende-se
uma can6a em perfeito estado e pintada; qu'-m
quizer dirija-se A venda do Ramos em Santo
Amaro das Salinas, que IA se dirA corn quem se
tracta.


- -
d v.g


SFAUINAL&AOMEADOQD.

Ascieneia oaspia" Ir
nha Liae oa CO. -dMi
hicav pm a &a e diiiow a* -
CON dx &Bfaail e da Fuq EPropftrkmm
st a do Dr. FRERICHB a muhur b-Wi
geatero.
Deve-s pois eyitar ooar 0
a pesoa estraahao e do oort--H
da conhecido munita yeses o gVM
numerosa molestias.
Vende-Se a verdadeira farina LMm
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERAD OR 556
EBtabelecimento d music e pjm do hd
tor Pr&kue


CRAVOS E FLOES

Na rua da ULni&o L

5, ha sempre para ns

vender cravos e flores


Liqutda ao

Para acabar
Popelines lisas, de listras e lavradas.
Lis de quadros, escossezas e lavradas.
Alpacas lisas e de listras.
Grenadines de cores e pretas.
Cambraias bordadas e abertas.
Vestuarios para meninos.
Leques.
Chapeos para senhora.
Chitas lisas e de cores.
Fichus de seda e de lR
Capas de malha de lM.
Para continue
Collarinhos e punhos para senhora e hoem, e i
versos feitios.
Camisas serm collarinhos e sem punbos, comrn p-
nhos e corn collarinhos e punhos para hosem,
desde n. 35 A 45.
Camnisas para meninos desde n. 28 i 35; sem eot-
larinhos, de n. 32 A. 35.
Camisas, saias, penteadores, callas, gollas e 0p-
nhos para senhora.
Gravatas, grande variedade.
Meias cruas brancas, de ceres c pretas.
Capachos, tapetes, malas, esteiras, bolsas, vellud&-
Ihos, brins brancos e de cores, luvas, perfums-
rias etc.. etc.
Papoula & C.
IS Rna do Cabugh-I-
Em frente a matriz de Santo Antooio


LIST


GER


L


N. B. 0 premio prescreverA
um anno depois da extraccao.


s.n.


DOS PREMIOS DA 214.


PARTE DA8 LOTIJRIAS-CONCEDIDAS POR LEI PROVIWCIAL N. 1563, A BEEFIIO DA SANTA CASA DA MISEBICORDIA DO RECIFE, EXTRAHIDA EM22 DE NOVEMBRO DE 1884.


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S98 62, 44 96 -
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13 4# 71 46 14 -
S21 75 25 -
30 80 28
32 84 29 8#
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33 -
37
46 -
47 -
49 -
56 -
64 -
71 -
73 -
74 -
89 -
92 -
94 -
95 of
97 41
99 -
4900 11
9 4
13 -
14 -
15 -
17 -
20 -
22 -
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gilo.quo a*. w I enm atlrnPeO u
-gisaailo o frAitu ia aesemprmo l esnti&. do
roporcioe i pd Ora, nestas tmatrias
: ieve-se.respe .-asusuanas. 0 Sr. Hoel-
Sferich v6 se.e+faogado, sente, quae. a pro-
gresso 6 o mal' 'a04, o.6on o-m e
a proporao urn be, p -se isolar"
de seus companheiros ?
Eis come eot sshe do embargo: 4 Na
SAlleinanha, diz elle, pouco mais ou menes,
os sabios admittern o imposto progressive,
mas nas camaras legislativas, que slo a ox-
pressio da opinigo reinante z, 6 o impostor
proportional que dornina. Porfeitamente.
Nao 6 inutil dizer que so apresenta
taTbem o imposto proporcional come a
theoria do interosse, o imposto progressive
come a theoria. do sacrificio. 0 sacrificio
6 uma bolla cousa, quando elle 6 exponta-
neo, voluntario; quando ,6 imposto, e a
tyrannia. Oa ainda: o sacrificio 6 admissi-
vel quando todos as cidadios slo igual-
monte expostos a elle: todos slo soldados,
todos estAo expostos a morrer pela patria ;
6 a sorte que chama a uns para. cumprirern
o sacrificio, quando outros sao poupados ; e
quo se comprehended e ninguem pode objec-
tar. 0 mesmo acontece a fortune: ajusti9a
quer a igualdade do dover: 1,000 frances
dc renda pagam 1 franco, 10,000 frances,
10 frances; mil francos, 100 frances; se
impuzerdes a uns uma propor9l.o mais for-
te do que a outros, exerceis uma tyrannia.
E' bomn nilto esquecer quo o primeiro
principle de liberdade political 6 s03 cida-
daos consentem no imposto e impoein-se
a si mesmos. Na pratica o imposto 6 vo-
tado polos reqresentantes de um corpo elei-
toral ondeo as rices figuram em infima mi-
noria. A maioria decide, pois, dos impos-
tos, e se ella institute a progressAo, 6 tendo
consciencia do que ni`io supportarA o onus
excepcional e que esse onus recahira uni-
camente na minoria.
E', come se os cultivadores decretassem:
as crian9as nascidas no campo servirao
cinco annos: as das cidades do 5,000 a
100,000 habitantes, 10 annos, as das cida
des de mais do 100,000 habitantes, 15 an-
nos.
0 Sr. IHelferich entra ainda em muitos
desenvolvimnentos, interessantissimos, aliAs,
sobre a progressao e a propor9ao ; mas,
come o Sr. Wanger vai fallar, paroe aqui.
0 Sr. Helferich tract de generalidades,
e o Sr. Wanger das contribuioes directs,
onde encontr.aremos ainda o imposto sobre
a renda.
Cons:eremos ainda o Sr. Helferich sobre
o qoe s dove entender por-systerna fi-
naceiro, ou, mais exactamnente, por -
systema de impostos (steur-system).
Esta expresso, comprehende-se, nol se
applica simplesmento a um conjuncto de
impostos, mas a uma combinaglo razeoa-
vel, bem coordenada nas suas parties.
Realmente, nenhum paiz possue um ver
dadeiro system de impostos, um aagru-
pamento do contribui9oes que correspon-
Sda a todas as exigencias da theoria, per
quoeas finanus se desenvolveranm e cada
estado segundo as necessidadcs do memen-
to; as imposig'es tem peor vezes sido sim-
ples expedientes, e si, finalhnente, as im-
postos produzem uea renda suffeiente,
som pesar muito nes contribuintes, neo
peecar domasiado contra a equidade, p6de-
de ficar satisfeoto.


Quaes sao, pois, as condicces que um
system deve preencher, para correspon-
der as necessidades do Estado e As justas
exigencias do contribuintes ?
1. 0 primeiro principio e o da justia.
Mas, como se sabe que 6 difficil realizal-c,
contenta-se corn urma justi9a approximada.
2.0 As despezas do percepquto devemn
ser reiativamento moderadas. 0 author pro-
va-o superabundant, e screditamos nas
suas palavras.
3. Tanto quanto for possivel, o imposto
nio dove dar lugar a fraudes.
E' inutil reproduzir as proves apresen-
tadas, cm apoio, quando uma proposigao 6
tao evidence per si.


FOLHETIM


0 FILIHODE ANTONY


FOR


ALEXIS BOUVIEI


- TERCEil ARTE


L agi} B Una oB ( fa ms


(ContinuaC.o do n. 270)


CAPITULO I


Vinte e cineo aunon depois .


0 criado chamou imnmediatamente o do-
no da casa e raandou vir uma garrafa de
um certo vinho especial, muito do agrado
dos frequentadores da casa.
-. -.A' amita saiude. Agora que ja nlo es.
S corn a garganta secca, escuto-o. -
.is q ue sel: tio Luiz contou-me
Uilas vezea- essa historia.-,-. Foi por esa.
CA qu elle se cason tarabon corn a ne-
-a- a tia ISa.e .
- -.NIleo. cimpreheudo.
hgo-lhe que o vetho riao pa.
t fra fioizque -eviveOmI*


t* lax ""a / l* "\** 1' ^ '-?l^ 'l," *I
-6. 0 rendimeoto -dos inrpostoodeve s
quasi constant de um anno par. outio. i
as rendas vaniamn iuito, acontecm quo
Dos anmos bonds haverA des apLs quoag-'
gravaro' o orgamento, do ure modo perma
nento, e nos maos annos se tori de opedi
emprestado, porque so contara corn os exci-
dento futuros para operar o reenbolso.
7." E' born tero impostos faceis do ser
elevados, e reduzidos afirn de poder aeu-
dir As necessidades quo podem surgir (estes
impostos, me parcel, slo perigosos).
8.0 Os impostes nob devemn vexar os ne-
goios, e a percep9lo nio dove tambem
causar muitos embaragos aos contribuintom.
9. Dove-so evitar as impostos que vio
recahir sobre outros. Si, em uma 6poea
emin que o credit toern voga, impuzor-se sa-
bre as emprestimos, o imposto recahirA so
bre o devedor.
10. Finalmente, cumpre evitar que a
percep9ao cause ao contribuinte muitos
transtornos e desgostos, e, per conseguinte,
o numero de impostos indirectos dove ser
rmaiur do quone o do impostos director.
VII


Chegamos As contribuigoes directas, do
quo o Sr. Ad. Wagner incumbio-se de tra-
tar.
A primeira cousa a fazer 6 naturalmen-
to determinar come as contribuigoes direc-
tas so distinguem das contribuiqes indi-
rectas.
Todos as paizes fazem esta distincego;
ella 6, pois, fundada sobre a natureza das
cousas ; mas nao estao do accord sobre a
classifica9go do tal ou qual imposto, porque
ha alguns que parecem ter um duplo ca-
racter, quo participam do qualidades diffe-
rentes e dao assim lugar a discussao.
Essas differengas devem ser attribuidas
A influencia preponderante da-pratica ad-
ministrativa sobre as classificagoes ; mas
tambemn um pouco As ineertozas da scien-
cia.
Si consultamos os tratados, descobrimos
definiges muito differences.
Alguns, per exemplo, Rau, e, depois
d'elle, o Sr. Wagner, estribamn-se n3 mode
de percep9lo.
Os impostos recahem directamente sobre
o coatribuinte; as impostos indirecto? sao
adiantados per pessoas que so reembolsam
do verdadeiro contribuinte.
Esta definigao, quo deomina tambem em
Fran9a, deixa a desejar, porquo muitos
impostos indirectos recahem direetamente
sobre o verdadeiro contribuinte, e a certes
impostos directs n-o acontece o minesmo.
Em Fran9a a formula da definigAo con-
temi as palavras per papeis nominati-
vos.), Ora, esses ( papois nominativos i
sio um element essential do character dos
impostos, porque el'es suppoein urma divi-
sao annual.
Outro economists financeiro, cujo Tra-
tados dos impostos 6 um livro classic, J.
G. Hoffman, define os impostos directos-
os que se baseiam na posse (a propriedade,
a fortuna), e as impostos indirectos os
que so baseiam nos actos (ou factos).
Esta defini'iao presta-se a discussion.
O Sr. Schceffle quer que o imposto di-
recto seja destinado a pesar na m6dia das
faculdades taxaveis. (Dutrchschnitts Steur-
kraft) e o imposto indirecto o element in-
dividual taxavel (das individualisirende ele.
ment der besteuruqkf). 0 Sr. Lourenz
Stein imagine trees fontes de impostos : o
capital, o trabalho, o individuo economic.
Do capital deriva o imposto director ; do
trabalho o imposto indirecto ; do individuo
o imposto sobre a renda. E' inutil dizer
quo esta classifica9go 6 tambem discutivel,
mas nao tanto quanto o leitoer poderA crer,
porque o director nao comprehend o impos-
to sobre a renda.
Em resume os impostos director sao a
quelles em que o contribuint3 nominal 6
tambem o contribuinto real. Em outro
lugar examinmiremos os impastos director
sob outro ponto do vista.
A' suan.
Beberam, e o individuo erguntou :
Em que paiz esteve o Sr. condo ?
E' o qu e Ihe vou dizor, cis o que
Luiz me contour : em consequencia do uns
negocios que trouxeram muitos desgottos,
naturalmente negocios de mulher, e insti-
gado pet. familia, o Sr. condo 9 um ami-
go seu, um medico, chamado... espere, lA
em casa ha um retrato d'elle e 6 o name
da menina quo me faz estupido -chamado
Olivier Delaunay-partiram para o Orien-
to, e deram-se tio bern por IA, que o dou-
tor casou coin a filha de um banqueiro jn-
den. Pouco depois o Sr. condo apaix -
nou-se pela irmr da mulher do seu amigo e
d .ciaiiscom ella. Fixaram entlo resi-
dencia na br--,~ma terra onde se assas-
sinam uns aosoutros. s viviam felizes.
Se buvisse o tio Luiz fallarV^ ease respei-
to... E' unia cousa deeper a gsnte dou-
da : palacios, jardins onde nascemt todas as
plants durante todo anno. Gheg a hera
do almoco vai-so a urea arvore apionhar a


refei.lo; e entretanto parece quo a\mise-
ria per IA e horrivel. Ha gentle que i-In-
ca esta satisfeita. A' su a fide!
A' sua, disse o individuo bebendo :
e demoraram-se por 1A tempo ?I
Muito, uns quinzu annos pglo menos,
porque antes tinhamn estado mais longe..
Foi na volta que se estabeleceram lA. P-
ree o que era um eanicho do Sr. conde:
4oa quoria olta parar a Franoa, nlo que-
na o.uvir fallr...a wulbor..- a6 quona a
niulber esorava os final vonttu.-
i E),~ 'esw a me^- hiiii .^ R^a ? 1>t
A ,tul .o u1 hle o bia-
rante- am eertoi;1 4avarn ted.sut


Vslo win voga enireos.eomistalAle-.
mles, a saber: impostosobre osrenodimen,
tos e impostos sobroe as pessoas. 1Sao id6as
n eoneitos do quo eUes ha de servir.
Pode, reaimente, ser necessario distinguir
o imposto -sobre urma rend. detormiuada
(imposto fiduciario, sobre casas, industrial)
do imposto sobre o conjuncto da renda mas,
antes de entrar em detalhes sobre as diver-
sos impostos direotos, dovemos ver qual o
lugar dado pelo Sr. Wagner a esses im-
postos em ,um aystema financeiro. Elie
pronuncia-se categoricamente contra a in-
troduc9no de umrn imposto director unico,
porque no seria esse,.o meio de fazer bas-
tantes receitas para cobrir as despezas,
noram o de fazer urma just divislo dos en-
cargos; as dous fins essenciaes emn mate-
teria financeira falhariam.
A impossibilidado do repartir tre& bilhoes
entire os contribuintes francezes sob a for-
ma do urn impostor unico scbre a renda,
de mode quo cada umrn figure na tabella
dos contribuintes corn o algarismo quo Ihe
coubesse, segundo a justi"a abstract e a
impossibilidado da grande maioria dos con
tribuintes pagar as sommas inscriptas, em
relaglo a seus nomes, essas duas rmpossi-
bilidadcs inteiramente materiaes nao care-
cem soer demonstradas.
0 Sr. Wagner, que e tao radical como
o maior dos nossos radicals, mas que -
incontestavelmente 6 muito instruido,
procloma-o em altas vozes.
E notarAmos mais que o Sr. Wagner
estimaria muito introduzir um imposto pro-
gressivo sabre a renda, e progressive em
alta d6se, isto para attingir outros fins de
mode a enchor os cofres do thesouro -
servindo-se imposto para fazer um socialis-
me a seu mode.
Estranha que haja cidadIos que possuam
mais do x.... 1,000 frances, per-exemrn-
plo nia me lembro do algarismo exac-
to. Pois boern: o impasto progressive dove
ser comnbinado, na opiriilo do sabio profes-
sor do Berlin, do mode que as fortune
paguem as taxas fixadas per esse novo
Procusto.
Ora, essas opini5oes; subversivas a qual-
quer ordemn social e tao hostis ao princi-
cipio de propridade, que elle tantas vezes
sustentou, nao o impede do dizer ((que o
impostor progressive sobre a renda deve
ser reijeitado, tanto sob o ponto do vista
da political financeira come sob o ponto de
vista dos interesses economics, de justiga
e das possibilidades da pratica administra-
tiva.))
E' come si dissesse: desejaria bern, mas
e impossivel.

Demais, si o Sr. Wagner so pronuncia
contra um system em que nao houvesse se-
n1lo contribuigoes directs, 6 tambem cou-
trario ao system que s6 comprehendesse
contribuig5es indirectas. Para que a ma-
teria taxavel seja melhor explorada% cum-
preatacal-a sob diversas f6rmas. N imsis-
tirei; comprehende-se que o autl entra
emrn grande numero do detalhes. mu-as ve-
zes excellentes mas quo nuo sAo novos.
(Continua)


VARIEDADES

Humorlsmo

A CABALISTA
Se eu nao te conhecesse ha muito tempo
Chamava-te do doada certamente,
Pois fazes cada uma, cada asneira
Qu3 pro de bocca aberta a toda ge#te.
De tudo vaes fallando, nao socegas.:
Um moment sequer em tua casa 4
Eavolves-te em negocios melindrols,
E p'ra disiructes dar nao perdoas ra
o banqueiro judeu, espere, chamaVa-se...
no fundo do copo vou Ihe acliar o nome
corn certeza. LA vai A nossa.
-. A' nossa 1
0 home bebia, mas escrevia ca'a vez
mais depress, A proporgo que o sou coin-
panheiro so tornava mais loquaz.
Estou corn o nome na ponta da lin-
gua: Machin... Ma"....
0 nome poueo impata.

Import, sim, faz lembrar o resto.
Mohi-Delha, 6 isto, Mohi-Delha, e,4 es-
cripto na baixella da menina Rachel. Co-
mo Ihe dizia, o sogro Mohi-Delha nA4 era
muito estimado pelos musulmano: por
isso, um dia... nio, urna noite de revol-
ta deitaram fogo A casa... paree. -que fi-
zeram o memo em todas as cid&As aos
judges e aos europeus. Queimar-4(r; casa
jA era um pouoe duro, was espervam As
ports para matarem a M pessoas qft esta-
yanm IA dentro. Foi ma coaua ihorriveol;
o Sr. condo, o doctor e o volho banq4eiro,
batoram-se como ups damnadas. Omse-
guiram livrar.se, ma o doutor tinba inor-
rido, o velho banqueiro fieou feiio, e a
'muher do doctor teve tanto imA que
morr., Foi entio que o Sr. oonde adop-
toifa fihi6ado sen euhbado. 0 vtho ban-
queiro morrow agins dias depois. Dapos
d taos emoqIe k uria mulher p46,U hir
doette; foi oq* qu :morm. X:s eoneI do S y ar+-
aJou oa seua gci .e voltot pana I
Frnaa. D1:' V w or... sabe t
bastante Pi6de4 papr g"&:
Ob'".*: 0A Dwoui' n ru n o t La*a


4A hiasdoI-. -t toda vida.
,A alvra pedistet I 0 auditorio
Dai susto estroeoaeceu! forte sorpresa !
'E tauto discursasto quo os ouvintos
,.ixaraunte fallar, sosinha A mesa.

Quao noite qu foi eota So seapplaudo
Por. eio do assmobios, gritaria,
Oaranto que no mundo inda ngo houve
Applausos come aquelles desse dia.
Foi ond e conheci que para asneiras,
Tu tinhas boa ddze do eloqueneia;
Ouvi-to at6 o tim per meus poccados !
Pois tonho exagerada paciencia.

Foi mesmo urn cataclysma! A cada pass
Matavas nossa lingua! que affouteza I
Qu'eu fiz quo to classes, protestando
Em nomo da linguagein portugueza.
Em today empresa s6ria fazes sempre
0 mais ruim papel, -tristo figura,
Qu'oujulgo qu'esse mal qae to persegue
S6mente terifirn na sepultura.
Agora es partidaria! S6 me fallas
Em chapas, escrutinios, eleitores,
E dizes :-eu garanto qua no pleito
Havemos de sahir os vencedores.
Percorres a cidade cabalando,
Fingindo-te de boa, tao guapa,
A' todos quo appareemin perguntando
- Nao vota? ha de votar I e tome chapa.
Nao sei mesmo o qu e es 1 -conservadora,
As vezes liberal, escravagista,
Um inixto, uma embrulhada quaen'ao sabes,
E dizes ser tambem abolicionista.


- Quoremos o progress mcus senhores,
Exclamas!-liberdade! 6 santo norte I-
Depois minais adiante: Isto e tolice !
-0 negro s6 nascco para o chicote.
Penetras n'uma casa vaes gritando :
-Em quern vota senhor?-qual sen partido?
E antes do resposta vaes tirando
Muitas chapas dos bolsos do vestido.

-Tome esta NNo quero me desculpe,
Nao posso iho eservir, minha senhora,
-Nao lhe serve esta chapa ? tome estat
Escolha, olho a massada I que demora !
Political oueres ser A todo transe,
Exiges quo te chame partidista,
Mas eu que te conhe9o consider
Que nunca passaras de cabalista.
Os pobres dos coitados candidates
Que vem-te correr tao apressada,
Nao cessam do louvar-te, mas emr breve
Vera'o como fizeste-trapalhada.
A' todos vaesdizendo :-a suna causa
Merece as sympathias da nagiao,
Quern 6 quo nao serA escravocrata ?
Que causa tao bonita a aboligdo!
Poremn so os candidates por acaso
Um dia descobrirem a tal historic
Desandam-te urma ddze do cascudgs
Ou fazem-te apanhar de palmatoria.
Evita pois a sovar! Nao t'importes
Saber qual o vencido na contend,
Juizo 6e quo to falta, anda depressa,
Depressa para casa fazer renda.
Eu sei quo tu pretends n'um domingo
Fazor ha no theatre conferencia,
Mas toma bern sentido, n'este dia
Eu perco corn certesa a paciencia.
Prometto-te d'hoje avante ter-te em guard
At6 que passe o dia da oeleigo
Pois tomemo que tu solta, fagas tanto
Que corn o corpo vAs dar a Detenyio.

PAULO PEREIRA.

Lyrismo
PEDIDO
Oh ? nio rias do mim! Deixa qu'eu viva
Emballado no seio da esperanga.
NAo maltrates assim a quem te adora,
Oh! nao sejas tao ma, Linda creanga I
Autos de partir para essays longas via-
gens, sabe onde residia o condo ?
Nao. E e urma cousa engragada!
Sempre lhe direi qua o tio Luiz 6 muito
reservadb a esso respeito. Falla da me-
Ihor vontade das suas viagens ao Oriente ;
parece quo estiveram ema Jerusal6m. Mas
logo que so quo quer fallar de Pariz, fica
mudo.
Ah! habitava Pariz antes!
Mas suppouha qu e elle Ihe tivesse
contado isso...
NIo !
Vou contar-lhe o que eu julgo. Ele
levou em Pariz uma vida do extravagan-
cias, e tanto assim, que suna familiar n"o
queria mais vel-o. Disseoram-lhe: Se
quizer mudar do vida e so tiver juiso, te-
rA de n6s tudo que precisar, mas par. isso
6 precise deixar Pariz. Foi onto que
el1o partio. Deite-mo uma pinguinha mais.
Enttro o senhor nao bebe, e convida os ou-
tros a beberem!
Foi justamente por ease motivo que
eu the dimse que pedisse o quo quizesse.
0 criado encheu.os copes, bebeu e dis-
so:
Quer saber ainda mais alguma cou-
la ? .,


P6de dizer-me ponco mais ou mencs
em quanto calcula a sua forluna ?
No, mwas dizem que tanto elle como
a sobrinha o muiotto ricos. Quern casar
om ella faz umrn m negoci. 1am nU3
-me adsuiraris .bsolutautentoe- -da que elle
blo conaoatse quo el'0 6~ casasa. a uai,
Nio podoam iiuagiuar a avor*aoqueqfl
houtom tnk pots ocioda&c Sabeprei


Nao te afastes do mim Deixa que ao menos
EIuposa econtempltar-te a todo imstante, -
E aeguir-te de rastro a today part,
0' belleza sublime e destumbrante !

Nlo rias I oh! per Deus! So tu soubesses
As does que me causa ease teu riso
Salvariae, de certo, da desgra9a
Quoem outr'ora viveu no paraiso.

Que mal to fa9ge eun? -pobre poeta
Que senate dentro d'alma, apaixonado,
Amor e muito am6r, quo te idolatra
E vive a contemplar-te, extasiado.

Se meiga e compassion! Nao desprezes
Meus vepoiejgassados de tornura.
Se mwka, io mine deixes, to supplico
0' formosa e divina crenoatura.


PAULO PEREIRA


Os proverbios da lingua por-
tiigneza, com um appendl ce
dos de origenm brasileira


REDUZIDOS A VERSO


FOR
P. S. DE A. GALVAO
(ContinuagAo)
Quern colho azeit,
antes de janeiro,
azeite deixa
inda no madeiro.

Que in azeite medir,
as maos ha de ungi
OU

Qunem azeite mercar
as maos ha de untar.
Quem muito inel tern,
quem tern muitu azeite
nas versas o deite.
Q* Cto azeiteiro,
nunca born coelheiro.
Azeitonr e a fortune
as vezes muitas,
As voezes nenhuma.


Umna azeitoua, ouro,
segunda prata,
terceira mata.
NaLo e cousa boa
comer mais de uma azeltow,
o beber de alagoa.
Ninguem quedo o tenha
pois 6 se movendo
que ganha a azenha.
De azos guardado,
Deus igualmente,
guardar-te-ha de peccado.
Quando te derem bacorinhao
acode logo corn o baracinho.
Chega ao mAo bacorinlho
boa lande ao focinho.
Bacoro cm janeiro
corn seu pao vai ao fumeiro.
Bacoro em celeiro,
nao quer parceiro.

Bacoros a foie e ao frio
fazem grande ruido
corn se u grunhido.
A boda nemr baptisado,
nao vAs sem ser convidado.

Em casa de ladrao
ninguem corn desembarac,
p6de fallar em baraco.
Por um brace
dar um baraco.

Da baralha nos tira,
bocca fechada,
discreta e calada.
Em velhas baralhas
nao vAs bolir;
ainda percebeu. So ha urma pessaa que
sabe disso, 6 o tie Luiz; e quem Ihe for
perguntar alguma cousa a esse respeito, ha
de folgar de ouvil-o.
Nunca soube do alguma intriga?
Nunca; come Ihe disse, elle leva uma
vida exemplar : 6 um home exceptional,
parece ter medo do mundo. Tanto assim
quae quando vai A Opera, a menina Rachel
feia na frente do camaroto e elle conserva-
sempre sentado no fundo. Dir-se-hia que
se esconde e quo nao quer sor visto.
Mes, segundo dizem este home
A ainda moeo elegant; sabe que idade
tern ?
Escute-me, sei pouco mais ou menos
a sua idade, mas ninguom A primeira vista
acreditara.
0 senhor nunca o vieo?
Noile.
E' muito elegant, o quo so p6de
chamar um bonito home; 6 um rapaglo.
Parece noile ter ainda quarenta annos, e
acredito que jA passa dos cincoenta, mas
affirmo-lhe que 6 atilado, forte e esperto
como um rapaz de vinte e cinco annos.
Fico-Ih&e muito agradecido: Tenho
quasi todas as informafoes quo me eram
preoisas, disse o home oxaminando as
notas.


Sompre ao seu dispor, responded o
criado ; comprehend e qua tudo quanto eu
lhe diseo nenhama impotancia tow. Nao
ha malicianeom madade. No podia dizer
ial de un home% quo nunca me, deu mo-
tivo para iso. o sabi do sua cas, foi
par n16i ter cunspi4o" com as miuasohbri-,
WW* 0 40o cosmstt fnlhuma falts o
MDpre estireaoa na melb* harmonia.


Sempre o & ao mo aAto.,
sempre o tolo papg o paft.


Faze barato e a content,
venderAs ucnto.
Mercadoria bar*t
nossas boltmas disbarata.
Quen se vesto barato
duas vezes no anne
renova o sen fate.


* Mais barato 6 o comprado,
do que o pedido emprestado.
A' barbu cl
so entrega a moga lou a.
Antes p'ra tua fitha
barba encuanecida,
do que mo9o do barb. partida.
* Barba coin dinheiro
honra o cavalleiro


* Barba molhada
meio raspada.
Assirn tal barba
se vai a toalha,
tal a navalha.


* Barba de tres cores
barba de trandores.
liomem desastrado
at6 o olhio bbarbdo.
Dia do barba,
semana de cevado,
anno de casado,
tudo causa enfado.
Negro cabello, barba ruiva,
coisa cwrta e segura
6 false per natural.
Antes migalliha
que peilo na barba,
que em nada nos valha.
scrm barbas qucixadas,
nao imerecum ser honradas.

As barbaes lamber vem,
bem sabe ogate a quem.


Na barda do nescio
vzio todos aprender
a barbas fazer.


De barba a barba
quando se trata
honra se cata,

So a barbat me vens rapar
eu te hei de pentear.

Corn barba ao ferreiro
e corn baba as lettras,
ao cnsino primeiro.
Na barba do nescio alvar,
e que so aprende a rapar.
Ha mais hbnrado,
que o barbado.
Cartas fallem,
barbs calem.
A mulher barbuda
de long a saudc.

Nao 6 o pao dabarci
o que a salvar-nos vetn,
porem a f6 que consigo
cada um somente tern.

Ninguem faga barca
do queijo seu,
e nem do pio
S. Bartholomeu.

Esta rota a barca
e agua a fazer.
Salve-se quern puder.

Por velho que esteja o barco
e inda que seja miao,
sampre pass o vao.
VWdel-a vai, v6del-a vem
como barca deSacavem.
(Contiwua).
turno a tomar alguma couIa, elle rcu-
r sou.
Tendo guardado cuidadosamente ossea
apontamentos, apertou a mil. do sen om-
panheiro, e dispunha-se a sahir, qgaso
este ultimo Ihe disse:
Nab fique zangado commigo; Soprfe-
csar de mais algumas informaS6w, akin
As suas ordens, alli defroute, o Bapbta,
pergunte pelo Baptista.
0 desconhecido sahioe.
Na occasilo em que passava pelo pai-
cio do Chalus, a port. abrio-se.
Uma carruagem que conduzia o Sr. w.-
do de Sancy, que os nossos leitores ja Co-
nhecem, sahia do palacio.
Era Antony, que depois de vint e cia-
co annos nenhumr alteraglo tinha feito em
sna belleza. Mas jA nlo era o memo ho-
momr : difficilmente o reconheceriam.
A sua belleza tinha mudado muito. Tal
qual tinha dito o criado, ninguem lDo dana
aquella idade. Quando muito dar4-b-
hiam de trinta e cinco a quarsta mme.
Ao lado d'elle ia a sua sobrimha, um
creature admiravel, a loura Rachel.
A carruagom voltou a rua e desappare-
ceu.
Elle dirigio-se para ns Campos Ely-io.
Caminhando, o individuo diia cerni-
go:
Tenho todas as informal, e, e-
q.izeoss, podia corn alguns traos patfar-
the o retrato.
Dous dias depois, o memao iadividu
apresentoun-se u. tav-mna da rma -rpgi.
no, e pedi. que maudasem ebamar o asI
amaigo Baptista..
Ap enaalleprounc o o o n
amigo, o done tavemua, ,imds4 ||
trod.Ihe no fundo da 't a1m

1pI.--e .. .ssss9OIW PI. d .


N.


2


I


AkI




Full Text
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mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
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numbering peculiarities Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
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