Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14851


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Full Text








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S ,PROPR. EDAD .E .,.MANOEL *aJEF A. .iJt & FILH" OS.
PROpRIEDAIB DE MANOEL FlIljADE FARIA & FILH0S


A-~ a Devolvendo a Vmc. os papeis annexes a seu
1 RaU S ~ officio n. 1.196, de 23 do corrente, concernen- d
______________________ tes ao destacamento estacionado em Villa-.
>. : Bella, recommendo-lhe que sobre-esteja na&
S' I substituiclo danpras dooreferidodestaca-
...*~ S*Umento.
,d r Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
(Pelo telegraph terrestre) do Recife ao S. Francisco. Remetto a Vmnc.
para seu conhecimento e fazer constar ao su-
RIO DE JANEIRO, S de jpeiro, U 2 perintendente dessa estrada de ferro cdpia do
e. aviso de 14 do corrente, sob n. 45, em que o a
horas da tarde. (Recebido As- -horas). ministerio da agricultural, commercio e obras
publicas, alludindo ao que o meemo supe-
Na Camnara dos Deputados, hoje, rintendente me dirigioem 16 denovembro ul-
loi designado o dia 7 do corrente, timo, approval a solucao por mim dada, de- C
clara que o governor opportunamente resolve
para a discussio das emendas appro- r6 sobre a partida do trem de Una, se os re-
vadas pelo Senhdo ao project da re- sultados nbo corresponderem a espectativa,
fm e made que, nos terms do contrato e accor- C
orma eleltoral. do celebrados, a companhia faca a acquisiq.o S
S Em seguida fo, remtettMda a commis- do material indispensavel para que o service
S.in4caAo do Dr. uy se faca regularmente. r
sao de policla a dcao do Dr.u -- Ao juiz de direito da comarca do Taqua-
Barbosa, supprlmindo 0 Jutramento re- retinga.-Fico inteirado do modo polo qual
ligloso. Vmc. de aceordo com a legislator em vigor
llg-os"responadeu a representacio de 3 cidadaos elei- "[
0 Senado deixou hoje de lunccio- tos, 1. e 2. supplentes'de vereador e 1. sup-
nar, por lalta de numerolegal de seus plenty de juiz do paz do municipieo eparochia
do Taquaretinga:-Assim respond ao sea of- C
membros. ficio de 16 do corrente mez.
0 encerramento da present ses- Ao juiz de direito da comarca de Ouri-
cury.--Declaro a Vmc. em resposta ao seu of- f
sao extraordinaria da Assemblda Ge- ficio de 26 de novembro find:
ral Legislativa acha-se lixado para 11 1.o Que os juizes de paz competentes da pa.
do current. rochia de Ouricury sao os eleitos para o qua-
do orrente triennio de 1877 a 1880.
No vapor americano seguiram ho- 2. Que o aaviso do ministerio do imperio n,
je: o senator Dr. Jo .o Florentino 1,155 de 21 de marco de 1879, alludido em seu
predito officio, nada decidio sobre a validade
Meira de Vasconcellos; e o inspector de alguma eleicao de juizes de paz, mas ape- i
interino da allandega de Pernambuco, nas transmittio o parecer da camera dos de-
Orandini.putados, approvando entire outrasa eleicio de
Dr. Cezar Orlandini. eleitores geraes procedida em 1878 na dita pa-
rochia sob a presidenciaa do vigario Francis-
co Pedro da Silva, segundo consta do trecho
ART FICIA junto por copia, do referido parecer.
aU l O Il-L Ao Sr. Jose de Barros Andrade Lima,
juiz municipal e de orphfios, 2.o supplente em
Governor da provincia exercicio do term de Nazareth. Informe 1
EXPEDIENTE DO DIA 27 DE DEZEMBRO DE 1880 Vmc. quaes as disposicoes do lei em quo se
AEtos fundou para excluso 'dos escravos contem-
0o president da provincial, de conformi- plados sob as de us. 25 e 36 da copia que a es-
co-0rn a proptt d dr ch fo d p- t presidencia remetteu a junta de classifica-
dade corn a proposta do Dr. chefe de po- cfio desse term ; dando igualmente a razio
licia em officio de 24 do corrente, resolve no- torque fez a escrava (Victoria) casada corn es-
mear as seguintes autoidades policiaes : cravo de outro senhor, ambos pertencentes i
Fregueia deo Maranguape. 1T district, hoje a Francisco Mendes Caminha, e compre-
supplente do subdelegado, Theodoro Ferrei- hendidos portant na classes dos conjuges per-
ra de Andrade ; 3o dito, Malaquiaes Jose de tencentes ao mesmo senhor, ser preferida por
Torres ; 2o district, 20 supplente do subdele- Antonio e outros muito escravos ,solteiros
gadoBernardino de Senna Salles, 3 dito Joaio comprehendidos na classes deindividuos. Ou-
Francisco de Albuquerque Barros. tro sim me informara|Vmc. si houve:reclama-
Freguezia de Barreiros.-1 district, 1I sup- tr i mino aV interesiados.
iplente do subdolegado, Manoel Iryneu de pr part dos interessdos.
Portarias :
ouvea Accioly. Commuuicou-se ao Dr. Sciente pelo officio n. 130 de 18 do cor-
chef e de policies. rente mez do accord feito pela camera muni-
Spresident da prvincia.m-ci pal do Recife corn o Dr. Graciliano de Paula
dade corn a proposta do Dr. chefe de policia, Baptista comerelacio[a indemnisacao do ter-
em officio de 24 do corrente, resolve nomear o n. 92 sito a ra da Aurora approve o di-
o cdado JvecioVieraSempajo, paaorenon 92 sito ii rue da Aurora approvo o di-4
a cidadio Juvencio Vieira Sampaio 0 para to accord fazendo entretanto sentir a camera
lugar de 1 supplente do delegado do terms u procedeu irregularmente em sta do dis-
do Selgueiro.-Igual nomosindo pareao luger quo proceden irregnamamente em vista do din-
de Salgueiro.-Igual nomeandopara o lugar pst no art. 78 da lei do 1.0 de outubro de
l-de 2 supplente do subdelegado do district 1828 mandando pagar lao mesmo doctor a
de Salgueiro o cidadao Jose Vieira Sampaio. quantia de 800#000, serm obter para isso pre-
-Communicou-se ao Dr. chefs de policia. utorisao desta preidenci.
0 president da provincial, tend em vis vi Accutorisacndo desta preside e balancio acompa-
taa---tad diisrdrds oris Accusando recebido o balance acompa-
ta a proposta do administrador dos correios uhado dos respectivos documentos da receita
S em officio de 17 do corrente, sob n. 860, re- e despeza da camera municipal da villa de
solve nos terms da lei n, 2,794. de 20 de ou- barreiros durante e exereieio de 18W9 a 1880,
tubro de 1877, exonerar i pedido, Manoel de recommendo-lhe, em resposta ao seu officio de
Souza e Silva Serodio, do lugar de agent do 22 do corrente mez, que remetta i secretaria
correio da povoacao da Lagda de Gatos, e no. desta presidencia o orCamento para o exercicio
mear Joaquim Saturiano de Souza para subs- finauceiro municipal da 1881 a 1882.
tituil-o. Communicou-se ao administrator Declare a camera municipal da villa da
dos correios. Boa-Vista que, attendendo as ponderacoes
Officios : feitas em seu officio de 13 de abril ultimo te-
Ao president da provincial do Rio de nho resolvido considerar sem effeito a ordem
Janeiro.-Para os fins convenientes, pawo a desta presidencia de 4 de dezembro do anno
maos do V, Exc. a inclusa petilo em que o passado ; devendo por isso subsistir a Ide 19
rdo Dionisio, escravo, recolhido acua de de- do abril de 1852 relativamente ao arrenda-
tencio desta capital, implora o perdio da pe- mentor das ilhas do patrimonio da mesma ca-
na de galds perpetual, imposta por decisto mara.
do jury do term de Cantagallo, nessa pro- 0 Sr. agent da Cmpanhia Brasileira de
vinca'. O S n rvegaa a vapor m ands dam transports pdr
Ao Dr. chefe de policia.-Communican- naa ao ministeio dr fazenda atr anprovin-
do-me o Exm. Sr. ministro dajustica em avi- cia do Maranhstono vapor quo tern do seguir
so de 18 do corrente, junto por c6pia, haver amanhd paraa 0o portop do oorte, ao sI-ins-
sida augmentado com a quantia de 3935500, sector da alfandega do Cearti Carlos Eduardo
o credit de 1:5605000, distribuido a estapro- :idel que vai as Piauhy em commission do
vincia para as despezas-Pessoal e material da referido ministerio conforms o aviso de 28 de
policia,-no exercicio find, e se recommend outubro ultimo o
a V. S. que providencie no sentido de evitar
que seja onerada a verbe corn despezas exces- EXPEDIENTE DO SECRETARIO
sivas coma d recommendado no citado officio. Officios:
Ao inspector da thesouraria do fazenda. Ao inspector geral da instruccao publi-
-Para os fins convenientes transmitto a V. ca.-O Exm. Sr. president da provincia man-
S. o incluso decreto prorogandojpor mais seis da communicar a V. S. que opportunamente
mezes a licenca ultimamente concedida ao es- sera submettido a deliberacao da assembles
crives do commercio desta capital, Ernesto legislative provincial o assumpto de seu offi-
Machado Freire Pereira da Silva. -Communi- dio n. 284 de 23 do corrente mez relative a
cou-so as licenciado. rnodificago da disposicao do art. 25 da lei n.
Ao mesmo.-Transmitto a V. S. pare seu 1,497 de 10 de julho dente anna.
conhecimento e devidos efteitos, o aviso cir- Ao juiz de direito da comarca do Bonito.
cular, junto por cdpia, do ministerio da guer- -0 Exm. Sr. president da provincia manda
ra de 13 do corrente, em que declare que accuser o recebimento do officio 'de V. S. de
na transmissio de telegrammas ao memo 18 d'o corrente, communicando ter em 16 en-


ministerio, devem ser observadas restricta- cerrado a 4.a sessio do jury desse term.
mente as disposigoes do aviso circular da Ao director da colonial orphanologica
agricultural, commercio e obras publicas, de Izabel.-O Exm. Sr. president da provincia
26 de junho ultimo. Communicou-se ao di- manda communicar a V. Revdm. que nesta
rector do arsenal de guerra, ao inspector do data se submette a decision do Exm. Sr. minis-
arsenal de marinha e ao administrator dos tro da agricultural, commercial cobras publi-
correios. cas a peticio que acompanhou o seu officio
S- Ao mesmo.-Transmitto a V. S. para os de do comrente.
Sfins convenientes, tires ordens do tribunal do -. Ao agents da Companhia Brasileira.-De
thesouro national de ns. 247, 248 e 250. ordem de S. Exc. o Sr. president da provin-
Ao engenheiro enearregade da conser, cia accuse o recebimnento do officio de heje
vaco dos ports. Devolvendo a Vmc. as em que V. S. communica que o vapor Princi-
propostas que acompanharam o seu officio de pe ds Grdo Pard, chegado a 25 do corrente da
16 do corrento, sob n. ],561, approve o con- Bahia o escala, regressara no dia 29 is 4 ho.
trato eelebrado corn diversos commerciantes ras da tarde.
para fornecimento de materials a essa repar- Ao agent da companhia de paquetes.-
ti.es no semestre dejaneiro a junho do anno De ordem de S. Exc. o Sr. president da pro-
proximo vindouro. Communicou-se ao ins- vincia accuse o recebimento do officio em que
pector da thesouraria de fazenda. V. S. communica que o vapor Bahia, chegado
A Ao director interino do arsenal de guer- hoje dos portos do sul, seguira para os do nor-
ra.-Constando de communicabLo da inten- te amanh6 as 5 horas da tarde.
dencia de guerra de 18 do corrente. sobI n. --
1,638, terem sido embarcados no vapor Bahia,
precedents dos portos'do sul, seis volumes DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 DE
contend o fardamento, constants de incluso JANEIRO DE 1881
conhecimento, destinados cinco a companhia Antonio Magalhies. -Informe 0 Sr. en-
I ds cavallaria e um a companhia de operarios
militares desse arsenal; assim o declare a genheiro ajudante da repartilo das obras
Vmc. para os fins convenientes. publicas.
Ao inspector do thesouro provincial.- Augusto Hygino de Miranda.-Verifica-
Devolvendo a Vmc. os documents que acorn- do, como esti, que foram arrancados Os
anharam o officio de 18 do corrente, sob n. dous apparelhos collocados e que opre-
;, autoriso a mandar pagar a Olegario P doe up
roira de Morass, dontrgante das obras do die do supplicante comporta apenas um,
aud e de Afogados de Ingazeira, ou a sen determine nesta data que cesse a obriga-
Sprocurador, a quantia de 174#000, importan- jo pelo que de mais so collocou, a Aptar
cia da prestaggo de responsabilidade, uma vez do corrente semestre em diante, colIoean-
que taes obras foram reeobidas provisoria- se u outro de tercira classes, di con-
; monte em 29 de maio destes anno, e o respect do-se umui erceira Classe, econ
tivo contrato, aao cogitou de prazo pare rece- formidade corn o art. 9 da novaco do
bimento definitive. Communicou-se a o n- contract de 18 de dezembrd de 1865, pelp
genheiro ajudadnte da repartigbo dan obras pu- qual sera responsavel o suppifeante. *
blblieas.ani.:Indm.4t' n
Ao inspector geral da instrueglco publi- Baro de Jndi .-Infrrneo-SrI in --
Sca.-Declaro a Vme. que o autoriso a por o- tor da thesouraria d fazeda, '
} Cumpra-se-nat p 'isT o de nomeago da pro- Candida Lourena de Lana.-R1aM9p*0-
fessora Anna & maisa t do Espirito Santo; taria, dabdo provimenteao recusi. o :,
norquante arefrida proviBloas nfoi concedi- P adre famingos Leopoldino 4AMt
a. am BTeMbj tAdo. pOa ordem desta pro- Padre DQpungos Loopdind :aawm
SsideMin 5. s poque a mesma. profesaora Espinosa.--tfornM o Sr. inspectordpthfie.
hoaim~go-a diposiglo do art. 115 souro provin4,ial. -
S do il* node'7de abril de 1879. Asim Francisco Urquisa de Castro W e.-
S0 iMu officio n. 287, do hoje da- ferido officio desta dl .4 ,ita
A0 o mmmandte do corpodo de poliia.- 1deiro!'"mante das a *;
r. 1o, 4k ,nt






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S, .. ", :.-
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Joao Jose da Franca.-Aguarde, 0' t&f-
ito pedido ao governor ipria4. '
Jorge Tasso.-Dd se. .
-- 5 -- ,". _L'
Anna Francisca do ii ao'aP'ito.--
nforme o Sr, inspector if da inatruc-
;o publica. '
Candida de Drummond.-- Concede a
irorogaco por tres mdzes.: ...
Capitao Faustino Jos6 da F.pnsica -rIn
rorme o Sr. Dr. j uTz de direito especial do
oommercio.
Francisco de Lemos Duarte JUnior.
Remettido a junta medwicatproyxiaI" a
quem o supplicant se apresentarA para
ser inspeccionado.
Igoacia FerrAo Castello. Branco.--Defe-
rido coin officio desta data ao Sr. jinspec-
,or da thesouraria de fazenda. ,
Joaquim Elias de Albuquerque Rego
Barros.-Deferido por officio dirigido ho-
e ao Sr. inspector do thesouro provin-
:ial.
Joaquim Elias de Albnquerque Rego
Barros.-Archive-se a declaracdo para os
ins convenientes.
Manoel Pereira de Figueiredo.-Sim.
Bacharel Joaquim Elviro de Moraes Car-
valho.-Informre o Sr. engenheiroajudante
la repartico das obras publicas.
Jose Canute de Santiago Ramos. -
Aguarde a decisao do governor imperial.
Secretarial da presidencia de Pernambuco,
Sdejaneiro de 1881.
0 porteiro,
Jodo Goncalves dos Santos Junior.

Repartido da policla
Secqo 2.a-N.....- Secretaria de po-
icia de Pernambuco, 5 de janeiro de
1881.-Him. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc. quo foram hontem recolhidos casa
de detenCgo os seguintes individuos:
A' ordem do subdelegado de Santo Anto-
nio, Claudino Asevedo Mello por disturbios e
ferimentos, e Jose Francisco de Barros Vas-
:oncellos por disturbios e uso de armas defe-
sa. A' ordem do subdelegano da B6a-Vista,
Joaquim Narciso da Silva, e Jos4 Francisco
das Chagas por embriaguez e disturbios, e
Thomaz Jos6 de Aquino por offenses a moral
public.
No dia 25 do mez find, as 7 horas da noute,
e no engenho Espirito Santo, district de Cruz
de Malta, do term de Agua Preta, tend Mi-
guel dos Anjos feito urn divertimento em sua
casa, reunido diversos amigos, entire os quaes
Jose Seraflm, pedio a este uma faca, e sahin-
do, disse que ia fazer uma desgraca, e effecti-
vamente, travando Incta corn Joao Goncalves
da Silva deu neste algumas facadas, depots
do que Juvencio Bispo Machado tambem por
sua vez fez no mesmo Jobo Goncalves muitos
ferimentos. A victim rue cahio sem senti-
dos falleceu no dia seguinte.
0 delegado do lugar procedeo a vistoria no
offendido e contra os delinquentes, dos quaes
0.*_; p-T;..^ fI%--._%.. ;nn-n _:4tn


&1, e forai i o fi di d a6ralisa-o ; s8en-
do que ist ftzpram pr mais de uima vez.
: Pergupt% p'i n Eue cansisitiram essas pro-
Yoecgoes e othove 'peaca? Respdndeu
qu06 abos eI dirigoamn palavras injuriosas.
e Eurrpo puaoa uma faca de ponta, que con-
sigo trosia, t ntando ferir a elle respondente,
n.o od por ter-lhe agarrado aa bra-
go"a'0 rp l [de nomeAdO.'rdo Vieira; que
ta beOIU l v Ip.pMpjo nr Qqcalao,"'
Peiruatl~t Ire aityb 74 alrjpa, se
hoiiv.e gra*i tiUo raq.o do i e soe
*comparece9is da gurda civuina? Re-
p0ndeu qUfl .-Qv eec1v apitos .4o
aIIma, ao ui acudiram poucas pessoas,
p ap6s ella, tambL umn guarda civicQ, que,
pot sua Vez ap i dm comparestran mais
doum guardas, os quaes effectuarami a piisao
de 'uirico 0 o conduziram IarA. a;estaco,.
Perguntado se nao lIhe constbu obu ouvio
dous ou trees guards civicos, ,qi9 oomiparece-
'ram ao lugar, proferirem paloaes obscenas?
Uespondeu que inio ouvio, noem lhe constou
quo isto se dese. E como nada mais lhe foi
perguntado mandou o Dr. delegado lavrar o
presents teraao, depots de Ihe ser lido e achar
conform, que assign corn o respondents,
do que para constar flz este term. Eu, Gly-
cerio Coelho do Espirito Santo, escrivro ad
hoc, escrevi.- Francisco Augusto da Fonceca e
Silva. -Jose Vidal.
Auto de perguntas /eitas a Eurieo Orlando de
Medeiros.-No mesmo dia, mez, anno e lugar,
compareceu Eurico Orlando de Medeiros, a
quern foi pelo memo Dr. delegado' pergunti-
do o seguinte :
Qual seu nome, idade, estado, filiacfio, na-
turalidade, profsigao, residencia, e se sabe ler
e escrever I Respondeu chamar so Eurico
Orlando de Medeiros, do 23 annos de idade,
solteiro, natural de Pernambuco,.filho de Ma-
noel Caetano de Medeiros, profissao caixeiro,
resident a rua da Cruz, -sabe ler e escrever.
Perguntado se foi s6 ou acompanhado ao
estabelecinmaento de Jose Vidal, e corn quo fim
foi insultal-o? Responded que, durante o
dia de hontem, e depois de ter alnmoado corn
o dito Vidal, de quem era caixeiro, bebera
bastante e de la sahindo ainda bebera em ou-
tros estabelecimentos, ficando portanto em-
briagado e nao sabe o que praticara.
Perguntado se nbo estava armado corn faca
de ponta e so nao tentira ferir a Vidal ? Res-
pondeu que, como ja disse, estava embriaga-
do, e que nbo possuindo faca algumna nao po-
dia ferir Vidal.
Perguntado ie nao se lembra deter sidopre-
so, e quakes os guards queoconduziram? Res-
pondeu que lembra-se de ter andado aes em-
purroes corn um guard, cujo nome e numnero
nao sabe, e ainda de umn outro de nome Anto-
nio de Azevedo, que tambem compareceu, e
s6 soube que estava preso hoje pela manhi,
qeafando acordou do estado de embriaguez em
que se achava. E nada mais respondendo nemo
bne send perguntada, mandou o Dr. delega-
do passar o presented term, que, depois delle
set lido e o achar conform, assigna corn o
respondents do que tudo don fe. Eu, Glyce-
rio Coelho do Espirito Santo, escrivao ad hoe
escrevi.-Francisco Augusta da Fonceca e Sil-
r va.-Eurico Orlando de Medeiros.


Thesours provincial
DESPACHOS;DO DIA 5 DE JANEIRO DE 1881


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ioi preso Juveunco Dispo, U[rmuou ,i4uri,, Contas da6.a: part da loteria do hospital 9
que foi romnettido ao juiz competent. Pe I-- Va -
No dia 29, no lugar Soccorro, do term de PeoTa "- X.,d 6at -
Santo Amaro do Jaboatio, Pedro Antonio Go- Contes da parte daloi[ da Santa Ca-
mes ferio corn tres facadas a Francisco Josde doMin icod .-*pprveads.I
Correia da Silva. Contas dit6.a parte da loteria da matriz daa
Contra a criminaso quo fol preso, procede- Bda-Vista.-Approvadas. U
Contra o criminoso que foi press. Josd Joaquim Samarcos. Deferido, para t
No dia 31 is 9 horas da noute, no lugar Go- nao aner esponsvelas nsupplicent9 pela dabi-
q uii, do district do Pores, Maria da Luz doto anterior d las .7 29 i pra daI
Nascimento travou lucta corn Marcionilia Ma- Independencia, visto provar nba haver.succe- i
ria da Coancei0io, da q.l resultou sahir esta dido no estabelecimento. p
ferida gravemente. Domingos Pereire da Silva.--Doferido, por-
0 subdelegado respective precede contra o quanto prova o supplicant haver satisfeito o a
delinquent, que foi prtso em ifngrante, non s ebito, relative os impostor do consume de
terms do inquerito. aguardente no exercicio de 1817-78, para que 1
Deus guard a V. Exc.-Illm. e Em. f6ra lanado o soen estabelecimento de molha-
Deus garde a V. EXC.-Im. Em. dos rua do S. Jobo na freguezia da Varzea. v
Sr. Dr. Franklin Americo de Menezes Do- Contas do muala4o de corpo de policia,
ria, muito digno president da provincia. relatives ao mex de novembro proximo passa-
-0 delegado encarregado do expediente, do.-Approvadam.
Francisco Augusto da Fonseca e Silva. Contas da procuradoria dos feitos da fazen- i
das relatives ao mez de novembro proximo
S-.- passado.-Approvadas.
Delegacia de policia da capital, em 29 de Albino Amorim & C.-Restitua-se.
dezembro de 1880.-hIm. Sr.-Erm observan- D. Maria Joaquina Martins do Rio.-Resti-
cia a ordem verbal de V. S. dirigi-me hontem tua-se.
a freguezia do S. Frei Pedro Goncalves do Re- Francisco Pedro de Alcantara. Deferido,
cife, no intuit de syndicar dos facts articu- porquanto prova o supplicante haver sdtisfei-
lados na noticia inserts na Revista Diaria de to em tempo o debito pelo impostor de consu-
hontem sob a epigraphe Policia do Recife, e pe- mo de aguardente, pars que fdra o seu esta-
las informamSes que colhi de pessbas concei- belecinmehto de molhados n. 3 6, rua do hospi-
tuadas e moralisadas na rua da Cruz, taes co- tal Pedro II, lancado no exercicio de 1877 -
mo os negociantes Joaquim Josd Goncalves 1878.
Beltrio, Manoel Goncalves Beltrio, e um cai- Luiz Vicenteo Pinto. Haja vista o S. Dr.
xeiro deste, de nome Manoel Joaquim Goneal- procurador fiscal.
ves da Silva, todos me affirmaram que, sendar Victorino Maia & C.- Haja vista o Sr. Dr.
quasi visinhos do hotel de Josd Vital, nen- procurador fiscal.
hum tumult ouviram que Ihes despertlsse Josd Vital de Negreiros.-Informe o Sr. Dr.
attencio, e s6 disto souberam no dia seguin- administrator do consulado.
to, pela alludida noticia do Diario. Ainda Thomaz Teixeira Bastos.-Deferido, no sen-
outras pessoas a quoem ouvi, e cuja relaqo tido do e ser eliminado da responsabihlidade
ministrou-me V. S., tambem me asseveraram pelo debito por estabelecimento commercial
que foi uma pequena questao e que nbo cha- no exercicio de 1878-79, visto provar o sup-
moun grande attengao, por serem factor estes plicante que liquidara o que.tivera a rua da
que sempre costumam succeder n'aquella fre- Imperatriz n. 8, dando deste facto conheci-
guezia. 0 capital Manoel Marques de Abreu mentor aso consulado em 31 de outubro de 1878,
Porto, que presenciou o facto, asseverou-me, com o ainda o informs aquella reparticao.
que depois de apitarem e ter apparecido uma Firmino Manoel da Silva Braga.-Pague-se.
praca da guard civic, que em luta corn Eu- Tenente-coronel Josd Soares de Mello Avel-
rico tambem por sua vez apitou, veio em lins.-Indeferido, i vista das informac5es, das
soccorro do dito guarda o sargento da res- quakes result ter se procodido o lan*amento
pectiva estaegio, acompanhado do tires guar- impugnado de conformidado corn o art. 28 do
das da mesma, e que estes realisaram a pri- regulamento de 7 de julho de 1879 e guarda-
saio, nao procedendo de modo inconvenient do o disposto no art. 30 do mesmo regula-
como assevera a noticia do Diario... mentor; e ainda porque a reclamagiao ora fei-
Pelos autos de perguntas, que procedi ai Jo- ta nao tend sido procedida dentro do prazo
sd Vital, donor do hotdl, e E trico Orlando de estatuido no art. 46 do regulamento de 4 do
Medeiros, que foi o individuo que-.proaTbcou o .aitado mez e anno, prescreveu conseguinte-
conflicto, vera V. S. que a forca public corn- meate o direito 6. mesma reclamaggo, e o lan-
pareceso, e effectaou a prislo "do desord ga, gaento produzio todos os sous effeitos le-
me parecendo poise, quo a noticia do Diarz e games.
inexacta e por demais apaixonada. Envio a Fielden Brothers.-Pague-se.
V. S. os mencionados autos do perguntans Dr. Joao Bernardo de Magalhies.-Informe
Dens guards a V. S.-Illm. Sr. Dr. Franciscr o Sr. contador.
Manoel Paraizo Cavalcantoe-inuito digno che- Antonio Ferreira Lima. Haja vista o Sr.
fe de policia.-O delegado em exercicio, Fran- Dr. procurador fiscal, depois de dada guia
cisco Augusto da Fonreca e Silva. para secclo do contencioso para recolhimento
Auto de Perguntas feitas a Jose Vilal.-Aos das apofices.
29 dias do mez de dozembro do anno do nas- Manoel Alves Guerra.-Pague-se.
cimento de Nosso Senhor Jesus Christo de bir. Symphronio Cesar Coutinho.--Certifi-
1880, nesta freguezia de Santo Antonio e na que-se.
primeira estaggo da guard civic, onde foi Imperial Sociedade dos Artistas Mechanicos
vindo o Dr. delegado da capital, Francisco e Liberaes.-Informe o Sr. contador.
Augusto da Fonseca e Silva, comigo escrlvio. Bernet & C.-Ao Sr. contador para seu co-
ad hoc, abaixo assignado, e present Josad Vi- nhecimento a decisbo do Exm. Sr. president
dal, foi polo mesmo delegado perguntado o negando provimento ao recurso que interpo-
segointe: zeram do julgado da junta da fazenda publi-
ual seu nome, idade, estado, naturalida- ca, sobre a eoecubao do disposto no art. 2 1 4
de, filiagio, proflssae, residencia, e se sabe da lei do orngamento.
loe escrever? Responded chamar-se Jos6 Antonio Ferreira Lima.-Deferido.
Vi al, de 30 annos de idade, solteiro, natural Officio do Exm. Sr. presidents sobre petigio
d lespanhka, fllho de Manoel Vidal, profissfo do ex-escrivie da collectoria de IpoJuca.-Ao
belecido corn hotel i rua da Cruz n. 23, Sr. contador pars soea conhecimento, e proce-
-s a ot e escrever. der-se nos terms da indemnisaeo ordenada
Prguntado comoa e quando Eurico de tal pelo collector Pedro Antonio Argemiro da
Toi sen estabelecimento, e o que se deu nes- Silva.
Ita caksio ? Reapondeu que o facto deu-se JoTs Pereira da Cunha.--Deferido.
ho einm ca 2 horas da tarde, pouco main ou Contas da 5.A parts da loteria daigrejade
me_ oh, 'e f6ra devido tiao s6mente aso ter elle Beberibe.- Volte ao Sr. coatador pars de0la-
ndente dospedido, no dia antecedents, rar se opportunamente sobre o recolhimento
i oel Thoodoro do Nasolmento, que era co- do alIdo jA requinitado.
8 roj e U socio noB la a, rzao pola Joaquim Perira do Anevedo Ramos.-vol-
l i to Thoodoru o a rouuirt Eria o do to ao Sr. contador.
Am. 4m aI


Francioco de Paula Mafra. --Informe o Sr. lh
mntador. q-
Severino & Irmio. Informe o Sr. con- m
ador. su
I tra
Consulado provincial all
ESPACHOS DO DIA 5 DE JANEIROIDE 1881 tr(
Maia Pacheco & G.-SIm, verificado o alle- ca:
ido. re
E. Epaminondas Rodrigues da Silva.--A 1'
cAo para os devidos fins. I Pe
Javentina Amelia Carneiro Monteiro,-Infor- pa
o a Ia secQro. un
Francisco Ribeiro PintoaGuimarbes.-Defe- vei
do, em vista da irformaCAo, marcado o pra- I
D de 20 dias. se
Duarte Borges da Silva Junior.-Informe a mi
seceio. rel
Ermetinda 'Maria Magdalena.-Informe al' pa
ccao. Dii
Manoel Roberto da Costa.-Informe a 2' fei
ecCio. qu
Maria da Conceigio Figueiredo.-Requeira pa
o thesouro provincial. soel
Olinto Jardim & C.--A Il secgco para osfins po
)nvenientes. u

DIAR10 BDE PERNIAMBUCO
--- ____ __ ---- fir
RECIFE, I.- DE JANEIRO DE 1881 re
ca
13mOsaCioPLIIO ti
DO ANNO DE 1880e
III re
(Continuaago)9
Ao brucholear da primeira aurora do anno o
e 1880 dava-se na Franca o mesmo que se m
avia dado em 1378 no Brasil: um ministerio
ovo encetara sua carreira corn o novo anno, cc
ai 29 de dezembro havia ficado definitivamen- go
e organisado o novo ministerio pela forma so- ci
uinte: 01
Freycinet, presidencia e negocios estran- pr
eiros; Lepere, interior e cultos; Cazot, jus- re
ica ; Magnin, fazenda ; General Farre, guer- ci
a'; AX.mirante Jaur6guiberry, marinha e co qt
onias; Julio Ferry, instrucc.a public s bel-
as-artes ; Varroy, obras publicas; Tirard, ti
gricultura e commercio; Cochery, correios e de
elegraphos.
0 ultimo gabinete havia se retirado ser ter pt
ido vencido, e s6 porque lhe era impossivel q
ontinuar a viver corn as suas divisoes intes- d
inas mal dissimuladas, cornm as suas oscilla- ac
Oes e suas transaccQ6es inconscientes, onde se
a o credit dos homens, sem ganho de causa c(
eara os negocios publicos e para o paiz. ta
0 characteristics principal do novo minis- F
erio revelava-se pela retirada de M. Wad- ar
Lington e de M. L6on Say e pela subida ao n
poder de alguns membros da esquerda ou da p,
Lnibo republican -Cazot. Varroy, Magnin,
ob a presidencia do Freycinet, que passou ao re
ninisterio dos negocios estrangeiro De seu so
ado J. Ferry nuo deixou o ministerio da in-
trucglio public, e o Sr. Lepdre depois de ter so
ido por um memento o mais contestado, o t
nais abandonado dos ministros, acabou por
Icar no ministerio do interior e cultos. sa
Nao estava representado o centre esquerdo t
Sisso envolvia seus perigos, porque as diffi- I
luldades que acompanharam a ultima crise fl
consisti"m justamente em nao poderem che- d4
gar i urn accord nas suas aspiraqmes o cen- g
to4.mqueuia e. a uniho republican. d
Consideradas ascommas no seou verdadeiro
pd,com a ascensieo do novo gabinete continuava p
Sser uma verdade, dominando tudo, que en- V
tAo, como d'antes, ou ainda mais do que d'an-
0es, havia duas political seguir : -a political q
lue podia fazer floreseer a republican dando- q
he o character de um regimen digno da con- t
fianca do paiz, e a political que podia proci- l
pital-a, arruinal-a. rapidamente, identifican- e
do-a corna todas as agitaceos, corn as preten- 1
didas reforms, que eram outros tantos re-
vriramentos, con as paixoes violentas e bor- d
*ascosas do espirito de partido e de seita. s
A demissio do ministerio Waddington ha-
nia causado em Berlim unia certa sensacqo, s
oue subio do ponto corn a noticia da retireada ,5
ie M. Saint Vallier, embaixador francez n'a- d
quella capital, par que considerava-se alli
aquelle gabinete coma um penhor de paz en. -
tre os dous paizes e Vallier inspirava muitae
contianga pela sua prudencia e born sense.
Essas apprehensSes, pordm, tiveram pouca du- e
racgo porque a maioria da imprensa liberal- i
alloemr manifestou-so per um favoravel ao-a-
lhimento ao ministerio Freycinet, aconteci-
mento que teve a sua repercugio em quasi (
today a imprensa estrangeira, e na recepcao do
corps diplomatico no dia de anna born, no
Elyseu onde o Sr. Freycinet recebeu dos re- I
presentantes das potencias estrangeiras asn
proven mais inequivocas de um cordeal aco- 1
Ihimento. (
Os mesmos jornaes francezes, orgos do
central esquerdo, que haviam mal recebido o
nova gabinete, reconheceram que a elimina-
cqo dos dous ministros representantes do mi-
nisterio transacta foi necessaria e convenien-


te, nao s6 porque o ministerio se tornou mais
homogeneo, como tambem porque o tompera-
mento do centre esquerdo seria um obstaculo
it consummacao da reform mais urgent e
mais universalmente reclamada, qual a que
diz respeito ao pessoal. lEssa reform, que e
de today a justice, que 6 de toda a necessida-
de, dizia John Lemance, nuo p6de ser efficaz-
mente effectuada senno por homens que nao
estejam ligados por f6rma alguma ao passado.
Dada a conciliaco pela qual se abordaram
tantas difficulties, nunca essa reform po-
deria ser levada a effeito, embora fosse recla-
mada pela consciencia public e exigida pela
verdadeira ordem moral.
Incontestavelmente o gabinete Freycinet
achava-se desde o seu comeco em presenga do
toda a cast do questOes confuses, arteflciaes
e irritants, que, accumuladas pela acco do
tempo, tornaram-se para elle um formidavel
embargo, sem que entretanto podesse elle
declinar de si a heranga d'ellas.
Tudo dependia da sua march future ; nas-
cido no intervallo de duas sessoes tudo se
tornava dependent da attitude que elle to-
masse perante o parlamento e do acolhimen-
to que Ihe fizessem as cameras.
Antes dessa nova organisacio, os represen-
tantes do grupo do senado formado pelo cen-
fro esquerdo e uniio republicans. se haviam
reunido sob a presidencia do Sr. Duclere para
tratarem da solugo da crise,e resolveram que
se incluisse no programma do novo governor
a amnnistia plena, a approvacfo do art. I7 da
lei da instruccgo publica-lei Ferry,a reform
judiciaria e a renovageo do poessoal anti-repu-
bli'-ano em todos os ramos do serving pu-
blico.
0 que faria 6. respoito o gabinete ? Ate onde
iria elle n'esse vastoa e perigoso dominion das
expurgagOes, aberto iA todas as paixses, 6. to-
dos os tramas. "a. todas as represalias pea-
noaes?
Esse d quo era o problema .
A actividade minister al comegou pela sub-
stituigio do peossoal." Eia eso a prove da
feigio radical do gabinete.
A 13 de janeiro fot 'aberto o parlamento
francez,affirmando o r.freoycinot que aquella
mudansa miantirial,signifiand4 que a Fran-
ca, Eanw ao terreno eonqOgfl e i solids
pro do dB suan inatitaio ia de entir
s"esinslitni is do onto
para o future avangar do vantada sa
intda dau reforms Ce uM e dos me.


oramentos successivos, nio qu'ri- dizer
1e se abandonasse a political prudent e com-
Adida de que tanto carecia o patiz quer em
as relaqOes externas quer em sua adminis-
acao internal, nem tio pouco quo houvem
teraefio nos sentimantos de cordialidade en-
e as diersas fracces da maioria republi-
na, cuja unigo e accord sinceros tanto
dundavam em bern do paiz.
0 programma Freycinet foi bem recebido
los differences grupos da camera, except
r aquelles que se acham sempre dispostos a i
na opposicao systematic, sempre que nIo
em satisfeitos sous caprichos impossiveis.
Havia nelle uma grave lacuna. Fallando-
em instruccao public, reorganisaelo, 4
agistratura, direiro de reunnfio, impreaf,
gimen aduaneiro, e leis militares, uria 6
i avra nio foi dispensada a respeito de am-
Istia. Porque ? Essa omission causou per-
ta estranheza, e o Sr. Luiz Blanc levantou a
estio no parlamento, tend em resposta a
lavra habil e precise do presidents do con-
iho: a nao podereis chegar pacificacto
r meio da agitacao. ,,"
Estava explicadoo pensamento do governor,
oe,nfo riscando do seu programma a amnis-
a, nao queria corn tudo que se visse nella o
11o de urma fraqueza do governor, o sympto-
ia de urna political menos prudent e menos
me, e que se a comprehendesse corn uma
invindicacio, uma rehabilitacio como tal
paz de ser traneformada nas muos dos par-
los emin arma de opposicao contra o go-
rno.
Era precise primeiro preparer o paiz para
ceber a amnistia.
Apezar, por6ema, do modo porque explicou o
overno o sen pensamento, a camera aceitou
project de Luiz Blanc elegendo uma com-
issbo para emittir sobre elle o set parecer.
A discussbo levantada por esse project,
intra o qual foi ouvida a palavra fire a se-
ira deCasimiro Perier, contra a argumnenta-
0io de A. Provet e Madier de Montjan, deu
n resultado concluir o parecer, que foi ap-
rovado por 316 votos contra 114, pela sua
joiiao, tendo o president do conselho de-
arado que se alguns membros da camera
ueriam sinceramente chegar a amnistia, que
Sunisseinm ao govern o par a fortalecer o par-
do republican, que se associassemn 6s gran-
es reforms que se preparavam para aug-
aentar a prosperidade moral e material do
aiz, e que um dia, no meio da Franca tran-
uilla e prosper, poderia um governor forte
izer quo era chegado o moment de realisar
quella grande obra da amnistia.
0 queo 6 certo 6 que a rejeieco do project
ortou unea das difficuldades que se levan-
yv a nascent admninistracAo do gabinete
reycinet ; porque, como dizia Mazade, a
nnistia n'aquella 6pocha devia ser affastada
o interesse superior da paz civil e da paz pro-
osta pelo ministerio.
Ao mesmo tempo a questio aduaneira e a
eforma da instruceio occupavam as discus-
5es parlamentares.
0 art. 7 da reform da instrrccio s6 por si
ymbolisava uma campanha das mais impor-
intes no campo dos direitos politicos.
Entregues is discusses violentas, perigo-
ias ou esteries os interesses mais series, in-
eresses de crencas, de liberdade, de ensino,
discussao desse artigo semeou ventos e con-
ictos; e corn as suas temeridades o ministry
a instruccao final de contas empenhou o
'overno em uma send onde bruscamente foi
etido pelo voto do senado, que creou uma
ituagrio sempre delicada e difficil entire os
oderes publicos, empenhados em suas di-
ergencias.
Previsto ou imprevisto este voto do senado,
ue coroou uma long discussao, 6 simples e
laro: tern seu character preciso e seus limi-
es. Por mais quo se exagerasse, nbo foi a
Ai inteira que foi regeitada; o que havia de
ssencial e de aceitavel dos projects de Ju-
io Ferry, nada desappareceu.
0 unico vencido, mui realmente sem gran-
le debate, foi o art. 7, e foi vencido porque,
ob pretesto de defender a indopendencia da
ociedado civil, affectando s6 attingir certas
.ongregaces nao autorisadas, confundindo
ima questao de associacao corn unea questao
Le instruccao public. "confundia tudo : foi
fencido porque a luta se achan empenhada
oia no interesse da companhia do Jesus, nbo
.ntre algumas ordens religiosas e oestado,
nas sim, entree todas as tradicces liberaea
um pensamento de reacons ou de represalia
ntroduzido, sein previdencia, par paixxo de
)artido, no ensino.
0 Sr. Julio Ferry, declarando que a base em
]ue apresentara o snu project era unea ar-
na indispensavel contra as constants cons-
piraeSes dos jesuitas, que pretendiam minar
13 instituicoes do paiz, e affirmando ao men-
no tempo que aquelle art. 7 nao ataeava a
liberdade, nem lesava a religion, prometteu
mue a governor saberia applical-o corn mode-
racao, ao pass que, nao passando esse artigo,
seria elle por necessidade levado a executor
leis mais duras.


Apezar, pprdm, dos esforcos empregados
pelo ministry da instrucciao public, venceu
a opinion de Dufaure, segundo a qual, o pro-
jecto humilhava a religion e atacava a Jiber-
lade, recordando as lois dos governor des-
poticos, e o senado devia regeitar as leis que
julgasse perigosas, serm se preoccupar corn o
sentiment da camera dos deputados.
Embora os jornaes da direita dissessem quo
a votacfio do senado symbolisava uma victo-
ria do'partido liberal sobre a political jacobi-
na, todavia 6 inegavel quo ella croon difficul-
dades ia political do gabinete, tend sido desde
logo pela Repuiblique Frangaise, orgio do Sr.
Gambeta, recebida como um comeco de guer-
ra, chegando o Journal des Debats i convidar
o gabinete aprocurar umea transaccao.
Repellido o art. 7o, diziam alguns, restava a
expulsio, a dissolucqio das communidades
nao autorisadas, a aceao pela via administra-
tiva, a "execucao das (lois existentes. ) Era
borne facial de d izel-o ; pordm era justamente
nisso qaeo estava o que havia precisamento
de mais obscuro, de mais incerto.
A questao era saber quaes eram essas leis
existentes, quaes a su a autoridade e efficacia,
em que medidas poderiam essas lois, que da-
tan de todos os tempos, que quasi todas fo-
ram feitas em circumstancias particulares,
ser applicadas esse phenomenon todo moder-
no do communidades que' se haviam d4n-
volvido no direito commum, na liberd ae e
pela liberdade.
E nesse ponto as opinides di'vrgiam. Al-
guns entendiam que nbo era o c6906 de recor-
rer-se aos antigos editos, aos editos de Luiz
XV contra os jesuitas, os quaes bem apri-
ciados nao tinham nada de favoravel "A liber-
dade. Em todas essas velhas lois, am todas
essas tradicgoes que se perpetuam atravdz dos
regimens mais diversos e muitas vezoes mais
contraries, atravez das revolugosea e das su-
blevacves, so se encontra o quo servio ao
arbitrArio, mas nunca o que servisse li--
berdade.
Entretanto a palavra do governor pudia.
para o emprego dos melon violent corm a
esapparigo do art. '7, que eolls loaide ays
apto para as-conquistan da librdade. -
tivamente a regeigM do art. 70 05 "'
vadores do senado era uRn. fdo V *O1tU
importantes consequoneifo. eoo Vm hlma
tarde.
OartL '7Padt lei Ftry arf i" upiS
soncwto do pOuido rIpubllseo, qu. pot


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treOt publics. eo declaim que smis lois
iam r executadas. De od qua, pmaaado
vatcer, os eoamervadyelM tai
mesjrfeitameate e '
Ualo Ihes pod0ia 4a ,A
proeeder-p a segsluW eei o
Sr. do Fznyenottdiscure" e
o govera. uto jumaOh l c nftaj.te |mmor
traimmaao algualguma rq"aql6 m-o*1r
si rmesmo ua tran lo^ r.-o wperiam
presongsa d attU ad. 4iMlo r at.
va esseaM.tigolftin -Mnsil l i-
car as leis quirfeternAW a erput"o das
congregaoes nao autorisadas.
Essa declaracio', que mereceu applausos das
esquerdas do senado, foi ainda fortalecida
peia resolugio unanime do centre esquerdo
diams'r0 dsi ^eatdeeto, deeiroc srMaso
outros grqpQs da esquerda paua-pediz a ap ;
caM daff t ieh-da xpulsao.
E ose proeedimoento, que contrastava cornm
St ente o esquer o dod senado, de u mnargotm
a ntftoS eommnnentarios.
Era aceio dos elements que se desenea.
deimv-tconm 0 os jesuitas, s6 amparades paelos
partia'rios da liboerdade do ensiao, represent.
taitdOpelos reaccionarios, quo propuhanlsmae
a reistir, por todo os meioaas eua slcance,
a nWditfa violehta da expuis6o qua o .everno
qi(elaI p6r em pratica.
Eitert a imprensa europda dwapprovou
a poiltis- do govarno francoz, depois da re-
jeigL dz dwt. 'peqo sonado, que, na phrase
do Dhily "News, mostrou .inais iberalismo :do
qiw o govevn-a que o propoz e do qa a cama-
ra.ddg deputgdos, que o aaceitou.
(Y qua houve nisso tudo de mais significati-
vo fe qutf o sab-o Littre, senador inamovi-
vel, 4 qu m ninguern ousari taxar de cleri-
cat, se abstivesse de votar.: nao querendo as-
siri assoeiar sea none a medida liberal, que
a mxioria liberal do senado teve o born sensor
de' rajeitar.
D'ahi por diantc cornmearam os preparati
vos para a execucao daquelle pensamento do
governo, variando as conjecturassobre quaes
serian os meios a ernpregar.
O(Ys decretos de 29 de marco, determinando
que no prazo de 3 mezes fossem encerrados os
estabelecimsntos do ensino dirigidos por je-
suittas francezes. send prdviamente convida-
das as congregacOes irregulars para apresen
tarem os seus estatutos a autoridade afim de
que podesse examinal-os o conselho de esta-
do, cornam cujo parecer se conformaria o gover-
no, provocou representacoes e protests quo
maito e muito se repetiram.
Neo mesmo tempo qua eram assentadas
essas providencias primeiras, o Sr. Despres,
embaixador francez. junto ao Vaticano, sahia
para R6ma com o inm de ultimar as negocia-
coes comnecadas por Freycinet corn o nuncio
Czascky, no sentido de obter de Leol XIII a
sua intervenclo para modetar as agitaqoes,
que promoviam ern Franqa os partidarios dos
Jesiritas.
Por esse mode, a luta religiosa, coam quan-
to nao assu;nisse o character violent que a
prinoipio se imaginou, nao deixou corn tudo
de incommnodar o governor, que vio-se forqado
Slanuar m io de algumas medidas preventi-
vas, principalmente coincidindo ella corn a
agitalao socialista; torn-indo-se notavel no
mncio de tudo isso que, a, media que augmen-
tavam as manifestac~es clericaes, augmenta-
vamn tambem as boas disposicyes dos republi-
canos sensatos de protegerem o governor, ao
ponto de resistirem ao desejo dd interpellar
o mhinisterio, por consideraremrn esse acto inop-
portuno.
0 que nao se pole negar d que essa ques-
tIo abalou mais ou inenos o espirito public.
Emn Lille, por exemplo, ao chegar Jules Per-
ry houveram acclamacbes desencontradas,
dando em resultado unia luta demorada e
sanguiuolenta.
Esses e outros factos resolveram o governor
*a p~r quanta antes ein execuc.o as decretos
de 29 de marco, para o quo se achaea tanto
mais animado quanta a ordera do dia votida
depois da interpellacao Lany per 364 votes
contra 137 Ihe valeu urn esplendido trium
jho.
O radicaes de um lado nao perdiam tem-
po ; vendor approximar-se aconcluslo do pra-
zo deterininado faziam os matures esforcos
para preparar a agitacao em favor d'aquellas
congregacSes.
A.te enteo nao se podia ainda conhecer qual
ser-ia a linha de conJucta defiaitiva do gover-
no. 0 que se tornava singular era que o go-
verno, que pretendia ser moderado na appli-
cacio dessas medidas excepcionaes, via-se re-
d-uzido a aao ter por alliados scnro os que
julgavam servir ai ropublica, conduzindo-o
ao combate contra todas as iufluencia reli-
giosas, contra os que charnavrn -os curas.
0 que significava eutretanto essa guerra ao.
clericahismo? Nao era sumente a exclusio


das influencias religiosas ; era tambem como
que uma expressio condensada e sensivel de
todo esse trabalho, que se cumpria para in-
troduzir na republican um espirito novo, in-
fluencias novas, paixoes e processes revolu-
cionarios para substituir 1 political de liberal
moderagio quo se pode born chamar um
euphemism nda political republican.
Mas o que d verdade 6 que a grande ques-
tio da politic-i interior da Franca consistia
na escolha entre a republican seria, liberal,
moderada tal e)mno foi inaugurada pela zons-
tituicbo de 18T5, e a republican agitadora, radi
cal le'vando a guerra As instituicoes. ao domi-
nio dos interes-ses, as crencas e ais tradic-
(ef5s.
Naturalmenta o governo entendeu que, con-
celenldo aos ar-lorcs de sitas e do partido o
secret) ,de 29 ( inartco, tornaria a encontrar
amra cr-'ta iil)er.lade, se daria urna c.orta forca
para resistir sobre outros pontos ameacados:
enganou-se. Lwvadas a- cousas a esse ponto
via-s' elic obrigado i ccd(er, coder sempre ou
pareoer, o que se tornot b.,n manifesto na
criae nascida da di.-:cas-sao sobra a lei do di-
reito de rouniao.
Anima1tos pelas concessoes alcancadas, as
partidlarios dos extromos naio so queriam aba-
ter, julgavamn-sc corn direito d mais largos
avancos, consilerando que se se detivessemn
correriain o risco d (1 desapnarecerein obscu-
raumente, semn gloria o sem proveito.


wprcur aqwini
un dado ur Mr


aop-
o op-


a azedop-se, e o Voltaire inserio
que dmese dirigida por Roehefort a
aindo-lIhe qu s
oeraafimlrn B
a expulss aot ril4B


g *d ?1011111t 1o s witon hav n
P' .
~ i~gipe, mssj FmhIS~
Qfl~fr oj~klif~itto^^tul41 hesbm
op l s~kkdo *lewme, aiwnceu

nis.aowdk deo sa&re .pha.-dea-
on fi dil o itleonra dieIs dbe
a, cujo journal Republique Franfai.B sB
tinha j& pronuanciado em favor da amnis-
tip.
0 geverno, por suggestOs do otavrl par'
lamentar, convocou pars urma ran ik aag!nn
u -. e aoe -doree--a eaqterda ea 4 ee-
uqerd# Into -de6 gs'tpo-M rftB 4s'od.-
rados das dna. cameras, afim de cotaxft*r"
aotew. a-f^eUttIn Mfcfs-e sobft a =zfkef
rk come ella poderia ser recebida em eaftda
uma dellas.
Foi depowedsauepipatUa*tosq.gt -over-
Dao"Bsenta, o08sa projoto, qur aln aaou.
sideraram a obra ,da pacifeacfco do Fre$a -e
dk fraternidade de todos os republicans fl.-
lho jdaquelie paiz.
Apezar dessas dispositosa favoraveis do mi-i
nisterio, nein o as easforgos do govenoa. neom oS
de Gambetta, nem a mesma apreseastaglo do
project poderam obter que o cidadlo Trin-
quet. communista, derrotasse por important
maioria o seu adversario na.eleiQiao para umn
lugar de conselbeiro municipal. E.esse triuin-
pho dos socialists de Beleville attest siada
o que anteriormnente dissemos -obra a situa-
gio political e moral da Frvnca e do sea go-
verno.
Na camera foi mais feliz a estrella de Gfwf-
betta consaguindo a approvacio do project
por 331 votes contra 140, depois de rejeitada,
uma eamenda para que nfio tossem compraebou-
didos os autores dos delictos commiuns.
Poeco depois era o facto repetido no sena-
do, e a i julho baizava e decroto quo co-
bria coin o manto da anistia plea pprimit-
tindoa a 4Frant .dw ao mnund o .-exstr di-
nario esemplle s aneercar de todos os seus
filhos estremeeidos.e .e .e squecr itodo, o pws-
sado, para s6 pensar em todo o future que ha
de felicitar aquello brioso u altiv poevo de
lutadores. )
E esse decreto de paz e eonfraternisagro ia
coincidir corn as festas marciaes da distribui-
ciao das bandeiras i 14 de junho, anniversa-
rio da tomada da Bastilha. ( Dareis ao exer-
cito a.baBderra que exprime ao mesmo tempe
a guerra gloriosa e a paz potent, dizia Vic-
tor Hugo, e, dareis, aacbo a amnistia, que
signiiicaa concordia, o esquacimonto, a con-
ciliagio, e que la em ciia. na moz, poe aoi-I
ma da guerra civil a paz civil. *
As fiestas de 14 de junho foramn grandee,
imponentes; mas o peior do tudo d quo essas
alegrias siodo umdia, as illuminagOos pas-
sam, os favors distribuidos por urna maio
prodigy slo apenas pars aqueiles quo as rece-
bern, e essas expanaoes-de alegrias, eses en-
thusiasmos ephemeros naio mudam as situa-
qOes, nao encobrem senalo por um memento
as fraquezas de urma political serm sahida, sein
forpo. soun direccao,
Era o qua succedia em Franca. A question
unica estava na incuravel inaoherencia, no
desalinhavo cem.pleto de urna political que co-
maceava repellindo a amnistia a acabava sup-
portando-a, propondo-a meanmo, votando ou
co;nbatondo as mesmas emendas na camera
ou no senado, e nao eseapando a urma derrota
seneo eoin subteri-fugios.
A realidade, porrm, era que esse espirito,
que havia dominado a republican franceza" e
que se mascarava corn as vests de um rep u-
blicanismo exaltado, encontrou ainda um
triumph nas eleicOes do 1o e 8 de agpoto para
a substituigiod4eietade dos membros cesan-
tes dos conseihos geraes e urma esmagadora
derrota para a reacAo e para os jesuitas. Pre-
domiaou nellas o element represqtado pelas
esquerda e pela uniao republican do parla-
mento, o que irmporta e mesmo que dizer que
enceu o Ganmbettismo.
E par ease modo flcou asseguradg a qetL4
da renovacao do senado em 1881 aaseggrade
tambem o movimento qua no futiro 4e 4.v#-
ra tantar parsa a intelligmiia, ds duaR cama-
raes.
Em todo caso foi urna demonstracio evi-
deute do republicaaismo de que se acha pos-
suido o sentimento national, e que tambem
se fez conhecer na viagem feita por Grevy a
Gherbourgo.
ieTudo isso concorria para mostrar que ne-
nhum reooio dove have sabre a iustituicao
primordial da Franeca, que cada vez parece c-
meatar mais raises no coraQ,0 d5 maspas.
Mas no meio de todas OssQS agitacoes, de
todas essas acclamac~os, de todos cases ap-
plausos ia se executando os decretos de 29 do
mnrco.
Haviam duas datas para a execucao desses
decretos: 30 dejuaho e31 de agosto. A exe-
cueao continuou como havia comecado, pro-
vocande alguus disturbios em differentes lo-
calidades, sem comtudo abalar a paz gerai da
r-jpubliea: o que havia de perigoso, mediocre,
ou vao nasta campanha conhecei-se logo pe
ios incidentes e pela confus~o quo re:nou em
tudo.


Despedidos os jesuitas, resitavam as demnais
congregaii56s, que ficar-rn para ir seundo par-
cialmeateu despedidas.
Os jesuitas procuraram escudar seu dircito
no de propriedade e dotaicilio, mas Ludo fobi
baldado, porqnaa n entende o governor que nin-
guem podcria por lirites 'a sua accro e que
tratando-se do execucao de leis, cuja existen-
cia d ninguem era licito duvidar, deviam os
tribuuads reconhecer e declarar sua incompe-
toncia.
E para tornar bam patente a sua intencqo
vo parificar a mnagistratura demittindo -i pro-
posito dos decretos de 29 de marco.
Apezar, ;pordtn, de todo o arreganho corn
que se propunha aii pr ein pratica aquelles
decrotos, o governor sempre deixou ver a fra-
queza que mesmao n'isso o feria. No discurso
que o 'r. de Freycinet pronunciou em Mon.
taubam, deu a entendor que no 1 de setem-
bro, os decretos teriam execugbo unicamente


O quo nao se p6Ic contestar e que essas na partner reliativa aos jesuitas e que o governor
evolucoes ardontes c arriscadas iam transfer- escolheria occasiao de os applicar is outras
mando o espirito da republican franceza, e di- congregacebs.
gamos mo sro formando nuvens, quo talvez a Porqueo? Alguns jornaes fraucezes, entire
poasam cominpromretter n'u:n future minais ou elles a-RIepublique Frangaise-orgao de Gam-
menos remnoto, porque era precise nao ter betta, e a-Petite Republique Franoaise-ataca-
olhos partr ver c nt .-li goncia para corn- rami como que e.se recuamento que fazia o go-
prehender a difference entire o que foram os verno; e o que 6 certo e que a quest-o consis-
regimens regulars, honraveis, e o qne cons- tio em ceder ou nfio o Sr. de Freycinet bs im-
titue os regimens ser m fixidade e sem fu- posicoes de Gambetta, e deu em resultado
turo. urna crises ministerial que resolveau-se depois
Nota-sa na political franceza uma certa in- de tires dias na seguinte reorganisacafo miinis-
certceza e incolierencia, bern sensivel para fe- trial:
rir todas as vistas. Nao se procurava desco- 0 Sr. Julio Ferry, president do conselho,
nhecer o qu ia i nas populacoes francezas de instruc-ao public o bellas-artes; o Sr. Cons-
seiva viv.z, do habitos laboriosos e pacificos, tans, interior e cultos; o Sr. Barthelemy Saint
de s:-rbmisso facil, de instancaveis fronts d Hilaire, negocios estrangeiros; o Sr. Magnin,
prosperidades ; nio se contestava as institui- fazenda ; o Sr. Cazot, justice ; o Sr. Sadi-Car-
gOes novas, neam em seu principio, nem em not, obras publicas; o Sr. Tirard, agriculrura
suas consequencias as mais naturaes e as e commercio; o Sr. Cochery, correios e tele-
mais legitimas; mas via-sc bemrn que haviam graphos; general Farre, guerra; e o vice-al-
artificios intoressados de polemica para dis- mirante Clfu6, marinha.
farcar a verdade das cousas, deslocando e Nada pordm, indicava que a significaglio
conplicando todas as questOes, o que collo- politiea do gabinete houvessesido modificada
cava a Franca numa phase political e moral, pela entrada dos tres novos ministros.
como talvez ainda nao houvesse ella atraves- 0 Sr. Barthelemy Saint-Hilaire, senadzr,
sado este seculo. substituio o Sr. de Freycinet nos negocios es-
Naqa havia por certo a censurar no espirito trangeiros, o Sr. Sadi.Carnot, deputado e sub-
-reformista quo se distendia por todas as es- secretario de oestado, substituio o Sr. Varroy
phneras: 6 a idea fixa dos que'se attribuem a nas obras publicas; iemfini, o vice-almirante
missi de? drepisotar e adirigir a republican Clou substituio o vice almirante Janreguibe-
pelas verdadeiras vias republicans; mas ha- ry na marinha.
via em tudo aquillo como que uns pensamen- 'Cinco dos membros-do gabi.nete sao depu-
toe reservados, uns mysterious, quo faziam dep- tados, os Srs Julio Ferry, Constans, Sadi-Car-
confiar, ser que entretanto essa desconflauga not, Tirat d, a Cochery; tres sho sdhadores :os
podesse encontrar um ponto certo, fixo, cla..S .. a-elam-, Saiit-Hilsiro, Magnin, e'Ca-
ro, evident, que francamente a autoris'asse rs. o ...gene Sal ...are, aM ..agni n .e Cl d-
E nisso mesmo 6 que estava aolado mais pe*- abo. agreneralb arre,ea oevual dasde nscamaras.
rigosa da situacio. N fo pertencem a nen uma das duas camaras.
A posicgo do governo por isso mesmo era hmeNo foi, pore6.m, dos mais lisongeirosteoaco
imas posieio1m raeada, porque em tordas presden0 a Jornaes francezes ao gab mete
%as prendfta.r-,ormas financeiras 0 ad- mai nbepeol u Ferry;imesmo nas tfolhas
i nitratrivab fb.Kuitos ealculos de parti mars benevole manifestnu-se uma certa re-
to, urma perigoui impaciencia de popularida- Pasou par tlmto o u s.. .. ..
dd, uMi mediocre sentimeato da proporo das aaqustra s inmuoariod feyeuera.
coWaS, e. ut eerto deearmsto qaae bastante .. esra qa. aetrid sao--- tu-- f-ase-r-
impresionava. 0 ministerio em lugar do adw a psra a dis 6 d vmbra- rosolvoste- eatr
A roi -oo4, esewente


.A.


nM


|ueem peintt
ou Gaa4m
,que_


igou que tl ia
ttua, armando ,. aM
ditado pelo smil a
ue nio'fzeaiadp9i 4 i-
ia declarirrne2l5t4t:r-
fort diz ter Amd..i$hidst


',i, M5 7Ulyo .f6I peis d IWOtu..
^ --rt c knrff'potr l- E foi pinente pracurau1wtErbmta. inn
eoergia a deuatrina plantada coa e decretos este nao quiz recebel-o, nem responder a inti-
de 29 de mar0o. :... imaio.
Es mbkb2w con *enzia*,, M* m ,us* Cbeg~was-acWts" &S steopaWto coWmpafa
soeeua-'qtufatd~navatfrftr ff-cor squt grel aa rctatiacoes. w
441.~jB a-nofaA o~i a J Wtitifroi, w.mo to a d*M69 AaM GT*of i0PMimt.
aTeavnde4ar Tra,,fWJJla .BSe.g.paaI.4 ue;sb..s w
,roCurirmtot6~f~ .4f j ta qual for o flini do incident, teri de-
,do todaet edu"W, .e .a6stw C0u0 qua a monstrado qwees o Tecursos machiavelicos
poHilka' mrbtWtrMtal CtiTec.e connribaio de que dispod o chefo deopportuni.no -(4G*-
para*ntwvvver, .i oftoia rstIftttnaio culijo betta) para eombateraos -seu* adversaries.-
prumWiire'-lnal e -r enfraqViwmeonto dd tdi No sea desacoordo Comn Freycinet, ja tinha
as garsnauas, situagho em qte tod$sas 4dtsor- deixadario erceber 4&ua estrategia. Tres mi-
danciaw, as diffatiragb's a os exceso p lemi- nig oBseeorai-dv seu chefla a ordom de
cos so prdaemn conta o maema, gVI'rno,. atacar Freycinet no moment emqiwsaft so
contft as. institii Os. contra ahOmftnaL. JaJgawav aiseguro, "
0 mal etvixWne; "-pord6 .mO estaad_. ,pe- a sases ministros cumprir aP a cnrgo, dis-.
.did.. Hrt crisa, .cO,1o as. ha em to40s os simulando na sombre -a origaem das oenas
temipos v 't t4dON'- goTrnee rgie as,; quoiVim reobide, e assurniram peranteo
mas 6-c-rtawm t cgado oJearIPf dottodos puliao a psBpasabilidade pela demisslio do
os espirltin modidgws, todof r s rtticaao primeiro ministry. Esta vez ainda naio d o
ese-redftdos reamirem sous esforoas para oroao aredita4o da Gambetta que d a ba-
coltoaar a rtpubliea em coliIes de powder talha
viver corn seguraasa pp it-e provoito para A Apubliquw Franaise naie fez seni o dar o
todos. signalt. ,uma oqtra folha, umrorgao menos
No toeaente-A sua'oltica externa nalo s.ov confessado de Gambetta, qua dirige o comba-
tie a Franua alteraco alguima, se bern que teo. UA redactor,, aanonymo ate entiao, atamou
corn relagio-i Itaia econtinauem a aehar-eecon Rochefort, de ingratidao por naio taer assistido
algama reserve e-tdeconflanca em razaio da ao-famal queftio tunesina ; e apesar da aaexacao d 0 a1o levant u n.taste,'dilemma.
Taiti que fez cossar o protectorado Franccz St Atcart foi recebida peor Qambetta. ete
creado pela convenqao db 1842 e substitzil-o n etern desculpa do ha ver entregue a pfibli-
pela soberania da Franua, eonservando Poma- eidadf a sappliea particular de ua homein
re Vo titulo honorifido de rei, a q.ual nao collbeadosob a ameaca de urna condemnacio
provocou reclamago alguma da parAt da In- A more.
gluterra,. So polo contrario, a carta nbo foi trauAmit-
Earcarada em seau ponto de vistA finarceiro. tida ao Gambetta, se permanucis em estado
tambem a Franca nau se acha mal coIlQcada. de rascunhio na pasta de .Jolv, e se este ou o
Se gramnds prosperidades nao a consolam, seu testamenteiro o collocaram nas naos do
tambem os gmandes males nao a perseguem. accusador de lieRoclefort. tLmos uana manchba
E talvez qae seja isso um bern pars o seu indelevel .sobr aguello qua tal praticou, Em
mesmo progress e solidificacao de suas ins- quatquer dos. caos, a pubiicacao dacarta corn
tituicoes. o pensamanto occulto do coadljuvar Gambet-
No seun aracter strictamente politico qu e ta, na sua questlo conm Rochefoi t, nlo honra
os horisontes se vio ennuviando, ninguem,. nep meso o proprio que agoro0 a
Na Suissa, tudo ou quasitudo resolve-se por repudia, quando 6 naturalissimo qua a tivrs-
plebiscitos; podemos dizer que a confedera- se escripto.
cao helvetica ainda se acha no regime do INGLATERRA
povo pelo povo, apesar dos seus conselhos de 0 conselho de mininistros realisado ultima-
representantes. monte em Londres, parece ter tido a impor-
Tratou-se da magna questlo da aeparacio tancia qua se Ihe attribuia antecipadamnente.
da igreja e do estado. E9oi para isso eqonsul- 0 gabirete reconheceu, diz-se, que a situacao
tado o povo. Quer do lado dos radicaes e ge- da IWlanda nao exigia urna convocacgo do par-
nebreses da veiha igreja national, que se op- lamento antes da data jai fixada, 6 de janeiro.
punham ao project, quer da part dos ultra- A.td esse dia o govaruo poddra. pasar sem
montanos, livres pensadores e alguns socialis- os poderes extraordinarios que o parliament
tas que o apoiavam, a eampanha era anima- poderia econferir-lhe. Por agora, usarn s6rmen-
dissima, proeuraado-se elucidar o povo j6 pela te dos direitos que Ihe concede a legislaqo
imprensa, ja pelas reuniOos publicas. ordinaria,
Tado porena, foi haldado, em bemrn da in- Depjis, qrando o parlamonnte se reunir, o
novaqko, porque na apuracio do plebiscito a gabi"ete Gladstone presentar-lhe-ha um
aboliCio obteve tUto s6ment 4,000 -vAos, sen- project de lei, comprehendeado ao mesinmo
do rejeitado o project por 9,000. tempo a creacio de poderes oxtraordinarios e
Sorto igual teve a idea de revisho do art. as modificagses que e preciso fazer na legis-
-20 da constituico., lacao agraria para intoresse dos rendeiros.
NaSaissa, portanto, nao houve nada de ex- 0 governor britanico junta, pois, as medidas
traordinario que collocasse fora das Baas con- de repressbo, as medidas de refonma pra obri-
dicoea normaes a livre eonfedoracgo. gar os conservadores a votaremn a reform
Por sua vez tambem a Belgie, nada apresen- afiua do obteren a reproesso, e obrigaremn os
ta do important ; 6,. nao serem as eleigoe liberals a aceitarem a repressao para fazerem
de 12 do junho para a renovacao de mnetad< passar as reformas. E' piano que revela um
doa representants do povo na camara e no grande tacto politico. uma grande astucia
eenado, transmudagio qae' se roalija de 2 4h mLr.
em 2 annes. T eve lugar urma horrivel explosbo em P.e-
0 autiragia das aruas veio de-ionstrar.,o ny-gr.fig,Inglaterra, an'ina das minas de car-
triumpho qua na Belgioa vio alcanando as vo OAquell local 4devida a accuivulaco de
ideas ibaraigs abrea par$ido clerical, ao Igz ais galgri4as, iacendiado po cootait9 do
qual ficou avantajado a ceamara i17y voC um'da a l.mp.adas, cuja taasla sa 4ay. a rom-
oe. pido,.
Apezar dos esforgos empregados pelo par- E4o deacuido ou desleixo, oocasionac a
tide clerical que contava corn todo o empe- more de mais de oitent o h -eicos, entire elaes
oho, que pom am j000 o eapw opado, foi im- algumaxs mulhoeres e criainas. Alguns ope-
possivel evitar a derrota dlos ultramontanos, rariq4 forum tic4doa dps galerias depois do
am consequenb a de nao have a Santa So estaream mas oitenta hQras sem comer nerm
oadrado a vioAlet_ pppqs^o.qua Ai aova beber, soterrados debaixo dos destrocos ea
ipt sobre as esolas do inst##gQapvidi pa- axoploso,
lo episeopvA4Q oUWa, eqo f.- de oopar o4o 0 T0nes que regisra ete lhorrivel desastre,
comeco de transam&o havMa bM oes it as- diz qu elae frequent nestas miaas, e que
sumpto eatro as duas potenciA. sannualmente se contam de 20 a 25 victims
Embora a Santa Sd approveas e thooriea- delles,
mente os casinos do episeopado, todavia re- -- Por um telegramma recebido de Cap-
provava os saus excessos na pratiea, e isso tpwn, ema LisbOa, ha noticia do que a situa-
tai eonservando o governor na esperanga de cd o da guerra dos basutos 6 a maesma, tend
que ella .eolnibiria esse desfnfreiarnmnto dos estes side valentemente reforcados. As tro-
oeus jurisdiccionados. pas inglezas teem alcangado alguma prepon-
A publicacao, pordm, da earta qua .ep 2 derancia por combates ganhos vantajosamen-
do abril havia o P.apa es.ripto. ao arasbispo te. No Traua-waal a situag.o 6 grave. Os
Malines acelaroua o engaio et quo todos la- boers ameacarn recorrer a violencia. 0 go-
boravam e nao foi mais pespuvel persistir vernador inglez ameagoa-os ta.mbom por urna
naquella interpretagbo cam que as tinha dei- proclamagbo.
xado acalentar o gaverno. ORIENTE
Ent-o foi resolvido cortar as relag5es di- Se comprehendemos bern a political quo
plomaticas corn a Santa Se, publicando se of- inspirou em Berlim a rectificacao das frontei-
ficialmente os documents que autorisavarn ras da Grecia, os plenipotenciarios quo pro-
e juastificam a marcha que aeaes negocio ha- pozeram essa retificagno, tiveram em vista
via dado o governo belga. trez objectives.
Entretanto 6 forca.reconbhecer qne a Santa Primeiro objectivo-o bern da Turquia ; se-
Se se mostrava coherente corn aos aus prece- gundo objective-o bern da Grecia; terceiro
denites, e qua Leao XIII pio fazia mais do que objective -o bern da Europa.
continuar a political ja. encetada por Pio IX. Vamos ver como tudo isto se encadeia.
Alum disso, nada mais tornou-se saliente 0 Epiro e a Thessalia suppSe-se serem po-
na Belgica, que vai caminhando pacifica e voados por gregos, que naturalmente teem
prosperamente a sombra dai ideas, que ro- aspiragoes para a mni patria; se estas pro-
bustecem a civilisacgo modern. vincias foram cedidas 6. Grecia, a populagbo
( Contunza../ nbo crear6. difficuldades 6. Turquia. portanto,
--- o bem da Turquia esta garantido pelo socego


que ihe procuram desse lado ; em consequen-
REEIFE, 6 DE JANEIRO -cia dist- o territorio hellenico achando-se


Noticias da Europa
Pelo vapor francez Senegal frecebemos hon-
temon jornaes e cartas de Lisboa ate 24 de de-
zembro, e que, corn o que publicamos nos


augmentaco, os seus ronuimenous suuiram, e
a Grecia tern6 onde collocar os seus advoga-
dos, medicos, funccionarios, homens politicos
que soesuffo-am n'um territorio restrict, e
sao obrigados para viver a guerrear-se mu-
tuamente.


UOUtStutuv nuincr uusALcUjjttZ uu iapiu m a z&* t urie
de noticias de 14 a 21 desse mez: Emflm, a ultima consequencia, e que a Eu-
FRANQX ropa certa de que a tranquillidade reinara
A camera dos deputados continuava a d'esse lado, poderi considerar-se como ao
discutir o orcamento das receitas, cujos 11 abrigo de um dispertar inesperado daques-
primeiros artigos foram appro-vados. tio do Oriente.
Um decreto, publicado 6 12, tornou ex- Este argumento edo mais logic possivel ;
tansivas as colonies de Guyanna, India fran- infelizmente pecca pela base, e 6 um pouco
ceza, Senegal, ilhas S. Pedro e Miguellou, e parecido ao syllogismo conhecido daquelle
Nova Caledonia, a abrogaeio do artigo '75 do taverneiro atheniense, que havia escripto so-
anno VIII, ja determminada' por decreto de 2 de bre a porta da sua loja: ( Quem bebe o meu
deiembro para as colonies das Antilhas e de vinho, 6 amnado pelos deuses, porque o meu
aBerniard. Os funccionarios, A excepciao do vinho dando a embriaguez, provoca o somno,
gove-.nador ou do commandant, que repre- quern dorme temrn a consciencia tranquilla,
sentam na colonia o president da republican, quem tern a consciencia tranquilla 6 just, o
poderbo, pois, ser chamados ijuizo, como em just amado dos deuses, logo quern bebe o
Franca, semr autorisagbo do conselho de es- men vinho e amado dos douses.,
tado. Todas essas diversas proposicges s5o muito
0 Sr. Gambetta pronunciou, no dia 12, um exactas eam stmesmas, como aquellas que for-
discurso esplendido, na occasion da distribui- marn o argument acima citado, mas o syllo-
cio dos premios, na associagAo polytechnica. gismo da Europa nao 6 mais just, que o do
0O grande oradoi fez o elogio da associagao, taverneiro atheniense.
cuja obra de ensino tern por fim fortiicar os Este syllogismo apoia-se com effeito sobre
espiritos ainda pouco esclareeidos contra as a base de que o Epiro e a Thessalia, sio ha-
vis declamacoes, contra os sophismas dos que bitados por urma populacgo hellenica. Teria
olham para tfraz, e assegurar assim o trium- sido precise comrnecar por provar ios).
pho da democracia republican e da democra- E' porem, certo, que nao teria sido possi-
cia franceza. vel fazel-o.
O Sr. Gamnbetta accrescentou : Na realidade, os hellenicos estbo tanto no
SN6s, francezes, temos adquirido muita ex- Epiro como na Thessalia, em grande maioria.
periencia depois do nossas desgracas exter- Os gregos propriamente ditos, estendem s6d-
nas. A. mocidade tern aprendido a guiar-se mente ao long do littoral. E' o seu habito
a si propria e a nao ter outra ambicao que constaute, porque elles antes de tudo salio ma-
nio seja a de restabelecer a Franca no seulu- ritimos.
gar pelo trabalho, pela scieneia, pela virtue 0 resto do territory epirota e thessalico 6
e pela solidariedade. ) occupadt do lado do Mediterraneo, pelos al-
O grande tribune terminou o seu discurso banezes ; na serra do Olympo e do Pindo, e
exclamando: nos valles formados por estas duas monta-
a Tuodo pela patria, pela sciencia e pela glo- nhas a populacao 6 albaneza, e sobretudo va-
ria. ) (Applausos). lacho.
A' sahida a multidho fez urna estrondosa E' evident que um certo numrnero desses
ovagfio ao Sr. Gambetta. valachos se grocisaram (mas sio gregos na
A' eleicao legislative realisada ultirnamen- apparencia.)
te na circumscripqgo administrative de Ro- Expliquemas o porque. Os macodo-rouma-
chefort (Charente inferior) dea o resultado nos, ou kentzo-valachos, de quern nos falla-
previsto. 0 Sr. Bithmout foi eleito por uram mos, pertencem a religiio grega.
maioria consideravel. 0 seu adversario era Em todas as epocas os turcos teem queri-
um borapartista. do simpliflcar a admimnstraelo para nbo te-
Todos os t'eriodicos teem alludido, mais rem qiae se occupar de muitas cemmunida-
ou menoes, ao deploravel incident que esti des. iPor consequencia collocarsm sob a ju-
sendo debatido em toda a impensa ftranceza. riadicglo do pttrinrcha do Plieiar, tanto -os
VE' arma quest-iopessoal entire dous lhomens grtegos com oas albanezo, on servios, os bul-
importantes da Frania republicana-Gambot. gadss, e os roumanou.
ta e Rochefort. -..: a apenan gttns -a friflos qU os brugarea
Uma folha dedicada a Gambetta, o Voltai teem urma especie de igreja schismatica, -me-


fez g'i-Je escandaio. Atfit-ma-se que a gene-
gregos, est. tambem disposto, ao quo paw.- ral Macedo fzi d'ai itnaediatamente soa 0
ce, a defender corna today a oneergia a sua na- ral Macedo f mediatamente
nisteCig d.9 rpik" pedjr a,.54AU exogerac,]0o 4.0
cionalidade que a Turquia nie anoeaca, e quao;se d p a.I. 5 drb
a CGrecia procura destruir. commandant das guards municipaes, o que
Esses valachos sao proprietaries de terre't- f recusa'do. Diz-se tambeitt que o coro-
noes e teem o commaercio e a industrial da Al- nel 4f Hacado Ia #w o poj o14 j& a
bania nas suas mLos ; o sentmntom de nacio- sea dueto ol aCor9nel ddo"Wtoi efat n-s,0
nalidadc foi dospertado entire elles pela ulti- etro disueti.' a arecn,.U trlar nou-.
ma guerra. de maneira qu e havemos de ver dstcto do rein.
phenomenon inesporado-a populace que os a Quanto d. esta ultima part nada lhes pos-
gregos reclamam como pertencendo-lhes, le- o alhrwmar eno eow a iesr resft.e, sPM
10 ~~sipinventa mvito. a ,,o;M te; d~dq,,4ptante
vantarem-se contra aquelles qie se intitulam se .in u.a .o ddq4tante
que fa'llar. .mlo$ tstps, M 8t40 valen-
libertadorns e qu e elis consideram como in que fallar.o0 amosose uim "iajo.uovalen-
Les e briosus, ambos so julgam insultados,
vusores.j9
Sera at una nova sorpreza para a Europa, naturalissimo 6 que arnhs elkea csojam de
a quemn o congress de Berlim ja reservou al- acuordo n ul'tm" poio, que 6 o de liqudarem os
uma, seus aggravos no camrpo da hinra. Como ter-
PORTUGAL mwinard a questao, naio 6 facil de prefer toda-
SEmn 21 de dezembro escreve nosso cor- via, pata que der e vier,
respondeante de Liab6a : a Alliara-se que o tratadp de Lourengo
Ante-hontem, pela mala do Valparaizo Marques, co-u a InJglaterra, fi id knodificado,
escrcvi. Como complement as amplas noti- graas as ounfaoencias havidas entire o minis-
cias que lhas dAva sobme a omissao do era- tro dos negocios estrangeiros (quo 6 o Sr.
prestimno, cumrpre-mne accrescentar que o re- Braarcamp, president do conselho) e o ema-
sultado apurado atd hontem foi o seguinte: baixador ngleaea Morier. A Grl-Bietanha
SErn Portugal cedou tes.aeno nesti qpestfo, para nro perder
Thesouro 5,678; 194C!00 tudh); entsetamto ella sabe espemrar e o iecupo-
S No Banco de Portugal 10,935 630$0 0 rar- quando ibe aproavper, pois a dowinago
o No cofre central do Porto S10: ,00$000 exclusive na Africa 6 o seu soao dourado. A
No Banco Allianca 3,183:020NdJOO diplomacia ingleza tambem sabe recuar para
Em Braga 4A,46o000O melhor depois avancar. E' o caso do Danaos
a Emr Viatnna .21):6$000 timneo tiam dona ferentes.
SEm Coimbra n:a160$.00 (( Osjardins Foebel oujardi- da infan-
b W-. cia estao na ordoem do die. 0 govorno faz pot-
a Somma 20,259:450$000 tarias que parecem idylhos e iuylliois quopa-.
a Na Belgica 2,880:0000)000 recema potarias. Nuuma dellas, siahida hon-
a Ema Paris 1(1i5.0..000 tenm o Ditario, dizia-se para junta geral do
SFaltndo a aurato ac provicas distrioto do Purto que era optU o lazer co6k
de Ftanado o apuram to na provicas que esa insttuigao fosse alli crreada para a
de Frincit.
Etn Londire., di UnWegga ma da ageA eiaCoago dos fumtdios jardinrieiros da infowki- e
cia Financial que a somar alU otfferecida, que o thesoqro subsidiaria us iistigoa quii
1iFan:0QQ00i, fqrl aplameunte cobirca, sem iesse sentido se foi-massem.
Odesiguar a r4Ei-mp ie. 1. a Estes jarditneiros da infancia t Wwm ua no-
de~igar a im~pqrtltkA.9*tad ..
a A' vista de taQ8 algarihaos, quo sLo na de.
verdade elaq4eatp.4o ,cprpQIs o so s a Parece-me que a idda fuadaeantal do .ss-
portuguezeg, do future do paiz, a ai desani- Leqa F roehel, e quo os manino4, aites da ida-
memos so porquc o Tne encerioe um artige de de esoola, sejamR coao que uam )audneiras,.
fazendo-nos reoordar a prqposito de fiaannas semeando, planeando, regandr as suas flares,
as da Turquia ou do Egypto. occupandu-3e de tecer castinhoa e outras bu-
a A exposigAo que as caas omissoras flze- gigangas accessiveis 6 sua tenra idade, etc., e
ram publicar nos jornaeos do today a Europa, e tludu isto confirme A solpnrapedagogica que a
que lIhes transcrevi na mMinha de hontem, a baroneza de Moirentholz popularisou em-ftaan-
express'o da verdade eni quasi todas as suas cez pur lodo o munda.
assorcOes. So ormn effeito se temrn abusado do a 0 qua nun6A l vi 6 que a eelebre peaiago-
credito, n~o manos certo que o paiz encoa- gista se lembrasfe deo cear jardineiros... da
tra nos capitaes indigeuas e forasteires tes- infancia, was aim que a Infancia fizsse de
temunhos irrecusaveis de conflanua todas as jardineira.
vezes qua se trata de ura emissao de titulos c Eatretanto a boa vontade e a ploevato do
portuguezes. e aptzar de o ter feito tantas e pensamento de governor, apezar doste lapse, 6
repetidas -vezes, manifesto, e os municipios de Lisboa e Porto
( Consta, oomo cousa politics, quo agover- estio rivalisando a qual bade em competencia
no, depois de ter ouvido o procurador geral fazor nais e melhor neste sentido.
da corda e o supreme conselhoi (ilitar sabre Tambeam antes de hontem se recommen-
o decreto qua mandoua suspeader as effeitos dou ao conselho da universidadee sos de to-
da reforms de varies coroneis em generals de tas as esoslas superiores depen4entes do mi-
divisbo, vai restabelecer as disposigOes docre- nisteroi do reino, a saber : escola medioo-ci-
tadas polo Sr. Abru e Souza, ex-ministro rurgicas de Lisboa e Porto, academia polyto-
da guerra, devendo apparecer o tal decreto, chinioa d. Port- e escola pouyteelnica de Lis-
cuja execuco foi suspensa na proxima ordem boa, que tento em vista os trabalhos de refor-
do exercito. Parice que o apao, dizem, ma-gio p opostos em virtudedeura portaria
que se interests para que a qos uestao dos co- de 1866, cgncebida no mesmo sentido, e atten-
roneis seja resolvida em sentido favoravel dendo a inconveniencia e disperdicio que ha
para ell-s. Sendo assim, nao se explica bemrn a duplicaao de cadeiras identicas eaos pro-
como o Sr. Abru eo Souza cahio a pretext gressos da sciencia, hajam de enviar suas con-
dauelle decre sultas ao governor para servirem do elementos
daquelle decreto.I
c Houve ha dias urn conflict na universi- a reormaqbo do ensino superior.
dade de Coimbra. E' o caso'que assistindo os ( Fico hoje por aqui.
estudantes a umn espectaculo de funambulos, ... .
faziam immense troca corn aquella expansRo ____________
bulieosa tio propria desa idade descuidada. RPYlV TA DIAB1l
AXo espectaculo assistia impassively o governa- ll l
dor civil Pereira Pinto ; senao quando, urnm .... ..
estudante bate as palmas de um camarote e Ponte da Torre. Em 4 do corrente, a,
comeca a recitar uns versos burlescos. 0 go- presidencia (fa prnvincia expedio a seguinte
vernador civil sobe l acuina e serm mais tirte portaria, contend as hazes do contrato para
nem guarte deita a mao ao estudante e da- construcqgo daquella ponte :
ite a voz de preso. Foi quanto bastou para x Seccao 5.'-Palacio da presidencia de Per-
toda aquella turba de capa e batina se incon- nambauco, 4 de'janeiro de 1881. -0 president
diar comino se lhe. tivesse pegado o fogo, e da provincia tendo aem vista as duas propos-
rodear tumultuosamente o magistrado admi- tas apresentadas em 20 de dezembro proximo
nistrativo para qie soltasse o condiscipulo; passadclo, em virtue do edital de 1I de no.
mas este, aproveitando-se da barburdia,pernas vembro anterior, para construcqaoda ponte
para que te quero, e deu as de Villa Diogo; da Torre, e considerando que a proposta da-
por outro : raspou-se, que nunca mais nin- Justino Josed de Souza Campos, e mais vanta-
guemro vio. 0 governador civil frcou arden- josa do que a de Frederico Colombiano da Sil-
do e o prifmeiro calourro que pdde topar des- va Guimarbes, resolve de accord corn o ex-
garrado, mroat-ura inoffensiva que se ia reti- post pelo engenheiro ajudante da reparticglo
random aos penates em boa ordem,*cantando, das obras publicas, em officio de 30 tambem
muito bam callado, foi o bode expiatorio das de dezembro proximo passado, sob n. 263, que
iras administrativas do governador, que nes- se contrate corn o mesmo Juetino Jose de
to caso nab foi civil, pois o filou immediata- Souza Campos a alludida Qbra, mediate as
mente, mandando logo trancafial-o. seguintes clausulas :
sAn multidbo dos estudantes, assim que sou a 1.' 0 contratante Justino Jose de Souza
be do caso, foi reunir-se em concilio magno Campos, constrmrim urna ponte hti madeira no
no sallo do theatre academic. Ahi e que lugar denominado--Torre, pm SfilStituigio a
foam eilas : as torrentes de rhetoric no es- antiga ponte feita por Andrn de Abreu Porto,
tyllo furibundo das catilinarias, irrompiam para establecer communieagto entire oa po-
vulcanicas, ameacando cedus e terra, preten- voado Torre e estrada da Ponte do Uchoa, co-
dendo devoraraogovernador tyrannopedindo- mo autorisa a lei provincial a. 697, e 1 d'e ju-
Ihe a cabeca para guisar corn os tropos e fi nho de 1866.
guras suculentas daquella oratoria fluente a 2.a A ponte sera. executada de conformi-
dos vmnte annos. dade corn o project organisado em 3"de no-
a Nomeou-sec alli urna cbmmussbo de sete vembro ultimo, pela repartiqatO das obras pu-
membr.os para ir exigir a soltura do calouro ; blicas e apreseptado 6. presidencia da provia-
e l desandou tudo. uns ouatrocentos acade- cia em 11 do mesmo mez;


micos ; invito domino para o palacio do gover- (( 3.a A construcaglo e aeonservaglo da ponte
nador, silenciosos, solemnes, corn as suas serA feita sob a immediate fiscalisagao dCa re-
vestes talares magestosamente tracadas nes- particao das obras publicas. nas mesmas con-
sa demonstracao heroi-comica de rapazes se- dicoes das obras publicas, sujeito o contta-
mi-sednios. tante As mesmas obrigacSos dos empreiteiros.
. 0 governador mandou declarar i rapa- a 4. 0 contratante indemnisara ao ateqial
ziada que nao recebia a commisslo emquan- proprietario dos muros de encosto da an tt,
to naio destrocasse aquolla m6 de gentle. Os ponte e que existem; correndo por sua conta
commissariados vieram a baixo, persuadiram qualquer despeza quo haja, e flcando os mes-
os colleges a que se debandassem e asaim mos muros fazendoparte do c'ontrato da nova
se fez. Enteo os sete foram recebidos pelo ponte.
governador e Ihes foi declarado que nao po- a 5.a As obras comegario no prazo de 2 me-
dia soltar o rapaz, pois s6 o poder judicial zes e flcario concluidas-no de 10 mezes, pa-
tinha attribuicoes para o fazer. Estes leva- gando o contratante a multa deo00por me:
ram a nova daquelle mallogro, e celebrou-se oua fraoeo de mez de demora quo haja~em
outra reuniaoe magnano theatre academic. Ja iqualquir dos casos, cntando-se as prazos a.
a este tempo se tinha postoemn campotodaa data da assignatura do contmato.
tropa da guarnicao de Coimbra eom ordem a6.# Nko tendotidocomjeo us obrasdetAro
de fazer eviaouar (sam troeasdilho) a retudan- del mi efltMt4der-Be-kft ^ue o cantrataute
tada, do sallo do theatre. ra, Orl& s -quetoem reomt iado ao eolntrat-:
estavam alli em suta ca, nMio eativeram i pO- v 7. Se as obras alo.ficarem contluidam %0
lOs autos, e resolvertam fazer como 0 seea"- 'pra- o de, I mzes, coatidftse-ha oadeso o
dares romanos quando os gallos invadiram contrato ereverteri paer a provinia, mos In-


A


-s,-- \


LI


.p, ou seu represeaotante.. em S
t a o costume turco, e official d 2 1 i An I'll' M S tropa d Lo.
Ctao ivil, jul t admihistradcor dos funfidosi ,1 __ trap d- --
desa esolas, at6 cobra e repsrte os impos- Entrtu o.0u fu,1..to porque o
too.' dolisfoft g apacor*Eeoloaedos quo .4
D'qui resultou queos valachos de religilo mittem fliana e aos aewm Us o qam
graogas se acharam completamente odutre mlttem f dai a, e a dlomp taso-
s a. clero grM MMo giutoa e a ir dm
oim dizer, f i rbc tifest. as.
rer; o clot*ignatem*r0alnl
dia da valid w ta^^ os.t I: to 4B redn.
rtrtilha das klhM9sinha *tut:I5os d? abrios
aores, ou peldwaeMW norwanva oT.S Oc-omocis ,, a re-
os tutores.- hm esco doe
0 valacho nf< iau z' wsapsr me el g re P i r iovella
orque este Ma 41- d Ii-c af i* ra b I'VP Pei rn-dor
para fazer eMztjW m ; p. ~~I am i ms
te clero, ou U0 .preta r, p0 *SrW1%
que o clero inferior, que e valacho, ter-.e-hia Est episodio, qu; pe.. or.gina *lickd no
.. .nt ari L-msne episoaio, quaope s inana
voluntariamente eximido a stia domina~o, prima, tern servido do posto i ociosidade do
so 1lb4ti U t i4to possivel. aproveitou si S'-jornalismo.
tese* ratigo eocivil qua lhe foi creada pa- A A. Oosiro diz-ndo cobras, Ia..ato
ran hellenisar as populaces das qua s esta- ", "".'
er r .cesuItarai presSes ?a so prep a. Ntp rm acade-
foroes sbri as pepilaoes valaehas, qua se --e .... r- em-" p rno .
-mill, uure"'a.. t 1",e. erno pair
revoltwmfi 4i 6a1 nmisno, e urn odiO pro. atNd, 80. e. pquel-
fnd do valchosa edos albao contra funconarto cruel, As folnas m nte-
tdoqnetem o noe grego, e cntra a G- e riaesmettende o. caso a bll, c3ntando
iz.. anedoetas a proposito, fazendo daqpillo mo-
0 c'ero grego fez diligencias por impor tivo para boas pilhenrias coimbri o di-
sua limugua; os ivros btgaroserounfmaos fo- zendo as .884antes qu pars a otray vez
ram qnstmado.. 0 anathema .foi mesmo la. nao tornem a dar errors em material .
c-tdo coitUa aqualls, qu en taram eserever pr.c..so,c O ... s...
emulingwa que nao fosso grega. A instrue- manifesto, prqmxo respectvo a tme nIo.
eta foi .nmistrada em greg... manifesto, parque respective e lenoe n no
ipaa^ g-*% a-- p 5m,,spabc o.m
Graqss a esto procedimento, numerosas em- annoy tumee favas pretas e alguns R R, quo
dide.ao aldois, so tornaram, nestes dous at-do todos eom rauhAe uploa ,x",a
tios seculos, gregas na apparencia. do e contas.
Tenatou-se eatabelocer algumrnas eseolas rou- toa..
manes, mas o- prolado empregavt today a sun Q k,,19o,,,s ...... ,,,.__ ,,h_
influescia parm impedir a sua prosperidade. a-- wm. paw. as CaDS 0sp,,
Sate.ameacava coa a excomaunho. e quan asenra O, e centre general
do nenhbuta destas aineacas prodzia efftito ,..., Cua u "e Ouro, gta rdsb,aer
o prelato recorria A 1tatorcldade turca, a qual paee, d cooulan nteGabgurdas It4ucl-
apresentava essays tentativas como outras e 0 0
... .... .. nconitrando-se estes oous offfies superigres
tantas ameacas contra a autnoridade do suatta Encotranadoe estetdsoftalia.essupenioes
e as palavras dos bispos sao sagradas uara ..a"rquoUfr ad m re6va-
os funccionarios mussuhnanos. "rta-u a .* s 'c*, lpree qa a T
,r peito do ter side peso em Carmpelide, ha.te,4-
Esses koutzovalachos mais ou menos grevi- p..odete ,. op" o em p _tA,
sados (mauitos resistiram) elovamrn-se a 90 poPorsollados da guarda municipal, a
rail~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~~ia dl... a'tsaz~n--s, r o rag.Oll,, W wgsij ajtilAQg~e~j
mil. Alguae vialantes dizemn que sao c-in ,ue.alli v o sll, e ed acnPeqe
mitlhies e duzantos mil e um roumano, Sr.. ..ie .......e -r i-,..-e e .. c seque n Baleshesco qui percorreu o paiz, chegu a a urea tercavoentre el;e e queltas prawns.
Baleshesce que porcorron a paiz, clieou. 0 certo 6. que depois da palavia mente pee..
contar dous nmilhoes e quinheatos mnil. f.erida parumos dous offices speiores aP
Mas anacionaidadedoautorlevou-o pro- queret urn dees eu ua fetada no
vavelmente a exagerar as algarismos. e u.a
Come quer que seja este milhbode diao ed PaoLtW. oaJredtd tea sbO St* J ubater
roamanan.uaestAnnitnard de ndia rontra o no sa .oc i^olta1-sfl.Wi laUgqte O CASA







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F.


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Sm o -4k ", r-
t .,lwefr d" qaf" lU|^M. i ft'tra
4,virta po &P -.I,lik411IIB dets bar-
rireas, qato t a animnav es vaboes.
SIL.* 0 -prazo do priilegio, de quo trata
este artigo, sera coutado da' dt.a em quoos
*anta fOsrh4ebtda pelta repartt.cao das obras
* ,pubiicia.
12 .I.-Jo caso do sobrevir alguma grade
eheia. dtlnte o prazb do contrato e qie pre-
duza o deamoronamoato da ponte, polo qe0 o
contratante seja obrigado a reconstruceQ da
mesms, cqneeder-se-lhe-ha um prazo addicio-
nal de o ume annos no maximno, caso \inico do
forga iaipor, qup seri, attendido e nas coqdi-
coes acima escipuladas.
a 13.' 0 contrattante poJerT cobrar pedagiq
desde qua tenha feito um passadigo quosir.
va para o transit provisorio.
a 14.4 Terainado o prazo do privilegio, fi-
cama a sobredita ponte pertencendo ao Cover-
no, a quem o contratante ou sous sucoessoras
a entreagaro am perf-.ito estado de oconserva-
ci.o.
t 15.- Ficam isentos do pagamento do pe-
dagio os3 emainpregados e trabalhadores e.vehi-
culos da repartigio das obyas publicas. quan-
do pass.afrem ema serviqo public.
a 16.a 0 contratanto renuncia as csos for-
taitns e de forqa maior, coin cxaepc.& da 12'
conlicibo acima 'itai.
c 1"7-, 0 coatratant3 prestara tianqa ido-
flea.
18'a S6 coin autorisa-ao ,Io govcrno pode-
ra o contratante trantsfetiir a terceiro o pre-
seuts contrato.-Franklii A4ia:rco de Menezes
Doria. )
Assasslnato.-Hontem. cerc.i do 5 horas
da mania, no ireial do Hi.j-picio, emn frdnte
ao qutart-l do 11 batalhlao d e iufantaria, de-
pois do prrolon-a.lo samba, ein qua tomaramin
part varies pracas de linha, atuazias de sol-
dados, e diversos individuos, travou-se lutt
centre o solilado Antonio Carneiro de Sant'An-
na e o clarim Jainuario Pastor do Jesus, amn-
bos da companlhlia doe cavallaria, por causa
de urna inulhar do mi. vida, q-;e alli reside,
lut:. quet termninou pJ.o nrassinato deste por
aqucllo, e fuga-do assis.-ino.
Essis duas pracas. dlepois de torerm respon-
drio no seu qua:irtl ai rvi-t;. do 1. horas da
noite, ev:ilirnalin-s, seOguudo su-verificou hon-
tirn pela mania, sailt;ando o iluro do quartel
que dolta para os cas.brcs da r tA de Ju-'o do
It.'_,2o.
Entradas de assucar.-A nossa praea
recabeu, por mar e terra, no mcz de dezem-
bro :
IJ n i*


lDo 1 1u
De 1417
DT 187 3
D^ 1580
D.' l~rDT
D'. I>AtSO
A eutrada annual
1 .i74



1.8S7
No ultimo anno a
gulara.m asSima:
J't;iiiro
F-v.iireir')

A'JIii
J-ii->
A.o sto
(e it.nbro
Ottnbro
Novem bo
Dezembro
Eatradas do nlgr
recebeu, por mar e tar


221.568
211.4.SU
31 1 08.)
418.650
fji a ze-uinte:
1 .:3.3 213 saccos



1.213.585 '


277.232 saccos
233 2JS a
20).52.5
163.492 ,
108.593
53590 >
25.354
6 A95
21 :308
12J.).750
308.236 a
418.G50 a
dito.-A nossa praca
ra, no mez do dezem


oro :
Da 197 14.965 saccas
Lid 1877 4.442
Da 1878 4.431 D
D I879 7.60 8
D 18,0 11.416 ,,
A -ntrada annual foi a seguinto :
114t !.909 saccas
lo35 15&.5FAI ,
18isd 114.-821 3
1S-17 88.348 A
1178 32.48:5
1S19 33.702
18)0 O0.535 M
No ultimo &aoo as entradas mensaus re
gulara:n assim :
Janeiro 1.378 saccas
Fe;veroiro 8 889
KTirco 8 006 ,,
Ab!il 8.031 a
Ma-o 6.161w
J ua ho 2.7;3 1
Ju-ho 1 724 a
Agostq 1.315 a
Sernb)ro 3 n'32
Oituhro 5.357 7
Noveinbro 5.880
DIzenbro 1.416
Falleemimtntos. Hontem pela manh
lalleceu. na freguezia dlos Atogados, ond
residia, o tenence-coronel Antonio r uncalve
Pereira Limna, proprietario abastado.
raiubem honten t;llecent, na freguezi
da Boa. VistRa, o tetbnts-coron,-l Antonio Car
neiro Machadob HRios, adminini.trador apsaenta
do do consulado provincial,. home maio
de 65 alnos. qus seamo te Atl1ifou nas fileira
do partido conservador, obtupando cargos d
nimneacao do governor e do efeicio 1ilar.
Damnos em segti'da as inft co no
fora:n ministramidas polo Sr.-I f %A.,- Al
meida Cunhia. quo obse'('nor
foranecu, as'tdndo extlyhe i4*'qu' te
em confieccto, s"b o titulo :-Represeitladnte$d
Prorincia 'dtie Pernumhwo:
(c Arit'.,nio Camrneira Machado Rios foi 6 15
supplcnto nA 3a legioutara do consellio ge
ral, 1.44. Fai eleit. daejptndo proincial n
P3, .31,6". e a8 leg-islaturAs. Supplent
inm:s votado ina 2' le-islatarni, passou a dt
putado etfectiv logo no comeco da Ia sessi
(18,33) la vaga que houve poo falleciment
do dosembargalor Luiz Francisco de Paul
Cavaleante do Albuaquerqne.
H RLpresentou, portanto, esta province
nos anuos de 183-4 a 1843 e de 1816 &'1851. ,
Luta e ferfmenles.-Nz% noite de 4 d
corrente dera'--se na fraguezia dos Afogado
factors. quo nosao assign communicados:
v In lo alguss moradores los A foados fa
zer uw:a pescarla no povoado Remedios, c
moradorus dasta localidade oppozeram-se
pesciria, dando lugpr a urna luta, que ter
minou pmr terin as pe-issons dos Afogado
voltado A seus lares, indo nm segui.la pro
curar ao subdelegado do 1 district, que
em vcz de procrara acalmar os anitmos, reu
nio diversts posmeons, e travou iuta, da quta
resultou diversos ferimentos. ))


.7 "-."
'


I
4olaM*~f; ^Ja
1~iwu .sabis,


"~a dii itosieog'
4e6 a Opio e ok ies 'T" .wtda no 140mo
^hospital no dia,:.
_, quF1 no ia"- Pel, PaDr. MlMuliae :
bw~kic.I t prvin uinI4wie.rOilho do Cancro do labio iaferior-Choiloplastia.
.gi., Sr. ,aybo do.N1mWth.,e p& da Para- wdwAre l a to..*.Motaento dos pro
l.ba fi.Uo 4o SXa. S-r. YmQnd do. Livra- so no dia 4 do corrnte :
pIotp tcnu4Qo onsaegido iUdiw. au utarida- Existiam press 400, entroram 8, sahiram .
des 9Iolui4t diuas prefiunia, sIqui ckagot -6, Xjtej, 408, & iaber: naiopses 350, mu. -
bordo do vapor Per jianopf,,deqpoi doe apode- .lherees 12, eatra.Ioiroo 15, esmso a 31.,-To-
rar-e,, por em.rOranimo, de 205000 do Sr. Dr. tal 408.
Erngsto Freire, a vai diariamoeate arranjando Arragoados 340, sendo :- .Bon WSa 25, doen-
cobres, ora como flilho do Viacoude de Tres tea 15.
Rios. e Wa como recomendado dess meosmo Movimeneto da enfermaria:
titular. Teve baixa :
Qcolinmneiiamlol-o as autoridades poli- Rogerio odrigues da Silva.

*oipal. vp4$ma virmaaG,~ xlf l
modo: melXs8a, 11 aivas; :bqutihJ5< itis nJC ii; a J
lazite de oliueias, 7 ditm; coa.Tvas,. 1 ita; ____ _......_ _
cognac, 36 .itas: champagne, 3 ditas; aoerve I.
ja. I Iarrac,. daces, 5 cixai; ezrvihas, 4 di- .p U lC.P PAQ..W.'a. )
tas ; Licoras. 8 .mitas; m aatemi, 15 ditas; A direcGo ado empeza HaRves vio-wbhs diq
warnas i4aliasas. 23!ihae; sardiahba,,1 di-
tas; Yarmnouth, 45 ditao; viaho, 781 &itas: [orGada a maalarprocQder jtu.4aJwmqeL0en-
62 barria, a 70 piipas; zarque, 203,.13i ki- tra J.,s6 B. 6set, son exa-seile nuetartdide.
Para o sul do. imperio.--Com 8 roeebi- Ese inl.vi ftando as seu$ in yes-
dos ein nosso porto, o vapor francez Senedl triLLoS deveees de prepostov ,v,. ia o do,
conduzio 181 pussageiros. pornflaoA a coin que roi ho 4o, destaleaoou a
CG0 paniaula Brasilelra.-O vapor Pard,
aiaa INageneri' aseu car a m qua ntia su.
dessa compunhia, quo devia tar partido do axa aenci seu cargo e quanla su
Rio de Janeiro, para os portos do norte do permor it cimcoa.mtls ade o i.
imperio, no diMi30 do dozembro, so d'alli sa- E' clara que a dirercAo nAo polls dEixar
Iho a 3 do corronate, segundo telezraiuama par- impune aco tia reprt vado, nba e6 por amor
ticular.
Senegal. Ease vapor franccz recebeu ..s respeitaveic interesses qua reprqsenta,
hontr.in cin nosso port, coain detino no do mws porque a ispurudade ea tal caso seria
Buienos-Ayres. 500I.' barricas corn as.s-ucar.
Colleglo da Eslancia -Para esse esta- uw funeSLO ,,Nm1,1l e um precedeato centra-
lIelecimucuto de eduac..o do ineninu, nests ri no morilidie Ja eaipreza. 0 SL.u procedi-
eidlade. vicraim hontem do Franca. no vapor ,mwnto f i, enLret:.nto, consiarado em dema-
S'ene;al, 3 irmAs do caridade. ,
Santa Casa de Misericordlit do Ieci- 0i a'uroso ?or pssoas de b~a f1, e, sem :u-
fe-Nao pai.a'iJo lioje, por er dia sautitiLca- v.da, p',uco :nLruias Aco:ca da gravidade da
do, real:sar-s. a esmsao sernanail ila junta ad- faa co'nm;.Ldi lap r ,quelte emrpregado ind.
intni.trativa dcssa corpjracaj, taea trausfenri-
,!a p!mr amiinnhi'. II 'uve a. 'tI.- 1 1i .i.' :baisse a accAo, contra
Cas:as para barreiras-A reparticao ,I tSL1 propQsLa, a vontade do actual gerente
obra8 publicas provinciaus, atd 31 do corren
to, rchb.2 propustas para a cinstrucoao de a r..spe to de s(u anteacussor, como se razoa.
cis:isld bilaarreira-s, nos lugarus : S. Joao dos vel e hon-sr.,men',e e devesse pio'ursr a ex-
Poinh.s, na estrala de Gravata ; junto a, pon- pilcat o de um act.) *'e jjus'iga em ouLr mouti-
tc de Carsauim, na estrada da 1Eeatla: junto a -
pon;e sobru o rio Una. no porto do Gravata; v que r ao acui.a, al:as expressamente con
ean tfrunte ao ngdnho Catuamna, na cstrada do fessa a, d.q'iello contra ,u-iu fAi inten'.ado
Bonuuito; junto 1 pont, de Pao Sangue ; junto A itec,'.,, lamentanio que tLao mal compre-
ia pmnte Duas Barras. no rio Amargyv, na
Petdr:a do Bacalbhio. no enr:nho Barbaiho e hen.J.1L, ).so pr e.s::s honradas pessoas a
confironto ao engdnho Guararapes, na eatrada coinducta que teve, a as circumnstancias Ihe
de Muribeca. inpozerau ; cuitiro, todavia, um ever, de-
O. contratantei, para pagamniento as obra.i. u o, -
perc.berrio o respoctivo pddagio dcntro do clarundo que o seu actual gentle o Sr. Euge-
praso de Lres annos, nao interromnpidos, a con- .1o Chalinoe, foi mero executor do ordens su-
tar -la die em que come-arem as obras. periores eni rudoquanta perant) ojiizo cow-
Areial do Iulopic -. A camnara minunic peee foi r.qid conra o6 Brset.
pal Jo R,'cfe. a bem da moralidade e da tran- petete o rqerdo contra Jos Brt.
quilli lade publicas., dcve mnandar arrazar an Qu'nl o A emprezi. o seu proceder estAi ple-
p:alloets exi-tntents nesse local, da freguezia namente just ifc.id3 pela con.temnnsbo, em quo
da Boa-Vista, para evitar os repetidosdistunr- dio Bret incmrreu pmr semtenca do mere-
bios (ue alli s dao. e fazer desapparecer ease suio j. d c nu io estsapt, -
'6cO lIe ladroes,o zpsalfitores. tissimo juz do comwercio desta capital, sen-
Itua MarcItlo Dias Recomninendamos, tenci de que o r6) interp)z app llaglo, a qual,
,os Srs.tiscaes das freguezias de Santo Anto- entretanto, nAo fez subir A instancia superior
nio a S. Jos,. urn passeio por essa rua, afim e
de verificarem por si imesmos o luatimrnoso es- dentro do pr;zo legal, indicando por lal modo
tado em que se acha o calcamento corn grave conformar-se c'.n<-o jilIgadu, em qua a sua
incommnruodo public. depred o o jusamene reconhecida.
Pntor dIe Irn'agens Pdiem-nos para depredao lo justamete reonhecida.
recommendar ao public uma visit sa igreja .Pernambu-1, 4 do jan~iro de 1881.
da Madro de Deus, afim de examiner a ima- Pela agencia Havas,
grem do Senhor Born-Jesus das Portas, quo E. Chaline.
acaiba de ser envarnada pelo habil e intelli-
gente artista Antonio Ferreira Guedes, tra- --
Sbalho que muito honra o executor. Na carteira
Estrada de Joao de Barros Pedem- OL[NDA, 6 DE JANEIRO
nos o seguinte: LeitoleC e leitoras.
No dia I do corrente sera hasteada a
bandeira da feasta da excelsa Virgem da Con- Dei-vos, pela fesia, um presente-as
ceiciio. que se vaicelbebrar na capeiladesta in- minhas primeiras notas; outro-as se-
vocae-ao, site neosa loealidale. gundas, pelos boas annos; e hoje pelos
a sora conduzida, da case da juiza para a reis trago-Vos oat4M meihor.
igreja. por mneninau. unifurmemente vestidas s e .i.
de branco, levando facha6 e capallas, e acorn ) sacco, rem chejO,
panhadas por crescido numero do senhoras, Dispens qua, durante o trajecto. caatarbo, ao som da O-VOS Iicenca para despejar.
ouusica. versos analogas.. COlSeo.
a Ao chegar a igreja, as 6 horas da tarde, o.
sern benzida solemnemente, e immuediatamin- AoCIOso espeei o sareo, Como esperou-
te alcada. se nos boss lempos de ontr'ort a vinda
a- in seguida tor, lugar a primeira nov,- do Messias, depots a volta d'el-rei D. Se-
ne. ovendo a feata seo celebrada a 23. bastiao, e, ultimamenie a primoeira chegada
eAs novenas serbo acompanhadae a or-
Cihestra, sob a di.oebo do Sr. Jose Miguel. do nosso rei Pedriinho.
Os versoa, cuja musical e nova, de composi- EU sonhava corn 0 meu Et-Dorado-d
gbo do eausmo seinhor, e de do difficil, porem mesa, e lembrava-fte de uue-nova" Ro-


gradavel execueo, aerfio cantados por rozes, meru-, iria star horas e horas junto da
quo deixario plenamente.satisfeitos as oan- miria Jalieta,-a sympathica Iager-bedr-
currentos. ,, minha Julieta,-a sympfl age -be-
currnte. )) ^ M *K gratis. Oh Cotio, ao lado diella en nio
Pagadorla defazenda-Nesta reparticbo ratis. Oh! coo, ao lads dela
pagarm-se ainnhtaii as seguintes fhns : canitaria satisfelto,
Ctlto pu'bli-o, oficiaes reformados e refi-
b.us do et p l ,oprag (Vas do arsenal de gair- ( Nestas horas rapidlas
ra. ditos da estrada de ferro. Qua a teu ado so
SLeilO A. :abbadbo realisa se o seguint. ao :so
Pel ogewie Pinto, is 11 horas, no caes de adla vez me fapo
Apollo n. 63, do 52 barricas coin farinhlia de Mais escuavo teou I
a trigo avanada.
Trca-feira deve realisar-se o seguinte: Arital chega a occasigo, e eu prepara-
Pl o adenfe ourIamaqai, i 11 horus, na ruaa la e
_" do In~e tador n. 49, do diversos predios e tdr-1 do, corn a barriga, vasi:... e a>.V a scca, e


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Crivado de facadas.-Refere a part po-
liciai qae oaere- s w'I horas da noite do 25 de
dezem.bro ultimo, 'e uno engenho Espirito-Santo
do dhstricto da Cruz da Matta, e termnio d.
Agua-Preta, Miguel dos Anjos., alli morador,
tenado t-ito em sa cama uruc divertimento, pa-
ra este convilcu ai various amigos, entire os
quaes tim d nomeJosd Serktm.
Ja ostando) Mig'el dos .-njos esfqwtead) pela
eanns, pe.lio i Soraflm quo 1-ho amprestasse
uma raci, e armnado con ella sahie, dizendo
qua ia feter ifLt ilcsgrBael.
Corn elffito, fti atopitar-se cornm Joao Gan-
lalveA da ilfv. e travanato luTa corna elle,. dou-
Ihe algamaas Facadns, depois do qua outro fac-
cinora par note Jsvabtio Bispo Machado,
acabou 9e tArmaidar J06o6gw tmr. civando-o
44 fierifiaoc
,Jei eu'.lve ofalbceu no dia 26 ; e dos
<|^f~t<* fla w~nra-iJuvumasioiiapo.
-?4 ug*Saba+*4* W.*
lV* td Gonn'me ria com' Ir<6 PBIf VSNir*.
Joes (,rris da Mira.
AdL4*# -,,I d.9


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encaaernado na fatota, fago-me de via-
gem para o lugar do rendez vous.
. a im qmvm H q os areas e-flmrece V
annuncli que Feri cbulosa a noite, e, mo-
mentos dOis, oeti ftz-'se de menilo
df. peito, e, chud li vai agua.
Eu gosto da Cousa, edigo com os metis
bot6es: muita chuva, pouca gene, major
nesa e mwais cerve}a.
O tempo,-L-qae engragado- 1 continba
a brincar entrudo, e eu chego. Deo gra-
Hias.
No ha screno. A chuva disse-lhe-,--
favele linguis, e eHe, pobre rapaz I nia
teve Ontro remedio senao fiaar em casa.
Nao gostou do cacete, peoi qual nle es-
perava, e trisle, e Ia o triste, ( corno a ro-
la afflict n eil-o na oama mudo e
qaedo o.
Os aguaceiros foramr urn mand quenos
livrou de boa : as Lhesouras vinham na-
vallhas.
A casa exteriormente illuminada a gaiz,
esti de aspect agradavel, e cheira a ca-
nella, o extracto de que usam as fesias.
(E digamn que ellas eao sao tambem vai-
dosas 1)


ella. Esta Sai'
0*'>>^
A006 In e^~ iWISj Alyemb Co-
ragem de 't er"la "ias.
Assim, rapimes: as novidades sempre
SIO I a uam. a s.


de @ aN.am no luxo. ,Ha de Le' :L odas
&IkkMat elao represeetadas.
( a-rpsto fbio.
.h f~ ius m podia appare-
~fhf-iBafw; -w gftdas seriam reco-
,hefts *pieswr, -e.as outras trveram
ne4oja rerueam fto.
TdWIP shmpaf desejando.ser a tlor
d gu en.talIdo 1 Foram tanlos os pe-
didos e tantos os nierecimenrLs que Wo
sei' oquie fa~a I
NaP I... Desta vet proclaknar sa rai-
nba i provocar wua revoluao. En dei-
xo a gloria disto aos valerties, porque
quero muito ben ao aeu pescooo.
E para que eo tempo nenhum se diga
que eu fui cabeca de motim, Id vai o meu
manifesto:
Senhoras: Parao berm e contentamento
de todos, declaro quae a soiree nao poude
ser uria monarchia; foi urna republican e
urma republican democratLica, k6 preciso ex-
plicar porque ellas nio comprehendeua isto)
da qual v6s todas fostes os chefes: cada
urna de vbs foi a la reine di( bul..,
Agora, aqui para nbo, mancebos: aposto
em como qualquer d'ellas est! a rmorde,
os b)eios.

Porque ja uma vez fallei nas gragas,i
0 leiLr quer saber se ellas comparece-
ram.
Sim.
Senti-me satisfoito por isLo. Dancei
corn ellas, e se el as me perguntassem o
segri-edo, eu teria dito quem sou.
A a rosa no seio D -stevo, como na pri-
meira soir6e, semn joias ; mas a sua toilct-
te, simples como a outra, era toda branca.
A floor que Ihe dora o nome nao exis-
tia; era, poretm, lembrada por tim lago
dle fita ao lado do corago.
Um lago do fita inspirou urma liinda e
mimosa poesia ao nosso honrado Castro
Alves; linda e mimosa-poder-so-hia cha-
mar a crosa no seio o laoo do fila.
^-' *


Na primeira sala, formada a quadrilba,
entire as rmoas chics, vejo uma quo traja
um elegant e bemrn acabado vestido, eor
de palha, i po ;padottr, e trjz ao lado
esquei do um ramalhate de jasmins de cera.
A sua ltez 6 d'esse moreno quo se ap-
proxima ao alvo, as seas cabellos sao cas-
tanbos escuros.
E' median na estatura e tern uam porte
esbesllo.
E' a dama do am cavailhiro do bigode
pr-eo que acab&.de deixar-s6substituir par
outro de bigodemrivo. p
Ella ri se, e deiwnmdo v"r dons fios de
perolas,,o geu sorriso traduz urma satisfa-
%ao idlimna.
a Deopoia... Mas nuaea o trovador mesquidho
Cost os sgredes da gentil doiexUa I ,

Uma coomtellaco. Sao trees irmas mo-
renas, d mesmo twasho, pareidas e
que este&A-sd do mlstmo todo.
Lembromhe'de vel-as qoasi todos os dias
no Tivoli.
Dangam corn enthosiamnwio, e-.4o ga-
lantinhas -oflo saltitarnm I
Sentaa-se; as ,eds.p6s, l io pequenos,
(sao obiaees ai ltoca,no chgo. Razio :
as cawiispe a. .sAO malt o altas.
So o iAT etd as Vlssem, diriam: les
mignofnn's.
E eu achei tanta poesia, que fiquoi clia-
mand3-f t asmnbrtnedibtias.
t


Ali, proximo a eatrada, estLia senlada
umra rmminlha. 1
E' sy=tis/iea, teft4 a cintura fitta, ne-
grou as s b ds, e vetle-se& d braruco con
enfeites azoes.
Scisma.


'( E a ifteiga gtsitiva
Se embebe pensativa-
Em sonhos ideals. D


mas de 02 em vet, os sees bellos olbos
vAo procurar alguem.
Curioso-sento me ao seum lado.
Conversnos : na usea conversago seim-
ples, deica jer as notas de um corwAo
ainda rmilto pouco peccador.
Nao dascubro o alvo dos seus olhares,
mas ocoorre-wae irna ida : digo-tbe en-
tao:
tie : I-
Guard oim segredo ?
Juro.


Sou Elmano.
Ella esiremeceu.
Nao se assuste.
nota.
- Mas, imterrompeu
Amo diraique... ? E
eu fesejava saber.
PromeUto.


Vou fazer-lbe uma

ella, promette que
ella disse-me o que


p, Assim, macsebo, nao we pergunLeis o
Par dentro cdiiicio esti como da ou- sun, ai ; neb, ni me peta-gne s a
tra vez : elegantemte adornado, qaue foi; Interrogai-a qlue, talsvez em se-
Ha msicade recepo. gra, ella vos conte oen sonho.
Os convivas estSio nas salas como sar- Serve-se o ca*.
dinbas em tigella. Por casa da ctova a agua casou a
Os direcLores nio coohecem ,as regras ferret, e por isto foi elle servido tarde.
de proporCio. As salas so adaittem 40 As momas zangadas, e corn ralo, pois
pares, e sb tonm 60 cadeiras ; mas ha 501ba muv o tpno u ,, esta am te. a ,
rapazes c 80 senhoras. fazem se a e"ua, e ym r m p 6a N rese-
Dos corollarios disto, opeior 6 que 30 vm sa acitar, o q a den-lg"ar a que
mooas imui a vter navios. ure maneebo, 'de ocaWs e costelleas, se
Senores directores, elOguem it falia, dirigiu &i oada uia IUai do Iqsia.e
que quero passar-lhes um sabdo. umo"t: V.,kc,. Birve-e, p w OiAde.
A moca qua tai a aum sareo, ato a- mamoms 4evarm.n Uara Ii 'ai-
ton o cobriolmo, oem ametlk os d i 1 .bOdojatdlm do be8 to noen., e
para ao daancar; delde qate am. CWri- eI-o nas "aais .i tWi.tl10 SeusIe o
dam tantas senhoras o ni eoauis 0t se dsse no seMo, pan lo seria am mflil%
igtoal num.ro de v paum, Stio f g* w* s ti
a uma aco de pern.. mif! .*
we 1 all 11 bFil" UL, 'V. .

pu..........
^* M~^ gg y^^i B'~.*.


Qa ao ralhatira ner
> As-t 4,7; l~iU^ q~u.arawoer.
0a racm, pmvocada. p una doi .mo-
Xa,.aal a kia do. atuaram.,aorlsasas
su5 mais fagueiras esperaonas; nem a
OOMQB~~o d a.^ir 1d1-a mtef~O BkIUGfuec
da;..aL.. amra o is1-im da.W dca.o i
E ,ara, honnijaiu Vi W4 pr- .
,A.s.& boras t6Cino& ar q RB O a Per
certo, gxavou to c ,ac.iaA .-&.-,ala-
sas reaword.es. Luoca oesi., t'nmmaaj-
la caWxere, que tantio megtdaSse.
,TJ-na- a.-a e i eressatie- sehora, a
Mocinha disse que dan~axa dms quadri-
lias cor ia .cerlo cavalbeiro, e qSefto
se diver ia Bis coin receio doM ELmaue.
Woave rnuils felizardos. mas o ouno,
certafLeBL cam e.se~o do lapis ido be.
tou ,.manyusnl/as de [fra.
NO ssloa wai'o, o inLe, porqae Leniho
esperanoas dji.a.' um terceiro, vistao como
um sympaksed-vwacebo, capitaJista, a quern
deraua parabans, poxr ter kirado mn pre-
rnio na loteria de Hespaoha, prometeu fa-
ZoT a s.ua custa aum outr o arao.
Fiz esta nola para que elle no seu pro-
jecto nr.o se esquela de mim.
Ainda nao fallei da minhtia predilecka a
gr',.lis. Razdo: porque estou muito sia-
Lido.
Tenlio chorado noite e dia pois que
nunca pensei que a ingrata lizesse o que
fez.
Tive a nobre idea d imrmortalisar o sei
n,,m, leval-u ao. coafins do universo, di-
zenl,, nas minhas nohtas que a cousa Ilte-
Ihor do imuindo er. a crveja gratis; taas,
sabeina qual loi o resailLtao ?
Corre, a famna que faz corn qre voltem
os seus ex-narnorad, s, e os indillerentLes
vonham vel-a e gostem d'ella ; feita a cor-
te, que e.la accita, os typos avanuim e
dosfrucLaln-na em regra, o que concurre
para quo ella leave a breca.
Era ama hora e j. a pobresinha era de-
functa 1
0 que mais me tern doido f6i aquefla
resposta dos servants: nau hia mais c r-
V(-aja.
v-'ja.

A festa do Bom-fiim foi o quecosturnam
ser as festinhas.


No sabbado, A tarde :
l'ouca concurrencia, nenoc aniraoao,
toca a music, sobem dous bales, ha um
foguinho, e mnais nao disse.
Para o domingo, o programma annan-
ciava cousas do arco da velha: waraxi-
Ihas e mais maravilhas.
De facto voltei maravilbado.
0 ze-povinho, 6 amante de taes func-
coes, entretauto houve pouca genre.
A musica, de amadores, transformada
nao sei mesmo em que exibio-se perfi'U-
mentoe.
A gymnastics o danca de corda foram
cousas tio boas que nao vale apenas fallar
n'ellaW.
A chuva interrompia as trabalbos, e
moa's e mroOs corriam a abrigar-se na
igrejinha.
Abi o cambaleio passa d somrw. Os na-
morados nio cambaleavam mais, dor-
miam ja.
0 fogo, por causa do mio tempo, ora
dentro ora fbrada igreja, apanbou urea
forte constipacao. 0 resultado d'isto, fraco
do peito como eite era, ja se sabe qua!
foi.
Os bales. -aovainveno -, em forma
de mamro macho, ddo prego; new a ca-
cele querem fazmr a viagem para o cdo,
pois que sabem que quem alli vai, nao
volta. Os fesleiros tanto os fustigam, quo
elles desesperam a e suicidam-se.
Um partio t(o angado, que oi de cima,
deixando cahir o fogao, quasi encapella
um sujeito- Seria uma encapellagao bemrn
agradavel aquefla de sebo qmnWtee fogo I
,As 9 horas dicta missa est, acabou-se
a brincadefra, e eu vollei corn a barriga
cheia de... massadas.
*
Antes de tonciuW, duas palavras i Co-
rallilo :
Campelo.
Escreveste n'Wma liguagem to elevada
que eu, filho do povo, nao entendi pata-
vina.
Se pretendes razer o que fao, es infeliz,
porque arreoedas.
Co-potmsogrcmuu eqe-~


So procmas obrgar mmiigo, .Se queres
disputar-me a gloria, -pigmeu, como te
dizes e toe mostras, cresce e apparece.
Elmano.

k~ore mu~ctaa


Mlores murchas
A' ELLA....
Sou a fl6r sem perfume em c sol d'nverno...
Uma lousa qu'ete--a... o esqrecimento t..,
A. DE AZEVEDO.
*
As tuas flores, donzella,
JA seam perfumes, sem c6r,
Slo grinalhs d'am poeta.
Qua descieu por teu amor...
SNo elas qu'inda me inspiram
N'essas boras de amarguras
As cancies mais doloridas,
Minhas passadas ventuiras...
* So e!las as companlheiras,
Qoe tenbo na solidbo...
As tuas flmres, donzella,
Quero-as no meu cniaglo...
S8to eltas, sirt, s5o qua alentamr
o 0.eu vago pensamento :
N'ellas vejo a image ltua,
E as teus talsos juramento'...
Saio eUas quoj sbrc o peito
A-lventam o meu anir ;
Sao ellas, sao, as meus louros,
Os lonros de um trorador.
Sao ellas, sit. quto as segredos
Ravelam dos sius tens :
E aquetle beijo ptrimefo
Qsa te d6ra os labios oious--...
Essas flores slo o emblema
IMe uma pordida esperana ;
HIo da urn dia coroar
& apoihbose da vingan,a.
N.mebro do 1889.


Clem wama


Debalde 'bigo ,a fr
Una eA*f de ilmbo ;
a C ae *t wima ftr'
NVa frie: da selidde.

Vivo trfte 6 solitario,
No peowo alegre canlar ;

Viyor eoROM a A euap.
aer a soi-iho.por sudaerlo
ran nua prabta euixuger.
'Silmp6 a risok v 1 Bmnoo,
QuasordM. na uihdAe ;
DiAo cxprimne uin s.2ntimento,
Tlo se exprdnde t oorDMOo,
E' comno nocturnt, vento,
Muiancmdo maWJ*co.
Se urn swi aqui desprende
". R.- __ __ ;
o '.4 .o' e ow e ;
.... Oer, Se1y'osemip de,

or. qua o,.0 s. i clr o JVbe abaLba
,O irweM iiq .4
,i 6s sea, m,-, rt ; --,
Gbojo... -.. e % pmato' -d4wauo
S por ePa chowei ;
Sern iu ad ees n Uca tm a redatno,
Eu mermebo imeitAe.
Ainal .sUm ovgulboOe
Na nme. civa ante ninguem ;
Embora dweventors'9,
Eu rio me, Ai vez's. tnrn1bem...
Rio-mre. que o fel amrargo-o
Nv.aea.preW. traYvo t6 teui.
Si o si ffrir, hojP, m ,'.abe,
Si a taca 6 c6 ed afwarguCT--:
ralvez, Iem codo, qeem S.lbe?
lei-ponte o s, I 1-a %mAura :
Verni a crrn a-i o a cad a.L'tL.
De A luz A revat i,:ur-.
En!lo por :!;i eu a \i h ,
TLIvfqz1. M sR :a 'i. r
Talvez. n i u l'nlma c:iin -i;.ua.
Quao saCbu f .3 co altar,
"Pao c:uir voz rag isi eig. i ta
Suibhme u eureca bradur
S'm rcl;::; "--a '.,ia a J l,)ri.,
u', :. i n a.r:-or r e d Ie 'z a -I
M ,iih co;< I. frl .,i i'.,
Tu iii use -em ver'e capela ;
S1m ach' i-- itb ve ai 1 sti.na -
U|in;% \!ii':n -um arj(,--(, E'li ,.
Di-zm bro de 1880.
Clemente .V. 'ilvctra.
PEsQLEIkx, "20 DE DEZEM1BIU) DE IS9).
Facto horroruso T'l'alez as paginas
,lease conceituadojornal aindanAo tivesseerr
registra.do emu suas coilummas o.qile pass a
dxpdr.
Manoel Rufino de Mello e Silva, mora-
dor no lugrr Batedor, deste termo,.pedio a:.
seu sogro. Thornaz d'Aquino Feweira, s.b
pretexto dc servir de coinpanhia aisua minu-
1her, qua vivia a sos. uma irinA d'esta, e prr
conseguinte sua cunbada de 14 annos de 'da-
de. o accedendo o seu dito sogro ao pedido
deo e genro Manoe' Rufino, entregou-lhe a
sua jovTun tfia, suppondo qae ema seiWro
encontrasse sua filha um born pai, .njen-
gano !j dentro dc pouco tempo o geros, o cu-
nhado de sua innoce.nte fliha era o primeiro
a plntar a deshoura no seio da propris fa-
milia, atansalhando R capella de virgem da
aua iexperiente cunbtMda.
Esse Nero de nova especie havia juntafo ai
spde de transgredir aos preceitos sacratissi-
mos da religiao do Martyr do Calvario, a de
mngue, e quernm devia aaicial-t?! aqaella que
paenit'e o ministro do altar recebera por
esposa, e que em vez de ser a predestinada
para a sua companheira fiel e inseparavel
nas glories d'esta vida, assim como a corn-
partilhadora dos revezes da aorts, foi pelo
colrtrrlro a victim escolhidi pura-noms fu-
ror satanico ser immolada. E de feito, no
dia 13 do eorint, polsh 8 boras da manha.
em casa de sua residencia, Manoel Ruflno de
Molio e Silva assassinou a sua iufeli-aiulher
Thereza Maria da Conoeicbo. eon UB tiro de
pistola, a qual, Jimavia l dias. tinbA. dado a
Iuz a uma criana.
A.pds a pratica do crime, esse grande assas-
sino poz-se em fuga, e suppOe-se que foi pa-
ra a comarca de Panellas, onde mora um sou
tio de nome Jose dos Santos, qua 41,.-ser
abli influencia.
Os pais da victim subniOtso9 ao lo?a1
da dushonra, e soflrendo a lusis acerb- dor,
quando a idede avan~ada em que se MIflam
mnais exige dcscaneo, pedem jmstica e a puni-
cao de tbo nefando crime t


Uma bibliotheca legen
gendaria
Necessita-se de saber se o ex juiz substitu-
to de Jaboalfio. bacharel Joo Baptista Regue.-
ra Costa, installou a bibliotheca annunciada -
alguma tempo nos jornaes. e para o que recea
beu donativos, ita ba Ires annos, or se teai
ella cahido em exetcfkis find ? Saria par
certo um servivo prestado nos habitutts
Jabontgo, rio s6 inetructive, coo mo L.
morativo so autor de ura idea tio grmnIosk
quanta provelitoss, e ail mesmo-indaetoEa ;
pelo qie romped o salencio
0 OrphanoikVig.

Collegio da Im aculada Con-
CF019U
Cdtes do Capibaribe n. 86
As duieWas est osellio abmw-se seuada-
feira, 17 docorreAte.
Recsbe azsoas internas, i "iopseiiistas
e extermas, pasa oja Idacagbo e OnsiLomem
complete pBso-al doeme.
A DIUR TORA
Maria Cediho da Silva.


PARA 0 SEXO'F00ENO
Rua do Gabugd %. 7-,-. Dirigido por Augusta e lelNo
Comegam os trabalbos a 7 de jAaeiro

4olllio Pedro II
34-Rua do lar ode v.orja-34
As aulas deste estabelecimento se brem
no dia 10 do corrente mez.
J. A. Mforeira Dias,
Director.
Co116gio Brasielro para o aseo

N. 22-Rua da IinOMeatute-4422
A. abaixo masignadas a ,iasBOs paegl ga-
tia, e a quem interessar poaa, qtuo 0
seu collegio pars a cans acima, por *OW er
melhores accommodagOes, e qua o G-t a
aoeitar alumnas, peisionta*. te tasio-
nistas exteraml. omproinft.d-M WaB'e-
siter o maia'atisftWrio aiaiteite, rn
Proveito dae o-aBm para o que toweraco-
1hidos pnea easm .
As =;bes prtkl rlio a funeciousor me da
17 do jaiHmo.
Recifb,MB de dezembro de 180.
A director,
Fortuata Fortes.

Coligio df% Snanata*ia

Esa&ulo l
a-m


~F ~
~
- :: '-


Tenos.
Qnfirt-f-tra deve realisar-se o scguinte:
Peto aqnitle Stepple, nao meio dia. na rua do
Imperoddt n. !3, do subrado n. 27 xia rua da
Penha.
Mlens tfunebres-Serlio celebradas:
-. A .n,1,nhoi i s 7 horas. na igreja doCar-
4o, pela alma do D Maria Joaquina do Azb-
Vedo Lacerda ; ias '7 horas, na igreja do Ca:T-
mo, pela alma do Luiz Francisco de Mello Ta-
VtAlNs.
Passageiros. Sahidos no vapor Senegal
'pat0ao sul doimperio :
X(ntefio Barreto, Jucundino Barbusa dh Sil-
va Coutinho, JoAfo Pinto Machado Portella.
Domrningos de Soaftea e fSt, irmlt db caridade Ma-
rie. Dr. Antonio Joaquim Manhles de Cam-
cos, Gidvsni Filizols, Miguel Detsi.
Sahidos parma o sul no vapor brasileiro
Pernambuco :
Jeoed Lourcneo Meira do Vasconcellos. stua
senora e 1 escravo. Luiz Celso de Almeit
Nobre. Dr. Jose Dantas Itapicuru, su a senho-
ra e 2 e-cravo., D. Luiza DWinaunizi Ollvieri,
HI'oracio Seabra. Dr. Flavio Goncalves Lima e
Eata senlhora, Abilio da Motta Silveira Raminos,
oornmenlador Manoel Gamillo Pires Falbod,
Do:ningos da Silva Torres, Ieologo Orville
Adalberi-to Derby, commendador Silva Leao.
Dr. Minoel Oetaviano Gmedes Nogueica, Ma-
ria Dorothea dos Santos, Angelo Bastoa.s, Joino
Pcremra de Souza. Argemiro.FoTtuni6ta Matria
do Rosario. Anastacio Jose de Atevedo, Mn-
wnoel Antonio, Deodato Lfio dos Santos, fd
gui-ta da armada Manoel Martins de Amo-
rim. Manool Alfredo do Nascimento, Benedid-
ta Maria do Naseitmento, Dario Muniz do Al-
meida, Jesuina. 1 imperial mariuhelro e 1 es-,
eravo a entregar.
IMatadouro da Cabanlga.-Foram abati-
das, hontem, para o consumo dests Cidadea
64 rezes.
Vapores.-SAo esperados os seguintes:
Penedo daBahia hojeo
Patagonia do sul a 8
Ville de Rio de
Janeiro da Europa a 8
Pard dosul a 10
,Noling da Europa. a 10
Guadiana da Europa a 10
City of Pard doSul a 10 O
Ssaia do norte a 13
Doaro 'do sal a 14
Es piriLo Santo do iul a 17
*,enoque do sul a 20
&*I of Rio de
ofa iro doe New-York a22
ILp1S~f WI ^^tMfv^^ ia


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V~


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)
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O(s almixo asignados, tondo-ge associado
sigo. e cream sob o nome de-C-ollegio a", p
mpublico e especialmente a quern isso i itt
0 collegio funcoiona a rua do H el l Osf.1 .
corn as obras necessarias, A, media qo'- o ritll o 'te
quencia, teem todas as condioges exisidas psaI b byj discipliaa,
e arejadas salas para aulas, dormitorio, refeitbrio v sitio que di ex
do recreio.
'0 estabelecimento mante6m numeroso e ecrpo docente, r
censores quasi todos morando no estabelee 0o quea dac
dia tantas ligSes quantas forem possiveis Ino maiotr apr
0 estudo de leitura e lingua nacionat. -declama" o il"te1 ao
redacao, analyst, grammatica e desenvollese-sario ar a aos mn
nos fafilidade deciomprehenslo e expresslo. ssor francez, ino esta-
beleciifento, ensinarl praticamente a fallartf gu hfanceza. Os s& fhi
geralmente seguidos Dos Estados-U Q ,- 'Aemanha sio emprgad Todo
servioo 6 pessoal e direclamente pteaiiirectores.
A educaolo moral ereligiosa 46.d vigilancia e direcoao de seus aflos e
por conferencias ou praticas feitaspig4 Dr. padre Jeronymo Ttim6 da Silva
A familiar do socio Delfino ion de dispensar aos meouinos seas j. ben
apreciados desvelos, de modo que suppra quanto possivel a falta- de seio domestico
Mais confiando da boa vofltade do alumno, que da forpa do castigo, a directorial
se empenha em fazer robustecer nelles os boas senLimenlos, fomentar a emulac(
e o estimulo, por meio das provas publicas e dos premios que distrible.
Periodicamente sergo enviados boletins acerca do adiantamento, estado e conduct
ta dos alumnos, bern como os pareceres do conselho do inspecao sobre a march do
estate ecimento.
... --ougys atuus ae exercicro, que tern no ensino cada umn dos directors, os bons
resultados que teem tirado nos exames de seus alumnos sao garantias sufficientes d(
born desempenho de sua missio.
Pernambuco, 15 de novembro de 1880.
Francisco Delfino da Silva.
Manoel Balthazar Pereira Digues Junior.


Este estabelecimento de inslruc~ao primaria e secundaria admilte alumnos inter
nos, semi-internos e externos.
Sao condic5es de admisslo :-boa conduct, nio soffrer de molestia contagion
ser de idade ou indole em que seja facil a docilidade.
As pensoes serao :
Internos 150O00 por trimestre e 5O00W9 do joia A entrada.
Semi-interno 90000 por trimaestro.
Externos 20000 per trimestre, send uma sb aula, 30O000 duas e 40000 m ais
de duas.
Os pagamentos serao adiantados e feitos per trimestre, a findar emn maroo, junho,
setembro, dezembro, e uma vez feitos nao estdo sujeitos ai restitui~co.
As pensoes de mais de um alumno ,s expenses da mesma pessoa soffrem o des-
conto de 10 per cento.
Os alumnos interns poderao sahir a passeio conform a sua applica.o e as con-
veniencias de seus estudos.
Os semi-internos devem estar nolestabelecimenlo desde 6 e media horas da manh!
as 8 da noite.
OS alumnos deverao trazer a roupa necessaria para seu uso.
Os que a nao tiverem lavada de casa pagarao mais 20 per trimestre, per lavadc
e engommado.
O ensino seri dividido em curse primario, comprchendendo leitura, escripta,
contabilidade, grammaLica, arithmetica, doutrina nocoes geraes de varies conheci-
mentos uteis.
Curso secundario comprehendendo os preparatorios necessarios A matricula nas
academias do imperio.
Curso de recreio, comprehendendo litteratura national e estrangeira, coaversa,
go franceza, desenbo, music e dan~a. Estas aulas sso pagas a part.
As aulas funccionarao de 8 de janeiro a 15 de dezembro.
Sao feriados .z tempo que decorre de 15 de dezembro a 8 de janeiro, carnaval
semana santa, domingos e dias santificados e grande festa national.
Recife, 15 de novemnbro de t1880


COMIERCIO

Junta dos correctores
PRA9A DO RECIFE,' 5 DE JANEIRO
DE 1881
cotaeoes olfficlaes
AS tres horas da tarde
Algodbo de Goyanna Ia sort, 8,2 0 por 15
kilos.
Dito de diLotaediano, 75$200 por 15 kilos.
Dito doe di t sort, 6S00 por 15 kilos
Cambio sobre Londres, 9J d/v. 22 3/1, d. por
I1000, do banco.
M. J. da Motta,
President.
M. J. Affonso,
Pelo secretario.

ALFANDKGA


1!6:250$153
61:807S0O1
188:0570194


Importagao
Patacho hespanhol Pedro, entrado de Pay.
sandA em 4 do corrente, e consignado a Jo-
da Silva Loyo & Filbe, manifestou:
Xarque 202,136 kilos A ordem.
Vapor francez Senegal, entrado dos portcs
do Europa em 15 do Cjrrente, e consignado a
Augusto Labile, manifesto:
Amostras 3 volumes A ordem. Ameixas 2
calxas A ordem, 9 a Ramos & C. Agua mine-
ral 3 caixas a L. Barreto. Absintho 15 ciixas
a Klein Freres. Azeite 5 caixas a T. Chris-
tiansen, 2 a Abrantes &-C.
Capsulas para garrafis 6 caixas a H. Nuesch
& C. Gonservas 1 caixai. os mesmos. Cog.
nac 30 cijxas a Fonceca IrmAo & G., 6 a J.
Laguir. Champanba 3 caixas aos mesmios.
Camisas 3 caixas a Klein Freres. Couro6 4
caixa a Parente Vianna & C. Cerveja 1 barri-
ca a Gramer Fiey & C. Co.6a i a Leal& Ir-
maos. CbapDos 2 caixas a Joao Christiani &
C., I a Maia & Irmao, I a Augusto Fernandes
& C., I a Naiciso Mdia & C., I a Paronte Vian
na & G. Ditos e tecidos 3 caixas a Francisco
G. de Amaral.
Doces 4 caixas a Abrantes & C., I a Carva-
Iho & U. Drogas 8 volumes a Francisco Ma-
noel da Silva & C.
Espelhos 2 ueixas A oid+m. Ervilhas 4 cai-
xas a Abrantes & G.
Fumao 1 caixa a Bourgard & C.
Impresses I caixa a Galdino Pio dos Sjntos.
Joias 3 caixas a Augusto F. do Rego, 2 a Eu-
genio Goels-:hel, 2 a Joseph, Krause & C.
Licores 2 cixas a J. Laguir, 1 a Carvallho
&C.
Manteiga 1" caixa a Pereira Clrneiro & C
Massas alhmenticias 8 ca4x0es a Raimos & CG,
13 a Francisco Guedes Araujo, 2 a Abranrte; &
C. Mercadorias diversas 3 .aixas A ordfim, 3
a Parent Vianna & C., 2 a Otto Bohres Suc-
cessor, 2 a Aotoni., Duarte C. A'anna. 2 &
Klein Freres, I a 11. Ntresch & C I a Oliveiro
Bastos & C.
Objects de escript-riv 3 csixans a JusA N. de
Souza, 2 a Juoo W. d'- Medeiruos. Diltos paa
chap6us de sol 3 c. !x-s a Fanciaco X-xier
Ferreira. Orgao I caixa A ordem.
Papel 8 caixas a A. F de Oliveiia & C. I a R -
drigues de Faria & C, 2 a H. Nuescb & C., I a
Ferraz Pereira & C. I % Manopl Jose L. Brbga.
Dito de eiibrulhb i0' fdrdos a Souza Bastes,
Amorin & C., 20 a Domingos Ferreira da Sil-
va & C.
Reltogios 2 caixas a E. Bedel.
Sanguesugas I Caixa a Francisco Mdnoel da
Silva & C. S as .5 caixes a Manoel roa-
quirm Carn 6 a Raimos & C.
Tecidos 21 4aiJulien & Ermilio, 1 a
1rrtmer-Fr,* j tat net & C.
Trerwouth in Freres &C.. 19 a
..a acbeci'* CV a 38 barris A ordem,
3 a Vitor Gratdin, 3 T ml Lesard, 2 a Paul
Julien & Emifio, 2 a el & C. 4 a Augusto
Caors, 3 a J. Lsuret, I aJ -Fatls, 6 a J. Laguir,
6 caixas ao mesmo, 305 a Maia Pacheco & C.,
120 A ordem, 55 a Adanson Howie & C, 50 a
ILH. Nueseh & G., 70 a Ramos & C. Dito Bran-


ancisco Delfino da Sihlva.
moel Balthasar Pereira Lie'gues Junior.

co 70 pipa,- lW/5 e 50/10 aos consignatarios.
OESPACHOS *DE BXPORTAgAO NO DL, 4 DE
JANEIRO DE 1881
Portos do exterior
No vapor inglez Author, cp.rregaram :
Pata Liverpool, J. S. Loyo & Filho 1,600
saccos' corn 120,OOJ kilns de assucar masca-
vado; S. Brothers & C. 2,000 ditos corn
I50,000 ditos de dito.
No brigue inglez Meryanne, carrega-
raw :
Para o Canal, A. Howie & C. 4,500 sa-cos
corn 337,500 kilos de assucar mascavadj.
Na barca ingleza J. Marie, carregaram :
PAra New-York, Julio & Irmao 2,000 saccos
corn 150,000 kilos de assucar mascavado.
No navio inglez H. Castelle, carrega-
ram :
Para New-York, J, S LoyjA Filbo 230 sac
cos corn 17,250 kilos de assucar maseavado.
No lagar inglez Corisande, carregou:
Para New-York, C. R. do Passo 250 saccus
corn 18,750 kilos de assusar mascavado.
No brigue norueguenve Respit, carrega-
ram :
Para New-York, F. Cascao & Filbo 1,530 sac-
cos corn 414,750 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Senegal, carregou:
Para Buenus Ayres, L. A. Ferreira 413 bar-
ricas corn 47,999 kilos de assucar branco e 87
ditas corn 12,035 ditos de dito mascavado.
SNa barca pJrtuguez3 Nova Vencedora,
,arregaram
Para o Porto, Amorim IrmnAos & C. CO couros
salgados corn 420 kilos.
Portos do interior
No brigue national Tiro, carregaram :
Para Uruguayana, J. S. Loyo & Filho 214
barricas corn 20,047 kilos de assucar branco e
100 ditas corn 10,569 ditos de djto mascavado.
.*- No patteho national J. AlJredo. carre-
garam :
'Para o Rio Grande do Sul, Amorim lraos
& C. 33 cascos corn 4,320 hItros de aguar-
dente.
No lugar national Grumete, crrregaram :
Para o Rio Grande do Sul, J. M. Dias 2,000
cocoa (fructa); 0. Travasso & C. 14Q b rrica-
corn 15,66t kilos do assucar branco.
No patacho national And.luza, carre-
garim :
Para o Rio Grande do Sul, E. B. de Faria
150 volumes corn 1.822 kilos de assucar bran.
co; Amorimn Iimaos &C. 14i.1 ditos corn 11,001
daos de dito mascavad, e 5LO ditos corn 37,,52
ditos de dito branco; M. -Pacheco & C. 150
saccJs comt 11,25) diLos de dito.
-Na escuna na.ioual Angelita, carrega
ram:
Para o Rio de Janeiro, BlAtar Irnoaus & C.
60 pipas corn 28,80,) litros il aguardente.
No vapor ndcional Pernaibuco, carre-
gararr :
l'.id o Rio de Janeiro, D. M. da CosIa 7 Ou))
c...ccs (ffucta) ; G. dob MatLos Irrn.os 2;i0 cou
rinhos de cabra; F. J ,os Sdintos 11,000 c >cs
(fruct.), P. Antunes 254 sa:,-.s corn 17,13;
kilos de assucar bronco e 165 Jitos corn 12,375
dilos do diti) wasnvadu.
Para Lahia, J, MAl. Dias -50 harici.s corn
l9,071 kilos de asura) h.anco ; M. L. Miraques
30 ditas comn .,882 JIaus ie diLu.
No v.por rin;ciot.al Giqiti6, catr,.,gaim :
Pdra oC-.,ji6, Cola & C. r1ccos corn 1,500
kil is de assucar m.s-aavad,, 40 barricas -0111
3 (00 dit.)s de seLo 22 pipa jum 4u0 ditos de
graxu-; [Belttio Junior 6 Rezenride 10- ai\as
o;lej de uocol6.
i'oraMacao, C. Xaviir 4 baril'as con) 320
kilos do assucar bran-.o.

RE.GL ;DOROIA P'L LIENDAS INTEINAS :-
RAE. DE K-ERNAMBU(O-
Reandiwe'iLo do,'ii. 3a t 3:403,:822
c.,., co it. r 918280

4:3-225[102

GONSULADO P'OVINC1AL |
eadiirdulto do dia 3 a 4 32.806,749
Ideus do dia 5 14;1445335

46:951(034


p Santo


WJJTh0 PORTO

Navios entrados 4dia.5
Bordeaux .15 dis, vapor fruacez Sqfiegal, de
2,099 toneladai, commandant QgJi. equi-
pMam 180, carga Tarioe genero* A. La-
bille. C.
Santos I dies, barca inglez Sea. Foam. de
319 toneladas, capitio fB. Thqimr-, quipa.
gem 10 em lastro ; a Ltdktone. -_ 't
Navios sahidos no mesnto dik
Portos do Sul Vapor francez Senegal, de
2.039 toneladaa, cbmaaaduante Basule, car-
ga various generol
NevK-York LugariTngtz SedweUL Jane. de
1:-6 toneiladas, capitito E But6k, carga ats-
sufnr.
Ports 4 t i Vapor brapileiro 'tp/ui, de
392 tdflladas, commandante D. H Mafra
carga various generous '
A ,


EDITAES
S SeceAo 5.a-Secetaria da presidon--'i da
Pernambuco, ea, 30 de dezembro do 1880. -I'or
esta secretaria, emo vittude do quc determi-
nou S. Exe. o Sr. president daprovincia, s.,c
chamrnados concurreates a construcC5o de urra
estrada do ferro que, partindo da cidaide de
Olinda, e passando por differences ponts
agricolas e commercials desta pr,,vinicia, vAi
teroinar na de tltinb6.
0 Oprazj pira reoebinento de propistas nes-
la s cretaria serA 1 de 4 mezes, cointai,)s des-
ti d; ta; e para conhecimrnento dos irt-,ressa-
dios. abaixo se public eO su tegra a lei n.
13J91 de 2 de maio d .; qu e autorisuu j
construcCbo da mnep strada.-O scretario
Jose A ustregesitilo Rodrigues Lima.
Lel n. 1391
0 bacharel Adiolpho do Barros Gival!'.ante de
SLacerda, presidente da piovincia de Peinam
buco : Faco saber a lads os seus habitan
Les que a assenihl.a legislative provinei.: du-
':r.:toiu e eu sarn-cionei a lesclucuo seg-ini.e
Art. 1.o Fica o president da pruvin-ia au
Storisado A conti atar com quem nimelh.res van
tagins offoercet a fatura Ie urna (-stfa ia de
ferro d-s tbitola estreita ou larga para conduct.
;Ao de passageiros e carga, A partir da cida !t
de Olinda,. passanlo por Igun-rassr, G ,.y i;,a
e outros pontes agricolas o cuinierc tes, \
terwinar na ,idadf- de Itamba. em limitles des-
ta pr,,vincia, que conflnem curtm a da l'arathy
ba, de mnodo Ad fi:ilitar a cBauiiiCa5.,a Ort
Squella corn essa provincial.
Ar 2.0 Depois d& examrioad:,s e approval
lus o-s pldnos o oreamentri das obras, se
iiarca:A o prazo de dous awtas para comuio,
do. trabalhos.
Art. 3 Fica concediJo ao contratan:e o
Sprivilegio por 30 annos, que corneaAi a con-
ar-se da data em qae for lranqueadlo tranzi-
to complete da linha, a qial deverA llar con-
i cluira no espaCo de 6annos. a cnmtar do dian erzi
que f6:a sigiado e concluido definitivarnente
o contra to.
Art. 4.o 0 contrante gozara do f:Uvor da lei
provincial n. t0o de 2 doe m.:io de 1844, pars
as desappropriacoas que forces necssatias. e
bern assui deiseatflo dosimpostos provini.ies
e municipaes para os carrose ou les vehiculos
que foie em epregados na linha. e de todas as
mais concecoes que f-ramn feitas as estradas
que t6lin de seguir par;a Limoeiro e PA. o'Alh,.
Art. 5.0 0 contratante estabeleceru trus or-
dens de carros pira passageiros, aleai dos
que forei ntirecessarios para carga, e0 preBsi
dente da prbvincia, do aoemidocorn 0ocontra-
tante, deterqinaia o vater dos transportes dr
passageiros *.carga& eo numero de viagens
que devom ser dadas diar.ibnjmpte; devend. o
predito c'-utrato ser submettido & aQprovaA!
desta assembled. 0
Art. V." Entre os concurrent, que appire-
cerem, devera em identid4lade d cireumstan-
cias, Lee prelerencia a companhla de trilhos
urbanos do Recife A Olinda e Beb-ribe.
Art. 7.0 Ficam revogadas as disposiQSes
ema contrario. Mando, pottanto; a todas as
autoidfades a quemi o coabec*onto e execu
Co da' preseote resolugao perlencer que a
cumpram e faCam cumptir t0o inteiramente
conjo nella se contain. ..
0 secretario da'presidencia desta province
a faa imprimir, publicar e correr. Palacio
Ja presidencia de Pernambuco, 2 de masio de
1879, 5So da Independg'nc'a e do Imperio L.
S.--Adolpho de Barros Cwslcaante 4e Lader-da.
Sellada e publicada ', presents reslu.CAo
nesta secretaria da pqwldeqia 4de Peemambu-
c4, aos 2 de maio de 1879.-0 official maior
servindo de secietario.-Jfanoel de Siqueira
Cavalcante.
Obras publicas.-Tendo esot reparticlo
ie mandar aterrar apart baixs da travessa
do) Poix)to de corrfqrmidade corn a ordem do
E-m. Sr. president da p ovmncia, intima aos
donos dos terienos adjacende para procede-
cemrn a identico service senifpezda: de tempo.
afim de quese faca effective a obra do prolon-
gamento da galeria deesgoto ,I existente. Se-
crelaria da 'repartito das a tiras publiOas, 27
de dezembro de 1880.-0 ojfl..ial, Jaon Joaquim
de S. Varejao.

0 capitno Manoel Joaquim rFerreira Esteves,
cavalleiro da imperial ordem da Rosa, juiz
de paz do 1.o asrrt d'esta freguezia de S.
JLsA do Recife, eai virtude da lei, etc.
Fa~o saber que, devendo proceder-se nova-
menten no dia G e fevereiro proximo f-i uro a
eleicalo do e'eitores especiaes d'esta freguezia,
por te- sido annullada s que uiltimamehte se
prucedou nesta wesma freguezia, para pro
enchirnento da vaga que se deu por falleci-
mento do vaconde de Suassuna, no senado
brasileiro, conformne me fri communicado por
officio do Exm. Sr. president d'esta provin-
cia, datado de 23 de novenibro do anno pas-
sa-o ; convcco aos Srs. eleitores e supplentes
abaixo declara-dos, para que comparecam no
di 3 di mesmo mez de fevereiro proximo
futuro, as 9 boras da manhfl, na Igreja matriz
d'estj f, eguezia, aflir de se organisar a esa


parochii ; ficand) sujitos A multa os que
serm mji.t.'uo justifialio deixatern do compa-
rtee;r.


Eleitores
Ju'encio Aureliano da Cunha Cesar, Joa-
qu-m de Medeiros Rapo6so. Dr. Candid0 Jose
Lisbon, Aprigo Jose da Silva, Dr. Antonio
C:odoalJi,, de Sua, capitA,)o Manoal Joaquim
do Castro Maduira, Joaquim Gowes Feireira
-*e SA LeirAo, eap;tAio J-4a0 Cirolino do Nasci-
menc', Dr. J.aaqum Gdfngalves Aleixo, Dumin-
gos Cindido X'-vier, Juao Jos6 de Albuquer.
QtUO', Felix Altoi-.io Alves Mascarenhis, Ma
noel Ferteira dos Santqs, Dr. Argemiro Alvcs
ArOLh ., J, b 1' reira Bastes, Jos6 Luiz da Cos-
tLi Ruch ', J aqu:mu IPaulino Nic6as Muniz Jus6
MAiuicro Borges, Manoel Ferreira da Costa,
Geinino JosA Ia R.sa, Antonio Goncalves. Pc.
reira L :,a, N -ibcrto kliniz Teixoira Guisima-
rses, Jes.onymn I OJon Ferreira Cabral, Joao
Ruflun,) Fereira. Liurebtinaoc Jos6 da Silva Sao-
toes, Manoel Jouquiai Ferreiia Esteves, Jo'co
Baptista Cabral, J.-s6 Simplicio de SA Estevo,
rapita., Julo Cesar Cavaloanti de Albuquerquj,
paire Ant,-.n'o ie'Metji Albuquezqro; A:,,119i
Samico de Lyra e Mello, Pedro Rst-sOde Bsrj-,
Anti nio Arthur Mordira d4ef''feidonair, Dr.
Ga-par de Menezes Vascoacellos de bum-
mond, Liberatp Tibutlino de Mirandi Maciel,
EvaristoMepdet 6 Cunbpa Azevbdo e'Jbao XaI
vier da Fonseoa Capibatribe. ..
Supplents
SErnistiro Cavalcantc d.Albuqfiarque, Fre-
deri:o de Sjnza Gomes, Antonio 3ezerra d(*
Menezos Lyra, Simplidio Hemeterio de Faria,
Joz6 Juvenal Dias Barreto, Jos6 Lopes Dias,
Felix das Merces Madiz, Jos6 Xavier Coelho,
Josd Anselmo Gonzaga de OUveira, tuHlko


I-


ai~yiy^ ^B ;e u.Bdo -w deve-
iar~ em- ~dadios resideUtu nA free-
fn|N^HUB au'1-dhh alh torfit que as
-eafi.ut que eontiverem nwa s-tncados, otb
Al~ttido, por outros, ala ,serdo apuradas,
WiV. deter ia I a Ilei. I
.y 'pars quo ohegme aounh .-cimento de to-
dos.mandei pasaur -o present, quo serA pf-
Oxadp no lugar do costume, e publicatio pela
Imprensa.
. Dado e paspado n'esta freguezia de S. Josd
do Recife, aoe 4 de janeiro de 1881.
Eu, Josd Oono:ilves de 8i, escriv&-, o cs
crevi.


Manoel Joauim Ferreir-a Esteves.
EditlU n. ,30.-Em 'virtude de ordoai.da
presiddeia da provirncia, de 2 do corrente,
maridab iWspectur geral declarar que, tenlo
do ser provides por concurso as cadeiras de
ensino primrio de 2 enitrancia, ibaixo men-
cionad's, wfha-ae maicado o praz.j de 40 dias
para ins,-ipCjfl dos can.id-itos que prct( nJe-
remn "orii.rrer a, provimrento, s'ndu que po
deia, issr, voer-se na, s6 os pr..fess.irr-s pu-
blicos effictLivos d- cadeiras de 1.' entrancia,
nomo tambem os alumnos.mestres titulados
pela E-rcola Normal official. Secretaria da ins-
Lrucco public le Pernambuco, 27 de dezem-
bro de 1880.-0 secretario, Joaquim Pereira da
Silva Guimardes.
Relagdo das cadeiras de 2.' entrancia, que teem
de ser provides por concurso.
Sexo masculine. Goyanna (L.a cadeira),
Vertentes, Born Jardim, Bonito, Brejo da Madre
le Deus, Buique, Petrolina. Salgueiro, Ouricu-
ry, Flores'a, Afogados de Ingazeira, Sitio em
Caruarfi.
Sexo feminino.-Panellas, Buique, Tacaratfia,
Villa-Bella, Petrolina, Ouricury, Salgueiro, Flo-
resta, Vertenteas, Garanhuns, Afogados de In
gazeira.
ED)TAL-N.-i
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector des-
to thesouro, faQo public que no dia 5 de
janeiro proximo future ira a praca perante a
junta da fazenda provincial, conforme orde-
nou o Exm. Sr. president da provincia, em
officio Ce 3 de novembro ultimo a reconstruc-
glo da ponte dos Carvalhos na importancia de
15.0155000, como se verd do respective orga-
mento qe fica nesta secretiria da disposicao
los concurrentes ; sendo que a refarida obra
devera ser executada de accord corn as clau-
sulas especiaes abaixo transcriptas. .
Secretaria do bthesouro provincial de Per-
iambuco, 3 de dezembro da 1880.- Na ausen-
3ia do secretario, o official
Lindolpho Campello.
(Clausu',as especiaes para a arremataCao da re-
construccao da ponte dos Carvalhos
I& A obra de recorstruca.o da ponrte sobre
Srio Jaboatlo, denominada ponte dos Carva-
'ios, na estrada do sut, serA execuiada de con-
f irmidade corn o orgamento e plant approva-
los pelo Exm Sr. president da province na
importancia de 15:015A.
2" 0 arramatanta darA principio a obra no
prazo de urn nmez, e a conclurA no d. dozL
,nezes.
3' A repartigio das obras publicas fornece-
A ao arrematante copias authenticas do oryi-
nento e da planta.
41 A fiscalisaQAo da obra pelos agents da
-epartiglo das obras publicas, nao isentard de
'6rma alguma ao arrematante da responsabi-
idada da boa execuCAo da mesma obra, a me-
aos que eabiba ordem por escripto do enge-
nheiro fiscal, prescrevendo modificaA.,) no
project, ou afasfament. das regras d'arte.
5' Os pagamentos serao effectuadosemcin-
*;o prestacOes, a propotelo do seivig, execu
ado.
6' 0 prazo de responsabilidade serA de urn
,nao, a conlar da data em que for lavrado o
ermo de recebimento provlsorie, Durante es-
e prazo o arrematante c.inservara tolas as
.b'-* sen.'Io rcspnrisavel pot qnalquer ruila
,u estraGo qwe Pipparccer p r nlita de bua
ex .qc ncFtn .
71 Ea. tudo iais queo ric. estiver espec fica-
do nas presenites clansuis, s'-ogui-se-ha o (pie
precieve o regulamerito de '24 de fevereiru vdo
1I74 e a lei n. 1,315 de 4 do fevereiro do ainu
pass do.
RepmatiCao das bras publicas, em 5 de no-
vea-bro de 188'i.-Assignado. Eraicisco Aao-
tipr, Leal.-Conforme. o official, JoAo Ja-
quirt de Siqutita Vrejao. -Conforme. LinIol-
h i C'twnpellj.


Camar municipal da cidade de
Olinda
PeJa secretaria desta caiara, convida-se as
p ssoas abaixo norwmeadas a virem recolher ao
cofre municipal, dentro do prazi de 30 dias.
contidos desta data, a imp.rtancia de seus
debitos, provenientes dab inu!tLs que Ihes
foram impostas pelojuiz de diieito president
do tribunal do jdry desta cidade, na 3a s aes-,1
do corrente anno, sub pena de flndo esse
prazo, serem ditas mttas cibradas judicial
mente.
Antonio Tsbyrcio de Lima, Felicia o da Sil
va, Jacir:th fomes do Rego, JI.t, Francisco
da Lapa. Marcolino Lopes Catflo, Manoel Elias
de Moura, Miguel Carlos de Farias, Umbelino
Adonio Maciol i.mteiro, em 260S cada urn.
Antonio hstev.o da Ponciuncula, Antonio
Marques Corieia, Dr. J,,Ao Vicente da Silva
Costa, Manoel Luiz Carlos Tavares, Theoduro
Ferreira de Andrade, emr 2405 ca-Ja urn.
Joao Frankciso da Lapa Junior, Jose Samuel
Botelho, J-Jaqdim de $a Cavalcante de Albu-
querque Sbritiho, Luiz Jos6 Gonzaga, em
22'.5 cada urn.
Ernesto Celestino dle Mendonga, em 2('0-.
Manoel Lins de Moraes, emn 180.
SSecretaria da camata municipal de Olind.-,
30 do dezembro 188C.
0 secretar-in,
Marcolino Dias dM Araujo.

: _. !~ -! _/ II _. _
-~DECLARA OE

Thesouraria de fazenda
SDeord6en do IlIrn. Sr. inspector da thesou-
taria de f a3nda se faz public, para conhe-
cimento dI quemn convier, que os attestados
deJrequencia, passados a)s empregados pu-
tlicos, para recebere.mn os seus vancimentos,
devem sar assignados. e nao simplesmente
rub-'icados pela autotidade, qua houver de
attestar, como resolveu a orJem do thesuuro
n. 252 de 20 do corrente.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuaco, 31 de dezembro de 1880.
Christovao Santiago deOliveira,
Servindo de secretario.


Gymn si1


i Pernambu-

cano


a.-, a5
"p
-~ ~a


A diectoria tern resolvido distribuir pelos
senhores accionistas um dividend na raz~a
de 7 0/0 ao anno, ou 7$ por accAo, o qual cor-.
responde ao semestre ultimo de julho a de-
zembro proximo Ufndo. 0 pagamento teo4 Iu
gar no escriptorio da companhia, a principiar
no dia 15 do corrente. em tedos os dias uteis,
das 9 horas da manha ao rmeio dia, atL o fim
do corrente mez; e dahi em diante nas segun-
das e sextas-feiras, das 10 horas da manha ao
meio dia. Pagar se-ha tambem os jurus das
acQoes preferences.
Escriptoic da companhia, 5 de janeiro de
1881. 0 secretary,
Jos6 Joaquim Alves.
Conselho de compras da repar-
ti49Lo da marinha. .
Fornmecimento de faidamento para a coonpa-
nhia de hprendizes artiflces, sobresalentes,
obje-tos de expediente, carvbo de pedra
proprio para forjas, e concerto da roupa da
eufermaria e da companh-a acima referida.
De ordem d ) 1Im. Sr. capilao d Iragata ins-
pector, faco publicia que no di a 10 de janeiro
vinlouro, ds 11 horas da manha, contrata-se
en conselho-, A vista de propistas a-presenta-
dms em caitas fechadas, por tempo de seis
mezes, A contar de janeiro vindoure, o forne-
cimento de fardarmento para a companbia4e
aprendizes artifices, s.bresalentes, object
frja ; c.-ntrata-se tambem pelo mesmo praz,
o service ) de lavageam e concerto da roupa da
enfermaria do marina e da companbia de
aprendizes artifices.
As amostras das peQas defardamento A con
tratar-se, gacham-se 0esde jA expastas nesta
secretaria,
Os Srs. cdaCurirentes devem apresentar suas
propostas acompanhadas das amostras dos
artigos para cuj.j forneciment-o se propaem, e
em caso contrario nao tomara o consalho co-
nhecimento das prcpostas.
Fardamento para a companhia de aprendizes
artifices.


Bonets do unifcrme
a do s aervio
Blu-as do panni
S de alg-dAfo azul


3 de Janeiro de 1881 de brim bran o
Pela seeretaria do Gyarmnasio Pernambucano Camisas de algodao
se declara aos senores pais do familiar quo Coreias para cintura, envernizadas
ten o de co;ecar o anno lectivo de 1881 para Correiames envernizados cow patronas
os alumnos d'aula de instruccao primaria, n. ;Fronhas de algodAo
dia 8 d6 corrente moz, so acha desda jA abertta Leneos de seda p eta
a inscripQao da matricula para aquelles que Lejglc de algodgo
pretenderem frequentar a dita aula, aceitando Sapatos
o instiLtutj aiumnos em tires categories, c-on- Sobre sa 'entes
form so acham divididos : pensionistas cu ,,oxs deo panno de linha echeios depa-
internos, meio-ponsionistas e externos. 1lhas
Os pensionistas residirao no institute, tend oIrtre i
direito de estudar s mlterias ensinadas sE. Colatas d lgode o
gundoo pr,:.Frawjma estabelecido, fiCnJo as. l'elles ,Ce carn;ir.) ptcpar.das
sim completatwente preparados ao estadio sci- Traverseiros de painn da binho cheios
entifico e litteraria do mesoso institute; A se ,deo p alha
alimentados sadia e ajuwemant,/nente, e trata- Objectos de ex pedient.
.os em suas enfc rui.d.acles pelo. medico do es- Para o arsenal e depedenCias:
tab:leci ento. f rneecndo Ihe este tamberiC Compaassos
medicameontos : a ler roupa lavaJia e- engom- Canetas
mada regularmente duas vezes por stmana, Canivetes fins
banho, cabelleireiro, etc.; tuto pela modica Colchetes
quantia de 4005 par anno, p.ga por trimiestres Cartas alphabeticas
adiantados., ....... .... .. C Gatheismos,.da doutrina christly
Os uieios pensionistas se apresentarao-no Colleccao de compendios Um exe
estabelecimento nos dias lectiv'-s, A hora etn Compendios de economia da vi-
que a aula se abrir, e desle -er t'o atW se, en- da humana a
cerradla A tar.Le, so equiparados aos intetnos, Cathecismo brasileiro
tenjo como estes os mesmos direitos quanto Crayons
;,o estudc, alimenta;.o e recceio; isto pela Corl.o
modida quantia de 2405 por anno, paga peur EavelopW..iversos conforme a amos-.
ttime t.re adiantados. ttab).j" ..
Os extemoos s6 terao direito as liIOes e es- Envelopes corn inscripclo paraoffitcios
plioages o l4espoolivo professor, e nada pa- Faca para cortar papel '.
garlo ao instiuto.-O secretario, Gomma arabica liquid
Celso Tertuliano F. Quintellt." Gtltta-perche
.


Um
5)
Uwa
a


Umr



Par

Urn
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Urna
Um


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Um
Caixa
Urea
Um
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Um

Rulo
Cento
Dl
Vidro
Um


: r *'** ..'* ... u
rva. E -D 'Mi!


Sob a direcSio do professor Francisco Dei
Bakhasar Pere*a 1


0 vapor
Para
Commandante Carlos Gomes
E" esperado dos portos
do sulatd o dia 7 do
janeiro,e depois da
demnora do costmae s-a-
guira para os portos do
Pr (norte.
Para alla, passagens, encommendas e va-
lores, trat-se cown o agent .
Aernardino Poutual
44-RUA DO COMMERCIO-44

United States and Brasil Mail
Steamship Line
0 MAGNIFICO VAPOR AMERIGANO
Giitri fP r
C^^o/Jrd
gj. .d" Espera-se dcs por-
.t. teaLos do sul at6 o dia61
!L do corrente e soguir-
; I:L para os Fstados-Uni-
Wdos comn escala pelo
Pari e S..Thormaz.
Para onde rdee. ga.encoLmenadas, pas-
sageiros e dinh freto. P

Wilson Sons C. LimIted
14-RUA DO COMMEB.CIO-14

COMPANHIA PERNAMBUCANA
..a....e D E -
svega0a. costeira por vapor
PORTOS DOSUL
Barra-Grainde, Porto de Pedras, Cama-
ragibe, Macei6, Penedo e. AracajO
...... Segueo;no dia 8 do
.- orrenLt, -o vapor Con-
"'- S" ^'f. d.'u 5 horas da-
( = -z=+- 'taido-,

Rezebe carga atA ao meio4ia.de '7. Encom-
mendas, passagens e dinheiro a frete atd das
3 horas da tarde do referido dia.
ESCRIPTOI0O
12- Rua da Companhia Pe!atumbucana -12


Pacific Steam Nav.a on Con-
pattyAj
STRAITS OF MAGILLJ LINE

Patagoiaa
,t U' esperado 'dos ior-
~tos do sul-atW o dia 8
do corrente, e seguiri
-- para Eiropa depois
S...;..-1.. .. da indispensavel de.
m 0r a, para onde rece-
be carga, encomasnendas, passageiros e din-hei-
ro a frete.
SConsignatarios
Wilson Sons & C. Limited.
14-Rua do Conaxnerio--,4 .
L ,. .
A b!rca inglena P tu-sias aneIt o Atlo
Leary entrada tr'este port eam U-dl.,*ir
proximo pasaado, tom precitsa ds fkar--
concertos, para o que receeW.,. -.r
cartas fechadas, dirigidas o k
ueio dio di dodia 5 do corrente. S.
the's pojlem ir abordo ex, nt. '.-i
tos precisos amanhi Btts? a d, -
Perea abuco,a de -j<1tna4 -.;. .


,. ,- ...,2- .-.,+.


5 praacfd e 3?aM pSdpi
beoea do cdfre, seia oaura, dos itsn f ,
declmi arrbana, cohse moa do ai t6S
beas de corporanOfts de m'o-mor ,' remetiveds
ao exerciclo de o8IW A 1881 ; sujeitando6-e 4A
multa de 6 0/0 os quq nao pagaram os qesmos
impostos ate o referido d a.
Consulado provincial de Pernambuco 3de
Janeiro de 1881.
Francisco Amyntbhas de C. Moura

Faculdade de direito
Edital.-Do ordem do Exm. Sr. conselheiro
director interino, faco public qute a inscrip-
gao para os exames de s'rienci is, no proxipio
mez do f vezeiro, 'se abrirA no dia IU do cor-
rente, e continuara al6 o dia 22.
0 quo pretender inscrever-se, deve fazel-o
nesla seeretaria por meio de rquerimnento ao
inesmo Exmn. Sr. conselleiro dire -tor interino,
e ,leclaiar nroos6a material eni quose tern do
inscrever, nias tainbem aquellal o aquellas
em que jA Liver sido appruvado, a fiiaga.) e
respective naturalidade, assim como exhibira
attestado do director do collegio ou professor
(legalmente autorisado para isso) que certifi-
carA a habilitaCo do examinando, e sesE) do
proprio punho deste a letra e asslgnatura do
requerimento, tudo de conformidades corn o
arts. lo e 2o las instrucCOes baixadas corn o de-
creto n. 4,400 de 30 de outubto de. 1872.
Outrosim, se faz public que deve ser cow-
petentemente reconhecida a assignatura do
director do collegio ou professor que passar o
o attestado de habilitagao.
Secretaria da Faculdade de D~reito do Re-
cife, 3 de janeiro de 1881.
0 se -retario,
Jose Honorio Bezerra de Menezes.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro direc-
tor interino se repete o edital abaixo, em que
foi annciada a vaga de lente substitute actual-
mente existent nesta Faculdade. visto ter ha-
havido omissflo na part em que devem ser
mencionados os bachareis formados centre as
pess6as que podem concorror ao referido
lugar.
Secretaria da Faculdade do Direito do Reci-
fe, 3 de janeir-o de 1881.
0 seo.retario,
Jos6 Honor-io Bezerea de Menezes.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro direc-
tor interino, faco public, que fica marcado o
prazo de seis mezes, contados da data deste,
para a inscripgco dos qua pretenderem concor-
rer ao lugar de lente substitute desta faculda-
de vago pelo access do substitute Jose Joa.
quim Tavares Belfort, A 22 cadeira do 5 anne,
por tar falle:ido o Dr. Aprigio Justiniano da
Silva Guimarits. Pelo que todos os preten-
-lentes ao dito lugar poderAo apresentar se
iesde jA, nriesta secretaria. para assignar seus
names no livr., cmrnpetente, o que Ihes e
perrnittido fazer por procuxaJor, .se estive-
rem hi mais de vinte leguas desta cidade, ou
tiverem just Inp)edimento.
Devemn, outrosim. apresentar documentos
qlue mostrerm sua qualidade de cidadlo brasi-
l. iro, e que estlao no gozo dos seus direitos
civis e politicos, isto A, certidlo de baptismo,
fillia cirrida do lugar de seu domicilio, e
dliploma de dutor. ou bachirel formado, par
uea dis faculdabtes de.direito do imperio, ou
public f6rmaa, justificando a impossibilidade
a apresentagao do original, e na mesma oc-
casiAo poderao entregar quaesquer documen-
tos, quo julguem onveniente, ou como titulo
de habilitacao, ou como provas de servigoes
prestados ao estado, Ahumanida4le ou Ascien-
cia, dos quakes se Ine passarA um recibi0 ; tu-
d.) de confoirmidlade cornm os arts. 36e 37, do
lecreto n. 1,V6 de 28 de abril de 85i ; 411 e
segiiinto do de n. 1 568 de 24 de fevereiro de
1855; e 20, 19, do n. 7,247. de 19 do abril
le 1879, na p:rt-lerm qfal permfitte qu- os ba-
ch-r.-'is formaJos lambein possam serconcur-
retres.
S-.cetaria d Fa,'wildae de Direita do Reci-
fe, 20 de noverrbao de l'8(|.
0 s,'cretario,
Josi Honorio Bererra de Menezes





COMPANIILI
DOS
trilh)s urbanos do RocifCe
a Olinda e Bebe-ibc


.uf dw ~~t0oo, 150,.


P~U"
lrt s gd p de.ofieos U
.^i do a6pj-: ,,-; ^* Rio
0br~4ia n : Cainxa
:.A de Colla .,.. D -
papel braico paukdo, confugm a auwos-
Ra -4 Resma
Patl branch liso,. id Rm -i. iA
p marea pequena Caiza
Scorn fascipiLo paraoffieios Risimna
Hoilanda pautado Folbha
b D liso D
a mata borrAu j,
Pennas J'aQo conforme a iinostra) Caixa
Pastas Urna
Pesos dJe vi'lro Um
Reguas Urma
Syllabarios portuguezes Um
Traslados callygraphicos a
TinLa para escrever, em boioes Um boiao
0 a em garrbfas Uma. garrafa
Tintei,os de vidro, metal e lou, Tinta carmin para escripta Um vidro
a azul ,) 1 )
Tira linibas Um
Tesoura n. Umak
Vas, corn esponja A
U c.,wzeliio de compris res..be tambem na
s-e'.ao a .i;a uLarc-lla, projosL.s para o lor-
,ecinento du ca:%5,.o d)i peiJra proprio para
foijas.
Condigres
I.a T.Aus os crtigus seiew de piuimeira qua-
I ,i I.'.
..' a5i-,-o enlrfgu-s pelos fordecedores iias
o rSes que lie lorem pedidos pelo almxari-
fi'd ),,u peia cornpLrlhia do aprenidizesartifices,
ii.) P1;) Z) de t e-s ,lics, coitaduos d.3 data em
(;II ,s pe(s '.js fole,, despachados pelo 1llm.
r,. irSpec'or, ou anites itssa piazo se houver
u- .. Sc.t.
aT.' T.,os os attigus ficarAo sujeitos a appro-
v,iQaoe repouv.uao do perito que for designa-
d ) par. i ex iminul-op.
1.a Os toi bc-elo:es pagarRo as muitas de1O
So/ vaUir dos ari.:,os, rio caso Je demora
r,S enitri fns, e d 20 "/o n de falta de entre-
nu", ,u ,-j i;i, por Iu;a qualidale, indemnisan-
a. i- st, cas ) td azeniida nacional da dffeienga
que ae der ntoire ,s prrt.s justados e os por
q;. f,:wen c:in.rpra.;os u os generous nro forneci-
ci s iiu rejeitairos, salvo se estes forew iminme-
di(,5t!! risn ultsLitui-us por (ouios da quali-
cad', c.ritiatada.
5.8 0 pugani.eto da importancia dus furne-
;cinntos serafeuito pela thlesouraria de fazen-
d:., A vista Jis duo.uainentos que obtiverem os
forieced.,res, e dcpois du satisfeito o sello pro-
p ,i c:onal.
Observaies
I.a NurhtirnTa pr.,.()iSta s,,rA recebida sem
queo u p-r-nimuet nilla -,eclare, po r exeriso,
sw clarot, algum, emeanda, ente-linfa ou
ra.' trt. ,, pr', j zr ca4a gonero.
2." Nat) s- erA c::ta a proposta em quo o ne-
gociante nao declare, que se sujeita ao paga-
mento da multa de 5 o/,, uo valor provavel do
forricciwnento, durante o prazo para que 6 este
anmunciado, senab c-mparecer nesta secreta-
ria pard ass;gnat o conrtato, re prizo de trees
diig, contados daquelle em auu for notificado
pela imptensa, como determine o aviso de28
de dlezeibro do 1874.
3.* Corfirtne o reconmmen 4aJo eat aviso do
wiristerio da rninh. de t11 de rai, ultimo,
na' serio armnittidas as prop( stas dus nego-
ciaites ou firmas so',:,es que na o apesenta-
rem s Ilocunoento scguintes :
Certid'io de muaticula 'ta junta c mmercial.
Bilbeto do pagament, du impostor de indus-
tiis no ultimo seinestre.
Certidao do contianto social, extrahiJa do
registro da junta commercial
4.' Neruhumrna proposta seiA recebida depois
de abeita a sessao.
5 a Os proponTimtes apresentaro os docu-
meat-.s exigida, pel-j a -iso d e 11 de maio, act-
ma referido, tres dias antes do marcado para
o recebime',to das propostas, afi de pr1ce-
der se A nece+ssaria vtsrificacao.
Na sessao de qua se trata o conselbo aceita
proposta para o se. viio de wonceoto e lavagem
dIo r.,upa 'Ja enfer meria e comparitia de apren-
Idizes artifices. per tempo tie seis mezes, ad-
vertnido que ,6 .p"dera enc-'rrgar-se desse
servico quem apresentar fiader, cuja idoneida-
de for reconhecida pelo conseiho.
Secretaria da inspeccio do arsenal de mari-
nha de Pernambnco, 3u de dezembro de 1880.
-0 secretario interino,
B&li,ario Pernambuco.

EARITIIOS

Companhfa Brasileira de nave-
ga PORTOS DO NORTE


WW t."r -':.--.. : : y v-.
,' .' --, -- ., ,
+ w -. ,:. .


A.
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Reandimento do da 3 a 4
Idem do dia 5


a)


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viageem doe'ew-Ycuk para
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Ieb f t ,Ora leilota
0 t'idas qqm fa-
.%dbenk!0 6 eM.
a s"d6" navio
d'agua do


easa d Mamrlt
Victoria Bp al.


tBar n ara ob ar dem
tratar: na rua d6 ar da


htkk-ue f 1ija -dePsobrido i1. 61 d rua
Wll^U9IA icO 8.3Ajra Oa ftnba; a do n. 8 a
rua do ?9g; a en.u IQ.aa Afub de Lomas Va-
Iteftim^; o 0 e faidarbs do sobrado n. 25 6
i te SantpR.ts; o o.-andar do n. ifl A rua
de Horitan : a'asa ,nm aitin. nn Roninheirn n


.A 4*k1" Tqual foi do Mahrreiicao :'a tratar no segundo
A n e i Buorlalr i aqU! o4ar do sobrado n. 41. a rua do Rangel, ou
.$ .. e I corn Augustq Octaviano de Souza.
Casa de'aoencia
3;' LEILAG ieaenci.
./I .i.J tJ~t.a. Arruma-se amae seccas e dp leite : nalrua da
0 age'ntge dcmna, par mand do doTllm Sr. Dr. Palms, portfio n. 19. Na mesa casa precisa-
juiz de dirfto especial do commercio, ven- sa-se de awas seeca's e do leite. .
derA em leilt, as tans de raiz, pertencentes Precisa se um caixeiro corn alguma prao
A massa fallida deManpel de Azevedo Andra- tica de tavernsq, de 12 a 14 annos c na rua da
de,A requerimentode Fernandes Carvalho& C. Penha n. 33.
Rom emprego de capital Precisa-se do uma ama para o servivo de
A sabar:, pquena familiar: a tratarna rua d'ia Conquis-
Um terreno em Santa Anna, cercado, [a n. 24. "
corn 85 palmos da frente e 120 de fun- ---"-
do, corn plantagoes, A posse do terreno 0 abaixo assignadftendo perdido no dia
na ladeira do Mudo, no Arraial, limitando ao 4 do corrente umn titulb de 2o official da secre-
sul corn terras de Manoel daRocha, e ao nor- tana da presidencia desta provincia, pede A
to c am as de Jose Rodrigues da RessurreiCa.io. pessoa que o achou o especial obsequio de
Ura casa terrea na cidade do Pilar da3 Ala- entrega-lo par ser um document que a si s6
goas. interessa.
Urma dita em Campina Grande, na provincla Francisco Josed de Moraes Silva.
da Parahyba. Precisa-se de um criado de 14 a 16 an-
Quatro ditas na cidade do Limoeiro, na rua nos, e de uma arnma para todo o servico intern
do mesmo name, sendo unia dellas, casa de de casa de uma s6pessoa: a tratar na rua do
banho. : Imperador n. 41, lo andar.
Sete ditas na Villa doTriumpho, ns. 2 3, Offerece-se um moo corn grande pratica
o e 6, narua do Aude e duas de ns. 4 e 39 de escriptorio, de partidas dobradas, para
na rua do Triumpho. qualquer casa commercial; assim coma acci-
Ura dita terrea em Pa de Assucar, nas ta qualquor escripta avulsa por barato prego:
Alagas. a tratar na rua da Ponte Velha n. 43, taverna.
TERCA-FEIRA 11 DE JANEIR19 -...-----,-
TE rnA FR I11 ,iD)r 1A IiQ Preci-a-se alugar urma :negrinha de 12 a
|n ( [ utca d o ln pll ral o r ,, ni| l' 4 9I 1 t
arua o 1P o n* 4 14 annos, para andar corn crianoas: a tratar
A's12 horas em ponto na Ponte Velha n. 43. taverns.


LEIL4O
Do sobradinho de urn andar sito a rua da P-
nha n. 27, em s6lo, proprio.
Quarta-feira 12 do corrente
Ao meio dia .
Rua do Imoperador n. 16
0 agent Stepple, competentemente autorin-
sado, levard a leilAo o sobradinho n. 217. de
um andar, sito a rua do Penha, em s6lo pfo
prio, e que rendo 42524) mensaes, e que sem-
pre esteve alugado.
Des^.e jA p6lem examinar o dito sobrado.


AVISOSI -IIIV

COSTUREHIRA.-,Na
rua da Unhio n. 47 g.-
cisa-se de uma muflr
para coser toda a qua-
lidade de roupa de se-
unhora.


MODAS


Precisa-se de pessoas que fagam vesti-
dos para senhoras. coam gosto e perfeiCqo :
quoem se achar habilitada, querendo, indique
sua morada em carta fechada. corn as iniciaes
T. P., deixando n'eqta typoraphia.
Aluga-se um pequeno segundo an-Jar,
tendo 2 quartos, 2 salas e cozinha f6ra, para
pequena familiar, na rua Duque de Caxias n.
32: a tratar na mesma n. 3M', bilhar cmmer-
dal.
AMl Precisa-se de uma ama par& casa
*AM" A de pouca fimilia, quae cozinhe
compare; a tralar na rua Duque de Caxias n.
8 sguadpo andar.- _______
Ami t Precisa-se de uma que compare,
cozinhe eengomme : A rua do Im-
-perador n. 43, primeiro andar.
A IfA Precsa,.se de uma aa de n a a
[ AltT idade e de bons costumes e asseiida,
para cozinbar e engommar paraduas pessoas:
no Corredor do Bispo n. 21. ______
A MIA Precisa-se na rua do Marque2
A1WM -S de Olilnda 25, 2* andar, sondo
uma para eozinhar eotutra parn engommar,
par casa de familiar. '
Collegio de N. S. do
Amparo
Rua da Uniio numero 4
Este estabelecimento de educaCAo de meni-
nas estarA aberto do dia 7 de janeiro em
diantf


DE


PARIS


M811PUTILLI
0 H IMPEATfIZ N, 3710 OAR
A.visa aos seus freguezes e uo public em geralque tendo chegado pelo
ultimo vapor francez, de Paris, trouxe as ultimas novidades, taes como se jam,
chapdos para senhoras e meninas, leques, roupa para senhoras e ciangas. fi-
tas, flores, plumas, esprlhos e pentes, carteiras, c )stureira& e mais outros ob-
jectos que serdo enfadonho de narrar ; o por isto pede, que venbam visitar o
soeu estabelecimento, onde encontrardo tudo pr pregos muito vaqajosos.
Rua da Imperatiz n. 37 le aihdar



Chamam a a e neen a conurrencia do

unamiaim a auflg e w-Dedm a concuffenciad


respeitarel, phblico desta c*fti pana o seu

M USEUDBEJOJI.S


A' RUX DO CABUGA' N. 4
Sem competidor em prevos, semr sn-
perior em delicadeza nos tratos e sin-
ceridade uas transacqes, eus eepoem
a todos os que honrayem o seu estabe-
lecimento Com sua visit o mais varia-
do e complete sortimento de joias de.
IOr'o e prata, quer samples, quer orna-
ds corna as mais elegantes e verdadei-
,ras pedras-preciosas, taes corrmo : bri-


lhantes, diamantes, esmeraldas, sa-
phyras, toppsios, onix, rosalina, etc.,
etc.
A sua norma de conduct d :


Vender barato para vender muito.
RUA DO CABUGA' N.


IJ' TR&R I


DA


CO'R'E


I,509(:O)0$0(00



,.s 1000:000:000



Vende-se bilheteg, iieios e quartos, em gran-
des e pequenas p roe--

IJRc R0DaC#

Uhaui' a: venda os bilbetes da


.'a r-- -: .-
_,*. .. -


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jf~4.Q

I.
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-TI!'


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*1 F


,WA TR.fnlk.i :-


OS


Avieso parao hitar. as falsificaes t
papel corn o nome dos fab cantes e


tires globos em cada extremidade.


ta
_ :h

'r, :


A. 0. ANDERSSON ft C.
Wenersborg


As caixas pequenas de madeira trazem queimsdos os 3 globos.
N. B. -Procure nos melhores armazens de molhados.
PHOSPHOROS (DE TRES GLOBOS) DE WENERSBORG


FABRICA


APOLLO


0 proprietario desta fabric precisa engajar para sua officina de charuteiro,
meninos de 10 para 11 anuos de idade, ensinando Ihes o (fficio, e mediante
contratos firmados pels pais ou tutors dos mesmos, sob as seguintes condi-
g6es. ba.tante vantajosas :
CONTRATOS :-Sao fditos por tres annos, e firmados no fim de 30 dias, se o menino
apresentar aptidao parao ufficio.
SALARIO :-Seiato pagos mensalmente, depois de firmados os contracts pela seguinte
maneira :
85000 mensaes atW seis mezes.
1'$000 de 6 rnezes a(6 I anno.
12$000 de 1 anna atd 2 annos.
158000 de 2 annos ate 3 annos
GRATIFICACAO :-Depois dos 3 annos, findo o contrato, receberA o wenino a gratifi-
caclo de (lOVAOO.'
LANCHE : 0 estabelecimen'o dA todos os dias uteis um lance gratis aosmeninos.
Os pretenlenltes pcderao dirigir-se A m'sma fabric .A rua do Hospicio .n. 79


Aluga se, por barato preco, a casa da rua
Vinte e Sete deJn rei'o ou paieu d( S Pedro
n. 25, Q. )r ..: nhadodaruadeS., Ben-
to n. 18, a,; bs m OMinda; a tratar na mbs-
ma rua n. 16, sobrado ao p6 da academia.
Preciga--o o umai aua qu cviumMUw,-a
de um criado, para serving de uma s6pessoc;
a trQtar na estrada real da Torre, em umas
casas novas, onde tern uns pilares ao lado di-
reito.
Precisa se de uma ama boa cozinheira :
na rua da Imperatriz n. 15.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e
comprar: nci iua Duque de Caidas n. 48, ou
rua do Hospicio n. 27.
Aluga-se o primeiro e segundo an-
dar do sobrado, A'rua Visconde d'Albur-
querque, muito frescc, para familiar ;
estd todo limpo, e no primeiro andar
tern fora terrago, e 6 muito fresco: d
tratar na loja do Cysne, a rua da Impera-
triz n. 64, ou no Corredor do Bispo
n. 73.
Precisa-se de uima ama psra cozinhar e
compr; r : na rua do IIospicio n. 27.
Precisa-s e de umn criado que seja fel: na
rua do gariic n. 1, 10 andar.

Urmn cachorro
IKI T I -


J^ F Pharmaceutlcos Chimicos
SEscola superior de Pharmacla dd
Este novo medtcamento recomimendta"
pecialmeile nas Febres intermittien* 1.
{ julgarmente chimadas Se-jes ou Ma erS
J Elle.fal desapparecer corn rapideq as Febrs
is rebeldes e sobre a sua wfluencsa *IS
entes ndo lardam a recuperar a sapd "
obter uma cura radical.
Par evitar as alaiflca9s., exiglr
tta sabre todas aa garralasu o nom
e A. CAORS, e sobre os letreiros a
( -gnatura dos lnventores.
VENDE-SE PO ATAGADO E A RETALHQO
SBotica Frangeza e Drogari
lAUUiATO CAORIJ
ua da Cruz, kA 2


A. CARS
22, RUA DO BOM JESUS, ANTIGA RUA CA CRUZ, 22
__ ernambuco __.
Alugamr e as casas t areas n. 21 Arua
de Santa Cecilia, e n. 4 d rua e Antonio Hen-
rique: a fallar na rua Doque e Caxias n. 41,
segundJo andar.


(Hlf[I f PfP~f A m At Preeisa-se de urea ama
Wodan, Mde. P.ap/ ara cozinhar em casa de
't.. I._ ALhomem solteiro: na tua
cor cinzentLa, semelhante Duque de Caxias n. 47, Fagatsa Amazonsas.
Precisa-se de uma amA; na rua
a o o, e C coleira A .estreita do Rssario n,5.
PPA Precisa-se de uma ama que
r saiba cozinhar e comprar, pa-
de prata, desappareceuA m a acascade puscfamlia, pa,
ga-se bern: na rua do Vigario
Udo hotel de Mr. CPl,,UwiUen. 1. segundo andar.
Precisa-se do uma ama pera o son-
no Mondego; gratifica-se Ama vio de cSa de family a tratar ua
v .rua Au'gusta n. 157.
generosamente a quem Precisa-sA de ua ama
apr- .h e o trgar y 1 J que seja boa cozinheira e
anP~hAnnAln A ,Tif|p.nrowZ 'L"&TAI.1 engommadeira, prefere-se
prle del-UoL e U 0 eI[Ll d.L escrava : na rua do Livramento n. 32.
'. .11 ^Io Torr^esC 36 --Preciso-se de um caixeiro com bastante
a Ua dUoU J ItOrI' n. 36u pratica, e de um menino de 12 a 14 annos
1 0 --d]para taverna, no largo do mercado n. 1.
1 andar, ou no mesmo A Precia-se do uma ama
i l A& lEi / para ca a depoucafamilia ;
hotel, L A VJ L a trdtar na travessa do Con-
vde____________________ d d*EU n. 4, segundo andar, ou n. 19, bo-
win dan PaC dn nhnivn 0enarnair" n "tica.


- 'I" ? 'w UO U004 w WA"42U d5-jIjuUU u~a
Barra Grande, em Porto-Calvo, um escravo
crioulo,de nome Betedicto, bern preto, corn
130 anoos, ma s ou menos, boa figora, levou
Svestido'paletot preto, chapeo preto alter, e usa
tuan oorta pass ao lado : quern o pegar, p6de
leval-o ao Sr. Joaquim Rodrigues T vores de
Mello ou ao Sr. Bernardino Pontual nesta pra-
ca, ou a seu seahor em Barra Grande. ou no
engenho S. Vicente, no mesmo lugar, que serd
bern rocompensado.
i1Jolo Baptista Accioli.
-- Recommenda-se aos senhores capitals
do campo a capture doescraVo Luiz Fialho,
mulato moCo, quo so acha fugido ha mais de
Sum pez., o qual foi escravo do fallecido Exm
Visconde de Suassuna. e hoje pertence a Ma-
noel (lbdas Bamto, por Ihe tocar em partilhu
do respee Uva f "i"o, e a quem ser en. i
tregtf no e nhp-,.S icaia de Beberibe.


"I ..4 ,


UPOSI0ES DIMIMERIAES: 35 anrnoj d 'lm I4U EU0S
dedailhas de Lyon 1172 .|ii V".A 1B73.
do Marselha 187M4 | 1 dl .A ,l. e nra.
p de Paris 1875. A O E I Aeademia Need Pari s 74.

0 relhor Elxi;' BPoderoso Preseryattvo i
PLRA SNYSA As
DIGESTAO REgas COLfRIOS
DOES DE ESTOMAGO VOMITO, EPiBEMIAS
NERVOUS, ENJOO GRANE CORRECTIVO
DIARRHEA D# A ASUAS SALOBRAS
He am dos Siate gftulmente comne
IILHOBMS DENTIFRICIGS AGUA DE TOUCADOR
Van4e-se em frasce mios frasco n oao lloe e Assi ,trare s o do RICGQLflta Ly(Fn i M )
G fle3posito: hixarMZr3 PE3REIA. MAITA &a C'. P



VERDIADEIRAS PILULAS oo Dr BLAUD
NMo ha preparaqolo ferruginosa que posia gosar mais ia confian9a dos Mediccs e
Sdo edntes, appoiada sobre docmaentoa tlio authen9.op, como eselo etas pilulas.
Estes documents s3o ox seguintea."
o. Insertas no novo Cotice, e que s ao empregadas corn u-n Immenso success, ba mats de
40 annost. por quasi todos os medicos, para curar a Anaumi*, a Chlorosbls, (cWrs aUidma) e
para tcatar a formaclo das meninas.
2_ Els a opinlW&o d M wg homes ols mi a eminentes naas scienclas medlcas, quo e u experimentoUm.
v Ha SN annos quo exergo a medicine, sempro obtive comrn as pilulas do Blaud; ineon-
teostavel vantagens sobre todos es outros ferruglnosos, as consider como o molher
aUtlohlorotloo. )) Door DOUMBLE, a preddimtsds A AmdmIde Medicibad6 me.
SDo todas as pmrpraes ferrogino c, eom as quaes ternot obtido bons resultados 7 tratamweto das afiec-
Os ellorotica., asl '16laa do l=ad parUeS-noo dover oeeupar o primeiro lugar. .
(T. H. pEgg. 0, Otloimaafe UnIveml do MiddumneM).
D-gOftclgir que O0inS lLAUD Mtea*tvaaem aft pllaa m sT6 aqil a anrpm: .
M3MQOOT7FI:E-S=E3 DA.S FA.LIi.A.QOES 0
iaufs, tf ia7Wtt, a 8 4 l8 an u oita p lau Shpa uuiaa.
DsE.poslCarfsem PMnwh co : PIRAN- M. da SL.VA 0A .
: ........... .. ... 0


I E US IPCIE 3E )
do(. loT (4roz
Ewkmmbt pearao e c BISMUTHO
I r-M nhpi .. f
ADIR ET z mummm HIISITEL /
ditnio peie uma freacura e
aveludado naturaes.
Prioo da Caixinha corn bor/a, 5 tr. (
Ra'i3,.Lb. PAY, 9, rue do la Paix.
DIeo)sito ea Peraaimbume: FUAN-I, N. da SIMA & C',.
E NAS PBINCIPAEFS D]OGAIIA' E PFiFUMERIAAS. ;.
( *' .2 ... -- P .. ." -.--,, i s .. : -
ft--] '. .i _" ^ ~.- ^r~lll A 8 A~r~ -c


Ama
roupa.


Na taverna do Hypolito, jun-
to a estacao do Cnacon, se di.
rA qnem precisa de urma ama
pars cozinhar e lavar pouca


Antonio Luiz dos Santos e suas irwles agra-
decem a todas as pessoas que compateceram
ao enterro de sua presada mai, Anna do Santa
Ursula, e de nevo rogam a todos os seus pa-
renteseamigos o obsequio de conjpsecerem
A igreja do conyrento de S. Prancisc7, qualta-
feira 5 do correte,s s8 hboras da manhR, afim
de ouvirem iOs wissas qe ac terlo de celebrar
pelo etrn! repouso do sua-lma.


Lutlz Francisco de Mello Tavares
Asx Francisco de WII1o Tavares convi-
da a-W prentes e amigos de seu presadissimo
pai, I Francisco de Melle Tavares para
assistirem a missa que por sua ahla manda
celebrar no cenvento S. do (arnto, ais 7
1/2 boras da manhl dojit 7 do'-crrente. 1o
annivrser'o do "mn ento.
-- -"EHO Ferreira da Cun ha,
Eo~i a eira da unba. Joa-
qu.n Ferreira da Cunha e
; ii i -- Barlholoawe Ferreira da Cu-
;- riha, pP.temn a todos-os saus-
Si parents e anaigos o carid.so
''.' L-^^jjn obsequio de assistirern as mis-
s: s quoa mandam resar na
igreja da Madre de De", as
7 1/-2 hiras da manha do dia 8 do corrente,
pela alma de sua ciritilhosa mAi fallecida no
reino de Portugal, e desde ja so confessam
eternamente agradecidos a tados que se dig-
narem comparecer,

Retalhamento
Manoel deMoura Esteves estA retalhaddo
seu sitio corn a frenta para us trilnos do Ar-
raial, com tires casas de t i pa, duas cacimb6s,
muito pei to da esLtalo da Magabel.ra de cima,
lugar muito saulavel e recreation, preQo mui-
to commodo; trata-se na rua do Ii, perador n.
50, 1o e 3O'hudires e nos- ,ias qantifirados no
tnes?:o nihi".
Moveis
Compra-se, vendA-se,J.aluga-se e t.oca-se
Moveis.novLs e usatisde tod:.s as qudliades.
As co'mpras effecluanm-se de prompto a di-
theirim d vist., quajquer que stja sua impor-


i









S1


*^ '^; -L- [l i la \.J iL %J% -.pn r tancia.
"*a"'''fi.'t.' --"'* ,,, ,:- *i Em t das as transn cS.K6 sla t ir.:;:.,s em
'.;..:" ~ 1 ('-, -l" ,: n c5 r.,O a es na.'e>''idades dos SF.. ,-ten-
< ...... ;' !:t ..[ que eic.c i.ra a:) maiores v Aa.'.- ns
do' -,o .. .. .. o;) i', ,.',',' ,. "q. n e o ui qi 'q paite.
A ..- '.^ -. *. AI L\ZM E MQVEIS
-.< -". .:-. ; ._o r ,i^ .;=>. z,,:: 2.d": ., ...., i!, n... ;\'(wo^ '.p., ;',,.. '';'^. '^I (;V l'tl; d :] 'i">ii ('. x.ias i'. 37
,,0-. ... ,.l. m .. .(1 'i, ^'-
-- o' 1i s
.... ..- :r-.-- ',-'.-( i
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"' ...*.4 IL L'. L icx t -,; :'i *,,7- q1 .'5. 0
*!' .'*'. .:, i' ." *^ ~ ~l Li'*l l: ic .. .'11 Ln i.' n --.; llii .. .ii i q i ie l~
.- ..-.u c :.i..:: i :, !I..'!; .. ..- 'rabhu ;- u: ;t %a-.bra do.Sr. A .c nio CO r-
r P,'-srae ,i5 ",.5,. : ," '.*''. +". t',', : rei "" '.v~ *u -
, ::c, r L c: c. .- emJabo ltAo. o :bzlxu
k, ,- 0. ,: n. ,biti.4eIt.e f agsciene n .o i iCs-
lE allP1, CHU0RCi"c, S".i3!UE?0 E, n, : 6t(..l ..re A a t.pp ea quanta autes
CO' : :I. ."n PARTO, ,'.' pr: r .. 1 s fi' q"I s q (V ianlado
irp r 3. 01. y;T'ES. tc. s' ie t!'.,: .i: c:.! .- qnc- r,.rr d Lima,
r Ac l o va :fun,: ;',5jiW .,', (fla c CM! 'i tc S A .: d rda 0
1 :i r-" Gos aD s ; i'(..r/-a ^ /1:;,. ii aluputis da mrsrna
s, d ,a l'rap ebtl..a. ',. c,..;,,nt., )rs"' ..^ f cJ iA'- de
S 0 o mfomas-,'a. r.e'ca o 6 pp-.,tt, u prm m p L.U fM
NOa wsr-ie co o aiva, sticcesa pura as qualquer foiti.ii ces an ipnfa
appiec,,l" I.-' o r ACeeta de5sua
PARIS 22, 20, 19, rue OrcuOt PARIS re.ienci-, o abail nadip.
aral no prazxo., t48
SDeposito em Pernambuco: Ft -o prao 4 5
*oauMOWrpaoita 1. tjp
-W 14- ,,.... ,,.M .Room ,M =oo

::.. A._. -.
,-. -..* '-* t ': .... ;.- (*^ 7 *^t**:
", -" 'I-C
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11sarnos agora de Tres, Gkbos, e as caixinhaa, trazem urna lira., de


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AtAAS DE COSTURAl
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Gaspar Augusto Soares -Leite, uhico agente das maehinas d costura do fa-
,rikante Singer, por tor feito um coAtracto corn os fabricantes, avisa ao respei-
tavel publieo destb tirovincia, que achba de receber umn g ande so timento de
machines de todbs os tarhanhos e qualidades. qudr para o trabalho de mAo
qudr para o p4aL p preos os mais razoaveis possiveis. TAmbem existed no
seoji dep0*tb g^0 quabntidade de fnachinas de traba4iar i mao, de outros
fabricanfek, 6 dit ld ) rambeim a prego razoavel.
fxlste nb n st eeinomqo uam prito official para cs concertos necessarios
a qiaqV6er mAchla de costtfra




N. 2 A -Rui' do Cabua N. 2 A


Tern sempre um eosupleto rtlmektto e fazendas final,
papa grande toilets e uso ordina io; aian como :
Fichus, entradas de balle, saletes de ttalha, Sornons, hale'
a Guaany, Duqueza. Pompalour ; grovatas de flld para senho-
ra, talagarca para para bordar, 1116 para v.o.'blond preto la-
vrado ; luvas, leques, perfusmarlas emuistom autros artigos- de
phantatla e de moda.


PPRECOS MODERADIIIEMO4J.


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RWi 4ialtue qwwja a .au a. corobaten-
Sate mesmo as Inflammaoes productivas
a ns am e da be'iga.
0 xairope de stigmas de milho do nossa com-
iM dnJ m do1,d I a oo.apomtr .eda
"Oe" 'is assopa do ta'lanho otdinario, /2
grarma Je eaKtf11o dp s0tigas o qne garan-
timoe aos= S. ,t i i ftr I ue po~sam te-
gul' .cor 0 a at4 IT.o a doses que nhcft-
rem prescrever. ,4
0 xarope de stigma de milbo cura a reten-
glo da urina, cathorro da bexigp, fez desappa-
recer em poucos dias as inchaces parciees
ou geraes, os sedimentos di urina; 6rAnal.
w teno o iNehor remedlo, senpre due for ne-
A trib aigmehtar a secrkbo da urina.
-D6se
Duas a quatro colheres dns de sopa por dia
para os adults, e das de chd para as.crianeas,
puro oudiseelvido em agua fria.
DiUta
ComiDaas p1ouco n OlepsOS, abstenClo dos vi-
nhos alcoolicos, rde -imentas, e todos os exci-
tantes.
Deposito geral
Pharmania e drogiria, a rua larga io Rosa-
rio n. 54, Pernambuco.
ESCRAVO FUGIDO
100000 de gratificacao
Ausentou-se do engenho Tabo 'as, na comar-
ca de Pao d'Alho, no dia 25 do mez de julho, o
escravo Mtiys-s, com os s+gnaes seguintes:
c6r fula, cabeca redonda, cabelles carnpinhos,
dentadura perfeita, bemfeito de rosto e de cor-
po, tern 29 annos do idade. porem represent
pela physionomia 24, estA principiando a bar-
bar e tern poucos eahellos no queixo, tern os
peitos cruzados de cabellos, bemfeito do p6s,
altura regular, 6 cria do referido engenho,
cargueira e carreiro, tiuhcr fugio, e provavel
queesteja trahbaihando em algurmaestrada de
ferro, ou em algum engenho como carreiro,
corn o titulo deforro : pede-se a quern o anpre-
hender, qore leve-o ao dito engenho, ou i rua
Fornpse n. 13.


A


M

esci
ta d


BARROS REGO
A D V O G& A D 0 O
[udou sua resideneia e
riptorio para a rua Estrei-
o Rosario n. 43, 1o andar.
DI I M F NI M


Mapfiftina Pso
afsistente apirovadr pelo regoiaesito pro-
viftial do 27 de'eabril de t!75 do hospital Pedro
H. c(ffereLs aarepeitaveil public os servicos
te ua pIoflste*, poendo sew prOeuratt a
q eqiqor iora 'do' dia e da nohte ew seRm cas.
a, 34, eo...iro. ariefr, I ra da f Imperatrfiz.

Hst vrtseos QSt" e 2 'nd~ers doprbitei.
6' ruasDbque .+.Ca~s ;i;trata se tia e-6a
1'n. pnariniro Amary .
Na Eat Mtrfft lewa
Perto dOmo .i4ia 'Ikammgem
iftea-se umrn sitio eo% 600 pahmes de freite
e 4i,2C0 de fund>. piprfdtpfsNft a ptantasCo,
baixa de capiM e vacc s 9Selet; eft ufta ex-
oeflnte cak psta grAfr kafills, tom 4 ,iar-
to f6ra pare fwpreigalf : a tratar .ba- do
BEbn Jesus n. 1.

1AJGA"SEl liABATO
Travessa do Caldcifeiro u..
Aita do Visconde 4eG0opawna &t.79.
Raa Eo Covonel Suassuna n. 50.
T.avsa 4Oo Campello n. 1.
Porto da Madeira, rua d'Aguasinha n. 7
(Boberibi), lbvm sitio: trata-se no largo do
.(coo Saut a. 19, I1 andar.

scravo kugide
Agse,,tou'~se fugftvflvem# *w~i1^I^er.
rente, de bordo do brigue national Felicidade,
Ioascravo *Sa'ohgrdeoovmo O .4@,-da w
Mnos-, #&I,!M W''orop*-eI-l do Srs.
Wiho, Pwte da zhii 0ItAte g6r.


cado.

0 Sr. Atrelio de'eFiguei-


redo
lesti rogade de apparecer no armazet n. 4 A
rua-do CO al,'eie, a.Utar de negocio de sen
Interesse._
Stixeiro+
Pred ma-4lsde utmixeiro de If a 14 annos,
e queonben "rMtida Lde "tlhadop, dando co.
nheciaeto de suamvondueta: a tratar na rua
do Cotoveflo,padaria de Jose Joaqurm de So-.
za Mo1tt.
Ao puB~ieo
Prevtie Se so pubrico que aingnem faa ne-
gocio corn o tewreo aanciado i vel da, site
A rua da RegeneraAo. em Agua-Fria, visto
oste terreno estmr. sajeito ao pagafsrto do
uma letra vencida no poder do Sr. Antunes
Guimaaes, mwador ila Casa Forte; aqnsJik
letra Aaceite dapropria d&ua 4d-tereno, boje
fallecida ; faz-se esile para -evimr *4ides fu
turas. Re-ite, '5 de joeniro dit (flf.
Ao tommner(io
Joao V. AvesMathdmes avisa qoe Weta dhta
deix-o de ser emipregaido do-Sr. DiXmUirtos Al-
ves MalheUis. Peramibaco, o de ji.mwo de
1881.- .. .

Sociedade dos &earHIs
NImeros dos dous bhetes nibairos e ofto
meios peoi tatwetes. evt*9sauie fiea ear po"er do devesltatto abafxt ssig.
nab t s: V6,680 e 66,W. i Vs: 6,6:M-
96,882-96. .93--9.60i--,G65-G96.A6- 96,677
e'93,688.
0 depcasilurio,
G. P. Irs S-nios.
Ahip -e
Sra sa da rua do Cor.nel Suasruna, n. 169'
toda ,'imantanda, ern duas alas, cisco nqua.
trs. c-zinks f6fe, qwiutae.5por~s ecacjir-
ba: Airatar ira epVSrt i' 't) comreio, mrin
Virente Feireira da Poretoecla.
-OGria*d.
Necess't. o P r4e rli4e4tn A rP et- .
Ifteruaor n. 12. de um w rdto,aqw Uea del& d
nte" ".._ __ __

tUKisa-se d l t tb vStbrh tg
abrigt0i* lOW 09f i i m1


ConIra a tosse -
j1npe peitoral Jame
tJrfbb ibdarmbfni 0 autoris1dd polo 0onselho
de safide public ., Portugal, ensaiado e ap-
provado nos hi. pitaes. Cada frasco esta
acompanhado de *. impresso corn as obseri
vagOes dos principles medicos do Lisboa re-
conhecidas pelos consuls do Bra il.
Co0tra a debilidade
FT rwl -b tdral ferr=Uinosa da
pfiai-rihtmia Ffftrio
Reconhecida come precioso alimento repa-
rador e excellent tonico reconslituinte, esta
farina, a unica legalmente autorisada e privi
legiada Em Portugal. onde 6 de uso quasi geral
ha nuitos annos, applice-se corn o mais reco-
nhecido proveito em pessoas debeis, nas que
padecem do peito, em convalescentes de quaes.
quer doen.ps, em criangas, anemicos, e em
geral nas que carecem de forCas no orga-
nisomo.
Unico deposit em Pernambuco, A
ruu do Marquez de Olinuda n. 23, phar
macia de Francisco Mnnl\ da Silva
&GC.


flentista
E. Epaminondas Rodrigues d:
Silva, pharmaceutie,-, e dentista
pela faculdade de medicine do
Rio de Janeiro e successor de J.
M. Leroux, encarr .ga se de tra-
balhcs dentarios, per pregos
commnodos. Acha-se em seuga-
btMnte das 9 e meia as 4 horas
da tarde, a rua do Bareo da
Victoria n.23, I.o andar.

La vao efles
Os Srs. Joaquhn Lu-
cl il 1d, Siqucira VarcjA-o,
omprcgahd nr thesourn
provintil, e Landelino
de Ltum Freirc, no co:-
suLad0, qu-,irwm appmre-
ccr atrua do Marquwz (10o
HIrval.

iligea apaa a Vido-
ria
PartlrA 4e Afc'ados todas as quintas-feiras
ds' hoQras da'-nanbhi uno dilTgineia para
aquel!a cidede, Prero depassagem sit&ples
8500,'1a08 evoli 14: a-tratar ra mita id Pe-
die Aftnson. !A, 16andar.
G/zniheiro
Ma ra d REchOllo, tiga edo 'Detino,
n.oif, rede* -sode am baol co3nrfeir, que
terat; umbuim ufl bin #iAoedimAHI&._
T a,"BM fET n T
IIARA
tonaieto de assmur

nDE
AMn Pariterson & 'C.


Ttiunwho n4 -a*inn)
Prineirasl Iettrias
Jos6 e Attenoourt AdtpEnte prtdite no.
vamente estabelecer escola para noWnfs, ei
pvincdpios graamaicbel; unita 9eni~sabe o
sou modo de os adiarati', porque aqof r1o ha
46e0ri5es, aflfstlboa lettIra ; -de"e ja-
neiro em diante dara principio na praca da
a.paVi~tqa'y-

T ln-g8Mlow.uai r dot o Mun-
gammna, nra4 gM40& Afd. k0gMt vivei-.
ros,'.tiLQs 4aqmres e onatrmifitas fruo-
las: a tratar na rua da Saudade n. 3.
"Hoel Estrella do None
Lingoeta
DaMee eomida e bospedaria por 2S a 25500
por dia. Fornee-se comidepor assigr.atua.
Sitio
Vende-se ou aluga-se um sitio nas proximi-
dades da Eocruzilhad.: a tra~ar na rua da
Reslau rao n. 3, t10 andar.





Bilhetes parantidos
1tua do Barao da Victoria n. 40
e oaisu do mtume
0 abaixo Isuimu aaba de vender
entree os seus felizes tcetfs um meio
de ,n 560 ce. a srlt *de 4:000300O0,
i ii q(atto 4e. n- 3,3$1 .-rti a sorte de
8OO^0O0 as iifn neioi 4e n. i221 corn a
oi*Iet 1OU5O(, ,alro '4e eutos pre-
iui d 83000, 1XN) e 8^000.
U raeemo abiio asigrido convida


'aos.possuidores a vir'en receber na
,omifnba4e do- costume, mni descon-
to .~>840.
Atta-se i veaia 6s felkes bilhe-
tes ranlidos da 1.' part da loteria=a
asicM da mariz 'de Jacavava (92a),
qa se extwahirA tera-fi.ira 11 do cor-
rente. Ip



Meio t)
~ do :0dr llpara
.-p lm t fti# a DV


aLeite.


lilillld u.m"I

a 00 59puagivo.


Meios
Quartos
Em porqgo de 100S
Bilhetes
Melos
Quartos


28006
15000
para cima
3*^500
3887
15750
$875


Manoel Martins vzuzo.


CISA


'tIf1 114


PrI a da Independencia
Ns. 35, 37 e 39

Aos 4:OO'00
0 abaixo assignado vendeu entr.
os scus bilhetes garantidos da loteria
9Ia a benelicio do hospital! Pedro II,
a sorte de 800&0)JO em um quarto n.
3344, as duas sortes de 1005 emrn meio
bilhcte ns. 1221 e um quarto n. 2937,
al6r de outras de 316, 161 e 8001 .
Convida os possuidores a virem rt--
ceber sem desconto alguri.
0 mesrno abaixo assignado tern ex.
posto Ai venda os seus felizes bilhetes
garantidos da loteria 92a, a benetico da
matriz de Jacavava, que tern de extra-
hir-Fe no dia te -a-feira 11 de janeiro.
IPREQOS
Bilbetes inteiros 45000
Meios 2S000
Quartos 15000
Em porcao de 100.000 para
cima
Bilhetes inteiros 35500
Weios 15750
Quartos $875
Antonio Augusto dos Santos Porto.
Cognac Tres Estrellas
Muller Fr6res
Eite cognac, hoje sein competitor pele seu
nimio prego e superior qualidade, e que obte-
ve -por isto os primeiros prenkos na
0vande exposqiqo universal do Parts
&hoje o mais procurado, nao sd por ue su-
periorqavlidade e preao baixo, como
porque cada garrata de Ittro comporta as
sim garrafa e mela de liquido, e o torna
por isso muito mais b-irato para os ghlp-
Cbandires. Hotels, Restaurants e ven-
das a varejo.
Unilcos agentesi do eognae Mul-
ter F rwes
MAIA, PACHECO & GOMPANH A
Rua -do Gemmercio n. 40
Todas as garrafas tiazem ss rotulos corn
esta decleragase- Caniella eom as UtlSsift
caq6es. 0 unico verdadeiro Cognac Muller
TTLe e aqui irnportado pelos agents Mala
Pacheco & C., ru *do Com wudlom. V.
As caivxg uepresejmm em diat'Ae f go
desenho do palacio Nocaderot*u'Varie;a
cipsulas, rolbas e galwas sAdllldAlK aUitbow
ticadas aro a :flrmamillfller Frdes,.
Cautella corn as falmlficaioes :


MOI~iSI'A
Apromptam-se vestidos porigurincs par*
casamento, baile, theatre. visit, luto, pas-.
seio, etc., pel s seugnintes prv:
De noiva (sen-do de qualquer fazenda) por
158000.
De gorgorAo. grosienaple, seda, setlm po-
pelina por 1t.
De merin6, alpaca e ilS pot 95000.
De cambraia, gaze e fi6 per 6 o0 SO.
De chits, linho e cretone pur 5000.
Concertam-se e onfeitam-se cbapios para
senhora: na rua da Roda n. 46, sobrado de
um andar.

Moleque
Precisa-se deum moleque deo 10 a 43 anos
de idide: na rua do B-rate-de ,. -rja ane-
ro 51 A. _-
Vinlios BoPdeaux
Os melhores e mais afamados sao hoje os
das seguintes marcas:
S. Esuephe.
Chateau Mont-Rose.
Pontet canet. a
Unicoc ag~trte5
MAIA PACGECO & CO PANHly

itemessas para Portugal

e imhas
Maia, Pacheco & C., A rua do Commercio n.7
40, facilitam remessas de menores e mainres
quantias para Lisboa, Porto e ilhas, e todas as
de mais villas, aldetas, cida'les ou dependen-
cias do reino.


'.0
- lb
----I


Selins inglezes
Domaingos Jose Ferreira & C., i rua
do Barro da Vic'oria n. 1, esquina da
rua das Trincheiras, tern urn grande
sortimento de selling inglezes dos acre-
pitados f-,bricantes H. Rogers & C.,
Levander & Sons, optUmos arreios, tudo
born e barato ; bern como, teem um
grande armazem da colx6es, travessei-
ros, etc.
Vende-se
um moleque, parito official de tanoeiro, con,
16 annos de idade : a tratar a rma da Compa-
nhia Pernambue&na n. 10.


LIIJI4IMIA

Rua Duque de Caxias
n.43
PECII\CIIAS
Linhhslisos a 10 reis o covado.
Poupelines mescladas a 240 o covado.
LAzinhas mnjiudas a 2 0 reis o covado.
MadapolAo francez avariado a 4S e N5000 a
pea.
FustfAo bronco pars vestidos a 500 reis o co-
vado.
Musselinm branca a 280'rbis o covado.
Batisteslisas a 310 reimto metro, grande va-
riedade de pad roes.
Batistes miudinhasg a +100 ris o covado
Chales de c-simira muito grandes a 35 cad&


um.
Di tos


frocado A Pompadour a 6j o;dsrnu.
Iu 43-


PARA FESTA
0 59... ESTA' ACAB&NDDO
SORTIMENTO ESPLENDIDO
Mirinds de cores, de uma largura, aS(0Ors.
o covodo;
Najoses do cores, iubos padaOes, a 36 rs.
o dito.
Alpacas flnas de seda, a 500 rs. o dito.
0lCA0s; fetta-core, qtre ltisda fazenda,
a "6s" 4iotl6! A bor, aproveftein.
B0ptistes isas, tinditssimnias; a- i20 rs.-o dilo.
-.Mariposa. bsitiWlra, i;v, a 360 rs. o
-et ines etit p~s, Bwnot A *f o dito.
.O0MENTi 0 59 DA' HU& 'DUQUE DE
GAXIAS
Coberto.es do 1is escuras, a iOCO.
Cortes deo ,aAimias de algedio-e oI t .
59-RUA 'M JUE DE C4XIA ,49
Engfleho
Vende-se nas proximidadsr da estaClo dos
Prazeres, da estrada de S. F'anciseo, e enge-
vho Cormportar, a vapor, coir ferragens novas.
etsa de vivenda concertada-de novo, senzala
nova, distilslacAo montada e funccionando, e
uma safra de eerta' de, 1,500 ples, fundada ;
quern pretender, diArij-se da ria da Princeza
IsabelIn. 10. -
Vend e-st:
oarmatem de md ntados sito d rua Duque de
-Caxiasn, 75, tam uma excellent armaolo,
Oaese-presta& # outro qualqner negocio. o
predio tern arrendamento; quem o pretender,
dirija-se ao mesmao, a tratar coin o seu pro-
prietailo.
AGUA FIGARO
Infalllvel para restituir aos ca-
bellos grisalhos a cor natural
Sda Juventude, garantindo-se
sem perlgo : para por si-prm-
ilB..pria tingir instantaneamente cs
ellos e barba.
UNICO DEPOSIT
SS W ica Franceza e Droga-
riaa-A. Caors
RECIFE
Raudo Boma Jesus n. 22, defronte do chafar s
r tCOMNiEXMaS

A M IiW" ITEMI.. 1TAS .
G oHttt~nto df iosa A M c&Me, lin-
da fazsl 6.tO rs.'t ovado fhratissimou.
-.rabmira al %Umia enAa f iiai a anU t-A'


DeV' "% I .-... *" d
UD votOo 11 ApN~A 1N fintsaftas a 4"0&09. o ditc.!
De Nossa &ehhora ft Goteitai g e, "ta *o 'doiltcore0) v).,s. 'dlto !
convenLo de S. Francisco erts doecorOs lisas a 509 rs. o dito !
Do ordem do irmlo juiz, convido. i todos e no .po~pubur, grades, a 5500 !
charusimos irm~os, pela te.mcera ,pare deo, -"to ea 0 oitr f teti-
assistiren Aesa geral que .I t= .'ra vestikom, lrie portteos
A elhkgo da mesa regedora parn *-B fIl HP20._
IW8,;SeKla-feira 7 do corrente, g-T goa Am a 940 r t bates f tVMs
noite. 7dcet ditas isas Mas rusloes bra.-
Recife, 6 de jainelre de 18M. 5 W a O ra.!I
0 IefcreMlUo. -'.i, -' 5Wa rue Dupte fe Caxias., losja e
Ploraao IV. dt igfrel & ANOiRO DA UtHA & C.
v, '. ... Dispomos .T pessoal parb letar as fazendsi
Lopeiro ,mesasn das Kxmal famillas.
PisO-se do opeiro yq
Madre do Deus n 36.a ; .. | ntimamcfnte esteve no theatre de SeA Antr-
Vrn hrado a~ ie
Po, COZINHEJRI a
P *s ts i dma nmAIir' : 'L a-
a


ruado Imperador n. 7>. teir
A "Ri Aluga.se uraa

noa stentea recenase 614e
qga prove a conduct: rna udo
Borja na 37.


,,.


, 0 ,, ,l

V?l :':,. k.^.Lafl


a'
-, -
~-* -$
0


-9;


W'OfA JA DOaMf.PO)FN. E
WASAS DO0 CAOTM
0 abeixo asIsfldo, terndo ireadi.
do nos seua afortntados bilhetes, dats
quartos n. 834cowe sortede 800M OO,
2 quartos n. IO corn a sorte de t100,
e ontras sortes de 325, 16 e 86, da lo-
teria (91.a), quo se aeabou de extrahir,
convida aos poseuidores a virem re-
ceber, na contormidade do costume,
sem desconto algum.
Acham-se A venda os seus atortuna"
dos bilhetes garantidcs da .a part das
loterias a benericio d.ij M;attiiz de Jaca-
vava (92.a), que se extrabirA tera.-feira
11 do corrente.

Bilhetes inteiros -5{OO


lit


dflue af~l, >W'IP Eyp^6~*
Reefot B W ti


NW m -4 Agorito -d iew a.^11*
NtRo~I,-4ie~a Boed -V6-iIS. 99^ esas
fronleira A rni ,i0 VisOnde d. PeWotSl ie e3-
gommia toda qoilidah de roelp, am asseio
e prorptiddo, e preeos cummodos.
Sp Precisa-se de un a nma que seja
|lla perfeitA engomimadeira: a tratar na
rua do Vigaroi n. 7, 3*&ndar.


Cempra-se constantemente frascos va-
sios, ulo sen4o de oleo, e para-se bern; assim
como papel [dieariog pra eibrmlho; na rua
do Visconde ae Inhauma. antiga Rangel, ta-
verns n.75.
Deaeja.?e comptar urnma cas?. te~rea corn
bons cominodos para uma hmilia, quintal mu-
rado, caciniba e quartos para prets, no bair-
ro daBoa-Vista, e em rua que nAo seja dc-i
serta : quem P Vtir e qnizer verder, diri-
ja-se ao priweiro andar do sobrado n. 53, sito
A rua da Imperatriz, unde acharA corn quem
tratar.

VEIDAS
Vende-sa a loja de miudezas da rua da
Imperatriz n. 78. ou tambei se faz negocia s6
corn a armai.o, que serve para qua'quer ne-
gucio : a tratai na rua da Imperatriz n. 74.
Vende-se umn bonito.e excellent bji para
carro ru carrogg: no Chora Menino, sition.
1, das 6 horas da m-nhb As 9 do dia, ou das 4
horas da tarde As 6.





































i,.Ola i ;:: deP'.aae :4ra. gpM L Apiores d.e foe4o.. tdo o l.M diso
cdafba.coram optima agsu de beber, eta.: a
tafr eo mawmo eioo, nm asmida quoe-Wai

Ziaca4w'n. a elseflf, gopflrtMo n 4e ottel
flC~o 0nioav~gw So~w&
gin...A&fe, Bornea fimn o datg .
600. de (untA, co0 (3 eduS. Ujpgp e 61aR a-
tado V |rqtaar: na rva doe Colbns o. 22.


CpgPao .afls cc QamQoe. Os Srs.
arlcultQTes devep gnar em constderaCso a
,liurra t 4" ilbe, cuja espatass prodmeoo
xiaa raaqU,,, 40 ep-aiz, a.L4rigs,os am".
$itados.
Vende-se A rua d.o D.ique>A*a ,,. n.a-7.

TI"TOA CfffNZA
parao teWar oa eambel ra
p-dameaWt *pMeOsft m t.
.oiUder a Q"s
fR?4MABD4VGR
AA. 3 .BANcAJLO
lWa, d o, a A do OM*wa s.21,
1.0 anwGr
SAlIAO DE CAMLLEMIBHO
Esta preporaa,o tends sidafeits de
accOrdo cornm o clima .doteo paiz,. toe-,
Mase At aoje at alhr, porqpe Dm
16 faz,,*oeito rapiea, wm offender a.
etis, cormo se Q iamm.-bew, s6 bas-.
tari retocar de quinzeim qainae dias,
A& efda fresco acompanhbao as inS,
trsuo PreM9o.4e. daia ccav a cmo
Vend ,mtem, lrao .e a retalio, oron
o devidGA*BcO#tO de, 10. 15ojo.
N. B.,-J' muito preMoio elilicaoesf
aeo+porto es, piars.mlhn' acetarem,
qu eesta ;Unturaae v*euade s6 nai m v
Marquez do. OLMnda n. 21, !.e andar,
oam send lacGmpnrad, a .lea.
(SA"IO D lDE : BLLFIRtIRtO.)


Gtran&^ l I- Tsaes 4 Mes

M : i yI Carti y.w 4 w t(i s i 4 .
dac

Arthur Aogusto de Aidme,I4qunrdo1 iqui- Oi navi do Lisboa.
dartt6o Q do 4 o dot o wde o de fazen- 0teo0 mbtA.
Sdas. reolvau Caer upa btiguiwoo do 200q, tasa daRussia.
pelo qua convida ais Exams. families a manda joaS St "40Pfrt .
ream ver as amostras ou meamo as-fa.endas, ilwootas N pNoIelras.
oortas deqqe oamtrarlo a eompleto arti- I FSaaBS Is.6 rro po wb ashr,
mto, 'osejas: LGrande pI ha
riUos crepes a pxpadoaur, fazada 4do 600 rande pe
rs. pQr C0 rs.
Apaces dO e eores, lias a moderas, fazenda 0 prprMazlE b o dogrnde hotel
do 504se poT U- Ir. vade. Aa Cadat I
i.on1Das^bs do re~airs,-ItrmlOn emequea' a de-Sebarse 4eits, -reslve
S:80 ra.. or 600 r* cwaado. vemdwr s mem, aaz :tU s naegesto, gmeate
L.M de diversas qulMeados, modernas, fa- iwo eo, on&frge.s. Agor e. Oe~ asabou
zenda de O6, 700 a 800, por 5Z0 rs. o cavado. de pints erefowxao todo de,navo; so aoba
Ditas idem idem, muito large, a 700 is. o prompt de tudo e at sortid6 de todos 6'
Co"ido, generos precisos, como sep6f ver: quets o
PoGliijs d500 a600 Ie.,por 320,rs., p^a ipmrtonder, veiM trair corn m smopro-
ambar. puitaWio. T&b vendaseoeorn prazo, dode
Fustfes braosa OWOrs. o covado. a anti.a
?AS faeriVo, a 4so0r. o ovado ____________
Ba ptustalea8e, esose modernass a'240'0S PARA. AS-
7glOitas afpompadour,: escuras e claras, a 3201
rs. ocovado.
(Zretonos francezes, enuros e claros, a 4CO SIJSU l,
rso covado. iOVOt
Merin6s de cores, duas larguras. a 1500 o o SySecma do fr-
covado.
Chitas esweas e clams a 280, 300 e 320 rs. a ^mel iGa a s para as-
Fichuidevores e brano a500,3 :Sa e4 SUcr, feiltaS de madeira:
E multas autras fazendas de gosto e precos inmostras no escriptorio dc
razoaves .d Maro n. 20 Saummders Brothers & C.,

PA IUA I oiPC dop d orpo 1Santo .

11, primeiro andar
Vewle-ea namelhw~ovc -ciddesa ade., A )Pl lC U uld
sende notpAtoe da feiraj,. esquinav d Beeco .da
=atlriz, tw .Qtabeememonto, coslsando.deipa- Sh p + de caji sup
daraoilhAldos+.isto praliquidar. Tambem joce secco* 0caji, Sup -
vende-se duas casas na mesma cidade e eam
Imns Iscaes, assim- come ma parte -no enge- m
io Novo, no teamo deSerinblem, no valor AI
de 7.000f. iouoipttos : traa-so no referidod Teem para vender em sous armazns, rua
eqtael90WMnlto4psdaria Maurity n.,2. do.BoQ,. Jsusns. 1i ei3, Beatro &C.


lox. cszlw'6ra, op Asindre, ber cons-
truida e Ol~vgda do solo- umr sobradoemjonq-
-tradcgo,dInto itD~O POegC d #'oicas. -V
do GQihwm oiO, lzObd6e4Sqlflk ooM dossW
rudes, ponwo oeclle.s pares ra Sea do sam-!
oar eO. O abe lmedo; i4R a cas. s itde 0alma-
ma povoaC o i rual da GeYabolia, junto jeas-
tacgo, propria prsrioradia, veridemr-se bars
Ato. a. tratlar tf, ruGa do Barn Jesus onn.
Mars 45.
MrTin6s d scores para
vellid~s
Variaeisosimo sortioento demerinds de co-
ires Iiudimtlas, o qpU ba ee mats modern,
pfttveedov, a- 860 & s. o covado.
Alpaos l sso a is divems cmres, pra ves
itidos, a 140 a0 rs.
FustOes bralneos e de cores.
Ditos' deomsento brlnco corn flores a listrag
miudinhas a 32O rs. o dvado.
:Alpaco deo 6vHe lia palras vestidos a .500 oo
ovado._


Na loja Fragata Amaznnas, rua
.... Ddque de Caxias n. 47.


Trees Eit'es


Cravos e rogs
*Na ins lappfl a. 2, ;vfl4~sa r e
r- .f'a e Ujndoa*Q mq el3 para aja o,
d1s qiajs ti.d~rnoS, Ii4s. de raosps pra oftr
tasi baHbs, juaesqtoer rnmdMettoiS6 ete mesim
da mesa do jantar;. acompanhta urm g8rO
f-tiigato dB p6es de rospius ,4e qualWadelas,
>140 Wstpplo~pr"op' ,oe wIu brato, Rasive 6
paa n6 haver ftai,. pvihe-se d ae-
,edenciai Wrna i ias1, iValtdivino dapol-
vbta. ________'





A nova loja d lebtIo deoJl.J equaim d6 Aze
vedo, qua se abrio & rua do Barto da Victe-
ria n. -9, scabs de rwceler os pais modermos
selins inglezus, quo at boje tern vndo ao
sertcado, e os estd venedndd por emiito cortr-
modo preVo ; & elltos, rates que se aeabem;
N* ineuaa cas taatws encontrau ram
complete so1tim4e9n de todos ops opbjtos da
iart.e deseleiro e colclheiro, as quakes se ven-
dem por menos de qme em qialquer parte;
s6mente para assit satisezer *3 seus Ire-
guezes. ______

Cretous sa 280


Cognac tVller Frres Oi6 SD
a unico erTadflro mDado aqui pelos Cretones lisos de todas as cores a 380 o co-
MAIA PACHECO & C. vado : 6 pechincha1 $ 86 o 43 da rua do Quei-
Os rolulos, capsules, rolhas e caixas slo mado.t frnoz a,6 aea
authenticadas corn a flrma dos fabricantes Madpolo franoez aS 00 pea
MtLMPROMBatistes do c.reb tlnas a 2W0 ris o covado.
AUjLLRf e twredS e o Vanham a pechincha.
s caixs reprsetam em mares de fore 0 Mariposa arrendada, pad.rreslisos, a 240 o
'desenho do plaoio Trfoadeeo. cc-vado S6 o n. 43 da rut DtiqUe de Caxias
T Pf s Est lrllI n. 43. Do amostras comr penhor.
Cogaac MuUlm FreresIliL I
E' a narea hoje mais acrmdltada e nenhuma
outrla podor competir em prego e qualidade o N U l
BorraeIa p rar- las A' ruma largadaRosario n.20
do'uperior quellftde: vendem Rodrigues de Tern sempregrande soertimenmte variado.de
,artaA,&C., Aruade arsiz eiBnrrus n. 11, 9- vidros branoose Cwoares, assim qMro Meit
Aqinasd 4ma do. Amorim. qae posctce Isa oioaa.


Liquida0
ptistas miUpdimbas para vestidos a 200 ri.
o fadq.
itas de cores lisas idem ,a 240 Ks.
IustOes (e cores e padres miudinhos a
90 rn.
UMabpollo frances a lnglez,. preco baratis-
slimo.
Al.odaosinho idem idem idow.
Ba wantoepara Iscoes, toalhai e ceroulas a
&retones a, Pompadour para-vestidos a 320 e
400 re. o eovade.
Dios francezps, de scores seguras e Uodos
desenhos Idem Idem.
Cbitas escuras elarsi, de various pregos.
Fechus e sabidas de balls 400rs..
CUbalea Pompadour A ,500e&6,.
Ditos de casemira a 1500W ja e 4#500,
Na loja da
Fragata Ainamxonas
Rua do Duque de Caxias numar .47.




Rua Duqie de CaXias
Cambraia Victoria para 35 a pega.
Chita encarnada oow assento preto a S80 rs.
o eovado.
Chitasoutras a 200 r6is o eovado.
Lenoobrancos abainhados a 11600 a duzia.
Ditos qonm barras.a 2M 00 tambem a dnzia.
Algodto da Babia para saccos a 320 e 34C
r6is o metro.
Brim preto par.u Into a 600 r6Mis o metro.
Ceroulas de bramante a IW)8 cada uma. E'
pechiniha.
AUenqa^
Vende-se umx padtaria eti -m das metores
locadidades dakfeguezia deo Santo fntoio, ou
faz se quaiquer negocio corn pesoa quo tenha
algum capital: na rua estreita do Rosario n.
47, taverna, se diri quem, fazo nepoeio.
Refiacao
Vende--a a do pateb do Paraiso n 2: a
tratar narua de Marcillo Dias n. 129. 0 mo-
tive d& veada se dira ao ptendevte ou pro.
endentes.


'JIE II^IiI'I'^ L -.N. B.. -0 preaio premeeveia
IP um atmo depos da. xtracqio.

iOS PREMS 7 DLISONEDDASPRLI PROVINCIAL N.141 AAOHOSPITAL PED
OS PREMISS DA ./< PARTJ .DAS LOTJSBIAS tIONCEDIDAJS P.OR+ JLF_ PROVIiAL N. 1401, A .B^EO DO HOSPITAL PEDRO I1, EXTMAHIDA EM 5 jDF_ JMNE[IK


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1- 5 101 23 -1400
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17 -- 38 11
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21 33 49 17
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72 73 1206 5,8
73 75 16 60
74 7$ 1.7 67
80 85 .- 19 72
81 89 21 1 80
82 91 25 82
83 93 37 .83
87 1005 41 87
90 7 42 93
03 10 0 50 89 97
801 1 4 49 51 49 98
6 54 -1508
7 ,5. 65 13
10 67 16
19 -- 88 25
29 84 -26
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P.1 36 1301 -- 28
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46 86 56 65
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"n a perante todos;
iss.qque muitos preferem o jalga-
PNM ^Rg f ao julgamonto collective;
:.. pagistratura t political, objec-
a nossa magistratura em
+Flde part A political, e quem fal-a po-
!!a sao os governos, porque, em geral,
I'magistrados sio escolhidos do gremio
daetles qW..ercem o poder, e.pel9 seu
acesso e melboramenfo depended muito
d-gerno. Por6m, ainda quo assim seja,
6 impossivel que o governor on seus agen-
tes possamn influir em um magistrado para
que em cada profeSsQ singular d uima
sentenQa de accirdbo corn os interesses po-
liticos. Um jdgamento comprehendendo
100, 200, 400 votantes p6de influir deci-
sivamente em uma eleicao qnalquer ;'mas
e mun julganmento singular 6 preciso.que
se repitam os abuses i 20, 200-vezes, e
isto e um impossivel moral.
Estranhou o nobre senador que o direi-
to a que a commission tanta importancia
deu, e chamou-o direito social, pudesse
ser confiado A magistratura. Senhores,
si este project concedesse a magistratura
o arbitrio que a lei de 1816 e a de 1875
conferiam As juntas, eu diria que grande
perigo corria o direito do cidadao ; mas o
magistrado no tern arbitrio [apoiados), o
magistrado julga em vista de provas e pro-
vas authenticas.
0 Sr. Fausto de Aguiar: -- Esta ads-
tricto a elias.
O Sr. Bargo de Cotegipe : Adstricto
As provas; e nao vein ao caso as diversas
objeccoes que o nobre senador apresen-
tou,-iL o documento 6 oun no legal ;si o
document e intrinsecamente valido' e ex-
trinsecamente nao, porque rudo isto de-
pende do julgamento dos magistrados.
Pois uma escriptura public, por exemplo,
polo facto de o ser, dove sei considerada
valida, ainda quando seja passada por
uma pess6a que se intitule escrivdo, mas
quo o nao 6? Uma escriptura de venda
de bens que me pertenarnam e sobre os
quaes urn estranho negoceie, desde que
eu mostrar que nao pertence minha pro-
priedade aquello individuo, nao e da com-
petencia do magistrado conhecer desta ven-
da ? Como nao se ha de apresentar um
system que nao apparegam duvidas ?
Nao A possivei... Tudo isto 6 do julga-
mento.
Ha engano manifesto em dizer-se que
o magistrado julga do direito. Elle nao
julga do direito, julga da prova, mais
nada...
0 Sr. Cruz Machado: E julga da pro-
va S suna responsabilidade.
O Sr. Barao de Cotegipe ; ... alem de
que seu j ulgamento nao 6 definaitivo; ha
recursos para as'elagoes dos distrlctos.
Creio, porlanio qq Jos methods adop-
tados para a'qualificagao dos eleitores esteo
e o que menos abuses e inconveniences
p6de offerecer.
Mas acrescentou o nobre senador: c Em
ainda voto contra as disposio6es deste
substitutivo porque obriga -es-,cidads a
se inscreverem. E' um direito que apro-
veita A sociedade e por consequencia 6 um
direito de todos. Dove competir a qnal-
qoer fazor inscrevel-os ou As autoridades
de seu mote proprio. )
Sr. president, eu nao retire a razao
que dei, de que o direito do voto 6.urn
direito social. Mas para que o nobre so-
nador chogasse a todas as consequencias
de seu principio seria preciso obrigar o ci-
dadao avotar, ainda mesmo inscripto
pelos outros. -Mas o nobre senador por
corto nao quejL impbr multas ao cidadao
que nao quizer votar...
O Sr. Jose Bonifacio.:.--{Sm, senhor...
Entendo que no Brasit- se deve imp6r
multas. .
O Sr. Barao do Cotegip :;-...e as nos-
sas leis, que a principio haviam imposto
multas aos cida'a.os que deixaserm de vo-


tar nas eleicoes, por ultimo retiraram essa
ponalidade, donde so concliueque, embo-
ra seja am direito que interesse A socieda-
de, todavia 'um individuo p6de ou nao
exercel-o, Mais do que isso seria uma
especie de tyrannia.
Outros paizes regidos polo system re-
presentativo, e mesmo republicans, se-
guem o system de inscripoSes. 0 cida-
dao, deve-se supper polo menos tern in-
teresse em tomar part no governor da so-
ciedade (apoiados), e, si nao tern esse in-
teresse, entao perdidos vamos! (Apoia-
dos).
Ha corn efleito umrn certo perigo nessa
disposicao; mas 6 s6mente nascido da in-
differena pqblica; e essa in ii'erenga nao

rFl WETII


AS MLI" P E BRONZE
POR
XAia DiE Mo'NTEPIN



0 EVADIDO DA DOURADA
(Continuaoao do n. 3).
XXII
o escifario *c do belso nma ai
xdo- Avm mu.i.ra-1
iaA l~mw aberta
ae -


.0i
Cett
IdWA


I zel-o pelas tia'7 iticas, pelas
suns rela- 'E"
Sr.- i. .E os:qae A l
t.o no caso 'U1n0o tQder,.
porque nio
0 Sr. BarIo "d ipe : -Essa ques-
to, jA ea die. 0co decidida no artigo
anterior, q l. fft r va ; agora esta-
wof 4t modo da ins-
~cripcgo; n desejo sahir do ponto em
question. --..
No seOi si o nobre soenador allegou mais
alguma razio fundamental para impugnar
a ;emenda.
O Sr. Jose Bonifacio; A pralicabili-
dade do trabalbo ; o process singular en-
tregue todo a esses juizes, corn exetusao
dos quo pedio o nobre senador polo Pa-
rtana.
0 Sr. Barao de Cotegipc :- Bern; 6 e
urna razao a difficuldade do trabaiho. Rei,
conhego a procedencia dessa objecQlo;
mas nao contraria ella em absolute o sys-
tema. 0 que se ppde deduzir da obje.o
6 apenas que a primeira qualificaolo dove
ser tmito trabalbisa (apoiados); sondo,
porMn, ella perminente e a revisgo ver-
sando sobre os que adquiriram de novo
o direito de eleitor on o perderam, ja se
ve que o trabalho dos magistrados sera
muito pequeno.
E depois maior que fosse o trabalho dos
magistrados, si elle poder trazer em resul-
tado a inscrip o dos verdadeiros votan-
tes, sera urn trabalho muito vantajoso e
util a sociedade. Si fosse possivel atW es-
tabelecer magistrados sbmente para esse
fim, nio duvidaria fazel-o.
Senhores, essa attribuiolo que vai ter a
magistraLura ha de eloval-a no seu pro-
prio conceito, e espero, como esperam to-
dos,"que ella desempenharai cabalmente a
sua miss ., (Apoiados.)
0 Sr. Jos6 Bonifacio:- Assim se dizia
em 1875!
O Sr. Barao de Cotegipe:- ... sem o-
Ibar para a opiniao que por ventura siga
em political; e si a magistratura nio tern
a independencia precisa, 6 facil dar-se- o
remedio, emendando-se ou corrigindo-se
as nossas leis.
0 Sr. Meira de Vasconcellos: -E 6 mui-
to necessario isto.
0 Sr. Barao de Cotegipe:-Do que n6s
precisamos 6 de restituir a verdade ao sys-
tema (apoiados), e a verdade nao pbde ser
restituida ao system, emqnanto nao to-
marem part no governor da sociedade a-
quelles que pela Constituiao devem to-
mal-o.
Eu digo, e seja dito sem injuria a nin-
guem, nemr me culpem por essa expres-
sio, que em geral nossas eleiCdes sao fei-
tas por empreitadas. (Apoiados). Os go-
vernos As ezes, sao obrigados a transigir
corn essas influencias pholwsphoricas, que
pela sua actividade se introduzem nas jun-
tas de qualificacao e formal mesas que
'dao em resultado elei5es viciadas. Por
esse method sera impossivel terms elei-
igo vrdadeira.
Nao digo que melhoremos de uma vez,
mas estamos Uantando as bases para am
grande melhoramentp future. (Apoiados.)
A educaQlo political do povo se ha de
fazer, digam o que disserem; e, como
justamente declararam alguns dos nobres
senadores, e natural que haja algqma mu-
danoa, mesmo nos partidos politicos.
O Sr. Cruz Machado :--ApoiadO; as lois
tambem formam costumes.
O Sr. Barao de Cotegipe :-Sr. presiden-.
to, slate muito divergir da opiniao de cer-
tos amigos meus; tal 6, porem, minha
convicco do melhoramento que esta lei
vem trazer as nossas cousas politicas, que
eu nao posso de msdo algum deixar de
manifestar o interesse que tomo. polo seu
born resultado.
Felizmeate os mous nobres colleges pro-
curare melbnrar os defeitos que enxergam
na lei; desde que passou o principio da
constitucionalidade, todos nos podemos


concorrer para que a lei saia o melhor que
6 possivel sahir dentre as obras humans.
.0 nobre president do conselho toem de-
molstrado seas bons desejos de aceitar o
concuarso de todos, e mesmo algumas omen-
das que sao contrarias ao sou modo de
pensar. A isso chamarao 4ransacqo ; mas
dessas transacq6es eslamos vendo todos os
dias nos corpos politicos, e serm ellas nunca
poderiamos chegar ao fim que tomos em
vista.
0 Sr. Alffonso Celso -E nessas transac-
Coes dos partidos esta a verdade do sys-
tema parlamentar.
O Sr. Barlo do Cotegipe :-Como pode-
E' urn pouco- vago. Teri por acaso a
data exacta ?
Sim, senhor, replicou Jobo Renaud;
29 de dezembrod e '1828,
29 de dezembro de 1828, muito
bemrn... queira ter a bondade de assentar-
se..
Dentro de alguns minutes terei a hon-
ra de formalat uma resposta congruento
perga 4qne a.aba de dirigir-me..


0 escriptnu o levantou-se da cadeira,
forrada coaaSseiato hygienico, e dirigio-
se para una estate cheia de registros in-
folio.
Sada u m 0sts regisutus tbaa natcos-
tas, sobre a e rcaderza de esrneira ver-
do, sma era diferent.e 0iudi6Os ma-
aeMsOnp=s. 1 a.S_

i, t q l!!lW oe ,uem i|v aeu


nao podnw4o tambi eleval-a, porqwe isto
6 contrarlo ao noso sstema d goerno.
A h ro s te7. de j ....o
Achnt[qBgeu4 syptarado Aobre
presid=ta f isti A 6 qnel; po-
ded A d4mia tUa l pprimiq o ;voto,
Vie s au.'a taA i4tiuabilades
e coni~e,4e s.eler 1 r. M4s 6 esta ama
quiet jue deve ser ventilada em outra
occasio qu tnda chgiarmos& elegibilidade.
Por OM ft m e so-
monte para demonstrar, que em uma lei
de tanto interesse, nao p6de deixar de
hayer de parte a part, algama concessao
para consecudao Tm fiB .rito e util.
A lei pro nulgald como se; ftbndo sido
votada pala.legislatara ordinria, p6doe ad-
mittir qualquer correc0go no future.
(Apoiados.)
Assiam 6 que, si muitos cidadlos form
exclaidos, porque a prova 6 muito r.estric-
ta, n6bs corn a. experiencia ou estabelecen-
do outros meios, poderemos incluir esses
cidadaos. Sem duvida nenhuma quo a
tendencia serA sempre para alargar -o di-
reito do voto; e que interesse podemos
oer n6s em que o cidadlo para provar ter
a renda exigida pela Constituiolo, deixe
de votar? 0 que nao desejamos, o que
nao podemos daeojar 6 que, a pretexto de
ter esta condi&o, venha tomar parte na-
quillo para que nao tom direito.
No mesmo project ha uma disposico
indicative da creaolo de novos meios de
prova no future (apoiados); assim 6 que,
pela votablo de algum imposto, pago o
q(al o cidadao ipso fact adquire o di-
rito de voto, p6de-se alargar muito o al-
garismo.
Ji no art. 5. tomou-se uma providen-
cia que faz corn que caiam por terra essas
objecobes que tendiam a demonstrar que
os chamados artists on operarios nao po-
diam votar, porquanto admitte-se a pro-
va do valor locativo do predio.
E, Sr. president, precisamos fixar bemrn
o que e que a Constituioio determine. A
Constituiao exigio urma renda, mas renda
proveniente de que ? Proveniente de em-
prego, que 6 uma cousa certa ; de com-
mercio, que esta no mesmo caso, pois
que tern de ser matriculado no tribunal
do commercio, de industrial e de bens de
raiz; nao falla em profissio, falla em in-
dustria. Portanto, os operarios que teem
sua casa de trabalho aberta, esses teem
uma renda proveniente de industrial. Este
6 o system da Conslituicao e nao o admit-
tir-se todos os que teem 20M. E' precise
ser por esse meio. Em todo caso nio ha
excluslo de nenhuma classes da sosiedado
(apoiados}, ha perfeita igualdade.
Agora, quanto A prova, 6 caso differen-
to. Uns entendem que a do project 6 mui-
to restrict, outros entendem quoe no;
mas, emfim, esta votada, e eu ono des-
culpa para lembral-oarque tenho visto
repair os mesmos argumenos nos diffe-
rentes artigos postos em discussion ; tenho
visto que a convenienciada eleiolo direct
ou indirect tem occupado sempre a at-
tenQgo do senado; ora por esta forma nao
se p6de-clregar ao tim. Es r-tS d iquer
a eleicao dove ser feita pelo meio director,
passou isto em segunda discussion; por-
tanto, agora sb em terceir a discussao se
p6de de novo impugnar e que na segunda
ficon-votado.
Em conclusao declare que nao conheco
outro meio para qualifica#ao melhor do
que aquelle que sustento. Nesse meio,
nao vejo abuso de numero a dover repro-
val-o; podera hayer, como em tudo, mas
sera de tal modo que nada influira nero
ruesmo DOS districts ou nos circulos elei-
toraes...
O Sr. Cruz Machado :-Apoiado.
0 Sr. Barao deoCotegipe :--Tenho assim
justilicado a emenda da commission, em-
born nao me desvaneca de hayer conven-


cido ao honrado senoador, tao. illustrado
sobre todas as materials, quando tenha
formado j uizo sobre uma material, deve
este ser minabalavel.
Antes de concluir, comtudo, notarei
que o nobre senador nao aceita as nminhas
id6as, principalmente porque as consider
sob certo ponto de vista. Eu, porem,
que raciocino terra a terra, no ponto de
vista pratico, e que conheQo os abusos;
eu a quem nasceram os dentes em elei-
Qoes, conheoo mais que o honrado soena-
dor essas tricas ; e, por isso, posso, ap-
plicar os meios de evital-as melhor do
que o nobre senador, que jA nasceu, como
os principes de sangue, sondo general na
political. (Muito bemrn, muilo bern.)
Ficou a diseissio adiada pela hora.

elle sentando-se e designandolom a pon-
ta do dedo a data qae acahta de ler ;
cA estA.... De que sexo era a crianga ex-
posta ?
Do sexo masculine...
Um rapaz.... muito bemrn.... Justa-
monte esse dia comeoa por f rapaz...
Meia noite e vinte e cinco minutes, urn
rapaz trazendo ao pescoo um pequeno co-
larI coral falso, tendo luspensa ama
medalha de prata corn a imagem da Vir-
gem. Sera este?
N1o.
Estari bem certo disso ?
Perfeitamente.
Teri o men caro sahor o ".-
mento de algpm sigal partic
marca o i o q
]aw ta~r~f;AcirAtar~ ~ ^
criasol
-*TOn Ail IF 1)> tiainje H. 0.a


'"..' ^''--p~I w *-*^m99 WS11si,' WVSP.


-IM oY -a rmaI
constilicao ; envolve- os in-
..i.." ."i. .
1 eite. 4,e'8
Ha quatro pontos qae se podem reputar
pripipaes nesta reforms& o,muetlo.lo, ,
prova, a qualifi6ago e bsedistrictos. '
0 senado4pori o rel0varAi da Imper-
tinencia de iusitiir nesta discussao, e
tambem o distipcto-se.ador pela Bahi:a
quem por c'rto nao deseja contrariar. "
Seo ofaz neste moment, consola-o a es-
peranwa do quoe o tempo, bade mostrar
quem se pagana. :
A reform passari, e. si ndo f6r corrigi-
da, ser&kem breve tempo modificada e tal-
vez qu&anto mewos.0 esperem.
Apozar da muita seguranga do distinct
relator da-conmtsslo do senado, si nao fo-
rem corregidos ,s 4e.feitos da reforma.
mitigado o rigor, d# sua prova, os factors
ho de 'incumbir-so de demonstrar que
mais umra vez a experieocia do nobre se-
nador pela Bahia illudio-se no process da
qualificacao.
Si em 1875 o passado quo era mais Ion-
go nao evitou hoje A recusa da obra medi-
tada daquelle tempo, parece que esse ar-
gumento 6 antes um motive do susto;
porque todos os talents de S. Exc., auxi-
liados por essa experiencia que inveja, nao
conseguiram romper todas as malhas, que
p6de tecer a iniquidade ou a fraude, em
material eleitoral.
Si o contrar6a 6 porque deseja siacera-
rmoente, que seja mais feliz no present do
quo fol no passado, esforcando-se quanto
em si couber para que em menos de 6 an
nos S. Exc. nao diga da reform que dis-
cute, o mesmo que affirma da que effc-
tuou-se em 1875.
Mais conversa do que discurso, acom-
panhara o seu illustre contender em sua
resposta, e por isso pede-lhe desde ja li-
cenqa para ponderar que nao discutio a
prova no debate do art. 5., mas sirm en-
carou-a unicamente para expor-que da
natureza della nao so podia concluir a im-
possabilidade do abuso polo magistrado.
Sob esse ponto de vista, por mais esfor-
cos quo fizesse S. Extc., nao demonstrou
nem podia demonstrar que o exame da
prova escripta nao dava lugar a arbitrio
nas condiCoes externas e internas de sua
exisLencia legal; nao demonstrou, nem
podia domonstrar ainda que, soberano o
magistrado- em seu juizo para julgal-as, a
responsabilidade penal era uma realidade e
nao uma verdadeira apparencia, sem al-
cance algum.
E como havia de fazel-o, si, constituido
o magistrado exclusive qualificador, para
organisar as listas, tern de attender ainda,
para aftirmal-as ou negal-as, Ais condicoes
determinadas pela constituicao do imperio,
por exemplo, a idade ?
Fazendo o elogio, embora corn reserve,
da lei de 1875, no que entende corn o
process da qualificagio e corn a organi-
sacao des competenoias, naio merecia cen-
sura por nao apontar logo e logo aquillo
em que devia ser corrigida.
SDemais nao declarou positivamente o
9rador qua o direito de voto devia ser es-
cercido protegido como um direito social,
cabendo a todo o cidadao reclamar corn as
provas da lei as in,,lusoes e as excuses
de direito ? Nao declarou tambem que o
mgistrado devia julgar, mas julgar fora
do termo das paixoes, e julgar como julga
nas causas civeis, o direito de cada urn.
Nao sao os phosphorus e as mas qulifica-
Qoes que explicam por si s6s os erros ou
abuses, judiciaries, sao tambem as paixoes
politicas, as dependencias administrativas
e as conveniencias de provincia e de loca-
lidade.
Os exemplos de manifesta violaQao de
loi, apresentados polo orador, nada tern
corn os vicios preparados da qualificaao ;
concerned a pontos de direito,que, deci-


didos neste.ou naquelle sentido, aprovei-
tavam a estas ou aquellas parcialidades.
Semr duvida era axioma centre n6s que
o partido que tem!rmesa e qualificacao gan-
ha sempre ; mas. era tambem axioma que
tern qualificaio quem possue o juiz e as
juntas.
Mo 6, portanto, just affirmar que o
erro das decisoes tinha a sua origem exclu-
siva na imperfeicao da prova. 0 numero
dos recorrentes poderia influir nas iuclusdes
ou exclasoes mas nada tinha corn o recurso
de nuilidade, e em caso algum poderia
entrar como razao at6 para se incluir f6-
rias nos prazos fataes e improrogaveis da
lei. As velhas ordenanQoes portuguezas
encerraram a maxima de que as causes a
pro-commum deviam correr em ferias;
foi precise que chegassemos ao governor
constitutional para descobrir um principio
contrario.
Comparando as juntas aos magistrados,
o nobre senador pela Bahia ponderous que
em relaolo ao primeiro a responsabilidade
era cMiectiva, e em relaolo aos segundos
riam tel-o informado mal ou do proposi-
00 on involgitariamente. E o born ho-
mm, pondo de novo os oculos, consultou
as columnas sobre as quaes estavam in-
riptas as entradas de 29 de dezembro de

.- Ah I exclamou elle de. repent, pa-
Eupdo as suas pesquizas; desta vez a eta-
mos.
Edcontrou ?
Sim, senior, Eureka I como dizia
Archimedes, um sajeito maito conhbe-
4140.
e velinho lea em voz alta:
( 29 de dezembro do 1828f Tres
qa uarenta e soLe minutes di manh.
.orri NevealiWante. Y 0to
0 guard ouve orVlhoda a,
lbe unm orianga .benm cati't ,


^ WpcWMao on parUijiry e0l-81
na lei todos os expedientes, siK,
a d nos despachos, a di"
.impossibilidade do
cle. ferftos da escriptura,
certidoes indispensaveis. .Equnan0do 0
OilUhado de.seus4irpita, %qd, Frovar corn
testemunbas a' erdade Ua ,'juKtia que
sqffrea, gritari o j uz: A prova .uni,
a da lei, ;quanto a' testemunhas ,in t'i7o
exisLe, sou eu I
O'nobre senador pela Bahia disse, e dis-.
soe corn razo : E' impossivel que os pat,-
tidot'possam influir, de modo que bJui,
julgue sempre a favor dos eleitors' quo
Ihe conv6m.
Mas para que, si nao 6 precis"j ito
.' o caso de recorder uria ptjrasiesg -
tuosa de S. Exc. c uma no cravo, ouna
na ferradura. ..
Quanto a somma 6 posivel, e basa
pouco para ganhar a victoria, toda a es-
perteza est na cofgecgao das parcellas,
nem mais oem men3.
S. Exe. acrescentou: o magistrado jul-
ga da prova. Si acaso pretende-se incul-
car que, julgando das provas, abstrahe o
j uiz da pessoa do eleitor, o argument en-
cerra a propria questao: pois que a mes-
ma prova, corn as severidades da lei, si A
um escudo para o verdadeiro sacerdote do
direito, 6 um feliz disfarce para os que
desejarom encobrir intenc6es partidarias.
Resumindo esta parte do seu discurso o
orador declara que so podem comprehen-
der trees systems diversos, para a organi-
saCo do juizo qualificador-juntas ou
conselhos instituidos de certo modo, po-
der j udiciario para j ulgar, e organisaoao
mixta, compondo-se. de elements diver-
SOS.
sos.
O system da lei de 75 b mitito, o ma.
gisLrado tern a ultima palavra no julga-
mento ; flea na sua posicao constitutional,
e s6 intervrm, quando chamado, para pro-
teger um direito que se diz ollendido;
nao faz qualificacoes, apura direitos ; n.o
prepare julga; nao 6 o responsavel pelas
qualificacoes em massa, embora feitas
pouco e pouco, e sim polos julgamentos
provocados.
O defeito que cumpre corrigir na lei de
75, na parte concernente aos recursos, 6
tornal-os singulares, para esclarecer os
julgamentos e limitar a responsabilidade.
0 defeito que cumpre especialmente cor-
rigir no que toca a juntas e conselhos,
maxima depois da exigencia da prova de
renda, 6 dar a todo o cidadao que preton-
de inscrever-se ou aos jA inscriptos a fa-
culdade do reclamar pela inscripQio. ou
nao inscripco do oleitor, impondo tam-
born as repartioies fiscaes e a quaesquer
outras a obrigacao de remetter todos os
esclarecimentos, para que so principle a
organisar a qualificacao, sem prejuizo dos
protestos e reclamacoes posteriors.
E porque esse amor exclusive pelo jul-
gamento do magistrado, si ao fim de con-
ta 6, e nao pbde deixar do ser, proviso-
rio ? 0 direito quo tern a camera e o so-
nado de verificar os poderes de seus mem-
bros 6 uma alta prerogative que nenhuma
lei ordinaria p6de estreitar, e que envolve
o conhecimento da propria qualificaco
como send a origem do mandate. Esta
prerogativa 6 a supreme garantia da inde-
pendencia dos dous ramos do poder legisla-
.tivo. E pois para que nesse paiz, onde o pc-
der publico se enfraquece todos os dias, con-
trastando alias corn a iddifferenca political,
por em frente do poder legislative o poder
judiciario, carregando sb e exelusivamen-
te corn toda a responsabilidade das ins-4
cripcoes eleitoraes ?
Alvo de todas as intrigas, cabalaM e am-
bices, a revolver-.s e em torno delle o de
todas as censuras possives das eamaras,
na posterior verificacao de poderes, o ma.-
gistrado cahira victim de sua prbidade
immaculada, ou sera de subito arrastado
pela voragem das paixSes e do odio, si
nao desmoralisal-o a fraqeeza e o des-
fallecimento.


E' difticil comprebender a nocessidade
de tantos filtradores para o voto, em um
paiz cujo rmal chronic 6 a indifferenca.
Desde a severidade da prova at oreque-
rimento singular feito ao juiz; desde o
requerimento singular aA A prohlibico
do requerimento por conta de outrem,
para concluir ou incluir votantes; parece
que todo o esforgo legislative se concen-
tra em difficultar o exercicio do voto e di-
minuir o numero dos qualificados 1
Custa realmente a crel-o, quando se
p6de. dizer de n6s o que diz da Franca
am escriptor notavel, estudando a organi-
saodo do suffragio universal: A verda-
deira ferida, verme que nos r6e, 6 a abe-
tencao ; 6 o nosso mal e o maior obsta-
culo ao estabelecimento da verdadeira li-
berdade. A liberdade 6 a &ta. Ora,
como lutar corn soldados que se recusam
a marchar na bora do combat. E o il-
lustre escriptor iaostra como esta indiffe-
renoa transform as maiorias em mino-


coM ooutro qa i-
dividual. Aqtt|ni
car wma propriead sej -
9f5id tua daia 'B1 um
ou rfie We Lm
05 :flo a~
em conflicto: mas na rla aoi ual,
esma por nam v9to, Ta tresit dis-
tr#otos, o do reclamante, o da s 0e e
Sde Ltrcirop pr"iwr r er
nome da li;o segud l e ra
n I .02, aI r a 1, da-
de da eleicao, como garantia de. e se-
guranca.',o iereeiro 'v os votos.e en-
tram o sahem alt*OIda6faod de derMa ou
de victoria, '-
0 duque d9 Broglie, querendo acautelar
os inconvenientes do suffragio uninrsal,
firma estas quatro regras': voto do eleitor
no lugar. de zesidencia; voto obrigat6rio,
Ralvo impossibilidad; em regra district
.e um deputadod'; Strucao e direcolo no
qjei.torado,.sem constrangimento. Expli-
cando a sogunda condioo, depois de affir-
mar que o voto 6 um, direito social, elle
elie accrescenta que a experiencia prova
que as maiorias tunas vezes se absteafpor
preguioa e per; .negligencia, 'deixado o
campo entregue atL a minorias insi SfMcan-
tes, e outras vezes reapparencem de impro-
vise, aguilhoadas repentinamente por algn-
ma circumstancia particular. G:ad2lle-
gio torna-se uam campo de manobras para
os intrigantes; domina a sorpreza, e jo-
gain-so dados a vontade. Vao sabendo
sobre quemn contar, e sem o objective na
luta, as influencias naturaes retiram-se e
deixam a parlida. Surgem as candidatu-
ras as mais estranhas e o acaso dispel de
tudo. 0 remedio 6'tratar o eleitor como
jurado, para que os collegios se comple-
tern, nao haja sorprezas, a intriga para
diante das inflluencias legitimas, e a cor-
rupoao difficulte4e polo numero a corrom-
per.
No sabe, nem precisa saber, -at ondo
devem ir as consequencias do voto obriga-
torio, porque em todo caso e6 precise me-
dir a efficacia dos meios coercitivos, at-
tendendo a cada paiz; mas tambem nao
precede o raciocinio seguinte : a qualifica-
cao nao obriga a votar.
Sem duvida; mas o qualificado p6de
fazel-o, si quizer; e aquelle que nao o faz,
estai na impossibilidade de votar.
NMo 6 just argumoentar unicamente corn
o interesse do eleitor a dos partidos; ha
tambem impossibilidkades;para quern precisa
cuidar do que e sen, dirigir sua casa ou
nao p6de fazer na occasiao certas despezas.
0 procurador precisa de procuraoao e de
tempo; e, se todos podem requerer a ins-
crippo, o numero dos procuradores nao
so mode e a procuracao 6 desnecessaria.
No ha vantage nas preparadas restric-
c6es, a menos que se queira tambem por
esse modo diminuir a qualificaco, como
falsa garantia de segaranga contra o me-
thodo de eleicao que se decreta.
Si o project tern de ser uma lei de se-
Sguros contra os riscos eleitoraes, 6 precise
cuidar em todas as causes que os podem
produzir.
0 success da reform depend essen-
cialmente da f A que inspirar; a impopula-
ridade sera um obstacuto ao bow exito da
lei; e, si a Inglaterra 6 citada como ex-
emplo nas transacsoes em materia political,
e precise nao esquecer que se transige tam-
ber corn os sentimentos populares.
A eleicao A unia empreitada, disse o no-
bre senador pela Bahia, nee o contest ;
mas resta saber como impedil-a, encaraB-
do a prova, levantando o censo, peneiran-
do os eleBotes, abrindo espaco a todo o
funccionalismio e excluindo em maxima
parte os operarios. Poderao mudar os
empreiteiros, mas a empreitada, nao;
quando muito sera mais difficil.
NMo A exacto que a nossa legislaQao elei-
toral considerasse o voto como livre e nao


obrigatorio, 6 precise distinguir o votante
do eleitor; o eleitor era multado si falta-
va sem causa justificada. .
P6do ainda descobrir o mode especial,
por que era encarado 6 direito' de voto na
organisagco das juntas e conselhos e nos
prepares do alistamento.
0 interests publico~explica todo o prepa-
reo das juntas no system da lei de 46,
aliAs em parteaceito p4i reform de 55 e
por todas as outras lels. "
Fundir, simplificando todo o trabalho-e
fazendo intervir todos bs interesses, a jurn-
ta e o conselho para o arrolamento dos
votantes e a posterior decislo sebre recla-
macoes; dar a todo o cidadao quo preen-
de inscrever-se e aos ja inscriptos o direi-
to: de requerer e reclamar,- constitnir o
juiz unicamente julgador d4 recursos sin-
gulares para que haja o -necessario exame
e a indispensavel justioa, separando-o dos
conflicts e paixoes, que acomanham as
inclusoes e exclusoes em massa, e dando-
Ihe a mesa responsabilidade que Ihe cabe
em causes de outra nature; parece qpe
dove ser o fim de toda a reform, no qae
toca ao julgamento e a competencia.


baptisada corn o nome de Jacques Henri latameots
que as iniciaes pareciam indicar. ) interessar-s
Jacques I pensou o supposto mu- pesquizas t
lato. Deram a essa crianca um nome que desavradveZ
exactamenen Ihe pertencia. Agrade
Depois porguntou: e po-lh- p
Qaeira agora dizer que destine oteve ihePe- ei.
essa criana. I
0 registro -6 vai dizer-nos.
E o empregado continuous:
Confiado aLW a idade de olo aid d0
a uma ama do Nancray-sur-Mana, d
tamento do Alto Marne. Aos oito a
conduzido para Paris. Entrou
aprendiz em casa de um inarcmi e
Mootrouge. Character docil. I
M"Volvida. Promettia ser M
Wnw. Mbrreu de uma fobre
ais quinze annos. V ...
Mortol exclamou Job o Reoa
aorme desanimo. : .
-- Sim, senior a 20 de outubr a 3 o
s certo do pw


{Contwrnks.
ssivel. Sioto muito, viato
la crianga, que as aosas
m dado urn resultado tao
he, senhor, a sua attengo
go pelo encommodo que
lo nonhum, mencareso-
... autos distraccao. le
a dpipoca-o do pubtcq, e
iia iOwdees do 'cawa-
SL j-. o e sabio
e.,-,e 0 a i


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