Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14838


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Full Text



























e kria & JUt


minutos d
e 30 minu


o Sr.


o Sr.
aoU


io de S. Wernardo
b llara"kao, o ba-
!amso de ,ouxs.
o*s para a guard
rande do Norte s
4 comandamtem:
4doALS* 6sA Lef-


I eomarca do


les t
cm~rca do


0rda
0Oe-


MeM


ALta ado cabibsoaebre Lomdrew
tot Ioje de o0 e 16/1 d". pri 10o.




E* 2 p71a0,A pME4 1 ArSA

(Especial para o Diario)


ROMA, 8 de abril.


A emara 4d. lelasttos elegem
par4 seu piesideate *'r. .Jualae


AsenisHavas, fifiaem Pernambuco,
9d aW Ide 1884.


IISTIWM:UlC OPBA


(Transcripg&)


CAPITULO VII
MACHINES SIMPLEST
,(Contisnafdo)
Se, por exemplo, o raio do cylindro for 0 ,1; s
o comprimento da manivella for 00,25; e se o far
do paear 50 kilos; veremos que, pelo que disse.
moS, deve realisar-se o seguinte:


;v vssAi* "*v y.- '
tftao art. 45
de margo de *1
Secretaria da
1884.


dode( o'n. 1MO, de 12

Preoddencia, em 9 de abril de


Pelo porteiro,%
Antonio F. itveira Carvalio.


Commando das ama.
De ordem de S. Exc. o Sr. colonel coaiandan-
tedas arms 6 chamado A seeretaria military o
ex-voluntario da tr, Severo Joa6 Francisco,
para forneeer esc entes acerca de um re-
querimento que fez a A sembllati-
va, pedindo umapnao, eto jomo, 0eno sido
chamado a 26 de junho de 1882 pelo jema ate o
S&etuia do Commando das Armas de Per-
amb co, 8 de abril de 1884. -
S Francisco Camello Pessoa de Lacerda,
Coronel graduado seecretario.


UoefrtIvi da pol.cia
See*o 2&.-.-394. -ecrear ePoliciade
Penambueo, 9 de abril de 1 MT e xm.
Sr. Participo a V. Exm. q fore* hontem
recolhidos eA Casa de Detengbo, os eguintes in-
dividuos :
A' ordem do Dr. juiz de direito do corn-
nercio, Sofelix 4rano, a requerimento de
Coutinho & Souza, pars garantia da quan-
tia de 3366. L
" A' ordem do subdelegado do Recife,
Miguel Amaro Honrique Dias e Manoel
Vicente Fereira do Nascimento, por offen-
sas a moral public&.
A' ordem 4o do 1o district de S. Jose6,
Manoel Sa4 unino Tavares, por disturbios.
A' ordem do d r district de S. Jose,
Manoel FelisbertQ Moreira, pot disturbios.
A' ordem do do 1" district da Boa-Vis-
ta, Americo de Almeida Fortuna, Joao
Francisco da Silva, Victorino Joaquim dos
Santos e Guilhermino Bezerra Cavalcante,
por disturbios:
A' ordem do do 1 district da Gra"a,
Ssm.ao Vieira de Hortas, por se aciw
incurso no art. 137 do Cod. Crime.
Pelo idtoa .do toma do Brafioi
capturado no dia 2 do corrente o- indivi-
duo de nome Joao Leandro Marques da
Silva, ali pronunciado em crime de feri-
mentos graves.
Tambem pelo delegado do termo de Ta-
carati foi capturado no dia 24 do mez
findo o criminoso de morte ali pronucia-
do, Sbastilo Felix da Silva.
Deus guarde a V. iExc. Him. e Exm. Sr. desem-
argador Jose Manoel de Freitas, mui dguno pre-
sidente da provincia.-0 chefe de policia-Ray-
mundo Theodorico de Castro e Silva.

Camara munlelpal ,"
ACTA DA SESSAO RDINAR&A DA CAMA-
RA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIMI,
EM 19'DE MARO DE 1884.
PRESIDENCIA DO SR. COMMENDADOR MORAE8
No dia 19 do mes de margo do anno de 1884
achando-se presents a s 11 horas da manhl
no Pago da Camara Municipal da cidade do
Recife, os Srs. president da mesma, commendador
Jose Candido de Moraes e mais voreaores, ocou-
pou o Sr. president a cadeira competent, e de-
clarou abertsa sessao.
Lida a acta da antecedents e posta em discus-
so, o Sr. teneaute Viegas, obtendo a palavra, fez
consideragcoes no sentido de mostrar quq, arre-
matagio dos concertos da estrada do Ambol n io
foi regular. portanto deve oer aunnullada; porquan-
to depois que a Camara mandou entregar o ramo
corn o abatimento de 1./, offericido pelo liditan-
tes, isto. depois de trees preglos, aconte que,
yoltando o official, entregou somente o refente a
estrada da Imberibeira; porque n'essa occasilo
houvm quem o eaperaose para offerecer 5 1/, de.aba-
timento sobre o orgamento da estrada do Anbol6
no intuit de.prejudicar so licitante, que tinha di-
nreT a entrega do ramo.
Em virtude deste offerecimento f6 ra de tempo,
tomnou o official de justiga, e ecommunicou ao Sr.
president o occorrido, e este, eonsultando it Ca-
mara, foi resolvido que se aeeitasse o fferecimento
d 5 ,/. de abatimniento, e consequentemente foi
entregue o ramo a-) offertante, persuadida a Ca-
mara, de que as obras apregoadas o foram singus
larmente, isto cada urna por sua vez; reconhe-
cendo-se dopois que ambas as obras*ram inclui-
das no mesmo inprego; e portanto seava dado a
irregularidade expoata. 4t,
Por isso propunha que se considerasmoe nulla a
arrematago, reference a estrada do Ambol6, nian-
dando-se de novo affixar editaes p s arsegundu
vez arremataoa ests ohra, ou que se fixeose mseri
em tempo na acta q.o e discutia, todo o historic,
que acabava de refer ir pra lvar direitos de ter-
coiroe; mesmo porque amalignidade de um son
oolleapnoaumi quob proteocbe sas fei que o
S ,tita go fez ocuffeeneoiz to de
SO/ode abatlmenttnja fona do tempo: per ioso
pinevocava ems. suo~oleog A declarar, se^Igqupa
cousa sabe. : rcue 1 easa nreanmid .


v a aaa iidadlo feita em
1A ".uprepiola&Camnara emi
se -de 16 de Janeiro doe orrente anno.
.Oro da meame da mesma data, mandando
J.B a Cawara remtta liquella seeretaria os docu- C
entos exigidos pelo art. 81 dalen. 1,221 de 21
e jun-hode 1875, osquaea deve on ar
b gno annexo ao oeio de 3l0 d jaubtro fin4do
que tern de ser opportunamente b ettido a c-
sadelagle da Aasemblea Legislativa Provincial.-
JA foi saiisfeita estas requisao.
Outro da mesma em 18 de fevereiro ultimo, corn-
municandoquo o projects do postura a "O'o o50
officio de l'adaquelle mesmo mezo, fora uquella
data remettido ao+o seoretario da A Aemble Le-
gislativa Provincial, afim do saf submettido a de- d
libfktgo d'aquella corpor -Inteirada. c
Outro da mesama em 29 erero ultimo com-
mnunicando quo j i havendo 1wero lega de dhpu- i
tados ara a m abertura d Asaembla Legislativa
Piovincial, teria lugar este acto no dis eguinte,
1 demar9o, A 1 hora a trde, recommondando p
queo aeem tomad s necessanas providencias 4
pra a celebraco da'i*a votiva do Espirito
an, s 11 horas d'al dia ua igreja matrix s
do Sitntissimo Sacramnen da Boa Vista.-Provi- i
dencioun-se.
Despacho da Presidencia, em-8 de Janeiro d'este
aano, exarado na petigco de Josqa Nielao Per- a
reira, que reclamava contra a rIresentao da ,
Cam reference A arrematal da casa a. .60, a
rian do orredor do Bispo. j
Discatida, a material, *reasoe ase 4M estava a
prejudicado o despacho de S. xc. coa .o provi- w
mentor que deu ao recurso interposto pel memo
Joaquim Niccol, mandando-se mente dvolver r
a peticao.
aOutro da mesma, mandando informar por des-
pacho de 7 de fvereiro ulti"s, bre o ampto
da petiao de Belhnmino Alves Aroc* ga
A miudsngas de tahes.--Queae mibnl oqne con- m
stmeca, ,po d, '1;, 1-;
Outro da mesamandado inrar pr des-
pacho de 11. do corrente exarado no officio do 1.o t
secretario da Assembl6a Legi ativa Provincial, a
sobre- a natureza dos impostos e importancia das id
multas, A que se referee a peti0o de Antonio Do- I
mingo, de oanta Ann. '-4 se informed. d
OQ o da omeamu, mandattAS informar, por des- n.
pacho Ida mesma data, -exajno e officio do 1. d
seretario da Assembl6a-Leg ativaProvincial, 0
que igia urn quadro demonstrative das despe-
zaa feitas pelas verbal esgotadam corn declaralo ci
dlas ipocus emS ft foram establecidas as divides, d
e des doe se. pagamentoe, bem como da receits e &
deoapzal da verba do art. 34 18 n. 5 da lei n.
1,77 de 1882.--Satiafiea-se.
Outro da mesma, em 18 do corrente, exarado n 6
officio do 1.- seeretario da Asemblosa Legislatlvt
Provincial, adando satisfezor a1 r..uiv.. i
contidas no t i.-Satia a
Um officio do juis de p" dad de8- &
Joaem 18( do eiente, cI Nfo
vedido em inhasta pubia s o porcos, appre-
hemdidos pelo reapectivo as quaft prod
ram. quantia do 11 e quo udaa as deeps-
zas do jnimx, ficou liquaida a de 550, que if re- i
eohida ao cofre mnumcipaL u
Postal em diacuido a materia, os Srs. Drs. Bar-
ro Rego e Jose Osorio observaram que em virtu- o
de da lei os animsaes apprehendidoe so econsidwa-
dos bens do evento, desdeque. no sIo procuradoa
em tempopor eus doneeos, e como taes devem ser
arremstadospelojaizo de auientes ; e coneluida
a diwscsio ficou resolved queapprehendidoe os
ammna, que vagam pelas ruas, sejam estes en-
-ta seus donors, caso apparoam e paguem a
o e no casedo de no apparecerem estes, sejam
w aes, find o praso no qual devem ser o
mbd ettidos
Sremettid ao juiz eompetente para
paroceder os termos da lei, devendo pars isto o
Sr. vereador commissano de policia expedir as
precisa instrucm es aos fiseaes.
Outro do juiz de pas da fri uezia da Boa-Vis-
ta, em o 1. de fevereiro utimo, communicando
que n'aquella data assumirsa ,o exercieio da vars
dejuiz do dito juiw<-Inteirada.
Outro do juiz de paz d'esta freguezia, em 27 de
fevereiro ultimo, communicando que foram levadas
4 pra public por venda as duas cabras appre-
hendidas pelo respective fiscal, as 9uae produs'i-
ram a quantia de 12, e que deduzidA as deope-
zas do deposit, applieou o excedente ao paga- 2
mentor das eustac que aiuda assim nio foram con-
pletamente satisfeitas.-Inteirada. .
Outro do juiz de paz do 5.o distrioto dos Afo-
gados, em 7 docorrente, propondo para escrivbo
d'aquelle juiso, vago polo fa~leciinento do effecti-
vo serventuario, ao cidadle Manoel Bezerra Ca-
valcante de Albuquerque. Adiado, a requer--
mento do Sr. Cussy do Rego.
Outro do gerente da compunisa do Beberibe, em
12 do mesem mcz de fevereiro, em reaposta ao da
Camera, em que pedia a collocagle de t nas coin
agsa nos chafarizes dos pateos do Carmo e Pa-
raizo para bebidas de animaes que transitamupela
cidade, declarando que actualmcnte ha tina. para
o referido tim aos chfaniuzes do Brun e Forte do
Mattos no bairro do Recite; e do Collogi, Parai-
so e rua do Sol no bauro de Santo Antonio; do
Viveiro do Muniz, na freguezia deS.Jos6; e
que n'aque~la data np o a ordens precimas pars r
que tambem anjam co0ocada. no. chafarizes do


pateo do Carmo e no da ra do Lima ; e que ne-
nhuma duvida terA deo uadfazer o. meemo emr
-qusquer dos outros chafad e, se a Cama en-
tender neceflwio, ficando a oopanhia salva de
responsabilidade por'quslqner embarago que d'abi
possa reaultar ao trao a topublico,
Inteirada, e que ase ac s ainpanhia a
boa vontade c f que eo tantamunidade epa-
triotismo satafes a requaisigo da Q tmu.
Outro da conmisslo enaielo gm dos festejoI
do die 25 d% virpo cerrente,Eiri17 doinaewio
convidando a lnla. Camara Municipal par ,E-.
zer-se representar n'esn ofostojo ; e que espeo a-
mente a convidava taiobew paS a tte-
raria. e a uimal iuen 111 r& in 1 dii rnfo


imo, emi, de fevereiro ultimo,
quo data recolheu a casa
rwa o & C., como procura-
rdoBra4 antia de 3:0238518
<^6 Wawf lmaa ao referido
lmWade con o art.54 da lei n. 1791.
mo, em 3do aupradito fevereiro,
ietiqo de Delphim Lo0es da Cruz,
or Manoel Collao & ., como seu
guel das ow_ sitas a Praa da In-
bn s 27 or o declarando que o
im Lopes da Cruz 6 negociante e
sta praca e amun no caso de afian-
i a material, resolveu-se 9ue fosse
Smostrando-se o flador quite corn a


mbdomesme, em 10 do corrente, remettendo
b da receita c despeza da Camara no mez
3fev .-Ao Sr. Dr. commissario de policia.
O chefe da 4a secgao de aferi91cs ao se-
S25dfevereiro ultimo, informando de
D ksobre o fact de que tratou o
S R fde 24 d'aquelle mez, sob a epi-
-Serd eaecto ?-Inteinada.
O do Rvd. frei Lourengo da Immaculada
iceiao, em 17 do corrente, ao Sr. commissario
I Ceniterio da cidade e por este apresentado,
muwueahdo que n'aquella data assumio a ad-
o d'aquelle estabelccimenuIi- -,k o qual
na do capellno-administrador a sesso
I15 ireente.-Intkirada.
Ot mnesmo e da mesma data ao secretario
daeiencia a .Camara de Igual communica-

O do amesmo, ainda da mesma data, corn-
o que encontrou desabado urn pedao do
Eu tl'quele Cemiterio do lado do sul, corres-
t a catacumba da irmandade de Nossa
Tergo. Discutida a material, resolveu-
qo r. o enheiro.e orasse os concertos a faze-
norfido imuro.
do administrator do Cemiterio da fregue-
'Varzea em 5 de janeiro deste anno, con-
oe devia conservar n'aquelle Cemiterio
reservado para as inhumaces de cada-
aatholicos e recemnascidos.-Mandou-se
qu no regulanento encontrarA dispo-
m detennin&
do engenheiro ao seeretario, em 23 de fe-
iltmno, remettendo o orgamento da remo-
otrucso do mictorio do pateo do Car-
i M prtaneia de 188460.-Mandou-se affi-
Al pars ser arrematadf esta obra.t
GurF do mesmo em 5 do corrente, pedindo au-
Spara despender mais a quantia de 30A,
oraento de 91.880, pars os concertos
ac n. 22, prprio municipal, sito a pragca da
S ocis, aproveitaudo para essa obra pe-
i eforazitirada da demoieligqlo do sobrado
1 u do Pires, que servissem para a calga-
Saosedita casa.-onceedeu-se a autorisacago
memom, em 18 do corrente, dando es-
I sobre o sea officio do lo, cuje senti-
fi coemprehendido pela Camara, que man-
i cal-o. -Ao Sr. Dr. commissario de po-

a do administrator do Matadouro da Ca-
I em 30 de janeiro dest anno, remettendo o
S 4o abttanto de 568.rexem para 0 consu-
) dia 23 a 29 do, mesmo e que fo-
a caldeira no dita 2 as carnes de 2
I noeat a Esteves & C., e outra no dia
V p ewoos a Pinhk Borgew por inprestayis
ralimtetaeaoe publica.-Iateirada. "
Outro do mesm, hoje datado, remettendo O map-
do abstinent. de 516 rezes para o consume
E cidade-do dia 27 de fevereiro a 4 deste. In-
Linda outro do mesmo, hoje datado, remettendo
n do abstimento de 442 rezes pars o con-
cidade, do dia 12 a 18.-Inteirada.
do aba"timma to de 37 rezes Pamo con-
Mappa do abatimento de 37 rezes pari o con-
do dia 3 a 9 de fevereiro ultimo, ; remettido
o administrator do Matadouro da freguezia do
da Panells. Inteirada.
Officio do fiscal desta treguezia, em 15 do cor-
nte, communicando que o predio n. 69 sito a rua
e*io Dias esti bastante arruinado e bem as-
qneu a trapenra do mesmo predio desabou port
usa das ehuvas que ultimamente tem cahido.-
iseutida amatera, mandon-u se que e fiscal fizes-
ao respective. proprietario a intimacAo, em takes
ordenada pelas poetura.
Outro do fiscal d freguezia de S. Loureno da
atta em 2 de fevereiro, que acabou, participan-
que mandou affixar edital prohibindo o brin-
iedoedo entrudo de cenformidade cornm o dispos-
no art. 70 da lei n. 1,129 e que arrecadou-se
feira do dia- 17 a quantia de 141800.-Intei-
da.
Outro do mesmo, em 25 d'aquelle mesmo mez,
immunicando os factos occorridos na feira no dia
do qual resultaram ferimentos e mortes. In-
irada.
Outro do mesmo, em 29 d'aquelle dito mez, com-
unicando que as dosordens -dz dia 24, uBo per-
ittiram que se fizesse toda a arrecadaglo da fei-
i e que intimou a todos os proprietarios de casas
ruinadas para as mandar demolir amigavelmen-
-+ -Inteirada.
Outro finulmente do mesmo, em 12 do corrente,
rnmunicando que no dia 7 mandou enterrar um
ivallo, que fora eneontrado morte; e que a arre-
,dagio da feira do dia 9, foi de 13A640.-Intei-
ida.


D

-I


ferido juiz de paz
o Dc. n. 502, do
ramente determine
jurisdic*o, desde
ainud que volte de
E ledo depois o
riot de iPerwMibu
no passad6, em qu
dre Americo deo C
dado sua- residence
Graga; e a resoluo
exonerando-o aob
sob o mesmo fund
de 15 de setembro
nao p6de o mesmo
cicio do cargo de ji
Pedro Qondalves cd
se respondesse o o01
Janeiro, cujo assume
0 Sr. Dr. Jos0 (
gumentaglo, mand
SQue se respon
mettendo-se os doc
o juiz de paz de
guezia da Graga.
Postal cm discus
0 Sr. Dr. Jos6
ordem, fallou sob:
corn referencia As
cia, sendo que urns
sarem de concert
seus alugueis foss
blica no tempo 6
concluio mandand
que fqi approvada
Proponho que
terms de arremat
Rego, das tres eas4
da Independencia
praca o alaguel.d
prata, quo se aca
bitadas e cujo alu
0 Sr. tenente V
vra, mnundou A me
depois de iustifi
Requeiro que
a casa do patrimno
pendencia n. 22, q
assim se autoriso
aeham fechadas,
meato do engenhei
procurador intime
rida Praca para d
se obrigaram pelo
-Em 19 de marc
Cohtinuando o n
palavra para dar
no intervallo da
dio ao Sr. Dr. co
formasse qualo 0
Vicente Simoes Pi
no de licenga pel
mezes por esta C
estar restabelecid


tinha direito de cc
a Camara ainda n
0 Sr. Dr. Jos I
responded que des
sentou depois daI 1
anteeaessor, o Sr.I
abandonado olugi
solvent.
0 Sr. tenente V
Ihe apresentasse a
para poder proseg
mesmo guard rec
0 Sr. Dr. Jos6 (
o parecer da com
syndicar dos facto
pois de ter conclui
que acabava de ea
cewe jnsto.
Acabadat leita
sao, reinando asier
nutns, o Sr tenen
discerreu largame
de que se resentia
to final nao havia
Que o parecer
das no inqueAto,:
accOsto apreseI
Mello, e final diz
como entender!!
Que n o era ist
o Sr. president
votos semelhante
e a Camara tern
Que corn rela.
6 mais uma omiss
tretanto ha necesi
dida, resultante d
rito; 6 necessurioi
mais habilitAdo d(
seguranga seujul
quaes siao Qs culp


1

I
n
t
e



L)
N
'1
)
(


erdeu a sua jurisdico, e ilu
7 de outubrd de 1881, que ela-
que perde o juiz de paz a sua
que se muda do seu district,
ois para elle.
Sannuncios publicados nos Dia-
de 10,12 e 15 de junho do an-
So referido juiz de paz Alexan.
Ldas Padilha, declarou ter mu-
para os Afiictos, freguezia da
ki di Presidencia da provincial,
roposta do Dr. chefe de policia,
mentor, como se via no Diario
do ann o passado, concluio que
Sr. Padilha continuar no exer-
z doepaz da freguezia de S.Fr.
Recife, e que n'este sentido
io da Presidencia, de 21 de
se discute.
rio abundando na mmesma ar-
a a mesa a seguinte proposta:
o officio da Presidencia, re-
entos, que provam continuar
e" se tracta, a residir na fre-
o a proposta, foi approvada.
)sorio, obtendo a pulavra pela
a irregularidade que se nota
isas daPraga da Independen-
so acham fechadas por preci-


outras occupadas, sem que
estabelecidus em hasta pa-
petente, e assim discutindo,
a mesa a seguinte proposta,
se remettam A Presideneia os
910o feita por Jolo Baptista do
Sns. 11, 13 e 15, sitas a Praga
bern cornmo que se ponha em
todas as casas sitas n'aquella
fechadas e das que estio ha-
iel nio foi arrematado.
gas, obtendo tambem a pala-
a o seguinte requerimento, que
do foi approvado plenamente:
oc made par em hasta public
o da Camara, na Praa da In-
Sia se achi a concertada; e bemrn
os concertos de outras que se
precedendo o competent orca-
Sda Camara. Outrosim, que o
s inquilinos das casas da refe-
prompto fazerem as ealgadas A
pectivo arrendamento.-S. I.
de 1884. -Viegas ..
esmo Sr. Dr. Jose Osorio eora a
onts dos seus actos praticadbos
salo, o Sr. tenenta Viegas pe-
m;isario de policia, quelhe in-
estino que teve o guard fiscal
aenta, que tendo obtido um an-
Assembl*e, e depois mais seis
nara, sem vencimentos, por nilo
, e que se apresentando agora
stinuar no quadro; visto conmo
da rosolveu.
Psorio, commissario de policia
Ie que ease guard nao se apre-
eenga, foi consideralo pelo seu
r. Joao Augusto, como tendo
r, e. neste sentido a Camara re-


egas exigi. que o secretario
acta, em que disto se tractou
tir nos terms ulteriores, e o
amar o seu direito.
sorio, continuando, apresentou
ias de qae fazia part par
do mrereado de S. Jos, e de-
bo que a Cajmara, em vista do
por, resolvesse, com o Ihe pare-


ra do parecer e post em discus-
dio na Camara por alguns mi-
e Viegas, obtendo a palavra,
nte sobre a falta de conclusio,
o parecer, pois sem o pensamen-
sobre que votar-se.
olleccienava as provas adquiri-
so qual se vd provada today a
tada pelo Sr. vcreador padre
a commission A Camara resolve


sobre o que se devia votar; que
sino tinha difficuldade de por a
,onusco, porque nada exprime;
i resolver alguma cousa.
Sa questAo, que ora se aprecia,
O0, do que commissio; que en-
idade de uma idea, de umra me-
rse parecer, que cobre o inqu4-
que ella apparega e ninguem
que a comiussio, que teurn corn
o formado para dizer a Camara
dos ou se nada ha a condem-


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I,


Antonio de Mello e Albuqo+erque.---Jos OQrid As
Cerqueira.-Decio de Aquino Ponseea.- msy A.-
venal do Rego. Jodo Goaldoe Torres.-Mad
Francisco de Barr.s Rego.-PrwcMoe de Paui
Correia de Araujo.-Dr. Aptcnio de Siqetira C.r-
neiro da Cunha.


9 *


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i


pitbo Torres, Natividade Saldauha c Dr. Currj'
de Araujo, o qual declarou que votaria pela pro-
posta, man vend o que se descrimiava a vot&i.
tavez para proteger-sc o maior culpado, votar& a
favor de todos.
Posta A votes a detmnissio do porteiro nio fi ap-
provada igualmente, votando samentepor eiU
rs. Drs. Carneiro da Cunha e Barros Rego.
0 Sr. capital Torres disse que votou a fatrw
por conhecer o odio corn quo o Sr. padre M*A*
propoz a demissio.
0 Sr. Cussy do Rego justificou o seu veto a
mrodo seguinte : que votava a favor, nso -6 lo -
que nio havia escripturagio naquelle esta&be-
mento pela qual se podesse provar o extravio dsi
medidas, e entIo corn justiga se demittisse os eim-
pregados ; como porque, quanto ao ajudante, este
so havia portado bem depois d'aquellas arguing%
que Whe foram feitas.
Os Srs. president, Drs. Jose Osorio e Corris
de Araujo declararam que se as deminsses foswom
englobadamente, como propoz o Sr. padre Xel%
votariam por todas.
0 Sr. padre Mello requereu que fosse puWiea-
do pela imprensa o parecer da conmmsablo soinete,
e foi apprhvado.
Contindando ainda o Sr. Dr. Jose Osorio sji-
tou a deliberaglo da Camara a peti*ao de CMa
& C. que pediam dispense da aferi(Ao dos pesa e
medidas do estabelecimento n. 6 da rma da Pealm,
cuja armaWAo compraram, por estaremn ji afeai-
dos.
Poeta em discussio a mnateria, o Sr. Nativida-
de Saidanha deu alguns esclarocimnentos, sead&
final resolvido que fosse a peticAo remettida a*
fiscal respective para iuformar.
Aprescntou mais a petiaIo de Manoel CarpinW-
ro pedindo licenja para continuar abater gads -
lugar denominado Belem, freguezia da Graga.
Discutida a material, sobre a qual fallarama *I-
guns Srs. vereadores, resolveu-se pelo deferiram-
to, votando contra os Srs. president, Dr. Ja
Osorio, padre Mello e Dr. Correia de Araujo. A
estavam presents os Srs. eoronel Decieo ecommn-
dador Neves.
Apresentou fialmnente duas pctioeb do patre
Jobo Rodrigues da Costa, .vigario da fregueuiat A
Pocgo da Panella, instando pela coucessLo d li-
cenga, que requereu desde outubro do annao pam-
do, para concertar e augmentar as dimensoeo dA
igreja de S. Pantaleio do Monteiro, e Ihe foi Jo-
negada.
Posta em discussio a material, o Sr. teaeat
Viegas disse que continuava A votar contra a Ii-
cenga impetrada, e quc fazia a declaraceo do sm
e top am ser lancido us acta:
Voto contra: 1" por ser a informa*o doa e-
genheiro que e a part technical da Camara -
traria ella; 2' porque a Camara pode negar &
cenga para obras e concertos, qu&ado elias Wlo Uf-
rem de conformidade corn as posturas, solidez e -
lidade publica.-Viegas.
0 Sr. Cussy do Rego declarou que subowenria
esta declaragio de voto.
rio e outros Srs. vereadorea, foi post a votas a
material, resolvendo se pelo indeferinmento omalm
os votos dos Srs. president, Dr.s. JoiOsorio, Ow,
reia de Araujo, coroner Decio, commendador M-*
veo e padre Mello.
0 Sr. Cussy do Rego, obtendo a palavra pda
ordem, fallou no sentido de most'ar a convenia*m-
cia de um regulamcnto referente 4 locaelo de ar-
vi"os dos creados, como ja se fez em algumasu te
vincias, e concluio mandando A mesa a seguaif
proposta:
SProponho qute seja nonmeada uma commiadh
para estudar e elaborar urn regalamento sobre a
locaao de services oss creados.-Cosy do RV&
Discutida a proposta, foi approvada, send an-
meados para esta commissio os Srs. Drs. JMd
Osorio, Barros Rego e Cussy do Rego.
0 Sr. capitio Silva Neves, commissario do ma-
tadouro, communicou que havia concedido lieema
A alguns marchantes para abaterem alguma. re-
zes antes de completado o prazo do repouso mrr-
cado pela lei em vista dos motives attendiveis que
allegaram e esperava que a Camara approvait
este seu acto.
Discutida a material, fui :ipprovado o actor d4
commissario.
Foi apresentada a peti(;uo de Manoel Anwseim
Correia de Figueiredo, arrematante d coucer
do cemiterio de S. Lourengo da Matta em o am
de 1881, pedindo pagamento da terceira prest.-
geo desse contract.
Discutida a materia, mandou-se rernetter a 1G-
ticgo acempanhada dos papeis do coatracto AO ik.
commissario dos cemiterios de f6ra da eidade.
Dada a hora, f~i levantada a sessao, ficando 4.
signado o dia 26 do corrente para a segumte.
De tudo se lavrou a prosente acta que eu Pe-
dro Gaudiano do Ratis e'Silva, escrevi.
Declare em temp) que o Sr. tenente Viegas se
absteve de votar, quando se tractor da demisstb
do administrator do mercado de S. Jom4.
Declare mais que depois de lavrado o terna
por nao haier numero legal para a sessao do e
26, compareceram alguns Srs. rereaderes -
quacs nao obstante chegarem turde o asssignul.
; Jos6 Candido de Moraes, presidente.--.lv P1-
dro das Neves.--Manoel Antonio Vieqas.--PN&































pm j anefla uima aa trees


a a tente
'*In .' "il __


de sua scma n. 6 a ras a raima, [
eomo fazer nas mesmas hombreiras e x
difiar a oosinha. -Da conformidado c

tos .muniel s, 46ci40-60.



Pagos.os direitoa mauieipaea, ow4 *9 -

ga~ynn S4rau.Tn Imp
--Ooflieaiet,
Hardtiros de Fineisio de Iaula Cb r
de rai4o, Ra.limpar o talWada& : e
cartmvewieo seix pred n-. Im- d
gariffTeseriwi Fw e direit1-
paes, cedt-sc.
]lenri*ie Augluxto Mi t,& para &O m
tpBlhade. auMi ,uindo i" nmui*a,. tomaaI
quenos rebocos e coneerftr a pofe
quintal drseu predion. 50'a r=a. iN
fregueziah de Afopdfl--. PPasoa oi daefi
municipaes, concede-se.
Jos6 RIymundo, di Natividado Sa
niia, para m'urar o terreno em frente a.
casa sita. a, rua do capitio Lima, em. S
AmarD da&Saliaaa..--Do coafGormida4
o- parecer, do eugenhoiro, cncedt-se.
Jos' Pereira de Azevedo, para conee
a hiombreira de unima das portas do fmi
do, sea pnedio, n.. 45 a ra de Mar"
Dias. -D confornidade comrn o par
do engenheiro e pagos os direitos
paes, concede-se.


Jeronymo de S niza Rolln, par& concer-
tar o algeroz de suna casa n. 12 a rua da
Deteaoao. Pagos os direitos municipaes
ooncede-se, visto coafonrmar-se corn a in-
formaeao do fiscal,.
Jos6 Manool de SA para levantar ur6a
sotea corrida. em sua casa n. 38, a rua 'e
Luiz de Mendouga. fraguezia de S. Jose. -
De conformidade corn o parecer do: ene-
nheiro e pagos os direito i municipass, ccn-
cede-se.
JoAo Antonio de o lo, declaranado qo
0 telheiro qae tem de, levuntar, cuja liea-
ga solicit, licarAm no nivella;nente da rxa
do lugar Areits, freguezia de Afogados. -
Idem.
Poaciano Pereira Leite, para, qae a
Companhia de Illhmina9ao a Gaz, proceea
a. canalisa9ao para a casa n. 2 a rua a
Fundigao, em Santo Aiammao daa ,Salinas. -
Sim,. \
Maria de Jesus- Teixeyoa Franco, paa
roconstraifr dez -braas d mnuro de seu o
tion. 20 a& rua- do QVciacode do Goyann.
-Depotis de dada a, devida cordeao Qa
]agos os direitos manicipeit comedeJs<
Maria Amelia' de FreitasF MOraes PinheO-
ro, para. rearua alguans palmos, a frente c a
dita. casa n. 35 a Ponte de Uehioa, deixl-
do-'ficar na frente um peqaeno terra qe
sera gradeado, bern come substituir a co-
berta por outira do duias agias e c mr froe-
toes, eucanar- as aguars pluviaes e repaM-
rar os oit'es. Pagos o.1 direitos muimci-
p-tes e observadas as posturas em, seus de|-
vidos terms, concederse precedendo o. deo
video, aliahmento.
Noberto Evangelista' d e&aunha Lagesi
para toinar goteiras6-c concerttir o cane d;
esgota das a;uas pluviaes de seu predio ni.
30 a rua de D. Maria Cesar,. da qual
consenhor.-Pagos os direitos municipaes,
concede-se.
Tliomaz de Aquino Cesar, declarando
que a Pra~a do Capim, onde e 'sita. a sui
casa n. 76 A, que pretend cdnee'tar (
cuja lienca soli-ita, fica na entrada d@
Uchl6Oa, lugar Areias, freguezia de Afoga
dos. -De confoomidade corn o parecer do
engenheiro de 2 do andante e pagos os di
reitos mriiunieipaes, concede-se.
Tiiomaz Teixeira Bistos, para retelhara
easa n. 1 a ruade S. Francisco, e retelhar
substituir caibros, tomar rebocos na casa ral
chaduras no muro, fazar de novo a column,
na que sustenta o portao quoe soeri substi.
tuido por outro o mnadeira, da casa n. 9
a. rua de S. Miguel, freguezia de Afogados.
- Pages os direitos municipaes, conce-
de-se.

Pelo Sr. Dr. Jose Osorio, vereador con?.


missario de policia:
Arthur & Desiderio, pedindo
ra estabelecerem-se coin loj'i
pavimente terreo do priedio n.
Cabuga. -Sirm.
Antonio Pedro d'Alcantara,
um estabelecimeto da molhados
15 a rua de S.. Joao freg-azia
-Sim.


licenga pa,
de joias no
3 a. raa do

para abrir
na casa m.
da.Varzea


Bornardino. Jacirtho da SiLva, pedindo
licenpa para transformar em deposit de
seecos o. seu, estabelecimento d6 quitanda,
sito a estrada nova do Beberibe. -Comi
p de.
Fraacisoo Eiistaquio Rodarigpes,. ceasior
nuriodo contract do kiosqoe. pedindo lit
enga para collocar urn, kidosqu4.ob.-o nr
14 no pateo do Paraizo, desig iido o en-
gfnheiro o lugar. Come pedl, dovendo
o engenheiiwr indicar o lugar. '
Francisco Alves Lourengp, pra. que a
Companhia do Gas, possa prooe*r cana-,
Isagao para o kiosque sob o n. 'I sito ao
Coa do" RMamos--:Sim.
kiaa&(., para estabelceueil-s8e corn
4apssto d& seccos nwa casa 49, a rum
dts Guararapes.-Sim. .
ou R&pa' dda Sit'M axodes) plu
jpEcecder concertoff no acnmio a
aawa8& r-o d6 S Joo e Msq* d& HMr-
M aliil~l.ll~ S ii w A 1''1. 1 -'"*- l~ll '-::' l.l111'?


em
ree-







Ala-


nem mesmo por-'metade do que Ihe custara.
Os sentiments humanitarios da libertagao dos
escravos, acham-se no coracao de topos os narahy-
banos, e uma das provas estA no mode como se pas-
sou entire n6s o dia 25 de Marco.
At6 breve.


DRIO B P"Dinpul

Retrospeeto politico do aunw de


UR.U GU.AY
A, sorte desta republican. durante o anno passado
foi cempletamente diversa da que presidio os des-
itf s de suas visinhas; gozou de verdadeira paz
durante todo elle, sem que ao menos assumissem
pwoporoes assustadoras os boats de guerra corn c
Braail, que alli se divulgaram, corn alguma celeri-
dade. E de crer que esses 1boatos tivessem ori-
gem na coambinaoao temeraria que fizeram da
quest Passeo Hondo, e das violencias praticadas
,no departamento Rocha, na pessoa do subdito bra-
sile'o Antonio, Leal, corn a encommenda de arma-
mntos e preparativos beHlicos, feita pelo govemno
mental- para Europa.
Nlb resiste e sa combinaca a apreciaao demo-
ada. dos prnmeirosfactos, _que repeole a possibili-
ade de com-eUes,.terlig9ao o terceiro.
A questao Pauso Hond&que desde o anno ante-
o etavya dependentede um deafecho por via di-
bmata s ainda nd b obtveo 1 e est todaria
istaediasso, desdo.que sua condlusalo final de.
endi.db. seem aasiados os protocolos; par o
Q, diw da.friY bastbiaique o ministro
rdt- exteriorm o St. IKD H. rera y ObeS
vraa.. de. sua. ultima nota4 e
a., n et 4- r. e nta d-. im.I


PARAHYBA Do NORT--6 DE -:Am
DE 1884.

g"amdMO s Md Wa trm eatr da. u6a& eobo -



lmeno.', al ges a'm ad 1.e 11 -
T d"a 25"db niuro oreid e cio.o ea u ar qamw
os bons pa ehybamos,.nhaoe s t,1 res.
Saouve r= MaI, ,iiagborta n.b&aeraa.itti poe-
r hsiao, tad e opiafm wa coiitua, fesbqiar
as dn*taa"&lriosa. c~knss. historia patauia.
o0 'ma nmo d ra h ave totem ere:n astadoS.
rianucdb aAM. agr at se a umae saeiudads termi
#id6 fbrmi pain poagaro, tem, thefWWado a
jenftgiatprft"a :Rw&-o desexueiho dw&esyaeau*&oaa-
0 dia 25 do rgo, por6n, vcio tarnar patntens
08 bons seumiinentoa pa-aaybanos a ostsi re'speit*,
aacredite quo ji agora no6,aara. m misomairoi.i-;
;eaikajo pratica desta-.id&m.s emnsncia-
Logo no dia 2t houve a inoite esm ciasa dbo Sr.-
Francisco Janaario Santiago uma neurmo fi milfar
em qne reinou a malor alegria em todbs os cora-
'coes.
A's 'I horas da manhli do dia.n 25 tove lugger umn
'gmande alinoo em casa do distiacto ceareuo+,, Dr.
'Justa Araujo ao -qual compareceu asldite di. uwa
sociedade.
S0 Sr. Dr. Jasta Araujo. lrvaatou. o pruhnmoo
brinde aos coivivas d'i fiesta. e a S. Ex3. o Sr.
president da proviaeia, que prasidaia a mi i.s
Emr seguidao a Sr. Dr. commandador Silvino er-
gueu um brin:le a proviaucia tivre do Cearl.
0 Sr. Dr. Domingos Alves da. Silva levantou o
terceiro bride saudan1Jo a prcvincia do Cearal nas
-pessoas db Exm. Sr. Dr. Ayres do Nisciinoato,
Rodopiano Padilhlia e Dr. Just Araujo.
0 Sr. Dr. Feliciano Castilho reeito' umra bells
poesia e fez dous brimnles: um. saudando ao clhefe-
do gabinete 25 de oItrqo o Viscoude do Rio Branco
e outro dirigido ao digno consul inglez, o Sr. Sa.
mucl Agnew.
0 Sr. Dr. Constantino Pereira briniou a inn-
prensa represmutada polo Sr. Dr. Slivino da Cu-
unha e o Si. tcnenate-coronlI Silva B:ptistia.
0 Sr. Rodopiano Padilha lembrou cm umn brinle
os feitos g!oriosos do D-. Pedro Pereira da Silva.
0 Sr. D'r. Antonio Cordciro Filho brindoauao Dr.
Justo Araujo, como cearenae enthusiasta e dis
tincto.
0 Exm. Sr. Dr. Jos6 Ayres do Nascihnento fez
com in verdadeiro enthusiasino um briudeL A pro,-
vinc;a do Ceara.
Segui'ramn-se outros brindes como odo DY.Slvino
a magistratura, do Sr. Simuiel Agnew i nav,1io
brasileira, do Sr. Lima P1naute a provincia do
Cearl, etc.
Terminou o banquet is 3 lhoras da tarde corn o
briaude do honra levantado por S. Exe. o Sr. presi,
dente a S. M. o Impardor.
No meio do banquet apresentou-seuuma escra va
implorauiro a liberdacue, que, poucas horas dcpoi.
foi-lbe conuedida.
A' noite houve espectaculo em gramle gala no
Theatre Santa- Craz, que se achava clegantemnnte
decorado, e que nri p6de'comportar todasas pesr
soas que para cle affliuiram.
Dcpois dis vivas do cstylb e do iymiuo da LI .
bertadora Cearonsc seguio-se emra scena ab2rta a
entrega alas cartas de liberdade.
Foi orador da commissao o-Dr. Antonio Pedre
de Mello, que depois de htem acent'amr- o actor. qe
acabavade ser prati'ado pela provincial &oa Ceaa
passou a domonstrar a ineompatibilidadc di, es;
eravidao ante o e4ado intellectual do seculo XIX
ce concluio fazendo um app.lto a generosidade dos
cora5eos feiuninos para quo apressassem a solasco
pratica da idea humanitaria da libertaqacr de cs.
craves.
Duarante o sou discurso, o orador foi por varias
vezes applaudido, terminando con geral scoitaao
e applausos do audi'orio.
Ap6s a entrega de 4 cartas do liberdc de segui-
ramn-se outros oradobres que tambem foram applau-
didos.
Representouir-se o drama intitulado-O F iho
Bastardo-distinguindbo-se-o artist Soares Me-
deiros, que vai centre n6s recebendo grades e
mereeoidais ovaes.
Ainda dur.anto o espectaculo distribuio-se o
Merocodil, importaate orgo do commcrcio, trazen-
do a primeiha pagma e um supplement eam-que-
cidos coin mnuitos escriptos abolicionistas firmados
por distihctos ci, lardaos residents nesta cidade.
Deste modo prolonguuram-se as- festas ate 2 ho-
ris da madragada, notando-se em todos os sem-
blantes radianats de alogria a approvanao tacita
das ideas abolicionistas.
Quero acreditar mesmo que no din em qae o go-
-verno fizer ninna lei obrigando os libcrtos a um ge-
,nero qualquer de trabalhe, desta provincia desap-
parecei'a facilmente a. eser.viddo, porque nota-se
que os senhores de escuavos aqui s6 temem duas
cousas: nao acharom quem queimra sugoitar-so ao
servico donrestico ou lancarem na miseria e no cri-
mec os sous escrawos a quomn estimnani.
, Se dissercm que 6 a ganacia dos senhores que
os impede do libertar os seus escravos, garanto-lhe
que isto entire n6s 6 falso; porque aqui jl nado ha
quem tenha esperancas de vender um escravo


, do cargo de representante pelo departamento de
SFlorida.
Art. 20 Chane-se pela secretaria o supplente
respective, que 6 o cidadlo Jojo Maria Gil. )
Foi approvado este project, send recolhidos a
prisao Bucelli e Nicoria Tot6, e os dous padrinhos
os deputados Jos6 C. Bustamante e Abdon Aros-
tegny Buchelli conseguio ser solto mediante fianca.
e requereua camera que reconsiderasse seu acto, e
os dous padrinhos pediram' permissao para respon-
derem perante o tribunal criminal ao process que
lhes havia sido instanuado.
Corn relaco ao poder executive sib os factos de
mais sobre-elevada disiinco os seguintes: a cres,-
91o do ministerio de estado dos negocios da justi-
9a, culto e instruccao publica, o deereto que man-
dou cumprir a lei que abolie os direitos sobre as
cares que fossem exportadasda mesa republican,
de 15 de novembro em diante, qualquer que fosse'
o system adoptado para sua conservaao; o do-
crete que ordenou a publiceao do contract defi-
nitivo conclnido para collocar em Londies a som-
ma de 11127,000 eam titulob de emprestimo de ve d
rificaqao de dividas; e o que autoriPou a modifi-
cago do tratado de extradiclo corn omo Brasil,






Assemibla Irovineial
ITa SES &O ; 2l'DE M A O&R DE4I9884%
PRUSIDUVOX* lO3mS BlBtk Jd nBiaA I aCMgA


An meidi, feitsa a


ttarem
lapissui


prodeaw fltlex*es, wbre a ligagmsadaI
,eA~uma, iket.4, extemporaneat fia a, An
am exigeihas idvevm trr sido u64ati0"a


t energia qun o process e as leis determine
K par& a represslo de semelhaitos'erimcs.
U S.. xc.,a, .S.. presiAda*e ieamBbow. d<
< dirig.mzy-sV1 i 5 eitacRro s tvtiiime r iq
Sna actividade do prooesso e wi eonvenienao d.
a solicitar do juiz reopectivo, desaeho de Rref -
r* r~tte afttia-a b 0- o Coea^^p w c B no
r, maim -hremtetmo
'4 oi ro,' qnuV ,Teij snfttm* e tora-i,

ft Woony sepire;, a"s doojoa. do governa.-ChWba
0 president da republican deeretu:
o'r Af 1'' t Fic'D ni, t Ia sovd)exerucito" d res-
hpaevvic funes6ta sore Fdttbxe, o-Ioflibtaf, r
emtiirimdt oxr'etu e' o alcaide eserevetmt da
e adiainistra* Vo potas'-dif departamnfute dte BU-'
Ait, 20 Fia eneidxrregdb interitarnwate- d-
e g cargo dei tie p tOiN tensetati-Moner' ga-
a dAudo Y. J6s3 Anoedk;
( AVL 3W Conminq se-ete.---&rttys. ,
A encommnenda de arinmamentos, portautio sifgni-
frea apen-as -que a republiea proeturou prover-se da-:
'qflflo deqtB-caTroeia, e du que atlgutta v-er de-'
fazetn uso ta rerzforcado. A provis6o ajustadafoi
eartumenu-tvuItadisimna, o quite aihdi nAoi auto,-
irisa a' ctmvicto dA- que aquelltes boatos tenham
ftindaknento.
l o'htynyse' a veriear -ue taes, boatss ertm" esa-
palhados corn o riutntt unico.dbprejudicar asope-
raofiea ffn'neeira qtre' o governor orientalW procu-
rava realisa' e a- uniffAii d ay das dViit eomo-eff-fec-
tiviwrnte'realisoi";
Tony alpins visoar de proceoenciaw a" imtmptau
desses bhtos ao3s omn.rei:Lntea.3 de qua-m o Sea -
do rvjeitou ur,'n- represantaq1o ema qut- imnpngna-
ram os projects apresenutados petou governor) M) sen-
tide dai tnificae-io das diiridts; emissab doe quatro
inilh5os de pasos em tiilibs de diviidx tixBlica ve-
rificada coin destino a c-n,)easar os trabalhos do'
,syndicato ou syndliwatz'q's15 for.n:iasmin par a
cOnsfituicAo do B oAII Ur;tuayo c coastraauLo de
port'os'.
Umna conspiracto militar"fori deseoborta c t rtm-
po aindii dd ser tffoca I1, c tinhi pt r intaito der-
ribar o goverrno do) general Santos. Os midicios,
que donuaciarain a scdiilo aptnas abafada no
quart 1 e prompt para pr.xin:i exploslo, derain
causa o fazihumnento de quatroy ofic'iaes inferiores
que dirigiam ostr-balaios sedLieiosos polo ladI) do)
partido blauneo, quo proeurava por esse modo gal-
gur-o poder.
0 termno pacifico que'a questibo Lourerrno V-'s-
ques attingio, dcu mativo para seem pealbogoverno
hespanhol' condeeoradbs o president da republican,
corn as insignias da gra-craz d' ordem Isabel a
Cattholeica, e coin as .do c'inun'ndadores os Dr's.
'Castro Iferrera c Hordenana.
A qauestIo Carbajald que por algum tempo ocen-
Jpou a at b'.d3o dos orieiutaes teve formal resola9uao
no proj.cto de lei approvado pela camera dos re-
presentints;' emin virtirde do quiat fbi substituida
ai penn. capital, a' qre quaesquer reos houvessemn
sido condemnaduos, at 19Wd 6 abril dess3 aun'. pLa
de quarentit annos de prison ca.m traballios pnbli-
cos e corrente ao 6n .i. sotulnao, s 3 begin que
productiva dos eoeitos- exigidos pela occasito, s3
resent do nao pequoena irregularidade capitaiuda
nas duas seguintes consideravies: 1' a-cainana as-
sim' deternainandb absorvait attrihui95es de crto
perteBcentes- a pder divers, ptor qianuto propoz-'se
a dccidiri- di ste de umn r6o, unico individhto a
quem estavain mninente anteriormneute Inei*
la data a panwqu na amaramxcommnutot. 2"A lei
votnd k para AfMi i&spoveta s taai ddo'gicAw
nente'a esiso uwiu r, rottotf i*B st -efti m
vista como detrmiwuo a d-tau prWecadtI aa
qua' ceeariatm os effetitos da, le? por 'elta refgadi ;
Phi tamnberr na camara diseutidad a modifi*aqaO
db emdi6o civil'.
Umn facto o mais' raro qtm' se tan' dado nw ca-
mara da repnblicfea oriental; occorrir ab anno- fihdot
capaz de celIbrisar a sesslo que nesse anno foi
instaurada.
0 representante Buchelli negou-se a bater-se
em duelo; declarando-o terminantemente aos' seus
padrinhos, queo j haviamn concertado o lance.
Os representantm, centre os quaes os padrinuhos
desairados pelo afithado, reuniram-sa reservada-
mente, e seam- form de sessao legislativa ox'par-
lamenta', e decidiram que se devia procurar Bu-
chelli e pedir-lhe que apresentasse sna renuncia
Effectivamente aconselhada ou imposta essay' de,
liberacao a Buchelli;-este' dectarara-se meno' deose-
jose de separar-se de seus ingratos colleges da ca-
mara.
Foi apresentada a camera reunida em sessao
secret a rosposta dada por Buehelli, que para
acquiesoee' ao que preteridiam os companheiros,
exigio delles unea quotisano que produzisse a
quantia que elle havia de veneer ate o fim da le-
gislatura, c Ihe fosse entregue por paga de seus
lircros cessantes, sem o que na'o assignaria a re-
nuncia.
Essa resposta fot remettida a commissao de le1
gislacao que deu ser parecer, considerando Biu
chelli incurso no artigo da constituicao, que cogita
das desordens de procedimento e impediment mto-
ral, pelo facto de haver post em almoeda a dignii
dade do sna investidura; pelo que conchlio o pa'
recer pela apresentacao do seguinte project:
Art. 10 Declara-se destituido David Buchelli


0 Sn. DiMOCRITO Nao posso entao apresentar
o neu requerimento ?
O SM. PIESIDBNTE,- Depois de resolva-'-se sobre
os riequerimnentos que estao adiados..
0 S. DRxocITro-Mas.isto nao A possivelC e eu
terdi de tazer em occasiao opportuna um appallo a
casa, da decis"o de V. Exe.
U S. ParasIENTE-V. Exc. farA. o quo entender.
0( SR. DzMOCRITO Mas V. Exc. comprehend,
eu ihsisto ena dizer, que assim flea ,burlado o nosso
direito do apresentar requerimentos. N6a seomos
os jmizes da urgeneia da. material dos nossos re-
queimentos.
OSR, PEsmaBNTE-0 direito de apresentar re-
qneuimentos 6 de todos os Srs. deputados, e per-
tahto entendo que devem ser preferidos para a dis-'
cuss-o aquelles requerimentos que form apresen-
tadoi em primseiro lugar.
0 S. DEmocri'o-A minha reclamaqao procede
tant mais quanto nMo 6 facial obter proroga9Ao da
hora
OS3. PnzminTm -Finda a hora do expediente,
V. E xc. terA occasion de apresentar o seu reque-
rime:ito.
0 BH. DtEMocRITo-Bem ; mas attend V. Exe.:
ahi etao na mesa tree requernmentos; cada qual
i' eltlsusita-grande disctB0e, principalmente um
que sc refere ao inverno, A cadeias e no sei ao
qe ais. EstA requeriinento sera discutido ain-
ia pr uns 8 dias. Poiswhei' de-esperar pela ultima
pala a sobre-elle, para apresentar um que repute
de tureza-mais urgent ?
0 a. PanswrDEK -- A nao ser- assim, s6 votati-
do-se uma urgencia;
0 ai; Dxmocinwo-Se a maioria temrn negado-pro-
rogA is atW pr 20 minutes para a apresentaco
ue uerimentos, como meconcedera agora ur-
gencia?-
0' a. Pkimummz-'V. Exe. deve pedil-a..
0 L. Dimocarro-Se'V. Ext me permittir,; re-
nere ei a urgeneia, mas estou convencido de que
' Eztpod^ porautoridade propria, alterar a or-
lo uesetabeleceun...
O i. Pasunumx -XNo posse.
0 OL-rano MBsIquis-Nao; o president nao
p6de. -
oentreeo aparts).
.D ocm -o -... de-.aceordb corn ospre-
d d aerd Mesmo corn o regimeato.
4 d tO adiadosio'peoasamento dotee
Mine odeveriam W at<' ser'mMWil daadmnem do
e w todo easo, sA deenm ser'diftfot
em q1f e o aut*r d'eUesrow qiaqu nr dbutado 1ite'
13-0-1 o_-L__ *11 '1


0*f FBnxKTB-~naveis s~e'eat* aeuita.:
W- fdecid onpte ao tobr dput" res q


~M.






aa cbnmsso S etsa
tit"# f oat do ereaL--




e divisao civil e eoclesiastica.
Urna petigao de JosA Casimiro Alves Bozerra,
"piowssr- pu ff' d"ft Bbetro, requerendb qui
fiworavel4nente despaehada unmn sna petica
da IO8 em qwo pedesor inomnuisado dj sodena-
'dosa qw, teat direito- pelotemp- ear qnue estva
avnt.oe -A;' eo rd mrdo?.
@ Oitt e irmnaade' deo Nosa Smeaihra da As-
sampnap' d As -Froateiras, reqaerendo ser na; lei do
or.amoento do proximo exericio -c mtenpladt com
'a ertrrac'o d1 duas loterias. -A' commiss') de
or~fnaBonto rnnieipat. -
Oatma, de mria-nno Miqs-: Flrraeira, ajtrdante
do( ph'rmaeeutto do hospital PiEtro If, requerm-
Idoanurgmenft d,- se veneimrentos'.-A' eomm:nisjo
de- ordbnadtb.
8 e- s*csasivam'untte IThs sege dlbatte appro-
vado3 os segaintes pareceres:
| N 41--A commi'ssAo fe iirstumc.o pu-iblica,
a- quem f6i- present au peticao deo M'aria Nicaica
be' Jeasm Coelho, que requer dispense db lapso. do
,tempo' qellie-fkflta para comptetar a idade legal
doa i t demnrieuhr-se nna Escola Normial;' precis,
parr dar p.irecer; T' sja ouvido a director
du'arluellar escola.
S tiai dti conrnissies d i Aisembit t Logisla-
tiva' Ptovinuial do Pernamhuco, 24 de marco de
1884. -Ermiio Coutiulw. Aristarclbh Lopes.--
Adelin) Antoniuo deL-n .tP Feirue J'i ior.
f 45.-Acom erniss de instructor publieg, a
quemn foi prfseaica ;e pott:'o d L'aiza Candida do
Albaquerliue Jacome, que raqiier di;peasa do
lapso dt to-npo qal lihe fatta p.ira attingir a id-Ule
eigida par-ma Inat'iialir-s ana. Escola Norm il, pre-
crsa% par.' dar pareeor, quo snja ou.id) o director
d'aquellai eseola.
,, Sali-t dlt coannisS5 &s dti Ass:mbI6, uLegis-
la:ttiv'a, P -r'*iaunl d- Pern:mbaic-, 24 de mn-tro'de
183t. -Er'itri) .o'ttinho. -- Aristarcho Lopzs.-
Ade '.*a) A. d,- L'i-a Freiro Juior. ,
S-b lidob, julgalos object (13 deliberaoIo e vi.v
a imprimnir os seguinutas projectos
N. 29):-Art. 1.o FPica cro e:dI uam frgguezi
at comarca de Cabrob6 corn a denominaAto do N.
S: do Pittrocinio de Bclern.
Atft. 2.0' A nova fregunezia terA os seguintes
hmnites :
; Dt fczenli a M tl'i-la G-:'-ande sg:airi rant) di-
,ifato ao n,'e at a:t f ze;'L;i C tciinba No'v', juat)
a strra .la lapos i, comprehendendo o territorio
dts fazendas Furna da Onua, PoIto, Puo-Ferro,
Jardiin e Moica. D)a referida fitzenda Cacimnha
Nova, subirI a linliah. divisoria a serra da Raposa
j*la divisto das agaas ate XI'alhad- Girantud, si-
itr:A a inesmi lmha pnta inargmin do rio S. Fran:-
eisco abaixo ate on le extreme i a freguc'izia de Ca-
bivobh coin a da Fazeauda Grande- no iugar Cara-
pua, e d'ahi pola mesm.t direccIo-atu o lugar Tu-
clruba,. ponto de extrema da dita Treguazia Fta-
oaeda Gm'andd corn a& ilhas froateiras, da. Tucu'm
ruiba segarimirinr o dirdito no n)cte p Lra o sorrott
dos C:A'np-s pelo r*acho tanmbm chaui.ido Tumu-
riba, pe desto adtimno pinto e i'inin Smruino, sY-
girA a lihala para a fazenda Volta' d- Xfano A
Jiteiatho;. abraagoalo os t.rrritorios das f iendas
UIibuzciro, Bbai-orte,. proseguindo pelo riacho
Cpim Grosso acnma, at extwem Zr eom a 3 freguer
zit-ddia Srra. Taliala, ficanado perteaceado a nova
f.ifguezianeste riacho.
'ta Art. 3.9 keaogam-ae as diapooiq5es em con-
ttririo.
.W, Sala. das .eomnissoea, 26 de, marcodel8iS4.-
tPang f.,--A. de Souza Ledto.-Jaueamio Maria
aQ .- '. d'Albuquerque. a
X. N 30.-Art. 1.o Fica,. creadoo no lugar d&
Carnahy.ba,. na eomarca de Flores, uma cauiran
para o sexo maculino.
SArxt. 2.0 Fi'oa igualmente ceaaJ.i uma ca'!eira
mrista(no povoado de iagazeimra.-S..R Em 26 de
uarino de 1884.-Dr. Pitanga....
,r Sx'. O enocrlto Caralcante (pela or-
deon) Eu desejava saber, Sr. president, se V.
Exfc. apesar da ordem que estiubeleceu para. a dis-
cunsuao dos-requerimentos apresentados, e que sI
acljam adiados, me permitted apresentar a'gora um
reduerimento de inforrnmaces. V. Exe., deeidinde
aqa urma questSo de ordem, estabeleceu que os re*
quarimentos s6 podem sem lidos e discutidbs pela
data da sua apresentacao. Sendo assim pergunto
se havendo sobre a mesa reqnerimentos adia-
dod, me permitted apresentar desde jl um requeri-
mehto de informanS6es ?'
0 SR. PRESIDENTE-A decis.o' que dei foi preci-
sa..ente essa que V. Exc. esta deelarando: eu
dis~e que, haveado requerimentos,, cuja discussio
estivesse adiada, nao se podia preterir a discussed
d'olles pela apresentacao de novos requerimentos.
(A4lartes).


0 *r. Meira (de Vaweu elle r (Nob
devolved o seu disurso). t
Procedendo-se a votarAo 6 rejeitado o requeri- c
mento. i
E' lido, apoiado e rejeitado o seguinte requeri- s
meat: f i
Tenho negocip urgent: 1equeiroque sedis- I
euta de preferencia por 60 minutes um requeri- m
mentor de informa4Zes quevou apresentar, sobre f
violencias da policia de Bornm Jardim, commettidas r
no dia 21 do corrente. Democrito Cavalcante.
E' iguhmente lio e apoiadoo seguinte reque- a
rimento : V
,, Requeiro urgehcia por 20 minutes para se ler, q
discutir e votar umn requerimento que mandei'pa- d
ra a mesa sobre uaim cerco e varejo que-soffreram I
o Dr. Paulo d&'?Oli'eira e outro cidadao. -Olym- c
pie Marquee. i
0- i y p .PNiawrqtsrew -(Nao devol- i
'veu o seu discnrso) T,
Procedendo-se A 'votaao 6 rejeitado orequen- c
mento; q
OttIEM DO DIA
SContinua'a discusaodo parecer n. 19'-scbre a
elei 'dollo 11 distrietb. d
0 Sa. GRANGEiRo-Peeo a palavra- pela ordem. d
0 Sa. PREsmr. -Tern a palavra. fi
0 o'f 9 ieF t u geiro,,-(Nlo devolveun o d
sendiscurso). i c
W 9r-O mram uuW Fli -o (Nao devol- S
teu o- sen diseurso) I d
Veni A-mesa o se into requrimento-que nao 6 si
aceito pela mesa. s n
B, queiro que v Ilte o pareepr i nova commis- 8
sap-par' examinar s ja houve deliberaao da As- d
sembl6a acerca da elficao da Pedra; uma vez'-que
o untico 'orador que justificou. o parecer declarou
que deixava de apre iar a eleiob da Pedra-,por ja
ter sido decidida, o lue foi contestado pela eom- b
missao que formulon u o mesmo parecer.-0Oympio r!
Marques'. a
0 Mr. AntouitVrelte--t; president, eu r
nodevia mais ofeupar aattncodaeasa, nam rou- 8
bar-4he seu precioso tempo, t-aando apalivra so-
breeoresonheecilto de poderosdobll dIsticto,
A tao htiiauntome, dicufi359 o po m geu Ca
religiontriose amieps tm qae aiglan do&w menm* :
fros dt ilstre mii se lvat ft m usten.-
ir o Mfal, parecw dftnaft dmnnfi"ao;
Levanto-i prm Boqaida hu pone owl
B aifedo WtAt l:e- MfeU declatttd6 que, 164
t n5aad~tt l~r&Pdt?emqvU(ttoque c(i
-e ....&M .4 4


deve te lg m i ....a..Mao-n--
gvAGad ~ iw" S x;0gb
sao, eu all deomw sUA dI dalke
Sreito d' o orr i-mon ;; ai'pr6o
q ue des4 d4 re w&
- de inform e e.- t d G a
mas, naodl init !I-tl i m
-tao pence IExc. em contribuigio, vou guar-
dando-o, e a sim ficando preterido do exercicio do
) me direito e apresental-o. Hoje, porinmn, no
..o prescinir de incommodar a V. Exe., para
veri se comsig o apresentar um outro requerimento,
que consider i muito urgente.
BE akq e m o cas d& mean pritmeiro retu-e
uimetoeta foi etendo a men direito,. e hoje tam-
beri. V. E confirmnA hoje a sna devise : nao
consente qua se apresentem novos requeriment6s,
einquantY n no se dasduatieim os 2, 3, 4, 100, 100
mom mais qqie e aeharem sobre a mesa. Eu devo
esperar que xo curto prago de2 mezes pousa apre-
sentar todos _s meus-requerimentos, quando e pre-
ciso quo se djscutam pri~ieiro os que se acham na.
pasta, sendo Oqe alguns consomen 8 dias de seg-
s4o- e mate tto'esse quOR ainda aqui na t6la ?
0 Stn. OL 10 lo MA~utugs da um aparte.
0 Su. Dx CRIrTO-Sobre isto eu tenho o direito
de discutir. 1Aminha, sed me sobrar tempo apro -
sentarei- urma teelamacao verbal;. se nao for atten-
dido, apresentkrei umt intieca9eo para, reformar-sv
o regiment: it48se scntidb, e. incluindo a idea da
;qpe esse0 requrimentos ailiados vao para a ordem
do dia, como o pensameato do regimento segua-
d torei occasito de mostrar a V. Exo.; e, em tod
o caso, que no sejai diseutidos requerimentos
.adiados .senm p dido dos iinteressados, ou. de qual-
quer deputadoque quiiera discutir a material.
AqaitestA u4i Caso doe requerimento urgent. S6
temos uma horL para discutir ; menos de uma horu
por qio part d'ell foi cousumida pelo expedicate;
os requerimentps adiwalos consomern dez vezes este
espaco de temnjo : quando poderei apresentar o re-
querimento ? i
Dir-me-ha Exc.: Requeirma depois urgency
*ou provogacao.i M'as eu, sem querer offeindr,
torno a dizer qhe, se a mai'ia nos ten ropetiltas
Svczes neg-a1o prorogwoys .de atlguns minutes paua
- novos requerinientos, n 10nos conccderH, urgencia;
o e-u. no estoun difposto a scr contrariado tantas
vezces i:
0 Su'. Plnstusr-Peo!) a V. Exe. quoe se roes-
trinji, ptrece-*nc que ja idisse o que pretendia;
SV. Exc. polio a4 palivra phla ordem.
0 Si. DE.ec,,urT,)-Pe:,oa V. Exc. que final ma
dig s epous,) :ure-icntar o cineu requ:rimn.to, on se
devc elie fiar m id-:vlo patra depois da discussao do
invonia.
0 SR. PRESIgElNTI-J;,I expliquei aonobre dopu-
tado qual foi o jprocndiinm.to da. mesa. Considlero
que nmv se pode preterir o direito que temin cada
iun 1o:i depatado., te apre-euutar requei incutos.
0 Sit. 1) M. -trTo-V. Exc. quer dizer (uu ,mo :m-
tein a sna leci : ?
0 Sit. PuEsm.i iX i-Pc?3 que attenda-ino. So
o re.tucrirnmuto, a qu(n o nobre deputado se referee,
tern suscitado ni.i us',o por mitos di'as, e isto
signal de que mi.t(ria 6 important; a mesa,
portanlt.o, n lo qi r tnnir at i r.-pgunsabilidide dt
retirar da. dscus:io o inpsip r6queriinento. Ago-
ra, se V. Exc. tm pressit cein a prcsentar o seu re-
querirmonito, endontra no regimecnto rcunrso p.ara
eis consists dm requerer uurgcacia. e
NaI posso prcterir o direito de qualquer doiao-
bres dcputados.
0 S. DE.one irT,,-A preteri(eo agora 6 a hinii.
0 SRi. Pitirt"ZT're-V. Exc. requeira urgoncia.
'0- SRu Ifl'.,)ciTO-Sim-, genhor, V. Exe. vai ver
coinu, tenho' razti : aeceito o conselho de V. EZxc.,
nno ina revoltuarii. contra -lle ; rnmis gau ;uto desde
ja a V. Exc., qu a no terei nom prorogav-;o, nem
urgeneiur.
laco-istopar.iI mnostrIr a V. Exc. que tenho tla
razAo; parp provar que 6 procedent-e a minhai, re-
clamn' ao i
Continuia a dipcussao do requeritnoento do S'.
'dfepntado' Luna Freire Junior, pedintto m1inorma9es
, ob* e scadeoi d4- Limnoeiro-.
0 Sri- nbc-i* I reire laumio" (peli or-
dem) requier a ritirada do sea, requerimonto p1-
dinclo, informac.,i s,)bre o estado, em que se aclha
a cadeia do Linmooiro, desdo que tenhai sido da-
das todas -as pr'ovideneias nucessarias, e tenha, si-
do apresentado uti project tendente aos concer-
tos de que, neces~ita aquelle predio.
O .r, Oly pio fMorqaes--(Nao devol-
veu o sen discursO). -
o ,hr. It-esqfleia te.- requerirnento de re-
tirada* ha- de smr 1.otado depois- de enerrada a die-
cussdo do pedido ite informantes. E' o que suoce-
deu ha poucos di4s a-respeito de um rnqperiumento
do Sr. Antonio C~rreia.
Ninguem mais pedindo a palavra c encerrada a
diseussao.
0 Sr. Olympio Miarqu es---(Nao devol- <
veu o sen discu's0).- t
Procedendo-se i vettado 6 approvada a retira- (
da do requerimenjo e sdo rejeitados- os addita-
mentos offerecidos.
Declararam tmr votado contra a retirada do re-
querimento os Srs. Rosa e Silva-, Alfredo Correia,
Antonio Correia, 0oes Cavaloante, Piel G'rangei-
ro, Meira de Vmisconcellos, Drummond Filho e C
Olympio Marques
E' lido e apoiadb o-seguinte- requerimentor: t
R Requeiro qmuelseja prorogada a horan do ex-
pediente per 30 mrnutos para offerecer unia indi-
cacao.-J: V. Meii'a de Vasceneellos. '


thientica respective.
Esta falta, porem, eu jA provci A casa emui outra:
)oecasiao que nenhuma importancia tinha, porque
Slei de 9 de janeiro nem ao mcnos fazia grande
questilo de transcripcao de actas eleitoraes, quan-,.
to mais de concerto e conferencia. Eu' jA moerWi
comrn a lei na mno, Sr. president, que pmra qB'a
falta de transcripeao podesse constituir ntdlidsI:
mubstancial, era precise que fosse proveniente dqs
raude provada ; e se a falta de transcripeo, n"
havendo fraude provada, nao constitute nullidad.
muito menos a de conferencia e concerto, qune 4
alta extrinseca e de importancia muito infe-
'ior.
Ora, jti v6 V. Exe. que esse unico argument
ipresentado pela nobre comminissAo, nao pode pre-
'alecer, porque ella phantasion urna nullimlade de'
Lue a lei nao cogita; e V. Exc. sabe q(ue, tratat-.-
to-se de material odiosa principainente, ninguem
>6de estabelecer uma restricao de que a lei n1 o
*ogitou.
Mas, Sr. president, nao obstante ser decisive e
rrefuitavel o argument que apresentei, vou pro-
'ar aos nobres deputados que ha um valioso pre-
cedente em favor de minha opinilo e precodente
lue a illustre maioria nao p6de recusar porque foi
stabelecido por seas correligionarios.
Quando se verificaram os poderes da canara
los Srs. deputados em 1881, creio eu, tratando-se
la eleicgo do 8, distrieto de Minas-Greraes, vcri-4
icou a respective eommissao que a major part*
fas authenticas d'ajuelle dia tricto estavam sei'
onferenci oa sem' concerto ; maw peaa V. Exe.
r. preiitmtlteqneoaorreliWiiasio" dos nobrem
eputados, que foramn membmos d'aqnella conmunia-
to de veaifca4e e poderes acharam que isso era
aotivo para que fossem annulladas as eCleioes do
P district de Minuas-Geraes? N4o Sr. prlwi-
ente. e
(Ha um aparte.
Trtava-se do reconhecimento do Sr. deputado &
Paz de Mello e a commisso entendenu qe era m
astante recommendar as diversas mesa oli1-
%es do distWito, par intermedio do S&. % istro :
o impario qne concertaasemo ooe maf swmu
8spectiva athenticas. Eu vo u letr as o -
s do parece a qne me refiro, par que s ao-
tea depnthdoe Unmel se convencaM
w l.wQa se ofiol ao mijaistro do iinuui i"
)mmendando-lbe qwaf Dea b wor a tod- |
as edtoraa do, iaperio qpe as aIOW daw!"i-
06 4evm ser acomPanhada das acts do ac
Ls%9 i W mfesas n ttor a e quo an
csas roeomomende ao respective


It


desd~go im araptse;^a dto ; -ouz<
da do Dr. Maximniano Duarte, candidate prtegi
pela presidencia, e entao apresentel urea emend.,
consideraudo valid a eleieFo da Podra, o q* io-
possibilitava a reaMiisaco do piano da raia.
0 ponto do alludido parecor que, na mitnha 1bm-
mide, opiawio, preciuuva ser mmen as emte:
SDo memo muodo, a reopeito do fr n dt
Pedra, nao pode a commisao emitir d
seu juizo por Ike restarem sdrias dividas a rqpeiw,
que procurara elucidar coin a prompt Ud que
seu clover e a importancia e urgencia do Obljeeto
lte impuem.'
A emenda que eu apresentei e que a casa em
sua sabedoria regeitou foi a s.guifte : r que seja
considerada valida a eleix,.o a que so pooedeu no
collegio da Pedra. ,
A razao porque foi regcitada a minha emenda,
segundo ouvia. alguns membros da inioria, eatre
os quacs o Sr. Joao Augusto, que sinto nMo ver na
sua cadeira, foi naio ter ter side ella apresentada
em occasiao opportuna. Recordo-me atW de qe o.
nobre deputado polo 7o dastrieto dcclarou qfe vo-
taria em fivor dai vali:idade da eieieio dI Pedra,
que era em sna opinion mina cleilo legal, qaando
foss submettido A apreci;i.;o d'estM Assembti o
parecer que agora se discute.
Eu penso, porem, Sr. president, que nao era
inoppovtanoi niaqnella occaaiilo, diseufir-se a vali-
dade da. elcicao. Veriiiaut.o-&C os p)dereS d'um
deputado pelo 11o district, deviam ser exwuina-
das- as' eleiq5es dos diversos colegio- de- que eile
se compIc, proferinfdo a comin-ni-ail sobre todas
ellas, umn juiz'i definitive. Assiin se tern prautica-
d) constautemente na Cimntra dos I)eputitdos, no
Senado e u'e;ti, Asseaiiblea. Subminettido umn di-
plomia A aprccia.Io. da conimnissilo de verificayao
die poders', esia commis.l)o estuda a. aiivera:is ,iu-
thenticas que lhe Si&, onviadas c profere o seu jui-
zo sobrc as reipectivas elci9ues consider.uVido-Ls va-
Hidas. se tiverem sido procedidas de accord conm
Slci, ou nullas, s, n T tiverein sido observadas as
formnalidas csscnciacs. Ea creio que hssim que se
cottumnava reconhecer o0 poderes dos depittalos
provineiacs.
Entretauto na sessalo deste anuo fcz-se aman ex-
Ceplo Ai reara estabelceida : a conmrisA, qriz,
por mjl)o letrategico, rcconiheecr oas seas ;i:nigo e
d (ap )ia, ,., n- iapoiado- e apartes) t fzeul. o0 dous
grupos d: i i ioria trainsackos inuconviueiitues e
proJudineaivo a n ircha regular de noss,.i trba-
lhio:. E' [i),:" t', ,les.w^ pamvere4 esGat tti$os,
Sr. pre.-iideat'', (quc estaia a dl IIj 2; ie
maro, ,ldisctini4b vcrificaqo d poaicr.'s, ntm lo
nos primnciro: dinis de seasao ordinari:t poliami ter
siUo l:iujilad:s t6Wdas est-s quest5 .
Um. SR. Dmrurvno-0 que adinira c que s,; h ije
V. Exe. diga 1s38).
() S!. Ax'r.)xr, C,)OUB.IA-JA o tCInhl') litolver-
saL5 V'.;ZCS.
Wd v.zes-
UM Sr. DP)U '.iDo--V. Excn. e que te's pT:,!Au-

S;;K. x.v)r.,r) Co mm.-E'--E' de t'-l i p Int, ijuus-
to este juizo de V. Exe. App-llo parr a cons-
iciA.i-d AAssoenblcla; eu niao protell" (discisTis:
ao coitrririo. t" i') voncor(id-) eo;n o ianf)r e.npe-
nho p) tr-i quo s,, ,i-idaim:n qant,) antes t ,la'% e,-
tai queste.is d,, verificao d, p)lre-., atiu de en-
trarmos emn outran tambem muito s reclamin lto a nos-ia attenaro.
M:s,.Sr. pr'sidoate, restabelecida a vierilwb do
que so pas.i)u sobre a eie i, dai P..Irl, o ijui r --
ta? R.sita qua o parecer fihe" co)no <-stavi. p)r-
que a minhia emnda nio tevc a fortauut di,' -r
approvada ; e portanto ndo e uema qiaesti> vwn-.
cida a nullidade d'essa eleiao,
E tanto nao A questAo venidar que nestc se-
gundo parcer a commissio refere-se ao procss3
eleitoral desse collegio e en posso discutil-o e apre-
cial-o agora, como podem scr discutidas e apre-
ciadas as demais eleiqSes a quo sc procedien no
11 district.
Sr. presilente, a eleiao da Pedra c valit,- muni-
to mnais vdlida quo outras rcenhecilias purri e
approvadas pelau, co.nmisso de verifica(;;o de
poderes e pela- mairin, para darom lniir a que
entrassem, nestnm casa deputadoa ilelit.imjs.
(Apairtes). Essa cleiao nao pole decertemneate
ser annullada, torque nao lhe filtitmn formalidades
essenciaes e foi proccibida do accord corn a lei.
Ut. R. D, UTAXDO--Mas qual c a opiniao d V.
Exe. sore a ele~ibo do Boun-Coiseoiho.
0 SRu. ANTONIo CORREIA-Eu dirci a miniehi opi-
niiao sobre todas as.eleiqozs que V. Exr. ,jmizlr.
)pportuinanente, maa permitta-me, o nobre derew-
;ado qieuara continue anmaaifestai,-xn s il-r a
elaGii M da Iedrn qpe 6 de tatd modl validx, qn,' se
iao podo apresentar contra ella unn so arum itirit,1
;e rio '
A finada commissao de constitui Lpezar do todo o sou desejo de deseobrlr niiliha-
les na eleiqiao desse collegio, nio achoe u:na su a
jue podesse soccorrer-se, e vio-so forqad:u a in-
'entar a da falta. de coufereneia c concerto dai an-


i


s
t
1
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Bfib't































e~~"ID, wiema d~e WskA.

&a~re qi m ose"Pauna
|os, dizeo parecer:
^"temhi~ose 'votas dasparochias de
as ON 0eeigo d& Pedra e Jesus
tos e de aPmSc lea o'I = r. Maximiauo
arlte--:ea Cantoa' 16 0otos ;
i ; BBAguas hlms, ,aoto .t 109.
&' -0-flmr. AlAomio 'TFmaaoio sm -ia de
Auj. i -Ceaore-ntea, 28 vatma; -a A ,
emJAgliw 3els nonluua.m xa .a I I I
prefazem o 4ta1de:102 oto6. a
NWaS, L apresideaIt haeganoo aassta mMMi,
0omo se pode verificar. DaI-e-newmapna 1502 vo-
towe, quando addicelonBndo-semas diversas paroellas,
, evan-S r ooatad 115; coat&-seapenas 109
par._o r. Maximiano, e diz--se que este candi-
dato, wv er reconhecicldo-! Se V. Ews. quer que
ex'*7ta*-8is-5pweei ls, ntoe coiframn A"anas
no Diario de 'ernambaaco, e fa9a alsomma.
Mas, Sr. presi&uttut, oeni-qu..o ra- roconhe-
cido deputado pelo 1To district, e muito menos
por umi somma feita 'pelas regras d'aqnuoella arith-
mttiae; .pneso qoe ansmalando:se os collgios que a
commaiiRo pre tr el "rrnnullar, o unrico alvitre que
essa As lwmSld: !tjol tomar, c mandar proceder a
noft6 elWWa" 4i o 36 porque annula-se o diploma
deo n-w A<01o, annmflWndo-se votos de differuen-I
tes eoloegios ; c-no 't-rmbemn porque a coherencia
exige'quc assign *sc proceda. Ainda ha poucos
dias, quando foi depaurado um coioservadlor, legiti-
moarnente eleito pelo 9o 0districto, a maioria nio re-
4nheeu deputado o emndidato liberal, immnediato
em votos; inandot-que'se.procedesse a nova clei-
$ao obsera-udo-se n'este ontoo as determina5es
da telei. (Tr-oaim-se apartes).
; Assim pois, Sr-. presidenme, ainda -mesmo que os
nobres leputados onseguissem conveacer-nos do
queoa aleilo da Pedra e nulla, ainda assim nalo
se podekwA, -seina gamude ascandalo, dar entrada
'etem,.roeintwao Sr..Di. Maximiano Duarte. A lei
eleioteal bern oxpressa, psnra qae potsa prestar-
se aenoarterntprotacao; dese que ha umn
candkatfdipi" d., eanan Ilando-se o sea diplo-
ma, annllam-sae4 moaoe tempo votos d'aqlguns
cotikgi',4oeve-.e proceder, a nova ealqda
Sr.'preaidente, eu nao posso deiKarist* tribune
sem aproveitar a- pportunidade para' agradecer
profuudwae4e0 Aws Beueistintos munmigos do 1to
district a's manifesaes que fizeram em favor da
minh1andnidattura, a esa taneidade e oindepen-
deneif ittlOte ftv em corn es seus votos ;
dizendao-lhes ao mesmo tempo que se porventura
fossem approvadas soramntea eleiSes isentas de
vicios ea seria o candidate mais votado d'esse dis
trieto. TUtm 'aez Mate n;To ive a thonra de reprc-
senceal-to~lletnte onfesou'me.e resignado;
garawtiio, entretanto, a -t4os os rmetis amigos,
quen qaime eneoitrat: oemipre prom pto a con-
cosbr camon omeu fraco appoio, corn *o mon ponco
vaHetnet) pirA o !,rogre s e esi candbueiioent') do
mesmo district.
*'Us.. A ro A1e omaia-Sm. denite,
nao pretendia voltar a trib utoa sbre -etaumnatelia,
viato como as oo midera9bes que fiz em sustenta-
gdo ao parecer da 6x-eommisssIo de constitaigao e
poderes, ainda acham-se de p6, ainda estilo inaba-
laveis, porque come tive oceasiao do dizer, ellas
assentam sobre o d!ito, a juastiga e a tl!.
Mas, Sr. president, vejo-nme obrigado la voltar
g tribuna parma contestar urma proposiq'o Artieula-
dailBtasa, pelo illustre ehefe da-minoritsocoser-
vaUeAb. &
into, Sr. president,-, que o leader ou Ihefe ,l-
miaiia 4nserladora, o Sr. Dr. Correia de A-raua
jo,*atfat9**tr o et derpelto, para-s strar a
raiva de que se aeha possuido, por nao ter sido
eleito peio 11- districto, em consequencia a guer-
r4UbAr ume Ike 4Osat os mets praVi< witse-
lig5tmafii e lt eiprmite o 1r. d aesom wgat w
Henrique Pereira de Lumena, sinto, repito, queo S.
Exe. queiraa tirar-se sobre ima diaendo qmt f-i
elelto pel.'Io ,lfistrifto pelo taId est tte ido
que enta-ei nest't casa por u.. alapao !!
Seniores, o nobre deputado, quando avanaou
sI ftd*kbt~pNi ooftie 1 e -alpproinio -a ini-.
noAa, bron deqae outrgipara esta caa. Ooma 0 votos
tamidmntos crthii6nmibis&Bos qulis 4 v:t1taa-m
ume~n rueoa~heeiiatoat.
0) SR. OLYMItai oMalAB --Eav otei contra.
('a outros aparies.)
Ot Sx. Atl lK *cla~ndo, ps, *. e .sideste,
p ad sfioaon sb-tvtefe, oea leader aa minima cos-
^ervadora, o Sr. Correia de -aymjo, que o aqi
ntrei e,'nu iptubo -oeaeandalo, l sobre es
(eiRe~iaaligii~ntak'iodtpecka-diessoesc mlao,-ten-
dlo-me aberto esse alcapdo (apoiados e n i)poits-
dos) ; e ndo'nae Iembr~mitutxIbem de-yuoe e. le usata-
soe W'arnsa eadeiaa filsa~k()e dle ,'foi'datta; es -cn-
ridade de uam amigo aa .... (sssaai.,) '
i 0 SB. RosA K SILVA--Agfac. tulae' 1faz.oom
'ue o orador retire essas exprucsses latuesas,
,0 SB. Pzsrmxrra-n-Attenao! 0 nobie ftepu-
tado-apelo i2"districto, sendor-dvemtido pla mesa,
retirou as expresses de que usasa -em eleca -a
V. Esx. Agora eupec'aV. Exe. que nao se di-
rija a 'elle por essa fisrma.
0 Sn. Ros.A E SILvA Dove igualmente retiran


o que disse.
0oS. A.rAo--Eu ado ouvi o nobre leputade
retiras as suas expressSes.
0 S. PnEsrDwES--Retirou.
S0 SR. AMAtKo-0 nobre depatado disse iue eu
para aqui tinha entrado por um estrat gema e
pelo algaplo do escandalo...
0 SR. PEsmmiwvE -Eu eepero qne V. Ece. reti-
re o que disse.
0 Su. AMARo--.. 'e'em'rea-o 'e -* 'ia tam-
bemnque o osbre-leptf.do achavan-ae anh a:eposi-
9a0"falsa. 'tRetrtfei,'--prim, as expresso qw
nacatei'Aeprofefir em vista da deeaftv 6,e -'eodid<
do nobre president.
O'SR. ALFREDO CO6kREIA -'Mesino porqt e 'nao of
f-,-ndeu ao nobre 'deputado.
0 Sit, ANTONIO Co.REiA-De-cerio, nlao Me offen
deu.
(Ha ofitros apartes.)
O Sit. AAtKo-:Mas 6 incoatestavel ju i a pobi
(ro do niobre deputado nasta Assemnabla ( uima po
ciro0 especial ..
0 Sr. ANTONIO CountmzA-Porqu ?
OStp. A.rno--... inuito difference da tminha.
0 Sna. ANTONIO CoanREIA-Ahl! Isso sim4.
0 Sit. AAuRO--EU 1pleiteei a eleiio'e tanho aqu
uma-eadeira. E' verdale que fmi anui asdo pa
amigos c amigos muito dicHstinetos, a quao me dns
vaneco de agradecer nesta oecasiao, or ulhando
me a coainania quielhes'mere9o.
0 SR. AxTOso'CouzEiA-Nao Z preeisc aprovei
tar-se 'desta ooasiAo para -igraclee.r acs leito
roes.
0 Sa. Au.Rno-E V. E-c. ,apfOivcitou-- e da oc
casino para fazer terreno ipara a Aseld ic geiral -
110o distrieto.
0 S.' AsNTroXo CoanRu-I-Nao apoiado 6 phan
tasia de V. Eec.
(Ha oatroa aparteos.)


0 '?R. AmARo-TamIto onobt deputado
eate eosejo pirta ver se de algum mode o
va a sua influencia ou a imiftencia que
naquelle district para a fiutra eleiao
;todos ouviram e nao pugnoa pla enatra'
Wtado diplomado, quando eu espetr I
- eQ contirario...-
0 TONIC CaOmRRA-V. 'Exj. enAm


mo-0-aosre
queim tidti
awo Cogdale


procuro
onsoHda
quer te
-oral qai
la do de
fue Mue-


rou fie

*p|rQ{t|


hBiia piltdorep'ati *. tamin '11em .is-
C a -.oga s e a emaek*
Subtitus-se a cojui1o do panecer naparte
B rnembntwe ele&to D0r. -aliwkn
eis Duarte: Qu, seja nrecohecido urMwoqBe q
,Sr. <,*m E -jt weaiate, levan-
ase agora uma quesfto nova sobre o parecer
o or se dispute; vejo-me,.portanto, na stricta
galo de: sbt e Ief r .arg*uaB considera-
embora, M so V..E .ev lo'tve Lta do, desde
Sfai pela maior-ia d'eaa AssaiAbi6a exautorado,
0 Sa. DauMMosO Pra- Desle-oae morreu.
0S Rxo CoVUoM -N1o lde iado.
Joel MAnzA--.-. fivslsilado -a a-em--
d le dbtixaraorrar a reftlia, -adaarMa p-
-a, -anw d'oisew pwcto, que faieoikawrs-
Io or.mim e polos mBew ii twu .comianheiros...
0SB. Qzdu ueA estabmottm. .
0 S. JosA MABIA-... que eommigo jA sio mor-
Uts. Eu estava -- resimi omae&tir -qua else elle
- do oam *qau oe4isse ,s aM a vB, peqPs e
lla de nada serve, pauque 'eia mnao tern o menor
peso, parquea ningme m convene. (Nao apoiados
"e s a .'rtos. waatft, por6, o stre&ree, lm
-honra*do chefe da minoria....
|0 SR. Awromro CORIA-Bu nalo -levantei cousa
alJg ma.
)0 SR. JOSB MAmA -... ma cestioo mva, que,
6mnb)ra faeilmnente se desfana, pode pareeer, toda-
ia ia primeira vista, de aIgum peso.
01 SR. ANTONIO CouBIA-Nuio -SOeahor, aabo -ha tal
quocitdo.
0 SR. JosE MAuA-0 mnobre deputado touaiado
-por ae a votarY9 d cadla u:n dos collegios do
1t1 istrieto, constant do patrecer que se dispute
4esibrio qut era S. Ec::-. o mais vota!o, de-
AlLr4 ado quo a sommtna eetava rwrada, Ppeoloqme
era IS. Exe., quem tinha direitoa aer reeoahetido
deptado. Immediatamente veio cm seu auxilio o
hiau iilustre amigo deput.ado polo 1 district, que
disp ta a S. Exe. a chefia, o bastlao de leader da
ihin&ia, e mandou A mesa urm-a einenda parsa que
fibssm reconliecido aquelle que tivesse maioria( de
votoi. Eu venho, pois, emo ponea palavras expli-
efar 6 que se deu.
1 0 nobre deputado aproveitou-se de um engano,
de utia troae de numnro davila a crro typogra-
phico ou de copia.
o0 niobre deputado, Sr. Antoni 'Co'6rreia, teve na
freguezia do Buique 18 votos e nao 31 como se 16
ao parecer publicado no Diario, devido, como ja
disse, A erro typographieo oa de copia.
UM SR. DEPUrADO-A commissAo o quoe fez ?
0 SR. Josi MA.RIA-A commission e responsavel
por isto ? A conni3sslo tinha o dover de emendar
o Diario perteancente ao nobre deputado ? Aiuda
mais: queria V. Exc. que n6s mandassemos emen-
dar todos os Diarios ? S. Exe. aproveitou-m d'es-
sa circumstancia, d'esse error typographieo, d'esse
engato,' para ver se cmseguiria de moment fazer
effeito. (Apartes).
Declaro a casa que o nobre deputado leve em
Bui(ue apenas 18 votos.
U SR. OLYMPIO MARQUES--Nao prcisavta emen-
dar todos os Diarios, ba-tava eorrigir o livro da
mesa.
0 SR. JosI MARIA-)De'luzidos os 13 votos, ex-
cedentes dLe 18, que teve effectivaimente o nobre
deputado, para 31, conformed se 16 no Diario, temnos
em resaltaro ser o nobre depatado menos votado.
Tendo S. Exe., como tern, consciencia, de que em
Buique nao obtevo4 l votos e sim 18, sab-ndo que
era nm simples cngano que seria desfeito, a que
veio levarntar -se para fazer questlo-eapital de ara
questao sein importancia algumr ?
0 Sn. A NTOSO CoCIUEiA -Eu uao fago questAo
tmapitaL
0 -Sa. Jons Me.IA-TAnto -fez qlestao capital
que o ilkatre dwpatad o ipelo I' district, mandoa
iminediatatnente uma emenda pedindo para que fos-
se S. Exv. reconhecido.
Sr. preaidlcnte, en ou oternminar, pois o meu nwi-
co tim era fazer ver A casa...
0 S. ANTONIO CoRaE.iA-E V. Exe. nao diiz na-
Wa sobre a eleiao *dA Pedra.
0 S0 JoS a ,AsIA ... -q... e hefou ae nas unm
etgano typographico ou da pessoa que copiou, que
tass5u a limpo a pa eer, o que -6 mauito natural
ldesde que n6s nAo somos papas e -portanto infilfi-r
vele. PeimMitta, 'por6m, V. Exe. que en declare que
desde jA4 hypotheco o meu voto ea.mfavor da emen-
-da do nobre 'deputado porquanto deve ser effecti-1
'vamente reconhecido aquelle que obteve mnioMa'
de votos. .
0 SB. {OrsnrmO +dziQtrs--Depoia de me iuvr
vota contra a emenda.
0 SR. Josi MAKIA-S6 se V. Exc. quizer modi-
ficar o sentido da sua emenda, procurando fazer
crer que ella tern por tim fazer coin que sejasm ap-
provadas as eleiSese maudadas annullar pelo pa-
recoer.
Agora vou -respoader ao fammto do nobre deputado
pelo 12" district.
Eu nao discuto a clciqao da Pedra porque de-
cin-ei que nao austeataria o ,paramoer; mass e to
prompto a assistir A esse project; estou -diapostO6
a~diseutira lazgamente a eleicao da Pedra, se ao-
bre ideputado,- eomprometter-se tambem- a disortir,,
e 'antes de mim a eleivao de Born Conselho.
'0 SO ANToaIoCOMRRIA-Eu nao disecut, urs
veto pela sua nulhidade.-
0 Sn. JosB MAsuSe o nobre deputado discu-
tsr a eleicao de 8om Conselho, eu disecutirei a elei-


aoo da Pedra -),' o mais que posso fazer.
r 0 or. Lana'Freire Junior (pela ordem)
-Sr. president, o nobre deputado pelo 10 district
a no pode mais fallar. 0 ragimento 6 muito claroa.
cada deputado...
0 Sa. ROSA E SILmvA-E' teir6.
1 0 Sn. LUNA FaRIR JUNIOR-NMob ha tal. Eu
propugno s6mente pela realisagao do regiment da
casa.
a.. nao podera fallar mais de uma vez sobre
qualquer -requerimento, e nao quer dizer que apre-
seontando emendas possa fallar mais vezes. A ser
aSsim a discussao se tornaria eterna. S. Exe. ja'
Sfallou duas vezes.
S Eu quero, Sr. president, que fique estabelecido
isto : qualquer dos Srs. deputados nao tern o di-
P 1eito de fallar mais de duas vezes, embora. apre-
sente emendas. Tendo o nobre deputado fallado
duas vezes eu venho reclamar a V. Exc. para por
'termo a isto.
0 SR. PRESIDETE-0O regimento corn effeito pro-
Shibe, mas declare que apresentando emendas, pode
fallar ainda urma vez, 6 o caso : o nobre deputado
-apresentou uma emenadas tern o direito de 'fallar
ainda urna vez, e foi ele o autor da emenda.
-0 'Nr. '0"yO io K tts-- (Nio devol-
veu sea disonso.)
i No havendo mais quern pega a palarVra, 6,'en-
S'oerrada a discusd'o.
SSr. Olympio Marques obtendo a pa-
Slavra pela ordem, requer e a Assemblea consent
na retirada da sun emenda.
0 Sr. Fiel Graugeiro requer que a vo-
'-aeao seja nominal.
A Assembl6a, sendo consultada, decide pdla
Saffirmativa.
o -Procedendo so a vota9ao nominal, C rpprolado
o pareeer.
Votaram a favor os Srs. Aristardho 'Lopes, Es-
tevilo de Oliveira, Jo 36 Mria, Paulo de Oliveira,
Viscohde de Tabitinga, Pdreira de Lyra, 'Cunha
Beltrlo, Ermirio Coltmnho, Amrifut alego, Ama.
V ral e MeIlo, Baro ede _Naz'areth,' SBAtos Pinheiro,
Amaro ionseca, Praxedes'Pitaga, g gusto Lec
475 e contra os Srs. Olyn~pio rXar'jes, 'Moira de
iVasconcellos, SIlvino CVaalecafite, Democrito Ca-
valeante, GWes CavIlca&te, uintmmond ,i TlSo
Vicll|Grangeiro, 'Roa e oilva ,Coiastanfino Lins1
Auitnio Corr e Alfrd&h Corroia, 11.
10I 0 6ptalepoo101.
1! 0''fBU/EBlaisEl oTCM lam -#uta
aitleto "Sr. 'Dr i iano irnialoo- Duarte-
qa4 achaiuo?-se nA ai;te -s 6" iantroitziao no
.' 'isW .com ats~oa-alLidfes do etityle, pfefte.3nina-
ft ii enD-teoma lasamlots. ." t
Vdo, S to e. @ri~ ftftie
,41 O. r.
E'"'ily Nw~ i!^.. ''v ..0 ls i .',t~ o 1.-"1 1. :* -1
a i~p'^ '^ a/w~i


i i fC> iMdnf l 'JW jQIi~k jtmtIwUlM*4*U*Mnw

tlima aesento.
PromdeadoA004 vbtso do preoat A. 3, *ttj-
(1iitSaeo enara cerna 6a 6gg.Atauio' aRwb2i
tativo e approval^ 0oo aemo projeeto. I
a r. ,Ag ijioe Maeiuex pede e casa
waeld wotag*o nowxnal sobre a emenda sup-

PJaendebse a A votaao nominal, i6 iprovada
sa iienda,
Votaiam a favor es Ers. QOympio 'Marques Es-
tevio de Oliveira, Paulo de Ot iair% Meira de
Vaacoaeewdlo, Silvino savAtcatto, T diane-.deTa-
hieua, irA Ae, ILr&a, rDeiorto Cavalcante,
ioesavaicante, ArrauaFalcao, J6o AuAgusto,,
I ioure de Si, Druimmomd Filho, Fiel Qrangei-'
rb, Uosa e Silva, Liianos, Aauiro Fensoca, Antonio Corr6ia, Praxedes
Pitanga, Alfredo obrredia, Maiimiwao tDaarte e
Joao Alves, 23, e contra. oa-Sr. .5. itai'tAo Lope.,
Jos6 Maria, Canha Beltro, tgrmario Coutinho,
Amaral e Mello, Santos fTinheiru'o, Luna Freire
Junior e Axagsto4 Lea@, &
ie. s a. -iltvwa--ie Xi wdveu sea'
0O&. fiBEaimfncieuminta ^e deungmanad
p egoAute otda d4o di& : dhisesao do parecer
sobre a eleigao do 3o district, a 4cfmojeatos us.
25 e6, 2a da eaenda o .de u. 3 itodos deste
aano',e iontauato da .Anteedawne.

I^vniaa
No discmrso do Sr. Ea a e Sitva, '-atoeeuaten
pablicado, derain-se, al&n de outros, os seguintes
erros tyly,)graphieos:
No 2 periedo, -em lugar dt--careoe -dc provi-
deneits, leia,-se-eaTece ,de proedeacia. ,aOade
esta escrt)--v, partant, 'Sr. rpeaii*nt* ve a
A-senibla, deve lier-se,-v6, tpwanto, V. xc,, Sr.
president, c vi a Asscenbl&t, ct'.; o quasi no
final, em rlgar de sen a'i.Liur pujriarbl.ao das
nossas finangas, leia-sc-sern matior perturba.ao
das nossas fiaaias.
(Corrgenda
No discurso do Sr. Goes Cavalcante, ua 2a co-
4hmna no period emrnue se diz-minhas palavras
serlo dits paare o fturo, ,leiase-4ininhas pala-
vras serSo ditas para o public.


lIE VSTA DIARIA


Aewmbl5a Provtnieial -'N.o houve
sessIo pir torem coieoparecildo apmnas 8 Srs. de-
putados.
Foi presidida a reuaiao pilo Exm. Sr. Bario de
Itapissumina:
0 Sr. 1 secretario proecleu aI leitura do se-
guinte expediente.
Um offiio do seeret.ario do governor tranemit-
tiado outro da C,tnarti M uiciptl do RIeife corn
os docimnetos relativos ao orgammato da receita
e dcspcza da inmesma Carnara para o exercicio de
1884 a 1885.-A' commisso de oreamcnto muni-
cipal.
Oatro do niesuno trau mittiudo as informaO5es
relatives a prison c livramcnto dos subditos aUe-
maes" A. Schiebell c Edwige SohiebeL .- A' quem
fez a requisi.ao.
Outro do mesmo devolvendo informada a peti-
9io do Paulina Marceliua de Almeida.- A' quem
fez a requisipao.
Outro do inesmo coinmmunicando que o Exm. Sr.
desemibargador president da provincia flea scien-
te de ter sido nomeado 20 official da secretaria
desta Assemblea o capitao Juvencio Aureliano da
Cunha Cesar.-Inteirada.
Uma peticao de Carolina Soido de "Barros Fal-
|clo, professor particular em Limoeiro, requeren-
do ser considerada no quadro das professoras of
feetivas. -A commission de instruccao public.
Outra de Anselmo Francisco de Salltes Dutra,
onvinte do 10 anno da Escola Normal, requerendo
dispensa da idade que Ihe falta para matricular-
seem dita Eseola.--A' commission de inatrucao
public.
Em segaida dissolvcu-se a reuniao.
Guard national. Pela Presidencia da
provincia forum expedidas a segointes portarias :
v Palacio 'da Presideicia dePernambzeoo, 8 de
abril de 1884.- 0 president da provincia para
ceeucao da lei n. 2,395 deo O de setembro de
1873 resolve nomear Menoel Leoncio de Mello para
'o0posto de'tenente da 2* companlaia do 33 bata-
lho-da Q6kda J eeiemaIn .4.eiMnaa .de JBar-
reirose EPalraarea. (Asaiadod)}-Jou i J3(rnod de
JPreitaa. 0
,, Opresidente-da proviieia,,arabxeeuia da.
lei n. ,395 de ,10 de soteidbro do 1873, resolve
nomear .Mavimiaue &rarcigeo D1aste Juaior jpara
o polto'de patpi 4ta'2a in ua 0do "8' bata-
lli'o doss'rico activo .da GrBrda, tqaeinnl das
comareas de Olinda e Iguara~sfr, dm suistitaiao
de Deodato Patoe dos .Santes e -,bteve pausae-
gem para urn dos batalheos da o eaawua deRecife.
(Assignado).-Jose Manode He ?,fita ,
0 president da proviroia,*ecd aioformnaeo do commando eaperiwr.da 6kuarda
Naciouel daas comaacas de Olinda e .*irarsbi3 e
ptoposta do somt tdate do 65o da talhaq 4do .ser-
vioo aeotvo, resolve permtver-a ptaetd.eapio.
da 5a cornoanhia do mesmo batllHOe o teneate.


JosF VicInteTwrreira da -Silva Juni0r, em substi-
tuico de Victorino Trajano da Costa Fialho que
obfeve passage para um dos batalhoes da comar-
ca do Recite. (Assignado)-J-os Mfanoel de Frei-.
tas. ))
0 president da provincial, tendo em vista a
informaco do commando superior da Guarda Na-
cional das comarcas de Olinda e I'-uarassu e pro-
posta do commandant do 650 batalhgo do sorviWo
nitivo, resolve nomear Raymundo Nonato Correia
ide Barros para o post? le capitao da 6a compa-
nhia do referido batalfho, em substituigao de Jo2
s6 Felix de Brito Macedo que obteve passage,
para um dos batalhoes da comarca do Recife. (As-.
signado) .--Js9 Macoel de Freitas.
0 president da provincial, tendo em vista
a iuformacao do commando superior da guard
national das comarcas de Olinda e Iguafasu e pro-
posta do commandante do 65.o batalhao do ser-
vico actiVo, resolve nonear para o referido ba-
talhao os seguintes officials :
Estado-maior
Tenente quarrel mestre, Antonio Vieira de Barros.
2' companhia
Tenente, o alfercs Joe6 Dionisio Pereira Mendes.
5' coripanhia
Tenente, Francelino Domingues da Silva Junior.
7a companh-a
Tenente, Claudino Rodrigues dos Santos.
Alferes, Cosme Augusto de Almeida.
(Assignado) Jose Manoel de Freitas.
0 0presidente da provincia, para exeeuglo da
lei n. 2,305, de 10 de setembro de 1873, resolve
nomear para o 680 batalhao do servigo active da
Guard Naieional das comareas de Olinda e Igua-
Srasesu, os scgaintes oik6lae :
Estado-nmaior
Tenente quartel mestre, Luiz Francisco 'da Costa
e Silva.
8' companhia
Sfenente, Manoel Jos6 da Costa Vilella.
4a companhia
SCapitio, Henriqne Pereirfdo ViReMortes Maga-
h ihes.
SAlferes, Felippe Cavalantae d Sa Leftto.
6a coyipJdlia
Tenente, Frederico lMtilho elM.ttHo. Tavares.
(Astipnado) -'eo o t'de Vrektw. 0
w PfaIto idai PTtita d Per4nmbu, enm 8 de
abr&t de oJAW._40 ftre nda provins, tteitmde
eiifv4statiafnmaioa -o'.nittigndo -sfperior da
Gnta1dW'Alacional ~ha'& teelS~a'"fe tl opoesta
ado outiihattttfedoa? 21' b ^'doyevl^aoti
Tresolve nomearpara o referido bftilkos sdgdm-

te o.ffi "t. 'u -
Tennteauatein~ith5 *J6' de Mw~aes 'eonies


Atbres, Maueel Vstiv, Mb Bt6M.


do ra8, aa'Pealza, corn communhao geral; as
19Ihora no Corpo Santo; is 8 horas, nas maiduda,
a- tcon crommunhio geral; as 10 horas na
llFa c araiO6.
t do -lawsaphi. 4 lns,- asteatbedral de
ijda as 5 horasa matraiz do.a ea-Vista; As 4
horas o Corpo Santo. Matinas, na Penha, As 4
/
horas, I
A'y bp di o.mpslewo em La.s pe-
rmnne: nas igrejasda 86de Olinda, matiz da Boa-
Vista, Santa' Tae&a, Paimiso, uftiK, TerWo, Ma-
dire de Dens e Corpo Santo.
Ananitdi seata-feira:
I ,el.uaam/da--Officio -da P, iio: As'9 horas, na
-S- de I na; As 6 horse, so Corpo Santo; As 6
oras, iem solemnidade, na matriz da Boa-Vista.
2a Pei ha, As 8 heras, have edoeario da Cruz,
paeIN io no interior da igreja e sermAo.
A' decimento da Crnuz eom sermgo de
lagrim s, na cathedral ed Oiuda, us" 4 ;horas; no
Corpo Santo, As 4 horas, terminando pela procis-
asgdo edterro; e em asuta Rita, -As 6 horas da
tatrde.
2a4greg daT Peuhal aveci a aoite, matinas,
meramoE spe-tagaiama~ e foaantieasi~dfiSos.
abgado de alliuia:
I emanka.: A-s 7 horas, exrtiet e -missa e officio
de al auia, a oathedxl de OmdAa, aa Peaha e no
Korpo )Santo.
-i omiago da vrew.urreig'aw
Pelk nmadia: missa pontifical, com bengio papal,
as 9 h )ras, ma Se de Olinda; missa solemn, no
Corpo Saato, awS 4 horas da madruga e As 7 horas
"pr.ci i da Roseawreigao; aiisa solemae, As 5 ho-
ras, ni igreja da Peuha; mimasa *oJl mne ou rozada


pela niadrugada em 'todai as matrizes :e conven-
too. I
*ta tgreja 'Paraiso farAo hoje guardia ao santo
sepulhb o: -
D De meio dia A 1 Ihora
0 Sr. kolesemrbargador provedor.
0 Sr. Dr. Joaquim Correia de Araujo.
De A s 2 horas
0 Sr. jommendador thesoureiro.
0 Sr. r. Augusto Carlos Vaz dQ Oliveira.
De 12 As 3 horas
0 Sr. Dr. Pedro Affonso de Mello.
0 Sr. Manoel Antonio Cardose.
De.l As 4 horas
0 Sr. Manoel Jose dos Santos.
0 Sr. I Dr. Francisco Apoligorio Leal.
Dai 4 As '5 horas
0 Sr.iVisconde de Tabmtiaga.
0 Sr.JAntonio Joa'o de Amorim.
DaO 5 As 6 horas.
0 Sr. Dr. Jodo Capistrano B. de Mello.
0 Sr. IjDr. Luiz Emygdio Rodrigues Vianna.
DaW -6 As 7 horas
0 Sr. commendador Albino Jos6 da Silva.
'0 Sr. Dr. Joao Jose6 Pinto Junior.
Da? 7 as 8 horas
0 Sr. Dr. Alexandre de S. Pereira do Carmo.
0 Sr.lJoao Vicente de Torres Bandeira.
Da 8 As 9 horas
0 Sr.JDr. Jos6d Eustaquio Ferreira Jacobina.
0 Sr.l Dr. Jos6 Antonio de Almeida Cunha.
lerro-vias- Na ferro-via de Olinda e Be-
beribe, regular hoje A tarde e amanha a seguinte
horaro :
Hoje : do Recife a Olinda, trens a 1 1/2, 3 1/2,
5 1/2! 7 1/2 e 9 1/2 horas da noite ; de Olinda ao
Recif., trens As 2 1/2, 4 1/2, 6 1/2 e 8 1/2 horas
da note. Do Recife A Beberibe As 1 1/2, 4 1/2, 6
1/2 e 8 1/2 horns da noite ; de Beberibe ao Reci-
fe 3 1/2 5 1/2 e 7 1/2 horas danoite.
Anmanha : -do Recife a Olinda -manhi- 7 1/2
e 9 112; tarde- 3 1/2, 5 1/2, 7 1/2 e 9 1/2 horas.
De Olinda ao Recife, -mmnha 6 1/2 e 8 1/2
horas ; tarde -2 1/2, 4 1/2, 6 1/2 e 8 1/2 horas.
Do Recife a Beberibe -manhl As 8 1/2 ho-
ras; tarde- ais 2 1/2, 4 1/2, 6 1/2 e 8 1/2 horns.
Do Beberibe an Recife --manha--7 1/2 e 9 1/2
horai ; tarde- As 3 1/2, 5 1/2 e 7 1/2 horas.
'Na ferro-via do Caxanga regular.o hoje A
tarde e amanha os segaintes trens :
Hofe : do Recife A Caxanga, por ambas as li-
nhas, As 1 1/2, 4 1/2, 7 1/2 e 9 1/2 horas da noite.
Do 'Caxangi ao Recife, pela inha principal, as
3, 6 9 horns e 45 minutes da noite.
Do Monteiro ao Recife, pelo ramal, as 3 horas
e 25 In., 6 h. e 25 m. e 8h. 25 m. danuoite.
A annha : per umbas as linhas : de manhl -
do Roeife ao Caxanga, is 7 h. 10 m. e 10 h. e 10
m. ; io Caxangia ao Recife pela linha principal, is
5h. .:5 m., 8 h. 45 m. e 11 h. 45 m. ; do Monteiro
ao R icife pelo ramal, As 6 h. 10 m. e 9 h. 15 m.
A' tarde : do Recife A CaxangA, pela linha
principal, is 41/2, 7 1/2, 8 1/2 e 9 1/2 h. da nol-.
te ; 0o Recife aoTlIonteiro, pelo ramal, as 6 1/2 h.1
e9 h, 10 m. da noite.
D Cax-angidao Recife, pela linhra principal, is
6 h. e 9 h. 45 da noite; do Monteiro ao Recife,
pelo ramal, As 5 1/2 e 8 h. 25 m. da noite.
Tcdos os trens, quer pftam do 'Recife, quer
aqui cheguem, detem-se na rua do Sol.
Im m al *Pearo S-o sbremodo in-
tresaantes, e nimiamente abonedores dos credi-
tos sientificos e hygienicos do Hospital Pedro II
os sC guintes dados estatisticos referentes ao pro-
airn findo anno de '1883:
Sala de matemrnidade
Existiam 4
Entraram 40


DTs


Somma
quaes:
Tiveram imeninos
Teve aborto


Somma
Smlhiram : -
Depois do parto
Sem ter part
Fallecida

Somma
Existem
Total
A4.mortalidade represeita
Hospital (do
Fxistiam
Entraram
Somma

Sshiram :


2,27


38
2
1

41
3
4-
44
*/o.


entes)
467
3.682

4.149


Curados 2.973
Fallecidos 848
Sommas 3.821
Existem 328
mortalidade 6 representada por 20,43 0/o
, e o numero de curas represent 71,65
nesmo total.
| 'Hospital (operaqaes)
aram praticadas :
Pelo -Dr. Moseoso 9
a Dr. Maduro 1
a Dr. Alcebiades Vel-loso 7
Dr. Berardo 45
a Dr. EstevioCCavalcaute 22
a Dr. Pontual 66
a Dr. Malaquias '183


Somma
iearam curisdos :
Operados pelo Dr. Moscoso
a Dr. Maduro
a 'Dr. A. Velloso
a Dr. Berakdo
a a. Dr. E. -avalcante
a a iDr. Pontual
<, ,, Dr. 'Msa-1~uifa8

:Sofimaa
aileceram
Operados -elo Dr. A. Velioso
a a Dr.mlerardo
a !'Dr. E.'Cavalante
rDr.,Pontal
a a 13'. Malaqtdas
Sonnna
ixse :
Opers'oepl~eoDr. M~o>so
a Dr. Berardo


a Dr.iailaqds


6-se'-poisqae-tW eoB V s-4p""


333
8
1
6
41
19
66
ABO
275
1
.1
2
9
'I6
'-29
I
1
:8
1
*7

-19


^Wi|aao-8 ,ag v^.w :! 'WWf.'g1'< yS
,sqpBmm 144-om 41fitog f m-resultaiftes ftlai^ pro-

i~ i atpera 5faj oi i w w a 1 op td
-tetao e i de granerf, r'
Tendo ficado os 29 'e t x t o An'otlbea VWia-de
,Otra e em excellentes eondicOes, VA-se (ue Us
333 operaj95wBjraticadc s em 1883 uo hospital
Pedo'I, twomm 0nl or w xito;3tO w'191,29 'Io
do total.
Tal proporcionalidadi, que nenhum outro hos-
pital do mnmdo toern coni eguido reaUsar, 6 o me-
lor documento-qaepo l xikir o hospital Pe-
dro II, quer da pericia dos cuidados que alli se dispensam aos doentes.
E est'i teito o elogio esse important e'stalele-
cimento de earidade,.
FPerimentos--Ho tem, pelas 811/2 hoias da
manhil, na run do Fogo, Manoel Francisco ,de Bar-
ros, corn um cacete, ferk4 na cabe9a ao 20 sup, len-
te do subdelegado da Escada, Heleddoro Accacio
Rangel, sendo por este Imotivo preso em flagrante
delicto e recolhido A Cas ,de Detencao.
Oloffendido foi vistoiiado pelos Srs. Drs. Ma-
theus Vaz e Velloso, qtoe declararam seremin leves
os ferimentos.
0 Sr. capitao Barata, subdelegado de Santo An-
tonio, tomou conhecimento do facto e estA proce-
dendo contra o offensorl nos terms do inquerito
policial.
Diario de Pernambuco Estando fe-
chadas, hoje e amanhA, !as officeinas d'este Diario,
em respeito aos dias -em que a Igreja commemora
a Paixao e Morte do 3ledemptor, e coino aliAd C
praxe inveterada, s6 daremos follia no proximo
domingo, 13 do conrente.
Caixa Emnancipadora Pedro Perei-
ra--Esta sociedade nos dirigio a seguinte carta,
que publ)licamos para do sen conteddo inteirar aos
nossos leitores, scientifieaado A mesma sociedade
pue teremos prazer cm auxilial-a, como pedc, no
;punsanmento que vai p4r por obra.
SSecrctal'ia da Caix4 Emancipadora Pedro Pc-
reira, 9 de marco de 18 4.
A eaixa emnaneipadlora. Pedro Pereira, com-
posta em quasi suna totalidadc deo estudantcs cca-
reuses, resolvendo toft ar parte aetiva no movi-
mento emancipador, na provincia de Pernambuco,
tern dcliberado nao s6 rear umra eseola nocturna
para libertos, como pro'nover umna serie de diver-
timcntos populares parai o.producto ser applicado
a emaucipagao de esc-avos. 0 primeira d'esta
scrie devera ser urm ba ar, simile dos ultimamei-
te havidos na c6rto do rnperio, a ser inauguralo
no dia 24 de mieo.
Para estia eerie de! divel-timentos, venlih, cm
nome da Caixa Emaucipadora Pedro Pereira, pedir
a coadjuvacio d'esta rddaceao e ao mesmo tempo
a concessao de algutnleapaqo na Revista Dia'ia
para publicar os nomnes idas pessoas que concorro-
rcm pir-a o referido bazar.
Ccrto d( ser attcrdido, desde jA confesso a
grati(lao da Caixa Enmancipadora Pedro Pereira.
Aproveito o enscjo para apresentar a V. S. os
mious protests de estima e considerrIo. Deis
g uardc etc-.Jcte.-J. Camillo Linhares Albuqter-
que, pr p3idente. ,
Dinlieiro 0 paquete P-'nambuco levou
ante-hontem para :
Alagoas 63:500+000
Rio de Janeiro 102:700000
0 vapor Serg)pe trouxe do sul p ra :
Machado Lopes C. 6875800)
Francisco Manoel da Silva & C. 400,4000
Seriuliaem En 8 do corrente cscrevcu-
nos o Sr. Antonio Pcreir da Roclia, resident iia
villa de Serinlieru, dizemido-nos que alli estA gras-
saudo a variola, e pediado- a nossa intervenciao
para que S. Exe. o Sr. lesembargador presideute
da provincial par a all rsmetta soccortos.
Diz-nas o Sr. Rochaj que a peste ji- tern feito
victims.
Pedimos, poi, ;. S. lxc. o Sr. president da
provincia que attend solicitaeao, embora ap3s
verifiecaao, se julgar opportuno fazel-a.
Irmandade de tanta Cecilia-Tendo
esta irmanaade concluido a frente da igreja que
esta construindo na rua da Conceicgo da p :rochia
da Boa-Vista, procederr, no domingo, 13 do cor-
rente, pelas 10 horns do dia, a benco da Cruz do
respective frontespicio, icto que srar solemne o ao
qual assistirao as pessoas convidadas.
Navio arriba~do---Prooedente de Baltimo-
re, fundeou, hontem, as' 5 horas da tarde, no La-
mar'o, a galera americana Ship Jober Howes, coin
carregamento do carvaco e destiny para a Califor-
nia.
Arribou por achar-se doente o capitdo de nome
William Freeman.
Dirigio-se a bordo a balicira de praticagem e o
capit'ao declarou que queria medico e nao preten-
dia entrar no porto.
Sergipe e Alagoas-Reebemos hont '-
folhas de Sergipe ate 30 de marco e de AlagC',5
ate 8 do corrente.
Eis o que nellas encoattramos :
Continuava funceionando a Assemblea Pro-
vincial de Sergipe, depois de por 15 dias nao tor
podido fazel-o por falta do quorum.
Lemos na Gazeta de Arcrc aui:
Na noite de 12, fugirani um gale c um solda-
do de linha por occasidoc da fachiaa.


Na mesma noite umt piloto de naviolmereanto
foi violentamente lantiado da ponte da companhia
bahiana sobre umr saveiro que estava eneostado.
0a paciente ficou corn umIbraqo fracturado cm dous
lugares.
o 0 culpado foi logo p-ese. 0 delega lo de po-
licia procede ao competehto-corpo de delicto. ,
a Costa que f6ra espaneado-na villa da Capella
o bacharel Joao Antonio ,Ferreira da Silva, juiz
municipal de Maroim.
a Os delinquentes se -4iam aggredidos pelo re-
terido bacharel a quem tomaram o revolver e pu-
nhal, e fizerain delles entrega ao juiz interino da
comarca. )
a No dia 7 do correnite, no lugarOa 0n9a, do ter-
mo de Itabaiana, o individuo de nome Cesario pra-
ticou uma morte, e deu, al6m disto, uma facada
na regiih hepathica do Francisco Fernandes da
Silva.
0 crimninoso esta preso, bern coinmo o infeliz
Fernandes, que se acha bastante doente, cm umn
quarto e sem tractamento. ,
a Por cerca de meia noite, explosion, em 27 do
expirante, o pharol da atalaa da barra do rio Co-
tinguiba, quo banha esta capital, dando cm resul-.
tado um vasto incedie tue, acavo9oado pelo ven-
to, reduzio-a completo.a te a cinzses.
Houve esforc.o par& domiiar a catastrophe,
mas este foi improficao i3r falta doe reeursos ado-
qutados.
a Flizmenite-niao tcmds uEmiitar nenhuma
vida perdida. a
As folhas de Alagoas ada relatam que me-
roia mengiio.
Alagoa de Ba -Escrevem-nos em 31
de marco findo
SEstamos em plena ,staqao invernosa, segun-
do attestam as frequentes chuvas cahidas sobre
todo o vastissimo torrto 'este termo, desde 11 do
mez proximo passado Ainda 'hontem tivemos
ama grad cchuva por q'tasi 3 horums, e os signac-
niblosos de que quotidian amente 'so reveste a at-
mosphera annunciam-nos o proseguimento d'ellas.
0 mnedonho phantasmas dis'saca, que pairava so-
bre nosso espirito, corn lodos os seas terrores, jA
eeorreu a occupar sua toneiosa morada, gragas a
Misericordia Divina.
S0 arude de exeellctte agua potavel corn que
nos brindou o governor provincial,'est; prestes a
sangrar, abrangendo eoi sua baoia uma adminira-
vel quantidade d'agua.
a A coi:struceio doa vejavel, scendo que 'par suai eompleta duracao
naiada precisa de certe r maBlhkamentos, que em
nada abalarao as rendLs da provincia, realisan-
doso.34
a Hoje reunio-se a Camarnaa Municipal, corn 5
-nembros s6minente, para confeedionar seu oroa-
monto e balancete, segmndo nos dizem, afim de
aetem remnttidos A Asse nb6a Aowinaial. 'E' '-am
. ilto de muitas pernas algumas das quaes con-
vem qer amputadas pel(s representantes da pro-
"vineia. -
a As verbas-limpeza de ruas-Qobras munid-
-paes, event*elpj*AeirnD A lguelA iasa pis a o
paso muaim ld e L tdIguam a*boesugrida
Squem tt"p das w'- pd w t 4 te*osulo
*tsoria, omip 1 *qlji 'a*M IAl s iefdas
I&!manicipio; UmniS aaoa&'da quem'fava
wii raLwroore ..
l1ift a feirs. ._

magtiwde fwtwAjtro' &,eeamteressee


(tfrdi% Afim deo. aein w ftidoizii *~am;
,tso 4, gem que o er B ilado iS PP ursiaq' 4
*para.IumA alia t'eute rpo mWW.~ X-

Consta-naos que o houarg& co aiaate
Obm~t"d proprietario, aepiI. 'pramim UCMI
daSilva, ultimamente noumedo 2.v sapplimte 4A
juizo munipl i'este teramo, a -adecr a a o -
glo por motives assaz jstaficaveis. Enper n-
que S.Ex. 1o nao ae doutro que .ivirja do uan-
racter immaculado do capital ?rancisco Gomes..
CfIaluma Sabbado de Allelia, as 4 1/4
horas /da tarde, S. Exc. Revma. o Sr, bispodioc.-
sano LdmirnistrarA o sacramento do chrisma a
capello do Seminario de Olinda, As pessoas que ae
apresentarem para esse fnim deviiamente prepa-
radas.
Generous alimenticios-Pelo vapor Ora-
tor vieram os seguintcs para a praca do Recife:
amendoas 2 caixas, arroz 1:435 sacnos, azeite de
oliveira 130 caixas e 130 barris, batatas 65 barri-
cas, bisooutos 5 caixaw, castanhas 1 dita, cebolas
80 ditas, canella 10 (iitas, chi 49 grades e 1 cai-
xa, cerveja 90 barris c 111 caixas, cidra 125 oai-
xas, conservas 175 ditas, farina do trigo 615 bar-
ricas, feijlo 225 saccos, gonebra 60 caixas, masaa
de tomates 8 ditas. nozes 1 dita, passa 9 volumes,
pimenta 55 s,ecos, provis-cs 46 caixas, salpieSee
1 dita, sardinhas 104 ditas e 9 fardos, toacinlro 68
barrio, vinagre 25 pipas e 60 quintos, vinho 68
pipas, 98 quintos, 50 decimos, 6 barrio e 53 cai-
xas.
Sucleilade ie neficente do% Artie-
ta.i Olindenjse--Havera c sessilo lesta swie-
dade, no domingo, 13 do corrente, As 10 hioras da
manha, em sua sede, rua do Amparo n. 50, para
se tractar de diversos assumntos; pede-se o cora-
parecimento de todos os socAos, c far-se--ha a ses-
sao corn o numero qu:; comparecer.
Leil6e%-Effectaar-se-hao :
Sabbado:
Pelo tagente Carmo e Silva, ao meio dia. na tra-
vessa do Corpo Santo n. 27, dle prios c iun enge-
aho.
Pelo aqente 3mar-lis. As 11 horas, na runa do
AragAo n. 27, de mo'-.cis.
Tera-keia :
Pelo agent Burlcaiaqi, ;As-+l 1.2 horas, na run
do Imrperador a. 22, dc predios.
Kimea S ebre-Ser lt eezada :
Scgenda-jeira : As 7 1/2 horas na capella do
Hospital Portugucz, por alma de Manoel.da Silva
Amorim.
Matadouro ublice. Foram abatida
uo mata(louro publie.o da Cabanga, para coasumo
do dia 10 do corrente, 13 rezes.
Correio de Pernambuco Esta re-
partic5o, no proximo finlo mez de marco, ar-
rccadon 13:9405115, provenientc das seguintes
fontes:
Saques 6:062400
Sellos 5:817A510
Agencias 1:253J215
Assignaturas 36000M
Cartas 3185244
Premio 1344180
13:940(145
Loteria da pIrovuncia -'Segunda-Feim,
14 do corrente, sern extrahida a loteria 28.', em
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Concei-
cio dos Coqueiros. no consistorio da igreja do
Nossa Senhora da Concci 'o dos Militares, ound
se aehardo expostas as urnas e espheras arruma-
das -emi ordem numirica a apreciaoo do public.
Loteria de 5 O1:000 4 1 Por tel-
gramma recebido peia Casa Feliz, sabe-se que fo.
ram premiados os s-guintes numerous da loteri
140a extrahida hontem 9 do corrente :
33681 50:0005000
11881 10:0005000
36850 5:000000
Loteria .de :tOOO O A loteria 14.a
series A., corre imrpreterivelmente no dia 14 4A
corrente
0 resto dos bilhete s-acha-se a venda na Cam
Feliz A pra.ada Independencia ns. 37 e 39.`
Lhoteria do Rio de Janeiro -A lotexi
n. 337 A, do Rio, de 20:000(000 sera extrahida
no dia 12 do corrente.
Bilhetes a venda na Casa da Fortuna, i rua n
do Margon. 23.
leteria de t:OOO0OOO-A de n. 145a
A corre impreterivelmente no din 14 do correrB.
0 resto dos bilhetes acha-se a venda na Cams
Fortuna, a rua 1" de Marco n. 23.
Loterla do CearA Corre impretcrivel-
mente-no dia 12 de abril, o rest dos brletes uR
Casa da Portuna, run 1" do Marco n. 23.
Merenalo Munic-ipal dle N. JOs6-Nts
este estabelecimento entramm ano die '8 i,
corrente 31 bois pesaido 4,396 kilos, perteneonto'
diversos.
Foran, vendidos a preco de 880 ate 400 reis .
kilo.
No mesmo din exitraram parm o nmesr a-
tabelesimento:
Peixe 498 kilos
Fructis 9 cargas
Farinha, milho e 'feijao 80 ditss
Camneiros 3
Sninos 3


:Precos do dia:
Suino a 640 r)is o kilo.
Carneiro a 1 idem.
Farinha 400 -s a atd 280 a cuia.
iMiho .de 480 a 400 rmis a cuia.
'Feoijo de 1,500 a 1A200 idem.
Foram arrecadados:
43 talhos de carnet verde.
:20 ditos de suiao.
A11 ditos .de fwewauras.
'65 compartimentos de legumes.
38 idem de farina e comidas.
Dove ter sido arrecedada neste di i a importana-
cia de 1806260.
Foram mandados lanQar ao mar uma portAo do
peixe arruinado.
,Casa de DeteucAo.-Movimento dos pre-
sos no din 8 do corrente :
Existiamn presos 35';, entraram.10, biahmiV ,
existem 360, a saber: nacionaea 311, mulheres
14, estrangeiros 13, eszravos 22.-Total 360.
Arracoados 311, sendo : ,bons -307, doentes 42,
-"Total 319.
Movimento da ene'aria :
'Teve baixa :
Lniza Francisca de Sa za.
'Tiveram alan
Maria Bernarda Leal de Barros.
Manoel de Santa Anna 'Moura.
CeMitmir&o%'fPtNae-Obtuario do din 5
de abril :
Urn recemnaseido, Pernambuco, Gra" ; cache-
xia congenita.
AnnaJoaquina do Espirito Santo, Pernambuco,,
34 annos, casada, S. Jo;6 ; lesito cardiac.
Dr. Cesario Antonio Cardoso Ayres, Pernam-
buco,28 arnnos,,sokeiro, Santo4 Antomo ; )nueno-
nia agluda.
Eduardo, Pernambrico, 7 annos, Boa-Viste ; fe-
bre typhica.
Manoel Francisoode Laima, Pewmmibuco, 20 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tubercuiom'putmonares.
Isabel Maria da Conceicio, Pernambuco, 20 an-
nos, -solteira, Boa-Vista; vaiolas.
Cassiano, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vifta;
diarrhea.
Ccaiwenfiwa lMaria- da Cmcniqo, Barashaubc
35 annoe, casada, Boa-Vista ; diarrhea.
Rinawdo Antonio dos Reis, Portbgal, NQ Sm ,
Boa-Vista: common* cerebral.
Jose Basilio, Pemnambuco, 12 annos, alteiro,
Boa-ltieca; bexigas.
Alexandrina Severina do Carmno, Pernambuco,
36 annws,iahteka, bkm-Vita; tnubacdlos p1uk.-.
nares.
Manoel de Souza 'Guimaram, Perambuco. 50
anaa, esltearo,"Bka-Wista; ldesao Sardiim.
Ricsrdo Pereira do Naseimento, Pernambuco,
24 SauS, *mvo, dos6 ; tJu056 i e .iomfnes.
TMMOM0fl- lvcaCawado, ftrahybs, '24 aanou,
solteiro,' Boa-Vista ; infeqao mi-matiatca.
Pori*, Alag&as, 7 mezes, Uits Amatdbis; ea-
tero polite.
CeaxMisdo 4 uWisauatit Xsu sMu, haiiiWIM%
31 anuos, v'mvo, OGa -a; 'kA; eWas *-M'
8 destes vieram. pela caridade.

Maria, Pernambac- 2 moesa, Aflgado"; eW.
to xjpo.

A2fniios, IMSadO' Bft-Vina!* 1; ''1 ,-.,
a o. m nar P ,
;! o wwws


4p


]


.


Dlitio


I^N


i1;^1


I .




























r*ia P"*ta 65 ) na
Perambue, 2 aaiqes,
oernainbnco, 4 i, h s
Pernambueo, hor4 i, S
a, Pemnambueo, 7 exa


forum pelat carida
foz 8 -8-


Dr. Innocmencio Serafico deo
-Ibuco, 53 annos, casado, I
hsa, Pemambuco, 7 meo
'daos.


8. Jsam;


den-
oi I


Joes ; fraquozs
roR6 -. asphinia.
6, S. Jos6; con-


Assis Carvalho, Per-
loa-Vista; febre ty-

ea, Boa-Vista; con-


"nlhermina Candida de esus, Pernambuco,
Xt anos, solteira, Boa-Vist ; variolas.
Cypriana Maria .da 0oncei 'o, Pernambuco, 80
nM. viuva, S. Jos6 ; e conge io cerebral.
Alelino Teal Ferreira, P iambuco, 24 annos,
gado, S. Jos6 ; lesao cardica.
enjamim, Pernambuco, 7 ias, Santo Antonio;
Usrecem-nascido filho (e Augusto da Sliva.
Balbina, Pernambuco, 8. dias, Graa ; convul-
27es.
Anna Rosa da Conceiao, Pernambuco, 79 an-
&, viuva, Afogados ; diarrhea.
nYalentina, 51 annos, Afogados ; interite.
Umn d'estes foi mandado pels caridade.


?UBLICAkOES A PED1DO

Iftrotesto do Congresso Phar-
aueetleo sobre a nlaterpreta-
i do privile5lo Gtlrana Bra-
vla, peios seas proprietarlos.
Nos abaixo aspaignados, membro da Di-
mectoria do Conresso Pharmiaceutico de
IPrambuco, em nomo da Associacao que
myresentamos e dos direitos que assiktem
L todos os nossos colleges, membros ou
ma deste congress, como cidadlos e como
p3nnaceuticos, usando dos direitos quq nos
cufermin as lois do imperio, protestamos
smitra a forma de interpretago que como
.ocio do bacharel Gitirana Costa o cirur-
git dentist, Numa Pompilio, publicou nos
"HSaaes desta capital, coin referancia ao
rilegio que pelo Governo Imperial fora
eedido ao sobre dito bacharel Gitirana
Santa, para o process de exploracAo do
;ite da plant Aludoz, process que o seu
amtor denominou Gitirana Bravia.
Porque nao send a referida plant, seja
Vl for o nome que Ihe quizeremin dar, pro-
ied.ade exclusiva de pessoa alguma em
wtude de sua abundancia e variedade nos
m wtses desta e de outras provincias do im-
eo; e de ser o sea succolacteo, aao um
poducto artificial por qualquer reac.o
eimica obtid? e sim seiva natural preexis-
*ete na sobredita arvore d'onde se obtem
n regra alguma prescripta pela sciencia;
p nr no ser de rescente epocha a vulgarisa-
#1 das propriedades do sobredito leite,
como provam mais escriptos authenticos
q o Congresso possue; por ter sido o
Ite dc Alveloz empregado nesta capital
iwA pelos privilegiados e sirm pelos illustres
medicos Drs. Ermirio Coutinho e Ignacio
Alcebiades Velloso, em sua clinic public
e aos hospitals desta capital; porque esse
1rducto natural antes de ser vendido pe-
Is privilegiados ja se encontrava nesta
capital, em pharmacies estabelecidas, ou
nwCorte do Imperio, para onde era d'aqui
euettido, nao pelos privilegiados e sim
g medicos, pharmaceuticos, negocian-
ts e particulares; porque nenhuinm dos
umpositores do leite de Ahvdoz diz que pro-.
pou pelo process (itirana Bravia e sim
fda um por seu process particular; e,
fialmente, porque a interpretaso dada ao
dkcreto imperial pelos proprietarios do pri-
ateio, um attentado contra os Jireitos
iherentes A nossa profissao de pharma-
couticos.
Para que este protosto chliegue ao conhe-
siaento de todos 6s nossos colleges, faze-
mol-o publicar pela imprensa, aguardando
dementgs que nos possam facultar inteiro
eoahecimento da integra do alludido pri-
vilteio.
Salla das Sessoes do Congresso Phar-
maceiicn, 2 de abril de. 1884.
Assignados.
Damasio Rouquayrol.
Presidenle
JosA Elias de Moura.
Vice-presidente
Antonio Martiniano Vera.
1.0 secretario
Joaquim Rodrigues Cotias.
2. dito
Joao Facundo de Castro Menezes.
Orador
Alfredo Josd Ferreira.
Thesourefro



. To the English and Amneri-


can Colony

I hereby beg to

call the especialatten-


- tion of the-Ladies aMd

Gentlemen of this co-

JQ~yto t0e ooni0rt
--f--I h a t ,k..l'^;^ '^ V' *'"'"'^^ *,* "* 1 : ^*;"1 ^..M^s^^1? ^ *.l;1b e ^'A-"


Misaa.o4eltra
8. Qu Poteria
B6a- iagem
Barb ,alha

Acar ppe
CINato
Vanersa Aleg
Jar vim
Cascav tI
Ca foeim
Im Iferatrit
Vi. osa
T.. AdSS


Q


uixeram Obim
Riacho to Sangau
QudixJdA


SaSIoeiro
Gganja
Limoe mro
Tamb Oril
- As zare
Uni'o


Batu With
Brej 0-Secco
La ras
Arne mmroz
Mara iguape
1~66
Trah wry
Sobr |1
Pe 5rar-Branca
S. Joiao dO Principe
S. Francis Mo
Pent Ecoste
Ar caty
Aca11ah4
Jag isribe-mirim
Inde Oendencia
S. M ;theus
Paca Ouba
S. Be Wnardo
Can Mnd6
Sant' inna
Mora 5a-Nova
S. Pedro d M Ibiapina
almaa
Mec Ejana
S. Beune ieto
Aqui Uaz
SOuare
Princi Ie-Imperial
Per Miro
Campo-G Wande
Cacho ira
Mar a Pereira
Milag Wes
Fort ,leza





Mora Wa-Nova
Cam Ocim
Quixera orim
Can mud6
Ar eiroz
Maria P Nreira

Acarale
Mec ejana
S. Ma *heus
Sob1rall
Sour
Brejo- tecco
Sabo Biro
I S6
Ig ati
Gragia
S. Bene Wicto
Pente Ecoste
Pedra- Sranea
S. Joao do P Wincipe
Sant' nna
SS. Franci a co
Trah ry
Pa ma
Jard mom
Caseav WlI

Auunraz
Tagboril I
lade 'endencia
PnMncip H Imperial
S.Be nardo
Mil *gres
Imper. riz
Camp 0-Grande
Pe eiro

Aftarahri
Cacho Nina

S. Ped 89o de Ibiapina
Fortal s.a
Maras guape
Vi9 *a
Limoe iro
Mi suo Velha
Paica iuba
Varse .a-adegre

* Riacho do Watgue
Jagu' iorin-mirim
!avras
ipe


Re ife, 8 c


Baqurit6


Ar" :, *

cral4o

loieibil de-188C t
Umn amigo reconssied aod i 7ewose<


:i 'lll 'l:l l;;l'" t


Praqa do Recife, 9 de abril
de 1884
As trees horas da tarde
Cotaoes ufficdaeS
Cambio sobre o Rio Grande do utm, 60 a,. e a
1 112 010 de deseonto.
Cambio sobre Londres. 90 dlv. 21 d. por 150
hontem.
'. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. Amorim Junior.
Scretario.

RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez do abril de 1884
LyAnDFBOA=De 1 a 8 378:443A25
Idem de 9 50:78701l
429:230A27
KxCBBEDOBiA=De 1 a 8 16:313.644
.1dcm. de 9 3:358A730
19:672374
.JO SULADO provcNiAL-De 1 a 8 35:944JU91
Idem de 9 3:595A662

39:540A6M3
RBcnm DRAINAG--DP 1 a 8 7:437A918
Idem de 9 2005675
7:6385693

DESPACHO& DE IMPORTAVAO
Patacho norueguense Undo, entrado de Liver-
pool no dia 8 do eorrente .econsignedo a N. J. Li-
detone & C. manifesto -
Ago 10 feixes Za ordem. Arcos de ferro 100
feixes a Eugenio Coolho & Vieira.
Coke 36 toneladas A ordem. Carvio de pedra
206 tbneladas A ordem.
Fogaretros 290 a Eugenio Coelho & Vieira, 200
a Oliveira Bastos & C. Ferragen. 14 volumes a
Eugenio Coelho & Vieira.
Oleo de linha 40 tambores a Francisco Ma-
noel da Silva & C. -0
Polvora 400 bars de quarto a Parents Vian-
na&C.

Vao igez Orator, entrado de Liverpool Jon$
Lisba no di9doorret o a ohns-
ton Pater 4C., = nt u
"1 ** Carga de e
Agu mierl 1 bmca &ordem. Amostnas
8 tom adiveas. At Iae1 cuiau a Saia.
BaatosVAtmorim n rQ 100 MeOM & a D


daPig, 4ea, iW e '-QM sftiw V64 y m iPO
"htUI~is cpsde Gongs El-
'$S fiill ftu rem wq data cetsdas 4 4 A
doli a 480 d. pon libra para pa nto em Per-
namn1~uco. ',;; ..1 '1- '^ -
W, H. Cro sman & Broc, lew-Yorp move
sobre Corga ignueiredo & C. saqueema 2 de ju-
lho 1io referidp anno, a ordem do New London &
Brasillan Bank.
ESte ban co apresentou em 22 do mesmonm mez o
saqueao-aceite--e recebeu da firm aceitante a
impotancia no dia 6 de agosto, data do veneimen-
to a cambio de 23 por mail reis: o VA'LOB DO DOL"&
s sOBB os B s osm--umios 2;160 i 41 nACOss
DR ER4L.
Agora V. S. confirm pels suas factUas as mi-
nhas operasoee assim claras; DEPOIS DFIMA, OU
NDOSPEA, aquella cotaclo 6 real, ha de servir para
o que quero. E. IM.
Recife, 7 de abril de 1884.


JensUnIiRFI8
(Goai Go do n. 78)
As redaeg.es deste iaDio e ado Ji rac do
Recife, nao. se dignaram respondor a pro ta qie
the.. it.
Vo pois),Maindaaser-pAGANDoo-UMa ublics-
o conmerentes -. outras perAegui que se
me fei act almente na praa do Comm io; e
prmncipio pea petilgo que se sgoue :
'1 0.4,:' ^ ir *
Illm. eExm. r.Presidenteda Junta Co rcial
-Diz Antonio Francisco Corga, que n tendo
feito cotaoes de cambio em -DoLA w prs a
sobre as praqas dos Estados-Unidos Ds CT NTE
em agosto de 1880, e tendo faeturas fi por
casas respeitaveis de New-York em julh desse
anno que foram cotadas a voLAWS 4 83 ro LIMBS
para se effietuar o respectivo pagamen nesta
especie em Pernambuco, saccando sobre firm
commercial de Corga Figueiredo & C., 2de
julho a 15 dias de vista a o0[o do New Lo I ra-
silian Bank Limited, que o apresentou a 2 de ju-
Ibo AO ACCEITrr e qu4 teve vencimenfo a 6 d ags-
to, data esta em que foi satisfeito ua impot e cLi
superior a 1:293-8- a cambio de 23 d. r mil
r6is; precisasdo saber per este cambio por
aquellas cotaoes a como sahe odolar pel nossa
moeda: requer a V. Exe. que se digne o denar
per sen respeitavel despacho ao hIlm. Sr. pr. iden-
te da Junta dos Correctores, que sendo-lh pre-
sent Is os indicados documents, rAqA NESTE I EQE-
RIXIENMTO A 0OTAO DO DOLAR NA NOSsA MOE A, se
ell-s estiverem de f6rma a merecer f&.
Nestes terms o supplicante pede a V. xc. o
deferimento e E. B. M.
Recife, 5 de abril de 1884.
Nio estando present a Exm. Sr. preside e da
Junta Commercial, foi entregue para desp char
ao HIm. Sr. commendador Joaquim Lopes M cha-
do, president interino da Junta, o qual ant s de
exarar o seu despacho tomou as precisas cau las,
mandando per um sou empregado apres0. ar a
peticio ao Illm. Sr. Dr. sccretario, e depots eu o
despacho que se segue :

Certifique. Recife, 5 de abril de 1881.- s
Maehado.

Apresentada a petiio corn o despacho ao llim.
Sr. president da junta dos correctores,-xo FIm
DE DOUS nDAs-escreveu o seguinte:

111m;, Sr. president interino da Meritiss ma
Junta Commercial. Nlo constando de men li-
vros transacoes de cambio sobre as praas dos
Estadas-Unidos da America., nao posso cump r o
despacho de V. S. exarado na peticao retro, pr-
tanto, parece-me que, o object qu. pretend e o
supplicante se Ihe certifique, desde que nio cois-
Sta de livros e papeis otliciaes, sornente the dep
i ser attestado.
Deus guard a V. S.-HIlm. Sr. com:nend.tor
Joaquimn Lopes Maehado, minuito digno presidente
aa .Heritissima Junta Commercial. .)rancco
Jusa de Oliveira Rodrigues, corrector geral.
0
Precisando obter a eotagio requerida por for a
a mnercer inteira fe-PeoQUKE ATTESTAR NAO A C M-
TIFICAR-entendi valor-me de outro recurso, fAizn-
do co;no fiz o que se segue.

111n Sr. commeudador Joaquim Lopes Macea-
do, dignissimo president interino da Junta C -
mercial.-As Alfandegas, quando os commerce a-
tes submettem ao despacho as snas m;rcadories,
e acontece sobrevirem duvidas no proseguirmen
exigein dos commerciantes as facturas parsa res I-
ver suas duvidas, eos emprcgadoM do. fi0oo ho s
correctores da praga.Z
Um corrector da praga do eommcrcio, tern a
profissiao neste como agenciador marcantil de cea
E VEXDEDOR DE GTRA.
Nao estA um corrector de praca na altura e
dar merecimento A facturas remettidas do estra
ge.roor por casas respeitaveis a outras.
Para um corrector de praca, um saque aceito c
pa-w no veneimento a nm banco como o Lond n


Rodrigues da Silva & C, 125 a A. D. Carneiro
Provides 41 caixas A ordem, 2 a Saunders Bro-
thers t C. Pimenta 40 saccos A orJem, 10 a Rosa
& Queiroz, 5 a J. J. Alves & C.
Sherry 53 caixas a Saunders Brothers & C. Sa-
litre 20 barricas A ordem.
Tijolos para limpar facas 50 volumes a Rosa &
Queiroz.
Tecidos diversos 68 volumes a Maehado & Pe-
reira, 11 a Nariiso Maia & C., 22 a Lutz Antonio
iqueira, 5 a Andrade Lopes & C., 13 a Rodrigues
ima & C.,. 37 ordem, 3 a Francisco Launo "
.,29 a A. Vieira &C., 10 a Bernet & C., 2 a
Iuz Moutinho & C., 9 a Francisco de Azevedo
C., 21a Agoetnho Santos& C. 2 a A. G.do
fla & C., 4 a Aidasde Lopes & d., 5 a Bemnar-
linoMaia &C4S;a'Almeida Duarte & C., 7 a
L Burle & C., I a J. Augusto do Suntos & C., 2
Alves de Britto &, C.,.7, a Guerra & PFernandes,
Sa Silveir & C., 24 a Olinto Jardim & C., 11 a
rbino Amokim & Cf 2 a FerreiuA Irnilo.
Vidres 4 volumes a MAnoel Josquim Preira.
Varg&Ae Lbboa
Azulejo 11 eaixa a Henie Bernarde de Oli-
si i s.Aeite .10 cltaaFerNeira ea&
1-*SO barrsa F P iR4 kto 50bnrieiG61@
t Silva Oufllaea & C,1'20 oaixs A ordem. Al-
'E0b#iwa&.8llv9Gv kO. -Amen-
I 2 a2ix8aJJ.J.Alves&C. Alfafema8sac-


tede Alvelloz
Conservao peo process do pharmaceutico
Veras
Convent muits cautella na compra.deste pre-
cioso iGa o.
Ph mania Pernambueana
iua do Cabugd n. 11


SACUIINAS
PARA FAZER


Para eO d46e aas partlculares
engenbos,
confe arlan s casa de panto,
hoteis,
ph rmacias e hoapitaes,
collegion, naviom e laboratortox

Produze n gelo e resrriam bebidas
Simplicilade de c,,nstruc.(;?io e rapidez
de trtbalho
PRMIADAS EM TODAS
AS

Fabrica -se em tres tamanhos, a pro-
duzir 2, e 6 kilrgrammas de gelo de
cada vez.
Para explicagoes, pregos e encommeudas
queiram di igir-se ao
Agente geral--. THEO. JUST.
17---PRAyl DO OORPO SANTO---1 7


EDITAES

Editaln. 19
0 administrador do Consulado Provincial faz
publicar pelo present a dispositao infra do art.
8- da lei n. 1,186 de 23 de julho de 1883, em vir-
tude da qual os sncuhores tabelliaes public; nu o
podem passar escripturas dudoaVoes inter-vivou,
sem a apresentaoo do conliecihneuto do imposto
respectivo pago nesta rcpartieao na f6rma do
mesmo artigoce soba pena dio multa nelle estabe-
lecida: -"
a Art. 8.- Pira se fazcr effectiva a cobran"a do
, imposto provincial sobre doaoies-inter-vivos,
Sna fdrmina do! respectivoiegulamento, o adminis-
, trador Ao C nsulado Provincial e 0os collectors
, provinciaes fariao organisar uma rclacao dos de-
Svedores dese itnposto, em vista das notas dos
u tabelliaes e; cscrivacs das respectivas oircum-
c scripqoes fiecacs; inultando em 2PS por escrip-
c tura que foi lavrada sem aprcscntaqao do bi-
lhete da quitaaio, pravando o pagamenuto n'a-
Squellas repartioes .
Consulado Provincial do Pernambuco em 22 de
marco do 1884.
Franeisco AinynthW de C. Moura


.A e!murissadm ti da


regedonra uoeue vdo alrvir at6e o mow i
quo "estiwa quite e houverm ;;Wrri^iv -
anno, qnluercago daDaarxd- ikt
misaoU admminatraiva, pama is 10 kamtb A# *
nhil, de 20'do coirente, roo~id" em am "|H
nal, elegerem ojoit a mais mwbeatbo pairaa*M
regedora qneueT dii ervir atef a filn do nia
anno compromissaL
Consistorio da oonfnria, i de abril d 1884K
0 president da commisriAo admiaitral-iV,
Manoel Frascim de Barro B Mw V


Associa o cn ilal iE
fl6 Penflftco

SAssembl&, geral
SA de novo convidado os se0 ores moi
ta associasao a oomparecerem a reunilo q do
tcr luWar na sua sde, is 9 horaa da4 ma do
dia 14 do corrente, afim de, comn o nnkero quo -
reunir, proced-r-se a eleigo da futum director,
leitura do relatorio e prestaao da conta.,
Associa*Ao Commercial Agricola de Pernanb-
eo, aos 7 de abril de 84.
0 secretanro,
Antonio Nunes Ferreira Ceimbra.

Irmandade das Almas da mal'i

do Corp. Santilo
De ordem do irmao juiz,-convido aou noBoeca-
rissimos irmaos a compareeerem nO resWectiv
consistorio no dia 11 do corrente, aexta-feir da
paixao, as 4 112 horas da tarde, afim de aeompa-
uharmos a proeissao do Senhor MorWto e bern
assim no dia 13 domingo, pelas 7 112 l da
manhli, para tambemin acomnpanharmos a proeisdo
da ressurreiao do Senihor, para as quaea tive-
mos convite.
Secretaria da irmatidade das Almas do Recife,
6 de abri,1 de 84.
0 escrivao,
Affonso Rodrigues.

Obras Publcas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe direc-
tor, fago public quo, em virtude da'orde de 8.
Exec. o Sr. desembargador presidents da pvia-
cia, vai em pra" no dia 15 do corrente, ao %mio
dia, a obra de reparos da ponte dos Arrombado,
or-ida em 1:270J405. 0 orgamento e maur eO-
diqoes do contrato se acham esta -eeretania pirs
seremni examinados pelos pretendente.
Sceretaria da Repartiao daas Obras Pablican,
7 de abril de 1884.
S0 official,
Joao Joal.ui de 8iqwera Vareyo.

Santa Casa da Hiseriria do

Redire
Deveudo a Illina. junta administration fiuer
celebrar na igreja de N. S. do Paraizo, pa 10
horas do dia 10 do correntc, A misas eoeum que
ha de preceder a exposi*ao do SS. Sacraeo
cm Iaus perenhe, cauvida a todos os irmos da
Santa Casa pars que se dignem de comparecer a
ease acto.
Secretaria da Santa Cas:a de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1884.
0 eserivio,
Pedro Rodrigues da Souza.


Apresentando g informal doa corrector e a re-
plica que acabo de expor ao Exm.. Sr. presidents
mterino, commendador Joaquim Lopes Machado,
disse-me que estava conform, mas que nio podia
mais despachar em virtude de have chegado ji
o Exm. Sr. president.
Dirigindo-me ao Exm. Sr. president da Junta
Commercial, fiz-lhe a exposingo verbal do que ha-
via ocoorrido; tivemos juma discusslosinha em
presenga do Illm. Sr. Dr. Carneiro da Cunha, ma-
no do dignissimo deputado geran o Exm. Sr. Dr.
Jos6 Mariano.
Nto quiz o Exm. Sr. president da Junta dar
logo o despacho 'A REPLICA e a um requerimento
que lhe level ; marcando-me as duas horis, fui e
o requerimento estava deferido, e a replica tern
o despaqho que se segue:
*
V.
A"'vista da informaplo nada ha que deferir.
Recife, 8 de abril de 1884.-Miranda Lea&.
**
Devia agora ponderar ao hUlm. e Exm. Sr. com-
inendador Antonio Gomes de Miranda Leal, al
gnmas palavras I roprias aooccorrido ; nao o fa-
V porque a cotaeao estA feita.
Saiba que sen indeferimento A replica originou
aquelle celebre requerimento que V. Exe. me dis-
se que nao cemprehendia, e que eu Ihe eselareci
um pouquinho verbalmente; esse requerimento
Exm. Sr. tern seu peso, faea o que contender qnc
eu espero pelo resultado.
E como V. Exe. disse ao senbor sou filho, mata-
ram esse home, nao e mats ninguem ; aproveito
a occasion para daqui Ihe perguntar : QUE FOI
QUE ME MATOU ?
Se na'o me responder pela imprcnsa, EU POe ES-
TA FARRI A PrOVA A SUA AFFIHMATIYA EIM. SBR.
Recife, 9 de abril de 1884.
Antonio Francisco Corga.


(*) A Junta Commercial vaii reunir-se para de-
cidir dos meus requerimentos e trabalhos da Junta
dos Correctores.
Informado polo Exm. Sr. president, embora
lle tenha sido attencioso, os actos provam-me
qite sera tudo meros men amigo, porque...
Acabo de'ser convidado polo Exm. Sr. presi-
deute para comparecer A sessoes : em resposta,
disse-lhe que nao ia A scssao da Junta Commer-
cil:d, mas que comparecia ante o public desta ci-
dade.
Satisfazendo o menu compromisso c ever; ago-
ra a Junta Commercial aprecie wais o seguinte :
Em 21 de agosto de 1880 nio se fizeram cota-
5ces e a data mais proxima deste dia em que ellas
se fizeram A vista foi a 27 : COTAJDO SOBR0 o POR
TO A 3 DIAS DE VISTA A 138 DE PREMJO, SOBBE PARIS
A 425 REis 0 FRANCO E SOBER LONDRES A 22 1/2 D.
son 1A000.
Pode agora a Junta Commercial fazer archivar
todas as minhas petiqes em poder do(10 PRBSIDENTE
e da Junt;t dos Correctores, desde 31 de mar0o;
nao preciio mais dcllas com CERTI)ORE [iNIGaS DE
Fki ANTE TRIBUNAES, i
Venham as duasjuntas, dir contas de seus ac-
tos ao public, como sempre costumou a fazer.
Continuarei se me deixarem.
Recife, R de abril de abril de 1881.
Antonio Francisco Corga

grades e 1ciai6a Figa Rocha & C-5-gIade a
Domingos Cruz & C., 5 a Fernandes da Costa &
C., 2 a-Joo F. de Almeida, 3 a Jolo F. da Costa,
3 a AA. A. Jacome, 3 a ordem. Cravo da India 3
fanrdos a Paiva, Valente & C. Cauella 10 caixas
a Antonio Jose Scares & C. Cofre de ferro 1 cai-
xa A ordem. Cabos 53 volumes a C. C. da Costa
Moreira & C. Cidra 40 caixas a A. A. de Souza
Aguiar, 15 a Domingos Ferreira da Silva & C.,
20 aJoao F. de Almeida, 30 a Paiva Valente &
C., 20 a ordem. Calgados 3 caixas A ordem, 3 a
Albino Cruz & Irm!6, 1 a Rego & Freire. Cerve-
ja 70 barricas e 91 caixas a ordem, 20 barricas e
Joa'o F. de Almneida, 20 a Paiva Valente & C.
Cairvao de pedra 20 toneladas A ordem. Colum-
nas de ferro 34 I ordem. Cobre 103 volumes a
Ferreira Guimaries & C.
Drogis 1 voluIne A orden, 13 a M itoel Alves
Barbosa SuccessorS:
Estopa 20 fardos a Luiz Antonio Siqueira. Es-
tanho 5 barricas a Manoel Rodrigaes d# Silva &
C. Esxadas 10 barricas a A. D. Carneiro Viam-
na. Euxofre 50 barris a Parente Vianna & C.,
20 a J. C. Levy & C.,-25 a A. D. Carneiro Vian-
ua, 2 a M[anoel Alves Barbosa Successor.
Foigareiros 65 a J.Azevedo & C., 9J a Ferrei-
ra Guimarsea & C. Folles 10 a A. dos Santos
Oliveira. Folhas do chumbo 20 volumes a Samuel
P. Johnston & C. Ferragens 56 volumes A ordem,
2 a Nones Fonseca & C., 2 a Carlos Sinden, 3 a
Manoel Rodrigues da Silva & C., 23 a A. D. Car-
neiro Vianua, 13 a Samuel P. Johnston & C., 1 a
H. Stolzemback & C., 15 a Antonio Rodrigues dc
Souza & C., 10 a Par ente Vianna & C., 8 a A.
.dos Santos Oliveira, 3 a J. de Asevedo & C., 3 a
Compauhia do Beberibc, 1 a W, Halliday & C., 5
a Miranda & Souza, 2 a Gomes de Mattes Irnaos,
7 a Ferreira Gaimaraes & C., 47 a Cardoso A In-
mao. Folhas de Flandres 100 caixas a Manoel


Herrn


Clubmilglieden


bekannt zu geben, dass

Karten ruer das concert


meines Sohnes im Buffet

Par oRio Grande do Sul, J. M. Dia 7fi50 br-
rcas corn 67,550 kilos de assucar branch e 50 ditau
corn 5,353 ditos de dito mascavado.
No pitacho national Pereira, carregow :
Par o Rio Grmande do Sul, Amorim ira. &
C., 2 pipas corn 960 litroes de alcohol e 40 ditas corn
19,200 ditos de aguardente.
No vapor national Pernaambaoo, ran :
Para o Rio de Janeiro, D. LM. da Costa "61O
cocos fructa.
No vapor national Cewd, carregou :
Para o Para, P. Alves & C. 20 barricas corn
1,100 kilos de assucar refinado.
Pars o Ceasa, J. B. C. e Silva Juiior 260 sac-
cos comfarinha de mandioca.
Na barcaea D. Rosa, carregou :
Par o Ccar", Oliveira & C. 1,0(M saccos corn
farinha de mniandioca.
Na bareaca Raitdia dos Aujos, carregou:
Para Macahyha, A. G. Netto 1 barrica corn 60
kilos de assucar branco.
Na bareaa (Colombo, carregi :
Para o Natal. J. L. da Silva 32 32 barricas'cont
2,743 kilos de assucar branco.
Na barcaca Caciqae, carrcgon :
Parm Macao, J. J. da Silva Campos 6 cascos
corn 820 litros de aguardente.

MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados o diS 9
Liverpool por escalas--24 dias, vapor ingles Or*.
tor, de 971 toneladas, conandante J. Platts,
equipagem 30, carga'varioa generos; a Johns-
ton Pater & C.
Port Elisabeth (Africa) 25 dia, barca inglea
A-dngton, de 313 toneladas, capital. Joh Har-
ding, equipagem 10, em lastro; ordem.
Bahia e escalas-13 dias, vapor national &0ipe,
de 441 toneladas, commandante Jose Jomq.
Coelho, equipagem 30, carga various geuem; a
Domingos Alves Mathous.
New-York- 30 dias, bares americana Ma Reed, de 566 toneladas, eapitio Geo Waren,
equipagem 10, carga materies pars eatrada de
ferro.
Sahidos no esmow di
Hamburgo per escalas Vapor alledmio CBur,
commandant Hannschile, carga various gow-
ros.
Liverpool-Vapor inglez ChawceUlor, in-
te John Corbiehley, carg'a varies genes.
West Indies Lugar ingles Unia, eapitlo Wil-.
liams Henry, em lastro.
Suspended do Lamanxo par Mae06 o pata
inglez aSisbuTJ,Sapitio D. J. Mahany, am Ishro.

VAPORES ESPERADOS


La Plata
Araucania
Britannia
Pard
T7w

P urw"e do ,i
=Enf aswfo
A~de View


4A


da Europa
do Paeifico
dsEuropa
donorte
do ou
dosul
do Wo


a1
al4
a 14
a 14


daBahia
doml1
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^ 1 h-iS-


DECLARUAOES

Si taGeOsa isriircor ago Recif
Arrenda-se or um A trees annos os armazens
us. 16 e 18 A rra da Sensalla-velha, A razio de
3605 annuaes ada umr; a tnttar na secretaria da
mesa Sani CA. a.

O1raspublicas
De ordem do: hIm. Sr. engenheiro chefe, fao
public que, e4 virtude dia autorisacao do Exm.
Sr. desembargador president da provincial, vai
em praca perante esta repartioo, no dia 15 do
corrente, ao meo dia. a obra de repiros da ponte
do Varadouro, orgados emt 1:008;550.
0 ortamento e condi0Ses do contrato acham-se
veira. Feijio 100 saccos a Guimarnes & Valente'
190 a Silva GiUimarIes & C., 25 a J. J.'Alves
A C.
Genebra 20 caixas J. P. d( Carvalho, 40 A or-
dem.
Livros I caixa a Joilo W. de Medeiros, 1 a Ma-
noel Jose Gondalves Braga, 1 a A. D. dos Santos.
Linha 4 caixasa Francisco Lauria & C.
Massas de tomato 8 caijias a Fraga Rocha & C.
Nozes 1 caixa a J. J. Alves & C.
Pinturas 1 caixa a H. B. de Oliveira. Pedras
60 a Amorim Irmlos & C. Passas 8 volumes a
Carvalho & C. Presuntos 1 caixa a Jos6 P. de
Carvaiho. Provisoes 7 volumes a M. M. F. da
Silva.
SalpicSes 1 caixa a Jos( Rodrigues Fragoso.
Sardinhas 101 cix:ts a Jose da Silva Loyo &
Filho, 9 fardo3 a l)D.nnin, Alves M[atheus.
Toucinho ;I hlirris i F. Ri. Pinto Guinmaraes.
Vinagrc 53 pip is e 25/5 ?io inesmo, 10 c 35/5 a
Orestes Travasso & C. Viiho branico 5 barricas
a F. R. Pinto Guinaries. 'Vinho tiuto 15 pipas e
30/5 ao mesmin, 8 e 10/5 a J.1. G. Ganceh.s, 20 pipas
a Fernanlcs la GostA .t C., 2!, 33/5 c 40 10 a Do-
mingos Cruz & C., 20/5 a OJrestes Travasso & C,.
3/5 a Antonio Jos d(i Coita, ;5/5 e 10/10 a Jose
de Souza Nves, 1 barrii a J. 1. do Carvallio. Vi-
dros 1 caixa a Hermes de Souza Pereira.
Patacho inglez Edina, enitrado de Londres no
dia 8 do corrente e consignaido a Saunders Brothers
& C.
Manifesto:
Cimento 60 baricas,
Madeira de piniho 1345 -e9as. Madciras para
engenho central, 12,130 volumes e peas, a Sugar
Factorie Campany.

DESPACHOS DE EXPORTAQAO
Em 8 de abrit de 1884
Para o exteritor
No vapor al emao Ceard, carregou :
Par Hamburgo, P. Viuna & C. 117 saccos
corn 6,660 kilos de carnaua ; Borstelman & C.
121 fardos corn 24,402 kils de algododao; H.
Nuesch & C. 390 couros salgados ; Pohlman &
C.'134 ditos corn 1,608 ditos e 30 ditos verdes
.corm 630 ditos.
No navio inglez Davida, carregou :
Para New-Yorl, Pohlminn & C. 1,000 saccos
corn 75,000 kilos de assucari mascavado.
Na barca portngueza Minho, carregou :
Pars o Porto, J. S. Loyo P Filho 1,950 saccos
corn 146,250 kilos ie assuca. branch e 1,000 ditos
corn 75,000 ditos do dito macavado
Paira o imtertor
No vapor fraetcez Vill de Monteviddo, car-
regou :l I
Pars Santos, P. Carneiio & C. 6 pipas coaa
2,890 litres do agrdente. J
Paft o Rio dea o, V da Silveira 100 -
cos crn 0G/O > de ar mascavade M.
awmiriTOlP co0 s fructs.
= Nobtgue all earrego
Para Uruga i rm & C. 600
batries corn 64,1 a ar branco.

I*arinl s C. 825
b*MricMscTCs r ucar branch e 50
-o. .7 L *-.. -** AlSS~tf. S & I.* : &.''-- *-- A' r,^* 1:, '


CLUB IO (MoRDIL

Idch beehre miclh den


"M


I





























w; io dos portofa aci'
a dia 15 dle arl e
apara'o rOs emos,
Sdemo do costa-
nmendm e dinheibr


-7


rognlar' p. a


a 0 UK


lirectoria dcate Clb cotntatado urn
Imusica, couvido -os sonhores uftios
sn irserever nou nsmo cunac, a fa-
11 11 : 1 1 11: 1 1.. -


as^ do Atoai *e boa-VeBoo ista, PM
ro.nver os pesos, mdi-
40a memos, nopono me. do
-'L :Caara, Municipal do Recife, 81 do
7Jo96 Caudido de Moraes,

Presidene.m



o especial favor de commuani-
da mm irmandde, trudo
S16, lytograis, oph soju i, no JorwiZ
da irmzandado do,.S da LLz,u 9 de
t8M'.-O semetulio,
Jsi 'M. mrancs.

S .. Irmandade




f le ordemdo irradloizconvi saos irmio
A *imrumdadaoe & ufrecifem-se em nosws igrqs
.eits-feira 11 do corrente, is 4 hors d tan,
jIn= eneorporadoa aeom ahannom a proelssao
ds tterro que-tern de rl d matrix do Corpo
de 11% X-Z wemvio-,lei
d Jose Vieente de Lima.
..itetaria da imandade de SataCecilia,
9 & arl.-de1884.-DeordemdBMa egdora
couvido a tode eos i profess on partic-
1lar. pars, retmidos no eoaistorio da matrix de
S.Joe6 no A 13 do correoteo pelas 9 horas da
manzi, irmos assistir a bengbo olfemnoe d Crua
e eUocsaqo da mesma, na igroja da Coaceio
doe Coqueiros, doada 6esta irandado.
0 seeretario,
Lydio P.- de Oliveira.

,+ o C. Co.

4 "1 ,e ftmUar d t .ne 0 .=8de
Pede-se aos senhoros sodes as suas nowts pars
con.ites, e que proeurem os aus angresoe em
mk do thesoureiro.
Secretariat do Club Commerial Eaterpe, de
Sabrii de 184-O 1 seeretario.
SPF. J. de Amori..
S Israda de Yen*t.doWieo
||^ ** Caxagit
S AS O
SEMANA SA*TA
De costume'nos dias 10 e 11 do corren-
ii. te, qinta e sexta-feiras santae, Os tr se-
S,1 o regulados pela t abella seginte, toean-
% do emtodas asestsges:

"Pela ma. a have os trens da tabela
-ordinaris meko's o de caga.
A tardejxm 'COwxngi pd*a h a
principal e .Ar aiali:1.30, 4.<30, 1.30e'
S 9.30.1. .
S Idem do Caxaga pek linha principal:
-30.0. 6.0.e 9.45.
Idem do "onteiro pels :nbadoAr!sWa
:-3.25, 6.25 e 8.25.


LORENZO RtUS(

EGISTO GALA
Da comprimaria
ABIGAILLE DELVA


b^ons deidentiffai
e G1UGLtRX.310 COMOLMrT

S1 e AOUSTO CASTA(NOU
STenor comiprimario :B
LUIGI MOLTENI- I }DON


24 coristas-homens e senhoras


DIRECTOR MUSICAL E BEGENTE

MAESTRO-LUIGI RIICG
Iutructor de coroo e ponto


maestro


10' Coreog-raph,


MEIR^In DAN9ARIINA
Adele Mmtig
Lucia Corrad
Adele M f"


A orchestra corpleta conta
es, contrataios em Killo:


iguado regents-Prole Carletti
Wef dos primeiro violinos-Gido (
p 3 tq-doa --Pietro
imairo ioncello-Giuseppe Ane
e otmbaimU-Cesuii Coista
rpista-Sra. Amalia Bimi

Director de scena Modiata di
ABRIELE BRESCIANI VITTOI


NiOlas Aselese





5 SEUNDAS DAN
Vittoria Barison
LimaO Ceratti
Teresa Orsraigo
Olympia Fioravan?


idem.


e Olida sao Recife
a o trem do carga.
ibe e Beberibe ao


*TARDE
Do Becifea Olinda 1 1/2,3 1/2, 5 1/2,
71/Y2 e91/2."
Eocompriario e Olinda ao Recife, 21/2, 4 1/2, 6 1i2
Do 1ecife a Reberibe, 1 li2,412,6
D Beeribe ao Recife, 112, 5 1112 e
7 112.
sexta-fedra

Do Recifea Olida, 7 112 e 9 112.
De Olinda ao Recife, 6 112 e 8 112.
Do Recipe a Beberibe, 8 112,
Do Beberibe ao Recife, 7 112 e 9 112.
TARDE
Do Recife a Olinda, 3 112, 5 113, 7 112
9 112. ,
S De Olinda ao Recife, 2 112, 4 112, 6 112
u, e81i2.
110& DoRecife aBeberibe, 2 1i2, 4 12, 6
o12 1p881t2.
.De Beberibe sao Recife, 3 112,5 1120,e

NARINAS .:criptorio da Companhia, 8 de abril
Ie 1884.


0


K1EW 'W Ac u^i- &
al6m dos mus..isB contratados n'esta cidade, (

Primeira flauta- Enrico Botti
"erem Pxi i darinetto-Davde Orselli
Nardi: Primeiro obo6-timeto CasarteMi
S NPmeiro piston-Silvestro VeYrcli'
i5m IPrimeira tromps--aetano .De Bean
"Segunda P -Salvaore Randazzo

ra do guarda-roupa Chefe machinist
EVDE BERNARDI ANGELO LORENZETI


0 gerente,
A. P.' S ws.

TUrATiO


,OMPANIUIADRAMATICA DIRIGIDA
S.T PELo ARTI8TA
a ia Silveira


ftteir represontat0 -


mtuil


Adercist e contegrareg
PETRO TASSONI


Irama do grande escriptor GO-



de raca
/ *


--q !-. ......*,! *.. 1, ,, b 1 .- 1.. m
(Costumes bratiloiron)
A i Da ao espenAt do a engra"&disnima
VESTUARIOS de pnmeimra ordm, i..os e0 emet pa eta d bihe e Marn-Mihel, trdUiOa.
mpanhia no acreditado esbel de Luigi Zamproni, onecedor do Theatr duardo Garrido:
&...,Thetero- Real, deTurime -T reQ deParrs .
ADERE"^OS, MOVEIS e OCESORIOS, dos m-iu aperfeiioadoe systems, At Rift ItR .U9 0 Pi
e ~~4ibrialoadoapolocoral. VA~lrcsS (I vaPW o IRTorn anprte on urtista
A companhia trsz 42 VIST M aOVApS, a" tados ini 1^ )fMI8o mulho
macbina electrics e ta o quanto m& 6 prociso para que o apparato
Smijaie, grndios e omleo. Mah Par Villas, Carolina, M

A0 e" do dam-ODIO DERAV.A-
1~~~~~~~~~~~~~~~a o^|p|^| :.,1.,- **.i~t^Mfittkex: e reyseontowns to
Esti abert um paa 24 recitaS obigatorias e durfate as quse em PtrnB corn rsnde Bns.. -o.
reswntar-sle-ho do crumasis oaras te: :: 0 It/a Koran


(P vez em Peruambuco), Belsarie,
.1o in -sa. m, wsado as outraai
preferinctadse as de' in-*ior agm


-foi
adum-


,i


Avi.so
t ose muito bevem Europa o
dts rlnme 4k Silveir, a eo.
big o -mmer M IPMitadisaiwm tud espectaculoa


PO


Command ante 1 I tone'
B espors
te a'.
OuLeJgui
do oau


de,frete modico.
Pra carga, pass.
treat-senua agency
44 RUA D


Rio
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Bahia
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Faa-se satiment
familiar compotas
que upagar qatro
Por except ose
rem bilhetes depros
mento.
Os valores postaes
de contado. i
Pars camga, passag
a free: tracta-secor


9-RUA W


ra He Nave-
pr
SUL

!
te Carlos An-
lodos porter donor-
dia 14 de abril
depois da demonr
ie para os portos do


rga para !antos e Rio Gran-
,ens, encmmendas e valores
.CQMERCIO 44


issagei
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31
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de 15p(
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10,9800
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165200
280400
40A900


mB
[SAL

iue

E' esperado doe
portoV do sal no
dia20 do corrente
.seguindo depoi da
idemora do costu-
me pars BOE-


r cento em fvor das
p80sos o nenos e
inteirs.
afaulias que toma-
bambem deste abati-


s6se dal' at6 o di 18, pageo
ens, en 4mmendas e dinheiro


LGENTe
te L
)COM]


United States iran
VAIO
A(vanl

-i^a^


iblille
1EIO-9

I&alS. S.C.


ce


de New-Port New
18 de abil, seguin-
da demora neces-
5


.*ni. Ua
Par eagapasa^ s, nc~JmmOn
tracta-ce corn os
A( RNT^S

N. 8 RADo
I .andar
B APOR
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B ce
esperado
+. saL Bno dial
!d >poise da dem<
f ig paa o


Recober mnta vi-am eargy


Pa aragear, passage
SO corn oB


portoo
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f+. d.A^


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RUADO<


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lores,


C.
,o N. 8


doe porter do
I de abril, e
OrM necessaria


Thoemaz e
para o M


is, a enoommmdars, tracts-


ENTES

r0MMERCIO.


N. 8


andar

companhia diomse pass-
preo de 200 dollars; o
do em New-York tm ga-
a Liverpool quando Ihe ap-


Preo


dl-


is. 10 lboras daiahA do
Caes da Companuia


o im n.amtd


So N-n"&SIda 6 do
0oinnte so iwo &ia
0*vapor M04 a As
-ommanda Lobo.
e at0 o
di15.
us dinheiro afretsat*i
diadasalhida.
TORIO
Posrmamua n. 12


Vai seguir brevenents at barca port Jr.ei-
ramr, que jai tern parteda car ena ., roe-
bend o rest 6 frete barati A trsetar crn o
censignatario Francisco Ribeiro Pinto Guifraes,
i rus do Brumn n. 96.



Carmo e Silva
par mandado do Exr. Sr. Dr. axr do orphao corn
assistencia do mesmo e a requcrimento do inven-
tarianteo Manoel Marques Avila, doe ben do cA-
nil do finado Manoel IgTacip Avils
Fara Ieila
Sabbado 12 docorreate
doe segmintes immoveis pertencentes so memo
essal :
Urn sitio nos Remedios, freguezia dos Afgadoe
em solo proprio e onde hi um gradebrir
saim qomo urn viveiro, alguns de oqausiMi e
outros arvoredos, e que limit : aasate 0onm ter-
reno dos eherdeiros da fallecida D. flixsards ao
sul com terrenos de Manoel Atomio do Jesu; ao
oesto comrn a estrads publics ; sitio no qual afen-
tam: uma ca a do vivenda, qu medid 11 me-
tros de vio e 9 metro e 50 centietro de fMalo,
tom 2 salas, 1 gabinete, 5 quarter, cosilaha ter-
na terraqgo coberto quarts aoutigo a emtse f-
xia dividida em emco ompartimemto,eraria
a qual segue 1 quart, precedio de 1 be,
olarias que carecem do algam comeerto, %am 1
forno em bom estado e outro quasi sam ooberts.
0 ngeno Ca~~ngaA, moment e e corrente, mlid
a agus, co nom os limites constantes. da escriptwade
compra feits pelo inventariado mouco tempo sates
de sus morte, assento.na fregaeza do & Ie o o
da Matts, muicipio e comarca do Beel** qde
trnn de taips: 12 casinhas pars,
mae das quaes earecem de eoncertos dto e
cal, a senzals, a estrbaria e eses : de viven-
da onde ha 2 salas nafiteeel atrax, osimbha ex-
teruns, 5 quartos e 1 dispemiM, tudo em m6o eats-
do; deengenho euja eoberta nroim ; de
bsgs tambem em mio ctado dodo perg mentre
100 ultlrnsrnentscme -
eajas forms acham-se e IO-
dspel inventaate eira; dd e Jaiaeato,
de estiliao, corn todse os seus pertee, d'en-
tie os quaes o alambique que recebeu nreparo,
mnMandado efifectuar pelas merman mventarimte moei-
ra; de farina, corn os respectiuose utemilio ;'de .
cldeira, corn asentamento de taixas, uan di
qaes fora arrematada ; assim como as prtm-
do ostume eeredo o qod al circle um valad,
Sue preeisa setr a ddo ; mItt. ahntdate.s,
2 csrrmos para a condueao doe cansnas, fabiados'
durante a administration da alludids exa-lntaots-
riante meefra.
AO MEO DIA.
27sTravessm doCerpe Sute 27
Leilfto
De moveis e platlas
CONSTANDO:
deumsmobilia de ama eiello em cadeiras deb d
laugo, 1 peufiho, relogiodo pearde, lautenass;-
ros, candiero de gas, cams framousa, gawds v-
tidos do amarello, lavatorio orm pedrx, mms pif
p6 de cams, 2 conmodasdu6aalarello, 1
mesa elastic, iuards-loom appauador,
pars saladojantar, eams. de xbandeja ,I1
c;bide eoutmo mamtis moyes.
Sabhad, 12 d. cwrrMei
A's II horn
RUA DOARAGAO CASA N. 17
0 agent. Martins, sutorisado por mma afim a
que seretira par a EuropA fa e lao do@ mees
acims, vender tambem p. de crveis, dito ded
abacates e sapotiseiros e algm romanceA.M

LeilAo

De lpendas smpa e
avariadas
Tercafeirn 15 de atoile
I8 11 HORAS EM POtTO
Rua do Born Jew- i. 43.
0 agents Pinto levarA a lulBo por oudam ds do-
versoe e por eonta e rsdo deqai pemoer dS.
tzotes volumes cor faseaa avrradas d.Mau- .
gadas da bordo do diveruos vapeos, as quat ft-
sendas sort. transportadas da sifandega a o
ecriptorio darus doBom Jeso. m 43 omal o ne
ter lugar dito leils.
EM CONTINUA(9AO
Diversos cart6os corn fichis, paces de Il pars
meninas, whales, linhase umrcairn corn eroms.


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A gra de opera baiod,

l yrics, de Donixetti (ja vez em
4 Fo rm r edill, iffrm
L ae para coniplour #A recita, as
dio, soegom* ewpertorip da eon
,.:li: La Pmorftiti loneTISHama

Latel"i'mAalf,. L robo,


Camarots de 1P e 2 o


. .1. 1..


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ama de q4
sadia,pairaentar
uma rAii e
tempo, p gI-e "bem;
noia'riots eea
hario se aira.


Manoel ..a 4la Afwrulk
D. Joanna Baptist da Silva Apaorim (ausente),
sua irma, cunhad;., !mtjm(inhii oeobrinhos, resi-
dentes nesta cidade e 6fora Ieol iaggados pela
sentida morte de 'su'rfiuito .pr iid arido, eu-
ntmado, irmao e'tio, Manoel a Slva Amorim, re-,
sidente que foi em Olinda, e falleeido em LUsboa'
a 14 de maro proximo passado, convidam a6s
Sse 'ataigos e.jpeites para agsistitem a misa,
qtejilo et6*o dlacmo id'alhn dd testmo finade,
mAtfu t Teg&nhfa teap@!la do HospiftalPtraiguet,
As '7 ,li horasl'a mmailia ,e .segundaefira, 14 d4
eorrnte, trigeskiodi4 lio sea sametto; e p4dr
este aeto delrkliilo e caridad e lhes sereoeterna-


b. Aloxai>mn M~a7'a da 4on-
0 constructor naval Joas-Maria Pereira Santos,
o te.nute Mareeolio Bento Jes. de Souza, D.;I
Franecisa Pereira Saptose sens filhos, ainda ro-i
funadaiente o0npungios pelo ilfaustojasaamen-,
to Ideia ni, s Tra e av6, D. Alo awd na i. a-
ri,-da ZConoeiao Santos, Vwoe agradecer cordial-
munte As pessoas de sua amizade que re digna-
ram ao 9 u War ate o cemuterto publieo deste
1 capital.,o feretro daquella creature, jgue tantol
idoatravam, e nove o esperaipos meriies A hon
ra ,de copawccerem seus amnagos as muaos do
esylo qu, em oomemaraao, mandam rear n&
igrja doCoqpo Santo, pelas 8bhoras da mana dey,
d aoprrente .


^giatii~ 'Brroa delte~ mi~tu en eMAIY61e-
ciaaaefto 4 nftuneiro da k'a 'A esobrado n. 4! da
rtfe Aa' T~pLrkflij^ar odel',-^f' da mtti i *sn rt,
oxide os ifegueneg tit ontrario tAn f Otieto sctti-;
mento, tanto nacioal eomo, estrangeiro, quer em
pornio ou a ratallo, o qual se adeta sobre a ad-
mipi~ra aOj**is^e &iA~aio ,Ergaftlimbf
D~irnge6u -(Saih~o, opiwareiro^-'Aai, o ;neste-i
freguezia -habilitado para ptisfaer qualquer en-
commenda por preoojurlo3 'assim como bota
vidros e c meerta boiftas, -t no dito estabele-
cimento corn a denopWapao iaa d4i s etellas de
ouro.


-P.rdo-se -ma argola comn chaves pelq*"ukas,.'I
ru-do Marque de Olind, em frenite ao deposito
dai fariea Apolo ; rwga oo B & s "oa q su as t iteri
aqiW& o favor de eitregala sno raiprpdeplisio,
quoe.wr xecompeunsada.


* Compra-s*
seis ou sete apolices Ie- -*OQ) oak* uma, de 7
010 de juro ; a tratar na run Vidal de Negreiros
-quu ---** _9__________-_______inL, ,;r, --- -
UVirw jDnYS
Goldsmith The-vicar of Wakefield, 1 volume
Voltabte, %Wiisorla doe COarles 'I, I "6hi
1i000 : vendqoe ,a iycaria ftrapeez rnia 1", daa
Maroo n. 9.
A aga-se a loja da rua de Lomas Va-
|entihas n. 55, de aituel de 15OOO pori
me;, .a tratar na rua do Bario da Victoria
n. 14, boja.


lAluga-se o 2. andar bo SiebrAdo A xtG
do Barlo da Victoria n. 14, s tratar na
theaoararia das loterias, par baixo do
mesmio sobrado.
S, Alugt-se urnm grande sobrade na Magdalena
S(Chora Menino) onde eoteve o eollegio do Cora-
91o de Jeqsp, teado ,aga, gaa, lustres "e aradel-
las para 4ftaiko; a tratar na rua da Madre de
(Qeus n. 5, 1', andar.
r; --. '. -' ^ -, ; "- -
Quemn precsar de ina seuhiora para ensinaz
prixiras lettras, dout-ina christi, 1 a taeg, gu-
sic, pi"zo, arhui*B" a, hores ile coaro e asvaei-
ra, dimrija-se A rua .4o Conde d'Eu, ntr'ora Cami-
nho Novo n. 128. Noa nxsma va Bse dirA quem
vende um remedio para febres, rieumatismo -.
toce. Tambem se prhisa de um' senh6ra para
fazer compahita ma asa do piea ,aita, que
prest Iguns servio4, dando-ae cas, comda e 6
tratamento born, dando a4r mde sua condueta.
)Tauem se to-a awe ojp)4l 4e 1J4 16 n anoo do
boa; badd1e, o P^ tte o traiawento 4e eari-
da4d..


3B "i m b-...... *. 4 h
siuoehedluodi-
-Al ~
no 36 8A u As 2' w


4o4s a veer ais


alqia er, vi "
Ierm direetanreiftt
STotlfis.. W lrdflg'os
(euoi-0s n'es4u
aio gamnTiML
.7 117.










de Imw' 0 Z *
i~ama $pm-% no uw& ve, *,"5I
0 'abaizo asisga~Io tenlo ye~lt~dh sios
cus afortunados bilhetes o inteiio n.
72 corn a sort de 2006000, dous qimartos
ti. 3946 coma 8le 6-00000, e outras
acres Ie 326000, 16#000 e 86000, da
(7*), [tez 'se acabou de extrahitfi
b iR aos p ires A virem rec^lt
ooeo0rmidade .ai cestunwe sem des
Ad aa-se 'nda os seus afortiua&sB
bi eI~raiU#nt.i c da 1.a parte das latpftis
a bene cio da igoej" de Nossa Senhor'ii'a
C eeio dos Ooqueiros (28.8), que so e-
sa e*&ndg-feira, 14 4o
Inteiro 4V00
Meio 24000
S Quartom- t 1)(0

,-,_,_.i_ 1#750








i
it ad fo ,/4 0S-
^ Gaixefrb





1,8 ecisa-se ite 00,Ci e rati-sos



preia de a, 16" e 8.000.
dadd'I l1o ^ip A I It a l
-s con a ore fl 1o e
90mesino abaixo 'ae~ig convida aos
1os1uidore A virem receber na confo1mi-

gar nfidos da l.a n.-40
nefiiod a isreja de Nossa Sen i vesflon'
4.!nadsegiado fdira, 14. tto e grent..


I MeP~t8


d Iooo
de 0oo4000
w*.A -


para


Inteiro 500
Meio U: ; 3: 750
Quarto ,6875
7Jozo Joaq" m da Costa Leits.,

0 ', 29. 3' 23,o andAres do sqbrado a rua .do
IM H t'os rephrades 1e 6e*ntsos te4
corn astantes coinmidAs pa famrnilia ; atraar
em lauero aodaris, irua Jaraga do B ;o
nmne' i o
~ ..... aixelro
Na ua dos Pires n. 49, se precisa de um mcAli-
no con pratia.

0 S. Juvino Coelho da Silva 0 rogado a vi i A
rua D reita n. 16. viado branco.


alAs


M-lUEL WOLFF & 0
Parti ijani ao res4
pei avel plblieo, qu
cotinuam ter um or-


mais .44oj g t4*G
Mai ,JO 's.(^^^


WMVRALPlIAS, E4.XAQUECAS, Cc;IlGEc-rAO,
t4|. B.' .j ..tj'w > P,4(ji',4>Of?"y< 4-1 dftyiura coliher-.i.c edi lit. e b' p.ra Ir'v !r-
"*'^t F t i^ w ... i. ...
XAROIE rYD FU#WEgS
COGmCASA LLRiHJ'AS', RA.iaS e
BROMU lkt'd4eOTAS SIO
abaliu~tus pFro P o wso appaniado.
IPARM 68, YNAT J -YXOB.1A, C 6 PAMM8,
**'^ISBTltfA H~i'ii


ZlZEITE DCE

4 'Afte oe viirget
extrahido A fti
SDJ. QAZA.



ie Vence, perto Nice (rana)

isanle-so iiis vs ca
Secos e mofithoMlos do B RA IM
EX GIR 0 ROTTWLO

MICHEL &L ES


1~~~


4 ".. 1
A^ ,
'T, '," "

1:", :,'i t


0oT uJa para o gducador
.)aRTpACA-OM


RIGAUD & G NPerfumistas
'8, 'Rua Vivlezfae, PARIS

'&ta *#a ert*Mda! das flares do Pirtil
Jappnoi,, pel1a a\auavidade e suas proprie-
J;1.4I 'He.:efics, eyxc6de os cosmeticos mais
celebit-.:; tenIdo sido 4doltada pot toda a
gocie-ila:. el~gtinto. .
, I4-a,% r. hanho :4 A& rn perfume delicioso-,
coIssolidIa as caries e Infaz desapparecer as1
cs,11n vs i co-iP. escI fs oiiescencias'*f WK,


I ..iJ'LfrlE



A 6 S


, P i1










XARI


ff., *i' .T;' ;a1 j ITE CUIJADAoS CO, 0


. A,. I -.. T 0
,:,"? iran, ia-" ,:*--.%gas


--. ,-4 ._...- .-_ ..... .. -.

.- -- -*--. h ,' ..i I -. '. i .l. P af c.l4'- .:: i ; '- & : d
'- .*.c.-- ; s.-J -s c ,-c s ,-:-v, as do corac-Ac
Bilh .v.S' & ^.- <,-*- : as ,. :Xv o ,, -q a r*.o tte-,1
AAl
.. ..--^ "'**-f"" co, &-" a S ?., s .'i'n ",'I
a) ",, c;?i :, : .. ;*;* ;< -.,'p *".:":, e'o %' ai 'i.."< ..... ||p
.xdaops4 r i,' ,_ -aI ..

(>*-':.',;A P p -. t. ri .t5 : ;.stouplPSia.' awet.^-ia e wto ro.
iB~c lni~yfi'-^^'*"-^n~ tf ic oTgig~D
: .*; -'.? -. .. C ";,,i3, ." ':r ":-.- .-. S .Tii c 3s broncos, A. ,dez de sungae
%P0 rL .. r" '"-f.",' ,l-I
"C.-o,-. .-r -ia' ..C rr A Z e-, d.. ,.' hrancas. Za chbtisc ao.

..y^ J-... cqa 7 s Pharmacauf.icos, *J..
:*-A p Z, i i ~ f r ^ ^ ^ ^ : 1^


OLE91flGADO

i im E L JMA Mm14
4- -t..t sAdU. t
1 'tt~l~~rd



-de
gulal sftfti 6ywt, o
-OPtWOO bWk*&


0, EiTMl
RNICO- IYFR1TIv
IN P PTOI
(Carne a imilavel)
LACTO-PIOS TODECAL*
Defr d'uni goa
3onstit .aturaii
XrYs de tgil (?, ;Q
tm&. 95 n U-nir


o wnto3 DL .ucwi |
OOLEODUCOUX


Tim stat#fl .
e oHat,-.
BSo4A do r.4ubus



ltraag IL do 3. M1A q .







etO delicoso, ta-
completi.
.itos; scb tam u
'sa debris. *renaisee 1^l *i **


Preparam ternoc
, Mod!:icic i, d, p


Aft
Roga-se ao Sr A.
vir a loja da rm da 3
quae 0o igbota, e se
terA de ver o seu non

Precisa-se de Tina
rua do Ihique de C
nan


tieotina, brim a.erin6s
para luto em 12 horas.
resteza e perfeiao.
i de anto lAmaro

A. F. C esar o favor de
am tra n. 40, a negocio
61 or nests oito dias
e por extnso.
a^
ara casade home solteiro:
Xis .n. -47, Fragata Amazo-
I .____


Mdista
Na rua de S. Jorge n. 122, seoreparam vesti-
dos de todas as quai( ades per figurinos, 'garan-
to-so promptidto e mao licidade nos rewCos.

ttmna grnie c1s6 a terra na travessa de Sant'Au-
nfa (Ponte dctUchoa) ; a tatar com Silva Gni-
marmes A rtia 'do Comercio n. 5.


Aluga-se um moleque para cosinhe
criado; mannru da Maguemira n. 7.

ijaiean1Oma 1 O l

Na mf lrta r ara acom
Sa~lno t c mlla on ~s0


Nloa I I ro r38 iaraI
PR : iM Q ecisar I
M n' ar 8.ffgo n.11i.

SAttencao
Precisa-se alugar urna ama para cosini
urn menino para venfler na rua: na
Martyrios n. 148, 20 aidar.


eiro ou


DEPOSrro GORAL
A3--Rua Puimfirde Ikmnr~.mW
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambmco
ADAMSON HOW= & C,
N.--3 Rua do Commercw--N.-
A venda em todos as boticas e drigarios.


Precisa-se de uma ama para casa de familiar :
a tratar na rua da Unilo n. 47.
Aluga-se baralt
A easa terrea da Baixa Verde n. 1 ('C.
0 20 andar no largo Ao Corpo Santo n. 13:.
A' tratar no largo do Corpo Santn n. 1'.
wi g A


.TU. L WI '
a Ii 'Preeisa-se de duas amits, uma ]mra engommnur
e outra para o service. de casai de fmirliia ; nt ra
1 47* l
,ia Uniao n. 47.
lllir Casa e Sitio
nn Aluga-se por prco modico uma exci!rtte casa
uu corn sitio, na estrada novi de Beberihbe., perto da
IIIFn esta ao dL Encruzilhada : a tratar n:, r a do Im-
S perador n. 42, cartorio, on na rua do Bariio de .
Borja n. 47.
BorjanA _______
ra SITIO

Aluga-,-e o imnportante siti? f,:'.-IiilnadoO0ho
d'Agua, no Salgadinho, junto ii \-;i a;ao Teixeira
Lopes : a tratar nairua do ImIwr;,!ir n. l,
har c de Precisa-se de unm Caixeiro p'rto fepr x, de 1:
rua dos annos de idade, que dc fiaidor de sui cenductad
na travessa do Feitosa, taverna da esquina.


AN -4L A AA AA
Lff Eu FuuUEl

N. 14--CAES DO CAPIBARIBE-N. 14

GRANDE FABRICA
DE
M10, Aga Io o oltz Ao o On on

SMOVIBAkA IINR
E debaiXo do aperfeitoamento modern
As aguas gazosas e de Seltz sao hoje adoptadas em todo mundo pela grand.
utilidade que resflta do seu ,uso, e a reducgao dos pregos alliado 4 f&ciAidade de obter-
se prearada no menao dii, faaem ura garantia para todas as pessoas que ui'esta ca-
Spital quizerem ssar -llas. i -alem de tudo uma bebida agradabitissima n de umal
utilidade provada poir experiencias que se c modfirnam diariamente, e pelp s opiie t di
Aistinctos medicos da Franta, deoIrglaterram e de todos os denais prizes eultos Ja
J'%uropa e America. Do emprego diario com< bebida ordinaria, muit&s pessoas teem
ilatido curar-se radiceaimente de gastralgias rebeldes, de dyspepsias chronicas, de ve-
'aitos de qualquer'naatreza, selupos, antojos das senhoras no soeu estado interessaate,
o'tc. No vinho, seja I[ual for a sua qualidade transforma-o em uina bebida tAo agra-
daavelmente gazosa que tomna'-o de tuna potabilidade absoluta!
A retmiAo daO fabricas de agua gazosa, de Scltz a Fabrica de Gelo, dto a
'facilidade de obter e realisar as condivoes de pressao e baixa teminperatura neceosariaa
.para aug iMW ttre se idaidse'do gqB aa wpeiamente puro, condi*$o principal n'este.
genero de fabricaco.i
A facilidade no manejo de engarrafainento e mais trabalhos conccriiuntes cm
iaa ba a'fibrica,. achAiam-se no nosso estabeleeiminto auxiliados aoa aperfi~iooamentos,
adoptados nas melhores fabrics congeneres da Europa.
0 fabric das guas gazosas e de Seltz na Eurtopa tern tornado um dc.scnvol-vi.
'meut4 al, e o :reuieottottl3,,iairai'ttinge A milhoes de garrafe.; esse al6ttncimento
Iatnigaaio em 4Manh l.reimo,-o gwerno franeez subimetteu as falbicas a i u-.a ia-
peao das juntas iaitefiias dJ .ai, que .&ei prescreveu regras sob as quaes o aa
%as'gs ozas,' -'Skiltz iktiitA4wt. 0 Sr. Hermann Lachapello, cm amn .upor-
44te breoahura owbret as aguis acima oitmias, transcreveu opihaies incontest.. vis d1
dbilidAt 'mneticasoiomo tiloffamnu, Zimmermann, etc, que teem feito prolongados
wibAtos6-4bre asfi u hAbas, s oi vitai tsproclamim,-e corn cio auxiho *ora-
ram inimerasreis Oar0 .
Bouillon Lagra ge proclama corn estas palavra' os inagniuicos effeitos da t'g.tuas
gzosas wipleo:
ia Ikas aguas teem uma acgao particular sobre a maeesa do estonmgo e dos
intestines ; seus principios volateis tonificam-lhos na sun fraqueza, danlo-Ihe,6 a flexibi-
lidade e .a energia nas suasfancoes; a digestio lenta e difficil faz-se corn ft"iilidade
por tleio de seun uso: diaolvem as diumores biioeos que fazem o obstaculo da assimilh-
$o: dip ao venture a liberdaAe .perdida: diesipam a lahtguidez e o estado melancoieo
das pessoas aervosas eIconvalesccntes. As emanates das gtLas gA zostms teem a vau-
tagem de titular agrad(velmente as fibras nervosas, de se insinaretn facitmeute at6
nos vasOs os mais dolicldos da economic, provocando-lies as secrioes Salutares. ,
O 0Dr. Casenav4 exprime-so no mesmo assitmpto da seguinte forma; s effeitos
shysielogicos das aguai gazosas sao nmitigar a sede, abrandar o calor c augi -ntar as
peoero9ois. )) !
-Em seu formlaeirio magistral Bouchardat ajunta da seguinte formula o sen auto-
ieaado testebunlio:
A agua de Seltz e as bebidas gazosas, guratnimete, teem uma aco, especial
sobre o estomago fortifitado-o sem irritar, calmando o sou estado espasnmi'-); a3o
alemi do anais excellentos bebidas para acalmar a sede, e sAo de uma grande --titidado
nas interites chronicas, I nas gastralgias, gastrites, nas diarrh6as biliosas, inos vomitos
espasmodicos, nas affect es nervosas, etc. A agua carrega'da de acido carbonico (agua
gazosa) constitute uma bebida~ato 'agradavel quanto util em ium grande numero de attfec-
9oes chronicas do estomnago; doentes ha qu- .aio supportam bebidas d'outra natureza
f6ra d'agua gazosa.
Por sua vez Paypa diz que a gazosa c a agua de Seltz dando ao vinho un
sabor acido picante, tira| as propnredades embriagadoras d'esta deliciosa bebida.
A vista, pois, doI que vinos de expor, temos convicao de que nio poderi hayer
pessoa alguma d'esta ca ital qkie queira privar-se do uso das aguas gazosas tanito a
mesa como em bebida odinariai
S A redun9ao dos pregos, a promptidAo corn que potlemos servir a qualqncr pc-
dido, levando A casa do iomprr4or o mnero de garrafas que quizerewu sAo outras ttan-
tas facilidades que offeredcemos 4os consumidores.


L, I


-- 4, -


1MNC]AL LEVY
armadaa de P. Iurer
;lRuX 18 Avio


A1


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: Btit ,,


I


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41 J





















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Av-


14


Iueiroe que se extrahirm nau s*
do corr.ent. ,


mer *



a J .O0-



S latenPromettido.
5.2v


Por 40000
.Alug'a,.,sBetaeasia n. 41 da rua 24t de MWo, cem
oaslasequcimb a, quintal, e estA



adw t+' to," atraftr. ea mmEfque de Ca-


SITIO
i !B

Aluga-se a a s n. t a rua d eia Maion., em

i boe s atlas, cacimba, quintal, e eta. 38.
Pi.-tadr.. deu a tr a par as nma que de Ca-no


gaateo sitoTe n. r72 a d. Miguel 99
em.L.Anoibados, muito perto dos bonds e do banho
sa.1ftdo,1 coin 2 silas, 4 quartos, grande terra90
.Coba-to, Maicitba cottn dons tanques, alguns arvo-
roe.6 dattdo~frifeto, o sitio e todo murado, aluguel
Pazqave *a* tractar s. rua dia Palma. n. 26, on a
jlUAgde uats. Theza n. 38. ___
-Pr fiift-se de urns ama para enagaoinmar no
ateo dc Ter9. ni. 72.


a||E ns.y7e 3^|
a abaid asign"* ado vedeu et seuts
ilus biit garantidos.a a sort 18006,
m 2i qumrtos n. 268, tuua& de 1o01
d 4od meios n.. 883&, e outra so :ade
2, 16# e 8#, da loteriht 27. que ex-
rahio.
Cwovida a"s poanidores a viwzn roce-
r semdeseonto algum.
*0'mesmo abaix* ahiguNtdo tern expit A
wnda. os seus felizes biliwtes garanti o da
, loteria a beneficio da igpeja de iossa
enhora dv Coueeigio dos Coqueirdo que
SextrahirA seguudafeira, 14 do corrente.


Bilhete uiteiro
Meio
4 Quarto
Em porv"o de


44000
6000
100o000 ara
l o o ~ o o ara


I elma
I Billiete inteiro 3400
SMeio 16750
Quarto 6875
Autoni9 Augnsto dos Santoa s to.

~i AMA
Preeisa-se de umsa ama de cosinha, paxa casa
ide pouca familia ; na rma 7 de Setembro n, 10.


N~A

PtRAA A DA DEPEIDENCIA-47 A 40


1 'U61 A
LUANLIARIA DIC llI I




1oaqupm da S. rvalho & C.


1Jtmb t o btl u' alcawk1uiibnma tins i

tmtis fi iPans, o ixlM io mc1igWO, m serm:

1alollinas M S0 ols c ao ROha go M ling0o 0 to1


a1i Dto stfra iliN .O i z
Clla tes tm seiilw [0rm to int0 tle, ei IInlha iiIaz


SItalia, tato Para sea m m

11 cD letosorlito ti

SiMS, vllnuio e Iflt di tI


ntl s.


tt m, Rmle ela 0o
~~c ooM~fi l S6O


SoitPa m orn ti ilo a eB, d YBs I

Pwuns h tWs coas. cniatiu c

Omon la nma, pans, U S m118totlm!dfo
,,-ON ZOMeB


Ii
Ii
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S
S


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It


-~ .1.)







V.,

-4' .~


AP-DOVAZ PELA ILLUT f.U:'. JNIfT- AE
HYG';NE PUBLICi 5 A .ORTE

AU ll-IS1O, POR DEGFETO "PIRPAL D8
2iUfE id tou ib I ',

coxMtros o
DE


13LPAIR)i.0 C:,lN A A: 14Ot1 EFFICACIA
NO RIEUtJ:., "TISMO DF. Or .T.qT-RIt NAItttaA,
)iASOi Lv. emx.a+AAM oU FLt1iiMS BRINCAS,
--0,8 f(0VPRINISNTOS 0CCAS%0WA:D0
P g?-,Aj kiAUSZA. DO'SAMt'. LItr, % silAtSW


3DSFQN-os pvirneiro-' seis. tint-mcollier
68 la 6.1s-dit.iin;em r a af
mtttet ou c.Uiaid&. em' ag. ta e1 cLtI 'tNwdd**%


w ca



bo
0 '



54
9,0




go


-I-a 5


C 7avidmos anatooamite ao Sr. (,4L
r at & Weia-40v4 .#"4.



(%IVA) ;
ALVELOZ


CONSERVADO LIQUIDO S m ALTRAR-S]$
0 A,!iVLOZ, plant da fi ilia. da eplh<(r-
biaceas, quo 3b-itt os-nonsosn saevts, & hoje' -
nhcido coMe uidu verdaIeiro' epeOifieo par d truiros epitheliomas ou canweroides, faci tan a
renovagno dos tecidos atacados, o trazendo atal
uma cura complete, sem outro tractamento qq( a
appliea.o topiea de sua seiva (v'lgamernate lei1e)
como caustic.
Sao numerosos os casos de cura, alguns d s
quakes jA- levamnos ao eonhccimento do public, eon
diversas publicaq5es, pelo illustrado clinico dos;a
capital, o Sr. Dr. Alcibiades.VeUosoj e optimos re-
sultados taminbem feoam. obtidoa na. feitla4V -. s
ulceras chronicas de ciaractcr syphilitieas.
Receebcminos do interior da provincial, (do Brejo
da Madre dc Deus)' de pessoa de confianga e ein-
telndida, a seiva onu leite de alveloz; portante, 9p-
demos garantir q e 0 cclhida da ventadwira plazr-
ta a e expomos a. vonda, conservada deo modo a
nao soffrer altera9to, e corn a necessary fluidiz
para facilitar a sna applicacao corn seguranga de
bom resultado.
DEPOSIT CERATL


?harmaeia


e drogria de Bar*,


thofMfeu & (C.
34, Rua larga dfo Rosario Pernambuco!


Attenwiao
Treapassa-se o arrendamento do engenho Col-
legio, distant da estaco de Tiuma uma legoa, ie
vende-se tambem a safra. 0 motive que move
rendeiro 6 estar soffrendo mnito na sun sa, d.
Tern proporc5es para safrejar annualmente pa4
mais de 3,000 ples.; quem o pretender p6de tra-
tar no mcsmo engenho.



Rua da Prma n. 2 andar
Eduvirges Maria Coelho participa aos seus nu-
merosos freguezesr qtie dispotnd de habeis eostu-
meitas e'tendo. pas niormi a wgammi maisv wec*n-
tee, aiha-4se habilitada a satiofazer qualqur toi-
lette.para.casamoento, baileytheatro, passes, bjip-
tisados, etc. Precos commodos.

mm.
VEIBAS

Peixe de viveiro

Para a Semania Santa
4uarta, Q4wdnta e e mexta-feita Santa
pesca-se durante todo o dia de quinta-feira parx
satisfazer aos freguezes. Vende-se em AfogadoO
junto a estacao das diligencias : a tractar corn A3^-
CHrAS MAFRA. Para encommendas os preten_-
dentes podem dirigir-se aqui no Recife aos Srs.
FRANCISCO GURGEL DO AMARAL, rua Pri+-
meiro de Marco; FRANCISCO DE PAUL4
MAFRA, rua do Imperador; POVAS, MENDE
& C., rua estreita do BeRsario. I
As eneommendas devem ser fell
tas a dinheiro a vista.

Flores
0 Muzeo klegante reeebeu 6 que ha de mais
hndo em fleres de cores e preta, e esta vendendi
muito barato; na rua do Barao da Vio uia nu-
mero 12. ..

Eti kta oeasio
Chegoupara o Palacio de Industria, A rua d
Bargo da Victoria n. 45, umr lindi e variado sorl
timento de casemiras de cores, proprias para a
estfaco invernosa ; wa rua do Barao da Victoria
numero 45.

Lojamortuaria
Vende-se a loja mortuaria A, rua da Lnperatri2
n. 43, corn todo sortimento necessario a uma cama
funebre. A causa de tal negocio. 6 se. achar o
proprietario gravemene doente e ter de fazer unm
vlagen.. j
NMI 9
Vende-se o engemhio &catw o, sito nafre-
gqezia de Una, comarca do Rio 0 Fornoso, rnvjdoJ
por f oente rrate, orna briea, boiada,
cavae e, softry,; a tratar no &srno astgenho.0J
rmotivo da vedad 6o proprietarie pr moleatia *b
powder continfiuar.


Greskuflpfe p1.t
I Eneontra-sebom sortimentb e por e muitb
dotmodos, ns Fmgtt ruoa doFDWquA
f, z m- ... ...- 1- .5 a
4ii at m 47. :Ti


Gr4s dle naple de. sapua a w2$W 4e 3# 0 o
MOP 4* O MdWaak4m*a UW4 Odito

ques de pluma modemos, a 56000, aprowvei-
lgB|prti~zo. 4. ae
Panuos dOe cee ara.eadeiraa 1U200, q so-
Id 29009. r*
Qawtmw de mn* .uperiovea a 8,500 a
duzia.
Len"oa e4 *da 4 pm lettraa q W450 dita.
SIdem bane de o em deAi am as 2 500.
Fichag de crw e pgretoe a 8500ma.
C ertina" d oatdom a 6601 qopur, 6 barato !
Saias bo hia liadwas, a 350 e.6000.
Toalhaafeiudapaa banho a 124% # duzia
Idem deo bynt oas meimor queem vidc
Mas.,g l eI do ', t alma a prego eommodo.
Chales doaaemiwa, o" p ddQtou, a aIOM uMa.
Flanella preta ingleza para palitots a 8S5IX o
covado.
Bramante franeez, 4 hArgura, para len0oes, a
15000 e 14400 o metro.
Coberta d gManga, fiorradas, a 2500.
Colchas ftameeamm do cores a 3B000t
ol94.s Oe bwams4ate pAn ea ma de casBl a
25!000.
Madapol6o 16a-Vista corn 24 yarda- a 64200 a
pega.
Algodoes larfoa 45000 e 45600 a dita.
Cortes de media casemira iagleza fina a 4f500 e
71000.
E outros muitos artigos que serlo lembrados
corn a presanca des dignos leitores.
Sempre que forem aa vendas em groso, damos
desconto.
CarIeiro da Cusha'd: C.
59--RUA DUQUE DE CAXIAS 59

Fazendas

Para vestidos


Setinetan lisas e lavradas, sendo corn as
cores e lamrores o mais honito que tern
vindo ao mereado a 500 rs. e
Ditas muito bonitas, corn barras largas e
estreitas, covado
Gorgoroos bonitos de la, lavrados, para
vestidos, tendo dc todao as cores, co-
vado
Merinos de unmn s6 cor, tendo de todas as


640
640

640


cores, fazenda de gosto, covado 500
Alpacas lisas, tendo de todas as cores 360
Fustiies brsneos, proprios para vestidos e
roupas de crianeas, de 440 rs.. 500 e 646
Cretones corn barra, seudo claras e escuxas
covado a 400 e 500
Ditos sem barra e muito encorpados, pro
prios para vestidos, eamisas e roupas de
crian9mas, covado a 360, 400 e 500
Chitas, grande sort'mentQ de chitas claras
e escumras, de cores fizas, de 200, 240 ate 400
Mariposas, as mais lindas mariposas que
tern vindo .o aereado, corn deaenhos miu-
dinhos, co 7ado 600
Baptistes corn delicados desenhos mnaiudi-
nhos e graudos, assim como lisas 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
corn 8 jardas a pega 31000
Ditas mmito finan, tanto tapadas eomo
transpareatc tendo IpOjardas c-eadsa peVa
a 4,, 41,500,6 5 e. ts e o 71000
Fspartilhos muito modermbs para senhoras 5000
Dtos muitt b th feitosepira n ittnas 45000
Chalet, grande sortimneo de ehaes tinamto
dc la. como de grgor.o e easemiwn de
1 4, 24, 3A, W 81000
De todas estas fazendas se dao amostras eom
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina do becco dos Fe)-reiros.
Casemiras de cores
De *>0O ate 6:000 rs,

,E roua iiir 181
Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras como escuras, que vendem a 25000,
2,500, ate 6, o covado, e das mesmas mandam
fazer qualquer peca d'obra ou costumes, por pre-
gos muito rai oaveis, assim como tern tambem um
explendido sortimiento de casemiras e pannos pro-
tos atW ao mais fino sedan que vem ao mercado, e
dos mesmos tamben* se encarregam de mandnr
fazer qualquer peca de roupa A vontale do fre-
guez e corn toda a perfeiAo e presteza : isto wa
los dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Ferreiros.

Vende-se
em Po d'Alho uma casa de tijolo, tendo um ter-
reno pertencente A mesma, corn mais de 100 bra-
gas de largura e meia legoa dc fundo. A casa
esta situada dentro da cidade : quern pretender
dirija-se a mesma eidade, na rua da Cadeis nu-
mero 4.


AVISO
I J

Adamson Howie & C. tern para vender:
Vinho do Porto fino, em caixas e barris.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tintsa de impresslo, boa qualidade.
Brins de Marshall verdadeiros, de todes eb nume-
toe.
Remedios de Ayer.
3-RIJUA DO COMMERCIO--3


Larainjas de umbigo
No etabelecimento a rua do Cabuga n. 5 A, ven-
d&-g laranjas de umbigo de superior qualidade, e
recebe-se e commendas par as mesman, no mes-
me estaelelcimento.
Vende-se faibe cesfinhas para .coltnt de
todas as pualidades e came de pence duie ltbAb
do Rio Giraad# do Ol a 640 ma o kilo.


h Santo .Antonio, .sito ana comar t de
*t=b6 ep0o1* da fatur etras ded fero de Tim-
ba4ba tre lgoa, corn tens par tsMrqjar tree
ou quatro mil pss de aesuea, tendo caWa de
vtvetoda e fepigt- 11a peareehw, &i qtW, se-
;tuahidente se G a mu+ituba t lew do, algund
sitios corl munito bomuntvorod *44WO W am
jxwededer opapvd-o di H le .
^cntender-St cum o c-'P^ ,ittfe^' Amkko de

I -51TIt
lU'"1-^;1^"1:-*^, J-^^^^^^'ty-:1-^^!1


em casiod
dopei
FAU3W
Ascieeoi, a
nha Lacw9 oom
trictivo para. ii


~a" ub~t~



moit i, azak*ssm a -
i prnl0L IeAemeiaito onu-
isl pdistinoeeitos mndi


cos do Brasil e 4a E pa reconheceram
ser a do. Dr. W a me&or n'este
genero.
Deve-se peis& itar enfiar o filhinlho i
uma pessoa estnha oe comportameato
nao c.ueecido iu itas vezee o ffermeu de
numerisa moleseie.
VendB-se a vordadeira farina Lactes
do Dr. Freriohs: 1
55 RUA DTfIPERADOR 55
Estabelecimae Jd e musieas e piamo de Wec-
ttr Praci e

Peixe gordo e viveiro
uita smta-feira da pixflo
Na olaria a Cas4 Anmarella
]ua Imniperial n. 322
Recebe-se encommnendas.

Dog-aaia
Faria Sobrmho & C., droguistas por atacado,
6 ruma do Marquez de 1linda n. 41.


GmRNTI DO MABLLO

TSE E VERA
ChegoU nova re-
messapara a Livraria
Franceza, a rua 1. de
Marco, n,.

UNICO DEPOSITO
Preco 800 risi.
-----___,_


SAlt nao
Matheus Aaustin &|C., a rna do Comnercio n.
18, teem para vende4 madeioa de pinho de rc-
zina:


Em lots


3X9
3 X 12
4 x )'
4 11 o X 9
a vontadio dos co prado nes.


Precos


0s...*
|teI;


medicos. ..IU i U UUU. -
m --icos .... tnas, models bonitos, a iinitaio dc ouro ; a mo%-
tras na vitrina da loja ;i rua Neva n. 16.
Tudo teili seul tempo Fazendas brancas
0 inverno ahi esta, desapp receu a necessida- 1
de de seusaros palettA de o ad, brim e alpaca, a o os bt iros
agora estoje Bsobretilo em c mpo, e os melhores 1 "v I ir i
e maosbaras sio o do PaTcio de Industrill a A. 1nb5T@ ..
rua do Bara6 da Victria n. 45. ,filio1 II ti1
Expediente do Pal de Indutria, a'.ra do Ba- 4* Rua da Imnperatrflz O0
rto da Victorta n. 45; petio-es e seus compe- V.NDE-SE
tentes despachos. VID -S
Petieao de um fregu*ez, indagando se jai chea- Madapolao, peas de madapolaio francez
ram as novas casemirn s ; sint, desde hontem que e P tado corn 12 jardas a 8O00O
estao neste palacio. Di0o muito largo corn 20 varas a 4356(00) e 5$000
Una dita assignada por dous freguezos que DIto, fazenda muito encorpada que pa-
desejam saber em qua4to impirta cada terno das rece cretone, corn 20 varas a 54500,
novas e bonitas casamiras, chegadas ultimamente 64000 e 65
para este palacio ; poem apparecer para darem Dito francez, americano, fazenda mnito
as medidas e escolher n os padres, e em quanto final e eneorpada de 7 at 12f000
ao prcgo corn certeza dhegargd a um aecordo. AlgodAo enfestado corn 9 palmos de lar-
Uma dita assign a por grande numero de gura para fazer lenses de um r 6 pan-
criangas de 3 A 12 andos de iflade, pedindo para no, metro a NO
que n.o haja alterag4 nos modelos ,dos vistua- Dito trancado corn a mesma largura,
rios de casemira que s mpre recebe este palacio ; i proprio para lena6es e toalhas de
serao attendidas, meszio porqie os models a que I mesa, metro a 1200
se referee sao os que eralrmete mais tern agra- Bramante de algodao corn 10 palmos de
dado. T I largura, proprio para fazcr lenc6es de
Uma dita de um ou~ro freguez quo deseja sa- um so 6 panno, metro a 1280
ber quanto custa unm paletot, calsa e college de Dito de linho, sendo muiro etcorpado,
casemiri, de eor; depe de da escolha, visto haver da inesma largura, metro a 2,000
desde 35,4 ate 50,4 o trno. I Creguellas proprias para lenc6es, toa-
Uma dita assignada por grande numcro dc fre- lhas, ecroulas,, sendo fazenda muito
guezes que deseam srber se realmente as roupas encorpada, cada peca corn 30 viras
compradas' neste palatcio tern o abatimento de por 14,480o e a vara a 50
10 por cento. Dita corn corn 20 varas a 7J500 e a
Nao ha mais duvida| sobre isto, pois desde ja- vara a 400
neiro do corrente anio que todos os freguezes Atoalhado adamascado para toalhas de
gosam deste direito. Secretaria do Palacio de mesa, tendo 8 panlTos de largura., me-
Industria, rua do Bari o da Victoria n. 45, em 3 tro a 1 8W00
de abril de 84. Isto na 1oja da esquina do becco dos Ferreiros.

Enfenho Appello ao belle sexo
E' bern provavel qne chegasse a tempo. 0 Pe-
Vende-se o engento Santo Antonio, sito na dro Antunes & C. desejando sempre que as Enxas.
comarca de Timbadba corn terreno para safrejar- amantes do chic, nao deixassem de fazer um vesti-
se 3,000 pl.es de assuc.r, e tern alem da vantage do preto bemrn enfeitado, pela falta de bonitas fra-


do terreno, que 6 de rma produc Ao espantosa,
pederneira calcaria e abundancia, o que cons-
titue uma fonte impoitanre de lueros, visto ser
da melhor qualidade s cal que alli se fabric :
quern o pretender se dirija ao proprietario do
mesmo engenho, em Ti'abadba, o capitio Targino
Rogerio Freire.

Fazendas a ariaias bara-


issi


wnas!


Chitas francezeas corn avaria a


do!
Popelinas de quiadriz
to!
Peas de algodlo con
20 jarda,< f
Panno fino idem ider
ga !
Granadines pretas pa
vado I
A vist
A RUADUQUE


#endemz-seea oasfis
OB teritBno situados
4if 1 tac~i ts. riii


200 r s o cova-


}ios idem,. a 1260 r6is o di-
a pequno defito a 30500
a 2;900 o corte de eal-
1a acabar, a 160 reis o co-

rfazf
S CAXLA8- N. 59
Ewa,C


^. I- 4, 145 .etc
doMdredft waB.88.

eV/M t t


jas e lindas passementerie, gninalda, enfeitoemo-
demo e de apurado gosto, atW hoje pouco conhecide
n!este mercado; teem a satisfacao de prevenir a o
sexo amavel! que acabam de receber Vs enfeites
acima indicados. Outrosim, communicam, quw
como sempre vendem por pregos resumidos. por er
essa sua promessa ao generoso sexo. Ao 63-Runa
do Duque de Caxias.-Nova Esperanca.
Comeo sto henilas
Asrmeias de seda de c6res para as interessanteu
criancas de 6 a 10 annos, e brancas para senhora,
quem vende?
0 Pdro Antunes.--63 rua do Duque do Caxia.
Emcontinuaqo
0 Pedro Antunes & C. tambem acaba de rece.
ber bonitos bicos pretoerde seda coin vidrilhos,,or-
"rmento, largo e estreito. 63-Rua Duqie de Ca-
xIas.
E' precise andar a par
Dos cintos modemnom que recebeu o Pedro An-
tunes & C. 63-Rita do Duque de Caia--Nova
Espeana.-

Os tire rowrioaq i d 0 Pedro -A-
tnes &C.,e est vedendo muito por er temp
de qarema. 63-U-s D do D t doe iax .
a"- No-vo -
VziodadzXogo adAPamr h a miNIm do
reeeber Pr b P oAg C& 63.--ma do Da-
quo e eCasaA-L v Fwspanca
Luvas frestfi de peflica,* nmce, e do 4e-
rea. IO Ped6 Ante &C. -Ri *
Duqie de Caui.


4I


.uMJ Uao iP1mo ^e,-
Ditas de cam urs de al-t b qu-
d mzfta f tgm4A a t a e -


Dtos ernfeit i 10f80o
Di e f ri a esla es edt basitnte ea -

dre~almt a 7DO
Diakm de cadaeira pr ra de aerwaio
to," W er ndfeitosa a 1
R~q d.Ow ari ash .* 4i'ada a- bIoom
Dito4"deGanella azul, sendo &*end&aequo
nD o debota Ia SAM500
DiMtO de cazemira preta de cobidIo e
diagoal, seudo muito bean feitos a
1050o a. )2000

da, aSa 8W00a
Assim como um grande sortimento de eaiiza
hraaeasPua homes, tdnto de linho eomu de l-
gum co e se vendem por prcao suito razoave.
udQisto c eom grande reduc io em 5preo, na
loja da esquina do becco dos Ferreiros,
Flanetla aau 5


a iA41
A' rua da Imperatriz n. 40, ej a dos Bar&-
teiros da Boa-Vista
Vende-se superior flanella azure d'uma s4 largu-
ra, sendo americana e today de 11, fazenda muito
leve, propria para caleas, palitdts e colletes, pelo
barato pre~o de 1A400 o eovado, ou mandamla0
fazer costumes da mesa, send) palit(;t saoC a
354000 e de frak 404000, 6 grald. pchincha: :
loja da esquina do becco dos Ferreiros.
Espartilhos

a 46 e 40"
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vede-se
muitos bons espartillhos paa senoras, a .4(0;
e ditos para meninasa A6000, assim como tun bo-
nito sortimento de fichs a 300i. isto an loja da
esquina do beeco dos Ferreiros.
Merinos pretos
a I6Oa0,16406.o 0OOO e V4100
Os Barateiros da Boa-Vista, i rua da Imperatriz
n. 40 tern un grande sortimunto de inerin6s pretos
para vestdos que vendein de 1A200 at 2jf(,
send muito bp a fazenda. assim como ditos encor-
pados para roupas de homens e ineninos que yve-
dem muito barato na loja da esquIna do beccoj doe
Ferreiros.
L ius o169rNis

Os Barateiros da Ba-Vista venderm m iitcr bo-
nitos 4inhos de uma so" c nr e de listrinoas par&
vestidos, send a 160 r6is o eovado c de eSres ixas
isto na rua da Imperatriz n 40, esquina d, becco
dou Ferreiros.
BiJouterfas de phanitata
Alfinetes de gravatas emn 40 mudelo.-, correntes
de relogio e botoes para homens, pulseiras, alfi-
netes. vo~ltna e tnorti .Inues isarp-snaa s oo~/ mn lim.


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VI


I


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I


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- 0penha stblime do 0 Tal T
||; A& ostrellas subtis--,o sea imnmensos,
Roiandao i t~iespagos aos milhares,
Quaes pWclas tombanuw, em mares donsos,
Cahiudo, dos archabjos, dos collares ;
SGenios ethereos,---cherubins infensos,
S Tudo, Senhor, nos divM s altares,
Sao mioeras offertas, queoa'desgraga
Junto alteus p6s dosfaz come a fuma !
A faixa branco-azul dos hemispherios,
Onde repousam as phalenas de oiro,
Estrada augusta dos salves sidereos,
Mostra a meus olhos immortal thesouro!
Alli doidejam meus irmaos ethereos!
Alli repousa men sonhar vindoiro!
Alli brilha da gloria o throne, a origem!
Alli passeia a Sempiterna virgem!
Oh! Christo! Si de um sangue sacrossanto
Cobriste a terra vii em que pisaste !
Si jogaram soldados em teun minanto
Quando da crux as does supportastes,
Tudo mudou-se! Do divine pranto
Constella9ges sein numero create!
E do mauto rogado por immundos
Fizeste o pavilhlo que abriga os mundos !
Rujam embora as ondas do ocean
Langando aos alcantis navio incerto I
Corra o gladio do barbaro tyranno-
Transformando.as cidades em desert!
Passe da peste .dmorte o sopro insane,
Medonho, atroz em boqueirgo aberto!
Flagelle a humanidade a scde, a fome!...
Oh! Christo! Eu creio cm ti! Creio em tenu nome!
Junto a men bergo na doirada infancia,
Quadra de roseos sonhos, de esperaneas,
Te ouvi fallar das balsas na fragancia:
a-Vinde, vinde at6.mim, pobres creangas !-
Tu me d6ste a pobreza e a abundancia!
Me guiaste na dOr e nas folgan9as!
Quando chorei me consolaste---oh! Dens!
Ao clarko immortal dos olhos teus!
L'r minhas notes pavorosas, frias
Quando'a erenga em minh'alma vacillava,
Te via nos jardins das agonias,
E meus funds pesares deslembrava!
Senhor! tu me fallavas, me dizias :
Porque succumbes, creature escrava!
Compara ten penar, onto insoffrido,
A's agonias crueis que hei padecido -
Entao, qual insensate que reeobra
A perdida razao, e o sentiment,
E qual o impio que terrivel dobra
Da dextra o omnipotente em um memento,
E come enfermo que a saide cobra
De mais propicia quadra ao doce alento,
Eu bemrn dizia o lume da verdade
E as immutaveis lois da Divindade !
L. N. F. VARELLA.

Nexta-feira da Paixa,
CONSUMATUM EST
(S. Joao C. 19)
Eil-o o Golgotha erguido, e em torno o mundol'
Homens, povos e reis olhae... que v6des
No viso do Calvario ? a Cruz! o Christo!
Que lava, apaga alli a mancha eterna-
Per prego de seo sangue !--Esse madeiro
E' hoje a vossa heran~a! ACruz da infamia
E' simbolo d'amor e liberde!
Tinham riches e grandes mil insignias,
Te.n unea agora pobres c peqdenos,
E os proprios reis virae doper os sceptres
A' rtiz desse tronco !---Hao de abrigar-se
A' sombra d'elle as gera9 E despido de galas, nu, sosinho,
Descendo affoito A arena dos combates,
ConquistarA o mundo !---Reis e povos,
Gurvai-vos ante a Cruz que era comeica
A reinar sobre a terra, porque o Verbo
JA oumprio a missao !---0 Christo sobe
Ao seio do Senhor... povos, curvai-vos,
A redemp9ito do mundo consumou-se!


Mas o munido, a terra que era
Depois que esse cherubim
Dignia espada IA s'erguera
Auto o defesojardim ?
Que era o home do peccado
= Quando do Eden desterrado,
Entregue a lei natural?
^ E a lei escripta mais.bella
Nao deixou inda apoz ella
Viva a culpa original?

O que era o mundo ?... abysmado
Na miseria o corrupgao !
Continha o" porno vedado
Tamanha condemnag'o ?
Que vista!... os omens em guerra
D'iras m4s m obrindo a terra
C'o vicio per lei ruim!
Os homes na vida novos,
E dando per norma aos povos
0 crime vil de Cairn!


Em vez da lei rege a espada;
A tyrannia 6 poder;
A familiar escravisada,
Escravos, filho e mulher.
Os affects desmentidos;
Abafados os rugidos
D'esse tigre popular
Corn pto, quo arrojam tyrannos,
Per lhe compravem mais annos,
A hora d'elle os tragar!

Da virtude existed o nome,
Um embuste As multid~es,
Qu3 a podrido jA- consome
O cadaver das naqoes;
E' mentira a sociedade;
Roja grilhes a verdade
Fez-se a vida material;
0 homem n'anlma corrupto,
Ergue em altar dissolute
Por Dens o -genio do mal!
Infame 1 santificado
Fmageis douses qu* amasson, -


"Cnia qutro muudo9 melhor! .
Sia uma muherpermittiri ^ l
C'um fructo asim corromi"r, ",
Porque outro fruc4o nao tiras,
Do i ,d'outra mulher?
DZ~llrmonco vigoso e forte
Fizeste arvore da more '
E culpa eterna sahir;
D'arvore secca e despida
Faze uma arvore da vida
E eternoe perdbo florir l
Mas tu accendeste em ira,
Dos labios sahe-te o trovUo
JA nas faces te luzira
Do relampago o claroe,
Rolam-te as nuvens As plea4tas.
E nas mbos ambas levantas
Feixes de raios 1 men Deus!
N6 livro das professias
Tu escrevestes---Messias
Depois da ira de Dcus
Os c6os de negro tigiram-se
As cataratas abriram-s6
Corn fragor de par em par.l..
Encrespam-se as chuvas, correm...
E despenhadas percorrem
O espa9o a sussurar...
Chovia, chovia,
De noite, de dia
E tudo a cobrir; \
Os plainos, as pontes,
Cidades e montes;
A agua a subir
Subindo, subindo
0 mundo affundindo,
E tudo a gemer,
Os velhos, os novos,
Os homes, os povos
E tudo a morrer!
Na terra, nos ares,
JA tudo sao mares,
Ha s6 c6o e mar!
Apenas na crista
Das aguas se vista
Urma area a boiar!
Puniste! Deus! no remiste:
N'essa area um mundo inda existe,
Novo mundo de No6 ;
Os crimes n'agua afogados.
Punidos, nao resgatados,
N'essa arca ficam de p6!
As chammas !... o radio corra!
De Sodoma e de Gomorra
Fique a cinza, a cinza s6 I
Oh venha a liglo que abraza
Escreva c'o a ponta d'aza
Ten anjo no quente p6 !
As nuveus nos c6os beberam
Labaredas de que encheram,
Eneheram o bojo seu;
Partem co' a carga de fogo
Eis chegam, rasgam-se logo,
E o rubro fogo choveu !...

Chovia, chovia
E a chamma lambia
Do vicio a manslo;
As rus, as casas,
Os homes sio brazas,
Vermelho carvito!
E o vento assoprava,
0 fogo ateava,
O fogo'a correr;
Parecem serpentes
As chammas ardentes
Em tudo a order !
Em tudo se abala,
Derroca-se, estala,
E o fogo a rugir!...
Le'to no desert,
De cinzas coberto
Co'a vista a luzir !


Puniste, Deus! n'ao remiste,
N'essas cinzas nao sumiste,
0 peccfdo original;
0 crime cm fogo abrasado,
Punido, nao resgatado
SVai corn Loth... e ao lade... 6 sal!
Voltou os olhos... ce a terra
Si a teus castigos se aterra
Tern m do, nao tern amor,
Si corn tuas iras espantas
Castigas, mas nao levantas
O home ao Creador!

Crimes de sangue, corn sangue
S6 de Dens o filho exangue
P6de apagar e remir!
Si o ppccado foi immeniseo,
O sacnficio, o incense,
S6 lA dos c6os podem vir!
Seja um Deus, seja o thuribulo
Rescendendo no vestibule
D'este temple universal;
Seja etern o osacrificio,
Si eterno da culpa 6 o vicio,
Seja a vida immortal I
Immortal! mas d'homem tome
Tome o barro, a f6rma, o nome,
Vista inteiro o human p6;
Tenha ber9o e sepultura,
Beba o calix d'amargura,
E per todes morra s6 !.

Que import q'em Roma, do martyr zombando
Restruja de orgias um 6brio cantarl?
Per baixo de Roma vlo hymns condo
0 martyr tern cultos, a cruz tern maltar!


Que exercito longo, d'esp'ranga em
Das funimdas arcadas hi vem a sahir
Sorri-se nos tratos votado ao marty
Espanta os algozes, conquista o por
E vjo esses creates A luz j Ado dia
Accepsss da crenca na intiia luz,
Do iueonio assiutindo a longa ago1
Doirt-a de esp'ranoa mo nltrando-lhe a


'delirio,
I
*io)
Fr ir


140 eo -quo 9 roV buasto de p6,
*Sqcode oe ..Wqe A historiaper
E colhe por i as as palnas da ft ?
Que imports ? 0 mdeiro nio ecanta a victc
Nlo queima esse facho as trevas d'T
E quanto hoje os povos tern de honra e de
Nao vem da palavra do Christo, nio


Li
tvem ?


No transe da infamia juiz menos durc
0 HOMEM cha:nou-Jhe, mostrando-o aos jude ae,
Nao sabe, nao p6de; nio 16 nofutun
Mas n6s ? mas o rundo ? chamamos Ihe Deus !
ChlImamos ; porque nos yeio
A hera emfim do& perdlo ;
De pure, virgeneo seio
Teveo inubdo um novo Adio;
Pov6a a terra de creates;
Outros povos, outras gentes,
Sio do Christo descendentes,
Das palavras que soltou!
Nascoem da lei que deixara,
Dos prantos que elle chorara,
De cad, pass quo andara,
Do sangue que derramou !
Nova terra e homes novos,
Outros costumes e leis,
Sentem-se livres os povos,
Sentem-se livres os reis;
De escrava a mulher chamou-se
Socia do homem libertou-se
0 filho, o servo, e amou-se
A humanidade entire si;
E porque tudo se mude
Brotou de homes a virtude
Come em chio de monte rude
Roseo' botlo que sorri.
Passou o Christo na terra,
Foi a luz, allurniou;
Foi sol surgindo da serra,
Alvo dia quo raiou.
Que falta nas prophecies ?
Que mais, senhor, mandarias
No livro do teu Messias
Per mro d'homens escrever!
Eis o presepio, eis a 4ida
Eis a senda percorrida,
Eis do Calvario a subida,
Eil-o da cruiz a ponder !
De espinhos punge-lhe a front
Novo diadema eruel;
De cada espinho uma fonte
De sangue!... nos labios... fel !
Os olhos amortecidos;
Rote o peito denegridos
Os membros entorpecidos,
De roda a turba a jogar!
Ao padrio do soffrirnento
Que mais falta ? que torment ?
Nao chogou, Deus, o memento
Do sacrificio a acabar?
O home cobra o destine
Immortal; de novo 6 teun,
Fez-se um caminho divine
Do sepuchro ate ao c6o;
Nao castigaste, remiste;
Em vez das iras, abriste
Do amor a fonte, o floriste i
Dos homes ignoto amor;
Eis aberto o novo trilho !
Per irmao temos teu filho!
Quae brilho falta ao ten brilho ?
Que mais te falta, senhor ?


Oh! cumprio-se a misslo; o mundo 6


salvo!


A victim no altar ainda agonisa,
Mas nos lividos labios jAlnurmura
A derradeira phrase ; o sacrificio
Completou-se; bebeu ate As fezes
0 calix da amargura Reis e povos
Curvai-vos ante a cruz! o Christo sobe
Ao seio do Senhor... e a cruz, A4sigimpas
Do capitolio audaz... povos curvai-vos
A redemp9ao do mundo consumou-s !
JOAO DE LEMOS S. CASTELLO B3iANcO.

Em sexta-feira da Paxlao

Foi hoje, oh! sim! foi hoje o trist dia
De opprobio, vilipendio e maldiVAI,
Em que exanime na cruz da redempOo
Estava Christo o Filho de Maria!


Espetac'lo tremendo !... 0 mar bram
Qual esfaimado e rabido leio; I
0 zephyro galerno era tufAo
E em luto o orbe inteiro se envolvial I
Quando a Virgem Mii dos peccador a
Qual candida aqucena ou fresca roso,
Sem achar lenitive o4 suas dores,
Dizia para o Filho lacrimosa:
Te vAs, amado meu?- mudou de oi
9 Leva-me, pois, a mim Sou tuaes 0
Abril de 1884.
OLYMPIO BONALD.


A Palxao
Quando se commemoram a Paix
Morto do Redemktor, diante do symb(
grade do seu immensD martyrio, cu
o chistio, grate c rcspoitoso, e con!
Ihe a sua oracao e o seun culto.
A morte de Jesus 6 a sua divinis.
constitute o culto da consciencia hi
emancipada pelo sen martyrio delilx
E' a glorificagiao da soberania do espi
da idea que triumph da forga; reo
cem n'o at6 os livres pensadores q
confessam quo o christianismo foiu i
vimento espontaneo das -almas em
pela liberdade da econscincia.
0 vasto imperio romano desmoron
eom estrondo, porque o vicio e a co
glo haviam pervertido a razlo e os
mentos de tal sort, que a human
obedecia unicamente aos seus istinto
takes, esquecida de toda nogbo de ye
e de moral e de today a crenga na e
cia de um Set Supremo, autor de to
cousas. N'este estado da oieda&e
apparece no mundo o Salvador, o N
das prophecies, o Christo, represem
doA do 'Deus ina terrail- min-7
Ijminal< roqplendOres, perCorree"


aia


ires!
)sa. ))


ao ea
!lo sa-
rva-se
iagna-

lo e
.mana
mado.
rito e
onhe-
uando
nmo-
luta

iva-se
marlp-
senti-



asae
^aue


Sque morece simultaaea-
|p* ^:s creates rehgfioa'e a
pweador raises. Os
suas bemaveoirnaas, que con-
u ua palavra, endontr, na terra o
l S6esperavam -0 osmes-
quolhe negamn a di e jdlgain-
ae ser Deos pea allrevel49o e
SSua morte e hole to da verdade
xrna. Queremnd.apeal-o io sen jedes-
tal, elevam-no Ai regtao sublime, onde so
ceonfundem sentimento e a id6a, a moral
social e o instinct dos grande mysteries,
constituindo-o symbolo da religilo racional
de todos os tempos,.
A razao humana, livre do erro, median-
te'apregaglo e o martyrio do Jesus, le-
vant ae augusta e grande acima de todas
as 'sobea'as que ttnm disputado o imiperio
do mundoe; umanidade caminha para
o ideal da veirade e dajustiga quo Chsis-
to ensinou, procurando sempre a sua rea-
lisa9go na applicaeao do Evangelho.
Entretanto, o revelador do Evangelho,
destinado a salvar os povos, foi martyr da
sua obra de. regeaeragao. Christo suc-
cumbio no alto dL olgotha; mas o sou
martyrio foi o baptismo de amor e, de jus-
ti9a que a humanidade recebeu, no meio
das sombras, dos mysteries e das grande
d6res d'esse success.
Hoje commemora-se o anniversario do
martyrio que soffreu no Calvario Jesus
Christo, o Homem-Deus, o Redemptor e
Salvador do mundo, o Messias promettido.
E' este o dia mais triste, mais cheio de
recorda9 toda a christandade. A Cruz 6 a arvore
da vida, cujo frueto salva as na9ous da
terra. A f6 prostra-se diante de Christo e
adora-o.
Iniciador do mundo corn urn espirito no-
vo, Christo condensou em si quanto ha
born e elevadq na nossa natureza. Nenhu-
ma revolugio \odera jamais separar-nos
da gaande linha moral e intellectual em
que brilha o seu nome, que sera para a
humanifdade um principio inalteravel de
renascimentos mnoraes, e em cada dia que
passa preside ainda ao destiny do mundo.
0 seu culto e a sua paixio se rejuvenes-
cerlo incessantemente, arrancando lagrimas
serm fim, enternecendo os melhores cora-
9es e proclamando que entire todos os nas-
cidos foa elle major.
A paixao do bemrn foi a alma da prega-
9o de Christo e constitute o element im-
mortal das sociedades humans. A lei da
caridade separou o christianismo do mun-
do antigo e inaugurou nova era; os princi-
pioes de igualdade, fraternidade e unidade,
estereis emquanto' aconselhados pelos phi-
losophos, poraue Ihes faltavao fogo divino
do amor, tiraram da pregacgo do Evange-
iho forga immensa e desconhecida. A vi-
da e o onsinamento de Jesus concorreram
em harmonia divina para levantar as clas-
ses inferiores. Nascido na indigencia, es-
colheu os seus discipulos nas classes me-
nos elevadas da sociedade ; preferio o es-
cravo ao senhor, o pobre ao rico, teve pa-
lavras de commiseragio para os abando-
nados do mundo, e de ameaga para o po-
der e a riqueza. Inverteu a ordem social;
sob a inspira9ao da caridado as classes
abandonadas ergueram-se e participaram
da igualdade spiritual, esperando que lhes
seja gara tida a igualdade civil e political
como consequencia necessaria da primeira.
A lei do amor 6 a lei da unidade, por-
que o amor 6 o que unc. A ultima prece
de Jesus pelos seos discipulos e pela hu-
manidade foi a consummagio do seu ensi-
namento. A unidad, em Deus 6 o ideal
para o qual a humanidade caminha ; para
conduzir os homens a esse termo final 6
que Jesus Christo foi enviado ao mundo.
A universaiidade da doutrina ensinada per
Jesus e a consequencia necessaria da uni-
dade que lhe serve de fundamento e que
per elle foi concobida ha dezengve secu-


los: former corn todos os homes urn po-
vo de irmaos, unitos entire si, unindo-os
em Deus, constitui-os na unidade debaixo
da lei do amor.


A reglgo do sacrlfclo
-Ensarilhemos as armas de combat. E'
o dia da fraternidade human% e de sua hu-
milhag9io diante da idea sublime do infini-
te..: E' o dia em que nossas vaidades, am-
bi9les pueris, orgulhos injustificaveis dif-
feren9as de pensamento, de espirito, de
raga, essas apparencias enganadoras, cam
biantes de nossa fantasia, dissipam-se
diante da grandeza verdadeira do homem-
dens, do espirito sublime que renovou a
face do coragao humane e den novos hori-
zontes A4 ida de justiga.
E' hoje moda renegar a religiao de nos-
sos maiores ou aceital-a apenas come um
system politico. Os imnapugnadores de
Voltaire, os sectaries do homen-cadaver,
sem querer, fazem-se discipulos espiri-
tuaes do patriarch do Forney, e enten-
dem, come elle, que a religion 6 a base da
hierarchia social. Nao 6 essa a crenga que o
neovo seculo adoptarA, e que jA vein alvore-
cendo nos escriptos de Pasteur, de Gladstone
de Castellar, dos grandes iniciadores da
sciencia e do altruismo. A religion nova,
o christianismo do seculo XX, serA a idea-
lisagIo de todo7 os affectos, o consorcio do
finite corn o infinite, a moral independent
do interesse, a renovaeio do Christo hu-
mane sobre a terra. Deixemos passar a
febre da impiedade, igual a que percorreu
o mundo no seculo XVI, quando alvoro-
cim as novas sciencias 0 home en-
tdo tambem so exaltou pela admiraglo de
si proprio e julgou-se superior a Deus ; o
seculo XVII, miij organisador das coaquis-
tas novas, mais calmo, mais adiantado, re-
conheceu que a poeira da terra nao era
para revoltar-se contra a poeira de estrel-
as, que povoam o universe e ao a magni-
fica Agscadaria do Eden celeste.
Deixemos a nosso tempo as fi~quezas
do umr seculo 'de .analyse, de critical, de
destruio. Todas as sciencias trn hoje
o cuuhbo 0 t6Aytico," so imitagaes da chimi-
A enehumia comFrehende as condig5es
da reorganisaigo. Eta hase 6 pit'J-
to transitoia, 6 apenal um degree no ca-
iminhoda .sabedo4 e um di a ioltrM em


tioa, no direi) obliteram-se mel
espiritos, n'a( ules que pe re
o ponto do aio de seu po&|le
energia. Ne ass mesmos a more
so evidencia nos mosmw) acts. '
consequencia da conversio das cr
desinterossadw em urii system re
que visa s6m nte ao lucre politico!
Come Chri to, se voltasse, varreri
novo estas mercadores do recent
Siio '
David Frat cisco Strauss,. o maior
rite da AUllem mha contemporanea,
genitor de toc'os os incredulos latinoE
sua recent (bra da Antiga e nova
confessa franqamente o estado ; que
games de iniaitelligencia da religilo.
Diz elle :
( Guardambs as conquistas do ch
nismo come cnservamros as do hell:
e da latinidade, sem, a f6rmna relik
quo foi como b involucrG em quo so
envolveu o fructo. E' per isso que
tames o que 4o christianismo, esses
ceitos conserraram do mesquinho e
cial.
c Talvez nos perguntem, per que
rams o que p6de estar unido ? No
desenvolvimeoto actual, o christia
nao limitar niais o altruismo neinp
palmente a moraiidade, mas ao contrary
servirA de estimulo, e estimular esses
mentosnao serA um mal nestaepoca de iv
ses materiaes e de egoismo sem freio. Po
nao nos confor'maremos A maxima d
se dove conseivar urn, senm negligence
outros ?
s E', rosponderemos, porque sao
cousas absoluhtamente incompativei
motive porquei sao incompativeis ji
plicamos sufleientemente: nao po(
procurar um gauia davida na f6 qi
nao possuimos em iuma commune
que nao partill~amos mais as theories
aspira9oes. o
E' precise traduzir em vulgar esta
demnaga-o velada. 0 home do i
XIX, ennebriado polo progress re
de algumas sciencias, iulga-se super
id6a sobrenatu'al, transmittida pela
9ao dos secules. A sciencia app
deu-lhe gozosi ignorados pelas gei
passadas, deu-!he poder para utilisar
rigir as forgas da natureza, e eldie ju
omnipotent, rival de Deus, sem vei
no fim das applicagoes de toda essa
cia, no termo ideal do industrialismo
a destruigo 4essa civilisa9a liber
que elle tanto se orgulha!
Ainda sera o novo christianismo,
no seculo XX, come no seculo IU da
sa 6ra, o salvara da invaslo dos I
ros.
A esta senteinga de Strauss, respor
ante mAo, victoriosamente, o espirito
de Pascal, essed prodigio do seculo 3
que vie a verdade, atrav6z da limpid,
mosphera do seu tempo. Diz elle.
( E' ridicule escandalisar-se cornm
xeza de Jesus Christo, come se essay
milhaglo fosse da mesma indole da
deza que elle fez apparecer. Consid
esta grandeza Im sua vida, em sua pf
em sua obscuridade, em sua morti
eleigao dos seu$, em sen abandoned
sua secret ressirrei9go, em tudo e0
hao de vel-o ti;o grande, que nao
motive para esoandalisar-se de uma t
dade que ahi nlo exists. Ha, porn
dividuos que nao podem admirar s
as granuezas carnaes, come se nao
vessel as espiritliaes ; e outros que n2
miram se nao aS espirituaes, come a
houvesse outrai infinitamente supe
em sabedoria. i
Todos os cprpos: o firmameit
estrellas, a terra| e os reins, nao val
menor dos espiritos ; pois este co
isso tudo e a si,| e os corpos nada
trem. Todos os corpos reunidos, e
os espiritos juntos, o todas as sua,


du9ies, nao valem o menor movie,
de caridade, por| que ella 6 de orden
nitamente superior. ,
Parece quoe o grand espirito de I
vie, atrav6z do| tempo e do espaS
oxaltaVgo da vaidade dos sabios, o
vie da justiga, o imperio da for9a e d
zo, e de antemila collocou. em frente
blimidade eternal que 6 a eterna re
radora da moral e da justiga.
Humilhemo-no; diante da record,
deste dia, que foi jo da morte de um j
Que valem os nossos protests, os
sos sarcasmos, al libertinagens dos iu
quando a compklta abnegaglo do'm
bio, de um 9ora9go sublime- os refute
o exemplo ?
Deus 6 grande e misericordioso.
perdoarA A poeir da terra a sua reb
de um moment na long existeici
humanidade.

A Palxo
0 povoe judea edlia a morte de J
Tinha escutadoj as palavras de sah
e de vida, que emi torrents brotavam
seus divines labio,; ,tinha-o visto pe
rer as suas cidadss e os seus campos,
rando os leprosos4 dando vista aos c
saude aos enfermi s ]e vida aos mortos
Tinha admirad4, a excolleacia d.i
doutrina, a subliniidade dos seus exem
a grandeza do soe poder, a santidad(
seas costumes, til ha visto realisadas
a3 prophecias: ,udo lhe diz!a que
Aquelle o Messias promettide o seun I
o sen libertador.
E nao obstante, fcchando os olhos
da sua palavra, surdo A amorosissima
dos seas appellos, indifferent atos
magnificos promettimentos e as suas
rivers amea9as, rebelde ao testemunh
seus grande e multiplicados prddi
aborrece-o, caluimnia-o, persegue-o,
tuanultuariamente a sua mn)rte...
-Cru GA, 'udfVge, eum!
E fal-o padecor depois de crudeliss
e prolongados ton lraontos, o mais affr
so dos. sapplioios.
A terra abala-s nas.suas entranh
sol recusa-se a all miar esse horrivel
dro dam aim neg das ingratides
mais nefando dos rimes -.espessas t]
eobrei a Lace da terra, gem* a nati
inteira a pioo a exama absorta
S- u, a m do mundo se esi


tn 4A frfevao !I


^ ^ CAia o seut $06Ma *Are U&d
lhrh nosos ios I
31,01 Pagina triate, que Ama evide
Sforsde D para p var bo
moralt empenho do home em contrariar
SAt signios de Dous! Liglo eloquent d
!es .da violencia da divina graga e da
ligi pokeasivel resistencia humana!


as, 0
qua-
e do
evas
ireza

.eda-


N'estes sopremos instantes, o rnaa4d
catholico ternm os olhos fits na cidade sa
grada, que presenceou o drama mai an.-
gusto, mais grandiose e mais important
da historic da humanidade.
A igreja catholica reproduz as lamemta-
9os de Jeremias e as lagrimas de David,
n' stes dias do desolacao e lueto, evocaax-so
as recordag9es da Paixao de Jesus Chris-
to, dio-se tregams nas questoes poiticas
assimn come os antigos peregrines descan-
savam A sombra das palmneiras, depois de
long e custosa jornada.
Jerusaleinm 6 para nos o noma santo que
encerra as mais elevadas grandezas do Chris-
tianismo.
Ahi estA compendiado tudo.
Aquella cidade era abalada pelos sordi-
dos furores de uma turba cubigosa; ha-
viam chegado .at6 ella os prodigies que o
Filho do Homem realisava, A media quo
se aproxitnava o tfic da sua missio da ter-
ra, e esperava conheccr o Propheta do
quem tantos milagres se contavam, nao
para glorificar mas sim para o cr.uciicar.
Quando Jesus Christo entrou triumphan-
te na, cidade santa, consagrou-se de um
mode admiravel a dar as ultimas initruc-
95es aos seus discipulos. Nao ha cousa
mais grandiosa, expressAo mais sublime,
sentimento mais solemne, que o emprega-
do polo salvador nos mementos em que
pronuncia o sen ulti.no liscurso na grim-
pa do monte das Oliveiras.
Alli annuncia todas as evoluIi9es da his-
toria e todos os acontecimentos do future.
A ruina do tomplo, d'aquelle temple que
fielmente guardara os preceitos da lei
de Moyses -a invasaio de Vaspasian) e
Tito. -e cerco hoTivel, quti depois A-
descreveu Joseph coin as mais tetricas
cores, -os desastres da humanihde, -a
dispersao do povoe deicida, condemnado a
nao constituir corpo de naao durante o
correr dos tempos, e os siguaes quo la-
viam de preceder o tim do mundo...
Depois destes magnificos episodios.' que
sao come que o prologo admiravel das see-
nas da Paixio, chega o memento amuo
o Senhor reune os seus discipulos par||e-
lebrar a ceia Paschaol.
A arte, apesar dassuasportento&as erea-
95es, nao pude ainda representar corn ver-
dadeirocalorido aquelleiquadro. Ahumjrda-
dedo Justo, lavandoose s osp seaos apisto-
los, -at6 aquelle que mais tarde o havia
de entregar; a serena mansidio do sea
divine semblante sombreado polo sol da
Palestina; o seu pensamento erguido at
As contemplag9es do proximo sacrificio, -o
seu olhar cheio de uma tristeza inlinita, as
suas palavras cheias daffecto, annuncd=an--
do a hera minelancolica do apartamento.,-a
incerteza d'aquelles discipulos, que fazem
protests de amor A medida que ouvem as
verdades supremas que os seus labios pro-
nunciam, -e depois aquelle cordeiro, sym-
bole da sua pessoa, aquella luz, que eotra
A hera do crepusculo pelas janellas do- ce-
naculo, aquelle meio tom, em que parecia
luctar a luz corn as trovas -tudo tern tal
eneanto, tal forga, tal prestigio, qu4, longer
de so haver extinguido no decurso de de-
zenove seculos, vive no coraco da huma-
nidade corn maior vigor, A medida quo os
tempos avaumam e s0 extinguem os errors
e os preconceitos vulgares.
N6s imaginamos aquella noite de um
modo vago e imperfeito.
Jerusalem, corn os seas edificios socu-
lares, o c~u allumiado per uia lua pallida,
que mal prateia as oliveiras sussurantes
das proximas collinas, as hostes romanas
come que preparadas para center um pro-
ximo tumulto, -a cidade desert, como a
descreve o cantor das dolorosas lamienta-
95es, -um presentimento que cada vez se
torna mais sensivel entire o povo que se
encerra nec seus lares, -a traico de Ju-


das effectuando-se na sominbra, os princi-
pes e os phariseus esperando a hera da in-
famia, o Justo no horto das Oliveiras re-
cebendo do Padre Eterno o mandate do
sacrificar-se per todos, as aves noctrunaW
silvando entire os ramos das arvores, -as
angustias immensas d'aquelle coragaocheio
de amor e de caridade,--o anjo que des-
ce das nuvens para apresentar o calix da
amargura, e todas aquellas scenas que se
succedem A prison de Jesus, que recebe o
escarneo da plebe, as bofetadas doe solda-
dados, a flagella9ao dos insensatos e a seaC
tenga injusta das autoridades supremas,
tudo isto nos acode A memorial para com-
prehendermos aquellas horas de trevas em
que Barrabraz triumph da victim inno.-
cente.
N-o seguirei passe a p.wso os actors da.,
Paixao.
0 que nao calte em tudo quanto se tern
pensado e escripto acerca e'aquelle acou-
tecimento, verdadeiramente sublime, hXo
p6de caber nos acanhados limits d'esti
vulg-ridad-1s.
Jesus percorr e desde o Cenaculo ate ao
Calvario uma series de tormentos aque Wto
poderia resistir a natureza humana, soa W
fosse amparada pelo divine espirito.
Jerusal6m, confoine tinham annwia.
do todos os prophetas do Antigo Tesatumen-
to, e ao completar-se exactaMmee a we-
tenta semanas de Daniel, presenceou o
supplicio de Jesus.
E noAhe basta para cair da sa olpa
cagueira a convulsiao da naturema, --aibs
serve de aviso que o sol apague a loft1
que a terra agitada e. commovida Iaml.-
9a sob as convulses do mus horror ti
remote, nao 6 para ella uaekqaqe
demonstrago que o Mu do TemU I,(N u-
le v6u que decide tempos imn ada O
tava as Taboas da Lei,ae p a*
de cima abaixo.
Jesus-Christo, cuapri a a
divina, momrn pela hauft iia, '
hWfiaanidade, empixaaiwus 4imTS
culos, apear daa torn 6
toria coninmaau. l.ct pM
*im uronaisudai no i*Osl
agam t elw o;.^:


:}*$?'.'*
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!-- Diario de Pernambuco ( Newspaper ) --
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mods:abstract displayLabel Abstract The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
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UFLAC
mods:note funding Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
dates or sequential designation Began with Number 1, November 7, 1825.
numbering peculiarities Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
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mods:dateIssued Thursday, April 10, 1884
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