Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14836


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Full Text




WOW, W I l'. :V -

rA ;^^iHtel'- : ,- '?:l


. '-- "


45 0 .


Cada numero avuso, do memo dia.


S a -.- 24

. o. 120


Por scis meses adiantado.
Por nove ditos ia. ....
Por urn anno idem..:. .
Cad& sumero avulso, do dias anteriores.


2 OO
. 276000


Jropriebab be ,i>laueL iaw jue ia e laria & ,filjo


AVISO
Para maior eomnmodldade pnm-
heca, resolvemos expor A veuda
eDlarlo de Pernambuco, nos
segulntes poatos, onde pode ser
proeurado dlarlamente:
BEstaiio da ferro-vla do Li-
moelroi'-o Largeo do Brum.
Tabaearia do fr. Bourgard, A
S rua larquez de Olinda u. 16.
Klosque sltuado entire A esta-
iio da *-via do Caxang e o
arce dfTMto Antonio, mno caes
*I de nmvembro.
Estaaio da ferro-via de Olin-
da, na rum da Aurora.
Tabaearia do Mr. Bourgard, A
rna da Imperatriz n. 54.
Estaieo da ferro-vladoeS. Fran-
cisco, nas Cinco Pontas.


TELEGRAIIIAS


31171;0 DI a&l:!q styli

(Especial parn o Diario)

LONDRES, 9 de janeiro.

0 governe egypeio etn cIresolvldo
4 abaudoasr o Sudan.

MADRID, 9 de janeiro.

A impossbilldade em que me acha
*o minllterio de former aa Camara
dos Deputadoms a malorla que o
op61e. ean ever ma eventualtidade de
rma. diftsouea des& Ca-marS.

Agencia Havm, filial em Pernambuco,
10 de janeiro de 1884.



nIISTRUCCIO IPOPULA



(Tranmcripqo)


FONTES DE CALOR


0 calor 6, segundo j sabemos, o resultamo de
urn movimwnto vibratorio extremamente rapid que
anima as moleculas dos corps. As caueas que
dgo origem a ease movimento, denominam-se ac-
jea mrechanicae, agente8 physics, e ace s chiju-1
Aeoes mechanicas.-Em geral as ac5es me-
chanicas desenvolvem sempre calor; os meios em-
pregados podem ser a fricoao, a pressao e a per-
cussao.
Se friccionarmos dous corps um polo outre, de-
senvolve-se ealor; friecionando-se dous bocados de
gelo, este chega a fundir-so; o antigo system de
obter lume por meio de foail e pederneira, e ainda
resultado da frieco; o grande calor que se desen-
volve nos eixos das carrunagens e em algumas pe-
as das machines, tern ainda a mesma origem.
Pela compressao tambem se desenvolve o calor.
Os gazes que sao os corps mais compressiveis, e
por consequencia aquelles que se podem reduzir a
menores volumes, sao os que desenvolvem mais ca-
lor.
No apparelho denominadofuzil d'ar, se v6 este
effeito: costa de um tubo de vidro, de paredes
fortes, dentro do qual funeciona um embolo, que
tern na base urma pequena excavagAo corn um bo-
cado de isca; comprimindo-se corn grande for"a @
ar que o apparelho tern dentro, elle aqueee a ponto
de incendiar o oleo (corn que se humedeceram os
bordos do embolo) e a isca.
A percussio tambem da origem ao desenvolvi-
mento de calor; e o que se observa quando bate-
mos corn um martello sobre urma barra de ferro,
c'iumbo, etc. A deformaoo molecular de um cor-
po desenvolve igualmente calor.

PTOFFI(Continua).IL

~PARTE OFFICIL


Governor da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIAP DO DIA


9 DE


JANEIRO
Albino Oliveira & C.-Passe portaria na f6rma
requerida.
,, Amorim Irmaos & C. Passe portaria dando
p 'ovimento ao present recurso.
Tenente Ernesto Celestino de Mendonga. Ao
:. commandant superior da guard national das
comarcas de Ouricury e Boa-Vista, pnara mandar
pa.qar a guia de que tracta o art. 46 do decreto n.
1 130 de 12 de margo de 1853.
Fielden Brothers.-Deferido corn officio de hoje
ao Thesouro Provincial.
Felippe Nery Gongalves Ferreira Costa. In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Jovino Ildefonso Elverio da Costa.- Remettido
ao Sr. director do Arsenal de Guerra para tomar
na consideralqoque mrereeer.
Jobo Ferreira Vilella de Arau jo.-Cmo requer.
Conego Jobo Jos96 da Costa Ribeiro. Antoriso
o execuneo das obras; devendo no tempo proprio
ser prestadas as respectivas contas, para o levan-
tamento do beneficio de que trata.
Capitlo Jos6 Felix de Britto Macedo.-Informe
.0 Sr. commandant superior da guard national
das comarcas de Olinda e Iguarasu.
4 Miguel Beuma de Vasconcelos.-Remettido ao
Sr. omma I-m% doI Corpo de Policia para conce-
der baiza do Mvo de conformidade corn a infor-
maio em officio de hontemr datado n. 27.
Manoel Jeaquin Alves da Costa. Sim, pages
Sw direitoo fisci e foros en divide.
SManoel Franeib Fragoo.-Informe o Sr. conm-
mandante superior da guard national da comarea
do Recife.
Manoel Jorge do Nascimento. Compaze9a o
mipplicante & e q ne sta data autru o corn
Saccrescimeo oi do pelo suppicante.
Bachard Vicente Pereira Rego. -Sim, pro-
visoriamente e sem veneimentos.
aSecretaria da Presidencia, em 10 do janeiro de
1 2884.
Sporiro,

} N. 52-S o 2.a-8eetiria dear .Polieiad i
Xahn~eo 'Si.a deemb de o .IN-


-JL
BK' ^^ft~s ^ ''^a~sfs^111^'^^11"r

H E''^**^^ rtilM &lll


informagao que em data de 13 do andante pres-
tou-me o delegado do term da Escada, mas tam-
bem a que prestou o promoter public em data de
hotje.
h eus guard a V. Ex. aim. e Exm. Sr. des-
embargador Jos6 Manoel de Freitas, mui digno
president da provincia.--O chefe de policia Ray-
minndo Theodorico de Castro e Silva.

Delegacia de policia do term da Escada, 13 de
dezembro de 1883. hIm. e Exm. Sr. Em res-
posta do officio de V. S. datado de 6 do corrente
mez, tenho a dizer que os factor articulados pelo
journal Tempo, e constants da peticao de Firmino
Maximo dos Santos a V. S., da qual recebi copia
inclusa no mesmo officio sao falsas, corn ascisten-
cia da promotoria public desta comarca, fiz hoje
inquerigao a trees testemunhas do lugar onde se diz
ter sido perpetrados os crimes e de seus depoi-
mentos consta o teguinte : que Francisco deJesus
foi proseso por ter roubado umn eavallo no engenho
Bondade e que da prisIo evadio-se e se acha no
engenho These da comarca do Bonito de onde se
mandou por umn cunhado da testemdnha Antonio
Joaquimdos Santos, em cuja casa a moca raptada
pelo dito Francisco de Jesus se acha,um recado a
mesa raptada no dia 5 do corrente mez.
Uma das testemunhas apreseutadas pelo quei-
xoso Firmino Maximo dos Santos, foi tambem in-
querida e declarou que apenas sabia que Fran-
cisco de Jesus havia sido preso por ter furtado
um eavallo no engenho Bondade e que da cadeis
se havia evadido, nao sabendo e nem ouvindo fal-
lar nos mais factors declarados na petiao do quei-
xoso. Mandei autoar ditas requesiues e remetter
ao Dr. juiz municipal. Supponho assim respoe-
der satisfactoriamente ao officio de V. S. a quem
Deus guard por muitos annos.-hIllm. Sr.Dr. Ray-
mundo Theodorico de Castro e Silva, dignissimo
chefe de policia de Pernambuco.-0- delegado Sa-
inmel Pontual.
Secretaria da policia de Pernambuco 17 de de-
zambro de 1883.---Conforme.--0 aeceretario, Eduar-
do de Barros Faledo de Lacerda.

Promotoria public da Eseada, 17 de dezembro
de 1883.-Illm. Sr. Em resposta ao officio de V.
S., de 6 do corrente mez, no qual remettia-me a
peticao de queixa de Firmino Maximo dos Sautos,
relativamente A priaso e desapparecimento de
Francisco de Jesus, morador em S. Jos6 da Boa-
Esperanga, desta comarca, tenho a dizer -% V. S.
que das avenrigaoes procedidas, conata que ef-
feetivamento foray preso Francisco de Jesus pelo
subdelegado de S. Joa6 da Boa Esperanga, no dia
23 do mez proximo passado, e recelhido a prison
por haver furtado um carnallo do engenho Bonda-
de, onde trabalhava. E na noute de 24 para ama-
nhecer de 25 do mencionado mez, conseguira eva-
dir-se da prison pr ter adormecido a sentineala
que guardava a casm queo serve de priao, a qual-
nenhuma seguran"a offerece. Consta mais que
o referido Franeisco de Jeans eat. presentemente
empregado de caixeiro no engenho These da co-
marca do Bonito e nesta data officio ao delegado
daquelle termo neste sentido. Do exposto v 6 V.
S. que o facto constant da petico de queixa 6
inteiramente inveridico e destituido de criteria.
Aproveito a opportunidade par apresentar a V.
S. os maeus protoestos de estima e consideraao.
Deus guarde-a V. S.-Illm. Sr. Dr. Raymundo
Theodorico doe Castro e Silva, mui digno chefe de
policia de Pernambuco. 0 promoter public,
Francisco C. Gongalves da Rocha
Secretaria de Policia de Pernambuco, 18 de de-
zembro de 1888.-Conforme.--O aecretarie, Eduar-
D a ^ we TalWe& de Lacerda.

N. 1496.-1a Seego.-Secretaria da Policia de
Pernambuco, 27 de dezembro de 1883. Illm. e
Exm. Sr. Em additamento ao men officio de 17
do corrente, em resposta so de V. Exc. de 6, que
allude A- publicagio feita no Tempo, sob a epigra-
phe-Um facto gravissime,== transmitto por copia
a V. Exc. a informanao que em data de 16 do an-
dante prestou-me o subdelegado do district de
S. Jos6 da Boa Esperanca, do term da Escada.
Deus guard a V. Exc. --Il-m. e Exm. Sr. des-
embargador Jos6 Manoel de Freitas, mui digno
president da provinecin. --- 0 cAfe de policia,
Raymundo Theodorico de Castro Silva.


Subdelegaeia de policia do district de S. Jos6
da Boa Esperanca, em 16 de dezembro de 1883. -
IlUm. Sr. Pedindo-me informaoes sobre a prison
e desapparecimento do individuo de nome Fran-
cisco dc Jesus chegou-me As maos umn officio de
V. S. datado de 6 do corrente, e junto a elle a c6-
pia da peticao apresentada a V. S. per Firmino
Maximo dos Santos, irmao de Jesus.
Passo pois a dar a V. S. as informacoes exigidas.
No dia 22 de novembro, queixou-se-me Manoel
Luiz de Franca Caldas, senhor do Engenho Bon-
dade que Ihe haviam furtado um cavallo, que attri-
buia o furto a Francisco de Jesus, machinist do
mesmo engenho e podio-me que se porventura to-
casse Jesus nesse peovoado, prendesse-o, para corn-
migo, preceder na f6rma da lei.
Ao sargento commandant dc destacamento aqui
existente, fiz sciente do que havia e pedi-lhe teda
actividade possivel para a apprehensAo do referido
individuo.
Dias depois, diante das ordens que havia expe-
dido, chega-me Jesus a minha presence, conduzido
per uma praga do destacamento e confessando que
havia corn effeito roubado um cavallo no Engenho
Bondade e vendid-o, no Engenho Cavaco, na co-
marca de Santo Amaro, ao individuo de nome Mar-
tins de tal, A' heora adiantada em que me foi
apresentado Francisco de Jesus, obrigou-me a nao
fazer o interrogatorio exigido pela lei aguardando
para o dia seguinte, o fiz recolher & casa que aqui
serve de prison.
Era dia de feira e como o pequeno numero de
praas aqui destacadas achavam-se de rounds, obri-
gou-me mandar guardal-o sobre a vigilancia de
trees paisanos.
Infelismente os paisanos adormeceram pela ma-
drugada e Francisco de Jesus aproveitando-se
deste ensejo, foge da prison deixando os guards
dormindo. No dia seguinte ao da fuga de Jesus,
fiz tdass e.deligencias possivel para conseguir a
sua capturma e todos os esforos foram baldados.'
Hoje por&6m sei que total Jesus acha-so no Enagenho
These da comarca do Bonito. Julgo ter isim
satisfeito ao podido de V. S. Os Srs. Dnr. dele-
gado do termo e promoter pnblico da comarca,
que em virtude de ordem de V. S. teem procedido
a mais rigorosa sindicaneia sobre o facto, melhor
esclarecerAo a V. S.
Deus guard a a V. S. Illm. Sr. Dr. Raymundo
Theodorico cid Castro a Silva, mui digno chefe de
policia. 0 subdelegade em exercicio, Meaewd Al-
ve do Nacine.to.
Sereotaria de Policia de Pernambuco, 27 de de-
zembro de 1888. Conforme.-0 secretario, Eduar-
do de Baurros Falcao de Lacerda.
N. 4.-2.n seeio da Secretaria de Policia de
Perambueo, em 8 de Janeiro de 1884.-Dim. Exa.
Sr.-A' 19 de dsemsbro do mw finado, mandel
onvir so ddegpc do termo de Olinda, aeerca de
uma noticia, quo publicou'o Diaio de PeranwU-
co, d'aquellm mesa data, debaixo da epigraphe-
suicidio.
Tendoa menuisns& o in id*We prwmtado infor-
MIat s em oficido d 27-dof ri U"z de aosmdo
It u UUiitto Pr p" A Y. Exe., pam qw



!* ( *,, -"


Delegacia de Policia da comarca de Olinda, 27
Ie dezembro de 1883.-Illm. Sr. Em resposta so
officio de V. S., datado de 19 de corrente, sob
L. 6,817, 'cumpre-me dizer que 6 falsa a noticia
escripta no Diario de Pernambaw, da mesma data
de 19, corn relaco ao cadaver de Jos6 Bento Mo-
reira de Aleneastro. Os peritos, que examinaram
Cadaver, foram os Srs. tenente cirurgiio Jogo
Baptists da Silva Manguinho e o pharmaceutico
Jolo Soares Raposo, ambos profissionaes e nao
dous leigos, com o diz o memo Diario, e ao estes
os peritos que chamando-se para qualquer vistoria
ou mesmo exame cadaverico, pela policia, nio exi-
nem-se fazel-o e corn promptidio, sem que at6 hoje
receba ou exija a menor paga; visto que o medico
la Camara Municipal tern preatado-se a veatoriar
aos offendidos por ferimento; por6m isto em casa
Ide sua residencia, e na hora do seu expediente, das
A s 7 horas da manhl, ou na sua volta da capital,
Mpara onde vai todos os dias receitar os seus doen-
tea. E por esta razio, esta delegacia, nao podendo
de prompto chamar o mesmo medico, por no Ma-
ber si esta em suas attribuigies o poder fazel-o,
'omo jA n'este assumpto, pedi provideneia a V. S.,
a quem Dens guard 1Um. Sr. Dr. ,aymundo
Theodorico de Castro Silva, muni digno chefe de
policia da provincia.-Josi Nunes de Oliveira, de-
legado do term.
Socretaria de Policia de Pernambuco, 3 de ja-
niciro de 1884. Conformne.-0- secretario, Eduardo
de Burros Falcko de Lacerda.
Copia.-N. 18.-Secio 2.V-Secretaria da pe-
licia de Pernambuco, 5 de janeiro de 1884.-Lim.
e Exm. Sr.--Tendo mandado ouvir ao delegado do
termo de Gamelleira sobre o que referem as noti-
cias publicadas no Diario de Pernambuco de 25 e
27 de dezembro find, relatives Aquelle term,
transmitto per copia a V. Exc. para que tenha co-
nhecimento a informaigo que prestou-me aquelle
delegado, em data de 1 do corrente.
Deuns guard a V. Exe. Ilim. e Exm. Sr. des-
embargador Jos6 Manoel de Freitas, mui digno
president da provineia.--0 ehefe de policia, Ray-
mundo Theodorico de Castro e Silva.
Copia. Delegacia de policia do term de Ga-
melleira, 10 4 janeiro de 1884.-hIm. Sr.-Levo
ao conhecimen de V informaiea ue pude
colher corn relagco ai artigos dos daro de 25
e 27 do poximo mez passado, as quaes-me form
fornecida polo subdelegado do 1 diutricto que es-
tava em exercicio da delegacia, quando se deram os
factor criminoso alludidos nos referidos Diaries.
Deus guard a V. S, Ilm. Sr. Dr. Rsymunio
Theodorico de Castro e Silva, digno chefe de po-
licia de Pernambuco. -0 delegado Pompon de
OarvaMo Soares Brandao.
Seeretaria da policia 4 Permnambueo, 4 de ja-
neiro de 1884.-
Conforme 0 secretario, Eduardo de Barrm
1Facdo de Lacerda.
Copia.--Subdetegacia de policia do 1l district
do termo de Gameileira, em 81 de dezembro de
1883.- film. Sr. -Em respoata so officio de V. S.
datado de 31 de desembro do corrente, o qual soe
referee aos Diaries de 24 e 25, tenhio a dizer o se-
guinte :
0 facto criminoso praticado no engenho Duas
Barraa, consta da parte official do inspector, a
qual remetto a V. 8. que verA a maneira como eUe
me doneu e ao com o di o referido Diario.
Constando-me que Osdolano Jos6 de Lima, o
ferido aechava' no engeho Sitio do Meio, offi-
ciei ao j 2 dustrieto de Agua-Preta,
a que -u engenho, e elle respoadeun
ULM~r Btala l<% oditricto de- Ow
jurisdicio : en rotanto, o r Ie Cotelan ei
completamente saio do engeaho Duas Barras, d on-
de retirou a familiar, o que me affirmou o Sr. Ante-
lio Velloso da Silveirai; devo accrescentar que
vindo este facto ao meu conhecimento fui ao refe-
rido engenho, prendi o in4dividno de nome Jos06
Bonito, em diligencia, mas nio havendo facto que
ittestasse suna cumplicidade, puz em liberdade, e
nio como diz o informant do Diario, por influen-
cia de potentado.
0 povoado de Ribeirlo pertence a outro distric-
bo, razilo porque nada posso informar sobre elle.
Quanto ao assassinate praticado no engenho
Anhumas, per Antonio Arueira, no infeliz Joa-
quim de Sant'Anna e Silva, jA levei ao conheci-
monte do Sr. Dr. chefe de policia, procedi ao cor-
p. de delicto no cadaver que foi conduzido a esta
villa e conclui o inquerito pelicial, o qual mandei
aue fosse remettido ao Dr. promoter public, na
orma da lei.
Outrosim, acompanha este a copia do officio do
subdelegado do 2 district de Agua-Preta que
neeessariamente vale ao menos para attestar o
interesse que tome per aquelles que ado victims
da perversidade.
Deus guarded a V. S.-Illm. Sr. Pompeu de Car-
valho Soares Brandbo, digniss'imo delegado de p-
lieia do term de Gamelleirn. 0 subdelegado,
Francisco Coelho de Moraes.
Secretaria da policia de Pernambuco, 4 de ja-
neiro de 1881.
Confonre 0 secretario, Eduardo de Barroa
Falcao de Lacerda.
Coia. him. Sr. Tenho a honra de levar ao


conhecimento de V. S., o seguinte:
Hoje, ao meio dia, apresentou-se aqui no enge-
nho Duas Barras, Coriolano Jos6 de Lima, armnna-
do de pistol e faca em procura de Joae Maria dos
Santos, para matal-o e nao o encontrando, aqui
demorou-se em continuados insults, em vista do
que prendi-o A ordem de V. S. e intimando-lhe en-
trega das armas, resistio abrindo ae6ria luta e alo
se lamentou morte, per ter mentido fogo dita pis-
tola, de cuja luta sahio elle ferido levemente, e
evadindo-se pelo poderoso motive de eu naio dispor
de recurso pessoal, ate essa hbora noticia nenhuma
tenho obtido do mesmo, empre consegui tomar-
Uhe a pistola, cuja remetto a V. S.
Deus guard a V. S.-Ilm. Sr. Francisco Coe-
lho de Moraes, subdelegado do 10 dustricto de Ga-
melleira.-Joaquim de Cavaante, inspector.
Secretaria de policia de Pernambuco, 4de ja-
neiro de 1884
Conforme 0 ecretario, Eduardo de Barros
Fakco de Lacerda.
Copia.-Subdelegacia do 2 distrieto de Agna-
Preta, 26 de dezembro de 1883. Ilm. Sr.- Em
resposta ao officio do V. S. datado de 20 do cor-
rente, segundo as minhas pesquiam, alo eneontrei
o dito fro d de nome Coolano Jos64 de Lina, em
neste engenho e nem tio pouco ath hoje pude des-
cobrir neste district de minhajurid*ice .
Dau guarde a Y. S.-Dim. Sr. Franciseco Coe-
lbo de oraes, subddegado do 19 dusticto do ter-
mo de Gamelleira. Tiraeeo Duasrte de Au-.
quer. MarahAo, subdelegade em exerciclo do
districto de GravatL
Secretaria de policia de Pernambuco, 4 de ja,
neir de 1884.
Confonne 0 moretarie., Eduardo de Barrw
Pablo do Lraerda.


[ ecoo 2.'s. .4@@trA d&Po
licia de Pernambuco, 9.de janefrdm 1$84
im. EIllm m. S e E r. Ptiipo 'V. t
qu fora fom reo.Ihid Lioad 60. I4
I1*8to -a on eglixim- kaclydmw",'
A'odkb Aw .46-mdfca Joto wtjaido e
Sein l'Altti 1 wmeno ^al" i too Ital an WT Now T|
*a~iiad 8 ON w wtre Como 6riiaoloa '


A ordem do Dr. juiz substitute do 4 district
criminal Jobo Francisco dos Santos, por star
send procesado come incurso nas penas do art.
201 do codigo criminal.
A' ordem do subdeleg.ado de Santo Antonio,
Antonio Joaquim Lopes de Carvalho Junior, por
us de d armas defezas ; Maria da Annunciaebo da
Heora de Olireira e Silva, Manoel Valeriano de
Oliveira, Fortunate de Souza, Leoncio Jos6 Duar-
te e Belarmino Ramos da Cruz, per disturbios.
No dia 2 do corrente no term de Born Conse-
lho um individuo de nome Francisco da Luz as-
sassinou comn uma punhalada a Antonio Pap6,
evadinde-se em seguida.
0 subdelegado respective procedia contra o de-
linquente nos terms do inquerito policial.
Communicou-mec o delegalo do term do Boni-
to, que no dia 29 de mez findo um'i mulher de
nome Anma de tal, moradora no lugar denomina-
do Cortes, ferira gravemente cerem urma punhalada
ao individuo de nome Manoel Theom6.
Contra a delinquent que evadio-se procedia-se
nos terms da lei.
No povoado denominado Jatobi, pertenceate ao
termo de Tacaratki, fora erida e espancada no
dia 13 do mez passado uma mulher ali moradora
de nome Argentina Maria do Espirito Santoe.
No inquerito a que se procedeu figuraram como
autores de tal crime os individuos conhecidos pelos
nomnes de Jos6 Dede, Antonio Ded6, Joao Fran-
cisco, Jos6 Florencio, Joas Cabocloo e outros, to-
dos empregados na linha ferrea de Paulo Affonso,
na provincia das Alagoas.
Os delinquentes evadiram-se e a respeito do cri-
me procedeu-se nos terms do inquerito policial.

Sec9lo 2.0-N. 34. Secretaria da poli-
cia de Pernambuco, 10 de janeiro de 1884.
-IlUm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos A Casa de Do-
tencgo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ma-
noel Pereira de Barros, Antonio Correia de Souza,
e Fortunate, escravo de Francisco de Paula Ma-
fra, por disturbios.
A ordem do d. 10 district da Boa-Vista, Ursu-
line Pereira da Silva, per disturbios.
Hoje s 2 horas da madrugada, ao passar pelo
lugar denominado Chera-Menino a mulher de no-
me Juatima Maria da aConceigo, foi atacada por
Luiz Maasl do Naacimento Filho, que a tod9 tran-
se preteA4a foral-a aa fine libiduosos.
Pppn.Ain a occasaio por elle os cidadaos Luiz
Maria de*veira e Herculano Maria de Oliveira
e ouvind gritoa de soccorro dados pela mulher,
intervierfm a favor desta, conseguindo afmal pren-
der a Nasxiento, que empunlando uma faca de
ponta oppos algma reoaltenacia.
Conduuido no mespo iastante a presenua do
subdelegado do 10 dUtneto da Boa-Vista, fez eta
autoridade lavrar term do flarancia e em segu-
da mandou-. reeolher Casm de Detena.
Communicout-me o deao do termo do eBom,
Conselho, qu no dia Io do ormnte capturara os
eriminoame Joo Berianguer da Silva e Antonio da
Costa, o pruimeiro dos quae estA pronunciado por
crime de morte e o ontro pelo de furto de cavallo
Deus guarded aV. Exc.-Illm e Exm.
Sr. deaembaigador Jeos Manoel de Frei-
tas, m digno president da provinmcia.
0 chef ide policia, Raynmundo Teodorico
de C j.e Silva.

,esur- -Provlnlcal
_11 V J49 JAXNsAaI
J. J. Alves de Albuquerque.-Informe 6- Sr.
centador.
Francisco Correia Lima Sobrinho.-Hnja vista
o Sr. Dr. proeurador fiscal.
Sabino Olegario de Paula Baptista. -Registre-
se o fagam-se as devidas notas.
Jovino Francisco de Mello Tavares e Manoel
Joaquim Correia de Aranujo. Registre-se e fa-
9am-se os devidos assentamentos.
Joe Francisco de Miranda Doria.-Pague-se.
Fielden Brothers.-Informe o Sr. contador.
Bernardino de 'Oliveira Coragem.-Informe o
Sr. contador.
Joaquim Leocadio Viegas.-Pague-se.
Maria Isabel de Mello Moura e Manoel Francis-
co de Moura.-Ao Sr. contador pari peder fazer as
devidas notas*das portarias de licenca.
Regedor do Gyrnasio.-Informe o Sr. contador.
Dr. procurador dos feitos.-Informe o Sr. con-
tador.
Irmandade de Santa Anna da Madre de Dens.
-Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Contas da procuradoria dos feitos.-Ao Sr. con-
tador para mandar examiner, dando informacao.
10
J. J. Alves de Albuquerque. -Haja vis-
ta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Barge de Petrolina. Deferido, send
eliminado o debito de quo se tracta per
provar-se nao ter o supplicant occupado
o predio n. 18 a rua do Torres nos annos
de 1879 a 1881. *
Irmandade de Sant'Anna da Madre de


Deus. -Deferido, dando-se baixo na fian-
oa e sendo entregues as apolices em de-
posito.
J. J. Alves de Albuquerque.-Deferido,
dando-se baixa na fianga e entregue a res-
pectiva importancia em deposit.
Manoel Vioente da Cunha.-Haja vista
o Sr. Dr. procurador fiscal.
Officio do bibliothecario da Bibliotheca
provincial. -Informe o Sr. contador.
Antonio Jos6 Duarte Coimbra. -Informe


o Sr. contador.
Collector de S. Bento.--Haja
Sr. Dr. procurador fiscal.
Francisco Ignacio d'Oliveira.
Dr. administrator do Consulado
tender.


vista o

Ao Sr.
para at-


Jo3o Christiani.-Informe o Sr. Dr.
adminitrador do Conmulado.
Francisco Auguato Paes Barreto. In-
forme o Sr. contador.
Aprigio Joe da Silva.--Ao Sr. conta-
dor para mandar juntar copia das infor-
maoe.
Contas do thesoureiro da repartiglo das
Obras Publicas. Ao Sr. contador para
mandar examiner
NarcisoJoe Monteiro; -VolteaoSr. con-
ti-2--er.


taFielden or.rothrs.-Informe o
Fielden Brothors.- Informe o


Sr. con-


tvnor.
Oificio do %engeniiro chefe da repirti-
91o das Oba PAca. Informed o Sr.


Passes & C.-A' 1I secedo para os devidos fins.
Jos6 Martins do Amaral.-A' Ia secVao para
proceder na form da lei.
Companhia de Boberibe, Francisco Joaquim
Correia Esteves, Papoula Irmlos & C. e Alfredo
Soares de Azevedo.-Ilntfrmne a 18 scc4o.
E. Dulinam.-A' 1' seceao para pruceder na
formal da lei.
Jose da Assnmpao Olivcira.-Deferido de ac-
cordo corn as informnac's do Sr. laneador Pinho
Borges.
Maneel Ferreira da Cruz & C.-Deferido vistas
as informaqZes.
Frederico Maia.-Sim, vistas as infornmaces.
Manoel Ferreira da Cruz & C.-Sim, vistas as
informaes.
Manoel Ferreira da Cruz.-Sim, vistas as in-
formacues.
Isabel Maria Theresa do Nascimentb.-Sim vis-
tas as informacoes.
Cramer Frey & C.-Deferido em vista das in-
formaqoes.
Antonio Guedes da Trindade.-Volte a 1 sec-
cao para informar.
Joao Jose dos Santos.-Deferido em vista das
informagbes.
Francisco Ferreira Tavares.-Sim, vistas as in-
formagces.
Escolastica Maria B. Gomes.-Deferido vistas
as informages.
Manocla Maria da ConceicAo.-Sim, em vista
das informaues.
Maria Joanna de Sant'Anna.-Defcrido em vis-
ta das informaqces.
Raymunda Joaquina Maria da Conceiqiao.-Vol-
te a P sec~io para informar.
Francisco de Carvalho Paes de Andrade.-A'
le seceio para attender.
Baltar Oliveira & C. Cumpra-se.
Hormenegildo Mariano Ferreira da Silva.-Jun-
te conheeimento de quitacio dos impostos em que
foi collectado, relatives ao 10 semestre, afim. de
poder ser attendido na forma das instruccoes de
27 de julho de 1883.

Camara *inlejpal
DESPACHOS DO DIA 8 DE JANEIRO
Pelo Sr Dr. Josi Ozorio, vereador
commissario de policia.
Antonio Cavalcante de Albuquerque Lins, pe-
dindo que sejam feitos os devidos lanoamentos no
sentido de. ter comprado a Joaquim Josa de Al-
meida, a sua taverns asita so lugar PNo Ferro, fre-
guezia de S. Lourengo da Matta. Sim, pagando o
imposto a que se refere a Contadoria.
Antonio Soares Raposo, pedindo que sejam fei-
tm os derides langamentos no sentido de ter com-
prado a Eustorgio Jos6 de Albuquerque o soeu ta-
Ua de came. verdes, sito a rua do Rosario da Boa-
Vista n. 41..- Sim, pagando os impostos e multa que
estA a ever, .
Antonio Ignaieo Heitor, pedindo lieenga para
procedor excavagio, afim de canalisar agua para a
padarisa n. 208 A, sita a rua Imperial.
Franklin Velioso Uch6a, pedindo licenca parm
abrir um deposit de seeeas na loja do predio n. 23
a rua ImperiaL-Sim.e
Manoel Duarte de Azevedo, pedindo que sejam
feitas, an devidas avorbaoes no sentido de ter
comprado a Man >el Ferreira dos Santos, a sua ta-
veas, sita mo largo da Deten*ao n. 7. Sim.
Manoel Theotonio Moreira de Souza, pedindo
licenca para tranferir o seu talho de earnes verdes
do pateo da feira de S. Lourenco, pars o largo da
mtRiz d'seasa freguezia. Sim, pagando o imposto
que est, ever.
' -j _.i ^,i^ i.1 e. s r.x. 6t
Oxorio e nao pel17'7mQomr Neves, as peticUs
de Julio Cezr Lima, Jobio Soares Hespanhol e
Dr. Jacintho Silvano de Santa Rosa, publicadas
no Diario do dia 9 do corrente, bemn como que Joao
Athanasio Lins Cavalcante de Albuquerque est&
sujeito ao pagamento do impostor dos exercicios de
1880 a 18referente ao muro da casa n. 150 a rua
do Coronel Suassuna e nao como por equivoco sa-
hio publicado no Diario do mesmo dia.
Secretaria da Camara Municipal do Recife, 9
de janeiro de 1884.
0 porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.


EXTERIOR


Correspondencia do Diario de
Pernambuco
PORTUGAL. LISBOA, 29 de dezembro
de 1883
Deve hoje encerrar-se per commissao, isto e6
sem a present d'el-rei, a sessao legislative.
Estes dinas ao tern funccionado a camera elec-
tiva. Na vesper& de Natal e no dia seguinte ao
de festa, porque a presideneia nao determinou que
houvesse sessio ; e nos immediatos, por falta de
numero legal de deputados, apparentemente, mas
no fund, porque Ihes foi insinuado pelo governor
que naio comparecessem. A questao 6 que, per
umn ou dous apenas, realment alo podia comegar
a ser discutida uma questao political de tanto al-
canoe como a reform electoral, ou para melhor
dizer, a de saber-se qual das opinioes prevalecia,
se a do ministry do reino, o Sr. Barjona de Frei-
tas, que declarou deverem as constituintes ser
eleitas pela lei vigente, occupando-se posterior-
mente de a reformar,-se a do Sr. Fontes, presi-
dente do conselho, que declarou sustentar os soeus
compromises sobre o assumpto, isto 6, que as
constitaintes devem ser eleitas pela nova lei elei-
toral que anteriormente se haja elaborado em
sessao ordinaria,-pontos estes de divergencia
que na minha ultima revista Ihes fiz notar.
Os progressistas que, sendo poucos na camara
dos deputados estio bem representado naA dos
pares, declararam que, se a actual lei e leitoral
Ifosse reformada em ordem a garantir a genuini-
dade da eleiggo, por forma que as constituintes
sahissem em virtude das suas disposig6es, presta-
riam o seu concurs A discussion das reforms po-
liticas. No caso contrario aboter-se-hiam de col-
laborar nellas, ficando-lhes salvo o direito de mais
tarde, quando a forca dma circumstancias os cha-
masse ao powder, revogar e altmerar essas refor-
mas. .
Tern havido pois negoeiagoes Uportantes entire
o governor e a opposio progressista, o que nnm-
guem jJA hontem i gnorava, ae sendo porm geral-
mente eonhecidos os terms della.
A ellas se referiam, mas semr especisalisal-as, o
Ecmonomita e a Revolucao de &Sten-bro, jornaes re-
generadores.
A ellas allude tambem hontem o Correio da
Noite, folha progressista.
Diz estejm nque ha dias ternm corrido insis-
tentes e variadissimos boatos sobre assumptea
politicos de ait importancia. Al usesses boa-
toe ji traUaposeram as fronteiras, que no.
jornoos heiipanhoes chegados a~UlB~ pelo
correio me encontra o seguaintte lermm -
Lisboa, 26.-Gdanha terreno a id.a d se for-
mar n ministerio de condfilia no qual sejam
re a dtaostedo os grupao da escola constift-

d i dto gabinafte toi 1 principalmete par m -
i =*bh


nal, em que se verifiqucm as cleiges e se discuta
a reform eleitoral. a
0 Lorreio da Noite aecreseenta que nao sabe o
que se pensa nas altas regimes e tambem nio esti.
em circumstancias do powder affirmar se ganha on
perde terreno d'um mministerio de conciliacio pars
aquelle fim.
0 que pode, comtudo, assegurar de modo ea-
thegorico e positive, e que nao ha nenhumasne-
gociaehs pendentes corn o partido progressista
nesse intuito e que os seus chefs e a suit commia-
sio executive nem mesmo discutiram ou Nsequer
examinaram essa hypothese.
'rao infundados como esse sio outtros boats
que teem corrido, continua o mesmo jornuaL
SHa, nao diremos um accord, mas unma appro-
ximaqao centre o governor e o partido progressista,
como muitas outras que frequentemenute se fazem
entire os governor e as opposiVues durante o pe-
riodo parlamentar, approximacao que desta vez
tern sido mais difficil de concertar-se pela excep-
tional gravidade do assumpto. E nada mals do
que isso. 0 governor flea onde esta e o partido
progressista flea tambem oude est:;, corn a into
gridade dos seus principios politicos e coin inteira
liberdade de acio dentro e f6ra do parlamento.
A approximaqio diz unicamente respeito a umn
onto que, nio obstante a sua muita importancia,
Stodavia muito restrict.
E conclue :
Nao podemos ser mais explicitos, porque at6
i hora em que escrevemos, 5 1/2 horas da tarde,
nada ha de assentado e definitivamente resolvido.
E' ainda possivel que essa approximacao tropece
em difliculdades, que tornem inefficazes e inuteis
s bons esforgos e a boa vontade manifestados por
uma e outra parte no interesse da causa publics.
Em todo o caso, essa question deve ficar hoje deci-
dida e amanhi, na camera dos Srs. deputado,
haverk declaragoes que esclarecam a situagio e
restabelegam a verdade adulterada nos innumeros
boatos dos novelleiroa.
S E quando tudo powder ser dito, per nao haver
ia reserves a guardar, ver-se-ha que o partido
progressista, sem faltar aos deverea qua Ihe uia-.
pe a situanao do paiz, nos seus multiplies u-
paectos, aoube tambem master intemerata a sm
dignidade e salvaguardar em tudo os juntoa me-
indres da sua autonomia partidaria.
Enviarei informagces circumtanciadas do qeuo
se tiver passado na important sesaio de hoje. que
ipezar de ser a do encerramento das c6rtea, pode
ter effeitos decisivos para a situacao relative dos
partidos militants.
Supponhamn que os Srs. Barjoam, minutro do rei-
no, e Jos6 Dias Ferreira, chefe do grupo couti-
tuinte, on por outra, oa ss corruwigaonaios e
ictuaes ministros os Srs. Pinheiro Chaga e Anto-
nio Augusto de Aguiar, ao estio de accadi eom
o Sr. Fontes, em aceitar todas ae aendia i pro-
pesta de lei eleitoral, que foram apremntndas pe-
los progresaistas, e bemr awim o alvitre do quo a
rotamo d'essa lei preeeda a convocacio das cidti
conatituintes, seado acompanhada da s lefo 4
leis do recrutamento e dma exeuc fises, pw
node que se d6m todas a garatiuas de liberdade
ao acto eleitoral, come sempre o pmogetaa
iroclamaram ; havendo tal desaccordo no soa do
gabinete, repito, 6 clam que se manifesta uma eri-
se, pois o Sr. Fontes, segundo ouvi, p5e a mua ps-
ta sobre esto accord, e a isto se comprometteo
com a opposiggo progresista.
Se a crise se declarar, o chefe de Fatado resol-
verA como entender e segundo as indicages cous-
titucionaes como e lhe cumpre, orgawisando-e enatio
novo ministerio, que bemrn podoeri ser do concilia-
glo, como antecipadeM te me asoalha dem eg

Se os membros do gabinete actual a que me re-
firo, concordarem corn o president do enselho de
mainistros no mencionado accord, poderio minda
persistir as cousas no mesmo P6 atW se discutir na
eamara alta a conveniencia de reformar certos ar-
tigos da carta, afim de serem convocadas umas c6r-
tes constituintes, onde 6 de presumir que oe de en-
tao a batalha parlamentar.
Deu urma queda desastrosa de um cavallo
abaixo o Sr. Visconde de S. Januario, um doe mem-
bros mais eonspicuos do partido progressista.
Fracturou a clavicula e urma costella. EstA em
curative, mas felizmente nio se tern manifeatado
febre.
Toda a geato tern ido saber do illustre enfermo
quo gosa de muitas sympathias.
0 conde de Bardi, achando-se um pouco me-
Ihor, foi romovido em maca de lona, dorhotel Cen-
tral, onde tern estado, pars bordo do sen hiate Al-
degonda, por lhe tar aconselhado o seu medico esta
remocao visto estar ameno o tempo e ser-lhe con-
veniente mudar d'ares.
Sua esposa, a Srm. D. Aldegundes de Bragansa,
com as suas damas, acompminharam o nobre conde
para bordo.
Falleceu hontem o conselheiro Antonio Fer-
reira Sarmento Pimentel, irmreo do finado conde
de Sarmento, e juiz do supreme tribunal dejusti-
ea. 0 seu funeral deve realisar-se hoje.
0 principle Oscar, duque de Gotthand, filho
[o rei da Suecia, que anda em viagern de instrue-
ero na fragata sueca Vavxdis tern sido muito obie-
quiado pela familiar real obretudo per S. A. IL. o
principle D. Carlos. 0 principe Oscar tom 24 an-
nos. Hontem foram os dous principes acmar & ta-


pada de Mafra.
Consta que a fragata se dirige de Lisbo a o Bra-
sil, estreito de Magalhos, Valparaiso, Japio e
China.
0 celebre tenor Gayarre ao 6 uma yez canton
dam seis a que se comprometterIa, por ter sido ata-
cado de uma angina.
-Ernesto Rossi, outra celebridade, tern feito
furor, prineipalmente no dewmpenho do Ot.hello
Esteve em Lisboa em 1868.
Amanhai 6 a primeira das brilhautes corraid
qne a sociedade promotora das ras cavll...
efferece A S. A. R. oprincipe D. Crlos, p.m sOl-
brar o en regrems aPortgal Realism-se no by-
prodomo de Pedroigos
0saliode 1883 em tueum gmpode pi.ti6w
nosss expos os s ultuno trabaho terna do
muito frequentado; grande numero do quadmas
tern vendido. A exposeio 6 aa siass da redmcO*
do oummrci de Portugal.
--- Foi assigado no dia 27 o contractodo -
prestimo de 4,089 conto de r6 (fortes) e. titoIs
do typo do tree por caste, mutariando peohmil deer-
amento para despoeas extra rdiui tW-
riemiaAo de titulos mopremstativw dueuM -
prestimo senlo d'aqni a algmu moss. P ms
quopreoliquidopPm otheimo 0miBva-
tajoso quo em tranacnnoe d'eta fnaturem teo a-
do alcangado Wt6 hoje.
Os signa o do ootractofm nsbmum=do
potgLisboa, AOOMM4 Alli-am a umNyO
d'acoptdePama send. o opri o a
tado polo Sr. Visuonde de Ribeo o da Sun, 0
demis pelo Sr. Henrique Bumnay.



miilO u raunim-.

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aqp Ptedo o pedtdo'do relator, em-
o^^ ^eertas r n SUbterfugea o rD -
fal serto de uma eomCi"saro
,abiAmregada de .est p& fofundamente o asswaptz.
'~ Seria este o mod de :ithar termpd escOlhido por
:' autro ministerio qi if tivease A aua frenteoo S,
Ferry. Mas o gabinete do 21 de fevereiro desejava
S proceder corn fxanquez s lom trn cr is
d iaciou deAsde logo ri o en
a que a cama ra se po a r re-
closo corn propostas. ;, p
cia muito contestaveL .d .. .-
0 procuder minist ncp.Dto n -
vv -ilhava a ninguem, p, 3 inda ntg va
saquecido o vigor eom~
do de outra vez gav I a
roposta de revis ioe Ret I f rel no
S. rBarodet. E' verd O diditmp e en-
tAo se dera diante da p e o logisaear, mas
a camara actual nao differe tanto de sua anitces-
sora, quo seja itpossivel esperar de tua o que da
S outra se obtivern. E de mats, o ehamado mrnori-
.. mento revisiciofni'ta no apresenta maior intensida-
S do de eutao para eA. Pode-so mesmo affirmar queo
enmtelha d a este, 4&"asd".
: grupos parlamenutares que un ecousa real no paiz.
yB"-A constitiki*ao da repuiblica foi obtida corn pan-
S dissimas difficuldados nas dias tempestatoso de
1875, e apoezar de auito defeituosea, serial extreina-
meute perigost oiujeitail -a desdo jiA A forma total,
S sonliaia pela. extrema escnerda do parliament
.. firaneez.
.g. -A Friaua ten matior desejo deo mautner a or-
dem d, qoue do entrepar-se ao, devaneios de certos
S prtyresnistap, que ntc sabem onde vao, nem onde
querei r. Gambetta professava a maxima posi-
Stivista do que o prd.)gresso 6 apenas o dosenvolvi-
meuato'a ordemr. E obdcendoa este pensaamento,
tinha ilhagiuado as leves e necssarias reforms
constit li~teaos, que aumimucion ao paiz por occa-
S sido das eleiVtoes de agosto doe 1881. Organisado
o gabinete de 14 de novembro, esperavam todos
S qu o grande ciad.'ia p IIdesse faeiirmento realisar
Sas rtKeforinas porqie opinava, tanto mais quanto pa-
'-- recia nio lever-lho ser alversa utina ciamara, para
cwuja elei*o tao poderosamente conearrera a sun
potente eloquencia, o seu prestigio e a sua maravi-
Ihosa actividade. A previs.o falhou inteiramente.
: 0 projeceto de revisao aprosentado polo gabiuote
Spresittdido por Gainmhetta, reduzia-se a eostabelecer
urea exacta proporao entire o numro de deoputados
e o da jopuIaio, a aigumas ntedidas tendentes a
precise as attri-bui.-es do Senado e ias da primeira
camiar- em iassurptos financeiros, o quanto ao
* modo tie m.umleat.Ao dos senaidores inamovivois.
0 qoiut havia dei mal l sali,'nte ne'sse' projeeo oervn
0o remri.taheleeido ,tt do escrAtini) do lita., que fi-
ca',t t i Io a.'o it'tera.o inater;,a eonstituciunal 1p :r
ur dos. paragraphos da propr'sta. Este ponto a
-que puth% em desaceordo con ministerio tio pro-
mettedeor urea camara, que via ua cndceanato do
modo de suffragioe porque havia p'mco, nmezes fora
.eleita, o decreto dte SUt prOXiIfl dissumqa'o.
*. Ma eomo o preceito--viv'er vem plenua htz-- su-
perir A morali.doe do rnair nutmero, a actual ea-
-mara franeeza proetrou um pretexto para enco-
dbrir o sen egoirn), oppoudo ao project de revisio
consatituci,.,,al li,ital, aoffereado pelo governor.
.' uma propo-sta do deputiado Andrieiux, e que antes
tinha bid., feita polo Sm'. Bardet, na quial se con-
ignava a mesmia revisar), pork) integral, illimi-
tada. E' cecusado lealirar qIe fpi a votara3odesta
proposta a oausa nAo real, mas apparent da queda
do mniuiaterio Gambetta.
.0o project de revisac o appareceu ainda durante a
.- administrear o do Sr. Freyeinet, mas pra fiear,
-gracas a ura habil proposta de ordeln do dia do
*do deputado Gatineau, indoefinidamente adiado. 0
mesirno 1he ntmeedeur na sess.o de 6 de rmarqo do
anno passado, mai, desta vez, anvte a franquesa e
i coragem do Sr. Perry, quoe sem rebuqo, nemr reeeio
de cakied6 l oder, deelar ou camera queo a revislo
mconstiticional, comno a entendia a extreme es per-
da-nesute pinto apoianda pela direita--era precoeo
e nio covrespondia a nenhuna necessidade pratiea.
*Debalde-o r. eemenceau se esforVou para susten-
tar o contrr-io: a assemblia adoptcna por 316 Vo -
tos conatra 173 sobre 489 votantes a segainte or-
demr do dia :
1,,A eamara, conflando nas deelaral5es do go-
verno relatives A revisieo das leis constitncionaes,
vodeclarao o hayer ensejo para tomar em eonside-
raIho as propostas da Srs. Andrieux e Barodet. ,,
iRealmnte, e omo serto veu o Sr. Joussemont, ia o
era o eas de perguntar so as prajoetos de revised
-= vinhamndo'Sr. Barodet ou do Sr. Audrioux; seoo
deste consignava 1profundas modifioa9iies no' syste-
Y" ma eleitoral e no das attribuig~es do ohefe do poder
executive, bern eomo se o d'aquelle visava a sup-
pressgo do Senado.
Nao avia motive lara preoeeupae,es par ease
tlado. Do present, n.o eram id6es mnats ou menos
aceit~aveis, theories mais on ienons, disparatadas
no assumpto o quo no governo cumpriw'eombator.
...Tractava-se do discutir antes do tudo so as Iutas
,estereis do parlamento jA r~ie tinbamm durado o
-. tempo suftliionto p'ar Tharem inn grande desaso-
cego a tlodoo- paiz, on so seria nocessarioi quo a
~camaraeondlasse iInvariavoeanentt todos os. tees me-
S" zoo a torrente rovisicionista, para ealcularolh 0i
,' volume 'e conheeer so ainda era tempo do resistir-
iho 'A jrnpetuosidade, para n/to vol-a arrastar tude
diante de si; tudo e atA a proqria republican!
A detiberav~o trinada pela camara no din 6 do


Smarco irriton a extrema esquerda, ou uma grade
Spare d'este grupo que logo dias.depois a reutio
J: em meeting na sala de Waux-Halle para former
urna liga-' em favor da revis-o constitutional es-
tendeudo-a por todo o territorio da nacIo, agitar a
opiniao publicc, pacifica mais energicamente afirn
de obrigar o governor e as cameras a aeeitar a
Sproposta Barodet. Era, como se v0, uma tenden-
cia para acelimar em Franca o processo artificial
empregado pelos politicos inglezes para veneer a
resisteacia dos parlamentos ante as aspiracoes
" reaes ou imaginarias do paiz.
eA Mas n'csa anelimoa.-havia um contra-senso
... flagraute. As J.igas aa Inglaterra foram effectiva-
Smente um dos meios mats poderosos de que a, po-
pulagio.padia Jacar miao para influir na ac*Ao
Sgovernaava na epocha em que o system eleitoral,
Spor maim rMstricto, fazia umn prlvilegio do direito
t de suffragio. 0 cidadio que.nl tinha ,podido m-
tervir na cleieil dos deputados, recorria as mani-
festaq6e"apopularea e as ligas para conquistar a
'" sua partesna direct dos negociospublicos. Bas-
,; tar leimbraro grand movimnetp popular deter-
i minado-pelos agitadores da eeacw liberal de Man-
eChester..ertra a. lei dos cereaes e os resultados
economico.-s desse grandiose movimento, para se
reoonhe .or alto valor social e politico dos mee-
Stings e ligas da Inglaterra. E posto que, depois
da reform eleitoral realisada n'esse paiz, os pro-
Scessos d agita*io uao tenham alli memo funda-.
:' ~ mento igual ao qu tinham em epochas em que o
suff-ragio era muito mais restricto, n2o obstante
T isso, dizemos, os meeting uagleze, por wso que-.
Ci- onstitqim am costmae profundameate xadicad&
no seio da nacionalidade, nio offerecem ainda hoje
ne:ahum perigo ame ineonveaieate serious.
LMas a Franca.nio esti no memo easo, una vez
que, altm i4e nwiter o rghunen do suffragio nir-
verbal, 4ota coarn partidos Jihostis-ao actual gaveir
Sno, os quaes poderiam aproveitar .eswa i gradet .
Sagitaqiea p-iat a victoria de uaa respectivas anu-
*sas, prora-.le pesear em aguas, turve, com) se
diz vuanusent.
aIsto nM qeer suimfiear que deva 'osweve
d' e um modo absolute toda a espide -dgitfao
legal. N'uth paits dolibekdode-6 diffiill' Vaeiuara
qud;lquer-piwtMdo a direito-de tpasmuava 'auw*wi
nies acei3s peia'opinido'pubNoatindealR qu,,,s9
limited 'da He wte forew'eecodSG.. Marts vadiom
caes4xseimra fiseanesAedwivimst antwsde itudW
dando Haim imerneoapd tpoa'ao9 sea ,-'etr&aboa
dor ref wevbstim^ r Iguirt i mr sags 4eapru
portumoe 7trivph ige .p ld*' pia k e idw)i
na situa* melindrosa em que ficoni-a i -ti'
sp6S a'*wr q t&*@ asw s
Cor~~ tatiode .W HlWrl*i t am
^K namciaft~ht~tn^ afltttf) D I III II rOLO MW
S-t..e hivre, Ai 'dtesoifrtifc s.,
S Effectivamente na noit.lO4 pdurw*i
i afizado nas eqinas de Paris o seguinte ear-
tAz:


me^~q~t~ao opndlta ueplicsWenter msia pis o pais dami
proletarlos deve ao mnos, mapter,o ce"adpr -4e
sua riqueza, o seo mais fire susteutaealo,-o
obreito. .. .
Em nome ,da'.ommissio--aAfiE '&, t'r -
ler,-Gavlier,-Labat,-- 'ardellUcw.


ui"Miheko4i maidbl 4"t Wfapfutb*
uxseca, exclaiftavtfeom ar inspirado-anfe os
socios extasiados por aquella final eloquencia irri-
tada :
,, Meus amigos, se a policia deseja prohibit que'
nos reunamos hoje, nao continuemos a mostrar que
somos carneiros. Saibamos repellir a forqa corn a


bafho.. .. .
De feito, e alo obstante a bachareliae d'aquelle
Marat de saias, a policia intervoio, e tao feliz-
mente, que poz em poucas horas o meeting am de-
bandada, sendo Luiza Michel a primeira a reti-
rar-se em boa ordem.
De sort que o resultado da manifestaio con-
sistio apenas no roubo de urma ou duas padarias,
em vivas a commrnuna, pedradaa e principalnente
nas prisons de alguns dog am tinadores entire os
quaes figurou o reactor do Gaulois.
Ainda dessa vez Luiza Michel foi obrigada a
entregar a polieia o pavilhio negro que hasteava
a frente de um grupo de dcsordeiros, quando estes
entravain ua rua do Four.
E' escusado dizer que as lojas das ruas por onde
se espalharam os manitestantes expellidos da es-
plauadla dos Invalidos, so t'echaran aqre'ssada-
mente vist;ita d'eses amautes do p'roxiumo e re'ge-
neradores da humaimidade.
E' opiniao eorrente em Paris que as bonapar-
tistas nao foram inteiramneute estrauhos ao movi-
mento auareilista do dia 9 de iwirco. Os jornaes
do partido republieano moderado tinham--e recu-
aado todos a publican as proolamaqces dos traba-
lhadior'. .' sew, traballho, mas n Ao fizeramni a mesma
cousa certo. orgaos mouarchistas,
Eutre os espectadores da rmanifestaqAo da es-
planada do luvialidos, e depois nas ruas por onde
so espalharain os desordeiros, viram-se algumis
fi6uras imp ,rtantes do partido imperialista ani-
i lnar il,, '.'rto in ,.lo a desrdean corn o.i '?US sorri-
so) coinplascentes.
Uni journal republican dos main strious e de
mrior eredito da imprensa frauceza dizia em scu
nitifnero de 10 de mnarqo :
Deu-se hoje LunA tentative de mauifistaqco
anarmchica na esplauada do! Invalidos. Ha dias
os jornaes reaCiceonarios davain noticias de que a
nmanifestaao s e orgauisava, e faziain-un'o coin a
mesma liunuagem e solicitude dos que annuucias-
sem um festival ua Opera ou uma kerauwse no jar-
dim dos Talicherias. Oa n porters das ties gaz'tas
tinham cntrada franca e r,:seIrvada noa lugares
ountie as 'ouInissi'ies se retuniain, e s COcoininissarlo,
agitadlores commuicavam-lhes d e bom gradtu os
sews proje.-:tos e Itnes., .
,, D'ai/ resultou que, A uma hora da t-itrde a
esplanada dos Invalidos foi invadida por portu de I
qnatro mil pessoas dos quaes tires mil espectade-
res curiosiOs, pelo) meunios. Este ultim) grupo era
formado n:a razao de Itres quartas parties por bo-
napartistas e reaccionarios de todes os matizes. a
HaverA tempo ainanhA para indicar os renpon-
saveis dessa ridieula parodia de revolulo. Hoje
Ibasta assignalar, nao o perigo de semnelha'tes
seena-, porque nenham houve, mas e descredito
que do sua renovcao podia resultar para @ regi-
men republican, enja honra e fora-at6 hoje et&
previsarmente no fteto de nao '-ter tdo. quae repri-
mnir agita"oes dfLa rua. Dizia-se que o snaffragio.
universal tinha feito desapparecer d'uma vez as
mianifestaikes violentas, que eom tmita, frequeneia
perturbavam a existencia dos regimens procrip-
tos. E' urgent que esta affirmmao eontinie a
aer utna verdade. 0 govemo pode star segure
de quo aehara nas Camaras e no paizo mais ener-
qico apoio toda a vez que se trater de impedir
que a ordem pnbliea seja pertarbada pels anar-
ehistas ou por seus cutmpices.,
A connivencia dos bonapartistas na desordam
de quo tratamos, ficou mais acentuada na viva
discussao que o incident provoeoa na Camara dos
Deputados.
0 Sr. Deluns-Montand, deputado da maioria,
perguntou ao governor qual o verdadeire' caractor
da manifestaio do dia anterior, e que meditaa
tencionav o governor tomar. e ra, _
tiqlodelta. Respondeu-lhe mir eatauente o mi-
nistro do interior dizondo que para conhecer-se a
verdadeira expreasso do pretense meeting dos
obreiros seem trabalho, bastava lembrar que, ao
passe que todos os jornaes republicans o lesap-
provavam franeamente, os outros o annunciavam
corn visivel satisfa*io, sendoque as maaifestages
foram aeompanhadas por eertos homes poiitieos
corn interesse muito benevolo. Quanto ao gover-,
no, farA, amanhl o que bontem fez: ha de empre-
gar todos oas meios legaes para ternar a lei res-
peitada.
Os applausos que acolheram as palavras do mi-
nistro soaram mal aos ouvidos do direita da Ca-
mara. N2o0 fol, conitudo, Sern graeB ap
s6e4 que ella vio o Sr. Paulo de Causaguac, fcn-
fant terrible do seu partido, coma Ihe chamam,
transforamr em intorpellacao a simple pergunta
do Sr. Deluna-Montand. Feliznente para o gru-
po da direita o seu orador manteve'-se prudente'
mente no terreno da para deeh.taeo, avicusando
a republioa pela. mta ctelheitaa, :pelos estragoe da
phyllozera e erros da especqlaqIb financeira. Mas
o Sr. Cassagnac nao foi tao senhor de si, que dei-
lasse iacomprehenalveis muitas das suas phrases.
A precaucao eom que procurou justificar-se pe.,
soalmente e desculpar os sens amigos da parte
que tomaram na manifestacalo dos Invalido, leva-
ram o Str. Waldech Rousseau a insistir na sau re-
: pliea, aweroa da eodente solidariedade ecsdtente, en-
tre aquella "manmfest'aelo e a linguagem que ella
inspirava aos deputados da direita. E o nuni'tr.
foi aimda mais precise, quando, respondendo auma
ameaca do dcputado imperillista disse que ae peta
*intervenfalo active do partido do Sr. Cassagnac o
movimento tivesse tornado um caracter mais serbo,


poderia afimiar que maisseria teria sido tambemnr
a attitude do governor.
Nlo, obstante o mao exito dos anarchistasna
sua primeira manifestaqlo, appareceram nos dias
subsequentes pompesos annuncios de outras, 'nos
quaes,: per entire declamaj~cs e fanfarrices,se dizia
positivamente que a cousa desta vez seria muito
sepia. !
Imponente e temerosa, segundo se firms
devia ser a agitaelo popular marcada paa o dia
18 de margo, para commemorar o advento da eom-,
muna,,isto 6, a guerru chini em face do estrma-
'geiro invasor, o roubo, o ineendio,' a loucara san-'
guinaria.
E para isto se convidava corn tanta anteceden-
ei& e per modo tao mruidoso a cidade de Paris, o
grande centre da civilisae*o humana !
(Continua.)


o'.Iagi da re.Wi
eso Qaui oai, Oi' oseguinte: r 1
RII A D governor apresentara umn project de lei p,.t
a orgamniao o auffra io, no qaaui a viat kirears
'e, prescntviao a tolls,

,.. "e o0 i},go.nQ4.,lr chamado a presidir
n _ova eielocs, aprnatmra as novas c6rtes um
,projefto dE rcivAa constitucional quc acabara corn
as dLissenq3es political que hojeexistem autre os









-re1eeOqUC- o governor ( fespa'hco dlfltodn proeler'd
contra aquelle jamnal.
m, rNa drugda de 34 d .Mirrente filleceu, em
udidm epu-blico do remo vismho. SuccumiTo a
uea longa e penosa enfermidade.


vindo As c6rtcs em 1865 como deputado por o-
ron. Na revolucto de seteminbro figuirttuqaa filqiraa
do partido de que era chefe o geqeralJ, Prim, ate
que, por causa da divergencia eatte ralicacs
e eoustitueionacu representou estes na aui fac-qo
mais molderada ou governamental.
No ministerio de 1871, presidido pelo general
Malcampo, foi-lie confiada a pastaAdo reino. Em
1872 toruon a ser miaistro coina o Duque de la
Torre.
,, Na restaimraio foit dos primeiros a aceitar a
monarehia affonsina.
,, Durante o goveruo dio Sr. Sagasta, conserva-
ra-se distanciadodoo miovimi.-'nto) politico.
in Era um dos mais ricus pr.,prietarios da Anda-
luzia.
m, Algumas palavras agora sobre a situatlo po-
litica da Hespauvha
q Houve iuiLtI,) quI'm suppuzesse que a coneilia-
'Ao emn Hespanhlia u1o passava de umia sonora pa-
lavra, significando apenaa uima formula para o Sr.
Sagasta abandonar o poder sem quebra da digni-
dade.
,, As difilculdadas surgiram a cada pass, des-
de que o novo ministerio presidido pelo Sr. Posa-
da Herrera, e no qual entraram tres mncmbros da
esqu'rda, prestoujurarenwto nas male de D. Ationr-
tao e ontxou em exercicio.
i As follias sagastiunas, especialmente a [bri,
beirn procur'avam conveoaer o public, que estavaw
aniintlas los uiclhros descjos do conciliat.:1o;
mas as insidias repetiai-ste iucepsalt?'aut liutI-'. hn'1'-
gutiu, prt:':in, u Inliii'itio deciivo. A alpertiiraI d.t)
parlanouto qttebrou o oncauto e fez calm' tulias as
m iscaras.
A elei(;.o da mesa e da commission quiue havia
de responder ao liscurso dla cora, inorreu a lira
da batalh.t.
n. 0gruipo verntr.ilista, corn o. Srs. Vcja de Ar-
Inij (o nministre germnaniphilo) e o generalN Mar-
tinez Camnpos (lusophoiolo A suwi frente., reuniu-sA;
aos conservadores dirigldos pelo Sr. Cauova:- del
Castillo, para conbater as canlidaturas inii-s-
tera .s.
A nmairia sagattina hesitou entree as inlica-
,'ies tdo seol a'titgo lhi'f'fe a probabl)ilidaIc vda
dlissolacj.o da camnara u no cas,) dt un eci'i ao
go\%'Qrao.
SPorfim, cada um votou, mats ou menos conM-
traugitQ, -seoguntlo a uiltimas imnpress:sO e o go-
vern.) uo telve motive dc 0e c)nfiderir satjfeito.
,, At o Sr. Romero Robledo, contra tl-iA a na-
tural espectativa, foi eleitq para a coam'isdo da
mensapem em resposta ao dis'urso da corma.
,, Sore isto uiccedii que o governor, na no-
mealo de senadqres vkaricios, riao numeou ex-
tObiTvamente sagastinos, comnietterd6 o crime
inaudito de dar a prefereocia a multos dos seus
cgrreligionarinos. A ira da maioria sagastina
snbin da ponto quando algums governladres de
Imonia communiowram ao Sr. ioret,. miuistro
dao reiao, que muitas copmwisees de ihdlvduos li-
beraca o haviam procuradd paa lbhes significarem
o seu desgosto pelo disourao conuservador do Sr.
Sagasta, eleito president do congress, e o desejo
de qae esse sentiment public fosse conhecido
'pelo governor.
m Pela linguagem que a Iberia, orgao do Sr.
Sagasta, emprega nos Aeus ultim:ii nuincros che-
gados ,a Ltsbta, v&-s ue e a annunciada paz ce-
obrada entire eqnerdit e"sagatinos, ;.6 Adevida
a lonvavel tratnsgeueia dos priuneiuos. om res-.
peito As refoBmasa, pbliticas annunciadas no dis-
curso da coroa, niao passam- da manifestaclo de
um born desejo da part dos que ainda acreditavam
na sineeridade dos chefes da ituagao transaeta.
A cripe devSe"io fcl tf a .hnvaW5a sat ih-
nubha resta:.-> d 0aa o -*:,: on chaar oseO-
"Wradores ao powder, on dissolver o ptirluiento e
Schamar a esquerda para.eom o Sr. Martos.
S Os telegrammas de Madrid para as folhas
'francezas annuneiavam .tanibem o rompn.mento
entire -a maioria e o gabinete, -a proposito da res-
-posta ao diseurso da eoroa.
A imprensaa em geral ere menos n'uma disso-
luo eom um ministerio da esquerda dynasticae
Moret Lopez Dominguez, do quo na nomeaoo d6
um novo gabinete Sagasta, ou mesmo composto
de ngtabilidades centralistas.
m Os chefs da esquerda dizem pelo contrario
que nao acreditam q o rei osa haja chamado ao
poder para os sacrifieca tio depress b maioriaA
parlamentar, s6 antes de tuna experiencia leal do
mm 0 Progresso, orgio do Sr.' Martsy, incuica
uria regressio para o campo republicano, se o
-mtOareha Beguir o plano de 8r. Sagasai.
A linguagem da IberiaA ecada 'veu cais ener-
gica e hostil contra o gabtnete hespanhol, cspe-
cialmente per existir ainda o 'reutmio- da em-
rqaeiia e per scr manifesto o poder- -ecclto do ro-
ferido direotorio e do Sr. Martos. 0 oigo.do Sr.
Sagasma faz um appello so parlametoe. aotraos
propositos da demoeracua.
a Esse appello e urna versdadira declaraeiode.
guerra que toras inevitavel, repit9, a queda do
govenno, ou a dissolugio, do parlamento.
Franaa
-A questo francoechioeza,.ja nos nla parece
museeptivel de ser resolvida'por via diplomatrea.
Nos primeiros ataquesiaormcism eem fioado
viormiosos, embora a resistencia que ohe lsppyea


seja anito superior so que e esperava.
No aenado fraucez foramnvotados por enainme
malaeria os dois pedidos de credits pamra a eWpe-
diallo do Todkin, tanto o'dos'9 mfhebs-para as
despems de 1882, como os 20 milhoes para as de
1884.
Apenas o duque do Broglle se levante,jpara
faser epposiao aos projecto: mas facil fim to S'r.
Jatio Ferry tirar tod6 b valor'& 'arg ient odo
illnstrenwmador da direita,oitamund& o qaiei an jpo,
Utiets do actual ministerio. oMemirrpsites.aITiukiw
^*a5tonflQjyjx4ai failal 4&OpoticA:iaeguiuiae por
todo os minimstqrios anteriores, a coap.. ddese
aquelbe a que presUdia'o hmesiio dnfdIeBregle,
e quw -for oi'oeLcelelbWliaet-8$71 s b'rrimieibo tra,.:
ta'ddodom o Annam.
0 .Sr. Bedcer..deprou. >no isnqplo ue.. a di.,
reita resolvera nio tomar pa#fe na diacussio geral
dd orqamento. 0 senado aionr o Aw"dlseu
0 of r tento" do, soktt^cdoe dALI
guerra,. ida mflWinlh,-t4Ur,0l4aR, 1km ei,i
Flmegocios estrangeiros, dos correios, e dos te-.
i~~&h~e dajustiq2 e dg ultoBl. ...
-5njnstwa1e d 15
= .0liess
de Sou-Tay, e .PMftI; i0 o taQ 4atii
miim a d.eFrt" h P sertep i. 4af-ei ,
h" military da Franca, sera poqp* L iwaap. M-


tapesa. Entraim nas' MI
'-, ne .*.Ma .e dm do Image, a4 o 'avendo
fl- os do resto da
9, o-: Minformamoes fficicI a perd.-as dos
(todas as aegea congo. ap-T'ray fo-
.06 tos: mortos, offieiacs 4; oifi2iacs in-
I)os c marinubeiro 816 total- 85; fe-
j i- ~15; oticiaes inferi')re,sblduIdlos e
Il 0os, 225; total 214).
S1o ignoradas as perdis doi contrarno-, inas
cr6-se que foranm bastautc numierosas. 0 alniran-
l eal ^ ISiiano s-,: t UI r
-E'litnariheiros nu-'- Miao o A' for t; -

^ 1~O jotl8 nac ein<(ip scareie a
a(a i a y. As tollha1 inugp*Acon,= M|
r F vi;.dque, depois dq ria a.lol)A.t seI
mostre gw a c solicite |itiJhX9da gla-
terra |arahe estabebecer urnm.aecorw pcigs'o -;
ti'e ella ,g a CUJina. Os joaat.sfranoeBes iu.
-nuamn, |)poa a.dizer fqui a -Franca nio'pod..a f
qith" ,In 'tonmula deo B'--Nili, p.itra asit-gurar a
suia aceqo no delta do Rio Vernitlho c v sp rga Ie
pirataeaquell.. regij.od ne!andl4 aaim uo deV
WWK I ~ 4.4 aeria 4 4 1A io No itraetA& 4y
Ihe d(u o protectorado sotbre o Ain 1n.
Suppoe-se que a for: a moral ganha pelas fircas

que esta dove tor produzido na guarni. Io d, Bac-
Ninli, deve tmrnar facil a tomatda desta ultima
pra>/a.
0 governor francez tamnbeni receleu noticia offi-
cial de Maiulaigascuir eolnmunicando-li? que em
Majunca em L3 de novemnbro os ohvas haviam feito
iuia teutativa nneturitia paIra r3)tLtremn a rainha
Sakalavus alliados da Frauca, ma- lhaviam sido
rapellidos corn perdas, pplat forcas uavaes da c.-
quadra franc,-za.
0 Stanidard diz que os francezes devem re-
duzir promptamente os hmivs, onu retirar para 0
seu territorio.
() consclh ) federal suisso receletieu um i nota
do governor franeez relative A quest"o daS fri.ntei-
ras da Saboya.


Belgica
As duitas camaras belgaiI adpt:lram i prijecto
de lei, ticando o continent' urlitar pra l."4. A
vot;clu na Camara do- l)epnta' wt, foi pri,'cdila
de twia viva discussion.
0 gabiuete presidio pelo Sr. Frero (rlmbani en-
tende que a Belgica deve, pora a dcfe.:a do sen
territorio, come tambem para a inmanuteneAo da
neutralidade quer o sens doverv,' interiaeion:i .'
ite inmp.'em ponler disp6r de um ,pX.rrit, itj
10,00)J hominens apoiado n'unm viCierv. i de 30,0ai.
liomens, especialii ,t't, t e -it :.vdo.t i gtli Iit o lai
prav ,tIle geucrra.
Para poder obter este effective em cuas ide mo-
bilisan',. pI''r'isi. qil' 'UO entre no qii;id'l ti ,l,.i O F
:iiin'.s l:;,.' rIf l I!,,,n' i-. c. i ; i c)'.,1t~ll .'ilt,- p i"
,tiL,) w 1lo lni'-il'nte tIo c'l)nlelhq ano lotr:iment,>.
E-tta propipsta foi vivamente conihatida ptlo
p:irtido clerical, a dirviti da camniara dclaraii ppla:
bh',:va do Sr. Malon, se assim no, pedonMs expri-
mnir, que para conttrariar os ministros ruo votaria
a la'i do contii,'nnte.
Em vu appellou or Sr. Frri Othuin. para o pa-
triotisino da mininoria. )-; e',riien.s rr.-zit, u ler tm
que a su.i t-ictica era inspirad-I i lolo Si. interests'
pilitiCa..
A vvrda leira vtausa da attitul vIP da drp'ta nao
hia:\Cr(-in sidel exceetuados do Srvi(t:o miilitar os
.bcoiuavrimital .
A ii1,tillia i -1 d '111 (\ I!IAI'd.- re ,'.,1: tl' i--i ,an.I -
t'1u rqplrvand)(o o contingvnte pedido.
Italila
0 gabineto Depretis alcangau-m grade trium-
phio na Camnra dos Deputaoos itpaina, pois que
unia nioq.o de coifianpa, fbi a1p)r ,vada por 151) vo-
teos contra 6, sendo no mcatanto certo, que homvo 12
absteneocs.
Continua a commentar-se a vitiita do principle
imperial da Allemanha ao papa. como um aoonte-
cimento-extraorditnario.
Para quo nio so disesne qne sua santidade re-
CL-bta uni lhospede no Quiriual, foi neceebariorecor-
rer a un cereaodial caumiatk.r; o filho do tcsar
germ uinico, nuo foi ao Vaticauo condluzilo pelh.
e.juipagemrn do rel Humberto, nem sahio directa-
moneate do Quirinal nos carrot dAt c6rte do rei HILunm-
berto; foi ao Pantheon, dep6r urma cor6a no tumtilo)
de Victor Mainoel, foi depois ahnouar ao palacio da
embwlaLxadda a AUemmifai, e dakai sahio paxta o Vati-
caao mas em carros da em baixada.
Nas escadas, nas galrias, nos sal ies do Vatica-
uo estavau oa gonidarmes palati-ueos, o.s iuissus,--..os
Uarlas p.latiu.s, a guard noltbre' d i'-randc uni-
one, e corn armaa para prestarem as honras ao
:visiante; a ante-aalapontificia estava cheia de
cawanistas de ecapa e espada, e em.traje. de gala,
prelados corn batina dourada e manto de c6rte,
cardeaes de batina de purpura- caudata, e requete
de rendas, um estado maior clerical, uma anima o
extraordinaria, todos i susmanado,:ecommentai
sobreaquelte grandesacontecimento do dia4 oezmior
dos8.nperantes temporaes _e.musHdo -ir cuwvrw'se
ao maior dos imperantes espirituaes.
ChegaFrederieo.-Guilherame, com a sua comitiva
martial, fazendo resoar o marmoro do pavimeato
corn as esporas. eo tilintar das espadas; iam todos
de grande uniforme;.atravesaaram por entire as
filas de servidores do papa, os quaes ano; perderem
-movimento algam do prineipe, procvande devas-
sar4he os pensamentos.
'MonseniihorCatalchi, prefeito das cerimonias ponu
.tikeias foi o introductory. Quando o sequito se ap-
proximou dosalio, onde devia verificar-se a recep-
lco, Leao XUIII assomou A port, magestoso, mas
corn o seu doce soriso natural; tado parou, o prin-
eipe adianbou-ae um potuo, fez tires profundas re-
verencias, e ntrou, cerraudo-ae sobre elle imme-
diatamonte o resposteiro de laoeado de onro.
Passados tres.qnatros de hora, abrio-se nova-
mente o reposteiro, e oppareeeram emunmoldurados
na port o papa e o principc, o qual apresen:o0
A Leao XIII os personagens da sua comitiva. Dahi
os visitastea form aos aposentos-do cardeal Jaco-
bini, seeretario de eatado do Vatieano, observan-
do-se o memao cereameniaL
Os faniliares do Vaticano,. ao repararem no ar
.de conteutamento que tinha o papa ao despedir-se
do prineipe repetiram: a Esti asscgurada a paz
rdligiosanna Allemanha. a.
LUmjornal de Roma diz-saber de b6a fonte1 que
o prinoipe imperial da Allemadha formulara assim
o comego .da sa. a preseutaaoo papa Leao XLII.
SHospede do rei de Italia e de umr paiz alliado
so meB,.aproveito omnprxmmr, oceasiao para apre-
sentar as minhas homenagens a vossa santidade. u
Ingiaterra
0 governor inglez estendera o seu proteetorado
da Barsutulandia A Bechusanalandia, para prote-
ger as tribus destterriitorie contra os boers, cu-
jos-delegados nao, cinsoguinam entendex-se coin
'lord< Derby a respeito dos terms dai ova conven-
co que rionam submetter ao gabinete do Lou-
dream
A abertnra do pahlaionto britanico, terA lugar
no dia 3 de fevereire.
Ahm'ma-se que as duas ultimas execunes.julga-
daq aecessauias pelo govemno da rainha Victoria, a
.de 0. Donnmli, e a de Ppole, seribo seguidas de urea
.politioa de coneiliaqo para corn a Irlanda. Parece
qas merlo chamados algi's .funccioharios irlandeo
ms para asecretaria.1dolomrd-lientenont, em subs-
tiuiVo das funcoionanri inglezes quo ate agora
uaium exclisivamente. empregados, no consolho do
repnesentante da rauha em Dubli.
A mdalcao ingleua no coriflicto franco-ehinez,


e f6neeita,,terA po' bae ,unica a evaQuanao po-.
loliflhinezes de San' Tay e Bac'-Ninh, e a renuncia
?da-xwte do governor do celeste impcrio da occupa-


in- 'ii'-
.. ,
- I,, it I
4* ~ in~


4i


Eitados-lUnido.
Eln vista d qpie oxpiop a inu'nsaonm d(o pIreii-
dent.e dos E-tvdos-Unidos, a sitiuaio tuiniomicai
P finuictira d'uqueile paiz, p,'de excitar a jtiuta
admiraqao dti4' naqoes europ&ts.
Eis utim resume dos factos maik import intes,
que it'aqutellp' dnrinientos se ctusi-iiiam.
A divida id, 3 por cento vai ser reemnbo'sada
immediatamenite ; as de 4 e 4 112, queo no p)odemn
ser cou'mprtijlr-, nenl ainortisadrlas, duranie '.ts.
proximois annos ohtiveram uria estiimaiio estraor-
dinarin.
0 anno provimo, snppondo que iiiso s reoluza
nenhun upinipsto, o orqainonto apresentar-so-ha
coI tan sup-varit de 30)0 uilhies do fia'ie s !
Este snbi'ram cerea de 300 millhes n.o a -(on-
tando corn 22) mnilh5cs quese applicarmtni A amor-
tisan'o da divida.
O numnero dos emigrant's contini'aa a a's'-.r I,
600,000 por anno.
0 comrn'netrcio cresee por toila a parte, apzair
dos direitos protectorea comn que se continada a so-
brecarregar todas as mercadorias estrangeiras ; a
agrieultura, a industrials caminhos de ferro de-
senvolvemni-se eada vez mais e a populaa-o pass
jide 55 milhtes de habitantes.
0 president Arthur propoe na mensagem que
se appliquem as sobras-Areforma da marinha mi-
litar e armamento das tropas nao para entrar em
iuta, mas para defender os seus portos e protege
o eommereio e manter a honra national.
E' para advertir que eatsta grande naeao de 55
milh5es de habitautes, mant6m tun exercito de
25,000 homes e a marinha military em tempo de
paz compoe-se de um numero muito reduzido de
navios.

Noticlas do Norte
0 paquete americano Reliance, entrado
hontem A tarde trouxe as seguintes noti-
cias:
Amazonag
Datas ate 30 de dezembro
F6ra solto o Dr. Antonio Fernandes Bu-
galho, proprietario da typographia em que
se imprime o Jornal do Amiasoas, implicado
ao oelebrc process de responsabilidade
por abuso de liberdade de imprensa.
Sob a epigraphe Assassinate e feri
mento, Ie se no Amuaseaws:
t A 12 de setembro ultimo, no lugar
denominado Bauana, 2- district do rio
JtirrnAi, Doiningos Pereira de Souza assas-
sinou coin umn tiro de espingarda, Minoel
Francisco dos Santos, tendo este, depois
de mortalmente ferido, feito alguns feri-
mentos n'aquelle.
0 criuiinoso foi preso em flagrant
delicto e remettido ao delegado do term
de TeffG.
e No dia 8 do corrente mez, no distric-
to de Mnacapuru, Julio Baptista dos San-
tos espancou na olaria de Juvencio Alves
da Silva & Irmalo, o africano livre Joa-
qaim Valerio, dando em aeguida umn tiro
de espingarda em Manoel Antonio da Sil-
va, que apenas recebeu mn ferimente no
aute-brago direito.
0 deinquente foi preso em flagrante
e remettido coma o inquerito policial ao Dr.
juiz municipal da capital. n
Na C'ainmara Municipal d e ManiAos
realiaou-se a apura9ap de votos para depa-
tados provinciaes polo '4. district, sendo
reconheeidoi os seguinates Sra.:
Nicotao Jrs6 de Castro e Costa, Ioodato
Gomes da. Fonseca, Pedro Luiz Syimpsoin,
EmiliQJoDe Momnia, ..Jotquwm Ro&c& doe
Santos e Joo Sebaggtilo da ilva Lisboa.
Vio dez dos mais. votadow a 2- eserun
tihib,


I ,vswa:q>' Wi i I"*
Marasba.
Ditat. a, ; 6 de jmeu'., :
As iotioiau~~aZ baO~ nteuut"r<'o.



REVISTBA D11IA

Guard nacionsal.-I',ila Pr ,; lii ,.1 .
p roj ii .-J ,.* A1..Uddl.. iji m&lua .
2." ,','m'j,. Ml ct'ui do P,i',t avlegnd i d. ,
Iviub'u.'o, **inw. ufrd 10^- 0 wjsp-vii*
dav provitinn. tuen4o cm vi-It a iwh s -.h's vw.
minaid) superior da u. irda naeinn-dil da mm-ir-n
d P'. ir'.I' ,; m. ;I lin' uiO.La do u ')*i LauL 'v 4, it
btitilhAl. in-Al.. permapueickiinoaAt iL.U* v.-
ue.-tL cxi-t.'nr,'-. ',,i.. 'r ,ta tai -ia .- -e 11.11it' -
1. ',o,,npn h;'t
'r' titet.'. Ma .i.' l ,I' .'ti A r aiij- N,'.%..
Alfiors. IIl;,,,, ,I.-, lI,'/z rra.
2.' c,:paqwh;a
Alferes. Antonio Thomnaz Pereira de Barroe.
3. 'companhia
Tenente. Mauoel Leonidas da t:ruz Neves.
Alferes, Antonio Jose Bezerra.
4. companha
Tenente. Salvio de SA Gonzara.
Alferes, Manoel Pereira Maiiad.
6.- o ip vnhia
Alferes. Fr:imci.-eo Monteiro de Souza.
6-.' Alferes, Josv Alves Torres.
7. ompatnhia
Tneente, Ancillon Lopos de Barros e Sihva.
Alferes, Antonio Ayres Cavalcmante
(Assignado) Jo Manaoel de Freitvas.
( 2.1 se,(co.-Palacio du Preidencia de 'F, r-
nambwtco, ,et 8 dejawiro de 1884.- 0 president,.
da provincia resolve nomear Joqe Firmino Alva-re
Quental para o post de capitiao da 3 companlhia
do 3 bataiih) de reserva da guard naciona ,il
comarca de Jaboatlo, vago por ter Al ti r-
neiro Lius e %cllo uhtido p.Lasagem para umn do-
bttalhe" da comrnarea do Cabo. (Amsigaado)-
Jdtsi Maoel do Fr'itas. a
2.' sv'ci'o.- atacw da Pre'sideAcia de Per-
uiabndwo, ,m 8 de jaww.'rt de 1884.-0 president".
da provincia resolve nomear Manoel Alvres Pereira
para o) posto de capitlo da 1' companliia d I 4*
batalho da reserve da guard national da co)-
marca de ('aruari, vagro por term pedilo pa-Ast..m'n
o capitdo Niceas da & ilva Gusmio.-iA'iA,,ni,sdoi
-Jst! Mi,'awIf de Fr'4tas. f
2., s c:io. f'Vtai'io da resiad'wi do' P. r-
nambato, 9 dejaneiro de 1884.-0 pro'i.h'atu- da
provincial r,'ilvc nuoin'ar o guard Jo& o Baptista
Ferreira P'otes para o posto dCe alfercs ,ia i."
companhia do 32. batalhAo do seervico actito da
Guarda Naeional dssa emmw doe igo o lBe-
zerros, visto nat. tar'-slicitsm -a ufpsl*i-a p-
tente o guarda antarirnwte Mmneadob
(Assiguaao) -Jos Maitod de Freitas.
2. s8ecyoA. --Padciu da Presidesacia de Pr-
nvmzbuvco, em 8 dejaneiro de 1884. 0 presi-
dente da proviueia. peua exeeuaco da lei n. 2.3%K5l
de 10 de setemnibro de 18Z, e tendo 'm %ViIt a
propostA de cominaudante do 4.- batala;,o de ai-
antaria da Giuarda Nav:oial d:t comarei do R
cife e a informAVB w o 'o reapectivo aidaamv
bueriur, resulve n ni:ar Numer"iaa Augusto 'de
Mello para o posto de alferes da 2.- ciwpanhia
do mesaao bafalhao.
(Assig*ao) Jove Mael de Freitam.
6 dfiftbegtcb eleliiral A juntu almra-
dora dLes' district procedeut a apuragc. do vo-
tos do 2 e.-r:ratiuio para deputado lwruviaiciawk.
eheg.inlo a -. -td rei.dtad, :
Dr. JoAo B.4,tista do AwA-
ral e Mello t99 e 1t0 .ppara
Dr. Aqwio Gwnes Porto .29 e 5
Fesa de .Ne"a b m 4 .ra 4 Xw-.
IrAllem =Hoje, se-'i h istedsa a baLad ra ,& e-
ta de No-sa lieuaa dow iaveganuam qai a v-
erat na igreja do Filr.
Amaubawi 4 noit", baverA ladainhi; e m Ji.i 1i.
teri lugar a. fista qe fs tam ra de omiusm ,I-mw
.is I horas da manh, pr4gamldo e Ri.- .
Gzego, e do 2e.Tami A.,uoi)e oeM Ip'dWmaa pebo
mnesuiouaeud.tes
A' tarde do 13 toc, B me o &a i meja a u-
.a-i foa-o 6 ., ,.. >,: d ..-
s~ a~iwad~a~at bsaisdftniqmhiidO~nli7-j~i


-'' *'-. U"
.. i' .*-^ ^ B


in -
-i ja-'
aj~


o t-

. 'mi~' i.,arma&i8~tin .ior' a


dor.ciedB i.'e ,.l,.4.. os, '-.... e. ar.m.
das constants preocenpaqocs do prineipe de Bis- cl dPul S1.
MR06 -;* t ?^ 01 A nado ei| pt Bu. ;. .
-s.)rnlesic3 tranriros contuam a oecu- I De corncvo aceitamos a i!a e faze-
par-se dL ivda do princp' nalhimig, a Romrn e dPiano-vutos pnraqus os sem S pro-
. o- ; m o s v u t o s n r a q u o s 0 3 8 e t 1 .
4st'e z ai- p'p).n Vtjeauo.
0 0 "S"y,.},' liJttnhii'i fi.g dia 'euriR d.:'-re'oe luotcrs p,).isain ver coroados de bom exie
Riju,<*io.sa iu..'i)' u -rLnroai'al qu1 foi aeguHlio la o. .orj)rs lujie tin dsy al'o jar. kleva-
vLit.i.,la q.srl celig*osa .pruisia:ma, mIs .nadtl rem-hi't a efftito, corn qneu tero prestado
diz do tverd tl.'iro assmipto n'lli tratadclo. rcl-valnt s.r-ipo. ,
De'pits d' t.j c- eur- 6ali; ,'r a G.rfu d ,lalc- 0 m,-Iuo JOrm e s gin
W f,.a ,. N,.V,' t -q i a"iarr.aCo do O *0 a tatoe do Rio P -r6 si
Rlomnallto, a iuica exacta. "
A vis:at do p)rineipe ;i cidailc eterna paroce que a Pela coITespondcn-ia vinda d'aielucIe
vai ter umre.ultadoimrnmodiato. r1io, vye-se que aquella vasta rslo, que
SE' a p.ssibilidM da visitad.) imperadordAnu ri, u
tria a R,ru na rir*ibuir o que ha tempo the fez%. encerra para taia de 30 m ai alms c iue
vei da Italia. 0 impradow I raneisco Jos6 tern at6 coulorre talvez corn duas teri partii. das
ihoje liesitalo em. ir a Roma visitar o rei Hum- reudas publicais, aeha-se ame da d<, ter-
beirto, p r implicar isso o reconhcimmnto da* rivolagello da variola, imapow o1'" va.-
perda do pot," t.'nmporail do papa.
SA G.v(-,E ,t(, olo/ia, jIga (Iq a iniciativa o- por ra toinvl;t p.-lo her.l-iro da co')roa allemi tirar.t te, fretaid) pela casa C)imuiercial do l'ar,.
tu.la at r.zIpl: Iusivi'l i abstcualo do i-mp-r.idor Elias Ji)s' N. da Silva & C. p
.qi.u.l'l, ir; i[ v n'tst ac"' t pnt,'irniut, Sbia-s, por carta' do li, Purii. te.r
4uttinmo ftncto t'ni'iente a acentuar a triplic ;il-s i l o barracrolo co-ueurcia
laii(;a que imp)Se a paz Ai Europa. e iao o barraco lo conlcia'
SA ( t uvf u'awll .'Aljn. iar AuLuutio Jou Peira Cuawo.
viva gtraiitia para a paz do niin'lo. Navid;i le de Pariutiins, faUeceu o lRvil.
Diz ella (.l a paz galuui as maiors proba- vigari) p ,l,, Antonio NicolAo Toh.ntin,.
bil:dad 's '.'sd,'? que qualiucr principio de giiurr. i _
tornm o eara-t-r .1I,1 abertara umrna grande lhuctat
en'r' grip.,s t'i:'os dIt? priotefi'ia.. A gr'.ili.'z DataW atn 3 dejaneiro:
di r-'spu-ns.Otnii lad, as-usta into oaS pOvUs Coinn Devia abrr-se ncsse dia a Assemblha
os dipb.nitas e ti-ai-lh2s a vmtl i de brinir P mxtraordiuia paa tractar da
co'n ro foL'... T.Il u o ',izcr ,i'ati '1, jorial, tu l S i extraordiua l
tilo c'ji,.> uTn ,I,,0 iLNpiradtqoi pl politi'-a d,I Bid- let ,Ic 1110',- e prvidiuciar sbre a crib.
nimrck. alimienticia.
A Grvztla da 4Allemantha do Norte elassifica a 0) Ci',i' ,fu V,, t,' pa.sui a eer fu-
'vi.ita do priueipe imperial da Allemanlia ao \';I- Ilia (diaria.
ticm.n., )'mo intim aento de minra eortcsi-a. i m rawao 'que
Dinuamac.a -nl 'trmxru ao (.r/-.. e- que nl
Ore .1i I :n.inirca rvcc..u unia ill -I 'l"lD noito tdc 18 para 19 1o ui.. .z ipassad, ni.-,
coin 1t0'.1,0.) iigu .tuW s dL p '.,I I.,, de t i.I a- i niai- .'(;o..s do ri,, (.aamaiin. aLufrgaF'.uu
cla-ses ,1h sonie.lade protestando) coutra a r'1Y, e ,AV!Ccuib*bir:*iiU apos grauitle iluctLa Coi
t..cili.t -v-t*.,~~.t ,)t p, 0 e,* 'l t l. 1,-dd I ~~I1~0 ji ti.'" -. a~~l,..'.::IJ Juo-. ,ibu lt
J- Aug~ut i,
gA' Ig. uu'-'-t -, uL irii 'j.;:tuiu I .1 0,V0A1 'I I; t
did.is ii '.*'.- '. p1 r a ,I.'-p:'z i d, p 1 z. H.)1ltrXL) Jouv' ji'T'ci t, 1L L*'n1ll.la oNoJl-l
1) onui rrlh r.,spoudi't, quoto a utnas, 11 11' 1 t ,.te- 'orreia it it:1i t ,o i1cat,.s dtU.' 6 tiiai',.-"I, I I
iniuiihava in. libhitavcint.'ut a convict, .enpr. demandavam a co.-LU& par.i al, dl, ,lisli-ritl..,,
crO.coit .i n ',1isila. ti do m ,>_ild s du1;.'{.-iI.vi. procic. lc 0 sol:ani:, expriiuiu aa mnt)'m tinpo a s:'' Ho-orat e ayt cram lbus d,-
ra .:.' d. ,ille 0 o" obmta.L, I11 ,_l t, ,,0 o ppiq ,st.> H o uratu e Maymun -lo cramn ill a d,-
!-,it ; .,r. V .I r,-..i';'> .l','-i : l "lid .', d ipp.,r. I{ iy n o (:.tin1 .--... Itiajub;i.
0 ri ar,.r..,.,'nt ,i: Tran.,uiitt ,- ,,:.un ara- 'r,.. oI caidavere, foram eucontradw e
*.l,;. .ll n.., :t.- 'lii -'ig*:v.utari.t.,.id In lt-I ,m ,.rill ru'.'.,-
llics iii i ,i' i,'r -v *l'l'imi nu'j ;, .. ,fsr. ,o..' par a d d, ,'*, Pultl(u ,.
tez i ii ,.1 i. 1 "ii, l( r .it iem dt.ize:Dbro tindlo:
.- ',," ,_...., ., 't,. u..du ,,r -,ie,'r ti 1i, .ora A r *i', *.14 .,rAv l .;'i i .;7 l 1' 144E
s~tt t'a z.i r o,? d,: ,_')os d't iiatrau ,, 1
0 Bul( afiit. Na;T 'lhesouraria de FazendA, e *il
Bulgad dezd ro nI' a'ia nn1r sh l.lii ,1..-......
A camnira I..4v dppuitados da Bulgaria votou umar n -" 1- ..- r
prop.,stt do go10 ruo, eonocrneite C2. ino6ifi:acAVs ,s'>ti espvia'., afora.......
t'.z r n i n.-ititiii6'o, entree as qua<1 fir'ura ) *i 2II :1 ..-i I .' t Uilll ,l:L -
primn'iro Il ,ir au"t era c ?'i d' ? ume eami ra ahlt. N .I ':, mla- I, TNA'' iri', I'r1vin0-, l
,:;i; i'h 45 nipmlro. A eaintira dos. 4 'put.i- t}] "i i ,'- I ,li:
l)os <,:llir..I ;..l'. r,'i s,.giuii,. o Imri .-t'i. 1 .i, m ,m i .1- 4 l4 A I 1i4- -
lr,-r ou "r'ja im doputadlo por 20:01J0) h:ihi t nte.'-l
lrrt tfz'r uinm ens airo eiio da co) 4titi.''. ,I,. d )i.t <-ti .: .,J' g .l
Tiri:i; ;i ,ii n ; r i r,',,,Iveu pp-lir ao pril ,,ir,' ALI-- 1) t' d' jm r .- 1-S ,,.,
xanli" ,j ,,. 1u.1,:, ..:,Vo, iluf, ali t'.- d,, ti ,t :,., > ; t.. -, ,[ ,-i: .-.1-): i.(;-. >; t
:rand'' .,m ,i:-ul ,'i. title dIcv>_' rub',Iv,.- -r-,,lro' i ra.t-l- I-
la ,I, l.id'; .o. I. .. .


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A Antonio;


dEBwe if vaoor in-

!!l 'Potticisoo/- Antft o IROOW,


E' coutinsa.


caoe de eseravos d'este municipio, paa
Sorganisar I 4o *qe teem de ar l t
pela 51 qidi.tfY *I emnncip o di
da ao mesmao*a, pi e.t s ,do,
do raso d6 4*l, devero ali apresmta r aps
M~ift|^ &j ei~tfi~eEii.' M ftiea~ias 4uatJh^
cotbeem p lei. "
Hopiytt^PoytuuegDomixngd ptxuni
13 do *tt| ,-d4evem ,teit e r me osild'este
hospital para elegrem alguns membros da ifespee-
tiva junta adIiismtrativa.
U0iIm6,uoilierci4al dos Mercielros.
Tambom reunem-se, no df* 18, is 4 horas da
tarde, os soeios d~cste institute para ouvirem a
leitura.'do* rtlatorios da diteetoria e eonselho fis-
cal respective.
Uevisftt de Medlefna.--Pelo paquete
Trent recebemos hontem o n. 85, de 25 de dezem-
bro, d'esta revista, que se public em Paris. i Traz
estate summiario:
1. Aademix de Medicima de Paris.-Sessgo do, 4
de dezembro de 1883.
2. Sociedae de cirurgia de Paris.-Sessao de 28
de novembro.
J. Revioisa dw Hoypitaes. -Hospital da Piti6. 0
Sr. Debove. 0 tratamento da tisica. (Cbncla-
sao).
4. Fornudario.-Oleo antiseptico contra a eezenia
-Lassar.
5. Variedades scientifi(-acs. Homenagem ao pro-
fessor Charcot.
Condeesracao estrangeira.-Referemn
as folhas portugaezas que por S. M. Fidelissima
foi agraciado coin a commenda da ordem de Chrii;-
to de Portugal, o Sr. Dr. Gon.alo Paes de Azeve-
do Faro, jaiz de direito.
CallesIo de .anta Rita,-Acha-se ab3r-
to e fuanccionando este collegio, dirigido pela Sra.
D. Rita de Jesus Bastos, e situa'lo rua da Prin-
ceza Isabel n. 5.
E' umn collegio ben mnontabn, cnm boas aceom-
moda9oes para as meninas, e onde se d! excellen-
te eduecago moral e intellectual, de par camorn ima
tractamento zeloso pela sadde das educandas.
Recommendamol-o aos interessados pelo pro-
gresso da instruciao de seus filhos.
lFestade No%% a Menhora dla Luaz--
No dia 2 do mez vindouro realisar-se-ha na igre-
ja do convent do Carmoa festa de Nossa Sanlho-
ra da Luz.
S3gundo nos inform am, a mesa da respective,
irmandado envida todos os meios a seu alcance
para que naste anno seja celebrada aquella festi..
vidalc com a maior pompa e magnificencia.
Empreswa Pash*ni==DA o I'az do Mara..
nhlo a segainte n'tici., no sew nmn.ero de 33 do
moz find :
Comimaunica o Sr. Passini, presentem nte em
Paris, qae ji estAo coxtraetados various artists
para a companhia, cornm que pretend trabilhar no
nQs8 theatre, no3 mizes de maio e junho, confor-
me a concesslo qu3 Ihe foi feita.
S A companhia partit, do Havre em abril no
vapor Brayanxa, segunf w o' qi6 jA tern co)mbinadc
corn a empreza a que pertenee esse vapor.
a A, assignatara sera de 20 recitals, comn 10
operetas dsouinte repertorio -Ia Maicotto, La
fille de Mine. Ingot, Le petit Duc, L-s cloches
do:CGraeville, Giofla, La Jour a la anit, Le; pe-
tit Fmast, L% petite Mari6e, Lea monsquetsires au
convent, IA Periehole, La Belle- Helene, L% eour
et la main, Mine. Favart, Baaaeio, Jnanita, Las
cents vierges.
* O pessoal 6 de mais de 40 pessoas, inceluindo
daasannas, musicos, coristas etc.
I Iegto A mrerwa -Z Perante grande
eocom r de aenhras- e eavaleiros encerrarasi-se
no dia 16 do me*- psaado os trabalhos lectivos
desse e&taaelefimento de instrncoo e educao de.
inewaas ftndado e dirigido pela Exmna. Sra D..
Maritaandida Bandeira de Magalhbes, auxiliada
por tel irml a Exma. Sra. D. Anna Pinto Baidei-
ra de .-Maighaes, qae ha annos se-dedicam A mis.
slo deopeoeptoras.
Ante l daxm nidade do encerrtmUentao-fram
e -aki ade c -leitura, Csaligraxphia, douiina
ehriti, -gmaitica portuguea, arithmnetica elint.
gun frmcesa diVersas collegiaes, : quo revelaram
methidico dtu&,e muito aproveitamento.
Deran*z9es seguintes appR-ova "es: D. Maria
AmaiftdaSftntos, D. Maria Henritgoeta T'ixei-
ra L .pei Dltaria Victorina Alves Miia e TIhJu-
lia Emilia da-Silva BragS, approvadas cor diaq
tineefa; .D Marah da Conceicao Agma; D.' Aimelia
Emilia di Siiva Braga, D. Maria *onqalves Li-
ma e D. Maria-Laabei oncalves Lma, approvadaa
plenainente.
0 acto foi preeidido pelo. iHlustadr heats do
O-yinuaao Pematbucano, 8r. Dr. Jo.6 Baptista
Pi ota, sendo d aaiiad "peb"pru o
Prnipiaram os exaines ao inelo dli e1WJ~ina-
tam as 8h prmimos Is altaanas,-que .mas wie thiA idn-
ytine,, *t erwuaBii-las.itggn~t~itnt^*


ietuicanmente exposto0 Desde o simmuer (ro-
chet at d ,e a ouro, a-
taa bw dauaio

mwty odf~teCO^B10Maj^oSd

e ./. .d.., .
doEcopouiffe 41 iomio~t~ni^





0pWells


f "dgi~tTi-tt~fifai^^t~bgBr~tff(Ag^iif^i&L


VW.T I,,!?- FU -9T-if M.r^t wsA .''vlw*1,-' y'.i.





Sav Ak-. condescia .1 p iqw .,
em dizer a mssaax a pormta f
mentecheio o espago que d'ahise
barreael da fetra.
TAmminada a miss, e tio bemr
come vieoray dirigio-se o Revd. par
Bamburral, afim de celebrar alli
missam
SA noitede 21 da dezembro de
nos coraques dos gabitaintea do S. JoE
peranga unina data de boss e alegre
porque assignalirk semr duvida um
par o adiantamento& d'aoue!e povom
1 Aproveitamos o ensejo~para lem
tic Assemblea Provincial a necessi
increments A essa localidade, elevan
goria de freguezia.
E nuo 6 muit o que ofaga, urma
igreja, de regulates proporn es e li
tura modern, tern hoje grande e ren
nio, de que Ilhe fez doa9o o cromm
Pereira de Araujo, que, dizemol-o po
dade, jamais poupou esforpos o sac
em release A obraoda igrnjajJ qua
graas nao seu reconheocido bairrism
de saus amigos, qutr em relaziao a
portar possa un beneficio parn o I
Jose' da Boa-Esperanna. ,
Generous alimenticio --
Treat e polo navio Tito viqeram os s(
o merecado desta praa: alhos, 83
azeitonas, 42 caixas; eobolas, 100 d
ditas; conservas, 8 ditas; doce, 1
396 saccos; folhas de louro, 49 ditas
caixas; peixe, 2 barris; qucijos, 355
picSes, 26 ditas ; toucinho, 11 barr
pipas, 253 quintos, 146 decinos, 3 b,
caixas.
Dous ilustnres panegyr
cevalsata--V6s todos, que ten
grammo de poesia nas visceras, reco
veras quoe colhemos textualmente da
argentino, duranteo a guerra que o Bi
o tyranno Lopez do Paraguay:
E conmsuio del hombre es el cat
Dios es el aballo--Sin caballo el ho
A- consolao do homem d o caval
I)eims etd o cavallo---Sem cavallo o h
E estas outras de ura poesia popi
Dienes t el ard dta dohoz el kreilt
el ketouds.


0 paraiso da terra estd sobre o costado dos ca-
vallos e no coraio dos livros.
A equitaeao convim assaz aos litteratos, is se-
nhoas que come muito, se levantam tarde e se
move pouco. A estas, porm, convem lembrar
que tal exercicio 6 muito farvoravel aos fluxos lu-
nares, e que deve ser prohibido a quem se acha
n'um estado interessante.
Andar a cavallo excita a nutrigao e a respira-
cao, aviva a -e cireulaAro capillar profunda, 6um
poderoso contra-veneno da vida sedcntaria e do
abuse do pensamento.
Sydenham, umr do&a mores medicos que tem
iavido, -deixou'escripto:
SEu estou convencido que se o medico tivesse
um remedio pra a tisica de-valor ignal ti equita-
91o, poderia ganhar ficiitiente o que qu.iesse.
Eu 'enho prestripl-' e-te e"ereicio -a mltass pes-
seas Ie-tadaf de tisica, e posso 'dier que- nib fui
infeliz senio em porquissimos cases. Codv6mw
porem que a equitaAo seja acompaunhada de mu-
danei de luger, poique a uidanca de'ar'e de re-
gimen 6 de tmanta importancii:como o prp 'ioexer-
cicio. As mulheies e ohomeina, que no;podemin
viajar a eavaflo, podem kf,er-se tras"idprtat ea
carro e curar-se d'este mode, como eu inesmo te.
nho provado.
E Londs, um lustre' Iygienista, dizia:
SMA prineaIn*-ent s Htrterato que devem
fazeri- este exereicio ; erlts ahi'aeseAr6 um ineio
*pportuno parai combater or inconyetiintea do
mea methodo dtvid* po qd e a pwi eq- e e ie
a montana a ;4ava4o e osam v4utOW que m'mhi
sao communicados, bei agean fiwvo Lwawi iaxan-
s.1 hivre dos puhmoea e 4stroe iu cor effieada o
tffeito nodvdo (La .pmiic -teposia pslcst"dabhoa
de gAbiete. Este e, i0r 6 alen dlisw i nm
doe mais aptos A deixar decangar o crebrto, or.'
I*, ele em e nemfbro, S un s, an meW
w flstrcW aRiui, .*is- cmp9:'a'hfltar'' dioisnaotfB
hae-oretita~notvelquImpecwaqe este,,04%
po~aatago capear ^ma nalana Oergi4ia towa
pow *S use n*efsinusm*Muesftbro
s iwdi ae habii4aL rd,
Aewssthsmpswo paaqo ^fraqo~owtte aose
s a9pipr* og; o


soal dos eafermos e qdvcndim 'iaeNs nosm tt
belecimeatas a dqpio dA Santa Casa no mez de
desembro in&!i .


,, 124
,, -


.pot .fr ropor.cea.


^W'(< 4 f:H^Q~ethy *.-*. *: ;* --
,ise 9- .Sa siwl.jntos-do-su,oIkbie va-

b. 0 1WI O4Yo|dxSr16 1%-kovap+ iti apmr imrieano:
k'A VC3agx I" 1 .it"hj4lah cI, _riado, J. D. 'Cotaime
,.. .. ..*" aell dA ,ufee : ;. .. ** i ?...i.

)5 fisa, que "a 1 tl9 ICjueita. Hog, ll do
v quigta part corrente, 8erAe*tAthlda *t -it a alobn be*%io
e. capuchi- da igreja de S. PantaleAo &V'nt$te *io..asi-
SUolitteral- "teaofodu igroja eA.it, ossa- Senh a da onCeivao
eatende at6 o dos Militares, onde se ahraO eoxpostas is uras
e esphoemas3 amiiBA'em ortaem numerical A apre-
aeempanhado eiae doputtblieo.
ra o. .engenho V- wokTwwAg ia-sEste- vapor, da Companhia
i a segunda Brasileira, sahio hontem da Parahyba -e deve
Samanheeer hoj em nosso porto.
1883 marcarAm Loterfa do R de- 4hneltro,.-Sabe-se
e6 da Boa-Es- por telegramma:que aloteria 330 B, de Nictheroy,
is reordag5es, em beneficio da instrucoSo publiea da mesma pro-
grande pass vincia, extrahe-se amanhag, 12 do corrente. Bilhlie-
ado. tes A venda na, ran 1P de Marno n. 23, Casa da
brar A patrio- Fortuna.
idade de dar liotera-sdie Mareftma" o.-Sabe-se por te-
ado-a a cathe- legramma que a 9' loteria em beneficio da Santa
Casa de Misericordia da pr6vincia do Maranhao
vez quo a sua core a 12 do corrente. Os bilhetes acham-se A
inda architee- venda A rua do Imperador n. 61.
idoso patrimo- Grande loteria do Ypiranga.--Corre
endador Jos6 impreterivelmente a 19 do corrente a 3* series
r amior A ver- desta loteria, de 200:000,000.
erificlos, quer Kereado WittleWpfar dte osc--Para.
isi conehlida, este estabelecimento entraramr hontem 23 bois
o e de alguns pesando 5,378 kilos pertencentes a diversos.
tudo queo im- Foram vendidos a preNo de 800 atW 320 rmis o
povoado de S. kilo.
No memo dia entraram para o mcsmo esta-
* Polo vapor belecimento:
egnintes para Farinha 25 cargas
!3 canastras ; Fructas 13 c
titas; chM, 8 Cana de Detenero.-Movimento dos pre-
dita; feijlo, sos no din 9 do corrente :
; passas, 15 Existiam press 268, entraram 4, sahiram 6,
Scaixas; sal- existem 266; a saberi: nacionaes 229, mulheres
is ; vinho, 69 6, estrangeiros 10, escravos 21.-Total 266.
arris e 1,720 Arracoados 239, send: bonds 221, doentes 15.
-Movimento da enfermaria :
istas das Tiveram baixa:
ides um milli- JosA Nunes de Oliveira, Jos6 Barbosa dc Lyra,
ordai as pala- Vicente Jacome Tostal, Maria Evangelista de
Sbocca de um ArSaujo.
rasil teve corn Tiveram alta :
Galdino Jos6 da Silva, Pedro Marques da Cruz,
ba!!o--Pues de Maria Benvinda Leal de Barros, Galdino, escravo
,mbre es nada. sentenciado.
o---Depoas de tSe* Itterio public Obituario do dia 4
jomrem e nada. de janeiro :
tdar arabe : Antonio, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio
a la montalat colica spasmodica.
Joao,Pernambuco, 8 mezes, S. Josi; convul-


sees.
Godofredo,- Narahyba, 1 mez, -Boa-Vista ; con-
vulsoes.
Belmiro, Pernambuco, 2 annos, Recife; con-
vulsSoes.
Hermelinda, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista;
gangrmna do pc-t.
Manoel Luiz, Per*nmbueo, 45 annos, solteiro,
Boa-Vista; tmberc7bor s petulmnares.
. Guilhermina Maria do Exaltaeio; Pernamnbuco,
40 annes, viuva, S. Jos6; tisica pelmonar.
:-Manttaiv aibueo, '8 snoeo, S; Jos6; tetano
dos "`'etinaseidos.
HWtstd*Mtrths ntPernnmbuco, 48 annos, .viu-
va, E -if entte.
J6A- Antoiio ereieera -t1iires, Pernambu-
co0, 48 amoa, saolteiro, Boa-Vista; paralysia da
bexiga.
Jibiaaii Mira d44 Cn"eeie, Pernambuco, 61
annos.casad4*Afogdos ; esn eft tterino.
Um recemtaacdo da, fregueri do Recife.
S3 pea caridade.
Theresa E. de Sousa MagalhIes,- Alaeas, 64
anuos, viuva, SIntxA'itOnio; esaicr" ,trino.
SJoanna liaptista de Andade, Pemnambuco, 48
anuos, solteira, S. Jos6; tuberculos pulmonarc.
SLuiz de Andrade, PRefnambuco, 4 annos, S Jo-
S; -febte b1iosa.-
Venut, Pernambuco, ignora-se a idade, Boa-
Viata, apoplexia.
:Nlo houve -menhum enterramtento pela- aeri-
dade.
-6 -
Rowaama,.Pemnat*e,2 2 mezee S. Jose6; infla-
SJoan& UMAdit da Coac Pemambuco, 25
wi.Odni n-uel
aunogeasad& GOgaca; l parto.
Antonio Sompami Catueiros Penarmbueo, W an-


;Mw


bummf 9 annOsguliguo.
atbuco, .22 aneee^' sol-


fttea`B&Nlaatg; con-
J aiahueopbu~o-f~eatw, ~als~fty~pnsmo.
variolas.
^PbilotntsO N'ersnatbuec' 8 nia~g, So4i-Vista^

Joaqu-i.Miique. deo Ohiveui Port'all 27
MW ni ; P nbuco" 46 an-
A l.60- anos, casado,
zdI'*^ae^

Jo s i4gCa easP meb m,- 27 annos,
T* sb &a Ostnt ii Laz, Pernambnco,i85 an-
nos, solteira, S. Josi velhice4.
*IdalseIBambueou8.sau~os, uoteitn,'Saxnto-At-

dlap i~ dtfrj iaato, N~nxamb't -
Co 8GxtaBBts i 4rav>S.-Jo; veihice.
&aitacoiBo, Pnhtfibaueo, 6 niezes, B&a.Vista;

S5pelal 4mridade.


Pg~IkR1E A PED1DO

olo Aofp lio

Movido polo just motive de defeza, veaho pela
vez primeira A imprensa para dizer algumna cousa
em resposta A, calumnia atirada ao character de urna
pessoa que me 6 cara pelo ex-subdelegado capitJo
Joaquim Alves de Barros. Sabedor, comio sou, de
takes calumnias, por pessoas que nao podem ser
suspeitas, achoenme sobre o peso da maior contra-
riedade.
Tern dito V. S. por todo o lugar Oity, que e es-
ta pessoa um dos cumplices do assassinate prati-
cado na infelis.pessoa de Jose Raphael, vulgo Ta-
14, morador que era neste engenho. Pois bern, Sr.
ex-subdelegado, venho do alto da imprensa provo-
cal-o, para V. S. provar o que tern o arrojo de di-
zer sern a mais pequena prova, e se assim nao o fi-
zer serm tido e conhecido por tun caluinniador da
rcputa"o alheia.
Maliciosamnente tern dito V. S. que largou a sub-
-delegacii para nao. se intrigar corn os sous vizi-
nhlos, como se na policia cumprisse V. S. o seun de-
ver.
Quo autoridade! Quando compareceu V. S. ao
Ilugar da luta de sangue por menu chamado, quacs
foram os meios que empregou para descobrimnento
do assassin? nenhum; se V. S. fizcsse como fazcem
as autoridades energicas em cumprinento de seus
.ieveres, naturalmcnte havia de descobrir o culpa-
do, e nao hoje mancharia a rcputaao alheia.
N.o lhe franqueei as porteiras dos meus enge-
nhos para V. S. fazer qualquer sort de investiga-
Ao, como em takes easos manda a lei, e cemo ou-
tra qualquer autoridade emflagrante faria, aqui
prendendo, acoli interrogando, afim de descobrir-
se o assassino? nada, porem, fez V. S., satisfazen-
do-se hoje em querer manchar a reputaZo dcsta
pessoa que apenas chega aos primeiros annos de
sua juventude. atirando-lhe uma responsabilidade
que s6 V. S. e capaz de o fazer, offendendo por
tal formal a repnta*o de nossa familiar corn o que
ha de mais infamante; quaes as provas, quaes os
meios que o induziram A former tal concerto? Es-
tas pessoas estarlo entregues a vicios de especie
algamna?
Nao 6 assim que se procura emporcarlhar a re-
putaiVo alheia, Sr. Alves, semr a mais pequena
prova.
Desde 1830 que aqui nesta comarca moro man-
tendo sempee a mais ordeal amizade corn as me-
lhoes pessoas da localidade e de ambas as politi-
cBs.
Qual o acto reprovado de minha vida de 70 an-
nos e de minha familiar, em que por alguem della
Iodesse V. S. fazer tal conceito?
Ella 6 bastante conhecida, para qualquer classes
appello, qual a norma de conduct cornl que todos
tern se conduzido at lioje, em to boaLhora 6 di-
go. Qual a razao de ter V. S. indigitado esta pa-
soa como autora da infeliz victim, cuja more
profuandamente lamentamos?
SChegando a meu conhecimento esta infanmante
calumnia em data de 2 do andante mez, apresso-
me em vir A imprensa dar ao public eoth'satisfa-
ao, e ao Sr. Alver dizer que evolvo-lhe a calum-
nia corn que pretend emporcalhar-nos, e as auto-
ridades em geral queculminpram o seun ever, paka
descobrir-se o mysterio que envolve tao hotroroso
crime; ao Ilmm. delegado da comarea que conti-
nue corn suas pesquizas, e praza aot e cos que to-
nham bbnh re6ulthdoh, para assim nuo fazereijui-
zo teierario, eom6 teem feito, em dizer quei isto
naScia da familia Duro e dizer sem a mais po-
quena prova.
Vou concluir pedindo ao tespeitavel redactor
que corrija ao tnenom parte dos erros que por ahi
vai e iguahi-ente ao s nevold leftor, as phrases
de pouco estrlo quo acabo de exp Or. Tenho eon-
cluido, sei'rtetder *oltat umais 4 imprens*, s6
soA isso tbbligado.
Engenho- LiAt" ento,;'8 de jneir de -1884..
Sjoaquimn Roftyuef Duro de (fra.



PBOOWALM& OA UiiOn"M NOIT1 D M TRIUTOy
SQU r ^ThT lDB9SkA Mf*6bO-
I^ pq&ki^% dWPA A CASOO DA

'!A. mei di-ffif~outb 4ulis< ao. Vatf
rins giraudolas de' fogtitewf^0miffttei~tido


de q
do as
palsu
a Bus


R"ESPOSTA


; /


d& Amentee, aoh fWSio, e SA }
Ban~d4kao tern md6 hza t**4 M& b

Meu rverdo Fabinho

torwi'Efrad'do anno
Venh6 darte annos a ti.

Paf'Ee,,"*9ti damnado ?
Tuk RO-



Canbmaiocor de oaseitona,
upitafnice-ne2,
Quero, ca'm de mamao,
EnBaxar4-te de ua vez.

Muito pode, muatdinho,
A sordidez de tu'alma.
Fallas em, honra... caxorro,
Como quando comes palha.

Ohde fate tua, buscar
Character, honra e vergonha ?
No berfo? Na taa vida?
Ah meu earn de pamronhia !

Tua alma, sim, essa 6 negra,
Magra, leprosa e nogenta,
Quem olha para qualquer obra
Nao tern que ver tua venta.

Toma cuidado, tinhoso
Vampiro que suga a noite,
Ponho-te a viola em cacos,
JA que ninguem edouon-te.
Nao recuo, estou promptinho
Para educar um birbante
Fica certo, meu Fabinho
Sou teu duende constant.

Gliceria
Bem como a flor que emmniurchece
Serm o orvalho que alimenta,
A minha almna ciumenta
Do teu amnor se fence.

Meu peito senate a frieza
Do gelo com que me tractais,
Nem td pensas que me mattas
Coin semelhante fereza.

Se nos tens labios unm sorriso
Assoma p'ra inimn as vezes,
Faz-me beber t6 as fezes
Do fel que nelles diviso.
E se tens olhos castanhos
Reflectem raios em mim,
Sinto a chamma do amor
Queimar-me o peito por fim..
Recife, 10 de janeiro de 1884.
Delgado.


Programma da festa da Exeelsa
Padroeira Nossa Senhora do
Born mueeesso dos Navegantes,
que se venera na Igreja de
NlosSa Shora do Pilar.
No dia 11 sexta-feira, pelas 6 1/2 horas da tardc,
serA hasteado o estandarte da Excelsa Padroeira,
da igreja para o maestro, carregada por meninas,
acompanhando a excellent music martial do
corpo de policia, na vespera 12, havern ladainha a
nolte, no fim tocara a mesmna musical, no domingo,
13 as 5 herasda manha, havern uma missa resada
tocando a mesma music, no fim ter uma salva
avizando aos devotes que 6o dia da festividade da
Excelsa Padroeira. As 11 horas entrarA a missa
solemn pregando no Evangeldho e no Te-Deum o
Revd. cakUllao tehente Leonardo Jolo Grego,
sendo. a orchestra dirigida pelo muito dIgno ar-
tista o Sf. losas. A tarde a mesma banda de
music far& ouvir diversas peas de seu numeroso
repertorio,nos intervallos subiro aos ares diversos
bales, as 7 horas principiarai o Te-Deum, no fim
depois de tocar a mesmina music sera arreado o
-eatamdarte da Excelsa Padroeira, do mastro para
,a igreja corn as mesmas formalidades, finalisando
o acto corn um lindo fogo de artificio feitoipelo
digno artist Tito Franciscoo de Mello.

Ao Bixm. -r. bSe de Pernam-
*'biwteo
Os moradores da freguezia de Maranguape des-
ta provincial, pedem a S. Exe. que digne-se man-
dar un vigario ou um- que as suas vezes faga para
'esta esquecida freguezia que ha muito eati sem
i paroeho, que os infelises dosgraiados pebres
est6 morreido sem o anuxilio reIgioso e sem os
direitos necessarios, sem att as mtissas deiNa-
tal etc. etc.
J Jitemos pedido por diversas vezes e ainda, nio
nomoi attendidos, ate as folhas critics tern flla-
do neste asunipto, parece que 6 bastantoe o alan-
dbno que esta infelz paroehia ternm tide, jA uf-
ioienatepara. ferJebada.
So os padres esteo. pevenido sebre aas co vres-
pendencias queo houveram- contra *-digno dm
Joio Chadoeis ep -so -distv perqne w6i-xll
nuna iaju~atidoeS~rs. Caacoeqiqcqe ar
queo digno viga40tsese -do -direif *OAto mas
todos os nOwoeaindB* mokowwlons er-
dre Jolfo "Can~deia.Dn ,*rtt^ %p


Ensum rimuArio


SIifA
j ^ : l i
Ilj~ -17


r,0J


~;re. -

h~A~ -'11


* demai iatereiw

.Ntdelio. vials de
t" 1


bens que eouberam l ga dvet
ent*0Wato wi~ejwfro^ 4xe promm pwa
4- ~ ~ ~ ~ CW satk ^ e^ fl ,e o "p.
e1coatra IU ac p dZ, 7gatf JMd*B di- Z
a quem DEUS, a NATU e a LEI coufia-
ram A minhaguarda.

DiBtPMO To Ts8TAMUXTA1IA MWrE A I1W11rA
a Deedata mais o primefro trstadorque tea em
sua companhia duas irmas, umna de nome Fra=-
cisca e outua de nome Custodia, de idade avaruoa-
4da, s tm co 'esta supprindlo as sa sobrinhua
filas de scau fiado irAilo Antonio JOs da Costa
Araujo a juantia de cincoenta mir r#ww mensaes e
A suasobrnha Adelaide,existente em Lisboa. filha
de seu finado irmao Virissimo Joe6 da Costa
Araujo, a quantia de dez libras sterlinas em cada
anno ; e para prevenir que unas e ontrns iio fi-
quem ao desamparo, eu Franeiseo Joms da Costa
Araujo e Vicencia Perpetua Freire de Araujo
ctmcordamos fazer este testament deixando umrn a
outro, quando a Dcus for servido chamar umn de
nos a sua presenua. corn a condio.io de attender
a subsistencia das pcssoas qun a.ina fazemin
menofo. E se ao tempo da inorte <;c ua dos tea-
tadores existir a casa e sitio que actualiaenmte a-h
bitamos no Cajuciro, n. 8, que e de nossa propnie-
dade, cuio valor determinamnos n viato cconos
de r6is, dita easa farA lprte doI dita trqa. (Oee-
bendo o sebrevivente o execdlente se for manior, ou
repondo so ella (term;a) for menor, <-'imt.ant que a
casa em questAo fique pcrtenelirdo no que soire-
viver, em attencAo As dspezas e encargos a que
fica obrigado de sustentar as inrmns (d, print tro
testador e attender as mesadas de quo faz men-
ao, devendo o quo sobreviver lirovitenif-iar por
actor identico a estc a que sejam g ar.tnti ian eetaa
diasposiuSes.
SSc iporein por mort t,,I ,h;uii>,, o t1twiores,
alganmas de nossa-s filhles s5 pr ..-ir a ri.cewr em
suit casa as inilas do primniro test- or. tton-
der a una pensAo razoavcl ;Ia. s,brmilas I, que
trata, neste casoo reffridlo pro,1ii u t G .0-4r' nalu-
ridlo, recebtndo eCsa filhia os rn 'ri, ;,_lt'`u :i,
para atttnder a tao? d,,pi zas.
SDeclaramus mais, no ,,\br-' (dita -,i.i s itio
e na qual flea enc-'imp:td1 a rnfrid i tr.i' a. ella
existir ao teminpo da more Ide" Ic b s te.-:tador-
nunca poderi ser vendida noin repri ;.. p .r i is-
sos herdeiros, e s6 lhes ficirA p-rtendv.n&, sen
rendinmento liquido por igumlda,. 4l depi- que
deixarem de existir os leglidos. as irmns e .,ri-
uhas do primeiro testadtr jAi n-tv iA.iastruinanto
especificado.
Tudo quanto se aenhir de prtia- ai dntro na
referida casa de nossi rrsidencia, ito, e. inveis,i
prata de uso a que damos tm valor dv 3:1003. fi-
carA tudo fazendo part de nossas t'rt;a coa o
que nada terAo que ver os respectivoI r herdeiron.
Bens recebidos constantes do inveiitario e
partilhas para o quinlhio da terwa
Sobrado c sitio n. 8 do Cajueiro no
valor de 35000000O
Joias, prata e moves no valor de 6:368408


Reis


41:364880


SQue recebeu a Sra. D. Viceneia Perpetua
Freire de Oliveira por sna mea*ao no valor de
130:2054937.
Em dividas 6:01.7070
Casa terra e sitio n. 6 do Cajuciro 18:000O000
Casa terrea n. 1 da rua das Trin-
cheiras 5:00O5O00
Metade do sobrado n... da rua das
Larangeiras 9:XJ5000M
21 polices previnciaes do premio de
7O/ n. 592 a 597 e 2119 a 2133
no valor de 21.4 i00
Ema dinheiro no New London and
Brasilian Bank =35:500m5
Em dinheiro em powder de Teixeira
Santos & C. do Rio Grande do
Sal 33:593A4U
Em dinheiro em seu poder 7461490
Em escravos 1:350


RWis


130h3049nI


Falta fazer-se as sub-partilhas.
Recife, 7 de janeiro de 1884.
M. J. G. Braga.

Prognu-mam UeSta de W.-
Semhorndo ote, em am-
da
No dia 9 do corrente, As 6 1/2 hor da
tarde, os fleia devotes da Eelsa Vte
Seahora, sahirlo em romaria da i
S. Bento, acoupaahaio pel. It
banda macial d20bt"a do ilhtaris
em marha4 a ttio 1 a Ermida do
Sehi) s~r~o aeMs9 m da &do
M~isttia, sera solenmuta set tel~tiri, fen-
dendo os arety lbta-'*casijo divers" a-
raadolawd'chfogbet"S M Oadeta solemInuda-
de a co iia onVIdA a todsw as mel-
ltissimas senhoras e caVlMe afima de,
Cs^_im _'i __u.iantal-a.
Nrfla tj, comeali o tri-
duo em honra h & tahoa & 4o Monte, sendo
esta noite coofiada a comnuiao dod cams-
d<.
No diilleuoionA 4-eito A ezxpen-
* I commissao dos sltoiro e 61 di&
I'jsela dos artists.
,; erso erao cantados pela .
Sra. D. Maria Amelia de G. Sodrd da
d-
s penna d um doe W eco
nis o Sr. Castro V a, s e da
noits doe solteirer-do tubln Mp pft- -
t cama do rAm oite
Airjepetido na noite a-
r dos dous, escoi2 d&a repeclWA




<^^^ih I- ^^Jg -M-Mp-.M~- .1'^H^' p^


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I, 1ti do-s pa Rio de Iaaeiro, des-

r ms oabento: peod deseulpa por esa
ts e offerece sens fraces sorvigos.
Recife, 9 de janeiro de 1884.

O Dr. Carnofro Leo,
Um cenoultorio medico. us rua Duque do Ca-
usa (antiga do Queimsdo) n. 57. Consults das
I As 2.hora da tarde.
Residencia mrua do Coronel Suassumn (an t
Augusta) n. 278. Chamados por escripto a
jusa" horse do dis.



Bance do Brasi
Paga-seo a60" divideudo a ra-
sze de 106000 por aegio no es-
criptorio de Pereira Carneiro &
C. a rua do Commorcio n. 6, 1"
ansdar.



LIfinica medic0ecirnrgica
DO
Dr. Andrade Lima
DA consultas em. seu consultorio 6a rua Larga do
"losario n. 50, 1 andar, de meio dia As 2 horas da
turde.
Chanados par escaipto dirigidos A snu consul-
torio on nau uPbmacisa Pernambucan, irua do
CabugAnx. 11, e em sus residencia, Capunga, rua
darn ernambueanas.

Collegio-Pedro 11
Caes do famos a. 32
As aulas deste estabelecimento principiam a
Naccionar no dia 7 do corre-ote mez. Recebe
alumnos internos, meio pensionistas e extornos.
0 director,
J.T A. Moreira Dias.

0 Dr. Adriao
MEDICO
Continha a dar consultas das 11 As 2 horas da
tarde, em sen antigo consultorio, Ai rua Larga do
Rosario n. 36, 1.1 andar. Chamados par esoripto
aqualquerbora, na pharmacia Bartholomneu & C.
COLLEGIO
DE
NOSSA SENIIHOI DA PENHIA
PARA 0 SEXO FEMININO
RUIA DO ('ABUG.A NS3.7 E 9
(Seguados andares)
(frmcvaram as tm-abaihas do prest-nte anna lee-
tiro a 7 dejaneiro corrente.

Collegio Nazareno
R~esultado dos ciamues presta-
dos pelos alumnus deste colle-
ge, me comersannexA & Facul-
dade de Direlto do Recife, mo
umez de dezembre prexiae pas-i
m ade


PORTUGUEZ
Abilio Clementino Bezerra, plenamente.
Manoel Apolinario de Almeida, idem.
Manoel Xavier de Andrade Vasconcellos, biot
Antonio Flavio Pessea Guerra, approvado.
Antonio Silvestre Carneiro Lins, idem.
Daciano Lixs Carneiro de Albuquerque, idem.
Erasmo Vieira de Macedo, idem.
Joaquim Gregonio Pessoa Guerra, idem.
Octaciio dei ArrudaCoutinhe, idem.
Reprovados 4.


FRANCEZ
I Abihm Clementino Bezerrta, plenamente.
2 Antonio Flavio Pessoa Guerra, idem.
3 Josqaim Gregorie Pessoa Guerra, idem.
4 Manoel Apalinario de Aneida, idem.


COlEEECIO


In.


Praia do Reeie, tO do Jeaeiro
de 1884L.
As tres horse di taado
Coka s offiaes
tumbio sobre Londres, 90 d/v. 21 3/4 d. por lt
do bunco.
Antonio M. Amorim Junio-,
Polo presidente.
P. J. Pinto,
Polo seeretarho.
RENDIMENTOS PUBLICOS


Mes de janeiro
ALiasnuoa---De 2 a 9
Idem de 10


4Jinuase Uo ovnNOLL-De 2sa
m de 10


S. Id em do 10


do 1884
402:988A664
56:4115972
0:400: 8
9 101:171S137
5:0979_62
106-SA89
8146191

02W..


DEISPACUOSIIDE. t~
Vapwior lagis04in,0a= d-ampfldm8.
1 do es.ot as..ig.UadsaAdmq
"Ast
all, Ivi' .' p "


aI-- .


,t1a1o

. ~ 4...-l


Buaad rwi..a. 'do(I4an Aa iouczeqo

EAse colirk quo asasns aa ra m do Bar doi
D L we S, eBe 60 ists e s t leol*aoin
Dan& ji -0assous saucslj p P hB as
aias quo eumtgsb skmeaiorsnir om 15 do Janeiro
do onmmune aino.
Director,
rud Pniras da Cru YVieira.

Ciruria antiseptifa
0 Dr. Carlos Bettencourt apelics os processes
mais modernos, qut nnas operagoes, qu6r no our-
tivo do ferida e ulcerac de qualquer natureza;
garantia de cars em pc tempo. ua da Cadeia
n. 34, das 12 As S horssxiZ tarde, no sen CONSUL-
TORIO.


Dr. Au usto Seraflm
MEDIAN E OPERATOR
Cousultorio rus do Marquez de Olinda a. 38
(Consultas das 11 il 2 hores)
Besideneia ra id Imperatriz n. 17
(Chamados a quasquer horse)
Presta-se a qualquer chamado para f6ra da
capital.



I Inlternato Iernambuo a-0no

I{COLLEGIO DE INSThUCVAO PRIMA-}

Para o sexo masculine

5 I Runado Hosplelo 5
I}{ DRIIG IDO POR M. A. VIANNA }{




Medico e parleiro
0 Dr. Sim6es Barbosa dA con-
sultas de 12 As 2 horas da tarde, na rua do Mairque
de Olinda u. 18, 1.'- andar.
Reside em Olinda, na ruan de S. Bento n. 25,
onde pode ser consultado diariamente, das 7 As 8
horus da manhi.
Vxxxxxxxxxxxxxxxx*

NOculista

0 Dr. Ban-eto Sampais, medico oeu-
i e-,ta, c chefe tde clinics do Dr. de
Weeker, di consultas A rua do Barge da
Victoria n. 45, segundo andar, de 1 As 4
horas da tarde, except nos domingos e N
dias santificados. Chamados em sen con-
N ultorio ouo w casa do sua residencia A A
Nrma do Bara de S. Borja n. 37.
;7xxxxxxxx-xxxxx110'


EDITAES
0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, commendador da imperial ordent da
Rosa e juiz de direito especial do corn-
mercto desta cidade do Recife, capi" da
proencia de Penmambuco, par 8ua Ala-
gestade Imperial e Constitucional o Sr.
D. Pedro 1H, a quef De-s quorde, etc.
Favo saber sos queo aprosoate edital virem au
d'oelc noticia tiveroem, quoeo sob sho brts a fallen-
.cia do negacisuto Justina 0-angalvee do Olviroir po-
Is sontenva do thoor seguinto:
,, Sontenqa. Em faco is petigfla do fle. 2 deela-
rao abet-ta a falleneia do negochanto Justina Con-
valves do Olimeirs a data~r ieo6 do eol-rento mes..
Nomoio curador fiscalo Dr. Honrique Milct. Apre-
soxtoa alid abalango no prag o 3ue s
ga-so publics. a falleneia pr editace o conyvouem-


Olivreira & C., 11 a IRosa &NQ~jiei-oz1i t1)--a]DMiw
gps Ferreir ida Silva, & C., 10 a Joaquim Duarte
Simres & C., 5 a A. A. de Souza Agniar, 6a Paeru-
nsndes da Costa & C., 16ia Pairs Valente & C., 60
a Sousa Bastos Amorim & C.
Ronup 1 cain, a F. M. doeS. Leoo.
Sulphato de cobreo10 barricas a Subiarine Te-
legrephe Company.
Teeidos diverosos S16 volumes a Cramer Frey
&C.,6sAAdmsonHowis &C.,52 a Roidgues
Lima & C., 46a, LoduzAntonio Squeira, 1S06saBr-
net & C.,118anA. Vieirs&OC.,8 a-La- eirorMaiL
& a., 5Ma ulmxdMsdrtdn&C.,s S ot51 ., 17a
Machado.-& PorirI Ia- Lotasintos&C,9
Olinte Janlim&CMe5a termiins Mal&&tO., 1 a
Aitr de Brito*& 0., 1 a Anbenio Correalso Vas
concellos. Touinhho I Ibarth maDominbgos P-
reiradaiSib's & C. T's t2bameos. as E ,nglsh
BDnk oe Rio do Jamro"ro.
*ftr-; .
Briguse pot-toe. 2W9,he, osntado do Porto neoa,

A emma 200 e.a t a F.PIL.lato G bu
91imP. bNF flt 1Mkthrdm, 6a Io-,
AMait, ddo's,3SA
Pidaa~ if~Ml a DimhgeM-


r


Ihas 13 pars iiterrnpg& idapreserfip9o dos titu-
los de folhas 3 a folhims 12. Custas ox-causs. Re-
JJay i-ui-m--aSil afi 27a vYW'.R. Pa-ti
GuimrIes, 101 mJ- Duast Lim~es & C.,
156sa 0- Aives t00 aS ouza Bas-
tos AmorimlC.,Ia J.B 5a A.D.
Carneiro Vianna, 60 a -oes de Faria & C.,
20 a J.IF.ieA Iea, aJ deMacedo, 1 a
Paiva Valent & C. VimwnMs0 i a Antonio
Polippo $im os& V.
DEStCKOS DIEXRPORTA9XO
Em Io at MJnneiro do 1884
-No vaetmIB h l Wrm:"
coe corn 75u00 alsdasses r nmascaado; F.
G. Torre 400 dit ,o,,000dibms do dio.
a No V IIJSr.' h ," snou :
l amIAY A & "40sscce
s3wJ
-M'a Alt tmcit a


N~


LO


,.. .."... d n o e i d




GDr.




a.S D. PA5 a



Poti$&w- fm r. 1 dDiltro o.
_smo. ---Migam Josh Alva,e satin-
bsleoido austin praM, ,sendo-lhodewvier Autimo
Gas Maima iump e k o S lotns cads
pol tes mp today -a 18 do no-
omiro de 1876, provoit do goenros, o, m s
de 1 1s ip, tra a do dos venldmento
a prianoira jL12 pp Wdo100,a esgunds do 24
ses deo L-0& if* i4 do86 mouse doe.....
1.S)5, a qutt &W ti do 1:000A, a quinta
a 60 mezes de 1:0005 e a ultimas a 72 mezes de
1:2855580,e Agelio Lopes da Silveira, da impor-
taneia de b lotr-ns maeeadas pelo supplicants nes-
ta praa todas em 30 de dezembro do memo an-
no, proveniontes de ims contm cora juro de 1 1/2
O) ao moe depois do eusi veneimentos, cads urna
de 3:084A940, a prILmeirm a 12 mezes, a segunda a
24, a terceirasa 36,ra quarta a 48 e a ultimasa
60 mezes e pelos suppleados aecitas ditas letters
contra, cja prescripo vem o supplicants protes-
tar comrropotestsara o fim de de interrompel-a
e requer que tomato por termo o protesto so passe
carts roqativa comr o theor da present o do pro-
testo dirngido ao jaui do commeroio a quem per-
tencet~o lugar donminado Maroim, i 4 provincia
de Sergipe, onde residem os supplicados, para se-
rem elles intimados de todo o theor da mesma pre-
catoria. Pede a V. S. deferimanta. E R. Me.
Recife, 18 de novembro de 1882. Miguel Aos
Aires.
Estava sellada na forms da lei.
Nada male so eontinha em dita pedicA.o aqui
copiads no qual dei o despacho do theor seguin-
te:
Despacho.-Distribuida. Como reque'r. Re-
cife, 18 de novembro de 1882.-Montenegro.
Em virtude deste despacho f6ra felt a distri-
builo seguinte : A Ernesto Silva. Oliveiras
E mais senlo continha em dita distribuiqvIo aqui
copiada, depois do que via-se o termo de protest
do theor seguinte :
Termo de protesto.-Aos 18 de novembro de
1882, em men earterio perante mim e a testemn-
nhas infra assignadas compareoeu o supplicante e
par elle foi dito que reduzia a termoto protest
constant da petiV&o rbe-r que offerecia coma par-
te deste cm queodepois de lido assignou. Eu, Er-
nesto Machado Freire Pereira da Silva, o escre-
vi.-AMiguel Josk Alves.-Antonio Barbosa Cor-
deiro.-Jos6 Maria da Cunha Dautas.
E mais senaa continha em La otermo de pro-
testo aqui bem fielmente copiado, depois via-se a
petivao do thieor seguinte :
Peti9Ao.-Illm. Sr. Dr. jniz de direito do com-
mereia. Diz Manoel Jos6 Alves, que tend por
este juizo, eserivao Ernesto Silva, protestado para
interromper a prescripgio de diversas lettras, sac-
cadas par elle supplicante e aceitas par Antonio
Gomes Maia e Agelio Lopes da Silveira, reque-
rendo que se expedisse carta precatoria cam o
theor da petiqio inicial e termo de protest para o
juizo commercial da. cidade de Maroim, na pro-
viuia do e-Scrgipo, paraeom aott eumprimanto cc-
rem aillicitados os supplicados, onde residiam. E
porque da certidlo passada na mesma carts pre-
eatoria que foi dovolvida e a junta consta queoos
supplicados se retirarain da dita cidade e protan-
cia, para lugar nlo sabido, quer por isso o sup-
plicapte justifliar o exposto, oeprovado quanto
baste so digne V. S. mandar passer carts de edi-
tos com o prazo dn 30 dias para serem os supph-
cdads citados par todeo acontouda do mesano pro-
testo. Pode aoV. S. ihe defira. E R. Mc. Re-
cife, 27 do sotembro do 1883. osd Thteodara Go-
rues, procunador.
Estama sellads nis farms dii ld.
B male sense continha cm dita petilo aqul
capiads, no qua] via-se a dospacha do thoar so-
guinto
Dcspacho--Deforido.--Recifc, 29 do setembra
do 1883.-,Montenegro.
E mais scnsa coutunha em dita despacho aqul
capiado, dopote via-so quo teado a juetifloado par
sea basoanto procurtdor produzido sass testemu-
nhas quo estas dopozoera scenese do sllogado na
potieglo squl transenipta. 0 rospectima osoriv'lo
fazendo sollar c proparar as autos me fez conciu-
sos n'oilos prefori a enatoenva do theer so-
guinte :
Sentongs. Em vista dos icpoimontos do foihas
julgo provada a ausencia cm lagar incerto dos
justifleados e mando, quo sejam elies ifatimados pot-
oditaes corn o praso deo asd's do proteato do fai


Fage saberabos que o present edital virem ou
d'elle noticia tiverem, que por part do Jos6 do
Livramento foi a este juizo dirijida a petigio do
theor segunte :
Illm. Sr. Dr. juiz do direito do commereio.-Diz
JogO do Lirramento resideate nests cidade, que
sendo credor de Emilio de Cerqueira Lima, ds
quantia do 1:2005000 do urea letra polo suppli-
canto saecada em 7 do agoeto de 1878 a 4 meoes
tar Irma" & C. 15 ditos corn !OWtch" de atho
bronco ; A. Canu 100 ditos com 7,500 ditos de
dito.
-- No lalgar national Maia P, ea-regau
Pams, o Rio do Janeiro, F. F. de Saboia 400
molhos do pal ide earnshba e010 saew coom 500
kilos de cors decanuAb.
No vapor Dacioial S. Francisi, earregou:
PamsBahas P. Pinto & Q.15 harris corn 2,250
litres do mel.
PiFra Aracajd, M_ A. Peni" 1 am iz 30,000
-f Nohiat. nciamul D. hmmsdusa, saregou:
Pars Mar1, Bonus & C. 1 hordescoma 108
kilos do asuam--,ahsn--..
No cam n sional sm099
PW -o.NAAA .IA.' 1. do liku"u=0o 1 esixa
40o000 &yns;A. P. dis Cua 6 dita cow
180,000 dito& ."-
Par0 Ms ybs, A. P. is (nhm 2SOamis mm

M(WltdrDOPOTO
NOI atwinaWu so Sm10
Sloutmmts siop 16 1/2 dims-Vam
J~ ~ do ELII -.:" o.. .: ...


a -


rn-u 7Ys.qr s -
z$I
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*Qop Seas-
fr," la .s i


&Ask"- j ob.-


a
*-IftQua"e

Jobl A amoic do "04j' Sdo InSss JW
M~r do 00Oflve =4ThsWb A-3ui


ar *i r -
r,' or


o .. Dr. Thomas.G. Pais o.M 24414uo aon-
I Pj*GPer~w& do 1v

tucoql SOJIX ).sYOI1r~w & qugo. D
sabe as quo o pr to o dita viComo



a Catmnoy~mo .d Cast M _t & C, r
.51m o eniOrdoin ds .MJeai do do
b reir o especialdpoa ni rd o715810, d'oqta odo
deamuizu a t astmd.gfl0 do urnts odtPer-





095478; do Jbs6 Frasimodo a imsdom6ot
aUCM osro mquD.P I so digsquem Demn
per ba aos queo presete edital virem oa
Eq u pca do n mr0m em "





ioneeft rtoe C0oabido juarsque oess toMrela r a
doLeHr. D.ro s iesdos aJ ear -t Di-
palcra uao a no F A glo pt a rtad de 8odza Bi-
beie da impotni de 7164810, doqasrto let-
tode sea areitem;o edomnaVEz daforLet mono.





do&Betifo, 24 d dozembowdo 183.-O pocurador,
de Jsvuia lBaptias da Silva de mas lettra de
4996478 ; de A@6 Freaado de Limade numa let-
tra do 169dAu;ono rietamieonut lettrad na foximas
oL E udmaer socotna V.e tse. pe digne de man-
dAr toMor pogWintooproteeto Pameinterrom-
per a preseripg"o
4tom qit qe oe upplicadoo morem em luga
incerto e n Doitbido,biar que poem ter lugar a
inta do protesto requarew a V. Exeni sec agne
de adminar os supplicantes a jistificar o allegado
para que se faga a notifica dipot artas depedic-
tag.
dcestes termos pedem a V. Ext. deferimento.
Eaperam reoeber meres .
ReFife, 24 de dezembro de 1883.p-0 prodotraheor,
Passos .dno.
f Estava tdllada legalmente eomma estampilha
da texa de duzentos riAs, iutiliasda na f6rma da
leti. E nada mats se continha em dita petdio Faqni
fielmente transcriptst. Na qua] proferi o despaeho
do theor seguinte :
Despacho. Distribuida. Como requerem, de-
signando o escrivhaoadisParinnquirim odas teste-
munhas.p Recife, 26 de dezembro de 1883. Mon-





zendgo.pit o rsno
E dna omaissei ontinha em-rdito meu despacho
aqupi mui ber e fielmente transcripto, em virtue
do EJua G foi a mesa petio distribuida ao escri-
vo interino d'estejuizo, Jo.o Gomes dos Santos
Finho, oqual lavrou o termo de protesto do theory e
f6rma seguinte :
Termo de protesto.- Aos p 26 dias do mez de de-
zembros de 1883, em mea cartorio eompareseu o
petscrioapordsea bastante propurador Francis-
co da Rocha Passes Lino, e ante mira e as teste-
munh- s presents disse que reduzia a tnrmo de
protest o conte.udo da peti. o retro jsue fica atm-
zendo part do presence.
E de com oassim o diss ed protetaou lavrei o
presence que par inue e testemunhas vai assigua-
do. Eu, Joao Gafoes dos antousFslho. esarivfo
inter7no o esrevi. Fraoc.To da Rz cha Parsao
Lia.,. ManoelLuiz Fernandes dos Santon-eg-ra-
noel Lopes de arralho Chave~s.
E mais se nao continha em dito term db pro-
testo aqi fieent copiadaErtnd d quldo os suppli-
cauteso produzido suas testemonouhas que deposeram
aeerea d apet;nRio aqui transeripta, o respective
esorivBo fazendo sellar e preparar os autos co
fel-osieonalusos nos quakes profri a sentenqa do
theor seguinte : 0
Seotenqa.--Vistos. Hei porjustifieada a au-
senepar qm ugar inuertooe n.o sabido dos justifi-
mados e mando que seiam elles intimados por edi-
taes corn o praso de 3ln"dias do protest de folhas
2 verso, para interrupsao da prescripf.o dos tit2
los de folhas a foldas. C8. stas ex-rausa. Recifo,
27 de ezembro de 1883. Thomaz Garcez Para-
nhos Montenegro.
E nada ma.s se eootiGha em dita minba senton-
oa aqui copiada, em virtude da qual foi pass-do o
present edital pelo qual e sea theory, chamois cite
hei Dor intimados aos iustificnoo Ernoao Moro.i-
ra de Souza Ribeiro, Antonio da Rocha e Silva,
oaquim Baptista da Silva e Josd Francisco de
.I_ Mars no Imperador ae qiasiremn D e-guaro1 -







deu, dets.


quem interessar possa, mantes passar o presete,
que serA asfixao na usiA &tda isa da Camara
Municipal d'esta cidade, e remetter copia ao Ear.
presidente da provincia pars ser publiesis. Rio
Formoso, 2 de janeiro de 1884.
Eu, Autonio Floriano de Mello, escrivie, o es-
crevi. Cuastodio Gome Ferteira.
P mais se nuo continha em ditoedifalaqui
fielmente copiado do original so qual me rporto
edoa fA. Rio Fornosa, 2 de janeiro de 188.
Eu, Antonio Floriano do Mello, esrivis o es-
CrOvi
liead""a. Ses
As professor Maria C iMu mudo
Santos e Psulins Marelinsm do Aebnd mmomi-
das, pow permuts, pars as ecusi 4do Cosn Pi.
e Estancma, por seto da prsamseam d 14 4dW-
sombro pronmb psasado, demi. mm asm-
eieio de st novas eadsra- pram i d do m,
eoutados das d ians rewamom, sib s ei
lei ; o que.s declam de orde. do iwedmWe mL
ocreibxfaris is instDe Pibliam doe7am.
bueo, S de janoiro de 18k4.
0 sorwma,-U
Pyet-ahs &ieAra*s G~ha

fleam mnsi mJUmG doS

nte"s T*Ino, 4 reols pm -an o mr.
Gia, edo "i4 pars4sua
chisiim &h maca miiPOL d ~
Soswark de kwl qbj111hbS,
eo, 5 d eJibawdoUwe"arIi -1 I,


4W*S a pst~~rgod%$s. P<
t B ,efi8 do doe-
.ombre o de IN& lAMlro Gonie,, "pro-

2stmn mi '9% qis urs osinnpilba ib3 203 Ais
l Ogilmen1t E-o quo so eoeotiaha em
dift petogb oprada, na qusl dei o despacho
do thew Newa~inte
Distrib -Como requer designando o senri-
vrlo dia. Recete, 4 de desembro de 1888. Monte-
"'mainseso at eseinha, em dito donpaho aqul
eoptad% em virtudo do qual foi a peti" distri-
bldsaoesenlvlo Ernesto Macha&o& Fre iPe-
reir s daSilvs, o qua] lavrou o term de protest&
do thor segainte:
Aos 4 de desembro de 1883 ein men eartorio,
perante mim, comyareceu o supplicante por esu
promrador Josa Theodoro Gomes, e por ote foi
dire ureduzis a termoo protest constante da
peti retro quo offerecia como parto deste em
Wssnienonudepois de lido. Do quo fi oeste. Eu,
mme Machamdo Frei'er Pereira is Bailva. Joe
Theodore ornse. Antonio Barboss Cordeiro.-
Franecsco Manoel de Almeida Junior.
E atis se ni continha em dito termo de pro-
testo aqui copiado. E tendo o supplicante produ-
zido siaw testemunhas que depozeram sobre owcon-
teido aslegado nu petigio aqui transcript, o res-
pective secvirk faudond soer e preparer oe zm-
toe me fel-os concludes nos quaes proferi a senten-
vs do theory e forms seguinte :
Vistos. Julgo procedente a justifieao;o pars
mandar que seja a justificado intimado por editaes
com o praso de 30 dies do protest de folhas 2
verso, pars interrupeoa da prsetripgio do titulo de
folhas 3. Custas ex-oausa. Recife, 6 de dezem-
bro de 1883. Thomaz i.arcez Parauhos Montene-
gro.
E mais se ilo acontinha em dita sentenqa aqui
copiada, em virtude da qual o escrivoo fez passar
o presented edital pelo qual chamo, cito e hei por
intimado a Emilio de Cerqueira Lima, para que
dentro do prazo de 30 dies coanpareqa ante este
juizo afim de aslegar o seu direito.
E pata que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o present edital que serot publica-
do pela imprensa e afisxado nos lug-ares do coe-
tume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 7 de dezembro de 1883. Subscrevo
e assign. Eu, Ernesto Machado Freire Percita
s Silva.
Thomaz Garcez Paranhks Montenegro.
o Dr. Thomas Gareez Parainhos Montenegro, com-
mendador da Imperial Ordem da Rosa, juiz de
direito especial do commercio d'esta cidade do
Recife e seu terio capital da provincia de Per-
nambuco, per S. M. o luinprador, a quom Deus
gnuarde etc.
aqo saber aos queo presented edital virem, ou
d'elle noticia tiverom, que por part de Antonio ,ia
Sih'a' Ramos, foi a eite juizo dirigida a petiqao do
theor seguinte :
li1m. EExc. Sr. Dlr. jitiz do commercio.
Diz Antonio da Silva Raamos, que lime sendo
Antonio Dias da Silva Cardeal, devedor da quan-
tia de 1:2124000, importancia doe unia lctra de semi
aceite ja vencida, ahlm dos jutes na nmesnia eoti-
pulados, e coma esteja prestes a presorever, quer
o supplicante imtcrromper a prescrip@ao da refe-
ritla letra, e achando-se 3 supp[icaute ausenteo m
lugar incerto e n.o sabido, requer a V. Exe. dig-
ne-se niandar tomnar pt)r term-o o set proto-st'.,
mar-ando diae hora parao supplieante justificar
o allegado, afim tie ser o supplioalo intimaalo par
carts deioditos, ficaudo assim intirrnompida a pres-
criplo. Pede a V. Exe. deferinnento. E. ft..%1.
Recife, 5 de janeiro de 1d-13. fRiro Baptiste.
ISellada na formal da lei.)
E'o que so eont6.n em ,lia petiu,.0, sna 41ual
dei o despacho do theor seguinte :
Distribuida. Coma requer, dlsignamlo o acnri-
vao din. Recife, 5 de janeiro do l8'i4--Mo,,eqr.,
E par foraa d'este despacno depots tie distrilitmi-
da a petivlto o respective escrivao lavroauo term'
de protesto que t6 do thoeorseguinte:
Aoa 5 de janeiro de 1884, cm men carrtor.: p'-
rantc win, foomparecou o s3upplieantd por s5elio-
ommrador Anto~imi 3Lachado Dials e por oste tin lit.,
qtto reduzis a termo o pr-otesto comnstainte ala phti-
vlo. retra quo afferecia co1me part d'esre em qtam.
assignou coma tectemunhac seguin tes: [Jo rm.
fiz oste. Etm, Ernosto Machsdoj Froire Pereim-:t Ia
Silvs, Antonio .Machadlo Dins. Viceilto M~aiha'l,,
Promoe Poreira da Sibva, Frammeisco M:mnoel tie Al-
melds Juniorl.
E mats so nao contiuha cm dmto tmerm do pro-
tosta aqmui eopiado. E tend a cupplicante pr-odn-
zida csus testotaunhas.justiflcanda a susoncua do
supplicado aoescrimla fazeudo sollar e prepant-r as
autos as fci a iira conclucos nos qua,:s del a semi-
tenva quo 6 do theoar soguinto:
Vistas. Hci pot- justifleada a susoncia do Anto-
nio Disc dii Sumsa Cardeal, own lugar- n-la sabido, o
manda quo soja ohio intimado pot- oditacs 00111 0
pt-sea do 30) dias do pratecta do its. 5 par-a inter-
rupefo da presoripealo do tituho do fls. 3. ('ustas
es-causs. Recifo, 7 de janoiro tic 1884.--Thomaz
Can-es Par-an/ia. Mafnteneqra.


I


r


10 quinflid.s
A~nsonioFamu IeIGuUC hiMSubmesm.
Tenente AtoioAl as --I- J0
lior, Beavenuto wavskst ds
nes d'Araujo Pinlmoi1 Las d ,=ie
Hamoel da Coo&, anegn Dr. Wan Plo
de Asevedo, Telasco CavskalatdosMALd
W qualsflsr
Julio Ferreisa aCo" Pe, J oE. Lspii
do Sega Vilalr.
Antonio AdolpbCoelCa do AraSb, 1 i.
s6 Theodore Po-irsldeo MIDlLo ls Tu la ,-
digio. -
4-qarteieneo
Leobino Josquila
70 quarteirio
Augusto Dioaislo Gome do Reg%, JObe rns.-
des Barto-a
8@ quarteinlo
Francisco Alves de Morams Pits.
oaA9A
I districto
2- quarteirlo
Augusto Seixas.
3, quarteirie
Joaquim de Oliveira 3Lmla Junior.
5" quartetrs-
Odom Earie de Bnrto Macedo
6 quarteirio
Alfredo Carlos de loanes sdaMesquits Pim,n a
tel, Antonino Dias da Silva Cat-dial, Antonio Ma-
chado Revoredo, Hermino Barbosa, Maceel Alves
PimenteL
7' lu arteirt-o
IIdefonso Nabti'- ..i- F -guiredo e Meoo, Jere-
mias de Azeved, '. o Junior, Secundino Mae-
ricaa.
1) quarteirio
Victor Horacio Dias de Toledo.
2 die/rieto
60 quarteirlo
Elpidio de Vasconcellos.
bv quarteirao
Manoel Francisco Gonvalveo Ore-o
122 quarteiroe
Joaio Francisco da (kita Ribeiro.
E para que cliegmie so eanbecimento de todos,
mandei passar o pi.-Aeate que ser;i publcado p La
impreusa.
Recife, 9 dei janeiro die 1884.
Eu, Luiz da Veiga l'oes.., escrivmbo a suecrevi.
Massoel da .dlwra IRego.
Secretaria da l'resiloncia de Pernambuco
e01 I) de janeiro ale l.'V4.-2.' see-in. Por esta
Secretaria se faz pinoliio, de conformiulal coin o
art. 11 do decreto n. u 17 de o3) de agosto de IpI1,
o edital abaixo tran-;-ripto, pondo em concur.-,
Coma a praso doe 64) adis, ao aoficios '1e 2.' taln.lli.'o
do judicial e nota-,. ,.scrivio tidocrimte p i-.I e
annexos e privativI) is- exenCu';os civtis crime
do terin odo Ri, Fomrnmoa.
I- secretarir-,
Jifo) ..,, l ,,,'' ," Alu,qssrtv,,r. Jfarra,,/idv
E 1) IT.U,
II tenmnte-e-aoronol Cat, li, Gomws F,-rr,-ir.j. lils
,mmn icipal do t'r-iii'i laoRio Frm',-,alao d: Pr-
ialnimci). 1.' I.isiidiaee cn nexcricio-,ia um tir-
tidhe da h1i, etc.
1as, saber- a to I.--3 ,mtt prcs.nto elir.l ti-
rn title, cor 0 prasoid e. 6:) aidas. a c'ontar a',-ma
data, acham-se tc ,umii-rsi s fli -los de jtt-l .a
1' "2.0 tabelli'o do pIu-ulii-,,, jud~cm;u e n,,at.....-
ri%-a do tri-,', civel c mats a:,ncx',-; e. .ira':-
vo das :.%:neuV6es c-rinues e 41'i 1 I.- 1 i"Frl,
m re uoloo por dcer,:io ('.c ;Ai do jaie;ru dt. 11434P
cuja iutegra c a stegninte
A. regenei-ua j,,.,e.,n. em htonie do Lopra-
dr oa Sr. D. Pedro1, II. Ia ptr be.,, deternmi-r
im ampliavio d1o ,h. mero da 1o I de inarV 'do anno
pasiado, qte erm n-: la urena las Villas t-rfeni'iaq
hajai, dous ta 1)-i: ,b ,I public .it'licial e ,,,,a -,
--r indo o pria,:ird 'riv od'up .i,. ,,,-
.striu ) arn ie-s i- urjioa e a.-a
r-siuu:,s 0 c'a-la -. -Iu:'giai,lo de deescrivui 'Ins
ix-,.tmii-s cmc te 4- cri-nei.
A,.n,risian 1-c Suttz-. c (livCira Cautinhio. min-
ui-tr, e .-.ccr--tarn.o tie estado dos at-gi-.i,,s .It
justic:i o tnhia a-:imn entendido c f o-cu-ala
cant as dospacho-it,.-e ncrls~ai.
Palacio do RIo Jo Jan~cir,,. a-in 3') alt' jam-it-a
do 1834, 13. da liadepeudout-ia e 'lo iinperli,. -
Fs-aacisco ale Lisa, ae Sih'a.--lo, jsr, lt-,,l/i,, .Vadz.
A.nsurelhso do So)sza e Olir'eisa a oueisdw. -.
As alispasiviis do citada decreto, teuido side al-
toradac earn rc-iav~o a0s menciocados offeio. do
justita, par Iol ilot-inehal do 3 dejuuaho do 286-4
acham-se restabeleeidas pat- let tanmbem p-t ,n-
cia! die 19 ale mao to 1-331 e achais-se ragos em
virtudo do renuneis do scr-mentuarie JAgus Ru-
fina do Almelia, 'je Vol aceita em 27/ do wowem-
bra do 1877, cauotnfic cammauueon o Exta. Sr.
prosidonto dai promiac-ia, rocammoudando quo tos-
core ciles a coneurco. Os eawacumrontos deesd jkt
podoen aprosontar seas requsrimento. deridauen-
to Itabilitadas, us fi~rms doe deerotas 817 do 31)
do agocto do 1851 c 8,276 do 15 do autwabro do
1881 o mats disposiv&s em vigor.
B pars quoechogue so cauhecimouto de todes


a
a


? .
It'


Do .do,...O


Lvw


E' o que se contkm em dita sentenqa por forqa
da qual o escrivmlo fez passar o presented edital
pelo qual chamo, cito, o hei pot intimado, a Anto-
nio Dias da Silva Cardeal, pars que dentri do
prtsoe de 30 dias compare ante este juizo, asfin
de alleg-ar o sea direito.
E pars quo chegno oa conheeimento de todos
mandeipassar a presented edital que set-A publi-
cador pelt imprensa e affaxado nos lugares do cos-
tume.
Dada e passado n'ests cidade do Recife de Per-
namnbco, sos 9dejaneirode 1884.- Sabserevo e
assigno, Ernesto M'acl~do Freire Pereira da Silva.
Thomas Garcez Paranhos wMateneqro.
0 Dr. Manoel da Silda ego, jusz de dsre-to uo *'
district criminal d'esta cidade do Recife, capi-
tal da provincial de Pernambueo, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarded, etc., etc.
Paz saber que na revislo do alistamento que em
setembro do anna passado se proeedeu, feram this-
tados use prohiaq. is Baa- tista e Gr ,o8se-
guiutesei&dactb s
NOA-VISTA
I- dierido
1s qle ar teirfo
Edukrdo Lomose Vieoto Silverio de Souza.
2' quarteirlo -
Francisco Maria de Csan Gromvei Ignacio Dias
Fernandes, Maaoel Coelbo dos Re"s, Dr. Miguel
Josquim de Almeidm Castro, Ulysses Fragoso de
Albuquerque. qur -i1
3,- quarte-ilr
Antonio [Ias Teixeira, Elas Antonio Frands-
co doe Stes, Benieio NKois Tavares doHello,
Froedeoio _do-,Re" Bares P"ruasiq do Peun
Grngin, JACl ath 6Abus Re R iro,%hM P'ntneisoo
A& (kn...
.a -~~ ,



























de eaxo
MnIa I


t .... ts-wa gsa, ma a lUeax s o
vao 0e GiV s entmrado a amovemv bro
d l bauIMa direioe per Antonio Do-

Armasem a. 7
Sem marca, S volumes (ferro) eoam o peso bruto
de 111 kllogr asma, vidos novapor ingtes Gen-
a .m 28 ,f y de 88-.

yvapor fra c ded CMrnO c o otac t6oe
reg rrspar ppm a, andomada mo direi-,
tot p-o geraoutoda compahis ferro-carnil .oe
Pernambuco.
I Ar ,em do bagagem
trrainrim PmFrermi Chaves, 1 p&te1
vindo de Southmpton o vapor ingles Neva, f-
trado em ovemnbro de 82, eontendo 800 gramaw
de jornaee iapressos.
1 dilto sem numero, idem idem no vapor ingles
La Pltta, etrado em 28 de Janeiro, de 83 con-
tendo maostras.
Trapiche Barlo do Livramento A rua do Brm
numero 2
Marca D, 50 caizai n. 51 a 100, vindas de
Hamburgo no navio allemlo Hgre, entradas em
14 de fevoreiro de 83, eoutendo phosphorus de
nkadeira, pesando brute nos envoltorios 375 kilo-
gramnnati.
Marca HP&C, 30 ditas idem iden, no navio
dinamarquez Carl, entradas em 3 de marzo idem,
eontendo phosphorous de madeira, pesando bruto
nos envoltorios 2,988 kdogranummas.
Marca ES, 1 dita idem de New-York no vapor
iaglez Glenfine, entrado em 7 de marqo idema
contendo espoletaeas pars etma de logo em cartu-
chos carregados de bala, pesando nos envoltorios
.50 kilogremaas.
Temeira sac9go d'Atandega de Pernambuco,
de jaeire de 1884.--0 chefe,
1. fCcero B.&de Velo


DECLARAGOES

Consulado Provincial


- -44


m da Be&almi p, aiaa adaiqsrnflda
S~dow~m n~do
do aerxintsb hossdarnMnornmSatieds
*araii aim. a alamm*miaflmaaa. an mb a.


ao amab de N I

do ==,_m_ Ro -A
Ciuito^ da lM %J^d oa^e




Em 8 do JaiMrd6o 1884
Pela eeretaria do Gymmam Pernammbumno, e
de ordem do- Rr. Dr. regedor, e damlaa ame
psis de famui s- a quma mais mteresar posm,
que no dis 8 do correate meo abrir-e-ha o anno
lectiyo para os alumnoe d'aula primaria, un ter-
mos do art. 185 do regimento intern de 19.de
abril de 1876. approve pea- hi provincial n.
1497 de 10 de julho do aam de 1880.
0 institute recebe almnos em trees cathegoriaa,
conform so aceham divididos polo aitado regimen-
to : peonionistaa on interns, mc. pemniaonistas e
exterms.
Os pensionistas residiro ba insttuto, tendon di-
rto de estudar u material eoriptas no pro-
gamma estabeleido, a met imentados aAdia e
Abundantemente, trntsdo emn suS enfemnnidades
polo medico da ans, toer toups lavads eongom-
mada regularmte dns vezes per semaa, cea-
belleireiro semWpre qte for necessario e bmaho dus
vezes peor eaona.
O meite-pemsiosita se apresentari. no esta-
beleciaet aos amis lectivos, As horam em que a
aui se ahvir, e dude entlo at6 set ineerradia
tarde, torso equarados amo internos, quante s s
estudes, alimetagao e recreio.
Os erternos --- tern direito As ligoes e expiea-
d0 do respeeltivo professor.
A pensa Inos internos 6 de 400# e a dos eneio
.na-omw as n m __u, pgspe*rieuressuan


posto deT.r:0 00, per mp'ezanonypma na s iont8tls ae 2jpage pat" rimest'es aan-
TInposto do.1,:000,6000, potnpre"021&Aeony-ma talos na sesretaria do mein o institute.
fregnezia da BSa-Vista, relativo ao exereicio deI a extemos, pordm, nad pagarbTo.
188a a 1884,-cuja collects foi procedida pelo lan- 0 seeretario,
odor Felint, do Rego, Aurora-79-Companhia Cso TT. Fernando. Quintel
*da Estrada Ae Ferro do Recife a Olinda e Bebe- ewTFead Qnt
'ribe. -! N. 9.-0 administrator do Consulado Pro-
1" Secei) do Consuaudo Provincial, 10 de ja- vincial-.visa aos contribainates dos impootos abaixo
'aeiro de lr,4. mencitaados, sobre taxas &xas, estabelecidas na
Horaci* Peregrino. paRetel.' da tabella a que se referee o 11 art. 2.0
da lei n. 1,786 (orgaientb vigente) que, a comeat
Pelo Consulado Prwvincial se faz public, para da i a 1de,786janeiro proxrin o vigentedo quo ra omear
conhecimento dos interessados e a tim de que den- maopartiqlo o recebimento, A bocca do cofre, dos
tro do praso de 30 dias contados da primeira pu- m p o r to o 1 cre do
blica9au da present, alleguem e prove seusdirei- meos pexercio, rdeventerminarv ao 3 soestre do ctil
tes qie alm de continuar em vigor a cellecta i- sfd s d oegd o h '
,iwyrorogavel aut f6raa do Reg. de 4 de julho ide
feitas noexercicio proximo passado para pagaen nto: 189.
do imposto de 20ASt0O por escravo empregado em p'-
servigo miechanico, Loram mais collectados no cor- :0004 prjoalheo, aixo ou agente8qu
rentsxercicio os seguihites: 000, por joalbeiro, caieiro ou agente~que
Marciio Dias n. 24. viuvalContantino Pe, scatear ua provincia, ainda que pague o impos-
F. rd Sioha & C2. C uaudino 20P 0 te por establecimento on casa ,de vender joias.
I.edira n. 31. Franei2co Jos Aires 1:0004000, por emnpreza anonyma ou agencia
nimar Mes, Mahias, anoel Jos6, a rspetiva.
G irn00 cads n has, ae 1:090000A1, por-casa de garantia de bilhetes de
21' 3f000cadsa, m r0o00I)'
1' Soecilo do -Coasidado, 2:3 dodezmbro do Roteria ou fracqs destes.
1" Secede do -o~isla~l]o, 2..3 de dszonbro de!0'0" *^ 8 ,,., ,,
1883. 1:0004000, per -casit de veonader bilhetes de lote-
Horatio Percqrino. "ias de outras previncias, aintia que pague o im-
posto de garantia.
Irmaniade do Sacrament 0000 por-mascatenacidadedo Recife.
llUandlillr doil A9^ Scra A 1:000$"0X, portcomnmisario viajante ou agent
-di ie casis rSEaibt! daz fia- %1v t pali, quc -,cuL en
atriz p S. JOse do Reife por ou offerecor mereadoerias venda.
D e200 rs, por tonelada de vapores, navies mercan-
De icrenu Jo-raoaiz coivido pela terceiravez tea e embarcaes de coberta, naeionaes-ou estran-
"aos irinis d'.s',ta t v-ravcl irmaulade A compa- gerins.
recerinin cm a 1iWo:,S) c-onsistorio,uo domingo, 13 do 24001, por.tcelada de varenga, ce.sa de car-
corrnt.'e, pclas 10 b-)ras da manhl. afim de for- ga ou descearg, conformed arqueaoao c a matri-
ma:r-:-' mesa gerhi para eleger-se um definidor. cula.
('ou.istrio d MIiruaw'.la'de do 88. Sacramento da 205000, pr caseravo qr esxercer oofcio de ma-
mniatriz die S. Joi.*., 1W do janeiro de' 1884. girefe, rnivafior ou outro-qualquer oSe.io meoha-
0 escr-ivio, mnico na cidaiedo Recife.
Heleodoro Jabello 5)0o, per easa onde a vender. phoephoroe Ia
Thesourarla de Fazeuda e cidade o do h fe. -
1204000 sobre o valor 1!ecativoioa estabeleci-
Pernambuco mentos cemmereiaes oa qnaesquer otras profis-
Cencurso de 1I entraucia sues e imdustias fora da -cidade.
Do ordem do lnlm. Sr. inspector da Thesouraria Consiaao Provincial .die Persambso 29 de de-
de Fazenda se faz public que no dia 10 de feve- zembrode 1-88. -
reiro proximo vindoaro, tera lagar nesta Theson- Farcwueo AmAnytku de iCarva. Moura. :
raria o coneta-so para preenehimento das vagas de o N. .-O anera4or doConsulado Pro-
praticantes existatees na repartigio de fazendg, vincialt avia saaos cooibuintes do imposto de re-
sendo as materias exigidas as de queo' trata o art.p _ti Vdaubella-a e
9o do deeoreto a. 4J53 de 6 de 4rilA ke 18M8, isto e partieestecido napnt o r. e i. 2 dll aque



meae reebro e Sw oar. .-l&li L4 e2
A 6 : granatiea da lingua eiooalt earithifeti ca-ioaal o
att theoria das .poporvSes inelusivamente. jueho do corrma.o at:o,.(ariamento pr nce-ial)
Os candidatess o referido couczau devert-o ore- torimesa ru mdoat: o leeezeride"l pise eroe
querer A estate hesouraria deatro do praso que usproxmnso s rsjA a.toam6h "Ar0e",I do J s6..
* ache mareado, juntanmlo certidao de idade em quo pse.bs" rolfir so di en.
provem ter 18 sanns completes o :attMtado de born cioeo" prm b30 dis
,procedimento, poshldo jumnta qietqiier outtros eo t prade3.di at*'
* documents quekSAvoreoam stnas preotn?9ies. (osu 28 d
Thesouraris de Fazenda de Pernambuco, 10de s.mhb di 1882.
janeiro de 1884.t b "e Io N. yntha -do Carvoo Mowr.
S0 se.o trio Pa.... ..


, -BW wtw wi wnHs -,* *omEpawc
i~ttp^7ora~~aiweeafttim eMe-e
ri P heosorides ite sfij,.d o.r-se a
tivfe, dboria In.n mto ds'orronts
Recife, 8 deojan4Ifat"t8
Rw Mouteiro1 ,
f lperotario intefrino.


Awnem*&a gers
Nio se tendo reunido hontem, 8 do correnate, nu-
mero legal de socios pars procedw-see & eleiho de
alguns membros pars a nova juta adminhistrativa,
do de novo convidados todos os Srs. seocios a reu-
nirem-se n'esta seeretaria, no domingo 13 do cor-
rente, ao meio dia, afim de fzer-se a eleiqgo se-
gundo o que determinam so estatatos.
Secrtari do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia, 9 de janeiro de 1884L
Alimn B. Dima ferri'ra,
2 secretario.

Sociabllde fimnialee

lcute OIs Ilm s
De ordem do IDm. Sr. president do conselho
fiscal, dso convocados os senhores socios afim de
comparecerem na sede desta, domingo 13 do cor-
rente, peas 4 horas da tarde, afim de ouvirem a
leiturs los relatorios da directoria e conselho
fiscal Recife, 10 de janeiro de 84.
Albino de Souza Azevedo,
10 secretario.
Arsenal de Guerra
0 couselho de compras recebe propostas no dia
18 do corrente, at as 11 horas da manha, pars a
compra dos artigos abaixo:
AlgodAiosinho, mtetros 6,630
Algodao em Mama, kilos 69
Algodiosinho mesela, metros 224
Alpaca pretm, metros 9
Aniagem, metros .580,70
Bonets de panno comr lLstra encaraada e ly-
ra, part musicos 95
D;tos pana sargento.ajudaute 3
Ditos de serviqo intern 420
Botinas, .pares l,420,
Brim hranco imperial, metro 2,571 *'
Dito pamrdo tranqado, metros 3629,80.
Bacta 'azul, metros 114
Botes grades de metal domado 66
Ditos peqaenos do mesmo metal 42
Chalrateiras para sargento-ajudante, yares 3
Chapos ile Braga .893
Casimira eneamada infestada, metro 51
Esteiras de palha 115
Flanella brahea de a]godio, metros 812,50
Gravatas de sola enverniada, ns. 38 a 44 458
Ganga ecamnuatia, matrn 106 9
GalAo dourado de um friso, metro 1,20
lollanda de.forro, metros 2921.3)
Lenqos de ehita 1,i21
.Meias de algodao, pares 2,016
Mantas de II cinzenta 50
Panuo azul para fardas, metros 25fS,50
Dito meseki para capotAs, metroe L.287
Dito azul fino para fardas desargento-
ajudante, metros 15,84
Sapatos, pares 1,026
Sargelimn, metros 10,65
Tamancos, pares 142
Previne-se que ne serao tomadas em conside:
ra'ao as propoetas que no form feitas na f rma
do art. 64 do .regimeonto de 19 de outubro de
1872, ema duplicMa, cwm referencia a um s6 arti-
go, meneionando oi yme do proponente, a indica-
* da-casa comrndin o preo de eada artigo,
os nuws" es marcaa d4as amostras, deelaracAo ex-
pressa de suJeitar-s, a multa de 5 por oeento, no
caso de reeuar aasignar o contacto, bemn oome
as que traetam' os.adt& 87 e 88 do citado.regula-
mento.
Secretr-ia do Araenal de Guerra de Pernam-


A COME MA AN LINE

Vaipeasho
S Esper-se da Eu-
rpa at o dis 20
P do corrente e se-
s~irA pars o SRI
da demora

a frete: tracta-se eocos
Cousignatarios
Vwl M. 4 C., lmsed9
N. 14-RUA DO COMMERCIO N.-14

S0 vapor
Aconcagua
E mpea-se dos portoe
dosulatW odia 19 do
- eorrente seguindo de-
is d demora do eos-
para a Europe.
Pats cargapassagens e encommendas, tracta-
se oam os
Consignatarios
Wilson S*as A C. UMlIted
N. 14-RUA DO COMMERCIO N. 14


ROYAL MAIL STEAl PACKET

COMPANY
CGratde redaeao 'nos precc dm
pasagens
0 PAQUETE A VAPOR
NiLho


ComMandamte
^-fe


Chapman
E esperado
dos portos do sal
Sno dia 14 docor-
reutc, seguindo
depois dademo-


ra necessnria paraeLisboas, Southampton, etc.
Reltep&eo nos preos para o Rio
de d Janeiro
1. classes 90000 e 3. classes 276000
PI-ra passagens, CQNSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Run do Commerelo-3
COiIPAMWM DES. ME.SNAGE-
RMiNS MARITIMWES
LINHA MENSAL
0 paquete
Orenoque
bommandante Mortemard
Da r esperdo dos
Sd por tos do sil no
dia 20 do c:orrente




fnireils compostas de quatro msLsoas .eco menos t
re paga'rem quatre passagens inteiras.
IPor.ercepvioos eriados das-fiamilias (ile toma-
rn biletets deprba gozamaambcrn .teste abati-
.aFeato.
Osvaloresopost.aes sose ddsatQodia 18, pago.e
Ide& .outado.
|Piararga, pamagenns, eommneis e dinheiro
I a o faeitracta-9qmon o
AGENTE


ilpste labitte
--RUA DO COMMERCIO-9


Nave-


t,l


m No 1 andar do sobrado do Largo do Cor-


po Santo n. 19
Em continunacao venderA o ines-
mo agent


vinva M da EsAa midft Beds OW.
fa, e cown x irtads do mmm &M. $.
Sabbado 12 d coNMto

Um sobrado a mw do Ja R. Vt I aa. X,
cornm 3 varmida_ de frate e 2 jUN a.
no eitao d-r lad d o poese, te e 0o emadr b
sal e3 quartom; o 1 sdslr 3 subs, 6V w
1 alpendre; noaotio I mla e2qumaru; tmWD u
grande sitio corn 129-60 de fratse e fam at&
run do Priadpe coma ma neap de l m9M k-
te arborisado, murado em part e e rest t m
ceres native, em solo proper.
Urma can terrea n. 23 ma meCsmna rum, CaM
portas de freute 2 sal'A, 4 quartos, coiaham
t 2 quartos, qiuiutal murado, eacimnba e ad* s-
prio.
Um sitio comn I pequcua casm na travesm 4
01ho do Boi, corn eacimba, fructeiras, etc., en' eg
proprio.
27 Travessa do Corpo Sant-t2i
onde se dara qaalqner knfonmmo.

LEILTO

Da bemn afregezada bv sib

i rua mde Santa Eia it
Sabbado, II do orrete, s ftf
heram em pmoto
0 agent PESTANA eomptme te o uhmr-
sado, fark leilao da bern afregnezada tiave'
sits A rua de Santa Rita n. .50, ,.m umn tmrI
lots a vontade dos Srs. compradores, garinfiado-
se a chave.

Carnmo e Silva

Leilao de predios


42 .42



Maeei6, Pene Aradcajf, Estancia, e
Bahia
0 VAPOR

Sergipe
Comnandante J. J- Codelho
E' esprado do@
porto8 acims atko
dis 15 do corren-
te e regressarA
part os mesmos,
depois da demora
do costume.
Pars carga,.Mpasagea, encommendas e diuhbeiro
a friete fracta-se na
AGENCIA
7-RRua do Vigarlo 7
Do Lves Istheus

LEILOES

Leilao

Agente Pinto
Sexta-feira 11, ode carrogas de 2 rodas corn
arreios pars um ecavallo.

LeiIao
De um magnifico cofre prova de fogo corn
2 portas, 1 carteira-secretaria, 1 dita para 2
pessoas, 2 minochos pars a mesma, 1 guarda-
papeis, 1 carteira volante, 1 rico repartienuto para
cscriptorio corn um armario para guiardar papeis, 1
armasto ingleza, I prensa para cupiar e mesa, 2
cadeiras pars secretariat.
Sexta-feiru, 11 do corrente
A's 1i t horas
POR INTERVEN9AO DO AGENT
Alfredo Guimaries


Z3 duzias (de chapcos de pallia para iaomen. -
60 peas de brim, 40 duzias de frnhars al.-numna.- AVIlSOS DIVERSOS
peas de crtopa avariadas e muitas outras fazcn-_______ ...._
das -- P r .r'-; --, ,1,' .i]:: i ,.,,*ih ,.iro ,,11 it -a,
L-L' a tractar Ila ru'. al,.a linpratriz n. 1N.
P rci.ci-4 S.- Ji 'r ,:il;a p 's ..:n a' -
I e 1hilinitr, c o( nt .111" ;'i.,t i,_., :n1r .. I.:n i/r
De um axcellentc sobrado do 2 andares e tratar na : .\i z',,r.r 10. iir'.3.
sotAo, sito a rua da Reztauira,'o n.. .34 -- -l-r------ ,
anti nrua da (3uia. erian eo 1l liN .. .. ," -.! : u, :. '
Sexta-feira, I I do corrente nunwr i.
a) 41 1 .. _. .. .


A 'S 1 1 a o r I ..t...-s o ... ,, l a t' ...a l .. .
0 agente Gusnmzo autorisaldo ipor inald a ,o a Ii'. r. i,- a .
Exin. Sr. Dr. juiz tie direito dtie orplah o -s e a rr- It i -a rIa i ., I .a -:a .. .-
querin-ciito de Joano Francis:.) dte Smuza, far't t ri ; 1-__ --_ '_ ., .,
ew seu escriptorio i rua d ,a do la ,,ii'z 1,' i)jljaa INr,' I-. -- i, 1 a.:i :, i, .I 0
n. 10, do sobrado aeima meinc inaia do, pIddenilao 122 ;1 1 4 ,,i .-. u. t. i" ,.-i *,! .' i
mesmo ser esxaminado, e para iant1,ri a( a, i'1. a, '-- ii;' r i Ir- a I .- .. .. -- ill..
criptorio do agent. A \ s,. -)l. ,, N\i.: ,. *

Agente Silveira ,S, ,,..... ;,
e .* a
I t ll ', l l I i a i '. :' .
Le iIAlC(Ill', 0-.. t h -, ':Il. .1 1 ]1 t iia -!.I it ;I" .,,t n,
dt" .l. i\,,. .'.. l ; .'*" .:."' :.i.1".^
DeC g iueros, arin Io tv .ili da ta\'rin: _- .\._.\ -- .* r ', .1 -
&ita noan. 40 coufrnute a)o ,iart-L Io lCurpo l)le l'o- gu ,i- .i r. pa :r. :,l.,r 11 ,.
licis, at S ,oledade. -- Na a .. '.,~~. i, h ~ '
s,', ;' 10 1 2 ,ho.r''A ,se r.ia ... .. ,, ., .. .. ,. ,, ..
.U S" 10 lN hora.S pni,,.l,. '.' ',.'' ". "-' : .'. i ," e
Emu cmlltii'att;7", -;I.l 'al,' t.a
Vende-se o mesimo pireilo cmi ten-roe) p abar;. _- r'1 u. ;, ;ra -
com cacalmuba propria. m a r 1et ..a-:i t- i ai-t aa j ;i rt- *
Os Srt-. pretendentes desdtle j.i pa-,lhm exam n t- ,; Ir ir a -,.- '.i,.. : a t tr. 'iI
nal-o. Vic. .. .\ aL. .A r i',' i. 21.
dv um (-* .1,jq

Carm o e Silva rIn > tn. ir2 : 1%a ..'
-- Pre .'i-'-- l' i ;i ",naal.. ,':t't. .: ..h i-
Leilao semanal 7- Z7
.Oh t~tb .ra, uanailcigaa,,aa. a., I a uiii ,ri.-' ., ,I ai" t a:,, Sm
Se aoIitraves(a la e S. 1 ''Sro i. s.
SEXTA-FEIRA 11 DOCORRENTE '--Aga-oosula.res torro ,,,h :
,^ ~~~~- Aligasa-o os anil1a-r&f A'S 1 A/2 horas sobradns its. c 36 : rirua )Di',jue i1, C.*a-. *
Para fechar contas primciro do so r-in1 n. 10; a' rai ar' I->:', e ,>r"i
:FAZENDAS: popelines, granadine, mcias, gra- ,-meiro, fegundo e sot;lo do (hdet n. 24 ai ra '! )Art
vatas, collarinhos, espartilhos, fitas, tapetes, rctroz, gao, o cgauid 1o dle nI. 34 A nma estrmita tJ) IaI-
bicos, galao daurado e prateado. sario, o ,egundo c sot- a do de u. 41 i ra 19
FERRAGENS: chapas para fogao, machados. Rangel, a casa terr<"- n. 87 4t rut de $,tu Iv'-r
encba, pistolas e eseamadeiras. ejo sobrado n. 1 I) Ai sg'gunda trnvevt I,t rarx 'to
MIUDEZAS : phosphoros, mascaras de cera. Principe ; a tractor na tov-.na an..- -A-a r-.
seda e arame, narizes, archotos, etc. Rangel.
MOBILIAS: 1 cadeira para dentist, 1 rico toi- Offerc-se ta ,..eir.,',,i ,r.i tatl
lette dejacarandA, moves avulsos, espellhos, qua- hado, dndo t r ie sune I ,,.ct d .iA ia
dros, raelogios, arandeUias de vidro para gaz, mar- had dndo ilor ua -i
melada em atas e mitos outros artigos. ina do .iscorde de Albuituerque an. 2.
'a1 aenl deP l leilAes Prccisa-sede urm emix-i '.,1'- 12.: i; 1an
%at llcla de I CS sendo portuguez e daui.lo fi tur .1 .de -. ..-iutta :
27- 7 5"atwsa do Corpo Santo-27 rua da Ponte Vellia i. 41.


I-


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-F


Sabbado. 1 do correnle
A's II hirns .um ponta
"2 C'ass terroas cnm cutlo, A trave-;a vi k s ..
cordia no.-) r 52. 'fqintal muralo, ra'irv %
etct, e ren'lem 32.
1 Casa t-rre a A r'n da Stoidade n. 12. em -J.
pr.,prro co-in um iiiintal de 3) i0ialis, n .b
inurado.
1 Casa terra A ruia do P.i.tro Fl,,riaito n. -2. -
reira, corn 2 s dns. 2 qu.irtus. c ,.inil'; lp. nIt
mnurado, etc.
NA AGENCIA DE LEILEI.FS
T2- Trnvenma do ('rpo-Mantofle 1
Agellhh restana


A~rtb AtA~w awdo.*


L lo o m.i.r.,i ^i| ,.r~n .,, -


I


I

















-A>


acredita*Ios tabvicai-~

tes, e se achamhii
tados a vwner ,iiVaw

barato do qupe iu-tro
-u qum sto xrece-

berm directamente.

Todos .s relogis
vendidos oesta -easa


sao garantidos.

In oC t caingi n. 4


reO rivplanao B Slva^
Jos6 Crispiano da Silva, Maria *Mirandolina de
Mores e Silva, Manoel Crispiano da Silva e An-
na Amalia Barbosa da Silva, ituito agradecem do
intimo d'alma a todos os seus amigos residents na
illa de Gravata o caridoso obsequio de assistirem
ao funeral e acompanhamento ao cemiterio, e corn
especialidade a veneravel irmanadade de Sant'An-
ia, c ao Revm. Sr. conego vigario Joo Serapiao
da Cruz, que como exemplar ministry do Crucifica-
do nao abandonou nos ultimos momentos o seu es-
timado filho, irmio e cunhado Joao Crispiano da
Silva, e de novo nao s6 convidam aos mesmos ami-
gos como tambem aos desta capital para assistirem
as missas de requiem que terao lugar no satbado
12 do corrente, na matriz de S. Jose desta cidade,
e na mesnima villa de GravatA, pelas 7 horas da
manha, antecipando desde ja seus sinceros agrade-
cimentos.

Aviso
Wilson Sons & C. Limited avisam ao comnmer-
cio desta praca, que em consequcncia de terein os
Srs. Wiliarn Hughes c Jos6 Mendes de Freitas
pedido cxoncraqao dos cargos de gerente c caixa,
que exerciamn na mesina firm, se acham noinea-
dos ; gerente o Sr. Roberto Alexander Mathet, e
na sua ausencia-o Sr. Hugh Cowan Deans, con-
forinnc a procuralo registrada na junta do coin-
mercio. Peruambuco, 9 de janeiro de 84.
J. P. Wilson
Representante.

Aluga-se
a casa do largo do Pilar n. 11; a tratar no cases do
Apollo n. 75.
Precisa-se de um criado de 14 a 16 annos;
a tratar na rua do Barao da Victoria n. 51.
1 Aluga-se a casa n. 29 da rua do Livramen-
to; a tratar na rua Duque de Caxias n. 53.
Vende-se um registro de gaz em perfeito
estado ; na rua do Conde da Boa Vista, antiga-
minente Caminho Novo n. 128. Na mesma casa se
preeisa de uma rapariga orpMh de bonds costumes,
para servir a urma senhora viuva que trata bern.
Procisa-se de duas amas para cosinhar e
engommar ; na rua do Queimado n. 48, segundo
andar.
Costureira
Precisa-se de costureiras ; na rua do Marquez
do Herval n. 10.

Copeiro
Precisa-se um born copeiro e um criado para todo
servico, no Camainho Novo 118, hospedaria.

ha g do ViSc~ogM 1m.i0
Boaflote ir0 lelfl n

Estao abertas as alas do collegio de Jos6 Ma-
ria de Hollanda Cavalcante, desde o dia 8 do
eorrente.


ATTENCAO
Joao Jose Rodrigues, professor publieo da So-
ledade, continia, como dantes, a leecionar ns
ams horas vagas, por casm particulares, n uo s6
as primeiras lettras, comprehendendo a calligra-
phia, grammatica, arithmetiea, geometric, dese-
nho linear, geegraphia, historia, etc., etc,T mais
ainda o lanim, franc, etc., quo'ehiaa a fallar e
escrever, empregando no ensmo do portuaez o
method ntuitivo ame-icano, e no do francem o de
Ollendorf. P6de ser procurado na estrada, do
Jo6s de Bafros n. 32,.jimtoa estagio do Prin-
cipe.


DE


81' (^*'-A'^**


~As


O abaiho
desse enemi


Jgunda de tou lettra a sen o
Sque suppq e pa:arem
hoje ert iASo de torceirkpessoa: declara ma s que
tern feitobemnfeitias e* ditapropriedade c'n a&I
torisalo do Proprietasi para serem-lhe le'adas
em conta do seu arradameoito. E para qu6 ma"i
tardeauigu ,ae oAhaa iaoancia faz o pre-
sentes k '^*
Engenho Resgate, .8 de jaueiro de 1884.K
Joaquiem Tawae. -Plmeir.

Francisco E d Miranda, sua sonhora, on-
nhadas e filhas e Francisca Avires Castello Branco,
summamente agradecidos As pessoas que-acomnpa-
nharam A sus ultima morada os retes mortaes do
seu concunhado e marido Jos6 Trigueiro Castello
Branco, Ihes rogam novamente o obsequio, bem
como aos parents e amigos do finado, de:assistir
a miss qu%, pelo descango de sun aaim, mandam
resar sabbado 12 do corrente, As 8 horas da manha,
na capella do Monteiro e no convento de Nossa Se-
nhora do Carmo, antecipando-lhes os mais sincerow
agradecimentos. ,


Jorge Clemente de Borba Cavalcante e D. Ma-
ria da Conceicao Borba Cavaleante mandam cele-
brar na igreja da Ordem Terceira de 9. Francisco
d(esta cidade, duas missas por alma de sua sempre
lembrada irnmi e eunhada D. Maria Cavalcante de
Borba, As 8 horas da manh' do dia 14 do corrente,
anniversario do seu passamento desta para melhor
vida, para cujo acto convidam nao s6 sos seus pa-
rentes e amigos; como os da mesma finada desde jA
confessnm-se e1nmmment+9 mAtn-a


Antonio Oomtniatim e Serra
Joaquim Jos6 de Amorimn, Manoel Moreira Cam-
pos Junior e Joaquim Arthur dos Santos, magoa-
dos pela perda de seu mui presado e nunca esque-
cido amigo, o infeliz Antonio Domingues Serra,
mandam celebrar missas por alma do mesmo fi-
nado no dia segunda feira 14 do corrente, na igre-
ja da Madre de Dens, das 7 As 8 horas da manha,
e pars aassistirem a este acto, Pnnvidam -ana euns
amigos, e bern assim aos parents e amngos do fi-
nado, pelo que deede jai antecipam a eterna e re-
conhecida gratidao.


Do, AnnaIA IUla de Carvalho
Cerquelra
Theolindo Augasto do Rego, sna mulher e t file
convidam saos parents e amigos da fallecida D.
Anna Lilia de Carvalho Cerqueira, par assisti-
rem a ua misnsa que por inteneo do ma alma so
resarA na igreja da Conceigao Aom iiarasi As 7
112 horas da mmnh de, ia l= do cowoate


aeft"i


*gausto


harel Francisco August. da Cesta,^M4 e
is pessoas que acompsnbram A ultima uor&da o
restos mortion do m ie finado ; e eovid*i
aoss parentea e amrios pars n dnfia&.-Sl* 4
assistirem na matrIz da Boa Vist e*sapeUi 4
Ponte de UUho., f s-Shabs da.abia 4..


~ SOUR. i~a~ppo r~


COI 1 9 MP. O....... ]' ..
PAKA tencia Emis i
E de tido setimo
43 Bu do IperdoIP or 48 fe 11do
Direetort 44
lhaes, auxiad por sua p ini, Anna an- dAiTf u
deira d 4 gaie. ..
0graod e inste ionlaA tirk, afl


s.IW hit


0


it~ IgA* a
De ordem.dirmatojuiz e.ordelibertao di"mesa'
regedora, coivido a todosa os nossos charissimd'I
irmnaos a eolaecer em o.nosso cnsistorio no do-
mingo 18 do docorente ao mio dia, para tractar-
se d ddiversos awqumptos qu-die. respeito sos
habitos coh que deve soer adomada-Aosea nfra-
ria, asneamo tempo para ser disutido e'japprova-
das algumaspropostas que devem ser apresenta-
das.
Ceneistorio da celestial confraria da Santissima
Trindade, 10 de Janeirode 1884.
Joas Ramns de Oliveira Junior,
Secretario.

Attepcao
Pague o Sr. Barlo de Una a importancia que
deve pelos f6ros dos terreoes de suas casa, sitas a
cidade de Rio Fermoso, im de evitar um executi-
vo, ique nao Ihe ficarA beim.
Recife, 31 de Dezembro de 1883.
Marcoino Ferreira Lima.


C AA FELI Z

AOS 4.000-
BI8IOA Q ANTNL'DOM
Pra a da Independen-
cians. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seus
felizes bilhetes garantidos da loteria (2a)
a sorte do 4:000# em 2 quartos n. 309,
al6m de outras de 326 166 e 86000.
Convida aospossuidores a virem receber
serm desconto algum.
Acham-se A venda os seus felizes bilhetes
garantidos da 3a loteria a beneficio da
igreja de S Pantalelo do Monteiro, qwe se
extzahirA sexta-feira, 11 do corrente.
Ble ejpos
Bilhete inteiro 4000
Meio 21,XX)
Quarto 11000
Enr. p.evS< de-MO pmra
elma
Bilhete intairo 3#50@
Meio 1#750
Quarto ,875
Axftwwia AwAjueto dos Sants Ptrto.


itt Urla.,.
etc.


gon a r aomesm .6 vo -* ^H
li& m~l~f n*~- WW r'c U .I


j o o- OJ IZ 4MIL
Oak Amm"0


IA
do


*~ :;lidI
-"i5~
.4


),-N. 8 A


Teul ^,aberto urn novo eftableeciumal: son&' 8 eaBoutI' in coiiteto
gteien host -s&d -toda* as qns, 4o r eittno p srase-
,doM| esjmamos; assim cmo xa 8 col ffa44p0 e ooncertaa1mse todas as
a -gesia' jw~Ifoiwal de sen trjbaiho.
44 i-.


PARIS 8, Rug Tkre 8. & toAkS

k' ;; ;'*ktracto e ( an gaq
i Novo e delicioso perftmie parale-ino, product da
preciosa fl6r &onhecfda sob o& nomelde Pirus japonica.
0 lit aroma, de persistencia sem- egual, refresca o ar que
';S tqpira, esparghido ao mesmo tempo ao redor da & ess6a que o usa,
Sas suaves emana95es que revelam4 distincdo e elbgancia.
r. ba.g. i em fat~s a. Pez'fOmsri


T'stas GBA.rEAS, adsitadas nas ExPoSi6s de Paris e privil
Mplidatrete aS sttttIrui enoa~losas ,ais reoelidfs sem catig
lifLCosd uenea. os, E2^XO t SB as reconm-endam a


.'i SjxBG~.O FORTIN hygienics e pro. *rvws qa onue nnca aUsa aIdoaiZs.i
PnOy-4i1. em t 'i.- na.flvinburo FRAAZ' M. ft sn*VA e C* s as prtflnpa pharmsclas.
11 .~- ~


OLEODEFIGADO -
4, do Baoelhau m
lod-rerreoew. Quina 0 OLEO
c 9M W LILAfNJA AMAdA -"" 6 am -
~ ~ ~ ~ J ivli -B1 I f^B *a Ia~
( a ppareimente d'ete all', Dtdo *
.,xo ddevido ao estudo e Lt It, Dd o,
numamas expmenencias fei- e"*m TtSede
Stas polo D DUCOUX, du- Wh g e .
rante louigos annos afim de -siD d ow .
reaInr n'um a6 product, o .e-i e ld".
O k O 'l P d o ftb E bscalHw, ;e
v a, Qukwa a dem. ms digs

1 >,200, ru Lpd M
irT<.mi< il~ r l<4r.ao


4


' -- ps-m *o

"1*s^
&uqt-'il
,Im^ ^^^
*Ms Hitf"


a" Top
medomento-t
DUCOUX

dow. anao,
t, Cw nrihA-,


wfwad.W, W'
tfioajrtm*1
*c^4,


hBa gni

SOtBTl


casa de A. Gkoqa*4 .Ph de ia Class
., 5- 4&r^a.i.Md4 +kM5


(1. 1ITAS CONCEWNTRAAAs)

AL_ roe AAlf
V t #3* *O~CKE NTOi DO 8k

u ddo pr"o imwgm
'Bisp~tatacsdsmo~asaiadoSnBO&ti


,Iii(


DNPO&1 kAL

nic .^*ain.-ior ^S

N.--3Rt A do Co uiwecii .-- 3
A venda em ted.e ss baticmB *AMgewria.








16WRua do Oabug -16
0 abaixo assignado venleu nos seus
venturosos bilhlietes garantido0 os premios
seguintes: 2 quartos corn a sorte de4.'0003
no n. 309, 2 meios corn a sorte de 200
no n. 1586, a!m de ovitras maii de 324,
16, e 8#, da loteria n. 2.
Convida aos possuidores a virem rece-
ber sBern desconto algum.
Acham-se a venda os venturosoe bille-
tes garantidos da loteria n. 3 cmf beneficio
daigreja de S. PaotacAio quc sc extrahirai
na sexta-feira I I do corrmente.
PREC OS
intelro 4:0"
roll II A MI e


Quarto 1:000
seado quautidade auperlor
a O00:O00
Inteiro e9:40
Meio f1:150
Quarto #10
JoAnqiuim Pnes d _l d va.




Aos 4:I FORO$OO
Aos 4:000$O000


A'


ruma Primeiro de Earv. *a-


tr'ora rua do Vrespo m. I
e easas do eotume


0 abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes dous meios n.
1586 corn a sorte de 800000, dons quar-
tos n. 3331 comn a sorte de 1OW10) eoou-
tras sorte de 326000, 16#000 e SJVJ, da
loteria (2.), que se aeabou do extrahir,
convida aos possuidores A viremin receber
na conformidade do costume sem desconto
algiim.
Acham-se A venda os seus afortunados
bilhetes garantidos da 2.8 part das loterias
a beneficio da igreja de S. Pantalelo do
Monteiro (3.'), que se extrahiri na secta-
feira, 11, do corrente.
RECfOS


Inteiro
Meio
Quarto
EM qualm
Inteiro
Meio
Quarto


45000
46"
26)000
> 16000
ldade meTr de 10"
3^500
16?750
6875
Maswel Martins Fiwa.


CASA BE OUlO

Aos4 OONQ


Rua d r war"i da VlemW 40
e ease do e4. e
0) abaixo Itaaigado &caba do vrader
em seus fiuizei biumt o inteiro de n.
2715 corn a sorts de IOOaX00 oot
dito d u. 1756crm a rte do 1008M,
,do=uao do n. 3331 taMbo co
100X0M0 vdiversos premSo U de 12000,
S16F0)00 e.8,900.
O 0gmeaiix .swgmab mniii. aOO
possmidores i irem fter m
dad 0 mo dobtume, em de hmto m
Adiam-se i vendt os f iixo
.wmgutitdaidg 2? pad des rltrfa Is
neficio da igreja de S,.kAlds de& i.
do comaS..
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K: E Este vinho, compost de lacto-phoqphato de cl o ferro, e cawea.d i .Jara ajas Atntp,;a .Ap r QxA1rg wismo- Ifraco.e debilitao. EUe contm todosos elements constituintes
Sexperiencias feitas peleseu auctox nos Hospitapade .Pa.", tern Jam -.. l.t.a.par4tpee v ,tttamonto effect s pea adimtao ad.u dos con
S que offerece A humaiiaade soffredora. O ulti i itnriuipdos da aqiengi pda .p*&,eica, o author applicou ao seu novo ,pr. d 49 fornia eohocAlTO: a~i*n.doa outroe. ConsGio do seu fuccesso o DR. BETTE
dividuos que soffrerem Aos- dota* s em s3guida, 4W a wua.Rs a ra ,a e. ... .. S
.. ... E'" ipplncado As caa.-deEtada.v.ropWu4,.kp .."; o. I,. 3 ,<. *a emicaj.*:.pvqs.,ya quer per excesses
.saude primitive, o vigor e a energia das fM.9z1 organicas. AppBca-se. igs, to n.4,.. tA .diffii. cual,^ dwpoi o #arto e de qualquer molestia, pobrza d. su ,adoen~as a medulla spinal, lu
incommodos lymnphaticos. As mars qUe des care;]Iqraau seus mfilinhDs dey.: d aer. uo d'este vinho corn o uqal serao., artiflaaa.trw4nmnao ana oos pesos paa oseu desenvolvineeto natural. Est
o mais poderoso que se tern formulado' at hoje, p;. os.organismos debiliMdos, I ig adpreooeas 4 est4riiai.wu]w3dqrida ad seu estadod ,mietcia ppr.,tad'um ostinuaote, que, leve os orgios A suas fune
6 benefica no tratamento de epilepsia e mplestiaQ nervosas.
As pessoas que soffrem do0peito evewmfaar uso d'estvihpuntaiepte comaJ,.XAROPE DE JAJ1U RR ...
.rO.!SEE-Ur cBMx antes do e &ou0t antteidoi ftan_.j
A0 rNEta.-Exija-se sempre o omo do a.tor emtodos os ses product, sphana"u"cs, cqqo gqj^ epaya ,e(vtar eqi'vocos. .. 7 .. ..
~IL



rIiPi t* GA i^E^KN:O

,0 Jim. C4rI ',tl 0irht, .i c .h4. tn. -. e fo Pris M JAb 1' a Mi d a
oiiIe dii cols-tm ,i" ticoi e-s t i*J ti., it,,-Ii .:
rB,':^B

da came, sangue e do system osseo. As
ipentes do se u product pharaceufm,
NCOURT, o recommend a todos os -
venereos; moqos e velhos recupcrar3 o a
.corrhea ou flores brancas e em todom a
te medicamento 6 o melhor regeneradr,
95es naturaes e primitivas .A sua acgU










Am#a Cat n. i3, 111 Blot


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a^ .E f'i; ..L~
I[ RU. A DO


t I' --. -i
:'*--1 ; -- -" ... .-
~ -JO V r.- VAll


Acaba de abrir-se este novo estabelecimento, que estA habilitado-a satisfazer quaesquer pedido8,4e-Iivrarw4 oupipeparia,
r proprietario tendo dis61vyido amigavehmente a sociedade qe'tinha-' om, a EMPRESA LITTERARIA .IUMIW.N NE, esp4ra cotiitrar a nmerecer de seus amigos a valiosa prQtec-o que sempre
p r e s a n 'e s ta c i l a d e i ." : *-P" ;
A LIVRARIA FLUMIA ENSE continta fornecendo todas as assignattras que a Empresa distribuia e recebe novas asgntiras para as segintes obras: Historia Universal, de Cesar Cantu, em vol
S Natural, por Julis de Mattos; Historia de Fran9a, por Henri Martin Hii or-ia d de Portugal,'ppor Pinheiro AChagas; Dieeionarioe de OGaagrahik Univer-ai; "Moda Jnlshirada,:Elegani,, ^Sutoches de Madama Diabo, Bil
celebres, etc., etc. .. .


dispensaram, i Succursal da meima En-
lumes brochados ou eucadernados; fjLa.g
liotheca do povo, Biographia dos hoo=ae


Frederico MariAho de MellB Ta-aret partleipa
- a quenm interessar possa, que em 7 da oorreato
dissolvci amiigavelmente a sociea4de, quae gyro
sob a firma de Tayares & Noronha -e que na
mesma ordemi'continda con o Seu. estabtleci en1to
--officina de alfakate-- ra -da Imperhtris W.; 90,
sob a razlo de Tavares & C. Reeik 10 de ja-
neiro d 84.
S MA Nt3. an
I dar do pre
S dio t, 42 da rua Duque
Sdo C -xils, por cia-- da
S typot rphia doDiario
S preci A-st daduas amos,
|t spelto ima ptara cozi-
Snhir, e outra para en-
goaamar e oiatsos servi-
| o03 d mesticos
MA.SA F'LLDDA
D F
ManieLiMoreira CA
S 0 administrador di
mossa Ilida de Mi-
S roel Mioreia & C., con.
vida os dev6lores ,d
dil1t maC.sa a virem sol-
S ver os seus debits,-a it6
o dia 14 de janetrit, a
praa (1o Corp,) Santo
S n. 17 io andar_,


S Unia seil )ra habditida offerece-se -para cosn-
nhar ei easa -.1 homeae irokrt: a tmctir na-a%*
do Padre Floriano w .' 4!
lAma 4eieite ,
...: Precie-se de ma ns :u'di l 8an g 4 'aut f.


Musicas


Da esta o do .Monteirb
&bbado-5'd..
too de stloI| inlhid
embrulho corn mivemaBpe
s ter caii*ku In


Participa aos
clientes que mi
o seu consultorio 4
sideincia da rua L.
do Uoarion,. 226,
a rua do Impera
n. 55, 2 andar, (


-A .,ttea "a
S Engibnma-ee e lava-se eorm perfei .e -per
se..s p Qoommodo ;na rua. do Apollo n, 51, gundtt
Se.us aaa~ ________
idocu'
e re,' Tvares& .oronha patiWipaa. inter
-sai possa, Rue eta 7 do orrente ,mez disgolveramn
STa, Aanigavelmente a oieedle' qle tinham naofficia
-0 detalfalate A rua da Imperatrfz n. 20, ficaudo o sO-
..ci-o.Tavares responsavel.pelo activo e passive da
meima firma, e rettranao-se, o soclo Noronha pago
e satisfeito de sen capital*'e'lUeros.
tdor Bcife, 8de janeiro e88.
FderiwA M(swho d& Mello wTare*.
-1:, Auits..arsloa 4e ,or, aha,.


pode ser procurado'
a qualquer hora do
dia ou- da noite.
Consultas: das 10
horas ao meio dia.
Chamados por es-I
cripto.
E_,pecrali r -fe*e
1 _o .i


I "%,md,-W" h A Imin" 4MIu O


~y ~ ,~


UlTo, UIUledtliS'" V IIvk- Preoisa-se de uma preta de meia idaie on dous
1i i. 1 menino pars vender ia runa frutas, verduras;
reaS SVDplitIlCaS e do ete.,etc. a tractor na rua da Soledade u. 86,
pu /I ppadaria.
p nlmaop. .... mI

Recebe chamados-"* 1 de uma ama p *s ar corn um
crianqapelactar Lde' ftiatsipate 4b odm ipms-a


[para fora d


La .eaa lT. pol mare m a servw. dorou ; m: f.d
<5p it." Nyaphasan. 26.


Eu abaixo asaigatdo, rsadoeirdo eagakkbko Tai- ijA Ja;,.t$ftr
boasa, do 30 dj*i da r omae&,itW .i i, .,
chqgndo aoenu ccekk.Wnteo que.Jem;, -A Ann c ommaniw amimma< "w
intWito de manchar.a minha reputaIo, tern pro- 4;..s,, alumnae, que no dia 7 do corrente so
paladol que no meu eirgeitho tenm "ir queb "e hari aberta a ua ula s i ruA do/. umer n,
sio'Ia4rks de o vaos sh 4 eigoi s ;, se aam a .*
e a pessos cal munmiads qps. tam a Vol.

co w a Cm a 4m .- -. i A tAu -. -
e :'oa W eab. ^ ntp .ma tinAbadx.ttittir aumaa. xteti.aZP
eios elt'rangap, 9ea ,J .^ _,~ .m a,. e eio-pensionistau ,t ,...... .( : ;
Jeve apresezitar ao'pmb eo"et'affto ....e- i .. v.. --._ ... = i,
cise ,. wast e.daa^L io e#4 du ;:,. *, i ,J

fe s?0 ^ ....^ ^. 08 -. Mien itf.,^ oIt41iflie
' Fel ente sou muito conhecido, naosno neat N -u Cf u N ** WC 0
co. a, coo a d
minrnmyi^.9 i<*,^.i^ ^a.1'fi11 MIBHlj.^w


3(000:
Ha w- Afogdosd p ra alugaa aendar de urn
sobrado que acaba de ser reedificado 'e. corn gran-
dej,.accommodaqe4 para uma numerosa familia,
e se tora bptirn'd p6r 6r nai melhor f6ecalidade
de Afojados, e bonds a today hora na porta, ca
grandequintal que da sahida para a ast.o da
via ferea doRecife ao S. Francisco, e proprio
epaaquern gosta de um recreio mais retirado da
i'dade ; a tractar 44 rua da AssumlpIo m. 66, ou
rosA fogades6me n 6Oa6 Progreeso; -


Precisa-se de uma
perita cozinheira, nes-
ta typographia se dira
quem preeisa.
Caixeiro
Precisa-se-de urn eaixeirt na padaria da rua do
Brum n. 2
A qaemor iprieoptlario
Pede-se o favor para tomr am cokwideraqao o
ammuneio acina, sendo que no eow de acharem al-
auma. utilidad e d'ella a e auizerem utilisar-se


Aliuga-se :baralo iArmaro
A casa. terrea sita i rua, do Visconde de Albu- Vende-se uma armagao envidraVada, 'p
querqueon. 150 (Boa-Vista). para qualquer ncgocio ; a tractar na rua I -
A case terrea n. 21 a rua de Santa Thereza. iral n. 1.
SA casa terrea a rua da Ponte Velha n. 22 (Boa
Vista).
Vista)Taverna
A' tratar 4o largo d. Corpo Santo n. 19. a e
SVende-se uma taverna propria para qua!t"
A 1tu 09 1- principiante ; a tratar na rua de Hortas n. A
As acqoes entire amigo- de urm piano de armario Veindese
coI apriuiefirloteriade janoiro de 1884 flea tran-
sferida indubitavelmente paraa primneira dede fe-- um born sitio corn tres casas novas c urma aS m
vereiro do mesmo anno. agua,, no lugar denominado Pcdra Molle. isrt a


uco li to pro an tif ol
Aurora B. 139


estaoo da linha do Caxangi; quem previvwr
se dirija a rua de S. Francisco n. 26, que w S
nuem vende"
FarinhaLactea


Madre de Deu8 m. 1 I Nos primeiros mezes a alimentaSio ma
Para encommendas diarias, A rua da Madre de natural e apropriada para alimentar a
Deus n. 1, das 8 at6 4 da tarde. a e p P16 pr aent 1
9a de peito e o proprio leite matcrno u jaR
Casas. para alugar-se emrcaso de necessidade deve ser subsitbi-
'PL r e v-b s ~do pela
Em differeotes bairros FARLNHA LACTEA DO DR.
A RNFoMA O' GRATIS FRERICHS !
A rua da Inperatriz n. 55. estabelecimento de A sciencia e a pratica adoptaram a
vender artigos para pitras, se dara gratuit- A a pratica adoptaram a
mente -informagies de casas vazias em qualquer nha Lactea como poderoso clemento ma-
bairro desta cidade e para differences alugueis; trictivo para a infancia e distinct.,s Ba -
no memo estabelecimento se encarrega de qual- cos do Brasil e da Europa reconberf
quer pintura por mais simples que ella seja e mais n A do Dr RE C m e
"deeoraCoes de casas, mediante contract. ser do Dr FRERICH a melhor r


V;


,,-, 2 ----- -- -.P0u3 ..
tambem gratuitamento terio a bondade de mandar '61n do rJo m0Dve-se pois evitar confiar o filhb A
par& o referido estabelecimento as notas de ss 1Dl(t dma pessoa estranha eo d comiportaiwat
r f6ra d'elle, afi euque sem a mentor despeza sejam. lt ha0 conhecido nuitas vezes o germ na d
asrnesias alug4als. numerosa molestias.
retttds, eero-tra' egl
*dec esba irr dver o ter ^ i Jos de Souza Cordeiro Simbes avisa aos so- Vende-se a verdadeira farina Lamo
w-declara : bairro, ruas, numero das casas, ac,- nores Pais do seus alumnus que no dia 7 do cor- 'do Dr. Frericliv:
, com(acoes, estado de eonservaqlo dam mesmasr. shores pals de seu ahimnos que BO alia 7 do eor- do Dr. Frerich:"
prego e qendiestado doconsmorvadoi da iprpesni-. rel'te se lekar& aberta sua aula-na rua do Impe-
S oudivmedo asAugDel rd, rerw -primeimandaa, acontinuar oexer- 55 RUA DO IMPERDOR 55
q suas wvezes fizer. iv deo pa profia&o.; tainbem a, respeitavel Eertabdelcimeto de musicas e piano de V-
A j' puUico" que continia a admiittir alumnos exter- troPrealle
J6Btk gL'CoL nos, ibternos e meio-pensionistas.
,Nara ..eu. .47,abrie-ae ula officei T tt 1 N Ill dEngenlo
p4).a4a dour--' emoldinras-concertal-ae botar ago Ind 1 .Vende-se o engenho Aguiar, meia legoa, p--
nfoo now i 0 i.-_" VqdQ.-x 630 palms d terreno ua rua Impe- mais ou menos, da esta*o de Santa Rita, no M-
e doiH0 rial, lado da estrada de ferro, chao proprio, rei- te das comarcas de Iguarasmfi cow Pio d'Jih
B (l OS yiidieados a Fazepda, fund ate ao rio; a trac- motor animal, porkm da perfeitamente dJaxi
Traefti4 par quarta loteria do corrente tar om o Dr. Affoiiso do AlbquerquNe Me"a e uma bonite aprazivel propriedade, boWs r- -
Inez. I* A _______ado_________... ."-'-' paa plantao"s e excellentes matas; a trat-'
S-. .aalA.,n]l mesmo engenh'ocomro sea proprietario ou aM -
ffQAd UJB B W 'l .J W tt cife, A rua do Bor Jesu n. 1.
-s-en 'frind-eoese opm A meira cadeira do seio masculino -da fre- Mwnara h
Prtis-tfe~e ln,~efri~fo8e<8C~v, prague h~e f. Fr.Y'edm O"ywlves no Racife re-^ Ut~lrlK f K A i
servio diAabD.' A tahter A. r a do 00"i40ij gd4yjdslo professor Adolppo Silvino Batudel,fimune-, ,,a e b-, -
J4..,. ,- '. r ;t ,.o ,,irio2.o" .n. 214, .p eri Bonito e varnado sortimento destee artigr
.1 ""-'~ "-.....'=7*-r- Acb-se aberta a rqsecttiva matricula, a vender por atacado e a retalbo, recebeu a U
oonta rde. Ije. Recf., :8A neiro de 1884 I. -Martina, rua da Imperatriz n. 1, espmja b


que cozinhobom n 0 lalftft5 j'
. ... .. .e i. p.i" de a n-pam Y ..
.JT i-,, -...... -,-.... -"- COD rgmela lpreeisa-, de ma area par* tev '
-.' ':l ifftliktll : e da~n.^ ed,*


i--i I[ -1' -- a.


NjA'J '~
*iW~ .L'~


eamde Capioarik .
'5 adfpaaJiams de then
D upwr.quaidad#a : vendem Rodrig b


,uu4a 'bSmm h ar.^ Fa"ik a C,, Arua ddeMarinze Barros n. 11, =
R .do Co dormiz.
.. 0 Es..,arttIs_
s tff-e ao Sr. Joao *Blf'd~llt^<~r*ow M i
1t NA* *& 4r i.o o-T Naojad sa l p*pe(trix n.- 40, nifil
^i~t !!n n i oi m fntog n- 66 dar suler lre rnilois parea iors tiuaw
eu~fa~rQgo,)tiL d~p f I e sendo pamasenhora a 54, ey
Mg^ ^ g~iw a~t i^-.r .ii~i a.,,,.Isp -. ]

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Ammumma-A&M-


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Pur itff~f r






















-*fe :VI : '
atto dias tiuham decoMdo depois d
"/tza de Joo Fera. JacquesA aiflant,
odiBo, m- atirie, acabava de sahir. Ger-
&mdwea estava occupada na grande limpeza
wu tomarn de cosiuba. Jacques Gran-
& atv:86 no seu quarto, sremvendo. De
'Mmnt a. port abriu-se e entrou Ger-
40i6s, vYuyelmente commovida. Che
ppn-se aOmago con ar de mystoerio e dis-

mdezQmoiselle Henriqueta de Si-
misa que desea fallar-lhe.
idrnemais"e de Simaise! disse Jac-
gB mvrpmendido, soerguendo-se: mas eu
lo posso recebel- aqui no meu quarto.
Ras por.q e, Sr. Grandin? disse a
ga apparecendo no limiar da port.
Ohi! mif afihora! balbuciou Jac-


Caro convesar um instant com-
nra, disse Hefniqueta para isto estare-
mo o melhor no .seu qwarto do que em ou-
*o aposemno dacaaa.
Deade que. -quer: assim, minha se-
whora..
Ella entrou...
Gartrucdes. sahiurimediatamente e tor-
mDu a fechar a port.
Jacques deu-se press em adiantar a
mica poltrona do seu quarto.
A moa eaina&vao ,comrn uum olhar es-
*nuaho-


A senhora estA espantada, disse
-JacVos, de ver-me nesse traje; cen-
r a achar-se o m presoenuga, no de um
eaxpomez, ms d, urnm teaente de hum-
mard&.I
Nao e o traje quo faz. o merito do
&mtea, senior, mas. confesso-o, estou
f~presa...
Quando o coraglo soffre, milnhai se-
dkn,, 'e- e que tra-se o lucto-cda felicida-
Spadia parp. sempre, dove-se afastar
bs oaos tedas as. eousa.- que- podem ex-
iwr uam sentimenli da orgulho ou de vai-
&d&
Al !. omprehendo, seabon eu.eom-
ehendo !I exclamou a doaelli, estendem-
do-Qhe a jaiao.
Mile. de SiAise estaya pallida -e tremu-
t; ima olhar parecia perturbado e inquie-
*l; qa pornm lia-se melhor- desse olhar
_,Ow nem sua physionomia, era uma pro-
r ibaa risteza.
- 0 Op6 -e via-naS mums botihmade pan-
eo no vestido, indicava.qe ki vier a

A auzr nova- offereCimento do mogo ella
taltms& u loe collooou-se em frente d'el-
Ab e espewo attenciosamente.
A moea continuous:
0 Sr. Jacques Vaillant esta na mai-


$e, dise_- & sa oriada Tve.l
SimaeGnora, mWseirtrudos- pode ir
S hamaal-o-imnmediatamente, respondea- logo
*xmmcebo.
s ao senior s6 qnue eu. quero fallar,
- r. Grandfin, er pelb contrario, estou satis-
fit& ue o Sr. Jacques Vaillant'esteja
. Wasente.
Depoix de uma pausa:
Oh! nao se admire, prosegniu. ella,
e, sobreutado, nao tenha preswa em julgar
Smeu proceodimento quando souber que eu
viar aqui sem que minha mii o soubesse,
-sescondida. A Sra. do Simaise foi
a tIreville; eu aproveitei-me da sua au-
aciA para escapulir do parque por uma
ao s aberbi para o campo. Oh! 6 mal
f&it, eorsei, enganarassim sua mai! Ha
Oanals, porem, que eu nlo Vosso dizer-lhe...
K depois, senhor, o mrTivo qcLue traz-me
squi, advoga-me e a minha consciencia
desculpa-me.
Minha senhora disse Jacques, eu nao
taho o direito de julgar nemr de interpreter
ea1 nenhuma das suas aces.
Senhor Grandin, eu vim aqui para
'fallar-lhe de Jo6ao Fera.
De Joao Fera, exclamou Jacques,
dando um pulo na cadeira.


FOLHETII



!ECCADOS VENIkES


POR

I go Gflrflcont


nllIEIlA ?AITE

(Continua* do n. 8)

A eper A aII
A espeIa da ceis.


O0senhor de Brionue era de estatura me-
&aa, de olhos vivos, semblante ovado,
fiba eompeid., nariz curto, de labios um
S oa carnmudos.
Nas ums feicos liagse a hombridade
df quo corn justiga fazia gala, e tnha to-
dof. o sighaes dos entes predestinados pa--

0o pdr estava corn o uen -ato de smr,
wab religioso e meioe socaar vowseia uim
a.lon aedeseda preta abotwadw nojoelba;
muias do menmo pa*o de "aal cor, que
&om .A bhvam uinw bem fenpad perm,;sa&-
vein aeon fi"^& deA =%toll 6 m ~d


Fera fez a meu favor, stilvo*'Diai
Sabe o quo elle teim feito pen oben ....E
accusam-no, accuam-no! ... Aecu m
porque ieHe |poje *deflfeuder.-:u
no 'Pode rtr eatos iunoete!e I e
ram que0 ro 4~>6 0 eriamm' o.11. VwPoi- bem I
vim dixer ao mhor, A -quem Wle am, a*
senhor que em outr tempo teon"tm -
Ihe amizade: JoSo Fera esta innocente!
A senora Ia uniea ssa que to-
ma a defer d'el, mdemo4a e.
Por que aou a uicapesoa que pode
tomal-a. Mas, dentre em pouco o sehor
estara commigo, e restituir sum amirade
a Joao Fera. Sr. Grandin, um erro n cau-
sou a morte d a infliz Joanna. Jolo Fern
quiz salval-a, come malvou ao rapauinho de
Blingnycourt, eomo salvou a mim Henri-
queta de Simaise! ah o rio estava cheio,
prestos a trasbordar, como Ihe heo de ter
dito ; a corrente rapid arrastou a pobre
Joanna e Joao Fers noe conseguiu sal-
val-a,


Mas, o que acaba de dizer-me, a so-
nhora 6 a uaica possoa que mabe.
E' pouivel, mas apens& amanheee-
ra e ninguem estava ao p6. Mas que im-
porta ? Tudo quanto qaero provar, Sr,
Grandin, 6 que Joio Fera no 6 criminoso,
e que antes de morrer, Joanna Vaillant nio
passou por per nenbum ultrage.
-, A senhora dis isto!t exclamou Jac-
ques Grandin, pondo-se deo p6, pallido ffet-
mente.
Depois abanando tristeieote a cabega:
Existed. arta de J6awm disse elle,
e no jardim, embaixo da escada, viram-se
vestigios de p6s descal"gos.
Sr. Grandin, replicout a moc em
torn energico, isto prova qtue Joao Fer
naquella noite terrivel represeontow u
grande papel; isto ao mesmo ten"o moe-
tra a causa do deploravel erro do Joh ma.
A infeliz estava perturbada, qmasi los-
ca de terror; msahia de long dsnaml,
Vie o clo estendido no soalho; vW Job
Fer.. Nlo poe explicar cons a&&ma
perders a cabeoa. Oh! commigo da-
ria o mesmo E Jo0o Fera uao podiw fI-
lar... o sehor abe o quo ella mpO, aeadi-
iton... Apenas vie o abysmo profiumado ca-
-vado sob seus p6s. Pomuid de violento
desespero, escreveu a da rta de depedida
a se pai sem comea d ca ms.
acompanhada e perto pr Joeao Fer., que
adivinhara seun piano funest.
0 mogo, corn os olho demasiadamentb
abers, tremieondo em todo o corpo, offe-
gante, qmasi mem tomar respirao, escu-
tava corn avidez cad. palvra qua cahit
dos labios de Mile. de Simaise.
Entao, agora, interrogox ella, esti
comprehendendo, estal compreandendo ?
Ainda iLe, minha seahora.
Como, naLo advinha eatlo !
Estou procurando adivinhar.
Ums horrivel noite de tempestade,
um calor abafadigo; relampagos ladcam
o c6o, o trwlo rebomba de modo eepan-
toso, horroroso. A janells do quarto de
Joanna estA aberta por trash da veneziana
quebrada. Ella apagou a luz. EstA dor-
mindo.


Um home introduzio-e no jardim, ap-
plica uma escada ao muro, trepa, entra,
no quarto. 0 co quer defender a ama.
o home mata-o. Joanna desperta, solta
gritos atroadores, charma per. soccorro.
Um terceiro personagem precipita-se no
quarto ; ouvira os gritos da noiva de seu
amigo. 0 outro o... covarde, possuido de
medo por sua vez, fugira per onde en-
trara. Eis, Sr. Grandin, eis a seena, e
este drama.
E isto 6 verdade ? exclamou o joven
dewvairado.
Sr. Grandin, responded Henriqueta.
C)m dignidade, nio teria vindo aqui para,
contar-lhe urmamentira.
Oh! Joanna, Joanna, minha pobre
Joanna! pronunciou Jacques em voz chei.


0 prazer que sinto, meu padre, por
tornar a vel-o, excede...
Ta, ta, ta essas palavras sLo eas
nos labios d'um namorado. A juvexntude
sempre foi impaciente, e em verdade tern
muita razlo para o ser... Sentemo-nos,
porque temos de fallar lrgaIuente, e j
nao sinto as pernma, comao se costumna di-
zer... Sabe a immensa diataucia aue ha
centre esta casa e o bainro de Samint--
nor6... Mas agora me record, mal to-
nhece Paris.
Effeetivamente, quando cA venho,
pouco me demoro.,
E' uma mica cidade ; e estou
certo quoe, a um ,( q noio negocio ter-
minar, nuoe tadarA em fixar aqui a sua re-
sidencia.
Para fallar a verdade, men padre,
sou pouco amador do labynintico vaL-vem
que aquirein.. Tenhom vijdo o suffiien-
to pra counhecer que Paris 6 magnfica, e
pwra ser portanto, da oua opsinio; ma., se
6 o potato ae re uio dasartes e do& praue-
res, 6 tamibem o oqpjunto do vieio e do
egoismo.
Ha am grande f undo de veda0de no
quedz;omtuodo, pO- irO...
Panresa. "&s!od s

sultoiri isera e s ricoa saqui OB rtd
O0pobres.. .
ole~ a aenttu'ns, s
1Mameu caro =Wug, ono
aiitnh''^ -sua forwi tliDAA tI~fllB aftbi
DSb" vw i .*f w S~""' ~ H IS9sey


7, -, IS ll||ff!^l|RIPAM li|

P"4~ Umf iWOWmto 40 bo6taokj, l
Foio proprio Joao Fera quem me disse
tado.
A senora diwao Jolo Fera? Jolo
Fera qu.i^.^" Babe;*iflair.
fivo, qou ava coin aso pSUTMw o-
n b-Jo Foer repetidas a t* vexe,
elle me di.e tudo. Fez-me comia
dero doapero de Jomanna, fez-me ver
come ltara d ebal contra a corrente do
rim-pum a lvar a infeli. Conmprekeadi
tudo, senhor, e vi tudo como e eisaw
terrivei cousas tivesem passado a men.
olhos.
Entio, mademoiselle, est conven-
cida da innocencia de Joao Fer ?
E, Sr. Grandin, agora o aenhor nio
acredita nella ?

VARIRAD

0 vamplro
(C ontinua 1o)
Choras meu filho, Helena? dizia-me,
bem sei quoe o amav.as! Agadeago-te asI a-
grimas ueo vertes. A partir d'mta heraf s
tanto mmiha filha como se fouses viuva de
Kostaki. De hoje em diante nilo tm.. on-
tra pakri nem outro abrigo alem do que te
don sob o men tecto. Vai! deia que eu
s6, o acoimpanhelm ao sen ultimo asylo. Per-
mitte depois pw eu me encermw co mi-
mlha dor, a* quoe comsiga sacaleimi-he IuM
poUco a ainaxgt. Vai, minha ffli!
86 corn lagiams puIde responder a estso
palwiras. Redtii-me.
Dajanella do iev quarto sego per
muito tempo cow a via a tocante rtixs-
do qiw abia letameot a montanha
0 co nto de l iM ditava do, a-
teilo cera de me. legpm, Estavamow no
men de o nmbro.
Os dias eram'rmlhnrs e cto : a cino
hora$ era imite crtad. A' sete avist*ii
wka ultima vez as txbohas distancia..,
tava tudo acabadolt
. *. .. V. .. ....* .
Eu snoimapaz i& descreyw a estra-
ud oppressoA nervosar que ne" perseguio
td essa noitfe
SCalafrios do terrOr prcorrlam todo
0 WCjO. Segda.. nixSaite os0 penteiros
d relogio atW ao' mometo em. speaa amn nov h!anos...- a, horse awT uae
KoX k fdra mimxo!...
Edtl.o, expe ntei a now sen-
acoj quoe mai ogmentkM- o tenw -, iwe&. Apoka wasea'mim mar tor-
or. hestirvel; scvaeme- m allies
a meu pezar, e mProfiado seomno pmaa
me uas mpalpebraw
Ildeixei cahir a. eabew ams aubomdas.
Oatwi passes n.cerrodorL.
A.porta.abrio-w!..
epois nlo owin mais nada:.. nde vi
us cousa alguma...
Mao senti na usganta =a, dor-audia-
Umtava mergiA ea ily!t! u. r-

M meja noite. quando' aeovdeir a. isuz
brilhava, aindh- Qaiz eiwantarixm, ma.
estava tio fraca que o tentei trees. Vezes
sei, poder, coneguil-o. ?ttde afiui- vjna
ceKessa espeeijde mollhsa* e, cttainuan-
do.a sentir na garganta mea d~r ineisiva,
ajmstei-me atinao espelho.
Bhvia na aiteuia o sial de uma pi-
cada de alfnete' Imagei que fSra mor-
dida per quahqer insect e, suttindo-me
gmorecida, ..tirei-me da novo noheito.
Qnando amanheceu, sentia-me ainda
Imaita fraca,. e.essa seoaa^o de. languidez
'que eKperuo stara. em seguida is gotta
*de sangue que eu. havia notadI no leit
[pescoto, io se-disitara!
0 dia passon-se. hem lent, o.bern triste-!


A noito assaltouw a. ramp necessi-


ailo ponce favorwel. Acredite, meu ,rco
Alfredo. porqaa me-pareme, q ue.6 Alfredo.o
seu ,ome.
Sim, men". padre.
Pois hem, o C0 e or nao for10 ou. o
sso planet para o povoar de bomens
wmos e de paixes..ma peiores que os
homes ; se assim bmse, os here es esta-
riam de grande, porque o global terraqueo
serial nesse caso e uccursal co inferno.
Mas nlto aconteee assim Deo divide-nis
em dua s cathegorias: unmto b4ia e aou-
tra de mAoa e mistura unA e outros se-
to mundo: ea bonds deima a facujhadp
de se tomarom maos, e wos mAo pen*mtte
o toruarem-se bons; ptanto, a toca
defener-nos at so da nosma mocte.
Mlas n aprte onde a v.QA Vt-
viaa tenhba co ....o mquOe deymos segmwr
Jt'este mundo uus vida de trn a, Gma-
tropi& e temor, figindo deA tWdo aqu&llo
que foi cremada pa n6s.
B Seeatat sua opilb, esti" engmu-
(do, *e en' weio mtsrspret o Ap' n ]i.
nale a sos he

nSawcrp d"s Vintie aft trbia a (>
a sw Wecde gue ws rod m do


m rioV010 participay-e quoe" gory
arimoe pan recebel-o, mas cahi meio
ii a0, no divan.
X1 Usoltou umf exelamabo, e prostrou-
se-me aos p6s.-
-- Que vemi fazer aqui ? perguntei-lhe.
Ai! senhoral venho despedir-.neo de
si... Venho dizer-lhe que sem o sou amor
e a sum companhia 6-me inMsupportavel o
muado... Venho dizer-lhe ue recolho-me
paa mpre ao mosteiro de Hango,
-Pode ser privado da minh compa-
nhia, disse-lhe, mas niao do men amor.
Entao, Helena, promette que resara
pr mirm ?
Simn mas no serA por muito tem-
O, respond sorrindo-me tristemente.
Elle ergueu vivamente a cabea e fitou-
me corn ar inquieto.
Porque esta tio pallid ? interrogou
assustado.
Seeu o h'e dissesse, nra me acredi-
taria.
Nao nao. Helena I falle, peo-lhe,
supplico-lhe! Estamnos em um paiz quone ie
se asemelha a nenhum outro... estamos
unidos a umn familiar como n1o existed
igual... Falle depresa 1
Confessei-lhe tudo... a singular hallucina-
gao que me *commettia s move horas...
o mieu terror... meus ealafrios mortaes...
men torpor... os passes quse ouvia... apor-
ts quo se abria... depois a dor aguda quo
eu experimentava... e a prostrago moral
e physical que se Ihe segnia.
Julguei que. a minha historic parecria
a Gregory o cumulo da loucura;7 pr moo
comegara fimidamuente.
Mas, bem depsema vi que me ofvi.
cmn serio intewose e viva emoeU.
Depois que ewset do fallar, sell eonser-
rowse em silent" aixd. por algaum tempo.
Entwo! dism-me final, 6 A#s nove
hote qpe adormeew, e ts novel e unn quar-
to we monte-se ferdka ?
: S I per maimes oirsos que kga
para mecnseurvar aeopdda&aI
S Cbawmte que swamime esse poti-
nho' vmnwelho que tens no pescoo ?
E sei dar-me tempo de rwponder-lh,
;ccruegntbai;
- (! Helena! te w confing. ens
mm?
-- E iode ddvidal-o?
Poiw bems Helena! evia m de que
.6'thm oitadiiwde vida setuft qa, er obe-
E s Ihe. obedecer, queo aconte-
Pdedosalvr-se... tal4ezs!.
imue talhezatenro-me.
Oea-me, di.e Gregory, no nosso
p"iuha umattradico de...
inmiraio f, luz akavessou-meoeoMrito.
Vampins :acuescemntei oem. aLima.
Sia. on evium.dia-sdeAmenterrar deuns ee-
miBiodA aldea quamenta pesse, que ti-
uhammorrido'em',da- semana ..de -node
anu..mysteMsoi Reimheu-n-w facikes-
te qiwue dezeoete d'entre ella mm vaMsi
iro... istoe 6, qe tinham. tdas as-appamen-
ciadevida e.weonseavam.as aas- ewes
DataraeL
- As ontras'eram :..3xas victims.
E quftzeramestes cerpps ?'
-- Os daa-vampbs foram qutimader.
* -Isso.abe serial Jastante no'casopre.-
sentt, obserrou- tegory. Pare' Itwcal-a
d&'sae phantasma, 6 precise primeiro>, v1t1
eisaiba qpem ello 6 ; e, se for necesmiMO,
tiaparei cemielIe rm combate ouwp. 'awp-
, quern quer que seja. Ma.s e precimaf -
prt a risen os UWum c(oselhos.
*A's mete horas va; sozinha A capella.
'Xracte detriumpliar da aun fraqueza, B.-
|ena.., eaelh'6 conjuro! Para. defendel-.
jtiante de.Deus e diane dos homeo. &
ipreeiso que eu.teaha o direita. de ela.r
per si. Depois, voltareamos para aqui e me-


peraremos.
: -. ]Mas, Grgory, exclamei, se for ete..
se for-elle, matal-o-ha? !...
Sada receive, Helena! Tudo quonto


0 que eu Ihe peratei foi #se tinha
aSppetite, e nio as bohras quoe;so. '
Aconvauha1-o-hei coi. muito gosto
pa= a me4s.
Mnito bemrn sempre-fti parftidcio da
fsanqueza, e pelab minha part direi que es-
tiu mprto, de foap. D le Ao is horas
d. tardo, hera em qiue tomei, uM 'caldo em
casa do seu taSolei4o, nio eatou no mee
corpo substaniva alguna aln ticia; e-
coma nio ando namonado, e wm sou phni-
Jpsopho, e Romp eetor acosjftmado, con
exactideo rel'giosa, s comer tram vezea ao
dia sinto-me bastanot mal.
Visto devr ser- fiano, dir-lle-hei
.que sinto urnma oerta caiuha de eatoma-

S Comprehetode-se ; de-pos d viaB.-,
gem teo long. iChnegou 3ju do Be-,
na6 ver6 de ? 4
HLoje. sdez da mamhA.I
E orqe iAGo veio ha nMa tempo?

H muito tempo tania iWo se abA-

meah o tss 4 ii:R. we h so ta-


t ewe qstei4 ~ 0i posA Oa
''^^ic^~tt MZ^.


h Jiou ntrn.aiM rgory coM um pa-
dre.
-Helena, disse approximando-se-me,
corn o soccorro de Deus e o auxilio desta
espada, espero Iquebrar o encanto que
aam aaasa vidA Ajoelhamo-nof diantj
d'este santo home, que jA me ouvio de
confissdo e que vai abengoar os nossos mu-
tuos juramentos.
Comegou a simple e triste ceremonial.
0 bonm sacerdote unio-nos as maos, dea-
nos bengco nupdil e accrescentou :
Ide, means filhos, e queira o c6o en-
chel-os de coragem para alua que vio tra-
var corn *s espiritos. das trevas !
Sahimos da capella, e, pelaprimeira vez,
apoiei meu brago tremulo no do homenm ao
qual confiara o menu destiny. Pariceu-me
a esse contact que a vida me aflfuia de
neovo ao coracgo, e que o sangue comea-
va a circular-me nas veias.
Entramos juntos n'esse triste quarto que
se me tornara odioao pelos horrores que
n'elle passara.
A's oito horas e meia, Gregory disse-
me:
Minha amiga, nmo temos tempo a
perder. Queres dormri come de costume,
ou prefers ser testemunha do que vai
passar-se?
Quero ver tudo, respond-lhe.
Meu marido, pois, que jA era, entregou-
me um gaiho de buxo verde, ainda humi-
do da agua sagrada corn que o benzera o
sacedote.
Toma, disee-me, eonserva-o na. mios,
bemrn tnido ao teo peito. Deita-te devaga-
rinho s reza... Ternm bemrn cuidado que esse
ram o to caia da& mos... NIo fallen
.. espew toe 'te rn f
Segui todos os cowsb que me elanm
dados.
Quant o a Gr6gory, ccultou-se no am-
Igulo da ch'm-n6.
SEu contaPv os minutes,.. A's nove he-
ras comecei a sentir o elafria que me en-
topecia os nmabros... Otrrm, como nas
nobts precedents, apodeawva-w mim...
Mw levei o rameo bento assm labioas e dis-
sipouse de subtb, o meu panop.
Eloe, ouvi aadar... A poti abrio-se
semi rido... e... emo he lbskei,, cam dou-
ltot, wqwue vi?.y.
SVi lostadki ..I. Pido comei, ovim no
isew ataieidj... com a-negra cabelleimaman-
chada. de sangue !.-.. oom sea ttajo labi-
ttal !. somente a tunica' e a canisa eata-
vam ehtreabertas e d&ixavam ver a fuida
qWe o. matara!
Era uiam. cadaver !.... Nada n'e" parentt
star animado, except os olhos !.... Aquel-
lea olhos horriveis!... unicos qumw estavam
vi w I!... e que brilhavam: corn fgo sobrs-
natoral!...
C0baa incrivel! A vists do espeetro rea-
nimi-sea minha coram! 0- Oceo' pev-
mita que' ent no me;deixaxssapavori
por aqtelle figo ,do inferno .
O espectroestendem a mio pa.6' omew
leito4.
Levantei o ramo bento% el recuow
corn espantb
Ah! pronuncion coanm.voz cavernesa,
ella sabe-tudol
Emiaramo-iaos fixamnate; o iantasma
e ouL
Do. sublto vi Gregory, semelhsaate a unm
anno esZArmiIMnor, adiantar-se c~f. a es-
pada m .punnh! Persigpou-se cmi a mioe
osqueaoa e continuou a apfroxinmifrse lea-
tamentfb.
Seaihrmao 'woltou-se, e corn diabolical ri-
sada, piuxou tambem assua espada.
Mas>9 apena. a sua lamina tocoa na es-
padad. de Gr6gry, que fora abenoada pelo'
sacerdite,' o brago db phantasma cahioi
inerte. ao long do coa~po.
Que queres de min?. peogiutou-Ibo
corn raiva.
Kiumoone do ceo, diiso Gregory con
voz irnperiosa e calm, ordeno, que re.
pondas a verdade; N'aquolla noite fatal
da moutanha, fui eo yiuem to atacou ?


N1o responded o morto.-
- Fui en quem iferio ?

(CoWtinia)


esperar que chegasse a hora.e vir directa-
mente aqui de casa d bare.za.
E sem dnvida, por-essa razafoique
est. coom fato de bale ?
Justamente, -respomnaeu o viasaeude,
ltaixando os olhos corn certo enleio.
Compreheado. os mortaes sofimen-
ts:por que haxia de po arem casa dase-
ahiora de Certenes, o do As ffivolida-
des da etiqueta, emquato quoe o seam cora
:91o estava em casa d'umn pobre sacerdoto.
Emflm vai ser recOmnensado pe. seu do-
seje em visitar-mae. escute coiw attend*.
Tod% et soue avidos, 'di.e o T
conde, approximandou a sua poltrona.
S- A dilomacia, continuoit o senhor-do
Briomnn, 6 :uma sciencia demasiadaneute
ardua; e s- algwm me interrogar a, sen
respeito grasaa o senhor, meu cane Al-
fredo, podIerei rtesponder coin conhmeinento
de caua.. ,Vedade 6 que me fai estreiar
por uma. oJ prima, rao& pl. qua g nio
trocania pela contrat& yte em aet favor oe-
lebrei ha oite diasa nB a pouerada paz
dN Nimege, nem os aRtigos de Campo-
Formio.
-F=-me estrMecw) pae.
0 o- o f o bdettbaib r6 demasiado
rode para um anoibo quo ama Deus so-
bro todas a. caa^... Dten.a o seu des-
,ea ... ; meM raie), ow
hotjA nftdat a a: a ihora le
Ve .o l ahio do waveto ha tes dia:
acu au y de-pie
0 PmaLim /a
ef if m


Do medicm. tuihfa a ia 0Ms
Mlacio rM6we
trasgos, e brum s a ;
er8 em alma d'oatro amad,
e ate... nas medicias I

E mais esta, que 6 sagreata:

Indo um dia de fimadoe
certo medico ouvir misei,
alevantaram-se s moto
gritando todoe: Jmti. I


Corn respeito a um mo do -cO-
nhecimento escrevia o maliciom Bip;

Ticia ewscreve i mulher, mmpueW
teo attencioso e poido,
que no fim dam carts p5e:
e te ten wmenor marido!

Agora par. concluir:
Apeava-se um abbade
d'anafa mullah um dia
a port do pogo, e am eonde
emprestada Ih'a podia.

0 abbade Ih'a deu, trmedalo,
soltando dous grande -is I
E disse, abrazando a noda:
S Adeus, paM nuncs mse I v
E outro:
Pregava um frade capucho
sobre as bemaventunanas
corn um sermao tioe compridr
que fez dwiir as crianas.

Apena s findou, o cur
na sachristif noto
que uma bewaveataranga
no seu discuno falto.
Qual ? peV*iu% o frade irado;
Foi (disse o cuma), irmao:
Bemaventuras' aqpe
ue niLoe ouvio tal sernao.
V
tre umw avarento un' pmodigo.
Eu apenas ougo Ew reajo, ma can.-
tor -ObuWaNe, mm pobre qu4alr quoe pa-
sa ma rua, abro a jan e des algwo a
coisda. I Etu?
0 contrnuio d'isso tdoa M o mauto
alto; as minimhu jane1s. de; pn Mn m a-
gulo. Sr. alli uo posam pohba- e a cl-
pa na4minfin, bem v6s.

-Piutavaama um rapsa:-
Ia lia, 1 q idade temrn
Conforeite.
Comoe-!. confine ?
-Se ami comi a mama, tea iaM; me
saiu con o'pap,,t*Mo desoit.

Um sutito foitar, no uaw r am
e.culptor umgrp9 quoe vim unudo
representando a jwtica e a paz,.uaid em
estreito a m xax.
S Bonmt id*a, m mnehor! eusnhmele
,Vejam com elela s eabragam evei-
no seu dexradeiro xawm, convitetMs de 9
niao maisse. ternar a encontrajumnta&. a
terra

Manoek, qu e -U' enriado ceo preLm-
so a esulito, oumu diaer ao palto. qe
Agora so extrahia o assmar dos -ape,.
SHontemw# ao levar-* assucarewe 'paM a
#nesa, a seahora note que elle Hta m
66r.escura, prova idente de come .Mwol
o tinha compradodeianEiorqualidlade pia
biswcoitwalguns reaes.
Este assucar nlo 6 bastante brano,
disse-lheella.
-Ja 9ei o que minha semmma, we*-
pondeu Manoel, semse desconcertao Cbmo
agora a assucar 6 earahido de trapoee o
tendeiro.estS de lucto...

-- N'u tribunal:.
0ju.-Eja a qwarta vez jma o ret
compareeo no tribunal accusado de roabo.
0 ets Oh Sr. jtiz. E tao humiltante
para tuna pessoa da-pundonor ter.de pedir
uma esmola!

q eu Ihe escolhi.e que lhe eouio, corn
teda. a soguranga..
Pense, meu amigo, que os deveoree que
o.seasmento impoeo ao home sio severos
de-mais. Quando alguem se liga a am
serr tie innocente, come a creauam que aca-
(ba de abandoexm a casa de Dens, os o re-


iao materno,. tern so mesa tempo quo
fhe offerecer aaw conmolaes qo Ike prodi-
Igalisara a orato on as caricias da fmi-
lia. Se nada ha tao pure coma a castidade,.
inada 6 tio nobre come a vitasa coumma-
nidade de donajovens umido polo sagrad
lago do mateianio. N o qro aatocarp
Ihe os jnuizado futaro qu s me Ike efree,
fazendo-le-wmn resumedo s serm de
certo esculaa amanhI, pque dn
que, depo" do que cae de dixermse m-
bretudo do que vou ler,. ole etarw imaP-
ris mais de. vinto e quA IMwa.
-Ohk toern rs"o ; e nqUu l u Ot
cho-me, ob o esuatmda Ma ,m S
quente e affectuosa; mm, q4auinp.an
s6 peoo em tomnar c.m-Winye k
de coawduzir ao ladad'ema "in waio m-
ma qoe ser A o uuuceo da miuuAi lsi.
dek,
-- Im 6 mui p nataLM
0 saO elots, levauat o *Un k a
-tritirm as ye I
ao viamonde, .i&mio&
Aquitos, e bi swvd al s ds
eados pnaaa(,q6ii^fn
am dt ~ a 1184%N at~
-lm s lai. do wfuaogers ~ i
nova, geha ea iBr aVl* .
quo "W". _
Id'1 ciodmoV ind.




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